Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19988


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Full Text
amo liii-- num m

h


PARA A CAPITAL E Ll t-AHU* O MU HA l PAA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 61JOOO
Por seis ditos dem.......... ...... 1^000
Por um auno dem................. 230000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 0100
DIARIO DE
WRL-Mk 20 E SETfMBBQ fifi 1381
PARA DENTRO R PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados. ..........., 13(5500
Por novo ditos idem................. 20(J0O0
Por um anno dem................. 270COC
Cada numero avulso, do das anteriores........... (100
RNAMDUGO
i

0
Propttefra&e bt Jflanoe Juyxtveia be aria 4 Jilljos

-
O* Srs. Ataeda Prlnae fc C
4o Parla, > os noaaoa agentes
exclusivo4 de anticelos e pu-
blicacOea na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMMAS
SESVIJO PABIICLAS SO EIASIC
RIO DE JANEIRO, 19 de Setembro s
3 horas e 55 minutos da tarde. (Recebido
s 5 horas e 35 minutos, pela linha terrea
tre).
A actual esco leglalatlva Col pro-
rogada at o da 1. de Outubro pr-
ximo.
II>jo. na Cmara do* Depntadoa.
o Dr. Pedro Belirao nnnunrliui ama
InterpellacAo ao miniilrn do Impe-
rio, nlm de Haber we o conNolnelro
Hanoel do \aaclmento Maebdo Por
tella fol reelelto. e no r.n nmaiivu.
se continua aqccapar aquelle carao.
O conselbelro Hoii'ko Silva, rul
nlatro da asrlcultara. declarou que
o eom.elhe.ro Hanoel Portella pedio
demi*oao do cargo de mlnintro do
Imperio, e que a corda e o gabinete
renolvero acerca do caso.
RIO DE JANEIRO, 48 de Setembro, s
3 borrs e 55 minutos da tarde.
O parlamento fol prorogado de mo-
to at 1." de Outubro.
BUENOS-ATRES, 18 de Setembro.
O Congreo argentino votou o tra-
tado de extradlcco de rrlmlnoim
com a Italia.
MESSINA, 18 do Satembro.
t epidemia docbolera-morbua con
llnu'a a augmentar em grandes pro-
porrae*.
Foram nsilsnalado* durante a* ul-
tlmao Z I hora* 555 ra*oa novo* e OS
bito*.
LONDRES, 17 de Setembro.
i'ornm encerrada* boje aa .canden
do parlautentf Incjez.
Home urna neoMten real contra
toda eoperanca, mu a falla de S. H.
a Ralnhn Victoria nao cnntm ne-
nbuma pa.*agem Importante n o
ponto do iita serai. orcupa-ae ape-
na* de qucwifie* interna* *em decla-
raro nutaiel relativa a actual al-
iar do Irlanda.
A me ni ni; ero menciona a* boa* re
acoca com toda* a* potencia* es-
Irangeira*.
RIO DE JANEIRO, 19 de Setembro, s
:> Loras e 10 raioat s da tarde.
Em rei|)otn a urna Inferpellaco
na C amara do* Uepntado* o Exua. Sr.
conaelbeiro Rodrigo Silva. mlnl*lro
ila naciculf ura. declarou que o Exm.
Sr. conaelbeiro Manat Portella. ml-
nialro do Imperio. ja baila pedido a
aua domi**iio.
O Senado oceupou e em 3." dl*cu* -
a > com o orramento do Ministerio
da Agricultura.
LISBOA, 19 de Setembro.
Acaba de ser nomeado de novo mi
nlatro da marloba e da* colonia* o
conaelbeiro Henrlque de Maeedo.
MESSINA, 19 de Setembro.
Durante o da de honiem foram
aaslanalado* 65 casos e *9 bito*
de cbolera-morbu*.
MADRID, 19 de Setembro.
Fol Momeado governador da liba
de Cuba o general Marn.
Ag'ne'a Havas, filial em lernamburr,
19 de Setembro de 1887.
llSTBOCClO FOPDLAR
PHILDSOFHA DO DBBIT
(Extrahido)
DA BIBLIOTBKCA DO POVO E DA8 ESCOLAS
CAPITULO I
THEwRIA DA HISTOaiA MTIRI,
(4) *' AMTEBI0B A TODAS A UBraMrUDIKII DEL-
LAf E DA TOHTADB J K F0*DA B BA BATDBBZA HUMABA
iC ontinuaga i)
E, se os autores das [teora* puramente ideaes.
de que fallamos, julgamo tal estado que inventum
como o mais puro (quer diser, como despido com-
pletamente de todos os elementos que podsam adul-
terar essa natureza) e, como tal mas idneo para
nelie batearem os principios do direito, deseonfce-
cem completamente a lei dos desenvolvimeutoa dos
aeres dotados de razio e liberdade. Cs outros
aerea, observados em certa occasiio da sua vida,
pode dizer-sc que se ficam esnhecendo sempre.
Com o bomem nao succede asaim.
Este, como susceptivel de se desenvolver e apc r
le i foar em harmona com a aua natureza, deve
seguir se pari-passu em seu desenvolvimento pra-
gressivo : e nao ha pocha da sua vida que em
especial se possa considerar, para fundamento de
principios destinados a regid o, desde que nasca
at que morra, at ao desmoronar das sociedades'
Esta theoria acha-se desenvolvida e definida
mais completamente em Rousseau. Segundo este,
era a vontade humaos a tonte do direito. O bo-
mem era o autor do todas as leis. Era justo o
que elle mandava e injusto o que elle prohiba. A
vontade social era a nica que dominava. A ce-
nhuma autoridade se pedia recorrer das suas ce-
termina toes.
Esta theoria, cuja apparecimento se explica,
como urna reaccao s doutrnas anteriores, ca por
trra aos golpes de a (gamas r< flexoes que sobre
este assumpto se fajam.
Efectivamente, se fosse a vontade humana q ae
dirigase aa nac.-s e nio um principio immutavel
que as regease, t< riamos defendido o mais exag-
gerado despotismo.
E' nec ssario nio confundirnos (como observa
ceito escriptor) a lei mais ou menea imperfeita,
variavel, expressio de ama vontade multas veces
mal inspirada, com o principio invariavel da jus-
tica. Nio a um facto variavel, mas a um prin-
cipio immulavel que devemos ir procurar o fun-
damento do direito.
A vontade do bomem pode ser resultado de gra-
ves erros, do piixoas violentas ; nao serve para
o nosso fim. Nao no estado natural, que deve-
mos considerar o bomem, mas no social, era que
est i rodeado dos diversos elementos, com que rea-
lisa o seu fim ; e nestas circumstanciss, que
cumpre estudarmos a sua natureza intima, e denta
(serviod -nos da razSo) deduzirmos finalmente os
principios da justica que, dadas estas circumstan-
ciss. serio harmonices e iramutaveis.
L' ni naturesa humana, por tanto, que devemos
ir buscar o fundamento do direito.
Mas note-se, que no bomem podemos considerar
duas naturezas : a natureza geral que a mesiua
em todos os individuos ( a esta que nos referimos
atraz) ; e a naturesa particular que vana de indi-
viduo para individuo, conforme as suas sptdc.'s
especiaes, carcter, meio em que vive etc.
Sobre esta materia discorre do seguiote modo o
alkmio Ahrens :
< Entre todas ss naturezas, a do bomem sem
duvida a mais complicada, e capaz de maior des-
envolvimento ; nao obstante isto, consegue-se o
conhecimento d'ells, investigando os elementos
principacs de que se compoe. Q jando se eonie-
cem esses elementos, obteem-se de a'gum modo os
nmeros primitivos que, as difieren tes combint-
cfcs de que sj susvi ptiveis de lecber, formam a
sornma total da vida humana.
Orar evidente, que toda a sciencia, que se re-
fere 4 vida (quer privada, quer socialj do homcm,
de ve fueda -se no conhecimento desaa naturSsa ;
e como a vida de um ser (segundo o que se digje)
uso mais do que o desenvolvimento da saa Da-
tares* innata, e evidentemente este conhecimento
que deve presidir a todo e qualquer juiso que se
queira fazer obre as suas accoes. E' pelo conhe-
cimento da naturesa do bomem que ae pode mesmo
prever um futuro estada de desenvolvimento, onde
a vida s'ja oiganisada mais em harmona com as
exigencias desaa naturesa.
' pois teuipre segundo a idea que se taz da
natureza de um ser, que se ajuisa da sua vida,
declarando que tal cousa, tal aceo conforto: a
ella ou nao o que boa ou m, justa ou injusta
A sciencia do di eito deve, portanto, beber igual-
mente o seus principios n'uin estudo meditado da
natureza humana, porque o juiso sobre o qne
justo injusto deve basesr-sc sobre a cooformidude
oa nao conformidade em que urna aeco se a:ha
para com a naturesa.'
i CoPtina)
ministerio do Imperio
Por decreto de 12 do eorreuto raez con-
certeu so ao bacbarel Alvaro Rodovalbo
Mar; ndes dos Res a exooeracao q ie pe-
dio do cxrgo de presidente da provincia de
Matto-Grosso, e, por carta imperial da mes-
ma data, foi nomeado para o mesmo car-
go o coronel Francisco Raphael de Mallo
Reg- ___
----------------?-----------------
ministerio da Guerra
Pelo Mioijterio da Querr foi expedido
no dia 10 do correle, o seguiote aviso :
Illm. e Exm. Sr.-Mandou Sua Muges
tade o Imperador, por aviso do 31 de
Marro do rorrete auno, que o Conselho
Sepremo Militar consultasse com seu pare-
cer sobre os seguintes pontos :
1. Se, vista da imperial resolucSo
de 20 de Outubro de 1869, ple adinit-
tir-se re ui so contra o parecer emittido por
urna junta de saude ;
2. Se, vista da imperial resolucSo de
1 de Abril de 1871, o offiuial transterido
por dei reto para a segunda clssse do exer-
cito, pode, requerendo reforma, ser de no-
vo inspeccionado de saude, antes de baver
completado um anno da aggregacSo
E Sua Alteza s. Princeza Imperitl Re-
gente, tendo ouvido sobre o mesmo assump-
to a secc&o de guerra e marmita do Conse-
lho de Estado, houve por bem, conforman
do se com o pareceres exiyados as res-
pectivas consultas de 6 de Junbo e 30 de
Julho ultimo, mandar declarar, por sua im
mediata e imperial resolucao de 25 de
Agosto prximo passado, e em nomo do
mesmo Augusto Senbor.
Quanto ao ptimeiro ponto Que, de ac-
cordo com a imperial resolucSo de 20 de
Outubro de 1869, nSo h&vendo disposicSo
i.e lei que autorise o recurso contra o pa
re er emittido por urna junta de saude, sc-
melbante lacuna deve ser supprida pela ao-
jSo administrativa dogoverno, por sao que
nSo est este adstricto s decisSes, quaes-
quer que ellas tejare, das referidas juntas,
podendo, portanto, admittir se o recurso,
apreciadas, pela autoridade superior, as
razSes que forem allegadas.
Quaoto ao segundo Que, se o oflicial,
prompto no servijo, pedinoo reforma, deve
ser subroettido a inspecr^So de saude, ne
nhuma duvida resta de que deve-o ser
aquelle, j urna vez julgado doente e por
esse motivo conservado na segunda classe,
aggregado arma, oso solicite a sua re-
forma ; o que nSo pode nem deve ser, de
conformiJade com a imperial resolucSo
de 1 de Abril de 1871, o aggregado vio-
lentado reforma, antes de expirado o pra-
zo de um anu, que lhe confere a lei, e
no qual pode fcar restabelecido dos seus
padecimentos.
. O que communico a V. Exc. para seu
conhecimento. Deus guarde a V. Exc
Joaquim Delphino Ribeiro da Luz.A. S.
Exe. o Sr. Luiz Antonio Vieira da Silva.
Em 13 o mesmo ministerio expedio
um aviso presidencia da provincia do
Para, manda que se ja orgjnisado o orea
ment da despeza a fazer-se com as obras
de que carece o arsenal de guerra da mea-
ma provincia e das quaes trata o director
do mesmo arsenal no relatirio que acoin-
panhou osea offi io n. 1,999 do 6 de Abril
ultimo ; e declarando que, vista do dis-
posto nos arts 57 e .538 do regulamento,
que baixou com o decreto n. 5,118 de 19
de Outubro de 1872, nSo pode ser reduzi
da a nanea do almoxarife daquelle estabe-
lecimento, conforme propoz o mesmo di-
rector.
t.oviu da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 17 DE
SETEMBRO DE 1887.
Bacherel Aquilino Gomes Porto, Fran-
cisco Antonio de Modeiros e Luiz Lopes
Pereira.Deferido coa officio de boje ao
Sr. inspector da Tl.esouraria de Fazenda.
Elysio Clementioo Bezerra. Informe o
Sr. inspector do, Thesouro Provincial.
Ferreira CascSo A Filho.Interponham
o recurso mediante as formalidades exigidas
pelo artigo 147 do Regulamento do The*
souro Provincial.
Iljarique Marques de II llauda Caval-
cante.Beferido com o officio de boje ao
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Jos Mendes Carueiro de Souza Ban-
deira.Deferido com o officio de boje ao
Sr. inspector da Thesouraria de Frzenda.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro. Infor-
me o Sr. inspector da Thesouraria de Fa
zenda.
Mario Gama da Silva.-Aguarde a sup-
plicante decisSo do ministerio do guerra.
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, 19
de Setembro de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Seccia 1*.Secretaria de Polica de Pernam
buco, em 15 de Setembro de 1887.
I Im. e Ero. Sr. Paseo s mSos de V. Exc,
no annexo junto por copia, o resultado completo
das diligencias procedidas, com retaceo aos sup-
postos espancameutos por parte da torca publica
no largo da Paz, em 4 do corrente, e consequent?
assasslnato de Eduardo Borgea de Squeira.
Est verificado pelo confronto dos exames visual
externo e autopsia pisterior, pelas declaracoes ja
radas das teatemuuhas ouvidas na iuquerito, e
pelo que de notoriedade publica nesta cidade,
que Eduardo suecumbio, sem que de modo algum
tiveose concorrido a forra publica para esse ef-
feito.
Desfeitos por esta forma os planes inleresssdos,
ou apaixooados, que a m f tcm posto em jjgo a
proposito deate facto, f*ca archivar ua sec.etana
aquellas diligencias, que nao off. recem bate para
procedimento algum ulterior.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente de Aievedo, mu digno presidente
deta provincia.O eh> fe de polica, Francisco
Domnguez Ribeiro Vianna.
Auto de pergunUs a D. L'onor Augusta Teixeira
Anno da Niscimento de Voseo Senhor Jess
Cbristo de 1887, aos 9 de Setembro, nesta cidade
do Kttif no 1 dstricto da treguezi dp Afoga
dos, para onde tr nsf ortou-se o Dr. delagsdo do
1 dstricto, Anesio Augusto de Car val ho Serrano,
commigoescriva j ad hoc previamente juramentado,
no impedimento do tffectivo, ra de S. Miguel
n. 12, casa de residencia de D. Lecnr Augusta
Teixeira, preseut? esta, o Dr. delegado a inttrro -
gou declarando ter 37 anuos de idade, viuva, na-
tural de Pernambuco, moradora na ca onde se
acha, sabe 1er e escrever, e sendo interrogada aio-
da a rc:peito de um ferment qu : se dis ter tila
sofirido, na ocosiao em que as pracas de cavalla-
ra dsprrsavam o povo reunido ui d-.mingo ultimo
des'.e dietricto de Afoga dos :
Declarou que achando-se oceupada no interior
de sua casa no domingo 4 do corrente, por volta
de 5 horas da tide seus meninos chamaram pura
ver muito povo no largo da Pas e moment.'a depiis
vio diversas pracaa de cavallaria dispersando o
mesmo povo e nessa eccasio com outras p'-saoas
que corriam pela ra de S. Miguel, vieram tain-
bem ci.-rendj tres iudividuos completamente de a
conbecds della reepondente os quaes na occasiio
em que ella respndante f chava a porta de sua
casa, elles tres a iovadiram com grande sorpresa
aua, pediudo a ella respondente nm refugio rm
sua casa sfim de nao sercm alcaccados pelas re-
feridas pracas ;
Qoe ella respondente consentio que por algum
tempo se demorassein ditos individuos e quando
vio que nada mais bavia pedio a elles que se re
tirassem o que fizeram pesar de mostrarem muita
repugnancia em sabir ;
Que ella respondente nada absolutamente sef-
treu dos acidados e que inexacta portanto a no-
ticia que se espalbou de ter sabido f< rida em urna
mo e nem em qualquer parte do corpj pois como
j dase violencia alguma soffieu ;
Dase mais que os individuos que invadiram e
n fugiaram-se em sua casa nao foram t'-ndos e
nada absolutamente soffreram, indicaram iimcm-
mente acharem se p ssuidos de grande medo pois
nio queriam sahir de sua casa, e finalmente que
elles exteriormente [n2o manifestavam signaes de
qualqu.'r natureza qu1) indicassa viol'ucia.
Nada mais disse u< m Ibu foi perguntado e I el
o presente as signa.
Eu, Jos Francisco da Cmara Santiago, escr-
vo ad hoc o escrevi.An> sio Augusto de Carva-
Iho SerranoLeonor Augusta TVix-ira.
Secretaria de Policia de Pernambuco, 15 do Se
tembro de 1887.
Conforme.O secretario, Joaquim Francisco de
Arruda.
1887.Pernambuco Delegacia de policia do
1 dstricto do Rasure.
Iuquerito ex officio sobre % morte de Eduardo
Borges de Siqueira :
Anno do Natcimento de Nosso Senhor Jess
Cbristo de 1887, aos ti dias'.do mes de Setembro do
dito anno, no cemiteno publico de Santo Amaro des-
ta cid. de, onde foi vindo o Dr. Anesio Angosto de
Carvslho Serrano, delegado em ejercicio do 1"
dstricto da capital, comuiigo rscnvo interino de
seu cargo, cempareceram oa Drs. Jos Joaquim de
Soasa e 'Belehior da Cama Lobo, baixo assigna-
dos, e presentes tambem os Drs. Antonio de Arra-
da BeltrSo e.Aatonio Joaquim de Barros Sobri-
ubo, medicas ae espontneamente su apresenta-
tam, o Dr. deiegadj deferio aos peritos o jura-
mento aos Santas Evangelhos de bem e veriadei-
ramente desen]penharem suas mistdes, declarando
com verdade o'que descobrissem e encontrassem e
o quo em suas eonsciencias entenlessem, n exami-
nando o cadaf er de Eduardo Borges de Siqueira,
que a'li se acha va depostalo, respondendo aos
quesitos seguales:
1 Se huvaisoas efleito a morte ?
2* Qial a apa ososa inmediata?
3* Q'ial o dota mpregadj que a piodusio ?
4' Se a morte rbi causada por veneno, incendio
ou iouundaco? "
5 Qual a especie do veneno, qual o genero de
incendio ou aundacao ?
6* Se era mortal o mal causado ?
7 Se nio senda mortal o mal causado dalle re
aultou a morte por falta de cuidado do off andido ?
Em ccnaequeocia, passaram os peritos s faser
os exames e invsstigacoes que jtiigaram necessa-
rias, concluidas ss quaes deelararam o seguate :
Encontraram no Ceuiiteno Publico de Santo
Amaro e collocsdo sobre um bsneo de madeira,
um ataie contendo o cadver de um bomem, que
reconbeceram ter pertencente a um individuo de
cor branca, represent&nlo ter 40 sanos-de idade,
da constituirse torte, temperamento bellioso, b-
gode, pera e esvagnac de cor preta, com raros
cabellos brancos, de estatura cima e regular,
envolvido em habito de Nossa Senh>ra do C irm>,
e que se diz ser o cadver de Eiuardo Borgea
de Siqueira.
Tirado o cadver de dentro do atade e colo-
cado sobre urna mesa levantadas s vestes, obser-
varam haver grande oongustio na face, no pes-
coco e na parte anterior e superior do tborax ;
quatro pequeas echymoses na regiio hypogas-
trica que examinadas attentamente reconheeeram
ser duas alias tres devidas a appiicacio de
sangaesngas e a quarta na distancia de seis cen-
timentroida regiii umbelical de forma circular,
com meio centmetro em todos os seus dimetros
de causad iveraa.
Nio encentraram regidez cadavrica sana > nos
bembros interiores, e essa mesma em pequona es-
cala.
O ventre acbava-so tympanisado, e notaram
extravasacio de liquido sero-sanguinolent pela
bocea e narinas.
aparte p'osterior do tronco observaran] lirgas
manchas lvidas, viola^oes estnlendo da regiio
cervical s articulacoea tibiofemosas de ambos os
lados, devidos a extose sangunea, em consequen-
cia da attitude guardada pe? paciente antes e
depoia da morte.
Na impossibilidade de responder satisfactoria-
mente aos quesitos apreaontados pela aatoridade
diante de provas tio negativas, julgaram iodis-
peusavel proceder-se abertura do cadver, afim de
verificarem a causa real da morte. E como se
approximasse a noite, pediram e obtiveram da
mesma autoridade, permissio para completarem
o seu trbalo1, amauhi s 8 horas du mauhi. O
Dr. Delegado ordenou ent'lo, que ficasse o cadver
guardado em dep sito, o que foi feito, vestiodo-
se lhe o habito e encerrando se-lhe no ataie, e
mandou encerrar o presente, que depois de lido
vai por todos assignado do que dou t, eu II :u-
riq:w r"..jnci de Moraea, escrivio, interino o
escrevi.Anesio Augusto de Cjrvalho Serrano.
Dr. Jos Joaquim de Souza.Dr. Belehior da
Gana Lobo.Dr. Antonio de Arrula Beltrio.
Dr. Antonio Joaquim de Borros Sobrinho.J io
(i mes dos Santos PilhoHormes Jacome de
AranjoH-nrique Francisco de Moras
Auto de autopsia. -Anno do natcimento de
Nosso Senhor Jess Christo de 1887, aos 7 das
do mes de Setembro, nasta cidade do Recite, no
Cemiterio Publico de Santo Amaro, as 8 horas
da manhi, onde se acbava o Dr. Aars'o Augusto
de Car val bo Serrano, delegado em exercicio do 1-
districto da capital, commigo escrivao interino de
seu ctrgo, presentes os peritos Drs. Jos Joaquim
de Sousa e Bdlcbior da Uama Lobo e presentes
tambem os Drs. Malaquias Antonio Gancalves,
Raymuudo Bandeira, Antonio de Siqueira Caraei
ro da Cunba, Antonio Joaquim de Barros Sobri-
nho e Antonio de Arruda Beltrio, que exponta-
neameotc se apresentaram, sendo que os do'is l-
timos tomaram h^ntem parte no exame a que se
proceden exteraameate no cadver de Eduardo
Borgea de Siqueira, e s testemuubas abaixo as-
signadaa todos moradores nesta cidade, o mesmo
Dr. Delegado fasendo vir o cadver do referido
Eiuardo, que foi collecad", como se acbava den-
tro do atade em um banco de madeira, ordenou
aquelles peritos que procedessem a autopsia sfim
de respond rem aos quesitos propostos no auto
anteriormente lavrado, em data de hontem, o que
foi cumprido pelos peritos, guirdadas as prescrip-
c.s legaes ; o que tulo concluido, deelararam o
seguiute :
Dirgindo-se hije ss 8 berss da manhi, cm o
Dr. Delegado presente, ao Ceuiiterio Publico de
Santo Amaro, encontraram sobre um banco de
madeira o ataie eooteudo o cadver de Eduardo
Burg.'B de -iqueira, e que o mesmo que loi hon-
tem por elles peritos e na presenca da mesma au-
toridade, examinado exteriormentp, e notaram que
aa manchas cadaverinas observabas hontem ti-
ubam t.mado maior extensio devido a putrefac-
co cadavrica em avaucade adiantamento.
Retirado o cadver do att. le, privado das ves-
tes, collocado sobre urna mesa procedern) da se-
guiute lrma. Feita urna incisii vertical do
apeudice reypbaide a symphese pubiana, encon-
traram abano da pelle da cicatriz urnbelictl ca-
rnadas dos msculos retro-abdominacs, echymo-
sados no perymetro de um decmetro de circunfe-
rencia. Aprufundada essa ineiaao at o interior
da covidade abdominal, trabalho feito com esuru
pul'oso cuidado e com o auxilio dos Srs. Drs. Ray-
mundo Bandeira, Maluquis Gouualves, Carneiro
oa Cunba, Barros Sobrinho e B Itrio, os quaes es-
pontneamente se apresentaram, notaram o pe
ntone vascularisado e aihereote em alguns pou-
tos, s szss luteslinaes, que por sua ves adbe-
riam tamben? Iigeiramente entre si.
Logo aps notaram mais um lquido escuro, eos
de cbocolafe de matura com um veme e intestinal
e rett s de alimeutos figurando entre elles pedar
eos de teijoes e completamente degeridos.
Tornando-ae evidente que se tratava de urna
p .rturacio intestinal, abriram o veutre lateral
mente tazendo duas insicoes ama para direita e
outra para a esquerda a favor dos quaes poderam
ffastar hs azas iutestinaes e examinar todo o tubo
digestivo, encontrando no hebeon duas largas ro-
turas a distancia de seis a oito ceotimetro* urna
da outra.
Pendidos em toda saa extensio a pelle do es
crou'O astun cas v^ginaes, r cute: rain qae, o
grande volume que apreaentava essa regiio era
eviuo a existei.cia de hylroselle dupla de que
scffria o paciente, verificando a computa occluso
o. s anneia inguinaes que excluiam a idea de her-
dia por alguem lembrada.
O ligado, bao o e demais orgios contidos no in-
terior des-a cavidadi nio apreseutaram alteracao
alguma digna de nota.
Abertaa cavdade do tborax encontraram anti
gas adherencias pl.-orilleos bypostose pulmonar
interiormente, o coracio vasio e augmentado um
pjuco de volume ts grandes vasos nada apresen-
tavam de notavel.
Aberta a cavidade craneana encontraram as
meniires, sgnaes de congesfio byp atatica pro
prios da decomposieio cadavrica, nio observando
nem ne exterior nen no interior da massa ence-
obalica e seus ventrculos drrram imeuto sangu-
neo ou seroso.
Alem das lrsVs encontradas interiormente e
cima descriptas asseguram riles peritos do modo
mais positivo qoe nfo enconaram exteriormen-
te em neuhuma parte do corpo outra ecbymose
alem da pequea do ventre tambem j descripta
nem contuadea nem escorracoes .ue possam fazer
suspetar qu ilqucr acto de violencia sendo as
manchas lvidas e observadas as dinvreutes par-
tes do carpo j citadas nicamente devidas a po-
sicio guardada pe lo pacienta durante sua molestia
e depois da morte pelo que responderam :
Ao 1- queaito aim, bauve comtff.it) a merte ;
Ao 2- queai'o que sua causa immedata foi a
rotura dupla do iutestino em cousequeacia do em-
bate do ventre on'ra algum corpo resistente e
voIuuioo e peritonite tn matica consecutiva ;
Ao 3-_ queaito prejudicado com a resposta da
2' que sito ; t
Ao 4- quesito ais ;
Ai 5- quemo prejudicado com resposia do
quarto ;
Ao 6- queaita 3i,n era mortal o mil causado ;
Ao 7- quesito prejudicado com a respasta do
') quesito
E declaran J) os peritos nada miis terem a exa-
minar, ordenou o II-. delegado que fosse colloca-
do cm um frasco de/idamente preparado a porcia
da intestino lesada e depois de lcralo o referido
fraseo e rubricado pelo Dr. delegado depositada na
delegacia.
Em suida ordeno a tambem o Dr. delegado
que fosse inhumado o cadver o que foi feito pre
enchidas as formalidades legaes mandando encer-
rar o presente auto que por tolas vai assignado
commigo escrivio Henriqu) Francisca de Maraes,
que o escrevi e dou f.Anezia Augusto de Car-
valho Serrano.Or. Jo.- Joaquim de Smza.
Dr. Belehior da Oama Loba. Dr. Antonia de Ar-
ruda Beltrio.Dr. Antonio Joaquim de Barras
Sabrinho.Joaa Gomes dos Santo* Filho.Her-
mes Jacome de Araujo.Henriqu o Francisco de
Maraes.
Julgamenta. Julga procedentes o examo e au
topsia procedidas na cadver de Eduardo Borges
de Siqueira, para que p.-oduzam eeus devidos e
legaes < fiotos. Recite, 7 de Setembro de 1887.
Anesio Augusto de Car valho Serrano.
Primera testemunha.Tertuliano Alves do Es-
pirito Sinto cam 38 anuos de idade, casado, natu-
ral de Pernambuco, morador na necea da Qaiabo
em Afgados, carroceira nio sabe 1er nem escre-
ver, e aos costumes di-ss nada, testemuah* ju -
rada.
E sendo aquerida disse que no domingo ultimo,
por volta das 5 ha:as da tarde, ach va seno prin-
cipio da estrada dos Rimelios, forueeenla agua
em urna carroca a diversos fregaezes e na occa-
siio em que elle testcurioha a coaluza para o
interior da casa do una seu fregus, ua isliviluo
tendo orrido pela mesmt estrada, las pracas de
cavallaria qie se achavam no larga da Paz bateu
cam o ventre de encontr a carroca delle testeuiu-
nhi cshindo eaa seguida seudo levantada por um
outro que o conduzio para um. casa confronte de
um individuo conbecido par Hanoel C'ibacolo, que
elle testemuuhi sabe que aquelld individuo mora
na ra Imperial e se chamava Edaardo Borges de
Siqueira, e este nada soffreu das referidas prac*9,
rindo a fallecer dous das depois em consequencia
da pancada recebida sobre sua carroc.
Qua da nadi mais sabe, a respeito do facto s.n-
do corto que hivia no largo da Paz, grande ag-
glomeraoao de povo, que fai dispersada pela ca-
vallaria, sem que entretanto alguma cousa hou-
vesse digno de nota nada miis disse nem Iba f-i
perguntado e lid assignado senli a rogo di tes-
temunba Liuriado Pereira de Brito.
Eu, J_s Fraacisco da Cmara Santiago, escri-
vio ad-hoc, escrevi.A- Srrano, Liuriado Perei-
ra de Brito.
Segunda testemunba Louri M. da Cruz de San-
t'Auna, com 4 annos de idade, casada, natural
de Pernambuc moradora na estrada dos Remedio,
em companbia t seu marido Manoel Joaquim de
Sant'Anna conbecido por Manoel Caboclo, nio sabe
ler nem escrever e aos costumes disse nada. E
sendo inqnenda disse que no domingo 4 do corre-
te, por volta de 5 horas da tarde achiva se ella
testemunba no interior de sua casa quaodo via en-
trar pela porta dentro o individuo Eduardo Borges
de "Mqaeira, qoe morava na ra I uperal, apoindo
no broca de um mofo descouheeido u'ella respon-
dente, gemendo e aecusando ama grande dor, e
ouvio o mesmo Eiuardo dizer que na occasiia em
que cor.-ia bateu de encontr a una carr 9a d'a-
gua e cahio, e d ste facto sabio com aquella dor.
Q je E luardo pas30u a noito inteira em aua casa,
gemendo, retiando se no da seguinte, nio saben
do se elle BofiVeu espaldeiradas da cavallaria.
Nada mais disse uem lhe foi perguntado e lido
a seu rogo assigna sau filho Pedro Ratis Joaquim
de Sant'Anna. a
Eu Jos Francisco da Cam ira Santiago, escri-
vio ad-hoc, escrevi.A. Serrano, Pedro Rat"S Joa-
quim de Sant'Anna.
Terceira testemunba Joaquim Ferreira da Silva,
com 23 annos de idade, casado, natural de Per-
nambuco. morador na ra Imperial, negociante,
sabe lor e escr.-ver, e aos c stumes disse nada.
Testemunba jurada sendo inquerida disse : Que
acliav .-i" em passeio em Afoga os 00 Largo da
Paz, no demiugo 4 do corrente quaudo por volta
de 5 h ras da tarde, cbeg'u um piquete da caval
laria e nessa occisii) correram muitas pesso-.s,
entre as quaes um individuo que procurou eomo
ello test-munba a estrada dos R-medioa, onde dito
individuo bateu de encontr amni carree d'agua
que all se achava parada, cahindo e gri ando com
urna dor, que elle testemunba tendo parada um
poueo mais distante vio um bomem a quem nio
conbece levantar aquelle individuo e lvalo pelo
braca a urna casa confronte e entis vendo elle tes
temunba tu lo calmo, voltou e foi ter a casa ende
foi recoiho dito individuo, onde indagando u'elle
o que havia succedida soubd por lhe dizer o mesmo
individuo que elle pensando que a cavallaria o
perseguisso corren eolhindo par.i tras nio vio em
sua frente urna carraca d'agua sabr a qual bateu
com o estomago e cabio cam umi grande dor, ac-
erescentaado que nada soffreo dos soldados.
Q le 'lie testemunba soube all do proprio indi
viduo cnamar-se elle Eiuardo Borgea de Siqueira,
e que morava na ra Imperial, e em seguida tra-
to u de ir embora para saa casa p >is ouvio de um
boni partirem gri too e vivas a Nabuco e ah scis-
inou logo que a cousa nio ia bem, nada mais
presenciando por ter-se retirada logo.
Nada maia disse nem lhe foi pargnntado, e lido,
assignado.
Eo, Jos Francisco da Cmara Santiago,escrivio
ad-hoc, o escrevi. \. Serrano, Joaquim Ferreira
da SilvaConforme cam os originaes aos quaes
me rep irto e dou f.
Recife, 14 ata Setembro do 1887.O escrivio in-
terino II nr q e Francisca de Moraes.
Secretarla d* Pohcia de P.-rnabueo, 17 de Se-
tembro de 1887.ConformeO secretario, Jca-
quim Fraicisco de Arruda.
1 I 1 II I !!!
Re parti<*o da Policia
2* seccao. N. 828. Secretaria de Po-
licia d* Pernambuco, 19 de Setembro de
1887 Illm. e Exm. Sr. Parti ipo a V.
Exc. qu-? foram recolhiios Casa de De
teocit os seguintes individuos :
No da 17 :
A'jordem do subdelegada da fregu zia do Ii -
cife, Antoni >, escravo de Manoel Eitauislu da
Costa, por embriaguez e disturbios, Jote Ferreira
Campos e Manoel da Luz Amaro, erno vagabun-
dos turbulentos.
A' .rdem do do dis'ricto da freguesa de 8.
Jos, Vicente Ferreira Qenuino, or disturbios
No d.a 18 :
A' uiiuha ordeuo urna lonea, euj > nome se ignora,
al aue teuha o conveliente destino.
A' ordem do {subdelegado da freguesa de 8.
Antonio, Joio Oomes ds Cssta, Eleutero H ari-
que da Costa, Pantaliio Francisco da Costa, Joio
Pereira de Araujo, Jo? Sarcia dos Santos, Joio
Izidio Ferreira do Sacramento, Francisco Corris
de Vascancellos, por disturbios e Manoel Fran-
cisca, menor com destino a escola de apreiendiset
marioheiros.
A' ordem do do 1 dstricto da freguesa da
Qraca, Manoel Iuglez, por disturbios.
Hontem s 9 horas da noite aa travessa da
M onteiro do Io dstricto da freguezia de 8. Jos,
o individua de uome Libanio Jos de Sant'Anna,
conhecido por Vea-azul,, travandose de razoea
com Jeronymo Francisco Ferreira, resulton dissa
sahir este ferida com duas tacadas.
U criminoso evadio-se loga apso crima, e o ot-
fsndido foi vistoriado pelo Dr. Gima Lobo, que de-
clarou leves os faumentos.
Sobre este facto pracedeu se nos termos da lei.
Com r.'lacao a noticia incerta no Jornal do Re-
cije de 17 deste mez sob a rubrica Em que ss
occuoa 1 a polici, transmiti por copia .1 V. Exc.
a iuformacio prestada ao commandante geral ds
guarda cvica, (a quem ouvi a respeito) pelo com-
mandante da 3* estacio da mesma guarda.
Qaartel do commando da 3' estacio da guarda
cvica oa freguezia de S. Jos em 19 de Setembro
de 1887.Illm. Sr Em resposta ao olflco da
V. S. datada da 17 do corrente mes sob o n. 304,
com respeito a noticia inserida no Jemal do /le-
cife desta m sina data e soba epigraphe, Em
que se oceupa a policia cumpre-me informar a
V. 8. que ouviudo ao Io sargento, Antonia Mar-
tiniano da Silva, por este me foi dito o seguinte :
Q ia no dia 15 do correnta mez, s 10 horas da
noite mais ou menos, foi-lhe apresentado pelo guar-
da cvico n. 05, que a essa hora fazia o panto na
ra da Concordia, um individuo de nome, Vicente
Ferreira Genuino, completamente embriagado, e
que esta va estendido sobre calcada da travessa do
Moutcira, isto com o fim somante de Vicente dor-
mir na xadr.-z e melborar da embriaga z, e coma
Vicente, pea*asse jne estivesse preso, com cou a
gritar cm altas vozes, dizendi que o queriam ma-
tar, sendo preciso nessa occasiio a intervencio do
mesmo sargento que a muito custo o fez conter e
convence! o de que nio fijara preso e aahia logo
que ficasse bom, iriaembara e convencido Vicente
ficra na xadrez, onde curti a embriaguez at o
dia seguinte pela manhi e ebegando o subdele-
gado que tomou conhecimento do occorrido, maa-
dau o recolber a Casa de Det nclo.
Exposta como fica a verdade cima fai por con-
seguinte o Jornal do Recije mal informado acerca
do qne se passou com o dito Vicente, que nenhum
espaneamento soffreu, bem como nenhum outro
guarda, interveio na conduccio de Vicente, para
a referida. estacio.
Deus Guarde.Illm. Sr. capitia Joia Baptista
Cabral. M. D. commandante geral la guarda c-
vica.J ao da Silveira Tavora, alteres romman -
dante.
Deus guarde a V. Exa.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de poli lia, Francisco Domingues Ribeirt
Vianna.
Thesouro provincial
DESPACHOS DO DU 19 DE SETEMBRO
Antonio Trajano da Costa. Certifi-
que se.
Braardioe Pereira Ramos. Ao con-
tencioso para eliminar o debito das casas
as. 2 a 62 e 1 a 37 travessa do Ri d os,
conforme o officio junto do grente da Re-
cife Drain ge e nos termos da loi n. 1809,
sendo assim deferido o supplioante.
ConUs da R-prtic*3 das Ooras Publi-
cas. Exaroinem-SQ.
Offi :io do Dr. chefei de policia e do col-
lector de Alago v de Baixo. Ao Sr. con-
tador para roulioci neoto e devidos fias.
Joaquim de Az-vedo Ramas. A seo-
c&o do conten ioso p-ra as notas de elirnt-
naco do debito da casa n. 3 ao Io beoco
da Cadeia Nav.i.
Jaio Waltredo de Medeiros. Informa
o Sr. contador.
DIARIO C2 PERMBIiiCO
RECIFE, 20 D SETEMBRO DE 1837
Noticias do Pacifico, Kio di l'ra-
ta e Sal do Imperio
O paquete Portugal, eutrado ante-hontm do
sul, trono as S'gumies noticias e as que coastam
das rubricas oParre Ojficial e Interior :
Pacifleo
Datas telegraphicas at 7 de Setembro :
Constava Columbia, Abundante Nuez, commumeara ao go-
verno chileno a recoustituiyio daquelle pas sob
a forma unitaria eom o uome do repblica de Co-
lumbia.
No congresto peruano, discutia-s?, em sestoes
secretas, o contracto Grace. Dizia-se que o nove
ministerio opinava p 11 rescisio do dito contracto.
Rio da Prata
Datas de jornaes at 8 de Buenos Ayres e at
9 de Montevideo, c telegrephieas at 13 de Se-
tembro :
O poder xecutivo da repblica argentina en-
viou ao cungreeso urna mensagem acampanhada
de um projooto de lei que d ao banca nacional
autorisacao para abrir un crdito de 1,000,000 de
pesos nacionaes, destinada ao adiantamento de
passagens da Europa aoo parentea des iramgrsn-
tes j estabelecidos naquella repblica.
A cmara dos depatados, em sessio de 5 do ccr-
reute mes, resolveu que o seu presideote ordenas-
se a pnsi) do individuo Sojo, por violcio ds
suas immuoidades no peridico Don Quijote d; 4,
por todo o tempo qu aurarem us suas slsiojs.
A Nacin, de Bueuos-Ayres, fe acerca desta
resoluciu da cmara a seguinte pooderacia : Por
ter representado a-s membros da cmara com fi-
gura d-'arneiros, um desenhista foi encarcerado.
Outro desenh'sta piutajarec-ntemente um seuador
da naci cm a f imaWtouro e ninguim dea por
isso e se fallou de desacato. Sera caso de inda-
gar a diffrenc qu^ perante o foro parlamentar
existe entre touroa carneiros, se nio so s-iubesse
que os d-putados i ff-ndidos sio da sitoacio e qne
o senador opposicionicta.
O citado diario pubdeau os d bates da camars,
quando tratou deste assumpto, sob os ttulos Lei-
fura para bomem smente. Cobrss e lagartos
parlamentares. A firea par desacat.-.
A Prensa, censurando a caricatura estampada
no Don Quijote, c.ndeinnou tambem severamente
a lmguagem auti-parlamentar de que naon o de-
purado general Mausilla.
N nliutna n ticia importante da repblica Ori-
ental encon?ram Es os teiegrammas :
Montevideo, l' de Setembro
Foram tetras explendidas ex quias ao jornalista
Lccot, redactor principal da Ir buna Popular.
O estado do Dr. G.nzalo Bamires presenta
m< lboras sensveis.
A epidemia de dyphteria tem diminuido muito.
A diseussio ds mensagem do gaverno sobre o
oreomeuto vai sendo discutida com grande vivaci-
dada, na cmara d s deputados.
A couspaobia Ferrari* tem agradado muita
*

i


2
Diario de ftnambneoTer^a-lcira 20 de Setembro de 1887




aqu. O tenor Masmi foi enthusii.stican.ente p-
plaudido.
Buenos-Avie, 12 de Setembro
A coamisilo de f.senJa dea um voto fsvoravel
10 prometo do oresmento geni aprestotado pe...
governo; segundo este proj.cto a receita geral
obe a 55 milboes de pes- s e a desrea a 50 jni-
lhoes bavendo um saldo de 5 milhoes, que serio
spplicad&s ainortisanao.
Montevideo, 13 de Setembro
Na cmara dos depatados contina a discussio
do ornamenta.
Baenos-Ayres, 13 de 8etrmbro
Falla-se muito ein mudar para a cidade do R >-
arioa capital da provincia de Sauta F, que at
agora era a cidade deate nome.
HloUraade do al
O Jornal do Commereio da corte publicou este
trlegramma :
Porto Alegre, 13 de Setembro
Foram mauumiltidos, ante-hontero, todos os es-
eravos que tinham sido dados & nova matricula
ao municipio de S. Boija
H. Paulo
Datas at 13 de Setembro :
Cbegara a 9 A capital pelo expresso do norte.
So Alteaa o Sr. D. Augusto de Saxe, que val a
Poco de Caldas fa Acompsnbam Sua Alt-sa, que se hospedou no
Grande Hotel, o 2 tenento da armada Pedro Vel-
loso e o Sr. Dr. Telasco G-'tn ensoro.
Foram esperar Sua A'tesa M Srs. Dr. vicepre
lidente da provincia e s ehefe de polica e presidenta di estrada do norte
Na gare tocava urna banda de msica. Sua AI
tiza ia visitar hontem o monumento do Ypiranga
e segma boje para Caldaa.
Em a noite de 3 do correte, das 9 para as
10 horas, foi invadida a typographia do peridico
Pira*imna, que se publica na cidade do mesan
nome, por um grupo de ceic de 50 pesaos, que
empastelaran oa typ's, destruiram papis e prati
earam outeos acta de verdadeira selvajeria.
No dia 1 s 11 1/2 horas da maohi, na oe-
easiai das manobras de um trem naestacloae
It, foi victima de um desastre o foguista Jos aa
& .- a ?
Suicidou se em Campias, disparando um ti-
ro de garrucha no ouviao, o faiendeiro Antonio
Joaquim Per-ira Lima. Nao era sabido o motivo
ce o levara a pr.iticar aquile acto.
Recahem sobre Nicolao Paradiao suspjitas
de ter sido o autor da merte de sua mulher, Kosi-
a Pixarro, a qual suppunbsm ter-se suicidado.
Nicolao acha-se recolhido cadeia de Campias
_ A Marqueza do Iiu efferectu 1:000* para as
abras da matriz da cidade de Itu.
Obegou capital e pretenda seguir i 13 para
Boyas o Dr. Fulgencio Firmino Simoes, presidente
orneado para rsta provincia.
F. rain inauguradas no dia 8 as obras do en,
canamento distriauico d'agua potavel na cidade
deMogfmirim.
Em Brotas reaaou-ee no dia 4 a ce imoni%
so lancamento da primeira pedra para edificaeao
4a matriz.
No barro das Araras, municipio de Braganea
smemou-se horrivelmente, fallecenio em poucas
soras, urna menina de 13 annes de idade.
' Victima de antigos padecimentos, fallecen no
dia 12, na capital, 1 hora da madrugada, o Rvdm.
eonego Manuel Emygdio Bernsriee, tbesoureiro-
r da cathedr', na avancada idade de 88 annos.
Em consequencia dos meemos incommodos e de
tiver qussi cgo, nao sahia ha annos de casa,
sxercendo, mesmo no retiro em que viva, a can-
dado amii larga. Deixiu fortuna avallada em
sais de 300:000*00).
Kio ilr Janeiro
Datas at 14 de Setembro.
No dia 10, no Senado o Sr. Dantas justificou um
reqnerimento pedindo copia do proceaeo instaurado
m Jacareby contra 25 cidadios, por crime de
tedico. Sem debite foi approvado este requen-
oaento.
Na ordem do dia foi votado o ornamento dojni-
aaterio do imperio; e entrando em 3 discussio o
do ministerio damarioha oraram os Srs. Candido
de Oliveira, que envin a mesa urna emenda. Ba-
rio de Cotegipe, Silveira Martms e Avila. A dis-
jussio ficen encerrada e reservada a votacio para
a sessio de segunda feira.
Na cmara dos deputados nao houvo sesaao.
No dia 12, no senado o Sr. Meira de Vascou-
eelloB justificou um reqnerimento pedindo copiada
portara com que pelo presidente da Parabyba foi
adiada a assenibla legislativa deaaa provincia.
Orn o Sr. Bario do Cotegipe, a foi approvado o
o requerimento.
Na ordem do dia proceden se a votacio do orna-
mento do ministerio da marinha.
Discutin-se a emenda que na 3* discussao do or-
rment d. minate-ro do imperio cfferecera o Sr.
Ivsira Mratins, antoriaando o governo a eliminar
a'gumas clausulas dos decretos que concedem favo-
res s empiezas edificadoras de casa para epera
rio e classes pobres. Orramos Srs. Silveira Mar-
tina, Siiveira da Motta, Silv ira Martina pela 2
vez, Corris, Bario de Cotegipe e Aftooso oelso.
Esta emenda foi approvsda.
Encetada a '/ discussao do orcamento do minis-
terio da guerra, oren o Sr Avila e ficou a discus-
sao a da pela hora.
Na cmara no dia 12, depois de lidas e appro-
vadss as actas antecedentes e ldo o expediente o
Sr. Affinso Celso Jnior pedio ao governo infor
ac6es sobre a noticia de h.ver o governo italia-
no prohibido a eroigrscio para o Brasil.
Respondeu o Sr. Rodrigo Silva (ministro da
agricultura) declarando que nada Ihe consta offi-
eialmente e aguarda a resposta de um telegramma
que dirigi ao agente consular do Brasil em Ge-
Preencheu a hora do expediente o Sr. Srbastiio
Mascarentus.
Na < rdem do dia, continuou a 3 disenssSo da
propeets do governo, convertida em projecto de
lei, oretndo a receita geral p&M 1888.
Orramos Srs. Affonao Penn, Cxilho de Al
saeida, Roaa e Silva, Aleoforado e A'ves de
Araojo.
A diacnseao fieou adiada pela hora.
No senado, a 13, o Sr. Autonio Prado justificou
am r.quunment pedindo inforuiacoes sobre as
providencias tomadas p-lo presidente do S. taulo
relativamente fuga de escravoa no mnn cipio de
Campin .s. Orou o -r. Bario de Cotegipe e ficou
a discuaaao adiada pela hora
O Sr Candido de Oliveira requeren urgencia
para que esta ducuasio proseguase na bessio
tegointe.
Na 1 parto da ordem do dia foi approvado
em 3 discoasao o project sobre navega^io dos rios
Toeantios e outn s.
Foram regeitados os projeetos dos Sr. Jagnribe
e Cruz Machado, d.-r ganuo dispoaices da lei de
l de Oulubro de 1886.
Entrando em diacusfio o projecto do Sr. Godoy
alteran!., a c.,:Scifii; ca< de al^umna comarca de
S. Paulo, o Sr. CanaiJo de .iveira apreseutos
ama emen a que foi approvada.
O pruj cto toi a>loptido com estas e as outras
emendas approvadas em 2 discustao.
Foram an bem aprevados o projecto do Sr.
Ignacio Martina revocando a lei de 10 de Junho de
1835 o proj cto determinando o modo de executao
de art. 18 le lei de 20 de Set tnbro de 1871, e urna
prcpohico da cmara dos deputadua, relativa
pretcnpvio ein que ineorrera D. Jobepha Leopol-
dina de Mello Goudim.
Na 2 pa te da rderi do dia discuti se o orna-
mento Ribeiro da Luz e Candido de Oveira e ficou a
diicuai) adiada pela h^ra.
__ N cmara no da 13, depoig de lida e aprc-
vada a acia antecedente u. Geraldo de Hezende
leu urna lepr^seiitacio do^fc-po oinmercial de
Campias aoh rindo repr. s; utcio dos labra-
dores p' diudo irovidencias ao governo contra
demasas abolicionistas.
O Si. Castnoto (miuistro da mannbn), depeis
de expli>r como toi feta urna concessio p. cunia-
lia i A^sociacao d. s Zaticos da Barra do R cife.
resp^jnd. .1 ao liodo Imperialarinheiro, sua tripulaco e pracs
de des- mbaique. _^
0 aV Rodrigo Silva {ministro da agricultura)
trati u dB reprteeutacdes ^a lavora e cimniTci
de Campias, me girando que o governo tem sabida
enmprir o o dever.
O Sr Affunso Celso Jnior tra-on de saber do
ministro da agricultura se ja recebtra resposta do
nosso agente consular em G mva, sobre tero
Soverno iraliano prohibido a emigracao para o
rasil.
O Sr. Rodrigo Silva responden qne anda nao
bt> Ve resposta.
Pret n< heu a hora do expediente o Sr. Joaqnim
Pedro.
Na ordem do da, a reqnerimento do Sr. Freir
le Carva bo, toi encerradas 3* discussioe appro-
vada com os emendaa presentadas a rtceita gera-
o imperio para 1^88.
Foi tambem t neerrada a J* discussao do pro-
n. 49 de 1886, sobre uso de armas prohibi as
o q al foi approvado com aa emenda dos Sis.
Ma.;-Dowel, Ratisbona e Duartt da Azevedo.
CV.ntmuou a 2 discussio do pr jecto do sen.do
n 79A. creando novos collegiog el-Mtoraes.
Oroa o Sr. R >sa e Silva, fieando encerrada a
diacussii e a votacio adiad por verificarse lio
haver numero. 0
Sob a epigraphe difiu&o publicou o Jomara o
Commerc'.o de 12:
A comrrissio nomeada pelo Sr. ministro da
agricultura ara estacarnos engenhoa centraes de
Barceltos e Bracuhy, o uiethido da difusio appli-
aada i eanna de aesuear, bem como pmrajanalys:ir
as variedades desta gramnea que forneeem ma-
teria prima aquellas fabricas, regressnu anto-
hontcm esta crte, tendo realisado varios traba-
Ih'.s dos quea daremos succinta conta.
Tendo se demorado por 11 das no engenbo
Barcellae (de 27 de Agosto a 6 de Setembro), ana-
lyeou a commisso todas as variedades de cann i
cultivadas nos municipios de S. Joio da Barra e
Campos b:m assim todos os producto obtidoB
naquella fabrica por meio da difusio. a saber : o
caldo, as talhadas de canna, os xaropes, a masaa
cada e finalmente o asancat depois de turbi-
nado.
HavenJu eatndado minudeaciosamente os sp-
par Ih'S estabelecidona mesma fabrica, e com-
parando os resultados all obtidos aoa que foram
alcanzados na Luisiana, e dos qaaes dea conta o
Sr. Dr. Pedro Das Gordilho Paes Leme, no in-
teressante relatorioque apresenton ao governo 1878, presume a commissio que do moderno pro-
cessa sio para esperar importantissimass van
tagens.
Dentro de poneos das ir a commissio comple-
tar os seus estudos no engehuo Braeuhy onde a
dilusio auxiliada pela caibonatacio do caldo a
qual parece de eumino interease para o tratamen-
to tate.
De Barcellos seguio a commissio para o en
genhj Pureza, situado nj municipio de S. "'idolis,
mas infelizmente achou interrompid-js os trabi-
Uhos esa razio do accidente que occorreu ims
moendas Brissonnsau. Teve, entretanto, occasiao
de admirar a extensa cultura feita por bracos li-
vrea e, na maior parte, nacicnat s.
Passando ao engenbo Rio Negro veiificou a
preasio de 71 3 ( do caldo, e obaervou a appli-
cacio do caldo snlphnroao. qual praticada na
Maurca, em Demorara e na Laisiana, bem eemo
ha muitos annos, com alguns engenhos nacionaes.
O assncar desta procedencia perleitamente pu
rificadj, podendo e devendo entrar no consumo
sem passar pelas fabricas de refioacio.
A commissio achou da parte dos distinctos
indusfriaes, Srs. Bario de Barcellos, Raphael
Sanches e Dr. Jacob Van Erven, acclbimento que
excedeu de toda a expectativa, merecen lo vivo
applanso de todos es entendidos e interessados na
prospendade da industria asaucareira a solicitude
com que o Sr. ministro da agricultura coufiou de
pessoaa competentes o estuio de objecto de tama-
nha monta.
A' 14 anda escreven a citada folha sobre o
mesmo assampto :
A commis-is especial compoata dos Srs. Drs.
Pedro Das Gordilho Paes, Leme, M. F. raenart,
Agostinho Netto e Alfredo Santos, qne por ordem
do ministerio da agricultura foi examinar o pro-
cesso de difi'usio, apreaentou-se hontem, em reu-
niio da diractoria do centro e fes a expoaicrio
verbai de sena tnballies.
D poia de eianinar op processos dos engenhis
Barcellos, Pureza e Rio Negro, dn norte da pro-
vincia, segu no dia 19, para o sul, afim de verifi-
car o resultado obtido no engenbo do Bracaby.
Logo que oa estados so completein, a commis-
sio responder ao questiooario completo do Sr.
ministro da agricu.tura sobre a industria saecba-
rna, e dar publicifade aos resultados compara-
tivos qne bouver verificado.
EMliirlto "anlo
Victoria, 13deSttembro.
< Araruam esjuj os nufragos passiu em San
ta Cruz, em dir cci> a esta ciaade (Victoria), a
9 horas e 37 inunM da tnanhi
Muito vento sul na coaU foi causa da de"ra.
Erperoo .Araruama urna hora da tarde.
Nio sei iiilirmsr anda s.bre o Riachuelo.
. Oa nanfrago* chegaram boje, a 2 horas e
10 minu'es da Sarde.
Anida nio sei iiifoimur sobre Riachuelo.
Fay,> seguir Mura Pa com 127 naufragas.
Estado sanitario aocn.
Mama
Datn? at lii de 8s4ssrbro :
As folbaB qu' recebemos desta provincia nada
refetem digno de nota.
INTERIOR
Correspondencia do Diarlo de
Pernanibuco
O Jornal do Commereio da efirte publicou os se-
gantes telegrammss acerca do naufragio do Im-
perial iiarinheiro :
Vctor!, 10 de Setembro.
Em soecorro des nufragos a presidencia fez
seguir, logo que teve noticia, o vapor Aruruama
que estava no porto.
Foram dadas ordens positivas s autoridades
policiaca da costa para darem aos nufragos to-
dos os soccorros.
O oapit&o do porto seguio no Aroraama.
A' ultima hora informa o capitio do porto ao
presidente que o navio est completamente per-
dido.
Victoria, 11 de Setembro.
Sio esperados boje os nufragos do crusador
Imperial Marinheiro.
Por causa do mi tempo o Araruami nio pode
entrar no Rio Doce.
Nada falta sos nufragos ; eetio tomadas todas
aa prvvideocias.
O presidente da provincia reeommendon ao ca-
pitio do porto que empregasse os maiores estor-
c-.a para salvar o material.
Ao mesmo tempo foram dadas is autoridades
de todas as pavoaces da costa ordens para reeo-
Iherem tudo o que o mar atirar i praia.
Victoria, 12 de Setembro.
As noticias officiaes e exactas, da ultima hora,
dio como mortas 14 pessoas, sendo um 2o tenente,
um guarda marinha,' dona praticantes, dona ma
chinistas, d: us criados, um foguista e cinco im
periaes msrinheiros.
Consta que a tripolacao era de 143 pessoas, sen
do salvas 1*9. .
Appareceu um cadver na barra do Rio Doce.
Foi sepultado no cemiterio da villa.
O presidente mostiou groade energa
Todos es delegados forneeem conduccao e vive
res.
O commandante chegou muilo maltratado no
Riacho.
Foi posta urna forca em observacio no lugar do
ainistro.
Espera se s Araraama a toda hora.
NSise tmate a^ora noticia alguma do Ria-
chuelo.
Nio foi visto passar em frente de Santa Cruz.
Victoria, 13 de Setembro, 2 horas e 45 minu-
tos.
O Araruama chegou s 2 horas e 10 minutos da
trd>-, trasenae os nufragos do Imperial Man
nhro.
Tudo o que dizia respeito ao salvamento da tri-
polacio est acabado.
11 i pouca prubabilidade de salvar alguma cou-
sa 00 navio.
13 de Setembro, tarde.
O Commandante do Imperial iiarinheiro est
ferid i no braco esquerdo.
Outras pessoaa da tripolacao estio mais ou me-
ma machucadas.
O presidente da provincia requisitou immedia-
tamente mdicos, que fiseram os respectivos cura-
tivos.
Od officiaes e marinheiros chegaram, uns cem as
roiipas todas rasgadas e cbanos de palha e ou-
tros com vestimentas emprestadas.
O hr. I>i.ein n, redactor principal do Espirito-
San/ente, e o Dr. Meodes Franco Nt-ves abriram
esa Ivjr oas lamillas das victimas urna subsenp-
r;ao, que foi rpidamente assignada.
O presidente n ostron-se iueausavel e foi espe-
rar os nufragos fr.t da barra, a bordo do Marta
Pa.
Os nufragos devem partir amanhi para a cor-
te. O
5 horas e 50 minutos da tarde.
O vapor Mana Pa partir deate porto entre
s 7 8 horas da no.te, -levando a seu bordo os
uaufragos que foram soccorridos pelo presidente e
popu lacio.
Muito devese ao chife do districto telegraphi
co de Araripe, p t sua sctividaue e presteza no
cuidado para com oa nufragos.
O Sr. ministro da marinha receben os seguin
tes t* legraenmas, expedidos pelo presidente di
provincia do Espirito Santo :
Victoria. 10 de ctembro.Capitio do porto,
de b rdo do Ar..ruma, me diz que o casco e o
material do Imperial M^rtar-eno estio inteira-
mente perdidos.
Mandei seguase para a Regencia e outros
portos para dar transporte e soocorros aos naufra-
toe.
. Victoria, 10 de Setembro, s 7 horas e 48 mi-
nutos da n.ite.Fico sciente da vnda do Ria-
chuelo.
O Araruama nio pdle approximar-se da cos-
ta pela arrebeutacio no baixio do Rio-Doce.
Creio que o Riachuelo nio o peder tam-
bem. .
O capitio de fragata Forjas, chefe aqu di
servicj, l rfti com o Araruama.
T das o ordena foram expedidas a cava I lo.
Tem se procurado embarcar os nufragos.
Disto tenbo noticias e aguardo outias, que
logo rraoiSDittirei a V fcxe.
O Mari Pa nio seguir.
RIO DE JANEIRO -Cobte, 13 de Setorn-
bro ele 1887
tosniARiO :Atraso dea trabalhos das Cmaras.
Conjecturas acerca do tempo que anda
poderio durar. Consideraces do Sr.
Cotegipe no Siuado acerea da protela-
ci dos trabo.lboa ahi.Obaervacoes do
Sr. Silveira Martina.A demora do or-
cimento da receita na Cmara. O Sr.
Andrade Figueira e os additivoa ahi
presentados c votados. Discurso do
Sr. Rosa e Silva.
Atrasadas como vio es diacuas.'s dos orcamen-
to, mal se ple prever quando possam ficar ter-
minados rs trabaibos do parlamento, aiuda mes-
mo que nio baja proposita de prolongal-os no
Senado, como ha, nio obstante o Sr. Cndido de
Oliveira, que o confesa em palestra na ante-sala,
negai-o na tribuna.
Ha queiu pense que os senadores liberacs m.i-
dificaram easo proposito, e ato talvez 6e deprehen-
de do que disse o Sr. Silveira Martina ua Bess&o
de 10, em resposta ao Sr. presidente do coacih >,
na 3 discussio do orcamento da marinha, que
comee Em resDOsta ao Sr. Candido de Oliveira, que foi
quera iniciou o debate com um longo discurso, em
que, procurando mostrar que a epposicio no Se-
nado governarsrntal e nao quer negar o orca-
mento, e ii.crepaudo ao governo a intenfio de go-
veruar sem orcamento, quando o seu div r pro-
rogar us cmaras pelo tempo que fr preciso, e,
se acaso os deputados se retirarem, de modo que
nio haj* numero para serena votadas as emendas
do Senado, diasotVer a Cmara, e entio assumir a
dictadura, que em taes circumstancias a. ra jus
tificada ; o Sr. Cotegipe obaervou que o honrado
senador, prometiendo dar o orcamento ao governo,
evitou marcar o prazo dentro do qml o faria. e,
por si e pelos seus amigos, ergueudo graves aceu-
shc5s aoa ministros por exeessos de despesas
pir conservacoes de reparticoss inutei, nio apre-
sentam emendas para corrigir os abusos que cri-
ticara.
O orad r mais urna vez lembra v papel quo ca-
be ao seuado : ni Cmara que ee estudam os
orcam Mitos, se decretiim impostos, se dio credi
tos ; o Sanado, que como5e-ae de bomena queja
p.aaarain pela admioistracio, apenas corrige ou
emenda, mas nio substitue a cimara cortando e
demorando. C.mo senador, nunca demorou orca-
meatoa, coadjuvou sempre o governo e at ji con-
curren para uina prorogativa.
* No Cenado falla se em poltica das 11 s 3
horas e o propr.o nubie sonador, apesar da obser-
vacio do Sr. presidente, nao fez outra cousa. Se
o governo lembra aquillo pratieado pelos adversa-
rios, a resposta nio iacain o q>ie ni fizemos.
Nio Ihe esbiram no chio as palavraa do no-
bre senador. A discussi) do orcamento hade
demorar-se at que na Cmara nio hija numero.
i O Senado nio tem correctivo, e para que nio
ae pense qus elle urn enibaraco, deve proceder
setnpre com muita prudencia.
O Sr. Sveira Martina disse que, em absoluto,
o Sr. presidente* do conselho nio tem razio quei-
xando-se da protelacio dos debites no Senado :
se ha culpa de todos. 8. Exe. teria razio de
queixar-se ee os ornamentos j estivessem todos
no Sensdo ; mas assko nao acontece, pois o orca-
mento da receita anda pende da Cmara dos De-
putados. Ora, cm urna rnaioria como o governo
tem all e com um regiment que autoriza o en-
cerramento, um governo que sabe o que sjoer e
para onde vai, nio tolerara que l se estivesse
anda discatindo o orcamento da receita
C mcorda que a opposicio nio deve mover ob-
stacnlis de certa ordem ao governo ; elle Silveira
Martina sempre foi desta escola, e por isso nunca
ple concordar com o nobre senador pelo Paran,
que ia ao Senado discutir p-quenas jjuestoes l-
caos, com as quaes embaracava ob ministros seus
adversarios.
Em apartes ao Sr. Cotegipe o Sr. Octaviano ob-
aervou repetidamente que nao havia anda motivo
de queixa por parte do governo, visto anda nio
eatarem todos o ornamentos no Senado.
Ora, devendo votar-se hoje na Cmara, em 3.
discussio, os additives, e seguindo a receita com
estes amanh i ou depois para o Senado, cessa o
motivo da allegacio para a demora da votacio
dos outros oroameotes. Alera disto, se ha sena
dores como os Srs Candido de Oliveirao verda-
deiro leader da opposicioMeira de Vasconcelos,
um dos mais inransigentea opposiciouistas, Avi
la, Veriato de Medeiros, Ignacio Martina etc., que
querem ver at onde chega a resistencia do gabi-
nete, como disse o piimeiro, ha outros qus pensam
de modo contrario e almejam a terminacio dos
trabalhos. Mas em todo caso o que est fra d
duvida q e teremos segunda prorogacio at o
dia 30, e pode-se mesmo contar que a sessio en-
trar pelo mez vindouro.
Da votacii dos additivos na 2. discussio j
os jornaes do dia 9 devem ter levado noticia.
Por maior que tivesse eido o esforcj com que o
Sr. Andrade Kigneira eombateu odos elleseom
exeepcio de umquer os apresen'ados ou aceitas
pela commissio de orcamento, quer os apreaeota-
dos por diversos deputados, foram adoptados nio
s aquelles como alguns (lestes. O discurso do
honrado deputado intcrcssante e carioso. Vale
a pena ifil-o.
Comecaido por mostrar-se desalentado e ebeio
de amargura por ver a deapreoecapacio da C-
mara pelo estado fiuauceiro do pas, votando pir
um lado despezas e por outro cereeando fontes de
renda, de modo que vamos ter um orcamento com
um dficit superior a 10,000:000*00J ; nota que ae
tacara sencoes sera criterio, assim como restitui-
do :s que t podera ser justificadas por favoritismo.
Uma das sencoes que nio foi aceita nio j dos
6 /, de exportacio do assucar, mas a dos 5 "/ de
exiwdiente que o Estado cobra pelo servico de em-
barque e desembarque e de entrega dos artigis de
machinismos introdusidoa para as suas fabricas.
Reconhece que a industria asaucareira esti pas-
sando por nma ciise^ijio obstaute todo os fa-
vores que se Ihe tem feito, todos os sacrificios fei-
tos pelo estado, para animal-a, como os eugenhos
centraes que tem sido urna triste e vergouh sa
especulacio ; roas, pelo que se \i de urna tab 11
.iiiuexa ao relatorio da fizenda, essa BSBM uio
rio aguda como ee allega; a deminui^io do prefo
ha de ser temporaria.
O orador apre-ia a c.lrauha theoria que tem
ouvido de que as provincias devem ser considera-
das isoladameute sem attencio a uniio, como se
esta fosse para cada urna um adversario, que nega-
Ihes os recursos, tirando-lhe o que produaira; e
ueste ponto combate o qu ; disse o nobre represen -
taute do Para, o Sr. Costa Aguiar, o qual leu os
balancos, mas nio os entendeu, c por isso disse
que a rnaioria da receita proveen dos p'ovincias
do norte, quando a verdade que nesse mesino
exeicicio de 1884 a 1885, o norte apenas concorreu
cora 35,000 contos, ao passo que aa provincias do
sul com 85,0011: t S. Paulo, Minas e Rio de Ja-
neiro concorrerara com duas tercas partes da re-
ceita.
Paissando a considerar cada um doa additivos,
n>ta que a allegacio de que o meio de debelar o
dficit consiste cm fomentar as iudustnas, est Ihe
paiecendo que esse tomento de industria nao passa
de urna fomento cao ns arcas do tb souro : o ver*
dadeirn tomento da industria est na propria in-
dustria, na iniciativa do cidadio, na liberdade in-
divi nal que a cada um deve ser deixada, e na
nsuiuicj das doepesas publicas de modo que se
exija o menor sacrificio pnssivel do contribuate,
-fin de que Ibe restem r. cur-os de que u sn-.
usar corro entender. O orador p'rt nee a ,utra
escola, escida liberal : n theoria do Estado arran-
car pelo imposto da viuva, do orpbio, daa p sao
uec. ssiradas, recursos destinados a beneficiar nina
parte da populacio ou urna classe, deiestavel e
perniciosa em seus effeitos, por qu-- illeguima,
o veraadeiro socialismo, aim ae que, na pratica,
ella tras o desiqmlibno dos ornamentos, cuim u s
tem acontecido, e sobre tudo cousa da educacio
falsa da populacio que nio acredita em empresa
que uio tenh* garanta do Estado.
Entre os additivos aceitas pela commissio hivi i
nm relevando urna com,anhia de eetrada de ferro
ntre Barra Mansa e B .nanal de urna divida qM
onda nacional cra.,u pr.veoiiute do pi^a
ment de um eng nheiro fisea] que o governo no-
m.ou antea de orgamsada a empresa.
Pertencendo a Barra Mansa ao dibtiiefo que ele-
geu o .-r. Andrado Figueira e a- n io iuteressado
na empresa pessoas que Ihe deram seus votos,
seria urna b a occasiio para lualqoei outro depu-
tado, pretexto de advogar ca intsssase* do seu
0 iatricto, pugnar pela concessii que pediam seus
eleitores. Aconteceu o contrario.
O Sr. Andrade Fi^ueira, lamentando a fata-
dade que o le/ava a tratar de um negocio do sen
diatri.to, ao qual nunca prestou nenuum servci,
disse elle, porque esse districto uuoca teve pre-
teni a perante o Praineoto, e j nio espera
preetal-o mais, parque sent que est quasi a ter-
miuur sua carreira parlamentar, pois os annos se
adiant .im, e tem neceasidade de repouso ; nilo pode
todava votar palo additivo, mesmo porque B8 a
companhia est fallida, o favor vai aprov-iUr i
nova que tem de se organisar para prolongar a
iiiiln ; e urna vez que esta tem linheiro para isto
nio precisa do favor quo se vai conceder.
Fas, porm, urna exceptlo, < vota pelo additivo
sentando do imposto de importacio o material
destinado ao templo que a associanlo de S. Vi-
cente de Paula (eollegio das irraas do caridade)
est construindo em Botafogo, porqie trata-se
de uin edificio novo de piedade, do religiio e cari-
dade, eom o qual o E>tado nada despende. Vota
contra tudo mais, dando os motivos porque o faz.
E porque o Sr. Rosa e Silva desse-lhe u-n aparte,
replicn o orador que oa nobrea deputados de
Perii.irabuco querem tudo; querem o prolonga-
miento da eatradi de S. Francisco, do Recite a
Carua garanta de juros do Liraoeiro, querem o
mclhorameuto do port;, querem tngeohia cen-
traes, e em compensado nao querem pagar o im-
posto de exportacio do assucar e os 5 "/, de expe-
diente de aiguicas machinas, que nio si> impostas,
mas simples indcmnisaflo di despeza que o Es-
tado faz.
Deixarei para outra occasiio o que teria a dizer
acerca do additivo do Sr. Boaa e Silva e Aleo-
forado, relativo a eases 5 / de que f.llou o Sr.
Andrade Figueira, e acerca do qual proferio hon-
t-'in na Cmara o Sr. Rosa e Silva um excellsnte
discurso, de qua o jornaes de boj: dio apenas um
resumo.
Por boje nio poseo ir adiaote.
Senado
SESSO EM 13 DE SETSMBRO DE
1887
O Mr. tntouio PradoSr. presidente, o
requerimento, cuja approvacio vou pedir ao seua-
do, o 8"guinte (e) :
Requeiro que sa pec;a ao governo por inter-
medio do ministerio da Justina, informacosa sobre
as providencial tomadas pelo presdeme da pro-
vincia de S. Paulo para rnanter a ord'm ublica
por occasiio das fugas em massa de escravoa de
fazendas do municipio de Cimpinas.
a Sala das seass, 13 do Setembro de 1887.
Antonio Prado.
Sr. presidente, nio preciso obter inLrmano-s of-
ficiaes do governo sobre as providencias que tem
sido tomadas p lo presidente de S. Paulo di inte-
resse da ordem publica, de certo modo alterada
pela fuga de numerosos de escravoa de fazendas do
municipio de Campias.
Havendo acompanhado todos oa actos da adrai-
nistranio provincial de S. Paulo, motivos tenbo a-
mente para elogiar a attitude prudente o energie.i
do hourado presidente dessa provincia e de seu
digao substituto, o 1 vice-presdente, actualmente
em exercicio ; raaa offereco este requerimento para
ter occasiio de protestar cintra algumaa propoai-
ndisdeuma representando feita por faz*ndeiros do
municipio de Campias e dirigida cmara dos
deputados, onde foi apresentada pelo honrado de-
putado pela provincia do Rio de Janeiro, o Sr. An-
drade Figueira.
Os signatarios dessa representanai apoiam a
energa do ministerio p'rante o senado, e pedem
providencias enrgicas e promptas, no seutido de
serem entregues a seus proprietarios um graude
uumero de escravoa fgidos de fazendas de Cam-
pias, e que se diz que estio acoutados na cidade
de Santos.
Esta representando assignada por cerca de 100
pessoas, das quaes 6U pertcncem ao partido libo-
ral ; 25 ao partido conservador e 15 ao partido
republicano ou a poltica indefinida.
Entre os signatarios, pertencentes ao partido
liberal, figaram todos os membros do directorio
desse partido slli.
Sr. presidente, eu ni) posso deixar de felicitar o
honrado Sr. presidente do coaoelho por essa ma-
nifestacio espontanea, publica e solemne, de apoio
e confianna por parte de llustres chefes do partido
liber! da pr. vincia de S. Paulo ; mas a lgica me
obriga tambero apresentar aos dignos c liegas,
chefes do partido liberal com assento nesta caBa,
meus sentimentos de pesar pela conde.nnscio nio
[.menos publica e solemne que receberan do seu
procedimento como senadores e como chefes pol-
ticos.
Ha das dei um ap irte ao honrado senador pela
Bahia, o nosso collega o Sr. Dantas, noqnnl disse
que S. Exc. nio poda contar com o spoio de seus
amigos liberaes da provincia de S. Paulo para rea
lisanao do programis que S. Ex. defeude com
tanto cnthusiaemo. Fui contestado por alguna dos
nobrea senadores liberaes e vivamente censurado
pelo toi ditant, orgio do partido libaral na im-
prensa da minha provincia, que nio mo dispenaou
de suas amabilidades nessa occasiio.
Os tactos, porm, vieram bem cedo confirmar a
minha assernio ; e, portanco, o nobre senador pela
Bahia deve desengaoar-se : ae a abolicio da es-
cravidao do Brasil depender do voto de seus ami-
gos polticos da provincia de S Paulo, fique S.
Exc. certo de quo ella pjrdurar por maior prazo
do que o fixado pela lei de 28 de Setembro.
O Sr. DantasE eu me unirei a V. Exe., se nio
encontrar apoio da parte delles.
O Sr. Christiano Ottoni Nenhum doa partidos
actuaes apto para be n r< solver o problema.
O Sr. Dantas A minha questio nio de pesso-
as, de idia e de principios.
O Sr. Silveira da MottaEat direito !
O Sr. Antonio PradoMas vou chamar a astea
n?o do senado para os pontos da representacio que
provocam o meu protesto ; e, eatou certo da que
nelle me acompanhar a rnaioria dos paulistaa,8em
diatmcea) de credos polticos.
Sio estes os treeh8 a que me retiro (!):
Alguns dos miis nota veis membros da classe e
qua pertcncemos, eerto que tem resolvido conce-
der um pequeo prazo da servaos a seus eseravos,
acreditando deat'arte conter oa perturbadores da
ordem. Sem pretand-rmos de modo algum reagir
contra as manumissSes condicionaes, que alias fa-
zera urna pequea exeepcio regra, reputamil-as,
entretanto, mais como urna resultante do desauimo
e taita de confianc'-t dos proprietarios, nos poderes
do Estado, do que homeoagem opiniio publica
falsificada pela propaganda dos anarebistas.
Sr. presidente, urna grande injusta attribui-
rem-ae aa manumiaso a em masaa, que ae tem dada
na provincia da S. Paulo, depois do encerrament-
da matricula, a um seutim- nto que nio sej > o do
generosidade ou de hum-midade, mas eonvenieno
cia Ilusoria e pueril de conter ob perturbadores da
ordem e conaciencia da propria fraquesa, peran-
te a agitando da propaganda, ou...
O Sr. Dantas -Muito bem.
O Sr. Antonio Prado ... ao desalent, perante
a fraques do governo.
E' preciso, Sr. presidente, ni i obscurecer a ver-
daie. Se o movimento emancipador da provincia
de S. Paulo nio jle aer cousiderado com triseca
exclusivo dos sentiso/iutos generosos e humanitarios
do proprietarios de eseravos, do mpu proprio interesse, nio se p Je desconhecer que esse
movimeuto tem sua razio de ser na conaciencia do
cumprimento do dever de patriotismo, qu-! l xige da
provincia de S. Paulo a termiuacio do estado ser-
vil em prazo curto...
O Sr. DiutasApoiado ; assim como em todo o
Iuip rio, porque e movineato ger.l.
O Sr. Antonio Prado ... para que a actividade
industrial, que j se manifest ttlU cora alguma
torn, tenha a verdadeira espansio.
Quer o senado urna prova miis evidente de que
este movmento emancipador nio dictado pd.s
nv iivos apontadoi na representacio?
E' a segrate: muios, a mu na talvez, dos
pro irietarios que lm libertado condicioualra ne
seus eseravos na provincia de S. Paulo, ou mar-
cado praso para sua liberdade incondicional, sio
coDservadorea e por coi.seguiute amigos dedicad do goveruo ; prestam-lhe apoio e depositam toda
contianna na bu* poltica.
Vfl o Seuado que nio era possivel que estes
boeu-na fossem 1 vados pelo desaoimi, como diz a
representando, ou pelo desalent a esta medida
que teria como razio a falta de c lofianfa na c
paedade do governo para manter a ordsm.
O Sr. Dantas : Estio tamb.tn entre oa anar-
chiataa, desde que ebedecem a es'e movimento
') Sr. Prad :Qoasi todoa os p-oprielarioa que
ten libertado aeus eseravos estAo, ha muito tempo,
preparados para a trunstorinanao do tr->balho ; on
prepiiain-se para isai introduzndo, cooi sacrificio
ni i pequeo, branoa livros nos seus fStabaJeci-
mentos, onde desdo logo se fazem sentir o aeus
benficos effeitos.
J i se v que estes emancipadores sao conven
cidos e nio vencidos pelas creumatanciaa. Oxal
que todos pensem do mesmo modo e procedan]
nesta coutormidade.
O Sr. Dants :Apoiado.
O Sr. AntoDo Prado :Outro trecho da rep e-
sentanSo a que me retiro o sfguinte :
Com quauto a libamos avaliar com Justina das
iu'.onc.:s do governo, que nao sio i"in podem'Ser
as de auxiliar este funesto e Dengoso movimentj
qu se opera no regimem do trabalbo destas
regio-'S, viraos, to iavi;, cora profunda magua, que
a torna publica enviada a esta provincia, partf di
qual esteve destacada nesta cidado, nio f i upr.-
venada para restabclecer a legalidade ua cidade
de Santos, pira endo ltimamente continuara a
bfflir, em numero consideravel, es foragidoe,
affrontaudo deate modo a lei, o direito de pro-
priedade e o governo provincial, que, por escr-
pulos que nio comprehendemos, parece transigir
com os quilombolaa de Santos, deixando-os trao
sitar tranqullamente naquella cidade, e desatien-
deido s rr uitus e instantes reclmanos que se
Ihe tem dirigido, nio t em nome do direito de
propriedade, como tambem da s'guranni "publi-
ca.
Sr. presidente, urna inexactidio e tevoltante
injustic* feita ao diguo presidente da provincia
de S. Paulo.
Nesta questio, activo, mtelligente e energieo, o
Visconde da Parnahybi tnra sabido cumprir o seu
dever.
O 8r. Dantas : Mas nio tem sido escra-
viata.
O Sr. Antonio Prado: Opportunarr.eote, hiveo
do recia min s de Sautoa a respeito d; ameac ia
que all os abolicionistas exaltado faziam de ata-
car e invadir a cadeia publica, e para retiraren!
escravoa retido e fgidos de fazendas de Campi-
as, o presidente mindou o clieto de polica a
Santos com um destacamento da f orea policial.
De facto, por occasiio de serem transportad a
os eseravos da cadeia para a estanio houve urna
tentativa de tirada dos escraves da forQa publi-
ca ; alguna es ravos evadiram se, mas quasi todos
emburcaram e foram entregues era Campiuas aos
s':ub proprietarios, alguna dos quaes esta; asig-
nados nesta repreaentanao.
Nessa occasiio, a folhl liberal de S. Paulo nio
dejvou de ceesurar o procedimrato ..o presidente
da provineii e do chefe de polica.
Mais tarde, recimenou a fuga de eacravos em
masaa das fazendas do municipio de Campias.
Nio 6 oa proprietarios de fazendas de Campinaa,
como daa povotnea circ-umvizinhas, sobreludo
daquelles que residem uas proximidades da estra-
da do ferro, leelamavam a preeenn da forn* pu-
biioa, porque receiavam que a ordem fosse pertur-
ba la- O presidente da provincia foi solicito era
pedir ao governo geral a remesan de urn contin-
gente de linha para a provincia ; o governo garal
satisfez o aeu pedido e as providencias que t un .u
firarn effi.-azes, c'easando por algum tempj a fuga
de eacravos era masaa das fazendiO de Campias.
Mas, passalo algum tempo, recomeniram as fugas
em massa, desta r.z era maior numero e pirque o
presideute da provincia ni) quiz....
O Sr. Dantas :Nao tomou o papel que nao Ihe
competa.
O Sr. Antonio Prado____transformarse em
capiio do mato e distribuir a (orea publica e-las
fazendas oa proporcio talvez de um soldado por
eseravo, afim de mantelos no servico, censura-
do porque nio sabe empregar convenientemente a
forn publica, dizendo-se que eat por assim dizar
de accordo ocn os quilombolaa da cidade de
Santos I
Ora, urna causa que para defender-se precisa
alterar os tactos por este mod>, evidentemente
urna causa in.
O Sr. Duit a :Ccndemnada.
O Sr. Antouio Prado : Comprehende o Sena
do, pela exposinao verdadeira dos factos que acabo
de fazer, que nio posaivel attribuir-se ao presi-
dente da provincia a causa desta desord-im que se
nota no rgimen do trabalbo as fazemas de
Campias. A causa mnito diversa; esti em
certo emperramento que se nota por parte dos fa-
zendeiros do uvweiuio de Campias na resisten-
cia ao movimento emancipador, deixando de acora
panbar os seus collegas dos outros municipios que
estio marcando o praso de dous e tres annos para
termo da escravidio. Este o nico meia de por
termo s perturbacoes que se notam...
O Sr. Dantas:Apoiado.
O Sr. Antonio Prado : -... no servio da la-
voura no municipio de Campias. O meio da iu-
timidanio, ou dos castigos immoderados, condem-
nados pela lei, sio meio j gastos, que nio podem
mais influir no animi dos eseravos para mantel-os
no trabalho.
Tanto isto verdade que, em outros munici-
pios onde so tem dado maior numero de liberta-
coea, nota se que os eseravos permaneeem nos ea-
tabelecimentos, aguardando satisfeitos e esperan-
nosos o praso marcado.
Sioto ver nesta repreaentanao os nornes de dis-
tinctos amigos polticos e de muitoa amigos pes
aoaes : dos primeiros, porque nio espera va que
elles usassem de tanta injustic* para eom o digno
presidente da provincia de S. Paulo, que para elles
deve ser considerado urna verdadeira garanta na
tdministranio ; dos outros, porque me pesa vel-os
em um cammbo errado ; e, se me fosse licito dar
a una e outros conselbos desta tribuna, eu dira
que o meio de evitar o desenvolvimanto dos factos
contra os quaes claman o que acabe de indi
carmarcar um prazo curto para termo da escra-
vidio.
O Sr. Candido de Oliveira E'isso que o go-
verno nio quer
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do conselho)
O governo cumpre a le.
O Sr. Cindido de OliveiraEsta lei nio basta.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do conse-
lho) Entio proponbam outra.
O Sr. Candido de OliveiraV. Exc. concorda
que entre na ordem do dia ?
(Continuara os apartes.)
O Sr. PresidenteAttencio ; quera tem a pala-
vra o Hr. Antonio Prado.
O Sr. Antonio PradoO contrario pretender
o impossivel, seria como se quizesse conter a cor-
rente do am rio caudaloso por meio de um anude,
por mais gigantesco que fosse.
Me, Sr. presidente, os apartes que acabam de
ser dados pedem que eu diga alguma cousa a rea-
peito do meu modo de pensar nesta questio pe-
rante o governo : entendo que o governo tem pro-
cedido bera at hoje ; seria precipitando propor
nesta ses ao...
Vozes Nesta sessio.
O Sr. Antonio Prado... alguma providencia
no sentido de apressar a iibertacio dos escravoa
sem esperar os resultados de nova matricula e
muir menos os ff'itos da benfica proptganda
eraanciptdoia que se manifest u classe dos agri-
cultores. Estou convencido de que, sendo a le
de 1885 uraa m dida de occasiio...
O Sr. Dantas-De transaccio.
O Sr. Antonio Prad ... o governo, opprtu-
nam-nte, att-ndendo a circumstancias, ni) dei-
xar de promover a reforma desaa lei.
O Sr. DantfSDeste govern) nio espero.
(li outros apartes.)
O Sr. Antraio Prado Em todo o caso, confo que
sprii esta a poli'ica de g.iv-rno opportunain nte,
e se nio fr, nio ter. i remedio senao retirar.-lhe o
meu IraC) apoio.
O 8r. Mira de Vasconcellos E' um pro-
grarama.
O Sr. Dantas e outiosMuito bem !
E' lido apoiado e entra em discussio o requer
ment.
O *r. Bario de Colesjlpe (presidente do
c rastillo) comprehenoe que o honrado senador por
S. Paulo tome a defeza do presidente de S.
Paulo no qua o acompaas, porque o presidente
t m mostrado toda a energa e providenciado de
modo a reprimir as desordene, mas entende qu-
a sitan*0 do govern) difirante da dos que nio
t m o dever de r peitar as lea existentes.
O dever do governo manter as diapoaino-'a exis-
tentes, se entendem qus devem ser alteradas ou
,ef ruoadas, est o corpo legislativo no seu direito
fazendo-o.
O toveriio nem intencionalmente poe embara
n ib a essaa alforrias em maesa, ao contrario, anima
essa tendencia para acabar a escravidio.
Nota-se que nio se trate de promover essa ex-
tinecio, mas ao governo o que cumpre executar
a lei e nio impr essa lberWcoes.
Quer a propaganda aqoi e nio essa que ee pode
chamar a propaganda in anarchia, e nio ee pie
desconhecer que muit?s fazandeiros lera aif irriado
seus eseravos por coa
Foi procralo por uai fasendeiro do S. Paulo,
cuja familia perteueo ao p.m 11 liberal, que Ihe
expoz os perigos qm- cernam el!e e soa familia,
cujis eaeravus fugiarn em m.issa, o que a.isustou
08 seu visinhos de modo que alguna lib-rtarsm os
escravoa com a eoodicio eio servico por tres an-
n&r-, outros dous e alguna coutentaram-se com a
coiheita deate anno.
O governo acudi ao reclamo do presidente da
provincia e mauJou urna foin* de liuba, no em-
tanto os factos lx-sc repetido em maior ou menor
escala.
Nio se pode negar que a propaganda subterr-
nea tem sido a causa da desorgauisanio do traba-
lho. A lei ha de cumprir se.
Se os fazendeiros ouvirom o conselho do nobre
senador por S. Paulo, o governo os elogiar, mas
uem todoa esli habilitados para ato e preciso
que se Ibes di tempo para se prepararem.
Reoorda que anda muito mono propoz a prohi-
bieio do trafico interprovncial, que cm urna a.s-
sio secreta, pois naquelle tempo tratava se de eer-
tas quesless cora toda a prudencia c reserva, pro-
nunciou-se pela emancipaciu gradual.
Em 1871, quando se tratou da lei que libertou
o ventre, aconselhou SMS seus amigos que aceitas
sem e nio deu o seu voto porquo estava ausente
era servir;' pub'ico.
Quando foi necessario tirar a propaganda da ra
para o parlamento, veio a lei do Sr. Saraiva que
aceitou.
K aceitando a responaabilidade foi para dar
lei fiel execucio, porquanto nessa lei estio os meios
para os fazendeiroa se prepararem para a transfor-
mando, c demais, qucsto=s desta ordem, ni) sio s
buinanitarius, sio tambem do Estado.
S-! pensa assim nao pode ucoronoar urna sgita-
safa eootra urna le, cujos effeitos completos ainda
se nio coohecem.
Eat dada a hora, mas p-iitindo do que disse j
se p 'de avahar qual ser o proeedimento do go-
vern i.
O Sr. Candido de Oliveira requer e o Senado
consente que continu na sessio seguin'e a dia-
MnaCo do requerimento.
iitviSTA DIARIA
Ta-
Elelro de am ToreadorProcedeu-se
hontem eleni> de um vereador do municipio
desta capital, para preenchimeoto da vaga pelo
fallecimeoto de Antonio da Silva Ramos Noves.
Foi pouo coacorrida a i levao e eleito o Sr. ca-
pitio Alexandre America de Caldas Padilba.
ManlfeMaco xiinroita Radia 17 do
corrente o empregad T da secretaria de polica
drigiram-se casa da residencia do Sr. Dr. An-
tonio imingos Pinto e ahi ofiereceram S. Exc.
urna penni de ouro, trabtlho delicado e primoroso,
cm testemuuho da gratidio de que se a:ham to-
doa p>sauidoa pias maneiraa at:enciisas com que
foram distinguidos durante o tempo da adininis-
tranio policial daquelio digno magistrado.
Era aeu nomo e no de seus companbeiros failou
o secretario Sr. Dr. Joaquiui Francisco da Arruda,
Dtn indo era iinguagem expreaaiva, o movei que
determ nara aquella aiaiiifeatacao.
O ir. Dr. Domingoa Pinto, agradecendo, mos-
troi-ae senaivel a to significativa prova do b-ne-
volenciae apret de seus amigos e oflereeeu-lhes
uraa copo d'agua, dura .ta o qual trocaram-se di-
versos brindes.
Club cario* ousesiE' este o resultado
da eleicao para a directora deste Club :
PresidenteJos Cleraautino H da Siva.
Vice presidenteHenrique Cunha Porto.
1." SecretarioPomp i Casanova (reeleito).
2. SecretarioLino Jaiques da Silva.
TheaoureiroAlfredo Moreira (rreleito).
AdjuntoArthur Carvalho.
Director de concertJos Joaqnim Freitas
vares (-eeleito).
FiscalManoel Domingues.
VogalJos Ignacio Pog^i.
Bibliothecario-Joaquim da Silva Costa Jnior.
Commissio de exame de contasAntonio Leo-
nardo Rodrigues, Andr Ferreira da Cista, Jo-
s Joaqam Das Fernandes.
Nova TtaallaEsta Socedade pr.cedeu no
dia 18 do corrente a elegi dos fuuccionarios que
teem de regel-a durante o anno de 1887 a 1888,
dando o seguinte resultado :
Assembla geral
PresidenteFrancisco Marcelino do Amaral,
(eeoleito).
Vice-presidenteMj>r Joaquim Domingues da
Cesta.
1. secretarioAntonio Fernandes da Silveira
Carvalbo.
2. secretarioJoaqnim Wandrilho Ferreira An-
tunes.
Directora
DirectorCapitio Vulpiano do Reg Baptista.
Vice directorAlferes Luis Jos Antuaes.
l.o secretarioJulio Cesar Cardoso Ayrea.
2. secretarioJos Joaquim Coelbo Sobrinho.
OradorBenedicto Luis dos Santos Almeida
(reeleito)
Director de scenaJoaquim Hygiuo Lopes.
ThesoureiroManoel Joaquim de Miranda.
ProcuradorSebastiio Lopes do Amaral.
Commissio de contas
Charles Vogon (reeleito).
Antonio Lino Pereira Dutra.
Adalberto Jos de Paiva.
Club Cosssjerwador Acadmico Para
os diversos cargos deste Club, ha pouco fundado
por estudantcs da Faculdade de Direito, foram
eleitos oa seguintes seuhores :
PresidenteAugusto Lina Meira de Vasconcel-
1." Vice presidenteArthur Quadros Collares
Moreira.
2.- Vice-presideuteJos Luiz Cavalcaute de
Meudonna.
1.- SecretarioHornero de Souza Mendes.
- SecretarioAugusto Olympio de Araojo
Souza.
SupplentesJoio Baptista da C ata Honorato,
Eugenio Limartine de Andrade, Joio Baptista da
Costa Carvalho Filho e Arthur da Silva Castro
OradorManoel Lopes Ferreira Pinto.
Vice-oradorAntonio Monteiro do Niscimente
Filho.
Thesoureiro-Fredenco A. Corris de Sampaio..
Redaceio de JornalVugusts Olympio Viveiros
de Cesfro (relator), Bento Celtio de Almeida, Luis
Zecharas de Lima, Miguel Archanji Barbisa Ti-
noco e Joaquim Thago da Fonseca.
Commissio fiacalJoio Baptista Ferreira de
ouza (relator). Felippe Nery de Britto uerra,
Joaquim* Carneiro Nobre de Laserda, G nuino
Maximino da Silva Guarni e Jos da Silva Liyo
Netto.
Commissio de pareceresAlexandre Collares
Moreira Netto (relator), Jos Ignacio do Espirite
Santo, Pedro Marques Cavalcante de Albuquerque,
Joa Dintaa de Magalhiiea e Joio A'ves P. Fran-
na.
ralleclmentoNa manha de sexta-feira
ultima talleceu na povoacio do Monteiro da fre-
gnesia do Pono da Pancha, victima de urna lesio
carliaca, Antonio Lins da Costa Wanderley na
idade de 35 annos.
O fiuado era um hornero mtelligente e exercia o
cargo de professor de geometra no Arsenal de
Guerra.
Filiado ao partido conservador, prestou naquella
freguezia relevantes servinoa politicos.
D xou a familia na maia extrema pobreza.
No sabbad > Urde Coi sepultado o seu cada-
ver no cemiterio do Arraial, sendo conduzido a
mi > desde a casa de sua residencia e aeompa-
ubado por grande numero de amigos desta cidada e
la referida freguesa, precedidos pelo disno viga-
rio, de uraa commi.-asio da socedade M mte-Pio
Popular Pernimbaccno o de outras pessoas de
distmcyio.
N isaos pez ara a a aua desolada familia.
Ven intento graveNo aabbad > travaram-
ae de razdes no Arraial, e tarde, Luiz Antonio
d Oliveira e Mano 'I de tal, ambos criados ferra-
do este quelle com um golpe de lacio.
O ferimento foi considerado grave pelo Sr. Dr.
J. J. de Souza, pas foi na testa e cortn o osao
proprio da regii n'uma extensio superior a tres
centmetros.
O offendido foi recolhido ao Hospital Pedro II
e o sggressor foi preso pela respectiva auto-
ridade.
sTacadasi-Ante-hontem as 9 horas da nofta
na 'ravesaa do Monteiro do 1- distneto da fre-
guesa de S. J.is, eneootraram-se e travaram se
de razoes os ii>dsduo8 de nomee Libaulo Jos do
Sant'Auna.'e^ecid por Veia-asul e Jeronymo
Fraucsco i erreira, e das palavras pasaaram aos
factos reaultando sabir este fendo por aqueile com
quatro facadas.
c
,

^


m1* '

Diario de Pernambuco---Tcrga-feira 20 de Setembro de 1887
3
Ir-
O delnqueos* evadio-se e o off-udido foi vis-
toriado, sendo d el-rad; a Uffua GS feninentos.
Vapor para o aal -Hoje ao meio dia se-
gu para o aul o vapor aleme < 11 o, que bontem
cheffu ao n-isee porto procedente da Europa.
Peala do PanosA irmandade do Se-
nhor B > n Je na doa Passos da matriz do Corpo
Santo realiasr ni dia 9 de Outubro prozimo a
feata respectiva com todo brilhsntismo, eoraecando
o septenario, que procedo fusta, no dia i do
mesmo ni' z.
Conaisno bydrozraplea.Passa-
geiros viudos do sul no paquete nacional tPer
nambuc. Ithnuin eos. que o Sirio de T.-ff
ea2-ti". dos Barroca, ujsso comprovin-
ciano, haviara desembircado na lba do Beato
Barbara, onde est o pbarol dos Abrolhos, p .ra
alli eeperircm a eanhoneira Morojo, que vai
proceder verifieat s e soadagem no lugar onde
se diz existir um banco de coral. t
Recreativa Olio de Deifmbro.-E
o til inva aociedade ultimame-ite orga
niaada, e cuja directora ficou assim composta :
Presidenta-Firmino A. LivramPnto.
Vire-presidenteDomingos de Stlss.
1 Secretario- Jos Vidal.
2.* Dito Epiphanio Merees.
OradorS-.vero Luiz de Sau'Auna.
Thesmr iroMan,- 1 Wenceslao.
Procura1r gerklFrancisco (1. de Souza Lelo.
ra de sj,iaCapititino G. da Souza.
Director de mcz'>->!lino Jote da Paixo.
Elelro de nieta regedora N de
mingo ultimo 18 do corrente, a confraria de Nossa
Senuora do Livrameuto do Recife, reunida em
mcsiger!, prooodee oloioas corapromissal da
nova mesa r-'gedora para o auno da 1887 a 1888,
que ficou organisada cora os funeciouarios ee-
eeguintea :
Juiz -Jo; Aatonio Soares K
Vico juiz(unberme Ferreira da Cruz.
SecretarioBenigno do Almoida Quodes Alcofo-
ra Jo.
Procurador geralAugusto Honorato de Miranda.
Thescureiro Cleineutino Ferretea de Paula.
Procuradjii> p .reiaes :
Miguel de Araujo L-mi.
Hormogea"s Tavures atanho
Hermenegildo Aires de Assis.
Maaoel Pedro Francisco de Pauln.
Definid >r. a :
Rob.'-f > Franeisoo Furtado.
Padre Valeriano de Allcluia Cirrea.
Francisco Hunos da Gruz.
Silvim G unes Porta
Joa s Ujsas.
I o Be* 'i ri l'-asoj.
FraEcisco Valentiui d.> Lima e Silva.
Jos Sil'. i Pereira.
Targino (' sir Att'-uao.
Joo Hypolito Ferreira Lastro.
Arcenio Marques de Millo.
Pedro Alvos C.rdoso.
Joio Chryj-ost no l'ereira Soares.
Mathi.-is Mes indriM LlTat.
TitoJudeC i
Man-o! B I Asases P.
Jnrj Ja Vlilo-ria. Traasereveatas do Li
dador, i 1 :
Couvocdo para o d3 12 do crrente deixou
de funesi-ouor p r nao haver comparecido numero
legal, pelo que no dia a.guiute toi nstallado.
Ate -,gora foram jalgmdoi os seguintes aecusa-
dos :
Dia 13.-Jos Lino e Manoel Paulino; advoga
do Dr E'isii ri > Je ; M raes. Art. 193 combinad.,
com > art 34; send; bsilvidos, o jais appellou do
reo Jo.i Li i
Da 14 S:li houve sessao.
Di.i l.Jos Angelo de iouza, art. 257. Advo-
gado ViIImoi ; c ndemiado 4 aun s < 8 mezes.
Jos Clc:.i rr ira, art. 192. Advogado Dr.
Jos Beserra C^valaaate ; eMdeawado 14 anuos.
\y:i lo M-.n el Anfjnio da Silva, art. 269.
.v IoDi iCes rio Ribeiro. Uoudem-
nado 3 anuos e multa.
lor engao. D> mesni) p'rijiico tran
>.i noite d 13 do orrente, quando dirigia-so
para I D > amigo Joio Bi^tiata dos
Santo., foi ass-.!tAo M camioho d-^ Trahiras, por
um iodividaode o me iaut->, que oeganio-lhe na
redea do cival >. i-ou m pela atl tod i tomada por
noaao ami^o. C'-iuuto aotio dojlarju qua jroeura-
va outra pessoa.
A polioi.i procede dilig ncias.
l'erlmeolon. No di* 12 do correute, no
lugar Moc-, 1" didtrieto policial di oomirc da
Victori, Eleuterio Fiaoeisco djs Santos, foi gra-
vemeate ferido com urna taca la por Pedro BfJrgM
e um a s bi inbo.
Motivou o crime duvidas cm nm jogo.
Ap"zar da di igenciaa empregidas pelo activo
subd. I 'gado do diatrico, a criminosos evadi
lana-ae. ,
Foi feita a vistoria o a autorulide prosigue nos
mais t moa da lei.
LtberioN aexagenarloa Lmos no
a Jornal do Cutaawwi dairte :
Ao trstar-se da alforria dea escravos sezi-
genario9. pvo.-ur m-se uatur-.lnent calcular a
quaatos individuas apTOV^itnria imiiediatamente
a d3p.!Scao, sendo necessario para eete fim recor-
rer a estimativa thiorica na careucia absoluta de
dado i estatistic a que esclarecesaem este ponto.
Teado semelbante estim.tiv;i c ncluido pela exis-
teucv p ovavei de 110,0 0 eseravos d'.iqueila
idade, ule aodoo Benito aflatada da verdade, tanto
mais que lo ove .1? oitar com algarismo muito
mais el.vado do qie aquelle que realmente ezpri-
pia o est ido da p>pu|a^.io ccrava do Brasil.
Est effoctivim-,nte TorilOSMle que, at 31 de
Desejibro de anuo prozimo passado, passarara
para a classe de libertos em razao da idade.....
93,923 iudividuos, aasim distribuidos pelas pro
viiicias
Para 919
M.iranhi j 1,868
Piauby 73.
Rio Urando do Norte 24
Parahyba 985
Pornambucj 8,565
uta.oa 2,073
Sergipe 1,582
Baha 12,289
Espirito Santo 1,404
Municipio neutro 3,(>55
Rio de Janeiro 25,914
S. Paulo 10,071
Paran 3 2
Sauta (Jatharina 599
Ri > Grande do Sal 1,517
Goyas 405
Matto Groeso 288
Minas-Geraes 18,331
90,9*3
Foi organisada esta relacao vista dos livros
da antig ma'ricuia, da qual, como sabido, nu-
merosos individuos deveriam ter sido eliminados,
una por terem fallecido, outros por ha veri m sido
alforriados. Ainda quuoio calculamos que por
estaraaio cerca d.^ 11 000 sexagenarios se achas
sem odevilamente matriculados, poaera ter-se
por certo que pelo meo s 80,00.) escravos foram
manumittidoa, ate o fim do ultimo anuo, em vir
tude da sup^ otada didoosica legal
D'stes 80,000 libertos f rain dados ao novo ar-
rolameoto ao mais de 25,000 em todo o mperio,
tendo entraio todos os ouiros no goao da liberda
de, sem oenbum o.ius de servieo. Foi, portan'o,
fasto muito geral a renuncia dos servioos doa li-
bertos, fazeu lo assim 6s proprietarios, por acto
espontaneo, aqtille jos a le teve escrpulo de fa-
aer e pod ria ter reto, sem neuhuma violencia,
desgosto n-m alteracao d* economa do trabalho.
Acreditamos mes no que s-melbante renuuea
apr: veitiria a grauio numero dos escravos qne at-
tingirem idade de 60 anuos, dado que o regula-
snento, segundo j ti venus ocessio de soggenr,
tornasse d'pendente da declaraci) da vontade do
senbor u arroUmcoto dos seas eseravos qu ebega-
rem aquella idade, havendo-so os libertos por des-
obrigad.sado onos de ser vico quando tal declaraclo
fosse oinittida.
Na lrui-. ds disposicoes vigentes, os escravos
mitrieuladod que ch-gam os 60 anuos, sao ex-of
ficio trausteridos par o arrolamento especial, fa
eando xpto faeto livres mas sojeitoa pnstaco
de eervic/>8 por tr<-s anuos. Nada seria mais ra-
aoavel, eatretaoto, do que marcar pequeo praz
para qae o-senbores r queiram aquella transfe-
rencia, depenoVndo d^sta formalidade a clausula
da prestnco de servicoe. Por este modo, admit
tida a reuuucia tacna, bem para presumir que
o arrolamento houvesse de reo. ber muito menor
numero de individuos : o que sem duvida contri
buiria para desenvolver a obra da essaocipacao,
rl de certo a inteoeao do actual governo e
que vierem a succeder- Ihe na gerencia dos
negocios pblicos, a qne da eecravidao nao reste
vestigio oa existencia de escravos.
Hteloria da eleetrlcldadeA laccri-
cidade. i ssa grande forca danatoroza, q <.o j tem
tantas e to uteis applicacoca, ainda qu o uio co-
ubecemos as sais caucas e a apreciamos uaica-
in,u;e pelos sena iff Jit.os, foi estudada desd a an-
tiguidade por horneas como Thales, em tolos os
temp >s o principalmente nos presentes por sabios
e observadores, catre oe quae3 sa coutam nota-
bilidades eosBOj Etiaoa, qu : o mais celebre dos
electricistas contempjrani'os.
As tape da seieucia electriciata sao -5o aasa< -
rosas com> dignas do estad). A sua origam foi
simples, como a de tolas aa grandoa deacobrtas.
U da ato fri t-Ua perorrida, mas tm quo jaso
avancm muito
Tolo* ooheei m a propriedada do imsn ; outroa
corpoa attr.them como olio os objectos que Ibes es-
Uo ao alcance, laso constitus um pbouomcno
elctrico.
Ess ph :uon-'io objer/ou-se nt> mbar. A o i-
servacao data da antigaidade o foi Thales de
Muelo o primeiro que a fez.
Como o mbar em grg) ao chama va electrn,
d.riva-se d'eseo tormo a palavra Hectricidade, quo
eoapregamoj.
Q jem havia de dizer a Thales, quando esfre
gava o ambir, que muitos aeculos depois seria
considerada como o descobridor da eleotrici lad-.- !
Effrctivament-?, os que teem npp'icado a electri-
eidjde illuminaco e a locomoc.io, os que apro-
veitam o salvador para-raios, os inventores do te-
legrapha eleotrica, todos rocouhaeeui em Tales
de Mileto o precursor da electricdade, o pnmci.'o
dos electricistas.
Po.-m, apezar dos antigos terem antes presea
tido do qae couh3cido a electricdade, uilo foi
nem a antitcuidade uem a idade media to teiizes
com- ..ueiein descobertas e maravilbas.
Desdo 1700 eom-ciuo imoulso eoai a obra deG.I
bot, iu dioj ingiea dodieado ao magnetismo. Otto
de Guerich, aliemlo, foi o prim.-iro que construio
urna m .china electrict digna d'esto noto*, em
1670 ; Jtj autes do Gilbort t -r escripto a sua
obra.
Em 1733, descobri. Dafay que todos oj corpos
lio eleetre t, porm, que uas couservar, a elec-
tricidado e outro3a po.de.n eal forera solado-.
Dufay eatabelcceu a rx 3 ^tas duas
classes d : i-loctrieidad, ehaeaande-lfcea positiva
e negativa. O physieo frauoez oatribuo immen-
so para o conheciuieiito da electricidale.
Entre as machinas elctricas, figuram : a d:
Riuisden, que se electrisa pela tricc'o ; a de Nair-
oe, que reeotbe igualmente a el'ctricidade ; a de
Holtz, que obiem a produccao coutlnua da f orea
el.c'fici. A condouaacSo oa aceuaiulacao obtem-
se por m?io de um apparelho chamado conden-
sador.
Um dos physieo3 mais jaitan'nto celebres, o
italiano Volta, iayentoB a sua pilha eleetriea nos
fias do seoulo XVIII; outro medico e pbysico ita-
liano, Galvini, fez dse >b rtas importautissiinas
s br: p'.ysica animal, ucbeue do Houluyu con-
s<';uio coaecutrar n eleetricidade para applici-
e5ea medico cirurgica.
Dilficil e ex .enji-;i'.n i seria a lista dos hoaious,
ilesiisjsfi.iinBia. das dnaaihsitis ph/sieas c mi^as-
Afcis oa monas r-.laeionadis co:n a c'cetrici -
A cidoia que c moca esa Tba'ea de^Miloto
hi 2500 annos. nao acabos en Frankdn, nao ter-
minar em Eiisoo, ha de da ar et-rniante em-
qsnwto exiatir a humauidaio pensadora, que sem-
pre ha do t t a'guma verdade pan descobrir ou
algams i laaa para aperfeieooar.
A el'Ctricidade supprimio a noiti e a distancia.
Com est.s elementos, s Deis sabe oado chfgar
o progrisso humano.
Wlr^ctwria la oDras se cnuserva
i a portnil lelini ib ico do
da 18 d Setembro de 1887 :
loras 9 o c c -o
6 m. 9 12 3 t. 6 22^-8 26-3 e_a 27J-8 26-O!
Barmetro
0
61-78
762^88
76237
760 9i
761'00
Temperatura mxima2'J*,25.
Dita mnima23,00.
Evaporaco em 24 hora3 a<> sol : ^S ; sorn-
ara : 3-,3
Chuva-0',2.
Directo do vento: ESE de moia noite at 10
horas e 50 minutos da mauhi ; E at 9 horas e 18
minutis da tarde ; ENE at moni nuitr.
Vtloaidade media do vento : 2">,54 p.r tagaado.
N'jbulosidade media: 0,52.
Boletim do porto
l, i, Dia Huras Altura
?,. M. f. M. B. P. M. 18 de Set-mbro > 19 de Setembro 11 3 da manh 520 da tardo 1116 552 da inanhS 0,n<07 2,m80 0,m16 2,1
Lfil'oeaS.Eo.;aar-.e-ho :
Hoje :
Pelo agente Pinta, s 11 horas, rua do Mar-
ques de Ulinda n. 52, de um motor, buhar o u n
sobrado.
Pelo agenta GusmSo, s 11 horas, no arma-
Z'm da ra lo Marqm z de O.indi n. 19, de pre-
dios.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra da Con-
quista n. 6. de boas movis, puno e louci.
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, ra do Vi-
gario T-.'norio n. 29, de urna lojade funileiro.
Amanh :
Pela agente Stepple, s 11 horas, travesea
do Carmo o. 6, de ama uulcina de funileiro.
Pelo agente Pestaa, ao rae-.o da, ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, de v.ro la e terrenos.
Iiaii rnueiire* -d rio esoteMadM :
QuiuU-teira :
A's 8 horas, na igreja do Espirito Santo, pela
alma de Sabina Jos Corroa; s 8 horas, oa matriz
da Escada, pela alma do teaente Lsurentino Bip-
tsta Veira.
Pai na ge Ir unChegados das poi tos do sul
novapor fiancez Portugal:
Dr. Jos Alcoforadd Jnior, Dr. Alfredo Aleo-
forado a sua senbora, L;ra Hermandez, Augusto
de Souza, Heury Rigal, Vicente da Silva Para-
nbos, A. Jayme de Carvalho, Pauliuo A. de Oli-
veirs, VI. Al ves de Ol veira GoncalvtB Ferreira e
Dr. J.>o B.ptista Crrela de Oliveir.
Sahidos para a Europa no inesoio vapor :
Antonio Gaspar da Cunha, Len Moez, Barooe-
aa de A im-ida Ramos e 1 filbo, Dr. Joaquim Pin-
tolP r'ella e sua seuhora, Albina dos Anjos S. Fer-
ro, Francisco Nigro, Guiseppe Gabriel, Adolpbo
Ferr ira de Paiva e Suva, Josephioa Francisca
Ferreira da Silvae 2 filh s, ugustoH. Nogaei
ra, Emilio Soares e sua aenhora, Jc Beato de
Souza, Ja: da o lvi, Tito Evangolista e Frau-
cisco Pereira
Sahidos para o uorte no vapor nacional Per-
tiambuco:
Jo< Dias Moreirs, Forrest B. Englesh, Floreu-
liuo Fernandes Teizeira, Balbina Teixeira Abdon,
Beatru, Mano I da Silva Maiuhord, Joaquim Pe-
dro Barreto, mijor Jun Fraociseo de Moura, Cle-
mente Castillo Branoo, Atordiuio Eugenio de
Mattos, Francisca Mara Porte, Dr. Abilio Caval-
cmte de Albuquerqoe, padres Gustavo Souza e
Regal, Joio Goucaives Auge, Artbor Wiliiam,
Manot-I Marques da Silva, Dr. Diniel Do niugu-s,
Dr Luiz Ferreira Maciel Piuneiro, J ,io Moreira
de Queiru*, Maaoel da Silva, Luis Torela, Cutto-
dio de Figif irado e Arthur Lima.
i'awn de ueleuc.iuMovimento dos pre-
sos da Casa de Drteucio do Recile no dia 12 de
Setembro de 1887 :
Eziaai 394 ; entraram 10 ; sahiranl 2 ; exu-
tem 4#2.
A saDer :
Nacionaes 362 ; mulheres 18 ; cstrangeiros 18 ;
eseravos seuteuoiados 6 ; dem processado 1 ;
dem de corrqpcao 3Tetal 402.
Arracoados 369, sendo
Bous 343 ; doentes M Total 369.
Movim<-nto da eufrmana :
Teve uan :
Manoxl Magdalena da Costa.
Teve aiu :
Martmh i Lopes da Costa. .
Loienasdlfeisaa-A 'Tasa Felis, de A.
A. dos Santas Porto, oa prae* da Independencia
ns. 37 e 3tf, tem a venda os biloetes daa seguiutes
loteras :
Espirito-Santo : A 3 parte da 4* lotera,
cajo preini gr lude de 00:0001 JOO, pela novo
plano, se rxtrah.r&nodia 23 de Sete,mbr) impre-
tenvelmente.
Alagas: A 2. parte da 20.' lotera, pelo
ivo plano, cijo premio grande da 4'>:000il000,
aera excrahida no dia 22 de Setembro, as 3 ho-
ras da tarde, mpreterivelmenta.
Provincia: A 0a IverU, pslo novo plano,
cuj o premio grande 12:0000o0, se extrahir
quando for aaauaciada, s 2 horas da tarde em
D uefioio da Santa Casado Misericordia do Re-
cife.
Santa-Catharina: A 1" parta da 2 otlena
cujopoii de 50:00 )i ser extrihida
biev^meii' _
Da Ciar : ora o premio grande de.......
40:000 (aovo plano) ser trahida amuab 21 do
corrate.
Bilbete* de lotera-Em mo do agen
te Bernardiuo Lopes Alb iro acbam sea venda os
biihctes das a.'iTuinfea loteras :
Do Eepirllo-anio : A 3' parte da 4 loto
ra, cuja premio grande da 50:000*5, palo novo
plano, ser ext. ibida no di* 23 de Setembro, im-
oreterivemente.
Do Cear : com nm importante plano, cuj >
pr.-raio grande de 40:000/000, eor extra hid
ara inn 21 de Setembro.
Uodro-Par: A 2" parte da 13 loteria,
pelo novo plano, cujo premio grande de 120:0004
ser extrahida no da 24 do correte, impreteri
vel mente.
De anta-Calharlna : A 1' parte da 2"
lotera c grande de o0:0JOA000, sor extrahida quaodo
for auuunciada.
De .tlaajoami A 2. parte da 20.* loteria,
pelo novo plano, cuja premia grande de........
40:000/000, ser extrahida no dia 22 de Setem-
bro, (quinta-feira), s 3 horas da tarue impre
terivelmeute.
botera do C3ro-Par A 2 parte da
13*1; ra i ta prevteais, pelo novo plauo, cujo
premio grande 120:()iW000, aera extrahid.i
no da 24 do corrente (aabbado) impreierivel
m'ntc.
Os bilhetos acham-sc venda aa Casa da For-
tuna ra Priflaein de Marco n. 23, de Martina
r'iuza & G-
liolerla do Baplrllo Santo A 3 par-
te da 4* loteria desta provincia cujo premio gran-
de 50:000/000 ser extrahida na dia 23 de
Sotembro.
Os bilhetes achara se venda na Casa da For
tuna d ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fiu-
sa &C.
Lotera do CearEsta acreditada lote
ra sajo premio maior do 40:000/000 ser ex-
trahida araanba 21 de Setembro.
Oa bi-hatea acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martius
Fiuza & C.
Molerla de alasroa* A 2.a parte da 20*
lotera, pelo novo plano, cuja premo grande de
40:000/OUO aerextranida no da 22 de Setembro,
(quinta leira) s 3 horas da tardej impreterivel-
mouto.
Os biihe'cs acham-ao veuda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martin?
Fmza & C.
Lotera da provincia do Paran
A 26' loteria desta provincia,pelo novo plana, ca-
ja premio grande de 12:000/000, se extrahir',
hojj 20 de Setembro.
B: Ib te 3 a ven-I i ni Uisa da Fortun, rus
..'rimaro do Marga numero 23, de Hastial Fa-
la it C.
Molerla de H, PauloEsta lotera cajo
premio grande de 9:000/''00, sr extrahida uu-
preterivehaeate no da 26 do corrente segnda-
tela).
Os bilbetesacham-sa venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Miro o n. 23, de Martina
Fiuza & C. N
Cemllerlo publicoObituario do dia 1
do corrate :
R'itiiio Placido Aquino, A i.as, 38 aan03,sol-
teiro, Graca ; tuberculoa pulmonares.
oel, 1 -t-ruamo-ico, 7 dias, R oif ; coivu
toja.
Jt.se Taveira de Seana, Po.-nambueo, 36 auno?,
casado, Boa Vista; aaazarca.
Maaoel Aatouio da Cunba, Pornambuco, 63 an-
uas, o b-iJo, Boa-Vista ; tsica da liriage.
M inael Aves de S >iuh, Pornambuco, 23 auno-,
csalo, Boa-Vista ; lube:culos pulmoaares.
Mauoel (rocemniaoido), rcmettida pela polica.
18 -
Joe, Pernambuco, 5 horas, Boa-Vista ; fraquo-
sa coogeoita.
Adriano Joaquim Iziiio, Pernambuco, 24 an-
nos, solteiro, Boa-Vista; hepatitc interite.
Petroala Maria das Dores, Peraambuco, 44 aa-
uos, casada, B>a Vista ; tubrculos oulmaoar.s.
Julia Fraacisca da Paiziio, mandada pela po-
lica.
Rita Romana dos Prazirea, Peraambuco, 80 an
nos, viuva, Doc i ; velhice.
Damiana, Pernambaa', 3 annos, Gra$a ; tuber-
culose.
Walfrido, Pernambuea, 1 anuo, Sa-to Antonio ;
fe're paludosa.
Mara, Pernambusa, 2 mozos, S. Jos: onvul-
OOB.
Henriqueta da Costa, Pernambuco, 73 annos,
viuva, S. Jos ; asmathico.
Drogara
Faria Sobrinko & C, droguista por
atacado, rus do Morquen de Olila n. 41.
errarla a vnpsr
Serrara a vapor e offidnas de carapina
de Francisco dua Santas M icedo, caes do
Oanfariba n. 23. Nette granda esUMa-
ciiRo. o prioieiro da provincia naat^ g:
ero, compra se c vende-se mad-Mi^B
da todas as qualidades, serra-se madeiras
de f.onta alh-iia, asbiin obras da carapina por machinas e pjr pre-
go sera compatencia -Panurabaco.
INDICARES ATIS
Medico*
Dr. Barros Sobrinko d consultas da
meio dia 1 1/2 na ra do Baro da Vic-
toria n. 25 por cima da Pnarmp.cia Fran-
ceza, e das 2 s 4 na ra do Vigario n. 4.
1. andar*
O Dr. Lobo Mostoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia no
oxercicio de sua profissao. Consltuas das
10 a 12 horas da raanba. Especiald?des
sperayoes, parto e molestias de s-^n horas e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra i Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Qama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do B. de S.Borj a n. 26.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A
Consultas das i 1 horas da manh s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios do hornern
a da mulher.
Dr. Joaquim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, Io
anlar, de 12 s 2 da tarde residencia no
Monteiro-
Cllnlra medica
O Dr. Matheus Vaz, de volta de sua via
gem, contiaa no exercicio de sua profis-
sao, para o que ser encontrado de 11 ho-
jas da manh s 2 da tarde na ra do Ba
rao da Victoria o. 32, 1. andar e em ou
tra qualquor hora ra da Princtza Isa-
bel ?. 6.
O Dr. tarros ftuliuaries
Pode ser procurado em seu esuriptorio a ra
1." de Marco n. 4, 1. andar.
O bacharel Bonifacio de Aragao Faria
Rocha continua a encarregar se, mediante
previo contrato, de questoVs parante oa jui-
aes desta cidade e os das comarcas wsi-
nhas. Poder ser procurado em seu es-
iriptorio ra do Duque de Caxias n. 50,
1." andar, das 10 horas da manh s 3 da
tarde.
ColleRlo Speneer
Estabelecimedto de educacfto primaria e
secundaria em Jaboato, sob a directa Jos de Oliveira Cavaloaote. >^
Drogara ,/
Francisco Monoel da SiLa/r 4 C, deposi
tarios de todas s esp^ialidadts pharraa-
c^uticas, tintas, drogas, productos cbimi-
oos e medi.aujHntos homeopticos, ra do
Marques de Olinda n. 23.
Provincia das Alagoas
JL'IZO DA IMPREXSA. SOBKB A ADMlSISTBAgAO
MOHKIKA ALVES
(Oo Alagoas, orgao conservidor)
UeizjU hontema ailmuiistracao desta provinui,
oassanJo-a ao seu successor, o Dt. Jos Moreira
Alvos da Silva.
Urna adminiatracao quo findi, encerra um pe-
riodo na historia da provincia ; para aquella -jue
deixa o {rov-Tno, omeca deaie logo o juizo severo,
impareiil da-opiniao, hvre da i-ll-i uei-i quo o
exercicio do cargo po8aue naturalmente.
A opima i aobre as admiuUtracoes que.ezpiram,
representa a eoaselaMa da eocie-laae onde aqu I-
la se formou, sempre exacta, aeinpre severa, sem-
pre justa, se louva ou se condemna.
Por contingencia muito propria 4 natureza h-i
mana, eessam oa elogios oficioso?, apigam-se os
teos de enihusiamo loavamiii'n'iro, separam-e
ostensivnmente as dedicaco.s estudadas e inters
aeiras, desfasem-seos loa da amisade convencio-
nal, todo porque o bif-j i governamental, a aeco
do lio-u ni que depoz a aut .nlvie nao mais po -
der aceuder o enthuaiaamo. ser grato, pratiea
mente, aos elogios, apreciar a dedfcacao manifes-
ta-la sempre em prese iC, iquecer a amisade ao
cnl ir d.is preteagoei suspiradas.
Cometa porm, desdo logo, a mauifcstir-se o
poder m.ia forte da opimlo publica, prompta a m-
pr i a f .rqjuUr sobre o p issado o juizo que perdu-
rar, dominador e irretratavel, quer conde-ano o
treaveiramento do fuoecionario ou curve se grato
inte oa biueficiot deix idos e dos qune3 tem so-
mentc a colher es proventos o povo goveraado.
As lotos, por ma dtsftzem-sa diaute d i lministracao que comca,
depo^m-se as armas, por osis acceso que esteja o
b-.t libar, perante o tacto que deixa encerrado o
ci do de urna admiaistracoio e abre o periodo eheio
de esperau^is de um novj governo.
O povo sabe facer sempre justica ao homem que
se cniMrreg* d diffieil tarifa de governai-o.
Para admin'siracio Moreira A1/es o juizo im-
parcial e aevero.j formado p-do8 seus adminis-
trados de hontem, exprime a grti 15o d-;vida, em
graude, pela provinaii das Alagois, ao plauo eco-
nmico tracado, comprth-udido e ezeentado, com
cavallos cada urna 2:400000
1 machina a vxpor ''e forca de 6 ca-
vados 1:600*000
i caldeiraa a vapor de forca de 12
cavallos cada urna 4:8Q>OiO:>0
4 telheiros, cobertos de folha 30:0U00(X)
2 fornos com as chamina radiadas
e estragadissimas 16:0*10*000
2 resfriadorea com tinquea 8:0^<0*iii0
1 filtraodegaz 1:20'i*)0
i. pu. lie llores 3:4C0i'OO
2 b'-mbas (movidas vapor) 3:000*000
l sazometro de capacidade de cerca
de 1,600 metros cbicos 24:000*000
1843 combUDtor.s a 65* cada um,
luelusivo os cannOB de chumbo
polo cuato do regulamente 119:795*003
Cerca de 55,3iX) metros de canos,
de ferro e de chumbo, de diversos
dimetros os maiores nao passanio
de ", 075, (3") entre as piredes,
assentam- nto, sold :
rer o teneno etc. a 3*200 o
m,tro 176:960*000
Excluimos as fornalhas como as respectivos re-
tertas pot serem demolidas de quinze em quinze
m^zes e do novo recods'ruidas (quer sejam ollas de
ferro f andido, quer de barro refractario) c por
esta razao nao podein o m dev>.-m fazer parte dts
objectos que tem de sor avaliados.
txcluim -B t unbem o pltolometro p:-r pertencer a
provincia.
Qu-into ao terreno, sabe-se que o governo cedeu
p r aforamento, e portauto nao poda custar
grande causa.
Aguns sipoos em diversas ras da
cidade 12:000*000
Eveotuaes 2o:U00*000
prensa se o Sr Jos Carneiro, tirando a mascara
me provocar aasiguando com o seu nome proprio.
o que mandar eserever sobre esta questSo.
Recife, 16 de Setembro de 1987.
Manoel Barbosa Beterra CavalcanU.
Temos o cuato t.ial
460:001*000
Grenoroaisaimamenta P'ga fica por esae prego a
empresa, por termos feito oa clculos de cauibio.a
razo de 24 d. por 1*000, e como se tivessemos
comprado t do eate material novo m f-ilba.
Fallando do cambio, l^mbraremos que fio 1%6.
o easato oscilou entre 28 1/2 e 86 3 1. Boi 1857
ewitr- 88 1/4 e 23 1/2. Em 1858 eutre 21 1/2 e
27 1/4, e fiualmente em 1859, p^ca da c^noluslo
das obras da fabrica, inclusive os respectivos en-
caummentos, o cambio ur-i 27, 25 1/2 e 23 1/4.
Alin d'eata circums'anela de cambios ti- fa-
voraveis, o aahirio dos operarios era tambera n'a-
quellas pocas muito mais barato.
' certo que mais tardo, sendo r--conbeeida a
insuffiei-'iicii de algumns machinas, que a empr-za
tinha adquirido, fel-as esta substituir por oatras;
mas, a provincia ser rtsponsavel qelos erros d s
engeiibeiroj da empreza, que n> c as diiceuo.'s, capaeid-ide das machinas, caldeiras,
gazomotros, di.m'tr s d.-s canos m atrea e de dia-
tribuiyoaa, tendo cm vista a extensa i certa da
rea di cidade e o augmento provav-1 da popu-
lacio ?
E' regra geralmentu rejonh-ocida que aa Usinas
de gaz devein e pao prvidas sempre de miebinas
de grande pr iduccJ, e gasoesetros I gran le ca-
pacidade, que embira cu;t2n o pir-'io-n custar
mais, com tuloahin muito miia biratoa jo qae
anidada de viaUa verdad- iranunt,: de lorprehea- i se empreg.r-ao aa pequeas macaiuae piru algum
der, pclo3 admiiiistraloies aue.iadidn com 1-isti-
mavel brcvidndp, em meuoB de dous an-ios de go-
verno do partido conservador.
H* justameite dous anuos, lutavamos com uina
criae tinauceirn qu-o r dusia a nossa rica provin-
cia a posicao humilissima, senil > da mendiga a pe-
dir esmolas, nao muito honr-sa do d vertir per-
lulario a supplicir a coinraiseracao do eredor im-
pled.so.
Na adminislracao do antec-'ssor do D.. Moreira
Alves iverimos o fuucccualism i publico a sugei-
tar-se ao usurario, descoutaud>lbe es vencimen-
toj, p irqac o cofre da provincia gema peraale urna
Jinda ductuaute supi rior a etm cont da ris,
af a a consolidada a curtas o vex it r.as obriga-
coe-i do -.mortiaacio, aceusaud os bilaucet -s s-
manaes do theaouro provincial um saldo irrisoii)
de menos de vinle mil ris ; dava-se istu ha justa-
ra nte um anno, cmtados da a dia.
rVostos em contnbuicao o tal- nto superior, as
invejavcuj quaiidades de administrador omerito,
ao Dr. Gbtaruiauo Brazl ni i foi dado colher os
resu tadjft admiraveis do plano econmico e fiuan-
ceiro que tracara, deixando em meio, pela necea-
sidade dos seus servicos em outra provincia, a to-
rca da reconstitu cao das n -ssas fiuaucas, o res-
t.-.boleeim uto donosso crdito, a fortuna publica,
emSm.
Precisiva de nm successor capiz de levar ao
lini v-ase plano e dur provincia a calma ueoessa-
na para o rstuio do seu progrciso ; ease Siccessor
leve-e rzcellente na pes30i do Dr. Moreira Al-
ves.
A exec'.'.co correspondeu coucepcao cao ini-
cio d.'sta grande obra.
fteeebeado a provincia com umi divida superior
a 13'1 eoBtOS, o t. .Moreira pagou-a toda, dei-
xaii'lj o cofre provincial com um saldo de cento e
dezoito coutos de res, uto a dia 31 de Agosto fin-
do, como aecusa o balance te do Thesoaro publi-
eade hontem no diario cfficial.
C'onvm notar que cstam s no fim do periodo de
menos readim-'nto para a provincia, estando ji a
coin.car a safra que vai levar ao cofre o producto
do imposto de exportacao dos uosbos dous ramoa
de industria : o aasucar e -o algodao.
Pede-sM alfirmar que o saldo existente no cofre
passar, talvez angme-itado, pura o tuturo exer-
eieio, porque o reodimeuto dos tres uitnn.s mezes
do anno a-, rao muito auperiores despoza a
fazer.
Quindo a administradlo Moreira A1 ves nao le-
gaaae ao teu aucc ssor outras causas de facilidade
no governo da provincia, esse exceliento estado fi-
nauceiro constituira, por si, grande motivo de ser
iouvado o ex-administrador.
Acrese, porm que tudo aecuaa paz e tranquili-
dade na provincia que o Dr. Caio Prado rec-'beu
ante-bontem, como presiden e; esa as foram alean
9idus pelas providencias dadas pelo Dr. M.reir
Alves, quanw po icia das localidades.
Se os ttulos da gratidao publica aferem-se
pelos beneficios feitos circurascripco em b i
hora confiada ao governo do funecionario sincera-
mente dedicado ao bem geral, nao se pode con-
testar o direito que tem o ex-presidente desta pro-
vincia a recebar d'aqui as inequvocas provas da
gratido em qae ficamos para o administrador hon-
rado, quo nos deixa a provincia como urna das
mais prosperas entre todas as do imperio.
E' este o seu maior elogio.
Que importa que a politicagem, pequenina, in-
digna, inqualificavel teoha trazida ao honrado ad-
ministrador oa desgoatos provocados pelo insulto
banal, pela calumnia at, de que foi victima ?
Nao o attic'iram esses ; 8. Exc. retirase da
provincia com o nome immaculado com que che-
gen : eouba couserval-o a altnra muito maior do
que o tinha ao receber os elogios faustosos dis-
pensados, ao iniciar o seu governo, por aqu lies
meamos que se tornaram os pasquinemos insulta-
dores.
Tem h je plena justificaeo na parte que toma,
como expectador, nos 1 uvores tributados ao seu
successor, com repitilo almiravd das mesmas
aceas e dos mesmos actores.
A sua maior satisfcelo comprehender agora
queesses representan sempre a tradcela de es
p-rancas, interesaos, cuja nao satifaco co-ivor-
ti-l-os ha em oxpiotojs do mais ridiculo e n jento
despeito.
Nao podero porm ser esqoecidos n esta pro-
vincia os servcos re -vantes qna S. Exc. prestou,
duiaute ca de mozos do o-u governo, autorisan-
do a nova a Imiuiatracao a empregar a sua ac'.ivi-
dsde nos grandes problemas caja soluco vai sen-
do reconhecida para encaminhar esta provincia
Da senda br.lhanie ra qae segu, na vanguarda,
a provincia d'onde fi h > o seu successor.
Sii, quo fomos oa mais dedicados defensores de
S. Exc. contra as torpee investidas do nico pe-
ridico destoante d i justica feita rectido dos
sous actos, temos grande satisfaco em despedir-
uos hoje de 8 Exc. gariratindo-lbe um ti tiro hon-
roso para o seu futur de bomem : a gratido da
provincia qne o teve como administrador.
Empreza de Gaz
Confirme prouiettemos, vamos mostrar, qae a
iinp rtancia da indemnisacio, que deve ser paga
a esta rmpreza, nao to elevada que espante e
fiaste oa concurrentes.
Os entendidos que apresiem a]avaliaco, qae ta-
semos, e a propria empresa, que venba contestar-
nos se poder.
Eis o inventario e avaliaoo das obras e ma-
terial da empresa :
0 muro, cerca de 340 metros de ex-
teuco a 35*000 o metro 11:900*'X)0
Casas de h.. bu ac a etc. 16:0"0* 00
1 pequeo motor para descarga 8tW*000
2 machinas a vapor de forca de 3
tempo depois suba'ituil-aa pe .s gran 1- a.
E' fra de duvida que a provincia nao re.-p u-
savel pola differenca que podesse ter resultado de
substituidlo oas pecas.
Eisa U'fferonca e pr.juizo deve ser altiibuida
erros da empreza e pirianto pertencem a verba de
Luiros e Perdas d i Empr- za e nao aos c.frea
da provincia.
iJembr.imoa tambem quo as Usinas d l gaz, as-
aim como todas as Ejiprezaa que cmprfgam grande
mnttfte'. tem como regra faaeresa no fim de cada
anno, a titulo d; deterioracao, um abatimento nos
precos quj cus.avam os oDjectos que compoema
Usiua.
Em prova disto extrahimos do jornal Fr Gas-
beloichtimg de Munich, e do relatoiio de -i Ve-
rein der Qasfacbma iner Datschiaud os seguin-
tes dados do Balauco da Usina de gaz de Berlim da
ra de Selltr em 1*184.Djterior-ifea e Depre-
ciaeJU>.
U^sas de haoitacoes 1 l/ 0/0.
Muras, telheiros, offi.'inas etc 4 0/0.
Balas d.. feraalhas e ebaavio 5 lf0|0.
Coro ;:haa c retortas 10 1(2 CjO.
Condensadores 3 li2 0,0.
Machinas a vaoor, caldeiraB a vapor, exaust-ores,
Bombas etc. 9 0t0.
Diversos apparelhos depuradores 5 0/0.
Gr-tude registro, reguladores 5 0,0.
Photom tros e seus aceessorios 5 0(0
Gazome.r -s c ciaieruas 6 12 0,0.
Apparelho para a'catiao r> 0,0.
Encanamentoa geraee e parciaea, columnas, bra-
jos, lanternas 3 1|2 0,0.
Utensilios diversos para a fabneaco do ga zetc.
2 0|0.
Uso o que sa d na Europa ; mas preciso
ua perder de vista us cond'coca climatricas que
muito iufluom sobre os metaos em geral c sobretudo
aas machinas q le cjm certeza estragan se aqu
em nosao paiz, ituito mais rapijmente de que na
Europa.
Acer- scenta o mesmo relatorio, que estes ab >ti-
mentoa sao feitos cm relacao a taxi dos capitae3
pe itjual estes sao obtidoa em"B :rlim.
E nao pode servir de base para as pequeas pro-
vincias qu raramente obtem capita-'a pelas mes-
mas laxas (ou juros).
Conclu-o se di tudo iaso qua a pretendida enormi
rf-j.e da iu iemiiis cao nao pie fazer uflastar os
concurrentes que quizer-.m tirar de seus capitaes
um beneficio razoavel.
Mais de esp-ic, e quando ae aprjximar a poca
da pubcacodos editaes. chaman lo a concurren-
cia, lembraremos alguns melborameotos indispen-
saveis de quo necessita este servs--, e os quaes,
segundo a nossa humilde opinio, devem fazer
parte dos mesmoa editaes, ufira le que o servico
contratado soja o mais aperfeicoado, o mais barato
e mais prove toso poasivel provincia.
Proseguiremos.
_--------------? -----------
s Casa em Olinda
Em virtude do despacho do Dr.juiz de orphos
ficon transferida para o dia 22 do corrente na sa-
la das audiencias a venda em basta publica da
casa da lx leira da Misericordia, esquina do Bom-
fim, com 2 boas salas, 3 quartoe, cosinha externa
e quintal com porto para u referida roa, em mui-
to bom estado de conservaco, i.valia-la por 4')0<
i,fim de eccorrer-ae as despusaa do inventario do
expolio da fallecida Hmriqueta P ixoto.
Olinds, 17 de Setembro de 1887.
O iuv-'Ufariante
Jos Candido da 'silva Pessoa
Ao Tribunal da Rilado
Com esta epigrapha li no Diario, de ante-hoo-
tem, um artigo anonymo, datado de Pao d'Aiho, no
qual, tratauao ss da ordena de habeos corpus cou-
cedida pelo veaerando Tribunal da Kelafio em fa-
vor de miuba mi, D. Harmelinda de Barros Ca-
valcante, victima da mais aiqoa perseguico mo-
vida em r*o d'Aiho, por Jos Carneiro da Motta
Silveira, credo' no inventario que alli se eati pro-
codendo d os bens deixados por meu pai, se adultera
a verdade.
Engendrado um ca'eoro termo de deposito, quo
minba i obre e velha mi, inconscientemente assig-
nou, preteudeu o juis de orpos d'aquelle termo,
requisico de Carneiro fosse ella presa porque,
nao teve -inh-ir > para saldar o debito, nao obstan-
te o eredor j estar de posse de obj-etos de oaro,
diversas partidas de assue*r, e cerca de 4:090*00J
em diuheiro. 14 aoimaes, e 2 carro, quando a orl-
ases d'< ase debi'o nao excede a 800*0JJ !,
Poi contra essa ordem de priso, contra essa vio
lencia qae sefzia a urna infeliz viuva, que o egre-
gio concedeu habas corpus, pirqu uuncase tinha
visto no tr. d'este p-i se mandar metter na ca-
deia urna inventarame, -ob pretexto de que demo-
rava a conclusa > do inventario !
66 de Pao u'Alho poderla nascer to exdruxula
jur-sprudencia !
Todo o de.ojo do orador consista em ver miaba
mai reoolbida priso, sem ter commettido crime
algum, nao obstante ser ella sogra de urna fi ha de
Jo> Carneiro I
Como nao conse nio, pergonta agora o anonymo
ao Trinunal da Kelaco : qual o meio de vir a in-
ventarame juizo concluir o inventario?
A respoata simple* : saiba o jais camprir a
lei, a nella oueontrar os m-ioa civ es iavenuriantes remissos, una, uuoca a priso.
Se o* escravos a que se refera o artigo estio li-
vrea e continu .m em c mpanhia de m-nh mii, e
porque quereta livromente : e se ainda sao escra-
vos dever do juiz decretar contra elles o seques-
tro, como em outros bens da nerauc, ee existem.
E' o que por ora, teoho dizer e voltarei i im-
Flor
(A urna lisinha)
Q i m que veio devasaar misterios
Na gruta ojoaea do m u p msameato ?
E' lalso! falso o qae to dase o vento
Mentio-te a estrella qni- te falln de ameres!
(Dr. Tobas Barretto)
\> jardim d'esta existencia
Tu s a flor primorosa,
Divina rival da roai
Irma do cravo em boto,
Por is3o ou qu'adinino
O b dio e o innocente
Emb>ra de ti ausente
Vivo em feia solido !
Tal vos, m-mosa, repares,
Este meu atrevim i
Nota, pois, o acata nirnto
C-m qu le lio, eri mea .'
E' qoe te ve.;do ruid sa
Cercada de mil encantos
Fogem-rae os dores e os prentos
E tudo diz-xeesperance !
Quando te vejo tardinha
Cu' a mo de leve no rosto
Pogede mim um deagosto
Queme torna /a infeliz !
E a minba alma ditosa
A contemplarte incensante
S'elevs aos C-^os anpplcante
E t'aboccoa e bemdiz !
Q lio diversa minh. estrella !
Ab tu nao sabes, menina,
Linlu flor, alva b.nina,
M'm-iao ufa d'asBores ;
Emquaota Borris em gloras
N'este fo.'gar a'innocencia
Eu s.ffro dura inclemencia,
Martyrios de acerbas dores.'
Eis porque desde que vi te
Senti no p. it alegra,
P.is que reos louca magia
Das Fajas iin igioariae ;
.las nemsiquer ura instante
D.-s jo eu adomr-te,
Pois que temo profanar-te
Vaso Q'esaeucias to varias !
Porque mi foges esquiva
Sem dizT ura tornoadeua ?
Roo- ias qu' s lab: n. uj
Dg-m-te phrasos n'amo: ?
Oh nao divina Susana,
(ie;:til tiiha t'\udalusa,
Olive apenas qoess a'accusa
De te ver, airota 1 or !
Nao te ausentes, nao te ocultes
Que usaiur. me tiras a dita
De ver o lar;o da fita
Que prenda es cabdl-s teas !
D.ixa que onn-briada
Nos olharis que me lancas.
Eu ciie n'alma .aperancaS
E crea qu'ixista Deus !
I-
.
rs.
Ba-Vista-87.
Odlareg idnal.
' memoria de miaba sempre lem
braua pona inot Ferreira de
Brillo Haredu 30.0 dia de sea In
faunlu passamenlo.
Trinta dias sao paseados
aquella hora fatal,
Em que l deixasU o mundo,
O que me fez tanto mal /
Bateu-me cm choio no peito
A desgrbca, cujo iffeito
Ser, ir pouco a poueo morirndo I
L do Co, qu m'estais ouvindo,
Bem bib.s, uio -stou meotindo,
Bem vs quanto estou sotFrendo !
Succedendo sasim os das
Como triste o dispertar I...
t).liar para toda parle,
Procurar-te e nao te achar !
Corro cuto para os filhiuhos,
Qae dorminao, coitadinhos,
Nem conb-'cem o mundo ingrato !
Eaquece o que me conaome,
E' ver em una o teu nome,
nos outroa o teu retrato !
E' horrivel o meu suffrer I...
E temo que nao suecumba
Quando, em todos os domingos,
Junto a tua catacumba,
Procuro ver o teu rosto
E e encontr o desgoato
Que me fere o ooi aco !
Entlo cirro a capells,
S pedindo a Deus por ella
Em miuba santa oraco !
Oh I bem desgranado que soa .'...
Sendo escravo do dever,
Nem mesmo tenbo liberdade
De me deixar morrer !
Pois tenho quatro filbinhos,
Que infelizes, coitadinhos,
Ficaro ao desamparo !
E' ento que reconheco
Que a morte nao mereco...
E .-ou obrigado a viver ?
Nesta campa onde repousas,
Acceita meu triste cauto
De saudades repulsado ;
Junto a elle o amargo pranto,
E quando caneado da vida
Junto a ti eu for, querida,
Jeua sufirimeutos contar,
Uessar ento mea praute !
Sena trra aroei te tanto,
Tambem no Co te hei de amar!
Recife, 19 de Setembro de 1887.
Jos Flix de Britto Macedo.
Oleo paro medicinal de Otado de
bacaino. de Lanman dt Lemp
ss
A fysica urna molestia insidiosa. Urna vea qae
teuha principiado a destruico dos palmos, en-
fermidade segu a saa marcha rpidamente e iste
sem que se suapete. Todos os mdicos coofessaia,
qae para esta molestia tudo intil, excepte o oleo
de figado de baclho. A difliculdade, porm, se
est em so obter o artigo puro. A adulteraco
quaai que universal, p irm os que se deixam ea-
ganar, devem por a culpa em si mesmos, pois qoe
b- m sabido que nrste mercado o oleo poro me-
dicinal de figado de bacalho de Linman 4 Kemp,
tanto branco como proto, extrahido do figado de
peixe fresco, e em todos os sentidos o typo mais
fino dVs'e admirave! puimonico, o qual m nenhast
outro pais se pode cor seguir.
Neubnm risco se corre, quando a sade se acoa
em perigo. previsto qae se teoha mo um i.-eaedio
conhecido da maior excoliencia. Este o grande
antidoto para todas rs molestias dos palmo s e da
garganta, para hs affecto.-s do figado e das escr-
fulas, assim o ffii mam centenarer*de mdicos e
ionmeraveis d enies.
O oleo puro medicinal de figado de bacalho, de
Lanman 4 Komp, u-nhum se deteriora em clima
algum e uto remedio de primeira ordem.
Ene ntra se 4 venda em todas as pharmaciai e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster ot C.
roa do Commercio n. 8.

'

I


*- w ^ I

-> **.
Diario de PcroambucoTerfa-lcira 20 de Setembro de 1SS7


Elixir depurativo vegetal
Frmala de
Angelino Jos dos Santos Andrade
Approvado p-la inspectora g^ral de hy-
hiene publica do Rio de Janeiro, em 20 de
Julho do crrante anno U887).
Ebte depurativo de grande effi':ia as
molestias sypbiliticas e impureza do saogue
e encontrado venda, por ora, ru do
Barllo da Victoria n. 37 e ra estreiU do
Rosario n. 11.
Para provar a grande eficacia ou quasi
prodigios, do preparado do Sr. Aadrale,
baBta presentar o crestudo minero de at
testados espontneamente prestados por
muir, s chvalheiros que tem teito uso della
dos quites publicamos alguns de pessoas
conhejidas e residentes nesta cidade.
Documento u. 16
Pernambuco, 1 de Dezembro de 1833.
lllm. Sr. Angdino Jos dos Santos An
drade.E' bera difficil descrever o esta i)
em que me achava, quando me infor na-
ram do seu "Hxir denominado Preparado
Nacional, dirig me ra do Barao da Vi-
ctorii n. 37 o all encontrei um do Sr.
Arruda o qual ficou horrorisado de ver
nSo s o meu rosto como cm todo o meu
corpo, porque tinba urna horrivel erup5o
da pelle tal ponto que, aquellos que olha-
vam para mira me julgavam inteiramente
morphetico, alm disto tinha grande incha
cao no corpo que ma privava nao s de
andar como de fallar. J estava desani
mado, n'esse estado precario e abandona-
do pela medicina, cbtive urna liconca sera
lempo de meu emprego na capatazii di
Alfandega desta cidade, principiei a us r
o seu precioso Purificador do Sangue, no
m do terceiro dia appareceu mo u na
grande reacio em todo corpo que rae as
sustou, mas como ostava prevenido pela
pessoa que me antregou o seu preparado
soceguei. No quinto dia foi dis.tppara-
cendo essa rcacSo e fui melliorando no fira
da garrafa.
Apresentei-me ao medico qu'-' me tinha
tratado, o que muito se adrairou do meu
bom estado de sade, e me disse que esta
va quasi bora, mas que continuaBse corn o
mesmo remedio, por 8 dias, e no fira delle3
voltease p ra me ^ar outro e segurar a
minha cura, pois, julgava que me estava
tratando com sua receita ; logo que sahi de
seu cousultorio fui buscar outra' garrafa
para contiuar meu tramento, tVltararn-iue
o recursos, pedi passagm para a proviu
cia das Alagoas onde sxiste minba familia,
ubi com o uso da segunda garrafa do seu
Boi*a roiniuerclal
I.JOTACOB8 OFFICIAK3 DA JUSTA DOS COR-
RECTORES
ReY. 19 de Setembro C* nbio sobre Londres. 90 d|V. 22 5/8 d. por
\t, do banco.
) j-residente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
fmlmrnl nanearlo
KBC1FB, 19 DE (KTBMBKO DE 1887
PRAQA DO RKCIFK
Os bancos abriram hoja com a taxi de 22 5/8
i. sobre Londres.
A' tarde o Luid u e o Internacional adoptaram
taxa de 22 1/2 d continuando o tingliah com a
de 22 5/8 d., einbora se secusasse a saccar quan-
tias grandes por ceta tu.*.
Em papel particular bouve negooio a 22 3/4 d.
PRAQA I/O RIO DE JANEIRO
A taxa adoptada hoja pelos bancos foi a de 2
5/8 d. sobre Londres, correado, porm, boato do
terem bailad; para 22 1/2 d.
As tabellas expostas aqu forana estas :
Do Ibtbkn acin al :
HO djo vista
uondres.......
Pars........
Italia........
Hajnburge......
Lisboa e Porto.....
Principaes eidades de Portu-
gal........
New-York......
Do Lomoon Ba.SK :
22 1/2
422
524
237
22 t/4
426
426
530
240
245
2250
.<*) djo vista
Londres .
Paris. .
Italia. .
Hamburgo
Portugal
N'ew-York
22 1/2 22 1/4
422 426
, , 426
523 fjz8
236 2:18
2 i 50
santo e maravilboso remedio e banhos sal
gados tive a felicidade de me restabelecer
cabindo me por fin todas as unha* e a
pelle de todo corpo.
Rernocei inteiramente, regressei, no fim
de 4 mezas esta cidade e aprsente-
me ao medico com grande admiraba
tocou rae todo corpo e rao disse, nao te
nba receio, est completamente curado,
em seguida fui casa onde coroprei
seu Elixir e dndome a conbecer levou
rae em casa do Sr. Arruda o contando o
m u tratamento ficou admirado.
No eratanto tem decorrido dous annos e
nao me tem apparecido cousa alguraa, do
que dou muitas grujas a Deus, o ente su
premo, fajo esta exposicjlo para mostrar a
pura verdade, pena que tolos nao conhe-
cam este precioso remedio porque deixaria
a huraaoidade de soffrer normis males.
Prtanlo poder fazer o uso que melhor
llio aprouver desto meu escript", suinma-
rannte Ihe agradeco e felicito o pela sua
f liz descorberta e sou de V. S, respeitoao
e ob gado. Daniel Pereira dos Santis.
N. 17
Francisco Evaristo de Souz>, cavalhei-
ro das Luperiaes Ordens da Rosa c Chris
to, condecorado com as medalbas geral da
campanha do Paraguay, e outra*, tenente
do excr.'ito, por Sua Magostado o Impe-
rador, etc.
Atiesto que, estando soffrendo do figado,
aconselh^ram-me que usasse do preparado
denominado Elixir depurativo e restturar
dor do Sr. Angelino Jos dos Santos An-
drade, e appli :ando-o consegu fijar radi-
calmente curado pelo que reputo aquclle
Elixir, um poderoso especifico para a refe
na molestia; o que jurarei se preciso fOr.
K-cifd, 20 deNoverabr de 1884. Fran-
cisco Evaristo de Souza.
N. 18
Pernambuco, 12 de JJirgo de 188G.
Sr, Angelino Jos dos Santos Andrade.
Soffrendj, ha moz^s de urna terrivelgo-
norrha e usado do Diversos medicamen-
tos, o resultado foi nullo.
Acons -Ihado por algaem a tomar o seu
Eiixir Depurativo do Sangue, o qual me
rc8tab?Ieceu completamente com duss gar-
rafas.
Aconselho, pois, isso quelles que tive
rera o mesmo soffriraento, quo usem seu
Elixir, pois que o inris effiaz medica-
mento paru doengas ideticas.
Sim raais sau du Vmc. muito atteucio-
so criado e obrigado.J. Nunes da Silva.
Estava sellada cora uraa estampilha de
duzentos ris devilaraenta inutilisada.
N. 19
Illro. Sr. Angelino "Jos dos Santos An-
Do EULisa Baju :
Londres.......
Pars........
Italia........
Hamburgo......
Lisboa e Porto.....
Principaes cidadea de Fortu-
8'........
liba dos Acores ....
liba da Madeira ....
New-York......
90 djo vista
22 5/8
419
520
235
22 3/8
423
423
525
237
242
246
24*
2*240
l'ptarao de Macar
(Para os agricultores)
Por 15 kilos
ftraneo, os melhores que
apparecem no mercado,
regulam de ....
3.a soi te boa.....
3 regular.....
Hmidos e baixos .
Smenos......
Hascavado.....
ato.......
ame......
2200 a fi400
1900 a 2*100
14700 a U8W
1*500 a 1*700
1*300 a !*400
1*040 a 1*100
*900 a 1*000
*700 a #800
Colar de RlsodM
Houve hontem vendas a #450 per 15 kilos, o
de 1.a sorte do serto, fechando o mercado firme.
Entrada de Macar e aljodao
HEZ DE SETEMUB .1
Astucar
Entradas
Dias Saetas
32rcacas ...... 1 17
Yia-ferrea de Carusr 1 17
Animaes...... 1 17
Via-ferrea de 8. Francisco 1 14
Via-frrea de Lio oeira 1 16
4.418
270
734
4 484
1 441
Entradas
Somma.
Algoiao
Barcacaa...... 1
Vapores...... 1
Vis-terrea de Oaruar 1
Aaimaes...... 1
Va-ten ea de 8. Francisco 1
Via-ferrea de Limoeiro 1
Se rama.
Das
17
4 16
17
4 17
4 14
17
11.347
Saccas)
1.761
5.665
92
3.854
325
1.479
13.176
Vapore d:->pa> bndo*
Vapor nacional Pemambuso, cabido antejDtem,
levou para :
Cetra : 15 fardos com xarque.
MaranbSo : 3 barris com graxa.
Par4 : 30 saceos, 1.037/2 barricas, 1.165/4 di-
tas, 200 barrkiuinbaa 8 10 latas com assuc r
brauco, 169 saceos com miiho, 50 pipas e 150 bar-
ris de quinto om agaardente, 10 barricas com
graxa, 10 ditas com co'a, 6 caixas com calcado
nacional, 100 latas, 5 barricas, 4 caixas e 1 cai-
xio com doce da goiaba e 4 caixas com vinho de
jurubeba.
y Vlan4cs : 91/2 barricas e 65/4 ditas com assn-
car oranco, 2 pipas e 86 barris de quinto com
agurdente.
Carregaiam diversos.
Vapor francs Portugal, sabido antehontem, le-
vo para :
Lisboa : 1.533 couros salgados e 701 saceos
com algodo.
Car.egarain diversos.
Paula da alfandega
SKVOfA DE 19 A 24 DE BBTBHBBO DE 1887
(Vide o D ario de li) de Setembro
tavlo* A carca
Barca nacional Marianninha, para o Bis Grande
do Bar
Barca norueguense Union, pan Santos.
L^r norueguenae J. J. Lots, para es Estados-
Unidos.
Patacko ingles Tiber, para os Estados-Unidos
Vapor aileinao BaumwM, para L-'verpol.
Vapor nacional G q, para Fernando de Noro
nba.
Vapor nacional Pirapama, para Camossim e es-
cala.
Vapor nacional Sergipe, para os portos do sol.
Navloa a deacarita
B irca norueguense Nina, carvao de pedra.
Barca norueguense i'etrus, madeira
Barca nacional Mara Angelina, gorduras.
Barca nacional Marinho XI, gorduras.
Barca norueguense Kxpedit, varis gneros.
Barca norueguense Viva, carvo de pedra
Barca noiuegnen&e 2*. A. Munch, carvo de pe-
dra.
Barca inglesa /indine, varios gneros.
Barca sueca Luda, fariuha de trigo.
Barca norueguense Ib s, carvSo de pedra.
Barca norueguense Jostra, carvSo de pedra.
Barca norueguense Rster, carvo de pedra.
Barca norueguense Kronts, madtira de pinho.
Barca inglesa Char\ty, carvo de pedra.
Brrgue nuruegu-nae jrdi, carvSo de pedra.
Brigue ingles Tc'bot, bacalho. t
Lugar ingles Wanderer, varios gpneros.
Uiigsr ingles Uary Ann. carvo de pedra.
Lugar ingles Chief, carvo de pedra.
Patacho ingles New om'n on, bacalbio.
Patacho nacional FranroUm, xarque.
Patacho allema KnUXope, varios genero}.
Va^or nacional Mandahu, varios gene'os.
Uemu.-lal
Est marcado o da 29 da corrate pAra ter lu-
gar a reunio da assembla geral ordinaria da
companbia dos Tbilhos Uhbanos d> Basura >
Ulimda e Bbbsbibb, na qual sero apreseutadas as
coutas, lidos o relatorio da directora e o parecer
da commiaso fiscal e eleita a nova commisso fis-
cal que funecionar por um anno.
Em 23 do corrente, termina o prazo de 20 dias
conced lo aos subscriptores da nova emisso de
accoes para o levaotamento da fabrica na Torre
pertencente a Compasbia de Fiaco e Tecidos de
I'ebsambcco, para pagamento da segunda presta-
Vo na raso de 25 0/0.
At o dia 29 do corrente, devem os accionistas
da Compashia le Edificacao entrar com a oitava
prestar.., na razia de 10 O/J sobra o valor das
respectivas acedes.
Aos accionistas da Estbada de Febbo do Ribei
lo ao Bonito foi marcado o prazo de 60 dias, a
contar de 4 de Agosto, para realizaren) a 7.a en-
trada de 10 Q/0 de suas acedes.
Com o des cont do 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
viadoD.ro, sero substituidas na Thesocbabia db
Fazknda as notas do valor de 2*000 da 5.a estam-
pa, 5#000 da 7.' e 10#00 da 6.*
I ih por tato
Vapor allemSo Rio, cbegad> o'e Hamburgo e
Lisboa eu 17 do corrente e consignado a Bors-
telin.n & C, msaifestou :
Carga de Hamburgo
Alvaiade 5 barricas a Faria Sobrioho & C, 10
4 ordem.
Agua mineral .4 caixas a V. Preale C, 1 a
Julio Faerstenberg & C.
Amostras 16 voluntes a diversos.
Arroz 50 saceos a Joaquim F. da Ctrvalh) I
Companbia.
Aiul ultramar 2 caixas a Guimares Cardoso
& C, 1 a Cnrad Wachaman.
Botoes 1 caixa i Guimares Caldoso a C
Bslancas 6 caixas 4 ordem.
Carvo de pedra 40 toneladas 4 ordem.
Couros 1 c.ixo a II. Nuesch & C, 10 4 ordem,
5 a H. Stolzenbatk C.
Charuto! 1 causo 4 ordem.
Gerveja 13 barris 4 oriem, 75 caixas a Pereira
drade.TVndo su (Trido muito de erysipela
no espaco de 18 annos e experimentado
um grande numero de depurativos que an-
nun iara os jornaes desta cilade, nao tive
a felicidade de encontrar ao menos um le-
nitivo peridico ao meu aoffriraento. Aron-
selbado a fazer uso do sou prepsjado -
Elixir Depurativo -, depois da algumas
garrafas, encontrei o lenitivo ao soffriraen-
to deixando de apparecer os aocessoB cons-
tantes, desapparecendo a indisposiyao que
me assistia, tornando-me forte o disposto
para a miuha vida artstica : creio mearan,
at a cornple'a cura se nao fossa a inter-
vengo do uso que fia, porem ainda con-
tinuarei a usar, e o resultado obtido de
novo Ibe participare!.
Keconbeco a excedencia do seu prepa-
rado e poJe fazer o nso qno Ihe convier
desta mioha narrac&o.
Sju com estima e consiJeraca> de V.
S. attencioso criado e obrigado. Jjs Joa-
quira de Freitas Tavarea.
Rsjife, 23 de Abril de 1887.
N. 20
Recife, 26 de Maio de 1887.
Illm. Sr. Angelino Jos dos Santos An
drade -TVndo um pessoa de minba familia
sidoaccommottida ha 3 para 4 annos de
estomago e outros incommodos na laringe
ponto de scffrer horriveIment, o trado
esgotado a mediciaa, bera como remedios
cas-iros e nao t nlo obtido resultado al
gura, a constdhos de amigos lancou mao do
su -Elixir Purificador do Sangue com
tanta felicidade, que somonte 2 garraf.s o
rest ,b 1 iceu de t!io perigosa enfermid.ado
D-'stas poucas liaras que Bornate di
z.'in verdade, pode Vmc. fazer o uso que
Iho aprouver.
Dj Vmc. criado e obrigado, Agipito
Innocencia Poggi.
Tolas s fir as eativam reconheoiJas e
selladas.
Qualquer p-ssa que tiver necessidade
da informac5:s relativas a este preparado
po'le dirigirse ra do B>rSo da Victoria
c. 37 que encontrar quera d todas as
nxplcac3;8 nscessarias.
Cuidado cora as folsificayrjjs .
PODEMOS ASSEGURAR (2)
Infeizmente bem commura, nesta pro-
vineia, urna molestia terrivel, conhecida
pcZos nomes de Tysica, Consumpqo Doen
c-i do peito, etc.
Nao pretendemos affirmar que o Peito.
ral de Cambar cure todas as tysicas, por-
que at hoje tem sido impossivel curar a
tysica, quandu chegada ao ultimo perioio;
porm, podemos assegurar que todo os do-
entes que usarem do Peitoral de Cambar
Carneiro & C, 60 a R. de Druzina & C 20 n II.
Nuesch & C, 4.) a Joo Fernandes Ferreira, 20 4
ordem, 2 a Conrad Waehsman.
Canela 5 caixas a U rvali.o & C-
Cbap;s 2 caixoes a Cbristiani 4C. 1 a Maia
Irmo & C, 2 4 ordem, 1 a Adulph) & Ferro, 1
a Augusto Fernandes, i a Carvalbo Irmo & C ,
i a B aphael Diaa & C, 1 a Ar >.iso Oliveira &
C-, 2 a Conrad Wachsmao, 4 a S amrcos & C.
Candieiros e perteaces 4 caixas a Ja4o Fernan-
des Ferreira.
Chapeos de sol 1 caixSo a Gomes do Mattos
Irmos, S 4 ordem.
Cumii.his 3 saceos a Esoaty Rodrigues a C.
Drogas 1 volum : a A. M. Veras ft C, 8 a Frau-
cisco Manoel da Silva & C.
Encerado 1 caix) a Adolpho & Ferro.
Elstico 1 caixa 4 ordem.
Fruacos 15 grades ai Martina Viegas a C.
Feltro 1 fardo a Jos Francisco Poc/ts, 1 a V.
Ferreira de A'buquerque Nascimento, 1 a Coarad
Wachaman.
Flores artificiaos 1 caixa a AJolpho Se Ferro,
1 a Samitrcos & C., 4 4 ordem. 2 a C. Waohimin.
F rragens 4 volumes a A. O. Carneiro Vianna,
4 a Salazar & C, 29 4 ordem, 3 a Samuel P.
Jobosfen & C, 5 a Giiveira Basto & C, 2 a Fran-
cisco L uria C 3 a Gomes de Maitos lnnios;
4 a Manoel Jonquim Ribeiro i C, 2 a rerente
Vianna a C, 3 a II. Ncsch fit C, 1 a Ribiro A
Almeida, 1 a Guimares At Perman, 1 a T. Just,
1 a Autouio J. M. Guimares, 1 a Cbristiani &
G, 3 a Ferreira Guimar?s C, 2 a Netto Cam-
pos & C, 3 a Vianna Cistro Se C, 2 a Guilberme
Spieler, 1 a J. A. Vciga, 8 a Nunes Fon eca *
C, 2 a Maia Silva & C, 6 a C. Wachsman, ditas
e oatios srtiges 4.6 4 ordem
Instrumento de msica 1 caixo a Antonio Jo-
s de Azevedo, 1 a Conrad WacbHmao.
Louca 87 grades e 1 caixa a Jos de Macedo.
Lixa 2 caixas a Casimiro Fernandes & C .
Lonu 2 fardos a Albino Silva 6c C
Licores 10 caixas a Julio Fuerstemberg.
Lamioas de chumbo 5 caixas a Menron & C.
Mercaderas diversas 7 volumes a T. Just, 4 a
F. Liuria C, 1 a Cbristiani t C, 2 a A. Pe-
dro de Souxa Soares, 3 a Netto Campos Sz. C, 3 a
F. II. Orles, 2 a Guilherme Spieler, 24 4 ordem.
6 a Nunca Fonse.-a & C 2 a Maia Silva de C, 3
a Gomes de Mattos Irmos, 1 a H Nuesch & C, 1
a Guimares & Perman, 1 a V Ferreira de Alba-
qnerque Nascimento, 3 a Manotl Coliseo & C, 1
a Salazar & C., 11 a Conrad Wacbsman, 3 a Oli-
ve i r Basto Movis 2 cbx's > Maia Sobrinhi it C, 1 a
Gnimar-s <& Perman, 1 4 ordem.
Meas 1 caixo a A. Vieira 4 C
Machinas de costura 10 caixas 4 ordem, 9 a
Ferreira Guimares & C, 12 a A. D. Carneiro
Vanos, 6 a Antonio P. de Souza Soares, 6 a Go-
mes d: Mattos Irmos, lia Vianna Castro A C,
8 a Gaspar A. Soares Leite.
Oleo 1 caixa a Martina Viegas & C.
Ppel 43 fardos e 37 caixas 4 ordem, 1 a Jos
Nogueira de Souzs, 4 s Netto Campos fis C, 3 a
a Antonio Joe de Azevedo, 1 a Maia & Silva, 11
a Muava Pontee* C 1 e 1 fardo a Francisco Jo-
s dos Paseos Guimares, 193 ditos Joo Gou-
calves Coimbra.
Pregos 43 caixas a Albino Silva 4 C. 20 4 or-
dem-
Papcro 6 fardos a Jos Nogueira de Souza, 6 a
Augusto Fernandes & C, 10 4 ordem.
Pbospboros 50 caixSes 4 ordem.
Pimenta preta 5 saceos a Joo Fernandes Fer-
reira.
Piano 1 caixo a Casimiro Fernandes a C, 1 a
Conrad Wachumao, 2 a C Leite Jnior.
Parafioa 6 caixas a Frauciaco Jos dos Pasaos
Guimares.
Rotin 3 fardos a Parete Vianoa & C.
Seccante 2 caixas e 1 barrica a T. Just.
Tintas 10 barricas a Faria Sobrioho (e. C, 10 a
Azevedo & C, 1 4 ordem.*
Terra cola 1 caixa 4 ordem.
Tecidos diversos 2 volumes a R>drigo de Cir-
valho & C, 1 a Cramer Frey & C, 1 a Ferreira &
Irmo, 7 a Alves de Bi to fe C 4 a Agostinho Sao
tos a C, 2 a Narciso Maia Se C, 7 a Francisco
de Azeve.do & C, 12 a Machado & Pereira, 16 a
Bornet A C, 6S 4 ordem, 5 a Lourcnco Maia Se
C, 1 a Andrade Lopes & G. 2 a Luis Antonio Se-
queira.
Vidros 1 volume a Manoel Coliseo & C, 2 a A.
M. Veras & C, 6 a Eugenio Samico, 56 a Berntt
4 C, 1 a Deodato Torres a C, 1 a Jos d'Arsujo
Veiga & C.
Volas 35 caixas 4 o.dem, 130 a Francisco Gue-
dca de Araujo, 2 a Casimiro Fernandes & C.
Vinho 2 barris 4 ordem.
Zarco 15 barrica a Faria Sobrioho a O, 2 a
T. Just.
Carga de Lisboa
Alhos 20 cinastras Domingos Ferreira da Sil-
va Se C.
AzeitJ de olivcira 33 caixas a Joo F. de Al-
meida.
Batatas 501/2 caixas a Domingos Ferreira da
Silva ds C.
Magas de sabugueiro 1 barricas aos meamos.
Ceblas 100 caixas a Silva Guimares & C.
Conservas 13 caixa a Juo Fernandes de Al-
meida.
Cominhos 5 saceos a Esnaty, Ridrigues & C.
Doces 1 caixo a Izidoio Basto de Uliveira.
ne primeiro e segando periodo, logo acha-
ro, com toda a corteza, grande allivio
o depois a sua cura completa, por meio de
um tratamento prolongado e persistente.
O Peitoral de Cambar nao limita a
sua acco benfica, as doencas de peite:
cura, tambem, amitos defluxos, broachites
e toases que, as mais das vezes, quando
despresadas sao a causa desaffeceftes pul-
monares.
O Peitoral da Cambar acha-se a venda
na sgenuia a cargo dos iSra. Francise)
Manoel da Silva & C. ra Mrquez de
Olinda n 23.
Frasco tftoQO, meia duzia llOOO a du-
zia 2431003.
A agencia enva quem pedir corr.lit.dVs
npressas paris ven las por atacej .
Dr. Geraasira Lis
ni;imo
Tem o seu escriplorio 4 ra Duque ab CwdsM
n. 74, das 12 4s 2 horas da larde, e desta boas
em diante em sua residencia 4 ra da Sxntn
Cruz n. 1.
Especialidadesmoestias de seuhoras e crian-
zas.Tolephone u. 326
ED1TES
Juizo do coDimeiciu da cidade da
Victoria
O major Miguel dos Anjos Alvares dos
Prazeie8, juiz do comroen-io supplente
em exercicio da cidade da Victoria, oto.
Fago saber que por parte de Joaquim Ferreira
de Carvaibo di C, me foi feita ums p-iic pr-la
qual me requeran) tosae citado por editos .1 ao de
Andrade Lima, afim le na pr in-ira audiencia
dale meu jalas vir propr f.cco ordinaria pela
quantia de 777^940 que < ve aos supplicantes fi-
cando logo citado para todos os U rmos da Ciusa
at real execuco. E sendo por ir.in, d>-f,>rida |li
mandei paassr o presente edito por 3 ) diae pelo
qual chamo e cito o referido Joo de Andraie
Lima para na prime ira audieucia de meu juizo, na
sala por cima da cadeia, s 10 horas do da, ver
ee propr a referida acgo, fioaudo logo citado
paia todos os termos da meama peua de revelia.
Este ser afiixudo no lugar do costume.
Estava urna estampi had- 200 tis- Victoria,
23 de Agosto de 1887. Eu, Beilarcn.no dos Santoa
Bulco Fiiho, i-sjrevi.
Alvares d-s Praieres.
O Dr. Jos Antonio C'rreia da Silva, ea-
valbeiro da Imperial Orern do Cluisto,
juiz de direito do civtl da comarca de
Olinda, por Sua Magestade 0 Imperador
a quem D.:us guarde, etc
Paco saber ac que o preaente editul virem, qu
fiiid )s os dias da le e pr*cas nos dias 6, 13 e 20
do tuluro mez do Oulubro vmdouro, se. ha de ar-
rematar por V'nda a uuera mais der em pr^ga pu-
blica deste juizo, depois das respectivas audien-
cias, os bens seguiotes :
Casa terrea sob n. 1, 4 travessa de S. Jos de
Agua Fria de B. beribe, solo proprio, com 2 salas,
2 quartos cozinha, com copiar ao lado desta, ten do
a caaa 2 jaoellas de frente, entrada lateral, com
porto de ferro, frente de pedra e cal, com 22
palmos de largo e 55 da fundos, oiloes e reparti-
mentos de taipa, c berta, precisa de reparos dos
caibros e o copiar de urna terca, tenlo a casa um
terreno ao lado quo lim;ta-ae c m a casa n. 2,
com 92 pal nos e ao lado do nascente le dita cisa
um terreno de 26 palmos, e fundos 2.'5, diverjas
arrores do fru.-to, cacimba commum 4s casis ad-
jacentes, avahada por .00#0<0.
Ca6a terrea sob n. 2 da meama travessa, com 2
janellas c 1 porta de frente, 2 aalas, 2 quart n,
c .zinbu, tudo em mau estado, coberta sorlrivel,
frente do pedra e cal, oiloes e repartimentos d>
teipa, tendo o oito do lado do nascente cabido
na aala da frente, eom 25 palmos de trente, c 05
le fondos, com terreno au tundo na largura da casa
com 225 pa'mis de funJ i, arvores de frntto
ava-da em 100*000.
Casa terrea b0 n 3 da mesma travessa, com
frente de pedra c cal, oites o rep rtimenl03 i
taipa, c ai 2 salas, 2 quartos, cozinba e copiar,
necessitando de alguns r.piron, com 2 janellas de
frente, entrada lateral, com 18 palmos de frente e
55 de fundes al o limito do terreuo adjaceute
mede 400 palmis de trente a liinilir-ec com uina
ra pr jet "'na e fuudos 225 palmos, arvores de
fructo, avaliada por 1 rOi'OiOOO, penhorados par
execuco de J-s Marii Maullado contra a viuva
e herdero9 de immgos Jos Fernandes.
E nao bavendt iancador qno cubra o pr-co di
avaliuc), a KrremataCO g". far pelo preeo 01
adjudicando, na turma da lei.
E para qu ebagoa a> c nlnciracnto de tidoo
maodei pasa-ir o presenta .-ial, que ser tibli
cado pera imprensa e alhxado no lugar il s cos-
tume.
Cidade de Oinda, 10 le Setembro de 18S7.
E eu, Jio Thecdomiro da Cesta Monteiro, es-
erivo, o ser. vi.
(Estava sellado eom duas estampilhas de 200
ris).
Jos Antonio Jorrria da Silva.
Secretaria da Presidencia d Pernambuco.
2." aselo.Em 17 de Setembro de 188?.D-- or-
dem do Exm. Sr. presidente ala proviiicia I i; i pu-
blico, p ra os devidos c-ffeitos, que o provim-u?
dos officios de 1.* e 2 tabclliaes e cartorioa an-
nexos do teimo de C rrentes, comarca de Gira
nbuos, concorreram, no praao legal, os Sra. Fran
cisco de Arroxelias Galvao Carapba, Francisco
de Soaza Leo Juuiur e Orangel Leopoldo Acoioly.
O secretario,
Pedro F. Correia de Ohveira.
faXLARACE!
Correio g$ral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor ailemo Rio, ea'a administraco ex
pede malas para o porto do Rio de Janeiro, rece-
bendo impresos e objetos a registrar at 1!
horas do di i. e cartas .-minaras at 12 horas
ou \ 1/2 com porte duplo .
Administraco dos correios de Pernambu .-o, 20
de Setembro de 1837 O administrador,
Alfonso do Reg Barres.
Fructas 35 canas a Danmgn Ferreira da SriVa
Livros 1 caixo ao Rvd. Fr. Fi lelis.
Legumes 20 caixas a Domlngis Ferreira da Sil-
Va 4 C.
Palbetas falsas 1 caixas a Nunes Fonseca & C-
R arios 1 ciixo a Nunes Fonseca & C.
Sidas 1 caixas a Jos Pereira Amariz.
Uvas 2J 1,2 caixas a Silva Guimares & C.
Vinho 25 pipas, 2jf>/5 a Francisco Ribaira Pinto
Guimares A C. 25, 25/') e 30 caixas a Silva Grm-
wrAes & C, lt'/5 a J. F. de Oiiveira, 16 barris a
MendeaiLiina 4 C. e 31 caixa a Basto Waulcrley.
Barca norueguense Josva entrada de C>r
Jff, em 19 do corrente e consignada a J. Pjter
& C, manifestou :
Carvo de pedra 725 toneladas ordem.
Barca norueguense Ibis > entrodo de X w
Part, era igual data e c.imignada a Wson Urna
i C, manites.oR :
Carvo de pedra 61.1 toneladas 4 ordem.
Biigue ingles TalboC entrada de Terra Noi
va, em 18 do correnta e cousigeado a J. Putar
c C manifestou :
Bacalbau 2.235 barricas e 700 meias 4 or-
dem.
Barca inglesa Cbar.ty futrada de Cardiff
em 17 do crrente e consignada a Heory Forster
A C mauif stou :
Carvo de pedra 702 toneladas 4 ordem.
Vapor francs Portugal entrado de Buenos-
Ayres e escala, em 18 do corrente e cans'goado a
Augusto LabiHe, manifeston :
Xarque 3.701 fardos a Pereira Carneiro Si C
Uinoriaro
BMCira. 19 db sarRuaao os 1837
tara o exterior
*m No vapor all-ino Rio. carregaram :
Para Hamburgo, G. de Mattos Irmos 32 tar-
dos com 5,443 kilos de jaborandy ; Pohlinau & C.
562 couros salgados com 6,744 kilos
No vapor ailemo Baumwall, carregaram :
Para Liverpool, J. II Boxwall 1,933 saccas com
141,733 kilos da algodo; M. J. da R;cba 3)9
aaecas com 26,175 kilos de algodo.
No vapor iuglez Seddons, carregaram :
Para Liverpool, M. Lima ic C. 839 saccas com
61,355 kilos de algodo ; S. Brotr-e.-s oc C. 957
saccaa com 72,759 kilo de algodo ; G. de Mat-
tos Irmos 301 saccas com 22,211 kilos de algo-
do : J. A- C. Vianna 78,825 kilos de bsgac) de
carec de algodo.
No vapor francs Portugal, carregaram :
Para Paris, A Reg Se C. 4,000 groaas de ouro
ralbo e 6,000 ditas de prata velba ; E. Goetchel
3,500 grosaa de ouro velho e 5,000 ditas de prata
velha.
1' .ra Lisboa, F. da Costa Se C. 254 saccas com
18,507 kilos de algodo ; P. Carneiro & C. 1,661
ecuros salgados com 19,932 kilos.
Para Allemanba, J. Krause os C. 4,500 grosss
de ouro velho.
Poro o interior
Na barca nacional Vaiianinha, carrega-
ram :
Para o Rio Grande do Sul, Maia & Resende 10
pipaa com 4,800 litros de agurdente ; P. Carnei-
ro & C- IOj saceos com 6,983 kilos de algodo.
No patacho ingles Tibor, carregaram :
Para Santos, Julio & Irmo 301 saceos com
22,575 kilos de assucar mascavado.
No vapor allemo Rio, carregaram :
Para Santos, Maia < Re.ende 103 saceos com
6,000 kilos de assucar branoo e 75 ditos com 4,500
ditos de dito mascavado.
jPara o Rio de Janeiro, P. Carneiro Se C 150
saccas com 10.688 kilos de algodo ; S.G. Brito
248 saceos com 14,880 kilos de assucar braceo.
No vapor nacioaal Seroipe, carregou *
Para Babia, M. Mor-.es 226 naccas com 15,165
ki'os de algodo.
No hiate nacional Geriquity, carregaram :
Pra o Natal, P. Alves Se C. 20 barricas com
1,510 kilos deassucar refinado.
No vapor nacional Pernambuco, carrega-
ram :
Para Manos, J. M. Dias 10 barricas com 820
kilos de assucar branco ; F. A. de Asevedo 66
volumes com 4,3 ;0 kilos de assucar branco ; A-
morim Irmos C 40 barris com 3,840 litros de
agurdente ; P. Alves & C. 20 volumes com 1,0'00
kilos de assucar refinado.
Para o Para, Amorim Irmos 4e C. 20 pipas
com 9,600 litros de agurdente, 400 barricas com
25,470 kilos de assucar branco e 2 caixd -a com
75 kilos de doce ; P. Carneiro & C. 77o barricas
com 41,215 kilos de assucar branco ; S G. Brito
85 volumes com 5,970 kilos d assucar branco ;
J. M. Das 50 barris com 4,800 litros de aguar-
dante ; M J- Alves 3 caixas com 160 kilos de
doce ; F, M. da Silva & C. 10 barricas eom 600
kilos de cola ; F. A. de Asevedo 62 barricas com
5,030 kilos ds tMsucar branco e 12 volumes com
'.'OJ ditos de dito refinado.
Manoel Teizetra Se C. 2:0005000
EXPEDIDO
Pida vap.r nacioaal Pernambw.o, para :
Cear 132:091*800
.Natal 22:00 '5000
Kcadimeotos pblicos
M DE SETEtfBBO
Alfandeya
Rendn eeral
O 1 a 17
dem -e 19
Renda rrnvincial
Deis 17
dem de 19
56-2:993*717
30.739AHH
53.072*458
3.03:86
593:732*625
55:106 284
Ueaebedoria p. ooinsiai
>e 1 a 17
dem o 19
Recite Drainage
'e 1 a 17
Ideo ce 19
9:910614
1:371*758
31:444*725
239*807
649:838*909
11:282;332
36.674^032
Herrado Municipal ele >. Jos
O movimento deste Mercado nes dias 18 e 19 de
Setembro fei o seguinte :
Kutraram :
96 1/2 hois pesando 13,420 kilos, sendo de Oliveira
Castro, 65 ditos de 1 qualidade, 1 dito de
3< e 20 1/2 ditos particulares.
369 kilos de peixe a 20 ris 7*380
124 cargas de fariuha a 200 ria 24*800
32 ditas de fructas diversas a
300 ra. 9*600
17 taboleiros a 200 ris 3*400
31 Sumos a 200 ris 6*200
Foram oceupados :
48 coumoas a 600 ris 28*830
40 compartimentos de fariuha a
500 "ris. 20*000
43 ditos do comida a 500 ris 21*500
117 ditos de legumes a 400 ris 46*800
56 ditos de fazendas a 400 r:s 22*400
86 ditos de suino a 700 ris 25*200
2 ditos de tressuras a 600 ris 13*200
2 I talhos a 2* 40*000
16 ditos a 1* 16*000
A Oliveira Castro & C.:
108 talhos a 1* 108*000
Dsve ter sido arrecadada uestes dias
a quantia do 415*680
Rendimento dos diss 1 a 17 3:468*340
Foi arrecadado liquido at boje 3:884*020
Frey os do dia :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 560 a 640 ris idem.
r'anuha de 240 a 320 ris a cuia.
Milho de 240 a 320 ris idem
Fejo de 640 a 1*0JO idem.
Maiatluiiro Pabilo
Foram abatidas no Matadouro dafJabanga 111
rezes para o consumo do dia 18 de Setembro.
Sendo: 83 reies pertencente a Oliveira Castro,
fe C, e28 a diversos.
Dlnbelro
BBcaajDO
Pelo vapor t.-ancei Por^ai, procedente dos
portos do sul, para :
1 Jos Candido de Moraes
244:775*0JO
Embarrarte suris no porto em
19 e 1 de Setembro
NACIOHAES
Ceciliaconsig. 4 Pereira Carneiro 4 C.
Francoliu -4 Amorim Irmos & C.
Giqui44 Companbia Pernambu^ana.
Jaguaribe Companbia Pernambucana.
Lamego(canhoneira de guerra).
Marianninhaconsig. Baltar Oliveira & C.
Marinho XI Joe da Silva Loyo & Filho.
Mara Angelina4 L:yo Se Fi ho.
Mandah4 Companbia Pernambucana.
Pirapama4 Companbia Pernambucana.
* Pornamb'joao Visconde Itaqui do Norte.
Sergipc4 Domingos Alves Matheus.
E3TRANQEIKAS
Antelopecoisig. 4 G. Ferman.
Baumwalli J. II. Bowxell.
Chriatine Baltar Oliveira & C.
Charily4 Henry Forster & C
Darpa4 ordem.
Expedit Fonseca Irmos 4 C
Erato4 Johnston Pater 4 C.
Garfield Niemeyer Cabo 4 C.
Hardi4 Wilson Sons Se C.
Ibis4 Wilson Sons & C.
Josva4 ordem.
Jorgen J. Iota4 ordem.
Justine H. Iugesoll4 Hermn Lundgrin 4 C.
Kronos Hermn Lundgrin 4 C.
K.ffir Chiefi Companbia do Beberibe.
Lurline 4 ordem.
Lidai Henry Forster 4 C.
Mary Ann4 Baltar Oliveira 4 C.
Mette Johane4 Hermn Lundgrin fe Cj
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector, faco
publico que no da 22 do correte ira 4 praca,
perante a junta deste tbesour. o fomecimento da
alimentaco e dietas aos presoB pobres da casa
dejdetenco, relativo ao trimestre prximo findo
de Outubio a Dejenbro pnximo, servindo de
base a diana do 420 rs.
Secretaria, do Thesouro Privincial de Pernam-
buco cm 15 de Setemb<, d- 1887.
Lindolfo Qampello.
Sania casa da misericordia do
A Illma. junta adm uistrativa desta santa casa
conirata c m quem mt-ibores vantagens offerecer,
o fornecimeuto dos g-neros aba>xo decUrados,
par* o consumo dos estabelecimentos 4 seu cargo,
durante o trimestre de Oulubro Dezembro do
correte a m .
Al' tri., kilos.
Arroz, id> m.
Aguard-nte, litros.
Az-ite doce, dem.
Araruta, k I ,s.
esicar de l, 2' e 3" sorte e turbinado, kilos.
B.e Iho, idem.
Bauha de p >rco, idem.
Batatas, idem.
Cha, 11- in.
' al >m grao, idem.
Carne secci, idem.
Cebila, ceuto.
Par ha de mandioca da provincia, litros.
I'Yljo, iJem
Fumo do Rio, k!o.
az, lita.
io inexplosivcl, idem.
Milho, kilos.'
Mauteiga francesa, idem.
Potasaa, idem.
Pl i e bolacha, idem.
Rip, idem.
sibao, idem
Sal, litros.
Tapioca, kil -8.
T uciuho, idem.
V. 1 ia de c-iruaba, idem.
Diiasbt-ariiias, id-'m.
Viub.i branco, litros.
Dio fi^ueira, id m.
Dito do Porto, idem.
Vinagre, idem.
Aj propostas devero ser apreseutadas na aala
le sui3 fcos.-o-s, ein cartas fechadas, devidamente
sella-lis, at as 3 bora da tarde do dia 20 do
corrente, declarando os or.ip mentes sujeitarein se
a u aa milla de 5 0 0 sobre o valor total do for-
necimento, 80 ni prazo de tres dias nao compsre-
cerem a eata seeretaria para assignar oe respecti-
vos contratos.
Secretaria da santa casa de miscricerdia do
Recife, 16 de setembro de 1887.
O oficial interino,
Francisco Gomes Castellao.
Sociedade Allianga
De ordem superior, participi a todos os asso-
iados qu'- reuuiao que deveria ter lugar se^un
la fi ir* 19 do corrente, fica transferida para o
dia 20. Recife, 16 de Setembro de 1887.
O secretario
Jos Joaquin Dias do Reg.
Nina ordem.
Ni-w-Dominion4 ordem.
P. A Munch Henry Forster & 6.
Petrus4 Pereira Carneiro 4 C.
Prtmos4 Hermn Lundgrin & C.
# Portugal Auguate Labllc.
Rio4 lorsMman 4 C.
Ruaoer4 Wi'son Sons Tiber4 Saunders Brothers 4 C.
Talbot4 Jthuston Pater fe C.
Union4 11. Luudgriu 4 C.
Vibilia4 Hermn Lundgrin.
Viva4 Wilson Sons 4 C.
W'andenr4 Fonseca Irmos 5t C.
O signal indica ter a embarcaco sabido.
Vaporen A entrar
DOS POBTOS DO SUt,
Vi I le de Cearhoje.
Marinho Viscondea 25.
Financea 26.
Camilloa 27.
Taguaa 29.
DOS POBTOS DO HORTH
Espirito Santoa 23.
1A ECaOFA
Ville de Pernambucoa 21.
Nevaa 24.
Aconcaguaa 25.
DE LIVBBFOOL
Auihorhoje.
DB HEW-POBT
Allianfaa 4 de Outubro.
Mala para o *ul
A do paquete allemo Rio, que segu hoje para
o Rio de Janeiro, techa no Correie ao meio dia.
Vaporea A aahlr
Ville de Cear boje, a; meio dia, para o Ha-
vre.
Giquii hoje, ao meio dia, para Fernando de
Norooha.
Sergipehoje, 4s 5 horas da tarde, para Babia e
escala.
Ville de Pernambuco a 22, s 4 horas da tarde,
para Santos e escala.
Pirapama a 23, 4s 5 horas da tarde, para Ca-
mossim e escala.
Navio* A entrar
Concordiade New Castle.
Catbeiinede Carditf.
Germaniade Memel.
H. Ingersel Justinedo Rio de Janeiro.
Manedo Rio de Janeiro.
Marietta do Rio Grande ds Sul.
Marinho I do Rio Grande do Sal.
Maojanillade Montevideo.
Rose ot Devonde Cardiff.
Stellade Liverpool.
Temerariodo Porto.
Hovlmento do porto
Navios entrados no dia 18 de Setembro
Buenos Ayres e escala 9 dias, vapor franoez
Portugal, de 3,572 toneladas, commandante.
G. Grou. eqji,.agem (144, carga varios gene-
ros ; a Augusto Labiile.
Cardiff-42 dias, barca inglesa Charity, de 432
toneladas, capito John Williams, equipagem.
10, carga earvo de pedra; a Henry Forster
& C.
Cardiff40 dias, lugar ingles Kaffir, de 336 to-
neladas, capito Evan Tbomaz; equipagem 9,
carga carvo de pedra ; a companhia de Bebs-
ribe.
Rio de Janeiro13 dias, barca americana Jus-
tine H, Iagesoll. de 577 toneladas, capito H.
Peterseo, equipagem 10, em lastro ; a H. Lun-
dgren 4 C. .
Baltimore-49 dias, barca norueguense LinCs,
de 332 toneladas, capit Mortin Ereksen, equi-
pagem 9, carga fariaha de trigo; a Henry
Forster i C.
Sahidos no mesmo da
BorJeaux e escala Vapor francs tPortugal,
commandante G. Grou, carga varios gneros.
Manos a escalaVapor nacional Pernambueo,"
commandante Pedro Hyppolito ^Duarte, carga
varios gneros.
Navios entrados no dia 19
New-Port43 dias, barca norueguense Ibis, de
456 toneladas, capito A. Chisteasen, equipa-
gem 11, carga carvj da pedra ; a Wilson Sons
ftG.
Crditf- 43 dias, barca ncrueguense Jasva. da
477 taneladas, capito A. Jacobaen, equipagem
11, carga carvo de pedra ; 4 ordem.
Terra-Nova30 dias, brigue inglez Talbot, de
187 toneladas, capito Sandars Putt, equipagem
10, carga bacalh4o; a Johnston Pater 4 C.
Rio Grande do Sul18 dias. patacho dinamarqus
Mette Johane, de 166 toneladas, capito b.
Svendsen, equipagem 7, em lastro : a H. "-
dgren 4 C. ,
Rio de Jane-i-o 8 dias, lugar norueguense Fat-
mos, de 847 toneladas, capito 1- "*
equipagem 10, cm lastro: r Hermn Lundgren
4 C.
OJeruoctlo
Nao houve sahidas.
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Diario de PernambucoTcrf^-feira 20 de Setembro de 1887
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oop;tDha ferr carril de Per-
nambuco
Estando concluidas as obras de reparado da
yon te da Boa-Vista, declaro (|ie no prximo do-
singo. 18 do corrate, aera reBUbelecid i o irafego
das linhas fe Magdaleua e Fcrnandes Vieira pela
dita ponte, entrando de novo em vigor oa hnra-
lioa antigoa. O carro da liuha de Santa Isabel
Essar a f :zer c mitigo p-rcurso at a eaquiua
roa Fornican, observando tumbem o primitivo
orario. Recife, 36 uc Sctembro de 1887.
I) licencias de 01 inda
Horario
31 ~ 1 j 5? 5> -o a - -s
i < < O
^ to B#
E 3 -
4 Jt a -a .. -o
O cu t_: X
----- -
6 25 6.45 6.45 7.05 1
7.45 7.45 8.05 2
8.25 8 45 8.45 9.05 2
9.25 9.45 9.45 10.05 3
10.25 10.45 10.45 11.05 1
12.25 12.45 42.45 1.05 1
2.2 2.40 2.40 3.0 2
3.20 3.40 3.40 4.00 2
4.20 4.40 4.40 5.00 2
5.20 5.40 5.40 6.00 2
6.2) 6.40 6.40 7.00 2
7.40 8.00 8 00 8.20 1
3.40 9.0J 9.0) 9 20 1
U.-!->! 10.03 10.00' 10.20 1
freeo*
Sceife i (Miada e vico v>r;a inclusivo

Meninos at 12 auaos inelusiv. o bend. 2U0rs.
a na Casa t e Mlsi prieori lia do
Companhia de Edlfi-
cago
Cotnmunieo aos ""ra acci mistas que por deli-
beracio da din ctoria foi resolvido o recolbimento
da oitava preataco na raiao de 10 por d n o sob
3 valor das respectivas accoes, o quil dever rea-
lisar-ae at o dia 29 de Setembro prximo fut'iro.
Recife, 29 de Agosto de 1837.
Ricardo Menezes,
Gerente.
Obras publicas
De ordem do Illm. Sr. engcnheiro d'recto.: ge-
ral, faco publico q'ie no da 26 do con eat>', ao
iceio dia, na meama repartieeo, rtcebe-se propos-
taa para exesu^ao dna reparo' da cadeia da cidade
de N>sar< th, orcidos em 464800. e dos do pre-
dio provincial qua s-'rve de ose la publica na villa
de Barreiros, oreados em 506>000.
Oa orcamentos e clausula eapeciaes para oa
respectivos contratos acnm se neata secutara
para aeren) examinados por aquellcs pue preten
derein arremata! as mesrnas obras, d accordo
com o qu- dispde os arts. 70 a 73, 89 e 90, 92, 97
a 101, 106, 115 e 116 do regulam.nto de 20 de
Junho do correte aun >.
Secretaria da reoartici) d-is obras publicas de
Pernambuco, era 16 de Betembro d 1887.
O eugenheiro secretario
Jiaquim Gomes de Oliveira Silva.
(OMPANHIA
|MPERIA I
DE
N.
SEGUROS contra FOGO
EST: 1803
Edificios e mproadorias
Taxat baixat
Prompto pagamento de prejuizoB
CAPITAL
fl. 16,000:000*000
Agentes
BROVVNS & C.
Ra do Commercio N. 5
Obras publicas
Londoo & Braslllan Bank
Limite*!
Ra do Commercio a. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
sa do mesmo banco em Portugal, sendo
ata Lisboa, ra dos Capellistas r. 76. No
Porto, ra dos Inglezes.
SEGUROS
Estrada de ferro do Re-
cife Caruar
De ordem do Iilm. 8r. director, faco publico
que at o meio dia de 20 do correte rec-b-m-so
propostas para a onstrueco de um armazem na
estacao da Serra, neata estrada d. ferro, de con-
formidade coro o plano e condic 's que os propo
o'-ntes podera.i examinar no escriptorio d- ruge-
nbeiro residente, em Jaboato, ondo aerao recebi
das as propostas e abertas no dia e hora cima
indicados.
Secretaria do prolongameoto da ostrad* de f.-r
ro do Recife ao S. Francisco estrada de ferro do
Recite Caruata, em 9 de S tembro de 1887.
Pelo secretario, o 1- eseripturario
Victaliano P. Ribc-iro de Souti.
HARlIOS
l'nnej States k Brasil S. S. >
0 paquete Finalice
f
hc Liverpool k London k Oiobe
Rec.fe
P>r esta secretaria eo chamados es parentes
on protectores das menores abaixo declaradas,
par;:, at o dia 80 do corrente, apreaental-as no
e.ilegio das erpba, afim e serem abi admiltidaa.
vjsto acharem-ae inscriptas eui primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Litara, fiina de Miguel de Soasa GalvSo e Isa-
b I Miria da Silva Galvo.
Sydroma, filba de Cosme DamiSo Felippe da
Suva e Constancia Mara do Carino.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do
Reeie, 16 de Julho de 1887.
O escrivo interino,
Prancisco Gomes Castellao
De orJ m do Lloi. Sr en^enbeiro director gc-
ral das obras publicas e de coDormidado coa a
uutorisa.'iio de S. Exc o Sr. p-eaidente da provin-
cia de 3 do corrente, fac i publico que no di.i 29,
ao Dieio dia, na referida repart;c<>, receb^-ae
propost8s para a zecucio da obra de reparos da
ponte dos Carvalhoa, sobre o rio Jab.ato, orQa-
desem 4:48:t*4S'i.
O orcameato c as clausulas eapeciaes do con-
trato acham se neata secretaria para serem eximi-
nado3 por aquelles que pretenderem arrematara
mesma obra, de accordo com o qaa dispde es rte.
70 a 73, 89 e 90,92, 97 a 101, 106, 115 o 116 do
regulamento de 20 di Junbo do corrente anne.
Secretaria da reparticSo das obras publicas, em
9 de Setembro da 1887. engc-Dheir secretario
Joaquin Gomes de Oliveira e Silva.
L
'oos!>;:aisu
DE
Fiafilo c tceidos de
Pernambuco
A directora t z eciento acsaeubores subacrip-
k res d nova emis.'o de ac5"s para o h vanta
asento da fabrica na T.^rre. que tica marcado o
tinao de 30 das, desta data, para o pagamento
4a segunda preataco de 25 0/0, e autorisado o
r. tbeaoureiro Jos Joao de Amonm Jnior, para
reeebimento, ra do Boin Jess n. 3.
Recife, 23 dj Agosto de 1887.
Oa directores
Manoel Jos da Suva Guitnataes.
II-Driquc Saraiva,
Stcretario.
Jos Joao de Amorim Jnior,
Tbeaoureiro.
DO
1E1
SaJiflers Broirs & C.
OMPA.V'IIIA BE SECl'ROS
NORTllERS
de Londreii e benleeu
rMcilo Onnncelra (Uecembro 1S8&)
Capital oubseiipto
Fundos accumulados
Kecelta annaal i
Ds premios con'ra fogo
Do premios sobro vidas
De juros
3.000.000
3.134,34o1
577,330
191,000
132,000
John. H
O AGENTE,
Boxteell
lilis M of 1 de Janeiro
Lia teJ
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,00C
A contar desta data e at ulterior reso-
iucXo, eonceder-se-ha juros de dGUS por
cento ao anno, sobre os salios di dinheiro
depositado em conta corrente do caovimen-
:o no mesmo Banco.
Recebe-se tambera dioheiro em deposito
i juros por psrioos determinados, ou su-
jeito ao aviso ptvio de trinta dias para ser
m tira do, mediante as condicSss de que se
dxra conhecimento aos iateresaados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Henry K, Oregory,
Gerente.
I ooipinhia dos Trllhos I'rba
nos do Hecife a Olinda e Be
b cribe.
De orciem do Exm. Sr. Dr. Presidente da Ai-
lembi G--ral, convido os Srs. accionistas a as-
aistirera: uo dia 29 do corrente mes, no lugar e s
*>raa do costme, sessSo da assembla geral or-
dinaria, na qiial, segundo os noaaos Estatutos,
maio aproaeutadaa as contaa, lidjb o relatorio da
ifirectoria e o parecer da commiasao fiscal o eleita
t bov i cominiasa > fiscal qm fuaccionar por um
>BO0.
Secretaria da Assenblt Geral da Companhia
.ie Triihoa Urbanos do Recife a Olinda c Bebe-
tibe, 13 de Setembro de 1887.
Jos Antonio de Almeida Cunha,
Secretario.
Seguida prafa
De ordem de Illm. Sr. Dr. inspector se faz pu-
Wic* que s 11 horas do dia 21 de mes corrente,
jerao vendidas em praca, na porta deata repar-
:iyi', as mercadjrias abtiu declaradas, cootidas
tra dooa picotes com a marca H. Lundgren, que
foraro appreh'ndidas a bordo do lugar uorueguen-
s Su/cha, n > dia 29 de Outubro do anno paasado,
a 1 1/2 hora da tarde
8 pares de meias de la para scahjra.
H ditos de ditas para ho-nrjm.
1 g^rro de borracha.
S caiziohis com colchetes.
'2 p1 chs de seda.
> dita de cadarco de seda.
3 ditas de linbo.
'' Bttccao da Alfandega de Pernambuco, 17 de
Setembro de 1887.- O chefe,
Cicero B. de Mella
Ci Caries Gomes
Sarao em 24 de Setembro
Sa> cjnvi lados oa seouoies socios a procura^
33 teas ingresaos na sede do club todas as noites,
a ontar -i dia 20 do correte, das 7 s 8 1(2
oras da noi.e, em mao do Sr. th -soureiro.
Secretaria do Club Carlos Gomes 19 de Setem-
bro de 1887.O 1 secretario,
Pompeo C. Casanava
i (amara Hrnlflp I d* cldade de
; Olinda e n roao -mviniiile da
le. ele.
Fas constar a quem conviere interessar possa,
>oc dos dias 12 e 26 do corrente, e 3 de outubro
prximo vindouro, estar em hasta publica para
serefc arrcmitadts par quem mais offerecer, por
sspo de um anno os impostos seguintes : alu-
goeis das casinbas da nheira por 2t'0#000 ; 40
r. p r p de coqueiro de produccio, exceptuadas
20 ps p*ra o propriatario, por 635* ; 500 rs. por
cabeca de gado vaceum, por 370* ; 200 rs. por
abeca de gado sumo, ovelhum e cabrum, por 34* :
tOO rs. por cabeca de gado recolhido ao curral,
por 67* ; mascat 8, de fasendaa, mindezas e ob-
yectos de foitia ou cobre, sendo estrangeiro, 50*, e
nacional 10*. por 1:015J ; 120 ra. por carga ou
volme exposto venda no mercado publico, por
v>s pretendentes deverao comparecer nos dias
cima indicados, habilitados ni fn.-ma da le.
Paco da Cmara Municipal de Olinda, 12 de
A:sembr de 1887.
Theodoro Herminio dos Santos Costa
Pro-presidente.
Jote Marcolino da Ponseca Maoguiobo
Secretario.
. De Bothachild Frrc*.
Deutscbc Bank.
Bauque d'Anvera.
BRASIL
Capital SO,000:000
dem reallsado io.ooo:oo^
A caixa filial d'e3'e Banco fraccionando tem
porariamonte ra do Commercio n. 38, saca, a
vista ou a praz >, centra os s^guiates correspon-
dentes uo estrangeiro : .
Londres......... s,'N. M. Rothschil & Sona.
Pars...........
Hamburgo.......
Berlim..........
Bremente........
Prankfurt s/ Main.
Antuerpia.......
Boma...........
3enova.........
aples.........
Miio e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Uadiz...........
Vlalaga.........
Tarragone......
Valencia e oatrasl
cidades da ea I
panba e ilbas I
Canaria*....../
Lisboa.........\
Porto e mais ai- f
dades de Por- /
tuga I e ilhsus...)
Buenos-kjte*... .)
Muutevido......)
Nova York
ia
Banc Genrale
agencias.
e f.uae
Banco Hjpcteeario de
Espaa a suas agen-
cian
Unaaoa Je Portugal
saaa agencias.
Ki
Eofiish Bank of the
vfer Pate, Limitad.
e.-Amaii-k C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do aatranfeir/i.
Recebe dinheiro asi oate corrente de movi-
mento com juros a tazao de 2% ao anno e por le-
tras a praco a juros con vencin ados.
O gerente,
William M. WebBter
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro director geral
das Obras Publicas e de conformidade com a or-
dem da presidencia da provincia de hontem da-
tada, faco publico que no dia 22 de Setembro pr-
ximo viudouro, ao uieio da, na mesma reparticSo,
recebe-se propostas para execucao do3 reparos pre-
cisos na Casa de Detengo,oreados em 11:585*100.
O orcamento e as clausulas eapeciaes para o
contracto acham-se neata secretaiia e serio apre-
sentado a aquel lea qaa pretenderem arrematar a
meama "obra, de accordo com o que dispde os arts.
Tj a li, 89 e 90, 92. 97 a 101, 106, 115 e 116, do
regulamento de 20 de Junho do corrate aino.
Seeretaria la Repartica,) das Ooras Publicas
em 30 de Agosto de 1887.
O engenheiro secretario,
Joaquin Gomes de Oliveira e Silva.
Santa Casa de Misericordia do
lleclfe
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guintes predios :
Roa do Bom Jess n. 13, 3' andar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenorio u. 22, 1 andar.
dem dem n. 25, sobrado.
dem do Marques de Olinda n. 53, 3' andar.
dem do Apollo o. 24. 1 andar.
Ideo da Moda n. A'.
Ipem idem n. 47.
dem dem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingoeta n. 14, 1' aodar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Miaercordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo intarino,
Companhia do Beberibe
Acbando-se j approvado pelo Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o regulamento das pennas
d'agua, vai esta companhia fazer o fornecimento
d'agua a alta pressao, como se obrigou com a pro-
vincia, pelo que convida aquellas pessoss que
qnizerem agua em suas casas, na prmeira seccSo,
entre Dous Irmaos e Apipucos, a virem se inscre-
ver neste escriptorio.
Ao mesmo tempo esta companhia mudar a sua
custa os encanamentos das antigaapennas d'agua,
at a porta da rasa, e far a transforxscao do
systema, n;s termos das disposices do novo re-
gulamento.
Logo que fique concluido o trabalho da primei-
ra scelo, na semana segointe paasar-se-ha para
a segunda at o M.nteiro.
Neste escriptorio distribue-se aos interess&dos
o regulamento de pennas d'agua.
Recite, 16 de Setembro de 1887.
Ceciliano Mamede Alvcs Ferreira
Director gerente.
O socio gerente da casa commercial Jos l'ei-
xoto e Silva & C. declara para os devidos fins,
que tendo-se completado os aove sanos do seo
contrato, est a mesma sociedade disaolvida.
Villa do Granito, 30 de Aeosto de 1887.
O socio gerente,
Jote Peixoto e Silva.
GOHFASHIA DH SE&OROS
COMTHA FOtiO
North Brilish k Mercantilt
CAPITAL
t rooo.ooo de libras sterllcias
A GEN 1 ES
A domson Howie & C.
em casa do
SR. JOHN H BOXWELL
Ra do Commercio n 26.
AGENTE
Higuel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS -N 7
Secaron martimos e ierre*tan-
Ne&tes nlt.'uos a nica companhia nesta praca
^ue concede aos Srs. scguradis isempcao de paga-
mento de premio em cada stimo anns, o que
equivale ao desoonto annual de cerca de 15 por
cento em favor dos segurados.
"SEGUROS"
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambucana
Ra do Comraereio n. 8
un nocommacio %. \i>m
iliiSAli
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelelda em 1H5&
CAPITAL 1,000:0004
SINISTROS PAGOS
li 31 de dezembro de 184
lariiimos..... 1,110:00080110
Terrestres,.- 316:000^000
44Ra do Commrelo
ClMPAlIi DE EDIFlCaCO
0 escriptorio d'esta
companhia a cha-se
iuncciouando no largo
de Pedro II, n. 77, 1.
anda i.
Imcunibe-sc median-
te contrato c a paga-
mento em prstameles,
de construcfdcs e re-
construyes de pre-
dios, cujosprojectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
So escriptorio se en-
contraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquary, tcndti sem-
pre venda: tijolos
massi(os de alvenaria,
ditos para ladrilhos,
diversos formatos, te-
Ihas romanas, francs
zas, de capote com en
caixe, de crista; cano-
e curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fun-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas c en-
comendas. no escripto-
rio central.
E' esperado dos portos d<
sul at o dia 26 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
flaraahio, Para. Barbados, H
rhomaz e \cw-l'ork
Para carga, passagens.e ic umenda idinheir:
t frete, tracta-se com o
0 rapor Allianca
fispera-se de S News, at o da 4 le Outu-
bro o qual seguir lepo-, da
daBonatwaasana para
Babia, Rio de fanelro e Mantos
fara cargu, passagens, e encommendas tracta-
te coin os
AGENTES
llenry tmhr k C.
11 8- RA DO COMMERCIO -N. 8
1 anda/i
IAIU.FI KS REAIS
Companhia Franceza de Mavega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o II- vre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0 rapr villa io Psninco
Commandunte Chancerel
' esperado da Europa
at o dia 21 de S.tembro, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Rio de Janeiro
e Nantu*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p'lot
vapores desta lnha,queiram apresentar dentro de
dias a contar do da descarga das al vareng. lu-
quer reclamacao concernente a volumes, qud po-
V'-nti h tenham seguido para os portos do sul.afim
de se poderciti dar z teinpo as providencias ucees
sarias.
Expirado o referido prase a companhiioa a se
responsabilisa por extravos.
Para carga, pat sagena, encommendas c dinheire
a frete : trata se com o
AGENTE
Ah lisie Labille
9 -RA DO COMMERCIO-9
BOYAL MAlLSTEi PACkET
COMPANY
O paquete Neva
Espera-se da Europa no dia
23 on 24 do corrente seguin-
depois da demora necessaiis
para
Companhia Hahiana de navega-
cao a Vapor
PORTOS DO SUL
Machio, Villa Nova, Peuedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
Segu impreterivcl -
mente para os prrtor
cima no dia 20 d< rle-
tembra, as 4 horas dt
tarde. Recebe carga
uuica mente at ao 1(2
dia do dia 20.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tua do Vigario7
Domingos Alvcs Matas
Agente Pestaa
Leilo
Do um importante |terreDO na Tamarineira
bem arborisado, com -.00 palmos de
trente e cerca de 600 de fundo, eoni urna
importante cacimba e banheiro ; serviado
de b.,se a oferta da 885(51000.
ftiiarta feira, | de Setembro
As 12 horas
No armazem da ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de crphaos, e c<>m assistencia do
mesmo, vender no dia e hora cima mencionados
o terreno alludido, o qual pila sua fertilidade,
chama aiti'ncao dos Srs. compradores
LBlLUE.
Leilao
Do ura piano, movis, espelbos, etc.
O asente Britto devidamente autorisado levar
a leilo os objeetm nbiixo pertmeentes a um rs-
polio : 1 piano, 3 cordas de Buril. 1 moblia preta
completa, 2 espelbos, 1 cima francesa, 2 cmo-
das, 1 marquesa? 1 marques, 2 machinas de eos
tusa de m3o, 1 berco, 1 bidet, 1 guarda-louca, 1
mesa clstica, 6 tiboae, 2 aparadores, 1 quarti-
uhei'a, 2 cabides, 1 b-mquinn, 1 carrinh para 1
carneirK, jarros, quadroc, escarradeiras, ctig-rs,
louca rara almico e jantar, vilros, copos, colheres,
trens de cosinba e diversos obj-ctos avulsos.
A's 11 horas
T erga-feira 20 do corrente
No 2o andar do sobrado ra Di-
reita n 133
Leilo
Leilo
De um motor vapor movido com alcool ou gaz,
novo eperfeit) com torga sulcieate para mover 9
machinas de co-tu a.
Um bilbur com todos seus porteuces, quasi novo
perfeito.
Um fc'ranie lindo quadro feito da cera.
Um lustre gaz c ui 4 bicos.
D Uuia m bilia de junco preto.
Urna dita de Jacaranda.
Terqa-feira, 20 do corrente
A's 11 h ras
Agente Pinto
No armazem ra do Mrquez de Olvida
n. 52.
Por occasio do leilao de predios
Le'.lao
Bahia, Rio
video e
Para passagens
de Janeiro Monte-
Itnrno* %yre<*
fretes, etc., tracta-se i os
Consignatarios
Amorim Irmos &C.
i. 3- RA DO BOM JESS N. 3
COHPAWH PKRniMBlCiilA
DE
%'avegaoo Costelra por Vapor
Fernando de Xoronlia
O vapor Giqui
Comandante Lobo
Segu no dia 20 de
Setembro pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
'dia 15.
Paasagt. jb at as 10 hars da manha do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
caen a Companhia Pemambu
eana n. it
Pacific team Navigalion lomnany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro
pa at odia 25 de Se
tembro, e seguir de-
Ipois da demora do cos-
Itume para Valparaio
eom escala por
Baha, Rio de Janeiro e Honte
video
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-se com os
AGENTES
Wilson Nono fc l'., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO -N 14
COMPANHIA PEttNAMB!CANA
DE
avegaco Costelra or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
Segu no dia 23 de
Setembro, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 22
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae$ da Companhia Pemambueaia
______________n. 12______________
Porto por Lisboa
Com destino aos portos indicados seaue com
brevidade a birca nac jusl Mar.nho XI; para
carga e passageiro?, trata-se com os consiguata-
ios Jos da Suva Loyo & Filho. ^^^^^^
Rio Granto do Sul
Segoe com bn-vidade para j porto cima a bar-
ca nacional Alaria Angelina : para o resto da car-
ga que Ihe falta trata se c >m Jos da Silva Loyo
4 Filho.
De bens movis, piano e lous
vacia ingleza tourina e diversos ps
de croto.
Te rea feira, 4 o do corrente
A's 11 boras
Ra da Conquista n. G esquina da ra das
Nympbas em frente ao palacete do
Sr. Prreira Carneiro
O agente Steple antorisado pelo Exm. Sr. Dr.
Jote Augusto de Azevedo Marques que retrou-se
para o Rio Girando do Sul como guarda-mor da
alfandega do sul com sna Exma. familia levar a
leilo os movis cm bom estado de conservaco
como sejm :
Urna mubilia de Jacaranda feilio de medalbo,
cemmodas, espelho oval novo, piano, jarro?, qua-
dros, tapetes, etagers, guarda-vestido, 1 cama de
vinhatico e Reste w para casal, ditas para meni-
nos, roilet de cito com pedra, cadeiras de vime,
ditas de junco, mesa elstica, 2 importantes apa-
radores de vinhatico com pedra, maiquesos, guar-
da-louca, louca para alm'.co e jantar, trem de co-
sinba, champagne, vinhos finos, e muitos objectos
de cata de familia.
Partir da estaco da ra do Brum s 10 1/2
horas era ponto um b jnd que dar passagem aos
Srs. concurrentes.
Da offiina de funileiro
Quarta feira, 21 do corrente
A'S 11 HORAS
Travesea dus Cruzes n 6
O agente St^pple competentemente autorisado
levar a leilo a oIBcina acioii, contendo ella di-
versas obras e alguinas ferriui.cntas proprias da of-
ficina, garantc-SH a casa.
Desda j podem txamini'.r a dita oficina.
Grande leilo
Oe bou* movflM. nm importante pla-
no com piinro uno, un eftpeltto
oal. loara e cryniaesi.
Sendo :
Um importante pip.no do acrelitado fabricante
Cari Scel en C'.iss' I, 1 cadeira para o mesmo, 1
estante para msicas 1 boni'a mobilia de junco
preto com 12 cadeiras de guamico, 2 ditas de
bracos, 2 ditas de bataneo, 1 sef e 2 consolos
coa pedra, 1 espelho oval perfeito, 1 tapte para
sof, escarradeiras, 3 jarros finos, 2 pares delan-
ternas, 1 mesa redonda de ferro, 1 bita tear para
bordar e 1 tapete para piano.
Du.is bonitas camas francesas, obra mtiito bem
acabada, 2 ricos guarda-vestidos de amarello, 2
commodas de amarello inteiras, 1 m -ia dita, 2 ca-
mas para enancas, 1 marquezo cstrei'o, 1 dito
largo, 1 toilet americano, 1 baca para toilet, 1
tapete para cama, colchcs, travesseiros, 2 re-
domas de vi :ro, 2 espelbos moldura dourada, 2
ditos moldura preta e 1 lanterna para estuds.
Urna gmnde mesa elstica de amarello, de 6 ta-
boas, I bunito guarla-l uci de amarello, 2 apara-
dores de columna, l ditj de armario, 1 guarda-
comidas e 1 quartinheiro de eclumoa.
Urna mobilia de junco brinco cem cadeiras de
balance e consolos com pedra, 1H cadeiras de jun-
co, 2 ditas altas para m i\'a> ir mesa, 1 ma-
china de costura perfeito, lavatorios de ferro, 1
taba e cavalletes para engommado, globos para
caniieiros de gas, apparelho de louc-t para jantar.
1 dito para almoco. copos, clices, garrafas, com-
poteiras e porta-queijos e 1 grande trem de ce-
emba.
Sexta feira. 83 do corrente, sj 11
borait
No primeiro andar do sobrado n. 6 da ra
do L'oramento
O agente Uartias. autorisado pelo Illm. Sr. Al-
bino Jote da Cruz, que se retirou para a Europa
com sua Exma. familia, far leilo dos boas mo-
vis e mais objectos cima, es quaes se tornara
recomuiendaveis pelo pouco un que tiveram.
Do sobrado da ra de S. Beoto n. 10, em
Olinda servindo de base a iff-rta de 321/0X), da
casa terrea da ra Coronel Suissuna n. 57, e de
um terreno em Beberibe de baixo, ra da Rfge-
neracao.
Terca feira, SO do eorrente
A's 11 horas
Agente Pinto
No armazem da ra do Mrquez de Olind.
n. 52
Por occasio do leila > de mobilias, pianos
buhar e serafina
Agente Pestaa
Leilo
Da loja de funileiro sita ra do Vigario Tenorio
n. 29
Terca feira CO do corrate
A's 12 horas
O agente Pestaa, autorisado, far leilo, por
conta e risco de quem perteocer, da referida loja,
com todos os seus pertences, os quaes sao : ba-
b?, bacas, regador* s, vidros. etc.
Leilo
De urna grande chcara no lugar denominado
Barreiras em Caxang p rto da estacao, com casa
para grande familia, com 2,cacimbas bombas, e!*-
barias, 1 bsixa de capim e'maitas outras bemfeiro-
rias ; bem como urna prquena parte do engenho
liram em cuj terreno seacbaedificada a dir casa
prepriedade de J. A Thon.
(Em um t \ te)
Sexta feira 30 de Si tembro
Ao nielo dia
Agente Pinto
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 52
Os pretendentes podem examinar desde j a dita
casa, entendendo-se com o mesmo agente.
AVISOS DIVERSOS _
N- Caj pura .
Aluga-se casas a 84000 no becco dos Coc-
hos, junto de S. (oncallo : a tratar na roa da
(mperatric n. 56.
Leilo
Dj sitio todo murado com casa de vi venda n.
lie de ama pequea casa terrea n. 9 A depen-
dencia d'aqudla, sita ra do Coronel Francisco
Jaeintho freguesia de Nossa Senbora da Qraca e
bem como um terreno de 52 palmos de frente e
250 ditos de fundo, todo murado e faz parte do
referido predio.
Da casa tT.ca n. 166 sita ra Imperial fre-
guexia de 3. Jos, junta taverna do Sr. Joa-
qum Netto, e defronte do sabr io da >uva do
Valdcviuo, nova e edificada em solo foreiro ma-
rinba, com frente de axuleja tendo porta, janella,
3 quartos, 2 salas, cosinha externa, cacimba e
grande quintal murado at a mar, onde existe um
solide caes.
Te rea feira, o do eorrente
A's 11 horas
.Y" o armazem da rna do Mrquez
de Olloda n te
POR INTERVENCO DO AGENTE
Gusmo
jente Pestaa
Leilo
Do sobrado de um andar sito ra Vidal de Ne-
greiros n. 91, com 3 jenellas de fronte e 1 por-
ta, 2 salas, 2 quartos o o pavimento terreo oc-
cupado com estabeK'ciujento de molbados, dan-
do o rendimento mcnjal Oe 36400.', terreno
proprio.
Urna casa terrea nos fundos do mesmo sobrado,
sita ao larga do Forte u. 56, com 2 salas, 1
quarto e quintal, rendendo 154 m.n aes, terre-
no preprio.
Um sobrado sito ao largo do Paraso n. 11, com
grandes coinmodcs para ftmil, em terreno pro.
prio. 'endeudo 4 K)0i0 annuaes.
QU ARTA FEIRA, 21 DO CORRENTE
A's 12 borts em pooto, no armazem da
8g''ncia, .
ra do Vigario Tenorio n. 12
O agente Pestaa, autorisado, vender no di i c
hora cima mencijn-idos os predios alludidoe, que
pelo bom e-tado de conservafio e rendimento,
chamam a attenclo dos Srs. compradores.
Alnga se por 10000 a casa n. 21 na Var-
xes, defronte da estacao, com armacao ; a tratar
na ra da Imperatriz n. 56.
Compra-sc ama casa terrea na ra da As-
8umpcao ou Santa Cecilia ; a tratar na rna do
Mrquez de Olinda n. 3, loja.
Nao ha quem nao saiba que no tempo do cajo
familias inteiras acampam debaixo dos cajueiros
d'onde eahem nedios e anafados, nutrinda-se ex-
clusivamente de producto dos meamos cajueiros.
Precisa-8 de urna perita cosinheira que v
comprar e que durma em casa ; ra de Joaquina
Nabuco n. 9, Capunga.
= Entre duas estaces Crui das Almas, alu-
ga-ee urna casa propria para estrangeiro, com to-
das t.s a:commadacoes em frente da chcara do
Sr. Thon : a tratar na ra 1 de Marco n. 25,
loja de joias.
A agua pura de Caj (o nome o dit) nao tem
droga nenhuma nociva, apenas o sumo da me-
dicinal frocta conservado.
Quem deixar de convalescer crear appetite, e
engordar para evitar gastar algnns mil ris na
deliciosa bebida Agua de Caj pura^________
Aluga-se o grande predio n. 3 ra do Vis-
eonde de Itaparica ; bem localisado por ter duas
frentes e de grande commodidade ; es pretenden-
tes podem entender-se ra do Imperador nu-
mero 69.
Alugam-se as casas ns. 6 e 6-A estrada da
Torre ; as chaves junto, e trata-se na travessa do
Corpo Santo n. 25.__________________
ALUGA-SE urna casa em Santo
Amaso, ra do Lima. n. 30, propria para
familia grande ou cnllegio. Tem 7 salas,
15 quartos, agua e gaz encanado, appare-
lho e quintal: a tratar na lytographia de
J. E. Purcell, ra Mrquez de Olinda
n. 8._________________________________________
= Aluga-se o 1' andar n. 9 ra do Coronel
Suassuna ; a tratar na ra da Soledade n. 30, oa
na ra Imperial n. 19, 2- andar. ______
Vende -3e nm estabelecimento de funileiro
com todas os pertences ; a tratar no mesmo esta-
belecimenta, ra do Vigaris n. 29^______________
,_ Precisa-se de urna ama para cosinbar ; a
tratar na ra das Trincheiras n. 17, leja, das 10
horas s 2 da tarde___________________________
A nga-se a casa terrea n. 127 da ra das
Cinco Pontas, com 3 quartos e grande quintal, e
da ra Imperial n. 196, com muitos commodos,
ambas em bom estado e limp^s ; a tratar na ra
de S. Jorge (Pilar) n. 56, taverna.
Precisa-se de urna amo de recia idade, que seja
boa cosinheira e fnca o mais servico de um casal
sem filhos ; na tua Vidal de Neereiros n. 134.
4' elle
Ao caco J. i- C.
Cruzes ,L } f cinhoto !
canhoto
i" + t
Cruaes f 11
Cabo









J

i
'-

0 becco do professor.
OD


^--

I


ill&riU **
c ferivuiibiiiHi-Tcrca-leini 2 de Sctciubro ie
Precisa-se de cralo para vender taboleiro :
ra da matrix da B.a-Vista n. 3._____________
20:5 <0
O Sr Dr Arajamiro Aroma tenha a bondade
de re.po..drr-u.e no praso de aoja dias aob a nu-
mrica aeim-i, ajb pena deeu dar pnblicidade de
motivo e o tempJ deste numero.____________________
~ Cisa para a lugar
Aluga se a casa da ra do Cnie da Boa-Vista
n. 92, sendo o alugu. 1 de 40*000 mensaes, fendo
agua e gaz ; a tratar na ra do Bario da Victo-
ria n. 54. armasem de movis.
tyuein precisar/
Aluga se um b-jm sino coi ai precisas eoaimo-
didades pam familia, junto a estacao da curva
d'Agua Fria(B.berib.), onde 89 tratara com Jos
Times Pereira.____________________________________
O r. Dr. Vicente Pereira do
Reg
Para nao incommodar-se, qutira ter a bondade
de enviar para a ra do Bar' da Victoria n 10,
e, weposfa da carta registrada sob n. 12, e que
foi a V tngat no dia 11 do eorreute, pois o
portador abi espera.________________________________
Caixciro
Precisa se de um menino de 14 a 15 annos de
idade. com pratiea de molhados, em Santo Amaro
ii,s Salinas inverna de Beuto Jua Perreira.
Ama
Boas casas
Aluga-fe na ru* Iinpirial trts cusas terreas
com sota interna, gradean ento e porto na frec-
to, com 8 quartos, eosinha tora, quartos para cria-
dos, banh no, agua e gaz. pelo diminuto preco de
3004000 cala urna ; a tratar na masma ra nu-
mero 236.
Fiilliinlias de Laemmerl
PARA
1888
J chegaram para
Uvraria Parisiense n.
7 A ra Primeiro de
Marg.o.
Na ra da Unao n. 13, preeisa-ee de cma cosi-
nbeira.
Dr-i toda Silreira
MEDICO
Consultas : das li horas da ratnhJ s '
2 da tarde. I
Consultorio : ra do Imperador n. 42,,
primeiro andar.
Residencia : ra da Aurora n 47.
\o cummercio
s abaizo assignaJos tul i juat.ie contractado
a c mpra da fabrica de leos Vegetaes ra da
Autora n. 161, que gira s .b a tirina de Martina &
Bastos SBCcess<.res, pedem aos credores da mesiua
firma que apresentem scus titnlos no praso de 8 dias
na mesma fabrica do meio dia s 3 horas da
tarde.
Recife. 19 de Setembro de 1887.
Jos O mea d'Amorim.
Thcmnz Antonio Gumariea.
Aos Srs. consignatarios de vapo-
res e navios de vela
Jos de Mscedo previne ars Srs. consignatarics
de vap. ras e navios vela, que d'ora em diante
aempre quo recebei louc i cu ootra qualquer mcr-
eedirH, mandar proceder dentro de 48 horas da
descarga, vistoria judicial, noi volumes cujo ec-
volt rio t stiver estragado, indicando assim falta,
quebra ou a varia. ________^_____-
Por IOS
Aluja-se a urna pequea, f idi.li i, tendo honesta,
um sctlo com 3 q'i .rt i, o ra i1 1) i t te fresco
e el;.r. ; no 1 andar n. 63 i r la i Visc?nde de
[I perica (antiga do Ar>ol! ). No mesino precisa-
te comprar urna espada que esteja em perfeito
estado e juntamente Btreetsr-se dous emf lega-
do.-, Sfndo urna preta de meia dade \ ara vender
na ra e um menino que seja fiel, para fazercom-
pras : d-se bous ordenad s.
LOTERA do ceara
XOVO i,i. wo
40:000*000
Cora r diminu qnaotia dj 2,5400 h .bilita-so a tirar 8:0000000 e com 1,5200
4:000,5000. _
CORRE DifRETERIVELMEXTE
Sabbado 23 do eorrentt;
5O:00O$000
Corre sexta feira, 21 do eorrente
ESTA LOTKKIA NUNCA l 01 TRANSFERIDA
U portador de nm tiihe.te ist habilitado a tirsr mais de UM PREMIO I
Cada r.uifyo podo ser repetido dow ou tres vezes, prevulecendo todos premios
que sabir.
Mamila sanuDCOm
h&u e vigor para toos
3DOEisrg^.s
ESTOMAGO, FIGDO e INTESTIK
VSNHO E XAROPE DE JURUBEB/'
BARTHOLOMEO & C
PIIAnM. PKRSAMEl'CO
Unios preparados de Jurebeba approvado$ peta Academia de Medicina, ej
| recommend-ados pelos ilt'Jicos contra as Molestias do Estomago, Parda de Appe-1
tlte, Digestst tlfliceis. Dyspepsla c todas as Molestias do Usado, e do B-:.jc.j
I na Diarrhea chronica, r. Hydeonesie, ce.
OTJTJDAJDO OOXI AS FAL8IFICA9ESI
EXIGIR lian rf~#~An~J&
".'llliillUiiiiu
Na ra 1* de Marco n. 20
(junto ao Louvre)*
APRO VElTEM!
Zepbireu de cores lindos desenlies, a 140, 200 e 240 rs. o coTtdo.
Cretones claros finissimos, a 320 rs. o corado.
Ditos escuros cores fixas, a 360 rs. o dito.
Chitas tiaras e escuras a 2C0, 240 e 280 rs o dito.
Percalinas a 240 rs. o dito pechincha I
Merinos de enres e pretos, todo de 13, com 2 larguras a 800 rs. o dito.
Cacii'-oQ ra de lislras, a 400 a dito, aproveitero '
Completo o variado sortimento de las para^estidos.
CarobraKS de corf-s pom salpicos a 5jJO0O a peja.
Ditas brancas a f>i$500.
Fustao braneo a 400 rs. o covsdo.
Dito hran?o rendado a 200 rs. o dito.
Esguio de linlio pardo para vestidos e vestuarios de mancas e 320 ris
o dito.
Bramante de linho com 10 palmos a 1800 o metro.
Ditos de algmlao cera 4 larguras a 800, IjlOOe 1^300 o dito.
Panno do Ci st i para mesa a 1(5000 e 15200 o covado.
Atoalha Ditos de algodlo a 1,5200 f 1^300 o dito.
Guardanpos a 2/52<>0 e 2<5300 a duzia.
Bordados de 500 a 2,5000 a peca.
Cortinados bordados a 12.5000 e 15(5000 um.
Fichus ae l a 1,5500 um.
Toxinas para b. nhos a 1500 urna.
Ditt>8 alcochoadas psra rosto a 3,5500 a duzia.
C ilchas de cores a 2,5000 urna.
Meis de c^res para sinhnra a 4^500 e 55000 a duzia, convem .'
Ditas para homem de 3I6(X) a b,500i a dita.
Camisas de meias para bomens, muito finas a 1(5000 urna.
Para banhe de mar
Costume para sen horas a 10^000 um.
Dito para homens a 8(5*X)0. .
Ditos para ninn-nos a ; 5000
Saptos e bolsas para o tira e rauitos outros artigos a preciaclo publica.
A RA 1 DE MAR^O X. 20 (JUNTO AO
LOUVRE)
AMARAL & C.
'-


Precisase de urna ama para comprar e
cozinbar em casa de familia : na ra Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisa-se de una ama para todos os servicos
de casa de familia ; a tratar na ra do Baro da
Victoria n. 7. 2 andar.
%* %
Precisa se de urna ama para cesa de pouca fa-
milia ; a tratar no beccD do Peixe Frito n. 9, se-
gundo andar.
Ama
Precisa-se de urna rap rin para cuidar de
ama enanca ; na ra das Crioulas (Capunga) nu-
mero 2-B.
Ama
Na ra Duque de Caxine n 58, nrceasita-eo de
urna para cositiha.
AMA
Precisa se de urna lina pi.ia casa de pouca
familia ; a tratar no becco de PeJro Alfonso n 9,
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia ; a tratar na ra do Peixe Frito n. 9, pri-
ciro andar.
Ama
Precisa-se de una ana : no largo do Corpa
auto n. 17, 3- undsr.
Ama e criado
Precif.a-se de urna bos cotinheira e um criado
que entenda do eervico de cop:'iro ; a tratar na
ra do Mrquez do Herval n. 37.________________
A Inga barato
flua V sconde de Itapsrica n. 43, armazem.
Ra Coronel Suassuua n. 141, quarto.
Boceo da Bomba n. 8.
(Joredcr do Bispo 11
B-.ixa verde ti. 1 C.
Largo do mercado com agua n. 17.
liua do Calabouco n. 4, luja.
,.i,-s( na ra do Coi..un rcio n. 5, 1* andar
es riptorio de Silva Ouinaraes & C.
Aluga-se
a casa n. 4 da travessa do Freitas (antiga la
Trindade) em S. Jos, a de n. 6 e a de n. 8 junto,
eom bastantes commodos e limpas ; a chave acha
se no n. 26 para ver, c trata-se na ra da Guia
numero 62.
Mula aliento
Na rna Sete de Suti-mbro (outr'ora becco dos
Ferreiros) n. 6, faz-se plises e recortase bsbados
largos e estreitos.
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilnlas, cuja preparacio purameute ve
--tal, tcem sido por muis de 2 annos aproreitada
jom os melhores resoltados as segnintes moles-
tias : affeefdes da pelle e do figado, syphilis, bou
boes, escrfulas, chagua inveteradas, crysipelaa e
^onorrhas.
odo de naal-ao
Como purgativas: tomi>-se de 3 a 6 por dia, be
icndo-se apos cada dse um pouco d'agua adoca-
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras tome-se um pilula ao jantar
Estas pi lulas, de invenco dos pbarmaueuticos
Almeida Andrade & Filbos, teem veridictum dot
Srs. mdicos para sna melhor garanta, toroande-
se mais recommendaveis, por seren um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podern ser
asadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
* drogara de Parla Nonrlnbo dt
41 -BEA DO HABQUEZ DE OLINDA 41
Leiam
Na ra du Bario da Victoria n. 2, primeiro an-
dar, preparam se espolias mortnarias de flores
naturaes e artificiaos, de diversos gostus e precoe,
e mais artigoa desta profissSo. como sejam : bou
quets para casa atentos e offertas, com dsticos
b.rdados a ouro e nrlH
Falsil aces
Para evitar filsificaces com referencia ao co
nhecido PEITORAL L)E CAMBABA, deve exi
gir se este preparado eom a firma do au;torAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando a ro-
Iba do frasco e a marca da fabrica nos invdti rios,
irulada pelo nome dos ag>-ntes e dep zitarios
geraes em Pernambuco Francisco Manoel da
Silva & C ra do Marques de Olinda n. 23
Compra-se
ama casa no bairro de 8. Jos, com tres portas c
Commodos sufficentes pnra fxmilia ; a tratar no
pateo do Mercado n. 6, tavt-rna
S MES DE FAMILIA
Para remediar a fraciueza das enancas, deseo
volver suas torvas, s< ionio* e preser-
tcJ-os das nioli-sti.us coiiui.uiie Ajdade tenra
OS principies .\ : rot'da Academia
de Medicina letxito. overdtv
di'iro Racahov.t -s it Delangrenier,
de Pariz. i i agradavel com-
'getaes nutritivas e
orldic iiha i or loda a economa
e em :iropriodades analpticas,
melhora a composicao do leile das senhoraa
3ue crio, e restaura as forcas enfraquecidaa
o estomago.
Ofpoi/to em todasta&dadndoBreurtltdoPrnitu^ml.
Ao commerc o
Nos sbaixo assignad' s, declaramos ao publico e
cosa especialidade ao ctrpo commereial, qne da
solvemos amigivplmi'nte a .ciedade que syrava
sob a fima Ouimaries & K< sa. do armaiem de
xarque Bit > roa de Pedro A Sonso n. 68, sahindo
o socio Alfredo Francisco da Rosa, pago de seu ca-
pital e lucros.
Recite, 19 de Setembro de 1887.
A Ifredo Francisco da Rosa.
Joaquim Goncalvea da Silva tuimarie.'
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Saisaparrilha
do Dr. Ayer,
Herwlltarii
tnidadM

pO vitlsa e i MUlg06 0OH>
nniiiicaiito una *. lis-no e
NjaTaundo o lyrtema lata) nin\e
Medecina Regeneradora,
Salrjitparrlllia HosduiMa dos lodoi Perro
outroa h i lrta r ipmrados.
A l<'i"iiu':\
medlcft,
i'AKKIl.NA DO DB I OD
Remedio Absoluto
para eof<
muito i,. Iquer ootra preparafSo i
.
como
melhor ;
i k;
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowell, >la-s.. R. U. A.
A' voada as priii .
Fumo carioca
Preparado pela acreditada fabrica do Ro, de-
nominada Fonto Limpa ; vende se em pacotinhos
em todos os estabelecimputos ue retalbo.. Uuico
deposito, na fabrica Veneza, arco da Concei^ao
nmeros 4 e 6.
g s* ^
S VI
= S5
ir
3 =
tw
9
| la
em. Sr"^
a S" S.
32
g" s. -(^)
2 **> i=? ^n^

5C ^ 3

GC 29 2?
Cocheira ^orte-Pcrnamhucana
Com este titulo cuba do se fundar na cidade de
d vnnna, um grande eatakcle-.-imcnto de carros
de alugael, pertencente a firma socisl Arunha,
Ucha & C, que se propQe si-rvir ao publico com
a maicr regulardaio, presteza e por presos m-
dica.
D'cra em diante psrtirao torlas as quintas-feiras
dcGcyunoa, s 6 hoias da manba e s 3 da farde
para Olinda, o de Oliuaa para Guyanna aos sab-
bidfs, s 6 hor^s da tarde, e aos domingos s 7
b ras da manka. Os carros nao iidinittirSo nu-
mero de paseugpros superior a sua i.itacJ).
O pretil de cada v ag in de ida e vulla ser
12*000.
Viagem de ida ou voita sement, s-r 6*000.
O passsgeiro tera direito a assento reservado,
pagando mais 2$ 0)
Espera a empresa que nSo Ihe faltar o tuxilio
do publico, com especialidade do commcrcio de
G'y.inna, i.uxilio que promover retribuir, esfor-
fandi-se para que o setvico se fac cjm a muior
regularaade possivel.
Logo que o tempo e as es'radas mtlh. r:i:em,
sera reduzido o prtco das passHgeus.
Fabrica <3L
de ULYSSE ROY, em Poitiers (Franca)
EmllePROUST, Sucor- & Genro
i*.
. Perfumo eoantico dos Viohos ou sobra/ .
de Meoc...............oelOOtruooai 200u-
t. Rancio u Essencia it Cognac os 100 trucos 500 fr.
3. Perfumea para todos os Licores o 100 trucos 300 fr.
*. aaencia JtRhum oucTafi, o lOOfrucos OOf.
depositamos kk Pcrnnmhuco :
FRAJZ" M. DA SILVA, c O
FOLuHS DE LiEMMERT
PARA
1888
Chcgaram para a l.ivrarla
G. LA PORTE & C.
46 RA DO IMPERADOR -46 .
(Grande abatimenlo em porfo)
SEMOLLW
De Brons i C, de Glasgow
Este srtigo, preparado por um novo processo
de trigj da melhor qualdade, potaue os elemen-
tos necessarios para nu'ncao du cridne^as e d en-
tes, r muito se recommenda -por ser te fcil di-
gestSo e gest:, muito agra'iavel ; taiob-u pide-se
faser urna <-xci lente pupa, m sturado emparres
iguaes c .ni a maizeua dos meamos fab cantes,
addiciou&ndu-se-!b uesta praga, Sauudtrs Brothers & G., la/go do
Corpo Santo u. 11, primeiro tudar.
Cbegou a primeira remessa do precioso faretlc
de careco de algodo, o mais barato de todos os
alimentes para anima, s de ruca cavallar. vmeema
ouno, etc. O caroco de algodo dep is de ex-
trabida a casca e tr.do o oleo, o mais rico ali
ment que se pode dar aos auim.ies p'.ra os forta-
letMC eeugordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empiegado (eom 0 mais feliz re-
sultado) de preferencia ao miiho e outros farelLs
que bSo mui'o muis caro e nao sao de tanta sus-
taucia.
i tratar no Recife rom Frsg-iiRuctia
Quera quzer alugar a cusa n. 8 ra da Uni&o
com muitas sccommudagoes, poders, entender-se
com os Srs. Negreiros ra do Imperador u. 24.
Sementes de carrapato
Comprara se pequeas quautdades ; na droga-
ra de Francisco M. da Silva & C, ra do Mar*
quez de Olinda n. 23. _________^^_____
Mademuiselle lotinha
Ra do Imperador n. 55, segundo andnr.
Modista_________
Fabrico de assucar
Apparelhob econmicos para o coziroen
te e cura. Proprio para engenho* peque-
os, sondo modict* em preco e ef-
fectivo eiu operaco.
Pdese ajuntar aos -Dgenhos existentes
do sy8tema velho, meltWando muito a
qualidado do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenlioa vicntraea,
mailiinismo apTieicoado, Bjatema nioder-
no. Plantas completas ou ir-achiu!
separado.
E8pecfica<,'f5e8 e nforroacoes c.mi
Browns C.
5RA DO COMMERCIO -5
Agenda de cobranzas
No pateo do Lltrameofo n. <9
Ei c^rrega-se de cobranga-.
Criado e cosinheira
Preeis.i-se de criado e cosmheira ; tt tratar no
tereeiro ao Jar, por cima da typjgruphia deate
Diario.
oiiuj mi eran!
Scm dii tu e sem .ludifi-
cafoes de eostumes
Laboratorio eeatral, ra do Viseonde
Rio I3r-nco n. 14
Esquina a ra do Regente-Rio de
Janeiro
Espt'f Iflcos preparados pelo phar-
DiaceQlci) Eugenio Marques
de llolianda
Approvados ptlaa juuts de hygit-ne da
Corte, Repblicas do Prata e Academia de
Iudustria de Paria.
Elixir de imhlribina
_ Restubelece >.s dysp, ptiecs, facilita as diges-
tor e pr.in. ve as eje. co i difficeis.
Viiiiiu quinado
Paraos chlor-anmicos, debella a hypoemia
intertrojiica), rtconsttue os bydropieo e beribe-
ricos.
Sarojic de flor de aracia e mu-
laiuba
Muito reecmmend.- do na bronebite, na hemop-
tye e as totees egndas ou ebronicas.
Oleo de leftiudun rerruglnoMO e ras-
can de inranjaM amarcais
E o primeiro reparador da fraquea do orga-
nismo, na fysica.
Huas ame peridicas, preparadas
eom pererion. Curi. r i as febres intermitteates, *e>
mittente.- e iniei cns.
Vimlio de j ni ii be ha wiuipleM e tm-
beos ferrimijiusii. pieparados
em ilnhu de raj
Efficazes as ix.fi >muvoes da figado e bajo agu-
das ou chronicas.
Vli lio fnico de Hilaria e quina
Applicndo as coaval.scc-ucis das parturientes,
retico ante febril.
Franciscu Mafloei da Sito & C,
RA DO MRQUEZ DE OLINDA
PILULAS
Ferruginosas
JURUBEBA
BABTKCLOMEO & C
m. Ptrnambuco
Costureiras
No pateo do Lisrumento n. 27, andar, cse-
se com perfecSi ri!iip vestidos por figurinor.
Carao a Anemia, Flores br-.nc
Falta de Menstrua^o,
11 S"blli.'le.des i Pobreza de san
suej
Exigijr a assignatura^
it Eala leiTuQmosQ e Cascas ie Laranias amaro.
TNICO RECONSTITUINTF
.Hemedio soberano
CONTRA *
CHLOpnsE, ANEMIA, CARIE 003 OSSOS.
AFF .rfiES DAS VAS DIGESTIVAS,
DIARRHEAS CHRONICAS, RACHITISMO,
ESCRFULAS, DEBILIliADE,
COWVALESCENQiS OE FEBBEi IYPHOIDF*3
E DI MOLESTIAS GRAVES, ETO.
Venda imgrosso: 7. B. Bosredon
FiynaccDtlco en BBJVEs (Corrif). FaAS(i.
Depsitos cm Pcrnambnco :
Z SA1T" Mda SILVA & C"
ti^.aj i b*n riirau'i' ?r: i:' t
VENDAS
Subir
Vende-se jmi m' bilis con teta, ie bom esta-
do ; na ru* das Trincheiras n. 16, loja.
Molestias
OLHOS
Molestias
7 PfiLPEBRAS
Pomada inti-OpMalmica:
i Viuva FARN3ER
Ella POMADA. aHtedda '"".''' t:r''
ailquirii] < r^ D primcuo logar na Tli^rap-u-
lica ocular. Fm viruid.- I cia eapecial em 1807.
' Um secuto Je experiencia- lavoraTeu ;eni confim
, piirifii rtrai s-anri
da Crean, as. aw,l..l.lu ainMiirl r ..'mar. Oseu
bomeiito i nallivel as Oiilif'i*- *r*mUm*,
Dete-se exigir
a Assignatura
em frente
Depoalto oeral em THIVIERS Dordoane), Franta,
em casa de THETJXl^Tt.
Eb Mrimbvco: Fru **. da Silva S'
sas raiHciPAis pHAn*aria
MOMONOM
Caixciro
Precisa-se do um menino para praticar em ta-
verna, que d fiador de sua conducta ; na ra da
Detencao n. 35. ______________________
Pontos de francez
Esto venda na livraria Econmica o I. II. e
III. pantos de frunces, segundo o programma de
1887.
Tenente Iisarentlno Baptlsiia
Vianna
Herculano Bapfistu de Carvslho, D. Ameli
Baptista Vieira, [>. Emilia Koi Aeeioly Lins,
Lxnrentino Baptmta Vieut, irmSe, malher, angra
e filbo, cenvidam aos seus pan mea e amigos do
ti iid-i Laurentino FtaptiutuVieira, que residiam na
ciitade da Becada, pura asistinm a oiiss de
stimo dia, quint-feir 22 do enrreare, nn mtrii
da ineema eidad-, hb 8 horas da manh ; pelo que
debde j se eonfissam gratos por esto cuto de ca-
ridade e ipIb'5"
Sabino loe Crrela
"Angela Mara Curea da Silva, Mara Hermine
Pedrosa, Isabel Alexandrina Fereir e (Jyro He-
drosa, m n'tentam o n u recoi.becimento a todos
os pareutes e amigos de seu presido marido, pai e
sigre, qne acunpai hiram o-i su restos mortaes
ao cemitero desfa cJadr ; e de novo os convidara
para asnistirero a mas i que mandam resar no da
22 do oorrente, s 8 horas da mauba, na reja do
Espirito 8auto, e pjr este aeto de r ligiio e cari-
dade te eontessam eternamente reconhecilos.
Pruparado
DE
III KOIGHS WELLCOME & C
CniMICOS DE LONDBES
Um podei oso ag ute digestivo e acimilutvo ; um
alimento nutritivo, especialmente sd >>tndo pt>ra
os ciifirmos e nao; un grande succedi-.nco do
aseite de figudo^le baca Iban.
O Extracto de Malta de K"p!er um alimento
peifeito f m si mesmo e contem ttdcs os principios
digestivr.s e nutritivos da c.-vada, is'o pnospha-
ti s, iraitosa, d< striua, albmina e o mportaute
quanto poderoso accesorio dig. stivo chamado
Diastas'',pedendu-se assim ober que c m a in
troducca < di Extracto de Malta, como afete tbe-
rapeutico, se ha prodozidc urna i-i voiuv no trac-
tami nto de sertas interinidades da uutrieai, ope-
rando especialmente na dispepsia, uiceracao do
estomag i, cancr. s do eslornagu, debilidades, con-
valecencias de enfermidades agudas, vmitos e
gastro-enterites das crianzas, marasmos, aff'jccoes
< scrofalosas, tuberculosas, te.
Volco depoNilo
34Ra do Rosario34
\Pharmacia e Drogara
Doas vaccas leitel as
Vende-se por preco commodo todas ao vaccas
existentes no sitio Porte d'Agua, no Monteiro :
qnem desejar munir-se de b as vacas tourinas
mesticas ou da trra apruveitsr.
Terreno
Vende-se na terri do confiante a cstav^a do
! Principe, estrada de Jo3o de Batros, com 90 pal-
' mos de frente e ba*f i i !ih, e din sliecrces
para 3 casas; tratar r.a roa d'Apollo n. 30, pri-
' ciro andar.
Fabrica de chapeos
Antonio .los illaia & Q.
DEPOSITO
ra do Baro da Victoria is.
34 eM
Os pro prieta i ios depte estabe'ecimento sci ti-
cbui a s scus numerosos fregucies e ao respe I ivel
i publico, que continuam a ter grande sorti-nento
| de chapeos de l_ Jas au qu.iidadea e forc.a'os,
m-.nuf.ictur-.dcs c; m toda a perfei(So e por precoe
maij vantajesos que em oufra qualquer parte.
Para acabar
Os segnintes artlgos:
Madapola i americano com nm metro de largura,
de 13por 6#50!.
Fustes braocos de 500 rs a 24') rs.
Setinetas de qua riohos de 500 rs a 240 rs.
Lu.as de linho de 800 re., a 320.
Cretones americ rs., a 240.
Casemira felpou para vestido, de 800rs., a 240.
Cambraia victoria, de 4500, a 2j5U0 a pe?a.
Cortes de cambraia branca, bordados e do co-
res, cem nm prqneno toque de mofo, de 84001, a
a 4*500 e Si 00.
Atoalbados, bonitos desenhos, cim pequeo to-
que de m ,fo, de 24000, a 14200.
Guardanapos de 4, a 2*000.
Linn de todas as cores, de 610 rt., a 240.
Toile de Vicby de 5C0 rs., a 210.
Meias inglesas para senhora de 124 por 6,
Toalhas s.colchoadas, de 34500 por 24200
Merinos de todas as cores, de 1(200 por 5i0.
Lene 8 coai barra de dusia.
Nanzuks lisos de 280 rs., a 160.
Leques de set'm de 80() rs. o 14-
E muitos outros artigos que deixam se de men-
cionar, assim como retalhos de diversas qnalida-
des de fazei.da.
56Loja das estrellas56
Boa Baque de Caxlaa
lelephone210.
Tatema
AVende-si? taverna de becco do Pccinho n. 24,
com accommodacoes para familia, teodo sido lti-
mamente preparada e s rtida com gneros novos
a locaiifade prom-'tte, e retalha sufficientemente ;
a trntar com os seos legitimas donos Joaquim de
Almeida & C rna da Calma n. 71. A cansa da
venda se dir ao comprador.
ElPflulO GENTdAL
16Roa do Baro da VictoriaIC
Dannao Lima & O chamam a .-tteD^ao
das Exmas. farniliss para seus precos :
Pecas de bieos de cores a 3500.
Ditas de ditos ora neos a 24500.
Ditas de dit. s a 14500, 148(0 e 24<00.
Boides de madreperola fines a 320, 400, 60t e
800 rie.
Bnlsas para meninos, de 14500 a 54000.
La para bordar a 24800.
Dita mezclada a 34800.
Meias para ser-hora a 320, 400, 600 e 800 ris.
Baleias a 32" ris.
Arqumhos a 120, 160 e 200 ris.
Lencos de tela a 1*000.
Fita* modernas a 5 0, 600 o 14000.
Passarinhos de t Ja a 500 rea. *
Apparelbos para enanca a 14200 e 14508.
Ditos de metal 14500 e 24000.
Finos chapeusinh.is i 54.
Sapatinhos de setim a 34 e 44000.
Modenii s espartilhos a 64000.
Bonitos coliarinhos a 500 ris.
Punh .b tod s os nmeros a 900 e 140D0.
Touqninbas a 24000.
Leques transparentes a 24500
Diu.8 de tela a 54000.
Ditos desetn ta 14500.
Ditos de papel a 4<0, 500, 6(0 e 800 ris.
Canas com 3 sub metes a 500 ris.
Urna barra do sabo a 700, 900 e 140t-
Lusas de teda a 24500.
Benitos jarros a 54, 104 e 154000.
Iovisiveis grandes a 320 ris.
L shas 200 jardas a 80 ris.
.fi- Kuf do Kro da Victoria- lt>
'



ritifft i
i


Diario de PernambucoTerca-fcira 20 de Setembro de 1887
r
i
oooooooooooooooooooooo
DE
MEL1SSA dos CARMELITAS
BOYER
xiico s-j-cceseor-
dos Carielitas
14, Ra de l'Abbaye,
CONTRA :
Apoplexia Flatos
Cholera Clicas
Enjo do mar | Indigestos
Febre amarella, etc.
ler o prospecto no qual v envoltido
cada i'/dpo.
HMWM *#?>>>><<>><>
14 PARXS
Descon ia-r
AS
FALSIFICARES
e
Exigir a Assignatura
de
Deve-se exigir o letrelro branco o preto,
em todos 09 vidroe,
seja i|ual tor o tamanho.
DEPSITOS EM TODAS A8 PHARHACIAS
do Universo.
00000000000 000000 000000 oooo<
De urna grande parte de fazenias existentes na acreditada casa ra Duque
de Casias n. 59: apreseotaroos em s-guida urna lista de siguas artigos que realmente
sao baratsimos. .
Espen lido sortimento de cachemiras para vestidos, de 400 rs. a lfilTJV f
covado.
Merinos de cores a 600 e 800 rs., duas larguras I
dem pretos desde 800 rs. a 20500 o covado !
Setinetas lindissimas a 280 rs. o ditol
Riscadinhos para ves'idos, corea lindas, a 160 e 200 rs. o dito !
Cretones claros, superiores, a 240 e 280 rs. o dito! _
Damascos de la, duas larguras, proprios para capa de piano a 24000 o dito
Camisas inglezas, branca, a 365000 n duzia !
dem de creton:-s finos a 240000 a dita !
Ceratias de bramante, bordadas a 1S4000 e 140*300 a dita !
Meias superiores a 20800 o 30800 a dita !
Cambraia Victoria com 10 jardas a 30000 a peca!
Madapolao pelle de ovo, 24 jardas, a 60500 a dita !
Dito amerhano, up> ricr, m 5030'J a dita I
Bramantes de linlio puro, 4 larguras, a 20000 o metro 1
dem de algodo superior a 800 rs. c 10200 o ditol
Cortes de caaerairas e meia-casemirrts a 20500, 30000, 50000 e 60000
Casemiras diagonal para roupas de enancas a 800 rs. I
dem de duas larguras a 10800, 20000, 20200 e 30200 o covado!
Brins de coles e pardos para todos os preces.
tiuirmcSes crochet* para cadeiras e sof a 800001
Cortinados de bordados a 70000 o par !
Col has e cobertores a 20000, 20500 e 30000 !
Sortimento de riebs, luvas, leques, enxovaas para Exmas noiva?.
Deposito de faznds e as vendas coi grosso damos descont da pra;a.
m^j a. de ~ _
CARiNEIRO DA CNHA & C.
Casa iMNET, fundada em 1862, PARS
EXPLOTADO GERAL M GAOTGHDG
fOK HOVOS PKOCBSSOS ARFl(0D0S
ESPECIILm*l)CriRnMiMENTG5ftMEDICINAeCIRURGUM60MIAElnticao9BORRI(NM
Crinse. Seringas, Borachas-Peras para InlecoOes o Clysteres, Injectoraa,
PuIt oriso do roa, Pessai ios, Fundas. Ventosas. Tubos, B icos de Mam :ideirs,
Altio'ada. Bollas para Injsccoc s para qualqoer oso, etc., ato.
MAwo*.-a o cataloso rsAVOO
E. IARIASSIH l C', Gendre et Sacceiseur, 34, ras Turbigo, 34, PARS
_______EjUPetecunanto tatnH a vapor: AX LILAS, perto de Pars,
H. t. A fru roa, rimpr* cretcenfe dos nono producto feudo
a raWffcseoei, conree eligir Marca W. V C.
58Ra do Imperador58
rS^
Nesta gr. nde pbarmacia avia se
solicitude e modiciJade.
Venda d -, sitio
receitas e pedidos com proroptidao,
As prescrpffles em linguas eslraageiras >do fielmente
despajadas
O pbarmacoatico pernarabucano JOS FRANCISCO BETTENCOURT
convida os cliuk'os desta e.idade que queiram honral-o com sua confianca ,^_
para qualquer trabalho profis'onal o ao publico. Garantes1, a mais atten- *)
ciosa e cons ien.iosa exocuco.
Esta casa recebe seus productos chiroioos c drogas directamente s
das melbore8 casas da Europa, especialmente encomroendaiias para seu f,
receituario.
Vende-se ou permora-se por predio n?sta cida-
de um bom sitio com boa cata, militas fructeiras
ucdlente b3nuo do rio, boa agua de cacimba',
cxtcnsSo de terreno para baixa de capim, to lo I
morado na frente, com portao e gradeamr-nto, com
eaminbo le ferro e estacSo junto ao dito sitio, do i
Porto da Madeira, conhecldo pelo sitio do Juo !
Selleiro, junto ao Dr. Eme to de Aquino Foubo
ca : qnem pretender dirija-se praca da Inde-
pendencia n. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
Vendo- se a casa da roa da Conceicao do
pivoado da Torre n. 2. com no terreno ae eento e
tantos palmos de frente e 300 ditns de fundo, ten-
de diversa arvoret fructfera?, cacimba e bomba ;
a tratar na meama.
IB
Vndese especirtl farinha de milho e de arroi,
feita vapor, e preparada psra bolo, cangica,
cuscus e outras diversas especies de comedorias,
que iiccssitem drstes meamos gneros, sendo a
240 rs. o kilo da de milho e a de arroi a 320 rs.,
asaim como fsrinha para tender o p5o cerveja a
2JO00 a arroba : na padaria da travessa do
P,>mbal n. 1, pertencente a Pereira ex. Pinto.
Telepbooe296.
Barate
ESPECMLDA'DE
'Zss
59-Riia Duque de Caxlas59
.-,;*.*,r*****.- r.' ,r.f-.'*nmi >>>>*) < --------------------------------'
J
S
FOZ.tCr
ral TTnllftf ^ f
Ciloial Pollet

a que cuppnme a or e procura
lio e natural nos casos de


BAL&2A& &OTTA
TI&1CA FEMM3SB
. a j7J.TT.-iO.:
Fabrica cr; a rJa*, VLT.IZ
LiilElJMA

I
FUNDICAO DE FERRO
CARDUZO l IRMAO
Ra do BaraO do Triumpho ns. 100 a 104
Deposito a roa do Apollo ns. 2 e 2 B
Tein sempre em deposito todos os machinismus e ferragens precisas agricul-
tura desta provincia, como sejam : vapores locomoveia, semi fixos, com caldeira
chornis ou para fogo de assentamento, moendaa de todos os tamanbos, tachas batidas
e fundidas, etc.
Mandam vir por encororoenda qur.lquer roachinismo, encarregara 8< de sental-os
Be rcspnsabilitan pelo bono trabalbo do mesmo.
Vendern a pr.zo, ou a dinheiro coi descorito e a precos resumidos.
grageas de Ferro Rabuteau
Latinado do instituto d Franca. Premio de Thesapeutica
O emprego em medicina de Perro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plida Cores, Corrimentos, Debilidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alteraco do sangue em consequencaa de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4H grageas dor dia.
JVem Constipacao nem Diarrhca, Assimilacao completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
1121 Urna explicado detalhada acompanha coda fratco.
Exigir o
Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & C', de PARS,
encontr em casa dos Droguistas e Pharmaceuticot.
que se
in HE & I!,
Ra 1 de Marco n. 0.
Pitt ipam ao respeitavel publico que, tendo augmentado sea
eMUbelacin mto de JOIAS com mais nma seccSo, no pavimento terreo,
com espui.lilades em artigos de ELECTRO-PLATE, convidam as
Exoias. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimenlo, onde en ontrarao um riquissiuo sortimento de joias de ou' i
prata, pernUs. brilbantes e outras pedrea preciosas, e relogios de aro,
prata e nik Os artigos que recebem directamente por toaos os vapor sao
ns utados p'-los mais afargados especialistas o fabricantes da Europa e
lob-Uni los.
A par das joias de subido valor acbarSo urna grande variedade
bjectos de ouro, prata o electro pate, proprios para prca-ntcs de
ritos, b;.ptis:'.dofi c a n versal
Nem en? relaoao ao pnc", nem qualidade, os objectos acim*-
.-nencionadoB, encontrarlo couiune:: la pnca<
INJECTION CADET
Preparado pelo pbarmaceutico JOS FRANCISCO BETTENCOURT,
de urna eficacia verdadeiramente inaravilhosa as molestias dos orgaoa
respiratorios.
Bronchiles, asthma loss_. couyoIsi, etc.
:o:
Essencia depurativa. Formula do distincto clnico Dr. Ramos.
Depurativ > por ex^ellencia para todas as molestias que tem a origem
na impureza do sangue.
Sypfilis, flartiiros. atoas, er^te lerpticas, etc., etc.
Tinta preta para escreverinalteravel, fabricada com muito cuidado
l por urna formula ingleza, especial para escriptura^So mercantil e repartieres
ff> publicas, seoca de pressa, perfeitamente preta, nSo corroe as pennas, nao
^.,-^~^,-^^,-^~^~ i-i- r __mi
A BEVOLcXo1
48-Bm lo Dip (g Caxias-48
GRANDES NOVIDADE1-. I
Esplendido sortimento de cambraia com salpicos, brancas e de cores a 5fJ0OO,
5J500, 6,5000 e 60500 a pees.
Metins escocezes e de hstr.-.s, combinacao, a 440 rs. o covado.
Lindos cortes de cretone com barra, alta novidade, a 80000.
Lencos de seda, lidos gostos* a 10000, 10500, 20000.
Las de quadros, o que ba Je mais novo no m< reado, fazeuda larga, a 600 e
800 rs. o covado.
Cachemira acolchoada, lindas cores, a 500 rs. o covado.
Colchas de cores, esplendido sortimento, a 20000, 20500, 30000, 30500
e 40000.
Ditas de crochet muito grandes a 60000 e 80000 urna.
Cortinados bordados a 60000, 70000, 80000, 90OCO e 100000, o par.
Ditos de crochet, completo, a 450000.
Lindas guarnieres de crochet para cadeira e soph a 63000, 80000 e 100000.
Merio, lindas cores, a 700, 800 e 10200 o covado.
Guamiles de veludilho bordados a vidrilbo para enfeites de vestidos a
60000 um
Cachemira broch ultima moda a 10500 o covado.
Ditas pretas, sortimento completo, a 600, 10000, 10200, 10400, 10600, 10800,
e 20000 o covado.
Ditas aBsetinsdas a 10500 e 10600 o covado.
Vestuario para bsptisado ricamente enfeitados a 90000 e 130000.
Colarinhos e pnaos para senhoras, ultima novidade a 20500.
Camisas bordadas para senbora a 30000, 40000 e 40500 urna.
Sabidas de baile, lindos gostos, cera pequeo defeito a 20000 e perfeitaa
a 30000.
Leques com liadas paisagens a 500 e 20500.
Bordados e entremeios de cambraia baratissimo
Sintos de cbagrin para sonhora e criancas a 10000.
MadapolSo Revolucfto, fazenda muito boa com 20 varas a 60000 a peca.
Muitas outras fazendas que s com a presenga das Exmas. familias e respeit a
vel publico se pdenlo apreciar.
' [hinque d i Silva Mor ira
Diariamente debate-ae na imprensa a erige
aterradora poique estSo paseando as provincias
do norte deste imperio ; So innmeros os recla-
mes de todas as classes, sern que sejam atteodidos
os seus justos pedidos, de que se gloriara as oa-
ces civllisadaa.
E para que se pessa dar impulsos aos desejados
progresos que certam<-nte trarao o bem estar de
todos, resolveram Martins Pires C. estabele-
cidos com armasem de molhados roa s-
treita do Rosario ns. 1 e 2, a vender por precos
mdicos os artigos concerpentes ao seu rsmo
de negocio, que certamente coostitue urna eco-
noma diaria e onde se acba um completo sor-
timento dos seguintes artigos, que pela sua qua-
lidade e precos sao recommendaveis, oomo se-
jam :
Vinhos fiaos do Porto
Madeira
Sberry
Chamber in
Bordeaux
Moscatel
Cellares e Bucales.
Completo sortimento de cervejae, cognac, bitter
licreB, doces, bolacbinhas nacionaes e estrangei-
ras.
Queijos frescos do sertSo, prslo, Minas e fla-
mengo.
Aseite de coc, mate do Paran, formicido ca- Vende-se papel para imprcsao, do formato Dia-
panema. rio e Jornal do Ecifo ; na ra do Mirquez de
Procos sem competencia. Olinda n. 31.
Ns. 1 e 2Boa Estreita do RosarioNs. 1 e 2
Vende-se urna casa de taipa, coberta de telba,
na ra da Palba, freguezia do Poco da Panella,
esta edificada em terreno proprio, o qual'tem 47
palmos do frente e 150 de fundo, e com cacimba:
quiiin pretender dirija-se ra das Fiares n. 18.
Telhas de zinco
Vende-se telhas de zinco, usadas ; no caes 22
de Novembro, armasem da bola amarella n. 36.
Nenenles d cacao
Vende-se sementes de cacao novas ; no caes 22
de Novembro, armasem da bola amarella d. 36.
Vende-se
o bem fcfreguezado deposito silo ra do Vigario
n. 15 : a tratar na ra larga do Bosaiio n. 18.
Papel para impresso
Martins Pires & (J.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
A FLORIDA
Una I ti que de Caxlaa n. IOS
Grande sortimento de objectos para pre-
sentes, sendo: carteirss, porta joias, al-
Este excellente Whisky Escossez pre-' bum de madreperola para baile, idem de
ferivel ao cognac ou. agurdente de canna, marfira, estojoa para agulbas, lapiseiras,
para fortificar o corpo broches de madreperola, idem de marfim
Vndese a retalho nos melhores arma-' desenhando em alto relevo flores e um mo-
zens de molhados. lho de trigo.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO Casacos bordados para senhoras a 50000.
cajo nome e emblema sao registrados para Leques transparentes pretos e de cores a
todo o Brasil.
BROWNS & O, agentes.
Sitio no \rraiai
Vende-se a casa terrea com 7 quartos, 3 salas,
eosinba, qutrto com banho de chuvisco, depen-
dencias para criados, cacimba com muito boa
agua e bomba, um lindo jardim, passa um riach i
pelo centro do sitio, tendo orna pequea ponte
com bancos para reereio, arvores fructferas, co-
queiros, laraoj>'iras, sspotiseiros, mangueras, js-
iieiraa e outras diversas, ra da Harmona,
dividiedo com o situ do Sr. Baduem : a tratar
com o Sr. Domingos Gomes Corris, na casa ama-
rella, ou oa ra da Paz n. 42.
Dk-CIBllTl
P** CLERY
ende-se em teda a iirts

Vinhos da Gan&feira
Finos
C'arc vellos.
Madeira.
Moscatel.
L'v i Bastarda e de Paasas.
PABA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Mauoel Correia & C.
Praca do Conde d'Ka n. 15
MONCHOVAUT
A nica com vlvula, ezn que nunca
leite torna a descer
ROLHA DE CITSTAL COM >UHUI TOUEADO
Uedalhas
de Ouro
e
de Prata
ora certa em 3 das m outro medicamento
TAMIB 9. F*w Uueme-4 MMmmaim. t -.- JPAMMM
plVERemJ>Ar^
Nova PERFUMARA Bxtm-*na
CobyiopssdoJapM
^ *
Mstt..... .a*e01fl0K^isJAP^triiua...siC0RTL0PSI31iJAFl| 1
afea -.... a* CORYLOPSIS kl'jlt illLlilMi.. CORYLOPSIS do JAPI ^
WsmCAlNM^BTlOPS^isJAfiO I Km........atCORYLOPSIS do JAPI
vmm.......COBvUPtiSfaJAPAOrHal.......CORYLOPSs.lPifl
Lotera da Provincia

Ada,-sc vciida a 10.a lotera a bene-
ficio daS. Casa de Misericordia do Recife, que
ter lugar no consistorio daigrejt de Nossa
Senbora da Conceicao dos Militares, onde
estar expostas as espheros em orden? nu-
mrica, para seren examinadas.
Oplnlfio do D' BOUOHUT, leotel
I trenado da Facultada de Medicina de Paria el
medico do Hospii.il das criancas enferman, do sen i
| livri Ilygiiiui da Infaneim i
a Urna Mamadeira bem acondioionnada ]
a deve ler -:ma vlvula onde o leite nunoa i
i a torne a descer : este o principio da I
l MAMAOEiRA MOr CHOVAUT. >
DttMlttt em litas ai ttiitfUt rfearmidu ( Drsfarfai
Uvramcnto & .
vendern cimento port'and, marca Bobina, de 1<
ualidade ; no caes do Apollo a. 45.
| 2^000 e 20500.
dem de setineta a 1500 e 24000, um
dem de papel a 500 e 800 rs., um.
Agua Florida verdadeira era guarrafi-
nbas a 500 rs., urna.
Contas lapidadas pretas e de cores.
Missaogas pretos e de cores.
Lindo sortimento de fitas e bicos bran-
cos e de cores.
Grande sortimento em bteles de ma-
dreperola e pliantasia.
Luvas de pellica a 24500 o par.
dem de seda a 24000, 24500 e 34000.
Capellas, veos e ramos para noivas.
Suspensorios americanos a 24500.
Linba para machina 'a 800 rs. a duzia.
Meias de cores, escocia, para senhoras
a I45OO par.
Caixas de jogo para sallo a 54000.
Sabonetes a 120 200 e 500 rs.
Boleas de couro, de chagrn, de pllacia
e de pellica para senhoras e meninas.
Espartilhos a 34000, um.
Lindas pastas de couro, cbagrin e pe
lucia a 500, 14000, 24000, 34000 e 54000.
Carteiras para sedulas com os reparti-
mentos de 104000 a 1004000.
dem para letras com os repartimentos
dos mezes de Janeiro a Oezembro.
Estrados corylopsis do Japao, nexis do
Japao, Bouquet de exposicao, Theodora,
Rita Sacgally, Porte Veine, Ixora Brione,
Roger, Gallet, Briza da Serra, Paris-Bou-
quet, Estracto Dodeur, etc.
Luvas de seda bordada com missangas.
dem bordadas com vidrilbo dourado,
bronzeado e granad.
dem com palmas da mesma seda.
dem arrendadas a xadrez.
Anquinbas a 14300, 14500 e 24000,
urna. .
103-RA DUQUE DE CAXIASIOS
Vende-se
urna taverna na travessa do Pombal n lt, bem
atrrgurzada, propria para principiante ; a tratar
oa ra da Aurora n. 35
**+***+44*
"^ Medalha de Ouro nn ExposicSo universa) 1878 V*
W BRDEOS (FRANCA) "
- Licenciados pela Inspectora de Hygiene do Imperio do Brazil.
Cura rpida e certa pe
ARSENIATOdeOURO DYNAMISADO
do Doutor AXDISOIV
' da Chlorose, Anemia, todu u Molestias do Systama nervoso, mesmo si
mais rebeldes, Molestias ohronicas dos PulmOes, etc., etc.
t maiores illaetrscoee medie tem utestedo o poder connivo deete medlasmsato s decbraa-n'o
o primeiro e o mais enrgico dos reconstituintes.
O FRASCO : e FRANCOS (SO* FRAHOAl yrt
Todo frasco que nao trouxer a Marca de Fabrica reentrada e a atiendtvea^5z. """
deve ser rigorosamente recusado. .A^Zy^
fAKIS, harmacla CIUV, ros Kochechooart, 38. ~S
Depositarios em Pertiambuco: FBAXC" M. e\a SILVA Ja C.
deete
Producto
V
ELIXIR DESOBSTKIEXTE
Eupeptico de Gervo
i reparado pelo phai'nacenf Ico
JOS' FRANCISCO B1TTENC0URT
.0 (ii-r^ito tem urna a'-cilo desobstruente extraordinaria paraos incomenodo
do ligado, b.-ri e tstoiii go, confur .1 o o deserove Dr. Mello Moraes.
Um grande numero de petiso >s quu tem usado delle considera-o infallivel.
Levados por Batea iof nm co.s e por ruuitas experiencias presenciadas par
nos mesmos im'8 ais ilini-os e ao publijo em g<-ral, um Elixir desta planta
de um sabor di lii B > eff ticos, spl ffr-ui do ligado.
Os i 'K Os Pli>.-na ^2?GCITC. ITA PHARMACIA CSITTHAL
M. 38 Ruu do Imperador N. 38
l'ERNAMBrO
tlifir f tilo
frenan
SOLUOAO COiRRE u
eeJh
fMemetet
CHLORHYDRO-FJQ6PHATO OE CAL
eoonsOt-lntee i
A nema, Chloross, Tsica,
cUateru
rene. COIRRt, h-, II. ru (
i poderoso Ons> reoonsOt-lntee adoptado por todos OS liedlCOt da ste
>* oerai. Anema, ChU-rosu, Ttsiea, Cachera, tsenrulas, MMtkUitma
lesete*, tresetmernto dihuu tas enancas. kasUo, Dtsre^siatV *******,
iV
-.

. ./
/





[OmksJHl^-JisHtaBMi
f um. i



Diario d ASSEHBLEA GERAL
que tenho do subnietter eleTada conside-
I rago do Senado. Por hoja tenho cumpa
*;* a uo
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES.
SAO DE 29 DE AQOSrO DE 1887
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
porio) -E assim como no Congresso Agr-
cola do Sul as necessidades da lavoura se
fizeram sentir e forana manifestadas ao go-
verno, no Congresso Agrcola do Norte, a
classe agrcola manif estou igu lmente as suas
justas reclamago'es.
No discurso con que abr o Congresso
expuz francamente as minhas ideas sobre
o estado da lavoura, bragos, viagao publi-
ca, crdito e iustrucg&o, meios poderosos
para desenvolvimento da riqueza publica.
Entao dominava urna 8tuag3o politioa
adversa, subindo depois o meu partido ao
poder e dispondo eu de outros meios de
acg3o, curopria-me fazar o que fiz : procu-
rar realizar as minhas ideas e promover
por todos os meios ao meu alcance o en-
grandecimento da minha provincia.
Para isso indiqaei afim de por-se a fren
te do servigo de colonisajao, um cidadSo
capas e cuja idoneidade j tem sido pro-
vada em outros servidos publico3.
O Sr. Laiz Felippe :-0 que que o
indica ?
O Sr. Manoel Portella (ministro de i
do o
bra.)
meu dever. (Muito bem : muito
perio : -Tudo. Quando outras conside-
ragSes nao fossem, basta va o facto das cai-
xas
adoptadas em toda a provincia
inioiou foi o Sr. Dr. Osorio de Corqueira
que com os seus proprios recursos proeu-
rou desenvolver esta instituiglo.
O Sr. Affonso Celso : -V. Exc acha
que urna caixa econmica escolar e urna
grande idea T Eu a supponho desmorali-
sadora. (Ha outros apartes.)
O Sr. Manoel Portella (ministro do im
peo) : E' outra questao, cujo debate
nSo importa para a observado que estou
fazendo.
Mas porque nao ser este cidadao apto
para este servigo ? Porque nao enge-
nheiro ? E' preciso attender para as con
digoos peculiares de mioha provincia. Nao
se deve confiar sinente na acgSo do Es-
tado e ao contrario sou do numero dos que
do, na parte referente ao procedimeuto do nao lamenta, quando tam de apreciar qual
O Sr. Manad Portella (ministro
do imperio) : Sr. presidente, reatando a
observabas que na sessfto de hontem, nao
pude concluir pela estreiteza do terapOj
devo, antes de tu lo, pedir desculpa ao Se-
nado por haver-me ezpressado com algums
vivacidade...
O Sr. Candido de Oliveira : -Nao apoia-
do, foi muito corlez.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio): ... Maa o objecto de que me
oceupo dSo podia ser tratado por modo
differente.
_0 Sr. Affonso Celso : Nos todos ouvi-
mos a V. Exc. com muito prazer.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Aproveito a occasiao para agra-
decer a V. Exc. e a seus dignos collegas a
bondade que tiveram commigo, ouviudo-
me at o fim da s:ss3o.
O Sr. Candido de Oliveira : Era nos-
so dever e agradavel dever I
O Sr. Manoel Portella (ministre do im-
perio) : Com as respostas que dei aos
nobres senadores pelas provincias do Ma-
ranhSo e Minas Geraes, acredito que Ss.
Exea, terao ficado eatisfeitos, vendo que
meu passado nao Ber desmentido pelo pro-
cedimento que bouve de ter como roiois-
rcoTomraVTsU7r7s'\ue"Toj"estao tro da cora; e que as apprehensoes que
,t.das em toda a provincia. Quem as Ss. Excs. mam estaram, de supposta n-
tcrveug3o official, no prximo pleito eleito-
ral do 1." districto da provincia de Per-
nambu o, nao passam de devaneios de ima-
nag3o, de receios de derrota provavel..
Hoje, tenho de occupr-me dos discur-
aos de ambos os nobres senadores, no que
respeita a objecto de servigo publico. Ss.
Excs. inquiriram nao s sobre miabas
ideas em relagao politioa do gabinete de
que tenho a honra de fazer parte, mas taro-
bam sobre o meu pensamento quanto s
duas emendas offereridas pela Ilustre com-
missao de orgaroento e justificadas por seu
digno relator.
Relativamente a este segundo ponto, o
digno relator da commissao de orgamento
enunciou-se com a lucedez que era de es
confiam, sobretuio, na iniciativa particu- perar de s us estados e d. praticaque.toa
Ur Foi por ^sso que esralhi um cidadSo dos negocios publico-. Julgo me, portanto,
que pela sua actividade e pelas suas rea- dispensado de accrescentar qualquer consi-
c5es pudesse congregar fcilmente outros
cidadaoB que coro seus capitaes formem
urna sociedade que possa elficazmente au
xiliar o elemento oficial no desenvolvi-
mento da colonisac&o.
O Sr. Franco de S:Ser verdade
que este cidadSo o chefe do partido con-
servador da fregupzia de Affogado i
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Como ?
O Sr. Franco de S
que esse senhor chefe
freguezia de Affogados ?
O Sr. Manoel Portella
perio) : O nobre senador permitta que
nao responda, e peco ao Ilustre chefe do
partido liberal na minha provincia que rea-
ponda a S. Exc.
O Sr. Luiz Felippe : -E' o
servador de Affogados.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Pois nao mostrei ao nobre sena-
dor por Pemarabuco a carta do Sr.
Osorio, escripia quando elle n3o
que se eslava tratando ie sua pea
soa? E' resposta a carta que lhe escrevi
dizendo : Nao se trata de questao po
tica ; entende se com liberaes e conserva-
dores, com todos os homens qua se inspi-
rara no patriotismo.
Cheguei mesmo a indicar ao Dr. Osorio
e nome de um liberal que eu recordara-me
ter plano de organisag3o de sociedade para
o mesmo fim.
Pela carta que o nobre senador teve oc-
casiao de 1er, devia ter visto que o espi
rito partidario nao traba sido inspirador da
medida que propuz,-e que e obedec ao
lar"0 e generoso seutiraeuto do bem publi-
co,procurando satiafazer um necessidade
real da nossa provincia.
O Sr Presidente : J deu a hora, mas
V. Exc. pode continuar.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im
perio) : Estando terminada a borp, reser-
vo para outra occasiao outras observabas
- Ser verdade
conservador na
(ministro do im-
chefe con-
Jos
sabia
sideragao ao que S. Exc. ponderou, bas-
tando me dizer que, tanto cm um como em
outro ponto, estou de acord com a com-
missao.
No tocante aos exames as faculdades
da medicina, nao podia aer differente o
meujuizo, avista dos inconvenientes do
systema em vigor, syateraa que tem feto
soffrer o ensino.
O Sr. Franco de S: Esta systema
foi adoptado por proposta da Faculdade do
Medi ina.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : A experiencia mostrou que o
syst-ma proposto n'aquella poca est pre-
cisando do reforma.
No que concerne aos exames geraes de
prepatarorios, o digoo relator da commis-
sao mostrou quaes as diposii5es de lei e
de regulamentos qua irapSero aos profeso
res a obrigag3o de prestarem taes servi-
cos. ;
O Sr. Aff jnso Celso : Nao taaver al-
guma manifesUsao contraria na Cmara
doB Diputados?
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio:) Peranta a Cmara darci aa ex
plicagoes que forem necessarias.
O Ilustre redator, ponderando coro ra-
zao que o cumprimento d'aquella obnga-
g3o e pJe determinar grande accresci-
mo de servico e absorpg3o completa do
tempo das ferias concedido aos professore?,
justifijou a congignasao de urna verba p*ra
o servido dos exames.
E' possivel que o decreto ultimo que re-
gula os exames geraes precise da modifi-
cavSo na parte que respeta aos qae se ef-
fe.tuam nesta capital. Ainda nSo estou,
porn, habilitado a manifestar opinilo-s-
gura sobra o assumpto. Conforme seja ella
execuUdo como es', ou com alterav3;s
que forero juigalaa neoessarias, me utilli-
sarei ou n5o Ua verba votada.
Nao preciso apreciar as considerabas
feitas pelo primeiro orador a quem respon-
FLHETIM
VCTIMAS E ALGOZES
POR
EMILIO DE UICHEBOURG
PRIMEIHA PARTE
A FAMILIA LiaiTNST
meu Ilustrado antecessor o Sr. Bario de
Mamor. Por tal forma tem sido expli-
cado eate ponto em outras sessftss e espe-
cialmente na penltima, pelo honrado se-
nador pela Paran, que nao devo oceupar-
rae deate assumpto.
Quanto primoira das interrogacSos que
me f ram dirigidas desnecessarip dizer
que estou de p tica do gabinete a que pertengo. Sa eu
nao estivesse de aecrdo com as ideas ge-
raes do governo, nSo fara parte do gabi-
nete.
Nena ss diga que pelas minhas ideas
nao posso estar ligado ao nobre Barao de
Cotogipo, a respeito de quom o Ilustra se-
nador pelo MaranhSo, nao se contentan-
do em qualifical o marco, disso que an
dava para traz.
Este juizo do nobre senador o resul-
tado de urna illusao ptica. O partido con-
servador nao repella o progresso. Dizia
um dos Ilustres ebefas deste partido, o Sr.
Mrquez do Paran, t nao ha conservagao
sera progresso; nao ha progresso sero me-
lhoramento e nao ha partido poltico esta-
cionario Ora, si ver Ja le que o parti-
do conservador d'aquello tempo nao repel-
lia o progresso, muito menos o repellir
o partido conservador de boje.
Deixemos, portanto, esta questao eme
nao interessa, sonao como motivo para flo-
reras de rethorioa e voltemos nossas vistas
para a realdado, para os servicos que po
demos prestar ao pi, quer pertencaroos
a este ou aquella partido. Dgam embora
que o partido o conservador repelle o pro-
gresso: a verdade que toro aido o pri-
meiro a patentear o adiantamento em suas
ideas, e a realizal as com proveito para o
paiz.
Uro dos chafes desse partido, o Sr. Dr.
Paulino de Souza, deu disto prova quando,
ao apresentar-se Cmara dos Deputados
em 1882 o gabinete de 21 de Janeiro,
tave de falUr m nome da minora con-
servadora que tao alertadamente dirigia
exprimindo se assim:
,A lei de-9 do Janeiro abre nossa po-
ltica novos a largos horizantes. E' tempo
de iniciarmos urna poltica industrial. Es-
quejamos a poltica que viveu de provooa-
gSas e represalbas.
Sob esta bandeira, a a das economas
as dospezas publicas, foi que na Cmara
dos Deputados combateu a minora consor
vadora.
Subindo ao poder o partido conservador,
e collocado trente do gabinete o Ilustre
Sr. Baro de Cotegipe chefe dos chafes
da mesmo partido, nao ha razo para que
se diga que este repelle as ideas do pro-
gresso que elle sempra visou.
Quem, como o Ilustre presidente do
consslho, conta um passado tao longo,
cheio de aervigos ao paiz e ao partido con-
servador, quem como elle ha sabido me-
recer a coatanga dessa partido, nao pode
receiar apreciag5'.s injustas nem qualifioa-
tivos ncabiveis.
O nobre senador pela provincia do Ma-
raubao perguntou rae formalmente quaes
eram os servigOB. ..
O Sr. Affonso Celso : O gabinete sof-
freu modificagao. (H* outroB apartes.;
O Sr. Manoel Portella (ministro do im
perio):Eu j devo tanto aos nobres se-
nadores, apezar de ser a segunda vez que
filio perante esta Ilustre corporagao, que
pego especial fiaeza da coatinuararo a pras
tar-me a sua benvola attengao, e ao mes
mo terapo, desculpa por nSo responder a
tantos apartes que suojessivamente se tro-
caro.
Perguatou-me o Ilustre orador quaes os
servidos da miaba predilecto, si a iostru-
cgao publica, si o saneamento, si a estatis
tica, si as franquezas provnciacs, si as re
1'3js da igrej* com o Eitado.
"Senbores, nao sei a que veo a estatis
tica entre a serie de uterrogagSes cota
que me honroa o nobre sanador. Si por
causa da soc-ieiade cuja creagao promov
o com sustisfagao minha, acaba de ser in-
stallada na capital do imperio, direi que,
apesar de o5o ber urna idanova e tanto que
foi consigoala era estatutos approvados
por secreto no anno de 1857, sero contu-
do ter produzido os resultados que se de-
sejavam, satisfaz urna necessidade por to-
dos reconhecida. Qual o brazileiro que
quer das questSos suj utas adrainistraglo,
encontrar defBuencia de d .dos para a sua
solugao ? Qjal ramo da adrainiatragao
qua pode prescindir da estatistica ?
Si torna-se estranbavel a i l de pro-
mover uro servigo gratuito, como foi dito
daquellas baacadas (aponan lo para as ban-
cadas libaraes), observarei que, por nao
haver verba no orgaroeato para fazer-sa o
racenseamento do municipio da corte con-
fio que a populago desta capital coacor-
rer para facilitir o boro resultado dessa
aspiraglo.
O Sr. Lima Duarte : --Estimirci muito
qua so f.ga por essa forma o raceasea
ment.
O Sr. Manoel Portella (roinistro do mi
perio): Nao duviio dos bous dosejoj do
nobre sonador, mas ouvi qua, a 'proposito
de sarvigo gratuito, chagou-se a dizer ero
aparte dessai bancadas (apontando pira as
as bancadas libaraes) qua tambora gratui
taroeote eu quera o saneamento da oapi-
talj como sa houvesse alguara qua pulass-i
pensar n; possibilidado de sa conseguir
este desidertum sam dispendio.
Nao confun taraos, portanto, o sanea-
manto com o recansoamento.
O Sr. Liroa Daarta Eu ma refer ao
recensoa.nento.
O Sr. Maaool Portella (ministro do im-
perio) :Quanto s relagoes da igreja com
o Estado a quo pansamento oboleleceu a
pargunta do mbre seaadir? Ha alguroa
perturbagao nestas relago ss? O Estado
nao as mantera coro a igreja de modo a nao
reclamar providencias extrar iaarias ?
O Sr. Franco de S d un apsrte.
O Sr. Manoel Portalla (roinistro do iro
perio) : Si o uobra sanador quar referir-
se ao projecto pndente da caara dos de
putados, quando ello entrar era discussao
niquella casa do parlamenta terei oocasio
de raanifestar o meu pensara ;nto.
Rsstam, portanto, a intruejlo publica, o
saneamento e as franquezas provinciaes.
No tocante instrucglo, o nobra sena-
dor disse que comecei mal, porque na es
c.olha feita dentre os caoditados que toma-
raro p-rtc ero uro concurso havido na fa-
culdade de medicina do Rio do Janeiro,
preter o Io para dar preferencia ao 2 ;
Neste ponto S. Exc. nao faz maia do
que reproduzir o qua dissa o nobrs sena-
dor pela provincia da Bihia, oro una das
ultimas sessSes.
Rasponderei, portanto a ambos.
Sanhores, nao trabo idea de qua at
agora, se bouve3sem inquirido do govarno,
nesta, era na outra casa do parlamento,
os motivos da preferencia na nomaagia pa-
ra lentes de qualquer dos candidatos pro
postos pelas congregjgSss do3 cursos supe-
riores. Seropre fo. rospoitado, e nunca
censurado, o diraito de escolha qua o go
verno tem exercido.
(Ha uro aparte.)
Esta nquirigao aZi ma parece adroissi-
vel: para reconiecal-o, affigara se-me que
bastara uroa simples consilaragao : o jui-
zo do governo basaa-se, nao s as pro vas
escripias, que aio sujeitas sua aprecia-
gao, como nanitas vezas no dos directores
das faculdades, manifestado em offiio re-
servado.
davia a escolba, tanto n'uro como n'outro
caso o rebultado da apreciago propria.
O Sr. Lima Duarte ;Mas nao deixa
do estar su jeito censura.
O Sr. Manoel Portella (ministro do im-
perio) : Isto outra oousa ; o que eu no-
to a theoria qua se quer estabelecer de
inquirr-sa do governo os motivos por que
escolheu o 2" ou raesroo o 3o candidato, e
tos e
O Sr. Leao Velloso : Os reservados
nestas occasiSos nunoa do boas resulta-
dos.
O Sr. Manoel Portella (roinistro do im-
perio) : Os chefes dos estabelecimentos
sciontificos ln a obrigagao de dizer toda
a verdade ao ministro.
O Sr. L'So Velloso : -Entao o governo
diga qua tero informagS'S reservadas.
O Sr. Manoel Portella (ministro do impe-
rio) :Nao me estou r ferinlo ao caso, de
que se oceupou o nobre sen idor ; fallo era
ge ral.
Seria ura precedente mu, como mu
seria o precedente de apreciar-sa a eseo-
lha que a cor v faz em una lista trplice
para senador
O Sr. Leao Velloso : -PerdSo ; isto
confundir um acto do poder moderador
com outro do executivo.
O Sr. Manoel Portella (roinistro do im-
perio) :Perdao; embora se nao reja pelos
roesm >s principios e pelas mesraaa rngras,
porque se trata de poderes differentes, to-
no o 1 dos propostos pela congregagSo,
quanlo o facto da proposto. importa a pre-
suropgao da estar qualquer dalles no caso
de ser nomeado. Vou dar, porm, ao no-
bre senador qie iniciou esta pratiea, as
raz3)s do meu proce lira rato.
Par?c?u me -nao tive tempo de 1er o
discurso do nob senadorjuo S. Ex.
attrbuiu a escolha do 2' canliiato pro-
te i gao.
Sr. Leao Velloso : -Eu nao disse
nada disto; ped os documentos para fazer
sobra ellas a minha critica.
O Sr. Manoel PortelU (roinistro do im-
perio): A' vista do que acaba de d:z;r o
nobre senador, nao farei as poaieragSas
qua suggera a proposito qua lhe attribui.
Proseguhdo, porro, no que apreciava
ero geral, cabo-roe ponderar a inconve-
niencia de trazer ao conhaiiraiato do par-
lamento as inforraagSos reservadas dos di
rectoras dos estabelaciroentos da ensino
superior.
Cora esta pratica, o governo fi '.aria pri-
vado de ura dos eleroentos para a boa es-
colha entre os propostos, esquivando se 03
directores dos raesroos estbil jnenlos da
usar da toda a franqueza quando tiveram
de so referir moralidade do candidato.
O Sr. Lao Velloso :-Sobra o candi
dato preferido nao houva inforroagao re-
servada.
O Sr. Manoal Portella (ministro do im-
perio): -Eu j disso ao nobre senardor e
nao preciso repetir qu3 ;contra ella nala
consta. Estou fallando ero geral.
Gabia-me a escolha, escolhi o segn io,
cujas provas nao sao inferiores ao do pri-
raoiro, coaforroa se ofere do juizo da com-
missao julgadora que o sanado vai ouvir
(le, :
O priroeiro que fallou foi o S. D.\ Ge-
nuino Mn:ebo, preeoohenlo, como os
demais candidatos, o tempo (roaia hora/
marcado palos estatutos. Em todo o cor-
rer desta prova o candidato houve se coro
bastante methoio e clareza. Dapais de
descraver os reactivos e as manipdlagSes,
a que sa devero subroetter os tecidos, afi n
de adquirrem as condigSes de se lhes po
der fazer corlas, bastantes delgados e por
tanto translcidos, passou a oceupar-se do
modo de manter e fixar, no raicrotoroo, es-
ses mesroos teeidos a orglos, feito o qu,
entrou no es'.udo dos microtoroos, dizendo
que, quanto a elle, a vantagera ou antes a
qualidade essencial dessea iustruroentos
consista no parafuso raicrometrioo, gragas
ao qual se consegua apresentar aegao
certanta da navalha, de que sao munidos,
porgS'.B delgadi8sima8 da pega que tinha
da ser diviida ero laminas.
Esta prova charo ou desde logo para
o candidato um ju'zo favoravel da raaioria
da cororoissao, nao obstante reconhecer es-
ta qae elle devra oecupar-se um pouco
mais coro a descripgao, a analyse dos prin-
cipaes microtomos.
Nao ha duvila que satisfactorio esta
juizo sobre a prova oral do candidato no
meado.
A prova oral do cand lato, qua foi col-
locado em 1" lugar, o Dr. Marcondes de
Rezando foi julgada nestas termos : (LSj
* Merece sera contestagao o prmeiro
luar. Ero todo o teropo em qua a exhibi,
o Sr. Marcouds conlirmou ainda urna vez
a boa reputagao de que goza, relavan lo,
a par do mais rigoroso methoio o clareza
I GratiuuagSo do n. 213)
III
O Mrquez do Prmorln
Era, cora o antigo comroandante, que o
joven Sosthenes ia de ordinario ao espec-
tculo. So eseapav* vigilancia paterna,
era ero corapanhia do mogos cujos princi-
pios a procedraentos apresentavam tolas
as garantas.
Sosthenes, submettido a uroa vigilancia
benvola, tinha levado uroa vida c-tlroa e
regular, na qual n3o poderiam censurr-
lho a mais pequea falta, q lando seu pai
peQsou em casal o.
Urna amizade de velha data existia en
trO a familia de Piroorin e a de Sauiieu.
O Sr. de Prmoriu era menos rico do que
a Sra. de Sauiieu; mas a desigualdade de
fortuna n2o podia ser obstculo ao casa-
mento.
O Sr. de Prn rin coromunicou o seu
projecto roarqueza, qua o acolheu caro
enthusitmo.
Gabrella nao fez objcg5es a poderSo
acreditar que ella aceitara com alegra
urna uniao que a m3i desejava.
Emquanto a Sosthenes, infl ie se com es-
te casamento, com tal entumas no, que
longo tempo comprimido, ainda foi mais
violento.
O Sr. do Prmorin reconheu em seo fi-
ltra aquello entbnaUscno da paixSo, de que
elle proprio outr'ora tinha sentido os eff-i
lhe havia deixado amargas recorda-
res. Mas felicitiva se por ver seu filho,
tao ardentemente enamorado pela menina
Gbriella da Sauiieu, quo elle tinha esco-
Ihdo, entre todas, como a mais digna par
dar netos sua velhice.
A moga tinha aa qualidades do coragio,
a belleza, a graga e o espirito ; reuna tu
do quanto pode reter ura esposo no lar con-
j ut^al.
Finalmente, o Mrquez de Prmorin va
segura a felieldade do filho.
Gabrialla nJo tinha tomado comprorosso
formal, comtudo ello julgava-so seguro que
n3o somante ella era feliz e orgulhosa, pelo
amor que tinha inspirado, mas ainda quo o
partilhava.
Por isso, logo quo a marques, coro os
olhos inflaramados pela Oolars, participou
ao Sr. de Pi norin que ura capricho de
sua filha aonulUva o projecto ero qua ti
ohain tao bellas esp-irangas, foi para ella
uroa decepgao cruel.
O golps foi ainda mais terrvel para
Sosthenes.
Era a priroeira vez que o coragao se lhe
tinha aberto aos encantos do amor e ess
paixao tnha-sa apoierado dola, coro ura
poder que s podara experimentar aquelles,
cujas iropressSes conservaram a frescura
da primavera.
InfdizroentD, a dor do mogo traduzia sa
em revolta.
Estava habituado a considerar o pai, co-
mo um guia infallivel, do quem ouva as
p^lavr-s cujos desejos eram sagrados para
elle e qnando se tratava do acto mais im-
portante da vida, sea pai tnha-o dingi lo
mal, tinha-llie feito tomar camioho erra lo.
Se tiaha o coraglo despedagado, a culpa
era do seu pai.
Muitas vezes tioham cagoado coro elU
por se deixar conduzir como urna crianga,
mas sempre tinha fechado os ouvidos s
palavras dos cagoadores ; agora pergunta
va a si raesroo, se n3o tinham razio os que
o induziram a sacutir o jugo paternal o a
oar raro as 6uas propriaa azas.
Nlo tinham tarobem raz3o aquelles, que
lhe repetiam, qae acreditar na sinceridade
das raulberes, era a maior daa asueiras?
Nao tinham ellos razao, do dizer, que
o a vida d praaeres facis, satisf^o de-
fantasas seropre novas, nao se lhe deve
pedir nada mais T Que loucura acreditar,
nessas affaigSes eternas, de que fallara os
lvro3, mas que nao existem na realidade ?
Gabriella, que elle tinha collocado no al-
tar, que a tinha imaginado, isenta do im-
perfeigo's humanas, Oabriella tinha trahido
as suas esperaogas.
A prova ora aufficiente ; todas as mulhe-
res deviam ter sido creadas pelo mesmo
modelo.
Eato, resolvou imitar alguns mogas, do
seu conheciroento, qua nSo aoredtavam
nem na virtudo nem na sinceridade das
roulheres e que pensavam ter direto de as
tratar sero consderagao, sem respeito, co
mo entes inferiores, a quera se n3o devem
pedir, senao a satisfagao de prazeres pas-
sageiros.
Fez-se apresentar, n uroa casa da ra
de Clichy, onde urna pretendida viuva de
general tiaha mesa franca.
All homens de todas as idades o de
de todas as condigSes vnham passar as
ooites, no meio de mogas, bonitas na maior
parte, que nao impanham nem o in ornara-
do da etiqueta nem severidade das conve-
niencias.
Entre essas desdassificadas, a quem o
veetuario brilhante e variegado realgava a
belleza, Sosthenes notou urna que affectava
a graga indolente de urna creoula e altrabia
a attengao pelo encanto da p-ilavra, pela
iva dada e finura das respostas.
Os seus grandes olhos negros tinham a
ezpressao altiva que d a certeza do effai-
tojproduzido.
Era multo querida e aceitava as ho ne-
nageas como cousa que lhe fossa devida e
coro desdenhosa condescendeecia.
Para fazer a conquista dessa formasa
mullier, o que pareca bastante diffidl, S>s-
tbenes poz em fogo toda a sua amablida;
de, toda a galantera de que era capaz.
A moga oppoz-lbe a principio uroa frieza
dusdenbosa, uroa irona quasi impertinente.
Pareca querer desammal-o, mas era na
realidade fogo da urna loucura amerita,
urna forma dada a provocagao femenina,
uro estimulante apiroentado aos desejos do
raogo, qua d?sraufiava tanto do perigo, co-
mo a borboleta que rodeia a luz do uroa
vela.
na expo8g3o, bastantes conbaciroentos, e_
o que roportantissiroo, o habito do pro-
fessorado.
c Depois de um brava histrico, eoo
que disse tiraran) os microtorao3 sua ver
dadeira ongera da faca de Valentiro, e de
mostrar a influencia ceasileravel que essas
instrumentos ex-rceram sobre os progres
sos d* anatoma pathologica, da embryo-
logia e da hystologia, passou o candidato
a descrevel os, porara depois de classifi
calos, convenientemente. A' medida qua
prosegua nessa tarefa, ao mesmo tempo
qua mostrava as pegas constitutivas do
microtoroos, fazia a critica da cada us
delles, sob o poato da vista principal, do
modo por qua effeetuam a divisao dos te-
eidos. No correr da prova, n3o obstan^
ter-sa oceupado especialmente da parte
iustruroental, n3o deixou, comtulo da dar
as regras para o prepiro das pigas e sus
fixagao, insistindo finalmenta na neeessi-
dade de pracoder-se coro toda a cautella,
para que os cortes fossero delgatos a de
superficies unidas e parallelas.
Sobro a prova oscripta o parecer f
dado nos aaguintes termos (Le) :
Versou esta prova sooro as glan faiai
em geral.
Os caniidatoa Dr3 Marconlas da Rs-
zende e Genuino Miaeeba trataran! de
panto coro bastante methodo o claran.
Oepos de dividirero as glndulas, eraglai-
dulas ero tubo, glndulas ero cachas e f*-
sas glndulas ou glndulas vesiculosas,
etc., passarara a tratar dos eleroentos que
entram na coastituigilo desses o-g'ios, nS<
esqueceada o que bavia ero relagio ao as-
suropto. O priroeiro desses caadi latos ter-
roinou a priva, o'ccuperado se das fuag3;t
das glndulas, e o segunio do kirie kiai-
sis das cellulas glandulares.
c A commissao, comtudo, nao ple dei-
xar de estabelecer urna distinegao entra
essas duas provas e vero a ser que a da
Or. Marcondes muito mais completa a
minuciosa, o que a deve collocar cima da
dos Dr. Mancebo.
O Sr. Le3o Velloso d uro aparte.
O Sr. Manoel Portilla (roin3tro do im-
perio' :Mas a cororoissao o3o diz parqat
qualificou urna da roais completa do q'is
outra. Eu quero chegir agora parta em
qua o nobra 3enador lisse que, por u.iaii-
midade de votos, uro dos candidatos tina*
sido considralo superior ao outro (li) :
a Ao coneluir, a cororoissao vos da ciar*
qae, apresentando a lista dos cindidatoc
deste concurso, deve destacar d'entre elle
o Dr. Ignacio Marcoades llezende, qu*
em to las as provas oocupau sempre o pri-
roeiro lugar.
Esta a conolus3o do pirscar da com-
missao julgadora. O juizo, p)rero, da coa-
gregag3o, a qua se referi o nobre sena-
por dizenlo ter sido uoaniroo quinte a
preferencia do priroeiro do3 aaadt tatas,
em relag3o ao noroeado, coasta da duat
notas langidas n i acta, urna das quias cor-
rige a outra.
A priroaira diz (l) :
Approvado par maioria. Sla das sei-
sSes da cangregaglo da Faculdade de Ms-
dicna, Rio da Janeiro, 11 de Marg da
1887 -O sscr?tirio Dr. Cirios Ferrtir*
de Souza Fern%i.les. < (Nullifi:a la.)
E a outra nota diz (le):
A nota supra foi 1 angada por eagas
neste docurarate, deveado ser a segiiate:
< Approvado unaniraeroante excepto aa
seu ultimo perio lo, qua foi pelo voto di.
qualidide do Sr. conselh'.iro director, tea-
do havido empate na votagita. Sala dat
sessSas da CeogregigVe do Facullai* da
Medicina do Rio de Janeiro, 11 da Msrfi
de 1837.O secretario, D.\ Carlos Per
reir de Souza Fernaniet.
Vm prtanlo os nobres senadores qs
me accu3avam de ter praticado uroa injus-
tiga qua nao exacto que por uaanimiia-
de tivessa a congragagao manif:st*io pra-
farancia do priroeiro sobra o segunio das
candidatos propostos ; houve empate na
votag3o a deseropte p;lo director.
0.a pergunto. Pode acorrer ero censa-
ra o ministro que no neia un candidat*
qua exhibe probas assim julgadas por pra-
tissionaes compateotes ? Appallo para o*
nobres senadores. E o noora senador pala
provincia da Bhia, permitta S. Exc. qus
Iha diga, seria o menos proprio para faaer-
me essa arguigao.
O Sr. L '3o Valioso : -Estou prospU
a discutir o mea acto.
O Sr. Manoel Portilla (ministro do im-
perio, .- _S. Esc. mesmo em 1833, leva
occasiao de esoolbar um candi lato qa
n3o esta/a classificado ero priroeiro lagar.
O Sr. Le3o Valioso :Dratro da lei.
O Sr. Manoel Portella (roinistro do im-
perio): O nobra senador nSo censurou px
estar fora da lei.
(Continua.)
Naturalmente, persisti e quando se jul-
gou conquistador, era elle o co-quistado.
A moga fazia-se ctumar Carlota, siui-
ple8roente. Dizia ser hespanhola e p=rten-
cer a uroa nebre familia de Lrida. Mas,
se se dssem ao trabalho de procurar uro
pouco, depressa descobririaro que era filha
de ura empreitero de obras publicas, cha-
mado Letellier, que so tinha arruinado, fa-
zendo ms espaculagSas.
Educada cm um dos primeiros pensiona-
tos de Parz, Carlota tinha recebido educa-
gao esmerada, instruegao solida, mas tinha
instinctos de garrdice e de grandeza, que
n3o ficaram destruidos coro a fulminante
ruina do pai.
O pai Letellier n3o pMe sobreviver ao
seu desastre; morreu de desgasto, ao cabo
de alguns mezes.
Carlota tinha dezoito annos. S no mun-
do, livre e pobre, o que ia ella fazer ? En-
controu logo o sou caminho. A via de go
zos, querendo luxa, fosse por que prego
fosse, langou-se francamente na roda da
galantera.
E' intil dizer qua Sosthenes de Prrao
ra n3o era o priroeiro mogo buco, que se
queimava charoroa dos seus olhos fasci-
dadores.
Estava muito lisoogaada de ver o ouvir
o filho do marquez arrullar a seus ps, e,
se tinha si lo esquiva durante longo tempo,
era para melhor o apanhar nos seus lagos.
Apaderar-se de Sosthenes, n3o era, na
verdade, urna captura para des lenbar. Era
um bello rapaz, bem educado, cora espiri-
to, a ella sabia qua ella tinha urna fcalla
fortuna, que lhe provioha da m3i o de que
eBtava de possa, desde a sua maioridade.
Emfin, quando julgou que o jogo da ga-
lantera devia acabar e que tinha ehegado
o momento da dur satisfagao ao seu apai-
aonado, entregou-se ; mas n3o sem repre-
sentar ainda a comedia da mulber pudioa.
Sosthenes tinba imaginado que, na sua
ligagao, com a b-lla Carlot, eaerceria a
autoridade, apsegurada aquelles que atam
a desatara os corSes bolsa. Assim
n3o foi. Pelo contrario, foi He que teve
que se curvar a todas as vonta los de Car-
lota, obedecer a todos os bous caprichos,
soffrer a doroinagi, Como uro escravo.
Ainda n&o tinha decorrido um mez, de-
pois do comego da aua lgag3o o j Sostha
nes se apresentava com ella, fr&ncaroente
a sam rebugo, eom grande escndalo da-
quelles, que coaheciaro os principios o as
tradiegoas da familia Pr norin.
O desgragado, para esquecer Qibriella,
tinha se apaixonado por Carlota, e sero tor-
gas, sera vontade, incapaz da apresentar
resistencia, deixava-se conduzir pela cor-
teza
Carlota uaa era urna destas mulheres que
procuram fazer perdoar o sau procadimen-
to coro una apparencia do digoidade e de
reserva na attitulo. E n toda a qualquer
circumstancia ostentava o sou luxo insolen-
ta e ainda coro mais insolencia e domina-
gao que exercia no amante.
Por toda parte fazia praga da fyrannia
que iropunha ao desgragado Sosthenes.
Subjugado pela amante, tanto quanto po-
de ser um hornera por urna mulher esperta
a sera escrpulos ; Sosthenes de Prmorin,
e8quacondo tudo pareca ter glor a no seu
avltamento e affectava provocar a autori-
dade paternal.
Era uro desses revolt idos que querem
desforrar-se de uroa langa submissao, des-
afiando tudo quanto amigamente raspeita-
vam.
O marquez de Piroorin soffria horrivel
mente cora a vida desordenada do filho,
que elle tanto tinha amalo, que cantnuava
a amar, apezar das suas loucuras, e soffria
a dolnos provagao con a energa da uro
hornero de coragao a quem podera abater,
mas qne se conserva direto e firme at que
o tenham abat lo.
Esperava qua os olhos do filho se abrie-
sen), que, curado das euas illuaSes engaa-
doras, viessa nos bragoe do pai implorar
u,u perdao qua ostava prooopto para lhe
coneeder. .
Mas Sosthenes de Pro norin nSo teve
tempo de reconhecer que era a victima de
urna rocssalina moderna.
Ura di, n'uma cagada, cahio raartalmen-
te feriio oom uro tiro.
As circurostancia da sua morte nunca
foram perfeitamente conhecidaa. Mas tinha
havido um criroe.
Uro horoem, um couteiro, de que falla-
remos mais tarde, foi acousado do assaasi-
nato de Sostheuos de Pr norin a coalem-
nadopelo tribunal a g.ls perpetuas.
O marquez ia morrenio caro o golpe que
ferira o seu desgragado filho. A sua dar
foi immansa.
Durante tres ou quatro meze?, encecraa-
do-se n'uma profunda solid3o, fiaou rawst-
vel para todos.
Emfin, sentndo qu3 n3o palia man -
ver era Pariz, poz-sa a viajar.
Percorreu diversos paz>s da Europa,
foi frica, Aroerica, a Asia, taaaado
entre cada uroa das suas viagens apena*
urna curta apparig3o em Pariz.
Eslava em Nova-York quaod'> rabeatac
a terrivel geerra de 1870.
Tratou logo de voltar para a Franca
solicito j a honra de entrar ns fileiras dos
defensores da patria.
O governo da defsza nacional nome-
commandante de ura batalh3o,
Foi um destes hroes qua debaxo das
ordens do glorioso general Chanzy resti-
ram durante lougo tempa ao exercito, coa-
tinuamente reforgado, do bavaro Voa dar
Thaon.
O marquez tomou parte em todos 0
combata e todas aa batalhas do Loira.
Vram-o sempre na frente resisundo aa
allamlea.
Bateu-se como um le3o.
Desejava encontrar a morte, a morta tai
qual a ple desejar,
morta do sollado
defendendo o solo nacional. Maa a marte
nao o quiz. Tinha de vver para a vin-
gauga.
Na batalha de Mans era tenenre coronal,
oommaodava um regiment e tinha sido
promovido ao grao de official da L 'ga da
Honra.
Terminada a guerra, entregau a espada
aos que lh'a tinham confiado e receiaegsx
logo as suas peregrinag033 pelo raunio.
Procurava cora o muvimento faz^r diver-
b3o dor incuravel que o consuma.
Tinha voltado definitivaroenta p* '
Franga, havia tres annos, como viros *
pesquisas da sua velha amiga, a marque*
de Sauiieu.
~



/
(CWtnuar n-H*}
Typ. do Diario raa Duque ae (^as
U.
- -


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