Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19991


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Full Text
w
yo LIJI HOMEJi 211
PABIA A CAPITAL B JLUCARE OtfDK BTiLO K PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 6!000
Por seis ditos idem.......... ...... 12&000
Por nm anno dem................. 230000
Cada numero avulso, do mes-no di............ ICO
MMII1A 23 E
be

PARA DESTRO B PORA DA PROTliCU
Por seis mezes adiantados. .....
Por nove ditos dem...........
Por um anno idam...............
Cada numero avulso, da das anteriores.........
~T~
130500
200000
270GOC
5100
Proprietafce toe Jftmotl ./iflurira bt iaria 4 Jtlljo*


O* Sr*. Antoila Irlnse A C
4e Par!*, l s os nwioi agentes
exclusivos de aananelos e pu-
blicacSe* na ICranca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
S2S7::: pA3iiwla3 so subi
RIO DE JANEIRO, 22 de Setembro s
5 horas e lX) ininutis da tarle. (Recebido
s 8 horas e 35 minutos da noito, pela li-
nha terrestre).
I ojo. na Cmara dos DeputadOM e
< a hora do expediente, o Dr. Pedro
Belir.io apre*enion um requerlmen
(o, ruja dinciiaso Oran adiada por
(er onlro depulado pedido a pala
verno acerca do cerco de urna caaa
no Poco da 'nncllu.
Entrando aje na ordena do da. ful
approindo em 3 dlacuasao o proje-
clo concedenda nm crdito de....
ls.-:oao*!oo a o Ministerio da
Agricultura, aenflo I5:0OO:OIIUOO
para na obras da ferro la do Cace-
*! no Rio Cirande do Mu, e.....
3:000:o (erro da Babia.
?Jo Senado, bofe, o conaelbelro
Banlas perguntou ao Sr. presidente
do ronselho se o scu gabinete fleava
incompleto nao obstante estar Abor-
to o parlamento.
O Hit rao de Coteglpe reapondeu que
opportunanaente aer completado o
gabinete.
O aenador Tauny lanibem inque-
rlo do governo al, altentaa as ulti-
ma 4 manlfestaroes. far alguma
cousa no aentldu de apreaaar a so-
luco do problema aervll.
O Barode Colegipe, prealdente do
conselbo. respondeado dlaae que
por occaalao da diacusado do orea-
memo do lf misterio da agricultura
em.lt (ir aua piula como aenador.
Sagulo para Pernambncn no pa-
quete nacional o deputado geral
desembargador Uenrlque Perelra
de Larena.
tanto n ttasu sm:
BUEN0S-AYRES, 20 de Setembro.
' t m duello a capada acaba de ler
lugar entre dola oOlciaea da guarn-
co. t ni d'ellea fol morlo e o oulro
mortalmente ferldo.
Os padrlnbos furam ptesos.
VKNEZA, 20 do Selombro.
O. Carlos Buque de Uadrid. acaba
de (iic{ar aqu, de volia de aua vla-
g">n ,'i t:ai>rica ti Sul.
."i :S>IN'A, 20 de Setembro.
4 epidemia do cliolera mnrbus di
tinae.
PARI3, 20 Je S-tembro.
Os joruaes republicanos ilissem que
a pnblicacao do manifest do Conde
de Pars fer porelYeifo a unido dos
diverso grupos da maiorla republi-
cana.
LONDRES, 20 do Setembro.
S, M. a Ralaha Victoria recusoa a
medlae&o pedida pelo Bel da Abya-
slnta a reapelto da aua divergencia
rum a llalla.
BERLIM, 20 de Setembro.
A GAZET DE LA CR0IX dli n'um arti-
go de fundo que provavel a disso-
luro da alllanca entre a Bussia e o
imperio aiiemuo.
Agwe'a Hars, 61ial em Peroaabuc-',
22 do Setembro de 1887.
IHSTRUCCiO POPULAR
Por isso, atee para homem responsabilidad*
pelo* netos quo cata pratic* ; por isso o seu pro-
cedment se pode recompensar com um premi >,
ou punir com um castigo. N'um* palavra, toda
a ordera moral desappareceri*. sa nao fosae a in-
terven?io da liberdade na vida do hotn-m. K'
por causa i'ella que tem propriamente direitoa ;
por ella anda quo tem deverea a cumprir.
E' das duas seienciasmoral e direitonos seua
pontos de contacto e de difteronca que nos cumpre
agora tratar.
Otrpois rstndaremos anda a matiria das colli-
ea e os syatemas fundamentses rnaia importantes
sobre o principio d) direito Turemos asaim ter-
minado os assumpt >s 'e que nos propuzemos oc-
cupar no capitulo i.
Pontoa de contacto entre a moral e
o dlrelto
I0; Ambas estas ciencias sao ceneepces que se
fundam na razio objectiva d j bomem.
2) Teem o mesmo objecto, que o estado das
leis qao regem a uceo voluntaria Da platica do
beno, ou o ezame das rela?oes entre a vontade hu -
ujn.a e e bem que a su* 1 -i.
3o) Dirigem se ao mesmo fin : o aperfeicoamen-
to do horneen e da sociedade.
4) Tuio o que ordenado ou prohibido pelo di'
reito igualmente ordenado ou prohibido pela mo-
ral ; mas tuio oque ordenado ou prohibido pela
moral, nao ordenado ou prohibido pelo direito.
Segue-se deates principios que a moral, mandan-
do fazer o bem pelo bem, abraoga aeste preceito
genrico o cumpriinente tambero dos deveres jur-
dico ; portanto reforca directamente o direito.
Este por seu lado concorre indirectamente para a
observancia da lei moral, prestando condicoes de
desenvolvimento a todaa aa eapberaa da activida-
de humana, ou (como se zpressa um escriptor)
porque, sendo o aperfei?oam uto moral um fim
essencial do hornero e da sociedade, o direito, que
deve dar a todos os fina, os raeios a ellea condu-
centes, deve t*mbem tornecer as condicoes iudivi
liuaes esocies da moralidade humana..
Sobre 03 dous principios j exarados no n. 4.
quer. m alguns notar differenca entre as duae
aziencias, dizendo .jue o direito permitta e qu'.
defes? prla moral. Por excmplo, a inv-ja, o odio,
nSo permittido pela moral.
Maa da aua parte, o dire.to nao pennitte taes
actos : o que no devemos dizer. Nao s2o do
seu dominio. Ele nao tem accaj sobre elles. E
Ibes completamente iodifferente.
Pontoa de ditTereoca entre moral
e o direito
1) A moral exige, na pratica dos actos que lhe
dizem respeito, a boa iatent;;io, a pureza de moti-
vos. O direito contenta-se apenas, com a prat'ca
do acto, nao tratando de sib.r se houve ou nao
boa intencio. Note-se todava que a desej* e por
tacto, nao te op; t de forma alguma a ella, como
alguns teem querido.
Podemos resumir dizendo : os deveres moraes
sao easeDCialinenie internos ; os deveres jurdicos
sao externos, nto desprasaudo comtudo o elemento
moral.
Esclarecemos esta difFerenca cem um rxempl >.
A. morre e deixa a B. urna quantia de dinheiro,
eom a condi^ao deste da' a certos individuos po-
bres urna lamina que ha de ser tirada do seu lega-
do. Porm B. nao compre a diapoaicSo de A. Os
interresaadoa vo reclamar. E a autoridade com-
petente (que representa o direito) faz com que B.
d ios taca pobres as sommis mandadas entreg.r ,
a elles peb testamento. O direito cootenfa-se
apenas com o acto externo, que no noaso caso :
a entrega das esmolas por B. ao pobres. M is
pergunta-se : exigir que Ues esmolas sejun en-
tregues com boa intenso? NS>; mas, ae forem,
(pa.mitta-senos a expresso) o direito ficar mais
aiticfeito.
Todava, acto mcral qae o nao pJe h*ver,
bem boa inten^ao.
2*) Os preceiios moraes sao absolutas, invaria-
veia, independeutes de circomstaacias algumas
xternas. Os preceitos jurdicos, pelo contrario,
sao relativo?, variaveis, alterando-se, conforme os
costumes, os lugares, o meio, etc.
3*) Quem ju'ga es actos moraes a consciencia,
por isso mesmo que eatea sao internos; palo con-
trario para os actos do direito, como este reveste
formas externas, preciso urna autoridade nomea-
da ad boc
4o) C;o conaequ neia immediata resulta, qae
os deveres jurdicos estao sujeitos coaccao que
se nae di nos nscraes,poi, se se applicassa a
estts, nao permaneceriam taes, visto que akforca
empreg>.da t ma desapparecer a boa iatenc>, o
eltmento indispensavel para a moralidade.
50) Toda a obrigacSo jurdica correlativa a
um direito que pode ex'gir o cumprimento d'essa
obrig*$ao. As obrigaco-.s moraes nao sao corre-
lativas a-.s direitos de outrem.
(Continua)
e*
URTE miOM

PHILOSOPHIA DO HIBEITd
(Extrahido)
Oh BIBLIOTHECA DO POVO K DAS ESCOLAS
CAPITULO I
THEODIi DA BISTOBIA MiTUB*L
(5) BLEMCHT B C0S1ITCTIV0S OA BATUBBZA
HDMAMA (6) POBTOB DB COBTACTO B DB DIV-
rBBBBCA BBTBB A MOBAL B O IBEITO
(C OTlt IHUllfO O)
VI. Por dous modos diferentes realisa o bo-
mem o bem : fatal e liviemente. Asim o bem
orgnico, o lgico, alcaoca-o sem a sua vonfade
inteivir ao acto. Pelo contrario o bem moral e
jurdico depende esseneialmente dellc
(,uv rnii da provincia
EXPDlUMTB OO OA 1 DB sSrEMBBO OB 1837
Otfi-ios:
__ Ao Dr. chefade policia.Transmiti a V. S.
tm reapoeta ao ofeio d. 473 de 20 de .tfaio ultmo
a nformacao junta em original prestada pela C .-
mar Munuipnl de Qaranbuus em 22 de Agosto
udo a r. sp-ito da llumiu*c,ao da cadeia da ljca-
lidade.
A) inspector da Tb?s:urara de Faxenda.
Communieo a V. S. p*ra os fina convenientes que
o juiz de direito Antonio Domiugos Pinto, aaauanio
boje o exercicio da vara dos Peitos da Fazenda,
Jue lhe foi designada por decreto de 18 de Agosto
udo.
Ao mesmo.Communieo a V. S. para os ons
convenientes que o bacharel Francisco d Uosta
Maia Filho, em 29 de Agosto findo, assumioo
exercicio do cargo de juiz municipal e de orphaos
dos termos de Palmares e Agua Preta para o qoal
foi removido por docreto de 21 de Julho do cor
rento anno.
__ Ao mesmo.Communieo a V. S. para oa fina
convenientes, que no dia de Agesto ndo expdi
as ordena necessariaa afim de que o pharmacaulioo
do presidio de Fernando de Noronna, Jos da Fon-
seca e Silva viesse para esta eap tal para aguar-
dar, com i requeren, o despacho da petico que di
rigi ao Exm. Sr. ministro da justica slicitando
sua exoneracau-
Ao meamo. Transmiti a V. S. para os fina
convenientes copia do < fficia de 29 do mez findo,
relativo ao i xercicio de 5 ju:z substituto da co-
marca desta capital na vara dos Feito da Fa-
zenda. .
Igual ao inspector do Tbesouro Pruvincial
Ao director do Arsenal de Guerra. -Di ac-
cordo com a iulirmacao dessa directora de 30 de
Agosto findo, sob n. 1275, autoriso Vine, a mandar
satistazer o incluso peaiJi, atcinente ao concert
da guariu de madeira da sentinella do xadrez do
quartel do 14 batalbao de lufautaria C >mmuni-
cou so so bri|adeiro commandaute das armas.
Ao m>>smo. Sirva ee Vmc. de informar as -
bre o incluso officio da Presidencia da Provincia
do Hio (Jraude do Norte, de s7 de Agosto findo
sobre o. 239, relativamente ao fornecimeuto de fir
damento Companbia de Infamara d'aquella Pro-
vincia.
-- Ao mesmo.Haj* Vmc. de informar sonre o
incluao peiid>> que faa o cjmmandaute da Forta-
leza do Bioin.
Pur'.arias :
Em resposta ao offioio da 29 de Jolho ultiao
declsro C-mara lluuicipal de Nazareth que ie
veri promover o que julgar a bem de aeus dirsitos
ai durante o prximo exercick tinaaceiro,municipal,
de 1887 a 1888 o arrematante de impostos Muoosl
Ooines dos Santos nada r'qu'jrer acere* do acesrdo
autoriaadi pelo artigo 3 22 da lei n. 1897 de
: i Quaoto segn la parte do predito o(:io tran-
smiti em solucao da c>osulta a inf.'rmica n.
561, junta por copia prestada a respeito em 29 de
Agoato finio pela Thesouraria de Fazenda.
0 Sr. agante da Cumpauhia Brazileira de
Navega?lo a Vapor, mande dar passagem de r,
at o porto de S. Loiz da provincia do Maraubao,
por conta do Ministerio da Agricultura, Commar-
e Obras Publicas, ao engenheiro Artbur de Lima
Campjs, removido do cargo do nj alante da com
misslo do melh >iamento dos porloa desta provin-
cia para igual cargo naquella.
O Sr. garentu da O^mpaubia Pemambucaoa
man Je dar passagem de r at Camossim, no
vapor que seguir a 5 do corrate para os portos do
norte, a Antonio Borges i'a Fonseca, por conta
das gratuitas, a que o governo tem direito.
EXPEDIENTS DO DB. 8ECIIETABI0
Oficios :
Ao inap;ctur do Tnesouro Provincial.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia com-
munieo a V. S. p ira os fina convenientes que na
peticlo dos proprieta:ios do fabricas de chap:s
na Babia e liio de Janeiro, a que alinde a mfor-
m .cao desse Tbesouro de 25 de Agosto ultimo, n.
808, foi boje proferido o despacho seguinte :
Indeferido, vista da informaco da Alfande-
ga e do Tbesouro Provincial.
Ao gerente da Cimpanbia do Trilhos Urba-
nos do Recite a O'.inda e Beberibe.De ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia communieo a V.
S. que, para regularisar e servici e evitar abusos,
todos os pasees a que o g'feruo tem direito nos
trena dessa ferro-via, sero escriptos nesta secre-
taria e por mim assigoados nao ibe sendo permit-
tido recsalos cu torml os dependentes do seu
visto > ; -des le que, pelo 3 do art. 63 do re -
gulamento de 11 do Outubro de 1872 V. S. obri-
gado a c nceder os meamos passes, sem entrar na
apreciacao da necessidade do servicopor lho
faltar cemputenci* ; -ficando-lhe o direito de
traaer ao coohec m?nto da presidencia, porescrip
to e com exhibifa > dos respectivos autographos, os
abusos que, per ventura, tiverem lugar.
EBFBOIEHrA DO DIA 2 DE SErEJIB'tO DB 1887.
Actos :
O presdante da provincia resol ve, de accor-
do eom a propost* contila no oficio do inspector
do Tbesouro, de 30 de Agosta fiado, n. 820, no.
mear o promotor pablico Oacbarel Uelvercio de
Carvalbo Gomes Gauoiraes para rxercer o cargo
de ajudante do procurador dos feitos da fazenda
da provincia no districto da collectoria de Oabro-
b, vago p>r tef sido nomeado juiz municipal e de
orphios bacharel.Lyjio Alerano B.ndeira de Mel
lo.Communicou-scaao inspector do^Thesoura Pro
vincial.
O presidente da provincia, resolve exonerar
pedido, do cargo do delegado do districto Ilite-
rario de Cabrob, Miuoel Paes Barreto Pereira
do3 Santos, e nom:ar para substituil-o no referido
cargo a Fortunato Francisco dos r-'antos.Com-
miuiicoa-se ao mspestor geral da instruaco pu-
blica.
Oficios :
Ao ministra plenipotenciario brasileiro em
Lindres.Tcnbo a honra de enviar a V Exc. um
exempiar do balauceto da reccita e despeza da es-
trada de ferro do Recita ao Limoeiro, durante o
m--z da Julho prximo findo, acompanhado do de-
vido deaenvolvim rito c da copia da actadases-
sS'O cis qua se procedeu a liquidafio das contas
conc ;rnentes ao mencionado psrodo.
Prevaiefo me desta oceaaiao para renovar a V.
Ex:. os meus seutimentos de subida estima e con-
sidcriva i.Communicousc aos .-oembros da com-
missao cncarregada da liquidafio das contas da
t*eatiada de ferro ao Limceiro.
Ao Dr. chefd'd.1 polica.Fica approvado o
contracta celebrado pelo delegad) do districto de
S. Liaren? > da Matta, com Francisco Baptiata
da Silva, de alugu da casa, pertenetnte a este,
para servir dj qu irtel ao destacamento all exis-
tente, pelo prego de 5'J00 mensa's a c.ntar do
1- da de Dezembro ultimo.
O que declaro a V. S. pira os devidos effeitos
e em solugio dos seus offi.'ios de 10 e 27 de Ages-
to findo, sob na. 697 e 753. Remetteu-re copia
ao inspector do Tbesouro Provincial.
Ao insp.ctor do Thasouro Provincial.- -De-
ierin lo o requerimento a qua allude a inforaucao
desse Tnesouro, de 31 de Agosto, prximo passa-
do, u. 83, concedo sej* extrabida de preferencia,
sem prejuizo d-, disposto no artigo 11, da k-i n.
1884, de 30 da Abril do correte anno, a parte de
lotera contemplada na distribuifao estabelecida
palo citado artigo em favor das obras do recolhi-
mento de Iguarass ; o que declaro a Vmc. para
seu conbecimeuto e afim de o fazer constar ao lh
soureiro das loteras ordinarias da provincia.
Ao mesmo.Estando em termos a inclusa
conta documentada mande Vmc. pagar por conta
da verbo do 73, artigo 2" da lei do orcamento
vigente, a quaDtia de 45790, despendida pelo ca-
p.iao do corpo de polica, A itiuio Francisco Cor-
deiro de M lio, cojo transportes de ida b volta da
Colonia Isabel a villa de Barreiros, onde eateve
em diligencia con o destacamento sob seu com-
isando.
Ao juiz municipal u le orphaos dos termos
de Granito e Ex.Declaro a Vmc. em solugo ao
seu oficio de 9 Jo Agosto ultimo, que, conforme
respond em 3 de Maio ao suppleote desse juizo,
no t'rmo de Ex, Man vi Rodrigues de Carvalbo
Brito, tendo Tiiomaz Nuu:'s Vianna libertado a
parte que lhe cjub', por fal ecimento de sua
inulbe na eacrava R ymun la deve indemnisar ao
fib menor de seu casal a parte que este tem na
meama eacrava, uaaudo-se para isa te for preci-
so, dos meus judiciaes.
Ao colleetor das rendas geraes do rntinicipio
de Ouricuiy.De:laro a Vmc. em solucao ao su
officio de 14 de Agosto ultimo, que deve dar conhe-
cimento do facto a que se refere ho juiz deorpbaoa
do termo e ao promotor publico da comarca para
que estes funccionarios procedam como de direito,
em vista do que dispe o art. 7" do decrato n. 9517
de 14 de Novemb-o de 1885.
EI"BDIENTB DO DI-.. SICBETARIO
Oficios :
.Ao Dr. juiz de direito do 3 distr'Cto crimi-
nal do R cife. -Do ordem do Exui. Sr. presidente
da provincia communieo a V. S. que do seu cii .-.o
de honten prufeno-se o despacho aeguint* :
Ao Sr. chele de polica para providenciar.
Ao c..turnanJante da escola de aprendizes
mariDheiros. 1 Exc o Sr. presidente de provincia
mauda aecusar o receoimento d offi~-io de hontcm
sob n. 44 em qu < V. S. p-.rtecipa ha ver se apre-
sentado, na meama d'.ta, redunci.udo o testo]la
liceoca ea cujo goao se achava, o capelllo dess
cscol", padre Francisco Joaqaitn da Silva.Uom-
municou-se ao inspector da Tbtsuiaria de Fa-
z. ud-
Ao director geral di>s Obras Publicr.s.Do
ordem do Exm. 8r. presidente da provincia can-
mmico a V. S. que no r querimento do Jalo
Francisco de Paula, contractante da construccao
da oasa de barreira no Entrone-amento da estrada
do norte som a de Ic.pissuina, fjt hija proferido o
seguinte despicho:
Ci>m suepeusao do cobranca do pedagio, con
t celo quecjncluaacaan.de coaformidade com
o oreament-o e plano organisado pela repartiyao
das obras publicas nos termos do contracto de 2
de Outubro de 18S3, sendo reforcada a fian?,
< romo propoz o Tbesouro Provincial por offi Jo
de 30.10 Juih) ultimo, e de accordo com as in-
t foru)n?o.-B officiaes, que o supplicante junta por
> certido.
Igual no iospector do Tnesouro Provincial.
Ao gerente da Companbia Pcrnambucana de
Navegaca a VaporDe ordem do Exm. Sr. pre-
si Jen e ae proviuci aecuao o reeebimento do ofi-
cio da hontcm, no qsal V. S. partecip* que o
vapor"fp ju",a seguir para os p;rtas do nort; at
ForLleaa no dia 6 do corrente l 5 horas da
.rJi .
Ao Sr. Paulino Antonio Paes de Luna, juiz
un pas de Catende.De ordem do Exm. Sr. pre-
sideoM transmiti a V. S., em resposta ao seu cffl
ci i da 16 de Junho ultimo, aa portaras juntas por
copia, relativas diviao de alguna distrctos po-
liciaca de Palmares e Agua Hrett.
Ao director do presidio da Fernando de No-
ronhs.Da ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
veo devolvo a V. S., para ser entregae ao in-
tereasado, o requerimento do sentenciado Manoel
Valdevino de Siqueira, conhecido por Manoel Ga-
to, com a informa?lo que sobra o assumpto pre--
(ou o juiz de direito de orphaos do Racile no offi-
ci ju-it i por copia, de hontcui datado.
EXTEDIBNTB DO DA 3 DE SETBHB33 DB 18S7
Aetos:
O presidente da provincia attendendo ao
que requereu Marcolina Furtado da Silva Ca-
bral, professora da cadeira de eosino primario da
ra Imperial, e tendo eta viita aiut:im*?io n.
217 de 17 da Agosto fiado do inspector geral da
Instrucfo Publica, resolve prorogar por tres m -
aes, com metade do oidenado, a licec?a ultima-
meute concedida p ticit naris, para tractar de
sua saude onde lhe convier.
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu Anna Cesar de Almeida Pessoa, profes-
sora da cadeira de cn3no primario de Nazareth
do Cab>, e tendo em vista a informa?ao n. 222 de
22 de Alisto findo, do inspector geral da Instruc-
eio Pub.ica, resolve conceder peticionaria tres
mezes de I icen?*, com ordenado, para tratar da
sua saude onde Iba convier.
Oficios :
Ao presidente da provincia do Rio Grande
do Norte.Recebi e agrade?o oa exemplares im-
pressvs da colleccao de leis dessa provincia euvis-
dos por V. Exc. com offieio a que respondo de 30
de Agosto findo.
Ao cooselhoiro presidente do Tribunal da
Rela?io.Sirva-se V. Exc. de providenciar pira
que si ja apres dencia a certido do processo do reo Antonio di
Reg Silva, qua interpoz recurso de gra?* da pe-
na do gales perpetuas, imposta em 17 de Outnbro
de 1858, em virtude de decisao do jury do terco
de Ouricury.
Ao brigadeiro commandante das armas.
Noa termos da informa?ao de hontem datada, sob
n. 447, autoriso V. Exc. a conceder baixa do ser-
vi?o do exercito, mediante substituya >, ao anspe-
?ada da companbia de cavallara, Antonio Alves
Bir.
Ao inspector do Arsenal de Marinha.
Transmuto a V. Exc, para seu conbecimeut a
iuclusa copia do telegramma do Ministerio da Ma-
naba, de hontem datado, relativamente aes prati-
coe deata provincia.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Njs termos da sua iuforma?ao d6 hontem n 563,
mande V. S. supprir o almnxarifado do presidio
do Fernando de Noronha com a quantia de.....
2:658J93i!, afim de occorrer s despezas com o
pessoal e material do mesmo presidio no corrente
mez.
R^metto o cr?amento a que aliado a citada in-
fera: a?ao.
Ao mesmo.Mande V. S. abonar, sob a res-
p^aiabJHdade desta presidencia, a ajuda de custo
na importancia de 29i003 arbitrada pelo aviso
do Ministerio da Justi?a de 20 de Agosto Sudo,
junto por copia, ao bacharel Domingis Felippe de
S eiza L ao, juiz municipal e de orphaos Horneado
pera o termo de Palmeira, na provincia do Para-
n ; devendo dita importancia ser levada ao cr-
dito que tem de ser concedido pelo Tbesouro Na
cioual
Ao mesmo.Sirva se V. S. de informar com
urgencia porque nao foi anda cumprido pela col-
lectoria geral do municipio de Seriobem o que
determinou esta presidencia em 1 de Julho ulti-
mo acerca da falta de remessa da rela?ao n. 197
da qual deve constar a matricula de dous es-
cravos.
Ao mesmo.Sirva se V. S. de informar com
urgencia, por que nao foi anda cumpro pelo col-
lector geral do municipio da Escadi o que deter-
minou esta preaideoc em oficios de 18, 19 e 21
da Julho ultimo acerca das irregularidades en-
contrada) na matricula de diversos escravos con-
stantes daa r3la?oes ns. 122, 300, 807 e 508.
Ao mesmo. Sirva-ae V. S. de exigir do col-
lector geral do municipio de Nazareth o motivo
por que at agora nao apresentou a rel*?o n. 185,
da qual deven) constar as decla?oes referentes aos
eseiaves all matriculadas sob ns. 319 a 84.
Ao mesmo.Tendo deferido h-ja o requeri-
inento do tanente-coronel Jos da Silva Cyaneiro
'iuunaies, a que se refere a informseao de V. S.
em oficio de 3'J de Agosto ultimo, eob n. 564, dc-
ciurv-lhe que fora relevada a multa de 1000)0
a elle imposta pelo colleetor geral do muuicipio do
Cabo, p-r, haver sido matriculado fora do praso
da lei o ingenuo '/ tobaras, fi.h-o de sua escrava
Joventina.
Ao director geral das Obras Publicas.
Approvo o er?amenio que aeompaubou o cfiieio de
Vuic, da 7 de Aaosto ultimo, sob n. 175, na im-
portancia de 4489485, para execu?o da obra de
reC9u8truc?o da ponto dos Carvulhos, e autorisc-o
a chamar concurreutes a esse ervi?o, com a clau-
sula segundo o dito offi io, de obrigar-se quein o
contractar a reeeber os materiaes pertencentes ao
actual arr matante, si serviris para as obras de
que se trata, ficando por isso rescindido o con-
tracto deste, na importancia de 66O0 K), excluido
o abate cfferecido, sem inposi?ao da multa.i. mi
monicou-se ao inspector do Th-souro Provin-
cial.
__ A) mesmo.Approvo o orcamento annexodo
oficio de Vmc, de Io do corrente, sob n. 187, na
importancia de 399*000, para a construc?ao de nm
pa. saii?J de madeira em substituicao do boeiro da
Varz-a do engenho Aranpe do meio, na estrada
de Itapissuma a Nazareth, e autoriso a sua execu
?o poremprcitadas parciaes ou por adminiat>acao,
sendo paga a importancia por ferias quiuzenaes,
na conformidde do capitulo 89 di rtguiamento
em vigor Commuuicau-se ao inspector do Th !
sour.1 Provincial.
.. Ao Dr. juiz de direito da cornaca de Ca
ruar Tendo o termo do Alt nho, pertencente a
eosa comarca, loro civil desde o me de Abril do
conente anno, visto nellese terem apurado, na ul-
tima revislo, maia de cincofnta jur dos, de coufor-
mdaJe cjm o artig 223 do regulamento n. 120 de
31 de Janeiro de 1842, deve Vmc. convocar o res-
,, etivo conselbo, as pocas competentes iudepen-
dente.da futura, revsac, por quanto em face do
citado regulime.ito toli o referido termo consrlbo
exclusivo desde que foi desmembrado do de Ca-
rdrib
Ao Dr. jai: de direito Ja comarca de Boa-
Vista. Har cumprim -uto do aviso de 20 de De-
tembro de 1886, por copia junio, rciteiro a Vmc.
a rrquisi?ao feita ea oficios de 16 Je Fev;reiio de
28 de Jultio do corrente anno.
Ao juia municipal e de orphaos de termo de
Palmutea. Sirva-se Vme. de informarse o escravo
Cai i, a queso refere a rela?> annex* ao seu offi-
cio de 30 de Dezembro de 1886, foi declarado livre
por 8'-utun?a e so esta pits u cm julgado.
Portaras :
Para reaolver sobre o assumpto do cfficis n.
75 le 16 de Agsto fiudo convuo que a Cmara
Municipal do Recife me declare se chamou de novo
eouc-nrreiite* ao arrondamento das casas da Pra?a
da Independencia, conforme recomnWndei a 2 do
mesmo mez.
C-n\n outro lia que a cmara informo si a
casa n 34 amia est oceupada, por quem e porque
pre?o foi arrendada.
O Sr. agente d* Companbia Brazileira de
navega?* a vap r fa?:i transporta' c. te por
conta do Ministerio da Ca -na o 2o cadete Lidis-
'i Jos Peixito que pira all segu, afim de reu-
uir-se ao 2 regiment de artilhiria a cavallo, a
que pertence.
O Sr. agenta da Companhia Brazileira de
navega?2o a vapor fa?* transportar corte por
conta do Ministerio da Guerra o Io cadete 1 sar-
gento Joao L'opoldo M ate Negro da Cunha, que
foi transferido do 2 para o 3 batv.lhio da infan-
taria ; e bem assim o soldado Joaquim Cezario
N. bre de Guarni quo ass-utou p-.? i com deiti.i >
aquella corte. Cimmunicou-se ao brigadeiro
commandante das armas.
O Sr. gerente da Compauhia Pernambucana
de Navegacao a Vapor mande transportar gratui-
tamente, a r at Penodo, o promotor publico da
comarca di Tacarat, bichirel Jo= de Si Caval-
cante de Albuquerqua e sua senbora.
O Sr. gerenta da Companbia Pernambucana
de Navcga?ao a Vapor mi ide transporl.tr gratui-
tamente, proa para a Parahyoa, a Salviano
Acrineu Peti Lioioeiro.
O Sr. gerente da C^mpinhia Pcrnambucana
de Navegacio a Vapor fa?a transportar para o
presidio de Fernando da Noroaba, por conta de
Antonio Gomes Senra, os gneros con.tantea da
relaco aqui junta, visada pelo eesretario do go-
verno desta provincia.
EXPEDIENTE DO DB. SECRETARIO
Offic03 :
Ao agente da Companhi* Brasileira de Na-
vega?io a Vapor.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia acenso o reeebimento do officio,
em quo V. Exe. participa qu o vapor Cantillo
ebegado ios portos do norte, boje s 6 boraa da
manb, e seguir para os do sul hoje mesmo,'s 0
da tarde.
Ao inspector do Tnesouro Provincial.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
communieo a V. S., para es fias convenientes,
que na p .'tifio de recurso do professor Thouoaz
Antonio Maeiel VIonteiro, a que allude a informa-
?o dessa Tbesouro, de 27 de Agosto prximo pas-
sado, n. 815, foi pruferido hoje o despacho se-
guinte :
Sustento a decisao do Thosouro Provincial,
de accordo com sua informa?io por officio de 27
de Agosto finio, n. 815. A autorisa?ao legis-
lativ para um pagamento, ou consigua?io de
quota, nao importa reconbecmento de divida,
que acto de outro poder, dcpsndente da exis-
tenaia e legaliiade do serv?) Nao basta que
s lei diga que se pague, preciso que o inte
ressado prove que se Ibe deve; e verificado,
como est, que o recrrante nao tem divida al-
guma liquidada perante o Tbesouro, impo'si-
vel ha ver pagamento. O caso sera de doago,
mis o art. 9- da lei n. 1860, autorisa a pagir e
nao a doar, mesmo porque as assemblas prc-
vinciaes nao podem fazer doafao dos dinheiros
ii pblicos .
A) gerente da Caixa Filial do Banco Inter-
nacional do Brasil, nesta ci la Je.De o dem do
Exm. Sr. presidente da provincia aecuso o reee-
bimento do oficio de hontcm, com o qual V. S.
envin copia authnntica do balan?] das op?ra?oes
effectuadas por easa Caixa Filial durante o m-z
de Agoato ultimo.
Ao presidente e vereadores da Cmara Mu-
nicipal de S. Bento.O Exm. Sr. presidente da
provincia manda communicar a Vv. Ss. que na
petico annexa ao seu offieio da 16 de Agosto findo
proferio o seguinte despacho :
Nao tem lugar o que requeem em vista daa
informafo s >.
EJitai :
Por esta secretaria convidado o Sr. Anto-
nio Justino Ferreira da Liz, afim de prestar ea-
clarecimentos ceraa de um requenrnento que di-
rigi ao Governo Imperial o qual exigi intoim*-
fdes sobre o object) do meamo requerimento.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 21 DE
SKTEMBKO DB 1837.
Companhia W^stera of Braziliaa Tele-
graph. Rqueira ao Goveroo Imperial.
Companhia Tha Great Western of Bra-
zil Ra'Iwiy l ompan Limited. Infor-
me o Sr. inspector da Tnesouraria de Fa-
zen la.
Con-go Ijalino Fernandos de Souza.
Iufcirme o- r. inspector do Tbesouro
Provincial.
J;ao Ferrcira Lins. Iufonne o Sr. ia
pector da Tiies >urara de Fazenda.
Joao Fernandos L>pes. Certifique se.
J jao Gabriel de Britto Moito. -Deferi-
do com offieio cles'a dati ao brigadeiro
eom mandante das ar.nas.
Joa Tneophilo e Ifaraeliao Soare Per-
reira. floja dirijo-me ao ministerio da guer-
ra a respeito do que requerem os auppl
cantes.
Joaqui.u Jos Silveira. Nesta data au-
torisado o engenheiro das obras militares a
fazer exacutar os reparos do predio, a que
allude o suppiicante.
M-noel Tuomaz Barbosa. DeferiJo com
o offijio desta data Tesouraria de Fa-
zenda.
Manoel Pacheco de Araujo. D se ao
supplicante carta do naturalisayao.
l'edro Francisco de Paula taptista.
Deferido com offi io de hoja ao Tnesouro
Provincial.
Secretaria da Presidencia de Pernambueo, 22
de Setembro de 1887.
O pjrteiro,
F. Chacn.
jtiUn de direito minal
Pronuncia
Vistos estes autos etc. E b-m firm*da_e>mo se
acha a competencia destejis > nos arta. 25 1" da
lei de 3 de Dezembro de 1841, 200 % i" do regula
roento o. VO d 31 de Janeiro da 184, 13 5o do
regulam nto u 4824 de 22 de Novembro de 1871,
visto tratar-se de crime de peculato previsto no
capitulo Io do tit. 6o da parte 2' do cdigo crimi-
nal e clasificado de responsaoilidade no aviso n.
245 de 27 de Agoato de 1855. serem os reos todos
empregadoa pblicos e terem-no c^m nettido no
edificio da Tnesouraria de Fasenda, situada no 2
discrieto criminal, onde -xer?o jurisdic?io, e dea-
t'arte despresada por fut' a argida incou peteu-
ca, colle-se dos meanus antos :
Que no illa 9 de Setembro do anno paseado, no
acto de serem aberras s portas e j .nellas da The
souraria, uenhuma foi a encontrada com vestigios
de ter sido violentada, as fecbtdjras fuuccioua-
v.m bm, e t tado em que as deixara na tirde de 6 o porteiro
AlexanJrlno Al vea de Mendon?a, quando em pre-
ten? do cabo do 2" batalbao de infauteri Manoel
de Fran?. da Olivcira foram fechadas e revistado
o edificio (autos de iierguntas fl 72 92, 151 v.
e 155, vistonas li 65, 67, l. 98 e 9 ) ;
Q.ia da tarde de 6 do dito m- a da Setembro,
qu.ndo (echou-se a re?arti?ao, inanha de 9 quan-
do foi abeita, nio houvera neobum rumor que de-
nunciasse ca fizesse se quer susp.'itar a entrada
de quem quer que fosse posteriormente ao fecha-
ment da mesma, ou a oeculta?ao de um ou mais
roubaJoros durante o dia 6. afim de naqu Jle de -
curso de tempo e muito a fazer coasummarem a
enorme subtrac?ao do 793:1453S7 da casa f'rte
(l.clara?oes dos ofueiaes e pm?aa de f^i. 85 93,
106 137 v. e do porteiro fli. 720 e 199);
Qu; aporta que d entrada para a sec?io do
Thesoureiro nao apresentava na manh de 9,
quando foi abeita, signal de violencia, ao contra-
rio achava-se igualmente como a deixara na tarde
hjp 6 o servente Jos de Olivara Silva incumbido
Te abrir e fechar as pjrtas e janellas dessa sec?io
rro BM as da casa forte (declara?.-* i 74,75 e
o u tras) ;
Que as porta* da casa forte foram fechadas pelo
denunciado Francisco de SiqueiaCarneirs daCa-
nha e as respectivas chaves condolidas pelo de-
nunciado Thesoareiro Dr. Eduardo as 2 horas da
tarda dssto mesmo dia 6, qaando por m.tivo de
molestia, segundo allega, teve de retirar-se da re-
prtalo antes de fiado o expediente, o que consta
das declara?5es de fl i. 75 e 77, 82 e 84 confirma-
das pelas do denunciado Victorino Trajaao da
Costa Filho fli. 118 a 131, menos no tocante ao
fechamento da gra la de ferro que, diz elle, nao
ter visto se fjraou nio techida, porque astava de
costas para e la sentado 4 sua meza;
Q io na manhS ae 9 Lram encontradas abertas
a p.Tta da madeira e a dita grade de tarro da casa
forte, urna chava que abria perfeitamente aquella
e d< m Qs'rava ter sido .feita poucos das antea
e psr artista perito, a bem assim um instrum -nts
de I a tilo j soldado e imprestavel para abrir a
meama grade (auto de exame > lis. 63)
Q ie o cofre f >i achado fechado apresentando os
espelbos das tachaduras for?ados e janto k elle
duas chaves que o abriam perf -itameute (auto da
exame fis. 9J e 71 do Io volume);
y i; tanto estas cha/es como aquella s podiam
ter sido fabrcalas a vista das ver Jadearas (x.-
ms de i. 100 o 101, 103 e 103 dem);
Q i i entretanto, segundo declarou o denunciado
thesoureiro a Mi. 172 do 1 volume. as chaves da
casa forte e do cofre eram por elle guardadas cui-
dadosamente e nSosahiam de scu poder, sendo im-
pissivel que alguem podesse apoderar-se dellas;
Q ie nao obstante, eata assevera?o de zelo, a
verdade que ellas andavam muitas vezas oas
maos do Dr. Arthur de Birros, seu lilao; e o que
aiais forano multas vezes guardadas na loja de
Joo Bastos ra do Cabug ;
Q ifl no dia 20 de Agosto o denunciado thesoa-
reiro pagara a Olympio Frederico Loup, represen-
tante do commendador Castro Kabello, contractan-
te d) prol ugamento da eatral* da C t.-uar......
402:553 >24, s'-ndo approx'madamente duzentos
Baotos em aedulas miulas, velh-n e dilaceradas, e
at parte dellas de estampas que cstavam sendo
recolliiJ-.9, e ca podiam ser lanfaJas na circula-
?o de novo (declar. ?oss fli 38o dem);
Q-ie o meamo denunciado a 11 a 171 deciarou ter
dado a Loup, cerca de cero contos de ris em no-
tas miudas e estragadas, porque diziam-lhe na the-
souraria o ex-inspeetorKeliy e o esntador Cardoso
(osquaes alias uegaram isto) que fosse destinando
tal dinh iro para as estradas de farro, e qua at
pagavase com dinheiro j racolhido (textual) ;
mas no interrogatorio a fli 19$ d) 2o volume diz
ter feitj isto de acord com Loup, qua annuira
em receb.-r cssaavaltada quantia em se Jolas ues-
sas ccndi?oes e em fazer lhe o favor de aliviar
dellas aa arcas da Tbrsouraria.
Qie estas d-'clara?oes do denunciado nao com-
binan) com as de L.up, de fli. 396 398 do l vo-
lume ;
Qae nos cofres di Thesouraria devia haver nu-
merario mais do que suffieJenta para realisar-se
esse paga liento em outra espacie que nao essa em
qua foi feito, e isso mesmo diz o denunciado the-
soureiro no seu interrogatorio de fls. 121 fli. 125;
Q ie ao passo que este denunciado retere-se ao
accordo eannaencia de Loup em receb.-r tal q an-
tiJade de sedulas miudas e rotas, \ se das deca-
raco -s do meamo Loup, que ella dizia lhe que era
esse o diuheiro que eutrava, c por eata forma ia
adiaudo epagameut) de certificados de obr.-is, exis-
tentes na Tnesouraria, cujo procesa" nao demo-
rado, c menos sel o bia ae L up o activabas (auto
de perguntas a L up. de fl. 38>J i 363, e de-
poimento da fls. 626 a fl. 629);
Q ie o eug-"nheiro Gonc-tlvcs Pinto flt. 396 de-
clarou que, sendo ha 4 annos sub-enpreitero das
ferro-vas de & Fiancisco e Caruai, nunca rece-
bera quantia to avuitada em notas estragidas e
miudas, coto ao pagamento realisadi p=lo deuna-
ciado em 20 de Ag sto do anno passado, na referi-
da imrortanc;a de 402:55645:14, da qual tocaran-
Ibe 917:0001000;
Qae cerca a. 2 mezes antes do facto que deu la-
gar a istc summario, f nunciado e soi o pretexto da fi ar separado das
partes e para p-evenir alguma subtraccio da di-
nheiro rro oc-casio de a^glomera?5o da gente na
c-.?Ij, utna divisa i ou compartimento de madeira,
que uenhum prf-stimo tem, como utormatn alguns
eoopiegados da Thesouraria, ao contrario manifes-
ta-s,- desde logo o inc-onvenicote de solar o tbe-
smreiro e fiis das vistia Jos empregidoa (decla-
raco a fli. 1*1 v., 250, 253, 255 do 1 volume);
Q ie no dia 6, eomptindo o servico do calimbo
de saJulas ao denunciado Pa h), o denunciad* tho-
sourciro chamara o para ahirem jun*.->9 e irem i
drogara de Franeisao Manoel, ra do .Mrquez
de Olnda n.43, desiguando o denuneiado Carneiro
da Cnuhap.ra squelle servi?', ut. fli. 148 156 ;
Q ie, nao obstante terem sahido c.m easa propo-
sito, seguiraai rumo diametralmente opposto e fo-
ram ter ra da Inperatnz, onde seoararam se,
toman to cada um para sua casa;
Qae C'rneiro da Uunha logo d.-p .is das 3 horas
deu por findo o servio, nao -bstante ter sido pro-
rogado por mais 1 h.ra, e eucerrou se no reserva-
do a lr um romance cerca de 1 qtiarto de hora;
Q.ie, sahiudo, fechara a porta da varanda qae
di para o caes Vinte e D us de NovembM e a do
reservado, d.-fundo, segundo diz, a chai* d'este
i m f-ima da mesa na sa'ta ;
Qae o mesmo denunciado afiBrma no interroga-
torio fli. 127 d'este volume ter fechado com a
rauca de trro apella p>rta do reservado qae


olba para o caes; maa o
servente Silva em suas
de"car?oea" fli. 75 e 145 v., do 1 volume, asae-
gura tel-a ene toteado na maah'i de 9, sem dita
tranca e com o pequeo terrolho posto muito de le-
v no enciixe;
Qia apesar de ter ficado, segundo a dectaracao
do denunciado, a chave d reservado em lugar tao
vista de tod-s e da quem quer que a proeuraase,
aquella servente nao p.ude encentra" a nem na
urde de 6, nem ua manh de 9, e poz be 08
,lhos em cima quando o mesmo denunciado mos-
trou Ih'a ;
Q io na.' era costuuoe ficar fechado o reservado
e ser levada a chave, adm de poder o servente fa-
zer logo qua chegasse rcparti?ao o aceio dessa
pe?* da sec?->;
Qie apesar da sr o denuneiado Fialho, o_ sub-
stitu i 1 gal do thesour iro, manifestava esqu van-
ea em tomar >.s chaves da caaa torta e do cofre 0
uue, dizia, godera taz-l-o dep ia de um balas-
co parque podia appareccr am des a'qne ;
Que noo impedimentos do thes mreiro subsli-
tuia-o de facte seu fibo Dr. Arthflr de Barros, fa-
zsndo tu lo, menos assignar d /cumaatoa;
Pal. que e o mais dos autos, nao petando de-
monstrado o eiso de roub >' u f-iroa maior pelos
exa-oes o Piis diligencias procedtjas ante o jais
dos feitos para lim alminiatrativo, abas informa-
cao da autoridade. administrativa, e jaitas aa
processo como documentos, ai contrario decorren-
do dos autos a mais bem tunda.i* conviccio de
qna trata-se do desfalques succ-esivos e autario-
'




I


2
Diario de PernambncoSevta-feira 23 de Setembro de 1887
a existencia procuroo:e encobrir coma
Bimulak. de um roubo realismo na. cond.co .
mais estranhas, pas nao *e comprehende com,
entraram e sah.ram da Thcsourar.a oa soppsatos
raobad.res, ficante fechadas toda* as pollas e ja-
nellas do edificio e nao saudo deparado o ponto
de mirada ncm o de aahida delles : julgo proce-
dente a denuncia de fls. 2 a fli. 31 do primeiro vo-
lunte contra o thesoureiro Dr. Eduardo de Birras
Falco de Laeerda e o ex-fiel Francisco de Si-
queira Carueiro da Cunha para prouuncial-o, co-
mo pronuncio, no art 170 do cdigo criminal, su-
jeitos a prisao e livramento.
O escrivo recommende o primeiro reo na pri-
sto em que se acha e passo contra o cutro man-
dado de prisao, deolarando-se n'elle o valor da
Sanca provisoria que fixo em seis contos de ris.
Quanto ao denunciado Victorino Trajano da
Costa Fiaho julgo a sen respeito improcedente a
denuncia, attenta a ausencia de elementos de pro
va na coparticipaco do crime o nao se poder
considerar tal a sabida dolle com o theaoureiro na
tarda de 6 antes de findo o expediente da repar-
tidlo, p.-.is bern podia ser o os autos indusem a
creY que lora para arredal-odo theatro do sup-
pjsto roubo, cuja enscenacJ devia ser preparada
pelo cutro Bel ; mas julgo procedente o aummario
para pronuncial o no art. 154 do citado cdigo,
visto como ecmetindo-lha substituir o thesourei-
ro, constntia eutretauto cam ufracco do art. 27
do regularoento annexo ao decreto n. 8(0 de 22
de Novembro de 1851 que tosse elle realmente
substituido nos seus impedimentos por seu filbo
Dr. Artbu" do Barros Falco de Laeerda.
O escrivo lance os aomes djs reos no rol dos
culpados, casapra no mais o seu regimeuto e d
vista ao Dr. l'promjter publico para formar o
seu libello e otfarecel-o na j rimeira audiencia,
sem prejuiso dos recurs-a que hajam de ser inter-
DOBtos. Cusas i.final.
Bfcife, 17 de Seteinbro de 1887. Joaqu m
Crrela de Oliveira Andrade.
------------- a
Reparti^So da Polica
2 seer-Jio. -N. 846.-Secretaria de Po-
lica de Pemanibuo, 22 de Setembro de
1887 lm. eExrn. Sr. Participo a V.
Exc., que foram hoatem recolhidos Caaa
de DdteDcao es seguiutes individuos :
A' minha ordem, Pedro Francisco de Oliveira,
viudo do termo de Gravat. p.r crime de roubo.
A' ordom do Dr. delegado do 2 districto da ca-
pital, Antonio de Almeida Ferreira, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio, Eliaiaro Augusto Xavier do Couto, por
embriagues e disturbios.
A' ordem do de Belm, Laurindo Gomes Lardo-
so, por crime de ferimeotos.
Aute-bont m por volta de 7 horas da noite, o
menor do 12 aunoa ede nome Casimiro Antonio da
Silva, filbo de Manoel Cardoso da Silva, ao saltar
de um bond da linha do C-miterio, aconteeeu cahir
Sobre urna pilha de tijollos, e ferir-se em diversas
partea do corpo.
O subdelegado do 2" districto da freguexia da
Boa Vista tomando conhecimento do fiteto, tez pro
ceder a viatoria e abri o competente inquerito
O oflendido fvi transportado para o hospital Pa-
ira II, onde s r medicado.
No districto do P. ao, segundo icclamscoea cons-
tantes, que me to traiidas pv subdelegados, ha
urna populscao adventicia, composta de escravos
fgidos, criminosos c deaordeiros, com seus quar-
teis nasmattas do Macaco, o'onde muitas vozea se
couhece que se destacam bandos fra de horas, pa
ra serem recebidos em canoas, nos pontos que a
isso se prestara no rio respectivo.
Na noite de ante hontem o subdelegad Pesta-
a, conbecedor de um posaivel movimento dos de
que se trata, pedime um reforco de zOpracas de
polica para o destacamento de 5, que all tem, af-
firmando me que a heras mortas, em pontos maito
spropriados, conseguira desarmar rauitoa radios,
prender algUBs crirnin isos e escrevos, d'esses que
sao encontrados notoriamente eonhecidos vagando
a meri di s acoutcimentos, com gravissimo dam
no para a causa da tranquiludade o'estes das.
Conced a forc, dando-lhe instruccoas, que de-
veriam ser cumplidas sob a direccaa do Dr. dele-
gado.
A'i 9 horas da noite anuuuciou-se-me que seria
pequea a torca l ex steute, porque consUva que
appareceria reaccao superior na occasiao.
N'este estado reaolvi requisitar 15 pracas de ca-
vallaria, que me fjram promptamnte piestadas,
madando-as a disposico do Dr. delegado,, sendo
que mais tarde soube que nada avia faxer, pelo
qua mandei retirar a forja para a eidade.
O Dr. delegado e subdelegado sao accordes em
afirmar que nao ora cercada caea alguma no Po
co, e nem se dora all acontecimento que merefa
attencao.
Dous guarde a V. Exo.IIIm. e E-xm.
Sr. Dr. Pedro Viceote de Azevedo, rruito
digno presidente da provincia.-O chefe
de polijia, Francisco Do-mingues Ribeiro
Vitxnna.
Thesoaro provincial
DESPACHOS DO DA 22 DE SETEMBRO
Joaquim Francisco Collaies. Indiferido, por
nao achar-se us condijoja do art. 18 da le u.
1499.
Francisco de Paula de Sousa Leao.Deferido,
sendo approvalo o calculo de pensio de inactiv-
dade a que pncedeu a contadoria.
Francisco Cindid, Falcao Brasil, Joas Condal
ves de Souaa Beirio e Antonio Sergio Marroquim.
C rtifique-se.
Josepha Thomasia de Santa Ro3a.Deferido,
fieaudo isenta de contribuicij da decima por
achar-ee as condico.'S da lei n. 1544 a casa n.
299 ra Imprial.
Padre Manoel Z icarias de Souza Lyra.Regs
tre-see fa$am se as notas.
Franaelin* da Silva Almeida, Maria de Jess
Pereira, Joio Liureiro 4 C, Viseonde de Campo
Alegre e Francia:) de Barros CirdeiroDeferi-
do, fieando irre?ponsavel pelo debito anterior o m
quihuo q'ie estabelecer-se :* casa n. 68 a estra-
da do Giquia a J*boto, ns. 111 e 82 estrada
nova do Cxang, n 86 a ra Direita de Afoga
dos, e n. 170 ra do Marque do Herval aja
desocupacio se prova.
Augusto Jos (ion$a!ve3 L^ssa e Jus Elias de
Oliveira.Informe o Sr. contador.
Conus da or lem terceira de S. Francisco de
Olinda. -Approvadap.
Prente Vianna & C. e Albino Cruz & C.-Res
titua-se.
Pedro Jorg? da S Iva Ramos. Deferido, dan
do-se b&ixa na Sanca e sendo entregues os ttulos
que a constituan.
Geroute dos trilhos urbanos do Recife a Ca
xan Jos Vieira de Oliveira Maeel Jnior,
Vctor'Marques Santiago e Jote Elias de Olivei
ra.__Hja vi.ta o Sr. Dr. procurador fiscal.
Officio do Dr. procarador dos feitos. Informe
O Sr. Dr. administrador da Recebedori* Provincial.
Mana Clara e Salvina.Informe o contencioso.
Jof Elias de Oliveira Deferido, podendo
licitar.
Fre Jos de Santa Julia Botelho. Indeferido,
de accordo cam o nico do art. 146 do regula
meato d*> 2 de Jaiba de 1879.


Recedoria provincial
DESPACHOS DO DA 22 DE SETEMBBO
DE 1887
Valente Irmao d C-, Oliveira Costa &
C., Jo2o Francisco de Torres Bandeira,
Antonio Francisco da Costa, Abilio de
Araujo Cezar, Santos & C Baptista & C,
Augusto Octaviano de Souzo, Jaciotlio Pa-
checo Pontes, Antonio do Miranda C*stel
lo Branco, Antonio Fernandes & C Anto-
nio Pereira Magalha^s, Julio Fuerstemberg,
o mesmo, The Singer, Jos Lopes Maia,
Antonio da Fonseca e Silva, Antonio
Uchoa A C, Joaquim' da Rocba, Elias
Soares 4 C, Francisco Jos Jayme G.l-
vio, Graciliano Martina & J., Dus & C,
Manoel Feliciano Ladislao dos Santos.
Informe a Ia see$ao.
37 Petizas de Manoel Ramos Cbagas,
7 de Manoel Francisco Pestaa e 6 de Eu-
geneo Lauro Maciel Monteiro. Certifi-
que-ae
14 Petifoes de Augusto de S, Macha-
do A Pereira e Lopes Alheiro ti C.Sim.
Jos Paulo Botelho,Informe a 1* aec-
fio.
Francisco Ferreira da Costa, Arnarl &
O | Martins Pires & C, Manoel Clementi-
no Ribeiro, A. Costa& C Jos de Souaa
Aguiar ti C, Jos Coimbra A C, Fran-
cisco Barbosa & C, Francisco Pereira Vi-
tal, Albuquerque 4 Irmo, Diaa Guinra-
ra>s & C, A. M Rotia & C, Quimar.'^s
& Sobrinho, Jos Antonio dos Sant>s,
Francisco Jos aIvm Guiraaraes, Jos ^.u
tonio dos Santos Cou.eiro e Ernesto Lo-
poldo. Sim.
Joaquim Agostinho & C, Agosfinho &
Irroao, Jos Antonio de Souza, Joao Bip-
tista Telles, Ferpandes & Primo, Braga (t
S, Carvalho IrmSo d C-, e Moreira Ruis
d Filho.- Deferido em vista das informa-
iSes.
JoB Augusto Dias, Pedro Vitello d C!.,
Lcuren^o Bastos e Maia e Silva d Santo.
Indeterido em vista das informaos s.
Jos Paulo Botelho.Informe a Ia o-
9S0.
MARIO BE PERMMBCD
noticias da Europa
O vapor francez Ville de Pernambiuo,
chgado hontem, foi portador de folhas de
Lisboa at 7 do corrente mez, adiantamlo
9 diaa maia em datas i rebebidas pelo
paquete ingliz Turnar.
Poriaaal
Datas al 7 de Setembro :
As notL-ias deste reino constatn da car-
ta do nosso correspandeuta da Lisb i, ia-
serta sob a rubrica Exterior.
Heapanb
Relativamente a este reino escreve as
o teguinto o supra-citado correspondente :
A regente de Hespanha, cujos sent
mentos humaritarios sao bem conbecides,
acaba de commutar a pena do morte i n
posta a Antonio Xioiencs, polo crime le
parricidio, na de prisao perpetua.
Urna carta de H.vam, de 27 de Ages-
ta diz que o fin primitivo das ultimis
demonstrara nao foi outro aano dar i-
berdade a ujj marinhfiro, mas transfor-
mado por alguna guardas da alfande-
ga demittidoa em movimento dirigido con-
tra 03 g)verQad"re8. Os amotinados pedi
ram, com effit), a nomeayao do general
Salamanca, como governador.
Foi ltimamente embrgala pelas
autoridades fisjaes da froateira francesa
urna impoitante ramesaa de vinbos he>-
pauhas, por serem ulgados adulterado!.
Franca
No dia 31 de Agosto foram expedidas
em Franja as ordens de mobilisacao do
corpo de exercito cscolbido para esta e i-
p^riencia de guerra. O Fgaro annunciou
aos seus leitores que seria o 17" corpo le
exorcito, cujo quartel general em To-
louse, o designado pelo ministro do plano
das operayo^s. De sorte que, desejando o
governo guirJar o maior segredo at ao
da em que expedisse aa ordena, encoi-
trou so denunciado pela folha da ra Dr t
vot, com muitoa dias de antecipar^ao.
Alguna jornaes aconsclharam ao minis-
tro que designasse outro corpo de exercito
afim de destrnir em parte os defoitos da
publicacSo do Figuro.
Mas cntao fura necessario mular taio-
bem o plano das operares, o que seria
rocoxerjar todo o trabalbo feito. Nao hoi-
ve, pois, altcrajao alguma. O 17 corpo
de exercito foi mobilisado.
E' urna experiencia exceasivaroente uia-
pendioaa e de grande importancia para aa
institui^o'.s militares francezas, que vj
ser julgadas no seu justo valor. Importava,
porem, qua at a ultima hora o 17 cor-
po de exercito ignorasse sor elle o escolla
do, para que o resultado da experiencia
fosso inteiramente seguro. O Fgaro fez,
portanto, urna especulagao pouco digo a,
porque sacrifijou os iateresses do paiz
capacidade que o distingue. Pela venda lo
jornal fez indiscretamente a des-'ob rto os
plauo8 da inobilisajo e das operado s dj-
litarca, a que nem oa correspondentes de
jornses fransezes podem assistir, e que
sao inteiramonte ve lalas atlos os es-
trangeiros, at aos addidos militares das
legajes.
A Franja, com muilo que tem feito polo
exercito, tornou-se urna potencia militar de
pr i ai" ira ordem.
A experiencia que prin:ipiou como
qua o complemento da sua brilhante e po-
derosa organisagao militar.
As pri.neiraa noticias recebilas ccica
do ensaio de mobilisjao do 17. corpo de
eaaraito sao altamente aatiafactoras, e tu o
faz prever que a experiencia ter um ex.to
brilbante, em omito superior ao que gef l-
mente se efperava.
Oa despachos recebiios na noite de 1 de
Setembro, dizem que em toda a zona de
mcblis^gilo reina grande enthusiasroo, e
oiu as operajSea seguem com a maior re
gularidade e presteza, notando se da parte
de todos 03 fuuccionarios civis a mellior
bi vontade em coadjuvar a diffioil e aa-
pinhosa missao doa offioiaea do exerci o,
encarregado das requisicSes e arrolamen-
tos ie cav.Hos, viaturaa, e demaia aervi-
(os administrativos.
Essas req .isijSes teem sido todas satis
fei'.as com urna rara promptidlo e segn lo
consta, nom um s paisano teve de eer
multado por procurar isentar-se a apresen-
tar cavallos ou carros, p*-lo contrario,
coai verdad* iro entbuaiaamo que elles i>a
tistazem os pedidos qua Ibes so feitos,
mostra do asaim que o amor pela patria
n'rllf.s sobreleva em muito ao egosmo e
descoufiaega muito natural a commum nos
provincianos.
Na manbS de 1, todas aa estaySea, do
oaminho de ferro da zona de mobilisayao
foram oceupadas railitarmente.
O povo i ffl.iio em massa s estajo. 8,
sau lando pbrenotioamente os reservistaa
quo chegam para tomar parte as m.io-
bras.
O primeiro dia da mobhacSo corr:u
admiravelmente.
A noite lodoa oa reservistaa chamados
se apresentaram nos respectivos quarteis,
onde lhi-s foram listribuidos oa uniformes.
Muito entbusiaamo em toda a regiao de
Toulouae.
No dia 3 continuaran! regularmente oa
trabalhoa para a mobiliaacAo. Oa refi
meatos terminaram oa ltimos preparativo.
A coDoentra;2o de forjas aobre Caatelmtn
Dary e C> rcaaaone comejaram.
Em Setembro haveria no Hotd le
Vi'.le, em Paria, um congreaao de todos os
municipios da Franca.
O cons-lho municipal da eapital Minl a
reaervauo a reuniao d'eate congrasio e ni- 1
tado para as despezns d'elle 5:000 francos.
O governo annullou a deliberarlo, com o
pretexto de que aa municipalidades nao po-
dem fazer combiuajSea deste gn?ro, por
serem contra lei deixa de proseguir no sau
intuito, porque os conviles para o congresao
j foram expedidos a todas as communas
da Franja.
O fim deata reuniao porem se as mu-
nicipalidades de iiccordo aobre o modo de
solrinuisar o centeoario da revolujao de
89.
Como ha de o governo impedir a reu-
niao, so aa camaraa municipaes mandaram
delegados a Paria e estes foram ao Hotel
de Ville ao lia (Uaigoado ? N3o pro-
vavel qua mande por porta do edificio
municipal forja de polica vedar a entra-
da doa hospedes da vereajao p risianse I
E' um conflicto que todos esto curiosas
de x&t como so resolve.
Blgica
Ni eidade de Ostende depois de amas desordena
graves entre pescadores e a guarda civil, o tran-
sito ficou vedado em rauitas ras ; sendo prohib-
des Hjuntameutos de mais de cimo aosoas. D'cs-
tas prohibieses sur^iram mais confl ctos. A forea
militar foi enearregadu da minnungao da ordem.
Tinha chegado a 3ruxellas o governador geral da
provincia.
Qi paseadores e bat'luiroa continuavam em
grve. Orna chalupa inglesa, que entrara no
porto, nao achou niogucm que Sacan a descargi.
Mitam
Est reunido em Zarich um cinpressD int rni-
cionul, para i-studar o meio mais effioaa de 83 ti-
primir a embriaguez ; c fkgellj couhecido moder
nam'nte pelo nuuie de alcoolismo, qne tantas de-
vf.st"f6j8 produi, priiiei'palmeiite cm certos paiis
di norte, a llelgica, a Dinamarca, a Russio e h
Sui.-sa.
Na Blgica e na SuisBa j os governos tomHrito
rectutementa providencias, senao para cxtirpir, ao
men is para atteuuir o mal. O congresso de Zurich
estud.ir os uielhores alvitres d.; combater o al-
coolismo, e coai isso prestar um relevantsimo
servico s classcs populaaes, que sao as principis
victimas Ja intoxicara paoduzi la polo abuso dos
espirituosos e o que e peior, pela? aguas-ardeute
de m. qualidade, com que destilladeres sem as-
crupolos invadem os mercados earop ua.
llalla
As manobras de San-Giorgio, na Italia, come-
carum por um lamentoso desastro.
O cavallo do general Fontana espantou sa com
as prim-iras descargas, e ohHgoa o cavallciro a
desmontar, atirando em seguida dous cauces con-
tro o paito do goneral, que, 20 minutos depois, era
cadver. ,
Parece que a pena de morte vai desapparecer
na Italia.
Pelo menos, essa pena nao entra no prujesto do
cdigo penal, apresentado s cortes pelo minutrj
Lamardelli.
O Observilore romano, publicou nm protesta
contra a espianagem do go7rno italiano sobre as
convnuuiocoea diplomticas di Vaticano.
Inglaterra
O governo ingUz, autorisado cem a nova lei de
repre-sao que o parlamento Iba concedeu para
pacifiiir a Irlanda, residveu proclamar a Liga na-
cional associacao perigojs, c por couseguiute no
caso de ser dissolviia.
Mas na Inglaterra, p.it em qne certos princi
pos di liberdade nao podem ser fncilmente vio-
lados, necessario que o poder legislativo autorise
0 governo a proceder contra urna associacao pol-
tica, fondada a sombra das leis. O governo teve,
portanto, de commuoiear ao parlameuto a resolu
cao que tomara; e a opposica approveitou o en-
aejo para dar batalba campal ao ministerio.
Com effeito na sessio de 26 de Agosto abriram
se na camaia dos communs os debite sobre as
medidas que o governo tomou contra a Liga Naci
nal, que proclamoo aasoci.cSo perigosa para o
estado e exposta a ser dUsolvida por simples
ordem do vice-rei da Irlanda.
Foi Gladstone quem abriu a diacusso: con-
forma o texto da urna mocao por elle apreaentada,
ochte des liberaes interpellou o governo sobre as
razes qne o levaram a publicar aquella medida
fra da lei, conclua do sea silencio a impossi-
bilidade de justificar osea novo acto, de tyrannia,
(JladBtone turma que a diesolueio da Liga cone-
titue um attenUdo contra a nviolabilidadeiiesaoa!
dos cidadios irlandeses.
A Liga tem um grande nan-erode proslitos de-
vido sos grandes servicos prestados ao povo ; se
tem provocado manifestacoes aobram-lhe razocs
para isso.
O governo teria andado melhor, em V de repn
mil estas mnifest a,5es, imital as remediando as
euas justas preteneoes.
A Irlanda saber responder pacificamente
nova provocaso do governo; estes ultimo3 temp:g
ln sido assignalados por ama diminuioSonotavel
de Crimea 8 de infracfoes da lei.
A popuUcao da Irlanda saber ser perseverante,
porque sabe que as medidas do giverno nao tem a
approvaco da mioria do povo ingie.
O discurso de Gladstone durou mais de urua
hora e foi frequentemente interrompido por ap-
plausos.
Balfonr responden em neme do ministerio, que
a di8soluco da Liga Nacional motivada pelo
sea procedimento, que ningaem desconhece. Sem
divulgar os relato-ios;coDdenciaes recebidos pelas
autoridades, ot> factos narrados pelos jornaes irla a
dezes.bastam para justificar a resoloco do go-
verno.
Balfour insiste e estranba em ver um homem de
estado como Gladstone, defender a Liga e affirma
que esta recruta adeptos pela inlimbco e vio-
lencia, infringe as leis e provoca actos cul
paveis.
Conclue app"llando para a esmara, na esperan-
za qne esta apoiar a governo nessta oceurrencia.
Os deputados liberaes tiveram urna reuniao de-
pois d meio ala, na qual votaram a rcsoluyo de
se dirigirem aos ebefes dos partidos, convidn-
doos a pedirem aos seus compatriotas qne conser-
vem urna attitude firme mas constitucional em
presen; das excitat,o-.s do governo.
O liberaes affirmaram a sua solidaredade com
os parnelistH8 durante es conflictos que neeessa-
riamente so bao de levantar na Irlanda. A atti-
tude. da esquerda, os discurs 's do sea chefe t>So o
Hssumpto e os commentarios da imprensa conser-
vadora.
Os jornaes miniateriies estranham que Glads-
tone combata urna medida tso enrgica como a
que elle adopton, quan o estava ib poder, contra
a liga agraria e consideram oseo procedimento
como um grande acto de immoralidade poltica.
A discussu durou duas seasoes, e tomaram par-
te nella alguns homens importantes do governo
e da opposico. O matquez de H irtington seguio
a triste sorte de acomiaubar o gabinete conserva-
dor cm todas as medidas de represento e violen-
da. Fallvu a favor do acto do governo e volou
com os sena whig contra a moco de Glndstone.
Chmarbeil n que nao quiz ir jungido, com
1 ird Hartingntoo, ao carro do marquez le Salis-
bury, e>utuu com a opposifSo. Parrceu-lhe de
mamado que o ebefd do partido radical dsse o
seu voto a um attectado liberdade de associa-
90, garantida plas leis e pelos costumes britau
qil'os. J nao foi de certo da ndole do partido,
que Cbamb'-rlaim votasse o Crime act, com as
suas disposico^s rpressivas excepcionaes, que se
oppoem a doatrina das escolas p di ticas a vaneadas.
O governo ganbon, no emtanto, a,vutajo por
78 votos. A movao de Gladstone foi rejeitada.
O governo poder dssolver quando quizer a Liga
Nacional. Mas diasolva, oa nao, o mais que p..de
mudar-lhe o carcter. Paasar a er associa-
cao secreta, e a sua influencia na Irlanda nao se-
r por isso menor.
Kecomecaram as eviccSes na Irlanda, e especi-
almente em Heib.rst.Wdr.
Os belegains dirig.ram se primeiramente -
granja oceupada pela vio va Cremens. Mal che-
garam cahio sobre riles urna saraivada de pedras
rremessadas de toda a parte, sem respeito pelas
tropas que os acompanhavam, e qaando teatavam
penetrar na casa, arrumbando urna jaaella, foram
repellidos a jactus de agua a ferver. Tres bvle-
guins subirum ao telhado, e all abriram um Bura-
co machado ; mas quando tentavam penetrar
por all na casa foram atacados e feridos com bar-
ras de ierro.
Teotaram depois entrar por ama brecha feita
na parede do fundo que dava para oca pateo ;
mas da novo foram obrigadoa a recuar persegui-
dos por baldea de agua a ferver que Ibes atira-
vam cara ; e a polica, que correo em sea soc
corro, foi abrigada a bater em retirada.
Eutao correa a torca armada, de bayoneta ca-
lada, como para o ataque d'um reducto ou praca
forte.
D'. sta vea recuarsm os da granja, e com a tro-
pa entraram os belrguins.
A gente da casa compunha-sa de cinco homens
e quatro mulh'res.
Os presos foram levados para a cadeia -nj meio
de urna eacolt* de teforco, percorrendo todo o ca-
miiiho cantando o hymno nacional.
Deu salve a Irlanda !
Cora effeito, a situado da Irlanda, depois da
publicaba> do bi!l coercvo, contina a cifrar se
na opposico e reaistencia dos readeiroa j leia
aoorcivas e aos agentes do governo.
O governo p.r sua p>rte prosegue as suaa
medidas de repressai, e maniou ja proceasar o
deputado irlandaz O'Brien, por ter excitado os
rendeiros da conlessa Kingston a resistir loi.
O'Brien tena de comparecer, a 9 de Setembro,
perante o tribunal de Miehelstonn.
Na praca de Traalgar, de Agosto grande manilestaco a favor doa ir-
landeses feiti por immenso numero dj op--
rarios.
Fallaram os deputados Biggar e Nolan As
reeolusoes approvadas cenaaram enrgicamente
a proclumacilo que suprime a Liga nacin*! ir-
landeas, e aflirma:n que todos na assist-irc.-
apoiam a Liga na sua resistencia le coer-
c va.
Foi enviado p*ra Eonis um forte dentaeamen-
to de tropas da polica para Iinpadir o eomico
contra a prescripc^io da Liga nacional rlan-
deza ; ospera-se todava nmi numerosa manifes-
ttcao.
Allemanba
Na Allemanha vui-se accentuandi a agitacao
agraria em favor da elevaco dos direitos sobre
os coroaes.
Essa agit icj notase esp3Calmeote nos gran-
des proprietarios.
A Gaita de Col.nia, que org do chancdler,
affirma que catao chegando de toda a parte repre-
senta;oea n'esse sentido : aplanai caminhrpara
urna medida, que nao ser muito agradavcl As
08(;5-.'a que para all exportam cereaes.
Ni dia 29 da Agosto, abri se em Kvi o on,-
gresso astronmico internacional.
O prximo congresso ser em Bruxelas. segun-
do a cpinio dj alguns, ou em Munich, eejuudu
ou'.rcs.
Os deputados sociilistas allemes convo:aram
os seus amigo; polticos, para urna aa.emb: a ge
ral, lardando segredo para o publici, da data e
Jo sitio onde se devem reunir.
Dizem dB.'ilim qua se nao polo livar a cabo
a colligacao fio&nceira para a explorado ale o
lias.
A folh.i o!li;aI diz quo o estili di aani4 di
princip; herJciro exeellente, mas as precamoes
contra o trio c a humidade sa' nee.-ss.ir:: s.
Cori'espondcn*la do iiiano de
Peraainbiico
PORTUGAL Lisboa, 7 de Setembro de
de 1887
Domingo 4 fallecen ropantinam'nte em L'slOa
um dos homens pblicos mais papulares deste paiz,
o conselbeiro Antonio Augusto de Aguiar.
A imprensa toda, sem txeepcao de matiz s par-
tidari .'8, abinjjuoa todos oa assumptos para ni-
camente se associar saulosa bomenagem nacio-
nal que o paiz neste m.mento presta a quem tan-
tos eaforcos envidous para o seu desenvolvimento e
prosperidade.
Como sabio eminente havia-n s honrad) nos
congreBsoa earopeu ; cooio dijtomata desenvolver
um talento superior ; como lente da escola poly-
techmca fiz-.ra amar-sc erespeitar ee de collegas
i discipuhs ; nos conselhos da coii mostrara es
raros dotes de estadista que nao quera o poder
seoo para o incremento do b-Jii estar do paiz,jo-
gando a sua pasta na queatao do malhoramanto
do porto de Listo i.
Pobre entrou para as eminencias do poder, po-
bre morreu. Nem todos poderSo ter essa gloria,
diga-se a verdade.
A causa da sua morle inesperada foi ai que pa
rece urna agona pectori. Na vespera sahira a pas
seio, fallara nos pontos mais freqnentados da cap
tal com muitos dos seus amigos e eonhecidos.
No da 4 de mauhS fora espairecer ao passeio da
Estrella, como costumava. A proximidade da mor-
te nSo se Iba fez annunciar por nenbura pymptoma.
Ao ebe^ar a casa, urna auffjcaciio asfixiante pros
trou-o Quera dilar o eeu testamento; j nao
pode.
Pode afiirmar-se que todas as veses que fallou
em publico teve um triumpno.
Pensava o que dizia e dizia leal e honestamente
o que pensava.
A ninguem poderao eequecer os dous monamen
taes discursos que pronunciou em S. Carlos as
seisoes solemnes da Sociedade Gcographca, le que
era presidente.
Antonio Augusto de Aguiar completa va 49 an-
nos de idade no dia 5 em que foi sepultado. Sua fi-
Iha entrava na maoridade no dia 6, tazendo 21
annos.
Qu indo o conselheiro Aguiar aubiu aos conse
Ihoa da cora e lbo confiaram a superior gerencia
da pasta das obras publicas commercio e industria,
testemunhoa que o sea nobre ideal era dar novos
elementos de vida industria portuguesa, levan-
tar o nivel das claes-s trabalhadoras e conceder-
Ihcs meios de se desenvolvereis e regenerare n ao
par das industrias estrangeiras. Foi csse o sea
patritico intuito quando conseguio a crea$ao de
escolas profissionaes e de museus industriaes e
commerciaes em Lisboa e no Porto.
Estes dous museus, to nota veis na sua f nndacau
e dispjaicao, tcaro sendo os dous mais grandio
sos padroes a honrar para sempre a memoria do
conselheiro A. A. da Aguiar.
E:-Kci a sua angosta esposa estimavarn-a'o
muito e muito o distinguan!.
Quando se trat.u da primeira vagem de in-
struego do principe real, antes do seu consorcio-,
toi o conselheiro Aguiar cscolbido para dirigir essa
viagem pela Europa e acompanuar sua alteza
real.
Os jornaes portugueses regietaram um louvor a
bi direcfo scientifica dada na digressao do prin-
cipe real. Quando o conselheiro Aguiar sahio vo-
luntariamente do governo, deixoa em meio de n
cu(o alguns dos seus projeetos, que eram muitos
e de valor.
Na sociedade de geographis, deixou visiveis si-
gnaes da sua passagem, do seu talento, da sua
actividade do seu patriotismo.
O conselbeiro Aguiar era, vai para dois annos
grao-m-atre da mafonana por tugara.
Tinba recebido o pariato de nomeaijJo regia.
Era grS-cruz da ordem de Santiago e possuia um
raudo numero de condecorado '8 nacionaes e es-
trangeiras. Era ministro de estado honorario, so-
cio da Academia Real das Sciencias, lente proprie
tario da Escola Polytecbnica e do Instituto Indus-
trial de Lisboa, vogal do conselho superior das
alfandegas, membro do conselha fiscal do banco
ds Portugal, membro do conselho fiscal da Com-
panbia Real Promotora da Agricultura Portugue-
sa, socio da sociedade agrcola, socio honorario
das associacoe commerciaea de Lisboa e do Porto,
e de outras corporales Iliterarias, s^ientifi-as e
industriaes do reino e do estrangeiro.
Desempenhou muitas conmissoes de importan-
cia fra do paiz e ltimamente lora nomeado para
ir representar Portugal em Pariz no congresso in-
ternacional do metro.
No domingo uoute foi o eeu ca'aver conduzi-
do mi pelos seas amigos mais ntimos para
a groja parochial de Santa Isabel. No dia 5, s
4 da tarde sahio d'aquelle templo o prestito fne-
bre para o cemiterio dos Praieres. As tropas da
diviao prestaram-lbes as honras devidas saa
jerarchia offieal. A homenagem, porm, mais im-
ponente foi a de urna grandiosa multido compos-
ta de tudo quanto ha de distincto na poltica, as
lettras, no jornalismo, no alto commercio, no pro
fesaomdo das escolas superiores, na milicia, e alm
disso ama enorme repn-seutaco das classes popa-
lares, todos a p, segaindo o fretro, oa coaduna-
do dudas.
Quasi todas as associacoes do Lisboa, a come-
car pela kociedada de geographia tiveram doran-
te os dous das (domingo e segunda) as baadeiraa
a meio pao nos respectivos edificios.
Os convites para o funeral tinham i ido feitos
p. la consternada familia do fluido, pela socieda-
de de geographia, pelo gremio lusitano, pela so-
ciedade Pas e C ncordia, pelo Sr. conselheiro A.
de Serpa em nome do partido regenerador, pela
Companhia Real Promotora da Agricultura P r-
tugueza e pela aaaociac^u industiial portuguesa.
UescanQo eterno a nobre alma de tio preatimo
so cidadio.
O deputado e oficial da armada Ferreira de
Almeida concluio no dia 5 do corrate o tempo de
prisao a quu fra coademnado pela cmara dos
pares, eousti'uifa em tribunal de jostisa, por of-
teosas eor^oraea Da peaaoa di Sr. II n-iij e de
Macedo, que ento era ministro da unrmlia. An-
da a8sim houvo declarou na im?rensa qaanto a
decidir-ce se oa mezts de prisao lo Sr. Ferreira de
AJmeida deviam ser coutados a 30 dias, .orno dis-
poe o cdigo penal para as presos civis, por isso
que a legislacao miiiar ommissa no qua dia res-
peito a conragem do ti-rnpi de p.
Foi ruvido sobre o assumptoo proeurador geral
da corda o qual coasoltou quo o tribunal que ha-
via eondeiunadoo li ( que era o comp.'teute pa-
ra interpretar a lei.
Baquaaa-me dizer-lb-s qua o Sr. Ferrrir* de
A'meida reqo^iera para que o tem o d'i prisao
ihe fosso contado na razo de cada moz a 30 dias.
O governo maniou a consulta ao Sr. conselh ro
Barros e S, que presidir cmara doB paiea
constituida em tribunal.
Ejte alto funecionario resp .udeu que, julgada a
causa, o tribunal se dissohara, e qu? pirtanto
ni podia resolver couea alguma sobre essa intur-
ptccao de lei, cu das suas deficiencias. Por ul
timo dirigise o governo ao commaadanta geral
da armada, e este foi de opiniao que a fizesse a
cjntagem do tempo de prisao nos termos ".n-que o
interessadi a tieba requerido, e asaim fieou liare
o Sr. Ferreira Je A'maida de estar mais quatro
on cinco di-.s, se tanto, no sea carcore So o
jogo dj unjiurra se prolongava um tasto maia,
arriseavase a ir se prolongando a deliberacao at
exceder o prazo da senteoc/i a que fra cond.tri-
nado aquello cavalheiro. K entretanto a impren-
ta da oppoai'Jo a clamar qaa o governo et >v i
perseguind) syatematic-im.-ute o agyressor do Sr.
Hennque de Macedo.
N; est bem liquidado sa o Sr. Ferreira de
Almeida pe.rde a sua esleir de deputado, como
tinham sustentado ui folhas mioisteriiei, fun-lau-
do-ee no facto do perdimento de direitos civ3 p ir
parte d'aquelle cidado. Argumeatam, porm, 03
adversarios com a circumstancia de que tal per-
dim- n'o de direioi civis expira c m o curaprimeu-
todssentenfi em quo foi cindetnnida, e que,
portanto, no dia 2 de Janeiro de 1888 tes o Sr.
Farreira de Almeida pleno direi'.i d: retomar na
Cmara dos Depu ados a sua cadeira como repre-
sentante da naco p :1o ciraulo de Faro O gov r
no pretenda que elle foise considerado como di-
putado suspsnso. O r. Ferreira de Almeida aao
se conforma de certo com esta opiniao c apresea-
tir-se-ha em S. Bento na prxima se -e5 legisli-
tiva. Qia tara o giverno ? lia de vodur-lha rn i
ferial e violentamente o acoesso sala da sei-
to:9 ? E' o que re3ta ver.
E' certo quo o demtio, emqnanto Citava preso,
da coraniisso que exerci* de segun lo commiu-
dant.e d,: csaola de m irinhalros, fiea:iii por esse
facto na escala de embarque, mis nao so confir-
ma, p~T ra, qua tencions tazel-o embarcar para
Mozambique ( u outro qualquer ponto das nos-ias
coloaas africanas, como a op^osi^ao aiii.m.va
anda ha poucs dia9 com tan" ii, eom o
pretexto de que a sabida para Hoeasc bique de um
vaso de guerra, cujo nome neste moaaento mi afta
occorn-, era motivada pe'.j proposito qua o govor-
no tinha da faer emb iMac a san bordo o Sr. For
reir de Almc-ida.
Mas se elle, eumprida a prisao o posto em li-
beri>ide, 6 on.tra vez deputado da nacao pira !o
dos 08 tifeito, pode 6ormndalo emlMrear para
tora do reino?...
Parece que no dia 8 desto mz (quinta-l^ira)
ser assi-joado palo siberano o deereta reate
gran J i o Sr. Henrique da Macado ua pasta da
mariulia e ultramar.
Foi, ba piucos dias, agraciado com o titulo
do viseonde da Bagan o Sr. Manoel Gued-.s Laite
de Gouveia Tovar, abastado proprietario o an'.ig
administrador de conselho.
F.i nomoada urna conmissao composta dos
engenbeiros Augusto Montenegro, Alexandre da
Uoneeicao o Manoel Vargoi para proceder a pro-
vas dos tub 1 iros metlicos e vistura de to las
as obras da 11a seccol} do cainioho de f^rro do
Douro.
-- Termmou a sua Bublic^co O Partido Rege-
nerador, f./lha serpicea de que era red-.ctor o Sr.
Felippe de Carvalbo. Naochegou a durar um mcz.
As foltaas barjaaceas e as uimis', raos tro^avam
muito com os artigoa duque I le joraalaiuho. Sabio
aute-hsntera o numero programma de urna t'olha
tambem noatorna, de 10 ris, A Correspondencia
de Portugal, de que tano de Carvalho, ibo do Sr. Felippe de Carvalho.
As desaomponendas das folhas barjonaceas
contra as serpacees pnseguem sem tregoas. Os
jornaes progressistas vo tirando o partido qua po-
dem deseas reciprocas verrinas. E' bam certo o
ditado de que emquanti o pao vai e vem, folgam
as costas. As duas fraccors regeneradoras hcatt-
lisando se matemente com tanta gana, vo se es-
quecendo de aggredir os seas adversarios communs
O governo e os seus amigos esfregam as maos e
parece qua incitara ainda mais um coubate com
que teem tudo a ganhar.
A verdade porm que a poltica, dapois da fe-
chado o parlamento est em ferias, e frasea
sombra dos a'meiros e carvalheitos da Villegia-
tura bem poaeo interessam esses troteios da im-
prensa.
Projectam-se grandes festejo: por oceaaio
da viagem da familia real ao norte do paiz. Diz
sa que s Sr. D. Luiz I ir tambem a Mondarias
(Galiica) fazer uso aas suas aguas, que esto cada
vez mais em voga.
Acba-se quasi restabelecido seu neto o principe
da Beira, que nos fins de Agosto foi atacado de
sarampo benigno. Citam-se com applauso os dis-
vellos esmerados, de S. M. a Rainha, av do doen-
tinh?, e os cuidados da seubora condesaa de Sa-
bug'si, aia do principo e do sea medica assisten-
te, o Dr. Ravava.
Os duques de Braganca, quo devem regressar a
Portugal no dia 13 deste m z, teem telegrapbado
amiudo, inf rmndo-sa do estado de seu filbo.
iz-se que os Duques de Biogauca tencionam
levar consigo seo filho quando forem visitar as
provincias do norte.
Est decretada a approvar;ao do protocollo
entre Portugal e o imperio da China, assignado
em Lisboa em 6 de Marc de 1887, fieando o go-
verno autorisado a ratificar, desde logo, o tratado
de commercio entre Portugal e o imp rio da Chi-
na, que ser negociado e firmado em Pekua.
E' esperado em Lisboa, em Novembro pr-
ximo o general eua Palacio, ministro do Mi-xico
em Portugal e II jspinh, que chegoa a Madrid ha
dous mezes, e anda em excurso pelas provincias
do reino visinho. E' o primeiro homem de lettras
da repblica m-xicana em prosa e verso, juris-
consulto distincto, general valente que figurou na
campanil* da independencia, e autor da obra mo-
numental El Mxico atravez lot siglos, em fim, um
cavalheiro muito illuitrado. Tambem autor de
numerosos romances e poesas, que lhe grangea
ram sa America latina ama grande popuaridade.
Parece qo9 o general Teixeira Rebello vai ser
nomeado camarista de S. M. E!-rei e que por usse
motivo requerer a reforma do servido activo do
exercito.
Referem de Londres que a Allemanha e a logia
trra prestara o seu concurso para que a questo
de frunceims entre Portugal e Ziosibar seja reaol-
vida em Lisboa par uns commissarios que so de-
vem aqui reunir.
Consta que a syndicancia Real Casa Pa de
Lisboa tmente se resolver depois de SS. MU.
regressarem das provincias do norte, e que nao
ser aceita a exoneracao pedida pelo digno pai do
reino Cari s Eugenio de Almeida, provedor daquel-
le estabeiecimauto.
Cumpre-me observar que a syndicancia fra em
t opo requerida pelo benemrita provedor.
Partera por estes dias para Milo, afim de to-
mar parta. no congressoj dos camiuhos de ferro,
os Srs. Fontes Ganhado, administrador delegado
da companhia real dos camiuhos de ferro portu-
gueses, e A. de Souaa e Vasconcellos, secretario
geral da m^sma companhia.
Por parte do governo vo os Srs. Manoel Esper-
gueira e Ressano Gtrcia.
A 21 do corrente devem estar promptas .s terra-
plensgens da via frrea de LourenQo Marques a
Pretoria (vrica Oriental) e no 1* d9 Outubro a
locomotiva dever percorrer toda a linha.
Foi nomeada ama commisso composta ds Sr.
conselbeiro Joaquim Peiioto de Carvalho, admi-
nistrador geral das alfandegas e contribuicoes in-
directas, do presidente da junta geral do districto,
o Sr. Dr. Gabriel Jos de Freitas, do presidenta
da cmara municipal de Lisboa, Sr. Fernando Pe-
reira Palba Osorio Cabral, dos Srs. Antonio Adria-
no da Cista e Jos Adolpho de Mello e Souaa,
m-mbro da Associacao Commercial de Lisboa, do
ommindanto geral da guarda-fiscal, Sr. Elyseu
Xaviar de Soasa Serpa, do capito de mar e guer-
ra Sr. Joao Beregrim Leitao, do Sr. Dr. A1 gusto
Joa da Silva, dos Srs Manoel Aflonso de Espre-
gueira e Adolpho Loureiro, engenheiros, e do {
t nente da armada, era servico na guarda fiscal,
o Sr. Francisco Antonio Vieira, serviodo de pre-
sidente da commisso o primeiro dos aomeadoa e o
ultimo de secretario, para pro.-adir desde ji es-
c-i.ha do local maia a^ropriado para o entrepoato
cira.narcial livro de Lisboa, estndaroa pioleetoa
de obras a faser e formular os regulamentos fis-
caes e couimerciaes ndispensaveii para seeurar os
interosses do Ejtado e os do coinoierch.
II i pouojs diaa reamse a commiasao n'atna
das salas do m'nistern da fainada. D p .g de
prolongada discussao-, foi naroeada uuia commisso
composta dos eagenheros liaoorl Bapregaein e
Adolpho Liureiro e dos offieiaes da raarinha Lei-
tao e Vieira, afim do eatudar as cond.cois techni- *
cas do porto e ind car os loeaos onde poda estabe-
lecar-se o entrepoato e quaes as vantagaue que sa'
podem dar por se faser n'um determinado ponto e
desvanfageus de ser n'outro.
Ni rea da 3 diviso militar devem fa-
zer se manobras nos mezes de Setembro e Cata-
bro sendo o mez de Setembro destinado a ejerci-
cios preparatorios. Timiriio parte u'elles dous
regimentos de infantaria du-n Datarias de artilhe-
ria e um-es'iuadro da cavaana. #
Os jornaes da noticia dos programmas respec-
tivos as manobras
Partir no dia 15 ou 16 do corrente pira Vi-
cua d'Austria o Sr. conselheiro Jos Joiquim
de Sauzi Amado como representante da Portugal
no congresso de hygicna e damographia. Ficar
durante >i sua aus.-iiaia eerviudo de reitor do lyccu
central de Lisbia o pr ifeseor mais antgo da cor-
porHflo. Luz Felippe Leit?, o qual ter de pre-
sidir ao scivic) dos exaraes de Outubro e prava-
velmeute a seaso sol..moa da abertura das aulas
do mesmo estabalecim nto em 15 di Outubro pr-
ximo.
O Cmgresso do Vicnna brese no lia 6 daquelle
mez.
A 2 do crrante, palas 3 hiras da madruji-
da, o toque de 25 badailadas e ao graude ciarlo,
ucompinha lo de. erosaaa columuas da fumi anuuu-
ciaram 03 moradores da Liso ja c arredores um
meeadi medonho.
M.nifastou se a coiidijrflfai na antisa fabrica
de vallas at ariuas, sabio e trlycerina Un ai fa-
6ri7, e3tabaleei la uo largo das Foatainhis, junto
ra de Alexandre Harculano, era Alcntara,
n. 16
A entrada 6 precedida da um patea rodeado do
baixas, que ocaupaa suparfieie, approximada,
de 2,1-00 metros qialrados, oudo estavain as offi-
ci.'ias e depsitos de oleo, oLiua, g'yaenna, sabio,
vella', pitroleo, aze'a ds pargsora, oE:ini3 de
carpinteiro, tora iro, serralhana, empaeotam^nto,
casa de machinas, carvo, es:riptorio, prensas a
fabricifio de vel'as.
Q em dau pelo fego fii am guarda-nocturno da
freguozia de S. Pedro o um polica da 3a diviso,
que foi chimar a bomba que tem estacan na largo
Jo Cilvario, a qual, junta com a dos voluntarios
da Boleta, foram as priuniraa qua entraram em
ata ui.
(J inosndio prneipioa aa oi5;ina da empacota-
icnt, onda traba'havam os operarios, e nao se
sabo o que Iba dau orig-'m D'alli, cammuaicou-
aa casa das machinas e a todas as demais depen-
dencias, destruiudo o mpletameate todas as olSci-
na e depsitos, ineluincio o eseriptorio, salvndo-
se porm a eicripturscio.
Dapois da atetado trabalka conseguiose saivar
a fabrica da sabo e os seus ingrdient"3.
O prejuiaoa nos edifiaios, qia coutinham a fa-
brici das vetlaa de staarin* o mishaas, cilaulara-
e era cem c ntoa de ria firte.'.
Houve nove pass.a3 tandas, tanto do8 bombei-
ros raauicipaaa como dos voluntarios.
N-nhuTidos ferimautes grave.
A fabrica estiva segura em 3-32 cantos de ris
(fortes) distribuidos por 12 c mpanbias.
Oaerviejo de extinccjlo foi dirigido palo Sr. Car-
los Josa Barrairos, valeata inspector dos incendios
do municipio de Lisboa e seus ajudautes.
BsUveraos presentes muitas autoridades, direa-
totea de compaubias de seguros e o aervie/o da po-
lica foi bem feito.
Os opei-anos da fabrica e alguns moradores pr-
ximos prestaram arrojado3 servidos.
Km 8 de Fevereiro de 1833 h iuve u'esta fabrica
um in-eudie de que resultou o pr juizo de.......
11:720*980 tortee.
Dearetou-se que seja aonstituidauraa coaiaiissao
campista de vogacs electivos e de uomeaclo regia,
ahin da proceder reviso .'a circomscripcio ju-
dicial e propor ao governo um plano geral da saa
orginisacs.
J est c ncluida e vai ser brevemente re-
m ttida para Guiraaraes, onde ser erigida, a esta-
tua do fundador da monarchia.
Caminham com grande actividade as obras
para a construecio de um novo circo equestre na
ra Nova da Palma, em terreno arrendado Sra.
Condessa de Geraz de Lima.
O gosto pelas corridas de t-juros cada vez
maior, apesar do maito que se tem reclamado con-
tra esta vergonha naaioual.
Nao ha localidade um pouco mais importante
que nao tenha a sua prae/a da toaros.
Promettem-nos algumas notabilidades lyricas
para a prxima poca em S. Carlos.
L.
Oh ramlnlio- de ferrofdo mundo
Era 1830 havia apenas 381 kilmetros de cami-
nho de ferro em exploradlo ; em 1887 passa de
500.OCO o numero de kilmetros explorados, e no
fim deste anuo, contar-aa-hao 530.0'JO kilmetros.
Segando uma.estatistica do De. Neumanu Spal-
lart a extenso das vas farreas era :
Kilmetros Augmento
Em 1860. 106.886
1*65. 145.023 7.627
1870. 221.980 15.391
1871. 235.375 13.395
1872. 251.032 15.657
1873. 270.071 19.039
1874. 383.030 13.019
1875. 296.009 12.919
1876. 309.641 13.632
1877. 322.517 12.716
1878. 334.666 12.149
1879. 351.032 16.336
1880. 367.835 16.833
1881. 394.103 26.268
1882. 424.211 30.1Sf
188S. 447.541 23.33#
1884. 467.477 19.936
1885. 484.458 16.981
Segundo outros clculos eoutar-se hia no fim do
auno de 1885 ara comprimeato total de 4H1.COJ
k.bn tros, ou seja um augmento de 21 .Ujj kilo-
metros.
As novas construccoas em 1886, sobretodo no
que reepeita aos paizes do ultramar, ai i sao uiu-
da b'n avali-das. Julga-se que o accrasciraoem
1886 ser de 21.000 kilmetros, de sorte que, ad-
mittindo pouco mais ou menos a mesma cifra para
18S7, nos encontraramos n'um periodo de aug-
mento as constroccoes de camiuhos de ferro pr-
ximamente igual ao dos annoi da 18721S73 e
1830-1882.
U'esta vea, a Europa d menor contingente. E'
a America di Norte que figura em primeiro lugar,
co o em 1880 ; depois a Australia, os paizes da
America do Sal e urna parte da Asia.
Segundo o Chicago Journal of Commerce, o nu-
mero de liabas americanas pr jactadas sobe a
21.317 milhas inglesas, das quaes 15.000 sero
construidas anda este anno.
Diz-se qaa as linhas existentes necesaitaro de
rails novoa para 19.000 milhas e que em 1837 sa
empregaro 3 250.000 toneladas de rails de ac (?)
Nos diversos pases a extenso das suas redes e
respectivos augmentas como mostra o seguinte
quadro :
75 1885 Augmento
Kikm. Eilom. Kilom.
Europa :
Allemanha .... 27.980 37.142 9.161
Franca.....21.587 32.191 10.904
Gr Bretanha 26.870 30.843 3 973
Russia.....18.488 25.620 7.132
Austria-Hungra 17.368 22.341 4 973
Italia.....7.704 10.354 2.650
Hespanha .... 5.796 9.185 3.389
Suecia.....4.138 6.892 2.754
Blgica.....3.517 4.410 893
Suissa.....2.066 3.168 1.042
Paizes-Baixos ... 1.895 2.468 573
Turqua 1.573 2.026 489
Dinamarca. 1.^60 1.942 682
Portugal .... 1.033 1.805 72
Roamania .... 1.233 1.682 449
N-raega .... 655 1.588 1.033
Grecia..... 12 547 5J
Servia..... 338 36

i.
143 039 194.811 51.772
America : Estados-Unidos Canad..... Brasil..... Mxico..... Repblica Argentina. 119.352 206.607 6.719 16.905 1.388 7.219 607 5.328 1.581 4.832 87.25* 10.18 5.881 4.721 3.248

'



Diario de PernarabncoScxta-leira 23 de Setembro de 1887


Per ,
Chili.....
Cuba ....
Uruguiy ...
Amone i central .
Venczu la ... ,
Bolivis.....
Guayua britanaica .
Jamaico.....
Panam......
Paraguay .
Total. .
A^ia :
Indias orientaCS
Cascase.....
Jara.....
Asia Menor.
Jupio .....
i.....
To'al.....
frica :
Caba......
Almera e Tuuisia.
. .
liba M luricia .
Tunis.....
Angola, M)? .rnbiqaa o
S^ucgal ....
Total.
Austral!:; .
Toda a trra
1.549
991
640
305
137
13
30
96
43
75
72
3.218
2 422
1.512
672
608
396
24)
132
103
76
72
1.669
1.4-11
87.
367
471
381
210
y,
ss
133.552 25T350 116.798
9.858
980
151
186
351
170
12.3)2 24">)7 ll.i96
201
537
1.528
106
6)
2.432
3.079
2.700
2.170
2.053
122
no
7.880
14.763
2.499
1.01S
5.'."
16
15
760
5.448
11.683
. 294.404 491.9JQ 187.496
Seguoia rste qiadro, na E-tropa, o imperio alie
mo orcupi o pnm uro lugar p lo numero dos sus
camin: o i ae ferro, que conservar at que a Bus
sia consiga, pela sua enorme extensa), tomar o pr-
meiro lugar ; mas isto nao uceed r seoo d'aqui
a am cert i uu.nero de aunos.
N i paia j -ivilisados da Eirapi, o augmento,
urna vea ts'nbekcidas as piincipaes liabas, con-
serva-s en limites madera lai ou quaai eatevtttf ;
aa eootrario, os pa z:s manea desenvolvidos sob o
ponto do vista com besa entendida ineuoa
ricos tn pi sea, trabalbam para recuperar tanto
quiv I o tempo perdido.
O ::ios do forro n:s pasco
da America, qoe piuco povoadjs, mas b'.stante
extenso1, sao maito notsveis, e a par das Eatados-
I > .'lxico, o Brasil, o P
Boli'. lea trabalhos em linbas
novas. O mesmj sucede na Australia ; na fri-
ca, para a 1 uiadaCabo, a Alearlae a laniaia ;
na Asia, as ludias orientaes, o Caucaso, o J
e, breremente, a Orina.
As inJicHe.s aeguintes na deixam de ter inte-
rease :
P .:. 1 15 M. Neuminn calcula o capital na
cesa a eonatraecSo das linhas em 104,136
milbo s o maros, s ndo 59,268 ni Europa,
38,441 ni America, 3.490aa Aaia, 1,624 na Aua-
tralia, 1,350 ua frica.
O numero de laeoraotivas existentes estimado
em aa p.ira pisaageiron em 150,00 J,
es k ras um 2 5 '),U00.
Ti .:i .; 1 S, pe is liubus da Eu-
i 03 a> Ibas* de paaeagairoi o 800
milh M do murcadorias ; sobr; to-
da iohal la trra, cerca de 2,100 milhoes d
I too 1 .di s de mcrca-
dori ^s de mercado.
ras por da.
JviSTA DIAM/
Prouioiorca p presid'i'cia da provincia d' 20 do corrate :
Foi 60 n irea de I'uarasa para a
de Q > promjt r publico Dr. Jto Ba-
p'i-". Corris Je Olivcira.
Poi Borneado promotor publico da comarca de
i. ):. Praaeisco Xavier Pacs Bar t:.
Cu-r:lu c5vi -a l'or portarla da presiden-
cia o corrate mez e sob pic-
postai do O. eh fe de polica, fot ex n rado o
comr: i I
da Sdveira T ira substi-
tuido J
AutoriiJa ii'i p ttiriac Por actos da
presi -0 do correata e so'a
propodtaa Jo D. eh fo do poli i :
Foi ex i Jo, o bacharel Francia.'
doro Rodrgaos da C l irgo de dlegtdo do
1 | i capital, ae ira subati-
tnil-o mp nte baenarel Aneaso An-
sas! 'iO.
Pul us alteres da corpa de polica
Tibu.lin J-c de Oliveira do c ,r: ga-
do da Bo V. r.m a Franeiaco Xavier Canalla
Pesaos do de d > I r.n) de S. Bouto e o
tenente Jim po Ildefonso Ignacio do
A oar..l d> de de'eg > de Ilaque.
I rea do corpa da polica T,-
bari i g i ds delega-
do do turm da H ic .
Foi ex ', Liiz i
0 J -y.a G
cargos dd delegad) o ls npp'enc do taraao de
ti neadoa para abstitoit-oa aa
ord m m que aa acbam, (!hnstora.' Vieira L
de Mello e Ea3 d. Veiga Pessoa Cesar So-
breir.i.
Fo i ir. os a '.r,; ia da 2o 3o sup-
ple r apiti i .Manoe
Caaar Marinho Palcio, em
sabs Ixanja Lma e
Aat ) d i uoba qi ujj auuituram aa
no:n ic3 .'.
T.-ili i lo Jury do clfeTeidj-
s-3 bonl o r miIi 12 jar i 1j tJi aoart i a a .-asi)
Forain submrtdd >3 e julgainento 03 reos tor-
nando J s da Silva e Enilio Joaqnim da Hilva,
ambjs pro'iu i liad m artigo 205 d) cdigo cri-
minul.
O conaelbo qi i joigoa a ambjs 03 reos compoz-
sa doa ara. :
Th)m-z J'' A|uino Bilva Loureiro.
Ant mo Viceute da Suva.
Dr. Fabu Vlireira Tnmp)ral.
Jlo Pwheiro OataM.
Fabo Faustino F. da S Iva.
Gedea fc'jrjaz de LacerJa.
Dr. Franeiaco 'i m Prente.
Dr. J.iaquim Ccrqueira Lcite.
Jovino da bilva Santiago.
Vicen'' de M ra-a Helio.
Virgilio Joa la Motea.
Mano 'I Bruno dos Saut s Gouveia.
O primiiro. que trouxe por defensor o Sr. t-
ente Jo (ja (ano da Silva, era acamado de lar
na n ate de 15 de S'tuuibr) do anuo p.ssado
com mais dona inlividuos esD>rdoado ferido
no caes de Capib :r.b- i Francisco Luiz de Fra-
5a Carvaih), quo pira escapar atirou se ao mar.
A B*eOMejao basi'andj-se as provas dos autoa
pedio a cjodcmnncili do Recusado, mas a d f aa
base-iodo se as mesaras provas demonstrou que
o seu etwititninte nao tmba ferido Franca.
D. mouatruu, qu9 nos aatoa ba meras supposi-
goes e eatai uio podem acarretar urna coadem:ia-
9S.
O jury bs ilven o aecusado.
O sis'iudo r), que teve p ir curador o Sr. Dr.
Jos Mara de Aibuquerque Mello e pr aecuaa-
djr Patricio da Silva Kaiub*, qaa se acbava re-
presentado pelo Sr. Be. AflPiso Olindeose, era
aecusado de ter ni noite d 22 do Outubro do an
no pa?saij f-ndo lev mate a Patricio.
O Sr. I)r .iv.-i'' E.eorel em vista do 1 de
artigo 16 da le n. 2.013 de 20 da Betemoro de
1871 au-t.-iitou O libelo.
Em vista doa deontcs foi o acensad} abaolvido
pelo voto d.- H'nerva.
Ferro iia io Herir ao S. Fraaclneo
No da 28 da c .rr.-ute, nuuiveraario ds leis de
1871 e 1885, que reguUram a extmcc&o do ele-
mento servil, ser inaugurado o ultimo trecho do
prolou({im"ut > d t- r.-o-via do R-cife ao 8. Fran
ci tea, trecho que leva a liuba at a cidade de G&-
ranhuis, pomo terminal actual deesa estrada
Garanhuua. pelo deaenvolvimeuto da linha fr-
rea, fi^o 265 kilmetros da cidade do Recite me
dindi-a' na linna maleta 125 e no prolongameuto
140 O municipio de qu abeca essa cidade
tem ama poaulaco o> Jf6.0<)0 habitantes. A ci-
dade, segundi o esb .c > u eria corographica da
provincia, tica a 845 metro* cima do nivel d >
mar.
Ao acto inaugural aasistirao as principaea auto-
ridades da provincia, iodo de vespera para a Co-
lonia Urpbanoiuica laabel, onde p^rooitara*, os
Exms. Sra. Dr. Pe ir.) Vico ite de Azevedo, digno
presidente, e L). Jos Pereira da Silva Barros, di-
gno prelado d- Olio l
atluOrosle alo Morte e Parohyl
Pelo costeiro S. Franeco recebemos hontem lo-
Ihas do Ri -Granda do Norte at 16 e di Para-
hyba at 21 d) correte. Dallas extrac'irnos o
seguinte :
Eio-Granle do NorteEtn 22 da Agesto, no
Rio do Pogo, suicidara-Be o italiano Anjelo Da-
niel, negociante e residente em Muri, d, Cear-
mirlm.
No dia 4 do correte, em o lugar I'irituba,
do district) policial da U'inga, termo diM>ci-
hyba, Manuel J< o Fernn les, seu irm) Man-jol
de Moraos e Candido Coelho travaran? .ata, da
qual resultan a inorte deste c sahirein foridos
aquellas
No lugar Cuoamb, do termo d: ). Joa,
R 3i do til, mulhar de Trajaao Frauciacj Pinboi-
ro, eapiiicou brbaramente a Leandro de al.
O ficto su den no la 1- do correte.
Eaarevt ram do Acary ao Crrelo de Natal
em 5 do correte :
O colleetor de rendas provineiaes d( Cuit
da Parahyba. term com o qual confina o d
villa, invadi o nos o territorio, c col ectou os ga-
dos dos fazeudeiroa situados ao lugar Riicho
Fundo, p rtoncoutfl a esta provincia.
Em Papary, 29 de A;osto, a Aseociacao
Auxiliadora da Radempc) daa Captivos, n'uma
fusta qua celcbrua, entregou 9 cartas de libar-
dade.
Na capital foram libertados 6 escrav >s, e na
Macabyb* 27 pelo G ub Daotas.
ParahybaO tenente-coronol Domicianc Lucas
de Siuzi Uaugel libertou sem onus doua tseravi-
aados do nomos Esteva) e Cypriano.
Ni cidnde de Atea apenas existem 4 escra-
viaadoa.
Suicidara se a 19 nma filha d> finlo An-
tonio Mauoelda Si'.va Cojlh), mg>rindo jrande
quantidade de verd Pars.
Impoalov geraes- Termina a 30 do cor'
rente o praao de pagamento, sem multa, da "axa do
escravos, referente ao 3' a.mistredo act-ia! exer-
cieioJulh Setembro.
Em 30 deOutnbro via1)uro termina igalmeote
o praso de pagamento, sem multa, d> impoito de
inlua'nas e prafissoes, relativo i*o atlodid:- exer-
Clah Carloi Goae- Amanl-.l o C'.ub
Cirlia Gama* fu o seu sarao maaical s d.nsant
do corrente mez. E' da preaumit que, COBQ4 sem
pre, seja elle eoneortida e oferena horas agnla-
veis de raereio ao3 asaiatenf.es da f sta.
troenal do tioerra-II Araeiial da Guerra, 3eiaj Ji-tribaidas coat iras s
costureiras de ns. 451 5'J7.
Bagnlaa pira C3aa distrbuicJ} aa U3p)stcoea
ji conhaaidns.
Club liillerarlo Plato Jnalor-*b a
preaideaeia da Exata. S.-a. L). Oaroiiu FaLao
funecioaou este C uo no dia 18 do corrate em
teaai i i rdin iria
Lida e spprovads a acta da seasao anteriflr, fo-
ram propo'jt >3 para socios hmorarioa o Srs. rj.
A I 1 no da Luna Freir Jnior, Joiquim di. djt i
BibeiroPilBoeCamerinoT.de Cistro M
.mente prop'ota para socia
eli etiva a Exma. Sra. D. Maria Ffjra Cobm-
bie.
Fa'laram sobre a th3e --Hygisne, importanata
que teve ni untiguidada e a que tom moderna-
ente as socias UJ. Mara L.niim c Adelina
Cabral.
A soeia D. Ana de Oliveira discutio a tbe
Syatb ina de giveroo, loa pilera pjb'.ioi o a
na m si) dalegndjs suee d.nio i he a socia D.
tana do RVwarin 8ilva que diaaert^u aofa
lints th ae : En que periodo fez o h;men a
sua appar a trra.
Depois do se tur procedido aa sort'io de njvaa
a e bero a3.'im ) das eo -as q'ie tan d i diaen-
til-.is naaeaaaa s.guinte, cucerrou a Exma. pro
sidents a sesso, der.ermiu ;n lo o da 25 d) or-
rente para a prxima reno i).
Pontn de francez-Na tyjDgrapbii Cen-
ide pabliear o Sr. J. A. o 2- e 3'
11 de fr ne t, tegon 1) o programma d 1887.
E' obra iudiap usavel para os que tiverem de
8ubmetter-se ao exaCM aquella lingua.
Aerad.cem >b a offerta que o)3 tizaram doa re-
i.ontoa.
niliRencla policialSegu i i eooatan*
tes reelaaaacSea, f-itaa .o Sr. D.. ehefe le policia,
> dlatrieto dj Pog> da r'anel-
D n i pop Iae-i) adventicia cjmposta do es-
- doa, crimimsDs e daoordeiroa, na
se s nnarteis n-s mattas do Macaco, den
iestacam bandos, a Djraa m)rtas d i l
se.-em recebi los eo saadaa n c roa e
lo rio Oapibariba ; di quel-
. I atteniendj a um pad;d) do Sr. sub-
;. lo Pestana, r^fjrcar, na ra ultima,
.3 de poea o deataeamenl
aili existe ; tondi-lhe afirmado o r-f.-
rido io qu conse^uiri i desarmar mai-
toi vadioa, prender alb'uos onminoia e aacravoa,
3 que sJ) eneontralos, notoriamente caheci-
d.s, vagando merca doa aconteeimaut .', eam
gravisaimo damas para a causa da tranquil!i 1 id -
Coasedtda a torca, fjram dalas as astro'co a
neaesarras, que d veri iir. 3er cai.pidia
iireeeaj do Sr. d I .;. 11 do 2' diatricto deata ca
berfa jA fizeram a do microbio da tysica pulmo-
nar, ou para m Ibor diaer, do tubarculo pulmonar,
que provica a mirte do enfermo,
Felizmente nao temos obrigacao da explicar
a existencia do microbio di tubercale pulmioar,
sem o que nos variamos obrigadoa a faaer algumas
reatreces e pretendera somente lembrar aos
nossos leitores a the medico para descobrir o novo mathodo de curar a
tysica pulmonar.
Partindo di theoria sobre os microbios, o Dr.
Bergeroo, de Lyou, lembrou-se.de matar o parsi-
ta pulmonar por meio do gaz hydrjgenio sulfa -
roso. Mas apparecia ama grande diffieuldade. O
g*z hy Irogeno sulturoso introduiido n > pulraio
muta com cortesa o microbio, porin mata tamb so
o do.nte. O doeate morro n) da tyaiea, pjim
marre envenenado precisj portauto procurar
am oatro modo de applicar o hydrogenio sultu-
roso.
o Claude Bsroard em suas numerosas e nota-
veis experiencias verifieou que a introdcelo do
hydrogenio sulfuroso no3 animaas pela va reetual
era inoff.uaivo, qua se misturava com o sangue e
era depois eliminado pelo pulma) e assim aile in-
f. c'.ava em quantidade sem provocar neuhum ac-
cidente.
Tal a origem do clyater gasoso. Partindo
priori de urna thioria chegou-se a am trata-
urnto posteriori.
Oo io estaes, Mili ere, para n:s divertirdes com
essa sciencia pelo avesso ?
Q lauto a mim, n5o creio que o clyater pneu-
mtico consiga bim resultado; ni) quero dizer
quo o methodo seja mo, nao tenho competencia
para isso >.
delegado que, avisado do ocearrido, foi all preen-
cher as tormalidades legies.
Joo Coama foi logo posto em liberdade por-
que, apezar de sua criminosa vida, naY> coustava
a existencia de umi s pronuncia contra elle.
Felizmente, ao regressar cas, tratoa de auaeo-
tar-ae do lugir onda tiaha perdido o mais fiel al-
ijado, e com estas duas nicas mudan; is apiz
t)mou de ivo a habitar o sitio Pee) do Veado.
Miis outro aasassiaato :
Em a noite do dia 14 do passado, o ioditoao
pai de familia Laepnldiao Martina Liab)a foi as-
saltado em sua propria casa, palos iadividuos do
nome Manoel M:ia Noite e Jo) Luaageira, dos
quaes rec be um tiro queiouroupi, prostrr.n-
do-s exnime aos pea de sua mulher e filhis.
t Entre LeopjlJino c os eeua assassiuos n3o
havia a moaor d.aintelligeucia ; apenas consta
que pouaos dias antes daste horrendo tacto, o tal
Meia noito disaara aLeipoldino que tuhi ordem
paradar-lhi urna punbilada, mis qua elle u-
dava um hoinam, matava o.
Do inquerito a qua ae proc-dea evideocia-se
A'a 9 hjras da nlite, pjrom, aanoaeiaram ao
Sr. Dr eh fe de polica quesera pequea a (V^ .
li 11 aup rior ni OCC .si> e, as im, ti. S resol
r qniaitar 15 pravas da eavallaria,
I -.itepr s- .da?, e maudou-as 4 da
U ,-a tarde aoube S. S.
qua nala havia a fizar, pelo que mandn l
I para a C i
into o Sr. Dr. delegada como o referido sub-
. i) seo ucc rea i la eaaa algum na fregaama do Pono 1 l'a
. ; b :m como qui nao ae dora aoutecimeao
algum digno de atnnto.
UcMaotre Aute-bontam, por volta de 7
horas da noite, Cisimir) A tonio da Silva, m or
le 12 nonos le dade, aventurando se a pular de
um ond da liuhi di C-mi'erio antes da parar o
carro, cahio de encontr ama pilha de tij -Ijs e
feno-se em varias partes d > carpo.
Fji recoh lo ao hospital Pedro II, e a antori-
dade eoaapeteato abri i reapetodo tacto o neces-
sario inquerito.
Bunoo-Oa ladioaa, durante a n>ite da quar-
ta-fira para a de quinta, p.netraran pele telha-
do, em que abriram espa; MW buraco, serrando os
aibros e ripas, no armazc.m de milhadoa dos Srs.
Vieira c* Silva ra de a. Francisco n. 26 e le-
varan) viute e oito libras de manteiga em latas,
queijos, cigarros, charutos e outros geoeros, alm
da 124000 em cobre que estavam em urna gaveta
d i b ilco.
Toutaram abrir o cofre, mas parece que nao ti-
veram tempo de coneluir o seroigo.
Dep lia da co.beita, sahiram pelo rombo que h i
viam feto.
club Harcelllao CletoEsta saciedaie
procedeu no dia 21 a eleieao de sua nova directo -
r>a, fieaudo eata aaaim cump)sta :
PresidenteTbeotonio Preif .
V;ce-preaid--nteAires Barbosa.
I retarloDomingues Carneiro.
2' ditjF. rreira Ramos.
OradorC>bta Fialbo.
ThesoureiroSobina Laz.
Bibliothi' ri i loio Birretn.
Ur. Jun H irado da Costa No pa
quete nacional ipirUo Sinto seguir h'ija para
a cidbde da Victoria, capital da provnola do Es-
pirito, o nosao comprovinciano Dr. Joa H mCM da
Costa, ltimamente uomeadj juiz municipal do
termo de Beoevente, de cuj i lugar vai tomir
pose.
Agradeoendo-lhe a visita de despedida que nos
f-z, desejainoa-'he boa vge.n>.
To por ellaN -nbd legacia do 2' dis-
trito da freguezia da Boa-Vista acha-se urna
bol a parH ser ^ntregne a quem f)r o dono.
Vi este busaal-a.
Cura da lynlcaEscrevemnos o se.'uint :
Actualmente todas as coasas adquirem un
aap cto scieatifico e ao eonobreeidns pela nter-
v ueo da i b/sica e da ebimica. At a arte d
Purgon ja est elevada altara da urna sciencia.
* Um gasmetro, alguna tubos de Liebig e aci-
do sulfrico decompondo algaus saes, ludo isto
que a Academia de Medicina nao pode d-mr de
pjlaudir, auostitne heje o instrum-oto desagra-
davel e tora da moda do curandeiro do seeulo
pasando.
< E-saa n-fl.xoea me occorreram ao ler a m mo
ra de um joven m-dico de Lyon publicada em 1886
para devulgxr o methodo de sua invenc) que
consiste no emprego dos ciysteres gazosos no tm-
tumente da tytiea pulmonar.
0> leitores ja abein, que hoja paraos mdicos
todas as moiesnas wo p microbios de maoeira que para mmtoa, a arte da
curar a cacada feita aos aoimaea mnlfz jes.
< Anda nao deecubriram o microbio das fidu-
ras das feridas nem daa queimaduras, mas nao
ha de tardar muito.
Emqnanto nao conaeguem faaer eaaa deseo-
Bom ConnellioEm 10 do correnta eacre-
vem-nos desta villa o seguinte :
1 la'liav la affazares vieram anda in'err rn-
per as aoaaas cJstumeiroS visitas mansae? s co-
lumnas do Diario. II j', piren ja menos proccu
pides, vamos aatisfazer a curiosdade dos leitores,
tranamittindo-lhes tolas as aotis registradas em
noaaa insaciavel carteiri.
< Felizmente, a estacflo da lama e atoleiros es-
ta substituida pela estenio do esto e das rosta
dj Os meses dJulhie Agosto excedern este
* ma> a sua natural pluvioaidado a p inte de diffi
cuitar o transito uas estradas que demandam a
parte 8ul da comirca.
< A ncasa EdiliJale, a quem a 1 i imp.)z a obri-
gacao de z.-lur a viacS) do nranieipio, poda, ao
mems, pira deaeneargo de leonsciencia, e atiento
usen pareo readuaento, propOr um-a preces pu-
blicas, qu', sem iuvida, s 'ran ouvidas pe) al-
tismaao, o com o que, quaudo menea, faria umi
aeooomie da aabii aos seua muuici
<< Ah fi a iudicac?.o.
No da 12 de Junho, no lugar Amorim, B ir-
nardo Vieira da Silva, ach lali-se baitante touca-
dj, ao menear umi oapiogarda, disparousa eota
lmente, emoregaado-sa a sarga, c imposta de
nove bagis de chunb), no sea amigo o visiuha
Miguel J ia da Silva, cujas foriin -nt js foram coa-
sid'.rad ns leves.
E' eate o resultado da 2' saaa) do jury ea-
la id da 17 d'aqualle mes:
Nos diaa 14 e 15 foram julgaloa os r >s ausen-
tes Mamel CihVi Antouio .) rga, orouu.ueia los
no art. 257 do elig crimiual. O primero foi
coodemnido no grij miio e o sigua!) no mxi-
mo do d:t) artigo.
No dia 16 comparecen "i barra d) tribunal o
[arca io I Jos da H)rd, pronuncia la n) art
20). O jurj ubao'vea-o, m u d i" i ppel-
lou o presidento do tribunal pira aReiu^aido
liatrieto.
>o dia 17 foram j ligados os ris pres;a Ma-
no d i N laeimantQ, Firmino da Ma'lo Fa-
I ir i e Mim 1 e tal, sonheei I > o ir M lael Chio
I .i. ni ), n man ;i >d > no art. 357.
Os doua prim'iros fjram conlemnados uogr
iniu.ui) e o ulcirai U) mixim) d) referido ar-
O pi'im-'iro e terceiro r s fjram patrocn
pelo bacharel Jiaquim Antonia da Silveira Ju-
aior, o segundo palo cid id< Miguel Antonio da
S K o. Lmaral, o qa arto, quinto e aex > pelo tenan-
te Praucetino Braslian de I) L! n i.
C)mposeram o Iribanal oa Drs. Tai
da Castro R-bello, com presidente, Anguto
Pereira (Jallas, com) promotor pablieo, eo
-i 11 _'o da Cu iha, eom escriv i>.
0 e. Jo.ii S. Pedro f)i un eata
aot j. ios p ir aqui da fOrm i mas -
a priaenteira. BjIos, eangica, paminhaa, qneijo,
b tuo ojaanto a gastronoma i '.-. in
a sugrarir neatas alturas, r.i, sudona
^r.n 1 o c-m profaaSa, prova lando todos os iaia-
O convites para renntas chegava n aos cen-
tres e .i todos os Kl '3, e pouo m lis ou meaos
I l ra i :
Sr. F.Veuha h ja aen faiti paaaar o S.
Tem s unoillairo da eangiaa,
queij >s de malhada e algumaa garrafas di afaim i-
oii i d i C'.rd iso. D tnsr-Be ha algumas qna-
is BO 3 .in da maviosa musiea doa b -ro de
F, ciso V. nai posan obter a frauta do Anero
ou o vial) de Jos Pe 1ro.
Bi I' stonc t g'ril era ac impa ihida das o-
j b.laa d; pistolas, dos aig sages dos
i es I s tstal.a das bichas da Curia o r-
bomb s das roqueiras, p .r -cead) qua tiuhain ;s at-
tingid i o lii iioal, ou qiie, lin^e deate planeta, o
.sb iri iva aa d ilici ;a do paraso.
Nao termiaou, poim, em pas, com) era p^ra
i popnlir. Dentro da villa,
Manoel Aleijado, ao ilaparar urna pistila, esta,
ii Ib a m) direiti; c oa mo-
bos J io Augusto da Parias e Julio Biot sta Bra-
ga, q-ioimaram hjrrivelmjite as m5)3, soltando
- .
Peloiospsetirdoqaarteirio d) Papaeadaba
foram preses ai dia 1 d- Julbo JoS) Jos da Sil-
va cB.rtoiiu) Vieira da Silva, celebres lalio-a
i no t -rio da Palmeira doslidioa, pira
oude foram 1 igo ramettid >s.
O Sr. Venancio da Silva Santos, negicianto
em Palo ira.-, trao fino sua real lencta para esta
villa ni da 11 di Junbo, abrilo no dia 2 do
mez segiiiute usa bein sortida loja de fazendas uo
de Pelro II.
o O novo delegido do termo, alteros Mtnoal Jo-
-, vai correspmleudo ':spa> fa'iva publica, ape-
zar da ioautii i nte f irea de que dispoe.
Do sitio Foco d; V:ado, por oui i passi urna
estrada commercalisaima, recbamoa frequentes
qu ii is de que estava inteirameute nitraua tavvl,
levilj a um groas) coit) de ladro s e asaassinos
que aaaaltavam os paasageiros, roubaado-lhes ca-
vall :8, dioheiro e at chapeo-'.
o I) sta quadnlha era ebefe o famigerado J So
C sin?, morador naquelle lugir, oaie goaava da
pierogativas luteirameate m4/cataiiaas, pe) ter-
ror qua tibha infua li lo a a seia v z nhoi.
Eate estado de casas perdurara all por
muito te np>, se um oosso amigo, alh residente, ao
saber da chegada do noaaa deegado, nao viesae
expor nos os apuros em que estavam os moradores
d'aqualle sitio, pedindo nos a noaaa ieterceaaai
p.r com o alfares Manoel J ia, a qnem expoudo
u todo o occorrid >, as providancirs foram logo
t> prutnp'as quauto effieazes.
Da tct<<, S. S. dirigalo se para all no dia
17 oe Judio, ao paaaar pelo iiovoado da Barra do
B.-ej >, | le capturar o velho Antonio Frauaisco
de Maltes, um dos assassiuos do infeliz Be isario,
faeto dado na Jnpicanga no da 22 de Murc deste
auno.
" Este velho foi o propria que, segurando Beli-
sario, intiidou os filhos eafiquial-o at cxslar o ul-
r.imo suspiro.
A'd m-smas horas em que o digno alfer s
ilaiioel Jos realisava ti) acertada diligencia, o
acuso F ctuo ama outra ainl. mais nnp rt.nte,
o assassinatc do celebra fncioora Antonio Bor-
es da Silva, coahecido por Pedroza, uo Poc) do
Ve ido, e deutro d propria caa de Joo Cosme.
Este bero i era a perveraidade personifieada,
e a sua Vldi am gros.o catbalugo de Crimea hor-
r ,r.isos e execraveis. C mheci io autor de tres
m irtes, era aim disso o alttr ego des ladioes de
CHvnlloa, e o seductor de quautas m pas se avesi-
nbavam d'elle. Oito dflstas intelises deixou elle
em pouaos dias no ehareo iinmunlo/ da prostitu
cao. eutraulo ueasc numero urna filha de Joo
Uosme, seu comparsa, e m cuja cava resida na
mais aiu otos i convivencia, e ama orphUmne-
liua d tiirm da Amonio Carrapateira e um
tal (iu l, cuja m ca raptou e violeutoo em occa-
aia que os irmaoa eatarm aneme-, facto quo
Ib po iusio a m irte, como vamos ver.
Ui.belin dencende de urna iitmilia nu-nerosa
e resHeitavel deste termo, e por isto oa sena dous
irinana, ao s-.berem do facto, trataram logo da to-
mar moa vindicta, para o que, reunidos < s lodivi-
duos V-ceaui L 'oes, Laariauo e Terto Bala, diri-
girn) ae e-a de Joo Cosme, onde, ao depara-
rem coi o infame seductor, proetraraia-n'o com
duus tir s e des tacadas, e deram anda un outro
tiro em Ja < Cosme, do qunl este ae livmu, dando
as de Vnla Diogo, sendo mais tarde preso pelo
qua o tenente Joaquim Autero da Silva Vieira -
aeu filho Autonio :o os mandantes deate assasi-
nato.
Os dous asaassinos, refjgiaudo-se no termo
de Aguas Bellas, foram all cercados no da i I
Junh) pelo delegada daquelle trra), senda preso
Meia Noite e evadinda-se o companheiro, bastan-
te ieride.
A Cmara Municipal oacetou a sua terceira
aesslo ordinaiia deate anua no dia 11 de Julh),
sem nada ter produzido digno de menea'.
Nc da 15 do passado tiremos aqu a tradi-
cional testa de Noesa Senhora do B.in Conselho,
no Collegio deate nome, a qual de anuo para anuo
vai crescendo em popuiandade e importancia.
No dia 6 foi hasteada a bandera da Excelsa
Padroeira entre can'ieos sagrados, ent lados pelas
cJucandis do meara i collegio depois de urna mis3a
cntala pelo muito diguo vica-prefeito da Penha
Frei (Jasa:ano de Camachio, seguni >-ae as mve
D it :a da n iveaa, qu i s riam animadiaaimas se as
chavas, quo intao cahiam, nao arreiaasem a con-
currencia.
No dia 13, pareo, ao chegar aimp.rtante
banda de msica garanhuenae, gmerosi e gratui-
n'.e off reeida palo benemrito enprciteiro do
prolmgamonto o Sr. Portell i, o povo princ'piou a
afluir, do sor e que no da 15 o uumoro dos deve
tos era coataao rm seis mil, e eatre estes oetavara-
ac multas pi.s3o;3 g:-adaj das localidades vi-
sinbaa
No dia da festa hauve miaaa cantada pelo
Revm. vigirio Chagaa, servindo da diacon) o
Ravm. Frei Cassiano, e de sabdiaoua o R;vm.
Frei Ciameute de L oneaaa, cipellia do R.'co'ui-
mento.
Oceupou a tribona sigrida o rail'.a Jigoo
Fui Cassiano, que durante 35 minutos sorpreaden
e maravilhu o religinn auditorio com atocia
phr.-i3 a, ni qua'8 faz o pan y 'ico la Excel-a
Padroeira.
t A' tirda ssJiio a proeissi), eompjsta de
aodores : oda Rmih i d>s Anj.is, cirrugaj> pe!a3
ionselliS da v II i, o da Padroeira, pelas o luaaa-
d-is do collegio, o oilo S Roque, peloa irmai ter-
eeiraa, p"raorreiJ) a3 principa's ras.
O deatae unanto policial, decenl co nte uui-
formiaado, comminJad) pela alfere. Manoel Jos
Perreira da U 'ata, delegado do termo, f jz a devida
guarda de h rara.
Ao reolher ae foi entoado um solemne Te-
D?um Lau'arn'is pela Revm vigario, segumlo-se
a beaeSa da Saatisaim) Sacrameot).
A' noite q i m ira t-31 diversas pasas d : f;g
artificial, teefa tuda o ey.lo da fasta u ascecaa da
um bonito a reoatat).
No dia 16, o inteligente maca alagoaao Ber-
nardo Gomes de Mello Filho, fadoa aqni urna
aula do diversas materias primarias e seoandt-
rias, cjm o qua pree ichea a que se resenta esta loealidade.
Apa se a s-lbe felis exit >.
* No da 2b aqu ehsgoa, de ragresao dassi c-
pital, oda s) acbava l cu alo, o Dr. Augaato
(Jasar Par ira C .Id is, prom;tor publici J 80-
N) sabbido 20, no C-.jueiro, pir ooeasiS
taipi da umi cas i, tuave a m eoearnieada b.iga
entre una crimnsis que all se reon
qual resoltou s hiren i ius mirt.l n t -ij -a.
loaqoim Csalo Lima, vuljo Manat :! .|.i,
ore :i:n i r) n. termo djTiiuinph*, ti: um
1 ridos e para evitar a pn) qaanlo
teas mita villa, f.i tratar-senj m,
N) sibbado saguiote (27i, oa mesmoe, tenia
uiiaiado qu; elle ae acbava em tratamento na
Orate Fau la, f.ram concluir a sua obra ass :3si--
naodo a Joaquim Cas ido, daiaanda o cadver
horrivelmente mutilado com 40 ferimentos,
b im ] 12 'o faaa c U d ;u ..!o
rp i .i (lai.ei i proee n i i p i
delegado, qaa para all s. dirigi quuado, tres
d.as do.)iis, Ihe coaitoa o oacorrido.
A tercoira aeeaS) jndiciara deate termo est
eoajjaoeada carao dia 12 do carrate,
O dia 17 d pasado fu pira eata villa J-
profundo pesar ao ser divulga 11 a inesperada m
tieia da mirle do .: B.o'o Rimis, pseatimaso
chafe d> partido conservador da camarn.
pelo 11- dial:. .^il desta
provine! i.
O vcih) Ant).o Pin'o d.' Miranda, valgo Pa-
dre E'arn', ho a >u a sis cnterioso, ebegando
aqui de M andaba-minan, foi o portador da ti)
lo-a visto transcripta no
Oi-6e, jrni A joas, datado da 10. Oa aini
|os pl tic a da S Exc. fiairam petrifica
do-se igo aorai disso! vido o partid) em
que aqui campisto ia diversas frae^o.a, verdi-
deirameuta i t r gene >s, ra ij, que, d ivi i) ao tin i
o boa direcjio de S. Exa., eatia sampre anidas
ua qoairis cle.t raes.
No 8abb 11), p)in, aa chagar o estafeta, o
pov invadi a ageaeia para ver a terrivol eoa-
fiim.510, raa, qual nao foi a aua sorpresa, ao ve-
rifiear que Jos joru es nala einatavu com reiacjU)
1 t.i; i.iiiuat) ae 1 c a o'o ?
Eolio, o prizer iaaudou de novo todjs os
amblantes, centenas le fugjs aubiram log) uo ar,
auuuuaciando em suas gneas uvas a ressurr licio
de am hiraem que ha trez das estava verdadei-
ramrn'e morto na espirita da soua numerosos
adeptos e adversarios; noite h uve umi alegre
passeiata, e, ao enfrentar com as casas doa -. migoa
mais qualiliaiid.s de S. Exc., a multii) .aoltava
Baiaoaos vivas ae partid) conservador, e aa r.
Bant) Ramas, di sarta qua, pilo prazer que se d-
visava no rosto de todss, a rcssurreiya pal
mais re,.! que apparente.
< A m '3 na noticia ji a vimaa transcripta no
jornal O Trabalho.
L i.ig i v o agouro.
Ainda deviamo8 tratar do sbolicionisma que
acaba8* surgir par aqui, e de urna qiestao da li-
mites entro os viajarlos daqui e o da Palmeira
dos ludios, as Alagaus, o que faremas na seguin-
te missiva.
a Ssrei breve.
O veneno do perdoE de urna encl-
lente ehronica de Aurlien Saoll, qua extrahimis o
seguinte :
Paulo Fval, n'um dos seus primeiros roman-
ces, falln de um marido generoso que promette o
esqu- cimento do passado. Surprendendo sua au
iber no mem-nto em que fila recebe as bomeua
gens de um eotianho, cruza oa bracos e cjit-mpla
s v> rcente oa culpados:
O estranho foge, a joven sanhira cai de joelhos,
com o rosto entre as raaos.
Eu tinba o dircito de matar esto homem diz
o marido ultrajado ; p mpei-o pera evitar urna ver-
gonha familia da senhora. .. Poda tambera ex
pulsal-a, mas a sua mi morreria de dr. L.van-
te-se, c inaei va a aua situaca mundana...
Ah mea amigo, se soubesse...
Nao quero saber nada. Est na sua man
merecer que um da, tal ves, Ihe perdo:.
A vi la entre os dous cootinuou, apeuas com a
differenc'i de o senhur se conservar n'um* fria
delicadeza. Smeate, nao permittia a mnima in-
fracta) da economa domestica.
Riso sardnico do mtridj.
Com muita attenci), eff;ctivamanta...
A senhora pega n'ama agulha e linha.
Vou dar remedio a essa pequea iufelici-
dade... Tuda se arranjar n'um momento.
Pequea infelcidade, innegavelmeate, re-
plica o senhor, mas as pequeas infelicidades cus-
tam muito, quanda sSa a continua;!) de umi in-
felcidade maior. Nao eaperava que, to pauco
tempo depas do drama intim> sobre o qual tenho
guardado silencia, faltasaein batees as miabas
na minas.
A pobre senhora suffoca as suas lagrimas e
cala se.
Um dia o senhor appare.ee mais d gre. Ha al-
gira tempo que as iliucO.'a sao menos frequentes ;
a victima coraeca a esperar viver um pauco mais
tranquillamente.
S.-i que a senhora gesta do theatro, e, como
nectBsario que nao pateca ter havido a'teraceio
u a noasoa hbitos, espero lcval-a esta uoitc ao
Ambig. Aiuguei o camarote 26.
Par 'ce-me, accrescauta ella, que sa repre-
senta all am drama dos mais iuteressantea ? Tem
tido um grande xito.
A impansa tem sido uuanime em consig-
nal-o.
A senhora veste-ao; chamara um trem p vi)
para o theatro.
O drama de um tffoito seguro. Urna intriga
barrivelmeate urdida prende extraordin riamente
a att ncao doa eapectadorea. Chara-se de ciaia a
baixo.
A s.ubara toda olhas e ouvidos. Cbega a
grande scena do 4. acto ; o assumpto um adul-
terio.
O senhor levaita-ae precipitadamente.
Bajamos, minna senhora, esta scena moitc
eaatoaa. Despertar-lha-hia a lembraaeja amarga
de um ae ,nt 'cimento que eu quero esquec-r.
E a pobre seuhora po 1 a su 1 capa preasa e
volta para easa, sem fiaar sabendo o d enlace da
peca.
11 m depressa urna doenca a asaaltoa, desfall- ci-
mentas cantiuujs. E emquanto ella se defiohava,
dia a da, o s--uh)r diza-ih :
Una uuiea eocss me coas .la, minhi 8>
nhira ; a c ravieajai de ter feito tuda para a sal-
var. Be morre t) novo, com ama vida tranquilla,
o que teria acontecido se a nao tivesso sustiJo
beira do aby.mo (.tal onde a ar.aatariam aa tu .3
ms paixSea!

II je :
Palo ag nte Stepplc, s 11 heras, ra do Li-
vramento u. 6, de movis, eapi-lbia, etc., etc.
Pelo agente Pinto, ao meio dia ra do Mar-
ques da Oliuia n. 52, de urna chcara na Ua
xang.
Pela sgeate Martina,as 11 horas, rui da Li
uramedto n. 6, da movis, laocas, vidros etc.
Pelo asente Ouamo, s 11 horas, na ra da
Mrquez de O.iadi n. 19, de movis e outros ar-
tigos.
Araanb :
Pelo agente Martina, da II horas, ra do
Coronel Sutssuaa o. 24, de moveia, oujas e vi
draj.
Pete agente P.nt), a 11 hars, rua do Im
perador n. 16, de preo;.
Pe agesta Pinto, s 10 1/2 hars, na Balsa
Verde n. 10, da movis, I iuca e vidr.-s.
Pdo ag s 11 horas, na
Comp-.nhia Peruambucaua, de viuh.s.
Segunda -foora :
Peloageote Pestaa, s 11 horas, na ma di
Vigario Tenera n. 15, da est ibalecimeuto ahi
sita.
Pelo agente P ato, s 10 liares, na ra do ,\l.r
qu z de 01 oda n 53, desj is, a.-urja, pelea, ar-
iteiro e sa airo, ete etc.
ia 11 (naeres is :
H Je :
A's 8 h ras, na capaila do Mouteiro, par aima
de Ant'nio Loa di Ciata iv'anderley.
Segand -tem:
A' 8 h ns, a 1 or lam tare ;ir. de S. Francisco
aa le l>. E ai i 1 Viei-a Nnnes;
sa nacional -a'. Frauclsa :
Carlcr Salvini, J ia G. Gralvio o sua seahira,
Aat 11 a G 11. l n, I 1 de Ara
Dr. J..S Pin .
: .ir-j, Silvio 1 d
/ I s Tinoco, D
Cirvalh), Vntouio Fernandas dj Jarros, Fran
00 Tito L vio da Crus, ospita Pruiea ij- da
Costa, 1 ri > O 1 hierra ; >. C 1 d is, pvlre Es
.lo^ Dantas, Balbina B, ds Raaario, Dr. D
Boeningea, Constancio de Sonza Brandio, Ant aio
Troca, Jos (J.tirana, Joao Uaptiata, Eduardo
Via)r, Anizio Franeiaeo dos Santo, Au
V taro Huno-, .1 Oardosa daa Santos, Jou
X er do Arauja.
Salud >8 pira o sul na vapor ai! mo R'.o :
Helene Nmtrel, Cirlota Palmeira, Alfredo de
ira Magallics.
Directora aa* otn-ai de coaseria.
cao alo* porto*Boletim meteorolgico do
lit 21 d Sat'rabro de 1887:
Volta s 7 horas ; o jaotar nao eata prompto,
Mmba senhora, diz elle framente, tenha o
direito de me admirar que, depois de um facto a
que de forma alguma quero alladir, se oceupo to
pouco dos negocios caseiros. lleve ter em conta
a meas padecimentos particulares, nao tallando
uas ciimtiras do estomago.
P r Deus, meu amigo, foi a coainheira quem
demorn o jantar.
Devia vigial-a.
Vou prevenir tudo, vou j prevenir tudo !
a
No dia segninte, o seuhor sai do quarto em man-
gHS de camisa.
Fca favor de ver,exclama, carregando em
cada palavrafaltam dous baldas na minha ca-
misa, um no coliariuho, outro no pnnbo esqnerdo.
Mas passe com toda a attenoo a vista pela
roupa, quanda ella veio da engommadoira...
i orar. |o6
6 m. 9 12 3 t. 6 2409 JA -H 28'2 27"-8 25'6
Harom-ero
0
762n>37

762*22
tJO83
7(i0 96
Ti-asSo
do rapci
18,73
19,24
1701
16.46
cojo premio grande da 50:000/000, pelo novo
plano, se extrahir boje 23 de Setembro impre-
tenvelmente.
Alag-s: A 3.a parte da 20. lotera, pelo
n?vo plano, cuja premia grande de 40:000/000,
ser extrahida n) dia 29.de Setembro, as 3 ho-
ras da tarde, impreterivelmente.
Provincia : A 10a lotera, pelo novo plano,
cuj > premio grande 12:0004000, se extrahir
quanda fjr aonuucada, s 2 h ras da tarde em
b.'nuncio da Santa Caaa de Misericordia do Re-
cite.
Santa-Catharina: A 1" parte da 2 otleria
cuja premio grande de 50:000/ ser extrahida
bievemente.
Do Cear : com o premio grande de.......
40:000/ (11 ovo plano) s-er ertrao ida ao da .. do
corrente.
slbele d> lotera* Em mo do agen-
te Bernar-lino L pea Alheiro acham ae a venda os
bilhetes das segnintes loteras:
lo K'.pnllo ttiito : A 3'parteda 4 lote-
ra, cuja premio grande de 50:000/, pelo novo
plano, ser ext. abija baje. 23 de Setembro, im-
preteri ve asante.
lio Cear : com nm importante plano, cuja
premio granje do 40:000/000, eer exl rbida
na dia .. de Setembro.
Oo bro-Par : A 2 parte da 13 lotera,
pelo novo plano, cojo prem i grauie de 120:000/
ser,extrahida amunh 24 do crrante, impreteri-
velsianse.
De iiinlatalliiirlaa : A 1' parte da 2*
le tana om ora impirtaut- plano, cuja premio
granic de 50:0JO/000, s;t; extrahida quando
for annunciada.
Oa AlasjoaMi A 2." parte da 20. lotera,
pelo novo plano, cuj) premio grande de........
40:000/000, eer ex'rahida uo dia 29 de Setem-
bro, (qumta-faira), s 3 horas da tarue impre-
teiivelmeute.
L'jterla dorao-Par A 2* parte da
13 lotera deata provincia, pelo novo plano, enjo
premio grande 12:' DO/000, ser extrahida
am rab 24 do corrate (subbado) impreterivel-
m ote.
s bilhetos achum-se voada ns Casa da For-
tuna ra Primeiro de Mareo n. 23, de Martina
Piase & C.
.<>let-i:i do Epi ico Sanio A 3 par-
te da '. enjo premio gran-
de 6 50:0000'jO s.r extrahida hoja 23 de
Setembro,
Os bilhetes acharase ve:-.da na Casa da For-
tuna ra Priraeiro de M i^ca n. 23 Martn Fiu-
zs&C.
Lotera do CearEata acreditada lote-
ra ujo premio m.,,,r do 40:000/000 ser ex-
trahida ni da .. de Setembro.
Os bi.bates achum-se n venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Mareo n. 23 de Martina
Fiuza & C.
IjDlt-i'tu de AlssfjoasaA 3." parte da 20*
. pe o n ivj plano, cuja premo grane de
sVhO 0/ 0 ser extrahida na da 9 de Setembro,
'a leira) a 3 horas da tarde] impreterivel-
Oa bilhetes acham-se venir, na Caaa da Por
tona roa Primeiro de Margo a. 23, de Martina
Fiuza & C.
sooieriu da proa lacla do Paran
A "l* lotera desta provincia,pelo novo p ao, cu-
jo prem. grande de 12:000/000, se extrahir
'no dia 4 le Outubro.
BlbKes a venda na Casa da Fortuna, roa
.'rimeiro de Marco numero 23, de Martina Pin-
za & C.
Lotera de *, Paulo -Eafa hiena cujo
premio graude e 9:000 00, sr extrahida m-
pret 1 iv. im ate uo da M io corrente aegunda-
feira).
Os bilnetesacham-se venda aa Caaa"da Porta-
aa ra Priraeiro de M*r$) u. 23, de Martina
Ptoaa 4 C.
Cenalierio publico Obituorio do dia 21
do corrente :
A m lia K ieip, Alleminhi, 67 aunas, va-
va, Boa-Vista ; tubercu oa pulmonares.
Bita dara a Cencaic/io, Parafeyoa, 15 anuos,
salten B liarjbea.
Joaquina Mara la Jess, P rnmibuco, 24 an-
nos. salteira, Boa-Vista ; tobar culos puimoaares.
il 1 oh r; ,_!' r 1.trabuco, l mez a 13 i.as. Boa-
sino doglote.
Pernamboco, Baa-
Tho iibuco, 4 ann.'a. Sanio Autonio;
gastro ent rite.
Joannu, Peruambuco, 1 mez, Santo Antonio;
L' 11 prvulo, Perurabac, Banto Antonio; nas-
ecu moito.
Mari J 1 :i di Couceiva', Pernambuco, 75
annos, solter', Olinda ; aatera ueerose.
1 T ruliaua Alvea de Freitos, Par-
namiiuco, 27 anuo, casad Qrsca; rb-ueatismo
c rebral.
Hermeaegilda de Pana Teixeira, Parntimbueo,
45 unuoa, solteia, Afog.do : tubrculos pulmo-
uarea.
B.zi io B 'p'iot 1 Bidrigu's de 4*m da, Per-
r,arabie 30 <.:in)3, so.teira, S. Joa; ulcera gan-
grenosa.
Mari Peraambaco, 4 mezas, lacfe; estera
colite.
80
68
68
62
67
fiOMMNICADOS
Temperatura mxima 29*,J,
Dita mnima25",00.
Evaporac'.i om 2i horea ansol: 8U,0 ; som
aia: 4',3
Cbuvanulla.
Oirecc^o do rento: ESfidemeia noite atol
hora e 50 minutos da mauh; E at 2 horas 11 48
minutos ; ESE at 3 horas e 23 minu'os; E at
4 horas e 20 inmuto* ; ESE e Sli alternados at
5 horas e 44 minutes ; ESE at 6 h>ras e 55 mi-
nutos ; ESE e SE altrnalos at meia nuo .
Velocidad media do vento : 2ra,10 por segando.
Ncbutosidude media: 0,45
Boletim do porto
= -
. a -
M.
M.
M.
Dia
21 de Set.mbro

22 Je Setembro
Horas
117 da tarde
735 .
113 da m-inha
Altura
0.-42
2.">42
0,"-49
tes
ReunlAes soclaes -II idora ago ss seguia-
Da Sociedade Minerva Progresso ternambuca-
no, s 10 heras da mauh, em sua sede, para em
aesfo de assemDla geral ordinaria tratar de n -
g icios diversos e urgentes.
Do Monte-Po dos Typographas de Pernambuco,
a 11 horas da maub, na Pr-.fa de Pedro II n.
75, 2o andar.
Operaees clrurgieaaForam pratica-
das no hospital Padro II, no dia 6 do corrente, as
aeguintes:
Pelo Or Malaquias :
Urethrutomia externa indicada par estreitameu
to infranqueavil, complicado de extravasacao de
urina e gnngrena do penis.
Fstula do anua pela ligadura com borracha.
Pelo Dr. Berardo:
Trichiasis, taraorrhapbia e exciaa cvalar da
pelle da palp bra.
Cana de UeteofoMovimento dos pre-
aos da Casa de -ieucao.do Kecile no dia 21 de
Setembro de 1S87 :
Exialiam 387 ; entraram 4 ; sahiram 11 ; exis
tem 380.
A saber :
Naciouaes 352 ; mulhercs 9 ; estrangeiros 10 ;
escravos sentenciados 6 ; dem processado 1 ;
dem de correceo 2Total 380.
Arralados 354, sendo :
Bons 330 ; doeutos 24 Total 354.
Movimento da euermaria :
Tiveram nana :
Antonio Jos de Santa Anna, embaraeo gstrico.
Antraio Aodr de Barros, diarrha.
Tiveram aita :
Lucas Autonio Evangelista.
Autonio li ruardu da Silva.
Lotera* dlvetaaa-A Qasa Feliz, de A.
A. dos Santos Porto, na prag* da Iadepeodeocia
as. 37 e 3?, tem a venda os bilhetes das segaiates
loteras :
Espirito-Santo : A 3 parte da 4 lotera,
L.c-sili Jade das ni ;nul^u .'^s de
posse em empregos p jblieos
O Jornal do Recife tem rizio em publicar o ar-
razoaio i'reiftuel do juiz de direito do L moairo,
perante o egregio Tribunal da Belaeto, do prefe-
rencia a defend r 03 disparates e Ilegalidades que
este magiatriii) tem comm ttido, ponJo-se ao ser-
vico do escrivi da oipb-s H rminio Lima.
A mis.-ii) partidaria torna se mais fcil por es-
se modo.
Sem o priceaso judicial vista e sem o cenhe-
efnsento da ques'ao, paasiv 1 a illuso em face
da lucidez e consistencia da i-rguraentacao do juiz,
que, alias, nao argumenta s.brc o panto priocipal
da aecusacao, cstendenHo-se apenas na desenvol-
vimento de nlgumes ideas geraes, cuj 1 procedencia
ninguem Ihe contesta.
A verdade, poroa, na e cra, que acachapa a
reputaco immaeuladn, a illustrsfo e a iutelliyen-
cia do juiz do Limoeiro, tegundo os predicados
que Iba deu o ex-che/e, Benador Luiz Felipps,
que sondo o Sr. II rminio Lima escrivo do jury e
execucoes ciiminaes, por decreto imperial de 1864,
e, por lei provincial 1 tabellia de notas, nao po-
da depois de ter entrado em concursa e haver si-
do provid, como foi em 1378 na escrivauia de or-
phos e annexis, conservar os empregos anterio-
res, accnmulauda, nao obstante a no. tu reza priva-
tiva doa offi .-ios, o de orphaos e o tabe.lioaato.
Estas coasas feram bem explicadas ao juiz do
Limoeiro, e c nst-.m do acto pr aiden.al de 3 de
Maio ultimo, pelo qual se conhece que apezar de
ter a Aasembla Provincial pretendida anaexar
estes oficios, no iuteresse do Sr. Herminio Lima,
evitando o concurso para o cffieio de escrivo do
jury e Io tabellio, de que rste tiaha desistido,
c im a aceitacaa de outro cffieio privativo, o de
orphos e hnnexos, comtudo nunca a ass-mbla
censeguio obter, por eereai 03 seus proj-ctos nao
sauceiouados pelos preridentes Adolpba de Bar-
ros e Jas Mauoel de Freitas.
Eutretanto, esta mesmn annexaclo de dous offi-
cios privativos, que a Aasemb.'a, poder compe-
tente, nao poude levar a effsito por desaccordo com
os mencionados administradores da provincia, O
juiz do Limoeiro, por sua multa illuatraco, en-
tenlc que estava as suas attribuicoei iaael-a,
sob pretexto de que nao ba inconveniente na aecu-
mulaco.
Imagine se, por bipothese, que se dase, n'esta
capital, a vga de urna escrivania, a dos feitos da
fazenda, por exemplo, c que, entre os concurrentes,
se apreneotasse e fasse prvido o escrivo do com-
mercio.
Segando a dontrlna do presidente da provincia,
que a commnm e corrente, confirmada par de-
can s que citen o jais do Limoeiro, o escrivo de
commeicio teria desistido do sea officio com a



-
V
i-


I
i
ama.



Diario de PernambucoSexta-fcira 23 de Setembro de 1887




I
PIBL1C4C0ES A PEDIDO
Provincia das Alagoas
JIZO DA IMPBENSA SOBRE A ADMINISTRA-
DO MORKIRA ALVES
(Do Gutenberg, orgSo republicano-abo-
licionista)
O Eiu. *Jr. Dr. Morelra .Uve*
Embarca boje para o Resife o digno ex-presi-
deute dexta provincia, o Exm. Sr. De. Jos Mo-
reira Alve da Silva.
Cumpre nos, im prensa mparcial, albeiada de
tjd iiifluicaa poltica, direr o que pensamos so-
bra sua adioinistracSo, j quo dj aimpl s uidado
s temos que preconisar timeatus quo tanto o distinguen, o ti') tedas e
sinceras amisades lho grangearam na melhor so-
cu dado deat'i capital.
O Exm. 8r. Dr. Moreira Alves em hora diffieil
sontou-so na cadeira da administrado pjesiden
cial desti provincia ; o partido conservador, labo-
rado por iusopitaveia ambicoes ; embriagado pelas
facilidades do sua pMicj&o ; aciadio-so, impossivel
quo e ovstrava tojo i.ccorJ) de iuteresses sem
medida uns, sem justificacj outrc3.
C m o relat< rio d> estado administrativo da
provin.'ia, passou Ihc, aeu antecessor, o Bn
Dr. Gemiuiauo Brasil, ama diasid- ncia forte pelo
tahato deseas mein'ores, pela pertinacia e deei-
sio de seus batalbadores.
O Dr. M reir Alves, naturalmente, pncurou
manter se a cavalheiro de todas as suggeeto. s, de
um e do outro ladj, estudalo os h.'inuis e moti-
vos do p regruo viver poltico de seus correligio-
narios.
Antes de todo e qua!q i r icro preadeaelal, qu"
n desse i.rientar a opinio sobre o p'nsar do novo
administrador, j o buido s.b a chefia di i-.xin.
Sr. s nador Jacintos d: Meadonca, r mpia d: v-
scira, malsinando u Ex,o. Sr. D.-. M-ireira Alfas, <
KM men,re3 actos, com a vehemencia e impru-
dente furia q'o engearam as injostioaj e dcs-
peitos iuapresentaveia.
D'iLi a posicio do Ilustre peraambuemo, que,
ao p-issar as redeas di admiuistracao das Alugdas
co Exm. Sr. Dr. Caio Prado, guariava o honroa;
conforto do ter sempre goaado, at seus ultiui s
momeu.os de poder, da raais plena c.-nfianc* d >
para o provimento do oficio, e ter como eonsequen- gaWaete, cojo digno agente era.
i rcieio interi-' Djixa S Exe. atrax do si queixumes iojostes,
vilania da> o
mas dcixa
timbero amizades sinceras, c o juizj insuspoito e
iucorruptivel da i'.ppr-'iisa, que sempre fallen A
vitoridadd com a s brauecna e o desassombro,
que dio a dignidade e a independencia.
etira-se S. Exc. A sua tena nital, p ii aceite
n asos adeuses. Si tem senes, se nao acert u
sempre; acaso pira lamentar, nunca para con
deinnar ; desde que temos para registrar tambern
HCtoa tena credores dos m a fervorosos applausoa
da opin) e e impireial.
aceitaeio e eiercioio da dos Wtoa da Fasenda, por
nio poder dar se a accumulaco, visto serem am-
bos privativa, por lei de sua creacao.
No entender, porm, do jais do Limoeiro assim
nioa conteceria. Baftava, para aso, que elle nao
visse inconveniente na accumulacao, mas smente
ranUgens para escrivao do ccmmercio, no caso
de ser bom amigo e correligionario poltico.
Dira,como dix cm favor do Sr. H:rm:ni< :
a segunda nomeacao nio destituio a primeira ;
nio ha iinp.ssibilidade na aecumulacio de dcua
oficios, accumulacao de que, alias, ha muitos
exemplos; finalmente porque ae .privativo q icr
dizer com exclusas do outro, cssa exclusa.) se
refere i pessoa, e nao a um Outro offieio, esque-
eendo-se accivscimoembra por lei separado.
Sao estas as differencas das duas opinioes; do
presideute da provincia e a do immaculado juiz do
Limoeiro.
Agora os dous procedimentos.
O presidente, em face das terminantes recusas
do juis em maudar affixar editaes e proceder s
demais diligencias para o concurso do offieio vag>,
upprio essa falta ernvidando, p da propria Sccr -
taria onde tsria de ser reproduaido o edital do
iuia os pretendentes afim de so habilitaren], noa
praaos e pela forma legal.
Do 6cu acto deo conheci nento e pedio apprjva-
coao Exm. Sr. Ministro da Justica.que por avi o
de 2 do correte mez respondej que a Presidencia
era c'mpot'te para resolver, cm f-ico ia 1-i u.
3322 de 14 de Julho de i88b\
Neste estado da questo, o presidente ia pro -
vincia deu provimento vitalicio no offieio de escri
vio do jury e annexos ao coucurrento Ernesto de
Oliveira Cavalcanti.
Agora o que fea o juix de Limoeiro :
Fundando aenofactode que a sua recusa de affi-
xar editaes para o concurso o informar os requei i-
mentos, devia ser rmbar. ?i permanente e eterno,
cia a cooservacaj de Herminio no exe
^.11 a .i,o.m 1 aecus icoea que emsui oequeucx e v
no do mesmo offic.o, declara, p.r dcapacho em ,eu V q ^^ ^ ^i ^ :
juito, que o presidente da provincia est d'.vorciado
da legalidade, que corre a argumentos futeis, a
que, em vista diaso, elle jais ha por bem revogar
o artigo 287 do decreto u. 9420, de 28 de Abril
de 1885, para o fim de nao dar posse e exercicio
ao servtntuario naneado, e manutenir stu amig
o Sr. Herminio Lima, no exercicio e posse do mes-
mo offieio de que foi destituido, isto por meio de
inlirdicto possessorio, tova a menor formalidade
processual, lavrando a sentenca na pro.jria petioio
do amigo, e elle mesmo juiz intimando por oficio o
presidente d* provincia em mait embargos nem
appfllacao i !
Em resultado de tudo isto,conforme o ,/orna
do Recife,o juiz dedireito do Limofiro ficou sen-
do um sabio; o smbolo da independencia de su i
classe ; e o preaidente da provincia (o reo no inter-
dicto possciiorio d> Limoeiro) um honem sem es
crupulos de consciencia, violento e prevaricador
A um e a outro destes fuoccionarios, ju'g.'m o
entendidos.
De n.ssa parte,n^ descompimos, nem elog'amos
o juia de dircio do Limoeiro, limitindo-nos a dei-
xar que seus actos o recommendem como urna i-
lustrocao de-anbaragada, ao ser vico do Sr. Her-
minio Lima.
COMERCIO
Bol* ouinirrclal
f.'OTA(,'OK8 OFFICIAE8 DA JOSTA DOS CO>
HECTOKES
Recife, 22 ae Setembro de 1887
Accoes da coinpanhia de edificacao do valor rec-
usado de ~toi a 30J cada urna.
Na hora da bolsa
Veuderam-ae :
30 accoes dactmpanhia de edieago.
' i residen t>-,
Antonio Leonardo Kodrigues.
Eduardo Dubeux.
Hovlmeal nanearlo
aaciFE, 22 pe setembuo db 1887
PKAgA DO RECIPE
Pela manila affixou o uglish Uauk a tabella de
22 3/3 d. sobre Liudres, mantendo oa outros a
mesma de hontem, isto 22 1/2 d.
Mais tarde a taxa para os bancos, em gera), era
a de 22 1/2 d., e caccariam cima te tivessem ap-
pareciio tomadores.
Nada houve em patel particular.
PRAGA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos mantiveram a taxa de 22 1/2 d. so-
bre Londres, dando cima d'aquclla taxa 9/16.
Papel particular escisso a 22 3/4 d.
As tabellas expostas aqu foram estas :
Do Iktebmaciosal :
90 djv vista
Gloria de Cioila
Dii B>ni JarJim, onde estou ha trez rne-
zes, fui chamado para interpor qualquer
recurso contra a sentenya jmiuial de segun-
;a ttwlancia dcsta comarca, saneciooando
o roubo, que raao armada pretender n
fazer em 2 de Abril de 1835 (qainta-feira
santa) u ua afctjl mulher, de quem por
cariJade sou advogado.
D s:an9ando em caminbo ni povoagSo
do Cedro, vi em railo do um a nigo no
Jornal do Recife n. 211 de "7 do corren-
ts urna raissiva dcsta cidado, na qual
apresentudo como um eaergum-'no o R-'vd
vigario desta fri'guezia padre Jo3o da Cos
ta Bozerra de Carvalbo.
Supponho que nisti provincia, onl.' naa
A/godo
Entradas Uias
BaMSfn...... 1 21
Vaporea...... 1 21
Via-terrea de Caruar 1 21
Auinaes ... 1 22
Via-tenea de 8. Francisco 1 20
Via-ferrea de Lunoeiro 1 20
S m.ni.
2.S5S
4.221
122
1 966
32)
1.788
- Vapore* duspaciadua
Vapor al inaj Oaiemal, sabir h j lev
para :
Liverpo.l : 12.761 saceos om atsucar masca-
vado, 2-765 saccas com algodo e 234 MtflM cjui
carocos de algodo.
Carregaram diverso).
Londres....... 22 1/2 22 1/4
Pars........ 422 426
Italia.......... 426
Hamburge...... 524 530
Lisboa e Porto..... 237 240
Principaes eidades de Portu-
gal........ 215
New-York...... 2250
Do LoHDoa Baki :
H djv vista
Londres....... 22 1/2 22 1/4
Paris........ 422 426
Italia........ 426
Hamburgo...... 523 r>8
Portugal...... 236 238
New-York...... 2*250
Do Eholisb Bina :
SO djc vista
Londres....... 22 1/2 22 1/4
Pars........ 422 426
, . 4*6
523 528
Lisboa e Porto..... 236 238
Principaes eidades de Portu-
g>........ . . 243
Una dos Acores .... . . 246
(Iba da Madeira .... m . 243
New-Vcrk...... 2J250
Vapor ingles Siddons, sabir hijo, leva para :
Liverpool : 1.715 sacc-is com algodo e 2 OJO
saceos com residuos de earo;-s de algodo.
C arregara os diversos.
Vapor nacional Giqui, sabido em 20 do corren-
te, levou para :
Fernando de Noronha : 40 sacecs com cat, 12
barricas com assucar branco, 62 saceos com dito
masca vado, 2 latas c-m cat unido, 10 barricas e
3 caixo-'s com bvlachs, 147 fardos com xarque,
150 saccaa com familia, 4 u-cos c >m ama, 13
aaccos com sal, 1 ancoreta com agurdente 32
lataa com fumo, 30 caixas com sabio, 1 sacco com
g:mma de manJioca, 45 ditos com cal e 1 caixJo
com cigarros.
Carregaiam diversos.
ci, e d'on le nunca sahi, pessoa alguraa
que me conbeca, ainda quo seja apenas de
nome, ignorar que eu nunca segu outra
poltica seno a liberal : nem todos, porn,
saber&o que eu nunca fui, nem sou polti-
co idolatra.
N) sou desoenhecido na comarca de
Pao (i'Alhi, onda resid de 1875 a 1877,
e onde, por ojcasiSo da odiosa execujao
da execranda lei eleitoral do ter^o, prestei
ao iucu partido servidos, que fortn entSo
qutlificadoa de relevantissimos. O esque-
cimento, porm, foi a recompensa quetive);
da modo que hoje para manter minba ono-
ros.i familia vajo mo obrgado a andar sem
anejo advogando neste. termo e as
comarcas de L^moeirc e Bom Jardim o ou-
tr.s; tendo iuiuh'-i familia na cidade da
Vi t -ria.
Ha muito qua observando a coufuslo
das ideas p diucas dcste piiz, pelos actos
d aooheronoia pratioados de ambos os la-
dos, eu tenlio escolbido os bomens, sen
me importar com a sua classificacfo poli-
tica.
Oanhejo, pjis, o pessoal desto tormo, e
presumo que o ucu jalla como poltico
n.lo pode ser suspeito.
Tcnho desde 1874 relaces de amizade
com o Revd. vigario dcsta freguezia, quan-
do era elle apenas coadjutor da do Limo'i
ro. Coltvei n8 mesraas relac3<8 co n ello
om Bm Jardim, o depois nesta cidade on-
de venho frequantem.mt-, o nunca obsor-
vei acto iilgmn praticado por elle cm op-
posicjlu com as boas tlieorias que o vejo
expender.
II j i o Sr. vigario Carvalho urna in-
fl leticia poltica roal ueste, freguezia, o tilo
bon.fica quo ainda nilo houve quem s-
queixa8sa de ter 8'iffrido violencia algu na
em seus diroitos por sugg.sto;3 de mesmo
vig..ro. Ao contrario vejo-o sempre dis
posto a auxiliar o frao contra o forte ; o
nosto nobro o generoso empanho eu 'nao
o a menor duvida em por. os mcus
fracos servidos su disposiyo, p rqu i
cejo no vigario Carvalho um activo promo-
tor do br-.rn estar social n- esplu-ra do sua
a;tivdade.
E' cc-rto quj os seus pros'lytjs augnen-
I :u cada da pela benevolencia de seu co-
r-ijao, o s delles podo desesperar quem,
falto do mirocirnento, e tendo participado
dos bcue.'os do suagmerosdade, nao po-
de disputar-lbe a considerado c estima de
que cada da se faz elle cr3dor.
O vigario Carvalho o mal s guro pe-
nhor da tranqullidade e socego que rei-
uam neste termo; ao paS30 quo em ou-
tros por onde eu ando do-so sompro fic-
to?, pelos quaes as autoridades policiaes
acorra u em censura.
As missivas, pois, do Joma! dj Recife
de 17 do corroat4 nilo pass de urna ca-
lumuii, um pasquim mis.iravel, indigno da
,pi- -. i..(;:io e de resposta.
Glora de Goit, 19 de Setembro d
1887.
Jts de Suuto Lima.
A defeza do Sr. teneute coronel
Azcvedo
ror obsequio de um amigo li, hontem, a dsfea
apresentada pelo Sr. tenente-coronel Manojl de
Aaevedo do Nascim-nto, por intermedio co seo
advogado o Sr. Dr, Mauoel Clementino de Olivei-
ra Escore), perante o cooselho de investigaco a
que foi submettido, quaodo commandaoto do 2o
batalbo de iafantaria.
N'esse processo depuz como t steitunha de ac-
cusaco, e minhas respostas foiam de accordo com
as que dei na portara qus me endi-rccou o Exm
Sr, general Ag.stiuho Marques de S, tnto eom-
maudsnte das armas.
N\ssa portara disse : que a nenhuma dili-
gneia bavia procedido, por ordem do comman-
dante, desde o dia cm que havia assunido a fa-
calieicSo do bctalho, e que tumbem nao me cona-
tava qua providencia alguma houvesse sido toma-
da no periodo de t a 29 da Outubro o no de-
poimeuto tudo isto confiruiei, dizendo mais, por
me ser perguniado, que todas as diligencias a qu
proced uo batalho torm pr ordem directa do
commaiidaule das armas, dando cj, eropre, p:
vio conhecimeuto d'.ssas ordens ao Sr. teneute-
aotooel Azevedo, que m>! autorisava a cumpril as
por quanto, uo in: era licito, n m Bftava as
loas prutci.s da d'sciplma militar, ter cu qual-
quer prLcediuieuto no batalbo, seio prestar a de-
Vida obediencia ao respectivo .
Ora, autorisar-mc o .Sr. tcnentc-oroael Ai ve
do a dar cumprimeuto s ordens superiores i
, por certo, ordeuar por si ; di=tj, pira aqnillo
ha muita U Sereba, e ita nao pedia escapar a
perspicacia e recenbeciJo talento Je eeu advoca-
do ; entretanto, diz adefesa, que eu com o uitU
depoimento no cor.seiho, tintiu ma inonn'jido de
destral*, ij que hivia aaaeverado na ailudidapor-
(aria !
Cjbtumoser cohereute na prolija de meus actos ;
c ussim, nao poaso me conformar com a conclusa <
maliciosa, extrahida, do meu franco e leal depoi-
mento, por seu adv gado.
Sei, e comprelnn lo perfectamente o que sao ro
cursos para difeta ; puim, como esta vai correa-
da muud o, nao devo deixui, sem protesto,essa mi-
ueira pouco di ce rite de se piclender collocar em
iiuvioa o meu carcter oicial, embora nao a^nae'
eu, que sobre elle algu m vacille.
E'quanto basls diaer.
Kccite 22 de Seteabro de 1887.
O msjor, Esttvo Jos Ferraz.
prestadlo, na r.izj de 10 0/J s)or; o valor Jas
Saccas respectivas accoes.
Aos accionista'] da EsraaDA db FaaBO do Kihbi-
ulo ao Iohito fui marcado o prazo de 60 dias, a
WWltar de 4 do Agosto, para realizarom a 7.* en-
trada Je 10 0/0 Je suas aooBea.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb'o
viudouro, seio substituidas na Tubsoubiua db
li.^-J I-'azk.niia as notas di Valor de 2000 da 5.* estam-
pa, 540JO da 7.* e 10JIO0 da 6.*
<'utara> de asorar
(Para os agricultores)
Por 15 kdos
Branco, os melhores que
apparecem no mercado,
regulam de ....
3.* surte boa.....
3.a regalar.....
Hmidos e baixos .
Smenos......
Mascavado.....
Bruto.......
Rtame......
2/200 a 2*400
9O0 a 2*100
11700 a 11.8)0
U500 a 1/700
1/300 a 1/400
1/040 a 1/100
tWO a i/000
Z700 a /800
Colar Ao tle algodo
Venden se bontem um lote do de 1. forte do
aerto a 6/500 pr 15 kilos, fechando, porm, o
mercado mais trouxo.
Entrada* de aisorar e alaoito
HB7. DB SETEMDRO
Assucar
Entradas Das
Barcacas...... 1 21
Vap^ief...... 1 20
Via-ferrea de Caruar 1 21
Animaes...... 1 22
Via-ferrea de 8. Francisco 1 20
Via-ferrea de Limoeiro 1 20
Soman. .
Sacea
6.899
2.356
295
914
7.291
2.641
20.399
Navio despachado
Barca nacional Maann nha, sabida hontem,
leve-u para :
Rio Grande do Sul : 334 barricas, 100/2 e 10 '4
de ditas com assucar branco, 60 saccas com a'go-
do, 110 pipas com agurdente, 20 caixas cm
oleo e 50 pipas desmauebadas.
Pelotas : 217 pipas com aguirdente.
Car.esara'n diversos.
Pauta da illaudea
SMSAHA DB 19 A 24 DB SBTEUBBO DB 1887
(Vide o D ario de 19 de Setembro
.avioa carita
Barca norueguensc Union, para Santos.
Barca naciuurl Hara Angelina, para o Rio G.-an
de do Sul.
Barca nacional tiar\nho XI, pai a L sboa.
Lugar noruoguenae 1. i. Lotz, para es Estados -
Unidos.
Patacbo ingles Tiber, para os Estados-Unidos
Vapor nacional Pirapama, para Cimossim e es-
cala.
Vapor francs Ville de Vernanbaa (a chegar),
para Santos.
\avloa A deorarta
Barca noroeguense Vioa, carvo de psdra
Barca noruegaense P. A. Munch, carvo de pe-
dra.
Barca sueca L'nda, farinha de trigo.
Barca norueguense Ib carvo de pedra.
Barca noraeguense losva, carvo de pedra.
Barca niruegu-use Husier, carvo de podra.
Barca lurueguens'.- Kronoi, inattira do piubo
Barca inglesa har.ty, carvo de pedra.
Brigue noruegueuse Hirdi, carvo de pedra.
B-igue inglez TaWot, bacalbo.
BriU'f ingles Wild-Rose, carvo de pedra.
Lg.r inglez IVanderer, varios gneros.
Lugar ingle* Mary Ann, carvo de pedra.
Lar inglez Chief, carvo de pedra.
Patach) nacional Francoln, xarque.
Patacho allema kntelope, varios gneros.
Vapor nacional Mandahu, varios gneros.
Vapor ingles Carbis, varios gneros.
Hemu.isl
Est marcado o da 29 da correrte para ter lu-
gar a reunio da assembla gera! ordinaria da
cornpauhia dos Trilhos Urbahos do Rbsifb i
Ulibda c Bebgribr, na qual s rao apresentadas as
cootas, lid.'s o rclaterio da directorio e o parecer
da com nia-o fiscal e cleita u nova coxraissao fis-
cal que funceiou.ir por ora anuo.
Hoje, 23, termina o prazo de 30 diis con-
ced do aos subscriptores da nova caiisso de
accoes para o levant.mento da fabrica na Torre
pertcoceote a Chpashia db Fiaqao b Tbcidos db
Pbbnahboco, par i.agamenti da segunda pres'a-
Vo na razo de 25 0/0.
At o dia 29 do correte, devem os accionisias
da Compaa lb Ewficaco entrar com a eitava
Importac
Vapor frencez Ville de rernambuco, chegads do
Havre e Lisbi, em 21 do coTente e conaigu.i-
a Augusto Libille, manifest Carga do Havre
A!h;s 5 canastras a Salzer KioiTmaun & G-
A ocxbs 5 c ttxaa ordem.
Ammoniaco 1 caixa a a Fouquaux.
Amostras 7 volumes ordem.
Azuleijos 1 caixa a Laurindo de M. Pinhciro, 5
ordem.
Aldnetes 1 caixa a Nanea Fortseca jt C.
Agua mineial 1 caixa a Lua Antonio Siqaeira.
Batatas 300 1/2 caixas a Sulzer K.uft.naiin de C-,
25 a Jos Joaquim A'ves t C-, 100 a Paulino de
Oliveira Miia.
Ceblas 10 caixas a Sulzer Kauffnauu & C.
Cbapos 1 caixSo a Raphael Dias & valho Irma j de O, 2 a Rodrigues Lima & C, ditos
e fitas 1 csix > a Autonio Jos Maia Irmo.
Cbiinpanba 16 caixas a R. de Drosina & C
Cognac 6 caixas a O. A. Casadiment.
Conservas 1 caixa a H. Burle < O
Calcados 1 caixa i a R. de Drusica & C, 1 a
Oiogo A. dos Res, 7 ordem, 1 a Gomes de Mat-
toa Irmios, 4 a Nunes Fonseca Viaona & C, t a II Nieso.h & C 1 a Paiva Oli-
veira & C, 4 a I'n m \z de Carvalho 4 C, 2 a
Man /el de Barros Cavalcante, 7 a Albino Cruz
4 C 3 a Francisco Manoel da Silva, ditos e ou-
tros artigos, 2 caixoja a Autonio Uuarte Carneiro
Vianna.
Cidra 10 caixas ordem.
Capsulas 2 caixas a Mirtina Viegas & C.
Ciaros 4 caixdes a H. Nuesch Ai C., 1 a Sulzer
Kauffinaon 4t C-, t a Albino Crus 4 C, 1 a Anto-
nio Jos Maia 4 C.
Cartas para jog a 1 caixa a Nuues Fonseca de C,
2 a C nrado Wachsmau.
Drogas 2 volumes a Ferreira & Irmo, 19 Roa-
qaajrol Frres, 1 a A. M. Veras 4 C 18 a Fran-
M.ncel da Siiva 4 C 6 a Martins Viegas
i O, 1 a F. F. L-al, 5 a Paria Sobriuho 4 C, 2
a G Liport 4 C
Etpelhos 1 caixo a Conrado Wachsmao, ditos e
chapeos 3 caixe-s a Raphael Dias 4 C.
Ferragens 1 voiume a Antonio Jo3 da C Aran
jo, 1 a Fouquaux, 2 a Gomes de Uattos Irmo, 4
a Oiiveira Bastos 4 C, 2 a William Hallidsy
it C.
I- ai i ha lctea 1 Baba ordem, 1 a Albino Sil-
va 4 C.
. Gravatas 1 caixa a Lua Autonio Siqaeira.
Harmnicos 1 caixa a F. Souza.
Iustrumentos de msica 2 caixoas a Emilio Ro-
berto.
L'vros 5 caixdes a G. Lipirt Si C 1 ao dirc-
cti r de P.oloogamento, 3 a Joo W. de Medei-
ros.
Manteiga i5 barra e 20 meios ditoi a Jeaquioi
Ferreira de Carvalho & C.,85 c 130 ordem, LO
e 25 a Goncalves Rjsa 4t Fer,. andes, 30 e 40 a
Ferreira Rodng.ies & C-, 30 e 40 a Souza Basto
Amorim 4 C, 20 e 30 a consgnala: io. 40 e 40 a
Doningos Cruz 4 C 4J e hO a Feroandes 4 Ir-
maos, 5 e 10 a Joo F. da Costa, 60 e 60 a Paiva
Va'ente 4 C, 10 e 20 a Guimarss Rocha 4 f'.,
14 caixas a B^mingos Cruz i U., > a M. J. Car-
los Cardoso, lia Amorim Irmos C 10 a J. B.
de Carval'n-j, 15a Francisco Guedes de Araujo, 18
a Joo Fernn des do Alm-i !a, 40 a Sonta Basto
Amorim 4 C, 9 a Fraga Rocha i C., 12 ao con-
signatario, 84 ordem, 16 a Ferreira Rodrigues
6 C, 9 a Paiva Valeote & O, 15 a Domingos F.
da Siiva Se O.
Movis 2 caixdes ordem, ditos e vidros i cai-
xas a Gratuliauo dos Santos Vital.
Mercadorias diversts 4 volumss a Gomes de ftf.
Irioos. 1 a Antonio D. Lima, 5 a R. de Druzina
4 C, la Guimarc Cardoao dr C, 9 a Parate
Vianoa4C., 4 a F. Launa 4 0., 10 a Sulser
Kauffmam 4 C, 1 a Maia 4 Silva, i a E. G. Cas-
cao, 7 a Antonio Jos Maia 4 C., 1 u Manoel Joa-
quim Rtbeiro 4 C-, 1 a N. Fonseca 4 C 2 a J.
Joo de Arn rim, 1 a Francisco de Azcvedo 4 C,
2 a Rodrigo de Carvalho a O., la Carvalh; Ir-
mo 6c C, 7 a Francisco Petrocello 4 Irmo, 2
ordem, 1 a Albino i ruz i C., 13 a Sulazar 4 J.j
7 a Goncalves Irmo & C, 1 a Manoel 4 C.
Materiaes para engenbo 5 volnoiei e pacas a E.
Festa da instali^o do Insliiul
Primario para crianzas cgas
Itl VEL.11 a N. 3 Tei lugar, domingo 25 do corrente, pelas 7
horas da no i te, y a lemne installaco d'St1 In ti -
tuto, dirigido pe hibl pr,. tensor d i Imperial
Instituto de meninos cgos da corte, o Sr. Fran-
cisco V. Coelho, e administrado pelo diiector do
collegio o Sr. Julio Soares de Az.':vdo.
Constar a installa^o de urna expisiv1> da
'.pparclbos, pel'.s quaes os c.-os ifi n c
coma preseuca do respectivo prifessor, mostr n
do e explicando afirma pela qual os cgos ap-
prendem.
;_ Depois entrar urna tcsso littcran'a, sob a pre-
sidencia do Jxm Sr. c. na-lbeiro Dr. Piu*-> Joaior,
na qual t .mam parte diversas oa lorio e orado-
res i.lustrados dcsta Capital.
Sao convidadas todas as sociedades litterarias
e sccntifivas desta pr-.v.i:cia, e as Exm as. I
lias para aseistirem esta festa de le.ttrns, e de eu-
grandecimento para a nossa qierid i patria.
S ter entrada as tamilias, e cuvaiheiics de-
centemente vestidos.
Domingo, 2,5 do correute, palas 7 horas da noi-
, rraa Vclba n. 96.
Director do col'egio,
Julio Stares de Azevedo.
Protessor dos cgos,
Francisco V. Coelho.
Itiioii, 4 a consignatario, 5d a G inc-ilves Pinto
6c C.
Mvcbinas 1 a H. Burla & C-, 2 uo consignata-
rio.
C.iject.s para chap s d". sol 2 eaixSsa a L i!.
Bto 4 O., 1 a Franeisco X. Ferreira & C.
Pregos lce.iiojsa H. Nucacli it C.
Paa^am ntaria 1 caixa a Antouio J. M. Gai-
saaras.
Papel 2 caiioes a J. W. do M-'dciroe, 1 a Cm-
rad Waclisman, ditas de cmbrulbo 50 f-.rjjs a A.
Ol.veira 4 C.
Perfumara 1 c.ixa a J. Basto, ditas e vidros 3
Caixas a A. D. C.rneiro Vianna.
Pontea 1 eaixa a H. Nuesch 4 C.
Qiadros I caixo a H. Burle & C 1 a I. de
Druzina &t O.
Q ie:jos 25 caixas a Curad Wachsmao, 10 a
Carvalho C, 10 a Sou2a tiesto Ain.ir.rn & ''...
16 a Francisco Guedes de Araujo, 11 a Guimi-
res Rocha 4 C, 10 a Silva Marques 4 C, 11 a
Paulo Jos Alves & C 7 ordun, 13 a Jos J m-
qu m Aires 4 0, 15 a M. ..'. Carlos Carioso, 10
a Paiva Vaiente 4 0, 12 a Joaquim F. de Car-
valho A O, 15 a Saunders Brothers de C, 22 a G.
Rosa 4 FernnJ. s.
Retrates 1 caixa a Viava do Antonio P. de S.
S oarea.
Roihas 1 fardo a Fonquax.
R'logios 1 caixa a Bogeaio Goetichel.
Sardiohaa 5 caixdes a Ferreira Rodrigues S C
Tecidos diversos 4 valumis a Albino Amcrim
4C, 1 a Nones Fjnaeea S V., 7 a Bernet 4 C,
1 a A. Lepes 4 O., 14 ordem, 7 a Machado 6
Pereira, 5 a Lus Antouio Sequeira, 5 a Rodrigues
Lima 4 C, 1 a A. Santos & O-, 1 a Francisco G.
a Irmo, l a Francisco Ae As-vedo 4 C, 2 a D.
P. Wild 6 C, la A. Vieira & C, 1 a F. Ra-
mos da Si.va.
Velas 8 caixas a Silva Marques 4 C 12 fardos
a G. Rosa 4 Fernandes, 21 ordem.
Vidros 1 barrica a R. de Druzina 4 C., 2 a
Djodato Torres 4 C
Vinh) 6 barris a Sulzer Kaiiffnaor. & C 4 a
Fouquaux, 10 a C. Pluyin 4,0 4 caixas a Boa-
quayrol Frerca, 10 a Francisco Manuel da Silva
4C.
Carga de Lisboa
Azeite de oliveira 10 caixas a F. da Silva Pei-
xoto.
Amendoes 30 barricas a F. R. Pinto Guima-
res i O
Azctonas 4 caixis a Gcmes M.ia 4 C.
Bigis desabugueiro 2 barricas ass m.'smis, 4
a P. reir Pinto 4 C.
Batatas 30 1/2 caixas a Siqueira Ferra 4z O,
10 a F. da Silva Peixoto, 25 a J.o Fernandes de
Almeida.
Conservas 20 volumes a Joaquim da Silva Car-
neiro, 6 a F. di Silva Peixoto.
Ceblas 25 caizas a Siqueira Ferrz & C, 20
a Carlos A. Barbosa, 5 a F. da Silva Peixoto.
Cal 50 barricas a Pinto Alves 4 C., 50 a Lipes
Si Areujo-
Cjmiubss 5 saceos a F. da Silva Peixoto, 10 a
Francisco H. Pinto Guimares Ae O, 1 a Joaquim
Felippe < Agaiar.
Drogas 2 volumes a Faria Sobrinho & O.
Folbas de louro 2 saceos a Joaquim Felippo 4
A guiar.
Figos 4 caixas a Carvalho & O, 1 a F. da Sil-
va Peixoto, 10 a Francisco H Pinto Guimares
4C,20 a Silva Guimares C, 3 a Joaquim
Felippe 4 Aguiar.
Obras de vime 1 volume a Martin? & C.
Palha de milho 1 caixa a Costa Lima ieC. 1
a Rodrigues do Parta & C.
l'.assas 1 caixa a F. da Silva Peixoto, 20 a
Ferreira Rsdrigncs 4 C.
Palitos 1 caixo a t. L".pes Pereira.
Piano 1 caixo a Felippe Daarte Pereira.
Roihas 2 saceos a Soar. s do Amaral lrmos.
rjjrdiahss 10 caixas a Joaquim Fernandes Mon-
te.
Uvas 2 caixas ao mesmo.
Vinbo 4 pipas e 20 barris a Joaquim Felippe
t Aguiar, 70 oites a Joaquim da Silva Carneiro,
1 a Samuel Eenaty, 70 e 20 caixas a F. da Silva
Pe xoto, 100 barris a Fernandes da Costa 4 C.
Vincgre 5 barris a F. da Silva Peixoto.
ConlrTcncia abolicionista
A 19* conferencia, das promovidas pelas socie-
dadesUnio Federal Abolicionista e Pernamba-
cana Contra a Escravido, ter logar no domin-
go, 25 do corr.-nte, 1 hora da tarde, na theatro
das Variedades.
Com a maior gentileza encarregou-si d< sia
couf- reacia a Exma. Srs. D. Maria Amelia de
Queiroz Sodr da Mofa.
Enuuciar daqu o t-yinpathico nome da gentil
ten hora, de certo bastante para quo o resultado
da conferencia, mlis di q i j o do todas as outras.
sej'i traduzido em um inmenso beneficio A raga
eacravisada ; tanto mis quanto pira honra des'a
provincia ser primeira vez qurj uma B'nhora
brasi'era. resp.itavel sob t .d s os ttulos, ha de
transmttir-nos da tribu ia ai mais d licadas cto-
coe-s da alma femiuina em Drol de uma iai;iqi-
chora 300 annos do martyrio ni proprio solo da
patria !
Er do dever porm das sociedades promotoras
I. c iiferencia, appeilar para os elevados sent-
mfntos de humaoiiad-i e espirito de civiliaaci e
projresao desti publico generoso, e especialmente
i .ia da noi ede, afim de que
rol ; a1 c agreguen em ama r unio impin al i
digna a todjs os resp'itia da Ilustre seuhora a
intelligeate poetisi pcrnimouciui en
i .ferencia.
llavera a pirte recreativa do cjstu-ne a C
de distinctJ8 artistis dramatiers e professores do
msica.
Secretaria da Siciedade Pernambucana C ntra
a Esc; avi Jai, 21 do Set-mbro de 1887.
Adolp/to Guedes AIcoforado.
aecre'aru.
Agradecale lo
Raymund) Padilba, r-sident) na praia
do Taan lato p-uihorado da maja sin'ie-
n gratidao pjra cora o Sr. Pido Nihs-
C i e Barros, resdentj ni villi do Ga-
rnelleira, vem por meio da i n irenaa ina-
nifeatar a Satisf^y^ do que se acba poa-
aido pola cura prodigiosa que de sus sof
ftimentoa diabticos lho fez o mes no Sr.
Pedro Nolasco de 13 rroe.
S ffrendo por m is de u;n anno
terriwl molestia (diabates), e d-pois la
ter recorrido a divers)s raedi ;, que me
diziatn nada soffrer, qae me lena emma
grecer dia a dio, felizmente i aso itrei com
scnior, cajos remedios om crea de
30 :';i3 meresUbeleceram Pbmpletamante,
o as a: ii p ulondo ser til aos qu
do meaaao mal, ln.s recommendo
nhor, a qu'in pego deaeulpa,
sua susjr-p'ibili ii.to.
Praia de T..man!aro, '20 da Agosto do
1887.
Boj/mundo de Freitas P dil/vi.
soffrem
css? se-
se offe j '. o a
Prograwnia t; est i do gloro
o principe scigicl ciu lo-
gdos no correte ana o.
No dia 25 do corrate (domingo) levan-
tar-se-ba a baodeira etn frente da capelli
de S. Migad. A's qaatro horas da tarde
desse naeaiuo da, S. Exe. Revdnoa. o Sr.
bispi niojcbano se dignar de administrar
e sacramento do clirisma s pessoas qu
previa mente se confe-ssarem S s criancas
que se iipresenlarem para esse tm. Fin-
ao o CbrMD ', oitcnta meninas uniforme
Reala
Ool a 21
dem de -2
licaditucuota pblicos
ai DE sktb imio
Alj'andeya
ral
6S3.861J319
50.S15.2i3
7;il:679582
iic.id.a r--'oViucial
De 1 a 21
dem do 22
Rtxbfjloria geral
De 1 a 21
dem de ti
U 362 ;436
3 lll.051
---------67.431/437
8O2:16U069
25:126629
1:27^941
2>3.-400i370
Keci'jC'Ljri* p. jjincuu
De 1 a 21 12:523-335
(den i* 22 1614376
12:0874711
Recite Drainage
Od 1 a 21
1-ioJi de ?
38:997.-275
452*376
39:419,! 651
Herrado Huntripal de *. Jos
O uioviment desto Mercado ao dia 22 de Setem-
bro fci o se^uiute:
Encraram :
451/2 boia pesando 6,360 kilos, seudo de Oliveira
Castro, 26 1/2 ditos de 1 qualidade, 3 ditos
de 2' e 16 ditos particulares.
184 kilos de peixe a 20 ris 34680
51 cargas de farinha a 200 ris 10/803
20 ditaa do fructat diversas a
300 rs. 64000
10 taboleiros a 200 ris 24000
8 Suinos a 200 ris 14600
Pcram oceupados :
24 columnas a 600 ris 144400
21 compartimentos do farinha a
500 ris. 10450.)
22 ditos de cernida a 500 ris U/000
63 ditos de legumes a 400 ris 254200
28 ditos de fasendas a 400 ris 114200
17 ditos de suino a 700 ris i 14900
11 ditos de tressuras a 600 ris 64600
10 talhos a 24 204000
8 ditos a 14 84000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 14 544000
lleve ter sido arrecadada uestes diss
a quantia do 1964860
mente trajadas de branoof ormando daas
alas e acompanbadas das importantes m-
sicas do polica e do 2 batalt3o de infan-
taria, con iuzirSo processionalmente da ca-
sa da Exma. Sra. D. Francisca Thcreaa
dos Santos Araujo, digna consorte do
Illm. Sr. Manoel dos Santos Araujo e juiza
perpetua, a rica banleira por ella off rtada
per<'orren(!o em boa ordem a extensa ra
de S. Migu-1 at o largo da Paz, e d'ahi
voltar >o so.n d.is msicas at a mesma
eapella onde ao estrugir dos foguetes e re-
piques dos sinos subir ao mastro qu9 alli
a i.cha decentemente preparado.
Njs dias s-guintes 26, 27 e 28 haver
triduo solemne que preceder a fosta,
terminando se sempre com um hymno ad
hoc cantado pelo insigno maestro Sabino
Lina Freir e lguns meninos de ante-
mTI i por elle preparados.
No dia 2i) (qui:ita-feira) em que a groja
cathoiiea oommemora o grande dia do prin-
sipe da milicia celeste, srr celebrada a
sna importante o sy npatlii'.. f st i em sna
tradicional capaila, c-antanlo a misss o vi-
gario da fregoezia e pr-ganJo ao evange-
Um ( 11 horas 3a matilia) o jjvcn o ta-*
Untse orador p.dr- A-nerico de lNova"P,
digno vigario da Vietoria, e ao le-Deum
s 7 h ras da t--ri )o Revd. p3dra raes-
fre Leonardo J Tu Qrego, j vantajosj;-
lu-.nte conbeeido na tribuna ssgrada. A
b ?er caiada e pintada
por habis artistas, ostentar aess-s das
estivos, de modo encantador, os adornos
de que vai ser revestida segundo o gosto e
capricho de b :n conbeeido armador Bar-
tholooieu Valeri.no da Silva.
A rna da S. Miguel apresent r pela
variedade di illuminacSo, bandeiras, ga-
'detes, arcos de folhagens, fl>rea na-
turaefl o ou'.ros cut-it.s a mais linda e
agradavel perspectiva, pois para isso aZo
poupar esforcos a iigna commissSo en-
tarregad particular o honroso tra-
b lho. D-'po's do Ze Deum ser conduzi-
da a m s.iia ba \ eira de S Miguel para
i casa da juina p rpetua e proU-ctor.a da
capella, a Exma. Sra. D. Francisca The-
r za das Santos Araujo, e ltimamente
para dlstra gao d; religioso povo Pernam-
bnoano, oneimar-se iia um lindo o moderno
fogo d; artilicio preparado pelo hbil py-
r'jtc-.-iic.'j Teixeira e fenderio os ares di-
versos inorteiros e balSes arv'Ojtaticos. A
Companhia Ferro Carril augmentar nes-
s-?8 dias o numero do carro* para satisfa-
z;r completamente con:nrreacia publica.
A togados do Recife, 22 do Setembro de
1887.
Vicario, Fiancisco R->ymundo da Cunha
Pidrosa.
Dcsfja-se sabar
Na travessa do Veras, sobradj n. 15 deseja-se
saber onde inorara o .Sr. K yinund) Tavarea 'da
C ata Miranda, e as Exmas. Sras. DD. Cttharina
Tivares da Costa Miran la e Manuela Tavarts da
Costa Mirauda.
L' para asaumpto que intcreisa as mesuas pes-
io as.
Rendimento dos dias 1 a 21
4:2814120
4:4784300
Foi arrecadado liquido at boje
Creeos do dia :
Carne verde de 200 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Simes de 5'X) a 603 ris idem.
farinha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 ris idem
Feijao de 640 a 14000 idem.
Hslailnnro FaliClc
\ i'.lam abatidas no Matndouro da Cabanga 71
rcaes para o consamo do dia 23 de Setembro.
Sendo: 47 rozes pcrteneeataa Oliveira Castra
& C., e21 a diverses.
Eiporavo
aaom. 21 db sitsmbro di 1887
Para o exterior
to vapor ingles Siddons, carregon :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 730 saccas com
51,750 kilos de algodin e 1 606 saceos com......
i 0,400 ditos de assucar mascavado.
Para o interior
Ni barca ooraegneoso Union, carrega-
ram :
Para Santos, J. S. Loyo & Filho 731 saceos
com 51,825 kilos d.- assucar mascavado.
Eat>arcac-a> arin uo porto ei
9* de Setembro
HiCIOHAES
Ceciliacooaig. Pereira Carneiro & C.
Francolina Amorim Irmaos & C.
Jaguaribe Companbia Pcrnambucana.
Lamego(canhoneira de guerra).
# Marianninbaconsig. Saltar Oliveira & C.
Mar'nlu XIa Jos da Silva Loyo 6c Filbo.
Maria Angelina Liyo 4 Fi.ho.
Mandah Coinpanhia Pernambucana.
Pirapama Companhia Pernambncana.
S. Pranciscc\ Companbia Pernamfeucana.
SSTRAHOKIBAS
Antelopeconsig. ti. Perman.
Autbori Johnaton Pater 4 C.
Banmv/alli J. i- Bowzell.
Charty Henry Forster 4 C.
Carbis B.y Wilson Sons 4 'C.
Oarpa ordem.
Expedit Fonseca Irmaos 4 C.
# rato Johnston Pater 4 C.
Uar6eIJ- Niemeyer Cabo 4 C.
Hardi~ Wilsoo Sons & C.
Ibis V/ilson Soas 4c C.
Josvu ordem.
Jorgen J. Inta ordena.
.lustiue H. Inges.ll H-rman Luadgriu 4 C.
Kroaos- Hermn Lundarrin 4 C.
K'ffir Chief Companhia do B'.'biribe.
Lindai Heury Forafer 4 C.
Ma'y Ann Baltar Oliveira 4 C.
Nina ordem.
.NVw-Dominion ordcoi.
P. A Munch Boory Forafer & C.
Pctmos Hermn Lundgrin < C.
Rusoer WiIsjd Sons t C.
S'dlons Saunders Brothers & C.
Severa John H. Boxwrll db C.
Tiber^ Saunders Brothers 4 C.
Tafcot4 Jchnston Pater 1c C.
Union II. L-andgriu 4 C.
Ville de Pernambueo4 Augusto Libille.
VibiliaA Hermn Lundgrin.
Vira4 Wilson Sons 4 C.
WanderfT 4 Fonseca IrmSos t C.
Wild Rose4 Wson Sons 4 C.
O signil # indica ter a embarcaeo sabido.
Vapores 6 entrar
DOS POBTOS DO SL
Marinho Viscondea 25.
Finuncca 26.
Camilloa 27.
Taguaa 29.
DOS FOBTOS DO SOBTB
Espirito Santohoje.
Marques de Caxasa 26.
da BuaorA
Nevaaraatha.
Aconcaguaa 25.
DB HEW POBT
Alliancaa 4 de Outubro.
DF. HEW T3B*
Portuense a 26.
Vaporea & aablr
Pirapama boje, 4s 5 horas da tarde, para Ca-
mo8sim e escala.
Espirito Santo h je, 4s 5 hsras da tarde, para
os portos do sul.
Ville de Pernambacoamanh, s 2 horas da tar-
de, para Santos e escala.
Neva amanba, 1 hora da tarde, para Bueuus-
Ayres e escals.
Aconcaguaa 25, s 2 horas da tarde, para Val-
paraso o eBcala.
Tagasa 29, so meio da, para Southamptou e es-
cala.
Navio* A entrar
Arcelina -do Rio de Janeiro.
Bine Birdde Darieo.
Concordiade Sew-Castle.
Catherinede Cardiff.
Qermaniade Memel.
H. Ingcrsel Jastiuedo Rio de Janeiro.
Loyodo Rio Grande do Sul.
Mariedo Rio de Janeiro.
Mariet'a -d> Rio Grande ds Sol.
Marinho I-do Rio Grande do Sj\
Manzanilla4e Montevideo.
Pallasdo Ri) de Janeiro.
Prfsidentedo Rio de Janeiro.
Rose of D.'vonde Cardif.
Stellade Liverpool.
Temerariodo Porto.
Tabordade Rio Grarde do Sal.
Veyager-do Cardifi.
Hovimeno do porto
Navios entrados no dia 22
Camossim o escala16 dias, vapor oacional S.
Francisco, de 332 toneladas, commandaate Joa-
quim da Silva Pereira, eqaipagem 30, carga va-
rios gneros : 4 Companhia Pernambacana.
Liverpoi.1 e escala21 das, vapor ingles Autor,
de 835 toacladas, commandacte James Everett,
eqoipagtm 25, ca-ga varios gneros ; a Johns-
ton Pater Sonidos no mesmo dia
Pelotas Barca nacional Marianninha, capito
Francisco Dias Costa, carga varios gneros.
Ri* Grande do NorteBarca sueca Erato, capi-
to R. Peterseo, em lastro.
O6eruac3o
O vapor rances Ville de Pernambaco entrn
ants-hoatem oeste porto, viudo do Havre, e uo
sabio para o sul, como por engao foi hontem pu-
blicado aesta parte.

T



Diario de PernambueoScxta-feira 23 ae Setembro de 1887



<
Oleo paro medicinal de Asado de
bacalli&o de liiinaiun S Lcmp

Quando as doencas dos pu'ino 'a ou da garganta
se chegam desenvolver etn forma de tysica, a
crenc geral quo j nao h-> esprate para o
misero d-ente. lito um erro perigoso. M Ibaris
de pessoas qae se Mitraran n'esse caso curaram-se
eota o oleo puro m divinal de ligado de bacalho,
de Lanman 4 Kemp. Poros ha casos rm que o
d fijado do bicslho, nao produz beca nen-
hum. E sabis p rque ? B' porque o artigo era
una prepuracao esprea, adulterada com azeite de
balein, toucinho e outros iugredientes u) menos
desp csivois, destituidos1 de toda a virtude medi-
cinal.
Porv-ntura, tendea alzuma vez ouvido dizer que
o oleo de figadn de baclbi. de Lanman Kemp,
fjra administrado in produiir os mais felizes <1-
teitoa nos casos de fysica, brn-hr-.s satta
? Sanca! Cnvudo
aind.i nao Sfl h nota I > um tJOS tenha
falhado. Em todas as pait-s do muu i
conservase perfeiainent era todos esclini.s -
cate grnndo r-'iji i lio to triomph dj umi e outra
vez, onde tud iatai, A sua su
ir frescura e pareas sfto priverbiaea ein todos
r. h spifues dos Estados-Unido*.
, ', I coso I
Encentra se renda era todus as pharmac
ras.
Agentes em Pornambuco, Honry Forster & '.'..
ra do Commercio n. 8.
FrolBiEMsUtu fla Bstnls Ai Fam
ao;. Frauciseo
1
A liDjiicuna e peltoral de (um-
bnr (I)
D'entre ai muitai apreciado s que c;te impor-
tante rneiicain oto ten continuamente merecido
do j r.ialismj de quasi tolo o imperio, offerecinos
agora o pablieo a opiu :i i laws leita de ua Mus
trado orgau que v a uz da poblieidade na eida-
de do Uio-Gr nde do Su'.
Eli a:
?nbein03 de um asthmutico, di o Artist -, que
regularmente, urna v p r ir. -z, era aceo.nmettido
dat.qits que o inotilisaTABO p?r a'guns dias.
Entretanto, no e.-pico de oi;o aseses qu* tem esa-
do do Peitoral d. Cambar do Sr. Jo3 Alvares
d i Bonn So ir- s, o seu estado de laida nao tem
continan 1 a soffrer os rudos golpes da.iuella in-
c.romodativa enfermidade.
Escrevendo estas linhas, o fz;mos na erenca
de que prestamos um eervico huraanidade sof-
fred^ra.
Apontiimos-lha o Feiloral de Cambar, que
nao coiitendj na eua prcp ll (" I O usa slgUSM no-
civa, ten pro luzido curas admirareis.
Dclara^io
De ordem do Illm. 8r. director, faco publico que
no dia 28 do correte ser entregue ao tratego a
es'aco de Garanliuns, nVate prolongnmento, co-
mecando n 29 a vigorar o horario seguiute :
E*tnc6cft
EDITAES
Una
Uoa coite
C.tende
Colonia
Marayal
Barra
S. Benedicto
Quip.ip
Agua Branca
('auh -tinh j
A uro lira
8. Jo. .
Garanhuns
lia
(Tarde)
Chegada ; Partida
1.15
1.45 1.48
2.15 2.17
--- __
2.30 2.32
2.55 2.57
8.16 3.17
3.45 8.50
4 18 4.2)
4 55 5.00
5.86 6 17
6.10 6.12
7.0")
u
CORPO DE REMADORES
De ordem do conseibo administrativo, sao con-
vidad .8 todos os socios rimadores e patrSos a
cjmparecerem a ses^o, que ter lugar no dia 25
do corrente, s 11 horas da manhS, para apresen
tarem as trlpoUeOefl qae teem de timar parte na
prxima ti gata.
Secretaria do Club. Internacional de Regatas
20 d S.teinbro de 187. O 2- secretario,
Alfiego B. R. Borges,
A. P. B.
IMs.e
6aran';uns
S. Joao
Ang"'iui
Caah tinbo
Agua Branca
Qiipupi
. B nedicto
Barra
Mari yil
Colonia
O Dr. Thomas Qaroei Paranhoa Monto
negro, commendaisr o!:i Imperial Orden
da R s., juiz ile dir it> especial do eotn- Juqueira
morco deaU eidade di Recife, capitil|CaWad*
da provincia de Pernaii)bu20 p-r Sua
Magostado o Imperador a quero Deus
guarde ct .
Faco saber kos qne o presente edita] virem ou
delle notieia tiverem quo por es'e juizo de dire.itj
especial do eommere peadeaa mis au'os de exe-
de n ol o,-:, f ii : eseqaentra Jlo
Boa S^rto
Una
Volta
(Manh3)
Chogada
11.45
Partida
_ 6.30
7.05 7.07
7.40 7.43
8.10 8.15
8.45 8.47
9.15 9.20
9.45 9.47
lo 5 10 07
10.30 10.35
10.43 JO.50
11.12 11.15
Secretaria do Prolongamento d.i Estrada ds Fer-
ro do Recife ao S. Fruneisco e Estrada de Ferro
do Eeee a Caruai, em 22 de Setembro de 1387.
O Secretario,
Man-el Juvenc i de Sib.ya.
Goiic lves T rm e ex eota i > Can lili Gongalves ------------------------------.
^^dFred^S^dS de rndas Internas
nhora em audiencia do dia 9 de Setembro de 1887,
e mo se \ do r. qui rimonto do theor seguinte :
Aos 9 dias d> mes de Setembro d- 1887, em
F.udicncia do Dr. juiz de direi'o Mpasial do cem-
m'rcio o sdicitador Frelerieo Chive?, por purte
de Joo (oncilves Torres sceus.-u a penbora feita
em di.hein portencen'e a Cundido Ooncalves
Torr:s e re^uereu qu ticnsee asbignados seis e des
aos ciedores ausentes passandj-se editaes.
O que foi deferido pelo juiz precedido o preeSo.
do estylo. Do que fiz este.
Barros Fa'ce.o.
E' o que se continhi em dito rtquerment aqu
copiado.
Termo dj penhora.A s 5 dias do mea de Se-
t.mbro de 1887, nesta eidado do Recife, de Per-
mmbueo, onde forara viudos oa Qi-iies do justica
dojuiz>, ib .ixo assignadoe, em virtud-; da pre-
sente carta precatoria fji ao dooosits publico dista
provincia c ahi upresentua a referida pr catoria uo
ir. administralor, o qu .1 p>iz o seu cump.a se
geraes
Icnpoitaa de
de eecravos e t industrias
e profis5- s.
O adminietradar da re#b<-4oria de rondas in-
ternas g'raea avisa Moa seab )rrs cuatafbnintes
que finda-se no dtu S-) do cstrente o p-gitneuto
m m multa da taxa de escravos do tercesro semes-
tre do exerefeio corrate, s;im como at o m de
u Eneas do lle pr disides, e depois desses prasjs serSo cabrados
c.m a multa de frTj/O.
Recebcdoria, 21 de Setembro de 1887.
Alexandre de Soasa P. do Carn.
Do oidem < 8r. Dr. [ospeotor fie-> publico
que no dia tB de Ootubro prximo ir a praca pe-
rante a Junta dcste Thesouro a coarinca do dizi- -
m) vaceum, cavallar e muar nos municipios de
Panellas e Bonito, durante o tnennio de Julho
base a
ilaaoclaco Portuianaa Uo nenefl-
cencia
Astcmbla geral extraordinaria
Convido os S'-nhore.i socios a comparecerem na
sede social domiugo 25 do correte, s 4 1(2 boras
da taid-', iifim de eleg'rem um associado para o
esrgo do director, visto ter n cusa-do o elcito em
A_- B t i li
Becife, 2-' da Seembro de 1887.
O 1. eecretari da assemb geni
B n'o de AgU'ar
Arsenal de Guerra
Dj ordem do Idm. Sr. mafor director, distribue-
fe c .eturas nos dias 2, 21 o 24 do corr. uto mes,
s costurciras de .s. 451 507, de conformidade
cora us di.-poBico3S d.^s annuncios anteriores.
S esto das costuras do Arsenal do Guerra de
Pernamba.o, 21 de Setembro de 1887.
Flix Antonio de Alcntara.
Aife. c adjunto.
Compaahia de Edifi-
cagio
CoiTimunioo n is ,-rs accionistas que por deli-
ro da directora foi resolvido o recolhiracnto
da ritava presiaco na rasao do 10 por cont sob
o valor das respectivas acciies, o qualdever rea-
lisar-se at o dia 29 de Setembro prximo futuro.
R.cife, 29 de Agosto de 18S7.
Ricardo Menczes,
Gerente.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro d-rector ge-
ral, faco publico q'ie no da 26 d con i ate, ao
meio dia, na inesma repartifeo, recebe-ae propos-
tas para (xeeu^So dos rep^roj da cadeia da cidade
de N'Snr dio proviucial qm seivc de osela publica na villa
de Bii reros, oreados em 506/000.
Os ore .mentes e clausulas especiaes para os
respectivos contratos acsm-ee nesta secretaria
para seren examinados por tqnclles pue preten-
derem arrematar as mesmas ebraj, de accordo
com o qn" dispoc os arts. 70 a 73, 89 e 90, 92, 97
a 101, 106, 115 e 116 do regulamcnto de 20 de
Junho do cirreute auno.
Secretaria da teparticUo d is obras publicas de
Perniinib;:co, em 16 de Setembro d- 1887.
O engenbeiro secretario
Joaquim Gomes de Oliveira e Silva.
Estrada de ferro de RibcirSo so
Pelo presente faco saber sos Sis. accionistas
desta erapreza, que Nppnas realisaram a 3 en-
trada de 10 /o de suas aecoes, constantes das cau-
tcllas ns. 19, 28, 29, 34 e 35, que em virtude do
disposto no n. 1 do arf. 9 d js est. tuto?, Mea-Ibes
marcado o praso de 30 dias, a contar de 16 do cor-
rente mez, para realizaren! a 4 entrada de suas
aecSes com a multa de 20 "/,.
Outrosim, o accionista qae n2o realisar suas en-
tradas no praso determinado, perder um beu' fieio
da empresa as entradas que j 'enlia feito.
Recife, 11 de Agosto de 1887.
Jos BMarmino Pereira de Mello,
O direet | o.
Coitasank..
DE
Piafio c tecidos d
Pernambueo
A directora t s seieute aos senbores sab.scrip-
torea da nova emisao de uceos para o levanta'
monto da fabrica na Torre, que fica marcido o
pnso de 30 dias, desta data, para o pagam. nto
da segunda prestaco de 25 C/0, e autorisado o
Sr. tbesoureiro Jos Joo de Amorim Jnior, para
o recebimento, ra do Bjm Jess n. 3.
Recife, 23 d i Agosto de 1887.
Os ditectirca
Manuel Jos da Silva GuimiuaYs.
Hcnrique Saraiva,
S errtario.
Jos Joo de Araoroi Jnior,
Tbesoureiro.
ieional s bre esta qnsntia.
DiftLAMuGES

Club Internacional de
Regatas
Regata em 2 de Ootubro na baeia do eazom tro
Acha-se aberta at o dia 28 do correte, na
sede des e club, das 7 s 9 horas da noite de
todos os das uteis, a iuscripso para n embar-
ja9oes que queiram tomar parte nesta regata.
Secretaria do Cllub Internacional de Regatas,
21 de Setembro de 1887.
Alfredo B. R. Borges,
2* secretario.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro director geral
f. .3 obras pnblicis e de contornada le com a au-
iris-icio de S. Exe. o Sr. presidente da provin-
cia de 12 de Agosto do crrente anoo, fsco pa-
blieo que no dia 15 de Outubro prximo, aa meio
dia, na meerna repartiera, recebe se propostas
para a ebra dos reparos precisos no acude publi-
co da c.marca de Flores, oreados em 3:781/200.
O orcamento e clausulas especiaes da contrato
aebam-se nesta secretaria para serena examinados
p r aquellos que pretenderem arrematar a mesma
uLira, de accjrdo om o qce dispoe os arts. 70
7; 89 e 90, 92, 97 101, 106, 115 e J16 do regu-
i^.rnento de 20 du Joubo do canete anuo.
Seeet.na la reparticaa das obras publicas de
Peraambuco, em 23 de Agotfo de 1887.
O engenbeiro secretario,
Joaquim Gomes de Oliveira e Silva.
FabrIcadelPa?So e Tecidos de
Pernambueo
A directoria recebe proposta para o ftrneeimen-
to de 200 milbeiros de tijdos d'alvcnaria grossa
de 12 p 1 gadas do comprido, 6 de largo e 3 de
grossura : desean egado no pjrt da Fabrica de
Fiacio da Torre.
As propostas devem ser fechadas e dirigidas a
a roa do B.m Jess d. I, at o da $0 do cerrente
mez.
Os concurrentes deverao babilitar se perante a
referida Jnnta na fdrma regulamentar.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
bueo, em 13 de S.tembro de 1887.
hindolpho Campcllo.______
Consulai de Belgique
Ce onsulat desire avoir des inforaiations su' le
fujet Simn Monis bniste arriv Pernambueo
& lanne 1859._________________________________
Consulado da Blgica
Esta consulado deseja obter inforwaces do
su dito belga Simn Monis, irarcineiro ehegada
em Pernambueo em 1S59 informar na ra do
Bem Je m n. 3.
, de 1887 a Junho do 18'0, servmdo de
pelo que nos offieiaes de justic* usemos penbora reoda 3nDUK| .. 590/iKO alm da 6 (. do im-
e appreh-nsi, sobre a quantia de 2:936*5<7, em | p08to a(jdcj
dinbeiro ah depositado petenecnte a> devedor
Candido Gor.cilves Torres, do producto da arre-
mat e":o do predio da referido executado, e ficou
dita quantia peiihorada para pagamento desta
oxecu(ao e depostala na mesma repartico, a
cargo do tbesoureiro da mesma como consta do
Uncaocento feito nesta precatoria pela empregado
da escriptnraco dosd^pjsitos pblicos, para con-
tar fizemos este termo que aseignamos. Eu Jos
Jo.quim Pinto Martins e cfficinl do juito O es-
crevi. Official do juiso, Albino de Jess Ban-
deira.
Certido.Hertificames n3 officiaes de jastic
abaixo as-ign idas intimamos ao executado Gan-
diio Goncalves Torres, em sua propria pessoa
para todos os termos da penhurs, e ficou enten-
dido.
Recife, 6 de Setembro de 1887.
Em f le verdade.O i-ffieial do juiso, Jcs
Joaquim Piuto Mirtins, oEiial do juiso Albino de
Jess Ba-ideira.
E mnis se nao continha em dita certidSo aqui
copiado.
Em virtude do requerimeuto aqui copiado, o
re=pectivo escrivo fe passar o presente edital
pela qual e seu tbeor chama todos os credores do
executado para que comparectira ante este juiso
dentro do praso do des dias contados da publica-
ca deste allegando e provando tudo quanto fr a
bem de seus diretos e juitic.*.
E para que chegue ao conhecimenta de todos,
raandei passar o presente que ser publicada pela
imprensa e affixado nos lugares do costme cutro
de igual theor do qae se juntar certido aos
Otos.
Dadoe pass.do nesta eidade do R;cite, capital
da provincia do Pernambueo, aos 10 dias da mes
de Setembra de 1887. Subscrevo e assgao. Re-
cife, 10 de Siembro ds 1887.-0 escrivo inte-
rino, Eneas do R'go Barro* F ileao.
Thomaz Garcez Parauhos Montenegro.
Dil isenc ias de Olinda
t-/ Dorarlo
------x 0 a 0 0 X a a i
O < < 3 2|
. m M a
B E 3 '
Ji a Ja _ o
O 0 Z,
6 25 6.45 6.45 7.05 1
7.25 7.45 7.45 8.05 2
8.25 8 45 8.45 9.05 2
9.25 9.45 9.45 10.05 2
10.25 10.45 10.45 11.05 1
12.25 12.45 42.45 1.05 1
2.20 2.40 2.40 3.0) 2
3.20 3.40 3.40 4.00 2
4.20 4.40 4.40 5.00 'i
5.20 5.40 6.40 6.00 2
6.20 6.40 6.40 7.00 2
7.40 8.00 8 00 8.20 1
8.40 9.0J 9.00 9.20 1
9.40 10.00 10.Oi 10.20 1
1 recos
Recife Min-la e v ice-versa inclusive
0 bond 300 rs.
Meninos i itl2anno s inclusive 0 bond. 200 rs.
Esta eompanhia compra terre-
nos, preferindo os situados no
balrro da Boa'Visl:?. Magdale
na, Fernandes Vfelra, AfOietos,
roa do Prncipe. 4'amlnho lo-
vo. Hondero. Hiachnelo, Ca-
piinga e Hangulnho.
lucio os tlver para vender,
quelra apresentar snas propos-
tas no escrlptorlo da mesna
companhla sito ao largo de Pe-
dio II antigo do Colleglo n. 99
1' andar.
Recifo, 22 de Setembro de 1887.
Ricardo Menezes, gerente
Por drliberavSo da directora e8o chamados os
Bre, accioistas desta empresa, para no praso de
60 dias a contar de 4 do correte mes, realitarem
a 7* entrada de 10 o/o do suas aceSes nos termos
do nico da art. 4* des estatutos.
Recife, 3 de Agosto de 1887.
Jos Bellarn-.iuo Pereira de Mi lio,
Dinctor secretario.
Obras publicas
De ord. m dj Illm. Sr engenbeiro director ge-
ral d'is obras publieas e de coofonnidade coa a
autorisado de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia de 3 do corrente, f.g i publico que no dia 29,
ao meio da, na referida repartidlo, recebe-so
propostos para a rxecucSo da obra de reparos da
ponte dos Carvalbos, sobre o ria Jb:at2o, orea-
dos em 4c48a*483.
O orcamediR e as clausulas especiaes do con-
trato icbam se nesta secretaria para serem exami-
nados por aquellos que pretenderem arrematar a
mesma obra, de accordo com o que dispoe os arts.
70 a 73, 89 e 90,92, 97 a 101, 106, 115 o 116 do
regulamcnto de 20 de Junho do corrente anno.
Secretaria da reparticSo das obras publicas, em
9 de Setembro drf 1887.O engenheirj secretario
Joaquim Gomes de Oliveira e Silva.
f'.J
DO
BRASIL
Capital 3 0,000:000*
dem realisado 10,000:0004
A caixa filial d'es^e Banco funecionaado tem-
porariamoute roa do Coa.mereio n. 38, saca,
vista ou a prazo, contra os seguintes correspon-
dentes no estrangeiri :
Londres......... s/N. M. Rothschil & Sons.
Phris...........
Hamburgo.......
Berlim..........
Bremente........
Frankfurt s/ Main
Autuer, ia.......
Roma...........
Senova.........
aples.........
MilSo e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia c outras
cidades da Hes
panba e ilbas
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-
tugal e ilhas... 7
Buenos-Ayres... .)
Montevideo......)
Nova Yoik......
De Rothschild Frres.
Deutsche Bank.
Banque d'Anvers.
Banei Genrale c suas
agencias.
Banco Hypcieoario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
Englisb Bank of tbe Ri
ver Pate, Limited.
G. Amsick & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do catrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de mov-
ment cem juros a lazo de 2% no anno e par le-
tras a prazo 8 juros convencionados.
O gerente,
William M Webster _____
Companhia do Beberibe
Achando-se j approvado pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o regulamento das pennas
d'agua, vai esta companhia fazer o fornecimeoto
d'agaa a alta presso, como se obrigou com a pro-
vincia, pelo que convida aquellas pessoas qae
quiterem sgua em suas casas, na primeira seceo,
entre Dous Irmos e Apipucas, a virem se inscre-
ver neste esenptorio.
Ao mesma tempo esta companhia mudar a sua
custa os encanamentos das entigas pennas d'agua,
a a porta da rasa, e far a transforjssco do
fystema, n:s termos das disposicSes do novo re-
gulamento.
Logo que fique concluido o trabilho da primei-
ra scelo, ni semana seguate pissur-se-ba para
a s funda at Mcnteiro.
Neste rscriptorio distrihue-so aos interessados
o resulamento de pennas d'agua.
Recite, 16 de Setembro de 1887.
C.cdiano Mamede Al ves Ferreira
Director acnnte.
Companhia dos Trllhos Lirba
nos do Recife a Olinda e Be-
beribe.
De oredem do Exm. 8r. Dr. Presidente da As-
sembles Geral, convido os Srs. accionistas a as-
sistirem, no dia 29 do corrente mes, no lugar e s
h ras do costume, sesso da assembli geral or-
dinaria, na qual, segundo os nossos Estatutos,
sero apreseotadas as contas, lidos o ralatorio da
directoria e o parecer da commissio fiscal o eleita
a nova commiesSo fiscal quo fuaccionar por um
anno.
Secretaria da Assembla Geral ds Companhia
de Trilhus Urbanos do Recife a Olinda Bebe-
ribe, 13 de Setembro de 1887.
Jos Antonio de Almeida Cunha,
Secretario.
Fabrica de Fiafio e Tecidos de
Pernambueo
A directora red-be propostas para fornecimento
de cal preta e areia descorregida no porto da Fa-
brica da Torre.
As propoitas devem s-t fechadus e diiigidas a
ra do Bom Jess n. 3 at o da 30 do corrente mez.
Enill o i e Ja
Urtti
Capital do Banco....... 1.000.0CO
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,O0C
A contar desta data e at ulterior reso-
luto, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os sal los do dinheiro
depositado era e.onta corrento de moviraen-
to no inesmo Banco.
Recebe-se tambara dinheiro em deposito
a juros por periodos detarminados, ou su-
jeito ao aviso previo do trinta diss para ser
retirado, mediante as eondiys de que se
dar conliecimento aos interessados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
enry K, Gregory,
Grente.
^coMMsmit peuaaubicavi
DE
SavegaeSo costeira por vapor
r-ORTOS DO SUL
Macei, Penede, Araeaj e Baha
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 29 dt
Setembro s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o
sesannwdia 28.
Encammendas, passagens e dinbeiros frete at
4s 3 horas da tarde do dia 29.
ESCRTPTORIO
Ao Cae da Companhia Perr.ambucana
n. 12
Rio Grande do Sul
Segu com bn-vidade para i porta cima a bar-
ca n' eional Maria Angelina : para o iesto da car-
ga que Ihe falta trata-se om Jos da Silva Loyo
Iba._______________________________________
['orto por Lisboa
Com destini sos portos indicados sezae com
brevidade a b-irca nacional Mar nho XI; pira
carga e passageiros, trata-se com os consigoata-
lios Jps di Silva Loyo de Filho.
Leilo
Do cabos para navio, em diversos lotes
Sabbado 94 do corrente
A's 11 horas
No trapicho Moutiiho, caes da Companhia
l'ernainbuoana
Agente Modesto Baptista
Leilo
De
13
350 caizas om vinho do Porto
bsrris cora vinho branco
Sabbado, 'i 4 do corrente
A'S 11 1/2 HORAS
.Vo trap'che 'fandegado da. Companhia
Pernambucana
O agente Modesto Baptista por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz do commercio far leilo do
que r cima se declara, p rtencente a masaa filuda
de Alberto Rodrigues Bianco.
Leilo

martimos
OALMLSTEAI PACK6T
COlFAlff
0 paquete Tagus
esperado
do sul no dia 29 dt
corrente seguin 1<
depois da demora
necessaria para
Lisboa e Sonlhamplon
Reducco de passagens
Ida Ida e volta
A' Soutbampton 1" classe 28 42
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pcrnambnco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se ecm os
Consignatarios
Amorim Irmos &C.
L 3 RA DO BOM JESS N. 3
EeSiates & Brasil M- 8. $
0 paquete Finance
E' esperado dos portos di
sul at o dia 26 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
Maranhao, Para. Barbados, *
Thomaz e Sew York
Para carga, passagens.enermmcndas ^dinhein
a frc'e, tracta-se com o
AGENTES
Espera-se de Ne*-ron>
News, at odia i e Ootu-
bro o qual seguir lepo1* d
domora necessaria para
Baha, Rio de Janeiro c Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
e cem os
AGENTES
Ilenry orsler & C.
jl 8 RA DO COMMERCIO-N. 8
1 andat
PaciOc Sicam Navi^alon tompany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro-
pa at odia 25 de Se
tembro, e seguir de-
Ipois da demora do cos-
kume para Valparai.o
eom escala por
Baha, Rio de Janeiro e Honte
?Ideo
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wllson Moa A V., Limited
N. 14-RA DO COMMERCIO-N 14
COMPANHIA PEBXAltBUCANA
DE
MavegacSo Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdu, Mossor, Ara
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
Segu no dia 23 de
Setembro, s 5 hora;
da tarde. Receb
.rga at o dia 22
Encommendas passagens e dinbeiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sshida.
ESCRIPTORIO
Cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
Sabbado, 24, di-ve ter lugar o leilo de n,o
Veis, louca, cristaes, quadros, espelhos e obje:tos
de ouro da casa de residenciado Sr. Antonio F.
\iureira, na Capunga, trave38a da Baixa Verde
n. 15.
Segunda-feira, 26, o de objectos de selleires,
sapateires, corrieiros, e sitigos pira erros, exis
(entes no armazem dos Srs. Mcndes & Pereira da
ruado Mrquez de Olinda n. 53, em liqoidaco,
bem como a armacao, fiteiroa e carteiras.
(arando leilo
De bons movis, aui imprtame pla-
no com pituco uso. um empelbo
oval, louca c cryataea.
Sendo :
Um importante piano do acreditado fabricante
Cari Scel ea Cassel, 1 cadeira para o mesmo, 1
estante para msicas 1 bonita mobilia de junco
preto com 12 cadeiras do guarnicao, 2 ditas de
bracos, 2 ditas de balando, 1 sof e 2 consolo
con pedrs, 1 espelho oval perfeto, 1 tapete para
sof, escarrudi-iias, 3 jarros fiaos, 2 pares de lan
ternas, 1 mesa redonda de ferro, 1 bom tear para
bordar e 1 tapete para piano.
Duns bonitis camas francesas, obra milito bem
acabada, 2 reos guarda-vestidos de amarello, 2
Cimmodas de amarello inteiras, 1 ma dita, 2 e- -
mas para enancas, 1 marqueio estreito, 1 dito
largo, 1 toilet americano, 1 bacia para toilet, 1
tapete para cama, colcfcoes, travesseiros, 2 re-
domas de vi'Iro, 2 espelhos moldura dourada, 2
ditos moldura preta e 1 Isntrrna para estud.
Urna grande mesa tluatica de amarello, de 6 ta
boas, 1 benito guarda-1 1151 de amarello. 2 apara-
dores da columna, l ditj de armario, 1 guarda-
eomid-.s e 1 quartioheirode cilumua.
Uaia mobilia de junco br.nco cem cadeiras de
balan?) e consolos com pedra, 11 cideirus de jun-
co, 2 ditas altas para menino ir mesa, 1 ma
china de costura perfeita, lavatorios de ferro, 1
tab;a e cavalletes para engominado, globos para
canlieiros de gas, apparelbo de louca para jantar.
1 dito para alinoco, copes, clices, garrafas, com
poteiras e porta-qai jos o 1 graude trem de co
zinha.
Sexta-relrn. 3 do correle, &u 11
boras
No primeiro andar do sobrado n. 6 da ra
do L'vramento
O agente Martias. autorisado pelo Ilira. Sr. Al-
bino Jos da Croz, que se retirou para a Europa
com sua Exma. familia, far leilo dos boas mo-
vis e mais objectes cima, (s quacs se tornam
recommendaveis pelo poueo uso que ti ve-rain.
DE PREDIOS
O agente Brtto, levar a leao os seguin'js :
Um sobrado do um andar sito ra do Coronel
Suassuna n. 101, terreno preprio, rende 450000.
Urna casa terrea, grande, ra Augusta n. 268,
terreno proprio.
Estes predice estaj rm boas condicoes e serlo
para mai-^r offerfa.
Sabbado 24 do corrente
A's t i horas
Na ra do Imperador n. 16
Leilao
Le:l&o
De urna grande chcara no lugar denominado
Barreiras em Caxang p rto da estaco, com casa
para grande familia, om 2,caeimbas b uibas, estri-
baras, 1 baixa d-) capim e maitas outras bemfeito-
rias ; bem como urna p -quena parte do eogenbo
llrum m cuj terreno seacba edificada a dita essa
propriedade de J. A. Thon.
(Em um lote)
Sexta f eir 30 de Sr tembro
Ao meio dia
Agente Pinto
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 52
Os pretendentes podem examinar desde j a dita
casa, eotendendo-su com o mesmo agente.
Leilo
De moviis, pianos mobilias, camas, lou-
$as, copos, clices, talheres, 200 latas
co:n sartitilis, eerveja, ginebra, cha
p >s de sol e muitos outros artigos.
110J e: '
A's 11 boras
Ao correr do martello.
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTEBVEN'gO DO AGENTE
GiisuiaO
Leilo
Do hotel da ra do Coronal Suassuna
n. 24, .ntiga ru de Hortas
Constando :
De 2 mesas grandes, 1 fieiro de amarello, 1
banca, 1 esp-lho dourado, 2 quadros, 2 jarros fi
nos, 2 cabides de 6 tornos, 2 iruteiras, copos, pra-
tos travessas, 12 casaes de chicaras, casssrolas,
caldeiio '8, guardanapos, panos de cobrir mesas,
garrafas com cerveja nacional, pbarol, quarti-
nheira, cadeiras avulsas, marqueza, candieiros e
outros muitos movis preprios do estabelecimento.
Sabbado, 9 4 do corrente
A's 11 horas em poDto
POR INTEBVENgO DO AGENTE
Martins
Leilo
De movis, lenca, vidros, crystaes, qaadros, jar-
ros, 1 aspelho oval grande, durado, e < bjeetos
de ouro, a saber :
Urna Tiobilia de Jacaranda com 1 sef, 2 conso-
los, 4 cadeiras de bracos e 12 de guarnicao, 1 es-
pelho oval grande, dourado, 2 castices e mangas,
4 jarros para fl>res, 2 escarradairas, tapetes de
sof, cama e portas, 3 candieiros a gas e pannos
de crochet.
Urna eama francesa, 1 colcho, 1 toilet, 1 la-
vatorio, 1 guarda-vestido, 1 commoda, 1 meia dita,
2 eabides, 1 marquezSo e 1 espelbo grande.
Urna mesa elstica com 5 taboas, I guarda-lou-
5a envidracado, 2 aparadores, 1 sul, 12 cadeiras
de junco, 1 quartinheir, 1 relogio de parede, 1
jogo de gamito, 2 apparrlhoa de porcelana para
cha e juntar, 24 copos, 4 clices, bandejis, ta-
lheres, cclheres, mesas, cadi iras e trem de co-
sinha.
Differcntcs objectos de ouro de le.
SABBADO 24 DE SETEMBbiO
Na Capunga, travessu da Baixa V< rde casa n. 15
Antonio Francisco Moieir.i, tendo de fazer urna
visgem a Europa com sua familia, faz leilao p;r
intervinco do agente Pinto dos movis e mais
ubjeetos existentes em casa de sua residencia, na
Cspunga, casa n. 15 da Baixa Verde, perto dos
Quatro Can [08.
A'> 9 horas c 26 minutos partir da estaco do
arco do Santo Antonio u trem da linha de Caxar.-
g, que chegar s 9 horas e 45 minutos aos Qua
tro Cantos.
O leilao principiar is 10 e mei-i horas.
De 1 piano quasi novo, 1 mobilia de mogno,
1 guarda rcupa, 1 guarde-louca, 1 cama fraaceza
de Jacaranda, 1 mesa elnstica de 6 taboas, 1 mesa
cem estante, 2 carteiras, 2 bercos, 2 malas, 4 me-
sas para jautar, 1 lavatorio com pedra, 2 mar-
qu-zo'S, 1 guarda-comia novo, candieir.s para
kerosene e gz carbnico, qaadros, lou$a, jarros,
mouxoj de palinba, :>par>.d. rea, grande quantida-
de de livros e outros objeetoe.
Segunda-feira 27 do corrente
A's f o l\9 horas
Ra de Pedro AFonso n. 43
Agente Brillo
Agente Pestaa
Leilo
Da armscSo gneros e uteneil os da taver-
na sita ra do Vigario Tenorio n. 15
Segunda-feira, 26 do corrente
A's 11 b ras eiu ponto
O agente Pestaa lcgalm.nte autorisado ven-
der no dia e hora cima mencionados a annafioi
gneros e atencilios da tav rea ra do Viga-
rio n. 15.
Grande e variado leilao
de vaquetas da Russia Extra, e de cores para
carros, sela de lustro-tizo ingiera, lindas lantersas
para carros, casemira de seda azul e galoes para
carros, botoes de meta!, chivee, urruellas e preges,
oleados pretos e palbinba para carros, veUas para
arrcios, argolas, colleiras, guias de sola ingleza e
chicotes para montara.
Quarcnta pe.lles de p:rco Biyoet, 10 duzas
bezerro Ia Sazer, bezerro de diversos fabricantes,
elsticos de seda e de algodao. cordavao e man-
tas frsr.cezes, marroquins de lores, tapetes para
sapatos, castores pir* forro de carro, cadarcos,
presilhas, enfiadores, ilhSzes, satin Polisch.
Tapetes aveludados, sola do Rio, bezewos cor-
nellies, sjIhs preparadas para correias, e bombas,
pellicas, malas de mao, oleado para torro da es-
cada, capas de borraeha.
Silhoes,. sellas, mantas, couros e mais per-
tences.
SEGUNDA FEIRA 26 DE SETEMBRO
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 53
Mendes & Pereira iazem leilao por intervenco
do agente Pinto de um variado e completo sorti-
inento de artigos para loja de sapateiros, selleirot,
corrieiros e artigos para carros existentes em seo
estabelecimento na roa do .Mrquez de Olinda n.
53, em liqnidaco.
Em continuaco
vender o mesmo agente urna armacao ingleza, 3
fiteiros envernisados e envidracados, 1 armario
grande, mezas, carteiras, estrados e repartimentos
para cecriptorio e oatres movis.
Principiar s 10 horas.
AVISOS DIVERSOS
nico reconstituinte a Agua de
Ne anemias
Caj pura .
Aluga-se casas a 8UC0 no becco dos Uoe-
hos, junto do S. Ooncao : a tratAr na ra da
fmperatriz n. 56.
Alnga se por lOOO a casa n. 21 na Var-
zea, defronte da estaco, com armaco ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
Compra-se ama casa terrea na ra da As-
sumpcao ou Santa Cecilia ; a tratar na ra do
Mrquez de Olinda n. 3, loja.
Nao ha quera nao saiba quo no tempo do csj
familias inteiras acampam debaixo dos cajaeiroa
d'onde eabem nedios e snafades, nutriadj-se ex-
clusivamente de producto dos mesmos cajueros.
Precisa-se de urna perita cosiaheira que v
comprar e qae darma em casa ; roa de Joaquim
Nabuco n. 9, Capunga.
= Entre duas eetacoes Cruz das Almas, alu-
ga-se urna casa propria para estrangeiro, com to-
das (.s a:coinmodrtco8 cm frente da chcara do
Sr. Tbon : a tratar na ra Io de Marc n. 25,
loja de joias. _______________________^__
A agua pura de Caj (o nome o diz) nio tem
droga nenhuma nociva, apenas o sumo da me-
dicinal fructa conservado.________
= Aluga-se o 1 ander i>. 9 ra do Coronel
Suassuna ; a tratar na ra da Soledadc n. 30, OU
na ra Imperial n. 19, 2- andar.
Precisa-se de criado para vender taboleiro :
na ra da matriz da Boa-Vista n. 3.
ALUGA-SE ama casa em Santo
Amaso, ra do Lima. n. 30, propria para
familia grande ou collegio. Tem 7 salas,
15 quartos, agua e gaz encanado, r.ppare-
lho e quintal: a tratar na lytographia de
J. E. Purcell, ra Mrquez de Onda
n. 8.______________________________
Quem deixar de convalescer crear appetite, e
engordar para evitar gastar alguna mil ris na
deliciosa bebida Agua de Caja pura.__________
= Aluga-se a cssa terrea n. 127 da ra das
Cinco Pentas, com 3 quartos e grande quintal, e
da roa Imperial n. 196, com muitos commodos,
ambas em bom estado e lmp-is ; a tratar na roa
de S. Jorge (Pilar) n. 56, taverna.______________
Precisase de ama pessoa para cosinbar : no
pateo do Terc n. 32.
aluga-s: barato ol' el' andar do sobrado
da ra do Fogo n. IS ; a tratar na ra de Marci-
lio Diss n. 31, armazem. _________________
180 0 loesaes, dando fiador idneo, a casa
ds travessa da Bimba n. 4 ; trata-se ra do
Pilar n. 125.__________________________________
Precisa-se de um criado pm-a casa de fami-
lia ; a tratar na roa Nova n. 39, loja._________
Na engenhoca Bemfica ra Real da Torre
precisa-se de um carroceiro entendido ; a tratar
na mesma.
Precisa-se


SB


de um homem c de urna muiher para vendagem :
a tratar na roa do Vigario n. 9, 1 andar.
I iislm i




Diario t i eruan-ou. <-- Scxla-fca 23 4c Setenibro de 1887
C2!
Casa para alagar
Aluea-se a casa da toa do Cinde da Boa-Vuta
n. 92, sendo o loguel de 40*000 menjaes, tendo
agua e gas ; a tratmr na ra do Bario da Victo-
ria n. 64, armaiem de movis.__________________
^uem precisara
Alaga se um bom sitio cora as precisas commo-
didades para familia, jacto a cstaco da corva
d'Agua Fria(Btberibe), onde se tratar com Jos
Times Pereira. __^___________________________
O Sr. Dr, Vtenle Pereira do
Beso
Para ii3o incommodar-se, queira ter a bandada
de enviar para a ra do Bara> da Victoria n. 10,
a resposta da carta registrada sab n. 12, e que
foi a V. S. entrfgue no dia 11 do corrente, pois o
portador ah espera. _______
Poltica
Leia-se os imprcssoB qu
na pharmBcia americana.
Be est du-tnbaindo
Fmm passar a fesla
Alaga se urea expeliente casa com agua e gas-
com bastantes commodos para familia, na travs -
sa da ra de S Bcnto n. 4, ou largo de S. Pedro
Novo em Olinda ; a tratar na ra do Ccmmercio
n, 26 A, Recite.
Ao commercio
O abaixo asaignados tendo justo e contraetado
a compra da fabrica de leos Vegetaes ra da
Aurora n. 161, que gira sob a firma de Martins &
Bastos Baccesseres, pedem aoe endures da mesma
firma que aprsentelo seus ttulos no praao de 8 das
na mesma fabrica do sacio dia s 3 oras da
tarde.
Recife, 19 de Setembro de 1887.
Jos Gomes d'Annrim.
Tbcmsi Antonio Qnimaraes,
Fumo carioca
Preparado pela aereditada fabrica do Rio, de-
nominada Fonte Limpa ; vende se em pacotinhos
em todos os estabelecimeutos de retalho.. nico
deposito, na fabrica Veneaa, arco da Conceico
nmeros 4 e 6. _______^____^_^_
Pcitoral de Cambar
<*)
PREgOS
as agencias : frasco 2/500, 1|2 diuia 13* e
duzia 24/000.
Nss sub agencias : frasco 2*800, li2 dosis
' 15*000 e duzia 28*000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro
I vincia Francisco M. da Silva & C, ra do
' Mrquez de Olinda n. 23
MOLESTIAS oo CORACAO
Ai Grageas Tnicas-Cardiacas LE BR N, tonadas na dose de 4 i 6 por da enri as
ENFERMIDADESoCORAClO.PLPITACOESeasHYDROPlSIASatanmaisaYancadasi
LE BftUN, Pharmceutico-Cliimico.Paris,50et52, F" Monunartre, e 41, ruaLafajetlt.
Depositarios em Pemambuco : FRAN M. da SILVA e C\
LOTERA do ceara
XOVO ll \YO
40:000*000
Com a dirainut. quaotia do 20400 habilita-se a tirar 8:0000000 e coro 1)5200
4:000^000.
CORRE 1MPRETERIVELMENTE
sexta feira, 26 do corrente
5O:00O$000
Corre no dia 23 do corrente
ESTA LOTERA NUNCA r 01 TRANSFERIDA
O portedor oe um Luirte cela habilitado a tirar rnais de UM PREMIO !
Cada numero pode ser repetido duna ou tres vezes, prevalecindo todos premios
que sahir.
H-Ifi mil hi ras fo costue.
ri
SAUDE PARA TODOS.
UNCU ENTOHOLL O WAY
OUngu?nto de Kralloway um remedio infallivel pai on males dpemas e do peito tambero pira
as feridas antigs chagas e ulceras. E fama o para a gula e o rheumatismo e para todss as enfermi-
ades de peito ni se reconhece egual
Para os males to garganta, bronchites resfrlamentos e tosses. y
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os memore?
contrahidos e juncturas recias, obra -orno por encanto. r
Cssas medicinas sfto preparados smenit no EstabeJerimento do Profeuor Hollowav,
78, NEW OXFOED STREET (antes 533, Oxford Street), LOKLSES,
E vendem*e em todas as phannac s do universo. *
tT Os compradores sSo convidados respeitosamente a *mi'rfir as rotulo* d* cada cauta e Pote, se nao teem a ff
directio, 533. Oxford So^-tl S8o fclri6c*$om

-
Na ra 1- de Marco n. 20
(junto ao Louvre)
APR0VEITE.I1!
Zephir^s de cores lindas desenlias, a 140, 200 e 240 rg. o covado.
Cretoncs clares inissimns, a 320 rs. o covado.
Ditos cacuros cores Usas, a 360 rs. o dito.
Chitas claras e escuras a 2C0, 240 c 280 rs o dito.
Percalinas a 240 rs. o dito pichincha '
Merioos de erres e pretos, lodo de 13, com 2 larguras a 800 rs. o dito.
Cachemra de listras, a 400 o dito, aproveiter '
Completo o vnribdo sortimento de las para vestidos.
CambraihS de cores com salpicos a 501)00 a pega.
Dit.s brancas a 5A500.
Fustao braceo a 400 rs. o covado.
Dito bramo rendado a 200 rs. o dito.
Esguiao de linho pardo para vestidos e vestuarios de crianzas e 320 ris
o dito.
Bramante de linho coro 10 palmos a 15800 o metro.
Ditos de algudao cem 4 larguras a 800, 1,0100 e 16300 o dito.
Panno do C sti para mesa a 10000 e 10200 o covado.
Atoalhado de linho muito fino a 20400 o metra.
Ditos de alg-lao a 10200 10300 o dito.
Guardanapos a 202UO e 20800 a duzia.
Bordados de 500 a 20000 a pee.
C. Minados bordados a 120000 e 150000 um.
Fichus Je lil a 10500 n-n.
Tochas para benitos a 1(5500 urna.
Ditas alcoebeadas para rusto a 30500 a duzia.
Oeichaa de cores a 20000 urna.
Meias de cores para s< nhra a 40500 e 55000 a duzia, convem'
Ditas para hornera de 30600 a r-0OOi a dita.
CamBas de meias pan homi-ns, amito finas a 10000 urna.
Para linnlnuie mar
Costume para senhorns a 100000 um.
Dito para homens a 80000.
Ditos para m^nnos a 0OOO.
Sap-i' s e bolsas para o fi>n e milites outros artigosi a precia^So publica.
A RlIA 1 DE MAK(!0 N. 0 (JUNTO AO
LOUVRE)
AMARAL & C.
licenciado pela Inspectora Qemlde Rygine do Importo do BratfL
Estmago, Dyspepsia,
Tnico
Oriental
'0
AMA
Precisase de urna ama para comprar e
cozinhar em casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
.%*,%
Precisa se de orna ama para casa de pooca fa-
milia ; a tratar no beco do Peize Frito n. 9. se-
gando andar.
Ama
Precia-se de una ama
Santo n. 17, 3- andar.
no 1-rgo do Corpo
Ama e criado
Precisa-ae do urna boa cosinheira
que entenda do servido de copi-iro
ra do Marques do Herval n.
cop'ir
i.37.
e um criado
a tratar na
AMA
Precisa-se de urna crisda pira engommar roapa
lisa e outros servidos leves em casa de tnmilia :
na I. ja de tasendas ra Duque de Caxias nu-
mero 4.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo servico de
casa de tres pessoas ; em Santo Am*ro das Sali-
nas, taverna de liento Jos Ferreira.
Ama
Precisa-se de urna
ra Imperial n. 42.
ama para engommar ; na
Ama
Precisa-ae da urna ama para o aervijo
de familia e q'ie tenba boi conducta ;
na ra do Bar) da Victoria n. 46, loja.
de casa
a tratar
Ama de leite
Prcciea-ae
Mrquez do
Venus.
de ama ama de lite; na rus do
Herval n. 163, dofrunte da fabrica
Aluga-sc barato
Ra V seonde de Itaparica n. 43, armaiem
Ra Coronel Suassuna n. 141, quarto.
B-'Cco da Bomba n. 8.
Coredor do Biepo il .
Baixa verde n. 1 C.
Largo do mercado com agua n. 17.
Ra do Calabouco n. 4, loja.
f i ata-so na na do CwsrrcM n. 5, 1' andar
es nptorio de Silva Huimares & C.
Plalas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, cuja j-reparacao pnrameiite ve
?etal, teem sida por mais de 2 annos aproreitada*
eom os melhores resaltados as segnintes moles-
tias : affeecoes da ^elle e do fgado, syphilis.
"o6>s, escrfulas, enagas inveteradas, crysipelas e
i^onorrbas.
Modo de naal-u*
Como purgativas tome-se de 3 a 6 por da, be
vndo-se apos cada dse um pouco d'agua adoca
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras i tome-se um pilla ao jantar
Estas pilulas, de invengo dos pharmaeeuticot
Mtreida Andrade t Filhos, teem veridictum doi
Srs. mdicos para sna melher garanta, tornndo-
le mais recommendaveis, por serem um segut-
ourgtvo e de pom'a dieta, pelo que podeni ser
isadas em viagem. ,
ACUAM-SE A' VENDA
*' drogara de Paria Sobrinlio A
^l -BBA DO MAEQEZ DE OLINDA 41
Compra-se
orna casa no bairro de S. Jos, com tres portas e
commodos aufficientes para f iinilia ; a tratar no
pateo do Mercado n. 6, tav< rna
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Physiologicas,
para o
Toucador
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Devolve. com o brilho e frescura cabello ffiaalho ou lraneo urna rica cor natu-
ral, cwtanlv ou preto, como se deseja. Pelo seu
neo, ao casco claro ou rVxo pode dar-se urna cor
escura, e grossura ao cabello fino, emquanto que
f renuentemente cura a calvicie, porem ero sempri-.
Impede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a crescer vigorosamente. Reprime o pro-
gresso e cura a tinha e caspa, curando quasi todas as
doeneas peculiares do pericraneo. Como ComucI i-
co para afornionear o cabello da Senhoran o
Vigor nio tciii rival: Dio eonteai azeite ou tinta al-
gumn, i M lio iuiive, brilhante e sedoso na
apparencia, c toininunica-lbe um jierfumc delicado,
agradwel e perman-t.!-'.
I'KEI'ARADO PELO
DE. J. C. AYER e CA.,
IiOwell, Mass., E. U. A.
A' veiida uas principaes pharmaciM e *lrogaria*.
Cocheira ^iortc-Pernanibucana
Com esto titulo acaba de se fundar na cidade de
G y^nua, um prande ratabelo imento de carros
de aluguel, pertcncente a firm aocial Aranha,
Ucba ie se pr pSa 8 rvir ao publico com
a maior regularidade, presteza e por prrjos m-
dica.
D'ora em diante partirao tcdss as quintas-feiras
de Goy.inns, & 6 horas d manha e 88 3 da tarde
para Onda, c de Olioda pnra Goyanna aos sab-
bdos, s 6 horus da tarde, e aos domingos s 7
horas da manh.l. s carros nao admittirSo nu-
mero de passHg< ron i>up"ror a sua lotafls.
O prcc-< de cada visg' m de ida e vulta srri
liOO").
Viagcm de ida ou volta s mente, ser 6000.
O passsgeiro ter.i direito a assento reservado,
pagando mais 25 00
Espera a empresa qu.i u3o lhe faltar o Emilio
do publico, com especialidade co commorcio de
( y ,nna, auxili q-ie promover retribuir, esfor-
oantfvn para que o seivigo se fa9 cita a msior
regol-iri'.ads possivel.
Logo que o ttmpo e f.s estradas milboratem,
sera reducido o prc/> das pasadg.ns.
su
XAROPE
VINHOdeJURUBEBA
BARTHOLOMEO & C
Pharm. Pernambuco
nicos preparados de JURUBEBA re-
commendados pelos Mdicos contra as
Doeneas do Zitoma/o, n e Intestino!, Verda do Appetlte.etc.
15 Anuos ie bom xito!
EXIGIR A ASSIONATURA.
ASA DA FORTUNA
Aos I2::0l,$000
BI i heles garantidos
23-RUA PRIMKIRO DEMARCO-23
Da 9a lotera da provineia venderam
Martina Fiuza &, C. os seguintes premios
garantidos ;
3725
266
3101
2932
Acham-se venda os afortunados bi
ILetes garantidos da 10* lotera da provin-
cia em beof*icio da Santa Casa de Miseri
cordia do Recife, que se extrabir quan
l:00O|000
5006000
2005000
^OOO
os afortunados
do for annuciada.
/
VIMIO DE JURUBEBA
COM lODl'RETO DE FOTASSIO
Tnico, lepurativo e anty-
rhenmadeo
PKEPARADO POE
BarlMien & G. Snccessor
Approvado pela Junta Gt-ral de Hygiene
da Corte e ?uterisnda pelo governo
s repetidos pedidos que nos foram fritos por
amitos dos nossos >lluatradoa clnicos para juntar-
moa ao nos8oVinhi. de Jurub ba,j tSa vanta-
josamrute conhecido no no.so paiz, como no cstrnii-
geiro, am dose nacti aempre determinad de
iudureto de potasa o, cranlo assim um medica-
mento certo e inalteravel, de imroenaas virtudes
medicinaea, nSo nos deixxram hesitar um t in-
st-nte, e hoje t'mos a Eatisfujilo de apresentar ao
iliustrp corpo medico do nosso pniz e ao publico
em geral eaae novo preparado, cuj ac(3u curativa
e certa em grai.d. numero de mulestias incon-
testavel, como svy. ni rheumatiamo agudo on
chronie.i, as obstruesoea do figado e baco, naa
anemas, as clorje, Jiydropeaias, m-lestias uri-
narias, debilidade do" etumago e uas de origem
syphilitica.
A jurubeba, rasa pi.inta preciosissims, tao cheia
de victurli-s medicinae?, associada assim ao ioda-
reto de potussio, o depura'ivo de um valor im-
menso, faz com que o nosso preparado seja asado
de preferencia, como um medicamento certo e in-
fallivel pura a cura das molestias que cima dei-
xainos deacriptaa.
Seu uso de fcil tpplicacjo, pedendo por isso
ser turnado pelo d.-ute : todava recomme-.damo
a direcgo dp um medico, e t eile deve modificar
a sua accao, elevando ou diminuindo a dose se-
gundo o tffeito qae julgar preciso em tic. das
molestias y coaibater.
0 nosso vinho de jurubeba e iodareU de potas-
aio paro tem urna dose exacta de iudureto repre
sentada em urna c llar de sopa por quiltro graos
de iudureto, podendo por isso s-t t. mado pelos
adultos na dose de 3 coiheres de sopa por dia e
pelas creancas na d< 3 daa de cha, momentos an-
tPS on id acto das n-fenoes.
BARTHOLOMEU & C. SUCCESSORES
DEPOSITO
54-Rua Larga do Rosario--34
PEKNAMBUCO
SEMIJM
De Brons & G, de Glasgow
Este artigo, preparado por nm novo processo
de trigo da melnor qualidade, poeaue os elemen-
tos necesssrios para nutrico de enancas e doeu-
tes, e muito ae recommenda 'por ser de fcil di-
gestao e gesto muito sgradavel ; tambem pode-se
fazer urna ixcellente papa, misturado em partes
iguaes com a maisena dos meamos fabricantes,
addicionando-se-lhv algum leite. nicos agentes
nesta praca, Saanders Brothers & C, la/go do
Corpo Santo n. 11, primeiro andar.
o
Criado e cosinheira
Precisa-ae de criado e cosinh -ira ; a tratar no
tereeiro andar, por cima da typographia dest*
Diario.
As afamadas
Cbeg.u a primeira remessa do precioso farello
de caroco de algodo, o mais barato de todos os
alimentes para animaos de rafa cavallar, vacum
saino, te. O caroco de algodao depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos anim es para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle em legado (com o maie feliz re-
sultado) de preferencia so milho e outros arelbs
que sao muito mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
* tratar no Beclfe rom FragaBocba
Quem quizer alugir a casa n. 8 ra da Uni2o
com muitaa aceoinmodacoea, pideri entender-8e
com os Srs. Negreiros ra do Imperador n. 24.
Nenenles de carrapalo
Compram se pequeas quantidades ; na droga-
ra de Francisco AI. da Silva & C, ra do Mi.r-
quez de Olinda n. 23.
Mademoiselle (olinha
Ra do Imperador n. 55, segundo andar.
Modista__________
Fabrico de assucar
Apparelhos ecouomicos para o cozirne ;-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo mdico era preco e ef-
fectlvo em operaco.
Fode-se ajuntar aos Dgenhos existentes
do systema velho, melborando muito a
qualidade do a88ucar c augmentando a
quantidade.
OPERAQO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
maihinismo ape.rfeijoaio, systema raoder- ]
no. Plantas completas ou machinis no
separado.
EspecificagSes e inforraa58cs cm
Browns C.
5RA DO COMMERCIO-5
moas nmmm s
nico dep.osito em casa de
Paria Kobrlnho *1 1.
41Ra do Mrquez de Olinda 41
oihinhas de Laemmert
PARA
J888
J cheg-aram para
Livraria Parisiense n.
7 A ra Primeiro de
Mar$o.
Criado
Precisa-se de um rapaz d 12 a 14 annos de
idade ; na trr.vessa d> C-rpj Panto n. 27.
Pr csa-se
de um meaino para vender ;
mero 30.
na ra do Cj nu-
Central Segar Faf lories
O escriptorio desta compinbia de engenhos cen-
traes mudou-sc para a ra da Mo;da n. 5, pri-
meiro andii'.
Feitor
Precisa se dr um fecr p^ra hort.i c sitio, aem
jardiin ; a tratar nj rui l al da Torre, junto da
eng< nbnca BemGca.
Ps
o tcnteio
SI lio & Bisat avisam ao respeiUvel pnb'ieo
que todas as terj-'s e sextas tetras tee n este aa-
bor3;o pao ; tua larga do R-s^no a. 40.
VENDAS
Agencia de cobranzas
So paleo do LUramcaio a. SY
Ei-c: rrega-se de cobraosas.
Vende- se a eaea di roa d i ConceicS i do
, povoado da Torre n. 2. eom un terrr. i la cet;to e
tuntos p-luios de frente e 300 dit s de fuado, toa-
da nivertas arvores fructferas, eacimba e bomba;
a tratar ni mesma.
Terreno
Costurciras
No pateo do Livramento n. 27, 1- andar, cose
se com pcrfeigS-i roupas de a!faiate, e asim como
vestidos por Agutino'".
Caxang
Alugam-se quartos mobiliadus por 15^01 men-
sacs, com cemmodor para Esaba e osi ha : no
untigo hutel do Far,fH.
Para passar a fesla
Alaga se e vende-sa por barato urna ca?a pe-
qat-na, propria pura pissar o tempj da f'sta no
Cura i de Apipnco3 n. '.'t, no com r el -. igreja.
Urna casa e sitio nu estucho dous irma s, em as 6,
Veude-se ura t rreno confr.inte a cstagSj do
Principe, estrada de Joo de Batros, czca 90 pal-
mos de frente e bastaates fundos, e c-im alicerce
para 3 casas; tra'ar na ra d'A.ollo u. 30, pri-
oiro and-;r.
Barato
Apipueos. Quem pretender dirija-se aoCamiibj
Nvo n. 79, que far negocio.
Milita allencao
Na raa Sete de S^t'mbn (julr'ori beceo dos
Ferreiros) n. 6, fu-M phea e recorta-se babados
largos e estreitos.
Vende-se on prcunU-ee por pequeas cassa em
qualquir d>-s freguezias do R''cit^", a casa n. 28
ladeira do Varadoar"1, on c.-imm id s pura nums-
rosa familia, a q'ial tem quitro sala^, ee3 gan-
des quart .s, gabii.ete e boa eoainha, c i^ qiii-ital
grand--, arbirisal. S 'i;ii murado, cacimba de
mnitj b;a agu t, e sahida .ara obcci da Poe:ra :
a tratar na ra velha d Santa Rita n. 14. s lira-
do, d-s 8 oras da m-nih'i a 1 da tasde, oa d s i
onde tambem sealuga b .rato a casa ti rea
monta
Homus,
P
CLERY Vende-se em toda carte
Casas em Jaboatao
Alugam se b".s casas novas, prximas do rio e
da estafa > do caminho de f. rro : trat.-r no Caes
do Apollo n. 47.
H
IGUAtt^SS'
Dr. Paes Brrelo
PROMOTOR PUBLICOE
{} Advogado
Pedido
K*tfllMkO
rTeO.6,600i7^^4i | j^ ^ O0
m LAROCHE Pharmac.ntic7^-^" PARS, VIENNE, NICE, eta.
O Quina-Laroche nao i um qualquer preparido, porm multado di irabalhos qt
mnmguuomm vitar o mais altas recompensas > Estado. O mesmo ferrugtnv*'
Emilia Vtelra Nanea
Clemente Nones Pacheco e Herminia Vieira
Braga de Licerda agradecem s pesaoas que
HCompanhrram ao ctmiterio os restjs mortses
de sua presada esposa e fiha, Emilia Vieira No-
nes ; e convidara seus prenos e amigos para
assistiiem as missas qui, pe i dcscanv-i eterno da
alma da finada, sero c Irbradas na irija da or-
d m terceira de S. Francisco, no da 26 do cor-
rente, s 8 horas, do q Hgr decid f. ____________
Pede-se ao Sr. Dr engenheiro e ebefe da estra -
da di Carnar, o obsequio de prestar attenco ao
engenheiro residente m trecho de Gamellcira
Beserros, pois que di'o engenheiro e se oceupa
em ama sociedade de danca, e manda pesaoas
pouco habilitadas para o local nivellar obras d'ar-
to, visto que manda por lmbalos qne e tem
pratica de cavar mandioca. Se as obras esto
bem construidas, ist > ao bom desempenho do
Sr. empreiteiro, que presta toda attenco em dito
servico.
O espiSo.
Para evitar duvidas
Como tenham e andem rsroolando e dirigindo-
sr i fHeios a diversis pesaoas firmados por nm Sr.
Manoel da Costa Pereira, qne se diz secretario de
urna commisso, e encargfgada da fusta do Senhor
Bom Jess dos Passo' sein declaracio da igreja
aonde tem de ser cel< brada tal feslividade, para
evitar duvidas, dec!ara-se qu nSo ae enti-nde
cora a irmandde do Senhor H>a Jesuj dos Pas-
aos da matiis do Corno Santo, a qual tem de ce
lebrar a festa de aeu Divino Padroeiro no dia 9
de Outubro viod ,uro.
"">" tosa Wanserley
A Sociedade Monte Po Pernambucano, manda
diier orna miras, s 8 horas da rnanbS, do dia 23
deste mes, na igreja do M nteir >, pela alma do
seo aeanpre lembrado irmio, Antonio Lina da
Costa Wanderley, 7* do ito fallecimiento, para o
qne convida aos parentes e amigos do mesmo fi-
Inado.
Amas
Precisa-se de dnas acnas, sendo urna boa cosi-
nheira e outra engommadeira ; na roa Primeiro
de Marco n. 16.
Chromos c cartocs dr
phanlasia
Grande sor'imento receben a
Livraria popular
Roa do Imperador numero 9 9
Viudos da (arrJeira
Finos
Carcf vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Paisas.
PARA MESA
Genuino do Lavraoi.. a 500 rs. a garrafa.
Na m-re ana de Manoel Corris & C
rraca do Coasde d'Rn n. IS
n. 40 roa de Lomas Valentinas, eom bons com-
modos, b;m qui tal, cacimba t. e es' limpa.
Tabrica de chapeos
Antonio Jos Naia & Q.
DEPOSITO
raa do Bar da Victoria ns.
U e 36
Os proprietaiios deste eatabeli-cimento sci
cain aos seus numerosos freguezes e ao respeit a]
publico, qu" ctntiouam a ter grande sortinrnto
M chajios de todas as qualidades e forma'os,
manufactura des c>m toda a pcrfeiyo e por pr
mais vantaj. sos que em outra qualquer parte.
Pontos de francez
Estao venda na livraria Econmica o I II.
III. pjntos de frunces, segunda o proeramma de
1887 ___________________________
CEJML
lli-Roa do Baro da Victoria1^
Damiao L'ma & C. chamam a attenco
das Exmas. familias para seus prejos :
Pecas de bicos de cores a 3500.
Ditas do ditos branens a 2500.
Ditas de dits a 1500. 18(J0 e 2* 00.
Boto.'s de madreperola finos a 320, 400, 600 8
800 ris.
Bolsas para meninos, de 1 500 a 5000.
La para bordar a 2800.
Dita meselada a 34800.
Meias para ser-hora a 320, 4' 0, 600 c 800 ris.
Baleias a 320 ris.
Arqumhos a 120, 160 e 200 ris.
Lencos de tela a 14000.
Fitas modernas a 5 0, 600 e 1/000.
Passarinboa de ia a 500 ris.
Apparelhos para enanca a 1/200 e 1/500.
Ditos de metal a 1/500 e 2/000.
Finos cbapeusinhos a 5/.
Sapatinhos de setim a 3/ e 4/000.
Modero s fspartilbos a 6/000.
Bonitos ccllarinhos a 500 ris.
Punhos todos os nmeros a 900 e 1 /000,
Touquinbus a 2/0('0.
Lcqaes transparentes a 2/500
Dit. s de seda a 5/000.
Ditos de aetin ta 1 /5U0.
Ditos de papel:. 4< 0, 500, 6f"0 e 800 ris.
Caizas com 3 sub netes a 500 is.
Urna barra de sabSo a 700, 900 e 1/200.
Ln\a defla a 2/500.
Bonitos jarros a 5/, 10/ e 15/000.
Iuvisiveis grandes a 320 ris.
L nhaa 200 jardas a 80 ria.
16-Kujf do Riro da Victoria16
Boa iocalidade
Vende-se um deposito raa do Raogel n. 58 ;
u tratar no meamo.
Bom neg-ocio
Vende se a taverna sita roa da Detencao n. b
a tratar na mesma.
Terrenos cm Bcberibe
C Vende se terrenos em Beberibe de Raixo, Agaa
Fria, que pertenceram a D. Seuhorinha e hrje aos
herdeiros do Dr Burgos Ponce dt> Len, esm ti-
tulo legal ; a tratar na ra do Iinajtradcr n. 81,
con o solicitad< r Luis Machado Butrino.
Attenco
Pranrboea de plnho da necia
Vende-se pranchoes de Pinho da Su-cia le 3 x 9
pollegadas, em lotes de 20 duiiaa para cima, por
pnco. mdico ; a tratar ns rna do Commercio na-
roero 4.
-
1
- i



Diario de PeroambucoScxta-fcira 23 de Setembr de 1887
4*
r '
De urca grande parte "de fazendas existentes na acreditada casa ra Dique
de CaxiaB n. 59: apresontanios em seguida uraa lista de alguna artigos que reala ente
sSo baratsimos.
Esplendido sortimento de cachemiras para vestidos, de 400 rs. a 1#>X) o
cavado.
Merinos de cores a 600 e 800 rs., duas larguras I
dem pretos desde 800 rs. a 2&bOO o covado !
Setinelas Iin"iissimas a 280 rs. o dito!
Riscadinhos para vestidos, cores lindas, a 160 e 200 r. o dito !
Cretones claros, superiores, a 240 e 280 rs. o dito 1
Damascos de 13, duas larguras, proprios para.capa de piano a 2J030 o dito
Camisas irglezas, branca, a 36000 a duzia !
dem do cretcnes finos a 240000 a dita 1
Ceroulas de bramante, bordadas a 120000 e 140000 a dita !
Meias superiores a 20800 e 30800 a dita I
Cambraia Victoria com 10 jardas a 30000 a pega!
Maskpiilo pelle de ovo, 24 jardas, a 60500 a dita. 1
Dito americano, superior, a 50800 a dita l
Bram aites de linbo puro, 4 larguras, a 20000 o metro !
dem de algotiao superior a 800 rs. u 10200 o dito!
Cortes de cascuuras e meh-easemiras a 20500, 30000, 50000 o 60000
Caseaiiras diagonal para roupas de crianess a 800 rs. !
dem de duas larguras a 10800, 20000, 20200 e 30200 o covado I
Bis de cores e pardos para todos os precos.
Guarnieres crochets para cadeiras e sof a 800001
Cortinados de bordados a 70000 o par !
Col has e cobertores a 20000, 205CO e 30000 !
Sortimento de fiebs, luvas, leques, enxovaes p3ra Exmas noivas.
Deposito de fazendas o as vendas om grosso damos descont da praja.
Lotera da Provincia
Aclia-sc vcuda a 10.a lotera a bene-
ficio daS. Casa de Misericordia do Recife, que
ter lugar no consistorio uaigrej de Nossa
Scnhora da Gonceifao dos Militares, onde
estar o expostas as csplterus em orden? nu-
mrica, para seren exai^'Viadas.
58Ra do Imperador38

SUCCESSORESE
CARNEIRO DA CNHA & C.
59Rua Duque de CaxiasS9

Em casa ele todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeirc
"O A13TB ca T5na
PR8PARADO COM BISMUTHO
Perfumista
F-A-ISIS, 9, Ifrua de la 3?a.iae, 3, PARS

Nesta gr. ndo pbarmacia aviase
solicitude e modiciJade.
receitas e pedidos com promptidSu,
As ppf scrpi'Oes em linguas estraogeiras sao fielmente
despajadas
O pharmaceutico pernambucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os clnicos desta cidade que qu'iram honral-o com sua confianja
para oualquer trabalbo profssonal e ao publico. Garante so a mais atten-
i-icsa e cons:ientiosa cxecucSo.
Esta casa recebe seus productos chinacos o drogas directamente
das melhores casas da Europa, especialmente encommendadas para seu
receituario.
ESPECALDADE
Salsomo lo Tola
FUNDICAO DE FERRO
CARDUZO a IRMAO
Ra do Rarao do Triumpho ik 100 a 104
Deposito a roa do Apollo ns. 2 e 2II
Tem sempre em deposito todos os machinismos e ferragens precisas agr cul-
tura desta provincia, como sejam : vapores locomoveis, semi fixos, com cal: eir
ohornis ou para fogo de assentamento, moendas de todos os tamanbos, tacbas batidas
e fundidas, etc.
Mandam vir por encommeuda qualqucr macbinismo, encarregam se de sental-os
se respnsabilisam pelo bom trabalbo do mesmo.
Vendem a prazo ou a dinbeiro com descont e a precos resumidos.
i*!**-
LICESCIADOS PELA INSPECTORA GEBAL DE HYGIENB DO IMPERIO DO BRAZ.L
Aperientes. Eslomachico, Purgativo*, Depurativo
contra a Falta de appetlte, a Obatrncc&o, a Bnxaqueca, as Vertta-eml,
* as Cona-esttea, i te. Dose ordinaria : i, t a S graos,
f Desconfiar as falsiflcacftes Kxlglr ojotulo luntojmprimiclo^em trances
******
e com letras de 4 odre, sendo
cada uma letra de uma cor clifTerente e
Im P ARIZ, Pbarmacia LESOY
0 Selle da Onio dos Fabricantes
Dctetiioi en tata u t^wlpai rkamaciu.

J01H UtfSE k
Ra de Marco n. 6.
^Papti ipam ao respeitavcl publico que, tendo augmentado seu
cstabelccimcnto de JOLAS com mais uma scelo, no pavimento terreo,
com especialidades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exmas. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimenlo, onde encontrarlo um riquissimo sortimento de joiaa de our a
pr;,ta, perolas. brilhantes e outras podras preciosas, e relogios de aro,
prata e nikel.
Os artigos que recebem directamente por todos os vapor sao
exeautados pelos mais afamados especialistas o fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joiaa de subido valor achara uma grande variedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
basamentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relacSo ao proco, e nem qnalidade, os objectos cima
mencionados, encontrarlo concurrencia n'esta praca.
Creme Simn
CCS
POS DE ARROZ SIMN
Saboneta reme Simn
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
rostro : Frescura, Mocidade e Macieza.
FRUSTRAL AS NUMEROSAS IUITAQOES.
J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
PRINCIPAES PHARMACIAS, PERFUMERAS ET LOMAS OE CABAUEREIROS. O
AOLOUVRE
O proprietarios d'esse antigo estabdecimento sempre no intuito de correspen-
der confianca das Ex-nas Sras nao poupam esforcos fim do satisfazer a exigen
ca do bom gusto e para o que acba se actualmente em Pars um dos socios da casa,
que vai por todos os paquetes remetiendo o que o capricho da moda vai inventando, e
para prova presentamos o seguinte :
Lindissimos cortes de 12, montados em cartUo, com guarnicSo de contas oxy-
dadas!
Esplendida colleccSo de capotas e chap >s para senbora I
Gnarnicao completa de vidrlbo sui gent-ris !
Romeiras dolmaos e visites em t cides dEferentes 1
Mantilhas andaluzas, rspedialidaJe I
Ditas de fil de seda primorosamente bordadas I
Rendas hespanholas chantiilv em surtidas cores I
Luvas de seda bordadas ero alto relevo !
Sodinhas e srabs, grande moda I
Colabas tureas a iroitaco do crochet!
Pfclitots de seda cia, pretos e cinzentos 1
E muitos outr. s artigus de moda.
1

4
1 de Marco o. 20 A (esquina)
CASA DE CONFIANZA
Preparado pelo pharmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de uma eficacia verdaderamente maravilbosa as molestias dos orgSss
respiratorios.
Bronchites, asthma toss *, convulsa, etc.
:o:
Essencia depurativa. Formula do distincto clnico Dr. Ramos.
Depurativo por excellencia para todas as molestias que tem a origem
na impureza do sargue.
lis, jarlas, ulceras, erupcoes erpeticas, ele, stc.
:o:
Tinta preta para escreverinalteravely fabricada com muito cuidado
tZ por uma formula ingleza, especial para escripturacio mercantil e repartieres
*&. publicas, secca de pressa, perfeitamente preta, nao corroe as pennas, nSo
deposita e d icpia.
-**
A REYOLIICAO
48~Bna te Dip le Guii-48
GRANDES NOVIDADES.
Esplendido sortimento de cambraia com salpicos, brancas e de cores a 50000,
5^500, 60000 e 60500 a pe?a.
Mdtins escocezes e de listrae, combinsclo, a 440 rs. o covado.
Lindos cortes de cretona com barra, alta novidade, a 80000.
Lencos de seda, lindos gostos, a 10000, 10500, 20000.
Las de quadros, o que ba Je mais novo no m<-rcado, fazenda larg?, a 600 e
800 rs. o covado.
Cachemira a^olehoada, lindas cores, a 500 rs. o covado.
Colchas de cores, esplendido sortimento, a 20000, 20500, 30000, 30500
o 40000.
Ditas de crochet muito grandes a 60000 e 8000 uma.
Cortinados bardados a 60000, 70000. 80000, 90'AO e 100000, o par.
Ditos de crochet, completo, a 450000.
Lindas guamiles de crochet psra cadeira e soph a 60000, 80000 e 100000.
Meric, lindas cores, a 700, 800 e 10200 o covado.
Guarnieres de veludilbo bordados a vidrilho para enfeites de vestidos a
60000 uro
Cachemira broch ultima moda a 10500 o covado.
Ditas pretas, soriimento completo, a 600, 10000, 10200, 10400, 10600, 10800,
e 20000 o covado.
Ditas assitinadas a 10500 e 10600 o covado.
Vestuarios para baptisado ricamente enfeitados a 90000 e 130000.
Colarinhos e punhos para senhoras, ultima, novidade a 20500.
Camisas bordadas para senbora a 30000, 40000 e 40500 uma.
Sahidas de baile, lindos gostos, coro pequeo defeito a 20000 e perfeitas
a 30000.
LequeB com lindas paisagens a 500 e 20500.
Bordados e- ntremelos de cambraia baratissimo
Sintos de chagrn para sunhora e criancas a 10000.
MadapolSo Revolucao, fazenda muito boa com 20 varas a 60000 a peca.
Muitas outras fazendas que s com a presenca das Exmas. familias e respeita
vel publico se podero apreciar.
llenrique d i Silva Morara
ELIXIR &VINH0
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pep^ia vegetal)
sao 03 mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQESDO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIGESTO. ETC., ETC.
UM CALIC8 LOGO DEPOIS LA COMIDA BASTA PARA CUrfAB OS CASOS MA S REBKLDBS
venda nai principas* Pharmacia e Drogaras.
Venda em grosso em Pars .TROUETTE-PERRET, boulevard Voltaire, i6t
mu ulur t Mi* U DIlA im FaUICAITE sobre os Frascos para evitar as ribtffeafiw.
Depsitos em Pernambuco : FRAM M. da SILVA e c- e as princlpaes phannaclas.
VERDADEIRO
ELIXIR. DR GUILLIEI
Tnico Anti-Catarrhal e Anti-Bilioao
.PAUL QAQE, puarmaceDtico it 1classe. dootor em medicina
MOLESTIAS
DO FIGADO
DIGESTES
(lineis
fHEUmATISMA
GOTTA
PEI-A faci;i.dXoe de P..,.,
NICO PROPRIETARIO DE E8TE MEDICAMENTO
UBIS, 9, na de Greaelle-Saiat-Garaata, 9, VARIS
Afais de $eutntn annos de successo (em prorado eficacia
nconteslarel do Elixir de GulUt ; este medicunenw o m. i
econmico e o bi.is commodo par wr empregado quer como Pur-
gante ou Depurativo.
1'rsrtinfiar iiv falsifariivH
Elixir k 6oll
liifir o ]{iliii
Cada garrafa deve $r
TBaTADO SOBRB A OBIOEM DO (ATABKHO {PITCITAj
fcpcsittrio em Ptrnambucoi TF* M.da Silva & 0*. I
Illll coa i Im Pili G1GE
accompanhada com o
FEBRES
CONTAGIOSAS
Fluxoes
DO PEITO
IHOLESTIAS
Has Mulheres
e das Cr/ancas
Yenda d sitio
Veade-se oa permuta-so por predio n?ata cida-
de um bom sitio com boa casa, muitas fructeirai,
rxcilleute baubo do rio, boa agua de cacimba,
exteuso de terreno para baixa de capim, to lo
murado na frente, com orto e gradeameuto, com
eaminho ie ferro e eotacao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeiis, cjnhecido pelo sitio do Joo
Selleiro, junto ao Dr. Erne.-to de Aquiao Fonse-
ca : quem pretender dirija-se praca da Inde-
pendencia n. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
Allencao
Vende se especial farinha de milbo e de arroz,
feita vapor, e preparada para bolo, cangica,
cuscus e outras diversas especies de comedorias,
que ai c.ssitem destes meamos gneros, sendos
210 rs. c kilo da de milho e a de arroz a 320 rs.,
assim como farinha para tender o pao cerveja a
20C() a arroba : na padaria da travesea do
P.'mbal n. 1, pertencente a Pereira te Pinto.
Telephone296
10
Telhas de zinco
Vende-se telhas de zinco, usadas ; no caes 23
de Novembro, armazem da bola amarella n. 36.
Seraentes d cacao
Diariamente debute-se na imprnsa a cisj
aterradora poique esto passando aa proviiciaa
do norte deste imperio ; sao innmeros os recia- !
Ldn. wi aLCJ?.fe%Sem qUe 8t,Jm.Btte''did0 Vende-se sementes de cacao noaS ; no caes 22
oes civinfldaB^ B' ^ K "* "*' de No*emb'. ""em da b.la amareila n. 36.
E para que se possa dar impulsos aos desojados '
progresos que certamente trarao o bem estar de
Jaivramento & C.
todos, res.lveram Martina Pires Se C. ectabele-
cides com armazem de molhadoa ra Es-
treita do Ros rio ns. 1 e 2, a vender por precos
mdicos os artigos eoneernentes ao seu ramo
de negocio, que certamente constitue uma eco-
noma diaria e onde se acha um completo sor-
timento dos seguintes artigas, que pela sua qua-
lidade e precos sao recommendaveis, como se-
jam :
Vinhos finos do Porto
Madeira
Shcrry Ba Duque de Cada a. IOS
Chamberin Grande soniorento de objectos para pre
Bordeaux sentes, sendo: carteiras, porta ioias, al-
Moscatel y i r, J ,
Collares e Bu calas, bum de madreperola para baile, dem de
Cimpleto sortimento de cervejas, cognac, bitter, marfira, estojos para agulhas, lapiseiras,
licores, docta, bolacbinhas nacionaes e estrangoi- broches de madreperola, idem de marfm
ral: j. __ desenbando em alto relevo flores e um mo-
Queijos frescos "
mengo
vendem cimento port'and, marca Bobina, de 1*
ualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Papel para impresso
Vende-se papel para impresso, do formato Dia-
rio e Jemal do Kecife ; na ra do Mrquez de
Olinda n. 31.
do serto, prato, Minas e fia-
do Paran, formicido ca-
Azeite de cc1, mate
panema.
Precos sem competencia.
Ns. 1 e 2Ra Estreita do RosarioNs. 1 e 2
Martins Pires & C.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este excellento Whisky Escossez pre-
ferivel so cognac oa agurdente de canna,
para fortificar o corpo
Vende-se a retalbo nos melbores arma-
zens de molhados.
Pedo ROYAL BLEND marca VIADO
cajo nome e emblema sao registrados para
tedo o Brasil.
BROWNS A C, agentes.
Sitio no Arraiai
Vende-se a casa terrea com 7 quartos, 3 salas,
soeinba, querto com baubo de chuvisco, depen-
dencias pa criados, cacimba com muito boa
agua e bomba, um lindo jaxdim, passa um riacb >
pelo centro do sitio, tendo uma peqnena ponte
com bancos para recreio, arvores fructferas, co-
queiros, laranjeiras, sapotiseiros, mangueiras, ja-
queiras e outras diversas, ra da Harmona,
dividindo com o sitio do Sr. Baduem : a tratar
com o Se. Domingos Gomes Correia, na casa ama-
rella, ou na ra da Paz n. 42.
Taverna
Vende-se a taverna da esquina do becco do
Pocinho n. 24 ; a tratar na mesma.
Bom piano
Vende-se um bom piano muito pouco usado, por
preco mdico : a tratar no pateo de S Pedro n.
4, 1' andar.
CONTRA
Defluxos, Grippe, Bronchites,
Zrritacoes do Palto, o X AROPE c a PASTA peitoral
de NAF de DELANGRENIEK s&o de nra cfflcaciacerta
I Teriflcad por Membros da Academia de Medicina da Franca.
Bem Opio, lorphim nem Cedeina it-m tem recelo al
cxlancafl affecMdcs de Toase on Coquelaiche.
PARS, ra Viretine, 5, PAR8
% em roas aa pharmacias
DO MUIIDO.
lho de trigo.
Casacos bordados para senhoras a f>000.
Leques transparentes pretos e de cores a
2,5000 e 20500.
dem de setineta a 10500 e 20000, um
dem de papel a 500 e 800 rs., um.
Agua Florida verdadeira em guarrafi-
nhas a 500 rs., urna.
Contas lapidadas pretas e de cores.
Missangas pretos e de (ores.
Lindo sortimento de fitas e bicos bran-
cos e de cores.
Grande sortimento e-a botoes de ma-
dreperola e pbantasia.
Luvas de pellica a 20500 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000.
Capellas, veos e ramos para noivas.
Suspensorios americanos a 20500.
Linba para machina a 800 rs. a duzia.
Meias de cores, escocia, para senhoras
a 10500 i par.
Caixas de jogo para salao a 50000.
Sabonetes a 120 200 e 500 rs.
Boleas de couro, de chagrn, de pr llucia
e He pellica para senhoras e meninas.
Espartilhos a 30000, um.
Lindas pastas de couro, cbagrin e pe-
lucia a 500, 10000, 20000, 30000 e 50000.
Carteiras para sedulas com os reparti-
tnentos de 100000 a 1000000.
dem para letras com os repartimentos
doa mezes de Janeiro a Dezembro.
Estracto corylopsis do JapSo, nexis do
Japao, Bauquet de exposicSo, Theodora,
Rita Sacgally, Porte Veine, Ixora Brione,
Roger, Gallet, Briza da Serra, Paris-Bou-
quet, Eatracto Dodeur, etc.
Luvas de seda bordada com missangas.
dem bordadas com vidrilbo dourado.
bronzeado e granad.
dem com palmas da mesma seda.
dem arrendadas a xadrez.
Anquinbas a 10300, 10500 e 20000,
uma.
103-RUA DUQUE DE CAXIAS-103
Vende-se
urna taverna na travesea do Pombal n. 16, bem
afregueeada, propria para principiante ; a tratar
Da ra da Aurora n. 35.
Casa PINET, fundada em 1862, PARS
I EXPLOTADO GERAL CATCHC
POR MOVOS PROCCSSOS APERFEICOAOOS
ESPECI LIOHOE rmSTRU M ENTC3 diMEDICINAe CIRURGIA M CORMA EUttlu N MRRMM
oeOea e Clysteree. Injectores,
. Tu)._ j, Bicos de MamadelraB,
Urinoee, Seringas. Boraobas-Peras para In|e
PulTerlaadores, Pessanoa. Fundas, Ventosas,
Almo'adaa. BoUaa para In]ecc6es para qualquer uzo, elo., ato.
BADa^a* o CATALoeo raajico
I. IARCASS1H C, Geodr. KsUbeleclmento tabril a vapor: AUX tJLAS, parto de Parla._______
. I. A fnde /oga, tmpr emeentt de* nono producto ttndo dado logar
i dWffcacoai, conref ei/
g
ES
ELIXIR DESOBSTE\TE
Eupeptico de Gervo
Freparado pelo pharmaeenleo
JOS' FRANCISCO B1TTENC0URT
O GervSo tem uma a"cao desobatruente extraordinaria par os iacurnmode
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ticos, spleneticos e aquelles que soffrem do ligado.
Os proprietarios d Pha-maria Central
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VINHO i GRAGEAS ni VIVIEH
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Extracto n*turl de Figado dt BaoaUxSo
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om o Sello da Unlio dos FibricaaMs.
PASia so, Btmtemmrtt ttm atvmsitemtm, M rjLUMB
8*r
Exigir


X
>
I








8
Diario de FcrnambucoSexta-fcira 23 de Sctcnibro de 1887
ASSEHBLE1 GERAL

KKMADO
niSPTTRSO PROFERIDO NA SESSAO
DE 1 DE SETEMBRO DE 1837
(Conclusao)
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Quinto a auxilios indirectos, es-
tou resolvido a conceder todos que pude-
rem contribuir para a prosporidade de tao
uteis institui^Ses.
Julgo, porem, que necesaario estimu
lar os impulsos da iniciativa particular, e
confencer a todos da sua eficacia. Ha
muitos servigos em que a aegao official dif-
ficilmente poder substituir a iniciativa in
dividual.
Como idea asBOciada, referiu se tambem
o nobre senador Bibliotheca Nacional.
Estou de perfeito accordo com o que affir-
mou S. Exc. E' lamentavel que estabe
le.meatos da natureza da Bibliolheca Na-
cional nao estejam acautelados por um se-
guro.
Em Pernambuco, como presidente da
Ixp-rial Soaiedade dos Artistas Mcham-
eos e Liberaes, que tara a seu cargo o Ly-
ceu de Artes e Offiaos, tomei esta provi
dencia.
E' urna despeza anoual necessaria, por
que, em qualquer ever.tualidade lamenta-
vel, impede a p>rda de grandes capitaes
Si assim proced como particular, hei de
procurar fazer o mesmo em relayo aos es-
tabclecimentos pblicos, dependentes do
ministerio a meu cargo.
Quanto salubridad publica, o nobre
senador mostrou-se accorde comgo, mos
trando-se, porm, sorprendido pelo fasto
de nao ter eu pedido crdito para obras da
laga de Rodrigo de Freitas, e, para as do
prolongamento do Canil do Mangue, obras
que podiam ser realzadas independente
mente das de drainagem.
Pego licenga para dizer que, a respeito
do Canal do Mangue, tenho urna opiniao j
firmada, como roanifestei, o que nao suc-
code com idacao Ugoa de Rodrigo de
Freitas. Os estudos do Sr. Rvy j foram
remettidos ao parlamento. Nao os eximinei,
porm, preciso fazel-o, indo propria lo-
calidade, e s depois disto que podere
formar a minha opiniao.
Bap'.ista. E' questao mais grave. Ti va
ocessiao de ver urna proposta em que os
carris de Botafogo passem a certa e deter-
minada pessoa com a obrigag&o, entre o -
tras, de construir outro cemiterio em luger
raain longiquo, mas isso dependente de do
cisSo do meu Ilustre collega o Sr. ministi o
dr agricultura.
Irrigagao das ras. Fui isso objecto de
meu primeiro estudo, inqueri por que r<>-
gulamento ao regia a irrigarlo das ras e
nada encontrei. Este servgo fazia-se ao
arbitrio do commandante do corpo de boro
beiro3, o que pareceu me exquisito, porqua
aquelle tunecionario nao pode ter os conbe-
ciu entos technicos necessarios para a sua
execugSo.
Julguei por isso mais conveniente com-
metter a superintendencia e distribuigito do
servgo Inspectora Geral da Hygiene e
anda hontem o chete daquella repartigo
decUrou me haver j organizado instruc
cSes para seu melbor desempenho.
J v o nobre senador que tanho provi-
denciado do modo qm me parece o mas
conveniente.
O Sr. Affonso Celso -.-Estou satis-
feito.
O Sr. Manoel PortelU (ministro do im-
perio) :-Quanto vaocinagao, o nobre se-
nador, tratando dos esforgos emprogados
pelo Sr. Dr. Pedro Alfonso Franco, disse
que a mira cabe animar a essa illustre me-
dico. Bem sabe V. Ex;, que na rbita
de minhas attribug3es, aquillo que eu po
dia fazer j fiz. Tendo o Sr. Dr. Pedro
Affonso Franco necessdade de um auxilio
para mandar Europa um dos ajudantes
afira de tr zer instrumentos, apparelhos e
outros objectos destinados ao desenvolv-
mento da cultura da vaccina animal, diri
giu-se Santa Casa de Misericordia qu ,
nao tendo raeios para occorrer a e3ta des-
peza extraordinaria, transmittiu-me o oi
ci do Sr. Dr. Pedro Affonso, e eu, atten-
dendo aos bons resultados que podem pro-
vir da medida solicitada, para a saude pu
blici, mandei entregar-lhe a quantia de
2:0005, pela verba -Soccorros pblicos -
na qual justamente se pode classificar tal
despeza.
Sobre salubridade publica o honrado sa-
nador pelo Cear fez eonsideragSas, a que
prestei a mxima aitengao.
Segundo sua autorisada opiniao, i
O Sr. Castro Carreira: Fallei em ge- provincia de Minas Geraes, sobre a prc-
ral, minha idea que se adoptem os hos
pitaes de solamente.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Ainda sobro salubridade publica,
o nobre senador pelo Cear concluo o seu
discurso dizendo que fazia votos para que,
no saneamento da capital do imperio, o
engenheiro J. J. Rvy fosse mais feliz do
que na provincia do Cear.
Qualquer que seja o juizo que o nobre
senador faga do Sr. Rvy, ha de permittir
que eu affirme que as conferencias que te-
nho tido com elle e o exame um pouco de-
tido dos seus trabalhos levam-me a crer
que os votos que, o nobre senador faz,
hau do ser urna realidade.
O Sr. Castro Carreira : Creio que elle
matou a idea dos acudes no Cear, idea
que eu apreciava.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) Fallando do saneamento, o no-
bre senador pela provincia de Minas refe-
ri-se ao abastecimento d'agua, e sem du-
vida ato condicao indispensavel para
salubridade publica.
Este servico, porem, nao depende do
ministerio do imperio. De accordo com o
meu digoo collega ministro da Agricultura,
prestarei os auxilios que dependerera de
minha pasta, e acredito que neste assump
to elle continuar a mostrar o mesmo zelo
e interesse de que tem at agora dado
provas em todos os demais servigos que
correm pela sua pasta.
O nobre senador pela provincia de Mi-
Passo.a outro assura-
Dsse o nobre senador que, si eu nao ma(la peia do um Ilustre medico francez,
precisava do cradito para eBtas obres, de-
vis precisar para outras.
Mas, Sr. presidente, nao tenho noeessi-
dade de pedir recursos pira obras que S.
Exc. indicou c portanto a minha attitude
nao pode merecer censura.
O Sr. Affonso Celso :Para rnuitas del-
tas r3o precisa.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Entao estamos de accordo.
Vejamos quaes sao as medidas sobre
que o nobre senador fallou e si, a respeito
de cada urna dellas, sinao de todas, j to
nho informa'joes e estudos.
Limpeza da cidade. Quera ignora que
este servigo fcito mediante contra-.tos ?
O que me cumpre verificar si elle tm
tido inteiro e satisfactorio desempenho.
Acha-oe tambem contractado o transpor
te do lixo para fra da cidade, ainda que
provisoriamente. A solugao desta questao
porm muito seria, diverg'rado as opi-
nio\-s a respeito do systeraa que deve ser
adoptado para boa execugao desse servs),
sem prejuizo da saude publica.
Asseguro ao nobre senador (fu* a estou
estudando em faee dos documentos officues
existentes e administrativamente tere meios
de resolvel a. <
Plantacao de arvores. V. Exc. sabe
que isto est regulado pelas posturas da
Cmara Municipal.
Prohibigo da construegilo de cortina.
Ha tambem posturas municipaes regulado
ras do assumpto, e portanto nao ser pre-
ciso rsais do que tornar eectiva a sua
execugao. p
Fecbamento do cemiterio de S. Joao
preferivel o fecbamento dos portos, ao re
gimen quarentenario dos lazaretos.
Em questS's como estas nao posso ma-
nif.atar meu juizo, por que nao me julgo
competente, mas serao as ponderales de
S. Exc. tomadas na consideragao devida.
O Sr. Castro Carreira :-Eu quiz ape-
nas externar minha opiniao.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio):S. Esc. fez ponderales juiicio
sas a respeito da revaccinagao, e para isso
recorreu a algarismos que fallara muito
alto ; sobre tal assumpto, fique certo o no
bro s mador, procurarei providenciar.
O Sr. Castro Carreira : -Obrigado.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Fez tambem o nobre senador pela
provincia do Cear urna observagara em
que mo parecau baver injustiga, e pego a
S. Exc. licenga para mostrar em que ella
consiste. R;f mo do Santa Barbara, disse S. Exa. que
para ahi nao deviam ter sido mandados os
variolosos.
O Sr. Castro Carreira .Para qualquer
lugar fora do cidade.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio : -Entao foi urna obaervagao geral
que V. Exc. fez.
O Sr. Castro Carreira :-Sim, senhor.
O Sr. Manuel Portella (ministro do m
perio) :Pode ser que S. Exc. tenha ra-
zio ; roas a meogao especial que fez do
hospital de Santa Barbara daria lugar a
que eu observasse ao nobre senador que
os resultados obtidos nesse hospital nao
autorisam o juizo por S. Exa. manifes-
tado.
nos, ao concluir s;u dissurso, nao julgou
satisfactoria a resposta que dei a argui
cS.'s de nSo procurar realisar as economas
pelas quies puguci na opposeao e refiri-
se s miabas id.s sobre o elemento sor-
vil.
Quanto a economas descance S. Exa. :
tudo o que entao affirmei nao foi por es-
pirito de opposiyao, e sim, por estar con-
vencido, como ainda boje estou, de que a
economia ama das condicSea da boa ad-
ministracao.
O Sr. Dantas:Corneja por aquellas
emendas na cmara.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) :Algumas dellas foram aceitas
pelo gabinete de 21 de Janeiro, e. outras
nao tem mais razito de ser. O Senado me
dispensar de entrar na demonatragao des-
ta proposigao; seria roubar lhe tempo sem
proveito.
Quanto aos meus sentmontos em rela-
gao ao elemento servil, nada tenho que
acarescentar ao qua j tive occasiao de di-
zer.
A terminaglo da escravidSo no Brasil
hi de resultar da convergencia de esforgos
de todos e a realidade desta aspiragao
commura constituir motivo de justo des-
vanecimento para os brasileiros. (Muito
bom ; muito bem.)
ciosa saude de S. M. o Imperador.
Devo declarar ao senado qua at este
momento o governo nao recebeu coramu-
nicagao alguma que possa conSrmar a no-
ticia dada por um dos jornaes desta capital
com relagao ao estado do saud-a do Augus-
to Imperante. Se necessari) para tran-
quillidade do paiz, como disse o nobre se-
nador, urna declaragao do governo, eu a
tenho feito em termos precisos e claros.
O Sr. Dantas : Mas nada de positivo.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Nada pode ser mais positivo do
que aquillo que acabo de dizer.
Man festou o nobre sonador o desejo de
saber so tive noticia dos acontecmentos
bavidos na capital de minha provincia a
respeito dos quaes houve hoje discussao
uesta casa antes da minha chegada, sondo
li ios, segundo disse S. Exc, dous tele
gramma8. Affirmo ao senado que nao te-
nho outra informagSj alm daqulla que
consta de um dos telegraramas que o se-
nado j conhece.
O nobre senador, e creio que nesse pon
to repetindo a observago que me consta
ter sido feita hoje por meu Ilustro compro-
vinciano, julgou dever inquirir mo sobra a
prohibigo de reuniBas populares e oloito-
res. Sr. presidente, creio qua a esta res-
peito basta rebordar o seguate : nao s,
que om t-alegroraraa do dia 24 expedido
pelo presidente da provincia ao Sr. presi
dente do conselho, ficou manifest nao
haver o pensamento de prohibigo de taes
reuniSas ; mas tambem que a resposta que
o Sr. presidente do conselho deu em tela-
gramraa do dia 26, ao presidente da pro-
vincia, confirma nao ser pensamento do
governo prohibir reuniS :s polticas ou elei-
toraes ; e, finalmente, qua tanto nao hou-
ve prohibigo, que no dia 23 realizou-se
urna reuniao composta de eletores, como
em telegramma publcaram os jornaes des-
ta capital.
Se atentao neohuma prohibigo houve,
a smente agora, depois de tantos dias de-
corridos, apparece essa a que se referi o
nobre senador, de presumir que alguma
cousa occorresse quo a justifiaou, e auto-
risa o prooedimento da adrainistracao da
prouincia. Por conseguinte nenhuma cen-
sura lhe pode ser irrogada sea conhecer-
se as circumstaneiss que porventura tanh%m
determinado o alludfdo acto.
Sa os germens de anarebia a qua por
vezes me tenho referido, agora fazem eru-
pgSo, como tara auccedido em outras po-
cas, a aut^ridade, no exercicio de suas at-
tribuigSea e com a devida prudencia, sa^
bei cumprir o seu dever.
Sr. presidente, sinto me constrangido era
apreciar diversas proposigSas referentes a
esse assumpto, enunciadas pelo illustre
orador que acaba de oceupar a tribuna.
fOLHETIM
VICTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE RICHEBOURG
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES-
SO DE 5 DE SETEMBRO
O Sr. Manoel Portella (ministro
do imperio) : -Nao me tinha dado pressa
em padir a palavra, porqua presuma que
ainda alguna dos nobres senadores houves-
sem de oceupar a attengSo desta augusta
cmara e reservava-me para entilo depois
fazer aa obaervagSas que julgasse necessa-
rias, poupando assim ao senado onvir me
repetidas vezes, nSo podendo aquelles que
se achara presentes suppor que eu me ab
steria de cumprir o dever de tomar a pa
lavra, deixando encerrarse a discuss&o,
porquanto, corria-me a obrigacao de dar
resposta a varias perguntas que me ha-
viam sido feitas p?los honrados senadores,
que tao brilhantemeote oocuparam a tri-
buna
O Sr. Meira de Vasconcellos Esta-
vamos convencidos de que S. Exc. nao
deixaria encerrar-se a discussao.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
pero/ : Uomegarei respondendo per-
gunt* qua me dirigi o nobre senador pla
E, cousa notavel, Sr. presidente, quan-
do nenhum dos Ilustres sena lores libaraes
t a estranhado a raioha entrada para o
gabinete pelo facto possival da dirfi:ulda-
do de minha reeleigao, e sao, ao contrario,
todos aecrdes no reconhecimento da qua
ella independe de intervangao offiaal, vam
agora o nobre senador affir nar a inconve-
niencia da aceitagao do cargo com que fui
distinguido polo temor, que eu davia ter,
da repatigao de scen .8, qua aou o pri.neiro
a lamentar.
Sa fosse um ambicioso de posig'o social
o que, s attendendo vaiJeda de oceu-
pal a, regulasse os actos de minha vi la, po-
der-BO-bia suppOr que eu nao hoavesse me-
ditado ao aceitar o convite para fazer par
te do gabinete. Convicto do aprego e con-
fiang* cora que me honrara os meus compro-
vincianos e de que hsi tido sabejas provas,
nao podia sacrificar a nobre aspiragaa de
servir ao meu paiz, smente porque em
1884 os desordoiros praticarara as saenas
laroentaveis e tristes que o paiz conhece.
(Apoiados, muito b;m.)
O nobre senador por Santa Cuharina
foi, portanto, injusto no juizo que exter-
PRIHEIRA PARTE
A ZA-I^ILIA LIONI^ST
(Centinuigao do n. 216)
V
I na tsiJ insular
Sra. roarqueza, dis3e elle, conheci a
senhora sua filba.
Ah!
Conheci a em Marselh?, chamava se
a Sra. Fraud. Mas sei qua o marido nao
se cbaaava Fraud e que era o visconde
Ernesto de Miulle.
c Ah dava roa vida a sua mulher o
tal Fraud, er. jogador e despenda todo o
8%u dinheiro no jogo ; andava seropre em
coropatha de m gente, eroquanto a sua
pobre mulher gemia, chorava e fiaava rnui-
tas vezes Bem pao.
Aquellas conti encas, sahindo de seme
Ihante bocea, fazUm soffrer a marqueza
horrivelmente.
Per diversas vezes, Sra. marqueza,
continuou o hornera, tive oecasiao de rae
encontrar cora o Sr. Fraud e seropre lhe
e bons conselho3 !
Ah I o senhor dava-lhe bons conse-
lhos 1 ,
Sim, Sra. marqueza. Ah 1 elle nao
ero mo, pelo coutrario, mas tinha ura ca-
rcter tao fraco... para elle o ultimo que
fallava era sempre o quo tinha razio.
O rnhor era amigo delle ?
Muito amigo, Sra. roarqueza, e se
elle roe tivesse escutado.. .
EntSo T
Estara ainda neste mundo.
Sabe como elle moireu ?
Sei, Sra. marqueza.
Conte-me como se deu esse dramati
co acootecimento.
__ Com todo gosto. T)evo diser-lba, Sra.
mareteza, que o Sr. Fraud tinha-se aaio-
ciado com uob contrabandistas Tome
conta, m?u velho, tone conta, tinha lhe
eu dito. Mas a roiseri, a terrivel miseria
r.sidia na sua caaa e era preciso fazar al-
guma cousa, para nao ver morrerera de
tome a mulher e a pequea,
A Sra. de Stulieu abafou ura suspiro.
O homem proseguio :
__ Tudo foi bem duranto algura tempo,
infelizmente quanio sentio dinheiro ao bol-
so, o Sr. Fraud pz se outra vez a jogar.
Isso dessgradou aos socios quo coraoga-
raro a desconfiar delle.
Um dia, os contrabandistas esperavam
um navio carregado de mercadorias de
grande prego, daa quaes doviara tirar so-
barbos lucros. Totas as di'po3c3:s esta-
vam tomadas para o desembarque, que 8e
devia realsar de noite, entre s onza ho-
ras e meia noite.
Ora, a alfandega foi avisada da chegada
do navio e nao smente o desembarque nao
se realisou, como a gente da alfandega se
apoderou de tola a carga.
Os contrabandistas aecusaram c Sr. F-
raud, de osier denunciado ; julgaram-o e
condemn-rara o morte.
__ Era elle o denunciante ?
Nao creio, Sra. marqueza, o Sr. F-
raud n.o era capaz de Bemelhante cou3a !
Mas o nome do denunciante nuuaa foi co
nheoido. # ,
De noite, na prai, quasi raesma ora,
em que o navio qua trazia as mercaduras
de contrabando devia approximar-se da
dapraia. oSr. Fraui foi apunhaladoe
deita to ao mar pelos contrabandistas. Eis
ahi a historia toda.
__ Sabe entao o que foi feto da Sra.
Fraui e da filha ? perguntou a mar
Sra.
e da
nou a este respaito
pto.
Sr. presidente, sou o primeiro a tecar ao
nobre ex-miniatro do imperio os louvores a
que S. Exc. tem incoutastavel direito, pa-
los servigos prestados ao paiz, espacial neo-
te com relagao suada publica e tenho o
m-sior prazer em acompanhar nesta mani-
festagao oa honrados senadores.
M.u, se o estado sanitario aquella qua
o nobre senador descreveu, devo repetir o
qu< j disse em uraadus se3s3.'s passadas.
Os agentes qua auxiliaran ao nobra ex-
ministro do imperio sao os mesmos qua es
tao coadjuvando ao actual ; nao posso pois
ser culpado do mo estilo sanitario.
So ma fosse possivel, eu padria. ao raeu
antecessor que sa digaasso indicar-me o
mar .vilhoso cndilo, pata virtude do qual
plu S. Exc. conseguir tao brillantes re-
sultados.
O Sr. Escragolla Tauney: -A qaestao
padir crdito para faz'.r obras.
O Sr. Lim Duarta : E' pedir diohai-
ro; V. Exc. justifica-se s nenta cora este
pedido.
O Sr. Manoel Portella (ministro do ira-
perio) : Sinto que o nobra senador polo
Amazonas, ex-ministro do imperio nao es-
teja presente. Davo a S. Exc um respos-
ta, na qual se comprehenderao as que me
incumba dar ais nobres senadores que na
sessao de hoja e as anterioras sa tea oc-
cupadj desto assumpto.
Autes de tudo, procurarei desvanecer a
illusao om que ma parece estarem alguns
nobres senadoras, devida talvez a nao ter-
me expressado cora a clareza necessaria a
respeito da questSo.
Tratando do sinaamanto da cidade do
Rio de Janeiro estranharam o raeu proce-
dimento por ter deixaio da pedir ao par-
lamento os crditos necessarios para rea-
lisar as obras da drainagem, da L3goa Ro-
drigo de Freitas, do Canal do Mingue. Os
estudos relativos drainagem nao estilo
concluidos.. .
O Sr. Silveira da Motti :Apoiado.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : e nao parece prudente ainda
sem os orgamentos e plantas relativas
obra que reputo mais importante, eu me
dirija ao parlamento para pedir crdito.
Esta preliminar qua j tive occasiao de
estabelacer, nao ser por si s Buffiaiente
pura justificar me?
O Sr. Barro3 Barreto :Apoialo.
O Si-. Escragnolla Taonay : -Eita
outra preliminar.
O Sr. Manoal Portella (aioistro do im-
perio) : -Sa o nobre senador me tivesse
piestado attengao, nao so expressaria as-
sim.
A preliminar que estabaleci foi esta mes.
ma.
O Sr. Escragnolla Taun\y:-V. Ex;,
allega divergencia da opiniSas entre os en-
genheros.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : -Todos quantos ma ouviram bao
de attestar qua foi essa a preliminar a que
me retiro.
O Sr. Barros Barruto :-Apoiado.
O Sr. Manoel Portella (ministro do ira
perio) : .. e nesta oioasilo o Ilustrado
ex-rainistro do imperio poz era duviJa a
minha assergao, declarando qua 03 esta-
dos ostavara concluidos.
E' o qua consta los apartes de S. Exc.
quando orava o honrado sanador pelo Rm
de Janeiro. Rjferi-rae divergencia das
opiniS^s dos profisssionao3, encarando ou-
tro aspecto da questlo. (Apoiados )
Eis porque sinto nao estar presenta o
Sr. senador, meu hinrado an'ecessor.
Erabor* S. Exc. nao insistisae na sua ne-
gativa minha formal declaragao, todava
dcxou pairar duvida a este respeito, di-
zendo qua nao sabia era que ma baseava
eu para afirmar que os estulos nao esta-
vam concluidos.
A minha all*gacao varsa sobre nm facto
qua nao pode ser contestado.
queza.
Infelizmente, Sra.
marqueza, a boa
o seu
cada-
Sra. Fraud sabendo da morte do marido
rraou meio louea e nao querendo sobrevi-
ver ao homem que ella tanto t.nba amador
afogou-se, deitaodo se ao mar.
Est certo dsso ?
Estou, Sra marqueza.
Comtudo nao acharam
ver ? L a
O mar tem os seus caprichos, Sra.
marqueza, e nem sempre restitue o que lhe
A Sra. de S*uleu escutava o homem cora
desconfiang*, tendo contantemante
nelle o seu olhar peracrutador
Eolio, senhor, era para
morte do Sr. Fraud e de minha filha, que
o senhor desej a va fallarme?
__ para iho /(lar primeiro nisso, ara.
marquisa.
fixo
me fallar da
A Vlha senhora agitou-so na cadeira, e
o olhar tornou se lhe ancioso.
Ah ha ainda outra cousa, disse
ella. Cora effeito, o senhor tinha fallado
n'uma cenumunicagao importanta.
Importante, e muito importante, Sra.
marqueza.
Entao falle, da que sa trata T
__ Da menina, da senhora saa filha.
Daquella vez houve nos olhos da av
como qu; ura relmpago.
Falla falle I excUmou ella.
Eis a minha co nmusicaglo,
marques i : a filha o Sr. visconde
Sra. visccondessa de Mrulla existe.
A Sra. de Saulieu levantou-se de um
pulo, cora os olhos brilhantes. O arquejar
do peito trahia-Ihe a comraogSo.
Onde est ella T onde est a minha
neta T exclamou ella.
Hoje, Sra. marqu za, s posso dizer
que ella exista.
Porque ?
Porque nao sei onde est a menina
te Morulla. ,
Sim 1 sim 1 sabe-o, e se nao m o diz,
porqua tem urna intengao oceulta.
Tinha a voz opprirada, arqueante.
Mas olhe, continuou-ella, eu corapra-
hendo-o, adivinho-o. O senhor quer me
propOr um negocio, quer veoder-me o seu
agredo ; pois bam, aceito o mercado, cora
pro o seu segredo. Quanto, diga, quanto ?
A raarjueza de Saulieu riaa, pode pa
gar bera Vamos l, fixo a importancia I
Meu Daus I NI v qua morro de impa-
ciencia o anaiudade Anda urna vez quan-
u quer? Cea mil francos I Duzautos mil
francos ? Falle, falle T
O insrselhez esbug.lhava os olhos o fi-
cava calado, estupefacto cora aquella sam
ma enorme da cera, da duzentos mil fran-
cos, quando elle tinha ido all cara a espe-
raoga de concluir ura negocio qua Iba r m
desse alguos roilhares de francos. J nao
era isso. Offareciam-lhe urna fortuna. Ao I
como elle desi-j^ria concluir iramediatamen-
te o negocio !
Infelizmente nao menta marqu?za, sa-
ba que a moga exista, mas ignorava on le
ella estava. Esse segredo era outro que
o possuia, e como ella contassa cora essa
outro lh'o confiara, tinha se aprestado
Sra. de Saulieu, afina do sondar o terreno.
Santindo o olhar da fiialga pesar sobre
elle, a sua attitude era cheia de emb trago,
la-sel-hn a perplexidade no rosto.
Sra. marqueza, responden elle, nao a
enganei, diz indo que ignorava onde eslava
a raeoiua de Mrulle, a verdade. Como
divinhou, vira com a intengao de lho pro-
Fica, pois, do p a minha affirmativa de
que nao estilo concluidos os estados da
drainagem ; nllo ha orgamentos, nara pla-
nos acabados ; e nastas condg3as n3o ma
era licito pedir ao parlamento crdito para
executar as obras da drainagem desta ca-
pital.
Para evitar contestagaa rajorri ao docu-
mento que aqui trago : o rolatorio de 28
de Julho ultimo apresentado pelo Sr. Rvy,
e que om sessao anterior transmita desta
cadeira ao nobra senador pi provincia
do Rio de Janeiro, que entilo failava.
Tendo exigido da aecretrria informag5as,
lerei os dous quesitos qua sao pertinentes
ao assumpto, (l):
Io Se pala coraraissSo da saneamaoto
dirigida palo engenheiro R?y foi apresen-
tado algura orgtrnanto o planta que nSo
nao fossa relativo ao canal do Mangue ou
Lagoa de Rjdrigo de Freitas ;
c Sa ha algum officio do mesmo enge-
nheiro dando por concluidos outros es:udos
que nao aquelles. >
A resposta foi :
Ao Io quosito-NSoos nicos orga-
mentos e plantas apresentados pelo enge-
nheiro Rvy, referem se s obras de sa-
neamento do canal do Mingue e da laga
da Rodrigo de Freitas.
c Ao 2a quesito Ht o ornan de 23 da
Julio ultimo em que o engeaheiro Rvy
d como assentado o projeato de draim-
gera profunda do solo da cidada. Est i of-
ficio sa refera a plantas qua nao o acom-
panharam. Taraban nao foi ainda apra-
sentado o orgaraento da obra
Creio qua vista da taes informag'as
nada tenho qua asaresaentar.
O nobra sanador disso que, nao obstan-
te, eu podia solicitar os raeios precisos
para effactuar as obra3 do canjl do Min-
gue e da laga da RaJrfgo de Freitas,
porqua sobra arabas existera orgamentos,
accrasaentando ser isto lgico, visto com
aa nome do governo j tinha declarado
cmara, quando remetteu sua apreciagao
e8t<8 trabalhos, qua o governo se Jpres-
saria a dar -Ibes principio par qualquer das
duas obras.
hr. presidenta, a censura nao pode ser
feita a mira. Porqua raz*"o hao de os no-
bles senadores censurar? Porqua era pou-
co mais da um m z da administragSo nao
vim ao pirlimanto solicitar este3 crditos?
O raeu proprio antecessor teve estas es-
tudos, estes orgiraaotj3 ora Julho do annD
passado, e raui prudentemente nao julgou
dever padir logo fundos ptra raasar taes
obras.
Desta seu proaadiraento rasultou tera.a
os 63tudo3 soffrido ulterior moiifi agao.
Mas, quer a respailo di un, quar da
outro, tinha eu btsa suffi ante par pedir
crdito? Nenhurat des3a3 duas obras, sa-
gundo a opiniao do consalho sup;rior de
sauda publica, era considerada prinaipal.
Porque, pois, censuraran! ma os nobra se-
nadores ? (Apartes ) Sa o nobre senador
prestassa attengilo para o qai eu aqu ex-
puz, estou certo de qua nao insistira nesta
ponto. S. Ex;, dissa : o ministro nao
quer cuidar do senaamanto da cidade, e o
nobre ex-ministro do imperio aaarescan-
tou : veja a populagao desta capital era
qua estado s? acha. O nobre ex-minis'.r)
do imperio foi rauito zaloso palos interas-
sos da populagao desta capital ; n5o rae
exaeJer, porem, no desejo sincero qua
tenho de ser lhe igualmente til.
Sa o conselho suparior de saude pu'olica
opina qua sa deve comegar as obras do
saneamento pala drainagem, considerando
a* duas outras a qua ma tenho referido,
como subsidiarias, porque razao havia eu
de pedir um crdito espacial para estas
ultimas, deixaode a parte principal? O qua
era lgico qua eu, aguardando 03 estu-
das definitivos, apreseotasse ento ao par-
lamento a proposta da um crdito quo
comprehen desse o plano completo das
obras.
(Contina)
descon-
por um negocio ; era face da fortuna que
me offerece, deve pensar que se eu sou-
besse onde estava a menina de Mrulle,
nao era daqui a oito das, nem mesmo ama-
nha, mas immediatamente qua eu Iba di-
ra.
Ah I exclamou a marqseza cora tora
doloroso, nao saba nada?
E tornou a oahir pasadamanta sobre a
cadeira.
Perdi, Sra. marqueza, j nao pou-
co dar-lhe a certeza da quo sua filha existe.
__ Quera me prova qua cora ura tira
qualquer nao me procura engaar ?
A Sra. de Saulieu torniva-sa i
fiada.
Sra. marqueza, replieou elle, nao te-
nho interesse nenhura era enginal-a. De-
pois de ter afirmado qua a menina de M
rulle exista, o meu vordadeiro interesse
tazer-lhe sab^r onde ella vive e hei de fa-
zel o, coraprometto-ma a isso. Quando lhe
farei essa re relagao? Nao sai, mas espero
que nao passar um mez sem qua volto a
proaural-a.
A Sra. de Saulieu sorrio araargtmante e
deixou escapar ura grande suspiro.
Julga que minto, pansou o desconbe-
cdo. ,
E continuou era voz fita :
Sra. marquesa, a Sra. sua filha n3o
so deitou ao mar tendo a filha nos bragos,
como talvez lh'o dssessem, segundo o que
se contou em Marselha nossa po-a. Antes
de por o seu projecto em exocugao, a Sra.
vscondessa de Mrulla tinha deixudo a fi-
lha em casa de urnas pessoas boas e cari-
dosaa^que a adoptaran! e educar-ara como
so fosse sua propria fi>ha. Q'ial o nome
densa gante ? E onde mora ctualmente ?
Eis o que gn.ro, mas hei da sabal-o.
Como ?
__ C tenho os raous meios, Sra. mar
queza.
A Sra. de Saulieu abanou a cab?ga cora
trisfza.
Desajava acreaital-o, dissa ella, mas
, qu3 acaba de me dizer, parece me ura
cont de sua iuvengao.
A Sra. marqueza ter a prova de quo
nao a engao.
A Sra. do Saulieu deiiou cahir a cabega
as mSos e fi -ou pensativa.
Aquelle hornera dizia a verdade ? Ape-
zar do toa sinaaro da sua linguagora.. a
marquesa nao consegua vencer a aua dos-
confianga. Al n disso, aqualle raiseravel
vergonhosa podia inspTar-lbe ooofianga ?
Por outro lado, onstantaraenta posta de
prevengAo pelo s^ptieismo de Dorothi qua
nao quera acreditar fcilmente na intengao
honrada de todo3, nao tinha senSo justifi-
cadas raz5-'s para desconfiar. E pergua-
tava a si raesma se o que acabava de di-
zer aquelle hornera nao era urna historia
de anteraao preparada para conseguir ex-
torqur-lha uraa esmola. Dapois da se ter
fcilmente entregue esparanga, senta re-
abrir.'m S3-lhe cora mais vivas lre* todas
as cliag ;S do coragao.
Eraquanto ao homem, esse pensava nos
duzontos mil francos promettidos e no que
Boderiafaz;r para obter do outro que I
entregasse o segredo.
E pensando qua Iha sera indispansavel
talvez dar a raetade dessa sarama, crre-
givara-sa-lhe as sobrancalhas e as suas pu-
pillaa sorabria3 tinham claro :s sinistros.
Sentia-sa aapaz de coraraetter ura assss-
sinato para obter, uoicaraento para si, os
duzaatos mil francos.
Os olho3 dirigiram-se lhe para a mesa
cobetta da ouro, do prati e de notas do
banco. ...
Logo que entrou no salao tinha visto
aquulfa riquizie eraquanto fallava por mais
de urna vez tinha olhado com cobiga para
aquella mesa.
Nao sabia quanto estava all espalbado
dianta da marques i. Qua importa? De-
s-java poder agarrar era tudo e fugir em
eguila. Mas era impossivel. Coratu o
a nota de mil francos eolloeada na extre-
midade da mesa estava ao seu alaanoj.
A Sra. de Saulieu pareca absorta, o ho-
mem nao resisti tantagao, estendeu a
,uao para se approximar da nota.
Estava quasi a detar-lha a m3o, quando
a marquesa, qua o observava cora o canti
nbo do ollio, lavantou ropantinaraenta a
oubega.
A mao do ladrilo recuou.
A Sra. ae Saulieu, parecendo que nao
tinha visto nada, pegou em un martellosi-
nho do prata e batfU duas pancadas em
urna campainha da bronsa.
Joao appareacu immediatameote.
VI
onde a propoelio de um e ralla
de omro
A Sra. da Saulieu, sempre irapasaivel,
tirou de dentro de um aacco cinco moedas
de vinte francos, qua conservou na mao,
e disse ao criado :
Joao, faga favor de tirar tudo quanto
est em .-ima desta mesa e levar para o"
meu quarto.
O desconbeoido comprehendeu.
TeVa una espacia de tremor e mordeu
os labios.
Jora tratou logo de obadecer a ame, fu>
buscar uraa grande bandeja de xarao, na
qual colloceu as notas do banao, o ouro e
a prata, ssm era nada alterar a disposgao
qua Iha tinha dtdo a marquoza.
Quando o criado sahio do salao, a Sra.
de Siulieu dissa cora tristeza ao desaonhe-
cido :
t*. O senhor acaba de ma fazer uui
proaessa que ma faria extremamente feliz
sa a cumprisse. Mas posso tar f nessa
pro nessa ? Que confianga posso ter no se-
nhor, quando h um instante, na minha
presenga, o sanhor quiz roubar-me ?
Sra. marqueza I balbueiou ella.
Sei o qua poderia dizar-me para sa
desculpar; est sera trabalho, sem dinhai-
ro, na miseria, o a fome ura m coose-
lneira. Mas roubar I roubir! O senhor
nao veio pro urar-mo sera sabar qua eu
sou ganerosa e que fago bera a rauiU gen-
te. Era lugar de procurar apoderar se di
urna soaraa destinada a uraa pobre viuva,
mai de cinco filbo3 de tenra idade, nao po-
dia dizar-me simplesmente : sanhoia, tanto
eu como minha familia tamos fome, dme
alguma cousa para comprar um pSo. ? i
Pda-sa mendigar sem vergonha; mas
roubar ura crime Mas o trabalho que
lhe falta ? O seu :"fortuao i.nm:recido?
Sa est na misara, sou taatada a acoli-
tar qua por culpa sua. Posso engaar-
me, nao o conbe ;ia, racebi-o sem mesmo
pensar era perguntar o seu norae. E' ca-
sado ?
Sim, Sra. marqueza.
Tra filhos ?
Nao, Sra marquesa.
Ento nao a dr de ver os seus fi-
lhos sea pao que o fasia proceder assim.
Veja quanto culpado, e sa ainda tem coa-
sciencia, inteiTogua-a.
O desooohecido baxou hypacriUmnte a
cabega e fiogio lirapar duas lagrimas.
D pois de u n momento de silencio :
Como sa chama? parguntou a mar-
quesa
Nao tenho nenhuma razao para lhe
oceultar o meu noma.
E quando quizessa e3con;iel-o, nao
fijarla desconhecide para mira.
O homem elhou para a marqueza espan-
tado.
Esta continuou :
Fallando como fallou de minha lha,
de minha uta e daquella qua sa f** ona'
mar era Marselha o Sr. Fraud, era o mes
rao que dizer me quera o srahor U se-
nhor eharaa-se Darasse.
(Continuar se na)
ae tJaxia n. 4a.
Typ. do Diario ra uqae
V


ti
r.i


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