Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19950


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Full Text





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ALV^&'LXXl
Qnirata-fSra de Abril de 2 SS6
HUMEROlO
V.
P>RA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Por tros mezes adiantados.
Per seis roezts adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RANOEIRA E ACCIOLJ DE VASCONCEEEOS e MANOEE ARAO
M
NAO SE PAGA PORT
8S000
(51000
30&000
$200
Telegrammas
I3:V;3 rittlCftlB 20 SIASI3
Rio de Janeiro, i de Abril, s 3
horas e .)0 minutos (recebido na Esta*
cao s 5 horas e 30 minutos e entregue
as 5 horas e 53 minutos Ja tarde.
A epidemia reinante tem-se alastrado
pelo interior, onde causa verdadeira
devastado.
Ern Campings ha 600 enfermos .ao
passo que nao dispoea cidade de recur-
sos mdicos sutlicientes para occorrer
s urgencias do desenvolvimento da epi-
demia.
Contina a moco do Club Militar
a receber a acceitaco plena de todos
o? pontos do paiz.
- Telegrammas de Cuba noticiam
urna victoria dos revolucionarios sobr
os hespanhes em Pinar del Rio, nao
tendo no entretanto mantido as posi-
coes, que abandonaram depois da der-
rota dos inimigos.
Weyler tem apoio em Madrid pelas
crueldades que pratica, tendo por ulti-
mo enforcado um official allemo que
servio revolta.
Mximo Gmez repousa gravemente
doente, a ponto dos mdicos darem pou-
ca esperanca de salvaco.
Lonurcs, 3i de Marco.
Projccta-se o lancamento da linha te-
lephonica de New York.
Os emprezarios garantem feliz xito
na execuco.
MABTE OFFICIAL
Gaverno alo Estado de Per-
IllllllllIK'O
.DESPACHO DO GOVERNO DO ESTADO
DE PERNAMCUCO, DO DA 87 DE MAR
CO DE 1896.
H. I... -1 Uuiuiogos Civakote Je Sooza L-S"
Jodio*, -d Dio p-a o-aidtr ai-Ir o coocur no li:- >ut> tteo>|< oin C n-iam na a preeacbi
mecii.> 1a c metra Ue Liite>ta*a Naciuoal qaei
ICtiJ f82.
n portti-o,
C. Moraes.
D-iSPACHOS DA SECRETARIA DA JSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
CONTINUA5O DO EXPEDIENTE DO
DA '1 DE &4AHCO DE 1896.
Hilan > lo- Sevriano, 8ent<-ncia4n, coof ecl.
do p r J-s da Hora r"eiti?a, pea o o peraSo
*n reto da oen*.Ao S D |a)t de di re iu
do inun ripio d3 Bjigoe para iufo'mar e iflan-
d ij ur 18 docuin-i tos menciona Iob 01 't.
Id. Oei'eto a. 2556 oe J8 de Maco du 850.
PeiroOlcstiao d Koc n. eeuleuciado, pe.
dlnio po-dSo. Iifo-uie coro orEeucia o Dr.
jou e ..ieio do inobicipio da J.boutao man
d.o.in )U"iar oa docomnioa mencionarlos 00
art. i du decreto n. 2556 de 28 de Marco de
|8 i0 =Pejodicado.
3ria Ly Pe.soa Goeies, Mara Eugenia
da C.rvaloo e Sila, Leocadia Jalla de Cat-o.
VnoelM Crrela de Hait, Antonio B. lar.
t no 10? Santo Leal p*of-s ore, ped n 'O oa*.
uaa e p'gatneaio de ajada do cu-t .D fe.
rid -
Ri'.s Arcilla PimecUl, profesora pob'lca oe
lido 9-r nomeada era ni dw M i ra da
O.i i u*v uu mira loelidad-.I-ideferuso.
Kijnj \1. Cosa & C pedilo pagamento
da '3 m "ediverno3 1 vns que foroe'er |gaiiui< (J-rnjamro '-ootuot. De(e-ilo com
efli. de oje ao Sr. D\ secretarlo da faien"
da.
Oj mesOB senhorea pediodo pagameuto das
CoD* melosas proveniente ae hros maodaioi
vlr ae Pa;s, cara olo->utoto Herojamio Coos.
taot. Defe'ido, com officio de boje ao Sr. U .
8ccretario da faieoua.
F.-i-nceliua Maonoa da Suva e Alaaqoerqoe,
profes-orj poblica pediodo Kriitieica ae doou
tefis-S.Concedo.
Ca.-im ro Loco dos Santos, prolesssr titala.
dop-laK iota No'mal pedindo ser considralo
poj disponibiliade e asna ioclofao qoe ine der
direito o seo tempo de servico, *io qo''r > dos
p o'esaores pa-a qualquer cadeira. lodefe.
rldo.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DE
26 DE MARCO DE -896
Bacharel JOcquim oavalcaote Leal de Dar.
ros, pediodo para aoe sej impresso por cent-
do g(,v-rno am trabalbo de ana lara sobre Al.
gabra Superior, atim de qoe jxssa a ccDgrejf.
Co do lasiitoto BetDJamio dustaot proferir 0
seo olio. Begondo o diaposto no l',doa>i.
i2 ao reul 'Doeoio 00 mesmo lustnu o.Cabe
a oougregac&o deliberar sobre o mi-recime< to
do tranalnoem qoeso sem o qoe nao podera
o poveri i decidir sobre a coucessao de pre.
Dio vautigeaa de impressio.
O porteiro,
C. Moras.
TRIBUNAL DO THESORO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO
despachos do dia 26 de Marco de 1896
Alexaalrina Mari* da Cooceljao.Diferido,
anu de ser consUerada isenta de dcimas ;
soa Cisa n. 65, Enfada do Acode em Apia-
ros, Iregoezia do Poc". com reiagao ao er-
ados de 1892 e 1893 em dian e enqnanlo
snbs Brem em aeo tavor as coDdijoea ca le
'"loa* ce Socza R drlgnep.-Defjrdo. aflm de
ter dada l?aixa da exeengao cara pagamecto
de dcimas dos predios os. 17 e 19 sitos a roa
Daqoe de Caxias e 3 da traesaa do Qaelmado
relativas ao eXrciclo de 1883 e 1894.
Looreoco "Jafqnts Perer dos Saoto*.De-
ferido, aflm de ser dsda balxa da collecta para
pagamento do isspostn de 200 n. par litro de
gi rdente.
Arionio Cavil ante de Alboquerqne S.
D^f--- 10, a'im de se' Gada balxa d* C)li?t
relava ao impo-tj du 200 rs. por litro d
Ipil irdeiKP.
Manuel oos Santos Ariaio.D-'ferldo, aflm
de ser cons 'erado rrrsnousdvel p^io d^D'tos
dos anteriores loqalliuos do preiio u. 31 na
10 Bar'o oa Vicio-ia, ;.q i'-l!e que no i.rs >k.
P'6'iio vier esUte ei>r-a-, meons, borm, con
'elacao ao i m pos o de bombera.
Eugenio Caroso Ajre<.-Deferido, atira d
ser consi'e'udo lriesiionra a'itenores inaniliuos do p rdio 0. 15, tito 110
largo do Corpo Saaio, f-e^oena da S. Kre Pe-
dro Goocalxs, qO-iie aoe no roasa.o cred o
vierwu a ei-tabelecrr-se, mecos, po m, com r -
i^gio a imposto de boirot-i" 8.
Js'Sr.ares ao Amara!.De ertdo, i6m ne
ser c.insMeraio i-r^pocsuvel i-slus ceh o
>o> auieiLr.-.- Inqairvos ou predio n. 21 "4
praca 10 Haro de Lceos, out--o-a larg do
Pnralio, fregaei a de S.nio Antonio,: aqua'ie.
qoe no rursmo prodio vier esiaoeUceri-e, m>-
nos. perro, com relagao ao tmpoclo de bom-
beaos.
Joao Alves da Silva.Deferido, at de ser
'cosirte ado rresoon^avol pe'os debito* doa
a'K C-/WUO- J,;te M.ltiH, f e.U-21: <'0 HrClfe.
roemos, po u, com reiojao 10 imposto do bom-
betro-.
Mves 4 CD'ferilo, afim de serem consi-
derados irresoootavea pelos >eni ok Uu a,t--
r'orts ioquili'ion no p e.iu n. 69, a raa ae Pe-
Cro Affonsu, fregofiia >e Sauo Antonio, me-
os, porm, com religio 10 imptalo de bom-
belroa.
Prjods o Roberto de Araojo Reslltoa-se
integralmente de accordo com as informa-
do -.
Thomaz Reierra Cavalcaote.Iadefcrido, em
vista das kfj na,Ce-.
A nonio ^anos e Lexos Dcarte. Del<-
'Ido.
A modesda S I??.Resiiiba-s: de accordocoi:
as |[ilu:aia;e?.
Servndo da proiocolista,
Amaro A. Daudoux.
DIRECTORA GERAL DO THESORO DO
ESTADO
Despacito do dia 30 de Marco de 1896
Dr. Segimunao Anior-lo Goocalves, Jo Se-
.1,0 Canit-i-o Pe-era da Silva, Siotoa & C.
Domingos Marqo.H & C. Joao R. de Moora, o
n-a-r o, e Maru L. A ves Man.a, Haja visto u
Sr. Dr. Pr.iroraior Fiaca'.
Joaqom Pcl put de S,on Leaoe Joaqcim Mi
colao Ferreira.Certifiqae-8''.
Uldro da C. Cayalcauti. I ifjrrue o Sr. Col
lector oe Timbauba.
Francisco Marce.iiuo Monirio. Jonqoim Mar-
tina de Castro, Mello C otiro & i". Uioerviio
S. da Rtcba 6 Veris imo & CIifciaad a R ce-
oedoria.
J.ajympio H. de F.rias. A.;sociac4o des
Mercieiroa, AQtooiu U-bano P. Mouieaet.ru. oao
I. de Aleocar uan, Paoliia MarcelUO'', M 00 Roaalo Pinbeiro, josepba Mana de Mendon-
ca, Emilia Goaldina dos R. Crrela, Dr. Maooel
Antonio da Silva Res, Eleuterio P. do Espir 1
iaoio, Jo*e Ovino C. .6 Arabia, Joao A. Pe*
reir de Lyra, Vnno.iaa o* C narro* & Sebo
ier, Aibiuo Crox C Am'o E. d. Cuita Soa-
ea, Picoei-edo Silva 4 C. Joaqalm K. de Oll-
veira, M.notl Jos de Oiiveira. Serspbim B >x
Alves, Manoel 0. Pores.luforme o Suo-Dire-'
tor da Contsbilldade.
Servalo d Proiocolisls,
Amaro A. taudoiu.
ECR ETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 30 de Marfo de i8g6
Apolinano Tvi,eir de CarainoComo pe-
de 1 os ie>mo. do offi:io deata data ao Dr. Se-
cetario oa Paxeaaa.
('almo Lopes ca CoxP emdicado.
Coronel Aogosto Marliniano S VUeUlm,
rneuiaol recioo.
Jos Joaqaim ue LimaA pieienie'ae a jun-
ta medica aQrn de ter inspeceioaadato.
O porteiro.
Archias Mafra.
Despac'ios do dia 3/ de Marco de l8g6
Mana de Qaeirux uarroaelendo.
O porteiro,
Archias Mafra.
---------------S>
SECRETARIA DA INDUSTRIA2.' DIRE-
CTORA
IMSKXORIA GRaL DE HYGISNB
Expedienta do dia 30 de Marco de 1896
Poram c-asideradoa em ,:oBdt^6s by^ieni-
cas para serem liabitadoa :
felo Ur. Commissario do. 2.- districto os
predios os. 52 da roa 21 e M.i e 23 da ra
Velba de Sai.ti Rita.
Pelo Dr. Uoinmis^ario do 1.- Districto, o
predio u. 4 da iui do Calaoougo.
Da 31
Jos Cooeeaodea de uli'eira, peJindo solo-
(,o da approvago de seos preparados V10O0
inico eaio-nacnico e Elixir oe Salsa Caroba e
Cabega do N-grcJn.o.-me o Sr. D Director
do Laboratorio Crnico.
O mesmoAnoarde opportnnidade em viaU
da inormscio.
Poram considerados em c.n >c6 s bjgienl-
c.s para se-em Oaoiiitados :
Polo Dr. Commissario oo 8.- Distrtcto, o l*
anar do predio n. 74 da ra i S. J "ge.
Pelo Dr. Commissari.) do 3. Dlstrleto, os
predios or. 16 11 da roa ao R a-huelo e. 21 da
ra do Riacooe o e 21 aa ra do General Sea-
>-.
Pelo Dr. Commissario do 2.- Disincto, o
predio n. 31 da ra Vidal de Negreiros.
Secretaria da lospectoria Geral de Hygleae
do Estado de Pe oambuco, eiu 31 de Margo de
1896.
O official.
Miguel Nunes Vianna.
Qunstura Policial
Seccao 2-.-N-. 69 -Secretara da Questora
Policial do Estado de Parnamboco, 1 de Abril
de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Fllbo,
digno tSecretario da Jaatica e Negocios do In-
terior.
Participo-vos que foram recolbidos Casa
de Ce.enc.ao os segulntes individuos :
N-> da 30 de Margo ultimo :
a* ordem d'esta Qaestari, Rosa Francisca da
Pax, vinda de mouicipio de Aoaragj como
aliecali al qoe possa ter o coaveaieute des-
tino.
A' ordem do subdelegado da fregaexla do Re
cife, Jos Calixto Perelra do Monte, como gato
no; Josepna Mara da Coocelcao, Mana Mar-
qees dos Sanios. Mana Midaieaa aa Cojcei-
caa e S rapbma Maria de Jess: tor offensis a
moral publica, e Manoel Jote Maria, como des-
ordeire.
No da 31 :
A' minba ordem, Jaso do Carmo, como alte"
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACES NA
FRAILA E hSGLAtEHRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.\ residentes em Paris18 ru de
La Grange Baire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i6J500
Por nm anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9#0d0
Numero avulso de dias anteriores. $200
nado at qoe possa te- o conveoieute dertldo
Communicot-iie c tobdelegado da freetez a
da It^cifr, qne hootem, por vuln de 1 bura da
tari--, no arroiem de M. Carpinleirp, sito rn
do Atollo o'sqnelii freaaes'a, fsileceo repeou-
nam>-ote o ludivldi-o de nome loto Valeoiim
A! es.
Aqu-IU au'ondada logo qne leve conhpe.j
i!o facto, fer remover O cadaer para 0
'Jemlterio Publico re Santo A i a o, alim oe se
vi-t irtido e dppoia InnoTiado.
S O ejoe-tor-,
Antonio Pedro da Silva Marques.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Dcspaclws do dia 30 de Marco de
i8gb
Jos Tavares Ciroira, M euel da Contia 011
veira, e Prot & C-Infirme a 1" Secgao. *
AtTmso & C.Ce-tiriqa-*".
HomtDKos UoeinoReclame peranle a Se-
cretaria da Industria.
Afra de fiu'a LipesDirija-se se Tnesra
ro do Esudo
Mana Tnerza de J^suB-rCertliiioe s.
Aneceto Marqueslurprme a i* Seccj.
Adelina da Costa morlC Diri|i'ae ao
Tcieacaro do Es alo.
31
Mello Crrela e C, afiae"iao S*-bsti.'o Rotba. Pmncueo HarceHinoMunltiro, Florerti.
no Lo i do Monte Joao Gonclves Tarrea, Pe
reir e O.ivei'3, Pedro Lo z do Moile. Mamei
Uauusta de Oliveira, Li'Z M gotl de O i veira
Joaquim Mariios ce Caain. Mana [saoel de H.,
M.ru Joaqaioa do E-pi ilo Santo, Caibarm-
Hara de Arao)o, Domingos Marques e CIn-
forme a Ia s<(gto.
Antonio de Arroda, F-luoiina Gaiibermifa
Caruelio da Silva, Aulr VictoniiO do Mein,
Senbonuba de A ujo Silva, Trajano lio 1 -uu--
CimpeHo, J'i> t- Ca-oeiro Lms, Carlota UariH
do Lluramente, Mana Tbeen de Jesu', Vale.
Mano PancifCo di>s Sanios, Napo'eio aa Cos
L'rna, Uohel na pjsidoi ia de Axeved... Gol
Inermina Cinai a de Slles Caraer Drf Paulo oa Sdva urito, M y es Jo^ de Barres,
Virginio Carneiro Roeba, Antonio Fortnalo oe Ho'iaud^, Ja><
Rufino Velloso, Joaquina Theo-iora Pereira d
Araojc, Risa A'iiei a de Saut'Anna, Del i i -
PraodrCs Gomes, Jo- Aogusio Rnelro, l'
Minies e Cos, llrbaec Carlos de L^mcs', lli
rezadeJe'os Bastos =9*'end'.
O POFTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimares,
INSPECTORA GERAL DA INSTRUCCO
PUBLICA
Des pacws do dia 28 de Marco
de i8q6
Antonio Ribeiro C-rapos, Aoreliano Jos
Tbemotfo e Francisc D odalo Llns, profers o
rea pobiicjs.Luupr. -se e reghtre->e.
Da 30
Uananoa Joslioa Gjavpia --a Mat'a, Ma a
dos Sai t8 Moreira. lialloa dos S-ntOK Pa:n-
co. MitiaAQfelma Cilcaole, Mara ds Dore
13 TgfS e 60 t-r Lu Nonei, prefessores pu-
bli< os. Compra ae e rei{isire.se.
Manoel Figurn no Nassimenm. professo
poolico, peilndo eot-ega de uoo de que se acna no arebivo desia repartic&o. siru,
mediante recibo.
Laura Adelina Sa-aivi Galf) pedindo certi-
d&o. Certidqoe-se.
O oorteiro.
Manoel Joaquim de Ave llar.
BESFACHOS DA PREFEITURA MUNICI-
PAL DO RECIFE, EM 30 DE MARCO DE
1896.
Deoaaio Torres & CRevalidado o sello na
repartido comptteute, como parece a Cunta*
aoaa.
Antonio Perelra Real.Ceriiflque se o que
constar.
Santos da Figuei-a & C. -Defeiido.
Silva & C -ferid" nos termos da infor-
ma^ao.
SiuoCas c. Almelda =Transflra-se.
Manoel Baroosa Oos Santos.Siu:.
Commenaaaor Joao F:roandes Lopes.Jan
e certioao ae baixa pastada pen cap.ta 11 de
porto.
A veneravel O.-dtm 3-do G.ru.o.Nao en
logar, por estarem oa predios em queatio ou-
jeitos a tiexoiijo para o ihdsde poblic .
Antonio Rimoa da Crox Loaceoo a Ucen-
ra pedida.
Gongalves Santns & CDeferido.
o tbesooreirn la irmandade da Cojc.ia.
dos M.litares.Sim nos termos d; s post. ras,
eoC8uanao as aguas para as galeras de ose-
los.
Joao de Sooxa Rodrignes.Sim.
Jos Ferreira Mrque?.-Como pareoe as
Obras Publicas.
Mara Moreira Ramos.Como reqoer, em
termos.
Aooa de A-aojo Qu;trox e AQtoaio Rnino
Monieiro Como parece a Coma or.-.
Candida Mara Gullhermiui.Em visla dos
aocameoljs jaactos, doOro a preteocao di
sopplicaote.
Adeliau & Silva.Relaxa se o valor locativo
em vista dos nocutne jtua junios a 480*
Bernardioo Xavier da Cotta e Silva; -Cince-
da-8e.
Francisco Pereira de Hritto.Deferido.
Jos Gomes &C. e Oiiveira & Pinto.Iade-
fende.
Manoel Beroardloo Viei-a Cav-lcaote.~-3m
vista do qoe Informa a Coolaaoria. neg pro
vineuto ao preae-ite recurso, e mamo que sao-
sista o valor da coileca.
Mara T.ie en de Jeeus.Cerliqce-sa.
Lou eoco Alves Salaxar jnnmr. -Saldando
seo debito por impostos de exerclcios jl lio ios,
volte qnmendo.
Joaqaim Machado Lima.Jante docomento
qae prev te* sido dispnsalo do pagarneolo
ao imposto qoe all- ga, oos txerclcios anterio-
res.
Jos Cuperf.no Vie.ra de A aaje Como re*
qaer em termos.
m Dia i de Ainl
Companbia Ferro Carril, pedindo se Ibe d
balxa na ctltecta do imposto para ci'Cameoto
da roa Goararapea em (rente a seus predios
os. 2i e J6.=Nao tem ;logar o qae requer a
sopplicanie. Nao se tratando de impostos so
bre a industria qoe explora a Euppiicmte e
sim de ama contribaic&o p ir am* .6 vei pa-a
melboramentos pblicos, faltos em frente a a
predios de particulares pela Muncipalldade,
melboramentus qne mais valorisim taes pro-
pnedbdea. e qoe taiti otilisa a proprla ioios-
tria explo.-a ia pela aopplicante nao procedem
soas allegicOes.
' Joie, Angosto da Costa,--Deferido em ter-
mos.
Pedro Antonio da Co ta.Como reiuer.
Manoel Clemeatiao Ribti-o.Como reqaer
em termo?.
JiisAKoMxue. V a C a .Nao bi oa-1 d
ferr
S*#Ps"a di P?f-tara M>nicir:ldo Rfc
fe, 1 Je A:u-il o,; U96.
O p.ricro.
Nimo Klves da Fonseca.
REfJNlVO EM 8 DE MAR' O DE 18'Jci
gRESIUUXClA DO EXM Slt. Dll EltMIHIO
CESAK COTJTINHO
1 legfil, fcita a chamada, verdlican-
.if.oni presante"*- oa Si-s. Albino
itaKIr Moats's-j, Reguerir C^sta,
Ivlu irdo do Oiiveirn, Sorra Martina o Er-
niiri- ;Goutiulii, o Sr. PceiJonto manda,
nos nos termos do Rogimonto, |>t-oc3der-
->o leitur do expediento o outi-nr so na
ordem do dia.
K' lida a acta da seasiio antecedonto, li-
cando a discussa encerrada.
O Su. 1." Secretario pracoda leiiura
d 1 .segualo.
EXPEDIENTE :
U:n otflcodo Dr. Secretario da Justina,
coiumuiiicaiiJo quo o Etin. Sr. Goverua-
dor do Estado recaberaseis ejemplares da
Syuapso ais tr iljallna de 1895 o seis lis-
tas das caniniissos do Sonado doste anno.
Iriteirado.
Passa-so ao oxpodionto do Sr. 2." Secre-
tario.
Encorra-so a discussao dos p rocoros ns.
; o 15, este ridigindo a resolugo iniciada
na Cmara-pelo projecto n. 83 do *.)5 (aab-
venaio Soc:olado Propagadora) o aquello
iidoririndo a poticaa do Francisco Militin)
Forroira.
A ?ota-}ao de ambos fies adiada.
f&o liuvoudo quom queira utiiisar-so da
palyra na hora do oxpodionto, passa-so
ORDKM DO DIA
iOncorra-so a 1.a discussao do projecto
11. 1 dosto anu (rovo:-;ai;o da Ij n. 110).
Fncorra-se tambom a discussao do pare-
cer 11. 7 doste anno, nao adoptando a roso-
lugaV) iniciada ni Camera polo prijooto
n. 42 do 91 [caniagem do tompo do exor-
oicip. a professoros.)
Sgoia-sc a ordem do dia.
511. Presidente : dissolvo a reuniio,
doajigniil >( seguime ordem do dia:
V.'iuivao dos pareceres ns. 1, 5 e (i e do
projecto n. 1, om L* discussio ; 2.' dos pa-
receres ns. 16, 17,.18o 19todos dosto anno
o trabalhos do cotniuissjes.
REUNIAO EM 19 DE MARCJO DE IS9J
Pbesiobncia do Fxm. 5b. Dr. Francisco
Teixeiha de S
A'Jpra leg-il, foita a chamada, veric:
do-so HtUstow -poi >p*eni,es oa _
an-
-iCsU
D.-MTiM- do Nazaroth, Antonio Periiambu
co, Albino Silva, Salaar Moscos-, Reguei-
ra C^sta, Tjixoira do Sa e Ennirio Coati*
nlio, o Sr. l'rosidonte nos termos di Rj-
giniento, manda proceder a loitura do ex-
pediento o entrar-so na ordotn do dia.
K lida, sondo encerrada som debato a
disouaso da acta da sesso antecedonto.
O Sr Barao de Nazareth oceupindo a
cadeira do 1." Socrc'tario, procede loitura
do soguinte
expediente:
Urna petigio de Joaquim do Gusmo
Coelho ox-langador d> extincto Consulado
da ex-provincia, podindo que os seus von-
cimentos sojuin equiparad >s aos que per-
cebe o lanyador aposentado Felmto do
Rogo Barros e outros funecionanos apo-
sentados pela Lei n. 2.015.-V 3." Corn-
il, issao.
l'assa-so ao seguate expediente do Sr.
2. Secretario.
Sao lidos. indo a imprimir, os seguintes
projectos :
1836Projecto n 8
ParecerN. 20
A5." Commissao, a quom foram presen-
tes as petiges dos prot'essoro-i das aulas
praticas da Escola Normal, Augusto Jos
Mauricio Waudorloy o Rosa Aruolia de
Castro Muoix, requorontlo a equiparagao
de seus veuciment >s aos dos lentos daquel-
la Escola;
Considerando que, segundo o art. O do
Re'ularqento do 30 de Agosto do anno
passado, as aulas dos peticionarios sao
destinadas norma, tiroci.iio o exercicios
pedo"Ogicos dos alumnos mestros, coinpfo-
hendeado todo o servio o da diroeco do
urna aula primaria, como sejam ligos o
exatnos das diftereutea ciasses, rodaego de
correspondencia particular o official e or-
ganisagfio de mappas o do quadros ;
Considerando que, nostas con.li;0js 6
como procoituam os jS 1." e 2." do art. 51
do Rjgulaiiionto, de que se trata, deven
os peticionarios iniciar os alumnos mes.
tres na pratica de onsitio de todas as ma-
terias do programma primario, cumprindo-
lhes, aliu disso, tomar notas areapeito do
8ua vecac&o, moi-alidade, zelo e aprovoita-
meaito, ati;u de iufortuarqjn Congregando
na ultima sess5o do anno e servir do base
o seujuizo para o computo do julgatnouto
por occasio dos ex mos ;
Considorando que d esso enunciado se
verifica que, em comparado aos demais
lentes da Escola, da mxima importancia
a inisslo que os peticionarios so chama-
dos a ahi desemponharom porquanto, si as
cadeiras por ellos regidas adquirem os
alumnos mestros o simples conheciinento
das disciplinas qio constituom o Curso or.
I mal, as aulas dos peticionarios aprendem
I elles a transmittir aos seus futuros discpu-
los as no.;6os de todas as materias antori-
ormente estudadas;
Considerando que si por esse lado estao
. de algutna sorto os peticionarios em plano
' superior aos domis lentes o profossoros
j da Escola, por outro nao o est o menos
com relagio ao lont#de pedagoga, mate-
ria esta, quo sondo, por assim dizer, o fe-
cho do programma de ostudos alli adopta-
do, entretanto ousinada theorioemente
na cadeira por elle regida, ao passo que,'
as aulas dos peticionarios, o eusiuo : todo
pratico e raais de accordo com a disposgao
do art. 10 do Regularueuto em vigor;
Considerando, aida, que aos peticiona-
rios incuben), as inosmas obrigages que aos
lentes e professores do Curso, e que, si
estes tem apenas urna hora de servigo,
aquellos trabaluam diariamente cinco horas;
accroscendo quo como dispo o art. 7 do
Regulainonto citado se acha tambeni a car-
go da peticionaria a aula do costura e bor-
dados para as alumuas mostras ;
Considerando linalinonto que aos osfor-
gosdis potcionaros no desemponho de
sua ta j itnpoptanto quanto ospinhosa mia-
so, tiii ) corrospondom 08 vautagons, que
deveriam ellos auforir, visto como os seus
voncimontos sao intorioros aos quo porco-
boui oa lontesdo curso :
E' de parecer quo, cora a adopg.lo do so-
guinte projecto, sejam deferidas as petiodea
dos professores das aulas praticas da Es-
cola Normal.
O Conresso Lkoisi.ati.yo do Estado de
PERNAMBUCO
Rksolve :
Art. I.* Ficam equiparados a->s dos res-
pectivos lontos os voncimontos dos profes-
sores das aulas pratii-as da Escola Normal,
Augusto Jos i Mauricio Wunderly e Rosa
Amelia de Castro Muniz.
Art. 8." Rovogain-se as disposi,:5os em
contrario.
Sala das C immiasdea do Sonado, 19 de
Margo do 189i. B*r de Sazaretk.Caldas
KarretoRefueiro c'o;ta.
18 H -I'BOJEGTO n. 3
(PARECER N. 21)
A 3." Coramisso a quom foi prosonto a
petic&o do Francisco Xavibr de Barros
Campello, amanuense da Questura Policial
oui quo solicita uin anuo de liconga com
todos os voncinicntos para tratar do sua
saude, que so acha alterada, cemo provam
os attestados do tros distiuctos facultativos
de si.a Capital;
Considerando que o supplicante '.om sido
sompre assduo 0111 suas fuucgos por lon-
go tompo ;
Considerando que nao devoin sor dimi-
nuidos seus voncimontos quando mais ne-
oossita dellos : o do parecer que sej a de-
ferida sua pot.-o para o quo apresonta o
seguinte projecto :
O Congresso Legislativo do Estado de
PERNAMBUCO
RESOLVE
Art. 1 Fica o Govornador do Estado au-
torisado a concoder um auno do licen;a
com todos os voncimonios ao amanuense
da Questura Policial, Francisco Xivier de
Ba/ros Campollo.
Ari. 2.' Ro\ogam-so as disposiedoa em
contrario.
Sala das Coicmissos do Sonado, II do
Margo do l99.~Uarao de Suzaretl..Aniu-
ni" fnnambuco.
Nao havendo quom queira utilisar-se da
palavra na hora do expediente, paaaa-se
ORDEM DO DIA
Eucerrou-so a discussao dos p irocores
ns. 16, 17, 18 e 19 desle anuo, adoptando aa
yewa^1 iniciadas un Cmara p<. I >s pro
jectos do 18)5 do 11. 52 (elevando Gainol-
leira'a cidade); n. 40 (10:X))0)0 para urna
cadeia em S. Lourengo da Matta) ; n. 6T
(-.KKJOsODO pora una ponte no Mandahu em
Corremos) o n. 77 (S:033J0D3 para urna ca-
Ermirio Coutinho, Antonio Pernambuco, e
Eduardo do Ohvoira, o Sr. Presidente de-
clara aborta a sesso.
Votarn-so, sendo approvadas, as actas da
s333aode 17 e da reunifto d3 18.
E lida, sendo approvada som debate, a
acta da rouni.Io do 19.
O Sr. 1. Secretario pracodo leitura
do soguinte
EXPEDIENTE
Urna potito do bacharel Joao Francisco
Teixeira, ox-procurador dos Feitos da Fa-
zonda do Estado, roquorendo que se rogu-
lariso a sua aposontadoria, de accordo cora
as disposi;es lgaos quo regom a materia,
principios de direito e oquidade.A' 3.'
Comraissao.
Passa-so ao oxpodionto do Sr. 2.Socre-
tario.
Sao lidos, indo a imprimir, 05 seguintes
pareceres:
1893.---PARECER N 22
A 3.* Commisso, a quom foi presente a
resolugo da Cmara dos Doputados alli
iniciada om 18 U polo projecto n. 22, de
parecer que n&o soja adoptada.
Sala das Commiasoes da Senado, 21 de
Margo de .1896.liarao de Sazureth. Anto-
nio l'ernambuco.
O Congresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
resolve
Art. I. Fica pertoncondo ao Municipio
do Palmaros o ougenho S. Jos cora todos
os seus terrenos.
Art. 2." Ficam portonondo ao'Muni-
cipio do Buique as fazoudas situadas no
po Moch it, denominadas Praga Verde,
Pogo da Cru/., Ohi, Caucaual/.inho, Cas-
tauho o Espirito-Santo.
Art. 3. Revogam-so as disposigoes em
contrario.
Cmara das Doputados d) Estado do
Pernambuco, 19 do Outubr) do 1831.
Jos Mari aVJUbmqiurq we \lell>, Presidente
Antonio Este o tu de (Jlio ira, 1." Secrotario
Arlhiir Henriqut aV Abai ten/ te iltlh, 2."
Sjcrotano.
18J6.PARECER N. 23
A 3." Commisso, a quem f> presente a
resolugo da Cunara dos D3putados alli
iniciada ern 1892 polo projo ;to n. 54, de
parecer quo nao soja adoptada.
Sala das Commissojs do Senado, 21 de
Margo do 18)8.fjrd> de Xazareth.Antonio
Pernambuco.
O Congresso
Legislativo do
Pernambuco
resolve
Estado de
deia era S. Bonto
Na discussao dos parocores supracitados
nao ha debato, salvo sobre o de :i. 18 em j
qual ora.
O **r. laM de Xzarelh:Sr.'
Presidente, n5o raeu intuito viudo a tri- j
buna corabater o projocto quo V. Exc-
acaba do por em discussao ; pelo contra-
rio, voto por elle.
Venho sniento pedir liconga aos seosil-
lustres signatarios para fazer alguraas pon-
dorages no sentido do lhes mostrar que a
quantia que podera para a realisagSo do
mclhoramento cora quo pretendom dotar
a Comarca de Corremos, multo 3xigua.
Quando Deputado, ped, num projocto quo
aprosentoi a considoragio da Assjmbl 1 e
que olla approvou, que se autorisasso o
Presidente da Provincia a desp3ud>
quantia do cinco conloa de reis com a con ,
struegao, em Corrontos do urna po ite sobre
o rio Mandahu no ponto om quo esto rio
se encentra com o que d nomc aquolla
Comarca medida idntica a que so conten
no projocto, ora om discussao.
Dopois dos trabalh>s graphios foitos
pelo engenheiri, que para alli mandou o
Presidente da Provincia, verificou so que
ora deficiente a quantia que pedi no meu
projecto, o a ponte no se fez.
Ora, si no tempo om que apresentei o
projecto a importancia de cinco contos do
reis foi considerada muito diminuta para a
construegao daquella ponto, hojo, quo es-
tamos om condijoos muito difforo.ites, quo
tudo est carissimo sera cora tros contos
quo sjehegar a construil-a 1
Nao, de certo.
Nestas condigos, pego ao 11 obre Sena-
dor, o Sr. Ermirio Coutinho, que aprsen-
te ama emenda a este projecto. 1 .mudando
que.'em lugar de tros, diha-so oito contos.
OSr. Ermirio Coutinho :V. Exc. pode
fazor a emenda, quo a CommissSo a accoi-
ta. "
O Sr. Antonio Pbibnambco Mas, o
projocto do iniciativa da Cmara.
O Sr. Barao de Nazareth : Aiuda aa
sira, o Senado podo emendal o como en-
tender conveniente.
Como ja. disso, a quantia de tros contos
pedida nesto projocto inaignifioantiasima
o aconsolho ao nobro Senador, o Sr. Er-
mirio Coutinho, cujo amor a esta trra ou
roconhogo e louvo muito, quo i>r s te
uina emenda elevando a dita quaiMia a oito
contos.
O Sr. Ermirio Coutinho:V. Exc.
apresme a emenda ; a Coinmisslo accoi-
ta-a.
O Sr. Barao de Nazabetii : 3em. Vou
redigir a emenda.
Vein mesa, sendo lida, apoiada o sub
mettida discussao conjuntamente com o
parecer, ficando oucjrrada a seguinte
N l.-Ao art. l."do projecto da Cana-
.67 dol895.-En lugar de 3:0008900
diga-se 8:000S003.-flaro de Nazareth. .
Essota-se a ordem do da.
O Sr Presidente dissolve a rouniSo, de-
signando a seguinte ordem do da para a
prxima sessao : votagao das materias dis-
cutidas e trabalhos de Commissces,
9.' SESSO EM 21 DE MAR'.'O DE Io9J
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Ermirio Ce-
sar Coutinho
Art. 1." Fica o Govornador do Estado
autorisado a aposentar o cidadao Sobas*
ti> Joso da Costa Triguoiro, ex-escrivo
da collectoria provincial ds Goyanna, com
o tompo a quo tivor direito.
Art. 2." Revoganvse as disposigoes om
contrario.
Cmara dos Deputados da Estado de
Pernambuco, 8 do Jullio da 1892.Juven-
cio Taciauo Variz, Vico.Presidente. Salva-
dor Fe'icio dts Santa, 1. Secretario.Do-
mmg'S Alees Leite, 2." Socrotario.
1893.PARECER N. 21
A 3." Commisso, a quom, foi presente a
resolu;o da Cmara dos Deputados alli
iniciada pola projocto n. 61 de 1892, de
parocer que u&o soja adoptada.
Sala das Commissos do Senado, 21 de
Margo do 189J.Bardo de Sazarelh.Antonio
Pernambuco.
O Congresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
resolve
Art. ir* O GovernaJor do Estado fica
autorisado a aposentar o Colloctor do Es-
tado no municipio do Caruaru, Antonio
de Lomos Vasconeollos, Com o tompo a
que ti ver direito.
Art. 2." Rovogam-33 as disposigoes em
contrario.
Cmara dos Deputados do Estado da
Pernambuco, 2 de Julho do 1892./ Mo-
reira Aires di Siten, presidente.Eduardo Ta-
vares. I." Secretario.Domingos Alves Leite
2." Secretario.
1895parecer r. 25
A 3.' Commisso, a quem foi presente a
resolugo da Cmara dos Deputados, alli
iniciada em 183 pelo projecto n. 2, nio
encontrando utilidade ora sua adopgao,
do parecer que seja rejeitada.
Sala das Commissos do Senado, 21 de
Margo d) \9,9S.Barao de'_Nazarelh.AnU>-
ni> Pernambuco.
O Congresso
Legislativo
Pernambuco
resolve
do Estado de
Art. 1." Ficam revogadas as Lois ns. 22 o
27 de 2 o 15 do Dezemoro do 1891.
Art. 2. Rovogiin-so as disposigoes em
contrario.
Cmara dos Deputados do Estado de
Pornambuco, 20 de Margo do 1893./. Mo-
rti.a Alves da Siloa, Presidente.Eduardo
Rodriaues Tavares de Mello, \. Secretario.
Domingos Alves Leite, 2.' Secretario.
1895-parecer n. 26
V 3 Commisso, tendo presento a reso-
luto'da Cmara dos Doputados, alli ini-
ciada era 1893 polo projecto n. 17 e de pa-
recer que nSo seja adoptada por nao apre-
sontar utilidad) publica.
Sala das Commissos do Senado, 21 de
Margo do 18).Sarao de Nazareth.Anto-
nio Pernimbaco.
O Congresso Legislativo do Estado de
Pernambuqo
Resolve:
Art. 1." Ficam amnistiados os individuos
quj tomaram parte nos movimentos ar-
mados com o tira de se opporem a disso-
lugio illosal dos Concelhos Municipaea
A1 hora legal, feita a chamada, verifican- V Gove0rnador do Estado, nos niuuici-
,-se estarem presentes os Sr. Barao de ir de Triumph0) piorest, Canhotinho e
do
Nazareth, Albino Silva,
Albino M3ra, Regueira Costa,
Caldas Brrelo, lP'f
Velloso,! Q>PaPft-
t
i



*H"

fc
Icario de Fernambueo-----4*unita-fcira 9 de Abril de I8>6
Art. 2. Rerogara-so as disposicea m
contrario.
Cmara dos Deputados, 22 de Abril de
1893. Jos Muretra Alvet di Suva, Prosideu-
te.Eduardo Rodrigue* T. de Mttto, 1. Se-
cretario. -Donaos Alees Leile,%" Secre-
tario.
1893-PABBeER. 27
A 3.' e 4.* "0wiss5e3\ quenr f,-> pro*
sent a resolugao da Cmara* dos Depuia-
dos all iniciada em 1892 pelo projecto n.
55, s3o de parecer que nao seja adoptada.
Sala das Commisses do Senado, 21 de
Margo de 1896. Raro de Sazaruh.Or. Er'
mirto Coulmho.Albino Jos da Silva. Auto,
nio Pernambuco.
O Sr. Alcibvades-Vbi,.c*so:-S. Exc. o ve-salli porai *al lia-chara* os patK-s d<-U *'a 8 i-orae da maobi dteatei, aatar-s.ba.
O CONGRESSO'
Le i'KHWMBUCO
Estado de
13
RESOLVE :
Art. 1." Fica proro-cada p"r mata* cinco-'
annos a iseuipoao de impastos estadoaes '1
r,itupanliia do Tecid->* Pnuliste para
fabrica por ella montada em Olinda.
, Art. 2." Revogaiu-soJas disposi^oos1 era
contrario.
Cmara dos Diputados d> Estrfdo do
Pernambaoo,- 11 de Abril de 1893.'/d*e
Moreira Alces ,f S/lva.: 1'rBidento. lidnar-
do Thvartt. 1.'Seoretari.SntonJsr r*e//>i
dos Santos, 2 Secretario interino.
O Hr. Vlliino M*f*-a: Sr. Pi-esiilemto.
pogo licoi $5o do Sanad") para o facto quo serve de
objecto a un roqubPtmento que eu vou ter
a honra de a presentar sea considera ;ao.
Tratn-so dj un assumpto que dsspwr-
tou ora meo. sfsfttt1 serias 'duvidari e gra-
vas rapar >j
Eu expiiciroi em poucas panarras o quo
faz o obj ictn o meu roquoriiirento, toteara!)'
porque, desejo qumi > aritos ouvir as ex*
plicacdea quo |jr ventura quatquer dos
honradas ana'tro'da nrai >ra 'tenha do
dar-rae.
A le 11. 82 de 30 daJunrn de 1X?>">, auto-
risou o G-ownador do Estado a despender
a quantia do 10:003s000, dentro do extrao
presente, coiu a eousSPttflio de uma cadeia,
duas pontos o nao sei so um ayudo no mu-
nicipio do O Mr. V -lioso: Tttdo isto por
10:090*000 r!
O Su. Ai.mxo Mi;ira: --V. Exc. Si\ Pre-
sidente, lesiomunlia da opposiiio systhe-
matica que eu teulio l'oito s lutorisaces
deesa naturesa.
Assi 1, a 10 ser do e.stranliar, quo de
quando em ve/, ou procura saber, como
ees as suf >risa jos tato .-iilo apcovoaadaa
por s. Exc. a6 q de v ir se posea eom os
[actos iustincar a minha conducta nesta
cas 1 a esse respeito. "
O procedimento do Sr. Grovernador do
Estado forra c int'ossnl-o. \em justitic-ir
1 opoesi-.'e que s a essaa-nu-
torisa fi -
A le: autorisiu o (i o ve ruad ir a despen-
der OtftS quantia '< 'Wini. exertiei 1.
Mas, o 'u-' s i dovo entea ler y f e JM-ea*
to oxereicte de que falla a lei 11. 82 de 39 do
Juniio de 1895.
Esta BSpresS&O presenta exermeio, A oxpli-
eada pela lei n. 121 de 88 de Janho do iuos-
mo anuo, a qual ;ii indou 1 IdioisOaf ka seis
mezea'deaarridos do Janeiro a Junho de
189." a o exereioi > de IS91.
C useguiotemente toda o vos que aa on-
prega a aspressSo presante extraen, as leis
\ot 30de Junho do 18., nao teaaea
em vista sin) o exercicii do 1894, ni qual
a lei 11. 121 mandou addicionar os seis pri-
meiros mezas de 189.
Com >in 1 I J iluas diaposiedes, Sr.
Presidente, eu na > pedia deixar d l BUfpfe'
liond ir-Mi extraanaf laesuo o proced*
monto de S. Kk-. S,-. >\'iiador, qsttaV
do li un odital que S. Exc. mandou publi-
car ;i > Di linde ctnimijiira, croi) que no
de liojo,, abrind) coneatrrettoia pabUca
para mandar \ itar urna das obras de
quo traa 1 1'i no municipio do Quipapa.
O met pviiBeir < -oparo versa sebve oso-
_'u:nte p Uta, saber, si aquella autoris
- j o idueou.
tomo li/. notar, a quantia do IOO^OSOOI
foi 'I '. 1 ,1 ir 1 se gastar dentro do presente
exerctei >
lis -l 1 Sanad > bemsio; i|U > as autoi-isa ;<).;3 n'o
apro\ Jta las n> te.upo limitad") pala lei,
caen) em caducidade, eu nao sei como expli-
car price tinento de S. Ere. o Sr. Gover
nador do Batfedo, fdzsudo publicar o odital
constante do Diario do naje.
M is a miiili i maior s irpresa nao repow-
sa smeoie na-te poui>.
A lei u. 83 autorisou S. Exc, atteuda
bem o Senado, a gastar 10:009,003 ooin a
consti-ucyo de 11:111 01 Ij:, du is pontea o
um acude em U'ii'
S. Exc, mandando abrir concurrencia
para l'a/.or realisar uun deesas obras, des-
tn., aa 10:09 S000, mas 11:009,^000.
i'i'.-iiiiii u : onde foi S. Exc. buscar1
autorisago ptfre gestar ll:OOOS900?
Por ventura a loi ole limiiou a quantia!
Por ventura a lei afro determiaoa que
smente 10:0)9S0D0 f .ssem gastos?
Eu naosou forte em matiiematica e por
iss > posso muii > beta o [uirocar-me ; mas
confesso que na sei o hm s. Exc, conse-
gu o fazer easa operacao de 10 para 14.
O Sr. Velloso : E' que o cambio ontso
estava a 27 e liojo est a S.
O Sr. Albino Mkih.v : E" vord'ado,
Sr. i'r isidante, qu ime ital nao 30 manda
realisar obras sement em \Juipap 1.
S. Exc. mandou abrir concurrencia pu-
blica para a realisac'io do obras em diver-
sos niD.ui'"ii>i >s, pira cid 1 um dos quaos
destina 14: flXsOJO.
E co:n > p ir-i algutnc desees obras o Con-
gresa 1 'i Aa votado meia de 14:0)0.fOX),
talve/. S. Exc. tenha eatendido, que podo
gaaur oiu una o que ocon )inisou as ou-
tras.
V. Exc eomprehende perfeitamante, que
semelhante oetriaa-nio p >de enemdeve!
ser acceila, por ser i Ilegal, pois quando o !
C in.'resso di/.: p >de oiiovoi-no gastar eom !
tal OU uual obrt a quantia de tanlo nao se
e >:i>i"ehende que elle possa gasta:- mais,
1 ..-sa 1-iii'vir mao do outras ver-!
bas, para aquelle lim.
Assin, iis, Senioras, S. Exc. o Sr. Go- ,
vern i irn'io pedia lan;ar jno desae di-,
niieiro, soni exorbitar de suas attribuics
soni praticar uma illegalidade.
Si por ventura o podor legislativo bornea*
se votado ama quamia maior que oxodosse
as desposas das obras, o dever de S. Exc-
seria mandar fi ir 3 restante as arcas do
thesouro; por que nisso consisten] as van-
tagena uo o Estado tira das adiniuistraces
zelosa, c oconoinicas.
Assim, si por ventura as obras fossem
calculadas em 20:000s000 o si se USiaesem
smento 14:OO0S'XO, S. Exc. nao iiuha o di-
reito de lmar mo dos ':0O93OO0 restantes
pa," 1 os em outra causa.
Se. o Congresso determina, por exetn-
plo, que se si gasto 10:000J090 eom a con-
atruoa de urna cadeia o urna ponte, como
que S. Exc. o Sr. Gneruador do Estado I
gasta 1 :0O0S900?
Sr. Presidente, ou nunca puz era duvida
iptidoes litterarias do Sr. Governador.
Sou o primeiro a reconhecel-as.
Assim quem sabe si nao lia um erro do
copia ? I
(Juem abe se aqui nao ha um ongano de
cifras ?
A ser isso verdade, depois das explica-
Q6es que necessariamonte terei de ouvir
do3 honrados Senadores da maioria, nao
tropidarei, si fer convencido do ongano, em
retirar o raeu requerimento No caso con-
trario, eu inaistirei uas minhas observa-
Bes, pois acho que o caso muito serio e
muito grave para que Sonado se oocupe
eom ol..
V. Exo. bem sube o dezar que poder
advir para ua de esterinos aqui votando
auctoriaaoes inuteia, por quanto S. Exc. o
Sr. Governador nao aa leva em conta. [Apar-
tes). ...Hoje moamo vamos votar nova ano-
ta para outroa servigos, e estamos perdn
do o nosso tempo. Para que servem por-
Jan'.c oalaa dascerimeaa5oe3.de despesas ?..
Sr. Governador-'nao precisavadesaa uuoto-
risai^oi.
O Sr. Albiwo -Mbika.':O raeu requorr-
nento poisv tem por m provocar a atteni
Ofio do ea>it para esta felta: e nao faier
censuras s S. txc, visto como ellas so
inuteia1 f Eu qero apeaas que fique consta*
do dos aonans fue essos actos n\o mereeo-
ram a appvaoao to Sanado, Estou certo
Ipt* o Sonaao** reduser sua approvaeSO
ao mea requerimento que o seguinte.
<< Requeira quo se solicitem do Sr. Go-
vernador do Estado as seguintes- informa
ces:
*, Em que loi se fuudou S. Exc. para man-
dar gastar, uo prrwn< aercico, eom a cons-
truegao de uma cadeia no municipio de Qui-
papa, 14i0Q0|000, quando a loi respectiva s
o autorisou a gastar 10:0009000, o isso mes-
mo no exercici- que findou desde 30 de Ju-
nho do anno passado.
Sala das sossos do Senado, 21 de Margo
do 1998.Albino Meira*.
E' apoiado e submette-33 a discusso dito
i-eqnorimehto.
O r. Yu lonto PereasAuCO':(Vio
dtvclveu ten discurso).
Uoje
QUINTA FBIRA SANTA
I
Um osla- profefio o Dsetolo-S. J..-, qne
latn-/e *nnB'*- nrjsterft)1 do di.
Amando ovsea*-,' amca-oe a' o nii f
Isto ai?w o Apostlo.
vii p-11 o que e o que aigoiUca a quin'a-
t-i-a S^'la.
Da do aaio' dt> Deoa bhh homjq ; e qoer o
mesmo Dos, e mana que taxbam seja o do
nosso para eom ele.
Aa grave, imponentes e s^ada cermooias
de hoj n tnia.- as ig'fjaa e Cutnearaej a<>
un-i'lo. falt'-n por-si.
E'QO>? rWi'ra'-iie a tns'lta'cSo lo malo-a-
c-.im*rifo da aota Md e titrej, on-ie' eo-r-
rm JehOs-Ctiristo a ma'.u'-nruVd dofjoa:iio no^
amava:
Hojn ao cmacalo faz elle o au ietampnlo
.Duniia vai sthal-o eom o s.n^u?, vertido aa
crol!
Oh pn iai o aaniin v- patl-aia oela-
ariuifira vez esta maxena cojiime. que Jso
tanlo pregara : O eraa-leiro a io o que d
a vi la oelos a-U3 amigos l>
Muxima que o produino podigo<"na Ir---
1 Cdtnohca, le.tu milDOea de inarlyrea e de.
a-r"s.
eiirpaios ao EvaBgeltru, propio 6 todo el'e
ie fazer tala c*4t ala Mi irse pBKe >t e pMfuridvfte'He
nurmiraia. me a* na-ailaf-.< a.Q'ia uiqio
mais-pro(aala8 d Fllno it Da^.
II
Das qon'.jf-frira ."lo aooo, do< ra*-s, e *aa
?e .lau, tsia 'matr ; porqu- tot n'ella qtje-o
Senfioreifioim-noa otjue e a crida') no CO"
rca d- Dos, e quaolo precidovjmo do seo
mo-.
Forjue foi n'nl! Ima aoe pr v.o oa raaior
lu7, gae er* o Salvador 'dos fomen, e quanto
Daviau ostl'.m is wj f da aklfavdo.
Cungregou oa apmiolos 00 ceaaculo, nara
ju ua !;t-lorarem aparicin. Porque? Par
pruvar que era obserrador lie da le.
V1 1 fja dar-ooa iti oova m(Dor. Couvinba,
rww, i|iij, i'U'qd-i lur potiljil da aaiig) li. nos
tesas o exeuplo de como oaviamoa de oaede
ca aova.
Gra'id* estimulo pjra cn'isl5r.s folo-o?, pot?
ia onediencia doS'puvaR aa leis de D-ma e aos
1 U!o>8 po-oriere.n dipendem os OeaS gover-
Mi o a geral f'licld'ie
III
E-a o c-wanrlo, conforme o Evaogelho, rico
-i epaeoo aalaj lueaicuium, grande, aira-
lilW.
Qnl'jo Seohor a?sim, iao grande e to ri-
co, pira De' revelar 6 a grandeza doa
uyjfTio, qee la c l*brr fuQda', aenoain
d os ?eoa carMoraa tre8iga;o<.
All reooilos coneram o Cordeiro Pascd,
segundo as lea oeMoyeea
E-a u Gorieiro Pascal aigaal da lliacca d-
Anraro. pir lefeo p Seabor Ine dra um ilto
apreco n'eaia (ccaaraa colemne, no momelo
pre.-lo em que elia I* ce ter o pa^o 3'aiiiaoga
\r 'Iri'ia'o.
0 Co'diro na*csi significava al' da e orin-
ipd4muxe o Corrteuo de Deoa, que era Je <;n-is rio ; itn-a, emtlea.'aa li'i.'ia-ir.n 1 Sacrificio e
SJTau)eoto.
V. irob egea ver o que fandou Jesas-Curia-
to ao Cnaselo.
fudou a a dale di sacrificio da le nova ;
Dos na uuaior evidwna-o poolo capital da lei
mo-aica; qae tinna ma a paito refurmar.
No veifioTeUmeuio.cousiauam o 8icnn-
no< aa irnaH'ia<;&; e deatra>co daa victima?.
Qje vi.tnao, porm ? Bram varias espe-
cien h- .n; ihii, j'if os beOreos matavam e
immolavam a DU8 ; a assim p>>r varios mo-
dos varraa formas en Otos adorado como
sunemo Sanhor de 'odas ascouaa*.
No oovo Testamento, paren, baver um f
d tiII^io e uma eO victima, este uoico eecril-
co o do Gil ario, esta uoica victima e. Jesus-
ea riaio.
De inareira que ti car mu reasadas t "las as
uassadas figuras na pesase uaiea de Jeeos*
'Canto, iicmolando'ae, e immolado no Calva-
rio.
i'ortaotj, d'ora em diaute baver tambem
uai b Cordeiro, baataoteoo- si, para recooci-
liaronomem eom Daos apagar os peccados
da 1: uo Jo. Para o que nunca bastaram lodae
as victimas coejuotas do judaismo.
IV
Funden o-sacramento de sitar para, ser o
alinalo da.- almas.
1 ivto soolime, rreio divino, qne s Elle
pedia cogiur. acnar e emprear, para euDr ao
Leo sem-qoe po isso detxaase de licr na tr-
ra, realmente presente.
."'ondecemos agora o discurso do Seubor, no
faniar d*eet era certauwnle preparar os discpulo 1 para a
communblo couii^na.
Pregn a 011180 e Den* eom os borneas- e
do borneas eom Deas, pelos vnculos da carl-
ade ; uoiao geratriz da an.au da- f e da es-
p-*ariCft; preeon o mysteno da SS. Trindade,
ta.lamento da oniij e da uoidade ; pregn,
ou Um, o seo amor aoa borneas, a quem la sal-
var e dar a vida eterna.
D-pna de ter as-iai instruido e preparado os
seas dncipolea, ondoo a Kuc-ansia, qual
a um tempo o symbolo da verdaaeira uniao
das alnas entre si e eom Deas, e da verdadei-
ra ooidade da le. Saint ooum, sicut et nos.
A 11 est o -egredo da vida e da lorca predi
aitada igreja cattiolica ; abi esta o aegredo
da convsrsac do mondo a oatric de Cbnsto;
a3i esta a eiplicago de um e Deus, ama e
f, um s Dapusme, pregados por S. Paulo.
Vejamos", por ultimo, como qoe funda Je-
3S8 C"-r3io o sacskieuto do altar. Fiada a
cela, diz o Evaogelbo. tomoo Jess as raaos
ivniaa o .ao ; agroo-o. e reparti cora seU9
:i=,Juloe, dizeado : Comei, erte e o mea
corpo*. Do mesmo modc, tomoo o vlobu, con-
jagrco-Oi (listTltioiO a"s apo='-oi, dizeado t
Est-> o meo aaogoe, qoe vai ser derramado
pjr vos ; fasai isio em memoria de mlm*.
Estis vendo como qoe o Senbor eom
aqaellas brevet palavraa faodoo o grande sa-
"-ameuto do amor; como qoe nos deixoo o
moaooj HiHtitalo o B3cerdo*jio, o sacriaolo da misas, e a
sagrada commonbio.
B-f-vea pjiavrasl Mas formim o seo testa-
j.bnt', tradoiiem a aoa ullima vor.tade, a qoaj
' t^i cumplido 4 rlaca uo correr dosaeen-
La.
bravea palavraa I Kaa ter al Dizetn
tem como amovaos o Seobor, e andi mel.lcr
como qoe padecen e morrea por lo i.
Nao bio dvt passar i Serie para todo sempre
a forca e a coosetaclo dos erent^s, tello vivo
da liiaoga do Seobor comooaco, e da nosaa
em elle.
Monumento, emtim, pregador a bemaoidade
lorvada aetitnxo do peso da cnipiqee a owr-
e de Jeaoa Chrtito aoaatti a aoasa esperao
;a, coofotto, vida e sal vacio i
Pesado loto vai amanua cobrir raja un
sis. i BBBr^rkr'rlvine'de n eie 00 -espato;
savi'o fondado.
Ujaaio'oos aoa'entimentis da tg'eja-, ene-
no-fcc* *fo #?r a |D* ^^f oom eila-waw
a viiur oasot^seenlurno, e ao pe delle*>
:bds *rie- aa lagnam 4 fieniteoie>p'>f
'. iTiuiasaW*tor da eap-ranea.
Imaoli
exta feira da PalXo
I
i-eja a &" ca n-mmemoa amaahS o
I rama ex raordi' ar o paogente do C'i>var|o,
o-8ac*"in>.''' no voo- J-eos imm.lado em rea.
>>ot da bou aiirtade peccadora.
O bomam p-roera o co pelo delicio supremo
,j.. iPiottedie^c"! mi'it creador, a do-irina
na igreja ; o H.'OT-m Deus no holocuuato to.
dizlvci de amor, \u n a abrir.ir o c> h ras-
a.lie as por.as oa bemaveatur.inc eteru,
tnt'tgando.sacrTno vicua inoocine turba
t- o7. 'o< seos algozea mdeus.
JBjNo meto dos acontec valos trgicos desee
i 'una da Rdemoc?o. qo" pela soa sbanla,
tinie a razio bonna f rjue foi o pe-:es.
tal de um reilgiao ha 19 ecu>oa Oattda pelaa
OSS/B* tantos scelo* victoriosa e firane oos
seas slicerc.es ; no meto de untos episdica
1 represa madores, lauoDre. que a bi-toria oos
iraii-i-ito e qu naa crisooGias lltnorgicas
leie da pe.roasaam diarte nos nosso* olbos
lia, entre todos, orna I icio soberana, qee so.
repuja a qualqaer caira : e a licao do amor e
do pe dao.
0 diviuo Jssoa, qoe na-sva oa ltimos ao.
nos de sea'pe'egnnacao na ierra, eMaando a
maoa i..r;-.8 a palavra do EvaogelDo < comeda
a dontrina sonhoje de orna nova moral qoe de-
via reg-ne-ar o mo- do ; elle qu-, operan
prodigios niioea-visios, t derramara beneO
ctos pela estrada lurai ora, qoe aeu- s< calca,
ra-a de rmi extremiial* a ostra-da Gal<#
elle, o fllbo dr Deas aononciado p-loa prophe-
as daao'.iga lat, o |0-to -sem iwuia, o neroe
a manslritoe i'o amor, fo-i descoubaedo n
vdlpendiato peina, seas O'oprios irm&oa t>. pos
|:ies, 'renegado por om grande .uiec polo e
Irabide por ost'o, lusoliaio e flagellaio narOa.
rmente como o maiB vil nos c inioosos, a or
ultimo comiemiaio pela ceguetra das tarbi*
revo'ltsa ao saenlicio lafamante da cruz no al.
to da Golgotn*.
Esi coi-nprida a seotenca io'.oiita.
Nao mlster desceer oqa lo Commo.
vente que ti esos cdi i dios aprendemos do<
innioi le 00S8 ie mala e qae a arte em- todas as
b0'8 i iiifesiagS^ immoruiisoo-
Poi-beai: a victim augusu da lograHdao
to npgra na 1 tem ao alto do pit mil.', p..r en.
're es con voisOes da oaturezs, ou a qui-.ixa oem
urna recrlmioacao contra o aUozes femeuu
ios e ue i'rioeira pila ra :
Perdoal.lnes, meu pa ; na: sabim o qm
f.iZrl .
A segooda 0Hla7ra foi umi prutnesa de gl".
ria ao i.om lad-u :
Hqe et'a-ascommi.o no Paraso.
A t^roeira Toi lar Joo, o discpulo amado e
'syubolo da numaoidaie, ein picpria mai :
Mulner. *'4i esl ti lilao
III
O ensinami'oto aobreoomano, qoe dB s->me-
Ibaote lelo oos cabe tirar, mais qoe eHenle,
so as nosiaa 'ftfjaesas pe mit Boa eaqeeoet-O.
O grande offen lido rJCla na o perdao para us
seos p- prios iomigos.
O g-anie doaor p-omette a bemaveaiorao-
q fie o ao arrepeadido.
O grao le libo eotrega sai divina r,ai.
orno b-Tinca, a homanidado reagatada pelo
?fu p-e ioso sangae.
Eetapend lijo de p"d5o e de amor, qoe
nanea os pmlosopb h sonbaram, e qoe boje
mais do que nanea deferamos ter presente aoa
'olbos, e viva uo coracS,).
Me litemos todos este myaterlo sa-rosanto da
'eiiglao de nos-os piis, e pe-samos baotr da
t-agedia do CalVano, seaimeoios capax;a du
elivar-008 e nooilitar-noa psraote o moalo que
eom -8jomb"0 aoa dllaceradca oor odioa e
paixes, e peraute esse me-mn D as, todo
amor, toda Draodora, todo pardao, qae ba 19
secnlo3 uctoo aoa borneo^ ama lei nova desti-
nada a mudar a tace da trra.
Calvarlo
(CARLOS FERNANDES GES)
. E 'garosa e lenta a tarde ae deb-uQi- -.
N'uai irt-mnlo arrepio a viracho sologa,
A perpassa- fugaz n'un choro de cnan{a ;
i'.ii.-1 um slleacio quedo e paira uma Dooanca,
Melancola atroz om nao sei qni de. triste.w.
O ocaso todo em fogo, o rubro sol aBBisfe,
Ao manso repouaar da lassa oalnreta ;
Do sea coachim aaag eoto e pe* coamiua acce-
A es'rells sideral rootemola a immensidade,
Saoume co'agao o'aaguata Diviodade I
E do arrebol oteaso ao vivid. ciarao,
Maii se avermelba o mar iofi ido i'ampli ao I
A trra mergalbou 00 lolo vil do crime...
Seren 1 e pacieate e divinal, subiioe,
Erguera-se da ia'oa nm palllds semblante I
M> vacwloo (mala e prosegjilnJo avante,
Pregn a sao ti le a lei que oos ensta*
0 bem por todos cus; ouvindo-lbe a dootrioa,
O pjvo ignorante e broto se alevaoU !
Lbe dera Coristoa laz ; e pora e sacroaaota,
4 le lbe foi pbaoal oa irva do neceado.
MartjrSoff-eu a dar, o deaengauo ; o fado
Srgaeo-se pertinaz e lbe aeoaton eotse :
O siff.-imeuto, a morie e o edn a'ampltd&o I
Na trva do r-.ori-ooie, aoranto e solitario,
Erguia-se o perfil sombro do Calvario 1
A :ruz de Jeaua Cbrint) eleva-ae 00 eapaQO.
Em ieroo--a multldao cruel dos borneas a'aco,
E de am aspecto horrendo e feto e provocan-
(le
All, se"tada ao pMaris folucact*,
E Magdalena, resta, eoxoga eom desvello,
Ae cbagas de Jess oos nnbos do cabello,
K lbe roreja a carne o gottejar do praito !
Hamilde e sobmiseo, assiui repoosa o eaoto 1
... E exnime, aem co-, pediaoo obre a croz,
Jazia toerte e fro o co-po de Jesos f
raps aet-oe para expendio-fl Sni*ni")
8aeN3ieas. oere o .at
as 6 hora d larde.
Amaoo*i|4a 6 boraa da nantii cantar af-ba
? mmasuaos Preaanct ticadjs "wn ailor}5o d
rut e procissao do SamisUo) scaaiaotu no-
lo'erior da egreja.
Nj doartago baver misaaiolesma; 7araj|cr prosoe-amoio solo e cli-nlnt soa reglo,
da mannsiv prr-duzindo coiber* -reman sstieri N* Feneravel Ordem S.* du Carmo. bsjev A) pa nio pro-etr a livra .uiaVadosa do
:a (0 ao-aa do da, e em seguida fi ara em ex gol mediante a ca-roa e a g-ade.
oacon in ne aaeaioaoo ama vira ao, q-e
'sriioraiiu-nie fari>'ud-ji>, po a ai ida nao 01-
"t'.'eril- !<&* juSHficar.a ^pre.oa6o da orna no.
va va-iedade.
I Tu cultiva ioriCircoajpeclo pro-o-ara ober
llosa as variedades staveis ca larra para
Mantal.aa em navoa'npe de ensato e para ve.
rlficar desta mneira. qace- acjasHas qoe to.
Otarlo de Pernaiubuc*K i respeito
aos santos das de Deje e amanea, consagrados
a mediacao do grooe nivelarlo da Paixao de
Jetos Cbriato, cooBervarcos fecoadas a ao-aas
officlnas, de accordo eom o qae temos fei'o nos
annos aoterrores.
Assim, pois, amenie no prximo domingo,
darerena efl'ccao do Diarir.
Theatr. Manta I xah el El a o decreto
qoe resotvea p.esar ao Mooicipio a admian.
tracto 00 altodtde tbeatro :
Palacio do Govervo do Es'ado de Pernam.
buco, em 28 de Marco de 1898.
O Governador do Estado, attendendo re.
preeeotacao qoe lbe foi dirigida oelo Prefeito do
Mu limpio desta C?pital em officia de 17 do
correte, lerolve, de accordo eom o dispocto
00 d. 9, art. 95 aa Conatitulco do Estado,
mandar qoe- paase pa-a administragao do refe-
rido Mooicipio o ibeatro Sauta Isabel e sejam
entregaes ao mesmo Prefeito oa rendimeotos
dense eetabetecimento depositados ao Tbesoaro
do Estado.
U Dr. .olio de Mello Filbe, Secretario da Jos-
tica. Negocios Intenorea e lostrncco Publica,
aaaim o lenba enteniido e faga eiecntar.
Alexaodre Jes Barbosa Lima.- Jaita de Meti
Hemoco Por decreto de boniem data
di, do sr. Dr. Goveruafier do Estado, foi remo-
vido, a pedido, o juiz de direitn aacbarel
Tobas Ceaar ae Adiade, do Muoictpi > da Pe.
dra para-e de Morir a, ende dever assnmir o
exaroieto dentro do praso de 15 dias.
Permuta -0 Ex-m. Sr. Dr. Governador do
Ea'.a1o, r>or decreto de 30 da Margo fiado, al*
tc.'iieodo ao qae reqnereram os bacbareia Jos
K-lippe Nerv da S Iva Pido e Tobas Gesir de
Andrade Jones de direito doa municipios da
Padrae de Caoiiotinbo, reeolveo concedar-lbes
lueficaicara permuiarem ot raferidot cargo,
"rodo oiboa aasumir o exe-claio de saae
o. -:0ea .i-intro do praso de 30 dias.
ketoa da aenaana aauaiaNa aatru
da bOa-Vista, sarao celebrados os sagatntes ac-
f.s
jo"Iq:io o Saansaim> Sa ram-ato em la-us
reoue* ate amaohS, quando lera l.gar a missa
d.s (,.'eaauitrCadoi%t ,
Na matriz do Cdrpo Santo aero celebra-
dos todos os actos da semana santa ao que oos
(0 -si.
'Haje- Cavera epielcSo do Santsimo Sacra-
m-ta e.si < aa 3 ora8 da tarde e ProciseSo de Enterro.
As 6 norta da mansa de oomiogt se Usar-
se ba a 'rociasan da Ressare'cao.
Kleicilo Por decreto ue 1 de Aoril foi
deiKuaiio u dia 4 de Mno ia ioao para oro.
'eier.,ie a eleiga ie Prefeno do Mu rclpii ie
T-carat, em nbstituica do Major Can d.
F roaodes da Silva Tai-ea, qa^ euoomoa o
mao 1 (o.
*oae de jroveraader e ice go.
vernador-Nj ou 7 10 jerrente er ..e a
Cuugren-i do Estado, -eaoldo em 8eiro -o.
tema pre turan oromeasa d, rt. i24da
''. lii-tliuigo os Ex ua S'-. coose beiro Joaqoim
Correa -ie Araojo- Dr. J.s Marcelii' o da H.
sa e Silva, goveroador e vice.goteroajo deatn
Estado.
Para aseisti'mos a es^e acto fol.nos diiigido
pelo prfaiisotj do Sesado om oficlo con.
vite.
Oorravio de Peraaaaliueo.D.-ixou
Ooiiirt u o exercicio do c*r;o ae ad jtmslrador
dos Crrelos d'e-te Estado o major F aucis^o
Ol. Ira Lid a.
Mais ama vjz o referido cidadio que to
proil'-ie itemente geria 08 oegocoi toi'aes
d'esieiEsiaio, foi alvo l maif^i.6* qoe
obr^mjdo o commoweraai. pennorarsai-n'o.
Ao'ea de retirar-so aoragoa qaasi tatlos-ai
emp-eg/doa qae o aaxiiuram eom z li liana na ardua taref' qae 1S0 b-m oei-,mo>-
nOara, aeudo pelo pesaoal da a
acjiurajbado a: a porta Ja ra, eeand. pa-
tente e.n todos as semblantes a mago 1 qu pro-
pon ijaara a simia de to justicei-o cnefe.
Punlioamos en seguida a Portara, eom que
0 majo- Cint'a Lim<,d spedin-se do< emore-
gado>> da R^parugo de que 101 ch-fe duraa'e
algu .6 mezea :
Ai. toistrago do? Crrelos de PeroamDu-
i-oRa:t(, 1 de Abnl de 1895. Portarla n.
13.
Dilx&ndo boje o car60 de a'ini'iiat'i'dor
do< Crralos d'es'.e E-t do, cabn-ms o grao
praier de agradecer a t do pessoal d'.s'.a ,re-
1 a'dSo, -!e vi:,i la ^alieo ar os serv gos do 1 *
bffici!, Gidjfredo de urea e Li a e i.- oifi-
cial, Joaqsim Speacer L>p-8 Ntto alrn de nc-.nsav Is no co'unrim-nt-) dos aeos
ueveres, loram tnioaiaveis o sen pro'.edimeo-
10 na a commuo, mostraado-me sempre ama
1eaid ilnm-la to.
E'-ne forgoso manifestar oa nomes dos Srs.
cher-a da 3* sega.', Manoel Martina Pires, da
4* A i-Mo Aogjsio de Otiveira IJ i' i'-.l e da
6* Aludes" Brrala de do pesanal euoalieraoda diveraea Se gea, ea-
tre oa qoaea oomas menciniret os dus ana-
nueqsfs Banvi.ijo Teixaira L'na deBrn. Li"
reto, O vnoio de Arroxellas Gilva, praticao-
te ioso doa SantiaJorte e priticaote fuoolen-
te M guel Fetippe Vieira de Harnis, tolos va-
Ir-ni-s e m<;ansaveia auxiliares de miaba adiar
nistagS j.
(4ssgiado) O administrador. F -aic seo Cin-
t-a L"na.
oire daneante Uma c mmissao
comi-usta doa S e. vf eoo Ju l, i. F. Cirva
Ino e Luiz Lima eaviou-noa dbticado convite
para orna soiree dacganie que pro uove para
o -amadj prximo, nos saioes do Ciao Drama-,
tico Familiar.
Som > HgralecIdoB tinesa.
A llitcracura portusueza ) 0101
ro da Diolu Ke.'i-w uo- esp i.i-n e ao msi
d J ii-ir. ouoli.M ex .-erpua la t-adocgo do
afamado drama da Almeid GarretFre Luu
de Sooza.
A fado "gao devida a penua do di un -to
esenpor Edgar Peatage. a qaeo.a liiteratara
portagueza esta em divida de grauao pel.is
grandes sefvigos qua loa tem prostado vulga-
risando-a oa Iiglate-ra.
E' preciiida a tri1acgii3 de oni dotlcia 80-
ere Almeida Garrdlt, n qual faz soo-asanir a
inflaancid qae elle exerea na rea'.aaraglo do
ibeatro portagoez.
O ->r. Elgar Prestage meocioaa, con grao-
des elogios, as tres abras dramticas do iool-
vidavel poeta. Esa< tres pegas, n'omi escol
ascendente, sao :=U n auto de Gd Vicente, O
Alfageme da SanUrem Fre Luiz ie Soazi.
Desle nlumo afB-na o S-. Presaga qa^ ,
nao s6 a oora prima de Almeida Girrett, mas
oui doa non os dramas em prosa qae o nosso
scalo ola ote-itar.
Acuitara do abaea.vl-So] um jornal
do oone encontramos as seguales olas do Dr
Deienert sobre a caltara do abacaxt:
Om tr de aaauat-, depsis te (ru uincagao,
prodoz 9 a 20 ranalos em parte samada das
ralzes, em parte do tronco, da exilia das folbas,
e asa no anic do fructo (a co"0a).
Nao ndiffereote, qoal d'estes renov* sera
escoibido para a propagaglo, visto ser muito
desigual a sua- evolagio.
A wOtdt caega a dar fructo amente 2 a 5 an-
uos tepois de plantada ; oa reoovos do tronco
prodazem fractos <8 mates depjis do planto e
ng daa raizes 18 meras depois de olantidos.
Cla*o qae sOmente os ltimos sa escolbe-a
para a plantaco, e&cep'.o qae o numero u'elles
nio ebegae a completar a callara projectada.
Ne8teao se ba de emoragar tambem 08 re-
beitcs do tronco (peniolnl.
Para coliivar grandes reas e nao haveodo
senfto poacos p* de abacaxi, cortam-se dellaa
oa reoovoa, depois de colbidoa os fractos para
plaotal.oa e ae eapera a prodaegao ce novoa re-
Denlos.
No logar nade se cortoa am renov toraam a
apparecer 2 a 5 rebentos novoa, eales sa arran
cam, neixando apenas na doua mais vigorosos ;
qae mala tarde ae empregam para a propaga-
r .
Eventoalmentn pde-se otilisir dos rebeoto-,
que pro ridOuialmsate, cinco centimetroa de profundo,
ms sullas das folbas.
Oa rebentos que formam a corda plantar
qaem liver gosio e tempo para convencer-se da
soa aptidao para formar nevos variedades.
N'eaie caso coovm deixar o tracto lulero e
enterral-o, de moda qae somante as folbas da
corda se,am viaivea.
N5) sera saperiluo e baveis de refrear a ima-
gioagao, fazendo semslbaotes ensaioa, porque
nio e raro, qae am cultivador se arrogoe a glo-
ria de ter criado novas variedades, emquanio
um esame aliento, revela qae n&o s5o novas.
Is o serve t para prodaxir coafasao e des.
couflang contra ledas as variedades, at aa
mata valiosas.
Soente em virtnde de propriedades diatin-
ctiva8, claramente conneciveis devla ler logar
o adstamento d ama nova variedade.
Mercado des. Jom0 administrador
desie esiaoelecimeoio mandou laacar ao mar 2o
kilos de carne verde a 45 kilos de peixe por
imprestavela
= Dea entrada bontem no mesmo. am mero
pesando 135 kilo., pesoado em Pao-Araarello.
Freqneatemeote, porm indicamos coxo ca.
ract-res disiiac-iiv-s, o qae sao va.'iag6e8 f.
cllmenle apagave'.a prodazidas pelas Influen
clai la oiudaaga do solo edo clima.
J o dase, dae as v..ridadea de todos 38
f-uct is pelas transplaolagOes a ootras regifjes
exierlmeatam vriagdes mais ou menos pro.
oonctadas Ba quaJidade e no ae pacto, o qae ao-
meadamente subrssabe nos ananasee.
A traneplaotsao a am lugar diatante de pon
eos kilmetros as veies, tem por coasequen'
cia ama variacad dlstioctameate conbecivel d*
qaali ade do fructo e talvez lambem da soa
cor.
Por esta raxSo n&o ae ple confiar naa pro.
prieaades descriptaa das variedades proveaieo
tea de regioea longiqaaa, qae s qalzer intro.
duii-, embora veobam de fonle loanspeita.
V. g. a variedade varmelba, o pao da aasol
car to abado na Antilbas, perderam cooa.-
deravslmeate de dogura pala iransplantsg&o
N4o se dnveria d sore-a- a a.iplicagSo do
a ido-Bob^cio, porque mono vanlajosa a evo.
ncfurde ananaz, qaasoo- o sol* e xado at a profuodldade de, do menos, en.
liaaetasn
Livra-se o solo em am sentido e depois, tfn.
Vtasado-o veru.aimente sobre a primeir di-
receio, ISto croeaal is o laiis vezes, qnaatas fo-em precisas para
cunseg'iir a frooxi-fto necessaria, tato quao
to etiver redozid-j ao estado de migaibaa
("o-rdes mnimos).
Saode necesoaria a tmeago artille al, oa
irabalbofl preparatoric?, correspondentes dev--
rao se- eios immedlatamente denoia da lavoo
ra do a lo. assim tambem, qnaedo a drena
ge-o psilv^r Indicada .
CorrentesEs-: f'-p-no1 o osso muri.
vis a esa d la oe 29 do m-fc lindo :
Visamos na preeents raseoba comp-imos
p'o'nesaa comida no aitimo periodo da missiva
trarraact.
Ai^m dos innomerosos servigos prest..ios
reltgiae Joao Marqu-'S- de Souaa acrezca qoe, elle da
t inooa aag sda rom a sua pujan o mo.nulida-
de, esligm -tirav o vicio, e-i < oaava a virtnde e
expliC'Va eom fofficieaoia.o evaogelbo do da,
oexanio ca cavnv.es aoaort s e ccovictos.
No d'a 9 do presente, o Dr. Francis'o
Mil 'i.ano de-01 velra. offa'e-eoa. illustre vi-
sitador e r'.spe :uva ce i.i iva coi jant-r no qoai
comparecern diversos amigos do citado Dr.
e apreciadorea conleascs do illu-lr- aacerdoie.
Ao dea-ert loram ergoiJia es s-iutuiea bna-
d h, -1>-Iirantea>i"ite correspondida? :
Do Dr. Marnaiaiio rt'Oiiveira, ao Coaego Jo&o
Marqa s e 8eoa na'fntef.
Do Cooego Joo Mi-qos ao Dr. Msrtlniaoo,
soa esposa, progeoilora e duas lalubis, poe
zia, c nerta a esp-T-iogss do lar.
Do Dr Mar;in;,eo ao Padre Acgcsto Bj'u-
gae-, Tente Sa'yro Emvgdio da Olivra,
Frs ci o Aives dos Sanios.
D Paire AuosoBeringaer ao D". Matioia-
no. J->ao Fraacisc dos autos etc. etc.
ErgD'iido o nriort*? de nou-a o Illustre cone-
go Joa-i Barau?s. que n'uma feliz orago sau
dou a Religa) e a Patria, a cuja-. samDras se
oeve ab'igir a F'-.milia Brazileira.
A' l do loenie u.tz, reti-'.a-se o fest-
jalo visita lor, ^ara o v sonsulio. sent acomnani-id por mais de MO
c vaineiros at quasi 2 leguas ulrn das perlas
Hasta Villa.
F. assim, te-rnitiou-ae a vi3lta iaitoral con-
se-vindo o v-itm e e os v su ios gratas re*
cor-iagO'S de olas tao felize .
A m itriz di-8'a >er a se velio de cr(pj,
nos i aa 1 p 8 da alent, js, p.r. com<"o"i;i)
rar i30- di 10 taliecimecito iio T aneo os Jos
Mart'O aio Ma:iel ; ji. cara rebordar 1' dta
do t-aspassi) de Maaod -.e Sa Caroairo Filb',
aqoelia uct-ijena lo e sata eom 1 prliaavera
penas.
A:ba-se conv.icada a l* sess&a do jury
ifeste Mooicipio, para o dia-20 do mez prozooo
f -ore.
Aa <'bavs*contiaoain, se hen qoe, esp.i-
Cidas, ma acompaonadas par fortes trovo-
dss.
Os estafetas ; ebegam na nossa esiaga 1
nortal i das depois do designado pela respec-
tiva a mu mi"i;ao, o qoe tero p-eiun a o so
!)- uodo aa noasaa eorre-pond-n.:;as ; ped
m" 'rovidencas -ohr seraelnante aao.
Atbeneu Husieal Pernambueanu
do oa 4 do correo e satt dis iccta suoieude
oropj-i ica-a am aiagnrco sarao et aordioa.
no aos --us rocos e coovidadoa.
A jqlgar p*los pe-edentes de esperar que
essa seja ama festa digia do Atlienea Musical
Peraambocano.
Agradec 103 pelo coavlte qae nos fot di-i.
gido.
companhla de bombeiro* do Re-
cfe riiiS e o servido para noje ne^aa eom
panota :
Esiado-maior o Sr. teneite coidjavaote Joo
ti'YP'o Ligan.
Da a CoiiDa-.bia o 2o sargento ebefe de lar.
ma Maaoel Mariias de Miranda.
Goards Jo quar;el o caco chefe de biaiba
Manoel .Micnai 1 dos Santos.
Uiiforme n. 1.
Socldarle Musical Ollndense IS
de XoTcinbro N > domingo oitimo reo.
ole-ae esaa SocieJade psra eleger a soa dir-
clo*'a, bavenloo 'egosta -asuitado :
iJ-ejideole. Hj-scj 1 Poljca-po da Silva.
Vica-presidente. Jos do* San'o8 Souza Fi.
lo.
1 Secretarlo, Jos Pedro de Fariaa Naves.
3 o dito, Caetano Maria de Fa-laa Neves Fi.
Iho.
Orador, D-. Leopoldo Besaooi de Oliveira
Andrade.
Tn-soareiro, Joio Jovioo Palm^ira, (reeleito).
P-ocurado', Vicante Miian onza Tioarcio
Ferrei-e.
Fiscal, Gaaeaio dj Flgoet-oa Fina.
Com.mt14ao.de sfidicania. Vicente Miln.
gnnso, Jos Gomes aa Crnz e Dr. Leopoldo An-
drade.
CommissSo de conti, Gsaeno Figaeiroa,
Sonta Filbo e Viceole Maitnganzo.
A oosse tera lagar ao dii 11 do corrate, as
7 boras da ooite.
Companhla Woreira da Vascoa
cellos.Deve boje ebegar i bordo do S.
Salvador, esaa. apreciada comp ipnii de. upe:
retas.
Eis sabr o qae ella diz o Diario do Mira-
ahao, por ocaato de, em eaa ultima estada
all, 8er repre8entda a revista A oapa, pro-
daegao de Morei-a de Vasconcelos :
Coocorndissimo o esoectacalo de hontem,
em que a conpanbla levoo a sceoa o Aman
revista, de qae aator o Sr. Morei'a de Vas-
concellos.
> Bam concebida, ebeia de espirituosos ditos-
^raga*. caito e msica, cnttcis fiaase magni-
ficas vistas, eotre ellas a de grande effeito 00
final, o Amanta revista que seare agra-
da pela nnltlolicldale de assomptoa aue traz
de principio,a Om p.-eza a atteogo do especta-
dor.
Brllharam, como sempre, no de3emoeobo
dos modos Dais, de qoe se oncarregaram,
D. Laiza Lonarlo, nos de Auro'a, Amapa,
Aasaby. Ztg-za, Cearanse, America, Cubi,
Portugueza, Estado de Alagse Bol a, I;ten-
dencii et*. Vaaconcello*. die lazos de Pa-
ra Sr. Cardoe; o pilaenc Silva, que foi
ama perfeita Rivero ana cantora de Jorga o
Padre Prudencio, director da casa do baile,
serio e onoe n&o qaeria daboebe ; Paret, nos
papis de Brasil, C. Gomes, Coumarcio. Ve:-
ga Cabral. etc., Borges, no de R. G. do Sol e
matulo; D Jolia oos de Baha, ma'ala e
Cidade Velbi, Mirtlnez, nos de tenor Naaci-
meato, etc.
Boa a Revisia que est muito bero pre-
parada n luxnpsa, recoqim^ndanlo nao b o
gostn e genio ce..wr do sei) anchor qae assim
eor queceo a nos*a litte-ali a tbeatral, eom
ama p-duegao de bastante merecimeoio e qae
talvjz hois a-o rantesururlor o > *ea'o.
instituto vaidnologieo Estadnal
Dar.ote o mez de largo fjram vaxiaados
o sede desta In-'.Hut, 82 pessoas, t< doa eom
bom resultado, e foram dtstnbaidos 338 tobos
eom Ivnplu Viccinici pelas segoioles pes-
soas.
I ifp'f.toria de Hygieoe 120
Commissaios 65
Mdicos dive-s-'S 65
Pesaoas diversas 24
Para o ioterior 65
339
O Occidente Pela llvraria do Sr. Leo.
pold SUveira fomos obseqaiadoe eom o n.
619. anuo 19, desta bem redlgtdi, revista illas,
tradt de Pertigal e do eatrangeiro.
Traz esse numero ficiaaimas 'ravoraa e om
be redigido texto.
Agradecido.
O Plmpfto -Recebemos o n. 1236 d'O Plm.
pao, jornal bamortstlco qae se publica em Por.
tagal.
Bate nanero o prometlido, de 10 pagi
as, que v*-m oro-* de ,Iaumss gravaras e
--i'ri'Biwns r c artlg -
R*roran'nc'amoLoao x.- f.rte.
Obr g djtr
Ceir* :.:t:crar e Recreativo
-'V'aznreuo-Nij da 5 do coiM-ue rasa as-
eociacfto dar em seo tne.t'o om espaitacnlo
d-ama,i.:o, levandoa acena o d-a-na e n trez
actos-: Jorge de Agnitar e a comedia : Amor
M tasarlo;
Una agradase! distacgSo qoe O'mogos do
C'tit-n vao n orn c-nna- aos gpas 'onv-daica.
~ Telegrammas retidosAcha< -no re-
tidos na estagSc do Telegrapho Naciona1 03 se-
gointes telegrammas :
De Macei, para Qooteiro.
De Po-lo-Aegn, pura Goerra.
Da Babia, para For.tes.
Do Rio. para Dsemtiaralor Lfa.
Um avia 10 Rio para Souza Rea.
Lmhas, funccooando regularmente para Sul,
Norte e Centro
Cttsaincxito civil O escrivodos caaa-
mentos que funeciona nos districtoa do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afosados afBxou oa
repartigo do registro dos easam-intos ra
de Impera4or 0. 75,1/ aadar.edifaas de procla
ihs de calamentos dos ssgaintes contraben-
tes:
2 Pub'.ioaco
Agnstioho Marianno ia Cra*, empr^gado ao
commercio, eom Franci*ca '*;ara da Paz, sol-
teros, naturaes des-le Estado e residentes na
freguezia de S. Jos.
tiuataisaiidr inelhorainento do
*-orto do RecifeBscife, 31 de Marga
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
<*rado a O) vapir dade
6 m. 26,"6 755,T0 20,98 80
.9 27-,5 757,-05 21,20 75
\i . 28,"7 7S6-93 21,33 78
3 t. 29.-.1 754,-77 20.92 69
6 8,1 755,-25 20,70 74
Thennoraet.-oa desabrigados ao meio dia :
Ennegrecido : 53,r0 erales io 44*2.1:
QTeatperatora mxima 30',50.
Temperatura minimi 2~>,'00.
Evaporagao em 24 horas ao sol 4",6 som-
bra 2,-7
Cbuva 1,-2.
Direcgiio dn vento
ESE co.n latermogoaa le SE e E d meia
noite at 0 li. 10 tu da tarta ; 6 at meia
noite.
Velocidade media ao vento 3,-80 por se.
gando.
Nebulosi'lade media 0,70.
BOLETIM D PORTO
Pra mar ou Das Horas Aitjra
BMxa-aaar
P \l 31 de Margo 6 h. 00 ra. da ra. 0-.50
... .12 n. i 1 ro. d t. 0,20
Casia de ifeteneito Mr ,1 uoi .ios
presos da as de Deteucao 10 Recife, Eslado
d 'ernamb w, 31 te Mario i-- 1896.
Exisiiaiu 333. t-uiraram 1, -aiura'O 10, exis-
ten 371.
- eaner : oaclKiars 3 0. : 11 "'"Tes 0, estran-
geuot" 25, (0111111"**a 0, toiai 371
arracnado* 35
Roa 335 doenies 14, loncos 3, local 3,
tntal 355.
Movunento 'la enfermarla Tiveram baiza :
Manoel pHdroza.
PEMAIBDCO
REL.VrOHIO
DA
Compaiiliia do Ilchci-ihc
QUE VAI SER APRESENTADO A8SEM-
BLA GERAL DOS ACCIONISTAS EM
SESSAO DE MARCO DO CORRENTB
ANNO.
Srs. Accionistas da Companhia dj
Bberibe
Era Lisboa o consumo domestico rainimo
estabelecido na razio de 3-53 res fnrifs p-.r
metro cubico, o que correspondo a 2!?00 ris
de nossa moeda pelo cambio de 9 d. ; a o *x-
ressrt de m-nimo paso a IS ris fortes uu
13080 fis braztleiros.
as regas svangadas o prego de 100 rsie
forte ou 600 ris brazilairos.
.No fornecimenti geral ordfiari. sera esca-
la d consumo, o prego i de Rs. 200 fortes, oa
Rs. 1S200 brazileiros.
Na ci ade do Porto o prego varia de Rs 20)
a Rs. 100 fortes, isto de Rs. 1SOO0 a Rs. tiOO
brazileiros, por metro cubico.
Passemos a ver o preg era Pariz once de
0,45 por rae 'o cubico ou 477 ris bra'.ileiros
ao cambio de 9 mais caro io que aqui e ae
atteoderraos a relago do parallelo a ajos nos
referimos, corresponde a m*is de lJ000r.;r
metro cubico.
Na8 mismas rondigOas es'So Vienna cajo
P'ego de 0,41 ou Rs. 43o*, e Berlra qu- de
0,375, ou Rs. 307 todas correspeniendo z mais
de 18000.
Na Inglaterra o prego muito variavel, como
em todos os outros patzes -lo mundo, mas lo-
memos o exemplo de Mancbesier rujo prego
de 2 scbliogs por mil galios ou 5 1/4 d- por
metro cubico, o quac igual aRs. 582 a cambio
de 9 d.
Creio qua baslam os exeraplns
Fara cada localidade deiermina-se o prego
d'agaa toraaado-ss em consderagao o costo
das obras, as despezaa de raunotengao e ex*
plorago, e um justo e rasoavel lacro p>ra
o capital empreado, o que faz variar tanto o
prego d'agaa de um-i a outra iocalidade.
O processo feralmente a loptado na Ingla-
terra e nos Estados-Unidos o qae condat a
uma distribuigio d'agua a prego mais reda-
zido.
A outra queslao que esl nc tapete da dis-
cuss&o e que importante grav?, por invol-
ver intere88ea valiosos, a doa hyJroraetros.
Nao vou discutir as vantagena do hydroma-
tro, o importante papel que repreaenta em om
aba-tacimento como teem sido adoptados ge*
ramente eom feliz eii'.o pois isto nao s alon-
gara muito como seria repetigao do rabilo qna
tem sido explicado ena anteriores relato ios.
Nao vos refenrei experiencia propria. neo
vos recordarel o queja vos expliquel da imp^s-
sibilidade do fuocciooamento da peooa d'agoa
graduada no servigo desta Companbia. nem
vos lirei qoe seria inteiramente in-affi-
ciente a agua qae actualmente fornecemoa se
a diatribnirmos por graduago.
Esse systema rudimen'.ar, asado no princi-
pio de qualquer abastecimer.t d'agua. e que
s fot mentido a-.e que se conaeguiohydrome-
trosque marcassera convenienteme't ~'em sido
abandonado e aubatituido pelos dos bydrone-
iros, geralmente, principalmente noa grandes
centros de populagao, excepto em Londres.
Sem citar culros axetnplos basta referirme
s experiencias eom as peonas d'agua gradea-
das, sabiamen e feitas em Pariz por engenbai-
ros notavels, e era qae chegaram a empr gar
a gata e o crystal de rocha como lamina gra-
duador.
Os hydrometroa Absalu'e qu 1 usamoe olma-
menle no aervigo desta Companhia tern dalo
muito bom esnllado, pare'e que sa>i*faze-n
o fim a que 8e destioara, eom pregos modera-
dos.
A renda da Companhia tem tido taauuta
melbora eom o uso desae hydromelro ; e creio
qoe 08 esforgos deata Companhia devem con-
vergir para a acqaisigo de bjdrometros qae
registren convenientemente.
J tPinos em funccionamenlo 700 hydrome-
troa Absolute.
Por occasiao da disco-aSo doa negocios d'es-
ta Companhia eom a Commissao central ejtts
obngacionlstas, foi de novo agitada esta qaea-
to, e em annexo encontrareis o parecer sa
a respeiio den o eogeoheiro Browa.
IRRIOAglO DAS RAS
Eiae aervigo publico qne foi asm'*;a poeto


r
----^-----i
i HfBlVfl


f%-


V
&
Muri de Peroami)Hco Quinta-reir fc de Abril de 1 Stf
S

da lade, deepei-tou a cogilacao de Governador
do Estado dos ultimo tempos Je sua adrarais-
tragio.
Codo sabido ease ser.vigo nia eutrou.nas
provieoes quando se deterajinou a quantliade
d'agua a ser distribuida, e oao dte se sacri-
ficar o forneciraento is vasas j basta-ate aval*
leda.
Neaeas.coudigoeft.njinba. -esposta dSo podia
daixar de ser que par esse lim. e mais
para a lavagem das tatrioas a eegoiospara
o que S. Exc. reclamava agua desia Coropa
nbia, era preciso oondur muito mais agua, o
que raporlana eat novase importantes obras.
Sem uie recusar, pelaxonlrario me promptifl-
canelo, declarei que indigpensavel se lornava
que se dees* a esta Compatihia compensaguo
bastante e suficiente que a babililasse a obter
oscapitaes precidos_para esae tira.
EXTINCgAO OE INCENDIOS
Graga ao systeina de diilributr agua que
adoptou esta cmpaoflia, facilimo e prora-
pto o trabalbo de ealioegao do incendios, como
sabe e nresencia a populasao desta cidade.
Um pequeo grupo de bombeiros, presente*
mente munidos- UQicameDte de escadas e man-
gueiras fazero melhor servigo do que um grao
de ci-rpo com bombas a vapor s outro forse
o svsl-nia de distribuigao.
Avaliae, por um. moinajot-, o.alta valor da
conticuidade do servigo desta Companhia para
a exliocgao de incendios, o quantopreci-amos
estar atiento?, pois ouHficada cara a acgao
diis bmbenos a nao encontra/em agua e a
alta preasao-
Creio que nao estaes e>qoecido de que esta
Compaobia cumpre esta encargo gratuitamen-
te.
No entretanto nao so alteada a islo a em
varios incendios desperdica*se agua de um
modo borrivel sem aitenders a grande des*
peza que esta Compaobia fax para conduxir a
agua a esta cidade.
OFFIC1NAS
escala, contrallara a prestar mtiita ntilidade
aa offlcioas que,e.ata, Cflranajjhu mantara, quer
na Usina Dois Irmaos, quer oes a cidade.
Aleo de noiavel economa, acrasce a prora-
ptio dos tralla loo, e aua boa execugio oor
pesaoal que e oceupa exclusivamente de tra-
balnar para esta Corapanhia, palo que est
adestrado subodo de valor isto porque trata
se de obras de oatureza espectalissima.
Sem a encarar como tote de renda que
pode ser, basia estas razOes para justificar sua
manu tangi
RECEITA B DESPEZA
Foi a seguate a receita do aooo fin'o
Peonas a,'8ua, Rs.
Cha fumes .
Diversos .
T.tal
408-.34W25
h- 795*700
12:4019100
501-5*93050
2ll:164190
Temi a despesa sido da .
0 saldo rol de.....290/U4S060
'"orno a-rece'ta de peonas d'agua foi de
Rs. 317:2128040 no anno anterior, houva um
augmento de Rs 89 1305210 ; mas nos chafan-
ses eu-se urna diminuigao, fcil da compre-
hender, de Rs. 7;027S820, diminuigio que
tambem estendeo-se aos rendimantos diver-
sos, porm que s aitiugio a Rs. 1:4868000 o
accreacimo uo total Da receita foi de. Rs......
80:6338390.
Na despea tambera deo-se o augmento de
Rs. 14-0078350, o que nfio vos causara admi*
ragao : seo jo porm o saldo Rs. 63:6298040
mior dp que ao anno anterior.
Para que nao se suppooha que isto o re-
sultado de pleno desenvolvimeoto da Compa
una, coovm q-i se teoba em eonsideraco
que apeaas ha oro funciona nento 4115 peonas
e islo em orna cidade de 20000 habitagO-s,
pelo que apenas ha um inicio de desenvolv*
meato, e que mullo ka ara ie a fazer.
v.reio que lereis com interesse o seguinte
duadro da receita e despeza desta Companhia
Nao obstante estarem montadas em pequea I qesde a inaogmagao de seu servigo.
BBBBB
ANNOS
RECEITA
Chcfarizes
P t n n a s
d'agua
Dw*. nn-
ditas
TOTAL
DESPEZAS
SALDOS
1848 1849
1819 1850
1850 ai
1851 .1852
1852. 1853
1853 1854
1854 1855
18551856
1856 1857
1857 18B8
1858 1859
1&59.1860
1860 1861
1861 1862
1862 1863
1863.1864
18611865
1865 1866
1866 1867
1867 1868
1X681869
1869,187-
1870 .1871
1X71 1872
1872 1873
1873 187 I
1874 1875
1875 1876
1876 1877
1877 1878
1878 179
1879 1880
1880 1881
1881 1888
18821883
1X83 18X1
1884 18C,
188.-, 18S6
188(i 1887
1887 m 188*
18XS 188!)
1889 IMW
1890 1891
1891 189
1892. 1893
1893 1894
1894 1895
I
-
61.1738120
57.2758900
60.5008000
60.4008000
60.6088000
69.079S860
65.890880
70.7371533
63 8J6S68H
72.566S002
69.5208070
71.1541688
74.4168980
72.0998881
72.2668661
74.6358330
76.16681)32
78.741#48
7U.374S992
75.8 >6H 102
76.222S150
77.7268664
80.3968580
M M#24
90.5358112
72.3 178267
83.929961
84.9828396
93.4730350
81.405.Sl80
'.11.1288:160
86.6598410
87.6218320
92.80^900
:6.32s500
101.7578960
103.76IS82i l
99.932950
9.2141990
102.46S280
102.9118670
J18620
95.1221880
3.3308400
4.6018700
4.9178511
5.6768060
8.0908660
7.2861700
14.2508302
15.7733081
18.7178215
22.5578816
27 8638681
32.512S8K)
31.7623680
39.5698900
37 596860(1
57.4958582
71.5705710
(6..:5lS94
61.8798720
74.46182 0
60.199S100
66.7168840
54 0953530
72.8S1875
83.4058380
85.1228020
89.1878760
97.9293180
113.8533100
114.7738230
106.8768310
108.055S18O
114.4358610
133.78SS590
58550
3818688
300S000
959810-
1.6228815
2.5178551
2.5368528
3.2118149
4.4718145
4.3518573
l 3608160
15.3068899
5.398812
2.2188720
1 95-18960
2.49U2W
7.8918700
13.5428100
12.5993300
7.6I2S780
12.104888"!
15.0138110!
15.123540
64.1733420
59.2758900
60.5003000
60.4003000
60.6088000
69.0793860
65-8908480
70.73785*}
63.8103680
75.8968102
74.1218770
76.0778689
80.0938040
80.5728232
79.5538331
89.8458038
93.5628531
99.9768414
101.4693.136
107.0018235
113.2093190;
116.8108917
124.3268640
111 1461746
153.1293151!
146 1868697
152.63*3861
149.3531396
177.. 7663510
155.1468980
170 7458100
148.3978720
172.6108950
191.2218990,
196.5773060
16.6018740! 807.547#460
11 258|690 235.9528690
13 9528700' 27.709S050
12.3718690! 226.3591960
20.30283701 229 6403960
98.8228070 119.921S100
89.6851740 17x.8333340
89 X23S520 317.2128010
82.7958700 106.3123250
29.03837.10
44 1188060'
24.9688260i
26.8183500I
22.0213370'
14.2488900
12.46081001
239.005.s3tK)
252.1358120
253.9398730
275.6515970
290.5103150
421.2843160
501.599g0.50
9.5263620
5.9133:586
6.7258450
6.378.402
6.9558622
11.5988851
15.3188617
16.3198322
14.8438039
10.1048601
9.011S570
10.0618160
9.8658710
10.2868964
13.5318678
16.3188070
19.0478635
11.2788524
18.4251967
82.7271384
34.965S900
32.3098748
27.4603360
23 58431741
25.30581311
26.1288815^
36.186S431|
41.6168115
55.0263305
36.8258298
55.6698200
59 868870
50 8743270
55.1918-30,
91.83186501
98.2301540
76.2115210
75.0473*10;
63.7343940,
65.o:t68080
83.738S1701
10'.0508150
125.732S010
138..wi4520
1^3.0148620
198.0968180
211.1618990
51.6468800
53 3628514
53.7743550
51.0218598
53.8188878
57.4818009
50.5718863
51.3978211
49.0038641
65.7918801
65.1108200
66.0138229
70.2278330
70.2858268
66.0188686
73.4963968
74.5118896
85.6978890
86.0433368
81.2733851
78 24332 K
84.5318169
96.8663280
117.5623572
128 1243019
120.0578852
116.2538127
107.7075281
120.740S2O5
118.3218682
115.0753900
89 1108850
121.7368680
136.0273460
1O1.742SH0
bre o futuro da Companbia, mas desoeces'
sano desda que w trata da que intuitivo.
CONCLUSO
Srs. Accionistas :
o periodo social .que, acab de registran foi
gerido na rriinha auseoc a palo Sr. director
Oraciliaoo Octavio da Cruz Martins, que deu o
man satiafactorio desempenho a miss&o de
qua fot eaearcegado.
Espirito pratico e firme,, junto .aothabito da
trbalho que elle lera, aao, qualidades que re-
corameodam a um bom administrador exque
elle mais urna vezxiemonstreu.
Iqleirades da oecurtencwa habidas e da po-
sigao actpjil dos negocio, .atapt^abiHkaJon
a tomar as deliberagOes que julgardos mata
acertadas aosinteresses ociaes.
Ceciliano "Marnede,
loreclor-gerenle.
'i*.
i BalskBvo *m I do Outubro
de 1S>5
ACTIVO
D minio e poisa da acude da
Prata e terrenos circomvi-
sinhos, condomioiQ da pro-
priedada de .Apipucos e
i posse do eageono Uoud Ir*
roftos, terrenos. aoneaos a
casas inclusive o chalet do
Prata
Agudo do prata
Obras de apaahamento das
aguas
Estrada da encanamento de
conduegao d>gi)a. ds ma-
nanciaes para a usina e o
respectivo, sgoto
Usina Dous Ir ruaos locluiodo
o macninisoioa
fiaservatorio
Encaoamenio de destrjbuifad
COafanzes
Proloogamento da aotiga es-
trada do ferro de Caxan-
Hidrmetros
A-Dojem a casas das offici*
as na cidade
Machinas e ferrameutas das
oQlcioas Da cldada
dem dem em ous Irmaos
Usina americana
Encanamento de destribnlg&o
nao usado
Valor do prevllegio
Eslu-lo para canslisagao de
novos mananciaes, ros
Utioga e Pitanga
Diversas propriedades :
Valor das seguintes: casa de
laipa e terreno da mes-
ma
Posse da situagao do Per-
ra z
Terreno de marinba n. 227 A,
am aberto a ra Imperial
Terreno de mannlia n. 209
P, murado casas a ra S.
Joao
parte habitada na
56 da roa do Ra-
parte habitada na
7 da travessa dos
da
ACCOES
Foram lavrade* 43 turnios
de transferencia
de aeges, S'-nr'o 27 r vrn.la ri- 429 arg6-s
a pret" dr 503 653 la orna ; K de 114 ac-
gOes por dev lugo d< tieran a ; 1 uo 19
ac'iOes para partilba i>or liqoidagio de urna
Bocida'ie ann vina 'uem filar. |ierlenciam
TaniDem roram i;.irados done le'mos de
caugao.
blVUENDOS
Nenhom foi .mtnbui'io.
OBRIACOE.S Hl KFKRENC'IAES
Iiepois que li restb> lecido o pagamento
dos juros do emorettirro, pagarara**'- anuoe, iio al 31 d Dracmbro de 1893, de
modo que apenas l'n-pu f.ltam.o pagar vt ju-
ros cor annos de 1394 a 1895, na Importa o
fia de 16.224 que lorsm consolidados em
amvticad.
Hu i rnelo desie aero fe esta ("ompan-1;<
a emissao de um lercelrn empr-stima 10.586, para o palamenta da divida do Banco
de prrnaubuco.
I nao se iesppnder mais dn R. 6.000:0003000,
inciuindo at i-s iu- >= f*xtsHo*.
Resta pcis Rs 7.500:0008000 para o valor
das obras actuaes, o que rouio superior a
somma dos valores do balango
Ha quem objecte como motivo de receio, os
'mprcatimos.
t,' repra ns compiinhias nao pedir ao ac-
cionista todo o capual preciso, reserva-se, ea
geral, meiade, e a l-uropa dois tercos, para os
empresUri'Os, n&o p para o accionista auferjr
maior dividenno, como para o lacro to capital
d>noi8 de resgaiadi-e os emprestimos.
utica islo servio de motivo de amedronta
ment, neiu pode servir desde r-grt geral
as companhias, e haja meios de solvel-o?,
como os u presentemente.
E' por- lisongeira a posigSo da Compaobia
por este 1<>(k>.
Quaato p rrm a renda onde se i o verda-
dniro eWacoDameiilo.
a r<-rda aclual muito avultada em relago
Valor da
cai>a n.
chuelo
Valer.da
casa o.
ijuararapes
Valor da parte da casa
travessa ea Concordia
Semoventes, vehculos etc.,
Condominio do eogenho
Uli-'ga em 8. Loureugo
Condominio do eogenho Pi-
tanza em S. Lourengp da
Malta
Propriedade Pitanga e Taba-
tinga em Iguarass
Presagio de pagamento do
eogenho Monjope
109.3163920 Lioh Telephouic i
139638S140 Matenaes sobresalentes para
a Usina Dois Irmaos
Concessionarios de peonas
d'agua
Matenaes em deposito para
conservagao das obras
Ferramanlase machinas para
peonas d'agua
1 arvao em deposito
Instrumeoto oe engeoharia
banco de PernamDuco Cunla
de ttulos em caugao
Matenaei em deposito para
penn8 d'agua
Ferramentas e machinas para
conservagOes das obras
G. Kenl de Londres
Fenameotas para bydrorae-
tros
Koowlas & Postss, conta
especial 3816 1 6 a 12 d.
Diversas coritas
Augmento do capital integra
Usado
London & Brandan Bank
coa ta simples
Movis
Caixa :
Saldo existente
152 6713240
162.6243970
161 60488*)
155.2378190
143.3S58170
128.2078720
137.1903450
107.4958S30
223.1888280
290.434.s060
28O.0000O0
80 0008000
400.0009000
341-8058000
SU. 4248878
350.0003000
606;7358440
119:7363000
13-6603000
433.8480718
60 0008000
23.7608000
4.2203000
40.000S000
100.0008000
5O0.000S000
38.5048550
1528000
1.9138240
50S000
8.5598006
500SO00
1.0398630
5003000
1.8643600
6.1198060
5 4118860
16.9963000
30.9348320
1.68*8000
2.9318190
128.4438530
32.31.5S760
2.0238280
29.2228010
1.1698220
286.0003003
35.1038139
27.7693650
91OS000
A emistao loi fiia ao | ar, resghtavel porm aos anuos anteriores, como j tivestes occaslo
a 102, veoreedo juros de 6 o|o, o que foi urna
eperagao vantajosa para esla Companhi.
Enmrregaranrse desea < Knowes & Kosler e a Come iscao dos ch'iga-
ciemsias que oti'.receram fe para tss lim.
Os ceitihcados emittidos para consolidar a
divida des Srs. Knowes & I Uter sao de va-
lor de 95.051.610.
POSIClO ECONMICA I HIAlfCSIt
Pudr-s rjua8i que oefinir c imo esiaconari
sob certa face, e em que se una presente-
mente.
Por tres faces se pode encarar :. questao :
pelo capital, peles rtudimentos c pe > futu-
ro.
O capital social eal todo expr< z-
obras slidamente construidas, funiv
perfeitamente bem, sem depr .ciag&o d<
falque ; e se os compromissos em ou
do em
liando
ni dea
ru -iog-
mentanios de valor em relagao a moetia nr.
zileira, pela depreciagao desta na mesma i ro-
porgo cresceram de valor as obras, pois eilafl
gui-iiam o mesmo parrello com o ou>o.
Para aojuellea que supou^eiem nao *-
sim, que Ihe respondan) os que sabein o gran'
de accrescirxo de valor que iveram as pro
pnedades tiesta cidade.
Poderia parecer a alguns, quandoesta Com-
panhia nao saiisfez seos comproraissos com os
obligacionistas, que estes promovessem urna
liquidag&u forgoda e majedata mas alm de
jamis se dever espenr urna solugSo destas,
occorre que esl^ feita urna composigo, de que
jamis tendea noticia, de modo que nao ha
divida vencida e exigivel, e os compromissos
futuros esto regulados de modo a terem se
gura exerugio, e nao ba perigo presente otm
receio de futuro.
A sim pois o capital est representado por
beus reaes e de valor superior ao que figura
oo balango, como fcilmente se rec nhecei
aoalysanoo as verbas que o compoe.
ma observagao deve ser feita oeste mo
melo.
O fallecido Hawksley, o mais afamado en-
genbeiro de ubras de abastecimento d'agua na
Joglaierra, avaliava que obras dessa especie
itaapurtavam em cerca de 5 por habitantes.
alcangando algumas vezes 15 e 20.
!As obras no Brazil, inclusive aqu, costara,
palas razoes que vos leoho apr. sen ano vanas
vetes, muito mais caras, subindo mesmo ao
triplo.
Mais acceitando mesmo aqueile mnimo, sem
levar em cons erago o maior costo devido ao
paz, teremos um total de 500.000, para um
miniOio de populagao na cidale, o que corres-
ponde a Rs. 13.500:0001000.
Ora para que o abastecimeoto d'agua nada
deixe a desejar, a su eoodDxir mis agua pa-
ra esforjar ,os acluaei aaananciae, com o que
ie ver, mas apenas etiega para o pagamento
<>i i cotnpromis8i8 dos empresiimos, jelo cam-
dio anual, sHin ficar a menor sobra.
Se o cousomo d'agua fosse pago em ourn,
ci ino devia ser, dar e na urna sobra aonual
de cena de Rs. 150.000SOOO que seria appli*
cu'l>-. parte oa antecipago r saate da divida
consolidada, e i arte na execuco de medidas
que i ogmentariam a renda.
Anda assim se o cambio esfvesse a 12 d,
dar-se-bia urna sobra de cerca de Rs ...
100:0008000.
Compreiienueis b.-m que dois elementos sao
precisos para augmentar a renda : agua e hy-
dr..metro que a registrem.
"" Tendo ngm-. otado o consume d'agua ac ma
das previsOes d* lei, esta Companhia pr.-cisi
resinni:ir-se muito para acautelar-se contra
males mais temerosos.
Quamo aos bydrometros que a registre con-
venienteinenie, auiimenta u renda nao m- re-
Bignaiiiii-, em devendo mi resignar a inercia
em vn-tj de eu.baragos, p rqse eobaragos
quando apparecem .evora ser vencidos, tenbo
feito combinagOes de. modo a seren pagos com
a propna renda que ulles produzrem, e asim
n4o s lenho recebido certa porgo, como
aguardo a remessa Ce 2.000
Mas e se augmento oe renda alm de ser
leuto, arcretce que em primei o lugar tem de
ser applicada a satisiazer o compromisso para
o obtr. i
E' este um issumpto que merece muila cc-j
giiagSo e estado.
Si porm a Corapanhia tivesse recursos para
irazer immeiiatmente toda a agua necessa-
ria e reclamada pe populagSo, graote desen-
volvimecto tena logo, e augmentara bastante
sua renda com um encllente (uiuro econmico
nanceiro.
Attendei nara a situagao presente com 4 200
peonas d'agua, e uvahai o que ser quando
buover agua em todas as 20.000 babitagOes da
cidade.
Disp 'ndo a Cprapanhia d'agua, nao ser
istodifB i', nao precisa ella fazer reclame nein
propaganda, todos querem agua, como urna
necessidale impresi indivel, .innumer .s.so os
pedidos, avudado & o numero de contractos
assignados aguardando a occasi&o de serem
attendidos.
Mas para isto preciso obter avultadsa re
cursos, o'qu-i naj acil.
Disso na prover. smente vaotagem para
a Companhia, maior seria para o publico, por-
que, cerno sabido a destrlbuigao d'agua que
.manos sappoem ser no interesse da Compa*
Dbia que a taz, ni r<;alidade rsgulamenuda
Italps preceitos hTgienicoa d-iole denvaui se
as disposi^Oes imperativas.
Poder-vo8hia aprt sentar muitoe clculos so
76.3218459
60 OOQflOW
2 7008)003000
14.980*060
3.6MSS500
6 3743940
8 416 7198541
4. 500:9003000
704 0008000
51 1203000
102 2108-500
51 120S000
Rs.
A*SIV0
Cantal :
15-00 acgOes do valar nomi-
nal de 3008000 cada urna
Portadores de ttulos do 1-
emprestimo 852 obrigagrjes
preferenclaes ou dabeotu-
res boods de 100 cada um
ou o tota! d.' 85.200 ao
cambio de 12
Juros de Jomo a Dezembro
de 1892 2.556 a 12 d
dem de Janeiro a Dezembro
de 1893 5 ft.2 a 12 d
dem de Jane ro a Junfio de
1894 2.556 a 12 d
Portadores de ttulos do2-
empresiimo 500 obrigages
preferenclaes ou debentures
bonds de 100 cada uuh
ou o total da 50.000 a
12 d
Juros de Julbo a Dezembro
de 1892 1 500 a 12 d
dem dem de Janeiro De-
zemb o dd 1893 3.00a
12 d
Juros de Janeiro a Junho de
1894l.500al2d
Banco de Pernambuco conti
caugao
Lettras a pagar
t.orapantiia Pernambucana
Banco Emissor ttulos para
caugao
Banco de Pernambuco coala
correte
Knowl.s & Postar, conta
geral 9066.8. 6 12 d
Dividendos traza ios
Fiaigas de empregados
Lucros e perdas
Rs.
Balando em a o de Abril de 1885
ACTIVO
gggav
Reservatorio
Encoaameoto de distribu-
gao
Chafarize8
Prolongameoto da antlga es*
trada de ferro *e Liaxan-
g*
Hvdrometros
Armaieos e casas das offici-
as na cidade
Machinas e ferramenlas das
ofllcinag oa cidade
Machinas, e. ferrara-ntus das
officinas em Dois Irmaos
Usioa Americana
Hnaaoaaeoi8-.de diat bagao
. ote naado
Valor do privilegio
Estudo para caoalisagao de
novo* mananciaes, nos U-
lioga Pitanga
iDwfrpis pro riedades. Valor
das aagmnles : casa de
taipa e terre.o da ,mes-
ma
Posae da situagao do Ferrax
:Trnoidnannba n. 227 A
oa aberto a ra Iraper.nl
Terreno da Marinba n 209 P
marido e casas aruaS.
Joto
Valor d parte habitada na
.casa n. 56 da ra do Ra-
chuello
Valor da parte habitada oa
casa 0 56 da Travessa dos
Oonrarapes
Valor da parte da casa da T.
da Concordia
Semorentes e vehculos, ec.
Condominio do eogeuho Utio -
gaem rf. Lourengo
Condominio, do .engento Pi-
tanga em S. Loureogo da
Matta
Pnopnodade Pitanga e Taba-
tinga em Iguarass
Prestagio do pagamento do
, eogeuho Monjope
Lioha tetepnonica
Maieriaes sobresalentes para
Usin Dous Irmaos
Cancessiouarijs de peanas
d'agua
Materiaes em deposito para a
conservagao das obras
Farromentas e machinas para
pennas d'agua
Carvio em deposito
Incrementos de eugenhara
Banco de Pernambuco conta
de ttulos em caugao
Materiaes em deposi o para
peonas d'agua
Ferramentas e machinas para
a conservagao das obras
O. Keiit de Lood-es
K-rramenia para liydrome-
Qtros
Knowles & Foifr c/ Espe-
cial 3231 4 1 a 12
Diversas coiil.s
Augmento do capital integra-
lisado
London & Braiilian Bank c/
simples
Movis
Caixa :
Saldo existente
Rs.
PASSIVO
.aptal :
15.000 icges do valor no-
minal de 3008 cada urna
Portadores de ttulos do 1. em-
pres tmo 852 obfigage* pre
larenciasou debeotures bonds
de 100 cada urna ou total de
85.200 ao cambio d 12 Juros d Janeiro a Deiembro
de 1893 5.112 a 12 d.
dem dem de Janeiro a De-
zembro de 1891 a 12 d.
Portadores de mulos do 2." em-
prestimo 500 obrigagoes pre
fereociaes ou debeotures bon-
ds de 100 caa nina ou o
tnial de 50 000 ao cambio
de 12 d.
Juros de Janeiro a Dezembro
de 1893 3.000 a 12 d.
Juros de Janeiro a Dezembro
de 1894 3 000 a 12 d.
Banco de Peruarabucoc/ caugao
Letras a pagar
Companhia Pernambucana
Banco Emissor, ttulos para
caugao
Banco de Pernambuco c/ cor-
rente
Knowles & Foster e/ Geral
9.144 14 5
Dividendos atrasados
Fiangaa de empregados
Lucros e perdas
350.0008000 panhia, at certa e determinada soraBa.de modo previgt(> ao dop9#, e l#r toot-MmpeiUH
a poder se pagar a refer la djvida em 10
1.606 7358440
119 7308000
3M1SO00
438..423I968
60.0008000
23y70|000
4,2208000
40 0008000
100 O0OI000
500.0904000
-38.5948550
1528000
1 9138240
,508000
8.5598006
annos.
Estas 'orara as bases do citado accordo que
vem libertar a ompanhia de serios amba-
ra gos.
Em corappnsago dessas coocesgOei, qoerem
os credores obrlgacloois.as indicar um dirc-
tor a ger elelto por vos, o que >cceitavel e
justo, nao s pelo lado de quem ejupraga sens
capit?ee, quer conhecer como so geridos,
como aioda porque uso cqostltue urna praxe
no paiz.
E' nossa opiaio que da forma pirque ficou
Constituido esse accordo.'esta Companhia vaa
en'rar desassorabradamente n'uma no a phase
de vida, podendo sem vzame sausfazer os
seus compromissos, por igso que-nenhuna re*
celo ha na seu futuro estado li lanceiro, d -sde
que as suas rendas annualmente va > lomando
sensivel deaenvolvmento.
Concluin-lo, a Commissao Fiscal de pare-
cer que as cuntas apreseaiadas devem aer ap
privadas e que se elogie o Director Gerente
plo lisungeiro resultido das negociagdes que
p^lo seu egforgo couseguio dar credores obli-
gacionistas.
Recife, 13 de Marca de 1896.
Manoel M. Fuza Jnior.
Joaquim Correa de Araujo. *
Joaquim Aires da Feogeca.
Srs. Accionista di Companhia do Beberibe.
A cotoniisso scal desta Companhia, uq
desempenho de seu honroso mandato, vem
trazer ao vosso conhecimento o resultado do
exame a que procedeu na sua esenptura ae,
reU'iva ao anno social Ando em 30 de Abril
de 1895.
Varidoa-aa dassa escriptoragao
ipa atW. carrela, q,ue a re
caita altiugio a
assim descriminada :
Pencas d'agua
(Lhufanzes
Diversos
A despeza f i de Rs.
re ultando um saldo de Rs.
Dominio e posse do agude do
Prata e terrenos circumv-
siunos, condominio da pro-
priedade de Apipucos e
posse ao engeolio Dous Ir-
maos, terrenos, anaexos e
casas iuclusive o chalet do
Prata
Agude do Prata
Odms de apaahamento das
aguas
Estrada de encanamento de
cooducgo d'agua dos ma-
ua ciaes para Usina e O
respectivo, agoto
Usina Dona Irmaos iacluiodo
os machioismos
Confrontadas estas verbas com as do anuo
antecedente, observa-se urna differeoga pjra
mais de Rs. 89.1308210. as pennas d'agua e
para menos de Rs. 7.0278820 nos chfame*,
que se jusiiflca nao s pelo desenvolvimenio
a'aqoelias pennas d'agua, como anda | elas
abundantes chuvas que tivemos.
A d speza foi maior Rs. 14.0078359 devido
era gr.mde parte ao encureciment de tudo
quanto se faz rais'r ao custeo e manutenga)
desta 'Jompanhia : mesmo assim. comparado
o saldo entre um e outro period>, o di>sie an.io
foi superior-aquella em Rs. 6J.6293000.
Quasi todo o saldo foi remeltido para Lon
drw. para pagamento dos .encargos, que a
Companhia tem ali, a applieagSo de juros ao
Banco de Pernamjuco ; e finalmente as des
pezas de mportagao de novos hydrometros.
Emquinto a digna directora desta Compa-
3 7508000 nhia, lenha de Malar o resultado das negocia-
'efiesem Londres, para solugo da.crise por-
que esi-i Companhia tem passado oestes lti-
mos annos, parecau comiudo, conveniente a
esta commissao, fallar de iaea negociagOes,
ai.ida que em largos tragos.
Depois de grande lucta e perseverante tra-
balbo para vencer a obalioagao dos ere lores
1*0008000 obrigaciooistas que nenhuma concesso que-
109.4-i8S8il :riam fazer era favor d'esta Companhia, conse-
______'_______Igu o se, nSo a reduegao da taxa de juros e de
8.416 7198544 compromissos, como era o intento do Director
_____._=, I Gerente, mas um accordo que parece ser de
I vantagam ao estado fioanceiro des'.a Compa-
nhia.
Este accordo consiste em livral-a de ter en
cargos vencidos e exigiveis, pondo-a assim
coberto dequalquer obiinaci.;nl8la desont-raie
e ao mesmo lempo collocando-a em poslgao
tranca, de poder agir de modo a gahir-s* das
tonas diiBculda es em que cabio, pela notavel
e sempre crescente depresa&o do cambio; os
dois annos de Juros ve.icidos foram capitalisa-
dos vencen io us juros annuaes de 6 '/ e ainor-
usaveis em 10 annos a contar de 1900.
Da mesma forma ficou regulado o crdito
particular dos srs. Koowles & Foster.
A amortlsagSo dos dois emprestimos licou
suspensa por 15 annos, sendo entretanto, fa-
cultado a esta Companhia antecipala ou aag-
iueoial-a quando Ida approuver.
Ficou anda estipulado com relagao a divida
do Banco de pernambuco, que os credores
obrigaciomstas abririam mao do dlreilo d- pre-
ferencia que liaban sobre a renda desla Cq m
Innovarlo do eontraeto de enils-
sat> ds obri^aedes
CONTRA '.TO feito aos 3 dias de Dezeorbro
1.0398680 de 1895 entre a Compaobia do Beberib\ Com-
panhia encorporada na Repblica ao Brazil e
5003000 conforme saas leis, (d'aqui era diante chama! i
1.9898600 a i ompaHhia) representada p-lo Sr. Ueciliano
Mamede Alves Ferreira, Director Gerente da
6.1198030 Companhia da primeira parte, Robert Hicbms
Camden Harrson de 41 Threa inee lie, Stree ,
oa cidade de Lon lre-, Corretor de fundos, O i-
5.4118860 wald Bromn, d32 Victoria Street, Westmios-
ter, n i condado Londres, Membro do in.su-
16.99S80O0 tuto dos Engenheiros Civis, Frederck -frica
de 73 e 4 Great Winchester Strrel na cidJde
30 93lS32s de Londres, Contador 9 Hjrac- Landars de'^4
1.68880OO Ridgmoont Gardens Govv^r.Street no condalo
da Londres, obrigagoes prelerertciaes e d'aqui
2 9318190 em Oante chama ios C parte, e os Srs, Kuirwias St Postar de 48 Moor-
113 5013 120'gate Street na ciiade de Lonlres, Cummer
ciant s da tercira parte.
32.3158760 Considerando que na mez de Outubro de
1889 a Corapanhia contractou am emprnetirao
2.0238280 em uinheiro na importancia de 100.000
22.6858250 emittinio mil obrigagoes preferenclaes com
1.1698220 primeira hypotheca .is quaes erara todas da
forma constante da 1 riiueira formula atrais ;
286 0008000 e considerando qua por escriptura de ebng-
C&.) hypothecaria e penhor, feita pela Comno-
32 2398910 nn a aos possuidores los prime ros obrigaoies
preferenciaes representados p lo Curador ad-
27.7698650 boc Dr. Joaquira lorrei* de Araujo, a Cora-
9108000 pmhia em cumprimeoto da stima condigao
c .rida nos primeiros obrigantes pref-ren-
1628622 ciaes dividamenta ooerou-se, obngou-se, hy
potecou e d -u em n-nno' com a dausuja
64 6818080 constituii todas as su-is propriedades, un-
60.0003030 movis, move s e semeventes, direilos e ag0es
e especialmente suas nrUns tamo en to pos
2.700.0003000, suda* por eiu como as-qu- Ha padasse d'ai
em diaoe adqu nr, tudo nos termos e condi-
3 98086*0 gOes estaoelecidaa as ditas prim-iras obri
3 6583600 gagex preferanea* e rujas coodiges a Com
. pannia per esse meto s-e nbrigou : e conside*
200248110 pando que.n 1 decurso do mea de- Nove:nbr > de
------------- 83 a Companhia contractou poa en.ormeute oa-
8.418:1123604 tro emp-eslimo a<- 50.000 emitt qdo qutnhan
tas obcigagd-'S preerenciies de segunda s ie
as quaes erara tolas- da, forma consume na se-
gunda formula am annexo; e ctrasiderando que
por escriptura de segunda hypotheca pen or,
4 500:000800) feita pela Compaa os possuidores das se-
gandas obrgajO-s prefereijciaes representa*
dos Curador ad Pac o dito Dr. Joaquim Cor
rea de A.raujo, a orapanliia era cu-iiip' im *n
to d stima conli.o couli 1a oas .i-s ob-i-
1.704 0008000 ages preferenciaes devidaraent< sujeitou--
ee, obrigou'se, bypilhecoue deu e-.n p-ohor
102-2408000 cora a clau-ula coosiituti talas a* suas rto*
das tanto euio pussuidas ir ella como as
102.2408000 que ella podesse adquirir uo futuro tu 10 nos
termos e coniigO-is eslab-leciias as utas
segundas obrigagoes pFfeneociaes a curas
coudigOes a Compautu* por esse mnio obri-
gou-se ; e considerando que a Compraba fai-
1. 11 ao pagamento de juros das pnraeiras e sa-
1.000 0003000 funds Qongagee preferenciaes uo anno de
1892 e tambera uo pagamento da amoriisago
60 OOOSOOOO do mesmo anno ; e considerando que tendo se
etftctuado ama reuoiao dos postuidores das
60 0003000 i.riraeiras e segu das obngagOes preferen-
207.2968250 iaes no da 23 de Julbo de 1892 para o tira
60.00DS0o0 de examrn-ir a posigo delles e garantir seus
3 7508000 direitos, loi tomada urna 'esolugo nos se-
guintes termos, a s ib r : Que urna Comrais
2S3.8603000 sao de possudores de obrigagoes da pnmeira
e segunda emiss&a da Compannia fosse no*
32.1118690 meada para proteger a garantir os direiios dos
possudores das origages e que, se solicitas-
182.8913420 se ia 1 'ommtssjio que coasiderasse e infirmas
3 1293100 se aos possui lores ie obiigages que medidas
60i)S<)00 deviara sar tomadas para esse flm ; e conside-
120 9908841 raudo que a Coraraisso assuu noraeada a
agora consistente de div-rsas pess >as que no
presen e contracto representara a segunda
pa ie (as qua-^s d'aqui era dianle se far re-
ferencia conectivamente como a orarais-
sao); considerando para o tira de assegurar
quemo p ssivel aego cojueta py parte dos
p.ssnidoras das p-fraeini e segundas abriga-<
go-s prefe enciaes importando 00 todo em
133.900 com os ooupoos d juros do pri-
meiro de Jullio de 1892 e todos os sub-quen-
tes coupoos de juros foram de oonforranlade
com as recommen lagOes da Conraisaao depo-
sitados pelos respectivos potsuidores eat mao
da Commissao reeebendo-^m troca urna rao-
tolla emlttida pela Commissao para cada obrt-
403.3428259 gag^o assim depositada ; e con-i ieraodo que,
82.7958700 as cautellas foram emittidas ,sao agora sujei-
12.4618100 tas as condiges as mesmas por urna de taes
c mdigOes previsto que pelo deposito das
211.1648990 obrigagoes e coupoos ea rao da Commissao
ell 1 investida dos mesmos poderes, a lodos
290.434S060 os respeitos, como se el'a fosse a absoluta
dona a possuldora d'ellas, o cooside an lo
que todas as p1 uncirs e segundas abrlsjavOaa
possuidas por qualquer dos m -rab'os da Com
8.418:1123061
501:5993050
1.000 0OJS000
30 0008000
60 0008030
30.0008000
217.7318960
60.0308000
3.7508000
288.8608000
22.9508850
181.32*1500
3 1298S400
280 0008000
80.0008000
400.0038000
341.8058000
541.4248878
raisso ou depositadas em ndo 1.1 Co mnissaa
ou que posaara d'aqul em dianle ser dspos ti
das era mao da Commissao pelos modos aci na
ditos so daqui.eml.idiaote chamadas ohiigi-
ges depo talas; e considerando que lera
ti 10 lugar n-g i-iagO's entre a Commissao de
um laio e o diio Sr. Mamede devidaraeate
.-.utorisado como o Agente ta Corapanhia pela
Asserabla Geral em 1 .la de 2) de Agosto de
1892 a como procurador ta Compaobia p-'la
Directora era data da 11 de Abril da 1891,
por outro Indo, a raspeito da< ohngag de-
positadaa quer quanto ao principal couu os
juros garantidos por esse meio e eventualmen-
le petos termos adiante mencionados foram
accordados enfe elles cujos termos foram
8uumettidos a ama reuniao dos possudores
de obrigagas e que tsve lugar aos 19 de Ju-
nho de 1895, na qual, obrigagoes na importan-
cia de 1129.600 foram representadas e cuja
reuniao /levidaraente autonsou a Commissao
para levar a etfeito os termos da tal acord ;
e considerando nao terem sido pagos os cou
pons dos juros das ditas obrigigOes desda o
coupon vencido em 1 de Juino Jo 1893 ; e
considerando que a Compaobia dvedora ao
Banco de Pirnatubuco a contir at 31 de De-
zembro de 1835 da somma da 277:4809800
em moada brazileira, e tambem deve ora a
dita lirma dos Srs. Knowles & Pbrttor da
somma de 8200 e mais a somma de 1123
de juros em conta correte a taxa de 6 por
canto ao aoao at o da 30 de Junho di 1895,
ficou agora conv racionado por este contracto
entre as diversas partes suoalarias do pre-
sente o que se segu :
1." Todos os juros das obrigagoes depos
tadas e relativas aos qualro counons de juros
de Janeiro e Julho te 1894 e quatro neiro a Julbo de 1895 sarao cap.alisado* pela
emissao em ou antes do primeiro da de tfargo
de 1896, de certificados denominados a., cer-
tificados assignados pela Compannia, esees
certificados serao da forma coostmie da for-
mula terceira em annexa, e os juros capitadi*
sidos representados pOr qualquer certificado
durante a existencia do dito certificado ven
cera juro* a razao de 6 "/ Paf aQno comelo-
do do 1.* da Janeiro de 1893 pagareis simes-
tralmeole ao l.# de 1. de Janeiro e 1. de
Julho da cada aooo em Londres, livras de
todo Imposto Braziteiro e (excepto o q.e vae cer&cadoi oa^e ell* airar am liqatdac>a
oe meamos direitos e serio uj-hos n me*nas
condigoi que forem-applicaveis ans- eoapaas
aaine-ellea repreaaolam.
v2. O resgate dos rfleadoa A cima mei-
ciooados, dos certifica toa B da qae adiaole
se tratar, comegar am am ante lo 1 da
Janeiro oe 1901 e ouranietar-se Ira m oa
antes do pnimeiro d Janeiro d 1910 O
Certicad'is \ e 3 serio rescatados por sor
teioa-da .mesma maoeira qae ai previsto
para obrigagoes.
3.* Na emissao dos certifica tos a. os eou-
pons a que laes certificados m referem serao
deposilados em ora Banco em Qome conjoocto
da-.Companhia e da (Commissao ou seos pre-
posios nomo rtpresentando os possoidnres de
bngagdra e p-rmaneirerfio assim d>-po mquanto qualquer dos dito ceiiificadoa A
lio fr pago-porm de malo que no retgata
de qualquer cemfir.ado o conpoM correspon-
dentes sejara enlregoea ompaohta.
4. At qua tolas os eerlifloadoa etni tidos
por qualquer das clamlas- desta accordo ta-
iiliara sidoresgaiados a araortisagao a regate
das-obrlgaeoesser u*pa sa.-poreai log->qa o.resgate dos oartificados oraolelar-se-aanaor-
UsagSo en resgaia oaa obrwagOm rmneci'
rao. como previsto na propnas obrigagois.
Quando a referida araortHucaa for aassra re o
mega la, todas as oo'igagoes i<>ri#d8 para
pag unaiita n 30 deJpiiho) oeiro da 189i. uoira ni > pagas, aeran as pri*
mekaa e em articular as ob/igatoea do* ou-
meroa a saber :
Pnmeira obrigg33 hynoihaearaa sortea-
das em 30 d*> Junho le 1892 ns. 1M-197
224 -229 267 352 439-624 552 565
576 587' 656. .797-8J5: 8r7--i9n W.
As primeiras, ob'i^a^Ssa hyootoe^i-iaj sor-
teadas no prim-iro <- JaneT o- 1893.
K 13 -18 -177 215 -289 -419 -45o 469
517 TS31 -Z18-820,-8 U -189l-,90O- 939 -
943 995.
Establecido sempre no: 9, Companhia pelo
presente sa obriga a anlecipar e augmentar o
rsgale dos ee'lrtieado+ .*i.6breg s logo
que a receita da Compaiib habilita aiel-o,
concordando a Cora uiss&o por sua parta qae
lodos os curtdcadoa e obiga{6'.s i'posiiadas
se jara pa^as aojar mediarte aviso de seis
me'es.
5. Para.orover o. pagamervto do debito do
Bn,nco de Pernambuco, Corapanhia lera Uber-
da le da entrar era. negociado :* Quu sa Ban-
co, ou cora qua'qoer outro anco, oa coa par-
ticulares, ou com o Estalo de PeraaaabKO
para oblar recursos para.facer o dilq pagamen-
to eoS.-reeer como garanta a preferencia to-
bie a receita liquida da Compannia por ama
somma raeqeal sufi:ieote para aatisfazar o de-
bito cora juros em 8 ou 10annos, nao deveodo
ser a. taxa de juro maior de 8 */ ao anno a
ter lbenla ie di c inclu- qnalqoer accordo
com o dito Banco con a oto que os termos res-
pectivos nao infrinjan) de moda aigoai aa con-
dragues d'esle contracto a que ma copia de*
ydaraeota auihenticada \-, tal aju-te seja en-
viada a Commis-o, como reprasantania dos
possudores das o igag-ss logo dep jj la ser
felo.
6.:En a1d taraento u aa tere-tira bvpothaca
pode s-ir dada a i-ss- eino',*atna em t-la ou
qu.ilqu r p.ne da p-oprie-lada d-t^Je-apaania.
corrtant.) qu-,.a hvpoiheca seja sojeiU m *
cnptu-as procedentes cita las it priraaira e se-
gunda (ibrjgafio byp-tecarta cuj is e-K-o-iptu-
ra leein e pennanecem raipe tosaaaeote com
primeira e s -gun la hvpotheca a ptonor coa a
clausula coastitoiu sobre toda propriedade
real e pessoal arioaes, direitos e acgVs da
Companhia especulra-rate saas r>*eeitas tanto
agora posaaidaa por ella como as que ella pos*
sa adquirir no lu'uro, excepto quanlo as ra 1
di lie. .co -s estabelacidas p la clau-rala 5 dss'.-s
contra :to e cuj is escripturas sao por este roco
recoubecidas, ratificadas e couiirmad.i pela
Corapanhia eo dUa eV. Mamede e soba con-
digao iiuioem de que os p .ssuido-es de qaal*
quer ooriga^-o h ierce ubain e direiti de excul.r a crdito antes do
praso firial, sem a concurrencia e cok-mo-i
ra:nt > dos possui-lores Jas obrigagoes Ja pri-
meira a secunda hvpoineca.
A Companhia d aqu era dianti paga- a
juros s >b'e as prim-iras ob ig-g hypoibe*
carias e oaut--llas por iiiletro regaia'm'iit- ni
pnroeiro de Janeiro e 1., da JuHio <* caa
anno, o primeiro pagara-utii sobre as obriga-
g;s bypo-hpcarias 1 sveado srr n l.l e Ja-
oieiro d 1893 sobre o csfiid<:aloa ao l."
de Ju 110 de 189J.
8.- Os juros em mora sobra o debito dos Sr3.
Koowles & Fosler serao lamb-in capitaliaa-
dos pela eraissao a ells em oa antes do dito
1- da de Margo de 1S93 dos cerlifl-ados cha-
.raados li. certificad s de accordo com a Jor-
raula 4" annexa a este contrac:o e o capital
sera pago era certificados ''. -ertificados na
tnrraa estahelecida na 5" frmala aq-n aon -xa,
e estes ceriifiaail'is U. vencerarn o-> juros
de 6 ', ao an o sendo os- c-rtidcados B rea-
gatados pela Companhia cora oe certificad.i
A > da msaeirajadiante raeiciooalae aates;tfa
ser reom-gada a amortisaco das pnneiras a
segundas obrigagOes bypo1 bacanas os certifi-
cad '3 rC sero reaga a ios pela C-apanhia
depois do resgate dos certifcalos A B* a
antes de recoffiegar a sor.r-dita'ara irtisagao 8
o referido resgtte ser er-.ciua que deverao ser faltos di manera ac ma dita.
9- Os directora* da Compannia toratrai un*
mediatamente todas as medidas pira que sa-
jara al erados os Estatutos da Compannia de
molo a ser augmentada a Directora e eapre*
garo os seus melnores esforgos e rae monea*
lara 1 aos accionistas qae ele*m caajedlata**
mente um Director indicado pela Co nniss-t
approv-. 1u pela Coupanhia, o qnl represen*
tara oa possudores das obrigagoes deposita-
das, e ao caso de tal Director deixar o ejer-
cicio do cargo elegir ntSo um outro Director
indicado e apprevado corno cima dito, e da
mesmo modo quando se der o rabino casa.
10. A Comprahia por occasiio de assiznar
0 presente contracto pagara a commissao a
quanlia de t 500 por in-m de letra veoclvet
am 31 di D-zembro de 1896 cuja qaaoua sjri
receida pela Corarais o era satsfago de
quaesquar despeis que tenlia 11 bavil > oeste
ipaizat o lempo d'aesignatura .leste contracta.
ACoinpa lua ge respoasioilisa e pagara tolas
as desp-aaa bavilas no Brasil referente oa
era razio da prepirago, execogio ou rffecU"
vidade deale contra rto ou inhereola ao mesmo
quer era relago aos reg-tro-, sellos ou soa
qualquer titulo. As despazas de Baaro e nu-
tras relativas ao d-pomo ou retirada los cou-
poos e emissao dos cerrificade* ou pan ootro
qualquer molo levar a -ffe to este contracta a
respeit 1 dos coupoos cipii-jlMad n
capitalisado e juros devidos aos era Kiowles
& Postar a de fazer sobre as obngagn a*
posiladas o endosso previsto claaWla 16
tambera. correrQo pela .ora a fel.
11. A Compannia far rainessis ra^nsies
aos Srs. Knowles &. Poste-*, ptri o ae-mfa
das iinraeiras e segundas obriga^Oss bvp.-
thecarlas e certificaos iguaes a setta parta
do servigo para o semestre e da tal ma-
naira que a quantia precisa pii o paga-
mento esteja era mi dos Srs. K'waflai
Fosler quize dias antea das devida- datas de
1 de Janeiro e 1 de Julho respectivamente.
Os ditos Si. Knowies & Fost-ir licam aa-
torisalos a dispor dos raferi los iMteaVM
para effecluar os respelivos pagtra ;ntos aos
possudores de o >r gag5e3 (0u pessoas que o*
representera ao tempo dado) as devidas da-
las da venciraeoto e de cjjform lado com o
presente contra lo.
12. lira deraonstraglo das cota* da Com
pannia ser de boje em liante, feti. publica-
da e.distribuida aos possudores da- ooriga*
gOas nos seus mezas segrales a lermio-igao
de cada anno fliuuceiro a Compaobia 200 co-
pias da qnal serio para esse li u rujeitilia
aos Srs. lowles & Foster para entregal'aa
aos po-suidores de obigagOes e a Commis-
sao.
13. Se sotes ou no da 31 de Dezembro de
189o a Companhia nao nver entrado em accor-
do pira o pagamento do debito ao Banco da
Pernambuco sob aa bases especificadas na 5*
clausula do presente, a Commissao, pola.
mediante aviso escripto de tres meses dalo a
Corapanhia, declarar eale contracto cancellado
e fioaudo o mesmo .cancellado excepto qaalo
r claasaia 10.
11. Sea Compamia (altar ao cuutprimeato
do qualquer dos termos oo cond.gu coudas
oeste contracto ao em qualquer don ditos


'.


I


Otario d< l*erimm&iico 4|ui ;4u fe ira $ ue Abril de o
1.
Comraissao como n-pr-aantante d '8 possuido.
res de oCrigacoa poda declarar o mesi.:o c*b-
cellado, excepto qoanto a qualquer aerordo
feito co'm tefeirua p<-ls rlausulas 5' 6' d>
do pre"*nt* e excepto qua tu a clausula 10
15. No ra*o dert contr co ser canceiiado
por qulquer -las dua* precedentes clausula ^
deposito feito d> Bine era viituie da clau~
sol 3' do p eseote, de todus ou qualquer do*
certificados ., os couoo ani exi-tenles
sarau restituido* pelo Hinco <:om misso co-
mo representaute dos possuiJeres da ebriga
C-s* _
A corapanhia imm*di*t' missa, como representante dos possuido es
da obriRac'8, a st-a prepost) ou prepnstoi
todas as de*pe*-s que ees ou elle pos-saoi ter
feito era c-.osequeoci ou era raao de tal M'
i. <-o'ujo cima dte. E a Corara'&sao corao
representante dos possuidor-s das obrigacO s
e os posaoilores de obr gacOe os 'i'os Srs
Knowles & Fo^ter tero, dado tal canceliaraen-
to, os meamos direiios regprcti ament e
afhar-se-nao as mesraas espeetivas toar
C^a em que elles -e achavara anterionnent a
este contracto, salvo quanlo a j que tica ota
expresamente previato as clausula* 5, b e
10. Oa Atol S*?. Ktiuwles & Po.ler. um*
bem ei'tregarao, dado tal raneellam.ato,
Companhia todos os cemneados AeB
por pagar emittidos era favor rtelies.
16. AOtes "a qualquer dasob igatoes depns
tadas sa irm de sob a gurada d* Co missa >'
ela far cora qu-i as uiesmts sejam esia i .
pada.; um e> d eso, no wati o de egtareni ae
mesraas ip)eiUa sos erraos ueste contracto.
Em tesleraunho do que o present fot evi*
damente asignado pelos contraftante.
Primeira formula que se refere o
contracto
COMPANHU I'aQUa DE PKR.WMBUCO
Corupanhia ao aa,teril>e. -
pertu do Brazil
< 100 STERLINAS
EUIS-O DE 10.000 STERLINAS
Pmeirai obrigaces de sais por cento em
A corapanhia d'agua de Pernaubuco (Cora
paohia do B-b^nbe) encorpoiada era > de ac
cordo cora as leis do Imperio do Brazil. e a
qual r-cebeu vanas eoMeaaOM e privilegios
era virtode das leis da Provincia de Pentan
buco n. 46 de 14 de Ju' h de 1837 n. 87 de
6 d* Malo de 1840 e n. 1462 de 9 de Junho
de 1879, e dos con -rae tos fem* rom a Provm
cia em 11 de Dezembro d- 1838, 31 de Man
1841, a 17 de Janeiro de 1331, p-ret BM-1C
reconhece ser devedora ao portador d'esia
obrigacao, da soinina de l'O sierlinas, <
obriga-so a pagar so portador a dita aommi e
iurps sobre ella a taxa se 8 por cento por
oao do de Juiho d 1835 aob e sujeta as
s-guint -s can iic-s ;
1- Esta obriga\.a> urna das da serie de
1000 obrigaces, autorisadas pelas Assemblas
Ceraes extraordinarias da Corapanhia. qn<'
tiveram lugar era 1 e 15 da Dezembro de 1882
cujas ubriaacoea sao OJas de igu*l tala, th-T
e importancia, e sao numera as de 1 1000
arabos inclusive, ronstituindo urna ernias-ao to
tal de t 100 000 eterlmas, resgaUval ao par,
por meio de ura fondo de araorusacSo aero*
mulativo segundo a tabella im;>res-a no verso,
e s sero validas se forera coolra-assignelas
pelos S s. Kn.wles & Poetar deLiodres, casa
por cuja agencia foram emittidas essas ob I*
aarOs em Londres.
2. As obngncSas quando tiverera de -er
resgaiadas sero soi tead-s semeslralmen e nos
mezes de Junho e Dezerabro de cada anno,
corai-caodn em Junho de 1837, no escnplono
dos Srs. Knowles & Fosfr, Londres, eo pre-
senca de um Tabeili) Publico e o principal
d'esta obrigacao tornar-se-ha exigivel no dito
escnplono no 1- d- Juino e 1 de Janeiro res-
pectivnmente, depois de te.* elt assira sido
sortala, conlanio que ella tenha sido depo-
sitada ao dito tscripto'io urna semana anles a
do pagamento, juntamente iodos os respectivos
coupons anda uao pagos (quer vencidos ou nao
vencidos).
3. O juro ser pagavel no dito esenptono
semesiralmeote ou em qua quer lempo depois
do 1- de Janeiro e 1 de Juiho de cada anoo,
principiando no 1* de Janeiro de 1836, para o
coepon qui annexo ser depositado no dno
esciipiono tres das antes da data do pagr
ment.
4- O juro sobre esta obrigajao c asara no 1.
ta Janeiro nu 1- de Juiho conforme for ocuo
lepiis dVlla t-r si'o sorieada qu^r ella seja
apre8eolada pan pignnento ou nao cno'anta
que a iloropioliia esleja protopta e disposta a
pagar a raesm. quan lo Ihe for apresenta ia de
contoraiidadr cora n* condigea Coolidas ac ma.
5 O principal e juros Acata obrigacao sa-
rao pagaveis en dinbeiro st?rlino' do R-ino
Unido da Gra Bretanlu e I anda, sem iieduc
gao alguma da qjalquer imposto que pnssa tor*
nar-3 exigive reativaineole a mesan por
qualquer le .10 Imperio do Brazil ou qualquer
das respectivas Provincias, ago a existentes
ou S'JHin po.t'Tioimrate creados prometieri o
a Corapanhia p-igar todos us referidos ira
poslos.
,^6- As obrigai'S d-sta erois'.'ij gnarao de
preferencia sobre tOdul os oufos .lebiios da
Corapanhia, porm uo terS3 preferesma una
sobre a outra excepta -i prioridade de paga.
ment p'in^ipal se e|Us ohtiverem pelo sor.
teio como fica mencionado cima.
7* Para assegurar o devido pagamaoio do
principal lfO de Indas a* obrig-cOeS desla
eraissao a uaanaixbia sujeii ob iga hjp>
Asea e di era pi-nhor (ce a clausula i ons.
tituti a todos esse* p;igimentjs os seu* bens
iiTim veis, mnV'is e sruiovenles direilos e C
ces e eapecialraenle en 10a rece las tanto pre-
sentes corao [litaras e reconnece ser este d'-bi
10 privilegiado, afta da que u respe, livo m
uaraenio leulia preferencia onbre quaetqu-.r
ouims pagamenios, quer h r.-ppeiio .ios Htvi.
.lenilo? ou premios Mevidos aos accionistas !;i
dlla Corapanhia, ou a respelto de qualquer ou
tro, ecupre!.tlirique posleno-m-nte possa ser
livantado pela Coiiipanhia ou finalm-ute a res
peito de qua'quer ootro debito proveniente de
qua'quer causa pela qual a Corapanhia S'-ja
obngada ou possa de fu'ii'o vir a ser obiga
la, halvo nicamente a- lomuias pagaveis ao
fundo de reserva e le amnriis^cso e ao goVer.
oo provincial, de confi.rmidade com os der.rc-
mt p'ovinciaeg ncima raen, innaitos n. 46 de
11 1813. ti. 1488 oe 9 de Junti) Je 1873e .s
CWltrtvtM felOS rom a provincia einviru'e
los mesmos, i lado* respec.nvaraenle d<- 11 de
Dezembro de 1831 31 ue HaffiO db 1811 e 17
de Janeiro da 1881.
B em testetDuniio do que e afira de que pro.
luza todos os effeits legaes a dir loria n.,
ompanbia ordanoo que a prsenle obnga^ao
preferencisl fos e expedid de conformidad -
:om os estatutos da mpanhia cora as reso
luches da respectiva ss-mbli gara 1 e Ua
,1o Imperio do Brail sen o esla obrigaet I
assignada pof parle da Cumpanhia por seu
erents, secre i rio e thesoureiio ai tuai-s no l
lia .le Juiho no anuo de Nosso Senhur de
1883.
(assignado... Gerent-
> ... Secretario
. ... ThePOUreiro
Contra re toada para Meoiifleaco por
Ivoewies &. i'oster, ag-llies para a emlSSo do
emprestirao.
( Contina)
risada a directora a convocara pre-
sento reuna.) da asseinbla goral.
aitn de pedir os recursos necessari,os
e propostus pela mesma.
Usou em seguida da palavra o Sr.
presidente ca directora, e fez a ex-
^Qsigo do ostado da corapanhia, e a
ne?>essidade de se angariar oapitaes
para^ conclusao das obras da fabn
ca de cimento e o seu primeiro rao-
vimento
Em soguilla o Sr. accionista Julio
Luiz d'liveira Azevoii apresentou
a ses;uinte proposta :
A' vsta da exposico apresontada
da
2.* Que esse emprestimo seja amor-
tisado em dez annos por mez do sor-
teio, sendo nos primeiros 4 annos
razao de 5 por cento ao anno, nos
iO seguintes 10 "j. cento anno e nos
2 anrios restantes a 20 por cento ao
anno.
Pode ser aulorisado este empres-
timo em maior proporcao, se coti-
vier Companhia.
Recife, 2< de Marco de 1896. (As-
signado) -Julio L. O. Azevedo.
Posta discusso a proposta ci-
ma o ninguem usando da palavra, e
posta ella a votos foi unnimemente
directora,' approvada
A'
pelo Sr. presidente
foita de accordo com o concelho fis-, A' roquerimento do accionista o
cal em sesso extraordinaria da di- Sr. Albino de Souza Campos, que foi
rectora, de 10 d'este mez, propo- approvado, ficou a mesaautorisada a
assignar a presente acta, o que,
nho
!- Que fique a directora autori-
sada a collocar um emprestimo at
a quantia de 200:0 OSOO em ttulos
do 200SOOO ao portador, de juros al
10 |, ao anno, pagos semestralmen-
te, de accordo com a le n. 177-A de
15 de Setombro do 1893.
fMIIEReiO
Bol^a Commercial de Pernam
buco
COTAC5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORREETORES
Praea do Recife, I de Abril de l8g6
Cambio sobre Londres a viga a 8 3/8 /s, p. r
1000 do Daoro.
h.m sobre Londres a SO d(v, 8 3|t, po*. ..
1*000 do banco.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Leopoldo ao Hego Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a taxa de 8.3/4 so-
bre Lond'ea a 90 d|v, tixa eeta qoe maotiva-
ram atfecbar o expedieotj sem baver altara-
cao.
O mercado crnervon-s paradas*1.
Em papel pit calar uao coQbtou uegocio al-
eom.
coaces de gneros
Para o agricultor
Asucar
ACTA DA SESSO EXTRAORDINARIA DE
ASSEMBLEA GERAL DA COKPANHIA
EXPLORADORA DE PRODUCTOS CALCA-
REOS, EM 3 DEMARCO DE 186
A's 12 horas do dia, presentes na
sede da companhia 87 accionistas,
representando 2,134 aeces com 425
votos, conforme o livro de prsenos,
foi acclamado para presidir a presen-
te sesso o accionista Sr. Joaquim
Olinto Bastos, o qual occupando a
cadeira da presidencia, convidou
para secretarios os Srs. accionistas
Francisco Pinto Teixeira Chaves c
Julio Luiz d'Oliveira Azevedo, de-
clarando aborta a sessao.
Foi approvada a acta da sesso
anterior, tendo sido dispensada a
leitura a requerimento do Sr. Julio
Luiz d'Oliveira Azevedo, visto ter
ella sido j publicada.
Em seguida foi lida a acta da ses-
so da directora, em 10 d'este mez,
com a assistencia dos Srs. membros
do concelho fiscal, em que foi auto-
Usinas, por 15 kilos. .
Cryi'2ltsado. 'dera idee
Branco. por 15 kilos .
Someoos, por 15 k'103.
Mas-avade, Por 15 kilos
B'Ulo, por 15 kilos.
Relames.....
7*000
6J0
5H00
4*6M
3*600
3*400
3*000
Alffodo
Foi cegociado a 15*500 os 15 kilos, D'o-
cede*ir'tB de serto a < sort?, valeado lOOO
o mediano e z*000 a 2' son.-.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 ui'O? 120* aomiraal.
Coaros
Seceos salgados na bas- de 12 kilos 1*010 a..
1030 ria 'na refago 676 o kilo.
Verdes 650 res, ultimo prego.
Carnauba
Cota-ee de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Po- lOOyOOO nominal.
Ki.portaco
Recife, 1 e Abril oe 1896
Para e exterior
=* Nj vapor oornegaenae ... para o Bltico.
carregaram: ,./
R. W'tiiami & C, 400 saccas com 70,870
kiios oe algodao. .
B Na vapor logl-x Uourt, parawewio,
crrppa'8m : .. ...
P. Carnelro & C, 316 mcsos com 22,476
kilos oe Besuca' mascavado.
B. WiUiams & C, 3,000 saccoa com 215,000
kilos oe asancar maacavado.
Para o interior
No vapor nconal I'apera,para Paran*
gni, carregaram : llimi
A Morelra & I*mo. 250 aaccos com 15,000
klloa de aasocar braaco e 50 ditos co 3,000
ditos de aasocar masca va lo.
No logar nacional Brooe'.te, para Pelo-
L. Jot"8llva Goimaraes, 560 volomes corj
45,960 kilos de asso;ar braaco a 500 saceos coin
37,900 Oitoa de aitucar brinco.
No vao.r naclaa^l "Itinia, para o Kio
G-and- de Sal, carreg ita :
Pootol & Ouveira. 40 saceos cora 30.000
klloa de asacar branc->.
B'ilro & I mao 490 saceos ro n 30,000 kilo.-
d' a-iiU'- r Dranco.
Para Pero Al-e e, cr eear.m :
M L'mi C i0> saces Com l.000 kilos
, de a-'soc' branco.
= Nj vapor fraocci Vi le do Rczario, p.r<
S Si lit'OS de ai'-ool.
Pra a Bihl*. carregaam :
Sili Gjiraat3 & c, 0 ipas rom 4.870
litros de alcool.
No vapor alien Sj Salier, para Saotop,
ca rgarai. :
Siwa Giaimsrae &. C, I 000 garro* coi
6H.0-0 k'ios de a'sacar branco e 1,000 dus
coin 60,000 dit'8 de aasocar mascavado
Para o Rio de J-neiro, car*e2racn :
M. B->naty G 300 actos cora 18.0;>0 kilos
de assocar braoco e 200 ditos com 12,00d dit is
ce aasocar mascavado.
No vipor allemaa 5pro*.t, para Sanies,
Carregaram :
A. Fero ndes i C. 100 caixas com 500 kdos
e vellas de cera. 10 pio*s com 5,400 litro* de
alcool, 5 har-icaa cora 800 duos a oleo de ri-
cido f 5o ctica ae naiba caroaoa.
Silva GaimwSe8& ;., 800 naceos com 48 000
Kilos d-i a-i.-u'ar braoco e 700 dito* cora 42,1)00
ditos dn assucar mascavado.
Lop Mo-Kira, l.OJ saceos cim 60.000 ki es
7*400 de sso'-ar branca .AUm i
6*800 l. T. Carrero, 233 saceos cora 12 0)0 k lo*
6*40) de ascear branco. _______ .
4*800 J. M. Lm*. 1,500 saceos com 93.000 kilos 3*800 assocar rnacavad ..
3*800 Lima & Moracs, 600 cers cora 30 000 Kilos
3*20 de as-aca- or.o:o e 500 ditos cora 30,000 iiios
le asso'a: mascavado.
Para o Rio de Janeiro, carre.a an?
C. Rabeilo C, 500 saccoa oui 30,1.00 kilos
de aasocar branco.
A. Costa & F.oia 1 33! saocoa ora 79.920
Kilos de associr branco e 668 duos cora 40,080
ditoa de assocar maacavado.
Crrela de Oliveira & C, 350 saecoaom
1,000 klloa de a-socar braoco e 150 ditos com
9,000 ditos di asaa*r mascav do.
Comoannia ae He bsraooen'oi. 183 gsc^o
com I0,8o0 kilos de assocar mascavado e 735
dlie cem 4410J kila de assocar branej.
A i'ooio Gooies, 1,000 saceos com 60,000 kilos
di assocar Dranco.
A B. Lelooia, 603 tae-os com 36 030 kiloe
de assocar D an co.
G. Vascao-ellos, 600 sacco3 com 36,000 kilos
de assocar branca.
Lojd & F.i, 500 saceos com 30,0)0 kilos
de asso -ar branco.
M di fjjeta Mo-eira, 5-0 saecj3 cora 30.C03
kilos de a>sa*ar braoco.
No v>cr naoooal laeobype, para a Ba-
bia, carree o:
Gompai.n de D-ogis. 3 caixas com mollea-
mentos e 43 ditas cora 378 litroa ds vioj ms*
dicmai.
Para o A*acity ca-regaram :
Co: ta Camoos G 2 caixas com calcados.
No vapor loglex inrOon, para o Para,
ca regaran : .M
P. Caroairo & C, 120 barricas com 10,310
kilos de assocar branco.
N. M. 'EIrado, 200 barricas com 14,100 aiios
de asiir&r braoco.
, Silva Goimaraes, 200 baT^ai com
|J 3J0 kl os de assocar braoco.
lNo mate 4reattoa, pira Mtoio, carre*
; ima' i. Moraes, 6 barricas com 630 kilos de
tocar branco.
No hiate D. Aa'oaia, para o Aricatj,
"j Ta'Amaral & G., 1 pipa com 470 litros de
v nare. I. dita cora 470 dito* de viotio de 'roe-
tas e 13 tarrls idm-400 ditos de Mi.
A Feruiodos *A*l barricas com 540 kilos
para constar, lavroi a presente, que
assigno.
Recife, 31 de Marco de 1S96.
loaquim Olinto XSastos.
Francisco Pinto Teixeira Chaves.
Julio Luiz d'Oliveira Azevedo.
ligionarios como chefe, n'e.'ite Esta-
do, do partido que o aprsenla can-
didato a urna caduira no Senado Fe-
deral, o nome do Dr. Francisco de
Assis Rosa e Silva se impoe por to-
dos os ttulos aos suffragius do brio-
so e independento eleitorado per-
nam tucano.
balho e postam jiilgar com conlucimtn-
to de causa ,
Essa o n da queetio: verifica-
do que mutosdos naemb con-
gregaco nao possuiam ara exem-
plar da obra a ser ajiprovada, qae
nao tiuhain lido, bastav que um s
dos /mises dos mere imentes dtsu l vro o
Le ii. &S
O Concelho Municipal do Recife, decreta :
Art. i. O quedispdea le n. io de n de Juiho
de 1893 nao applicavel a materiaes destinados a
obras publicas feJeraes.
Art. 2.0 Revogam-se as disposiges em contra-
rio.
Sala das Sesses do Concelho Municipal do Re-
cife, 30 de Marco de 1896.
Joaquim A Ivs di Fonsca,
Presidente.
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
1 Secretario.
Miguel de Abren Malo,
2." Secretario.
Publique-se. Prefeitura Municipal do Recifj, 31
de Marco de 1S96.
Bacharel J C. Coelho Cintra.
Cortos de que, com a esuolha de amUsvu pela turma porque o fez .
to digno candidato, foram ao en- Dl. Seabra, para que o Sr. Martins
contro dos justos desejos do partido dcvsse ser 0priuiro a pmnover a am-
que representara, confiara os abaixo pladiaoussa do assumpt..
assignad08 que V. S. se dignara de. Ir;l t0StU rg0roso dever de sabio
empregar todos os legtimos esfor- quc se preSh eslava no seu pund or
qos para que o partido republicano lle .-estrenua v posto em dnvida
federal prove mais ama vez as ur sua eoaipetenci%, mandar vir as a sua pujanc, pela oohesao db pares j0 cu vr0t d.stribml-os entre os
vistas que rei;a entre todos os cor-tmemros a Congrcg'ndo.pedir ;> aiia-
religionarios.
Antecipando osseus agradeciraen-
tos, subscrevem-se com aprec".
De V. S.
Attentos amigos e correligionarios,
Joaquim Jos d'Alraeida Pernam*
buco.
Jos de Cuperlino Cotlho Cintra.
Francisco Cometi da Fonseca Lima.
Herculano laudeirade Mello.
Dr. Marcionillo Lins.
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
Miguel Jos d'Almeida l'ernambuco.
Luiz de Andrade.
J00 de Medeiros^lbuquerquc.
Francisco Teixeira de .
Eduardo Augusto d'Oliveira.
rgimen, sabendo impr-se con-
fianca publica pelas suas luzos, aery-
solado patriotismo e perfeita orieu-
taco republicana.
Poltico do mais elevado mereci-
mento e um dos fundadores do par-
tido republicano federal, a cuja or-
ganisaco e forca em todo o paiz se
deve o advento do governo civil,
ninguem o excede em esforcos pela
victoria das boas ideas tendentes ao
engrandecimento da patria.
A escolha do Dr. Rosa e Silva para
bril prximo vindouro para a e.ei- presidente da Cmara dos Deputa-
co de um senador ao Congresso dos Federaos emduas sessoes conse-
Nacional, em virtude da renuncia cutivas, prova evidentemente o seu
do Dr. Joaquim Correa de Arauio, alto valor poltico ; esto ficto e a
eleito governador, candidato na maneira correcta por que tem sabi-
va*a d'este preclaro cidado o Dr. do dirigir os trabalnos d aquella casa
Francisco de Asss Rosa e Silva. do Congresso Nacional devem en-
Altamente prestigiado em todo o cher do mais justo orguiho a todos
naiz pelos assigualados servidos os pernambucanos que vivamente se
prestados causa da consolidaco intoressam pela prospendade do sua
da Repblica, o Dr. Rosa e Silva ierra. -
merecidamente considerado um dos Gcralmente acclamado e hoje una-
distinctos estadistas do novo nnnemento reoonhecido pelos corre-
f|IBLiUU0IS< H
Partido republicano fe-
deral
Creular
film. Amigoe Sr.
Os abaixo assignados, represen-
tantes do partido republicano fedo-
ralde Pernambuco, cumprem o de-
ver de communicar a V. S que,
achando-se designado o dia 18 de
Virtns... I*t \u!iiin.i
Recife, .11 de Marco de 1896
Tarabem a gente que
conapurca a iui|>rensa n'aqu-'l-
tsjtitoi sem iwputabilidade, rc-
*cua ignr.il vem do parentesco e da arai-
to de tile res quo as paixoea do
patro deeengoncam triste-
emente, anonymato imbcil de pro-
fessores sem concurso c sen seten
cia e de legisladores sem pro-
ccuracft-i vaiida para legislar :
tal gomo nao poda nom
pode fazer cousa quo nao seja
mentir < oaluinniar.
Dr. Lzidoro Mabtins Jnior) [de Mu
rh'-cti)
mais
Citn 600 qi-04
le assocar refioalo e 10 sidos
ae *niloo.
Ni bar^af CatfIM fla tota, para *
'aeoev. car.earaTi :
\> 0 ieir, i c-ix core ca'ca'o.
Ba-ooza & C, 2 a-r* g com ttiO lit*os rl vi-
is^rf i dii" m t0 dito-i iIh viono de fruc-
Ua e 3U cixis coru 150 daos de eoeir>.
Na barcaga Koi.lioa, p carrei J. 1^ Mare'o, 6 barri* com a 10 luroa ae vioti.i
de (ractae e caixa rom 45 alte da p*eparidj
fraila*.
iDiv^, para Gimanelne, ca
Ja
Hj barcaca
V. Ba-boza & C. l caixa c m calcados e 10
mema oe scIIj.
Itendimeoto publicas
ALPAKDBGA
Mez di Abril ae 1896
Henda gerai :
Dj da 1
Hend do Eatadj
SO cargas > um raillM nwwi a 3G0 r. 6i0 0
Ji mu rom feiao a 3 K rs. fi -30
1 flalnoa > 1* '* lliK.0
68 iu>-a a 3-.W '. 2nW0
l oooii). coro MUinHirOB <45.10 i8<0>'t>
8 .'OT>p. coro Mia-t*n< a H 50 rs. 8iV
8 sonap. om fraaRon, a y s. 7#1M
7>) com. core lateadas a 1t r6. OiOai
ti cotop. coto comi'tao a 4 A"5I rs. *i'-v
49 comn. cora ser<)u*as a ii) ra M"5
lia i-omp. com (ai-lnna fi'Wi '9. 68;4'0
40 mp. coa Ulboa a 34000 tiOw'ii
Raiicimeato do dia 1 a 30
5-8* 16.499^450
17 OTi.vin
a.OWItuO
7 9746"O
65:787*36
Do da 1
25 937*77i
de
9i:725i5i
Pt-nirtuj'ju:'', 1
SOiUCna total
J> seecao o ailaada^a
da A-rll de 1896
chafe ra secgao
L. F. OO'tecetra.
O itieaooreiro
Lux Mbooel K. Valenta
Do da
Oo dia
^KWUDOaU DO BOTADO ^^
EicirBDaAi^ |:2iM09J
MuTliUcnfo do porto
N vio8 eolradoa no aia l
Riode J.aeloMias, acor inglai Boo'bpn
de 98S tooeiadad. commandaDie Sirpuel Heo-
dy. equipa**-!!! 27, carea variosj geae-oa; a
Aaonm Feraoaea &G.
Bremeo e escalal das, vapor allecna M-
Iwr de 1916 ion-loa, coromaoJaote H.
AbreoH, eqopagem 73 carga vanos eerieros ;
a V. N^en.
Hjvre Lisboa17 dias. vapor f aoce Vilie de
Rosario, de H84 tonel dae, commaodante J.
Dn.iel, equiDagem 33, carga varios gneros;
a Flix Baoder.
Natal 13 otas, hjate nanional Tfotadora. de
60 ioneiad.9, mestre Fraoriaco Daane, rqui
pauem 6. carga varios gneros ; a lauoel J.
Past'.
0bserv8C":e8
Nio boave sahida.
KuiMt'on oo Lamarao, p.ocejfate de Saoloa,
qto vipor allemao.
Mercado MMaietpaiI de Jo*
O movimeoto deata mrcalo ao dia 31
Marco lol o segointa -
En'rsram :
34 bols pesando 5 731 kilo*
165 kilos da pene a 30 rs.
ti compart. coto mariscos a 15o rs.
6 ditos com caraaroeti a 150 ra.
36 eolemuaa a S00 rs.
4 cargas com galliobas a 750 rs.
8 caasuaes com gallinbae a 450 ra.
2 cargas com rniino verde a 450 rs.
1 carga com ameadoim a 450
2 cargas com batatas a 45" tu,
2 cargas con baoanas a 450 *p.
z carea co.o macacbeirae a 45u ra.
< cargas com cebolinho a 450 ra.
(0 careas com genmas a 450 rs.
14 cargas com verdoraa a 433 rs.
4 carta cem canoa a 450 rs.
3 cargas com Uranias a 450 re.
2 cargas com tbame o. 450
t cargas com loocas a45) ra.
i cargas com melancia a 450 rs.
,2 cargas com melao a 450 rs.
19 cargas com diversas a 450 rs.
80 cargas com farlaba a 300 rs.
de
Rencimc-.t de Mir;o .5
nlericga nura n aia
.Tfoa do da :
Carne verde da 400 a (4M0 rs. o kilo.
Sainos de l a <200 dem.
Caraeirode 12200 a U50 dem.
Pancha de 699 a 1*000 rs. caa.
y 'eiiau i.e 1*200 a Mi >o a caa.
\;ivios esperados
De ariiff
Barca noroecuonae Winona.
Barra noroeiiense Sala.
Baroa noroee .leeDicia.
Barca ao'o^goeas" Au-iga.
De Londres
Barca mruegooQse .iroihfy.
D.i Rio de Janeiro
Barca portogonn V. da Gama.
Bares allega F'ie*la.
Baca dioauarqo'aa Din el.
oe Terra Nova
Luear inle Heldra.
Loga* loglez Eulator.
Drt Pellas
Patscbo allemKo Rinar.
Essuaa po.-iueia Pricceza Iiabei.
Vapores a entrar
MEZ DE ABRIL
>Ville d" Rosario, da Su'opa, 2.
Fiaxman da Europa, a 2.
B -orr-oo do sa1, a 2.
NUe da Eu*op, a 2.
Sai Salvaor do norto, a 2.
Salier* da Buropi. a 2.
Mazar do sul, a 2.
Cbill* a Bo-i pa, a 2.
Belg ano du sol. a .
0*la?a 'i ul, a 5.
Itipauc* 'la EiKop, a 5.
lupanci tu Earooa. a 5.
Oliod uu sal, a 6.
Maraobtii. (.o nortj, a 12.
ToaVasa da En'opa, a li.
A-l'ttc Prinre. de New-York, a 13.
Clj'ie da Europa, a 15.
E8pi"'o Sanh}> do sul, a 16.
Alafi! do norte, a *2.
Br.iu d sol, a 26.
Nle do sol. a 26.
Potos* do sol, a 26.
tilbp da E-ropa, a 27.
cM g taltusa di Eorop-, a 30.
Vapores a sabir
MEZ DE ABRIL
S.ritjs e eaf. Sprott. a 5, s 4 bors^.
KoeoaE-Ayres e fue. a 2, as 2 hcr-8.
Bordeaax e as*. Ctiilia a 2 as 12 bo'as.
.New-Yj k .Mozn. 1, as 3 boras.
R>o a esc. Sai Salvad) a 3, as 5 ber^s.
Sanios e rae. Vifle df Rosario a 3, 8 4 t>.
sautoi e esc. Saltar a 3, as 3 boras.
Hitnbare e enr. Belerano a 4, as 4 horap.
Pljaooib e ase. Orissi a 3, as 12 boras.
aot id e esr. Itaparica a 6, as 5 boraa.
8aol03 e esc. luparica a 6 as 4 norar.
"
Abespinhadoe chulo, ora attitade
t inenoius do garoto. mais do <|iie
nunca esquecido da grave compos-
tura que so nao p.)dt dispensar em
um cathedrstieo, sahio-uos ao en-
contr o illtisre Sr. Martins J-
nior.
O ijuo nao consegtiiram os longos
ir igus da Provincia, durante inuitos
diaa publicados p >r algum dos entes
sem concurso que sa > na Academia
do DireitJ o atosmo quo os professo-
res tambora sem concurso sao no In-
stituto Benjamn Constant; o que
na i alcancaram os illustres mestres
Seabra, l'hael-uite e o tros que no
jornal do Sr. Jos Marianuo critica-
ram a obra de semi-deus da Poesa
Scientica, conseguimos nos com
um minsculo e obscuro artigete !
O S'-. Martins que deixara sem res-
posta as apreciado js d'aquellos mes-
tres, julgou necessario acudir ao
nosso a p pe lio.
Infeliz tienta para o Ilustre pole-
mista, que as tides da imprensaes-
creve sem pre com I uva de pellica a
tinguagem dos inmaculados (vide tre-
cho cima transcripto), a sua furi-
bunda replica, sobre oomproiErsUel-o
pida grosseria do vocabulario soez que
empivgou, prejudicou-lheain lamis
a causa em que, estio empenhados
os crditos scient.fieos e quig a tao
apregoada pureza do diplomado de
Muribeca.
Nao nos enfureceram os baldes
c >m que nos injuriou o iracundo j'u-
risconsuito(T), de quem alias nao se
conhece no fjro d'esta capital um
nico trabalho que o recomiende
como competente e Ilustra lo.
Suppomos que bebeu um copo
d'agua para acalmar-se o quer tenha
volcado ao estado normal, quer dure
ninda a raiva inconcessa, de que en-
fermou por sentir-se ferido na hy-
pertrophica vaulade quo o caracten-
sa e o per de, ha de ouvir-nos fallar
ao publico, anda sobre o feio caso
da Historia do Direito Nacional.
Dizer que a Cidade pertonce a dous
prenles tio governador, como alle-
gou o paciente, nada a Manta; a
Haztta da 'larde, camisola de forga
dentro di qual esperneou honlem o
Sr. Martins, todo mundo sabe que
dos Srs. Gracihano Martins e Eucli-
i'.es Quinteiro, irmao e cunhado do
Ilustre premiado ..
Por ahi em nada esclarecau a
questfto.
Fallar, inconsciente o deslumhra-
do, e n individuos que vive tu do paren-
tesco dos governantes supprqueo
publico de Pernambuco, que tem boa
memoria, nao conheca os casos do
Dr. Samuel Martins, innt do Sr.
Isidoro-chefissimo, e juiz do direito
de Pal-nares por ter provado esse re-
quisito de... fratern:dade ; item
Euclides Quinteiro, juiz de direito de
Garanhuns, predicado principal
cumiado do Sr. Isidoro; itemSr.
Henrique Martins, juiz de districto
na capital, hoje subsecretario da
Academia, irmao do dito chefe; item
-anda irmao, o Sr. Graciliano Mar-
tins, delegado de polica, retribuido,
tambem na capital; item finalmente
o impolluto -r. Isidoro, cabido que
foi de empregos em Pernambuco,
em o inicio da Repblica.
J V, pois, o iracundo mancebo
que essos argumentos nada provain
em sua defezi. Vamos ao facto.
Submetlido o parecer (approvan-
do o livro do Sr. Martina Jnior)
discusso na sessao da congxegaco
* em 4 de Janeiro, pedio a palavra o
Dr. Seabra, que apresentou o sj-
quinte requerimento:
t Requeiro o adiamento da approva-
cao do parecer da commissao a res-
peito do trabalho do Dr. Martins iu-
<* nior, at que os membros da congrega-
f&o recebam exemplarcs do mes/no tr-
menlo ita discusso pira que podestrm es-
Indar, e i ai apresado para -.. : s-s-
sao vir defender os seas crditos s: ::iti-
fi oe, pri.v.mdo que o livro ara i
te**dc grande mee:!- c *
(ag"'.-" / i i da
scieusia nos tsr n lo
das disp i "Oes c nnniu s s
instituido is do
Nao doixar que o de e um
lente sem concurso, o Dr. Pen ra Ju-
uior, aceitar a ban l< -ri de miseri-
cor lia I > i*:' Cirn cuj > r&\\x f\-
mento nao os salvava, urna i /. ue
vinha regular o* caaos futuros, e fi-
ualinento agachar-so por Iraf do
operoso o modesto Dr. Clovia L5-vi-
lapa.
B* pueril e rid culo all i o
traba I h > do Dr. ( > pre-
mio sem discussa i do v > pa-
va lid i < \\\ !-
luslrado mestre, ir ms fa-
do como um precedente >ti-
Qcar o fiasco doteniiinado | a-
rim uno Seabra.
Porque ninguem iscuti ; recer *f>
provando o livro do /)-. Qlrji;. i i i i se
requeren o esse parecer foi '-io
unnimemente.
E' que o conceito de que gon,
como abo ios >, i Ilustrado to
probidoso, o Dr. Clovia D i i
Fez com que ninguem apr -se
na congregacao equermeato i nu
o qil : fir.uill'tio D". 5j iTO
o l vr.i ilo f)r. Martins Juui
Leia-se o fin*l d equeri > do
Dv. Cirne o d i |oe
o mffcimeuti da obre em que i
conscieuctosamente fi 'gado pe s-
tranlios digna 'tumis,
O i iu p-di uto diplomado ri*
beca encheu-nos de Hi-
to consagrando-nos quasi u-
luinnas da sua m'iaseta da Tarde
Pagamos na mesma moeda
to ao numero de linlias que
Jicamos, nao quanto SO lla-
rio de recua iguobii sucia d
tos e qoejandaa amabili de
arrie ir .
Gua-damos para outroa artig s i
paito bombstica o pedan io
o costuiuado andaime coin .e o
Sr. Martins julga poder escalar i das as cOHStruccdsa do sabe.- h; na-
no.
Teremos occasi i do referir H9 i'ii-
presses quo nos causea a ce ui i-
lanesea applicacfto da nomeaelatora
biolgica s noces jurdicas C-.m-
pendiadas em um trbalo >
co, cujo cscopo nao podo aer
mentar o numert) i dec
de Elnest Hoeckel a papagu ;are:u
embriogenias, protoplasmia, busto termo,
oojugenesc e pkyliogeneu, n
ele
Quando o docente ioeapaz pela
insulficiencia da sua educa
tiva de distinguir entre afkjitmm I >
ca'leuterets em ZOOl gia, nao faz
a differenca ent'O urna mcetjda e ata
hdm carburetJ em chimica nada sa-
bondo sequer dos rodmentos de
l'livsica, como querer ^s
docente que os seus alumnos bem
comprebendara a sua exposico
atravez de comparaedes e p
tirados da Embryologia o da Pa-
leontologa (
Fiualisamos perguntan 1"> a i ">_.
Martins si capaz de n
triste historia ila liquidaco do Nor-
te, a fo ha republicana, e das partes
que por doacco dos accionista
verte-rain em favor dos orph
Maciel Pinheiro.
J prevemos que vai es
anda mais; porem, o culpado de
o levartnos a este terreno, una vez
que to fac l em aggredir e inju-
riar, coma virulencia e a vio! acia
do seu artigo de hontcm na Gazeta
da Tarde"
KfiACdadc.
m ** a
Convite
A c-irominao abaixo a?5iLTna a. COSfMa a
10103 oa offlciaCS da ariiiada, effCtl?*)* r-or*
ina'io1, lionoranos do taaMCitfi da
narional, a comparprcrem nos da l e ( 'lo
com-nt!1 rn.-z, d-is 10 boras da manh.1 > 3 da
larde no quart-.'l do 14" balainao .1 lotaata*
na, aflm 4e aaaiguar orna moga de sol da'te*
dada a R.publtca, a qual 9er enviada ;: > ub
Hi litar.
R-Cif-, '2 rt* Abril de 1S I i.
Alfares, Symptiroir.u Paes BarrtttOa
altaras, Luiz (l"in-.
Alferes, Jaborandy Mora'-.
O conselhoiro Corras! Je
Arniijo e sen gsverao
Que mhiota \ e a mellu ri do
futuro qie tem e.'p- any
nu victoria e on-ln qu-r .joe
se fallo em eapaonsfa a mi-
eidadfl e-p9ranv*osa arhoa al-
t -' r.a.
DO AUTOR.
P,,is bem, c>'mr mojo qu- i ->
cheio de eaperanra que reio do m-.-b d
meu- ooncidadiioa dizi- '^uma cama ae
subjectivo h uersonlid-de mi:f*l ejurj-
ca do tneu ilustrado mesir e amigj
Esm. Sr. CoDaelhi-iro Dr. Joaquim
C rr ia d-> Aranjo e d- 'U futura e !
mDOa adm oistra^o uVste Estad-.
Trata-s doa intereases da patr a ;, dos
se interesses d'este Estado onde ab i*T
** ci zt- da > ntepassad s patriotas
aobrearam o tecti do Ur urbaj
seus pas que mandar^m as briza
!



fiTsaro de Pernambnco Qninta-feira % de Abril de lsfK>
&
~*

-

'v
li
C1K
fumadas de auna s Ivas
bsrc > trata-e de emancipar eso p.vj
de urna una a aspa.xiadon que <> lem
ero'-sjuinh do$* ac-atumado a wraa.-se
Bubserviente, con.derando ludo tacto
consumado-t--ata-se eran de detallar *
ignorancia civica e p -polar em cuja tan-
deira q
ventos e mt.truccao publica, a ed ca-
c&o cvica ser m dogma, e em volta
da encola como os grecos em volta do
do templo se bao de congregar suas
emb'^i para os batea aceros e por-
fi do d. pro.-pari ;aie Estadual
Eston cario de que uao passo ser ata-
cada por queco que- que teja woau
com m 9; mas anida assim M pem
que n<> se deve soment-, exigir fructos
da arvnre que veg;ta ta estaco prima-
veril, p>'s que Rfto sao os ve davae-
qua f M n as desfolhas, n&O sao as de-
cepc3-a que girara positivismo da v
nem arwMM que 1 nca de si fcuas
r-8, nena imgiiuy!lo que mu
em ti seus 8!mh s.
Para sou m e desjonhecido na.
se pro-a qu-i a> tenhi crdito de crite-
rio, nftu 1 pirque u'-sta a crip-.' *"
do homem, o ubjactivo ub-igado a rop
tacto cosaUBte," protoganisU d aU*a-
to a cvilisagSo prosete t in produ/.i lo
de sua inteligencia o houiem roa-i pol
titro, h Dersioalidnda jurii ca, o se "so-
cial e poltico.
E cuno tal, ou debaixo d*este ponto de
de vista cue me oeeopo da &e 1 nal
dade jurdica e poltica do Bxm. von.-e-
Ihe ro Girraa de Aranjo, u s tMCP*
bographi-o tao taro c> hedidos p ra
tornarse tain claro que o s;u pUnJ p -
lit 00 idntico ao pUuo cosmognico ;
qu> as iin om > Cada aatro, cda <-,o po,
cada erea'.a a gravita DO ci culo de u
le e no sei > da tmmensa asno ancu do
ui;v."so, s88 n t mbem cida homem
mive-se na eepbera de sia individu.li-
dide polt-.ca r.o se o da ordem social-
A li eci i, ie c ordo cara a itdle do
povo e di s tero pos coqv cava as multi
de3 raidotoa de seos S hos para as ius-
tas do espirito da b-llt-z* e da f.r-
ca e offerci. ao ideal da c gao ( s inbuiis da sen pea-o ; boj-, mwat m 1
Qrecia o C-icaelbeiro O'"" de Araxjo
congrega os seas coDoidos para <>s 00 -
cuso d* od stria, pa-a os eartaate n
do aogeub > honaao re digam reepeite
ao tai. estar l--te Estado,
As portas d'-s es p > acios da inlu--
tr e-ia> ab-rt^' a tolos o povos/ran-
qaeadavatod sos indiv.d o; nio h.
distioccSes: na ba p'oscriptos !
E assun tasaodu o CoQselheiro Cjr
reia de Aauj > como pen o e teuho \u>
ce to. is-.da-so a pd ti a pessoa a pol-
tica aapuyxiadora que em ou rts ppoetws
dominou oeste olo q'J oabre a imiaeusa
mortslba-po-ira qae co -funde as mcm>.-
ravt-is c:gz dos gran les patriotas de
17. 24e48.
O iilosttado vulto de que me occupo
n'esta fscripto roeu mostr e am'go
C-nselue-o Dr. J>aquim Crreia >-
Aranjo na escola do ireitola'esta Cap
tal, rteixoo. b'in indelevel o -u imme
moral ^ j :rid co as suas preli'eo'-s de
dh-eitu tsiv 1, poltico e adm:ait.rat,vi., e
d'ahi p '. a vt c m a .teecdancia
a sua luminosa dmnistracao estadoal ,h
sua aeloaa eonomia pjlitica, a scieucia
ca:actPfi8tic do scalo.
O fabalho e o crdito sao a democra-
cia na economa poluics, a e3tes que
fymb.lis-m b'm a personalidade do -
lustre -oDselheiro, s So to positivos
quilo sao as nec3siJadea palpitantes
d'es e Estado e que o masra; Cms-tlbai-
ro prop6e-a a di*pn ciedade, da in-lus'.ria e do comuieicio.
A eonoma poltica o flemeoto da
civil savo modero', 0 sg-inte d* conf-a-
ternisaco eos povos, a esperan9a do
pauper smo. o impulsor da prasper-dai-
nacional e do bem e.-tar dos indiv dos ;
ella u n princ pi de ordum porque to-
menta a riqueza Rssim como a'p-o-
priedade pscifica, fallando ao instia-<>
de conierea^ao, a miseria concit bri-
dando ao inst.ncto de seessidsda.
E' i e^av^l que a economa pilitic*
foi quena esposou a causa dj povo, pois
que sahiado ella para a pr<*, deu a
mo a i -dustria e ao comraerc.o e d'est-
modo tornou-se a arte domestica, fami-
liarisou-se com o individuo-
TJK lo govrno do Exm. Consslheiro
Correia Je Aranjo que tende a etabjl -
cer sua tenda sob f-ste ponto.|mneg v^l
que de sua administrai,-ao -- dave espe-
rar este l'.s'adoo melh tramonto moral e
mat riil de que Uot urgm as DOSW*
aida-^es publicts d'clle.
D'zmossem medo da errar, que, tu
admln strac^o do Esm. Conselheiro Cor-
raia de Ario jo, quaudo o>lutocrar a d
praca oihar para os seus cofres repletos
da ouro e dissarau sou um ^apitalis a,
0 miseravel opera-io, mnst-ando eeus
bra9 c--eios de forca, redargue com
iu9ti9aen lambam sou.
E isto diz, porque temos certez* d
quena administra?!) do Exm. Conse-
lheiro Cirreia de ir.*uj nao ba distiuc-
r,ao d- individuos sem que nao sja por
suas v itude* cvicas, nao ha exoluso
de proscriptos.
A h storia do Ooverno do Cor,B3lheiro
Corre;a de Arauj->, temos por certo, h-
de ser esenpta como a enrgica e gran-
diosa vo'ncao de um pensamento poli
to atravez do tempo e do espiQj, poi
que naobam povo -e reermstitus, nem
nanhum estado de direito sa corrige,-en
que o espirito d'este mesm> povo oa da
epocha iQ-spre esta reforma; e nos que
vemos a humanidad caminhar. e o ge-
nio democrtico a dirig- temos por cert'
que de civilisicao e qua este mesmo pr nr-
0.0 impulsin >u a escolo. 1 do 1 lust.-e
civalse ro para administrar este KsUu
n'uma -pocha tao anarchtea e calamito
ea qulo e*4 sendo esta Pernambnco.
Com anteced-nc p vemos que as re^c
c3s na. se f^ro esperar; mas a rust-
ra dos graudes p inc pos n3o se ope
lucias o contrariedades porfiadas
emballar-lhea o, mastre e amig > o Crto-elhei-o Dr. J a-
quimCirroi di At-oj > o que ha db
ristra- a histori 1 dos governos oeste
Estado.
Sitio de Jroip eiro o Agu-inhi do
Baberb;, 80 do Feve eiro de 1896.
O/j'tnpio de Seixas Qorges.
Empr^za delllumina-
co a Gaz
XVI
Pela pobUcago, qixe fiz inserir n-i
artigo anluccenle, do tpico ;\ clau-
sula 1.a da proposla de Fielden
Brothers relativamente as obras, quo
*m de ser indemnisadas pelo Gover-
no depois dos 40 anuos do contracto,
Estado, desde que em dita clausula
est declarado que ludo ser entregue
ao Estado no fim do praso do contra- Gtclm_*,F [j>rt9ta?_ V?tr* I'*
cto, funecionando e em bom estado.
Tudo isto tao claro e concluden-
te, que sinto-me at constrangnlo por
ser forfado a cancar a alten^ao do pu-
blico com urna interpretaco, que se
impoe a intelligencia de todos e que
s os proponentes da luz elctrica po-
dem ter a

julgo tpie iiiiiguem mais poder;
ter
eem
porque a mais imp'acavel das progres
gSes a da corrup9&o dos povos ; quand
come9 continua qnando a eebellam re
siste e quand a corrigemse verifica qu>
o triumpho cston caro ao van^edor.
Pois bem, pens eu, que esta agb
jia.que hade caber ao meo illustra^Q

luvida'alguina de que essa indemni-
saffio nao comprcliende absolutamente
a actual inslallacao do gaz, como pre-
teodod faze.- cr-jr os proponentes da
luz ol.clrica e sino smenle as obras
que vienta augmoniar a actual inslal-
lacao fl que tiveiem de ser feilas f >ra
dos li!iiit::s lia illuminaQao existente.
Quanlo a esta, nostermis t;nni-
nantes e expresaos da clausula .', o
Goverm do Estado a adquirir depois
dos i' anuos, sem indemnisago de
especie alyuma.
Tudo isto, conforme aHegoei, se
con lue clara e evidentemente da sim-
ples leitara das citadas clausulas 1.a
e 8.', que se ha'inoni.-am e se comple-
tan) reciprocamente.
Admitla-se, porem (ainda que por
hvpolhesc) que o disposto nessas clau-
sulas nao fosse porfeil miente clare,
como i.', e podesse ainda dar Itigtr a
duvHas ou prestar-se a mais de urna
interpretacao. .N'este caso deveria
qum preliMi les.se cara boa f inler-
prelar a proposta de Fielden Bro-
thers, procurrr ler todas as demais
clausulas da mesma' proposta, a ver
se entre ellas haveria alguma, nae
podesse iemove-r essas duvidas e fir-
mar a verdadeira inlerprelagao.
Foi o que nao fizeram os propo-
nerles da luz elctrica, cerlamente por
nao llies convir a venia le; porquanto,
si o tivessem feilo, teriam necessaria-
menle encontrado a clausula 25 que
faz excluir qnalqaer duvi 11 c mata in-
te; ramenle a questo, tornando ainda
mais patente o desejo nico de con -
fundir as cousas, que serve de norma
as allegarles dos meemos proponen-
tes.
De fado diz a referida clausula 25
o segable :
No fim do praso estipulado pira
a daracSo do contracto (nos termos da
clausula 2/J a fabrica com todas as
suas obras, machn**, encanamsn.
tus, lampeoes e registros, perlencin-
tes aos conlract.mles, se os herdeiros
ou successores, passai5o a pertencer
ao Estado ou municipio, conforme fui
deliberado, sem indemnisago alguma
(exceptuando as extensoes feilas de
accordo com a clausula II d'esie con-
tracto ) e serilo entregue* funecio-
nando e em bom esludo. Os con-
traclanles tambera deixaro na fabri-
ca, como parte dos perlcnces da
mesma, urna quanlidade de carvo e
oulr?s substancias asadas na produc
fo do gaz igual consumida nos I res
meses anteriores c um stock de retor-
tas, lijlos, barro de fogo e outras su-
bstancias, goal qoaotidada usada
nos seis mezes anteriores.
Ora, pela simples leitara d'essa
clausula, redigida de modo claro e
minucioso, como est, ve-se que toda
a inslallago actual do gaz coraprehen-
dendo fabrica e suas obras, raacbi-
nismos, jencanamentos, lampeos e at
registros, islo tudo quanlo existe
concernente a illuminaco publica e
particular e perlencente aos actuaos
concessionarios, passar pertencer
ao Estado oa Municipio, sem paga-
mento de especie alguma. j
V-se tambem que as nicas cousas
exceptuadas dessa entrega gratuita
sao as erlenses feilas de accordo
com a clausula 2.', isto os novos
encanamentos ou obras, que t-nham de
ser construidas de hoje em dianle por
exigencias do governo, alm da ac-
tual inslallacao; razio pela qual a
proposla emprega o termoextensOes
para excluir o que j existe.
E comprehende-se que nao podiam
os acluaes emprezarios do gaz deixar
de fazer excepeo das obras novas,
exigidas pelo governo para augmento
da installaci} e arca existentes, sob
pena de assumirem urna obrigaco e
onus, cujos limites nao Ibes era dado
prever, desde que ao governo restava
a faculdade de exigir-Ibes tudo o que
Ihe conviesse durante o praso do con-
tracto e depois desse praso teriam el-
les de entregar gratuitamente essas
obras novas, cujo custo poderia ser
tal, que les absorveria iodos os lucros
provenientes de seu contracto.
V-se, Anualmente, que todas as
obras e reparos, de que precisar a ac-
tual installacto do gaz para preencher
o fim a que destinada, islo para
produzir a luminago nos termos do
contracto, devero ser feitos exclusiva-
mente por conta do contractantes sem
indemnisacao alguma por parte do
coragem
Cidade d'.lgui Preta
'Os hardeircs da rhllecila D. Ao
urrv uvi o-iiiiur.
trac8!CC?o que se tenba feico, ou que se Ra oh d Pttpo do C no, soiir.iilo r. 18 1-
pret.-nda e.% r, cota os bous lo 'espolio : a^' ,r << oe-to volar oael-ncrea cojm
de V** gandes, ^^\^*^t*M~**l-*~llUm
Sao memoros da ansa oa seeaint^fl elcito-
retn ditos baos sojeitos ao p^g^meato do
l-gado CM3stots descriptora ante-aup
ci.l; bem coian contra um invostario
fdito sem Bolencia di s protestantes, onda
tortm separadas prA tbl pagamento di-
vidas duvidcai ; aun ves que nos os pre-
de contestar OU jodiosdoi estamos ispojtos a renunciar
a este ip^g<.neatr i f-aer valer n-ssos
dosconhecer
Julgo, pois, nao ser necessaria maisdir9*c08no",irr^Qeifl s0"*06 P088" 0Q
,. ;' ,. venha possor os meemo heos,
explicagao alguma para lazer calnr
por Ierra a intriga, originada em care-
bros elctricos, de que o governo em
qualquer hvpolhese tem sempre de pa-
gar indemnisacao pela actual inslalla-
cao do gaz, qnando justamente 0 con-
trario est establecido na proposta
dos Srs. Fielden Brothers e por modo
minucioso.
Parece-me que nada mais de im-
portante e que mereca conteslacao
existe de p.' nos artigos dos proponen-
tes da luz elctrica. Podem elles pre-
conisar, como entenderem mais con-
veniente, o seu syslema de illumina-
co. Eu com isto nada tenho, mes-
rao porque j o publico est bem
orientado do que vale a luz elctrica,
em razo da manifestaco unnime da
imprensa desta capital contra a ado-
pfo de tal syslema de illuminaco por
inconveniente e anli-cconomico.
Limitar-me-hei, portanlo, somente a
restabelecer a verdade da proposta,
que apresentei em nome dos Srs. Fiel-
den Brothers, toda vez que for ella
alterada por erro, engao ou propo-
sito pelos proponenlcs da luz ele-
ctrici
Recife, 30 de Marco de 1896.
Samuel Jones..
Gerente.
Kecife, 3t de Mr9o de 1896;
Mna Amelia de Miranda-
Ao oiuincrciii
Os abax> assignaaos cieotifioatn ao
aame ci que cooaira."im livre e deseirc-
bar..ydo de qioiquer onus, aos Uta. Fer-
rer* Picto & C?j* o sea estabelscimento
de fazendoS e miudesas sito nest* oidade.
Da pju o p-*o da 10 dius pira
apresen a -i.-n coas reclamac5s a quem
se i i|g*r com esta direito.
Paiaiaro, 3 da Abrd de 1895.
Ron id) & rmao.
-------ta------
PJ0-3R amenisr um doeota som^oie
cora a Peptona de Chaaoteaut (carne de
raoea diferida pata pepsina o roeacno, do
eseo do estomago recata I-*, susteota-98
lorgoa m^zis con clysteres. Esta pept' -
na iQtroduaida em nra vnho genero?"
oouh-cido pol-j nona de Vinbo de Pp-
tica de Cbapoteaut alimenta tambom os
a^tri.lgicoe, os empaliaseatei e os qie
ao suppirtam alimento *ljun.
-------> I
De
ipeJiaa
i
A Exma. Sra. D. Atina Aurora
residente ra dos Arcos n. 72, ha
mais de 2 annos nao poda Jorm r
com urna tosse horrivel, inultas dores
no peito e espinha e falta de appetite
S com o uso de um vidro de Alca-
tro e Jatahy de Honorio do Prado,
j dorme a noite inteira, nao tosse e
acha-se contentissima !
Dr. Alberto do Siqueira
Prescreve nos casos de tosse, bron'
chites, asthma e rouquidio, alcatro
e jatahy, de Honorio do Prado.
----------------------?----------------------
Conversa do medico
T^dao a veae3 qoe o farr> dimiaue
a* eeoooiaia c-pec -i.n-.i i ao aangue,
tirna se Aa*.uO<>f oioro C com a core
paludas ; n mulheres n micas a mens-
truaao e^' irregular citn euna oooso-
Tolo o miado pie e*tr affl cto da
omro-aaenia aw pnvos d;ia pa-z-js qi-n-
tes ta ospuia'mauco affj't^doj dila.
Mii*s di tainlia*, v:giit oi>re vxaas
crsD<, tomai o 1 nsanda tomar f^rro
iufH'iia o aeitameata ; aa^meatitreia -i
^uactidai, mus sobrecudo a quahdadi
le loite : dest* antieira a oreauc tornara-
ae 8:bert>* A un^ca prepar',o que tem
aao d'di am resultado cooa:aai e qu<
tem cb ido as mais altas recompensas e
odas as espi'i.oes o 3rdadeir Ferro
tiravi8 qu-i um par< xy to da lorrj no-
|a
ifi',.mate o erro oootido n* eoonamia.
Nl-'tem sabor, e tmado na dose de
20 gjtia< a cada refe V>, u'aa liquido
quaiquer, d o raaui'.uao qua o meaico
a donato aguard^m : iaco a cur< d-s
(eolia i tu para as q.ae o torro tjr iud
cadi.
8>gui o soaaaiHra o'.im ve!b> medie,
t'mai do verdadeiro Ferro Bravais
v ir j.
-------10>
Eutre os diverats produotoa que a5o
v-.nil s 110 cjmmerco ojm o dubh de
oleo d > Dgado de baua um aj modo de prepira^ai toi appro
vadd pela Acidemia de Midioioa di
Pana. Setir.miDO ao oleo de fia lo de
oaca'auu de Berth, duas vezs mais rijo
em pr'oipioi activos que todot os outroi.
a E u ilediooa s sa de^e empregar o
o'hj de cr psjura, excluioda ib cutras
tiu^s variedades r (P.-ot'esaor Trous-
:.eau )
c As oreancaa roman com muita fsei-
I dai o oleo de Bertb,, e eliai masinas
{.ctbam por pedil-> daatro de pcujotea
00. b (iVrmuUrto Mag st-l)
K m*liJ*ioea. qn me h r caavem
aos tecnp sramact'8 lymphatioos e a toda
a pesi/s que ln o paito muito dt!i-
CttJ.
O oleo de Barth vende a 1 puro o bom
addiuijuado da creosota Al.jha oa oom
t;a ..'; A A'oba prinuipius estes que &ug-
so '.litsm sua ecttrgia e buo tfficacife.
Ji-te A. da Sd?a Lp, embiroando
neje Dar Europa, >fimdetaaer compras
para o estaij-leeim mto Att Psradia das
->raei, pede duec dp de, pela prss't-z
de saa viagem. rao Iho ter sido possi-
vct.j despedir-ie peasoalmeota di seua
boi'8 amigos e treguezes, o fas pela
prcaeate, u offoreca seus limitados pres-
timos.
Hacife, 293-93.
Despedida
s?vfr 10 HViiis, "reirm'o fe Dor aleom
te "''o pa Ei'ooa, >e-'Mee-e D8diado-ln:> d^aeatpa rr5o o f.ner porsoaim-ot ,
n 'lt:i -'-t '9 mdci ; a tO'lo*, pnredi, oflviei-e u
sea hm;ta a 8 r e o coadusa.
Otii-os m :
tr.lar qoa ficaro encarregados ^os seos
regocioH us seos t>ataQt%s prccu.-adnreg, na
, rdata ".t aoe vio eoptatra-'O*, os Srs Jur
HoO'itMe Guccal*, F-atKifO us da Silva
Ga'alar8e^, Btn o Meades Sibondo e Seraritn
Menina SaDirldo.
Kecife, 30 de Margo d 896.
SeveriQO iras.
Aviso
Pereira Pino 4 0,a participara *-u
commercio em geral que tiesta data dis-
peaasram dos seua servidos o sea em-
pregado Joaquim Pmto Lapa, o que fa*
zem publico para os davidos effaitoa.
Reeia, 31 de Marco de 1896.
EITAL
Servid) eleitoral
O lent-ntc-co-onej Jnqtiim Alves i Fiispcs,
preside .te do Concerno Mon'cipal do Jecife.
f. sapnr a qo^-m n-re3sar pos- de accordo
oca o 1." "o art 39 da le a. 35 Je 26 de J-
nsiru uc 1891. que D^rt dala de.-ioou o^ ed -
floios abaixu m--n:ioriad para nos mesroo! i>;r
locar no d'a 18 de Ab'il ;->',oxim 1 a eleicao
para preeaclnmei.ti da v-ia de om s^oalor
federal, ibera n*U re.ua fi do Dr. Jo quira
Crrela de A'n|o. mmmmm
FBEGUEZl x D) RECIFE
i.* S'CCio
E'liticio da Coronanda Pnroamoo ios, od*-
li-vero uUr toao< os *\r\ O'v cajo tuulos
liv-reui palabrapnmeiriescripia om '.li-
ta eri'-a'Ua18.
Bto membros da mesa es egoiQiss fcieiMi-
ff'. fvog : Antonio Pedro das Nevpp, Cindi-
- Al'es Ferrara, AqIoi) Carlos Mendoog
Aciijiy Felino D.-t^iO Ferreira Coeho e A -
lf -n ferrrira Pinto.
Sinpl'Oie.: : Anw-"'o G me3 da Aibuque-qie
S in ianc, Amnco Gmcilres Coiuibra, e J .ao
U vires ireire Man.
2." SeccSo
C.ni ria ordem du Aroeuai de Ka-inh, o^de
leera> vaiar tios osele'.tires c|os tliolos
iireiD a p.iia7ra-Ee ta fricarOda.
Sao mimaros da moza os segoio es eleito-
Eti>iio* : Adrl.tho Ci-ar da in, GilHao
Jo*>e Bqi-i y, D-. Aoiiorto d^ Costa Gime*, Ad il
pno Cu ma e Cae'.ano J >" Gungalve da Ponte..
Sapplen'es : Ern=--tu Pt-rei'a Lj'a, An-
Kosio Cesar e Jos F ocimo oe Paula.
3J S-c^ao
Sobrado n. 137 da roa do P.lar. em qoe
fnnecooa a -RC'U "O sexo leminlnp, oi>ie oe-
ve ao vou- paisvrr e'Oira escript com tipia eucar-
Sao rcembros da mesa os seoote9 eleiio-
reo
Effectivof : Minos! Ferrei-a Bar'o'o taotor,
Oyupi de PaBia Ma'bsdo, Maooel Lape Ma-
:0-.!O, JOP JllVO .103 P-81P8 B1S138 e AQtS-
loLeopMioo d' S'lvaReves.
SaiiplentPf : Goiln"-me 1-^r-pira Pinlo. Lo.i
Corma de Mezquita Cirdoao e Jlo de Alaiei-
^ aFfiEGUEZIA DE 8ANT0 ANrONlO
4 Sercio
Anar terreo do P>c-> Mu di'ipil, onde deve-
ro velar toos os eleitotes cujo* umioa nvt-
rfm a calavraquir.a-escripia com nata eo-
"sio m-mb.-os da mesa os segoiotea elelio-
r EtT^ciivos: D'. Joaaiim Tbazo da Fonsesa,
Cnnsiauo da Gima Lot>c, coronel Fran icu
Fao.lino de B-iuo, Antonio M.riooo Falcas e
Elias Poo-p'liO- .,
ypopl^o'es : Pedro Alexand'inn Maia e Sil-
va. A leosto io*e Manr.c;o Wiadarlej e Jos
de"OUvei'a Me!b.
5" Se cao
l.yreo de A'tes e OBicios, onde deveio votar
10-.os us eleiiores coioi ulules t'Verem a pala-
i'h qn-nli escipti com tinta ncaroad1.
Sao membros da mesa os 8?fcu mes eleito-
'%-nVctivo' j Uur. Arthor Hennqoe n Alb>'-
aa-rqoe Mello. D". Arcn iro Alve* A rota. Al-
ie l, da Silva Mira da, Cussy Joven.1 oO KeKo
h Aimon Lene de Far a?.
Sapple tas : Celx *! Cih-il. loao -antas Jorge e Antonio Germano Rejneira pin-
to de Sou*a.
6." Secco
Tbeatro Sinta Iiaoel. orne dte So vola- cg
ei-uores cu]0J litlos liverem a pi.Uvrasexta
__#3cneU coa tinta encarnada.
Slo aembros da mesa 03 ee^oiotes eluto-
les .
RlTect'vo: Dr. Jo a de Godcy Va^concellos.
Jos Mana da C-na Carv-Iho Pe-iro Bapuso
Carnei'p, DoTiingos Joaqom Seve e Angosto
Gongalves na Silva.
Soppleates : A ionio da Silva Moreira Jo-
oior, Joao Boiriitufs Siraivj e Francisco Hoao-
rio de Soota Gondlo.
7.* SsccSo
Sala do Ju'y. onde .lev^fSo vr-ia' toles os
eiet'ores cojos ttulos livrera a plavra sti-
ma esenpta com tinta encamada.
So memDros da mesa ob ssgaiotes eleitc-
res :
EffecttvnR ; Antonio Macario de Aests. Vi lo-
rjno b Ar-sS-i ED;., Jos Pe oa|or Ani. nio Graciado de Guiuiao Lo o e lo
L,9i n3'"0 Gr.'o.
Snoplenias: Joc Mattlifaio de S-mta, Jovi.
qo Casaiaoo Mala e Si'vaeFcriunatoGo'xesacs
Passoe.
8* seccSo
Fsoh da ra do C.abouco. onde deverao
volar os eleitore cojos litaba liverej a pala-
vra0;iav.-='scripia com lints encarnad.
Sao membros da mesa os segulotes ele to.
re<
re-:
Eff''t'o-: Dr. Maiqols8 A*tooi> Gincal-
vea, Jos MoMpirn Peo, Aoaurto Cesar Cjos.
nei'o o M tos Joa,. Godoredo d Moara lioo.
(tni e Fraociica Alhoqaprqup Mello.
Sappiente ; Frar.r-.,vr0 Atisja-to A'elas, II-
neo ATiia|o Cetar e Jos Leoooldioo Cyrllo de
Ollveira.
!( spptSi
Roa da Palma o. 53 etenia D. Lo ta Ame-
lia de D'uajnioni, i ude deverao votar i.p elel.
ores enj timios li-rem a paiavraDecima
escripia 'om titta eoca*Da4fi.
.-a memoros a a.esa 03 seguales tleito-
res :
BSaCtfvpi Christlsno r"3 G>ma Lol),-) Filho,
A'-'gaeto Fer'p|r^ de Cartalbo, Joi;i FeMn o de
i B'rrog. Manoel Csspiano de Miran ja
BeB'lqoe e Ma're!|.no oa Cfila Bello.
Sapplen'es : Polydoro Ba'laojaque Pereira
T'ixelrB, Taeoioro tetzen e Rodclpfio Penaa
Forte.
II* secg5o
Ro do S :i, ee"dla ba DrofPffcor D. Maria
Fanduca d^ Barrea, ende devnao votar na
el-nores rujos tr.olne tiverem :s palavas -D-
cima pitnei a e cintas cj.'c UOt encar-
naba.
Slo oiema'os da mes- os eeRu1nts eleito.
res :
ET-cvri!. Snvino Gima^ P.,rtn, Dr. Lntz
C.rios Maxaibtea B evei. Antonio da Crnt Ki-
rie r Jos de Azeveao Mala e Silia e Alfredo
ios Sinios Altielda.
Snpplenies : ADionio Loop? da S Ivelra. Jo.
pT'elra ai ri;vi e msjor J.> rfa Cusa R-go
Lima.
12* rafia
Roa do V3coode fie Inh tilia n 43. escrla
do 8.-xi> aaeolioe, ond>) deverao vtar os elei-
io-ei, cajna titulo* tive'em a-* pilavrasDeci*
ma g'guQd? esc iita com nota encircad^.
^So ro-mPros da mesa 03 eeguinte eieo.
re:
Bffeetiv.M ; Or. JSn Bastva d.> M-llo Gomes,
Joui'm Aarjute-- f i b-i-o, M's--i Auzos o -i*
Aiii' I ia, Jof Rioeiro Pessoa e Hllodoro Gon.
cjise; d Soppienies : Jo-ge ''o Ra'n Bsptlsta, Lai?.
di Ve.tta ppjprt!) b Mannpl M'rqoe ao Mou e.
FREGsZU DE S JOS"
13* s ccao
E tac"> da Mtraaa de Ierro de S. Francisco,
Lir^o das Ci'ico Pootie, on'e daverbo votar os
le't' res, cuj a iioIop llvaretn a* palavasDe.
citrn lerCcfra es'rmias com HO'a encarnan^.
So iceaibros da mesaos s.^aictes eleno.
res:
Effrctivos Joaqmm Eos'.ionlo d-a Neves,
Anioiin Claodloo Fd'rsira oa Lir, GjI'J M >
reir R-i-, Antonio Atbannu A-t Arrojo e
Apos inlio Jijme B-ierra fesoa.
. Sopjlenies: an'ooio Joveniioo Alves, Gly-
cerio Ceelha do Eipin'o Sanio e Ano ..o Va.
reir dos Bel.
(4* feria)
Roa de Pa->"> Rila, eaolad-J pn.fe?s ir Cy-
;|io, ca^a o. 92, (.nde deverao vot*r oa eiett-
fs cu|o* liiuij tivere-r as palsvrss^DcCim
itiataescripias com un ensarnada.'
Sau raeujoros da me a os (galotas deito
res :
Bffed vo- : Ifiaool Rodriga?" oijaei'a L'-
ma, Prataae diS'va GumJ, AOeteto.di
S iva Himos, Alfredo da Coala Ca valQo e Vi
cente Lidilo ^a Costa Camopilo.
Sp[lemej : Amonio Jo de Araojo Filbo.
Antonio Januario da Silva Miorj e Pedro Lu z
de Oliveira.
15* secc'io
Rua V,il ds Nett'e'r,,a n. IS, escola da p-o.
f*sora D. Bflatrfl Gatlhertnina d- Miraoia Ol.
vei'a, onde deve ao vot*r o e-eiw.e cojos H.
tu:03 tiverem ts paiavra* Dricitaa qoiataes
crmias com tinta encarnada.
Sao membro3 da mesa os seguintes eleitu-
res :
EfTeeiivos : Antonio Semiano ras Mer. '
Proto, R-njamln Constam di Caoba Si!i3. Joo
Pcoo'io de Castro Mea*-, F'anc seo de Bir.
ros Lima e Francisco Fenx de Mello.
Snopen-e': Francisco P^rei'a da Cirha,
Fl-rano Baotis'a de Ollveira e Angosto Cea.r
/ereira Caldas*.
16 scc5o
Rila Marq'tez do Herva' n. 115, esonla da
prof^ora O Mara Dromm^Dd, onde deverao
volar ou elritorea, cajos traas tivere-n as p?.
lavrasDcima sexta escristss com Ilota en
ca'naoa.
Sio menbros da mesa os seguales eleito.
res :
E'T cvo* : ATjdsi F.-eita* das Chazas, Ja.
s Mna de Linios Darle, Feraando B*rbo*a
ie Carvalbo, Iiaoceoci. Jo- oe Miranda e Fe.
!'x de Fr^ng* Lnmar.hi Muoeif.
Suopien'es : Francirao das Chava* Monieiro.
IgOCie Ferreira dos Sanies Galvo e Isidoro
-dariooo Cesar.
17* se-go
EetacSo Nova di estrada de f'5rro de Ca*ua.
r, cnue oeverio toiar os eleitires coles tito.
los tiverem as paUvrasDe-ima setiuaes-
criptas com nn'a encrnala.
SSo membros da mesa es seguales eltito.
res :
Sa membros da Dfa .s segamtes eleo.
re-< :
EtfcCivos : D-. Feliciano Andr Gomes,
J Ao Cesano de Azevpdo, Maoo^l Pinhei-o, Jo.
Alvos da Silva e V r aio Severiam Gomes
de Castra
Supoleates : Joaquim Ja' IsOtivelra, I'da-
fooso Lacio Moateiro da Franca e JoSo Fer-
rriraie Alcaola'a B"ro3.
16* Secca*
Roa de S. Jjo, antga estaca di estrada de
Ferro de CsraarO, oide deverao vo'ar os le-
'ores rujos ltalos tiver^m a paiavra-dci-
ma n!aaescriptas com n'a mca'nada.
Sio mambros da meza os segalaies eieito-
re :
EffeiiiV08 : Joaqaim Robe-ti Gu'ro^res. Mi-
noel Odlloo de Lima Virae-- Erne'to Xavier
dos Sanioi. Joao Pereira do Niecimento Silva e
H'Uodoro Carneiro Parreira Rai-ll .
Suoi'lentes: Joe I'defoaro de Mllo, L'or
co Bpiebaoio de Souza Satta e .Aiexudre
uos Sanias Selva.
19.* Se:cS>
Roa C irooel Suissona n. 211, escola do p-c-
tessef Hbilometo. o v. lar o ele
lores cijos t'tolo-i tlveretn as palavrasdicima
non- -es -notas com t.nta encarnada.
sao mmbros da me* os segnintes ele-o*
es :
Efectivos : Pairo Satyro d Salles, Jos
Aoaceio do N'sclmeoto, JoM Mara Ai-'oly,
Jcaquim Janu-no unes d Silva eMinoel
Francisco d Fonseca ^osae.
Sopolen'es : Jis Miria Ferr ra Franca, Joa-
qom Cavalcauli Barreta eCatodio B. o? Silva
Guimares.
!C* Secg
Bi Oitenta e Nov-, escola da prohsso-a D.
Antonia Clemeniloa da Sou'a Riheiro, 001-
deverao o'sr o* eleitores cejos litlos uvrrem
as palavrasvigsimaetcnpla com ti^ia eo-
ca-na-a. .
Sao membroa da tsea os sega nies elei.o-
res i
Electlvos : noel Joaqjira Bap:ia!a, M goel
ArcbsDjo deSsnn Santos, Aifreoo Carn.ir
BtbeiroCoeibo, Manoei Y. Saares e Bento
Ferri-t-a da Costa.
Supplen'-fs : Frederico Henrqne da Sileira
Tavares, Jos IocIo Ferreira do Lago e Vi-
cente Beierra C*alcant. _,__,
FREGKZIADABOAVISTA
21 Su cao
Paco da A-sembla, oude dmrao vo ar os
eleiio-ea cojos t'tu'os tiverem as ralivras -vi-
gsima pnmeita-escnpijs co-a tnt^enc:rna
da.
Sai meaib-oa da mes oe seguinteB eMto-
res :
Erle'tvrs: Dr. A.*:har aUn^o da Si.va,
Joao Hi'coo Peiroi, AO lo Pereira da Silva,
Antonio Eaibimio Vlanna e Arbimaaes de
Gt've ra L'ms.
Sopn:eiue8 : Dr. An'onlo Pires Galvo, An-
goESdoloDs- ^r^'aSrTrib^ro.a lon.'Ferrer, Dotrae Antonio Pereira Pmto.
naos. A F.gue.ra e Jallo Cesar ^^ oDde ^C^,,, 03 e!eiloregi
Silva Ramos, Aous
F.lao.
vigsima ee-
traada
Sao membros da meza os efgaintes eleito*
res:
Elfyct'vos: Dr. Ant. nio de Si Cav. lea II da
Alooqu-r.jue D Aongio de MKon'a Caatro,
Alfreda Fr neo do Reg, Antoni > RiteliQ de
slboqueiaue Maaohao e Aotonio U.rueiro
Machado Rio'.
Sapplemes r Aa^onio Pedro de Az-'vsdo,
Jos* Joiio Fern:ud-s Ba-ros e Aoioa:o Faus'
uo Cavrflc-anii Aranjo
8* Sec^a i
Ru-o do Hosp!-|o, eacob Propagad ira, oode
devcao ot.r os e>eit.>68 cojo* nulos ti?erem
as paiavrasvigsima lenetra^s.ripia om
tinta encarnad*.
Slo tnemoros da meza os segaictes eleito-
res.
Effertivos : D-. Fran iso Gome* P.rente,
D-. Eageniodr'B rros Fiho ( Es evao e S Cavalcaot de A'biqn'rqoe. Bel'
iraodo Pedro oe Azevedo e Edua-do Manoei
Viegaa.
Suprl-rntes : Or. Fmqcsco X'vler e L'tna
B irge, Sebastiao M.n-I co bezo Barros .
Eroe lo ca Silva Mi-:" d-.
2i* Se. cao
Escola do p-nfes*cr R.iLua'do. nraga M.oiel
Picheiro ii. "8 onde deverao votar o-, eiel'o-
res cojos Itrios '-'cerem ss pabvrasvigsi-
ma quaria-ecrit,u com t:nia enea nd .
Sao mexb-08 da cea os 8-goia.e.s elel-
t'.res :
Bffeetitoi: 'r Frnifsco ds Smi R-:s,
Horacio P.res G-Ian, Gaspar Hor tinco Casal-
i, Gaspi- eo Ni83iuieoto Rejjeira Casta e
Mitioel Jo- Saa-es Guimaraeg.
Sopplmtes :Dr. Joo Elias de Castra Fon-
seca, Heruaito du Barros Pimeo'.el'e Dr. Henn-
qoe Eageoio Anioses.
25* seccSo
Escola d- profesaar Viaons, Ponte Vlra n.
5, onde d^veo vo a' ele-tores cojos ti ul.ia
n-ceiu s paivraivigsima quimaescri-
pias cpoj nota encarna-a.
Sio m-euros da rr: si os s;guiles i!o*
re? :
Effecvos :-Jo Fe'reira ds Ctz Vi^Ir?,
Dr. J- Ba-idei-a de Millo, F*aQdseoMoreira
Da, J i Cattano .la ^ilv, e He irtqae oa Cos-
t Ca viioo.
Sonoien'es :Modesto do Reg Bartista,
D-. Gaodino Eaioxo de B i lo e Joaqaim Til-
x-ira Pelxotc.
2i* poccSo
E'cola do omfea- Aguiar n 30 (Al g". ) onaa dverao volar 0s
eieitori a cujo molos uvarem as palavasvi-
geAima sextaescripia cora tiola eararoada.
Sao memnros da mesa os seguales eltito-
re :
Eff'ctivo?:Dr. Jo Ni olo Tolentmo de
Caralfo Jaoior. Jos Francisco da A^meida
Dona, J si Joaquina Da3 do Rigo Jao.o-, Jo-
s Lnicm Guides Pereira e Jar R yaando
oa Coti M'Oize*.
Suppleni'8 : Joao T.mes, Aosusto F.-aocis-
co do Hego e Javn" Barros d-i M-dlc.
27* lergao
Roa de Smta Croz, escola da o'of-ssora D.
alaria Flora Colocarde-, onde deverao votar os
i.|eitori-8 cojos tumos t:verem s p i-*v-s='i-
ge"imj feti-i.-ae-cripta com titila poca.-tioda.
Sao mtmoros ai mes os seguales eieito-
res :
Eff-'ct vos: Lalz Vemft, D-. Liodolpbo
Hisbeiio C rrea de Ar>ojo, Mn.oel dos Sac-
tos Piment"!. Leonardo At icaLavra e Francis-
co L'vio ^e Carvalbo.
Sapp'e^tes :Dr. OUntho VietO', Dr. Mtntel
Alves Vi 1-ia < Lai? Melanio Franco.
18- 8--ccao
Bsroia d> prnfesser Fumino Rihetro, C*mi-
nho Novo n. 67, (Conde da Boa VS), onde
vota-S os lenoree. coi ta littlos tiverem as pa-
lavrasvigsima oitavaescripias coai tinta
encarnada.
Sao membros da mesa os eego t3 eleito*
res :
Effee'v.s :Dr. Octaviaoo de Siquera Ca-
vaican'e, Dr. Ma-colino Darnellas C-ma-a J-
nior. Maooel Bsrnardino Vi-ira Cavalcaote,
T .om-.i Sarrat Jnior e Tnoroaz Dativo eos
Santos.
Saonlenie:Manoei loooeencio M-nna da
Casta, H^ariqus t'aluaeira e Seve*o de A'mei*
da Djri?.
29" sprco
Escola do p"ofis8->r D*ocleciano, roa Capi*
.iL'ma n. 19, oode dever;o votar oseleil.-
res cojos titoios UvereD as nalavrasvegeti-
ma nana;s -rh.'ss coto Ilota eora-nada.
Sdo memores da mesa os segoinies eleito*
res:
gff-ctivos :D-. Sebusliao de Mello Giivo,
Jos Antop.io Vieira da Caoba, Jos Giti'ana,
Gostavo Lo-io de Mergnlhao e Aatonio Elsea
Aniunes Ferreira.
Supolpntes :Ado'pho Teixei-a Lop?9. Jos
Correia de Amo im e Jase Mina Halianda Ca-
valcante.
3C* seccSo
Raa da Aa'O-a n. 109 Q, eicr-la da professo-
ra D. Mana Amalla da Suva Ml", oode de- -
ve votar os eleiiorea coj-.s tiioics nverem
a paiavra'regeslmaescrita com tinta encar-
nada.
Sao memb'os da mesa os sagolntes eleito*
iej :
Effsc'ivos :D-. Affon'O Gonjalves Ferreira
Cos a. Dr. Tnomaz Ferreira oe Cartalbo Sobri-
nho, Leotino Jaaqaim *e Lima. Pmgibe Ha
gyss da Silva Costa e U ysse Boteibo de Aa-
drade.
Sdppleoiea : M*n>"l Roberto de Carvalho
Guitnara-*. Heli-doro Raulo Xivier Rsmos e
Podro A&tioes Ferreira,
31* seegao
Escola do profe-sor B-ag, favessa dt Bu-
n Verde o. 13, onde deve vot^r o* p'eilo*
rps cejos ttulos Uverem as psiav-? s tueai-
ma prim^ira "senptas com nota encarnada.
Sio membros da mesa ts se^unies eleito-
re- :
Effsctivos :Dr. Miooal Gincalves da Silva
Pluio, Jo- Maja (a Cos Reg.', rihur Silva,
FeltcisBimo Azevedo Mello e Dr. Joaqcim El-
viro Pereira de Maga:baes.
Soapleniea : Alfredo Pal-fio, Ionocei-ia Al-
ves Aroaxa e Mannel Leoc-d"o Lemos Bastos.
3* setcao
Escola do p'ofessor Mar ellno, ruadas
Creooias n. 4 C, onde deverau votar os e!e:to.
res cojos tituios tiverem as pilavras Trigral.
ma seronda escrlptis com tio'a ec^roada.
Sao Tvrnivo- di mesa os segclat'8 eleiiores :
Effecliv 8 : Rebino Fsrreira de Carvalbo. Dr.
Jos Gongalves Mna. Salus'.uoo Liz de Frao.
ca, Jos Cysneiro de Alnaioerqae Mello e Na.
minando Siivt.
Stiopl-ntes : Angosto G"sar da Cenia. U y.
sea Freienco de-Almeidi .'buquenjue eMaaotl
TVrquato ae Azevedn Sa'd .oba.
33* seccSo
Esco:a do n*ofr-8-or Pelicto, et-ada ce Joo
de Barros n. 6, onie dse o vitar o* eieitores
cojc8 iitu'08 tiverem as palavras T'igeBima
te ceira eacrip as cera Hola encarnada. Sao
memnro* di mesa os segoin es eleitores :
Effecnvos: D.\ Manoei Cesano da Si'va Bra.
zil'io, Maooel Saotloa da Cuc.i. Lob D J ai
Affonao oe Sanz-a Paraso, Joaqoir Fra.cisco
ds Mo-aes e Marcos Jos aa Sl*a.
Suonleote* : Anstides de Ol'vetra, iiustaqao
E. d- Silva Baga e Antonio Angosto da Frota
Meoezes.
3i." '-eccSo
Cimro G*ai e, escola da profesora D. \me-
lia Ca-mel na de Souza, onde devero votar os
eleito'es rejos linios tive'em as alavras -
Tigesima q artaescripias jcoui tinta encar-
nada. Sao membroH da masa os seguales elei.
lores :
Eff-'Clivns: Fr-ociseo Maorcio de ierra,
Jos loaqom nos San'oi Janior, Ubano Bao*
lista, Amonio A. de Maraes Meaquita Pmectl
e Dr. Jos Francisco Ribel.-o MscbadP.
Sopplenies : Dr. Terluliaoo F. do NarCimeo.
to Fetcsa, Coronel Leopoldo Birges Gjivo
UcoOa e Francisco Porlado de M^naoocs.
3a* se;'c4o
Ros Direita de Afogado*. escola do profea.'Or
Francisco de P*ola Lins de Carvalho, onoe dp.
vero votar os eleoes rujos litlos tiverem aa
palavras Trig-sima qo.ota esc-iptas om
nota eccaraada. Sao membros da mesa os se.
enintes eleitore* :
Effectivos : Jus Marlins Ribeiro, Jcs Loii
de Praoca Torres, Amonio Leoncio de Lacerda.
Jos Francisco da Cenara S.ntUgo e Maooel
Joaqaim de Saoi'Anoa.
Supplentes : Loiz Antonio da Silveiri Ta.

.
....


*\I1

a-
IHasrt teftwarmtmro Qntaia-felra de Abril de 1*!M
vora J. R. de Azevedo Campo e Antonio Izl. Nenhum concurrente aera- admittido

.

)

doro de Soma Batnos.
3i" rrgao
Ra< do Motocoloo bo o. 5, emlalo s^xo fe.
minlon, on e rtevn 5o votar n- eWiorea rc}>
linio* l-vare i. as gala- 1Mne*.rjD >.exla
escri-'t s com t'u a eocsro&oai Sj meui.
broa da mesa o segoio'. r e e.to es :
gff-cMiM : Jos Peiro Veil so ;a Silveira,
An ooio Lou Go Cilve- de C.-io Mascareohae.
Feliciano Frnc eco de H luada itlatoo, au.
noel aihx nrtrino Calaete Jooior e T.inii Do.
miog'jea Toares.
SoileiPii: Kaclides Deocleciaoo da Co U
Monl-ir >, Aneelto.' Rsuios flftencouri. Amonto
Bora.es Gal vio U r.iK
37* sergao
Bac kl d profesor B6 ', DO Bs-ro n. 37.
onde devrao votar os Iriio es cojos tuulos
Uverem as paliv-as T tiebnria stima es
criptas com iul encarnada. Sio membroi da
mei-a os seoi .i -s ele t. r- s :
ElJectivos : Aotooto Caroeiro Vaia, Manoel
Jos de fios, Lntf Bero da Hucna. Beoto Maooel Carlos de Meoeiea a
Aoii oo Jos da Cj-t.
Sapoteles : Joaquina de J. Moreira Sobrinno,
Jote Rj incoen do3 Santos a Lacio Jjse de Al
bnqoerqoe Mello.
38* seccio
Esrola do professor Al'aenea Rspedios o.
33, onde deverto vjtar 03 eleitores cojos mulos
tiverem as pslavras Tricsima onaa es.
criptas coto tima encarnada, oao membros da
mesa os-fegointes eleitores :
Efectivos : M'noel Gojoms, Burao de Nata-
re'.b. Peroaado Barro ;a, Am.ro T-'varea Con-
liohj e Viceoie Ferreua -le Sillas Menezes.
Soiplt-nt** : Vitrote Ferrar da Cosa L?on-
co Qointino de Catiro Leso e Tbumis Pereira
de Bruto.
351' Ser fo
Roa do Lfoncb, escota ae D Amalia Peno
Forte, oo'ie deverao votar os eleitores cojos t
tolos uerem s p-l vae Truteaslou oooa
esclaias com lio! < encamada.
Sao membro* da mesa os segolotes lelo-
res :
Eflfs:iivos: AnWnfo de Moo'a Cebo, adrosIo
Xavier Caroero da Lonn, H-onquc Fwrena
Bailar, Joao Firmtno Alves Queoui e Alfonso
Ernesto de S-ixas.
Soppleoles : Apollioarlo Plorentinaf e Albo;
qnerque Ma-anho. Amonio Peiro de S Bar
rtto < Ulyea GonC'tve* da Loa*
40* Sergio
Escola do prolessor T-xei,' travesa- d
Mangaeira n. X, onde dere j vuiaf Os rl-tntet
cojos mo os tiverem a p.lHfr QaadraK""!"
ajaescripia com lila encimada.
Sao membros da nie.-a os srgoioies eleito-
r-f :
Eff -ctivos : Jcvioo Racdrira Pilbc, Binoor d
Olivera, Au, Opto Carlas de Mir .o la Heu ion?,
Dr. Albor Cy newo .l^oqnerqoe Mei o, e Fe-
lioto E v-lu d Miranda P-tll.'.
SnpDleoies: Maou'ct Sves re Ferreira Bast s,
Herculauo Uerval de Miraod^ Henriqoes e Ber-
rard.nc de Scr.ua Lopes R-tr.
4t* Sec^&o
Escola no prolessor Pep^^^, n ArraUI, onde
devarac voiar o eiito es cojos ttulos Uverem
a' pal**r-Q laira^essimi prim-iraepcnp
tas rom >inia encarnada.
Sao membros da mesa os s^goinles eleito-
res :
EffdtltftM : Rim'ro Antonio da Costa Eoge-
no teles de A .iuj ). Dr Julio Cie.-n-ol-? fl>
FaMac, Fionann Arthor GOgalves T.rres, e
Ma'hUs Hooix Tavsres.
Supliente- : Joo Lo^cio Riboiro Roma Emi
lio Pesoa de Ollveira e Floro X 41* Secto
Focla do profeasor Vieira, no Mooteiro roa
do Xisto code deverio vo ar o eleiiore?, coios
titnlos tiverem a.- oalavrasQoadragesima se-
goitdr.escriptas c m unta en .ruana.
S8' mtmoros r*a mtsa os segumtes eleito*
res :
EtTenivos : J u Pin hilluo Cnvalcacte, A'-
forso Mooteiro pesdt. Manuel A. oes, Maooel Ferreira aa .Co l e den.-iqoe ue
Barros Cav. lante.
Soppieutes : Dr. F^bio Rio. Viceote Oscjr
da Gama Daarle e Fe ix Areqatnua de Leu-
tbier.
43* S- t.'io
E-cola do arofesso sp; 0--, t-rn Auipu'<>,
onde uevei&u votar os eler.ure*. cujoj utolns
Uve. en s palavrasQuadraR8siu,a lercei .
tsc'ripi.p com lima eucarn da.
Slo rxemo o di mesa os segniotes eleo-
res :
EIT- : vo;=Gtt'Ua' Menetes. Joaqoim de Suc-
ia Sevej, D-. Jos a Silva Ramus, Dr. iose
i omintoc8 Mala Janior e Anaslacio Fraacisio
Cabral
Sopol-n -sC:<-o c de Aqoino. Manoel Mi
r n o '0 Passu e D.-mucrito Carlos Mirauda
Pente.
i4* seceo
E'da do'p-o'espO Macelo, em Cxanga.
onde deverao volar s ele ores, coj"8 ii.ul ts
Uverem as al .?r -=ua 1 ra>;-sirr* quaria -
escripias com Hola enc.a.*oada.
Sao membros ua mesa, os segnintes eleito-
res
EffectivosBasilio Jos Perera VianBa. Joao
Francisco do Cunto, Francisco oe Abreo Mace
nc, J< ,'n J aqa (u Riceiro Pessos e Auiouio
Pedr aa Costa.
snpjleotesJcio Paes de Moora, Jo8o C-
valcanie Laieba Los e Fraojisio Mtbaoo
Braodio.
45" seceo
Esc. la da proffsor Ctaoaio Jn'^en Ipa-
tinga, one neverio vetar es alaiicres cejas U
tolos uverem as palavrai*Qaadragesima qotn
ta escriWas com una encarnada.
SSo membros da mesa, os segointes eleito-
res :
Effe t vot=Peliciano Carneiro Lins, Urbano
Frazo ca SU .a. JorMiCbado Braniao, Laoru
no RodriKoes da Costa e Leopoldiuo Ceztr de
Sooza Moraes.
SuppleQtesLoiz tV.lippe de C rvalno, Joa
Samoel da Cosa e VaK'iuo ua ne. o di Caoba
Miranda.
E para qoe ebegoe ao conbecimento de todos
e em obediencia ao disp.sto no art. 13 das
inst-rj (,6 -a maiiass observar pelo dec.-eio n.
1,542 do 1 de Sien-Uro de 1893, ser o presen
ie publicado no jornal ao expediente do Con-
ceiLo e na p-na o eliriei", bem com, sera
em lempo, commcnicalo em carta cfS ial a
cada om eos ele'.tca a sua eleigSo na qoal (oi
guardado todo o dispoeto as reiendas Inslroc-
Qti e rek-tivae a di'.a eleicao.
Eu, (raucisco Ca.ljs da SiUl Fragoso, 1* s
cretario do Concel-io Moii:ip>l do Recite, u es
rrevi, ao 30 de Marjo de 1890.
O lente-coronel Joiq.im Ale3 da Fonte:a,
Presidente.____________
"BDITAL
Secretaria da Industria
S.a Directoria
Para conhecimento dea interesaadoa,
ir5 > publico, que no dia 15 do mes
de Hato prximo, a 1 hora da tarde,
recebem-se propostas em cartea techa
aa,, bevidamente selladas, para con*
atruc(So de urna escola e ema cadeia no
manicipiu de Floresta, oreada a pntaeira
em 14.5l4$73J ea aegund* em reia
14.007tfOCO.
Os proponentea deverSo escrever por
extenso oa prego* de iua preposta, sem
raaura, emenda cu vicio da qualqaer
especie, teodo rejetadas aa que ee re-
aentiiem daa aeguictea faltas :
1.a Aa que exoederem os precoa do
crgament ;
2.a A que nSo forero organisadaa
de acoordo com o preaente Edital;
3.* As que ae baaearem em preooa
de oatraa propoatas ;
4 As firmadas por peasoaa qne j
tnham deizado de oomprir contractos
com esta Repartido ;
5.a Aa que nao oereoerea. aa ga-
raotiat exigidaa neate 'dital.
Havendo d las oa mais propoatas em
igualdade de eondifiSaa, aobre oada obra,
ser preferida a do concurrente que me-
ihorea proras de idoneidado ofiereoer.
coocurrensia aem que pro?e ter depo-
sitado oa Tbeaoararia desta Beparti-
C>o a< s 11 horas do da 15 do men-
ui-mado mea, qoaotia correapoudente a
5 */ do valor da obr-, importaDoi que
perder ai, eecolbida sua proposta e con-
vidado par aassignar o contracto iatt ae
reoaaar.
Par* boa garanta da' exacocBo do
contra--to, depoaitsi o cootractante no
Theaooro do Katado orna cauySo que aera
previameote arbitrad* 'por ata Direc-
to ria.
Ne-ita Repartido estarBo a dispsigao
doa 8ra. oonoorrentes, daa 10 s 3 horas
da trrde, o ornamento e as plantas ras*
peotivai.
Recife, 30 e Marco de 1896.
A. Urbano P. .Montenegro,
Director-geral
chapa inteiramente fechada o nome por
extenao do candidato qoe eaeolher.
Art. 4.' O cffioio deve trarwr no en-
dereco eata deolaraoSo :
c Para a Elaico do um membro do
Conoelho Couaaltivo.
Estes ofBoios deverSo ser eatregasa
na Superintendencia do Enaioo at o di
5 de Abril.
Art 5.- Prooede a apelo ama
commiaSo compoata|:
Do Saperin tendeo te do Encino, que
della o presidente ; do inspector litte-
rario do I diatrioto da freguezia de
Santo Antonio ; e dea trea profeasoraa
qne regerem ae primeiraa cadeiraa daa
mmtamm
edita! -, puWicao na imprenaa -eaffi.
xadp na po-ta da entrad* de adifioiot em
que fuDcciona.eete Goooeiho,
Eo, Frauoiaco Caries da Silva
goao, 1.- secretario jo C>noelh
vil/tXBi 24 de Ma 5., de'1896.
Fra-
', anbacre-
Joaquim Alvea da Foneeoa.
SecFetaria daTiWu-
tria
3.a directora
Por esta repartilo se tedara a quem Inte
1 hora da iard -, receb'.ae nesta directona po-
fregueziaa do Recife, Santo Antonio e postas, em ranas fecaiae, d^ia^^ete siia
B6a VisU. "as para o foroecim.Mo, ooea.eBire vieaue
Art- 6.o dia deat^ad,, fai-ae !?J22!!l,,!!?.p,ri 3 a,n- '",CJ
apurocSo, podando o Suptriotendente do
Bnsit.0 nornear pessoas que anbititoam
Companhia
De Trilhcs Uibanog do Re-
cife a OJioda e Beberibe
AVISO
i\a eexta.feira da Paixo, 3 de Abril oroximo,
ios ireos esta Compaobia le-ao o eeaoiote ho-
'rario.
M^oba
Do Recife i Olinda, 7lt1, 9 1,S e 11 horas.
De Ollnda ao Recife 6 i|j. 8 1,S ti horas.
Je Hebe-ibe e Recife, 7 til e 9 Ii2
Do Recife a Beberiba, 8 i i e 10 1,1
Tjroe
Do RedN a Olidd, 3 l|2, 5 l|S, 7 ira e 9 lil.
De Olioda ao R-cif^, l, 4 i,j 6 ltl e Id
D Beberibe ao Recite, 3 1,2,5 l(le 7 id
Do-R*ctte Beberibe, 1. 4 IsS. 6 1(8 e8 lil
Escrlptono da Companhia, 31 de Marco ae

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11)1111
Alfaade^a de Per-
nambuco
Guarda Nacional
De ordem do Illus're Sr. Coronel Dr.
inspector convido a s ciCedaos abaiXD
declarados n ornen dos para a Guarda
Nacional dest- Estado a vr-m a esta;
Repartido satisfazer os direitos de suas
patentes :
CAPITAL
Tenente-Coronel Joaquina Francisco de
Moraes.
NAZARETH
Tenente-Ceronel Joo Barbosa da'Siiva
Santie.
Francisco Saturnino Ca-
valoanti Wanderley.
Capitio P. rfiri' Alip o Pereira Q.eiros.
TIBABA
Tonente-voronel Jos Francsco Moraes
Vasconcelos.
Mi-jor Joaqiim Nuq^s X-vior Andrade.
GARANHUS
Capit&o Antonio Joaquim d .a Santos,
c Joaquim Rodrigues Ca-rapa-
te. ra.
TeDente Antonio Hsrculano de Barroa.
c Inuocercio Alves da Silva Reg,
c Joaquina Targiao di Azeved 1.
Alferes David Godoy e Vasconceilos.
a Jos Alves Fetosa.
BIQUE
Tenente Manoel Rjdr.guea de Araujo
Maia.
Manoel Theotonio da Silva
Crespo.
Boaventura Bezerta de Moora.
Bellarmino Bezerra Liberal.
Felmino Gomes da Cunba.
Flix Bezerra da Silva.
Nicodeaios Pinto de Amorim.
Paulo Bezana.de Sinpaio.
Lu'z Bezerra de Me.ll .
Anonio Ferreira de Mccdo.
Antonio Veriesmo da Silva.
Jos Btzera de Moura Cat.
Joaqum Gomes Vieira.
J0S0 Evaristo da Cnha.
Manoel d-- Oliveira Cvalenti.
Manoel Flix Vieira.
Antoni" Dom ng"8 Bezerra.
r raii uso Flix da Cunba.
Fraucisco Manoel da Circum-
ti sao.
< Galdino Bezerra de Lim*.
Gabriel Rod igues Pereira.
Manoel C rrei Gayo.
Zchar:as J s de Lima.
Alferea Ant-m:o Gurgel Pereira.
Sebiatio Gurg l Pereira.
Joao Flix 'ampo Verde-
Miguel Aicnanjo Do.'oellas C-
mara.
< Sever ano Paea da Silva.
Antopio Lib r tu da Cunha.
Aot >nio B /, ra de S .mpaio.
c Kuzebio Vieira Barbosa.
Feliz Gomes da Silva.
. Ivo Gomes da Silva.
J'i-e Gomes da Silva.
< J0S0 de F.eitas Furudo.
c Antonii de So za Mello.
< Antonio Alves da Santos,
c AFoo^ Ro.irigues B?zerra.
c Flix Atou; 1 d Fonseca.
Fra iscj Alves d< Fooaoca.
c Ivo Bezerra de Moura.
Just no Kvar.-io da Cu ha.
c Pedro Montriro da rfocha.
< Pedro Engeni 1 da Silva.
Pe 1ro Antonio da FenSeca.
f .l.i-ii 'iiiu Paulo de Nascimento.
Setsti&o Barbosa de Souza.
Ant ni" da Cruz Agr.
A'itonio Minoel da Silva.
Eloy Mendes de A evedo.
Francisco Antonio X v>er.
Fraticisc Antonio da Silva.
Genuino Jos de Cerval bo.
c Jos Clarindo de Assujipcao
Delgado.
Luiz Beze'ra Cavalcante.
Marcos Teixei<-a de uemos
a Ma-c is Ev-ngesta Btrbosa.
Saturoin-j de Albuquarqae Cc-
valcant .
c Vicente Forrera de Sant'Anna.
3." SeC5&o da Alandega de Pernam-
buco, 31 Le Marco ce 1896.
O chefe,
Manoel Leite Pereira Bastos.
Supenneadeac a do ensi-
llo publico municipal do
Recite, 28 ie Marco de
1896.
De coDt.irmidsde com aa ioatruccSea
de 12 de M reo de 189^, baixo pnbli-
cadaa e para cumprimento do ar*. 3 do
Regulameote rigeato de instruoySo pu-
bhc, convidad o megiateno munici-
pul aeleger ao dia 8 de Abril proaimo
vindooro, o membro do Cor.ae'ho Consul-
tivo qne dee representar a el-ase doa
profeaforea e eervir-ihe da advogido,
tudo de accordo com aa referidas n.-atruc-
9S0S.
Sebastiaeo de Vascoocellos GalvSo.
os erabroa que, por qualquer cauaa,
nSo compar^am.
SSo admittid >a a aaaiitir ao acto, mas
aem intervenoBo nelle, qoaeaquer profea-
eosores que ae aoharem presentes;
Art- 7.*O Superintendente doEnai-
ro faz a leitnra de cada orna daa cha-
pas pela ordem numrica doa offioio, C
ir robrioanio aquellas. Oa votos alo
tomados par c*da nm dos profes-
sores.
Art. 8.' Smente deisam-te da
apurar oa votos coaatantes de < icit.a e
cbapas, oa quaea nSo vierem ssignadoa,
oa que oontiverem emendas, oa rocahi-
rem em profesaores que nSo poaaam aer
votadoa.
Att. 9. Nao pode aer votado o pro-
feasor que nao eatier no caao do ait.
9.' eo qoe eativer aaapeosi do exerct
co por aentenga judicial oa disciplinar.
Art. 10Terminada a apuraclo,
declarado eleito embro do Conoelho
Consultivo ojprofeseor que obtiver maio-
ria relativa de votos, e sen aubatitato o
que ae lhe seguir inmediatamente na
ordem da votaclo.
Art. 11 = Aa davidas qoe se soscita-
rem aerSo resolvidas pela eommissSo,
oabeado vote de desempate a sen presi
dente e podendo este, conforme a gravi
dade do caso, le val-o ao Coaaeltu Con-
aaltivo que recebar afisal.
Art. 12No cao de igualdade de vo-
tos, coLsidera-se eleito o mais antigo
doa votados.
Art. 130 maia moderno dos profes-
aores da commiasao serve de aeuretaiio
della e redigo a acta rtspeotiva, incluin-
0 os Domes de todoa oa que votaram;
em livro para eaie fm destinado.
Art. 14 L^vrada a acta no mesmo
da da apuraclo o Superintendente do
Ensino manda faze.' aa commanicacSes
ueoesaarios do resultado, e na primeira
conferencia do Conaelho Coosultivc, d
posse ao eleito.
Art. 15Sendo por este recusado o
cargo, ou dando-> motivo ulterior que
o prive delle paaaa a effecvamente oc-
cupar o logar o immediato em votos,
conaiderando-se substituto deste o que
seguir se na ordem da votacao.
Art 16As presentes iostruc^S-
terao vigor na eleicSo para qoe foram
expedidas.
SebastiSo de Vascocoelloa GalvSo.
Superintendeate do Enaioo.
11)1111
\landeg,a de Per-
nambuco
Aforamento de terreno de
Marinhri eai Olin la
De ordem do llust.e Sr. Coronel Dr.
inspector desta Alfaodega, foco publica
para coubecirneuto doa uteressados que
Manoel Ribeiro C. Jnior requeren por
af-ramento o terreno de manaba, aito
Praia de Sao Francisco da cidade de
Jiinda, eom 22 metros de treute e 22
de tundo, coofiaaorto a Oeste com terre-
nos dos aerdeiros de Ljib de Paula
tiopea, Leite com o comoro da praia,
ao Norte com terreno requerido por Jos
'da Silva Galv&e e ao Sai coas terreao
de Julo BaptisU de Oliveira Ferreira.
De aocardo com o decreto n. 4105 de
22 de Fevereiro de lSiiS, convido a
todoa squellea que furem contrarios o
eata pretencSo a Hpreaentarem uesta Re-
particSo, dentro de prazo de 30 disaa
documentos que provem seas direitos,
certo de que fiado esse praso a neohuraa
reclamacSo se attend^r, resol end -se
c< m> fer de direitoa*
3." SecfS da Attandega de Parnam-
bnco, 31 de Marco de 1896.
O ebete,
Manoel Leite Pereira B.
dereajocao de xo.
As propostas aevem ser escripias poNexleo
eo sem rastfra, emeona 00 v.eo de'nD>lqo*r
d* 1e?aV "''"o.'fjeitadas-aa ue'ie-ressitwem
d s segunvs faltas :
1. bs qoeae Oasearemem precoa de ootras
propostis
J*. as -rmalas ror .paseas qne anbami
rte'Xsdo ub comurir cootracios ne.ta reuar
lico ;
3a, as qje nfio tlverem de
presente edttai;
-4^,saque D&ot/oaxerem
enca d p.'cponeote.
"Nerihdm coocorreote se admlitido sem qu3
prev ier oa loesoo'-ana desi* repart .ao: depo.
'Hado a qoaana de 100' que s poder ser le
vantada, depoia de assiaa 10 o cootricio.
Para Dea aaraoria eexacocao do contracto
ser previamente arbitrada ama caoco por
esta direcorh.
Itecife, 30 oh Marco de 1896.
A. Uroaou p. Mooieaagro,
dtrector.eeral
accordo com o
iodloacSo a rest.
Matrixde aato telonio
Veneravel
IP.MAiOADK DO SRNTiSSIMO SACBAMfiMO
Pelo presente convido aos irros --.a Ve-
neravel Irmandade comparecerem -m qosso
consistorio s-3 horas da larde toifa 3 de Abril
e h 6 da manitS do 3ia 6, afltn de apompa-
ndrmos as prociseSes do Soterr aa Resor-
reicao qoe tem c)e sici- da matriz do Gorpo
Santo, para o qoe preredpo convtt-, da Venera-
vel Irmaoade 00 SatMssimo 8oc'aueato da-
queila matriz.
Consistorio, 31 de HVco de 1896.
O e envaj,
Formnate Porto.
1896.
iBeatootacalbaes,
Gerente.
DE DROGA* B PRODUCTOS CHIMOS
o eicriplurio ou Cosnpaobia a rsa Ma'--
qnea de Oliida n. 24, sebam se a diap.-s ci
oes Ms. aceiooistas a copia 00 *alanco, Usa
dos accionistas e das IraBsfi-r^ocias bavidas
iae?Dte^.nu0 floflo em 3| a Drtzemhro d
1836,. conforme oiep> o art. 147 da coorollda-
cao aa leis das<80ciedades aooovjiaa
Hecife, 30 de Marco de 1896
G aclliaDO O. oa C. afartins.
r______ Directo ?ifireirio.
mnfifiHi
A.I (andera de rer
nambuco
4framento do terreno de,
mariuLa em Ollnda ?
De ordem do Illm. Sr. Coronel Dr.
Inspector desta Alfandega, fsfo publioo,
para coah> cimento dos uteressado que
Julo Fsanoisco da Cruz requeren por
aforamento o terreno de marinb-t aito a
Praia de So Francisco da cidade de
linia, c m 12^. 50 de frente e 22,"OO
de tundo, uonfianoo ao Norte com o
terreno requerido por D. Cosma Ferreira
de Paul, ao Sol com um terreno devo-
luto, a Ueste eom terreno ptrtenoente a
Jos dos Santos (Joati Morena ea LeBte
oom a praia de Sao Franoiaco.
Ue accordo cu ai o decreto n. 4 05 de
22 de Fevereiro de 1868, convido a todoa
aqueties qne forem oontrarioa a eata prs-
t'-ncao a presentar ae nesta RepartiySo,
de o tro do iraso de 30 dias com docu-
mentos que provem seus direitos, findo o
qoal a nenbama reolama^So se attender,
procadendo-se como for ne dirsito.
3.a S-ccao da Alfaodeg de Fernam
buco, 30 de Marco de l6.-rj.
O ebefe,
Maooel Leite Pereira Bastos.
Companhia
DE
Tecidos PauBta
Assembia eral ordinaria
Sao convioadosos Srs.acclooi&tas desta Com*
paaala esmoarecerem a orna (lj her da lar-
ne do da 8 de Abril prximo ndoaro, no edi-
ficio da Assocl- cao Coromercial Aricola, aBm
le prosegor-se nos trafealacs da>ej'a> tnioia-
da em 13 do crreme e adiada por del baracao
da asemhlea geral.
Recife, 23 de Marco de 1896.
J. A. Saraiva- Jcolor.
______________Dtrecior iccrstario.
Compaahia do Beberibe
-Pruvioe.se aos Srs. coooessiooarios re P8n
naa aagua, q-jH qe nos termos ca nova dispo-
siQao ao art. 55 do reeoLmeoto das pannag
d asna e em iia Ja certidao da Jonta dos Cor-
rectorfB qoe declara ter sido de 9 1/4 por 14000
o camoio medio sobre a pra^a e L -ires
^corr, 24 de Margo do correte anoo, o prego d'agua
i2ZM' pela9 Penn8 d'aua, aera oa razao da
b*(KK) para Uxa mloima e de 444 par metro
caolco ne ex redeote 00 prximo ia*t de Abril.
Recife, 31 de Ma-go d-- 1896.
Sociedade dos Artistas Me-
chanicos e Liberae?
2* coovecagio de a.-sembla eral
De ordam do a- director cooi 10 aoa Srs.
socios para comparecetem na terga letra, 7 de
Abril, a non do costme, na eede social, para,
em asscmoia |?eral ordinirra, compar i na-em
dos assomp'os eociaes, e ser lido o reiatorio
apreseoiaio prlj ex -director do ao^imaafo so*
cial dunnte o mandato da directora transada.
Abrir-sa-ha a stsso com o numero qae com-
parecer.
Secretarla, 31 de Marga de 1896.
O 2.* secretario,
Jorn* Thimes Pereira Jonior.
r>
er-
Supperintendente do enaino.
INSTRUCgBS
Art. 1No dia 8 de Abril ae proce-
der a eleicilo de um pfifeeaor qae re-
preseate a olaase do Oouselho G csu'tivo.
Art. 2A eleieSo deve recahir n'um
doa profesaorea do municipio em exer-
oicio.
Art. 3Cada profesaor enviar Su-
po rintondoncia do Enaioo um offioio e em
Concelho Vlun cipal
O tenente-coronel Joaqoim Alves da
fonaeca, presidente do Concelho Mu-
nicipal do Recife.
Faa aaber aoa Srs, concelheir. s de
numero, Franoiaco Gurgel do Am-rai,
FranC'SCO Carlos da Silva Fragosc, Mi-
guel de Abre Macado, Aiexandre dos
Santos Selva, Mano'l Joaquim da Costa
Ramos, Luis aa Ve ga Pesioa, Herrui-
nio Ef ydio de Figueireio, bernardo Da-
miau Cava'cante toan, Manoel Thom = z
de Sonsa, Mrcoa Jote da Silva, cfrelo
do Sint">8 Almeida, Dr. Augusto Coeiho
Leite, Pedro A. vea de Sooaa Brasil,
J aquim Jos de Arreu e seus imme ia-
tos em votos, em numen igual Dr.
M. noel Henriqoe Cardim, Mbnoel Ro-
driguea Nogueira Lima, Adolpho T-:-
ein Lopes, Dr. Affooso de barroa Ca-
valcante de Albuquerque, J So Qmutilio
de Footes brag, Manoel L' pea Vieira,
Manoel Ferreira Bartholo Jnior, Cissy
Jjveoal do Reg, Jos de Uliveira Basa
toa, Jos de Asevedo Maia o Silva,
Flix Pereira d8 Souaa, Dr. Manoel
fcranoiaso de Barroa Reg, Joa Marceli-
no Alves da Fonaeoa, Dr, Aaoenao
Mara (encalves Maacarerhas, Joaquim
Ab<-antea Pmheiro, que, no dia 5 de
Abril prximo, a 1 hora da tarde, de
vem comparaoer no Paco deste Concelbv,
para o fiffl de preceder divi -2o do mu-
nicipio em aeocSea e a eleigSo das com-
miaiSe de aliatament', nos termoa do
art. 5.' ao Decreto n. 184 de 28 de
Setembro de >893, qae revogoa o art.
2." da le n. 69 de 1 de Agoato de
1892.
E para constar, mando que o presente
KdHai
AlfaDdega de
nambuco
Aforamento de terreno de
L-arinha cmOlinda
De ordem do Illm. Sr. Coronel Dr.
Inspector desta Alfaodega fayo publie
para conhecimento os interessades que
O. .sma Ferreira de Paula, reqaereu
por aforamento o tt-rreno de ruana.ia,
aito a praia de 32o Franoiaco da cidade
de Oliuda, com aete metros de frente e
22 de fondo, cotfinaodo eo norte com
terreno j referida por Jo"o Gor(,-dvos
da Fonte e ao aul com o requerido por
Jo2o Francisco da Crus.
De aecordo oom o Decreto s. 4105 de
22 de Fevereiro de 1868 convido a todos
aquelles que f.rem cmtrarioa a eata
pretengo a apreaantarem res a Repart*
tjS.0, dentro do praao de 30 di-p, doca-
mentoa que provem tena direitoa, certo
de que lindo eaae praso a ce-huma re
clamaySo se attender, reswivanda-a*
oaiao tur de direKo.
Terceira Set'lo, 30 d Maro aW?
1896.
U chefe,
Manoel Leite Pereira Baetoa.
Secretaria da lustca, Nego-
cios Interiores e Instrae-
co iu l'ca do Estado de
Fernambueo em de Abril
de !.
1. directora 1' Seceo
EDITAL.
O Sr. Dr. Secretario da jostig-, Ne-
gocios Interiores e Instrucyao Publica
manda iazer publico, para os devidcji
effeitos e em observancia ao dispoBto no
arr. 25, do Reg. expedido em 23 de Ja
neir de 1893, para eieouc2o da ^ei o.
15, de 14 da ivemtro de 1891, que se
acha vago u c^rgo de juia de dieito do
municip'.o de Pedr.i, am conaequencia
da remo^So do bacbarel T obiaa L'eaar de
Andrade para o de Muribeoa.
A vaga de que ae trata ser preenchids
pelo jurz de direito maia antigo, d'entre
oa que raquererem rcmoc2o no prtzo de
60 das, contar da data da publicado
do presente edital ; si nephom a requerer,
o provimento aera taita pela, forma de-
terminada no ait 24, do citado Reg. e
d" accordo oom o acto e inatruogSeB de
12 de Agoato Oo meamo anno.
O direc'or,
Affoao V. de Medei. oa.
Veneravel
IRMAhDADB Do SBuHOR BOA JESS DaS
PoRTas
De ordem do Irirao provedor, convido iodos
es uogsoe Irados, a comprecerea> aa igrejada
Madre d D-os, nos di is sena-tora 3 de Abril
Dlas 3 e 1/1 oors* da tarde, e domioeo 5 pelas
e Horas aa maoh. an'm de eor-orpo-ados acom-
paoharmos as proclsroes do Enterro e R-snr-
roigo da raatru do torpo Sanio, pira as uaaes
temos con*iiiado.
Recife, 31 Margu 1896.
0 secretario,
M. Campos.
Ccrapaiihia Amphi-
trite
A Direcgao des
acc-ooistaa a rennirera-s*- e o as'Oibla ee-al
extraordioaria ao meio da do da 13 de Aonl
prximo fulo o, na roa do ComBjerco o. 48,
atm oe rerolverem suOre o asiompio relativo a
mesma Coi,pao-a
Recife, 28 de Margo de 1896.
Ob directorcr,
Artbor Aoeorto de Almeida.
Jos Antuoio Pinio
____________JoSo Jos de Amorim.
Banco de Crdito Real
de Pernambuco
Os Srs. Accionistas s'io convidados a vir re
wtoer, na sede d?ste Hr.n-o, a ruado Bom
JO o. 26, o 19 dividen o r laiivo ho 2 se-
mestre Bodo em 31 de r>xa'i.oro e- 1895 a
raao de 10 /. a ar.ro, 00 7*000 a cida aoiij.
Re iTf. 28 eMa go d 1896.
Msno'l Me'eiro,
Iretcr -n).
Associa^o Comaiercial
Agrcola
ASSEMHLE'A GERAL
"' coaviioa^io
NSo teado se roaumu uom^ro legal pjra ter
loiar boje a asBemD'a uerel, nov,ai8ot ^en-
vida os Srs. Bocios oura se reonirem 6 -e
Abril vlndooro i l hora da tarde, deven lo urna
tiora depois da designi bla eeralcom o nombro qu* se a;bar presen
te na Forma do a-t. 27 dos estatotos.
Recif-, 30 je Mirgo de 1896
Aotonio Dmiaeoe Pisto,
_____________Prente da di-ecioru.
~ ~C0MPAHIA
De Fiafo e Tecidos
de Pernambuco
ra ae tota Jasas.
O sividfBdo do 2 sempstru do anno ando :
Os joros das debeatures qu- ae.veui^mio
eerido dia, cujob coupoo s poderao ser
destacados no acto do pagamento.
Recife, 31 de Marco de 1896.
O director eecr?taro,
J.:o Jca de Amorim.
Companhia Ferro-Carril
de Pernambuco
AVI.'O
Nests data assomi a gereocia effcettva desta
Companbia em virtode d* nomsagao t direc-
tora a mesura, no Rio de Jajeiro.
Recife, 1 ue Abritoe 1896.
Ooilbe'md G'eechalgb.
Companbia Forro Carril d; Per-
nambaco
Jo'O de ub i rto 63 riutorio d^sta CunoanOia de baje em
diante pagara-ee juros Jai oong^goea garau*
tidas, coopco o. 29.
Recite, l*da Ab-ll de 1896.
G Grfeohalgb.
Club Dramaticj Familiar
SARA' EXrdAORDINARIO
T'Bdo t-ido roaceui ios a oaia ccmri'sSo de
Bocus ds.e Con, os saiO-s da seie apetal para
a re*li8ugio ae oru earaa daog cU, do sibOado
4, ( lielma) a directora faz publr.o qoe terao
mgresso os 8r. sjcios, qaiiei, aev-n lo oroca*
rsrem sers bilnetes n-. secrdaru irnaabi a
ooite e saDbado da-ante o du.
A Cirector'.a.
la\RITIlCCS
Norddentscher Lloyd
O yapor Salier
E' esperas*)..
da Eo*i>pa at o
ca di Abril,
e seguir depols
da eiora na
ce?acria para
Babia, Rio de Janeiro e Sa&tci
Ent ara 00 porto
Este vapor de 1.a clasfi e (fferece.
optimaa accommoda^es aos Srs. uassa-
geiroa.
Para pasaagens, ;carga, frete, etf.,
com o
AGENTE
V. Neesen
4Caes do Ramos4.
trata*
O VAPOR
Habshurg"
E' oaperida eo eu' ata a
la M da AD-i! de 1896 e se-
Caira deso; t.'a leseo :. utcea-
__cisa p-a
Lisboa, Antuerpia e Bremen
, (a? v
Tem ptimas eccomodagSes para pasaa-
geiroa e illominado loa elactrioa.
Companhia
De Servidos Maritimos de
Pernambuco
Os Srs. accioolsUB fi convidados a virem
rtceher, oa *ie socul, do da 16 ao correte
em dame, o 8 diidenoo rtlstivo so semeeire
ftnao em 31 de DaieBDhro-proxioo paisano, oa
razan d 10 /.: o anco o- 5*000 por acco.
Rec fe 6 de Hsrco de 896.
Pwnsieea ne-Aris Cardoso,
S celarlo.
Para
com o
Veneravel irmandade
BEGLAhCOES
Estrada de Ferro
DO RECIPE A LIMOEIRO E TIMBA'BA
Aviso
Como de costme, oao nave 31 tre 8 nesta
liaba frrea ao da 3 da Abril prximo, (sexta-
letra Santa;.
E->c-ii>iorio da Saperintenderjcia, 30 de Mar-
go de 1896.
J. H. connoy,
_______________Soperlniendente interino.
Ben.-. -Loj.*. Cap/.
Cawallelros da Cruz
Sao convidados os Ooobr.-. do quadro para a
S8S.*. de Pinaogas, segoada-feira, 6 da cor
rente, as 7 boras da ooite.
O secret.'. adi.*.
Ma mede 17.'.
un
hu
DO SANTSSIMO SACRAMENTO DA MtTRJZ
D V BOA-VISTA
De irJem do lrmSo jtiz coevido aos no?so8
Irma'.' a cotupareierem era noseo consistorio
as 3 i/t boras da tarde do dii 3 do correte,
pira eocorporadc8 acoupaobarmos a procisaao
ue enterro na matriz do Corpo Santo, par a
qoal futios comidados.
Consistorio da Irmandade do Sintlsalmo Sa-
craruento da m trie da Ba^-Vitta. 1 de Abril
de 1896.
O eicrlto,
_____________________8iva Cabral.
Associaco ComBercTaf
Reneficente dePernambuso
Sao pelo presente convidados oe Srs. socios
compare.:erem no edificio desta ussoci?c&o no
dia 7 de Abril as li boras da macha, plVa em
sesea extraodinaria da astembia -ral re-
eoiverem sobre a reabern a oa meema a'sso-
ciag3o eproceser ee em acto cootkiuado a elei-
gao da respectiva oireotoria. como foi requerida
por oiverfos cgonocks de conformidade cum o
aa'. 18 dos ooeeos Estatutos.
Recife, 16 de Margo 1896.
Antonio C. Ferreira da Silva.
Maocel Gomes de Mattos.
___________AltfnBio Figceiredo Castro.
Club Carlos Gomes
Conv:do ob Srs. socios para com soas Exmae.
familias, abrilhantanem a rfotnSo dapaante de
ebb:.do de AJIeloia, 4 ae Abril.
Desde jl antecipo mlnba graildto.
IAlm dos boods do cosaa,e < navera Irea
para Apipocoj.
O director de mes,
Hinrta.ua Lima.
pasefgns, ca.ga, frete, ttc, trata-se
AGENTE
V. Neesen
Cea do Ramoa n. 4
Lloffl ftrazleiro
O vapor S. Salvador
Commandante J. M. Pessoa
E'e.-psradodoi
portos do norte
1111 dia 3 do
Icor'pctc, e ae-
(lr para os
portos co sol 00 dia seminte.
OVAPOR
Espirito Santo
Commandante O. Carneiro
.' esperado roa portos
N" do fol 00 da 6 to cor-
ote, e se. oi'a para os
peros do no-te 00 dia se-
goiDle.
. Aos Srs. carregadores pedtrioc noa atengao
ara a clansala 10* dos coabecimeatos qoe o
seguate:
No caso de baver.algama reclamaiSo contra a
ompoobia por 8vanas 00 perdas, deve ser feita
er escnpio so asente respectivo do porta da
ieacarga, deBtro de ires das cepar e oall-
Mt,
Neo precedendo tita oroiandade a coipa-
joia Hca isenta da toda a responsabllidade.
I A? passimeos sao tiradas do mesmo escrtpto-
o, at s 21/? coras da ts.-Jo do dia da sabida
Ati.en^ao
i As passageos pagas a bordo ctistam
aiais 15/
Para cra>a, paaeageas, encommeciaa e va-
loras trata 6* com os
AGENTES
Pereira tarneiro c C.
6RA DO COMMERCIO-6'
x. andar
' Mmr'> *lJr**aBaaiBaBl



.
<


"MBMHP1HBPP?'
.HML-JIW



%
Diario de Peraambnco Qninta-feira de Abril de 180C
Frince Line of Steamers
llames linott *ew-Catle on-
VMM
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estedoslialte e ft 8mil eRi da
Frita
E' tmwno deRew-York. ii
odia 13 de Ab.l, e sahir
^enots da demora necessaria
"ara
Babia* Bio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Asialic Priace
Para carga ep^,r. como.
JohnsUra Patere Comp.
Rap do Gommaroio n. 15
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Orissa
gpera-se d"
sol al o da 5
de ADril, e ee-
.(Dira depoic da
Memora do cos-
tn e"pr Liverpool, com estala por 8. Vicente,
Lutfla, Corona, La Pallice e Piy ootb.
N. B. Es'e paqoete (em hlice dobrado.
Para c-rga, paseageos encommendas e di.
Bbci.-c a Irete trats-se core o a
AGENTES
Wilson Sons & C Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar .
PORTOSDO^UL
Rio de Janeiro e Santos
O paquete Cramo
Commandante Alfredo Mo
E-perado do pal
di de Abril sega
rni le pequeoa den ora
para os rortos cima.
Recfb carga, encotr.tiiendas, passagens e oi-
churo frer-, at as il turas da manna do dia
da pa-'Ua.
Cbama H a fttenco dos Srg. carregadores
para a clauaola 10.* dos coohecimealo- que a
seguid" :
No ceso de buver aUnma reclarracao cont'a a
Companhia, por avara oo cerda, deve se' ieita
por escripto ao ag;alfe respectivo do porto da
de8:arg8, dentro tie tres diaa depoiB de noati-
piao preeedfodo esta forroalidade. a Compa-
nhia rica iseota de Inda s respooaabilldade
ESCRIPTORIO
Ao caes daompanbia Pernambucana
n.l?
flambu? g- Suedamerikanis-
c h e Damptschifffahrts-
Gesellschaft.
oVAPOR
Porto-Alegre
E' eso-rado do sol at
o di lO ae Anril, e se-
eci-4 cit-pcis da demora
DPreeearia para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
5"es aos Srs. passageiros.
Entrar no porto
Para passageDa, carga, frete, etc., trata-so
com oa
Consignatarios
Borste'man & C.
RA DO COMMERCIO N. 18
!. andar
Un Mariiiw
LINHA MEUSAL _
Paquete Chili
Commandmte Vaquier
-"t-sis^ls. B' esperado..
da Europa at
o dia 38 de Abril,
[egui du depoi-"
da demora in-
cestara para
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos.Ayrea
Esles paqu tea sao illwDroados a lo* ele
clrica.
rvine-se atada aos Sr^receDeoorea fle mer
adonaaq ae-attoadart a-raciaoMBOes oo/
al-as, qoefarem reconhwida'na occasrto ae
d era rea-dos volnos i toe <1d tro ae 4 no
as a contar do dia dadescarga da* a>varag-,
deverao faxer caalcber recUunacao coDuarueo-
te a volumes qoe porventura tennam segu <
para os portos do snl, aflro de aeren dada** a
mpo aa provideneias necesBarias.
Rega-ae aos 0FS, paseageiros de se ^-Ma>
em na rapara da ebegau* .... vano* para te-
ma-em as sus puaagens.
Para tar^a, passagens, eDcurnmeclag e fft
nbeiro a frete, trata-^e com
OS AGENTB8
H. Burle & C.
42RIJA DU TORRES42
Para m^-ts inform-coe com o aononr-laote, (
em sen escriptorio, a roa do Geoeml Cmara
n. 74, Capital Federal.
O comprador g ranina o sen lance com nos
signa! de 20 "|. no acto de arrematar.
BENS DO ACERVO
DA
!, r.dr
ttA*t>ttlK litiilS
Companhia Franceza
naTtgacSo Tapor
Lila reguia' entre o Havre, La> i,
Perrambooo, Macei, B*aia, M ^^
Jare ro e Mant*.
O vapor Campana
B' esperado
doapor'os '"nsol
al o dia 9 '
icorrente.segoln-
co depoia da de-
mora iuJi8pea:Jei para o Havre em di-eitora.
Recebe carear i tratar rom o
AGENTE
Feix Bandeira
Q___R..f -Jo \ r-m.^^ir. Q
LEILOES
Importante
De bens do acervo daliqui-
da^ao forjada da Com-
panhia Promotora de In-
dustria e Melh rame n
tos.
BENS EXISTENTES NESTE ESTA-
DO (PB8N A MBUCO)
USINA BOM GOSTO.
ni moniclplo de Palmares
USINA .CuYaWBU.
no mooiripio de Agoa Preti.
USINA SANTO IGNACIO-
sita no engento do mesmo nome
USINA FIRMEZA
o<> a uiicipia oa E;Coa
Trras, prelioa, machinismos, locomo-
tiva, trolys, trlbos, etc., movis de es-
criporio, cofre, etc.
J
Hamburg Suedamerikams-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Itaparica
E' esperado 'a Enropa at o
illa de Ab'il e segoira de-
poi d a demora necesearia
Rio de Janeiro e Santos
para
Este vapor illaminado los elctrica
e offerece ptimas accommcdac.o'es aci
Sra. paasageircB.
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com oa
Consignatarios
Borstelmann &C.
18Ra lo Commercio16
1 andar
N. B. Nao se atteodera mals a nenboma
reclamscao po- fallas qoe nao forem commn
Dicadas por eecripto a agencia al 3 dias depuis
da ect'ada dos gneros na Alfandega.
No caso em qae os volomes sejam descarre-
gados com termo de avaria, necesaaria a pre-
senca fa ageocia oo acto da bertora, para
poder verificar o prejnio e faltes se as bon-
ver. .
myaiMiiP-cblJfflwiy
O paquete Nile
Commmandante J. D. Spooner
E' esperado da
Europa oo da
* de Abril, re-
gnindo depo.ls
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
BueBOS-Ayres
Bodvecio BH pro-.-oa a ?aaguB
Ida Idaevolla
A Litca 1 casae t *> ^
A' Soclhamptcn 1 slasse t v- **
Camarotac reea'Taoo^ par o paae*gire"
Ae Pe Dticfcsco.
Para carga, passagens, encommendaa a t!-
nbairo a Treta, Irata-se com os
AGENTES
Amorra Irmo* & C.
M. 3Boa b Boa jetN. 3
Escriptoro, ra do General
Cmara n. 94
Antorisado por alvar do Exm. Sr. jola da
liqomacao fo-gaa da Companhia Promotora de
Iodosin e Melfiorameoiop.
VENDER' EM LEILAO
Quarta-feira, 8 de Abril
prximo
Ao meio dia
EM SEU ARMAZEM
74Ra do General Cmara n. 74
Os referidos bena con^t^ndn : daa importar-
tea uslo0 cima meociooadaa com seos inpr.r-
laoteb macbnisiDOs, ppareihoB, ferragecs, fer
raaientas, locomotivas, minos, predios das
aelnas, casas p*ra operarios, etc.
Usiaa .Hom Gosto no mnalcu u de Palma-
res, com grandes edificios coosiroidos de t-
jollo?, cimenifl e cal, onde se acbam montados
os mis aperfeicoaaos apparelboa de fabrica-
gao e dletiilaclo e mais acceesorios all exis-
ItttttsMfli
Usiiia .Coyambaca no municipio de Agaa
Pre'.a com optinio predio para residencia do
gertnie. odo constroido de tijollo, coberto de
lelha e em perfeito estado, com magnificas
accommodscOes para lamilla e escripxrlo, todo
assoalbaio, com janelUs e veneiisnas, jardim,
6 tC
Tem mais om edificio para empregidos com
boas accommodas6e8 e im vattro alpeoore,
banheuo. etc.
EdiOi-ios onde se ach?m montados os mais
aperfeicoado-* apparelbos da fab'icacio e os-
lillscio, deposito de aaterifes, 17 'asas de tai-
pa para trabalbadares e mnitas ootras bemfei-
tonas all existect.s.
Usina .Santo lacado i locomotivas, 60 tro-
lT8 30 carros grande na linba inglea, fabrica
de asnear, moendas com 3 cylindros. macb-
na DHtnra, bomba, tanques, nove defecadores
r? 1LC0 I t'os, i decaotadores novoa, clarid-
cadorts, trplice eflfetto, apparelbos de vacua,
motor para as turbinas systema Weftew, l.
tDqoes sobre rod88, collomna distillator
completa, macblia, tanque, cabos, farramenta'a
Cinco edificio^ centenoo casas de operan
casa para o seuiie, 1 ci fe fem cbave, 1 ter
no de moendas e macbina pa-a a meema.
Liob8 frreas ligando a tsica com cutros
eogeubos.
Usina Firmis no moulcipto da Escada
consta de 7 caeas de tiipa para trabajadores,
nos casa para aommistrado-, ditas para distil-
lacao e deposito de materiaes, es'nba'ia e casa
da baUnca.
Usina: msebina e rreenda completa, polso-
metro, tinques, defecadores, clanflcadore, 01"
tros, prensa, denositoa p^ra cachaca, mon.e-
jos, inpllces-tff-iice, latiqoes, bomba>, machi
a d turbina, B torbiaas de^meotadas, carros
rapo- lo, trriys, grande qnanttdade de ferra*
neiii? e .ecas para macinas e liaba frrea, I
l'.(OB iul, 3 li: lias frreas com cerca de 15
kilmetros, diversos apparelbos de cobre e
moitts objectos, o qoe todo poJe desde j ser
examinado pelel Srs. prelendeates.
Movis de escriptorlo-Roa dos Tanoeircs n.
23, 2* andar.
Um cofr. de Ierro francs, 1 calxa de ferro,
prensa, 8 mesas g sudas para escraver a dese-
nlio, cade ir as, ate.
Liquidagao forcada
da
8IP1111I
HQUOTCB: S inSTSZA S
s:LaoBaMSic:
Constando de
tr'm (Se wn plstica
l.oeomoveiN, britador, wags-
netes -.
SITIO DA CASCATA GRANDE N\TUUCA
com cerca de um kilmetro de
/rente, casa de sobrado
e o u tras terreas
Ilha da Marambaia
MO
Municipio de Guaratiba
FAZENDA DENOMINADA
ARMA(!0
com casas, enjrenho, etc., etc.
FAZFNDA DENOMINADA
Serra da Iffma
com casa e trinta mil ps de caf
fzenoa mmm
Engento da Agua
com casa de vivenda, capella, mo-
vis, ferragens, drogas, ca-
noas, animaos, ele.
NO
ISI.IQ D2 P2BS1(8C:
Usina denominada
Bul COSTO
NO
MUNICIPIO DE PALMARES
:::.;:":; kiusa
Cuyambuca
MUNICIPIO DE aGUA PRETA
Usina Santo Ignacio
Sita no engenho lo iih-siho
iionie
USINA FIRMEZA
NO
MUNICIPIO DA ESCADA
Locomotivas, Irolys, trilhos,
etc., ele,
Eli HA(i:iO
L4tHl di iltW
Lii'afSt enrrifi arbaai e
^lArtaa
Esta^o, linha em tra-
Material rodante, trilho, etc.
::::,::: n r:ss: n nw
L LSOPOLSZNA
Concesso do governo federal do pri-
vilegio e garanta de juros
de 6 i.
Os estudos j estao feitos e acham-se
no escriptoro da compa-
nhia nesta capital
FABRICA DE SAMO
Freguezia de Jaragua
montada com importantes machinis-
mos, em edicios apropriados,
grande armazem aliandega-
do, caes para embar-
que, e deposito
de gneros in-
flamaveis,
casas,
Os compradores garantirn os seos
langos com um signal de 20 i0 no
acto de arrematarem. _
6HA0K K YAAIAjia
LEILO
De bons movis, finos crystaes,
porcellanas, quadros, electros, obje-
ctos cbinezes, candieiros, banco de
jardim e prata do Porto.
A At-EU :
S.la de visita
Un pino forle, f moaiila de jtraranda, 1
d ta de pbaoiail, jonco, cadeiras avolsa?, WB"
tros e sala, liodus !ta^er^8, flori-s de b's-
coits, mesioha, colomna -, ardii^iras, er-
r^dei aj, taptt-a da caroeiro, panaoi pira c*
delra, laucas e ('niaados repos'eiros e 8*oe*
fa, jarros para flojea, eofeitea de mesa, pbeas
do Discons.
Qoartos
To'letten. canas traludesas, guarda-ve6tidc?>
espelbus gMOJes, eadelrM e oalb*, tof-
avul-us, marq .cioep, l corneo >a, 1 coatarer*
e 6 cadeir.a.
Uma secrlria commoda, lavatorios, gur
DicOes, 1 eadel a de campo, 7 cadeiras ameri-
canas, 1 c;mmod-> e camas de loca.
Sala de jautar
Uma mesa elstica, i gu-rd>*looca, 2 anps-
raaoies, armarios, i ditos torneados, 1 Bofa e
16 cadeiras, i relogio de prele, t lavatorio psrede. t lt i tet, apparelbos de porollan<
iaa cha e jantar, copo', callees, compotei'*
froctri-as de cry t 1 ne idros de cores, li-
coreiro, gilb- leiru, talberes, colberes, s.lv-s-e
palueiios.
Sala de copa e coeinba
Mesa, cad-'iras, apoaradures, armarios Pen-
dres, bacas, jarras, lote, trera de cosinba.4ob-
jectus de againa, lachoa e objectos miudos.
Te-reos
Doaa bancoi dr jirdno, $ cadelras de fe'ro,
(ardloeiras, cadelras de pa'ba, cabides, m< e
cadei-as etiageres, e nones outros objeitus
de familia, existentes no
2* andar e sotao do sobrado da ra d
Imperatriz n. 12
Quinta-feira 9 do correte
L'.orenco Ribeiro da Cuobd liveira teado
de i zer ma viacem a Europa com oa famlis
fai leilao por intervenc5o d ;genle Pihto. do
movis e mais oti]ect"s 'a cafa em qne reeiau
a roa da Iroperctriz n. 12.
Oa referidos movis e mals object 03 achilo
?e em ptimo esfaflo de conse-vagao-
O eilftn orio'iptara ns 10 borad em ponto
pe Hereru m0lt03 CB lOlPS.
C-thalgof nome anos em poder do p>ea!e
e por Dceaalto MEDALHAS de PRATA, de PRATA DOURADA e do OWO
Aadenia de Medidna Pari, I2de Jinbc 88, Acadenia das SdencUl Part, i" AbrB 18SH.
aj|^ VEHDA.DBIHO ESPECIFICO ""W^,
contra a PRISO do VENTRE
O tratamento pela Cascarine nao Irape a modltlcagad dos fiabtOS de cada
um.epdeser seguido por todos em todas as occasles.Curaradicalmente:
AS DOENCAS DO FIQADO.
A ATONA do intestino.
A PRISAO de VENTRE CHRONICA.
A PRISO DE VENTRE das Bulheres
qae esto graridas oa dfto de mamar.
AS HEMORRHOIDAS. as mil digestoes.
ha ou pas Pilulas A noiti ou ao jantar (roja-se o Prospecto
INVIA-EE GRATUITAMENTE A AMOSTRA
Dirigir-so oa escnve : CAS. M. UrBINCE, PUaranden i Bourgea (Frasee).
DEPOSITO PERNAMBUCQ : C" de_ Drogas & Productos Chimlcot.
Aviso &s Mais L& Familia
B" A D I SAI ISA o melhor alimento para as crianzas de tenra idado
r i\ r% I||r1 fK o alimento o mais completo nao precisando seno apua
LCTEA para a sua preparaco.
NP (2 T I Bb a alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
b O I Ib b o nico alimento recommendado por todos os mdicos.
Exigir o nome NESTL sobre todas as caixinhas.
X-iEITE CONDENSADO
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
ICxicir o ninlio le pa^oari nlio^. sobre iod:ir. &n caixinhas.
H_,im ilCCTI V^w-w KmPARlS, 16, Ru cu Parc-Royal. _
ENRI IWBLVO 3 LaB em TEVEY Km LONDRES, 48. Cannon Street, E-O
Acha se no BRAZ1L en ludas as Pbannacias, iirugarias, Casas Importamos de Especiaras e Armazcns de Crli-
???8CTtSvrrS5<
<
ELIXIR POLYBROMURAOO DE YVON
Especifico soberano contra as ABeccbes Nervosas
Este Elixir o nico cujo efcprego permitle de continuar por muito temple sem interrupQo, o'
1 tratamento broroarado; nunca d lugar aos accidentes ccrehiraes e cutneos que sempre acompa- j
1 nliam o uso do Bromuro de l'otassiiin administrado so, qualquer que seja a poreza cliisnica d'esta sal. (
Mlcac'oes: HISTERIA EPILEPSIA DAHQA e S. BUY
G0M VULSES ASMA INSOMHIAS-HEVRALGIAS ESPERMA TH0REA
6L YCOSURIA DIABETES, etc., etc.
PARS : Yvon cte Berlioz, 7, ru de la Feuillade, PARS
Em PERNAMBUCO i COMPANHIA de DROOAS e PRODOCT08 CHIMICOS.
r*m#
Licenciado pela Ir35cctoria 4e Eyfficne fio Imperio do SraziL
**>
OIT
AVISOS DIVERSOS
Precisa s de (ida oflB :iaes de caldceiro
qne te: haio trahalhdn em b>a< casa-, a tutor
n- ma no Ctlan^nC" <> ."i""1 "o C6
f-rcica-ae e uua-> >ubiu eir para i-bmi
da ucdlsta, roa Vidal de Negreiros n. 66.
Prensa'ge de um rosinbelro on coi-itbei-
ra e de uma enncmmadeira para rotti a de sa-
i.bora, a iratar no caes do Capibaribe n. 30
Serrarla Peroambocana.
Con i'.i c estar para alagar om piquen
onip-irtimeDio da ctsa n. 4 roa de Bea-Rca
MsBrtalena. proprio para lamo te carnes verdes
uarbeiro, eapatei'O, etc., a tratar oo n. 6, roer-
ceana. _______ _
Vende-se ama ras. de taipa com pan
de reir e ral, tenro 5 qoartos, i s&las, ba
nhiro, dispensa e cositiba. i saleta para en*
eeromadr, I terrepo com frocteiras, no beta
do Qolbo n. I, no on'eirc, a irtar n m^s
rro, na venda ''o S-. Il^nedicto.
t
J
etc.
HAS
I.eantlra Mara do Espirito Santo
I.opes
0 D: Clodoslln Looea e su> mnlber Fuffra-
gam a lma de sna amiga e comadre, L^aodra
Mara do Espirito Santo Lope, com orna missa
ane ser resada na ipeja de Nossa Senbora do
Ros'o de S macha do da i ue Abril, 7o do fallecimento :
e con vida m rara o acto de -eliciao e ptedade
aos seos amibos e pa-enle?, assim como os dd
tinada, testemnnbar no a todos, qoe compare
cero, eterna ratl So
'MiUKOUiltt'ilBSW*

(iftdUo, grtstttati da Acadeaia di Ada l iteics di garil
DIGESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro |
ESTB VnHO FOI PRECONIZADO POR TODA A IMPRBHSA KUU
COMO SEIOO O MAIS PODEROSA
Tnico empregado para curar
ANEMIA, CHLOROSE
EMPOBREC.'MENTO DO SANGUE
Soberano contra as Fbres
houyvet, Pbarmaceatico de 1' Classe, thompson Succ"
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depsitos em PEUKABUOO : O i DB0GAS 1 PRODUCTOS CHIMICOS
K AS PRINCIPAES PHARMACIAS
rSl**^
f. Grageas de Glbei't
[AFFECCES SYPHILITICA8
" VICIOS 00 8AKBUEI
Tssfcfili i pmdncto. rsaimsDi s
*> aiomaeo ntatunom.
truacT m coutigw.
caifi'ni pelas txiMor\a*M M
smnu>-uu>oCTUM
Mfl.o.^L*.ww. *M
? \m&mi de perfumara hsleza
KXTR.A.-FIXA.
t
Antonia W. de Siqneira
joaqolm N. de Siqoeira e sene Irmaos, bo
br -.iRoaram acompanbar os restos mortaes de soa
estimada irma Antonia mepomocena de Siqoei-
ra, e de novo roeam oa nesmos amieo e p-
renles para assUtlrem s missaa qoa terao lp-
gar oa igreja do Corpo Santo, pelas 7 1/1 horas
di manh do dia 7 do corrents; pelo qoe desde
! agranecem a lodos qoe assislirem a esie acto
ae rel'gao e ca-idate.
t
juanna villar Perroira Pinto
Macoel Perrera Piolo, eeoe ltios, noraa e ne-
to- ri-n ndam 08 seos paeaiea e mais pessoss
de n. sm saje psra ani/tirem as mjssas do 30
da do pa>s>meulo de sna lerxbrada esposa,
o II, argra e a6, Joasna Vil a- terreira Pin o,
qoe erio celebradas na ureja de N^ssa Se-
;.rior* da Penna oo di 6 no correte, s 8
bora di aaoba. licando.taxmamente gratos
ao- qoe'se digoarem de comparecer a esae ac o
r hgioso. _
55 ARNOS DE S'OCCESSO
58 recompensas das qnaes 17 diplomas
de honra. 16 nieilalhas de ouro, ote.
ALCOOL DE HORTEL
RICQLES
nco Verfladeiro Acool de Hoi tela
Soberano para curar Indigestes, Dysen-
terij, Cnolerina, Drej o Estomago, de
CorapjiO, de Cabera.
Algumas gotas n'um copo d'agua assucarada
foriiuin uma bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a bode e saneando a agua.
E' egualmcnte excellcnte para os dentes, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epiflemi
como Pebres, Cholera, etc.
lUD
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
Deposito em pernambdco :
dp i 0GAS IPMDD0T0S CB 1M100.
VICTORIA ESSENCIA
O rx-rfunic mais delicioso do mundo.
? ULTIMA NOVJOADE PARA O LENCO.
BOUQUET POMPADOUR
BRUYRE D'COSSE
FLEURS DE FRANCE
AGUA de Toucador JONES
Tnica c refrescante. Excvllente contra as
picaduras de insectos.
ELIXIR E PASTA DENTIFRICIOS
LA JUVENILE
Pos sem misTurachimicaalguma. para o rosto,
t adherciitr e mvisivel.
PARS. 23, boulevard des Capucines.
Em PE1N1BBUC0: C" de Drogas Productos Chimicot.
rS >? ??0-*',3a>
NOVA MAMADEIR
so
D' CONSTANTIN PAUL
MEMBRO DA ACADEMIA DE MEDICINA
Medico dos nospitae* le Pauia
Modelo depositado
Meralna de Ouro, Fnrl 189S

(Escriptorio,
ra do General Cmara
n. 74)
Auctorisado
por alvar do Exm. Sr. Dr. juiz da
liquidacao forjada da Companhia
Promotora de Industria e
Melhoramentos
Vender em leo
Quartc-fei.-a, 8 dq correte
Ao mel ola
Em su armazem
A'
74 =Rua do General Camara= 74
Os referidos bens, constando de :
azendas com predios, engenhos, ani-
maes, barcos, usinas perfeitamente
montadas, com importantes machinis-
mos em bons edificios, f brica de sa-
bao, linbas de carris urbana e subur-
bana, materiaes etc., conforme a re-
lacjio circumstanciada que se acha no
escriptorio do annunciante ra Ge-
neral Cmara n. 74, onde pode ser
vista pelos Srs. pretendentes.
0 annunciante cbama a attenco
dos pretendentes para estes bens de
um grande futuro e vantajoso empre-
' go de capital.
t
joo Matheus Morelra Campos
Ca'lota J. Cmc08, Manoel Moreira Camtos,
sm muber e hlbas, agradecem cordealmente a
oi-s aqtvIUB pessoas qoe se cignaram acom-
pa-iba' ao Cemlterio Poblico os 'estos mortaes
de sen preaado filho, irmo, coohsdo e Un Joo
Ma.beus Moreira Caupos, e de novo rogao a
todo? os seos parentt e pessoas da amiade o
candoso obseqoio de assistirem s missas qee
mandam r*ar na igreja ti Madre de Dos,
seeonda-feira 6 do correte, pelas 8 bora* ae
roanba, P'lo qne desde j antecipam os sena
sinc-rts ag-ader-imentn.
Adoptada nos Ilospitaes de i aris
Deposito geral : P. LEPLANQUAIS
46, Bouleoard magenta, Pars.
tm PtlW'MBUCO: r> HEBROSAS E PR8BCT0SCHimeS.
AVIS<
\
v.{la de Nof sa Se-hora da
Boa Morte
t
D. Deollnda. Moreira do Mendonea
lloara
60 dia do passamento
A roeni regedora aesta Devocao, tendo dt
rezar orna mista no tia 6 do cor er.",
a6 7 Doras da machi no convento de N -r-
Scobora o Carmo por alma :
i ma D. Deolln-a M >'eua ne lleodonca Mor...
c.-nvda oao t seo* irmaos, como anda paren
es e pesaos* do conheclmenio da mesma noz-
as a assistirem a es** acto relil-so.
Seerelaiia da Dv>cao de Nossa Sennora oa
Bra Morte. i de Abril de 1896.
Manuel C. Llborlo,
Secretario.
Veadade predios
' endem *se os segointes a tratar na loja n.
SO roa Duque de Caxias :
O sobrado d. 16 travessa da Madre de
!> os, cojo pavimento terrto ocenpado por
ea sbelecimento de estivas.
O sobrado & Hhi roa da Ponte Velba com
.o para o lareo da S'.nta t>oz.
so'a rreB 0 ne roa aa ponte Velba.
* Ma (0rrea n. i ao larga da Santa Cri.
* c, ,p do sobrado n. 86 a ra Vidal de
A miarv>om oilao para a roa de S. Joao.
ptimo negocio
D-se sociedade em
um estab^lecimeto com-
mercia! bem localisado
e qae faz bom negocio.
*V tratar rua do Baiaoi
da Victoria n. 30 1Ja-
Eagenho a yenda
Vende-?e o engtnho BomSm distante ? kilo
tretros da cidade de Bem Jardim, desie Esta 10
25 kilmetros da eslacao do Ltmoeiro; teudo
cas comrooda e bem ccn'troida de vivenda
trorjta lo com todos os otencilios para sssoear e
lgodo, armaxens, dgiillacao, vapoi moen'* e
rorrente, sgoa en'anada para iodo o trab*lbn,
com assane e terreno p'oprlo para Mfrrjai
3,000 taes: tratar con o proprietarto Nuc-
i Antonio Doirte, do mesmo engenbo._____
Sem'nteF de hoitali^as
DA NOVA C0LBE1TA
Completo Boi'.ioremo.
Rns Bstreita do Rosarlo n. 9
Pocas Mendes & C
? revfcniDci? as ? veda-
res do S. Abdias Maracaj
ue somos os uoco auto-
risa Jos a receber a impor-
tancia de seus dbitos, f-
cando portanto sem valor
os recibos passados por
aquelle Sr-, desta data em
diaote.
Recie, 18 de Marco de
1896.
Antonio Soaree fy.Q.
Escola de engrenharia
Um bscbarel com longa pratica do ensioo
das maihematiciB e om agrimegor ex-alomno
ra Polvtecbnlca do Rio de Janeiro, prop&em-se
eiislnsr a materias do exame de admissao da
escola cima. Para inscrever-se em tal corso,
procorar o Dr. Grego roa da Crox o. 51, das
10 as 3. 0 corso abre-se i' de Abril.
Cosinheira e criado 2
recisa-#e na ra de Pay-
ntntlu n. 19.
Piano
Vende-se om novo roa Bario da Victoria
o. :6.
Madeira
Vende*se pranetbes de todas as qialidadese
qoBntidnde tratar em Palmares, ras da Esta-)
cao o. 8.
Sortimento complejo de
jxadeiras de Pinho, na
Senaria Nacional re Ji-
maco da Silva, no Caes da
Re^enercao n. 24,
Parallelipipedos
Comora-se. pm qoalqoer qosnti e, na roa
o ComT'ercio n. 13. aad..
\ juiiante de despachi- te
Offereoe-se par est trabaloo : qu a .?aejr*
delxe cna no escriptorto do Dtano



1 nBt ~\



mm

H
Diarlo le Pernamboco Quinta-feira % de Abril de 1&>4


JiJXXA,
Preci se d uuja ta- r-rs-nira-i* mal* al-
gara peqoe.io stvico i e casa di1 familia ce
do pasto, 'rav.ssa (la P-aia do Fort- o. 6.
^LxJjwCTku
._P-p.ijq.-e ica nra ro-mhar, a tratar
a rua f;!>' d Vic:o a n. 65. 2 andar.
Ama
PrtdM* ee le urna par, a travs-a do P< 2
joto n. :<5.
Precisa ce oe cj iLCCama dr roela ida.
de: | Tr. ere 8* (girane ei-a qoe norma ni
cafa. Pade- e r.cm or.ipt.aoo Boa das Per-
Oat? Mic-n: BP (r'spo n
Aluna-,,- Oilm i'cnd l'O v *kU! e cou-iumio
para ( l-w, cita a >ua dos Prieres u. 42, a
nter o> rra da Imperat.-is p. la.______
V-__B**a ouja cafa de i.ip com 2 alas,
S qo^-io?. o.<>inl>a fo'>. cao ova e 1 pequeo
banne: o, to Artalal. 'U* da H^monia o. 31 a
r; t r B me^ra roa r. 14 ^^_______
Vende-se
Urxa carree* de ventor agoa, em perfei'o
eiiaiU, "' m O i Iflipurl-llle D01, UIC!0 'iOCr-
ticado peste servico, garar,taic-p.- i o 'oa' em
qw i-a rt iBeSOU -rr-C fs DOS freeo'iia,
ir 11 u largo da O :c n. 3, apurga.___
Vende-se
Daas propiedades agre la' !Tirorh'>s, coa
mata? coceras, malta madea de con truccao
e bem terrenos para plntac;Ce3 de canoa, ex>t-
limo Uunia para safra ;o eoTMte anoo,
6,510 .uro* de m?ndioca eui toni c-es.-i-
ment e oUs Btaoiacoe*. k oie qu-adade
de a'vjits fnc iferaa d:t>'a a; tnas o* fde oa
oeina colonial Su>S'Uo. carca de 500 mjtron;
OB Ierre es saocorlai-p pela ferro-va da osm;,
pola ooiiina scooi ii_j p-ra qa*m pretender
desenvolver lariaa piaoi^ces decaona : o nc-
lito oa viuda oir-se-tia ao comprador. Para
inforaac'.ea em Jnca o com o >r. Agosllobo
Nev*.
>Q LY Jj vC_Kj
Preclsa-se ce ama para cis.cbar em casa fe
bemem soi'eiro. a trat r do Baiar de Afanado?.
Precita-ta u orca oare comnbar, i tratar
oa rea -.s C'f.es n. 42, 3 iDoar.
Amas
Precisa-se para arrumaeoes d* c tti toa c'a
CoLCora n. 10. _______________
Ama
Prtcti-?e de croa qoe ccs'nhe e lave pra
te* rifiaB, a tratar Da roa do Calaeieiro
.10.
SSIDAS
EAHAjOLIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACJCA)
ngvcnt:) i:\tuacto
especif.co para o
HEOiS
E HEMORRHOIDAS
INCHAQOES
*
INOFFENSIVO 5^
O GRANDE
I rusiricADoa H
^W "5_
< >
< 0 < MLSIPliilLli DS Ir1 H BRISTOL
CUBATODAS A3 IMPUREZAS DO
1% SAMCUE E HUMORES
EFFICAZ ^
^l-
Grande
Gaixeiro
P-cai-fede om a roa Vidal de Negreirop,
153, podarla.
Coqueiros
Vende'fe mil i ., '" bona lmannos para
planta-, a tratar na ra Vi- ooee de GcyiDP<<
v. III, amiga M idtgc, runa loja Scnbo ce
Cu o n. 3 e 5, Pmca a ladetedencia.
Aluga-se
0 nelr.or tii;o oo Puco da PantUa perto da
efs-tS" a ira ar na ro Bar3o da Victoria D.
63 lc i.DSar, cas 10 4 rn :a- oa tarde.
Cria.dc
Pra cope a a- 65. __________________________
Co.inbeiro ou c sinheira
Precia ee ce cru bim cteii-heiro ou ce orna
boa roFUheira. na ra co BemSca n. 18. oa
P-rsat-t-O) oa Hapii^lei a.
Dgenho Comportap
Tranafere-se o arreodamenlo deeae encenho.
i.toaoo na com-r a ce Mu:.beca, com talra
fara tocs mil i je, ammaes e todos os per-
tfcnceh da om eniferpbo mo' nie e correte, com
ti cata de vi venda.
O fallado engento tica distante da Usina meia
legca e moe a vspor.
Tl bem se arreada por tre u maia annoe
O sitio e casa ua Griga, trav-s^a do Ventora
E. 5.
Tratase na roa Deque de Casias n. 4?, 1*
andar
Marneiros e Car
pins
Precisa-se de contrfcc-
tac alguns qne sejam pe-
ritos ; na ra Imperial d.
17. leja._________________
Livraria Popular de Avelino
Rodrigues de Paiva
Acar-a de abrirle orna li?rana a roa Ejtrei-
U co Bogarlo n. 8, cojo expen iid torticaeoto
Iliterario moito deve convioar qne^o rtepei
Uvel publico detta clda.e se digne Wier nma
Visita. Tem tambem este estele imeoio,
alem de livoa e patelarla, monos anuos de
(OSto. DroorK Qi-ra orp-eplea. ^^^^^^
?
L0J4 DO POYO
*
Crpcn com lindos padrSea a 503 res o covado.
Srj pre'a e t_ui para roupa de homem f^zanda oe 850-0 48000
ra. b covado.
Cretonos escurre a 240 reis o covj.O'-.
Ditas cUrss > 30 o covsdo.
Diloa ottrea frauc^zc-s muito Itrjas > fOO ">,s o covado.
L nzir.rifs pjira vestido iiodis pudiS u c*20 reis n c< vao.
Casmtita a per > rt epa de homem e ineoiiin a 500 reis.
(Jretoi e para caberla com om m'ro d largara a 700 o cov.
Co'cbo.tj fracceaes para cao a liOC'O om.
Colchas brancas de fuaiac a 000 urna.
Ditaa brancaa de iusi&o para cama de c*>al i. 30C0 nms.
Cortinados de crochet a 12-3000 o pur.
Lindas cachemiras com 2 largaras para vestido a 15200 o covodo.
Camisas br.-r cas de linho para homem com pequeo de-feito 70|3000 a dusia.
Atoa badoa bordados para meaa o 3J0OO metro.
Metim preta e cor do rosa a liSOOO o covaoo, peuhincha.
Mantos fire'ts, lisos e lavrados a 1 f00 o covado.
Linn on> 2 Kiguras a 500 reis o covado.
Mcdapo'&o ; Eiric-n cem 24 jtrdaa a 12(50(0 a peca.
Crepo" de X a rfOO o covad,
F'laoelJas para enmisat e para vestiio a 400 reis o CJVado.
Brilhant ina braura i>. r--aio com hetras sauea a 600 o covado.
Camisis de fl.nelia byg'Ticaa a ^O^COO a d- z a
Eupf.rl'lnos coura^a a 8$0(0 om para aob-r.
Chamalot preto de sed para vestido a V( ,00 o covado,
Redea graudea da Bl i. a 2:5600, 25^000 e 30O00 urna-
E muitos outus artigos que 1 quidatr.os por me-
tacie do >-eu valor,
S na rua n. de Mar^o n. 19.
Carneiro da Cunha & Sobrinho
FOLHSTIM
61
1B1DI6ADBFAKI
POR
imn n mtim
~*."W*-
PRIMEIRA PARTE '
MEU TESTAMENTO
XLIX
31 uaBaroda Victori a31
Depois da Botica Francesa
Fabrica de Molduras
Estampas de toda as qualidadea. Qoodros Snelas para cortinados, can
dieiros, cbsmins, pavios, mclduraa para retratos.
Enc*rrcgb-ae de retratos a craion para o que ha contratado om perito rtista,a
bastarte ecubecido.
Prepara ss qualqoer ercommenda com a maior brevidade.
Sinueridade e prre/s baraticsimoa.
Tiwra'iriwiTr
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de uleneiltos para asina*
veedenfo sempre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOB de difJerentes systemas e tamanlios de Robinson e onlros fab.i-
cotes deifde 2 a 12 cvatios.
CALDE1BAS A V.'.POR multitubulares de Iletcher para funecionar com o fogo das lora.
i'alhas.
CaLDEIRASA VaPOR Cornisb e ijpo locomotiva para func ionar com lenha e bagaco
BODAS para pua.
BOMBAS de raotun-'ontinuo.
MOENDASe meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de differeutes systemas.
CRIVaCOES pira Tomainas.
MACHIN.tS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
peta voDtade dos agricultores.
Pazendo parte da direejao de sua fabrica o Sr. engsnheiro Augusto Clarb, vantajosa
met te conhocido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero
u Usinas fnoccionando desie Estado, incumbenrs- de mandar vir e erigir garanlindo a pro.
dnecoo e qualidade do assu ar.
APPARFf.HOS e meios apparelhos de vacuo.
DESTILI- COES complet.s para alcool e aguardente.a vapor e a fogo n, para grande
pequeas W ricas.
Continuacao)
Henriquefa esteva muito doente. As
corjequeucias do parto puzsram a sua
vida em perigo, mas gra^-s ao co, tudo
pass u e o me i co tffirma que nada
mais acontecer.
Ella est sendo muito bem tratada e
crei que breve ira Ibe mostrar a crian-
cinha, rilha do noaso amor.
Mas, ah Sr. conde, sobre este qus-
dro familiar deaenrola-se um veo de luto.
Simo muito sor obrigado a dar-lhe urna
triste u ticia, e fa90-o com o coree Jo
ape'tado e os olhos hmidos...
Nogsj querido primo, o abbade Ral
d'Areynes, que tantos beneficios nos pro-
digalisou, que tanto se intereaaoa peU
cacea da creatarinha recem-nascida, cajo
nome Marie Blanche,o abbade d'A-
reynes est& expirando no momento em
que esorevo...
Quando esta carta lhe chegai s mos,
nos aqu estaremos de luto.
Ao voltar a Pariz com o exercito de
Versailles para reentrar Da posse do cr-
go que a communa o fizera abandonar,
o justamente na occasio de entrar em
casa, Ral cahio erido por urna bala
no puto. Foi urna das victimas da re-
volta.
Creio cumprir meu dever, dever pe-
noso, cdmmuuicando-.he essa irreparavel
desgraca.
Juntamos as nossas dores s suas, nos-
sa* lagrimas s do Sr. conde, e pedimos
a Deas que vos conserve a existencia to
cara.
Aceite, meu querido tio, o respeito
profundo e a imperescivet gratidao de
sen sobrinhoGilbert Rollin.
Essa carta framente e prfidamente
combinada, bastara para provar aos lei-
tores, se j nao o eoubessem, que a pati-
f.ria do marido de Henriqueta exceda
muito os limites habituaos da perversida-
de humana.
Escrever essa carta assassina era com-
metter crime mais odioso e covarde que
o de dar urna facada.
Dez minutos depois de terminada a
sua obra prima de infa a, Gilbert lan-
cava a carta n'uma caixa do correio,
absolutamente convenc do de que ella ia
ferir no cor-fo o conde Emmanuel e de
oue a f-.rida curia m rtal.
Ao voltar casa, pen-ava o marido de
Heniqueta :
Tal vez eu fosee precipitado... E
se o vigario n&o morrer T Se o ferimento
nao for grave ? Se um medico hbil o
salvar ?
Mes essa preoc.upacao dorou pouco.
O a, que bem me importa I Se o
conda morrer, me'hor ser... Se nao
morrer, diio apenas que eu vi as cousas
muito neg-as... Nao escrevi que Ral
tinba mor,-do e sim que estava expiran-
do, o que nao a mesma cousa. A mi-
nha obrgacSo era acreditar na palavra
do sacristo de Saint-Ambroise. Quandc
muito poderiam me aecusar de nao ter
ido ver o abbade com os meus proprios
olhos...
Isso nao nenbum crime e nada me
poda obrgar, dotado c mo sou, de um
coraco infinitamente sensivela afron-
tar o dolor.so espectculo de urna cma-
ra mortuaria... Minh* questo agora
saber se o abbade est vivo ou morto e
as noticias queho de vir de Fenestran-
ges.
Se o conda resistir ao golpeoque
me parece pouco provavel -oceupar-me-
hei do vigario, caso elle se obstine em
viver, testemunhando-lhe o mais vivo in-
teresse pela sua saude... Se, ao con-
trario, o conde Emmanual se decidir a
rsceber no co o preco das suas virtudes,
Ral d'Areynes tornar-se-ha para mim,
quantidade desprezivel, pois nada mais
impedir Henriqueta de gozar a fortuna
do tio !... Agora ter um bocadinho
d) paciencia I
A denuncia ananyma de Gilbert contra
Servis Duplat causara sensaco no com-
missariado de polica da rua da Ro-
quette.
Alm dessa aecusaco havia outras
visando o antigo capito da communa e
demonstrando o papel activo que elle
representava na revolta.
Todas o indigitavam como um sce'e-
rado perigos, mas nenhuma continha
indicacSes que podessem guiar a po-
1 eia.
A ultima, ao contrario, iudicava urna
piata a seguir.
Cenvinha, sem tardi-n$i, prender um
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
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TSo agradavel ao paladar como o leite,
Approvada pela Junta Central de Hy
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
B LIDADE EM GERAL,
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CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos c os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
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e chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria.
Os proprietarioa d'este grande e luxuoso e&tabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoe
mais difficeis dos appetiies e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jautares etc., dentro ou tora do mesmo estabelecimeLto.
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ILLUMINADO A LCZ ELECTKCA
Dupti.ao i( /: nt-f iceoie des p n e 11 utaiD'ta ^.t! "Ck cicsectacecs
paladaren mais es ce: i rnos e t tectfirade bvgtnlra.
Nd* oe x* i do a deaej;r Me etiai eieciaemo c trtfe'ido pela a ais ; I ti socidade
prroaajpn ana. que nao ire regetea elogios.
D s,,i)iii.o de tm pt-fso-i Pabl tudo. qcer na arte re r i Dbur, oiv r ro tnerfo de bna
i er7ir, esta ?et ep'abelet!mDio ra illa'a ce ier o cdko qtf puoe iesaBiin.bii.fl. m^oie r va-
luar (OO) o- ojilrio-es liotfi da Eo-opa.
Ajar .10 se-vico is)|io'in a nrlado a coi ir-bfirrs t tm n es e fsiraniei'o?, encentra-
i os seonores laja otea n>aKiili;a Hospeflria p ntcero < Ivain-ka. con bLDcr, ele. ele
Pri jos rato avei. Rumnn o -ir.'f rirt'*>.
MrV^OEL, t.\l\i:i\ k C,
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Rodas d'agaa.
Taixas tundidas e batida*'.
Tixas b itidas sem crava^ao.
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Chciro A' vendo em todos os arm-
zeos do secca so molbados.
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Ey lo*- i'ko :
II iLoilor-amo' 99' CStoroeiB om arma-
reu>, e nie me coosla qo- QiPCDeui si ja mais
oei er*iao en. >ntra rtr ; remura all!, por
jue e:). i nl'0 0 QUe D erilO, roo a cola e inaU-
.'o-rjie luiij a u ta fostr, ;a oesla condi-
i.io est u k.t -fe lo.
Em nucos lo ba qcem venda matbanlo
n icios ( 'utro'r svo oe pnmeiri quali.-iade ;
a t 6i mi.a'eiga. o bom cba, o bom queijo de
diversas quaiidanes, o boui v nho ne n.6sa da
erra .a Bst-tlla, e b ni v.rro do Po-to da
m: is baiza a maiK alta alldae, on i coa ilc-
e8, o om cbau atne, ti'am.eot- lo^o qcanto
e poda esi-jar ptri iiiia Ifn i.erpen-a.
E !e> m tambur u^i rompieta fciii it'o de
bras df vme, cemu peiaro cestas pas i'.im-
pras, balaio para papel, rtuptiros, tercas e
Modas cedeiras.
Obriaa. c d m-adre pelo qne meds, pO'Oea
a :d esia u u o cara ; vou itandar cemprar 0
qoe preoiJ- aefM arnazem.
fois oiaede coaprar qne ba ce Gcar satl-
feito.
Ulbe o snticc arn^iein de
Pocas Hiendes 4 C
ROA ESTIUilA CHI BH-aRI (iL':\'T0 A'
IGRKJA)
Sei onde compidre.
Ao commercioe ao publico
Os baixo -s!i;ndo. pilo ptenle necia-
ram ao co nes a data diss. Iv-r- m am^a.i:i rnt a soc:e-
date commerr-ui q.e nobam no efiaie'ecl-
mert-.i de rot 1 alo. rea do Rosario da fioa-
fia's o. 6!. Reii-a se o scc o JcSu Amonio da
Silvea p-go e ratiafeito oe s o capitel e la-
cros e iserjio "e leda qnaiqatr e'pons3fcili-
dde activa < u pas.-isa, fle-ooo o activo e pas-
sivn a cargo da viuVa Rme-ro.
B-Cifi-, de ala cj 18.6.
A.-ma c;e S.aia RibMro.
J:ao A"loaio da rii'veira.
Ccmpaiihia Ueuadora
Vende a-sesar especil a 830O
Dto religado I 7;.0O
Uno dt> de i' cd500
Dito ono t!e {, 5#5li0
"ss rio Canibarihp n. 6fi.
Caderoeta perdida
Ferc'eu se orna n. 59.868, da Iratessa de S.
Jos de R.baalar u 13 ^i a Csixh g.-oot>mica,
lenoo eo-npiorada a quaelia e i35OCO, e
oais 4I? 00 que cm ser aeposilaoos da re*
tenda Ck.xa.
Pede-ee, portai.to, a peeoa qoe aiuu a re-
ferida caderneta e lo pnriancia. o obsequio Ce
a levar na casa cima, pip, qne se gratificara
?e'iero8ao ei le.
Rcife, 31 oe Marco 1896
; Ti eoph;lo Falpado.
Lusitano
E'o excellente cognac p.rttiguei que acabo
de receber e recom" nio ao publico e espe-
cia'menle aos mtcs fregoeze', pea su- l*
qnalidaae e paladar aeradaoilissimo, fsito de
aade'.o de vnbo ce in'<* annos.
JilC 1>!POHTADOR
Joo Fernandes de Almeida
raveasa da Madre de Deus-SI
aafSai LVJ. aaTaa*
Para cosirar preciSi-ae de una na rua da
ancel c. 25.
Cosinheira
Precisa-g d orna qoe s>.\ba bem cosiDbar,
a rua da Concordia p. 10.
Gaixeiro
P.-ecisa-pe de om ca xero de 18 a 20 anno
Ide idade, om Dranca ae rroibadosqoe (d a
fl^dor de sua coo n:iaj a tratar em Cexanga,
Gomes Veiirrc.
homem que o rumor publico indigitva
como o m is ardente executor de ordena
da communa.
Os agentes pozeram-se em campo, mu-
nidos das prec osas indica^oaa cantidas
na c Era indispeasvel agir logo, para nao
dar tempo a Servis pausar afronte ra, e
envial-o ai conseibo de guerra perma-
nente, em Versailles.
Dous velboa agen es da polica do im-
perio, Boulard e Duclot, homens talha-
dos em granito, fjrtes e conhecedores
da materia, foram man lado pista da-
quelle que se dizia oceulto em Chara-
pigny, com o nome de Jule3 Servaize,
na casa da eagommadeira Palmyra.
At ah as informacSaa conhecidas.
Intencionalmsnte G lbert se abstivera
de dar o numero da casa de Palmyra, na
rua de Bretigny.
Se, como era prtvavel, Duplat fosse
peso, Gilbert nao queria que a suspeuta
de urna traico de sua parte nascesse no
espirito delle.
Homem infinitamente pratico, o ma-
rido de Henr>que:a tinba sempre o cui-
dado de deixar urna porta absrta em
seus negocios.
Era segunda-feira.
Boulard e Duclot tinham sahido de
Pariz s sete horas da macha, tomando
o caminho de ferro de Vincennes.
Disfarcados em operarios procura de
emprego, ninguem suspeitaria que elles
nao se reconstrua a
ado, Boulard disse
fossem agentes no tx.-rcicio de suas fun- gQ barca.
gem, emquanto
ponte.
Urna vez do outro
ao camarada :
Seria melhor e mais rpido tomar
informacQes na inairie...
Acho que nao, rep'icou Duclot.
Po que ?
Estamos procura de urna Lvadei-
ra ; logo, devemos ir a urna lavandera.
Os empreados de mairies quasi nunca
sabem coua alguma...
Seja 1 Tratero."8 disso. .
Aqui est aaltou Du.lot, indican-
do, m.rgem iroita, a barca de um
pobr homem chamado Bordier, que ac-
cumulava quatro fuaccSs dist netas :
mate de lavagem, negociante de ba-
nbos trios, pescador e hotelairo. Aili
vende-se vinho, accrescentou o secreta ;
se a g-nte fosse matar o bicho, poda
saber alguma eousa...
'Iens razao, brigadeiro como se
costum dizer ou como sj costuma can-
t-r... disse, rindo, Boulard; um bom
pedayo de queijo e um gole de vinbo
branco abre.n o espirito.
Podia-se mesma mandar preparar
urna peixada-..
laso nao do contracto...
Porque ?
A peeca est prohib da at 15 do
mez de Junho prximo...
Ah fim... Respeitemos as orde-
nanzas !...
Sempre dialogando, os dous d'rigiram-
c$oes.
Apearam-?e do trem s oito horas, na
estaco de Chsmpigny, e tomaram a rua
do Pont, que oonduza aldeis.
Mas, como fizera Servis Duplat qua-
tro das antea, foram obrigadoa a atra-
vessar o Mame em canoas que transpor-
tavam o o viajantes de urna i outra mtfr-
Atravez das vidragasv^am-ai aa salas
aos domingos muito cheias de gente, mis
abandonadas nos das aten*, principal-
mente n'uma poca to visinha da guer-
ra civil.
Urna ponte Lisa de taboas, guarneci-
da de corrimo, ligava a trra barca
slidamente amarrada a ao fundo da
1 ---------- ^
qual ha mais de duas horas trabJhavam
lavadeiras de joelhcs em sena bancos, o
batedor na isL, cantando alegremente.
Boulard e Duclot enfiaram. pela
ponte.
Um homem de cincoeata annos veio
ao encontr delles.
Era o proprietario, um typinho ma-
gro, anguloso e parlader.
Qud desejam, meus amigr.s ? per-
gunton elle.
Bmlard, que se orgulhava de ser bem
physionomista, peusou :
Esse est rico !
Ai me ni o tempo que Duclot dizia
comsigo:
Que magano de veiho e acere
scenUva em resposta pergunta do p s-
cd rHoteleir.: Vimos comer algu-
ma cousa, pagando, est bem viato...
B)ui... bom... E o que ha de
ser?
O que o sechor tiver ah...
Um pouco de queijo, pao e vinho
branco...
O vinho bom ?
Um Gravesinho superior, o que ha
de melhor a um franco.. .
E' caro, mas emfim...
Subam, subam... Eu mesmo .lias
vou servir, porque as mulheres esto
o icupadae, a mulher na lavagem, a fi-
lha us banhos e o filho ni restaurante.
Boulard e Duclot g-lgaram urna es-
cada de madeira, atravessaram um longo
corredor, sobre o qual abriam-se os ca-
marotes de banho, e entraram em urna
sala muito grande, guarnecida de masas
de todos os lamanhos e cadeiras de to-
das as formas.
(Continua).
>
I

Typographia do Diario.
1


Full Text
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