Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19975


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Full Text
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V JW""
-i**"

AMO LIJI MIEEO
PARA A CAPITAL E IX'CiAIIBIi OS 1MB MA E PAA PORTE
Por tres mezcs adiantados............... 6)5000
Por seis ditos idem.......... ...... i^^OOO
Por um anuo idem................. 23*000
Cada numero avulso, do mesrao dia............ $100
DIARIO DE
3ABEAD0 i BE
E
PARA DE9TRO E PORA DA PRO VIA CA
Por seis mezes adiantados............... 130500
Por nove ditos idem................. 20*000
Por um auno idem................. 27)JC0G
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 100
NAMDUGO

Proprittaftt *t Jftaiwfl -ftfiucifa ttt J*ria -alijos

T
TELEGRAMHAS
sz27i;o rs:is:f-a sa babio
I DE JANEIRO, 1 do Setembro, s8
horaa e -.10 uinutos da ru.ute. (Reoebido
s S horas e 25 da manhi le 2, pela linha
'-)
anlinnon Iioje no cnaiJo a3 dl
<-iiio di) orrnmento Jo Ministerio
on srnnilnri'i Cantro Carrelra c if-
fon*o Celio, uando ete ile urna iln-
;aa;'c'm mmlo favuravel ao conne-
ihelro Manuel Portella.
RIO DE JANEIRO, 2 de Setembro, s
4 horas 30 minutos, da tarde. (Recebido
30 pela liaba terrestre).
o niiMiici coaaelbelro de abmelter
ao conmelbo aperlor de naude pu-
blica on entudoN relativo* ao exaine
da moteada twitriir. que lena aoni'la-
do aa provincias do norte.
Fol Jubilado no lugar de lente ca-
Ihedratlco da 1.a cadelra do 5. aun
da Faculdade de Dlrelto do Hecl-
le o conaelbelro Joiiu Caplatrano
andelra de Mello.
PARAHYBA; 2 de Setembro, s 8 horas
e 20 minutos da noute.
Sexisto boje a tarde para o porto
do llerife o vapor nacional C A MILLO.
*-"-
3K fi**",
ti, a>**

3171
t

BERLIM, 1 de Setembro.
s.
Teado o conweibelro Beiarlo de
Snur.A. mirUiru da Fasenda. decla-
rado no correr de urna diicuno.; ba de voltar aqu
que urna entrada de ferro, creada
iem autorlMaefio leglalatlva bavla
emiado multo ao ibeioaro e Inm-
iiuando boje o JORNAL OO COMMERCIO
o imperador liullberme ac-
ROMA, 1 de Setembro.
H. M. o rei Humberto delxoa a ca-
KIO DE JANEIRO, 2 de Setembro, s
6 boras e 10 minutes da tarde.
Fol prorogada boje al SO de Se-
i-iui) aaesaao ordinaria do parla-
mento,
Fol cacolnldo venador pela provin-
cia de Minan Cieraei o Dr. Evarlato
da Vetga.
O Bia. Mr. Dr. Ilusa e Silva deputa-
do pela provincia de Pernambuco.
pronrjnclou boje um dlncurao pedln-
do a KupprewN do Imponto de expe-
diente obre on macblnlaoaoa decli-
nado alavoura.
O Exm. *ir. Dr. Indrade Figueira foi
de encontr, declarando que deaa-
provava completamente.
Teve lugar bonlrm a audiencia em
que rol recebldo o Sr. D Bamirex mi
niatro plenipotenciario da Repbli-
ca do I ruguay.
PARS, 2 de Setembro.
Fol sullbotlnado boniem o aaaaa-
alno Pranxini, que apreaenlou reale-
tencla ao carraaco.
Aen> ii. Havsc, filial om Pernambaco,
que eiaa eiIrada era a do Beclfe a '. P para Ir aa.l.tir aa grande, na- 2 do Setembro do> 18g7>
caruar. o Dr. tflonio Celao Jnior. j "obras, do exereito Italiano que '
depuiado por Mina eraen. em aea- | < executando.
.ao de boje da Caara doa Depuia-
do. apreaenlou um requerlmento. PARS, 1 de Setembro.
qne foi areapectiva commlaao, pe-|
?liado copla doa documentoi. relatl en.aio de mobillaacao geral do
* aoa eatadoa e crear..., da meama | corP d eaerclto contina com
graude regularidade.
Eata mobillaaco eata ae efectan -
1NSTRDCCA0 PQPDLAR
PHL0S8PHEA DO DIRHITO
entrada.
i Cmara occapa-ae com a dlacua
su do artigoa addielvoa ao orea
do no ateia departamenloa: de Arl-
.._ -____,.. ge. 4lto Harona, aera, Loi. fjot e fia-
meato da receita geral do Imperio.
roa, Carn e (Jarona.
Eol i'si.ilhU aenador pela pro- |
SOPHIA. 1 de Setembro.
in-~'a de Minan Ueraea o Dr Evaria
lo da veiga
RIO DE JANEIRO, 2 de Setembro s
t boras e 20 minutos da noite. (Recebido
boras e 20 minutos, pela linha terrea-: dad
\i> tendo Mr. Stamboulow apeaar
de aeua ewforco podido organlaar
um novo ministerio, fol acora coa-
eata miaaao a Mr. llokoff.
\u Senado contlnuou boje a 3 dia
cuno do orcameuto do Minlaterlo
do Imperio e tomaram parle no de-
bate oa conaelbelroa Bario de Ma-'
more e Meira de Vaaconcelloa. Eate
congratulou-ae rom o conaelbeiro
Manoel Portellapela ra nomeaco
de mlnlatro do imperio e elogiou al-
guna doa aeua acto, eapecialnaeate
a reaolucao. que antebontem tomou
VIENNA, I de Setembro.
O governo da Porta Ottomana fes
saber ao governo blgaro que accel-
ta a mlsio do general Ebnrootb.
BERLN, 2 de Setembro.
Corre o boato de urna prxima en-
tre vina entre M. o Imperador tVal-
Iberme e o Csar da Ruaiia.
(Extrakido)
! JA BIBLIOTHKCA DO POVO B DAS ESCOLAS
PBEEIMIXABES
1) A PIIILGsOPHIA DO DIREITO KA HISTORIA.----2) PBILO-
SOPIftA DO DIBEITO E DfRE FTO RATDBAL SEBAO SVNO-
UTMOS?3) DEFINIQil DE rHir.OSOPHIA DO DIBEITO.
4; PAUTES lL'K 8E un rixij EM NA PUILOSOPBIA DO
DIBEITO5) IMPORTANCIA d'eSTA SCIHNCIA6)ME-
XHODO A SEOUIi: NO SKD E8IUD0----7) RELACAO DA
PQIL030PUIA DO DIBEITO COM A RITOBIA DO DIREITO
B A POLTICA.
1. A pbilosoj rHH Nao ae julgue que a poneos annos se deve
o des'.'avolvimeuto, a que as anas doutrinai cha-
g&ram. Esta ssienciwremoata muis alta auti-
guidaJ*. A sua historia podemos dividil-a em
) tres grandes epochas : a antiga, a medieva e a
moderna.
Os primeiros pbilosophos, de qnc temos conbeci-
mento, uo se entregaram logo ao estado dos pbe-
nomenes sociaes, Para elle, foi primeiro objecto
de serias investigares e trabalhos o estudo do
mundo pbysico.

(CbrMSMCJ
Mil CFFlClfli
.ovi:a\o s>a provincia
Paiaci da PresidaMM de Pernambuco, 31 de Agooto de 13S7.
-. ^g.j-.^ j_0 praai leat ia provincia, Httf adaud i ho que lh requeren
C'jinpanhia libnbn de forne<-im-Dlo d'agu para a cidade do R:-
life e nos tirinas d clausula XXVil do contracto de 17 de Janeiro
approvar o regulamento constante d* 83 rticos,
> pala awsoM Cumpanbia, sobre os direitos e d"vsres reci-
iro:i entra ella e oa particulares, bem como as tarifas dos presos
los serv'. data da 10 e 22 d Junbo, assienadu pelo directo,
iciian-l Ci-ciliino Mamede Alvea Perreira, e rubricados
di provincia, reservaiido-se o direito de ordenar coa
>o, bem como de expedir regulamento espe-
cial s.lir.- a nsla^v i d Compauhia cocn o gjverno, para a fiel exe-
. nc) do roatractu e da le de concesbo da privilegio (n. 1462 de
ose eoetmaaai cas iataro vigor.
(Assignadoj.Pedro Vicente de Atevedo.
hi-.i ;.niKvro a puncas WAGit
I.-CONCESSO
Irt 1. 0 fornecimento d'agua potavel 4a casas particulares,
fcSlabelcciment ;S industriaes o edificios pblicos ser nicamente
j por meio de peanas d"agua ou encanamentos de pequeo di-
metro tirados dos eucanamentos geraes da Companbia para deriva-
;Io d'agua, de accjrdo coui as iisposicoes dcste regulamento. _
Art. 2o. Cada cisa particular, edificio publico ou estabelecimcoto
mdustiial ter sua peona d'agua, derivada smente para esse fita
uio se perxittiudo que urna peona forneca agua a mais do urna casa,
dificio ou i-stabelecimeoto, ou que una casa teaba uiaU de urna de-
r i vacio.
Art. o". A eoueesio da peana d'agua obrigatoria para a Ccm-
panhia no permetro da cidade a que >e refe e o numero 3 do art.
3o da lei n. 1462 de 9 de Junbo de 1879, e niqueiUs mas que na*
tendo encanamenta fuoccionando forera contiguas a qualquer outra
que o tenba, comtanto que, o segundo caso, haja pedido de, pelo
menos, vinte novas concessoes, em urna exteosao nao inferior a 200
metros, por tempo nao menor de dooi annos. 0 assentamento do
encanamento geral ser feito pela Companhia dentro de um praso
razoavel.
Art. 4. 0 uso da p ona d'agua facultativo para o publico.
Art. 5 Someate se conceder penna d'agua ao propnetario da
casa, podeudo-se exigir, quaudo uecesdario, a prova do djmini j.
Si a casa prtencer a mais de urna pesssa, qualquer dos conse-
nbores apto para solicitar o conceasao.
Art. C. A penna d'agua considerada como ligada casa, e a
ir-ompanha na transmisso do dominio, quer quaoto aos direitos
como aos oouj.
Art. 7a. Aos grandes establecan ntos industriaes se poder
conceder, a arbitrio da Jompanbia, penna d'agua, par excepcao, aa
propriutaria do eatabelecimento, comtanto que este tenba contracto
de arrendamento da casa par praso nao inferior a seis annos, com a
obrigaeas de um cousamo diario da tres metros cbicos d'agua.
Art. 8. No caso do artigo arerior a penna d'agua poder fixar
iigada ao estabelecimento acompanhan Jo-o aa mudanca de proprieta
rio, com os direitos e oaus-
Art. 9. A couceasj da penna d'agua se far par meio de um
termo de contracto assignado pelo concessianario, sea legitimo repre-
sentante ou procurador prcce.dendo pedido ou inscripclo naescripto-
rio da Companbia, e o pagamento das despezas da derivacao at o
hydrometro.
Art. 10. No acto da concessSo a Companhio fixur o praso den-
tro do qual mandar proceder ao assentamanto do eucauamento do
derivacao at o hydrometro, assim coma a collocacSo deste.
Art. 11. A' Companbia reservado o direito de recusar a con-
ceasao da penna d'agua quelles que tiverem praticado actos que por
este regulamento ficario sujeitos a tal peaalidade, sa vo recurso
presidencia da provincia, par abaso deste direito.
II.-DEBIVAgiO
Art. 12. No encanamento geral oa frente ou oitao da casa se
atarracbar urna torneira que servir de chave da penna d'agua e de
oaja torneira partir o encanamento de derivacio directamente para
a cata.
Essa toraeira-chave ser de bronce, :om vlvula de parsfaso, e
apropriada para resistir & alta presaSo d'agua.
Art. 13. O encanamenro de derivacao assim denominado desde
o encanamento geral at o byiromefro, dentro dos limites da pro-
priedade, na unio com o hydrometro, e ser collocado nicamente
pela Companbia OUtl do ccnc-'ssionarii, pelos precos fizados na
tabella para esse fim approvada pela Presidencia da Provincia, de-
vendo o pagamento ser feito :>diantadamente.
Art. 14. A conservae>o dos encauament por ronta da Compsnbia, que os ter s mpre em bom estado de
funccionamento, salvo o caso de dsmno causado pelo propri? conces-
sionario.
Art. 15. Os canos para derivacao serio de ferro batido, enrola-
do, denominados tubs de vapor, com rascas as pontas, enverniza-
dos com a preparabas Bower B*r&, conforme a amostra existente no
escriptorio da Ccmpanbia e aero asentados na profundidade de
meio metro pelo meos, no aliohameoto mais recto passivel.
Art. 16. Nao ser permittida a collocacita da torneira de para-
da no percurso do encanamento de den vacio, isto entre a tornei-
ra-chave e o hydrometro.
Art. 17. as agrapameatos de c&sinbas com urna s eitrada
para todas, denominadas casas de operarios, baver urna derivacao
nica ramificando se no interior para os diversos compartimentos, ou
com um poste no meio do pateo.
Art. 18. A derivacao para os grandes forneciinentos d'agua po-
der ser em forma de ramal, a juizo da Companbia.
Art. 19. S se assentar encanamento de derivacao de 25 m/m
oa mais quando a Companhio reconbecer que o consumo d'agua
exige encanamento de tal dimetro.
Art. 20. Nio se asseotar'o encanamento dederiv-flo nem se
far a furacao no encanamento geral sem que primeiramente tenham
sido assentados todos os encanamentos e torneiras de distribuico
d'agua na casa, experimentados e verificados acharem-se de accordo
com este regulameuto, palerem resistir a alta presaao, salvo o caso
de edificaco de casa nova quando a experiencia e venficacao se
far lugo em seguida ao assentanicnto dos mencionados encanamen-
tos e torneiras de distribuica>.
III.-HfDROMETRO
Art. 21. Na terminacio do encanamento da derivacio, dentro
do alinhamento municipal da propriedade no local couvencionado
entre a Companbia e o coacessiooario, se callocar o hydrometro
destinado a marcar o cinsu no d'agua da penua ; e em seguida ha*
ver urna torneira de parada que permitta ao consumidor inter-
ceptar a eutrada d'agua quando lhe convier.
Art. 22. Poder a Compaahia permlttir, quaudo reconbecer que
disto aao resulta inconveniente, que na entrada da cas*, antes do
hydrometro, o eacaaanento de denvagao se ramifique para os divor-
sos pavimentos ou compartimentos da mesma csa, habitados por
fanfllias que ujnbam economa separada, com tanto que em cada um
ramal baja nm hydrometro antes de qua'quer torneira ou sabida
d'agua.
Art. 23. 0 hydrometro ser de medica.) directi, positivo, indi-
cando mmediatamentr em algarismo cada metro d'agua que passar,
com exactidio, at a tolerancia de cincopor ceoto, deixaudo passar
com rapidez qualquer quautidade d'agua precisa na casa.
Art. 24. Nenhuin hydrometro ser collocado sem que previa-
mente tenba sido rectificada sua exactido e bom funecioaamento.
Art. 25. No caso de qualquer duvida so ore a exactido do hy-
drometro, o concensionario poder requisitar a verincico ou confe-
rencia, do hydromjtro, verificacao que se far na presenca do eoge-
nheiro fiscal da Oimpanbia, se for uecessario ; correndo por conta da
Companbia as despesas da verificaeia si reconhecer-se que o hydro-
metro nio aprsenla a exsctidia fixada no ara. 23, em cujo caso o
hydrometro ser substituido e far se-ha dedaeeio na conta do consu-
mo do trimestre anterior si a reelamacjo tiver sido feta nos dea
das Bubsequentes entrega da notacio do consumo, deiuzindo-se,
em todo caso a ditfereoca no trimentre correte ; e si o hydrometro
for encontrado correcto, com h exactido regulameotar, o reclaman-
te papar as despesaa da veriacaco, aa quaes sao filadas em dea
mil risi
Art. 26. O hydrometro de propriedade da Companhia, aendo
por esta collocado gratuitamente, fieaodo, porem, sob a 6narda e
reaponsabilidade do concessionario, que pagar e valor do hydro-
metro por qualquer damns q ie elle soffrer.
Art. 27. O 7alor do byJrometro para o caso de indtmuisaco
estabelecido no artigo anterior, o seguate :
De des miltimetros, 45/000.
que i
rsse
dz<: millimetros e meio, 554'00.
D* dezeuuve inillimetios, 654000.
Os vinte e cinco millimetros, 804000.
Ar|fc|8. Pica reservado Companbia o direito de substituir,
por ootflTqaalquer hydrometro, quando julgar conveniente.
Art., 29. (juaudo o hydiom:tro tiver de ser collocado fora da
casa ot em lugar franqueado no publico, o concessionario obrigado
a maadar f izor urna caixa cm-que fique encorrala o hydrometro, a
qual ser feehada por urna parta com duas jpfcves, ama que ficar
" do concessionario e outrj em poder do respectivo fiscal.
,39. A conservaba) daihydrometros em bom estado de
peoto da obrg*?i> Ja Companbia, a qual OJ mantera
(cnionando bem, coneertando-os oa substituindi-oa lego
. reclam,ieao, em 24 horas, pagando o ciicesgiOario, para
; quita fiza de iOO ra. mensaes quando o dimetro do en-
oanHTKuto uo erceJer de 19 mii.metros, e 500 rg. pelos de 25
mtlliutflios.
Art. 31. as casinbas enjo decima urbina naa exceder a on-
tribu'eao annual de 104000 a opeSo di concessionario se poder col-
locar hydrometro intermitiente, de typo differente do geral, serva-
do ae menino tempo de torneira, quo restringe o coasumo e evita o
desperdicio d'agua.
Art. 32. O bydromc-tro intermittente ser c .liocado no pro-
prio local cm que se tenba de tirar a agua para o consumo ; e
gratuita sua ennservacao.
Art. 33. O valor do hydrometro intermittente, para os fins do
art. 26, fixado em 304*00.
IV.-DISTRIBUigO
Art. 34. Na torneira da hydrometro conrear o encanamento
de distrihuicao d'agua na casa para o consumo.
Art. 35. Na uccasiio de azero pedido da p.'una d'agua o con-
cessionario declarar especifi'.-adamante a dreccaa que deseja dar ao
encanamenta, o numero, lugar e tunanbo das torneiras, e tuda mais
que lhe seja relativo, s-jjeito a appruvacao da Companhia, nao pa-
dendo, em lempa algum, tazer alteracao nos encanamentos ou appa-
rilhas sem previamente communicar a Companhia.
Art. 3G. O encanamento ser de ferro ou de chumbo ; no pri-
meiro caso a qualidade ser a mesma da adoptada para derivacao
de que trata o art. 15 da presente regulamento ; no segundo os
canos serao de chumbo sem eouipo3i;ai, revestidos de cstanho na
face interior, na proporaao de cuica por cento do peso do chumba,
de modo a fazer perfeita liga, sendo uniformes as paredes dalles com
a meama espessura em aualquer panto, conforme as amostras exis-
tentes no escriptorio da Companhia, e com o peso seguinte por me-
tro corrente :
Baz millimetros, 1 kilogramma c 74 centigrammas.
De doze millimetros e meio. 2 kitogramtnas e 48 centigrammas.
De dezenove milmetros, 3 kil<>grammat> e 66 centigrammas.
De vinte e cinco millimetros, 4 kilogrammas e 96 centigrammas.
Art. 37. As emendas das canos de chumbo sero teitas de
modo a nao reduzir o canal de passagem d'agua, apresentando a
necessaria resistencia, usando se para esse fim um tubo supplemen-
tar.
Art. 38. Ao uoioes das torneiras com os canos de chambo serio
pelo proce8so cima dito ou per meio de unioas de bronze de capsu-
ano, fazendo completa uedacao.
A.. 30. As torneiras e demais apparelhos serio de bronie.de
vlvula da paratuso para resistir a alta presaao d'agua, vedando
absolutamente : de accordo com as atnabtras existentes no escri-
ptr.rio da Companhia.
A companbia reserva-se o direito de experimentar a resistencia
e vedacSo das torneiras e apparelhos antes de serem collocados,
assim c ma dos eucaaamentos depois de assentados.
Art. 40. Nio se permittir asseutar encanamento de chumbo :
1. Subte o cbio, mm i-m terreno sem ladrilbo, a menos de
quare.ita centmetros de profundidade ;
2." Atravz de qualquer cano de esgoto ou local em que baja
impundude.
Art. 41. E' prohibido aos encanamentos de distribuicio :
1. Ter qualquer ligacio, directa ou indirecta eom qualquer
apBBtailn di Uk-ina a ciriuario, o despejar a agua em local ou
de modo '. causar iofeccionamento no encanamento ;
ss ^mm^sm^
Alimentar direct ios3nfe qualquer caldena a vapor,- Fetendo-
se usar para ess* fim da cisterna interuaediaria ;
. Sier mautido uu estabelecido de modo a manter corrente con-
tinua d'sgua ;
5. Ser ligada a qualquer bomba ;
6.* Derival-o para tora dos limites da casa.
Art. 42. Os grandes estabelecimontos industriaes, que care-
cerem de reservatorio, terio urna torneira do fluctuador na pouta do
cano para evitar o desperdicio d'agua.
Art. 43. As obras pira distribuicio d'agua as casas serio
feitas ou pela companhia ou por artistas autorisados por ella como
habilitados, como deve constar de urna tabella que ser allixada no
sea escriptorio.
Art. 44. Quando as obras forera executadas pela compaahia
far-se-ha previo pagamento das dcapazas de accordo com a tarifa
approvada pela presidencia.
Art. 45. Se, porm, as obras forem feitas por artistas particu-
lares devidamente autoiisados pela companhia, estes cumprirSo re-
strictamente as disposicoas deste regulamento e as de sen regimen-
t, sob pena de nio se Ihes p.rj ittir continuar no cxercicio de
suas funejoes.
Art. 46. A companhia mandar inspaccionir a execucia das
obras feitas pelos artistas particulares, nio as aceitando quaudo nao
teubam sido examinadas no d vido tempo ou tiverem sidj feitas s
occultas.
Art. 47. Oa ton?essouaras sao obrgados a mudar immediata-
mente qualquer encanamento, torneira ou apparelha estragado, de
modo a que a agua nio soja desperdigada, e sim utilisada para o
fim contractado.
Art. 48. Os encanamentos, bydrometros, torneiras e demais
apparelh >s serio examinados de temp is a rampas pelos fiscaes das
peanas d'agua nao s para varificar o b>in fuiccionamento d'elles
Como tambem as mfraccoas d*s disposicoes d'este regulamento.
Art. 49. O farnecimento d'agua s penuas ser constante e a
alta pressao de orado que o c mcesaionario passa, em qualquer occa-
siao, ter um forte jarro d'agua.
Art. 50. Sendo a agua farnecidt por esta companhia agua pu-
bl ci, conatituindo b m cammum, e por consjgmnte inalienavel e
imprescriptivel, nio pjdeuJo constituir objecto de coinmercio, o con-
c.ssion iri 1 t poder gastar a agua em seu uso ou djs moradores da
casa, ou para fim industrial, sem jamis despeiical-a nem deixal-a
cantaminar-se ; e nio poder ceder a agua a outrem nem deixar
sabir do predio, em parte ou na totalidade, gratuitamente ou por
pagamento.
Excepta se s imente para o fornecimento :
1.* O easo de falta d'agua na cidade ;
2. Extiuccao de incendio ;
3. Cessao aoutro caoceasionario visinho, cujo encanamento nio
funeciooc por qualqner def.it). Neste altimo caso o concessionario
qne i'jfirer a falta d'agua dever mandar fazer o concert dentro de
tres dias.
V.-INTEBBUPCAO
Art. 51. A companhia reserva-se o direito de interromper o
f^necimento d'agua a qualquer casa ou estabelecimento industrial
nos casos seguintes :
1.' Pela iufraccio das dsp)8ces do presente regulamento.
2.* Pela contamioaeio d'agua. '
3 Na falta de pontual pagamento do consumo d'agua, nio se
reabrmdo a peona emquaato o debito nio for saldado.
3. Quando fr impedido, sem motivo just:, ao fiscal das pennas
d'agua ou seus auxiliares, o ingresso na casa ou estabelecimento e
apytrelh is d'agua, das 6 horas da msohi s 6 horas da tarde; ou
quando senda dado ingresso aos ditos empregados, no entretanto to-
rem maltratados.
5. Nos casas em que forem estatuidas multas, emquanto estas
nao torern pagas.
6.0 Quando der-se o rorapimeoto de contracta oa ajuste com esta
Companhia.
7 Q ando o bem publico assim exigir, ou fr necessaria para
manter o abastecimento d'agua a esta cidade.
Do pracedimento da Companbia, n'estes casos, quando exorbi-
tante, aa-sn recurso para o presidente da proviucis.
Art. 52. Neohuma indeomisacio devida pela Companhia pela
interrupcio do fornecimento d'agua a qualquer penna, quer nos ca-
sos de penalidade, quer nos de farsa maior, emquanta esta existir.
Art. 58 E' permittido a qualquer concessionario interromper o
funecion^mento d penna d'agua, devendo, porm, solicitar da Com-
panhia o fech .ment da deriacio, com antecedeucia da cinco dias, e
por praco oio inferior a doas metes.
Se o concessionario quiser reabrir a penua d'agna antea de ter-
minado o prazo de dous meses, podel-o-ba f.zer sob a condico de
considerar se como nio tendo sido techad*. _
Art. 54 Quaodo ae der qualquer interrupcio ou dimiuuicio no
fornecimento d'agua a qualquer casa, o consumidor dever imnie-
diatameute prevenir no eacriptorio da Compaubia.
Art. 55. Nio ae admittir como ten4o havldo interrupcio na
psnna d'agua, para qualquer effsito, sem a previa declaracio escrip-
ia de que trata o art. 53.
VIPAGAMENTO
Art. 56. O pieco d'agu* fornecida as pennas de 100 rea o
metro cubico ou 6 ris e 6 decimos de real o Dalde de trinta litros.
Art. 57. No consuma mensal de mais de cem metros cbicos se
far um abatime.nta de dez por cento.
Art. 58. < 'ada penua d'igua obrigada a um cansumo minims
de qunbeotos litros d'agua diariamente, ou qunze metros cbicos
por inez, correspondendo ao pagameuto de 34000.
A dispo8ca>j d'eate artigo refere-ae a cada habtagao separada
ou estabelecmeuta que tivar um hydrometro.
Art. 59. Nos dez primeiros da de cada mez, a Companhia
mandar tomar nota, as casas, do consumo d'agu* da mez anterior,
e at aquella data, conforme indicar o respectivo hydrouietro, e cujo
resultado ser comtnuuicado ao consumidor.
Art. 60. !^ serio aceitas reclamacoes sobre a conta da consa-
mo d'agua e a exaetdSo da hydrame.tro at o dia 15 do mez subae-
quente aa da entrega da canta a que se referir o c^nsiimo, conside-
raudo-se d'essa data em ditnte como iucontestada.
Art 61. O psgamflofe) do atonsamo d'agua conjunctamente coi
o da conservadlo do liyurom em 31 de Marc;o, (Ode Junh, 39 de Setembro e 31 de Desembro de
cada anno, deven io os concesaionarios i-ifactual-a noa trinta das se-
guintes no escriotoria da C.'repanbia 'durante aa hars do expedien-
te, ou apresentacao dr recibo pela cobrador, sob as penas impos-
tas u'este regulameuto aoa remieaoo.
Art 62. S ter valor de quitacaa o recibo que. tiver o carimbo
da Companhia s fr assig^iado pelo respectivo caixa.
Art. 63. Nenhuin direito ter o caucesaMario a eximir-se de
pagamento do miuimo do eoajpmao e c^iiservacio da hydromatra, soc
a allegicio de ter es'ada fihada a casa, exc'epcia que s ter lugat
com previo aviso Companhia, como dispoe o art. 53
Art. 64. Quanto 1 yjlleetir do conaama d'agua enoontrar a casa
ou e-tab;leimento fchalo na occasiao em que f ir tonar as notas
voltar segunda vez ao caneluir a 'U trab-'iha mensal, e, se anda en-
contrar fechada a casa ou esUbelecuneuto, notar o mnimo, filia-
do qualquer differ-ns% para maia para o m.:z sejuinte,
Art. 65. Os estabelecimentos pub.'os ap-as pagarlo m-tal-
dos Drecos estabeleci los pira oa particulares, coma dispoe a clausu-
la XV do contracto de 17 de Janeiro de 1881.
Art. 66. A Sauta Casa de Misericord a deata cidade ter agua
gratuita para seu3 estabeleci meatos pioa, n)s termoa daclau.. .
XIV do ootracto de 17 de Janeiro d 1881, na razio de vinte li-
tros diarios por morador, deveudo as doas partes iuteiessadas lase
ajuste sobre o moda pratieo de d-terminar o quantum em cada mez
Art. 67. Na casa em que hiuver hyjrometro intermtt nte, c
mnimo do cansumo ser de netade do estabeleeido em geral, cor-
respondendo a sete e meio metros cubicas ou mil e quinben'os rata
por mez.
Art. 68. Oa agrupamentas de casinbas vo-a u na ou duas tor-
tarneiras co;n;nuns no piteo gosaria da miaimo meusal da cinco me-
tros cbicos ou mil ris cala urna iellas.
VILMULTAS
Art. 69 Fica sujeita multa de eiucaeata mil ris o concessio-
nario de peana d'agua ue fizer qualquer alteracaa nos encanamen-
tos de derivacii, as torneiras ou em qaaiquer apparelho sem pre-
vio coasenso da ca.npmha sendo, uim disto, obrigado a desmaa-
char a obra te esta nio estiver de accjrdo com este regulamento e
com o das artistas de pennas d'agua.
Art. <0 Multa igual do artigo anteriar pagar o concessio-
nario que deixar sabir a agua fornecida pela companhia, de dentro
dos lmites da propriedade, por venda ou gratuitamente, exceptuan-
do-se os casos d. final do artigo 41.
Art. 71. O conc'ssiauano que tirar qualquer ramal do encana-
mento d'agua paia tora dos limites da propriedade que gasa da con-
cesaio pagar a multa de cem mil ris c ddsmaacbar\ imaiediata-
mente a ramifieacio.
Art. 72. Q'ialqner frauda que .cifra o hydrometro em seo fanc-
ciauamento, quer se realise ou baja tentativa, tujeita o concessiona-
rio multa de ciucoenta mil ris aloa da damno causado e o p ga-
mento do consumo d'agua provavel se se tiver dado a ti ,ule.
Conbidera-se coma tentativa de fraude o quebramento do sella,
desatarrachamento dos parafusos ou torneiras do bylrometro.
Ait. 73. Tambern pagar a multa de cincoenta mil ris qaem
conta rinar a agua do encanamento directa ou indirectamente.
Art. 74. Na reincidencia as multas serio cobradas em dabr:
reservando se a companbia o direito de nia consentir na continua-
caodK,pe;ini d'agua.
"*~ Ait. 5y Tem direiti .i m;tade da ijinjzBiat'a da multa aquel-
let|iie der noticia da iufraccio de mada a baoRnar a tornar e'ffecti-
va a malta.
Art. 76. A infracc.io do priviligio da companhia suj.ita tantj
o fornecedor d'agua, de qualquer que seja a proveniencia, como a
consumidor, quer a titulo gratuito on oneroso, para qualquer fim,
multa de duzeutoa mil ris se a agua for para fi.n industrial e de Cin-
eoeota mil ris se for para nutro fim, aloa da indemnisacio pelos lu-
cros cessantea e emergentes.
VI!I -DISPOSL^OESGERAES
Art. 77. Talo e qualquer fornecimento d'agua feito par esta
companhia, para qualquer fim, quer par antigasou novas coucess5es,
fica sujeito s disposivo s do presente regulamento do modo se-
guinte :
I Ia As concesses feitas desta data em diante reger se-hio
por este reguiamento, e as antigs logo que forem transformadas.
j 2o As pennas d'agua existentes iro sendo transformadas para
o novo systema por seccio, preveotndo a companhia aos concessiona-
rios por an lUncios nos jornaes com antecipicio de oito dias, fi ando
livre & qualquer concessianaro, nessa o;casiio abrir mi da penna
d'agaa, considerando se tamb"m como assim tendo feito quem se op
puzer collocagio da hydrometro.
21. Quando o encanamento fr de forra fundida, costar, alx
dos pricas acuna mais 500 ris de cada junta, inclnindo o farneci-
mento do chumbo.
22 Cortaruento ou fiiracio de parede conmum d? alienara de
tijolos para o cana atravessal a, comprehendendo o trabilba de te-
char a abertura 3 rebsear de novo 24000.
23. Cvllacacao de urna torneira de brenze para fechar a deri-
vacio da penna d'agua f03 ris.
Nota.Os precia cima apenas refererr. se aa que vai especi-
ficado, nao comprebendem o que deasais fr enontrado na execnco
da obra nem a qualquer trabalha extraordinario, assim como sao
restrictos s parochias do Recife, Santa Antonio, S. Jo e Boa-
Vista sem San'o Amaro. Qaando as obras forem em Afogados,
Santo Amaro, Capunga ou Magdalena, serio os prec-s augneutados
de trinta por cento, e nos ontros lugares de sessenta par cento.
SERVIC ) FACULTATIVO
MATERIAt
24. Um metro corrente le canos de fliumbo revestidos de esta-
nho interiormente, pesando 1740 grammas por metro eom 10 m/m de
dismetro interior 14000.
Dito pesando 2480 grammas por metro com 12,5 m/m de disme-
tro interior 14500.
Dito pesando 3660 grammas por metro cornil' m/m de dimetro
interior 24200.
Dito pesando 4081 grammas por metro com 25,5 m/m de di-
metro interior 24600.
25. Tubas supplementares de cobre para emenda recta decano
de chumbo de 10 m/m de dimetro 120.
Ditos de 12,5 m/m de dimetro 1S0 -
Ditos de 19 m/m de dimetro 220.
Dito de 25 m/m de dimetro 300.
26. Tubos supplementares de cobre para emenda de ramal de
cano de chumba di: 10 m/m de dimetro 380.
Ditos de 12,5 id/ji de dimetro 420.
Ditos de 19 m/m de dimetro 500.
Ditos de 25 in/m de dimetro 570.
27. Torneira de bronze para parada, polida, com vlvula de
parafuso para resistir a alta proasao, tendo as pontas de capsulaso
uuiao eom cano de chumba s:m sida :
De 10 m/m de dumetro 34800
De 12,5 m/m de dimetro 44500
De 19 m/m de dimetro 64800
D; 25 m/m de dimetro 9/000
28. Tufo de trro para ser embutido na parede, segurar a tor-
ffeira e fazer a uuiao de cspsulaco com o cano de chumbo, sem
sida :
Para o dimetro de 10 m/m 4800
Para o dimetro de 12,5 m/m 14000
Para o dimetro de 19 m/m 14500
rara o dimetro de 25 m/m 4 2 000
29. Agarrada bronae para ser pregada na parede e segurar a
torneira e fazer a nuiio de capsulano com o cano de chumbo sem
aolda :
Para o dimetro de 10 m/m 14500
Para o dimetro do 12,5 m/m 24000
r"ara o dimetro de 19 m/m 2*800
Para o dimetro da 25 aa/m 44000
30. Uo de cubra psra iigscao de nm cano de ferro ao de
chumbo sem sida :
De 10 m/m de dimetro 14000
De 12 5 m/m de dimetro 14500
De 19 m/m de dimetro 24000
Ue 25 m/m de dimetro 34000
31. Torneira de bronze com bica e rosca na outra punta, vl-
vula de parafuso para snppartar a presaao :
De 10 m/m de dimetro 24000
De 12,5 m/m de dimetro 24800
De 19 m/m de dimetro 44000
De 25 m/m de dimetro 64400

.
:
niso

t


*!

32.
gtieira :
Torm-ira com r.sca na bicm para atarrachamento de msn-
3*000
4*0>
5*800
9*000
para sida, vlvula
De 10 m/m da dimetro .
De I2,5u./m de dimetro .
De 19 u>/m de dimetro
De 25 nj/m de dimetro .
33. D'ta de broDie com bica e pcnta para
deparafuso pura supportar a alta pressao :
De 10 m/m de dimetro 14800
De 12,5 m/m de dimetro 2*600
De 19 m/m de.dimetro H&M)
De 2,"i in/ua deeiatsatro tO'0
'di. Dita cem reaca na bicm para atarraosaxeuto de raan
gueira :
De 10 m/m decmetro j2800
De 1:2.5 n/m.de ili m tro i4*'O0
Ee 19ia>m deaJntuwtro 5*5fl0________
3ft**lrer5".rS6>f*|.?
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9. Metro correute de eano recto de trro fundido, revestido da
preparacao do Dr. Augusto iinith devendo supportar a pressao :
De 25 rafas de dimetro .... "00
De 37,5 ssim 1*300
DeSOmim......2*200
10. Pecas especiaes de canos de trro fundido da qualidide do
amero anterior :
/ (htnms
De 25 m|m
650
SO
600
1**X)
1*800
**600
1*700
De 38,5 m(m......1*500
De 50 um.......3*200
II T
T)e 25m|m........l#0t
Dcr33,5 mrm......8*aU0
J)e 50m[m.......3*400
/// Ditos para -Ajirfroae deirrigatfo
De 8,5 mim......W800
.DeSQfnpn......**<*>
IV Amdlies
De 25 m[tn.....
Dei38,5-mpn.....
De SO m|m .....
V fieducjBes
De 50 mjm X 38,5m]m.
De 88,5 mrm X 25 mftn.
De 60 mim X 25-^m .
11. Hrdrante de cobre-cem bocal -de tanacaa para irrigaeriO
de jafdisD, aom 37,5 nrpirde dimetro 20*000.
12. Tarneira de bronae para-parada, poUda, parafBaopHra-resistir a*Ws pressao eodo -oa ponta deitorracha
*utra para anio esm cano de chaasbo aem -rolda,-para Aechar o
riiianaasniin -de derivalcas na ntrada/da aaaa : ,_[uv.
Be 10ojm de dimetro 3^600
e I2>Mpn ... 4*000
De 19 m,m.......&*
o 5-WPD...... W0C
13. Htos con ambas a ponta de tarraeha :
De 10 mim.......3*290
De-12,51,......amo
Ce 19tB^m.......''WOO
De.25inm......7**w
Btmd'obra
14. Exeava^ao na ra para assentameota de eocanamento.de
derivacao, oodeao.hej& aaieajnenti>-aem efipedramento, at o com-
primentada treamatro8,inciaaiveo toabaiho de rapor,a ruano an-
aerior estado 1*900.
De cada metro ou fraccao de metro que exceder 800 rs
15. Arrancamento do calcamento e reposicao do meimo aem a
a excavaco, para aesentamento de ejiaaaamento de derivacao at o
coanpnmeutojie tre metros l200. ^^
De ada metro ou faaoya de.metro qua exceder 400 16. L'jvaotamento de calcada coja-largura nao exceda a um
metro e leposicao da. meama, inclusive a argamaasa de cal e aaeia,
aem comptebeder o ioruccimento de novas pedras ou tijolos 3*000.
De cada metro ou fraccao de metro .que exceder 2500.
Qundo fjr necessario collocar. novas pedras ou ujolloaaver
juste i. assim como o canoesaianario paderi encarregar-se do tra-
baiho da calcada.
17. Furaco de encanamento geral e colleaacao da tomcira
chave da derivado e da. abrscadeira, nao excedendo aquelle de 25
.anim 5*000.
18. Dita e abnmeato de rosca em encanamento geral para
coliocacSo da torneira chave de derivacao fem abracadeira 3#000.
19. Assentamento de um metro u fraccao de ua metro cor-
rente-de cano de ferro batido de 12,5 mpm a 25 mjm na ra e-atra-
veasando a parade da casa para uniao com o-hydrometro 100 rs.
~r
Dmrio de ftrnambcoSabbado 3 de Setcmbro de IS87
20. dem le cano de 37.5 mjm ou 50m(m de dimetro 120 rs.
| 3 Nopiasc.de des mezrs dever estfr concluida a mudauca
do sybtema, fie nido extincto completamente o antigo fysttna c res-
cindidos osatiiioiea oontraetoa.
Art. 78. C's ccncessi(inario8 que tecm dircito ao favor estatuido
no contracto de 21 de Janeiro de 1860, denominado da Magdalena,
continuarao a gosal-o nos termos da deliberaco da asswnbla geral
dos accionistas de 9 de .lulho do 1884, pagando na proporco do
preco estabelecido no mesmo contracto, verificando se o consumo pe-
lo bydrometro. ... .
Art. 79. Tambem os coneesaionatios dr nominados de arrabal-
des que gosam do iaor de ntttade Ao preco, continuarao de accordo
com a dispusiciX) dsembla gluaaa acciouistas de que trata o
ui tigontecede ite.ia proporcao doawawmo
At. 80. A a*apnbiB tiajaanaas concestees d'agua dcpois
deinaugurado oiaoe Art. 81. (lososlo a c mfSHaa*a de pr< ilagio exclusivo de abas-
teaimaato d'agiia*ai|Mablico raaMMte avaempanhia poderi forneccl-a
ea nmguem fawmttaio faharcob ^ualqaer titulo, quer de naa-
*aate tgam, ^oaavasaa paMUrg-alla, onde biier iibuaaKimento ietto
pela companhit, sob as penas dfste regulamento alsa da& perdas e
damnos causados.
Art. 82. A administracao publica prestar todo o auxilio para
a fiel observancia deet reguUwfinto, facilitacao da col locarlo eer-
viso das pennaH a'sgua.
Art. 83. Nos casos omissos do presente regulamento seguir-se-
ba a prase-dos ^slillnssia'aii n'agoa em identieas cendieaea quando se soscitem duvidas totua iat a letra e espirito da le da coaaeaeao de privilegio e respectivo con-
tracto, que o regulamento. xptiua. una usio revoga-os ; pudendo o
.snasanoeer alteado ou moUitiaaio conforme a experient^a mis cou-
venienwaafdoveervicoourconMkharem de inttiro.
eoife, .10 de Juan j de 18o7. Ceeiliauo lamede Alves Fer-
rei'ra,i director t^ral.
U'l>ali-* ?><*>* la" otictii*tnio. tororttai,
*pi..rrllio. e ouals wbrskM imim |M)bm> uiA-
SBvvir;) oimiaATOBio
Malonal
1. Abiaewleiras de ierro modele denominado liecife,-sua cnca-
iios.de ilinvayao de 10,ai5.sn/m (3/8 a 1") deiiainfltrj :
Em eutauk memos gnaes de 0,'"t>7t (3") de duim. J*v!0
dem de .-lOl (4") do Lkm
dem de 0,165-(6") de 1*600
loeai da .0,202 i") de 1*800 _
2. Ditas maiores.-diwdidasiem trez.seRoientos para as derita-
fes-par me aatabeleciiiMatos induatuaes afl aatres d gofcie cen-
um o d'agua :
Era euaantmeatus geraeside (),mU70 de diumetro 2*000
Uen de 0-10l,de 3*100
dem de w."l65 de **600
Iiem de II "202 de 6*4u0
dem de 0,">aOS(12") 0f600
3. Torneiras deibronae, nao polidafl, com vlvula borisontal
munida de pan.fuso para resistir a alta pressao, tendo as poutas de
rotea para atairautiataento em caaes de-ferro, para .servir de chave
da derivacao ou po/ma d.'agaa :
Oe 10, m/m te/").de diaoitro inUrno 3*600
J)e 1,5 m/m (1/2") *W0
De 19 mpx (3/4") ^dWW)
De 25 -nr/m (1") 5*200
4. Ditas-de branxe de alvola vertical de'parada de dtrivacao
de grande torneeimento d'agua, paraaertm aaarraebjadasemaanos
,de ferr batido :
De 37,5 m/m (1 l/2")-de dimetro 60*000
De 50 m/m (2") 2*UO0
5. Ditas de trro fundido, cem a-ralvua -guarni-et'la de.duplo
sauaeLde brpaoe e-boeoaa pasa-aeram chuto nadas-em toos de-farro
fundido :
De 37,5 mym-de dimetro .15*000
DedO, m/m. de 20*i>>
6. Coberta de ferro fundido para as pequeas tora>n>a. chavea
de derivacao, iaeluindo nm tubo para moviawnto -da eaar- :
M0
7. Jtihtaaiira as gaaadca tomeiam dofjauada de .densitcao ten-
rio 87 i/mX-f 7 m/m 1800
8. Caaes de-erro batida, enrejado, tubo, de- vapor,- e uverni-
sado, om ajprupsaaco Bower Barff, rea*studo a pwasaotfle :
Dr .'. m/m-de dimetro -8*d00
t 35. Torneira de brome com bica e. rosca na outra poots.-val-
-rnla de parafe>o>nvj>oia^raya ayppwaaraaalt-presao, de escoa-
aaento ltmitadn, iateriskteate :
De 10 m/m.de diimetro 1*000
De 1;,5 m/m de diamati-o. 1000
36. Peste de torro para ama t^airade^casatitaiaifrito.in-
termittente, para agrupsmeatos decasas ouliigares puWui"'4J*>iO0.
37. Dito para duaa torneiras 70*000.
38. Chaveiro da cobre am braconde trro, alavaaca c cor-
rente n. 1 30*000.
.39. Ditou.;2 WOCO.
40. Dito n. 3 6*000.
MAO t)E OBBA
41. Assenlamento de um metro eearentede eano-de ehutebcvou
ferro ao ebao, rocar o terreno 400.
A rapoaieaJidos jadrhos ser, ajustada fMfte, atmierae a na-
tsjrexa dcHes.
42. Asaentamantotda uan metra eerre^tejp esais.de, rtaata ferro embutido m aasede-de joto, -iaeiiwiare-os -giampas, atraba-
aortar ata cmo raboso cosamumiOOO.
Orta Dent -traaversal de qaalsjuer-parede a* \ gMssa-
-ra-de 0f*4O'**800.
Cada 0,"'i0 a mais 800.
41. Urna jan em -eano de chumbo, inclasi ve o tubo luppje-
mentar:
De 10 m/m.......
De 12,5 m/m......
De l'.i.mam......
De 26 m/m. '660
45. Urna junta de Xix cjn caco de chumbo jnckwve o
BUpplemenwr :
De 10-m/m......-400
Be-12,5m/m.....500
De 19 m/m.....650
fc>eu25 m/m......~750
46. Gol tornea o de torneira de parada cem. uniao de apsulano
para cano de chumbo 300.
47. dem de torneira de patada com-rosca as pintas para
cano de ferro 350.
?48. dem de torneira de bica em caao.de ferro 200.
49 dem do torneira de ibica unida a eano de chumbo com
rifo de ierro embutido na parede e uniao de capsuUno -400.
50. -dem de torneira de bica unida a cano de chumbo, com
tuto dernadeira embutido na prele e placa de bronse inteame-
disrio 800.
51. dem de chuveiro n. 1 1*000.
52. dem de chuveiro n. 2 ou 3 1*800.
Os ontros servidos nao previstos aa,presente tarifasserao pre-
-viamente ajustados.
Recite, 22 de Jnnho de 1887.
Ceciliano Mamcde Alves Ferrara,
Director gerente.
*tr
tubo
Conrado de Aguiar, o mesmo, Manoel
Clementino Ribeiru, J, s Rufino Cliroaco
da Silva, Farncisro Ribeiro Soar.-s, Bruno
da Silva Carvalho 1 C, Uarl-a Esianis
l.u da Costa Th.>maz de Oliveira, Viuva
Constantino P. F. da Silva & C, Viuva
Aureliano Luiz Aires V.eira <& Silva. -
Sim.
Luiz de OliveiriiJLima e Conrad Waohs-
mann. -.Em vista das informajo a nada ha
que deferir.
Fioravanto Diniz e Joflo arbnsa Lima
Informe a 1 secejao.
Lopes Alhoiro & G. -A' 1* secoSo para
informar.
Ltsfeios da Silva r'ir bsj i iBiifi
rio em'vieta das inforoM*$Ss c decisao do
Thesouro.
Maria Aronina da ConceigSo.Deferido
em vista das inforraaeo''8.
Eraesto Demetrio da Costa Amorim.
Deferido jdejiccorJo com as afean
Joao Fnancisuo dosSantcs.Oertitque-
se o que constar.
A. Costa efe C. Os supplicantes u5o
podem ser attendidos por esta reparti-
fao no que requerem.
promeKe farer o seu competidor eleitoral, pode
auturisar preferencias em fvor d'este e contra
aquelle.
Medite bem o eleitorado e ha de afinal conven-
cer se, que o nooie do distincto peni ara buci.no. qi'
boje oceupa a pasta do imperio, merece aquelle
mesmu prununeiamento, com que por diversas ve-
zea tem aido honrado e distinguido pelos seus cots-
provincianos.
INTERIOR
QEsmeaosDAPBEsioEsctA, do da 1 de, I^rtl?io da olleta
ETBHBBO.J 1887. I. 2>8ee5ao.-N. no -Secretan de Po-
licia de rernambuco, de aetembro de
Abaixo resignado do propnetanos de i887_iJin. e Exm. Sr. Participo ia V.
fabricas de chapeos aas proiunsias -da Ba-, Ex(J quQ foram nontem r8Colhio8 i Oaea
hia e Rio do Janeiro.-Indetendo, vista dfl DetenSao os seguintes individuos:
J

das informales da Alfandega e do The-
sooro Previncial.
Autoaio AffonBo da Costa Carvalbo.
Concorra, se lhe convier, praga honem
detowuinada.
Engeabeiro Arthur de Lima Campos.
Sim.
Bario de Santo Aodr.D-se.
Major Emyg-iio Francisco de Souza Ma-
galbaes. -Fornega se.
Francisco de Araujo Limar En vista
fes informago-s, diga por quantos annos
se propSa a esperar o pagaaaeato para po-
der ser oreada a obra aberta a concurren-
cia.
M*jor Justino Reis da Silveira. For-
aeoatee.
Joaquim Flix Bezerra Cavaloante.
Informe o Sr. Dr. chefe de policia.
Joaquim llartios de Moura. Prejadica-
do.
Joa Pinto LaSo.D-se ao supplican-
e as informag3 s que acompanbaram o of-
icio do juis de direito de Pao d'Alho de
25 de Agosto findo.
Joaquim Barbosa da Silva.L)-se ao
supplicante as infornJnjSes que acompa-
nbaram o officio do juiz de direito de Pao
d'Alho de 21 de Agosto findo.
Liberato-Augusto de Lima.-Reonetti-lo
Sr. inspector do Th-souro Provincial
soli-1
'A' minha ordem, Manoel Bernardo de
Sena, remettido pelo subdelegado da Var-
zea, como vagabundo e turbolento.
A ordem do subdelegado do 1 uistricto
da Boa-Vista, Maria Luiza da Conceigao,
por embriaguez e disturbios.
Pelo subdelegado do districto da Luz,
Contra ns delinquentes que foram pre-
sos em flagrante, a despeito da grande re
sistencia que oppuseram, abrio-se o inque-
rito policial, que j teve o oenveniente
destine.
Aprsenlo a V. Exc. no anaerxo junto
por copia o resultado das provideucias
tomadas em accordo com o commercio da
rus Duque de Caxias, afim de ensaiar-se
all provisoriamente ama polioia auxiliar
que desde hentem foi constituida na mes-
ma ra, por solicitacjlo dos interessados.
Deu^guarde a V. Exclllm. e Exm.
foi preeo no dia 31 do mez prximo findo, gr- J)r_ Pedro Vicente de Azavedo, muito
o individuo de nome Francisco Ignacio digno presidente da provincia. O chefe
Gomes, conhecido por Cabas, por ter no je po|ioa, Francisco Domingues Butiro
dia 11 de.JJezcmbro de 1884, em trras Victima.
do engenho Cancellas, do termo de Nasa-
reth, assassinado a Joaquim Pereira Nu-
nes, conbecido par Moreno.
No dia 1 do corrente, palas 7 horas da
noite e aa praca do Rosario do termo de
Pao d'-Aiho, o individuo de nome Capita-
lino Alves Cavalcante espan-ou a Urobe-
liaa Rosa da ConceijSo, resultando
Thesouro Provincial
DESHACHOS DO DIA 2 DE SETEMBKO DE 1887
Joaquim de &>usa Monteiro, vigarlo Dr. Manoel
Ooncalve 8oares de Amorim e Joanna Baptista
Beierra do Amara!.Eosregue-se a quantia em
deposito.
Jos Antonio Groncslves.-Informe o Sr. Dr.
ciisso : administrador da Kecebedoiia Provincial.
ticar esta gravemente ferida conforme de-
clataram os peritos que fizeram a vistoria.
O criminost) foi preso em fligranto, e
contra elle abrio-se o inquerito policial.
Communicon-me o delegado do termo de
Santo AntSo, em officio datado de 3i de
Agosto prximo findo, qne no dia 30 de
mesmo mez de Agosto, no engenho .Son-
da, pertencente ao 3o districto daquelle
termo, Domingos, escravo de 19 annos de
idade, assasfinou com urna facada ao su
proprio irmao Fi-lippe, tambem escravo
aa
psra mandar etfjctuar o pagamento so""1 de 17 annos de idade, ambos penencen-
jilado nos termos da su mformacJe de teg a 4anoe| da Cmara Pimentel, pro-
2 de Agosto finio, n 818. prietario daquelle engenho.
yhomaz Antonio Guimaraes.O despa-| O crimnoso foi preso em flagrante e
:ho a que o snpplicante se refere, nao ion-' cootra elle se procede nos termos da loi.
pede que faca o que pretende, coaitanto p^g y norag da noite do dia 27 do
qne orno no mesmo foi declarad*, nao q,^ prximo findo e no lugar Piran hira
venha disso onus algura para a provincia. do tMm0 do Limoeiro, Flix Amaro da
ie^temDr,o-dde\P887"d"CU dC Praamba O porteiro, riramJevemente oom diversas oaoatadas
P. CHatxm. Manoel Geraldo da Costa Oliveira.
Contas do corpo de policia. Ezamiaem-sa.
Manoel .Benjamim Pereira Canejo, Olympia de
Abreu Marques Bacalhao, Clara Maria 8ve Bap-
tista, Dr. Manoel Polycarpo Moreira de Asevedo,
Brmardino I' reir Ramos, contas das obras pu-
blicas e Joavjnim de Asevedo Ramos.Haja vista
o Sr. Dr. procurador fiscal.
Anna Carolina de Barros Luna e coramisso de
es'udos da molestia dacanna.Junte-se copia das
informacoes.
Lauriano Jas de Barros.Faca sua reclama-
cao perante a Recebedoria Provincial, visto refe-
rir-sf a exercicio ainda alii pendente.
Pontos da Bibliotheca, Gymnasio e Escola Nor-
ma1.Ao Sr. pagador paraos devidos fina.
Pedro Francisco de Paula Baptista, director da
Escola Normal, officio do Dr. procurador dos fei-
tos, Manoel dos Santos Falco e Henrique Dias
Fcreira.Informe o Sr. contador.
Ricardo Fonseca ,de Medeiros. R. de Andrade
flalvao e Francisco de fama Sousa Leao. -Re-
gistre-se e fscam-se os assentajaentos.
Oficios do Dr. procurador dos fetos.Informe o
contencioso.
Recebedoria ProTiucial
DESPACHOS DO DIA 2 DE SKTEMBBO DE 1887
Jos Luiz da Fonseca Msgalh&es, Joao
RECIFE, 3 DE SETEMBRO DE 1887
O ministro do Imperio e a
eldfii
Proarmo es" o ple'to eleitonl, queh de indicar
por meio do prenunciamento das uriras, se conti-
bi a anerroer, fc-mo ^at ij/ora, a-cjunair^a-da
opinio publica o eminente ptruambu mnr>yaaieUial
miniatro *do Imperio, conaelbeiro.Mauoel do-Nas-
cimento Machado Portella.
Hontim, como h je, os adversarios do lluatre
conselbeiro, se congregare e se esforcam para tor-
nul o-mar visto per su te os s-'us concidadaos, em-
resjsndcuassesmas armas de que laucaranmo
tmoatOM sceasvie pura irir.a qoem tem-aabido
conquistar e merecer a estima oaaidersoao- dos
periiarabucanob, que estremecer pelo bem estar e
prosperidade desta trra.
Baldado ser o esforc, esperamos.
O ooeaeir.)V\lafioel'lortilla).ssa>re daixou
de usat 4wntra o sjius iiti>iate8istgg'stsmK'S meemas armas, liinitaudor*ia*adcfsndar-aseveam-
pondo si mesmo a regra de nunca descer ag-
gredir.
Nobre e generoso procediminto este que lhe
tem valido a admiracao-dos seui inigos, a estaa
e repeito dos seus l-aes alversanos polticos.
Agorattemo,ao.s lamuoto o miuiatro pernambucano tem tido eospjo
ds efperuaeajar a rnawsr satiofsQao sean face do
modo digno e elevado pelo ejual se tem pronunciado
a s-u reepeito Ilustres ehcfes lib'-raeg, inclusive
o conselbeird Luis Feliype^dign chefe ido.partido
libera* deetaaprovsaeia.-
s ltimos telegrimmas, que temos publicado,
noticiando a discassao do^rcamento do ministerio
do naerjo, no Seaadp, nSo deixam. duvida acerca
do lisongeiro acolhimento, que alli tem encontrado
o ministro do Imperio.
Aprovcitsssjcwasof psKauldude^que lhe propor-
cionou a discasaio.da orcamento de sua .pasta, o
c#nssUu!ra Maflacl-Rostalia. Una ounaeguido.deB-
fazer as >accctsates, que, squi e. roprodasidas na
corle, lhe tem siso teitas-sob pretexto de iaterven-
cao>oSeial.ao pleito eleitersl.
FHiemsnta^gwnas daaaccasacwes tm por base
actos do governo imperial, resolvidoaeixpedidos
nojntulto de.fazer progredir esta provinoia, como
aoja o sefsranta aa servifO.de coluaiaagio.
mquaicpaerosdra cisesjenatancia essecto sosia
osasiaerado cavidam outra cousa que ao'fosse'a axpressaVd loavaveis
esforcos do ministro, que o praticou, em favor de
\.sua pi ovuscia.
Agora,-porm, qe tudo visto e eaosidesado
peso prisma da.eleifao, o etlabelecimento do servioo
de colonisaao neBta provincia serve dearssa de
aecusacao contra o ministro do Imperio!
Mi se quer saber se este ministro muito antes
de oceupar orna elevada posicao no governo do
E.fMil^j^yrniyipitt aaap mpnrtaniamplhnramanto,
cuja realisacao s-agsra poude ser iaiciada.
Nao se quer considerar o hkaaca e importancia
desse servica pelo lado do seoefioio e proveilo,
que pasta traaer provinoia, para s enchergar-se
o proveito fessoal, que por ventura d'ahi posta
resultar quem foi dasignad para dirigii-o e pro-
movel-o.
NJo te procura cogitar da idoneidade e eapaci
dade do designada para bem daaompenhar-te dos
deveres inherentes ao seu cargo para c ver se na
sua nomeacao o rerultado de sua dedicacao e dos
seus servicos, como amigo do ministro do impenio e
como decidido.adepto do partido conservador.
Accu8at,e desga naturesa nao devem molestar,
porqne nao attiogem ao coaselheiro Manee! Por-
tella, nem conseguirlo cansar ao eleitorado do 1"
districto urna impressao deafavoravel ao lluatre
pernambucano.
Para estabelecer se ostentoso contraste entre o
adiantamento ou antes exageradas, ajpiraooes de-
mocrticas do Ilustre competidor do ministro do
imperio na prxima eleicao, procura-se convencer
ao eleitorado de que o conselheiro Manoel Portella
retrogrado, mantenedor do Wotu 9U0, seravista
etc.
Entretanto ainda o apregoado chefe do aboli-
cionismo nao pensava em abolicao e ja o eante-
lheiro Portella, nSo por patarras e sim por elo-
quentissimos actos, se manifestara Mn favor da
geracao escrava.
Ainda o Ilustre e adiantado demcrata nem ao
menos poda comprehender bem o que era poltica
e j o conselheiro Portella distinguia-se entre os
sus concidadaos pelo sea patriotismo, -devota-
mente e reaes servicos, prestados a sua provincia.
Quando o talentoso tribuno cogitava apenas de
apropriar-se dos meios, que lhe deviam facilitar
o eouhecimeuto do que era proi'resso e orgaaisa-
cSo social e poltica, j o distiueto conselheiro ba-1
talhava em favor das institui^ocs, do engrandec-
ment e loerdade do seu pait.
E boje, emquanto o candidato abolicionista toma
compromissos e promette discutir as reformas n-
adiaveis e os altos intereases do pas, libertar os
escravos, derramar a mies largas teda a aorte
de prosperidades sobre a industria e o commercio,
destruir e imposibilitar os deficiti orcainentarios,
o conselheiro Manoel Portella pode apontar para
e seu passado, onde, em -lugar de promessas, se en-
cuntrar urna serie ininterrupta de -actos, que de-
monstram a lux da evidencia os seus constantes
patriticos estoicoi em beneficio do seu pais e es-
pecialmente de tua provincia.
Collocaio agora em condicc-es de poder prestar
inmediatos e premptos servicos a sua provincia
ha de creamente continuar i fornecer provaa do
seu pronunciado pernambucamsmo.
A carreira poltica do conselheiro Portella nao
offerece aos seus adversarios faibas Bobrctque pot-
sam assentar aecusacao seria, e anda 'menos o
eunfronto entre o que fes e est fasendo relativa-
mente sot interettes pblicos da nac&o e o que
.i:\ado
SESSOEM L9 DE AGOSTO DE ls7
SECULARI8A9I0 DOS CKMITEKIOS
Paieccr das commiaeoes reunidad de legialaco e
negocias ecclesiasticos, do Seuadi>, sobre o pro
j':cto deSeculariaat^io doscemiferioscom tfo-
to em separado do Sr. senador Pedr.i Luao Vel-
loso.
Fj proaentc- s ommia^...; ro midas de logi.ia-
cao e uegocios ecclesiasticos a proposicao u. 110
da Cmara dos rs. Diputados, decretando a se-
cularisacao de t idos os -cemiterijs nu Imperio, e
Sobre ella paasam.as meiunas fcouiJii;(iea a einittu
o seu parecer:
Din duas part -s divide-se essa propoaicSo, ura
que trata dos e^mterios pblicos e outra das ce-
mitenos particulares.
Em relacao queliet, decreta-a :
l.o Que em lodosas tnuiiiciipios ha*e*.4.-pelo
meuos, um cemiterio publico, cuja fundaco, poli-
ca, directo e admiuiatrayaij li -hio exciuaivainen-
d-M cargo-das (jamaras Munuipaei, sem nenhuma
uterf.'reucia de qaalqwer utjridade .crjulestas-
tica;
2 Que nesses cemiterios seao inhumados iu-
distioctavueute todos os iudividu.is que laiU
quae9quer teoham sido as suas opiu.oes sobre mi
Una religiosa, genera de marte ou canceitj to-
cial;
3." Que aaasserilo permitlj; mur^s, evreas,
vallas uu outros aasigiialam -u: >s que ai-p .
reli.;ioi)ii-!j4 una dos outros ou djs que a uenbuin*
seita er,im filiados ;
4." Que os ceiniierios seria randados fra doo
povoados, haveodo, alm disso, na corte e cidades
populosas grandes uecropalcs, diatautes urnas das
outras;
5. Que 03 actuaes cemiterios s-'rao traslalj loi
para lora dos povoados, e bem assim os restos
uiurtaes u'ellt-s exialentes, ficando garautila aoa
respectivos coocessionarios urna superficie de ter-
rena nos ujvos ueuiUeriss igual qflo-presente-
mente posaucm ;
" Que todos os religionarios podem facer cele-
brar pelos -mioiscroa deui igrej aa ceremjniaa
fnebres do seu caira naaibtsaplos^capaiats.ouu-
tros edificios para isso deatiuados, dentro ou tora
dos c-interios, e bem asgim sobre eadajiepultur 1.
com direito de adsemarein eruses,-pedras tnmula-
res, inouumeutos, emblemas e iusenpeoes ;
.7. yae, eco luiaistra Je^ssi culta tecas ir,* son
mimsterja pira uiliumacaa da qualquer cadavor,
a-auf-inUu..- esvil rJsaai aluhimi^iJ, seui dj
^wnatiaeia.dt) 8" Que o eut-.-rro civiLe o religioso aerao iaiei-
ramente livres, e que ui-nhuina caujideracao de
creucas ou seitas poder emba**acar a conceba
de terrenos e tundacao de ^epultucas putici-
larcs.
Peio que caneme aos cemiterios partisulares
dsse>arM-s)ue, slahalecidos-oa auasicas, a-uen-
iiiima imau-lade, c#rporavao, pcs*ia ou^asasci
cao ser permittdo mantel-ua, devaudo os aciuaes
ser fechados e os restos trasladados para os*ce*a-
aerms piaalicas ; sjue o gwerua-c Cmaras Maniei-
paes, desde j, uao permfttiraa mais a fuudacao
de eimterios partiaularcs: <(ae os-aetuae oami-
tariee prhijtUres.ci*ia.*eliva polica das municinalidadcs, Cuntinuaida.na. ad-
ministracao dellos es respectivos proprietarios, o
que dos mosmos cemiterios neuhum eaterramento
ser suspenso uinwpdidtxseaaa|paocde da au-
tor 1 dade civil.
Enunciados assim os fina a que se destina a pro-
petifli", xauspursee nade .sg a magnati'de e
Hcawidadeida fel.irsn 1 proyectada, em aaauaipta aaa
melindroso, e as .cammiasoss reunidas, depois de
detfdo exame, enteodem uo deverem assumir a
re8po*ae.bUdadedejaaiiaaaihsr ao itimiaSo a.tu->
adupcao, convencidas come se acbam, deque con
stituo a inesma reforma urna violencia consciea-
ia religiosa dozavo b*ilero,ini* exigida por
nenhuma rzao de utilidade publica, ataca o di-
reito de propriedade e par sua propria natuseza
ioexeqoml.
As 1 cawsiiasca diataticam, paeto 1 qaei ituto per -
funator 1 Hgajat'', cerno cabe usa liputeslc um sim-
ples parecer, oa fundamentos adduxldos.

E' expresso noart.o daX^astitaiiho-qaea re-
ligiao catholica apostlica romana contina a ser
a religio do Imperio. Quem diz religio do Im-
peiio.diz-religiio datEstada, rsltgiao aaeioaal, re-
Ugiao,protegida no- seu. culto,, os seus preoeitoe e
eosinamentos.e que os poderes. puDlicos tao abri-
gados a respeitar e faser res potar.
To ios sabom que a tagracao dos cemiterios re*
monta-se : mais alta antiguidade christ e que,
atrwsez dos-seeulos e de todas as civilisacoes, este
rito ssgrado tem maotido a sua inflexivel immuta-
bhaiidade. E'juma cerimonia de instituigao canoni-
za, asmo .tal decretada pelo Ritual Romano de
Paalo V,, eojas prescripcoes teem farca de (ei, 4
assim concebida:
C'asterum uemo chrstiaaos, in coausuoione
ikeliam defoaetas, extra- Ecaleaiam, aut toruite-
riuin rete benedictina sepeliri dehet; sed i necej.i-
Ias cogat. ex aliquo eventu aliquando ad teujpus
aliter er, ooretur quatenas ficri potxit, cotpus
in locum crsim quam primom transferetur ; et
jaterim seraper crux capi illna appoui-deb ', ad
si guiean Jmn iUom in Christo qaieeeisse. o
A groja catholica, pois, nao tolera que o cada-
ver de asgam.de.seus filhos seja sepultado em iu
gar aaa sagrado, e tao lor/ge leva esta sua prohi-
ktusao me, mesmo quando o contrario so tenha pra-
tiaado -pola: aeceasidade de mosaonto. manda, que,
tao depressa quanto possivel, sejam os restos mor
taes transportados para um lugar sagrado.
Estatuiodo por esta forma, inspirou-se a igreja
am raaes da saaior transcendencia, deduzidas de
toa santa e sublime misso, j affirmando de um
modo muito significativo os dogmas por eila pro-
testados da raenrreicao, da immottalidade da
alma e da vida futura, j velando para qae nao
sejam profanados os restos mortaes de seas fi
Utos.qae ella coaaidera como alguma causa> mais
qne una simples ag^regaco de molculas, por
terem aido, aaphrase de um asalisado canonista,
o reoeptaculo de urna alma santificada pelo bautis-
mo, a peles sacramentos e que um da devem dei-
aar o p da sepultura para irem unir-Be mesma
alma hemaventurada.
Si ista -verdade, si a sepultara do catholica
para a igreja um santuario inviolavel, nao ee com-
prebende como legisladores que -se dizem filhos
pa -religio catholica apostlica romana, e que
prestam o juramento de mantel-a e respettai-a,
possam com mi sacrilega e temeraria attentar
centra nm dos seus mais imprescriptiveis precei-
tos, levando de snvolta a violacao da le funda-
mental do Imperio, que tambem juraram observar
e fazer observar.
Abstracco feita da obediencia devida s leit da
igreja, naa ba duvidar de que a inhumacao en
lugar sagrada constitue um direito da catholica,
e, pois, forooso recanhecel-o como um direito
cammum aos brasileiros, os quaes em S--U proprio
paix e sombra das leis que o regem, devem echar-
se pelo meaos, no mesmo p de igualdade que
os'adeptos das outras seitas toleradas, para nao
-seren privados das heneaos e do conforto espi-
ritual que lhes Ubealisa a religio que profes-
asen.
Nao te diga que o projecto respeita esse direite,
permittindo que sobre cada sepultura possam os
diff-rentes religionarios fazer celebrar pelos mi-
nistros da sua Ifrrja as ceremonias fnebres do
respectivo culto e bem assim collocar aellas eru-
ses,* pedras tubulares e monumentos de qualquer
especie.
O simples faeto dos enterramientos promiscuos
quanto basta para que, segundo os caones, se
tornem pollutos os cemiterios, e depois cumpre
nao perder de vista que a liturgia nao admitte
como saffioieote para a observancia do ritu-il a
celebraco de quaesquer ceremonias singulares,
que nao substituem a sagrac&a cantida as pala-
vras eemiterium rite benedictum.
Se dignas de medi.ac&o as palavras de Ha-
rutt- in, em um das mais eloqueutes ar.igos da
Rtvitta do 4mdo Catholtco, lomo 14 a. 79, di-
aeodo :
Quant la singulire idee de faire boir daos
les cimeies nentralit la foase de ceux qui en
auraient l'intention, oa en d'autres termes, de
vooloir r-1uire le clerg catholique la triste ne-
cessit d'enseirelir lf c'-rps des fidks dins u
li u pr fane, spif boir chaqu tost en parti-
culier, c'est exigoriruppossibie. Cette bndictioa
n'est pas liturgique
Qa. Iquer alferaca, portanto, que se pretenda
introduxir no rgimen d>.s cemiterios, coadem-
oada pela igr> ja, e assim. para que se leve a ef-
feto a apregoada seeuiarisacao, cu-npre comecir,
observados os tramites coiisrituciouae?, pela decla-
raco de que a religiSo catholica nao mail a
religio do Estado. Autos disso, nao.
i .
) sconhecem as coiaini8;ses es intuitos com
que se procura legitimar a innovico intentada,
couvertendo a ein le do paiz, certas, como esto,
de que nm mesmo os inculcados iuteresses da im-
mjgracao a reclluum.
Antes de todo, ninguem ignora que o exclusi-
vismo e o.apunagio de todas as seitas religioaas,
e que nao ha communbo, confiaao ou congrega-
ran desse carcter que nao proteste contra a re-
pugnante promiscuidade das iiihumacoes, preten-
dendo cada urna dolas ter um cemiteria exclusi-
vamente seu. Mas, quando adsiin nao fosee, ca-
berla perguntar : desde quando foi licito o sacrifi-
cio de d-reitos seculares, sempre respeitades e ga-
rantidos, e que fazem parte da vida de um povo,
em bomenagem as susceptibilidades dos estran-
geiros que no seio delles vm residir 'i Em nome
de que principio e de que iuteresse se podem levar
a tal exageradlo as exigencias da confraternisaco
social ?
Diz se qu tem havido abusos e que preciso
obviar os excessos de intolerancia par parte dss
sacerdotes cathilicoi, recasnudo sepultara aos se-
ctario} de outras religioee, aos interdictos e aos
impeniteutes ; mas a medida lembrada vsi moits
alm do mal que se prceura remediar, ferindo in-
tereases de ou;ra ordem e ditposicdei a3 ma3 iai-
perativas.
O que se denomina intolerancia religiosa nao
mais que o cumprimento do dever por parte dos
,ot-.is, adstrictos, como se acham, s leis da
igreja, d-. que sao ministros e que nao padWm dei-
xar de observar sem grave resp ni.-abilidade.
Us coa que s<^ tem da.o de n.cusa de 3e?nl-
10 re alo dos caiaitcrias na tem ansra ori-
^eni linio a iacbs"rvaucia, por pirte das ciiBaras
munieipaes, da disposto no art. 6S ^ 2J da le da
.-, qu->nlo poe a carga de/taea
carparacijes oeslabelceimento de c*css'ur>ea ;rs
das templas, mediaute accordo cam a .riucipal
au'aridade ecclesiastica do lugar. Fasse sempre
cumprido esee preceito, com anima conciliatorio;, e
acreditara as commissoes que ncuhuma diicnl-
dade haveria em se deixar reservado nos cemite-
rios, ca:no hojeacjutuje, em um graade nsimero
delles, lugar destinado para a uhumaco dos nao
catholicos.
A lei-n. 533 de 3-de Set*a>iiro de- lM, pro-
uj^aja durante a epidemia que aa^uejl epttea
devi.8t.ou esta capital, autorisau o gaverno a con-
taMSar a fundacio de cemiterios nos suburbios do
Rio iie J*u- ira, mas foi muito explcita no 8,do
art. 1 -. resalvauda os direiros do ordiaaria.quan-
ta parte religiosa dos mesmos cemiterios, e a
veriiie que neata graude e pjpulosa cidade
para ouie iflue a. grande msssa.das astraigeiroj
s as crencaa, naa consta que se tenha dada
reaosa de sepultura a um das fallecidos.
siattn tatwe aingulaoea que se passamilar-nas
.provincias e lugares do interior, o re-nedio o.que
j foi determinado pela resalucao imperial sobre
atttstjita da esoselbo de Estado, de.*2u-de A'wlda
167'J, rjja:oiaiKlnda-*s aes reaereadas bisaos
jjlje inmdom pr*iceierAs sali'mnidadesla igreja
naa cumiterias pblicos cuja rea toda estiver ben-
em que poesam.en-
traar.e aquelles .a.quem a mesma igraja .nao
concede sepultura em sagrado e aos presidentes
de provincia que providencien para que, oes -e-
(.mitenos que d'ora em diajire se estabeieotrecn, se
reserve sempre para o mesmo fim o espaca neces-
sario.
di. esjiaa recjmaeuiaco3iniio temusido castari-
das, coma se allega, tudo quauta ha a fazer-se
denretar-se por lei-a eseacao de noves cemiterios,
Fuao.Aoatersaos ean que o fas .a prapos^io, ,u*ai
sim or.lenando-se a conveniente sepaxacao, paja
que possam ser neilea inhumadas 03 sectarios de
todas as religioes, submettida s cenmouias da
igreja a parte d -simada ttos catholicos, rain, per-
missa expreasainente outorgada aos qae o nao
frem, para edificacode eapellas>em qne jioasam
celebrar 03 actos fnebres.dos respectivos quitos.
Ge-m esta pMvideneia, aeempaabada ds qae*fo-
rem necessarias para que a parte nao sagxsda
dos cemiterios seja posta exclusixamente sob a
administracao da autoridade civil, fica preenchido
o-fim nue se^em sin vista, sem que -secsrae ne-
eeagana a medida odiosa t injusfiaavel ida^bso-
iuta sesularisac.ia, ou antes da mais qoauficado
ultrage atirada s faces de um pevo catnoiieo.
O art. 179 da coastitaicao do kaperio tesa i-
naue quando,na 2' prac'ama o grande principio
que symbalisa a misso do legislador, do qae ne-
uhum a le ser eatabeleetia sem utitidaleipabli-
ca, caSCominwsoes,acreitsm ter .demansarado
que, ainda per este lado, a proposicao submettida
ao seu exame, transpondo as exigencias a que se
propia attender, maaifeatatneate inconnttacio-
naj.

Njio tocaos fligraute a violacao do ptaeeito,
tambem iundaioental qae garante o inaaferivel
direito de propriadade em toda a extenso de sus
plenitude.
Os numerosos cemiterios qae as eorparaces de
pciao jnorta e irmaodades psssuem na corte e era
todas as provincias do imperio constituem pro-
piedades to respetaveis como quaesquer outras.
seja pela legitimidade que lhes resulta dos -respe-
ctivos ttulos de acquisico, seja pelo attribato de
perpetidado-a ellas inherentes.
Sao estes cemiterios prepriedades de valor ines-
timavel, por i8so*que avultam menos pela atilida-
dc material do solo, do que pela inviolabUidade do
aiylo dado aos cadveres nelles sepulta des, pelos
sentimentos de veneraco a estes tributados e pela
sagrasao religiosa que os santifica.
Em tasa coodi^oes a trasladaco ordenada pela
projecto, des actuaes cemiterios e dos restos mor-
taes nelle depoeitdos, para os novos cemiterios
que venham a ser estabeleeidos. seria um verda-
deiro attentado, um sacrilegio que os poderes p-
blicos nao tem o direito de decretar.
Concebe-se que os reclamos da salubridadee de
outras necessidades sociaes possam-exigir a cessa-
co dos eoterrameotos'nos cemiterios existentes, o
aeste cato ninguem contestar autoridade com-
petencia para ordenar sejam elles eneorrsdos, mas
o que se nao eoncebe o direito de prtsnscao, a
mais da que isso a temeridade com qae nao se
duvida snrontar os mais coobecidos principios de
bygiene, expoodo-ne agrandes centros papulosas
a todas as especies de epidemias, por effeito ne-
vitavel de revoivimento de sepulturas, uoiversal-
mente coodemoado como causa etficiente de exten-
sas calamidades.
Si as commissoes tivessem necessidade de aato-
risar este aseerto com um facto da nossa historia*
bastara recordar o flagello da cholera-morbut que
no anao de 1S62 devastouas provincias de Pernam-
buco, da Parahyba, do Rio(iraudeJdo Norte, do
Ceara e outras, e que, no diaer de profistionaec
muito competentes, nao teve outra origem tinao a
abertura de algamas sepulturas de cholerieos as
margeos do rio Crnangy, da primera daquellas
provincias, onde o maljfez erupcao, propagando-se
deade logo, com a mais viva ntensidade.
Para que urna le se torne edectiva, nao basta
que seja promulgada: indispensavel que os agen-
tes encarregados de sua execucao'sejamx habilitados
com os precisos meios para os servicos decretados.
U projecto, estatuiudo o estabelecimento do
novos cemiterios pub ieos, em todos os municipios
coinaette a sua fuudacao s cmaras muoicipses
sem nada providenciar quanto aos recnrsos.de que
devem (anear nulo as mesmas cmaras para esse
fim. A desapropnacao dos cemiterios particula-
res, com aeoaseqaenle iudemaisHcao, a acquisico
de terrenos pira os publicas novamente creados, e
a edificacao destes, sao outras tantas verbas da
avuiudo dispendio a que aa cmaras esto na
impossibiiidade de occorrer com os miogoados or-
Cameutosjde que dispoem, jaem qae|se ibes propor-
conem aovas feotes de renda, quando uot facto
da mai. r notoriedade os einbaracos com que lutaro
seas corporatoes, para attender as mais instante*
necessidades dos respectivos raaaicipios.
Si a todo isso se addicioaaro desfavor da impo-
pnlandade e as diSculdades resaltantes da espirita
de resistencia qae a proposicao, quando convertida
em lei, tende a provocar, nenaaraa^davida haver
de que nao r uue ellas as precitas coodifes de .
exequibilidada, e, portanto, nao est no caso da
ser adoptada.
. r
'?
'
Tal o parecer qae
sg eommisses reunidas
tobmettem i spreciacae do Senado, para qae posssj
I lflvn 1


.*- a *.
Diario de
Sabfcado' 3 de Stfanbro de 1887
a
deliberar sobre to grave e moinentoso asiumptos
como eaten 1 Saladaa cominisses, de Julho de 1887.Antonio
ti. Nunes Gonca'ves. .- foavgo Manoel Jos de
Siqueira Aleudes = V\saonde de Parmugu. =
Ignacio Antonio de Ais 13 Martin*.
Seni dissentir, em geral, do-, p.-nat ment dodouo
parecer cima, julgo, todava, de milita necessida-
* de e cnvpuieucia que o Senado, anf-s Jet
na diseusso reapectiva, procure, por intermedio
do governo, ouvir a esclarecida opimo do KvJ.
prelado dioceeano sobre o assampto que, sern dl-
vida, mui importante, sbrelo lo peta lado reli-
SKm/ose lien'o ti i Can'iae Figueiredo.=* Pedro
lo Vdlosj, vencido, com vota em separado.
Voto em separado
Siuto divergir da Ilustrada muiorit das coin-
missues. pelas razes que |MM a expor.
O prometo tetn por fm a seculanaay to dos cem-
terios pblicos: com oque se atteade a ucees si-
dadede pr videncias legislativas, que facam cessar
ltase confelos cutre o poder civil e oecclesias
tico, desde que os parochos entendom do seu direito
exercer no est-ib. lucnncuto a admimstraco dos
cemiteris urna interferencia directa, impedindo
que netle scj.im inhumados os individuos aos
quaes a Igreja, Catholica nega sepultura em lugar
sagrado.
A inhumadlo dos morios medida de salubri-
dade publica, na qual eui todos os tempos inter-
vero a religia i uom suas piojosas ceremonias.
Como medida do salubridade da competencia
da autoridade civil, e como objecto do aajtasBsacla
religiosa da exclusiva attribuiclo da autoridade
ecclesiastica.
Coin o intuito de coaciliar a intervengo das
daas autoridades, a le de i de Outubro de 1828,
no art. 66 2., incumbinao s cmaras muni-
cipaes de prover sobre o estabeleeimento de cemi-
teris fra do recinto dos templos, presen?vuu a
necessidade de conferencia da admnistracao mu-
nicipal com a principal autoridade eeclcsiastica do
lugar.
Dees* interferencia da igreja por sen represen-
taute local nao poderia presumir o legislador pre-
tendesaear as autoridades ecelesiasticaa deducir
direito de eatabelecer e inanter nos cemiteris mu-
nicipaes odiosas desigualdades e vexatonas ex-
cluses. com manifesta infracet> do preceito cons-
titucional, que garante a liberdade do consciencia
e de cultos, ecui excluir da commuih^o social a
algncm por profcssor religiao diversa da religiao
do Estad).
Nao se poderia presumir na autoridade ccele-
eiastica a idea, to contraria justica c cari-
dade ebrist, de repellir des cemiteris pblicos
cadveres de individuos que, na qualidade de
contribaintes, coueorreram para fjndaco desdes
cemiteris, destinados para todos, sem distinccu
de creacas, como dever i bumauidade e provi-
dencia sanitaria.
Entretanto, verdade que da jurisdiccSo que se
arroga a autoridade ecclesiaatica sobre a direceo
e adninistraeo dos cemiteris, se tm originado
conflictoE, que destoam de nossa civilisaco e re-
pugoam tolerancia, que transpira doB costaofs
e das kis em todas as relaces do direito.
A odiosa desigualJsde, que a Ilustrada maioria
das commissoes reunidas pretende que aeja inan-
tida em nome da religiao catholica, contrasta com
os sioe principios, por virtude dos quaes, tanto
as rerae/'-'s civis como uas polticas, nao na des-
igualdades nem privilegios por motivo de religiao.
Pois quao lo, por naty ral evoluco do direito, o
acatbolico pode aspirar aos mais* elevados cargos
do Eatado, apagadas durante a vida todas as des-
igualdades e privilegios por motivo de religiao,
poder-se-ba justificar a desigualdade depois da
morte, o qus continuar sem a secularisaco dos
cemiteris, a que mira o projecto adoptado pela
Cmara dos Diptalos
No art. 9 da C nsti*-;';~.o. sobre o qual se
apoicu a n:-ii:.-ra'das < -ontm
as Cousequeneias delle deducidas, estaoclecendo-se
desigualdad* de todo ponto iocompativel com a
liberdade de consciencia e I ir aliade perante a
le, garantidas pela Conatkmco.
A disposico que reconheceu e proclamou o
tacto aott-rior Constituico, de continuar a reli-
giao cattsca apostlica romana a ser a religiao
do Imperio, nao comporta a mterpretaeo res-
tricta qoe Ibe dea a maioria das commisses, de-
duziudo da existencia legal de urna religiao do
Eatado a diff-renca que pretende so continu a
manter nos cemiteris entre cadveres de catho-
iicos e acatbolicos.
Interpretad o artigo conaiitucional de harmo-
na com outraa dispasifc -a constituciooaes, c com
as idatvdoaiioantes sobre a relajao da ignj com
o Estado, n pode elle servir de embanco a se
culariaaQat) dos cemiteris pblicos, 'espertado o
direito das crencas na maufesta^ao de seu res-
perto aos morios pela pratica das ceremonias- reli-
giosas que o projecto assegura a tjdas as reli-
gioes.
As duvidas e conflictos eotre a autoridade civil
e a ecclesiastica ten dtt runuado a interveocao
do goverac, coma coasta de varios aviaos entre os
quaes sobresabem os expedidos a 27 de Abril de
1870, de accordo com arrsalucao de consulta de -1
de Fevereiro do mesmo anuo.
A intervi-n^ao do governo nao teovsido suffi-
ciente para que a autoridad eccleaiasti&t-reaan-
cie sua pretencaa de interferir na economa dos
cemiteris, no que alia nao pertence s ceremonias
religiosas que limitam sua competencia.!
Da necesaidade geralmente sentida de provi-
dencia legislativa, destinada a f*ser cessar entre
os dous poderes duvidas o conflictos to preji-
diciaea causa publica, proveio a prnposieSo da
Cmara dos Dcpu'ados sujeito deliberadlo do
Senado.
Consagrando o projeeto a secalsrisaclo dos ce-
soiterios, adoptada as legislaces dos povos mais
adiantados, que censideram os nterramentos cerno
medida de mera polica municipal,'- dispon no
art. b* de molo a assegur8rr plena liberdade
piedosa pratica das ceremonias religiosas.
Actualmente nem se pode justificar a interfe-
rencia da autoridade eceltsibstiea nos cemiteris
com a necesaidade de habilitar os paroebos com os
iementos necessarios aos assentamentos de bi-
tos, de que os encarregoa a lei civil;. porquanto
esse registro compete boje autoridade civil, de
accordo con a providencia ltimamente adoptada
no decreto legislativo de 13 do corrente mee.
Pelo quo tic exporto, considerando que o pro-
jecto attende a urna necessidade ptrla-qual pro-
uncia-se a opinio, son de parecer que-entre em
discuaso, afim de ser adoptado.
Sala das c-mmissoes em 17 de-Agosto da 1897.
P. Le&o Velloso.A imprimir para entrar na
rdt-m dos trabalbos com- o projecto a qoe so re-
fere.
Banco de Crdito Real de Per
nambnco
AGOSTO D 18 87
Activo
Accionistas 35C:000*000
Emprestnos hypothccarioa :
Ruraes
Urbanos
L Valores hypotbecados
Deposito d'administrafilo e gerencia
Letras hypothecar.ias
Kemessa de letras bypotbecarias
Letras a reeeber
L '.ras hyp ithecarias depositadas
Movis e utensilios
Calza
Diversas contas
937 600*000
38U. 7Oii*000
2,850: SOOUlAti
16:000*000
105:300*1 K
19:700*000
15:580*500
ia:!W0*(KW
1:7864540
11:538*175
12:953*173
Rs. 4,715:358*388
PanNivo
Capital. 500: )00*000
Fuudo de reserva 2:192*309
Lucros suspensos 3:196* 247
Em'sso de letras hypothecarias :
Da 1 serie 812:100*000
Da 2-dita- 506:200*001)
Cauco d'adminiatraco e gerencia 16:000*000
Garantas de hypothecas :
Ruraes 2,206:80*n00
Urbanos 643:500*000
Depositantes 13:900*000
Letras hypothecarias sorteadas 1:300*000
Dividendos :
Saldo do 1 240*000
Dito do 2 1:595*000
Juros de letras hypothecarias 591*500
Diversas contas 7:313*332
B2w 4,7I53i.8*388
S.E.eO ==. ===
Pernambuco, 2 de Setembro do 1887.
Os administradores,
Manoel Joao de Amorim.
Antonio iernandts ioeiro.
Luiz Uuprat.
O gerente,
Joao Fernandes Lopes.
HviSTA DIABIi
PERNAMBUCO
Buen IbijI i Brasil
Capital do Banco
dem realisado
Fundo da reserva
Rs. 20:000:000^000
io:oaoK)oueo(i
t.-VWOOOO
Halanco
DA CAIXA FILIAL EM PH\A*BDCO, EM
31 DE AGJ TO DE 188?
Activo
I^etras descontadas
Cantas correntes caucionadas
Caia.--, Ma'riz e Filiaes
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas cuitas
Letras & reeeber
Ca xa :
Em moeda corren'e
254.5o940
196 371*590
545.40l**t0
237.493*930
156.721**90
14 69*1< H)
181.12o*t30
Pasiivo
Depsitos:
Contas correntes de
moviuiento....... 53.887*940
Ditas d i ta s com k
viso..........\ 667'598*9
Letras a premio.. J
Diversas garantas
Diversns agencias
Caixia, M .tris e Fiacs
Diversa* cootas
843:^57*5)
Es 2 470.270*630
1 321 486*830
156.7 21*.! 90
401. "4^*6 a\
5'J1 Oil-uO-
Rs 2:470.270*to
S. E. & O.
Pernambuco, 2 de Setembro de 1887.
(Assignadus)
W. M. Webster,
gvr. nv.
O F. uddou,
guarda-livro.
i:nspres do (in do Brcire Por por-
tara da presidencia, de 30 de Agosto ultimo, foi
nomoado o engenbeiro LycuTgo Jos de Mllo
para tazer parte da commisso qne tem develar
as obras da empresa dogas deste cidade, era subs-
tituicao do engeoheiro Antonio Pereira Simos,
que foi dispensado a sea pedido.
Jais rumniliario de AMn BcltM
Por portara da presidencia, de 17 de Ai; Jote,
foi noineado o bacbarei Joao Alfredo de Medeiros,
jais municipal de Aguas Bellas, para exe x-er o
cargo de juiz ommissatio, afim de proceder, de
accordo com os avisos do MinistriodaiAgricultura,
de 2 de Abril de 1886 e 6 do Maio ultime, a urna
nova demarcago justa e equitativa dos lotes dis-
tribuidos aos tudioa do extiucto aldesmwnto e aos
seas descendentes, atteadendo que ioi feita pelo
engenheiro Luiz Jos da Silva em 1877, e as a-
strucces de 8 de Julho de 1875 ; bem como legi-
timar as] poss-'s legitinxaveis, tudo de confermi-
dade com a lei n. 601 de 18 de Setembro de 1850,
com o respectivo reglamento e mais disposice
relativas, percebendo, quanto aos oceupantes
destas, qnantia nao superior a 83 ris por braca
quadrada de medicao, su.je.ifas as despezss de
agrimensor, qae dever ser profissional e outras
inherentes.
HarriaDesta provincia recebemos hoirtem
pelo vapor francs Villc de Maeei, folbas at 30
do mes prximo findo.
O Dr. JosLustosa de Sonsa, jais de direito
da vara civel desta capital, declarou livres Oliva,
Lydia, Bemvinda e D mina e suas filhas Judith e
Severa, descendentes da africana liberta Josepba,
autora desea questao, por ter sido a mesma im-
portada para o Brazil depojs da lei de 7 de No-
vembro de 1831, e durante seo captiveiro Ilegal
ter dado luz as libertandas, que estavam escra-
visadas pelo Sr. Fabio de Barras Palacio e sua
seabora.
O Dr. juiz de direito de Maracas den sentenca
libertando os escravisados Theodora e seu filbo
Benedicto, pertoocentes so>r. capito Jos Ba-
psta do Snllea, pelo faeto-de scraia eiles de filia-
\li deae^onecida.
O capitao Francisco Qoncalvea Pedral Fran-
ca, residente na Feira de Santa Anua, para com-
memorar O sogundo anniver-ario da aseencao do
partido conservador, alforriou seus dous escravi-
sados de nomes Jos, da 18 annos, e Cecilia, de
20, sondo esta-com a obrigacaa de acompanbar a
Sra. D. Mara- de Jesms e aquello setn nenhum
onus.
O Sr. Mtaocl Pinto da, Silveira restituio, por
sua livre vontade, a liberdade a que tinbasn di-
reito os africanos Eluardo t> Bomfim, importados,
depois d lei de 7 de Novembro de 1831.
A-aocao tinha sido intentada pelo Sr. Cang
i na.
Em Maraeas forana restituidos liberdade, por
sentenca do respectivo Or. juiz d direito, mais
os escravisados Tibarcio e Catbarina.
Sobre os indios aryeobs dizem asfolhasque
o Sr. conselbeiro presidente da* provincia inaudou
que Ibes tossem dadas gratuitamente passagens
pela Companbia Babiana e peta estrada de ferro
central at Queimadinhas.
S. Exc. d"U aos ditos arycobeuses a ajuda de
custo de 100*030.
Foi de novo multado o egociante de bilhe-
tes de loteras Sr. Gallo Jnior, como reincideute,
e o vendedor Vicente dos Santos, da cuj poder
foram apprehendidos diversos biloetes por Manoel
Mandes.
Por intermedio do Sr. Dr. juiz de direito do 1"
districto criminal, o Sr. Dr. delegado remetteu
h, je ao Sr. Dr. 1." promotor o inquerito policial' a
que procedeu sobre os factos das loteras, nos
quaes eatao implicados os Srs. Jos Bruno Nunca
e Antonio Vaz.
Pelo Sr. administrador da Recebedoria Provin-
cial foi multado, na quantia de 200*000, o Sr.
Francisco Correia da-Silva, escabeleciao com casa
de negooio Prnea das Vetarsoos,' por vender
bilhi'tes de loteras de outraa provincias.
O Sr. Gallo Juuicr, negociaute desta prsca, re-
colheu aos cofrea da Kecebedona Pr iviu^ial a
quantia de 200**00, em que toi multado por
aqui-lla repartido.
Fra o Sr. niajor Francisco Jos da Rocha Rit-
tencourt, e nao AnJanio da Rncba Bittencourt,
quem compareccu na polica para facer declara-
(es acerca de falaificacaes de listas e bilhetes de
lot> ras.
Lemos no Jornal de li icios de 30* o se*
guate sob o titulo Tattmtiva dr. aetassinato :
Hontem, a bordo do vap r da coiopanhia
babiaua Bia-Viagen, que emprefra-se na carreim
entre esta capitole Nazareth, ia sendo victima dr
de um tiro de garrocha o passageiro Sr. Julia Te-
byreca.
O caso deu se qaindo o vapor defrontava
cim a emb cidura do rio de Aldea, vinio d ci-
dade de Naxaretb, donde parara meia era depois
de meio da.
N'aquella altura os passagpirosi especial-
mente Oo de r, aviatararn urna erfodS-qot aalava
4 vela, tnp dada por dous indi viiluia, d-maatiaudo
trra em sentido contrario ao tiUa Viagem.
Owapor vmba bastante Cxrreirado, e a maiir
parte das peasoas que n'elie viuha pos-se a v r a
ca i velejar, algunas at delritando-s como
espectculo pittr--8co qoe dari aanumpto inte-
reasaiite a quaiquer pintor de marinhis.
N'esae gos -m que estavam mergulhadas, a
cimtt-mp'ar o qoadro natural, viram-s ex abrupto
iuter uipidas pelo est mpido de ama arma de
fogo, disparada cmtr > o vpor na direccSi de r.
Os olhares convergirain nara o ponto donde
partir o tiro, e era ele ex-clmente a canoa que
paasava b"in defronte do vapor.
A oord i delia preaeu -earam muitos passagei-
ros um do tripoianres leVantnr se, timar de nma
arma, e faser pontana para a o grupo de' pessoa*
que Convereavam iih tolda, e que e m os Srs. l-
ente Eipid.o Jua Oo Lairo, FranC'aco M-irqSt-s
de O'ive r. Fi_' e Jul i T byre^-a.
Verieoa-se eu'o cun suiprez^, qne o- alean-
Oado pelos piujectis era o ulti o J-ase* seh rea,
querec beru p.rteda munico na reiao parietal
eaqiPrJi, ni Ij o reato empregar-se n^ eosfado do
vapor, gracia alves M j >go da Cauda, que oa-
duianio mal igrou a pontana.
In iutin uti o aetivo'c minan lai'e do' thtt*
Viagem, r M o'hti, >rden iu maswori para- vi-
rar v-por e aeguir ui esleir da a*, qae. co
(ere n'ellcembarcassem quatro pracaa de polica
que vinham a bordo.
Ao verem-se, porm, perseguidos pelo escaler,
os canoeiros aproaram para o maugue, onde um
dellss saltn, ficando o outro, que era seu irmo.
O que evt.Jio-se foi justamente o que dispa-
rara a garrucha, e chama-ae Mareolino Jorge.
o O que finir, de nome Marceliino Mauoel Isi-
doro, foi couduzidopara bordo com destino a esta
capital, preso pelo commandanie, ordem do Sr.
capito do porto.
Interrogado a bordo, declarou que desde a
ves per a anda va pescando. Nada dase, porm,
quanto s intuncCes do irinao, nem pesaba a
quem destinava-se o tiro.
O delinqnente e seu irmo sao moradere no
lugar Santo Antonio de Barreiros, 3 leguas e 1/4
distante de Nacaretli. Sao filhos de Estovo Car-
quejo, tambem d'alli natural.
O Sr. JuKo Tebyrec foi soccorrido a bordo
do Boa-Viagem pelo Sr. Dr. Eurico Mutts, quo
julgou es fenmentos sem gravidade..
Na delegada desta capital procedeu-se a cor-
po de delicto no mesmo senhor, que foi interro-
gado pelo Dr. delegado.
O Sr. Dr, chpfo de polica cffieou aos. dele-
gados de Jaguarioe e Mazareth, ordenaudo-lb.es
que tomassem connecimento do faeto.
O preso acha-se recolbido na estacao do com-
mercio.
Esse faeto dea lugar a quo a viagem do va-
por se alongasse extraordinariamedte, pois s as.
8 horas de noite saltavam aqu os passageiros de
Nazareth.
Fallocenem Valenca, no d 24, o capito
Jos Ignacio de Parta, que por alguna anuos oc-
cupou os oficios de contador, partidor e distribui-
dor e era ltimamente escrivo do juiso de paz e
secretario da cmara municipal de Belinouto.
Contava 40 annos de idade.
Tlioalro Manto AastonloEste tbeatro
est paasanJo por urna retorma quasi completa e
reeebeuda todos os melhoramentos que Ihe eram
necessarios.
Afim de tornal-o- mais agrada ve! ao publico
proporcionar Ibe a inaior somma poasivel de com-
modidades, o Dr. Cameiro Villelaeneetou all essa
serie de reformas, que fallar verdade, eram de
ba muito reclamadas.
E' assim que a trente dos cacamrotee, que era
completamente fechada,, foi substituida por ama
barfanstrada de gosto e systoma suisso, o que d
ao recinto do tbeatro urna elegancia leve e airosa.
as extremidades das vsrandas foram construi-
dos dous aceiados toilletts para senhoras e foi
muito mdhorado o syatsuna da illaminaoao.
Alm diss.i, foram asertos todos 08 ladats da pla-
tea, afim de tornal-a mais arejada e espacosa :
bem como foram construidos mais quatro cama-
rotes destinados exclusivamente Jnrprensade'
licadeza e homenagem essa que provam o-alto
concert artstico e litterario do actual empreza
rio daquelle-rfbeatro, .que tamben* um jornalista
distiucto.
Com esses melhorauR'ntos internec, qne j esto
feitos, o tbeatro de Santo Antonio .vac iueedid*.
monte tnrnar-se o roniez-vous do bom gpslo e
do bigh Ufe.
Depois dessas reformas, o Dr. Villeia ir oceu-
par-se de melhoramentos externos.
Crine do smiucar Na carta do Sr. enge-
nbeiro Milet, que, sob o titulo cima publicamos
no Diario de hontem, deram-so os erros typogra-
pbijos seguimos;
Sahindo na prrmoira colanraa:
5 linha 5.Causa prxima da produccao enr
lugar, de causa prxima da aarproduccao ;
Na segunda columna:
7 linbas 18 e 19Trade unrops em lugar >de
Trade Uuioes-;
'_ 10 linhas 17 e 18Sua produccao esa lugar
de surproduccao;
| 11 linha 11541 ris em lugar de 1541;
12 linha 13Sanguerhausen forma em lugar
de Sanguerhausen firm;
13 linha 18Mageburga ero. lagar de Mag-
de burgo.
inMstncs triiieoiosloo e Veocra-
pblco Peroambueano%>'esso ordinaria
de 18 de Agosto de 1887. Presidencia.do Exa.
conselbeiro Pinto Jnior.
A' 1 hora da tarde, presentes os Srs. Drs. Cice-
ro Peregrino, Baptista- Reguaira, 1 secretario,
Lopes Vlaobado, Joo Freitas e Joao de Oliveira,
e os Sra. D. Juan Bussob e major Codeceira, 2-
secretario, foi aberta a sesso e a acta da ante-
cedente lida e approvada;
O Sr. Dr. 1 secretario mencionon o segainte
expediente e otl'uttas :
Vm oicic do Dr. Candido V. da Silva Freir,
eheie de polica da Parahy'oo, olfertaadoum exen-
plar do reuttori que apresentou ao. Exm. presi*
dente daqnella proviaeja ,
Um ditv do Exm. presidenta, da provincia,, da-
tado de 6 do corrente, communicando qoe atten-
dera a represantafao que Ihe fizera o Instituto, em
6 de Julho ultimo, e providenciar de modo a qae
nenhuma das seccoes eleitoraes desta parochia, ti-
vesae sdc no edificio em que-funeciona esta Asso-
ciaeao-
Un dito do'Dr. secretario da presidencia, re
metiendo de ordem do Exm. presidente da provin-
cia, a cart_ geral do imperio por Levasseur.
in volusoe em broebura .lem jria descriptiva
e justificativa do projecto de mdborameoto do por-
to do Recife, apresentado ao conselbeiro ministro
da agricultura, por Alfredo Lisboa, engenbeiro
chufe da commissao encarregada da conservabaj
dos portos ,ofierlaao pelo mesme.
Um folhetoMovo tratamento dds molestias de
pello, imfingen, etc., palo Dr. Chable.
Um'dita-Histeria do CoaraFamilia Castro
Ligeiros apontaateutos por O. I. e pele-mesmo
ofitrtado.
Diversos joruaes desta e de outras provincias,
pelas respectivas redaeces.
Fiado o-expediente o Sr. major lodecerra com-
muoroa a* Instituto que os Exins. Srs. conselhei-
ros senador Luis Antonio Vieira da Silva e Or.
Joo Capistrano Baudeira do Mello, aecusaram c
agradecern! a offerta que Ibes fes o Instituto do
o. 32 aa Revista.
Passando-se a ordem do dia, o Instituto delibe-
rou que de aacordo com os estylosda cata, se offi
ciasse ao consocio Exm. cooselheiro Manoel do
Nascimento Machado Portala^ congratulando sa
com elle por ter sido chamado aos conselbos d .
corda.
O Sr. Dr. Baptista Begaeira communica ao
Instituto a existencia de urna especie de galera
oo corredor subterrneo, prximo ao cruzeiro da
igreja do convento de S. Francisco, em Oliuda,
onde, segundo Ibe iuformaram foram encontradas
daaa lapidas que talves tenham servido para co-
brir sepulturas visto c .nter urna dellas urna ina
eripoS-i e a outra um bracio de armas.
Dclibarou o I ficasse. incumbida de averiguar Sn na all alguma
couaa que poaaa interessar aos seua fin.
Nada mais havendo a tratar-so ioi levantada a
aesaao.
onrerto- -Realisou-se ante-hontem, peran-
te o coocarao de cerca de sussenta senhoras e mui
tos cavalheuos, o grande concert vocal e instru-
mental um ben> ficio do hbil pianista Eocli lea
Fouseca, noaso cimprovinciano, auxiliado por al-
guma de suas discipulas e amigos. Na parte can-
tante exh.biram se c .m maita correceo e arte as
Sxmaa. Sras. L) Carisuna fires Ferreira u M >na
A. Rodrigues Teixeira. A Ex ua. Sra. D. H .na
C'i'Ciiia Rodrigues tocou com muita arte e gosto
a parte que Ibe foi confiada o denotando ser para
o futuro urna graude pianista.
A grande marcha trumpbal, qae encerroa a
oare concertante, foi de din ctl-ito agradavel e
sobresabiram todis que ueila tomaram parte.
Logo d pois d) concert, que termiuou s 10 1/2
boraa, segu o se om. pequea parte doua.nte que
prol tngou se at meia noite.
iPerloii'.ito-i's 9 aoras da noite de 27 do
mes findo, no lugar deiiowioado. Peranhira do ter-
mo JoLun-Mro Flix Amaro da Rocha e Joao
Francisco das C'iagas ferirsan levemente com ca-
cetadas a Manoel OeraldotlaiCostai O iveir*.
Os dehnqaeote foram presos em flagrante de -
lcto, apesar de tenaz resistencia que opposeram,
e contra eU>s proced'i a antonddo-coatotunto.
vnliectmento-Victima da>antigKiipde mentos pulmonares, falloeea sai madraicda de
hontem o artista typographo.qae por muito t i-
po trabalhafa as ofieinas.desta foiha, Joo Soa-
res da Silva Santos, do idade da<23 abnose casa-
do ha poicos anuos.
Artista intelligeofe e hoceato, dcixa o finado a
familia ein extrema psorexcesoao ordinariameute
acontece aos artistas om natisa trra.
appnrecen < to a* A quautia, que nos
remettoram para ser entregue a quem indicasso tel-
a perdido, foi hontem recebida pelo Sr. Arthur
Urbano da Lipi, moradbr na Ejpinbeiro, rm da
llora, n. 13, o qual de todas as indioacoes cosa-
proatorias de ser elle o dona da mesma.
>it><*rlar6c* Communicaram-nos o se-
guinte :
' Por nao ter provawlnieTite. chegado ao co*
nhocinrento de Vv. Ss. dwxou o Diarto de noti-
ciar um acto pratieado pelo .Sr. commendador Je-
ronymo da Costa Lima, e que poe em relevo os
sentimentos daoneile cidadoo qual fi ter liber-
tado aum onus algum o seca tresa altinws esars;-
vos de nomes Maximiaas, Victorino e Fausto, to
dos muito mocos principalmente os dois ltimos
que p meo mais ten de vinte annos
Cigarrn TereplKMiico^Assim se de-
nominan uns eigrso9 picado, fabricados pelos Srs. Santos & C, proprie-
taos da Tabacaria Veneza, ao Arco da Conrei-
cao m. 4 e 6.
Havendo-n s elles offerecido um pacte com 25
mac-8 dos referidos Telephonicos, experimenta
mos bem como os empregf.dos desta typogra-
pbia, e forsnt aocordevtodss-ea aeaal-os samo*-j>
siasisassw
Agradecendo o presente, reeommendamos aos
fumantes esta nova marea do cigarros.
Igrejav Jas Mises MU Ora' Neota igreja. ha-
ver da amanba por diante urna missa. rezada em
todos os domingos e das santificados, pela.madru-
gada.
Jui/i de patas da fregneala de San-
to AntonioAsha-se transferido o cartorio
deste jnizo para o Io andando, predio n. 83 do lar-
go de Pedro II, esquina da Cojgregacao.
Sobrado do PontoDa cidade de Olinda
nos pedem para chamar a atteucao ds Cmara
Municipal dess* cidade para o perigo de qoe
ameaea aos. transentes o sobrado do Ponto que
est a desabar.
Bcnnloes soclaes -Hi hoje a seguate :
Do Club Litterarario Ayres Gama, em sesso
extraordinaria deassemblc g -ral.
Amann.:
Da Sociedade Minerva Progresso Pernambuca-
no, s 10 horas da manh, em sua sede, para cm
sesso de assemola geral ordinaria tratar de ne-
gocios diversos e urgeates.
Do Mouto-Pio dos Typographoc de Pernambuco,
as 11 horas da inaoha, na Praea de Pedro II n.
75, 2" andar, para a eleicao do 2o orador. Pde-
se o compirecimento doa aseociadoa.
Do Iualituto Litterario Oiindense, s 10 horas
do da, na sede social, em assembia geral, pira
prestaeao de contas>
PacanontaaEst em conatrueco nos es-
taleiros de Alexandria, estado de' Nova York, um
vapor que receben o nome de Pacahoot is > e
pertence a Arrow Company .
Este vapor, qae destinado ao transporte de
paasageiros entre o porto de N*va-Y >rk e os de
Europa, |far a viagem atrave do Atlntico em
menos de cinco da** Ser' de grande solides e a
toda a prora contra incendios. O assoilho da co-
berta, saldes, camarotes, etc., ser de marmore
em vez de madeira.
Nao poder ir a pique, em nenhum caso ainda
que se divida en dous como acontecen ao vapor
Orengm o : porque est sendo construido de f*r<-
ma que ambas as meladea ser mantenbam fluc-
tuamos.
O fundo dividido em 210
tanques.
EateS'Stro unidor por tabes, atreve i dos quaes
se poder tazar passai o ar comprimido para arro-
jar a agua que por algum incidente se introduza
nelles.
A coastrnecao deste vapor ser to solida que,
apesar do* sevs 600 pea de cocaprcnento, poder
suspeoder-ae o navio por ambas as extremidades,
sem qa-o se noto noveentro a xais leve curva. Na
quilha levar 750 toneladas de ferro fundido. Te-
r :0 caldeiras, 10 de cada lado do costado ; as
machinaasers do sratena < Cootpoand .
O dimetro da.balice qu de urna s pecafun-
dida mode 24 ps.
O autor deste plano de navio' trabalhou 25 an-
oospara organisar o modelo, qae segando affir-
mam o mais perfeito neste genero.
Inairacro publica em Franca-Sao
couhecidos'os esforcos que o governo republicano
em Franca tem emprtrgado para desenvolver a
instrucQo publica.. As verbas dispeudidas neste
servido demoustram un augmento succes ivo de
1876 para c. Como curiost a confrontadlo,
dai a-hemos aos l-itor s, e por ella se far idea
do que a instrueco primaria tem custado e est
custaada a tbsesusa trancez. A per da escolas
pubhcas de ensino primario, sem carcter cunts
aioaal, exiatein, como se saoe, muitas outras cha-
madas livres, que sao propriamsnte religiosas,
mantidas pelas congregacoes e pelo obulo dos ca-
tbjlicos.
O estado coastruio nos ltimos des annos 6,514,
escolas, teudo cuttado cada ama 100,000 trancos
(45:00 )). No mesmo periodo foram.seculanaadas
em virtude di lei 5,660 escolas.
A despeca teita com a instrueco primaria tem
sido a aeguinte :
68,150,620 francos
79,844 976
87,123,782 .
94,881,940 <
99,124 014
102.53o.tW9 .
145,116,879
O m Ib ir meio de democratisar um pais ns-
troil-o. A instrueco traz a civiliaaco, e quanto
mais civilisado tot o individuo mais adquirir o
sentimento da dignidade hamina, que um prin-
cipio essencial da democracia.
tppsrelnii acstico -Um industrial hea-
panhol D. Vicente Rodrigues Alvares, inventou
um appareibo acstico por meio do qual se obtem
a palavra com a mesma rapidez com que se talla
apresentando os discurans scriptos trez minutos
depois de pronunciad -s, e nao em Biguaes esteno-
graphicos, como os de que usam os tacbygraphos
mas em letra vulgar, sem necessidade de decifra-
co, e com aa inesinas palavras empregadas pelo
oradoo.
E' urna invenco, que honra a industria hespa-
nbola.
perador u. i terreuo ra do Mrquez
Borra I.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra Larga do Rosario n. 42, de um oofre e r-
macao da 1 ja de cig rris ah sita.
Pelo agente Pestaa, ao meio dia, ra do Vi
gario n 12, de. predios.
Segunda-felra :
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, no
largo do Arsenal le M irinha, de 4 cavados e 1
burro ; e na ra. do Vigirio Teirlo n 10, das.
mercaduras e nteacilios de armazcm ah sito.
Pelo agente Pinto, s 10 1/2 horas, na ra do
Uann' iiA.'i, i m iveis, lonQ* e vidros.
Pois agente Gusmo, s 11 horas, a.roa do
Mirquez de Olinda n. 19, de predios.
Terca-3ra :
Pelo agente Burlamaqui, s II horas, roa do
Imperador n. 22, de predios e terrenos.
Pelo ageut- Marfins. s 11 hora, ra do
Conde d'Eu u. 8, de bous movis e um cofre fran-
cs.
Pelo agente Brto, s 10 1(2 hiras, travessa
do Prata n. 20, da armaco e g:neros ah exis-
tentes em lotes.
Mscinainaoaaea fero celebradas:
Iloje :
A's 7 1|2 horas, na matriz da Boa-Vista, pela
alma de Joo Martins do Rio; s 8 horas na mes-
ma matriz, pela alara do conselbeiro Custodio Ma-
noel da Silva Guimarea; s 8 horas* na matriz
do Cor jo Santo, pala alma de Diuiul Ce3ar Ra-
mos.
Segunda-fcira :
A's 8 hora, na ordem tescoira de S. Francisco,.
pela alma de V.curino do Almeida Rib-'iro.
Terja feira :
A's 8 horas, na matriz do Corpo Santo, pela al-
ma de D Maria Felippa Monteiro da Franca.
Pasaageiros -Chegados dos portos do sul
no vapor franaez. Vle de Maeei :
Jos Mara da Rocha Carvalho, Manoel Ray-
munde Piuheiro, M- Pereira Vianna, M. da Rocha
Carvalho, Luiz da Rocha Carvalbs, Maria da R>-
cha Crvalho, Candida da Rocha Carvalho, Clovis-
da Rocha Carvalho,. M. da Rooha Carvailio, Ma-
nuel da Rocha Carvalho, M. da Deita Carvalho,
Mario da Rocha Carvalho, M. da Rocha Carva-
lho, Manoel da Rocha Carvalho, Antonia* c Jjui-
na Aoastaoia.-
Dirwiuna da obras oe eoaaerva-
co: dos portoaBoletim meteorolgico do
lia 1 de Setembro de 1887 :
a- . o.
S ~ o o
doras o a -a g S Barmetro a 0* Teaao do vapor S
t* a o
H <
6 m. 23-l 761">12 762*4* 18,15 87
9 248 19,65 83
12 27 -2 76234 187 68
3 t. 26'6 7O""iS 18,12 70
6 251 760"'30 18,73 80
Biletea de lotenax Em mo do agen
te Beruardino L pea All---r auliam se a venda os
bilhetes das seguintes loteras :
Do K tpir to -Sa a lo : A 2' parte da 4* lote-
ra, cujo premio grande de 50.-OJ90J, pelo novtf>
plano, ser ext.aaida ne dia 9 de SotembrOf im
preterive'mente.
Oo Ceara : com nui importante plano, cajo'
premio grande de 25O:Oa)U00, ser erlrabida*
no da i de Setmbro.
lo <.r^.-r*a. A 4- parte da.il2* lotem^
pelo novo plano,cujo premio graudade 100:OOOM
ser extrahida boj 3 do corrente, impreteri-
vel mente.
Lotera do rao RtarA A 4' parte da
12' lotera: desta provincia, pelo novo plano, cnioi
prsmio grande lOOMOOtfOO, ser* extrahidav
hoje 3 do corrente (sabbado) mpreterivelme
te.
Os bilhetes achain-so vewda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 25, de Martin
Fiuza & C.
liOtcrin do Bisl'lto 8anto -A 2'par
te da 4* lotera desta provincia cujo preaio gran
de 50:000*000 ser extrabida no dia 9'd*
Setembro.
Os bilhetes acbam-se venda na Casa da Fbr
tuna ra Primeiro de Marco n. 23 Martin Fin-
ca & C.
Lotera do cafeara<-sta acreditada lote'
ra cujo premio m*...r d* 250:000*000 ser'ei-
trahida no dia 7 de Setembro.
Os bilhetes aeliam-se a venda na Caes da For
tana ra Primeiro do MUrco n: 23. de Martins
Fiuza & C.
Lotera de *laaroa A 5. parteda20-
lotera, pelo novo plano, cujo premo grande dr-
40:000*000 ser extrahida no dia 8 de Setembro
(quinta feira) s 12 horas da meaba, improterivet-
mente.
Oa bilhetes- achsm-se- venda n- Cca-da-For-
tana ra Priaatro de Marue u, 23, do Martins
Fiuza & C.
Losertar ta pro vicu-ta to: Paiaua
A .25 loteria desta pro-vrnera.pHo ero plan, etf
jo premio grande del2:06*OOfi se extrahir
no da de Setembro.
Bilhotes a venda na Casa da, Fortuna^ roa
r'rimeiro de Marco numero 23, de Martins Fia-
a-& C.
CemiterioPulMIcObObituare do dia, 1
do Setembro:
Catbarina Caetana de VaaconceHos Antones,
Peroamboco, 71 annos, viuva, Boa-Vista; derra-
macoento cerebral
Francisca Olympia de Cairalbo, Pernambaccy
22 aunos, casada, S. Jos'; tuborcalos pulsoenal-
res.
Gertrude3 Maria das Neves, Pernambuco, 57
annos, solteira, Boa-Vista ; elephantiases dos.gre-
gos.
Autono, Pernambuco,. horas/, Gracac aetnat-
compartimentos es-
CHR0H1CA JUD1CIARIA
Tribunal da Helar
SESSO ORDINARIA EM 2 DEETBM-
BRO DE 1883
PBE8IDB2SCU DO BXH; SK. COSWXHIIBa
QCIHTINO DB MIRASDA
Secretario Dr. Virgilio Cotlho
A's horas do costume, presentes os Srs. desenr-
19 minutos da tarde; E at 1L horas e 4' minutos; Sfrt^-" nUme' j?**1 fo '*** -saatd,
ue-rf:-----sa. aepois de iida e approvada a acta da antecedente.
Temperatura mxima27,75.
Dita mnima22,5 J.
Evaporaoo em2i horea aasol: 5"",0 ; som- ;
ora: 3-,0.
Chuva5,2.
DirecCJO do vento: SE de meia noite at 2 horas '
e 19 minutos da manh; S at 2 horas e 48 mi-
nutos ; SE at 9 horas e 19 minutos ; SE e SSE
alternados at 10 horas e 23 minutos ; SE com pa- '
quenas interrupcocs de SSE eESE at 11 horas e
SE at meia noit<-.
Velocidao media do vento
Nebulosidadmedia: 0,59.
Boeetimj do posto
2,43 por segando.
- 2
t
?.
B.
P.
ti.
M.
:.
M.
M.
Dia
1 de Setembro
2 de Setembro
Horas
1016 da manh
456 da tardo
1056
456 da raanhu
Altara
0,-43 ,
Oistnbaidoi o pasaadesros -fcrtoss*.os*
seguintes
JLGAMKNTOS
I Habeos, corpus.
Paciento ;
Antonia de Hollanda Cavalcante de Albaquar
qae.r>rejudicda.
U rmehnda.de Barros Cavaloanto- Conoedea*
se a ordeorprevectiva contra os.votos dos Srs.
conselheiros presidente e Queicoz Barros e deaens-
2,-35
0,42
2,-43
Amylo de Hendloldade O movimento
desae estabeleeimento de caridadr, dorante o mes
de Agosto, foi o seguate :
Honens
Exiatiam
Entraram
Subirn,
as enfermarlas
Existem
Euir iram
Teram alta
Falleesrasn
Eiisiem : -
as enfermaras
N03 dormitorios
Total 174.
74
5
79
101
69
21
4
25
1
24
4
20
49
69
Mulberes-
16*
8
112
7
105
26
6
32
1
31
2
29
76
105
1876
1879
1881
1882
1884
1884
1885
tiini.n a el- ar.
E.nq.into 'xeeuteva-se ca man ibrt,o-eae-1 contra elle procede a autoridade
ido cuiaisandante ordeuou que.|# arrisase-u e*e- lei.
trino de crlmlaoaoPelo sublelegado
do districto de N i^aa S-uhora da Las do termo da
Gl na do G -it foi pr-so o inimduj d- n 'm*
Franciaco Iguaeio Gom-s, conh-cilo por Cakani,
iqu.l em 11 I- Oez mor, de 1881, em tenas do
eiueuhi (lamctUas, do termo de Niztr'th, asa ani ii a Joajuim fereira Nones, couhecidopir
Morena
BafXncameoto\nte hontem, s 7 hnraa
da uof, ua pr.(,i do R sano d term. de Pao
i'Utii. (J-pitoliio Alves Oavaicante eipaneou a
U noeiua Ros da O- uceica >, qae tiooa gravem 'n
te ferda.
A polica tomou coobecimento do faeto, e proc
de nos t rm n da lei coa'ra o deiinqueute, que foi
preso em fitgraut delicio.
Ilai *i da 30 de Agosto ultimo, e no en
geuno Honda do termo la Vio' 4a, D mingos es-
crav i d- Mauoel da Cmara Pi Mot'l, prupri'ta-
rto do mesmo eneuh i, .aaasaiu iu com um i facada
a seu*propn, irmo Fe ipje, IcmUmi teaOlcn
O cfmiu.u foi pr.-ao em .grttur.e dadieto, <
nos termos da
Palillo Imperial Na synanoga de In-
glan, na Mora va, foi celebrada nlrtmamente ace-
rem ma do ca.-amento de Praulein Km, joren
qoe se tornou couhecida em toda Al emanha por
ter sido, durante mu'tJs annos, a paixo do iuipt-
rador Quilhcrme, mas paulo punssma e plato-
nica, d'gna dos amantes de que gostava Gcetho.
impera i jrCiilberme couh ceu-a em Gaes-
tieu. Todos os das elle a va, sentada jaoella
di h>tel fronteiro ao em qae se achara hospedado,
urna joven que, sem ter grande belleza, capti-
vnn-o. E tinto ibsim qae, qnando Traul<*in
1. ii-u de e^t if no seu posto habitual urna manh,
o imperador inaniou um ajudaute de ordena in-
querir do qu^ se passra com a desconhecida.
Des le euro todas as vezes que a encontrava no
pasa io detinba a para conversar ; prometiendo,
Mo despedir-se, voltar a Gaestea no anuo se
guinte.
O iinperdor obteve dalla a promesa* de que,
qa-.nli p-'nsasse e.n casar, Ibe connmaican a
bUa uiteuco.
Tambem, tendo aanuido a pdido de casa-
n*ent i qn-- Iba fizara um c une ciaute de Inglan,
fila sua paiavra, escreveu as re i Guilherme,
coinniunicaulu Ihe o occorrido.
D ius das aut-'s do casamento receben, em ama
c.-iia Com as armas imper.aes da Alle",:--lia, na
riquisaimo bracelete d- briataates e ita certa em
q i imp.-rador pedia que usasss daqn?l:C mimo
no ili i Bal casamento.
Pru laica de caansnentoNo domia.
gi 28 de A,-os:o foram lidos na matriz da Boa-
Nisia os S'guiates :
Luizd. Frauea Lie rdacoo Esther Mara do
Carino.
Miguel Arch.njo Telies com Joanna Mara da
Jooceicao.
Jos Pereira Martias com Mara Alves Snpra
,r >e.aciuar-ae-nao:
- H je :
Pelo agente Martina, sil horas, rn* do la
Escola de instrueco primaria :
Foram frecuentadas pot 16 alumnos, inclusive 4
na dos cegos.
Caaa de DeteocoMovimento dos pre-
sos da Casa de Oeieuco do-Reciie no dia 1 de
Setembro de 1887 :
Exisiiam397; entraran! 4 ; sahiram 6 ; exis-
tem 395.
A saber :
Nacionaes 359 malheros 19 ; estrangeiros 10 ;
escravos sentenciados 5 ; dem procesaado 1 ;
dem de correceo 1Total 395. .
Arracoados 361, sendo :
. Bons 333 ; doentes 31.Total 361.
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa:
Othou Cctj de Andrade.
Tiveram alta :
Francisco Nunes da Silva.
Jos Francisco dos Santos.
Manoel Francisco de Soasa.
Lotera do Eaplrtto Manto Eis os
aameros premiados da Ia parte da 4a loteria, em
beaefico da instrueco primaria, extrahida em 2
do corrente:
5078 50:00 )#000
7935 10:000*000
5928 4:000*009
509 2:OOH*000
1168 1:000*000
6822 1:000*000
Esto premiados com 500* :
2062 4666 8013 9760
Esto premiad -.3 com 200*-:
542 2230 2783 3393 3838 4.046 5243 7349
7444 7569
Esto premiados com lO'J* :
68 9J0 1141 1317 153 1837 1856 1880 2311
2498 3068 3397 5261 5648 6917 6053 6431
6732 6763 7532 7588 7975 8414 8627 8743 9418
Approximscoes
5077 1:0)0*''00
5079 1:000*000
7934 500*000
7991 50"*000
5927 300*000
5929 300*000
5089 220*000'
5091 220*000
Os nmeros de 5071 a 5080 esto premiados
com 100* excepto o premo ds o0:000*> e as ap-
proxiuMtc-s.
Oa numer is de 7931 a 7940 esto premiados
com 100* excepto o premio de 10:000*- e aa ap.-
prox mac a
Os nmeros de 5921 a 59'108to premiados com
100* excepto o premio de 4tOJJ* e as approzi-
aaaoSea.
Oa nmeros de 5082 a. 5090 esto premiados
com 100* txcepto o premio de 2:001)* e aa appro-
ximacoea.
T- los os nmeros terminados em 5 e 8 esto
prem ados com 20*.
Extraccoes in.ransf^riveis.todas as sextas
ft- iras.
liosertaa dlveraaaA Casa Felis, de A.
A- dos Santos Porto, ua praca da Independencia
ua. 37 e 8?, tem a venda o bilhetes das seguintes
loteras :
Espirito-Santo: A 2* parte da 4* lotera,
cojo premio grande de >0:0O0*"00, polo novo
plano, se extrah r no dia 9 de Setemero impre-
terivelmeate.
Cear : premio grande 250x900*000 aa ex-
trahir no dia 7 de Sentembro.
cargador Tavares de Vaconeellos.
R 'curso crime
Do Recife.Recocrente Henriqae Jorge Paos
Barrete, recorrido o juizo. Relator o Sr. deaem.
bargador Deifino Cavalcaae. Adjuntos os Srs?
desembargadores Alves Rfueirc e Tavares- d
Vasconcello3 | unnimemente, pararse, alterar, a -pena-
Conflicto de jurisdicfo
Entre os juizes-de direito da comarca ds Cnm-
ragibe e dos feilosda fazenda de Alagoac Rela-
tor o Sr. desembargad- Alvos Ribeirot Revifo
res os Srs. dejembargadorea Tavares de Vas
concellos o conselbeiro Queiroz Barros.Julgou-
se pela competencia do juir de direito dos feitos
da fazenda.
Appellaces Crimea
De Palmares Appeliante o promotor publico,
appellado Sergio de Siqueira-Campos. Relator o-
Sr. desembargadorToscano Barrito.Mandon-s*
anovojury, unnimemente.
Da Palmeira dos Indios Appellaate o juuo,i
appelladoe Jos Valerio daSiva e outros. Reiaaar
o Sr. dessmbargadcr JAWea Ribeiro.Mandotvse*
a novo jury, unnimemente.
Do.PlaneAppellante o juizo, appellado Por-
firio Pereira < ora ao. Relator o Sr.- deseco barga-
dor Alves Ribeiro.. Vlauiou-sc a.novo juryyunar
niuiemente.
De CimbresAppellante Leonardo Alves de
Siqueira, ap iellada a justica. Relator o Sr.
desembargador Pires Ferreira,Julgou-se nollo o
proc.-ssj, unnimemente.
PABSAOENS
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des.
embargador Buarque Lima :
Appella^es crimes
Da ParahybaAppellante Lourenco Alvee de
Arruda, ppeKadft a just^a.
De Alaga du Monteiro Appellante o juico,
appellado Jos Pedro de Alcntara.
Oe Bom JardimAppellaute o juizo, appellado
Jos Pereira da Silva.
De AtalaiaAppellante o juico, appellado Joo
Baptista Primo.
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcante ao
Sr. desembargador Oliveira Maeiel. ;
Appellaces crimes
De Bom ConseinoA -pedante o juizo, appel-
lado Antonio Luis da Silva-
De MaeeiAppellante o jaizo, appellado Bre
no Lopes Ferreira.
Appella(o civel
De Porto Calvo A.pellante Jos Norbarto
Casteilo Branco, appellado Jos Autonio Fernn
des Fradiqne.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Appellaco crime
De PalmaresAop-iiante o proncotr publico
appellado S-rgio de Siqueira Campos.
Do Sr. desembargador Prea Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrcda?
Appellaces crimes
Do PilarAppellaute Francisco Marinho d-
Souxa, appellada a Justina.
Da Victona=Appellaiite o promotor p
appellado Autouio B uto de Lima.
Oo Sr. desembargador Un iteirode Andrade
Sr. desembargador Alves Ribeiro
Appellaco crime
De TaauaretingaAppellante o juico, appella-
do Jos Claudino doa Santos.
O Sr. desembargador Pires Goncalves, cerne pao-
carador da cora e promotor da justica, dea pa
recer nos seguintes feitos :
Appellaco civel
Do RecifeAppellautes Joo Antonio Pinto e
outros, appcllados Antonio Jos Pereira e- seer
filho. (
Appellaces crimes
De BarreirosApp lUute o promotor pukaicc
appellado J.,.i > Maunco dos Santos.
De JaboatoAppellante Antonio Gomes d>-
Amorim, appellada a justica.
Do Sr. desembirgador Alves Ribeiro ao Si
desembargador l'a var-'.s de Vasconcellos :
Appellaco civel
Do RecifeAppellaute Antonio Joaquim Morer-
a Sampaio, appellado Joaquim Jos Alves Qui-
ma raes.
Do Sr. desembargador Tavares de VascoacoHos
ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Appellac s crimes
Do RecifeApp. liantes o juizo e Manoel Jarle-
nal Mus, appellada a justica.
De M*e-i=AjpelUuu- Joio Gasparine de^*
la, appellada a justica.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. deeeinbargador promotor da
jas tica
AppelUc 's crimes
Do Brejo da Madre d D us -App liante Ma,
noel Aatoaio da Suva, appellada a justica.'
Oo Lim;eiroAppeUaute o juico, appelad>'
Ucaqniu Bernardo da Cruz
rade aa-^k
^
LMl
i


%*-
Diario de PernambiicoSabbado 3 de Setembro de 1S87
dwtbiboicObs
Recursos crimes
Ao 8r. desmbargador Toacano Barreto :
Dn CimbresBkorreote o juinajnwrido Ma-
Ignacio da fflva Aaevedo. *
Ao Sr. desembargar Delfioo Cava; cante ;
Do Catlo do RochaRecorrente o juizo, recor-
\ I varo Jos de Assis.
\o Sr. deaembargador Oliveira Maciel :
:)e Jaboat&oRecorrente o juizo, recorrido Ma-
1 Francisco Cavalcante de Albuquerque.
Ao Sr. desjearargador Pires Ferreira :
Da Palmeira dos IndiosRecorrente o juiso,
rrido Mauoel Jos de Pana.
Aggravo de poticao
Ao Sr. deaembargador Toscano Barreto :
Do Recite -Aggravanlos Alfonso Ferreira da
ua Lsal e outros, aggravadcs Luiz Jos da
~ i e Silva e outros.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. deaeinbargadar Buarque Lima:
De Goyanoa& gravante Joe Correia deOli-
M Andrade Jnior, aggravados Leocadio de
^ueiredo & Filho.
Ao Sr. deaembargador Toscano Barreto :
De GoyannaAggravante Jos Corris de Oli-
. :ra Andrade Jnior, aggravado Mathias Pinto
Abreu.
Appcllacoes crimes
Ao Sr. desembargador Alvo Ribeiro :
Do RecifeAppellante o promotor publico, ap-
ellado FelU'jiuo, liberto.
i0 Sr. desembargador Thvares de Vasconcellos:
De Taquaretinga Appellaiite o juizo, appalla-
Jos Autouii de Mello.
\o Sr. conselh'iro Queiros Barros :
De Cimbres Appellante Mauoel Goocalves de
. lio, appellaia a justica.
Sucerrou se a seaso a 1 1/2 hora da tadre.
NBLICACOES i PEDIDO
0 Sr. louquim fabuco e o par-
tido liberal
Qucm 1er desapnixinadaniente o que
cisse o Sr. Joaquim Nabu.-o, em Marco
j correte auno, ao partir para Londrs,
respeito do partido liberal de Peroatnbu-
o, em carta que foi publicada no Paiz da
te, e que veio bontem reproduzilo as
.olumnas do Jornal do Recife, ha de aqui-
tar do bom senso do Sr. Nabuco, preten-
do agora, como candidato palo Io dis-
to ter as adhesO'S daquelies meamos
Iberacs, aos quaes elle horite^ insulta va
maltratava.
Da alludida carta v-se, que por sua
>usa deixou o partido liberal da crear
..a directorio, realisando assim a uniao do
artido dividido por internases eacontrados
:esde sua ascencao ao poder em 1878.
Ora ter plaatado a discordia uos campos
flM ; impedir que 3e eTeotuasse a
:i:iao da familia liberul; protestar, em n>
) do abolicionismo, contra elle; querer
-re es liberaos, que nao adoptam o aboli-
ionismo revolucionario sirvara do cavallo
lie Tioya, e depois pretender que estes
-aos liberaos sustentem as suas preten-
1 s, atm de iicar satisfeita sua vaidade
za, preteojao sen2o estulta, pelo
oenos pueril.
O Sr. Nabuco 6 3erapre n mesmo ho
:u !
O filho que levanta a bandeira de guer-
,, no seio da familia, nao p io pretender,
unto mais rrpor, depois, a bandeira de
;z e de misericordia.
Se o 8r. Nabuc > nao tetn e nem p le
r hii-i as adhesBes de scu partilo em
. or de sua candidatura, deve qu ixar S3
si mesmo, porque foi elle a cau32, o
motivo da divergencia que ora existe.
E por que falia-lhe o apoio que nao p-
aspirar ; por que aquelles q'ie bontem
apedraj iva nao v n raboHBSOS, beijar-
as ruaos, e offerecer-le "seus esfor-
.os, sua dedicagao, suas sympathias, eis
i Sr. Nabuco por si, e pi_r intermedio
ie seus adoradores, a despejar contra elles
as raais revoltant-s injurias, e os mais in-
. lites epithetos.
Se bontem o Sr. Nabuco por causa de
- u exagerado e calculado abolicionismo
..npedio que a paz volUsse aos campos li-
jeraes ; se hontem, por causa deste prin
ipio (alias trahilo por elle mesmo, deixan-
lo de votar contra a lei Saraiva) obstou e
>rotestou contra urna uniao que elle acba-
. a hybrida e impossivel ; como boje que se
f
i
Bom comnK'rrlai
/OTAfOKS OFFICIAKS DA JUSTA 1)08 COK-
KECTOKES
Recife. 2 de Setembro de 1887
, ambio sobre a ahia, vista, com 1(4 0(0 de
premio, do banco.
O presiaenle,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U secretario,
Lduardo Dubeux.
Modmenlo banrarlo
BKCITB, 2 DE SKTEMBUO DE 157
PRAQA DO RKCIFE
Os bancos mantiveiam arme a taza de 22 3/4
sobre Ljudres.
Nao houve negocio em papel particular.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Nac se deu alteraeao na taxa, que continuou a
:,r de 22 3/4 d. sobre Londres.
Nada constou em papel particular.
PRAGA. DE LOSDRE
O Banco de Inglaterra adopteu hoje a taza de
As tabellas expostas aqu foram estas :
.10 1.NIEB.NACIOSAL :
apresenta com o mesma bondade, que con-
ti mam os mesmos elementos de discordan-
cia, quer, que somelhante uniao se realize,
que aquillo que bontem era inadmistivel,
impossivel, absurdo, hoje se torne possivel,
racional, coherente e necessario T 1 I
E' preciso ter menos orgulho e mais
bom senso.
E' mister acarretar hoje com as consa-
quencias dos factos de bontem.
O mundo de compensarles ; e efcutu
ro sempre a successao fatal dos factos
pastados.
E o que ioteressante dizer o Sr. Na-
buco que esta uniao do partido se deve
fazer anda que seja por um dia; para o
m stnente de elegel-o deputado !
E depois v tilia a dissidencia, a lucta,
a guerra, a discordia, pouoa importa; se o
Sr. Nabuco j deputado I
E' impossivel quali&car devidamente 8e-
melhante pretencSo.
O Sr. Nabuco trabalha para provar que
te:u razao quando cbama esta trra, de
negros, pobres e ignorantes.
Estamos, poriii, conveneiJos de qe
nao aleancar simelh.nte intuito ; e que o
pro :edim>*nto daquelles que elle cbama Ca-
milos de Troya, darao um desment'o so-
lemno ao que elle pensa e esureve contra
este paiz, e principalmente contra esta
provincia.
Quando se tratou da uniao do partido, o
Sr. Nubuo dase que elle e os sous ab.)Ii
ciouistas erain o sol, que devia espancar a
treva, formada da p-rte do partido liberal
que nao coramungava suas ideas; pois bero,
occasio da treva fazer sombra ao sol, e
este supportar as suas impertinencias ;
chegada a oc astJo d> sol precisar da tre
va, e a treva afastr-se voluntariamente
para que todos contemplen! raelbor o bri-
lio do sol.
Veja o Sr. Nabuco de quar.ta sabedoria
o proverbio hespanhol :
a Cavalheiros somos, no mundo anda-
moa e um dia nos havemos de encon-
t trar.
Um liberal.
benra, si nao sabis comprehender o que 6 a dig-
nidade offendida ; eu aiuda teubo bem alta esta
comprehenso, e acredito que todo o bornea de
bem raria o que eu fago, provoeando-vos,. sob
I pena de serdes tidos por vis cobardes, a qu ve-
nhi^a diier em publico, qae motivo determinou
minha eliminaco do seis de vossa sociedade.
Todos tiveram conh'eimeofo flesse faeto, sobre-
modo compromettedor de minha honra ; e, pois,
tenbo neeMsidada de que sobre tudo sao se faca
a la, porque nio quero que pairem duvidaa sa-
br o meu carcter, e meu modo de proceder, no
seio das socidadaa, no seio das f.milias, que sel
bem respeitar, por ndole e por educacio.
Aguardo a vossa resposta, que dever vir eo
publico no prazo do 2 dial, sob pena de ficardes
considerados, por voseo ailencio, como vis covar-
des, u vis sacrificadores da honra alheia; ficando
eu planamente justificado como urna victima da
vossa infamia !
Recife, 2 de Setembro de 1887.
Joaqnim Anselmo de H. Cavalcante de Albuquerque.
__*u ------------------>----------------
Protesto
Depois de ter escripto o artigo inserido neste
Diario, cheg directores do Cluo Internacional de Renatas pro-
palara bravatas preparadas contra mi n.
Deelaro-lhes desde ja, que, suas ameacaa nio
me fazein calar nem me intimidara.
Ni > me firam de emboscada
F ii; i rcsponsavel por qualquor desacato qae
traicoeirameate sofFra ao presidente da mea me
C-ub Sr. Antonio Joi i de Amorim, nico respon-
savei por tudo e por todo esse negocio. Com elle
qae me untenderei depois.
Recife, 2 de S-tembro de 1887.
Joaquim Aaselmo de Hollanda C. do Aibaquerque.
A* Directora cional de Regatas
Em 21 de Agosto uitim1, dirig, por este Dia-
rio, a mais solemne pruvocacao Directora do
Ciuo Internacional de Regatas, para que viesse
em publico dar os motivos que determinaran) m
Bfca elimii.Hcao de socio do mesmo Club, ejimiaa- crjra| .s; r&rf deseu'Va-do COIUOH
cao de que tive coiihecimentj por um omcio no
respectivo secretario, que nio se dign u, c-rta daimpr -^OS medlcao)-nt^ que
bmmCS por iinposic>o de una tolos, qae qu-rem Uava, ex:jerira*iitar a Salsa de 3ttv *:oin
Elixir depurativo vestal
Formula de
Angelina Jos dos Santos Andrade
Approvado pela inspectora geral do hy-
ffiene publica do Rio de Janeiro, em 20 de
Julho do corrente anno (1837).
Dooumento n. 11
Illra. Sr. Angelioo Jos dos Santos An-
drade. i
Ton Jo eu sido atacado em diversos lu-'
gares do corpo pelaa escrfulas, e entra-
do no uso de diversos na I i amento* taes
como, o vinho ioiado de Jely, de que gas-
tei 28 frascos, assim como outros muitos
remedios externos, sem que resultado al-
gum tivesse obtido, e progredindo cada
vez mais o meu mal, nao alimentando
mais esperance de conseguir melnoras
com os banhos salgados e o oleo de ligado
ie bacalli;-.u, que j tinha usado, o qu* nSo
evitava qu vi sa::a a.soppuracSq de taes es-
va
posic.lo. Dcpii do uso de tres ga'rVafas
do seu ; tito, o effjito p; oduaido
foi vcrJaidiramejte. inunviib.ioo, visttj q i-
o nial ceJeraompl-tauieate, o boje consi-
dero me n' .rfkto. Jul^o do
meu dev%r dar li. stemunho da effi
cacia do seu preparado, e id .re. que a
clie so devo o rawu completo restabeloci-
ment.
Outras pessaas a qu^.u o ten miae-
>, e que soffriam o meu maJBeem
igualmente sent lo grandes r*clhor..s> ipmo
all dispur de tudo, de dar os motivos peles quaes
havia eu sido eliminado.
Desde que, ao appello e a formal provocaba >
que fis, os taes directores, verdaderos salteado-
res da boina alheia, nao se dif,'uaram de acudir,
romo era de seu dever ; deixaram-me o direito de
quahficar de brutal o seu acte, dictado certamente
por motivos outros, que nao aquelle que propalam,
o qual, sem dovida, pura banalidad^, e s foi
buscado, i ultima hora, como nnica taboa de sal-
vacao.
Apadriuharain-se elles com a asseveracao de
slgumas senh iras, das quaes, diz.m, receberam a
denuuc-ii: de urna falta ou crme por mim commet-
tido, e que uao ceuvein vir a pubiicidade.
Sao uns V'-rdaieiroa garoto. os taes directo a tHU te, opo lhe dirSo.
res, pois que ieto ui-suoo diarm apenas aos i uvi-
dos de outroa, quaudo sao iuterpeados s .brc o
s Si, porm, o motivo de minha eliminauao fui
esse, com que b.jje se procuntm apadriuhar u a
si-ijredo, que indecencia, que inconveniencia, li i
em tornal o publico ?
Si a mim pode elle prejuJicsr, fapao por mi
una conta a puoliciiade ; eu os provoco a isto.
Ah mas, que para o repto falta-Ibes o bro.
O motivo, com certeaa, nao foi esse que prop >
lam ; nao passou elle da urna infame calan
forjada por desafectos meas, coro o propobttO de
excluir me dalli, S acceita pelos tolos e incoua-
cientes directores, os quaes, servindo uisso de
verdadeiros instrumentos, estao enverg .libados do
oeu acto, e proeuram a todo o transe fugir su*
responsabilidade.
Qncitio presiiieute tSVS a leviandade de dis r-
me, que eu igava ao ftctj mais importancia, do
que elle mereca !...
De duas, urna: ou esse senhor disse tal cousa por
verdadera tolice, ou entao ala cpaz de ecnti
inciit s nobres, e nao com/rebende o que seja urna
u8 -i;a aod bros di boia-ui.
Nao, Srs. directores do Club ; si de vossa par
te, si em vj, esto obliterados os sentimeutos da
ulorizfi-o, poib^a fazer dfee o so
lhe CJvier. ^ile V. S. ..ioi|[o, atnato
iri"; ido, Jos Mari* 3a S'd% i
Hmidos e baixos
dmenos .
Mascavado
Bruto ....
Rtame .
1*500 a 14700
1^300 a i 54'"i
1*040 a U100
900 a ltiOO
*700 a *800
A
que
e obri^'
des -Rect'ff, 30 do Abril da M-S.
Esta va sellado com drha estsMWlba de
duzentoa ris. e inutilisada d.. s
gninte : liec-bedoria, 11 .djt-^SDJo de
L8S6. .4f-.Tt.to BAa
R-'oonhe^o a firma retro,
rafas do dito preparado se acha completa
ment boa.
Recife, d de Agosto de 1883.
O major Justino Rodrigues da Silvoira.
Estava sellado com urna estampilha de
duzentos ris e inutilisada da maneira se-
guinte : Recebedoria de Peruambuco, 10
de Setembro de 1883. Ullysses F. de Al-
buquerque.
Reconheja n firma Bupra.Recife, 12
de Setembro de 1833.Eu testemunho
Ao verdade 'sigua!) o tabelliao publico in
teriuo, Jos Carlos de S
N. 13
Attesto que, soffrondo 'de ataques bc-
morrboidaos, cujo peor effeit era grande
perda de sangue, acho-ma restabelecido
cora o uso do Elixir Depurativo, propira
do pelo Sr. Angelino Jos aos Santos An-
drade, o por ser verdade passo o presente,
autorsando o seu uso como conver aj
mesmo Sr. Andrade
Recife, 30 de Abril do 1887.
Francisco da Silva Miranda.
Eatava sellada coro urna estampilha de
20 rs. e inutilisada da maneira seguinto :
Recebedoria, 28 do Junho de 1387.
Alfonso M- Rola. Reconheco a firma su-
pra. Recife, 10 de Agosto de 1887 Em
testemunho de verdade (signal) o tabelliao
publico, Apolinario Florentino de Albu
querque Maranhao.
N. 14
111 m. Sr. Angelino Jos dos Santos An
draje. Eu abaixo assiguado declaro a
bem da verdade,, que sotfrendo um anno
e poucos mezes de urnas escrfulas, que
tomaram carcter gravo e serio, ten.lo es-
gotado a medicina e outros remedios, usei
do licor .denominado < Elixir Depurativo
do hangue n com to bom resultado,
que me acho completamente curado, como
tambera do outros incDinmoJos qua sof
fra.
Aproveitando aqu a occasio fa<; > ao
Sr. Angelino Jos dos Santos Andrale,
autor do til preparado, os meas votos de
eterna gratidao, podendo deste fazer o usj
que quizar e convior.
Rocife, 13 de D-zembro de 1834.
Jote Affonsodos Santos Lima.
Estava devidameuto sellado com urna
estampilha de 200 rs.
R-conbego a firma supra. Recife, 26 da
Janeiro de 1835. Em testemunho de v-r
dade (sigual) o tabelliao publico, Apolina-
rio Florentino de Albuq lerque Maralo.
N. 15
Illlm. Sr. Angelino.-Rcfe, 1 de Mar-
go de 1881.A presente toas por fin pro-
clamar anda mais o poder curativo do
seu valioso Elixir. Victima le urna
infeejao syphilitica que se pronunciou cora
o appareeimento de alguas p^quaaos can-
cros venreos, recorr aos meios aconso-
lbados pela sciencia medica, e dentro era
poujos aias acbava-rae livre de incoramo-
do. Durou pouco a minha illuso, visto
como, coraecei a soffrer de engorgitamen-
tos glandulares sobre a orellia esquerda
que tratei de contrariar cora prescripao
melia.
escrivSo do sello, Affonso Beda. Reconhe-
co a firma retro. Racife, 19 de Agosto de
1884. Em testemunho de verdade (signal)
o tabelliao publico interino, Jos Carlos
de S.
Conqoinla aullarlas
S
Milton disse em um dj seus melbores sonetos :
A pas ten suas victimas
Nao meaos celebradas que a guerra.
As victorias que a salsaparrilba de Bristol te n
diariamente alcancado pelo espado de 35 anuos,
pertencem a essa classe o re m occasiona n derrota
e eitermiuav'io de quasi todas as molestias hu-
manas.
As afdccoes escrofulosas foram anniquilaias, os
cancros extirpados, os aocessos, as erujeoes des-
arraigadas, as ali'.-ico'3 do figado desvanecidas e
subjugadas rpidamente, todas as desorden pro-
duzidas pela condicao mrbida das secrecoes e da
corrupcao do saogue.
Centenares de casos desesperados, como aquelle
de Alejo Rodrguez, de Santiago, cuja lingua, boc-
ea e msculos taeiaes baviam desapparucido qoui
completamente; tiveram um resultado tnuuiphoi
te, e bem sabido que em mais de Tinte mil casos
as enfermidsdes externas ro lis malignas, foram
permanentemente curadas com a salsaparrilha de
Bristol.
Euc utra-se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Porstcr ic C.
ra do Commercio n. 8.
Maso de 1886 Em tosteiuunho de verda-
Nh (signal) o tabelliao publico, Apolinario
Florentino de Albuquerque Maranhi.
N. 12
Attesto que o preparado do Sr. Angeli-
no Jos dos Santos Andrade, sera a me-
uor duvida de grande utlidade, porquanto
est&ndo urna senbora de minha familia a
soffrer de feridas as pernas, ba cerca de
seis bnnos, e tendo sgotado todos os re-
medios de boti a, j wtava desacorogoada
de ficar boa, entretanto que com tres gar
PROCIl VM 1A
DA
Fesla de tesa Senhora da Penha
Anda este anno a excelsa virgi'm Senhora da
Penha reccb ira do catbolico povo do Pernambuco
as mais significativas provas de sua nunca des-
me'rtida devogio e amor.
A's 4 boras da madrugada do dia 4 do corrente,
domingo prximo, o vastiaaimo templo da feulia
regor^itar de fiis que pressuros'.s iro p:estao
bomeuagem a virgem canta, assistindo ao Santo
Sacrificio da Missa, que ser celebrada em teucao
dos bemfeitores que eontribuiram com seu obul
ao resp!cador da fe-ata ; iiuine Jlatamente depois
du,'a en'rar outra missa rezada.
A's 7 hirai damanb haver urna missa acampa-
nhada do oryai e distribuivaj da Sagrada Ivjcha-
riati i em eommunhaog'ral aos fiis que para
acto mmiueute de moja retigo se apresentar^m
trazen o as devidas diapos:coca da alma e do
corpo
Tocar nos intervallos a msica marcial do 2o
de linba linJas pe?s ; em seguida a counnu illa i
geral rezar-sc-ha ootra uiissa em accao de ^racas.
A missa soleinae-entrar depois de cantada as
tercias, s 1 i horas do da, e exeeutar se-ha sob
a regeucia do distuc'o prifessor Rosas a graudi-
oruhestra do celebre Coat, com credo do immortal
Mercadete.
A tribuna sagrad i ser oceupada pelo missio-
nario CapucUtuho Fre Ceteabao de 4 eaavoli ;
anres d-* sericao a orcbetra executar urna linda
syrophouia initolad i Ueprezalia.
Fiuda a missa (Matada t-r lugar aioda no al-
tar de MOMa Senhora da Peuha urna iniasa rezada
para c .nmolo daquelles que uo tivessem podido
assistir solemne.
A tarde, s t horas, depois do sermao qae ser
proferido p> i i digno srefeito da Peuba, entoar-
ae-ia solecuu Te-eam om a billa msica do
maestro Luany, e fiudar-se-ha o acto com a ben-
ci> ^antiaaimo Saeramflato
S. lixe. Rcvuta. o Sr. nispo diocesano se digna-
r aluciar ueste aeto. Tanto na missa QOSBO iif
Te-Deum, HSdistiro as prime ras autoridades da
provueia com suas Exmas familias ; prestar as
continencia i do astykl i ijnarda de bonra dj 14
de linba ; diversas mu ieas inareaes, pistfdas in
vnnoa poutoa di paleo da P.-uha, tocando alter-
, uadameute aa melu Tes psoas do seus respectivos
M-'lhorei dos incoramodos glandulares, : repertorios, mantera) altura do eutbuaiasmo o
porern, para maior iufelicidado minha | brilhautismo da aoleai nade.
fui atacado de fortes dores nevralgtcas, KafaoUesde mm edis da fests % frente
,_ i j j i i do magestoso templo de N-'Ssa S .-iih^ra da Penha
sobre a parte superior da teSta, dando lu- w ^^ giorM, .presonUndo
gar ditas dores ao apparecimeato de u na
urna exostose, que multo me assustou. Foi
neste estado que^racorri ao seu a Elixir
ser illuminado a gioruo, aprescutaad) assim a
linda e 8S .mbrosa viata apr ciada j em outros
aliaos.
*J"" "a grayas ao "S1 rjae ^2 exelirsiv^fn-nt
dell", tomando tres g
suas determin-yoes, acbo-ma perf'taiueu
fO djv vista
uares.......
'.ns........
taha........
damburg........
i >a e Porto.....
ocipais eidades de Portu-
gal........
\ew-York......
iio Loxdoh Bahk :
22 3/4
418
517
2U
22 1/2
42>
422
522
236
211
2*220
- HO djo vista
, ; adres .
.ris. .
a. *
lamburgo
rturai
York
. )o EaoLisii Bnx :
3/4 22 1/2
418 422
422
518 r)23
234 186
2*220
Cotarao de alcoda*
Manteve-se a de tOo por 15 kilos, para o de
1 .* sorte do serto.
Entrada* de aunucnr e algodao
HEZ DE AGOSTO
Assucar
' Entradas Das
riarcacas...... 1 30
Va-terrea do Caruar 1 30
Animaea...... 1 31
Via-terrea de S. Francisco 1 30
Via-tcrrea de Limoeiro 1 31
Somma.
Algodao
Entradas
iarcacas...... 1
Vapores ...... 1
Via-ferrea de Caraira 1
Auimaes...... 1
Via-ten ea de S. Francisco 1
Via-forrea de Limoeiro 1
Somma.
HEZ DE SETEMBHO
As.ucar
Barcacas
Auimaes
Barcacas
Diaa
30
27
a Jl
i 31
30
31
1
o 2
Saceos
1.479
33t
318
3.857
259
7.245
Saccas
1.138
4.742
18.1
3.024
395
1.750
AS IN'C'.EDULOS ^
"arrafas, confur.ue j C abaixo assiguado, attesta e jura se for pre-
ciso, qu soBVeu maiti s mezes da rheamatnismo,
i comecado no pescoco e que em p uco tempo esten-
te restablecido, tend a exostose cedido, deu.g(, p)r todo 0 corp, Ht og p8( ficandoentre.
logo s priraeiras d3es. E' esta a pura vado e servido por outras p-ssoas : tratou-se com
vi-rdade, e em bm da humaniiade pode esmero sem poupar nada, e j desanimado como
V. S faaer desU expo-ico o uso que en-i mu,t) 3 f"r. Ia esp-ra.^a de sarar, resolveu
, r t tomar o Anti rh-U'nstic< Paulistane, espccialidale
tenuer. i d) phi.rmaceu:icoLui Culos e que teiicidade! ha
Da V. S attento venerador i criado
Pedro Aloes Barbosa,
Estava sellado com urna estampilha do
200 ra. e inutilisada da msueira seguinte :
Recebadaria, 14 de Agosto de l8o". O
Para Lisboa, S. rinmaraes & O. 20 saceos com
1,600 kilos de assucar brauco e 10 ditos com 750
ditos de dito mas-avado.
Para o Porto, 31. Lima & C. 80 couros sslgados
cem OtO kilos ; A. C. da Silva 200 saceos com
lt.OJl) litros de farnha de maudioca ; Gomes &
Poreira 1 cana com 6,'X)> cigarros e 1 dita com
30 kilos depilvilho.
Para o t'nrenor
= No hiate nacional Bom Jess, carregou :
Para o Natal, M. J. Pessoa 45 saceos com fari-
nba de mandioca.
Na barcada Maria O.'ympia, carregaram :
Para farahyba, M. Lopes & C 35,000 kilos
de sebo.
Rendinieutos pabllcos
HEZ DK SKTEHBBO
Aljandeya
Renda eeral
-1
dem e 2
45:193.410
4:lG7t3
Reada provincial :
De 1
dem de 2
5:1491561
4:1749O0
11.231
452
68
Recebedoria promnmm
He 1 87144
Id mu Je 2 2414869
Algoiao
72
90 djv vista
ixindres....... 22 3/4 22 1 2
Paos........ 417 421
421
17 522
234
incpae cidadeg de Poitu-
-...... , . 241
.iba dos Actores .... # , 244
i ba daJladeira .... w-Tork ...... 241
24220
Cosaca de aanarar
{Para o agricultor*)
Por 15 kilos
raneo, os melhores que
appaiec(,m no mercado,
regulam Je ....
serte boa.....
regalar.....
24200 a 24400
1*900 a 24100
14700 a 148 JO
l'rclamint i
Foi fechado hontem o do l_-ar noruegueose
Freidig, para carregar no Rio Grande do Norte,
com desuno a Liverpool, algodao a 3/8 e 5 0/0.
Vapor dsipacbado
Vajor ingiez Merchant, sahido hontem, levou
para :
Liverpool : 2.719 saceos com assucar masca va
do, 800 ditos com caror;oB de algodao, 411 ditos
com sementes de carrapato, 375 naccso com algo-
dao, 200 toneladas de ossea a 50 ditas de pontas
de boi.
Car.-egirsm diversos.
Nato* a carca
Brigue portuguez Armando, para o Porto.
Patacho Dglez Tiber, para os Estados-Unidos.
Vapor luglez Orator, para Liverpool.
Vapor fraocez Ville de llacet, para o Havre.
>avlo a aeajearaa
iiarca n-.cionai Maricnninha, xarqae.
Barca norueguense Nina, carvo de pedra.
Barca dinamarquesa Jorgen J. Lott, carvo de
pedra.
Barca noraeguense fetrus, maieira.
Barca uorue^uense Veroaica, madeira.
Barca nacional Maria Angelina, gorduras.
Barca nacional Marinho XI, gorduras.
Barca noruegutnse Hxpedil, varis gneros.
Brigne mgl z Ephratah, carvo de pedra.
Escuna tii lamarqutza 'ides, xarque.
Lagar noruegueoae Siriut, varios gneros.
Lugar ug'ea Gakdvnia, varios gneros.
Lcat ingiez Vedon'a, baealho
Patacho dinamarqj" lae Charlotte, sal.
Patacho portugu- lenta'tva, gorduras.
Patacho iu jlez Silvia, bacalbo.
Vapor nacional Giqui, varios gneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros
Pauta da tlfanilega
BBMAXA DB 29 DE OOSTO A 3 DE SETEMBaO
DB 1S89
(Vide o D ario de 28 de Agosto
Memorial
Em 23 do corrente, termina o prazo do 30 das
conced lo aos subscriptores da nova emissao de
accoes para o levaut.tinento da fabrica na Torre,
perteucente a Compamia db FiacIo e Tbcidos de
Peenambcco, parn uagumeuto da segunda presta-
yin im razao de 25 0/0.
At o dia 29 do corrate, devora os accionistas
da Companhia le Eivicac,Xo entrar com aoitava
prestacio, na raza de 10 0/J soora o.Valor das
respectivas acioei. m
Aos accionista-: da Estrada de Febbo do Ribei
bao ao Bonito foi marcado o prazo de 60 das, t
contar de 4 de Agosto, para realizarem a 7.' en
tiada de 10 0/0 de suaa accoes.
Com o descouto de 4 0/0 e at 30 de Seteab-o
vindoaro, serio substituidas na Thbsocbaria db
Fazenda as notas do valor de 24000 da 5. estam-
pa, 54000 da 7.* e 104000 da 6.a
Inportaco
Vapor nacional Ipojuca, chegado dos port03 do
norte em lu de Setembro e consignado a Compa-
ii na Pernambucaua, mamfestou :
Algodao tm rama 1,000 saccas a Pereira Car-
n iro & C, 48 a Browu flt C.
Borracha 34 barrica- a J. Krause & Z.
Barricas vazias 50 volumej a Pereira Pinto &
Companhia.
Caf 30 saceos a Pereira Carueiro & C, 13 a
Goma de Mattos Irmis.
Chapeos de palha 8 pacotcs ordem.
Couros salgados seceos 24 a Joo Paes de Oli-
veira.
Courinhos 16 fardos a Abe Stein & C, 10 a H.
Lundgren & C, 5 a H. Stolzen Jiek & C 2 a H.
Borle & C.
Gomma 8 barricas a H. Nuesch & C.
ExportUo
ucm, > db setkmbro de 1887
^fara o exieruir
No vapor ing'ez Orator, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater Se C- 595 saceos com
4 1,625 kilos de assucar mascavado.
No vapor ingiez Merchant, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater & C. 397 saccas com
26,791 kilos de algodao.
No vapor ingiez Thales, carregaram :
Para Liverpool. P. Carneiro C. 1,000 saccas
Ct-in 'J,814 kilos da algodao.
No vapor francs Ville de Mac.i, carre-
garam :
Para o Havre, A. Labille 100 saccas com 7,831
1| kilos de algoiao e 1,310 couros verdes com
28,140 kilos ; t Burle di C. 65 couros verdes
ero 5,565 kilos.
No vapor francez Gironde, carregou :
Para Buenos Ayres, J. L. de Barros 10,010
C coa, fructa.
No brigue portugaez Armando, cSrreg-I Foi arrecadado liquido at boje
a i Procos do da :
uns de qaatro mezes que nao sent o mnimo in-
commodo! Descjaudo que o bem chegue para
todos, o motivo real porque d este attestado.
Jo.vo.cim Diniz Valois
S. Carlos do Pinhal, 22 de ezembro de 1885.
Dep isitarioa : Francisco Ha i i 1 da Silva & C.
droguistas. Ja ra Marques d O lio Ja n. 2'i.
94.3564203
9:3241461
Recite Drainage
el
I den da 2
2:206J341
3:2154002
103.6804661
329013
5:4214343
errado Municipal de i. Juie
O movnneDto deste Mercado no dia 2 de Setem-
bro foi o seguinte:
i raram :
30 1/2 bois pesando 4,226 kilos, sendo de Oliveira
Castro, 15 1/2 ditos de 1 qualidade, 1 de 2
e 14 ditos particulares.
623 kilos de peixe a 20 ris 124460
74 cargas de farinha a 200 ris 144800
28 ditas de fructas diversas a
300 rs. 84400
13 taboleiros a 200 ris 24600
111 Sumos a 200 ris 24000
Foram oceupados :
24 columnas a 600 res 1444Q0
22 comoartimeutoa de farinha a
500 ris. 114030
_'! ditos de comida a 500 ris 124000
60 ditos de ieguines a 400 ris 244000
30 ditos de fazendas a 400 ris 124000
19 ditos do suino a 700 ris 134300
11 ditos de treasuras a 600 ris 6*600
II ralbos a 24 204000
8 ditos a 14 840biu
A O.iveira Castro & C.:
54 talhos a 14 54400C
i)rve ter sido arrecadada neates dis
a quantiado 2154560
Carne verde de 20 > a *00 rea o kilo.
Carueiro de 720 a 80) ris idem.
Sumos de 560 a 610 ris idem.
farinha de 203 a 'Jl) ris a cuia.
Milbo de 240 a 320 ris idem
Peijo de 640 a 140JO idem.
Maiadouro Publco
Foram abatidas ncMatadouro da Cabanga 73
rezos para o consumo do dia 2 de Se temo ro.
Sendo: 46 rezea pertencenta a Oliveira Castre,
Si C, e27 a diversos.
Das 46 rezes perteucentes aos Srs. Oliv eir Cas-
' tro & C, 1 foi para a caldeira.
EmbarcacfteM nui-taa ao porto em
9 de Selenibro
NACIOMAES
Armandoconsg. Loyo & Filho.
GiquiA Companhia Pernambucaua.
Ipojuca Companhia Pernambucaua.
Jaguaribe Companhia Pernambucaua.
Lamego (canhoneira de guerra).
Marianniihaconsig. a Baltar Oliveira & C.
Marinho XI Jos da Silva Loyo & Filho.
Maria Angelina& Liyo & Filho.
Pirapama Compaubia Pernambucana.
E3TRANGEIKAS
Anne Charlotteconsig. ordem.
Caledona Livramento & C.
Expedit Fooseca Irmaos 4 C.
Ephratah ordem
Fdes ordem.
Frita4 H. Lundgrin & C.
Freidig Ordem.
Jorgen J. I.otz ordem.
Merchanta S. L. Johnston.
Nina ordem.
Orator S. L. Johnston.
Petras Pereira Carneiro & C.
Sirius II. rmauu Lundgrin <- C.
Silvia Sannders Brothers & C. p
Tentativa Amorim Irmaos & C.
Tiber Saunders Brothers & C.
Uuion II. Lundgrin & C.
Vernica ordem.
Ville de Maceii Auguste Labille.
Ved-aia Saunders Brothers 4 C.
O signal indica ter a embarcacao sahido.
Ao publico
O abaixo assignado communiea que retir a-s"*
temporariamente da cidade de Olinda para a co-
marca de Nazareth, por grave incommodo de sa-
de de pessoa de sua familia.
Olinda, 31 de Agosto de 1887.
Mereulano Cavalcante de Albuquerque.
J5mulso de Lanman
& Kemp
A Einul8ao de oleo de figado de baca-
lbo com os hipophosphitos de cal, soda e
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanman & Kemp de Nova York,
melhor, a mais perfeita, e a mais efficaz e
agradavel que at agora se tem cfferecido
ao publico.
E' um regenerador poderoso das onst-
tuicoes debis e um remedio certo para
todas as affeocoes do peito, da garganta e
dos pulmSes.
sese s a Emullo de Lanman &
Kemp nao confuudindo-a com as outras.
Vende-so em todas as drogaras e phar-
macias.
Documento Importante (5)
Dia a da vai augmentando o coasumo do Pc-
toral de Cambar, o remedio soberano para as mo-
lestias do p.-ito o que to brilhautes provas j tem
dad) da sua u^n !e emeacia.
U jorualismo de quasi tod > o Imperio uilo tem
deixado do elogiar este excedente preparado ; a
ciencia cousagrou-o cloqu iitun'ute, por meio de
Sttestadoa valioios, firmados por iiastres apost-
los da mediciua ; o povo, essa grand? forsa, que
ropreseiita a voz de Deus, tem prestado as mais
eluq.cutes provas de neonhecimeato pelos benefi-
cios prestados humanidade pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque nada mais digno dos
elogios da impreusa, da oneagraeao da ^ciencia e
da gratidao popular, do que aqulo que se destina
4 cura das eufermi jadea que mais aHigem e uiaior
nial causam humtnidade.
Acabamos de ir nos tres ma3 importantes e
conceituadoa jornaes da corte, o Jornal do Com-
mereio, Paiz e Gazeta de Notician, ama eloquente
prova do que levamos dito, prova que vera juntar-
te as mutas que j teem sido publicadas.
O Exin. Sr. Bar.io de Aveiiar Rezende, impor-
tan tazeiidcro, proprietario da fazenda de Mat-
to-Deutro, na estrada de ferro Leopoldina (esta-
ca de Sauta Isabel), que liga o Rio de Janeiro
provincia de Minas Geraes, dirigio-se, pela im-
pntnstv, ao descubridor e preparador do Peitoral
de Cambar, nos termos mais lisougeiros, que con-
atitue uui valioso e importaute docuaento, cuja
eitura recommendamas a tojos quauto se interes-
saro pelo bem estar da humauidade.
Eis o documento :
Illro. Sr. Jos Alvares de Souza Soares.
Atacado de urna forte rouquidao. e sem ter tido
a livio al^um com o uo te maitos me i n i
tos receitados, experimente! o seu zarope, Pfi-
tobal ok Cambar, e em pobos dias a molestia
cedeu completamente.
Depois d'eate facto tenho aconselbado a di-
_versas pessoas o seu remedio, e todas teem lo-
grado os melhores resultados. Queira, pois, re-
ceber mhihas siuceras felicitavoea.
Bardo de Avellar Rezende.
Fazenda do Mattu-Dentro, estacao de SautaIsa-
bel, esirad i de ferro Leopoldina, 18 de Janeiro
. de 1837.
O referido preparado vende-se na agencia 4
cargo dos Srs. Francisco Mauoel da Sil-
va dt C. i 'i > Marques de Olinda n. 23.
Fraseo 2450O, meia duzia 13 e duza 2l.
A agencia euvia a quem pedir, condicoes im-
ressas para as vendas por atacado.
EDITES
O Dr. Manoel da Silva Reg, cffi Jal da imperial
ordem da Rosa e juiz de direito do 4o districto
crimiual desta Comarca do Recife, etc.
Face sab r pelo presente edita!, OO^mido de
proceder-ac a reviso do alistanienti ciToV^I das
fre;;uezias que compSem este districto, Boa-Vista
Craya, em curnprimento do disposto no art. 16
do decreto n.813 de 13 de Agosto de 1881, con-
vido a todos os cidadaos que tiverem de requerer
a sua inclusao ou eliminauao de outros, a apresen-
tarem seus requerimentos no prazo de 30 dias, 1 a
3U de Setembro, na ra larga do Rosario n. 10,
2- audar, primeiro cartorio deste juizo, das 10
horas da manha s 4 da tarde.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente, que ser4 publicado pela
im-ironsa e afxado as retpectivas freguezias.
Recif-, 31 de Agosti de 1887.
Eu Luiz da Veiga Pessoa, escrivo, o subscrevi.
Manoel da Silva Reg.
DA EOBOFA
Girondeboje.
Ville de Babiaa 6.
Tamara 10.
Nevaa 24.
Anthora 19.
Fio aneea 9.
Tiboramanh.
DI LIVERPOOL
DE EW-POBT
DE TRIESTE
Vaporen ablr
Gironde boje, ao meio dia, para Buenos-Ayres
e escala.
Gamillo hoje, s 5 horas da tarde, para os por-
tos do sul.
Ville de Macei hoje, s 2 horas da tarde, para
o Havre.
Corrientesh je, 4 tarde, para Hamburgo, tocan-
do em Lisboa.
AJvance a 6, s 5 horas da tarde, pata New-
Yo:k e escala.
Ipojuca a 8, s 5 h'.ras da tarde, para Cear e
escala.
Ville de Babia a 7, s 5 horas da tarde, para
Santos e escala.
Manos a 7, s 5 horas da tarde, para os partos
do norte.
Jaguaribe a 9, s 5 horas da tarde, para Bahia
e escala.
Finaneea 10, s 9 horas, para Rio de Janeiro e
escala.
Tamar a 10, 4 1 hora da tarde, para Bjeaos-
Ayr<:s e ecala.
Xa i ion entrar
Antelopde llamburgo.
Charityde Cardiff.
Citodo Rio de Janeiro.
Farward-de Liverpool.
II ir di-de Cardifi.
Ibisde New-port.
Josvaie CardiS.
K^ffir Cbieff-de Cardiff.
Lidadordo Rio Grande do Sul.
Manedo Rio de Janeiro.
tfariettado Rio Grande d Sal.
Marinho Ido Rio Grande do Sal.
Mary AnneJe New-port.
Positivo -do Rio Graude do Sul.
P. A. Munch -de New-port.
Stella le Liverpool.
Temerariodo Porto.
Withelminede Hamburgo.
Wild Risede New-port.
WandererJe Liverpool.
Rendiment do dial"
raa
Proco do dia
2084640
4244200
Vaporea a entrar
DOS POBTOS DO SCL
Corrienteshoje.
Guaby amanh.
Drydona 5.
Advancea 5.
Manosa 6.
Thalesa 11.
Galiciaa 12.
Mendegoa 14.
Pernamoucoa 16.
Marinho Viscondea 25.
Camilloa 27.
Tagusa 29.
DOS POBTOS DO NOETO
Camillohoje.
Paraa 13.
Espirito Santoa 23.
tlovinieuto do porto
Navios entrados no dia
Santos e escala8 dias, vapor francez Ville de
Macei, de 1,775 toneladas, commandante
Emil Fanchevre, eqmpapem 41, carga varios
gneros; a AugustoLabille.
Terra-Nova40 dias, lugar ingiez Vidonia,
de 196 toneladas, capitao James Wilson, eqm
pagem 8, carga baealho ; a Saunders Brothurs
4C.
Sahidosno mesvo dia
Liverpoolvapor ingles Merchaut, comman-
dante J. D. Platts; carga varios gneros.
Rio-Granie do NorteHiate nacional t Bom
Jess, mestre Clementino Jos du Macedo ;
carga varios generes.
1


V
<


'
riiMn
i


Diario de PernambucoSabbado 3 de Setembro de 1887
1
/
O Dr. Jos Antonio Correia da Silva, ca-
vslheiro da imperial crdera da Ohristo,
juiz do direito da comarca de Olind,
por Sua Mageatade o Imperador, que
Deus guarde, etc.
Fas saber eos que o presente edital virem, que
deve comecar hoje a revso da aliataineuto eiei-
:or.il das parocbias de S. Salvador, Beberibe e
Mar dnguape, em cumprimento do regulaooento do
i 130 16 do decreto n. 8,213, de 13 de Agosto de
1801, pelo que sao convidados os nteressadoi a
apresentarem suas peticoes no praso de 30 dias, a
ir desta data, na ra de S. Pedro Martyr a,
16, das 10 horas da mauu as 3 da Urde, para in-
jluso, eliminacao, altrnelo e declarscoes quanto
as inudancis de domicilios, devendo as peticSes
a inclusao seren acompanhadas dos docu-
mentos legaes, escriptas e aasignadas pelos pro-
prios peticionarios e a firma e letra reconhecida
Dor tabellio.
E para constar mandei paasar o presente que
era alHxado em todas as parocbias e publicado
impresaja.
Oliuda, 1 de Setembro de 18o7.
Li:. Joo Thtedouiiro da Costa Monteiro, escri-
tSo, o escrivi.
Jos Antonio Correia da Silva.
Doro Jos Pereira da Silva B arros, por
Herc de Deus, e da Santa S Aposto-
Uoa, Bispo de Olinda, do Conselho do S.
M. o Imperador etc.
Facemos saber, que resolvemos por em concurso
quintes freguezias vagas deste Biapado : Sau-
.nio Sacramento de Sauto Antonio do Recite,
ahora dos Prazeres de Marangu i e, Nossa
Senhora da Conceicao de Itamarac, Nossa Senhora
io U aterro de Itainb, Nossa Senhora da Lu,
'Anna de Grvala. 8. Miguel de Ipojuca,
M Saab ra do O' do Alrinbo, S. Jos do Kio
Formoo, Nossa Senhcn da Conceicao de Alag i
. Nossa Senbora da S*Je de Tacarat,
S. J,t do Belmonte, Bom Jess dos Remedios de
Aiogitdos de Ingazeira, Nona S nhira da Conciei-
lo Paj de Flores, Bom Jess dos Ainos de
Fazmda Granle (Floresta), Santa Mara Raiuha
Arijos de PeToliua, Nossa Seuhcra da Assump-
e S. Gron^ato de Cabrob, Santa Mara d Boa
>. (alto aerto), Nossa Senhora das Montanhas
de Cimbres, S.tnt'Anna do Leopoldiua, Sauto An-
: ) de Salguciro, Nossa Seuhora da Couceijao
a Pedra, B m Jess dos Aflictos do Ei, Nossa
aV uhora do B-im Conaelho de Grauito, Noaaa Se-
ra da Conceicao do Beilo Jardim, Nossa Senho-
ra da Conceicao de Aguas Bellas, Jess Mara
Jos de Papacaca, e Nossa Senbora da Conceicao
te Ctrrentes ; uesta provincia de Pernambuco:
Bom Jess do Pasno de Canwragibe, S. Luis de
Q inunde, Nossa Senhora da Coucei^io de Matta
Grande, Sant'Anua de Ip-.uema, S. Beiito de i'or-
i Calvo fltaragogr), Nossa Senhora da Aprescn-
... de Porto Calvo, Nossa Senhora da ConccicSo
le Porto Keal do Coilegio, Bom Jess do Bom Fi:n
Asa mblea, Nossa Senhora do Bom Couselho da
uuda, S. Joao Baptista da Eereja Nova e
S. Friiucicco dc*Borja de piassabuss, na provin-
ia das Aiagas : Nossa S-uhora da Cmceico
. Villa do&'iide (Jacoc*), S. Miguel da Babia da
Nossa Senhora da Concejero de Gurinhem,
\" ssa Senhora da Boa-Viagem de Alago* Grande,
la Seubort da Conceico uhora da Luz de Independencia (Guara-
i, Nossa Senhora da Luz de P.rira Larada,
Nossa Senhora da Guia de Pitos, Nossa Senhora
dss Milagres do Brejo do Cruz, Nossa Senbora
Remedios do Catle do Rocha. N asa S uhora
do Bom Suceesso de Puinbal, Santo ^utouio de
I Smhora di C nceicio de Pianc,
la S -.ihcra do Bom Conseibo de Plane, Noss
Seubora da Conceicao de Misericordia, S. Jos de
Pirauhas, Bom Je6us do Bom Fin de Serra da
H&iz, Noasa Senhora da Concicaj da Cimpina
Gran le, o >. SebastiSo de Pieuby, na provincia
da Parahyb*: Nossi Beobora da Conceicao de
Macabyua (out'ora S. Gonzalo de Aoiiraniho),
X ssa Seabora da Cunceico de Mac.u, ^aut'Auua
de Mattos, S. Joo Baptista do Asa, Nossa Se-
njura da Cmceico o Azevedo (Jardim),Sut'An-
lo Sendo (Priucip'), S. Julo Baptista de Por
i A; gve, N;sa Senbora da Couceico de Pao dos
Ferros, S Miguel de Pao dos Ferros, S. Jola Bup-
de Ares, N^s.-a Senhora da Conceicao de Nova
., e Sant'Anna de Carraca NoVOS, na provincia
-o liio Grande do Norte.
IV>4o o Bewreodo Sacerdote ou Clrigo, que
r alguma destas freguezias, dever apre-
eutar o seu requerimento instruido com documen-
ii forma de direit que coroprovm as suas
lubiliUcs, vida, costume, e servics ; e na nos-
,mara assignai termo dentro do prazo de
: ,s i contar desta data, fiado o qutl uenhum
ment ser mais recebido : e no da 30 do
de Novembro deste anno se proceder ao con-
), no qual os concurrentes tarao um exposi-
l homila sobre texto do Evangelho, que
.'larmie, e respjndero a 9 crsos do Moral e
.eia. Feito o concursa, propnemos os mais
M dos approvados a S. M. tapara), na rm
stume. Dado, em nosso Palacio da Ssledade
la eidi.de do Recife, ao Io de Setembro de 1887.
Eu padre Valeriano de Allelaia Correia, escrivao
.loira Eoelesia8tica. que o escrevi.
^ja Jos. Bispo Diocesano.
Aaaoclafo dos rancelooarios pro
vlociaea de Peraanbaca
Elee^o para o conselho deliberativo
De ordem do Illm. Sr. presidente desta associa-
fJo, convido os senhores associados a comparece-
rem no da 7 do correte, pelas 10 horas da ma-
nb, di sle social, ra do Imperador n. 7], 1-
audar, para de coulormidade com o disposto no
art. 11 do acto da reforma dos estatutos, proce-
der-se a eleicao do conselho deliberativo que tem
de dirigir a mesina associaco no anno de 1887
1881 Kecife, 2 de Setembro de 1887. .
O 1* secretario,
Alfredo Rodrigues des Aojos.
Matriz (te Santo Antonio
Tenerarel triuanilade do SS. Sacrst-
ssseblo
De conformidade com as disposicoes do compro-
misso, convido aos irmos desta veneravel innan-
dade a c^mparecerjin no respectivo consistorio, s
10 boras da inanh do dia 4 do corrente, afim de
proceder-se a eleicao dos irmes que preencham
as vagas existentes na actual mesa regedora.
Consistorio, ^ de Setembro de 1887.
O e6crivo,
Das Quintal.
Companha
DE
De ordem do Exm. Sr. consellieiro director in-
terino, e de conformidad'' com o art. 19 da le n.
3013 de Novembro de 1880, fi. a aborta nesta se-
cretaria al o dia 9 de Setembro prximo, 1
hora da tarde, a concurrencia para a impressao da
lista treral dos alu unos matriculados nos diversos
annos desta Faculdade, com a deelaracao da fi.iu-
e,ao e naturalidade.
As pessoas que pretenderem contratar esea im-
pressao, devero apresentar proposta em cartas
fechadas e competentemente selladas at a refer
do dia 9. Nesta secretaria se podero dar infor-
mats e esclarecimci.tos de que precisarem os
concurrentes.
Secretaria da Faculdade de Direito do Rscife,
31 de Agosto de 1887.O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Elcir de um piofeftMor liara mem-
bro do conseibo Iliterario
De ordem do Dr. inspector geral, declaro aos
professores publieos de easino primario effectivos
e vitalicios, quer de u ., quer de oulro sexo, que
tendo de proceder-se a eleicao de um pro'eejor
pira meinbro do conselho Iliterario, devem na
fi-m do art. Io das iustrueces de 15 de Maio de
1885 e art. 18 17 do regulamento interno das
saclas, rcmetteiem a esta secretaria at o dia 14
de Novembro vindouro, os seus officios.
Secretara da instruccilo publica de Pernambu-
co, 1 de Agosto de 187.O secretario,
Pergentino S. de Araujo Galvao.
BiLARACOES
Companhia de Edifi-
ca^o
Communico aos ?rs accionistas que por deli-
.'iii da directora foi resolvido o recolhimento
ava prestacao na rasao de 10 por cento sob
or das respectivas ac(5es, o qusl dever rea-
-se at o dia 29 de Setembro prximo futuro.
Kecife, 29 de Agosto de 1887.
Ricardo Menezes,
Gerente.
Vicieadt' l'nio Commercial Bene-
fleeme dea Merelelroa
Assembla Gcral
Pelo presente s2o convidados tedos os senhores
m a comparecerem na sede ra Estreita do
.: io, domingo 4 do correte, s 1! horas da
b2| afim de eleger se aluns membros para
largos da administrado de 18S7 a 1888, em vista
incusas bavidas na eleicao de 14 de Agosto
roximo passado.
S'-cretaria da Assembla Geral, 1 de Setembro
O secretario.
Ai. Capilio.
tssuclaco dos fuaccionarlos pro
vinclacs de Pernambuco
Refirmt de estatutos
De ordem do Illm. Sr. presidente dusta associa-
convido todos os senhores socios effectivos a
.arecerem na sede social, no da 10 do corren
. B !|2 horas da tarde, afim de assistirew
i sessio da assembla geral extraordinariamente
onvocada a requerimento da maioria dos meamos
senhores associados para tralar-ee da reforma do
.tos. Recife, 2 de Setembn de 1887.
O 1' secretario,
Alfredo R-.drignes d.s Anjne.
A. P. B.
(mociaco portncaesa de llenen
eneia em Pernambuco
A rectora desta assoeiacao commuuica a to-
s senhores so.'ios e a quem interessar possa
ue as suas sesces orlinarias ti-rao lag.r na sede
i roa I rei'.a di R aario, nos dias atis, de
juiata-feira de ti.das as semanas, s 8 boras da
icite. Secretaria da directora, 1 de Setembro
O 1- secretario,
Ernesto da Silva Arauj i GuimaiSes.
Monte de Soceorro
carantidu pelo fcoverno Imperial
Teudo de verificar-se neste meza prescripeo
.-tdos de penliores vendidos em leilo de 21
- 'lembro de 1882, correspondentes a cautelas
,s. 6021,5076. 5083, 6096, 5106, 5112, 5113,
75, 5183, 5210. 5211, 5214 5231,
158, 5401, 5415, 5429, na foima
11 Jo rogulameuto de 2 de Abril de 1887,
M possuiaores das ref.-ridas cautelas a
eber ditos saldos antes de dar-se cum-
Mato disposiclo do supra citado regula-
mento.
fe 1 de Setembro de 1887.
0 garenfe,
Felino D. Ferreira Coelbo.
Goipnliia de hqi
De hoje por dianle os presos
dos Dialeriaes da Olaria a Vapor,
sordo regulados pela tabella se
guinle, sera descont:
Tjolus grossos formato com-
iiiiiin. milheiro 18$ Ditos for-
mato pequeo 16$ Telhas, mi-
lheiro 55$, Ladriihos de diver-
sos formatos 50^00,
Recife, 1 de Agsoto de 1887.
.MiiiitoMtm
GERENTE INTERINO-

DO
BRASIL
Capital 0,000:000*
dem rcalUatlo 8,000:0004
A caixa filial d'es'.c Banco funecionaado tem
porariam-inte ra do Commertio n. 38, saca,
vista ou a prazi, contra os s-iguintes correspon-
dentes no estrangeir' :
L-indra......... s/N. M. Rothschil & Sons.
Pars...........
Hamo ii _- .......'
Berlim..........I
({remante........,
Frankfui t s/ Main ,
Antuerpia......
Roma.........
jen iva.......
aples.......
Miiao e mais 340/
cidades de Ita- (
lia..........
Madrid........
Barcelona.....
Cdiz...........
Malaga.......
Tarragoni .....
Valencia e outrast
eidades da Hes I
paaba e Ibas 1
Canarias....../
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por- /
lugal e ilhas
Bueno8-Ayrcs...
Montevideo.....
Nova York......
Du llothschild Frrcs.
Deutsche Bank.
Banque d'Auvers.
Banct Genrale e i
agencias.
Banco Uypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal
suas agencias.
.)
English Bank of the Ri-
ver Pate. Limited.
G. Amsick & C.
Compra saques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em cinta corrente de movi-
mento coro juros a razao de 2% ao annoe por le-
tras a prazo a jaros convencionados.
O gerente,
William M Webster
Diligencias de Onda
Horario
r, 25
7.1*
8.25
9.9D
10.25
12.25
2.20
3.20
4.20
5.2U
6.23
7.40
8.40
9.40
? >>
SI so
< <
bD
o E

0 Ot
6.45 6.45
7.45 7.45
8 45 8.45
9.45 9.45
10.45 10.45
12.45 13.45
2.40 2.40
3.40 3.40
4.40 4.40
5.40 5.40
6.40 6.40
8.00 8 00
9.0J 9.00
10.00 10.00
a
U
7.05
8.05
9.05
10.05
11.05
1.05
3.0 i
4.00
5.00
6.00
7.00
8.20
9.20
10.20


Hrecos
Recife Olinda e vice-versa inclusive
o bond......... 300rs.
Meninos at 12 annos inclusive o bond. 200 rs.
Gabinete Portuguez de
Lellura
De ordem do Exm. Sr. Visconde da Silva Layo,
presidente da commissao ejecutiva, encarrrgada
de erigir o novo edificio para o Gabinete, con-
vocada ama reunio dos seuhores subscriptores do
tmprestirno contrabido para esse fin, a qual ter
lucrar em nossa sede, pelas 11 horas da manba de
quinta-f'ira 8 do correte, para trarar-se de as-
sumptos ei.ncern'ntes ao mesmo edificio.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco, 1 de S'tembr de 1887.
Francisco Cousseiro,
Scrvindo de 2- secretsrio.
Fiaf lo c tecidos de
Pernambuco
A directora t >z sciente aos senhores subscrip-
tores da nova emisso de aeros para o levanta-
ment da fabrica na Torre, que fica marcado o
prazo de 30 dias, desta data, para o pagamento
da segunda prestaco de 25 0/0, e autorisado o
Sr. tbesoureiro Jos Joo de Amorim Jnior, para
o recebimeoto, ra do Bom Jess n. 3.
Recife, 23 da Agosto de 1887.
Os directores
Manoel Jos da Silva Guimarles.
Henrique Saraiva,
Secretario.
Jos Joo de Araorim Jnior,
Tbesoureiro.
Obras Publicas
De ordem do Illm. Sr. engenheiro director geral
das Obras Publicas e de conformidade coma au-
torisacao de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
ae 13 e 20 do corrente, faco publico que no dia 15
ele Setembro, ao meio dia, na mesma reparucao.
recbese prepost >s para ix"cucao dos reparos da
cadea da cid^de. de Nazareth, oreados era......
426^800, do predio provincial que serve de escola
f ublica na villa de Barreiros, na importancia de
064000 e dos de que necessita a cadeia da cidade
ce Goyanna, no valor de 2:977^806.
Os ornamentos e clausulas especiaes para os
ri:sp -divos a ntratos acham se Besta secretaria
para serem examinados por aquefles que preten-
derem arrematar as mesmas obras, de accordo com
o que dispo.: os artigos 70 73, 89, 90, 92, 97
201, 106, 115 s 116 ao regulamento de 20 de Juobo
do corrente anao-
Secretaria da reparti,ao das Obras Publicas de
Pernambuco, em 27 de Agosto de 1887.
O engenheiro secretario,
Jaaquim Gomes de Oliveira e Silva.
Obras Publicas
De ordem do Ilim. Sr. engenheiro director geral
d is Obras Publicas e de conformidade com a or-
dem da presidencia da provincia de bootem da-
ti.da, fajo publico que no dia 22 de Setembro pr-
ximo vindouro, aa meio da, na mesma reparticao,
r -cebe-se propestas para execucao do reparos pre-
c sos na Casa de DeteooCo, oreados em 11:5854100.
O ornamento e as clausulas especiaes para o
contracto acbam-se nesta secrctaiia e sero apre-
sentados a squelles que pretenderen) arrematar a
mesma obra, de accordo com o que dispoe os arts.
7U a 73, 89 e 90, 92. 97 a 101, 106, 115 e 116, do
rtgulamento de 20 de Juoho do corrente auno.
Secretaria 1a Kepartico das Obras Publicas
era 30 de Agosto de 1887.
O engenheiro secretario,
Joaqnim Gomes de Oliveira e Silva.
Companhia de Edifica-
fo
Tendo assumido heje a gerencia desta compa-
nhia, aesim o fac/i constar para os fina convenien-
tes .
Recife, 29 de Agosto de 1887.
Ricardo Menezes,
Gerente.
< O Til t Min: DES HENMAtlB-
MK'M II All I llfll S
UNHA MENSAL
0 paquete Oironde
Commandante Minier
Espera-se da Eu
ropa at o dia 3 de
Setembro, seguin
do depois da de
mera da costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de alanelr* e Mmue
video
Lembra-se aos senhores passageirot de tudat
as claBses que ha lugares reservados para est
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que so seattender a reclain acoea por fal-
tas nos volumes que forem reconbecidas na occa-
sio da descarga,
Para carga, passagens, eucommendas e dinheir'
a frete : tracta-se com o
AGENTE
ingoste Labille
9 RA DO COMMERUIO9
Rio Grande do Sol e Pelotas
Segu com brevidade para as portos cima a
barca nacional Mar'ianinka ; para o resto da car-
ga que falta trata-se com Baltar Oliveira & C.
Bilisli BeK of Kio Oe Janeiro
Lirloil
Capital do Banco....... 1.000,000
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,OOP
A contar desta data e at ulterior reso-
lu^o, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os saldos do dinheiro
depositado em canta corrente de movimen-
to no rnesnio Banco.
Recebe-se tambein dinheiro em deposito
a juros por periodos determinados, ou su-
jeito ao aviso previo de-trinta dias para ser
retirase, mediante as condicSss de que se
dar conhecimento aos iateressados,
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
llenry K, Oregory,
Gerente.
1RM0S
Companhia isahiaua de navega-
cao a Vapor
PORTOS DO SUL
Machio, Villa Nova, tenedo, Aracaj,
Estancia e Baha
O vapor Guahj
Commandante Martina
E' esperado dos oortos aci
ma at o dia 4 de Setembro
e regressar para os mes-
moa, depois da demora docos-
tume.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei -
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tiua do Vigario7
Domingos Alves Malhens
~&0YALMAIL8TEA1 PACKET
C0IPAJ1Y
0 paquete Tamar
E' esperadodaEuropanodia
9 do corrente, seguinde
depois da demora neceasaa
ria para
Babia, Rio de Janeiro, Santos,
e Rio da Prata
0 paquete Mondego
efperado
do sul no dia 14 dr
corrente seguin le
Idcpois da demor
necessaria para
%. Vicente, Lisboa, vigo c Hou
thampton
Reducgao de passagens
Ida Ida e volta
A' Soutbampton 1* classe 28 42
Camarotes reservados para os pasa igeiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se -:"> os
Consignatarios
Amorim Irmos &C.
!U. 3 RA DO BOM JESS N. 3
COMPANHIA PEU^AMBtCi^l
DE
ftavegaco Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
ParahyLa, Natal, Macan, Mossar, Ara
caty e Cear
0 vapor Ipojua
Commandante Costa
Segu no dia 6 de
S'tembro, s 5 horaf
da tarde. Recebe
carga at o dia 5.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTOR10
Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
COHI'kMlu l>i:i!\AIIHtCI\A
DE
aiavegacSo costeira por vapor
fORTOS DO SUL
Hacei, Penedo, Aracaj e Baha
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 9 de
Setembro s 5 horas
-da tarde.
Recebe carga at e
Pdia 6. _
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
3 horas da tarde do dia 9.
ESCRTPTORIO
Ao Caes da Companhia Pemambucana
n. 12
Natal
Segu para o porto cima o byate Deus te
Guarde no dia 6 do corrente, por j ter parte do
carregamento contractado. para o resto, trata-se
na ra da Madre de Deus n. 8 ou ao caes do Loyo
i. brd?.
LElLUE
JiilARI.ElRS REUNS
coi
panhlaFranceza de navega
Cao a Vapor
Linha quinzenal entro o Havre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Ville de Baha
Commandante Sebire
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Setembro, se-
guiudo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Rio de Janeiro
e Maulo.
Roga-sc aos Srs. importadores de carga p 'los
vapores desta linha,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng,.
quer reclaiuayao concernente a volumes, que po-
vi'nta. h tcuham seguido para os portos do aul.atin
de se podcrein dar a tempo as providencias neies-
sarias.
Expirado o referido praso a eompanhioa n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, patsagens, encommendas e dinheirt
a frete : trata-se com o
0 yajur YillB du Hacei
Commandante Panchvre
Esperaise dos portos do sul
no dia i de Setembro seguin-
do depois de indispeflsavcl
d ui ira olIlVRE, tocando
em LISBOA bavendo Da-
mero suficiente de passabei
ros de 1 classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Coaduz medico a bordo, de marcha rpida
eofferece excellentes commodoa e ptimo passa-
dio.
As paseagens podero ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas e passageiros para
os quaes tem excellentes accominodacocs.
Para carga, passagens, encommendas dinheiro
a frete: trata-se com o %
AGENTE
Augusto. Labille
9-RA DO COMMERCIO-9
tiniied States & Brasil M S. 8. C
O vapor Advance
E' esperado dos portos do
sulat o dia 5 de Setembro
depois da demora necessaria
seguir para
tlarauho, Para, Barbados, si
Thomaz e .\cw-Vort
Para carga, passagens,eic jimendas 3 dinheir'
frete, tracta-se com os
0 paquete Finance
Espera-se de S*-Pjrl.
News, at o dia 9 Setem-
bro o qual seguir uepois da
demora necesaria pira
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
AGENTES
lienry Forster i C.
A 8 RA DO COMMERCIO -N. 8
1 anda
Pacilic Slcaoi avigation lompan j
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Galicia
Espera-se dos portos do
sal at o dia 12 de Se-
tembro seguindo para
a Europa depois da?
demora ao costume.
Este paquete eos que dora
em diante seguirem tocaro em
Plymonth, o que facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, aBsommendas e din-
heiro a frote tracta-^ecom os
AGENTES
wVHson Sons A V., Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO-N 14
Aviso martimo
No dia 11 do cerrente ir a leilo no porto do
Macei. onde est presentemente ancorada, a bar-
ca noruegense Siorzart, de 302 toneladas, forra-
da de cobre e construida em 1863, a qual ser
vendida por conta e risco de qum pertencer, no
estado eui que se acha, com todo o seu apparelho,
veame, ancoras, botes, iustrumentis nuticos e
mais pertenvas.
m
Par os portos cima indicos seguir breve-
mente o brigue portugus Armando.
Para carga e passagcnos trata-se com os con-
signatarios Jos da Silva Loyo & Filhe
Segunda-feira 5, deve ter lugar o leilo de boos
movis, piano, quadros, jarros, crystaes e mais
objectos da casa em que residi o Sr. Alvaro Jos
Pereira, ra do Rangel n. 25.
Terca-teira 6, o de movis, piano e mais objec-
tos de casa de familia existentes no 1." andar do
sobrado da ra Direitu n. 31.
Leilo
Agente Britto
De movis, espelhos e um cofre
0 agente cima, a mandado do Illm. e Exm. Sr.
Or. juiz de direito da provedoria, far leilo dos
movis e mais objectos abaixo mencionados, per-
tencentes a um grande espoli a saber :
Urtaa mobilia de Jacaranda com 1 sof, 1 jardi-
neira, 2 c nsolos com tampos de pedra, i cadei-
ras de bracos e 12 de guarnirlo.
Urna outra mobilia de Jacaranda com 1 sof, 1
mesa redonda, 2 consolos com tampos de pedra,
2 cadeiras de balando, 2 ditas de bracos e 12 d
guarnicitii.
1 guarda roupa, 3 aparador. s,l fiteiro, 2 guar-
da-comidas, 1 secretaria de Jacaranda, 3 carteiras
de amarello, 2 grandes espelhos, 14 cadeiras de
faia, 1 mesiuba francesa para jogo, 2 venesianas
nuvas, 3 cabidos pata parede, 5quartiubeiras, 1
marquezo de amarello, 1 machina de amolar fa-
cas, 1 mesa de pinho uova, e 1 cofre de ferro.
O leilo ser eflctuado no armazem do sobrado
da ra do Bcm Jess d. 45, para onde foram
transferidos ditos objectos.
Sabbado 5 de Setembro
A'S 10 1[2 HORAS
2- leilo
De nro terrano na rus do Mrquez do Her-
val fazendo esquina para a rus de
S. Joao, com 14 metros de frente e 30
ditos e 50 centmetros de fundo.
Sabbado, 3 de Setembro
A's 11 horas
JVb armazem ra do Imperador n. 16
O agente Martina far leilo, por mandado do
Exm. br. Dr. juiz de direito da provedoria em sua
presenca, e a requerimento do inventariante dos
bens teixadcs pelo finado coronel Francisco Ca-
mello Pessoa de Laceria do terreno da ra do
Marques do Ilerval cima descripto.
Leilo
Da casa terrea n. Hs>, sita ra Imperial, fre-
gaesia de S. Jos, junto taverna do Sr. Joa-
qun) Netto e defronte do sobrado da viuva do
Valdevioo, nova e edificada eiu solo toreir
marinha, com frente do azuUjo, tendo porta e
janella de frente, 3 quartos, 2 salas, cozinhft
externa, cacimba e grande quintal murado at
a mar, ond exist" um solido caes.
Segunda-feira, & de Setembro
Ais 11 b ras
No armazem da ra do Mrquez de Oliuda
n. 19
Em continuadlo
De mobilias, camas, pianos, espelhos, qaadroe,
marquezoes, cadeiras avulsss, relogios, malas para
viagens, estantes, commodas, guarda-vestidos,
gua da-!ouQ.. s. mesas elsticas, ceiveja, vinbos,
genebras, loucas, copos, talheres, clices e muiSos
outros objectos.
POR INTERVENCAO DO AGENTE
(jiisnilo
Leilo
Agente Brito
Do estabelecimento de moihados sito travesa
do Prata n. 20, antigo beceo do Marisco, constan-
do de urna armaco do louro envernizada e enui-
dra^ada e de todos os gederos novos e dos melho-
res, em 180 1< tes ci retalhadamente, vontade
dos Srs. licitantes.
Garante-se a easa
Terca feir 6 de Setembro
A's 10 1|2 horas
Leilo
Sabbado, 3 do corrente
AS 11 HORAS
Na ra Lorga do Rosario n. 42
O agente Modesto Baptista autorisado pelo Sr.
Jacintbo Duarte Pereira, far leilo do seguinte :
1 cofre prova de fogo, 1 armaco para loja de ci-
garros cu outro qualquer estabelecimento, cartei-
ras de diversas qualidades, ponteirss, cachimbos,
fumo, palbas para cigarros, papel de arroz, rtu-
los, espelhos, sortes, mortalhas para cigaros, 22
pares de rosetas, 2 taboleiros e outros artigos ;
garante se as chaves da casa ao comprador da ar-
maco.
Agente Pestaa
Leilo
Das duas partes da casa terrea sita ra
do Tuity n. 7 pertencente ao inventario de
E. Josepba da Conceigo Vianna.
Sabbado, 3 do corrente
Ao meio dia em ponto
No armazem da ra do Vigario n. 12
O agente Pestaa por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz de orphos, vender no dia e hora cima
mencionados as duas partes da casa terrea sita
ruado Tuity n. 7, a quem mair lance efierecer.
De um sobiado d um andar esoto praca do
Conde d'Eu n. 8, em solo foreiro ; urna casa ter-
rea ra da Conceicao do Boa-Vista n. 45, em
solo proprio; urna casa terrea ra Jo Rosario
da Boa-Vista n, 31, em solo foreiro; urna casa
terrea ra do Berofica na Passagem da Magda-
lena n. 6, solo preprio ; um teireno ra do Ria-
chuelo freguezia da Boa-Vista, com 22 palmos,
limitando-se pelo fundo com o quarlel do Hospicio
e tendo direito a meiaco de oito da casa terrea
que com eile limita-se.
Terca-felra. de Setembro
A's lf horas
Ra do Imperador n. 22
O agenie Stppple por mandado e assistencia do
Exm. Sr, Dr. juiz de direito privativo de orphos
e ausentes a rtqueriinento de D. Francisco da
Silva Lima Bcriz inventariante dos bens que a-
caram por fallfcimento de seu marido Domingos
Antonio da Silva Beiriz, levar a leilo as casas
cima, podeudo desde j os Srs.' pretendentes exa-
minaren] as ditas casa e para qualquer esclare.
mecto o mesmo agente dar.
Agente Burlamaqui
Leilo
De predios e terrenos em Apipucos e Nossa
Senhora das Gragas
Terca felra, do corrente
A's 11 horas
No armazem rita do Imperador n. 22
O agente cima autorisado levar a leilo urna
casa com sota e bous commodos sob n. 11, tra-
vessa das Pernhinbucanas na freguezia das Gracas,
e com um terreno contiguo margem do rio.
Urna parte da casa n. 13. no valor de 1:312823,
sob avaliaco de 8:00000 a ladeira de Apipucos,
a casa u. 32 na povoafo do mesmo lugar, a casa
de taipa sem numero margem do afudc, 3 di-as
de taipa no mesmo lugar, a parte da casa n. 16 na
povuaco, 1 terreuo no Zingui, 1 dito que faz
frente para a ladeira Dondon, 1 dito denominado
Manoel Gomes. 1 dito arrendado aos herdeiros de
Claudio Dubeux, 2 famosas casas de pedra e cal
na levada rendendo cada urna 2000 mensaes.
u
De moms, lonja, vidros, crystaes, objec
tos de el.; tro pate, jarros, quadros e
outros objectos
A saber
Stla de visita
Um piano de Erard forts e novo. 1 cadeira para
0 mesmo, 1 mobilia de jacarando com 1 sof, 2 ca-
deiras de bracas e 12 de cuarnico, 2 consolos e
1 jardineira com pedra, 2 cadeiras de bataneo, 6
jarros para fljres, 1 lustre de crystal com 3 bicos
para gas carbnico, 1 tapete grande de sof, 6 di-
tos de porta, 3 lancas e 3 pares de cortinados de
chrocbet, 3 transparentes, 2 escarradeiras, pan-
nos de ehrechet para cadeiras, 1 espelbo oval dou
rado grande, 4 quadros dourados. jarros para flo-
rea e arandellas gas.
Alcva
Urna cama francesa de Jacaranda, 1 cpula e
cortinado, 1 guarda-vestido, 1 lavatorio e 1 toilet
de Jacaranda, guaruices de porcelana, 1 bidet, 4
)arros, 4 casticaes cem mangas, 1 mesa de cama,
1 tapete de cama enfeitcs de mesa e G cadeiras.
Sala de jantar
Urna mesa elstica cun 5 taboas, 1 guarda-lou-
c.a envidracado, 2 aparadores torneados, 1 quarti-
nbeiro e quartiubas, 1 filtro, 12 cadeiras de junco,
1 relogio, apparelhos de porcelana pira cha e
jantar, copos, clices, garrafas, computeiras, Iruc-
teiraa, galheteiro, bandejas, fallieres, colheres,
objectos de electro placte, salvas e cutros objectos
de casa de familia, existentes no
1' andar do sobrado da ra do Rangel
n. 25
Segunda-feira 5 de Setembro
Alvaro JoB Pereira, tendo de fazer urna via-
gem Europa com sua familia, faz leilo, por in-
tervengo do agente Piu'o, dos movis e mais ob
jectos existentes em casa de sua residencia ra
do Rangel n. 25.
Os referidos movis acham so em bom estado
de conservado por ter si io montada dita casa
ba poneos meses.
O leilo principiar s 10 1/2 horas.
Leilo
De 4 mallos e I burro proprio
para sella
SEGUNDA-FEIRA, 5 DO CORRENTE
A's M i horas
No Largo do Arsenal de Marinha
IZu frente a cocheara do
Baltazar
De bons movis e 1 cofre francez
SENDO:
Urna forte mobilia de Jacaranda com cocsolos
de pedra, 1 candelabro de crystal, 4 casticaes de
vidro, 4 ditcs de metal, 2 pares de jarros finos,
camas francesas, 3 marquezo -s, 1 santuario, 1 ca-
bide de columna, 1 lavatorio de amareilo, 1 grande
mesa de amarello, 1 guarda-louca, 2 grandes
aparadores de armara, 1 quartnheiro de parede,
4 bahs de curo, 1 malla de viagem, 1 espregui-
cadeira, 2 apanha muscas, louca, 12 cadeiras de
faia e outros muitos movis.
Terca felra, 1 do eorrente
A's 11 boras
No sobrado n. 8 da Praga do Conde d'Eu
O agente Martina, far leilo por ordem de urna
familia que mudou de residencia 'dos movis e mais
objectes existentes no dito sobrado praca do
Conde d'Eu.
Leilo
DE ti OTIS
A saber:
Urna mobilia de Jacaranda massico com 1 so,
2 mesas, 2 ende iras da bracos e 10 de guarnica,
1 espreguicadeira e 1 de balando, 1 piano de Blon-
del, 1 mesa redonda, 4 quadros, 2 estantes para
livros e escarradeiras.
Urna mesa elstica, 2 aparadores, 12 cadeiras,
1 relogio, copes, clices, bandejas e louc^as.
Dous guarda-vestidos, 1 commoda, 1 toilet,
lavatorio de viubatico, cadeiras c mais objectos da
casa de familia
Terca feira, 6 do corrente
A's 11 horas
Na ra Direita n. 31
O ageste Pinto, levar a leilo por conta 3e
urna familia qu : retira se para o su, os movis e
mais objectos existentes u. 1 andar do sobrado da
aua Direita n. 31.
3. leilo
De casas terreas e um terreno
uarta-felra, 1 do corrente
A's 11 h ras
Ra do Imperador n. 22
O agente Stepple por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphos a requerimento do
inventariante dos bens deixados pelo finado Joa-
quina Fernaudes da Silva Manta, levar a leilia
as casas seguintes : 1 casa terrea ra do Fogo
n. 3 em solo proprio; 1 dita ra de Vidal de
Negreiros n. 73, em solo proprio; 1 meia agua na
traves3a do Peixoto n. 20, em solo foreiro ; 1 ter-
reno estrada du Joo de Barros.
Os Srs. pretendentes desde j podem examinar
as ditas casas.
AVISOS DIVERSOS
Lc!lo
Segunda felra, do corrente
A'S 11 HORAS
Na ra do Vig rio Tenorio n. 10
O agente Modesto Baptista por mandaco e com
asBstencia do Exm. Sr. Dr. juiz do commercio,
far leilo das mercadorias e utencilios existentes
no armazem cima declarado pertueentoi ._massa
fallida de Alberto Rodrigues Branco, e de 350 cai-
xaa com viuho do Porto e 13 barris co-n vinho
brinco existentes do armasen! alfandeirado ds
Companhia Pernambucaca, pertenecntes a mesma
massa fallida. *
Aluga-se casas a 8OO0 no becco dos Coc-
ho, junto de S. Goncallo : a tratar na ma
(inperatris n. 56.
Alnga se por 10*000 a casa n. 21 na^Var-
sea, defronte da estaeo, com armaco ; a tratar
na ra da Imperatria n. 56.
Compra-ee urna casa terrea na ra da As-
sumpcao ou Santa Cecilia ; a tratar na rus do
Mrquez de Olind-. n. 3, loja.
__ Precisa se de urna ama que aaiba engoiem .r
para casa de pouca familia e b.m assim fazer oj-
tro qualquer servico de casa, na ra das Calcadas,
boje Domingos Theotonio n. 2.
Precisa-so de urna ama que lave e cosinhe,
c que durm em casa de stus pftiocs ; ra da
Alatlis da Boa-Vista n. 3.
= Precisa se c'e urna ama de meia idade para
t do servir;) de urna casa estrangeira, assim cora
de um menino de 10 a 12 annos, para criado ; a
tratar 03 ra de Josquim Nabuco o. 9, Capun
Precisa-se de urna ama para engommar a
fazer servicos domsticos ; na ra da Aurora nu-
mero 155.
nwer\
s


a I -<_

Diario de 'cfiiaiinMic^-SaWiai^ 3 4e Seteiabr* de 1883



r' Alugam-se as cusas ra do Pogo nmeros
6 e 13 : a tratar na ra da Aurora n. 85, mer-
ccaria.______________________________________________
" Precisase de perfeitas coatureiras ; no ate-
lier de madaine Fanny Silva, ra Nova n. 15, pn-
aoeiro andar. ____________
= Presiaa-ifl de urna coeiahcia
Matrii da Boa-Vista n. 9.___________
na rau da
Para escriptorio, aluga-se a sal i da frente
4o 1- andar n. "3, entrada pelo pateo de Pedro
II ; a tratar na loja.
Aluga-sc por 25* a casa terrea n 127 da
roa daa Cin>o Pontis, cora 3 quartos e grande
quintal, a da ra do Apollo n. 71 por 124090 : a
tratar na ra de S. Jorge (Pilar) n. 5 >.
' Vende-so urna taverna bem afreguesada,
Eropria par principiante, cisa poucos fundos, na
eguezia da Boa-Vista ; a tratar na ra de Ger-
vasio Pires n. 139.
Attemjo
Offreee-se um typographo especialista em obras
avulsas, compoaicoes corridas, paginacoes e im-
ressoes, etc., etc.: tratar nu ra do Vigario
enorio n. 12.
Lavadcira e brrela
Precisa-se de ama lavMdeira de brrela, que
d conhecimento, para lavar para casa de fami-
lia ; na ra Augusta n. 274.
Politi
ica
Leanse os impressos que se est distribuindona
Pharmacia Americana.
Ama
Precisase de urna que saiba cosinhar bem, para
casa de hemem solteiro, tratar na ra d'ApolIo
n. 01.
AMA
Precisase de urna ama para cemprar e
cozrrrfaar em casa de familia: na ra Du-
que da Caxias n. 14 se dir.
Caixeiro
Precisa-se de um menino, na ra da Palma
n. 37.
Caixeiro
X/TROFE
YINK^JUMJBEBA
BARTHOLCMEO & C
Pharm. Pernambuco
nicos preparados Os JiRUBEBA re-
commonil.ido.s pelos Madleos contra as
Boencu do Eitomsfo. rigado Bao
c tntetino., Perda do Appetlte, etc.
15 gnnos de bom xito!
EXIGIR A ASSIONATURA.
xthtga-se bsatuAtt
K ja Visconde de Ifaparica n. 43, armazeas.
Ra Coronel Snaasuna n. 141, quarto.
Ra do Tambi a. 5.
Lirgo do mercado com agua n. 17.
Ra do Calabouco n. 4, loja.
rrata-se na ra do ommercio n. 5, 1 andi.r
es nptorio de Silva GuimarSes & C.
Ahig"
a-se
a casa terrea na traveasa da Ponte de Uchsa o.
12, com bastantes commodos para grande fam -
lia, com sitio murado c arborisado, b a agua p>-
tavel para beber, deposito e banbeiro de cimen '.o
e bomba, fica a dita casa margem do rio Cap-
baribe, com banbo doce temperado e salgado :
quem preteuder dirija-se ao mesmo sitio, das 6 :is
1U horas da manba, que encontrar o proprio-
tario.
Alu^-se
a casa terrea- da ra Lomas Valentiaas n. 40'
freguezia de Santo Antonio, com bons commodos.
quintal e cacimba so, est limpa ; a tratar na
ra velha de Santa Rita n. 14, sobrad*, das S'ho-
ras da manha a 1 da tarde.
Aluga-se
o sobrado de um andar e sotao, com 7 quartos e
quintal, com agua, gaz, caiado e pintado, rutt
dos Guararapea n. 9 : o 2o andar e soto do s>-
brado rus de Domingos Jos Martina n E4,
caiado e pintado ; a tratar na-ra de Domingos
Jos Martina n. 50.
Alugn-st
PgBCioa-Be de um menino para caixeiro, corfl turna cas* muito fresca em Olinda, nsv entrada da
pratiea de molhados :
nho u. 24.
a tratar no becco do Poci-
IHodisla Fmnceza
Mme. Fanny Silva de volta de -ua via-
gem a Europa, Bcieatifica- as Ezmaa. fa-
milias e as- suas freguis, que reabri o
seu atelier BarSo da Victoria n. 15, 1." andar. Par-
tipa tambera que trouze de Paris completo
sortimento de artigos de modas, e no vida-
des, etamines, moscovites, comdes plaa-
trars, guamic5es de vidrilbo e seda, etc.
Espera quo as suas antigs freguesas con-
tinuem a dispensar-lha sua generosa pro-
teccao e pede as metrmas visitar seu ate-
lier, onle encontrarSo tambero um lindo
sortimento de chapeos. (Alta novidade de
ra do Carmo, fica muito perto dos banbos e da
estacan, tem 4 quartos, 2 salas, corinha fra,
quintal cercado e gai encanadj : a tratar na ra
do Imperado: n. 31, armaz-m do gaz : as chaves
aeham-se a-taberna juato tt estafR do Carmo,
para quem a quizer ver.
Precisa-se de urna ama paia engommar e facer
servicos de casa ; na typographia do Diario, no
3- andar, n. 24, ra Duque de Carias.
Ama
Precisa-se de urna- anm< para o servico de casa
de familia e quo tenha boa conducta ; a tratar na
roa do Barfis da-Victoria n. 46. loja.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama que tenha bom e abun-
dante leite : a tratar na ruu do Marque* de Olinda
n. 12, 3' andar.
f
O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
E Phyniologicas,
para o
Toucador-
0 Vigor do Cabello
Do Dr. Ayer.
TWolve, com obrilho o fann la juventud, ao
cnlK'Uo et tu albo ou branco una rica cor natu-
ral. eafUio i ov \ r.-: ruo se des<
OMoo < !:iro ou r&xo irO-Ie dar-se urna c5r
m oabello 0qo, nmuiuiio quo
nqm'iitcmt'TiiiM'iiraacalvico. porem oem scropro.
Impede a queda do cabello, -si miniando O dbil e
enfermo a ewoor v%offOMaMBt. Poprli o pro-
SreMoe cura a iinb;i c<;iapa,canuMlo]aJHl todas as
lo iM-rii-nn,. o. t \,i\<> CoMiU'li-
co para aforni catvllt das Scnhoras o
Vigor no t guina. torna O eabgllo suav.-. brflbanto e sedoso na
ppareucia, t couiAiiIea-llio um ptruinu delicado,
agra-tivti perMsflbto.
r RE'A RAPO PELO
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' veuda as prinolpaes pharmacias o drogara.
Fhiimi carioca
Preparado pela acreditada fabrica do Rio, de-
nominada Faate Limpt.; vende-se em paeotinhos
em todos os CBthbelecimpiWfrs de retalho.. nico
depasito, na- fabrica Veneaa, aro da Coaoeicao
nmeros 4 e 6.
Par)
15 -RA
BARAO DA VICTORIA15
l.* dar
Alii^el barato
Aloga-se'o segando andar ra da Rod#n. 17,
com ezcelleat* commodos : a tratar no largo do
Mercado n. 1.
Pura'bandos salgados
e ares salitrosos
Aluga-se em Olinda, a ra de S. Francisco,
urna casa eom 4 quartos, cosinha fra e gai enca-
nado, muito f.esca e tem bonita vista par* o
mar, fica perto do banbos e do trem : a trarar
na ra do IOipermibr n. 31, armazem do gaa. As
chaves acham-s** na taverna junto a estadio do
Carmo para' quem quiaer ver.
Avisa w comercio
D. llarin Fellppfa Hontolro da
Franca
Manocl Jos Monteiro da Franca, JoSo Bento
Monrciro da Franca, Francisco Xvier Minteiro |
da Franca e seas filos, Candida Lima Monteiro
da Franca, Candida Soares Monteiro da Franca,
Jerooyma Monteiro da Franca, sentidos da mais
cruel dor pelo passamento de sua chorada mai e
sozra, U.Mura FaMppa Montliro da-Franca, con-
vidam a-tfttfWa* pesaoas' qn se digaar&ts aeoo-
panhar os restos mortaes sua ultima morada,
para assistirem as missas do stimo da, na ma-
triz do Corro Santo, s 8 horas da manba, na
sexta-elra 6 do cumnte, que ficareaios eteraa-
aaente er.l'os.
en Ira
A fina df AaTanason Rowle f C,
hoj<: tm liquiducio.
A companlr'n de Seguros \orlh Brlllnh &
lirranill<> contina a funecionar sob o car-
ga do Sr. launca ". Snaetanrm (o antigo
guarda livrosj em casa do Sr. Jaba H. Bowcll.
O mesmo Sr. JanM-a B. Snttburai fica
I encarregido da cobranca das contaa e letras a.n-
I da devidas a firma de Adamscn Hiwie a C.
As seguintes agencias e consignaces ficnm
transferidas para os Mr* Maminl P on er
Ji luis Ion C.
Os remedio e njedieameB3 de Awr.
Viiibos do Porto em garrafas e quintos.
Whisk y irlandez de Duwille.
Aguas mineraes.
Tinta de impreseao.
leos vegetaes para machinismo.
Agencia de Knhas d W. Wall-r *C, Msnch:s-
Ur.
Agencia de drogas de Burgoyne Burbidger.
Cyriax e Farries.
Para o Sr. Luiz Antonio d* Siqneira ;
Aluga-se a casa terrea n. 8 a traveasa do Frei-' ^ h'ia branC8 de lion3 do '"'"'
tas, em S. Jos, com 2 salas, 3 quartos, corredor
separado, c inba, quintal murado, cacimba, etsta'.
limpa : a de n. 6 junto, 14000 a de n. 4, com 2*
salas, 2 quartos, cosinha, um sjto, cacimba, quin-
tal murado, l^OOO, est limpa ; a chave no mes-
ow correr n. '6 para ver, e trata-se na rna da
Guia n. 62.
\mm
Conaelbelro Cnntotllo Wanorl
da Mil va (.ulniaratx
Manoel Joaqnirr* Silveira e sua muihor, filos e
genros, codvtdam sausiparentcn' c amibas a aasis-
tirem a missa de stimo dia que pela alma de seu
aogro, pai e av, o conselheiro Custodio Manoel da
Silva GuimarSes, fallecida na corte, mandam ce-
lebrar na< nutria da Boa-Vista, pelas 8 horas-
maiibj de aguada f( ira & do corren**, protestan-
do-lhes o mainr reronhecimpntn.
8fi3MN,L\A
DeBrons &C, de Glasgow
Este artigo", preparado por um novo processo
de trigo da uelhur qualidade, poesue os elemen-
tos necessarios para nutrico de enancas e doen-
tes, e muito se recommemia "por ser de fcil di-
gestao e gosto muito agraoavul ; taipbrm pjde-se
fazer urna ezcellente papa, misturado em partes
iguaes c-jm a maizena dos mesmos fabricantes,
addicionando-se-lb algum leite. nicos agentes
nesta praca, Saunders Brothers He. C, la/go do
Corpo Santo n. 11, primeiro andar.
?
'J uu^uyu uu uife,
Cbegon a primeira remessa do precioso farello
de caroco de algodao, o mais barato de todos os
alimentos para animaos de raca cavallar, vac2um
9Uno, etc. O caroco de algodao depois de ex-
trahida a csea e todo o oleo., o mais rico ali-
mento que se pode dar aos auimaes para os forta-
lecer e cogordar com admiravcl rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empiegado (com o mais teliz re-
sultado) de preferencia ao milbo e outros farell is
que sao muito- mais caro e nao sao de tanta sus-
tancia.
A (ralar no Bmifa com Pr>r*atncba
Fabrica k chacos
iiiitofio Jhm foia. & G.
DEPOSITO
ra do Barao da Victoria ns.
U Os proprietaiios deste estabelecimento scienti-
cam aos seus numerosos frfguezcs e ao respeitavel
pablico, que continuara a ter grande sortimento
de chapeos do todas as qualidades e formatos,
manufacturados com toda a perfeicao e por prec. mais vantajeaos que em outra qualquer parte.
VEDM
Vendc-se. o sobrado de d.us audares e sotan,
m bom estado, cm chao proprio, ra de Agua
Verdes n. 22 ; a tratar com o leiloeiro Martias.
E' barata
Aluga-se na Boa iagem umi casn.com ins-
tantes commodos, perto da estaca.} da via-ferrea e
dos bonds ; a tratar na ra larga do Rosario nu-
mero n. 34.
Antonio Duarte
receben directamente do Porto vinbo verde, dito
do Dauro, salpicoende fuutdrc, ditos en calda, e
vende por preco mdico em seu estabelecimento,
ra da Unio n. 54, confronte a eatacao.
d4lO*UKT9 $e MHO s 4 fURM 1
nUHTA aJTNOS Mom xito una InwUb
iritcmfriam****.'. 'mu PUnla, natmama
f*o m tatnl*rtl frrtfx*para rtf/nutrafO FelM raa proprledaia tenteos t najnsnsnsjt
OIOBVBBTO ti Utt QnTJfTl/*.
o iB/dlcamonM am. %atto ooatr u
ayo *oros i
rVrfla de Hppetlts
Cnwass SmpubrMlmtnt* *>
JTfccpOei esc of/otar, sff
, MBMIU mi: 7. na t nansnWBsnssnna MI
Ittmimmr nun- u. i
Mara Fellpp Monto Ir o da Franca
Jo Jo Bento Mbntpiro da Franja esana irmwr,
padrasto, netos e genros, ngradecem* ds intimo da
alma s pessoas e sociedades, que comparecern]
ao enterro de sua presada mai, mulher, av e ora,
e de novo as convidam e aos parentes e amigos a
sss'stirem as missas c;ue no stimo da de sen pas-
samento mandam celebrar na matriz do Corpo-
Santo, s 8 horas da mania de terca-feira, G do
corrente, e desde j se confeseam gratos por esse
acto do religiSo f caridade.
llano
Beeife, 31 de Agosto de 1887.
Quem qaicer alagar a casa n. 8 rna da UtfiSo
com maitas accommodaces, poder entender-se
cornos Srs. Negreiros ra do Imperador n. 24.
Scnitnlcs de (arrpalo
Cotnpram se pequeas quantidades ; na droga-
ra de Francisco M. da Silva & C, ra do Mr-
quez de Olinda n. 23.
Aviso ao connercio
A firma de Alamson H,wie ee C, entra hoje
em liquidacSo.
A companhia de Seguros North Britisb A Mer-
cantil continua a funecionar sobo cargo do Sr.
James E. Smetbursto antigo guarda-livros em
casa do Sr. J< hn H. B xwell.
O mesan Sr. Jan.es E. Smetburst fica encarre-
gado da cobrancad.s contas e letras ainda devi-
das a firma de Admson Hutrie & C.
As seguintes agencias e consignaces ficam
transferidas para os Srs. Samuel Power Johnston
4C.
Os remedios e medicamentos de Ayer.
Vinbos do Porto em garrafas e quintos.
Wbihk y irlandez de Duwille.
Agus mineraes.
Tinta de impressSo.
leos vegetaes para macbinismo.
Agencia de linhasde W. Waller & C, Manche-
ter.
Agencia de drogas de Burgoyne Burbidges.
Cyriax e Farr M.
Para o Sr. Luiz Antonio de Siqneira :
Os brins brincos de linho do fabricante Mara-
al!.
Kecife, 31 de Agesto de 1887.
fillas purgativas e depurativas
de tanipanlia
Estas pilulas, cuja preparacao puramente ve.
retal, teem sidj por mais de 2 annos aproveitadat
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affeecoe da ,jelle e do ligado, sypbilis, bon
oes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas t
gonorrbas.
ando de nual-aa
Como purgativas r tome-se de 3 a 6 por da, oe
bendo-ie aps eada dse um pouco d'agua aaoca
da, ch ou raido.
Coma reguladoras ^tome-sc nm pilula aejantar
Ectas pilulas, dt mvencss) dos pharmau-uticji
Almeida Auilrade 4i Filbos, teem oen'dtctu do
8w. niedicos para sua melbor garanta, tornndo-
se mais resomuendsvveis, por gerein um segure
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
uaad.i r>i viageui.
ACHAM-SE A" VENDA
Na drotaria di Farla Marlnba dt
41 -Kfc'A U MAK(jUEZ DE OLINDA -41
PILULAS
Permig
mogas
JRUBEBA
BARTKOLOMEO a Cs
Prirm Pernamtu
Curio a Anemia, Flores bratieas,
WSt Debilidades Pobrezadesan
..Exigir a assignatura,
CURA CERTA
de tedas s Affeccdes pulmonares
J6
1:000*000
500000
200|000
50*000
os afortunados
Victorino Ahnehla Rabello
Jos de Almeida Rabailo, Augusta de Almeida
Rabell e Julia de A'rreida Rabello, tendo rece-
bido a doloresa noticia de haver fallecido em Por-
tugal o seu preadissimo irmao e tio, Victorino de
Almeida Rabello, convidam a todos os amitroa e
parentes para assistirem a urna missa que pelo
eterno rf pouro de sua alma mandam celebrar nv t
egunda feir 5 do corrente, s 8 horas- da ma-
nha, ? Ordem Te eir de S Francisco.
Desde j agrad re todos que comparecer
a este act sin o
Jomo nflarilnn do silo
D Ignez Martina d Km, Joao Martina do Rio
'Jnior. Mara Amelia Martina do Rio, Amelia
Mana Martina do Rio e Julia Augusta Martina do
Rio, agradecen) a todos os seas parentes e ami
g )t que se dignaram aeowp-.nhar ultima mora-
da os r> stos mortaes do seu sempre lembrado e
cnorado espos e pai, Joao Martina io'Kio ; e de
novo os convidam para assistirem as missas que
mandam celebrar p.lo eterno repouao de sua alma,
seguoaa-feira 5 do Cjrrente, na m tris da Boa-
Vista, pelas 7 IfJ horas d fal'epimpnto.
1^* iVtteiidkc
Bouquets de diversas modelos para casamento,
etc., e tambera capellaa mortuarias de perpetuas,
fabricados por Jos Sumad Botelho ; proclamas
para casamento ; a tratar na ra Nova, loja n. 20,
e na roa da Cadeia do Recife, lija n. 43.
~0Ml"FiTB
Aos *2:eO$(MM>
lll'befes garaaildos
23-RA PRIMEIRO DEMARgO-23
Da 9a lotera da provincia vendern)
Martina FTuzb" & C. os seguintes- premios
garantidos :
3725
om
3101
2932
Acbam-se venda- os afortunados bi-
lletes garantidos da 10a lotera da provin-
cia em bennticio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recita que se4 extrahir quan
do fr annucndaa
Fabril w assuear
Apparelho econmico* para o coaimen
te e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo mdico em preco e ef
fectlro em oporaeo
Pode-se ajuntar aos> en^enhoa existentes
do systema veiho, melhorando muito s
qualidade* do aesucar e augatentondo a
quentidade.
OPEaA4?AO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou. engenhos centraes,
ma:hinisroo aperfeiooado, systema moder-
no. Plantas comjlfitas ou machiniamo
separado.
EBpeeifica9oes e infortnaySes com
HrowBS f.
5RA DO COMMERCIO5
4 Ke.'olcao
48--BUB Bmu flfi Caxias~48
Recebe as seguintes tazendas de novida-
dej:
Cacbemira de listrioba a 600 is o ca-
vado.
dem broche borda a 1^500 o dito.
dem prtas 700, 800, 1(5000, 1,5200,
1^400, 10600 e 2^000 o dito.
dem de todas as cores a 800, 1#000 e
1^200 o dito.
Ricas guarnigojs du velulilho % 6$000-
urna.
Setins lisos a 800, 15000 e 1,5*200 o ca-
vado.
Seda escosseza a 640 rs. o covado.
. Lindos metins com listrinhas a 400 ria .
o dito.
Faile com palminhas a 400 rs. o dio.
Sctinetas escossezas a 3l'0 rs. o dito.
Ditas com listrinhas e palminhas a 320
o dito.
Lionay-se com palminhas de retras a
14,5000 pega.
Organdir bordado a seda a 155000 a
dita
Et'aminetecido transparente a 10J00O
a dita.
Cambraia bordada a 50000 5,5500 e 6
a dita.
FustVs branco a 360, 400, 440. 500,
600 e 640 rs. o covadoi
Lindas alpacas de cores a 320 o covad
Sintos de chagrero a 10500 um.
Camisas inglezas a 360005 a duzia
Col.irinh >a e punhos para seahora.
Sabidas de baile 305 urna.
Pariros d<: 12 a 20, 20500 30 e a 80000
um.
Quarnices de crochet a 80 e 100009
urna.
Lencos de e?gui2o a 208CO e 30500
duzia.
Grande sortimento de madapolaoda 4>
a 100000 a peca
Leques de papel 500 rs. um.
Corles- de cachemira para vestido a 2001
um.
Toilet para, baptisado a 90000 e 14000*
um.
Veludilhos lisos, Iavrados e bordadas a
retroz a 10000 e 10810 o covado.
Anquinhas a 10800 urna
Colchas bordadas a 50, 60000 s-?JQM
unta.
Cobertas coradoua pannos a 25800 ama.
Grande- sortimento de c^seniras, brins
brancoss e de cores, punhos, colariohoa,
gravataB, nreia3 e lencos e artigos para
I homem o senhora.
iGIttssFT1 u foJa Revolu^
Prasnelse* Xavier
Barre*
aes.
Advocad
Encarrr^t-sa de cobrttiicss, mediaste
ajuste muito razoavel.
Attenco
{}
I)
TSi engenhoca Bemfica, ra Real da Torre
precisa-se de um bom carroceiro.
Na mesma engenh >ca se oegeciam, por
boas vaccas taurinas, por vaccas da trra,
boas leitt ras.
Henriqne da Silva Moreira
Terreno
Vende-se nm terreno confronte a estacSo de
Principe, estrada de Joao de Batros-, com 90 p**
moa de frente e bastantes fundos, e esm aiieerce
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30,pri
eiro andar.
Barato
Ao commereio
O abaixo assignado seientifica ao corpo com-
mercial dista praca, que nesta dato* oomprou i
S-a D. Maria Umbelina da Cone^icao o estabe-
lecrmento de molhados sito estrada do Maduro
o 6 A, livre e desembarazado de todo e qualquer '
onuei Sealguem sejulgar com dimito a protes-
tar, queira fazel-o no praso de tres das, a contar
desta data : podendo entender-se com Franco
Ferreira &. C, no pateo do Paraso n. It, esquina
da ra de S. Francisco. R'cife, 31 de Asusto de I
J887. .
Bento Jos Ferreuu.
Vende-si? nma casa de taipa, coberta de telba,
troca, na ra da Palba, freguezia do Poco da Pau-lla,
sendo esta edificida eni terreno pr.iprio, o qual tesa 4T
palmos d frente e 150 de fundo, e com cacimba:
quem pretender dirija-se ra das Fiares n. 18.
fflademuiselte (
Todos aquel les que soflremj
Ido peito, devera experimentarl
[as Capsulas do Dr. Fournier. f
Mposlarlou em Pernambuto:
rRAUClSCO M. da SILVA O.
Padaria
Antonio Duarte de Fiueiredo participa ae pu-
blico que nesta data comprou ao Sr. Ismael de Oii-
veira UnimarVaa stra p daria tita ra Esfreita
do Rosario o. 5 e 7, livre e desembarazada de
todo e quacequer- onns.
Recife, 27- efe Afoet j d. 188?
Mmntio Dnmrtfde Fiywrcd*
t
Adelalde o- iwetra ssto
Pnmingos T-ixeira Basto, sua mulher, seus fi-
los e g-nro agradecen) a tudas as pessoas que se
dignaram apoinpanbar ao L'emiterio Pnb ieo, os
restos mortaes de sua tnui presada fiiha, irma e
cunbada e de nnvn convidara aos seus parentes e
amigos para assistirem a missas qu- mndam re-
sar namatria da Sant-- Antonio as 8 h ras da ma-
nba do da 3 de Ht-tenttro. 7- dos-u passamento.
'enf. pr n'tn-pp i, .f.-.ir nr.- *(rr ri. oidn
Ra
do Imperador n 55, segundo andar.
Hodlfrta
Precisarse de um criado
33, hotel.
Criad
no largo da Penba n.

LM1
Na rna de 3er3s d* V*etuna n. 2, primeirc an-
dar, preparara se capx'lai mertasrias de flires
nituraes e artificiaes, de dieersoa ifost- s e piecos.
0 oais artife- desta pr Bss2 eosao sejnm : bou
quets pra casamento* e ffeitaa, com dsticos
o rdadus a ouro e pr. ta
Ufgeiirii
PVecisa-sa de boas coetureints para vestiljs
na roa da Aurora n, 39, 1 anear.
O conselhfiro Jo>i .lose t-Vrreira de Aguiar
sua mulhr. filhos, g?nros net.s, mandam resar
missas naniatriz di Koa-Vista, s> eun a-fiiri &
do corrente m-z, 6e 8 h iras da manhaV Pplo eterno
descanco d'alma de seu eu-.hado, irm, e tio, o
fiando c incelhei- Ijaafndisj Man. el da Silva Gui-
inaia-f, a J. sd>; j protpatn -i siueera gratjd i sV
aquelles que se aigiinrem de assislir a esse acto
dp i-ariH.rt(..
Miel i (' Maulla
Joao Perer Ke({ s M-u.it-l d Oinha L.b*
mandam eeiebrt iD'seas n-. ni. 5 do corrente s
8 h' ras da m> nha, i. atriz d<> Corpo Sant, por
alma de seu p^tadi amiif" l'annl Cesar Knm is,
tullecido n 16 (a ea. 30 .le gosto pnzimo pao-
sado. ConVidm pnia **-. act- de reli^io os
seus anegos e is du fiado nt pip.ndo sinceros
Sfrudepin *' a i
Para a fesli de tasa Stttliwa da
hirikr
te ssto
Muito bonitas luvas de seda bordadas a retroz a
missangas douradasi s ndo de cores e pret- 8, con-
tas pierna e de cores para enteites de vestidos,
bonitas tilas de todas as cores e larguras ; e ainda
mais nm esplendido sortimvnto d- guan coes pre-
tas para vestidos, lindos lequ-s diaphan s de ele-
g.intes coi e ; e mnitoa onrrae rticos qoe a ulti-
inn b-.ra s-mpre s relete. Simpre casa Pidro ^nfun-s t C, ra
Duqoe de Caxias o. fW, Niiv esp-rane/*.
PEITO
Administrando diariamente urna injecao ;
sobcutanfla com o conteudo de urna seringa
do Praviz (modelo I* Brun) chela de
EUCALYPTINA LE BRH
CUBi-SE
a Tsica, as Itrouchi-tea
e oe
Catarrhoa pulmonares
A Eacaiyptink no contm morpWna
LE B-R!>W, Ptiarmaeutico-Cfiimico
PARS. 50 e 52. Faubourg Hontmaxtre
e 47, rea Lafayett-, PARS
Deposito em Pernambuco: FUI I. da SU.fi t C\
Cava lio rulaba do
%V\\\\\\\\\\ itli/flIUH/
NOVO
TUERMOMETBO MEDICO
de Lon BLOGH
(PBIVILEQIADO)
Sy&ienia exfrs9e*sivel
Que nSo experimenta variacSo aJgnmst
devida a contracfSo dovidro. ^
AdopUdo pela Academia d Medicina da fifis
i 22 de eptembro de 1SS5.
T*sk K mus Inst ronesm trtta r^~ -j^ ., N
niDba iisigoatir: *:ZS=CSskJJ JS
Acha-M psa [Cincirnes Caaai da Irwtnuneotos IS
de Cirurg. P^
Ven ei Grimo: 18, rna Albooj, em PASQ;
Deposito em Penunsus :
FRAN" M. da SILVA. & C
e as principaes Pharntacias. Jt
////////////AVVV\\V\V\Q1?
Appireceu
R-acbao du 2'
no da 26 de Agosto, no eng-nho
districto do termo da- Encada, um
cavallo.ruco pedrea : qupji se ju.'gar c m direito
ao dito cavallo, poder apresentar-se a delegado
uo eo^enho Refnacrante, q.ie ser-entregue.
Fciior
Precisa-se de um feitoc que entenda de jardim
e plantHCO s de capim, pref rindo-so estrangeiro :
a tratar na roa de Pedro Affjuso n. 53, antiga
ru d Praia.
Aprovcitem
Cortes de CH.iuri indinna ; na ru* Deque de
Callas n 80, Li'uih Coutinho & C.
de urna co
Ns madaUuii n. 13, precica-se
sinheira
Alimentapao raoiomal
das *ES, CRIANCAS, AMAS COiVVALE Por uso di fiHtsPir.-t TI \A (ti MU.
P.MUZ, Avenue Victori d, pajuz.
^pulUrkn as rVi;luoo : F.-.AW ta d*. SILVA C*V
% %
Precisa-se de urna para cosmhsr, ao Pateo do
Paraso n 16, venda.
IVitoru I de fambara
PREgis
j 2*500, l[2dnzia 13* .
frasco 2i80e, 1(2 duzi
as ae--n''ia8 : fra.
duz-a %4sMW>.
Na aub h-geneia-p
15sVMKI e duzia r)i(**>.
Agentes e depoHitHrios g-raps em toda a pn>
vinen. Kranei-cn M. da Silva it C, rna di;
M arquer/ de Onuda n. t$
Criad
Pr-cisa sp de um qu emenda de sitio e mais
strvicti oo tne.mj, tiatar na ra d'Apullo n. 51.
I6-Riia do Bardo da Victor-l
Datiuiio L'ina l1 C. chamam- a ;.tt -nyaV
das Exma8. familias para aetis preon :
Pecas de bic.is de cor. s a 3 500.
Ditas de ditos brancos a 22500.
Ditas de dtfee a 1*500. 1S(!0 e 2(X)0.
B-j {880, 400, 9)0
800 ris.
B ilsas para meninos, de 1*500 a 5*000.
La para bordar a 2*800.
Dita mesclada a 3*860.
M<>ms para seahora a 320, 4.;0, 600 e 80G ris.
Bnleias a 320 ris.
Arqniuhos a 120. lle 200 risu
Lencos de t'! a 1*000.
Pitas nsedernas'a 5 O, 600 e 1*086.
Passarinhos-de s-la a- 500 ris.
Apparelbos para crianct a 1*200 e 1*500.
Ditos de metal a- 1*500 e 2*000.
Finos chapensinhns a 5*.
Sspatinhos de setim a 3** e 4*000.
Moderm s rsparrilhua a 6*000
Bonitos collarinhaa- a bO ris.
Punh s todi 8 os nmeros a 900 e 1*000.
Ti iiquinhi.s a 2*01 O.
L- qnes tre.n8parentes a 2*500
l>i! s de slH a 5*100.
Ditos de n-tin ta 1*500.
Dos de ppela 4> 500, 6< 0 e 800 ris.
CxiXxS com 3 sb n tes a 500 ris.
Urna barra de sabo a 700, 900 e 1*200.
Lunhs dtela a 2*f)00.
Bnuitns jarros a 5A 10* e 15*D00.
InvisiveL grandes a 320 ris.'
L abas 200 irdas ,i SO'rt'is.
16 ffut do hrfo da VictoriaIS
IJCAr.: !^\ DAI.OMBBIQA FXPKLLieal
^^aW wWWWaW, L GLOBUt.AS SBOFMETAN
LPH*I1MCEIJTIC9,UUREAOO,PREMIAEO COM MEOM-Mi
O u roe J(iMll"-l _,_!
' ADOPTADOHOS HOSPITAESC PAHIS]
i li-KRVM-AO-OteolllodasCLOBOLASl
NeSECRETANl'D! iiin ereteMetJ
f,*n\-,rr. t t Destiti |tnL 51, ru DKamn, m rara
Pernumoueu t KAN-'Mida sli-VA s_CX_
>
X
.


\
rffln



Diario de Prriic<> ISbbado 3 de Setembro st J887
:-.
MMOLMA DE HONHA
OlEliTRIEl
daolafecUdo l-tio AlCJtrio,
Utico 0 itium.co, 9 *. .
tagmtU mi eropri9*4u do l
JM.
0 OLEO Je FIGAQO
E IACALI0 FERRUGINOSO
x m/ci Drc0wio ~ue ptrrmtte
ami'iffgr Farro tem cr*.
uar rrto Me Teatro, n*m
IlNBBilO.
BRAN0,fcGIR(T,
E FERRUGINOSO;
\CHiwn
PLOMA DM Mt)Wi]
nmrr.iTA.Tia p*> t f >.* ia
:--.l<1)ti4adinlCttM|
da nn.iv i aslispa
iniiruus
ll.tMia rMf-lulairtN.il


MOLESTIS M PtITt,
AFFECgflES ESMOFUttmJ
CHL0RCS15,
knmt, duilimk,
TitICA HJLiOlUI,
UQNCUITEt, RaCMTIM
Yinho dt Ca*
LICENCIADOS PBI.A INSPECTORA llKUYCIin
CAJURLBEBA
FRAPELUDO VISHOSO OEPIRATIVO
APPE07AB0 PELA JUNTA I ffl!2 PUBLICA DA GOIffi
Auorisado pordcreo n>peiTaMe *l>de innlio de 4885
Gomposif de Firniino Candido de figueiredo
Propj
l-;....'. KMI'BEGADO COM A MAIOK Efc'FICACIA NO BDEMATISMO
DE QrALQL'ER TATURE2A, EM TODAS AS MOLESTUS DA MLLE, XAS
LEUCOKKI1EAS O 1LOBES BBANUAS, NA AST11MA
BBONCiiiTES (molestias das *ia* respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA lMl'CREZA DO SANGUE E F1NAWIENTE
AS DIFFEUENTES FOBMaS DA SXPHIUS
>ag*adorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante medicamento tem produzido, attsa-
tadas por pessoas de elevada posico social, feaie-ji .cap que Ue *a parte seja elle.
procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do mangue.
Depurar o sanguo, como ^andica* de urna cirvulanjiJo benfica e efficaz, eis em '
re consiste principalmente o raeio ^nais tseguro de conservar sa Je e de curar as
izolcstias que a impureza doaangue oGoasiona.
O L'ajrubba, *pela sua accao .tnica e enrgicamente depurativa, a medica
ment que actualmente fcode conseguir awe resultado sem prejucikar nem alterar as
tuccoes do estomago e dos iataatinos,, porque nao conten substancias nocivas, apesar
io vigor depurativo dos .productos que canstiuiem a base principal .d'este medicamento.
As muitas curas que taro, feito, estilo comprovadas pelo testemunho dos dis-,
tinctos e conhecidos cavalleiros qua firmara os atteatados, que este jornal tem publica
do em sua seccao ueditarial
Deposito central Fabrica jiaIIo, ra Hospicio 79
A' venda m anilla* pf:arm<^, do rawzu e lo i rangetro
CAPSULAS
fft ATHEY- CAYLUS
Preparadas pelo DOTJTOR CLIN Premio Montyon
As Capsulas Mathey-Caylus oowEnvaUtoro delgado de Gluten nao fatigao nunca
o estomago e sao recommendadas pelos Professores das Faculdades de Medecina e
os Medios ik>> Hoepltaesine Paris, Londres e ftewYo*K, Corrimentos antigos ou recentes, a Gonorrhea, a Blennorrhagia, a Cystite
do Collo, o CatarrhjD as [Molestia da Bexigas e dos orgaos genito urinarios.
ittt Um txplktcSo detallada acompanha cada Frasco.
Na roa 1/ de Hurgo n. 20 (Junto ao Lonvre)
APROVEITEM!
Alta novidade em cambraias de cores coro salpicos a 5^000 a pega.
Ditas brancas a 5)5500 a pega.
Merinos de cores com duas larguras a 7oO rs. o covado.
Cachemira de listras, ultima novidade, a 400 ra. o covado.
Oorgorinas com palmas de cores a 440 rs. o covado.
Metins de cores, lindissimcs deaenhos, a 220 e 300 o covado.
Renda branca da India a 240 rs. o covado, aproveitem 1
Fustao branco a 400 e 700 rs. o covado.
Zepbires de cores a 240 rs. o covado; 6 pecLincha !
Esguines pardo de linho a 360 rs. o covado.
Percales de cores a 240 rs. o covado.
Grande sortimento de crotones a 280, 320 e 360 rs. o cavado.
Completo sortimento de las para vestido.
Creps de cores, do prego de 800 ra. por 360 o covado, pes'iincha !
Bramante de linbo, com 10 palmos, a I>300 o metro.
Dito de algodao, cora 4 larguras, a 800 a 1^000 o metro.
Panno da Costa de listras a 1000 o covado.
Dito de tito de quadros a 1(5200 o covado.
Atoalbado braneo, muito largo, a 1)5300 o metro.
Guardanapoa du linho para cha a 2800 a duzia.
Ditos de dito para juntar a 5>000 e 65000 a duzia.
Madapoloes a 40000, 4^500, 5f5O0O, 54500, 60000 o 70000* peca.
Algod3es de 30000, 40000, 40500 e 50000 a peca.
Espartilhos finissimos e muito commodos, a 50000 o 70000, um.
Leques transparentes a 20500, um.
Fichs de linbo rendados a 20000 e 20500, um.
Bordados tapados o transparentes a 500 rs. a 20000 a peca.
Cortinados bordados a 70500 a 80000 o par.
Ienee8 de bramante de linho, muito encorpado, a 30000, mn.
Cobertas de gangas com dous pannos.a 20800, urna.
Ditas de chita com dous pannos a 30000, urna.
Chambres para hornera a 50000, 60000 a 70000, um.
Toalhaa felpudaa para bauhos 10500, ama.
Ditaa ditas para rosto a 50000 a duzu.
ARriGOS PARA IIOMENS
Palitota de seda-palha a 80500 um.
Lindissimos cortes da casemiras paca costumes a 190000.
Ditos de casemiras com meadas de -seda, para cajea, a 60, 90 e 100000.
Grande sortimento de cheviots, casemiras, pannos pretos e de i ores pasa oastu-
*MB, ppr precos sem competencia.
E muitos outros artigos como sejam : .camisas de linho, de flaiiclla, collarinhos,
panhos, gravatas, meiss, ceroulas de linho a de algodao por pregos razaaveis.
Para bauhos de mar
Costumes para senboras a 10)5000, um.
Ditos para bo.nens a 80000, um.
Ditos para meninos 50000. um.
Sapatos e boleas para o.meamo fim.
AMAAL & C.
Venda do sitio
Vemle-ae on permuta-s por predio neita cida-
de um bom sitio com boa casa, umitas fruoteiras,
nct Ileute banlio do rio, boa agua de cacimba,
exteuso de terreuo para baixa de capim, to lo
murado na frente, com ortio e gradeamento, com
camDho ie ferro e estacao junto ao dito sitio, no
Porto da Madeira, cunheeldo pelo sitio do Joao
Selieiro, junto ao Dr. Ernesto de Aquino Fonse-
ca : quem pretender dirija-se praca da inde-
pendencia n. 40, das 11 horas s 4 da tarde.
10
Fio de alaoiio da fabrica Calilla*
A nutra, da Habla
Vendern Machado & Pereira, ra do Impe-
rador n. 57, por cemmodo preco.
A FLORIDA
Baa Duque de Caxlaa n. IOS
ADMIREM!
Cintos modernos a 10000.
Luvas de pellica a 20500 o par.
dem de seda a 20000, 20500 e 30000 n.
o par.
Fitas de velludo a n. 9 a 60000 p. 5i
400 rs. metro.
Albuns de 30000 at 8#000.
Ramos de flores finas a 10500.
Diariamente debate-se na imprensa a crise
aterradora porque estilo paseando as provincias
do norte (este imperio ; sao innmeros os recla-
mes de todas as classes, sem que sejam attendidos
os seus justos pedidos, de que se gloriam as na- Ijiva3 de escocia para menino, lisas, e bor-
cies civilioadas. dadas a 800 ra. a 10000 o par.
. V* 8" T* dfr !mP"lg08 "8 de'Ja'io8 Porta retrato a 500 rs. 10000 10500 a
progresos que cortamente trarao o bem estar de OAl "
todos, resolveram Martina P.res & C. estabele- *uw<
cides com armazem de molbados ra Es- Anquinhas (la 10500, 20500, e 30000 uma.
treita do 14oaro na. le '2, a vender por precos Plisseis de 2 a 3 ordem a 400 rs. 500 rs,
mdicos os artigos concernentes ao seu ramo e fiOO rs o metrn
de negocio, que certamente constitue urna eco- u metro.
nomia diaria e onde so acha um completo sor- ,en^s Pra coco cotn inscnpgao.
timento dos seguintes artigas, que pela sua qua-
lidade e precos au recommendaveis, aoaio se-
jam :
Vinhos fiaos do Porto
Madeim
Sherry
Chambern
Bordeaux
Moscatel
para baptisados a 80, 90, e
e 100 envelopea por .800
Enchovaes
120000.
11 Caca papel
res.
Capellas e veos para noivas.
Suspensorios americanos a 205OO-
L5 para bordar a 20800 a libra.
Collares eBuealas. Eftoos P^a crochet a 10000.
Completo sortimento de cervejas, cognac, bitter, Bicos de cores com 2, 3, 4 dedos da lar-
licres, doces, bolachinhas nacionaes e estrangui-
ras.
Queijos frescos do sertao, prato, Minas e fla-
mengo.
Aaeite de coco, mate do Paran, formicido ca-
panema.
Precos sem competencia.
Ns. 1 e 2Ra Estreita do IiosarioNa. 1 e 2
Martins Pires & (J.
gura a 30000 40000 e 50000 a peca.
Lindos broches a 30000 10000 e 500 rs.
Leques para menina a 200 rs.
Linhas para machina a 800 rs. a duzia.
Garrafa agua florida a 800 *s.
Lequea com borlota a 800 rs.am.
JJicos areos para setineta, cretona a chi-
ta para correr babadas a 10000 1*5500
a pega com 10 varas, e barato.
Albuns de chagrn, velludo e velbotin
pira 50 e 60 retratos a 60 70, e
84000 um.
Meias de escocia para senhoras a 10500 o
par
Lengo3 de linho um lindas cacas.
WHISKY
ROYAL BLEND marca VIADO
Este excellente Whisky Escossez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de canna,
para fortificar o corpo
Vende-ae a retalho nos melhores arma- BicoVdVnVsVuTtolnTproprio"pata.toa-
zens de molhados. i n,ag e saias f f
Pede ROYAL BLEND marca VIADO Id*m brancas cora 5 dedos de largura a
cujo nome e_emblema sSa registrados para j 3*000 a pega com 10 varas.
Caixas com sortea de jogo de mgica pro-
pr03 para salao a 5*000.
Cobrado a vender-se:%wee85(ers.diver888 ^dadP*sal2
Vende.ee o sobrado n. 87 ra da Aurora, em Boleas de couro para menina de escola,
frente a ponte-do 8anta Isabel ; quem pretender, Grande pecbiucha em espartilhos de linho
30000 um.
Lipdas ,pastas de 500 rs. 10000 2*000
Lmamento & C.
todo o Brasil
BROWNS C, agentes.
pode entender-se com o c-rrector Pedro Jos Pin-
to, na prafa do C-juamcrcio.

Exigir m Verdademae Capaulas Mathey-Caylus de CjjN & C", de PARS,
1 Que se achdo em casa dos Droguistas e Pharmaomticos. .
FUNDICAO DE FERRO
CARDUZO & IMO
Ra do Sarao do Irumpho os. 100 a 104
Deposito 41 roa do Apollo as. 2 e 2 B
Tem seopre em (deposito todos ea machiniaraos e ferragena precisas agrcul-
tara desta provincia, cmbo sejam : vaporfs looomoveis, smi fiaos, com cal', eir
jhernis ou para fogo de assentamento, moendas de todos os tamanhos, tachas batidas
e fundidas, etc.
ttindi r ftar WU ^ual^aar jaaahiniaiao, snoarr^am-ae. de saul U-oa
se fespnsabilisam pelo bom trabalho do inesrno.
Vendem a |>cazo ou a dinheirc com descont e a pregos resumidas.
YINHO MARIANI

OE COCA DO PER
o Wmn que Xol experimentado nos hospitaes de Parlx,
pto diariamente com xito para combater a anemia,
> axrn, Mol>! tMM ra respiratoria*
de ovc&o vocal.
noommauUmi^o f Ptotu/rocas e deUeadtu.e*hutlmi pttmmalmtk
aot VetluH e Criancat.
E* o Reparador das PartaraafAaa dlgettlvaa ^^
O rORTIPICANTE por XOFT ,T .WTIOIA
O VI r>4MO 'MARIANI as CONTRA 1H CASA Dt
<> ftA*TAWTHt.H^II ktbnnl bwu. w.Tfk,ll hB lt.
Era Pemamtmco : Franclaco K. da UXVA a O".
WlNMrWrVs%MAMIM
AL
U
NSIGAO GERAL
m PATEHSON tt C
N4ft-Bna do Brum-N. 44
UST A ES fi^AO DOS BONDS
Tero para vender, per prei# o mdicos, as aegui forragsus:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
Crva^os de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, dem.
Ditaa angulares, idem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamento para i ard ra.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos raode! s
% Portasd fornalha.
Vapbres de forca de 3, 4, 5, 6 e 8 cavallos
Moendas de 10 a 40 pollegadas de panadars
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de concertes, e assentamento de machinismo e execatam ittai
Inbalho com perfeicao e presteaa.
DE
MEU5SA ilos CARMELITAS
BOYEB
TJxvico Bucoessor
(ios Carmelitas
4, AuaJe l'Ahbaye, 14 -
QONTRA :
Apoplea
Oh olera
Enjo do nar
FJatos
Clicas
Indigestoes
Febre Miacella, ctr.
Ler o prttftclo no qusl tai entaltUo
cada vidro.
Deva-se exiolr o letreiro branco e preto,
cm todos os vidros,
seja pial sor o tamaobo.
DErOBROS BM TODAS AS HAaMACIAS
do tmiverao.
ooooooooooooooooooooooo
vendem cimento port'and, Jmarca Robias, de !
qualidade ; no caei do Apollo n. 45.
Sitio ao Arraiai

Venderte a oasa tarsea com 7 quartos. 3 salas,
Qssinba, qaarto com baobo de chuvisco, depen-
-deooias para criadas, cacimba com muito na
agua e bomba, um lindo jardim, paesa um ri&ch]
pelo oanlro oisitio, teado urna .pequea paute
oow neos pasa reocek), arvores fruetieras, co-
quciros, laranjeiras, aapotiseiros, mangueiras, ja-
queiras e outras diversas, ra da Harmona/
drvkliDdo eom o sitio do Sr. Baduem : a tratar
Mn otr. Domiogos Cernes Correia, na oasa ama-
tella, ou na riw^a Paz n. 42.
Yi-ibos da (aafeira
Finos
Ciirec vellos.
*4 adaira.
Moscatel.
Uva Bastarda de Piaas.
PAA MESA
Genuino do Lavradio a 500 rs. a gar*a^i.
Na mercearia de Msnoel Corieia & C.
Praia do Conde d'Ku n ,15
Cavteiras .para guardar seduias de 10^000
a cem.
Ditas letras com oa repartimientos da Ja-
neiro a Dezembro.
BARBOZA & SANT06
Vende-se
o bem afoegueado deposito, sito rua Augusta
n. 180 ; a tratar na :ua larga do Rosario n. 18,
(averna.
Para rato
Urna noaita completamente nova, de urna fa-
milia sstrangeira que.se retira no primeiro vapor
para Europa ; na rua do Marques de hnda n.
59, 1- andar.
Itten-j
Vende-se especial farinba de milho e de arros,
feita vapor, e preparada para balo, aagica,
cuscus e outras diversas especies de comediras,
que necessitem destes mesmos gneros, sando a
240 rs. o kilo da de milho e a de arros a 320 rs.,
I asaim como farinba para tender o pao cerveja a
i 000 a arroba : un padarja da travessa do
! P.cibal n. 1, peranoante a Pemira os Pinto.
Telephone29t.
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FBJf4/G0 REGENERADOR
VINHOi;JOHANNO
DO
HM
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
ecommendo-no as casos iijienca>sito tateos para reconatltolr e rerenerar
o organismo arruinada por molestias, axcesso, natureza do clima, Anemia; Colorala.
rntninaia, Tdnsai, laao araawe, iiup tanto amiiao a sauae das mulbares,
Pobreza de Saafoe, Fraqaaza g-eral, Sebllldade, etc.
S. YIVTSX, Dtotata, 50, 8oulevard le Strasbourar, sm PASIS

Sem competencia
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Popelinas de seda de listras a 500 rs. o covado I
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^ntremelos tapados e transparentes a 500 rs. a peca.
Fustoea brancos, mui finos e largos, a 700 rs. o covado I
Lencns abainhados a 2^000 a duzia 1
Cretones finos a 300 e 360 rs. o covado I
Setins largos a 1>200 o covado !
Leques transparentes a 2^500, .um !
Bicos de cores, com 6 jardas, a 24000 a pega I
Las de quadrinhos a 300 rs. o covado !
Atoalbado de linho adamascado a 35000 a vara I
Vestidos de cretones, em carto, a 8)5000 e 10#000, um I
Gravatae pretas de gorgoreo e de setim a 500 e a 600 rs., urna I
Camisas de meia, alvas e mui finas, a 1000, urna 1
Agua Florida a 600 rs. a garrafa I
Brim pardo a 320 rs. o covado !
Zepbyro de urna s cor a 300 rs. o covado !
Guardanapos de linho eom barra de cora 4^500 a duzia !
Colchas de gorgoarao de la para noiva a 8)5000, urna.
Cobertores de Ut a 3(5500, um, bem larges !
Setinatas estampadas a 400 e 500 rs. o cavado !
Algodao trancado de duas larguras a lfOOO o metro I e muitos outros artigos
que couvm aproveitar a quadra.
4 Ba 1." de Marco a. 20 4 (esquina)
O ngueato de Hollowav n remedio nfalliwel par* a* males da pernea e do peito t tambe pa
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para taias as enfemi-
dades de peito na se rtconhece egual
Para os males da garganta, bronchites mfrlamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teeri semelhante e para os merabrtS
coatrahidos e juncturas recias, obra -orno por encanto.
Catas ratrfioBas sao preaaradas smenla no EatabdeaiaaMo do Profauor Holuwat,
78, 5BW OXFORD 8TKEET (aatei 583, Oxfori Straat), LOKLitKS,
i MU! lili' am todas as pharmaes do uaiver* x
mm nspniosaawaK a exaaaiaar rtulos de cada caita a Fate, x akicaal
*a*cio, 533. Oxford So-et s&3 i>a6caooa>.
Lotera da Provincia
Acha-sc venda a 10.a lotera a bene-
ficio daS. Casa de Misericordia do Recife, que
ter lugar no consistorio daigreja de Possa
Sen hora da estarn expostas as esphcrs era ordem nu-
mrica, para seren examinadas.
DE
WOLFF& C.
I i~M IDO CMA'-ft 4
Veste muito ab>crido e#aaJ>eJeclnien>
to encontrar o rsniUi,veI puialico o omm
variado consplelo artiauento de JiMAM
recebidas senapre directamente dos melho-
res fabricantes da Knropa, e que priman.
pelo apurado ssto do aunado elefante.
Bicos >.dereea completos, lindas puisel-
ras, alnetes, voltas de ouro era vejadas, com
brilhantes, ou aerlas, anaejs. caeoletas.
betdes e outros aMaitas artices pjrsprio
dente generes.
I'm relagie de aura, prata eapickelado.
para bambas, aenbaras e aacaiavM., das mais
acreditado* fabricantes da Enreaae Ajve-
Hca.
Para todos os artigas desta casa garan*
te-s*> a boa qualidade. aaim aman a modici-
dad.- nos precos |Ue sata seas eeiupetncia.
\' *t.% caa tasabsaa eaaroerta-se qual-
quer bra do uro ou prata e tamben rlo-
gios de qu*Jqur qualidade que .saja.
1Eti i' maml
T




I


NI

8
Otario de FcrnambacoSabbado 3 de Setembro de 1887
UTTERATM

0 ULTIMO BANDIDO
POR
i:iiiia\iel \m:vi:
III
(ConclusSo)
Pois bem, disse ella, quando aquella
-use se acalmou um pouco, partiremos
j linfa.
Partir ... ti menina!. ..
E olhava par ella com anciedadejul
gando qae houvesse endoudecido.
Sim, partir, sim, contiauoa ella, com
forja; Uso admira-o ? Pensa qua a minha
vida menos terrivel do que a sua ? Julga
que, no dia em que nos separasaeraos niio
comejaria tambem para mitn, urna agonia
constante ? Peosa qui era o nico a cho-
rar, o nico a soffrer ? Sir>, sim necs-
sario partir Quantas vezas tenho pensa-
do em tal! Mas todas as vezes, pensava
tambera no meu pai, tilo velb<<, to s
mame tanto ; tem tan*.a necessidado de
mim No seu leito da morte, lerabro-rae
p-rfeitamente, que minha mi m'o recora-
uiendou ; a mim que anda era tao peque-
a. Pareca que, do nos dous, era elle
quem er a crianja !
Aquella lembranja fazia-a soffrer cruel-
nte ; mas a sua decisio estava tomada.
Em um momento, tornou-se forte, carojo-
H, techan lo os olhos no futuro e nao pen-
aando scnllo as tristes realidades da oc-
casiao prteente. Seu pai p^rdoaria, sabe-
rla tudo mais tarde e talvez quJ anda se
encontrassem um dia, pensava no que ti-
rina a fazer, as derruirs disposi.o m
que tinha que tomar.
D'aqui a dous das, est tudo felto I
Proi'urarei Sanvito amanba. H-i de man-
dar-lbe o pastor.
E arrancindo-se-lh' s dos bragas :
Adeos, disse ella. E d'aqui at l,
tome cautela em si. A minha vida est as
suas roaos.
E parti, apressado o posso, para che-
gar antes da noite e j ostava longe e ain-
o o bandido se nao tinha maehido do seu
r, anda atordoado, cim aquella i n
mensa alegra, ao ouvindo mesmo o bssg-
bio do pastor que piresia indicar qualquer
cousa de inslito e nao vendo, entre as
hervi.s, o cachorro Palluccio que estava
con as orellias arrabitaas, r>snando rui-
dosamente. Tito niio se inquietava com
isso. Olhava para o m*r, avermelhado
pelo sol pos'o, onde o pharol dos Sangui
r.aiijs se illuranava cora a sua pailita e
trmula claridade e via j paesar ao largo,
c brigue que os havia de levar d'alli.
Tornara elle a ver a sua trra ? Ap^-
sar de tudo, essa idea atcrmentava-lbe o
corceo e aspirava o ar com toda a torga
dos pulmo3s como para levar comsigo o
perfumes das plantas e dis fetos da sua
trra.
Por instantes tambem, segua, com o
oihar hmido, a estrada qua j coraejava
a desparecer no crepsculo, mas onde se.
cistinguia ainda, no seu serpentear, o ves
tido claro de Magdalena, destacando se so-
bre o tom verde dos pinheiros.
VI
ilesta oceasio, 0 cIj J9 um uivofit-*J-
r cao e o aaaubiu Ju pgsrSf socm hnls~com vam
oais forja. Houve um mido na folhagora
sentio-se passos rpidos e o pequeo appa-
receu, com as feigues atadamente trans
tornadas.
Os policaes, gritos elle.
Em um pulo, Tito agarrou na espin
garda. Olhou em volta de s: era-lheim-
possivel fugir, de ambos 03 lados estava a
estrada, naturalmente guardada pelos sol-
dados. Era necessario defender-se bem
caro, at o fim, at a morte! Na vespera
pouco so importara com a vida ; mas,
agora, ora da partida, hora da liber-
taco 1 Vamos, talvez a ultima prova-
9, o derradeiro ezar da sorte a tentar !
Urna bala zumbio-lhe ao3 ouvidos, de-
^pois outra e ainda outra, ao mesmo teropo
eoai a pistola na mao Barbona, aempro o
primeiro em todas estas expedijSes, sabia
do bosque
Entrega-te, gritou elle para o ban-
dido.
Com um tiro de revolver Tito estndeu-o
aos ps
Em todo o caso, j est urna qiestao
liquidada, murmurou elle.
Mas, desta vez, os soldados estava m em
grande numero.
Tinham recrutado todas as forjas das
escoltas da visnhanga.
O bandido, ferido no hombro, senta per
der as forjas. Eacostou so a urna arvore
e, junto delle, o pastorzioho, enthuahsroa-
do com a luta, arremessava podras aos sol-
dados.
Vai-te embora, grita Tito, vai ta em-
bora 1
Mas o pequeo nao ouvia nada, erabria
gado, como estava, pelo cheiro da plvora,
e nsuto orgulhoso por bb achar mettido na
batalha. Iojurava os policaes, lanjando-
Ihes em rosto todo o vacabuio do garoto
corso, excitando o cachorro contra elles
e dando gritos de triumpho, quando o re-
volver do bandido feria algum soldado. Na
occasiilo em que elle lutava assim, incon-
sciente mesmo do perigo, urna bala, atirada
quasi a queima roupa, ferio-o um pouco
abaixo do corajao.
Ahim !. .. disse elle, em dialecto
corso, paree c-rae que tenho a minha ooata 1
E foi nssim o tim do pastorzinho.
Pouco a p. uco, o circulo ia aportando
se, poda distinguir-se, por entre os ra-
mos, o corpo dos soldados. Tito via-os ap-
proximar, como supremo desprezo da mor-
te, aceitando-a tambem como urna liberta-
gao o contemplando, sem colera, aqu>lle
nnr mentiroso, aquella co estrellado, tudo,
errfim, que, instantes antes, Ihe failava
da sua prxima liberdade.
Havia j descarregado cinco tiros do
seu revolver lanjando por trra os prmei-
ros que tinham avanjido: Barbona pri-
meiro, cujo cadver va estendido de bru
jos; dous oatros que, feridos mortalmente,
geraiam horrivilraento. Nao resUva seno
urna bala; mas essa quera aproveital-a.
Rcservava-a para vingar o pastorzinho.
Seria ella para a primeiro que sahisse da
matta.
Fo o velho Negroni o primeiro que ap-
pareceu !
Euto o bandido baixou a arma com
um gesto resignado e cruzando os brajos;
Bem, disse ella, entrego-mo !
.. Mesmo nessa occasio, neste minu-
to supremo que acabava com a vida de
smente inclinada sobre o hombro e com a
mi encostada ao corajao e que all puzera
no momento rpido da morte.
Ficou decidido que a entradada na ci-
dade nlo so realizara senao no dia se-
guinte e que se paseara a noite no forte
d'Aspretto.
Mas, no dia seguinte, depois da grande
recepjao triutuphal, quando sabio da pri-
sSo onde aoabava e com que orgulho
-de metter emtim o bandido, era muito
para ver o velho Na^rorn, nio para casa,
pelas ras cheias do gente corresponden
do aos apertos do mo, aos comprimantos,
todo vaidoso, com as felicitajoes dos seus
chefes, contando com a cruz e a promo
jao.
Na esquina da ra, as visinLas espera-
vam o para lhe annuncar o accidente.
Quando elle vio a expressuo do rosto da-
quella gente, a alt-gria paroulhe repent-
uamente, comprehendeu logo que tinha
acontecida alguma cousa grave.
Magdalena ? perguntou elle.
Nmguem ousava responder-lhe ; nao sa-
bendo como dizer-lh'o.
Entao gritou o velho, fallam ou
nao fallam ?
Entao to las ao mesmo tempo, com
grandes gestos e exelamajSes, puzera3-ae
a contar-lhe o drama, e dando-lhe sempre
a mesma explicado : < ella quera ver..
debrujou se de inais
Mas o cabo j as nao ouvia ; s tinha
pi-rcebido urna cousa que Magdalena nlo
estava morta : que o. esperava e, passa-
da a primeira hesitafio, deitou a correr a
toda preasa, como lho ponnittiam as suas
pobres peraas, nao parando sen3o entra-
da, horrorisado com o qua ia ver !
Atravez a porta, ouvio um longo gemi-
do que lhe gelou o coracao e empurran-
do a porta entrou com os bracos abertos,
solucando e balbuciendo :
Magdalena 1... minha... flha ..
Junto do leito parou como pregado no
chao. As fontes batiam-lhe, que pare un
que estalavam, os olhos estavam como es-
tupidos.
Era com efleito Magdalena que elle via
all, to branca, mais branca ainda que os
lences.
Olhava pasmado para a pasta de san-
gue que lhe pegava os cabellos teata ;
ambos, Magdalena, chegada casa, prepa-
rava a refeiyao da noite e combinava com
o primo Sanvito 03 ltimos pormenores da
partida.
... Acabada a luta, o cabo quiz entrar
sem demora em Aja.:cio. Apenas issipa-
do o fumo do cmbate, pensava na sua
Magdalenazinha qua devia espralo em
casa, j inquieta. Era a primeira vez que
tinha assim partido para urna expedic3o,
sem a provenir, sem lhe dizer adeus. Mas
teve medo de a assastar. Havia algum tem-
("po que a via tao triste, tao apoquentada I
Por isto tinha tenjilo de apressar a partida,
quera levar o bandido, mesmo de noite.
Ms os outros recusaram deaejando go-
sar do seu triumpho, exigindo o passeio
em dia claro, pelas ras da cidade,Jexhi
bindo preso multidao que os acclama-
W bA- uutr. *t que zoraba-.
da sua impericia em AjaccroT "Ti
nbam dito que elles nao serviam para nada.
Era, portanto, duro .exactamente no dia
em que tinham arriscado a vida, que ti-
nham tido urna luta sanguinolenta, que se
tinham, erafim, apoderado do Belluomo,
que nao fizessem praja da sua facanha
diante de todos !
Alm disso, o bandido estava ferido, nao
gravemente; mas, eindin, era necessario
tratal-o, cralo, para o apreseotar ao tri-
bunal. A sociedade cheia destea commo-
v-ntes carinhos, para aquelles que o cada
falso espera. E depois, havia dous solda-
dos que tinham sido levantados do chao,
agomsanto, o infeliz Barbona, o pastorzi
nho, pobre cranja, que pareca dormir
com a bocea aberta, com a cabeja gracio-
FOLHETIM
VICTIMAS E ALGOZES
PO::
EMILIO DE rilCHiBOTRG
para os olhos desanimados que nada di-
ziam !
No seu letosinho, cercado pelos paren-
tes e pelos amigos, estava j como estara
debaixo da t-rra e os que chegavam en-
travam como no quarto de um morto, an-
dando as pontas dos ps, apertando a mo
ao velho Negroni e sentando se nos cantos
da casa sem fallar.
Quando depois do alguns instantes Mag-
dalena reconhecen o pai, estendeu para
elle, com esforjo violento, a mao que pen-
da inerte para tora dos lenjes e com a
voz frac a, como um suspiro :
Deixem nos '. disae ella,
E quando todos se retiraram, quando
ambos sa acharam perfeitamente sos no
quartioho, onde se lhe"ouvia palpitar os
corajeea, Magdalena fez o velho inclinar
se sobra o leito, muito perto della, ainda
mais perto, collocou-lbe a boca ao ouvido
o docemente como um sopro:
Era elle murmurou Magdalena.
E mesmo naqjolla hora da morte, a
confssao da filha faz-lhe subir o rubor a
faces.
O pobre homem tranquillisava-a melga-
mente, assustado, com a sua agtajio,
com os seus ditas incoherentes, que elle
attribuia ao delirio.
Segurava-lhe a cabeja, limpando-lhe a
testa com o lenjo. Procurava palavras per-
suasivas, que se devem dzer aos moribun-
dos, e.no as encontrava.
Estava tao mal preparado para a ver
morrer !
Nao falles, diza elle com ternura,
cala-te. N3 vamos tratar de t, vamos cu-
rar-te.
llagdaleua comprehendeu que seu pai
nao tinha oueido, que a nao tinha acredi-
tado, e tendo urna idea sbita reuni des-
esperadamente as forjas.
Sanvito gritou ella.
A porta entre-abrio-se e o marinheiro
appareceu, uo sabendo se devia entrar e
interrogando Negroni com os olhos.
Entre, disse o velho.
Sanvito, pedio-lhe entao Magdalena.
Diga a verdade a meu pai... Julgava-
roe louca. Conte-lho tudo, pejo-lhe, 'x-
jo-o.
E Sanvito contou minuciosamente e tal
como a moga lhe tinha contalo por diver-
sas vezes, a historia da Tito e de Magda-
lena, as suas entrevistas, conhecidas delle
s e os seus projeetos, qua elle devia au-
xiliar, em iui, todo aqu-lle pobre roman-
je de amor, cuja derradeira pagina ia ter-
minar.
Diza todas aquellas cousas com tristeza
com a simplicidade de ceibo marinheiro e
Negrooi escutava-o, como sob i^iufluencia
de um pesadello, sem forgus para fallar,
sem forjas mesmo para comprebenler.
Na verdade tudo aquillo, de urna vez
era demasiado!
E ficava quedo, aniquillado, fulminado,
sentindo se accoramettido de loucura.
Entao Magdalena eclajou-lhe o pescojo
com as maos, como para beijal-o e com
um tom de ardente supplica :
Vou raoirer, disse ella.. Quero
vel-o !
O velho esiremeceu. Teve como que
um relmpago de revolta repellindo, com
a mao c com um gesto indignado, aquella
visao monstruosa: o bandido all, na sua
casa, perto daquelle leito mortuario I
Vou morrer, repetio Magdalena.
E aquella voz era tao lamentosa, aquel-
le grito de morte tao despadajador, que o
velho Negroni ficou commoviio at s en-
tranhas.
Sem dizjr palavra, trou do velho arma
rio a sua antiga farda, toda cheia do poei-
ra e, com pasao mal seguro, sahio, foi at
prisao, cujas portas estavam para ella
sempre abertas.
Entregou a farda velha ao bandido e
com voz breve, quasi dura :
Ella vai morrer... disse elle. Quer
velo... Agarro n'esta roupa e vista-se.
Siga-me !
VII
... E foi junto desae leito de morte,
n'aquelle quarto miseravel, urna longa
noite doloros, cheia de lagrimas e de an-
gustias.
Magdalena, vendo entrar o bandido nao
se tinha mechido, a morte j estava pr-
xima.
Via-se nicamente pelo estremecimento
das palpebras qae ella ainda comprehen-
didia, que O reconhecia.
Os dous estavam assentados de cada
VARIEDADES
"^ CJ qan.
A' memoria de *oo Taclano
A FELICIANO HORIZONTE
TSo mojo que elle era '... ainda nessa idade
De mgico esplendor, de fulvas Ilus5es :
Quando a vida parece um brinco, urna utopia,
E o peito nos escalda a ardencia dos vulcoes...
Morrer '... verdade atroz !...
Na loura primavera,
Ao refulgir do sol, tao joven '... quem Jissera
Que d'aquella existencia o fim era tao perto ? '. .
Contrista-nos do certo
Ver abysmar-se era treva urna ridente aurora !
Oh destino cruel
Da pobre huroanidade !
Oh exicio fatal! que assim mudas em fel
O nctar suavissimo
Das dojuras do lar !
E convertes n'um'hora
Os risos em saudade,
O cryatallino orvalho em lagrimas de abril :
E's mas fero quo o tigre, e mais que a serpe s vil!
Inteligencia, ardor... tudo que n'aquella alma
Havia do attrahente, excelso e de elevado ;
Urna bondade extrema-a mais olenta palma
D'aquella corajao, ah .' tudo foi langado
Sem d nem piadade,
Nessa val'a commum chamada sepultura .'
Oh roysterin sim cruel realidade !
Que tornas n'um momento a dita em desventura,
Qm transformas o dia em noite tenebrosa,
Levando o desespero alma cariuboaa
Da santa creatura a quem chamamos mae!
Destruindo sem pena urna esperanga bella,
E esmagando assim como quem pisa um verme,
* Com fria indifferenja o corajao de um pai!.. .
O' musa que inspiraste a fronte de Varella,
Inspirai-mc tambem ; ah vinde a mim, chorai '
Chorai enternecida o vosso louro amante '
Chorai, filha do amor, da luz e da harmona,
A quada desse sol esplendido, brilhante,
Q?ie cedo mergulhou no occaso ... O' poesa,
O raio desse immeijso e rubido clarao
Que encheu de etherea luz o grande corajao
De Miltoo, de CamoVs, de Lamartine e Hugo...
Chorai '. .. fazei cahr as perolas do pranto
E a tumba que o envolveu :
Chorai, filha do co !
Chorai, que j nao vive... a morte arremessou
A' regiao do nada
Aquelle que, transpondo apenas a alvorada
Da vida, vos rendeu um culto sacrosanto.
E tu, amigo meu, que tanto o amavas, tanto,
Comprime tua dor, resigna-te, pondera...
O mundo isto mesmo : a vida urna ehistiera.
r
Po-d'Alho-Abru-188f>
Joao Pessoa.
^saraos
M~*aa, balbOCOU &*- -Udo do laito a cada auj tinb* U3B mSOS
PROLOGO
a MALitrsAn
. a tinu ~ [o b. 200]
II
Se lo3so um presente acompanhado
de um sentimento de t>ffcigao, disse Ga
briella, poderiamos aceital-o ; mas urna
esmola, de que nos nao devemos soffrer a
humilhajao.
Permitta-me, miuua querida, que nao
partilhe, neste caso, os seus escrpulos de
delicadeza. Nao somente esta somma lhe
legtimamente devida, como tambem
urna quantia, por conta das pretengoes que
Gabriella possa ter. Trazendo-lb'a, a mar
queza de Saulieu n&o fez senb comegar a
cumprir o seu dever. Alm disso, recusar
o que chama urna esmola, seria tirar-nos
para sempre, a esperanga de ama reconci-
liajao para a qual trab&Ihamoa ambjs.
__ Ernesto, se tenho um carcter dema-
siadamente orgulhoso, a culpa nSo mi-
nha ; mas sinto quo v^i dar Marqueza
de Saulieu o direito de nos desprezar.
O visconde de Mruile encolheu os hom
bros.
A respeito de diret8, minha querida
Gabriella, vejo que nao conhece quaea sJo
os seus. Mas nao era dia nem oceaaio
para lbe lembrar, que i herdeira de seu
pai e que a Sra. Marqu:z de Saulieu tem
contas que prestar lhe.
A moga leVaotou-se com os olhos chi-
peamio.
Ah exclamou ella, espero que nun
ca me fallar nitso.
Se nao ^oer recasar e*te diuhero, seja,
groni, o que ests dizendo ?
Sim, sim... o bandido .. elle que
eu amava. Deviamos fugir juatos. Tudo
estava prompto... Tinha estado com elle,
hontem noite. .. Tinha-lhe dito que fos-
se prudente... Talvez qua nao pudesse...
Toda a noite esperei-o, soffri e chorei. ..
Nao quera crer... esperava anda... E
depois os soldados ch"gararo '... Vi-o, no
meio da escolta, com as mitos amarradas,
insultado pelo povo, perdido para sempre.
Comprehendi que tudo estava acabado!...
E entao matei me !
A moja soffria horrivelmente, acabando
todas as palavras com um solugo e com-
primindo o peito com as maos e com urna
expn'ssao de dor terrivel.
guarde o, mas fique eabondo que nunca re-
clamarei nada de minha mi.
Muito bem, disse elle com urna certa
aeceura.
E continuou. om tom ligeiramente ir-
nico :
Quer saber, minha querida Gabriella.
mais tarda se o corajao lh'o dictar, quan
do formos ricos, .-estituiremos Sra. Sau-
lieu os cem mil francos
Oh I Ernesto 1 Ernesto como me
est fallando- Nao estou eu j bastante
afflicta ?
Vamos l, minha Gabriella, bem ama-
da, nao ascutamoa mais ; se a mortfiquei
pego-lbe perdo.
A moga limpou furtivamente as lagri-
mas.
Elle tora ou se sbitamente muito alegre
e poz se a fallar de diversas cousas com
urna animagao e um espirito inexgotaveis.
Mas Gabriella nao recebia o contagio da
alegra do marido, talvez um pouco ficti-
cia.
O corago comprimia-se-lhe dolorosa-
mente.
Infelizmente o visconde apparecia-lbe,
de repente, sob um novo aspocto e tinha
um vago presentimento das provagSes, que
lhe reservava o futuro.
Teria sua mi razao, annunciando-lhe
que a expiagab nlo se faria esperar ?
Emquanto o visconde fallava e que Ga-
briella o contemplava com tristeza, nenhum
dell?s reparou qua ia rebentar urna tem-
pestada Grandes nuvens negras tinbam-
se amontoado, sobre a cidade e o ar estava
carregauo de electrcidade.
De repente um violento trovo fez es-
tremecer a casa nos seus licerces e crepi-
tar os vidros.
Ao mesmo tempo, um p de vento abri
a janella e entrou no quarto.
O co itluminou-se, relmpagos deslum-
brantes, sem fim, appareciam no horizon-
te e os raios faziain ouvir oa seus ruidos
terriveis.
Gabriella ticha-se levantado, como mo-
vida por urna mola e, de p, ao lado do
marido contemplava, tremendo, o sublime
horror daquelle espectculo.
NSo cania um gota d'agua, o vento des-
encadeado percorria a ra, com um sibilar
espantoso.
Ouvia-se toda a sorte de ruidos lgu-
bres ; aa ardosiaa, as goteiras de zinco, as
cbamins arrancadas das casas vinbam des-
pedagar-se no meio da ra.
De repente, urna detonagao mais formi
davel que todas as outras, resoou no espa-
ga e um cheiro sulphuroso encheu a atmos
pbera.
Gabriella, cujo syateaa nervoso estava
terrivelmente excitado, sentio urna commo-
gao violenta e deixou <>e cahr nos bragoa
do marido, exclamando com voz rouca :
A maldigo de minha mSi 1
UI
A Marqueza de Saulieu nao sa tinha en-
gaado, dizendo filha que nlo tardara a
sabir de Pariz.
Com effeito, perseguido pelos credores,
o visconde nao podia all ficar.
Oito dias depois do casamento os joveus
esposos partiram.
Passaram, jrimeire, alguns mezes em
Lyo, depois foram para casa de urna irma
do Sr. de Mruile, que se tinha casado com
o proprietario da um castello nos arredores
de Tolosa. Em seguida toram recebidos,
em casa de urna tia materna do visconde,
que habitava na Haute-Garonne.
Fo l que Gabriella, depois de um auno
de caseda, deu luz urna menina que re-
cebeu o nome de Lourenja Emilia.
-O parto tinha sido muito doloroso, e 3
vida da joven mai steve em perig >
Quando comejou a melhorar, o medico,
qua a tinha tratado, acooselhou ao Sr. de
Mruile, qae conduzisse convalescente a
Lucbon, onde ficaria completamente cu-
rada.
A moja exactamente o que quera era
afastar so da familia do marido, que, de-
vemos dizel-o, nao tinha tido, para com
ella, todas as consideragoes que lhe eram
devidas. E isso porque recusava obstina-
damente reclamar, da Sra. de Saulieu as
suas contas de tutella.
L tinha as snas razoas para ficar aurda
a todas as insinuadles, a tudo quaato podiam
dizer lbe a tal respeito. A sua vontade era
nfiexvel.
IufJizoiente as decepg3es j tiribam che-
gado, urna aps a outra, e as pobres illu-
soes, voavam eomo as friorentas andori-
nhas, spproximaj2o do invern.
Agora conhecia o marido e nSo poda ter
nelle a mesma confianga que outr'ora. Ti-
urna das mSos da moribunda.
O olhar da moja, que se extingua, ia
de um lado para outro, com expressao de
n< ffavel ternura.
Morria, como tinha sonhado viver no
meio de ambos; realizava este sonho, en-
trevisto um dia, perto da fonte d'Aspretto,
em um curto momento de loucura que em
breve passou e essa derradeira hora con-
solava-a das maguos que soffrera.
Nao se ouvia no silencio d'aquella noite
luctuosa, senao os gemidos mais ou menos
fortes da rcoja e, no fogao, o tictac mono-
tono, do relogio que ella recbela no dia
da sua primeira communhb.
[(Contina)
nha-se engaado e tinharo-a engaado, era
sua mai quem tinba razao.
O futuro que ella tinha imaginado tao
bello, tao brilhante e Uo feliz, j nao tinha
senao horizontes negros e via abrir-se o
profundo abysmo, com que sua mai a ti-
nha ameaja lo.
Comtudo e apezar de tudo continuava a
amar e marido.
Elle tambem a amava. Nao era nem
um homem mo nem perverso ; mas a sua
infeliz fraqueza, a sua versatibilidade im-
pediam-o de cumprir seriamente o seu de-
ver.
Por mais que tomasse resolugoes, por
mais que dissesse : eis aqu o que devo
fazer ; tudo isso caba como um castello
de cartas menor tentajao. Em vSo ten-
tava resistir, tinha que deixar-se arrastar
fatalmente. Depois, ti'ha remorsos. De
que servia ? No dia seguinte, recomejava.
O visconde gostava da mulher, comtudo
o seu casamento nao tinba sido completa-
mente exempto de calculo.
Por outro lado, sua familia fatigada de
pedidos de dinheiro, demasindamente repe-
tidos, tinham o impellido para Gabriella
na qual ella nao via senao a rica herdeira
da Marqueza de Saulieu. O amor da mo
ja pelo visconde tinha com certeza auxilia-
do muito a levar a bom fim a intriga h-
bilmente urdida. Mas se a menina de Sau-
lieu qua amava e re-peitava sua mai, tinha
sacudido o jugo da autoridade materna era
porqg| tinha tido a infelicidade de ceder
a conselhos^perfidos.
Era um casamento rico qua os parentes
de Mruile tinham procurado e, em lugar
da metade, ou da quarta parte da fortuna
da marqueza que elles cobigavam 1. moja
nSo tinba recebid da sua oi.a senao cem
miseraveis mil francos.
Que decepjao 1
E Gabriella no queria reclamar nada,
nao queria pedir nada, nao queria escutar
pernicioaos conselhos.
Comprehende-se a colera, a raiva da-
nuella tamilie venal, deailludida as suas
esperan jas e os sentimentos que lhe inspi-
ravam a resistencia da moga.
Havia um auno que os cem mil francos
da marqueza tinham sido gastos ; era pre-
ciso agora regular e dar attengao s suas
despezas.
Era Luchon, o visconde achou urna ve-
Iba, que lbe alugou, na extremidade da pt
Infancia
Ao amigo Elpiiio UchOa
Oh que j'etais lieureux oh que j'tais candide !
(V. Hugo.)
Hontem va surgir risonha, encantadora
A quadra mais gentil dos dias de creanja.
Momento oais feliz em qua mia'alma alegra,
Se a!entav3, de amor, d'auroras, de esperanja.
Oh berja de illusoes Aurora rutilante !
Que resplandece e brilha em meio d'amplido
Como depressa foste -esplendida e brilhante
Deixando na mnhal'alma espessa escuridao !
Como tudo mudou Como passou ligeira
A quadra mais gentil de minha mocidade !
Meus sonhos e illusSes. meus loaros de poeta
N2o voltaro jamis.Fatal realidade |...
Hoja o que vejo ? O mundo horripilante abysmo,
O meu ninho de amor deserto, abandonado,
Nao encontr em meu bergo allivio p'ra 03 pezares
E morta a minha infann, findo o meu passado !...
Antonio Nogeiba.
voagiio, longe dos sumptuoso3 hoteis fre- cediam accessos de desanimo, de terror.
quemados pelos viajantes opulentos, urna
casa, mais que modesta. Urna camponeza
da localidade foi encarregada de fazer a
comida e ajudava a joven mai a cuidar da
crianja.
Viviam all muito tranquillamente, se-
gregados de todas as relagoes mundanas
A grande e bella natureza, cora bosque,
verdura e flores, a mmensidade dos hori-
zontes, tem o privilegio de acalmar a dor
e de trazer serenidade aos coragoes afne-
los.
Havia occasi*es em que Gabriella tarna-
va a ter esperanjas.
O marido deixava-a raras vezes; apoia-
da ao brajo delle suba os declives da
montanha. Quando se senta um tanto fa
ligada, assentavam-se em urna pedra e pu-
nbam-sa a admirar o esplendido panorama
dos Pyrenus, com o cimo coberto de ne-
v e com as fraldas ornadas do verde eter-
no nos pinheiros.
Seguiam com os oihos as sinuosidades
do Pique, que, semelhanta a urna fita de
prata, pro rara o seu caminho por entra a
berva do val. Deixavam-se embalar pelo
murmurio vago, que se ouve naquellas vas-
tas solideces. Cianversavam intimamente ou
liara algum livro, que Ibes fazia experi-
mentar doces e tarnas ommojSes.
Mas era sobreduto a crianja que os ec-
cupava e era assumpto das suas longas
convernas. Quando a querida menina, de
faces rosadas, sorria para elles, esqueciam
o resto do mundo. Faziam sa, entilo, a seu
respeito mil projeetos encantadoras. Viam-a
crescida, bonita, graciosa, alegrando-os,
com o seu alegre pairar, causando-Ibes to
da a especie de satisfagSo. Crescia mais ;
entao moja, tendo a belleza de urna rai-
nha, provocava, em todos que a viam, uoi
concert de admira jilo.
O Sr. do Mruile coatomplava-a.^como
em xtasis, quando suspensa no eolio da
mai, agitava os bracinhos, ji fortes e vi-
gorosos.
Era, sobretudo, naquellas occasioes, que
a mai tornava a ter esperanjas.
Visto que ama, visto qua adora sua
filha, achara no amor paternal, a forja pa-
ra combater as ms influencias, e a tilhi
reter o pai e obter o que a mai nao po
de conseguir. Vamos l, o futuro nao ,
talvez, tao sombro eomo parece.
Mas, s impre6ss tranquillisadoras suc-
que e pasaado juatificava.
Infelizmente, quanta3 vezes nao trabs
ella visto o marido bom, expansiw), seguro
de si mesmo, fazendo-lhe as mais bella-,
promessas, reconhecendo que a felicidade,
a verdad eir felicidade nlo podia existir
seno na expansao de dous Jcoragoes qua
se araaui, e depois, no dia seguinte, es-
queca tudo quinto tinha pensado na ves-
pera !
No meio da tranquilizado em qne vvia;
junto da mulher e da filha, tinha-se, de
certa forma, regenerado, mas estava real-
monte convertido ?
Gabriella duvidava-o e eis 9 motivo por-
que nao consegua afistar do pensamento
as sinistras prophecias de sua mi.
Sempre, sempre aquellas palavras terri-
veis :
a A sua unito i amaldigoada. Por te-
da a parte, para dnda a senhora v, a des-
graja ha de aeguil-a.
Um dia estavam, havia tres semanas, em
Luchen, emquanto o visconde acabava d9
ascrever urna carta, a moga junto do berge
de sua filha murmurava, para a adormecer,
urna destas cangoas ingenuas e montonas
de outr'ora.
A criada acabava e chegar de comegavs
tratar do jantar.
* Assim que raetteu a carta no enveloppe,
o Sr. de Mruile levantou-se, dizendo que
ia metter no correio.
Porquo nao mandas a Mara Joanua *
disse Gabriella.
Nao quero dstrahil-a do seu traba
lho ; alm disso, faz rae fem tomar am
pouco de ar.
Tenho muitas esperanjas nesta carta,
continuou elle, um pedido urgente que
fajo a um amigo, que basta dizer urna pa-
lavra, para que eu obteuha logo um lugar
importante em una repartijSo de Estado.
A moga corra, com tristeza.
J tinba feto tantas tentativas, com ma-
ravlhosas esperangas e o resultada nua:s
apparecia.
O visconde sahio.
Naquelia occasiSo, a menina dorma pro-
tundo somno.
Tambem eu tenho necessidade de to-
mar um pouco de ar, murmurou Gabriela.
^(Continuar se-ha)
Typ. do Diario ra Ooqafc ae CaM n. .
I mam l
a


Full Text
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