Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19965


This item is only available as the following downloads:


Full Text




AWMO I^X^II
H^as^a-fera S d Abril de 1*2*6
XOfiRO f>l



i


/
*
i
i
i
REDACTORES ANTONIO WITRITVIO PINTO BANDEIR A E ACCIOIJ DE VASCONCEULOS e MANOEX ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezs adiantados.
Por um anno adiantado
Nun.ero aguiso do mesmo da
ONW? NAO SE PAGA PORTE
M 85000
k 151000
H 30&000
' $200
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.\ residentes em Paris18 ru de
. La Grange tiaielire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por rnn anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero a valso de dias anteriores.
'M
161500
331000
91000
$200
Telegrammas
sssra pjLsnsLAa ss mm
Rio le Janeiro. 21 de Abril, s i2
horas da manh (recebido na Estaco
s 3 horas e 3o minutos da tarde.
Sabe-se aqu terem se dado em
Cayenna manifestares populares hos-
tis ao Consulado e aos brazileiros all
residentes.
Dizem que foram provocadas as mes-
mas manifestares por telegramma do
governo francez, em que, aconselhando
medidas de prudencia, dava esperan-
fas de breve solugo da que.stao e em
sentido favoravel aos francezes.
A Inglaterra e a Repblica do
Transwal resolveram pacificamente as
quest5es que pendiam dos dous go-
vernos.
O nosso distincto patricio maestro
Carlos Gomes nomeado ltimamente
director do Instituto de Msica do Es-
tado do Para, em sua viagem de Roma
para o Brazil, teve de demorar-se em
Lisboa, em consequencia de ser ac-
commettido de incommodos chronicos
de inflamaco do apparelho vocal om
ferida na lingua.
Ahi est em tratamento.
___Victimada epidemia reinante de
febre amarella, falleceu o deputado
pelo Estado de Matto Grosso, Marianno
Ramos.
Tambem finou-se hontem o Dr.
Laft'ayette Chagas, conceituado auxi-
liar do delegado de polica desta ca-
pital
Muito sentida foi a sua morte.
A'bordo do S. Salvador, se-
guio a companhia de operetas de Mat-
tos Machado.
Suppe-se que far ahi urna tampo-
rada, por pequea que seja.
De paite, poia.o espirito de absoluto uni-
tarismo que incidentemente oceupoa papa-
go nsle artigo.
O que visamos, faier propaganda sobra a
ideia para que teaha xito, ro.'-smo porque en-
tre nos, ideas as maia bellas, projectos i s
m9 altruisticos, nao raro permitais*no9 a
phrase teem morrido por inanico.
Porque acoclece islo ? Si no erramos,
rem de duas c .uias fundamemaes : falla de
propaganda, de um lado, e do ootfo, falla de
iniciativa dos qup, por sua pasig'o social, sao
os nicos que |>odem tunar a vanguarda das-
ses movimfotos.
Aqui estamos pas dando o grito d* aler*
U U para que tal nao acontega, e anda urna
vez appellamos. em prol da i.leia, j para os
Clubs Carlos (ornes, Internacional e ontras
.ssociagoe?, e tambera para o bello sexo per-
nambucaoo para q'ia nao esqueca que o seo
encanto e a sua gia.a -fu poderosissimo con-
corso para que a batalna das flores revisia
toda a belleza e animacao de que* suscepti-
vel urna diversao de semelhanie natureza.
Que, pois, se traduza em realidade, a p o-
jectada batiMi i das flores, e d'aqui nao Ihe
regatearemos 03 nossos mai9 francos e entbu-
siasticos applausos.
A' ordem do delegado do V dislnct.) da cu-
piiiil Ksifvo Cavdicant de Albuquerque
Mi'llo, romo ituno.
A' urden! do subdelegado de Santo Anto-
nia, Jnao Rufino da Costa, pra aveiiguaces
poln laes.
No dia 18 :
A' onlem do subdelegado do 1* districto de
S .lo Kirmo Jos du Barros, para averi*
gua(0ea poliches.
A' ordem do subdelgalo do 2- fli^tricto da
mesma froguezia Ignacio de Souza Uarr,a
para averigaaede* policiaca. |1f
No >iia l'J nao loi m-iivi iuo algim reco*
Ihi'lo Aqovtle staWetecioiento.
Commnoicou'ma o major superior do riia_
qoe t' ndo visitado por diversas-vezes, duran-'
le odia 6 a noile de hontemtodos pontos
fcua mecidos pela torga estadaal,' rftda eneoj'
trnu digno d'gande menean.
Hoja, O cidado Ado pno Uitra da Malta,
Itumioo exercirlo do c.rgo de subdelegad.;
do 1- di.-tncto 'a freguezia da Boa Vista, na
qualidnde de 2- snppleiile.
No dia 10 d > correte raez, o major Alfre-
do Hezerra Civaleante reassomio o eiercicio
do cargo de Delegado de polica de Pesqueira
do municipio de Cimbrea.
Suude e fralermdade.
O qoestor,
Antonio Pedro da Silva Marques.
HARTE OFF1CIAL
DUMO DE PER^i4Ml]C0
RECIFK, 22 DE ABRIL DE 1896
A katalha das flores
In-istmos nesle as^ompto.
Sabemos que n ideia de urna hatalha das
fltres. tem ganho adeptos na lite, de nossa
sociedade e nst?r, orna vez por todas, que
a pro a,'.nda nao desanime para que a ideia
nao morra.
Seria pena que, qoaodo por toda a im-
prenta desta, cida ie. foi abragada com tao
grande enihusiasmo que se refleclio em co'ras
classes de oessa sociedadeseria pena, dize-
mos que falla de mais oas pequeos esor-
jos, d*ixassemos de realisar orna festa tao eo
BMtadora e de emegss inteirameote novas
para sia cidade.
O da 13 de Maio que nos desperla tao gra*
tas recofdafGe e que pelo fado de que
ComoaeoBoraliTO, urna d^-s mais gloriosas da-
tas escripias as paginas de nossa histo-ia
esse dia que relercbra a adamantina aurora
da 1 b;rddde para os que gemiau com os pol-
ios aiados s algemas do captiveiro,flear,
ssitu, oeste aooo, brilhaatemente coraraemo*
rado, para satisfagao e enthosiasmo de nos
outres, para quem as victorias da patria cons-
tiloem a propria victoria.
E nao oos digara os espintos demasiada-
mente praticosque agora, qoando qoestOes
de o'd>;m superior devem preoccopar a todos
os espiritos, dos no3 libertamos por momen-
tos de outros assuraptos de actualilade para
CDtreter a imagioacSo com a ideia de orna
batalha das flores., quar.Jo tsotos proble-
mas reclamara as oossas vistas e ouiros lote-
resse9 pedem o oosso auxilio de jornalistas.
Nao oos digam isto, repetimos ; a civilisa-
jai e o progreaso, como o espirito humaDO,
gyrarn entre dous polos, impresciodiveis para
a manuteogao -le seo equilibrio : qaerer eli-
minar, um delles alteotar contra a sua esta-
bilidade, contra a soa cndilo de existen-
cia.
E vem moito de proposito ciUrmos os se
guiles concetos de um dos mais vigorosos
pub!icl8ias porlogoezes, do meiado deste se-
co'o :
A civilisagao d&o foi de certo creada para
nos redozir a pora aoimalidade de gosos e
appsiites. Si 008 liberta das mil penosas
loctas que acompaobaram os nonos primeiros
passo?, para que a oossa indiligencia possa
mais rasgadamente aspirar aos seos deslios
animar-sede toda a soa iniciativa. Quem
a nao emende assim, calumnia a dignidad*
da nassa natureza, e forga de querer salvar
sociedade de illusOes perigosas, cooverte-a
o coito da mais deploravJ de todas as illu-
6>s, a de om materialismo aem poesa e sem
grandeza.
DIRECTORA GERAL IX) THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia \G de Abril dt
i8gb
Joaquim Candido oe Miranda.Informe o
Collector.
Julio Cosa ft C Ao porteiro para entre
Rar.
Bazilia Angosta Luraachi e Antonio Jote
da Costa Ribejr.,. Certilique-se.
Preeitura da Pedra e Jos S. Bezerra Ca*
valcanie.Haja vista o Sr. Dr. Procurador
Fiscal.
Mana N>ca 'a de J. Pirelti, Jo5 > C. de Mi
randa, Sebastiuo Ant nio do Reg Barros,
Tranquilino da Cruz Ribeiro, Ausierliano C.
de Castro e Jcuo Manoel de Siqoeira. In-
forme o Sr. Dr. Subdirector d Cooiabili-
dade.
17
Manoel Carpinteiro < Peres.Ao porleiro
pa-a entregar.
Emilio (j. don Rea Correfa. Albiflo Cruz
& C, AU'i-ii-o Maia & C, Amonio da Silva
JfcC Informe o Sr. Dr. administrador da
Rjcebedona.
J. aquim Antonio de Carvalho, Antonio
Guilbermioo d.a Santos. Manoel Mariano
Kcitosa, Pbilotcen Googalveg de Vascoorel-
los e HoOonoL. de jouza braga.Haja vista
o Dr. frocurador Fiscal.
Servindo de protoeolista,
Amaro A. Baudoux.
BESFACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 17 DE ABRIL DE
1896.
Alves Lima &. CComo parees a Con don.
Ventora Jos da Fonseca, Anlono Pereira
Real, Augusto Fernn les & C. -Sira.
Mari l)-olinda Ferrer e Luiza Mara d
Concijto.-Sim, em lerraos. f
Carlos Alve* Barbosa, An'onio Teres &.
C, M. n je i T. I',, ome^..Deferido.
K.-peridiao de Souza Ribeiro.Lid-ferilo.
Francisca Amalia de Frailas Ferre a e Ge-
nuina Umbelina de Salsel.Como requer.
Antjino Lourengo Mruns.Sim, orao pa-
rece a Co' tadori, devendj o riscal providen-
ciar como Ine cumpre.
Joo Baptista i ampos.S ra, nts'rvadas as
posturas e o perlam-ni> da piama.
Aoiomo Gomes da Souza.C mo parece -
brus Publicas.
Jo- Ferreira da Silva.Junte asp-tig-^
que conceierara ao ^pplicao'e o favor pe
uido.
A menor Bernardina Candila dos Santos.
Km visia dos dnr-iimanins junios luanteuliu
os despachos de 20 de Jolho de 189J.
Adelaile da Cosa Amoruii e Lux Marcolioo
de Borja Graldes l'rove o que allega.
Man-uliod Henriqueta da Cooceigo.Crti-
tique-se.
Sevrrino Martins.Nao ha que deferir.
A mesa regedora dt Ord<-ra 3* de ;-. Fra-
cisco do Redif.-Sao tem lugar.
Srrreiaria da (refeitura Municipal o Re-
cife, 20 de Aoril da 1836.
O porteiro,
.Yno Alie iu t'onseca.
SENADO
16. SESSaO EM 8 DE MARCO DE
Presidencia
18)8
no Exm. Sr. Dn. Fkancisco
TBfXEIBA DE S
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS '
3A INDUSTRIA
Despaclios do Governador do dia 1J de'
Abril de i8g6
Beojamin Otlioii Soares, conUaclante da
conslrocgao da casa da escola do municipio do
Salsueiro pediFdo pagamento da 2' a 3' pres.
lago a que (eai direito.Inlonue a 3* Direc-
tora da Seereiiria da Industria.
Frederico Hoppes toloui-la allemao ha 4
aooos dcmiciado com soa familia na co ooia
Soassuna lote u- 20 pedindo aiiatiorenio da
importancia de seu debido para com o The -
s< uro do Estado.O poder executivo conce-
de competencia para ordenar o perdao u.
divida qoe o sopplicanie pede.
Manoel Pereira braodo Jnior, pedindo re-
entrega do lugar que occopava, visto dito lu-
gar acbar-se anda vago. Inlorme a 3" Direc-
tora da Secreuiru da Iodustri.
O porteiro,
ArchlasMafra.
SECRETARIA
DA FA-
DOS NEGOCIOS
ZENDA
Despachos do Exm. Sr. Dr. Governador,
do dia 17 de Abril de 8$6
Manoel Ao'onio dos Santas Das concs-io
nano da usina BomFim reclamaolo cuiitra u
facto de t-r sitio deuuzida da 1. pres'agao do
aoxlio que Ine foi cooceddo a quantia de
50:0008000 em apolices Deferido em vista
das icilormagt8 da Directora Geral da Se-
cretaria da Ka:enda de hoja d.ladas sob ns. .
Engenbelro Jos Aotonio Saraiva Jnior
pediudo indemiiisagao da ditferenja resul-
lao'e da dep-eciagao do valor nominal das
apolices com que foram pa08 os trabalbos
por elle effectuados, med an e contracto, para
a confeegao dos estados de orna estrada de
Ierro qua partiodo da cidade do Recife v
de Itamb.-Informe o Sr. Dr. Director Ge-
ral da Secretaia da Fazeoda.
Per'ira Carieiro & C, agentes do Lloyd
Brazileiro pedindo que se Ibes mande pagar
depois de competeotemeo e escriptorada a
importancia d qoareoia e cinco mil res, pro-
veniente de ransportes feos por coo'la do
Estado.Como requerem.
Padre Lourengo Giordani director do cnlle-
gio Salesiaoo pedindo a expedigao de ordens
ou sentido de Ihe ser, pelo Tnesouro do lista-
do, entregue a impo taocia de cioco chotos le
res, res o da de dea contos de reis consign-
da oo orjamento vigeote como
referido collejjio.loferma o Dr.
ral da Secretaria da Fazenda.
Mximo Francisco da Silva sargento apo-
sentado lo cerpo de polica pudiodo isengao
4a cootnbuigiio para o Mobte'Pio do Estado,
visto achar-8' comprebeodido na oisposigao
do art. 6., 2* parte, do Regulameaio res-
pectivo.Deferido, de accordo com a mfor-
maga da Directora Geral da Secretarla da
Fazeoda, de 10 de Margo ultimo sob n...
Questura Policial
SecgSo 2--N. 82Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 20 de Abril
de 1896.
Ao cidadao Dr. Joaquim Correa de Araojo.
M. D- Governador di Estado.
Participlos qaa foram reculbidos Casa
de DeiencSo os aegoiotes odividaos :
No ola 17;
A' minha ordem, Jos Francisco Lopes, co-
ntiendo Jos Lopes, viodo do municipio de
Itamn como pronunciado em S. Loa eogo da
..alta.
suDsidio ao
Director Ge-
(Concluso)
O sr. VelJoso :Sr. Prosidonto, de
corto afooten do raiuha parte vir oceupar
a atten discursi proferido pulo illuatre Sr. Barfto
de Nazareth.
Nao posso, porm, deixar de manifestar
o jubilo de que me aclio possuido, por ter
do cuuiprir um devor de conscieucia.
N'io ronho, Sr. Presidente, offender os
melindros do quem quer quo-. soja ; e, des-
de j, pego desculpas por al^uina phrase
meaos correcta que possa eseapar-mo no
correr do discurso, porque nao oulio o
habito da tribuna [Nao ap\ndo*).
Sr. Presidente, na qualidado do vorda-
doiro cliristo, rondo hoja gra;as ao Todo
Poderoso por nos ter conservado a vida,
por nos ter livrado do uiodonho catoclysma
que, a todo momento, ameacava dosabar
sobre as nossas cabegas....
Os Srs. Eduardo de Oliveira e Anto-
nio PEBMAlfBOCO :Misericordia !
O Sr. Velloso .. .por nos ter livrado
da porsoguigao, lero quo sotfriamos.
[Aparte).
Agora que os mous pulmos rospiram
umi atmosphera mais amena...
O Sr. Baro DE Nazaketh :Si V. Exc.
nao respirou setnpra foi porque nao quiz.
O Sr. Velloso :Vendo o dreito da
foroa esuiarodo pela forga do diroto ; ven-
do rostabolcidas as nossas garantas civis
e politicas; ou nao posso deixar do felicitar
a todos os habitantes deste Estado, por
to feliz aconteciraento. {Apoiados e Aparta).
Senhoros, urna aureola de sympathia en-
cobro o nomo do Sr. Conselhoiro Corroa
de Araujo... {Apartes) o seu passado hon-
roso por todos nos oonhecido, faz-nos de-
positar em S. Exc. toda a esperan ja do
paz, de tino administrativo e de severa eco-
noma dos dinheiros pblicos.
Os habitantes deste Estado vem eia S.
Exc. o salvador^da patria, da segranos in-
dividual e de propriSdade. [ApainHos).
Nestas condigoes,' Sr. Presidente, vou
npresentar urna emonda iq'dicaglo do
Sr. Baro de Nazareth. [Lt).
Vem mesa, o seguinte requeriraonto,
que, apoiado entra canjunctainoiite ora dis-
eusso :
Hequoiro que seja lavrado na acta um
voto de folicitag-ao aos habitantes de Per-
nambuco por ter nssumido a direcejao dos-
to Estado o Exc. Sr. Conselhoiro Joaquim
Correia de Araujo, restabelecendo, com o
seu governo, a paz o a garanta dos nossos
direitos civis e polticos, que so achavam
to cruelmente violados.
Sala das Sesses do Senado, 8 de Abril
de 183b-.Dr. I A. Velloso.*
O Sr. Amonio Peniambnco :Sr.
Presidonto, nao venho, neste momento,
salientar os servidos prestados a Periiara-
buco pelo Sr. Barbosa Lima, porque, para
isto, soria necessario que, om primeiro lu-
gar, ou tivesse o talento de que dispo o
meu illustre collega o Sr. Baro do Na-
zareth. ...
O Sr. Ermirio Cotinho :N-3o apoiado.
O Sr. Antonio Perambco : ....
e depois, urna memoria feliz, para con-
servar todos os actos praticados pelo il-
lustre Governador o poder agora repro-
duzil-os, como fez o digno autor da mo^ao.
O Sr. Albino MeirA : Elle trouxo
apontaraentos escriptos ; nao foi de me-
moria.
O Su. Antonio Pernambuco :Eu espo-
rava que a opposigo viesse contestar
csses aervicos; mas, felizmente nsaca-
bamps de ouvir o honrado Senador, o Sr.
Volloso fallar e nada dizor a res. tita.
i Apoiaaos).
Assim, ppis, Sea assontado quo o Sr.
Barbosa Lima prostou relevantes servidos
a esse Estado {Apeados e n-1 apo\aio*)%
j Portante, terei aponas do refarir-me -\
.emenda rjuo, fi mogSo da Sr. Barfto de Na-
'zareth, apresontou o Sr. Vellosa.
Desojara, Sr. Presid>nto, votar pela
. o-iioudj, quera mostno ter esse prazor, si
nafl fiase uosta emenda uiu quo do poltica.
; ADOtm).
-Os -i .unos ^aadorada ajo?ic8o nao
'podarSo iagar que o Estado esteva om
jalona haz. quinde tomn possa'do governo
I o Sr. Correia de Araujo: e para quo ho
do dizor j, agora, que o Estado vai
viva tranquillo ? f Ipartes).
' > S. Id cardo de Oliveira : Isto
uina docla'iia$>o sem nomo.
o Su. antomo Pernambuco:NSoque-
rendo ostendernio sobre o assumpto venho
dizer apuu qu i uo voto pala emonda.
O S;t. Eduardo de Oliveira :Nem eu.
O Su. Antonio Pernambuco:...porque
ella preiudica a intengo da 2.* parte da
moca o do Sr. Baro de Nazareth. [Apartes).
Vou mandar a ella urna sub-emon la...
Ento V. Exc. d licanga que eu a apre-
sento "...
Eil-a: [L).
O Su. Velloso: -Si V. Ese. accoita a sub-
siitiiig'io, ou nao fago questfto.
Veni Mtosa sendo lido, apoiada e sub-
mottida a discusso a seguinto omenda ao
roqerimeiito :
a Su))rimam-so da emenda as palavras:
rcslih-Ucrnto niifp)iidados.
Sala da Se8s5as do Sonado, 8 do Abril
do W.k>.Anlouii l'ernambaco .
O Sr. Presidente: Est escotada a
hora da expediente, salvo si algn dos
Srs. Sanadores cjtzer ra juoror a sua
prorogagao.
O *r. Velloso [p'la ordem) : roquer
e obtain a prorogielo da hora por mais
trinta rainal os.
O r. Albino Metra: Sr. Presidan-
te, antes do entrar na apreciadlo do re-
quecimento mog\o di honrado Sonador,
u iniciou osto debato, e talvez mesmo,
para evitar de entrar nessa apreciago, eu
ped a palavra para requeror a V. Exc. que
consulte a Casa sobre esta qnasto preli-
minar, a saber: si esta moga o polo sar ob-
jeoto do nossas deliberares.
Sr. Presidente, de admirar, que oda
um de n nao estoja sontindo o despres-
tigio que estos acontocimontas esta tra-
zando sobre esta corporago.
Quer-se couvertero Senado da Parnim.
buco numa comraisso laudatoria ..
O Sr. Velloso-.Apoiada.
O Sr. Albino Meira :Eu nao sai si isto
so coaduna com a dignidade desta corpo-
rago...
O Sit. Bar de Nazareth : Isto da-
se eiu todos ni parlamentos.
O Sr. Albino Meira:Pens, Sr. Pre-
i- naeia conrete seria, que o
li > iradi Seuador, amor do requerimeato,
de>os de ter satisfeito O seu dosejo, do
var consignado nos Annaes desta Casa o
elogio quo fe', ao ex-Governador doste Es-
tado, ratirasse osta moefto dos dobatos
desta Casa; livrando assim o Sonado das
inconvenientes que ostos Jebatos costumam
i/ r, o sobro tudo da inconveniente da
praxe quo este precdanlo vem firmar;
pois se este pracedonto pegar, ficar estabe-
lecido que o Sonada pode, om qualquer
tempe, votar urna mogfta do censura aqui,
o de elogio acola.
Sr. Presidente, o rgimen actual na Bra-
zil, qur om rea ; i ao Governo Federal,
qur em relagao ao dos Estados, o r-
gimen prssidoncial. V. Exc. sabo que o
parlamentarismo foi completamente o nu-
do de nossa organisago poltica, smo
pela lettra da le, ao monas pelas affirma-
gos o praxes dos directeros do Paiz.
Eu porgunto a V. Exc. : O Sonado ser
compotento para votar umaraogio de or
flanga a um individuo qunlquor ?
O Sr. Presidente : laso se faz na
Frang.
O Sr. lbino'Meira:V. Exc. sabe
que a Franca urna repblica parlamen-
tansta. Nao rao traga, pois, o exemplo da
Franga,porque no rgimen presidencial
do Brazil a cousa muda inieiramento de fi-
gura.
Nos nao temas ministras responsaveis,
como naquella Repblica ; tomos apenas
Secretarios da Gaverna, que Dfto respon-
dem pelos actos deste, aos quaos nao af-
fectam votes de couliauga ou dascantianga.
O redimen que adoptamos, na autarisa
a Sonado,.nem a corparagfto nonhuraa la-
gslitiva, votar essas mocos.
Elle nao admitto uuo asAssemblas vo-
toni mogaa de caa^p^a ou de desconfian-
ga a quem quer que%?ja; portanto, nao
sei como podemos accaitar o requorimen-
to mo;o,quo acaba do sor apresentado
pelo Sr. Baro'de Nazareth, em louvar
do Sr. Barbosa ifDa.
Acho quo o Senada, a acceitar osto re-
quoriinonto laudatoria ao Sr. Barbosa
Lima,- pode accaitar qualquer um outra..
O SR. Baro de Nazareth : -Ac.io que
V. Exc. dave fallar om seu nome e nao em
nomo do Senado.
O Sr. Albino Meira :Com o mesmo
diroito cara que a Sanado discute si djve
votar urna moga a de lauvor ao Sr. Barbosa
Lima, com osto mesmo dreito discutir
amanh, si deve votar outra a o administra-
dor da Cadeia ; e, admira quo o nabre Se-
nador nao o tivesse contemplada nosta
mogo.
jr. Presidente, daqui a pauco, si esta
moda paga, o Senado tara de discutir nio-
ges de louvor a cada instante e a cada
funecionario, at ao porteiro da Palacio ;
e assim, de pessoa em pessa, iremos at
ft criado de servir.
E' para evitar ostas cou3as, Sr. Presiden-
te, que eu pego aa nabre Senador que, una
vez que est o satisfeitos os s6us desajas,
retiro esta mogo.
Eu pago a V. Exc. Sr. Presidente, que
iuterponna seus bons olflcios junto aa il-
ustre auctor dosta raojo, para que ello
retire dos nossos4rabalhas este pomo de
discordia.
J o honrado Sanadar nao foi muita
cautelosa quando justiiioou o seu requeri-
menta, pois, chamau do anti-patriotico aa
Congresso passado.
Paradme azedarmas urna sasso, que co-
megau \o calma ?
Eu pega anda urna vez a V. Exc. quo in-
torveuha para q-ia esto requerimento soja
retirado da tela das nassas discuss3es ; pais,
eu nfio quoro discutil-o...
O Sr. Presidente: O nobre Senador
pode discutir o requerimento nesta occa-
sio.
O Sr. ALBifo Meira :Si o nobro Sena-
dar insistir n'allo, ou padirai a palavra para
discutil-o...
O Sr. Presidente:V. Exc. pdodis-
cutil-o agora,
O Sr. Albino Meira:Bu fallo sobro
sar, ou nao rogiraeutal esta discusso.
O Sr. Presidente: Mis, o requer-
manto j est apando.
O Sr. Albino Meira: O apoiaraenta
nao foi expresso sobro esto ponto ; ninguera
p/. om duvdi si era, ou nao, re pimental
osta discusso : ou levantei osta quosto de
ordem, o somonte dalla me oceupoi.
Eu nao trateido inaracmauto intrnseco
do requerimento.
i) St. Antonio Peinamuico d um aparto.
O Sr. Presidente: -O nabre Sonador
podo dizarlud) quinta quizar a ras,>oito
da mogo.
O Sr. Ai.hino Meira :Eu roquairo a
V. Exc. quo consulte Casi, so'tre si o re-
quarimento do honrado Sealo;- Baro de
N'zaroth dave, ou nao, sor objocto de do
liberagao.
O Sr. Presidente : O requorimanta j
foi apoiado.
O Sr. Albino Meuia : Sr. Presidente,
o Senado tostomunha de quo eu estou
esgotando todos as recursos para qua osta
diseussio nao continuo.
O hnralo Senador [apantanii para n Sr.
llardo de Nazareth), quo pode salvar a situa-
go, parqua a elle cabo o dreito ds retirar
osta r jquariinenta, quer for;ar-me a e itrar
nesta discusso f... Pois bem : si S. Exc.
assi a o quer, assim o ter.
Sr. Prosidente, ou reputo osto roqueri-
mento um insulta atirada faca dosta Cor-
porago, e vou dizor porque.
Eu supponho ler no animo o nos rostas
dotados os Srs. Saiiadoros o mais profun-
do desgasto pela administracfio que lindou.
principalmente pelas actos com que o ox-
Governador so dospodio deste Estada e do
Congrossa.
Pois, Senhoros, podo este Congresso, de
boa vontade, tecer louvares ao Governa-
dor que ta insolentemente se dospediu de
nos, dizendo-nos pelas ltimos actos d j sua
administrago : ,'it na vos leoo em -cona 1'.
Eu vou citar os factos.
A le do orgameuto, V. Exc. sabe, can-
siga i como verba de rocoita do Estado, o
arrondamento dospraprios nacionaes.
Mas, o qua fez ello? Agarrau urna des.
sas verbas de rocoita, o, por lyn acta de sua
vantade disse-nos : hlo que vis consideraste*
citnn receita d-i Es'ado, eu quero q'ie tej do n*-
uripio. E passau o Tiieatra Santa Isabel
para a Municipio.
Eis ahi um arbitrio o urna violoncia do
Gavornidar: o nos, Sonhores, qua assim
recebemos urna bofetada, vamos boijar a
mo que nal-a deu ? !
Nao foi s isto.
Anda nos ltimos momentos de sua ad-
ministrago^. Exc. tira um enpregada
publico do sua ropartiga, d-luo Licanga
com tedas os vencimoutos o mais 3,033
francas para ir a Pariz em mssdo pirli-
culirl...
O facto realmente, para abysmar a
quem na conti&o de qui f >.- )a | a prepo-
tencia do ox-Gavernador.
Assim que S. Exc. poga dos dinhoiras
publicase d da presme a um homom
para ir Europa tratar de negocias parti-
culares de sua familia '.
E tuda isso as barbas do Congrenso !...
Si o servigo publico, si qualquer vanta-
gom publica, si algum interesse da Estada
exiga a ida d aquello funecionario Euro-
pa, o Congrossa estava aborto....Si o Go-
vernadar levaste em coma o Congrossa, Ihe
teria, om monsagern especial, podido a ver-
ba necessara para essa dospesa.
Si a despeza ora de tal ordem e ta ur-
gente, que nao adraittiss) urna demora do
pouco.s dias, elle poderia, couliando uo
apoio que o Cougrosso 1 lio dispensa, auta-
risal-a, mas trazel-a lago aa nosso conhe-
ciraeuto o pedir a nossa apprava.;o.
O Sr. Barbosa Lima, porm, mostra-se
superior a tudo isso, e... wen urna pilavra nos
di- igin
Pade havar maior despreso pela Poder
Legislativo do Estado ?
E deptis disso, que nos havomos do levar
aos ps de S. Exc. o tributa de nossas b >
menagens ?
Sr. Presidento : eu nao quero dizor mais ;
entretanto, sou fargado a ista.
De fonto muito segura sei, que alm des-
sa manifestoslo de psames, S. Exc man-
dn dar mais ao Ilustre vuva urna grande
quantia para embalsamento da cadver de
sua inditosa esposa.
Pois, Srs., isto na escarnecor do Po
der Legislativo do Estada ?
Bastariam estos factos mais rocentes para
impedir que o Sanada abdiquo das melin-
dros do una corporaga legislativa, vitan-
do este requerimento.
Alm disto, o que citou o honrado Se-
nador, autor do raquerimonto, como ti-
tulo de gloras para o ex-Governador ?
O Congrossa, Senhoros, votou urna le
de Mente-Pio para os empregados pbli-
cos; O o honrado Senador quar, que o
Congresso renda homouagens ao Gover-
nador, por que executou a leil ..
O Congresso autorisou a construego do
varias cadeias; S. Exc. quer qua louve
mas o Governador porqae ampria essa auto-
risa cao.
J* se vio isto om alguma parte ? !
Si o cumprinieuta da le merece lou-
vares, a desprozo le, o que merece 1
Sr. Presidente, eu nao quero tomar em
cansiderago as allua&Sfc qua o nabre Se-
uador fez aa governo do cidado que
agora oceupa esta tribuna; entretanto u>
seu praprio discursa est a |justiiicago
dasse governo.
Si O ex-Gavernrtder durante tres annos
uada poude fazer, porque estove em lucta
danstante con raricorosas adversarias, o
que poderia fazer o cidada, do que u so
oceupou o honrado Sonador, durante tres
mezes apenas e tambem luctando com ad-
versarios polticas ?
Si esse cidado, quo estovo dous mezes
o tantos dias no Governo, nada fez, por isso
merece censuras, o que moroco o Gover-
nador que durante daus annos o tanto
nada fez ?
Seus adversarios eram taos, que bastou
a presanji da Coronel Carvalho, para quo
voltassam a paz e acalma.
Pois um Governador, quo nao teve no-
cessidade do prender um s homem para
manter a ordem na Estada, pode apresen-
tar como justificativa de nada ter feta a
appasiga que Ihe zorara seus adversa-
rios durante dous anuos ?...
O Sr. Ermirio Cotinho : Anda che-
gou a prondar o Vigaro.Douotte.
O Sr. Albino Meira [Para o Sr Ermi-
rio Cou'.inh)):V. Exc. vem recordar factos,
de qua o honrado Senador o Sr. Baro
do Na/.ereth, nao quizera ouvir fallar.
O virtuoso Vigario de Triurnpho fai ar.
rastado para a prisa, pirque o ex Gaver-
nader nao paude vingar se das forjas re
beldes.
Impotente e frac o contra aquellos quo o
dosafiavam coro^ as arra- : Barbosa Lima fingava-so sobre homens
jpacmeos, inarraas, mcapazes de qualquer
resistencia. '
E eis ahi quaes sa 03 padros do sua va-
lenta !...
Nao foi so o vigario Douotto que oxperi-
mentau a Arara ra do S. Exc.
O noffonsve, o inerme Dr. Martina J-
nior, aoozar do respeito do quo digno,
tambem exporimentou a prepotencia0 da
Governador, senda levada a Palacio om
substitu ;a- daquollos que S. Exc. nao tovo
forras para prender. [Apartes).
Pois, a isso que se chama caragom ?
Prendar horneas normse inoffonsivos,
valenta ? [Apartes).
F. a essa Governador quo o Senado
deve cumprimentar cama Capito ?
Ora, isso invertor as nogoes da valenta.
( Vuitos cpirtes).
O Sr. Baro di; Nazareth : Poga apa-
lavra.
O Sr. Albino Meira : A prava de qua
o Sr. Governador nao oncantrau ambara-
gas na sua administrago, voudal-a sem re-
plica aa menos da parto da honrado Sena-
dar, quo ancotau osta discusso.
V. Exc. sabe que quando o partida re-
publicana da Par aa sibuco rompeu cara o
Sr. Barbosa Lima, este tovo o aiaa franca
e decidido do partido autonomista om posa,
de moda que. alm da pequea fraccSo do
partido republicana quo com olle ricou,
teve a seu lado o partido autonomista, qua
fez meeting permanente, ao qual cuncorrerara,
segundo se disso 8 mil pessaas.
[fnterrupedu).
O Su. BabXo de Nazareth : Nao tinha.
O Su. Velloso:V. Exc. deve sabor
dista, [ipartes).
O Sr. Albino Meira : Dispon lo para
urna lucta do todo esse elemento, d:spondo
da forea do linha, da far a estadual, do The-
saura Publico da Estada e da auxilio do
partida autonomista unida, S. Exc. poda
por ventura, encontrar embara ;os que o
impossibilitassom da fazer beneficio a esta
trra durante quasi : annos?
Sr. Presidente, a nobre Senador referiu-
sj a ameagaa feitas aa Governador par
pjrto ja farga federal.
Apsrte*).
E muito fcil aTirmar cortas causas : pra*
val-as, porm, dilficil.
Um Sr. Senador: V. Exc. dizsto, por-
que nao estava aqui.
O Sr. Albino Meira : No tampo d^
General Rob-to Forreira, eu estava aqui;
fui muitas vezes ao Quartol General.
[Ap"tes).
Vv. Excs. nao padem confostar-me.
O Sr. Antonio Pernambuco : Eu igno*
ro isto.
O Sr. Albino Meira : Eu estava aqui'ha
celebre tarde o-n que, na ponte do Santa
Isabel, fai a passeiat i de empregados com-
merciaos dissolvida a patas de cavallo.
[Aparta).
Muitos dos manifostantos c,3fugaram-sa
em minha casa. [Conlinuim os aparte*).
Eu vi tudo.
O Sr. Antonio Pernambuco d um
aparte.
O Sr. Albino Meira: -Quera j acliou
un vislumbre do prava para a affirmaco do
que a Genoral ftabarta Ferreira teve o
pensaraenta de dop>r o Sr. Barbosa Lima?
O Sr. Eduardo de Oliveira : Isto
ost na conscioucia de todos.
O Sr Baro de Nazaketh : E o Sr.
Ourquo Jacques ?
O Sr. Albino Meuia : Sr. Prasidonto,
affirmo ao nobre Senador quo, quando che
guei do Uio de Janeiro, depais da dopasi-
; > da Sr. Barfto de Contondas, as primei-
ras palavras quo ouvi do Sr. Genaral Ou-
riqu ; Jacques, foram as mais amargas quei- .
xas, par na terem sida abodecidasas suas
instrucres. {Aparta).
O Goneral Ourquo Jacques, esta a ver-
dada, procurava ama solugo pacilica para
a criso de Pernambuco, {p'nadcs), quando
foisurprehendido pelo conflicto, que teve
lugar nesto pateo, conflicto contra o qual
tinha dado as ordens mais terminantes.
[Trocam'tt muitos aparte* .
Onde esto pois, Sonhores, as pravas de
quo esses Genoraas cogitaram da doposi-
go da Sr. Barbasa Lima ? Ondo ? [Apar-
tes).
Eu estava um dia no Quartel Goneral,
quando ouvi, diante de um acto da Gover-
nador, que j nao sei qual foi. um dos o!R-
revaltada contra elle, dizer aa Gene-
ral lioborto Ferreira : Goneral, os nossos
bros osta em causa e o General respon-
der Ihe : Nao, Sonhor : o que est sorapre
en causa a paz, a tranquillidade deste
Estado, contra as quaes nao permittrei o
menor movimonto. [Aparta).
Os generaes na cagitarara da deposigo
do Governador. [Inlerrupces).
Elle tinha o apoa da forga fodoral, da
forga da Estado, tinha o apaio de urna frac
g.o do partido republicana, e. alm disto,
o apoa do todo o partido autonomista
unida.
O que foi prtante, que o impodiu do du-
rante troz anuas, facer baulicias a esta
trra ?
O Sr. Baro de Nazareth :Nao tinha
recursas, uo Ihe deram ornamento.
O Sr. Albino Meira : Diz so, Sr. Presi-
dento, quo o Governador nao tendo orga*
mente uoApdia pravar as nocessidades do
Estado. [Apie*).
Sr. Presidente, si o nobre Sonador na
tivesse praduzido osta allegaga em tom
to serio, eu dira que S. Exc. estava brin-
cando.
O Sr. Baro de Nazareth: Como ?
O Sr. Albino Meira : Eu dina V. Exc.
estava brincando.
O Sr. Baro de Nazareth : Eu nao
brinco. ,
Brinquedo do homem fede a dotunto.
O Su. Albino Meira :Na tonho receio
das brinquodos do V. Exc, elles padem
cheirar a tuda, menas a defunta. (Atso).
O Sr. Baro de Nazareth d um
aparte.
O Sr. Albino Meira :A vordade qua
o Sr. Barbasa Lima fai tudo quanta quiz
ser nesta trra ; fez tudo quanta llio aprau-
va ; e a prava est na nocessidade que tovo o
Congrossa do appravar tados as sous actos,
dentre as quaes tedas as dospozas lle-
gaos que elle julgou nocossaria fazer-
tVuito* apartes). Sonhores, eu s quero
esta conlisso.
Quoro que fique consignado nos Annaes
dosta asa que a falta de autarisaga nunca
orabaragou a S. Exc. >ara gastar quanto
julgasso necossario para o bem do Estado.
[Apules repetidos).
r nta, emendem o aparta : estudom pn-
meira as planas de defasa para nao caliirem
em contradic;es desta ordem.
V. V. Excs. disserain que, era tratanda-so
da salvago da Estado, o Governador po-
da gastar quanto entendesso, sem auton-
sago legal. {Aparta).


1



*HB
Diario de Peraambaco Qnarta-feira 99 de Abril de IS9G


O Sr. Velloso: A Constituida diz que E isto tudo, Sr. Presidente, porque quo-
o Governador nao pode gastar quantia al- riara que Sabino confessasso que, quando
euma, sera autorisacfio. | conduzia para Palacio a celebre fritada de
O Sr. Albino Meira :Anda agora raes- gu lyainua, o Dr. Masoareuuas no camino, o
mo Sr. Presidente, em plono rgimen da llie havia daitado veneno. E, porque Sa-
legaldade, e da amizade, anda agora mes- bino nao se quiz prestar a isto, aoffria os
mo S. Exc. teinum Congresso amigo, uma, i mais atrozes. martyrios !.
..J5a mica: e V. Esc. auer saber I En vi Suliino li m c
saber ] Eu vi Sabina, e 1 em cada urna daquelias
ot quo ponto vaia prop atoncio di ex-Go- cicatrizes una OiFeoaa feita s libarJades
corporaco amiga; e V. Exc. quor saber
at quo ponto vaia propatoncia da ex-Ga- c.oavrit.- .
vernador? Voudizl-o era peonas palavras. publicas euro, gol^o desfecliado as leis
N.'ioreparem si a minha voz tremer, por daste Estado,
que o facto de que rae vou occupar de
fazer tremer a alma de uraa patriota de um
homem amante da lei.
O Sr. Baro de Naiareth d um aparte.
O Sr. Albino Meira :Sabino salvou
nesso transe angustioso a honra do norae
No dia 4 de Margo, quando cania mor* pernarabucano.
talmente ferldo na Praia do Caldeireiro Aquillo que o Governador consegua de
.quelle illustre cidadao... homons de alta posiqao, isto um oonluio
f* O Sr. Barao de Nazareth :lato uraa (iminoral para o lim de dar a S. Exc. um en-
a'nestao odiosa. venenad ir, naufragou diante da honesti-
O Sr. Albino Meira :V. Exc. ologiou o I dado de um obscuro cidadao.
Governador."e nao <|U'r quo ou diga o que ( Aquelle mulato honrado, aquelle homem
osso Governador pratijou quand* no po-do pavo, prefera a raorte a denunciar uin
jer .innocente, a lovantar uraa calumnia.
O Sr. Baro i>e Nazareth :Eu s que- j Pois diante deesas cicatrizes, que as,
ro ouvii' as predeeodes de V. Exc. na sua,os delegados do povo, iremos dizer ao Sr.
cadeira de Lento, quand* eu fr estudar Barbosa Lima: Vos vos beijamus asmaos
diroito cora V. Exc.
O Sr. Albino Mrira : Quand*
Dr.
pelo bem que fizestes a ertatern ?
Nfi > f m s uto, o Sr. Governador soube,
O Sr. Albino Mrira : guana* o ur. .Nao ii so isto, c ar. uuveruauui auuw
Jos Mara cabio ^ravouionto ferido pal s, que Joaquira das Couves o tnha amea
mientes do Sr. Barbosa Um*, na Praia do, gado. .
Caldeireiro, cora a casa cercada, o a pro- Eu vou contar a histowa tal qual se mo
"lbica* exoressa do entrar pessa algitaja, oontou. ...... ,.s___1. T.
(ufui ao Qu -trtel Go:ioral, o expuzaoSr.j guando J*se Marianno foi preso, Jo a-
Coinuuuidmita do District* a situagaa em qui.u das C*uves foi offerecer sa a Josa
ue-so encoutrava o fondo, dizjndo ao Ue
ueral quo talvos pudasso ser salva a vida
datiuollecid^dao.sicbegasse-.u a lempo os,.
SOMMP09 mdicos. V. E^c. e*be, Sr. Pi-esr ao crirae.
dente, que o Dr. J >a M tria era Coronal
Corainaudantosuperor da Guarda Naca*
. r*aUva<,pw taut*. de qua* umirraao
de clisse. Tudo isto exau ao br. trono
ral, suppondo que ello, na sua qualidade
de-Goramndanlo do Districto, o trat.ndo-
le u:n facto desta natureza, corressj a
tomar um carro, o cora o prestigio de sou
cor'o for .ussj as portas da casa onda es-
lava auuelle que se quena matar, proi
bindo que so lenssatn os s*ccarros me-
dicwn. .
(JMA voz : -Iss* sena a anarcuia.
O Sr. ALBINO Meira -Nao : isso terw
sido o oxercici de um diroito e o cumpn-
,to de un devor.
Lavar soccorros aura hornera que so pro-
sudo assassiuar, salvar a vida de un
homem, um sagrado devor uua a m*ra
km)5e o todo homem. E ossa daver oda tal
ondota que a |o dos povos cultos o.
tora ooosagdo como um direUo do ci
dada o. ,
. si o Dr. J*s-. Marta anida viva, nu-
nodir de lavar-lha scceorros medicas, que
iarV> > podariara salvar, ora continuar a
. -, S issai o*u licos, a auarchia esta-
r do lado dos amasamos, mas nao da U
UU.'U 'lio ^. ^ I .w. v..v. w~~- -
Mara para matar Barbosa Lima-
Aquelle cidadao repellio a proposta com
indignaoao propria de quom tera horror
ia Jo lia > ios assas^m < "-- ------ ^~---------... --,---------
diauelles oue O toM-sra soccorrer. Assun da sorta cora qus a ameaviva
"' ... i. .. i.....; AHmir.id* do ver uue, Carthi 'iiiez. fucilado um da i
I 11IUO.
guand* Josa Mara foi assassinaJo pelos
ajenies do Sr Barbosa Lima, Joaqun* das
C >uve* dlsso n'uraa roda de amigos :Era
isto que o meu conpadro quena ; si eu ti-
vessa morto aquelle malvado, uaquelle tem-
p*, elle bo o tera ag*ra mandado assas*
siiiir.
isto ospjlliou-sc, e chocando aos ouvidos
do Sr Governador, iuvnediataraento esta
raandou trancar o infeliz Joaquim das Cou
ves nos quartois de polica, e sujeital-o aos
mais atrases soffriraantas e aos mais h*r-
riveis supplicios-
Depois de maito raartyrisado, durante 5
ine-.as, aquella infeliz, u na alta noite mot*
terim-no n'um carra a* lado d'uin official
dep*lica, o o firam entrojar a sua des-
venturada ralee uiullior iin,i*udo-lhe o
raais absolut* s agredo" ordanaudalhas
quo o nao mostrasso n a ningue n em quan*
to elle estivosso naquella estado, sab pena
de ser paor para elle e p ir i ellas.
E depaisda tuda isto, Srs. Sanadoras,
que nos iremos levar aos ps d* Sr. ex-Go-
vemadar as nos-as hainenagans e a nossi
solidariaddada f '. '.
Sr. Presidente, Soipii* o africano, aquel-
lo qua salvou Ri-n-i, na Batalliada /.una,
o goner-.il
Diario, deraia-se, alera de oBtras, jnsgnifi-
o antes, alguraas incorrecedes, que assim
rectieamos :
Coluiaa.a 1.*, 4. perodo, leiam-se por
esta forma a 4" e 5." lnka*i do seu amor,
quo o absorvia e para olla faaia convergir
etc.
Columna 2.", Iinhfrl56 em vez de nos
vamos, leia-se : nos vemos
Columna 3 a, ultimo periodo, linha 7, era
lugar de edieados leia-*e ediocadas.
do, ou liquai admirad) de ver que.
j i serera dadas as prowdencias ci.n
rgoncia qua O fias* ra|u;na, o Sr. Lre-
u, anl>gxr da lavar essas racursas,
: uiquezi d i oscrevar ao Sr. (jraver-
dor atado permstfr tra /*-.
O Sr. BajQ de Nazareth :-v. bxc.
aoeusando assim a* General.
O Sr. albino Meira :-Estou mostran-
do apenas, que a dodicaoao daforaifeda-
ral era raudo para como Lroveruado-.
Vi. soi, Sr. Presidente, o quo sent quan-
do mementos depois, ouvi um recado quo
velo do Governador. ora resposta carta
do Sr. General: dizeudo muta o no-
Ul morto m.
Isto p .ssou-se da raeja hora para uma,
e, entretanto, o infeliz Dr. Jos Hara
jiiorr.-u de djBtt l"ra as trez horas da
'.i -r,. Presidente :-Le:nbro a V. Exc
oue a or inda.
Sa. Albino Meira : -Nosto caso, eu
rouueiro a prorogar.o p*r m na ineia hora.
[Posta a votos a proroga;to, e appro-
i Albino Meira (rY-MfMiado]: Pois,
eaesse h omain, a osso Governador, depois
do que eu acabo da dizer, que o Sanada da
Pernambuco deve levar as suas homeua-.
i ,. C .niresso votou uma le auto-
, 1 S. Exc. a li/.er a reforma da los-
ru.-"i' Publias tudiantecertas MMUgon; e
.,. do modo que melhor Ihe pireceu,
4lOTe satisfago ae,tainesrao
Con--ress. augmentando dosomnramlmen.
1 .
Aiti'l'i a a. .
O Congresso croou o M mta-Pi* dos ora-
los publicas, de macen> modo. E o
Barbosa Lana mandn dizer ao Con-
taso, que Ifteou iepr4rapra/ar
| lllflUV '.
Ei pergBttta a V. Exc. : poda haver
oajor humilhagaa para nos
i Sr. Eduardo de Oi.iveira :S. Kxc
/. pira malliorar as condijos di Mou-
0 SR. Albiso Meira : -Par Daus. Srs ,
nao digamosiato! porqn isto aconfis:
de n*-3.i nulidaja.
.i Congresso, dividid* ora du is Casas,
ida iindurainonta um projecto; discu-
, e mta >. < Goi rnador, porm des
pnexa a lei, o faz o quo bara loo paraca.
E O Congresso va.' dizer depois, com a
, ig3 ldade deste mundo : Nos n-
>a uma as'.ieir.i, o o Gavernador lo'.
i corrigil-a.
O Sr. Barao de Nazareth :d ura
-.O Sr. Presidente ;F.RMinjo Coittinho)
o ao honrado Sonador, que nao nter-
rompa tanto o *ra 1 >r.
,. Baro de Nazareth :-E eu pago a
V. i. le iuin ocoaaiaome garanta a
- na hberdado que est dispeusanlo a*
>rador. .
11 Sr. Presidente :Garantil-a-hei; pois,
V. Exc. mc >utrar se npra em mira a ma-
i iraparcialidade.
r. Albino MEIRA:S n'o lo so a
ao Con'
A C-iuii
Uit 1,11 l t, J1U VJ J A *,;'* o-------------
Cartilgine/., f*i citado um dia pelo tribuna
d* povo para dar caula das despesas que
tintia foito naquella expeligio. Mas o
grande vencedor do Annibal, em logar da
defenderse pert.nte aquella povo ingrato,
voltou-so para o Sonad* e disse : Sena*
doras romanos! IIojo o dia aniversa-
rio da batalha do Zaina. Por isso eu vos
convido para irnos oo Templo dar grabas
aos Deoses por termos salvado Rima .
Pas bem, Sean o res, consent que eu,
parodiando o General romano, diga : Sr.
Presidente, em logar des.a ungi, que ah
est a n*s insuLar, era logar desea moaao,
que ah est a ii os provocar, a nos humi-
Uiar, a nos affrontar. a nos deshonrar ;
eu podiri* antes a V. Exc, que convidasse
o Sanado para irraos a* Templo dar gracas
aos Deosas por nos terem libertado da
administradlo mais nefasta que este Estado
j teve.
E eu mo retiro do recinto, para que nao
saja votada esta, niocio.
ar, BarmWa*n#lKSr. Pre-
sidente, sil o poucas as palavras quo vou di-
zer, tanto raais quauto o nobrs Senador
quoacabaudo fallar tema ganerosidade
de retirar-so para ni O ouvir a raspaste.
O Sr. Albino Meira (llchrindu-se do re-
tino) :Estou no raeidireto.
O Sr. Barao de Nazareth : E posto
que nao gost* do aecusar pessoas ausentes,
om tida caso t.-nli* do notar e censurar a
raiva o paixo *inquese lavantou o obro
Senador para oppor-a a moca o quo apre-
sautei. daterrauando odiscurs* que acaba-
mos do ouvir.
Senhoros, com [ro) amanlifi S. Exc. vol-
tar porque, allnal do c*ntas, gasta da hin-
cada em quo so sonta e querer ver a mo
provada, cirao desojara os pernara-
budan >s, que amara a sua trra.
S. Exc. c*me;ou a sua accusag'ia cora al-
lagagoas quo nanhunia ligado tora com o
facto.
S. Exc. reforio-se medida1 que raandou
a Thoatro Santa Isabel passar para o mu*
nicipia.
Isto uraa cousa que esta consagrada na
nossa Constitualo! No rio de Janeiro os
tiie itris p.Tteuco n aa municipio...
gu auto couimiss que um funecionario
puijlic* est d.-sa npenhanda na Europa, o
iiobre Senador trouxe uraa historia muito
camprida, euv olvoudo negocios inherentes
reprssentao&a publica da nosso Estado,
com factos particulares do familia e nao
duvidou era fallar na esposa desse funecio-
nario, duenda at que o honrado ex.go-
eroador dau utua qaantia avultada para o
ombalsiraameato daquella se ato ora, reve-
lando apenas cora isto a poquenhez de sua
alma acanhada.
E' raister quo se osmaguam aecusagoes
cmaosla quo nao encontrara base era
assento na risa* e na verdado. S. Exc.
rol'utou os ueus arguuiontos sobre esco-
las publicas e calvaiuento, apontaudo aquel-
lo facto qua nao tem relaclo nenhuraa
carao caso, e a qua deix de responder
parque a ma;io ser acceita.
jO nabre Sanador coraogou o seu discur-
so pedindo a* autor della qua retirasso-a
11 Sr. albino meira:- aa m au d =.,,,.*.. .-. ---.* -'------: _
este C mgresso i i amigos, que ello tratou como ura favor feto a si o, como nao fosse
EB ..,',.i____. Ao.nnun- ,-. no Con- attondido. saino do recinto ; mas nos aqu
rana dospreso; .
, {-> eilo tnha dicto :
.memque assira esposmhoa
tuisio do Estado, quo o Sonad*,
tizn: Soalho beijamos a rao polo
I i que fea esta torra :
3r. Barbosa Lima ealcon, uma par
a*a, todas s leis oansagradaa na CoosM-
'm'beUo da, deu-llio na phautasa querer tara c*mo entender.
e, .im envenenador. V. Exc. [iir^ndo-se ao
Sara > i Si-.urdh) sabe disto.
O honrado Senador, autor desta mo -fio.
Dentando O tragic*acontecmento, a que
ii >, redro, teve occasiSo de dizer que o
seu criado Sabino, o seu leal sorvidor, foi
ir um hora ompregado....
O Sr. Baro de Nazareth : Elle foi
snipre um grande perverso.
O Sr. Albino Meira :Eu nao acredi-
to. Srs., quo o honrado Sonador tenha per-
rf,t.,. i',n sua casi.
O Sr. Baro de Nazareth : -Tnha, sem
o sabor. .
O Sr. Albino Meira : Admira, Sr.
Presidente, que o honrado Sonador, que
durrate tantos annos nunca viu indicios do
pervorsilalo era Sabino, o tivesse com ta-
ma ih i fadlidade entragae ao suppljcio,
, > menor indicio de culpa contra si...
O >R Baro de Nazareth : Quando
soube, entreguoi-o.
O Sh. Albino Meira : Pois assim que
.iii serv ps de tantos annos J
,~.i eiie tinha si 1 > ate anto um honrado
attendido, sahio do recinto ; mas nos aqu
estamos para votal-a, recouhecendo, assim
o mrito do ex-Govornador. _
Nestas c*nli;5as, nos quo iicmos no re
cinto, votamcis esta moco como testerau
nlia do gratido ao3 grandes beueticios fei-
tos a este Balada pelo Ex-Governador.
O Sr. Ermirio Coutinho :Eu fiquei no
recinto, mas o voto por ella.
O Sr. Baro de Nazareth :V. Exc. vo-
lor, um leal empregado, como se cora-
prebende que S. Exc, sera averiguar cousa
iio.i.iuraa, sera a mais leva prova, o tivesse
i ir imptamente entregue aos maiores
supalicios, s raaiores torturas que ao Sr.
B rb asa Lima aprouve mandar infflingir-
Si. Prosident i, eu vi as castas de Sabino..
O Sr. Velloso : E houve envenena-
monto f I
O Sr. Albino Meira : Talvez o nobre
Sana I >r Ba se compadeceese, mas o meu
corucao coafrangeu-si, ante os fundos
sulcos fjalos as costas do inditoso ca-
peiro pela raz da gamelleira, que lhe foi
applicada na Ilha de Fernando. _ji E seja-mo licito tarrainar a minha respos-
ta catilinaria de S. Exc, tamben* oxal-
gando votos, mas para que S. Exc. so tor*
ue mais cordato o criteriaso uesta Casa,
pais S. Exc. faz da paixo e da colera as
suas armas da combate contra aquellos que
se asslgnalam. admiraco de Pernambuco
pelo sou civismo, pelo seu devotamento
causa publica, pela elovagao do seu carcter,
pela nobreza do seus santiraontos.
O Dr Alejandre Josa Barbosa Lima nao
o idolo de um partido^ um benoraorito
do Estado, que lhe servio de 'aereo ; nao
faz jus aos applausos de correligionarios,
mas impozsa Ix gratid.o de seus conter-
rneos.
( tluilo bem. iludo bem).
Eucorra-se a dlscusso, n-o so votando
por falta do numero, tundo o Sr. Presiden-
te mandado 1er o art. 147 do Rogimento
Interno.
(i!; DEM DO DIA
Encerra-s a 3.' discusso dos pareceres
deste anuo r s. 30 o 32, nao se votando polo
motivo aciraa. Ambos estes pareceres
adoptam as 'esaluces iniciadas na Cmara
polos projottos de 1893 na. 09 (reparos no
acude de S. Bento) e 81 (construeco de um
caes entre a Casa de Deteugo o o Gazo-
matro.
Esgota-se a orden* do da.
O Sr. Presidente levanta a sesso dosig-
nando a seguate ordora do dia : Votagao
das materia!, adiadas, 2.a discusso do pro-
jecto n. 5 ; 'l- dos peracores ns. 43, 41 o 45
e.s.* do pro;oto n. 1, todos doste anno.
corrigenda
No diseumo do Sr.]Bar5o de Nazareth,
no sabbado publicado na 2," pagina do
SUL
Hii Gratad do Sul
A Recaaiica i-m eaiioriatytei g'.odea
ligios lo general Camnaria pela:re.-p).-'.a que
dea a jjogao do Cluo Mil.ur.
Cooclaida a la a ioo-a.r, < eeral da e'ei-
Qu part depatado eatadoal '< ''i-ine.^a-ae que
o S-. Moys V.aaia teie II.Ui vjijs a k
eieHa.
Alm de responder a conc?li i ds euera
f.u recaanlo preso o commaQdaQ.e is 58- da
iofa*;ei-ia.
Caegoo i Pelo as ao da 11 o D BV
polyt CiOeua, qaa de emp-dqoo .-a:n-d:< p pal ai reolacao extia.U.
Tiino-rn cnpgiu ao me-av* dia meuciona'
la cidade o 8r. Wieier, uii.iistro fraacez, qr,e
anda em mieaao ecooomica ; e aegae ou du
a uiole. para Pono Alegre.
leve riodrosa recepcio.
Da cidade de Porto A'eg-e seio'o para,o
R o. oarj aesiiao Ed'op', o le ee demorara
un moa. o D Joaqain Pedro Saa.-ja, aoa-
li.-a.io dioico.
Oa pa-tilos g idela 'epuoncaaa, da oldado do Ro Gaade
ao apreg-atar caauidato aproxima elt:iia de
iQteoifo e maoicipai.
0 ultimo part.do ja elegeu a comi]is3o di
rectora e A redaegao, que Acara a freale do
loroil RioGaoln do Sul.
Colima qaa est uomeado promotor pu-
blico da meg:aa cuade o D-. loao da C*sta da
aulnr. eai aat>>tita\V> da Dr. Pilara Caa-
lo qu* voiti a ajvogar.
Falli-ae que o 16- Oatainao seguir dea-
xo ae paucos aias para a Capual Pde-al.
Cnegea Pelotas o Dr. A'b^n'i Gullon,
fifa do oervic* le'egrapho do Eitalr, vela
iaspexi iur a reoart ga ao da segua.e en*
uh i.
O D'. Himaro Baotlata, qa' h' das *8-
aa na Rio tiraale, segoio dalli a 9 para Ja-
mr'd i n a vuge o de propaganda a favor da
disideocia Repoolicana.
Bito ero f xooaicSo na rof dos Aadradas
".:" capll| ijoaros das arihUs aqal doraicilia-
lg, T^renj Hj, VanojMf, adjaato da ejiafio telegrapar
-a de S.. Baij i, desfechoa tres liro de re,?ol.
Wf no seu cliefe Jao Casaes, feriado'o ao
peilo.
O gzresaar foi preso.
Par egge im'ivo aa comraaaicacSa telegra-
pbi^ascomS. Ba-ja esiiveran dais das in-
terrumpidas.
Espirito anto
O congresso approvoa boje o parecer da
cornmigsio aparado-a dos voto* na elaig) pre-
-i i iicial proclaman lo eui acto soccpgsivo elei-
toa para o quilrieoo-.o de I89S-1900 :
Preaideate de Esudo o D'. Graciano dos
Sanios Naves, caao 6,573 tjus ; vice-D-eai-
dei'e o -ognaeiro CjQS'aate Gomei Soir.
em 6 388 ; l o c-jrons! Jia Gmsg PiaQiro
on 6 29. e 3* o D Heaique Alvss Cjr
ia-i a Lima, com 6 3*7.
O caaJida;o da o.>pos:cao presldisucia, ap
iaiar federal Dania^oa Viceate, oDeve i,505
tuina.
A oosse dos ne/os elailoa deve realisar-se
hn 2! le Hato prxima parad'e o can^resso
leg'gialivo.
A el-igio correa liremea:a e a chapa go-
vnrniata inuuapboo por maia de qaairo mil vo-
tos.
O congresso esiaaal, convocado para 15
fe laio, val resolver tabre a aropaania ^o
caf, nuea (o ao coaveaiu de Pet'opolifl.
Nao est aluda paolicaio o baiaoc> deQar
twi do exe-cicio de 189-5 ; aao^-se eatretaata
que a receita do Estado foi raai'o lisoageira,
aitineioio acerca ie 5,000:033' ou maia de
t,000:000 soo-e a receita oreada.
Wu i lo o- dados loobecidos, maia de.....
i,001:0004 Toram enpregados oos stvicos de
iranigrago. Os loros auvida externa m*n
uram a 800 e (aolos con tos. Com obras pa-
vi is, salaoridade paolica r i*stra:gaj des-
peodea-sa cerca da 1.200:0094.
Apaiar dos crditos exlr ordinarias para
comDaier as epidemias do cnolera e da varila
que graagaram em parte do Estada dorante o
aaao de (895, o exerciclo legou anda um sal-
do de cerca de 30:0004.
A reapeito da noticia o Estado do E Santj, por soa vez, que, por aoia em sen
vi--, ver.6ca->e que o tnetouro do Estado no
exerctelo de 1895, eacrrado a 31 de Margo,
teve o saldo d? 14:075^773, alem das soso as
existentes as agea'-.iai1, amia dependentes de
'Criftcaco dos balanceies.
Nesse eierciffo Buada sapparton despe-
ras ext'aordrarLr >:'-u de treaentos conlos
con* a epidemia Esperava-se dficit vs'a da renda do 1
afleoestra, o que nao se realiaon devido ao au-
gmeato da exportac&o no segaado e o escra-
or.'o do presidente do Estado aa aotorlsacao
i'. desperas.
Presane-seqae a receita 8jja de c-r'a de
cinc* mil coatas, dos qaaes mais de m:l en-
pregados em servigos de immigrac^o, oiiocen-
tos e taatos a* divija exter.ia e mais de mil
um ob'ai poblicas^servico sanitario e Ins ruv
cao pnbiica.
0 Dr. Graclliaoo Naves, presldeote deate
lado, altimameata eleito, qae se acba em S.
fittieas, saa cidade natal, espa-ado oesta
saMtal ate o dia 17 do correte.
= Alcipreste Pedrianj, viea-io deata caoital
segae para o Rio afim de tratar de toieresses
do blaoado nUima-nente creado no Es'ado.
II 'gressou da ana co nmissao a villa A'fre.
n Cbavea o thefe de polica.
Bstaodo convenienemente tiacadas a prepa.
(;;-o do lelto e obras de arte da segunda -ec,
Ci eaa co08trn:co da estrada de ferro sal do
Espir>to.Sato (trecho de Vianaa a B-azo sal)
'ai ser aberta concurrencia para o foraeci-
meato de dormentes e triibos para 30 kilome.
tros
Tambem vio ser renovados os contractos
i '- empreitelros Carlos Reeve e Joo Feliciano
oir preparo do laita e obraa de arte da 3' e
4* sece s.
O p-eaidente do Estado preteade percorrer
os semeos ao fim deste mei.
E' para notar, qae se acbe prompti ti i
metes, para ser Inaugurada, a extaco telegra-
nbica da barra do Ro Doce, e para isso s I tie
falta a viada do respectivo estacionario, qae
nao crjega.
O engenbelro Octavlann Pinto e Temisto-
r'ei de Piguelredo organiaaram erna empreza
de estrada de ferro da Victoria a villa do E
pi ito.Santo.
Val ser transferida ao Dr. Bnarque de
Macado a propriedads Ct fabrica de tecidos de
Inbo, mate Estalo.
Este eatabele:imenta foi montado o ctpricbo
o multo ae egpera de saa prodaccao.
0 commerio da Villa Affonso Claudio es
pera aociosamente qae oS-. director geral dos
lel.'graphos d ordem para a coaptro^So do
ramal que val aquella impoittate centro lavoo.
retro.
a construido est aatorisida pelo o-cimen-
M vieeate da Repblica.
Ha di,, coofianca oue o coronel Scbaid, lis.
tincm engeabelro ebefe do diatrlc.o, promova a
"Tecuca) desse meib ramaoto.
Foi marcado o da 20 do crrante para a
installacao da nova comarca do R'o Novo.
Saoe.se qae ama das tres esiagftvs da <"-
tadade ferro do sal do Espinto.Sant j, qae de
veri iaaagara-.se no aono prximo, tera ads.
nomloacSo de Marecatl Florlano.
Deve reapparecer brevemente na cidade
do Cacboeiro do Itapamirim o peridico Sal
do Espirito Santo, orgao do partido construc.
tor
CAPITAL FEDERAL
Dalas al 13 do correte.
A Ia sseaSo preparatoria do Jenado reallsar-
aa-na oo da 27 do corrale.
Da acord com o art. 31 da Conati'.aico o
terco do Senado ser renovado este anno.
Iarojinacn o mandato este anno os seguales
sen idores :
Amatonas BaiS) do Ladario.
ParaMaooel Barati.
_ MaraohoEsta vago por parte do senador
Caoba Jnior. Realisoo-se a eleigo a 16 de
Janeiro deate aiuo, aeodo eleito senador o Dr.
B -uedicio Lene, depatado pelo mesmo Estado.
Te mina o mandato este anno.
Piaoby-Coelbo Rodrigues.
C a-;iJco Cordeiro.
Rio Grande do NorteOliveira Gavao.
Parabyaa -u&o Netva.
Peroambaco>loSa Barbalbo. Existe ama
vaga, por ter sido eleao governador do mes-
lo Estado, o Sr. Senador Correa le Araojo.
Alagoas M.**ias de Gusuiao.
segipe Juelno e Campos.
Bh.a~R.y Barbosa.
| Espir|fo-Sa:itoGil Goulart.
Re de JaueiroL*per.
Capital Pe leralEst vago por morte do
senador A'ist das Lobo. A eleigo esi mrca-
la Dar 13 de Malo do co-re te aono.
O candidato que (r ileito, lermia^ra o man
daio esta anno.
Mlaae-Garaes Coriatiaao Ot'oni. Existe
ana vaga para a qua', foi eleito o D- femando
Looo, e qae .in la oo foi reroabeaid)
S. PaoioCampos Salles. Pul eieito gover-
nador de S. Paolo, oca *ri posae a 1 de Mato,
dexaoda o logar de seaador.
GayaiEst vago po- morta do Sr. enado-
Uva Gacela. Procedea-e eleico a 31 de
Janeiro oeste anno e foi eleito seaador o coro
ael Aoioaio Jos Caalo.
Termina o mandato este anno:
Mano G-o-^oJaaqaia* Mu ti o no.
ParanTafldo resigiado o carao de seoi-
doro D.\ SaaOs Aidrade, foi eleiio para .ub-
aiitail-oo padre Aloerto Jos Gooca'.es, qae
foi reconbecldo, nao leudo aloda prestado o
<: mpromssa conslliadoaal.
Tir.-nioa o mandato este anno :
Santa CaibarmaEsteves Jaaio*.
Rio Graode do SalPlnbira Maioado.
0 ministerio da justica reaommendou ao
governador do Estado de Siau uitbariaa. em
vista da reclamacia da )uit d^ paz do dis'riito
deCimoa Bello, naqaelM Es*lo, acercado
facto de a;onie:er all com frequeocta qua os
c^otrabeates de anonas omitiera Iniei'ame ue
o easamanio civil, qaa oelos meios ao seu al-
ean se providen-.ie aun de faas- constar pabli-
carnale oo refetido districto qae a Repblica
s recoabece n casamento civil, como exprs*
so no art. 7, V, da Constitatco Federal, e
qua, portaaio, aneota dalle se da lam oa im-
portante* direitos de familia de qae faz meoco
o .-.aplalo Vil do desreto a. 181, de ti de Ja-
Di-i-o te 1890.
Soticitou-8e do ministsrio da fazenda a
expeucso de ordem afim de que se punen
pe,a Alfandega do Cea-, os vaocimeaios de
inactivilade do jaiz de lireito Ja) Baollsta de
Sijasira Cavalcante, apo'entadoem i-tala do
deceto a. 2.05 le 25 de Jalbo d> 1895.
(Id dia 12 do corre i:e, os Srs. nroiatro
da I iduatria e familia, Baro d; Cap.nema, Ma-
rocoal M raes Jardim, D*. Antonio FeliC'O dos
Sanios e familia, D Jaaqaira de Moraes Jar-
dn, Major Francisco Asis, Pedro Pltanga, Ci-
cero Costa, eogenbeiro Jo-qaira Machado de
Mello, Bildomero Cerqa^ira de Faeates e ou
tras multas pessas foram a estaco de Meadas
rara visita- a fabrica de papel da Cimoantiia
Industrial Itacolonv de qae presdeme o Sr.
D Rolrigo de Nata reta Saaza Res.
A punco mus de um kilon^tro est o grande
deposito de material p*ra o f.brlu e poaco
distante desse edificio e fab-ica colimada em
loi-ar apropriidp a recebar a maior torca de
aga.--.
a activa gerencia do estabe'eciment* apro-
veHoa a selecta visita dos Srg. ministro e tare-
nal Jardirn para sar ff*ctnada a benc* das
olli-inas e mecaalsmos, cerimonla religiosa,
que foi celebrada pelo Revim. vigario da Bar-
ra ao Piraby, seada psdnanu aqaelle marecbl
e madriaba a Sra. 9. Mara Silvana de Pitaoga
Piras.
A fabrica faaccionoB cam tida i regularidad*
e pelos v aitaataa foram distribuidas amostras
de papel magnifico para cartas, terminado nes-
ga uccaaiao.
A fabrica oaia trabalbaa bemans, malberes
e enancas, ] soda prodasir 3.000 kilos de pa-
pel e 2.000 ds sapa i a*.
u Sr. D-. RoJrigo Nizaretb den minuciosas
expiicacoss aos visitaotes, que tiveram ensijo
de venlicar a brlinante parte qaa cabo aqiell-
estabeiecimeoto no desenvoivimento e progrese
80 da industria nacional.
O S-. m-nts'.ro a mais pesadas ebegaram
estaco inicial da Estrada de Ferro Central do
Brasil depois das 8 oras da nolis.
Segando o Jornal do Co-nmercio, carta
de 3 do correte do Joazeiro dis qae. 0
Rio S. Francisco aprsenla ama g-aaie ebeia,
qae j tem altiogido as casas const-oilas nos
pontos mats buxos da cidade do Joaielro, ele -
vaodo-se o nivel da agua a cinco metros '.cima
da alima estlagem observada. Agora qae o
rio esta realmente magas oso e digno de ser
visitado.
Jaira infarroagS* como >qaellla fidedigna d
a estaco telegrapblca mondada apezar de ser
allaslada da margem.
Foi expendo em data de 6 do cerrents, palo
Ministerio da Guerra o sesruin'e aviso :
En soloco ao offioio o. 336, de 1 de Feve-
reiro olumo, do comnaodante do 6." districtj
militar, tratando do inconveniencia de se per-
mittir aos alomaos da Escola Militar do Rio
Rio Grande do Sal presta em oame da agri-
menaura, oUjio qae a-oaapinhau o deesa re-
particao, o. 1.736, de 17 do dito mn, vos de-
claro, para os flns cobveoieotes, qae nao per-
mlttida essa in-cripco, om* cez qae. segando
dispe o art. 36 do regaiamenio para as esco-
las militares do exercito, a approvafio em toda
o corso geral d diraito ao litlo de agrimen-
sor, sccrescendo qae o ensino oa= mesmas es-
colas gradual e soccessivo em pocas de-
termioadas na forma do referido regalamento.
Sa te e fraterniade.Bernardo Vasqaes.
Sr. ajudanie-geaeral.
Foi permiltida a (roca de co-pos entre si
aos alteres Alfredo de Aqoino e Tertuliano de
Al )uq ierqie Po.ygoara, este do 21.- batalbSo
da ialaolaria e aqaelle do 38.* da mesma arma,
Aotonio Julio Pacbaco de Asis e Manoal Panli-
oo de Flgaeiredo, este do 3.- e aquelle do 37.*
tambem de infantera.
Foi concedida ao mijor do corpo de esta-
do maior de a-t:lnar:a Acoil.ss Velloso Peder
neira a exone-aclo, qae pedio, do lagar de
tecre ano da Bsi-ola Militar desta capit.l.
= roram transferidos :
Para o 2* regiment de cavallaria o alferes
do 13- da mesma arma Carlos Wainansej,
conforme pedio.
Para o 4- batalbo de InMtiri-i o alfees
graduado do 13- da mesma arma JoSo Baptis-
la da Silva Barros :
Sab; o Jornal do Commercto, que serao
Horneados, na Reparttci Geral dos Tv.legra-
pbos, inspectores de 2* classe os du 3* Hago
Flgner, Aarello Masiel da Caoba e Jos laeo-
pli.lo de M.reir Reg e. Inspectores de 3*
classe os feitores Joo Rarntio Rodrigues e Ju-
lio Mo-eira de Soaza e o agrimensor Manoel
Rodrigues Cijado.
Poi pelo ministerio do interior expedito
o segoicte aviso :
Em resposta a consulta constante do otS*
ca n. il, ae 30 de Marca ultimo, declaro-ros
qae, de accordo com o parecer da caogregico,
o termo material a qae se refere o art. 85 do
Cdigo de tnsi-.o Superior, relativa ao nams*
ro da proposicoes das tbeses de coocarso, deve
ser entendido como equivalente a cadeiras e
nao partea de que se compoe cada cadeirav
Saade e frateraidade=joaa!ves Ferreira.
8r. ilra-io- interino da Escola Polyteeboica.
E' posmel, ao qae pirece ao Paii qu*1
brevemente tolos os corpos qae se acbam no
Estado :o Ra Grande do Sal regressem para
as saaa respectivas paradas.
Para esta capital ain la oo est deBaitiva-
menie designado qaal o batalbo qae vira, sen-
do p*s ive, porem, qae a escolas recala no 25
de Infanta-ia.
3= k me ma folba dissa :
Podemos arsegarar de modo categrico nlo
haver projecto .de alliaoea para neutralidad
entre o Brasil, Uragoay, Paraguay e Bolivla,
em caso de alterac^o de boas relajla que
auam entre si os psiz-is americanos.
Fica assim desmentida a oolicia daqot traos*
mitnda para El Dian de Bueaos-Ayres.
O Sr. Dr. Feiisbeiio Freir acaba de en-
tregar publicldade o i" volme da Historia
da revolta ds 6 de Setemoro de 1893, qoe coas-
ta de 355 paginas magnilicamaaie impressas.
A e 15:10 tomou-a a ai a caobeclda casa Co
nba &. (rmos.
tlMM E i,011E2.t;iO
O comnaercio eitrangero
no Brazil
Segundo o Jornal oo Commercio. o jornal
pol.no a commercial Le Niuveau Monde*, de
Pan*, aprecia nos segaiotes termos a concur-
rencia commercial ett-angeira no B-asil:
&' nicamente pelos meios comme-ciaes
que os al'ezies lm '.oasegaido obter na Aa*e-
rica do Sal e parucalaruae.ua ao Brazil, si'.:-
C imprtame.
A saa milj.:asu poltica nes-as regifies re-
lativamente inei.ioificvi1..-. p. gilvo no Braiil
(Estados de S. PiQj, Santa Catna-ioa a Rio
Grande), o aaro dos realdanies all^m^s
emigrados ooa paizes latino-imericaaoa Jmai-
to mais reatricto. SSo na sua uoaior Ipartaj io-
etabelecem para fazerm | >e^o >, nSs para fi-
zerem oltli:a oa e-p.:indcs ; fanta n esta
belecimentos daaossie (fe m sido calxairo3,
unve-ii-nteoei preoiralo^pir una edurjago
primaria, fallando a lia/u 1 hespaiaola, pe-ae
varando oara obi-r-? o nas casas ale ae em-
pregam lofiaeocit til ao s-ju paiz.
O T'i-t iguil nenia asseza-a o su^esso do
QOaaierclo alleai o notivel espi'Ho e-npra-
beatelor dos expo-tadores; alarzam os seos
ramos i', t-abilno a neiieg emora^am 01 seas
ipita-s ; saban msimo ava ia* alopirtansia
a crdito, a os prazos largos pa-a pagamentos
qaa elles noacelam s* pirtisnlarmeate apre-
ciados oafo 3 jl-Americano.
finalmente, as condicOsa da p*oSasca3ni
A'lemaona, o baixo pr^go relativo da ma de
oora e di uata-ia prima, a mldale das des-
pulas com iraasp>rtaa m.riiino', permittam
aas eiportidores allsmes o*o-.arareno bons
mercados, e o Irarico germnico co n a Amenca
la 10a resenle-.se nolave Denla deati vao.ajo3a
Circamstaicia. E' preciso aC-esca.itar q'ie 03
allemes, oara alcaorani cliantella, pira mo*
aopolisarem mds sura-ianta e mais -apila-
mente o mercado, na* nesltm em recorrer s
m.itagoes ios nossos a-tigos, imi'.acao con"a
qae os commerciante f:ancez-s se indignan*
o n razd, mas contra a rjial sa* mnoriaaie'
para lutarem aos 011 tes Sai-Americaans, onde
a oropnadade industrial neo sem ira seen^oa-
ira eufficieotemente garantida.
Mis par prejuiirlal qaa seja para os trance-
zas a concurrencia aliemS, por moito inquieta-
dores que teiba silo os a-is progressos. pa'e-
ce qua Uz j exportacSo franceta o mal qu3
tinha a fazar-lhe e qae obteve j todas as coa-
auigtag qus 0011a esperar.
Ocomnercio atlemSi chegan vl'lvelmente
*o a*a ponto calminanle oa A nerica do Sul <
nao pndar ganhir mais terreno acostado
trafico francez.
O q :a deve. em t-oca absorver todas as nos-
saa preo'CopaQSes o qae merece deer^eriar as
nosaas mala legitimas apprebensoea, o desen-
voivimento manifest aiqolndo, ba alguas an
no< pelo p.omrcercto norte-amelcano na miior
parle dos Estados do Sal da America,.
Maia do qae qoalqaer outra a concurrencia
norte-Americana ameac ferir com an pnlpe
fatal a nossa sitoaco commercial no Novo
Mondo e oa-ece destinada benetisiar-ee lar-
gamente coro os nossos preioiza.
Na conqoista econmica qaa eoinrefleode-am
nr America do Sol, os Estados Uaidos p'oce-
dpro loilcameote. comecindo por absorver os
mercados mais prximos: o Mxico. Coba.
Hait, as Aotila8 o Cenma America, este 'den-
do sem cnaaar a aoi eapber, ne acQio. Iaau-
daram a Veoezaela com os seus prodn:tos, e,
oslo t atada de commercio conclu lo com o
8-aztI, arocoraram laocar aa roaos ao merca-
do mafs vasto e mais proveiiuso do Sil da
Ame-ica.
Aroanha, se nSo nos acantelarmos, oa norte-
americanos ebegaram a desaloja' a industria
eorooa das eaas allimas posiees na America
do Nort, e desapoaaa-am couma-ial e finan-
cairamente a Franja, a Inglaterra e a Allama-
oba da Coloabia, aa Argeatlna, do Urogaay e
do Cnile.
Os proceaaoa commerciaes aos Estados Uni-
dos, sao, alero disso, favorecidos por circu*
tancias filizee da divers- naiareza notivelmen-
te pela proximldade geograpbica, qae, sob-eta'
tada na regio das Aatilbas e do Centro da
America toruoa nnaalvel a facilidad?, a rapi-
dez e o bom commercio de coromunicagas; a
propria naiareza das exportacSes americanas,
art'aog de Brimelra ne:essidade e de coasomo
corren:e, aos qa.es o uso popolarisoa e a mo-
dicldade relativa dos dlreitos qae os aitingem
aeseguro venda regalar e certa nos mercados
8olamericaooB, meamo em tempes de crise.
Por oofo lado, os estmulos officiaes do Go-
veroo Federal leem cocorrdo coaaideravel-
mele oara este auccesso. Mas o factor prc-
cipal delfe a actividade verdadeirsmenle oo-
tavel dos oe^octaaies e industriaes no'te-ame#
rlcanoa, aea espirito emprehendelor e iniciati-
va arroiada, os esforcos resolutos e perseve*
ramea dos grandes eatabelecimentos de pro-
'uefio e das priocipaes casas de exporlaco
de New-York, Cbicago, Boston, ele. qae roo-
bero comprebender e atilisar em sen proveito
o poder fecundo da as*ociao e di propagan-
da. Por ultimo, os americanos nso do recla-
me por frm 1 extraordlovlo.
Todos es gneros de piblicidada s empre*
gados por elle* anou.rios, p-ospectos. cata'o-
gos, cartazes, jornaes nnnuncios. At a Se-
cretarla das R'poblicaa Americanas, aatituida
em Wasniagtoa, ero seguida ao graode con-
gresso naa-rrericaoo de 1889, na realidade
um orgo dos mais activos e dos mais enge-
nbosos de pobltcidade commercial dos E lados
Unidos, e coustuae, com proveito da saa IrAo-
enca e das aaas trocas commerciaes com Ame*
ri;a latina, uro elemento da propaganda dos
mais ae-ios e dos mais efficazes.
No Sul do Brazil talvez a accso poltica dos
Estados-Unidos se faca sentir menos de qu-
ero ontras regies mais prximas ; mas o com-
mercio oorte americaoo no Estado de S. Paulo
poasue grande torca pelo faci de que oa Es-
lados Unidos eao os maiores comp-adorea do
caf de Santos.
Esta clrcomslancias excepcional das remes*
sss de caf de Santos com destino aos Estados
Unidos, ama circamstaocla tnegavelmente ia-
vo-avel para a sabida dos producios norte-ame-
nranos.
E' ama verdade reconbecide, de tacto, que
po- ama saccesso de pbenomenoK de recipro-
cidada econmica, assat natural, raro qoe
iuba al aqu o monopolio, mas qae podam
ser b je foroecldoa pelos paites c lados, em
coodicoas qoasi s miniantes e com as vaata-
gem uiaprociavel de barateas.
Da Heapinlia failareaiO' por alio : 6 peioci-
palmete nos paisas bespaoo-americanos, de
<4Ue uutr'ora foi a me.ropole poltica e onde
ella conserva inda, apezar de tudo, certa on-
iicSo moral, devida ao reapeito pelas tradiccoas
V e aos lace- de saogoe que os seus vinhns, os
Feos livres de aoiz e os seus productos all-
t) ni ci ;s de Barcelona, aceite, trocas e iei-
xes em conssrvas fazem inquietadora concor-
renel < aos p-odactos similares francezas; no
Brazil o napel commercial da Hesoaooa qua-
s| nullo, e, em lugar della, Portugal qoe goza
cesta colonia porlugaesa emancipada a sua
-ictua t-adicio blstorlca.
A oroxlmidade de Portugal, o namero r^'ati-
vameota coaaideravel de emigraates portagae-
sb8 es'abelecidoa no Brasil, a mesma lingaa-
tet, o* usos e a origem sao oatras taitas ;on.
d;63 livor.veis ao deseavolvimentn das in.
trola'C89- Que o fazem quasi todas can pre.
juizo da Fraofa, paiz que os azeiies, oa vimos, *
aa ga'dlnhas de conera, os legames, as ce-
rio.seos tomatas conatiloem ge-alroente 08
ramos mais impartiles do nosso comme-cio de
exporlaco.
Os vi- nos e azules de Poriaeal sao pre'erl-
dos aoi> '.rodados similares fraocezes. p- imet-
ro o"'a saa barate.za e depois pelo aroma, pelo
pala nr um poaco acre que repugna sero dovl
da o pal ir".T delicadj dos fraocezes e dos pro
a! >reg da vlnbo, mas ao qaal os portnta'zes-
e o, brasilelros, fliao3 de portuguezes, est*
oataralmeite habituados. (JJJJ
Qaanto as conservas de sardlchas, Pesaro-
si constatar qae esta concurrencia a^rla felta
ao no'ac to oler asante commercio similar,
o resoltado do estabelecimentj multo recente
as rostas -*e Portugal, de casas iogiezaee
mesm* fraocesas, de pesca e de fabrico de con.
serva de oeix em latas, anlogas as dis nos.
gas C">ta da Betanha.
O Nouvaau Mande* est aro erro : a roaio-
ria das fabricas de cooservaa de pe x e de
tmta* em Portugal gao por'u uezas. e a sardi.
nba das rostas de Portueal, hen orno >g fru-
tas portogoezas, san maito suje-iores as fran-
c?8, o que Ibes d supremaca nes me-fados),
E' ieoaimente no dominio dos p'olac'n ali.
meatirins que o corame-co ilaliaoo faz om-
b-a ao commercio francez no mercado do Bra.
sil. Alero do qoeijo parm-^son, mortadella,
niassas amenliclas, artjgos esseiciaes de ex.
nortacSo italiana, e coot a os qoaea oo 1 rocu-
raoMf lotar ; n-eciso ass^irnalar, na p-imeira
iinha, ent'a os prodactos italianos qae eoncor.
rero com os francezea, os azetes e oa viabos.
Os azeltes, ainda que moito io'erioreB em
qoilidndeeem paladar, eocootram -te-ivaco
cnnsideravel. ero raz&oda saa bara'.eta (o litro
do azel'e italiano cuta uai 00 tres vetes
roeoos do na litro de azeite francez : i i em
logar d- o'OO*
i!--lai v 1 i,m j sos vtohos, nao a sua bara.
teta qae oa faz vendar man do qoe os nossos,
pirinea Franca pola oflf'-e'er viohos bara.
103 de roesa por d-^C1*. P?In roanos to viola-
loaos, com" os de Italia, mas o qoe alimenta o
"onsa'no >ietf> vlcbos o grande Damero de
eolgrante' italianos e-tabelecidos no paiz ;jua-
si 4i3 da nopola;an).
E' moilo n-itoral qua os italianos roi-unoam
os n-.idn-ios (I-- eeu piz, qae geralmenle
[ir-frt'em aos prodactos f.-ancezei uu eetran.
lelroa.
Algaroas aeuardents i allanas, mas imita-
C6es o cognac francez, e o c'amado vermoutb
italiano, sao i-jualroent* fjlancados no mercado
coro deirinenti dos productos similares fran-
eses. E em outro ramo de importac;So, con-
ven asignala- os progresaos inqui tantea para
a industria Ivonezs, das aedas italianas.
Por 8u lado, a Acst-la, rom os sena movis
de noadeira bem acabados, de uso vulgar" e
quasi ger3l no Brasil, como em loda a America
10 Snl, tomn forte oosij* oas pracas desta
r'K'S* ot-las suas expedigea de artigos cbama-
dis de Pans, qaa-i to eUgantes como ns trn-
celes e mais baratos do qoe estes. Tambem
oos calcados a diversos artigos de couro, a in*
dustria vlennensc oos tai csicurreocia Berigo-
sa, segunda o recoabecem tolos os importado-
res e caixeiros viajante* francezes.
A. 8U331 est senOora do mercad* Dlo que
diz respeito de rel>]oar;a, apezar da importan*
cia do commercio reallsado oela iuapo-taote
casa franceza Japy Frers. de Belfo t. Ha algum
lempo qae em S. raul* sao aasigualadaa a3 ex-
pedicoes de aedas auissae, caja veoda natural-
mente prpjodies a do nosso artigo similar.
Qaanto a Blgica, essa psqaeno paiz, dotado
de uma a?lividade industrial maravilbosa, faz-
nos na Aros ica concurrencia de qoe o5o co-
obecemos bem os etfettos desas'rosos para o
aosso commercio. E-ia concurrencia effec-
tivameole lano mais pe-igosa, porque emana
de aro paiz que, pela saa lingua, pelas suas
origens, pela saa raca i civilisaco ae approxt-
ma est-eitameate da Franca e pode assim com-
bater-nos oa terrena.commercial com as nos*
sis a-mas. Collocada eotr^ a Franca e a Alie*
manba e em circunstancias de receber alter-
nativamente de uma e outra das patencias suas
visiobag todos os elera-io'os de propaganda e
todos os meics de acgo de qae poden* dispar,
a Blgica lucra, sob o oooto de vista dos seos
inieresseg commerciaes, cim a visiobaoca da
Franca e da Allemanba.
Qdaotas eocommeadas sao dirigidas a Aa*
vers e a Bruxellas, para so evitar uma escolba
embaracadnra entre Pars e Berlim, entre Ham-
burgo e o Havre t Sabe se que na Blgica se
encinira em condtc6e3 da preco multas vezas
na's vantajosas, a maior parte dos artigos roa-
naf icto-adis pra.tuiidos psli Franca e pela Ai-
lamacba, a a clientela recorre fabricaco bal-
ea qaa realisa a seas olbos a barmonia entre o
gosio francs e o gosto aliena).
ARTES E ARTISTAS
Artes e artistas
Acha se trabalhando no Colyseu
de Recreios, em Lisboa, uma compa-
nhia lyrica cujo elenco o se-
gu n te :
SopranosLeonilde Gabbi e ou-
tra.
Meios supranosSantarelli e Za-
wner.
Tenores -Nicolini, Ferrari e Joa-
quim Tavares.
Barytonos -Modesti e Borgeoli.
BaixoDado.
Directores de orchestraPintorno
e Luiz Filgueiras.
*
Um photographo em Munich, ten-
do pedido Mascagni de passagem
um paiz que compra moito em o'ctro, nao sej"l n'aquella cidade, a honra de se clei-
cbamado a vender ibe muito em troca, pois a xar retratar, este lhe pedio por esse
qualidade de cliente assegora geralraenle aos
p-opr os productos do comorador logar privi-
legiado dos ooer-adoa do vendedor. Estabele-
se de facto, entre das na5e3, em relac
co oroerclaes, dupla correle de trocas que fa-
vorece singularmente suas mutuas expirtacoes
principalmente quando essas exportaco s sao
(alimntalas, coro* -accede nos Estados-Unidos
e no B asil, por ama p-odoeco es ] le difTerete : provisOes alimenticias, fannba,
baoba, petrleo, madeiras para coostraece*.
ferro o ac, de uro lado, e caf, caou cbouc
assacar, sooros e pello* e geralmenle proda-
ctos t'opicaes de outro.
Mas alm desta trplice concurrencia dos
Bstados-Ulidos, da logia erra e da AHenanb
contra a qual o commercio francs boje tanto
t- .nalo tem para litar victorirsamenia, ba
oatros coocurreates menos ptrigoso-, seo da
v'ds, oa apparea:ia, roas qu-, por alguas arti-
ges especiaes e em raso de uversoa ''ircom-
stanci's excepetooaes, pare-era rbamaio* .1
causar certo p*e|0,110 i lroportsco fran-eza.
Estes coocorrenes sao a Blgica, a I alia, Por.
tugal, a Austria, a Suisia e a Hespana 1. Bem
qae, salvo a Blgica e a Suissa, nebbama dea
tas nacOea possue o ge"io lodust ial da Gra-
B-etaubi 00 do Imperio Germaoico, aero a po-
d-rosa expanio dos Bstados-U odos eslo em
via das diversas reglOes da America do Sol, e
notavelaeo
oo mareado
rltt de productos de qoe
trabalho 1,000 marcos. O photogra-
pho desisti de seu proposito.
? *
Sob a direceo de Manoel Giro e
M. Alvares a sociedade de concer-
tos de Madrid comecou a sua serie
de concertos.
#
*
Da estatistica das operas que mais
se cantaran*, na Allemanha era 1894,
v se que o iramortal Wagner foi o
compositor mais contemplado, por-
que obteve 1,037 representares das
suas operas.
REVSTA DIARIA
Telf grimnas otlici tes li .nt-m
noiie S. Exc. oSr. Caos^lheiro Governador
do Estado receben os seguintes :
Do elegado de Garanbuns.Sabbado 4 h.
da tarde depon terminada eleico melbor bar.
mooia, du-'S grandes familias intrigadas mu*
toa annos travaram forte tlroleio resaltando
1





'



le em S- Paolo, de nos sopplaoiar m r ** llora8 ^eP'9 contlhwro municipal
1, pela derivacfto de certas caldean* I Augusto Cetario de araujo e diversos feri-
iwiMdoneo cnmmareio francas1 meatos graves em outros eando Bel I armio fet

I

os*o
\-


V
Diarlo de IVnwiibiioo Ctaarta-fcira 2$ de Abril de 18GB
3
"
rido tambam morrea bontem. Segal lugar
conflicto nada encontrando dos provocadores.
Fia transportar cadveres para a cidade.
Fe-se exame, prooaalese ootras diligencias.
CJa ofciel questor.* Consta-me engrapado
as mattas povoado Brejio e a forca de que
disponbo' iosigniflcaote. Saado-voa. Jos
Soares Correia Braril.
Do juiz de Diraito de G*raobans.
Terminada eleicao BrejSo por intriga part
colar immigos lente Augusto Ceiario aggre
diram tiros morrendo Augusto e nontem uid
sobrraho deste. Houve raais feridos. Consta
morte ura aggressor. Delegado'nao eocootrou
criminosos. Situacio Brejio melindrosa. Fa-
milia aggressores extensa. Hontem telegra-
pbei vT Esc. Saudacfies. Nilo de Miranda .
EleicaoRecebemos mas os gegulntes
resultados :
2.districto
Votagao completa do municipio de Nazareth:
Dr. Boaa e Silva 731
Bario de Cootendas
VotacSo completa
baba :
Dr. Rosa e Silva
B- de Comeadas
do municipio
253
de Tim-
226
107
3. DISTR1CTO
VotacSo completado municipio de S
Dr. Rosa e Silva
B. de Cooleodas
Benio:
318
35
Vola^o
Preta :
Dr. Rosa e Silva
B. de Contena as
4.* DISTRICTO
completa do municipio de
Agua
312
37
Vota cao
de Knjxo :
Dr. Rosa e Silva
B. de Contendas
Vo'acSo completa
zeira :
Dr. Rosa e Silva
B. de Contendas
5. DISTRICTO
comple:a do municipio de Alago*
do municipio
104
40
de loga
217
1*0
Resumo d votac) at agora canecida:
Dr. Rosa e Silva 17.239
Baro de 'ontendas 5 133
II cetina -Em cmmemoracao da vida pu
blica do iromortal republicano Jus Joaquim
da Silva Xavier, o Tiradentes, o llustre Sr.
Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima reahson
honiem urna conferencia no edificio da Escola
de Fngeoharia que pnr.cipiou a 1 bora da tar-
de com numeri sa assistencia.
Presidio a reuuio o grande pernambui'ano
Senador Dr. Joaquim de Almeida Peroambuco
secretariado pelo Dr. Pereira da Silva.
Ao assomar a tribuna o Dr. Barbos* Lima,
proromperam acclamacOas e p Imas.
0 illu-tre conferenciador em eioauente e
maravilhoso discurso fez o histrico da vida
do grande inartyr da Repblica, analjsaudo as
suas diversas passagens.
lira seguida lallou sobre o rgimen republi-
cano e a euperundade d'este sobre o mouar-
cbiro.
Em diversas partes do discurso o orador foi
miTrompiJo pelos applausos da seu selecto
auiciorio e ao termioar foi alvo de calorosos
vivase prolongada salva de palm-is, sendo tam-
bera abracado pjr grande numero de pe*-
soi?.
Ao sabir da Escola de Engcnbaria o Sr. Dr.
Barbosa Lima foi acompaiina lo al a lypog a-
pliia d'A udale onde ai ida foi muito abra-
ca lo e felicitado pr seus amig.s e admirado
res
Durante o acto tocara.n as bandas musicaes
do L* e 2. batalliOes de infantera esladoal.
N I)', barbosa Lima pelo felii eto que con-
qutou grifas ao seu robusto talento orato-
rio.
>ova revistaO apreciado escripter Mo
reir ie s(.'u;iieiios aiba-se es'reveudo una
revista de a^ nuciEeaios teroainDocaaos.
O Sr. Moreira iotitoia Lamaro a saa re-
vfu que esperamos ser ama pee* Ja m-iin
torga Ca Amaps e roriaoto ag-aaar au pu
bii'O.
Th atro Santa Isabel Amanha t
Coa Uper-us nos srs. Morw'a de
V s ..LctUoa & Silva, levaru scena a in.eres-
eiri" epereta Ninu ne.
E' "e esperar gran, t ronro'ren'-ia.
Coronel Serra MartinsO llustre
cidadfto. cujo nom encuna *sta uot ta teve
a complacencia de procurar nos bootem para
fazer nos seus cumprimentos pessoaes. Ti-
vemo3 o desnrazer, porm, de nao adnr-ncs
ainia no escriptono d. reacco para receber
a grac sa Visii'i de S. Ex., que ueste caso
deixou-nGS o seu cariao com referencias que
no9 lionram.
Ao llustre senador enviamos os no3sos
agradecimeotos, e Ib; retribuimos as amabi-
lidades.
^luvo prepara.Jo Um novo invento
seu atac sr. .ijs ...ros da Cos a de traer
puolico, expondo ao oosurao um -betume
para .iagir -rreio?, 'ue preparuo, o uao
inferior aos congeneres de precedencia ex-
traogrira.
O Sr. Jos Carlo3 da Costa o inventor de
ama excellsnte graxa para calgado, de que
j ba tempos demos noticia, e recebeu saus-
lactona aceitagao do publico; e, no desen-
volvimeoto da Industria, sempre trabalhador,
ebegou ao novo invento, de que ora trauenos,
e que deve prestar real servico aos pop l-
tanos de coucheira?, agricultores e aos qu
traballam em carros.
Estamos que estes, urna vez experimentan-
do o betume Costa. o acceitaro de prefe-
rencia a qual outro, uSo s pela sua seguran-
ca de tintura e bella lr que aprsenla, como
pela modicidade do respectivo cusi.
Industria braslleira e por brasileiro inven-
tada, nao deixara de receber a sanego dos
patrota?, principalmente nao canao o pre-
parado a dever aos congeneres exirao^eiros
em belle/a e fixidez.
Fabrica de bebidas -Acha-se convo-
cada para amaoh urna teuuio dos fabrican-
tes de b-bidas, desla cidade, atim de coaibi-
nar-Mn o meio de oirigir-se ao governo da
Uniao, acerca da execu.o do decreto o.
2 253 d* 6 do m--z correte.
Conselio consultivo de Inslruc
cao I'ablieaEsse consdho reuior-te-u
i a meio da, por convocago du "S Su-
perin'eniente do ensino publico maait'pal.
Companbia de Flaco e Te.-.dos
de s*ernaiui>uco Os Srs. ac: u litas
dessa C uipuobi* esio sendo eaovidaiutl
entrrm com 10 ,', sobre o valor nominal de
suas aeges at o da lo" do mez vindouro.
Companbia de Bombelros-U
tu o ii" '" l e o s-giiiutr; :
ii. n ur o Sr. linate coadjovant^ J.-Jj
T,\yto Log." .
Da a cou}'. rxa ILooel JJjros.de Mirano.a..
Gsarda o quariei o cabo ebefe da botaba
jj mH de Az vtdj..
Uaifori e >. 3.
Vctor >apoleao .c Deroulde
Por occasiao do anmversari i da balalba de
Cbampigny, o Sr. Paulo Deroulde receban do
principe Vctor Napoleo, p'etetdente cora
de Franca, a seguuue caria :
nhor.Li o vosso discurso. Quero fe-
licitar-vos pelas vossas palavras de pairiotia*
mo. E tre ellas lia alguraa?, que uizem res-
peito rainha pessoa. *Eu nao possuo ambi-
co djOBBMtic de um homm, disae V. Bxe.
que a'urcu a Kranga guerra nefasta oe 1870.
E' urna verdade nistonc para toaos.
Vossa franqueza nao exiiou em proclamal-a
altamente.
Nao posso esqu6cer tambein o que dissesies
s pessoas que o rodearam : H* smenie
urna solojao : a eleifiao de um chefe que nos
represente dignamente. Este principio tam-
ben) fOi defendido pelos Napolees.
Julgo rae feliz de constatar qie ha meio<
d.j reunir i jdos os Iraocezes era um terreno
commum, mxime aquellas que collocam ci-
ma de odo o interesse supremo da Pa ria.
Acreuitaes, senhor, no oieu respailo e sym-
patnia. Vctor apoleao.
Paulo Deroulde respondeu nestes termos :
* Seobor.- -Tratando das causas da guerra
de 1870, romo j fale em Champigny, campri
smente o mea dever de horneen Honesto.
Quanto tda do plebiscito, ba muite que
seu por ella, e o que se tem passado, ao par-1
lamento em nada modificou as miabas con*
vicjfjes.
Depois oe 25 toaos de discursos ioutels, de
promessa' failates, de desordem moral e de
delapidacao linanceira, aoasa cara patria pre-
cisa deorldin e de paz.
Smente um ebefe responsavel eleito pelo
povo podir aar essa felicidade.
Mas qu;m dar ao povo esse direlto de
elelgao ?
Abi esta a salvace ; onde o salvador?
Eis ura i perguuta que o .interesse supremo
da oacao me obriga dirigir, nao s a vos,
principe Napoleo, mas a todo e qualquer
francez que queira ardentemeote servir
Franca e a Repblica. De V. Exc, etc.
Paulo De ulede.
Boa res posta, nao ba duvida I
4 cultura do caf Nos prixeiroa tej.
pos do es. .ocia i jjj'jio da cuitara do caf e
Cetiao. ja goase, como em ootros palzes, que
os cafesais f tinnande fructicar por am ce-.
to numeo de anuos, depois do que deverlam
morrer, e antes disso o faxeode;ro terla ja (el.
to a sua hrtana.
Adecaden:ia, porm, dos cafestes, veio de-
moosirar que era oecessario estrumal-os en-
quanio novos e vigorosos, com o fim de pro-
longar loes a existencia.
Ho)e ctiida.se, pois, com toda a solictale e
ligase a maior i nportancia a esse objecio,
asando da diversas cousposicas artirJciaes,
mas de preferencia a essas o eslrame aa'aral
d eado-
Egreja e hospital de JoaoNo
i\t y do correui em presenta do Sxm. Sr.
Consrlnei o Dr. Joaqaim Correia de Ar ligan govoraador do E-tado, e grande numero
de pessoa i teve logar o assentamento da pri-
m-irj ped-a para a edil -.agao aa Bgreja e hos-
pital de S. Jaao Bapusta aa roa Imperial.
O prestito pariio da Bgreja do Te-co, onde'
depois de ama miasa solemne teve loear a "
*eoao da pedra, sendo timbean acompaanado
uelas banilas de masicas dos tras corpos ^o
liciaes, qo tocaram em todos os acioj.
Fazemo.- votos para que a commissao en ar-
regada da referida onra leve a effeltoto grao-
diosa insrjragao.
Jaboato Detta cidade escrevem-cos
com 'ota de 20 do correte:
A tl-/igo de ante-buntem correa livremen-
te
O Dr Risa e Silvajobteve vot?fi5o snpenor a
di Barao ce Cooteadas, ap-za- do oao comoa-
recimenio do coronel Manoel XiVler com rs
seas amigos, dos eleito-es da colonia Laceaa,
mclosive os que sao empregalos aa asma Pro-
g.-es-o, boalmente. da nao directo do pleito
ra qae somen'e fot pa'.ea e o eslo-go ao cida
lo R'go Lyra, qae poz o servigo a eca gran-
de acuvidid-i mquebraiavel.
D'ah se v como est pojante aqui o par.i la
federal, emqoaoio que o partido aotoocmis a
deflnba.
De te se aobam retralos o coronel Lacerda,
sea hete real, o tenente-coronel Ca-oeiro de
Aiouque-qae, o capitao Ramos Francisco 1) o-
go e ou'.-or qae se attsteem cimo eleltores seos.
F, aonlquiiia-se ja.
E' que o partido federal faz adbe6es, e o au-
tonomisia celta em sea seio elementos des-
iraldo-ei.
Sorridcnte -E' esie o titalo de ama nova
valsa pira puno, cjmposta pelo talentoso e
conbeoido anjadjr Dr. Alfrelo.Ayre8 de AIdu-
qaer^ae t Oiuspiraio autor Va sa da Uaun& e mnu le as ontas primorosas
omposigCes, mais una vex torua-se merecedor
dos iiossos eioiiios.
A Sorridenie apreseota-se-nos esiripl em
m b-Ho e^iiylo e apia a salisfazer as exi cas dos ocsos leltores a quem recommeoia-
i:"-1 j, tOJJO uaja verdjdei a uovidade josi-
BaJ.
Aos editores os Sr*. P.alle & C. somos obr-
gados plo exemolr aae otfer-iier4m-noj.
Dabrado Rosa e Silva O S-. Odoa
Srjjioio de Meaeiros, mes.re da oanda de mo-
si:a do 3 corpo esUdoal, acaba de escrever
um '-obraco denoanoadoR>ja e Silvjne
offr-receo aj Exm. Sr. Cooselheiro D. Frau-
Ce1-* de Aalti Ro;3 e 8i'a.
Alheen HUMcal PernaaBbueano
au a.-t,jc>a so^iedade uo ais J ^'o 'O.--
renti proporciona'a aoi seas socios e coo-
vi la 'o- om xanniti o ario.
Oonaci) pelo convite qoe asoa digna direc-
toMi teve a tioeta de eaviaruos.
Uygietie De todos os appirelhos -te ex-
rtgao, cuio faoccionameoio nos desembaraza
dos p olud.JS txicos faoricados no corpo ha
mano, o gdks importaate a peile-
Atravez dos iuamero3 (Oros de que a saa
superficie est crivaia, a pelle expeli oai -
xente os lquidos qaa coostiluem o suor, si-
nao lambeai um grande numero de producios
ateos, mti.ios aos qaaes s&o anda descoobe-
cldos vw sua coaipo8igao e mo soas proprled
des chimicas, mas co|a inflae-cia prejoliciai
se faz sent-, desde qae permaoe;em por mul-
to terapo to sangae.
O.btnno itm uor elfe to, no pooto de vista
hjgieoico, limpar a pelie, desobstroiado es mi-
iii,.res ae peqoenes orificios oa poro?, pelos
qaaes escapam as soosiaacias liquidas e gazo-
sas ce qae ao uecessirio e ao organismo bn-
anno desembaragar-se a cada momento.
Has a lim.icia faz apeoas a melad- do aervi-
go. Nao bssia abrir a pona de sabida a essas
substancias, qoe devem ser eliminadas; ue-
essario provocar-lhes a sabida, c.m o auxilio
de om vehculo que as lave para fra. Esse
vebicnlo o suor.
Ora, ou 5 iodifferente provocar o sao- por
me'os artirji:iaes, taes como o calor, as bebidas,
os rem'dioii suSoMtlcos, oa recorrer ao mei
atoral por excelleocia, que o exer.icio.
Multes lacios de observado aem^nstram qoe
a depu-ago devida ao soor p.odozido pelo
; :r>.|no mais completa e mais in'.ima do qae
, las i-uior ticages artirJciaes Um ci orgia >
dos bospiises ae Pars, lenio-se demorado
muito ternoo no ampb teatro, para fazer ama
aoloosia. 'OU de tal modo imo.egnado das
em^n.gOes cadavricas, que, apezar decada
dosa< adugOes e da malanga da roopa, con*
servava, aitida no da segointe. e m.iio pr:-
nonc-udo, o odOr caracteri;l:co das salas de
aoaioa.i..
Dorrate tras dias, feqaentoa a estufa, >,
anezar de trande qaani'idade ae suor emitiido,
nao coosefiUio livrar-se do odor infecto que o
persegua, acomoauhado dos acommo ios ge-
aes bem CiDbecidos oaqoees qae absorvem
emaoag6es cadavricas. Em desespero de
'^aosa, re'Oi-'en ao exercicic, como meio de eli-
minar as substancias feudo de qoe eslava e -
toxicado. Foi sala Va-mas. e, depois de am
alto violento e prolongado, e de orna aban
daote traaajTjSo, pleenllm dasembaragar-
se dos venenos orameos qae a estofa nSo po-
dara fazer-lhe sabir da pelle.
E'que o trabalho muscular fizara sua- oa
msculos, o passo qae a estufa fizara apeaos
sa^r a p II'1.
E-ram, pois, os qoe eaorOem ser hvgieri;co
um exerc.cii to modralo qoe uao provoque
a iracspiri;So.
P fleoxos d3 ex:ericio, o adulto deve em regra
lvar o tnbalho musoihr al i traaspira-
Cao.
Con'encaiio D03 de8ta 'erdale :
Nao mm me o pao qaoil llano, mas taa:-
beo a saode, quj devenios ginhar cim o su>;
do aosso rnst .-
TelegrammasretidosActia --sere
tido- na esiagao do Telegrapbo Nacional os e-
uointes telgraramas :
De Jaragua, para Gragi.
De N al, para Antonio Cirios Ferreira Silva.
Do Rio, pa-a Joli) Piicei el.
De Beiij, para Benardino Paiva.
De Porto Calve, para Apollooio da Rocaa.
O respectuo eecriv&o do registro de casa-
mento* da Boa-Vista, Gracia, Po^o e Vanea
alfixou na aaparlicao do registro ra do Im-
perador a. 41, 1.- andar editaos de proclamas
dos segrales contenentes :
2 Pisiicaco
Joaqaim Pereira Dias, empregado no com-
mercio, residente oa freguezia de S. Anto-
nio, com Antonia Annunciada Ferreir?. resi-
dente na freguezia da Graga, solteiro. e na-
turaes deste Estado.
Atolpbo Juliao Pereira Dias, empregado
publico, residente na fregaezia de Santo Anto-
nio, com Izabel dos Santos Ferreira, residente
na freguezia da Graga, soltaros e aaturaes
deste Estado.
Joaquim Alves Mendes Guiraaraes, residen
te na freguezia do Pogo da Paoella, com Ma-
na Amelia Alves Guimaraes, residente na fre-
guezia da B. Vista, viuvos.
Manoel Pedro de Azavedo com Francisca
Eulalia dos Santos, solteiros e residentes ua
frepuezia da Boa Vis a.
PassageirosChegados do sal nota*
por raglez Tagas :
Rio de Janeiro
pPelas respectivas redacgOea diversos joraaes accentam os inor.venientes apootados,
deste e de ootros Estados. no chABiament0 daa teatemunbas
.
James Taylor, Targioo Pessoa e Jos Doo-
rado.
Uacei
Joaqaim Gongalves da Silva, commendador
Liurioo liaptista e Jovino A. Figueiredo.
Cnegados da Europa no vapor allemao
Ven oa:
Hamburgo
Arnola Ey e K. Hompler.
Lisboa
Alberto Monteiro, Manoai Lopes, e Jos An-
tonio Bello.
Sabido para o sul no vapor Belga He*
veliU3 :
Rio da Janeiro
D. Roberts.
Cana de Uetencfio Movimento dos
prezos da casa de Detengas do Recife, Estado
de Pernamboco, 17 de Abril ae
1896.
1, sabirarn
0, exis
ExRtlam 371, entraram
tem 372.
A saber: naclenaes 335, mulberes 8, eatran-
geiros 25. mulberes 0, toiai 372.
Arracnados 346
Bons 324 doeuies 20, loacos 0, loucas 2,
total 313.
Movimento da enfermarla Nao houve :
Cemlterlo PnblieoOo tuario do dh
16 de Al'ii de 1896.
Joao H. S. B-aodao, Pernamboco, 10 aonos,
casado, Re. ife.
S^rapriim L. do Nascimen'o, Pe'nambd'-o,
50 aonos, soiieiro, Recife-
Jo3ona M. P. Ba-reto, Pernamboco, 8i an
non, viovo, S. Jo>.
Antonio S. de Medeiros, Peroambnco, 17 al-
os, soltei-o, Boa-Vista.
Joaqnma M. da Gmce gao. Parabyba, 4 an-
cos, soliei'a, S. Jote.
Guilh^rmina H. i* S. Matoso. Pernamboco,
70 annoj, casado. Boa-Vista.
Miqullna M. T-lodade, Peroambuco, 30 aa-
nos, cisuda, Boa-Vista.
Tnereza de J. Carioso, Pernamboco, 27 au-
nes, casado, Boa Vista.
Francisco S de Araujo, Parabyaa, 35 anoos,
Boa-Vi.ti.
Um feclo raas-.olioo. Pernambnco, G-ag.
Jos *'. das N. e Silva, Pernamouco, i me-
cos, Graga.
J ann< B. C. de Albuioerqoe, Peroambuco,
10 meze-, S- Jos.
Joa de Oliveira, Pernamboco, 6 aonos, Boa
Vista.
JoSo, Pernamboco, 3 das, Boi*ViJta.
Manoel, Pernacnbuco, 4 dms, Boa-Vista.
Vicente Ferreira. Paraujb, it aauos, sol
leirn, Boa-Visl.
M^oei Ao.ooio, Peroambuco, 26 anco', sal
teiro, Boa-Vista.
Pelo Sr] Angelo Tavares, 1 mtdalha de cobre
com a segrale inscripgSo: Homenagem a
James Monra, 1894.
Pelo Dr. Carlos Eugenio Doarche Mavigoier,
73 moedat de cobre, 8 de prata, de difieran
tas dalas e paizes e nmi peqoaoa cdala de
Buenos Ayrea do valor do 1 peo.
Pelo mesmo dootor, 2 balas de pega, ama
achada por elle e pelo finado commendador
Pires FalcSo, era 1885, no forte do Pootal, na
Bab a de Suape jaoio Nazaratb do Cabo, e
a outra achada pelo offeriaote em am vallado
no riacho Massangaoa.
" Pelo Exm. Sr. Desembargador Galvao, 3
egas de cermica dos Indios (Jadeos, habitao-
tes da fazeoda-liarer, margara do rio Brao-
co, afllueote do Paraguay pooco cima da fron-
te ira brasileira do rio Apa.
Pelo Sr. Jos dos Aojos Vieira de Amorm,
27 moedas de cobre.
Maodou-se archivar e agradecer as ofer-
tas.
Foram litos, discutidos e approvados os pa-
receres da commissao de cocas, sobre os ba-
Jancstes dareceita e despeza do Instituto dos
2 trimestres de Jolbo a Dezembro ultimo.
Foram propostos e approvados para socios
correspondentes do Instituto os Srs. Drs. Car-
los Eugenio Duarcne Mavigoier, Dejemb-irga-
dorJoaquim Ferreira Chaves Jnior, presi
dente do Estado de Ru Grande do Norte e
Aniono Bezerra de Menezes, socio do Institu-
to do Cear.
fyi lid a a seso n(e indicagao .-
Indico que a mesa do Iasiituto convoque
ama sessSo especial para lomar coobeci meato
de urna proposia, qae justificare!, para a crea-
gao o'uma das prngas desla capital, de um
monumento commemoraiivo da Revolucao de
1817.
sala da 8essjs do Instituto, 5 ie Margo de
1836-J. I. Martias Jnior.
Resol-eu-so que a proposla fasse apresen-
tada na sessao seguinte.
PassandO'se a proceder a eleicSo da mesa
administrativa para o anno social de 1896-97,
foi o sea resultado o seguinte :
Presiden-e, o Exm Sr. Dezembargador Ma-
noel Clemeotno Caroeiro da Ouuha.
1 Vice presidente, Dr. Cicero Odn Pere-
grino da Silva.
2 Dito, liezembargador Adelioo Antonio de
Luna Freir.
3-, Do. Conselneiro Joo Jo3 Pinto.
1- Secretario, r. Joao Bapusta Regueira
Costa.
2 1^0, Major Jos Domiogues Coleceira.
Suppwntes o 2- Secretario, Dr. Francisco
Augusto Pereira da Costa e Augusio Cesar da
Cuoba.
Oradores
Drs. Jos Izidoro Martins Junir e Clovis Be-
viUqua.
Tiiesoureiro, Dr. Manoe! Gomes de Matios.
Coiuinissio de conlas
Drs. Manoel Cicero Peregrino da Silva, Jo-
s Lopes Pessoa da Costa e Joaqnra Antonio
le Castro Loureiro.
Corami8s&e <'?. Redacgao
Dra. Joo Baptista Regueira Costa, Cicero
Odn Penegrino da Silva, Dezembargador Ade-
lino A- e Duna Freir a Fraocisco Aogusio
Pereira da Coala.
Fiuda a eieigu o Exm. presidente cominu-
nica o lallecimenlo do consocio professor Vi-
cente de Moraes Mello, e o Instituto resolveo
que se langas-e na acia om voto de pesar por
esse infausto acoot-.cinienio.
Nada mais Oa vendo a tratar-se o Exm. pre-
sideule declara c ir o Instituto em ferias at
u 1- de Abril, de conformidade com os estatU'
los e levanta a sessao.
ASSO CU Cj ES
Instituto Archcologco e Gco-
fraphico Pcrnamlracano
SliSS.VO ESPECIAL DE ELEICAO,
M.VHCO DE S'M
EM D DE
JURSPRDENCIA.
Presidencia do Exm.Sr. Dr. UaAotl Ciernen!ino
Lmhas, fuocconando regu rmente para Sal,
Norte e Centro.
MatadDnro PnblieoForam abatidas
no Matadooro Publico da Cabanga 114 rezes,
para o consumo de boje.
Casamento eivllO escrivao dos casa-
meolos qu funeciooa nos districtos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afogalos, affixoo na
repartigao lo registro dos casamentos ra
de Imperador o. 75,1/ aodar,editaes de procla
mas de] casamentos dos saguinles contraren-
les :
2* PuWicafao
Demetrio Rodrigues, empregado no com-
mercio, retideate na fregaezia do Recife, com
Mara Izab 1 de Camino, residente na fregae-
zia de Samo Antonio, solteiros e aaturaes des-1
e Estado.
A' 1 hora da tarde, presentes os Srs. Drs.
Desembargador Luna Freir, Conselneiro Piolo,
Martins Jnior, Opiato Camjuru, Alfredo Frei-
r Jnior, Desembarga or F. Luu, Pereira da
Jos a, oceupanao a cadeira do 2 88 retarlo,
e os Srs. Augusto Cesar e Major Jodeceira,
sub3titoiodo o 1. secretario, que nao compa-
receu, abno-se a sessao.
Lida a acta da antecdeme foi approvada.
O Sr. 1.* secretario menciooou o seguinte
expeliente:
L'ra oftioio do Dr. Sub Prefeito do municipio,
de 7 de t-'evereiro, couvidando o Instituto para
assisiir no da segrate 8, o acto da posae do
Prefeito, o Exm. Dr. Jos Cuparlino Coelho
Cintra. -Deixuu de ser correspondido o coa-
vite por tersido recebido muito larde.
Um dilo do Sr. bibliotecario do Instituto
Geograpbico Argentino, pediado diversos n-
meros da Revista d'este Instituto para comple-
tar a colle;gaa d'aqueilabibliomeca.Maudou-
se wtisfazer. *aHi
Um dito da Sociedade dos Artistas Mcham-
eos e Liberaes, de 2 de Janeiro, convidando o
Instituto para assistir a missa, que por alma
de aea socio bemfeitor e presdeme honorario
Cooselheiro Maooel do Nascimeoto Mchalo
Portella, la mandar celebrar. l'iveram coone-
cimnto do convite todos os seubores socios
que compareceram oa sedo do Instituto.
Um dito do Dr. Secretario dos Negocios da
Justiga. Ioteriores e Inste ocgo Publica do Es-
tado, de 4 de Jaoeiro, communicando ficar
scieute de ter sido eleiio ihssoureiro do Insti-
tuto o consocio Dr. Mauoel Gomes de Mattos.
In airado. __ .
Um dilo do mesmo Dr. Secretario, tazendo
igual commuoicagao era uouie do Exm. Sr. Ur.
Goveroa lor do Estad .laleirdo.
Um dito do r. 1.* Secretario do Instituto
Hi3lonco e Geograpbico de S. Pauolo, de 27 de
Janeiro, aecusando a recepgo e agradeceado
os nmeros da Revista d'esie Iasiituto, o volu
e da Historia da Revolugao de 1817 e o da
Ideia Republicana, e remetiendo o 1." volume
da Revista d'aquelie Iuslituto.Ioteirado.
Um dito do Dr. Felippe de Figuei'Aa Faria
Sobrinho, communicando ter assumi 10 o cargo
le Inspector Geral da lustruegao Publica, para
o qual (ora ltimamente nomeado. Mandou se
responder agradeceodo a commuoicagao.
Um cartao da Commissao da Escola de Ea-
geobaria coovidaodo o Instituto para assisiir a
inaugurago da mesma Escola, no da 6 do
correte.Para corresponder ao convite foi
nomeada urna commissao compjsw dos Drs.
Bartius Jnior, Opiato Carajur. e Major Code-
ceira
Offertas :
Pelo autor o consocio Dr. Martins Jnior, om
volume de saa obraHistoria do Direite Na-
cin ti.
Pelo Instituto Histrico di Rio de Janeiro, o
ramo L VIH de su i [(vista trimensal.
Pela R^iacgo da Revista Archivo do Distri-
cto Peder I o numero 12 da inesma Revista.
Pela Repatigao de Deposito Reparto y Cao-
ge de Montevideo, um voluraaArmario lsta-
tisiloo de la Repblica unenial del UUguay e
dous boletios mensaes.
Hela '.ommissao Geographica e Geolgica
do Estado de Minas Genes, o Relatorio qne
apreseotoa ao Dr. Secretario da Agricultura,
.ommercio e Obras Publicas do mesmo Estado
o n. 3 lo sen Bolettra.
Pelo Revm. Sr. Vigario Aogasto Franklin
Moreira da Silva, o discurso que profano ua
festividade solemne do Sr. Uom-Jesus dos Pas-
803 oa matriz do Corpo Santo.
P lo Instituto do Cear o tomo IX de sua
Revista trimensal.
Pala Sociedade de Gaographia de Lima o
tomo V de sea Boleiim.
Pela Secretaria da Justiga Negocios Interio-
res elostrucgao Publica do Estajo, 2 volu-
bles :
Biographia de Jas da Nativiiade Saldaoha
e Uiographias de Joaquim Igoaci) de Lima,
Luiz Aives Pinto e Jos Correia Picaneo to
das e8cnpta* pelo commealador Aotoao Joa
quim de Mello.
Pela Sociedade de Geograpbia de Lisboa 2
someros de sea Bofetira.
Pelo iQstitalo Histrico da Babia, 1 numero
da saa Revista trimensal.
Reforma Judiciaria
VI
O D0380 processo criminal principal-
naente o de formar^o da culpa, preso ao
actigo f a sciaiiria^ no corresponde aa exigen-
cias da actualidade.
Tal como est favorece em demasa
aos abusos em detrimento da liberdade
individual, u persegu gao, aqu e c*m
offensa a sociedade com a protecc3o, ali.
Elle tens tornado tnpraticavel a re-
comraendagao legal na calendada na
f jrmajao da culpa e n'aquella do jnlga-
mento do criminoso oa supposto crimi-
noso, e da inevitavel morosidala vem o
vicio di? processo
no
quando elles aSo domiciliadas em juris-
dici;&o diversa d'aquella da culpa.
O meio empregado para o comparec-
ment d'ellae vai se tornando cada vez
maisimpraticarel- as ciUcSes precato-
riaa.
Melhor fra que se deprezasse logo o
seu depoimento ao juizo do sea domici-
lio, e melhor que iss', tratando-sede
circumscripuao limitrophes seria que
para o cao aa p.-orogasse a jarisdicao
do juiz do processo, proroga$.o que nlo
senSo urna Dovidade procesaual pois,
no civel, j a temos en aigums casos
coma beca sej as demarcacOea e divi-
ses de terrenos.
Nao t: somante o mal da demora co
processo que resalta das normas actuaos
inconvenientes mais graves tem vindo
dalla e que exptdida 1, 2, 3 e man
requisic3e8, s-ra qu-j as testemunhas
c mparectin, sao afna! substituidas, em
obediencia ao numero iegal, por outras
que nada tabem, nada conhecem do
facto e seu agente.
Eara taes circumstancias que garan-
ta offarecer a d feza a aecnsaco seme-
lhante procesao da instruccio ?
E tudo isso n&o poder ser um pro-
ducto de machinares pro ou contra os
accasados ?
W.
INDICARES OTIS
nedlco
O Dr, Lodo Moscoso rl consultas er*
ma casa ra da Gloria o. 39 das i i
oras da m;inb a 1 da tarde. Adan*
io-se fra do servico publico offerece-st-
jard acudir a quaiquer chamado coa
prompiidao para fora da cidade. Espe-
ciaiidaue, operaces, paitos e molestias
le senhoras e raninos.
Dr. ta Peretra.rud da Imperatriz o.
4, d consultas meilico-cirurgicjs todoi
B dias das 8 meio dia, menos ou-
iomingds e dias santiiieados.
Occallstas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 1/ andar. Rezide em
CaminixO Novo.
Telephone n.* 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
linica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Bar re to Sampaio, oceulista, da
consultas de 1 s 4 horas da tarde no
i. andar da ra Barao da Victoria
n. 51.
Residencia, ra do Hospicio n. 46.
Telephone n. 365.
rogaras
uuimares Braga C. Depsitos
ie Diogas e productos etiimicos, espe-
cialidades Parmaceulicas, medicamen-
tos homeopticos e tintas, leos, -siu-.
ceis etc., ele. Ra do Mrquez de 01 ib
da .1, 60.
MBUtAlJUM i PEDIDO
O Dr. Jos Harianno no plei-
to de 18 do corrate
deceu, vendo cahir esmagada revola-
580 planejada as trevae por S. Exc.
h seus amigos, aquelips mesmoa ana
foram seus companheiros de prisSes na
fachinas qae diariamen e S. Exc. era
obrigado a fazer e no viaamanto de Cu-
bos, ficando fi.-mado para eempre que
na repblica o criminoso cj tem dis-
tinccio, porque a pina urna s* a le
igual para todts.
S. Exc. nao deve-ee fanar portar
ido eleito deputad > em to crtica occa-
8ao, porque o pie to n&o foi disputado
e o terror da rev. luyo planejado pelo
Sr. Jos Msranno, fez abrir-se entre as
urnas um vacuo, iodo tomante a sua
gente so pleito.
Depois d'isso o que tem resultado ?
A Sgura chata e mesquioha que tem
feito o Dr. Jos Marianno no Parla-
mento.
Dsspresado, eibandiiado, aebaflM do
ridiculo-soffreiido pilheraa de una e de
oiifos, taes como vasaior de cubos, re-
voltoso fachiiieiro, assjssino de Bode,
Ricardo Guim rese a-itros, S. Es. 1-
mitava-ee ladc*r rept) as cmaras a
gritar que se algum dia perd:sse elaijSo
na capital de sej Estado, renunciara o
m>nHato. J
Pardeu a de 18 do crrante redonda
m^nt1*.
Ocoaaelhiro Rosa e Silva vio a sua
eleic&'i correr hvremeata ai g"ito do Sr.
Jj. Mara 10 coifesson esta verdade.
O que tenta agora o Sr. Jos Ma-
rianno ?
Recuse sem peHa dd tempo o mandato,
sob pena de s continuar a ser deputa-
do to smente para empolgar os cin-
coenta mi res diar os 11
Sem forga moral e desmo "alisado, o
Sr. Jos Mariano nao pie representar
rn-i.so 1.' distrcto deste Estado.
O seu mandato terminou no dia 18 do
corren te mez.
Torre, 21 de Abril da 1896.
Fortunato Pinheiro.
Fabrica de Bebidas
Sao convidados todos o< fabricantes
d'eeta cidade e d'uu'ra* d'este Estado,
para se reunirem quinta feira 23 DO
CBRENTE As 11 horas da manb.5 ao
Caes de Capibarb n. 42, afim de com-
binare -so meio de apresentar-se ao Go-
verno da Uni3o, o que legal uente cou-
b*r a cerc* da execugo do Decrkto K.
2253 DE 6 DO CORRENTE MEZ publicado
no Diario de Pemambuco de A9 do
mesmo mez.
Como ee trata de sssumpVo grave a
da maior transcedencia que tendo a es-
msgar a nasceati Industria Nicional,
pede-s : o compares ment de t idos es
interessados.
Recife, 21 de Abril de '896.
A commissao provisoria
C. A. Vander Linden.
Tavares '..apa $ C.
Martins V-eg-s &, Filbos.
J. S. Amaral & C.
A. Lames & C.
Este, p da, reclama reformas ou pelo
menos retoques.
Por exemplo : no caso de flagrante de-
licio, onde, observadas as formalidades
do Cod. do Proc. e da Lei de 1871
sa tornam certos crimes a criminosos,
aos parecem superfluos quaesquer outraa
delongas para a pronuncia do culpado
que asienta em indicios ; bastara aguar-
darse a prova de datalhes par* o plena-
rio quando se vom Armar ou medir a
responsabilidad^ do indigitado delin-
q liante-
Em respeito a escrpulos passives po-
der-se-hia ouvir ,0 ministerio pub ico,
ou mesmo consent' ao juiz da pronun-
cia decrat*r ex-officio alguma diligencia
que se toruasse impr-acmiivel para ve-
ri:acXode circumstaacias precisas para
a exacta classificaco ao delicto e pro-
porco da defeza quando att-.ndtvel no
surja mario.
A lei de 1871 j d cia no caso de flagrante del cto.
Na pratica invariavelmente v-se que
aqui lo que ae chama p-oce>80 de f-r-
aia9o de culpa nao passa de reprodc-
elo di? diligencias preliminares que con-
siituem o auto de flag-ancia.
D'ahi resulta que quasi sempre a de-
mora, importa prisa > igual ee nao maior
do culpado antas da p onuncia, d > que
aquella que aaal Iba imposta na con-
demnacao.
E nem se diga qna esse inconvenien-
te tem cas8ado com a disposic^o do vi-
gents co1. pen. que manda abonar na
pena a prso preventiva ; pirque i
nao faz desapparecer o eacaudalo
prisa prolong d* sem ondemoa^).
E quando a pena imposta e interior
pri;ao ve-ificada, o que compensara o
Deveres de cida !ao poltico rae f'iz;m vir
imprensa demonsirar ao puOlico a norma
poltica seguiJa em todos os tempos pelo Dr.
Jos Harianno.
Tendo perdido quasi lodo prestigio poltico
na freguesa do Pogo da Panel.u, elle nao se
oni'U ante qualquer derrota que teoba de
soffrer. Lansou as visla3 para todas as Be-
cjOes eleitnraes e Ina parscen meliior a 43,
onde (mentin le desabusadam^nl*') diz ter sido
eu o di-tribuidor de cnapas e mentindo nova-
mente atfirma ser eu o suodelegado de Api-
pucos.
Para nSo gastar mailo tempo, pego ao Dr.
.lus1 Mariaoao que indague da mesa da se-
ccSo 43, qum composta s de amigos
seus, que foi o distribuidor de cbapas. EV
divamente a secjo escolhida prestava-se a
satisfagSo de seus paos, pois nella conlava
o patido Republicano Federal 53 votos contra
32 do fallecido Partido Autonouisla.
Corria calmo e regularmente o pleito, quan
do a todos nos suprenendeu o Dr. Jas Ma-
rianno, entrando pela seccao a censurar a
mesa sua em altas vozes, por t-r, dizia elle,
consentido votar eleitores que elle suppunha
nSo ser da seccSo, ma< que a mesa os recua-
niiecia legaes ; (no auge da perdiego deseo-
flav de seus proprios amigos). Nao deixei
Je estranbaro molo porqie desresp3itava -lie
aqu-lla asserabla, entretanto com a censara
mesa envolva raeu nome, tiv de dar-ine
urnas exphcai;0J3 e forgido fui a alterar a
voz qua iio o Dr. Jos Marianno me disse
qun n> Ihe gritasse ; r-pliquei, dizenda-lho
que nao eslava irritando, era aquella mir.ria
voz, discuiindo. Neste intarim ouvi dizer: me-
ta-lheamao. Procure! ver quera to inso-
lentemente rae insuitava ; era um individuo
quasi aieijado que invi.i chegado a pmicos
momentos.em um carro para votar. Repelli o
na altura do insulto e o Dr. Jos Marianno
teve a Mi idade nao acceitar a incombracia
do rnetta-lne a mo. Compreheadi que o
proposito era barulhir e nSo seria eu que con-
corresse para tal fim.
Voltando a c:.l-na, continuou "o p'eito na
melbor ordem e depo's pouie saber qu- o in-
dividuo que me havia insu'tado, era o famtge
ralo Jo Maria C da Cunta (faraigerado, na
da puras: do mestre Dr. Albino Meira) ex reo
pelo crime de ter posto em circulaco notas de
gran le valor j recolbidas e achalas no casco
Nao neg) : quando soobe ser aqae.lle o in-
a9sta o j.lividuo que me insultoo, toda a miaba indi-
... -. 4___ 1 anaci transformou-se e n commiseraco para
Alm d.aso a demora do projesso, tras ^ aqi]e||(J cadaVrtr pny3iC0.mor,,.
constantemente o vicio da prova e fre- J xraieodo impreasa estas oceurrencias, s
quentementj a imp>ssibilidade della na tive em mente dois fi s; (\) mostrar aos que
na 1 sa c nveoceram arada de que no Margo na Praia dos Caldereiros, a palavra de
ordem era : metta-lbea mao, e que por iss>
A.
Ul
Leonel Justioiano da Rocha, doutor
em medicina pela faculdada do Rio da
Janeiro, inspector sanitario, membro da
Sociedade de Medicina e cirai-gia do Rio
d Janeiro, ex-iaterno do Hospital da
Misericordia, etc.
Attesto que tenho obtido bons resul-
tados com o emprego do xcrope de alca-
trSo e j tahy, preparado palo Sr. phar-
maceutico Honorio do Prado, em granda
numero de casos deaffeccoes broncha-
pulmonares.
Rio de Janeiro, 3 de Setembro da
1892.
Leonel J. da Woclia.
altar dos mteresses d justica
Se na demora do processo a persegu-
yoao indiciado enconlra ceiva e ensan- Qj^uTonao fo: da mala oque a seden,
xas para impor urna condemnac^o que
afinal siria duvidos, a protecy > p>r
outro lado nao meos vantagem tira,
porque na procrastina$ao ao feito qua
as contra-provas se preparam ou pelo
menos a duvida si eatabslece sobrj a
autora e extenso do crima.
Que a condemnavel demora ae d por
exigencia da jast-ca quando por falta de
flagrancia o crime precue de maior in-
dagacSo, comprehende-se ; mas quando
ella vem por urna exhibicio es usada de
fermulaa inuteis e snperfluas, lamen-
tavel que por estas soflva a liberdade n-
di vidual d'um lado e ae illuda a Justica1
B) mo trar ao publico e aos homens de
bem como sao desleaes estes nossos adversa-
rios.
Terminando, dixo-I!ie aqu urnas pergun-
tas :
O Dr. Jos Mariano polico velho e j
fez era sua vida orna eleigfio lo Iivre como a
de 18 de correte ?
Derrtalo vergoobosamente no Pojo da Pa-
neHa, cumpra o que sse?
Poco da Paoella. 20 de Abril de 1896.
Manoel Thomaz de Souza.
Renuncia de mandato
Anda deve rest*r no Sr. Dr. Jos
Marianno urna partcula da sentimento
a da bom senso para nao conservar esae
por outro, 'mandato qaa em to ma hora Ihe daram
O estado do processo em qae mais se e depois que a sua ma estrella empalli-
Em Coritiba, Paran
Encontra-se Jatahy (r,u era fissim)
em grande por9io na pharmaoia Corraia.
Parabens
22 DE ABRIL DE 1896
Aos Srs. Manoel de Barros Pimental
e Antonio de Barros Pimentel, por con-
tarem boje mais um anno as suas futu*
rosas existencias, pelo qu curvare re-
verente. ,v>
O Qlub da Cuca.
itheuniatismo
Declaro que curei-rae completamente,
do rheumatismo que s fina ba 8 annos a
jont) de ouisi ioutilis.r om, tomando
Elixir da M. Morato, qae garant i ser
ara prodigioso ant-rheum.tico e anti-sy-
philit.co. Publiquo a b^m des que io-
frem.
S. Paulo, 12 de Agosto da
ArJj .so J. Bormann.
Agentes em PernambucoA
nhia de Droga".
1880.
Compa-
}
Instrumentos
para banda de msica e orchestra.
Violinos, violes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor-
tmenlo vem de despachar.
RAMIRO COSTA* a
2-Rua 1' de Maree N.2
Livrarla Contemporane 1
Elixir M. Morato
Certifico om t de mea grao que tenho
empregadu em molestias sTohitrcas a
rbeumatio88 o Elixir M. Mor.to, propa-
gado por D. Carl.>a, colbendo -sespre oa
melhores resaltados.Dr. JoSo klberto
de Medrisos eCnnhv (33o Paulo).
Agantea em Prnambuoo A .ompa
nba de Drcficai.
Dr. Freitas Gaimarilesi
Participa aos seus amigos e r-Hntes,
ter mudado sua residencia : o a*
troncamanto n. 1, defronte da estacSo,
aonde pode aer procarado e contina i
dar consultas das 11 1 hora da tardo
a ruaLarga do Rosario n. 20, autiga
onsultorio do Dr. Ferreira,
" Talephone n. 292.

I






I IIEGIHI i







Diario de Pernambuco Quartft-fcira tt e Abril de 1996
ElUIr M. Moralo
... tenho empregado coro felia resal-
todo en> tcd*. as affeccSe. nypbihticas, o
Elixir M. Morato, encllente ^preparado
do Sr. D. C' loa, o que
nffirmo com
jorsmento se 6r preciso. Dr. Eduardo
P Guimars (R> de Janeiro).
Ageotea em Pernambuco a Compa-
ia de Darogas _
Dr. Garneiro LeSo
Medico, parteiro e operador.
Residencia ruado Livramento n.31,
Consultorio ra Duque de CaxiaS,
n. 71, 1. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especialidade: Febres. partos e mo-
lestias de crianzas.
Telephone h. 325.
RAULIVEIRA
TodOS os mdicos receito o Peitoral
Catharinense como o nico medicamento
contra Toases e Broncbitee
DROGAIIii BtttGA
K 1
Dr. Joao Paulo n
V, Especialista em partos, moles- a
{i tias de senhoras e de cranlas $
fcj com longa pratica nos h< spitaes
K dePariz e de Vienna d'Austria, y*
g d consultas das 2 as 4 horas no S
Largo do Corpo Santo n. 19, j
) 1.* andar e reside ca ra de p
!j| Ilenrique Das n. 2. y
K Telephinesns. 190 no eonsul- $
Vj torio e 467 na residencia.
Elixir Aii-Kebnl Cardosu
SEGUNDO A FORMULA
de
Manee. Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Margo de 18'Jfl_i-ela la. pe-
ctoria Geral da digna Jaula de Sy Riode Janeiro.
Este Elixir de ctmpoglcSo (oda vegetal pre-
parado teguudo as rearas pharmace'.icas,
acoueelbauas pelos autores moderno* e de re
coDbecida capociatde cientfica tanto no paiz
ccao no extraogeiro.
ste Elixir o producto nao s do g'ande
esluCo das accO s phjsiologtcas das uhsia-.i-
cifs como tambem patolgicas, como tambem
o resultado das immeosas applicacOes or
diversos caso? de feorts de fundo palustre,
A applicaco de Este Elixir na granie eplde
aade bexfgas de 1890 a 1891 maia nroa ve
demons-.roo a soa eflicacla; pois no principio
dos primeiros symptomas a bextga aboria, e
em caaos mus allantados a bexiga pa*sa a
ser orna ioeoca febril vulgar apreseotawdo pe
quenas tonefc6e que ccm a co.;tioisco ai
elixir desaparecen] sera todava aprsenla'
recele e perico
Os maltes atiestados publicados no Diarlo
ed Pernambnco e Ge zeta da larde* provam
oro dizemos.
Nos casos da febre amarella o efteiio e admi-
ra vel.apresentaodo pbecomeoos tao maravilbo
' que nee' cidaile do Recife e no da Rio de
eiro or recelo caoea a febre amarell.
neamo es'do o doeute com vomito prei
saagnineo-nestes olonos poriodos enlao ne-
cesario a applicagao eoi alta dose, desprexan-
dotaclla annexa.
Este Elixir ji condecido do publico de on
rande nomero de dignos mdicos S aprsenla-
do para combater os differentes acommodos
todos ellos de carar.ter febril.
Por moito tempo tivemos occasiao de 'azer a
pplicacao cas (eb;? ervsipellosas e com lio
pon: resaltado que Bcauos admirados de to ai-
tos eOeiiM.
Pela pratica obegames a conbecer que os
ataques de feote eryaipetlosa ou ervsipella
como vulgameote se iz necessarlo o uso de
10 das do Elixir.
Nos grandes incommodos das seiboras mens-
raacJta. gravidei e uos casos ue parto cao fe-
bre de om resultado teu < ce.to e segorn em-
a una co.nposicSo tao sioiplesqne nio offert'
ceireocei de applicar o El; xir aern Mama en
io-es superiores s indicadas na tabella infra
Pedimos aos dignissimos mediecs :ne dte
rem faxer uso deste Elixir em sua cumea mu
e Btijeitarem cossa prascnpao, ms sin fa-
ter a applicago em Harmona cora os caaos
t.fl deseiarem combater, certos le que o mo
dicameoio a ccmposigao inoocente para o or*
jnicm Blata frgil que seja.
nodo de asar
Sfto Paulo
Coohe ao Estado de SSo Paalo. as
m psL ii mattus que oircamdam Botn-
cat, ech^r-sa a a-aio; deacoberta dette
seouo.
O trabalbo. o estado e a experiencia
deram em resultado a de.coberta de um
vegetal rnaravhuBO ccm que fot-ao om
preparado que cira rpidamente toda a
syphiiis, todos os humores, cara com
ama fkcilidac'e espanto" o rbeumati.mo,
por ehroeco que seja, t '">ra a morpho!
para o que tSo Uvia r >n> 'o !
Teve o Estado > Sio P. -Ao a dita de
tomecer, na nua ub'rrima 7(.( verdadeira folicidsde da humanidad*!.
CLama-ae a desooberta"r lixir de M.
Morato, propagado por D. Carlua, e vec-
de-se em PeroHicbcce ra
Companhia de DrogasRa Mrquez
de Cunda 24.
Papelaria
objeclos de f senptorio. rapis e car-
toes de phant..a para participacto
de casamen o e nasciaieuio, excel-
lento esculla na
Llorara Contempornea
2 -ftun 1* de Margo N.-2
II
\ovidades litterarias
Recebe por todos os paquet s a
Livraria Contempornea
2-Rua 1 de Margo N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
i!
I!
II
GL-.
do Gr.-.
do Un*.
Arch.-.
rAHEBnn

Bolea Coinniercial de Pernam
buco
COTA55ES OFFICIAES DA JUSTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, de 21 Abril de i8gG
Nkj neuve cotagao.
0 presidente,
Aato&io l>uarao Run^oes.
O secretarlo,
Joao Lecp'l-lo -o Kego Villar.
Tabella das entradas de assu-
ear c algodao
MEZ DE ABRIL
A'8 cnangas at um aono 10 gotas de em
oras em cesa colbtr das de cepa enea d' :;-'
(na
De nrr 'j tres snnos 15 gotias.
Le f aunos em alante iO gotlas etc.
Bau .itdcvem sempre ser appH'-:9 cw
afM
Cornpannia de Drogas e Producios ubiaiOM Sub.'. Cap. Segredo e Amar
"cif,', ra do Marqaex de Oliadan. 23. da Ordeiu
Nacional Pbaraacia, roa Lar^a do Rcsarlt o. r\ ac i 35. Uomingo, zo do corrente, as 7 Iio-
PharmaciaOriental, roa Estrila do Ro.aorio ras da iioite, rcalisarse-ha a sessao
Q Pbarmacia Alfredo Frreira. ra do Bario d, magna, solemne de posse da nova ad-
Victoria D. 14.
Puarmacia Martins, roa Duqo; de Caxias a.
Pharmacia Ribeiro, praga Maciel Pinbe r
BL
PCarnjacia Victori.'n8e de Luiz Ignacio
AO irade Lima, cidade da Victoria.
Para qualquer mformacSo sera eucontrado o
autor na roa Estreita do Rosario a. (7.
Os nosfcos frascos =o qn:'.dradof e coota g -
isa N'um lado teem gravado EIit'.i ante fe-
rll e no ootroMaaoei Cardoso'crr.dJimco
to^o; oc pr,">-{;i"to3 ;ao m<1 Cjrdosj Juuior, aeado falsos OS que nao
ttim ssiDaJo:
Dr.
ministragao, para a qual sao convida-
! r que comp oem esle Sub.-.
como todos os que com-
mais Ssubl.*. Gcap.-. d.i
ament paramentados com
sans insignias.
Grand.-. Sec. 17 de Abril de
1896.
0 Gr.-. Secret.-.
A. M. M. P. 30.-.
Amaro Wanderlcy
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,'
n. 4-1." andar Consultas de V '.
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 a 9
horas da manb.
Recebe chamados por escripto.
Alcool
Por pipa de 480 litro" 185* nomrml.
Agurdente
Por pipa de 480 Ituoa 100* uomimal.
Couros
S^^r-o Igarlrs o ras- de i2 tilos i040 ...
ris idDda e refago 680 a Uto.
Verdes 630 rea, olumo prego.
Carnauba
fJola-se de 28* a 3b*000 por 15 .'.o.
u
a
*= S ". r.
ENTRADAS 3 Z o 0
<
Barcigaa 1 a 19 1521 ti 396
Animae* i a !- 291i 5W
E. F. Central. . 1 a 17 8oii3 iaoi
Uem de S. Franc. 1 a 16 48793 1979
dem de Limeeiro. 1 a 18 3B909 475<
Vaporee. 1 a 20 ..... 13 6
Somma 11385 10348
Cotacoes de gneros
Para o agricultor
Asgucar
Usinas, por 15 kilos.
Cryv.aiisado. dem ide^s .
Branca, por 15 kilos
SoGMQOf, por 15 kilos. .
Mascavado. po' 15 kilos .
Bruto, por 13 kilos.
Rstames.......
Aigodiio
Nao coosua neg33io; o me*^
troax*.
7*000
0O0
5*iOU
4*600
3*600
3*4UO
300)
7*400
6*600
6*00
4*700
3*7DO
3*700
3Z0J
ado em porgo
el
Por 10-iOOD nominal.
importaco
Poros da Europa, vapor francez ME.OOC,!
rotrado em 19 ao correis e consigo ido aH. '
Bune ft C
Carga iie Bord^aux :
Buttr e rbum 60 Caixas a Sclzer Kau! ..mn
k C.
Conservas 4 caixa- ord^m.
L'vroR 1 caixa a Ramiro M. di Costa & C.
Panel 1 caixa a G. Braga t C.
U-logios L Calza a A. J. C. Artejo.
TeoiJne 2 caixas a T. Jus, 1 a Suveira & C,
1 1 i. Maraes &. C.
-. Vinho 3 barris ordem. 7 a F. P. Poolitreau,
2 e 10 oatSM a K. M.ooel da Silva, 10 barris a
Su'zer Kiuffi.'aijO & C.
Carga de Lis! 1:
Azeur 6 caixas a C. A. W. Russei.
ti-t.tH 20 caix<8 a A. de Proras Irmaos. 80
a Aaiorim Feroanies #rC, 150 a ferrsirr- Rj-
irigu-.s & C, 2 5 a Gaimires & Vsleale, 7o a
E. M. de Barros.
Ct-bolas 10J caixas a Ferr-ira Rjir & C.
Calgado* l caixa cri?m.
Ferra^eos 16 volocaes a Gjxea d MjUjs Ir-
T}3S.
Fijo 85 saceos a Gueie* da Ariojo & Fi.
Ido-, 140 a Guiroaraes & Valente.
Livos 1 caixa F. N. Itcu'io-, t a Medeiroa
Layan & C.
Pililo 5 catxis i ordeno.
Pregos 20 barricas a Gjmes da Mi.to Ir.
mia*.
ViMii 10 pipa. 10 barra e 2) isaixas*
A orim Reroaodes & C, 3 pipas e 55 narria a
0M.5D, 15 a C A. W. Kasaei, 10 c.ixas ;
* Vaccina animal
Dr. Bastos d Oiiv-iri avisa que cont
Barttcalaroeate a curvar a aceoa .ob..i,
i ac e '&n lo cb. ma ios p<-ra vacciuagao cocu ym-
, pha anta>*l.
BrsKieacia, rea (lo Hospicio n. 46Tel pno
.neo. 365.
ConsultorioLarco do Corpo Sanio 0. 15.
Teleprooe n.45.
Cird ff. Inre* Inglesa GJL UN SUfHBT,
entra -o em 17 'o co re^ts e i'onigotdo a L
l>.- Gu majaes & l-:;os
Carvao de pe ra 850 loneUdas o dem.
Portas do no-te, vapor oacioral BiB?.RnE
entrado es 18 jo cortea'e e eoasigmdo i C-
l;ernauoDUCaa.
Cera -e ca-naot)! 280 sac.os a G-'-'ft Ih
Mallos I'inos 36* j P reoie Viau :a C, 3) a
Amna Pmaiis & C, 40 a P. Leu.
Coaraa 42 > Amorim Irao. &', 116 a Ateo.
r;m Fernandas & C.
L'bapfos 4 c...xo3 a C< L'ma & C.
G.mma 40 i*eco a M. P. Ir^au*.
Peina le cabra 5 fartos d J 1*. L-vy. 2 E.
K nn. 5 a Ko'S)J k B.-uiGers & C, 18 a Oul.
airo Gouve^, (0 u or'tem.
Palga de Ciraoa 8i toluoles or^eaa.
Portn co su!, vipor oaBloaal MCUIIIPE
ental. em 16 do co.-renti e -ou giaio a C
PeruaTibuca ia.
Aztit 10 na-ris a Am rim Femaudes 4 C.
Alfolio 1'4 sac:o a ord m..
CoBiOI 42i a Ro-srack Brotbers & C.
CbaruTo< 7 c lias a diverso?.
Pellea 16 tardos a Boxw>n WOliam & C.
Tiaanco 70 fardos a a. Moreira.
NtwYrk, vapr Ingle'. HK/ELIU5. enlrsdo
00 da 18 ao correotj e coasigaJO a Blaik.
um & C.
A-ame 300 r:o* aos herdelroa BvWdaua,
ah.;- r.- i voiemes t or.ieu).
A'CO* 200 funes a Pab.-ica de Plvora.
Ciad eir.>a 4 volumes a A. CarvaWio C.
Cios 69 vilum.s a Jouquim A. da Silva
S.nio8.
D >gas 2 v jl.ime^ a G. Braga & C.
Kit-!ras 12 -l-jines a ordem.
F-rrageos 15 oiumes aas cerelros Eow.
en wi, 1 a A. Silva & C.
Pobos da CMoa l'.O amarrado* ord^m.
Kerojeoe 50 cuxas a Sania Casa ae Miseci.
COrdli.
Lona 1 fardo a Joaqnim A. da Silva San.
tos.
M'rcj'onas 3 vo'omen a P. Mtnoe.l da Silva,
1 a olma aj~ Cardoaa C, 4 a E. Paiva & C ,
3 a !. xw I Will.aru t C, I a Joaqnim x. da
S iva Sanios. 12 i H F^rsler & C, 3 a Braga
* Cn-t-o. 1 a K. Goetcbet.
oolus 2 canas a l. N. da Poieca.
ieo 10 oa-ris a ordem, 32 a Ga.mare Bra
Elixir M. Slorato
... Depcis de muitai experiencias e
aoardo estudo sobr o sen grande ra-
medio o Ehz>r M. Morato, cuje tenbo
mioi>trado n-a hoauites e em minha
dioica pt.rticular, resolv, de tcaordo
com os nieug ilustres collrgas, o Dr.
Me.e/ros, Dr. Lfevre, e Di. S Meo-
de, i-pplioal.o pela si,guinte forma, sen-
do c*so de syphiiis inveterada, rr.enmma-
tibmo chronico e boubas. .
Ter.ho tido o aic-lhor succeao com o
Elixir Morato, e alguns dos rneus colle-
gas ubtuiam Iho cjm r>z5o da ta'va vi
Unb. O eu remedio um j rod'g.oso
. lioa como ai^ti syjjuiliico e anti-jheu-
matico.
Dr. J Piltade Buaytn-
tii da Ja'.ein .
Agantasum Poriimouc. i Conpa
rhia de D.-igas.
Vaccioa arunjal
Dr: Bastos de Oliveira avisa que
continua particularmente cultivar a
vaccina animal, acceilamlo chamados
para vacciuacao com lvmpha animal.
Residencia, ra do Hospicio n. 16
Tetophone n. 365.
ConsultorioLargo do Corpo Santo
n. 15.
Telephone el '-">.
DR. NUNES C01MBRA.~C/r/c
Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarje. Especialidades : Febres,
par s, molestias de senhoras e
criangas. Chamados a qualquer hora
ra sua residencia, na ra da Sole-
dado n. 84, esquina da ruado Ata-
l!io ou no consultorio.
Telephone n. 387.
O Raulveira
E' o poiioral nia! eicai, mais baralo e de
trie-. j j >-!ii id;Ihs as Dbarosaeas.
Tecidoa 8 volomea a Meili D:e;l i-1 a ftf.
f nso ha '., 2 >'. \Ia a & C, 7 B- t
.t (., 5 Olas Lotvetro C, a JoaifUim Gju .
t J i .mors & C.
Vi i o 10 .ixas a A. tmo Plnt) da 8i a
Sl C. 75 a a. Siha ib C 2 a tf rg? & Cas.
Iro.
V I ic p is 2 ca xas a E P iva.
Va^OJ. 1 tais. Bra' & Castro.
P'l"t do sal, ^aporBacionsl BRASIL, ent a.
do e-o 18 iio cjTenie e caasigDalo a, Psre:ra
Crceira & C.
Ca'ga.ios 2 caixO^a a d vers .
CraVOI A* fe -o 3 cati.a iCdnpanbta FdVu
Carril de p'roaino'
Certeja l lita a C. V. Perreira.
Coa'S 12 ciixaa a ordena.
Coarntoa 12 ca.xas a divirnoJ.
CiOhelel SU cala* a l .tendencia Me Gu-.r'a.
Caf 29 aixas a C. Mala.
D-jga- 9 rail*, a J. A. Miia Suva, i a Par;.
Soormoo C 10 a Compaucii de D.-ogas, 10
a Antelo Ne.es.
Pujo 21 volumes a diver:o..
P;Longa 3 cettas a Ferrea & I-mos.
Mote,s % caixa a o,dea.
Mer.;ioriaa 20 vo.umes S'lva ft San'os.
i a Inleoietna le Gu<-r a. l ao teiegrPe.
Tesldoa t9 (ar !.is a A. de Bruto & ., 18 u
Rj'rigaes L-ma & 0.
X. i lloviaiento do porto
N viu eoiradi uo eu i9
Santos cala8 Tas, vaoo* n^if T
de 1912 l nela'iaa. coaimatuanie W. U.
Own. -qn'pageir 89, carga varios geueros ;
a Amorto Ira&oa C.
Navios sabuos no meini da
Sanios e rs:alaVaior tirailsiro Cimocim.a
commiodaatJ A'freao Moatelro-, carga varios
gen*- r
Maco Vapor infiel Halla.-.ra, cornmaGdanie
J. erase-; carga 'aus centros.
Sou'OiarnptO ejcaiiVapor inglez Tagos,
cor.mao(ianle A'. Ow ; crga va-ios geae-
ros.
Barbados-BsrJa alleaia Frida. c?pii.o II.
Jolln ; em lastro.
BarbadosLugar inglez Petunia, tapito C.
Niobolls ; 'H lastro.
Navios entrados no dia 29
Bordean e e" ilaM ii >s, vaoet irancez M'-
i'o', 0e J086 tonelada*. counnjOan1*1 M.
P'i.uo'er, carg varios genero; a H. Borle
A '".
INFLUENZAl
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaccio febril, bronclio-pneumo-
nia, catharro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
laran^ite, tnolestias do' r~~gaa, insom-
nies tesses suffocanes ce lem immedia-
ame ite ao uso do
Xa ope de Lobelia |n-
flata
Etl.er bromado
DE
'ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pele
Xarope do Lobelia nflala, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoasda maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
I'ornaubco
tikdvogau'o
O De. Jos Vicen'.j Meir de Vascon-
celloe, advo; d >, dedic -se esp^ciMlmente
ao estaco e resposta de consultas < bre
acsuiiptos foronaea.'C.oriptorio r'**
do lApera.,r>r, bsje 15 de Novoabro, n.
50, 1.' andar,
Pranclico Pe'lroda Canka
i^resbytero Secular, Cavalhciro da Urden
de Chisto e Ni gario Collado da pa-
roe/eia e cidade de Sai ]ose de ta jrt.
vincia de Sania Catliarina, etc.
Altes o que tenoo asado por rezea o Peiloral
Calbarnense de Ranliveira XAROPE DE AN-
'10 COMP08T0 COM l'OLO 'Ii GUACO, pre
parac&o dos lllms. Sra pbarmaceatietsRauli-
no llom & Oliveira, aebei que ase .'.: rope de
bern-licoe pr>mp!o effeito ns affoccOes dos or-
gaos respiratorios o que airoio iti verbosa-
cerdotis.
OMade de 8. Jos, 8 de Juln.i de 1838.-Pa-
e Francisco Pedro u Couba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados -lo Brasil atits utn a eicacia J,; i
grande me iicamento.
Uepsit
Na
Drogara Bra;a
SalvactXo
Halvei-me dos horriveis bamorca ay-
philiticot qae roe peweiairim tsa*,
tempo com a usn d-- Eiir.ir M. Moratto
p-npaado por D. darlos.
Mo^-y-mirim.
Arthnr Travasscs.
Agentes om P.rnombaco C'ompa-
ohia de Drogas.
na-
II
11
Papel pintado
para forrar galas, quar(03 e corre-
dores ; franceses, inglezes e nacio-
naes, a pregos aem competencia na
Livrnrln Contempornea
Ra 1." de Margo X. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
'{}
I
l'ocos do Caldas
Vcltei da P.gcs de Caldas, en le fai 5
tesos kjcco'-vus para tr.t r de urna
srioraie empigeai que ha ia:t.a tempo ra
con?umraia a paoeaoin, a boln e a
Tomanio d Elixir o S. Morao, pr^
' pagido per D. Ca**!. s. sare oompletn-
montee depreaaa, obterrando os drec*
lonut.
Ee i me ate enorme o sacaaao be..e-
tc c^ue .a ootzm ciai o oso dests pro-
digio novo o EI'X r dts M. .Vorato.
Pojo a pub! ch'2 o.-je te torna urna
virt"
S- Paa'o, 9 da Ajoato da l%i-Ar-
thnr da Cunha e Silva.
P.gttt* "ra Peroambaoo.A 'tnpa*
ahia xa D- g s.
Minh
a esperanza
CONSTIPACOES <&& Peitoral Catharinense
DE ttAULIVElKA
nr.o.uui isjtt.i
i. NiColle -.'U: e C-. s o, ii Malsoo fiada
na em 4 86
Parlg, i '." NoveajrKo do 18>5 -lile Sr.
Amono Fro'i'.iS'o - Amign e Sr. Teoo prseme o sea e tima'
do ?iur t;. 7 a Oaluo-'o p'O'.lmo passado,
a oto a,> qo-.l Uve o presar e eocont-;.r om
re alo do p- ce I pm c ^nrrcf, que xuilo es*
liirel receoer e tgradreo.
Lj^o t-at de i-if.-gi o a> fibrlcanle e
i(!-:n pa-a rj::e seja enviado com esn
urna pret>xa, t-n ir.se eoiDO'ometiida o fa*'
li.C' nt r o i" ti papel para es os
z. Supero uno -;. fa:w Ide a re*
iressa poto vannr do Havre i 8.10," e.u ii ce
Decmbro p-oxtno im-ko.
S tieui ;-.:'j ase eervii-o mjis c-o am-
a. oajaeru i..--; .el. oi-ijo- o son o- n>) ?e fuenm ao'eeedeni i< sim de o a-so-
i'o, neoeasitaodo o seo fabrico oe mot'o ca"
dad ..
Seta uotra motivo, *vr rovo me cora :o-i a
estim''i-* V'"., -mili.; mallo-titalo Vvjoe-
n !..rPalo S'O K. iiol 11. l:M"i
i'g- e ea-.-jIa 18 das, vap r ilie.i.a
M O'oxa,* oe 2835 lonol oas, comma-iaule
J. Bnrma-o. eai.ipi.seri, 41, carga vanos ge-
neros ; a Bo-fie m*'J ft '-.
Maraoofte ecl10 da, vspor ing^- Co-
nr.inia, :e 87 ion lada, com-.i aaOan e II.
Rol:'; t- e on.:erE 20 c.a-ca va/ os gtu-".s;
a lOtorim, Perna "'e.- ,t C.
A : | -1 o*?, lugar nbrafsoeow : w .lf),
o- s7i looetadaa, capno). l-'if l ni, ejt.i-
pagem 8 >i lastro ; a a. 6. Da
Navios ?a0icos ou ii tfitu dia
ViarOVapor b a 1.1 >i gua-OJar. COQ3-
man aote Pjo'o N. Caer; ein lastro.
Rio do JaseiroVaa.'i- m. les lio-inilia,. com-
idan.e R. rljDort ; carga varita geoo-
roa.
Navio entra o oo rila 21
Montevic'ea e Bir.u=li diar, va,.or r.mileiro
Santelmo,* 0- 9:8 ici.elaoa, <-omjoar,d.(itei
Uav:d Tooki aun, rjc'o i*e/u 33, car^a varios
geerv" ; Pe-e|ra CarOrIrO C.
S.--- a mados no rae >ao dia
Babia e -calaVaaor mglaa Jirobip1. con-
mati i-i .t HarUaoo da aadvade t targa va-J
rus genero^.
Mi4l'Caiacbo nacioaai Coe(boI,< captiao P.
Cost. ; rc lastro,
i.aroados Palacoo inglez *fam?S,a caplio
anderseu Nielsen ; eai Isotro.
Nerearln liiin!M 0
ADfl
4!
1411
ri
2
3
t
9
4
1
t
a
i
i
i
13
i
9
2
1
4

osoviiBoato testa mrc*(Jo oo oa 20 o'a
i fe, o gagoint4 *
Bntrsram :
bolt pesando 8,145 tilo
kilo lO peixe, a SO ra.
<:ouu>a,-( com taariacos a 15 n.
dos com raraarOes a tS1) ra.
columnas a 9oO rs.
carga cora gall'tihas a 7-5'^ -s.
Kassasas ara uallintias a 75o ra.
cargas cea milGo vrle a 4>0 rs.
carga com .Luendoira a 45i
Rsrgsa com iata cargas con baososs a 430 rs.
cara coia raacacrie.'ri a Upa rs.
caftgM cono ceboUOP a 450 rs.
caryas com erimos a 450 rs.
cargas Cot) verclurae a 430 rs.
carta ceas eaooa a 4S '.
cargd com Isranjos a 45o rs.
sarasa coca inbame 450
cartas oooa loogas a 45 i ra.
cartas com tnelannia a 450 rs.
a <-nrn HT-'^O H SO rg.
4*200
#9 'ii
4300
324400
4750
44050
1480.1
*450
49O0
*900
14H0
suo
#480
54800
445"
49;0
4900
4450
14800
4450
3 cargas com diversas a 450 rs 14350
20 cargas com teriatra a 3 ra. bOOO
2 cargas com milco secco a 300 r. 46>'t>
1 earsai : leaiao a 3ou rs. a300
15 Sainos a 14 rs. <5i<-00
65 lagares a *W re. (9500
12 coma, coca snir.eitoa a *5>W 1K40.0
8 comp. eos sais- i-us a 1*500 rs. 844'0
8 coizip. ci.m fressuraa a 9 s. 7*2)0
72 com-., coa. tesendaa a *4 '* 16'tO"0
21 comp. co'u cotuda a 14860 rs. 22050
49 comn. com wdurss a 45-o n SM'i60
114 comp. cum fariuda a 6>V) rg. 68J401
53 omo. com tainos a 34000 I594tx0
5454700
rtandiiaejlcs nts das 1 a 19 10.399i00
10.9444700
/recoa do da :
Carne verde tn 4*' a 14200 r. o kilo.
Salos de 14 a i4200 ^m.
Caraeirod- 14200 a 145.K) dem.
Pancha de 600 a 14000 rs. cois.
Milito de 900 > 14000 rs. a coia
t-eao e i; ij.i a 34200 a ca.
Xavios esperados
Oe i r i i ir
Barca noruega-ti8e Winooa.
Barca noraetiueose Sala,
llarca coro**; ''e Oacia.
Jarea norueaie.iae anngs.
Oo Pono
Escuna po*iazre:a Dona il-ri.
Do Rio oe Janeiro
Barca portugeez* V. da Gaina.
Vapores a entrar
MEr DE A3RIL
Binan d > sol. a 22.
a lian lio a f)0 Slll. 22.
darasf ce Trust-: a 23.
Woraswortba do a1, a 24.
. ijaiaa do sal, a :"i.
Vapores a sahlr
MEZ DS ABRIL
BijennR-Ay-es e esc. aMedoca a 24. as 4 fcorbS.
Elear-To k Worrsvorifi. i 24 a 2 oras.
Rio e esc. aAlagasa 22, as 5 h ,:aj.
Sootbampton e esc. Ni.e a 26, as 12 horas.
Piyrc.itli e esc. aPotSSla a !6. as 12 ooras.
*V' 8P. .Rl''e 27, :n i. huras.
I
Mappa demonstravo de gneros de expoi taco durante 0 mez de Marco de 189 6 Tabella das entradas de asnucar durante 0 mezdellarcodc ihJIG.
ASSCCARBRAXCO ASSLCAR MASCAVADO ASSSCCAH REFINADO ALGODAO AGURDENTE ALCOOL B MAMONA CAROgOS DE AI.GOD. < < U 1 1 -0 CUIROS SALGADOS SEC COS COUROS ESPICHADOS MEL < X. M J H 0 V. -a -Z\ y. r = ASSCCAU Saceos
H n a 94 100 no "655 200 20 66 61 2.510 50 .....i 9.643 12-140 15 12.540 905 '.75 44.880 41.604 600 250 510 o -5 os a o 4k m o co m = 8 -r" 810 2 6 66 18 O O 5 O a 0 .g, o. S 0 O .5. 8, 0 '3 c 1 .o V 90 639 0 ,0 Bal so 0 *9 30 '3!o5 o a. "65 O "62 c aa 50 5 o 7500 450 Barcngas ........................ Animaes.......................... 68.502 6.340
7.821 6.000 12-000 "4578 ".o 848 .....3 752 5 271 163-617 1.888 .......6 679.327 1.097.234 918 030 1.500 55 i 77o a a *"8 374 2.218 960 ...... "744 169228 169228 23.409 23.409 Estrada de Ferro de S. Francisco... 23.494 143.750 93715 661
Antooina.............. Babia.................. Bremera.........----- Bltico................ ....... > "so 963 1.499 "88.587 69 532 128-060 270 127.650 ........ ..... ......
...... ...... a a 914 2.539 1 '.968 30.4S8 462 3.234 Tolal.........................
Cear................. Estados Unidos........ Genova................ 26.636 421 i.996-700 856!575 33o-4()S
Hamburgo............
1.226 1.547
Liverpool............. Londres............... Mamanguape.......... M' ssor ........*.< ..... ...... 21 1.523 1.858 136 811 9 4.590 41 3285 Tabella das entrada* de alstodao durante 0 mez de narco de 96
Macau ................ Manos............... MaranhSo............. 45 819 475 3.459.650 35.625 10 4.800
ALGODAO
New-Vork............ Naui.................. Para.................. Pellas................ r;"i ................. 53 100 a 4.352 5.000 ..... *> 36 33 17.669 16.063 ...... ........ 71 13 36.173 5.211 96 5.7J0 108 742 35 90 4190 12140 Saceos
Rarcaca 5.253
928.619 54.300 '"959-985 2.743.064 2.496.240 36.000 15-000 30.600 100 610 .....80 42.673 38.510 7.500 39.000 .....6. 2.560.440 2.310.600 20 "**3 6.642 1.400 1.518 "4731 502.023 226.417 "'32 245 170 5435 119 250 81.350 2.740 1.111 5.395 '57!397 79.194 475.230 '"6 351 455 915 753 155.920 214.557 443.981 4 1 20 340 124 1.885 11.320 11.320 91.970 211.970 960 6.160
Porlo Alegre......... Paranagu............ Parahyba ............. Pilar d'AIagoas........ Rio Glande do Sul...... Rio de Janeiro......... 20 1.250 1-412
3.437
Estrada de Ferro de S. Francisco.-
50 4.500 2.000 6.549 83.216 734 5.138 3463
600 36.000 7.554
Uroguayana.......... Victoria............... 1.500 90.000 4.618
4 T.112 360 72.600 11.324 ~796
138.758 9.041.917 168.454 11.380.904 1.C63.456 385.217 10.854 25.437
i
4:
1



IPeario de Peraambaeo Quarta-feira fcfc de Abril de 1&9B
5

'
i'.
Dr. Bar reto Sampato- Oculista.
Consultorio & ra Barao daV-curia n.
51, l. andar. Ex-cbefe de clnica do Dr
de Wecker, devolta de ua v.agem a-
Europa, da consultas de 1 as 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e oua sao-
ctificados. Telefone n. 285 K-,^
ciaruaSete de Setembro n. ** ,"ni.
pela ra da Saudade n. 26 Telefone
.287-
E cheguei a Gcar qaasi assiaa
SolTriahorrivolmente dos pulmOea
mas grabas ao xarope de aleatrao e
iatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio cjntra t-.sses, bron-
chitos, asthma e rouquido^
consegu fcar a?sim !
Cemplolamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
doLavradio.
Deposito-Drogara Pacheco & o.
Andradas 59.
Vidro 18500- ,
PernamhucoPharmacia Amen-
canaRa Duque de Casias.
FABRICA CAXIAS
Osbalo assigaaios
previnem a quero coovier
que estad munidos de man-
dado ioExcu). Sr. Dr. juiz
do coramercio para fazereo
appreheader onde forero
ochados cig4rros de outra
fabrica com a matea contra-
feita ou imitada dos seus <*
sarros, taalo na raoitalha
como no rotulo j e que
estao dispostos a proceder
contra quem expozer dito*
ciganos ve-da, com todo
o rigor, ae conformida>ie
com es penas decretadas
por le.
Recife, 3! de Agosto de
1895.
Azevedo o* C
Jol.ucat
Deve ser lida cominteresse a saguinte
l.oticia, que a Banfulla publica a pro-
1 osito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr.D. Carlos:
Todo o Brazd, e especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de ostras especialidades
medicinaos do Sr. M. lorato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidade e a gentileza do preoa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia.
de estudos, que com o seu labor incans
cavel soube ganhar oj elogios da varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de aumerosos
doentes, boje perfeiUmente curados pelo
m^ravilhoso Elixir.
E virto abordamos este aBsumpto, de-
vemos dizer, por amor k verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morat sao productos examinados
e spprovados pela Inspectora Geral de
aude, do Rio de Janeir e que a sua
venda foi autorisada elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, teudo por base certas plan-
tas raras que -o se encoutram na llora de
noss )8 ser.5a*, s serve para a cara mi-
racul sa da abthma, do cancro das do-
res rheumaticas, da eyphiles, da terrivel
morpha.
O seu segredo 1 \ revelado, ha bastan-
te teicpo. pelo ehttie de urna tribu de in-
dios, cujo uome. a^ora nos escapa, rras
que opportunamente designaremos, por
que este facto sfi prende urna inters
.ante historieta, que vale a pena sor
narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna mportaucia excepcional e pode
comp-'tir com os inelhores desse genero,
que se ackam naa demais partes do
mundo.
|Asistimcs ha nlguns das, k prepara-
cao deate Elixir, acompanbando at lenta-
mente tod- s o* trabalbos, desde a tritura-
cao des vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual se segu a expedido para a
Oteia importantes pharmacsda Europa.
Al m do Curioso processo, sao dignos
da admirar a fiscalisav&o, jrdem, disci-
plina que reiaam no ampio lalu.-atorio
do qual s boje O Sr. D. Carlos comeca a
colber os fructos, alia* altamente lison-
jearos, tanto pelo lado moral coaio pelo
pecaoiario.
O Sr. D. Caries nao se de xa, por-n
d.rmir sol.re os loures, c gitaudo eem,
pre era ampliar m-is o seu estebeleci-
me to, estudaudo o precess. para o fa^
brico de outros productos mediciuaes que
gario, antes de todo, sabmettidos a aua-
ivsedosmais no a-tis e ictelligents m-
ascos.
Os nossos cumprimentos a esse bomem
Ilustre que, ea B .tucat, gosa da geral
< B patina e ao qual desejam-s prsperos
ue -ocio.
Pkarmaeia Boa-Vista
PRACA maciel pinheiro n. 18
JOS' LUiZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de inugurar-se tste estabeleci-
mento dirigido ptno conhecido pharmaceu-
tico Jos Luiz da Silva.
Ahre-se a qualquer hora da noie.
imprtanles curas d
Peitoral de Cambar
u
FALLAM
a Jornal do Commeros
Do Kio, d 26 de Novembro de dei89 >.
Recebemos dos Srs. Goncalves & C,
urna garrafa de Og"8C Brazileiro, fa-
bricado em Pernambuco pelos Srs. M,
Veras & C, Este cognac, cuja materia
prima segundo nos dizem.toda natural,
est muito bem fabricado e loi premia-
do na exposiao Universal d-al 889.
aO PaizjD
Da mesma data
Os Srs. Goncalves & C, enviaram-
nos urna amostra do cognac Brazileiro,
(abricado no Estado de Pernambuco pelos
Srs. A. M. Veras & C.
Provamos essa batida preparada por
ioduatriaes brazileiros e podemos garan-
tir a pureza do producto nacional, que
deixa, lativismo psrte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recominendamos aos apreciadores de
cognacs essa liova mar-a, que p encontrada na ra uo Rosario n. 82, m
asa dos reiaett.-nt3S, a q iem ag-alece-
mos a remessa.
Para que os laitores avaliem do m-
rito oesba pruducto nacional, diremo-
que elle foi premiad) n exposiyo unis
versal de i89, em Paxiz,
Jorual do Brazil
Da 23 de Novembro.
Os Srs. Goncalves & C, mimosear-m-
nos coco urna garrafa do Cognac Brazi-
leiro producto nacional, obtiuo da materia
prima do paiz, fabricdj pelos Srs, A.
fe. Veras & C, de Pernambuco.
O cCognac Biazileo-o nem em apre-
senta^ao, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao estrangeiro.
Aasim o julgaram tambem entendidos
na Exposiyo de Pari m 18*9, pois
premiaram-u'o com menco honrosa.
Gazota de .\oticias da Baha
De 23 de Marco de 1895.
Da acreditada fab ica dos Sis. A. Ms
Veras & C ', de Pernambuco, recebemo.
urna garrafa de Cognac Braz leiro qbe
achamo excellente. juigando-o superior
a multas marcas que uos vem do estran-
geiro. .
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d,8 mesmos fabricantes.
Agradecemo..
Correiode noticias da 15. Iiiaw
Da mesma cata.
D'estt conceituada casa coramerc:al,
es-abeleoida ra Duque de Caxias, em
Pernambuco, recebemos amostras de um
Cognac Brazilfl'ro, qua o Sr. pharma-
ceunco a. M. Veras fabrica no estabele-
cimento qua hbilmente dirige.
Recommondamo8 esse producto da in
dustria nacional, que aleen de ser apre-
cavel pelo cuidado de seu fabrico, de
prego reduzido e relativamente muito
mfihordo que outros expostos venda
em nosso mercado.
A Sr. Lyra, ageate da fabrica e dro
garia, agradecemos.
k>
lir..V Hygino de Miranda -
Medico pela Faculdade de Pariz, an
o extern^ dos Hospitaes, laureado com
tna medalhade bronza da Assistencia
foblica.
Consultorio ra 15 de Novembro
n 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
QQngiiltaa de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
eenhoras dos orgo genitourinarios,
Chamados por escripto.
----------'H-----------
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
.Consultorio : Ra da Imperatr.z n. 8,
andar. ,
Consultas: de las 3 da tarda.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clieotes. qne con-
liona a dar coosultas todos os das ote,
de 1 as 3 horas da tarde roa 15 de o
?emcr3 (aotiga do Imperador) o. 79, l. andar
Chamados por pscriplo.
Tolephone n. 27-
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vias respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos urives n. 41
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joo Coelho de Oueiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de :;0 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
aeiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerqe
c >tcu>ercante no Pilar das Alagoas,
de urna tosse asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Josc Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro
de urna coqueluche de 2 mezes ;
B-iro de Avellar Rezende, fazen-
deiro em Maas Geraes, de urna forte
pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de OUveira>
commerciante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de2
annos, com oscarros de sangue ;
Uma filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago. Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de uma tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antoiio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de uma bronchite asth-
matica de 8 mezes;
Capito Jos J. Augusto da ron-
seca, de S. Paulo, de uma grave tosse
de alguns annos ;
Olympio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de uma constipado
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de uma bron-
hite impertinente de 11 mezes ,
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do R.o de
Janeiro, de uma pertinaz affecco pul-jnh.a do Praga.
11 Femando Jos da Gama Lobo ma-
ior reformado do exercito, residente
em Jaguaio, de uma tosse asthma-
tica de muitus annos,
O Peitoral de Cambara, acna-se
approvado, autorisado e premiado
com as rr.edalhas de ouro da Expo-
sico Brazileira-Allem, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencias Indust.iaes
todas de Franca, e com o premiro es
pecial da Exposico Universal de Obi-
cago .
Unicc. deposito neste Estado
A Drogara Braga
de
Guimares Braga & Companhia
A
HYGI8NE DA BAHA
(Copia)
Usandodasattribni^oesque me sao con-
feridas pelo regulamento ^antario em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
bentados comprovando a analyse ea licen-
ga concedida pela Inspectora Geral de
Hvgiene do Estado de Parnambuc, con
cedo licenca ao Pharmaceutico Antn o
Martiniano Veras para expor a yenda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conleccao.
B, paracnstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assigu-o, se re-
gistrar para os devidos effeitos.
O inspeci r.
(Assignado) Eduardo G. L va.
Secretaria da Inspectora de H iene
e& Babia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4^400.
N. 2.872-Rs. 58000.
Pagou de emolumentos na Recebedoria
da Babia
O fiel
(Assignado) tf. Jf, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Bahia, 12
d Julho de 1895.
(Assignado) Dr. Ifamr Jarreto.
Garrafa" 20300
Uuzia 25^000
Faz-se descont na proporc)
portancia do pedido._________
da im
Feridas antigs
Curei nma f;nda de mais 20 12 annos
qne era um verdadairo tormento, uando
por algum tempo do Elixir da M Mora-
to, pre: arado por U. Carlos. Daa que
recompense tio te lia achado. Usa cmc
coovier.
Sao Paule, 1. de Agosto de 1889.
Wenceslao Vicenta V eir.
Agontes em Pernambuco A Craps-
oba clioicsa para molottiis dos rioa a r
Emul-Zode Scettj asmpro cjm msgaiticos \
resultadas.
Rio de Janeiro, 22 de Dosembro d*
1890.
(ABiignado) Dr. A. Jobin.
---------- ^
t*. Francisco Leopoldina
tWMm K uurisvii jC7V|V*bbu~- O UUUllUUbUSUQI GUI UIDUJlHUllluauo as
especialidades : Febres, molestias de profeaaoras Julia Marquaa da Silva e Ma
Z___n_n niv*>L.'l.l.' .1 u^.11a --* PaMABal^^.. P^.l,- >< UflnrAO
crianfas, syphihticas e da pelle.
ConsHltas de 1 9 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruzn.
72. Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Broncftite ? slhmatica
Dr. COELHO LEITE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Rey fe,
attesta que o
Xarops Lubeia Infla
PHARMACTICO
ILDEFONSO m AZEYKO
E' excellente no tratamentojda BRON
CHITE ASTHMATICO
Ucposito:
Ra BarSo da Viccoria 37, l. andar
Pharmacia Conceiy&o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todsa
as boas pharinacias.
Peroambuco
EDITAES
.'3 0 prppiipnte rta 1'* enminiae." qiliticn-
ora do mu. i Loto ito Ra-'t. eoavtda as U .
aos qo^ so sennrem as cjodiccO's da le, a
aorMObttr na peraote dua cou.n'soao. ou 6
nn'.a? 8*-U; requ.'riineiilus deidiinajie i-.is.
1: 09, "os qu.-8 tr d-ra rec fio. .-.?
E Aprmiu a.ves de 8oozi Maaalhej, st-
crotarto o encrevi.
v^izdu, 21 ae Abril A'- 1-93
O pie-'ideo'fl
Maaoci 0yjii'io Per'eira
O major Theodomiro Thoinaz Ca"
valoante Pessa, presidente da
commisso de alistamento da 1.a
secQo d'este niunicipio do Recife,
Estado de Pernambuco, etc.
Faco saber que vai ter logar o alis-
tamento eleitoral, deaccordo com a
lei n. 35 de 26 de Janeiro de 1892,
e convido, portanto, a todos os ci-
dadaos que se acharem nas condi-
coes da referida lei a apresentarem-
se perante a commissao, ou a onviar
os seus requerimentos devidamente
instruidos, dos quaes se dar recibo
at o da 21 de Maio prximo fu-
turo.
Sala das reunies da 4.a commis-
sao seccional d'este municipio do
Recife, em 21 de Abril de 1896.
Eu, Joo Anteportam de Salles
Menezes, secretario, o escrevi
Theodomiro Ihomaz Cavalcante Fcssda,
Presidente.
O bacharel Julio Clemente de Faria,
presidente da commissao de alis-
tamento da 9.' seceso d'este muni-
cipio do Recife, Estado de Per-
nambuco, etc.
Faz saber que vai ter logar o alis-
tamento eleitoral de accordo com a
lei n. 35 do 26 de Janeiro de 1892, e
convida, portanto, a todos os cida-
dos que se acharem nas condices
da referida lei a apresentarem-se
perante a commissao, ou a enviar
os seus requerime'ntos devidamente
instruidos, dos quaes se dar recibo
at o da 21 de Maio prximo futuro.
A commissao funeciona na fregue-
zia do Poco da Panella o na escola
do professor Teixeira, sita traver-
sa da Casa-Forte n. 5, das 10 s 4
horas.
Sala das reunies da 9.* commis-
sao seccional d'este municipio do
Recife, em 21 de Abril de 1896.
Eu, Jos Ignacio da Silva Santos,
secretario, o escrevi. .
lidio Clemente de Y aria,
Presidente da commissao.
Edital
Hvate Camelia
ta Trdein (io Sr. Capitao r'e Fragata
Jos Pereira Gaimsrae, Capitao do Por-
detta Estado, taca P-blic- que, tendo
Todos os facultativo* n5o s da Capital
mas de todas es partes da Grande Rapu-
bhc* do Braii! e nao s do Brasil u*s do
mundo iote^ro sao unnimes em precia!
a Emu!B2o de Scott como um remedio
efficaa, de toda a confiansa para as doer,-
cu' a qne destinada.
O Dr. A. J- bir, formado pela Faou!-
da"da da Priz, pramiado com a '"ialba
dos hosiiUes de Pana, medie > d ouU-
Ud* Francttaa de Secoour Mu.uai i*
Bi nfaisanco e Medico Bemieitor da Caixa
d Soc-rro de D. Pedro V., .exeraendo
cli c* actoalmente no Rio de Janeiro
certifica:
Tenbo usado c,m frequetcia na mi-
*oo pena de providenciar asta Repartido {
le aborda com o art. 41 do mesmo Re-
gulamento.
iWtaoi do Porto do Estalo do Per-
Mmb O secretario interino.
JoJu Sabino Pereira Girardes.
alistamento eljeitoral da fre-
gnezia da Graca
A commissao de alistamento elei-
toral funeciona todos os dias 110 pre-
dio n. 4-A ra das Creoulas, para
onde devero os interessdos enviar
suas petQSes devidamente instrui-
das, como manda a lei.
A commissao :Dr. Jos Zeferino
Ferreira Velloso, presidente.Adol-
pho Maurica, secretario. Joo
QuintilhoFontes Briaga -Josd'Avi-
la Bittencourt.Luiz Machado Bote-
ro. .' .
O cidado capito Antonio Mari-
nho Falco\ presidente da 2.a com-
missao seccional da freguezia de
Santo Antonio, faz publico que foi
nstallada a referida commissao e
convida aos cidados que quizerem
alistar-so n'esta freguezia a com-
parecerein com os documentos que
sao exigidos por lei para o fin aci-
nia marcado.
Sala das sessoes no paco da pre-
feitura municipal, eiu 21 de Abril de
jggS.O presidente, Antonio M.
Falco.O secretario, Manoel Au-
gusto Vieira de Amorim. Eustaquio
Antonio Govues.
Edital n. 14
Profesan res em disponibili-
dade
Faco saber, de ordem do Dr: Iuspe.
ctor Geral da InatruocSo Publica, que
por acto de 6 do correte foi declarado
que cuntinuassem em diapanibilidada as
ia Esmeraldina Emilia de Barros.
Secretaria da InstruccSo Publ ca do
Estado de Pernambuco, 16 de Abril de
1895.
O Secretaria,
Pergentiao Saraiva de Araojo GalvSo
O Dr. Marcos Tullio dot Reis Lima,
Juiz de Direito da Ft.zecda Mu-
nicipal do Recife, ata.
Faz saber pelo presenta que no da
4 do Maio dj corrate aono se hSo de
arrematar por venua a quem mais der
em praya publica deste juizo os beos
seguintes, penhorados por exacugo da
Fasenda Municipal.
Freguesia de Santo Antonio
A casa n. 31 ra das Trmuheiras,
com 2 portas de frente 2 salas, 2 quartos,
cosinba fra e quintal murado, meda de
frente 3 metroB e 60 cent, e da fundo 14
metros e 30 cant. pela quantia de .....
1.080S0OO por ser a 2' praca. Pertence
a Joao da Cruz Estanislao.
Tres quintas partes do sobrado n. 12
raa das Laranjein s, tendo no pavimen-
to terreo 3 porUs de freate sendo urna
da escada, com 2 salSea ; no 1 andar 3
jaoellas de trente com varanda de tarro,
2 salas, 2 quartos e cozinna imams ; no
2 andar 3 jaoellss de frente sendo 1
com caranda de ferro, 2 salas, 3 qaartot
e oczinha no sotSo, mediado de frente 6
metros e 50 cent, e da fundo 13
metros 60 cent, pela quantia de 1:000/1
cida ums. Perteccara a Joao Francisco
Regio do Rio Carvalbo, J0S0 Morena
Fragoso e Francisco Horaira Fragoso.
Freguezia de S. Jos
O sobrado de 2 andares n. 28 ra
o Ni.rneir.i, o qual tem 00 p viraeno
terreo 3 portas de frente sendo 1 da es-
e ida, k salas, 2 quartos e quintal mura-
do; no 1* andar 2 partas de frente com
veranda de ferro corrida, 2 ealas, 2
qaarfos e cosiciha fra ; no 2' anda" 2
jaoellaB de trente, 2 salas, 2 qu&rtos
e cosinba tora, roede do frente 4
metros e 15 cent, e de fundo 17 metros
e 40 cent. pla quantia de 7.200)5000
r>or sar a 2* praca. Pertence a Jos
Frfcnoisco da Souza F. Mello.
A casa n. \ I ra da C*deia uo?a,
om porta e jaoella de frente. 2 salas, 2
quartos, acosioha externa, 1 quart*> e
quintal murado, de frente 4 met-oa e 40
ceots e de fundo 13 metros e 30 cent.
pala quantia de 1.8CO5O00 por ser a 2"
pr5. Pertence a herdeiros fi.hos de
Joanna Francisca C. B. B^st^s.
Acaa r>. 303 ra Imperial, eom 1
porta e 2 janelb.s de frente, 2 salas, 2
quartos, alpendre ao Isdo, cosinha exter-
1a quintal mirado, nuda de trente 6
metros e de tundo 20 metros e 70 cect.
pela quantia de 4;500X)f) por ser a 2a
oraca. Pertence a Joanna Bapista da
Porciunoula.
E para constar passon-se ecital na
forma da lei.
Dado e paseado neata cidade do Rec.fe
Capital do Estado da Prnamauio, aos
17 da Abril de 1896.
Eu Jos da Cosa Reg Lima, esen-
vSo subsarevi.
Marcos Tullio dos Reis L'ma.
U Ur. Frncisoo Xavier fnos Barrctto,
Jaiz de Dire.to do Uivel do Mu-
nicipio de Olinda, pe lei, etc.
Faz saber que no da 23 do corrate,
depois da respectiva audiencia, bSo de
ee arrematar por venda a quom mais der
em 2' praca, oom o abatimento de
10 "I,, os predios absixo declarados, por
execucSo da Fazenda Municipal desta
cidade, etc.
Casa terrea Bita a ru* Bario da Vera
Cruz, sob n. 55, perencente a Mana
Igiscia da Piadade, com 1 porta e 1 ji-
nella de fronte, 2 Silas, 2 quartos, em
mo estado, com a Lrgara do 3 metros
e o fundo de ll metro?, avaiada por
25'WJGO.
(Jasa terrea ra Sarao da Vera Urua,
si-b n. 35, pirtenceme a Antonio Mar-
tina Duarte, com 1 purt e 1 janada de
trnte 2 salas, 2 qaartis, em mo est-
o de conerVaao, sem a parede que
ivide o sala icterior do qui-tal, medindo
to deato Estado, taco P .bhc que, tenao ^ |B & 4 metro8 e 80 eeflt e da fu-
ido a piqueo hyate tCameha, confrnn- do J5 witm e 90 oent., ava.ada por
t a Alfandega, o sen propietario ca lbU(m
lujp.itoa User tiictunr a dua embarca-
.rgura _
1 metros, avaliada em 3OOS000.
E para que ebegue ao oonbecimento
de todos passou-se o presente edital, qae
aera publicado e sfbxado.
Dado e passado nesta cidade da Olin-
da, aos 20 de Abril de 896.
Eu, J0J0 Theodomiro da Costa Mon-
ro
te
, escrivao, o eacrovi.
Francisco Xavier Paes Barreto.
rao obrigads ao pagamento, por cada lotera
ou serie ile lotera, aa aoanlia de 2 OOOOO,
seodo aetOOiOO por vendedor ambolaote, para
qoe os pessa ueccisr pelas mas tu em quaea*
quer oairoB logares poblcos.
!. Eises cagameptoa serao feitos previa-
mente no Tbesooro do Estado, mediante peti-
ao com eclarecj da lote i, p3'te oa serie,
numero, dala, log.r oade e qualquer outro es-
clarecimeoto ; serviodo a mesma peticao devi-
damente deepacbeda, de liceoc* para ogs e oa*
iros vendedores, qae de modo sgam boderSo
apre-cntar razes ae solidsriedade com quem
qper qae ctj 1 a respeito de taes vendas.
2 A Dtt cao sera acompaunada do coabe*
cimento de quiitS-j do imposto, do qoai coos-
tarto os esclarecimeaius determinados no para*
grapao anienor.
Ar>. 2.* A venda e bilh'tea de ontres Esta
do- em esahelerimeotos oa por itsoas qae
oto eEtejam moGidas da compleme lieeoca
constitoe flagraute mira.cao uo presente de-
creto, flcaado sojei'o o ialractor a perda aos
Dilnetee eacootrados em seo poder, os quaes
serao appenendldo?, e ao pagameoio do impos-
to com a malla de 2o /<> qa-, nao sendo satis*
feito de prompin, se.-a coor^do jadiciaimtota
coo< a dita mola.
Art. 3 Sao competentes para tffectoar a
apprebensa.i os Bs-.aes das iotendenctaB u.nni-
eli aes, das ca raras aonicipaes, < theacureiro
d s loteras co Estado, os agentes do mismo
ine-ourei'o, *s autoridades po.ioaes de qaal-
qurr natoreza.
A'l. 4.' a apprcbensSo se lavrar lermo, se-
gaodo a localidade em qae e Jradila appre-
tieatj meocionanio-se oesse termo a qoalida-
de dos burietc, Damero, valores, loteras 4 que
ptrleDi-um, oome do inf actor, do apprenansor
e o mais qoe r coovenicnte para ptovar a U-
racc&o.
nico. Esse termo sei assignado palo
appreneosor, por iettemooh8 sa as h..uver, e
p>-lo ialractor, mtnciooacdo-s> a recosa deste,
qa^nto nao qaizer asignar.
Art. 5.* Al a vesoera di da marcada para a
extracca.) da loiena, eobre qae versar a apure-
he.-. f;'.o, o inflador ponera eff-etcar opsgamen-
to do imposto com a mull e assim rtbaver os
bilbeie.-.
A moita oesse caso s?r dividida entre o
appreensor e a fazrtjda do Evado.
AH. 6.* Exiratnda a lotera a que perleoce-
em o- Dilr.eieiiappretieadiuos, qne enao serto
rpcolriidos oelo appredeut-or tu Tne=ouro do
Estad.-, o pronucto dalles sera arre-.aoado pelo
mencin-do Tne-.onio, o qual opportooamenta
entregara metaue ao appebensor e clasaifkari
a ostra metaju como receiia eventaal do Es-
tado.
Art. 7. Da appreheoso cabe recurso pra o
Tbesou-o do Estado, dentro das 2. boras qae
se 'egui'em o resp^jiivo termo.
1.* Da deci^ao do inspector cab* recurso
voiootario para o gove.-oo do Et^ado, deoiro de
3 dias.
I 2 O rt-"arso i t rpof to f-a do praso mar-
cado se ccride'ar perempto e delie oto se
lanura < i nbeclifOtu.
Ari. 8.' O presenta decreto pr> lera ser altera
do contorme a experiencia o a ooselnar.
EU1TAL X. 51
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
O sdmioistrador taz publico, a quem
interessar possa, que fisa prorogido at
30 do corrate mea o prazo para a co-
branya bocea do co're, da contribui^So
ds Companha Recite Drainsge.
Recebedoria do Estado, 20 de Abril
de 1896.
(assignado)
O administrador,
Affonso d'Albuquerque Mello Jnior.
sec-
Prinieira cdmiiiisso
cional
O capitao Jos Vicene Ferreira
da Silva Jnior, presidente da pri-
meira comtnisso seccional, faz sa-
ber a quem nteressar poasa, que
nos termos do art. 8." da lei n. 35 de
2'j d6 Janeiro de 1892, vai proceder-
se o alistamento dos eleitores, pelo
que sao convidados os cidados que
se acharem nas condigos da le, a
apresontarem-se perante a commis-
o durante 30 das, a contar da pre-
sente data, das lo horas da inanh
s 4 da tarde, ra do Bom Jess n.
:3, 1. andar.
Recife, 21 do Abril de 1896.-Jos
Vicente Ferreira da Silva Jnior,
presidente.__________________________
Lditai i). 15
De orem do Dr. Inspector Geral da
Iostrucca.i Pusuca, fago saber aos Srs.
Inspectores escolares, Delegados de en-
tioo e Professores primarios, qce, em-
quanto nao fr ekpdido o novo regi-
ment ioterno das eacolas de que traU o
art. 49 13 do Regulamento de 23 de
Janeiro do carreute anno, continuar a
vigorar o de 20 de utubro de 1885, na
parte que n2o ior contraria quetle
Regulamento.
Secretaria da Ioatruccao Publica do
hlstido de Pernambuco, 16 do Abril de
8.6.
O Secretario,
Pargentico Saraiva de r-ujo GdlvSo.
SESLARAC9E!
COMPANHA
Recifease de Panificaba o
Aestmbla gtral
SSo ccnidado os seonore* accionistas a rea*
nir-se em a acflnbla ordinaria 00 da 4 de
Maio vin'iouro. ao roeio da, 00 esenptano desta
Coropaooia ta tomaiem eonOec memo do
rrlaiorlo, pa'Cr t Cal e coalas do acoo pro-
i\ 1 o pausado e p-oceaer cus Jemaia uirnos
d Elalalne.
Reaife, 18 ce AbMi de 181S.
f. J. Pinto.
Eirecor-gtrenti.
Secretaria d?. Qjegtura Po-
licial do Estado de Per-
nambaco,20 de Abiil de
1896.
De ordem do D". Q.eslor Poli: al e de acr-or-
do com a clauaua ti do Contracto celbralo
eolie o Go erno do Eatado e o cidadto Jcs Go
mes Ferreira Mana, e a roqoenmeoto deaie,
fica probiblda neste Es a do a vendagern de M-
IbeteB das loteras do Rio Graoae do Norte, sa
ieltoa os infractores a molta e apprebensao de
que t-ala o decrets de 20 Je Janeiro de t89c\
em vlKOr' Ga^slsno Lopes,
Sccrtta:lo.
DECRETO DE 0 DE JANEIRO DE 1890 A QUE
DE SE RSFB*B O BDirAL .-i-a
O brUadeira go-eraaflor doEnado de Per-
nambuco, considerando qoe ae loteras do
rxemo Etaoo tm deixaio de Barrer pela
concor'eooia das loteras do estraae ro e oos
outros Eiados do Rranl, e
Conoiderando qae beoehcios dsqaeilas lote-
ri?B ee ellas correrem regularmente, importa-
rlo tm g-aode e alioso auxilio aos cofres da
Sana Gasa de Msecordis ;
Ari i.' As casas qae venderm bbetes 1e
loteras estrtngeiraa e dos outros Eatado^, se-
Companhia
DE DROGAS E PHDUCIOS CHI1II.05
Cuoviua se ao Srs. acciouistas desu Com*
pannia a reooiren. se em assembla ?ral or-
a'Dpria. no da 3 v.o crreme tter, 4 oora
da ta de, no ( aodar do predio n. 24 roa
Marqaeide Olinda, para loaia em concecimeo
o dab comas, parecer nsnal, e relatorio da di-
eitoria relataos so asno nado em vJl de ue-
zemro de 1895, e elegeum os membros da
con.roissao fiscal qoe le.m de funcciooarco
correle anuo.
Rec.fe, 15 u AbMl de 1896.
Graciliano 0. da C. Martlns,
Director secretario.
Compaohia
DE
Tecidos 'aaljsta
A^sembla ge>al extraordinaria
Sao cuflVioados os Srs. accionts as reoni-
rem-e no edificio da Asaociacao Ccmmercial
Reoeucenie, a 1 boa da lame ao da tegoada-
felia, 4 de Maio vmdooro, afim de *leger oova
directoru, resolver sobre iniereeses geraes e
reformar aletns artig. s flf"> Ee.alotos.
Recite, 18 oe Abril de 1896.
Carloi de Horaes Rodrigues Ferreira
D.reetoftbesooreiro.




muri de Peraambnco Quarta-feira t9 ne Abril de l!G
*^---------
THEATRO
SANTA IZABEL
tMPRliZ \ Mor eir e Vasco ncellot e Silva
V manila sUCCESSO Amaulia
Subn >cena pela 4.a vez a grande revista
Tena parte toda a companhia.
Sabbado grande espectculo.
INDICADOR C0MMERC1AL
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Ra do Conimercio n. 38.
Ra do Commercio n. 10, andar.
Ra do Commercio n. 15,1. andar.
^
Ra do Coramercio n. 48,
Bancos
Banco EmissorDirectores, Urs. I. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandes ....
Banco PoDularGerente Gustavo da Silva An-
tunes..............Ra Bom Jess n. 64.
Banco de' Pernambuco-Gerente William M.
Webster........' Ra do Commercio n. 40.
Companhias do Navegac^o i ._ ...
Carioca-Agentes Pereira Carneiro & G. Ra do Commercio n. 6,1. andar.
Chargeurs Reuna (Francezai-Felix Bandeira Ra do Commercio n.o.
CompanhiaPernambucanade Navegado a vapor DmKnnnn i
rente Coronel Ulisses A de Carvalho Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Companhia Messageries MaritimesAgentes H. ,: ,*
Burle ft C 7 ......Rua do Coramercio n. 42.
Lloyd Brazileiro-Agentes Pereira Carneiro C Ra do Commercio n. 6, i" andar.
Pacitic Steam Xavigation Company-Agentes
W'ilson Sons 4 C. Limited......
Red Cross Line o Sleamers. Agentes Jobston
PaterAC..........
Companhias de Negaros
Companhia AmphitriteDirector Artbur Augus-
to de Almeida ......
Indeninisadora-Gerente Joaquim Alves da Fon- Corimiercio n. 44
&tXi. ........ *
^enLS'urPraU.Cana='AdmQ.3tr r Ra do Commercio n. 46
conapanhlas diversas
The North Brazilian Sugar Factores Limited ___
Gerente enrique Swales. Ra do Torres n. 34,2-andar.
Consicnaces e commissoes ......
Carlos ltabeUo & C. Casa de commissoes. Rua do Vigano n 31 1/ andar
Joao de Meira Lms. < asa de Cminissoas. Kua do Bou Jess n. 44,1. anda..
,0bcon^aS'sr C_CaSa .^ -Cmm-SeS C Ruado Commercio n. 15, 1, andar
Max DrechSer-casa de agencias e commissoes Rua da Cruz n. 16 e 18,
Manoel Ferrara Bartliolo^a C-Esenptono de
commissoes e assocar...... Rua do bou Jess n. 4.
Silva Guimares & C. Escriptorio de commis-
s6es e consignaces .... Rua do Coomercio n. 5 f andar.
Souza Pinheiro Teod Just=>Casa de commissoes e represen-
Wilson Sons s G. Limited-Casa importadora de
carvao de pedra de todas as qualidades
Armazens e loja* de fazendas
Andrade Lopes C. Armazem de fazendas em
grosso .'.* *j '
Andrade Maia < C.-Armazem de fazendas em
grosso e a retalho-
Francisco Gurgel & Irmao.Loja de tiendas e
modas ..*" *1
Joaquim Luiz Texeira & C. Loja e armazem de
Fazendas das Estrellas.
Rodrigues Lima A C.-Armazem de fazendas em Rua ^ ^^ ^ ^^ ^
Viaimatastro fc'c.'- Lojade ferragens Rua Duque de Caxias n. 11.
Hassames
Joaquim Alves da Suva Santos-Armazem de ^ ^ ^ ^ g
macainea .''
Litagrapnia
J. Purcell.Ljtliographia e Tynographia
vapor
Fariuha de trigo
Rua do Bo;n Jess n. 62,
Rua do Commercion. 101* andar
Rua Duque de Caxias n. 52.
Pateo do Livramento n.- 22.
Rua 1 de Marjo n. 20 A
Ru^i Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Rua do Mrquez de Olmda n. 8
Caes do Apollo n. 47.
Largo d'Altandega n. 3
Rua doBa-o do Triunvpbo n. 44.
dem n. 104.
.dem n. 66.
Rua do Bon Jess n. 5, t
Rua 1- de Margo n. 18.
Rua do Livramento n. 24.
Praca da Independencia n. 36
Caes da Regenerado u. 24.
NORTHERN
DeLondres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto 8.780.000
Fundos accumuladoa 3.000.00
eceita annual:
De premios contra fogo f 826.0000
De premios sobre vidas > 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Baxwel William fe P
Companhia
DE
Fiafo e Tecidos de Pcrosnibuco
Sao convidado os Sre. accionistas a entra*
rem com dn por cento aibre o valor nominal
de usb accoes a o da 16 ae Malo prcxim ,
oo etcripiono da Companba, rua do Bom
Jesos o. 42 1* orar.
Recite, 14 de Abril 1896.
O director secretario,
Jox Joao de Amonio.
Inipreta de Navegatfo S. Paoio
Liaba do Norte
o vapor
Baan
E' esperado dos porto! dosul
ale o d 14 do corrate e aa-
ir depois da demora necesa-
'la para
Macei, Baha e Rio de Janeiro
Para carga, eacommendas e valoras irat-se
com os
Agestas
II. BUARQIIE DE H1CEDO
A C.
Rua do Bou Jesrs n. 58
Agente Oliveira
Leiiao
Sexta-feira, 24 do corrente
Ao meio dia tm ponte
So armazem a. 39 da rua f &
de IVovembro
0 sgent" aciro?, por maullado do Exm. Sr.
Dr. )us de direito dos feiio-, da lateada, leva*
r a leiiao.
Urna rasa Ierre?, oh n. 3, de talpa, i roa de
Pedro A lew. cem 4 jaaellas de frente, 2 salas,
3 qranoi', cosinbi fura, qun.t I cercado em
terreno proprir, penenceute a Antonio Jorire
Tavares Pacb ce, para pagamento UzeaJa do
Estado
Os Srs. pretenr.fntiR d arle j, pcderSo ir
ezamioar a dita casa e filo.
t
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 9,000,000 O*, 0\
'indos accumulados 8,274'9/3,19,.0<1.
AGENTE
POLHHIANN & C
icAEaZTiieos
Boyal laii sto-i P m mw
O paquete INile
CommmaDdante J. D. Spoooer
E' esperado
dos pono rtosol
uo na correte, segotn-
do depois da de-
mora ao cosiuae para
S. Tcente, Lisboa, vgo, cher-
boarg e MoatnaiiiT>*oa
O paquete Elbe
Commandante H. E. Rndge
^jri E' esperado da
^>V^ Eo'opa no da
l /S \ ^v. Ido correte,
segoincoviagem
'para

Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Magdalena
Commandante James Pope
E'esperado da
Eu'opa no d I a
30 do correte,
reguiodomgem
depoia da demora iodtspeosavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Bueaos-Ayres
Redoc^ao coa pre;oa das pasaageos
Ida Ida e volta
A Lisboa 1* ciaese t SW 30
A' Soutnampton Ia clasae l 28 4 52
Camarotes rsamelos para os pasuagairot
de PerDamboco.
Para carga, passagens, eocommendas e di*
ubeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Aiioriui rsno*' & C.
yr>-'- Rom r-nsN. 3
O paquete
Lloyd Brazleiro
.\'ttveftaco tranaat/Iau(s,
costeira e fluvial
Alag'oas
Commaodsnte Florindo Diaa
E' eeperado des
portos do norte
uo da 83 do
icorrenie, e 6t*
gair para os
portos oo sol oo dia 24.
Aoa Sr*. carreftadores pedimos aeoa stteocao
p?ra a clanrula 101 dos coohecimeolos qae 6 o
8*goio'e:
o caso de baver^algcma reclamagao contra a
companhia por avanza ou perdas, deve ser faita
por escripto ao aRente respectivo do porto da
descarga, dentro d tres das depois de Qoali-
Nao precedendo esta formaudade a corupa-
obia nca iaeota de toda a resp^nsabilidada.
As pass?geDs sao tiradas no rxeemo escripto-
rio, st a 2 l.'S boras da tarde do da da sabio
do vapor.
Atiencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15 Ya-
para carga, paasagens, encommeodas e va-
ores trata se com os
AGCMBI
Pereira Carneiro k. C.
6RUA DO COMMERCIO-6
i, andar
Ageote Oliveira
Leilo
De
FriDce Ltne o Sleamers
James Kuott Nevrcastle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estidos-Unidos e o Brasil e Rio da Prata
20 fardos de carne secca
(charque)
Sexta-feira, 24 de Abril
AO MEIO DIA
No armazem rua 15 de Uo
vembro n. 39
O ageote aci ia, por manuado Dr. jo z de direiio dor feiios da fateoda i-va-a
a leiiao 20 firiO de carDe secca. ixislenies oo
estahelecicbeoto roa do Vilano Tenorio
0. 19, peotiora^os a N ra Hala & C. soceesrO-
res de Joao Felubeto fla Oos B-aga, por
executo da IszeoQa uo E-tco, e para paga-
me uto do mesmo.
03 Srs. pretendentes desde j, p-.derSo Ir
examinar os 20 farooa de carne socca, exlsleu-
les a roa do Vigano Tenorio o. 19.__________
Agente Oliveira
Leilo
DE PREDIOS
Sexta-feira, 24 do correte
A'8 12 HORAS EM PONTO
No armazem rua t 5 de Ho-
vembro n. 39
ANTIGA DO 1KFERAD0R
0 agente scima, por nanoauo d'j S-. Dr. jnti
de direito dos leaos da (aieoda, ievari a leilo
as segoiotee caa- :
Tres casas terreas estrada do Giqoi a Ja-
boaio sob os. 231, 254 e 259 A, perteocentes
a Lola ^eroardo b Bocha Cabello Branco, at
qoacs vao a eilso para paBamecio a f, zetd
Os Srs. prelndenie8de8de )4, pode rio i
examir.ar a3 rasae tarrea?.
Ao publico e especial mente aos
amlgros
Vlciima4a por O'o mal cuja na'or.'za conta-
minada obrtgoo nos a sea en'.p'rameoto Imme'
r-ivo, \i oao existe D. Toerezi de Jesa* Car-
dse
O >ea enterro foi sexta-feira 17 do correte,
realisado a borae adiaotalaa "a noiie, por te-
rem os f.-r-oltat'vos a^sia ente dete'mtoado
esta providencia como oecessldade paluitaate,
e por 8so looge de nteos df sejes o fizemoa eem
restarnos lempo de preveoirmos comopporta-
nidade esse (a :ia aos amigos.
Atundendo ao qae eeperamos is'o marido,
fllDO?, pal, mal, i-roaos e co: bado da iinala,
It-speram descalca qae folicitam, e aprove lan-
do o eosejo para cooioarpm aos referido ami-
gos ao comparecimento *k rtissas do T da
qae ten de ae reallsar Da mat ir da Boa-Vi6ia.
as 7 beas da manba do da qulola feira e as 8
oras do mesmo da oa matriz de Santo An-
tonio.
Agradecerdo a todos qoaoios comparecerem
ao acte, subscrevendo-lbes soas gralidoes ter*
as.
Recire, 20 de Abril de 1896.
Leo da- Eusiaanio Cardlo.
t
Elvira Eloy Jardem
Joacoim Gomes Jaroem, ana rouiber e Hlb03.
sog*a e conbada. geDro e utlo-, convidam a
todos os stos pareles e amigos, para asaiatl-
rem Ss mi8as qoe mandam r>zar por alma de
sua ronca e3qO"Cida filha.lrma, neta, conruiha,
coubao e na. Eivira Eloy Jaroem. pelas 7 1/2
bras da maib de qoaria feira 22 do correte,
na matriz do Corpo Sanio, 7 dia de 8'U falle-
cimento, confe-eaodo-ee desde airadetidos
por es'e ac de religiaj e tari a.e sqoelles qoe
cotnparererem.
t
Antonio Samnel de Medeiros
Candii'o de Medeiros e soa molher, rcnvl-
dam aos eens prenles e amigos para aeisti-
rem missa qoe maoda do crente, as 8 bnras da maob, ta matriz da
Boa-Vuta, por alma de s-o oooca esqcecido
irmao e conbado, Aolonio Samoel .e Mrdeiros,
7o oia de seo faeclmeuio ; e desflt ja coofes-
sam--p agradecidos.
Machado & Lopes. Armazem de lannha de .
trigo. Importador
Ariuaz m de bacaluao
Seixas lrmaosImportadores de tacallio .
FundH'es
Alian Paterson & C-Fundicao geral.
Cardozo & Irmao Grande lundicao de ferro e
Luiz dT^ruz'Mesqita'.-Caldeiraiia e fundi-
co de brdnze.........
Diversos negocios
Resbach BrotersArmazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportagao .
Fabrica e lujas de calcados
Aibino Cruz C.-Botina Maravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e nacionaes
Braga S Fabrica de Chapeos.
Cbapelaria Victoria- Variado sorlimento de
Chapeos, para homens e scnboras. ,
Nerrsrla vapor
Jos Rufino Climaco da Silv;.-Serrana a vapor
Armazem de fumo
-Jm^|1lar0s46enCe,An'a,C.',, de.ftmM: .d. *.!*..
Slercearias
Poras M-ndea & C -Armazem de estiva em ......
WCaarosoe a retalho........ Rua do Rosario Estrella n. 9.
Typographia c Litographia
Atelier Miranua-Tvpograohia e lit"graphia a
vapor, pautasao e encadernagao Rua Duq-je de Casias n. J7.
Kerozene e cemento.
Fonseca lrmaos &C Grandes importadores Largo da Alfbega n. 2 e do B
E' esperado ce New-York
at o da 31 do correte,
e Eahlra depois da demora
oecessaria para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
O vapor inglez
(reciati Prince
Para cargas e passagens trata-se com os
Agentes
Jobnston Pater ^f C.
Rua do Commercio n. 15
Leilo
f
9091!
Si Di-
Companhia Fraaceza
Navegxco a vapor
l.ir.ha regular entre o Havre,
Pernamboco, Macei, tajia,
Jace ro e Santo*.
OVAPOR
Entre Rios
Commandante C o n a n
Lisboa,
hio at
E* eoperado da Eoropa at o
na 3 de Maio, e segair de-
pois da u> ce.-earia demora para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Rogi-ee aos Srs. mportadoreF de cares paire
vapores desta llnba, qoeiram aprsenlar den
ro da 6 das, a contar do da descarga das al
vareogaa qoalqoer reclamac&o coocernente a ve
lomes qoe por ventara tenbam seeoldo para oe
portos do sol, a.im de se poderem dar a temoc
as providencias oecessanae.
Espirado o reterido prazo acompannia nao te
jeep>nsablusa por extravio?.
Recebe carca: 4 tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ro do Ccmraeroic9
?sp?f;5o
PORTOS DO NORTE
Parabjba, Naul, Maco, Moasoro', Ars-
oaty e Caar
O paquete Beberibe
Commandante Carvalho
Setue un r!ia t do co"-
r. ote, as 3 horas da tarde.
Recebe carga, encommeodaa, passagens e di
oheiro a frete at a il horas da manta do fia
da [artida.
Chama-se a attengao iadjlai. carregadoree
para a clansola 10" dos conbeclmenios qoe a
legoi'jte :
No caso de baver alguma^reclamacao con
tra a Companhia. por avana oo perda, dee eer
feita por escripto ro agente respectivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de boa
Nao precedendo esta formalidade aCoapa-
nbia Oca isecta de toda i reennsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Coa da Companhia Pernambocac*
. VA
Da Fazendas, mioiezas. perfomaria, movis,
objettos de ouro com bnlbaoies e l relogio.
Coosiao'jo oe:
Um^ mobiha de jsca'atida, 1 eecretna an-
tiga, malas ae viagem, ramas .ie ferro, mar
qoezs avolsas e mais obje tjs que ae-Su ven-
dido? ao correr do mart-lio.
NO ARMAZSM A' ROA DO 80M IFgUS
N. 45
Quinta-feira, 23 de 4bril
A'S 11 HORAS
Leilo
De 3 fardos granJes com to avariados.
Quinta-feira, 25 do correte
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
A' EA 1)0 BOM JESS N. 45
Por occa'-io dnm oolro leilSo ora fazendas,
teroold8 de linhr, mia'iezas, p->rfnraa'ia8. ia-
ma oe (erro, mala*, looja, 1 tcrttaru aniiga
e cutros moveie.
Antonio Gomes de Oliveira e Silva
6* anni'ersario
Emilia de Oliveira e Silva c seos tilhcp, man-
dam celebra' mistas por aima de Eeu tempre
embrado e?poiO e pal, qoiota-feira, z3 do cor-
erte. na matriz de Sanio ALlcnio, 8o anoiver-
ri> seo p?8'mp"'o.
'fondease
AVISOS DIVERSOS
Mossoro
exporiaduies
Tnumpho rua do? Guararapea na. 6
t tu nao ce c redores
reor. a aos credoreda maasa cte dli
jfjcao & C, Bi a iranstefi la \vz o cU 23 do
correte u ''enca.
Reci 896
O e>f-:vao oo c E W la.
COfl&SLUO COMiOLTIVU UB .NbTRi.gAO
HfcLI A
q gtl eo' oo (naino pcblico moni-
cpi[ ro I di attrlboic&o qoe Int-
conftre o i. 5' 2* d<> regoUirer>o ce 7 de
Novemtr, I l< -. 0 tei i-Conteibo uoeol-
tlV0 ct i m aalr-ae ao aeiooia
2. leteatera com-
,..(te r, 5 do ctudo- reeeaato.
j.,., o Balito Public Mon--
ctp 1 d< Re fe a. rn se 189o.
i) | Serte,
Stbaetiai ut VaaeontelloB GsMao.
*-
m i m
Pede-se aos Senho -
res eonsummidorefc
fue queiram fazer
malquer communi ca-
?jo ou reclamacao,se-
55,ondetambemse re-
ceberqualquer eonta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srf.
tlanoel Antonio daSil
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
tonioe e Joaquim An-
Freirde Castro Nunes,
Todos os recibos
L*_ OVIA

rao ser passados em
talo carimbado e fir
uiado pelo gerente
iem o que nao tere
r estajeitao escrip- valor alum
Jorio desta empreza
rua do Imperador n.
Samuel Jones.
(irrate.
Roya! Hungrian Sea Navigatiop
Ccmpany Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
3aross
E'eFppradodp
Trieste al 0 dia
S3 i;o correle,
A;ee*oiodo depois
da ndipenfa-
Rvel demora para
waB*^ os pones da
Janeiro e Santos
Para ca'ga, pas*apeDR, encommendas e d-
rjbei.ro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henry Forster & O.
Roa do Cjmmereio o. 8
'an dar
PaeiGc SlcaBJ \avigatioo tu
pny
STRAIT3 0F MAGELHAN LINE
O paquete Potos
Eapera-se d a
Eoropa at o dia
SS do correte
e seguir depois
la demora do co&iame para Valparaso com es-
cala por
Bahia, Kio de Janeiro e Montevideo
Para carpa, passagens, enccmmendas e dl-
chelro a frete trata-rp com os
AGENTES
Wilson, Sois 1C, Limited
10BA DO COMMERCIO- -10
l. andav
Sepnp para
TE GUAR B.
d Madre de
o perto
R-cebe
ac: a
ca-fij
0 tyate DEUS
A tratar na rua
I.EI10ES
U icnau -e Idieuna?. uj u .tur. ca....ciiS
p niiivri?, ano! ociado para o armsatm da roa
do Bom Umt n. 45, deve ter logar na qoluta
df ^or'enlP.
Co<1u< eeur p.i.-- alabar mu p^qoeou
ooip^rtimeAio da casa a. 4 4 roa do Bemflca
Maeaalena, proprlo par lamo "e carot-8 verdes,
DsrDeiro, aapateiro, e.c, a tratar uo o. 6, roer-
ceana.
Preci8-a<- ae ua eeiraugciru para Iraiar
vaccas, na roa oe f (jorclo c. 2t
= Vende--ep'-r 200*000 um ler.-eoo na Boa-
Vufiem, com 100 palmos >1 Ireote e 500 de
fondo, a tratar na rna Qtt-oa n. 26.
Vc c-bc tm ellio ue ctqueirus Oa Cor-
coranas, jooo a PooiexiDha. com m-.i* ce mil
r,a de coqoeiros e ierras para plantar ootroe
lautos e i uno boas ierras para plantacao, a
t-aiar oo Recife, roa do Livrarrento o. 21.
= Venjeoree >s cmm i as t ravevsa da
Atfargo n>-. 5 e 7. e iraveaea do Principe
ue 1 A. 1 B e 1 C, a tratar ca roa da Impera-
irii n. 84. loia ________......
Arrenda-se
0 trapiebe Moo'lobo cent guo ao da Ccmpa-
obia. a tratar na roaatarquez de Olmda n. 2,
rmazem de fazeoda?
lS> m
Leiiao
De bons predios e acQoes de diver-
sas companhias.
Sexta-teira, 94 o corrate
Ao meio din m ponto
3o Bi-ffiazem A rua 15 de So-
vembro n. 39
AST16A UO IMPEHADOR
O gente cima por maodaco do Exm. Sr.
D'. jcz de direit" i'e orpbtos do monlciplo de
Ollooi, legara a leiiao o* bm segointes:
Doa i asas lerceaa de ns. 4 e 6 com soifte, no
paleo da S.o'a Clz.
lima diu terrea sob r. 12, tsmbem no paleo
da Sania Cmz t a-Vistt).
Uo dita teirea cm 3 portas de frente a
rua do Barao du BemQca sob n. 6.
Urna cana terrea n. 1 roa do Bzrao de Ita-
maraca, fregoezia da Grac, no tORar Espi*
obeire.
Urna dlla terrea roa das Larangeiras sob r.
23. f'eeociia de Santo Amonio.
Uji obrado de 3 andares no largo da antiga
Asserobla, fregnesia de S. Pedro Guocalve do
Recife, sob n. 15.
79 ac.(6es da Compaohu Rectense de Panib"
cagao coa 60-|. realizadas.
ma dita da Compaobia Di8:HiC*o e T^coi-
ria MecbaDlca Parabyoaoa ce 200/000.
Orna apoilce da Divda Publica de P^rn m
boco do valor de 50/000.
Tres aceces da Companha Pernambocna
de Navega(io.
Tres ditas da Companbla de Srveos Marti
moa de Pernambu-odo valor a* 200/000
Tres dita da Ctmpanbia de Beberibe no vi
lor de 100/000 cadi orna.
Sele diia* da Companhia Sai ti Tberexa co
valor de 50/000 cada orna. .
Todo perteocente ao espolio do corone! Loiz
de Paola Lopes.
Os Srs. pretendentes desde ja poderao Ir ex-
'miliar o mporiantiB predios.
Terreoo a venda
Vende se om te reno no Arralal i roa da
Harmorii, com 100 palitos de frente e 340 ae
loudcB. com ilice^ce para urna casa, tem diver-
sas aoren Se frocto, a tratar na o.esma roa,
oa casa jontf, n. 13^_______^___^^____
Ama
Precisa-se de orna ama para andar com orna
rianca, roa de S. Beiii- o. 6. Olinla.
Cai tiro
Cim patea de Eneada*, precisa-1? de nm,
a tratar oo Grao'e 0'i*n e. n-a ''.aboga n. 1 C
Alto negocio
T aspss?a-?e o psiabt-leomenta de rcolbad s
deocminadoM-Tceana Saoia Isabel, tm cin-
trado por cioco aooo? a terminar eai 1900,
sendo o alDRoel meoal de 50/000; o dono
faz o rappaene co admliie nm socio qne leoba
c;.pl'al : que-n reienJer di-iia-ee Praga da
BepoDlica o. 3.
Doas propriedades agrcolas limitrephes, com
antas coberlas, malta madeira de constroccao
bons terrenos pa-a jli-n'.agOesdrtcaorja.exia-
lindo algoma pa'-a safra o corren.e aQQO:
6,5t'0 carros de mandioca j em bom cresci-
mento e ootrae plaoiacOes, granie qoantidade
de arvores fmMiferas; dista apeoas da sede da
orina colonial Soassooa,,erca oe 5CO ce roa ;
os terrenos sao cortados pela ferro-va da osina,
pola ptima aeqosicao ra-a quem pretender
(desenvolver tareas planiacOes de cansa : o me-
Itvo da veoda dir-seba ao ctruprauo!. Para
informaces em Jabiatao ctm o Sr. Aaostinbe
[Neves.____________________________________
Modista
I Mar Jn Sin O'stetido se mudada da rea
| Barao na Vxioria n. 40. previne as rua; ami-
gas e fregoezas, e off-rece-lbes a saa casa ca
roa das Plores o. 19.
A o commercio
O abaixo asficn;-d oecla-a pelo presente
ao commercio e a qoem ioteresaar parea, qae
nesla data, veoden seu esUbel'-cimen'o de fa-
zendas, sito oa cida^e <"e Palmares, HG.jSrs.
Caossella & Manfreie, livre e defeco bar t gado
de qoalcoer ooos. e se aleoem fe citar c redor
do mesmo abaixo ssugnado, qu^ira aprea entar
soaacortas dentro de cinco oibs, a contar da
data desie.
Palmares. 17 Abril 4896.
MiDoeLSatoriano da Silva.
Madeira
Venderse pranerfips de todas as qoelidades S
]aantidde, a tratar em Palmares, rua oaEsta .
^o n. 8._________._________________________
Lavad eir e eDgommadeira
Precisa -se de orna rxa para lav?' 8 ?neotn-
mar para casa de doas pessoas, a tratar ca rua
da Santa Croz o. 70._______________________
Ourives Oc-
culista
TlEODORO JOS' RAMOS DE VELLO
Eslabelecido com ofbema de conves a roa da .
Larangeiras o. I, visa aos seos fregrezes e ac
respeltavel poblico, qoe oa:itm cfbcias-- nabl.
Iitadlsimos para ese ocSo de qu.iiqije" trabalbo
:oacerneoie a sua arte, especialmrne crav$Baj
rara brilbaotes, ocelos, pen.;.nei. .nncci'v
'.os, etc.
oora ae. pra'e'a-se qoal^ce* rr--"',roncer*
os em u qoes ne rr: cre ere a ou cnira qoalqoer
sper.te, garantmdo pn os.
^nadasLarangeira o. 1
Compadre
Ccmpad'e voc diga-me onde rempra gene-
ros pa'a 8oa nespenoa?
Eu loe digo :
Hi anito- nno= qne citro-o em om arma-
rem, e nao rae consta qoe niogoem eeja mai-
oem servido em cutra parte ; compro sil:, po'
qoe eoctoiro o qoe p eciso, coo a nota e mao
(tam-me ludo a mea sostr, ja \ neeta conai
ci esten aat .-'eilo.
Em nreeo d5o ba qoem venda mais bar. te
e lodos os gneros bbo de primeira quali^ade
roa roimieiga. o bom cb, o bom queijo de
diversas quanaaoes. o bom vmbo ae mes., u '
ferra oa Est'ella, o btm vioho do Pono oa
maie baixa mais alta qoalidade, oe t ou? lico-
res, o bom cbamiasne, 8 lalmeote tolo quanu
se pode desejar para orna boa despensa.
E leem tamben1 oto rompieto eortimento de
obras de vime, como sejaro cestas para com
pra?, balaios para papel, roopeirof, terete e
lindas cadeiraa.
( brizaco compadre pelo qoe me ?
a -ida est multo cara ; voo mandar e* ,.... u
que rrecii.tr oesse armazem.
fos mande comprar qoe ba ce tit-.. r
leito.
lbe o anllgo armazem de
Pocas Meaides fc C.
RUA ESTRaJlA OO RARlO (JUNTO A"
IREJAJ
Sel onde 6 compadre
Co-inbeiro ou casmheira
Prec?i se de oro bom costnbeiro on de ama
b08 cosinbeira. oa rna co Bemfka n. 18, na
Pufgaepm da Vagirlena.____________
Precis-'e dp urna p cas
d.a poca lamilla, a ratar ru Pe.. .'fl.'Qso
n. 30, anclar.
Prpciaa-pe se oa^a para ccs.r.bar, tratar
oa roa aa C'ozes n. 4, 3* ooar.
SAL
Vende-se rua
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par-
te.____________
Vaccas
Vende-sevaecaa tourieae e garrota; preobea
& tratar se roa Imperial a. 230.

',
I UBflffiL


%


4
->
Ol*irlo de Pernamliaeo Qnarto-felra %% de Abril de IStttt
"""" de PRA.TA, de PRATA DOURADA e de OEO
Academia de Medicina Pula, 12 de Jubo 1862, Academia dai Sdenda Parla, l" de Abril 1881.
CASCARME LEPftMrgf
JJI*^ VERDADBIRO ESPECIFICO mm*&^
contra a FRISO de VENTRE
C' tratamento pelaCaaeaxlne nao lmpSe a modlflcacao dos hbitos de cada
um,e pode ser seguido por todos em todas asoecafies.Curaradicaimente:
A l'RISAO de VENTRE CHRONICA. A8 DOENQAS DO FI3ADO.
A PRISiO DE VENTRE da Molhcres i A ATONA DO INTESTINO.
que esli grarid.is on dio de mamar. j AS HEMORRHOID AS, as mas digettoM.
Uma ou oras Piulas i. noite od ao jantar (veja-
CNVIA.SE gratuita m entc a amostra
DLijir-ae oo cscrever : CASA BK. XJBPBXNCE. Pharmaciea a Bovurgea (Trance).
Deposito PERNAMBUCO : C" do Drogas & Productos Chlmlcos.
FARINHA
LCTEA
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YORK
Livre de ExplosSo, Fumaca e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
zens de secca so molhados.
Aviso t,s IMCais d JE>st.xxxJ.t.
O melhor alimento para as criancas de tenra rinde
o alimento o mais completo nao precisando seno atrua
Npara a eua proparac".o.
* A I E* o alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
O I Sai E. o nico alimento rccommendado por todos os mdicos.
Exigir o nome NESTLE sobro todas as caixinhas. ^,
XLuESITDE GONDENSADO I^ff'EsSTX-.E-
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Crme.
ICiiliir o ninho de paaaarinho obre todu. a caixinha.
j sJaC-V-l a* %# _____ Km PARS, 1 (1, ltue IENRI NcaTLC em VEVEY Km LONDRKS, 4,. Cnnon Htreet, K.-C
Acta ae no BR A7.IT, em todas as Ptasxmacias, Drogaras, Casaa Imporlanles de Especiaras e Arurazens de Cha.
!** a.ia\\rtffhAAAAi1fcithiTii*i il
Sement? de hortaliza.*
DA NOVA OLBE1TA
Coppi -lo soi.ifxeoio.
Rna Estreita do Rosario n. 9
Peces Mcndea & C-
TUOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Caniaragibe, ou
ra do Comniercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dade proprio ara con-
strucco.___________
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequencs
porcSes, applica-se ventosas seccas : a
ratar Da rus das Laranceiras n. 16.
Taverna
Veciip-pp orea oa Boh-V sta, ru- da Conrei
caj n. 8, com pono capit-1: a 'Mo da venda
o cono le' de embarcar para Eorcpa e traa-
se n mesxa cu na Praga Mciel Pioneiro
n. 20 ______
ELIXIR POLTBROMURADO DE YVON
Especico soberano contra as AIecgos Nervosas
Este Elixir el o nico cujo emprego permitte de continuar por muito tempo.e sem Interrupco, o
tratamento bro-nurado; nunca d lugar aos accidentes ccicbraes e cutneos que sempre acompa-
nbaru o uso do Bromuro de Potassium administrado so, qualquer que soja a pureza chimar*, d'este sal.
indicares: HISTERIA EPILEPSIA DAUQA e S. GUY
T&COHYULSdES ASMA INSOMNIAS-HEVRALGIAS ESPERMATHOREA l
GLYCOSURIA DIABETES, etc., etc.
PARS : Yvon cte Berlloz, 7, ru de la Feuillade, PARS
Em PERNAMBUCO i COUPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
>*. "
Licenciado pela Inspectora rio Eyfficna do laperio do Sr&xlL
jA *#-
DE
TIER

ti i'.JliUi'HK1-
Jjisdico, grttitatt da Asad'T.ia ii tits t gScloi di ,P/uit
DIGESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
BSTl vano FOI preconizado por toda a impreksa mkd:ca
COMO SBVDO O MAIS PODEROSA
Tnico empregado para curar
ANEMIA, GHLOROSE
EMPOBRECMENTO DO SANGUE
Soberano contra a* Fbrea
| HOUYVET, Pbarmaceatico de Ia Classe, THOMPSON Sucr
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depsitos ara PEKHAWBUO0 : O* as DB084S PB0DOCT08 CHIMICOS
B HAS PRIHCIPAES PHARMACIAS
Grageas de Oibert
[ArFECCEt SYPHILITfCAl
1 VICIOS 00 lAHQUf
Taafclatrns pratnetes tsetlaMate tasan
> HUnucr os itwmaa,
.;, ff '''* es
I O" Ma*T es BOirriaHV.
i fel* etufr-fMM
s- vas asrrs
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9*^000 a barrica
Para o fabrico do aainear vende-se na
Companbia Exploradora de Producto
Calcreo no Ca* do Apollo n. 73.
Ma'leiras de construc^ao e
n ateiiaes para edificacao
A Corxpaobia Exploradora de Producios Cal-
careos, vende em seo armaiem oo caes do Apel-
lo n. 73:
MadeWB pira coDBtroccSo.
Cal branca de agoaribe.
Cal p'eta.
Cal virpcm para asaocar moo s
Ti ollce de ladrllbc e com
Tij el les relrciarios.
pra fe espuria t:ra Boleiras, elc^_______
55 ANUOS DE SUCCESSO
58 recompensas das quaes 17 dlplomat
de honra, 16 modal lias de ouro, eic.
ALGOOL DE HORTKLL
RICQLS
nico Verflafleiru Alcool ile MaKttH
Soberano para curar Indigestes, Dysen-
teria, Cholerina, Dr-ej d'Estomago, de
Coracao, de Cabeca.
Algumas gotas num copo d'agua atsucareda
formam uma bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sede e saneando a agua.
B' egualmente deslente para os denles, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epidemias
como Febres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
Deposito em PERNAMBUCO :
0 SOGAS IfBODOCTOS CIIHIOO*.
ORGOS DE ALEXANDRE, Pre t Fils
81, Ru Lafayette, PARS
ORAOS HABOMOS desde 100 Ir. at 8.00 Ir.
Para SALAS, ESPEJAS, ESCOLAS
Orgos com maos duplas modelos novos)
EUIHIS 1 TODtS S EIP0Si;OES
lipidelo franto lobre pedid do Catalogo illailrado
MC2AIC02
Vende-pe n ra do ( ommercio n. 34
Forncce se oatalofjros.
Dentes
Termina a crriveldor de dentes ubud
de o excellente preparado de Manoe
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid-
pelos jornaes de maior circulacio, att>*
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da fci:
ya & C., ra do Marque de Olind*
Pnarmacia Martine, ra Duque d
axias n. h8.
Pharmacia Oriental, A roa sstreita ut
Rosario n. 3.
Pnarmacia Alfredo Ferreira, A roa i 1
-o da Victoria n. 14.
ia rrr.acia Virgilio l gi da ^osario n. 13. __ ___________
ortimentc completo 'a
xl detrs de Pinho, d
Sen,iia Nacimal de Cli-
maco da Silva, do Caes da
Regener cao n. 24,
Cosinhpire e criado
ProRl^a-^e nrn Ol'Dda, cbalet n. 10. no ponto
1e parad en'.rd o Carmo e Varainnro.
Fabrico de Albuquerque
Ca rdozo
p. la leraem "* ped e-se ao sfobcr cima do
erigen" r'r6> Grande comarca o Ro For-
mo* rir. n- Mtisfaier o en cropromissc
rna Marqnei de Ollnda n. M, rmate ro de fa-
prdaa.___________^_____^.
Boa morada
Ven le-e a cara n. 65 alia roa de S. Joao,
boje A">'da 7 e Joobo, com dnaa alaa, sen-
do a -\* '-erte forrada e gnarneclda a oarede
re 0^- '- ro-a, trea qoarie1' ioternos e mais oti
peqot"^ C tieoo a coslnba, mi. porto e pe-
qo no j r 'm ao ado, agoa encanala e grande
quiot-l piaDiado, a tratar na mama.________
~Xluga-se
O isa do predio o. U6 alts roa Coro
oel So s" iom accommodicfles para gran-
de tamil'3 e letc aena eocaii da : a tratar roa
de S. G c.'lo -. 19.
Bic< incander-cantes
PsU-m HELIO8
nico representante
A.OCoiinbra
19 Ba Barate da Victoria 19
! AflDAR.
Fzei em caza
e com grande economa
VOSSA AGUA MINERAL
anloga ds aguas naturais
COM OS
COMPRIMIDOS d<;VICHY|
DE
FESIT
urataturadoe com a^ua da- fontes
f GRILLE, CELESTIHS, HOPITAL,
HAUTEPIVE, S--YOHRE, etc.
PAPIZ 23, Aceas Victoria PAPII
HOVAMAMADEiRA
DO
D- CONSTANTIN PAUL
MEMBRO DA ACADEMIA DE MEDICINA
Medir* atoa Ueapltaeei de Perla
Modelo depositado
HeHalha de Ouro, Parla 1893
adoptada nos Ilospitaes de aris
Deposito geral : P. LEPLANQUAIS
66, Bouteoard Magenta, Pars.
tm HRHAUBUC0 : C D! IfflM* E rUDnCTfB CRIUM.
iss)s)s>ioses) ?>?>?
FABICSTE DE PEBFBIiBlA HGLE
EXTRA FINA
VICTORIA ESSENCIA
O perfume niais delicioso do mundo.
ULTIMA NOVIDADE PARA O LENCO.
BOUQUET POMPADOUR
BRUYRE D'COSSE
FLEURS DE FRANCE
AGUA de Toucador JONES
Tnica e refrescante. Excellente contra as
picaduras de insectos.
ELIXIR E PASTA 0ENTIFR1CI0S
LA JUVENILE
Pos sem mistura chiinica alguma, para o rosto,
| sdbercntc e invisivel.
PARS, 23, boulevard des Capucines. ) [
Em PERNAMBUCO: C1' de Drogas*Productos Chimicos.
???? ????> <^sa
Remedios que curam
SEM DIETA
NM MOMFICAgAO DE COSTUMES
a f
Q
<
O
--,
K
03
o
=
o
a
O
o
a
2
o
c
w
I
-
2
< 3
s o
S
o.
a
= 1
5 s-
I
o


s 2
a Ai
T 5
ESPE IFICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
Mais, enriiha r innaeaCura to.
das ap mol-siias d- pellp, rheumatlsmos alta-
dos oa rtircnicos, todas as affeccOes de o'lgem
syphilitlca, eicrofalas, ulceras, bobas darthros
e empinge' s.
ilulas le *cIamna-,"onibntem as
prlsfles do vviiir as eocbaquecas e sao d;pu
ralva8 e reguladoras
El'xlr de imberibina-Restabelece
os djrspeptic s, facliiia as digeaiOes e promove
a defecacao.
v nlio d a nuaiiaz ferruginoso
qnlnaelo Para os rbloro'aoemicos, debela a
r.i'inia intertropical, reconstitae os bydropi.
eos, benbericns e convalpscentes-
Xarope de flor de arueira e mu
tamba-Muito recommendado na bronebite,
| na bemoptige e as toases agudas oa chroni.
1 ras, na influenra e asthma.
Xarope de iuiiIuii^ e flores de
i larasgeias ( onira nsomnias, oevrose
' cardiaca, livsieri mos, rolicaa hepticas, tos
1 fes nersosas, asvhma, coquelocbe e coovulsOes
I das enancas.
Vinlto de carao, p-ptoaa e laeto
' phOsphat de cal quinado-Contra o
i rachiiisaio das cianeas, desenvolvendo-as,
reanimando o organienn faz recuperar as
! Ib reas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
E8ie? e outros preparados do Ilustre clnico
continuara a ser fabricados eomeole no seo
afam do Laboratorio a ra Visconde do Rio
Braseo, n. 12, Capital Federal.
Cuidado cona as ImitaeSes
Vendem se as l'harraacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral ao Largo da
Companhia Fernnmbucana n. 6,1- andar, os
criplorio da Jot-6 MuEumbo^_______________
( halet
V-ndeseoo tie-mta-fe por u no boir-o 1a B a V fta, um importante ehaUt,
eom sitio b2i arlx risado eitiuNdo. en arrabal-
de rtrvho uor lint) de b'nd e t-ea:,a tretar
na rna da IfEpera'rix. Ave do Paraiio.
Vende-so
Urca ci8a no Arraial, traveesa do Costa,
o litis, agua e janlim, a tratar raa 1* de
Marco d. 20.
- a>

J O)
s
s
I-
&
as
V;
-C3

a, t
al
1 B 2.
c
oo n B _
-.2 5 5
?s-i
3 8^2.
2
Cu
O
o
er

o d o n
- 0.8 g-- -
9.3 oa g-g
* v w O (T*
c S
r- te
v 2.
i ?
te "'
m 2
B I
o o
o o
M
5-3
B
O te
P-
03
{? o,
s o
C (a
a *
cb ce
3'S
s to
3 1'b"
*s
o S--
g o
9 I W
2 Zb
B D3 2.
8 So
5: fe*
-r- <
s
< SI
B M
Importante refinecao
Venrie se ana a tratar na roa Paohoo Cma-
ra n. 4i.
Liquidado
A laja Paria n'Amerlca ten-
da de liquidar diversas fa-
zendas de atadas chama at-
teneaa de seus fregueiea para
grandes abatimentosde pro
Ra de B. 4 Victoria 1
Per nam buco
Piano
Ven de-pe om novo i roa Bario da Vlctorii
p. 16.________________________________
Cal Branca e Vlr-
Sfem
de tlag-narie
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora deca bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae nc
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
C aes oo Apollo o. 73
Bolijoes
' f.'ompra-se qoalqaer qcantidade e paga-se
ior Qjaior prego do qoe em rn'ra fabrica.
FABRICA CE.iTRAL
Rna do Amorim ns. I a 5. Recife.
.LFAUI.SU CAZIAS
DE
Campos & G
N. 3RA DUQUE DB CXIASN. 35
Bm frente do Diarlo
Os propietarios deste bem montado estaba-
lecimento previnem ao respeltaval publico qoe
Dar bem servir aos seos fregoexes teem oo re-
ferido eetabelecimento om esplendido e varia-
do sortlmaoto de casemiras p-etas e de cores
o Q08 ba de melbor em la, t'ins de paro linbo
de todos os padroes, s por presos rasoavsls-
PoBsoem bons artistas, pelt qoe se jalgao
habilitados a satisfaier com todr goeto, esmere
a perfeicao ao fregoei mas exigeBts.
Ha mesma alfalaiarla alagam-se casacas,
etc.__________________________________
Regulador aa Marinha
Neste bem montado estabelecimento
de relojoaria encontra-ae o maior sorti-
nento de relogios de toda s clasae o qae
ba de maia lindo e apurado goato ; instru-
mento- de eogen baria, machinas photo-
grspbioas, objectoa para dentistas, oari-
ves e relojoeiros, oaizas de masioa, pho-
nographos, objeotos elctricos stc. etc.^
Ame a mais : nm bem montado atelier
para concertoa de relogios de algibeira,
parede, torrea, chronometos, joios gal-
vanismo e qoalqner inatrnmento tendente
a arte mechanica.
Roa Larga do Rosario na. 9 e 11, oa
Pateo do Paraso.
A. J. C. Aranjo & O.
Ferro em chapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Gawa8~D. 91, com gran-
de abatimento do precodo
mercado
i 1
PIANOS OS BLUTHEn
s

nicos agentes no Norte do Brazil
PRALLE
59-RA BARAOD\ VICTORIA
c
-59
MABA7ILSQSA SSSESS:^ KIKILZL ?0?.
3tJL^rTCJS DPJK.3B.sAsXieDaA
Approv.ida pela ;rn.a Junta Federal
Innmeros certificados de me^ coa d'stioetoa e de pessas de too crite-
ro attestam e preconizara o
Sabo rus?o para curar quem;duras
NevralgiasFspinhas*
ContusoesDores rheumalica?.
DarthrosDores de cabeca.
EmpigensFerimenlos.
Caspasranos=Sardas=Chagas Rugas.
ErnpcSes cu'aneas e mo deduras de in-c'o3 veaeoosos etc. etc.
A nnica e molh^r AGUA DS TOILLET, reunindo em si todas as pro-
priedades das msis afamadas
,: Vendem as principaes pharmacns
e casas de perf marias em Pernarabuco.
iiepositopharmacia dos Pobres.
Jos de Azevedo Maia dte^iva
Raa Lar;a do Rosario n. 28

mm pjrj
FUMANTES

A PBIMEIRA CASA EM !M;R\AUKO \l> 11' (.F\RRO
Rna Uarquer de Oliida n. 1
( ANTIGA DA CADE1A )
Charutos de Havana do primeiro fabricante, caix&s t 14
dem doa primeiros fabrioantes da Babia.
Famos estraogeiros enlatados e om pacotas.
dem naoionaos enlatados e pacotes.
Cigarros de Havana,
dem ingleses.
dem naoionaes com famos e&colhidcs a capricho.
Grande e vanado sortimento de cachimhoa ie espuma eom mbar eom estojo,
dem de madeira em ambsr 'com Pontoiras fisksiuws de mbar d-< priai^ira quali iade, grandes e pequeas.
Grande sortimento de oartoiras de todos os tamanbos, de boleas para fumoi 0
cigarros, papel de aeda de to as as qoalidades.
VENDE-SE tM GROSSO E A RETALHO
XyXOD.SX3B.A. & GOXWX3P
ihbib
E' A DESCOBERTA O
ELIXB M. MORAT
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a ^jphilis.
Elle cura o rheum tism3.
Elle cura a astbma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOEtATO, pro
pagado por
J3 CsAJBX.OS
DEPOSITO EM PEBM\HIBI3Gfil
i COMPANHIA ii DK U i PltJDCTQS GB1M
Ra IVIarq z di Olind 24

Bronchites
Laryngites
TOSSE
CAPSULS COGIMET
Catarrhos
Constipa9o
SAO INFALLIVELilBNTB I* M*IS REBtLI ET CHADOS PELAS
OS^W
t?o Y
C2 mais poderoso remedio contra ata*
MOLESTIAS do FEITO
PARS. 43, Rae de Saintonge. PARS, n TODAS AS PHARMACIAS.
ss^ waee>sspesJaaaef ^Mseeseep
2


;

UfElVfl ~\


Diario de l^ernamlniic l|arta-feira %% Aliril ** de Ifeflfi

CAP'ARIN

ESPSIF;C0CSAIIV5SPSS7HIV0DAS7SIPU
DE
H. ROUQUAYROL
iipprovado pela Junta de Hygiene
A CAFPAP'NA p-ndoito d llora br.-xil ira ctu remeci 0 t-flua pro*i
fura cu E-ys Pf'a como psra prever ir o -ru r ppa e Inn t.;.
i'i ni) tdlt clurn ril'.tud n.n>i,.i^dia n*nri mi..' I*m linl i/ -a o H.n t
piojo nao | a.
srysipea o-anra.
A C^PPARINA < d> tgoal euT-arin para mrar a I.yrxphMitf.
N. B. Cada f aro unmp -nn-do por i irtrorcAts e attf8!ad,'g qno
? ?5o cB'rac tantas
PgwiITO
Botica Franceza
Ra do Boro-Jesus n 22 (antlpa da <"ruz)
PERNAMBUCO

Grande Liquidado
NA
LO JA DO POVO
Crepon com lindos padrSes a 500 res o cavado.
S*rja prora o asol para ronpa de horneo f zanda do 850'O 4SO0O
rs. o covado.
OretuDoa cacuros a 240 reis o covado.
Lites claras a 3' o covado.
Dttaa c res fi-LCzas moito largas n 00 res o covado.
L'Mtfof>a or vestido lindos padioee a i120 reis o ce ve'lo.
Casuista tina par roopa de hexcem o menino a 500 res.
Oretonea para ober'a coro i.n- a'ro da largara a 700 e covado.
O'chfi- s trancezes para esns a 152000 nm.
Colchas brancas de fusto a 5C0O ama.
Ditas brancas de fuatSo para carca de ca al a 8-J0C0 orne.
Cortinados de crochet a 12000 o par.
Lindas cachemiras com 2 largorss para vestido 15200 o oovodo.
Cambas br.-- cas de linho para homero com pequeo defeito 70 Atoa hades borde dos para mesa o 3J0O0 metro.
Setim preto e cor de rosa a 1(500J o covado, pecbiccha.
Mritos .jretos, lisos e lavri-dos a lfiOO o covado.
Liceo con> 2 1 rguras a 5C0 reis o covado.
Modapo''o Mr.ercor.o com 24 jtrdas a 12J0r0 a pega.
Crepore de a a 800 o covado,
Flaoellai pira camisas e para vestido a 400 reis o covado.
Briihart ioa brauca bordado com luirs &eub a 600 o covado.
Camisas de fLcelIa bygienrras a "0(5000 a di-zia
Eeparttlbos c-iuraga a 8$ H 0 om paru acabar.
Chmalo t preto de seda par* veatido a 2$'00 o covado,
Redes grandes da Babia a 20(5600, 25(5000 305000 urna-
E mijitos outros artigos que liquidarros por m e
tac'e do sen valor,
S na rua n. de Marc,o n. 19.
Carneiro da Ctmlia & Sobrinho

31 tluabaroda Victori a31
Depois da Botica Francesa
Fabrica de Molduras
Estampas de tudas as qu'-lidsder. Qn'drcs. Sanefss para cortiecdos, cae
die'ros, chamins, pavios, moldaras para retrates.
Eno?rrega-aa de retratos a craion para o qoe ha contratado nm perito riistp,&
basta'te coohecido.
Prepara si qcalqoer eccommenda com a maior brevidade.
Sinceridade e prec s baratissimos.

0 mais mi portante do porte do Brazil
ILLMINADO A LUZ ELCTRICA
Ui-puudo taprictiussmf ote dos pr!me<;ce i iwen'-iM Kattrccs asearan < i
piladarra mais eice: iriros e a oecesudude byKlenir?.
Nada p'Xot.do a d;se)ar cele eslabelecirzenio o preferido pela ojais all eoci-dade
perceir.tofaca, qoe p&o Ir reisteis elogios.
D >ondo de tro p>fbo*I nabril.iao, qoer ns arle e coxinhnr, qo fervir, ene ette tFiaheledroPDto ra alto a de fer o nnico que podt jesas;ombradmeu*-e nv
ligar ro-i oe roelbored botis da Eoropa.
A:?r o fevtco colloa-io confladoa coxinheiros oafooaes ? strariKeiros, encoDtra-
ja: es fp-^rcres slsisntes ffSRDifica Hospedara plltoesca e tygi uiea, com baaben, ele. ec
1 c/.e rasoaveis, ai;rair> e xoceridade.
Mlk^OfiL. G\RCIr\ & C
PERNAMBUCO
i. JDST-
Representacoes
Commissoes
IK2-BA. BO BOM JB8S-62 i
naEeaaaBBHSBBr?
S. T.-"^y-:.." WEVi.-t.t^:": ,^~l.^'7^~tj' I
2%EVZZB3EB
sjgs^naggS:ygaRjF.^.,'fr y *t -
? iS^CJk7>^^>SLMlSBaHBnRHBC9B
^.\^3JAagggg
FDKlli D0
Contina a manter cmseus depsitos completo sortimento de utensilios para nsinas
reirfendo sempre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOK de differentes systemas a tamanhos da Robinson e outros fab-i-
catee ceede 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubolares da Fletcher para funecionar com o fogo das tora
i'flhas.
CALDEIRAS A VaPOR Corniah e typo locomotiva para func ionar com lenba e bagaco
RODAS para agua.
ROMBAS de motn continuo.
VOENDnS e roelas moendas, camnlidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas a caldeadas
ARADOS de diffVreDies sjetcmas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHN *S para descarocar algodao re 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
vonlade dos agricultores.
Pazendo parle da direccSo de sua fabrica o 5r. engenheiro Augusto Clarb, vantajosa
mer te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de roontagRm de grande numere
i usinas fonrcionando desle Estado, incumbem-se do mandar vir e erigir garantindo a pro.
luccir e quahdade do assu ar.
APi'ARELHOS e roelos aoparelhos de vacoo.
DESTILLAQOES completr.s para alcoo! e aguardeoteja vapor e a fogo n, para grande
pequeas fabricas.
32, RUA BAR0D0TR1UMPH0. 52
pe'a
GRANDE
Rua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com laxo e commodidade n'um dos pontos mai.s bjgieni-
:o da cidade do Recife.
Accommodacjes magnificas, todas com janellas para a rua.
Esplendida sala de refeicCes, & mai r e mais arejda nesta capital
A cosinha acha-ee a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialidas na ar-
ce cnlirria.
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima ofTere-ae acha-ae habilitado a satisfazer aoe
mais diioeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimetto.
PRECOS RASOAVE1S
SI
FOLHETIM
7
A MENDIGA DE PAR
POR
SA7ISS CS HSIEfIff
-v^a-A.'V^-
SEGUNDA PARTE
ROSA E MARA
II
(CantinuacSo)
Henriquet est um ponco doente...
reap'nu Gilbert.
Oonta!... exclamou o padre.
Mas jI > ha cuidado, nio ?...
Nao, nSo .. um ligeira ndisposi-
$&o. Qianto pequana, vai ha mil
ma'i.v l:i*3 ; est muito crescida e forte. .
Nio imagina, Sr. abbade, como bam
ser pa E' t5o eogracadiuha a Ma-
ri !
En tambera me sinto feliz, tornou
o abbid, mufto faliz, ao ver que o se
Hh; r toma a serio a pateroidade. Ella
Ihe innfc grandes deveres que o senbor
tratara de cumprir, estoo certo, mesmo
no mun de saos g zo mundanos...
Pode estar certotjneu primo, estou
muito sasfeito com o bchu papel de p
re... Mnhafilhi tudo, hoja, para
mim !
Muito bem, meo cero Rollin, flle-
me nella... eu a amo tanto como sua
mai, e o senhor bem sabe a profunda
arle cao que eu dedico Henriqueta.
Ab. aira... eu bem aei... e o
senhor tem dado provas. ..
Um quarto de hora depois, quando
Rollin ia se lev ntar, Ral o deteve.
Meu caro prim-?, disse elle, per-
mita que Ibe faga urna pe-gunta...
Est;u s auas orden.-... responden
Oilb-rt.
O abbade d'Areynes continaou :
Devj, em primeiro lugar, pedir
que me descu'pe se lbe vou lemb.-ar um
persenagem muito pouco digno, da que
o senbor talvez tenha dolorosos recorda-
98;... F.50-0 involuntariamente, obri-
gado por urna promessa que z a um
moribundo. ..
I Muito intrigado e um tan'o inqr.to
por esia eatrada em assumpto miste-
rioso, Gilbert perguntoii :
Da qu?m se trata ?
Da Sarvais Ouplat.
Au ouvir esse nome, o marido de Hea-
riqueta sentio um qti des gradivel na
epiderm*.
Sua inqu9'ac1o angmentou.
Poz-:e em guarda, esperando anciosa-
meute o que Ihe poderla dizer o abbade
d'Areyne-i acerca do ex-farriel do 5o ba-
talbSo.
Serris Duplat pansa va elle.
E dirigindo-se ao vigario :
Curo effeito, um miseravel capaz
de tudo e qua me fez soflrer humilba-
53 vergonhosas I O aenhor sabe malbor
do que eu...
Eu o conheco...
En que vem esse neme ?
Depois o senbor comprehender...
Bem or que ella me impoe ama liaba
de corneta de que eu nunca me afasta-1 Fa:le> Sr# abb)de> ^ fallar#, g
Durante a guerra, quando o senhor
era capito da guarda nacional, bavia
em sua companhia rnn simples guarda
chamado Paul Rivat.
A inquietado da Gilbert converia-se
em angustia.
Procurou, no emtanto, dominar-se e
disse n'um tom firme :
C&m effeito... Lembra-me at
qae Paul Rivat foi ferido mortslmente
-~ batalba de Montretcut...
Morreu mezes depois do ferimento
no hospital de VersailUs, onde o vi ex-
pirar. ..
Ent&o conhece-o bem ?
'J& Eu que o tioha casado na igreja
de Saiot-Ambroise, um auno antes de
sua morte.
ni
Sem duvida ouvio fallar na mu hai
delle?... c.ntinuou o abbade d'Arey-
nes.
Se oavi fallar, o que bam possi-
vel, foi de modo muito vago porque nao
tenho lembranca alguma... respondeu
Gilbert sem sab;r onde quera chegar o
abbade.
O vigario de Samt-Ambr isa conti-
nuou :
Paul Rivat n&o poda ver a mu'her
antes de morrer, e, aceitando a miasfto
que elle me confiava em seus ltimos
momentos, p-ometti-lhe amparar a pobre
creatura e o filho que ella devia dar &
luz... Jurei que bavia de a procurar
qmndo voltas^a a Par z...
E eumprio sua promessa ?
Sica.
Levj p.llidez invadi o r sto da Gil-
bert, que sentio essorrar em sua fronte
um suor de angustia.
O vigario prosegua:
Era na noite de 27 para 38 da
Maio... Eu acabava da chegar de Ver-
saies com os ltimos batatbSas do ex-r-
cto... Resolv me dirigir logo casa
de Joanna Rivat, qua sea marido havia
indicado... No mom^nt) em que eu
penetr ;va n^saa c sa, explodiam grana-
das 00 tcto, que abati-'-se incendiado...
Sem me inquietar com o pe-igo, sub a
escada... Ouvi p-ssos atraz de raim.
Alguem me acompaoh iva. Eu vesta
batina. Ta'vez algum communsta, ao
verme entrar, quizesse me assassinar. .
Subi depressa. No ultimo andar vi, u'.
minba frente, um> porta aberta : era o
quarto de Jos 'na Rivat.
No maio do quarto estrebuchava urna
p'bremulher, attingida por urna bala
que, ricochetando, foi ferir Joanna em
seu l'ito, parto do qual se acbava um
berco.
Eu ia correr para elle, nns os passos
approximavam-se cada vez mais.
Quera quer que me segua cstava quasi
a entrar no aposento.
Lancei-me a um gabinete visinho e,
atravz das vidragis da porta, vi um
uomem entrar ligeiro, dirigir-se no ber-
co, j rodeado de chammas, erguel-o e
sabir com elle rpidamente.
Admiradissimo, reconheei o descono-
cido : era o sea antigo forrel, Servis
Duplat 1 1
Gilbart s faltava desmaiar. O medo
empolg va-o ago a.
Kaul sab-ria alguma cousa ?
Vio-se quasi perdido. A' forrea, po-
rm, de vontade dominou seu assombro.
Servis Daplat I! fez ee com um
sorriso forcado, Servis Duplat Nao
sabia que elle era capaz de urna tal
accio Mas o senhor est me fazendo
um romance !
E' a pura verdade...
Nease caso devemis admittr que,
ao menos urna ves em sua vida, 8ervais
AO de SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
7ao agradavel ao paladar como o leite.
Approvada pela Junta Central de Hy
giene Publica e autorlsada pelo
governo do Brazil.
-.*.
O grande remedio para a CUra
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL.
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES.
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
orno nos adultos.
Nenhm medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORCASE CRIA CARNES.
A venda as p7'incipacs boticas c drogaras.
SCOTT & BOWNE. CHIMICOS. NOVA YORK.
PBITORAL CATfARINENSB
XAROPE DE ANGICO, TUL' E GOACO
OHPOMI(;.IO !S li BAULIVBIR1
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a rnedalba de 1.a classe em diversas exposicoVs.
Recommendado na clnica medica de distiactos facultativos como grande
rne-icemento para combater tete, bmncbites, astbma tsica, coqueluche, rouqu>-
Ito e todas as rnoeslias das vias respiratorias.
Mais du bO mil peasoa- residentes era diverso Estados do Brazil, attestam
a efEcacia rfeste grande preparad".
RADLINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
."anta Cathanna.
A.' venda em todas an pharmacias e drogaras
DEPOSITA R10 NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Braga & C.
Roa d Mrquez de Oliiida n. CO
-i


EMLLSAI
Foriualada e preparada per
Jos Marques Ferreira
PHiRMAGKTICO
T2TLA2D FSLASSCOLA SS OICIH 2 P3m:T SA ZLZ1L
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas he ras os verme" in-
testmaes, conb^cidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pela
creancas sem repugnancia. Em sua compos5ao nao entram substancias mine-
raes_ que de mandrm de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colberes das de cha. Deve ser
lomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou S
'om agua adobada.
Preco 1/2 vidro 1^000
-* 1 2000
Duzia de 1/2 108000
t 1 t 205000
DEPOSITO GERAL
Prac-a MacielPiniieiro".
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
44--RUA W) MRAO PO TRlUSiPHO-44
Maohinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agna.
Tixas tundidas e batidas.
Tcixas bitidas sem crava^ao.
Duplat commettea urna boa aceito I Na-
turalmente elle conhecia Joanna Rivat e
quera salvar-lbe o filho !...
A principio foi o qua me pare-
cen. ..
Entu j nao acradita ?
Ponho minhas duvidas.
Gilbert, desojando ser infirmado pelo
abbade d'Areynes sobre essas cousaa,
perguntou :
E a m3i ? Elle a abandanou ? Que
feito del la?
Foi salva por mim.-.
Palo senhor 1 exclamou Gilb rt
aterrado, pois suppunha Joanna morta 7
Sim.
Como?
Pude arrancal-a s obammas que
nos rodeavam e carreguei-a inanimada
aos hombros, pela espada, eotregando,
depois, a pobre mulher aos marinheros
commaudados pelo S". da Kernoel, os
quaes a tranapoi-taram p ra a ambulan-
cia da na Servan...
Onde sem duvida morreu... disse
Rollin.
NJo. Da ambulancia ella foi tr ns-
portada ao hospital da Piedade, onde >'
vista esta manh palo nosso amigo Ray-
mond Scbloss...
Est curada ?
Curada do ferimsnto, sim ; porm
est louca.
Gilbert respirou.
Louca lepetia ella com urna voz
falsamente trmula de emoc). Pobre
mulher Que crueldade .'...
Hoja nada p aso fazer por ella...
tornou o abbade. Mas retam-!he os fi-
lhos...
Novo terror assaltou o marido de Hen-
riquet .
Ral havia dito :Osfilhost. Por-
tanto sabia que ella da -a & luz dous ge-
meos... Como poderia elle ter sabido?
O miseravel fiogio sorpreza.
Ofilhos? Que quer isso dizer?
Isso quer dizer qm tres dias antes
a viuva de Paul Rivat dera luz duas
meninas.
Cm certeza ?
Com absoluta c?rteia.
E o senhor sabe onde estSo os ge-
m'os ?
Nao, e foi justamente para o sa-
bar que eu tomei a liberdade de o inter-
rogar, meu caro Gilbert.
A mim I exclamou, estupefacto, o
marido de Hen-iqueta. C^mo posso en
saber ?
Nao me pode dizer, mas poder
me auxiliar em minhas pesquisas...
Nao couaprebendo...
Ha da compreheader... Essas duas
cr'anc, s nao f r m registradas n* mairie
do onze districto. ..
Es' certo?
Sim.
Desappareceram os receios de Gil-
bert.
EotSo, que feito dellas? per-
guntou com a maior calma.
S urna pessoa pider madiier :
esse himem que as levou omsigo, a
Servis Duplat !...
Com certeza ; mas onde o encon-
traremos ?fez* Gilbert a'um tom de du-
vida.
E porque nao havem83 da o encon-
trar ? pergunteu o abbada d'Ar?yne
inquieto.
Pjt urna razo muito simples ..
Qual?
(Continua).
Typographia do Dtario.
'-
J

i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E1XDOCGLD_9LRH11 INGEST_TIME 2014-05-28T16:25:10Z PACKAGE AA00011611_19965
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES