Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19980


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Full Text
IIO LUll N0M1E0
m

PIRA A CAPITAL K LLC.ARS5* OWDE SAO US PAA PORTE
Por tres mezcs adiantados............... 6)0000
Por seis ditos dem................. li'iJOOO
Por uto atino dem.................. 23(5000
Cada numero avuUo, do mesmo dia............ 100
SABPADO 10 I ffiliU CE 1881
DIARIO
PARA OEXJTRO E PORA DA PROVIJtll
Por 'seis meses adiantados............... 13(5500
Por nove ditos dem................. 20(J000
Por uro anno dem................. 27)>COC
Cada numero avulao, de das anteriores........... IO
RNAMBUGO

propriefraiK frt JBL&noel /ifiueir^a be Jara 4 Jtlljo*
TELEGRAMAS
nm: mmmi so subi
RIO DE JANEIRO, 8 de Setembro, s 5
horas da tarde. (Raoebido s 7 horas da
noute, pela lioha terrestre).
Pelo Ministerio da Fiucnila foram
expedida* ordena para os concerlos
de que precisa o crusador MEDJ r
-=T b
Terminando o en discurso, foi o
conseltaelro Portella felicitado por
amigos e adversarios.
.SSVIJ3 SA ASSJCli SA7AS
RIO DE JANEIRO, 9 de Setembro, s
12 horas e 30 minutos da tarde.
qne se acba a serwloo da Alfandega
de Pernambuco.
Grande regosijo puhiiro peloan.nl-
versario da InJepeedeocla.
Na Capella Imperial boa ve idc
e cortejo no paco da cidade, actos
estes, qne forana mijito coacorridos-
Hontem.il 11 boras da mnnii boa-
ve no paco da Cmara Manlclpwl dis
tribaico de cartas de liberdade.
A Socledadde Commerooratlra da
Independencia ralisoa s aailesfes -
tejos, qae comee aran no da 5.
A socledade US1.VO OPEKABIA eele-
brou ama sessao solemne en com-
me mora rao da Independencia s
horas da tarde, n'am theatro.
O Dr. ilcoforado Jnior, presente
a sessao.lea um iplejrnmm de san
dacao da LIGA OPERARA de Pernam-
bueo.
A tarde bouve grande passelata
cvica pelas roas da cidade. con
posta de diversas assoclacoes e de
collegios partcalares. qae encorpo-
rados foram saadar a Princesa B-
sente no largo do Paco.
As 7 hora da nonte realisoa se
ama sessao solemne da socledade
Y PI RASGA.
As 8 boras da noute houve espe-
ctculo de aala no tbealro s. Pedro
de Alcntara.
A todos esses actos festivos asstl-
rau SS. A A. II.. os ministros de Es-
tado, senadores, depatados e mem-
fcros do corpo diplomtico.
RIO DE JANEIRO, 9 de Setembro s
4 horas e 10 minutos da tarde. (Rscebido
s 5 boras e 20 minutos, pela linha terres-
tre; .
A Camarados Depatados contina
a tratar en 3.' dlscasso do orea-
mento da recelta eral do Imperio.
A commissAo de orramento emlltlo
parecer sabr o addllivo ao orna-
menta d* recella. antorlssndo o go-
verno a Isentar das dlreltos de ex-
pediente, os machlnismos. destina-
dos As industria-., e importados para
asprlmeiras fandaedes de estabele-
eimeoloi loduilriae.
Foi boje reconbeeido senador pela
provincia de Minas Beraes o Dr. Eva-
ris Ferreira da Velga.
\#mf ** a bontem na altara do
Rio d iv < cruzador nacional da ma-
rinlia de surrr. IMPERIAL MAB1XHEI-
RO, Ocsni eo/cp r lamente perdido.
Mnrrernin no aonfraglo o *. len-
te Trueno le Hlvelra. o guarda na
rlnba Franrlwco de Paula Mello Al-
ves, das prntirantcs de macblnls-
tas. Frederlco Candido de Andrade e
Fransiseo Das Braga, e nove pra-
ca*.
_R10 DE JANEIRO, 9 de Setembro,
5 horas e 50 minutos da tarde. (Recebido
s 8 horas e 40 mtnatos da nonte, pela li-
nha terrestre).
eraador brazllelro IMPERIAL MA-
INIIEIRO rol atlrado a costa na eoa-
ocadnra do Dio Doce.
Urna parte da trlpolacao sal vou-se
na mastreacao.
O commandante do cruzador esta
no numero dos salvos.
Os navios de guerra ARARUAMA e
RIACHUELO Ja partirn para prestar
soccorros ao IMPERIAL MABINHEIRO.
RIO DE JANEIRO, 7 de Setembro, s
9 horas e 45 minutos da noute.
A feata da Independencia foi aqu
festejada con todo o entbuslasmo.
Os navios naelonaes e estrangel-
ros surtos no porto estlveram em-
bandelrados toJo o da.
Concedern-se cartas de liber-
dade. e reallsou-se o passelo elvlc o.
PALERMO, 7 de Setembro.
Durante as ultimas 4 borss o nu-
mero dos bitos pelo cholera mor -
bus elevou-se a ove.
VIENNA, 7 de Setembro.
Corre o boato qne o Duque de Date
Cobourg principe da Bulgaria JA del
xou a Splala, entretanto esta noticia
merece ser confirmada.
LONDRES, 8 de Setembro.
JA sobe a dusentos numero das
victimas no Incendio do tbeatro de
Eider.
VIENNA, 8 de Setembro.
A noticia relativa a partida de So-
pbla do principe Fernando I pelo
menos prematura
LONDRES, 8 de Setembro.
Telegrammas recebidos de Ka bou 1
annunclam que a slluaco do Emir
do Afghanlstan torna-se mals cri-
tica.
Diversos reglmentos do exerello
regular sublevaran se.
VIENNA, 9 de Setembro.
Asltuar&o poltica da Bulgaria con-
tinua multo melindrosa.
As;w,c'a Havas, filial m Pernambuco,
9 de Setembro de 1887.
Fielden Brothers.Informe o Sr. ins-
pector do Thesouro Provincial
Firmina de Lima Nuaes Lial.Informe
o Sr inspector do Arsenal de Marinba.
Jos Z.-ferino Braynel Rangel.Inde-
ferido, por que nao consta que o suppli
cante tivesse concorrido ao provimento dos
officios de que trata.
J. D. Platt.Relevado em vista das in
formacSes.
Luiz Alves de Puiva. -Iaforme o Sr.
D-\ ebefo de polica ouvido o administra-
dor da Casa de DeteneSo.
Jos Vieira de Oliveira Maciel Infor-
me o Sr. director geral das Obras Publi-
cas.
Secretaria da Presidencia de Pernarn-
co, 9 de Setembro de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
No Senado leon boje encerrada a
3 dlscussAo do oreasnento do Minis-
terio do Imperio.
Tomaram boje parte no debate os
senadores Franco de S. que tratou
do falleclmento de Eduardo Siquel-
ra. e Octavlano Bosa. que prona n-
cloa-se de modo mallo llsongclro a
respelto do conseltaelro Portelia.
Em resposta a estes e ao senador
l.ulz Feilppe prenanclon o conse-
ltaelro H.nuri Portella um Impor-
tante disrurso. consegulndo destruir
va nt ojosa mente as consideraeoes
felfas pela opposleAo.
; Befen leu a congregarlo da Farol -
dade do Beelfe. a memoria do aaajor
Manoel J. Ferrelra Esleves, c a admi-
nistra co do Dr.Pedro Vicente, mos-
trando a improcedencia das censu-
ras que Ibe eram relias, sendo
apotrado pelos csnseltaelros JoAo Al-
fredo. Carros Barretto e ostros.
Occnpando-se das ultimas oeeur
rendas do Beelfe. declaroo que fa.
i la Justlca aos llberaes sensatos de
Pernaonbaeo. aos quaes nao cabla a
responsablildade pelos desmandos
dos desordelros e Arctalslaa.
1NSTR0CC&0 POPULAR
PHILOS DO DIuEITi)
(Extrahido)
OA BIBLIOTHKCA DO POVO S DAS ESCOLAS
PIELIIIIVtRE
1) A PBILOSOPHIA DO DIB8ITO HA HI3IOBIA.2) PHILO-
SOFHIA DO DI8EIT0 8 DIRBITO SATCAL SE8A0 STMO-
TlOS?3) DEFIKICO DE PHILOSOPHIA DO DIBEITO'
----i) PARTES tTE SE DtaiIKOOSlf NA PHILOSOPHIA D )
siaarro5; ihpobtakcia d'osta scuuicia6) he-
THOOO A SaOCIK KJSD K8IDDO7) BELACO DA
PHILOSOPHIA D5 DIBEITO COK A HISTOBIA DO DIBEITO
A POLTICA.
(Contnitacao)
Pandamos aa n os ai palavrai as aeguintes ra-
zoes :
l.o) 0 bameai dotada por Deus de faculdadei
superiore, tende, em harmnnia com a soa onstl-
tuicao, a elfvar-se aos priaeiros principios, s
causas des diversos phenomeoos qae observa.
as aciencias philosophicti, o espirito humano
psychico, procura n'uma palavra saber as rasoes
du|todos os factes observados. Ora, a pbiloiophia
do direito, levando o bomem i concepcao da jai
tica e ajadando-o i descobrir os principios em
qoe ella ce fonda, satisfaa brilbantemeote esaa
tendencia que diasemos ser natural em todo indi -
viduo. E portanto, mesmo qu-j fusae s por esta
coosideraclo, nio pJa negar-se-Ibe importancia.
2.) Mas ba mais. A pbiloaopbia do direito con
corre para ODidade e ordem do sstudo do direito
escripto. As leis sao variaveis nos differentes
paia-s ; e se nao fosse o direito natural, nSo se po-
deria estabecer e uniformidade, cem conhecer-se
das suas boas ou mis doutrinas, pois taltaria um
principio regalador, para baae da ana apreciaco.
(Contina)}
RepartcSo da Polica
21 seccio. -N. 791. -Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 9 do Setembro de
1887Illm. eExm. Sr. Participo a V.
Exc. que foram recolhidos Casa de De-
tencSo os seguintes individuos :
No dia 7 :
A' minha ordem, Isabel Maria da Con-
ceigSo, vinla do termo de Iguarass como
alienada, at que tenha o conveniente des-
tino.
A' ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, JoSo Bezerra da Costa e Silva, por
disturbios e uzo de armas defeza, dispo
sijao do Dr. delegado do 1" districto da
da capital.
A' ordem do do Io districto da fregue-
zia da Boa-Vista, Jos Comes de Oliveira,
por disturbios e uz) de armaB defeza.
No dia 8 :
A' minha ordem, Egidio Pereira de
Mosquita, vinlo do termo da Victoria
como d asertar do exercito.
A' ordem da Dr. delegado do 1 distri-
cto da capital, Clemente Ignacio da Cruz,
por embriaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado do 2o districto
da Boa-Vista, Manoel Gomes da Silva, por
disturbios e uso de armas defeza.
Das diligencias obtidas a cerca do facto
narrado na < Gazetilha do Jornal do Be-
rife, de 4 do crrente, dehaixo da epigra-
pbe i Crirae a punir com quanto nao
se tivessi dado prislo em flagrante, com
gravidade do ferimento resultante do tiro
Buccedido na lucta entre o guarda civioo
n. 33 Manoel Antonio da Silva e um cele-
bre desordeiro de no me Jlo Pinto, que
surrara a m2i do dito guarda naquella oc-
casi&e, mesmo assim neata data resalvo
eliminar o referido guarda, recommendan-
do que se d destino as diligencias proce-
didas.
Communicou-me o subdelegado do 2
districto do Poco da Panella, que no dia
5 do corrente as 5 boras da tarde, e em
casa de Joaquim Jeronymo de Souza, mo-
rador a ra do Costa do mesmo districto,
succedeu cahir dentro de urna cacimba
existente em dita casa o monor Adolpho,
na occesiao em que esse tirava agua da
mesma cacimba, resultando d'isso morrer
asphixiado por submersSo.
O sub alegado rsspectivo tendo sciencia
do facto, para all se dirigi, fez proceder
a vistoria e mais diligencias das quaes ve-
rificon-se ser o facto todo casual.
Pelo subdelegado do Ia districto da fre-
guezia da Boa-Vista, foram remettidos a
esta reparticSo 5 facas de ponta, 4 na-
valbas, 3 caivetes, 2 compassos, 2 esto-
ques, 1 bayoneta e 1 espeto, armas estas
tomadas a diversos desordeiros daquelle
districto.
Partecip}ume ainda o mesmo subdele-
gado, ter nesta data feto remessa ao Dr
juiz de direito do 4' districto criminal, do
inquerito poli ial procedido contra Ernesto
Sonreir de Mello, machinista da via-ferrea
de Caxang.
Pelo 8ubdelfg.do do Io districto da fre-
guezia de Nossa Senbora da Graga, toi
remettido ao Dr. juiz do direito do 4o dis
tricta criminal, o inquerito policial proce-
dido contra Pedro Celestino Jos dos San
tos por crimo de furto praticado no dia 5
do corrente.
Partii:ipou-me o cidadao Elysio Alberto
da Silveira, ter nesta data reassumido o
exercicio do cargo de subdelegado do Io
districto da freguezia da Boa-Vista.
Passo s m&08 de V. Exc. o officio junto
por copia, de hontem datado, do Dr. de-
Ugado do Ia districto da capital, afm d
que V. Esc. tenba conheoimento de quan-
to communica aquella autoridade, sobre o
procede do meeau modo. Investiga a origem das communica aqueta
iostitaicus observa as manifestacoes do mundo' fallecimento repentino do individuo de nome
Jos J. Bernardo de Oliveira, no lugar
jangadas do 2 districto de S. Jos.
Deus guarde a V. ExcIlla, e Exm.
3r. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chfe
de polijia, Francisco Domingues Ribeiro
Vianna.
DS
fAHTE umcUi
t uve r no da Provincia
DB8PACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 6
SETEMBRO DE 1887
Capitio Antonio Netto Carneiro Loao.
Informe o Sr. collector geral do municipio
do Cabo.
Amelia de Mello Pires GalvSo.Sim,
com ordenado.
Delegacia de polica do Io districto do
Recife, em 8 de Setembro de 1887.
Illm Sr. Apresso-me em communioar a
V. S. que chegando ao meu conhecimento,
boctem s 7 horas da noite, haver falle-
cido repentinamente um individuo no 2*
districto da freguezia de S. Jone, no lugar
Jangadas, aei as necessaras providencias
afim de ser conservado o cadver para
hojo proceder o necessario exame medi-
co e saber-se a verdadeira causa da mor-
te, o que hontem mesmo commuoqu>*i
verbal mente a V. S. que se dgnou ap-
provar o meu acto ; e que fiz para evitar
que mais tarde se propalarse ter dito in-
dividuo fallecido em consequencia de es-
p ldeiramento em Afogados.
H-ije parala me dirig em companhia
dos Drs. Betchor da Gama L ib i e Jos
Joaquim de Souza, que procedeudo a mi-
nucioso exame em o referido cadver, ve-
rificara m ter sido a morte proveniento de
urna embolia, nao encontrando em toda
a superficie do corpo vestigio algum da
mais ligeira lesao material.
Nesaa sccaaiao inqueri diversas pessoas,
dSo s da familia do morto, como viainhos,
sobre tal a jnt .cimento e so Ibes constava
ter cll se achado presente no domingo ul
timo do laijjo da Paz, em Afogados, o por
occaaiao tft dlsporsar-so o ajuntamento
que alli existia na t'arJo do referido dia,
e os meamos unnimemente declararam
quo dito individuo qnando se oceupava em
matar um porco, qneixara-se de urna dor
no coracSo e cahira logo apea fulminado ;
e que nao era elle bomem amante dee-
sas reunioes o nem se ausentara de casa
nesae dia para parte alguraa.
Dito individuo, que era de cor prota,
chamava se Jos Bernardo de Oliveira,
com 45 annos de idade, viuvo e natural
de Pernambuco.
O sublelegado do 2* districto de S.Jos
deu afinal aa necessarias ordens afim de
ser o cadver inhumado.
Deus guarde a V. S.-Illm. Sr. Dr.
Francisco Domingues Ribeiro Vianna,
digno obefe de polica da provincia.O
delega gado supplente, Anesio Auyusto de
Carvalko Serrano.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 9 DE SETEMBRO DE 1887
Director gerente da Companhia de B;
berbe, Francisco de Mello Cavalcante de
Albuquerque, officio do Dr. procurador dos
feitos, Prente Vianna A C., Djmingos
Jos Ferruira & C, Pedro Jorge da Silva
Ramos, Francisco de Paula Souza L?ao,
Jacintbo Pacheco Pontes e Eduardo Mon-
teiro de Moura.Informe o Sr. contador.
Sebastiae Antonio Cavalcante.Eutre-
gue-se pela porta.
Felippe Cavalcante de Albuquerque.
Cumpra se, regstrese e facam se 03 as-
sentamentos.
Manoel Caetano Gomes Bom. Ao col-
lector do Cabo para cumprir o despacho
da junta.
Anelia Augusta AI va de Souza.Jun-
te o conhecimento de decima do ultimo se
mestre, e provada a desocoupacao da ca-
sa, volte.
lrmandado do Tarjo.Ao Sr. thesou-
reiro para os devidos fins.
Hermn Lundgren & C Sophia Gui-
Ihermioa^de Mello, commandante do corpo
de polioia e Joaquina Mara da CooceicEo.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Manoel da Silva Guinaraes. Eotre-
gue-se, ficando copia por certidSo.
Misael dos Santos FalcSo e officio do
Dr. procurador dos feitos.Informe o con-
tencioso.
Lourenco Primo, Luiz de Fr-nja Pa-
dilba e Misael da Silva Guimaraes.Ao
contencioso para cumprir o despacho da
junta.
Antonio Aquelino Campos. Certifi-
que-se.
i------------------------------------------**-------------------------------------------------------------
Becebedorla Provincial
DESPACHOS DO DIA 9 DE SETEMBRO DE 1887
Marcelino Jas Biptiata, 8 irs de Naaareth,
Manoel Joaqun do Mello ftego, Bedel & David,
Magalbaea Motta e Jos Jjaquim de Ctrvalho
O 0. Inforsiea 1* secjo.
Manoel Goacalves dos Sintos c Albino Ferreira
doi Santos. ludeferido em vista das ioforma-
COS. .
Jos Paulo Botelho. Junte conhecimento de
quitaco da imposto afim de paier ser attendido.
Ignacio Jo de Paula. A 1 secsSo para at-
tender na forma da le.
Lenidas Tito Liureiro. Sim, vistas as lofor-
maces.
Antonio M.rtins de Lima.Deferido em vista
das inforaiHCes.
Netto* Alvos.Satisfacan a exigido da 1
seccio.
Ferreira Manteiro & CSim.
Jos Uordeiro do Bago Pontes e Silva 4 Al-
varo Sim, vistas as ioformacoes.
IAKI DE PERnilUCD
RECIFE, 10 DE SETEMBRO DE 1887
Xoticlas da Europa
O paquete ingles TVimar toi portador das se-
guiutes noticias alm das de Portugal, rela'adas
na carta do njsso correspondente de Lisboa e que
inserimos sab a rubrica Exterior :
Hespanba
O snpracitado corrcbpondente eacreveu-nos o
seguate sobre este reino :
. A 23 do corrtnte, o jornal Li SepuOhque
Francae poblicou um artigo do Sr. Cisteiar
acerca do'militarismo em Hespanba. Dia-se que
esse aitigo tem por fim combater a poltica de
Zirrilla Depiis de faaer grandes elogios ao sol-
dado besp*nhol, declara que o predominio syste-
matico do elemento militar no governo urna ca-
lamidade tSo grande como a da Xheocracia. Ai
naces querem boje um regimem constitucional
sincero e livre. O militarismo s pode condasir
i dictadora e munarchia, nunca liberdade, i
democracia, a repblica.
O correspondente do Slardart em Madrid dis
ter fondados motivos para acreditar qae o Sr.
Rais '/ irrilU tenciona abandonar a sua attitude
iotransuente, e voltar para Hespanha para tratar
exclusivamente, dos seus negocios particulares.
Esteve brilhaotissimo o baile dado a 20 de
Agosto pelo Casino de Cdiz, em honra do doqae
de Genova. A's 11 boras da noite ja nio era pos-
aivel dar um passo nos saldes materialmente
cbeos.
A's decor-coss eram esplendidas. Havia mul-
tissimus ubj otos d'arte, baodeiras das naodns ami-
gas e o escudo ducal de Genova. O buffete este-
va sempre aborto. O baile terminoa com um
cotilln s seis da madrugada.
__As festas da expoaicao martima de Cadis
terminaran) a 10 do oorieute pur ama recepcao
macnifica, dada a bordo do cooracado francs
Courbtt- fistireram presentes o duque de Oeus,
o Sr. Mjret, ministro dos negocios eatrangeiro,
as autoridades da cidade e todo o estado inaior
dos navios alli ancorados.
Pedio a sua demisto de governadrr geral
de Cuba o general Sa amanea. Fot- Ibe aceita.
A decima reunilo do < congresio litteratio,
artstico internacional ha de realisar se em
Madrid do 8 a 15 de Outubro prximo.
Ha sete annos a reaniai deate congreao foi em
Lisboa, presidindo a sassito solemne d abertura
S. M. el-re D. Lata I
Na reaaiJo deste anno, em Madrid, seras dis-
entidos diferentes asaumptos, uns puramente Ili-
terarios, como p>r exemp'o, este :t Cervantes e
a sua inftaencia na (literatura de todos os povos
outro3 qae teem pjr fim salvaguardar os legtimos
interesses dos eacriptores o artistas. Entre os
ltimos figaram estes dous pontos no programma
dos trabalhod :
A Icitura em publico de urna obra litteratio
depende, como a representaoao thcatral, da aato-
rsacAo do autor ?
o Aa obraa architectnicas devem goaar d* pro
tecco como as outras obras da intelligencia ?
Ao congresso concorrem representantes dos go-
veroos e muitos eacriptores e artistas eminentes
da Europa e da America. O Sr. Nones de Arje,
presidente da S:ciedado de Eacriptores c Artistas
de Madrid, publicou ama circular convidando a
imprensa, as corporaees scientificas, litterarias e
artsticas a coadjuvarem os trabalhos do Congres-
so, cooperando pira que se faca aos Ilustres hos-
pedes urna recepcao.digna da hospitalidade e fidal-
guia d > povo hespanhol.
Tem-ie oceupado ltimamente a imprensa
italiana, com certa insistencia, das suppostas pre-
tendes da Hespanba no Mar Vermelb:, mas o
qae, de positivo, constava em Boma reduz se a
querer a Hespanba obter apenas um ponto
qualquer para estabelecer um deposito de carvo
na costa daquelle mar.
E' certo que entre as varias expheacoes de ama
viagem precipitada do ministro dos negocios es-
traogeiros, o Sr. Moret, a S. Sebasti&o, figura a de
qae este estadista, depois de ter celebrado em
Cadis, com o duque de Genova, ama conferencia
importante, careca de levar ao cenbecimente do
presidente do conBelho de ministros e da rainha
regente, qoe a Hespanba e a Italia haviam chega
do a um accordo para a creacao de ama colonia
hespanhela no Mar Vermelho.
Nao parece ao Lberal que tilo grave assumpto
possa decidir-3e entre um mioistro e am ebefe de
armada, embora seja eBte de regia estirpe.
Nao tem a Italia o sea plenipotenciario em Ma-
drid, do nieamo modo que a Hespanha tem o sea
em Boma ? To poaco lhe parece que a visita
do couraeado Derilio exposico naval gadita-
tana trouxesse apparelbada semelhante resolucSo
da parte do governo. A Italia eatabeleceu-se em
Massuah em consequencia de inveatigacoes da In-
glaterra, .que tinha vantagem positiva em deixar
a defeza dessa porcao do territorio atiicaoo a ami
naci amiga, no momento em qae as forcas bri-
taanicas am pelo deserto a caminho de Ktrtum
Os italianos acharan a empresa fcil, piuco dis-
pendiosa ; mas a verdade quo ja l vio milba
res de horneas e milhoes de liras sepultados n'a-
quellas inhspitas paragens, em proveto exclusivo
da p tica ingleza.
Quer a Italia qae a pennsula irmi d'quem
Pyreneus compartlhe os perigos da ardua empre-
sa que, a sen pesar, le vai alargando de dia para
da?
Nao de cre-, portanto, que a Hespanha se
aventure a tal empresa, e o mais provavel que
apenas se trate de estabelecer as costas do Mar
Vermelho um deposito de carvio, como disseram
ltimamente t-l-grammas de Boma. A) n-goca-
co8, p'.rm, nao eato ainda concluidas, como al-
firmam alguna jornaes.
A aBeforma, orgao do Sr. Crisp, publicou ha
das am artigo multo symp ithico para com a Hes-
panba pelo acolhimento feito em Cdiz ao duque
de Genova.
Diz que ser til reinar sempre intima harmo-
na entre as linhas polticas de Hespanha em to-
das as queatoes de interesse comma-n, e fas votos
por que o actual governo (hespanhol saiba enea
minhar os negocios de forma que restabeleca o
mais cedo possivel o pais na catbegoria de grande
potencia.
- Tem-se fallado vagamente nestes nttmos
das em projectadas negociaedes do governo in-
gles com o de Hespanha para a cesso de Gib .-al-
tar por parte da Gra-Bretanha em troca de Ceuta.
A' Hespanba de certo que nio agradtria a troca,
porque Ceuta o ponto de apoio para dominar o
imperio de Marrocos. Os inglezes, desde qio os
ltimos progressos da artilbaria ji nio permitiera
que Gibraltar seja inexpugaavel, deixaram de li-
gar aquella praca a inportaacia que lhe ligavam,
e p-r isso estimiriam que a Hespanha estivesie
polos ajustes. Bealmente seria engracadisaimo
que a Hespanha, para rehaver Gibraltar, que ge ;-
grapiicamente faz parte do sea territorio, se des-
fisesse de Cea'.a, onie tem cimentado com orne-
Ibor san .uc hespanhol as pedras das suas forta-
lezas !L.
Franca
Nos circuios polticos muito commentada urna
carta publicada no Temps pelo Sr. Lepontre,
deputado monarchico.
Na dita carta, que cbamja as geraes attcnces,
o menciouado deputado exulta os partidarios da
menarchia em Frauca para que auxiliem a rep-
blica, afim de defender a, sob esta f.-ma de go-
verno, os intereses sociaea seriamente compromet-
tidos.
Julga o Sr. Lepontre qae actualmente nao se
descob-e em Frauca outro rgimen pratico de g>-
verno, quo nio seja o republicano.
O "T'-cnpi commenta em term s favoraveis as
declaraco-.s contidas na carta, e manifesta cren-
ca de que muitos deputados da direita eato dis
poatos a aceitar sinceramente a forma republi-
cana.
Begressou a Psris o general Ferran, ministro
da guerra, no lia 25 de Agosto.
O Pigaro affirma que a mubilisafio do 17."
corpo de exercito com-car em 31 de Agosto e de-
vo terminar em 15 de Setembro, A cunceutraco
ba de eff otuar-se -u Castelmaodary, e ter por
objectivo deter em Margaillard nm exercito que
marche si-bre Toloase.
C'nfirma-se que o corpo do exercito qae est
designado para experiencia da mobilisacio, i c
17.*, onj'> qnartel em Toloase. Abno-se o pe-
nlo preparatorio.
O ministro da gaerra mandou proceder a um
inqnerito severo acerca da indiscripeio commet-
tida por alguem que commanicoa aos jornaes cer-
tos pormenores das manobras.
No dia 25 de Agosto efectuou-se em Brest o
enterro do principe roeso Wittgenstein, qae talle
cea no caatello de K rlouan. Assistiram milbares
de p-'ssoas, entre as quaes o principe K benlohe,
guvernador da A'sacm lorena, o o filhu do gene-
ral Ferrou.
Prestaran) as honras militares ao finado duaa
compaobias c m au dadas p>r am cor bel. De
posdo enterro ouvirm-s9 algans gritos de Vi-
va a Bussia I viva a Alsacia Lirenal
Acaba de se reunir em Paria o oitavo congres
so operario. N numero das resolued -a por elle vo-
tada i figuran), em primeiro lagar, a sappreasi.) da
propriedade industrial e das industrias privadas
substituidas p ir a propriedade collectiva e os ser-
vio'S pblicos, a proclamacio do principio qae a
soeie iade tem como primeiro dever educar inte-
gralmente os seus intnnbros a dedaracao qua
os velbos e os invlidos do trabalbo devem sotar a
carg i da ajciedade e finalmente, a iei. ;I >
do da de trabalho devem estar a carg > da s >cie-
dade e fioalmeute, a redcelo do da de traba-
lho a 8 horas.
Estas resooco-s nio devem suiprahender nin-
goem. Corresponden) s tendencias geraes dis es-
piritosa do ideal do progresso. Aa psuuaun
esclarecidas e mais rasoaveis dirigem-e continua-
mente aos governos par lhe pedir proteccio para
a industria e de anxi'iar de uan maneira ou da
ou'ra, e, em todas as clasus da sociedsde, cada
um aspira a tornar-se am servidor do estado.
O estado essrce j urna maltidio de industrias,
fabrica moeda, plvora, tabaco, pnrcellana ; trans-
porta a correspondencia, os despachas telegraphi-
cos, possue e administra caminaos de ferro, flires-
tas, aguas mineraes, o primeiro pedagogo do
patz ; tem ainda a seu cargo muitos outros serv-
aos que achamos dispensavel enumerar. Nio acham
porm bastante e dizem :
Sa o estado preencha satisfactoriamente estas
ionecSea tio diversas pirqu: se nio encarregar
de todas as outras ?
Nio ba ainda muito tempe qae os operarios fran-
ceses sollicitaram d) governo que se apoderasse
da rede completa dos caminhis de ferro, e urna
ommissao do sabios aconaelhou recentemente
qae cinprcb'.'udessc a fabricacio dos alcoola.
E-.te desejo de todos serem servidores do estado
quas geral, se em raras excepcoes nio recebe
da mesa do orcamento quem nio pode.
Blgica
O general Broimatt deu a sua demissao de che-
fe de estado maor, era consequencia das proma-
ses feitas no e-rcito centra o seu parecer.
Ser substituido pelo general Boyaert.
Malssa
O povo susao decidi por 198,003 votoa contra
56,000 urna disposicio attribaiodo ao poder osa-
tral o direito de hgislar sobre a protecoio dos in-
ventos de industriaes, qae se havia introdusido
na coostituicio federal.
A Suissa eaH.IUuda eramos nicos pases
que nenbuma garanta davam aoa inventores pela
propriedade das suaa ideas.
Ioglaterra
Foi distribuido ao parlamento oglez o livro asul,
conten io a correspondencia relativa a delimitacio
das fronteiras atghans.
Lord Salisbary annancioa na cmara dos lords,
que a liga irlandesa tinha sido proclamada ama
associacao pergosa e leu a proclamaci) que edita
asta medida, baseadg, sobre a le de coacci). Bal-
four, secretario em chefe da Irlanda fez a mesma
communicacio cmara des comamos, sonde foi
acolbido entbusiasticameate pelos conservadores a
por parte dos parnellistas.
Estes ltimos tiveram algnmas reunioes secre-
tas para delioerar sobre a attitude que deveriam
tomar durante a discussao, que esta va fizada para
am da determinado.
A proclamacio d ao vice-rei o Jireito de pro-
hibir as reunioes e dissolver as sessoes da lganos
distre toa aonde se considerar a ordem amoscada.
Sao muito variadas as apreciacoes dos jornaes so-
bre esta medida.
O Times declara qne o governo faitea a todos ob
seas deveres aio revodiesndo o direito de prohi-
bir a liga nocional; exhorta-o a emprchender ama
campanha rigorosa contra aquella aasociacio. Par-
nell e os seos amigos, a despeito das lea, amea-
cam tornal-a ainda mais piderosa e perigosa.
O Ettandard prora que a opposicio redobrar
de esforcos para embaracar o expediente dos ne-
gocios que resta a tratar na sessoes,
O Daily Telegraph deseja que o governo saiba
faser aso com a mxima prudencia do direito de
que acaba de ser investido. Eatabelecendo urna
interdicto geral, justificar a necessidade de re-
correr a medidas arbitrarias. O Uu'y tfem ex-
prime a opimio que o gabinete acaba de dar o
seu ultimo mergulho; e espera que os elementos
da liga continuara) a manobrar como d'antes.
E' cada ves mais acceataado o movimeato de
recuci i contra e governador ingles por parte
dos irlandeses.
Dizem de Doblen que no dia 21 da Agosto muitos
milbares de pessoas tomaram parte aomce'ing contra
as medidas do governo. Assistiram 16 deputados
dos quaes 6 inglezes, sendo muito applaudidoo. O
arcebispo Walsh escrevea umi carta qie foi lida,
animando enrgicamente o movmento p-.pular.
Un pastor protestante propz em s.'guida que
fosse dado am voto de igaominia contra o governo.
Foi tomada esta resoluci) uuanin : n 'iite.
No da 25 esperava-se que hiuvesie na cmara
dos commuas grave debite acerca da sup ir.'ssio
da < Li^a nacional irlandesa.
O governo mandou instaurar procesio judicial
contra o deputado irlandez O'Brien por incitar os
colonos resistencia.
Na 8e=3:X i de 26 a cmara dos commuas rejeitou
por '11 votos contra 196 a mocio do Sr. Gladato-
na, dapois de terem discursado a favor do governo
o Marqn z de Hartio^ton e o Sr. Gjachen, e a fa-
vor dos irlandesas oSr. Wilham Vernon Hircourt
e 0 Sr. Mauricio II -\ y.
Devem partir prximamente 11,003 offiiaese
soldados ingleses para reforf^r o exercito da In-
dia.
O primeiro contingente largaria de Portsmouth
no dia 8 de Setembro; mas n'esie anno nio par-
tirio mais tropas. Diua batalhojs do infantaria,
um dos quaes est em Malta e outro no Egypto,
tera o m-'smo destino em Agost > e Outubro. Es-
te3, porm, vio substituir as tropas que devem re-
gressar patria.
A luglattrra presta seria atteocio ao estado ac-
tual da ludia, principalmente d'aate da attitude
q ,e teem tomado os exercit's russos, apezar dos
accordos que parece exiatirem com relacio Asia
central.
Allemaoba
O imperador da Atlemanha nio pode aaaistir
benci) das bandeiraa dos novos regimentos crea-
dos pela le rlj septenato, por estar am p>ueo in-
commodalo. A ceremioia teve lagar no da 19,
assistindo a impjratriz, o principe Guilherme e
varios ontroa membros da familia imperta'.
O Poit, jornal allemao, volta a tratar novamen-
te da questo do septenato e do papel que o parti-
do proirressista tom >u naquella quasti) qaando
foi discutida n) Reichatag M'tte-o a ridiculo
p-la verdade qae elle arroga, qaerendo provar
que a Allemanha nio deve continuamente augmen-
tar o sea exercito, que este procedimeato obriga
a Franc-t pr edei- do mesmo m ido, sem mu-
dar a forca relativa dos dous pases esgotando
os recursos da naca.
Atfirma a'ula o Poet que, se a lei do septenato
iio fosse votada, a Franca, animada palas suas
esper>ncas de urna guerra da vinganfa, teria, por
determmacio das suas cmaras, decretado um
augmento c nsideravel do aeu eft-ctivo militar ;
finalmente que a negiciagi do septenato teria ti-
do como reautalo nnmed'ato a ad .pciodo nrojec-
to de Boulanger. que eievava a nfaotarla france-
sa 638 bata.h s
A comprova^io quo a Allemanha um povo
oio enfmquecido pelas diseoidias polticas inte-
riores, que est reiolvida a ass 'gurar a seguran-
za do sea territ rio, basta resfriar o ardor guer-
reiro dos fraac ses. .
)> facto do projeeto Boalauger estar boje mui-
to sensivelm-nte reduzido pelo gmerul Ferras, os
urogreseistas oioaaberian allegar senio que era
intil augmentar o exercito alterna., e o Pott de-
clara qae resalta claramente da linguagem da op-
oosiclo, que, apezar da sua palavra, ella concede-
r tudo o que se lhe pedir ds.de o ultimo homem
t a aitiui ou. eob.ra Biehter e o seu partidj
desejassen. anees nao uoueeder nada.
As autoridades militares da Allemanha esto fa-
zend gi-aade* preparativas para as manabraa mi-
litares que d va n comeear em 5 de S.'tembro.
Todas as casernas estavam promptas e prepara-
v m se alguna abarracamentos prximos das torti-
fic Esoerava se que o imperadorassistisse 2 diai s
ini'i .br-ia, se o sra meliudroso estado de s le, o
permiuisse. Occupuia para aqnelle fim o palacio
de sua residraeiauos offi.'iaes do grande estado
inaior o do commandante da praca.


.
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-sasa
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Diario de fernarobucoSabbado 10 de Setcmbro de 1887
Ae prLcipaes monobrss terism logar entre Ne-
ncndorg e a estrada de Krana.
Na prxima sestio vae ser tubmettido ao Re-
cbetsg allenio oro prcjecto de le, cojo summano
seguate : ....
Aa fattiliss doa homens esa d/fferentes reaervaa
cs exercitcs de trra e mar, cemprebendendo a re-
serva do ejercite territorial (landaturm) recebe-
1S0, arbitrados por rima Tei especial, qnando os sena
membros eejsm chimados s armas por effeito de
mcbllitscio cu de referi do exercito en da es-
qoadra. O metmo se pratiear para ctm as fami-
lias doa militan b licenciados e cbamadoa ao ser-
vico, cu anda por se terem alistado voluntaria-
mente, depoia de haveiem ultrapaaeado o limite de
idade fijado para o servido ebrigatcrio.
Segu a ennmer> (2o dos individuos que te rao
direito ao referido beneficio, cuja diatrbuicio fica-
r adstricta a ceamieees especiaos organisadaa
pela lei de 13 de Jui bo de 1873, Acerca, daa pres-
tsc,oes em tempo de guerra.
Nio deram resultadca fructuosos as experi-
encias intentadas pelos aereosteires militares, no
principio de Agesto, emMayence, as manobras de
sitio, censistindo no emprego da luz elctrica de
noite : rebentaram ambos es balde* que levaram,
laxendo custar a vida ae cfficial que subir n um
d'ellea.
Anairla Hartarla
O imperador da Austria acaba de fundar urna
nova orden, LUteri et Artitv. A coadecorscio
levar-se-ha suspensa ao pesceco por urna fita ver-
roelba.
Entre os primeiios titulares Jeeta ordem conlam-
se j oa pintores Mutkaezg, Mateigko, Angel e
Beaeaar.
Humilla
O boato de que a Kussia decidi armar immedia-
taueate 45 barcos terpedeiros, prodos grande al-
vereco etn Vienna e Cocstantinopla.
Penaa-ae actualmente en S. Peterebourgo na
eieacio d'um projeetc de lei tendente a reatringir
o numero doa israeliatas na Polonia.
Se o eonselho do Imperia o adoptar os judeus nio
poderlo poesuir bens immoveis, exercer qualquer
oficio, ou eotregar-se ao commercio as cidades oa
burgo* da Polonia.
Oa jornaes alltmies fallam d'um attentadocem-
mettido contra a vida do Czar no dia 20; parece
que no trajecto de Krasnoeselsa a 8. Petereburgo
um nihilista disfarcado em cfficial do exercito dis-
paroa 2 tiro de revolver contra o Ciar, mas relia-
mente as balas nio he acertaram.
Chegaram a 26 a Copenhague o Caar e a Czarina
que vio ao castello de Fredensbourg visitar os so-
beranes da Dinamarca.
A Gaxtta de Afoiccie referindo-se ao estado da
Bulgaria, expreasa a tua indignacio relativamente
a:s recentes acontecimentos d'aquelle paiz, e con-
vida o governo a tomar medidas enrgicas para
obstar ac males ruteros.
A oceupacio da Bulgaria, escreve este orgao
do panslavitmo.nio necessaria por agora, e baa
tara declarar Porta ottomana, cuja posicio tem
sido muito equivoca, que, se ella nao restabelece a
ordem na Bu'garia e na Kumelia oriental, confor-
mando-se estrictamente cem as prescripces do
recusa mencionar o neme do principe Fernando
as snas preces.
No exercito nota-se cma certa < flervescencia,
muito muito mais grave que dorante o tempo da
regencia.
Os cemrcerciantes mais abastados teem fechado
os seus tectabelecimentoa e aahido da Bulgaria,
une pelo esminho de Varna-Ce nstsntinopla, cutres
para o caminho de Rcnstencrjk, Bucbarest, etc.
O Timts ha dias publicou a respeite dos nego-
cie! de Bulgaria um artigo de fundo que parece
inspirado a rifltctir a cpiniSo de gabinete bri-
tannica.
Drpois de ter reeonbecido que, eob o ponto de
vista da obtervscio restricta doa tratados, a
celo do principe Fernando como o rasero no-
tar oa jomas ruseee e a 6axeta d'Alleman'ia do
Norte, irregular e de imposaivel defesa, o autor do
artigo ekega 4 seguinte conelusio :
Be os bulgaroa eonaegnirem moshar-se digno*
da liberdade e da independencia, se o aen pais
n5o fizer surgir qnestes irritantes para a Euro-
pa, nao ttem duvida a receiar o serem seriamente
embarazados, tanto pelo seu suxerano, como pelas
grandes potencias.
Mas se, pelo contrario, se tormarem incoenmo
dos para a Europa, esta pode muito bem ver-Be na
necessidade de afiaatar-se da sua attitude actual.
Nos circules politices austracos sao receidos
cem dcsconfisDca as noticias provenientes da Bul-
garia, em cooeequencia da censura exeteda em
kV fia sobre os despachos destinados A imprensa.
Tem-se igualmente a c nviceio de que eertos te-
legra romas de origem officiosa, nao sao exacta-
mente ccnfbrmes cem os fsetos.
As potencias respondersm ultima nota turca
As rcspcBtas tio idnticas: os gabinetes sio un-
nimes em considerar que a oceupacio do throno da
Bulgaria pelo principe Fernando de Coburgo,
iil-gal e contraria a estipulacoes do tratado de
Berlim.
As negociacoes entre os gabinetes recahiram
principalmente sobre a qoestio de saber proceder
no que respeita reconhecida illegalidade dos ac-
tos do principe Fernando. A preposta de confiar
ao sultio o cuidado de restabelecer um estad de
cousas em harmona cem o tratado de Berlim, nio
encontra grande sympathia.
O aultio pareco nm instrumento pouco apto
para a execucao de um mandato daquelle genero.
Por outro lado, a idea de enearregar algn
outra potencia daquella missio parece anda mais
inadmissivel.
Segundo diz o correspondente do Slandart na
Bulgaria, receia-ee em Roustchouk que ce blga-
ros refugiados na Remans, exeresm alguma vin-
ganca sobre os altos funecionarios daquella cidade.
O prefeito era o mais particulamente ameacado.
Aa guardas foram todas dobradas em seguida
ao aasassinio de um funecionario.
A Allemanha| responde nota recente da Su-
blime oPrta com respeito Bulgaria, aeoneelhava
a Turqua a opr-se deeccordo com aJRuasi ; oe
circuios ottomanos estio profundamente imprea-
sionadoe cem esta resposta qne presagia um con-
venio germano russo e o abandono do oriente A
Bussia pela Allcmanha.
Ao Tmet consta que a Sublime Porta se mostra
tratado de Berlim, a Rossia poderi tornal-a rea- disposta a se conhecer a independencia da Balga
ra mantendo porm os seos direitoe sobre a Rome-
lia, da qual o principe Fernando de Coburgo seria
ncmeado governador geral.
Aa noticias viudas da Bulgaria continuam| a ser
desfavoraveis ao principe Fernando de Coburgo.
Parece que tem fundamento oa boatos de haver
tramada urna consprscio contra elle.
Por cutro lado o caar e o snltio dirigiram-lbe
ponsavel des taques a esse tratado por parte do
principe de Ce burgo, persenagem considerado por
teda a Europa cerno um aventureiro e um usurpa-
dor.
A Qateta de Afosco conolue recordando a oc-
eupacio de Trebizonda e de Erzeroum pela Ros-
sia.
Toda a imprensa moscovita contir.ua nos seos
violentos ataques contra o principe Fernando de telegrammas censurando-o pela sua entrada na
Coburgo, ataques esees que re teem tornado muito Bulgaria.
mais octavis desde a entrada do principe no prin-
cipado.
Sao pouco tranquilisadoras as ultimas noticias
com relacio i attitude do gabinete de S. Petera
burgo.
Servia
O presidente do conseibo de ministros da Ser-
via adopteu urna proposta do seu presidente, o Sr.
Kisticb, tendente a constituir urna commiseio de
16 membros, i So dos de entre aa notabilidades de
tedoa os partidos c encarregada de formular um
prcjecto de revieao da cocstitnicio do pais, pro-
jeeto que o ministerio examinar e apresentar i
ss necio real para applical-a em seguida com re-
IecSo as dieposices vigentes.
O prcgrtmma tracado pelo presidente do conse-
ibo ccnmieeSo abrange differentes qnestes fun-
danentaes.
Trata-ie de t aber ae dever manter-se o tytte-
rta actsal de orna aseembla nnica, cu seria mais
conveniente dividir a bkuptcbina em duas cma-
ras, e neste caso, determinar a cemptaicao da c-
mara alta.
Succede, pore"ro, nlo haver na Servia, ncm cas-
se nebre nt m a da grande propriedade, ejue pos-
ism servir de bate pura urna representaos here-
ditaria, e fcaver, pertanto, necessidade de deci-
dir-8e ee eess asiembla dever Eer formada por
rreio de elei{o, cu por nemescao do re.
A reepcntabilidaae ministerial existe em prin-
cipio na Seivia ; mas falta definir e precisar as |
ccndi^oes da sua applicscao.
Tambim baque estabelecer novss garantias
para proteger o livie exercicio dee direitos politi-
ces. ... j
A censtituicao, cuja revieae, est preparando o
Sr. Ristitcb, de certo modo cus.
Foi promulgada sob a tua regencia durante a
rcenoridtde do re actual, o principe Miln, o qual
fui chinado ao tbrono m contequeneia doassaa-
sirato de seu tic Milctcb.
Mas o Sr. Rittiteh nunca consideren eese tra- nancera, nem mudares as relac.oee do
balbo como definitivo, e j m 1873, estando na j os paizes estrangeiros, ou com es seus proprios
orpesicao, emirehendeu una eampanba a favor | subditos, que nio renda grandes lucros para o
da rcvieSo. ; tisIsr-Ag, sob a forma de grandee propines em
Se nio insisti no seu proposito quando voltou bello metal seante. E" por uso que Haba Bonram
As noticias da Bulgaria sao alvorocadourss :
ccmecoualliasgitacao contra o principe Fernan-
do de Coburgo, que tem receido cartas comamea-
cas de morte : o clero excita as populaces ; e
descobrio se um trama preparado por militares.
Turqnls
A Sublime Porta ] receben resposta de todas
ss potencias sua circular, pedindo-lhes que a
informassem de quaes eram as sua intencoes a
respeito da qnestio blgara
A Austria, a Italia e a Inglaterra declaram lle-
gal, a elcieio do principe Fernando de Ccburgo,
mas nio indicum meios de solucao ; a Frane;a, a
Allemanba e a Russia Umbem declara llgale
aconselbsm a Sublime Porta a mandar sabir da
Bulgaria o principe Fernando. A Sublime Porta
pedio a Russia que expesesee claramente as suas
intencoes a respeito do seu candidato, e telegrapbou
ao principe Fernando de Coburgo, dizendo-lhe qne
a eua presenca na Bulgaria Ilegal.
Ha peucos sb tallecen um dos man impor
tantes personsgers do imperio ettemano.
Chamava-se Hafiz Behram Ag. Era o grio
Kislar-Ag ou ochefe dos eenuecs do sultio da
Turqua, e, por virtude des especises privilegia e
prerogativas o seu cargo, tmha mais poder do
que o proprio Sheide-ul Oslain representante do
Porrheta na trra, e ainda mais do que o proprio
sultio, que vive de minado pelo Larene submettido
is ordene do Kiaiar-Ag.
O individuo que na Turqua exerce o cargo de
ebefe doB eunucos, cmquanto cao passe de um
eteravo mutilado, ten nos negocios politices mais
iniciativa e ponderscio do que muitos res conste-
tucioBaes.
Oe ma* altos cargos do Estado sio patrimonio
seu vendendo os a quem bem Ibo apraz ou a quem
mais d. .
O grande [eunuco fas e desfas gries-vizires,
seraekieres eapitaes-bacbs e muschree.
Nio ha muanca de ministerio, negociscio fi-
J- sultio com
ao poder em 187G, de suppor que tesse porque a
siluacio externa e a guerra em que estava empe-
nhada a teivia centra a Turqua, Ihepaeciam
condi^oes poueo favoraveis para urna modificscio
as lea fundamentaes do seu psiz.
H versa desde o seu ultimo ministerio.
A Servia emancipada foimaum reino indepe-
dente j o estabelecimento dos csmmhos de ferro
era, assim comoc eeu antecesaor, o mais rico mul-
sumsno do imperio
O ouro entrava diariamente cerno um rio cauda
loso pela porta da sua casa. Nio se conceda em-
prego, nem se recebia nota diplomtica que nio
pt gasee de autemio nm tributo propiciatorio, e
sempre importante, ao prmeiro eunuco.
Hafiz-Bebram er* firme partidario da Russia
Foi elle que promeveu a queda, prisio e a desdi-
tem feto penetrar nella a ii fluencia occidental, e j toea morte de Midbat-pecb, o grande rttormaelor
eo poltico mais sabio que tem tido a lurquia;
toda gente sabe que Midhat-pach morreu de
a ligaeao'dus suas tdes com as linbas turcas,
que ba de succeder mais tarde ou mais cedo, le-
var p' lo seu territorio urna das correntes mais
importantes do cenmercio curopeu.
A c< mmistio encarregada de formular o f)TO-
jecto de r. forma da conetitutio ji est norteada,
e toreposta de 16 membros, seudo 4 destes n< u-
traea na poltica, 4 liberaes, 4 radicaes e 4 pro-
greseistas.
Oa quatro membros neutraes foram nemeades
pelo re.
O presidente do ccnselho reeervou a faculdade
de convocar eBsa commissio afim de a instruir re-
lativamente aos seus trabalhoa e Ce abrir as suas
setoea.
Bulgaria
Em vista das diffieuldader que ha para se for-
mar novo ministerio, possivel que o actual gabi-
nete conserve o poder.
A questio da amnista nao est ainda resolvida,
Sorque se receiam as consequencias do regresso
os emigrados.
Nio tem fundamento o beato espalhado de que
o principe Femando pensava em proclamar a in-
dependencia da Bulgaria.
O principe Fernando dirigi ao exercito blga-
ro urna ordem do dia na qual participa que toma
0 comer ando das tropas.
O principe recorda aos Beldades a ssntidade do
juramento, e declara que nenhoma influencia es-
tranba ae dtve manifestar no exercito blgaro.
Esta ordem de dia fn sensacio porque indica
que o principe Fernando est decidido s nio faaer
nenbuma conoessio aos ruseos no que respeita ao
exercito.
No dia 22, depois do Te-Deum, que se cantn
em S-fis, o bispo Clemente proferto um discorso
em que diese que o reccnbecimento virtude do
pevo bnlgsro, o qual noonbecido para com a
Russia pela sua libertscio e existencia ; o prin-
cipe devir pois manter nesfa senda os blgaros,
qce oeste caso tustentario firmemente o tbrono.
O Tmes da que se mallograram completamen-
te es rain9 s da RuBfiia para decidir a Sublime
Pertaa una intervencie activa na Bulgaria, mas
que se prepara em Pbilipcpolis novo, golpe de
atado, f o principe Fernando de Coburgo est
j deenminado.
O Jornal de S. Petertbvrgo aconselba o prinei
pe Fernando de Coburgo a retirar-se da Bul-
garia.
O Dat7y Ttleqraf presume que a Russia nem o
sultao se deciduo oceupsfio militar da Bulga-
ria ; mas, segundo consta ao Morning Pest, a Rus-
ta est pnmpta a preceder por si mesma e coas
assentimento da Allemaaba.
O erto que a drepeits das nevas optimistas
daas por lentes tfficun*, a ina.co d. Bulga-
ria parece complicar-se. Affirma-se qoe o clero
Parece que em Paria ae vai abrir urna tobscri-
poio publica.
unta
Sir Jsmes Fergusson disse cmara dos com-
muns que nio provavel que baja prximo prose-
gnimente das negociacoes concernentes ao Egypto;
mas o governo deseja poder d'alli retirar as tro-
pas britanniess.
Diz um desracho de Tehern para o Standard
qne Ayubkban sabio do lugar onde estava int r-
nada, fugindo para Herat; ha porm esperanca
de tornar a apanhalo.
A'itiianlitiai]
Segundo informae;"es recebidas de Simia, parece
estar completamente reprimida a n-belliio dos
gsnlases contra o emir do Afgbanistan.
Os jornaes inglezes m-stram se inquietos pelas
futuras traraoM* de Ayubkban, do Afgbanistan.
Bhladon I Billn
Des* realieas-se ao mes de Setembro um con-
preaso mdico em WaBtiugtcn. Para dar urna
alta nota da estima, por alguna sabios estrangei-
ros, a commiseio executiva n meou j um certo
numero de vicepresidentes, entre os quaes se
conta Dojardin Beaumetz, para Franca e para
a Italia, o eminente professor napolitano Jemuola.
EXTERIOR
_ gente
tome, se rio envenenado na prisio.
Sua Alteta, que era o tratamento e racial que
tinba o grande unuco, foi tambem o autor da
queda de Saind-pacb, e quem den entrada a
H'aml-pach actual piesidentedo eonselho de mi-
nistros.'.
A morte de Hafiz Bebram Ag produziu grande
senea(KO nos centros polticos e officiaes de Cons-
tantinopla.
Corren logo a noticia de que tinha cabido o mi-
nisterio mais de um pacha metropolitano ou vali
de provincia srraneou as barbas, exclamando
desperado : Allab Eerim L tenbo que com-
prar outra vez o oteu lugar I...
Como quasi todos os eunucos, Hafiz-Bebram, ti-
nba BHBCidooo mais baixo da escala social. Em
geral tio filhos de camponezes, vendidos em crean-
cas por urna ridirulana a commersiautes deate
genera de mercaderas.
Os maia estimados proceden) da Nubia e sao
une bomenzarroes, que, com a idsde vio engor-
dando al ficarem como phenomenos de fera.
Hafiz Bebrm tinha um capricho que dera mui-
to que fallar havia organisado, para seo recreio,
um harem coinposto das maia fermosas virgens
qoe tinha eneontrado nos mercados do imperio 1
E' de veras singular.
__ Turqua conciuo com os Srs. Mauser e Lowe
com connato para a encommenda de 500,000 ar-
mas e 6U,0O' carabinas de ivpetcio, as quaes de-
ve m ter remettidss em blsVe ao governo torco.
__ J vieram pormenores1 acerca do inendioque
este ve a ponto de destruir acidade de Soutari na
Turqua.
O fogo ce mecen no taino principal n'um res-
touront e dentro em penco torneo medonbas pro-
poioois, porque os edificios circumvsinbos eram
vtlhos e de madeira. Havia grande falta de
agua. ,
Oa qoiarteiroea incendiados eram principalmente
habitados per gregos e armenios, ccmmerciantea.
O tomulio e a desordem eram indiscriptiveis.
S 1 hora da madrugada que o incendio esta-
va d. aniado. Tinham ardido 1,500 casas e ator-
ren-m 30 pesise.
O sultio mostreu-se muito impressionado com
o einittro e en qnsnto durcu o iicendio, nio dei-
xon de dar instruccoes aos seus ajudsntes decam-
po para qne eroprtgaitero todos es etforcos em
atalbar o fego.
Depois do incendio o sultio tes distribuir pelas
victimas 3,&G0 liLras esterlinas approximada-
mente.
Urna correspondencia de Conetantnopla sppel-
la para a philsiitropia universal em favor de un-
tos cesgracades que ficaram sem ccota alguma
dos seus haveres.
Correspondencia do Diario de
Pernambuco
PORTUGAL Lisboa, 28 de Agosto de
de 1887
Devo prmeiro qne tudo fazer urna rectificaco-
O artigo monarebico do Sr. Latino Cjeltao a qoe
na minba de 23 me referia e que sahio ua Revo
lucHo de Setembro foi publicado ha 25 anuos E'
o caso, qoetendo a Revolucdo inaugurado ltima-
mente urna s ccSo p.ra reprodusir os artigos mais
notaveia que alli teem apparecido nos 47 aonos
que j conta de existencia j, rualistica, taes como
de Jos Estevas, Antonio Rodrigues Sampaio, etc.,
reeditou ba diss, sem declaracio quaato data,
esse tal artigo de um dos mais convictas mtimbroa
do directorio republicano, o Sr. Latino Cielho.
Dis que foi por lapao que assim appareceu.
Confesso tamb> m o meu peccado. Nesse dia
nio li a Revolucao e errei por informaces repro-
dusindo at alguna perodos do famoso artigo. Ca-
birain mais alguna jornaes no mesmo equivoco ou
logro, pondo muito em relevo a ultima euppssta
reviravolta do nosso eminente estylista.
Durou 24 horas apenas o logro, so logro real-
mente bouve. O Setuto protsico em altos gritos
Sao o Sr. Latino Coelbo est firme como urna ro-
lla e que nio paisa outra ves para o canipi dy-
nastico. Replicaran) lhe os jornaes que tiuhtm
acreditado, ou fiBgido acreditar naquela novissi-
ma eonversio ou evolucio do Sr. Latino, que, se
nio voltou para a monarchia, poda voltar e seria
bem recebido. Palavra puxa palavra, travou se
polmica e armou se questio a falta de mais im-
portante assumpto, por isso, fechadas as cortes,
preciso qne o jornalismo diario explore todas as
occnrrenciaa para ter em que fallar, visto que
nosso joroaliamo entende que ok absoluta neces-
sidade faser poltica todos oa das, e nio dei-
xar um s dia Bem dar artigo editorial, ou de fondo
como se lhe chama aqu.
0 caso do asaasainato do artista hespanhol
no Roco, tragedia que Ibes narrei e que est en-
tregue accio dos tribuoaes, continua a servir de
thema para largas coneideraceJes da imprensa.
Nio o caso em si, mas a praga dos (distas e o pe-
rigo constante em que andacn os cidadios inermes
de serem victimas da naval ha traicoeira de taes
meliantea.
Parte da imprensa clama contra a polica, como
se ella toase culpada da sua m organisacio ou
de ser pouco numerosa para urna cidade cuja rea
tem crescido enormemente depois da ultima remo-
ou lacio do municipio de Lisboa.
Urna serie de bem pensados artigos das Nov'da-
de provou at mais funda convicclo qoe a ori -
gem de tantos e tio repetidos crmes desea nata
reza nai est precisamente no servico policial,
pois nio possivel colloear um agente de polica
junto a cada criminoso, mas sim na nessa legisla-
rlo criminal, que nio toma para base da penali-
dade a reincidencia, como j nota em oatros cdi-
gos penses estrangeiros. O ultimo cdigo penal
portugus ainda foi mais benvolo e indulgente
neste ponto para com a vadiagem.
Urna simples multa de des tosto?s atira nova-
mente com o vadio ou malandro para o ignebil
meie em que vegeta e onde exerce profiseoca in-
coofessaveis, hediondas finalmente Ha gatuno
que tem ido qoinze e mais vezes, so tribunal e
posto, de cada vez que l vai, em liberdade...
para recomecar. As aotoacoes aos coeheiros
outra historia. Psga ae multas quem qoer; al-
gum carroceiro lorpa que toma aquillo a serio.
Milbarcs deltas ficam sem se Ibes dar mais segui-
mento de que reeeber o multado urna euia commi-
natoria para entrar com es tantos res na Boa-
Hora. Mas os rscrivies criminaos nio promovem
o andamento deesas miserias porque tem sempre
nos seus cartorios cousa de mais peso e chorme
que Ibes abeorva de preferencia as attencoes.
Sendo as Novidades um dos orgios do governo,
de erpsrar que a revelscio, sustentada em esta-
tisticas, de tio lastiar so estado em qoe se encon-
tra a questio, venha a ter, por conclosio, alguma
roforma importante sobre o assumpto.
Agora, ba pencos dias fui nomeada urna grande
commiseio composta de magistrados e engenheiroa
para propr ao governo o plano de tos edificios
para es tribunaes de juttica, tomando para re-
ceita d'onde hsjam de fazer-se as respectivas des-
pezas, a venda dos velos e repugnantes edificios
da cadeia do Lmoeiro e da Boa Hora, no antigo
Pote das Almas. Tem-se cscripto volotees de de-
olaracGes acerca d'aquelles dons famigerades an-
tros, que envergonbam a capital 6 o paiz.
El-Rei mandn communicar, pelo ministro
das obras publicas, administracio do caminho de
ierro de Mirandella, que por occasiio da sua pr-
xima viagem ao norte, tenctono. inaugurar solem-
nemente aquella linha Fos-Tua. A inaugura-
cao deve realiaar-se entre 20 e 25 de Setembro
prximo.
N'oese dia percorrerio a linha 24 carruagens,
fra o e-alio real, e centa-se que poisam trans-
portar 590 passageiros. Ser offerecido a SS. MM.
um almcco em Mirandella.
Foi exonerado da commissio de segundo
comraandante da escola de marinheiros o Sr. Fer-
reira de Almeida, que dentro em poneos dias ter
cumplido a pena de prisas a que foi condemnado
pela cmara dos parea como Ihes communiquei na
minba ultima.
Dizem algumas folbas da opposicio, que a de-
miaaao d'aquelle cargo naval tem por fim o fazer
embarcar o Sr. Ferreira de Almeida pera alguma
estacio de frica. Apesar de todo... nio creio
que se leve tio longe a persegnicio.
Partiram ante-hontem para o Para o Sr.
Jayme da Gama Abreu e sua esposa a Exma. Srs.
D. Adelia. Muitos amigos do sympatbico moco
foram ao bota-fra, indo algqns at deCintia onde
se acbam veraneando.
J veio devolvida da comarca de Cintra a
deprecada que para alli se tinha expedido, afim
de serem avalladas aa propriedades rusticas e ur-
banas n'aquelle eonselho, bem como os quadros,
objectoa de arte e tudo mais que faz parte da
hersnea de El-rei D. Fernando, tanto o que j
exista em 10 do Junbo de 1869, como o que foi
adquirido depois d'easa data, at do fallecimento
de S. M.
A parte urbana foi avahada em 90:119/000
fortes, sendo precedido o relatorio, apresentado
pelos louvado" das seguintes considerares, quando
se refere ao pnlacio da Pena:
Esta importante couatruec;ao, situada no cume
de um dos montes da serra de Cintra, aonstitue,
j pela sua posicio, j pela grandi. sa das suas
Hbas, urna habitacio principesca, podondo-eejul-
gar sem igual no seu genoro.
Se o antigo convento, que foi coueervado, pre-
fasa urna obra de arte, por ter sido edificado na
poca em que o renascimento da archi lectura veio
trazer ao nosso paiz um cstylo puramente nacio-
nal, em virtude dos attributos caractersticos, que
facem parte da decoracao e que assignalavam as
descobertas de tio gloriosas pocas, as construc-
cojs que se lhe foram annexando vieram completar
este tio importante monumento. >
Os Srs. Joio Jos Nones, Joio Maria de Ma-
galbies e Francisco Hades Margiocb, eacsrre-
gados de avaliar a parte rustica que comprebende
o parque da Pena, e todas as propriedades an-
nexas, que oceupam urna superficie ae 200 ncta-
res, avaliaram tudo em globo, por isso que Ibes foi
imoossivel faz< l-o separadamente, na quantia de
447:506/200 (fortes); mas que porrudo o custeio
ordinario e mais encargos anouaes d'aqupllas pro-
priedades elevara-ee quantia 6:000/000 (fortes),
se lhe deveria descontar urna verba de 100:000/,
oo um capital, que ao juro de 6 por ce-nto, corres-
ponda as referase despeina podendo portante fiear
a avaliacio redusida a 374:506/200 feries.
O certo que o custeio do parque da Pena foi
avallado muito baixo, porquanto o Sr. D. Fernando
gastava com elle annuslmente 12:000/000 fortes.
O valor dos quadros, a carga dos louvados Srs.
Adolpbo Cesar Medeiros Greno, Antonio Carvalho
da Silva Porto e Antonio Manoel da Fonseca o
seguinte:
No palacio da Pena: J existentes em 10 de
Junho de 18692:791/500.
Quadros adquiridos depois d'essa data 500/000.
No chalot da Sra. Condessa de Ella :Quadros
adquiridos depois d'esea data 121/600.
Na quinta da Abeiheira Quadros que j exis-
tiam no dia 10 de Jnnbo de 1869 51/000
JA se ceneluio a avaliacio dos bens mobiliarios
existentes no conseibo de Cintra e pertencente a
m*sma heranoa.
Os que existem no palacio da Pena que j fa-
ziam parto do casal quando o Sr. Fernando pas-
een a segundas nupcias, foram avahados era...
i5:533/340 fortes.
Os que foram adquiridos depois, ato desde
10 de Junho de 1869 at data do fallecimento,
foram avahados em 9:013/980.
Os qne existem no chalet da Sra. condessa
d'Edla, e que j fasum parte do casal em 10 de
Junho de 1869, foram avahados em 564/800.
Os adquiridos depois daquella data, em.....
2:170/000.
Os que existem no chalet Pequeo, e que j
perten.iam ao casal em 10 de Junbo de 1869, em
244/500.
Oa adquiridos depois daquella data em 62/900
Os que existem na quinta da Abeiheira, antes
do segando casamento, foram avahados em....
207/700.
Os adquiridos depois, em 196/700.
Os existentes no predio de S. Miguel e que j
eram do casal antes do segando casamento, em
83/200.
Os adquiridos depois, em 181/900.
Alguna livrss que existem no palacio da Pena
foram avahados em 183/103.
O inventario, visto acharem-se concluidas as
avaliaces, vai seguir agora os seus termos rega-
lares .
Actualmente estio na Escoesia, junto do
conde e condessa de Pars e dos principes de Or-
leans, Suas Altezas Reaes o principe D. Carlos
e a prneza D. Amelia.
Suas Altezas devem sabir de Inglaterra para
List i, no dia 9 do prximo Setembro a bordo da
corveta Affonso de Albuquerque.
Tomou posee, ba dias, do cargo de governa-
dor da compaahia geral do crdito predial portu-
tugesa, o Sr. conselheiro Jos Luciano de Castro,
presidente do conseibo de ministros e ministro do
reino.
Este importante lugar, foi por muitos ana s, oc-
cupado pelo duque d'Avila e Blame, e por morte
do duque, por Pontea Pereira de Mello.
Vai ser nomeada ama commissio para esco-
Iher o local do porto-franco oa entrtposto com-
mercial em Lisbcia, estudar o pUno das obras e
fazer oj regolamentos fiscaea neceasarios
O ministro da fazenda conviiou a Associacao
Provincial a nomear dois directores para faserem
parte da commissio.
O facultativo ebeft! de estatistica medica do
ministerio da marinba, Sr. Manoel Ferreira Ribei-
ro, foi nomeade adjunti do conselheiro Jos Joa-
quien da Silva Araado, commissario de Portugal no
congrego internacional de bygiene e demographia
que ba de reunirse a 26 de Setembro prximo em
Vienna d'Austria.
Pjr decreto de 18 deate mez foram nomeadoB os
individuos que bio de fazer parte das commis&oea
districtaes ae estatistica, creadas janto de cada
um dos governos civis do continente e Ibas ad
jaeentes.
Fallecen no Porto e antigo livreiro e editor
Joio Eva-geliata da < ros Coutinbo.
O Sr. Dr. Henrique Midosi, professor do in-
stituto commercial dn Lisboa, foi nomeado delega-
do do gjverno portugus do congresso internacio-
nal de direito commercial.
Foi ante-hontem pedida pelos Srs. condes de
Villa Franca para seu filbo primognito, o Sr. D.
Luis da Costa Souza de Macedo, a mi da senho
ra D. Elosa da Costa Moraes, tilba do consol de
Portugal em Cadis, o Sr. Joio Damaceno de Mo-
raes
Est justo o casamento da filha mais nova
do Sr. visconde de Ervedal, D. Maria da Concei-
c,ao Lobo de Castro Pimentel, com o Sr. Jos Joa-
quina RiOeiro Rosado.
Mo dia 16 de Outubro, anniversario natalicio
de S. M. a Rainha fas-se a inaugnracio cfficial
dos trabalhos do porto de Lisbda.
O empreiteiro dar a msior solemnidade Aquelle
acto. Os trabalhos comecario com toda a torca
no dia 17.
Cemeceu j a medicao kilomtrica da linha
frrea de Torres Vedras a Leira, feita pela com
panhia constructora afim de se realisar em 10 de
Setembro prximo a inspeccio definitiva e ser a
linha entregue companbia exploradora.
Do dia 10 em diante comecar o aervico em to-
das as e taces intermediarias at Leira.
Foi assigoado um decreto mandando crear
mais obrigseoes de 5 por cento, alm das 8.000
que j tinham sido creadas para eonversio dos
ttulos de 3 por cento.
Tem despertado nos officiaes portugueses o
maior interesse os progrmense dos exercicios do
outono da 1* e 4* divisos. Consta quo sera per-
mittido aos dos campos da provincia o virem aa-
sistir a essas manobras, que pela primeira ves se
fasem entre dos com um fim instructivo.
Appareceu o plylloxera na ilha de Fayal.
as ilhaa de S. Miguel e Terceira j esse flagello
se havia manifestado.
Foi agraciado com o ttulo de Visconde de
Sancbes de Farias o dstncto escriptor David
Correia Sancbes de Farias.
Vio adantadissimos os trabalhos de estudo da
projeetada linha de ferro que devia ligar Chavea
com a Regoa, e de crer que antes do fim do mez
eejam ultimados em todas as sesses.
O tracado entre a Porte lia de Sabroso e Vida-
ge, de bastante traba lbo, por causa do desenvol
vimento preciso para vencer a grande differenca
de nivel entre o pequeo espseo da Portella e a
veiga de Vidago, torna-se curioso pelas suas mui-
tas reversoes, e assim quem cstiver colloca-
do em (Jura, na estrada que segu para Chaves,
deve ver o comboio passar tris vezes a pequeaa
distancia e em frente urna das outras, desde a
serra do Pereiro at atravessar a mesma estrada.
A extensio da linha da Regoa a Vidago deve ser
de 14 kilmetros. De Vidago a Chaves serve o
tracado j feito para a linha do Tuarga. Sio es
tas aa ultimas noticias sobre o caminho de ferro
do Corgo.
O presidente da cmara municipal do Porto
e chefe n'aquella cidade do partido progressista,
Dr. Frnctuoso Ayres de Gouvea Osono, falleceu
repentinamente ba poucos das.
Era irmio doRevd. bispo de Bethsaida, D.
Antonio. Seu outro irmio Francisco Ayres esta-
va as Calcadas. A vinva do finado achava-se
em Ve use Ha. Seu irmio, Luiz Ayres e o bispo D.
Antonio foram logo avisados, mas quando chega-
ram tncontraram o cadver do irmio que tan-
to estremecaos.
O Dr. Jos Fructuoso Ayres de Gouvea Osono
tinha completado 60 annos em 11 de Maio. For-
mado em medicina pela Univera'dade de Coimbra,
frequentou depois a Umversidade de Edimburgo,
onde se doutorou.
Lente catbedratico da escola medico-cirurgica
do Porto, regia cem proficiencia notavel a cadeira
de bygiene. Era condemnaao com as commendas
da Cooceicio, de Cbristo e da Leg'io de Honra
Pertencia amara dos pares, para oqu-1 tora
eleito pela distncto do Porto. Occupou durante
largo tempo a presidencia da AsBooiacioCummer-
cial e deserapenhava ltimamente o cargj de pre-
sidente da cmara municpal.
A impresf ao causada no publico por tio impre
visto acontecimento das mais vivas e dolorosas.
Em signal de luto fecharam-se os pacos do eonse-
lho, o laboratorie e todos oetabelecimentos depen-
dentes do municipio. Em todas as aulas munici -
paea bouve feriado durante tres dias, sendo sus-
pensos por igual tempo os exames de instruccio
primaria elementar que se estio alli proceendo.
A sociedade de instruccio do Porto fechou
tambem as suas portas em signal de luto pela
morte do seu presidente-fundador e fez-se repre-
sentar nos otficios fnebres, dirigindo para eese
fim convites eepeciaes aos aos seus socios.
Todas ss obras do municipio do Porto foram sus-
pensas por dous dias. O funeral d'esse prestante
cidada-j f*i imponente. No prestito viam-se as
peasoas mais conspicuas daquella cidade e gran-
de numero de individuos de todas as classes. A
vereacio foi encorporada dar os pezames fami-
lia do i Ilustre finada, mas como j todos se tives-
sem ausentado de casa, deixou por escripto a ma-
oifestac&o da ana magoa
Os j.rnaes tm publicado o testamento do fal-
lecido em que ba importantes legados. E' teste-
menteira a Exma. viuva e na tua' falta seu irmio
bispo.
A desercio de Lisboa quasi geral. E' f-
ra, as caldas, as praias, as villegiatoras que
se encontra gente conhecida. O theatro da Trin-
dade, quo era o ultimo, refugio para se fugir A
semsabcira da capital, esse mesmo estar aberto
por poneos dias apenas.
Esquecia-me dizer-lbea que a luta entre as fo-
lbas serpaceas e barjonaceai prosegue cada vez
mais asaanbads. As adheaes ao grupo do Sr.
conselheiro Borjona de Freitas augmentara de dia
para da em numero e qualidade. As folhas ser-
paces alardeiam as suas columnas listas de no-
mes provincianos que tem adherido A sua ban-
deara.
KhViSTA DIARIA
TeletrammaDa secretaria da presiden-
cia nos reinetteram, para publicar o seguinte tele-
gramma, recebido 8 do corrente mez, pelo Exm.
Sr. presidente da provincia :
Nio ha novidade.
Com data de bontem recebeu Sua Alteza Re-
gente telegramma de Sua Magestade o Imperador
saudando-a pelo dia anniversario da independen-
cia. Sua Magestade continua va bem. >
Imperial JMarintielroA S. Exc. o
presidente da provincia, dirigi bontem S. Exc. o
ministro da marinba o seguinte telegramma;
Marinbeiro na barra do Rio Doce, o qual ia em
viagem para os Abrolhos em commissio hydro-
graphica examinar um banco de coral. Nao se
destinava a Fernando de Noronha. Pereceram
tenente Trifeno, guarda-marin Mello Alves,
dous machinista8 e nove pracas. Navio comple-
am ente perdido.
Aalorldadea policlaesj.Por portara
da presidencia de 6 do corrente, e propista do
Dr. chefe de polica de 3, fui nomeado nara o lu-
gar que est vago de subdelegado do districto de
Palmeira do termo de Garaubuns o alteres Jes
Antonio de Moraes.
Por portaras da mesma data e propostas do
Dr. chefe de polica de 5, foram nomeados Joio
Geraldo de Carvalho Sobrio! e Simoes Geraldo
de Carvalho Filbo este para o lugar de subdele-
gado do 1- districto do termo do Ex e aquelle
para o de 2 snppleoje do delegado do referido
termo, em substituicio o primeiro de Miguel de
S Barrete e o segundo de Jos Dias Prente,
este por na* ter aceitado a nomeaci'>e aquelle por
ter-se mudado para a provincia do Cear.
>^s>tcenc.sPor portara da Presidencia, de 5
do corrente, foi prorogada por 30 dias, sem venci-
mentos, a licenca, etn cujo gozo se acha o enge-
nhero da repartcao das Obras Publicas, Joio
Pinto da Silva.
Saufratrio Os telegrammaa de nosso corres
pondeute na corte e da Agencia Havas, publicados
na respectiva seeoio, noticiara ter naufragado, fi-
cando completameute perdido, o imperial Afari-
nke ro, cruzador da nossa marinba de guerra.
O naufragio se den ante-hontem na barra do
Re Doce da provincia do Espirito Santo, onde
existem algumas ilhotas e cachopos perigosos, de-
nominados Chaperes.
Morreram no naufragio o 2. tenente Trieno de
Oliveira, guarda-marinba Francisco de Paulo Mello
Alvea, dous praticaotes de machinstas, Trederino
CandiJo de Andrade e Francisco Dias Braga e
nove pracas.
O cruzador fra designado pelo ministro da ma-
rinba para urna eomstissio soientifica, reclamada
pelo Bario de Tefi, director da reparctiio Hy-
drographica do Ministerio da Maraha.
Tendo nm navio francs ao pasear pela barra
do Rio Doce tocado em um baixio no lugar em que
a carta martima marcava profundidade bastante
para dar passagem a navios de calado igual ou
maior do que o da embarcacio francesa, fei disto
sabedor o almirante francs Moucher, actual direc-
tor do Observatorio de Pars.
Mr. Moucher, que ha cerca de 20 annos, proce-
der a sondagens na costa em que este baixio f-
ra agora encontrado sem que naquolle tempo o ti-
vease descoberte, indicou ao Bario de Teff a po-
bico astronmica, que o commandante do navio
francez notara, e pedio para que pela reparticio
hydrographica fosse verificada por meio do sonda-
gem a existencia desse baixio e determinada com
precisio a sua posic/o.
Para acceder ao pedido do almirante francez,
requisitou o Bario de Teff am navio que fosse
proceder A sondagem do lagar indicado.
Foi designado para essa commissio o Impe-
rial Marinbeiro, embarcando nelle o 1 tenente
Arthur Indio do Brasil e Silva, 3 ajudante da
reparticio hydrographica.
Commandava o cruaador o capitotenente Joio
Carlos da Fonseca Pereira Pinto. Sua guarnicio
se compunha de seis officiaus, um cirurgiio, um
enfermeiro, um official de fazenda, um fiel, cinco
machioistaB, tres officiaes de apito, dous artfices,
dous cozlnbeiros, um despenseiro, dous creados e
oitenta e quatro imperiaes marinheiros.
A sua artilharia constava de dous canhoes
raiados de calibre 9, seis de calibre 32 e duas me-
tralhadoras de 25 millimetros. Calava a r 3,50
metros d'agua e avante 3,10.
A machina era de torca de 150 cavallo de va-
por.
Era construido de madeira.
AaaaaalnaloPor telegramma dirigido ao
Dr. chefe de polica e expedido de Cinhotinho toi
communicado que hontem a tarde no lugar Las de
Canhotinho tora assassinado por um grupo de cri-
minesos o tenente do Corpa de Polica, Bellarmino
Pinto de Paiva, que voltava de Alaga de Baixo,
onde era delegado de polica e commandante do
destacamento alli estacionado.
Homem activo e trabalhador, enrgico e dedi-
cado ao aervico publico piestoo relevantes servi-
cos a polica, desempenbando sempre com zelo e
legalidade as commissoes de que fora incumbido.
Deixa numerosa familia a qual lega a pobreza e
a honradez de seu nome.
Tribunal do Jury do Becife Ten lo
hontem comparecido nrete tribunal 19 jurados,
nio pode ser installada a aessio pelo que proce-
deu-se ao eorteo sendo sorteados os seguintes ju-
rados supplentcs:
Freguet'ux do Rerife
Adolpbo E. da Costa.
Manoel Bruno da Silva Guimaries.
Jo? Salvador Ferreira B.
Raymundo Soares da Silva.
Freguez-a de Sanio Antonio
Alfredo Jos Pereira.
Antonio de H. Cavalcante.
Antonio J. Feiippe Santiago.
Dr. Joio Lins Cavalcante de Albuquerque.
Manoel de Araujo Lima.
Thomaz de Aiumo S. Loureiro.
Freguezia da Boa-Vitla .
Eugenio Lauro M Magalbaes.
Grdeio Forjas de Lacrela Filho.
Joio A. Hollanda Cavalcante.
* Jos Joaquina Coelbo.
Julio Cesar C. de Albuquerque.
Juaquim Mauricio Wauderley.
Dr. Manoel Gomes Argollo Ferrio.
Virgilo JobA da Motta.
Freguesa da Graga
Eduardo Pacipbilo M.
Francisco Vieira Leal Braga.
Jos Rodrigeos Al ves.
Joio Carlos Ferreira.
. Manuel P.-drodeS. Braga.
Victorino A. de Alcntara.
IVejruesia de Afoqadoa
Artbur Hermes M. da Silva.
Francisco M. Baserra de Vasconeellos.
Ildefonso Vieira da Cunha.
Pedro Rodrigues de Souza.
Fregueaa do Poqo
Dr. Carlos Augusto Mavignier.
Foram asaltados em .20/ diarios todos os juises
de tacto, que teudo sido notificados, nio teem
comparecido is sessoes.
< lu cario tomes-Esteye esplendida
a feeta, que realisuo este Club no dia 7 do cor-
rente tm aolemnisacio do 8' anniversario de sua
natal lacio.
O vasto sali estava completamente preparado
para a reahsacio da festa.
Devidamcnte ornamentado, o sali regorgitava
de convidados ; cerca de dusentaa senhoras e oa-
tros tantos cavaihbiros da nosaa melhor sociedade
uccapavam o sali em que teve lugar o concert
vocal e instrumental, que foi brilhaotemente
executado em todas as soss partes, agradando
summamente o desempenho pela banda de msica
do Club da ouvertura do Guarany.
A direccio do Club eanjcrou-Be em proporcionar
aos seus convidados testa tio sgradavel, sendo
notaveis es esforcos do seo digno secretario, Sr.
Paulo Casanova, que toi incansavel em obequioa
e attencoes aos que alli foram.
Comecou a festa as 8 horas e terminou depois
de meia noite, retirando-se todos muito satis-
fetos.
Tirando agua. A's 5 horas da tarde do
dia 5 do corrente e em casa de Joaquina Jeronymo
de Souza, morador A roa do Costa do 2 districto
do Poce da Paneila, succed^u cabir dentro de orna
cacimba, existente em dita casa o menor Adolpbo,
na occasiao em que tirava agua da mesma cacim-
ba, resultando diste morrer aspbyxiado por sub-
mersio.
O subdelegado respectivo fes proceder a visto-
ra no cadver e s diligencias legaes, verificando
ter sido o facto casual.
Que armamento. O subdelegado ds 1*
districto da freguezia da Boa-Vista, remetteu 4
Reparticio da Polica 5 facas de pontas, 4 nava-
Ihao, 3 caivetes, 2 compacos, 2 estoques, 1 bayo-
neta e 1 espelo, armas estas tomadas a diversos
desordeiros a'aquel le districto.
Inquorlto. Teve o conveniente destino o
inquerito policial procedido contra Pedro Celestino
Jos dos Santo*, por crime de furto, praticado no
dia 5 do corrente.
Poelra daa rasa.Moradores e negocian-
tes da ra e largo da Santa Cruz reclamara da C-
mara Municipal providencias afim de que a varre-
duia da ra seia feita era outra hora, que nio a
em que fszem alli durante o da, pois di logar a
levantar-9 nuvens de poeira, que muito incommo-
dam ao habitantes e causam prejuizosaos estali:-
lecimentos commerciacs.
Merecem ser attendidos.
Crime a punirAcerca do facto narrado
sob este titulo na Gazelilha do Jornal, em 4 do
crtente, procedeu a polica s diligencias legaese
c J[auto nio se tivesse dado prisio em flagrante,
nem fosse grave o ferimento, resultante do tiro
disparado durante a luta entre o guarda cvico
n. 33, Manoel Antonio da Silva e n desordeiro da
nome Joio Pinto, que surrava a mii > dito guar-
da n'aquella occasiio, resolveu o DiTChefe de po-
lica eliminar o referido guarda e recommendou
quo se dsse destino as diligencias procedidas.
EjtbertacCe*Alm das maltas cartas de
liberdade concedidas em bomenagein ao jubilen
sacerdotal do S. Padre Leio Xllf, por ui ji pu-
blicadas, consignamos mais as seguintes outorga-
das pelo mesmo motivo.
Pelo padre Jos Porphirio Gomes (de Taman-
dar) 4; pelo padre Mauoel Jeronymo Cabral, de
Maco, no Rio Grande do Norte, 3; pelo padre
Auto-iii Generoso Bandeira, ds Itamb, 3; pelo
padre Fausto Freir de Carvalho, ex-vigario de
Agua Preta 1 ; pelo padre Joaquim Avelino Ca-
valcante, Jo Pilar da Parahyba, 5; pelo padre
Antonio Graciano de Araujo Guarita, vgaro de
Gamelleia, 1; pelo padre Manoel Joaquim da
Silva Chacn, de Curraes Novos no Rio Grande
do Norte, 1; e pelo padre Antonio Januario da
Silva, par occasiio de tomar posse da nova fre-
guezia de Alage> Secca 1.
Outrosim por occasiio da visita qne fez o Exm.
Sr. bispo diocesano A povoacio da Guarita na
Parahyba, coneederam liberdade a todos os escra-
vos que pessuiam a Exma. Sra. D. Celestina Flo-
rentina Meira e os Srs. Seraphim Herculano de
Souza Marinbo, Joaquim Marinho de Souza Rolim
e Joto Justino de Paiva.
Horren repentinamenteNo dia 7 do
eorrente falleceu repentinamente no lugar Janga-
da* do 2 districto de S. Jos o individuo de nome
Jos Bernardo d-: Oliveira, com 45 annos de
idade.
O Sr. Dr. delegado de polica mandou proceder
exame medico no cadver e verificaran! os Drs.
Gama Lobo e Souza, que a morte fra occasiona-
da por urna embolia, e que a superficie do c :rp j
nao offerecia vestigio algum de lesao material.
Partidlo republicanoPedem-nos a pu-
blicacio do seguinte:
Conforme fra noticiado, realisou-se no dia 7
de Setembro, s 5 horas da tarde, nesta capital, a
primeira sessiodo Con_resso Republicano con-
vocada pelo Centro de Pernambuco .
A sala estava repleta de cidadios, quando a
mesa, oceupada pelos Srs. Drs. Mirtius Janior,
Nilo Pecanha, Dr. Albino Meira, pbarmaceutico
Martiniano Veras, e Dr. Pinto Peasoa, entendeo.
dever dar comeco aos trabalhos.
Eotio o honrado Sr. presidente da commiasia
executiva abri a sessio, depois de explicar con-
ssamento os intuitos do centro, convocando aquel-
la assembla, que devia resolver sobre 8 marcha
e definitiva orgauisacao do partido republicano
nesta provincia, segundo pedido feito pelo eonse-
lho federal reunido na corte do imperio, e do qual
fazem parte Saldanba Marinho, Quintino Bocayu-
va, Campos Salles, Pruiente de Moraes e mais
summidadea democratizas do paiz.
a Depois de orarem os cidadios Dr. Albino
Meira, Faustino Porto, Nilo Pecanha e Alfredo
Falcao, fai unnimemente aclamada a idea de que
ficava de urna vez organisado o novo partido, sem
allianca ou laco de uniio com qualquer collectivi-
dade monarchica.
o Em seguida foram delegados commissio
executiva poderes ampios no sentido do desen-
volvimiento da propaganda, quer taconea, quer
pratica. Assim, ficou assentado que se devia con-
tinuar a manter um orgao na imprensa pernam-
bucam ; encetar urna sene de conferencias publi-
cas ; e finalmente, organisar, as diversas locali-
dades da provincia, directoras que agiasem acti-
vamente pela victoria dos principios da moderna
philosophia poltica .
Depois o cidadio Nilo Pecanha aprsente
urna mocio, que foi unnimemente aceita pelo
congresso.
Immediatamente discutic-so tambem se era
conveniente, n'aquella sessio, resolver se sobre a
posicio que os republicanos do l- districto devem
tomar no pleito eleitoral de 14 de Setembro pr-
ximo. Sobreest propiata oraram os Srs. Chris-
piniano Huarque de Macedo, Drs. Albino Meira e
Cysneiroo de Albuquerque.
E atteudendo se importancia a gravidade do
assumpto, e ao facto de se terem algumas pessoas
retirado por j estar a hora adiantada, ficou as-
sentado que se devia deliberar sobre a qu -stao em
reuoiio especial, que se deve effectuar boje As 5
horas da tarde.
Em seguida o cidadio Alfredo Varella apre-
sen tou urna mocio que foi logo acclamida.
< Depois de algumas consideraces do Sr. Nilo
Pecanha sobre a idea separatista, que ora Be avo-
luma em S. Paulo e das cousequeneias que ella
ple trazer causa republicana, o Sr. presidente
t)r. Martina Jnior encerrou a sessio solemne do
congresso, a qual compareceram nio s oa repu-
blicanos do Recife, como tambem muitos do inte-
rior da provincia.
Iiiberdadea De Agua Preta escrevem-
nos :
Reunidos no paco da Cmara Municipal de
Agua Preta, A 8 do crrente, os mais intrepides
agricultores do norte de Pernambuco, Dr. Cor-
neho da Fonseca Lima, msjsr Pedro M. daS.
Lessa, coronel Anteogenes Affonso Ferreira, Pe-
dro Miliano da S. Lessa Filho e Salastiano Lessa,
depois de competentemente assignado um con-
tracto de prestacio de servicoe por tres annos,
deram liberdade condicional A ultima fraefio do
seus escravisados, canstante de 52 pretos, ainda
mocos e bem nutridos.
a Consta-nos tambem que o Ilustre Sr. Joa-
quim VerisBmo d Reg Barros, brevemente li-
bertar incondicionalmente o resto de seus escra-
vos, em numero bem avantajado, Sa assim,
gloria aos agricultores de Agua Preta, que foram
oa prixeiros a dirigir Cmara dos Srs. Dipu-
tados a representaba o, que pedia a abolicao da
escravatura dentro do prazo de 5 annos !
H mra aos benemritos cidados que, embora
de poltica contraria ao ministerio Dantas, tive-
ram a en.'rga de pugnar pela grande reforma
social dos nossos dias.
EsjpertalboHontem s 2 hores c meia
da tarde um dos caixeiros do Sr. Gurgel do A.'na-
ra 1 vio que estava a comprar fazenilas na loja de
Sr. Joiio de Azevedo, ra do Duque de Caiias,
um moco em mangas de camisa, sem chapeo o de
chiuellos, a quem, havia dous dias, vender 16 co-
vados de metin e nao lhe pagara, mandando Janear
a importancia em conta do Sr. Manoel Antonio da
Silva Ismael, de quem se dssera caixeiro, e veri-
ficou-se depois ser inexacto
Vel-e e prendel o foi obra de um instante, e obra
meritoria, pois concorreram para auxilial-a todos
quantos souberam do Ilcito meio de vida, que
abracava o improvisado caixeiro. _
R* este branco, magro, de pouco mais da W an-
nos de idade e ehama-se Antonio Gomes oonhe-
cido pelo appelldo de Pinguinho-
No mesmo dia em qus levara o metim da cas.
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-r
Diario de PernambucoSabbado 10 de Setembro de
do Sr. Gurgel do Amaral, conseguir obter i e
meio covados de setim na loja das Srs Mendei *
C. ra do Cabug.
Provavelmente nao foram t estes os negocian-
tes lando*. Vendo um homem com trajes de cai-
xeiro, que declara virem nome de outros negocian-
tes peasoas de rdito, qual o logista que no.ca-
hiria n'um laco to bem armado ?
Ao Sr. Julio de Azevedo ia levando o esperta-
lho, se nao fosee a intervnolo do caixeiro do Sr.
Gurgel do Amaral, 25 c ovados de setim.
Pinguiuho homem de m vida e j assignou
termo d-j bem viver nafreguesia de 8. Jos.
A Caraia-B' este o nome de urna linda
polka, ltimamente executada pelo Club Carlos
Gomes, e qua acaba de ser publicada, para piano,
pelo estabeleciment de msicas do Sr. A. J. de
Ase ved o.
E' arrebatadora.
As)S)cico do* s?uuc-ionro Pro-
vlsclaesi de PersaassabacoEm sessao de
assembla geral, rennir-se-ha hoje, extraordinaria-
mente esta associacao, s 5 l\2 horas da tarde, em
ana sede ra do Imperador n. 71, afim de tratar
da reforma dos respectivos estatutos.
Importante como o assumpto que determinou
a convocarlo da referida assembla, de esperar.
que ella concorra grande numero de aasociadoa
'"maullarDdsta localidade eacrevem-
nos :
> Victima de antigoa padecimentos fallecen
aqni no dia 4 do corrate o Sr. Manoel Antonio dos
Santos pai do digno professor deste lugar o Sr.
Casimiro Lucio dos Santos, a quem enviamos nos-
sos sentimentos assim como aoa de mais membros
da familia.
O finado contava 92 annos de idsde e era ho -
mem trsbalhador, honrado e bem quisto
Fallecltnenlo No Alagos de Maeei, le-
le o aeguinte :
A populacho desta capital foi hontem doloro-
samente sorprehendida com a inesperada noticia
de haver fallecido, em sua residencia, nesta cida-
de o noaso particular e diatincto comprovinciano
e amigo, o Dr. Miguel Policio Basto da Silvajuis
de direito da comarca de Traip nesta provincia.
8orprebeudido por molestia mortal, no meio oas
aleopjas que lhe povoavam o lar, o nosso collega
suecumbio inesperadamente, hontem, meia noite,
quando rrTnqown poderla esperar que to cedo loa-
se elle arrabando familia que o adorava, aos
amigos que o estremecan!.
Quem conhaeeu o Ilustre magistrado que desap-
pareceu hontojm do meio de nos, quem comparti
o modo ameno, a affabilidade invejavel, a illus-
traco solida daquelle cavalheiro do maia uno tra-
to, bem comprehender o profundo s intmenlo
com que eacrevemos as presentes linhas.
Pagamoa ana memoria de bom e leal amigo,
de exemplar chefe de familia e de excellente ci-
dadao, o preito divido polos seus comprovincianos
que sabiam devoras aprecial-o.
A' aua Exma. familia noasos muito sinceros sen-
timentos.
Ao Sr. Dr. Pinto Pesaos, prente do finado, apre-
sentamoa nossas condolencias.
Historia de Vctor Hugo Dista im-
portante obra, que se eat publicando em Lisboa,
eacripta por Cristbal Littran, ja vieran oa fasci-
cules 8 a 10 para oa respectivos agentes nesla ci-
dade, Srs. Alfredo Lopes 4 C, ra da Impe-
ratris.
O endino (ecnnlco no BrasilDo Rio
de Janeiro recebamos ltimamente e agradecemos
um exemplar do Uvro, sob o titulo cima, publi-
cado a li pelo Ilustrado Sr. Dr. Tarquinio de Son-
sa Filho, o terceiro volume doa livros de propa-
ganda da Sociedade Central de Immigraclo.
Sobre o mrito inoontestavel do livro do noaso
comprovinciano diz o S'guinte o Sr. C. de L. no
Microscomo do Jornal do Commercio :
o Do Sr. Tarquinio de Souza Filho recebi ou-
tro livro que roui criteriosamenta trata de as-
sumpto de grande ponderadlo, qual oEiaaino te-
chnico no Brasil.
Em phrase elegantemente sobria, o autor ex-
poe a mesquinbez, quaai nullidade do cnsioo pro-
fissional cm nossa trra, e indica os meios de ob-
viar to Uicutavel deficiencia. Ao lado do ensi-
no secundario classico aconselha a creado dees-
colas scientificas, de cunho maiorm?nte pratico, e
que conduzam o alumno vida industrial c ge-
neralidade das profiato's, ao passo que os cursos
puramente littcrerioe, quando nao encaminbam ao
exerce o da medicina, da advocacia, da magistra-
tura, do magisterio ou da engeoharia, apenas pro-
duzem candidatos aos empregos pblicos.
Depois de nave estudado a organisa^lo das
principies escolas tecboicas dos mais adiantados
paizrs europeus, e de fazer o catalogo do que en-
tre nos se !em feito nesae importantissimo ramo
da educacao nacional, o Ilustrado escrptor, em
captulos que foraoam a parto intima e essencial
de seu bello trabalho, lanca os' delineamentos ge-
raes da construccao patritica em que todo3 deye-
mos collaborar, e corajosamente proclama que an-
da nlo ee pode tudo confiar na iniciativa inlivi-
doal; exeitemol-a, animemol-a c-'avenientemente,
mas nao deixem oa poderes pblicos, que, min-
gua della, se estejam perdendo as grandes forcas
que jazem desaproveitadaa na inculta ou mal diri-
gida mentalidad^ naoienal.
O livro do Sr. Tarquinio daque'.les que dei
sam no espirito a maia .gradavel impressd. Pa-
receu-me, lendo-o, que se me antolbavam novas
perspectivas noa horisontes patrios, e que, de par
com a uet :al geraclo de bichareis e litteratos,
ontra se Icvantava, de industriaea e de operarios,
ass; forte pela nstruccio e pelo patriotismo para
enriquecer o nosso Brasil.
E' preciso que tambem o leiam oa que ndam
a buscar font. s de renda. *
Fesjta de \a Senkora do Iilvra-
menlo Em sua igreja deata cidade, celebra
amanha (11) a contraria de Nossa Senbora do
Livramento a feata tradicional de sua inclyta
Padroeira, que constar de miasa cantada, pela
madrugada, Tercia e miasa solemne pelas 10 1/2
horas da manba, sendo pregador do Evangelho o
Revm. Sr. Augusto Frankiin Moreira da Silva, vi-
gario da freguezia da Boa-Vista; Batoura tarde
e Te-Deum, precedendo sermlo pelo Revm. Sr.
Joo Augusto do Nascimento Pereira, vigario da
freguezia de S. Pedro Goncalves.
Hoje, as t horas da tarde, ha vesperas solemnes.
A orchestra sob a direceo do profeasor Joao Po-
lycarpo Soares Rosas executar o Gloria denomi-
nado Santa Isabel.
Catalogo da Ijlwrarla ClaMlcaRe-
cebemos hontem c agradecemos um exemplar do
catabgo desta livraria, cuja proprietaria a Exma.
Sra. D. Anca Mara do Nascimento.
Clon Iliterario yre* tamaGamo
foi annunciado, no dia 7, pelas 11 b.ras da ma
nha, e em presenca de um auditorio constituido
por peasoas gradas, esta sociedade commemorou o
sea 2a auuiversario com urna sesBo litteraria.
Aberta ella pelo presidente tffectivo, o Sr. Ar
tbunio Vieira, o Io secretario manifestou ter recebi-
do algana officios qne diziam respeito festa, e
lea os seguintes :
Um Officio do Dr. Ayres Gama, presidente ho-
norario do club, no qoal ccmmnnicava nao poder
presidir aquella segallo como lhe enmpria, attento
ao seu estado de aade nao lb'o permittir.
Tres outros das sociedades Recreativa Juventu-
de, Associacao dos Fuucciooarios Pblicos Prs)-
vinciaes e Associaco dos Empregados do Commer-
cio, nos qutes agradeciam os convites que Ihes
foram enviados.
Em continuaco teve a palavra o orador da ca-
sa, Sr. Julio Hmsen, sendo seguido pelo Sr. Braz
de Audrade Mello, representando o Club Litt*ra-
rio 19 de Mai i; Exma. Sra. D. Aona Ieabel de
Olivera, peloClub Literario PintoJunior; Exma.
Sra. D. Mara Flora Colorobier, pelo Curao prepa-
ratorio da Escala Normal da Propagad ra ; Srs
Jos Francisco Martios Subrinbo, palo Club Die-
guee Jnior ; S-vrrino M. de Sonsa, pelo 1* nno
da Escola N .rmal; Joao V de Alencar, pelos ou-
vintes da mesma esco.a ; Amaro Pess !8, pela re
daccao do Echo do Povo, e finalmente o orador
qne agradeceu ao auditorio.
r A' noiie, peas 7 1/2 h ras, e sob a presidencia
do Sr. Dr. Joao Barbalh-', foi aberta a sesaao da
7 conterencia, tendo a pakvra o Sr Arthnnio
Vieira, que uisaerta aobre a tbeae : Vantageos
dasli(oea de cousas.
Aps o eonf-renciador, fallaran ainda os Srs.
Carneiro Leao, Pantino Soares, Manoel do Sacra-
mento ; as Exmas. Sraa. D Adelina Gui oaraes,
pelo Ia anoo da escola ; e D. Evangelin* Arco
Verde, seado succedida pelo vi ce orador da casa,
Sr. Rutilio d'Oliveira, que pantenteou a gratidio
do Club a seus convidados.
BeunlSi'i avelaea -Ha amanhaaa segua-
les
Com le Iil Iterarlo AcadmicoFunc
conou no dia 1 do correte sob a presidencia do
Sr. Paulino de Mello.
Depois de lida e approvada a acta da anterior
sesaao, foi nomeada urna commisaao compoata do
Sr. Julio Pires (orador), Andrade Pinto afim de
receber os novos consocios Candido de Alencar e
Freir Gameiro, os quaes, depois das formalidades
do estylo, foram empossadss.
Igualmente foi nomeada a commissao que tem
de representar o Comit no concert promovido
pelo Club Carlos Gomes.
Discutiram theses os Srs. Falcao, Thiago, An-
drade Pinto e Minteiro Lopes.
Foram sorteados para disentir theses na sessao
de hoje os Srs. Paulino, Roberto Guimares e
Candido de Alencar, inscrevendo-se os Srs. Julio
Pires, Thiago e Falcio.
Aps diversas questoes de ordem foi levntala
a sessao e designado o dia de hijo s 4 horas para
ter lugr a sessao ordinaria.
tientllezaPelas rodas elegantes de Lon-
dres circulou este incidente occorriio ua revista
do Aldershot, momentos antes da chegala da rai-
nha :
O principe de Galles aesbava de apear-se do
seu soberbo cavallo. N'esse instante, urna for-
mosissima mulher procurava, um tanto embara-
zada, o caminho das tribunas. Sua alteza reparn
neste ealeio e. cavalleiro e galante, approximou se
della e indleou-lhe o caminho a seguir.
Eacaminhando-se para o lugar indicado pelo
real guia, diese a graciosa creatura;
Obrigada, alteza.
O principe, desejou saber a quem tinha tido o
gosto de ser til.
A madame Kolmine, respondeu a estran-
geira. Vosaa alteza onvio cortamente fallar de
mim quando eu despose, seu cunhado, o grao
duque de Heise.
0 principe cortejou e sorrio-se.
1 na iirano cariosaUm jornal de
Pars annuncia uina excuraao geolgica, paleon-
tolgica, mineralgica e publica aos Alpes Pyre-
neus e pontos adjacentes dirigida pelo engenhairo
civil de minas, professor de geologa, Sr. Nogua.
A caravana excursionista deve ter partida de
Pariz a 10 de Agosto para estar de volta a 12 da
Setembro.
l.'ns re em apurn O re Ktlakaua, das
Ibas de Sandwich, declarou terminantemente a
sua reaolucao de oSo assignar a nova oonstituicao
que o povo lhe impoe. Alm disto fes construir
urna barricada na ponte da seu palacio com o fim
de resistir a qualquer assalto imprevisto.
O governo poz as tropas em armas e receiam-se
gravas conflictos.
O re Kalakana deelarou que se contina este
estado de coasas, pedir ao governo dos Estados
Unidos que intervenba a se j favor.
Directora das onras de eonsjerva-
JA o dosj portoaBoletim meteorolgico do
ia 7 de Setembro de 1887 :
com 100 J excepto o premio de 2:000/ e ai appro-
ximacdes.
Todos os nmeros terminados em 8 e 0 esto
premi ados com 20/.
Extraccoes instransferiveis todas as sextas
feiras.
Lotera* dlveraaaA Casa Felis, de A.
A. ds Santos Porto, na praoa da Independencia
ns. 37 e 39, tem a venda os bilhetes das segmntes
loteras:
Espirito-Santo : A 3* parte da 1* lotera,
cojo premio grande de 50:0004000, pelo novo
plano, se extrahirno di* .,16 de Setembro impre-
terivelmente.
Alagas: Al. parte da 20. lotera, pelo
navo plano, cajo premio grande de 49:000/000,
ser extrahida no dia 15 de Setembro, ao meio
dia, impretervelmente.
Provincia : A 10 lotera, pelo novo plano,
cujo premio grande 12:000/000, se extrabir
quando for annuuciada, s 2 horas da tarde em
beneficio da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife.
Saota-Catharina: A Ia parte da 2 otleria
cajo premio grande de 50:000/ ser extrahida
bievemente.
Do Cear : com o premio grande de 250:000/
(novo plano) ser extrahida amanha 11 do corren-
te (domingo).
Hiluete de loterasEm mao do agen-
te Bernardino Lopes Alheiro acham-se a venda os
bilhetes das seguintes loteras :
Do E:plrlto-Manto : A 3- parte da 4* lote-
ra, cujo premio grande de 50:000/, pelo novo
plano, ser ext.ahida ndia 16 de Setembro, im-
preterivelmente.
Do Cear : com nm importante plano, cujo
premio grande de 250:000/000, ser extrahida
amanha 11 de Setembro.
Do Oro-Para : A 1' parte da 13 lotera,
pelo novo plano, cojo premio grande de 120:000/
ser extrahida hoje 10 do crrante, impreteri-
velmente.
De Santa-Camarina i A 1' parte da 2
lotera com ura importante plano, cujo premio
grande de 30:030/000, ser extrahida quando
for annunciada.
De Alagoast A 1. parte da 20. lotera,
pelo novo plano, cajo premio grande de........
40:000/000, ser extrahida no da 15 de Setem-
bro, (quinta-fera), s 12 horas da manhS impre-
terivelmente.
Lotera do Grao-Para Al* parte da
13 lotera desta provincia, pelo novo plano, cajo
prsmio grande 120:000/000, ser extrahida
hoje 10 do .corrente (sabbado) impreterivelmen-
te.
Horas S Barmetro s Tensad o 73
C ** fts a> o te 0* do vapor a
$* a
6 m. 225 76290 16,99 83
9 247 7e387 18,73 79
12 276 763>70 18,39 70
3 t. 27,-1 762">12 19,40 71
6 25't 762">78| 18,58 74
Temperatura mxima28*,50.
Dita mnima22",25.
Evaporaco em 24 horas ac sol: 4m,9 ; som
ora: 2,7.
Chavanalla.
Direccao do vento: SE de meia noite s 7
horas e 26 minutos da manba ; SSE at 10 horas
e 12 minutos da manh; SE'at meia noite.
Velocidade media do vento : 2">,48 por segando.
Nebulosdade media: 0,55.,
Boletim do porto
5 3 !--a. B. M. P. M. B. M. Dia Horas Altura
7 de Setembro m 8 de Setembro 053 da Urdo 734 124 da raanha 0,-63 2, 09 0,70
beiloMtiuC uar-ae-liao
Segunda-feira :
Pelo ageste Modesto Baptista, s 11 horas,
ra Duque de Caxias n. 82, de movis e v-
dros.
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, ra do Vi-
gario n. 12, de um bom terreno e predios.
Pelo agente Guamao, a 11 horas, a rna do
Marques de Oiinda n. 19, de apparelhos de louea,
talheres, mobiliaa, etc.
Ter^a-feira :
Pelo agente M >deato Baptists, s 10 horas, ra
do Vigario Tenorio n. 10, da gneros existentes
na mesma casa, em lotes.
Hiaas Caneares Serio celebradas :
Hoje :
A's 7 horas, na igreja da Penha, pela alma de
D. Joanca Francisca de Araujo Franca ; s 8
horas, na matriz da Boa Vista, pela alma de D.
Candida Rabello da Silva Marques.
PasinagelrosiSabidos hontem para os por
tos do sal no vapor nacional Jagnaribe :
Carlos Vaz de Carvalho e sua mulher e Domin-
gos Refondar.
Chegados da norte no vapor nacional Mr-
quez de Caxias :
Manoel Felippe do Nasciment, Andr Mathias,
Joo Carneiro, Joao Sabino Antunes e Francisco
Qairino da Silva.
Chegados da Europa no vapor inglez Ta-
mar > :
G. Ernesti, Thom, Jos Lop^s Machado, F.
Gomes da Costa, Luis Antonio Seqneira, Manoel
Petla, Angosto da Silva, Diogo Rodrrgues, Jos
Alonso e Gabnella Can.
Sabidos para o sul no mes no vapor :
Joaqun Jos Pereira da Rocha e Tiburcio Al-
ves de Carvalho.
Sabidos para o sul no vap:r nacional
Gaahy :
Antonio Pinto, Antonio Cavaicante o Joaquim
Lopes Ferroira Pinto.
Casa de DetenisMovimento dos pre-
sos da Casa de Detentad do Recite no dia 8 de
Setembro de 1887 :
Exialiam 411; entraram 3 ; sabiram 10 ; exis-
ten 404.
A saber :
Nacionaes 370 ; malheres 15 ; estrangeros 11 ;
escravos sentenciados 6 ; dem processado 1 ;
idem de correcco 1Total 401.
Arrabiados 374, sendo :
Bons 352 ; doentes 22.Total 374.
Movimento da enfermara :
Ti vi-ram baixa :
Manoel Feliciano Gomes de Lima.
Othon Cicero de Andrade.
Lotera do Eaplrlto Santo Eis
nainejos premiados da 2 parte da 4 lotera,
beneficio da instruccao primara, extrahida em
do corrente:
7538 50:001/000
7230 10:000/000
>
E'a Socpdade Minerva Progresso Pernambuca-
no, s 10 horas da manba, em ana sede, para cm
sessao de assemoia geral ordinaria tratar de ne-
gocios diversos e urgfntes.
Do Moote-Pio dos Typographos de Pernambuco,
s 11 horas da manh, na Praca de Pedro II n.
75, 2 andar.
03
em
9
E602 4:000/000
7218 2:001/000
3175 l.-isW/UUO
4687 1:000/1X10
Estao premiados com 500/ :
3472 4416 5453 6891
Estao premiad i com 2i>0Z :
83 1162 3012 3258 3976 4218 6981 7112
7406 7578
Esto premiados com "O)/ :
517 752 1244 1251 3iK) 3162 3303 3o63 4029
48tt 491 5036 5510 5659 6b24 7406 7711 77l4
8490 3800 8923 84i 97o 9i76 9151 9535
Approximacoea
7537 1:010/1100
7539 1:000/000
7.29 500/000
7231 50/000
5601 300/000
5W3 3HO/OO0
7217 22O/0U0
7219 220/000
Os nmeros d 7531 a 7510 esto premiados
com lUUZ excepto o premio de iO:OjO/ e as ap-
proxiinai6 s.
Os nmeros de 722 a 7230 esto premiados
com 100/ excepto o premio de 10:000/ e as ap
proxiinacoes.
Oa numeras de 5601 a 5610 esto premiados com
100/ excepto o premio de 4:000/ e as approxi-
maydes.
Os nmeros de 7211 a 7220 esto premiados
Os bilhetos acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeu-o de Marco n. 23, de Martina
Fiusa & C.
Lotera do Eplrito-Santo A 3a par-
te da 4 lotera desta provincia cujo premio gran-
de 50:000/000 ser extrahida no dia 16 de
Sotembro.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martn Fiu-
sa 4 C.
Lotera do CearEsta acreditada lote-
ra cujo premio maor jde 250:000/000 ser ex-
trahida amaohll de Setembro.
Os bilhetes acham-se a venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 de Martins
Fibza 4 C.
Lotera de AlagoanA 1.* parte da 20
lotera, pelo novo plano, cujo premo grande de
40:000/000 ser extrahida no dia 15 de Setembro
q(uiutaieira) s 12 horas da manh, impreterivel-
mente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiuza 4 C.
Lotera da provincia do Paran
A 26 lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 12:000/000, se extrabir
no dia 13 de Setembro.
Bilhotes a venda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Fiu-
sa & C.
Cemlterlo Publico.Obituario do dia 7
de Setembro :
Bento Alvaies Fernandes, II -spanha, 32 annos,
casado, Graca ; febre bi'iosa.
Mara Gomes Victoria, Cear, 13 annos, Boa-
Vis ; diarrhi.
Manoel Rib.'iro da Silva, Pernambuco, 24 annos,
casado, Boa-Viata ; gastro enterite.
Mara Joaquina da Csnceic>, frica, 120 an-
nos, viuva, S. Jos; paralyaia.
Manoel Francisco da Silva, Pernambuco, 19 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
8
G ,-tru Job Carolina Aff nso, Pernambuco, 48 an-
nos, casada, Graca ; carcimonia uterina.
Julia, Pernambuco, 10 annos, solteira, Santo An-
telo ; tubrculos pulmonares.
Antonio Jos Bernardo da Silva, Pernambuco,
50 annos, soiteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Joo Amaocio, Pernambuco, 37 annos, solteiro,
Recite ; tubrculos pul noaares.
Alfredo da Cunhi Gumar^s, Pernambuco, 20
anooa, solteiro, Recite ; tbysica.
Jos Bernardo Mu-hiles Jnior, Pernambuco,
49 annos, vinvo, Recite ; ostea sarcoma.
Jos Bernardo de Olivera, 45 annos, viuvo, S.
Jos.
Joanna do Reg Barros, 66 nnos, viuva, S.
Jos: fbre.
CHRONICA JUDICiARIA
Trlbnoal da itelaco
8ESSO ORDINARIA EM 9 DE SETEM-
BRO DE 1887
PRESIDENCIA DO KXM. SR. CON3ELHEIRO
QUIXTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem-
bargadores em numero legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e paasa Joa os fetos deraa-se os
seguintes
JULGAMENTOS
Re-ursos Crimea
Do RecifeRecorrento o juizo, recorrido Ma-
noel Rodrigues da Silva. Relator o Sr. conee-
lbeiro Qaeiroz Barros. Negou-se provimento,
unnimemente.
Da Palmeira ds Indios Recrrante o juzo,
recorrido Monoel Joa de Paras. Relator o Sr.
dese-nbargador Pires Ferreira.Negou-se provi-
mento, unnimemente.
Do RecifeRecrrante o juizo, recorrido Joo
lavares Feij. Relator e Sr. desembargador Ta-
vares de Vaconcellos. Negou-se provimento,
unaninemente.
Aggravo de petico
Do RecifeAggravante Luis de Paula Lopes,
aggravada Clara Argemira de lastro Reg. Re-
lator o Sr. desembargador Pires Ferreira. Adjun-
tos os Srs. desembargitdores Delfino Cavaican-
te e Toscano BarreteDeu-se provimento, un-
nimemente.
Aggravo de instrumento
Da Camaragoe Aggravante Dr. Elisio Firm
Martins, aggrtvado Mauoel H-'leoo Rolngu -a dos
Santos. ReUtor o Sr. conselheiro Queiroz Barros.
Adjuntos os Srs. de-embargadores Buarque Lima
e Tavarea de Vasconcellos.Negou-se provimen-
to, unnimemente.
Prorogafo de inventario
- Inventarame L). Mara Tlierea Tos cano do
Reg Barreto.=>Coocedeu se o praso pedido.
Appellacoea crimes
De Bananeiras Appellante Manoel Joo de
Lima, appellada a juntica. Relator o Sr. desem-
bargador Monteiro de Andrade. Nao se tom >u
eoiib- ciuK-uto da appella^), eontra o vito do Sr.
desembargador Tav*res de Vaaeoncellos.
Da lalmeira dos Indios Appellante Candi lo
Joa da Silva, appellada a juatica. Kelator e Sr.
desembargador Tavarea de Vasconcellos M tn-
dou se h novo jury, unanunemeute.
De Goynna Appellante o juizo, appellado
Joaquim Bonifacio Nunes P -reir. Relator O Sr.
desembargador Tavares de Vasconcellos. Cfan-
duu se a aovo jury, contra os Votos dos Srs. dea-
embvrgidirea Buarque Lima, Pires Ferreira e
Ta vares de Vase ncellas.
De IiigHZt-irH=A jpelUnte Manoel Jos da Cos-
ta, ap^ellda a juatica. Relator o Sr. desembar-
gndor Al ves Rioeiro Confi mou-se a sentenca,
com allrra^u da multa.
Do PilarAppellaut^ Francisco Marinho de
Ssusa, ap j-llad a juatica. Relator o Sr. des-
embargador Pires ferreira. tfaadou-se a novo
jury, unuQimi-mente.
Appellacoes commerciaes
Da Recite AppelUntes Erueato 4 Leopoldo,
appellada a masaa fallida de Flix Gom s Coim-
bra. Relator o Sr. eonselbeiro Queiros Barros-
Revisores os Srs. desembargadores Buarque Li-
ma e Toscano Brrelo.Nao so tomn conheci-
mento dos embargos, unnimemente, por serem
segundos.
Do RecifeAppellante Joaquim Jote Gomes,
appellada a massa fallida de Jos Tavarea P-
nheiro. Relator o Sr. eonselbeiro Queiroz Barros.
Reviores os Srs.. desembargadores Buarque Li-
ma e Toscano Barrete.Confirmouse a sentenca,
unnimemente.
De MamanguapeAppellantes Jos Fernandes
Ferreira & C, appellada D. Mara Gomes da Sil-
veira. Relator o Sr. desembargador Alves Ri-
beiro. Revisores os Srs. conselheiro Queiroz Bar-
ros e desembargador Buarque Lima.Foram des-
piezados os embarcos, contra o voto do Sr. eonse-
lbeiro Queiroz Barros.
Do RecifeAppellante Francisco Antonio de
Olivera, appellados Henry Foreter e C. Relator
o Sr. desembargador |Alves Ribeiro. Revisores
os Srs. desembargadores Tavarea de Vasconcel-
los e eonselbeiro Quairoz Barros.Foi confirmada
a sent joca, em parle.
Appellacoes cives
D AreaAppellante o juizo, appellado Manoel
Vicente, escravo. Relator o Sr. desembargador
lavares de Vasconcellos. Revisores os Srs. eon-
selbeiro Queiroz Barros e desembargador Buar-
que Lima.Confirmouse a ssntenca, unnime-
mente.
Do RecifeEmbargante Dr. Jos Angelo Mar-
co da Silva e outros, embargados Joaquim Alves
da Fonseca e outros. Relator o 8r. conselheiro
Queiroz Barros. Revisores os Srs. desembarga-
dores Buarque Lima e Toseano Brrelo.Foram
dosprezados os embargos, unnimemente.
PAS8AGEN8
De Sr. conselheiro Queiros Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacoes civeis
Do Recife=Appellaute Mathias Lopes da Cos-
ta Maia, appellado Antonio Casemiro de Gouveia.
Do RecifeAppellantes os herdeiros do com-
mendador Vicente de Paula Olivera Villas Boas,
appellado Alfonso Augusto de Brito Taborda.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfino Cavalcanta :
Appellacoes crimes
Do BrejoAppellante o juizo, appellado Ma-
noel Felippe Gomes.
Da Serinhem Appellante o juizo, appellado
Joo Fagundes dos Santos.
De IguarassAppellante Manoel Ferreira da
Silva, appellada a Justina.
Da Palmeira dos Indios Appellante o juizo,
appellado Manoel Limeira da Silva.
De Pesqueira Appellante o juizo, appellado
Antonio Paulino de Torres Cavalsante.
De IogazeiraAppellante o juizo, appellado
Cypraoo Jos da Roeba.
Appellacoes civeis
Do RecifeAppellante o juizo dos feitos da
fazenda, appellados Bernet 4 C.
Do ReciteAppellante o juizo dos fetos da a-
senda, appellados Bernet 4 C.
Do Sr. desembargador Delfino Cavaicante ao
Sr. desembargador Olivera Maciel. :
Appellaco crime
Da Pao d'AlhoAppellante o juizo, appellado
Rozendo de tal
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
desembargador Alves Ribeiro :
Appellaco civcl
De BeserrosAppellante o juizo, appellado Jo-
s Francisco de Castro, seuhor do escravo Lou-
renco.
O Sr. desembargador Pires Goncal ves, como pro-
curador da corda e promotor da juatica, deu pa-
recer nos seguintes teitos :
Appellacoes crimes
Do Recife Appellante Augusto Moreira da
Silva, appellada a juatica.
Do Brejo Appellante Manoel Antonio da Sil-
va, appellada a juatica.
Do Limoeiro Appellante o juizo, appellado
Joaquim Bernardo da Cruz.
De Nazareth Appellante o juizo, appellado
Honorio Francisco de Paula.
Do Sr. desembargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargador Cavares de Vasconcellos :
Appellacoes crimes
De Palmares=Appellante Jos Joaquim do Me-
deiros, appellada a juatica.
De Bom ConselhoAppellante |o juzo, appel-
lado Marcelino Jos da Hora.
De GaranbunaAppellame [o juzo, appellado
Manoel Gomes do Nascimento.
Do Sr. desembargador Tavarea de Vasconcellos
ao Sr. eonselbeiro Queiroz Barros :
Appellacoes crimes
Do Macei\ppellante o promotor publico,
appellado Elias Ribeiro dos Santos.
Do IngaAppeilauta o juizo, appollados Joo
Alves Nepomocene e outros.
Appellaco civel
Do RecifeAppellante Dr. Alvaro Augusto
Carneiro Leao, appellados Jos Pereira de Ama-
res e outros.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
juatica
Appellacoes crimes
Do Taquaretinga -Appellante o juizo, appella-
do Jos Antonio do Mello.
De PesqueiraAppellante Manoel Goucalves
da Silva, ap >elladi a juatica
De Serinhem Appellante Augusto Camello
de Siqueira, uppel:ada a jnst'ca.
Do Brejo Appellante Jos Constantino de
Mello, appellada a juatica.
Proceaao de responsablidade
Do RecifeDenunciantes o coronel Luz Cesa-
rio do llego e outros, denunciado o ehefe de po-
lica bacharel Franciaco Domingues Ribeiro Vian-
na.Mandou-se ouvir o denuaciado no prazo
legal.
Com vista s partes :
Appellaco commercial
Do RecifeAppellante Joaquim; Jos
gues da Costa, appellado
meida Costa.
Encerrou-se a sessao as
da tarde.
Radri-
Joaquim Das de Al-
2 horas e 15 minutos
PDBLIG4G0ES A PEDIDO
A denuncia
E' to natural, que nao estrauhamos a abundan-
cia de aleivosias que enchem as paginas da Pro-
vincia e alzumas do Jarnal oestes das e que nao
farao certamente effeito algum meanio entre os
arruaceiioa que se prestaram s asauadas e tro-
pelas de domingo nos Afogados e d'alli para esta
cidade.
Os dscolos e imprudentes que serviram de baldo
de kmoo (phrase do Jornal) ou de taca como ani-
mae viles no intuito de realsar a reunio prohibi-
da deamoralisando a autoridade, ou dando novo
motivo para os caneados assumptos da respectiva
imprensa, mrecem bem aquella defesa posthuma
qne suppra os conselho3 efiieazes de que tveram
faJt*- X A
O que, por.m, causa admiraoo a denuncia,
dada pela commissao directora do partido liberal
pelos crimes oreviatos noa arta. 142 e 180 do cod.
criminal, praticados pelo Dr. chete de polica.
A peca foi red gila em momento de injuatifisa-
vel paixo das denunciantes, porquo b assim se
explicar que ella se ache assignada por advoga-
dos conhacidos e provectos do noaso foro nos ter-
mos em que foi publicada e expo; oa tactos.
Daas ou tres huras depois ella nao seria formu-
lada, porque os faotos que se s'guiram vieram
justificar plenamente aa providencias tomadas pe-
la autoridade superior para prevenir que a pre-
texto de meetingelcitord se realisaase reunio 1-
licita, prohibida pela le, como afiaal se realsou e
notorio con o coatuinaio cort jo e apparato de
mirras, arruadas, insultos e voterias at torna via-
gein nos 6onds do Afogados pelas ras do centro
da cidade.
Nao nos podemos Iludir em semelhante juizo
sob pena de negarmis a evide icia que nos offere
ceno i'S proprios factos da tarde de domingo.
Foram justa-neute as oceurrencias que vieram
justificar plenamente a providencia tomada no dia
antecedente.
De m ido que o facto em si da prohibico da re-
unio ficou despido das roupagens que lhe empres-
taran! as imaginarias Ilegalidades cim que o ha-
viam ornado e decorado pela expsitas aophiatica
qne dalle se fazia na denuncia ; pod -ndo esta ter
sido substituida por qualquer artigo dos que a
Provincia e Jornal pub'icaram ao mes no tempo
com ella, ou ter sido ella mesma dada como artigo
pulitico para retorcar a cos'utnada verbiagem.
Quanto ao lado legal de sem Ibante peca lia
que diz muito menos do que as alludidas publica-
c5es congneres, pretend applicar aoa tactos que
deduz dous artigos do Cdigo Criminal de impossi-
vel applicaco.
O art. 180 falla de impedir de fazer o que a le
permittdd modo que o objecto deste artigo ou o
sen contedo refere-se a factos materiaes e nao
ordena ou decisoas de autoridades, de que tralam
outras disposiooes especiaos relativas aos fuaccio-
narios pblicos.
E ao ser publicada a denuncia nada se havia
impedido, mas smence ordenado no sentido de im-
pedir quaesquer ajuntamentos.
O art. 142, que o outro citado na denuncia tra-
ta de expedico de ordem Ilegal. O facto denun-
ciado previsto como crime, assim definido pelo
Cedigo :
Art 143. Sao ordens ou requisicoes illegaes
as emanadas de autoridade incompetente, ou desti-
tuidas das solemnidades externas necessarias para
a .sua validade, ou naurE3TAiBirE cintraras
s leis.
Sera urna tolice capitular o tacto na primeira
hypothese, pois que autoridade policial que in-
cumbe a manutenoo da ordem publica.
Qiianto segunda hypothese, a ordem prohibi-
do os ajuutameotos, foi expedida por portara pu-
blicada na folba offioial, nenhuma formalidade ex-
terna neceasaria para sua validade lhe faltou.
Resta a terceira e ultima hypothese a de ser a
ordem expedida na.NirssraiisHiB cintrara s leis.
Ms o governo liberal, os seus legisladores e
ministros expediram ou approvaram e aaneciona-
ram ordens idnticas at bam pouco tempo (1835),
e ha das no Senado, o Sr. Dantas convidado as-
sistir os meeting de indignadlo, aconselhava aos
promotores que obedecessem ordem prohibitiva
do chefe de polica da corte.
E agora mesmo, os denunciantes directores ou
orculos da respectiva i-nprensa, nao veem esta
empregar intilmente todos os recursos da rheto-
rica joroalistica para fazer crer ao menos aos seus
adeptos que o acto atacado Ilegal, citando dis-
posicoes organicaa e regulamentares que sao con-
traproducentes e deviam ser riscadas doa noasos
cdigos para convencer que a ordem expedida
Ilegal ?
Citam o art. 179 4 da Constituco, e nao
veem as paavras: nos casos e pela trma que a
le determinar. *
Citam o art. 285 do Cod. Critn., e o interpretara
pelo art. 112, quando o ajuntamento ple ser Il-
cito nao se achande mesmo os reunidos armados.
Esquecem os outros artigos do Cidigo sobre os
ajuntamentos illicitos e fiogem desconhecar que o
meseao Cdigo no art. 9, consoantemente com o
preceito coostitucional preciaou declarar que nao
eram criminosos os quefizercm analyses rasoa-
veis da Conaticuico, nao se ataca ido as suas ba-
zes fundamentaes; e das leia existentes, nao se
provocando a desobediencia a ellas; o os que cen-
suraren! os actos do governo e da publica admi-
nistracao, em termos, posto qu: vigirosos, decen-
tes e comedidos *
Portanto, se a ordem expedida era legal, se os
factos supervenientes corroboraran! a aua legali-
dade e opportunidnie, a denuncia apreaentada ao
Tribunal da Relaco por motivo da expedico de
urna ordem manfestamente illegal, nao cousa se-
ria e smente della noa oceupamos emattenclo aos
nomes dos que a assigoaram, embora aejam el I es
de part Jarioa intransigentes e exaltades e em taes
casos a poltica a paior conselheira.
Themt.
-----------
A explicar do Sr. ViIhic
Ao Sr. Nabuco, como aventurero poltico, tem
muita vez falhado o succasso que visaram a sua
fatua vaidade, ridiculo orgulbo e iusaciavel am-
bicao.
4E para negar as iuexactides de falaidades fla-
grantes em que foi apanhado tem anda a grande
coragem de attribuir ,'ao Ilustre ebefe de polica
ter afirmado que a prohibico de ajuntamentos
tornouie publica na ves pera da mallograda reu-
nio, quando aquel le distincto magistrado as pa-
avras transoriptas pelo Sr. Nabuco, que as vio,
transcreveo, mas nao leo, diz (textual) :
com nm meeting eontra a prohibico que de ve*
pera retolveu determinar !
A prohibico embora nao puWieada valgarisou
se desde a vespera, mas a parte da chefatura se
refere somente resoluco tomada, com toda a
claresa simplesmente gratnmatisal 1
Ha outra mentira inventada para com ella reta-
liar injustamente a antondade policial superior s
desmerecer a propria e verdadeira mentira.
O digno chefe de polica partecipa presidencia
que Ibe constou que teria em todo caso apezar
de protestlos espalhadas em avulsos na cidade
oceupado o largo da Paz em Atogado3 hora mar-
cada.
O Sr. Nabuco affirma que a primeira (mentira)
que lhe constou o que nunca poda ter-lhe
constado.
Os factos passados e de que se oceupa elle no
mesmo artigo torna irrisoria a sua afirmativa e
fas descrer da sua sciencia e conscieucia escre-
vendo para o publico.
O Sr. Nabuco querendo bitolar o valor moral e
o merocimentoalbeio pela escala queS. S. am-
bicioso, vaidoso e egosta como mede a grandeza
de suas qualilades pessoaes, nao tem neubum di-
reito de attribuir a movis menos dignos da auto-
noma e independencia doa outros os proprios actos
dos tes.
Neubum futuro grandioso ua actual situacc
poltica est cima da intelligencia esclarecida e
carcter immaculado do actual chefe da polica,
coja integridade como executor fiel das leis nao
pode ser reconhecida e menoe confssaada peles que
podem tirar proveito da ameaja do terror e de to-
das as bellezas da anarchia.
A verdade.
Tambem tem feito os mais desencontrados e ex
quisitos papis.
Da linguagem de baixa lisonja para servir
monarchia no tempo em que uaava de pulseiras e
que lhe valeu urna vaia da mocidade acadmica
no tbeatro Saata Iaabel, vimol-o depois represen-
tando de tribuno demagogo repelliudo a responsa-
blidade do morticinio de S. Jos, cujos autores no
dia seguinte defenda, confoima a inapiraclo do
momento aconselhava-o a desojar ou repudiar a
cadeira do representante do 1. districto que o
eleitorado conferio ao honrado e banemerito actual
ministro do imperio, o a traicio e o crime orno
preco da propria impunidade oflFrreeiam trium-
phantes ao novo Protho poltico.
S. S., qie oa seus adeptos apregam un novo
Demostbeues as intermnaveis arengas que Ibe
deven garantir a victoria, de iafelicidade vul-
gar quaudo poo o seu proprio nome abaixo da al-
gumas linhas.
O que se est pas3anlo prova desta verdad;.
Pondo-se a niv^l de certoa correspindente3 e
artiguiatis que sob a eapa do anony.no pnfltrn
em faltar cyaicameote a verdade, o Sr. Nabuoo
telegrapha e eacreve igualmente, fallando a ella
em um b e mesmo estylo, ainda quando contradi-
ga o quo na vespera exprimi sobre seu proprio
nome.
Em taes descahilas c's un original o Sr. Na-
buco, na phrase do sabio Renn.
Elle que com pretencoas e eatylista em lin^ua
m?smo estriaba dedica ju.'lle sabio o seu folhe
lo Tuez la, na propria lingat deiconhece que o
nome urna vos com que so d a couhecer as
cenaos.
Telegraphando a S. A. Imperial Regenteriae
pessoas inermes acutilaias ordem dispersarnao
quis \c que acutilar significa dar golpes de talho
com espada, faca, terca Jo, alfaoge.
S se inermes, alias poueo usado, sigoificou sem-
pre desarmado ou sem armas, do latina in (negati-
vo) e arma, a defaza doa braoi doa Afogados ma-
receu-lbe um novo valor policieo indepeudeate do
philologico.
Suppem-se inermes todas os qua nlo m03-
tram armas ou uaj se sarvem d ellas, diz o Sr. Na-
buco, desconhecendo vulgarmente qua aa armas
oceultas em poder do certa gento que taem aer-
vido para oa assassinatos e desordens praticadas
por aquelles a quem defende.
E' porm a Provincia que affirma ter estado
em Afogados individuos mal emarados de faca e
ccete, mai a servico do subielegado 1
As outras verdades do telegramma do Sr. N iba-
co sao da mesma eap .ci- d'aqueilas, cujos termos
nSo exprimem o que ella ta'vez quera dizer e
agora explica por um metbodo to engenhoso
quaaie inverosmil.
O governo nao negou a prohibico de ajunta-
mentos, que disfarcados pelas apparencias de re-
unio eleitora) daran) occaso azada para repro-
dnecao de scenas violentas do que as anteriores
por se approximar o pleito eleitjral.
O Sr. Nabuco, que couaeguio reunir cm um
tbeatrinho para apresental-o, o eleitora lo que o
aegue no 1. e 2. districtos, isa 3.0J0 pejsoas,
nao poda fazer reunios para arengar a aeccoas
de eleitores, porque em 12 destas nao ha thea-
tros e talves nenhuma out.a casa para o mesmo
fim !
Mas o deapeito e dea ipontameuto resuUam do
transtorno dos planos sabidos e conheciioa que se
queriam repetir, de reunir, nlo el atores, mas gen-
te capa: de praticar atteutad is e crimes antes,
durante e depois do pleito eleitoral, porque nesse
recurso extremo que os inventores das candidatu-
ras do Sr. Nabuco teem smpre posto todaa as suas
esperanzas e passado do plano exo-uco como
em S. Jos.
Os annuueios do Sr. Ntbuco e da commissao
que lhe faz a cabala, se foram sinceros, toram in-
uteis e urna inepcia fallar da torca oucupando a
praca, porque se foi urna medida acertada da juata
prevenco, o su emprego f ii afiual indispensa-
vel, porque a melhor gente da reunio all se ach iu
antes da hora (5) do Sr. Ntbuso e mesmo da hoia
(4) da o Provincia.
Diante destas rcQax que uallam na conscien-
cia publica porqie ae referem a factos notorios,
qual das phras-s do telegramma desmentido ser
verdadeira, se nao so nega a prohioigo da re-
unio e o einpreg i da for$. para desfazel-a por
ser um ajuntamento Ilcito ?
O Sr. Nabuco se revela um demagogo valgar
atacando a conatituico do exercita e o carcter
doa que n'ello a'-rveu e cuja popularidada diminue
no seu entender, talvez porque nao aa collocarain
do lado dos ametinadores e turbulentos com o
quaes o Sr. Nabuco e os seus directores de cabala
uegam qualquer solidariedad >, mas queriam que a
soldadesca deaeofreada qae os lev ou pata de
cavallo e a catiladaa, na sua calumniosa phrase,
uzease causa commum com edes !
A ultima phrase do telegramma nao, constlho
a Sua Altes Imperial Regente, porque o goveruo
nao impoe ao seu hnralo delegado nesta provin-
cia que p >nba a ordem publica e os direitos de
todos roer, e dos cabalistas de Sr. Nabuco que
vencer o pleito eleitoral se tiver a liberdade para
osar de meios mats proficuos do que es votos da
maioria do eleitorado.
O .Sr. Nabuco que nao podera ser desculpado
expediodo um telegramma para ser ligo desmen-
tido com a noticia fiel dos factos reaea, repele das
depois as mesmas falsidades vaigares, as mesmis
phrases ambiguas as mesmas exageracoes repug-
nantes dos esenptores qae nao se assigao, afim
de embair os incautos.
O manifest do Sr. foaqiilni !a
buco
OManifestdirigido pelo Sr. Jcaquim Nabu-
co,ao povo pernambucanopabcudo naPro-
vincia de 6 do corrente, por ter sido prohibida,
pelo ebefe de polica, qualquer reunio as pracas
e ras da cidade, digno de ser analysado, porque,
ora, provoca a indignadlo, ora a compaixo, e, ora,
o ridiculo.
J Sr. Joaquim Nabuco parece que se quiz dirigir
a um eleitorado que nao o conbeoesse, e que mais
de urna vez nao lhe tivesae provado que, se com-
pasto de negros c pobres, todava sabe avallar e
aquilatar o merecimento, e os servidos prestados
pelos seus representantes.
Por mais que procure diafarcar-se, o Sr. Joaquim
Nabuco sempre o mesmo homem !
Faz bem o Sr. Nabui-o, aa ms causas nao se
podem sustentar deceatemente; mater a injuria,
e a calumnia para trnalas apparentemente eup-
portaveis.
Trate o Sr. Nabuco do prestar servicos reaes a
provincia que Ibe servio de berco ; mostr que de-
aeja o engrandecimento dista terra.e nao o seu al-
vitamento; lamente em segredo as suas faltas, sem
expol-as ao ridiculo e a censura, como, alias, tem
feito, e depois venha pedir aos seus concidados os
seus suffragos.'
Mas nao encha a bocea de povo pernambucano,
briaso povo, invisto povo etc. etc. para depois escar-
necer e rir-se d'esae brioso, d'essa invicto povo !
d'esse povo de negros e pobres, como diz o Sr. Na-
buco !
Lembre-se que :rira mieux, que rira le dernier.
Vejamos, porn, o seu manifest.
A reunio por mim convocada tinha somente
carcter eleitoral,u osmeetings eleiteraes fazem par-
te em todos os paizea civilisadoados meios legti-
mosde pleitear as eleico s.
Nlo contestamos ao Sr. Nabuco o direito de plei-
tear a sua eleiclo por meio de meetings, maso
que nao podemos conceder lhe que aouaaudo.conw
tem feitc.elle, e o Sr. Jos Marianno, desso direito,
se oejupe antes de insaftac as autoridadas superio-
res da provincia e do Imperio, do excitar os tmir
mos, e provocar desirdora na paii.-s, do qua de
sustentar a sua candidatura, na deficiencia de fac-
tos que mostrem a sua auperioridada sobre o sea
contendor.
Quaes 03 servicos que o Sr. Nabuco tem mostra-
do, uestes maetings, ter prestado ao paiz ?
A nao ser o seu comparecimiento em um banque-
te em Londres ; a sua conferencia com Gladstone
e o seu corre3poudent do Paiz ni Inglaterra, nao
sabemos que elle possa apreacntar um s acto da
sua vida publica, qne demonstro tal ou qual ebri-
gaclo pilos iatereasas deata provacia.
A o contrario, trabio aquella mesaa idea pela
realisaclo da qual tem tanto se esforcado, por
causa da qual impedio a uaio do partido liberal
de Pernambuco, e em nome de quem agora mesmo
se aprsenla candidato, deixando de comparecer
cmara dos despulidos para votar contra a lei
Saraiva.
C mcdados (p reea que o Sr. Nabueo falla
a ingleses !) E' conveniente sujeitar nos pro-
hib co Ilegal que nos foi feta ; esta a maior
das deeep;o2S que podemos causar a um governo
reduzido a especular com a desordem para sus-
tentarse, como especul ou com ella para subir .
E' incrivel que o Sr. Nabueo tivesse escripto
este topieo!
E' o governo quem procura especular eom a des-
ordem pira 8ustentar-3e, c no entretanto, o Sr.
Joaquim Nabaco e os sea da Provincia que man-
dam grupos para insultar a f orea publica e des-
obedecer as ordena de autoridades competentes !
E' o governo quem especula com a desordem,
mas o mesmo governo que a bem da ordem, pro-
hibe que o Sr. Nabuco v para a praca publica
exaltar 03 anima, coufligar os espiritas, e insul-
tar a quantos nao se podem conformar com urna
candidatura impossivel como a sua !
E' o governo quem especula com a desordem,
mas o Sr. Nabaco e os aeus que aconselham as
pracas publicas e na imprensa que o povo se arme
para que se venc a eleicao de 14 de Setembro !
O que admiravel quo o Sr. Nabuco diga
neste manifest quo o governo etpeculou com a
desordem para sub r.
Mas de que modo especulou o governo com a
deaordem pira subir !
Foi o governo actual quem aasalariou a capan;
gas p-ra irem no recinto do parlamento patear
aos representantes da naci !
Foi o actual governo que poz em movimento
todos os meios indecentes para que viogassem as
candidaturas abolicionistas revolucionarias do mi-
nisterio Dantas, entre os quaes estava a do Sr.
Joaquim Nabuco ? !
Foi o governo actual quem mindou destruir e
inutiliaar as eleicoes de S. Jos do Recife, matan-
do trucidando, e a.Vionraado o carcter e os bros
do povo pernambucano ? !
J houve algum delegado do actual governo qua
eombinasse em palacio um plano diablico, com o
intuito do eleg.r a um amigo ? I
E o Sr. N'buco quem vem diser ao povo per-
nambucano, que ainda hontem era trucidado por
sua causa, que o governo actual especulou cornea
desorde-n para subir !...
E' preciso que o Sr. Nabuco seja mais couscien-
cioso e criteroao em seus man!festos, e nao sup-
ponha que se dirigo a quem ignora as tropelas e
escndalos praticados pelo governo libaral ; a
quem ji esqueceu se das scenas de sangua produ-
zidas oor aquelles que quiseram especular c:m a
desor lem para aaivarem o Sr. Nabuco da derrota
eleitoral de 1884 ; a aquelles que j ae nao lem-
bram da especulaco feta pelo mesmo Sr. Nabuco
do sangue derramad o, affirmando, em um da, que
nao quera ser deputado se nao fosse valida a elei-
cao de S. Jos, e, em outro lia, allegando a nul-
lidade de tal eleico para empolgar um diploma
que o eleitorado alnvan-nte lhe recusara !
E' o Sr. Joaquim Nabuco quem tem a coragem
de dizer no seu mini/esto :
A o povo do Rooife peco que nao de o minimo
pretexto ao governo, que precisa de provocar
conflictos para justificar-se, porque as nodoas
que elle tem as mos, sao dessas que os go-
vernos julgam poder lavar com o sangue do
povo.
Quaota audacia quauta coragem e, quanto
cinismo !
Ni), Sr. Nibrco, nlo ha de ser assim qua con-
seguir o que deseja.
Repare bem o Sr. Nabuco, o \eja quem qua
e ta com as mos nodoadas com o sangue do
povo !
Eate ja vai lono ; amanha continuaremos a
tnaiysir o tal manifest do Sr. Nabaco.
A alma de Bode.


-r
O des mentido
Sem pretenco a entreier polmica, parsesu-nos
(
I


Diario de PernambucoSabbado 10 de Sctcmbro de 1S87



inveniente urna ligeira e*Pti^%*f*Pr?%-
buco, a proposito do seo art.go na Provincia de 8,
com epigrapbe Kcima.
O telegfamma de S. Exc. Saa Altesa Imps-
rial Regente coutm, certo, maia de urna asser-
co e o despacho do Rio, como fui publicado, oque
oSr. Bario de Cutegipe lea no .Senado telegramas
do Sr. presidente da provincia desmentindo oa
factoi constantes do referido telegramnaa do Sr.
Dr. Nabaco.
Era preciso, para vermos o que um telegramma
tontenta a outro, que tivessemos vista ambos.
O Sr. Dr. Nabueo publica o aeu, o do Sr. presi
dente teremos brevemente de torna viagem. S
ento pederemjs ver se um foi resposta ao outro,
oa ti, nicamente, quanto a factos contidoa no pri
meirc, o segando tas referencias de modo difi-
rante.
Entretanto, qual s na essa reetificacao, fcil
de presumir-so desde j em face do telegramma
expedido 4 Sua Altos*.
Nio vale a pena dar cavaco com a palavra des
mentido. V se fcilmente que ella aubatitue i
contettagdo, de que usa o segundo despacho, sobre
o met mo assumpto, publicado no Diario
A redaccSo do Jornal de 7 f i cruel, para nao
dizermos b'Utal, quando por este motivo, injurien
o Sr. Dr. Pedro Vicente com os epithttos da cynico
e malvado, para dar arrhas aos seus amores pelo
8r. senador Luiz Feppe, que tem discursado ulti
mmente sobro o juiz de direito do Limoeiro, o
naufragio do Pirapama, e outras cjuias sema
ihantes.
Vamos por partes.
Governo prohiba remudes eleitoraes.
O proprio Sr. Dr. Nabueo se eucarregou
mostrar a inexactido desta proposicao.
E' assim que transcreve parte do edital do Sr.
Dr. chefe de polica, que se exprime do seguate
modu: fiquem prohibidos at segunda crdein
qaaesqaer ajuntamentos as ras c pracas...
Que BJustarcent js sao esses ?
O edital o diz claramente : sao aqaelles de
que trata o art. 129 do regulamento n. 120, de 31
de Janeiro do 1342, em que turbulentos e auioti-
nadores perturbara a ordem publica, tornando emi-
nente o commettimento de crimes, etc., etc.
Isto reunio eleitoral ?
Nao ncm pode ser.
Sao ajuntamentos illicitos.
Esta a express) propria e legal.
da
oa evitava que se fiaesaem antes de corno de de-
licio r
E' boa esta I
Faaer auto de corpo de delicto em inv'sivei* !
Todos os recalcitrantes, capitaneados pelo Sr,
Zuca, deviam ter levado saas pranchadas. Nom
poda ser por menos, porque a espida e nao a
agua a arma do soldado.
Quem nao quer soffrer nao se mette a procede *
de modo contrario a le.
Ferido, porm, nao obstante ser isso cousa f-
cil nos actos de resistencia, o que nao constituira
uenbuma novidade, nao fui Beato um nico indivi
do, e essa da modo a parecer antes victima d i
urna leve escoriadlo do que de fenmento propria -
mente dito, como consta dt parto policial, notndo-
se que a commisso liberal suj defenda oa deso-
bedientes nem a esae quis sujeitar a auro de cor
po de delicto Tal o vtor p la commisso dado
ao feriiuento. ]
Qunnto a estes ferimeatos que ut mmente se
estdo arraniando, j filemos referencia a elies.
S nio sabe o fim para que isso 6, quem de to-
do nao quer saber.
. Entretanto, estamos certo de quo, nem o Sr.
presidente da provincia, nem pessoa alguma, se
lembraria de negar que o Sr. Dr. Nabueo v* mui-
tos feridos.
A co>testaco de va ser da ex'stcnca conhce'di
d'elles ; o Dr. Nabaco vio a muxtos ; s autorida-
des policiaee nao aecnteceu ouiro tantc, proeu-ass -m tamb.'m v', sendo de notar qae a
commisso liberal s encontrou na occasio o tul
da contuso levissima da fronte.
Agora, porm, os ferimentos tomaram taes pro-
porcoes, que o Sr. Dr. Nabueo nao poder mais
ser coutestalo.
Se alguem morrer de algum desastre ou de mo-
lestia, ou tiver sido ferido algures, jase sabe, foi
na tarde de 4 em Afogados.
Nada diremos sobro o sent'imento do Sr. Dr. Na
boco, por tstar o exercito perdeudo a popular da
de adquirida pelogn<-ral Deodoro, e uuMmo quau-
to ao dito, que nio histrico, do general Argol -
lo, visto como nunca o honrado Sr. Bario de C)te-
gipe mandn, ncm poda mandar atacar pipul.-
c2o inerme. Diss Iver riuniio illicita, convenien-
m -ufe, tornando effdctivas os ordons, qaaiido des-
obedecidas, coufa muito diS rente e nem (em
reiaco com ataques de populacoes inermes.
Sao phrases oratorias, campanadas e de sensa-
r.s:a t a txuresaiw piupiia o ivgi. i---------------------------, ~--~r
Ninguem pretendo que o illustre Sr. Dr. Nabueo co, quo podem conter muita r
exe de se dirigir a seus eleitores, proferindo bo eaeriticio da verosimilhanca e cr
rhetorica, mis com
deixe de se dirigir a seus eleitores, protennao Do sacrincio aa verosimunanya e credulidade.
nitos discursos, na altura de sua eloquencia e dei O Sr. Dr. Nabaco po=ta imagin:so, nao se
seus talentos, nferindo o que j tem feito e o que expre sa dissolver recalcitrantes mas ataca,
ha de faser, se r eleito deputado.
Anda ha poucos das a Provncia notieiou urna
dessas Bas conferencias eleitoraes no theatro das
Variedades, peranto cerca de dous mil eleitores.
Numero superior 4 totalidade dos eloitores do
lo districto.
Outras virio atraz dessa.
O que as autoridades nao podem consentir
qae, a pretexto eleitoral, embora se congregue o
novo as roas e pracaa, se uterrompa o tran-
eito publico, c que tribunos incendiarios, trun-
cando i verdade dos fact.s, com iotencao per-
veri i, exponham, 4 sombra do Dr. Nabueo, ao odio
e ao furor das paixSes de*cnfr<'idas das raassas
populares, a grande parte pacifica e tranquilla
desta cidade, e com ella as autoridades e as insti-
tuicoea.
Emqnanto existirem e forem respeitadas as lea
do nesso paiz, nao se pode admttir aemelhaatea
meet.nqs, como manifestaco eleitoral ou meios de
pleitear eleico.
__ Diante proh'b'cdo ilegal annunc.ei nao ter
lugar a que convoque' para Afogados.
Em vez de Ilegal, diga se legal, sendo certo o
tnnuDcio por maufestoa em avulsos eapalhados
pela cidade.
__ Aperar declaracdopraca oceupada cavallar'.a
e infantaria.
Rsque-se injantar.a; foi s para mais effeito :
e accrescente-se : por constar qae, em todo o
caso, seria a praca oceupada com um mteting, con-
tra a prohibico legal, o que nao effectuou-8e por
terem sido dispersados, em temp,, os grupo?, ar-
mados de cacetes, qne all se tinham formado.
Pets.as inermes acutiladas ordem d spersa e
ataca.
Duvidar sc-ha, seriamente, que esta tirada se
escreveste com outro intento que nio fosse o de
produnr sensa^io ?
Ninguem o dir.
Leiam-se as partes cfficiaes no r ario de 7.
Oa factos occorridos estio nellas claramente
narrados.
Agora os diversos feridos.
Ore, todo o mando sabe que nio houve diver-
sos feridos, bem como a razio por que a Provincia
e Jornal estio a inventar feridos, j teudo ac'ia-
do um morto e estando dispostos s descobrirem
outroi, provenientes do referido ajuntamento Ilcito
da tarde de i do corrente.
At j4 se ebegou a as>cgurar, mcamo ern tele-
gramma para a corte, que a polica se recusava
ensaoguentar populaco.-s iuermes, de
pais de familias, tenrea criancinhas >,
chi, de qaeiti
, sem as fulha-
______COMMEEdO
Roia eousmerciai
COTA<;OK3 OFFICIAKS DA JCSTA D08 COS-
BBCTORE8
Recife. 9 de Sembro de 1881
Letras bypothecarias do actual semestre, a 91f
tacada ama.
Sa hora da bolsa
Vead-.ram-se :
l\ letras hvpothecarias.
t [ resnente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
rauta da Alfandega
SIMABA DB 5 A 10 DB SBTEMBBO DB 1887
(Vide o D ario de 4 de Setembro
Huvlxnenio balneario
EEC1FE, 9 DE SUTEMBRO DB 1587
PRAQA DO RECIFE
O mercado de cambio < steve boje sem movi-
meoto, uiintenio os bancos a taxa de 22 3/4 d
obre Londres.
acutilar,
pacficos
etc., etc.
O que nio fdr ato, seria prova
canta as cousas com as cousas sao,
gens do pensamento.
D'ahi a differenca das duas lealcWes :
A lealdade de governo para governo ;
A lealdade de poeta para as mnltiJs qae se
quer exaltar, cominover e incitar a determinado-
Sos.
Des'eaX, pois, foi o Sr. presidente da provincia,
segundo o poeta ; desleaX foi o pa. ta ao poder mo -
deradur, segundo v Sr. presidente da provincia.
Deaiealdade por dcslealdade.
------------<-gse9oc*
Saceos coloniaes
Lemos na Revista Diaria de 22 de Julho daas
cartas olfi:ios, do Rvmo. Sr. Fre Fidelis, di^no
directer da C'lonia Isabel, em resposta a urna car
ta que a S Exe. Rvma. dirigir S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, acerca do importante assum-
pto da colonisaco.
Essa leitura suggeno-noa algumas reflexes que
nio julgamos fra de proposito externar, para co-
nheeiaieuto do publico sobre essa magna questa >,
e ao mearao tempo, como urna advertencia aquel-
les a quem compete dirigir taes ueg co.
Auto de tuda, releve te-nos dizer que tao im-
portante assumpto tem sido sempre tratado antri'
na com o maior desaso que iinKgin&r-se pdc ; e
quo s tem servido oa para exhaurir as JA cite-
uaadas fiaanc? do paiz, ou para MU um fofo
nome quelles que d'elle se oceupando t ten (ido
em mira urna aureola de gloria que lis-.ugeie-ih-s
a vaidade, muito embora s> ja inais tarde essa ms-
ala gloria embaciada, em vista djs immensos sa-
cufieios exigidos em pura perda dos loteresses do
paiz.
D-se com a colocisacio o qae se tem dado com i
o abolicionismo, em que todos querem figurar, sem
attenderem aos meios nem ee lembrar.-m das cou- i
sequencias, ebegando afinal ao resultado que as -
signa! iva Cromwdl quauda diaia que um povo
nuuca val tao looge, como qaandd nao sabe para
onde vai, encoutraudo afinal de contas um para
deira no abyamo. Entretanto quaudo o furor ,
ene indescente de tudojabolir j ae vai arn fecendo,,
eia quejaurgo de novo aja tio estafada questio da
colonia.ca >, a agora sob ama nova face.
Eutcudemoa que nada ha mais razoavel ne:n
maia justo do que, proenraodo-se extinguir a ea-
cravdao no Brasil, rcc.rrer-se antecedentemente
ao braco livre, como um aaccedaneo natural a'a-
quella, afim de que nio se produzam abaloa nem
deaastres fataea primeira industria do paiza
agricultura.
No modo, porm, de operar-ae a traosicio do
trabalho escravo para o trabalho livre, ou na sub-
stituico de um pelo outrohoc opus hic labor est.
De ba muito se trata da colonisacio, com a qual
se tem g .sto sommas fabulosas, tendo at hoje sido
os resultados sempre negativos.
A colonisacio pode ser nacional oa esfrangeira.
Esta pode constar ou de colonos propriamente ope-
rarios ou jornaleiroa, isto de individuos qne vm
alugar os seus serreos mediante um salario con-
vencionado,ou de co'onos proprietarios ; quer
dizer, indivilaos que vm ser dotados pelo paiz,
tornando-ee legtimos possuidores das trras e
tal vez mais tarde verdadeiros senhores feudaes, em
prejuizs do nacional para quem o governo reser-
var as cadeias e, por muita caridade, es hospi-
taes.
Tal a colonisacio que nos parece pretenderse
estabelecer na colonia Isabel. Ser da primeira
especie de co'onos, isio dos operarios ou traba
Ibadores, do que trata S. Exc. n'esta epoebs de
trausifio do trabalho servil para o trabalho livre,
ou da segunda especie, sto dos colonos pn piie-
t riotj, de que se oceupa o Rvmo. Fre Fideles ?
Si trata 8. Exc. dos da primeira especie, seremos
os primeiros a prodigalisar-lhe applaus s, p:rqne
n'esse caso nio serio acceitos os offerecimentos e
alvitres de S. Rvma., cojo fim ao que nos parece,
tornar a colouia Isabel Colonia Italiana, seudo
preciso para tal desidertum dealujar os bosbos
patricios, sob o p'etexto ftil de uio quererem
p'antar canoas e dar entrada italianos mandados
vr per S. Rvma. para os quaes dever o governo
comprar os engenhos visinhos colonia, como um
presente dado de m&o beijada ; sendo que mais tar-
de tambem a.-rio expuUos os orphios uacionaes
para entraren* os orphios italianos.
Qaal a razio porque nao plantam canoas e=se3
pobres lavradores da colonia, nio os diz S Rvma.;
mas ella salta aos olhos de todos : que es.-e; ho
meas nao teom recursos.
E ueste caso qual o meio mais cfficaz, mais di-
recto a mais natural de qne deveria laucar mi o
digoo director da colouia ?
Sem duvida alguma recorrer ao governo pedin-
do um auxilio para casa gente. Mas nao ; em viz
disto, S. Kvdina. lembra ao governo, neata (re
menda crise fioanceira, a compra de engenhos para
dar a italianos, que, confo: me mesmo confesea S.
Rvdma., c ndo virao sendo para se lornarem pro
prittarios ou donos do terreno em que trabulham.
Qual a vantagem que de aem-dhante colonisacio
pode provir para o paiz, na actual emergencia de
carencia de brarps livres ?
E m smo cases colosos propri' tarios cog que
operarios ou jornaleiros rio trabalhar por sua
vez ?
Sendo assim, e ama vez admittida em todo o
Brasil tal colonisacio, chegariamos a este resul-
tad) in allivel : proprietariosum sem numer >,
trabalhidoreszero. E es, em ultima analyse,
enm) se reso'vera a magaa questio da fal a de
bracoa psra a lavoura.
Nao por certo, de proprietarios do col que
precisamos, mis, sim, de horneas para o trabalho.
E a resolucao deste grande problema urge, urna
vez quo a c-xtiuocio completa do elemento servil
nio pode tardar muito.
E demais, quando quizessemos colma para do-
tal-os, deveriamos ir procural-oi entre os fraacc-
8r. fre Fidelis foraece assumpto para um serio
estudo e profonda meditacio.
Infeliz Brasil a quem tanto mata a s le de ephe-
mera gloris- !!
Um agricultor.
9 de Setembro de 87.
A Provincia
A Provincia de 6 do corrente nao foi
escripia para ser lida n'aata cidade, mas
somente para produair effeito fra d'aqui,
taes ao aa inverdades por ella referidas -
com relacSo ao incidente de Afogados
Nao possivel deixar do causar indigna
cao o modo menticuloso como procura o
orgo revolucionario narrar os factos pro-
curando excitar o espirito publL-o, e ao
mesmo tempo enxovalbar o digno Sr. mi-
nistro do imperio.
Ignora a Provincia quo seus exageros
produzem resultado contrario ao que de-
seja ; porque nao ha quem nao veja e ao
sesmo tempo nao I. atim a paixao desvai
rada de que est possuida a Provincia.
Nao ha maior descrdito para um orgi.i
eriterioso de qu mentir e proourar Iludir
o espirito publico.
A Provincia poda fechar bas offi as,
porque nSlo ha quera possa mais acteditar
no que diz ella!
Occupou-se quasi que exclusivamente a
sua edi yao de 6 do corrente, com o f.at
succedido emAfogados o qual nao pr.i-
duzio a menor acnsaco no espirito pu-
blico.
A Provincia, porcn, esta va a espera de
urna oceasiSo quo lhe parecesse fovoravel,
pura procurar ludibrisr, como 6 seo costu
me, as autoridades da provincia, e o carao-
t^r immaculado do ministro do imperio.
Preparar a scena dos Af gados candan-
do para l um numeroso grupo afim de
desrespeitar a ordem legal do chefe de po-
lica, e sendo como rao p lo dtixar de
ser tal grupo disperso, vir no da seguinte
com revoltantes descomposturas e nsinua-
(8ea grosseiras contra o reapeilavel carac
ter do ministro do imperio.
Se o grupo que estava no largo da Paz
em Afogados, era int^ram:nte pacifico de-
veria ter se dissolvido logo quo a autori
dado intimou-o pura que assim proce-
desse.
A obstinacSo e desobediencia dos que
estavun r> unidos, c os insultos dirigidos a
forja, bera mostrara que pr< positalment:
para l foram mandados, preparando s-
logo srtigos injuriosos pira imprensa, os
tolcgraruinas mentirosos para a Cdrte, afitn
de produzirem cfiFeito no espirito publico.
Tudo isto, porm, hoje. j 6 un exp
zes, entre os aliemies, entre os in^lezes e norte- diente gasto ; ninguem acredita raais n'ea-
americanos, que sio .a homens das grandes em- ta8 fingidas colera8. o n'eslas estudadas,
presa, os grandes inventores inteliigcntes, os ho-
mens das estradas de ferro, das fabricas, dos en-
genhos centraes, dos aerstatos, das telegrapnias,
das telepbonias, e'c. etc., verdadeiros obreiroa da
industria, do progreaso e da civilisacio, -e nunca
italianos, que sio sempre oa hojiens do cassarouio,
dos tachos velhos, do caxao e da escota, dos ma-
cae* e realejos, t?mveis mauejadoros da uavaiha,
do punhal e do revolver, como \am deve saber S.
Exc. quo a bo de S. Paulo, im cujas ras nio
se podo transitar fra de ores por causa da na-
valh/t tallani.
E mil vezes preferivel a colonisacio chinela,
com todas as suas mazellas ; porque si o chines en-
va tudo quanto ganha ao seu paiz, pelo menos
deixa o trabalho do seus bracos gravado n trra,
de oode faz brotar a riqueza e a abundancia, sem
nuuca ter preten.'s ao solo.
Qo*ntaa fim lias brasil, ras shi vivem sem re-
cursos pira o trabilbo?
Ddhes o governo prepriedades e adianUmentos,
como sem duvida i' fazer aos colonos estraugei-
roa, a cases que virio nfrodusir no paisa rende
industria de pin-iros, planiacdo de nabos el ejus-
dem fuifuris, o entio ver quo nenbuma colonisa-
cio exceder a nacional em aetividade a patrio
tierno.
A segunda carta ou adiendo primeira do Rvd
Colacao de algoU
ffertas de 01350 por 15 kilo:
Houve offertas
1. sor te do sertio.
Entrada* de asaaear e
MUZ DE aETEMIBO
Asucar
Entradas
Barcaca...... 14 5
Via-ferrea de Carur I6
Animaes ...... 1 9
Via-frrea de S. Francisco 1 3
Via-ferrea de Limoeiro 14 6
Lugar noraeguonse Sirius, varios gneros,
iloa para o de Lugar ingles Widcn-a, bacalho.
' Logar inglez Neily, bacalho.
; Lg.r inglez V/anderer, varios gneros.
klgostao Lugar iuglez ary Ami, carvio de pedrs.
Patacho dinamarqus Aune Charlotte, sal.
Vapor nacional Jacahype, varios generes.
Das Saleas Vapor naconal Marqies de Caxlas, algodio.
Patacho inglez Ni Domrhon, bicalho.
9'.3
72
2
7S0
1)3
Entradas
Sommi.
Algoiao
2.2J4
Dias Saceos
Barcadas.....
Via-ferrea de Garuar .
Animaos.....
Via-fenea de S. Franciacs
Via-ferrea de Limoeiro .
Soinoai.
!'4
84
W
50
4bl
1.691
PRAGA IX) RIO DE JANEIRO
Oa teos mantiveram dj baldo a taxa
3/4 d. sobre Londres.
Nio houve movimento algum.
Aa tabellas expostas aqu foram estas :
Do IXTBBSACIOAI, l
de 22
!r0 djv vista
cendres.......
Paria........
Italia........
&mburgo......
Liaboa e Porto.....
Principaea eidadea de Portu-
gal........
.New-York......
Do Loasoa Baki :
22 3/4
418
517
234
22 1/2
422
422
322
236
211
24220
Vapores) despachados
Vapor nacional Mandos, sabido em 7 do Camo-
te, levou para :
Cear : 2 barris de quinto com agurdente e 2
caixas com calcado nacional.
Pari : 10 saccoa, 825/2 e 603/4 d.- barricas cem
aaucar braoco, 5 pipas, 50 barris do quinto e 1
dcimo com agurdente, 50 dusias '. v-.c n. ,.<
de piassava e 1 caixa com doc- da goiaba.
Manos : 25/2 e 80/4 de barricas com astuuir
braneo, 95 barris de quinto com agurdente e 1
caiii com calcado nacional.
Carregaram diversos.
Memorial
Em 23 do corrente, termina o prazo de 30 dias
concedido aos subscriptores da nova emissio de
aecoes para o levaotamento da fabrica na Torre,
perteneenta a CexHMBia de Fuflo e Tbcidos db
Pep.x.vubdco, para i agament) da segunda pr-.sta-
cio na razio de 25 0/0.
At o da 29 do corrente, devem os accionistas
da Compabhia le EairicAclo entrar com a oitava
prestaco, na razio de 10 0/0 sobre o valor das
respectivas ac^es.
Aos accionistas da Esra.iDA ds Fesbo do Ribbi-
alo ao Bobito foi marcado o prazo de 60 dias, a
contar de 4 de Agosto, para realizarem a 7.* en-
trada de 10 0,0 de saas aecoes.
Com o descont de 4 0/0 e at 30 de Setemb-o
viudauro, aeria substituidas na Thssoobabia db
Fazbxda as notas do valor de 2000 da 5.* estam-
pa, 5000 da 7.* e 10*000 da 6.*
o por isso mesmo ridiculas indign.-n.Sis.
Pdese affir-ratr qu* a Provincia n3o
narra um t facto >u circumatancia exacta
a respeito do incidente de Afogados ; as-
sim como que, anda como sci na de etf ito,
foi que deu publicidade a inepta denuncia
dada contra o chefe de polica pela cora-
misBo noraeada para os festejos do di 14
de Setembro.
Oa seredade do tal denuncia nao po-
dem estar convencidos, mesmo aquellos
que a assignaram.
Pois possivel qus a autordade eran
os br. yos, ante reunidas onde s se tera em
vista a excitacSo dos nimos, com despro.
pi sitadas descomposturas s autoridades da
provincia, ao presidente do cooselho e ao
miuistro do imperio I 1
Quem tiver assistdo como nos, aos taes
meetings convocados para o Vari ladea-
ba de ter visto que, todos os Jis ursos se
reduzem a inslitas invectivas contra as
autoridades da provin ta, e engenhosas in-
jurias ateiadas a faoe do distncto pernara
bucano como o Sr. Manoel Portella ; prin
eipalmente quando falla o Sr. Jos Ma-
rianno, que fecundo no terreno das des-
composturas baixas ; que conforme se diz,
prooura iusinuar, pra causar o pnico no
eleitorado pacifi.o, que prepara outra sce
na como a de S. Jos
Fique, porm, tranquillo o eleitorado ;
confie elle as providencias que hSo do ser
tomadas para que cada cidado possa oxer
cer o sen direito sem receio de ser atro
pellado,
A ordem publi:a ha de ser raantida, e
os perturbadores d'ella convenientemente
cootidos.
A Provincia que publica em suas co
lumnas, artigos nos quaes so aconselha o
pov ; para que se arme, para o da 14 de
Setembro, nao podo merecer o conceito
de um orgJlo serio.
As amencas de tal orgao, porm, s po-
dem amedrantar a crianzas ; e a briihante
victoria que ha de al.-an5.1r o digno minis-
tro do imperio ba da ser mais urna UcSo
dada aos amotina lores de da I
Minia, porm, a Provincia, calumnie,
esbraveje, levante o alarma, d o grito do
guerr, arneaee, porque n) consegu! o
que deseja ; a su* goaia ser grande o a
sua decepgao cru&l !
O da 14 de Setembro mostrar qua o
eleitorado j nao acredita em palavro s, e
sabei fazer jusiica quelle que ba dedicada
urna vida inteira ao ser.-ico da patriao
Sr. ministro do imperio.
Que venha, quanto ant"S este dia, para
castigo dos revolucionarios, e gloria do pa-
triota consciencioso e serio o conselh'-iro
Manoel do Nascimento Hachado Portella.
O. Cromwell.
Declaro que su empregado da Santa Casa da
Misericordia do R cife, ba mais de 28 anuos, e
at esta data neiihum dos Srs. provedores ou vce
provedores r.u qualqucr u.n dos Srs. mordomos,
nunca me fallou em politica, nem que votarse ou
ni'i votasse em qua quer individuo para cargo
publico.
Faco esta decIarir;ao para demonstrar, do miiiha
parte, a inverdade do quo disse a Provincia sobre
o pedido de votos faio aos empregados da mesma
Santa Casa,
Recife, 9 de Setembro de 1887.
Jos Iheodoro Gomes.
Fdiulilade de Direito
Tend-) silo publicad'), em dial do mez
paseado, um artigo no Jornal do Commer
ci, da corte, eobre negocios da Faculda-
de, do qual artigo s tive ce uheci nent) ago-
ra, por me perguntar um amigo se era
exacto ter eu coaoorriio para a dita pub
cacSo, venho declarar que sou completa-
mente alheio ao alludiio uiligo.
So costuno tomar sempre a responsabi
lidade do que escrevo ou digo, u3o quero
;.s-u:iiir e carregar com responsabilidad)
que me nao compete.
Re fe, 9 de Setembro de 1887.
Dr. J J. Seabra.
Para o Cea.-, Maia & Rozendo 2 bariis com
912 litros de agurdente.
Para o Marauhio, J. M. Dias 2 caij.s com
100 kilos de rap.
No vapor uacional Ipojnca, carregaram
Para o Cear, Amorim Irmios ce C 15 barricas
com 1,480 kilos de sebo.
Para o Natal, P. Alves & C. 16 barricas com
960 kilos do assucar refinado ; J. R. dos Santos
Filho 12 paos de jangada.
No hiate nacional Dais te Guarde, carrega
ram :
Para o Natal, Olivcira & C. 3 barricas cem 250
kilos de assacir refinado.
Na barcaca Naiinha, carregaram :
Para Parahyba, M. Lopes e C. 150 barricas
com 3,500 kilos de doce.
Ulnhelro
sMsasM
Pelo vapor nacional Mirquez de Caxlas, proco-
dente dos portos do norte, para :
Jos de Macedo 1:1S468)
Cramer Frey & C. 1:000*000
Rodrigues Lima & C. 840/710
EXPEDIDO
Pelo vapor nacionai Guahy, para :
Macei 3:800*000
AOSINCRDULOS
O abaixo assignado, attesU e jura se for pre-
ciso, qae soffreu muitcs mezes de rhcamathism",
comecado 110 pescoco e que em p;uco tempo esten-
deu-se pu todo o corpo at os ps, ficando entre-
vado e servido por outras pessoas : tratou-se com
esmero sem poupar nada, e j desanimado como
muito 8.Ver sem esperanza de sarar, resolveu
tomar o Anti rheuwatics Paulistr.no, especialidaie
do phhrmaceutico Luis Carlos e que felicidade! ha
mais de qaatro mezes que nio sent o mnimo in-
couomodo! Desojando que o bem chegue para
todos, o motivo real porquu d este attestado.
Jo.tqum Diniz Valois.
S. Carlos do Pinhal, 22 d- Dezembro de 1885.
Depositarios : Francisco Mmoel da Silva & C.
droguistas, a ra Marques de Olio la n. 23.
Pelo vapor nacional Manos, para
Natal
Cear
5:500*000
71:255*110
HO djv vista
Londres.
Paria. .
Italia. .
Samburgo
Portugal
New-York
22 3/4 22 1/2
412 422
42-'
518 ya
234 236
2*220
o Esslisb I3ahs :
90 djv vista
Londres....... 22 3/4
Paria........ 417
Italia....... .
Harnbargo...... 517
Lisboa e Porto..... 231
Principaea eidadea de Portu-
gal........
i Iba dos Acores ....
liba da Madeira ....
Naw-York......
22 i/2
421
421
:>22
236
211
244
241
2*220
Colau/dt) de asanrar
\rara os agricultores)
Por 15 kiloa
Branoo, oa nelaorea que
apparecc-m no mercado,
regulam de ....
i.' s-re boa.....
3 regular.....
Hmidos e baixoa .
Huscteao*.....a
Mafcavado.....
BraU).......
Rtame......
2*200 a L'*400
1*900 a 2*100
1*700 a 1*8>0
1*500, 1*700
l*00 a 1*400
1*040 a 1*100
900 a 1*000
*700 a *8')0
Vapor inglez Dreyden, sabido hsntcm, levi u
para :
Liverpool : 2.287 aaccis com algodio, 320 sac-
eos com sementes de carrapato e 200 ditos com
cera de carnauba.
Carregaram diversos.
Vapor nacional Guahy, tahido bonicas, lev )U
para :
Mac.-i : 110 iardoa com urque, 50 calzas c: m
sabio, 40 ditas com sabonete e 39 ditas com \e-
las stoarinas.
l'en-do: 50 fardos com xarqur.
Aracaj : 40 tardos com xar.u; e 50 caiaa
com sabio.
Raha : 5 volumes com sebo.
Carregaram diversos.
Vapor nacional Jaguarbe, sabido bastero, levou
para :
Macei : 120 fardes com xarqua.
Penedo : 46 fardos com xarqua.
Aracaj: 400 fardos com xirqu-2.
Carregaram diversos.
Vavio A carca
Barca nacional Marianninha, para o Ri Grande
o (Jal-
Patacho ingles Tibtr, para oa Eatadoa-Unid s.
Vapor austraco Tibor, para oa Estadcs Unidos.
Vapor a'lemio Haumurxll, para L verpol.
Vapor irglez Orator, para Liverpool.
Savlo a armara
Barca noruegoense Nina, carvio de padra.
B,rca noruegoense l'etrus, maJeira.
Barca uoruegaense Vernica, madeira.
Barca nacional Maria Angelinn, gorduras.
Barca nacional Marinho XI, gorJuras.
Barca noruegoense Expedit, varia genero*.
Barca uorueguense Vico, car vio de pedra
Brigue 111^1 s Ephrutah, carvo d pedra.
Escuna dinum-irqueza Fats, xarqao.
Exportijco
ancora, 6 db ssicxbbo db 1887
Para o exterior
No vap'or ing'ci Dri/kn, carregaram :
Para Liverpool, J. li. L'oi'vjII 1,5j0 eaeos
com 104,568 kilos de algodao ; N. J- Lidatone
340 aaccoa com sement de carrapateira.
Para o interior
No vapor francs Ville de Bahia, carrega-
ram :
Para Santos, S. G. B.-ito 13 aaccoa com 780kiloa
da aasacar maacavado ; Maia & R-aende 60 sac-
eos com 3,600 kilos de assucar bronco, 61 ditos
com 3,600 ditos de dito maseavado, 5 pipas e 30
barria com 5, 80 litroa de agaardenta.
Para o Rio de Janeiro, S. Noguoira & C 90
saccaa com 6,210 kiloa de algodio ; Costa Se Fer-
nandos 10,000 cocos, fructa.
Para Babia, J O. Pina 4 caixas com 120 kilos
Jj doce.
No vapor ingles Uerschcl, carregaram :
Para Santos, P. Carneiro & C. 20 pipas e 100
bariis com 19,200 litroa d aguard-nte
Para o Rio d* Janeiro, P. Caineiro & C. 500
saccas com 33,."07 kilos de alg.do.
No vapir inglez Tamar, carregaram :
Para Uruguayana, P. Carneiro 4) pipas com
19,200 litroa de agurdente
No vapor nacional Mandos, carregaram ;
ParaMauos, M. J. Alves JO barricas com 688
kilos de assucar refinado ; H. Burle ft C. 50 bar-
ricas com 2,308 koa de aasucar branco ; p. Pinto
& O. 25 barris com 2,400 litros de agualdante ;
P. Alves & C. 10 barria cota 930 litros da agur-
dente e 25 voIuoks co.-n 1,170 kilos do assucar
branco ; Amorim Irmoa 4 C. 2 caixaa com 73
kiloa de doce.
Paia o Para, Amorim Irmioa & C. 240 barricas
1 com 15,628 kdoa de assucar branco ; J. si. Dias
I >iOJ barricas com 35,540 kilos de assucar branco ;
A. G. da Costa e Silva 1 caisio com 72 kilos de
doce e 30 latas com 450 kiloa de assucar refinado :
P. A'.vea C. 30 volumss c m 1,400 kilos do
assucar refinado ; J. L da Suva Olireira 20 har-
nea* com 871 kiloa de Rssucar branco e 20 ditas
com 1,351 ditos da dito refinado ; S. G. Brito 148
vjlumes ooro 10.000 kiloa de assucar branco.
Para o Para, V. T. Cambra 350 barricas com
o2,9i8 kiloa de assucar branco ; Amorim Irmio
e C 40 barris com 3,840 litros de agurdente ;
Ba'tar Oveira Xt C. 50 dusias da vaaouraa de
piassova.
ReadImeatos pblicos
Renda neral
O la6
dem de 9
IB DB SETEHBItO
Alfandeya
206:040J899
76:692314
39*90.1
19*800
6-W000
24*001'
162*O0<.
571*280
1:263*060
1:835*140
57 ditos de sumo a 700 ris
33 ditos de tressuras a 600 ris
80 talboa a 2*
24 ditoa a 1*
A Oliveira Castro & C.:
162 talhoa a 1*
Ucve ter aido arrecadada nes'et dita
a quantia do
Rendimento doa dias 1 a 6
Foi a,recadado liquido at boje
Procos do dia :
Carne verde de 283 400 ria o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ria idem.
Su moa de 560 a 640 ria idem.
Cariaba de 200 a z40 ria a cuia.
Milho de 210 a 320 ris idem
Feij&o de 640 a 1*000 idem.
Hatn;loiir l'nhirn
Foram abatidas w. atadouro da Cabanga 88
resea para o consumo do dia 10 de Setembro.
Sendo: 63 rezea pertencentea Oliveira Castre,
St C, e 25 a diversos.
Renda, provincial
De ia 6
dem de 9
Rioebedoria geral
De 1 a 6
dem de 9
18.992*624
8:895i 324
4:760*285
10:299*108
282:733*213
27:887*948
Recebedoria p.o Oc 1
Idom
Recife Drainags
n0 1 a 6
dem de 9
3:2791030
3:048*386
18:405*963
3:410*674
310:621/161
15:059*393
6;327416
21:816*637
Mercado Municipal de 9.
O movimento deate Mercado oca dias 7, 8 e 9 da
Setembro foi o seguiste :
En rrarara :
113 bois pesando 15,970 kilos, sendo de Oliveira
Castro, 69 ditos de 1- qualidade 41 di-
tos particulares.
1269 kilos de pene a 20 ris 25*380
143 cargas de fariaha a 200 ris 28*600
40 ditas de fructa* diversas
300 rs. 12*000
.6 taboleiroa a 200 ris 5*200
49 Sumos a 200 ria 9*800
Foram oceupadoa :
72 coiumnaa a 600 ria 13*200
66 compartimentos de farinha m
500 ria. 33*000
64 ditos de comida a 500 ris 32*000
180 ditos de legantes a 400 ris 72*000
86 ditos de faseudas a 400 res 34*400
Embarcscaes ureas aso porto
S e de Setembro
3ACI0NAB8
Giquiconsig. Companhia Pernainbujana.
* Gusby Domingos Alves Matheus.
* Jaguanba Companhia Pernambucana.
Jaeuhvpa Companhia Pernambucana.
Lamego(canhoneira de guerra).
Marques de Caxias Domingos A. Matheus.
Marianninhacoosig. Baltar Oliveira & C.
Marinho XI Jo da Silva Loyo & Filho.
Maria Angelina Loyo & Fi.ho.
Pirapama Companhia Pernambucana.
BSTaANOEIBAS
Aune Charlotteconsig. ordem.
Baumwail J. II. Bowxel).
# Dr yden- Saunders Brothers & C.
Expedit Fonseca Irmios & C-
Ephratah ordem
Fides ordem.
Jorgen J. Iiotz ordem.
ataiy Ann Baltar Oliveira & C.
Nina ordem.
Nelly ordem.
New-Domioion ordem.
Orator L. S. Jobnatoo.
Petras Pereira Caroeiro & C.
Sirius Hermano Lnudgriu & C.
Tiber 4 Saunders Brothera & C.
Tibor JohnaUn Pater (X C.
Tamur Amorim Irmaoa & C.
Uuion H. LuuJgriu 4 C.
Vernica ordem-
Vednia Saundera Brothera 4 C.
Viva Wilsou Soaa 4 C.
Wanderer Fonseca Irmaoa & C.
0 signa! indica ter a embarcaco sabido.
Vaporea a entrar
dos rosToa no sci.
Galiciaa 12.
Mandegoa 14.
Sergipea 14.
Peruam-.ucoa 16.
Portugala 18.
Marinho Viscondea 25.
Caminoa 27.
Tagua-a 29.
na rOBioa do bobt.
Par-a 13.
Espirito Santoa 23.
^ BBSOPA
Nevaa 24.
Aconcaguaa 25.
DB 9AMBDBOO POB LISBOA
Rioa 15.
DI LITBBFOOL
Aiithor a 1.
qae
Faeuldade de Direito
Sio convidados todos os acadmicos con-
servadores coinpareeerem domingo (11)
ao maio-dia, casa n. 20 da ra dos Coe-
Ihos, afira do tratar-se de negocios
muito iateressam ao partido.
-----------------^.---------------
Oleo paro medicinas de Osado de
bacaitio. de Laoman de Lemp
3 SO
Garantido por sua marca commercial, conserva-
se inaltcrayel e inimitavcl, como um artigo de pri-
meira ordem, da maior pureza e effijacia possiveis.
Como prova autbentica de saas virtudes medici-
naes, mencionaremos os seguales nouoes dos afa-
mados mdicos, os quaes nos remetteram certifica,
dos e attestados voluntarios de curas de diferentes
molestias desesperadas Dr. Benito J. Riera, Igo
de Cuba : Dr. Jos Franco Ruz, H.vana; Dr. Pa-
blo Vcrdua y Anto. Ulino, Matanza, Cuba ; Dr.
Miguel de Z .yas, Pto. PpL, Cuba ; Dr. Raphael
Treasolf, Trindade. Esta lista poder-sr-bia eucher
de alto abaizo com os nomes dos mdicos cajos
test miiubos se acbam archivados em uosso poder.
T'dos ca prineipae3 droguistas teem venda esta
ivel preparacio.
Eno.ntra bo venda cm todas as pharmacias e
irogana3.
Agentes cm Pernambuco, lenry Forstcr t C.
ra o Oommereio n. 8.
PODEMOS ASEGURAR [2)
Infciz'nente bem commum, nesta pro-
vincia, una molestia t-rrivel, conhecda
pd'ia nomes di Tysica, Consumpqao Doen.
51 do peio, etc.
Nao pretendemos r.ffirmar qua o Peio.
ral de Cambar curo todas as tysicas, por-
que at hoje tem sido irapossivel curar a
tysica, quando chegada ao ultimo perioio;
porm, podemos assegurar que todos os do-
entes qu usarern du Peitoral de Cambar
Be primero e segundo periodo, l*go acha-
rao, coa toda a certeza, grande allivio
e dep iis a sua cura completa, por meio de
um trata meato prolongado e persistente.
O Peitoral de Cambar nao limita a
sua aegao benfica, s docncas de peite:
cura, tambem, mutos dtfluxos, brouebites
a toss-'S que, as mais das vez^s, quando
despresadas s3o a causa desaFecgoes pul-
monares.
O Vei'oral di Cambar acha-se a venda
oa ugencia a cargo dos Srs. Francisco
Manoel da Silva & C. ra Mrquez de
Olimia n 23.
Frasco $500, meia duzia 15^000 a du-
za 2-13000.
A agencia enva quem pedir condc3es
mpre-i33 paraos vendas por ataeedu.
Tenquelra
ATTENrO NECESSARIA
O pharrraceutco pratico, proprietario da phar-
mtcia e drogara estab-.-lecida na cidade de Pes-
queira, avisa aos s'ms suaigoa e fr-'guezes, que,
tendo-se ltimamente aberto nesta cidade ama
segunda drogara, o Novico proprietario avia re-
ceitas e vende medicaui-ntos de qualqucr nature-
za a retalho, isto com procedencia, nao mostrando
onde aviada on vendida a mereadoria !
O abaixo assignado, conbecendo a quanta res-
ponsabilidade est sujeita a sua profissao, em vis-
ta do regulamento d> servico sanitario a que se
refere o decreto 11. 9,551 do 3 de Fevereira de
1886 ;
Declara qu-, da presente data em diante, tudo
quan'o fftr vendido era *m pharmaca, por mais
oimples que seja a droga ou medicamento, qual-
quer qae for a quautdad.-, leva-i impresas o no-
me do abaixo assignado (o que j fazia antes, po-
im nao impresso).
O presente aviso para evitar engaos e outras
qua-squer coincidencias que no presente ou no
tuturo se pessam dar.
Peequeira, 1 de Setembro de 1887.
liigu. I L. R. da Fonseca.
EXTERNATO
Para 12 meninas
21 RA DO HOSPICIO 21
Licons part.culii-es de franjis e |d'anglais
DE NBW-FOBT
Finuncehoje.
Vapores a aablr
Finaccehoje, s 9 horas, para Rio de Janeiro e
escala.
Galiciaa 12, ao meio dia, para Liverpool e es-
cala.
Mondegoa 14, ao meio dia, para Southampton c
tseala.
Varios) a entrar
Aotelopde Hambargo.
Charityde Cardil".
Citodo Ro de Janeiro.
Farward de Liverpool.
Hardi de CardiS.
Ibisde New-port.
Josvade Cardiff.
Kaffir Chi.ffde Cardiff.
Lidad ir do Rio Grande do Sul.
Mar-edo Rio de Janeiro.
Mhriet'ado Rio Grande da Sal.
Marinho I do Rio Grande do Sal.
Positivo -do Rio Grande do Sul.
P. A. Munch -de New-port.
Stellale Liverpool.
Temerariodo Porto.
Witheiminede Hambargo.
Wild Rosede New-port.
Movuieufo do porto
Navios entrados no dia 8 de Selembro
Mossor2 dias, vapor nacional Jacahyp9,_de
Joaquim Jos Es-
carga algodo ; a
382 toneladas, eommandante
tevea Jnior, cquipagem 30,
Companhia Pernambucana.
Aracatye escala -5 das, vapor nacional Mr-
quez de Caxias," do 331 toneladas, comman-
dante Jos Joaquim Coelho, equipag -m 29, car-
ga algcdo; a Domingos Alves Matheus.
Gasp (Canad) 60 dias, patacho inglez JJeW
' D.miuicn. de 144 toneladas, capitao F. Le-
meui, eqaipagem 6, carga bacalho; or-
dem.
Maco18 dias, hyate nacional -D. Antonii, de
60 toneladas, mostr Joo Martins da Silva
eqaipagem j, carga sal; a Bartholomea Loa-
renco.
ObservagSo
Nao houro sabidas nesse dia.
Navios entrados ao dia 9
Southampton e escala16 das, vapor inglez Ta-
mar,. de 1,716 toneladas, commandante P.
R..Wjaell, equipagem 94, carga varios gneros ;
a Arcorim Irmaoa Se C,
Araca'y 20 dias, bj<.te nacional Deas te Sal-
ve," de 75 toneladas, mestre Antonio Jorge do
Nascimento, equipagem 5, carga sal; a Bartbs-
lomeu Lourenc/o.
Cardifi67 das, barca noruegueuse Viva,.i de
482 toneladas, capitao A. E. Nielsen, equipa-
gem 10, carga carvo de pedra : a Wilson
* C,
Salados no mesmo dia
Buenos-Ayr.?se osala Vapor ingles Tam..r,
commandante P. Rowsell, carga virios gne-
ros.
Bahia e escalaVapor nacional Jaguaribc, com-
mandante Antonio Maria Fcrreira Baptista, e :r-
ga varios gneros.
Bahia e escalaVapor nocional Guaby, oobv
mandant Joaquim Martins dos Santos, carga
varios generes.
Liverpool Vapar ing'es Dreyden, comcia=-
d.nte R- Grabam. carga varioa gneros.
ObservacSo
Fandeou no Lamario urna barca aoraeg"?ase
pirm n5o communicoa com a trra.
V


I


*
Diario de PernambncoSabbado 10 de Setembro de 1887
Ao Dr. inspector da hyg ene
Braz Goncalo dos Santas, pharmaceutico esta
beiecido na cidade de Garanhuns, tendo de fater
orna viagem ao aerto para tratar de ca sade,
pede a V. 8. que nao consinta pratico algum esta-
belecer-se nesta cidade, durante tua ausencia, vis-
to como contina sua pharmacia a gyrar sob sua
responsabilidade.
Garanhuus, 5 de Setembro de 1887.
Brat Goncalo dos Santo*.
PITAES
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
dimito do cicel desta cidade do Recife e
leu termo, capital da provincia de Per
nambuco, por S, AI. imperial e constitu
cional, o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guarde, de.
Faco subcr acs que o presente edital virem cu
delle noticia tiverem, qu^ findos os das de p.e-
^o:s c pradal h'gacs o na audiencia deste juizo
do da 10 de Setembro priMmo, iro praca por
venda a quera mais dr e maior Unce offerecer, os
BPguintcs bena :
Um relogio de parede aval'ado em 20$.
Dcze banheires de c.brc avaliados era 20 cada
um.
Vinte o quitro tornciras de ato a H cada urna.
Dose cadeiras de flia a 500 ra. cada urna.
Seis ditas de junio a 1500 cada tima.
Dous ufas euveruis'idos de proto por 15/.
Quatru bancos d.pinbo a 14 cada um.
Urna secretaria avaKada em 15.*,.
Duas bombis de /apy avalladas por !5 cada i
' urna.
Quatro quadros com estampa* pe 10/.
_ Os bens cima descriptes vio ser vendidos em
prac-i publica para ragim-iitii do pedido cus-
tas da accii) executiva que nove a m^sa regedo-
ri da V' neravei ordnn 33 de Xossa Senhora do
.13 contra Luiz Auton l'e cia e sua mulher.
E para qua chegue ao conhcimento de todo*
mandei psssar e preseute edital que ser afiliado
no lugar do cetumee pablieido p la imprensa.
Dado e paseado nesta cidade du R.'eifo a os 13
das do tnez de Agosto de 1887.
Eu, Pelicissimo de Azevedo Mello, escrivao, iz
eterever sub.-cii-vi.
Joaquim da Costa Ribeiro,
Monte de Soccorro de
Peni a ni buco
Sao convidados os possuidores das cau-
telas dos nmeros abaix >, a virem resgatar
as rnesmas at o da 17 do crrente avi-
sando-sa-lhea de que fiado este praz> se-
nt ellas iraproterivelmente levadas i lei-
lao publico.
- De ordem do Iilm. 8r. Di. inspector,faco pu-
blico que no da 15 do correte ir i praca, paran-
te a jonta de e mpras, o foruecimento de iO keps
de olead > com ventiladores, para a guarda civica.
Os senhorea concurrentes devem habilitar se na
sesso da j jota da tuzenda do mesmo dia e apre-
sentar suas propostas em carta fechada por occa-
siao du respectiva junta, companhadas de um
exemplar dos referidos keps.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernara-
buco, em 5 de Set moro le 18S7.
_____________________Lindolfo Campello.
MXARACOES
S R. J.
Sociedade Recreadla fu*eaiuac
Por ter falbcido o pre9timoso consosio Manoel
Julio Soir< s do Amaral, rcsulvej a presidencia
desta s.ciciladc suspender o expediente at segun-
da-feira 12 doc.rreme, inclusive
Secretaria da sociedade Recreativa Juv.ratudc,
de Setembro d: 1887.O 1" seeretari,
Manoil Jcaquim Baptista.
Suiieaile Uuio Cnmmeiclal Bese-
fcenle Sesso de posso
De .rdem do Sr. presidente, convido os elabores
eocios e'eitoj a renuirem-se na sede social, domin-
go 11 do c r.cute, s 4 horas da tarde, afim de
tomarem pvte dos respectivos cirgos.
Sala das sas.-oes da asseinb a geral, 9 de Se
tembro de 1837.O 2o ee'-'retaro,
-Justino Vieira.
Estrada de ferro do Re-
cife Cania r
De ordem d> Illm. Sr. director, faco publico
que at o neio dia de VO do correte rec?bera-se
prepostas para a c ns'rueeSo de um arm.-.z m na
stacao da Serra, nesti estrada de ferro, de con-
iormidade com o plano e condic s que os propo
rintes podero examinar no escriptorio dornge-
nbeiro, residente em Jboatao, onde sero recebi
das_ as propostas e abertas uo dia c hora cima
indicados.
Secretaria do prolongameoto da estrsda de f-r-
ro do Reeife ao S. Francisco e errada de ferro do
Recife Canat, cm 9 de Siembro de 1887.
Pelo secretario, o escripturari.i
Victaliano C. Ribeiro de Souza.
Arsenal de Guerra
De ordem do Illa. Sr. major director, distribue-
;e costuras nos das 10, 12 e 13 do corrente mez,
s costureiras de ns. 351 150, de cooformidade
coai as dispos\o dos annuncios anteriores.
Scc^So das costaras do Arsenal de Guerra de
Pernambueo, 10 de Setembro de 1887.
Flix Antonio de Alcntara.
Aife.cs adjunto.
13533 13597 137(9 13335 13859 13914
13924 13925 13926 139j7 13929 13932
13939 13941 13942 13944 13945 1394(5
13'J49 1353 13960 13963 13968 13J74
13975 13977 13980 13982 13984 13986
13394 14U01 140u4 14006 140U7 14016
14017 14018 14 14036 14038 14010 14043 14045 ll04i
14047 11051 14052 14054 14057 11060
14061 14062 14063 1407 14070 14071
14073 14074 14075 14080 14081 14084
14085 14087 14088 14094 14095 11097
14098 14100 14102 14108 14110 11112
1J114 14123 14125 14136 14138 1U39
14142 14147 14149 11151 14157 14165
14166 14186 14187 14188 14190 14191
14192 14207 14213 14214 14215 11217
14222 14223 14226 14231 14233 14289
14240 14241 14242 14243 14214 1445
14246 14247 14248 1420 14251 11253
14258 14260 14261 14263 14264 14265
14266 14267 14268 14269 14270 14271
14272 14273 14276 14280 11285 142-6
14297 14298 14300 14304 14308 1430a
14.311 14312 14314 14315 14319 14321
14325 14326 14331 14333 14315 14346
14368 14369 14371 14376 14377 11390
14397 14422 14424 14132 14434 14439
14448 14455 14160 14464 14470 14473
14476 14178 14479 14482 11484 14487
14490 14491 144I2 14496 14497 14502
14503 14510 14ol2 145 6 145i8 14521
14531 14532 14538 14542 14543 14547
14550 1455 i 14555 14558 14571 14581
14582 14592 14593 14594 14597 14598
14602 14604 14609 14622 14624 14625
14626 14627 14629 14633 i463G 11050
14651 14652 14653 14654 14658 14661
14665 14668 14670 14673 14675 14677
14680 14683 14684 14689 14690 l-693
14691 146^5 14696 14707 14710 14713
14718 14719 I470 14723 14725 14730
14731 14732 14733 14742 14747 14752
14755 14756 14763 147/0 14775 14778
147H0 J4783 14785 14787 14788 11789
14791 147 !)3 14794 14803 14807 14814
14812 14818 14819 14822 .........
Eecifo, 2 de Setembro de 1887.
O gerente,
Febifio D. Ferreir Coelho.
Obras Publicas
De ordem do lllm Sr. eng- nb iro director geral
das Obras Publicas e de confjrmidade com a au
foiisacao de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
de 13 e 20 do oriente, fuco publico que no dia 15
de Setembro, ao meio dia, na metma repar ica<
recebe se prupost is para execucao dos reparos da
cadea da cid .de de Nazareth, oreados em......
4264800, do predio provincial que se-~ de escola
public-i na villa de 8ar': is, n? .-- ncia de
5O6U00 e dos de que n
de (loyanna, no valor d
Os orQim 'titos e cli-
resp ctivos contratos e -..
para serem examiuaios
derem arrematar as 'nesoiaa obras, de accordo com
o que dispo- es artigos 70 73, 89, 90, 92, 97
101, 106, 115 el 16 a) ngulamento de 20 deJunbo
do corrente anuo.
Secretaria da repart,So das Obras Publicas de
Pernambueo, em 27 de Agost) de 1887.
O rngenheiro secretario,
Joaquim G jm- s de Oliveira e Silva.
ita
aa cidad?

as peciaes para os
i-se nesta secretaria
aquelles que pr-t.n
1!
DaupfschilTrahrls-GeselIscha.
O vapor Rio
Espera se de HAMBURGO,
por LISBOA, at o dia 15 do
corrente, seguindo depois da
demora neceesaria para
de Janeiro e Sanios
Para passageiros e carga a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borsteliiiann & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
1' andar
PacilicSteam Navigaoniompany
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Galicia
Esp-ra-se dos portos do
sulatodia 12 de Se-
tembro seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
k
DO
Diligencias de Olioda
llorarlo
BRASIL
Capital 0,000:000$
dem reaitsado 10,000:000
Fia?
Conpanhi:;
DE
o e tecidos de
Peiiiarabuco
A directora t.z scienta sos seobores subscrip-
tores da nova "misjao ic ac^o.s para o levanta-
mento da fabrica na Torre, que rica marcado o
orazo de 30 das, desta data, para o pagamento
da segunda prestaco de 25 0/0, e autoriaado o
^r. thesoureiro Jos Jo3o de Amorim Jnior, para
o recebimento, ra do Bom Jess n. 3.
Recife, 23 di Agosto de 1887.
Os directores
Manoel Jos da Silva Guimares.
Heorique Saraiva,
Secretario.
Jos Joo de Amorim Jnior,
T besourei ro. ______
Companhia de Edifi-
cado
Coanaunieo aos ?rs accionistas que por deli-
ueraco da directora foi resolvido o recolbimento
da oitava prestaco na razo de 10 por cento sob
e valor das respectivas acfoes, o qnsldever rea-
lisar-se at o dia 29 de Setembro prximo futuro.
Recife. 29 de Agosto de 1837.
Ricardo Menezes,
Gerente.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenbeiro director geial
das Obras Publicas e de conformidade com a or-
dem da presidencia da provincia de huntem da-
tada, fac publico que no dia 22 de Setembro pr-
ximo viudouro, ao meio da, na meama repaitigio.
recebe-se propostas para execucio dos reparos pre-
cisos na Casa de Detenco, oreados em 11:5854100.
O oicainento e as clausulas especiaes para o
:ontracto acham-se nesta secretaria e serao apre-
sentado a i qoel.'es qie pretenderen arrematar a
mescca *j-'irs, de accordo com o qne dispe os arts.
70 a 73, 89 e 90, 92. 97 a 101, 106, 115 e 116, do
regulamento de 20 de Jucho do corrate asno.
Seeretaria la Ceparticao das Obras Publicas
eos 30 de Agosto de 1887.
O engenbeiro secretario,
Josqnim Gomes de Oliveira e Silva.
S. lis J.
Sociedade Recreativa Jovenlnde
A caira filial d'esie Banco funecionando tcm
poranamoiite ra do Commeroio n. 38, saca, a
vista ou a praz>, cmtra os s.'gmntcs correspon-
dentes no estrangeir :
Londres......... s/N. M. Rothschil & Sons.
Paris........... De Rotbschild Frrcs.
Uamburgo.......\
Uerlim..........
Bremence........
Frankfurt s/ Main
Antuerpia.......
Soma...........
ienova........
aples.........
Vlao e mais 340
cidades de Ita-
lia............
-Madrid..........
Barcelona.......
Oadiz...........
Malaga.........
Tarragone......
Valencia e entras
cidades da lies
panba e Ibas
Canarias......
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-
tugal o ilbas... J
Buenos- Ayres... .)
Montevideo......)
Nova York......"
Compra saques sobre qualquer
rio e do estrangeiro.
Recebe dinbeiro em conta correte de movi-
mcuto cem juros a nizao de 2% ao aanoe por le-
tras a praxo a juros convencionados.
O gerente,
William M Webster
Deutsche Bank.
Banque d'Auvers.
Banca Genrale e suas
agencias.
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e
suas agencias.
Euglish Bank of tbe Ri-
ver Pate, Limited.
G. Amsick & C.
praca do impe-
Eslepaqnele eos que dora
em diante seguirem locaro em
Plymonlli, o qne facilitar che-
gareni os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, encommendas e din-
'leiro a frete tracta te com os
AGENTES
Wilson Sons k. V., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
tOnPWIIlE DES* HENSACE
RES HlftiriVIE*
LINHA MENSAL
O paquete
Una excellente mesa elstica com 7 taboas,
sendo 2 fixas, 2 aparadores, 1 guarda-louca 1 re-
logio, 12 cadeiras, 1 sof, 2 quartioheiras, bande-
jas, loucas para cb e jantar, copos, clices, garra
fas, compoteiras, talh rts, colb^-res, mesas, eadei-
ras avulsas, camas de lona, trem de cosinha, flan-
dres, potes para agua e muitos outros movis de
casa de familia existentes no
2* andar do sobrado da ra Duque de Ca-
sias n. 2
Sabbado, IO do eorrente
Jos Joaquim Pereira da Luz, tendo da f-zer
uma viagem Europa com sua familia, faz leilao
por intervengo do agente Pioto, dos moveio e
mais objeotos existentes em cssa de sua residen-
cia no 2 andar do sobrado da ra d*s Cruzes n 2,
casa de esquina no oito do ordem 3 de S. Fran-
cisco.
Leilao
I
of Rio le J
Ll'tBll
sFre^oa
Recife 4 Olinda e vice v-r;a iBc'u&ive
o bond......... 300 rs.
Mchocs at 12 annos inclusive o bond. 2tO rs.
RemoCuO
De ordem do Sr. Dr. inspector geral, se declara
i professora publica Cordolina Amelia da Paz,
removida por portara da presidencia da provincia
de 22 de Agosto findo, da cadrira de Vicencia
para a do Porto de tallinbas. que Ibe fica mar-
cado o prazo de 60 das, a contar da data da dita
rcm.ca>, alim de assumir o respectivo exereicio.
Secretaria da instrueeao publica de Pernambu-
eo, 2 de Setembro de 1887.O secretario,
Pergentino S. de Araujo GaivSo.
Ia seccao. Secretaria da presidencia de Pe Bam-
buco, em 3 de Setembro de 1887,
Par esta secretaria convidado o Sr.-A&tonio
Justino Ferre cimentos acerca de um requerimento que dirigi
ao governo imperial, o qual exigi informa^des
sobre o objecto do meemq requerimento
Pedro FranciCJ Correia de Oliveira,
f
A presidencia desta sociedade, tendo reeebido a
noticia do infausto pastameuto do socio distiucto
Manoel Julio Soares do Amaral, de accordo com o
att 58 dos estatutos, manda celebrar orna missa
pela sua alais, ns segunda feira 12 do corrente,
is 7 1|2 boras da manbS, na igreja da Penba.
Convida, portento, a todos os consocios, paren-
tes e smifos a assistil a.
Seeretaria da sociedade Picreativa Juventnde,
9 de Setembro de U87.O 1 secretario,
____ Manoel Joaquim BHptista.______
De hojepor diante os primos
dos materiaes da Olaria a Vapor,
sero regulados pela tabella se
guinle, sem descont:
Tjolos grossos formato com-
muQi, milheiro 18$ Ditos for-
mato pequeo .6$- Telhas, mi-
lheiro 35$, Ladriihos de diver-
sos formatos 50^000,
Recife, i de Agsoto de 1887.
Antonio Y. Nascuento Feifosa.
GERENTE INTERINO-
" A.P. B.
Aowociaro Poriiiituean de Benefl
cenca em Pernsmburo
Servico medico
A directora iesta assoeiacio communica aos
gis. sooioi, que tendo o Illm. Sr. Dr Raymundo
Bandeira pedido exooeracSo de cargo de medico
d mesma, etntraton este servico com o lllm. Sr.
Dr. Manoel Clementino de Barros CarneirOj o qual
tem o sen consultorio c residencia ra Duque de
Caxias n. 88, 1- andar, onde dar consultas de 1
is 3 b ras da tarde, e acudir aos chimados dos
que se spresentarem com os documentos eligidos
nos S 1- e 2- do art. 70 dos estatutos.
Secretaria da directora, 5 de Setembro de
1887. 1- secretario,
Ernesto da Silva Araujo (juimari.es.
tssorisriiu dos rnncctonarlea pro
vinclae* de Pernambueo
Eleico para o conselho deliberativo
De ordem do Illm. Sr. presidente desta aeocia-
c>o, convido os senborrs arsociados a comparece-
rem no da 7 do corrente, pela, 10 boras di ma-
nbi, m sle socisl, ra do Impersdorn. 71, 1-
andar, para do conformidade com o dispoito no
art. 11 do acto da reforma dos estatutos, .-.ce-
derse a cleifo do conselho deliberativo quj tem
de dirigir a mesma Btsoci'.cSo no anno de 1387
1883. Recife, 2 de Setembro de 1887.
O secretario,
Alfredo Rodrigues des Anjis
Capital do Banco....... 1.000,000
Capiul realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,000
A contar desta data e at ulterior reao-
lugao, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os saldos de dinbeiro
depositado em conta corrente de movimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-se tambera diubeiro em deposito
a juros por periodos determinados, o a su-
jeito ao aviso previo de triota dias para ser
retirado, mediante as condicS^s de que se
dar conhecimento aos iateressados.
Pernamcuco, 23 de Maie de 1887.
Henry K, Gregory,
Gerente.
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector, faco
publico que no dia 15 do corrente ir praca,
perante a junta da fazenda provincial, o pedagio
da barreira de Timb at 30 de Junho do auno
prximo vindouro, servindo de base a quantia de
400*000.
Secretaria daTbesouro Provincial de Pernsm-
buco cm 5 de Setembro de 1887.
Lindo/fe Compeli.
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parantes
ou protectores das menores abaixo declaradas,
paro, at o dia 30 do corrente, apresental-as no
collegio das arpbas, afim e serem ahi admittidas,
visto acbarem-se inscriptas eui primeiro lugar, no
respectivo quadro.
Laura, Clna de Miguel de Seuza GaivSo e Isa-
b.l Mara da Silva Galvao.
Sydronia, flha de Cosme Damio Felippe da
Silva e Constancia Mara da Carmo.
Secretara da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 16 de Julbo de 1887.
O escrivao interino,
Francisco Gomes Castellao
Manta Casa de Misericordia do
Reelfe
Na secretaria da Santa Casa arrenda-se os se-
guiutes predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Theuono u- 22, 1 andar.
dem idem n. 25, sobrado.
dem do Marques de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1- andar.
He n da Moda n. 4'.
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingeeta n. 14, 1' aodar.
Becco do Abreu n. 2, 2' andar.
Secretaria da Santa Casa de Misercordia io
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivao intariuo,
ITIIGU
C o ni man ti ante .ion
E' esperado dos portos do
sul at o dia 18 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux
tacando era
Dakar e Lisboa
Leinbra-se aos senhores passageiros de todas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimonto de 15 % em favor das fa
milias composta de 4 pessoas ao mcLOS c que pa-
gareis 4 pastagens inteiras.
Por excepc&o os criados de familias que torna-
rem bilhetes de proa, gosam tambem Ueste abati-
mento.
Cs vales postaos s se das at dia 16 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinhsin
a frete : tracta-se com o
AGENTE
iuguste Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
l'OHPi\!l!4 PKB.IlHBIt. *A
DE
Vavcgaco Costelra por Vapor
Fernando de Noronba
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
Segu no dia 16 de
Setembro pelas 12 ho-
ras da manha.
Recebe carga at o
dia 15.
horas da manhS do dia da
De um piane de PbyM, de ums mobilia de jun-
co branco torcido de Tonel com sof. 2 consolos 2
cadeiras de b acos, e 12 de guarnicSo, 2 cadeiras
de balanco, 1 esplho oval de crystal e dourado, 6
quadros, 3 pares de jarros, 1 ustre para centro
da sala, etagers, 1 tapete de sof, 6 de porta,
2 escarradeiras, 1 meBa para jogo, l candieiro
para cent: o de mesa.
Um toilet de Jacaranda, 1 guarda roupa, 1 la-
vatorio, 1 commoda, 1 lavatorio, 4 jarros para ib-
res.
Dous lindos apparclbos de fina porcelana paral
cb e jantar, 1 guada louc-t 1 mesa elstica, 1
aparador, guarda cernida com arama as portas
e nos lados, 1 relogio, 12 cadeiras, copos, clices,
cama garrafas, cadeiras, e outros muitos movis
existentes.
N. 1' andar do sobrado da ra Direita n.
82
Segunda-feira 12 do Setembro
Alvaro Diniz da Costa Maia, retirando-se para
Ribeiro c m sua familia faz leilao por interven-
cao do agente Pinto, dos movis existentes na
caso em que residi ra Dir.ita n. 82.
O leilao principiar s 10 1|2 horas
Primeiro quarto
QUa santuario, 1 commoda de Jacaranda, 2 qua-
dros, 6 cadeiras e 1 bab de flandres grande e
forte.
Segundo Quarto
Uma cama fraucezs, 1 cpula e cortinados, 1
commoda, 1 Npete, 1 guarda-roupas, 1 toilet, 1
lavatorio, 1 cabido, 1 meza de cama.
Sala de Jantar
Uma meza clstica, 1 gusrda-loucas, 2 apara-
dores, I relogio, 12 cadeiras de junco, 1 quarti-
nheira, 1 meza com pez torneados, 1 cadeira alta
para menino ir a meza, louca para cha e jantar,
cepos, clices, garrafas, caropoteiras, talheres,
colberes, 4 caixas com garios, faccas e outros ob-
jectos, de electro-plate, b*cia, latas, fraseos de
boceas largas, mezas, prstileirss e trem de co-
sinha.
Terra co
Gaiolas com passares cantadores, j irros e vazos
com plantas, erlos e outros objectos.
O leilao principiar
As 10 1\2 horas
Leilao
No3-
do
10
ir
ii
MUS
BOYAL MAIL'STEAH PCET
COMPANY
0 paquete Mondego
esperade
do sul no dia 14 t
cerrente seguin ic
epois da demora
necessaria par
*. Vicente, Lisboa, vigoe ou
(lampin
Redcelo de pastagens
Ida. Ida e volta
A' Sonthampton 1 classe l 28 42
Camarotes reservados para os passigeiros de
Pernambueo.
Para passagens, fretes, etc^ tracta-se coi os
Consignatarios
AmorimIrmos &C.
Si. 8- RA DO BOM JESS N. 3
Passagc jS at as
partida.
ESCRIPTORIO
Caes m Companhla Pernanihn
cana n. l
Compauhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
PORTOS DO NORTE
Maco, Mossor, Aracah e Cear
0 nw Harmez Se Cillas
(fammandante J. J. Coelho
Este vapor safa i
r para os portos
cima indicados,
no dia 14 do cor-
rente, s 2 boras
da tarde.
Recebe carga nicamente at ao meio dia do
referido dia 14.
Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tiua do Vigario7
Domingos Alves Malhens
Aviso martimo
No dia 10 do corrente u a leilao no porto de
Macei, onde est presentemente ancorada, a bar-
ca uorueguense Uorzart, de 302 toneladas, forra-
da de cobre e construida em 1868, a qual ser
vendida por conta e risco de quem pertencer, no
estado em que se ach, com todo o seu apparetho,
veame, ancoras, botes, instrumentas nuticos e
mais patenlas.
Fono pr Lisia
Para os portos cima indicados seguir breve-
mente o brigue portugus Armando.
Para carga e pasaagei'os trata-se com os cen-
signatariosJos da Silva Liyo fc Filhe.
Rio Grande do Sul e Pelotas
Segu com brevidade para as portos cima a
barca nacional Marianinha ; para o resto da car-
ga que falta trata-so com Baltar Oliveira & C.
Segunda-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
andar do sobrado n. 82 da ra
Du-jua de Caxias
O agente Modesto Baptista, autorisado por uma
familia que se retra para o sul do iuperio, far
leilSo do seguinte :
Uma m .bilia .e mogno, 1 cama para casal,
mesa de jantar, 11 cadeiras de janeo, 1 dita da
balanco, i banquinha*, 3 eamps para menino, 1
berco, 1 commoda, 1 excellente carteira de ama-
relio, 2 cadeiras para menino, 2 aparadores, 1
cama de vento, jarros, quadros, copos, talheres,
colberes, machn de costura, louca, trem de co-
sinha e outros artigos de casa ds familia.
Agente Pestaa
Leilao deflnilivo
De um importante Ierren] com 400 palmos de
frente e bastantes fundos, bem arbjrisado, com
boa cacimba e excellente bauheiro, sito na Tama-
rineira, reguezia da Ornea, pertencente ao es-
polio de Minoel Duarte de Pigueiredo.
SEGUNDA-FEIRA, 12 DO CORRENTE
Ao meio dia em ponto
No armazem ra do Vigario n. 12
O agente Pestaa, autorisado por mandado e
assisten.ia do Exm. Sr. Dr. juis de orpbos,
vender a quem mais dr o terreno cima men-
cionado.
Asente Pestaa
Leilao definitivo
Da casa terrea sita no becco do Quiabo n. 74,
freguezia de Atogados, pertencente ao inventario
de Bsrnardi o Francisco dos Santos Oliveira.
Segunda feira t do corrente
AO MEIO DIA EM PONTO
No armazem da ra do Vigario Tenorio
n. 12
O afrento Pestaa, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis da provedoria de residuos e ca-
pellas, vender no dia e hora cima mencionados,
com assistencia do mesmo Exm. Sr. Dr. juis, uma
casa terrea ao becco do Quiabo n. 74, com porta
e jaoella de frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha ca-
cimba e quintal cercado, a qual ser entregue a
quem mais dr.
Agente Pestaa
2* e definitivo leilao
De duas partes da casa terrea sita ra do
Toyiy n. 7, perten-'cntes ao inventario de Custodio
Jos Vianna.
Segunda-feira, 12 do corre-ito
A's 12 boras em ponto
No armasem 4 ra do Vigario n. 12
O agente Pestaa, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orpbos e com assistencia
do mesmo, vender a quem mais dr as duas partes
da casa cima mencionadas.
U.
De uma casa terrea ua co Coronel Suaa-
aiiui n. 57, a qual rende 240-).
sitio em chao proprio, em Beberibe
de Baiso ra da Regenerc2o, com 50
palmos de frente e 4<0 do fundo.
Quinta feira, 15 do corrente
AO MEIO DIA
Agente Pinto
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 52
P tr occaaiao do leilao de movis, qnadroB, vidros
uma caixa com latas de manteiga.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8JU00 no becco dos Coe-
hos, junto do S. oncud : a tratar ca ra da
Imperatris n. 56.
Aluga se por lOOOO a casa n. 21 na Var-
zea, defronte da estaco, com armaco ; a tratar
na ra da Imperatrz n. 56.
Compra-sc uma casa terrea na ra da As-
sumpeo ou Santa Cecilia ; a tratar na ra do
Mrquez de Olinda n. 3, loja.
Aluga-se por 2PJS a casa terrea n 127 da
ra das Cinco Postas, com 3 quartos e grande
quintal, a da ra do Apollo n. 71 por 12/000 : a
tratar na ra de S. J.rge (Pilar) n. 55.
Entre duas est&ces Cruz das Almas, aluga
ce uma casa propria para estrangeiro, com todas
aa commodidades, em frente da chcara do Sr.
Thon ; a tratar ua ra Primeiro de Marco u. 25,
loja dejoias.
O abaixo assignado previne as pessoas com
quem tem transaccoes quem nao attendam a qual -
quer pedido em cripto.
Rec fe, 6 de Setembro de 1887.
Jote Mara Monteiro.
= Precisa-ae de um feitor que tenha pratica
deHorta, urefe;e so portuguez ; a tratar no hotel
Be beribe, das 6 s 8 horas da manba.
Precisa-ce de duas amas, de cesinba e de
engommar ; co largo da Penba n. 8.
Vende- se a casa da ra da Conceico do
povoado da Torre n. 2. com um terreno de cento e
tantos palmos de frente e 300 ditos de fundo, ten-
de diversas arvores fructferas, eacimb3 e bomba ;
a tratar na mesma.
Aluga-se o sobrado n 81 ra de Marcilio
088, e o 2o andar do sobrado n. 22 ra est.eita
do Rosario ; a fallar com o Pinbeiro ra da Paz
numero 42.
Precisa se de uma
casa de pequea familia :
ro 128.
ama para cosinbtr em
na ra Imperial nume-
Leilao
De apparelhos de louca para almoco, pratos,
chicara'', copos, clices, garrafas p&ra vinho, es-
petaos, quadros, jarros, talheres, mobilias, pianos,
mezas com pedra, camas, guarda pratos, guarda
louca, guaida vestidos, lavatorios, balancas, ar-
mnicos, candieiros grandes e pequeos, caixas
cm cervej*, ditas com genebra, miudezas e
grande quantidade de movis avulsos.
SEGUNDA FEIRA 12 DE SETEMBRO
A's lf hora
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 10
POR INTERVEXQO DO AGFNTE
Gusnio
Leilao
LElLUfiS
Sabbado (10 do corrente) deve ter lugar o
leilao des movis, 1 tucas e crystaes, na casa em
que residi o Sr. Jos Joaquim Pereira da Lus,
ra Duque de Caxias n. S.
Segunda-feira 12 deve ter losar o leilao de
movis de june, espelhos, quadres, tapetes, loucas
e vidros co 1 aader do sobrado da ra Direita
n. 82.__________________________________-
Terca-feira 13 o de um neo espelbo oval
grande, 1 piano, movis, electro-plate, loucas e
vidros no 2oandar do sobrado da ra Nova n. 52.
A entrega eilectuar se-ha no mesmo dia._______
Leilao
De
movis
crystaes, loucas, quadros e jar-
ros para fl A saber :
Uma mubilis de janeo preto, com 1 sof, 2 cou-
soles, 2 endeiras de braco e 12 de gnarnicao, 4
vasos par Aire?, 4 castigue c mangas, 2 candiei-
ros a gua, 1 espeib., 6 quad os, 1 espreguicadeira
e escumadelras.
Um* cama francesa. 1 ciromoda, 1 lavatorio, 2
cabides, 1 marquesa i, 1 moia commoda, 1 cama
para meniuo, 6 cadeiras e uma in-ea de jogo.
Terc_a-feira, 13 do corrente
A's 10 horas em ponto
Ka ra do Vigario Tenorio n. 10
O AGEETE MODESTO BAPTISTA por man-
dado e com assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio, far leilao (a retalbo) das mercadorias
e utencilios existentes no armasem n. 10da ra
do Vigario, pertentes a massa fallida de Alberto
Rodiigues Branco, assim como de 350 caixas de
viuho do Porto e 13 barris de quinto de vinho
branco, existentes no trapiche aifandegado da
Companhia Pernambucana, perteocentes a mesma
masan fallida.
Da movis, crystaes, 1
rico espelho oval
grande, 1 piano forte, quadros, 1 can-
dieiro de crystal de 2 bicos para carb-
nico, jarros para fljres, objectos do elec-
tro-plate, plantas e jarros.
Terga-feira, 3 do corrente
No 2* andar do sobrado da ra do Barao
da Victoria n 52
O agente PINTO autorisado pr uma familia
que retirou-sc para o sul far leilao dos movis e
mais objectos de casa de sua residencia a ra Nova
d. 52 por cima da Pbotographia A I'enschell.
A SABR
Sala de visita
Um piano f rte de Sassentnff, 1 mobilia com
1 sif, 1 jardineira e conatos com pedra, 2 cadei-
ras de bracos e 12 do gusrnicl", 2 ditas de batan-
eo, 1 candelabro de crystal, 3 lancas e 3 pares de
cortinado, 2 candieiros para k-rosene, 6 jarros
para flores, 1 rico espelbo ov.*l grande o dourado,
1 quadro grande a ole", qundros nunres, 2 eta-
gers, 2 escarradeiras, tapetes e esp cb:s.
G bmete
Uma mobilia para gsbiocte com lampo de pedra,
1 estante, 2 banqninhas, i quadros dourados e 1
relogio.
Aluga se por 16/500 a casa terrea n. 5 4
ra dos Pescadores, limpa, com 2 ealas, 2 quaatos,
cosinha fra e quintal pequeuo.
Quem precisar de urna senhora habilitada
para ensinar bem primeiras lettras, portugus,
frunces, msica, piano, flores e tapecaris, dirja-
se roa do Mrquez do flerval n 23, loja, que
achara com quem tratar. Na mesma casa vnde-
se cinco quadros muito bonitos da historia roma-
na ; tambem se dir quem aluga a casa do pateo
de S. Pedro, em Olinda n. 2, com commodos para
grande familia, muito frises, com gaz e agua, em
excellente posico.
= O abuixo assignado, tendo de retirar-se
para o centro da provincia, ven le um grande s'tio
no Salgadioho com uma legoa de trra, com duas
casas de pedra e cal e uma de taipa coberta ds
telhas ; as casas de pedra e cal, uma tem 2 salas,
4 quartos, despensa e cosinha ; a outra tem 2
salas, 4 quartos, soto com .'i quartos e um miran-
te com 5janellas, concertadas, caiadas e pinta-
das de novo, grande estribara, cacimba com duas
bombas, um viveiro, grandes baixas para capim,
tres rios, grande quantidade de arvores fructfe-
ras, sendo sopotas, romeiras e outras fructas.
O sitio principia dos trilitos urbanos de Olinda
e fiada em Beberibe, rio do Peixinho, o qual
proprio para plintacoes, crisco e solas de gado,
e est todo cercado.
O mesmo abiixo assigoado vende um grande
sitio n'Agua-Fria de Beberibe, cera uma easa de
pedra e cal e quatro ditas de taipa cobertas de
telhas, sendo tres acabadas de novo e ainda nao
habitadas ; a casa de pedra e cal tem 2 salas, 1
gabinete, 4 quartos, despensa, cosinha, estribara,
cacimba com muito boa agua de beber, riacho
corrente e bauheiro, grande baixa de :spim, gran-
de quantidade de arvores fructferas, como laran-
jeiras, romeiras, sapotas, abacates e outras fruc-
tas, todo cercado, tendo na frente gradeamento
de ferro e porto.
Vende um granie sitio na estrada djs Aflietos,
com casa de pedra e cal, teudo 2 salas, 6 quartos,
despensa e cosinha, cacimba, um grande pomar
de laranjeiras e outres muitcs arvoredos de diver-
sas fructas : quem pretender ditos sitios, dirijam-
se ao sitio de Agua-Fra, a tratar com o abaixo
assignado.
Flavio Ferreira Catao.
Ao eoDiniereio
Jos Joaquim Pereira da Lus, tendo da seguir
para Poi tugal em 14 do corrente, declara nada
dever a pessoa alguma nesta prsca, e se porm
alguem a- julgar credor do mesmo, aprsente seus
ttulos, que depois de conferidos sero pagos at o
dia 12 do corrente. Aproveita a opportuaidade
para agradecer a boa confianza que esta praca
me dspensou, assim como aas meus bous amigos
e fregueses'
Sitio para alugar
O sitio n. 9 da estrada do Rosarinbo, com boa
casa para familia, bastantes commodos, boa agua
e pasto para gado, por proco commodo ; a tratar
com Frederico Chaves, no pateo de Pedro II n.
75, 1- andar, ou na estrada dos AtHictos n. 17.
Mobilia
Vende-se ama mobilia
numero 2.
na ra da FLientina
MksWBl
0W4/S,
P-* OLERY
Vende-se ern toda a carta
f
Jonnnn FrancUra Bodrlsraes
Franca
Angelo Custodio Rodrigues Franca, seus fiihos
e netos agradecem profundamente s pessoas Jquo
se dignaram acompanhar ao cemiterio puilicoo
cadver de sua esposa, rr.ai e av e de novo as
convidara, bem co uo aos seus parcutes e amigos e
aos da finada, para aesistirem as rcissas que por
sua alma tsandatn celebrar no dia 10 do correte,
s 6 1|2 horas da msnb, na igreja de N. S. da
P*"nba, stimo do sn p-**ami>nto
naBn


t



-**
V -,' +~
Diario lie Periiaiubiico---Sabbado 10 a
Aliso ao commercio
A firma de Adamson
Hovie $ C, entra hoje
em liquidapo.
A companhia de se-
guros North Brtish &
Mercantk contina a
funecionar sob o cargo
do Sr. James E. Sme-
tkurst (o antigo guar-
da-livros) em casa do
Sr. John H. Boxivell.
O mesmo Sr. James
E. Smethurst fica en-
carregado da cobran-
za das contas e letras
anda devidas a firma
de Adamson Howie
&C.
As seguintes agen-
cias e consignares fi-
cam transferidas para
os Srs. Samuel Power
Johnxton & C.
Os remedios e me-
dicamento de dr. Ayer.
Vinhos do Porto em
garrafas e quintos.
Whiskey irlandez
de Dunville.
Aguas mineraes.
Tinta de impresso.
leos vegeta es para
macbinismo.
Agencia de linhas
de W. Waller & Man-
chester.
Agencia de drogas
de Burgoyne Burbi-
dges Cyriax e Farries.
Para o Sr. Luiz An-
tonio de Siqueira os
brins brancos de linho
do fabricante Mars-
hal,
Secife, 31 de Agos-
to de 1887._________
Ao commercic
O abaixo assignado retirando se hoje par* o
norte do Imperio temporariamente, a tratar de
loa sale, deixa Da gerencia da todo, os seas ne-
gocios o sen amigo e socio o 8r. Miguel Lopes
Guimaries e como seus procuradores os Srs. Joo
Custodio Martina Leite e Gnilherme Spiller, e pede
deseulpa aos seus amigos por u4o poder despe-
dir se pessoalmente, offerecendo Ihes seus traeos
prestimos na provincia do Cear.
Recite, 7 de Setembro de 1887.
Jos de Sampaio Coelho.
Aluga-sc o 1- andar do sebrado n 45 da ra
ostreita do Rosario, com bons commodos para fa-
milis, muito fresco, est pintado de novo, boa es-
cada, quintal e qnarto para criado ; a tratar na
roa Duque de Caxias n. 85, loja.
DOENtJASdo ESTOMAGO
DlQESTOIt DIFFIOIIt
Dyspepsins, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
Debilidade das Criangas
CURA SEOUH B APtriA PBLO
ELIX1RGREZ
TNICO-DIGESTIVO
com (tuina. Coca t Pepsina
Adoptado em todos os Hospitaea
MEDALHAS MAS EXPOSIQOES
PAEIS,r.LaBrByere.34,eiDtodasuPhrHUcai.
YIXHO DE JURDBEBA
COI I0DIRET0 DE POTASSIO
Tobco, depurativo e anty-
rhetioiMIe
PRBPABADO POB
Berttioloiea & C. Snccessor
Approvado pela Junta Geral de Hygiene
da Cdrte e autorisada pelo governo
Ob repetidos pedidos que nos foratn feitos por
muites dos nossos Ilustrados clnicos para juntar -
mos ao noasoVinho de Jurubeba,ja to vanto-
iosameute conhecido no noiso paia, como no *tran'
geiro, ama dose exacta sempre determinada de
iodoreto de potassio, creando assim nm medica-
mento certo e inalteravel, de immensas virtudes
medicinaes, nao nos deixaram hesitar nm s in-
stante, e hoje temos a satiafaco de apresentar ao
Ilustre corpo medico do nosso paia e ao publico
em geral esse novo preparado, cuja aceito curativa
e certa em grande numero de molestias incon-
testavel, como aeja no rhenmatismo agudo on
chronico, as obstruccoes do figado e baco, cas
antm\as, as clorse, hydropesias, molestias uri-
narias, debilidade do estomago e as de origem
sypbilitica.
A jurubeba, (ssa planta preciosissima, to cheia
de virtudes medicinaes, assoclada assim ao iodu-
reto de potassio, o depurativo de um valor im-
menso, fas com que o nosso preparado seja usado
de preferencia, como um medicamento certo e in-
fallivel para a cara das molestias que cima dei-
xamos descriptas.
4, Seu uso de fcil applicacao, podendo por isso
ser tomado pelo doentc : todava recemmendamo
a direccao de um medico, e s elle deve modificar
a sua aceito, elevando ou diminuindo a dose se-
gando o effeito que julgar preciso em face das
molestias a combater.
O nosso vinho de jurubeba e iodureto de potas-
sio puro tem urna dose exacta de iodureto repre-
sentada em urna colher de sopa por quatro graos
de iodureto, podendo por isso ser tomado pelos
adultos na dose de 3 colheres de sopa por dia e
pelas creanpas na de 3 das de cha, momentos an-
tes ou no acto das refeieoes.
BARTHOLOMEU & C. SUCCESSORES
DEPOSITO
34-Raa Larga do Rosario-.),
PERNAMBUCO
Para pequea familia
Alnga-se por 80U0 o soto do 1 andar n. 63
da ra do Visconde de Itaparica, antiga do Apol-
le. No mesmo precisa-se de um menino para fazer
compras, d-se roupa e bam ordenado.
Ao cominerco
Os abaixo asignados fasem sciente ao commer-
cio, que nesta data compraram ao Sr. Msnoel Ma-
ra Gomes da Silva Cunha o seu estabelecimento
de mercearia sito a ra de Lomas Valentinas n.17,
livre e desembarazado de todo e qualqaer onas ; se
algaem se julgar com direito ao mesmo reclame no
praao de tres das, a contnr de mje.
Recife, 6 do Setembro de 1887.
Leal & Braga.
Cocheira Xorte-Pernambucana
Com este titulo acaba de se fundar na cidade de
Goyanna, um grande estabelecimento de carros
de alugoel, perteneente a firma social Aranha,
Ucha & C-, que se prope servir ao publico com
a maior regularidade, presteaa e por precos m-
dicos.
D'ora em diante psrtiro todas as quintas-feirss
de Goysana, s 6 horas da manba e is 3 da tarde
para Olinda, e de Olinda para Goyanna aos sab-
bados, s 6 horas da tarde, e aos domingos s 7
horas da mantel. Oa carros nao admittiro nu-
mero de passageiros superior a sua lotacao.
O preco de cada viagem de ida e volta ser
12*000.
Viagem de ida eu volta sement, ser 6*000.
O pasaageiro tera direito a assento reservado,
pagando mais 2f G0O
Espera a empresa que nao lhe faltar o suxiliu
do publico, com especialidade do commercio do
Goyanna, auxilio qae promover retribuir, esfor-
cando-se para que o servico se faca com a maior
regularidade posaivel.
Logo que o tempo e as estradas mtlhorarem,
sera rednaido o preco das passagens.
DAY& MARTIN
Forneetdom dt Sui Majsstsde i Rsinht dt Ingltttrn,
4o fie-oito di Hinnht brittnnict.
GRAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXAf.p>suUNCTUOSA
OLEO pora ABREI0S
E ti rcoout necesufic panama-usncls do cou'o
W US asformis
DEPOSITO OBRAL EM LONDRES:
7, Hlgh Itolborn. 97
Ba rsniassM: TU1V st. DA S1VA & C*.
Mademuiselle (oliiba
Ra do Inperador n 55, segundo andar.
Mediata
EmulsaO k Kepler
Preparado de Bnrongh*, Well
fume A C.
CHIUIOOS DE LONDRES
Aseite puro e fresco de fijado de bacalho da
Noruega m solncao com o Extracto de Malta de
Kepler.
Esta a mais perfeita Emulsao at boje conbe-
cid.
Foi introdusida na pratica medica a alguna
anuos e desds entilo o seu coasumo tem tomado
um incremento to extraordinario que nao ha um
so dia em que seja reeeitada pelos mais abalisa
dos mrdicos do mundo, com preferencia sobre
todas as demais preparacSes de igual natureza, pela
certesa de sua tolerancia, no estomago nao s das
creancas como dos adultos, rebeldes muitas vezes
ao c leo de bacalho e a moitas emulsoes mal pre-
paradas.
Assim, pois, a nossa Bautista se recommenda
com preferencia para o tratamento da tsica em
todas as sues maltiplieadas manifestacoes e em
todas afteccoes dos orgSos respiratorios, como bron
chites, raquitismo enfermidades escrofulosas, tu-
mores brancos. procedimento supurativo e na den-
tico das creancas, na cax. xia sypbilitica, na
perda do appetitto e debilidade dos orgos diges-
tivos e em geral em todos os casos em que se fas
preciso o levantamento na nutricio.
t'satco depolto
34Roa Larga do Rosario34
Pha. macla
BARTHOLOMEU & C SCCESORES
Banhos salgados
Alngs-se urna casa em Olinda, no pateo de 8.
Pedro, com afrua e gas encanados ; trata-se com
o thesoureiro da Recbedoiia Provincial.
Leaui
Offerece se um rapas de 17 anuos para ser cai-
xeiro de cobrancas ou de escripono : a quem con-
vier d> ixe indicaedes relativas no escriptorio dcs-
se Diario.
ELIXIR DESOBSTRUENTE
DE
Eupeptilo de Gervo
Preparado pelo pharcaeentleo
JOS' FRANCISCO B1TTENCOURT
O tlervao tera uma a<*sIo deaobstraente extraordioaria para os mcommodos
do ligado, baco e estoiDHgo, conforme o deaereve Dr. Mello Moraes.
Uro grande numero de peno que tem usado deRo considera-o nraivel.
Levados por estas informeSSs8 e Por muit'8 *Perienc,a8 presenciadas por
ns meamos apresentamoa aos elinir.os e ao publico em geral, um Elixir deata planta
da um sabor delicioso e de u* effito verdaderamente benfico para os pobres despep-
tiocs, spleneticos e aquellea que eoffrem do figado.
Os propietarios da Pha-maeia Central
N. 38 -Ra i 'sMisaiiin- M 38
d P-
km
Precisa-se de uma ama paia engommar e taser
servioos de casa ; na typographia do Diario, no
3- andar, n. 24, ra Duque de Caxias.
Ama
Precisa-se de uma ama para o servico de casa
de familia e que tenha boa conducta ; a tratar na
ra do BaiSo da Victoria n. 46. loja.
AMA
Precisase de ama ama para comprar e
cozinhar em casa de familia : na roa Du-
que de Caxias n. 14 se dir.
Ama
Precisa-se de uma ama que saiba cosinhar : na
ra de Domingos Jos Martins n. 104 se dir.
Ama
Precisa-se de uma ama para cosinhar; no lar-
go do Paraizo n. 14.
Ama
Precisa-se de uma ama para todos os servicos
de casa de familia ; a tratar na ra do BarSo da
Victoria n. 7, 2- andar.
,%* %
Precisa-se de uma ama para cosinhar em casa
de pequea familia ; na ra Duque de Caxias n.
86, 3- andar.___________________________________
.%*,%
Precisase de uma ama para casa de pouca fa-
milia ; a tratar no beeco do Peixe Prito n. 9, se-
gundo andar.
Ama de leite
Precisa-se de nma ama de leite ; na ma da
Restauraco n. 3, 1- andar, antiga ra da Guia.
Aluga-sc barato
Kua Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra Coronel Suassuna n. 141, quarto.
Ra do Tambi n. 5.
Largo do mercado com agua n. 17.
Ra do Calabouco n. 4, loja.
[Yata-se na ra do Commercio n. 5, 1' andar
es.-ripterio de .Silva tuimarSus & C.
Alug-se
a casa terrea da ra Lomas Valentinas n. 40;
freguesia de Santo Antonio, com bons commodos.
quintal e cacimba s, e est limpa ; a tratar na
ra velha de Santa Rita n. 14, sobrade, das 8 ho-
ras da manhil a 1 da tarde.
Aluga-se
urna boa casa no Monteiro, tendo agua, gaz, bom
jardim e fcando perto da estaco ; quem a pre-
tender dirija-se ra da Imperatris n. 16, primei-
ro andar.
Poltica
Leia-se os impressos que se est distr buindona
Pharmacia Americana.
VINHO /
PPEPTICO/
/DoD.pYial de PARISV
Contando os tres fermento
dm diffeetao :
Pepsii, Diastaii e Pancreatiot
RECWTADO POR TODOS
OS llW>XCOS, ptnuXMg-estQM
i tardas o laboriosas, Ds-syap- i
Isla, Crdatela, Oastrsdymla.i
laastralKta.ealmbras de oato-l
' mtto. Vmitos, OoBTaJesccm-
cas lentas, etc.
Depotto geral : H. VIVIEN
60, Boul* de Btrasbourg, em Parla
Z Sa TODAS Al MMRHACUS
Leiam
Na ra do Barao da Victoria n. 2, primeiro an-
dar, preparara se capellas mortuarias de flores
naturaes e artificiaee, de diversos gostos e pre90s,
e mais rticos desta profissSn. como sejam : bou-
quets para casamentas e offertaB, com disticos
birdados a ouro e pnta.
?ala para alujar
Aluga-se a sala do J andar do sobrado da ra
do Marquz de Olinda n. 52, a qual fresca, cla-
ra e est limpa ; a tratar no armazem do mesmo
sobrado. ______^^
Caixeiro
Quem precisar de um menino de fra desta pro-
vincia, para platicar em m >lhados, refinaco, de-
posito de cigarros, dirija-se ra estrtita do Ro-
sario ns. 1 e 2.
" tingua (ragaiicia V
FRANGIPANNI
Opopenaz o Psldiun
Oarlssima ? Oeradla
^P Tendr-M? fm toda
'iU at fYr/umartu *
tfc t Drogara, -Vo
2?d 8treS
US **
LU fc %
i Q -o
* "o fi S-j
5||i|
a. 8 Ese
Pcitora 1 de Cambar
()
PREgOS
frasco 2*500, 1)2 duzia 13* e
as sgcncias
duzia 24*000.
as sub agenciss : frasco 2*800, li2 duzia
15*000 e duzia 8*000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vincia-Francisco M. da Silva & C, ra do
Mrquez da Olinda n. 23
Atten$o
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Physiologicas,
para o
Toucador-
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
Dvolve, com o brilho o frescura da Juventude. ao
calillo (frinalho ou branro una rica cor nata-
ral, castanho ou preto, como se deseja. Pelo sea
aso, ao casco olaro ou roxo poc dar-se nma cOr
escura, e groasura ao cabello fino, emquanto que
frecuentemente cura a calvicie, porem nein sempre.
Impede a queda do cabello, estimulando o dbil e
enfermo a crescer vigorosamente. Reprime o pro-
greseoe cura a tinhae caspa, curando quasi todas as
doeneas peculiares do pericraneo. Como Cosmti-
co para afonnosear o cabello das Senhoras o
Vigor nao tem rival; nao concern azeite cu tinta al-
guma. torna o cabello suave, brilliante e sedoso na
apparencia, e communica-lhe um perfume delicado,
agradtvel e permanente.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowcll, Mass., E. U. A.
A' venda lias principaea pharmacia* e drogaras.
Fumo carioca
Prenarado pela acreditada fabrica do Rio, de-
nominada Fonte Limpa ; vende se em pacstinhos
em todos os estabelecimeutos de retalho.. nico
deposito, na fabrica Veneza, arco da Conceico
nmeros 4 e 6. ,
SEMOLLW
De Brons & C, de Glasgow
Este artigo, preparado por um novo processo
de trigo da melbor qualidade, possue os elemen-
tos necessarios para nutricio de crianzas e doen-
tes, e muito se recommenda /por ser de fcil di-
geato e gosto muito agradavel ; tarobem pode-se
fazer uma ezcellente papa, misturado em partes
iguaes com a maisena dos mesmos fabricantes,
addicionando-se-lbe algnm leite. nicos agentes
nesta praca, Saunders Brotbers & C, la/go do
Corpo Santo n. 11, primeiro andar.
Off-rece-ee um typographo especialista em obras
svulsss, composicoes corridas, paginacSes e im-
resses, etc-, etc. : tratar nu ra do Vigario',
enorio n. 12.
DE
i.o\(.Ht\ Vendem branles & C mais barato que em ou-
tra qualqaer parte, em latas de 1, 2 e 5 galoes :
este gz. recommendHvel para as casas de fami-
lia, purque evita a exploso.
Wndem tarobem cal de Lisboa, oleo de mocot,
potaesa da Russia em latas de 10 k los, azeite de
csrrapato e graza em baxigas.
Ra do Bem Jess n. 48
Fabrica de chapeos
Antonio Jos Maia & Q.
DEPOSITO
roa do Baro da Victoria ns.
343(
Os proprietaiios des te estabelecimento scienti-
csui aos seus numerosos fregueses e ao respeitavel
publico, que cuntiauam a ter grande sortimento
de uhapos de todas as qualidades e formatos,
manufacturxdos com toda a perfeiyao e por precos
mais vantajosos que em nutra qualquer parte.
Sitio c casa par ala >
gar-sc
Aluga se o grande sitio do Abrigo, em Oiinda,
nos Arrombados, c >m grande esa terrea e sobra-
do, cocbeira, quartos para criado, Beis viveiroa,
mais de 60) pes de noquiros, mnitos cajueiros,
ap'.tiseiri'S, mangueiras, com pasto para vaccaa e
tendo muito fcil transporte por nm lado pela
via-ferrea de Olinda, e por outro lado pelas dili-
gencias e bonds, arrenda-se por commodo pr<-co :
trata-se na ra Primeiro de Marco n. 17, primeiro
andar Aluga-se tambera a casa da ra do Prin-
cipe n. 4, no mesmo escriptorio.
19
Cbegou a primeira remessa do precioso farello
de caroco de algodo, o mais barato de todos os
alimentos para animaes de raca cavallar, vaceum
suine, etc. O caroco de algodo depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento que se pode dar aos animaes para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle emptegado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farellos
que sSo muito mais caro e nao sSo de tanta sus-
tancia.
A tratar no Recife rom FrssaraBeeba
"* A' EXCH.' SHA. D.
ANNA LYDIA FRAGOSO DE ALBU-
QUERQUE
Felicita, hoje, pelo seu feliz anniversario, sua
sincera amiga
C. C. M. O,
6 de Setembro de 1887.
Criado c cosinheira
Precisa-se de criado e cosinheira ; a tratar us>
terceiro andar, por cima da typographia deate
Diario.
VENDAS
Oomos em relevo
e cartees para felicitaces e pre-
sentes
Novo e esplendido sortimento
Na livraria PARISIENSE
Ji Rusl'rlmrlro de Marro 1
CsrTMTNi
Aos I2:00S000
Biihetes garantidos
23 RA PRIMEIRO DE MARQO -23
Da 9a lotera da provincia venderam
Martins Fiuza & C. os seguintes premios
garantidos ;
3725 1:0000000
2566 5006000
3101 200^000
2932 500000
Acham-se venda os afortunados bi-
lletes garantidos da 10a lotera da provin-
cia em benp*ieio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife, que sa extrabir quan-
do for annuciada.
Fabrico de assucar
Apparelbos econmicos para o cozimen-
to e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo motiles* em preco e ef-
fcetlvo em operaco.
Pode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, melhorando muito a
qualidado do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERAQO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos contraes,
mashimsmo aperfeigoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especifca(Se8 e informales com
Hrewot C.
5RA DO COMMERCIO5
Caxang
\ ais BSsskSa
Aiuga-se quartos mebilhados por lOOO men-
saes, commodos para familia, com cosinha ; no
sntigo hotel do Farofa.
E' barato
Aluga-se na Boa iagem nma casa com Vas-
tantes commodos, petto da estaco da va-terrea e
dos bonds ; a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero n. 34. ___________________________^_
Antonio Duarte
receben directamente do Porto vinho verde, dito
do Douro, salpicos de fumeiro, ditos em calda, e
vende por preco mdico em seu estabelecimento,
ra da Unio n. 54, confronte a estaco.
__Vendc-sa o sobrado de dous andares e sotia,
em bom estado, em chao proprio, ra de Agua
Verdes n. 22 ; a tratar com o leiloeiro Martins.
Para acabar
Os seguintes artlgos:
Madapoln americano com um metro de largura,
de 13 por 6*500.
Fustoes brancos de 500 rs, a 249 rs.
Setinetas de quadrinhos de 500 rs., a 240 rs.
Luvas de liubo de 800 rs., a 320.
Cretonas americanos, superior qualidade, de 4 rs., a 240.
Casemira ielpou para vestido, de 800 rs., a 240.
Cambraia victoria, de 4*500, a 2*500 a peca.
Cortes de cambraia branca, bordados e da co-
res, com um pequeo toque de mofo, de 8*003, a
a 4*500 e 5* 00.
Atoalhados, bonitos desenhos, com pequeo to-
que de moto, de 'i*000, a 1*200.
Quardanapos de 4*, a 2*000.
Linn de todas as cores, de 640 rs., a 240.
Toile de Vicby de 500 rs., a 210.
Meias inglesas psra sennera de 12* por 6*.
Toalbas v.colcboadas, de 3*500 por 2*200.
Merinos de todas as cores, de 1J200 por 50.
Lencos com barra de ir, de 2* por 1/200 a
duzia.
Nanzuks lisos de 280 rs., a 160.
Loques de setim de 800 rs- e 1*.
E muitos outros artigos que deixam se de men-
cionar, assim como retalhos de diversas qualida-
des de fazenda.
56Loja das estrellas56
ituii Baque de Casia*
Telephone210.
:^rSfi
IGUAttASSIT
Francisco Xavier Paes
Barreto
Advogado
Eucarrega-se de cobrancas, mediante
ajuste muito razoavel.
Feitor
Precisa-se de um feitor que entenda de jardim
e plantaces de capim. preferindo-se estrangeiro :
a tratar na ra de Pedro Affonso n. 58, antiga
ra da Praia.
Modista Franceza
Alme. Fanny Silva de volta de sua via-
gem a Europa, scientifica as Exmas. fa-
milias e r.s suas freguezas, que reabri o
seu atelier He modas e costuras a ra do
BarSo da Victoria n. 15, 1.* andar. Par-
tipa tambem que trouxe de Paria completo
sortimento de artigos de modas, e novida-
des, etamines, mosco vites, corsades plas-
trars, guarnico.-s de vidrilho o seda, etc.
Espera que as suas antigs freguezas con-
tinen a dispensar-lhe sua generosa pro-
tecjo e pede as mesmas visitar seu ate-
lier, onle encontrarlo tambem um lindo
sortimento de chapeos. (Alta novidade de
Pars.)
15-RA BARAO DA VICTORIA15
1. andar
EXPOSIQiO GBRAL
16-Rna do Baro da Victoria16
Dmi8o Lima & C. chamam a atteofSc)
das Exmas. familias para seus presos :
Pecas de bicos de cores a 3*500.
Ditas de ditos brancos a 2*500.
Ditas de ditos a 1*500, 1*800 e 2*G00.
Boloes de madreperola finos a 320, 400, 600 e
800 ris.
Bolsas para meninos, de 1*500 a 5*000.
La para bordar a 2*800.
Dito mesclada a 3*800.
Meias para senhora a 320, 400, 600 c 300 ris.
Baleias a 320 ris.
Arquinhos a 120, 160 e 200 ris.
Lencos de s ja a 1*000.
Fitas modernas a 5'. 0, 600 a 1*000.
Passarinhos de t Ja a 500 ris.
Apparelhos para enanca a 1*200 c 1*509.
Ditos de metal a 1*500 e 2*000.
Finos chapeusinhos a 5*.
Sapatinhos de setim a 3* e 4*000.
Modernos espartilhos a 6*000.
Bonitos collarinbos a 500 ris.
Pnnhcs todos os nmeros a 900 e 1*030.
Touquiuhas a 2*000.
Leques transparentes a 2*500
Ditos de tila a 5*000.
Ditos desetinta 1*500.
Ditos de papel i 400, 500, 600 e 800 ris.
Caizas com 3 sanetes a 500 ris.
Uma barra de sabo a 700, 900 e 1*20.
Lu\as de eia a 2*500.
Bonitos jarros a 5*, 10* e 15*000.
Invisiveis grandes a 320 ris.
L abas 200 jardas a 80 ris.
.6-BDtf do Rarao da VictoriaIS
Tavcrna
Quem quizer alugar a casa n. 8 ra da Unio
com muitas accommodaces, poder entender-se
com os Srs. Negreiros ra do Imperador n. 24.
Nenenles de carrapato
Comprara se pequeas quantidades ; na droga-
ra de Francisco M. da Silva & C., ra do Mr-
quez de Olinda n. 23.
Lavadeira de brrela
Precisa-se de uma lav.ideira de brrela, que
d conbecimento, para lavar para casa de fami-
lia ; na ra Augusta n. 274.
Hotel Duas \mm<, em Gara-
j fVende-se nma taverna propria para principian-
te por ter poucos fundos, na ra do CapitJn An-
tonio Lima n. 68 ; a tratar na mesma.
Pape! para impresso
Vende-se papel para impresso, do formato Dia-
rio e Jornal do B'eife : na ra do Msrques de
Olinda n. 31. _________'_______________________
Falla de carnauba
Vende se em grosso e a retalho ; na roa de
Hortas n, 41, e na ra da DetengS) n. 9._________
Carros osa-ios venda
Vende-se victorias e carros fech dos em b-.rr.
estado ; a trr.tsr na taverna do Veira 4 Silva,
sita ra de S. Francisco, esquina da ra da
Florentina.
VERMIFUGE COLMET
CHOCOLATE oom SANTONINA
IHFALLIVEL para destruir as LOMBRIGAS .
Is;-. vermltoz-o k recomoesdidii pelo (l/I
sea skor stnstrel e enerT{U indtfinid. >/ <
Exigir s it%gr,tturi i f
Parll,PV'COLMET-i'AiGE. Psfumiia nkflJ
nluins
Ferreia Monteiro & C. dispondo de um pessoal
habilitado em tudo que diz respeito arte culina-
ria, convidam aos stus numerosos amigos e fie-
guezee uma visita ao seu estabelecimento. Sin-
ceridade e modicidade absoluta em preco o
nosso programla.
Hospedara mediante previo ajusto
A' ra do Imperador.
TINTURA POMADA
NICA TNICA
Dt FILLIOL DE HLLIOL
INSTANTNEA pra. o.rto. j SOUJl fu i.tinl
84 on TiJn, em prtptncU 1 bnncM
n iivigen. I saa Cor primitiva
bpsMUpnl Varis i rri.LIOl, 47, roa tiT-ins, Pili
la rvrwmtuco: raAN- M. oa HUW a O*.
Silio
Aluga-se o sitio n. 22 no Chacn, em que mo-
rn o Sr. engenh'iro Mskentosh e ltimamente o
Sr. Lorur, com muito bons commodos, caiado e
pintado, jardim e muitos arvorrdos fructiferos, pas-
Bnndo o sitio do Sr. coronel Bnto ; a tratar na ra
Pedro Affonso n. ?3. ^^^____^
l P; ra passa a Testa
Aluga-se uma ezcellente casa erm agua e gaz,
com bxstsntes commodos para familia, na travessa
da rus de !?. Bento n. 4, ou largo de S. Pedro no-
vo rm Olinda : a tratar na ra do Ccmmercio n
26 A, Recite.___________________________________
'Licenciadopela Inspectora Geral
e Hygine do Imperio do Brazil.
Xarope-Zed
(De C0DEINA a T0LU)
aS
7om
O Xarope Sed emprega-se contra.
Irritantes do Ttito, Tosse dos Tsicos, Ta .
convulsa [Q>queUul*),'BronclnUs,CoHstitiafOts,
Catarrhos t Insomnios ptrsisttntes,
^. PA1US. M. ras nroaot. mt iubUSV
Caixeiro
Precisa-se de um menino : na ra da Palma
numerj 87.
A FLOKIDA
Han Duque de Caxla* n. 103
Grande sortiirento de objectos para pre-
sentes, sendo: carteiras, porta joias, l-
bum de madreperola para baile, idetn de
marfim, estojoa para agulhaa, lapiseiras,
broches de madreperola, idem de marfim
desenhando em alto relevo flores e um mo-
Iho de trigo.
Casacos bordados para senhoras a 55000.
Leques transparentes pretos e de cores a
20000 e 2500.
dem de setineta a 10500 o 20000, um.
dem de papel a 500 e 800 rs., um.
Agua Florida verdadeira em guarrafi-
nbas a 500 rs., urna.
Contas lapidadas pretas e de cores.
Missaugas pretos e de cores.
Lindo sortimento de fitas e bicos bran-
cos e de cores.
Grande sortimento em botoes de ma-
i dreperola e phantasia.
Luvas de pellica a 20500 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000.
Capellas, veos e ramos para noivas.
Suspensorios americanos a 20000.
Linha para machina 'a 800 ra. a duzia.
Meias de cores, escocia, para senhoras
a 10500 ( par.
Caixas de jogo para salo a 50000.
Sabonetes a 120 200 e 500 rs.
Boleas de couro, de chagrn, de pdlucia
e de pellica para senhoras e meninas.
Espartilhos a 30000, um.
Lindas pastas de couro, chagrn e pe
lucia a 500, 10OOQ, 20000, 30000 e 50000.
Carteiraa para sedulaa com os reparti-
mentoa de 100000 a 1000000.
dem para letras com os re part mantos
doa raez"8 de Ji-neiro a Dezembro.
Estrados corylopais do JapUo, nexia da
JapSo, Bouquet' de exposigo, Tfaeodora,
Rita bargally, Porto Veine, Ixora Brione,
Roger, Gallet, Briza da Serra, Paris-Boa-
quet, Estrado Dodeur, etc.
Luvas de seda bordada com roissangas.
dem bordadas com vidrilho do-arad,
bronzeado e granad.
dem com palmas da mesma seda.
dem arrendadas a xadrez.
Aoquinhas a 10000, 10500 e 20OOO,
ama.
103RA DUQUE DE CAXIAS103
>



--

I
,*., : "'-<.- i- ~



Diario de Pernambuco Sabbado 10 de Setcmbro de 1887
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA!
de _
Pharmactutieo de ia Ciaste, Forneeedor dos Hospitaes de Part
A Pariere atina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso!
[digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir ei
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, masl
I tambero o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, oul
'ausencia de sueco gstrico, inflainroacao, ou ulceracoes do estomago, oul
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina He Detresne depois da co-i
[mida, 6empre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescriptasl
[pelos mdicos contra as seguintes affeccoes:
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do fgado.
Emmagrecimento.
[Falta de appetite. Anemia.
'Ms digestoes. j Diarrhea.
| Vomit ;. i Dysenteria.
Flatulencia estomacal.j Gastrites.
I Somnolencia depois e comer, e vmitos que acompanhatn a gravidez
IPANCREATINA DEFRESNE ero frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
cisa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e cm twks as Pharmacia!
De urna grande parte de fazendaa existentes na acreditada casa ra Duque
de Caxiaa n. 59: aposentarnos ero seguida uma lista do alguna artigoa que realmente
alo baratissiroos. ,. inn tnnr.
Esplendido sortimento ;de cachemiras para vestidos, de 400 rs. a 10UUU o
aovado. ,
Merinos de cores a 600 e 800 rs., duas larguras I
dem pretoa desde 800 rs. a 20500 o covado 1
Setinetaa lindissimas a 280 rs. o dito!
Riscadiohos para vestidos, cores lindas, a 160 e 200 rs. o dito !
Crotones claros, superiores, a 240 e 280 ra. o dito l 0w\ j- i
Damascos de la, duas larguras, proprios para capa de piano a 0000 o dito 1
Camisas irjglezas, branca, a 360000 a duzia !
dem de cretones finos a 240000 a dita 1
Ceroulas de bramante, bordadas a 120000 e 140000 a dita !
Meias superiores a 20800 o 30800 a dita I
Cambraia Victoria com 10 jardas a 30000 a pega!
Madapolao pelle de ovo, 24 jardas, a 60500 a dita !
Dito ameri-.-aoo, superior, a 50800 a dita I
Bramantes de linho puro, 4 larguras, a 20000 o metro 1
dem de algodao superior a 800 rs. o 10200 o dito 1
Cortes de casemiras e meia-casemiras a 20500, 30000, 50000 e 60000
Casemiras diagonal para roupas de enancas a 800 rs. 1
dem de duaa larguras a 10800, 20000, 20200 e 30200 o covado 1
Bros de cores e pardos para todos os precos.
QuaroicSes crochets para cadeiras e sof a 80000!
Cortinados de bordados a 70000 o par !
Col has e cobertores a 20000, 20500 e 30000 !
Sortimento de fichs, luvas, laques, enxovaes para Exmas noivaa.
Deposito de fazendas e as vendaa ero grossodamos descont da pra;a.
CARNEIRO DA CUNHA & C.
;;tlRua Duque de CaviasS9
-*-&
EITHilT JAPONAIS
Agua para fazer Crescer os Cabellos
Esta AGUJA, inventada pelo celebre Chimico
H. ROTHE, impede instantneamente a cabida dos
cabellos e fortalece de tal forma o seu crescimento
que basta applical-a durante alguns mezes para pro-
porcionar as Senioras cabellos de l$0 centmetro
de comprimento. Pelo emprego d'esta ACHIA, os
calvos recuperaro em breve os seos cabellos ja
cabidos.
Eata producto nao contm substancia aflnma
noc v c *. ---. amujm.
Deposito geni: H. ROTU, Caimito, 11. B- dei Italitu. PARS j
Em Pernambuco i Granese M. *a rtVA *. O*.
lllllilli----------III
Belleza Hygiena Saude
ULTIMA NOVIDUE PREPARADA CONFORME OS PROCESSOS SCIENTIFICOS OS MAIS APEfIFEICOADOS
Hua retunda

?v > ^< V^ SPERI0RES
AJON, Perfumista. 62, B'deStrasbourg, PARI8
fcfwlUrk a Ptrnimbuco : HU- U. l SET kjiV^_^SPniCrPA BS 0tSA8 DB paaTUMARIAg
iimimn......mmiwi 1111111 hmuiiiih'
Lotera da Provincia
Acha-sc venda a 10.a latera a bene-
ficio daS. Casa de Misericordia do Recife, qne
ter logar no consistorio daigreja de Nossa
Senhora da Conceipo dos Militares, onde
estaro expostas as espheras em orden? nu-
mrica, para seren examinadas.
VIN HO ciibrt SEGU N
n
I AjjproTBdo s>l* _A.ouiaznl d Medioln d VrskXtoav
f MM DB EMENTA ANUOS DE EXPERIENCIA
1 Vlnbo de ama etficacia 'ncontesUTal como Antiperiodico para cortar aa JWwi,
i e como Fortiiioante as Cofvaltaeettcas, UebUidade do Sanaue,
Falta te Menatruaedo, Inappeteneia, IHgettem diffleei
1 Enfertnidad* nervoma, Itebtidade.
L
letxstruaeo _
Enfertnidade nervoma*, Itebilt
Pharmacia Q. 8EGUIN, 378, rua Saint-Honor, PARS
Depositarios em Pernambuco : FRAN" M. da SILVA e
A
Venda de sitio
Veode-ae ou permuta-ao por predio nesta cida-
de um bom sitio com boa casa, umitas fracteiras,
xcclleute baoho do rio, boa agua de cacimba,
eztensSo de terreno para baixa de capim, to-io
murado na frente, com portao e gradeamento, com
caminho de ferro e estacao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, canhecldo pelo sitio do Joilo
Selleiro, junto ao Or. Ernesto de Aquino Fonse-
ca : quem pretender dirija-se praca da Inde-
pendencia n. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
Fio de aliodao da fabrica Calillas
de nutra, da Babia
Vendem Machado Pereira, roa do Impe-
rador n. 57, por commodo prego.
Fura vender
lo
Urna mobilia completamente nova, de ama fa-
milia estrsngeira que se retira no primeiro vapor
para En ropa; na rua do Marques de Olinda n.
59, 1- andar.
Alleifio
FNDICO DE FERRO
CARDUZO ft IRMAO
Rua do Barao do Triumpho ns. 100 a 104
Deposito a roa do Apollo ns. 2 e 2 B
Tem sempre em deposito todos os machinismoa e ferragens precisas agricul-
tura" desta provincia, como sejam : vapores locomoveis, semi fixos, com caldeira
ahornis on para fogo de assentamento, moendas de todos os tamanhos, tachas batidas
fundidas, etc. .
Mandara vir por enoommenda qualquer machinismo, encarregam-se de gental-os
se reBpnsabilisam pelo boro trabalbo do mesmo.
Vendem a prazo ou a dinbeiro com descont e a precos resumidos.
Na rua i- de Marco n. 20
(unto ao Louvre)
APROVEITEM!
Zephirss de eores lindos desenhoB, a 140, 200 e 240 ra. o covado.
Cretones claros finissimos, a 320 rs. o covado.
Ditos cacuros cores fxas, a 360 rs. o dito.
Chitas clarea e escuras a 200, 240 e 280 rs o dito.
Percalinaa a 240 rs. o dito pechincha '
Merinos de cores e pretoa, todo de 1S, com 2 larguras a 800 rs. o dito.
Cachemira de listras, a 400 dito, aproveitem '
Completo e variado sortimento de las para vestidos.
Cambraias de cores cora salpicos a 550OO a peca.
Ditas brancas a 5500.
Fust&o branco a 400 ra. o covado.
Dito branco rendado a 200 ra. o dito.
Esguiao de linho pardo para vestidos e vestuarios de enancas e 320 res
o dito.
Bramante de linho oom 10 palmos a 1800 o metro.
Ditos de algudSo oom 4 largaras a 800, 10100 e 1,5300 o dito.
Panno do Costa para mesa a 10000 e 10200 o covado.
AtoaJbado de linho muito fino a 20400 o metro.
Ditos de algodSo a 1,->20 e 10300 o dito.
Guarda apos a 20200 e 20800 a duzia.
Bordados de 500 a 20000 a pees.
Cortinados bordados a 120000 e 150000 um.
Fich* de 12 a 10500 um.
Taalbaa para bsnbos a lOOO uma.
Ditas alcooboadaa para rosto a 30500 a duzia.
Colcbaa de corea a 20000 ama.
Meias de cores para senhora a 40500 e 50000 a duzia, convem '
Ditas para homem de 30600 a 80000 a dita.
Camisas de meias para homens, muito finas a 10000 uma.
Para banlio de mar
Costume para senhoras a 100000 um.
Dito para homens a 80000.
Ditos para meninos a 50000.
Sapa tos e bolsas para o fim e rauitoa outros artigos a preciacao publica.
A RA 1 DE MARPO N. 20 (JUNTO AO
LOUVRE)
AMAKAL & C
Diariamente debate-se na imprcisa a crise
aterradora porque estilo passando as provincias
do norte deste imperio ; sio innmeros os recla-
mes de todas as classes, sem que sejam atteudidoa
os seus jmtos pedidos, de que se gloriam as na-
coes civilioadas.
E para que se possa dar impulsos aos desejados
progresos que certamente trarao o bem estar de
todos, resolveram Martina Pires & C. estabele-
cides com armaseis de molbados rua Es-
treita do Ros irio ns. 1 e 2, a vender por precos
mdicos os artigo concernentes ao sea ramo
de negocio, que certamente ennstitoe ama eco-
noma diaria e onde se acba um completo sor-
timento dos seguintes artigoa, que pela sua qua-
lidade e precos sao recommendaveis, como se-
jam :
Vinhos finos do Porto
Madeira
Sherry
Cbambertin
Bordeaax
Moscatel
Cellares e Bu calas.
Completo sortimento de cervejas, cognac, bitter,
licores, doces, bolacbinhas nacionaes e cstrangei-
ras.
Queijos frescos do serto, prato, Minas e fia-
mengo.
Aceite de coco, mate do Paran, formicido ca-
panema.
Precos sem competencia.
Ns. 1 e 2Ba Estreita do RosarioNs. 1 e 2
Mari iris Pires & C.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este ezcellente Whisky Escossez e pre-
ferivel ao cognac oa agurdente de canna,
para fortificar o corpo
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molbados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO
cojo nome e emblema alo registrados para
todo o Brasil.
BROWNS d C, agentes.
Vende-se especial farinna de milho e de arras,
feita vapor, e preparada para bolo, cangica,
cuscus e outras diversas especies de comedorias,
que aecessitem destes meemos gneros, sendo a
240 rs. o kilo da de milho e a de arros a 320 rs.,
assim como faxioha para tender o pao cerveja a
2/000 a arroba : na padaria da travesea do
Pjmbal n. 1, perfencent a Pereira os Pinto.
Telephone296.
Barato
Vende-se nma casa de taips, coberta de tena,
na rua da Palba, freguesia do Poco da Panella,
esta edificada eoi terreno proprio, o qual tem 47
palmos de frente e 150 de fundo, e com cacimba:
quem pretender dirija-se rua das Fiares n. 18.
A Revolucoo
iUuU Dunne ilo Gaxas--48
Recebe as seguintes fazendas de no vida-
de
^SUSPENSORIO MILLERET
XAROPEd REINVILLIER
Laureado pela Academia da aladierna
l^t>-.^ Ctfa*ro#aLeo/oa'al*o#ra ga4 o*
O Mwsphato de e*i ^ substancia mineral mala abundsnf i do organismo e toda vas ojat sai
mun'Jdade normal dlmlnua resuiu uma arjecc&o orgnica arsTe. .....^ .... a>^Madaa
* Mais de cinco mil curas, a mor parte .^U/cada pelos Profeiserea t.Mdicos das JfcSMfjg
t>ro obtldas ltimamente e nzero com cfiie o Xarape do HeUtyilller >sm ciaauanu
Como o especifico mais seguro coocra a Ti.loa pulmonar, "fS^J^J/^^^J^SradO
Stcbitlimo, Debllldsde do OrtanUao. 0 tarop do ir M*iiu:Ut43r s?^"?*1"
tartamente as cisneas faclUU a denticao e o crescimento na? ntaea e amas ae leae w t
Se melbor; Impedea carie e queda dos denles tao frequenlea depois da prenhea.
Dertto: fhaxmaeU VSatEVO.VE. 8. Plao. Em Pernambuco: FBAlt* M. da SILVA -. ? t,rl*uot*J*irmtc de Marco n. 6.
Ptasai oam ac respeitavel publico que, tendo augmentado se
oatabeheime-nto do JOIAS com ma8 uma seccao, no pavimento terreo,
com espeeaulidades em artigoa de ELECTR-PLATH, convidam as
Exmas. familias e seus numerosos fregueses para visitar seu estabele-
cimento, onde encontrarao um riquissimo sortimento de joias de our a
prata, perolas. brilbantes e outras pedras preciosas, e relogios de aro,
prata e nikel.
Os artiges que recebem directamente por todos os vapor sSo
executados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Estados-Unidos.
A par das joias de Bubido valor acharao uma grande vanedade
3e objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
casamentas, buptisados e anniversaries.
Nem em relacSo ao pre$o, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarao concurrencia n'esta praca.
Elstico, sem CordSes
. Para evitar as Contrafacees
Exigir a marea do Inrtntor imprimida
em cada tuipetuorto.
Xeiat para Varimet
DF.post T*ridoi citicos algodio e seda.
HZLLERBT,
FUNDAS MILLERET
A Casa BCllloret neommemaa ai
$mi Funda anatmica i
nai funda tnvialeei, farol
eemler a htrniai e fuebradurai fiuU' nrreiS nu a Biuiei t o dhbibo.
ZjB OONIDEC, Successor. 49, roa J.-J- Rousseau, PARI8
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHABMACIAS_________
auG e vigor para todos
DOEirgAS
ESTOMAGO, FIGADOe INTESTINA
VINHO E XAROPE DE JURUBEBA
BARTHOLOMEO Se C*
I'HabM. PERNAMBUCO
nicos preparados de Jurubeba approvados pela Academia de Medicine, el
I recommendados pelos Mdicos contra as Molestias do Estomaso, Perda da Appa-1
tita, OisMtfiet dlfllceis, Dyspepsla e todas as Molestias do flgado, edoBaco,|
| na Diarrhea chronica, na Hydropesia, etc.
CTJIDAJDO Opi AS FALSIFIOAQESI
EXIGIR
sinnaisra,
Ctilorose Anemia Catnarro pulmonar,Bronchite chronica.
btarro da Bexiga, PMlsica, Tosse convulsa, Dyspepsla, Palate,
Per das seminos, Catharros antigs e complicados, etc.
JBoolevard Denain, 7. em VABXZ, e asa principa PharmacUu.
FNDICO GERAL
4LL4N PATEUSON t C
N.44--Bua do Brum--N. 44
HJHTO A ES f A(JA0 DOS BONDS
Tem para vender, por pre o mdicos, as segu tos ferragens:
Tachas fundidas, batidas caldeadas.
Crivacos de diversos tamanbos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para iardim.
Varandas de fajro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Vapores de forja de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos.
Moendas de 10 a 40 pollegadas de paadora
Rodas d'agua, svstema Leandro.
Encarregam-se de concertes, e assentamento de machinisme e execatam onsJ
trbala o com perfeicao e presteza.
co-
bo brado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 rua da Aurora, em
frente a ponte do Santa Isabel ; quem pretender,
pode entnder-se com o c rrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do Commercio.
Livraniento & C.
vendem cimento port'aud. Imarca Bobina, de 1
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Sitio no 4rraiai
Vende-se a casa terrea con 1 quartos, 3 salas,
coainha, qu&rto com banho de chavisco, depen-
dencias para criados, cacimba com mnito boa
agua e bomba, um lindo jardim, passa um riaefa i
pelo centro do sitio, tendo orna pequea ponte
oom bancos para recrcio, arvores fructferas, co-
queiros, laranjeiras, sapotiseiros, mangneiras, ja-
qneiras e ontras diversas, roa da Harmona,
dividindo com o sitio do 8r. Badnem : a tratar
com o Sr. Domingos Gomes Correia, aa casa ama-
relia, ou na rua da Paz n. 42.
Vinhos da Ganafeira
Finos
Cares vellos.
Madeira.
Moscatel.
Uva Bastarda e de Passaa,
PABA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a garrafa.
Na mercearia de Mauoel Correia & C.
Prara do Conde d'Ro n. 15
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacSo de
Principe, estrada de Joo de Batroa, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casas; tratar na rua d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Cachemira de listrinba a 600 is o
vado.
dem broche borda a 1#500 o dito.
dem pretas 700,800, JjJOOO, 10200,
10400, 1(5600 e 20000 o dito.
dem de todas as cores a oOO, 19000 e
10200 o dito.
Ricas guarnicSes de veludilho a 60000
ama.
Setins lisos a 800, 10000 e 10200 o co-
vado.
Seda escosseza a 640 rs. o covado.
Lindos metins com listrinhas a 400 ris
o dito.
Faile com palminhas a 400 rs. o dito.
Setinetas escossezas a 320 rs. o dito.
Ditas com listrinhas e palminhas a 320
o dito.
Lionay-se com palminhas de retros a
140000 peca.
Organdir bordado a seda a 150000 a
dita
Etamine tecido transparente a 100000
a dita.
Cambraia bordada a 50000 50500 e 60
a dita.
FustSes branco a 360, 400, 440. 500,
600 e 640 rs. o covado.
Lindas alpacas de cores a 320 o covado
Sin tos de cbagrem a 10500 um.
Camisas inglezaa a 360005 a duzia
ColarinhoB e punhos para senhora.
Sabidas de baile 30500 uma.
Fechas de 12 a 20, 20500 30 o a 80000
um.
QuarnigSes de crochet a 80 e 100000
ama-
Lencos de esguiao a 20SCO e 30500 a
duzia.
Grande sortimento de madapolaode 40
a 100000 a pega
Leques de papel 500 rs. um.
Cortes de cachemira para vestido a 200
um.
Toilet para baptisado a 90000 e 140000
um.
Veludhos lisos, lavrados e bordados a
retroz a 10000 e 10800 o covado.
Anquinhas a 10800 uma
Colchas bordadas a 50, 6^000 e 70000
uma.
Cobertas com dous pannos a 20800 ama.
Grande sortimento de casemiras, brins
brancoss e de cores, punhos, colarinhos,
gravatas, meias e lencos e artigoa para
homem e senhora.
S na luja da Revoluto
tanque da Silva Moreira
e
ivuh Ticuna
r.M.iitiiTfc
Este medicamiwto de um
m palor melaoisi
Galmrt a**.' :
tB ae 30 annoa pelos mejhMCjB
susto aaradavel, adoptada com rrande esis* na
Meneos da Parta, cura os Defluxo, cript.Totm,
*^Cir- ir iir- Asa W rMwMa t a a*cat
DE
WOLFF&C.
1.4BOA DO CABGA'-N.4
\ostc multe csMibecIdo eslnbeleclmen-
io encontriir respeitavel publico mais
variado e completo sortimento de JOIAS
reeehidas sessapre directamente dos nelho-
res fabricantes da Europa, e qu e primam
pelo apurado gesto de mundo elegante
Ricos derecos completo, lindas pulsel-
ra. alflnetes, veltns de ouro cravt-jadas com
brilbantes, eu perol as, aunis, raceletaa.
botoes e entres mnito* artigas proprio
deste generes.
ESPECALIDADE
sEss relogio de oaro, prata o nlckelados.
para bom. ns, senhoras e meninos des mais
acreditados fabricantes da F.urepa e Ame*
rica.
Para tedas as artigas desta casa garan-
te s*> a boa qualidade, a usina come n modlcl-
dade nosi precos jue sfte sem competencia
Ve ata cana tambem eeneerta-ae qual-
quer bra de ouro en prata e tambem rel-
gies de qualquer qualidade qne seja.
4Rui do Gabiig-4







I


IW
mm*
8
Diario de PcrnnmhocSabbado 10 de Setembro de 1S87
-
ASSEMBLEA GERAL
tiliBl DBPUTIDOS
DISCURSO PRONUNCIADO NA SES-
sio DE 23 DO CORRENTK
OBf AMENTO DA DE8PEZA DO MISI$TERJ.O DA
1AZENDA
dos impostas ora geral, e que se tora ob- zil, quando nem conseguiros reter aquel-
O Sr. F. BelUarlo (ministro da fa-
zenda): -Sr. presidenta, vou dar a res-
posta que devo o prometti aos hnralos
deputados que intervieraro nesta dis.usslo
e se oceuparam coro questoes mais g raes
d* pasta da azenda, do que especulm-rata
do exame das verbas da respectivo orga
meato. Os tres nobres deputados da op-
posiglo fizeram sentir que o prosegui-
aaento da directo da pasta da fazenda nao
tinha revelado de minba parte urna idea
firme e precisa sobre as suas necessidades,
tal como pareca indicar o cornejo da mi-
aba administradlo.
Sr. presidente, na dirocgla da pasta da
fazenda, o objectivo que t:m a adminis-
traglo determnalo pelas creurastancias
especiaes em que se acba o paiz em certa
poca.
* Qual o plano em que prosiga, qual o
fin a que me proponbo, e que parece to
obscuro aos nobres deputados T
Senhores, a converslo da divida conso-
lidada, os emprestimos no interior ou no
exterior, procedendo-se deste ou daquello
mode, nao a esmo, porm, segundo urna
idea determinada, contratos naquelle ou
neste sentido, e todas as mais operagoes
que eu possa anda realizar, sao os inci-
dentes de un plano subordinado aquello
em que eu prosigo; mas nlo constitaem
por si outros tantos planos. Nlo ha uro
plano de con verter as apolices, nlo ha uro
plano de se contrabirem emprestimos, nlo
ha um plano de se fazerem operagoes de
cambiaes desta, ou daquella forma.
A administraglo das financas no Brazil
encerra muitos problemas na actualidade.
Para nlo fatigar a attenglo da cmara, fa-
zendo exposiglo intil, lembrarei os im-
portas.
E' inquestionavel a necessidade de reor-
ganizar os impostas, de conceder meios s
cmaras municipaes e s provincias, com-
mettendo Ibes tambero servicos hoje a car-
go do Estado (apoiados), e camegaudo a
verdadeira descentralisaglo, que a finan-
coira, baso de todas as outras (apoiados),
gem a qual a descentralisaglo administra
tiva e principalmente a poltica nlo podem
ter lugar. (Apoiados).
O Sr. Pedro Luiz : E, emquanto nlo
se fizer sao, o ornamento do Estado ha de
sempre ter dficit.
O Sr. F. Beluario : E' preciso que as
provincias tenhara meios de corresponder
a seus fins, que carreguem com a conse-
quencia da gestlo, bou ou m, dos seus
negocios, e que nlo imponbam ao Estado
onus, que este no est no caso de suppor-
tar e que ellas sao facis de conceder, por
que a despeza nlo lhes incumbe.
Alguma cousa tenho feito neste sentido,
no s evitando perturbar as provincias na
deoretaglo dos impostas, como auxiliando-
as na cobranga delles e tornando a arroca-
dago mais fcil e menos onerosa, quer s
provincias, quer aos contribuintes.
Entendi-me tambera com a commisslo
desta cmara para que se iniciasse a sup-
presso dos impostes de exportaglo, nlo
oomo so praticou, pir vezes, aqu nesta
cmara, quas a despeito da vontade do
governo, reduzindo se de todos os impos-
tas umapoioentagem mnima, o que n-
scnsivel e inapreciavel para os productos ;
mas, aeguindo o methodo que me parece
mais razoavel, que o da senglo comple-
ta de impostas, recahindo em cada um dos
artigos de exportaglo, a corosgar pelos que
mais necessitam de deste favor.
E' este o systema quo tem prevalecido
na Europa, na suppresblo ou diminuiglo
servado espeaialmfnte na Inglaterra.
Nos reduzimos para to i- imposto de exportarla de lloara 9 e de
pois de 9 para 7, e, finalmente, mais urna
vez, sobre o assucar, de 7 para 5. Taes
redueles, porm, realizada! em pequea
escala, b mente iofiuem no ornamento do
Estado, reduzindo a renda, e slo qmsi
iosensiveis para os contribuintes.
Se exista este problema e antros muitos,
como o da melhor arrecadaglo, a da boa
organiaaslo doa servicos administrativos;
havia dous outros que se impunham de
modo imperioso e quo se ligara, o estilo su-
bordinados um ao outro.
Refiro-me ao equilibrio do orinienta e
fixidez da moedi.
Eis o objectivo para que caminho. To-
dos os meus esforgos, todas as operabas,
todos os meios de que lanco mo, sao in-
cidentes deste, que to simples, tito na-
tural, que talvez pareja comesinho demais;
e. entretanto, encerra dificuldades di tal
modo consideraveis, que a muitos t o pa-
recido insupperaves, e que existem e se
aggravam desde os primeiros osamentas
de nossa vida constitucionaldficit e pa
pe moeda, eis os obstculos principaes pa-
ra a regularidade das nissas financas.
NSo preciso alongar-me em demonstrar-
vos os inconvenientes que provm da per-
manencia dos dficits em nossos orgamen-
tos ; bata reflectir smente que o dficit
constante obriga nos a constantes ompres
timos e ao augmento da divida publica
oom os respectivos juros.
No fin do alguns annos temos fatalmen-
te de elevar os impostas de modo que nao
s tornamos pesada a vida dos nossos con
cidadlos, como nos collocamos tambem,
pela maior carga de tributos, em situaglo
desigutl na concurrencia da prodacglo
com as outras nagoes.
E' urna illusao suppr que no Brazil pa
gam-so poucos impostas. Turnamos a to-
talizada dos impostas e a divid mos pria
totalidade da populacho.
Entretanto, ba ama fracglo enorme da
populagao
Entretanto, ha urna fracglo enorme da
populacho do imperio, esparsa pela vasti-
dlo do seu territorio, que escapa a todo o
imposto ; este recahe apenas sobre urna pe-
quea parte, justamente aquella que pro-
duz e que, em minha opinilo, j se aoha
muitis8mo snbrecarregada.
Alm deste mal, outro se apresenta e
gravissimo.
No tempes antigs (digo antigos em re-
laglo ao systema parlamentar), os Esta-
dos formavam as suas reservas em espe-
cie para as pocas diffieeis. Os chefes de
E atado, grande guerreros da Europa,
guardavam em seus erarios as quantias de
que poderiam precisar dada a oventualida-
de de conflictos nternacionaes. Nos tempos
modernos tem-se entendido que a naglo
no deve pedir ao contribuinte senlo aquel
la quota necessaria para as despezas occor-
rentes, dexando a reserva com os proprios
contribuientes, para lh'a pedir as cr.-um-
stanrias excepcionaes.
Entretanto, temos por tal modo exage
rado os impostas que se occorrerem oven
tualidades, taea como coeflictos nternacio-
naes ou outras, ver-nos hemos em diffijul-
dades para encontrar novos recursos, ex-
haustas ontes do imposto : as nossas re-
servas esto para assim dizsr esgotadas.
Tudo, por tanto, indica que a primei-
ra obrigaglo da rpiem administra a fazen
da publica parar as despezas e obter a ele-
vaglo das rendas
Oatro objectivo a eatabilidade do valor
da moeda. A moeda, definem os econo-
mistas, a medida dos valores. Como
conceber urna medida que se altera todos
os dia3, que si amplia e restringe, que
augmenta ou diminue incessantemente T
As perturbagoas, os males que issj nos
causa sao immensos. De balde queremos
attrahir capitaes estrangeiros para o Bra
les que aqui se formam.
Supponha a cmara que um capitalis-
ta empresta hoje o seu dinheiro a 5 0[Q,
empragando-o por exemplo em apolices.
D'aqui a annos elle ter 10 0 : mas se o
cambio que est boje a 22 1[2 baixar a
20, esse capitalista ter o seu dinheiro na
mesma posiglo perdendo o juro, ou se ti-
ver empregado os juros para as suas des-
pezas, elle ver o seu capital reduzido jus-
tamente na proporglo desse juro, ista ,
telo-hi reduzido de 10 r0.
E' possivel a alguem conservar capitaes
no paiz, sujetoa a depreciado s inevita-
veis, que ninguem pode prever, e menos
acautelar ?
Por outro lado a depreciaglo da moeda
influa sobre a renda nSo s porque sobre-
carrega o orgamento com urna verba que
que augmenta o dficit differengas de
cambiocomo porque influindo sobre os
pregos, elevndose, impedo a importoslo
das mercadorias, e, portanto, restringe o
rendi ment das alfandegas, que a nossa
principal tonto de renda.
Assim, pois, devemos debellar o dficit,
restabelecar a moeda no seu valor para
obter a fixidez e a estabilidade, que s vi-
rio da circularlo metlica. Taes sao os
problemas que me proponho principalmente
a resolver sem esquecer outros inherentes
s nossas finanzas.
Todas as operagSes que tenho feito silo
incidentes deste plano ou deste objectivo.
Ser novo este problema no Brazil ?
Parece me que sim, porque vejo que os
nobres deputados me aecusam de nao te-
lo j resolvido, e o nobre deputado que en
cetou este debate me iucrepou do ter falta-
do aos meus compromissos e de ter sido
para S. Exc. urna desillusSo.
Senhores, em 1-878 ao tomar conta da
adminstralo o partido liberal encontrn
este problema j bastante grave.
Nlo quero fazer cmara citagoas tan-
gas e inuteis, vou buscar apenas os capi-
taes.
Em 15 de Abril de 1878, o ministerio
de 5 de Janeiro publicou um manifest as-
signado por todos os seus mambros, para
justificar a emissla de 50,000:000)5 de pa-
pel moeda.
Nesse documento solemne o ministerio
fazia urna resenha da situaclo fnanceira,
e dizia o seguinte i
f Slo causas deste estado de cousas
(dos dficits) :
c As grandes eoiprezas, a qae a neces-
sidade real ou a condescendencia com a
opnilo publica, e o louvavel, mas nem
sempre razo ivel desojo de melhoramenta e
progresso, arrastou alguns governos pas
aados.
< As despezas extraordinarias con con-
strucgSes apparatosas, sam utilidade cor-
respondente ao sacrificio, e rauitas com
perdas sensiveis, como as que se fizeram
com material de marinha e guerra pelas
previeo:s de conflicto com a Repblica Ar-
gentina.
Os contratas onerossimos, feitas mui-
tos delles em pura perda para o thesouro,
e todos sem attenclo aos recursos ordina-
rios do orgamento, e as despezas super-
finas com pessoal superabundante em to
dos os ramos do servico publico.
Esse mesmo ministerio, depon do minis-
tro da fazenda com que comecou, prova-
velmente autor do manifosto, teve outro, o
conselheiro Alfonso Celso, um dos mais la-
boriosos e Ilustrados do partido liberal.
(Apoiados.)
Em um relatarlo, passando a adminis-
tradlo ao seu sucoe8sor, S. Esc. dizia so-
bre o mesmo asauropto o seguinte :
a A diminuiglo das despezas, portanto,
urna necessidade indeclinavel e fatal.
< Como, por n, operal-a ?
Em primeiro lugar, adiando para tem-
pos mais prsperos os melhoramentoa an-
da os mais promssores, e conjunctamente
fazendo largos cortes na tabella C, da le
2,940 de 3 da Outubro de
vigente n
1879
c As verbas neilas consignadas para as
estradas de farro de Biturit, Paulo Alfon-
so, Pernambuoo, Baha e Pairo II nlo de-
vem continuar. Assim ver-se-ha desde lo-
go urna economa de 6,800:0005.
E' preciso oortar igualmente as des-
pezas ordinarias.
i A redcelo do possoal de to las as re-
partirles publicas, limitando os seus qua-
dros e simplificado o expediente, a extinc-
clo de algumas, completamente inuteis ou
das quaes nSo se colhe vantagem corres-
pondente aos sajrifijio8 de sua manut;n-
clo, taes como, na marinha, os arsenaes
F0LHET1H
VCTIMAS E ALGZES
PORi
EMILIO DE MCHEBOl'RG
o.
PAOLOCiO
MALnreSn
'C o n t i n u a s S o do n. 2 0,5 )
V
Darasse que se tnha levantado tambero
apiiroximou se, inchnou se sobre o beryo.
Os*seu8 labios grossos e sensuaes tocara.ro
cabellos da mai e os olhos de marse-
; brilhavaro.
E' muto fortezinha, disse ee. E
M bonita.
Gabriella levantou-se, abri a gaveta de
urna commoda e tirou de dentro urna car-
teira, onde estava encerrado o seu peque-
eo th-souro.
Entregou os qnatro mil francos a Da-
rasse.
Este nlo quera, ella impedia-o da pres
tar um aervigo a um amigo o quem sabe
se nlo Ihe faca falta.
Por fim inetteu as not:;s do ban:o eo
bolso.
Nlo tinha deixado de reparar que a car-
teira de couro da Russia era ornada con
'.scudo de curo. Havia tambem no querto
nm retrato de hornea), cuji moldura tuha
as roesmas srmas. Para Darasse estes
pormenores tnham a sua importancia.
Mais de ama vez lhe tinha valo ii
i esse nome vulgar de Frand nlo e.a
o verdadeiro nome dos dous esposos qxa
tanto um como o outro erara de grande
piar todos os das, na seu Litosiobo, esta
menina, este anjj, os vicios nlo slo per-
mitidos.
Daqul a pouco, ascua joelhos, o marido
lbe pedir perdi do todo os seus er-
ros ; mas preciso que ella emenda m-
mediatamente ; quo nlo oscute mais os
conselho8 de perfiJo3 amigos que abusam
da sua fraqaeza o da eua lealdade ; ne-
cessaria que elle lho faga urna existencia
feliz e que nada daqui em diante possa vir
perturbar a tranquilliiade, a paz que sem-
pre deve reinar entre arabos.
A Velarei por ello
Obrigada.
E inolioou-se respailor cente diante de
Gabriella.
Sr. Darasse, diga -lho que o espero.
- Daqui a alguna instantes aqui es-
tar.
E cera estas pilavras o marseihez com-
primantou a moga mais urna vez e reu-
ma se.
VI
A lelr exista realmente ; o visconde
tinha a firmado, nao um mez antes, mas na
vespera aero de pag?? do urna s vez as
suas dividas de jogo.
Mas o que Darasso nlo iioha dito a Ga-
briella que era elle mesmo que tinha a
letra e ue associado com oj jogadores
que, sem vergonha rcubavam o ingenuo
Fraad, ia ter urna boa parta nos quatro
mil francos.
Qam apparencias do Isa amizade Da
ras80 tinHa sabido nlo tmente eogtnar a
sua viotiroa como tambem captar toda a
confian;; .
Darasse tinhc u:'Ji pr.>/,;, nlo a quena
) laie'z marida de Gabriella tinha-s
deixado efitahr ora uw\ engrenagem d
ondo r.ais poda sahir.
s.fjaf j o aomprchcnieu, Darasse ti
.. M<4aca de amr.r Gabriella; ama
va a o3M> u n bornem daquellcs ple arasr,
com o* appetitos sensuaes e todos os turo-
rea t > jaiaa brutal. Q'ierii-a por todo
preoe :r nada o detinh i par a possuir.
..am,f>fit*'''r\ 0ta *ai\'*'.: to tniin n mi
ra ap'js de tudo o mise
casa. A belleza, a graga, a lingaagem^ .\>0 e
s maneiras, a distincglo natural da mo;a rar
que sobretudo lhe '.inham taito-nasver as .4. abraoa de o ver p)r mos obra.
tupeitas. O retrato representava um \fo- Ere o comogo
oem de grande preseng: o os dous bra-
a*:s ignass confirmaram o na mesma idea,
Ah 1 minha senbora, d3so elle, fla-
grado urna grande commogilo, na verdade,
nlo comprehendo su marido ; quando se
tem a f<-licidade de passuir urna mu'.her
toma a scthorB, quando se pode contim-
Com quo arta liaba elle representado
daote da moya o papel de amigo generoso
e de oonselheiro honrado !
i tnha-a escutado, agradecera-lhe,
astendera ih? a mo.
A fallar a verdado, tudo isso nlo era de
"tiir" pira desanimal-o.
.la Pernambuco e da Babia, a intendencia
o as capitanas de portas ; na fazenda, a
caixa da amortisaglo, a seaglo do estatis
tica e as capatazias de alfandega, cujo
servigo mais proprio da iniciativa parti-
cular ; no imperio, a inspectora geral da
instruccla publica, pois o inspector o pro
prio ministro, que tem como auxiliar urna
directora : a eliminadla de verbas que
constitaem verdadeir >8 desperdicios, como
na agricultura, por exemplo, a de trras
publicas e colonisaglo, slo providencias ira
prescindiveis, urgentes.
Eis o que vio o partido liberal ao tomar
conta do governo em 1878 ; eis o qua pro-
metteu ; mas o que realizou ?
O primeiro orgamento eom que gover
non esse partido, tai o votado pelos con-
servadores para o exercicio de 1877 1878.
A despeza ordinaria do Imperio, a vota-
da, era de 105,000:000,5 entretanto, a
realizada foi de 121,000:0000,
excesso de 16,000:000,5.
Qual foi o orgamento deixado por esse
partido? O de 1884 1S85.
Saba-se que o partido liberal esteve qna-
si oito annos no governo, mas pela vota-
glo dos orgaraentos, o teropo se reduz.
Ne exercicio de 1884 1885 a despeza
votada foi de 138,796:0000, mais.....
33,000:0000 de que fora votado poucos
annos antes. Despendeu-se, norm. .
143,900:0000, mais 5,100,0000 do que o
orgado, e m .is 38,900:0000 do qua o vo-
tado para o exercicio de 1877 1878.
Em sumira, entre o votado para o Io
orgamento que executau e o dispendido no
seu ultimo exercicio ha urna differenga,
para mais, quasi 39,000:0000000.
O orgamento de 18351836 foi urna
prorogativa, apenas alteraram-se algumas
verbas. A cmara tem presente que o mi
nistario 20 de Agosto apresentou-se nos
ltimos das da aesalo, e nlo s por esse
faoto, como por achar se ante urna cmara
de adversarios em maioria, nlo poda ob-
ter orgamento. A despeza para esse exer-
cicio foi fixada em 142,000:0009 ; gas-
tando", porero, 140,188:0000 fazendo, por-
tanto, sobre o votado urna economa de...
1,814:0000000.
No orgamento de 1886 1887 tarara vo-
tados 137,000:0000. A despeza realisada
nlo pode ser ainda toda conbecida ; ape-
nas encerrou ae o 2o semestre do exerci-
cio, e, pelo systema da administraglo nes-
te vasto paiz, nlo podemos ter ainda o
total da despeza effeotuada. O dficit pre-
sumivel era de 20,000.000-J, quando oan-
terior fora 25,000:0000 e o de 1884 a
1885 foi aoperior a 30,000:0000. Estou
persuadido de que no exarcicio actual,
apezar das condignas desventajosas em
nos acharaos, por nlo termos cortado bas
Unte nas despezas publicas, e dficit deve
ser relativamente pequeo, muito menor
do que o figura vam as minhas proviso is
do aano passado; porque, senhores, at
esta momento, pelos dados que tem o the-
souro quanto aos nove primeiros mezes do
exercicio as despezas quasi esto equipa-
radas receta.
Nao po8so desvanecer-me bastante por
este facto, que alias importante, porque
reconbegt que nos tres raez.es de que nos
faltara infarinag.-s e em que nlo est
completa a es ripturaclu, temos de prover
a despezas consideraveis com jurse amor
tisigao da divida publica, e ellas podem
iterar aotav-lm;nte o resultado financie-
ro do exercicio; mas estou persua ido de
que neste segundo anno de nossa adminis
traglo, apezar de tantas contrariedades, o
dficit org-tmeaUro ser p -quena.
O nubre deputa lo que encetou o debata
comparou a posiylo do ministerio 20 da
Agiato com o do actual ministerio fraocez,
presidido pcio Sr. Rouvi-r, e disaa : essa
faz mais do que promette e v4 estis mui-
to longe de qua que se devia esperar.
O orgamento da Repblica Frangza,
senhores, apreaentava um dficit do ....
da 60,000,000 fraacos para urna receita
expeliente de 3,000,000,000 francos, isto
, o dficit estava na proporglo de 2 (0 da
receita.
O Sr. Laurengo de Albuquerque : O
dficit era de ceuto e tantos milh -s.
O Sr. F. Belisario : -As ecoaoma3
que tarara de centa e tantos milL5e3 de
francos ; a mJia do dficit suppaaho que
era de sesseota o tantos milli5-s.
Na posao apreciar as economas feitas
no orgamento francez, mesmo porque me
faltara para isto os dados precisos ; apenas
vi urna roseaba feita por urna falla radi-
cal, completamente adversa ao gabinete
liauvier ; mas o que li foi que essas eco-
nomas resultaran! de corta importante
nas obras publicas, do una dirainuigl) na
verba da amortisaglo da divida, alm de
outras reduegoes do mesma thear. Mas o
dficit do orgamento francez data de al-
havenlo o guns annos, de 5 ou 6 annos apenas, e
dficit na Brasil chronico, data
independencia. Nlo conhega
mais grave que este. O fa:to to ex-
traordinario, que eu quero deixar bem as-
signalado perante a cmara, pois a appa-
siglo paroce querer exigir ura milagre da-
quelles que dirigera hoja as finangasque
se restaure em dous annos aquillo que se
se arruinou no decurso de 60.
Tenho presente a liquidadlo da 61 exer-
exercicos do Brasil, a comegam do 1826
at o exercicio de i835 1886.
Destes sesseuta e um exerciuios, que
comprehendem toda a nossa poltica, ape-
nas em seta appareceram saldos (Lo) : (O
orador pede para reproduzir a tabslla no
final do seu discurso, porquanta as liqui-
dado '3 esto feitas; comparada a renda ef-
fectiva com a despeza total.)
O Sr. Affanso Celso Jnior : -Slo os
fructos do systema que felizmente nos
rege.
gula la
cima
de
ceita, ni Brasil tero
Ciso, isto, porqua os nabras depatados
nos oensurarara par na ter f;ito om dous
anno3 de administragl, ap?nasco m a nos-
sa responsabildade, aquillo que no Bra-
sil se perdea desd 30 annos.
O nobra deputado a que rae refiro,
principalmentedesc'ulpem-raa oa outros
Ilustres collegas que ao nobre deputado par Alagias, pois foi
quera formulou as quisto s to brilhantes
mente desenvolvidas pelos qua o succede-
ram na tribuna,declarou qua a severi-
dada cora que rae tratava provinha prnci-
pilmente do muito qua esperava.
Na posao deixar de agradecer ao no-
bre deputado estis palavras com qua es-
cusou as asperezas com qti?, inesperada-
raenta me tratou, nlo nesta debate, mas
em outros anteriores, porque exige de mim
aquillo qua est al a de minhas forgas.
Trabo o direto tambera de exigir de jS.
Exe. qua aa aecusar-me, nlo Be esquega
do tetnpa em que toi ministro.
Nlo o digo pelo desejo do retaliar. Da-
se) aria que os partidos, quando invocassem
taes exemplo3, o fizossera com o espirito da
emulaglo e nlo de retaliaglo.
(Continua)
da nossa
problema
E depois o que nlo poda elle junto de
urna mulher moga odiosamente abandonada
por um esposo digno de'la ?
la tornar-se o consolador e o amigo ne-
cessario.
Do amigo ao amante na vai senlo ura
passo, pensava elle.
E dizia comsigo :
Esse passo dal-o hei I A adoravel Ga-
briella ser minha.
Pouco tempo depois que elle deixou a
moga, o visconde voltou para casa, Ga-
briella abri lhe os bragos. Era o perdi,
e amia urna vez o esquecimento dos saf
friolentos quo supportara.
O visconle estava arrependido, enterna
ceu se, derramou lagrimas, Gabriella cho-
rou com elle.
Depois, cara beijas nas faces rosadas da
filba, assigaaram a sua reconciliadlo.
irasse nlo teve pressa em tornar a ver
Gabriella ; era antas sobre o marido que
elle tencionava agir.
Demais, pela sua discreta reserva faria
apreciar m-llior a moga o servigo que elle
lhe tinha prestado trazendo lhe o marido.
Gabriella ficou a principio muito alegre.
Apezar de tudo imaginava que poderia es-
quecer coma um ma sonho, as decepgSes
do passado.
Os prutestos da Ernesto eram to vivoa
e as suas proraessas cbeiaa de um tal acen-
to do sioaeridade e de arrepandimento que
os seus receios deevaaeoeram-se.
O suffriraento punficou-o, ponsava
ella ; agora curado por urna cruel expe-
riencia d- itar-se-ha ao trabalbo com cora
gem e nlo pensar mais senlo na ventura
de sua mulher e de sua filha.
U>s em breve a refl-xlo esfriau a con
hiiiii
As promessas violadas, as fraquesas de
urna vontade quo a paixlo do jogo fazia
ir tona u'agua como um barco sem lame
assaltaram lhe o espirito e a duvida aca-
brunhou a de novo.
Nlo estava na mo oceultar a Ernesto
as suas desconfiaogas e os seus reoeios.
Elle proprio senta prieitameote qua nlo
tinha reconquistado a confiaoga de Ga-
briella.
Dabi provinham horas de silencio dolo-
roso, pt-nsamentes, reflax3as mudas que ua
da nm adivinhava.
Entretanto os recursos dirainuam todo
os dias apezar de prodigios de economa.
Approximava se o msmeoto em qua a
derradeira moeda de rite francos i a
desapparecer. O prximo aluguel seria
diffi il de pgar. E em Marselba como em
Pariz os proprietarios slo severos para com
os luquiliu 8 que nlo pagara.
O Sr. F Belisario:-lato, V. Exc. com
mentar, poisfelizmente tambem faz
parto do systema...
Ha trinta annos que nunca mais appare-
ceu saldo ; encerrarara-se todos os exer-
cicos com dficits E os nobres deputados
querem que aquelles que tomaram a ad-
ministraglo nessas condigo ;s, que lutam
com cireumstancias extrordinarias da bai-
xa de productos de exportaglo na maior
parte do imperio, que receberam encargos
creados, e com ellos, por pagar, despezas
j feitas, que enaontraram um certo des-
envolviraonto da todos os servigos, possara
de momento colher as velas e cortar tudo,
e em dous annos de administraglo apre-
sentar aspecto iateiramente diverso, ista ,
saldo era lugar de dficit ?
E na verdade nlo estamos muito longe
deste resultado '
Sr. presidente, mostre a proporglo em
que os dficits em Franga estavam para
com a roeiita, roas esqueci-mo de lembrar
a proparglo em que os dficits Be acham
no Brasil para com a receita.
A media da receita em dez annos, de
1872 a 1882 foi do 112,000:0000 a a dos
dficits de 23,819:0000. Esta_ mlia est
para aquella na proporglo de 25 5j3 [?. Por-
tanto, em quanto em Franga o dficit em
alguns annos era de 2[0 em relagao re
A filha da marqueza de Saulieu ia fiaar
reduzida a nlo ter nem asylo nem po.
Ernesto esperava sempre o lugar que
Darasse lhe tinha promettido ; comtudo
por sua parte procura va ura emprego qual
quer, mas as suas tentativas nlo deram
nenhum resultado.
Nada I sempre nada 1 dizia elle to-
dos os dias a sua mulher.
Tenhamos paciencia, responda ella,
Drocurando sorrir.
Gabriella nlo o censurava, mas o vis-
conde sabia que ella nlo tinha confianga
nem na sua energia, nem na sua activi-
dade.
Meu velho, dentro em pomo eu ar-
ranjarei o emprego, dizia sempre Darasse.
Entretanto, o marido de Gabriella ener-
va va-Be no aborrecimento e no desanimo.
Por flro, um dia Darasse annunciou-lhe
que nessa mesma noite contava poder lhe
arranjar meios de prover largamente s
necessidades de sua caa-
Marcou-lhe urna entrevista em urna es-
talagem situada perto do mar, a extremi-
dade de um dos bairros da cidade, e que
conhecida pelo nome de Caf dos Cata-
Ues.
A' hora aprazada Fraud entrou no caf,
espeeie da espelunca eofumagada, chairan-
do a cachimbo.
Perguntou por Pedro Darasse.
Este ainda nlo tinha chegado : manda-
ram entrar o novo freguez para urna sala-
zioha mal illuminada e onde lhe pediram
que esperasse. Mandou vir um copo de
carvfja.
Instantes depois, a sala vizinba foi inva-
dida por urna duzia de individuos de m
catadura, fazendo grande barulbo, e que
pediram da beber.
Travaram conVersaglo animada. Tra-
ta va-se de mercadorias do diversos paizes
sobre s quaes era certa realisar lucros so-
b-rboa, da negocios perdidos, de combina
yS-s a preparar.
Fraud julgou comprehender que aquel-
les tijinens falla vam a respailo de contra-
bando e que nSo era cousa senlo contra-
ban listas.
A conversa durava havia alguns instan-
tes quando Fraud percebeu come que ama
sombra que de fra se tinha igado altura
u jauella mu'o elevada da sala em que
ella se achava. Pareceu-lhe que era a ca
bega 'ie um rapaxjpque depois de ter olba-
do para dentro se deixara escorregar para
o oblo.
Da repente na sala vizinha um profundo
silencio sncoedeu-se ao barulbo das vozes,
lppais a porta da sala em que estava F-
raud abrio-se e antes que este poiesse fa-
zer idea do que se passava agarraram-o
dous bragos de ferro, levaram-o violenta-
mente para a outra sala onde estavam os
contrabondistas que de p guardavam um
silencio ameagador.
Todos os contrabandistas tinha n feig5es
vigorosamente acentuadas, rosto queimado,
expresslo feroz no olhar.
Um garoto, de uos doze annos, estava
no meio delles. Era elle qua tinha olha-
do f.pela jaeda e denunciado a pre-
senga do desconhecido.
Ura dos contrabandistas, o que pareca o
mais velho do banda, homem magro e os-
sudo, de barba grisalha, de olhar selva-
gara, tomou a palavra, dirigindo-se a F-
raud.
O qua fazias tu all ? perguntou elle
com tem guttural.
Um amigo maroou-me urna entrevia
ta, esperava-o.
O seu nome ?
Como ignoro, se elle quer ser conhe-
cido dos senhores, nlo o digo.
Hauve logo um murmurio de colera.
Esta nos provocando ? dase um ho-
mem magro eom cara de fuinha.
Mentes, continuo a o que tinha j fal-
lado e que devia ser o chefe, escuta va-nos
para nos denunciar, s um espilo.
Fraud encolbeu os hombros.
A quem e porque motivo os denun-
ciara eu? raspondeu elle ; eu #ei l^juem
slo? Sai l o que vera fazer aqui ? Anda
nlo me fizeram a hsnra de me dizer.
Novas ameagas respondaram aquella iro-
na, dez mos se armaram da taca.
Ora, meus senhores, disse Fraud,
que conservava urna calma imperturbavel,
exactamente o que eu quera, era dar-lhes
urna satisfaglo, visto que tive a infolicida-
de de incorrer na sua colera, mas devoro
comprehender que nlo posso fazer trente a
todos e justo que 89 -aprsente um de-
pois de outro.
Sabemos que, se ao Visconde de M-
rulle, falteva absolutamente forga para re-
sistir a certas paiaSes, era valenta e nlo
trema em face do perigo.
Asia attitudo altiva era de natureza pa
ra lhe attrabir a sy.npathia dos contraban
distas ou para lvalos ao cumulo do fu-
ror.
Mas, nossa occasilo Darasse appareceu.
Vamos l, meus senhores, disse elle,
fiquera soregados, do que servem estas fa-
cas ? Teriam, por acaso, a intenglo de
matar este mogo ? Alto l I que meu ami-
go I
Os contrabandistas tomaram a metter as
facas no bolso.
E, accrasoentou Darasse, como ibe
VARIEDADES
A cor morena
Mulher morena ardente,
Preode o amante demente
Nos fioa do sea cabello...
(C. dc Abeec )
Ai morena s tao bella perdoa!
Fji um sonho de mea coragao !
(Alvares du AaavsD)
Eu gosta da cor morena,
E' cor da minba paixla ;
E' a cor da linda imagam
Que trago no coraglo.
Mulher de olhos castanhos,
Cabellos de negra cor.
Rubros labios, tez morena;
E' mulher que inspira amor1
E' o typo brazileiro,
Cheo de graga e expresslo ;
Typo da mulher altiva,
Ardente como ura vulclo !
Tambem aprecio as alvas,
Com cabellas cor do sol,
Seus olhos de azul celesta
Sob o ciarlo do arrebol.
Slo creaturas divinas,
As vezas fras tambem ;
Mas tem as cores dos anjos.
Eu a todas quero bem.
Porm mais amo a morena
Da minha trra natal ;
E' ura typo que na mundo,
Para mim nlo tem rival 1
O seu amor sincero,
E' nobre o seu coraglo,
E' capaz de sacrificios,
Da maior dedicaglo I I
Foi este o typo sublime
Da mull r qua j perd ;
Pelo que do co ao inferno
Como i-iucifer cahi !...
Por isso que a cor morena
E' cor da minha paixlo :
E' a cor da eterna imagem
Gravada em meu coraglo '
Manoel Cavalcajte de Mello Filho-
2 de Junho de 1887.
entrevista, esperava-
tivesse marcado urna
me,
Pois bsm, respondeu o velho de bar-
ba grisalha ; mas emquanto espsrava-o ou
vio nos, conhece os nossos projectos, pre-
ciso que se ja dos nossos.
Sim sim sim disseram os ou-
tros.
Com um gesto, Darasso fel os calar e
respondeu :
Um amiga meu nunca poder ser um
iniraigo. E, emquanto a admittir esta ho-
rnera entre noa, negocio serio, qua pre-
cisa ser examinado por elle e por nos.
Se quiz-Tcm, varaos deliberar.
Depois, dirigiado-se ao garoto :
Paulo, disse-lhe elle, vais conduzir
esta senhor ao roshedo de amoran.
Valanlo se para Fraud, accrescentou :
Meo velho, acompanhe Paulo. Da-
qui a pouco tempo, vou ter cora o senhor.
Paolo estava j fra da sala, quando um
dos contrab ndistas o chamou e Iba disse
ae ouvido :
Nlo percas esse homem de vista, se
mostrar que quer fugir, vera immediata
mente prevenir-nos, nos o arranjaremos.
Fraud segua o guia, que caminhava
pelo meio das sinuosidades da costa, com a
agilidade de um gato-
Dentre em pouco, ebegaram ao roche-
do, quo devia provavelmente o seu nome a
qaalquer lenda lo:al em que entrava um
alcatraz.
O garoto asaabiava urna canglo de ma-
rinheiro, indicando assim, que nlo estava
disposto, para respoa ler as perguntas, que
Iba dirigissem.
Decorreram mais de vinta minutos.
Assentado, no rochedo, Fraud contem-
plara o mar, que agitado, por urna brisa
lig -ira, fazia ouvir o sea canto montono e
pensava nos caprichos do seu destino, que
o coaduzia, a ella descendente de urna
grande familia, a entrar em negociagSas
cora contrabandistas.
Emfim o perfil de Darasse desenhou-se
no meio das sombras da noite.
Paolo, diese elle., ests eerto, que nlo
ba ninguem perto.
Estou patria.
Desee praia e volta a dizerme se
nlo vs nada suspeito.
O garoto desappareceu, voltou dalli a
pouoo e disse :
Nada, patrio.
- Muito bem. Agora volta para o caf
dos Catadles.
(Continuar sena)
i.

Tvp. do Diario ra Daqae ae Gaxias o.
48.
f mam I


Full Text
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