Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19971


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Full Text


>


HHO LXXII
Quarta-feira ti de Afiral de 1S90
\lMEUO 97
PEOPBISBABS BB MAN6IL *XCfflFIIBe.& BS f&BIA & 3PH.H9S
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLJ DE VASCXCELLOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por uro anno adiantado
iNun ni o avulso do mesmo da
81000
15#000
30$000
200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire
I
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
. 161500
. 331000
Por seis mezes adiantados. .
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avulso de dias anteriores.
200
DIA11I0 DE PERMBICO
RECIFE 29 DE ABRIL DE 1896
Transformaclo econmica
O imperio da civilisajao que no rauaio mo-
derno iniciou o sea grande campo-te acj&o as
najOes do continente europeu. arapliou de til
modo os seus limites qaa aquella gran la cen-
tro Je prodcelo levando a vida e o sen poder
fecundante s paites do mundo raais longioquas
j sent hoje a rivalidade de oulros centros do
moviraeato econmico ualversal que vieram
derivar a sua forja e proraetlem n'ura futuro
nao muito remoto, tra/er-lhe verdadeiras per-
Urbanas oa sua vida econmica, estabel-cen-
do a necessidade inevitavel de urna grande
emig ajio tanto de parte de snas numerosas
populares, como de capilaes.
Como que os centros da vida econmica] ou
mismo da civilisasao tendera a de.locar-se
em quauto ao elemeoto a atera1, pois que o
outro iraa dependencia absoluto da superio-
dade da reja qu-; por effeito da emisraj*o nao
poie soo outros clima; reproduzir-se com
a mesma forja e vigor.
L* moude mardi, o cada pode coater o sea
movimenlo, nem 6 dado prever o que delle e-
resultar em un fuiure mais oa menos re-
mo o.
As suas forjas desnrendfin-se com urna
veloc dade mais ou menos ccnsideravel, e dis-
ti cenvencem-sa lodos os que laojando os
olbos sobre a idade "m.ia, virera depois de
iu di solugao o extraordinario d seavolvi-
aeot) das najes m deroas no espajo de um
leculo.
Dj raeiado o seculo aclual todos os recur.
sos os diversos paites do mundo culto mu
tiplcaram-se de um modo assombrose, e as
grandes tentativas da IngUterre e outros pal.
z?s para Colonismo da Asia e frica, oade
ella j po:sue imperios e clonia?, :ao ape-
na? o producto de urna cega amb;ao do ego-
smo conquistador, anda umi g ande lucta
pela exisenoa e da quil resull-r mais cedo
od mais tarde o bem gara! da humauidade.
Os paizei curopeus j nao bastam-se as
mesmos;e exlraorJina iamenle concorrem para
aggravar es'.a situajao os proprios recursos de
que el es lanjarara ma> para minorar a possi-
bilidade de crises possiveia alargando o domi-
nio de suas forjas creadoras
As industrias europeas pene:r.ram na
Asia, no grande imperio das Indias que esi
seb o dominio da Inglaterra, na China, no Ja-
pao prncipalmenle onde ellas florescem e
tendera ao maior desenvolvimen'o.
Os p oductos europe* j nao podem com-
petir com os asiticos que passam em grande
parto a dispensal-03, emquanto que outros de
procedencia asitica venbem competir coraos
similares europeus com gneros de exporta-
fio europ', diflicul ando em diversos raizes
da Europa nao so o consummo d'elles, como
tambera a exportajao.
O trigo, por exemplo, de procedencia azia-
tica vendido na Iuglale.ra ou em Franja por
prejo mais baixo do que o que produzid > no
paiz.
A aaeama cousa acontece com o carvao ex
portado do Japa e memo ea India que vera
ni Inglaterra fazer vantajosa concurrencia
eom o d'eftepaiz.
A proiucjao agrcola asitica quasi que vai-
40 "av nejando de tal modo que vem ferir com-
bale victorioso com a eu-opa ; d'abi resulla
que o productor europeu tem de abandonar o
terreno, rtduzir-se a inaclividade. impotencia;
e entaj a crie do3 trabajadores agrcola?,
que si; numeroso--, nao deixar de ser borro
rosa, e pruEU'iciar-se de um modo assuslador,
se prosiguir n'este curse o movimenlo com-
m:rcial do mundo, e o desenvolvimento da1
leis naturaes, que impfjem urna modifirajao
quanto aos grandes centros da produejao e a
desperso das forjas accumuladas no estreito
espajo do rico e poderoso continente. Os pr-
dromos di crise j fazem-se ligeramente sen
tir, e j provocara reflexes dos economistas
europeus.
As industrias fabris fuzem a grande fo ja da
Vida econmica da Europa, sao ainda a fonte
donde noscem os seus capilaes, estes capita*s
que vo leval-as ma:s looge, como um grande
fluxo, ameajado }i do refluxo que vir mais
tarde roubar-!he parte do seu poiler. Os seus
invenios, os seU3 machioismo, todo vai pene-
trando nos lugares quo ella vai colonisando;
em alguns paizes ma3 do que em outros, e na
Alia mais do que ni America, as industrias eu
jopeas tm feilo progressos consideraves> O?
tecidos em geral sao fabricados por prejos mais
baixos no Japao do que na Europ* e mesmo na
Ameri:a do Norte. Os productos da cermica, a
lonja, obras de vidro, os tapete, relogos, guar-
das oI, c um grande numero de objectos que j
occjjpam os diversos mercados do mundo, ac
cqsam o grande desenvolvimento da industria
japoneza, mesmo da indiana e chineza.
O Japo tem um grande numero de vapores
constru os com esmero e elegancia, Ilumina-
dos 4 luz elctrica, que percorrem o extremo
oriente transportando as suas mercadorias. E
estes diversos productos da industria aziatica
vm competir vantajoiamenle com os similares
auropeus.
Remedio ao mal que resulta d'esta fonte nao
4>de. ser offerecido pelo systema proiec.io-
nut, Impedlndo a importajao de gneros si-
milares aos do paiz por raeio de grandes ira-
postos ; iito di ficuliaria mais anda a exporta-
jao das suas mcrcaiorias e seria mais um
entrave ao desenvolvimento do seu cominera >,
e ao crescimenlo das suas reodas ; depsis nao
resolvera a cr.se, desde que ella resulta piin-
cipalmente da amplitude dos dominios da vida
econmica d'eslas najes obligadas a sitfre-
rem o mal resultante dos grandes lucros e van
tagens que tm obiido. Seria urna coolradic-
jSo, urna revolta contra o que tm raesmo
creado.
O effeito poiti.o resultante do desenvolvi-
mento d'uma situajao econmica semeltiante,
se far sentir cuando as condijroes do grande
proletaria lo eunpeu ficarem consideravel-
mente aggravadas pela grande diminu jo da
produejao, em virtude da concurrencia estran-
geira, reduzida a falta de trabalbo, e exigui
dade dos sala ios, determinada pela necessidade
de diminuir a. despezas da produejar, para
que esta accotde-se com as contiogencias do
mercado.
E' sabido que na Europa as grandes pertur-
bajOes polticas tiveram Jsua origem em cir-
cunstancias muito desfavoraveis a vida eco-
nmica do povo
Foram estas circumstancias grandemente
exploradas, que ;riaram o vulco de 89, e ere-
mos que aprofundadas as causa3 dos cataclys*
mos polticos em gera", ellas vm descubrir se
em fonte semelhante,
PARTE OFFICIAL
Governo alo ENtado de Per-
nambuco
Expediente da1.* directora da secreta-
ria DA JUSTINA, NEGOCIOS INTERIORES E
INSTRUCCO PBUCA.
Dia 27 de Abril de 1%96
Acio :
O Governador do Estado reso've nomear o
bacliarel Arihar Cberubun oijalvea da Silva,
para exercer o cargo de promotor publico no
municipio de Iogazeira, devendo entrar no
exercicio deoiro cu praz> de 35 das.t'ize-
ram-se as necessanas couimuoicajoed.
Offlcios :
Sr. Dr. inpeclcr da Alfindega-Pejo-vos
qua informis, cos a nossivei brevidade, em
quant 1 est Iota c o eificia ato do regi^lro ge-
ral de hvpolhecaa do municipio do Bonito.
Sr. Dr. Director Geral da Secretaria d
Faznda. Man l^.e pagar Cerapanhia de
BeD^ribe, ccnforoi a coota junls, depois de
debidamente sellada, a importancia de 74S000,
proveniente dos concertos fe,tos no encana-
memo d'agua da Casa de Deteojao, du ante t
mez de Marjo Ando corren 10 a despeza pela
verba do ait. 2. 1. n. 3? da lei do orea*
ment vigente. I
Sr. Dr. juiz de dimito do municipio de*
Flores.Tr.nsmilt'VoJ, era respo-ta ao t le-
gramma de 18 do correnl-, copia do ofllcio n.
1151 de 25 do mesmo me/, do teoente-ooro-
nel coraraandante interino do 3-* bataltiao de
infantera E-tadual, sobre o assumplo de que
trata o referido le gramma.
EXPEDIENTE DO DR. DIRECTOR
S-. Dr. Questor Policial interino.O Exm.
Sr. Conaeiueiro Governador do Estado nunda
commuocar-vos fia a os fina convenientes,
que a Secretaria da Fazenda acha-3e habilita-
da a pagar ao ex administrador da Casa de
Delenjao, a imoortancia de 10D3U00, por elle
despendida cora o asseio e limpeza daquelle
estabelecimento, durante o trimestre de Ja-
neiro a Harjo do corrente anno.
--Sr. lenle-coronel commandante inte-
rino do 3." batalhao de infantera Esta dual
O Exm. Sr. Conse heiro osemador do Esta-
do manda communtcar vos, para os fi03 con-
venientes, qu-1 na petijao do 2. sargento do
baUloao de vosso :ommando, Leopoldo Fer
nandea de Albuqusrque Lima, solicitando pro
rogajao de licenja por mais 30 das, exarou
hoje o seguinte dsspacho :
< Se] 1 su'bmetudo a inspecjo medica mili-
tar, nos termos dafi ordeus em vigor.
2.' DIRECTORA
Em addttamento ao expediente do dia 24
de Abril de lb'g6 do Governo do Es-
tado.
Ac o :
O Governador do Estado resolve exonerar,
a pedido, o engaoluiro Antonio Urbano Pes-
soa Monienero do cargo de dire:lor da Es-
cola de Eugenhana. Fueram-se as commu-
nicajOes.
Dia 27
Acto:
O Governador d> Estado resolve nomear
Augusta da Rocha e Sil>a para exercer interi-
namente o cargo de 3. oflicial da 2.' secjao
da 1 Directora da Secretaria da Justic,
Negocias Interiores e Iostrucjao Publica ; n-
cando sem effeito a portara de 6 do corrent*
mez na parte era que nomeou Ji&o Pedro Gui-
maraes Coirabra para dilo cargo. Communi-
cou-se ao Dr. director geral da Secretaria de
Fazenda.
Oficios:
Sr. Dr. Sebastio Eurco Gonjalves de La-
cerda. Tenbo presente o officio circular de
14 do carrete em que me participaos ter
prestado affirmacao e assumido o exercicio do
cargo de Secretario dos negocios do Interior
e Juatija do Estaao do Rio de Janeiro e, em
reaposla, agradejo s tinez de vossa commu-
oicajao.
Sr. director da escola de engenharia.
Aooriso-vos a man Jar imprimir os program-
las approvados pela coogregajao dessa fisco*
la de que tra'.aes no olflcio, a que respondo,
de 15 do corrente.
Sr. Dr. director geral da Secretaria di
Fazenda. De accordo com a vossa ijforma-
cao 0.50 de 24 do correle, autonso-vosa
mandardea pagar a G. Hados & C, a conta
junta na importancia de 1948000, proveniente
o eacademajOcs futas em brocharas e jor>
naes da Biblioteca Publica, devendo correr a
despeza pela verba do art. 2.* 1.* n. 57 da
lei do orjamento vigente.
Ao mesmo. De con'ormade com a
vossa informjao n. 50 de 24 do correnle, au-
toriso'vos a man lardes pagara MedeirosL:iy
me & C, pela verba do art. 2* g 1. n. 57 da
lei do o jamento era vigor, a importancia de
379S269 constante da c nU junta, proveniente
de asignaturas de jornaes e revistas para a
Gibiiottca Publica do listado.
Expediente do Dr. Director
Oflicios:
Sr. Dr director da Biblioteca Publica do
Estado. S. Exc. o Sr. conaelheiro governa-
dor do EsUde manda commnoicar-vos que
Hasta data aulorisou o director geral da Secre-
taria da Fazenda a m indar pagar a G. Mal-
los & C, e Medoiros Loyme &. .., a irupor an-
lia constante das contas que vieram anBexas
aos voss a ollicios 0'. 22 e 23 de 27 de Marjo
dudo.
Sr. Dr. director geral da Secretarla da
Fazenla. De ordem do Exm. Sr. conseihei-
ro governador do Es alo communico-vos, para
os devilos fio*, que o Dr. J squim Jos de
Farias Neves Sebnnho assumio a 8 do corren-
te o exercicio do cargo de oflicial de gabi-
nete.
8ECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Sr. Dr. Governador do
Estado de Per nambuco do da 27 de
Abra de i896.
Oficios ;
Ao Dr. director geral da Secretaria da Fa-
zenda Autonso- vos a mandar pagar ao Dr.
Antonio Pereira Simoes a quantia de dose con-
ti'8 oitocentos e embenla e um mil noveceo-
t-s e seis ris (I2:83lSiK)3) a que tem direiio
conforme se verifica do cert icado junto, pelos
Iraualhoa effectuados na consiruejao do calja-
menio do largo das Gluco Pona?, correndo
essa despeza pelo a:l. 2o 2* n. 15 da lei
orjamenlana vigente.
Ao mesmo Autoriso-vos a mandar pa-
gar ao Dr. Antonio Pereira Simes, a quan-
tia de cinco eolitos novecentos o eeienla e
qnalro mil. oitoc ntos e oileota e um re.....
(5:9748:81), a que tem direito, conforme se
vritiGa docerlicado junto, pilos traDainos
effe tuados na construejao de galeras de es-
goto de 1.* e2. claeses, correndo essa despe-
za prlo arl. 2 2. n. 15 da lei do orjameo
to vigente.
ao mesmo Autoriso-vos a mandar pa
gar a Gabriel Henique de Araujo a quanli de
tresenlos e waU mil reis c32OS00d), a que
tem di ello, conforme se verifica da couta juu-
la, palo foroecimento de 4 vie.los para o Ins-
ututo Vaccmogenico, devendo correr essa
despeza pelo art. 2." 2 n. 5 da lei erja-
mentara vigente.
Ao Dr Director da 8.* Director.-Trana-
raltlindo-vos, por copia, o oficio junto, de 23
do corrente, do Dr. Jos de Barios de Audrade
Lima, residente era o municipio da Victoria,
recommendo vos nao tmenle que saiisajais,
com mxima urgencia, ao pedido que n'elle e#
conim, com 1 aiftda que, por voasa vez, e
quanio esliver era voesas atlribuljss, empre-
gueis todos os esforjos para evilar o desenvol-
vimento da epidemia da varila -m o mesmo
municipio.Communicou-se ao Dr. Jos de
Barros de Audrade Lima.
Expediente do Dr. Director Geral da l .*
Director ia
Oflicios :
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Fa
zenda.Em respoata ao vosso oficio sob n.
177, communico-vos. que, em 23 do corrente
mez, oficiei s 2" e 3. Directoras d'e3la Se-
cre'aria, solicitando a apresentajao de dados
necessarios confeejao da proposta da le de
orjamento, conforme p?distes em dito oficio,
e como at a presente dala s tcntia rebebido
resposta da 2.* Directora, junto vos envo os
dados organisados pela Directora a meu cargo
e copia do oficio o'aquella sob 0. 8 de 25 do
correte a qual acompaoha o orjameto pela
mesma organisado.
Cumpre-me.ain -a declarar que no orjamento
apresentaio por aquella Director nao est in-
clu 10 o pagamento dos vencimentos do cbl-
mico conlractado, pagamento esta que, se-
gundo o contra to respectivo, sobe a dez mil
trancos annuaer, divididos em doze prestajOes
raensaes e ao cambio do dia, e qua a quantia
de doza contos de ris, especificada nos dados
que lapresento, destinada publicajao do ex-
peliente no Diario de Pernambuco, resulla
do contracto lavtado em 7 de arjo uo anno
paseado
ao mesmo.De ordem do Sr. Dr. Gover-
nador do Estado transmiti, para vosso cunhe-
cimento e devidos fio?, a inclusa copia do ter-
mo do resciso, effectuado era 22 do corrente,
do contracto celebrado com E. Sachot, ex-pro-
fessor da Escola Industrial Fre Caneca.
Ao Dr. director da 1* directora da Se-
cretaila da Justija.De ordem do Sr. Dr
Governador do Estado, remeti vos, para os
devidos fies, a inclusa conta, dos concertos
etfectuades no quartel do corpo de cavallaria
estadual, a qual acompaohou ao olflcf<<, junto
por copia, da 3* directora desta rapa ujao,
sob n. 205, de 23 do correte.
Ao Dr. director geral da 2' directora.
De ordem do Sr. Dr. Governador do estado
communico vos, que, nest data, forara dadas
as providencias no sentido de ser effectuado
o pagamento da conta que acompanbou o vos
so uficio sob n. o, de 22 do corrente, que tica
assira respondido.
Ao r. director geral da 3* directora.
De ordem do Sr. Dr. Governador do Eslado
communico-vos, para os devidos fin?, que,
nesta data, foram dadas as providencias no
sentido da ser effectuado o pagamento dos
certificados que acompabarem so vosso ofi-
cio sob n. 208, de 24 do correle, que rica
assim respondido.
Em additamento ao expediente do Sr.
Dr. Governador em 25 de sibrilde
1896
Srs. membros do Congresso Legislativo.
Conforme verificareis do qoadro demonstrati?o
a esta annexo, acham-se j esgotadas nao s-
mente a verba consignada no art. 2- n 10 da
lei n. 121, de 28 de Junbo do anno prximo
passado, como ainda as des crditos suppla-
mentares de 15 de Janeiro, 28 de Fevereiro
4 de Abril ltimos, abertos ao citado artigo,
pelo qual correm as despezas relativass
obras publicas, escriptorio (echolco, admiois*
trajao e fiscalisajao das obras, pessoal dos
cinco distncto', tiscalisajao das emprezas
subvencionadas ou privilegiadastodos esses
serv jos a cargo da Secretaria dos Negocios
da Industria. Para essas despezas at o ter-
mino do exercicio corrente tornajse preciso,
como veris ainda do mencionado quadro, 8
abertura de um crdito supplementar calcula-
do approxmadam- ote em 137:6973254.
Em vista do exposto rogo-ves dignis de
providenciar como julgardes mas convenien-
te.
Itegt&lauciito do llonte-Plo dos emprega
dos do Estado de Pernambuco
(Conclusao)
CAPITULO V
DA PENSO
s t
Art. 27. A familia, pola morte do contribuin-
te, tem direito a urna penso correspondente
metarte do ordenado do qual tenham sido descon-
tadas as*mensalidades e joia, guardadas as prefe-
rencias estabelecidas no art. d, salvas as excep-
5"es do art. 18.
Art. 28. Logo quo fallecer o contribuinte, sua
familia tem direito a perceoer a penso immedia-
tamente (art. 33) sem esforco de pro vas (art. 24)
salvas as disposicoes do 5." do at. 23, 2.* parte
dos arts. 24, 25 e 26 ; pelo que, eita a verificaco
escrupulosa a respeito, dentro do mez do falleci-
mento, sindo depender de acfio ventilada ou a ventilar
do foro civil sero extrahidos os titulos para serem
entregues a quem de direito, cobrando-se de cada
um a importancia fixa de IgOOO que ser descon-
tada, em favor da Caixa do Monte-Pio, de cada
penso ou parto da* penso no primeiro mez em
que esta fr abonada; e mais 1 [0 da penso du-
rante o primeiro anno, deduzidos na occasio do
pagamento.
Art. 29 Entende-se por familia do contribuin-
te, para ter jus penso -a quo houver sido ins-
cripta com as declaraces por elle feitas, segundo
as disposic5es do art. 23 tendo preferencia na or-
dem em que vai declarada, e excluindo quaesquer
outros parantes
1.* A viuva, sino estava divorciada e vivia
em familia ; os lllhos menores de 21 annos si j
nao estiverem emancipados por qualquer dos
meios legaes o as filhas sol.eir.is ou viuvas que
viviain na cotnpanhia do empregado, ou fora d'ella
com o necessario consentimiento, legtimos ou le-
gitimados, segundo a legislaco vigente ; sendo
metada da penso para a viuva e a outra metade
reparadamente para os filhos e filhas aqui in-
dicados. *
1." No caso do ter ficado grvida a
epocha do fallecimento do coutribninte
far-se-ha a diviso da penso contando
Iho posthumo, cuja quota ser
entregue
viuva na
(art. 25)
com o fi-
a ella,
emquanto o contrario nao for determinado pelo
juizo de orphos.
2 Si o contribuinte era viuvo, si a viuva es-
tava divorciada, si nao vivia com o marido e os
filhos, si tornar a casar, ou si vier a fallecer, toda
a penso sera repartida eom igualdade pelos filhos
o^flhas do contribuinte as mesmas condi<;5as
cima
% 2." As filhas viuvas, filhos legtimos e legi-
timados do contribuinte.
3.* A mi quer seja viuva quer nao tenha
sido casada e nao tiver outro amparo o o pai in-
valido.
4." As irms solteiras exclusivamente quan-
do nao se der a existencia de mi ou pai.
Art. 30. Os filhos varos, invlidos ou inter-
dictos, ainda maiores ou emancipados, sero col-
locados em igualdade com os filhos de que trata o
rt. 29 1., 2. c 3..
Art- 31. Os pensionistas constantes do art.
29 | 1. a 4 podem receber mais de urna penso
contanto que a importancia de todas nao exceda
de dous contos e quinhentos (2:500$09) an-
nuaes.
nico. So a viuva recebia ma3 de urna
penso, por sua morte transmitte-so em partes
iguaes aos descendentes constantes do 1.* do
art. 29.
Art. 32. Extingue-so a penso e reverte para
o Monte-Pio:
1." Com a morte do pensionista, excepto a
penso da viuva que fallecer havondo filhos meno-
res ou filhas solteiras ou viuvas as condicoes do
art. 29 1.*, os quaes sero investidos na quota
que a ella caba, livro de onus do art. 21 | nico,
embora nao tenha concluido o pagamento de seu
debito.
2.* Com a maioridade dos menores, salvas as
disposicoes do art. 30, e com o casamento das fi-
lhas e irms do contribuinte.
Art. 33. O pagamento da contribuico e joia,
tendo sido esta recolhida adiantadamente, de ac-
cordo com o nico do art. 14, dar direito pen-
so desde o dia do fallecimento do contribuin-
te.
1." O pagamento da contribuico e joia, sen-
do esta por prestaces regulares e exactas (are.
11) dar direito penso depois de um mez, con-
tado da realisaco da ultima prestaco da joia.
2." O pagamento da contribuico, sem joia,
(art. 12) s dar direito penso depois de dous,
tres, quatro, cinco o seis annos contados da ins-
er peo.
Nao so inclue nesta disposico o contribuinte
que, as hypotheses dos arts. 15 e 16, tiver con-
corrido com a primera joia conforme o art. 14.
Art. 31. As penses d'este Monte-Pio nao po-
dem em caso algum soffror penhoras, arresto ou
embargos, nos termos da lei n. 2813 de 27 de Ou-
tubro de 1877.
Art. 35. Sero pagas as penses s proprias
pensionistas que estiverem emancipadas ou a seus
procuradores em presenta de autorisaco formal a
satisfactoria ou de procuraco das mesmas, confor-
me o decreto n. 498 de 19 de Junho de 1890.
Art. 36. Incorre em prescripQo a penso que
nao fr reclamada no espaco de cinco 5 annos,
observada a disposico do art- 5."do decreto n.
857 de 12 de Novembro de 1851.
Desta prescripeo esto isentas as penses dos
menores, interdictos e outros que, privados da
direceo de suas possoas e da administraco de
seus bens, estejo sob lutella ou curadora, como
o determina o art. 7 do citado decreto.
CAPITULO VI
DISPOSICOES GERAES
Art 37. Este regulamento.comecar a vigorar
no dia 1 do Marco de 1896, proce'dendo-se deduc-
co das contribuicos ojoi'as dos respectivos ven-
cimentos de accordo com os afts. 12 e 14.
1. A disposico anterior ser entendida do
modo seguinte : os vencimentos dos funecionarios
referentes ao mez supra menecionado esto sujei-
tos s contribuicos cima ditas, e com ellas one-
radas a contar do seu pagamento em Abril, qual-
quer que seja a epocha em que a declarago de
que trata o art. 23 fr feita.
2. Findo o prazo do citado art. 29 ne-
nhum vencimento ser pago at que a mesma de-
claraco seja feita.
Art. 38. As penses sero pagas nicamente
no Thosouro, observadas as disposiyes legaes, ha-
vendo para esse fim livros especiaos dePensionis-
tas do Monte-Pio dos Empregados do Estado.
Art. 39 O Director geral do Thesouro, no dia
do fallejimento do contribuinte, quites da contri-
buico mensal e joia, ou logo que seja reclamada,
mandar abonar familia d'este a quantia de. ..
200,? duzentos mil rs. para funeral ou luto, inde-
pendente da subvenco a que tiver direito.
Art. 40. A' familia do contribuinte fallecido,
antes do prazo necessario para firmar diroito
penso, se abonar logo a importancia do que tra-
ta o artigo anterior, alm das mensalidades e pres-
taces da joia realisadas at o dia de sua morte
quo lhe sero restituidas, com a dedueco da quan-
tia recebida, no prazo mximo de 8 dias.
Pedro Jos d'Oliveira Pernambuco.
TRIBUNAL DO THEsOURO
Despacito* do dia 23 de Abril de
18gb
Joaquina Ar,t>nio Cfiristoyao. Deferido,
devendo apresentar as apolices para serena
verbadas.
Antonio Jortfe Tavsres Pacheco.Deferido,
afim da ser considerada isenta de dcimas a
sua casa n. 3 A, a ra de Peiro Alem, fre-
gueiia do Hojo da Ptnella, a cantar dos exer-
cicios de 1890 a 1892 e de 18J5 em dianti, em
quanto subsiatirem em seu favor as condi-
jOes da lei o. 1544-
Predenco A. da Costa. Deferido, aflm de
ser considerado irresponsavel pelos dibitos;dos
anleriores Inquilinos do predio n. 45, a ra
do Mrquez de Olinda, fregu^zia do Uecife,
menos com relajao ao imposto de bombei-
Antonio Tiburcio Cavalcente. Deferido,
alim de ser considerado irresponsavel pelos
dbitos dos anteriores inquelmos da Casa n.
7 a ra da Njva Descoberta, na Tarre, fre-
g'uezia de Afogados, aquella que oa mesma
casa vier a estabelecer se.
Gomes Eerreira & C-Dofendo, am de
serem considralos irresponsaveis pelos d-
bitos dos anteriores Inquilisos da casa o- 32,
da ma Vital de Negreiros, freguez'a de S.
Jos, menos com relajao ao imposto de bom-
beitos.
Companhia Manufactura de Phospnoros.
Indeferido, em rutadas ioformajes.
Joj Francisco da Silva.Deferido, aflm de
ser considerado irresponavel pelos dbitos
dos anteriores inquilinos da casa n. 201,
Estrada Nova de Cuxang, freguezia de Alo-
Adupho Solano Campos e Silva.Deferido,
afim de ser considerado irresponsavel pelos
debites dos anteriores Inquilinos do predio n.
8, Travesea do Livramento, freguezia de S.
Antonio, menos em relajao ao imposto de
bombeiros.
Mara Cardo.'o dos Santos.Deferido.
Companhia de Bebenbe.-Deferido, aflm
de ser dada baixa da execujao po- dbitos do
imposto de bombeiros do exercicio de 1892,
relativo a casa ra. do Imperial, ti. je, 89,
Francisco Barbosa de Carvalho. Restitua*
se, de accordo com as InformajOes.
Luis Mara Rieiro Guimaraes.Deferido,
precedidas as formalidades legaes.
Servindo da irotocolista,
Amaro A. Baucbux.
Despachos do Governador do dia 2$ dt
Abril de 18g6
Joventioa Amalia Carneiro de o|iveir* e
Hermla Lydia Alcoforado de Lima, professo
ras, esia da cadalra mixta e .ogelica 8
aquella da de Nossa Sinhora do O' de Goyan-
ni pa lin lo permissaa para permutaren) as
referidas cadeiras.Coma requiTevn.
Bacharel Joao Feliciano da Mota e Albir
querque, lente d Geographia 00 Instnuio
benjamn Constant, pediodo a graliricajao a
que se reiere o arl 41 do Reglamento do
mesmo Institu o, de 15 de Julho de 1895.
Sira .isla das informajes.
Jos de Mendonja Maunty, professo^, pe-
diodo pagamento de ajuda de custo Aguar
de cjocesso de creJio pelo Congresso Le-
gislativo.
Fausta Pergentina de Lima Barros, profes-
sora, pedindo prorogajao de praso para assu-
rar o exercio de sua cadeira. Requeira ao
Insrector Geral da lastrucjso Publica.
Izabel Oljmpia Ferrax Maciel, ulurana mus-
ir da Escola Normal, nomeada para a Povoa-
jao de Oroc no municipio de Cabrob, pe-
diado para liie ser designada urna cadeira
mais parto.=lndefenio.
Hermilla Lydia Afcfwrae Lima, profes-
sora nomeada para a cadeira de Anglicas,
no mu iic po de Naarelh, pedindo sua remo-
ja) pura a de Alagoa Secca do mesmo muni-
cipio.A peticionaria j foi attendida.em vir
lude de permuta que requereu.
Dr. Sigismundo Antonio Gonjalves, Juiz do
Superior Tribunal de Justija, pedinJo autoii-
sajao para pagar de urna s vez a joia com
quedeve contribuir como inscripto no Monte-
fio dos funecionarios do Estado.-Deferido,
com oili rio desla data ao Dr. Director Geral
da Secretaria da Fazenla.
Ab lio Gomes de Sa Novaos, Capitao- da 1.*
Companhia do 3." Ba'alho de Infantera Es-
tadual, pedindo indemnisajao da importancia
da diferenja que ha entre as graliicajOas de
suba terno e a de capitao.Informe o Sr. Te-
nente Coronel Commandante interino do 1.*
Batalho de Infantera Estadual-
Avel na Jorge do Nascimento, viuva do as-
sassinado Jos Firmo Bezerra, pedindo provi-
dencias no sentido de ser preso o assassoo de
seu marido Wcnceslu Ferrera de Araujo,
morador uo Eogeoho CajueiroEscur-, do mu
nicipio de S. LourenjoInforme o Sr. Dr.
Juiz de Direito do municipio de S Lourenjo.
Severino Jos Eleuterio alteres do 2 Ba.
talliao de Infantera Eitadual, pedindo ser
despachada sua pelijSo de 4 de Marjo nodo,
em que solicita o pagamento da quantia de...
115S500 relativa ao accressimo de seus venci-
mentos dos mezes de Jaaeiro e Fevereiro do
anno passado-Informe o Commandante do
3. Batalbao de Infantera Estadual.
Miguel DiiiS de Souza, cabo de corneta do
2. Batali.ao do Corpo Policial pedindo a re-
teracao da ordem de sua baixa.Informe o
Sr. Coronel Commandante interino do 2. Ba-
talbao de Infantera, EstaduaU
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DE
10 DE ABRIL DE 1896
Joao Mor es S^uza du Nascimento, senten-
cia io, pedindo ceitidaa.Ao Dr Juiz de Di-
reito do municipio do Bonitj para attender.
- 27
Leopo do Fernandes ie Albuquerque Lraa.
2 sarg-nlo da l* companhia do 3- baialhao
estado-il, pedindo prorogajao dt- licenja.
-Seja submettido inspecjao medica militar,
nos termos das ordena em vigor.
Joaquim Fernandes da Costa e Pedro Ma.
noel da Assumpjao, ese presidente dn Con*
celtio Municipal e aquelle pre io munici*
pi de Panrilas, ambos resident 5 em] Lago
dos Gatos pedindo reconsidera > < os icios
pelos quaes foram Horneados un. p ofessora
para aquelle povoado e Jos Casemiro Alves
Uezera para o de Agua Preta.Rqueiram.
ao Cong'esso Legislativo a cuja approvajo foi
submetdo o decreto qua relormou a instruc-
jo publica.
Amelia Alcoforado Cesar de Mello, profes-
so a nomeada para regar a raJeira mixta de
Kibeiro pedindo transferencia para a de Ce-
quia ou Boa Viagetn no districto de Afogados
x=Informe o Inspector Geral da Iostrucjao
Pvblica.
Mana Barbosa de Araujo Freltas, titulada
pela Escola Normal, requerendo para ser no-
meada professora do Estado.=A supp icanta
foi aproveitada pelo municipio para urna das
escolas a seu cargo ; assim delxou de ser pro-
fessora do Estado q e hoje somente pode con.
sineral-a era dUponiliilida e por graja ou
favor que o governo carece de competencia
para conceder.
Bacbarel Antoaio Cosario Ribeiro. pedindo
para ioscraver-se na lista dos canlidatos a um
dos lugares vagos de juiz de direito.Como
requer.
Jos Joaqmm Dias do Reg, reclamando
contra a nomeaj&i de Francisco Cintra Lima,
pira o cargo de labellio publico desta cida*
ie.Neg pr vimeuto ao recurso em vista das
informales.
Vicenta Licinio da Co3ta Campelio, recla-
mando contra a nomeajao d Francisco Cintra
Lima para o cargo de labellio pub'ico desta
cidade. Neg provimento ao recurso em vis-
ta das ioforoiajOes.
Joaquim Paulo de Sant'Anna, setenciado
pedinda certdao.Ao Sr. Dirtctor do presi*
dio de Fernando de Noronba para mandar en-
tregar ao peticionario a certidao Inclusa.
Leovigilda Mana da Silva Co'deiro, profes-
sora publica estadoal requerendo esclarec-
meotea com relajao s gratcajoes de mrito
e boas 8ervijos a qui lem direito. -Informado
Director Geral da Secretaria de Faseoda-
O PORTEIRO,
C. Moris.

a




Diario de Pernamlmco Quarta-feira %& de Abril de 1896

Questura Partlcl!
Seccao2'-N. 87:Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 87 da Atril
de 1896. ..... ..
AocidadoD-. Joaquina Correa de Araojo,
M. D. Govemador d> Esta lo.
Participa-vos, que foram recollido3 Caa
de D-tengao os seguinles individuos:
No dia 25 :
A micha ordetn, Jos Marque da Albuquer-
que, vindo do municipio de tfuribee-i como in-
diciado cm rrime de mona.
No dia 26:
A' ordem Ja suhieleg lo 1> 2. distado
da freguetia de S. Jost4, Tertuliano lardoso
Lima da Silva, para avenguacoss paliciaas.
Commuoicou-me o delegado da polica do
municipio de Bom Cons -loo, que no dia 22
do corren! mez foi preso a recomido eedola
daquella villao individu) de nirait Hennqui
Luiz de Franja, aIIi prenuncalo cm criraa di
ferimentos. ....
Comroumcou-rae o administrador da Casa
de Detengao, que hontera faUeceu naquelle es-
labelecmedo a lauca Billarraina Baria da
Conceigao.
Coinraunicou-raa o eapttao saoerier do da
que visitou durante o di a a noi o da hootera
os diversos ponto3 guarnecido* pela forca es-
ta.loal, nada encontra ilo nigno 'le miigo.
Oka-rale Joaa Pedro ds M.ranta, na ha 14
de Atril, awa rao o exereicw d i cargo da de-
legado ua polica de Calen le, J municipio de
Palmare?, na qaal.da la la 2 rapplaa e.
Saude a frateraidade.
O qaestor,
Antonio Pedro da Silva Pirques
Secgao 2*-N. 8? -Secretoria do Questura
Policial do Estado de Peruamliuo, 28 de Aoni
de 189o. .
Ao cltadao Dr. Joaquina Cortea de Araujo,
mui digno governalor d i Esta lo.
Participo-ras qua tiont.-.ra nao foi indivi-
dua algum recom) Casada DetaacSo.
Com nunicou-ioe o Dr. delgalo do2.ds-
trieto di capnal, que s 3 horas da manha do
dia 86 do correnta naz, no beeco do Ooco, em
casa .10 individuo de noma Jjaquim Sapaluro,
onde faoccioaaTa ara saraba.ocapitio An orno
Luix da Franca, o in lvida connecllo po
da Passagein e u u soldada do 1' batalhao,
aggrediram a feriram gravemente Jos Al
ves da Silva- .
A 'oesina autoridad*, toman o conhaciiuen-
ti d faCto, f z remover o oendilo para o
11 wpital Pedro II aura de ser vistonado e
medicado, e, contra os offensores, proceda nos
termos da le.
Coraraunlcou-me o juiz do 1." disincto do
mun-, pio de Quipap, que n> da 20 do cr-
rente mez. as 2 lioras da Urde, no povoado
Pao Ferro, d'aquelle dlstricto travarara luda
entro si o* ioi:vidu>s llra-ul Pereira dos
Santo?, Minoel Per goso e Mano'l Pralmo r;-
suan lo sahir o primeiro gravamen e ferido.
Con ra os criminoso* que -v i iirara-se, pro-
cede a respect va autondale as neeessanas
dig-ncias amde cnptural.oi.
Il.mlem, o cidadio Francisco le Sana Me-
deiro?, assumio o exercicio d > carg de sub-
delegado do 2 distnclo da freguezia de b
Jos, na quall.lale de 1." supplante.
Saude e fraternidad j.
O qoe:lor,
Anionio Pedro da Silva Marques.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacltos do Exm. Sr. Govemador
do dia 2f de Abril de 1896
: mpreu da Hlurainag i a Gaz desia cida 1e
reclamando csnira a JecisAo do Dr. Prefeito
do municipio do Recite obrig >ndo a supplicta-
te a solicitar licanga para concerar as suas
canali^agoes e oulras obras, Je accordo Cara o
art. 1G cap. 3 o do cdigo de posturas-Infor-
me cora urgencia a 3 Jirecona la Secreta-
ria di Indusln*. .
C )rooet Guraiares do Re'o Macial paliado
o premio de qua tr.ua a le n. 115 no seu art.
3. r*l tivo a concjsso felta ais agricultores
de ca.-A verba consgnala no orgamento
est esgotada e, pois, na > poda ter o supplt-
cante o premio que requer.
rapitao Jos Guiltierme d S Iva Dua-te
pediod) melha-as de aposenta loria.-O sup-
plcente foi aposntalo le accordo coman-
b"ll.i que vigorav ao tempo em que se vio de
secretario da inspectora de liygiene.O go-
verno carece de competencia para conceder
mtllioru de aposentalona.
i -^
Os directores da Brazian Street R..
Company Limited da Estra la da Ferro da
Ca precos de suas passagens. O Gov rno carece
de corapateucia pra deferir este raiu?riinn-
to, pois que i* o importara alteragao no cor
Ira f exislante.
iirel Pedro Eslelliti Carnairo Lias, len-
te dj. hagau la Escola Industrial Fre aoe-
ca. ri^liiilo seis me3 da licenca pra tralar
Je ?ua sadi.Concedo unmida licenga
COiO ordenado.
O p orteiro,
Are/iias Mafra.
aovo t<*8tsmaaia do ap-pg.3 em que tenno os
Dan servido* por vossa alteza sreoissim pres-
tados oacSo-
Hel por bara e rn5 i.riz conceder a vo'-a
al esa se ensera i an lotitio te Vi;e Rol
da lilla Porl'iguen, a taraats tota o empj
qa-< sa coacerva- no rdelo da< re
faaccOeg.
Ddvoasi al'es iaa 93tre9oso frmfto
Ca'ls-W"'lac ntio CandUo da Silva.
O Sr. .inistro da marin^ requ'sltoa ao
mli.-tono di gu '' aai oairia di i !l ar o
de moit'Oh i ir 11:- na-a Gn, H n d-1
rendar o r, i liar o quoao
ra, 11 lo u /i m o om esioalrao de earat-
lari, coiatUatdo p>r ius coaipannias de ha-
ce, ros. 2.
O e^uidrao vi rml) 601 Ma-
reiieher.
Panio do ul Sioros, pmdi :3.ai a
! i?, o S' Coaselhii'o N :ves Par ei",
nao iHS'iuos, vao, depo.s de obil> n n
i-iialo de sx.tradtcci) coji a Inglaterra, giv^r-
aar a noisa lolia.
S-ia 8t*. c)ol!-eiv,.)'i can a-9r. coseelll
roH-ate Riero aoara i aja na o d saa
i, pus pi i |4s) Bhegara o i o
,s Htrjogeiro i| i pas-
ia ri ou os-, ii iu ao i > a 11--
ao Norte do 9f. eooaeltaelro La Sov ro.il aj
,;5>; qu.> -.i eiosrava u a 10 i- I
ajui non r' I .
ftecena am-aa dls o Jo
a* i ira es da lilta. >
os : ama* i i b m '
i'.iat.'.I D. Afoaso, oatras, oo-o, tos
p-atas da appr:en36e gravee, pn-r |
aas D le toiis as forjis a GOa, d I*
o laigoaraesidas algotii poatoa, a.eajr
lia de asi'ti oaraoai.
Va ni sfU!, fiint) Vitas para
taeasa stawtrai lapreMoafiM moveoaoo
a sr raatida ;.
H'Oto u i grande baile ?m Pangin' e recita
aocgaa*. vi uv k--ne'-a', ojorwar
uto ser. ipplieado i coilu g*o e ua bea*
tr .
O'gTsoa-3! orna ojns-'o p estila* pilo
Sr. Coode da RiOaadar e tea lo ootw vi." p *
ilde -. i Sr. Alfrolo Mirqaes Pe-eira, disint-
i Lv?a le Gfli. Son a-ara oo
3r. Infante a permtsaso de d ir ao mei.ro a de
:n i Taevo 1: l). Affms)
-O Sf. sulaal-a (JOts Un ^,l ''':
coefarida esta Braca pjr iabeeole ao sea Ott'
0) Mo;s ubo di Albaqaerqie tem tele?raphido
iies i'us. cop|osaai'!n:e. ao sr. malatra d
aerada :.v.*rjos assaaptos cor
a ad.jiaisiaja) Ji proviocli la Haa
Cicnbiqa, )i pedilo fui jae." civi*
qu-r militares oirao< d lloreates ramjs de ser-
. c', i pe !ialo o ma'eri.l neeisar.a para
devldaaesue oa astillar, ji flaalmeote, faia_'-
lo ilv trea ao lean la qao an s elfi-.az a proa"
cao se Itia augura pa-a o :uesmo Qal.
Di 'u lo isio resol a a coasolatora e o*cme>-
leiora mpr-sao da tna o ftsrae deCna.m'e
procara correspojla; o moito qoe de'ia se es-
.
Nugo des? .Jim amurii M)i lo i
qoe breveneate miniara o mi ralatoria naaa
a espedicao ao Miputi.
Aemosa le Hujnn i* Alnuioerqaees-
lava a n;rlir par Mocim iqu." j na =
mndo, de quera .Sui Mxe-itade E -Re
ico fazer o basio, pira o sea gaatnota
balbo.
V3i ser noraaalos g)7 renco Uirqaes o Sr. Pereira E;:; e de Giaao
3-. Saacias de Miranda.
Os reaoe-livos da-r-to' soben ass'anata-a.
0 3.-. Miautro da marinba cnnferencioa ba
i'ooco, demoradaneate, cora o illasire missio-
i.no Leconle sobre o e=talo e fataro das oes*
>aa miSrOes no interior Je Bengiella, d'onle o
distln'.to e benemer to afrl-anista acaba ce
crela', e cuja re'ao tao bera coabece.
O S-. pao -a Lsconte desoieveo ao r. Conss-
beiro Jicmibo Caadilo tfljresceota prospe-
rilale das oossas misfOsa naquelie ponto da
iio8sj provincia d'Aagot ; expi as coadicoe
o clima e solo pr.ipi lis s expioragOes agrr
ls citando, a p-oposito, a existencia feliz le
una colonia du alemtejaaos no plaaalto ; con-
graiuloo-se c^m a projectila lina- do Lbil
ao B,h, qce mulla da de concorrer para o
rpido deseavolvimeato do tn'erio: da Ben
goella e apon:aa, pin esse effdilo, algaas al-
Vtlres.
Reun) na Porto a aasemala ceral do
Biocj Alliaoc sob a presidencia do Sr. Vis-
coi |o de Fragoa'Ma. para resolver sobre a ia-
'i'DacSo fe'.ta a gerencia d) mesmo banco a
reioe-men-.i ,| II iriqae K-n1ail. para Ine
"er naga a eomma de rls 9:131190 de com-
^asao po' servio qie "pt{a ter prstalo ao
i?.q:o coa) a fosio naneara.
A assembli. qae demoroa quitro horas, es-
lPSB Qoaoeosamente concorri'a. oaca ass.s-
,'a uu acto de jostea mais completo do que
b ,in^ essa asaerabla fez hoja ao Sr. conde o>
AfU-rani-t sob pilava de boora i
cande de Boraay, sempre com
a*
uiTiai,
: ira -ules
i a s -i
mm-
de ira-
RECEBEDORI V
Despachos do
DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
dia t8 de Abril de
i8g0
Julieta Carne'iro Lins, Trajino Rodrigues
Carapello, Auist) Jos da Oliveira, Blusas
Corapanhia a Liberal j Jo:6 Gomes. -1 forme
1' seccSo.
Pelo portero,
Joaquint i. Goncalves Lima.
EXTERIOR
EUROPA.
Portugal
A* 'eitas da Pa:noi sao ordinariamente o
3ignal ie ora? enspeasao das aostitidales eot-e
oe tdze lores de poltica qoe aoressao-se era
tomar a.nona das de lenas e vao passal-as na
carapo ; o qoe nao pode deixar de ser Ins sa-
lo-a* sem qaa todava a saa aaseacu oftVega
o meoor incoavevieoie ao pablico era geni
Esta auno devemos crer qoe ai entre^s da
Pas baos foraa completas qaanta seriara
para deseja', porai qae desde logo levanlou-
se a c.remaso da demlssao do ministro da
gae-ra, qae porm lesotioaa bastantes motivos,
ne parece, mas sem que se ealba ao josto
es forao os motivos reaes de aaa retirada.
u ministerio quitoa-se por ama nova recaen-
posijo )4 sao sem numero eseaa recomposi-
co<.-sde sorte que todo continua da melnor
fo-Tia c melnor dos modoi possivets.
i ;Oia-io lo Gove'no de 8 do co-reate
iracxe'o decreto de demissio do Sr. Pimentel
Pro o e a nouaeaca) do se saettossor na pasta
da gaer.a : o coronel Manes Sarment, de
qoem orpareatnese, dis-sa mato bem.
F. ram prorogadas as cortes at 30 de
Abr!.
Pela presidencia do cooselbo fot ja com
mu icado pa-a a ludia a saa alteza o Sr. infa i -
te D. Affeaso o t tolo qoe Ibe fora dada de vi-
co Tal.
Sis o integra, a carta regia dessa aomea;9i:
erenlsaimoInfante daqae do 'Porto, D
A ios'j Heorlqaes Napoleao Mara Lniz Pedty
de Alcntara Carlos Hamoerto Amadeo Per
oaado Amonio .digoel GiOrle Gonia Francisco de Asis Joo Augusto Jaita Wol-
fando Ignaso de Braga.-gi Saoo-a Bonrbon
Cobargo Gotba, lenle coronel honora-
rio do -fgimento de animarla a. 1, mea mu
to amado e presado irmao.
rendo vossa altesa aerealsslma sido comea-
do por carta regla para assomir relativamente
a aKLioistraiao je-ao goveroo do estado da
India todaj aa facaldades e attribaicdes do po-
dar execonvo.
Gontando qae vana alten serealMlma, no
d- npentio das aitat faneces em qae esta
Inveatido, contionara as gloriosas tradiccOss
do noato aatigo dominio naqnelle astado, a
ejaerendo dar a vossa altan eraalaalma om
s-.
co
adrairaclo
re-cio te pnraae qae tem sido
gMMrMMBW, ni eral arrebat.dos e rodee.
combatea a ia'emalsaCao pedida por kanda i,
mostrando cora doenm-ntos a sem rasao do
oedido e len m actas do syodicato porraense
o ra orevar qa? este deve a sai precaria suaa-
\ a Keiiait qa?, cora as euas ;coairapropos-
us eob'e o carambo de ferro de Salamanca,
era preiootcadu ojerassa aaoceiras que \o
lerlam ter libertado os brincos ponuensea=
aor conseqnencia,dase o S-. conde d
Qay-em vei de serem os t
orna indemntsacao "
^nnensao o elogia caloroso qoe o
^Vs dedicados deKeolall. como os 3ra.
Fra- claco Jia de Aojo J D-. Arl,hDr()af '
c^do te-erara nesta reoniao ao nobre caraci,r
do S-. roa-de de Barnay. Amalle ultimo che
,oo a dixer qae eympatblsav?. e admirrva o
Somera que aan'do do nada e dev.do s soas
oa.hd es de fabalnador Incansavel, se aoobe
tornar urna das floras mais dis'.inctas do nos-
E-tis palavras foram coroaHas dos
a Kendali, este
Bur
devem
qua u
apolaosos m.is quemes e unnimes
disenso do Sr. conde de Barnay toi con
suateuaeote entreortalo deapplans8. e mi
'o o convencimeulo da assembla naa palavras
lo Sr. conde de Barnay, qn K^adall nada coa-
seeaio .pola lol 'Otaaa por enorme maiona
esu p'o'posta do S-. Dr. Mello Mattos : A as-
armolea eral do Banca AlliaoCJ, animada
pelas i leas ca mats recta losiiga, rilo toma
re,aloco soare o assompto noi9,*'1 .1
pe-aaao qae os poderes legaes Ine tnd qaem
os direos e dieres qae na reslidade Ibe as
sis em nesta qaesiSo. h.nii.i
o Gaocanaaoa deu entrada no bospitil
Boa flora. B'-dn.ecfl ando o'ama paeomooia.
Cahio na mais profuada tristeza e pede para
ver o Olbo, a favorita e o cosmbeiro.
O dutlacio pintor Sr. Sooxa Pinto, iodo
ao paco das Nejesaidades dar conta a S. M. a
rainna da bui dlgreesao ao Alsarve qae a mea-
ma augusta senbora Iba determinar, e mos-
iranio o desejo de poeaur o retrato da Illas-
Ira soberana, foi mimoseado nSo s com o re-
trato de S. M. el-r.il e saas alleas os princi-
El-ret reqaiotaa o brinde com esta dedica-
tana : -Ao plutor portngoex Soota Pioto-EI-
rei D. Garlos; S. "4. a rainba com a aseigna
tura aaragrsipba-."-Amella. 1896,
O considerado artista Rcon juslameote pe-
nborado com esta tao sabida e distracia bonr.
O Sr. Souia Pinto parti para o Porto, onde
se demo-ara al flm do mex. regreasando a
Pars para assiattr a vernisfago do Saln dos
Campos E yseos
O D.ar.o do Governo de aontem publica
o mappa comparativo da divida flactuaote, no
pait e no estrangelro, desde 30 de Seiembro
do aono de 1895 at 29 de Feverelro de anuo
cor-ente.
Bu. eegatda damos os resoltsdoa :
Em 30 de Setembro....... |7a-|SSS
Em31 dd Ootobro......... 287!??*!45
Em 30 do Novembro........ 8 708:65M3O0
Em 31 do Dexembro....... lfl.418:31W8U
Em 31 de Janeiro......... J7.75:746*099
EmS9 da Favereiro..... i7 08i:38J207
O Sr. Ministro das corsa publicas referen-
dio houlem o decreto approvsodo a eleijao do
Sr. Eduardo Pit |la Silva e Caoba, para o
cargo je gnveroador do Banco Ultramarino.
A compaobla do camiabo de ferro de Gal-
raarln va abr a suaacriproao paQllca da
6.000 obrig actea de 5 V
As garantas desloa tltaioa bjaotUecarlos e a
forma coma effeaaada asaaemlnio, uu\
garamlbss coadicOas de preferencia qa< ma"o
devnmcontrioatr para o exita la suoscripcao.
Eiia amisto deoarigacOes ato destinada
t lasto dai ttabis di eompanaia, por-
ane e'tn e-tio coacloidas desda Trola at
gas uaicameate p.ra se oblar
oa sol lacio ia lvida flactaxnte, caso moito
i.?f lo que socoeleo com oati-ag empresas
terroTlariai ajas reaisaram aa suas emissoes
le onngacdes pa'a ai coustruccos a effecior.
ij valor us i ih*s qae a ci/ipaibia byoo.
ii i I ss-V'5a das obf'gacSes erar
udtad 75 i nos de-U. e senla o renli
! i H Je despajas de exploraclo de 39
i f ni neate se ve-i1oo ser noa a
podar "OTjoort*'os encargos res.
dad vida consolidada, oaqaaesimoo '
im fa JT:500|010 ru, Bcanlo dlsponiveis
oe*ca de Il;.o00i0')0 rCis oara o dividendo ao
capital a efi > n N is 12 ana ) d exolo-acao la linni 04 reo-
I 1 j Mismiosd csss-vameats, e
eti r> .,'- 'o 1 a lOiiaaa* e,n mus la"
1 e-.-.jU M ie 1 i estteAo ceaitaj 10 Po-to
iM'eja 'ivi'.rlo. 'Jin a oroioieia) da
lian at F:f- oaiores aera os resota ios. e
oara iti obrj doqailroda con;ess5',s da
co na ibiaj existen] es ne^essa-los recu'sis.
A ( brii-cOos nffsrecldas ao pa-
f levidajneala raglstradi no Tribunal
I n da aa podar constituir a
l 1-; p-oo-i^ ladis da c .-npaobla
I oh eran'e valor pin oob-iga-
qu < o col! 1 i -in airlgo deever
a '1 1 a sobre os seas di-ei os.
'. I o i'npeano em coocorrer asis-
1 i;i- talo que se espara fn o raalo techa
le ser apoli:ado, en vista dos pedos que ja
teera sid 1 fel i. os nasas eacar-egsdas da sab
8 ir neji .
Coasidaraana astas nbri>cSei ora titulo d
anajein eaibego-U, oftastf pala boa sitoacan
1) istrlal da campnai-, orno palas garan.ias
com sjaa 1 rifpal ica 'venida.
') I 7J -avallo. aaU-o- qn' O '8 O"
rio 8-. itop a Slvi'a camarn ao C no
t 11 ao "sqai rao da drigOM do pa*
nal o le idos ara d'S, vote morreraaa, ma> 03
' coni'56as do contracta caate-
l'isa e babtlmaa'e feilo pelo d'simcla vetenaa-
1 -, o5 tsrem >s qoe os naear.
E' um.v33ir Je Casiie Mai' qas os lavar
1- Loaraoei Ms-qies a iJossauedei e p l
q laotta de 1.10J liaras.
O mes ni vse-insrio coap-oa tara'o^ra ni
Jino ovlieos, ciDns aago-a (n illa flpala),
vic-.is e toa o das meinjre3 ra;ai, para o
pianalto da M) simales.
O 3- Jor^e Mara Po-eira Coatlaaa peiio,
ennone da va-ios cap-'alistas piru^iezes, a
ciacessli ia 12.0)0 heolaes de tei-reao ai dis
ri n do da i-i .destinado a sanbracdis a 1-
. eipsc.aiin'de caaia aaccaa-ini.
OETerav o c a assloaa-io 6 por ceato d) r^a
i: u-i-ita iijoiii logo qua ^su itUaja a wbi
de 2) 10: os.
Fi'lavu 00 dia 9 de mnaa o redactor
lo Diario da Ntida Jo5o 1e "ienlong .
E ilstragn'-so n.q ie la familia detrablhi-
dares o tallaetdo jor lalisti, noi?, a pir da cjra
pe^ei i a pr;ti naoai, aaare al na ^soe-ial.n
^ que i'ao qu-ida Ibs e- curiosidades
SCientidc',rJosaajla um bs"> r.uraorado e ex-
celliati cra-ter, qaetoraav muito agradav
a soi co viveocia.
OS-. Jlo de Meadooc e-a um e'P'nto avi-
d) de saber passala apreciavels qaMtialea de
vo4ffi"iiialor.
Nao Ibe perraittiodo o sea io-aal, pelas aaer*
talas conliQes n'ama folQa essenaimsate ni-
ticiosa, o e^nsQi nastaot* para as soas vnlga-
risacO's, coliaDorava, activamente, em vanas
revisas.
A sm enriosidaie caacentravi-se, predile-
claraead, aa estado dn sin iis natu-aes.
O S-. ministro da Aastria cammaatcoa
bontem ao S-. ministro dos negocios estraagei-
ros o couviie 10 gaverua austio bangaro para
qaa o Je Portugil se fQi represintar. por al-
eaos dos seas membros, as festas di milla-
nano de Bodapestb.
O 3." Luz Soveral agradecen penhando eite
convite, que ticou de l-aosmUUr aos aeus coi-
O 3r. onde de Fijalho paMe na sabbilo
18, para a Hassia a assi-lU, como representaaie
de el-rt i, a coroag-a do ciar.
O prestidi?:ti-1or Moyi, qus ata iranalbanlo
no Real Coiysea, teve ania-ooatem, pe.-ante e
contra om publico numerosa, uru bello arran*
qae de coragera patritica :
Execotm elle o numero em qoe'nrra d'uma
garrafa biodeiras de todos os paiz^a ao pedido
dos espectadora;, qoaado am desies grita, e
logo apoz quast toda a sala 1
A bsuleira de Coba! A bmdsira de
Cabal
O prestidigitado-fica viriveimente coatra-ia-
io iras, oao a".tepon1o os seos asntimeotos
de patrila s exigeoclae do pablico, arraoca
d bandeira nespaabola e, desfralaandca, ex-
clama :
Msus sniores, a banleira de Caba par
eraquanto, esta.
E' claro qu*, lante de t5o nobre co*n?em,
o publico suometteo-e, applaudindo.aiuda qae
froxenen e, o artista.
Parece aue do lance esta aff istada a I lea do
trae. Mis, si o com quaoto elle seja um
noaco delicado e perigoso, nem pir isso daixa
de ser... replstavel.
Todava, qaer num, qae-naatro ca30, oa*
cldeote nao deve rer.etir se.
=?allecen no dia 3, Augost Hilario, eslabre
bohemio, victima de umi ictirlcia grava hyper-
themica. Tinaa chaealo domingo de Ramos,
relativamente bom, e aloeceu repentinamente.
Na da segaiote foi o enterro, sea 10 imm.
neote, e veodo-se no acompanbameato as prin-
cepses pesaaaa, banda de afantarla li, aca-
demia, etc.
Todos lamentara esta perda. Houve sentidos
discursos.
Hilarlo, o estodante bohemio qua tolo pala
conhece, principalmente pelo seu fado po-
cularlssimo. soffria do Bgado. Foi esea a
doeoc que o matn, cansequjacla de .ara ata-
que de ioflaensa.
O seu corpo foi velado em casa da farnila,
onde morrea, [or acadmicos.
O sea enterro realisou-se as 6 horas da tar-
de de boje. Veeliranrlhe o uniforme de aspi-
rante de medico naval.
Aconpanharam varias irmanladea e a banda
de msica de Infamarla 14, sendo a chave do
caixSa entregue ao coronel do mesmo regi-
ment.
A's horas pegaram os officiie?, senlo o f-
retro condozido pelos estadaotes do lycea de
Vizeu'e dos corsos superiores das diflerentes
escotas do palz, qua aqui tlnham vindo passar
as ferias da Pascboa.
No cemitsra foram depostaa olto coras,
sendo umi da familia, outra do curso do ter-
cetro aona madlco e as restad;s de varios
acadmicos e pessoas amigas do inspirado gui-
tarrista.
Pronnnciaram dlecorsos, qaaodo o corpo bai-
xoua larra, am estudaate do lyceo, dois esta-
daotes do de Coimbra e o alvogado, Alberto
Ponces.
A eoarda de bonr, porque o Aaado tinba
honras militares coma aspirante a medico na-
val, foi prostada I porta do cemiteno por urna
(orea qoe dea as tres descargas do eslylo.
A roorte do pobre rapaz foi multo sentida
em Visen.
Ni, nem por calada para sempre a eua vos
e, por goal, a saa guitarra, deixara, comtuda,
de se ouvtr o ecbo d'uma e o resoar da oatra,
porque, por ambas, passoo a saa alma de as-
inina, de bohemio, de maluco, de homem quo
nao corapOa a saa vida e qae vive ao acae
da imagiuacao que, A falta de palas, mais e
nalsse excita, tornando-nos jalla o joguete
dos seas canriebos, laucando-nos ella a'oma
embriagues de sooho de qae a realldade, as
suaa terrlveis retvindicaciies, nos vara acordar,
t o maa grado nosso...
Mas essea eslremonbamentos da realldade
"Dtrm no sooho para fo-raar o claro escuro
la saa rideote cd*.
E 6 mcrc desse resalbo de dr qae se in-
sina na alma aos bohemios que elles, ao rom-
muoical-a, nos enchem d'nm gracioso e me.
lancbolico en can ti. parque, nem por embebi-
dos no sen nabo, eliara de soffrer os daros
golpes da realldade.
Ha orna commoobao na dr, com a magia de
a espiritualtsar rla.iflaaeioacolo.
Hylarlo tiraba a guitarra e a vos e por* ama
a oatra nos revelara a aaa alma extranha, de
pbanlula a nioavameota.
O sea fado,* qaa o celabrlioo a popalarl-
lon, tem am arranque bem saggestivo deasa
existencia desordenada e doada qu> levoo.
O mar tambera tem amantes
O mar tambera tem muiaer.
B' csalo com a arela.
Da-le beljos qnaado quer...
E a saa vela de improvisalar gatirra
desentranhava-se em quid-as de urai 1 s-i-
ma teca'ara de pbaatas a e o rastrara mta
aconpanhava-a em arpejos gemebaadas.
A phantasl, milbar o pnauti-". ;j era ia-
ractsristiua de Hylana.
Coavidado pira urna cela an Bellas, por oc-
rasi) da saa viola a L'sooa. pa s
festas de Jo5a de Deas, e solicitado pan ca-
ta- a tojar depois di rafjtgSo, oediu para a
faier ao cimo de um m mte qu 1 ni na qu ita
de vvenla em qne se rnaliz gando que ah, pelas conic5-s espectaea do
acunara, a ut masa de cauta: e aaltarrlsta
se senil* iospiradi e pleaa.
Coldaram o caavivis qie en |i excllacla
dos liqodos do biajiete. ,Nai. E-a a ai
predilajgSo orgaalca e lypisa pelo pbaotas-
tico...
Os acadmicos, actualraento era feria' em
Villa Njvi de FaraalicS), alindara O celebrar
mi.aaem soffraiio da alma do ejtulaa:) Hi-
lario.
Era saa exc9lleatn revista pal
a iilat-alo eollega loraal d 1
de Lisboa, publica as ssgolnies ni
O GOVER.'Sl FRAiNCEZ
o conflicto leva i) e tro o nnalo e o go ve-
so fraoaai dea logar a oa maaifestacio qu;
deve ter desagralalo p'afialanaate u .ta n
presidente du Repblica como aos miaistr,'.
E' raro i- Palia Faa-e *s oorri las le aval os
qua aa reilisia era Pars. A'a di aniual
Jraul Prlx, ponis mais eorrldas conse-
euem realiair-se ca u a p'oseaj da prcaideate
da Repul c>.
Si saga ida V ra i>". !, n c I
do Club da Altea! cr^aram ura pro a > le. ..
30 000 fraacas e om bo ir: do presilente Pai-
ra. Esae p-enii d va e dlspata'o oes* da
e Fall Fau-e nao pon le J-MKar Je ass ttar i
corrida.
E-ara 3 ba-a3 di larda qamdi Fia e eitrou
na iribaaa di hy>ilr>:n ,on;aioadi po>-
uua esoosa, Alna a panaal a n-vtso.
O corrasaoaJen.e J'ora jiraal ni-oan iol cm-
ti nos s-'gahtes tarraas o q-n salto e pas-
soa :
Q :ao1o o prasMenta aneen da carruasam
oaviram sa aijoas grjtas ds viva o ssnaio
e qaindo apoa e^eu fia t-lbani foireceoto,
oaira o osiume. cora a mixina fren sen a
mraima raanifeslicSa de sympataia. -lu'i an-
sa novsmsate gruas de viva o sealo I
Kmii a casmili ca^-rid* do presidente da
repuolica, o S-. Flix Faure deseen da trbu-
aa e estsve pa-etandi eilre a muitlllo, a-om-
paahado pelo priocioe de Sigan, preailents d
socielada da Aataiil, e pelos gra-raes d^ Ne-
rier a Jaman I, pera S-. Croier e pe a ma) r
Mo-reai. Nsaa occas'lo re'radesce-am os
grirai de viva o sealo f
O p>>ra agglorae-avase no rec n*o da peai-
eopi-a ver paisa- o presiente grianl>
Viv o sanad i I viv a patria I .biixo
o minlste-io! viva Morenbe.m I aaa'X
doargjois l viva a Russia viva o Ca
') Sr. Flix Pare appireatava ind ff-r oca
as estiva las ante pa'iidc as:-im cama o ore-
id-rate do conselbu, que ciminbava a sea la 10
O ebefe do estalo caminaos, por-ra o sea piB
mo, esperando obter aleuma contra maalfesta-
c5o, era seu favo-. Bildalo empeoha
O* git)s naa cessavara e quando o S Fsu-
re, pou;o depois, sahio do campa de corridas,
oavtram-8e aasoaios e novoa vivas aa seaalo e
ra arras ao ministerio.
Q uni o ore3iden e se ratirou, cerca das 5
ho-as di tarde a mu'tidao gntoa atamente :
Viva o saaao I
Ea svulta os canvidadoi saeai timbea da
t-moaa presideaclal. Ao apparece: o bi'i
de Mirenneim, embalxalor russo, o povo aco-
ihe-ocim g-itas eatnasiasticos de viva a Ru-
sia t
Des,am denois 03 S-s. Bitirgooiv, RlcarJ,
Oinmer, Mesareur eLack*oy, qae sAo a^olbidos
com assobioi e gritos de aoaixo o ministerio I
aoiixo Boa-geois abaixo Ricard f viv o se-
nado !
A. polica abre alas para 03 ministros pala
rem r.assar, acomp inaudo-as at is carra 1-
eens, eraqnanto o povo prosezue na saa mint-
festaco.

A lo-eaia de Parii refere-38 cama natu-
ral a este aconteclmeota.
A Autiru decla-a que o S\ Faa.'e deve
terap-ealido aa segaaia-felra que nunca se
falta iraouaem^ate ai cumprimeato de tolas os
seus dsveres.
O Jou-nil affi-ma que a man fe3tigaa de
Aoitsuil um avisa para Faure.
A Petiie Republiqae iasinua que ei3i miai-
festiglo fot ps?a oela jockey Clao, constltaili
par eiemsotos reaccionarias.
O Rijpsi; affi-ma ius, aazir de talo, o ga-
oloeta esta resolvilo a coaservir-so no po-
der.
A Lib'e Parole apprava a minifestagai, rg-
gosi]aolo-se cora os assobios qae Boargeois
oavlo Jnate toda a tarde.
Por sen turno os joraaes avanzadas esce-
vem Imoraperias coaira o sraalo.
Oixam que ev.e est desboirado e qae o po/o
deve viogir-se d'uma cama-a, qae nao tem
sy 11-.ataias algunas e qae caiainha para a
roina.
Atcrescentam 03 rossmas fo'Lias qaa iaevi-
tivsl a revls&a constltacional.
Algaas .orases moaarchlcos declarara qae
ao coaflicto coastttaclonal pendente qaem est
mais compromtalo o presidente da Rep-
blica.
AQU3ST0D0;EGYPT0
Sagundo dlxem do Cairo o grosso da expe-
d'C 10 .-n ,,!o-??yp;:la deve estar coac6ntrado em
Ua iv Hilypbs no prazo de seis das.
Hrave um paquean comb3le em \riah, perto
de Saaklm; os derviches foram derrotados,
soffrealo muitas perdas.
D'zera telegrimmas da m?araa proceden-
cia qae o kallfa pro-.lamoa a guerra sinta, e
qoe mala de 120.000 bomsas se offereceram
pira formarem ara exercito qae mircbi coat-a
oa inglezea.
Ianuraeras forca' da dervrebes ameagam Mu-
rad e o forte de Helatb, sobre o Mar Vermelbo.
Chegaram a K ksh novas 'o-gas dos derviches
e to-nam aqaelle ponto deveras perlgoso, ten-
do .ido ]a dadas ordans para marebarem pa a
alli algn batalhOes Ingleses.
A todo o momento se esperara violentos com-
bates.
a
O correspoadente de Cairo para a Gazeta
da Colonia diz o seguinte a respeito da atlita-
de do kilifa, na qoestao do Egyp'o.
O kilia ouma carta escripia em Dexembro
ao cbelkh de Assoao, diz qae esti sempre
prompo, agora, como no aono passado, a snb-
metter-ae antoridade do kbediva representan-
do o soltao, maa qae resistir at marte a
qualquer expedl(io viada do Egypia, emqaao-
to os inglesas all estiverem. Arrscenla an-
da, qne sabe lenciooarem os ingleses man-
dal-os assasaioar, mas qoe tomoo todas as pre-
canedes para que uenbum dos prisioneros eu-
ropeus qae aioda conserva sobrevlvam a esse
assisslnle.
O .ilv N w noticia que o governo India
uo eaiA organizando grandes forca para ee-
gairgm para Suakim.
Tbe Bebe, jornal de Lindres, abri am
plebiscito pira se coobecer qae porc&o da par*
tidarlos tem em Inglaterra a idea da occopacao
do Egypto. Ha de ter grande resultado esse
plebiscito!
A TRPLICE ALLIANC a e o papa
Urna das coisas qae mais preoccapa o actual
imperador da Allemanba a discordia existente
entra a casa reinante de Italia e o Snmmo Pon-
tfice. Basa discordia tem urna grande lofloeu-
cla na tripiice-aiilanca, 'qae se v prejadicada
pela falla de auxilio do Vaticano, auxilio que
seria importaotlsstmo, porque importantlssima
a lofloencia do Sammo Pontifica no mando
caiholico.
Por sao Guilhermell trata de empragar todos
os sena esforcos para qae o saceessor de LvSo
XIII, coja avaocada idada e presara saiide fa-
sem prever para breve om trate desenlace,
seja dedicado a casa de Saboya e pona porten-
to vir a favorecer :a cao.-a da t'Jplice alliaoc*,
aaxillaado-a assim a faier face a poltica ua
Rsala e da Franja.
De certo para preparar o terreno, Goilaerme
il aproveitoo a su 1 estala em Italia para coole-
largamente com o arcebispo de Saa-Fe-
I ci, prelado re Nmolas.
Depois de trocados os comprimamos do es-
ylo p o Imoerator toman o bf-.CO do prelalo e
as iaidj pe 1 jardim do palacio pergontou-
Ibe repentnaaopnte:
S1 l.pao XIII morrease e o Conclave de-
glcbase ?08M i n,aeneia para Ibe succede', qu*l
1 'tu 1 ia nara com o governo italiano
a a trioce alliacea?
Ao-qa- o afcebiepo resnonden :
Paco tona pi-a qae L5o XIII tenhamni-
1 vi 'a pira ra a saa succes.sao
d i o" nlguem mais dioo d'el.a'que
u. Mas o Deas ^-es dver o contrario, se for
en o pleito, fslorc'r-T.eh'l, aire, por iraaqalli-
iar o governo italiano, reconhe'eado o como
legitimo .-.ceiianija os factas con:utDraados.
Da aesma f-ma reconhecerel os ailiados da
aai le Saboja saberel faier entrar na or-
cclesiasdcameate filando, o pavo de
ti 1 is \\o?. Esse, ansiar de deila-3r qu-
fllbo obndiaale 1i enreja, n5o fai senao pertu*-
.aa- a paz uian;rae com os eeas aesejos da dea
lor'a.
Ouiiberrce II ao-rlo e respoadeu :
Baera qne no da ra que vossa emlnen-
da (- Paoa, que o ha leiser, unba a ..csm;
id a 1 resp oto dVstes assnraplos.
Ettn cau8"c grande tinpres aa era
toda 1 I M i ewobretuionoi partidarios do va
O -ioil Rampalia es' empregando toda a
iaa lactic oobllca, pira qae a visili do IaiDe-
ralor da .ilsmaiha ni) d loar a iacidenies
"-a;al3vels. |
O p^trlircha de Venex\ cidada'onie se deve
r'il.za- a entrevista entra 68 soberanos lalia-
leradores di Allemaoba, pe'euntoa
pira o Vat c; o q >'ev^ ser 1 sai a'
ate. O car 'eal Rimpolla re
111 o ;e n vlsltaua oi n7, como ine par-
ense, e que era todo segu'sse o orocediroeDir>
que quinan, Di'que conflava pl.ame-te ni
su la to poiitic.
A GU'ftnA DE CUA
A BELLIGERA'CIA
S gaada fihera os tdoeMmrass de Wasnin-
etan, naa caosoa surpreza alguna na America
a natcia di vjtscJo da camira a quistao da
belligeraoeia.
Ti-os sabiam qa dorante a disrussao do
da cammssSo raixt foi quasi no mi me
a minlfcat .cara favoravel ao recoabeciment) da
bellgessn i>. Era pos ja previsto o resaltad 1
la otacSo.
Na dliCB3'8ado pi'ec r o depatsd> qae mais
sdi te se torna ni bosttlitide a H;-pmbi
lo Alia. D-se elle q> aa o no s mal'
raianaaies do Cuba estivara ao lado dsi
sarrecns, e 3 prov era que tais 03 chafes
erara br Maceo. Afa
mi que os tosorraetos uanc aerlo veo :ld ,
it-js-a qaipg forem as forgis qai a flsspa
eavie o ira Cabi.
E te mina pelas egorat"s o lavras :
At aijora 03 ha'pinhoes, tal a as "v-z -
qua se tera at-evldo traa'oor a zeoa
i la pelos embaes e pelas cairnic5e3 dos reaa
fjrtas e dos seas poto?, teera se vista abriga-
los a retira- vencidas. Os Batados-Daidoa
teem pots o deve- de p-olamir a belligeraau
a a f ave- dwaes valeotea.
O S-. Csnovis de Castillo declaran, em con-
V'rticaa particol r, qie osaalas 2i ora d>'.
mis da deiiarajao d belllgerancia ro E-t .
dos-Uidos oingaea tinba ainla noticia dos
p-noo i os do presidente Cleveland.
O a3uranto da belligerso:ii tem causada a
man p-ofaoli impressao as c'asses sociaes
hesianaolas.
Os mtal3iros reonlrira aira tratir dis oos-
sie3 cont ngeacias da guerra n'.e-nacional.
Ni?a ae sibi do qae fl-ou re-o' -iio
Toliaimpro si exige qoe o enverno ado-
pte cora relac) aas norte aaisrieaaoa, a po-
vi lenilas mils eos-gicis.
Um rnpa da Hibnslelros cubaois, auxilia-
las pelos yirkis, pretealiara ren'ztr nao-
lita plano. No vapor brspinbol MahiTii:-
rezi qae faz carrelras re-alares eatre Cubi e
t'o-ti Riio, lamariam oassa^eas fllan't'ios
en S. DoralagOT. Na alto mar assa-siaa-iam
a iripalica'- O vapor Mirl-i Tbereza fina
escala a a po-to escaro e poaco coacor-ido, e
ah ca-reeana petrecbaa de gnerra pra 03 in-
surgentes. Esto de'ilos par causa a'isto, 58
pessoas.

Ao caatrario do que ,-ie sappuaba, Dai deu
lagar a raao!f03tac5es a noticia d) recooheci.
meato da belligerao'ia v tida pela seaado
americana. Parece qaa os hespaaha?s resoi-
verara conservarse so-egados e quietos, re-
servan lo as 8ia3 irri'ajO's e expinaOes para
quando se lorosrem nacessanas e otis.
Os ministres, reunidos em coaseibo, manda-
rara notis ociae8 para os joraaes deparando
qaa nili recebaram refe-eate ao recoaheci
ment da beligerancia e negam que seiam
eavialaa b-eveneaie miis navios ce goerra
p ra Cuba, ponjaa tal facta ciastilairia urna
p-avo-ac&i, que serta loteraocstiva e cujas re-
saltados serlam desneceasariameate design-
io is.
Alera d'isso se por ac.aso as relic5ss eot-e
aHi;p3nbaeo3 E3taloi-Uaidis forera inter
rarapidas, as nsgisiafOss a til regaeita dariara
teraoo a qae chegassem as Ao.'ls os navios
que passara enviar-lhe,
*
Segruido noticias chegadas la Hivan, s
situagaa de Miceo moit-a meliolrosa, po'qae
mallo- partidarios sena negam se a acompa-
obal-o na proseguimento da campanba.
Mi um outso ebete dos Insurrectos, esta
orgaaisando auxilios na provincia de Mi'.ao-
sasjL
Segando paracc os bespanhoas aproveitarao
eata occasia pira darem ara ataque em fsrcaa
aos Insurrectos, Estas, pela sea lado, pare-
cen dispastoa a trivarera urna luc'.a violenta,
para abr.r passagem a Maceo qae se acba en-
volvido pelas trapas legaes.
03 ITALIANOS NA ABYiSINIA
Talegrammas para os jo-oaas italianos ira*
em pormenores d'um combate travado em Kis-
eala ontre os abe ;lns e as tropas italianas,
combate 6m qoe estas Acarara victoriosas.
Um destes telegrammas conta assim o com-
bate :
A carvini qne tinba ltimamente intro-
duzco vveres em Kaasala, devia voltar a
Aosdat, traxendo as boceas inntets e outros
impedimentos. Para facilitar a sabida do com-
boyo o coronel Stevanl ordenou ao 6- batalhia
qua licasse em Saderat que oceupava o lado
meridional do mon>e Urocraoor. Este batalbaa
foi atacado por 5,000 dcrwlcbes de infantarla e
cavallarla. O coronel Stevanl correa em defexa
das suas tropas com todas as forjas dlsponi-
veis, quairo pecas de montanha e am pelo'So
de cavallarla. Repellldoe ama ves, os detwi-
clies, depois de receoerem retorcas, repelliram
o ataqn-, ma foram novameote replalos com
grandes perdas.
As noticias officlaes recebldas pala goveroo
italiano constan da copia do seguinte despa-
cho enviado pelo coronel Stevani ao general
Raldissera.
O resto do batilbSo indgena, qae Acara em
Saderat tinba receido ordem para oceupar
eeti maeba o tllaoco sol meridional do fo-te
Mocrao, abm de facilitar a sabida de Karsala
da caravana, que all naba levado mantimen-
1.
A's 4 horas fai o batalhSa violentamente ata-
cado por mais de 5,000 derwicbes, de infanta
ria, commaodaloa por diversos emirs. Teodo
not c a do ataque, parti com as forjas mioba
dlapoalc&o, contan to oes'e norae-o ama bale-
ra de montanba com quatro pecas e om pele-
tao de cavallarla. Surprenendi o Inimigo. qne
(tapuis de om logo curto e viva foi repellido,
mais tarde refarcado par maitos destacamentos
de tropas ae derw.c.es, viadas de Tocruf, re
patio o asulto, mas foi oovanaenta repellido
O combate qae comecoa s 5 horas termlaou
Is nove. As nossas perdas al agora verifica-
das consisten) n'unaa centena de bomens, entre
morios e ferldos. Entre estes coata-se o cap-
tao B-ooelll e o major Amado!. O inimigo
soffreu grandes perdas na saa retirada preci-
pitada para Tacraf; mas, por agora ala se po-
de calcular a ana Importancia exacta.
Foi excelleoto o procedlmento dos nossos
othclaea o das nossas tropas, apaur da ama
marcha de 10 boraa com am calor excenvo e
absoluta falta de agu. Hija ao mel da man-
do partir a ca-avana.
E' claro qae a victoria causn grande alegra
em toda a Italia, e apenas os joro tes partida-
rios de Crisp recebem com ama cen Meza a
ootloia, ebegaa :o alguns a davidar da sua ve-
raeldade, e cootextando todos a importancia
desia vlctorir na sitaagSo da Jtalia na ADys-
sioia.
A lioBua! ra desses joroaes moito curiosa,
360 extrairdinarlas as reviravoltas, os >ia
de qae e servem para explicar a sua frleza e
a saa co.ifianga oas victorias das foo,8 Italia-
as, qnan.10 e'am eiie, os primeiro, que no
temoo do eoverno de Cri-pi aceitavam a mini*
ma su8Peita. de victoria
9
REVISTA DIARIA
Senado de Pernnmbaeo -Effectaou-
se nontem a 27 sesgSo eob a presidencia da
Exm. Sr. Dr. E-ralrio Cesar Coutintio.
Estando prsenles apaas os Srs. Serra
Martins, Velloso, Antonio Pernarabuco, Albino
Silva, Regaeira Costa, EToirio ('oulinbo e
B:irao de Nuaretb, o Sr. Presidente manlou
proceder leitura do expadient-.
Foi lida, ftcando encerrada, a discussio da
acta da reunan do da antecedente
O Sr. Bur&o da Nazarcth, aervinlo del.*
Secretario, procedeu leitura ao seguate ex-
pediente :
Uin olco do 1 S-"-relarin do Sonado da
Uahia, rerafttendo 4 volurae?, d>is Anoata do
mesm Senado e 3 volumes dos da Co is itui-
co. A are 'ivar.
Passou-sa ao expediente do Sr. 2.' Secre-
tario.
Foi lido, indo a imprrar sob n. 19 urn
projecto ass'gnaio relos Srs- Vellos-, Anto-
nio Pernambuco e Regueira Costa, concadeo-
d 1 fa-ecs a quera montar uma cordoaria de
Abras vegetaes lo Estado.
Comparecendo os Srs. Eluar'o de Oliveira
a Cuidas nrrelo, o Sr. Presidente declara
abivta a sessQo.
Forana approva 'as 18 actas da Senas) de 21
a das rennies de 25 e 27.
OS". Antonio Pemiiubaco, obtendo a pa-
lavra, justlflcoo un projecto d 3* corarnis-
saOjinio a imprimir sab n. 20, aulorieudo
oGovernator da Eat "Ij a garantir osju'03
de 6 "i, ao anno e araortsagao de letlras hy-
potheeariaa emitiidas por ura banco de crdito
'pal, que 3: fundar sobre o plano tracado no
Decreto n. 170 A de 19 le Janeiro de 1890 e
seu respectivo regulamentc, n. 370 de 2 da
M*ii de 1891).
Nii i naven lo raois quera quizes-c utilisar-se
da palavra na i." tiora da sessao, passou-se
or I -m do dia.
Votaram-se, senda approvadas. as segura-
tes materias eocerradu nos reunies d; 25 e
27 leste maz :
Era 1." disr-usslo os pro;ectos do Sra-i "0 ns.
II e 11, am -2.' os de na. 12. 13,15 e IG e em
3." o de o. 10, lotos leste auno, s^nto o ulti-
ma rera-ttido 5.' commissao a flra-la o redi-
gir ;
E n 3." dlseusso os pare eres ns 192 de
1815, G) e 02 leste anno adoptando resoiav
niendas na Cmara p-los pni ctos 03.
50, 11 e 32 de 1895, os dous prira iro3 com
emendas.
OSr. Presidente declarou que sobra am-
bos estes pareceres lam fazer sa as devidas
coraraunicaqes Caraira, sendo enviado o
ul imo 1 5.* coramissao adra de fazjr a com-
plente redaegao.
Os projectos ns 13, 14 e 16 foram dispn-
salos do inte sticio a requerim-^nt03 dos Srs.
Callas arretto, Velloso e Antonio Pernam-
buco.
Sunmettendo-se a 2.' discussfio a resolugo
da <'amara, inicala pelo projecto n. 35 de
1895 (10:0003 para conslrucco d.; uma ponte
sobre o Una na estrada do Bonito a Ctenle)
foi appr vada sem debate.
Esgotou-sea ordem do da.
A de heje : 1." dscus?o do projecto n.
18; 2.a do de n. 11; 3." dos de ns. 13 a 16
e 2.* do parecer n. 71, todos deate nono.
Cmara dos Oeputados Hontem
nSo houve sessao n'esta casa do Congress por
terem apenas coraparec do 03 Srs. Julio An-
tero, Joiquira Guiraaraes, Pinheiro Ramos,
Manoel Jar tino, Molla Sirveira, Apolhnario
Marauhao, Manoel 'aetano, Bianor deMidei*
ros a Pereira da Silva.
A r-raniao fot presidida pelo Exm. Sr. Dr.
Joaquim Pereira da Silva Guma'aes.
Nao ravanlo numero para proceder-s
leitura das actas das ses-Oes anteriores a do
expedient:, o Sr. Presidente disolveu a reu*
nio.
Ximeacao -Por acto de 27 do correte,
do Eim. Sr. craBelbeiro Govemador do Es-
lado, foi nomeado o bacharel Artbur Cherubim
Oongalves da Silva, para exercer o cargo de
promotor publico do municipio de Ingazeira,
devecdo as3umir o exerekio dentro do praso
de 35 das.
Proro^afode reaulamcuto-Pa-
lacio do (joverno do Estado Prraarabuco, em
28 de Abril de 1898.
O govemador do Estado resolva prorogar
al o dia 30 de Junho prximo o prazo deter-
minado pelo art. 37 do Regulamenlo expedido
em 20 de Fevereiro ultimo para aexecugao da
le n 122 de 3 da Julho de 1893, visto esse
Regulamento depender de approvagao do Con*
gresso Legislativo-Joaquim Corra de Arau*
jo.
Dr. Barbcsa Lima-Embica arxanbS
s 9 horas para a Csp.tal Federal, no paquete
Magdalena, o Exm. Dr. Birbcsa Lima ex-Go*
vernador deste E'.tado.
S. Exc. partir da casa do Dr. Antonio Au-
gusto Ferreira Lima ra da Imperatrz n. 11.
Sao convidados todos os seus amigos a acom*
pannarem-n'o at o caes do Arsenal de Marir.ha,
oede embarcar o beaemtrito pernambucano
que durante quairo annos Clrtgil brilhantemen-
te 0' dwptinn de nos^a te-ra.
2- batalhao entadoalFoi remettido
para publicar o aeguiuta eilicio :
N. 660. -Commando do 2- batalhao de in.
faotera estadoal de Pernambuco. Quartel na
Praga da Repblica, 27 ae Abril de 1896.
Ao illus're cidado Conselheiro Dr. Joa-
quim Crrela de Araujo. Dignissimo gover*
nador deste Estado.
Em cumprimento ao quo me determinara
em vosso ollicio desta data m-raiei reprehen-
der severamente, prender vossa disposicio
no estado maior o capitao desta batalhao An-
tonio Luiz de Franga, pondo-o de sentiaella
vista esuspendendo-o do commando de sua
corapanhia, por haver eu depois de recabar o
vosso cilicio e de investigar minuciosamente
do facto, chegado a evidencia de qua effecti
vamenta na madrugada de ante.lioatem, o
mesmo Sr. Capito, em estado ae embria-
guez, capitaneando pracas de diversos corpos
estadoaes, commettera, na ra do Prncipi,
onle mora, as ma lores tropelas, es; aneando e
ferindo, a diversas pessoas, uma das quaes
chamase Jos Alves e outra Penba, ex-cor-
netairo do 14 batalhao de infantera do exer*
rto ; : o sendo essa a p imeira vez que as*
s'id procede, porquanto anda ltimamente, no
dia 2 de Margo, acbando-se de servigo na
qualidade de otScial de ronda maior embria-
gara-s- e desacatara o Dr. delegado de poli*
cia do 2- districlo da c-pital, pelo qoe man*
dei o prender e reprehender severamente e
suspender do commando de sua companhia,
nao Ibe serviodo esae castigo de correctivo,
uma vez que reincidi em faltas tao graves
como as de que se trata.
Quanto ao seu tempo de servigo s vos pos-
so informa* qua essa oficial fax parte deste
batalhao desde a data da sua organisagao, em
10 de Outubro de 1894, ignorando desde que
lempo anteriormente servia, por nao ter o
commandante do 1- batalhao a que ella per-
tanda, me enviado sua certido da assenla-
menras. ...***. r .
Saude e fraleraidade. -Leoncio Lutz Pinto
Ribeiro, coronel coaamandante.
Promotorla de Iog-azetraO Go-
vemador do Estado Exm. Sr. Dr. Joaquim
Correa de Araujo por acto de ante-bootem no-
meou o Dr Arthur Cberubim Qongaivas da
Silva para exercer a promotoria publica do
municipio da Ingazeira.
Pal ama ooroeac&o acertada, pois, o Dr. Cbe-
rubim pussue todas as boas qualidadea itolle-
m
:
a
i IlGlWl



..4***
V
Diarlo de Pernamlinco Quarta-feira 9 de Abril de 1S90
1
i
ctuaes e moraea para o bom desempeono da
miseSj que loe foi confiada, comtudo lastima-
mo qas o iilaalre nouieado seje tao atestado
da capital; d'easa centro sclentiflco e Ilitera-
rio de Pernambuco.
No88 felicitaos ao nomeado.
Concert do Ptionogranbo e Cy-
tara -Couirauoicou-nos o Sr. Augaato I. Lea-
nep que nos primeiros dias do prximo mex
proporciooira ao noaso publico urna importan-
te diversSo que consisto em coocertos de Pfto-
nograplio e Cytara em que ouvu-se-aa 500
pessoas a^ mesmo lempo.
Os bilb-tes acham-se a venda na leja dos
Srs. i'realle & C ra Bario da Vic ona
^Tribunal do Jury-Honlem responde-
rama ihamada 17 jurados.
o Dr Jos Cavalcaute de Albuquerque
Uchoa, -presidente do Tribunal multou em 5J
os jurados Que dei>aram de comparec-r.
Foram sorteados os seguintes supplentes :
Joao Ferreira Lou eiro.
Luiz Fraucisco Ribeiro da Silva.
Manoel Alves Guerra Jnior.
Gomes Augusto Gaio de Miranda.
Francolino Jos Doraiogues da Silva JuQior.
Carlos Soares.
Antonio Ferreira da Costa.
Leopoldo Gomes Alcoforado.
Maurioo Francisco Xisto.
Francisco Ferreira Castalio Branco.
Rajmundo Almeida Sampaio.
Manoel Acciolv Lina Wanderley.
Amonio da Silva Ferreira.
Lua Francisco das Chatas.
Aulouio Fernandea.
Jos Vieira da Rocha Dias.
Jos Procopio dos Sanloa Barros.
Joao Carlos Pereira da Silva.
Francisco da Silva Boa-Vista.
Ficou adiada para boje a inslallacSo da ses-
sao. ,
Reclama^ao Manda-nos a seguinte
noia :
Rogamowos qua chamis a alieogao do
illusire Dr. Monteoegro M. D. superinten-
dente di Hvgiene Publica para segaiuie recia-
mac> : A' ra 89 a. 181 cocheira de vaccas
existe um cano uc esgoto que atravessa a es.
irada de ferro de S. Francisco o qual despeja
para o lado da Cabanga e as granJes mais
rec be as aguas do mar e e.-taguudas por urna
abertura (feta sem duvida propositalmente afim
de nao ser invadido o quintal da mesma) ,e
empoga do lado do poeote da casa n. 209 de
propriedade do barao de Aranpe e abi per-
manece dando lugar aqu misturndose com
as pluviaes daminliquem-se prejudicando a
salunndade publica parece queaz-se preci-
so urna visita .le pessoa competente.
Feriinento grave No da 2s do cor-
rente s 2 noras da tarde no povoado Pao Fer-
ro do municipio de Quipap os Individuos Ma-
noel Pereira dos Santos, Manoel Pengoso e
Manoel Paulino travaram IncU entre si re
sultando o pnmeiro receber um grave fen-
memo
Os criminosos evadiranrse e contra os mes
mus a aulondade respectiva procede nos ter-
mos da le.
luesto de idade A Notici'.* de 14
do crrenle disse :
. i barca oe Petropolis deu se urna curio
sa ap'j-ia eutre qo.s advogaoos, utn dos qoae.<
aoateiitava que o governado' ae Pernambuco,
Dr. Coui de Araojo, anda nao lioh* qua eo-
la auno--. O outro declaren que, aa assim fos-
ee, pavana de ooUs, receoeado, porm, o.
cont de ris or cada tono que o Sr. Corri
de A'aojo tvess'' a oais do 39. Verificado o
caso, e se! do d 58 aooos a i-Jada d i go.er i -
dor de Pernamouco, a qumua perdida ape-
nas de 19 coulos.-.
o Jornal do Brasil de 16 do mesmo mez.
ccreaceaia :
Os sdvogadoa que, conforme dis;e A No-
tlct aposlaram ccol>s de ri- sobre p enma-
ro ae M.los qile couta o Sr. conselheiro J. Cor-
rea de Araojo, podem confiar nos segotmes da-
dos ;oi>re o acoal goveroador de Pernamboco.
S. Ex:, nancea a 4 d<: Ma'o de 1845 :
Rcv.-i.eu o grao ue doutor m aireito ea.
1868.
Foi a mala leote da FacuMade do Recife.
em 4 Ge Mao i e 1870.
Se o apcata'or que gaobar quizar mandar o
lacro pa-a es poares ao Joraal do Brazll
p'.ti arl urna ueoero^a acc.4), qua itesle j
grace e: os.
Planta curiosaEi>s'e na A'abia cm.
plait- qu'- pr duz txectameme os cffeiuadu
gaz b la anie.
Encoit-ate tambero ma variedade de.--.-a
arvore exquisita em Kiss-in e no Omn, que
Uioge tiai metro e mais de altara, com ramo
Unbosoa ftrmacdo orna larga copa de um Ver-
de tecoro.
M b- --as corim dois ou tres, graos negros
da grossnra e fema de um fejao.
.-' gtaos tem ligriraiiienie o odor do
aplum e o 'g sto astacarado. Sao elles qot-
Saim o principio activo iewa pl.nta exir.or-
larra.
Para empr'gir estes g' s pnlvarlea-ae-os.
A peseea que atsorve urna ac dose ronr(.
a rir as baoietras dVspregu a, de urna manei-
ra mmtas vtzes violenta : lauca, coa cu
pSe-se Biliar como urna cabra, enraudo este
effeito a cer a te urna bor.
i quaddo a^nilagao cet.-a, o paciente, fa-
tigado, cae em profoocio somno qoe dura mur
t>s vezes horas.
Ao acordarse nao se records mala dos ex-
cess.B pralirados.
Mortu viTO-Osprnaes de Barcelona oar
ram um f.-Lioseosaciital que ce aeaba de pas-
ear em Reos.
Morreu um sujeito num bosptal; os mdi-
cos, consiaando o owto, mandaram removel-o
para o ueposc do cemiteno, atim de inbu-
mal-o no da seguinte.
O corpo foi coilecado no ataode, Bcaodo vete
ate i., como de costme, am do fallecido re-
ceber as ul imas bornejagens de tus prenles
e an.ig '.
Na uianha sacoime, Indo o covelro abrir as
portas do deposito qual nao fci o seo espanto
vendo o pretenso m rio absentado tranquila'
meite co caisao.
Sem esperar mais nada, o covelro foi met-
iendo os ps para corre-, quaao oavio o mor
to gitai :
Ob amigo, espere, que nao fago mal a nin-
guem.Entao como pissa ?
O coveiro, trmulo, com a vos tartamuda
r3ondeo :
M nos mal, e o 3>?nhor ?
Eo, ama es vendo : de pereita saode.
E eu ao narren o 8ko desespero durante ti-
ta a ncile, t, oaquelle Irgar smente llomln
do pela (taludes Inste de um cirio, ouvim
petidamnte o girg.lbar lgubre das oorijai
e eenao obrig; do a fl'.ar de conliouo cmdes
groi queja foram servidos para outros c-
veres.
T-irJo terminado a aarrago, o merlo e
guea-se do ataode e coovidou :
Agora, cu vtlbo, vamos tomar ama pin-
com os passageiros quando estes fazem-lbes
quasquer reclamares.
Ao Sr. Gerenta da Estrada de Ferro do Ca-
xang solicitamos aa necessarias providencias.
Para a Baropa-Segue boje para a Eu-
ropa a bordo do vapor Chile O Sr. Luiz
branles de Figuerio, socio da firma com*
marcial Alberto Cerdoso &C.
Acompaaba-o suaExiu. familia.
Tambem cora o mesmo destino embarca
boje no Chile o Sr. Hermn Luodgren.
A ambos somos obrigados pelos cartOes de
despedidas que tiveram a fineza de enviar-nos
e desojamos-Ihes feliz.viagem.
Culle-E se paquete da Compaobia des
Messagerios Martimas deve chagar hoja
e.o nosso porto por ter sabido da Baha as 4
horas da maoha de hontem, seguinlo boje
mesmo para a Europa.
Foi esta a CGmmunicac,ao qua recebemos da
respectiva agencia.
lanuotinuo essa iocalidade nos es-
crovem diseado que all ebegara no da 17 to
correnta o Dr. Jos Felppe Nery da Silva
Filbo, juzde direito do mesmo municipio,
removido do da Pedro, em virtudu de permu-
ta.
O Dr, Nary foi festivamente recebido por
grande numero dos seus uovos jurisdiccioaa-
dos, senUo-Ine offa-ecido lauto banquete em
casa do coronel Francisco Ignacio de Paiva,
prestigioso chefa poltico naquella Iocalidade.
Durante o referido banquete foram trocados
diversos brindes entre os coavivas presentes,
sendo muo sauJa Jo o Dr. Nery plos rele-
vantes servicos prestados durante o temp
em que desempenhou as func5es de Questor
Policial do Estado.
La iilustraclou EspaolaA Li-
vraria Leopoldo Siiei--a, ofierocea-Bus o n. 11,
anuo 40, de La Illostracloo Espaola Ameri-
cana imprtame revista illuitrauace bellas
artes, illteratara tts, que se publica em Ma-
drid.
Sammarlo do texto :Cbronica general, por
D. Jos BremaNuestros grbalos, por D.
ReparasLos Estados Uaidos y Cuba. Pagim
de la historia de lo por veni', por D. Nilo Ma-
na lauraEl Rvdo. l'Vej Jo Lercbuodi, por
D. Totora LataurLos tne.trcs, p;r D. EJc-
ardo BastilloLi Annaciacion. Representacio-
nes medioevales eo Espaa, por D. Sarraoo
FatigatiRegina... angelorum (1 Regina Pa-
ceii, pnma cooamDola abrolou), poesa, \ur
I). Jos JaikOQPor ambos mundos, narracio-
nes cosmopolitas, por D. Ricardo de Bcingca.
Agradecidos.
Revista da Academia Cearense
Fui-uua offerecido um volume da revista da
Academia Cearense correspojdente ao anuo 1.
Esse irabalbo que foi puclicado sob a direc-
gau dos Dr. Pero de Queiroi Henn |oe Tbtie-je
t- Guilherme, de grande importaa:ii iden-
tifica.
0^ referida revista extrablmes o seguinte
summaio :
Eeta'utos da Academia Cearense.
Actas da Academia Ceartnse.
Impotancia da na numaua comj factor da
riqueza. O de envelvimento da poptil-cao da
Fortaleza. Sua nativiJude emo.-til.dad Ta-
za excessiva desea. pcr Tbou as Pompea.
PathoiOKia hicio ir.* Brailcira. Dacumen*
t.s para a historia da pestilencia da Dicha ou
u.ales. Pelo D G. Stadut.
A acc*o social so Padre. Pelo Rvd. Valde-
vioo Norfueira. Homeus do Cear. Biogra-
phia de bomas Pompeo. Por Fanas Bntio.
T'jre de sociclogia crim.n I. Parecer da
r. i >tti.a Commiseao.
Tbeae de Oiretto Cooctitucioaa!. Parecer da
-espec n Commirsao.
Vuloa em seprao,
O prato de euroOs Sr?. Goofialves
B -.ga & C, p oprielans co Prato de Otro
a roa Lar^a do Rosarlo n. 32. comJiuonaraai-
aos qu- esse estaoeiecimeato acha-se Ctlijiti-
vaceme berto.
Por oosea pote farexo a mesma coomu*
o csjo ao publico qoe no Prato de ouro
encootrara um ercolbido so-omento, ae laucas,
norcelurjss, vidrcs, crysues e cbjectes de phan-
Companhia de Bombelroa O ser-
vico desta compaobia para hoja e o aeguiot-t:
EsUdo-m lor o Sr. alfares almoxarlfe Ma-
noel Joaqoim de Albuquerj.ua.
Da a companbla o 1 sargento ebefe de ser-
vico Antonio de Soasa Ba-i 'ei-a.
Guarda do qoartel o cabo chefe de bamba
Thom Alves Ferreira.
U i.forme o. 3.
Natadouru PablleoForam aDatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 73 rezes,
para o coosumo.de hoje.
casamento civil0 escrivo dos casa-
mentos que funeciona nos districtos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogados, afilxou na
repartic&o do registro dos casamentos ra
de Imperador n. 76,1.- andar,editaes de procla
mas de. casamentos dos aguintes covirabeo-
tes:
O repto de oara !
O desafio que o jocoso Sr. Jos Ma- de7s^lto8,'"p^la mesma forma^por
rianno atiroa irascivel e impetuosa- que j ridicularisou e ultrajou o Sr.
J cobrio de louvores o Sr. Dr-
Barbosa Lima, a quem hoje cobre
naii.iv, k..w ..ao-.w y"""" que ja naicuiansou e ultrajou
mente contra o pujante partido repu- Dr. Martins Jnior, a quem hoie
blicano federal para urna nova cnsul- J tQce 03 maio'res elogios,
ta ao eleitorado que o despreza, se f A questo levantada pelo Sr. Jos
nao fosse tao estpidamente irrisorio, Marianno urna questo poltica e
sena a prova mais evidente do seu: n5o uma quosto pessoal, para quo
completo desnorteamento. J Qteja A Provincia a ncommodar-se
O combate que o Sr. Jos Marianno coin 0 siQnc0 do Sr. conselheiro
grotescamente provoca j foi ferido Rosa e Silva
no dia 18, e em condicovs vantajosas
para o seu moribundo partido.
E se a sua derrota foi to estrondo- grande partido republicano federal,
sa. quando as mesas foram orgamsa-. de cujas ideas nos constituimos
s com pessoal seu, e os seus ingen-; fias propagandistas e estrenuos de-
Orgo anda que modesto da im-
j prensa pernambucaua, filiados ao
1* PuMtcago
Francisco Izidoro da Silva a'aaliago, artista,
com Mara Fraocisca da Rosa, solteiros, naiu-'tes esforco3, a sua actividaie inexce- ( insorps" octavar lirAi
raes desle Estado e residentes aa freguezia da ibores, o-.iavam
J. Jos.
Conamiaaiao de melhoramento de
Porto do HeeifeRecife. 27 da Abril
de 1895.
B0LETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cnit. Barmetro Teneo do Hutni-
dade
82
80
86
82
irado a 0) vapor
6 m. 26,'2 757,-27 20,79
9 27',4 758,-82 22,00
12 . 26,-5 78,-04 22,12
3 t. 25,'6 757.-80 21,13
6 25,'5 757,-37 50,88
------- --------------- ------- oiiouica, oiavaiuos eui uusaj uiroi-
divel, a cabala constante e azafamada to vindo ao encontr do repto do
exhauriram as forcas convergentes de. Sr. Jos Marianno, para discutil-o
seu partido o que n5o sena essa se- j conforme entendessemos, como fi-
gunua batalha, hoje que o despeito nao Zemol-o, com applauso de nossos
calma precisa para | correligionarios e iuteira approva-
Thermometros desabrigados ao nieio dia :
Ennegrecido : Praleado.
Temperatura mxima 30\75.
Temperatura minima 25,*.75.
Evaporasao em 21 oras ao sol 3*,8 4 som-
bra 1,-9.
Cbuva 52m8.
Direccao do vento
ESE di meia noite at 7 h. 19 m. amanho ;
SE at 8 h. 55 m. ; ESE ci 10 b. 49
m. ; SE at 1 b. 06 m. da tarde; NW
atl h. 29 ; ESE at 2 h. 33 m. NE at 3 h.
01 m.\ NNWat 3 h. 41 m.; ESE at 9 48 m-
SW .t OM. 59 id.; N at 11 h. 49 m.; SSE
alternados at meia noite.
Velocidade media ao vento 2-77 por se-
gundo-
Nebulosidade media 1,00.
BOLETIM DO PORTO
Das Horas
Altura
ga-
Depois de tantas emojoes sin.o que desfal-
lece.
objectos celebresEm Roneo foram
vcLdiios i-m leiiao ^anos ebjectos que havi.m
perten ido a Luiz XVI e Mara Anlonietta, <-
que e t vam am poder de ama neta de Oler;,
que foi escudeiro do re dorada iodo o lempo
da sua prleao.
Alguna objec'os alcanjaram precos elevadrp,
a memoria dessas reliquias foi adjudicada a um
astangelro, qua segocao diziam, representava
o imperador da Austria.
A cax a qoe vesta Luiz XVI na vespers
de ser guilbotinado fora avallada em 100 fraa-
cos e aicangou 2.860 a tialba com que rece-
bera elle a commaDhao no dia 21 de Janeiro de
I79J tm que M exacutado, foi adjudicado po
i. 960 francos.
A faca com qoe M^'r^AnloDletta comia na
CoDCiergerle| bteve 873 francos; ora fragmeo
to de uma l'aveda sos prisao, 105 francos.
Uma pequea madeixa de cabelles de Lou
XVI (oi vendida por 500 francos a ou ra de
Mana Anlonietta por S'10 francos.
Estrada de Ferro do Casanga -
Passageiros deasa liaba frrea qoeixamse
que alguna carros de 2.' classe nao tm ja
nellas pelo que com a estaefio ioveroi sa os
mesmos passageiros fleam molbados, como
succedeu ante hontem notrem de 7 horas e 42
minutos da manha.
Accrescenta o informante que os emprea-
dos da referida estrada sa9 grosseiros para
Publleaces de Modiclna.-Hecebe-
mos a aeguiuirs ;
Tribuna Medica n. 5, noo 2, revista
qui.iien-jl ae meaiciaa e eirargi.
T:^i o egoiu'.e fuiumirlo :
Clnica Medica :Uuurioo:caa pera o es'^;
anppe ioflaenza em 189 ;;elo Dr. Ai*
IreJo de Brido. (Uon^lu-a ).
Sociedadcb Meaioas :-A ; a da Academia Na-
cional de Mfd'cni.Sesoo e 21 ue Naveoi-
Oro de 18ilo. Coiiuianicacao (io Dr. Juan de
Dias Gsr.'a.-qolla L. (Con:iosi<)-
Clnica Medica :O meibcda de S:bott as
l-re cardiacas, pelo Dr. Augusto ua Rocha.
(Gcntiiiuar.ae).
Revela das Revistas :Tralameot* das phos
ftbatariu.
BiDliogr.pbias.
B'azil Medie:*, numero 13, at-oj 19, re
isla aensal ue meai.-int e cirurgia.
Saxma ie:
Maleslias das vias orinarlas :Duas pala-
rraa anda em reaptata i critica do 3 Dr. II -
aatsoireo ra.u areinotoer, peio prw'. O.
BnlhOa.
Uimca Ophtalmo:cgica :Sobre es tumores
arrjis.-s aoe recem-oascidos e as listlas la-
crym ea coiKenilas, pelo Dr. Vctor de Britto
Clioica Peditrica :Pa aplegia bystenca ou
et'sia-abasia, pelo Dr. Marfao.
Registro Clnico : Auputjcao do penis.
Uuj ma da regiao pulmonar, pelo Dr. Benjamn
Moes.
Revista de Cirorgia :--Osteoma do ataxillar
io'ericr, pelo Dr. Baiger.
Orchte de origem protiastira no velbo, pelo
prof. Gny n.Tratan en,c do caucro moile,
pelo pruf. Neuier.- Novo processo de amputa-
cao do seio no cncer da mamma, pelo Dr.
Trausiae.
Boletim Bbl'erapbico :Eilalo sanitario
da cidud do Rio de Jioeiro em 1891, do Dr.
Jos Ldz Sayao de BulbOsz Csivalho, pelo Dr.
M. N.
Medicina Pratici: Tralamsoto da tubrcu-
lo e ueias injecQOes de eerom e as obala^Oes
ae vapores de fsrmo).
F) untarlo Pratico.Neorasthenia das criao-
83 (Jales Simn),Rachitismo. (Deesron-I-
las)
Bolelim Pbarmaceutico :=Primeira qoinzeaa
do a;ez de Feverei-o de 1896.
Oro ic8 e Noticns.
Azenda Ruduntrial.Recobemos o fas-
ce lo o. 5, auno 3, repertorio de relatnos de
patentes de nvencOes concedidas pelo goveroo
da repblica dos Estados-Unidos do Brasil.
Agradecidos.
* roela mas do casamentosForam
idos na matriz da Boa Vista, no da 26 do
irrenle os seguintes:
1. proclama
Joao Bezerra de Mello, com Rosa Ignacia
Be I lobo.
Alberto Pires Galvao, com Maria Elisa dos
Santos.
acharel Antonio Miguel Nogoeira de Soo-
za, com Elisa Delmira Mooteiro de Mello.
Amaro Jordonio do Espirito Santo, com
Olvmpia Joaquina de Oliveira.
ilmo-! Elias de Figueiredo, com Maria
Emilia Vieira de llames.
2.* proclama
Antonio Franklin Affonso Regneira, com
Mara Velloso da Silveira.
Corolino Das dos, Santo?, com Julia Cesa-
ra Ferreira da S Iva.
Bacharel Antonio Jos da Cosa Ribeiro,
com Anua da Silveira Pontual.
3.* proclama
Joaquim Pereira Oas, com Antonia Ad-
nunciada Ferreira.
Vicente de Paula Coelbo, com Tberesa de
Jess Peixoto.
Joae Clemente Chaves, com Umbelina Ma-
ria dos Sanioi.
Francisco de Sal.es Teixeira, com Emilia
Salom da Ponte.
Jos Pereira do Kascimento, com Maria do
Camo Regis.
^Telearramnias retidosAchan-se re
t dos na estacio do Telegrapbo Nacional os se-
gointee leiegrammaii :
De Sobral, para Dr. Alvaro.
De Porto Calvo, para Domingos Marques.
De Jaragn, para Januano Assompcao.
Linbas, faocconaiido regularmente para Sul,
Norte e Centro.,
Pra mar on
Baixa-mar
P M. 27 de Abril 10 b. 2D m.,dam. 0-30
B. M. 4 h. 30 m t. 2.-60
Casa de Uetencfto Movioieuto dos
prezos -la Casa de Delenco do Recife, Estado
de Pernambuco, 27 de Abril de 1896.
Exi8ttam 353, entraram 0, sahirarn 3, exis-
tem 355.
A saDer: nactonaes 325, mulheres 5, estran
geiros 25. mulneres 0, toiai 355.
Arracoados 344
Boas 320. doeutes 24, laucos 0, loucas 0,
total 344.
Movimento da enfermarla Tiveram baixa :
Pedro Alexandrino de Lima.
CHRONICA JUNCIANA
ttapeiior Trlhaaal de Fusilen
SS3SA0 ORDINARIA BU 28 DE AbRIL
DE 1896
PRESIDENCIA DO IB. DB. FBANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, prasontes os Sr.., jal
zes em numero legal e o Dr. procurador ge-
ral do Estado, foi aberla a aessao, lida e ap
p'ovada a acia da antecdeme.
Distribuidos e paseados os feitos, deram-se
03 segointes
JCLGAMENTOS
ProvisOaa:
C-Jiice.ieu-sa P oviso para sollcar rao.i ao
iconicipio de Naza elh ao cidadao To-c R-
bein.
Mandou-3fl renovar as provlses dos solicita-
dores Pedro I?} de Iliauda Gbscon e Miguel
Rodrlgoes.
PA8SAOENS
Dj jais Galvao ao jais Almeida :
Appell^c&o crime:
De GmelleiraAppellante Heirlqae Barbo-
sa, appellada I jiirtga.
Di julz Almeida ao juizCarlos Vas :
Appellacao crlma :
De Nazaret:;Appellanla Bellirmlno J*s6 -
Mrllo, appellada a juatiga.
DUTBIBCI^ES
Carta lestemiohavel :
Aojoiz lo&o Carlos :
De S. BentoAggravante Manoel Pereira da
Araojj Barros, aggravado o prefeito munici-
pal.
Reclamacao crime;
Ao j iz Joo Carlos:
lia VctorlReclamante o sentenciado Po
rl.no Mmerv.no de Seuza.
Bncerrou-sa a sessA? as 1S horas.
LSDICACOES OTIS
bater-se com um to vigoroso e ades-
trado adversario qua o venceu sem
grande trabalho e com a mxima leal-
dade-e franqueza >
Se exacto, como S. S. affirrna,
que foi quasi absoluta a abstengo de
sen finado partido, entao para que
essa nscenafao truanesca de um re-
pto extemporneo e bocal, quando S.
S. implcitamente confessa o seu ani-
quilaraento poltico?
O orgSo do seu partido publicou ex-
tensa circular que foi avulsamente re-
mettida a cada eleitor recommendan-
do com extremado empenho e solici-
tude o nome do seu candidato, o Ba
rao de Contenda?, e concitou com ve-
1. mente enthusiasmo o eleitorado
para suffragar o representante auto-
nomista ; S. S. fez varas e laboriosas
excurses eleitoraes ao interior do
Estado; os membros mais salientes
do seu partido e os seus cabos de elei-
Co entregaram-se noite e dia ao ser-
vico rude e assiduo da mais dosen-
freiada cabala ; no escriptorio d'A
Provincia quotidianamente concerta-
vam-se planos tenebrosos contra a li-
berdade e honestidade do pleito ; an-
da mais, forgcou-se claudsstinamen-
te uma multido de ttulos falsos e as
signados criminosamente pelo desem-
bargador Martins Pereira, os quaes
foram distribuidos profusamente a
muitos cleitores, a individuos que vo-
taram pelos mortos e ausentes e a
grande numero que nao estando con-
templados as listas de chamada, de-
postaram o seu voto fraudulento com
a exhibico d^s taes ttulos, que t-
nham os nmeros das respectivas sec-
Coes, sendo que os prmeiros votaram
nao s na seceo onde os seus nomos
estavam as referidas listas de cha-
mada como n'aquella que os seus titu
los designava ; no dia da eleico o Sr.
Jos Marianno porcorreu os collegios
eleitoraes, esbaforido, intumescido de
odio e trmulo de raiva, aggredindo
diversas vezes a correligionarios nos-
sos que all encontrava ; poi tanto, S.
S. e o seu partido luctaram denodada-
mente, como todos virara, luctaram a
mais nao poder ser ; e como foi quasi
absoluta a abstenco de seus amigos ?!
O seu systema nervoso, sob a exci-
tacao que produzem a inso:ina e as
grandes dores moraes, reclama a ab-
sorpeo do algumas centigrammas de
morphina que repare e corrija esse es-
tado mrbido que vai lho extingui-
do a luz da consciencia.
Sim. E' preciso que o espirito nao
se ache em condices normaes de in-
teligencia para poder conceber um
destentpero de tal jaz, uma parvoice
to monstruosa, uma evasiva to bo-
cal, to supinamente ridhsiila e to
nescia! s
Qao de nosso preclaro chefe.
Si nao agradou aos pretenciosos
redactores d'A Provincia a nossa
resposta, faga o seu chelo engolir o
repto que insensatamente lancou.
Tem plena licenga o trefegj con-
temporneo para corresponder com
injuriosas insinuares o generoso
silencio que tem mantido o Sr. con-
selheiro Rosa e Silva, que jamis po-
deria estar obrgado a aceitar des-
afios levianos e ridiculos.
E, si por acaso o nosso honrado
chefe julgasse conveniente dizor al-
guma cousa a proposito, fal-o-ia das
columnas d'esta folha, que sent or-
gulho em guardar os seus eonselhos,
em seguir a sua sabia orientago
poltica.
Nao mnta, porm, A Provincia,
nao alardeie que os seus adversarios
fugiram ao repto, que s poda sor
recebido como fizemol-o, provocan-
do a gargalhada publica para os co-
mediantes quo o atiraram
(D*0 Estado).
Dr. Sd Peretra.rvA da Imperartrz n
i, d consultas medico-cirurgicis todot
dias das 8 meio dia, manes no-
domingos e dias santificados.
Oeenllstas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.' 63 I." andar. Rezide em
CaminLo Novo.
Telephone n. 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
linica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barretto Sampaio, oceulista, da
consultas de 1 s 4 horas da tarde no
i. andar da ra Baro da Victoria
n. 51.
Residencia, ra do Hospicio n. 46
Telephone n. 365.
Drogaras
xjmmaraes Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espe>
cialidades Fharmaceuticas, medica meo
tos homeopticos e tintas, leos, pin
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olin
da o, 60.
A. P. Braga Gunarts Agencia de
todas as especialidades pharmaceuti-
cas, tintas, drogas, productos chimi-
cos e outros medicamentos homeo-
pticos, ra Larga do Rosario n. 34.
Nada justifica a sua vergonhosasrni-
noria, nada attena a tremenda der-
rota que o desespera e afflge.
O faceto Sr. Jos Marianno bem v
atravez de sua estultce que o nosso
partido Do aceita um repto to ine-
pto que s o despeito feroz de um ce-
rebro enfermo pode conceber.
Se com a derrama de ttulos falsos,
de mesas unan mes e de outros meios
indecorosos, S. S, nao tomou p, o quo
nao seria a sua derribada se houvesse
igualdade de condicSes ?
C desafio imbcil com que o Sr.
Jos Marianno provocou a hilardade
publica um brado de colera e de fu-
ror, vagido de exasperaco e despeito
de um espirito que nao se governa
pela razo.
Estulto e ridiculo!
(D'O "Estado).
PUBLICA^ k PEDIDO
Despedida
Retirando*me baje para Europa do varor
Nile e leudo-me sido impodsivel despear-
me pessojlmente de todos os mena amigos e
freguezes da fl ma Nones, Fooseca&C, faco-o
por este meio, onVeoeodo os meas prestios
em Portugal ou onde qaer qoe eseja.
Recife, 16 de Abril de 1896.
joaquim Rodrigues da Fonseca e Silva
Declaractto necessaria
Tudo quanto o Diario de Pernambu-
co tem publicado as columnas anni-
mas, coxo diz A Provi- cia, a proposito
do repto ae honra, do Sr. Jos Marian-
no, tem sido transcripto das columnas
editoriaes do nosso jornal.
Ainda .0 domingo ultimo vimos
trasladado para as columnas d'aquelle
respeitavel orgo da imprensa per-
nambucana o nosso editorial do da
ante-ior, ao qual referi se hoje A
Provincia taxanio-o de intrelinhado
anonymo do Diario.
Conhecemos perfectamente a ma-
nha da folha de maior circulaco.
A Provincia nao quer discutir com-
nosco
Nao consideramos isso grande hon-
ra, mas tambem protestamos contra a
indignidade, a vilania de seu proced
ment em referir-se ao que dizemos
attrbuindo-o ao Diario.
Si os infatuados e sujos redactores
d'A Provincia, receiando discutir com-
nosco fingem nao nos lr, escusado
referirem-se aos conceitos emittidos
em nossos editoriaes, transcriptos no
Diario.
Nao ser assim que lograrlo as
honras de uma resposta do nosso pre-
claro chefe, o Sr. conselheiro Rosa e
Silva.
Nao pensem os viles d'A Provin-
cia que reputamos glorioso ver o nos-
so nome escripto as columnas de sua
folha, que elogia ou detrata da mesma
pessoa, conforme as suas convenien-
cias de momento, sempre traduzidas
pelas torpezas de seus interesses.
A o Exiu. ciilitdiTo Goberna-
dor e s dentis autorida-
des superiores do Estado.
Na not9 de G para 7 do corrate, cer-
ca de 3 horas da madrugada foi o me
engeoho Gutiba a'0 no mun.fpo de
Goy.nna, theatro do mais revoltaata e
ig.D-iiiijioso espectculo.
Pa3J a relatar sem commeatarioi
afim de Uije seja inflig lo o casti
balismo, o rosario de arbirariedades,
v.olencias, absurdos e tropias ferozes
pratioado8 ac minea referida propr e -a-
de, na allud da noite.
Ac:hava-me na capital desti Euad>,
quando na refd'ida noite um gru:o d
40 a 50 individuos, armados de baca-
uurtes, pistdlas, fesa, cacetas etc. to-
m n4o as p?rtuiras do o*reade d> m*u
engenho invadi inslitamente a'proprie-
dade e poz debnixo de lrco a casa du
raeu morador Joaquim Cardaso Dias cuja
casa .-ituada deutro do cercado.
Ayrestava-se o grupo invasor para
derrabar a porta da mesma casa, quand 1
Jes pe t u com o al.1 i Jo um visiobo e
'i-seque aqielli c-a estava vasia, pi-
que os mor dores a' lia (Joaquim L'ardo-
ao e seus filboe) estavam uo campj a
pastorar animaes.
D'ahides-acou-se un par e do giup > e
p. camiah iu-s para a ca a de vivencia,
afim de entregar-me uma carta que me
-ra enderacafla pelo Sr. Francisco Xa-
vier Caraeiro de Alouquerque, senhor
lo enj-enho Itapireaaa de C ma, a qual
am sua integra, sem modificacao de ana
virguli. vai abaixo publicada
E oamo declarassera as pe tis qne
se acbavam na cas de vivenda aas por-
tadores da alludida carta que eu eslava
ausente (na cidade do Recife) pretende-
ram eats que"aqeaNab.ris3ein dita
ca ta ; po m, encontrando fortB.al r?cv*
sa da parte d'aqoella* pessoas, encam-
nharain-sa os invaesred para casa do
uiachinista do en^eoho, obrigaam-u'o a
abrir e 1er dita carta e a dar-lhes aguar-
de-'t's para beber.
Em seguida d ri ram-se ao local
onde estavam Carduro, s us fi.hos e
agg'egados, pasturando animaes e sem
prembulos prenderatn-n'cs, e violenta-
mente.
De aemelhante violencia sendo av sa
lo o masbin8ti do engenlv (qne em
minba usencia preei.che as minhasfuuc-
c3es) fu por elle enrgica e frtemente
verba ado aquelle projedimento to lie
gal e arb ?.raro quo inslito a selvti-
co ; a essai vozes, d > machinicta, p ze-
ram em liberdada es filh"S e aggr -gados
da Cardoio e mantive am pre-os este
ultimo e um seu companheiroos quaes,
Jepois de amarradoa corda, foram
con.Hu2do?, para a engenho Merer (hoji
S. Salvador) p:e.-enya do Sr. Ignacio
da Cunba Rabello, cunhado do signata-
rio da carta referida, levaudo mais os
sevandijaa comsgo um burro e um ca-
va ll de propriedade de Cardozj.
Cbegado Ct.rd' zo ao engenbo Merer,
o Sr. Ignacio Rabello depois de mal-
tr -td-o indignamente c m palavras in-
juriosas, mandn os sa s aequazes es-
pancarem n'o brutalmente o que foi
executado vi e miseravelmente ati-
rande-o amarrado diversas vezes ao cbo.
D'ehi o Sr. Ignacio Rabello remetteu
Cardozo ao ssu cunh.do o seuhor do
engenho Itapirma de Cima Fra cisco
Xavier Carneiro de Albuquerque e autor
da carta alludid re.omaend-ndo aos
seus vis atseclas que o surrasaem nova-
mente pelo caminhoo que foi feito por
mais duas vezes.
Chegadoa presos Cardozo e seu com-
panheiro ao engenho Itapirma de Cima,
foram levados ao tronco e ame cades de
ser ainda surrados se nao descobrissem
quem ha cerca de um mee tinha roubado
'alli do s cavados. Em seguida foi
agito o oompanhe.ro da Cardozo e man-
dado com outro ao engenho Gutib ,
para d'alii levarem a Itapirma mais 2
cavalloj em garanta dos que allegava
o pr prietaro d'aquelle engenho lhe
tinham sido roubados.
Fases animaos reunidos aos prmeiros
ainda continuam Ilegal e ab&urdamente
retidos, at esta data, no mencionado
engenho Itap rema da Cima, p ivado por
ste modo o seu legitimo dono de tirar
delles o neees3ario prove:to qua conat-
tue o seu honesto e honrado meto de
subsiateneia.
Afinai dgnou se o Sr. Francisco Xa-
vier mandar por em librdale a Cado-
zo, por interveuyJo do Sr. Franeiso da
Araujo Lima, lavrador e morador no
engenho Gutib*.
E* singla e fielmente 03 fasto i arb-
tranos, violentos 89lvatC08 e criino.
sosqueosSrs. Ignacio d* Canoa ria-
bailo e seu digno ennhado o Sr Fran-
cisco Xavi:r Gameiro de Albuquerque
sam que sejam autoridades de espaiie"
alguma, mas naturalmente sandosos do
nefasto e di'actorial quatrimoio qua ia
terminar, fizenm pr si e sausajauazes
praticar coutra o mau morador Joaquim
Cardozo Das, homam pacato, honesto e
laborioso e di qu m /ha 4 annos resida
na minba proprieiaie Gutiba) nunca
tive a mais Igeira a ispeica ou denuncia
de que fosse dado a ignominiosa profis-
sao de ronbar cavallos.
Coutra, porm, os desmanlo* dos
Srs. Ignicio Rabdl o e Francisco Xavier
chamamos a altenc) do* honradoe con-
selheirj Governidor do Eitado e Dr.
Questor Policial, par que nao sejam
renovados por aquella* desabusados e
prepotentes propnetarios, oeste munci-
pio, os castigos inquisitoriaea ou os dos
povos antigos ainda em ejtado de bar-
baria.
Joaquim Cardozo apreseutou-seao Illm
Dr. Jaiz de D reito e s demais autori-
dades deste municipio, para ser vistoria-
o, tendo os peritos (um lelles profis-
sional) ene mralo longas echinmes uo
banco ventre paitos e costas e diversoi
triineatos de faco as coatas.
Igualmente requareu Cirdozo ao Dr.
Delegado de Polica do municipio a res-
tituisao doa seus animaos que perman-
cemcomo refeasno engenho Itapir-
ma de Cima, at que o proprietario
deete on:ontre os que diz terem sido
roubados d'alli.
Para que cao continuem a reprodrj-
nr-se selvagenas da ordem das qaj
ficam expostas e das que em 28 para 29
d- Dez miro do anno prximo findo, ae
deram no meu tingenho P050 (onde foram
brbaramente espancados e infamemente
roubad' 8)8 moradores factos que ficaram
impunes ou nao inereceram a attencSo
das autoridades da dictadura de entSo,
tant3 assim que continuou a exercer o
cargo da subdelegado cora applausos do
Sr. Nery o principal respinsavel da-
quellas scena de sangue, para que n2o
se rep.-oduzam sdvageras iguaes, ra-
p-t), que trago-as ao ccnhe:imeuto
do publico e invoco a attencSo e o pres-
igio das ilustras au'oridades |super:ore
do E tado, sendo pun dos e respomsabili-
sa lo* os seus autores.
G.yanna, 15 d Abril de 1896.
Manoel Ignacio Pessoa de Mello.
Copia da carta. l!apirem de Cima,
(3,1: Abril do 1896.
Illm. Si. Manoel Ignacio.Taiiho o
prazer da cumprim-jnt r a V. S. dese-
jandc-lha prospera sade com todos os
seus.
O fim def ta partic'par-lhe quetendo
Se furtado n'este engenhi do;s an'maai
no cerc do e tendo certeza da que um
Oftrgru :o de V. d. fo; conivente, o qual
-hama-se Cardozo, r>go a V. S. favor
d- consentir que o portador d'esta o
tra>a em minba presenga assim cem
os nimaes caso esteja ainda ah.
Confiando pois no carcter sincero de
V. ti. fioo certa de que nao recusar a
rste meu ped do, uma vez que elle sd
tem por fim girantir a noss p.-opria-
dade. Na quadr que atravossimas n*
dsvemes, nos nair, para livrarmos d'esta
onda de malfaitoras que s tea por f^i
perturbar a nossa calma e exterquir
nessoa bens.
Fioo pois confalo em V. S., proa-
PLq.ra serviI-3. De V*. S. respeita-
dor e olfi^ado.
Francisco Xatiier Car/ffjro de Klbuquar-
que.
Bernardino Pereira llamos
Jos Ferreira D urado, sua mulher
alaria Carlota Pereira Ramos Dourad
a seus filhos Maria, Elvira, Leonor,
Rosa, Jos e Alb na, penhorados agra-
decem do intimo d'alsia a todos os seus
amigos, que se dignaram de acompa-
nhar, a sua ultima morada, os restos
mortaes de seu pranteado e nunca es>
quecido sogro, pai e av5 BERNARDI N'O
PEREIRA RAMOS, e de novo pedem o
carid so obsequio de assstirem s missas
e memento quu, por sua alma, mando
celebrar na matviz da S. Jos a 8 h.iras
da maoh de quinta-f ira 30 do corren-
te, 7.* dia de sdu passamento, agrade-
c-endo mais uma vez aos seus pareates
amigos e aos do finado, que comparece-
r m a esse acto de religio e caridade.
t
Maria adelaide Le i te Bodrlsues
A familia de D. Maria Adelaide Leite Rodri-
gues convida aos seus amigos para assstirem
a missa que maoda re.ar hoje, s 8 horas da
manha, na Matriz da Boa-Visla, 1." aniver-
sario de seu Infau-ti passamento.
Aocammercio
Anillo de Soma Lima, iccio solidario da
r'rja Snza Lima & C, embarcando para Eu-
ropa por incorxmodos de ssde, commaoica ao
cowmercio desta prica e Tora della, qne dei*
xod como seus procaradores, enearregaaos de
lodjs os ne^uCios da B-ioa commercial aoa Srs.
Migae' de Abren Maceav, Manoel Jos de Sooxa
e Adolpbo da Silva Marqaes, na ordem em que
le achim collocadoi.
Hermn Luodgren seguindo hoje para Eu*
ropa com sua fami la a bordo do vapor Chile,
e nao podeudo despedirse pessoalmente de
seus amigos o faz pelo prsenle offertcendo
eus servicos onde se acha-.
Recite 29 de Abril de 1896.

1
}





Diario de Peniambaco Qnarta-fcii'a fcO de Abril de 189G
A verdad i
A desillusao urna cousa trate, dase
A Provincia em una seu artigete de 25
do crreme ; convimos e achamos acert
n'esU conSisSo, desde que a vemos ca-
bisbaxa e inooosolavel por nao poder
reunir grande .numero de seus bravis
para dar caca aos honrados cidadSos
pacficos que lhes to adversos.
Attestam os contemporneos do cadete
Borges, Bode e Sobrinho, Ricardo Goi-
maraes e outros iofelizes, assassinados
a luz do da com a deafacatez dos cyni-
cos e indmitos carnvoros que, esteB
espectreB que me acoimam de criminoso e
assassino de Joaquim Abacaxi, teem afi-
velladana cara o ferrete do desprez3
publico, baja vista as successivas der-
rotas que lhee tem sido iofligidas.
E'certoo que diz o vulgo -^chanta
antes que tcc/iamem9 d'cst'arte os as-
gasinos gritam pela impreasa que a au-
toridade que fez prendera nm desordei
ro em coflicto, investindo como a pan-
tbra para devorar a tudo e a todos, sendo
que da lucta fva cooduzido para a pri-
sSo, onde auccumbio depois por causa
differente, gritam os asquerosos mascar-
dosfoi a auloridade que assasiinou o
nossoalliado e amigo.
Depois, vem a invengo de urna to-
mada de titulo a una caixeiro, que dai-
xou o balcao etc. etc., ora, quem igno-
ra que os tituloe phosphor>s conheci-
dcs foram fornecid s em larga escala ?
E' tambem de minba competencia
Srs. d'A Provincia, a bem da morali-
dad, averiguar os docum-ntosse sSo
falsos p<33-se na cadera o portador,
acautela'-voi, pois, com os vossos docu-
mentos quaodo houverdes de pisar na
localade que est confiada'ao mea selc
e actividade policial.
Os poderes pblicos podem cogitar do
mi de fazer recolher os ttulos, torne-
cendo outros ao eleitorado d'eta capi-
tal, se o fizer veris se sao falsos os t-
tulos que fornecesBeis aos phosphoroa
para votarem contra o benemrito coo-
selheiro Francisco de Assis Rsale S Iva,
com assignatura d'aquelle Presidente do
cor.celho de ettSo.
Afogados d> R-eife, 28 de Abril de
1890. ,
7/ieodomiro Ihomaz Cavalcante Yessoa.
RAULIVEIRA
TodOB os mdicos receitUo o Peiloral
Catharinense como o nico medicamento
contra Tos jes e Bronchites
||t4H. HU llllluii
Pharmaciia Boa-Vista
PRACA MACIEI. PINHEIRO N. 18
JOS* LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de inaugurar-se este eatabeleci-
mento dirigido pelo conhecido pharmaceu-
tico Jos Luiz da Silva.
Ahre-se a qualquer hora da noite.
1sTOsess4S
9 Dr. Arthur Caval-
Ifc IB
Medico operador
\\ Tem o sea consultorio %
| ra do Bar&o da Victoria $
? n. 46, 1.' ndar onde pode a
ser procurado nos das otis
S del 3 hiras da tarde. S
S Residencia ra da Concei-
jijj cao n. 40.
TELEPHONE N. 430
ft
tlieuitiatisnio
Declaro que cureme completamente,
"iria ha 8
toma ido
ser
E cheguei a ficar quasi assim !!
Soffriahorrivolinente dos pulmSes
mas gracas ao xarope do alcatrao e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido
consegu f car assim !!
Elixir M. Horato
Certifico em fe de mea grao que tenho
empregadu em molestias syphiliticas e
rheumatios o Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Carlos, oolhendo sempre os
aelhores resultados.Dr. JoSo Alberto
de Mzddsos eCnnhv. (Sao Paulo).
Agentes em PSrnambuoo A Compa
obia de Orearas.


t

Alcatrao e Jatahy
q xarope de alcatrao e jatahy, do
pharmaceutico Hono'io do Prado, reme-
dio contra tosse?, psthma e rouquidio,
tem sido presenpto pelos seguintas dis-
tinctrs clnicos des'.a capital :
Dr. Leonel Rocha, ra do Lavradjo
n. 115.
Dr A. Figui-edo, ra da Relac&o
n- 9- r- i
t^Dr. Alberto'^. Thiago, ra Conde do
Bomfim n, 86.
Marnguape n. 55.
Dr. Tr.Iha de Lemos, ra das Marre-
cas n. 25.
Dr. Albrto Siqueira, larga da Lapa
n. 72.
Coronel Dr. E. Santos, ra Constan-
te Jardim n. 4.
Dr. Luii Faria, ra dos Arcos n. o.
Dr. Themudo Lesaa, Tua Mattoio
Dr. Azeredo Jnior, ra Visconda de
Maranguape n 26.
Dr. Jos de G. Siqueira, ra Santos
Rodrigues n. 47.
Dr. Alfredo Azevedo, ra Barao de
Mesquta n. 30.
Dr. Moraes Britto, ra do Lavraclio
n. 133 e Dor muitos outros di
cliniecs.
dojrheumatismo que s ffria ha 8
ponto de ousi ioutilisar-me,
Elixir de M. Morato, que garant
um prodigijso nti-rheumatico e anti-By-
philifco. Publique a bem dos que aof-
S. Paulo. 12 do Agosto de 1880.
Affj soJ. Bormann.
Agentes em PirnambucoA Lompa-
ohia de Drogas. ______^^
Francisco lelro da Cunha
Yresbytero Secular, Cavalhciro da Ordem
de Chisto e Vi gario Collado da pa-
roc/iia e cidade de Sao ]os de ta pro
viuda deSanta Cat/iarina, etc.
Altes o que tenio usado por veies o Peiloral
Cntharinense de Rao' XAROPE DE AN-
(3ICO COM POSTO l OM TOL 'E GUACO pre
paracao dos lllms. Srs pharmaceuticos Rauli-
no Horn & Oliveira, achei que esse xarope C de
benfico e promplo ffeito as affecgOes dos or-
gaos respiratorios c que afirmo m verbo se-
CeCMade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
e Francisco Pedro da Cunha.
Mais de 50 mil psaoas residentes era dive
sea Estados do Braiil atlesiam a eficacia des
grande medicamento.
Kepnsito
NA
Drogara Braga
Elixir M. Morato
... teoho empregado com feliz resul-
tado em tods ai afecy5es syphiliticas, o
Elixir M. Morato, excellonce preparado
do Sr. D. C bs, o que tfBrmo com
juramento se fir preciso. Dr. Eduardo
P Guimardos (Rio de Janeiro).
AgeDte8 em Pernambuco a Compa-
a de Darogas
Ilr. V Hjjrino de Miranda
Medico ;pela Faculdade de Pariz, an-
iro extern" do* Hospitaes, laureado com
na medalhade bronze da Assisteucia
Publica.
Consultorio ra 15 de Novembro
D. 32 !. andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas du 1 s 3.
Especialidad ss : partos, molestias das
senhoras e dos orgo? genitourinarios,
Chamados per escripto.
Completamente curado e bonito
Fabricado na phar.nacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogara Pacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 1$500.
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Sao Paulo
Coube.ao Estado de 32o Paulo, as
m t>' stoas mattts que circamdam Botn-
cat, achar-ae a n-aior desooberta deste
seoulo.
O trabalbo. o estado e a experiencia
deram em resultado a descocera de um
vegetal maravhoso cem que fes-se nm
preparado que cura rpidamente toda a
syphilis, todos os humores, cura com
ama fnodidade espantosa o rheumatismo,
por chronico que soja, e cora a raorpti.!
para o qae lBo havia remedio I
Teve o Estado de S3o Paulo a dita de
forceen, na sua ubrrima vegettgBo, a
verdadeira felicidbde da bomanidade.
Ctama-se a desoaberta\lixir de M.
Morato, propagado por D. Curios, e veo-
de-so em Peraombuce ra
Companhia de DrogasRa Mrquez
de Olindi 24.
por
D consultas das 11 horas
1 da tarde

DR. NUNES C01MBRA. Cliuica
Medico Cimrgica. Consultorio, ra
Mrquez de OlDda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
criangas, Chamados a qualquer bofa
'"'X _ra sua residencia, na rua,laf'Sole-
dcte-ftr?rl7"es.inTn da ra do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
COMMERCiO
Dr. Carnelro L.eSo
Medico, par';eiro e operador.
Residencia ra do Livramento n.31,
Conbultorio i roa Duque de CaxiaS,
n. 7i, 1. andar.
Consultas d 11 s 2 horas da tarde.
Especialidade: Febres. partos e mo-
lestias de crisneas-
Telephone ar 325.
*~-------- *___ ^aw
1 :::::;": :r.::::.:: chaves
MEDICO IIOMCEOrATHA
J* Consultorio ra Bardo da Victo- g
g ria n. 37, r. andar ij
da manha O
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (dfluxos) acompanha-
das de reaeco febril, broiulw-pneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
laranqite, molestias do maganta, insom-
nios tesses suffocantes ce Jem immedia-
ame :e ao uso do
Xa ope de Lobelia n-
flata
Ether bromado
DE
[ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
s grandes resultados obtdos pele
Xarope do Lobelia nflala, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Pernambco
Vlinha esperanza
R. Nicolleroe tie Cru-a 'i. (i Maiso f jo J
da em 186i
Pars, i de Noteronro de 1895 lie Sr.
Antonio Francisco Js Gru.feroaratioco.
Amigo e Sr. TVnru preaeoie o seo e.-tima-
do favor de 7 ie Oolub o p'o^irxio paseado,
unto ao qajl tive o prazer i'e eocontrar um
pedido de pofrl para cigarro?, que multo es-
liaei receDer e s^radeco.
Lj?o trate! de eotregal c ao fab'lc3nte e
ioale para qoe seja eaviadj com esmero e ma*
xima prest-ia, t-n tr.se compromellldo o (a*
aricante a apromptar o no papel rara os litis
deste itfz. Espero qne pj.'sa tzer-ibe a re-
icessa ceio vapor d Havre a Btur em 14 de
De*mbro poxi"o in'a'0.
Si bem desejisse serv.'io c mais cedo alo-
a, naj seru posi nio -p ax c>>m ai'ecedeoca, e slm de p-apo'
sito, necesi>iiaauo o sen fabrico de molto cui-
dad.;.
Ssm uotro motivo, sobscrevo me cam toJa a
tsuni 4 Vmc, amigo moito atiento veoe
!.-rarPe o Sre K. Nicol eZ. I^ciaii
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro, trata com especia-
lidade de molestias de senhoras e crian-
cas.
Consultorio e residencia rua da Im-
peratriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manha.
Chamados (por escripto) a qualquer
hora.
Telephone n. 226.
FABRICA CAXIAS
Os abaio assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do coramercio para fazerem
apprehender onde fjrem
achades cigarros de outra
fabrica com a mai ca contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanlo na moitalha
como no rotulo^ e que
estao dispesos a proceder
contra quem expozer dito
ciganos venda, com todo
ce couformidade
penas decretadas
o rigor,
cem as
de
por le.
Recife, 31
1895.
Azevedo
Agosto
o
C
fui 5
t ma
Vaccina animal
Dr. Bastos de Oliveira avisa que
continua particularmente cultivar a
vaccina animal, acceitanrlo chamados
para vnecinacao com lympha animal.
Residencia, ra do Hospicio n. 46
Tetephone n. 365.
ConsultorioLargo do Corpo Sanio
n. 15.
Telephone n. 45.
Dr. Barreto SampaloOculista.
Consultorio a ra Barao daVicoria n.
51, 1/ andar. Ex-chefe de clnica do Dr
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, d consultas de 1 s 4 horsa d
tarde, excepto nos domingos e das eao-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 en'rada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
. 287-
lAdvogar/Oj
0 Dr. Jos Vicente Meir* de Vascoc-
cellos, advo^ndo, dedc*-se especialmente
o eatudo e resposta de oonsolt-i sobre
aesuisptos forenses.EeCriptorio rj*
do Irrqsracor, hsje 15 de Novombro, n.
50, 1.* andar.
C0NSTIPAC5ES V" Peiloral Catharinense
DE KAULIVEIRA
DBOGARIA UUUX
Pocos de Caldas
Votai de Poyos de Cillas, tal3
acnoa sucecsaivos pp.ra tr.t r da
enorme empgem que ha tois tempo me
consummia a paoiencia, a bol;a e &
vids.
Tomando o Elixir de M. Morato, pr
pagado per D. Csrl s. aarm completa
mente e depresse, observando os direc-
torios.
Realmente enorme o sascesso ben-
fico que se obtom com o oso desti pro-
digio novo o El x r do M. Alorato.
Peco'a publics(;ao, que ee torna urna
virtudo
8 Paulo, 9 e Agosto da 1589Ar-
thur da Cunlia e Silva.
Agentas cm Portambuco.AOompa
ohia d eDf'g-a.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amifjos e clientes, que con-
tina a dar consultas todos os das niele,
le 1 as 3 horas da tarde, a ra 15 de No
vemtjr 1 (antiga 1I0 Imperador) o. 79,1. andar
Ciianiados por escripto.
Telephone d. 2?.
antigs

Bolea Commcrcial de Pernam
buco
COTA50ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 28 de Abril de i8g6
Nao boove cotsclo.
O presidente,
Antocio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
JoSo LeopUdo do Reg Villar.
cambio
Os bancos abrlram cem a taxa de 9 5|16, so-
bre Londres a 90 d|V, effectundo-e negocios
tie p oca Importancia.
De tsrde o mercado Armn se e elevaran) a
tasa para 9 3,8, realizando se iraosaCoe II-
mtiaiac.
Em pappl pirticnlar Oxeram-se pequeos ne-
g; tos a 97,16.
Cotaces de gneros
Pora agricultor
Assacar
Usinas, por 15 kilos. .
Cryatalisado. dem idem
Branco, por 15 kilos .
Someoop, por 15 kilos.
Mascsvadc, pe 5 kilos
Broto, por 15 kilos. .
Relames.....
6J200 a 74100
5*400 a 64000
44600 a 54200
44300 a 44500
34300 a 34500
34000 a 34400
24700 a 24900

Alfiodio
Cota-se nominal a 144800, os 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 1854 nomtaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1004 oomimal.
Coaros
Seceos salgados na base de 12 kilos 14040
ri* ooxiaal a r:fugo 680 o kilo.
Verdes 680 ris, nominal.
Carnauba
Cota-se da 19 a 384000 por 15 kilos.
le
Por lOOgOOO oomloal.
O JRauliveira
E' o poitoral mais efficaz, mais barato e di
goslo mais agrlabilissimo ; oaDrcgaria Bra.
^a a em todasas pb<>rmacias.
Iiiiportaco
Vapor ingle -Nile, ent-ado dos petos do
sol, em 26 e consignado a Amorin Irmaoe
& R.
Xarque 73 ftrdos aos cjnaigntarlos.
Carca noroeneose Digmal. entada de
GWth, em 27 e con'ieoadJ ordem.
Cari3 de podra 608 taoeladas a ordem.
S Dr, freitns Ouimaraes
Participa aos seus amigos e clientes,
ter mudado sua residencia para o En-
trncamelo n. 1, defronte da estacao,
aonde pode ser procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da tardo
ruaLarga do Rosario n. 20, antiga
"onsultorio do Dr. Ferreira.
" T Elixir II. Morato
... D -pea de muitaa experienciaa e
acur-.do estudo sobre o bou grande ro
mediooElizT M. Morato, caje tenbo
mioiitrado n< a hoapit.ea e em minba
clnica ptrticular, resolv, de eciordo
com os mena ilustres collegss, o Dr.
Me^eiroa, Dr. Lfevre, e Dr. S Men-
do, spplical-o pela aoguinte frm, sen-
do casos do syphilis inveterada, rhenmma-
t".mo chronico e bojbas...
Tenho tido o melhor successo com o
Elixir Morato, e alguna dos mena colle-
aa fchamam-lba com rt zlo do ea'va vi-
das. O sea remedio am prodigioso
a -ico como aoti syphilitco e aati-rheu-
matioo.
Dr. J Pitia de Biuxyvw
Rio de Janeiro.
Ageotesem PeraambucoA Compa
nhia de D ogas.
Feridas
Curei nma terida de mais de 12 annos
o,ue era um verdadeiro tormento, usando
por algum tempo do Klixir d^ M M.ra
v, preparado per U. Carlos. Den que
recompense tSo fe-Lb ac'oado. Use eme
convier.
SAo Paule, 1. de Agos'.o de 1889.
Wenceslao Vicente Veira.
Agoates em Pernambuco A C>.mpf-
ohia de Drcges.
Botucat
Deve ser lida coraintaresse a saguinte
; oticia, que a Fanfulla publica a pro-
josito dos productos madicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Braz'l, e especialmente este
florescentissimo Etado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinae do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desees producto.*, o Sr. D. Carlos,
que um joveu cheio de intelligencia,
de estudos, que com o seu labor incans
cavel soube ganhar ob elogios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
msravilhQso Elixir.
. E visto abordamos este snsumpto, de-
venios dizer, por amor a verdade, que
tanto as plulasde Tayuy como o Eli-
xir M. Morati sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Sauda, do Rio de Janeir >, e que a sua
venda foi autorisada (>elo governo federal,
primeiro, e pelo da S. Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que e se encontram na flora de
nosBos ser^aa, s serve para a cara mi-
[.racnhea da asthma, do cancro dai do-
res rheumaticas, da 6yphiles, da terrivel
morpha.
U seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chefe de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, mas
que opportunamente designaremos, pir
que este facto se prende urna inters-
santa historieta, que vale a pana ser
narrada.
O estabelecmento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
competir com os melhores desse genero,
que se acliam as demais parei do
mundo.
A8-istimos ha alguna das, & prepara-
rlo deste Elixir, acompanhando atienta-
mente tod' s o trabalhos, desde a tritura-
(o de8 vegetaes at ao encaxotamente,
ao cual se segu a expedieo para aa
mais importantes pharmaciasda Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscaLisacSo, ordem, disci-
plina qne reinam no ampio laboratorio
do qual s hoje o Sr. D. Carlos come$a a
colher os fructos, alias altamente iison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pel"
pecuuiario.
O Sr. D. Carlos nao se de:xa, porm
dormir sobre os loun 8, egitando sem,
pre em ampliar nuis o seu eatebeleci-
mento, estudando o precesso para o fa-
brico de outros product' a medicinaes que
serSo, antes de tudo, submettidoa a ana-
lyse dos mais notaea e intelligents m-
dicos.
Os nossos cumprimentos a esse homem
illustre que, em Bjtucat, gosa de geral
sj mpathia e ao qual desejamis prsperos
negocio.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendon;a
1.Consultorio : Ra da Imperatriz d.
andar.
Consnitaa : da 1 s 3 da tarda.
8,
lAHgOs en"ado din por1
23 e ccn#fgndo a Perelra
Vapor nacional
tos do norte, em
Car eiro & C.
Barricas 53 a J. T. Carreiro.
Caias 2 ao mesmo.
Chombo 42 Carneas a Antonio Pm'o da S Iva
& C.
G01 ma 90 paone;ros a a R. di Costa.
Pipas 120 a I?, de O. Mala.
Serxeojes 25 jaeces a J. G. de Anorlm.
Tecidos 4 fardos a A, d Britto & C 30 a
Auonso Uaia k C, 23 a M. Rodrigues A C .
12 a Maio & C Ha R. da Carvaib & C. 7
a Mallos CUmlnba & C, 10 a Goncalves Ca-
nba 4 C, 3 a Pereirr & Magalbae, 9 a N. Mala
& C. 7 a Goer'a Fernanles & C.
Tapioca 10 panslros a C. Lima C.
Xarope 4 canas a Guimartes Braga & C,
Rendiatentos pblicos
ALFANDEGA
Hoz ds Abril de 1896
Renda gera :
Da da i 17 1.296 6754937
Iaetnde28 43:3634114
Renda do Estado:
Do dia 1 27 318:4154448
dem de 28 5:6474632
1.340:0384751
314:0734080
Totil 1.664:lli4831
2 secco c a Altandega de Parnamtiuco, 28
da Abril de 1886.
o chefe da seccao
L. F. Godecetra.
O tbeaooreiro
Luii Manoel R. Valenja.
RECHBED0RIA DO ESTADO
Renda de 1 i 27
dem de 28
85:1774045
7:7974713
92:9744768
RECIFE DRAINAGB
Renda de 1 1 27 42.9364590
dem da 28 694526
43:6064116
Hovimento do porto
Navios ejtradoo no du 20
Boeaos-Ayre' e escala10 da?, vaper ingUi
Nile,. de 3i25 incelaa'. commaudane J.
D. Spooner, eqoipa?em 163, carga varios g-
neros ; a Amorim Irmaos & G-
Gjoova e escala-U oias, vapor italiano Ro-
sario de 1177 tonela as, commanante G.
Igrinis. eqoipagem 61, carga varios gneros ;
a BIb kt>urn & C.
Uio ne Jioeiro e escala10 dlps. vapor norue-
goense 3anan, de 599 mudadas, commin
danie O. LOiMjen, eqopagen 18, carga
vinos generes; a M. Boarqoe de iSaceao
Tnes.e e escala40 das, vap.r tuatriaco B:r-
sr.83 de (331 toneladas coaimanlaote J.
MiitnJt, equ'pa(?em.30, carga vanos gene-
res ; a Henrj Forster & C.
Boei.0! Ayres o escala16 dias, apo^ Ingler
Meath, de 1457 toieadas. commandjnte
Tnomas ollmg, ejoiraem 29, carga varioe
gneros; a W>l*'-n Sons & C.
f>'avios sabios on oieamo dia
Sonlhamptom e escali- Vipor inglea Nile.
c-aimandante J. D. Spooaar-, carga vanos
gneros.
San.os e escala mandante G. Igoinio; ca-ga varios gene-
ro*. ,
BarbadosIBarca dinaiiarqoeza Daniel, ca-
pitao 3. Terefsseo ; em lastro.
Navios ent ados no dis 27
Soutbamptom e escale18 dias, vapor ingle
Elb?, de 1779 Toneladas, commandante H.
Rodee1 eqoipakem 114, carga varios geuerop;
a Amorim Irmaos & C
Santos e escala15 das, vapor allemSo Caa-
nla, de 179* tonelada?, commandante G.
Leramp, eqoipagem 30, carga varios gneros;
a Pereira Csraelro & <
Porto-Alegre e eicala 30 dias, vapor nacional
aana, de 407 tontlada', commandante
Aotoolo S. Maia, eqo pagem 27, carga varios
geBeros; a Jos Ignacio Gaedes Perelra.
Bljtb (Ioglaterra) -48 dias, bares norueguense
Dagmal, de 424 toneladas, cari ao G. A.
F.iteif, eqoipaiem 10, carga carvao de po-
dra ; a L'.pes Guimaraes I maos.
Rio de Janeiro -23 das, ba-cj portogoata No-
va Lide, de 4i4 toneladas, espitao JoSo Go-
mes da Silva, eqoipagt m 12 rarga varios ge*
eros; a Amorim Im-Sob & C.
Navios sabidos no mesmo dia
Santos ee8calaVapor loglex Eloe,. commin-
dante H. Rodge; carga varios gneros.
PortePalhabote portoeoez 3rmeiinr|8, ca-
pitSo Jos Campos Vai; carga varias g-
neros.
Navios esperados
De Lardiff
Barca norueguense Wiaooa.
Barca nornegoeose Sala.
Barca noraeg ise Dacia.
Barca aoraegaensa Auriga.
Do Porto
Escuna po-'.ugreza Dona Maria.
Do Rio de Janeiro
Barca portogneza V. da Gama.
De Terra Nova
Lugar ioglez Helara.
Logar oglez Emnltor.
Da Plelas
Patacho allemo Finar.
Paiacbo sueco Hilma.
Pa'acbo bollendez Tria?.
E Paibabote portogaei Tres Am'gos.
Lugar racional Alvaro-
Vapores a enrar
MEZ DE ABRIL
Cbllia d? sol, a 29.
Esperaoj do foi, a 29.
MRtaleua d' Europa, a 30.
8 MEZ DE MAIO
G-ecian Prioce de New-Yjrk, a 1.
gppl'iio Santo do Norte, a 2.
Bresii da Eoropa, a 2.
3alermo de N w-York, a 3.
Ente Ros da Europa, a 3.
Ltgoni do sal, a 3.
Tinca da Eorcpa. a 3.
Leibonz de New York, a 4.
0 inda, do sol, a 6.
Brazl! do norte, a 11.
caribe Princi de Nt\v Yo-k, a 13.
Uaranh&o do ta', a 16.
Orissa da Eoropa, a 18
S. SJvador. do norte, a 24.
Alagoas dj sol, a 26.
Vapores a sabir
HEZ UB ABRIL
Bordeaox e esc. .^hili a 29, as 2 horas.
Maoaos e esc. S. 8alvador a 29, ai 5 boras
Baeoos-Avrea eeac. Magdalena a 30, as z.h.
MEZ DS MAIO
Rio e esc. Espirito Santo a 2, as 5.
Baeoos-Ayres e esc. Breztli a 2, aa 12 bcras.
Plymooth e esc. Legarla a 3, as 11 boras.
Sjoios e esc. Tlioca a 4, s 4 horas.
Santoa e esc. Greciao Prince a 6, as l h.
Santos e esc. Entre Ros a 6, as 4 boras.
Mabos e es\ Oltnda a 7, as 5 horas.
Rio e esc. Brazil a 12, as 5 bota.
Haoaos e ear. Maraohao a 17. as 5 horas.
Valparaizo e esc. Orissa a 18, as 12 horas.
Salvacfto
L'alvei-mo doa borriveis humores ey-
philiticoa que me perseguirn! tsne,
tempo com o oso d Elixir M. Moratto
p-opacado por D. Carica.
Mogy-mirm.
Artbur Travassos.
Agentes em P nhia de Drogas.
Roya Insurance Gompany
de Liverpoel
CAPITAL ,000,000 O, O4.
1 .dos accumulados 8,274'9/3,19'.0d.
AENTE
FLHMANN & C
Aviso
A Companhia The Nor-
th Brazilian Sugar Faetones
Limited, teado sofrido con-
sidera vei^ prejuizos na sa-
fra prxima fiad., quer na
diminuido do assucar, quer
no augmento do eombusti-
vel, por causa da glande
quantidade de cannas ver*
des que Ihe remetiera ai os
f oinecedores, devido isto ao
mo tratamento, isto o
defcfolhamento em tempo
incompetente, epezar das
diversas recia ma^oes que
fez, vem prevenir por este
meioaos mesmos senhores
fornecedo/es, que da futu-
ra safra em diante nao rece-
ber mais cannas que nao
estejam de perfeita cunfor-
midade com o contracto,
apressando-me em publicar
este Aviso para evitar
quaesquerquestoes que por
ventura surjam sobre este
ponto.
Harry Srvales,
Representante.
Klixir Anti-Febril Cardse
8EQNCO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
\pprovado em 2t de Marco de 1890 pela Inspe-
ctora Geral da digea Janta de rJv,ieue dj
Riode Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre-
parado peguudo as rearas pharmacenlicas,
aconselhadas pelo aolore modernos e de re
condecida cap-cidade scienlica tanto no paiz
cerno nr> extrangeiro.
ste Elixir o producto nao s do grande
estudo das acgO s phjsiologicas das substan-
cias como tambem patolgicas, como tambem
o resollado das lmmenaas applicacOes nos
diversos casos de febres de fundo palustre,
A applicajSode Este Elixir na grande epide
mia de bexigas de 4890 a 1891 mais nma ves
lemonstrou a soa cfficacla; pois no principio
loa primeiros symptomas a bexiga aborta, e
em caaos mais adiantados a bexig? pasa a
ser nma lenla febril vulgar apresentaudo pe-
queas tumefactos qoe cem a contiouaco do
elixir desaparecem sem todava apreseotar
recelos de perigo
s multes atiestados poblicados no Diario
ed Pernamouco e Gazeta da Tarde provam
qce dizemos.
Noscaso de febre amarella o efieito e admi-
ra vel,apre3entando pbcnomenns to maravilbo-
(" que nes' cidade do Recife e 00 do Rio oe
eiro r,; receio caoea a febre amarella
mesmo es'.do o doente com vomito pretg
sanguneouestes oltimos periodos entao ne-
cesario a applicacao em alta dose, desprezac-
) taoella annexa.
Este Elixir j conhecido do publico de nm
grande oomero de dignos mdicos apresenta-
ao para combaier os diferentes accmmodcs
todos elles de carar.ter febril.
Por amito empo t.vemos occasiSo de fazer a
ipplicacao oas febias erysipellosaa e com lie
bom resaltado que Acarnos admirados de to ai-
tos eSeitos.
Pela pratica chegamos p conhecer qne os
Jtaqoes de febre erysipellosa oa erysipea
orno valgamente se diz necessarlo o aso de
10 das do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras mena-
raaclo gravidez e nos casos de parto emo fe-
bre de om resellado mnilocerlo e seguroetn-
a soa cG.nposic.ao tao siJiples que c5o offere*
ceireoce deappiicaro Elixir nem mesmo em
doses eoperiores ss indicadas na tabella infra.
Pedimos aos digis-'iaos mdicos aue deseja
rem fazer aso deste Eiixir em saa canica nao
se snjeitarem nesaa prescripsao, mas sim fa-
zer a asplicac^o em barmoma com os casos
qne desejarem combater, cortos de que o me
dicaaiento da composico innocente para o or*
gamsme mais fracil que seja.
llodo de asar
A's criancas at am anno 10 gotas de em
bcras eai orna colb3r das de opa cbea d agea
fra
De urr tres annos 15 gottas.
be? r annos em dianle 40 gottas etc.
Esu .xefgdevem semp^ serapplicidas em
Roa
Deposito
Compannia de Drogas e Productos Chimicos
Recife, roa do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharinacia, roa Larga do Rosarle 0.
35
Pharmacia Oriental, roa Estrella doRoaaorlo
n. 3
Pharmacia Airedc Ferreira. ma do BarSo da
Victoria n. li.
Pharmacia Martins, roa Duque de Caxias n.
89.
1
r
.
i

i..

-




Diarto de Pernambnco Quarta-feira 9 de Abril de 1S2H
\
PhariBacia Ribeiro, a praca Maciel PlnQeir(
M.
Pbarmeria Victoriense de Luis Ignacio d
ADdrade Lima, cidade da Viciona.
Para qualquer oformacSo sera encontrado e
autor na roa Estrella do Roe ario n. 17.
Os nost.08 frascos sao qnadrados e conta m-
tas. N'um lado leem gravado Elixir anle-f-
rtil e uo oatroManoel CardosoPerr_aabuco
todoa oc prosjwcto? sao asi.oa:Io3 por Ma-
Cardoso Jaoior, sendo fa'sjs os que nao
ros isiRaadas 63
Dr. Amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 4-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
fados n. 45 Consultas de 8 a 9
oras da manh.
Recebe chamados por escripto.
(Joru.ti do Conimercio))
Do R:o, e 2o' de Novembr de dei89 .
Recebemos dos Srs. Goncalves & C,
urna garrafa de C g ac Brazileiro, fa-
bricado em Pernambuco pelos Srs. M,
Veras c C Este cognac, cuja materia
prima segundo nos diz^m.toda natural,
est muitj bem fabricado e to* premia-
do na exposio Universal di 889.
aO Paiu
Da m.'ma data
Os Srs. Go calves & C, enviararn-
Dos urn-i amona do c-'gnac Brazileiro,
(abricad i no Estado de Pernambuco pelos
Srs. A. l. Veras &: C.
Provamos essa babid preparad por
indutriaes brazeiroa e podemos garau-
tir a pureza do prrduco nacional, que
deixa, rativisrao parte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recommendamos aus apreciadores de
cognacs essa nova mar a, que poda ser
encontrada na ra o Kos*rio n. 82, em
asa dos remjtt nt s, a q iem agilice-
mos a remessa.
Para que os 1-itores avaliera do m-
rito c'esse producto nacional, diremo-
qua ella fui premiad i q> exposijo unie
versal da i839, em P*riz,
Jornal do ltray.il
Da 23 de Novembro.
Os Srs. Goncalves &. C, mimosear'm-
nos Coca urna garrafa do Cognao Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paiz, fabricid> pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Pernambuco.
O Cognac Brazile' c nem em arre-
66ntai,ao, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao estrangeiro.
Assim o julgaram tambein entendidos
na Exposijo de Pari va 1889, pois
premian am-u'o ccm menco honrosa.
Gazcta de noticias da Baha
De 23 de Marco de 1895.
Da acreditada fabica dos Srs. A. Ms
Veras & C \ de Pernambuco, recbeme
urna ga.-rafa de Cognac B'az leiro que
acharno, excellente, juigando-o superior
& multas marcas que uos vtn do estran-
geiro.
Foi portador o amaval actor Pereira de
Lyra, agente d s mesmes fabricants.
Agradecemos.
Correiode noticias da II. hiuu
Da mesrna data.
D'et. conceituada casa commirc:al,
eetabeie i la ra Duque de Caxias, em
Pernambnco, recebemos amostras de um
tCognac Brazilstro, qui o Sr. phirma-
ceutico a. M. Veras fabrica no estabele-
cimet to que hbilmente dirige.
Rec mmondamos e3se producto da in
dustri* nacional, que alm de ser apre-
ciavel pelo cuidado de seu fabrico, de
prego reduzido e relativamente maito
meihor do que outros expostos a venda
em n< sso mercado.
Ao Sr. Lyra, agente da fabrica e dr o
garia. agradecemos.
FALLE.
HYGIKSE DA BAHA
(Copia)
Usar feridas pelo regu'.amento tan tari o em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sentados comprovando a analyse ea licen-
cia concedida pela Inspectora Geral de
Hygienp' do Estado de Pernambuco, con
ceclo licenca ao Pharmaceutico Anton'o
Martiniano Veras para expor a venda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccao.
E, parac nstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assigu -o, se re-
gistrara para os devidos effeitos.
O inspeci r.
(Assignado) Eduardo O. '- 'sla.
Secretaria da Inspectora de H iene
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampidas) de 4$400.
N. 2.872-Rs. 58000.
Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Babia
O fiel
(Aeaignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
I."de H. do E. Federado da Baha, 12
de Julho de 1895.
(Asignado) Dr. Muniz jarreto.
Garrafa' 2C-500
Duzia 23^000
Faz-se descont na proporjao da im-
portancia do pedido.
----------X-----------
Dr. Francisco Leopoldina
Especialidades : Febres, molestias ele
enancas, syphiliticas e da pello.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
rna do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruzn.
72. Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Bronchite P sthmaca
DR. COELHO LEITE, Clnica da
justa norreada na cidade do Recife,
attesta que o
\aropi! de Lobe ia Infla
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO M AZEYEOO
E' escolente no tratamento'da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra BarSo da Victoria 37, 1.- anda:
Pharmacia Conceic&o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todat
as boas phaimacias.
Pernambuco
i. Dr. Joao Paulo
U Espec.alista em partos, moles-
|j tias de senhoras e de creanca
K com longa pratica nos hospitaes
K dePariz -i de Vienna d'Austria,
I
d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo n. 19,
'l ].* andar e reside na ra de
H Henrique Das n. 2.
R Telepl..< nes ns. 190 no consul-
Ci torio e 4o7 na residencia.
KDITAES
Edital ii. 13
2. PRA^A
Pela Iospei;t ra da Altandega ae fas
publico que fli 11 horaa do dia 2 do pro-
zimo mes de libio serio vendidas em 2a
or>-c- aa meroadoriaa nbaixo declaradas :
Marca P&3 sobre CNO. Uo caixa
'i. l .882 c nter.do tecido de poeto de
meia pe ando 1 qoido real 60 kilos.
Id-.m r:. 11.883. Urna dita oontendo
82 kilos da mes roa fazend, liquido real.
dem n. 11.834. Urna dita com 28
kilos liquido i el da mesina f zaoda.
Marca GF: 'Jma caixa contando ade-
re sando bruto noa envoltorios 15 kilos.
Altajdeg, 25 d> Abril da 1896.
O Inspector.
Alexandre 4^ Sonsa Pereira do Carmo.
fditaF
O De8emb;r>;ador Jjaquim da Coata IV-
beiro, presidenta d* commisalo
examinadora das candidatos aoa
logares vagos de Jaises de Di-
reito.
Fas saber que o programla formulado
-m virtade da art. 24 3" do Reg. de
23 de Janairo de 1893, para o concurso
nos candidatos aos logares vagos de Juises
d* dir Villa-Bella, Oucury, Leopoldina, B:i-
monte, Salgue ro e Tnuinpho, o se-
guate :
Doutrina e pratica de Direito Criminal
1. Preterp^So.
2. Procesin eepeiaes.
3 Recursos.
Doutrina c pratica de Direito Civil
1. AccBes aimmhruB.
2. Ju.z a divisorios.
3. Procesaos preliminares, preparato-
rios e assecuratoriot.
Doutrina e pratica de Direito] Commer-
cial
1. Meios de obstar a falleooia.
2. Liqudc!.o das sociedades anony-
mas.
3. Contractns commerciaei, sua inter-
pretacSo.
Hermenutica Jtiridiea
1. Leis obrigatorias e derogatorias,
nterprfi-cBo extensiva oa por ai.a-
logia ; por comprehenaSo ou declaratoria.
3. Usos e cestumes.
Constkuifo e leis orgnicas
1. Recursos das deciaSes e leis muni-
cipaei.
2. Garantas constitacionaes da l.ber-
dade de imprecisa.
3 Juizes de distrlcto e saas attribui-
c5es; delegados e subdelegados de po-
lica.
Recife, 22 d.i Abril de 1896.
Subscrevo e assignoVirgilio de Gus-
mS) Coelho, secretario.
Joaquim da Costa Ribeiro.
O Lr. Jote iJtivalcanie de Aibuquerque
Ucbo4, J lia de Direito da Fasenda do
Estado de Pernambuco.
F* saDer qne no da 8 de Maio do
correte anco, se hSo de arrematar por
venda a qaem inais der, em praa publi-
ca deste Jaiae, os bens seguintes, penho-
rados por exeoacSo da Faaeada do Esta-
do.
Fregaeiia do Recife
A mei'agua i. 1 no Becco do Toco-
lomb de pedra e oal, oom porta o ja
relia de frente, 1 sala, 1 qa^rto, crz interna e corredor ao lado, mede de fren-
te 3 metros e 50 centmetros e de fondo 7
metro* e 90 centmetros, pela quanti de
4' 5CC0O por ser a 3* praga. Pertence
Irm andada de S. Benedicto.
O sobrado de 3 andares, n. 54 a roa do
Amorim tendo do pavimento terreo 2
portas e 1 jane la de frente em salSo ;
no Io andar 2 portas de frente com va-
randa de ferro corrida, 2 salas, l quarto
e ocsinha interna ; no 2. andar 2 ja*
aellas de frente, com as mesmas oom-
modidades do 1 e 3* andares pela quan-
tia de 4:05 J900, por ser a 3 praca.
Pertence a Joa da Silva Loyo e oa.
tros.
Fregoeiit, de Santo Antonio
ArmagSo, peses, balanga e erais aten-
cilios existentes no estabeleoimecto n.
10, a roa de Pedro Ivo, pela qoantia de
2Oi5'jOO per ser a 2* praca. Pert-nca a
Lonrenjo Braga & C.
Dous bancos de maroiceiro existentes
na casa n. 53, ra de M.riilio Dias,
pela qoantia de 121S000 por ser a S* pra-
ca. Perteneced a Lscerda & C.
O uso fraote da casa n. 10, a ra de
AgfnLo Becerra a qual tem 1 porta de
frente, 2 salas 2 qoartos e ooiinha, mede
de frente 2 metros, 30 oectimentros e de
fundo 10 metros e 90 centmetros pela
quantia de 160:000 ananaes. Pertenc
a viava de Justino Ferreira dos Pasaos.
Fregaesia deS- Jos
A ermscSo, balanza "e pesos existentes
no estabelecimento n. 20 travessa do
Prata, pela qnaotia de 540^00 por ser
a 2* praga. t'ertencem a Jos Gomes da
Silva />maral.
A casa n. 28 a Travs ;a do Freitas,
com porta e janella de frente, 2 salas, 2
quartos e oosmha interna e quintales
aberto, mede de freote 2 metros e 80 cn-
timo ro3 e de fondo 11 metros e 80 can-
timetros pela quantia de 2020500 por
er a 3" praca. Pertence a Minia Emi-
lia da Silva.
A casa n. 12 no Pontal da Cab'engj,
com porta e jmella de frente, 2 salas, 1
quarto e coz'nba in'erna, parede de ta-
boas, med de frente 3 metros e 30 cen-
tmetros e de fundo 6 metros e 50 cent-
metro", avaliada em 50|000.
Outra de d. 20, no mesmo lugar e com
as mesmas accommodac3es da rimeira
avada em 500000. Pert n'ea a Fran.
cisco Juf de Abrea.
Fregueeia da Boa Vista
O sobrado de nm andar o. 10, a ra do
Visoonde de Camaragiba, o qual tem n
no pavimento terreo 6 j mellas de frente
e ] porta, 3 salas, 4 quartos, coeoha
fra oom 2 quartos: no 1* andar 7 ja
nellas de freote, viranda de ferro, 3
salas 2 quarto, czioha fra, 3 qoartos
e 1 saleta, mede de frente 16 metros e
90 centmetros e de lando 14 metros e 50
centmetros, quintal murado, pela quan
lia de 16:200$000 por ser a 3* praga
Pertecce a berdeiros de JoSo Ferca.des
P. Vianna
Fregcez;a de Afcgados
A casa n. 7 na Embiribeira, com porta
e janella de frente, 2 salas, 1 quarto,
o cizinha externa, mede de frente 4 m.
e 10 centmetros e de fundo 7.xetroa e
40 cntimetros, pela quantia de 81 $000
por ser a 3 praga. Pertence ao Dr. Mi.
guel Joaquim de Castro Mascareaha-. -
A casa n. 160 na Estrada Nova, com
porta e janella de frente, 2 salas, 1 quar-
to, ootinha externa, mede de frente 3
metros e 30 centmetros e de fundo 8 ma-
ros e 20 centimitros, pela quantia de
2430000 por ttv a 3' praga. Pertence a
Mara Antera da Cruz.
Freguezia do Pog3
A cas di v. 47 (taip ) na Eatrda do
Agude coa 1 porta e 2 janellas de frente,
2 salas. 2 cuartos e coBioha interna, mede
de (rente 5 metros e 20 centmetros e de
fondo 9 metros e 70 centmetros, quin'al
cercado, pela qcantia de 270$000 por
ser a 3a praga. Pertence a Joaquim
Ferreira Alaes.
E p&ra constar passou-se edita), na
forma da lei.
Dado e paseado nesta oidada do Reaife
capital do Estalo de Pernambuco, aos 27
de Abril de 1893.
Ea Jos da Costa Reg Lima, escrivSo
sobsorevi.
Jone Uavalcaoti de Albnqoerque Uchoa-
Edital
Hvate Camelia
De crdem do Sr. CapitSo de Fragata
Jos Pereira Guimaraes, CspitSo do Por-
to deate Estado, fago publico, que, tendo
ido a pique o hyate tCamelia, confron-
ta a Altandega, o seu proprietario Sea
sojeito a fazer t actuar a dita embarca-
cSo, de conormidade com o art. 40 do
Regnlamento que baaoa com o Decreto
n. di o 19 de Maio de 1846, dentro
do prazo de 15 dias, a contar desta data,
sob pena de providenciar esta RepartigBo
de acrorda com o art. 41 do mesmo Re-
gularmente.
Capitana do Porto do Estado de Per-
nambnco. 11 de Abril de 18981
O secretario uteriao.
Jc2o Sabino Pereira Girardes.
Alfandega
REPAROS NA ESCUNA tGESINE
D> ordam do llustre Sr. Dr. Inapsctor,
fica em concurrencia o calafttamento de
todo o costado da tabica ao resbordo, b-
fame e forro a metal novo n. 18, da es-
cuna Gtesine, afim de pol-a em condi
tSts de servir de posto fiscal desta
RepartigSo, Jevendo as propostas que
houverem de ser fetas, ser entregues nes-
ta Alfandega em cartas selladas e ficha-
das, at o dia 29 do correte, pelas 11
horas da manbB, que quando deverSo
essas mesmas propostas ser absrtas e
julgudas.
3.a SecgBo da Alfandega de Peraam
buco, 24 de Abril de 1896.
U che fe,
Manoel L^ite Pereira Bastos.
UDlAL N. 14
Alfandega de Per-
nambuco
Pp|a Inspectora da Alfandega se faz
par liso que do dia 28 de prximo mea
de Maio, a 11 horas da manha, serIL
vendidas porta desta RepartigSo, em
basta publica isentas de direitis, as oer
cadorias abaixo descriptas, que nSa 10-
ram despachadas por seas danos ou con-
aigoatarios no pras) da lei, aas qaaes
alias fica mareado o praao de 30 dias
para as retirarem sob pena de, r< alisada
a venda, nSo se attender a reclanuglo
algumn.
As mercaderiaa serSo expostas ao exa-
rre dos interessados e o arrematante ser
obrigado. sob pena de malta, a entrar
oom o prego da arrematado dentro do
praso de 48 horas.
A P A n. 13,506. Urna caixa con-
tengo 100 kilos lquidos de obras de IS
de ponto de malba nBo olassifisados, via-
da pelo vspor allem&o Mendosa pro-
cedente de Geaova e consignada or-
do m.
B A. Urna caia procedente de Ham-
bargo na vapor Mendosa, entrado em
Ju ho de 1895, cootendo dea dnaias de
camisas de algodao lisas e mus trrs du-
las de dito Uvrado no valor de 200000
cada daaia; mais 24 duzias de puahos
de algodSo para camisas per daaia de par
250030.
AH&D sobre B. Urna dita vinda
pelo a Mendosa procedente de Himbar-
go, sob o. 208, contando dous kilos liqui-
1 des de flores artificiaos em ramos; mais
43 chapeos enfeitados, feitoa de palba
de arros, no valor de cada um de....
3J0O0; mais 132 chapis de palba de
arro* simples.
A M C sobre R. Urna dita n. 5763
vinda pelo vapor Maodosa prooedeate
de Hamburgo, consignada ordem e can-
teado 216 chapeos de palha de arros sim-
plei.
S P C em dous triaagulos em sentido
contrario. Dez oaxas de ris. lia 20,
viudas pelo vapor Alendes i procedente
de Hamburgo, oonsigoadas ordem e
contendo garrafas de vidro branco lem
rolha e sem boecs, pasando liquido real
1200 kilos.
BDC sobre R. Urna dita n. 209,
vinda pelo Meodoia prooedeate de
Hamburgo, cor.aigi.adi ordem e coo-
tendo amoj'.ras sid valer e mais 3 kjhs
de lapis para escrever.
N F O. Urna dita o. 159 vinda pelo
vapor Mendosa, consignada a Nunea
Fonseca & C, contendo 10 kilos brutos no
envolt rio de lapis para esarever.
Diamante 819 no centro. Urna dita o.
220 viada pelo vapor Mendosa, con-
signada a S. Picho G oontendo 36
kiljs brutos nos envoltorio! de capsulas
de estanho para bocea de garra a a.
h. R sobre Gomas de Mattos IroSos.
Urna dita sem numero virda pelo vapor
italiano Rosario procedente de Genova
que diz se ter vnbo, porm violado pelo
ar est transformado em vinagre, maa
classificado no mesmo artigo como vinho
nSo espec fijado,, pesan lo lquido leg&l
Pern3mbuco em 27 de
3) kilos.
Alfandega de
Abril de 1896.
O inspector,
Alexiodre de Sonsa Pereira do Oarmo.
Edital n. 16
Praza de 35 dias
De ordem do Dr. Inspestor Geral da
IostrucgSj Puoca, fas-sa saber pro-
fsjora D. Uran a Nympha da Silva que
tendo sido considerada sem eff- itc a por-
tara que a nomeou para a cadeira de 3a
entrele de Camocim de Becerros, foi
por portara de 24 do corrate determi-
aado que a mesma profeisora tivesse
exercicio na de Craangy, tambem de 3a
entiarcii, e que Ihe tica marcado o prazo
de 35 dias para entra? em exercicio da
nova cadeira.
Secretaria da InstracgSo Pablca do
Estado de Pernambuc.', 27 de Abril de
1895.
O Secretario,
Pergentino Saraiva de Araojo GalvSo,
~EDITAL N. 52
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
O Administrado? da Recebedoria con-
vidar aos srs. contnbointes, para no pra-
eo de 15 dias a contar da data do pre-
sente edital, ptgarem 100 reis por metro
qnadrado dos terrenos baldios constantes
da reUgBo abaixo.
Recebedoria do Estado, 27 de Abril
de 1896.
(Assignado)
O administrador,
Affonso d'Aibuquerque Mello Jnior.
33. Terreno n. 10 roa Ma-
ciel Monteiro, proprietario
Antonio Rodrigues, rea em
metros 495,11
34. Dito d. ... Travessa das
Berrairas, lado dos nmeros
pare, esquina da roa do
Jasmim- dem Commc?da-
dor JoSo Ignacio de Madei- v .
ros Reg, dem 2.
35. Dito n. ... ra do Pires
tendo fre-ita tambem para
a raa do Conde da Boa-
Viato, idem Jos Tbomas
de Aguiar, idem 11.572,27
35. Dito d. .. roa do Conde
da Boa-Vista, lado dos nu-
meres impares, idem Fran-
cisco Paes Barretto Lame-
cha Lias, idem 1.
37. Dito a. ... ra do Soce-
go, idem Jos Maria de
Carvblho, idem
V
500,42
510,97
Somma
16.223 43
38. Terreno n. ... raa do
Cnode da Boa-Vista, pro-
prietsrio BarRo de Petrolina,
rea em metros 4.544,21
39. Dito o. .. raa do Con-
de da Boa-Vista, Sebastilo
Lopes e Intendencia, idem
.... pfssoa 17.022,38
40. Dito n. 7 raa da Matris
da Graga, idem Jos Jarin-
tho, idem 255,25
41. Dito n. 19 k raa S. Jos
do Manguinho, idem Agos-
lioho Jos da Costa, idem 508,92
42 Dito n. ... rna Bario de
Contendas. dem D, Flora,
iiem 469,02
43. Dito n. ... rito mesma
roa, idem Francsjo Coato,
dem 502,63
44. Dito n. 10, sito mesma
raa, idem D. Joanna, idem 203,44
45. Dito n. 11 mesma rus,
idem Dr. Dutra, idem 995,45
Somma 24.501,30
1* S'cglo da Recebedoria do Estado,
27 de Abril de 1896.
O chefa,
Frederico Guimaraes.
Arsenal de Guerra
O cooselho de comprsB deste Arsenal rece-
ber propostaa no da 6 de Mato prximo futu-
ro, s II horas da maobi para a compra dos
artigo; aba 10.
Pateadas
AlgodSo entestado, metros, 1,800.
magem, iem, 1.S85.
Brlm branco transado, dem, 8,S!0.
Briol pardo de Hubo trancado, dem, 10,800.
Baeta azul ferrete, Idem, 135.
Cana para eolebas, idem, 8L8.
Cocer torea de la encarnada, 1,600,
Lona p'eta, metros, 3,60.
Madapoln, idem, M.
Flaoella aiul ferrete, idtm, S30.
p.a-io alvadio para capotes, Idem, 390.
Dito parance, idea), 1,320.
Dito cioxento, Idem, 960.
Taruga grega de retios, idem, 5,000.
Amigos para frdame.to
Areo'inhas com pea de metal para botOss
30.000.
Botosa de me'al branco p^ra cipotep,8)0.
Ditos p'etos de madelrs, 50.
Oims peijuenos de dita, 10.
Ditos trandea de metal para caigas, 208.
Ditoa pequeos de ditos para ditas, 308
Ditos grandes douradoa. com carabinas. 67.
Ditos paqueos douralcs, com ditas, 46.
Colcbetea grandes, pares, 100.
La clDzenta para gorros, k loa, 68.
Artigos Botinas lisas, pares, 0,i56.
Booea de panno azul ferrete, 13*
C lcoao cbeio de cao m, 1.
Ditos rh. ios de l, 3.
Colberes de ferro para epa, 8.
BocberjO'B chioG de paina, 50.
Fogao ingles aproprlado para feneciooar com
lenh*, 1.
Kepea da p'nno azul ultramar com cinta ga-
rance, 360.
Ditoa con capa cimenta pira sargento-ajo-
daate, 3.
Locas de camu'ga, pare?, 3.
Ditaj lio de E<'.asa, idem, 3.
L'iinp'-irinas para ke'oseoe, 3.
Navaiba, 1.
Pl.itmaa de metal branco, parea, 4.
Repoateiro cum arm-is da R'pnDltca, 1.
Traveieiros ebeios de palba, 11.
Dito chelo de l, 1.
Ditos ebetoj de cupim, 6.
Obsercac s
Oa proponentes depoia de devidamente habi
lita loa deverdo ap'eeeatar as saaa propost?s,
em duplcala, com referencia a cada especie de
arngo, indicado da casa romxercal e deca-
ragao de sojetlar-se as mottaa de 5 */ n ca8o
de recaaar ssienar o cant'acto e as na 10 / p
20 */ de Qds iratam os artigos 87 e 88 do re-
galame-o em vigor
As amosras das fjipadas deve So ter pelo
meos nm metro, nao tendo aceitas aa qu*
forem apreseatadaa em p^ta', cirt'.J oa rea-
ibos in^ulucientes, todo de accordo com os pa-
d'6es exifteniea neste Areeoal.
Nao aero aceitas as propo8tas que nSi vie-
rem acompaohadas das respectivas amoat'a?.
que nao troaserem no sabscrip'o a espec e do
artigo p'oposto, o nome-o e aa cu das amos-
tras aprsenla'a, aa que pedireai praeos supe-
riores a 90 dias e a- que nao contiverem a iodi-
caco da B-mi du proi-onente.
Se vetara do Arsenal de Guerra de Peraam*
buco, 28 de Abril de 1896
Jo: Prancisco Ribero Slacb do,
8cre:ar|o.
DECLARACQES
Companhia
DE
Fiafo e Iccidos de Piraambuco
S5o convidados os Srs. sccionistas a ent-a-
rem com des por ceoto SLb-e o valor nominal
de fUie acgOes a o dia 16 de Maio proxim ,
no eecnplorio da Compaabia, rna do Bom
Jesos o. 43 1* anear.
Recife, 16 de Abril 1893.
O director secretario,
Jos JoSo de Amorim.
Companhia
De Tecidos Panlla
Juros de debentares
Paija-ee no escriptorio provisorio ces'a Com
panbia, roa do Bom Jrsos n. 1, pavimeoto
terreo, do dia 35 do corrente em dtante e das
11 boras da manna a 3 da tarda os juros das
debeotnres relativsa ao semestre ndo.
Recife, 33 de de Atril de 1896.
Caries de Morae3 Rodritroe9 Perrei'a,
Dir-clo"-' hesooreiro.
DeLondres e Abcrdeen
Posico fnanceira
Capital subscripto t 3.780.000
Fundos accumulados 3.00 0.00
eceita annual:
De premios contra fogo 826.0000
De premios sobre ridas 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
fede-se aos Senho -
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
Qao ou reclama^o, se-
r esta feta no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55jO nde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os *Srs.
Manoel Antonio da Sil
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
tonoe e Joaquim An-
Freirde Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fu-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife
Por esta secretaria se declara qne no dls 30
do correte, qulota-ftira, s 10 hiras da macba,
se far pagamento s amas de ciac.ao, cm orna
das salas da antlga casa dos exacsto?.
Secretaria da Santa Casa de M.senc-.rlia do
Recife, 35 de Abril fe 1896.
O escrUao,
Jos HoDctjfl B. di M neies,
COMPANHIA
Recfense de Panificado
Aesembla geral
Sao convidado os eeobores accionistas a rea*
nlr-ee em afsembla ordinaria no da 4 de
Maio vio-Jooro. ao meio da, no escriptorio desta
Lompanbia sfla de tomarem conhec meato do
relatorlo, parecer Mtcal e comas do anno pro-
xlco paseado e proceder noa d*mais lermos
dos Estatntoa.
Recife, 18 de Abril de 1896.
P. J. PlDtO.
Director-gerente.
Reuaao de credores
A reoniSo dos crelores da maa:a fallida de
Oliveira, Falco & C, licoa transferida par o da
30 do correte mez depols da respectiva au-
diencia em vlrtude de Impedimento do joizo.
Recife, 34 de Abril do 1896.
Oe-icmSo do comrnerclo,
Eoataqnio .avalcante Lfna Walcacer.
CoDraria
DO SENH0R BOM JE5S DA VIA-SAGRA DA
1QREJA DA SANTA CRUZ
Mesa eral de elei4o
De ordam do irina.j eroveoor e conforme
precettaa o 3' i arl. 3 do doso cooopro-
misao, convido tolos os nopsoa cbarusimos ir-
mos, no kobo de seo direltos, comparecs-
rem em nosso cocsietorio pelas 6 1/3 boras da
tarde de qaiola-fetra 30 do correrte, afim de
ee proceder a elelco da nova mesa reeedora
qae lera as admioist ai- a cos?a confrarla no
atino compromi?8al de (896 a 1897, de accor-
do com o capitulo 6' do Conpromiseo.
Consistorio, 37 de Abril de 1896.
O escriv5o,
JoSo Jos de Figoeiredo.
Indemnisadora
De conformidade com o art. lo* dos Esiafolos
desta Corapaobia, a d re cSd vende -0 acedes
de os. 171 o 175, 366 370. 451 455 e 796
800, vatraB pelo fallecimeoto do res.iecilvo acclo-
niata.
Oa preteodeotes dvero privar saas pro-
postas em cartas fecbaias. por oermedio dos
corrertorea g-raes da p-agj, atao meio dia da
6 de Mam nrozimo futuro.
Reci'e, 38 de Abil de 1896. 4
Od dlrectires,
Joaquii A v.8 da Fonseca.
Alvaro Pn.tj Alves.
He menegd da -Uva Loyo.
6' commiaao tecclocl do alislamenio,
em 28 de Abril ue 1895.
Fago puolico qce em reooio de bo> desta
commlai fo-am litado
tes cidadaos:
Abel Piolo, lunario Ci.tra ds R"go Barros e
bacharel Annur CtHbo Lemoa de Oliveira, Dr.
Artbor Cableante de Alba]nerque.
Servin^o de secretario,
A'lho- Hachado F-eire Pe eir da S'va.
Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife
Por esta secretaria te declara, qne no da 3
do prximo vindoaro mes de Maio, por ser o
primetro domingo deese mz a meio dia, se
reunir em asaembla ge~al, oa eaia das ses*
Ce.? da i Ipstri.-stuia joma administrativa, a
trmaodade da Santa Casa de Misericordia, afim
de proceder ee a rleicao da oova jacta para o
oovo birnnio de 1896 1898, podeodo na mes-
ma aseembla adoptar se quaegqaer medidas
alinales ao bem da irma: d -dp, de confi rml-
dade com a cisposifiSo do il. 36 do compro*
miseo vigeote.
Secretar a da Sao'a C*e de Misericordia do
Recife, 38 de Abril de !898.
O eacrivo,
Joi Honorio B. de Meneiea.
Companbia
Usina Cansanijo de
Sinimbu'
Jares de obr'ga(0e*
D" dia lo de Vao em diane pagam-se os
jo'os da' obrigacoeK prefereoiaes d sla Com-
par.bia no escrlptocio do director thescareiro,
raa Doqa de Caxlis n. c. 53
Recife, 33 de Abril dp 189d.
Jcse Mana >te Aodrsde,
Director tbesoo-eiro.
Companhia do Feberibe
Nao se tendo reunido hoje accio-
nistas em numero suficiente para
constituir a Asscmbla Geral extraor-
dinaria e deliberar sobre a reforma
dos Estatutos, aso convocados pela
terceira vez para a reuniao que dever
ter lugar Terga-feira 5 de Maio vin-
dourc-^i hora da larde no escripto-
rio d'esta Companhia ra 15 de No-
vembro n, 71 nesta cidade.
Previne-se aos Srs. Accionistas" que
na forma da lei funecionar a Assem-
blca com qualquer numero de accio-
nistas que comparecer em.
Recife, 2 de Abril de 1896-
Ceciliano Mamede.
Director-Gerente
Manoel Joao de Amorim.
Director Secretario
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Aciembli ge'al extraordinaria
Sao conv,dados os Srs. acclonia as renni-
rem're no elicio da Assccias&o Commercial
Beoeflcente, 1 ho-a da tarde do dia seronda*
iftra, 4 de M id vmdou-o, afim de elege- nova
directora, resolver sobre ioieressea geraes e
reformar algOGS artigos dos Esatatos.
Recite, 18 de Abril de 1896.
Gilos d* Moraee RoirigaasFerreira.
D reelortbesooreiro.
Companhia
DE DROGAS E PRODUCTOS CHIMAOS
Convidarse aos Srs. accionistas desta Com*
panbia a reooiren, se em assembla geral or*
din?ria, no da 30 4o corrente mex, a 1 bora
da ta de, no 1* andar do predio n. 34 roa
Marqnez de Oiiada.para tomaiem conbecimen
io das coalas, parecer flscl, e relatorio da di*
rectora relataos ao aaoo lindo em 31 de De*
sembr de 1895, e elegerem os membros da
co i mieeo fiscal qne le^m de fonccionar co
corrente anno.
Recife, 15 de Abril de 1896.
Gracilisno O. da C. Marlios,
Dire.tor secretario.
uRsnMsa
Para em direitura
Spcce n'estes poneos das o magnifico cavo
D0R0THY, podendo engajar aleda cm resto de
carga.
Pinto Alves LARGO DO ARSENAL DE MARINHA N. 8
Mossor
Segne para o porto cima o byate DEU"
TE GUARDE. Rocebe carsa A tratar oa ra
dMaJrs de D
I
I

1-










Piarlo de Pernamboco Qwartafeira ue Abril de 1S9G
t
Prince Une o Meaners
James Kuotl Xe\vcastle-on-
Tyne
LINEA REGULAR NTREOS
Estados-Unidos e o Brasil e Rio da Prata
E' esperado ue New-York
ai o da SO do crreme,
' e eablrs depois da demora
neceaBaria para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O vapor inglez
(recian Prince
Pata cargas e passageps trata-Ee com os
Agentea
Johnston Pater fy C.
LINHA HENSAL
Paquete Chili
Commandante Vaquier
E' esperado do sol at o
din %9 de Abr! de 1096 se
'Kciodo depois Icesasria para Bordeaux coto
i risr.ie*
escala por
Dakar e Lisboa
Paquete Bresil
Commandante Minier
K' esperado..
da Europa at o
dia 8 de Maio.
eRui do depol
da demora nt-
ceasana para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
Previne-Be ainda aos Srs.recebedores de mer
caaoraB que j6 se attend era a reclamagoea por
altaB, que forem recoDOecida* na occasiao 4 a
descarga dos volumes ; e que dentro de 43 no
ris a contar do dia da descarga das aivarenga,
deverao faier quaiquer reclamaco concernen-
ta a volumes que porventcra tenham seguirte
para os portos do sul, afim de seren dadas a
lampo aa providencias necessarias.
Rofea-se aos Srs. passageiros de se aprssenta-
rsa na vespera da chegaau u-j vapor para to-
ma rsm as suas passagens.
Para car/a, passagens, encommendas e di-
cheiro a fre'.e, tra'.a-.-e com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES-42
1.' andar
Hamburg Suedamerikams-
cbe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschatt.
O vapor Tijuca
E' Mi 3 Je M.iio e seRotra de-
pota d a demora nectsearia
Rio do Jtneiroe Santos
para
Rol). M. Sloman's Liae
O vapor allemSo
Salerno
E' esaersdc de New-York at
odia 3 de Maio, srgoir.do
da demora todlspensa
re _a es domos do
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, paBuagens, er comineo das a dl-
nheiro a trete Inte-se cesa us
Consignatarios
Henry Forster & C
Ra do Commeroio n.
l.'ttidir
Ra do Commercio n. 5?
8
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
c8es aos Srs. passageiros.
Entrar do porto
N. B.NSo se atender mals a neriboma
reclamacio por fullas qoe nao forem commu
Di' adas pi r eecrirto a agencia al 3 das depol*
da entrada dos gneros ta Alfandega.
No caso em que os volumes sejm desesrre-
gados com termo de avaria, necessaria a pre-
senta da sgeocta no acto da abertura, para
pojer verificar o prejuizo e faltas se as boo-
ve.r
Para passageus, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borste Imano &C.
18Ra do Commercio18
1' andar
Prince Line of Steamers
James lanot Xew-Cnsle-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazi; e Rio da
Prata
E' es r^rado de Nw-
Y. .k .t 13 deMaioeie-
ni a (icpnis da demora
ne'emria pira
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOK INGLEZ
Carib *rince
Este vapor de 1.a classe e offerece
ptimas accommodacoes aos Srs. passa-
geiros.
Para carga e passaeens tratase com os
AGENTES
Johnston Pater eComp.
Rqp do (Jommeroio n. 15
Bemardino Pe reir Ramos
Bernardino Jacininn Pereira Rimos e sua
molber Rosa Axevedo Renos e reu* ilbos, Joe
Perreira Doorado, oa malDer Haria Carlota
Pereira Ramos Dooraoo e seas albos, narciso
Go: Qilvea Aievdo Ramos, sua mulher Mara
Bernardina Carlota Pe eir Rimo e seas Albos,
Ramiro M da Costa e sua tmida, Anteojo Pe-
reira Ramos d'Almeida (ausenie), Jos Lopes
Pereira e sua familia, Marcerhao Fe-naodes
Eiras e ui familia (aaseotee) agradecem a
iodos aqoelles que pres'.aram-se a coudoxlr ao
Cemiterio Publico os restos mortaes de sen
sempr- cborado pal, sogra\e lio Bercardioo
Pereira Ramos ; e denovu convidam para assis*
tirem as missas que teem de ser celebradas na
mtnz de Je s, as 8 bors do oia 30 do correle,
7* de seo falieclmeoto. Anticipan desde j os
seos sinceros agradecimentos por mals este
acto de reheiao e candado.
t
Joo Francisco JLcite
! annlveraarlo
Leopoldina Soares Lehe, RomSo Jof da Sil-
va Marques e sua mulbar, Carolino Soares da
Sliva Ma ques, Antonio Jos Soares e s.us
Qibos, padre Amonio P. Leit-, Manoel P. Le te.
Auna M. M. Leite e eobrlnbas (aoientes;, con-
vidan a lodos os seos pareles e amigos pa a
assittirerxi as missas que mandara celebrar na
quinta fera 30 do correte, pelas 7 i/2 horas da
maob, na .igreja da Soledade, por alma de
seo sempre Jem^rado esposo, padras'o, Irm&o
e lio, Joao Francisco Le te, pelo que desde j
anteclpam soa eterrj tratldo.
t
Vndese
Dass ca?as de tai i a nrni orna na Eocrn-
zilbadb ce B^lem nsin ni e.-t ada qoe val
para Beberibe, na esl (io o ha peo de Sol, a
tratar i ra 15 d N le b> n. 14.
Ama
Precisa'se de oua oara
AragSo n. 35..
ccsiM.ar, na ra do
graphia
Vendj te rrri p. quena e nova a tratar na
|oa das Laraogeiras o. i 1
Typ
I .usitano
E' o pxojllenti' rogne! P i tugues qoe acaa
de receoer e recomji'nio ao mmico e espe-
cu'menie aos mu fn>gutze-, cea sua noa
qoalidade e paladar ar*< ..^isnimo, feilo de
aeaa'deotn ? v bo e vlnie aonos.
NICO IMPORTADOR
Joo Femaodes de Almeida
Cos nb eir
PreciPa-8e de erno boa Ci-slnbelra na ra da
Soledade n. 8. r.-quiaa da na da Iotenden
cli, casa do D-. Nuo^s Ctirub-a.
Remedios que curam
si:SI DIETA
NEM M0DIFICAQO DE COSTUMES
\mm Do ii un
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para usinas
vandendo somprp por prpfos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differeats systemas e tamaitos da Robinson e outros fabii*
entes detde 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS a VAPOR muUitubulares de Fletcher para funecionar com o fogo das fora.
nalhBs.
CALDEIRAS A VaPOR Cornisb e typo locomotiva pra funcionar com lenha e bagaco*
RODAS para agua.
EOMBAS de raotun-ontinuo.
MOENDAS e metas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARAD03 de differentea systemas.
CR1VAC0ES pira fornalbas.
MACHINAS para descarocar algoiao Je li a 50 serris com alimentadores e empastado
pela vootade dos agricultores.
Pazendo parle da direc^ao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vaotajosa*
marte coohecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de moniagcm de graode numero
oe Usinas funecionando desta Estado, tncumbem-se de mandar vir e erigir garanlindo a pro.
ducc4> e qualidade APf ARELHOS e meios apparelhos de vacuo.
DESTILLA^'OES complete s para alcoo! e aguardentera vapor e a fogo n, para grandes
( pequeas fabricas.
52, RA BAJU01.-0TR1B5PH0, 52
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LEILOES
GRANDE K VARIADO
Leilo
De boas movtls, crvstaes, qoadres oleo,
objedjg de metal e um colre prova de fogo.
Sexta-feira, 1 de Maio
Agente Pinto
O cDiario* de amacba dar es pormeoo-
res.
MARA ADELAIDE LEITE RODRIGUES
i* anoiversarlo
Mara Amalia Fej Ley e Virginia Olympia
Olas Fwj, m de soa i-jola raoa amisa Mana Atelaide Leite
Rodrigues, e convidara aos seus prenles e
amigos e aos da finada, p ra as-istirem a rs'.e
acto de cndale na matriz da Boa-Vista, as 8
boras da manta do lia 29 do crente. Ante-
cipam detde ja sen agratcimeutos.
t
Agente Britto
5. Leilo
grande sitio
do illustre cida
CBAiGFLRS REUNS
Companhia Franceza
Licha regular entre o Havre, Liabc,
Pemambuce, Macei, tuia, Kio de
Jaca re e Santos.
OVAPOR
Entre Rios
Commandante Conan
E' esperado da Europa at o
Oa 3 e Maio, e segair de-
DOis da ni cese aria demor*'-^Bra
De 1 boa casa e
O agente a m a maDuaju
dao Dr. juiz de oireitu a crphScs e a requer-
memo ao r.veni.-iante do espolio do Uado
Paulo de A buqaeqni> Gama, veoier em 'el
lo a casa e sitio n 22 ra do Barao de Ita
marac fregaesia di Graga, i.o EspidQeiro, ten-
do a c sa 2 salas, 1 sal- ta e 4 qu .-tos ir_te cea
cosiuba e 2 qoartos exie'oos, com a frente mu-
rada cum f:ra ni rortao de ftrr-, teodo pd te
as om dos la ios n u-a<*o, com graode sino ar*
borisado e boa cacimba cem exce.lente agoa
potavel.
Sexta-feira, 1.* de Maio
A'S 12 HORAS
na travessa da matriz de Santo Au-
tonio .fi.J.5
k% meio dia
t arre-a*
Babia, Rio de Janeiro e Santas
Rogi-*c S8i Srs. importadores tfe carga palos
vapores desta lint a, qoeiram anresentar den
ro de 6dias, 3 contar do da descarga das ai
varengas quaiquer reclsnagao concernento a vo
lomes qoe por ventera teobam seeside para os
portos do Bal, adm d se podarem dar a tempe
ae providencias necessariaB.
Expirado o reterido praxo a campareis nao te
jespaosabllisa por extravias
Recebe carca: tratar ce o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Commercio9
tiro M':i su 111 m \m\i
Magdalena
Commandante James Pope
E'esperado da
, Europa do d i a
CjSO do correle,
^'''^-ecuindo v.agem
depois^a demora iDdisrensavel para
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Rcducc-So nos pregos das pasaageca
Ida da e volta
A Lisboa Ia classe 20 30
A' Soutsampton V classe 2 52
Camarotes rwarvao.es para os passasre!)"*)
de Pernambuco.
Para carga, passagens, encommendas e d;
ufceiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irmo* & C.
(I. 3pin defiom ieus N. 3
O paquete
facide Mean. Navigalion Cob-
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Liguria
Espera-se do
sol ata o dia 3
de Maio, e se-
guir depois da
emora do cos-
tme para Liverpool, com escala porS. Vicente,
Lisboa, Corona, La Pallice e Piy.cota.
Para carga, pasgeos encommendas e di.
Btci:i a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Boa do Commercio10
1.* andar
ii
AVISOS DIVERSOS
- Veooe-se am sitio de coqueiros aas Cor
coraDas, jonio a Poatezinba, com uuis ae mil
pos de ccqaeiros e ierras para plantar outros
tantos e uito boas trras para plaotacao, a
l-aiar ao Recife, rna do Liramenlo n. 21.
. ASEMIRO JOS' DA SILVA
CVCifiro Kernandea C, isado recabide :>;
Portugal a acucia de baver alii fallec-Jo o tea
amigo e ex-soto. Casemlro Jos dt Silva, man-
Ld;.in rezar missas pelo repooso eterno do boa-
do, no da 1* de Malo 7* da de sen pasaamento,
na igre]a da Ordem 3a de S. Francisco, As 8
doras da caoba, e convidara aos seus migos
e sos do loado para assiillrem esee acto,
agradecendo o sea comparecimento.
,.., ferueo-ee uita ptora ue DiilDanie oe ta
macho grande, no sabbado, emre a capella do
Ho^pi'al Portogues e as roas : Co'ovello. Glo
ris, Cata de (japibarlbe, Imperatrii e Sebo
qotm a t'var achado qu-ra entrgala na roa
Pedro Alonso n. 82. qoe ser generosamente
gratiBcado.
O Arara e&ia na pon-
ta e precisa de um ca;
xeiro-
Ao commercio e ao publico
Loiza Beserra Torres Gallirdo e sen irmSo
LoarenQo Beserra Cavalcante, commuaicara so
commercio deeta prsja, e ao publico em geral,
qce teem o'gaoisado ama socicrta :e soba razao
de Viuva Tor.es ce i.-u 5.\ para a contionacio
do negocio delxa.o pelo seo fallecido espo-o
Joaquim Pedro Torres Gallindo, Cano a nova
Hrma de ; cate do aciivoe respoosa\el pelo pas-
8lvo da casa.
Povoaeo de Pregonas, 23 de Abril de 1896.
Viuva Torres & Irm8.'.
Lavadeira e engommadeira
Prerisa-se de orna sua oara lavar e eosem-
roar para cusa de dn;s pessoas, a tratar oa ra.
da Sat la Cruz o. 70.
Cosinheiro ou cGsinheira
Prectsa ee de uro brm coslubeiro ou de orna
boa cosiobeirs. na roa eo BemOca n. 18. na
Passacem da Magdalena.
Amas
QPrecisa-SP de orna para cesiobar e ootra
para servir roa do ..ragao o. II, casa de pe-
quea familia.
C avallo
Veode-se um cavado resso pedrs, bom an
dador: ver e tratar ra do Betica o. 6,
Magdalen?, mercearia do Looreiro.
Hotel
Vende-se o da ra Duque de Caziaa
n. 26, bastante afreguesado, garantin-
do-se a casa.
BERNARDINO PEREIRA RAMOS
Narczo Gon^alves de Azevedo Ramos, sua
mulher e filar, agradecen) cordialmeB:e a to
to- que acompanbaram ao cemerio publico es
restos mortaes de teo sempre lembrado sogro.
pai e av, Bernardto Pereira Ramos, e de novo
os convidara rara asa.sur s missas qoe serao
celebradas oa malr z ce S. ot, as 8 boras da
macha co dia 30 do correte, 7* do sen fallec-
ment; telo que ant.iipsm o sen recoobeci-
roeoto, sos qee comparecerem a este acto de
rellgiSo e candade.
t
CASEM1RO JOS' DA SILVA
Aurelio d> a Santos Coimbra, Maria Coirabra,
Ame.-.ru Coiccbra, Alberici Coimbra e Salva ir
Felicio dos Saotcfl e sea molEer, Manoel Au-
c^tj RodriKues Te seirs e sua mulbe.-, aneen-
tes, teado recebido a Infausta noticia de ter
fallecido im Lt.-idi seu i-nn'.-ado, oho Casemire Jos da Silva, convidara a seos
paren.n< e amigos e os do Gnado, para assiet -
rem s missas que per sua alma mandara cele-
brar na if reja da Ordem 3a de S. Fraucisco as
8 horas da ma; ba do da 1* de Maie. sexta-
fel-a. pelo qoe aoiccipam s*-os a(?raecirxen:os.
ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
Saisa, caroba inenac-Cura to.
das aB molestias d i pelle, rhfumiitlsmos agu-
dos ou chronicos, todas as affeccOes de o igem
syphilitica, escrfulas, ulceras, bobas dartliros
e empinen s.
i-llulas de velamina- 'onibntera as
prisoes do ventre as eochaquecas e sao d;pu
rativas e reguladoras
Elixir de imberibinaRestabelece
os dyspeptics, facilita as digestOes e promove
a defeca cao.
v ilio l t.imanaz ferruginoso
quinado-Para os ehloro'dnemicos, debela a
poemia intertropical, recoostitue os bydropi.
eos, beriberico* e convalescentes.
Xarope de flor de arueira e ma-
tambaMuito recorcmendado na bronebite,
na heraoptisa e as tusses agudas ou ebroai.
cas, na influenza e asthma.
Xarope de mulung c flores de
laraatgeiras -contra nsomoias, oavrosa
cardiaca, hysleri-mos, clicas hepticas, tos
ees nervosas, asibma, coqueluche e convulsOes
das enancas.
Yinlio de cacao, prplona e laete
phospliato de cal quinadaContra o
racbtlismo das cianeas, desenvolvendo'as,
reanimando o organism faz recuperar as
forgaa perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e outros preparados do illuslre clnico
continuara a ser fabricados somante no sen
afamado Laboratorio ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as mitacSes
Vendemse na* l'hannacias e Drogaras
desle Estado e no deposito geral ao Largo da
Companhia i'ero:imbucana n. ,l- andar, es
criptorio da Jo Mutumbo.
Y
T7ende-se
Uaia casa no Arraial, travessa do Costa,
com sitio, agoa e iardim. a trslsr i ra i* de
Macn. 20. ____---------
I!
'ti
S BsT
SE'
K^
K-^
Precisa-ce de
Florentina n. 8
Ama
ama ama a tratar na ra da
Cosinheira e criado
Precna-se de urna pira casa de pocca fami-
lia, e de um criado, a ra da Gloria n. 37.
Ama
Precita-so de urea ama para andar com ama
srianca, roa de S. Beotu o. 6. Olioda______
Impoitante refinacao
Vende te ama a tratar na roa PaollBO Catea-
ra n. 44.
a
a
s
T3
te te
8.
o
o
o-
lili
5w
a
i-S
tes
9 QD
a es
x g
o"i? -.
o 05
O O A
* > 3
I i i
Zm c
I 2.
0 n
r-.
-4 2.
~ 2 *
a.
o 5
Vende-se
Uma rrobilia de juoco cempletameote Dova,
um guarda roopa, em goarda-comida, rxeia
dosia de cadeiras de junco, orna misa de jan-
ar e mais alguna obiectos para cara de fami-
lia, a tratar na roa do Jardlm 0. S.
Vinhos finos de Genipapo
e de Caj
EM QUINTOS E DECIMOS
Vende a pr^os resumidos,Jofto Feoan
des de Almeida,travessa da Madre de Deas,
21. Recite._______________________-__
Vende-se
Urna taverna sita rra Vidal de Negreiroa
o. SI, a tratar oa mssma.
BUS
Precisa-ae de duas, sendo ama para cosiubar
e outra para eogommar, a tratar na 'ravesea da
Veotora 0. 7, Capongs. ____
= O abuxo assigoado e sua familia, segoio-
Jo para a Europa no vapor francez iCOili.
despedem se de lodosos seas amigos, pedilo
aesculaas de nao o faxer pessoalmente, off-re-
cendo os se s oimiootos prestimos em quai-
quer parte qoe re achem.
Recife, 28 de Abril de 1896.
Lois branles de Figueiredo.
& QD
Si
c.
1 5-'
51;
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S-B
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of-o"
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. a '
as
2 Zea
B tS2.
= ^
i So
Si
0 >S
BD.
ra-
Cosinheiro e criado
Precisa-ce em Olinda, chalet n. (0. do pooto
de narad en'r o Cxrn.n e Vamnnii'O.
Arrenda-se
O trapiche Moutinho contiguo ao da Ccmna-
nbia, a tratar na roa Ma.-qoez de Olioda o. 22,
rmaiero de fazendas
Piecuase da urna engommadeira para
roupa de eenbora, a tratar na Serrara Peinam-
hacaos, caes do Cipibiribe o. 30.
Precisa ee de um perito uadelrc, a tratar
na liba, em Caxanga, com J s Mara glle.
Liquida^ao de vinhos
(A LlriHEIRO;
Viobo de (empapo e caj a 35/1000 o baril
de K*. A elle antes qne se acabe, roa da Madre
de Daos o. 10.
Modista
Maria Jos SlmOes teodo ee modado da roa
Barao da Victoria o. 40, previne as eoas ami-
gas o freguesas, e offrrece-lbes a bus casa na
ruadas Flores d. 19 '
PuvgatVvo 3u\\en
CONFEITO VGrAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRISO DE VENTRE
Appbovado pela Junta centkal de Hygiene pdbuca do Bbazil
Este laxante, exclusivamente vegetal, admiravel contra affetedes
do estomago e do figado, ictericia, hile. Sua accao rpida e
benfica as enxaquecas, na inchacOes do centre, provenientes de
inflammaco intestinal, porque nao irrita os org5os abdominaes.
O Purgativo alien resolveu o difficil problema de purgar as creancas
que n5o acceitam purgativo algn.
Deposito em Pars 8, ma Vivicinc, e as prineipaes Pharmacias e Drogaras
DE
nicos agentes noN>rte do Brazi!
PRALLE k C
59 -RA BARA DA VICTORIA -59
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAi
de DEFRESNE
nsmtSMwhae de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Paris
A Pancreatina emprsgada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso 1
I digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir el
tornar assimilaveis n5o srnente a carne e os corpos gordurosos, mast
tambem o pao, o amido e as fculas. fcsj
Quaiquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, -ilteracao, ou",|
I ausencia de sueco gstrico, inflammaco, ou ulceracoes do estomago, ou*"
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-j
Imida, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescrptr.s|
[pelos mdicos contra as seguintes affecgSes:
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
Falta de appetite. f Anemia.
Ms digestes. i Diarrhea.
Vmitos. i Dy3enteria.
Flatulencia estoraaoal.j Gastrites.
Somnolencia depois:; comer, evomitosqaeacompanham a gravidez
PANCREATINA EFRESME em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da cuunaa.
Em casa ii DEFRESNE autor da Peptona, PARS, 3 em todas as Pharmsasl
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN k MARTNEZ
NEW-YOBK
Livre de Exploso, Fumaba e Me
Cheiro A' vendo em todos os arma-
zens de secos c molbados
m
DESCOBERTA O
EL1XR M. MKATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphis.
Elle cura o rheumatism^.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR\TO, pro
pagado por
XX GAJBXaOS
DEPOSITO EM PERN\MBl]CO
A COMPANHIA DB DB GAS E PBJOCTS GBIM
Ra Mrquez de Oliuda 24



-IV
;
Dli*rlo de Peraambtic* Qnarta-feira de Abril de I99G
M
Companhia Exploradora
de Pin ductos Calca
reos.
Cal Virgem He Jaguaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do aaencar vende-se na
Companhia Explora" ora -Je Producto
Calcreos o Ohw Acollo r> 7
Ourives 0c-
culista
T-FODOBO JOWRaMOS DE ELl
, DI ru
Laranperas o. *, j reguesea e ><
reapeti el pol ". leema <>':. Ir>c,?e' 1 bi
iKd \h 1 cao ier trsDali'i
, crav (,-0'
iars briiban ibw, mnefi
o,
1 1 ireitl, < ocear
1 ue> qoaiyue-
: os.
a n. )
Ferro em chapas Best
Best
Vender na Duqu
de axib d. 91, com gra-
de abafamente do pre^odo
mercado
Limmm czias
DE
CampoH & C
N. 35-RCa DUQUE DE CaXaS-N.35
Err Ireo 'lo Diario
Ca prorMetariOH deetr bem menudo ealab*
lecoseclo p'tvitcr ao res* e ttt vp1 ocbllco qo-
pare: bem servir a-s 'ios tregeles te^m no re-
feri-:.". e t-.bdecimtnto om espleoduo e varia-
do p-eiae e i core
o QM ca oe mairior en 18. fiaa 'oses padrflea, a per pi.-o? ragdr.tl>.
Panero bonf ariigtan, pe. qoe se joIk"''
babtlitadoi a tatiefaier >'"m tooi (tor-to, eemer-
a pereifo ao frtgoet miaex'|zfr <
Ha meems aifai arla ali-.tfam-^e casacas,
etc.________________________________________
Liquidagao
A leja Pars n.lmerica tea-
do de liquidar diversa* ffa-
iendM de modas chama ai
(entilo de ueus fregueses paro
pandes abaalsseatasde pre
ees.
Boa do B. d Victoria i
Pernambuco
Sortin ento completo da
madeiras de Pinte, o<
Senaria Nacional de CJi-
maco da Silva g no Caes da
Regenen cao n. 24,
"TJOlOS"
Na Fabrica de Teci-
dos em Camarag.be, ou
ra do Conimercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dadeproprio ara con-
struccao.___________
MOSAICO*
Vende-se ni ra do Commereio n. 34
Fornece se catalogo
Dentes
Termina a I crrivel dor de dentes nsac
do oexcellente preparado de Manoe
Cerdoso Jnior.
As cartas que lhe tena sido dirigid-
pelos jornaes de maior circulacao, att
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel daSil-
Ta & C., ra do Marques de Olinde
n. 23, _
Pharmacia Martina, roa Duque o<
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita d<
Roaarion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra i i
',. ao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
g do Rosario n. 13.
Piano
Vende-?e ora novo a roa
a. 16
Bario da Victoria
Compadre
Doenea* do Estmago, nlta Oe VorQmm,
Anemia-., Fehrem, etc.
****;& i
O ME8MO
ERBUGIHOSO r~
***5SfgJ
____ EJ1'" I
iiTim QStlovosia, Pobresa do Sangtra, Debilidad*. **.
Lytnpbatisnw, Escrfula, AtnoUtcimento da 0sos,t.".....'" J
O ME8MO
(teto. M ** Bar Dnt Tlrmtlm
PHOSPHUDD
NO VOS MOOEjOS
^FWVl4?l4.o|l^
1^^ LEGRAND
PARIZ //, Place de la Maeleine, II PARIZ
ORIZA
Oleo Sapenor-
;;:o^ x.po^ ^:2>s
P6s de flores sclido mandar-se ha o Catalogo illvist.ra.eio.
A AGUA DE COLONEA
INGLEZA DE ATKENSON
J verdadeiramente a meUior que neja fabricada
f mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que a de qualidade allemS.
ftnir-se inlcamenle fla lie ATKINSON | Acautelarse das/acages emitacoes
A verdadeira teiu como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escude, e a
Marca de Fabrica White Roso.
A LOQflO coa QUININA de ATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabclladura.
Sa SSI U todo. o. I*rlomroi do Ttbtamm. 3 A E. A.TKINSON. 24. Od Bond Street. LONDRES
ATRIDIGESTINE
Granulada DALLOZ
o medicamento por excellencia para as supramen-
DYSPEPSIAS REBELDES,
GASTRO-ENTERITES CHRONICAS,
6 AST ALGIAS,
NBVROSES do ESTOMAGO,
DILA TACAO ESTOMACAL, 9 ciDnadas indicad-oes na dose de 2 colheradaa(das para ci>
CANCRO do ESTOMAGO. \ antes ou depois de cada refeico.
PARS J DA-UIjOZ. 13. boutevard de la Chapelle. _nn^-
Em PERNAMBUCO COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHntICO*
Terreno a venda
Vende Be cm le-reno no Arratsl rea da
Harmoii, coro 100 palcos de freLle e 3iO e
fondea, com tlice'Ce para urc ca-a, tem di?er
ees ar . na caaa junto, o. 13._________^_______
! Egenho venda e m Ala-
goas
Vende-se o eogenno Doia I naos, movido i
vapor, de fe r$i de lOcbVallos. caldeira m* IU
inbolar de 20, cero dois aseeoiameios, ptimo?
terrenos para caiinaa e cem proporf s D^ra
mais de 4,0t0 pfiea. dqa8 deaiiU fiOes para
egnorttnte e alcooi.amiasbcm aoctadr:. casa
' de pergar para 400 pSea ruis de 200 'jrmaa
de msoeira e ferro, ca^a de b8R?co, di'a de
| ivtnda e mais tres para emprfgadoa, Do a, ca-
{ vallcp, carro* e carregaa.
! o referido eoppnho lea. moi'a agoaecom-
; boEllvl e tira cu orna znna n uUo apropriada
: a' para collocar-se rjma oz na, pendo qoe Oca
i cargem da e=irr:.a n. frro e jS lem dtsvic
i na porteira do engeDhc
Para melborea inforaaea o prtei denles
(dirijam-se aoSr. J Cast.dio Looreiro, Mag-
dalena, roa do BemBca d. ... oo em Macelo.
. ra Praga da hatrii n- 71.
CAPSULAS AZYMAS E. GORUN
OBRtUAS
TWTA8 aSTA*
h uoast
CtiU Vmm.** Pr
}SW UMBi:OleoiFlsk4*9aVcalkae,Oleoi*nicino,
Balsama da opahlba, Opiato. *!cii-^, ata.
roces oa medicamentos em p
isr na. H, na Si lua*, aa Pnrim. Sa Hxnmbato: PaaiT"
d APIOLo- JORETe HOMOLLE
HOSTIA-
Fmea A*vmm
pan Fbtrutriu
EOBZiaa
Mil
Aluga-se
O 2* andar do piedlo n. 146 eito roa Coro
oel S-PBona, com i.ccomn.cd jOes para gran-
de familia e leu: agna tucarjsda : tratar ro
de 8. G ncalo n. 29.
Grande Liquidado
NA
LOJA DO POVO
Lindre crteB de cachemira de 60)5000 a 3CJ00P.
Sarja preia e tiol para roupa de hemem f-zanda de 850CO 4O0O
ra. o (ovado.
Cretoooa eecoros a 240 res o oovad?. .
Ditas claras a 320 o covado. .
Ditoa ciares fracc^zes moito largas a 500 reis o covado.
L'neiohBs para vestido lindos padrees a b20 reis < covado.
Casineta fina para renpa de faomem e menino a 500 res.
Crotones para cobarta com um metro de largara a 700 e covdi>.
Co'chSes iraccezes para cama a 150C0 um.
Colchas brancas de foat&o a 55000 urna.
Ditas brancas de icstSo para cama do caa' a 860CO urna.
Cortinados de crochet a 125000 o par.
Lin-ias cachemires com 2 largaras para vestido a 13200 o covodo.
Camisas braceas da lmho para homem coro peoneno defeito 7050CO a doria#
Atoa.hados bordsdos para mesa o 3SC00 metro.
Hetim preto e cor de ron a l^OO o ce .biccha.
Meneos pretcs, lisos e lavrtdoe a IR. !, io.
Lineo cro> 2 lergoraa a 5C0 reis o covado.
MtdapoiSo arxericoro com 24 jardas a 120C0 a p6(-a.
Crtrots de IS a 800 o covado,
Flar.ellas para camisaa o para vestido a 400 reis o covado.
Brilhant ina brauca bordado com I;airas esuta a 600 o covado.
Camisas de fLrel'a Lygiemcas a fiCiJOOO a d< zia
Espartilhos couiaca a 8$000 um para acxbar.
Ch.-raalot preto de sed pare, vertido a ;|-00 o eovado,
Redes graudes de. Bibi^ a 30)1600, 25)5000 o 30 a-
E mutos ourot artigos que 1 qaidamos por me
tade do eu valor.
So na ra n. de Mart^o n. 19.
Carneiro da Cwiha & Sohrnho
regulariza
a MENSTRUAQO
F.AL TA itAPPETITE.OBS TUCQA O, ENXAQUECA
TOSSE
CAPSULAS COGNET
Bronchites
Larjrngites
SAO INFALLIVBLMEXTB
Catarrhos
Constipaco
USADOS PELAS
Bicos incandet-centes
Patent HELIO8
nico representante
A. O- Coiinbra
19 Ba Ilarflo da Vietoria 19
_____________ic ANDAR._____________
Bichas de Haiubitrgo
Vende-se em grandes e peqoenes
porches, applica-ee ventosas Beccas : a
ratar na ra das Laranceiras n. 16.
Madeiras de construccao e
n ateiiaes para edifica^ao
A Companbia Exploradora de Productos Cal
careos, vende em sen armaxem oo caes do ape-
lo n. 73:
Madeiras para construccao.
Cal branca de goaribe.
Cal preta.
Cal virge-m para assncar mon s
Tijollcs de ladrllbo e com
Tijcllc8 refractarios.
pras de caniaria cara ecleiras, etc.
3l

C3 mais poderoso remedio contra aa
MOLESTIAS do PEITO
PA.RI8, 43, R da Stlutoag: PARS, i TODAS AS phabmacia.
awtant,'ii
AVISO ^CONHECEDORES
DE
Exja-SB em cada lata
Marca de fabrica abaixo
Para tazer
6 preciso
Boa Cosinha
Boa Manteig-a
USAI, POIS, A
DE
k MARQUE DE FAB
DP0SE
de
Frres
em. VALO.&NES (Franca)
A MAI8 IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de acido Brico, margar/na,
Azeite e qualquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Eipoaiqao Univeral de Pariz 1889.
de Fi
Compadre voc diga-me onde compra gene-
ro s para sot despensa ?
En lbe digo :
Ha mnito snnoa qoe compro em um arma-
rero. e nao roe consta que nlogU6m seja mais
bem servido em outra parte; compro alli, pe
qoe en^mtro o que preciso, don a nota e man-
dam-me ludo a roen gosto, j v nesta condi-
cio e'tiu aatifeito.
Em nrecos nao ba qnem venda mais bartto
e todos os genero* Bao de primetra qualidade ;
a Loa manteiga. o bom cb, o bom qoaijo de
diversas qualidades, o bom vlnbo de mesa da
tefr na Estalla, o bom vinho do Porto da
mai- baixa mais alta qualidade, os bons lico-
res o bom champagne, finalmente tudo qoanio
node desejar para orna boa despensa.
E teem tambero um completo sortimento de
obra de vime, como seiam cestas para com-
pras, balaios para papel, roupairos, tiercas
""obriSfStpadpe pelo qoe me diz, po-qoe
a vida est muito cara; vou mandar comprr o
qoe precisar nesse armssem.
Po.s mande comprar que ba de Gcar satis-
tiito.
Olbe o arjtlgo armaiem de
Poesis Medes C
RA E8TR1TA 00 R08R10 (CHT0 A'
IGREJA)
Sel onde 6 compadre
* ANEMIA-CHL0R0SE
O FERRO
BRAYAIS
Experime lU'lo pelos prinwirot mdicos do B'-ndo,
passa imiiedutamenle na Economia sem owaoonar
l fncoinniodos. Reslilue ao sangiie a sna cor. recons-
I Utmndo-c e dando-lhe o vigor necessario.
Deseo ifir-se das lmita(6e e Faliifieacdes.
tildes m lUoio ti Paris.40 a 42.Rue St-Laz^re
K EH TODAS AS PSUUUOUS
Regulador aa Marinha
Neste bem montado eatabelecimento
de relojoaiia enoontra-se o maior sorti-
mento de relogios de toda a classe o qoe
ha de mai i lindo e apurado gosto ; instru-
mentos a> eoireDbaria, machinas photo
grspbicas ob)ectos para dentistas, oan-
ves e relcjoeiros, ceixss de mesiea, pho-
nograpbos, ebieotes eleotrioos e'c. eo.
Ainamais: om bem montado itelier
para concert de relogios de a'g'beira,
parada, brres, obronoDetos, joias gal-
vanismo (i quslqoer irstrumento tendente
a arta meebanioa.
Boa Larga do Rosario ns. 0 e 11, ou
Pateo do Paraso.
A. J. O Aran jo A O.
GRANULADO &%
rCf FRAUDIN VI
Pharmaceutico. PARS Boulognt
Adoptado pelo corpo medical para assegorar
1 caricSo das Dotaras io estomago.
Dyspepsia, Flatuosidades,
Diarrheas dos paites puentes, etc.
Preoentioo da Febn Amarilla.
Depositarios no PERNAH8UC0
C" de Droga e PrerJ" Gnia"
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66. por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.
Cal ffranea e % ir
geni
de fagrnarlbe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa a os
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu ariiazem do
Caes do Apollo d. 73
Fabricio de Albuquerque
Cardoz3
Pela quarta vez pede te ao dito senbor do
eogeubo Candi Granae, comarca do Rto For-
moso, de vir com urgencia saiisfaier o gen
debito a ra Uarqoes de Olioda o. 21, armazem
(i fatendas.
ptima acquisic,ao
A nf^ dos aniroaes Galle, e Maurlty, que de-
via correr ero 29 desie mes rom a ultima lote-
ra do E udo. e 13 coi-tos, Rea, por forca
craior transferida para Malo e reallsar se-ba
imn-eienvelneule com a ultima lotera de 12
conlos do dito mei.
Magnifica a equis c,ao
Um cavainnro q.e e reura paa Europa,
com ao familia, or- no objectos da eoa
casa, bem momada de um indo qoaoto neces-
sario a ama (omllia : quem o'eteader dirija se
a rna 15 d Nc- m --o n 40, que achara com
quem tratar. Ra caso de po er se fajer neg-
co, esrante-e *< rh.-v* rfo nrt>r.
tyend&se
Urna boa pr ped de qnasl loda coberla de
maitae, coro casa de monr, coutiaua ao c^-caoo do *neiib'; Ertre Ros,
sendo as terre, em te ai, roaeoiflcas para
ulantaces de sana a t s-ar na Mercearis Ab-
drade, em Jahoaiio
Distilla or
Preciaa-ss a uro i-ouu disilsdor, a tratar D"
fabrica oiao, em JaooatSo.
I
m rOlE
m*
tu OUIN
ktlMOl
I BBD!
Z\
OleOieFigadOieBacalhao
DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e cotn Casca
de iMranja amarga.
II igMi
Quaado se trata de curar as
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATiSIMO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dao sempro, sem hesitar, a preferencia so OLEO de FIGADO
de BACALHO do D' DCOTJX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tem mo posto qual*
quer e que a sua composiijao o faz eminentemente tnico e corroborante.
Deposito geral: 7, Boulevard Denain, em FABZS
Acha-se pan Tender em todas as Pharmacias e Drogaras acreditadas do Universo.
Do seo n liar-no dan Fitlsiflonoe* e Iinitaoion.
PARA
RECONSTITUIR O ORGANISMO ARRUINADO POR
NATUREZA DO CLIMA FEBRES
CHLOROSE POBREZA do SANGUE
FLUXO BRANCO
do
Doutor
DEB LID ADE, etc.
DI2
%^^^ QX7X3VL COCA.
EXTRACTO de CARNE EYPOPiIOSPHlTO
O VINHO JOHANNO tem por base vinho de MARSALA
dos PRINCIPES
Kaa prinepea pharmacias. PARIZ, Itae Lafayette, IBS
OS EXCELLENTES PRODUCTOS
DAt^maria
ORIZA-OIL
ESS-0RIZA
0RIZA-P0WDER
Apresentam-se aos consumidores sob
um aspecto novo. Esta mndifcaco se
fez para permitlir aos amadores e apre-
ciadores da
pERFU/VIARIA ORIZA
de reconhecer os productos GEMKOS.
Outrot annunciot n'este diario dio o tac
ilmil das novas caninhat e frasees.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
PARS
^Jrtn pedido aaaiar-B-h i Gatalotj iilsstrafl..
CHLOROSIS. ANEMIA.
HEMOGLOBINURIA.
Anemia aps de
HemoiThagias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
i o medicamento por excellencia para aa su-
pramendonadas indlcaoSes na dose de i 2 oo-
IneradM (daa para cal) antes de cada reeicko.
PUU3 : 4. DALLOZ, 13. kMlmrt di li CkwDi.
u. gwiim.- o a> tmm t momcTM ama
~i*
O IflORRHOi
creosotado **
de CHAPOTEAUT
0 M0RRH0L CREOSOTADO con-
tm os principios activos de creosoto
de faia. E' um naicrobicida poderoso e
coastitde o remedio mais efficaz contra
as Bronchites e Catarros rebelde', a
Tsica laryngeana, a conswnpcao e
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
0 em todas as Pharmacias^JJ
Representares
Commissoes
62-RA CO BOffl JESUS--62
:
vrm,
o/- > -m
AVENIDA PALACE
O maior HOTEL, o mais confortable e na
melhor gltuaco de Lisboa.
Ao p da Esuc&o Central, rista magnifica.
Aposentos com sali e sala para banbos. Co-
onha frincea. Vinhog snpcriorps. Ascensor.
LISBOA
Todas as quarautenas so sapprum para OS
navios procedentes do Btax.
De Lisboa para Pan.
Sul-Erpress (Trem de Laxo).
Partidas: 2 vne-i vor semana. Traiito
'W-.


-
-
-
I

i
i minm
IJUKH



9
Diario d Pernatnbneo > Quarta-feira 99 Abril di* de 1*96
sabao russo
IA1UVIL2QSA SSSSSCI4 PSEPiBAJAPCS
Appiovada pela E;;m. Junta de Higiene d<. Capital
Federal
Innmeros certificados de mdicos d eticctjB e de peseoas de todo crite-
rio attestam e prcconuanao
Sabo russo para curar queimaduras
NevralgiasFspinhas-
ConlusoesDores rheumalicas.
DarthrosDores de cabera.
EmpigensFerimenlos.
CaspasV anos==Sardas=Chagas Rugas.
Erupc5es cu'aneas e mordeduras de insectos venenosos etc. etc.
A nica e melh r AGUA DS TOILLE1', reunindo em si todas as pro-
riedades das mais afamadas
Venuem as principaes pharmacias
e catas de perf marias em Pfrnambuco.
Deposito pharmacia dos Pobres.
Jos de Azevedo Milla db Silva
Ra Larga do Rosario d. 28
O
CO
UJ
cu
li.
C/>
O
Q
<
UJ
Q
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE BACALHAO
DE
LANMAN E KEMP
RECOMENDADO
por distincto; Poutores que
Dke dio a preferencia, o re-
eeitam cada dia pan todas
as doencas Pulmonares. Es-
crfulas, ele, e o consideran!
o mais puro e rico em
PODER MEDICINA!
QUE SE APRESEN7A
AO PUBLICO
O
O)
#
E MAIORES
O
o
en
A TOSSE E
P3IT0RAL
DE
AUACAHUITA
#
preparado ron
LAN VAN E KEMP
NEW YORK
0 BALSAMO MAIS EFF1CAZ
PROOUi CURAS ADMIRAVEIS E TEM
TRIUMPHAOO E MUITO CASO O
IHTMIS4CA INCIPIENTI.
W
MOSQITEIROS
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
manhos.
COMPLETO
e variado sorti-
mento de tape-
tes
Justa ccn c al-
catifas
para forro de
salla.
56 e5S ra Duque de axas
XelephoneB 210
3P A.>^ 3CX QXTXDOl A.DR.
para viagem, de
todos os tama-
nhos e qualida-
des.
INFALLIVEL
JW
im
a\m m\ m mips nu
FUMANTES
A r mu: a a a casa em pebmmbuco iveste genero
Roa Mrquez de OHitda n. 1
( ANTIGA DA CADE1A )
Chorotos de Hsvsna do primeiro fabricante, caixss t 1|4
dem dos primeirce fabricantes da Babia.
Furco estrangeiros enlatarlo! e em pacotei.
dem nacionaes eulatedos e pacote?.
Cigarros de H.vsna,
dem ing ezes.
dem nacionaea oom fumo? etcolhidcs a capriebo. '
Grande e vanado sortimento de cachimbos de espuma com amb*r eom estojo,
dem de madeira em mbar com estje.
Ponteiras fi .issim-s do mbar de priaieira qualiade, grandes e peouenas.
Grande sortimento de carteirsa da todos os tamanha, de boleas p*ra tumos e
cigarro?, papel de seda de tu. as as quahdad6i.
VENDE-SE tM GROSSO E A RETALHO
ivxoDaoexDaA. & gqxwxjp _,
rUNQlCAO GURAS.
ALLANPATBRSONS
44--PMT50 BAMO DO TB1UMPH0-44
8| a 4
Ca8emiras pret;s e de cores de
covado.
Sarja preta fina, pura la a 5$5C0 idem.
Morim finissimo com 24jerdas de 158 i
1C0 a peya.
Dito francez de 12(5 a 83 ^em.
Dito para -noiva 38500, 4S e 45500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o cova> o.
Algodos'nho T muito largo de 128 a 85
a peca
Merino pret, pura U de 20500 a I54O0
o covado.
Crepons de cores, pura l, de 28:'~0 a
18500 o cavado.
Cambraiaa brancas, rendadas a 00
700 re. o covado.
Merino P do b 'le, blanco e de c n -
v dad- a 500 rs. o covado.
Foulardine lindos deaenLo* de 800y 50 '.
Surbatsude s da, todas *8 cores ;_ '500
oMAf^EQUINS
americanos para
todos os corpoa.
COMPLETO
sortimento de
m petes de alca-
tifas e^elludo
PARA
SO'.'A' E PORTAS
GRANDE
^5
CAPACHOS
decoco de todo
os tamanlioh
com ioscricoes e lie o
e 28 o c vado.
Cachemira infestada destas e qu dnps
MALLAS de 2*500 a 500.
Meias cruaa, inglezas para honnm de
128 a 68 a du/ia.
Cam-sas para homem de 808 a'48iJ.
Atoalhado branco adamascado par
de 48 a 2>500.
Guardauapos branco adamascado de t 8 a
3P00O.'-
Completo sortimento de sedas branca*, capaila3, col
chas e fronhas tu do para cysameato.
Damasco, pellucia e reps proprios p^ra esiosteiro~
e cortinas.
Urna grande quantidade de retalhos de
chitas, eretones, cambraias e setinetaque se
vende por barato preco.
LOJA D\S ESTRELLAS
56e58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimpnto de primeira oidem.
. Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais higini-
cos da cidade do Recife
A'commodacoes magnificas, todas com janelUs para a ra.
Esplendas sala de refeicoe, a mai r e mais arej'da nesta capital
A cosinha achante a cargo de dois peritos eosinheiros, sendo um francei
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos eBppciali.-tas na AT-
te culinaria
Os proprietarios d'este grsmdee luxuoso sstabelecimentu tendo a certeza
deque com os elementos que cima. offere-se acha-t-e habilitado a satisfazer aoi
mais diHceia dos appetitfs e bota-o ae^ despor do publico oflerecendo-se para pre;
parar banquetes, jautares etc., dentro ou fra do mesmo estr.beleciment.
HUECOS RASOAVE1S
SE a HUSOS IDICIIS
Para as Creancas.
Tenho feito uso constante do seu preparado Emulsao
de Scott com grande aproveitamento para as cranlas
e pessoas com estomago delicado, cujo estado de saade,
necessita o uso do oleo de figado de bacalhau. O seu preparado
excellente. Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Presidente do Conselho
:ipal aa i^iaoe ao Kio uranae. leie^aao ae nvtriene puniica. Ex-interaodo Hospi-
tal de Misericordia, do Hospicio de Pedro II e da Casa de Sonde Calta Preta no Kio d
Tnspector de Saude do Porto do Estado do .Rio Grande do Sul. F..
Municipal da Cidade do Rio Grande. lcle^ado de Hytriene publica. Ex-in'ernodo Hosp^i-
CAPPAR1NA
ESPECIFICO CUSATIVO E P3STEHT70 EAEK7SIFELA
H
ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Hygiene
A CAPPAF1NA, prodacto flora Draxil -ira om remeoio de tlleito prodigioso nSo 6 pa.
ra a rora da Ervs pela como para prevetir o seo rpupiareclmPDlo.
A CAPPARINA. aloa dtUs prcprjpdaiee pri(idi>, i"m vsntafrers sobre os denma reme-
dies arooceita-O at aoje p%rs o mesmo flr/;. a de evitar a fo-xacao di n mo:i> moiio Ireqneo.
'es i a B'VJipeli", como ambem de iboiar a iipffo-roa'.ao dai diversas p^tea do corpo, lies co.
xo : es b-agos as peros?, os escretoa, xolef.a c. onecida sobre o utme de Uepnantiases
Eryeipela b'aors.
A CAPPARIN* de igoal pf-tiu para mrar a Lya ph*u:e. _______1-
N. B.-Cada f acroj accrop^nbado por notrofcot-s e alUsd.- qn.2 sao colrat lanas
as da vtrJadeirn pficatia aetie novo men-Pm-ntn.
CEW)IT
Botica Francesa
Ra do Bom-Jpsus n 22 (snt^ga da Cruz)
PEBNAMBUCO
Macninas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixas tundidas e batidas.
TYJxas batidas sem crava^o.
JPE1T0RAL OATttARINB'NSB
XAROPE DE ANGICO, TLLU" E GOACO
COIIl'OMMjiO I i: It A I I. I V 15 I II A
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposi?oes.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tossej,, brouchites, asthmajisica, coqueluche, rouqu-
dao e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de 0 mil pessoas residentes em.diverso Estados do Brazil, attestam
a efficacia deste grande preparado.
RAULINO HORN ck OL1VEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogirias
DEPO.SITA R.IO NO ESTADO DE PEENAMBUCO
Guimaraes Braga & C.
Ra do Mrquez de Oluda n. 60
mhmsm
8
A MESDIGA DE PAR
POR
27IE3 DE imiSPISJ

^.v~
SEGUNDA PARTE
ROSA E MARA
X
.(Continuaao)
Homem prevident*. Servis Duplat
livera o cuidado de sabe.', com urna ap-
parente ind fiaren9i, qual o palotj que
devia fornecer, das d z hors meii-
noite, aentinelas pgra a guarda do de-
posito.
Es3e paloto compunha-se de soldados
de infantaria, alqatbrados de fadiga, o:-
alagados pela temperatura trrida a que
nao estavam habituados e dormindo em
p, encostados 4 espingarda, durante o
plaitao.
Eram tambem forjados que nao liga-
ran! importancia a cousa alguma e que
pass&vam o tempo conversando sobre os
ltimos combates da -communa.
B.eve essea ele tentos bizarros, for-
mando um conjuncto incoherente, na>
ofFerecoriam garanta alguma de vigi-
\ ancis.
A noite, muito quente, estava profun-
damente escuta. O co, c6r de tinta,
sem la e sem estrellas.
Relmpagos fuziiavam no horizonte,
uns traz outros. Ouvia-ae rugir o mar
quibrando-se de encontr aos re'fes de
mudrporas, ci su:cediam se fortes lufadas
de vento.
Era a estaco d^s tempestades eubitas
e terriveis e das chuvaa torrenciaes.
Comecavain a cahir enormes gottas
d'agua.
Cada sent'nella nao psnsava senao em
abrigar-se coat-a o temporal imminen'e.
Apenas Sarvais Duplat velava, isto ,
apenas elle prestava ouvidos ao menor
rumor, esperando o momento propcio
para a consummacao do seu crime.
Approximeu-se da janella do deposito.
Nao havia g'ade, mas era preciso que-
brar om vidro.
Elle o fez, aproveitando a occasi&o
em que se desencadeava a torueata. O
barulbo do vidro perdeu-se na ventana
que soprava com ruido.
Duplat paBJou o braco na abertura, e
deixando o fuzil fra, subi a p?rede,
escalou a janslla e penetu>u no reducto
que continha milhOea em estado gros-
seiro.
O interior io deposito estava escuro
como breu.
O ex-capitSo 'dos commanistas berou
a parede tacteando, tacteando, e dirigi-
se para o lugir onde elle ee lembrava de
ter visto a ca.'xa desmantelada, cheia de
p de ouro.
Conseguio :hegar a' ah.
A tampa d caixa estava solta ; sem
ruido, elle retiroa-a.
Metiendo, onto, as mos no precioso
p, encheu os bolsos e um saquinho de
estopa que ello trazia ao pescoco, desti-
nado a conter vivere,
la concluir su tarefa criminosa e j
seu corac&o batia de prazar, quando j do deposito, e ameajandj Servis
atraz delle soou, vibrante, esta pala- rewolve-, ordenou :
v,a -. Marcha 1
com o
Lidro !
Sorprehendido em fligrante delicto,
Serv.is deu um pulo, voltou-se para a
janella aberta. e tirou da ciutura urna
faca.
Precau$5o intil.
A' luz de urna lantema levada por um
soldado que fazia parte da ronla ,e que
acabava de o sorprehender, Djplat vio
um sub oficial de infantera de mannha
apontado para elle um rewolver. #
Ladrfto repetio o sub-official.
_ Perd6e-me, gritou Servis, juntan-
do as moB.
O sargento contiauou:
Eu podia te matar 1 Estava n* meu
direito 1 Mas repugna-ms matar um ho-
mem, mesmo da tua qualidbds Deixo
justija o cuidado de tratar-te como
mereces... Sahe do deposito por onde
entraste !
DuplBt, paludo como um defunto,
galgou a janella e cahio pesadamente no
chao.
O sargento de infantera de mannba
segurou o peloB hombros e levantou-o
com urna forca que a Ba colera dupli-
cava.
Tu Ei tu I exclamou em seguida
olhando-o. Tu um proscripto politi-
ce.. Um deportado !... Tu que pare-
cas um simples foroado, um criminoso
de direito commum, tu es mais vil e mais
miseravel qoe todos oj forcados, porque
ronb.s aquillo que estars vigiando I
Acompanha-me !
Nenhuma resistencia era possivel.
Servis sentio-se perdido.
Carvou a c*beca e tomou ama attitu-
de submissa e bypocrita.
O sargento fechou a janella o melhor
O antigo capito de communistas foi
conduzido ao
destacamento.
Com a habitual covardia que o torca-
va muito humilde quando elle nao era
mais forte que o adversarlo, cahio de
joelhos e pedio pard&o.
jO oficial nem sequet lhs respondeu
e deu ordem para que elle fos.-e tranc.-do
solidaments e submettido a urna vigilan-
cia tao rigorosa, quj tornssse impossivel
qualquer evesao.
Nj dia seguinte, sob a guarda dos gen-
darmes da colonia, destacados em Ou-
thache, o m'seravel era transferid) para
a priso de Nouma.
Um mez depois era elle submettido a
Iconselho de guerra, que o condemnava a
dea anuos de trabalhos forcados, o que
representava, segundo o cdigo milita"",
o nvnino da pena incorrida.
. De deportado Servis Duplat descia
coudijSes de transportado e tornava-se
um forjado de direito commum, um nu-
mero de presidio.
Foi enviado para a ilha da Nju oomo
trabalhador de aterros.
Tres annos depois da condemnacao de
Duplat, em 1881, a noticie, to sudosa-
mente esperada, chegou pelo fio do tele*
grapho europeu-australianj aanunciando
a amnista.
A amnista !...
Tdda a colonia estremecen, desde o
littoral do sul ponta de Paaha, no ex-
tremo norte da ilha.
Foi ento que Servis Duplat compre-
hendeu toda a enormidade de seu crime,
Janeiro.
' ~A Emulsao de Scott de oleo de
figado de bacalhau com hypophos-
phitos de cal e soda especialmente
adaptada para as creancas. Os hy-
popnosphitos fortalecem o systema
osseo e a combinagao com o oleo
de figado de bacalhau nao tem rival
para eliminar os germens das escro-
phulas e outras enfermidades para
dar vigor e rebustecer e para pro-
teger os corpos das creancas con-
tra os ataques das numerosas doen-
jas a que a infacia est exposta.
Em todas as epochas da vida a
Dr. Manoel Antonio Affonso Rcis-
Rio Grande do Sul, Brazil.
Emulsao de Scott
produz forgas e carnes. Desterra as impurezas do sangue;
Cicatriza as lesQes pulmonares, j Cura a Phthysica.
4 yenda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitacSes.
^ Scott & Bqwne, Chimic5, New. York;
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHUIMLACEUTV O
TITULADO PSIASSCOLa BSIEEXIICXSA 2 TSAS^A'-IA JA SA2IA
Al'PROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta EmuLo faz expellir completamente em poucas he ras os verme* in-
testmaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo rim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
cranlas sem repugnancia. Em sua composso nao entram substancias mina-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
/' Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve ser
tornada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou -\ai
cm agua adooada.
Preco 1/2 vidro 15000
7 1 28000
Duzia de 1/2 c
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro".
108000
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
31Hua Baroda Victoria31
Depois da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
Eatampas de todas as qualidades. Quedrca. Sanefaa para corticades, can
dieiroa, chamios, pavios, molduras para retratos.
Enoarrega-ae de retrato a craion para o que ha contratado um perito rtist8,a
bastante cenhecido.
Prepara as" qualquer eccommenda com a maior brevidad?.
Sinceridade e nnc/s baratissimos.
Se nao fosse a inepta tentativa do annos de presid) contam-se triplrada-
roubo, elle iria, com todos os proscriptos
amnistiados, para a Franja, voltaria a
Pariz, onde havia de ver as ruinss dos
edificios incendiados que anda nao ti-
nbam-se reconstruido.
Em vez disso, ia ficar em Nova Cale-
official commandante do-jdoniaat se esgotar o ultimo dos seus
que pode, collocou nova sentinella junto j toda a grandeza de aua tolice.
dez annos de trabalh s forcados.
O dasejo da hberdade toraou-se euto
urna febre.
Comecou a pensar em fugir.
Mas evadr-se sem diahe.ro era im-
possivel.
Duplat devia se resignar a esperar,
seno o fim da sua pena, ao meuos urna
occasiao quasi milagrosa trazida pelo
acso.
Tres annos depois da amnista deixava
elle Non.
Nos seis annos decor idos depois da
eua condemnacao, elle dera pravas de
urna submissao exemplar, e, gracia
sua conducta irreprehensivel, obteve al-
gum minoramento pena que o tortu-
rava.
Voltou Nouma, onde o genio mili-
tar trabalhava, afim de reconstruir o
porto, empregando p ra isso grande nu-
mero de forjados.
Canfiaram-lhe um lugar de apontador,
ficando encarregado de vinta homens,
lugar que elle exerceu conscienciosa-
mente.
Nao causaremos aimiraco a ninguem
se dissermos que o trate personagem
envelhecra nos treza anuos de colonia.
Rugas profundas abriam-se-lhe no ros
to, os cabellos tornaram-se quasi br-
eos e o corpo emintgreccra singular-
mente.
Comeyou a nSo esperar mais.
Em 1888, poca da sua libertacSo,
elle teria quarenta e o o annos, mas os
mente; estava gasto, acabado, intil.
E ento, p-usando nisso, dizia elle
com profunda aina'gura :
Melhor seria ficar do que voltar
Franca. Que iria eu fazer ? Collocado
stb a vigilancia da polica, desigear-me-
hao para lugar de residencie um pas
onde ninguem me conhega e onde talvez
m* fdta o trabalho. E' verdade que o
dinbeiro que eu deixei l em Clnmpig-
ny, enterrado uo jardim de Palmyra,
podia :ne servir, mas ,era preciso ir bx">
ca'-o... E depys?...
Depois eu os comera logo, aos taes
quatorze mil francos em notas do ban-
co.. .
Quanto a rec'amar alguma cousa de
GilbertRollin depois dedeaesete annoa.;.
far-se-hia, ma3 nao sem perigj I E de-
pois, qaem sabe sa enentrarei tudo
isso ? 'Quem sabe ee anda existe a casa
de Palmyra ?Era um pardhiro. Tal-
vez tenha-se demolido para construir no
mesmo lugar a sobre a minha fortuna
effsa fortuna com a qual eu pjdia te; vi-
vido tao foi z I outra casa...
Feitas essas reflexoes, que bam cieno-
tavam um desanimo absoluto, Duplat
bramia contra o aeu velho protector Mer-
lina quem elle culpava (erradamente
como vimo) da sua prisa i.
Crises de colera abatiam-lhe aioda
> moral.
Ah se elle ainda vivesse, o tal!
pensara tran bordando odioeu ma con-
tentara em fazel-o pagar todos os meua
soffrimentos. E, palavras de Servis
Duplat 1 elle ha de os paga', ha de os
pagar com os interessades.
(Continua),
Typograpbia do Diario.
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