Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19997


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Full Text

i. ,v
Liiu mm
MSk-Mk 30 1 SETIBBO ES MI

^ A
PIRA A -CPITAX E t.$A!flF-
Ppr tres icezcs abantados......
Por seis ditos idem........
J*or ara anno idem. .... .
"Ctida numer.i avulo. do toemo da.
si
POR/O*
65000
12UQ
iflSJ
PARA DESTRO E PORA >A PROTTSCIA
Por seis meses adiantados............... 1315O0
Por nove ditos idem................. 200000
Por um anno idem................. 2701OC
Cada numero avulso, de Jias anteriores........... iJlOi1
tffxie^pt tot Jilartel JxQvcitdu fcf jHtia & -'"lijos
-
tea

> *
I
Terinil, hoja o lfceif
* Irifliestrc do corrala auno, ro-
gamos aos onssos ussiguanles en*
atrazo o obsequio de mandarem
abonar seas dbitos afim de nao
suflVerem intemipfo na remes-
^.*\ uo "JJiiarin
*-
m
*

TELEGRAMAS



sss?::: mm:i& a: habi
RIO DE JANEIRO, 29 de Setembro,
3 horas <-. 30 minutos da tarde. (Recebido
* 4 horas e 25 minutos, pela linha ter-
restre).
Parte mmih para e*a pnuin
el, reilubcli-cidu ilos neo iiirom-
anodo*. o comznendatlor Aagnulo Ce-
sar Perelra da Mendoura.
RIO DE JANEIRO; 29 de Setembro s
4 horas da tarde. (Receido s 5 horas
e 10 minuta, pela linha terrestre).
II<|) na Cmara dos Beputados, o
Br. Priiro Beltro i'Dilun 4 mesa a
auihentlras da elelco do Dr. Jua-
qulra Kabaco, pelo I. distrlcto de
remana bur.
K tesado fot nje approvado
esa C dlacuaae o orcaaaeoto do Mi-
aiaterlo da Airlrullura.
Publican < liunlrm o I mime
r* do Joraal A CIDADE IX) RIO DE JA-
NEIRO, de proprldade e redaeco do
Sr. Sam do Patrocinio.
Cferios atoje o Dr. Joaquina \-
buco. s?ol recebido eoadlsaataente.
Foi exonerado do cargo de the-
aurelrada Tbraourarla de Fazenda
de frraimbuii/. o Dr. Eduardo de
Barra Valetta de Lacerda.
Forana sumesSui para*a Aifao-
desja da faroh j bn :
l cscrlpturarlo. Silva Mar-hado:
t.a dito. Victorino Mala i
OflBcial de desearla. Joao Pe6a<
f
PARS, 28 de Setembro.
asaevera-*e que o governo do Itnpe-
rio da Allemadba Jfi deu urna demoo-
atraro de pesar ao overno francs
e qar eonnentlo a principio em urna
reparaco par eauaa do lamentavel
Incidente da frontclra.
KIO DE JANEIRO, 2) de Setembro, s
5 r-se-4'i 'rititea da tarde.
Cbi'juu q ii boje no paquete In
tes NKVAo Dr. J->. qjui in \abuco qoe
l\i minio lien r-rebtd< por grande
amero de neus salto*, e foi alvo
de grande otaeOe*.
O Senado volou em tf lacusso o
areamento do Ministerio da Ssjrleul-
lura.
Foi deusittido do arao de inesoa-
relro da Tbeaourarla de Fasenda da
Feraambueo o tr. Eduardo de Bar-
rea Pairan de Larrrda
VIENNA, 29 de Setembro.
la nra-,onaro*ia iltplematlcaa fots-
baladas a respe lio da auarla estilo
e demorando multo, e arredilare
rae nao ebeajaro a um accordo.
BENOS-AYRES, 29 de Setembro.
Ka tu deaasenlida a noticia de ter
appareeldo ao aal da repblica do
:tle. a epidemia do cholera mor-
MES*INA, 29 de Setembro.
cholera-azoran* fes neala cldlade
durante as ultiman XI hora* S ca-
noa e SB victimas
NEW-YORK, 29 de Setembro.
Jasa convenci democrtica esia-
avelerlila oral cidade dealsrnou o br.
tiraver Cleveland como candidato
loa demcratas a prxima elelcao
presldenrial da repblica, man res
(ansia aeaia arcaalo toda a aua ron
aanra aa asessao Sr. Cleveland.
Axntc'a Sava-, 5-'ia' > I'arnambacc,
t de Setembro de 1887.
INSTFUr.CiO PQPDLAB
PfilLOoWilSIli)
iExtralddo)
DA HIW-IOTIKC4 DO POVO K DAS B8COLAS
CAPITULO I
THEUait ItlIllSTOUI \ \IDBU,
Er'?o a erUlva S>> prlneloaes
tli<-oTlK, 4< Ao Skind n exls-
teneia do dlrelto. o adolleram em
aua naturexa.
(Con iniif 4)
THEOBIA DO DE. BBITO
Critica
Expoiicco
O Dr. Brito, j fallecido, era leotc; da 1 eadei
ri (phil. sophia du direi', ) da faculdade de lea na
ILuversidade de C\>imbra. Eutregaodo-ee d-ve-
ras a i istudo daa materias qu devia explicar
aos seas discpulos do i anno jurdico, aprceentiu
urna tbeoria tn sobre o principio fundamental de
direito.
Este ejeriptor deixou-se arrastar pelas exagg,--
radas ideas da socialistas ; e, portanto, como elles
formou utn ideal irrealizavel na pratica. Vamos se-
guindo paaso a passo as ideas fandainentaes at che-
garmos concepeo da mutualidad de ser?90
O bomem ser <-u nao soeiavel ?
D-'iti to que o Ja atrs o diasemos. Tudo i
o comprova Examinemol o em todas as epechas,
que havcmjs de eniontrar uelle uosa tendencia
que o leva irressitivelmente pan conviver clbi os
srus semelbantes.
O que u form->y> da familia d*sdo tempos im-
memuriaes, senj a coutru.aci i estes principios ?
O que sao amizade e o amor, seno outras tantas
provas, em abono da verdadf que avanzamos ?
O bomem n -cessifa ou nSo do elementos para
viver T Decerto. TVm um fim a preencher neste
mi'odo, e para o conseguir carece de meios. A sup-
p : i;2o do contrario seria um absurdo revoitante
i Nao. E' Ibe imposivel dar um passo, sem o au-
xilio dos outnis. E' destinado a viver no meto da
sociedad)1. Precisa fjrcjsamcote de elementos que
el.a Ibe ba de fornecer,sem o que, morrer, por
falta de meios- O'aqui passa o Dr. Brito i se-
guate conclusivo : que, prestand -lhe 3 soue lad-
os meios i disp i.Siveis, urna reciprocidade ds ser-
vic's essencial neste eso. Assim com o bo-
mem tem o direito de exigir Ibe servicos, assim
tamben tem obtigacio de Ih'os prestar.
E aqu temos, como se explica claramente o ti-
ta.o qae o Or. Brito pos frente do leu cjrstema :
autaalidado de servicos
Patanos agora uicstrar, se esta tbeoria ver-
dadera. Para isto, pergnntaremos se as obriga-
oes reciprocas qae ambas as partes devem pra-
ticar sao moraes ou jurdicas Figuremos ambas
as byixitheses. Sao moraes. Sendo assim, c.mo
se explicara uaifoimidade do pensamentsna pra-
tica dos serviooa, qoaodo eerto que a eooscieacia
varia de individua para individua ?.l.
Collcqaemos um h )iorm matando outrs na pre-
sent de duas testemuuhas. Vma destas seja um
h-imem honrado, a cutra u-n assassino. U'na ap-
provar immediatamente o acto ; a outra atterrar-
se-hs, at ao iutimo da sua alma, e repel ir com
todas as saas *bres o acto que ac<.ba de ver pra
tiear. Eii nm exemplo bem trisante Se por
acaso o assassino pedase a teatemunha m, qae a
Huxiliasse no crime, ella fal-o-hia immediatameute,
quasi como urna necessidade da sua cunstituic i.
A oa'ra recu.-ar se-hia. a' ao ultimo eitremo"
Portanto, temos qae a diversi ludo de consciencias
traria comsigo a falta de un lade. qu deve semprr
existir u'um priucipio que se digaa basede
tactos sociacs.
Supp hicDOs ng'ira, qae a obrigacio seja jur-
dica. Peior um p.ueo. Pois eutio havemos de
exigir pela lor^t, a eDtes livres esmo dsm, a pres-
tiicio de factos ? Becahirinmos n'outro erro im-
perduav 1 : a negacao da lberlade do bomem.
O autor quer a^bir de.te absurdo, diseudo : qae
em abs-iuto de modo algam o bimem pode ser
coagido, mas que a oaeco ce adinitte tempora-
riamente, it ao tempo em qae os b>mens todos
nnit.rm-inente reaiisart m o bem pelo bem, e em
iue o eicprrgo da Lrca ns direito fdr intil. Em
que nao baja, u'uma palavra, senao a aniformida-
de de peutamento.
A refutac distes priucipiss obvia. Admit-
timot, pira resoluci dos nioio-i problemas jurdi-
cos a tbeiria do pr gresso inlefiid. Ora, as
ideas aciin* xiratas sao eontrarias aquella. Al-n
de que, boj* estarinmos sem o principio do just !!
Mas anda mais : os factos jurdicos da inni,
alta importancia, ficariam tora da rea do direito
por exemplo : os testamentos, s aadoac-is. A es-
mola nao se jusliticria, etc.--Por todis estas ra-
ines, rpjeitamus titnbem a doutrina do Dr. Brito.
THfcORIA DE KRCSE
E' esta a que perfilbamos Segundo ella, de
direito :toda e qualquer hccJi, que sendo exter-
na e livic, se dirige, como condicao, consecuco
do fim racional do bomem.
A esphera do individuo, portanto, nao a limita-
mos pelas essberas dos outros,| com; Kant quera,
mas pelo arincipio dejustici, finalidade bjmana. O individuo pode praticar
todos os actos, qne sendo conformes com a sua 6na-
lidice, uo se desviem do principio do justo, como
condici-i para o fim racional di bomem.
Estadsndo as materias, qae fasem objecto do 1*
capitule, e qae acabamos do expr, tratamos do
direito tbeoricamente. Vamos agora encaral-o
mais praticameote em siiaa manifestaedes. Vamos
vl-o tomar a forma subjetiva, ser urna faculdade
no bomem, constituir a sua perssnalidade, qae nao
mais do que a reuuio dos seus direitos absolutos
a bypotbeticos.
I Continua)
na proviacia de Santa Catbarina, visto uo tfti
o.'itads a nomeaciio. '
Foi declarado nsuboistente o de 3'J de Janeiro
de 1867 quo fes m t, a Francisco Joiquim G'-
mes di serventa vitalicia i is tHeios de partidor
e coutador di termo de Icaboralir, na prov
do Rio d: J-.utro. atteul a inoompadbili
por parentesco que sobrevela atilo seu' casamento
com urna irm do esetivii'> do ctvel e orphjos do
uesmo termo, VlrgmV (Lnstancio Gomes de
Arauj'. *sV
Poram nomeados para a gua'rda nicicnal : da
provincia do Piauby, o teneote Haencio Rodri-
gues Datnasceuo para major uominandnnte da 7
se -cao do batalitSo da reserva d>% compre* de Jai-
cj da fio Para, o t*i.'*g**',siu Autooio Dms
para Te*" )"J." bafa-
ho de iufantaria das com '.reas de Braganca e
Cintra.
A'ag.'dto Jote (Anyalves Lessi.Deferido, dan-
do-se h ;ix n i Ganea.
'>Rpba|a C.Detxfee de t mar co-
nhiieiicii.t i p r ote -i.- do praso mareado inter-
sosicao -'S recursos.
- Pra
i'.- lacii o i Hvllu Civaloaute d.' Albuquerqae.
i viota das iuforoj'ives.
' Coutas das Ooi..b Publicas. Examim m-ae.
ninlterio do Imperio
Foi nomeado o bacbarel Jos Ex^quiel Freir
para e lugar de professer de rhetorica e potica d
corso preparatorio anovxo Pacaldade de D.reito
de S. Paulo.
F i concedida a jubila^o que pedio o conselhei
ro Podro Rib-irode Aranj i, lente di cadeira de
botnica e zoologa da Faculdade de Medicina da
Babia, com o venuimento integral da referida ca-
deira, na conformidade do art. 7 do decreto legis-
lativo n. 1,311 de 24 de Agosta de lSti.
Hfnisterlo da Agricultura
Por decreto de 22 do crreme foi nomeado o Vis-
conde da Oliveira para o cargo de director geral
dos indios da provincia da Babia.
Por decreto de 22 do corrente foi exonerado
Pr.iiicisco Rufino Vctor Pereira, do cargo de ad-
ministrador dos Correios da provincia da Par.-
byba.
a---------------
Ministerio da llarioha
Foi nomeado, por decreto de 22 do corrente, 2.e
ciiurgiio da armada o Dr. Joo Frederico de Al-
meida Fagundes, na vaga d< ixada pelo Dr. Arge-
miro Alvaro Bacellar Guimares, qu-; nao aceitou
o lugar.
Por decreto de 22 do corrente foi aposentado o offi
cial da S cretina da Iutp ocflo do Arsenal de Mari-
nha da Corte, Pedro Antonio de OnveraScuia, con-
forme pedio.
Tiveram ordem de embarcar na caohoneira
Afionso Celso o 2.a teneate Artbar Alvim ; no
patacho Guararapea u 2. teuente Manoel Flo-
riano Currea de Brito ; na canhoneira < Vidal de
Negreiros > como chife de machinas o macbioieta
de 3.* classe Alfredo Bernardino Dutra, e no en -
couracado Sete de Setembro o guardiio J>'a-
quim Fabiano d Cruz
Teve ordem de pasear do vapor de guerra
Amazooas para o cruzador Primeiro de Mar-
5> o cipitao-teuente Francisco Fiaviaao de Cau-
talice.
Tsve ordem de desembarctr do vapor de guer-
ra a Amazonas o 2." teneute Antonio Leite Cber-
mont
Promecao.Esto promovidos, por antiguidade,
a primeiros teueotcs os sexuados teneutes da ar-
mada Joaquim alaria dos oautos e Afrodizio Fer-
nandos de Barros.
Transferencia.Por decreto de 22 foi tranaf--
rido para a 2* classe o 1 teuente da armada Gas-
par Pinto Pres de Azevedo.
Foi ni mondo KJudaute da intendencia da Mari-
nba o 1* lente da armada r. fjrm ido Manoel do
N. Castro e Si i v i e exonerad deste cargo o ca-
pit'io de fragata X ivier de Castro.
Foi ex inerado do lugar de patrio mor da barra
de Cobedello, na provincia da Parahyb, Isidoro
Brrelo de M- lio.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da sfustlca
Por deer-to de 22 foi n- meado juiz mun eipal e
de orphabs do termo de Lages, na provincia de
Santa Catharina, o bacharel Prancisco Ferreira
Cavalcante Lins.
Foram nomeados juize municipaes : do termo
da Floresta, na proviocia de Pernamboco, o ba
cbarel Antonio Candido Correia de Araajo; do de
Pocon, na de Mato-Grosso, o bacbarel JoSo Go-
mes Barbosa de Almeida; do de Saut'Anna do
Parnahyba, na roesma piovincia, o bacharel Bel-
lino H-rinillo Cavalcau'e Souto: do de Bda \isla
do Tocantios, na de Goyas, o bacbarel Jo, Freir
da Costa Pinto.
Por decretos de 22 foram naneado t-nentea-co-
roaeis commandantes do b.tmt-es ns- 4 e 55 da
guarda aacional da comarca de Pao u'Alho, na
provincia de Pernambueo, os capites Prancisco
Vital Aranha M ntenegro e Frauciaco Vieira de
Millo.
Conceden-so demiaso ao bacharel Jos Mauri-
cio Borges Jnior do logar de jais municipal e d*
orphios do termo de Floresta, na provincia de
Pr mamoneo.
Declarou-se sem eff'ito o dco eto de 11 de Jo-
iili-j deate aono, que nomeoa o achoi. Antonio
Minervino de Moura Soares Filbo para o lugar de
juis municipal e de orpb.s do termo de Lages,
Ministerio da Guerra
P r decreto de 22 do corrate toi nomeado com
manante do 2* batalbao de artilheria o do 3*, co-
ronel Antonio Jos da Cata, que exereo interina-
mente o cargo de commandante das armas da pro-
vincia de Matto-Groaso.
Mandou se suometier a conselbo de investiga-
cao o teuente Flix Barreto Muniz Telles e o alf-
rez Aguello Petra de Alineida, ambos do 1* de iu-
fantaria, (los fictos de que sao aecusados, pra-
licados na cidade de Campias, na provincia de
S. Paulo, fazendo parte do destacamento alli ex-
istente.
Foi transferido para a 2* classe do exercito, fi
canil- aggregado arma a que pertence, O 1* te-
uente do 1* batalho de artilharia Adel Barreto
Pinto, visto baver sido, em iospeceo de saude.
julgado incap-.z de continuar no servico do exor-
cito.
O ministerio da guerra mandou que a presiden-
cia di provincia d j Piauliy propuzoss-' um offioi.il
nic i.rngiment^d > Kara o aervco de ajudante de
ordeus da mesma preeidencia, em substituido do
alferes do 5 Dalalho de iut iniaria Raymundo
Peaaforte de Araujo, visto toruar-se seusivel a sua
f'.l'.a mqucile corp i, ou'e exurce o cargo de se-
cretario.
Foi approvado o acto da prosideneia do Rio
Grande doSul permittiudo que o alfrez do4a re-
giment de cavallara Paulino das Cbagas Perei-
ra, qne foi jslgado incapaz do servico, aguaidasse
na cidade de Uruguay.iuna a decis-o do goveroo
a seu respeito ; devendo o motrno offi.-ial ser de no-
vo inspeccionado tm lugar que posea a retpectiva
junta ser constituida com o numero dos mdicos
marcado no aviso circular de I de Julbo Je 1881.
Approvou se a deliberaco tomada p'la presi-
dencia do Para, mandando aceitar o substituto que
por si apreseotasse o sargento quartelmestre do
4* batalbao de artilharia, joaquim Betio de Pau-
la, afin de eximir se do servico do exercit, e
igual deliberacio tomada pjla presidencia do Rio-
Grande do Sol com rela^o ao anspecada do 3" re-
giment de ca val aria, Manoel Jos de Mattoa.
Foi tranaferido do 2* regiment de artilharia pa-
ra o 17* batalbao de iofautaria o soldado Marco-
lino Barbosa de Oliveira, conforme pedio.
Foiam escusos do aervico do exercito, por inca-
pacidade pbysica, o 2 cadete Edmundo Mus e o
2 sargento Prancisco Fortunato Braudao, este do
2 batulho de artilharia e asseilj donP regimen-
t da mesma arma.
Maudou-se ficar sem effeito a transferencia do
cadete Joaquim Juvencio Rabello Mello do 3 para
o 5" batalbao de infanta! id, concedida por portara
de 23 de Julbo prximo paseado.
iri.Mii i i a^
Thesoure provincia!
DESPACHOS DO DA 29 DE SETEMBIO
Dias Silva 4 C, Seixaa Irmios i C, Gemii.ia
no J aquim de Almeida, Bario de Arariba, Ame-
lia Auguata Alves de Sousa e J s Goocalves
Das. Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Couimisso redemptora e irmandade de S. Pe-
dro deata cidade.Deferido, tomando-so por ter-
mo a fianca offore:iia.
Cintas do commando do corpo de polica, Socie-
dadedos Arpistas Mechanic>s e Liberaes e irman-
dade de N> sea Seuhbra da Sade do Poco da Pa-
uella.Appiovadas.
Clara Mara Seve Baptista e Mara Rita do Li-
vrameato Cavalcante.Deferido nos termos da
iuformaco du Sr. Dr. contador.
Onveira & C Deferido, avista do diaposto no
att. 49 das instruecdos de 27 de Julbo de 1883.
Manuel Felieisno Ladislao doa .SantosDeferi-
do, dndose baixa no di hito dos i- rcicios de
1884 a 1881;, da casa n. 7 roa doe Cuelbos, por
aebar-se as condicoes da l< n 1,554, c.ofoime
as informac 8.
Alberto Maximiaoo de Azevcio Mai e Joo Al-
ves do Parias.Certifique-se.
Jo'u Gomos i-fe Costa.Ao Contencioso para
__mprir o despi
Margaridn Mu una de Olv ira Figueiredo.
Satisfaga a exigencia do procuralor fiecil.
Receb- loria provincial
UESPACiO.'.'fcvniA 5>3 DE SETEMBRO
de 1887
Jos Francisco Quedes, Frsnoisoo Hy-
larian de Oliveira M a, Autooio Cardoao
da Silva, Baptista Santos, Mm.oeld'
Oliveira, Santos & Alves, &noel Corr lia
& C Fontes & C, Antonio Barbosa da
Fonseca, Jos Alfredo de (Jarvalho J-
nior, Puntual R'zen io & C, Israel Inn >
& O., Anua Maria de Mjleiros Rg >,
Manoel Cavulcante L. A C, Manoel da
Cunha Sildanha, Jos Antonio Feij Cor-
reia Cesar, Martios Viegas A C, Manoel
Joaquim dos Santos Ferreira, Marques
& Silva, Leocadia Mara Joauna, Souza
Nogueira & C, G. Laporte & C, Manoel
Rodrigues da Silva, Bernardioo da Costa
Maia & ('.., Manoel dos Santos Araujo
viuva de Bernardo Joaquim Goaaes A C,
Pereira Carvalbo A C. B-Mrao A Almei-
da, Pinto A C, Valerio de Medeiros & C,
Joao Ferreira A C. e o procurador dos
eitos. Informe a 1.* anele.
Joaquim Manoel Farreirs de Souza.
A' 1.a s c'c.lo para attender.
Fielden Brothers.A' 1.* se'-cao para
os devidos fns.
Souza Rocha A C, Julio Costa A C,
Fructuoso Gonealves Ferreira. Fernandes
Bruga A C, Francisco de Salles Albu-
querque, Almeida A Filho, Elias Soares
A C Jeronymo de Souza Rjliro, M dei
ros A C-, Eustorgio Macdo A C, Anto-
nio Serafim da Silva, Jos Ferreira A C,
Braz Januario Fornand s, Jos Pdro Ro-
drigues da Silva, Zeferino Volente A C,
G Baptista, Francis.o Cypriano da Silva
Santos, Costa A C, Carlos Lmren;o Go
mes A C. e A. Martins & C.Iuforme a
|.* secco.
Commenuaior Antonio Valentn da Silva
Barroca. ,Junte o conhecimento de quita
cao do ultimo seuiestre.
JoSo Machado Evang-ilhs. A' 1.a soc
cSo para os devidos fina.
Joaqam Martins Moreira Jnior e Fran-
cisco de Assib Lopes.Certifique se.
Caetano S^lustij Cocino 6 peticSes,
Francisco Emilio Pereira de Castro e Ba
sitio Pereira Vianna.Certidque se.
Fran.isco Gongalves Torres.Deferido
do accordo com as iaf<>rmc3?s.
Fran-isco N >gueira de Mell', Miguel
Alvaro de Macedo, Manoel Fran.isco Pes
tana, Feliciisi.no Augusto da Cmara Pi-
mentel, 4 p:tic5is, Francisco Januario Nu-
nes da Silva Salios, 2 petieSes, Saturnino
lia niato de Jess, Manoel Barbosa Ca-
valcante, Antonio Felippe Cavbante e
Joaquim Marcado de Oliveira.Certifi
que se.
- 29 -
Antonio Lopes da Silva Campos, Ma-
noel Joaquim de Souza Motta, Sevcrino
Antonio da Rn-ba A 0., Francisco Ga-
briel das Chagas, Pereira Carvalho A C,
Nunes A C, Manoel Pereira Beroardino,
2 peti^es, Joao Manoel Lopes Braga,
Paschoal Lasselli, Chrispim Celorrio e Gus
tavo A. Noilichard. -Informe a l.ssec^ao.
Antonio Francisco Lima, Arthur da Sil
va Regadas, Manoel Targino L^poldino
dos Santos, Manoel S.bino do R-go Mu-
ni-t, JoSo da Mo.tta Silveira, Francisco da
Cunha Figueirodo, Manoel da Vera- ruz
de Mello Monte Negro, Francis.o Alves
da Silva e Manoel Bento Alves da Silva.
Certifiqese.
Jos Paulo Botelho.A' l.'seccao para
os devidos fina
Francisco Jos de B.rros e Hermina
Costa..Ioformn a 1.* seo-jilo.
Antonio Paulo Botelho, Elias Soares
A C Lisboa Estoves A C Antonio
Francisco da Costa, Pedro Manoel da
Trindade, Lourengo A Primo o Joo Fr*u
cisco Je Torres B*ndeira.Satisfaga a
exigencia da 1.* secgao.
\AR10 DE FEMA3BEC0
RECIFE, 30 DE SETEMBRO DE 1887
Xotifias do Pacifico, Kio da Pra
la e tnl do Imperio
O paquete inglez Taotis, chegado bontem dos
.ortos do sul, foi portador das seguintes noticias,
alin das officiaep, publicadis na seec) respec
tiva :
Paclflco e Rio daPrata
Folbas de Buenos-Ayree at 17 de Montevi-
deo : 19 de Se embro :
Praparava se paia part- p ra a Eur-pi a com-
miso incumbida de dirigir fiscalisar os traba-
Ibos de cons'rucco do novo encourseado para a
armsda chileni. A commissao presidida pelo
contra-almirante Latorre.
A construc^o do novo vaso de guerra, para o
qual votou o congresso 401,000 ., deu assumpto
para laru diacusao. De um lado, a qae se en-
costaram os offioia-a de mariuba, opinava-se pela
aequisico de um eacourncado poderoso, de 6,000
toneladas, de marcha rpida e armado com a arti-
lharia mais poderosa; de outm lado estavam
ana "es que degejavam a constroc$o de dous en
eoaracados da torca do Blanco s do CocArane. O
debate ca cstava t-rmiuado, mas de quanto j se
bavis d:to no congresso, na impreasa e as diver-
sas rodas collgia-se que era geral o proposito
firme de melhorar o material da marinba, actual
mente muito veiho e deficiente.
O governo chileno resolver forticir seis ou
oit dos prlncipaes portos da repblica.
O tribunal arbitral sng'o-chileno esperava con-
cluir os seus irabalhos at o fim de Sotembro cor-
rente ou meiaios d.- Outub.o
Todas as causas por elle despachadas ultima-
mente foram absolutorias pira o Chile.
A prislodo jornalista b spinhol Sojo, decreta-
da p^la caraira doi d-potadoi di Repblica Ar-
gentina, continua va se: o thsur. de disaassSea
na mesma cmara e na imprensa
Na sesso de 9, o diputado Portla prop z que
a caoian dss-s por nao proiuzida a oocurreuci i
da sesso anterior e mandarse por em liberdade
o redactor do Don Quxote. A moco foi rejeita-
da, por 40 votos contra 11.
O Dr. Mariaono Vrela, defensor de Sojo, re-
qu< reu ao supremo tribunal de jostica habeos cor-
pas a favor do seu constitu te.
O procurador gpral da bmoSo, Dr. Eluardi
Cs^t i, dase que -y caso de Elsea Acevedo, em
tudo igual ao present, manifestara o seu parocer
acerca dataculdade que aa cmaras presumem
ter para castigar a violaco dos seus privilegios
. u imraunidades ; que no citado ca90, como n >s
ant-Ti >rea de Calseti e L itere, a resoluco do tri-
bunal foi contraria aquella faculdade e doclarou
qu- o castigo da vio'aco dos alludijos prvilegi"s
caba aos tribunaes de justica, de accordo com o
disposto na lei de 16 de Setembro de 1863 ; qae
havendo jurisprudencia uniformo estabelecida pelo
tribunal, deixava dealargar-se era considur icoes,
pe lindo a soltura inmediata do recurrente.
O tribunal exigi novos esclarecimentos por
parte do procurador geral da nicao.
O ministro h spanhol, para qoem recorrer So-
jo, declaroa-lhe qu^, na qualidado d-i subdito hes-
panhol, devera t-r-se abatido de iotervir na po-
ltica interna do pais. teado se, porm, envolvido
nos negocios psliticos da liepublici Argentina,
mxime pela forma e do modo psr que o fez, ficou
por 1880 privado, em absoluto, do direito prot' c
cao otli.'ial, a eajo amparo procurava agora per-
ss.
No dia 17.foi recebido offi ialraonte Pernando
Saguier, no carcter SM raiaist.'o residente do Pa-
raguay, aa Repblica Argentina.
Ao csna-'lbo deliberante d 3un s-Ayr'i foi
submettido, pelo Dr. J. D. Piaoro, o projecto de
reorganisaco da assiateucia publica, ficando esta
incumbida : Io da direccao o adininistraco de
todos es hospitaes e hospicios olfioia. s da capital
da repblica, exceptuando o hospital de clnicas
dirigido pela faculiade de scienciaa medicas ; 2
da assisteocia dos enfermos pobre* nos seus do-
micilies ; 3' da superintendencia na hygiene dos
hospitaes e hospicios particulares : 4 da hygiene
dos ed fie.os pblicos, estabeleeimuntcs uiias-
triacs.Mnsalubres, incommodos e habitacea em ge-
ral : 5 da pr.'stitoi'c* i ; 6* da dir-eyao e admi-
uistracao doa cemiterios ; 7- da propbylaxia. di-
rec^ao e administr -go da vaccna ; 8' da m;n-
dicidade e proteeco aoa meniaos orphos e des-
validos ; 9 da auperiutendeneia, no tocaute i hy-
giene, ni administ ocao da lirnpeza publica, ma-
tadjuros e mercados de abastecimento, munieipaes
ou particulares; 10 da es'.at stica sanitaria da
populacao.
Segundo a estatistica offieial chegaram ao p >r-
to de Buenos-Ayres no mes de Agiato ultimo,
procedentes de ul rara ir, 49 vapores, 36 dos quaes
con Iu.iram 4,639 inmigrantes, que, reauidos a
1,748 cb -gados por va de Mootevido e 98 de ou-
tras procedencias, do o tatal do 6.485 immigran-
tes. Apparece, sobre igual met de 1886 o aug-
mento de 16 vapores e 1,155 inmigrantes.
Desde 1 de Janeiro at 31 de Agosto deste anno
cb'garas 58,813 immigrantes.
Nada do importane socorren na RepuMica
Oriental depois das ultimas noticias qae tiremos
dalli.
Na Cmara doa Depntados da Repblica Orien-
tal suacitiuse urna questo muito parecida com a
que deu em resaltado a priso do redactor do Don
Quijote. No dia 11, quando se ia levantsr a ses-
so pir motivo do fallecime.it < de Vidal, o depu
tado Granada, pronunciando-se em linguagem vi-
rulenta contra os redactores de La Espanha e de
L'Italia, propoz qae a cmara exigase do poder
executivo a priso daquelles jornalistas, por causa
de dou9 artigoa referentes a attitude da cmara
perante o ministerio. A cmara rejeitou a moco.
Na acsso de 12, a camtra adop'ou, na gene-
ralidade, o projecto de le de orea neuto, B>u;
pronuneioo um violento discurso contra o goveroo.
inerepando-o de ser hostil cmara. O ministro
H rrera defeni u ao pider executivo.
As 1 ilhas do tdrte pablicaram os seguntes
tel-'grammas :
Monterido, 21 de Setembro.
A Camaia dos Depatad is votoa defiaitivament"
o proj-cto de arcameoco geral apreaeatado pilo
ministro da fazenda.
Logo dep lis da votacao o projecto foi enviado ao
Senado, onde j coinecoa a ser diacutido.
Buenos Ayr.'s, 21 de Setembro.
Varios jornaes annunciam que o Brasil loo u a
iniciativa de urna convenci sanitaria com a Re-
publica Argentina.
Esta noticia receben o me'.bor acolbimento da
parte da imprensa e do commercio.
A pilicia contina a guerra coutra as lotei.a.
O senado approvou o crdito pedido pelo mi-
nistro da fazenda, Dr. Wenceslao Pacheco, para
subvenco liuhadirecta de vapores rpidos, que
teuciona eatabeleeer a companhia representada
pelo Sr. Houston.
Mouievidi, 21 de Setembro.
O Senado principiou a dissuss) do orcameato
proposto pelo governo e approvado pela Cmara
dos Depntados.
fim Ootubrj serlo abertos os Baucos Italiano e
Hespanbol.
Os jornaes pedem o estabelecim 'nto i' uta ca
deia correccional independente da casa de deten-
cao e do careere do crime.
22 de Setembro ( noite).
Na sesso da commisso permanente do coa
gresso Uruguayo foi dirigida urna interpellac) ao
governo sobre a sua poltica interior. A discussao
da iut Tpellac) acabo:, pela votaco de nma or-
dem do dia pura e simples.
Acaba de fallecer o aommuadauts Migu-1 Yarza
Buenos- Ayrea, 22 de Setsmbro.
Um horroroso incendio acaba de destruir total-
mate ama Importante fabrica de licores, em Za
rate, arrabalde deata cidade; oa prejuizos eo
avuttadoa, mas u i houvc perda de vidas.
La Paz, 22 de Setembro.
Anparecei ora qu'sto religiosa, que ameac
dividir completamente o clero e o governo. O
ministro du justica e d;s cultos mandou suspender
o pagamento da c monsenhor Juan de i>ie Bosque.
Montevideo, 23 de S't'mbro.
O Dr. Du vira oso Tara, ministro da justica,
d 8 cultos o da ii8trucci publica, apresectou
ao parlam-nto um novo pr ject > de casamento
civil.
Buenos-Ay res. 23 d Setembro-
A Suprema C6:te de Justica reunise hoja para
decidir sobre o recurso de habeos corput apresen
tado pelo redactor do jornal caricato Don Quijote,
o qual se acha prtso p>r ordem da Cmara dos De-
patados, que se jn'gou insultada por un de seus
desenbos. O supremo tribunal depois de longo
debate, declanu-se iacompotente.
Santiago, 23 de Setembro.
Varios telegrammas vindos de Arauc, Ltn-
qaihue e oatr .s lugares ao sui do Chile notiemm a
appari^o do choltra.
Panam, 23 de Setembro.
Noticias violas de Guatemala annunciam que
so levantou grande dissidencia entre o cleio e o
goveroo.
O arcebispo metropilitano, monseuhor Casan v i,
pregava ao p)vo s revolta coutra as autoridades
actuass
Blo Crande da Ul
Datas at 18 de Setembro.
Refere o Diario do Rio Grande do 16 qu;
regres8>u da costa do ocano o eng nheiro og'ez
que viera da Europa cx.rressameute para examinar
a poflico em que se acha o Cavjur.
Cons.'a qae o seu parecer qu, chegaado os
appaielhos que espera, salvar o vapor dentro de
30 das.
En viagemda capital para a Cachoeira, o
cadiou-se no dia 13, no lugar denominado Pura-
d a. o vapor D. Pedro, sendo salvos ospasaagei: ;
e a tr poli: cao.
O promotor publico do Rio Grande denunciou
Astrogildo P. Ramos por tentativa de violencia
io itra a honra de sua Giba de 13 e.nnos.
C .ntinuava alarmada a populaclo dt, Bag
p las rcsp"Ctivas correras e assaltos doa gafau s.
R -L-- o Clnrim d Cacho ir.-.:
Y- a Juuhi d 1 ol forana u-.atriealados ni eo!-
loctoria desss muuicipi < 1101 escravos.
Pus bem; no 30 de Marco do corrente ann essa cifra decres-
cu a 464, e dessa data .v o presente sp:nis exis-
tem 355
Sania Camarina
Datas at 21 de Set-mbro.
Em Ir ij ihy u:na familia irimpista de cinco
pessoas, casal e 3 flba, pereceu afogada no rio
que banha a villa.
Os cadveres forana vistoB boiaudo no dia 8 e
arrastad s pela corrente das aguas em direec)
barra, plos tripolaates da barea Adele os qu.es
apenas conseguirn) agarrar o da mee d > filbo
mais velho; s 4 da tarde foi apanhado o corpo do
filho maia inoQ) e no da lOf iram arroj idos a praft
o da menina < o pai em borrivel estado !
Foi assassinado em I'ajahy um filho de Jis
Cypriano Custodio por seu primo, menor d: 16
unos.
Diz o Jornal do Commercio de 20 :
Como se uo bastasa-.-m oe temporaes de ebuva
trovoada e vento c>m que estaos is ha das aendo
aaaoberbadss, hintem, s 6 horas da tarde e
quaodo j a chuva havia ceasado a alguraas horas,
cabio violento tufo do sul, que continua a reinar
bor i em que escrevemos.
Falleceu na capital Autonio Jos de Oli-
veira.
s. Paulo
Datas at 23 de Setembro.
Prestara no dia :20 juramento, na cunara
municipal, o 2* viee presidente da provincia Dr.
Joaquim Jos Viera de Carvalho.
Os italianos-residentes na capital percorreraa
ante-hoaVn, ao som le msica e foguetes, diverg-ts
ras da cidade, em festejo ao anaiversario di uni-
tic'-cii 'I sua patria.
Em data de 18 communcaram de S- Jos do
Rio Pardo ao Crrelo de Campias :
Dou-ae hoje um grande desastre na est.-ala
da ferro do Rio Parlo, no trem que desta villa
parti para Casa Branca.
Ao ebegar en (reate fazendado Sr. Antonis
Musa, aahiu'a machina !..i dos trilho, arras-
tando na sua qu-.-da cinco vagos de cargas e dous
outros em qoe i im van >s_traba!hadores. D-Stes
f-rain feridas levemente Manoel Pereira, Ji.VI ico,
Jos M ci, Thom M >co. Manoel di Costa e gra-
vemente Jacintbo Ruivo.
. Picar.am inutil'aidis algung vages.
< Este desastre fes que oa passageros fieassea
em Casa Branca, niopodeudo seguir paraS. PauL
por nao terem c'uogad) a tempo.
Os feridos tambera foram levados para C Branca, e abi soccorridos
Aasumiu o cargo de guarda-mar da a.fandega
de Santos, o Sr. Aureliano N iguei'a da Gama.
Fallecern : na estacao daa Pedreras o res-
pectivo ebefe, Jos Ouarte de Miranda; afigao
no rio Piracieaba, Francisco do Santos ; na capital
a 22 o commerciaute Len Micbel Ksc tf; i; ea
Taubat o professor publico Tnoopbilo Gal vio de
Oliveira Framja ; em Ljrena, a monagenans D.
Mara Jorge.
tio de Janeiro
D itas at 24 de Setembro.
Nao fuoeoiouarain a 1 era o Seaado mem
a Cmara dos Dputados.
A 22, no Senado, depois de apresontado o pare-
cer da commisso oe ornamento sobre a proposta
que orea a receita g'rl do imperio, or. F. Beli-
sario, tallando pela orlein, remetteu mesa infor-
mac s relativa" divida Bitajnte.
Orou o Sr. Bario de Cotegipe, explicandi a mo-
difieac) ministerial determinada pela exoneraclo
do Sr. Portella. Sobre o raes-no assumpt) oros
tambom o Sr. Dantas, a quem rcapondeu o Sr. Ba-
rio de Co'egipe.
Contnuaudo a disensso do requermonto do Sr.
A. Prado, relativo fuga de escravos no munici-
pio de Campioas, orrain os Srs. Tauny e Bario
de Cotegipe. A discussio ficou adiada p;la hira,
sendo approvada a urgencia requerida pelo Sr.
Candido de Oliveira para que continu na prxima
sessao.
Na 1* parte da ord-m di da, depoa de Hppro-
vado um prejecto do Senado conceiendo liceac a
wa magistrado, foram approvaios era 3 jiscussio
n prop isi$ i da Cmara Jos Oeputa los regulando
os vencimentos dos joizes de direito eleos d-po-
tados e o proj -eto do Se.iado revogando a lei de 10
de Junbo de 1835.
Entran lo em 3a discaso o projecto do Senado
que regula n modo de execucio da le de 20 de Se-
tembro de 1871, na parte relativa a> habeos corpas
os Srs. Viscoode de Paranagu, Candido de Oli-
veira e Silveira Martina justificaram eiocodaB que
a requerimento do Sr. Dantas, foram juatsmente
com o projecto remettidas a duas c mmissojs da
casa.
O Sr. Franco da ^ re.|uereu que, antes di ini-
ciar-se o debate sobre a prop sicio da Cmara
dos D putudos que estabeleee penas paraos capoei
ras, fosse convidado o Sr. miuistro da justif para
assistir dBcUBsio. Este requerimento foi ap-
provado.
Na 2 parte da ordem do dia orram os Srs S*-
raiva e Ridrigo Silva, ministro da agricultura,
sobre o orcameoto deste ministerio, ao qaal foraa
apresentadas duas emendaa pola commisso.
A discussio cou adiada pela hora.
Na Cmara, depois de lidas e approvada as actas
aotecedeutes foram lidos requerimentos dos Srs. Af-
fonso Celso Jnior e Beltrao, pediuio iuforoiaees
ao governo. m
Pallaran) na hora do expediente os Srs. Alt >nso
Penna, Mae D,W U, Caro) Pexoto, Jos Pomp J,
Beltrio, Alvaro Caminas, Amerco de Sruza e Al-
fonso Celso Jnior.
Na ordem do dia foi appr.vada a pensil con-
cedida a Antonio Por Deus Jnior
Foi eaeerrada a 2. discussio do crdito ao Mi-
nisterio da Agricultura, sendo approvado os art
2 e 3 do prujecto.
Foi encerrada a discussio c ficu adiada a vo-
tncio d.s pr jectos ns. 83 c 208 de 1882, 15 ds
188 I, 75 de 1887, 20 de 1887 e 01 A de 1887, f*
zendo observacoes sobre ei'e o Sis. Aadrade Fi-
gueira, Aflonso Peona, Canto e H nnque Salles.
A 23, no Senado, foram aposentados varios pa-
receres eutie os quaes sobre a proposta relativa i
despeza o Ministerio da Fazenda.
Foi approvada a r jaeco do projecto do Seas-
do revogando a lei de 10 de Juoho de 1835.
Depois de baver o Sr. Taunay requerido ver jal-
monte qu s ja dado par* oriem do dia o projecto
obre seou'aiii'cio do ca.oiterio--, p oseguio o deba-
te do requerim-ntodo Sr A. Pra de eserav >b em Campias, orando 0*Sr. Franco de
ts. A pedido do seu autoi foi retirado o requ:ri-
m nto.
Justlfiearam oatros requerimentos os Srs. Lima
Duarte e Viriato de Medeiros, egte pedindo infor-
raacoes abre a nuni-ra de causas civeis e c.a>
merciaes um coiicusio de um juiz de direito, e
-quolle relativamcnto eleigi de un senador pac
inas. Atibjsestcs requ-rirneut s foram ap^rj-



I
r^O


HMqWMV'W
fl

Diario de fernaiDbncoSexta-feira 30 de Setembro de I87
vados. O Sr. Virito de Medt-iros requeren ver-
balmente a impresso de varios documentes rela-
tivas a vasoa da armada nacional, o que lbe foi
concedido. a.
Na 1 parte da ordem do da foi approvado o pa-
recer reconhecendo senador o Sr. conselheiro Tbo-
mai Jos Cuelbo de Almeida. Em 3* diseusao
tambera se npprovou om pr. jecto do Senado con-
eedendo liceoga a um magistrado.
Na 3' discusso do orgamento da guerra orram
os Srs. ViriHto de Medeiros, RibeirodaLus eOao-
dido de Oliveir -. No ccrrer do debate preatoo ju-
ramento c teman posee o Sr. Tboss&z Jus Coesko
de Almida. A diacoaso ficou adiada peta hora.
Na 2' parte da ordem do da, proseguindo a 2*
diaeuaso do orcamento da agricultura, o Sr
Godoy juatificou urna emenda additva, a qual uo
foi acceita pelo Sr. presidente. Travuu-ae i-obre
isto urna queeto de ordem em que tomaran parte
os Srs. Ignacio Martina e God. y, maniendo o Sr.
presidente a deciso que proferir. Foi lida e
potada urna emenda da cimmiaao do crgameoto.
Orou sebre a materia principal o Sr. Lima Dua'te.
ficando adiada a diacusso.
Ka Cunara depois de lida e approvada a acta
antecedente, fomm !ido e ficaram adiados, dous re-
qu'rimfntia do Sr AII" nao Celso Jnior, pedmas
nferraxtoea ao governo.
O Sr. Cotlho Campos requeren a inverso da or-
dem dos trabaihea de boje para continuar a 3*
discuBsao do crdito especial ao Ministerio da
Agricultura.
I'.i-eoebersm a hora do expediente os Srs. R.'sa
e Silva e Americi de Souia.
Na ordem do da fbram approvndos es prr.jecios
ns. 3, 208 e 20 cuja dicusEo ficra encerrada,
sendo rojeando o de n. 75 deste auno.
Voltou ccmmieeo para dar novo parecer, e
requetimento do Sr. Andrade Figueira o pr.
sobie maso sold ou monte pi s filhas naturaes
de uifieiaes do exeicito ou da armada.
Na 3 discusso do crdito, especial ao Ministe-
rio du Agricultura, crraui ob Srs. Bolho.s Car
valho e Paulino Chavos. y"
A discoo ficou adiada pela hora.
__ rora marcado o da 1U de Novembro pr \ in i
futuro para eleico d" um senador p la pr viucia
do Rio de Janeiro, na vaga aberta pelo fallec-
mento Jo coua. Ih iro Aatouio Piuto Cheborro da
Gama.
__ Falleeeu nafre_"i ata le 8. GoooalO de Cam-
pos c t aionte-eorouel Jos G mcalves Ribeiro, que
exerc u diversos cargos di eleigo p.polar e no-
me ayo do governo.
Eu) eeu testamento l.bertcu diversos escravos,
aos quaes deixoo trras e diuheiro.
Eai>irlto-anto
Datas at 0 de Setembro.
Ha Baixo Timbohy, em das deste mi, um
nnciro de nomo Jos Gongiives .z coui urna faca
de ponta cinco rrauhoes na barriga do italiano .1
nome Zeas, de 70 anuos de idade, e depois com a
mesraa faea corteu-lhe aa barbaa brancaa!
__ Xo di* 16 despachou a'Alfaod-ga desta ca-
pital para N w-York o .'gar portugus Bntode
Freitas 4,500 sac JiO.UOJ kvlog. do cafe
noval r otli-iai de 192:'Ji>8*40J.
A carga foi frita p'ila eaaa Bogall.
A 19 para o mesmo porto.idespachuu abarca sue-
ca Messica 4,300 Baeeai com 258 OcO kilog. de
cal no valor d^ I9:760, se.-id o o carregamento
feito pela casa M. P. Resto* Filho.
O Jornal do Commercio, da corte, publican os
segointes telegrammas da capital :
Victoria, SI de Setembro.
Chi-guu aqui hontein, s 9 horas da ncit.-, o
caboclo Bernardo, que tauto uuxiliou no salvamen-
to dos nufragos do Imperial Marinheiro. A
popula*,-.!') recvoeu o com mmtas ovacocs.
Victoria, 21 de Set inbro.
Chegou hontem, s 9 horas da noite, o caboclo
Bernardo, que uui mogo vistoso. Foi extraordi-
nario o enthusUsmo popular que a ana presenc*
despertou.
Foi esperado eutrada da cidade e acompa-
nhado omnma marche aux fambeaux, organisad
pelo grupo d-nomiuaao Filos da Monta una e cor-
rendo todas as d>-spezas pjr conta do Sr. Jos Gui-
maraes, presidente da referida s>ciedade.
v No palacio da presidencia torum pronunciados
diversos discurs' s. Foi baudado o Espirito-en-
tente, enjo redactor tamoe-n pruferio um discurso.
Todos os oradores encareceram a ccragem e dedi-
cajao do caboclo Bsrnarao.
II a lila
Datas ate 26 de Setembro.
__ Terminara em 24 e concurso de ajudante de
preparador da cadeira de chimica orgnica, sen lo
classificadoa os acadmicos Alexandra Tapiuamb
a Antunes.
Foi uumeado o primeiro da lista.
Victima da rebelde e cruel enferoaidade, que
lombou de todos os recursos Ja acieucia, EaMaeaa
na tarde do dia 25, Manoel Jos do Condd Sobn-
nho, socio da importante firma commercial d'esta
praca Conde Filho & C, e sobrinho do Sr. Viscon-
de do Rosario.
O corpo foi no mesmo dia depositado na igreja
de S. Pedro, a'cnde sahio s 4 horas da tarde do
seguate para ser inhumado no cemiterio do Cam-
po-Santo.
,^0 finado que era natural da ilha de S. Miguel
recebera na Kor. pi a eJueacao apropnada car-
reira que adiptou ; e gisava de girai estima pelas
boas qualidades que possuia.
Merglpe
Datas at 13 de Setembro.
O Exm. Sr. presidente, Dr. Minoel Ges, no
dia 15, aompanbado dos Srs. secretario do gover-
no, ajudaute de ordens e outros cavalheiroa, aeguio
para a Itaaaiana, afim de visitar aquella impor-
tante 1 .cali iade.
S Exe. foi acooapanhado at a ponte de embar-
que por gran le numero de cavalheiros.
Pjt acto de 10 do crrente foi nomeado o ba-
charel Fniljin-uo de Vaaco:icelbs llora para exer-
eer o lu^'ar de promotor publico da comarca de
Itabaiana, que se achava vago.
Faitee na capital, o i-mpregadj apoaentado
da Asaembla Provinciil, Antonio Jos Martina
Penna, qu; deixoii cm extrema penuria seis tilbis
a sua digaa iuv>-..
O finado era muco, e suecumbii de um* tuber-
colosc, de ha j muitos annos, algom tempo detida
p-'la celebre hurva homeriaua.
__ A 11, fallecer no eogenho Rio Comprido,
termo de S. Ohriel Vti O. Anna Porfiria Freir
Telles. eapjsa do coronel Jos Guilharme da Sil-
veiri Tetlaa.
tlncoao
Datas at 28 de Setemoro.
Per neto de 26 do corrente a presidencia con
aiderou sem eff''ito o de 13 do mesmo me na parte
que nomecu o bacharel Uctaviano Rodrigues de
Carvalbo, promotor publieo da comarca de Porto
Calvo, Humeando para exercer eese cargo o bacha-
rel Lu Mosquita.
A SociudaJe Libertadora Alagoana a com-
memorar a 28, o sexto aanivorsario da sua funda-
cao na aapitai.
Na dia 25, S. Exc. o Sr. Dr. Caio Prado e
ua illuatre familia, acompanhados do engeoheiro
Dr. Calaf a ou'ros cavalheiros foram at o riacho
Luit da Silva, ximinar os trabalhos feitos no en-
canamentu das aguas potaveia, como tambem exa-
minar aa vertentea que exiatem alli.
S. Exc. v l!ou deste curioso e aproveitavel es-
tado urna bjra da tarde.
Aa folhas relatara o fallrcimento, a 26, do
desembatgalor aposentado Joao Francisca Duarte,
de que j deram is noticia.
EXTERIOR
tSrande Concurso loternacional
da Mdencias f da Industria e
ExpoftMo I nivers?! Interna
clonal em Biuxrllas, i ***.
con a proteceo le Wua Hages
lade o rcl dos belgas e a pre
sidenela de honra de frua Alte-
za Real o Mr. conde de Flan
dres
EGlLAMENlO GEBAL DO GRANDE CONGEES-
SO INTEhNKClONAL SOCIEDADE ANONTMA)
ARliUO r-RIMLlRO
OBJCCTO
O Grande 0a\* a da Iuauf.iiib Km per objecto :
i* a iighmtscac. d'um concurso
catre os prodnetoe inauatiiaes de todos os panes
eean primu. < ni fav r don que realisaram, conforme
asa t< i n.uln dada, a MiiitacBo a maia competa e
a D.his ptifnia a ihteria, no ponto de vista da
aeiencia e da ecem ma.
S* .a crganisaco d'uma expeaico universal in-
lermcional
i qaal 8o admittidoa todos o* productci do com-
mercio, industria, agricultura e horticultura, como
nB exposieoes unioersaes aoreriores.
ARTIGO SEGUNDO
Ll'OAB B DU&190 DO COSCCBeO B DA XPOSIvIo
| 1* O dito cncureo, aaaim como a expoaicb,
lagar im Biux-llas uo antigo Campo das
Manobras (Pame des Maiowvri s
Abrir-se-ho no primeiro sabbado de Maio de
1888. A tecr-adura do graude concurso e da|expo-
sicao tera lugar no dia 3 do Novembro de 1888.
| 2* A' commianao executiva se reserva o di-
reitoae atracar ou adiuntar a data da abertura do
coneeno e da exp- AKTIGO TERCEIRO_
OBaaRisaao e ADUiNisrBaoo
QryaMdaaaata
A organis<;ao Oj e '..curso e da cxposifiJo uni-
versal iuternacioual encerr :
1 O coonaissariadj geral do governs do qual
depend m a direccio dae eccoea estraageiraa e a
da eeccio be'ga ;
2 O conselho do commiseariado geral do go-
v-. r ii.';
3 O conselho de adminidiracao da eociedale
anonyma do'Grande Coucurso Internacional;
4* A commisso executiva ;
5a A coiomis.io do contencioso ;
6 A commisso encairegaia de proparar oa
concursos, e de animar a participaba i dea produc-
tores i>elg*.3 ;
70 A eouuni8c.io central permanente lustituida
no meio da dita commisso ;
8 Os ejmuiiasarios dos pases representados
offieialmentj e os delegados das naco.-s nao repre-
sentadas ;
9 O j iry internacional dos pramios ;
10. As commisto 'a nt raacionaes dos ensaios.
AdniaistracSo
1 a com iral do governo
nomeada por deento real. U.n r-guiamento de
orJera iut rior a de uttnbii'cio Jet rmin* as func-
otejj e at'ribi(, -a c iiaim'.ssariad'i geral da go-
verno e das direcvoes que- 1 -oauexao.
2 o coastlbo do eotiiiii.-sirta lo governo
i nomeado por ->. U.a regulaaMB
ordem interior e de aitnbuicao det.rmina as
^-5es e attnbuic>3 d bo.
ih) d'' adaaiaiatracSa la Soeiedaie Ano
nTffli do Grande Concurso Internacional
instituido por auo pasaad) polo tab-diio C
aul-Marie Van Hallaren, em Braxellaa, aoa
12 .! Novembro de 1886, volume 255, fjli) 88,
c*rtorio 1, e pub 'ca lo no M-mileur Belgc < Novembro de 1886.
O cjusdlho de admiuistracao representa a aocie-
dade anonyma. Occupa-ej das ai-Jilas pr .?rias
do adminibtr9aj e de todas as ques'.ojs finaacei-
ns.
4o a com:niaaa> ti:.utiva
foi instituida na aessao de na ir ir teta do grande
ci'H'urso que teve lugar en 15 de Dezcmbro de
1886 no Palacio nas
J Io A cominea 1 xcci iva ctmpe-ae d.> Sr.
Burij.imi'S're da ciJade de Broxaiiaa, pro=ideuto
de honra, do cj s dh > de a Jiniuiatr-vaj e ios com
missarios da le do Gran le liou^urao.
2* A commis.'i 1 ex 1 iva oceupa-s: espeeisl-
mate do tolas as queatoes relativas or^auisa-
co do concurso e da expsita.), exce.j<;li das
medidas de admtnis'iacjlo e de financia que sao re-
aeivadaa pira o cjna-iho do adiniuiatraC/lo da so
ciedale.
5o a comaissilo do conten-.ioso
6" a commisso euearregada de preparar o concurso
i! de animar a p irtici paca > dos productores b -1 jas
Esta commisao foi ic.stitmdt por decreto mi-
nia'f rial e sanccioiad p :!o decreto real le 11 de
Mar(o de 1887. Compoi-ae de 56 ommisaoot en-
carrrgr>Jaa du organiaar os concursos dob variidoa
ramos da industria, agricultura, horticultura, etc.
e de a- ira ir e dirigir apartxipacao doa agriculto-
res belgas.
1 Oa membros de cada urna das 53 comrnis-
foes supra-uoiuealas eleu'em entre si urna mesa
cimpjsta : d'um presidente, vice-presideutes e se-
cretarios.
J 2o Cada commisao poie propor a adjuncto
de novos membroa e t>juntar outros s mesas j
constituidas.
Aa commiasoea enearregadas de organisar o
grande concurso teem de propr oa deaiderata e or-
ganiaar o sen coacurao especial representado por
productos e documentos.
Ellas teem para elaborar :
a) U na nota explicativa sobre o alvo especial
d) seu concurso ;
b) Um* laaelnreflln especial;
c) Um regularanto especial.
Aquellas documentos devem ser approvados
pela commise) executiva.
Cada commi--ai rene os participantes inscrip-
tas no seu concurso n'um compartimento interna
cionat reservado ao ramo de industria que repre-
senta.
Occapa-se da decoraco, ornamentar) e instal
lac> dos ditos compartimentos, as conuco a pre-
vistas pelo regulamento geral e pela ciasaificaf)
geral.
7 a enmurar; central permanente
A commisso central permanente formada pela
commisso orgabisadjra nomeado por decreto
real.
Compoc se doa presidentes das commiasoes e de
suus subdiviso 3, dos membroa da eommisac exe-
cutiva, dos membroa do conselho do commisaana-
do geral do governo. dos directores e sub-direc-
tores das varias direego -s annexaa ao csmmissa-
riado geral Igualmente podero ser chamados
para a commisso central permanente ; os vice
presidentes e secretarios das commiaeoes e de sua
subdivisoes, 03 arehitectoa c o engeuheiro do com-
misaaiiado geral do governo e da seccit) belga, os
cb-fes de grupo da seclo e oa secietarios inter-
naeionaea.
par ao concorso dos objectos fazendo parte da Ex-
posicao.
f-o excluidas :
8. As materias detonantes, fulmiaantea e fe-
ralmente todas as m.tenas perigosas. Aa encor-
vas, pecas de artificio, toguetes, phospboros e ou-
tros productos anlogos, nao se podenTreoebi-r,
si'no ao estado de imita^o e sem addijo de ma-
1 inflammavei8.
9. Os alcoola, espiritos, o.'|os, easencias, ma-
terias corrosivas, e geralmente todos os corpoa que
podem deatruir, alterar tu estragar oa outrea pro-
ductos 00 iaeaeaanodiir o publico, nao sao reeebi-
das sen"io eai wmun solidos, ad hoc, e de pequeas
disnensoea.
10. Oa partioiijantes qne fariam exposico de
pr!uet incommodes oa insalubres, devem em
qnalquer teoapo aanformar-se com aa precauces
oepeeia.'S qoe Ihes forem prescriptae.
11. A' coaimieaio executiva reserva-ae o di-
rerto absoluto de mandar tirares objectos ezpoatos
de qnalquer proveniencia que, por sua natnreza,
aspecto, lbe parecerem porigoaos, ncoramodos on
incompativeis com as conveniencias eu o Sm do
C. nciirso e da Exposico.
12. Os productos eo expostoa s;b o uome
dos asaifTiuUarios do pedido de admiaso. Esta
condolo expressa.
13. Oa participantes sao autonsa.ios a escre-
ver dcp.is do .cu nome on do sua firma social, os
nenies dos colla Doradores ou cooperadores que
ccntribuiram a dar aos objectos eeu raereciineato
e valor.
14. Nenbum pr duelo poie ser retirado antes
da fechadura do Concurso e da Expoacu, sem
urna autorisavo cacripta e especial proviudo da
eo nmiaaao executiva.
Oa productores teem a facnldade de tomar
parte :
S 15. Sej a para o Grande Concurso, 3*j -i para
a Exposicu si parhdiime.'itc, sfja para ambos.
(Contina)
nmni
A m'sa '.desta commisao central permanente,
asaim como a da commisao organiaadors, i con
stituida da maneira seguinte :
Um presidente de bonia, um presidente, doua
presidentes adjuntos, vice presidentes, os mem-
bros d> conselho da commisso geral, o director e
o sub-director da secco belga, um secretario ge-
ral e outros secretarios.
Esta commisao c-!uti al permanente gubdivi-
dida em grupos conformes ciassificacjio adoptada
para oa concursos e productoa expostoa.
8.' Oa commiasariog doa paizea representados
i.* Os commissarios dos paizes eatrangeiroa
encarregad s da reDresentaco dos seua nacionaes
tratan, intervenga) do commissariado geral do
governe, com a sociedade anonyma do Grande
Coocui80 para tuio quanto relativo s installa-
(5es dos seus nacionaes.
I 3. Elles organisam, cada um para sea paiz,
um c. mpartimento nacional da Exposico univer-
sal e internacional as condicoes previstas pelo
regulamento geral e conforme a classificaco
getal.
3. Naque!ies compartimentos figurara quaes
quer productos da meara a categora classificadoa
por pases como em todas as Expsito :s interna-
conaeg e universis.
9.* O Jury internacional das recompensas
Ser nomeado un Jury internacional das re-
compensas cujos membros sero designados pelo
governo de seu paiz.
Oa jurados das nacoes nao oficialmente repre-
sentadas, sero proposita pelos delegados dos par-
ticipantes ao Concurso e Exposico das ditas na-
co-a.Ser ratificado, ae houver lugar, pelo go-
verno belga, o mandado d'aquelles jurados,con-
forme a proposico do conselho do commissariado
geral do goveruo.
10. As commiatoes internacionaes dos ensaios
As committoes de ensaios podero ser institui-
das como se fez em outros Concursos e Expo-
oicoes.
ARTIGO QUARTO
PBODOCTOS EXPc'STOS
Sao admittidoa :
1. Indistintamente todos oe productos ou do
comentos respendendo a um desidertum ou os
que constituem um pr igretso.
S Os documentos taes como rea torios des-
criptivos, noticies, expostoa, desenhos, plantas,
cabocos, etc., sero admittidos para figurar nos
Cincursos, porm nicamente ermo informacoes.
3. Pode se entretanto afastar-se desta regra
em virtude de urna d'Ciao forma) e especial afa-
vor de documentos relativos a productos ou ob-
jectos, cuja rcpreaentaeo material, de tamanho
de txecucao, ou pelo menos a urna escala reduzida,
nao seria possivel ns interior do Concurso.
4. Aquelles docomenioi supramencionados
pouem participar aos premios honorficos.
2.* A Exputico universal e inteinacional
5. Todos os productos indistinctamente, :omo
as Expobico.-s nmveraaes e internacionaes ante-
riores.
6. As collcctividadis pertencentes a menea
jo officialmente representadas sao admitidas
com o eonsentimento da etmmi. siu executiva.
7. So caso em que b jury nao attribairia
prtmio a um concurso detei minado, conisao
executiva reaerva-se o direito de mandar partici-
Cainara do.-* Ucputados
DISCUBS 1 P8 'NUSCIADO NA SESdlO DE
2 DE SETEMBRO o.. 1887
Ong iMESro da IMR1 qehal do impebio
(-ldditioos)
O Sr. lio a e Silva I Nao coutava, Sr
presidente, ter de in.nvi. no preaeote i
Considero to justo o additivo, cuja su3teurar;ao
traz-xc tribuna, qu 1 nao osperava contra elle
lavrasse s.'nteurja ei.nilemnatoria a nobre maioria
da couimis^o d; orr;.iai-nto.
Feliz;n-n'e, f-ran vot., 1 os do mea il-
lustre compr'Vineaii 1 a a da a> menos illaetltJ
depatado pila provioea do Miuia-G.-raes, diguos
ra-nbroj deaaa soauBiaaio,
A lia, pe m. I sa tar*BU do ass'imp'o, que
troaxa me ti uara p que
11 e .asidora una p a aqui anona
pal 1 h n-.raio ministro da tazen la,.-ia 1
de 23 de AgeetO, relativamente a estradas de
tarro, propoaieio que, aegnodo ea; correndo sem
eonteataoao, refere-ae a umi estrada da provin-
cia, que tunb) a honra de repres otar :a estrada
de Catre dj BaaiCa a Csruar.
1 Sr. F. Belsario (ministro da fazeodi) d um
aparta.
O Si. Risa c Silva :Estimo amito ouvir 1 sta
reatifieaeio do nobre ministro ; mus, deade que no
aparte, com que ansa de bourar-me, vea impl-
cita a confisao de qne 1 fi divamente foi a essa
estrada de ferro que o. Exc. referio-ae, nao aoaaa
deixarde insistir quanto a alguna pontos ; porin
aerei breve.
Disse o nobre ministro, em gesso de 23 a
Agosto, discutind) o oreara u; 1 da fazenda :
Qiiz saber como ae ereou e conatrnio certa
estrada de ferro, que custou o costar milito di-
o iro, e qns prodoz grande dficit. Nao digo
qual eeja pira que os depata ios da provincia nao
se 1 ncommodem.
(jera a d-ere'ou ? Na secretara da agricultu-
ra al 1 cunta, nem houve um acto legisla'ivo.
Nestes periodos, seuh3rc3, ha tres poatsj que
precisan) sr c-insiiieradoa :
Io, a affirmativa de que nao houve um acto le-
gialativo ;
2a, a nao declaradlo do nom? da estrada, para
ni 1 incoaimodar aoa deputadoa da provincia ;
3, a asseverafo de que essa estrada pro.'uz
grande dficit.
A primeira affirmativa, iato que nao houve
um acto legislativo, o Sr. ministro da laceada
mesmo acaba de confeasal-o, u> verdadeira.
Reala*n*e, pelo decreto 11. 7055 de 6 da Cata-
bro de 1878, foi declarada de mteraase geral a ea-
t.ala de ferro do Recife a Cardara.
Eis os term s desse decreto : ('Le)
Hei p)r bem declarar ser estrada geral para
servico do estado, nos termos do ij 2o do art. 1* do
regulamento que acomoanba o decreto n. 5561 de
28 de Fevereiro d: 187i, a va- forrea que da ci-
dade do Reeifefor ter a de Ctruar, na provincia
de Peroambuco, passando paloa povoadog de Ja-
b lato, Victoriu, Gravat e villa de Bezerraa ; e
bem assim, autoriaar que se proceda, por cnta do
estado, aos estudoa da meama va-ferrea para a
bitol 1 de om metro entre trilhos.
Em seguida, pela le do orcamento n. 2940 de
31 de Outubro de 1879, art. 7 onieo n. 2 toi o
governo antorisado :
A alterar oa contractos das obraa do prolsn -
gamento da estrada de ferro de Pernamboco, de
accordj com o empreiteiro, afim de substituir
parte da dita estrada, na conformidade do decreto
n. 7055 de 26 de Outubro da 1878, sem augmento
de despea.
Como v a Cmara, hsuve, era primeiro lagar,
um decreto declarando a estrada de interesae
geral, e depiia urna autoriaaco, consignada em
lei do orcamento, para o contracto que se fez. E',
por conseguinte, manifeata e incontestavel a exis-
tencia do a:to legislativo, que o nobre ministro
disse na i ter havido !
Demonstrada aeaim a improcedencia da primei-
ra proposico, apreciemos a segunda. Dase o
nobre ministro que nao declioava o nome da es-
trada, para nao incommodar aos deputados da pro-
vincia.
Aqui, permitta-me S. Exc. que, em nome da
deputaco de minba provincia, cu lbe pergunto
com franqueza : em qu < poderia iocom nodar-nog
a declaraco do n.ma da eatrada, se foase verda-
deira a affirmativa que a respeito fez o nobre mi-
nistro ?
O Sr. F. Belisario (ministro da fazenda) :7.
Exc. est dando s minhas palavraa um sentido
que ellas nao tera.
O S. Rosa e Silva : Acredito que a intencao
de V. Exc. nao foi offensiva, mas a proposico,
conforme a enunciou o nobre ministro, grave, e
o deade que ref rio-ae eatrada de ferro do Keci-
fe a Caruar, los otros, depotados da provincia
de Peroambuco, nao podamos deixar de reclamar
da tnbana. (Apoiadis.)
O nobre ministro poder dizer, e diz a verdade,
qoe a deputaco de Peroambuco interessa-se viva-
mente pela construccao rpida da estrada de ferro
de Caroar (apoiados da deputaco de Peruatn-
baco) ; mas a deputaco do Peroambuco nao tem
em re'aco a essa estrada outro empenbo nem
o otro intensae que nao aeja a aoa construefio.
(Apoiadoe da meama deputaco).
Ao contrario, 8r. presidente, a deputaco de
Pernaraboce a primeira a reconh''c.r e a decla-
rar qoe foram desvantajosas as condicoes eatabe-
lecidaa nesse contraeto, e at em tempo bradou
contra eoa onerosa eiecoco pelo orgo aotorisado
de seu muito distincto chefe.
Nos, portante, de modo algom poderiamos in-
commodar-noa com a declaraco do nobre minia-
tro, ainda quando fos8e ella verdadeira. Neuhu-
ma espunsabilidade temos por ease contracto,
qoe foi celebrado na aituaco liberal.
O Sr. Pedro Beltri d um apirte.
O Sr. Rosa e Silva:Nao foi maia feliz o nobre
miniatro da fazenda qoaodo dase que a estrada
de ferro do Recife a Caruar preduz graude dficit
Ella urna das maia vantajoaaa do imperio e eat
destinada a dar aaldoa para o estado, pjs percor-
re zona muito frtil. (A, oalo.).
Alm diseo, a eftradada de ferro do Recife a
Caruai, logo que chegue a seu termo, aproveita-
r grandemente zon) algodoeia do interior da
provincia, e todo indica qne a prodoeco do al-
godu em Peroambuco augmentar cunsideravel-
mente, desde que tenba transporta fcil e barato.
Bala, para que se rtconhi ca a procedencia deata
previao, attender-se ao desenvolvimento immenso
que alli t ve a produzcan do algudo, por cccaaio
Isto da bem claro qnanto augmentar a pro-
dux-cio do algodio, no interier de P rnambtco,
nma vez obtido o transporte fcil e barato, e este
objectivo patritico e econmico pud-r perfeita-
aaeate realisal o a eatrada de forru do Recife a Ca-
ruar. Dahi, claro, reaultaro grandes vanta
gens, dilectas a in rectas, para o Estado e para
a provincia.
Senhores, para demonstrar qu) mal apreciada
est sendo a estrada de ferro do Recife a C'roaro
o quo injusto foi pira cara ella o n^bre mini-rr,
da fazenda, eo lere o que diz a mapeito dell o
seo propno collega, o distincto ministro da .
caltura a p^ga. KOI do seo relatono, compar .1-
do-a com a do proloogaracnto de S. Francisco
(l):
Da comparar 1 dos diversos dados etatisti-
cos desaaa duas lionas, e qoe eonstam dos respeti-
vos qoadraa, deprehende-ac, seguado cscreve o di-
rector da enviada:
1. Qne ba grande differenca entre as suaa
condicoes econmicas, proiuziudo j a liuha de
Caruar, em s->u segundo anuo de existencia, ama
receita kilomtrica ijaadmpla da du pr.i mg im li-
to que conta tres aunja de traf-go;
t Que urna vez redozida a :ia nor-
mal, sej d; 2:3i54i3, j auiugi.ta ao protn*
gamento, a deapeza kilomtrica ua eotra 111 'le fer-
ro de Carnar, apreicnt ir cata um saldo k lime
trico de 500000, aiuia..na hy,)Sth.-ae de conaer-
var-se at cnto a ir.em.- anua actual.
A marcha economi.-a
curto periodo de 1851 a iT. assim evidentemen-
te indicativa de que, dentro de dous annos. a at*rtt>
da de ferro de Caruar prjduz'.r renda Liquida
superior a cem cautos !
Estes dados respo.iJem cabalment 1 i tnreaira
affimativa do nobie miuiatr da fazoada, qnaato
ao supposto dficit da estrada de ferro do Bonito a
Caroar.
O Sr. Mattoso C Miara i 1
O 8r. Roaa a Silva Moaoo
dfficit, e baata que o nobre mi iquisita in-
iicoas preceos a re i ttr
veriade.
O engao proveas do a\> se taaer u
oieute descrlii
duas estradas, iaelninda-ae ate despizca d
tmeeoo, s--.iii.l) me informaroaa. i)-^'- modo
comprahei: : i fe -
ro do universo nti pode
Tal era o aaeu dea j i de tirar a la i
, que h* tolvas daos m z a a.
Cunara um requurim ato p diodo por e. criminadame:i a roeoita deesa as-
teada.
Si catas iafaraaooes ti 's..n vJn la, .-1 p lari i
h;je reaponder com i;i.s injnsti aproeiaeio do
o-bre miniatro da fas oda, qi
mal iaformaio.
Feitos eates [igeiroa repivo', q ib jul^aei
opor cama um protesto i
bre ministro da faaonda, relatiram Erada
ro do Bscife a Ctraar, ru injaatam i j i -
gadi por S. Etc., p l i i -
tivo, cuja suaeutac) troox-'-uie & tribuna, por
navei-j condemnado a maioria dt nobre eom i .
s) do oreara nto.
Prcootarri, Sr. preaidente, qojj tenhj tiio oc-
eaaio demaaif.'stir-m sobre as easprosas i; cu-
genhoa nantaana Com a frposa com que eos-
tumo fallar, e qoe o cumprimeo: j do asea
com represeotaote da nacoa, lenbo pr.jfl go
abug'.ia commettidoa pjr algum ia deasaa emaresos,
qaej cuataram ao E;: a lo rana Je 1,600 c!.i'<
era siitisfafo de urna garaatia qns devera ser no-
minal.
a nma companhia de minha provincia j tem
sido paga a elevada aorama de 614 coutos. o ac-
tualmente nao ha alii um nico cugenh. central,
dos garantidos, que osteja fuu.'ciou in-1 Em
somuia, certo que at OgOCO os eugeiiboa cea
traes ua le.n oorreapoodido aos sacriticioa feitos
pelo Estado, e at, devo dizel-o, os que foram ga-
rantidos para a minba provincia, looge ^e be-
neficiarem, tem silo prejjdieiaes aos seas inte-
reaaes.
Tal com cffeito, a triste realidade.
Mas, seohores, podemos e de vemos d'ahi con-
cluir a condemnaraao dos engenhoa centrara ?
Por cansa da imprevidencia de nos e da espe-
colacao de sotroa, havemoa de sacrificar melhora-
ineutoa, cuja excedencia incooteatavel e j est
praticamente demonstrada ?
Seria om grave er.o e om grande desastre. A
verdade que o mal oo inhalante mat prsveio
da idea, mas aira da maneira como aa concessoea
foram fcitas e as empresas orgaoiaadas. ( Vpoia
doa).
Nao ha dovida que 08 engeuhoa centraea aper-
feiooum o fabrico, e multiplicara a prodcelo rea-
liaando a grande lei ccooomica que tem operado
maravilhaa em todas as induatriaa : a diviao do
trabilho.
O agricultor, livre da preaccipac) e do traba-
iho da moagem, pode plantar e produzir muito
mais, com graude vanta^em para si, para a pro-
vincia e para o Estado.
Neatas coodices, o que cutnpre aproveitir oa
erros paseados, para meihor eucamiohar a idea
(apoiados), mas nao abaodonal-a. Ao contrario
convra e urge, no iuteresse da iadaatria assoca-
reiro, animar o desenvolvimento doa engenhoa cen
traes. (Apoiados).
Por que meio, porm, devemoj animar o deaen-
vO'Vimeuto dea engenhoa ceutraes ? Pelo ayatema
da garanta? Nao. de certo, parqoe eate a expe-
riencia j o condamaou. Tirando incentivos ao
lucro tem dalo resulta-i ia tilo deaiatroaoa que
muito convm qu: nao ae reproduzam (ap)iadoa).
Meihor at ser rev, f r a lei que aotoriaou a con-
eeaaao das garantas.
Devemoa agora recorrer ao ayatema da sobveo-
co? Eu certamente coosidero-o b >je preferiv I
ao ayatema da garanta, que to fatal nos tem
aido maa cima de qualqoer delles colloco, sem
hesitsoo, a coocesao doa favores indirectos, qoe
tenhatn por fim alliviar o onoa que aob.ecarregam
a moribunda industria saecbarina. (Muitoa apoia-
dos).
EU, Sr. presidente a razo do additivo que ora
discuto, ejeis tamb -m porque]tanto surprendeu-me
sua impognaco.
Na verdade, seohore3, ao razoave! que o Es
tado, qo: ainia hontem garanti joros a engentns
centraes, e que alm deaaa garanta esocedeo
isenco dos impostoa para a importaco do mate-
rial destinado a eaaea engenhos, queja tinham o
favor da garanta, recose hoje a diapeoga de di-
reitos de expediente qoelles que oo tiverem o
menor favor, quer do Estado, qoer das provincias.
(Muito bem).
Um Sr. Ocput idoE' que sao victimas da ea-
peculacao.
O ir. ti osa e Silva -Eo nao conheco nada mais
injusto do qo^ eata deaigoaldade (apoiados).
O Sr. Pedro BeltroE o miniatro nao poiia
impr eaaa taxa na tarifa daa alfandegaa. (Ha oo
tros apartes).
Outro Sr. Diputado Nao tinha autoriaaco
para crear imposto novo na tarifa : nma attri-
buico exclusiva do poder legislativo.
0 Sr. liosa e SilvaDemais, Sr. preaidenti1,
nao se trata do uma.uovidade. Os favores que
ora pego para a agricultura da caona j teem sido
feitos independentemente de lei; foram concedi-
dos, entre ootro3, ao engeabo central de Quiasa-
ra i, Bom Jardim e creio que tamb ira ao de liar-
Bailn,,
da guerra dos Estados-Unidos.
En to subi extraordinariamente o prego do al-
godo e, como o prego alto compensa va o transpor-
te caro e difficil, a prodoeco moltiplicou-se de
maneira prodigiosa, restringindo-se nivamenfe,
apenas o prego baixou de modo a nao compensar
as despesas de transporte do interior.
Ora, seises concaeoos eram justas, e foram
feitas, quando o assucar ainda dava prego remu-
uerador, como resgateal-as hoje que em virtude
da criae aanucareira, a realiaaco de seraelnantea
melhoramentoa, sem sacrificio do Estado impor-
tara e devem ser considerados relevant's servigos
prestados ao paiz ? (Apoiados e apartes).
Para se montar engeobos ceutraes, as actnaes
crcumstanciag preciso ter alm de capitaea, co-
rijoaa iniciativa, e aquelles que sao e forem capa
sea de to louvavel e patritica emprez., sem re-
correr ao Estado, n> di vem ser embaragtdos e
muito menos opprimidoa por elle, (Vtuito bera).
Pois bem, senhores, julguemos o ad iitivo em
queato luz destas verdades. O que quer elle ?
Justamente estimu'ar a iniciativa iudividnal sem
sacrificio para o Estado. Elle ap-nas pde iseu-
co para os engenhos centrae-' que ndo goiarem de
finar algum do Estado tu das provincias e para
03 agricultores que directamente quizerem impor-
tar machinas afim de melhorarem o fabrico do as-
sucar em '-os eng.-nboa.
A'.guns Srs. DeputaiosNada mais justo.
O Sr. Aodrade FigueiraNada mais injusto.
O Sr. Araujo GoeaA votago decidir.
O Sr. Aff jubo Celso Jnior E' o onico meio
de estimular a iniciativa Indiviau! nesta materia
O Sr. v'attoso CmaraE' urna suoveuci.
O Sr. R.'BO e Silva Admiro que um espirito
to culto como o de V. Exc. confunda aubvengo
c >m dispensa de imposto. Sao ideas distinctas.
(Apoiados.)
A dispenai de imposto a elimioago de um
onus que deixa de pesar sobre a industria, ao pas-
so qoe a subvei.cao o auxilio directo prestado pa-
-tado. (Apoiados)
M-.a, Sr. preideutesorprndido, otrn era na-
tural, com i t'ppooieo feita ao additivo, eu tive
a cnnosi i .ii i dj ir oovir as razoea pelas quaes a
nobre commias'io de orcamento aondemoou.
Nao oaunette iniiscriogo dizenlo o que ouvi
ha apeaas a'gous minutos, pois, p<-lo regimen'o
publieo o debate oo sejo das commiasoea. (Apoia-
dos.)
As razos qoe ouvi foram duas : primeira, que
prjulicava se a industria do paiz em ben ci >
da industria cstraugeira; segunda, a renda do
atado.
O Sr. Coelbo de Almeida Cabu a principal.
O Sr. Rosa a SilvaDiga V. Exc. qual ; pe
la miaba Darte drsejo a maior clarez .
O Sr. Coelno de AlmeidaQue os 5 0/0 repre-
sentan) indemnisagao das d^apesaa de administra-
Ca i
O Sr. Rosare SilvaNao cooiieco imoosto que
nao estrja ne=saa condigS.a. (Apoiadoa.)
O cidado paga impiato juatamente para qu.i o
Ea'aJo faga aa deapacaa doa servicos qne tem a
s u crago. (Apoiados.)
l". i |. u a 'l! ico i/i liante, fra
da queaia Si s.n > por que por ej pri icip.o ua
nav na aeagZo possivel.
T.rabui .a.i procede a razio de prejulicar a
rcoda, na > t porque cata ano lia de ser .v
mai- aiada poique a ter de prevalecer somnlhinfn
raao, apenar do estado agoniaaate da nduatria
aaeeharina, imposbivel Baria a suppresaj dos im-
poat .3 de i r. noel o que alias a nobre commis-
a) de orc'imeutu j reconlieceu ser urna u
dade inadiavel. Snh.ires, naos -sede-
ar de modo algum om i indnstri qn ; ua i
i i r -lu* id).
seguine o tere iro arssimnnti.
A isenco diz n a-i dac^mmiasi;
un ito, prejndicoria a i
- i i. M.a
i i. .. u V A ;
Eai ..- sai
.i
qu neceaaita a iniuatria saecbarina.
i -.-ni lo lu; .r, q i e 08-
indi-
i, s dev p.- juj: ar os le nma classe i
iMniJOclaaae i qaaudo esta se ocho eai
um i n .i 11 ? i apoiados.)
Kn ni i .a as
miabas palavraa o< Bsapon-
' -i j iprias palavraa do nobr
Ja faz uii, qo i !
...
ii fabril, e
fas .- p looiita, c-i.'"- nbemea
faou, entenda qoe pcotecu
ao poot l (
diaia eatSo S. Etc. e com mnit* raso .- a in
iusni. fabril reprcaenta
milharea de I ; a industria
. de oiiiuo-a de brasi
a protecgl > in In tri >
buxil n se alguu asta Jo maior n
industria enca oo peda eata prol
Bmplesmente qn i nSo a oppnmam.
> reapmic
fu forme
eoitrs ante Cmara que alit S.
Eso. Mi lanilla do ea ;*do e 4 ndua-
tria \ oeeapavam milhar
Urazil-iroa ; ti.ju ; i. .' de funlioSos, industria
que nao neenpa to grande numero
qu ni in repara os upparelboi du que si trata !
P^r eonaegaiote, o argumento de Eso. uiuda
mais se acceuca para provar a iosprocedenc da
opposicao t'i'.i no additiv) que sust ato.
Ainda uesse aotavel discurso, proferido em
aeosi' 1" 23 de s S. Exc. (l; :
Seahorea, nao pens que todoa oa maloi da
uossa agricultura e a decadencia de algnaa dos
seua productos provenhim snente doa tribatoa ;
maa, qu ndo couaii?ro na decadencia ue niguas e
no modo porque sao supplantad >s nos mjrcalia
consumidores, orno brazileiro e como representante
da naci devo pedir que ao i miles naturaes nao
ajuntemos diffi;uldades legaes, isto e, onus prove-
nientes de impostos pesados.
Sr. preaidente o que fago neste momento;
como braziieiro, como representante da nago,
p-e) a S. Ere., que Ministro, que hoj i governo,
que aos males naturaes nao ojunle difficidades
legaes.
O Sr. Francisco Belisario (ministro da fazenda)
Nao ha nenhumt diversidade entre o que eo fago
e o que eat ah.
O Sr. Roya e SilvaEo a vejo completa, to
complnfa que estando de perfeito accordo com a
deputado upposicioniata de ento ac > me neate
momento em divergeucia com o nobre Ministro di
Fazeuda.
Por ultimo, Sr. preaidente, direi, aind-i em rela-
go s fondigoea, que na propria Europa oem to-
das fabricas preparam apparelbo8 conveniente-
ra'-nt i aperfeigoados para o fabri :o do assucar ;
como, pois, devemos nos pretender qoe aa nossas
fuDdig'8, em geral atrasadas, venham a prepa-
ral-os, gragas aoa 5 /, do expediente ? Isto oo
crive!, maa, ainda qoando posaivel na i opportuoa
agora a protecgo a fuocgoes, ouerandu-so os pro-
ductores, justamente uo momeoto em que a iodoa-
tria saccharina lucta com diffi:uldadea que aaao-
berbam por todos oa lados, (ili um aparte do Sr.
J Mattoso)
R.-apondo ao nobra deputad > qoe, para a criae
que atraveas a cultora da canoa, n) basta a
aupproaso dos impostos de exportago, e nam bas-
ta a suppressao dos impostos de expediente ;
preciso muito maia e, sabratudo, que o Estado in-
turveuha seriamente e promova a celebrago de
tratados commerciaes.
Por conaeguiute, nao procede a allegago da
soppresao do impisto de exportago, para a ne-
gativa do favor da iseogo. Est em cauaa orna
industria aotiga, importante e reodosa outr'ora,
qo" compre boje salvar de o ai. ruina imineote.
Nao regateemos, pois, as providencias qoe po-
derem coocorrer para salval-a, ao meaos como
aoimago aos productores da canna, que precisara
e devem ser ampara loa na grande I acta de com-
pete icia em que ae acbam erapeahadoa.
Neste ponto, Sr. presidente, ajccorrer-me-e do
que diaae ^ propria commisso do orgameoto, coja
maioria acibt de condemnar o additivo.
Em siu recente parecer aobre a receita geral do
Imperio ella recoohee, como eat oa couaciencia
du todoa, que nao uroiente a suppressao dos im-
postoa de exportago para acudir crise da indus
tria saecbarina, a encarece a ueceasidade do aper-
feigiameote do fabrico.
Porque meios, porm, poder-se ha aperfeigoar o
fabrico ? Juatameote pela iutrodocgo de machi-
nas, de appirelhos adiantados com os quaes se
possa extrahir da canna maior quantidade de as
BOOar, do que aquella qoe se extrabe actual-
mente.
Mas b;o precisamente esaes os machinismos
que en quero isentar do imposto e que a nobre cora-
raisso entendedever tributar Nao pie ser mais
ftagrante a contradiego da oobre commisso de
orgameot! Qi 'in qoer o ap^rfeigoamento do fa
aneo est logcameote inhibido de tributar oa ma
ehioism. >, que sao iodiapenaaveis para a conaecu-
go deaae dcsidratum.
Por ontro lado seohores, eo vejo o nobre Mi-
nistro da Agricultura, oo louvavel uteresse ds au-
xiliar a industria aacharina, mandar cstular o pro-
cesan da diffaso, que alguna suateatam ser mais
motejas
tar me-ha a aaf itfaglo de baver cumprido o mea
dever, como representante da briosa provi cia de
Peroamboco. (Muito bem, moito bem. 0 orador
felicitado.)
aviSTA DIARU
TriMunul do JuryHoutem com assisteo-
cia de 36 jurados fonecienou eate tribunal :
Foi submettido jolgamento o reo Jola Pereira
do Oliveira, pronunciado no art. 201 do cdigo
criminal por ter ferido levemf-nte ao mentr Mari-
anno na ra Estrr-ita do Rosario, freguezia de
Santo Antonio, no dia 10 de Dczembro do anno
posando.
Sendo o roo menor foi-lbe dado como curador q
)r. Jos Mara de Atbuqoer Meil).
Feito o sorteio acarara eompondo o conselho os
egnintei senhores joradoa :
i Moarieio Torrea Tempo. al.
Dr. Clao Tertulitno Fernandes Quintflla.
Joaquira Lacillo biqueira VarejSo.
Amonio dos Saotoa Fa'c I
cisco da Silva Miranda,
Fabio Faustino Fcruandes da Suva.
Jos Francisco ("ardoso Ayres.
Munoel Bruno dos Santos G.uveia.
Thomaz de A quino Silva Lcnreiro.
Df. I'.' ie Souza.
.da Sii va Santiago.
Jos ravares da Silva.
Poeatado p lo couaelho o jarameuto da lei foi o
i. interrogado.
Feita a ieitura pissoo-se aos debato sondo o
libello snatentado pelo 8r. Dr. Oliv re, e
;ena deseo' lo curador o Sr. Di. Jos
>
11 i '
If uv: S'jgJii :
. 1 va, '
.i noart
201 d i seo
:
do
11 i i U inp i 9 .ale.
Trouxeram com dcfbaaoi o .^r. D ..ij.
Por umbaa a oa-
1 i'nn.
Inl i reo, f .i t" ,rJ_
tes.
O Sr. I >: .;_
aOS
ie-
Paz io !j u-a minu; de-
n .sr,- iu ella seren os
aas
cri-
i g tmeera adr roa-
: ral
d.S D utro
. I .llIH
,
sm perant i noae i -.cj ;
I i-i i >v i reap ( ir a li por
issiaa
nteaosi fmer f;rir .a direi toa i> cidadio,
qne se ach ua ultima classe socsoL
Faz*ud i um peqa mo histrico do acn com
os aeus cuentes no preante procesan, em 4U2 ao
victimas da prepitencu policial, mjstrou-'je indi-
gna i-, entra a maneira pela [nal as vietmaa ae
comportara para com osa la i osea,
Botranda na snalyse du proeeaoo demj.i.rroa,
qne nao houve a phtntaainde BUgraaeia,a nem
que os seua clientes tiveaaem commettido enme al-
gum, norque o propno iaapeetor, que se diz ter
prendido oa ro< em fl igran'e, qura mus tarde
vera declarar, que tal nao se deu, por que prenden
ax. r 1 no Campo Grande, e outro u) 'Jirapo tile-
\.
'
Adimittamos que se chega a essa conclusa) ;
ser justo e lgico que, diaute da criae, o governo
dificulte a introducgo de taes apparelhos, justa-
.ue.it i quando elle proprio recoubeco e maia ae ac
cen'a a necessidadd do aperfeigoamento do fa-
brico ?
E isto n'um p uz em que o capital falta, em que
as tarifas daa estradas de ferro sao elevadas e os
trausp .rtea ditficeia !
Cuata a crei-o.
Na Europa, V. Exc.Sr. preaidente, e a cmara o
aab.-ra, oa g.veroos cjucedem premios, dispensa
de impostas de 'exportago, tarifas especiaes ; o
crdito agrcola all se acha organisado ; n) til
tam capitaes uem bragas nem machinismos la-
voora. N*s temos aproas a soperiondade da oosaa
orecioaa gramnea, todu o mais noa falta ; entre-
tanto quer-ae continuar a gravara produego,
mesmo quandj agonisante, como acontece la-
voura da canna, sob o falso fundamento de nao
prejudicar 4a arcas do Thcsuuro, perca-se ewbora
a industria!
Triste euganu, seohores, porque no momento eo
que a industria do assucar re reduzr ao india
peosavel para o consumar) interno, o Estado ha
de soffrer consideravel reduego em aoa receila,
pela dimiousgo da importago as provincias 400
tem por prskcipal fonte de renda a industria sac-
charina.
Creio, Sr. presidente, que bast m estas razs
para justificar o additivo cuja sustentago .i.e
troaxe 4 tribuna. Se elle nao l*r approvado, res-
jre, lutares distantes um do outro, sem serem per-
seguidos pelo clamor publi-'i. Em vista deate e
.'iitne argumentes que apreacntou pello a absol-
vigo do aeui couatitoiatea.
NI) houve replica, e nem t'epiica.
Fe'to o resumo doa debates fjram apreaen'.ados os
quesitos ao conselho que ac raooUm sala secre-
ta. Passad .a vinte miuutJS voltou elle trazendo a
abl IvioSo dos reos, que foram immcdiatamente
sol tos.
Cmara ^aaiclpal do Ic.-cife Nao
ae tendo reunido numero suffijicnte de vereadores,
deixou da funcciocar hontem a Cmara Mu.1.ci-
pa I do Recife. Uavendo, porm, negocios urgen-
tea tratar, foi convocada nova reaaio extraor-
dinaria para amanh, o meio da.
sTeota em OllndoNo domingo 2 Jn Ou-
tubro ser celebrada, na igreja do S. Sebisti de
Olinda, a testa de Noj-hi s'euh ra do Rosario,
coostaodo de missa solemne, s 11 horas do dia,
com sermao pelj Revd. J. .Marques de Souza, e
ladainba, s 7 horas da noite, com beogj do oao-
tissimo Sacramento.
A' tarde tocaro duas bandas de msica no
atrio da igreja, e Ootte ser queimado um fogo
de artificio.
Compauhia de Triilio* Urbanom do
Recife a Olinda e BeberibeRcuniram-
se hontem em aesso ordinaria da aasembla
geral 40 Srs. accionistas, reprcaentaudo 1,181
acedes e foi approvado o parecer da commisao
fiscal, depois de discutido, iendo antea o gerente
o aeu relatorio.
Foi eleita a nova commisso fiscal qoe ficoa
constituida com os Srs. Aurelio dos Santua Cam-
bra, mapr Jeronymo Emiliano de Miranda Cis.ro
e Dr. Estevo Cavalcante de Albuqoerqae.
S >b propoata do Sr. deaembargador Hermogeoea
Socratis Tavares de Vasconcelos foi approvado
um voto do louvor directora, e sob ootra pro-
posta, do Sr. Dr. Ermirio Cesar Coutinho, outro
commisao fiscal.
Helpomene Oiiu JeuocEata S)cicdade
sileraoisa araaob o 9* anniversario de sua insta-
lago com um apparatoao espectculo em grande
gala represencaa (o o Conde de S. Germano oa
o Diabo em Paria, drama de elevado mrito e
moito spplaudido pelas plateas Ilustrad g.
Somos ioformados qoe a actual directora nao
tem poupado esforgoa, e que o director de scena
tem aido incansavel noapparato sceoico, montando
a p'vi caprich smente e fszendo-a eusceoar coro
o rigorismo exigido pelo esenptor traocez.
llavera trem depois do csoectaculo e urna banda
marcial tocar oos intervalloa dos actos.
Samla Um devoto envioo-nos hont>m a
esmola de 100J para a familia da ra djs Gua-
rarapes.
Foi-lhe hontem mesmo entregue.
Floreo oem aromoE' este o noma de
om foibeto, qoe acaba de publicar o Sr. Se astio
S. de Albuqu -rque, conteodo versos de aoa lavra.
Obrigadoapsla offerta que noa fez de um exem-
plar.
>iKifragio do patacho Pirapama
Fuucciooou no dia 23 deste mez, na corte, o cou-
s Iho de guerrra que tinha de julgar o 1<> tenente
Raymundo Frederico Riappe da Costa Robim,
coraraindante do patacho Pirapama.
Apreaentou-80 o ooael'oo em segundo oniforme
e era composto dos officiaes aegointes :
Capito de fragata Antonio Ferreira de Oli-
veir.
Capites-tcnentes : Tell Jos Ferro c Francis-
co Plaviano Cantalice.
Pnm -iroa te 11 en tea : Juvencio Nogoeira de Mc-
raea, Manuel Dias Cardoao e Joa Manocl Pereira
de Simpara.
Auditor o joiz de diret) Dr. Texeira Coim-
bra.
Ao meio dia abrio-se a aeaa). O Sr. capitn
de mar e guerra Eduardo Wandenkolk, advogade
do aecusado, fes a Ieitura e apreseotou a defesa
por esenpto. Retiraram-se o advogado e o acen-
sado a o conselho julgou de portas fechadas, guar-
dando sigillo da aentenga.
Foi numerosa a concurrencia de officiaes das
difif rentes classes da armada.
Eocaroslo botnicaAcaba de regressar
doa Campos de Itabira edrte, ama commisso de
especialistas do museu, que alli foram afim de es-
tudar a fauna daquella regiao. O Sr Dr. Ave-
chavaleta, professor da Faculdade de Medicina de
Montevideo, e reaommendado pls Sr. Dr. Remi-
res ao Sr. Dr. Ladislao Netto, tendo feito parta
deaaa commisso, troaxe das paragens qoe acaba
de percorrer a mais agradavel impresaao.
Barca pharol do Par*Foi contratada
om o capito da barca noruegoense Nymphem a
epuduego provincia do Para, da corte, da ma-
deira d> atinada k barca-pbarsl.
Corpo ruimularO conaelho federal dos
Estados-U odos de Venezuela nomeoo Aoreliano
Antonio Eirado e Telento Xivier Pereira de Brit-
to, para os cargos de consol geral e vice-consol
na provincia do Para.
ImprennaRecebemos do sol hontem :
Carta Pastoral do Exm. BispodoRio Grande

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Rjario de PeraarabneoSeita-leira 30 de Setembro de 1887

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do Sal s^bre o jubilen aarcedotal doSaato Padre
Lelo XIII
E' um folheto de 8 paginas em 8a francs, bem
impresso anouneianlo o referido jubileo, e conci-
tando os fiis daquell diocese & prtstarem-lhe
homi-nagens.
Meov.ml sobre ama eipoaicSo de Industria
Nacional, em 1888, no Eio de Janeiro; apresen
tadoao Sr. conselh-iro ministro da agricultura pela
, director!* da Assiciacio Industrial.
Folheto de 16 paginas, de boa impressio" em 8
tras apenas um mappa cono planoe a fachada do
edificio projectapo para a alludida expsito.
E' urna memoria justi6eativa da expoaicio.
Tama de escraios-E" hoje que termina
O praso para o pagamento, sem multa, do imposto
de tasa de escravos; depois do que a cobranca
ser f^ita com a multa di 10 por cento.
Chamando a atteneao dos coatribointes para
esse facto observamos que o pagamento da ditataxa
aera feito peta nsetade, correspondente ao 3' semes-
tre do exereieio de 188687.
Nao se esquecam que no caso de remissio o pa-
gamento s 'r feito ejecutivamente.
sua voz, homens, I
cantarolanio em
Sob a influencia mgica, de
mulhercs e meninos caminbam
prociseio, coodusindo agua, lijlos e areia para a
edificacili da igreja.
O governo da provincia s concorrea com
300/, producto de metade de urna lotera para
um* tal obra, e o geral vai embolsando parte das
esmolas adquiridas por aquella missioaario pelo
transporte dos materiaes na estrada de ferro, que
nao quer se prestar a fazer gratuitamentees-
te servico !
Pensa o mesmo religioso em fazer um cenite-
no, porque os enterramentos faxem-se aqui no
campo, sem que ao meaos um* cerca indique es-
tar al i urna are* de trra destinada para mcrada
c tero a dos mor tos !
Esta villa o ponto terminal da estrada de
ferro de Paulo Alfonso, um lugar saudavel, pito-
rescamente situado a margem do rio S. Francisco
e que pode vir a ter uoja grande importancia no
futuro pela sua collocacio.
UDr. Maraes, quand > enojenheiro cbefe da
, referida estrada, mmdou levantar urna planta da
I futura cidade de Jstob, que fijar muito bonita
llliiiiraciiiDeste excedente peridico I a s>t por ella edificada, comoj seachamduis
Ilustrado que publica em Pars o Sr. Marianno I ras.
Nao ha titular notavel do paiz, nem combate
importante gauho por nessas armas que nio seja
lembrado nessa planta.
O governo provincial nao sabe quanto tem
perdido, descuidando-se de promover, por todos
os> meios possi veis, o engrandecimento deste lugar.
Dous melhoramentoa fasem-se neceeasrios j
o telegrapho elctrico e a ligacio da estrada de
S. Francisco a de Paulo Alfonso.
Para levar a effsito o primeiro s um deputa-
do de Pernambuco, o Exm. Sr. Or. Beato Ceciliano
assignou urna emenda ao projecto do orcamento do
ministerio da agricultura, pedindo 40:000> para
lijar o telegrapho da estrada de ferro de Paulo
Affjnso de Piranhas ao nacional em Penedo ; e
para o segando, o nico deputado que teve a boa
idea de ligar a estrada de ferro de S. Franeiscoja
de Paulo Affjnso foi o Exm. Sr. Dr. Felippe de
Figueira.
Este deputado entendcu muito bem que i
nossa provincia s tem a perder com a juuccao da
estrada de ferr de S. Francisco .a da imperatriz,
ao paseo que do modo que pansa ir chamar ao
mercado do Recife todo o commercio do alto a
baixo S. Francisco.
Os representantes da Baha melhor se inte-
ressam pela sua provincia; pois, emquanto pro
movem o prolongamento de sua estrada at Joa-
zeiro, no rio S. Francisco, os nossos doraem o
soinoo da indifferenca 1
E por este e outros motivse que dcfiba o
commercio de Pernambuco.
Todo o commercio desta zona tem saas rea-
cues com a Baha o que nio succederia se o nosso
prolongamento uo se tivesse desviado e cotiii-
nuasse a sua directris para o S. Francisco.
No da 7 do correute alguos mocos natalls-
ram urna scciedade denominada Sociedade Dra-
mtica Jatobaenie, levando a acea um drama e
urna comed*, de que se sahiram muito bem.
O producto do espectculo appliciram na li-
bertario de urna escrava, cuja carta foi entregue
por intermedio de urna menina pelo nosso digno
juiz de direito.
A festa esteve boa e muito concorrida.
Chamamos a atteneao dos abolicionistas des-
sa capital para o estado d* matricula des escra-
vos deste municipio; pois eremos que, vista das
irregularidades havidas na orgaoisacio dalla, nio
existem escravos aqui.
A matricula foi encerrada no dia 3 de Abril
do corrente anno, em preseoca somente do collec-
tor e escrivao, contra o disposto no dacrcto n.
9,517, de 14 de Novembro de 1885, artigo 13 2.
Alm disto em lugar do collector esperar que
os interessados viessem matricular js seus escra-
vos, ench'a as relacoes e procurava os senhoro,
afi.-n de receber os mil res de cada escravo ; don-
de resultou que as r'laees, alm de nio serein
fe'as cm Juplicata (para umexemplar dellas ficar
archivado e assiin poler-se conhecer a regulari-
dade da matricula) as nicas relacoes que exis-
ten! e fiearain no podr dos senhores nio estao
algumis assigoadas por estes e outras apenes
T0B-
Ha paucos das, reassumio o exereieio de en -
jenheiro chefe da estrada de ferro de Piulo Af-
f nso o respectivo director Dr. Antonio Pedro de
Mendocca-
Amanhi elle esperado nesta villa e os empre-
ados da loeomoeiipreparam -Ihe urna boa recep-
cij pelo seu feliz regre9so, havendo noite urna
partida no edificio da estacao para que j foi con-
vidado este seu correspondente.
At outra ves.
Directora das obra ae eoosena
co do portoBolotim moteorologco do
di* 23 d- Setembro de 1887 -.
Pina, recebemos o n. 16, de 20 do mez passado.
Carlftea-aorpresfawAssim se intitulara
una carto-s que a fabrica Vandme, ra do
Bario da Victoria n. 9, acaba de receber, e sio
proprios para enancas de collegios e outros mis-
teres. Vo vrl-os os intereseados.
FalleclmeatoPalleceu na noite de ante-
hootem para hontem na Passagem da Magdalena,
o antigo negociante Jos Pereira da Cunha, vic-
tima d9 pal Mnvntos intestinaes.
Tinha o finado 52 annos de idade, era capitio
da guarda nacional, e homsm estimavel pelo sen
carcter probo.
O seu corp i foi sepultado hontem tarde no
eemiterio de Sauto Amaro, em cuja capella tive-
ram lugar os derradeiros suffragies por sua alma,
fazendo as honras militares nma guarda de um
dos batalhoes de linha.
A' sua familia, e especialmente seu cunhado o
Exm. Sr. Bario de Nazareth, nos tos pezames.
Viasem ImperialSscrevem ao c Jornal
do Commercio da curte o seguinte :
Baden-Baden, 3 de SetembroA 27 de Agosto,
estiveram Suas Magestades e sua comitiva no bai-
le semanal da Casa de Conversacio, de onde se re-
tirar m s 11 horas da noute. No dia immediato
terminaran) as corridas, a que Suas Magestades
aasistiram, e noute, ao entrarem Suas Magesta-
des no grande parque da Casa de Conversacio, a
banda de msica militar executou o hymno naci-
nal do Brazil. Tendo Saas Magestades e seas se-1
manarios ouvid, de pe e deseebertos, o mesmo
hymno, foi es e repetido a instancias da multidio,
que saudou entbu-iasticamenteo Imperador, alm-
peratris e o Brazil.
A 29 foram Suas Magestades, a pedido da gra-
ciosa Baroneza Ruslcben, ouvir na igreja cathe-
dral a execucio de orgio pelo celebre msico Ru-
bener, e noute estiveram no parque das 8 s 10.
A 30 visitaram Suas Magestades as ruinas das
tberraas Romanas que existem bal700ou 18(X> an-
nos, e onde aiuda se cncoutram algumas banhei-
ras de marmore. Tudo i?ta pertence ao Friedri-
chsbad. En seguida foram ver a nascente das
aguas rh Tajaes, que muito abundante (75 cen-
tgrados do calor) e fiea perto da igreja catbo-
lica.
A' nouta Suas Magestades assistiram a um sa-
rao que Ih-s offereceu a Baroneza deS'Uttor, viu-
va do gen 'ral a'lemio lo mesmo nomo e no qual
foi priru rosamente executado um concert vocal e
de pi.mo, or^anisado com trechos de Chopin e
Meyerbeer. Nao houve dansas. Os saldes, luxuosa-
mente ornados, ostentavam quadros de alt) valor,
bronzes soberbos e outros muitos objectos de arte.
Notamos all, entre multas nutras pessoas gradas,
Mme. de tuaita, irm do burgomestre de Franc-
fort, Mme. e Mi le de Lagren. a Baroccza Pauli-
na de Riexleben, Bario de Kotteritz, Conde de
6riebn>w, Bario de Ba igand, Mxima du Camp,
F. von Lultwit e Max von Bodman. Brazileiros
notavain se a Visoondessa e o Visconde de Motta
Mam, a Viscondessa e o Visconde de Carapebs,
o Visconde de Nioac e sua genti! filha, Mlle. Ame-
lia de Nmac.
A 31 de Agosto tocaram diante o Imperador
duas jovens artistas de grande talento Miles. Djas-
te Fortis. Suas Majestades assistiram ao baile de
crianzas que ba, te las as qninzenas, na Casa de
Conversivo, tindo sido convidadas as fiihas do
Visconde de Motia Maia a tomarem parte na festa.
A' noute estiveram Suas Magestad s na casa da
Sra. Mitilde Ouait, opulenta matrona alloma
que tem o peito uderecado de condecoracoea por
nmeros >s obras d; caridade que a cjnstitue be-
nemrita da bumanidade Esta respeitavel senho-
ra, go9- da honra de receber na sua-Villa o impe-
rador e a familia imperial da Allemauba todas as
vezes que estes vn a Btden-riadeu. O seu pa-
lacete ricamente mobiliado encerra grande copia
de objactos de arte, antigos e modernos
Toeou-se pian), rabeca e violoncello e Mme.
Bernad ki cantou d-liciosamente.
A 1 'e Setembro estiveram Suas Magwtades no
theatro, onde t;i cantada a opera-ideaevenuto Cel-
liai. Os cantores sao medi .crea, mas aqui em Ba-
dn ni i ha razio para st muito ex'gente n-s*e
particular. As representacoes de cant comec^ui
s 6 1|2 da tari? e acabam s 9 \\2 da nouie.
A 2 assistiram Suas Magestades n* C isa de Con-
ver.-aci) a um emeerto de seis tyr-Iczes.
O princip- D. Pelro Augusto chegiu de Vienna.
S M 1 nuTatriz tem continuado cora feliz re-
sultado os exereici s gymoistieos, nao ha vendo
offrido d ueuburo BMBMO H3thma':cj. Sua Mi
gestade aempre acompauadj pelo Visconde e
Viscoadessa de Carap;tis, graciosa senhora que
tem sabido grangear a sympathia e o respeito de
todas as pessoas a quem dada a ventura de
apreciar-lhe a amenidade e gentil! za.
O Imperador contina no uso de duchas de jac-
to e exercici >s gymnasticos, tendo passado de mo-
do mui satisfactorio. Em todo^ os passeos e reu-
nioes taz s acompanhar Su Magestadepelos Vis
condes de Nioac de Motta Mai.i. Observando os
conselhos do sen dedicado medico, almoca Sua
Magestade s 10 horas da manhi ejanta s 5 da
tarde, quando uso da trra almfar ale jantar
s 7.
O Visconde de Molta Maia te.Ti recebido nume
rosas felicitac5et de mdicos allemaes nel* acert
com que tem dirigido o tratamento do Imperador.
Toda a c itnitiva tem recebido da sociedade alie-
mi vivas mostras de apr-cie cousideracio.
Nao ha quasi em Baden-Baden quem nio tenba
adquirido retratos de Suas Magestades. O feliz
pboto^raplio te:n tido espantoso lacro.
Parece que Suas Mag stades faro rpida via-
gem pela Europa, iodo Haviera, Essen, C burgo
(onde visitaras o tmulo da pnne -za D. L^ojol-
dins), Blgica e a Pariz. Nio est anda desi-
gnada a I >a iliade onde Suas Migistades passa-
rio o invern i.
A banda de msica millar de Baden-Baden prc-
para-se para saudar o nosso glori/so-Sete de Se-
temor i cm o hymn.) da indep"ndeneia ao Brazil,
orchestraio pelo Sr. Baligaud, camarista do re da
Baviera.
II atoas s 7 horas o grao-duque de Bade foi vi-
sitar 8S. Vi M. Imperitas, imperador recebeu o
Sr. Jannock, de Barlim, director da expisicio al-
lemi de Porto- Alegre, condeaorado com a ordeno
da Rosa, e pniBOBor Dr. J. Luting, de Strasbur
go, grande eseriptor e viaj-inte da Arabia.
Paqneti- I llanca Segundo communi-
cacio teiegraphica do M.iranhio, recebida pela
respectiva xgencia, sabio hontem d'alli o paquete
americano A' ianca ; pelo que deve tocar em
Pernambuco no da 2 de Outubro, prximo do
mingo.
Villa de datobaEscrevem-nos desta lo-
ealidade em data de l do corrente :
Esta villa, como toda a comarca de Tacarat,
vai em paz inspirando a m*is plena confianza as
autoridad, s puliciaes e judieiarias.
E fossem as ou-as andando aempre aseim e
esta trra se t.-r rehabilitado no onenito pubi
co, vendo substitaidos o bacamarte e a faca de
ponta pelo imperio da "rj> m e tranqui idale pu-
blicas.
Para esse satisfactorio resultado tamben) tem
csntribuido o Rvm. capuchinbo Fre Venancio,
que aqui esteve ha duna a eses missionando e ago-
ra de novo se acba Mitre nos.
Apar do se. vico espirrual que este verda-
deiro apostlo da rehgiio cbriaii est prestando,
chamando a bora camiubo este pjvo semf-barba-
ro, trata de levantar urna igreja, sob o modelo de
um hbil engenheiro estrangeiro, a qual depois de
concluida, vera a ficar muito bonita, a juagar pelo
ue j esi feito.
At o fim do mez deve ficar prompta a capella-
ssr, para o qu- tr.balba se com multa actividade
afim de que no da 4 do mes prximo Tindumo
possa ter lugar a fesU de S. Francisco de Asis,
orago da igreja.
Nio se pie descrever os relevantes servicos
prestados por aquelle capuchiubo.
J "13
Horas 5 -^ o s I Barmetro a Teasio do vapor 17,81 es o
Qs S s
6 m. 54o-8 76290 76
9 871 76iiS 18,27 68
12 27--0 76319| 17 0 63
3 t. I 7 76186 1S.11 66
6 '6'6 762>37 IH.ii 73
Temperatura MsrlisMJ8*,50.
Dita mnima24,75.
Kva- a^aejfal em 21 horas ar sol: 7,2 ; i sum-
ir: 4M)
Chuva-1,5.
Direccio do vento : SE de meia noite at 6 ho-
ras e 9 minutos da manha; SE, SSE e ESE va-
riaveis at 2 horas e 47 minutos da tarde; SE,
SSE a S alternados at meia uoit'-.
Velooidade media do vento : 3m,20 por segundo.
Nebulosidade media: 0,59.
Boletim} do porto
i Dia Horas Altura
B. P. M. B. M. P. M. 28 de Setembro a 29 de Setembro 844 da manha 237 da tarda 849 3 0 da raanhi 0,'64 2.2l 0,">72 2,>32
Beunloes octae* -lia hoje a segua-
te :
Do Ncleo Artstico Abolicionista, em sessio
extraordinaria, s 6 horas da tarde, na ra do Co-
ro.iel Suassuna n. 190.
Amanhi ter lugar a seguinte :
Da Sociedade Minerva Prugresso Pernambuca-
no, s 7 horas da uoite, na &le social, em sessao
do conselho supremo, para tratar de negocios de
interesse.
Domingo:
Do Monte-Pio dos Typographos de Pernambuco,
s 10 horas da manhi, na Praga de Pedro II n.
75, 2 andar.
Da Sociedade Minerva Progresso 1-ernambaca-
no, s 10 heras da manhi, em sua sede, para cm
sessio de assemola geral ordinaria tratar de ne-
gocios diversos e urgentes.
bellAeabttectuar-se-ho:
H..e :
Pelo ag-nte Stepple, s 11 horas, ra do Im-
perador n. 22, de predios.
Pelo agente Piuto, ao sneio dia, ra do Mr-
quez de Olinda n. 52, de um cabriolet e um ca-
vallo, de urna chcara, e de urna vacca tourina.
Pelo agente Bntto, as 11 horas, ra Direita
o. 127, da armacio e utencilios da padaria ah
cita.
Pelo agente Guarni, s 11 horas, na ra do
Vlarquez de linda n. 19, de movis e muitos ou-
tros artigos c 50 resmas de papel para saceos.
foaeDres-aoero celebradas:
IJoje :
A's 7 1(2 horas, na matriz da Boa-Vista, por
alma de Joio Martina do Rio.
Amanhi :
A's 7 horas, na Penha, por alma de D. Anna
Amelia C He Artujo ; i 8 horas, na igreja da
Cmceicio dos Militares, por alma de Hermelinda
liosa da Piedade Penna ; s 8 horas, na igreja da
Santa Cruz, por alma de D. Anna Margarida
Steopler.
Segunda-feira :
A's 7 l/ horas, na igreja do Livramento, poi
alma de Tito Machado Freir de Barros.
PaaaastelroaSabidos para os portoa do sul
no vapor S Francisco:
Jos Cio, Berilio Barbosa, Domicio Marinho
Pa|.;io, J>s Antonio Jacome e 1 filho, Jos de
Oiivei a Bastos e sua senhora, Albertina Guima-
r-i, Einm* Onimariea, Antonio de Medeiros Ma-
fra e ana filb*, Carloa Htuaing, Manoel Jos Al-
onso e Jos Isidro da Silva.
Chegados dos portos do sul no vapor inglez
Tagua :
Salvador Botet, A Colines, Chas Milla Haagh,
I. BUckfum, Honvre Cnceicio, Baldoia Das,
Luiz R.ib:n e Joio Coelho.
Sahidos para a Europa no mesmo vapor :
Antonio Francisco Moreira e sua senhora, Ma-
noel li mto de Medeiros e Miss Conolly.
Chegados do sal no vapor nacional darinho
Visconde:
Angelo Alfonso Villacs, Antonio F. de Mene-
ses, Manoel Jos do Sacramento, Eugenio c 2 pro-
cas de polica.
OperacOea clrarficaa Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 29 do crrante, as
seguintes:
Pelo Dr. Malaquiaa :
Excisio de eaitelioma do labio superior pelo
therino cauterio.
Pelo Dr. Pontual:
Urethroiomia interna pelo procesao de Maiaou-
neuve indicada por eatreitamento fibroso da ure-
thra.
Casa de DelencoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detenyio do Recife no dia 28 de
Setembro de 1887 :
Exlsam 374 ; entraram 9 ; sahiram 3 ; exis-
tem 380.
A saber :
Nacionaes 352 ; malheres 7 ; estrangeiros 10 ;
escravos sentenciados 6 ; dem processado 1 ;
idem de correccio 4Total 380.
Arra^oadoa 357, sendo :
Bous 336 ; doentes 21.Total 357.
Movimento da eafermaria :
Teve baixa:
Manoel Procopio Bindeira.
Teve alta :
Feliciano Gomes da Silva.
liOleriam diversas-A Casa Feliz, de A.
A. dos Santos Porto, na praca da Independencia
na. 37 e 39, tem a venda os bilhetes das seguintes
loteras :
Espirito-Santo : A 4a parte da 4 lotera,
cujo premio grande da 50:000000, pelo novo
plano, so extrahir hoje 30 de Setembro impre-
tenvelmente.
Alagaa: A 4. parte da 20. lotera, pelo
nsvo plano, cujo premio grande de 40:0004000,
ser cxcrahida no dia 6 de Outubro, as 3 ho-
ras da tarde, impretervelmente.
Provincia : A 10 lotera, pelo novo plano,
cujo premio grande 12:000(tUO, se extrahir
quando fot annunciada, s 2 horas da tarde em
beneficio da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife.
Do Cear : com o premio grande de.......
40:0004 (aovo piano) ser extrahida amanhi 1 de
Outubro.
mnele de loterlaaEra mi do agen-
te Bernardino Lopes Alheiro achara se a venda os
bilhetes das seguintes loteras :
Do Eaplrlto-Manio : A 4'parte da 4 lote-
ra, cajo premio grande de 50:0004, pelo novo
plano, aera ext.ahida boje 30 de Setembro, im-
pretervelmente.
Do Cear : com nm importante plano, cujo
premio grande de 40:0004000, aera extrahida
amanhi 1 de Outubro.
Oo Grao-Para : A 8'parte da 12 lotera,
pelo novo plano, cujo premio grande de 100:0004
ser extrahida amanhi 1 de Outubro, impreteri
velmente.
De tiazoaoi A 4.'parte da 20. lotera,
pelo novo plano, cojo premio grande de........
40:0004000, ser extrahida no dia 6 de Outu-
bro, (quinta-feira), s 3 horas da tarde impre-
tervelmente.
Lotera do ro-Para A 8a parto da
12 lotera desta provincia, pelo novo plano, cujo
premio grande 100:0004000, aera extrahida
amanhi 1 de Outubro (sabbado) impretervel-
mente.
Os bilhetes achum-ae venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiuza & C.
luoteria do Eaplrlto Santo A 4* par-
te da 4* lotera deata provincia cujo premio gran-
de 50:0004000 ser extrahida hoje 30 de
Sotembro.
Os bilhetes acbam-sc veuda na Casa da For
tuna roa Primeiro de Marco n. 23 Martin Fia-
se & C.
Lotera do CetraEsta acreditada lote-
ra aojo premio ma>or de 40:0004000 ser ex-
trahida amanhi 1 de Outubro.
Os bilhetes acham-se a venda na Caaa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martins
Fiuza & C.
Lotera de AlagoaaA 4. parte da 20
I iceria, pelo novo plano, cujo premo grande de
40:0C04OJ0 ser extrahida no]dia 6 de Setembro,
(quinta leira) s 3 horas da tarde, impretervel-
mente.
Os oillm'ss acham-se venda na Casa da For-
tuna roa Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuaa & C.
Lotera da provincia do Paran
A 27 lotera de8ta provincia,pclo novo plano, cu
jo premio grande de 12:0004000, se extrahir
no dia 4 de Outubro.
B:lbtes a venda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Fiu-
sa !'
Lotera de PauloEsta lotera cajo
premio grande de 9:0004'00, ara extrahida im-
pretervelmente no da 3 de Outubro (segunda-
feira).
Os bilhetes acham-se venda na Casa da Fortu -
na ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
F.uza 4 C.
Cemiterlo publico Obituario do dia 28
de S tembro :
Sebasfio Elpidio de Mallo, Babia, 31 anuos,
aolteiro, Boa-Vista; ferida do palma).
Felieterta E genia de Saut'Auna, .Alagas, 50
anuos, viu va. Bot-Vista; beriberi.
Mara da Luz, frica, 86 annos, viuva, S. Jos ;
gastro dyuia-
Joio, Pernambuco, 26 annes, solteiro, S. Jos ;
febre typhoda.
Mara, Pernambuco, 1 mez, S. Jos; atrepsis.
Jos Amnelo de Bntto, Pernambuco, 50 annos,
casado, S. Jos ; rheumatismo.
Baroneza de Muribeca, Pernambuco, 90 annos.
casada, V.irz-'a; febre paludosa.
Antonio, 40 annos, Recite ; syacope.
Bernardina Costa e Silva, Pernambuco. 75 an-
cos, solteira, (iraca ; febre perniciosa.
Jos Luiz, Perntmbuco, 4 au-ses, Santo Anto-
nio ; espasmo.
Mara Flora da Penha, Pernambuco, 31 annos,
casada, Santo Antonio ; carcinoma do otero.
Francisco Carneiro Leio, Pernambuco, 16 an-
nos, solteiro, Santo Antonio ; cachexia palustre.
stabalecimsnto de caridade, todas as ter-
cas-feiraa pelas 8 horas da manha.
Clnica medica "''J
O Dr. Matheiu Faz, de volta de sua''va-
gem, contina no exereieio de sua pros-
sito, para o que ser encontrado de 11 ho-
jas da manha s 2 da tarde na ra do Ba-
ro da Victoria n. 32, 1. aniar e em ou
tra qualquer hora ra da Prinoeza Isa-
bel n. 6.
Dr. Barros .ululante*
rod ser procurado em seu eaoriptorio a ra
1.* de Marjo n. 4, 1." ndar.
O baeharel Bonifacio de AragcLo Faria
Rocha continua a encarregar se, mediaate
previo contrato, de questS^a parante os jui-
zes desta cidade e os das comarcas visi-
nha8. Poder ser procurado em seu es-
oriptorio roa do Duque de Casias n. 50,
1. andar, das 10 horas da manha s 3 da
tarde.
Cornac braallelro
De A. M, Veras d C. garrafa 1000,
descont de 25 r, em duzia na fabrica.
Coiieglo Spencer
Estabeledmedto de educarlo primaria e
secundaria em Jaboato, sob a direccao de
Jos de Olivoira Cavalcante.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C, deposi-
tarios de todas as especialidades pharma-
ceuticas, tintas, drogas, productos chami-
cos e medicamentos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
Drogara
Faria Sobrinho A C, droguista por
atacado, ra do Msrquez de Olinda n. 41.
Herrarla a vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Macedo, oaes do
Capibaribe n. 23. Neste grande ostabele-
cimento. o primeiro da provincia neste ge-
nero, compra-se e vndese madeiras
de todas as qualidades, serra-so madeiras
de conta alheia, assim como se preparam-
obras de carapina por machinas e por pre-
50 sem competencia Pernambuco.
basta que o Dr. Amorim, juis de direito, ae deati-
n a eximir o assasamo da enlpa e da pena.
Nio fra da proposito o que externamos e nem
fasemia reclame.
Argumentamos com oa factos e escrevemos sob
a iospiracio da vordade.
E' digno de pasmarse !
Mus anda seria, e o asco da proospto far se-bia
se o publico que nos dispensa atteucl) assistisse
a acea do unid desbragado desfaetminto, quan-
do no dia 22 do cjrreuto, e em pleao tribunal do
jury, o criminoso assassino Joi> Cs.rrj.-iro leu ar-
ras a maia criminosa coa&lencia con o 1) Amo-
rim, que, profanando o sagrado tabernculo da
justica, depois do mais amistoso eolio4010 a"onse-
Ihra a Joio Carneiro que viesse ao Botife !
Nada ha miii que duvidar deste juiz, rerdadai-
ro mjrcador da pureza da 1 e talvez o ca-
rcter moral mais gasto na nobrs missio do ma-
gistrado.
E os factos justiScam.
Elles, por modo irre^usavel, sasp-itam o Dr.
Ant .uto Jos de Amorim para c luhecer do pro-
cessocrims, e no qual o roJoi) Otraeiro.
Qnzeramjs a tal respjito piojo um appello
digaidide moral d'aquelle jais ; quizramos fa-
se! o comprehender o caminho tortuoso, que lev
a vida de um magistrado, que, nos ltimos reductos
da vida devs procurar a po,z da consciencia, e
nunca buscar um tmulo de maldicoes !
Mas qual : este sentimento de humana Compla-
cencia seria vio, e o De Amorim se esquivara
de co jjprehenlel-o na magastadj do ensiaameiito
da moral mais aerysil ..U.
Era o caso : video bona, m'Aiora probi, dete-
riora ttquor !
Jamiia app'icici) tio sensata caba ao apho-
ulugada. alea de outras cazos, porque vejo, por
traz de nasa mocidade fogosa e mgitada ama ve-
laice, que me merece respeito.
Desde que s mesma columna eonfessa que en ni*
commetti crims infamante e que esli cumprinds
deveres polticos parece desaecessaria qaalquer
diseussij.
Sj nn falta inti-Ilegeacia e lnstrac*.), sobram-
me, digo o cheio de orgulho, outros elementos.
Sabe muito nem a columna jueeu nao posso in-
tervir na questio da chela...
Se eu fosse lioeial, faria opjio pelo Exm. Sr.
onselheiro Luz Felippo de Souza Lsio, m^u il-
lustre prente...
Nao irosto de aq'taeu .
E tenho dito tudo.
Iguaras.29987.
Francinco Xavier Paes Barreta.
PIBLICOES A PEDIDO
Pao d'Alho
ASSASSISATO DO TSENTE MANOEL IOSACIO
CAVALCANTE DE ALBUQUERQE.
V
O juiz de direito
Antes de comecarmos a tarefa, que no3 impu-
semosde s?ntinella dar o grito de alarma
quando se busca a m unidaie do um reo da ho-
micidionos sej licito pedir, ao publico Ilustra-
do e imoarcial, um* deacnlpa, que suppomos legi-
tima, pelas incorreccoea demasiadamente repara-
das em nosea ultima publicado.
A tal respeito, sentimos o iinoeto da dar nova-
mente estampa o nosso trabaiho, no intuito de
se o encontrar mais correcto.
Deixamos de faaot-o, porm, p^ri nio cancir a
piciencia publica, em.-smo nao fiti^tr n amigos,
que nos auxjliam : todos sabem que erros typo-
graphicos nio devemaei levados a nos3 couta.
E s am espirito maligno nos poder contradi-
tar, fazendo urna cimpanha de; quesC39 g.-amma-
liOii.i a > >I >3 _^_ 3_____.*

INDICCOES DTEIS
Medlcoa
Dr. Barros Sobrinho d consultas da
meio dia 1 1/2 na ra do Baro da Vic-
toria n. 25 por cima da Pnarrnp.cia F.an-
ceza, c das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4.
l.o andar-
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ne
oxercicio de sua profiss&o. Consltuas das
10 s 12 horas da manha. specialdades
eperacSes, parto e molestias de senboras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra 19 Barao da Victoria, n. 51. Resi
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Oama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do B. de S.Borji n. 2t.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade; molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios de homem
e da mulher.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, Io
andar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro-
V si reina
O Dr. Santa Rusa medico do AbjIo de
Meadiuidade, vaccinar aa pesaoaa que
para esse fim se appreoentsrem n'aquelle
ticaes, e da qu il nio nos distanciamos, e antes
aceitamos na cuupanh* dos factos, quj discu-
timos.
A prova, abi, est nos nossos autograohos.
El es demonstrara qu jimais fUemos um divor-
cio da lingua pitria cu as regras da essnpta, e
por isso estamos tranquillos.
Dada, pois, essa explicacio, que julgamos ne-
cessaria, para que se nio explore, entremos na
materia que objectiva noaso pensmento.
E' ella, hoje, a apreciaio criterios c justa do
modo, pelo qual se vai fnzendo, por prte do juis
de^direito d'esta conare*, justica ao assassino
Joi; Ctrneiroda Motta Silveir.
Seria incrivel esao modus dicendi, se os factos,\
qu.- j publicamos nio corressem em abono de
nossas proposicea.
Elles, gracia a Deas, fallara bem alto, quer se
os eatude na consci;nia publica d'esta comarca,
e quer se oa eatude na prova jcoihida no inquerito
e na fjr.nacio da culps, que terminara no sabba-
do, 21 do expirante mez.
Nestes actos do proceso crimina! flcou clara e
evidentemente privada, como j foi vericido nos
depoimentos publicdos, a responsabilidade que
pesa sobre Joi > Uarueiro da Motta S.lveira p-lo
assassinato que mandara o eseravo Joaqaim An-
selmo praticar, barbar .monis, na pjasos do sub-
delegado Haaoel Ignacio.
E, quando tudo isto bastante sabido, por
meioa legaes, aem a monor duvid.i pnra a coas-
ciencia publica ; o juiz de direito Dr. Antonio Jo-
s de Amorim, levado pala cag'i iri d 1 c-rimiu >so
capricho, se torna arauto da innocenc'a du Ju'o
Carneiro, e, fazando-o aeu amigo, p.-ju :tte J-'s-
pronuocial-o urbe et orbe !
E', realmente, muito deponento para nio quali-
fcarmoa, por outro modo, o pr.,e,-iiuienf,o do juiz,
que, tendo de julgar o criminoso, ati-u-oos does-
tos pela impreusa e faz-se cbo da defeza do ac-
cusado !
laso, j notou o espirito publico, quando, na sen-
tenc* do celebre habeas corpus preventivo, assistio
e leu o juiz de direito referir, que por testemu-
nbas de ouvida vaga se att-ibuis, a Joio Carneiro
responsibilids.de criminal de _um crimo que elle
nao praticou
' textual.
Se taes expres;3s proferidas por ura juiz sups-
rior e que tem de julgar, talvez, de um recurso,
nio importam Jefes*.; nio sahornos, certamoute,
o que importario.
Que defeza dil-o, posteriormeate, o proced-
meato qu-; assistimos e do qual salta aos olhos a
prevanciicio d'aquelle que julga por odio e por
aff-dcio ; e d'aquelle que palo orgio da imprensa
nao repara a villeza de seutimeutos que fasern-no
esojuecer a impertubalidade do magistrado, trio e
calmo como a lei, na phrase do sabio d'Agaesseau.
Mas, nem todos comprehendem a aentenca do
Ilustre escriptor, por isso, que aomoa obrigados
tornar saliente o attestado vivo de urna desgra-
na que invadir a magistratura do paiz .'
' doloroso de dizer, comprehendemos, porm
menos nao merece o juiz, que, alm de reo de pra-
vancaci'O t falsidade ostenta o crimo ua toga que
a soberana da lei Ihe confiara.
A tanto re ajusta a deteza que na Provincia li-
sera o Dr. Amorim do criminoso Joio Cirueiro,
depois que Ihe conceder habeas corgus preventi-
vo, qoaudj aquelle individuo, sob a jurisdic^io
do juiz municipal estava assislindo os termos de
formacio da culpa, na qual simplesmeate se inda-
gara dos motivos de verdadeira impitabilidade
criminal !
E a esse acto da summa legalidade o Dr. Amo-
rim i'ppoz suavontadu ; e depois oppa seu esfor-
co edialetica, a que se puna um cric inoso, mas
que elle considera innocente 1
A razio d'isss ni) sabemos.
Sabem, entretanto, Joio Carneiro e seu advo-
gado, que hbilmente coneeguio ser do Dr. Amo-
rim um aux l ar jurdico.
Por essa razio que fe observa a uuiformida-
de de lioguagem, de pensameuto e at conhec-
mento previo de qualquer despaeh no qual sem
pre se apanha e se aproveita a altivez e arrogancia
da manif. stacio do p-nsumeuto do advogado do
criminoso.
A essa proteccio revoltante na qual claramente
se observa a parcialidade do Dr. Amorim, que
daremos comoate, muito embora tenbamoa convin-
oimento de urna guerra na qual a bandeira da pas
jamis tremolar em triumphos para a justica.
e tio franca, quio solemne declaracio, j te-
mos provas que abrigaram o nosso espirito desa-
lentado fazer um appello para o juiso publico.
Mas, anda esse nosso procedimento nio produ-
sW o resultado que era de esperar.
Tamanha a falta de criterio do magistrado,
quo encanecido nio recua ante as gmndes torpe
sas, ja concedendo extravagante habeas corpus a
Joio Carneiro, j defendt-odo o pela imprunsa
ap jth. o;audo-o como a ionoceucia victimaos, e j
declarando a todos e em todos os lugarea quo des-
pronunciar Joo Carneiro, as o honrado juis mu-
nicipal o pronunciar !
A vista d'isso podemos, pois, diser qoe na co-
marca de rio d'Alho se pode matar impun mente,
namo latino, qu indo se conheceado a razio e o
bom caminho, aegue-ae oa dictamea da m f e do
erro para a pratica do ineoofessavel iaiquidade.
Per isse tornou-se, no conceito publico, suspsito
o Dr. Amorim para fizar justica a J >io Carneiro,
a qu-m defende, cbami innocente, viva amis
intima relacio, e estaboluce, at, termo de compa-
ragio com sua propria pessoa a respeito da res-
ponsabilidade criminal uo assassinato do infeliz
Manoel Igaacio.
_ E' de mais : e para que o publico, que noj apre-
cia, nio auppooha larga exageracio do nossa par-
te, vamos dar publicidade s cartas ns. 1, 2 e 3.
D'ellaa ver-ee ha que nao adulteramos a verda-
de, e que s queremos jnstica.
Ella, certameote, nio n>s pie ser dada pelo
Dr. Amorim. que diz ser Judo Carneiro too crimi-
noso como elle, qua o p -no. or seguro da impuui-
dade, como proclamara Joio Ciraeiro e seu advo-
gado, e deolaram as cartas, que vam03 trans-
vrever
Eil-as :
Primsira carta
Pao d'Alho, 1 de Setembro de 87 Illm. Sr.
Bernardino de Moura Cavalcante.Rogo a V. S.
se digne, em abono da vardade, responder-me ao
p desta o que declorou o juiz de direito desta
comarca Dr. Antonio Jos de Amorim, quando a
meu pedido foi V. S. levar-lhe ura pet.c.io minha
pedindo certidio de habeas-corpus preventivo por
ella concedido a Joio Carneiro da Motta Silveira ;
e finalmente o quo sabe V- S. com reUcio ao que
tem dito as ruaa desta cidade o advogado, ha-
chare! Marcolino Ferreira L mi e o seu onsti-
tuinte Joio Carneiro da Motta Silveira, acores, d j
processo contra ello instaurado, como eumpliee no
assassinoto do meu infeliz pai Manoel Ignacio de
Albuquerqne : permittinlo-me V. S. tazar do ana
resposta o uso quo me convier
De T. S. atiento r spoitidor e criado\ntonio
Cessr Civsleaiite de Alboiriierqas
lllm. Sr.Re*poodeudo a carta da V. S. boje,
datada, cabe-me dizer Ihe que tendo ido na cast
do Sr. Dr. juiz dedrsito, conformo V. S me pedio
pira despachar urai petic/Vo, em que V. S. pedia
ao laejioo Sr. Dr. juiz de direito, Ihe mandasse dar
por certidio o procesto do h beas corpus prevea -
tivo, concedido a Joio Cirneiro da Mitta Sveira,
cumplice uo brbaro assassinato de seu infeliz pae,
capitio M inoel Igaacio, o mes no Dr. leudo a
peti^io apresentada disse ou p 'rgunt ou -me querem
fazer do rapai criminoso e de mim instrumento ?
Com relajio outra parte da c-trta de V. S.
nadaseia aio ser que o mesmo Joio Carneiro
anda as ruis desta cidade, com un pessoa so-
bre qu-m nio pairasse urna imputadlo tio ra.qual
seja a do ter concomio para um assassinato como
o do capitio Maioel Ignacio : o qui esta minhi
resposta resultar, o Uirei debaixo de juramouto,
podendo V. S fazer o usi, que loe cjnvier. Ber-
nardino de loara Civ.-ilcanto.
(st reeoahicidi a rirmo. pelo escrivio Bia-
Segunda carta
Pao d'Alho 1 de Setemoro de 1837. Illm. Sr.
Firmiao Veaancio do Arasrjo,Itigo a V. S. so
digne em abono da verdida resp'nlor-ma ao pe
desta o que se passou entra o Sr. O.. juiz da di-
reito, A itj-ii i J : de Am>rim, e o Sr. Bernardino
de Moura Cavalesu e, quando por us'.o foi-lho
aoreseutada urna peticio requirenUo corr lio do
habeas corpui preventivo, coneedido a Joio Car-
neiro da Muta Silveira; ^ ia'ui-n e o qua s.tb 1
V. S. om relacio ao que tem dita aa ruis desta
cidaia oadvog.do Marono Farreira L ni eo
seu constituate Joio Carneiro da Motta Silveira
acerca do processo ustuirado coutra elle. e.;no
cumplice no assassinato le mm infeliz pi, capi-
rii Mainel Iggaeio Cavaleante de Albatqasrqae :
permttiu.lo-.no tizer le sua resposta o asi, ) 1
me convier.Di V. S attento respaifad>r o obri-
gado. Ao'.ouio Cesar Civalean'.e de Albjquer-
que.
Illm. Sr.--Em resp ata ao sea pelid) te;h)
diaer-lbe que ouvi o Sr. B :r iar lino do M inra Ci-
^aleante dizer que 0 Sr. Dr. Anoriol ficou missa-
do quando recebeu a peticio que elle apreseutou
pedido de V. S, a disso-lhe miis que Joi. Cir-
neiro era criminoso quando elle fossem.
Com relacio ao Sr. Dr. Maruolinj Ferreira L'ma
tenho ouvido dizer que o Sr. Dr. Amorim faz tudo
quanto, ella Marcolino, quizar no f.-o, comj
publico e notorio. E' s o que teuho a respou ler,
pudendo V. 8. fazer o uzj, quo Ihe aprover desta
minha resposta, a respeito da quil darei juramen-
to ae preciso fr.
De V. S.A'tent respetaJor e ob.-igado.
Fimino Venancio de Araujo (Est recoahocida
a firma pelo escrivio RiugolJ.
Terceira carta
Pao d'Alho 1 da Setembro de 1837.Illm. Sr.
Eugenio (encalves de Barros.Rogo a V. S. se
digne, em abono da verdade, responder-me ao p
desta o que sabe com iclacio ao que se passou en-
tre o Sr. Dr. juiz de direito desta c marea, Anto-
nio Jos de Amorim, e o Sr. Bernardino de Moura
Cavalcante quando por este foi-hs apreseatada
urna petalo rr-qu'rondo certidio do habeai-corpus
p eventivo concedido a J to Carneiro da Mattta
Silveira; e finalraonfe o que sabs V. S. com rela-
cio ao que tem dito as ras desta cidade o ad-
vogado baeharel Marcoliuo Ferreira Lima e o seu
coustituinte Joio Carneiro da Motta Silveira, acer-
ca do processo instaurado contra este como cum-
plice, no assassinato de ma infeliz pai, o capitio
Manoel Ignacio Cavalcante da Albaquerque : per-
mttinlo-me fazer de sua resposta o uso que me
aprover.
Da V. S. Miento respeitador e obrigado.--
ActonioCezar Cavalcante de Albuquerqus.
Idm. Sr.Em resposta a carta de V. S. teoho
dizer-lhe que estando em casa de meupai, Joaquim
da'Barroe, chegou o Sr. Bernardino de 5i Caval-
cante que vioha da caaa do Dr. juiz de direito com
urna peticio e disae aa seguintes palavraa, que ao
receber a peticio o juiz de direito Ihe disser 1 que
o rapaz era tio criminoso como elle ou queriam
fazer de um juiz instrumento ?
Com relacio so que Jjo Cirneiro e aeu advo-
gado Marcolino ton dito naa ruaa deata cidade,
publico e notorio qua elle gaba-se da fazer tudo
quanto quer como juiz : accrescentando mais que
elle, Joio Carneiro dizque o Dr. juis municipal o
pronuncia ; porra nao tem medo por ter o juiz
de direito a seu favor. At debaixj de juramen-
to direi, podendo V. S. faser o uso, que Iba con-
vier.Eugenio Qoucalvos de Barros. (Est reco-
nhecida a firma pelo Escrivio Raugel).
ac
Os abaixo assignadoa eucarregadoa de agenciar
donativis para a festa das Marees em S. Jo-
s de Riba-Mar, vem respetosamente previnir
10 publico, que s aatisfacam as suas esmolas a
commissio abaixo assiguaia, pois sio os nicos
competentes ; fazo-nos isto gmente para previnir
ao publico, pois andam em ooaso nome pessoas
descjnhecdas dzendo se de nossa devocio com o
uuico fim de se arrumarern. F qasm previaidos.
C lusistono das Mercal, en 2t> do Sateanbro de
1837.
Presidente-aloiaudre doa Santos Selva.
Secretario -Manoel Dantas Bastos.
MesarioManoel Jo .qum Baptista.
ThesoureiroManoel lomes de Oliveira.
4o publico
Os abaixo assignaios peden as pessoas que
aeeitaram bilhetes e prometteram dar algunas
esmolas as commissoas qua andar im da bolsa es-
molando e passando bilhetes peus caaaa deata ci-
dade anteriormente a noasa deelaracio pelos jor-
naes de 27 e 28 do corrate de s satsfazerem as
suas esmolas as mes rus commisses.
Consistorio da devocio de Nossa Senhora das
Marees, 28 de Setembro de 1887.
Presidente
Alexandre dos Santos Selva.
S-cretario
Manoel Dantas Bastos.
Thesoureiro
Manoel Gomes de Oliveira.
Mesario
Manoel Joaquim Baptista.
Una s.iuJade desfulhad 1 sobre
a campa de iniohi madrlnha,
a Baroneza de llurifoeea.
Coberto de crep e com a alma repassada de
cruciaotea dores, venho cainprir am dever, sjor-
Ibando-me aubre a marmoree, pedra que eobre o
teu corpo desanta !
Venho regal-a de sentidas lagrimas, como prova
eiouberante de saudaies e veneracio que silen-
ciosamente te tributa va.
S'.-n, eu, que sempre os minhaa horas silencio-
sas te coate.nplei como um astro q 10 vellava
miaba cabes-ira, como a lampada quo baabava
ininia alma da drala luz dobaptismo : nio poda
esquoeer-te nunca.
Assim, pois, da Vlaniio Celeste aonde habitas,
e de onde valias sobre aquellos que. esp'rtual-
mente te sio earos : receba a uuc,io do sentimen-
talismo de mioh'aima, uuico tbesouro que poasuo e
piaao depositar sobre tu* e:erna morada.
Rtouiescat in pace.
Pao d'Alho, 23 de Setembro.
Jos Francisco Paes Barreto.
Consulta
Peda-aa ao honrado magistrado Sr. Dr. Vicente
Pereira do Reg, se digno risponder a presente
consulta :
Pedindo alguera, por bilhete, botinas, em con-
fimea, para escilher e comprar, e fioando-se com
um par, ter ou nio se apropriado do calcad*
alheio contra a vontaie da seu dono por meio ar-
tificioso? >
Recife, 24 de Setembro de 1887.
Ao pnblie
Proprietaria do sitio vilio do 3 districto de Afo-
garaos por compra a Joio M irinho Falei), sabendo
que Joio Telino dos Santos Res, pretende vender
parte do referido sitio, previne a qualquer pessoa
interessada quo este nsdi mais tem all, e pede
qoe a poape de qualquer inomraida, pmpando-se
o interessado de nm pr -juizo certo quo saffrer,
comprando aquiilu qu pertenee a tereeiro.
Roces, 28 da Setembro do 1837.
Eugenia Montenegro.
A vista, pois, de taes declaraooea, e ao que maia
temos publicado iooontestavel sor o Dr. Am-irim
auspeito, perante o tribunal da opiniio pnblica,
para conhecer de qualquer incidente oa mesmo
recurso ns processo crime contra Joio Carneiro.
E por isso anda invocamos os bros do velho
magistrado, e appellamos para ana honra, para a
lei, e para a conaeiencia, disendo-lhe, seja aus-
peito.
Salve-se, ao menos, nos nlt'mos momentoa !
Pao d'Alho, 25 de Setembro de 1887.
Themis.
O promotor publico de Igna
rasan
Nio dovo entreter polmicas com a tolumna
Pr05rr.n111a
Da festa de Xvvi Se ahora do
Rosario
A mesa regidora test* contraria, tnd
de celebrar a festa de sua Excelsa Po-
droeira, a Santissima Virgam do Rosario,
em sua ig'eja nest fr^guczii de Santo
Antonio, no doning) 2 de Outubro pr-
ximo vindouro, com a deoeneia condigaa
ao culto da Santissima Virgem, sendo an-
ounciado esto a;to, no dia 1 ao meio dia
por urna salva e diversas girndolas de
fogo do ar, s 7 horas da noite do roferi-
do dia vespera da fasta, entrar a laiai-
nha solemne.
No domingo 2 s 4 I|2 horas da manhi,
ser el b.adi urna missa em tencSo dos ir-
raSos vivos e defuntos e dos fiis que concor-
reram com seu obuloem auxilio do referido
acto, fiarla, urna salva e diversas girando-
las de figo do ar annunciarSo ao respeita-
vel publico desta capital, que jhegado o
dia em que 03 fien commemoram o santis-
simo nome da Santissima Virgem do Ro-
sario .
A's 11 horas do referido dia entrar a
missa solemne, sendo o celebrante o Revd.
Padre Valeriano de Alleluia Correia, nosso
irm o bemfeitor, oceupando a tribuna sagra-
da no Evangelbo o mui distincto pregador
Rvd. Comroendador Manoel Moreira da Ga-
ma vigario desta freguezia, s 7 horas da
noite entrar o Te D -um em cuja nccasiSo
oceupar a tribuna sagrada o mui distincto
pregador da CapelU Imperial o Rvdtn.
Fre Augusto da Inmaculada Conceiglo
Alves.
A orch regida pelo nosso carissimo irooo M inoel
TheopLilo Fernandes da PaixSo, executar
a missa do maestro Cantarelli, e o Te-
Deum Lima gran le.
A tarde, e nos intervallos de todos os
actos a banda mar -ial do 2* batalhSo de
infantaria executar as harmoniosas pegas
do seu vasto repertorio.
A mesa regedora agradece desde j a
todas as pessoas qua se dignaran aceitar
os cargos da eleicio e aos noesos irtnios e
to los os fiis a benevolencia com que se
digoaram auxiliar-nos concorrendo com
seu obulo para o referido acto, e pelo pre-
sente em nome da mesa regedora convido
a todos oa nossos irmaos paramentados, a
irmSs a assistkem os actos.
Secretaria da confraria de Nossa Senho-
ra do Ros-rio, 29 de Setembro de 1887.
Norberto Bispo de Sant'Anna,
Secretario.


'




EXTERN ATO
Para 1 S me ninas
21 RA DO HOSPICIO 21
Lscons pat.culi.-es de trancis o d'anflais
L
]

T


Diario de l,eraaiuhuc--"Se&la--feir& 30 ile Setemliro de 1-7


leo paro aedlclnal de nad< de
bacalho. de LM"" "'""jo
A epimio unnime doa medico de 'oios o. pai
ie8 que o leo de ligado de bacalho i remello
mai poderoso que at agora se descobno para as
enfermidade. do. polo o a da arganta.
O fallecido SirBeu)miu Brodie, dizia : >V lau-
do tudo mai intil, este silva a miudo a vida
do doente, perm deve ser puro Entre os tyoob
mais fios deste genero, sobresali por sua puna
o oleo de ligado de b-icalh, de Lanmau & K.mp,
elaborado com os figados saos do- peixea apanba
dos de tresco, e cuja conaervaeo eai todos os pai-
zes se garante.
Na America do Sul, na Antilbas, Mxico o Aus-
tralia, elle tido como artig > de primeira classe,
e na Inglaterra onde recentemente ioi introduzido,
se o considera superior todos os mais oleo de fi-
gado de bacalb>, que existein no mercado.
Para a toase, pneumona, pl-uresia, bronvhitea,
tysica, traeaitee, effeesio 'o figd> e debih'
ger'. te que realmente o medicamento mus
til, de que a materia m dica se pode mitrar
til.
Encentra ae 4 vnda em todas as pbarmacias e
rogaras.
Agente-" em Peruambuco, Henry Forater ti C
ra Jo Comuieroio n. 8.
A imprema e o peitoral de Cam-
bar 11)
D'entre as muitas apreciaeoes que este impor-
tante me licamciito tem continuamente merecido
do j> rualismo de quasi to lo o imperio, offerec cu.os
agora ao publico opima) insuspeiU de um llus
trado orgo que v a luz da publicidade na Ja-
de do Rio-Gr nde do Sul.
fcil a: a-
Sabemos de um asthmatico, diz o Artut que
regularmente, urna vez pir mex, era accommettido
de ataques que o inutilisavam por alguna das.
Entretanto, no esp.ico de oito mexes que tem nsa-
do do Peitoral de Cambar do Sr. Jos A'
de Souza Soares, o seu estado de saio Bao tea
continuando a soffrer <.s rudes golpes daquella in-
commodativa tufermidade.
. Eacrevendo eatas liubas, o faz.mos na crenea
de que prestamos uro eervico 4 humanidade aof-
fredira. ,
. Apontamos-lhe o PeUoral de Cambar, que
nao conteudo ua sua pnparaco causa alguma no-
vica, terojproduxido curas admirave.
----------------a>--------------
Ao commerco
A firma que nesta
prac,a gjrava sob a ra-
zo de Saunders Bro-
thers & C. entra hoje
em liquidaqo. Re*
eefe, 22 de Setembio
de 1887.
Grinaura, modista
39-RA DUQUE DE CAX...3 -39
(Ia andar)
Fax, porgo'in^t, vestidos para senhoras c m-
ninas, com pruicptidi e pr-cos awdic .
Reebe tDcnsameute da Europa j-iruacs do
modas.
Consultorio medico-
eirurgico
9 Dr Castro Jess, enataado mi d 1- aan
de escrupulosa ebservaejio, reabre consalton u -
la cidade, ra do Bou Joma (nu'.iga da Cru<
n. 23, 1. andar.
Horas de coosulta
De dia : dasl i i tarde.
De noite : das 7 as 8
Na demais horas da noite ser eucntrade a<
filio 4 tavessa dos Bata-ado a. 1, prim -iro p<-
&o A esquerda, aim o poran Ja Or. C me
IMEECIO
Oliada
Aoa moradores de Olinia a directora
'-o Club Io de Julho p.rtipa que tendo
oontraotado com a Comp.nhia Ferro Car
ril, o transpert-. d<* passag-^irus do Refe
a Oliada o rioe-reraS a wesrna cooipanhia
do Io de Setembro em diante estabelecer
um servido de diligencias, que partirlo do
Varadouro em Oliada a se encentrare o
com os bonds em Santo Amaro, cuataudo
cada viaxrern do Recife a Oliada ou vi c
versa 300 rs., nslusive o transporte do
bond, e para os meninos at a dada de 12
anuos 200 rs.
Os bonds da linha de Santo Amaro ero
corresponden ia com as diligencias bruto
urna bandeira azul-
Certameate os o ^ss dores de festa e mo-
riidores de Onda dar2o preferencia as di-
ligencias nao s por econoiui. co.r.o tain-
bem por comino dade, leudo alm disso
a vantag'tu de saltar em qualquer ponto
at a estacao da ra do Brmu
Em outro lugar vai publicado o horario
d.s p'i'ii las dos bonds e diligencias.
Clnica do Dr. Siui3-J (tabica, E.)
lialidaies : partos, molestias de aeuhoras
> de criancas.
Consultorio ra do Marjaefl de Olia-
da n. 64 consultas de 1 s 3 horas da
turde.
Residencia ru da Solcdade n. 78.
T 'obona n. 213.
Ciiaici medico eirui'jr/'c.i
oo
Dr, Alfredo Gaspar
especialidadPartos, molestias de senhoias t-
Cianca.
ResideoeiaRu da Imperatrix u. 4, 2." andar
Ttilephone n. 226.
Di. Gerpira Me
1EDICO
Tem o eu eacriptorio i ra Duque do Caxias
n. 74, das 12 A* 2 boras da tarde, e desta hora
e'ii duutU em MU residencia ra da Stnta
Cruz ii. 1
Especialidadesmoestias de seuhoras e crian-
C' I 1. 326
IGAiiSS'
r Paes Barreto
PROMOTOR PBLICOE |>
Advogado

B
i^-
Cal virgem de Jaguaribe
REGS jKuaribe .TRADA
MEDICO
Consultas : das 1! horas da manba
2 da tarde.
Consultorio : ra do Imperador n.
primi'irj andar.
Residencia : ra da Aurora n.47.
Clnica do Dr. Silva Ferreira
Especialidades. oltetw de Seuhja e de
p.rlle.
Consultas de { s 3 horas.
Kun da Cadeia n "i.'i.
ReaiienciH Ra dj Cju le d;i HoiV'iota 21 I
Telcphone n 412.
Oculisia
!
i!
8
Dr. Barreto Sampaio, medico uen-
lta, ei-cbefe de clnica do Dr. de
W'cciter, d consultas de neio dia s
3 boras da tarde, no 1.' andar da casa
n. 51 ra do Barao da Victoria, ex-
c. pto nos domingos c das sxutibcado.
Residencia ra Sete de Setembro .
34. Entrada peta ra da Saudade u. 25.
Dr. Mello GomCo
"0
i!
h
MEDICO PARTEIRO
A A Ra L.arg-1 do RosarioA
Onde tem consultorio e residencia, e pic ser
procurarlo a qualquer hora d> lia e da uuitc.
Especialideo : Kcbres. ca Istia d- senhoras e
do p-iluiao, sypliilis e edtr-'iiamenlOi da urctbr.-i
Consultas: 10 ao meio Jiu.
Telepioa n. 37 i
Uo : MHBwrrcAal
OTAyBS OFFICIAKS DA JOSTA DOS COI-
i.ECTOBES
Recife. 29 U Setembro de 1887
Courcs verde salgados a 283 r. o ki!o, bon'em.
Na bolsa oflereceram vender
15 apjlicej gera 8 de l:'iU0 a H5bf
5 a plice provincial s de l:C0O .il:()_M
<. nuwem -,
Antonio Leonardo Rodrigue
O secretario.
liduarri" Dubcuz
utlmenlu tinninrn
aECIPB, 29 DE SETEMBIIO PE 135 '
PRAQA DO RECIPE
Os bancos mantiveram no balco a tabella d 22
5/8 d. sobre Ljnlres, tendo, pirm, o cambia fe-
chado 6rme a 22 11/16.
Em pap! particular bouve poucj negocio a 22
7/8 d.
PBAgA IK) RIO DE JANEIliO
NS5 honve alte a^o na tazi, qun c -iit nuou a
er 22 11/16 d. sobre Londres, siud > que o L)n-
duu adopt'.u a d_- 22 3/4 d. sobre a MI* matriz.
\i tabellas ezposta a^ut forim estas :
Oo Ibtebsacional :
appareceram bontem offertas de 6l pjr 15
kilos.
Knlraiiat de socar e BlKUtlw
tCZ DE SETEMBRO
Ainicar
Eutndm ias Sac.ua
90 dlv uisla
L odres....... 22 5/8 t 3 8
Pan........ 419 423
[talia........ 423
dimburgn...... r.2>) 525
Lisboa e Purto..... .-j;> 237
Principae eidades de Porte-
s*>. ...... . . 2!;
N'ew-Yurk...... ii 1
Oo Lohdos Bjtiiz :
tjjudrea ....
Psri.....
Imlia.....
Uamburgo .
I'.rtugal .
^w-York .
Do Ejiolisb Bnk
'-Andrs.......
Pana........
Italia........
ilamburgo......
Lisboa e Porto.....
Priocipae eidades de Portu-
Pl........
liba dos Acores .
. da Madeira .
^'.n-York ......
fu) djv vi'a
419
22 .3/3
433
42!
525
2:*7
2210
fO djv vUtm
22 8
419
sao
235
22 3/8
423
423
525
237
249
245
242
2240
Cotaco de Aimnrar
{Para ot agricultores)
O asiucarcs da nova sefra regulnm aos pre^ s
abniz ', por 15 kiios, cjofosui-- o aortBBato i
quali.lade :
Diiua Piuto..... L'rfiO 2HM
Turbia* pulverisado. 2100 24.00
I-'.ucj....... 1*900 a 2..0J
o .no...... 140U !5UU
Uscavdo..... U21) a 1300
-J oom..... H16J a U28)
Os asqueares da afra veiha, q'ie ainia vXi en-
trando para o mercad >, s5o c.;mprdjs aoa algu-
rismoa seguate :
Branaos...... JJlOO a 1^700
8?nieno...... 1*300 a U4J0
Mascavado..... 1#.j(X) u i#.4U
Coiswo de algodfta
Para o algodio de 1.a norte da aeriaa, em trra,
Barcacas .... 1 28 15 271
Vi.p >;es 1 28 2.35'i
Via-ferroa de Garuar 1 A 8 547
Animaes * 1 & 29 1.55S
Via-ferrea de S. Prauciaco . 1 27 12.1 DI
Via-ferrea de Lim mitj . 1 27 6.606
Sommn 38.452
Algoiaa
Entradas D.as Saccar
Barcacas 1 a 28 3.606
Vapore 1 a 28 7.822
Va-terrea de Caruar . 1 28 156
Animaea ...... 1 29 5. 36
Via-teriea de S. Francisco . 1 A 27 432
Va-ferrea de Limoeiro . 1 a 27 2.429
AvM-M a mais co8ami lores desta exeellento ca!,
que continua bt o seu deposito geral a
ru r do Boro Jess n. 23. Pert'-ita.nente
es:bar.'ic:.dtt e en> peJras, t:o:uo a que n >s
vdid do eitrangdro e em nada inf< or a
esta, '.-ontinua a s-r vendida pelo preyo fixo
d- 6&000 a barrica.
Aim do deposito geral j indicado, sao
ta-ub ni vendedores della os -senhores :
pr> Santo 6.
Lopes & Araujo38 Rui do Livramen-
to38.
liento de Freitas Quimares &(.',
Rii do Viscondo d-s Ittparica -51, Rocife
Dr- Inopes Pessoa
M:dico e operador
R si leucia -Rui L 38 Io andar.
Consultorio -Ra do Bun Jess n. 37
1* andar.
C usultas Das 12 Li 3 h r.:s da tar-
de.
Chumados A qualquer hora.
I | MEDICO HOVIEOPATHA (I
ijlir. Baiiiiazar da Siiveira m
%jj)eciali dadesfebres, molusria da J
criniicas, dos irgaja rcapiratur.oa e das ', .
enb Tas.
Prcata-se a qualquer chimado para
( ) fon da capital.
w
*VIH!i
j I Todo o chamad >s datven ser diritri- I
f i dos A phar:mica do Dr. Sabino, ra Ua i i
I | rtarao da Victoria n. 43, onde te isdicari f
j ju* real leucia i
George B. Mi
PROFESSOR
Ingle:, Piano, Cnto.
Ra do Progresso n. 23
Somma.
19.807
Frriami-n(i>
Foi fechado houlem o do brigue uorueg'ieus>-
H'irdi, para carreg r aqui, com .leaiiou aj, Eata-
dos Uuid:s, assucar a 20/ e 5 Of .
iaporea dtfxpsteliado
Vapor ingiet Tagua, sahi.lo bontem, loviu para :
Lisbja : 650 saceos cem assucar mas.-avadu,
1.288 couros secco sa'gid.s e 80 fardos de sola.
(Jar.egararo divers>s.
Vapor nacioa.i S. Prancitao, aaS 11 bonf n. I
vou p^ra :
Mac l : 191 fardos de nrqa', lo calzas cooi
saba, 2 sacco com caf, 2 voluntes com ahacaxis,
I caiza com uv-is, 1 dit* sota doce e l dita com
caic>do nacional.
Pene i : 50 fardos de xarque, 2 barrica com
assucar branco, 0 esJzaa C/m sabio e 2 biricai
c.m bolacha.
Carregaturn diveraos.
>a>i Barca nerueguense Union, par Saotos.
ItarCa naciuarl liana Angehna, para o "iio Gran-
de do Sul.
B .rea oacionai M.ir'.nho XI, para Lsboa.
Barca uoruegueiiae Viva, para Estado-Unidoa.
Bneue norueguenae Hardi, para Estados-Unido ..
Log! norueguiise 1. J. Lutz, para os Estados
Uaidos.
Patacj ioglcz Tiber, para os Estado-Unidos
Vapor ingiez Memnon, pura Liverpoj'.
Vaoor ingiez Portueme, para o Para.
Imiu aenearja
Barca uorugueose P. A. Munch, carrao de pe'
dra.
Barca sueca Linda, farinba de trigj.
Barca norueguenae Ib carvo de pedra.
Barca nuruegueose Joa, carvo de pedra.
Barca norueguens- Kronus, madtira de piubo.
Barca iugleza Char.ty, cirvaj de pedra.
Barca portuguesa Arcelt .a, varios gneros.
Barca nacional Cela, gorduras.
Barca allemil Germania, madeira.
Brigue ioglez Ta'bot, bncalho.
Brizne iogieis WUd-Bute, carvo de pedra.
Lg^r ingiez Wanderer, varios gneros.
Lugar ingiez Chief, carvo de pedra.
Lugar ingiez 'Jouuters of Deoon, carvo.
Palhaboto ingiez Matizan-lia, Zirqaj.
Patacho nacional Francolm, xarque.
Vapor ingiez Carbis, vanos genero*.
Vapor iuglez Aut/ior, v..rios genero.
Vap.-r nacional Marinha Visoonde, vario genero.
Paula da Airandeara
aanAHA d 26 de setembbo a 1 de otcbbo
db 1887
Vide o Diario de 25 de Setembro
Memorial
Aos accionista i da Estrada dk Ferbo do Ribbi -
bao ao BoKrro f./i marciJj o prazo de 60 das, a
contar de 4 de Agosto, para realizarem a 7.' en-
trada de 10 0/0 de suas acedes.
Com o d.'tconto de 4 (i/0 e at 30 de Setemb'o
co'. rente, aero suboiituidaa ua Tues^orasia db
Kazenda as notas do v .lor de 2'J pa, 50(X> da 7. e lOJJtti.O da 6.
Imporlaco
Barca portugueza .|rc:'/iU, cheg^da do lim de
Janeiro -a 28 do correte e consgnala a Atntti
Irma a & C, manifestou :
Az ile de palma 7 barris a Moura Bornea it C
Arroz 300 saceos a Fernandes l Irino.
I5itt r 5 caixas a Paiva Vrente Jt C.
Barra vazios 1,261 orleio, 1 gusto da Silva, 500 a Joa da Silva L-yo & F.lbo.
Barricas 300 volnmes a Aujust > O. de Souzi,
250 a Francisca Kibeiro Pinto Ouimares 4t (;.,
200 a Aniceto Augusto da Silva, 500 orJeai. di-
tas vazias 1.000 meias & ordem.
Cognac 5 caixas a Z f rio Martins & C, 20 a
Paiva Vaiente 4 C, 5 a Alberto Rodrigue
B.anco.
('..mecida copsnema 10 caixas i ordem.
(i-irg .loa de barro 50 volumea ordem.
Hesperidina 6 caixas a /termo Martina flt C
Veruriuth 5 caix.s Paiva Vaiente & C
Velas stearin ib 1,200 ciixas a Mata & Bezende.
Vinagre 1 pipa a Kjiriguos L'ma C, I
Soares do Amaral Irmos, 5 a 25 a Alb rto Ri-
drignea Branco, 20 brn a Joaqtiim Ferreira de
Carvalbi & O, 10 a Qoocitves otosa A Fcrund i
5 a A'aujo Caatro & C, 10 a Carlos Alves Bu-
boa i, "0 a Fernanles Irmos, 31.) a Frag U -
ch- je >',.. 30 a I >ii V. Alve Mitheu.
i i>'p.- vO Kurri a Fernanda* da
Catea Jt ..., J .'> .-> ,..r. \ n..,i: I' ni ... 1
e 10 Pereira de Carvaibo C, 1 a 22 a Ai
gusto Figueiredo & C, 16 barris a Lopes Alheiro
* C, 270 a P.iva Vaiente 4 C 10 a Goncaiver-
Roaa ce Fernandea, 25 a Fraga Ro hi & C 4(l x
Joo Peraaadea de Almcid, 15 a Araujo Cas ro
4 C, 30 a Joo V. Al vea Mata-nti 4 C, 20 a Do-
mingos Ferreira d* Silva 4 C.
Vapor nacional Marinho V-ie^nde, eh^gadj da
-ahia a escala, em 29 do uorreot e consigaai) a
Domiug Alves Mith a-, maaifestou :
Algoli 115 seccas a J. H. Boxw.ll. 50 a Nones
Po wee* 4 C
Carocis de algoio 108 volumes a Baltar O
veira t C
Con roa seceos slgalo i 44 ao consignatario.
Louca 2 barricas ordem.
I'el.es d- cibr 16 aaaatradoa a Abe Sr.-in i C,
13 a 11. Nueach 4 C, ditaB aortidaa 1 atairraxto
aos mesm g.
Pisssava 200 moliia a Beiiro iSc Coat
Sola 213 meios aoa inesirl.s.
Brigue iaglea Countneis of evin. c'je;ad > <
Carditf, em ig'ial data o consignado a L'vraiue if
6 C, manifest u :
Carvo de p-dra 358 toiilaJai aas consigna-
tario.
Palbabote ingiez Manzanilla, ebegado do Rio
da Prata, em 29 do correte e consignado a Fran-
cisco Ribjiro flato Ciuiaurea 4 C, maiufe^tni :
Farello 2,(lQ0 sacea.
Y. i -que 871 com 64,300 k'loa ao renaignatario.
Eitori.H'
BMcrra. 28 de setbhbro di 1887
fura o exterior
No vapor ingle Memnon, csrregararn :
Para Liverpool, M. J. da Rocha 500 sacco
com 37,500 kilo de assucar mascavado ; C. P. de
Lemos 4 ),000 kilos de pagos de mamona.
= No vapor ingle Portueme, carregaram :
Para New York, J Pater 4 C. 3,000 aaccoa
com 225,000 kiloa de assucar maacavado.
No vapor ingles Tagua, carregaram :
Para Lisboa, Amorim Irmos & C. 650 saceos
EDITAES
O Dr. Joaquim Corris de O reir An-
drade, juiz de direito de orphos o ua
sentea u'esta comarca do R,;ifd do Per-
uambuco por Sua Magesta lo o Impera-
dor, a quetn Deus guarde etc.
Fac.> saber a quem interessar pa., que tea !o
arrecadado os espolio dos sentencia loa d i pro
sidio de Femando de Noronha, adiaate deelara
ao cha nado os seus legtimos ucee-sores liei -
deirasa se babilila.em a beratiCia, n'eafe juiz),
noa termoa de art. 32 do Reg. n. 433 do 15 de
Junho de 1859 :
Jos Raymni.do de Monden, Jos Vic me da
Silva, Jos Martiuiano da Silva, Jo. Sabino P:
droea de Faria, Jote Gomes de Oliveira, Joa a-
bral da Silva, Jote Lourenco da Silva conbecidu
por Jo, Flor, Juaquim Jos !e Sant'Anna, Joa
quim Ferreira de Barro, Joaquim Caetar.o da Oli
veira, Joaquim Martin Gome, Joaquim Adriano
Pereira, Joaquim Pereira de Moraea, Joaquim Ls-
vino Leal de Barr. a, Jor.quim Leandro do N-sc
m-nto, J.aquim Cem nino da Costa, Jo.qim
Uias dos Sutua, Joo Ferreira Qaiataea, J '-
Luiz do liego e J .o Podro Barbosa.
E para constar maudei passar este edital q'je
seipuolicado pela i.nprena. e afliztl; n i lugr
do co8tume.
Dado e pas-ado nesfa ci.la ie do Beeifa dn l'.'r-
nambueo, xoa 2 de Setembro do anno do N isei
m-'iito de Nosso Keubor Jeaaa Chnsto de 1887
En, Luiz da Veiga Pesa'a, esoriTo pserevi.
Joaquim Corre-a de Olve ra Andrade
O Dr. Joaquim Oorraia do liveira An
ira le, juiz de direitj rio orpbSoa e an
sentes u'esta comarca do Recife de Per-
r.ambuco por Su* MagettaVde o Imp ra-
dor, a qum Deus guardo etc.
Faco saber a quem interssar posea q'ie tenlo
se arrecadado os espolio dos seutencrados do pre-
sidio de Femando de Noronb., adiout- declari-
dos, sao chamados sens legtimos 8uece9sorps a
hi-rdeiros a se b ibi'itarem i heranc-s n'e)tejuiz .
uo termo do art. 32 do Reg. n. 2133 le I
Junho de 1859 :
Man el Ferreira da C s'a. Maoeel loaquim de
Souza, Manoel Pedro da Silva, Martinho da R>-
eba Bastos, Mathias Gomes dos Sa tos, Mareeiti
no F rnundea da Rosa, Miguel Aogelo de Li.'eoa.
Piiulino Jote Bizarra. Pedro Alvrs Texeir ., S
vermo Gome Coutinh), Situruino Bo-l-iguea le
M.ria, Teli'fphoro Francisco G>me.-, Th^n J
Rodrigues, Tbeodoro Candido de A'aujo Burb i-a.
Vital Rodrigues da Costa, Valentn da Silva 8>
mes, Verissimo Jos Joaquim de Sani'Anna, Vi-
ceDte Vicira do Nascimeuto e V.eeute Ferreira
Campos.
E para constar mandei passar este editr.l qu"
ser publicado pela impren-^ e alfixalo ni lagar
do ostume.
Dado e presado nesta tidade do R cife de Per-
nambuco, aus 2 de Setembro do hdg lo Vj-.s-.
ment la N sso Se.hor Jeaua Cbrbto de 18S7.
Eu, Lua da Veiga Pess>, eserivao escrevi.
Joaqum Crrela de Ol.ve'.ra Andraie.
O Dr. Jos Antunio Correia da Silva, oa-
valheiro da Imperial Ordem de Cbriato,
)'iiz de din-ito do civei da comarca e
iiud, por Sua Mgestade o I npo.rador
a quem Deus guarde, eto
Faco eaber a,s que o prea.ute edital viren, qaa
fiudua oa das da lei a pracas nos di.a 6, 13 e 20
do futuro mex do Outubro viudouro, se ha de ar-
rematar por venda a quem mus dar em proc, i
publica deate juico, depois das respectivas u ti a-
ciaa, os bens seguiutes :
Casa terrea stb n. 1, a travrssa de S. Jos de
Agua Fria e Beberibe, solo prnprio, com 2 sata,
2 quartr.s, coziuha, com copiar ao lado desta, teni>
a casa 2 j-tnelas de tieme, entrada lateral, Con
porlo de ferro, frente de p-dra e ca1, c un 22
palnoa de largo e 55 do faadoa, 0118 e repart-
riii-nrns de taipa, er-berta, precisa de rep .roa noa
eaibro e o expiar de urna terca, teado a casa uu
terreno ao Ir.do que lunita-si: c-m a easa n. 2, coin
92 palmos u ao lado do na^cente e dita Cava um
tririBi d i6 (m'moi, raadoa 225, divuraas
Vurra de fructo, eaeimb cnuimuin .- cusa alja-
eantea, avl nJa por SOuaVKX)
Casa terrea eob u. 2 Qa mesma travr.-sa, com '
\.ni olas e 1 pona de frente, 2 salas, 2 qoaii.o-,
cjzmba, tudo tm mo catado, oberta ff ivel,
lente de pedra e ca, eiro-s e repirtimeatoj de
ii ir, ten Jo o oito f*o lado do nasc-n'e cahii" ua
ta da frente, co.n 25 palin a de frente e 55 d
fou los, com terreno ao tundo ua largura da eai
com 4^,750 kilos 'le asauear mascavaJo ; I Car
moro 4 C 85 couros sal^aitos com 2,20 k i e
-i) \ j rin.ei com 7,'.'-'.) k loa de sola.
faro o inr.enor
N* barca uorueguenso Union, carrega-
ram :
Para Santoa, J. S. L >yo e* Filbo 1,000 saceos
com 75,00) kilos d- asu,-ar miscavado.
No vapor uacioual Mrquez de Caxias, tar-
regaraia :
Para Maco, E C Beltro 4 Ir.no 2 barricas
com 105 kilos de ntaucar branco.
= No Vapor uacioual i Franc:seo, earregou :
Para Peoedo, Vicente Coa'a 2 oarricas cem 130
kilos de asquear rebuade.
.Sj biate uaci.nal Doua Anvgoa, carrega-
ram :
I' -ra o S ,tal, E. C. Beltro 4 Irino 10 barri-
cas com 553 k I >s de aaaucar refinado.
IiiiIi-i.- .
bcbbido
Pelo vapor ingle Tagu-, para :
D- M -ntevido:
Amorim Irmos A C. 1.30J
Do Rio de Janeiro :
Joa Candido de Mora-a 210:000/000
Amorim Irmoa 4 C 10:00-1*000
VIeodea Lima O. lU:0.ir,00
Muioel Teixeira 4 t. 2:000u0O
Pelo vapor uacioual Marinho Viteoitdc, paja:
M udes Luna A C. 586*600
axraDiDO
Pelo vpor nacin I S. Francisco, para :
Macei l-:Ov0*-X'O
com 225 palmo de tundo, arvores de fructo, ava
liada em 100*000.
Casa tarrea sob n. 3 da roesma travesea, com
frente de pedra e cal, oitoca a rep&rtimento de
taipa, com 2 salas, 2 quartcs, cocinha e c piar,
necesaitando de alguna reparo, com 2 jauellaa de
frente, entrada lateral, eom 18 palmo de frente e
55 de fundos at o limite do terreno adjacente
mede 400 palmos de trente a limitar-se com urna
roa p.-ojectada e fundos 225 palmos, arvores de
fructo. avahad por 1:0 itOJOOO. pendrados por
. x eu^ao de Joa Mafia Machado Contra a viuvae
berdeiros de Domingoa Jos F< runtides
E nao bavendo kaneedoi qoe cubra o preco da
avaliaco, a arrenoataca se far pcl i preco da
djudicacac, na forma da lei.
E para que chage si conhecimento de todo
mandei paasar o presente edital, que ser publi-
cado pela impreisa e affix ido no lu^ar do eos-:
la ate.
Cidade de Oliada, !0 Je Setembro de 1887.
E eu, Joo Theoioto;rj da Costa Monteiro, ea
crivo, o eserevi.
(Eslava sellado com duas eatampilhas de 200
rie).
Josi Antonio Correia da Silva
O Di. Joaquim Correia de Oli.eir Andra-
de, juiz de orphos d'-ata oidade do R -
cife, capit .1 da provicei.-. de Pernamhut'o,
por S. M. o I. o Sr. D Pedro II, a qaem
Deus guarde, i
Fac i sab r ar s que o presente edita! airen ou
dille liicrea ticia, que a relaoo d a eac
que t* m de ser libertado pela 7a qu ta do fundo
ie eman: paci, aeba-ae afina I i .
fjroM dep ra dejalg' das a re.' .r,
in Iba lir.'n i iieaeotaias a i praao gr.!. bl -
era vas Bal ii > c-ai h m ru livre.
1 Joanna. parda, 27 anuos, caa1a, de D. Cons-
trtntina Fer.eira da Silva, por 40)(J. t m 400* de
peculio.
2 Antonia, pirda, 28 anaia. eaaadi de D Mari
Joa de Jesu Pirette, p n 600.
3 Ernestina, prata, t niiaoa, eaaada, de D. Lu-
riovina Ur-hi C'i.iueiro Campellj, por 675*
4 Beue.ticta, preta, 3 aun >s, eaaada. d? Oj4
Delaaira Candida de .Sant'Anna, p r 0 10*.
5 Aut'.. parda, 48 anuos, canuta, de francisco
Antonio Correia C*rJoao, por 4'iOi
6 Luiza, p i:-l a, 01 HBOOS, casada, do tenenfe-
eoroael Josa Duarte da Aiouquerque Maranho,
oor 600*.
Escracoa caaadoi com -rulher livre.
7 Silvestre, pr-to. 30 aQaoa, casado, do Dr
Fraoeiaeo de Paai* Carraut di ranji, p.:r 500*.
8 Emiliano, pard >, 39 anuos, casado, de 1>.
Fiancisca de Paula C'bra-, por 6 0*.
9 Joo, pr.-to, 31 anuos, casado, de M laocl C ir-
retad Araujo, por 70 lj
10 Tbeodoro, ureto, 3 ..ntios, casado, de Silva
t Alvaro, p..r 8*0*.
11 Franc-iin preto, 32 uno, eaaadj, d.
Bario da Soledade, p.r800*
12 Qun: n.i, parto, 21 anooa, eaaadn !).
Heralo Jara; Cara if ampello, por '.0lS
Conjagn de il 8-mntrt i i ne.
13 Ho.-eulana, piirl ''1 auuoa, casada, de D
Jo qmua EmUIIU 1.. SlIVa V||U{ pul o 10*.
Mala v- oran un tul ei e m :'. b eacr*oaaie
nnr-s de 21 .no .-.
14 R.ta, parda, 37 anuos, aoltnira, do D' Fran-
i Paula C-rrea de Arauj ., por 5 0i, ten
10')* .i- pecolio.
15 Maria, preta, 4: aai*. s 1 cira, d' D.
Mara Militan i M .nieiro, p r 45 I*.
16 Frau--:. preta, .8 ail i-. Bol erra, d.
mesm, p i rio*
17 Van i, preto, 2 aunjs, sr.lteiro, da m ia
por 9"*.
18 A^. .tinto, 20 inooa, pard>, s -t ro, Je U.
Anua Mara da C ne ifi p 1 bOOJ.
Coiijuge con filhos menor, s da 21 nnns.
19 "lar olio ', pirl ,50 auno', eaaad ,de F.-uii
cisco Anl .ni .,. ij i veira, por 400*.
20 Mana, 'n'-braaea, 55 anti e, eaaada, i
l'iim ', p .r 15 >j.
Mais viuv.3 iii atilairaa cm todos oh filhoa
lvr< t.
31 S.oin.i, pt(d*, 31 aun s, solteira, do Di^ A:i-
[oii o Joaqun e Moraes e S Iva, per 610*, teto
;00 lo peeulio.
22 .iebaatrai, preta, 26 anuos, aoltaira, d
Ignacio Alvca Monteiro, por 6'JU*. tem 2 0* -e
peculio.
23 Justiurt, 27 anuos, preta, ajitaira,
Maria Clara Carneiro Macnili Bus, >i
tem 200* de p curio.
24 Luisa, 34 annoa, aoltvira, 1 > Dr. L liz Bala-
zar Moscoso da Veiga I'eaaoa e Mell-, por 6t)()*,
tem 10 i* de p culi .
2b icabel. preta, 40 .un.-, solteira.de D. Maria

18 ditoad.- suino a 700ris 12*601
11 dito Je tresauraa a 600 r 6i6l)0
ll talhoa a 21 20* 000
8 ditos al* 8*00n
A Oveira Castro 4 C.:
4 talbo a 1* 5t*tJw
Gcvtd ter sido arrecadada neati s liva
a quautia do 201*680
liendimeuto do dia 1 a 28 5:689*100
Foi arrecadado liquido at boje 5:890*780
RcaditaeaioM i>ui>lco
aaz db arra^BBo
Alfandeya
Kcnd i'jral
l a 28
iJem e 29
Re ida yrjTiaeial
Da 1 a 28
leu da 29
fl.webfbria grral
->e 1 a 28
l cem de 9
927:358*9'X)
51:025i022
978:383922
0 9691755
4 818*756
------------------ 95:788*511
1,741:172*433
32:772*312
354*107
U'cebedoria p- uaineiai
l 'e 1 a 28
i o o- ta
HecU* Drminrut*
: i 28
I |a .- i >
18:078;696
812*425
46:198354
I:ti58339
33:126*519
18:897^121
47:256699
Mercada Hnnlrlpal de dlua
bro fci o aeguiute :
inrarain :
14 1/2 bois pesando 6,536 kilos, sendo de Oveira
Castro, 29 1/2 dos de 1* qualiaade e 15
ditos particularea.
209 kilos de peixe a 20 ris 418o
90 cargas de fariuha a 200 rii 18*000
6 ditaa de fructaa diveraaa a
W(i r. 7*800
9 taboleima a 200 ria 1*800
10 Sumos a 200 ria 2*000
Fnaaa oceupados :
i coiumnaa a 600 ria 14*400
21 compartimentos de farinba a
500 ria. 10*500
22 di toa de comida a 500 ria 11*000
49 ditos de legumes a 400 ria 19*600
28 ditos de faaendaa a 400 ris 11*200
freooa do dia :
Carne verde de 24 ) a 400 ris o kilo.
Cancn de 720 a 80o ris deui.
Sainos de 560 a 640 rola idt.
t'anuba de .'40 a 3JO ris a cola
Miltio Oo 20 i a 320 rGi ideiu
Feijo de 640 a 1*0 <' dem.
Maiaimr 1'UXtlC )
Foram aoatidaa ot xlatadouro da Caba.i^a 95
rezo para a consumo do dia -1 de Setembro.
Sendo : 68 reze perteacente a Oiiveira Caatr ,
c C, 27 a diverso.
EmbarcacAe aurtaa no porto "
''J de eiembro
MACIOHAE3
Ceciliaconaig. Pertira Carneiro j C.
Gamilloio Viacondo Itaqui do Norte.
Francoln! Amorim Irmos 4 C-
Jaguanoe Compiuhia Peruambucana.
Lamego(canboneira de guerra).
vlar nli i XIcousig. Jos da S. L >yj Se Filhi
Maria Augeliua L yo 4 Fiho.
Mrquez de C ixiasa Domingo Al vea Matheu^
LMariuho Visconde Domingos Alves Matheus.
* S. Francisco Companhia Peruamtucaoa.
ESTBANOElBiS
Antelopecoosig. t. Perman.
Authori J.hnston Pater 4 C.
Arcelina Amorim Irmos 4 C
Caridadi ordem.
Chanly Henry Forater & C.
Carbis Bay YVilsou Sons 4 C.
Cbristiua H. Luudgriu & C.
C'runtcsa of Devoni Livramento & C.
Darpa ordem.
Germania Boratelman & '".
Hardi Wilson Sona ot C.
Hjsten ordem.
Ibis Wilaon Sona & C.
Josva ordem.
Jorgen J. I.ota ordem.
Justino H. Ingesoll Hrrman Luudgriu 4 C.
Kronos- Hermn Lundgrin 4 C.
Kaffir Chief Compaobia do Beberibe.
Linda4 Henry Forater 4 C.
Maiy Aun Bsltar Oliveira 4 C.
Memnona Saunders Brothers 4 C.
Manzanillai Francisco R- P. Guimaraea.
Nina ordem.
New-Domioiu4 ord^m.
P. A Munch Henry Forater i C.
Portuense4 Johnstou Patr 4 C
Palios4 Johnstou Pater it C.
liusoer4 Wnson Sons & C.
St. Joseph4 Nicmeyer Cahu & C.
Tibera Sannders Brothers 4 C.
Talbot4 Johnstou Pater -fe C.
Tagua4 Amorim Ir naos 4 C.
Tabor4 Hermann Luudgrin 4 C.
Union4 H. Lundgrin 4 C.
Vibilia4 Hermau Lundgrin.
Viva4 Wilaoa Soos 4 C.
Wanderer4 Fonseca Irmos S*. C.
Wild Kose4 Wilson Sons 4 C.
O signal indica ter a embarcaco sabido.
vaporea 6 entrar
DOS POBT08 DO SOL
Santoaa 3 de Outubro.
ViUe de Babiaa 4.
toahya 4.
Par4a 7.
John Eidera 10.
Tamar-a 14.
Magdalena de Av. llar, por 450*. tem 100* de pe-
culio.
26 Joanna, parda, 24 anno, olteir, de Anto-
nio Jo; Duarte, por 675*, tem 100 de pecolio.
27 Sil ver i, parla, 31 anno, aolteira, de D.
Maria Galaina da Silva Braga, por 600*, tem
100* lo peculio.
28 Leopoldina, preta, 35 anno, solteira, de D.
Francisca L p dina da Rocha, por 600*, tem
50* de pecuiio.
z'j Vieeaera, preta, 37 anana, solteira, de Jo
de Soasa tfnaea 15r^a, por 6oo*.
5rl Au.ua' i, pard^, 38 aunoa, viuva, do Bario
de Muribeca. por 600*.
31 gueda, preta, 7 ann s, solteira, de Jesnino
da Co ta a'Albuquerque Melle, por 675*.
32 Delmira, parda, 37 ancoa, solteira, do mea-
mo, par 6l0*.
33 Antonia, preta, 49 annos, solteirs.de I). Isa-
bel Emilia o"Oliveira Feneira, por 450*.
Escravas si I 'e i ras o sem filhos.
34 Antonia, parda, 21 anuos, solteira. de Ma-
n el joaquim Alves dos S tutos, por 675*. tem
275* de pecul o.
35 Qeralda, preta. '8 aunes, solte;ra, d D. Ma-
na Ciara C^roeir.' \..eii^do Rio, por 675*, tem
200* d, peculio.
86 Oaminda, paria, 22 an oa, solteira, de D.
tnoaona de M< n i ., i Abr u e Lime, por 600*,
tea 160* o peculio.
37 Silvpria, preta, 23 anana, aolteita, de D. Jo-
aepbiua Tuemudo Lessa, per 675*, Um 13J* de
peeulio.
38 Justa, parda, 39 anut, solteira, de Itrnacio
Ferreira Tbemodo L sea, J.r 600#, ttm 130* do
peculio.
39 Felippa, pret, v.'i muSp. m Itfira, de D. afa-
i i Eufrasia d-' Azevedi \ I por 4i'0j. ; m
10 l da peculio.
40 Fmaeisea. parda, -'i ano >. da D.
Auna A Lina Vi lia, p o" < 100* de pe-
culio.
4t Mari, parda, 30 annos, solteia de Manoel
Jos la Silva Oveira, por 60 *, tem 1(1!.* d pe-
culi".
4 Quitara, pnta, 35 annoa, aolteira, 1- O. Ma-
na Le- p.idina Ferreira Leite, pac 6oo*, tem
100* d-^euirio.
43 Geotrudea, pa'da. 27 asmee, solteira, de D.
Mara Coelba da Silva, por 675*, tem 100* de pe-
culio.
41 Sabino, pard", 17 annos, aolleiro, d -p lio
de Kr.iticisco Vicente dos Santos, p^r 80"*, tem
10 le peculio ,
4) Lu-a, parda, 40 annos, so!t-:ira. do bi'ibj
p.r 4r.O, te: 50* 'e peculio.
46 Mana, preta. 45 annes, iclteira, de I). Mria ~;
Coeiho da Silva, por 450*, tem .r.0 Ote peculio. af
47 .1 nina, parda, 2"> ann-s, aolteira, d D. ba-
bel Em I" dt F.rreira, p ir 4."0-
48 H la, 21 anua, aolteira, de Jala
Goncnlve Tae, p 500*
49 Lnisa, parda, 17 aonos, aolteira, de D. Au-
na Marqaea Avila, por 60''*
50 Gii'ilieni'ii.-a. j.arda. 19 annos, eolteira, ''e
Joa ila Silva L y'. cor 60o*.
51 Mara, par i >. '2 aun t, s I te ra. 'e D. Ma-
na das NeVi I re \1 .mola Jiiverra, pi i IJOO*
52 Viceucia, preta, 24 aanoa, a Iteira, da J ai
J-t da Siiva, por li
>3 Felismina, nar.ia. 26 ame s, Iteira, do m-
eharel Juvealiao le Miranda Cabral de \'i'. t
t, por 6'0i
51 Qiiueri, preta, 20 anno. silteira, de Ma-
.. el Curre-a de Arauj p'r 675*.
55 A'-lianasi, pnta, 22 auuo3, sclteira, Jo
uvamo.
56 G-o.nueva, preta. 35 annns, solteira, dj '' a-
noel Correia de Araujo, por 600*.
5i Aut nia, preta, 43 auuob, aolteira, de Fian-
cisco Jote da Costa e Silva, p.r 300*.
58 Romana, preta, 45 annoa, solteira, de i), ate
lia das Nevea de Miranda Oveira, por 400*.
59 C-ci'ia, preta, 45 anuos, s
Jos da Silva, por 400-5.
60 Faust'na, p.-efa, 51 annos, roltnra, de Ma-
ria de Alc.in'aia Je Azevedo Mello, por 300*.
61 Agiida pardo, 20 annos, solteira, da mea-
toa, por 675*
E para que chegue ao coabecimeato de todo
ui'.ndci passar o presente, que ser4 publicado ptla
imyrensa.
Dado e passado nsta cidade do Reeife C:pital
da provincia de P. rnimbuco, aos 26 de Setembro
de 1887.
Subscrevo e assigno. Eu, escrivao interino,
Tbomaz Ferreira Maciel Pinbeiro.
Joaquim Correia de Oveira Andrade.
Espirito Santop 17.
C ngo a 19.
Alli-nC'a 22.
Mnrauhaoa ^6.
Neva- a 29.
DOS P0BTOS DO NOBTB
Mauos4 3 de Outubro.
Pernambucoa 13.
Cumulo a 23.
OA RROPA
Nigera 4 de Oatubro.
Trenta 10.
La Plataa 24.
DO RATBE
Vil le de Santosa 5 de Outubro.
DB NEW T0BK
Alliancaa 2 de Outubro.
Advancea 25.
Vaporea aahir
Mrquez de Caxias li j \ s 4 boras da tar-
de, para Maco e escala.
Portuense h je, s 2 horas da tarde, para
New-York com escala por Cear4.
\nilii A entrar
Andrea-le Cardiff.
Aanaido Rio de Janeiro.
Bine Birdde Oarien.
Concordiade New Castle.
Catheriuede Carditf.
Catode Cardiff
Fannyde Liverpool.
Loyodo Rio Grande do Sul.
Manedo Rio de Janeiro.
Marietta do Rio Grande di Sul.
Marinho I -do Rio Grande do Sul.
Mariodo Rio Grande do Sul.
Mette Kathrinedo Rio Grande do Sal.
Presidentedo Rio de Janeiro.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Rose ot D*vonde Cardiff.
St-llle Liverpool
Teixeiriobado Rio Grande do Sul.
Temerariodo Porto.
Taborda-do Rio Grarde do Sul.
Voyager de Cardifi.
Hiitlmeiiln do potto
Navios entrados no dia 29
Buenos-Ayres c escala11 1/2 das, vpor ieglex
Tagua, de 1,962 toneladas, commandante W.
Giles, equipagem 108, carga varios gneros :
a Amorim Irmos 4 C-
Niw Castle50 dias, lugar ingles Conntesa ot
Devon,* de 233 toneladas, capito W. Jtwill,
equipagem 8, carga carvo de pedra; a Livra-
mento < C
Rio de Jaueiro11 dias, patacho ingles Saint
Joseph, de 233 toneladas, capito A. Linge-
lier, equipagem 8, em lastro; a Niemyer Cban
4 C.
La Plata Repub'ie-i Argentina)19 dias, !;ar
noruegueuse Tabot, da 295 toneladas capito
S. Ovie, equipagem 8, em lastro; a H. Luni-
gren I C
Mmtevidj28 dias, palbab te iuglez Manza-
nilla, de 173 to jetadas, capito S. M. Sm.'h,
equipagem 7, car^a xarqu-, ; a Francisco Rrbei-
ro Piutu Guimares.
Babia e escala11 1/2 dias, vapor nacional Ma-
rinho Visconde. de 500 tonela iaa, comman-
dan'e Mauoel Viegaa Pireira Jnior, equipa-
gem 25, carga varios gneros; a Domingas Al-
ves Matheus.
Sahidos no mesmo dia
Southampton e escalaVapor ingles Tagua
commandante W. Giliies; carga varioe geoe-
ros.
Baha e escalaVapcr nacional S. Franciaco,
commandante Joaquim da Silva Pereira ; carga
varios gneros.
Rio-Grande do NorteHiate nacional Correia
do Natal, meatre Joao Quedes de Monra; car-
ga vario gneros. .
ParahybaLugar inglea May Aune, capito J.
Godrrei; em lastro.
t
t
\
QHDHZJ
iiIlO


Diario de PeroaiubucfiSexta--.eir 30 de Setembro de 1887
/
>

DECLARA:
Abandono de cadeira
1) ordem do Sr. Dr. inspector geral, faco scien-
to M Sr. Dr. Podro da Cuub Sou'.o Maior, para
ana dentro do prazo deque trata o art. 174 1
deReg-, de 6 d.- Pever.-irude 1885, e a contar do
mo quinta da da publieacio deste edial, na
r un* do 2o o sitado artigo e regulainenfo, tea-
ji m ia aouicio abaix i transcripto, que Ibe foi eo
j p la reg i r i r rio do Gy nnasio Peroam-
iM :
. 'iymnrio Pen.ambucano em 9 d" Setembro
[887 I.lm. Sr. Conmumei a V. S como
10 o professor da c..d< ira de liogua
i Cunha S-iuto
a ter partiaipa al ruma .atteu-
V 1 I -:\ 'i > 'i s'Ja c'-"
, desde o dia 'i .1-' Agwt.i prximo ti I-., data
I rmina ara a* 'i:"s 1..-- >; l* qu-i Ihe. fj-
y, las por portaras da p-eaidenen da
pruviucia de 16 e !' v-iein e 11 de Halo do
ton 'jl" '''-' '
in-iiO'>n rio profesor inorreu na pena d. 3
I lo art. 169 do regalaaseoto dd 6 de K.-
>u 1885.
. Deat raarde V. S III n.Sr. Dr. Joao Bar-
| h aito digno napea! r
icoJ-i pablioa.Serviada oe ttgn
u '. Q : te!I*.
, .tarn d instraecio publle de Per '.ara-
ku l mbro de 1887
eretario,
Pergeatia Saraiva de A. Galvo.
Companhia do Bebe-
ribe
B :i i publico d i|H'- n NOMI pro
r Casar o foroeein
u'.i." a s caaaa pelo oovu sy^tc-m-, ua segunda
../*; eutra Mootiro Paroameiriax, As aati
MspaahU at a
car* o aylreesetro.
qoe qizcrei.i aj oua
i irigir a- -; i P,ri'
i eo&ttat >.
aova regolam'oto da peanas
.-,.:.; e 8 ti ;ubro de 1887.
Ceci iano Manaeda Alvos Frrcra
D r- I r aerante.
Capia U mm .Hlffl INTaRNAGONA
mpanhia peruambucaua
A cimpanhia pernsrr.biic.ina d' navigieo co -
t ir* por vapor proced r to aortaio para rergatv
. NJ3 'tus saas "Siriu-co s garaotidaa, i
.-- r torio, ui da 80 .1. e-rrev- I* 13 nor.-.s (
.| ie fita aeienta ho< nter*aaadoa.
. 26 de S. ien.nro de 1867,_____________
\J>rlca de Flaca e Tccldos de
l*cra;uab 'co
_\ abe prop iota p ira o foraaeimea.
200 mh-iroa de t j I M u'.lv. naria gro.-tu
:.! p.! gadas da aocaprido, 6 i- largo e 3 de
ira: u-ecarregado uu paita 4a Fabrica dr
: i da Turre.
A prr.poataa aerOBl a-r fechada e dirigidas a
a lila do B -.o I<-->15 n. 3, ar o da 3 do c-rreote
' e otoVoa d-i r?r Ur. laapeatur fioo publico
o > da 13 de Ontab'O proxaio ira a praca pe-
a Junta dubre Tr.esouro a eobraDCA do diat-
I vhccuid, cavallar e niuar nos muuieipios de
las e Boaito, durante o triennio de Ju!ho
de 1887 a Juobo de 18S-0 aervndo rte base a
rea a anaaai de 590"<0. alm de 6 (. do ira-
ddieioDal s bre esta qumtia.
V- ei oenrraatea dvverio bab liiar se peracte a
I rula Juina na forma r^ gu!ainutr.
ana do Thes uro l'r vineial de Pernain-
, eo. 13 de S- truibr.- 'if 1887.
hintlolpho Campdlo
!) sendas (le Olioda
lliimrn
m m m C -O a
2 < <: *S l
a v
r O c X 1 -
^ aaMaia ^ ^^ ~ ^
S.35 6.45 6.45 7.05 I
7.'5 7.45 7.45 8.05 2
.25 8 45' 8.45 9.05 2
y.45 9 45 10.05 2
1(1 25 10.45, 10.45 ll.o 1
W.25I 12.45, 12.45 1.05 1
20! 2.40 2.40 3.0 2
: 20 3.40 3.40 4.00 3
| 20 4.40 4.40 5.00 i
5.20 5.40! 5.40 6.00 2
6 2 > 6.4')| 6.40 7.00 2
7 40 8.00, 8 00 8.20 1
8 40 9-0J- 90T 9 U 1
9.4 10.00' 10.00 1 i 10.2:) 1 1
*recos
fe i Olvida e vice vrr>a aelwhre
nd......... 300rs.
i ..:.'.. e at 12 anuos inc!u!T- obnd. 200 ra
Por d.-liberav&o da directora sao chamados os
- ,. nceiaietaa deeta emprexa, para no praso de
iae a contar de 4 do orrente mea, realiaarem
" e'itrada de 10 % di- anas aogoee n0B termos
i inieo ii' art. 4o Jos estatutos.
fe, 3 de Agosto de 1887.
Jos Bellarmin- P.'reira de M.llo,
Director secretaria.
.
Estrada de ferro de Ri-
beiro ao Bonito
>':"o sabr sos senliores accionistas dcsta em
i, que apenas r-alisarain a quartu entrud.i de
0 ita suis accoes, constantes das cautcllas
10, II, 29, 87, 109, 111 e 131. qu* em face
di ii diapo-; o n. 1 do ar:. 9 dos estatoto-", Ba_-
oareado o praao de SO dias, a contar de 15
itate ir)--, para realisarem a quinta ntrala c m
- d,. 20 0A).
i) uceiooiata, que nao realis^r suas eutradaa na
. tterotiasaa, perder em beneficio d-i em-
ves s entradas queja tenha feto.
taifa), 10 de Setembro de 1887.
Jos Bellarmini ereira de M. lio
Dircjtor seerotario.
TSiesouraria de Fa-
zenda
Pagamento de costuras
J..' o.dem do lllm. Sr. inspector, faco publico
qo" no dia 2 do prximo mex de Outobro (segon-
ra), s 11 horas da manh-i, aerao pagaa no
Araeital de Querr aa pecas costuradas para o
na, doiante a primeira quinzena do mea de
i HiaOro ex airante.
nrarn de Fazenda de Pernambuco, 29 de
,.:ioro de 1837.O secretaria,
Luiz Emygdio P. da Cmara.
ntti \\s>\i>i:
ajaj
VoaaS Seobora do Ion Parto, erecta
un tarreja de S. doa de Blata-mar
,> rdem da mesa regedora aSo convidados os
>rn que ae acbam no goao dos aeua direitoa,
.,recerem em nosso consistorio no dia 2 de
atobro a 9 horaa da manha, afim de proeeder-
elo dua oo?oa funccionarioa que teem de
administrar o anno compromiaaal de 1887 a 1888,
assim como manda o artigo 48 do capitulo 11 do
nosao compromiaeo.
Consistorio da irmandade de N. S. do Bom Par-
t, 29 de Setembro de 1887.
Bernardo Lniz Ferreira
Secretario interino.
I2*(a oin]>:inhi compra terre
nos. preferindo os situados no
0 -irro d* B.a Vista,# agdale
na, Fernandes Vicira, tfl.o-..
ra do Principe, taminho .\
vo. Hondero. Hiachuelo, Ca-
piinga e Manguinho.
Que ni os cver para vender,
queira apresen.ar suas propos-
la* no escriptorlo da inesiua
compaiihla *ilo ao largo de Pe-
dro II autigo do t'ollegio n. 99
t' andar.
Bedfe, 22 le Setembro de 1887.
Ricardo Me'iezts, s"rent
Sania casa da misericordia do
leeife
Per le I lina, jauta adaaioiatrotiva daata
sanra cas., peas 3 ho-aa da tarde do dia 4 de
Ou'iibro prximo, ser arraadado por temp>de
um i Irea aunis, a quera m lh ires v.n'ae ni oft-
o predio de no andtr a l 1 ador.
Secretaria da aaata casi de m'serieorlia da
R<-c:' '> da 1887,
O eaai iaao i- lariao,
Fraaeiaco Gomes Caatellao.
Clurio da irneraiel Irtn.inda-
mntriz d< Corp ani, IC d- *e
leiabni ue IN1I.
MESA OERAL
D^ orJ m do iraaau jui, nonfido a I doa oa
nosios irm.o. liara ompar^CtTem no aoaaiatOrio
atima no di 30 af O h r:.s afir de proi-cder-ae
i fose i n iri ib <1 adoaiai
raaaadade ni aoai i 1881 a 1888.
O eaetiva,
a^ A'i ilpa i C Iba Piabeiro._____
GOlPANailDB EDIFGAClO
0 escriptoria d'esta
e siipanliia aeha- se
tiisiceioiand o lar^o
de Pedro II, n. 77, !.
anda..
Imcumbe-se median-
te contrato < a paga-
mento em prestavoes,
de construefoes e re-
coostruc^oes e pre-
d os, cujos projectos c
ornamentos sejam ou
n i o confeccionados
pela companhia.
No cscriptorio se cn-
contraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquary, tcnd<> sem-
pre venda: tijoIi.s
massi?os de alvenaria,
ditos para ladrilhos,
diversos formatos, te-
Ihas romanas, francs
zas, decapte comen
caixe, de crista; cano-
e curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fun-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas c en-
comendas, no cscripto-
rio central_________
Companhia de Edifl-
cago
Communiro aoa -"rs accionistas que pord^li-
beraco da direeti ra foi rrsolvido o recolhimento
da ci'rava prestaco na raaio de 10 por cmto aob
valor das tespHetivas accoes, o qual deber rea-
!isar-se at o diiy'.' de ^etembro prximo futuro.
Recite, 29 de Agosto de 1887.
Ricardo Menezer,
Gr n-e.
DO
BRASIL
Capital J 0,000:000,
dem retHsa !o IO,000:00
Acaixa ti'i! d'ea a > .u.: i aoeciouaodj teiu
p ,r..nam"!.te 4 ra* da Coa.OMruio B. 38, saca, i
riata oa o praao, contra oa aacoiotea cjrre.-|jjn
dentea no eatrang ir :
fndrea......... a/S. M. Kotbaabil Ik Sjbo.
340/
i.i-
Paris..........
Hamborgo.......>
ierlim..........(
Praakfurt s/ Mt.u'
Antuerpia.......
liorna...........
. -1 .......
i a.........
e. maia
lia......
i........
Exarca lona......
Oadia...........1
........I
......'
I .- da Hes i
puntiji o ilhas i
Canarias......|
........ \
o ci-T
dades de Por i
. i- ilaaa. .. '
BuiMioa-Ayrcs... .)
Hi Dti video.....
So va Y.rk.....
Do Ruthschild t'rr o
Deutsche ft.mk.
I : l'Aai
Baui Genrale c
eiaa
de
a,.>:iu,v| e suao agen-
cia..
nico Ji' PurtUga
awa agencias.
Engliah 15-ink of the li
ver Pate, Limited.
G. Amsirk & C.
Compra taque obn* qualqucr pra^a do impe
rio e d> eatran,ger i.,
Baeebe i coa eoata correte de movi-
oipnto em faroeraaiaaaO de % ao anuo e por le-
:as a praao a uioj eonveiicionadoa.
gerente,
William M Weh,ter
Obras Publicas
De ordem do Ilim. Sr. engenbeiro direc'or geral
das obras publicas e de couformidade conj a au-
iorisncao de S. Ex?, o Sr. presidente da provin-
cia de 12 de Agosto do c Trente anso, faco pu-
blico qe i.o dia !5 de Outubrn prximo, ao meio
aia, na menina rcparltfao, recebe se proposta.
para a <.bra doa reparos piaaiaM no acud- publi-
co da comarca de Piona, ore.don em 3:781 200.
(! ore.*m-'uto e '.lau>uli.s esp^ciaes d.. contrato
aeham-s nesta secretaria para aerem examinados
i .r ...iu I les que pu-teiid.'rein arrematar a meema
ebra, de are >r.1o om o qie disj.o- os arta. 70
73. 89 e 0, 92, 97 101, 106, 115 e 116 do reg-
Mr., un de. 20 da Jaaho do enrenle uno.
S-.,ct,ria 1a repartida i das obras publicas de
Pernambuco, tm 23 d>- Ag .sto de 1887.
O cog nhejro secretario,
Joaquim Gimes de Oliveira e Silva.
Permuta
0 Cr. Dr. iaapeat r urral da ioatroceto publica
manda faz-r c nittar s professora^ publicas An-
ua Cesar de A u-ida Pessoa e Camilla do Carmo
Torres, esta da cadeira da Imbiribeira, e aquella
da de Nazareth do C*b que Ibes fien marcado o
pro de 3'Jd'a9, a coutar da data de eua remo-
cao, afim de assuoiirom o exereicio de suas ca-
deirs,
Secretaria da InstruccSo Publica de Pernambu-
co, 23 de Setembro de 1887.
O secretario
Pergentino S. da Aranj Galvo.
Manta Casa de Misericordia do
Rccife
Sa secretaria da Santa Casa arrenda-se oa se-
guintes predios :
Ru d Boui J-sus n. 13, andar.
dem idrtn n. 44, 1- an lar a luja.
Mein do V'igirio Tbenono n- 22, 1" andar.
1 I- ni ni m ii. ->. sobrado.
dem do Mrquez ele Olinda n. 53, 3- andar.
I.le.r do Apollo n. 24. 1- ailar.
I le o da Muda n 4'.
1 .em idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingoeta n. 14, 1' andar.
Becv/i do Abreu n. 2, 2" andar.
Secretaria da Santa Casa de Miaercordia do
Recite, 25 de Maio de 1887.
O eacrivao intSrino,
Club Conservador Acadmico
De ord. m do Sr. prtsideute, convido os seobo-
r-g socios a comparecerem a sessao ordinaria d ote
elub, que teri lucar >,s II horas do dia 2 de Ou-
tubra. Recif-, 30 de Setembro de 1887.
O 1 secretario,
II in-ro de S. Mendos.
Club Internacional de
Regatas
Oa Srs. sceio3 queirsm procurar oa seas ingrs-
eos para a regata do 2 de Outubro. na sdc do
C'ub, das 7 s 9 horas da uoite, at o dia 1 do
mea prnxirro vindouro.
Secretaria do Club Interoacional de Regatua
27 de Setimbrode 1887.
Alfredo B R. Borger,
2 secretario.
4. E. C. P.
iirluio doa enaprevadiia no com
ierclo dePernambnco
HaTUICULAa
Communico aoa senhorea soaios qoe aeh.ui-se
abenas at o da 30 da correte, as mznenlas iaa
aulas d portugaez, rane' z, inglez, anthmetica e
escripturacao mercant-l.
Secretaria da A-anciacao doa Empregades to
Coromercio de Pcroatabaeo, 20 de Setembro de
1887.O 1- secretario,
Ildtfjnao de Frcitas Pinbeiro.
Irmandade do Senlorr B un deaa
coa mielo* can Joae de Rlba-
Vur
De orden? da mesa regedora convid > a lodos oa
noasos caros irmaos que estiverem no goso de aei a
direitoa a comparec rem em o noaso consistor o
domingo ? de Uutubro prximo futoro, pelaalO
horas da manha, para reunidos em numero legtl
de mesa geral, proceder-se a eleico dos novis
foiiccionanos que tem de rtger a nossa irmaodt.-
de no auno compromissal de 1887 a 1888, e tratar-
se de outroe aasuuiptoa.
Consistorio em aaaa, 29 de Setembro de 1887.
O eacrivao,
Miguel doa Santos Costa Jnior.
Expedido de malas terrestres
O administrador faz puoco que do 1 de Ou-
tubro pjr diantp, a expedicao de malas postaes
para a cidade de Garanhun-i ser teita dianamen-
t. pelo prolougamento da estrada de ferro da Re
eiM ao S Fraucisco, pndendo a orrespondencia
tac posta n sta administraba" at 4 horas la tar-
de, ou na ageueia de Cinco Ponas at 8 horas da
manh do di. da partida do trena.
Correio de Peiiiambaco, era 23 de Setembro d?
IS87.Affmaodo R-go Barros.
rj Pela Fecntaria da Cnmara Municipal da ci-
dad" d> Recite, se tai publico q ie por nao ter
havido essa i h.je, foram tmnsteridas para ama-
uha ao meio dia as arrematacoi-s ja annunciadas.
Secretaria da Cmara Municipal do Recife, 29
d Setembro de 1887. 0 aecretario,
J mili'.o J. Ferreira Rieha.
Fabrica de Fincan e Tecdos de
Pernambuco
A directora rec-be prnpn*taa para fornecimento
ile ca' pr,'ta e areia desc rregada no p.rto da Fa-
brica da Torre.
As propo-tas devem 8T fechadas e dirigidas a
ra do Bom Jess n. 3 at o dia 30 do correte mez.
.**________________
AmiIMS
Constancia Haitiana de taavesa
cao a Vapor
PORTOS DO SUL
Macci, Villa Nova, Petiedo, Aracaj.
Estancia e Bahia
0 VAPOR
Marinho Visconde
Couimandante Pereira
Segu impreterivel-
cente para os porte
cima no dia 3 di Oa-
tubrs, as 4 horas de
tarde. Recebe cargi.
nicamente at ao 1|2
dia do dia 3.
Para caiga, paaaagens.encominendaa e dinheiro
a rete. tracta-se na agencia
PORTOS DO NORTE
M;ico, Mossor c Aracaly
0 nw Marpz o Caifas
Cammandante J. J. Codho
Este vapor aabi
r para oa portes
cima iodicados,
no dia 30 do cor-
'nte, a 4 horas
i* tai de.
Recebe cart;a nicamente at ao meio dia do
referido dia 30.
Para carga, paaaagens, encommendas e dinbei
ro a frete, trata-se Da
AGENCIA
7Hua do Vigario7
Domingos Alves latheus
PaciOc Mm IMavigaUoo oaipany
STRAIT8 OP MAGELLAN LINE
Paquete John Eider
Espera-ae doa portoa do
aul at o dia 10 de Ou-
tubro seguindo para
a Europa depoie da
demora rio costume.
Este paquete e os que dora
em diante segu rem tocarao em
Plymouth, o qoe facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, p;is sagena, encommendas e din-
'.eiro a frea tracta ae com oa
AGENTES
WiUon Hnua A C. Limited
W. U RA DO COMMERCIO -N 1
(lH.4Rr.Elilrr HIJIIS 4
ompanhla Franceza de Mav?-
cao a Vapor
Linha quinzenal ^ntr6 o 'vre, Lis
boa. Pernambuco, Bahia, Rio do Janeiro e
Santos
0 vapor Ville de Bahia
G.ouinan l.inti- Sebir l
Eape.ra-ae dos Dortos do
sul at o dia 3 de Outubro
aeguindo depois da indis
pextaavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodoa e ptimo pasaa-
dio.
As pasf agena podero aer tomaaa de trateman.
Recebe carga encommendas e paesageiroa para
os quaes tem excellentes accommodacoe8.
Para carga, pasaagens, encommendas dinheiro
a fr. t: trata-ae c.m o
0 nw VUIe Je Sais
Com mandante Henry
L' esperado da Europa
at odia 5de Outubro, se-
guindo depois da ^ndiepen
btivi-i demora para a Btt-
bla. Rio ? Janeiro
e Kan toa.
Roga-se aoa Sra. importadore8 de carga j> "lot
vapores desta linha.queir&m apreecntar dentro de b
das a contar do da dcacurga das alvareng .1-
quer reclamacae concei note a volumes, que po-
ventua tenham seguido paruoaportos do sul.aiin
de ae poderein iar i tempo aa providencias n'-ees-
sariaa.
Expirado o referido Tirase a cocopantiif.oa n M
responiaiiilisa por ertravioa.
Paru earga, j.ai sagens, encommendas e dinb< irc
a frete : trata ae com o
AGENTE
Augusto Labilie
9 RA DO COMMERCIO 9
Le
De 50 reamas de papel para saceos
A' 11 horas
No armazetn da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
?03. INTERVENgO DO AGENTE
Gusmo
Lcilo
Do urna vacia tourina
ftexta feira 30 de Netembro
Ao meio dia
Agente Pinto
Km frenti: ao armazem da ra do Mrquez
___________ de Olioda n. 52
Leilo
De 46 sa-cos com arroz, descarriado de
bordo do navio Wandtrer com toqu de
avari i, c existente no armazera do Sr.
Jos Luiz, junto a guarda-mora da Al-
fandega.
Sexta felra, 3*> do corrente
A's 11 horas em ponto
Agente Pinto
No referido arroazem
leilao
DampfschilMrts-GeselIschan
0 vapor Santas
E' esperado dos po -
tos d > sul at o dia 3
de Outubro e saguir
l pois da demora ne
e<: Baria para
Lisboa e Hamburgo
Para passageirns. etc.. trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstehnann & C.
RA DO COMMERCIO N. 5
/ andar
t OtlI'IVIHi; KH HRNK.4UK-
KIISW M4iTIH?"i
. LINHA MENSAL
0 paquete Niger
Commandante Banle
Espera-ae da Eu
ropa at o dia 4 de
Outubro, aeguin-
do depois da de
mera do costumt
para Buenos-Ay-
rea, tocando na
Habla. Rio de Janeiro e Uate
video
Lemhra-se ao3 aenhores passageiroa de toda:
as classea que ha lugares reaervados para est*
igencia, que podem tomar em qualqner tempo.
Previne-ae aos aenhores recebedorea de merca-
dorias que s se attender a reclam aces por fal-
tas noa volumes que forem reconhecidas na occa
siao da descarga,
Para carga, passagens, encommendas < dinh?ir
a frete : 'racU-se com o
AGENTE
4uguste Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
UniiCfSlates A Brasil |. 8.8. C
Bom iiroo de capital
Sexta-tura 30 do coi rente
A' 11 horas
Ra d.i Imperador n. 22
O agente Stepple e-mpeteutem- nfe autoriaado
levar a leilao os se. uintrs predios :
Um e brad-i de 3 andares n 3 ra de Mar-
cilio Di..-.
Dito dito de 3 ditos n. 5 dita
Dito dito de 3 ditos o 7 dita. Estes 2 ltimos
teem a entrada pela iuh da Penha.
Um dito.de 3 sudares a ra do Bom-Jesus n.
15.
Um dito de 1 dito e e>tao ra du Tuylf n. 5.
Um dito de 2 ditos ra de Mariz Barros n. 9.
Urna eaea terrea de pe ira e cal n. 13 defronte
da estaco da Varen, com 3 talas, 5 quartoa, ga- I
bnete, cosinba lora, bni.li oro, cacimba, murada I
ejeom portao de ferro ao Indo a grande sitio com
diversos arvoredoa.
Um bom terreno arborisado ra da Rebtaura- .
cao em Beberibe de Baixo com 50 palmos de fren- '
te e 470 <^e fundo.
Desde j podem examinar e para qualquer in- |
formacao o menino ageute dai.
urna dita na meamB rna n. 25 e entra dita na tra-
vesea de S. Miguel n. 25, um terreno 4 roa de 8.
Miguel, occopado por Jas Ferreira Campos, um
dito na mosma ra p r Mara Ignacia da Pa, om
dito dito pelo Baro de Senohem, om dito em
Motoco'omb por Meneel Ferreia Escobar, um
dito dito na traveasa de S. Miguel, por herdeiroa
do Dr. Elviro de Mcraes Carvalho, um s>tio em
Boa-Viagem ra da Oamellcira, e em contina-
cu' um sobrado de dous andares a ra Direita de
A f. gados n. 18.
Leilo
Do om eabriol. t ami rican'-, de 4 rodas com 4
assentos, para um cavado e langa para do^s com
lauterna e tapete, um xcel'ente cavullo para o
mesmo.
Mexta felra, 3o do corrente
Ao meio dia
Agente Pinto
Em frente o armazem ra do Mrquez de
Olinda n. 52______________
De 400 macos de palha para cadeira, diversas
mobiliaa, pianos, camas, marquezoca, rp'rquera?, I
mesas elsticas, guarda-veat:doa, gaaru :-uc*a, |
lavatorios, cabides, resmas de papel de tre8, 1- i
tas com sardiuhas, ditas com manteiga ingiera, !
loucas. vidros, jarros, e3pelhos, miudczaa e outras
mercaduras
Sexta feir 30 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Marqu z ie Olin-
da n. 19
POR INTERVENGA! > DO AGENTE
(i'ismao
1YIS0S DIVERSOS
Ns aoemiaa nico reconstituinte a Agua de
Caj pura ..
Aluga-se casas a 80 nos, junto de S. Gonca"o : a tratar no roa d
(mperatriz n. 56.
Alnga se por 10000 a casa n. 21 na Var-
ea, defronte da estaca<>, cora armac:l> ; a tratar
ua ra da Imperarriz n. 56.
Compra-te ama casa terrea na ru i da Aa-
sumpcio oa Santa Cecilia ; a tratar na roa d.o
Mrquez de Olinda n. 3, loja
Nao hi quera nao saioa que no tempo do caj
familias inteiras >.carr.pam d- bnix i dos eajaeiros
d'oode sabem nediua e anafadss, nutriudi.se ex-
clusivamente de producto dos mismos cajueiros.
Precisa-ae de urna perita coainheira qoe t
comprar e que durma em ca^a ; ra de Joaquim
Nabuco n. 9, Capunga.
A agua pura de Caj (o mme o diz) r,o ten
droga nenhuma nocive, ap'nua o sumo da me
dicioal fructa conservado.
ALUGA-SE ama caaa em Santo
Amaso, ra do Lina. n.30, propria para
aroilu grande ou cliegio. Tem 7 salas,
15 quartos, agua e gaz encansdo, ^ppare-
iho e quintal: a tratar na lytogriiphia de
J. E. Purcell, ra Mrquez de OSada
n. 8.
Quem deixar de couvalescer crear appetite, e
engurdar para evitar gastar algnns ai! ris na
deliciosa bebida Agua de Caj pura
Na engcohoca Bemfica ra Real da T,rre
piecisa-se de um carroceiro entendido ; a tratar
na meema.
C> stas de vime de todos os tamanbes, para
compras.
Araruta a maia rs|.ccinl que vem ao noaso
mercade, propria para alim> ntacao da criancas.
= Abanos, teem grande porcaj e veuderji
maia barato que em outra qualquer parte ; no
armazem ''onfederaca> d Norte, d? Martina Pi-
res & C. ra eBtr- ita do R .sario n. 1
Alugx-se a bella casa d.> pato de S. Pedro
Vovo n. 2, mniti treeca, t. da murada, c:m muito
boas sapotas, gaz e aiuit..s commodos a tratar
na ra do Mrquez do Herval, li.ja n. 23.
Precisa-se de criado para vender taboleiro :
na ra da matriz da Boa-Vista n. 3
= Alaga-se o 2 andar n. 3! e o 1 andar e
nrL.azero n. 39 ra do lnperador ; as chaves no
armazem do Guimarcs na esquina.
Precisa-se de urna sai-, para ecsinhar para
I pequea familia ; na ra da Aurora n. 155.
Precisa-se de um criado livre, para casa de
familia ; a tratar na ra do Baro da Victoria a.
39. loja.
Aluga-8" a casa do pateo de S. Pedro Novo
em Olinda n. 2, muito freses e grande, para fa-
milia grande, tem giz e agua qaando la est pea
B' a que se trate : a tratar na ra do Mrquez do
Herval n. 23.
Prccisa-se de um eaixeiro com pratica de
hotel, que el fiador eua conducta ; na roa de
Santo Amaro n. 40.
Aluga-se o i- andar do sobrado ra do
H ispicio n. 61. muito fresco, bonita vista com-
rnodos para familia, com agua gaz e apparelbo
para limpesa ; a tratar no 1 andar.
Al"ga-ee a cata terrea orn grrode quintal
a ra Vidal de Negreiros n. 127, a da n. 2 nc
pateo du TerQo com sota ext-rne, e aa ra Im-
perial n 196, todas em estado de limpisa ; a tra-
tar os ra de S Jorge (Pilar) n. 56, inverna
Engomraa-se com muitb peifeic&o ; na roa
do Bom Jesua d.s Creoulas n. 6.
fcspera-se de X -r on
News, at o dia 2 c Outu-
bro o qual seguir iepoit d-
d.-icora nec jj-iii> para
Babia. Rio de faneiro e Nantos
fara carga, paaeagens, a encommendas Cracca-
^ com os
AGENTES
lenrv tmht k C.
; g RIJA'DO COMMERCI -N. 8
1 anda
Porto por Lisboa
Com destino aos portos indicados secue com
brevidade a barca nacional Mar nAo XI; para
carga e passageiro3, trata-se com C8 consignata-
rios Jcs da Suva Loyo & Filho.
Grande Riodo Sul
Segu com bnvidade para i porto cima a bar-
ca nacional Atara Angelina : para o esto da car-
ga que Ihe falta trata-se om Jos da Silva Loyo
& Filho.
ELEt
SexU-feira 30 o de urna excellento chcara
as barreiras em Caxang : boa acquisicao para
quem precisar de urna propriedade. __________
Sexta-feira 30 ode~46 saceos com arre, em
um ou maia otea. _______^^
Leilo
Ag-ente Brit*o
Da armaeao e todos os atencilioa da padaria
sita roa Direita n. 127, em um ou maia lotes a
vontade dos Srs. licitantes.
Sexta f eir 30 a/> corrente
A's 11 horas
Leilo
De urna grande chcara no lugr denomi-
nado Barreiras en) C-xang, perto da
estaco com caa pra grande familia,
cora iiuas cacimbas, b-mb s, estribaras,
baixa de capim e multas outras bemfei-
torias, be.,n como urna pequea parte do
engenbo Brum, em cujn terreno se acha
edificada dita casa, propriedade do Sr.
J. A. Thom.
(Em am e lote)
Sexta fe>ra 30 do corrente
Ao meio dia
Agente Pinto
\o armazem da ra do Mrquez
de olinda n 5%
Os pretendentea podem examinar de8de j dita
easa, entendendo-se cem o mi amo agente.
Agente Burlamaqui
Leilao
Sabbado, 1 de Outnbro
A's 11 1/2 heras
No armazem ra do Imperador n. 22
D importante predio ra do Apollo n.
10, boje Baro de It^parica
0 agente cima por mandado e aasistencia do
Exm. 8r. Dr. juiz de direito da proved.iria, ven-
der em leilo o predio cima, a requerimento de
Jos Ferreira da Silva, inventarame dos bens
deixados pela finada D. Carlota Joaquina de Car-
valho, para occorrer as despezas judiciaea e pagar
dividas passivHB do espolio e Irgado.
Oa Srs. pretendentea podero desde j examinar
dito predio.______________________
Le* lao
Do sobrado de tres andares
n. 51
Terca-feir 4\ de Oidubro
. II boraa
Ra do Imperador d. 22
O agente Stepple, p.r mandado e assistencia do
Exm. ?r. Dr. juiz privifivo de orph ios e ausen-
tes, a requerimeuto de Napoleo Olympio Pratea,
inventariaute dos beas da Guada Mara Isabel de
Oliveira, levar a leilao o sobrado cima, tm solo
proprio a ra do Bum Jess n. 51.
Desde j os seus pretendentcs podem ir
examinar o dito s brad ., e pira qualquer iofor-
macao o mesmo agente dar^____________________
Agenle Burlamaqui
3. leilo
(D finitiv.)
Das caaaa e terrenos em Afogadoa, espolio de
Manoel de Carvalho Moura
QUARTA FEIRA, 5 DE OUTUBRO
Xo armaiem ro do Imperador
n. i
O agente cima, por mandado e com assistencia
do Exm. % Dr. )uis de direito de antentes,
a requerimento do consulado de Portugal, le-
var a leilao aa caaaa terreaa e terrenos se-
guintea :as caaaa terreas ns. 28, 68 e 72 roa
Direita doa Atojados, urna dita roa de Ssnta
Bita Velha n. 71, as caeas ns. 2, 23, 27 e me-
tade da casa n. 21 roa de Motocolomb, ditas
ra do Maxixe ns. 1, 4 e 18, urna dita rna do
Bom Goeto a. 56, urna dita no becco do Quiabo
d. 52, ditas roa de S. Miguel de ns. 10 e 10 A,
Ama
N i tere.iro andar do sobrado roa do Vicario
n. 25, preeisa-ee de urna ama para coeinbar e
comprar.
Ama
Precisa-se de ama ama para c.sinhar, para
casa de duas p?ssoas ; a tratar na ra Formoaa
numtr' 3T.
AMA
Precisa-se de urna psra cosinhar ; a tratar na
ra do B-.ri da Victoria n. 54, armazem de mo-
vis.
Aos devedor. s da massa fallida de J. C. Levy
& C. para que vei^ham pagar seas dbitos roa
larga do Rosario n. 22, 1- andar, escriptono de
Ernesto & Leopoldo suecessores da referida mas-
sa, sob pena de verem seus nomes pelos j irnaes
e em juito.
Carto sorpreza
Recebeu a Fabrica Vendme o que ha de maia
s rprehendeote vindo do Berln, proprio para
collegioa de creancas, uamorados, f.-licitacs doa
amigos, etc., para solemnisar tro fino oa anno*, pi-
rabens e festas dos mesmos.
Vende-se na ra do Baro ds Victoria n. 39.
Agua de caj* pura
llnico deposito
Pedro Vitllo k C,
Ruado Imperador n. 81
(filiO H 611"!
Aoda por ah um iaduatrioso que ditendo-ae
eaixeiro da firma Crrvalho t Freitas, tem ido a
diversos estabalecimentos commerciaes faxer com-
pra a crdito, e para a megma firma.
Para evitar fio innocente iudustria nada man-
daro os abaixo acsignados esmprar sem dioDeiro,
a quem qner que aeja ; por isso publicara o pre-
sent para que ninguem se chame a ignorancia.
Recife, 29 de Setembro de 1887.
Carvalho & Freitas.
ij
~# Medalha de Ouro na Expostc3o nnlTersaJ 1S7S w
-O ______{ 8uV_ a>
BOHDCOS (FRAH5*) W
M Deposilot em todas ai tendal de Comestible*. 9
t
AlREI.ll PENNA FERBEIRI Dt
SILVA
- annlversarlo
Outubro 2 de 1887


1
/
QTC1


I ...'>5-
Diario de rernajubucoSexta-leira 30 de Setembro de 1887



Criado
Preciaa-se de nm criado ; na ra Dnque de Ca-
stos n, 84, l"j- _____________________________
Ama
Preciaa-se de urna ama para eosinhar e lavar
Ci casa do pequen, familia, a tratar na roa Ve-
n. 118, tavenia.
Ama
Precisa-te de ama ama ; na roa das Cruiea
numero 36.
Ao
commercic
O abaizo assignado declara ao publico e muito
especialmente ao corpo commercial desta praca,
Sue comproa a taverna sita ra do Marques do
[erval n. 170, que gyrava sob a firma de Rocha
Lima & C Previne, portante a quem se julgar
eotn direito a quaesquar reclamacoea, que apre-
sente-se no praso de tres dias, a contar da publi-
cacao deste. Eecife, 29 de Setembro de 1887.
Jos Anacleto do Nascimento.
PILUUU.V
Ferruginosas
JURUBEBA'
BARTHOLOMEO & C
Pharm Pernambuco.
Curio a Anemia, riore brancas,
. Falta de Kanatmacaa,
Vi Debilidades Pobreza de langaeJ
*\ Exigir a aaignatura t
Scm dieta e sem modifi-
ca^ocs de costantes
Laboratorio central, ra do Visconde
Rio Branco n. 14
Esquina a ra do RegenteRio de
Janeiro
Especficos preparados pelo phar-
macenco Eugenio Marques
de Uollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Industria de Pars.
Elixir de Imblrlbina
Restabelcce es dyspppticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeeces difficis.
Vinho de nanas firruiinooo e
quinado
Para os chloro-anemieos, debella a hypoemia
intertropical, roconstitue os bydrnpicos e beribe
ricos.
Xarope de flor de arucira e mu
taasba
Multo recommendado na brnnehite, na hemop-
tyse e as toases agudas ou ehronicaa.
Oleo de teMndiiN f.rriuinin.i e cmn-
ca de laranjaw amargas
E' o primeiro reparador da traqueza do orga-
nismo, Da fysica.
Minia- anle-periodlca*. preparadas
rom pererina. quina e Jahorandr
Cura radicalmente as febres intermitientes, re
mittentca e perniciosas.
Vinno de jarnbeba simples e tata
bem ferroInoNo. preparados
en \iniio de rnj
Efficazes pas inflamacoes do figado e baco agu-
das ou ebronicas.
Vinlio tnico de rr-pilarla e quina
Applicado as convalesctncas das parturientes,
retico ante-febril.
Francisco Un na Silva & G.
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
A
"<,
ssa
Miguel tononIve* da Lni
Francisca Joaquina d .trnunciacao, seus filhot
e georo muito agraderem s peesoas que se dig-
naratn acompanhar ao sasftiiiio o seu muito pre-
sado filho, irmai e cunh.iio ; < de novo convidan)
aos prenles e ami?os p-.ra assialilGSi as missas
que pelo eterno deecansj le sua alma mandam
celebrar s 7 horas do dia 29 do corrente, na igre-
ja de N S d>- Penha.
Criado
Precisa-se de um eriado que saiba 1er, escre/er
e contar, entenda de copeiro e d fiador de tua
conducta ; a tratar na ra da Madre de Deas n.
5, armasem, de 9 horas as 4 da tarde.
DAY& MARTIN
Fornietdom de Sua Majeitede i S/! dt M/aterra,
do litrcito di Mtnnha brltinlc.
GRAIXA BRILHAHTE LIQUIDA
GR AIX A pastaUNCTUOSA
OLEO para ABXUBI03
Etudjoeuenecessirio parJiiinuteri{iedo cauro
a tssn es Ursa.
DEPOSITO OBRAI. KM LONDRCS:
r, JH*a Alaara, 97
la ftnumbco: FBliC s. Da SETA fc C".
Juan Huitn* do Rio
D. gnez Martios do Uirj e seus filbos convi -
dam a todos os seos parentes e amigos e aos do
seu sempre lembrado e chorado t sposo e pai, Joao
Martins do Rio, para aesistircn as missas que
mandam celebrar dk matrit da Boa Vita, pelas 7
1/2 horas da manh de sexta-feira 30 do corrente,
trigsimo dia do seu infausto paesamento, ficaudo
deide 4 eternamente agradecidos.
D. Hermelinua hom da Piedade
Prnna
Jos Luiz GrOBCtlvea Peana Jnior, sus malber,
filho, irmao, sobriunos e cunhados, agradecen) do
intimo d'alma todas as pei-soas que se digna-
ram acompxnbt-r ao c 'initerio os restos mortaes
de D Hermclinda Rosa da Piedade Peona ; e de
novo rogam aos cus parentes e amigos pira as-
sistirem a missa do stimo dia de u pass-.men-
to, naignji da C d >s Militares, s 8
horas da mauba do dia 1- de Outubro, pelo que
se confesaam gratos.
.
Tifo Machado Freir de Barros
Mara Virgu'ina de Meodooca Barros e Anto-
nio Rufino de Barro?, viuva e irmao do fallecido
Tito Mi cbadu Freir de Barro, mandam ressr
por sna ama orna mista na igroj* de N. S. do
Livram>nto, ua secunda-feira 3 de Outubro, s 7
1|2 horas da mansa, 1 anniversario de sea pas-
aament-, e para rste acto de caridad1 e religiao
convidam es parentes e conbecidos do dito finado,
antecipando desde ja es seas nconhecimentos.
9
Auna Margarida wcbefler
Maria Joaquina de Medeiros Raugel e sena fi-
lbos convidam os parent>-s e amigos para assisti-
rem a urna missa que mandam resar por alma de
ana m&i e ave, Anua VHrganda Sebefier, na igre-
ja a Santa Oras, As 8 horas du dia 1- de Outu
bro, Io anoiversario de sea falleeimento, confea-
andn se deade j aun-mam^nte /ratop.
CASA DA FORTUNA
Aos 12:G00$000
itl helos garantido
23 RA PRIMEIRO DE MARgO 23
Da 9a lotera da provincia vendenim
Martina Fiuza & C. os seguintes premios
garantidos ;
3725 1:000,*000
2566 5006000
3101 2006000
2932 506000
Acham-se venda os afortunados bi-
ILetes garantidos da 10* lotera da provin-
cia em beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que se extrahir quan-
do for annuciada.
AROPEdeBUeiU
do D^ADEL
MOL^TIASteVIAS 1A1IAS
isprcu.LMi.Tr
Catarro ckranco da toxlga,
M-itavo to Canal ta uritn.
Molestias ta prstata,
tr.contM9P.cia tt Urinal
Ama na urina, ote.
SWANN Phsrmaceutico-Chimce,
. ?/-alS M, aci eirnsi5s;, .. tJUS___J
-la-,-ojuw a^^^~-S-a<^^a-s*SSbaa*ai i-* Tnico
Oriental


AMA
Precisase de urna ama para comprar e
cozinbar em casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisa-se de ama ama que engomme e faca
mais ser vico de caaa de familia; na roa de S.
Francisco n. 10, 1- andar.
AMA
Precisa-se de urna ama para cosinhar e engom-
mar para tres peesoas ; na raa Duque, de Caxias
n. 6, 2. andar.
Ama
Precisa-ee de ama ama: no largo do Corpo
Santo n. 17, 3- indar.
0 Remedio do Dr. Ayer
COSTRA SKZES.
E' um touico forte puramente vegetal, e,
onhecimento practico dos seus effel-
tos, G.vnwinio como remedio corto para
as febres maliirnus. Bstoa desordena de-
rem :i sua origem a nm veneno miasmtico
no penetra no sangoe pelos nstaaSes, altera
o ligado emotiva as dlflerentea dassm de
febres conbecidas por Teroiarias e
Quatrenarias, Internas, de Fri,
Malignas, Intermitientes, Remit-
tentes, Biliosas, e Typhoide.
O RESiF.mo no Dr. Ayer neutrallsa o
venino nii.-.smatlco c expele-0 do -ystema.
Nao contem antnhia nem Ingrediente al-
gum mineral; seguro e inotfensivo, c
minea falla Be M BM srianulo as Uirec^oes.
n:r.PAUADO pelo
DR. J. C. AYER e CA.,
T.owell, Mass., E. A.
A' venda as principaes pharmacias e
drogaras.
SEM0LINA
De Brons & G, de Glasgow
Este artigo, preparado por nm novo processo
de trigo da melhor qualidade, poesue os elemen-
toa neceaaarios *^ara nutricio de enancas e doen-
tea, e muito se recoramenda^por ser de fcil d-
geatao e gosto muito agradavel ; tambem pode-se
lser urna cxcellentc papa, misturado em partea
iguaea com a maiiena dos meamos fabricantes,
addicionando-se-lhe algam leite. nicos agentes
nesta praca, Sannders Brothers & C., \urgo do
Corpo Santo n. 11, primeiro andar.
Al
Precisa-se de ama ama que compre e cosiube,
har caaa de pouca familia ; na raa do BarSo da
Victoria n. 15, 2 andar.
Cuzinlidra
Precisa-se de urna ama para cozinhar; no
3<> andar do predio n. 42 da ra Duque de
Cazias, por cima da typographia do Diario
de Pernambuco. _______
Casa em Beberibe
Aluga-se a casa junto a estacao n. 16, rata
impa e iem commodos pira grande familia, tem
o rio no fundo ; a tratar ua ra do Livraminto
numero 9.
DOENCASdoESTOMAGO
DlOESTOI* OirPIOBIS
Dyepepsias, Gutralgias, Anemia,
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debidade das Criangas
CURA SKOURA EAPIUA PKLO
ELIXIR GREZ
TNICO-DIGESTIVO
com Iftiina, Coca t Pepnina
Adoptado em todos os Hcspitaea
MEDALHAS NA3 EXPOS.QCES
| PARS, r. LaBrnjcre.34, eem'.r.dasasPharaaeiii.
E' barato!
No escripforio deste Diario se dir quem
vende a collecclo das Fallas do Throno
desde o anno de 1823 at at 1872, acem-
panbadaa dos r?spectivos Votos de Graqa.
VERNIIFUGECOLMET
CHOCOLATE ooxn SANTONINA
nrriLUTEL para teitriir a LOMRIGAS
bte ?eraatrofo (reeesawtdado pele (L/i
sea etker afnietel e lanemli iatoide. A/
Etitlr < usignatur* :
Pirli.Pa"CflUgT-i'UK. tiNrt^'. FBA-S 'iJUVAC*
Ama
Prevenimoa aoa noaaoa aroigiB e fregueses que
t^moa recebido o maia cmpleto sortimento de
chapeos de sol do todas as qualidade, tanto pura
homem como para senbora e criar.cas, o que ba
de mais moderno, os qoaea estamos vendendo por
procos extremamente baratos, visto recbennos di-
rectamente da Europa das primeiras casas e fa
bncaa.
Assim como nesta casa se fabricam, eoneerta-n-
se e cobrem se qoalqner qualidade de chupis em
menos de urna hora, par* o que temos peasoal ha-
bilitadissimo, garautindo-se o que nciina ficaditi.
Vendaseio groeso e a retalbo c maudam-se
amostras em qnalqoer caaa.
Jos' Eerreira A G,
15Ba, do Baria la VictoriaI
Antiga ru Nova
Edita, i 784
LAa
Bal
JURUBEBA
BARTHOLOMEOC"
Phtrm. Pernambuco
leuro as Sestea, e l idas as rebrea J
la termnente.
es AlrNOS DE SUCCESSO!
Sisi-'r a aaaiaxievtixray
Compras por atacado
O Petloral de Cambar
tem precoa especiaes para aiuelles que compra-
rem grandes porgues. Distnbu'm-se imoreaaoi a
qut sa os pedir, contendo as condicoes de vendan :
na ra do Marqnes de Olinda v.'i drogara dos
unicoa agentes e depositarios g raes
Francisco M. da Silva & C
Precisa-ee de ama ama para tratar de enancas :
na ra da Florentina n. 6.
Ama de leile
Precisa-se de urna ama de leite ; na roa do Ara-
gao n. 35j________________________
Aluga-se barato
Ra Visconde de Itaparica n. 43, armasem.
Ra Coronel Suasauna n. 141, quarto.
Becco da Bomba n. 8.
Coredor do Bispo 11 .
Baixa verde n. 1 C.
Largo do mercado com agua n. 17.
Ra do Calabonco n. 4, luja,
frata-se na ra do Cornmercio n. 5, 1 andar
eseriptorio de Silva Quimaraes & C.
Plalas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas plalas, cuja preparacao puramente ve"
getal, teem sido por mais de 2 annos aproveitadae
com oa melbores resultados as seguintes moles-
tias : affeesoes da pelle e do figado, sypnilis, bou
boes, escrfulas, chagaa inveteradas, eryaipelaa e
gonorrhaa.
Modo de usal-as
Como purgativas tome-ae de 3 a 6 por dia, l e-
eendo-se apoa cada dsc um pouco d'agua adoba-
da, cb ou caldo.
Como reguladoras i tome-se um pilla ao jantar
Estas pilulas, de inveneo dos pbarmacenticoe
Almeida Andrade 5c Filbos, teem veridictum dos
ara. mdicos para sua melhor garanta, tornndo-
se maia recommendaveia, por aerein um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
osadas em v'agem.
ACHAM-SE A' VENDA
Va drogara de Parla Sobrlnho *
41 BA DO MAKQCEZ DE OLINDA 41
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Tfl P QC
Chegou a primeira remessa do precioso farello
de caroco de algodao, o maia barato de todos os
alimentos para animaes de raca cavallar, vacsnm
saine, etc. O caroco de algodao depois de ex-
trbida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aoa animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estadoa-Unidoa da Ameriea do Norte e na
Inglaterra elle empregado (com o maia feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outroa farelloa
que aSo muito maia caro e nao alo de tanta aus-
tancia.
A tratar no Her fe rom FraaaRocba
Quem quizer alagar a caaa n. 8 raa da UniSo
com mnitas accommodacea, poder entender-ae
com oa Sra. Negreiros ra do Imperador n. 24.
Nenenles de carrapato
Compra-se em grandes e pequeas qaantidades;
na drogara de Franciaco M. da Silva & C, ra
do Marques de Olinda n. 23. __________^_
lademoiselle (etinha
Roa do Imperador n. 55, segundo andar.
____________Modista___________
Fabrico de assucar
Apparelbos econmicos para o colimen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo mdico em preco e e
lectivo em operaco.
Pode-se ajuntar aos sngenboa existentes
do systema velbo, melborando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinaa grandes ou engenhos centraeB,
maubinismo aperfeicoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especificares e inibrmaco'es com
Browns c.
5RA DO COMMERCIO-5
Ama e eriado
Precisa-se de ama ama e de na criado; ra
ra do Commercio n. 44.
= =
_ M ^J A
Hulla aileiirao
Na rsa Sete de Setembro (ontr'ora becco dos
Perreiroa) n 6, fat-si plises e recorta-se babados
largos e eatreitos.
VIMI0 DE JURUBEBA
COM 10DIRET0 DE TOTASSIO
Tnico, depurativo e aoty-
rheumatico
PREPARADO POB
BaHii&UiBor
Approvado pela Junta Goral de Hygiene
da Corte e autorissda pelo governo
Os repetidos pedidos que nos foram feitos por
muites dos dorsos Ilustrados clnicos para juntar-
moB ao nossoVinho de Jurubeba,j 'ao vanta-
ji smente couhecido no no so paiz, como no estran-
geiro, urna dose exacta i sempre determinada de
iodureto de potassio, crean lo ssim um medica-
mento certo e iualteravel, de immenaas virtudes
medicinaes, nao nos deizarara hesitar um e in-
stante, e boje t' moa a satisfacao de apresentar ao
Ilustre corpo medico do uosso paiz e ao publico
em geral esse novo preparado, cuja accao curativa
e certa em grande numero de molestias incon-
testavel, como siji no rheumatismo agudo ou
chronico, as obstruegoes do figado e baco, as
anem-as, as cloroses, bydicpeaias, molestias uri-
narias, demlidade do estomago e naa de origem
syphilitica.
A jurubeba, 'asa planta precioaiaaima, tao cheia
de virtudes medicinaes, aasociada aasim ao iodu-
reto df potHsaio, o depurativo de um valor im-
menso, faz com que o oosso preparado seja usado
de preferencia, como um medicamento certo e n-
fallivel para a cura das molestias que cima dei-
zamos deacriptas.
Seu uso de fcil epplicacJo, pndendo por isso
aer tomado pelo doentc : tosa va recommendtmo.
a direccao de um medico, e e elle deve modificar
a sua accao, elevaodi ou diminuiudo a dose ae-
gundo o i finito que julgar precieo em f io das
moleatias a caoibater.
O noBso vinho de jurubeba e iodureta de potas
aio puro tem urna doae exacta de iodureto repre-
sentada em urna olher de opa por quatro graoa
de iodureto, podendo por isso aer t mudo pelea
adultos na dose de 3 colherea de sopa por dia e
pelas creancaa na d< 3 daa de cha, momentos an-
tes on no acto das refeiees.
BARTHOLOMEU C. SUCCESSORES
DEPOSITO
54-Raa Larga do Rosario,!.
_________PERNAMBUCO
Sitio na Vanea
Alutra-se nm bom sitio com muitaa arvorea
fructferas, na freguezia da Varaea, e exeellente
caaa de vivenda recen'amen te caiada e pintada,
cem optimoa commedos nara familia ; a tratar na i
raa larga do Rosario u. 30.
O Sr. Dr. Vicente Pereira do
Bego
Para nao ncommodar-se, que ira ter a bondade
de enviar para a ra do Barai da Victoria n. 10,
a resposta da carta registrada sob n. 12, e que
foi a V. S. entregue no dia 14 do eorrente, pois o
portador ahi espera.
Casa em Olinda
Aluga-se urna casa em Olinda, ra de S.
Bento n. 33, tem agua encanada, pintada de novo ;
a tratar no Varadouro ou na ra do Barao da
Vietorta u. 60, armazem de roolhados.
Pra pausar a festa
Aluga se ama expeliente casa com agua e gaz-
com bastantes commedos para familia, ua travos-
sa da roa de S. Bento n. 4, ou largo de S. Pedro
Novo em Olinda ; a tratar ua ra do Commercio
n- 26,A, Recite._______________________________
Fumo carioca
Preparado pela acreditada fabrica do Rio, de-
nominada Fonte Limpa ; vende se em pacetinhos
em todoa os estabelecimeutos de retalho.. nico
deposito, na fabrica Veneza, arco da Conceicao
nmeros 4 e 6.
Pao tenteio
Mello & Bisot avisam ao respeitavel pu buco
que todas as tercas e aextae teiras teern este sa-
borseo pSo ; ra >arga do Rosario n. 40.
TINTURA POMADA
NICA TNICA
51
DE FILLIOL
INSTANTNEA pin. o.rba.
S oa fi-irs, sem prep&r.; t
MB UrigEC
0L FIlLiOL
BOSASA d.-i r
bnocos
una Cor primitira
laHttenral ea Parts i rxX.XOX., 17. ra Tiv.-Bne. Pili
s tnutmt-.co cbam sa. da SH.VA ?.
25:000
Aluga-ee pelo preco cima urna grande caaa
ra de Marcilio Dias n. 104, propria pata qual-
quer genero de negucio ; a tratar na loja da Es-
perance.
Silio
Aluga-se um sifi i no principio da estrada do
Encanamento. no Parnimeirim, com boa casa de
morada. O sitio tem grandes proporcoes para plan-
ta(oes e diversas arvores fructferas, a casa tem
2 salt,s, 7 quartos, cosinh > externa, quarto para
criado on tetor, casa de banbo de tijolo cora cbo-
visco, agua encanada da companhia do Beberibe,
agua na cosinha com pa para lavagem de pratos.
O clima muito r.meno e sandavel e a casa tica
muito prxima da estacao do Parnameirim; a
tratar no pateo do Colligio ou praca de Pedro II
n. 6, 1- mar, com o Dr. Meira d-< Vasconcellos.
Alug*
a-se
a loja di predio rna d Marqu z do Herval, tra-
veesa do Pocinho r. 33, propria para qualquer
estabelecimento commercial por ser de esquina ; a
tratar no lartro do Uorpo Santo n. 4, 1* audsr.
Liquidado definitiva
Na rna do Kangel n. 53 continua se a vender
fazendae de todas as qualidades, para todo o
preso.
A. ma
Preciaa-se de urna
urna pequea familia
ama para toio servico de
; na rna do Rangel n. 53.
Agencia de cobranzas
No saleo do Mvramento a.
Encarrega-se de cobranzas.
Providencia
Pede-se ao chele do tratego da estrada de ferro
de Caroar que providencie sobre a relaxamento
que ss d na descarga das mercadorias e sobre as
grandes faltaa que ae do continuadamente as
mesmas, como por exemplo, na agurdente que i
tiram e substituem por sgua.
Um prejudicado.
Para passar a Testa
Aluga-se e vende-se por barato urna casa pe- i
quena, propria para passar o terapo da festa, no ,
lareo de Apipucos n. 'J6, no correr da igreja.
Urna casa e sitio na estacao dous irmVs, em
Apipucos. Quem pretender dirija-se ao Caminho j
Nevo n. 79, que far negocio.
Chromos e cartocs de
phantasia
ment receben a
Livraria popular
Raa do imperador numero 99
Viiihos da (iarr&feira
Finos
Cares vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Pa3sas.
PARA MESA
Genuino do Lavradi:< a 500 ra. a garrafa.
Na mercarla de Mnuoel Correia & C.
Prara do Conde d'Ka s. 15
VENDAS
Grande sortimento recebeu a
Vende-se urna taverna no Zumby, unto a
estacao ; a tratar na mesma, ou ni ra larga do
Rosario n. 50.
Vende-se urna casa de taipa acabada de
novo, situada na estrada de Joo de Barros, de- i
fronte do sitio do Dr. Diodoro Catanho ; a tratar Algodao largo muito encornada s Us peca!
na meama.
EIPOSIQO GENTBAL
.0 -Ra do Biiro da VictoriaI*
DamiSo Lima & C. chamam s atteaclo
das Exmas. familias para seus precos :
Pecas de bicoa de corea a 32500.
Ditaa de ditoa brancoa a 2500.
Ditas de ditos a 1*500, 1*800 e WQO.
Botes de madreperola finos a 320, 400, 500
800 ris.
Bolsas para menino, de 1*500 a 5*000.
L para bordar a 2*800.
Dita mesclada a 3*800.
Meias para senhora a 320, 400, 600 e 800 ri.
Baleias a 320 ris.
Arquinhos a 120, 160 e 200 ris.
Lencos de seda a 1*000.
Fitas modernaa a 5' 0, 600 e 1*000.
Paaaarinhos de seda a 500 ris.
Apparelbos para crianza a 1*200 e 1*500.
Ditos de metal a 1*500 e 2*000.
Finos cbapeusinhos a 5*.
Sapatinhos de setim a 3* e 4*000.
Modernos espartiihos a 6*000.
Bonitos collaricho8 a 500 ris.
Punhoa todoa oa nmeros a 900 e 1*000.
Touquinhaa a 2*000.
Leques transparentes a 2*500
Ditos de sida a 5*000.
Ditos de setineta 1*500.
Ditos de papel a 400, 500, 600 e 800 ris.
Calas com 3 sabonetes a 500 ris.
Urna barra de sabio a 700, 900 e 1*200.
Lavas de eda a 2*500.
Bonitos jarros a 5*, 10* e 15*000.
Invisiveis grandes a 320 ris.
L Bbas 200 jardas a 80 ri".
,6-Rna do Raro da Victoria16
Peehinchas
Na Ioie Oas Liste km
61RA DUQUE DE CAXIAS 61
Telephone n. 211
Leques transparentes a 15 e 20000.
Luvas de seda de cores, pretas, de renda
ou botes a 2)$000.
Luvas de pellica para horneas e serano-
ras a 2^500.
Baleias da melhor qualidade a 300 rs.
a duzia.
Extractos finos com inscripjao para pre-
sentes a 20000.
Bicos de cores c brancos para vestidas,
por todo o prejo.
Babados e entre--neios, tapados, trans-
parentes ou de fostao, todo preco.
Lengos finos a 15400 e 2rJ000 a dnzis,
em lindas caixas.
Espartiihos bordados e de difieren ".ea
modelos a 44, 5(5 e 7)5000.
Contas para enfeites de vestidos, pretas
! e de todas as cores a 800 rs. o m%<0.
Seda indiana, fazsnda de tantas
200 rs.
Renda da China, ultima moda, a 2
rs e muito fina a '-40 rs.
Zifiros lisos e de quadrimos a 100 a
120 rs., muito largos a 200 r3.
Chitas finas, claras, miudas, seguras,
240 rs.
Cortes de vestidos bransos bordados a
5f)000, e bordados a cores 65500.
Las chinezas com listras miudinhas a
400 rs.
Velludilhos lisos, lavrados e com contas
a 900, 15000 e 25000.
Setim Maco de todas as eGres a )00
ris.
Sargelim francez preto e de tolaa sa
cores a 240 rs.
Batistas de lindas coras a 160, 200 a
240 rs.
R-n la hespp.nhola, preta, branca e ra-
me por todo o preco.
Merics 1 nf'-staJos de todas as cor 3 a
800 H e 15200.
Eu'-hovaes completos pz-ra casamentas
desde 405000 at o prego que se dastJTi
Ditos para b:, 125, 145,
165 e 185000.
Na loja de
JOS' AUGUSTO DIAS
iieclame!!!
Nao deve haver cont^atac^ quanto precos dfc
urna grande parte de artigea, verdadeiraa peehin-
chas, que se enecntram na antiga casa Carneiro
da Conha ; diseob dignos leitores que apreciis, os
que abaixo se s'-gueui :
fJrinsiuhos de cores para roupas de enancas a 2S0
rs. o covado 1
i dem pardo ba a 320 e 360 rs. o dito !
dem braneo de iinho, n. 6 a 1*500 o metro !
(Ja.- miras pretas diagenal, 2 larguras, a 1*600 e
1*800 o covado!
Cheviots superiori-s, preto e asul, a 3 e 3*5C0 o
dito !
Bramantes, puro linho. 4 largaras a l9G0 ometro
Atoalhado bordado, a li200odto k
Madapolo americano, com 24 jardas 5*800 a
p( ca!
Cavalios k carro
0 BarSo de Petrolioa, tendo de rctirar-se deata
cidade, vende barato urna exeellente parelba de
cavalios de carro, a ver em sua chcara a ra do
Conde da U. a-Vista n. 45.
Torre
Aluga-ee um sitio com casa, caiada e pintada
de novo, que dieron de baatantea commodos, ao
lado da taverna do Sr. Antonio ; a tratar com o
Sr. Alfredo Leal, caaa fronceira ao meamo eitio,
on no largo do Corpo Santo n 4.
Caixeiro
Precisase de nm caixeiro de 12 annos de idade,
que d conhecimento de sua conducta ; a tratar
ua raa da Roda n 11, taverna.
Costuraras
No pateo do Livramento n. 27, 1- andar, cse-
se com perfeicao ronpas de alfaiate, e aaaim como
veatidoa por figurinop.
Vende- se a casa da ra da Conceicao do
povoado da Torre n. 2. com um terreno de cento e
tantos palmos de frente e 300 ditos de fundo, ten-
de divertas arvores fructferas, cacimba e bomba ;
a tratar na mesma.
Fabrica de chapeos
Antonio Jos Maia & C.
DEPOSITO
ra do Barao da Victoria ns.
34e3l
Oa proprietaiios deste estabelecimento acienti-
cain aos seus numerosos fregueses e ao respeitavel
publico, que continuara a ter trrande sortimento
de chapeos de todas as qunlidadea e formatos.
manufacturi;doa com toda a perfeicao e por precos
mais vantajoaos que em nutra quaiquer parte.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaco dt
Principe, estrada de Joao de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e cam alicercee
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri
airo andar.
Attenco
Pranrbdes de plano da anecia
Vende-se pranchoes de Pinho da Suecia le 3 x 9
pollegadas, em lotes de 20 duzias para cima, por
proco mdico ; a tratar na rna do Commercio nu-
mero 4.
Papel para impresso
Vende-se papel para impn aao, do formato Dia-
rio e Jornal do K-.cife ; na ra do Marque de
Olinda a. 31._________________________________
Livramento & C.
vendem cimento port'aod, marca Robins, de V
aalidade ; no cava do Apollo n. 45.
Terrenos em Beberibe
Vende-ae terrenoa em Beberibe de Baixo, Agua
Fria, que pertenceram a D. Senhorinba e bi je aoa
berdeiroa do Dr Burgos Ponce de Len, cem ti-
tulo legal ; a tratar na ra do Imperador n. 81,
com o solicitador Luis Machado Botelho.
Si-roulas d-j bramante bordadas a 12* e 16*000 a
dusia !
Lencos brancoa e de coree, abanbados a 1*600 e
1*800 a dita !
Camiaas francesas e inglesas, de linho a 36*000 a
dita!
Meias inglezsa para homem a 4*500, 3* e 6*000 s
dir !
Toalhas felpuldaa e alcoehoadaa a 3*500 e 4*000
a dita.'
Cum as Exmas. aenhoras
Riquissimas guarnieres de crochets a 8 (XX)!
Lindas grinaldas e veos para noivaa a 9*00C S
1250:0 !
Eepartilhcs americanos e francezes, a 4*, 5*500
8*00!
Ficbs e entradas de baile a 3* e 4*C00 !
Colchas francezae e c b-rtaa, grandea a 3* e4* !
Camisas bordadla para ainhora a 3* e4*000!
Sargelins de todas as cores a 240 rs. o covado !
Setins maco todas as cores a 1*000 o dito !
Setinetas lavradas de cores a 280 rs. o covado! f
Cachemires de listinhi.s para vestidos a 400 rs.
dito?
Velludiuhos lisos e bordados e 9' 0 rs. e 1* o dito!
Pecas de esguio para camisinhas 12 jardas por
4*0 01
Linhis de quadrinhos, muito largos, a 2O0e24Ors.
o covado !
MirinVpara vestidos urna largura 560 rs. o dito!
dem preto 2 larguras a 800 ra., I*1 00 e 1*500 o
dito!
Fusioes brancos bordados, fios, a 400 rs. o dito!
Nanaiks decoros, (nao deabetam) 160o ditol
Failles. ultimo gosto cm padroea, a 4(i0 ra. o dtol
Carobraia Vitona e transparentes 10 jardas a 3*
e 3*500 a peca!
Aja Srs. Fasendeiros
Algodao da Babia superior a 3z0 ra, o metro
dem de cores, do Rio a 440 rs. o dito !
Vendas em erreeao damos deacontoa da p: a.
59Ra Duque de Caiia359
Pereira & Magalbea, successores de Carneirs
da Cunba \ C.
Caehets Limonsin
Vendc-ae a 400 rs. o cento qualquer quantids-
de : na ra Direita n. 89, 1 andar, ou na pbar-
macia imperial.
Yenda de t rreuos
Vende se em grandes e pequeos lotea os sr-
renos do sitio, que na ctrada dos Affl.ctos, 1
junto a capilla e defr.mte da estacao da
forrea do Arraial : quem oa quiaer comprar ri-
ja-Be ao Dr Portella em aeu eacriptorio ra da
Imperador n 65, 1- sudar, ou caaa de sna rs-
idencia nos Aflictos.
(
.

/
*
t
]
* <"



IHVBVMa
rr

Diaria de PernambncoScxta-feira 30 de Setembro de 1887
lotera do ceara
\OVO PL.IXO
40:000*000
Cora a dioiinutH quantia de 2(5400 habilita-se a trr 8:0000000 e coni 10200
4:0000000.
CORRE ISiPRBTERITELMERTE
]No dia 30 do corrente
Op
Cad
qn? sabir.
smm-s
50:000$000
Corre no dia 30 do corrente
ESTA LOTERA NUNCA FOI TRANSFERIDA
or ae um Liihetv- esta I, Litado a tirar roais de UM PREMIO!
< r.umeio pode ser repetido dua* ou tres vezes, prevalecendo todos premios
iiii s yenflg Das casas Efa cDstome.
Lotera da Provincia
Aclia-sc a venda a 10.a lotera a bene-
ficio doS. f!asa de Misericordia do Recife, que
ter lugar no consistorio da^rejt de Biossa
Senitora da Conccifo d Militares, onde
estarfto expostas as esphensj em orden? nu-
mrica, para serein examinadas.
VINHO GILBERT SEGUIN
?pprarado 9*1 Aoademla d Medicina de Franja
AIS DaT SEBSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinao de urna efiieacia ncontestavsl como Antiperiodico para cortar aa Pebres,
aue,
iffleeit
e como Fortiicanta as Convaleswencas, Debilidade do Sa
tac, Inappeii
Eitferntidadem nervomtu, Debilidad,
Falta de ilenstruaca, Inappetencia, Vigeste difflcei
>Qt
ida*
Pharmacia O. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Deposita "_ FRAN> M. da STI/VA e CJ.
msm
mu o
ADMINISTRACiO :
PARS, g,Bnlytrl Montmartw, tAMSZ
PA8TTLHA3 digestivas radicad** em
Yiehy com os San exCrahtos das Postes. SSo
de gosto agrada vel e a sua aceflo certa oon-
" ffceil.
ISffROPED REINVILLIER
Laoreado pela Academia de Medicina -^
-*^Tsi--^ Cifafce/ro L*g/o de Honra .*C3S'^
t3:oS2=>S[^TOd.c^iJ as^3^
O ftwspbato deeui substancia mineral mat anundanf i do organismo e toda ves euactttade normal 1lmic-o resulta urna aT.-cc&o or. antea grave. __ r-.mM^,.o
Mals de cuco MU curas, a mor parte .W.nod;. polos Profesores e Mdicos das F>cuWad
forao obtmas ltimamente e nxeriS om jueo Xtrpe ,1 mV "'"' afZ?S%?l2
como o especifico Oir a Tsica pcUnonar, Broncnlto ;r~,e'*^!*?7
ttpctlamo, r ;o Orsankac, O Varope do V R*iM*lttor adunlaljado
diariamente as cnam-as faciU'.a a dentic j o o cresclinonto i na.- maes e amas ac lene torna <
leVeostbor; Smpedo' a '^rie e queda du^ denles tao frequente dtipols ca prennea.
DtTtBitu: samada vnussr^iri:, 8. Plaoa rt la Magaaleine, TAMIZ.
Em VerrimtMO: FUAN* XI. ta sil*TA / C, un pringo** Miamacits^Dn^m^
LIOWDACAO
A terminar em 15 de Outubro
Merino preto superior a 15200 o cov.ido.
Dito dito mais estreito G00 ts. o dito.
Dito grenat a 800 rs. o dito.
V< lburinas livradts superior a 800 rs. o dito.
Ditas lisas a 60 Rnda da China a 1G0 rs. o dito.
Bweadei escoeczes sup riores^a 240 rs. o dito.
Setinetas di-, eG.-< s, lisas, superiores a 230 rs. o dito.
Alpacas d* cores, lisas, a o20 rs. o covado.
Z-phyr de salpico, superior, a 3-'0 rs. o dito.
Setineta chitada franecza, superior, a 360 rs. o dito.
E nutras muitas fazendas tudo par procos nduzidcs, muito abaixo do custo, para iqui
dar o negocio; na ra de Rangel n. 53.
>000<
TNICO

FEBRFUGO regenerador
VINHOooutorJOHANNO
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Kecommenda*-no nos casos que necessitao tnicos para reconatltnlr c regenerar
o organismo arruinado pi.r molestia--, excessC'S. naireza do clima, Aatmli,Cbloroala
amrnorrhea, Cachexla. Flozo bronco, que tanto arrulnao a saude das mulbcres.
Pobreza de Sangne, Traquea geral, Debllldade, etc.
H.VT7XEN, Droeulata, 50, Bealsvara de StraBboursr, em PABIS
4
AO LOUVRE
Os proprietarics d'esse antigo estabelecimento sempre no intuito de correspon-
der confiansa das Exmas Sras nao poupam esforgos fim de satisfazer a exigen
ca do bom gosto e para o que acba-se actualmente em Pars uro dos socios da casa,
que vai por todos os paquetes remetiendo o que o capricho da moda vai inventando, e
para prova apresentamos o seguinte :
Lindsimos cortes de la, montados em cartiio, com guarn^ao de contas oxy-
dadas I
Esplendida coll^cgao de capotas e chapeos para senhora I
Guarcicao completa de vidrilbo sui generis !
Romeiras dolmans o visites em t.cidos differentes !
Mantilhas andaluzas, espedialidade !
Ditas de fil de seda primorosamente bordadas !
Rendas hespanholas cbantilly era sortidas c6res !
Luvas de seda bordadas em alto relevo !
Sedinhas e srahs, grande moda !
Colchas turcas a imitacao da crochet!
Pslitots de seda cra, pretos e cinzentos !
E muitos outn'B artigos de moda.
1 liL k
4 Ba 1 de Marco n. 20 4 (
CASA DE C0SPIANCA
5
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO H0LL0WAY
1
O Ungento de Hooway um remedio infallivel para os males de pemas e do peito 1 tambem pvra
as fcridas antigs cb2gas e ulceras. E famoto para a gota e o rheumatiuno e para todas as eBmi-
ades de peito n&a se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfrlamentos e tosses. &
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e nara os memores
contrahidos e juncturas reci.-is, obra -orno por encanto.
Csu medicinas sao preparadas smente no Estabelecimento do Profesor Holloway,
78, 5EW OXFORD 8TBEET (anU 533, Oxford Street), LONLES,
E vendenueem toda as [iharaac* do universo. '
mtr O carnpiaGoras tto convidadas respeitotamente a oamiaar os rotulo de cada eaixa e Pote, ae nio tam a f
j,^.-.^ -%-. rwfnrd .Qi>*. -.- ialscaCoes. !.

58Ra de Impera*lor58
^7J
4
N?sfi grio.de pharmacia avia-ae receitas e pedidos cora proreptida),
solicitude e uiudicidade.
Asprsenp^es m linguas eslrangeiras sao fielmente
despajadas
O pbarmeciutico pernsmbacann JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clinicoa lesla eidad que queiram honral-o com sua confianya
pra qualquer traballio profissioaal e ao publico. Garante M a mais atten-
ciosa e cons ie-n-ios esecucSo.
Esta casa recebe seas productos cbimicos o drogas directamente
das melhnres ca=ss da Europa, especialasente encomraendadaa para seu
reccituano.
scz;
/S
ESPEOIALBDE
larona la Cgibai, Gaaco e Mno m Tol
Preparado pelo pharraaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna efiieacia verdaderamente maravilhosa as molestias dos orgaes
respiratorios.
Bronchites, asta tosse, convulsa, etc.
Essencia depurativa. Formula do distincto clnico Dr. Ramos.
Depurativo por excellencia para todas as molestias que tem a origem
na impureza do sanguc.
, BlC, fllC.
-:o:-
Tinta prcta para escreverinalteravel^ fabricada com muito cuidado
por urna formula iogleza, especial para escripturacSo mercantil e repartijSes
publicas, seuca de pres&a, perfeitamente preta, nao corroe as pennas, nao
deposita e d copia.
m
tiK
. k fd AlS DORES De O?*.
lAfA FOaMEIO BO K1IPBOODOS "W^**^
Elixir, P e Pasta dentifrioios ^S r
DOS *
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOTJLAC (Gironde)
D0M MAGEL0NNE, Prior
2 MEDALHAS DE OTTKO
Bruidlas ll Londres 18i
Aa mais elevada recompensa.
INVENTADO f O "9 O Pe' P-or
oasko IO /OPirrBOURSAUD
a O uso quotdiano do Kllzir
Dentlfrlclo doa RR. VP. Be-
nedictinos, com dose de algu-
mas trollas rom agua, provem
e cura a cario dos lentes, em-l
branqucceos.fortalecendoe tor-l
nando as genglvas perfella-l
mente sadias. 1
a Prestamos um verdadeiro
ser vigo.a-ssignalando aos nossos
loitor'es este antigo e utillssimo
preparado, o tmelhor cwra-
tiro e o wiim preservativo contra as
AJfeeeeH dentaria.
Casada fundada m 1807 ___
Agente CC/^IIIN38" *mZill, 3
Gral : 9 L Ull BORDEAUX
Aelli-se em toditas boas Perfumeras, Ptiarmacias
e Drogaras.
direcoao, 5J3. Oxford Sfrt- *3 lUScooa.
ELIXIR DESOBSTRBXTE
eptico de Gervo
Eup
i-reparado pelo pharmaceii.Ieo
JOS' FRANCISCO B1TTENC0URT
O GervSo tem urna a.-cao desobstruente extraordinaria para os incomciodo
de ligado, baco e estomago, conforme o desoreve Dr. Mello Moraes.
Um grande numero de pessoi.s qui tem usado del'e considera-o infallivel.
L-vodos por estas iuf,.rma(,5-8 e por muirs experien.ias presenciadaf poi
es saesmos apresentamos aos dininos e ao publico em geral, um Elixir desta planta
de m s-bor drlicioso e de un eff^ito verdad' runente benfico para os pobres dtspep
tices, spleneti-os o aquelles qu sofrem do figado.
Os proprietarios da Pha-macia Central
HEPOSITC NA PHARMACIA CEXT7RAL
H. 38 Ra do I^p-rador-N. 36
EUNAMBl 0
A REVOLUCAO
4Rd lo Bfip li CaiidS-l
GRANDES NOVIDADE
Esplendido sortimento de cambraia com salpicos, brancas e de cores a 5<000,
5t?50O, 6,S000 e 6t55UO a peca.
Metins escooezes e de listr^s, combinacao, a 440 rs. o cavado.
Lindos cortes do cr-tone com barra, alta novidade, a 85000.
Lencos de seda, lindos gostos, a 10000. 10500, 20000.
Lits de quadros, e que ha Je mais novo no m- rcado, fazenda larga, a 600 e
800 rs. o covado.
Cachemira anchoada, lindas cores, a 500 rs. o covado.
Colchas de cores, esplendido sortimento, a 20000, 20500, 30000, 30500
e 40000.
Ditas de crochet rouito grandes a 60000 e 8000 urna.
Cortinados bordados a 60000, 70OUO. 80000, y0UtO o 100000, o par.
Ditos de crochet, completo, a 450000.
Lindas gusrnicSes de cro.het p*ra eadeira e soph a 65000, 80000 e 100000.
Merino, lindas cores, a 700, 800 e 10200 o covado.
GuarnicSes de veludho bordados a vidrilbo para enfdite3 de vestidos a
60000 um
Cachemira broch ultima moda a 10500 o covado.
'Ditas pretas, sortimento complrto, a 600, 10000, 10200, 10100, 10600, 10800,
e 20000 o covado.
DitBS ass'tinadns a 10500 e 10600 o covado.
Vestuarios para baptisado ricamente enfeit^dos a 90000 e 130000.
Colarinhos e puuhs para senhoras, ultima novid id a 20500.
Camisas bordadas para senhora a 30000, 40000 e 40500 uma._
Sahidas de baile, lindos gostod,, coi pequeo defeito a 20000 e perfeit&s
a 30000.
Leques com lindas paisagens a 500 e 20500.
Bordados e entremeios de cambraia baratissimo
Siotos de chagrn para 8i>nbora e crianc-is a 10000.
Madapolao Revulujao, fazenda muito boa com 20 varas a 60000 a peja.
MuitS outras fazendas que e com a presenca das Exmas. tamilias e respeta
vel publico se podero apreciar.
lli'urique d-. Silva Mor ira
'ra a za e as DgestSes Atfi
DE irCHf PaU MNHOS. m.rolo pera um kanbo, para aa pessoas que nao poden tr aTW>7.
Mr* evtmr M tmtlapSea exigir em loaos os producios *
MABOA DA. OOMP. X>H VIOHY
S ria _______e SUI/ER A KQ-r-.M- \l.A. n i Crui.
CAJIIUBEBA
PRAPEKADO VIMIOSO DEPURATIVO
PPROVAO PELd JUNTA DE HYGIHNE PUBLICA DA 60RTE
Aulorisao pop decreto imperial de 20 ile Jonho de 188,",
Gomposicft de FirmtDO Candido de Figueiredo
EMPKEGADO COM A HAIOB EFFICACIA NO RHECMATISMO
DE QUALQCEB TATUREZA, EM TODAS AS MOLE8TJAS DA PELLE, XAS
LEUCORRHAS O FLORES BRANCAS, NA ASTilMA
bronchites (molestias das Tas respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA 1MPCREZA DO SANGE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORMaS DA SYPI1ILIS
PropagadorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem produzido, attes-
tadas por pessoas de elevada posio social, fazem com que de toda parto seja elle
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, como eond5ao de urna circulaco btnefica e efiicaz, eis em
que consiste principalmente o rneio mais seguro da conservar a sade e de curar as
molestias qu? a impureza do sangue occasiona.
O Cajrubb'i, pela sua aec5o tnica o enrgicamente lepurativa, d rnedica-
nento que actualmentw pode conseguir esse resultado sera prejudj ar nem alterar as
funcco:s rfo rstomago e dos intestinos, porque nao contera substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que constituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, esto comprovadas pelo testemunho dos dia-
e eonhecidos cavalleiros que firmam os atestados, que este jornal tem publica-
tinelos e
do em sua seccao ineditorial
d
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
3PK^rsTA.aM:DBXJGa
A' venda em uintia ptarmafirs do Brasil e do -itrringelro
IFILULAS D8ESTIVAS DE PANCREATINA!

de DEFRESNE
Pharmaceutico de i" Ciaste, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatitis empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
1 digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nio smente a carne c os cornos gordorosos, mas
| tambera o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimento rio, ou
l ausencia de sueco gstrico, inHarr.maco, ou ulceracOes do estom:-
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defiesne depoi.-;
I mida, aampn alcanzara os molhores resultados e sao Dor sso prescriptas
Ipelos mdicos contra as seguintes affeccues:
IFalta de appetite. ( Anemia. i Gastralgias
'Ms digestes. j Diarrhea. | Ulceracoes cancerosas.
Vomito;. Dysenteria. i EnfermidEdes do gado.
Platulencia estomacal.! Gastrites. 1 Emmagrsciracnto.
iSomnolenciadepoisdecomer.evcmitos-'.ECompaahara c gravidez
(PANCREATiNA DEFRESNE em frasquinlios com a dose de 3 a 4 colhe-
radaznhas depois da comida.
|Em casa da DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, m
Diarisuiente debate-se na imprensa a crisa
aterradora poique esto paasaodo as provincias
do oorte deste imperio ; sao iDounjeros os recla-
mes de todas as classes, sem qne sejam atteodidos
os seus justos pedidos, de que se gloriara as na-
co civilionda.
E para que se psssa dar impulsos aos desejados
progresos que certamente trarao o bem estar de
todos, resolveram Martios Pires 3c C. estabele-
cides com armazem de molhadna a ra Es-
treita do Eos .rio na. 1 e 2, a vender por precog
mdicos os artigos conceroeotes ao seu ramo
de negocio, que certamente cmstitne ama eco-
noma diaria e onde se acba um completo sor-
timento dos seguintes artigos, que pela sua qua-
lidade e predas sao recommendaveis, como e-
jam :
Vinhos faos do Porto
Madeira
Sherry
Cbamberiin
Bordeaux
Moscatel
Callares eBuealas.
Completo sortimento de cervejas, cognac, bitter,
licores, doces, bolachinbas nacionaes e eatrangei-
ras.
Qucijos frescos do sertao, prato, Minas e fla-
mengo.
Aseitu de coco, mate do Paran, famicido ca-
pa tierna.
Pr^os sem competencia.
Ns. 1 e 2Run Estreita do RosarioNa. 1 e 2
Martins Pires & C
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este excellente Whisky Escossez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo
Vende se a retalho nos melbores arma-
zens de molhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO
cojo nome e emblema sao registrados para
todo o Brasil.
BROWNS < C, agentes.
Sitio no Arraiai
Vende-Be a casa terrea com 7 quartos, 3 salas,
soeinba, qu.rto com banho de chuvisco, depen-
dencias pr criados, cacimba com muito boa
Hgu e bmba, uin lindo jardim, paasa nm riach
pelo etntro do sitio, tendo urna pequea ponte
com bancos para recreio, arvores fructferas, co-
queiros, laranj. iras, sapotiseiros, mangueras, ja-
queiras e outras diversas, ra da Harmouta,
dividindo com o sitiu do Sr Baduem : tratar
com o Sr. Domingos Qom-a Correia, na casa ama-
relia, ou na ru da Paz n. 42._________________
Piano
A FLORIDA
Roa lluque de Cavia n. IOS
Grande sortirrento de objectos para pre-
sentes, sendo: carteiras, porta joias, al-
bura de madreperola para baie, idem de
marfim, eatojos para agulbas, lapiseiras,
broches 'de madreperola, idem de marfim
desenbando em alto relevo flores e um rao-
Iho de trigo.
Casacos bordados para senhoras a 55000.
Leques transparentes pretos e de cores a
20000 e 2^500.
dem de setineta a 10500 e 20000, nm
dem de papel a 500 e 800 rs., um.
Agua Florida verdadeira em guarrafi-
nhas a 500 rs., urna.
Contas lapidadas pretas e de cores.
Missangas pretos e de cores.
Lindo sortimento de fitas e bicos brin-
cos e de eflres.
Qrande sortmento era botos de ma-
dreperola e phantasia.
Luvas de pellica a 2"00 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000.
Capellas, veos e ramos para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Linha para machina a 800 rs. a duzia.
Meias de coree, escocia, para senhora*
a 10500 i par.
Garzas de jogo para sallo a 50000.
Sabonetes a 120 200 e 500 rs.
Boleas de couro, de chagrn, de p'llucia
e de pellica para senhoras e meninas.
EspartilhJs a 30000, um.
Linda* pastas de couro, chagrn e pe-
lucia a 500, 10000, 20UOO, 30000 e 50000.
Carteiras para sedulas ora os reparti-
mentos de 100000 a 1000000.
dem para letras com os re par ti raen tos
doa mezes de Janeiro a Dezembro.
Estrados corylopsis do Japao, nexis da
Japlo, Bouquet de exposicao, Theodera,
Rita ^argally, Porte Veine, Ixora Brione,
Roger, Gllet, Briza da Serra, Paris-Bo-
quet, Estrado Dodeur, etc.
Luvas de seda bordada com missangas.
dem bordadas com vidrilbo dourado,
bronceado e granad.
dem com palmas da mesma seda.
dem arrendadas a xadrez.
Anquinhas a 10300, 10500 e 20008,
urna.
103-RA DUQUE DE CAXIAS103
Vende se nm piano por 350*000, novo e em
bom estado : tratar na ra da Aurora n. 109-G,
das 7 s 9 di noire.
Pallm de carnauba
Vcnde-ee em grosso e a letalbo i na |rna de
HorUs n. 41, e ra da Detinco a. 9.
Allencao
Vende se especial farinha de milho e de rros,
feita vapor, e preparada para bolo, cangies,
cuscas e outras diversas especies de comedoriaa.
que jicsaitem destea meamos gneros, sendo a
240 ra. o kilo da de ilbo e a de arroi a 320 ra.,
hsbiqj como farinha para tender o pi cerveja
2*1 RIO a arroba : na padaria da travessa \>
P.imbal n. 1, pertencente a Pereira flt Pinto.
Telephone 296.
e
tiMn Ttotim
aMiaiiiiiiiK
sio BioasnuTO de nm pisto Kts ue zo nao pelo* melno-aa Medico* de Pdr. corados Djlu*ui, f^.^otm.
HJallMaS*
SUSPENSORIO MILLERET
Elaatloo, aaaa CordBaa
. Para evitar as Oeatrafhetea
Exigir a marta io Iatmttr taifiaalli
m cada nu/m\mU.
Meim para Wrn tmm
demsi Tecidoi ImieM %Ii e mtt.
MTLZ.BRET, IB OOItmMC,
DEPOSITO I
FUNDAS MILLERET
a Oaaa Hineret rmmm ai
mmt WtmtlM mnmtmtttica >
kuu i^itl ineiiit>ei, perv
emtaru Mutn efwtraaaraiai awti
mmupmiuuHitt
40, na J.-J. 1rmimt PAJtZM
T*)*s aaMUHcapaaspsimiisim

[
J
T


8
iiaro de reman-bucoScxta-Ieira 30 de Sctenibro de i 37
ASSEMBLEA GERAL
!tE.ViDO
SESSO DE 17 DE SETEMBRO
PRESIDENCIA DO SK CANSAXSAO DE SINIMB
(Continuado)
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
coDselho): Fot a retirada do nobre sena-
dor.
O Sr. Joao Alfredo :Foi a H de 1885.
O Sr. F. Octaviano: A traus.cglo.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
cr--. seibo) :Se o resultado da eleigSo foi
a lei de. 1-85, o nobre senador nao se re
tirara por esta causa.
Um Sr. Senador : A questlo pertur-
ba v todos os partidos.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho) : Penurhou, diwiaio opini5es,
como eostuiuain dividir-se quando ua tU
das dscusso" -s ba urna grande causa.
Foi chamado o Sr. conselheiro Saraiva,
que nesta, como era outras questSes, po-
derei denominar o Deus ex machina. Coro
o seu tino, com a confianga que inpira sus
palavra a todos os partidos, organisou o
projecto que boje a lei de 28 de Seteni-
bro de 1885, e que ja dsnomnei irml gi-
mes do projecto do Sr. conselheiro Dan-
tas.
Appellou S. Exc. par* o patriotismo
de ambos os partidos e nao appellou em
vio.
Os conservadores, em pontos a que at
eutlo haviam-se opposto, cederam. ..
O Sr. Dantas : Abateram bandeiras.
O Sr. JoSo Alfredo d um aparte.
O Sr Bario de Cot-gipe (presidente do
conoelho) : J v o nobre senador que o
partido conservador tem muitas glorias e
pode repartil-as.
Se os conservadores cederam, o nobre
senador tambem cedeu.
Em consequencia da retirada do poder
do nobre senador, eu, nlo sei sa diga, em
in hora o assumi, e a cmara dos deputa
dos, em sua maioria do partido liberal, ne-
gou-mc seu apoio; e a tal extremo, que
foi mistar alguma diplomacia, algumas ne-
gociases, considerares e recursos ao pa-
triotismo de seus meoibros para que o go
verno livesse simplesment-^ os meios de vi-
ver.
Era, portanto, urna consequencia disto
ou a retirada do governo ou a dissoluglo
da cmara.
Retirar-Be o governo naquella occasiio
sem appellar para a naglo, seria a maior
pro va de falta de bom senso. Recorrer
para a nacao era intuitivamente o que to
dos previram.
Um honrado senador, que se acha agora
a meu lado, o honrado Sr. Christiano Ot-
toni, no meio do um oiscurso notavel, co
mo sao todos os que profere, disse que
naci ia julgar ou santenoi -r o ministerio
na quest) do elemento servil, que era esse
o terreno em que os partidos iam comba
ter...
O Sr Christiano Ottoni : Deviam com
bator...
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho) :... ou deviam combater. Eu
aceitei o repto e declarei que tomava o re
sultado do ppello como urna approvaglo
ou reprovaglo do acto de governo, aceitan
do a lei de 1885 e conservndose no po-
der.
Qual foi o resultado do appello ? Urna
estrondosa maioria em favor do partido
conservador.
O Sr Candido de Olveira : -Mas, no
ultimo appello, ha pouco feito em Pernam
buco, nao houve esta estrondosa maioria.
O Sr Joao Alfredo : A eleiglo n
Juella occasiio foi eita no terreno parti-
ario.
O Sr. Barao de Cotegipe (presidente do
conselho) : NSo quero saberse entre os
conservadores vicram ou ulo muitos que
sejam favoraveis extincglo dj elemento
servil no raais breve prazo possivel.
certo que, a julgar pelos factos, de ve se
suppdr que a opiuiao do paiz est da p rte
do mibisterio at boj*.
Contra esta opiaio, pronunciada de um
modo que maito nos honra, posso tirar
consequencias que nao sejam as que se de-
vem tirar de taes factos T De certo que
nao.
Referindo me a um aparte, que ouvi ha
pouco, de que a el-iglo nlo fora livre. .
O Sr. Candido de Olveira : O que lk-
se oi; como outr'ora o- njbres senado "es,
que a t-leiglo niquella poca a que V.
Exc illndia, foi entre os partidos.
O Sr. Barao de Cotegipe (presidente do
conselho): Pois bem; se id penas entre
os partidos, tanto melhor ; pare mim f ig-
nifica qu' tive o apoio d" parte do partido
liberal e do partido conservador, o que re-
forc a miaba i-rgumentado.
Mas, temos um outro meio de verificar
a exactidlo de nossas diversas i.ffirmages,
isto de saber se a opinilo nacional est
ou nao do lado do governo.
Esta legislatura tem apenas mais d )us
annos de i-xisteucia, e prazo que os nobres
senadores querem marcar para a extincclo
da escravidao. Pois b.*m j esperemos a
eleiglo geral, e se a nacao s pronunciar
no sentido das ideas dos nobres senadores,
declaro que dao duvidarei votar pela ex
anecio m mediata
O Sr. Candido de Oliveira: E tlo
governo deve dissolver j a cmara.
O Sr. Bariis de Cotegipe (presidente do
conselho) : Dissolver j, nilo.
O Sr. Jaguaribe : -Nlo preciso dissol-
ver a cmara ; a actual pode mesmo pro-
nunciar-se neate sentido ; bista afroutoc.tr-
se um pouco o arroxo. ..
O Sr. Barao de Cot-gipe (presidente do
conselho) : -Se como eu .penso, dealarej e
confirmo que a questlo asta no maior ou
menor prazo, j se dave recrahecer c ue
esta pecha que querem langar sobre nos
outros de escravistas, do teimosos, de em-
perrados, apenas um recurso de orato-
ria.
O Sr. Escra^nolle Taunay : -Agora ap-
pareceu outra classe de apoplticos.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conselho) : Sou muito condescendento e
ninguem duvida mais das opiniSes que sus-
tenta do que eu proprio. Basta urna ob-
jocglo para que eu reveja aquillo que meu
pensamcnto elaborou. Aeeitare o conse-
lho do nobre senador, que acaba de occu-
par a attenglo dj seusdo. Estudarei------
(hilaridad?), durante o iotervallo das ses-
soVs, o mode porque devo melhor sati-'fa-
zer s conveniencias nacionaes ; se pu< er,
ee Deus ajudar-ma a chegar a um resulta-
de que agrada, nlo a todos, porque im-
possivel, mas ao nobre senador e a outros
que techara as roesmas idoas, serei con-
tente em realisal as. Se nlo, entregare!
esto poder, que tanto me pesa, lm do
peso de 72 annos, quelles que mais vigo-
rosos e melhor coraprehendendo os interes-
ses do paiz possam levar a effeito esta re-
firma. (Vluito bem )
Fi*a a liis-usslo adiada pela hora e com
a palavra o Sr. Aotonio Prado.
O Sr. Ignacio Martina (pela ordem)
looge de prever a importancia que tomou
o debate.
Era rainha intenso, nicamente, prot :s-
tai c ntr r.lgumas proposigdes inexactas
de urna r6presentacij de fazendeiros do
municipio de Campias. Mas, fundamen-
tando o meu protesto, tive necessidade,
respon lento a apartes, sobretudo da oppo-
siglo liberal, de definir mioha posiglo per-
rauta o governo* na questlo do elemento
serril
,V franqueza com que me ma-iifestei a
;-ste respuito, d a medida exacta da mi-
uha lealdado para com o governo, .10 qual
tenho prestado o toeu fr..co. porm, deci
a prestal o, at
dido apoio, e continuarei
o momento em qu -, tratando se de resol-
ver de um :uo lo defiottTO .e por assim di-
zer radical a qu> sto do elemento servil,
as minhas convi ^5es mo ebriguem a ter
pro sedimento diverso. *
O honrado Sr. presidente, do conselho
sem contrariar nieu protesto, p.rm, ma-
nifestando algumas divergencias quanto ao
modo de apreciar seus fundamentos, en-
tendeu timbem que devia detiuir sua po
siglo, como governo, tanto no presente co-
mo no futuro em relelo a este assumpto.
D'ahi, Sr. presidente, a face poltica
que tomou a questlo...
O Sr. Dantas : Apoiado.
O Sr. Antonio Prado:., a sua im-
portancia, que sobrcleva a da propria dis-
cussao oas leis de meios que devera pren-
der exclusivamente a attenclo do Senado
tisto a prorogaglo da sesslo.
O Sr. Dantas : Tomou o primeiro lu-
gar.
O Sr. Antonio Prado : O desenvol-
vimento quo tem tido a dscusslo, a im-
portancia poltica do debate, a attengo
que lbe presta o'Senado, e urna certa cu-
riouiJade do publico que se manifesti por
varios meios slo circunstancias que devem
convencer o nobre do presidente conselho
de que esta questlo nlo pjie ser desviada
do camioho do governo sem urna soluclo
definitiva.
O Sr. Dantas : Apoiado.
Sr. Antonio Prado : As leis de 28
de S^tembro de 1871 e 1885 olo a resol-
vern! definitivamente. Tanto n'uma como
n'outra os legisladores inspiraram-se na
escravidao no Brasil e procedern) em con
formidade, segundo .s circumstancias o
permittiram.
Eu julgo, Sr. presidente, que nenbum
poltico acredtou, tanto em 1871 como em
1885, que essas leis de emancipadlo po-
dan) resolver definitivamente o problema
da extiocelo da escravidao. Si nem todos
manifestaran) esse modo de pensar, res-
peito os motivos que tiveram para assim
proceder^ mas nlo pertengo ao numero d a-
quelles que entenderam ser prudente e no
cessario calar seus sentmentos a este res-
peito.
Filiando na Cmara dos Deputados, em
1885, cemo membro da opposiglo conser-
vadora d'aquella Cmara e defendeudo o
projeeto sustentado pelo Sr. conselheiro Sa-
raiva, eu enunciei me quedo s- guinte modo
(L):
'e* Se uni-amente eonsultasss a minba
quer urgencia para que a discusslo do re- opinilo e os meus sentimeotos, eu propo-
ailo de manifestar meu modo de pensar a
respeito desta questlo, danio preferencia
a um prazo que nlo deveria exceder de 6
a 7 annos para extincglo da cscravidlo;
accrescentando que a aspiraglo (os fazen-
deiros da provinua de S. Paulo, nlo ia
alm da conoeceugao .leste prazo.
Folguei de ver, Sr. presidente, este facto
confirmado pelo honrado senador pela Ba
hia, co o o qual tive as conferencias a que
acabo de reterir-me.
Posteriormeut-', como ministro da agri-
cultura do ministerio d^ 20 de Agosto tive
cecuailo de externar o mesmo meio de
pe sar, quando aqui defend o prujocto
que depois tornou-se a 1 i de 28 de Satbu*
bro do 1885; e a crescentu entSo qu ,
Beguudo enteodia, esse projecto, se foSM
adoptado, nao dira a ultima pJavra quan
to a soluglo da questlo.
Mais tarde, j fra do ministerio, quan-
do discutio-se no Senado a moglo relativa
aos avisos do ministerio da agricultura,
disse tambem qun nesti questao parocia
me estar eu divergencia com o ministerio.
Da mesis franqueza, Sr. presidente,
usei sempn n-s minhas conversagSes com
os meus amigos polticos e esp-.cialmeute
com o honrado senador por Pernanbuco,
com o qual nlo tive outro accordo, outro
pacto senlo o que resulta da communblo
de vistas ..
O Sr. Jlo Alfredo: Apoiado.
O Sr. Antrcio Prado : ... no modo
de apreciar e de resolver esta questo.
E nem era posaivel, Sr presidente, quo
eu tivesse um aa ordo qualquer com quem
quer que fosse som ser elle uonhseido pelos
at-dado mal nesta questlo ; por consequen-
cia para que ret^Iiag5es ?
O Sr. Alfonso Celso : Nlo estou reta-
liando ao contrario desejo auxiliar os no-
bres senadores, lembrando-Ihes qua dovem
ser lgicos.
O Sr. Antonio Prado : A miuha posi-
glo est bem definida.
O Sr. Ignacio Martins: Quem sa enun-
a -sin ulo tem direito do esperar mais.
O Sr. Antonio Prado : J tarda o t-m
po de ini-i.tr se urna pjlitica da horizo it s
mais vastos e que inspire se no p itrio is-
mo, una poltica na altura ioi t dentos do
nobre presi lente do conselho. (apoiados.)
A luta pelo poder tem estragado todas as
itoagS-a (apeiaio.-), baralhaido s ideas,
sophisman lo os pr'ncipios, enfraqu-asa lo
os caracteres. (Apoiados )
Os p irti ios j nlo ten baodeifaa (apoia-
de^); e, so as l n, lo bandeiras sem prin-
cipios. (Apoiados).
Porventura o que quer;n 03 liberaos
nao est na hanleira do partido conserva-
dor e vi o-v.-rsa"? Entretanto o que red,
o que positivo, que atravessamos urna
crise econmica muito grave (apoiados), a
a qual manifesta se pelo desequilibrio da3
nossas fin>ng is, pelo eofraqueijiment'- das
fontes de producglo, pela falt de capitaes,
peia deficiencia de populagln, pela falta de
meios da transp >rte3 e por t mtos outros
pbemmenos quo siria long enumerar.
Quando todos estas assumptos chamam da
preferencia e com instancia a attenclo do
parlamento, devenios permittir quo a pol-
tica continu a gyrar em torna desta mal-
f*dada questlo. qua nos praule o passo
maus amigos polticos da provincia de S. em to los os emprehendimentus ? Nao- Es-
quermento coutioua na sesslo seguiote.
Consultado, o senado conceda a urgen-
cia pedida.
SESSO EM 19 DE SETEMBRO
PRESIDKHC1A DO 8B. NDNK8 OOSigALVES
(2.<> VICE-PRESIDENTEJ
Pros-gue a discusslo do requerimento
do Sr. Antonio Prado, pedindo informa
cSes sobre as providencias tomadas pelo
presidente da provincia de S. Paulo para
ma-it-T, a ordem publica por occasiio das
fugas em mass, de escravos de fazendas
no municipio de Campias.
O Sr. latonio Prado : -Sr. pre-
sidente, qusnlo formulei o requerimento
que tem motivado esta discusslo, estava
FOLHETIH
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE RICHEBOURG
l'll "llltl PARTE
A FAMILIA LIONNST
( tiontinuagao do n. 210)
VIII
Qual delle naala Ano
Diabo 1 disse o italiano encostndo-
se mesa.
E fixou os olhos em Darasse.
Percebes ?
PerceDo e tenho pressa em saber.
Vou primeiro avivar-te certas recor-
dagSes de Marselba.
Ah !
O Sr. Fraud, que os contrabandis-
tas deitaram ao mar, nlo se chamava F
raud.
Deixe-se disso I
Se eu o afB'mo, porque estou cer-
to disso I
Entlo como se chamava elle ?
Espera, espera logo te uirei, mas
procedamos por ordem.
Pois ja,
Sabes e u-ellur do que nioguom, que
a Sra. Fraud se afogou, alguns instantes
d**peis da morte terrivel do marido.
Historia velha, disse Paolo.
Acendeu um cigarro e como Darasse fi-
casse calado :
Depvs ? replicn ell*. Onde quer
cl.egar ?
A Sra. Fraud, nlo era, cono so
podia suppdr, urna mulher de nascimcRte
humilde, era, pelo contrario, de grande no-
bre*ea c tinha urna f-iiui ii mensamente
rica.
O italiano pos-se a rr.
Um verdadeiro cont, para dormir em
p, disse elle.
Affec'ava odifTer- nga, mas a chammado
seu olhar mergulbava nos olhos de D .-
rasse.
Este eontinuou :
Nlo, Paolo, nlo ; nlo um cinto,
mas urna historia verdadeira. A mli da
Sra Fraud existe anda e milliouaia.
Te ato melhor para ella. Continu,
Sr. Darasse.
A velha imnginou qua a filba olo li-
ria medida muito mais aduntada do que o
projecto em discusslo; mas a questlo nlo
pode ser revolvida senlo ao terreno das
transacgSes. s
Em outra oceasilo, na sssslo de 12 de
Agostj, disse mais (L) :
O projecto, no meu entender nlo
apreseuta a melhor soluglo da questlo; e
se fosse governo nlo tomara a responsa-
bilidade de sua aprsentelo ; mas eolio
cado na alternativa de votar contra o pro-
jecto, derrotando o goTerno, e, por conse-
quencia, de entregar a soluglo da questlo
s incertezas do futuro, ou de votal-o com
modificsgSes conserva loras escolha o se-
gundo alvitre. >
Nag conferencias que tive com o honra-
do senador pela Baha, o Sr. coaselheiro
Saraiva, na qualidade de leader da opposi-
gl conservadora da Cmara, tive occa-
Paulo e com especialidade pelo meu amigo
particular, o honrado ministro da agricul-
tura.
Julgue co aveniente fazer esta declara-
glo para que nlo se d 3 palavras do no-
bre senador por Peroatubuco um sent lo
que ellas nlo t o. claro pois, Sr. pre-
sidente, que a ninguem o menos ao gover-
no devia ser extranhavel a attituda qua as-
sumi na tribuna, externando o meu modo
da pensar quanto uecessilade de urna so
luglo effi :az e definitiva da questlo do ele-
mento servil, accrescentando que, di gado
o momento opportuno de resolver a ques
to, por meio de medida effi.-az, sa a po-
ltica do governo-nlo fosse aquella que me
pare'esse nacessaria para esse fim, ver me
bia obrigado a negar-lho o meu fraco
apoio.
Quanto mais medito nesta assumpto,
mais me convengo da necessidade de dar-
se-lhe urna prorapta e definitiva soluglo.
O Sr. Dantas : -Apoiado.
O Sr. Antooio Prado : Em torno della
gyra a noss poltica em um circulo vicio-
so, com sacrificio da verdadeira causa na-
cional que nlo pode ser a causa da escra
vidlo.
Os talentos mais eminentes dos nossos
estadistas, de um e de outro la 1 > poltico,
as luzes do seu patriotismo, os conselhos
da sua pruiencia, a actividada la sua ini
ciativa, tudo pardo se, tudo gasta se, tudo
consom se no iosano labutar na inglora
tarefa de sustentar a cusa que se diz ser
a causa da lavoura, mas que nlo senlo
a causa de interressps mal entendidos, mal
representados e mal defendidos.
O Sr. Jaguariba :Apoiado ; urna tra-
vanca ao verdadeiro interasse do paiz.
O Sr. Affonso Celso : Entlo sejam l-
gicos ; apresentam suas ideas.
O Sr Antonio Prado : E' preciso nlo
fazer poltica nesta qU"8tlo.
O Sr. Affonso Celso : E' por isso que
03 convido a formular suas ideas.
O Sr. Antonio Prado : E' preciso tirar
a poltica desse terreno estril em quo se
debate (apoiados.)
O Sr. Affjnso Celso : A questlo
muito simples : ou o ministerio aceita a idea
dos nobres senadoras, ou os nobres senado-
res devem derrubal-o na cmara dos depu-
tados O mais Iludir.
O Sr. Antonio Prado : T nha paciencia
o nobre senador. Ambos os partidos tem
senbor, c a mli da Sra. Fraud, dara da-
ra duzentos mil francos qnella ou quel-
les que lhe fizassem encontrar a neta, per-
fectamente. Mas, meu bom Darasse, para
ajudar a tal senhora a encontrar a nota a
ter direito, por consequencia, ao premio de
duzentos mil francos, era proeiso, primei
ro. qne a filha daquella qua conhecemos
com o nome da Sra. Fraud, fosse anda
nba morrido, est convencida que a neta deste mundo, o que nlo est provado e,
exista e tem remecbido cos e trra para
as encontrar. Isso ulo sabias tu, Paolo.
Com tffeito e cono havia do eu sa-
bel-o ? Sa o nlo enganraam, Darasse, essa
velba muito interesssnta e tambem muito
digna de lastima.
Portanto, procura por toda a parte, a
filha a a net.
Urna v. riadeira loucura.
Talvez. Nlo menos certo, que
aquello ou quelles, que Ibes fizessem en-
contrar, nli a filha, visto que a pobre Sra.
Fraud j nlo existe, mas a neta, ella da-
ra montes de ouro.
Quem lhe disse isso ?
A propria senhora.
O seohor vio-a ?
Vi.
Quodo ?
Ha quatro dias.
Onde T
Em casa della.
Um relmpago rpido atravessou o olhar
sombro do italiano.
. Nesse caso, Sr. Dirasse, disso "lio,
cora a maior calma, sou forgado a reconhe
cer que o quo acab* de me dizer cao
um cont. Mas pcgo-lhe quo chegue ao
magnifico n^gojio, que tinha qua me pro
por
- Como, tu nlo comprehenJes ? disse
Darasse muito admirado.
Nlo coroprehendo nada.
Comtudo acabo de te explicar...
Meu caro Darasse, o senhor nlo ex-
pli-.-ou nada.
Aqu lies que restituirn) senhora,
a sua neta, ella dar montes de ouro ou,
p.ira fallar em ou'ros termos, Paolo, du-
zeDtos mil francos.
E' soberbo, Darasse I A tal ti (alga
generosa Mas o que temos nos com isso ?
Cono, Paolo ? comegou Darasse.
E fixou tambe-u os olhos no italiano.
__Meu cato, replicou este, depois de
aceodido outro (igirro, o senhor acaba do
ma fallar em um negoeb magnifico, que
eu nlo compreh-indo. Urna seuhora rica,
qps o senhor couhec?, que vio e que, rlii o
em seguida, no caso em que fosse viva, sa
ber onde ella est.
Darassa fijou par instantes atordoado,
como se tivesse rebebido um mago na ca-
b-ga.
Mas, Paolo, balbuciou elle, tu disses-
te me...
O que qua eu lhe disse T
Que nlo somente sabias que a filha
da Sra. Fraud existia anda, como tam-
bem onde ella estava.
Paolo d .-ii urna grande gargalbada.
Serio, disse ella, eu disse-lhe isso ?
Disse.
Quando ?
Nlo ba mais de um miz.
Entlo, meu bom Darasse, era por
brincadeira, para ver o que o senbor di-
zia.
O v-lho mueravel estava consternado.
Vamos l, accrescentou Paolo, a fi-
lha da Sra. Fraud est morta, como a
mai a o pai, e os milhSes da fidalga de que
sa trata, nilc os farlo sabir do tmulo.
O marselhez cahia inopinada mete das
nuvens, onda os seus sonhos de fortuna o
tinbam levado. Deixou ouvir urna espo
ce degrunhiioe a cabega inclinou-se-lbe
sobra o peitc.
Houve um longa silencio.
Urna contracglo dos {msculos do rosto
e um estremecimento da labios revelavam
a irritarlo contida da Paolo. Os olhos des-
padiam-lhe el aro s sinistros.
Decididamente este bebado inoom-
moda-me, pensara elle. S*be muitas cou-
sas de mais. E' preciso qua a todo pre
go >na desembarace dell-.
Mas como !
Fra preciso um mjio
Proeur rao, chamando em seu auxilio
o seu gjoio, o genio do mal.
Darasse tambem r< fl ; ta.
Tlvez que ma esteja engaando, di-
zia elle consigo mis porque ? Nlo tem
nenliu a interess ora me o cuitar a verda-
de, visto que, sem mim, nata podo fazer.
E comtudo.. .
Foi ol' quem rooipeu o silencio.
Paolo, meu Paolosiobo, disse elle, t
nho na idea que desconfias do teu velho
amigo Darasse a que nlo me dizes a ver-
da le, isto o que tu sabes. Mas pens
bem, Paolo, duzentos mil francos. Com
mil para t e outro tanto para mim.
O italiano encolheu os hombros.
O rosto tinha readqurdo a sua impassi
bilidada habitual.
Vamos l, meu pobre Darasse, repli-
cla elle, posa que se eu podesse fazer to
fcilmente a aua f jrtuna e a minha ,* isto
, fazer-lhe receber duzentos rail francos,
que dividiramos como bons amigos, pensa
que seria to estpido, que nlo aproveitas-
se semelhante pacbincba? E'-se tolo, ar'hi-
tlo, quando se rejeita a tortuna, que se
pie apinhar.
E' verdade, disse o pobre Darassa.
E suspirou.
Faltava-lhe o terreno. Tinha perdido as
esperangas.
Ah I Darasse, Darasse 1 disse o ita-
liano, cora tristeza, tenho tanto mais pena
de nlo podar partilbur com o senbor o ou-
ro da velha, quanto mais anda de que o
senhor, tenho precislo delle.
Na sua idade, mou velho amigo, gasta
sa pouco, nlo sa tem prazares dispendio-
sos. Eu sou mogo e preciso ter dinheiro, o
mais que for possivel, i'outro modo a vida
nlo valia mais do que este cigarro.
Para o senhor, que meu amigo, que me
protegeu na minha primeira infancia, nlo
quero ter segredo. Pois bem, meu pobre
Darasse, perdi o meu eroprego.
E' possivel 1 exclamou o ra\rselhez.
Infelizmente I
Mas como ? I'orque ?
Um alcance, na minha caixa.
Um alca a ?
Bem vg, eontinuou Paolo, baixando
a voz, quando se maneja constantemente o
dinheiro dos outros -se fcilmente tentilo,
de o metter no balso.
Entlo, Paolo, tu tambera disse o
Lingua de Ouro, ora u,m aconto singular
O qua quer dizer, Darasse ?
N.da.
E' verdade, o meu chafe descobrio o
alcance, apezar dos cuidados quo erapre-
gue para o dissimular, e puzeram-rae sira-
plesraenta no meio da ra. E anda me
devo considerar feliz pir nlo me t'T a:on
tecido m.is nada.
Era grande o alcance ?
Viuta mil fran-.'os.
DUbo!
tou intimamente eonveovido du ijue ne-
cessario resolvermos esta questlo, resolvi-
a definitivamente (apoiados/ por urna me-
dida radical e nlo por expedientas quo s
podem demorar sua soluglo, perturbando o
rgimen do trabalho as fnzonias.
O Sr. Ignacio Martina : Entlo nlo po-
de dar prazo para o estudo.
O Sr. Antonio Prado :Eis a razio do
meu pronun -iamento e da attitudc que as-
sumi nesta questao em frente ao governo.
O nobre senador perguutou-me : Como
conciliar os principios quo tendes enuncia-
do com o proced.aento que pretendis se-
guir para a soluglo desta questlo ? Eu j
disse, quando incidentemente tive de tratar
desta questo, que, no meu modo da pen-
sar, o governo tem seguido urna poltica
prudente na exeeugao da lei de 28 de Se-
tembro da 1885 o que procede do mesmn
modo dcixando de iniciar ou de apoiar
qualquer idea no sentido da soluglo defini-
tiva da questlo na presente sesslo legisla
ti va.
Kntendo, Sr. presiden*, que preciso
adiantar a soluglo desta questlo, mas os in-
teresaos affectados com essa soluglo slo da
tal ordem que nlo d vemos precipitar qual-
quer decalo nos ltimos dias desta sesslo,
em urna prorogaglo dos trabalhos parla-
mentares.
Entretanto, para resolvel-a melhor, co-
Diremos at prxima sesslo os benfi-
cos resultados da propaganda emancipado-
ra, que s manifesta efficaz na classe dos
rnais interessidos na resoluglo da ques-
tao.
Admira o sgodameuto que acaba de
revelar-se por parta da nobre opposiglj li-
beral para exigir desda j urna soluglo de-
finitiva, quando o partido liberal esteve no
poder por tantos annos e aenhuma medida
apresentou no sentido de resoivl-a radi
calmete.
O Sr. Frailo de S : A quem deve-se
a reforma votala?
O Sr. Aotonio Prado: Eatr'tanto, nlo
increpo o partido liberal pelo qua deixiu
de fazer, nem o partido conservador palo
qua devia ter feita.
J disse 3 repito, ambos os partidos ti o
andado mal nesta questlo.
En podia terminar com estas observa
g3es, mas o nobre presidente do conselho,
sem mostrarse intransigente quanto raa-
nutenglo da lei d 28 Set-mbro de 1885
em todas s suas partes, o qu) lhe agrade-
go em nome do partido conservador, exter-
nou argumentos em favor da poltica contra-
ria, os quaes exigera da minha parte algu-
mas pilavras no sentido da mostrar a sua
improcedencia.
Com aquella nobreza de carcter que
todos lha raconhecerajs, o nobre presiden-
ta do conselho disse : A Id do 23 de
Setembro de 1885 o fructo de urna trans-
acglo entre os dous partidos, os quaes
cox.prometteram-sa a acetala at q"j pro-
duzi todos es seus eff ibs ; compro, por-
tante, prj.oessa f-ita mantalo a lei,
pelo menos em suas principies dttpttt-
g(5.8. r>
IluJe-sj o nobre presidente do conse-
lho. O ic 6rdo falto entre a opposigls
conservadora da Cmara dos Deputados
em 1835 o o honrado .-x presidente do
conselho do ministerio do 6 do Maio nao
tevo por fim soalo a aoeitagle do pr^j I
e a sua votaglo na Cmara dos Deputados.'
Nem era possivel, r. preside ate, que
esto ao. ordo fosse alm, porque seria u a
grave erro poltico, commettido quer p;Ia
opposiglo conservadora, quer polo honra-
do presidente do conselho do ministerio da
6 de Maio.
O Sr. F. Oetaviano : Apoiado ; ne.sat
materias nlo ha limites.
O Sr. Antonio Prado :---Quando se dis-
cut > esta questao, em vista das circun-
stancias paria Dentaros em que nos achava-
mos e dos dados de que podamos disp.r
para resolver a questao, a medida prop ;
ta e defendida-pe* brando SS presidente
do conselho foi aquslia que nos parecen a
mais aceitavel o opp.rtuna.
Mas, Sr. presidente, as ciroumstanc .s
mudaran) o governo disp5e hoje da urna
grande maioria na Cmara dos Srs. Dipu-
tados ; o part lo libaral parece conprourit-
tido a votar por qualquer med la. n) sen-
tido do con^orr;r para extincglo da escra-
vidao.
O Sr. Candido de Oliveira : J o da-
clarou mais da urna vez.
O Sr. Ignacio Mr:im : E nem peda
prazo pira estudar.
O Sr. Affonso Celso : Temos um prc-
jecto sobre a mesa.
O Sr. Visconde da Paranagu :Ja-
mis ficaremos atraz dos conservadores.
O Sr. Antonio Prado :Em 1885, os
clculos mais favor a veis c-.us da
emancipaglo davam como existentes no
11
E' a mulber, Darasse, sempra a mu-
lher, que a causa da nossa perda.
A quem o diz- s tu I
Tera-se urna amante que tem fanta-
sas dispendiosas, e queremos satisfazel a ;
um da pede urna joia de prego, no outro
um vestido soberbo, o dinheiro falta, met
tese a mo na caixa qua nos est oonfii
da, comega-se por tirar cem ou duzentos
francos, outra vez tira-so mais, e assim por
diante, at que um dia o patrio d pelo
fesvio ; ent'o... sabe oque aconteceu.
Mas os pair*'3 nem todos slo o mesmo,
quasi sempra mandaos nos agarrar pela po-
lica, que co nega por nos por sombra,
emquanto se espera o tribua..!, as casas de
recluslo ou as gales I
Em resumo, meu pobre Darasse, des
confiamos serapre da mulher.
Sobretudo tu, Paolo.
A esse respeito, Darassa, pode ago-
ra estar socegado.
~ Felizmente, s mogo, has de saber
arranjar te e, depois, deves ter economas.
Meu Paolozinbo, tu fazias-me hoje um gran
de 8ervico, emprestando-me dous luizes.
O italiano abanou a cibega.
Estou sera um sold I respendeu. elle
Olhe, veja a ninha bolsa, restam-mo dez
francos, amanha serei obrigado a ir por a
cadeia e o relogio no prego.
Poz as mos na cabega e pareccu reffec-
tr profundamente.
- Em que pansas ? perguotou lbe Da-
rasse.
Em que penso ? No meio de sahir-
oos desta v,iffi:uldade.
Ah disse o antigo contrabandista.
Darasse, s hornera resoluto ?
Ora essa tu conheces-me perfeita-
mente !
Em pouco3 dias, podemos ser ambos
ricos.
Como ?
O italiano levantou-sa, abri a porta,
olhou o corredor, tornou a fechar a porta,
sem ruido, e veio novamente sentar-se, de-
pois de ter approximado a sua cadeira da
de Darasse.
Escuta, dissa elle b.ixiuho, decidiu-
do-se repentinamente a tn tar por tu o an
tigo coatrab tndista, tenho um plano.
Ah!
E se quizer^s, trabalharemos juntos.
Se quero I De qua sa trata T
Era Nog-rat sur Mame, perto do rio,
ha nraa essa solada e, nessa casa, joias
do gran le valor, prata, o melhor anda, era
Brazil 1,100,000 escravo3 ; a estatiatiea
agora revela qua esse numero pouco exce-
de de 600,000. Ne3sa occasiio, exce-
pglo das provincias do Cear e Amazonas
e de muitas libertagSes na provincia do
Rio-Grande do Sul, o movimento emani-
pador era pouco desenvolvido : o mesmo
nlo acontece hoje : o senado tem conheci-
raento de grande numero de libertagSes
que se te.n da lo em muitas provincias, e
especialmente as de S. Paulo e de Par-
nambuco, que porfiara qual a primeiro a
libert-.r se da escravidao.
O Sr. Jaguariba d um aparte.
O Sr. Aotonio Prado: Ora, Sr. presi-
dente, muladas as circumstancias que jus-
tificaran) a vontade da le de 1885, e sen-
do certo que esta questlo ha de resolver-
se pelas conveniencias sociaes e nlo pelos
principios geraes de direito, porque por
estes principios nli ha outra soluglo a nlo
ser a aboliglo immediata. .
O Sr. Jaguaribe : Apoiado.
O Sr. Antonio Prado : -. claro
que a 1 i deve ser modificada segundo a
mudanga das circumstancias, e tanto mais
quando essa mudanga se manifesta favora-
vel emancipaglo.
O honrado presidente do conselho nlo
contastou esta mo lineado em sentido fa-
varavl emancipaglo em algumas pro-
vincias no sul, mas disse S Esc.que
outras, e sobretudo as provincias do norte,
nlo esto preparadas para a transforraa-
glo do trabalho, nem para soffrer o abalo
que necessariamenta deve resultar lh.es,
quanto pro lucglo da cessaglo da escra-
vidao. (Continua)
um raovtl fcil da abrir, ouro e notas do
banco I
Muitas ? disse Lingua de Ouro, cu-
jos olbos chisparam.
Mais de cincoanta mil fran *os ?
E a casa est deshabitada T
Inteiramente, guardada pelo jardi-
neiro e pla mulher.
Diabo 1 diabo !
Mas pie afastar-so o hom;m e a
mulber.
Como ?
Isso commigo.
E os eles T
Nlo ha ces.
Entlo nlo ba parigo.
Acbo bom de mais.
Senlo fosse assim deixara o nego-
cio para outros. Executado o plano trs-
anos pelo menas, sessnta mil francas pira
dividir. Coa triota mil sers rico. Po le-
ras ir viver para qualquer parte como um
honrado burguez.
Exactameuta, disse Darasse. E para
quando a cousa ?
Hoje terga-feira. Deixemos a cousa
para sexta feira noite.
Bam, sexta feira. D >qui at l ancn*
tramo-nos ?
Nlo, intil.
Entretanto...
Sexta-feira, ao cahir da noite estars
em Nogent em frente da ponte, onda ma
deves esparar. Jamaremos em urna taver-
na qualquer e combinaremos a rameira
por que se ha da conduzir a operaglo ;
al.n disso, terei tu lo preparado e logo quo
chegue a hora...
Est entendido.
Os dous conversaran) aia la por alguns
minutos e Darasse retirou se.
Paolo poz-sa a passear pelo quarto OMi
O sobr'eluo carregado e olhar sombro.
Sm I sira esse hornera iocommoda
me, pola par obstculos aos meus projec-
tos, encontrar-se em um momento dudo
atravessado ao meu caminho. J esta vi-
sita que ousou fazer a marqueza da Sau-
lieu o prova. E depois mais tarde oa mais
cedo ha da descobrir cousas qua u quero
qua elle ignore. Nlo tenho qua hesitar, 0
preciso que elle desupparega.
Vamos l a idea qua me occorreu ex-
cellen'.e, cambiniglo admiravel, urna oon-
c-paglo de genio.
(Continuarte hetf
V

Typ. du Diario ra 'Juque oe Calas n. U.
f mam \
noagr
i


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