Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19949


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Full Text



"i. .

i
I
N
iv-

AMM6 LXXH
Qimrfsi-feira 1 de Abril de 81H*
PARA a capital e ixgabes onde
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezts adiantados.
Por um anno adiantado
Nun Kro avulso do mesmo da .
PBOPBIIBjBLBS BS 1C&HGEX. flOTKIBWL H PABIA &;fILH08 '
REDACTORES ANTONIO WITRITIO PINTO BANREIRA E ACCIOLI DE VASCONCEIJLs e MANOEL, AKAO
C0es'na^<4 ":PARA os lGaRES de se paga porto
Por seis mzes adiantados..... 16$500
NAO SE PAGA PORTE
:: 8S000
t 15^000
M 30&000
$2<'0
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLIQA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.\ redA ern Pris-18 rile de
La Grande Babpe
NA**4
Grande
'ARTE OFFICIAL
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCQO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
CONTINUAgO DO EXPEDIENTE DO
DA "G DE MARCO DE 1896.
Joaquina Gomes Pti de Lyrs,
Zaina Cab-ai, B-ogio -e Bitt
Me o, Mnna das Merc.d. Cruz Kibai-
ro, A e!:na dos Guiinares Peixot-) Dj-
*Mt'M4H da fpgnex a do metria e junto ao cemiterio S- B om d'esta niu raza sarao se
Giraos d .vibaiurqne, Po- i josus construio-se o Nocroterio ; radasipela incerteza que
) rol
Per ontanno adiantado
Por trimestre vencido .
Numero av^dso de dias anteriores.
i I
331000
90A0 '
200
A' S'^P.TI ''O
ffl'SJS'VrS^I Oservigo do conservaco'dascs-'suaso .ttf futura, ias pdele fa-
ie AnoriD.LaiK^'o EariiiM di Sil, P-n. tra;las de rodagem continuaratn zor algutna cousa n'es,tt> sentido-, com
:U> dai cruga je 0\-ira. Emiiuno Amaro como de costumo at 18 do Novcm as#vias.pe cemnunijcatco a- estabe-
.Siiv*. Jwn. S.ur-a Ai, See-loo Jo b SGndo n'esta data susoensos por lecer-se o que sao conhecidas polo
IVJ^Z. Jrm ,'QliOZ' Coa0jseach.irem relativam >ut o o.nbom nom demostradas acudes-o con-
'(.rdem'do rui.if'iea'lo do dttirlc od. ] estado as mesuias estradas e por ter sistaifc em obsWny* parcal'ou corq-
freaetia da Boa.Vis a Amor A.tonio^A
buqi-rco. cao deaoMclw.
Ho da 29 :
A' O'd' u ao Bb.leligi1o d* f-
Antelo. Jo3P K-atiC.'Cj tfl*Wv
f-s ".mia 'ie.
dse oerapar esta^repartco com pintamente Qsrjos e* riachos .que eb-
otftras obras emprehendidas, in lis atravossaTn em" rogar d trans-
avullado numero, quer na Capital', pl-us lbm obras d'arte despeadio-
SMa d* Commisses do-*Sonad
e domo-id'agua que'passsse por cima, na
na sobro sua queda, nao a damniicasss.
Ogoverno do Kstade portera en-
trar com urna porcentagem tquiva- ^ r
lente'ao accrescimo da despeza d'es; U 1S0 Legislativo do Estado
sas obras, e cqm um imposto razoa-
vel creado sobre os terrenos por cl-
Pehn.mbuco-
Ii+*OLVE :
DP
Ar
ne^lis. J*na%Tibiirl'o daSdra Un, *uhi, t'na Joj-pai d Ana icugai lo.aqoi> nuando-se, porm,
M rin.Ialu Mpatuo Lopas. Tinreza do f*a J' , poreob'.-". quer no interior do Estado, onti- sas, .i.prosKiidfassim as aguas d'es- aquello sacriici
las servidos, te-ia d'entro enbrevo, '
a exempto do-qne faz o gobern iu-
jlez, eYiUid.) as cala.midades de toda w^weira, afa do iyiaicigfo
uma populado e qui?a compensado I Sit. 8-Rgyogam-se as disp
,1'.0 E"o]ovada a/Cidado a-villa de
i'.i. s m'oi'ni^ domosm.
Jasa Birros Li'iia, Aana Afiaea
Anni Hth^riQ* das Nve, H >rteucia
M r.a Cortes, Maria do Liv-arneuto e
Sil7^, b'raucaca tuphrasia da Concei-
ca>> Njv^s, Anuad^Siuza Aib iquer-
quelVssoa, Maria Eu ropa d> Mt-ndon-
5a Siqueira, protesore^ ppdiodo paga-
meu o de ajuda decato. Defa' do.
Mauoel b'.irreira Gu-da,Ju- Fnlicia-
no Be-r- de Agui-r, Manot-l D Iphi-
Uo d9 Mede^ros Pavilla, piofca-ore,
padiad.1 pagaiut-aV) da ajuda da custo.
Deferido.
log*rC4 Maria Roberto d* J-isus,
Frano sea Guades de Oiveira, Mana
Frau i-ca Bezer-a Cavalcanta e Ignez
Barba!Lo Uoha Cavalcante,pedindo|pas-
eape: s para ai e suas familia*.Sm.
Eindia Oiyra-pia Talles B-zerr!., prc-
fessora em disponibilidade, ped-ddo par
lhe ser contado nao s o tempo de sua
1.* nomeacao, como tambem B;e mez^s
de interiaidad^ e mais um inez na ca-
dera d. R cife.Sim.
Aureliano Jos Thimoteo, profesor
pub ico, p;dindo pari ser noineado a
rrg r caaeira di municipio de LJarr i-
ros. O Bupplicante Dio tm dir tu ac
que rfq'ier.
Maria E- Qolombier, p ofessor* pu-
blica de linguKs, ltimamente n imeada
para c dade de Carusr, pdindo en-
trega '2a quantia de 3 $)CO para des
peza d' 1. estabelacim^n'.o, e bjm
assim ajuda de custo qu-) lhe competir.
Indeferido.
Dia 26
Antonio Cetario Cardos) Aypea# Jai?
de Di fito do3municipio da Flores, pa-
dindo pagament'i de ajud d* custo.
D-Jfar.J'. con olfi-io de'ata dat*ao 1 r.
SeC'vinri da Fazenda.
Bacharel Josquim yMfooteiro, Jo z de
biraito du municipo deTHoresta, pediu-
do patram^nto di ajuda de-cu*t. -De-
ferid, com officio detta data ao Dr. Se-
cretario da Fazenda.
Empreza Fer.-andes P nto & C, p-
dind.. o Theatrj Santa Izabel p^ra nelle
fazer traba har a grande (Jompanhia
Dramtica do Thea ro Principa Kaal de
Lisboa, duranta os ra zii da Maio, Jj-
nhoe Julbo docorrentejanno.D-erido
quanto aos maz^s de Junb. e Julho,
podenda entretanto, a C >mpanhia dar
cometo aoa aeua trab Ihos no mez de
Max.se ne-saepoch*j a>tiver desoecu-
pado o tfaeat o, apr.-aer.taad.i a p0tie.fr-
naria, dentro de 25 dias, urna fia 9a de
(1:00)3000) que perder ca*o n3o d
cimeco aos espectculos at o dia lo
de Jimba.
Maroel Lopes Ferreira, pedindo pro
rogaciio de 5 dias para realizar o depo
sito de 1:000*000 ooThesou'o do Es-
tado, come flagea para f-zer trabalhar
no Tbaatro Santa Izabel, dura te os
raezea de Ag'.sto e Setembro a C impa-
nb.a da Operetas do T-e-tro Apollo do
Rio de Janeiro. -Daterido.
Maiwl&C, erapreiteiros dos con-
cert- -j tos nos inst uiientos do gab^nate
de Pbyaica'd* Instituto Bnjamin Con-
atant, ;-dindo pagamento da eonta jun-
ta i ir.' .rtancia dj.- mesm s concartos.
I. V me o S-. Dr. Director do Insti-
tuto 3eajamia Constaut.
everino Marques de Siuza, professor
em disponibilidade pedindo pagamento
dos ordenados a que tem direito a contar
de 20 de Novembro de 1895.=Remetti-
do so Sr. Pretei o do municipio doBim
CoDselho para que se sirva de inf r-
mar.
Emilia A'ves Bezerra, pro'essora no-
meada para a escola mixta da Luz, pe-
dindo gratificarlo de bons servaos.
Rrmettido'ao Sr. Inspector GeraL da
Instr cgo Publica para ouvir o Conse-
ibo Superior.
Manoel Hyginc Simoas e Silva, alfa-
res do 3- batalhao d* inf-ntaria esia-
doal pedio'o pagamento da ajada de
cuto.Ddfer.do, nos tarmos do ofiicio
deata data ao Dr. Secretario da Fa-
zenda.
Amelia Maria da C>tceis2o Ramos,
profesora, pedindo paseagem para si e
um irmo com a devida bagagem at a
es'acode Oanbotinbo.Sim, com di-
reito a bagagam ordinaria.
L-jopoldina Feliciana do Nagcimento,
alumna mestra titu ada pala E .Normal, pedindo para lbe ser contado o
tempo que tem de magiste io da dat* de
oa 1.' nomajs&o ate o presente.
Sim.
O portei'o,
C. Moraes.
Questura Policial
3eccao 2*.N. 68 Seeretana da Questura
Policial do Estado de Peroambnco, 30 de Margo
de 1896.
" Ao 8r. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Justica e Negocios do In-
terior.
Participo-vos que foram recolbidos Cas*
da Qeiencao os segalotes iodividaos :
$0 dl/38 :
, 'moral publica.
A' oMem 1 >ihip|?i1 j d >
I- Afozados. Mnoel Pelros), c no 111-10 d c;i
vallo.
Coanmuai ou/DH o f uale^.iado da treza'i <
leSioto Alio 10, qoi ao da 27 1o coT*n e
mez, iv-< aeteaea de que em o r-redio n 2 i
da roa d 3 Lira nfura-, enwopu.ri- i aiu-
Iher d docd- Leupoldma NaQ9 de Soua, e
loe all co r.parae-n 10 aiod a tempo nter.
NMtal-aOBfto deque volania-anent- tmna ingenio arsni-
co rom o n 11 e oo l'ino a *ua ex StMJ a o
qnn He nvi.-neve e^iu q.o no A msua aotondii-, d-i coformilide com
1-1, O'o* ue nn ajman dd geu:lj qui o >:.
so exige.
No o- 26 des'.* r.ie o c dadio Mnoel P aso.
010 i- S iva, aj-uiu'. i-x-?.-.:icio io ;* delegado da 00I1 ;ia do muo Cip o de OLudj
aa r|niii(ie de S ^uiolent-.
S ule e rdaroilade.
O qoe 10-,
Jo* F-I:ppe Nery di Silva Fllbc.
ili:i. 1 I JMIIO dos servicos exe-
cutadn pela :i Directora
da Secretarln da Industria
durante o anno de 187)5,
apresentado ao Si*. Dr. Se-
cretario interino dos nego-
cios do Interior, pelo ense
nheiro Antonio Urbano I'-
Mnteneg:ro.
De conformidade com o que pre-
ceitua o ar:. 4 3.' do Regulamen-
to de 1" de Ontubro ultimo, venho
expr-vos a marcha dos trabalhos
executados durante o anno findo por
esta directoria.
Tendo deixado o logar de director
d'esta repartifilo o Sr. Dr. Jos Joa-
quim Rodrigues Saldanha Jnior a
20 de Junho do anno passado, tive a
honra de ser designado para substi-
tuil-o a 21 do mesino mez, passando
a oceupar eljctivamente o cargo a
1." de Outubro.
At ento a repartirlo era regida
pelo Regulamento Geral de 20 de
Novembro de 1894, mas em vista do
rpido desenvolviinonto que tive-
rain os diversos servicos a cargo
d'esta Directoria, foi preciso organi-
sar o ltegulamento especial de que
trata o art. 101 do citado Recula-
monto Geral, o qual, approvado, en
trou em vigor no dia l.'de Outubro
do anno passado.
N'esses ltimos 20 annos, como
sabis, as obras publicas nao mere-
ceram especial atiencao da parte dos
diffjrentes govarnos que se succede-
ram n'este Estado, limitando-se ape-
nas, ultiinameate, a urna consorv-
cao incompleta das obras j existen-
tes.
Com effoito, nao se nota o empre-
hendimento de nenhum dos melho-
ramentos exigidos pelo desenvolvi-
mento sempre crescente do Estado,
entretanto, j se tornava indiavel
a construc^ao de edificios pblicos,
como escolas, cadeias, etc., o des-
envolvimento da rede actual das
vias de communicacao e seu au-
gmento, tdm assim o estudodos pro-
blemas de urna actividade palpitan-
te, relativos de modo geral ao sa-
neainento da capital.
Devido patritica iniciativa do
Sr. Governador do Estado, veris da
presente exposicao que a maior par-
te d'essas obras j foram encetadas,
tendo o prazer de ver alguinas con-
cluidas, as quaes, pelo seu numero, e
sua importancia muito contribuirn
para que se restabelecesse n'esta re-
partico e talvez ultrapassasse mes-
mo o movimento que teve em lem-
pos passados.
No interior do Estado dotou-se as
principaescidades e villas com esco-
las publicas, conforme o desenvolvi-
mento peculiar a cada urna d'ellas ;
construiram-se diversas cadeias e
repararam-seas que se achavam em
mo estado. Em S. Bento proce-
deu-se a reconstrueco do acude.
Na capital edificaram-se, em quasi
todas as freguazias, escolas publicas
para o ensino primario e na praga
da Repblica eleva-se a escola mo-
delo Maciel Pinheiro provisoria-
mente destinada futura-Escola do
Engenharia.; melhorou-se o embe-
lezamento da cidade com o calca-
ment de varias ras de grande
transito e de algumas pracas impor-
tantes o iniciaram-se os trabalhos
ao Passeio Publico 13 de Maio.
Relativamente ao saneamento au-
gmentou-se de modo consideravel a
rede de esgo'.o e deu-se comeco ao
assentamento dos fornos de incine-
rago de lixo, cujas vantagens nao
sao mais para enumerar.
Outros melhoramentos importan-
tes realizaram se ; por exemplo, na
Casa do Detencao edificou-se' um
predio para a seceo de anthropo-
a fazer c iiii acti- ses rios e transformando-os em la-
arto. E' assim gos bomfazejos.
auo executaram-so os reparos das' Nao posso exim'r-me de fazer as
pon tes de S. Joao, Bico Peba o dos seguintesponderar;5os:
Carvilhos; e encetou-s-^ a construc-j Existem no Estado, alm de diver-
cao das pon tes do Rio-doce e Caxan- sos ayudes, pequeas barragens no
g, obras quasi todas reclamadas Ipojuca, Sn S. Caetauo, Caruar e
pelos estragos devidos endientes Bezerrus.
do rigoroso invern passado. j A conslrucco de grandes reser-
As longas invernadas acarreta- vatoriosd'agua no interior do Esta-
rain peridicamente consideraveis do, que pssam evitar horriveis ca
prejuizos ao Estado pela destruicao lamidadef, mxime em epochas
das obras d'arte, especialmente das anormaesL urna palpitante ques-
pontes construidas do alvenaria .011 toque dve attrahir a atlengo e o
de madeira,^*s quaos, pela sua na- patnotisBk) do governo.
tureza offer^em grandes impecilhos Alm ^ vailtagem qu0 ha em for-
passagein *-anca dos nos e nao re- nGC0r aquello maane Jal aos habi-
sistein sufficientemente a invaso Untes Q anim%BS de suas circurnvi-
das enchentes. 'smhanc*; alm da humidade que
Procurou-se ltimamente obviar subsibt0 em suas margens, qua-
taes inconvenientes pelo einprego do s 80KlpA desiinados plantacao,
systema das pontes metallicas, que os grande% roservatorios conconem
peanittem adoptar-so grandes lan-1 p0derSamonte para a quda de chu-
ces e deixar-se aos nos toda a sesco vas na zona 0m qui) sao elles con-
de vasante que lhes precisa e n este strujdos.
sentido est se construindo a ponte 7?
de Caxang e procede-se aos estados' Discutida o demonstrada yamosa-
das de Barreiros e Itapissuma. | meiltf *" usldo a supenondade dos
Taes sao, em resumo, Sr. Secreta- grandes sobre os pequeos reserva-
rio, os pr.ncipaes servicos executa- lorise para compro val-a raais bas-
dos durante o anno findo, os quaes
creio, justificam o conceito que ox-
terneiaoinicaresteproambulo.prin- de 0m,007 a 0-.OOS por da
cipalmente se considerarmos quo' nos urna secca de 3 anno
esse resultado foi obtido por urna re- ser tac ou 1,0 Jo_ das teremos urna
partico recentemente organisada, Pei'da d aS'ia so pela evaporacao de
C
Feitasessas ligeiras consideracoes
3 antes de
dos diversos
repartcao
da Aula de desenlio e pintura
{Contina).
contrario. **
Sala das Sesses da
as oraposiedes sm
Cmara dos Doputa.
1806PARECER N. 17
SE.XADO
A 4* CommissSo, a quam foi presento a
rosolu;o iniciada na Cmara dos Srs. De-
putados pelo projeoto n. 40 do 1835; de
parocor qu seja adoptada nos termos em
quo se acia concabido.
Saladas Commises do Senada do Per-
nambaco, 10 do Margo do lS9j.-/or Ermirio
8.' SSSSA.O EM 1. DE MARCO DE 18 k, c.utmhu L u Solazar Hoscoso,-Abm- Jos
I di Suva.
Presidencia do Exm. Sr- Dr. Francisco^ Cosresso Legislativo do Estvdo
fEIIEIRADESA PeHNAMBDCO
de
A' hora legal, foita a chamada, veri can-
do-so ootarom presentes 03 Srs. Sorra
Martins, Teixeira do S, Caldas Barroto,
Regueira Costa, Albino Silva. Velloso,
Eduardo do Olivoira o Antonio Poraambu.
co, o Sr. Prndente declara aborta a ses.
so.
E' lida, sondo approvada 30m dobato, a
acta da soss 1 antecedente.
Nao ha oxpodionto 1I0 Sr. 1." Socrotario-
l'assa so ao do Sr. 2." Secretario.
SSo approvadis som dob-ito as pareceres
sob ns. 8 e II da Coniiuissio, j impres-
sos no Jornal da Casa.
O Sr. Presidente dac'.aM quo vai ser
foita sobre o 1." a d ivida reinessa Cama*
talembrar que sondo em nosso cli- |Pa a,-, segundo que, oPPortuna-
na nos reservatorius a evaporacao monte ir a resoluto a sanelo.
a, se ti ver-' Sao lidos o som dbate approvadas os
S no alto seguintjs paroceros :
ora um pessoal administrativo qua- cercan,/,
si todo novo e um pessoal technico,
em parte, somonte aoostumado em
exploraces de viaQo frrea, pouco
habilitado em trabalhos de obras pu-
blicas.
189J PARECER n. 10
A'! Commisio, a quein foi prosonto
Accrescante-se a isto a agua para!a rosalugio iniciada na Cmara dos Depu
tadospolo projecto n. 30 do anuo passado,
autorisaudo o Governador do Estado a'
dispondera quantia do Resolve:
Art. 1- Fica o Governador do Estado
j autorisado a despender a quantia do......
' 10:000i000 com a coustruc,:iio do urna cadeia
na vida do S. Lourong- da Matta.
Art. 2." Rjvogam-so as disposigoos em
contrario.
Cmara dos Dcputados do Estado do Pe"
nambuco, 20 do Julho do 18115. Jos Uarce
tino <>a Kosa e Silva, Presidente. -Celso Flo-
rentino H. de Suuzn, 1." Secrotario.-i4//onso
de Barros C. de A'M.qn.reae, 2- Secretario.
180G PARECER X. 18
A 4.* Cimmisso tendo presente a reso-
lucao iniciada na Cmara dos Srs. Deputa-
dos polo projecto n. 67 de 18)5, h di pare-
cer quo olla soja adoptada nos termos om
quo se acha concebida.
Sala das Commiasdes do Senado, l do
Margo de 18J.Dr, Brmi'io Coulinho
Luis Solas r M tseoso. ^Albino J a servido e teremos calculado a
profundidade que de ve ter um re-
gadas seccas.
O governo inglez solicito dos ne-
Dah resultaran difficuldades ad- 1(^ public0 mandou construir
ministiativas que sao tempo com-,a ^ Q melhorar barragens j
aus
petia remediar emquanto fosse aquel- i eziaten* muito semelhatUe
servatorio para resistir a tao prolon- reoonstrnooio da ponto da Atalaia, na cr
dado da Escuda, roquor que seja ouvid i o
Dr. Secretario da Industria, relativamente
& uecesiidade dessa reconstruidlo e do seu
org amonto.
Saladas Commisses do Senado, 16 de
O Congresso Legislativo do
Pernambuco
Resolve:
Estado de
au-
le pessoal adquirindo a pratica ne-
cessaria ; entretanto, essas dfficul-
da es nao iinpediram que se cogi-
tasse de problemas cuja solugo se
nos apresenta como de necessidade
urgente e n'este ponto de vista cha-
nossosracudes, no delta do Ganges,
Juinina o Cotvery, Kistna e Godave-j
ry, comprando tainbem todos osj
trrenos que p-diam ser irrigados:
Margo de 1 S). i)>
no o*i da S'lva.
Ei imrio Cuttiinbo.Albi-
893=PARECER N. 11
1110
A' 4* Commisso, para dar parecer a
c rea da rosoluifio iniciada na Cmara dos
com agua d esses reservatonos. Deputad;,s poio'projocto ,.. 138, que auto-
,0l Actualmente extensas planices risa 0 Governador de Estado a dispondor
vossa esclarecida attenco para aridas Q abandonadas eslao trans- a quantia de l5:000SOoO com diversa, me-
os que sao relativos ao saneamento d. orl ados verdejantes, Ihoramentos da villa de Panellaa; preciaa
onde vivem rebanbos enormes e ^;5Ja MVllb Dr'bJWiWno da ,llJu3,
bem assim urna populaco immensa, Sala da5 commissoesdo Senado, 16 do
colhe os melhores resultados da la-;Margo do 189$.Dr.BrmrtoContiaMAi-
bino Jos da Silva.
da capital o a fertilisacfto do sorto
assim como para melhorar os servi-
dos existentes.
Actualmente, presidem a confec-
cao das galeras de esgoto s neces-
sidades locaes dos bairros que ol-
as servem,
voura.
Esse?
de um para outro, de modo que nao Ri
obedecein a um plano ger-1 previa- J
mente estudado e
terrenos sao arrendados a
"OS (
governo
180J -PARECER X. 12
Rovogam-so as disposfges em"
4 x "'particulares e o capital empregado,
, a devida oonnexao i _....... insl nQ d^taod0! V 4.- Commisso, a quam: foi presento a
no
!f SSS" nn .I! es'tudad^'red
verdadeira redo de exgoto para( { d Jumma^av 10 annos
aguas servidas e pluviaes, que se'
de 14 annos renda reaolueSoiniciada na Cmara dos Deputa-
de convenientemente dos pelo projecto n. 12, que autor.sa o Go
vornador"do"Estado a despender a quau-
tia do 23.-000S000 com a rooonstrnoc&o da
cod da da cidado da Brej o, roquer quo seja
concilio, como devena ser, com
conriguraco propria da cidade c
paz de acompanhar a esta
QUO rende 20 "i. e as barragens me- ouvido o or. Secretario da Industria, rea
a 4!,r,rnn Hnlta rl P.rvflrv rfl tivamente nocessidade o orgaraento de
nos Gustosas no delta de yirvery re- lliaut0 POcoastrucgio.
no seu
desenyolvimento presente e futuro.!^' [
dem at 80 [. ; no delta do Godave-
Souado, 16 de
Coulinho. Al
Sala das Commisses do
des fonts e chausses Maree do 1806.r, Emano
Mr.' Barrois) a despeza com taes ser- bmo Jos daSdva
A soluco d esse problenia depon- ^ ,e41s,ma> maS a super. 1806_PARECEll 13
.^^d0JJ^TS^l[\Vl i ncie irrigada de 400,000 hectares e | 1896-pareclk n. 13
A 4. Comraisaao, para dar parecer re-
de
avultadds
quantias para a sua re-1^ n > os resultados obti-
alisacfto, e interessando esta ques-! o d d Kistna tambem ,
to intimamente o progresso d esta "u& "V ^..i,.,.. rnm a irri. ra dos Doputados pelo projecto n. 114, que
canital nao fra de proposito le.n- fez-se l6fZL ,Ul, C, ^ autorisa o Governador do Estado a dis-
bar vos urna ac5Lcommu,n do G Sa.?i0. de ?^00^^Ul^\d^Z^:' l*" a 3* *! "5SS!W. SHL^
verno com a m
consecuco de to
prehendimento ^J'^P^rtL"^ vive exclusivamente das'M-~ TiML-Dr. ErmirioCo***~AM-
v irrgacoes feitas com as aguas do no Jos da Silva.
" E'para lamentar que aps inver i 1836-parecer x. 11
nos .rigorosos no serto do Estado | A 5. commisso, a quem foi prosonto a
Cmara dos Srs. De-
123,
derosannente para
estado sanitario.
Etatisticas dignas de fe nos mos-
trara ter diminu lo de 30 -i. a mor-j
talidade era cidades onde se soube,^ s rachos deitam en0r-'r6solugao iniciada ao
ostabelecor urna rede de exgoto beinimeg ponihentes, esteia dentro de putados, em 1805, pelo projecto n. i;
ntodacidade'Pojos mezes, toda aquella regiao a ^Z^^S^^B^U Pn-
entendida "^ m toda a JueUa regi0 a parecer quo soja ouu lo a respe.to .
Jmpmmeiron.velamentodacidade POcos 4 a o ^cre
cujas cotas pr.ncipaes esto deternn-, off'er o
Umpnimeiro nivlame,., -, -^ cruQiin0nte "falta
Sfl <*e fizessera barragens seria raiti-
.ronze emv,.,"^^ ao ^
"a sede que allige a pe _
inaes que habitara quell
C:
lidade dos terrenos
,8 com cnapas u u h ...va- ~- factmente ao feiup0 da secca, Margo
pontos foi feto em d^7o e-18,6. 8311 populaCao e ani- ^s,a.
e ento a coivtigura-co.rb solo -a set1 e q ThZn,n "lflLna 7l-,n!l A s>ao
j.j_____j j^,.-i.. ^L_, maes que habitara aquella zona e unt0
Sala das Commisses
de 189S. Mi las
do Sonado, 17 do
Brrelo.Regueira
nos
DeSd
da c.dade rnudou, devido s numero- abdndancia pela ferli-
sas modificacoes que se do conti- a
nuamente, como a abertura d no-
vas ras, o calcamento de outras, os
Pens que, imtando-se o governo
tambem lidos, indo a imprimir os se-
uintos parecores:
1896PARECER N. 15
A- 5." CommissSo, tendo era vista a roso.
atenros'de mangues, etc., por seo\inglez na-India, se prestara rel-] luje.imebdo^g^.J^KS;
que baseado sobre esse primeiro ni- vante servico a populaco, crea- f ;j0rS Se, oPn sos^aode
velaraento precisa-se de um segn-'gao e riqueza publica, principal- no,lle,u do parecer que fiqno e'.liass:m
do muito mais detalhado que nos re- mente tuye que as estradas de ferro rodigida :
presentando a configuraco actual
Cntrale Sul do Pernambucoes-
do solo da cidado, constitua a verda- to a penetrar no interior do Esla-
O CONGRESSO
dera base sobre a qual se possa con-
feccionar um projecto de exgbtos
como reclamara as condic'es topo-,
graphicas da localidade.
A prosperdade do serto depende
do rgimen das aguas em geral mui-
to irregular, devdo s alternativas
de seccas e invernos excessivamen-
te rigorosos e prolongados.
Esse rgimen pode ser melhorado
pela creaijo do acudes, que consti-
tuam reservatorio3 artificiaos, onde
o agricultor encontr o que lhe to
necessario e lhe falta absolutamente
durante a estago da secca.
A conveniente collocaco d'e*
ses acudes, ligada ao conhe-
do, e pb* isso poder-se-bia conse-
guir .do govorno federal sempre que
qualquft* d'estas lnhas atravesse
Legislativo do Estado
Pernambuco
decreta:
DE
Art. 1." E" concedida Escola do Ensina
2, pe ..no. carao d'agua ffe- S^^^^^^Z^^
rca ampias bacas, ao em vez de ciodade Pr0pagadora de lustruegao Pubh-
constrir-sc urna obra d arte que d.oaa quantia do5:0O0S0O0 como sabvencao
vasu s aguas no fundo d'esse. cur-:
so, se fizesse urna cota mais elevada,
consolidando o atterro de modo a
transform>al-o em urna barragem.
. No caso da estrada atravessar um
rio, seria conveniente elevar o grade
'da linh e construir-se urna barra-
gem de alvenaria, ligando os diffe-
i'entes pilares ou pregos da ponte e
o sangradouro seria feito por cima
bu ao lado d'essa barragem, ado-
annual para o bom dosempenho do respec-
tivo programina.
Art. 2. Revogam so as disposiges em
contrario. m _
Sala dasCoramissos do Senado de Per
nambuco, 17 do Margo de 18)6.-fl3ue-ra
Cosa, Caldas Barreta.
1896parecer n. 16
A'2." Commisso, a quem foi prosonto a
resolug5o da Cmara dos Srs. Deputados,
iniciada pelo projecto u. 52 do anno pas-
eado, elevando cidade a villa do G
cimento exacto da topographia do (ptando-se providencias, alias de fa- 1^0 de parecer que seja ella adoptada
clisa a nnr ftstfl irSv nhrQftil fixecuco. Dar Que a lamina nos termos em qne concebida.
serto e por este motivo
obras ci execuco, para que
Art 1." Fica o Governador do Estado
turisado a despjuder a quantia de......
3:00)S00D para mandar construir urna pon-
te no rio Mandah, no municipio de C n--
route3.
Art. 2.
contraria
Cunara do3 Doputados do Estado de
Pernambuco, 21 do Junho Jo 1895.Jos
Marcelino di Rosa e Silva, Presidente.
riso F. Benr'ioaet de Sonta, "!. Secretario,
Alfimsn de llarns C. de Albuqnerque, 2 Secre-
tario.
1896 PARECER N. 19
A 4.' Com nisso, tendo prosonte a ro-]
solugio iniciada na Cmara dos Srs Dopu-
tados pelo projecto u. 77 do anno passado :
de pirecer que seja ella adoptada nos
termos om que faicoueebida.
Sala das Commisses do Senado, 16 de
Ma*go de 1896. hr. Ermirio Coulinho.Al-
bino Jos da Silva.
O Coxgresso Legislativo do Estado D3
l'EKXAMBLCO
resolve:
Art. 1." Fica o Governador do Estado
autoris ido a despouder at a quantia de
8:0008000 com a construc;o de urna cadeia
no municipio de S. Bento.
Art. 2." Revo^am-se as disposiges em
contrario.
Cmara dos Doputados do Estado de
Pernambuco, em 21 de Junho de 1895.Jos
MaraUmoaa /lat-i e SU>a, Prosidente.-O'so
r*. Ihnnques de Souz", 1." Sooretario. A/fon.
M de B rros Co volcante de Aouqnerqw, 2." Se-
cretario,
Nao havendo quom quoira utilisar se da
palavra na hora do oxpodionto passa-se
ordem do da
Encorra so a discussSo de todas as
materias dadas para a ordem do dia, a sa-
ber : Parecores desta auno ns. 3,4, 5, o 6
nao se votando uenhuma dolas por falta
de numero.
O de n. 3 indefero a petigio de Francisco
Militiuo Ferroira : o de u. 4 nao adopta a
resolu- o da Cmara n. 29 de 1891 (terro-
nes de Nazarotli o Limoeiro); o de n. 5,
idem, projecto da Cmara n 20 de 1892
(terrenos da Escada e Gamelleira) e o^ de
n. 6, idem, o projecto da Cmara n. 67 de
1892 (terrenos do Brej o e Taquaretinga),
todos som debato, com excepgio do ultimo
sobro o qual ora.
o Mr. Velloso : Si'. Pr sidente. Son-
do o projecto do que so tracta, iniciado em
1892, tendo decorrido esse grande espago
de tempo sem que fossom ouvidos os Cou-
celhos Municipaes interessados, o havendo
nesta epocha rases especiaos que do perto
intjrossaram esses concolhos para a allu-
dida desannoxagao, acho, quo dovem sor
ouvidos novamento os conselhos afim do
sabor-se se olles continuara a interossar se
pela mesma desannexagao ou se querem
continuar no actual tutu quo.
JPortaiito, requeiro que sejam novamen-
to ouvidos os Concelhos de Taquaretinga
o do Brejo a esse respeito.
Posto em discussao,conjunctamentocom
o requeriinonto com o parecer n. 6, fica
sua discussao encerrada, deixando* de ser
votado a falta de numero.
O Sb. 1." Secretario comraunica a rc-
messa a sanegao das seguintes resolugoes :
1." Autorisando a despendor-se 15:000S
com a construccao de urna cadeia na cidade
de Nazareth.
2." Idom, 10:0003000 com a de outra na ci-
dade de Bonito.
Esgota-so a ordem do dia.
O Sr. Presidexte designa a seguinte or-
dem do dia: votagSo dos pareceres era 2.'
discussao ns. 4, 5, e 6; 1." discussao dos
projectos ns. 1 e 2 do parecer n. 7 deste
anno e trabalhos de Commisses, levan*
tando em seguida a sesso.
;
\rv~.
ti







litarlo de Peinambnco Qnarta-felra 1 de Abril de 1896
REtlGIAO
-

Semana Santa
!LerahraogM-a*Sevilai pa- JBjbele
Se vane
I
Acdate o mata pelo 9aa4at.|itoi* orfa
como raeaina te :z a t "taamsaAaaa i a trn o
ar saturado com os saase* perista t n-:mi-
vera.
O co lmpido f tviltuote, aquella c to
geou mente i.dala, de um azul seu nal
que ae-ve da majestoso do el ao .e-pleidioo
rei do da, derramava sena piulidos lumiaares
a trra e mirva-8e do rio como en espeiho
divino q oe re ata m hmm r rysUes o cano
de De leis, -or- sahin to com a primei
figuras iie oa qaidro, a grave s'bllla di 1.
re del O o o* roa-a.liosos jar nos da-> D
lelas e o oomp.uos a palacio de Sao Ta'rao
da4eerte-*rtfio par^o leesgaegavlo, *, entre mus apcaaaaioapa** trem a espUnila, ole
at aaoiamacoes 'o pavo, as melodiosis ootaa e iieitaram. gasssl-ao celia l.
S5S
ib o
'as
Tor
ra-
ai ai"
en-
ir^
Ca
los
da
com o bt-ijo uj sol ea.cgavia as flores euas
lgnxas da ooite.
As urds fartvasdevava os ola' o< per
mes ia fl>' de lr2jeira embalsamando o
bleoie e o* barinaaiasos trios das aves
ctiio o espago de alegres e deleito.-aa melor
das.
ra orna raanli dessas qoe saa orna ranu-
Da pa-a o pobre, um acanto para o rico, ama
eaperaoga pira que a ama e am ceosolo pa
aqotlle qoe. cnura.
O sacra tempo da Qtacasma e partcula
mente o da Semana Saata, em qaa t Ureja
tholica commarao-i, o-saaliaie drama la H
demutao vendeadj im G oovoa chri-taos-ara sello de lao sinnaiar tri
ten, quw lobina o espirito a predia o o*m
mo 1oi seres ..ensivets > religiosos* eontera
placa.) doa attos ooysterioB e Suprema O > a Portn, oade oh'- esoectalmeata s serva
a indinada dea poca, ood -pola dizer-ae
que-Sd accen'ua mais o capital da Avalo-
lia, pe3 respira-se autocasas Jasa urna almos-
ptiera tal de rayarte sm'o, qoe para:a nao .- Vi-
sivet a oda. nenao timbea se senlao aroma
di vi o. e se nnlpa em todo o T.ue se revea a
mo da c eegao.
O semolaoie dos Sevllbiaos, sem re nivel
e rlsonio, revesie-se neaie.s dus de o ta du-
pla aureola de laloil* prazer. de santo o.-gu-
Ibo, -de nobre samfacaj, por joa Gara el*ea o
coito prestado as naa formoMS maeren qoe
osteao rodalas da om oabedal da uro pe-
drera, caoaaolo alrair.gaads proprioa e es-
IranOos, a aiaior faltcidaae.
Eu ato -lirei qail rtaqaell.s coaff-Tias
compostas na"eoa mior parte do commerclo e
de 'odas aa cla=ses da socieade, joe ae.dis-
tineoe maii pelo sen capncbo e devofiao. peto
eHa de soperar,a olas a> hws o e oa rl-
qoezj, pora o certo e que os erto-3sO o-
los fiainelle p-ivile'ado solo podara estar
oralbJSiS da ui Semoi Santa, a mais famo-
sa ravilba dor bamens e enpanio do universo.
MultidD de aereaqae a a?uavao sem ees-
?ar como acontece sempre neites oiis sem
Dones Bara o uescaoco, poia que noaea arden
te e.'tbu8tasnoo religue ai'eooen > simno a
idea de a<:ua'r presa-oiM a presenciar o lestl
le das confrarias-le madro fe-vor pre a<
roas Ja granas 3idouo maior no*
meioas que s ditigema ficirea.
D sejoao por miaba vez oe presenciar o ter
vido rrgosijo, a indeecrijtivel aegna dos vi-
si ubos i o celeora bairro o re pb. da soa ala ala cooira'ia, confaodi- jie com
a multioJo, cnegattdo a doro p-nar a eolio-
carme m loar a proposito, de onda pudesse
satisfater mea desejode cario^idade.
Aps um instante de espera o movimento do
pevo, que a curto e-pacos aeglomeroo se ao
mea lado formodo ama aoe-tada ma-aa com
paca de carne vvente com vaivena de mr al
vorocado e veoto tempea'.ooso, ao mesnoo tem
po qae as voxes dos qu- cooqaiauvam maiowa
altoras, sabindo na arvores e scoreama oare-
t te Inmu-bo de velbas lembrangas e que aio
da a picareta do progresaj uao demoli, ri-
lando com praieotei'os ecos, ani vem abi
vem 1 I ierai cie-ao approxima.se.por aqoelle lado.
A ma8sa do povo ee-ei menos movive e mais
^,ispui.me, t-ntao, a 080 perder neubum de.
||'V ? o*'1ospectacolo.
i o mis indmatiosd benera^ri!a Giarda Civil
g_ --r'-f^irai*, mntalos em briosos corseis.
iu aj-iuu /ai para dar passo *s confra.
"a'cruz divina, symoolo da sublime epjpa
de todo em Dsns sacrificado pelo bomem, p-e.
sidla o ceremonial e pissou in.ondiulo ores,
peito e a veie acio em homeos e mulberes
que nos oclioavam com bomildade e oatros se
descobriam com veraadeira devocj e res.
EeNamero8arila de peo lentes, desiiaaaioja a
dire.ta e esquena coiso fauUsttcas viaes por
estaco de algom lempo paeBoo fa-raatundo a
qoasi interraioavel cmda da soa tnoi^a branca
como votidura de rysoe, de aeut bomDros
penda o grande escupoia-io de se 81BI-.J da deviso aa Sanussrma Virgam qa
adoram os Nazarenos e com mao Hrm, sem
demonst-ar vacihaco oem cansaco, carrega.
vam o incendio cirio mooumeiial.
Os irmaos maiores com a cogula recolbida
em om bra-e e sostemo com a ootra mao a es.
colpMa vara de prata iam e viabam pelo ceo.
Iro. cuidando la ordem da i-mandade.
O primeiro passo, g'aade, sampwoso, maea'.
Bco de riquea e expieodor aoparecea pj.- fim
ant- a mioba vista e lodos os olbares como o
meo se flxaram naquelle -ponto, signiaaodo
sua pie,d03a admlragao.
R^p-fl3eoiaa a Seolenca de Chnsta, biopi.
la sceua indBscrtp'rvel em .que Jesas, bomild-
e resignado qual cordelo bemdito, depoia de
ter escotado a njostija e calamnioa accosa.
rao do iv.-aooo pootibee Caifa, e eoo*nxio
pre.-e ica de Plalos, goveroador da Jatea, qon.
compreneudando a innocencia do r) e nao
acuaodo colpa que jastillqae o cistif vacilh
om momelo e por m lava as mos, peasaalo
qua deste modo llmpa soa cooscien-.iadaqael
le Timeaflroatoso, e coott-mi a seatenc*-
O Iirgo e bem decorado passo, soare o qu-1
ge repreaenta com *ata verdale este solemae
actDda Paixo do Senbor, passouem Eaave e
recta andar, saatido por valeotes borneas, que
aob'e sais cabegas gostiBbam aqaaile enorme
pes que fzia iremer as veas as bomas de
crv- a^a^ado seo bnlbo ao resplenlor do sol, m -
viam-se como se foasem linguas de oaro, fsl.
Ua lo em aada llogoagen cjh oci.
Via'OBJ eacolu de sldalos romanos, a p4 e
a c vallo, aegmam netraz, commau-lal' am teoeute e am capuao, de espada aa mao,
loziado oomar marcial a vistoia e rica rouoa
de velludo bordado a oa-o a o peooacoo de
costo-as plomas, qaa oodeavam. sobrn o on.
Inania cjeoadaaco, dando a ingue-.r* face da.
qaelles borneas, qae esiav-im a freate po>sai.
aos de oobrergalbo, verdadeiro aspesta de
gaerreiros.
Novo leslar de penitentes levoo ootra vez
nossa Imagioacao a fantsticos idea.
A approximacao do clero, os oymoos re
eiosos eas naens do perfonalo incens t>
rara iooMeio de qoe a taal de D*n? approxima.
va se e a bib pora lagna e d'sanboa em lo.
dos os semblantes. Era BHaem verdida.
Os ensilados aodores At p-ata qaa saet
nbam a tormo^usioaa Virgam ia Eoeraoga
por eotra profasSo de luze3 ramia de llores,
aquella imagm oanssima protectora ado-ada
da Magdalena, appareceo cjm saas mais pre.
ciosaa gala e com o eapleniido manto Dordi-
do com miravilhosoa relevos de oaro, qae des.
de a casaca cabla por delr lo aador ate" t^.
car no cbo.
Ob lulgires divinos em qae Tlutia envolta a
Raioba CeleaUal, como se a gloria losse em
torno delta, e a exprsalo de profonda terna.
ra de awio amor, de inQoita misericordia que
brilnava nos seos olbos, flzeram xclamar a lo.
dos em regojado grito e em coro improvisa.
do am Viva a Virgem da Especanca I qoe re.
tumbn noespaco, levando seas, ecos pelos
tres prolongado* arajooioaoa soos, qual aa a
. agrada barpa de Da.vld honvease vinrado dea.
. -de a altara ao sentir as bou cordaa aquella
* aoooro accorde de loeffavel go?o.
Ao penet-ara Sagrada Imagem em bui casa
vorVeedo o rosto ao poro, parecen deitar am
lnguido e compassivo olnar da despedida a
. u LLu oerldei, cheia de lagrlmu de pa
ios Jats romau'cs i cumI,- aaateiw dos aa.
cernHei',>vaaone4 naveo* 4e>iaas >, ?oprs
la< seras, fca*HM das Vv** e ralos '"lu,
-rtlex h c-l*; iniFOf>Bia-io 8oae.
a Vineum w'a na1-'-* 't'ii do'emolo
is asnino;fliria-* all* snir-o toa.
br*a l(WMa-'mt tb'.) rp*fl*aortBe-nt- so.
lA^-c-a panos .Melo*'*^a*n>aajo%eaTMii -.
tt*pe:il )S-f*ao 'S'de jun'lo, de rnoamer
tilia'pi-a cam> Mai Genero', de ao m todo
Clloaolo- revareates, qaaodo um acout-cl-
ieuto ioe^B^ra io vaio troc-ir #m desafale aa
lemotsticaBJ ie oratsr daqaelie povo fervo-
Aniso.
IV
Un r,o nem do pjvj, qae se eatfogava coa
stiatemeit.t a Mfuenie] lioigfl-'', a-.nava-s
oes-amomeat') em um u-'timo-'O parilo de
emjvlagaes, e aisomialo naqaeile olema-* la*
siau'e p<>r|d;i taHrii", on-le c-laorava a sea
oo io a santidacle do lia, e mo Hado se coa*
(agulo da ae-i* g-a', evaatou a mo direl*
'a, na qoal conservava o copo do vinno, e aeii
dar c^ati lo qaa fstu. arrojon-o com violencia
sania tea .iaam* troc?s-a na< do e nsp-t^jao da Uai a oaote e
geixro id : BB SnWnue d-'iiuoslracao d bomillad' e le
amor .luna d nem uta MU d'\jaaile qoa.
seolo ooderoso, morrea pelo*peccadores, era-
radO'OO maiei'o I
O espanto, a ua el) dn qi1 p-eaeacia-
rao la j loaolivi. to aboaiaatel foito, nio leve
igual.
A malt'li r-sv Ivea-sa raifli qoal felda
faran oooi m (lina qaeaeteal-t at mai, e
arrojanlo-se soo'e o im lio lalvez otiseasa ex-
termt-ialo, cihi aoli oo- suas proams mans
aaoritogio, o-i aseotes da autoniai" nao
e tioove*3em aiiaotaio a n--oler o mlvalo
oa mel3i-, ao ;> -orr1 Hjoo qae co o cara d
i iioia oIDa'.i para ^qa-B-" qaa o ala :av&o, snm
q 1- se i- U: i 1 -i >la asgr^ssao.
O renol'vo da povo coitinuoa agita 1 >, lu nnl-
:ooso, ama c>lor, laocaodo icrriv-is 8-Mieoca*
sobre o ''n'oa ij, emquan'o era :ji lozi io para
a o el ncao.
I) > lado oppjsto iae'la urna voz varonil,
fresca, sonora como jorro de i?ua cartinda so-
bre o raa-no la urna feote, -anlua ama po
palsr canelo da desagjr >vo Virgen a de novo
ouvio-s? nm l'0'0 de vozes diier: Viva Naei-
tra S-^obora di la Esp^'aoza I. reoetlolo os
tristes caat*"63 e fe-voraaoa vivas at Cbegar
aprtalo farra os a te apio l-Si.) Gil, termo
da proci-so.
V
Algans ame? lepois laqaelle a qua me refi.
ro, taras *e- ta roetica Sevilaa as coo'ra.
naa de mil/ojaia *m urna da pa-incipaes
roas, e ? admira- oovaneita a belliss'm escalptn'a
restaurada Ja Virgam da Esp raoga, ctaamai.
do poderoaaot. mirJn atte.ico am aonem
qoe por deiraz da imagem, descoco e carrega.
lo de gruo' camiobava difli:aitosamale,
- n ilm iraaados no cliS afrente inclina,
da, m aititadanomilde, re/elaalo ao eu as
pecto qae,la entregue a meeeal oraclo, car,
prindaalvarn s'le na voto, indo sem davina
por ominosa culpa possoilo- na mls profanda
e sincera coas r cq5o,
Aqnalle bomem era o mesmo que annos aa.
tenores oommettera o sacrilegio raferido, em
om momento le caga exaltaba >, para o qae foi
severamente procassado pela jostiga da trra,
e por to nefando crime cimpria a merecida
pena impo.-ta a sen delicio com o arrependi.
ment na alna, lagrimas da aroargora nos
olbos, dOr immeasa no curasao e preces de
piedade em sua boca, implorando desde o fon.
doliesen neito com ardeote f e viva esoe.
'^'.nc; A-ioeK i Virgera Divina, a qoem i5o vil.
mwne-effenle-a, a graca da soa misericoria e
o (erdlode I>eas.
EXTERIOR
Portan!
No da ta chegoo a L,i-oa o transporte de
guerra frica, irazeudo a ea bordo um lar
co ios corajosos exoedicionarioa cLjj-o.jjo
Marqoea e os pn-iuoeire* de guerra, eLtre os
qoaes o celebr Googaobana.
Os pruldoetros daemoarcaram immeliata-
mele, aeoio leva.tos para a casa da balaaca,
onde o Z'obasna f>i suameit'.Jo a am rpido
inte-rogaio'ij, fomolaodo as pergoo-aa o Sr.
coaselbetro AntoBio Eaoes e ervi ido de io*
terprete. om coronel a'\fnca que coubece o
landima, diuleeto 4)ie aqunile falla.
O Z :bacba aitriboio toda a responsabttldade
da gaerra, ao Geagaanaaa. qae o lastizava e
Itie offa ecu lodo o sea apoto e proteccao para
guerrear os forlauuetes.
Nega que ->bedecessem a InstizagOes estra-
ohas em talo qoaoto Qaeram.
O Guogonnana alo fol laierrogalo parque
f filia o dialecto vitas, desconnecido entre
nos.
Em segalda, cinco treos da compaobia rece-.
beram oa prjioaeiros pea ordem segoiote :
nos dous primeiros iam as omitieres meaos
coasideradM pelo chefe vaina ; no terceiro as
las (aJorii;s, no qo.no o ladino coeiobeiro,
e oo qnuo e ultimo o Gaagainaa^, qoe occa.
pava o logar da honra, levando a direUa o fl-
Iho, e ocoopiado o banco da freate o Z'chacha
e ootra.
Una fo ga de vate e qaatro pravas da ca-
vallaria mal commanlai pelo Sr. alferes Reis,
roden os Ireas, poodo se em seguida todo
en mircna pira a fortalea de Monsanto se
gu.o jo pelo largo do Ploorlaho, ra do Oaro,
Roci, Aveoida, etc.
"oa muitilo enorme acnmpanhou 0* pri-
sioneros at a for;aleza de Moasantj, soltando
morras e asoslos estridentes.
Os vencidos oioavam para talo com iiiiffe-
rui.a pareofiado nlo compreheader a attltnde
at;tres3iva ao povo.
O Gaa^aaaaaa a os demais prtsiooelros fl-
car.am em tB compariiaveotos do forte de Mon-
santo. Es es compartimentos leem o chao as-
pnaliado e recebem loz das frestaa qoe do
para o to3SO. A' Gongaohaoa e os seas eos
toa-loes maitoo cftegarem at la. Sobretodo
as eacadas tiveram para ellea dittieuldades
qoasi 'osaperaveis. O regalo foi acompaaba-
do p;lo 8r. Iteres Almelda Das qoe oor vezes
leve qoasi de o levar ao eolio. Do Zicnacha,
do Gande, do Moiaogo e das mnlheres encar-
regaram-se os soldados.
Os compartimentos sao de pequeas dimea-
ses. O Gangaobaaa padio por toaos os mo-
dos q e ola Iba nrassem as mnlheres da ana
x>mpanoia. Qaeria todas as sete ao seo Jado.
Nem ama elle atsp-a-ava.
Tanto em pernio moslron, qoe conseguiu o
qae desejav i, e la Qcaram aa oito barras multo
apenadas no mesmo aposento. O Z cnacha
lamben oco no mesmo qoarto com as anas
'res esposas, e n'um o otro, como selteirSos, o
Godide, o Mqloogo e o pretinbo coaobeiro.
Os restantes doza comoartimantas servem para
os prisioneros passeerem. Caa am doa-pre-
sos iem a sua cama, barra da soldado, com ae
respectivas enjergas, travesseiroa, leocOea e
t>berto-es.
Os prislooeirQS senliam multo fro. Acoc-
ralos no cao. sobre o aspbalto, nio sablam
qae aso deviam fazer das camas. Olhavam
pa-a ellas, com ares espantados, ignorando
orno as deviam aprovetiar. Foi o Sr. alteres
A'meila Das qae, com a maior paciencia, Ih'o
eipllcoo. Tranafermando o Goaade em nter-
arete, eosinoo-lbe como se deala deitar. Elle
m^soo Ibe? abri as camas e a pretalbada de-
pois deiioa.se aellas, rindo-se multo.
Naman0!ide4 foi-lbes servido o almogo.
comando tolos com bom apeUte. Fioda a re-
feioo, foi-iaes permiUido qae passeasssm no
terracodartote algnmas .boras, do que ellea
gosta'am mallo.
O Gaagoahaoa jl foi ioterroaaao.
Conti'iaon oo da 16 a romarla dos co-
rtlos s p-isfi lio forte de Monsanto, pa ve-
remo ex-regalo e ob seos coapsonelros, e.
diga-se, a vereade, foram maia fallses do que
osqua all tintiam lio apa oatros dias, poia
conseguir t t> os pcetOB, tato devido a lber-
jade qae ibes foi dada naqoalle da.
O almogo dos priaionelros, conston da car.
neiro alando com batatas pao, vloho, ea ]
acoardentfi
O commaniis'ite do esiacaaento nDd'Ja*
itaes ea:i) pi-aarar os novas a#a- \U> mais
nooforiaTii q>i*.M primeiros, pu j ticam <>>
sofluodo pavamente.
All deraoj "iitral-i o' negros i- 4 be-as de
arda, e?iado-sa o jamar qoa i-.oia'oii o
sopa de fetjao coaTarrox, aarae oos da, c me
asadala oa>, vinho ^aardeat
0 preso comern oem e mosirira-u'se sa*
tUfitos.
P i turante > ta-.iBOrqoa aolaram na i
oadi qaa o povo a ooade ver a V.mtale.
O'lentajia-oeati (l\.)U'IU pa; i Marra
ful hoot^m -efarcad* .oin 7 pracs.
^I t.iiis^ortu Afrtca estev fondalo
ia cidale da "raia, deuin (linala noi:ia so
sj* o Ga-gontiia e sua comltivi :
Pomos a D^'s,> ve- o caleore potentado do
>ol d'Afica.
Eslava el>e i sajad s'dm eeinpiriim.nto ) m
to a egcnla cam No baliche corrido da nar'e da ei > estava
o Gun^otibaqa senti-lo, ler.d i a aea u i > a saa
favorita e a iaaa sea malne/a*.
Vestiiam tantas, a nma po nalxo des art*
co. a v^lar'lne oa Beba, mbjvm de sagradlo.
N)3brac>, naoilb* dal(}i.>a |m n^m una
relio, qua contaxos, en io em nnm ,_o de 26
eaa oa i- b-ag.
O >entato elera-^e a una altara' ^"-O B
5 centameiros, d*ndinhj8 i uartl ag.
UJm as nnhas as man, entenas.
O typo bom.
Naa tem specti t'0sai-o da negro
O na-ia reauhr e nqoWt'O, oslih'os pe*
queaos, os d ia maitos oraacos^ o pea pa-
qun-nas. as formas.do corp'o B> -I s
A favo-i a e o na o ifa sao malneres te mais
de V) ana i.a.
As oatras 5 'eatant3 *a> na h, a la 3 l'
las, -lo, no sen gaoer>d molis, lyjos d'<*
tloeloa*
O Gaaznnoaaa "aaia e OMso, lelxan-lo
cabir o aodriinai siib.-e a3 peraas ^uaa 13 esti
sentad >.
Pumava a ai cgar.-o e s4saaoaaiaa*(lM am
cna-oto, que ac;eit)ii dizarvdo : ti)-igal),
obrigadn,uaicaa palavraa portu.'U'izaa qa) ihe
oaviroos.
Vesta ama taoga e urna cumis^la d* i.
Tnha em tolla la caneca nma aspadle de
coros, formada com a caraonhi e o-a.
No compa-time ilo da baixo euava o tia do
Gunguahma ; timbam da ".oro: e o Zix xa
com s soaa tras ron'herea
Esta malato claro, clhar viv>, typo e^pe--
lo.
Eocra mal quaodo Iba qnerem v-T aa fa;-
C6ej. Parece qaa o iocommjiam os atan aa-
tes.
Goliie.m fllhodo Gunhumana, mais com-
nunicativo. Palla algama cou-i o po-iogaaz
e serve-de loterp-ete ao pae
Gaoguobana fa?ixa-se de iammando na
lace a garganta.
Effectixameote, como fom-s Informados, sof
freu oa visgam, de orna angina.
O S-. code da Psclho pa'le no da 2
'a Ab'il para S. Pater-bargo, atim le repre-
sentar S. M. El Re, com emhauador extra
ordinario, na caremooa da coroago do bstaa*
ralor Nicolao II.
iiegraPBoa a Lisboa 0 illaatra
Moc^mbique.
O Sr. bisho d Hymerta fol rartebldo ern au-
diencia por Saa Sautiada que lae f-loa la*-
samanta, e cora rann in'8rease, oas eolsaa de
Por'agal, m'strando-sa muio admirad) da
grande setividade qaa oa ponuioex-is ultima-
mameata, enm os fieo8 pare a re"arsos tem
desenvolvido para assegorar o dominio colo-
nial e tuaoter o prestigio do n^me porlngaez.
Uma carta de Rama (Vaticano) psra o Me-
morial Dinlomatiqoe, refere qoa S. S. o Papa
Lelo XIII re-eba eu aartlencia Maosea rar de
Soaza Barroso, uma das luzes do episcopado
pO'tugoez.
D^puisde fazer a biograpiia do llostre pre-
lado de Mcgambiqoe. bispo Ulular de lli eria
o corresponleote sccrescenta :
Vindo a Rima monsenhor o bispo de Hi-
eria, tinha por fim oSo a faza' a soa visita
ad-4imina, mas ai aria ohter dos Padres
TrapoMae qoelbe envi>m religiosos para a
soa misso de Mogambiqua.
Soa Grandeza qae parte amanha (IS) para
Pars demorar'se'ba alli poncoi diaa : e antes
da regresvara Lisboa, ir em peregrinagSo a
Loarles.
O governo receben teleerammas de Leu-
renco Marq-'es dizendo que foi ?prisionalo o
Pirrleb tres fllboB do Gaogaohana, entre
os qaaes Ipsota, o elelto para sucessor do
pae.
Fol descoberio o deposito da armas Sneide-
e Martin) e de cartochama do Goneonbaaa,
seodo todo aparabanlilo pelo cbe'e Maxames*
se. agora nosso dedicado. Esta armaraeoto fol
recrHbldo, bera como ama gran la narte das ar
mas e carabinas qaa anlavam eBalnadas.
"Finis'i. era o prtmei'o ministro do Zichaxa
e diz-se qae maito intelligeala a esperto, tea-
do Importantes relagOes commerciaes com a
praca de Loarenco Marqaes.
Orgamlsou hanilm nt a defeza de Gaza, fa-
zeado mesmo obras da fortlflcaeao regular.
A saa prislo tem incoatestavel importan*
REVISTA DIARIA
T He 3 r* iu ni a uDulai J..i co lo pr^
-3 -a.^gj; Go'sr.a J< Ifl '-
OaraMac ~tecifrt.
i oD'ol ou Napntol liiolado, Paraf jimio, Ta;o-
pS'irm', Blnirs, EstradOB Fluidas.
Ravietaa das Raviatas : Salabri >a." fo by
jlorii'.o da sodio no al-ool. Soora oh oitraao'-
ptiorptos ne f^rro, CBlopo'-eio de ra-bonvla, A
diciiloralglacose a a manochleralg acoaana, O
1Vceoi>a*aaeo telag'amma e arslego s rafe4 ferro arsnico, Coo'O a-" i 1
ca.
Tambem te-ve am teleg'amma de Loanda no-
ticiando que havia sido preso o sobba* Caa-
lo, qaeongiooa a ga<-rra do Llbollo, tea lo sido
avaaaelados mal9 oiio regohs.
Anda chegoo do governador oa India nm
telegrama expedido de Goa, noticiando que
voltardo para Satary a eotregarem-ae aos seus
misteres. com aalvagoardas oasAadas por or-
dena minha8vqaatroceniaa familias nao revol-
tda8, representando 3:210 oessoas, que esta-
vam refgalas oa Imta Inglexs.
Sao oaucae as qae faltam. Devem repatriar-
se brevemente.
O Sr. cooselbelro Antonio Eones annain s
instancias do giTerno para continuar a deaem-
penbar as foncgbes de commissario regio oa
provincia de Mocambiqae.
E' provsvei qaa dentro em breva parta ni-
vamente -tara aquella provincia, a fim de pdr
em execugao as providencias accordadas com o
gove'no.
Um telegramma de Moacovr para o 3ve-
nlny Standard, referindo-se so qae team dito
ceos joraaes sobre os esforgos da Inglaterra
para se apoderar da baha de Loorengo Mar-
ques, lembra os perigos qoe ete passo/ra'ia
as potencias eurooeias, que team interesses no
Oriente, acreacentaodo que deveria ha ver am
congresso internacioaal qaa cooflrmassea neo-
tralidade de Liorpogo Marqaes. pois deve ser
evitada a aonexagio daqoella provincia a qual-
qaer das potencias.
Seria, por exemplo, a Frsnga oo Allemaoha,
como parles interesaadas, qoe deviam propor
esta coofererjcla.
Commeteaao a cerebrioa diz o Gommercio
de Portugal qae o correspondente de Moscoar
':-8 qee-me sao pe-so'.es. Ji Mbis, pelo
, 'ios a Rj ooIm em sea governo ooa
I lefansor s Badni ;aainlr*n-
ni pavo de P-nambac) e no t-eu dis-
govnroaaor. A agi'.- I nr I "ao 'o a a iuooriaana qaa se !te
1 ; a ordem a a traaquillidade poblieas
ui" .- c irnUaraiu aqu e >a lo^os os Es-
t i -l i palo apola da Uaii 8 l
' ti de larra e m*, o goveroo conu-
Q-oi'4 i '. ap li o *u deve' obtiaycaado e fa-
)bde:er a Gonstlioigio e as leis da Re-
p- Cordiaca sao lagOaa. Prudente de Muraes,
p-PB lente la Meno >H a.
Actox olllelaes-----Por acto de 30' 'o mez
8 11 ', ilo s o Gi^e-nalo' da Estado 'oi da
la t no cooforme solicitoa, Beliarixiao Feoia
M da Caaia \lmaiqa, do boso de capuao do
ecqualrai 'acavallaria addoaot.* bat; aa
i ift tes a sstaaoal.
P .r aivia de-31 lo rae* Halo, do Sr. Or. S-
raiario Ja jealtea. foi -Uspaoaada, eoafjrme
-qoerea, 'o !ar de/oeator no i val inte-mo,
0 n.cn."I Jase Pelippa Ne-y >ia Stlv/a Pililo,
eu la n !)a io p r >r.to <* ttaal dota; oara la-
lertaaaieeta eser,>Hr o ref-irilo '-srgo, o |uiz ia
di rei t do ma umpio de Caros-a, oaclarel Au-
to I > 0" la Silva tfarqaefl.
LicenfasPor noria-iai d 28 da M rjo
Ha a j, / S -. sBoretarlo 'a Ja-uga, fora.n
-oacedl las > "^11"^, com o- 'ndo, na fof>
mi la le, para traUrueot le s.ala:
O' ais raezes, ao jais de direito do aioalcipfo
'i>o, rwos-el P'-l-o Vai la-ley J.i-qaes;
D1 a u mez. ao jaiz da dtreita do oe Tiinna
b'. oa;rirel 8-aeJ!:;i) Teixaira Patn.1; levea-
de ambo < a trar losla da; CBBSnas liceagaa
lep'ro io ora aa le 15 das.
D- i-e* net-n, or panana 1 *O, n i ti d<
iir 11 10 de nanqoaj maiba-el Ti) mu 18
l o 1, a oo 1 o gasa cverli enrar no ir 1
1- 10
tuestor palielal-O Sr. D-.'Herj Fi-
II a 1 -a-aia 1 l* l."xar montan o ca'en dn
Qi-u>- Poipial, qaacon ver-ladars aptid;
-X---M) lareete ntateete tamrao, nvioa o sa-
-arate honrosa offl a aoa exp-e^adoa -la qaa?-
tara:
S'cretarU da Qa^stn'a PnHcal do Estado
i nambBco, era 3t le Ma-ga da 1896.
Taodo de deixar tioje o ex "cic! 1 do ea-go da
Qua-ti- Poiii-i I, par ter silo era data de han-
tam -emfvMo pa-a o da Jaiz da Dlre.ta 1o rao-
0 '00 ie. Cianotinho fiesta Eatvdo. ^amoro o
greta dasjr fe. p- ast raeio agradece aoa
-mppegi'na lina Scretaria 03 bons auxilias
ja--mo li'oeaai-ai; dura ita aqaaila axan-icio
< eloqi il-os, aaoe'lalTjenta ao dig 10 affi-'al da
l* -e ;3a o S'. ioaqutm Praflclaco Bo'ees U:hoa
e ao amano^asa o S-. tanenta Jasqjim Al'rsdo
Rjdnga^a d 13 ra ta->, gata mal ci'-actj e ha-
nestisBino proallm-'ita aua mmtaem no da-
Bemoenho das fnocgSes dos careaa qoa oc'a-
n Filio.
Renduneutos pablieaa No mez de
prelalo de Margo ultimo foram estas as arrocadagoss rea-
Usadas nesta Estado:
Alfandega Federal
1S9J 1.981.843S738
1895 1.528 070S927
1891 1.741.932S417
1893 1.303.428.411
1892 899.902S9J1
Sitado de Pernambuco
1893 899.589.553
1895 48l.Gi.8302
1894 482.0428503
1893 423.9738153
1892 344.4808148
Venda de Usinas -Mi da 8 do crrate
ha'era om i aonarte leilao oa Capital Federal.
Por intermedio do agente agosto J. Dias, a
rna doGanejal Cmara n. 7i, serSo vendidas as
Usinas Cayarabaca, em Palmares, Santo Igna-
cio, em A-:aa Preta e Firmeza aa cHade da Es-
cada.
Este le 15o effectua'o por ordem de jaiso
da liqat mgao da GomoanBu P.-omotora de In-
dustria e mal a o ramea'os.
Os prateadentes poderao dirigirse por cartas
oa telegraranaa ao referido atante.
Chamamos a alt?ogao dos ialeressados Bara
-'i) anaaa .10 insano oasaegio compele .ted'eate
Diario.
Ttaeatro lana Isabel Po- decreto
de 39 de Mir.o a admiaietragao dos tbeairas
passoa para o Maaiclpio, sello respailadas
t4das.s oonressOes ji feas.
O Exm. Sr. Dr. Prefeito soso inia a laspe.
cto'ia des Toeatros e em data de 31 nomeoo
dirertar dos toeatros de Peraamboco o Dr. M.
de Slqaei'B.
Mi-ses poacos dias aera publicado o novo
Resolamanto.
Companbia de Piaco e Tecdos
De b je em diante, essa 'Jomoaahia pagara :
o dfvidanlo -do 2a semestre do anu3 (indo, o os
ja-os vencidas dag dehenuj-es, cajo coa pota
serAo someote destacados no acio do paga,
ment.
Companhla Amphltrlte Oa accio.
nistas aessa Companhla raaem-se no dia 43
do carrete, alm de resolveram sobre assamp-
to que ine-essB a mearos drananhia.
Coinpanbia do Beberibe Em seg.
s3o de ussemjia geral O'dmaria. reoaem-ss
hoie os accionistas da Nassa ocoasiao serlo tomadas as enntas da
gestSo dos negocios sociaes do anoe finio, e
procader-ae-ha a eleigao da nova directora,
commisgSo fiscal, presidenta e secreta-io daa3-
se.niales eeral.
Instatata Vacelnesenioo Esta.
dual Son a direccao do D 'lio de Frai-
tas, reali8oo-3e bantam oa sla de3te lastitato,
a quinta sessao de vaccinagao animal directa,
aeado vacetn^das 10 craanca^.
Companhla debombelros do Be-
Clfe Para nojs este o se-vigo desea Com.
panhia :
Estado-maior o Sr. alferes almoxanre Mi.
oot Jaaqoim de Albnqnerqoe.
Dia a Gompanhia o Io sargenta cbefe.do ser.
vigo, Antonio de Sonza Bandeira.
Guarda do qoartel o cabo ebefe de bomba,
Mmoei de Axevedo.
U 'i'orma o. S.
Estrada de Ferro de S. Francisco
Di hoja wn diante, ca sapp-imido nes a
estrada de ferro o trem mixto qae pane do
Cabo para Cioco Pontas a 4.10 mioutoa da de as alas otis, e nos domingos e sanctiflea.
dos a 7 horas da noite; Blando tambem sap.
primldo o trem qae parte de Cinco Pootes as
8 horas da niite.
Kstrada de Ferr de OUnda Na
sexta letra da Paiao, ie-ao o Begaiale horario
os fes deesa vla-ferrea.
Manbl
a peregrloa lembraga, esqoece-se apeoas | Do Rpcife a Olinda, 7 1/2, 9 t/z e 12 poras,
de qae Loo-engo Marques portugus, de Da Oliada ao Recite. 6 l', 8 l/x e 11 boras.
Ponogsl e qoe Portugal nao pedio nem pedir Da Babartbe ao Recite, 7 t/i e 9 1/2.
o disparate, qae o mesmo co-responden te al* Da Recife a Beberibe, 8 1/2 e 10 1/2.
vitra. Tarde :
Se fossa possivel qoe ama notencia qoalqoer Do Recife a Ollnfa, 3 1/2, 8 1/2, 7 1/2 e 9 1/2.
se aoaderasse de Loareogo Marques e o resto De Oltnda ao Recife, i, & 1/2, 6 1/2, 8 1/2.
da Europa o conseutisse, porque esse resto De Beberibe ao Reiife, 12. 3 1/2, 5 1/2 a 7 1/2.
da Europa era com oara de bandidos e de sal- Do Rcife a Beberibe, I, 4 I/i. 6 1/2 e 8 !,'?
teadores, como da salteadores e bandidos e a
frmala a potencia qoe pratteasse aquella acto
de selvtica piratera.
O notavel pintor portogoez Souza Piolo
foi ao paco eomprimeotar SS. MM ; e tanto
el-rei como a raioha receaeram o eminente a--
lista pala forma maia captivadora, fallando lar-
gamente com elle -erca de assompios darte,
relembraodo os ltimos soccessos do disuado
compatriota e pediodo-lheqoe Ibes most-asse o
resultado dos seas estados no Algarve, onde
rae procurar assampto para mais om qaadro
para o Saln de 1896.
El-rei mostron a Sania Plato algans precio-
sos oBJeetos da saa esplendida galera.
Souza Pinto reurou-ae do pago peoboradls-
sima para com SS. MM. pela affahllldade e Iba-
neta c m qae se digaaram tratal-o.
O nosso dlstlocto compatriota jaatoa am
casa do Sr. coode do Alto Maarim e estove A
noite no concert de Sarasate, 00 camarote do
Sr. miantro da Rossla, coja familia coubecia
de Pars, toado all profaasor de mademoiselle
schevits. qae 6 ama lolelllgente amadora de
[x-laa Aries.
Soaza Pinto parti no dia asgalnte para o
T
ao malo da foram ellea mandados sabir dos* Algara, onde teoclooa damorar-ae am ex.
_____ ILEGtVH
Peridicos Recebemos
O n. II do Ltdador e os ns. 1! e 13 da
Victoria qoe se fMiblier- r, at cldale deste
noma.
Afojgrados de ingrazeira Esrrevem-
oos em 12 do corrate d'essa localidate :
Hontem cahiram nesta villa fortlssimos
igaacairos acompanbsdoa de grandes trovos,
da'.
Ha a notar prejniaos materiaes cnsalos
pelas churas., Algomaa casas particulares sof-
frerara extraordinariamente, sendo notaveis os
prejuixo9 occorrilos 00 preiio em que fuaccio-
na u Coocelbo Municipal.
No da 29 sarao eqni celebradas missas
por alma do indltoso jovem Joa Matheoa Coim-
ora.
O sea passicneato foi maito sentido aqui,
ooda.maltas foram a manifesUges de peiar.
Publlcacdes -R enemos:
u n. II, anoo I, da Revista Pbarmaceutlca.
de S. Paulo, com o segulote summano:
Ioteresses profissloaaes ; O Rearalamento de
Hygiens, Escola de Pharmacia, Medicina de S.
Paato, Bsela de Medicina.
Chimica e Pharmacia : Soccedaoeo do lodo-
O n. 10, anao X, do Brazil me Ihe. Eis
o amularlo do preaeate asmere :
Molestias das Va U laa-ias :O nova ore-
tbrutomo do S-. profesaor O^ca BulbO'M, pelo
Dr. Henrqi' Minat. (Oon'trtodcaoj.
huaica fiyo scaieg'a :->Piareaaa 11 staetisl'
dale, pelo D-. L. G. Mcbalot (de Parts).
So-letal de Miji<-in e Ci-nrgi:-Sessao
da AssomMOi Geral em 10 da Siembro de
1896 : Revisan ao art. 12 los Esti'atoa e seas
pangraphns, pelos Drs. Daniel ra A meil, Si-
ie s f.irr'. Guadas da Mello, Glta Preta, Ve-
nancio da SiIv.Sassao orinara am 20 de
Ajinsto de 189.a :o'ar. un "aso do diagios-
ti o diffisil. pelos Drs. Moraira Jun-ares,
Guales da Mallo. Dias de Birros, J. da Almai-
da, S.m6'8 Correa, Lap-s R-'driguns e Daniel
de Almelda.
Revista de Peliafia : Acesws da laryoglte
esindal08a coiacidindo exai'iameote com a e-a-
ngao de canos daatea e cessando com ella, por
G. Goulan; Cyatttrf am erianga candada oor
baoterlao cot cammnna, por Bscaenca ; So-
bre a tala'ii'a ldioptinica da mfan 1 po' Bj*
none a OrfMaao; stira a chorea paraiytica,
por Nil Fila'nw.
Medicina Prauca -Ta'amerito dafebreama-
relia.
Balem Bb!i!gr3riaica: -T'a de mr.laliea
de la p-oi'ata. "r H. PtCBfd.
Chronica a No'-i 1
Faacicalos ipe:im.aas, das aahlicigSas,
Aveoia-as da mioria vids, pjr Han Rucia-
ron, e loma, gra le r ma 1 e ictualidade
da nugistral p*tinf d Entilo Zal. )8 qoaes a
respecilva casa elicto-a de Paria, dj Srs.
Oailaro.Alllaat ft 1 lavo e ooodade de ende-
regar, pe^saaimeaia, a cada a 3 oa nnssos
coliegas de redaegao.
S .bre os rer^riloa fascicnlai j4 iivemos nc-
casiao de era'tur um r.:p' lo 01 .'Ha, pois s
isto oos a-a licita 'azr oel leim a da alqa*
ma pag.nis le-totrodaocao aaterioraiAote, por
oecasiae 'ia offe-ta dos mas nos reiacgSo.
Aerada -rd '.
Lanterna Uagiea.17'!' bootooi dlsfi-
baila o 11. 489. 1 e trece de -a- liJo para
apreeia--je a importancia, do taxtj eo gra-
gioso das estampas.
AgradeeemO'i o exemplar qoj foi-nas en-
iao.
Revista lllustrnda. -~ A.'- 'ecos o
n. 711, cuo >xeoi.Ur tamos 4 vibj.
Alem 10 texti semorp, oottvei niae-
traz e'ta'npa'' da om homesaao .-j ep'iooal
qaa nnnea falta ac collees Baatina
A leu lado son feliz. = Bsa c"hot-
jisen, cujp algia -de L. Mvn I c a-s- no
e.-t oe'atl iient) da masa-a 'aa do Baria da
Victoria n. 13, dos Srs. Eloa-lo le Paiva & ':.
, Os.aprecua'-es da ha ai--ti )>i-a>ahi
procurar a referida comoo-'g). qua nio ta^ao
de ar-ppar'ria--a.
Os re 11 (l i m- utos particulares aa
FrancaK'nqa^.to a o Fra g- d- Botarga*
puoiics aoemainao de v 00 pa- a>oo, os rea-
d m'nioaoarii-ularo vio dlmiioindo Oa re
diaientos tatados ioore vaio-es iamooin ri-s
francezeg e e-ir^n-iros. el-araj-se err 1891
a 1.773 miir.6?, poda*iod 70 miinb's oara o
Taajouro. En '89i 'eac>0 a t.748; em
1893, a 4.676; q (89i a l.6>5 e o> direiios
coo-dis negara a de. 70 a 66 mtl^Oes. Du-
rante esta tem no, as umrao da 3 t47.'512.S35 em 1891 a.......
3 439.020.623 em l9i. Saai os 68 oiihes
tirados da coove'sao da 4 l|2, em 1894, e*te
orgamaoto aiuaiiria a cifra miaima de 3.300
mihes.
rabrieaco de locomotivas D i-
raaia o aaao de 1895 a Ka anca de Lacono*
tivis de Haldw o con tro'o 401. Sata prodac-
gao fol le-cerca de28i. oaisdo qoe a do anoo
auterior, era que se Canaruirao .penaa 313, e
de ce.-c* da 52 *|o da la 1891, ".ca qae a faottea
ventea 763 l). VI huvunttva coastrnilis
em 1895, 1(5! o-ao otara o estrang-ito.
Eite 'i'io as eacomme >dts ja sooem a 90
locomotivas.
Use trama descuberto. Miitas jor-
nae- le Lau re- pao 1 tarara um ta^g-amma
de Na*a-Y rk, segando o qaal a poiicia dassa
cidade sitaba de esetobMr um tra 13 que tiaba
porfi fazer salt ir com ayiamii- a Agea ia
aoToe*ouro, sitaala .0 Wall St-e^t, o qaa.-
teirSo da Bolsa.
a Agencia coatiaha cerca de 9) miiMhs da
dollars em oaro.
TrioU nnviiaos estavam tniDlicad03 no
traflj.'.
Tinha silo acco-dado qaa 6 dells ira o. s
3 boras da maana, mlioar b3mne3 da cada
lado do elitieio e qaa o reato la qo-alrilba ej-
perana. occult, as proximidades, que se
dsse a explasao para re precbuar no meio
dos descocos, e ragas cojfas&j, apaderar-se
do oaro qae po'esse.
Poram f-it?< 3 nri-u -s.
O bello sexoAs moih're- nos Estados
L' 11 ios f. ure-. u-* a'i 343 iadastria3 :
Em Bastan na 80 dooto-as diplomadas, 39
doatoras qae nao team diplomas ; 200molheres
exercem a medicina em Chicago. Nos Estados
unidos ha 300 duba de mnlheres. Em Fraoga
ha am b6 club de mulb-"^; e em Portuhal
tsmbem om e, conuituido pelas lavanleiras
de proUsro. Km He tpanaa tia ba oaohum
clab de mulheres.
E' claro que nos refirilos a clubs oa asaocis,
gees extraaos ao movimento religioso, por jae
oeata genero, tanto a Franga, como a Haspanna-
como Portugal sao abundaotss de taes pro-
du't ia
Aealtura du chaA cultura do cha
as Indias aglezas elevoo-se maito, amanto a
superlicie^altivada que sendo la 284.000 gei.
raa em 1883, ascsndao o 423.000 em 1894, oa
se ja 49 por testo.
Deata to alidale 259.000 gelras eo sitalas
em Assam e 122.000 em Bengala.
A. eultura csnceotra.se p-lapalmate oos
distri, tos muilo cbavosos e onde o clima bo.
m.do e igual.
O aagmeato foi sobretodo coaBideravel nos
doua ltimos aaaos da esiatistica 1893 e 1894.
A produegao angmenton mais vaotajosamea
le 00 qae a saperocie cu t va u e foi quasi to-
da exportada.
A media doa ltimos 5 anao3 de 120 mi.
Ihoes de liar s de cha, representando om va.
lor total da 125 railbdes.
Cariosot catarata mais celebre da No.
rae*., a Sarpen, vai ser explorada, principal,
mente para se obter torga elctrica para ama
fabrica le aluminio.
A propnedade Haflund onde se eocoot-a
grande parte da cata-ata, passoa para o poder
de capiflistas ameneno' e ailemS'S.
A coroaoao do Xegas da Vhyssi.
nia O cenmonial da curoagao fetiocom
pompa, sendo realmente pittoreaco.
Gobe-to com nm manto de pu-pora, monta.
do em um cavado rlcameate ajaezado, o negus
avaoga com a cruz na ao, no aieio de om br>.
Insute cortejo composto de digaitarlos e prln-
cipa-8 vassallos.
A' entrada do templo om grupo de meninaa
pretas. vestidas de branco, m )ede.lhe a pas
sagena com nma tita cor te rosa, cantando em
coro e perajontanao.lbe:
= Qaem es i, qae pretendes sairar no tem.
po de Axom 1
Son o voseo imperador, o riegas da Elbio.
piarapande MeneMk.
Nao, t nao s o nesso im aerador, nao s
o negus da Emiopiareplicara ;.s creaogas, op.
poni se a entrada do piocipe.
A qaarta vez, o negus poza da espada, corla
a frgil barreira e penetra ao templo, excla.
mando :
Eo son o rei de Sito I
Os sacerdotes rondazem.o entao at ao can.
tro da igreja, onle, pela primera e nica vez
da saa vida, o negus po.sa os ps sob-ea pa.
dra sgrala e alli preiii o segotute jnramen.
formio, Dllodoformlo, lodolormiaa, lodooa-
ora mulberes e am aejlo correcc'onal para
menores.
No ca"*ere das molhe'es have- orna spegSo
ra-a prigoes preveouvas eoatro para mnlheres
jt condemoadas.
Na asyl carreicional para maaor a bver,
bom secca o'oprla para meninas e ootra p>.
ra rspates, na podeodo es'.ea, em caso ne.
nhom ter raa*s da 14 *ojos.
A di'flcgo dosnaV)9 estahpl "mn os p>
naes Oca a creo do ;onel-o Pa- iten ta io, e
reeolaH por leis p")""' <"> .
Teleprraminiis retidos J.cha n-sera-
tido na estagao do Telegrapho Nacional os se
gointas telegrararnas :
Do Rin, p ra Barros Goiraa'Se* e Ma'ac.
De Salgneiro, para Alfredo Jo3 Jarvaiho.
Llnhas, funcci'onanda regn'armenta para Sal,
Norte a Hnntro
Proclamas de casamento -Parara
Iido3 oa Matriz da Boa-Vista, no da 29 do
corrale os seguales :
P'imeirs denuniagSa
Miguel Argaaiiro Faitoza Br-ckiafeli. cam
Car-ota daC-oz Rlhei-o.
Vicente Manee! Crrela, com kaaa liria da
ConcMc8o.
Manoe.l Carneiro da Sauza L>re-ii on Ri-
ta Candida Selva.
Masoal S' ala da S Iva, ro-a 9 Ver loa Au*
gosta fio Nascmeaio.
silveria las do Niscimn,o, lom Jaaaai
Amaacia Selva.
Tercpi'a denonchgaa .
Franci'CO Villar Barreto Coatinba, coa Ama'
lia de Araujo Alme'da.
Dr. Jaa-i-im C Nohrade Laceria, con ni-
na Soplan C. da Lsrerda.
Jos Riirieaas Micfeira. ca Olympia Mi-
rla Ca val i-aat' da Albaqoa-qaa.
"airo F. Damiagaas Carneiro, com Olindi*
na Pigaeiredo.
Jos Jannirio Vital, com Candida Rosa Ma-
chado da Paz.
Mbno le O. Campos, com All e do Smtos
A'tauio.
Joaqn'm Dias <* S. Caldas, com Anna Olya-
nii de A'riaquarqnQ Poega.
Casameito elv/llO egerivao l a ca9a-
meot09 qu a funeciona nos districtos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e rogados aQlxou na
repartigao do reslstro dos casameotos ra
de Imperador n. 75,1." andar,editaes de procla-
mas de casamentos dos segaintes contraben-
tftS 1
2 Pulacaco
Olympio Venancio da Silveira, comraercian*
te, com Fred vinda Aogelina Pes9oa de dello,
naturaes atesta Estado, soltetros e residentes
na fregoezia de Afogados.
Jos Janu rio Vital, artista, residente na
freguezia de S. Jos, com Candida Rosa Ma*
chalo da Paz, resilente na freguezia da Boa
Vi3ta, salteiros ntara"s desta Estado.
1 PublcarAo
Jos Augasto Nune9, natural da Portugal,
negociante, com Adelina Lagos Migues, na-
tural deste Estado, soleiros e residentes na
freauezia de S. Antonio.
Miguel Arsemiro F"itaza Breckanfeld", em-
prgalo publica, residente na freguezia da
lioa Vista, cara Carlota da Cruz Riheiro, pro-
fessora publica, residente na freguezia S.
Jos, aolieiros e naturaes deate Estado.
Walfrdo Elias de Bruto Macada, empre-
eado no comraercio, com Zulraira ''arolina de
Oliveira, 8olteiro.a, naturaes deste Estado e
residente na frefrue-zia do Recife.
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
afixou oa repartigao do registro ra do Im-
perador b. 41, 1.- andar editaes de proclamas
ios seguales contrahentes :
2' publ'icacao
Pedro Brancelino Domiogues Carneiro com
O indina Figueiredo, solteiros e residentes na
freguezia da B. Visla.
Jos Januario Vical, reaie.p.nte na freguezia
da S. Jo3, com ceodida Rosa Machado da
Paz, resideate na freguezia da Boa Vista, sol-
teiros.
Bacharel Ansberto Rodrigues da Passo, re-
sidente era Oliada, cora Maria Cintra Lima,
solteiro', residentes na fraguezia da Boa Vis-
a.
CnminissAo de melhoramento do
f*orto do ReelfeBecife, 30 de Margo
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cent. Barmetro Tenso do Hwni-
nrado a O) vapor dade
to
Jaro defender a religiio de Cbristo, man-
ter a f de atareos, extermina) os apostatas e
gove'nar a Etbiopia, sob o santo de nome
Deas
Cara-ere para aanlbeies-E' do Jo-,
oald) Commercio dottio :
O .arlamento da Republicii Oriental sane,
cioaon om prejecto oe le determinando qoe
dos tarreaos qae o Estado fossue em Panta
Carretas, aejam destinados, pe j menos, qaatro
hecures, para asiles; ss construir am careare
6 ra. 25,4 756,-51
9 26\4 756,-70
12 27,'o 756.-33
3 t. 27,'2 755,-24
6 25,'4 754,-92
20,95 84
21,63 84
22,67 84
22.67 84
22,31 80
Therraometros desabrigados ao meio dia :
Eooegrecido : 47,g2 Pratea do 332.:
Temperatura mxima -'30B,25.
Temperatura mnima 25,*00.
EvaporagSo em 84 horas ao sol 3*,2 som-
bra 2,-5.
Chuva 5,-6.
Direcgao do vento r
SSE de meia noite at 0 h. 19 m da ma
nba; WSW al 2 h. 43 m. ; N al 3 b. 34
m., NW at 7 h. 31 m.; SSW at 7 h. 54
ra.; SW ele 8 h. 21 ra.; N at 9 h. 46 m
E at 10 h. 37 ra. ; ESE com interropgOes do
SE e S at 4 n. 37 m. da tarda ; ESE at 5
h. 59 m.; SE at 10 h. 07 m.; ESE al meia
noite
Velocidade media do vento 3,-40 por se,
gando.
Nebulosidade media 0,97.
BOLETIM DO PORTO
Das
Horas A Un
Pra mar on
Balxa-mar
P M. 30 de Margo 11 b. 15 m. da m. 0-15
B. 5 b. 25 m. da t. 0,-65
Cemlterlo Publico Obtuario do dia
28 de Margo de 1896.
Engenio Antonio dos Santos, Pernambuco,
20 dia; S. los.
io8enha Marta de Sonza, Peraamboco, 45
aooos, soltetrs; Ba-Vieta.
Can lila Amalia M. d'Aeoiar, Pernambuco,
33 aooos, casada ; Santo Aotooio.
Raymonda Maria do Espirito-Santo, Mara-
osa.
m feto do sexo femlnlno, Peroambuca;
Grag.
Zacnar'as A. d'Audrafe Pavao, Pernambaco,
20 das; S. Jos.
Francisco, Parnamboco, 6 mezes; Grsga.
Severiao de Sooxa, Pernambuco, 57 diaa ; S.
Jos.
Eoipbanie, Parnamboco, 6 mezes ; Afogados.
Antonio Ceibo da SUva, Pernambaco, 55 an-
uos, solteiro; Bi-Vista.
Maria Antonia da CoocelcSo, Poroambacc, 30
amos, ctsada; Boa-Vista.
Joaqaim Pedrero, Peraamboco, 40 anno?,
csalo; Boa Vista.
Maria Francisca d'Oliveira, Pararryba, 60 an-
nos, ca-ada; Boa-Vista.
Christovao Jos Pertira, Pernamhnco, 68 an-
no-', casada ; Ba-Visla.
Felippa Santiago, Pernambuco, SO anuos, ca-
sado ; BOa-Vista.
Miguel da Costa, frica, 91 anao-, solteiro ;
Graga.
Vicente Silvestre de Mello, Pernambaco, 39
annos, casado; Graga.
Ladislao Tavares de Mei^eies, Peroimbaco, 5
annos ; S. Jos.
Maioel Corres de Ly, Peroamb co, bauBOS;
Graca.
'- Dia 29 -
Gaorgtna Ferreira de Garvaiho, Pernambaco,
3i dias: S. Jos. n ____
Julieta Hoaoria Jos oa Santos, Pernambaco,
II meses : Boa-Vista.
Vicente Alvos Machado, Portugal, 85 anuos,
T' BV9roadto Alvas da Cool, Portagal, 31 an-
dos, olteiro ; Boa-Vista.
Ma'ia Lana, Pernambaco, 1 m.'i; Sanio An-
Steilana Co9ta, Pernambuco 5 mexes; S.
Jes. t _.
Manoel do Nascimento, Parahjba, ancos,
solteiro; Boa-Vista.
Jo8o, Pftna' buco, 13 anuos; Boa-Nata.
Estavo Perairs, Peroambocc, 80 aooos, vla-
vo ; B01-Vista.


i
W




Otario de Peruamfaej 4fcaarta-feira 1 de Abril de t$S>6
.

-
j-

47 BD-,
f"^
3 dias
3 (I,as; S.
Jos Bonifacio Tenorio, Pernamboco,
nos: solteiro; S. Jos.
Mara da, oucelgo, Peroambuco,
B6He^coVBa Clementina de Araojo, 9 meies
Boa-Vista.
Custodio Areelino de Siqaeir,
JO- Dia 30-
JaSo Mslhew Moieira Cmpo3, Pernamboco,
lOaono.-, EOll-iro; Graga.
Mana ios Ab;os Silva Nonea, Porugal, 40
anuos, casada ; S. Jos.
Bellarmino Liberato do Nagcimento. Pernam
bnco. 56 anoo, casado ; S. Jot- A
Etner Pe-uambuco. 3 annos Boa-Vista.
Damiao Ferreira r.'Aibuquarque, Peroauibu:o,
37 oiios, casado ; Recife. ^
Jiqueina Miru do Rosario, Pernamboco, 70
acno~, solieira ; Ba-Vibla.
M. ii Josepba Figueirera Lima, Pernambo-
co, J anoos, casana ; Res fe.
Joao Ferreira iios Santos, Pernarxbuco, 35 ir
nos, casane ; BO-Visia.
os Goedes da Silva, Alagoas. 37 annos, ca-
sad,'; Argados.
Antonio Jos Lopes de Saot Mina, Porcftm-
bnco, 33 meies; Sia'.o imonio.
Pedro Maxuiauo Macnaio, Peraambucc, 10
touoc; Ba-VisU.
Alberto, Peroambuco, 20 das ; Boa-Vista.
Aot nio de Sooxa Pinto, Pemamouce, 2 an-
nos ; Recife. .
Jos Theodoro da Silva, Pdroamboco, O ao
no-, solero; a Vi>ta.
Ma' ellioo paolo de Araojo, Parabyba, anoos,
80l eiro; Bi-Vlsta.
JoanDa Ma-ia da Cooceijo, Peroambuco, 30
genes, viova; Boa Vista.
Joseiba Mara da Coocrigo, Pernamboco, 18
anoos. solleira ; B6i-Vi8ia.
Amonio Jos dea Santos, Paabyba.20 annos,
SOlleiro; Ba-Vista.
Joi Kernaadea, Pernaaiboeo, 18 aanos, sol-
teiro ; B* Vista.
Poncmeua Maria da Coocelgao, Pernamboco,
30 amos, casada ; Boa-Vista.
Tneoio'o Antonio do Nascinento, Pernam
buco, 20 aonoa, solteiro : Boa-Vista.
Ja. tno Francisco, Peroambaco, 60 auno-,
soltero; BOa-Visti.
i feto uo Bexo mascolioo, Peroambuco ;
B6a-V:ta. ^^____^
HRONCA JUDICIRIA
PERNAMBOCO
RELVTORIO
DA
Conipanhia do Beberibe
QUE VAI SER APRESENTADO ASSEM-
BLA GERAL DOS ACCIONISTAS EM
SESSSO DE MARCO DO CORRENTB
ANNO.
Srs. Accionistas da Companhia do
Bberibe
Eis me, hoja, aqu a prestir-ros conta do
servigo ao anasteciineoto d'agua a esta cidade
dorante o u timo anno social, de 1 de Mato de
18J1 a 30 de Abril de 1895, assim eomo Uo
modo poique fornm geridos os negocios sociaes
no referido periodo, estendendo porm a oar-
natva destes at poca posterior para vos el i
zer como forera coocluidas as transaeges en-
celadas.
Por certo u5o ves ter sorpreheoddo nem
causado extraohesa e demora da presente
reama pois bem sabis os motivos que ter-
minaran! o retardaraento, e que prendem se a
fados de que se fez clara mensa nos relato
rios anterio es.
Como veris a Compaohia vai se desemba-
razando das difficulda es que a assaltaran,
parecendo iiK-smo estar superada a par!- mais
temerosa, embora nao seja cora a rapidez de
aojada.
No entretanto nao se pode colherimroediata-
mente o resultad > dos esforgo erapregadoj,
oem combaler directa e fortemente os eraba-
rajo qoe se attravessara em seu caminho,
preciso que curvados ao rigor da situago, con-
tinu se a trabalhar com arinco, resignados a
ir acceitaodo o qoe fr sendo possivil conse-
gu at que se possa altingir ao desidertum,
si ootros meos nao se nos deparar de o fazer
rpidamente.
Us etnbaragos e difficuldades qoe assaltaram
a esta Cumpmina nao foram causados por ella
era podem ser removidos por ella smente, e
os remedios, em parte, ezcedem a sna aijada,
dependem tambera do proceder de ootros.
Nosso paiz passa anda por urna phase auor-
mal, anormal)lade que proluzindo transforma-
r" em todas as relages sociaes e econmi-
ca, arrasta e qu>si todos a urna situajo de
soflrimeotos que permanecer at que o paiz
complete sua reconstituido p.I s novos mol-
des.
Nao podamos, pos escapar ao que toroou-
se qoasl urna calamiade publica.
Alm do reflexc e influencia da aoormalida-
de em que tem estado e est o paiz, accresce
qoe por sua vez deu se perturbando do mundo
pbysico, pro inzindo a secca que assolou este
Estado, durante uin periodo bem prolongado,
(actos rsse.-< que con luzram esta Companoia a
urna situajao que caraciensa a mais mpor
taole e sensivel anorraalidaie que pote expe-
rimentar urna Companhia : a inlerrupgo dos
dividendos.
E' justo e correcto o principio de que todo
o capital, como o trabalbo (aranera, -leve ser
reoumerado, qjem o emprega, uo commercio
oo na i dusu a, visa um lucro, sem porm
comproraetter a existncia lo pruprio capi-
e Jos
da Ar-
para o
ocia-
Junta Comniercial do ReciTe
SESSO DB 12 DE MARCO DE 1896
Presidencia do Sr. deputado commeitda-
dor Joaquim Lopes Macliado
Se.retado Dr. Joaquim Tb.eotoo.io S.
de Avellar
A'10 horas da manbS abri- 89 a sessao
estando presentes os Srs. depatados te-
en te-coronel Gugel do Amaral, coro-
nel Rodrigues de Moura e Gabriel Car-
doso e suppUntes commendador Guima-
raes Bastos e Affonso Taborda.
L da e approvada a acta da sesso
anterior, tomou-se coabecimento do ae-
guinte :
EXPEDIENTE
Cfficios :
Da Junta dos Correctores, datado de
11 do correte, remettendo o boletim dasilal-
x u .' .. ....__. A remunerncao do capital eropregado em
cotaoes officiaes realisadas durante a J uma Companhla e 0 dividendo e a falla dest-
semana de 2 a 7.Para o archivo. na0 po.je deixar de ser uma deceprai para o
accionista.
Em geral oio se inqnire sobre a vida das
companhias, como ella se ilesemn nha de m
coinprom ssos. de que modo esi garantido o
capital nella emprrgado, mas a quesiao pri-
mordial, quig nica, a do dividend -, e sua
porceniagem
Esta questao nao pode nem deve ser posta a
margem por miro, ueste momento, por tratar-
se de uma Companbia que distnbuio 82 divi-
dendos quasi consecutivos.
Como sabis, pela tra-ncco, bem proxim>,
a Con8tituij3o tiesta Companiiia foi mmto cus-
losa por tratar-se de implanlar novidades oo
paiz, quer como Corapanhia, por ter s'do a pn
meira, quer como obras, no entretanto aeciv
rido apenas raeio reculo j.i sao velhanas ; map,
ou por esses (actos em si ou pelo nosso g*v
de civilisaco naquella poca nao foi muHo
larga a concepto que tiveram do abastec;-
meoto d'agua a esta cidade.
Nenhoma mudanga bouve as ideas que pre-
sidiram a execujao das pnmeiras obras, na
exploravo a nica preocupar que liveram
foi a da arrecadajQo da renda para destnbui-
jo de dividendos, encarando-se a empresa fo-
mente come um commercio de vender agua e
destnbuir dividendo, quasi automaticaraent--.
sem olbar-se para o luturo nem procurar.se
assegurar a continu dade do dividendo que re
pousa ou garantida pelo bom e constante
fonCLionamento do servlgo de destnbuir
agua.
A continuidad3 do dividendo uma fuocj&o
da cootiuuiladt; do servico, pois, sem ele
achar-se em bom ese cici nao ple existir
squelle, e desde qoe for ,1 escura lu e servijo,
mais cedo ou tnais larde o dividendo sol-
frer.
Assim, aquillo que deva ir seno feto aos
poucos, lentamente, sem sacrificio, desde que
foi posio de lado, foi se aecurautaodo at a o
ponto que nSo pjdesse suportar mais adia-
mento, e eato qiiando a necessidade apparecu
foi imperiosa, de chofre, exigindo sacrificios,
como de facto aconteceu-
0 modo de d=-sinbuir agoa planejada em
1840, quasi que pelos processos mais i udim-ir
t.:res, nao poda ier maotido por maito Um
p*', menos por meio seclo; ea quaoiidaiie
a agua calculado como sofflciente para ser
foruecida nos cbafanzes, nao podm bastar para
a de*tribuicSo pelas casas e por uma popola-
rao pelo menos duplicada
Desprezados os preouocios de insufliciencia,
asgravada esta com a alierajao do regimeu dr
destnbuicao, rpidamente caminbou'se para o
periodo agudo, o qoe tornou inuteis e tardos
os remedios emp'egados os quaet> nem mes
mo seriara depallialivas : sabis a que gr
clie^ou o estado de escasez d'ai'ua destir
buida.
Alm disso nunra se devia ero 8* deve per
der de vi.-taque nao pe traa de uma empreza
puramente industrial, mas de um servico pu-
blico lodusirial, aeodo a prime ra parle por
delegac&o, delegijae essa que na > pode ser
poeta de lado, visando se smeate a segun-
da.
As vantage'js e regalas de que gosa esta
Compaoina, embora em compensajao indis-
pensavel aos ser vicos que presta, correspon-
lem-lhes deveres que preciso cumprir
Os poderes polticos nao po.am deixar de
intervir, como eiFectivamente Oeo se, e es'a
Companbia teve que transformar, de subite-,
inteiramente o seu servico, come que creando
uma nova empreza; e nao obstante as com*
pensacOes nao deixou de ser pesado o com
promisso qoe acceiloo, mxime pelas conces-
sOes que por sua vez fez esta Companhla.
Depois de varas delongas coube-me a mis
sao de dar execoco a essa transformagao, a
levar a effeito os c.ompromissos coniraln ios.
Duas difficuldades se aotalbavam na oc-
casiao; ____^=____i_^_
1." Oblencio de um avultado capital novo-
2." Reducgao do prego d'agua a melada
O capital existente tinba rasoavel remnne-
ragao, mas redozido o prego d'agua a melade
ja nao aeria o mesmo resultadoalm de que
era preciso diapur ae tambem de renumeraga.'
para o novo capital, avultado.
De feito nao pareca justo oem Je accordo
com os principios econmicos oeobuma re*
docgo, e meos tilo grande na laxa da renda
quando se tinba de f.zer o avallado empreB-
timo e quaodo o augmento da renda nao era
daquelleque poderla vir repentinamente ; po
rm lentamente por depeoder da demorada
collocagao de peonas d'agua, mas lentamente
por ser meoor a taxa d'agua e anda mais en-
umente por ser preciso primeiramente preeo-
eber o desfalque produzido pela reducgao
metade da aotlga -anda.
En a grave questao apreientada entao a
cogitagao e solugac, com a urgencia imposta
pela insuficiencia l'agoa distribuida, insufi-
ciencia que j tinba acarrelado multa impoeta
pelos poderes pblicos; mas essa lituae&o nao
Foram apresentados os segaintes livros
rt lrica :
Liario de Theodoro B;ntzen Filho.
Copiador de H. Burle He. O-
Petice8 para despachos :
De Francisco Ramos da Silva & C.*,
para o archivamento da alteragSo do seu
contracto social, conforme os ejemplares
qu<- juntura.Deferidos.
De Firmino Silva & ).' para o archi-
vamento do seu contracto soc al, constan-
te dos exemplares juntos.C-mo pedjm.
Dus meamos para o registro de su
firma soc al. Reg'.stre-te.
D<- Theodoro B-ntzen Filh", pedindo
o reg aro de sua firma individual, vi to
ter sati&feito a exigencia da Meritissima
Junta em despacho de 2 do mez passa-
do, constante da pet cao annexa.- At-
tendido.
De Jos de Almeja Rab lio
Carneiro de Souaa, componentes
na Carneiro da t-ouza & C.*,
archivamento do sen contracto de
dade mercantil.S ja archivado.
De Romualdo d oilva Gu maraes
Braga e Arthur Alberto Serran Tia-
vass"s, estabe'ecidoH ra do Mrquez
de 01 nda n. 12, par. o archivajient
do seu distracto social. Como re-
querem.
Dr Alves de Britto &, C", estabeleci-
doe ruado Liyrmanto n. 12, para o
archivamento do sea contracto social.
Archive-se.
De Epiphanio Lopes Machado RamoB,
establecido ra da Imperatriz u. 64,
pedindo, com os documentos que junta,
carta de commerciante matriculado.
Deferido.
Nada mais havendo a trtr-se e Sr.
Presidente levantou a ses.-So.
foi aquilatada no devido grao de grvida le
em considerada como anormal porque con*
seguio se dar solueao sem ioterromper a da-
tribuigao dos dividendos.
O sacrificio ou encargo (a Companbia fot
grande, nSo compensado com os favores rece-
bit os, aggravado pelos que fez mxime nao
Ihe restan o reserva de que podesse langar
nio em qualquer eventualidade.
Italda.ias as tentativas de obtengao de capi-
taes no paiz, tivemos qus recorrer a praga es-
trangeira, oo que fomos felizes.
Ainda inesmo que fosse pnssivel conseguir
capilaes no paiz talvez que os 00U3 normaes
s^ elevassem a mais do que os dos empres*
timos estrangeiros em poca da calamidade.
Dada e conseguida solugio satisfactoria -a
questao, effectuada a traasformago da Com.
panbia, executadas novas e completas obras
que constiluiam um abastecimeolo d'agua que
nada deixava a uesejar. quando se entrera no
periodo do desenvolvimento da nova empres*
para colher os proventos dos sacrificios, eis
que comegam as perlurbages no paiz iionde
resultaram as anormalidades a que me tenho
referido, e surgem as outras uiiHcuMades oe
que p i ve/.es teuho tratado
Precedendo ao apparecimeoto dos males
econonicos-sociaes, tiveraos os de ordem phv*
sica que perdurararn at pouco, e cujas tose-
quencias aiod i heje se fazem sentir.
E' bem sabido que de-do inultos annos
atravessamos uma terrivel cri-e de diminuigao
de chuvas, consequente enfraquecimenio das
mananciaes.
Quando ha um anno de sec*a, os manan-
cas superficies mostram mmediaiamente os
eft'eito- do phenomeno, pois esiao na depen-
dencii diecta das chuvas ; mas nos manan-
ciaes alimentados por aguas que infiltran 1o.
se nos terrenos, em elevados planaltos, o re
suitado compl lamente diverso, a agua que
ticou arinazenada nos reservatorios do per-
curso dos canaes preencliem us defficitos que
ocorre as ebuvas.
Assim os mananciaes dessa ordem, como
os desta Companbia denominados subterr-
neos, teem a vantagem de dar. m um forne-
cimento regular, como lambem de nSo serem
l&o sensiveis a- varia.0--s das ebuvas.
Desde porra que a secca (orna se p-olon-
Rada, o caso randa de figura, pois os reserva-
torios reguladores ou compensadores esgotam-
se com a agravante da demora de ecchere t-
se de novo para qae 03 mananciaes vohem ao
antigo rgimen
f-ela tabella junta veris que em 1883 e
1884 houve diraiouigao na quantidade de ciiu-
va, mas foi pequea, e como os annos prece-
dentes tinliam sido abundantes, nenbuma in-
fluencia causeo nos mananciaes desta Compa-
nhla-
Mas em 1883 leu-se de novo'diminuigao das
chuvas, diminuigao que continuou, toroaoao-
se mais forte nos annos subsequentes, c un
pequea variante, at 1893 quando a reducgao
fez com que a quantidade de chuvas cahida
descesse a um tergo da estimada como u f
mal.
Por conseguinte foram 8 annos de secca*
inc-ssivas; e parece me intil entrar ua apre-
ciacn) de um ph-nomeno to conhecd i, e cuio
firo de in!ei!3idaie Foi-tle geralraente sen-
tido ero quasi to lo o Kstadn.
Kelizirente nes anno- de 1894 e 1895 as rliu
vas eniraram no rgimen uoimal, embora a
mullos parecessera abundantes, pela taita de
hnhiio ou esqueeimenio do veln> rgimen de
i'huv-s, desiipparecido desde mui o, devido, a
prolonga ia secca.
Essas cnuvas nao foram mais do que regu-
lares, e os dados da tabella junta o compro-
vam, .lailos cnlhido?, como de cosime
observaedes felas pela repartigao das obras
do pnrto.
Seja, pnrra. como fr, alguma melbaria n
periuieniou'se, u bem sensivel, no 8 com a
parada do empobreclroento dos mananciaes.
como pelo aproveilamento ou otilisago das
a ..tas superflciaes na insuficiencia das sub-
prr:>n:.
pelai chuvas cahidas oesta cidade, pois na zi-
na dos referidos manancia.-s a quantidade de
chuvas cabidas foi muito maior do que desta
cidade.
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NDICACOES OTIS
Medico
O Dr, Lobo Motcoso d coosultas ea
i.a casa ra da Gloria n. 3 das 11
boras da maah 1 da tarde. Achao*
do-se fra do servico publico ol :rjr-e-se
para acudir a qutiquer chamauo cotu
prooiptidao para fora da cidade. mo-
ciaiidade, operaedes, paitos e mole -as
de senhoras e raninos.
Dr. S Peretrajd. da Imperairiz ti
6, d consultas medico-cirurgicis tod^
t-: dias das 8 fueio dia, menos uu
domingos e dias santificados.
Oceallstas
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador a.* 63 i.* andar. Rezide em
CaminLo Novo.
Telephone n.* 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe d
clnica do professor Wecker, de volta
de sua vagem a Europa, tem sen con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreiio Sampaio, ocoulista, da
consultas de 1 s 4 horas da tarde no
l. andar da ra Baro da Victoria
Residencia,, ra do Hospicio n. 46.
Irrogaras
A. P. Braga Guimares Agencia de
todas as especialidades pharmaeeuticas,
tiina>, drogas, productos chimicos e ou-
trus uiedicameotos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Farias SobrinBo & C.1, drtguiata'
por ata.ado, ra do Mvrquer dflrOlndk
n. 41. C
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00 en"00"ce" ^ coo"^oooi-j'-.
Em icgia, na zoiiu lunriuma ae ci.uva- sao
m>is abuuuantes du que oo interior do paiz,
e as aoleiiores obsurva^Oes aqui fei as coofir
mavam a re^m ; mas desta vez tivemos uma
iuversao,e em se lido benetico.
. A trise da diminui^-ao das chuvas foi bs
tu rite iiillicil e hilo iiunlaiK ra para nos, pois
sao ointlvas as desagradaveis cousequeo
cas.
A agua para esta Compaohia, como para as
congennres. ja tive occasio de dizer, coiflo
O'fatifcUi para o organismo humano ; a vi-
da.
Alem de apavorar o futuro, embaragava o
presente, nao permittia que s-- deseovo!vees
esla Companhla de molo a obier-se augmento
de renda b slanie pa-a preencher os prejuitos
resollantes de males de oulra ordem.
E' verdade que podei-- me aizer que todos
ds es paires do mundo esto sujuitos a ess>is
evenlualidaiie, o que me8ino nos grandes
ceiros de civilisac&o se dao quer i surcien-
cik no aba-tecimeuto d'agua, quer iniertup-
es, me.-mo | rolougadamente.
No verao, O' manauctan euf aquecem, jus-
tamente na occasiao eiu que o cooslo aug-
Hienta, tornando s* insuflicienies para as ne-
tessidades da populufo ; no invento a agua
congela-se nos eruauaiiientos e tteixa de cor-
rer por longo periodo, succedendo se cniao
phenomeno nao menos damnoso como ?e.a o
uo estoummeoto dos canos por eff' ilo da des-
contiela(;ao, o que, sendo em larga escala, tor-
na a Inierrupi'ao prolongadsima, Cvino deu*
se no penltimo invern europeo.
Companbia
Tendo soffrido tamo esta Companbia em
ROM rendas quer por n&o ter*se podido dar- j raole 3 annos i na Capft
O I N-
I _-'am -joi m ^;a
!* I 5 Pj^-j-i-opo..jocn _coO =
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O beneficio colnido pelos nossos mananciaes
foi com o reapparecimento das' chuvas por
maior do que o que se pod mppor bu aValiar
ine 11 devido desenvol unenio, quer pelas des*
pezas que fea e que corresponden! a um ver-
dadei^j sa rioio, no eotretanio, apezar de
todo o rigor da ultima secca, maniere ella
urna regular e coustanie disn ibuicao d'agui a
eit* cidade, sem nierrupgio dorante todo o
periodo calamitoso a que me retiro, o que i.ao
pode deiiar de ser notado.
Convem provellar essa e outras lijes para
que sejam tomadas as precau(es precisas pa-
ra a evenlualidade da reproduct.ao de lacios,
nao simplesmenle possivel, mas indubiiave-.-
menie ceito sera que se esquejara, todos
aquelles a quem in eressar a qoestao, que a
iiisuiliciencia d"agua appareceseiiipre de cbo-
fre, e as previdencias para a debellar nao po-
dem ter lomauas de improviso, exlgem muitos
annos de-trabalno.
Sem encaiar o facto nicamente pelo lado
de preveuir o fuiu o,*-t>ulras quesles nao me-
nos importantes surgem.
Assiir, ja atingimos ua distribuiciio a quan-
tidade d'agua a que somos obrigauos legal-
mete, e convra nao Clarines-nos em memo-
rias acci lentaes, e comprometlermos o fotoro
da Companhla augmentando mais essa distri
huito de modo a ser mais gravosa a posico
tm presenta de orna nova secca, sem que ao
uiesmo lemuO sejam lomadas as medididas
preventivos necessarlas.
Avaliae em uma cidade de 18,000 casas,
[conteudo mais de 20.000 babitasOes, e veo-
do-se, hoje, apenas ha 4.290 pennas d'a-
gua, nao por causa de recusa da populacho,
pois todos querem agua em suas casas, instam
por elu, e avutiadissiuio 6 o numero de con-
tractos assigoados e nao attendidos, qual ser
a conrequeocia se etta t ompanbia zer pro-
gaganda da peona d'aguj ? Mas o consumo
augmenta muito de auno a anno, como pode s
venlkar mi tabellas publicadas, a isto nos ar-
rasara a alieroativa de suspender a conces*
sao de pennas d'agua ou de conlar-se como
ceno o resoltado que tao esforgadamente te-
nho procurado afastar e eviiar.
Si qtando apparecer nova secca e-tiver
muito augmentado o i umero de peonas d'a-
gua, isto .o consumo, qual ser a situacSo
desta Companhla ?
l'od-r.i ella manter a egularidade na dis-
tr buicao d'agua ?
Devera, todos aquelles que nlsto teem in-
leresse, conservarem-se de brajas crusa-
dos?
Nao vos amedronieis, nao suppondes que
me retir-' a um caro de amarina, mas neces-
sario, indispensavel mesmo, aproveitaro lem-
po e coglt'T das medidus a tomar afim de
que as resnlut js sejam maduramente pensa-
sadas e na> mnuos apaobados de sorpre a,
tanto mais quanio boje as seccas sao mais
quentes e duradouras.
Prolongada experiencia e cuida losas pes-
quisas lovaram me convicc&o de que nada
raais dever se-hia espera- do valle de Dois
Irmaos, em occasio de secca rigorosa, alem
do que delle se lira d'agua agora, a nao ser
alguma pequea quantidade que anda possa
haver em gum recanto.
Efectivamente um valle multo rico d'a*
gua, e um dos qu> menos soffreramcom a sec-
ca, esomante um secca tao intensa e prolon-
gada poder lhe- ola affectar, com o fez. Si
elle bastante para fornecer agua em lempos
normaes, preciso nao esquecer que peque
uo, e que a quantidade d'agua das nascentes
uma.fuoccgao da zona intillraote, isto 6, da
zona' qoe recebe e recolhe a agua de chuva
que alimenta as nascentes.
Em cada recanio ou sop de colliua viase
all brotar uma oascentp, inclusive a do auti.
go i'iacbo do Hrala que desappareceu com a
secca, em summa, as faldas dos morros pare-
ciam involvidas m uma toa la d.agua.
Isto serve de aviso o vindouros, aos nos-
801 successores, para que vendo elles, eu) ao*
no de asuodaocia, a reproduejao desse facto
de perenuidade, nao se esquejara do que por
mais uma vez acabamos de relatar do perio-
do de desolac.Se porque acabamos de passar.
Todas as veas d'agua da valor oease valle
foram apanbados pelas obras all executa-
das.
IMo limplnimeute impreisionades, mis coa-
vencidos do que riamos e nbservavamos,
m.miamos fazar pesquizas em busca de ou-
tr#s imatranciaes que detram trazer reforjo
os 'actuaos
Para egse flm coramissionei ao engenhero
J. A. Devota de fazflr a pnroiras explora
jOes*e formular 8 anteprojoew, cjo resulta-
do consta do relatori que' vos aprtseotel em
1891.
Os mananciaes propostos por -lie para se-
rem aprove tados para essa flm foram os rios
Utinga e Pitanga, ao norte, situad, s nos mu-
nicipios de Iguara f e de S. Lourenjo da
Malta.
Posteriormente- enoarifguii ao- engenheiro'
L. Chaprcn o esiud* e rtdacjac-rio prnjecto,1
como vos fii conia oo re'atorfu rie 1892.
lofelizmeritts es*a3 otora; embira s-jam da
mais elevad-a atlDUacM publica, e deVam tra
zer grandP'beni'flcio para" o publico, sao de
uto liisto tao'elevado que' fomos forjados a
poras de fado.
ri as obras prop-iamentn dita) esti or-
eadas em Its. 4.500:00 gO 'O ime, addiuioaau-
do o que lhe complementar e esspnr.ia, nao
importaifio era menos de Rsi 5.500:0301000, o
que bastante pesado para esta C iTUpanhia,
mxime j tendo ella grand-s encargos e nao
havendo agora lucros do Capital empregado.
Vele pois que nao considero esta Compa-
nhla como um marco miliario, riz pelo seu iq*
crement o que se poda e quando eslaquei
foi porque o preciso eslava aciua de tu-is
foreas isoiedas.
O Sr. Oswaldo Brown, eng^nhfiro consul-
tor desta Compaohia e autor do prejecto das
obras que acertadamente executoa-se no val-
le de lioia rmelos, discorda desta np:ni.n.
.JEntende ell que no valle de Doia IrmSos
ha. encoutra-se nelle, (oda a agua de qu a
Compaa possa earecer durante um periodo
muito longo e conclue por aconsi4ia- que se
execuiem certas obras e se cont uue as ex
piora.i's em busca d'agua nos lugare em
que me julga haver.
A insistencia do eDgenheiro Brown nessa
ordem de ideas provem oe auc si elle tem bas-
tante conhecimentos nesta especialidade e lar-
ga experiencia em outros paizes e em climas
embora quentes, nSo conbece elle o que no
peculiar a esse respeiio e qu-i lalvez lano di-
versifica dos outros paiz'-s
Elle vio e examinou u valle de Dois irmaos
em ep cas era que nao se poda prever era
esperar que posteriormente occorreo.
Em annexo en mitrareis o relaloriopare-
cer do referido engeiiueiro para -elle tomar-
des conhecimento e as deliberaj&vs que jul-
gardes acertndas.
Ha uma medirla que elle acouselha com >
proveiiosa de fcil e econmica exeujSo e
cuja realza,ao aronselhu no iraso mais breve
q e nos for possivel : retiro-mo aes pejos
abyssinios.
os pequeos velos'd'agua era que nAo po-
dem ser executadss obras custo as e dos lu-
gares em que suppe-se haver, in s nao se
lem certeza d'agua poda se eruincar pojos
abyssiDos, os quaes serSo retirados se o re-
sultado nao corresponder a espe lativa, assim
como augmeoiado o seu numero ;e assim for
preciso.
Ueste modo qualquer que seja a quantiJaie
d'agua, a despeza estar em relacao ao pro-
veito que se ura.
No e tretanto esse engenhri-o deve estar
sati-t-ito com a escolha que fez rio* manan
Ciaes do valle de Dois I raSos, porqoanto rlcou
provudo haver e ter sido apaiibado por esla
Companbia a quantnade d'agua tixada Da
CODlracie, mis.-io de que foi eocarregado,
evilando-se assim elevadas despezasde si ir
em busca de lonuiquos mananciats, nao re-
muaeraveis eniao.
Quaodo comejou a perlurbajo financeira
em epocba em que pareca que o paiz regor-
gi ava de dioheiro cora o cambio alio, preo-
cupei-me com o que ento observava'se e
que parecame te'minar na <-aianndadt que
a.-saliou o paiz embora nunca esperasse que
fosse to extensa nem t5o intensa
i. O meio que linhanios de lanjar mo era o
resgaie do emprestimo Koropeu, porque, em
lodo o caso, para qualquer medida lutura o
capital ficava deteiraina-io em moeda nacio-
nal e os juros n&o so'reriara a enorme vana-
jao do cambio.
Chegu-^i mesmo a alemori'ar-me do futuro,
mas foram baldados lodos os eslorjos que du-
Kedeial <*om bi us
elementos para cootrabir mu emprestimo na
Ciortal que resgatasse o Europeu.
A somraa era avultada para ser 1 rada desta
praja onde j exista o capital original da
Compaohia
Mas o dinheiro que all exista em abun-
dancia so iinha applicajio rorjada nos in-
leresses dsqueli s que o faziam.
K' sabido qu^ nao poda haver logar para a
Behenbe salvo se ella li a-s>- oas mesraag con
dijds das que ento adquiriram vilulidade de
eclipse.
Aioda ao depois, quaodo appa-eceu o novo
dinheiro deootuioado bonus Dar auxiliar as
ir dus'ras nacioaaes que tivessera cl-me-.tos
de vida, e julgando eu qoe nenhum.i Corapa
era mais merecedora do que a mais anug
dellas eoenburaa poda ter mais vita idade do
que aquella que sempre prosperoc datante
O anuos, e que se procurava auxilie era para
l.vrar-se da. crise ento eminente no paiz,
nao devula a ella, uu desillusao fetjo que
coosegui !
Murto animei-me, e foi o que enco-ajoa rae
quando h a segrate declarajo do Presidente
do Banco eocarregado da emisso dos bonus :
Felizmente, apezar de todas essas difficulda'
des, o Banco do Brazil anda nao st vio na
contingencia de regatear recursos ds crdito
ao commercio legitimo, e as emprecas e in*
dusinas de beus reaes e espera que tal con-
tingencia nao se d, a vista da creacente con
fiaaca que lhe tem dispensado o publico, o
que mais se accenlua, qjauto maior a ten-
ca-> da praga.
Quanta differenja ba entre as bellas phra-
ses e a realldade !
Primeiramente, as regras estaliele-das
para taes emprestimos entenderam oj quiza-
ram adoptar o principio de que s era ludus*
tnal a Companhla fabril, excluiudo a esla
Companhia, como nSo sendo indos nal, ao
passo que na inesma occasiao e sob o mesmo
titulo l'aziam emprestimo a uma muncipali-
dade !
Depois, mudada a comprebenso da exprs*
sao indos ra, esta Companhia foi incluida no
numero das que deviam ser ex-miriac.as para,
nos termos da lei, dar*se o emprestimo era
bonus.
Parece que essa medida apreseotada como
uma pro'ccj&o s industrias s visou libertar
de difficuldades quem procura repreeotar o
papel de salvador, como os fados vierara de-
monstrar.
Nos primeros tempos da crise, qoando se
aflgurava de transitoria, mas, de facto ernquun-
to procuravam-se os maios de a evi ar paia
nao cahir ao primeiro embale, havendo espe
ranga de vncela, tomou esta companhia com-
promisso- que preeochessem o diIi*il de sen
saldo para satsfazer os encargos com os ere-
dores o6r gacion'stas.
Quando se experimenta uma difficuldade
qualquer na vida commercial ou io:iustrial,
qner com o carcter de ser transitorio, quer
era caso possivel a superado, nao se de-e d-i-
xar cahir immediatamente sem lanjar mo dos
recursos de que se possa dwpor: foi o que den-
sa com esta Companbia, e donde se originara
os compromissos coolrabidos com os Srs.
Knowles & Foater e com o Banco de Pernam-
buco.
Continuando, e maisaggravada, a crise, sem
esperanga de vela minorada nem tfij cedo
desapparecida, sendo tardo?, inuteis, uuprofi-
cuos, se si viesse a obl^r os meios to ios an-
lemente procurado, por ter pa sado a opportu-
nidade, s nos restava resignarmos-nos a pro
cur-r um modos vveodl par que, embora
sem lucro, mas tambem sem correr prejuizo,
poiestemos aguardar a passagem da crise e
ento ver o que se poderia e se devena ao
depois fazer.
Nessas condigOes interrompeu-se o paga-
mento dos juro- e amrtisajo dos empresti-
mos, pela impos8ibilidade em que nos chava-
mos de o cumprir.
Fcilmente comprehente-se o effeito que
isto prodoz-o e como ficaram contrariiidos os
obrigacionistasQoraota falta, quanto erro nao
se procurou attribuir a esta Compaohia, mas
s conbeeidos porque nSopagoo seos cempro-
missos.
Sabis que aqu veio,um emtssario dos mes-
mos obrigicionistas, examinar a Compaohia a
o estado d seus negocios, e ao depo:s anu
uvemosum repneseniatite dos referidos obli-
gad uistas, para servir de fiscal, nos termos
da le. va
Nesae entretanto ante a eminencia de uma
greve dos operarios desta Compaohia que jus-
tameute pediam augmento de salario, mas que
nao podamos alteoder porque o saldo entre a
receita e.despeza nao ebegava para isso, alm
da opposico que o repr-wentanu. dos obnga*
cionistas fazia a qualquer accrescimo de aes-
peza, fon restabelecido o aoto prego d'agua
fixado na le, plo qae esta Compaohia poude
dar.aogroento deaalari' a seus operarlos e
restabelecer o pagamento dos juros dos em-
piestimos.
Depois disto o que r stava era ajusfar o pro-
curado e desejado modus vivenJi qua permi-
tissH a esta Companbia ticar tranquilla a res-
pello dos capitaes nella empregados, perce-
beodo eada qual um lucro rasoavel, e provea-
do-se s nece-si 'a les ill.ns urgentes.
A ouvite do representante dosobrigae'onis-
tas-live que seguir para Londres para en ten-
der-me com a commisso ceutral delles a esse
respeito.
Bem qulzera eu relatar vos tedas as minu-
dendas da negociago, exhibir-vos a corres-
pondencia trocada para bem avaliardes do oc-
Corrido, mas a bem dos oterease da Compa-
nhia preciso ludo calar e apenas dizer vos que
o accordo que ti com os obrigacioataias foi o
melhor que poda conseguir se e qua era con-
siderado impossivel de obter-se, e julgo-o
como muito til aos interesses da1 Companbia.
Fcilmente compreh'.idereis qua resiatoele-
cendo-se as boas relajOes entre es'a Compa*
nhia e os obrlgaeiomsta, relajees qn* compre
eslreitar e nunca perturbar, preciso tudo es-
quecer para nao reproduzr descontentament03
que podara ser prejurficiaes.
>'o entretanto Bao posso nem devo oceultar
qualquer documenu. que quilquerde vos que-
ris ler e examioar.
O sileoco da narrativa s pode prejodicar a
mim, pessoalmerne, *Bas pretiro Uno, prejudi-
car*ine, a que possa soBVer qualquar dtmuo 03
interesses desta Companhia, cuja dirscjo me
fui or a m.
Em annexo encontrareis a tradurgao de ac-
cordo, cujo orig'oal est devtdamaate legali-
zado.
As principaes disposijes desse accordo sao
as S'guiBle-s :
l=Os dois a' nos de juros em atraso ricaram
capuahsaios por meio de certificados veacen-
do os uiesmos juros dos ttulos a que se refe-
rem de modo a nada haver vendi o exigivel.
1I=A amorlisajo desses cerufleados'come*
jara pelo meos em 1901, e devera flcar ter-
minada em 10 annos.
IVA Compaohia comprometleu-se a an-
tecipar e augriienlir o resgate dos certificados
e a amortisajo do3 emprestimos com o aug-
mento que tiverem suas rendas disponiveis.
v=Para o p.gamento da divida do Banco
de Peroambuco, os obngacionistas abriram mfio
da preferencia que nnham sobre a rendada
Companhia para seu pagamento, a' cerla sotu-
rna uiensal para qoepossam ser pagos os juros
e rf.sgatado o capital da divida em 10 annos
VI=A divida doB Srs. Kn-wtes ft Foster
tHinbfin ficou consolidada era ceruficajos veu*
cendo juros de 6 /<>
VII== orapioraeiti rae a demonstrar-vos ser
de conveniencia para esta Companhia que 8eja
coO'.-edido aos obrigacionistas o propor-vos o
noraede alguera na conllanja delles e que me-
reja vossa approvajo para desernpeobar as
foncjis de Uirecior, ad instar do que se faz
em outras Companhias em casos idnticos.
As outras disposiges eo communs aos con-
tractos de-sa iiature/a.
Lomo vedes, um verdadeiro mndus riccidt,
desafogada a ompaohia de obrigajoes pres*
si vas, e sob esse pon) de visU melhor nao se
poda obter.
Mas quanto a recursos para mnHiomnentos,
foram biHalos osesforjos qoe empregoai, a
nao ser perdeiido a C nnpanhia sua autonoma
quij fleando era peiorss cundfjes no fim de
ceitj praso, pe que enteBdi ser prefenvel
aguardar melhores tempes.
i umpro aqu o dever de raaoifestar a gra*
tido d que esta Companhia devedo-a aos
Srs. Knowles Foater, especialmente ao sen
associado Sr. T. F. Kuowles, pelo muito que
izeram p lo harmonisaui nt > de todos os in-
teresses, sem pre'uizo de ninguem.
Agora cabe-me iraiar da cada um dos ser-
vljos e negocios especialini nte.
| 'MaWa.NCI AES g;
Melhoraram mui o as con lij :s dos manan-
ciaes desta Coraoanbia depois da volta da
chuvas, fazendodesapparec-'r a posigi atemo
risante em que no< achavarnos.
Ao mesmo tempo que augmentou a punjan-
ja dos mananciaes, nao permaneceu com tan-
ta inlensidade uma das causas de eofraqueci*
ment : a vaporara >.
Os manauciaes lornecem a quantidade d'a-
gua a que obrigada esta Compaohia em vir*
lude do contracto que tem com os poderes p-
blicos.
Todas as obras que ah existem, quer gale-
ras quer pojos, que apanham as aguas, achara-
se em muito boas conJig>-<, o que verifica-
do em iospecjes perioncas.
As ni. tas que circura iam os manancraes,
e que s objecto de particular cuidado por
pane desta i.ompaohia, como urna das garan-
tas da pujarrja dos meamos, continuaram a
ser convenientemente zeladas.
Infelizmente multas vezes n-urfieieute a
acjo desta Compaohia, quer peta faiU do po-
der autoritario quer pela falta de uma utilissi-
ma lei que regule e garanta a conservago das
maltas.
VILL* OP-ERARI
Para garanta regularidade do trabalbo e
a pr- mptido nos coucertos, mxime a noite
lia 10 naos passados. iniciei a orgaoisajo de
uma villa operarjria ao derretor da Usina
em dous Irmaos e na Pedra Molle.
Assegurada a oommunicajo para esta cida-
de por meio de urna h.ha telepbonica pode
se tomar qualquer providencia com a maior
prestesa, tenlo a certeaa da sua immediata
execujo.
Nada pagara da alnguel os operarios nem
oe empregados, porque os seus salarios esto
calculados,- tendo-se em coostdorajo a gra-
tuidade-da casa.
Em Dois irmos ha casas na villa e na
Pedra Molle. Alm destas casas ba uma ou
tra grande- em que est o escriptorio e tem
serv io de residencia aos engeaheiros que ah
tem tida a t'ompaania. Ua aa*ia i- na cochei-
ra e estribara, onde esto os carros, carrojas
cavallos e bois em servico ; varios armazeos
contando grande quantidade de matanaes
machinas e ferraraentaa ; e ou'ras esas situa-
das em i utros lugares apropriados em que
morara trabalhadores vigas.
A. excepgo das casas grandes, todas as do-
mis so de laipa, o que exige conservagio
mais cust sa, em vista da fragiliiada da cous-
truego.
ijj.iudo as con-lijOs dos neg ios ineino-
rarera, ccovm construir orna villa operara
m is extensa, porm inleiraraente de casas de
alvenaria, pois, com certeza, dar boa remu-
nerago ao capital que for nella empregado.
USINA DOIS IRMAO
O melhor possivel o es a do deslw Us na,
quer quanto ao edificio pr.priamente dito,
quanto aos macbinistas, achando se ludo qua-
si como novo.
No edificio ape-ias se tem feiao o que se de*
nomina de limpeaa e acceio, porque outracou-
sa anda nao foi preciso ; a nos machtnismus,
alm dos trbateos de limpesa, (em se execla
do pequeos reparos deviJos mesmo ao pro*
prio funecionameoto, alm de melborameatos
que a experiencia tem aconselbado.
A grande cbamin de a.venara que ergoe-
se a grnete altura, apenas rejuntada, sem re-
boco, na parte posterior, mais um dos attea-
lados da excelleote execojAo das obras desta
Companbia, provado dorante periodo mais do
qoe suficiente para paientear qualquer de.
feito.
O enorme deposito de carvo, muxo a casa
es caldeiras, tambem est ara condije* ,,
como se novo toase.
* No entretanto o maxbioismo trabalha incei-
saniemente, dia e noite, com excepgo do que
est de reserva mas tempr* prompto, oo tra-
balbo ji vai ae toreando pesado, como vereU
da tabella junta.
___




tilia rio de Per uaui buco


Meses

2 i
8 2
_ -a
1894
Main
Junho
Julbo
AgOSt >.
SeK-mbro .
Oaiubro .
Novembro.
Deiembro.
1893
Janeiro
Fevereiro
Margo
Abril .
5
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M
II
1
23
23
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23
23
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12
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00
47
51
24
00
27
726
703
729
726
710
738'
720
737
741
657
744
704
M
21
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08
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s
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QUANTIDADE Di OVA
Elevada por
me: litros
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27
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3*
42
39
43
M
('insumida
pnr me:
litros
174,867,000
174,366,000
172.705.000
161,365,000
178,296,000
196,407,000
203,8,2,000
221'258,000
212,974,000
178.328,000
170,000,001
172.399,000
160.M5 000
180,536 000
195,572,000
201,641,000
223,279,000
=
I
ti
7.612,019
7,24^,440
7,373102
6867.554
7,6i5,240
8 212 830
8.101.680
9,3*7,8.'3
211,05 4,000' 10 122,213
215,098,000 258,214,000' 10,577.924
257,731000 234,!'42,000
64,586,0001 260,083,000
10.622,553
11031,790
79.44
79 53
80 44
80 14
79 40
79,72
78 54
79,17
73 8
79,40
8! I 00
79,81
o
a
Si
3
at
e
rara, raa is o s palia ier obra ta naca o 0 pecu mximo porque vendida moa 0 prego d'agua aqu <(p 200 n o metr.>
coii'8 (oi. MgT eKal ao nt ai prep commum e geral, rabino guando o canino f.-t'T-'- a 2i <'., 8 oe
ai) isio que era davido a civili-ngSo de tn- e ao pieco "abelecido ua ftn. 400 ris su o cambio *anr a 12 !. podando
Si a agua nao ieio p la e?tar sojeia a puren o prego atingir 414 rin su o carariio
mercanca, nflo ileve cnsutuir aniCaOieot-i formiis bauo, sendo este pre;o c limita na*
ansa fonte de lacnaxa, porque turnr-s hia i simo.
Despedida
Joe Bo*M* Nrt'-es, rrtt rando m te^.
purariaineuta pnra j'ir>;>*, i s.ide-*^
pelo presente da -us aaiiM i trajea
ibes r.ffsru.'e 83 : r :-' *
77,931
75,310
83,120
74,878
77,180
87,980
83.430
109,750
707,950
78.200
100,630
103,001
lcOU^ulIUJO ti nUUIIIu
da Usina Americana em fornecor agua para o
acude do Frat, rorqu^ sendo islo hito no in-
"de atenuaros tffait da tvaporacao oas
naac ntes do Prata hs fort-e chovas encarre
S"'ae diaio, como soe acontecer nos lempos
lampos normaes. .nr
RESERVaTORiO
E.s ootra prova da excelleiUe exccuco das
nlira* rtPSlO l.oUH'aiillia.
eTeservalonc, U de alvenan,, solar-
rado coheito de aboba las/WS 0 m-.tru, d-alto
ra d'aRua lera se con envo como se novo tosaa
sem apresenlar o m-iior d-fe lo. a IMOOflW
nlacao, durante os 8 annos em que ieiu ass
Si a foocc-Dar, desvie a sua cons.rucgao.
Melbor prova nao pode ser exMbida.
O, uros de animo em dois cantos dos la
ludes a" vallas qu nao escmenlo as aguas
Hnvwe- a gramina qua n-unas torras nos
Sludes/.mped.ndo as de serem arrastadas o
a relro que cobre as abobad* do reierwto
ri as pUnlagO.s de baha as encos.as do
Son" 'uno au summa que se refere ao ira
"ervat'or.o, acba-se no m-lhor estado de con-
*"**' ENCALMEN! S
Sao i deconid-s mais de 8 anr.os e qu
esse'encana menos l.n aaUdo em cnst.oie
ronccioDamenV.aal-apr-asa-, aOb exper-en
S de lodo o gene-o e que bem .lemo.istram
sa excelleu.. qu.l.dade e seranea de pro
longada dur.igio
tos aeculoB atraz, desapnareceo all como en
lodos os outr. i ligares em idnticas cotIi-
g6es, sanio ub^liluido p^lo recimo moderno i
que observa se por toda a p. i te. i qu isi unposslvel o loniec-'l regularmeni-. N > cidade le lielern, capital do Estado do -ts e Ibes r-Sirn.-e
Ni Rio le Jmer houve cousa idntica qus | p.ra t'-azer sgua pa^a abastecer urna cida le Para, o prego d'agua e-a .le ISO 0 por meiro Lisbla 1 no P^rt oaiJ ** a-:u rr.
parece nao ter sido bem comprebendlda, om 6 preciso executarobras importmtes, de gran- 'cubico, foe quai loase a taxn do cambio; e Oatro sim de-jUr* a deixa -irrO'
pelo m-n>s ma itite'prea tu. de custo que s esiao ao alcance de associa- ultimuneiite, leudo a Compmlna sido en -aui mmmmim Comm "cia-e
S epontrava-se alt aua de b^ qualidade g5s. luaaa palo overno.o pn>eoiO reduxid, fidan* t9*a" y e"" '. s ... .'
grande distancia e a grande alturs. Alepn dissi a agu nao destinada nica- ,do efli 500 ris, o que tnais elevado d i que part wUroi a juaici-t o n h. a mea
BsMT-ae entJo em gro de civilsagao mente a ser vendida as casa*, teto a preen o daqfli. '".nti-ira da AliUjU'!"^'- iuifeeaM oi
idntica a romana. I cner n^cessidades publico de ordem hytjiea I Na cidade d- S Luiz d.i Maranh&o a ijoa p^ixut,, e [). Co" lo tfO e .
O Ooverno de enta i Uf rnn aqueducio qu j ca, e as obra* leem a safsfazer um cunjunc o i-ra Tendida i 770 lis o metro eobleo. mis no
conduiia a< aguas para o u mado chafar z da de utilidades pubocas. dou te orovm a Badea' a ano prximo passado foi elevado a IS500 ris.
Vejamos alguns exemplus estrangairo*.
Antes de tu io preriso clima a a t tenga i
Becifo-283-9.
,'a'ioca a varias i^rneirjs e.^ diverso* pontos : sid.id ? do abastecimento d'agua ser ui.ico e
da cidnde. feno por unii s entidadeqne nao s nbngo<-
Ahi j diverpia do systen romano, porque se a satisfago do que in:ernsta a BOOimnnhao 'para o faci de ijue nao ;-e deve laze o paral- ilc<<|c-I neste a agua era semp e caoduzda por canas: aocnil, como lambem pira evitar a concur-er lelo de prego a prego. ,. \rA,,\
da alvnaria, ao paaao a* no Itio, depois do ca qne, nesse caso setia rol osa. PJ Boroim as despease denomina/tas de pri- ahuuio u.ptwa u /\ 'i .
Chafari* da Carioca, a agua era distribuida De helo, em ves de um cap. tal empegado i muro esiab lee, indino s > mullo menores do d <-se para Poft-ifral, so pS4|<
"as obra:, Daveria tanto* quaiito* tossem os que as'laqut isto o eti-t) da co ;s ru i.a i da* Ejitateiir, i.o p o p lap-eet-z
concurr-'ia-s, e cada ora dnltes daveode Urar|obras, podendo'se mesmo asseveT' que aqu y^ ^m ^^^^..^ ,|H ^ a ***-
laairoa c m rjuetn 'n ret nha rt es
r i ran-
I ,,uc
por encanamento de ferro.
!dns esse sjatenta de din ihuir agua, na'u
ralissim naquepa epo a, liavia de solFre
Se
era
er loero correspondente, para qia podesse eonti las obraa cnstim (res veces siseis caras. Ama
u os eff-itos da Cvoiugo, como a ooar o forneciniento d'agoa o esia tornar'i* Inoieng", a explorago de noi tu aqu
lll i mullo Cira.
soffre
bora
me
differente do que occorreo s |ui, ei
qoe
e Irauara
preciso lulo preparar, secresda qne o solo das
es-rad.s e ras em que foram KWMiHM
concluido por aluvia ou aterro, de s-rande
compres-o, e que por coii*euuinte desie
dU, facilmenie, abatimentos q'i
o afrouxmemo o as juntas.
E*se inconveinenie esia paasalo desde mu
lo, boje e rara a junta que *"".**
que oi enc-namentos des a ^aj^0*^,
cem a eslabili t-de e s guranga dos mellioe*
encaoamentos que se p i d^seja-.
E'verdale que em quest4i.de interesan e
para encob ir talla aecusouse a es a Usopa
hia de estar coin seus eiicanainentos careo
mido* como s^nao bastasse o bora senso para
responder que s. fosse verdade os encanainen-
tos nao poderiam resistir a presaoso agua -s
tariam eslourar a enda momento, no BSWe
tanto nenhum caso deu-se. as Jg
canos nao p esentam perceptivel diminuido
na "-"-"dstribciqXo D'AGUA
Como de cosiume, loi regular e constante a
distnbuigao d'agua a esta ciiad.-, setn su-fer
a menor reclamagan. _
Atnla urna vez nao posso deiSsr de ch..raar
a attengao de quem comp-tir p.ra os mo d
em que fot col.ocada e*ta GsWHkK rolles
esses qu-, nao obsia- te a meit.or vonlade que
se tenba, nao tinto oUrapassar, mxime de
po's de tantos sacrificios leitos por es a uoin
panilla.
a.-olu p- lo couiracio que teta a rom o Uu
verno du B-tado, a quautidade d'agua a que
somos ohriga ios a distribuir de 8 a 10 nn-
Ihes de luros por da; no entr ta:it", n
aino que revi-no a d -t ib ig > ]4 ailingio a
8 miltiOe*, ehoj' vae alem de 10 mili 6-* p r
ola, o qu'-, p ir cerio merece ser loruiioem
consideragio.
Ejse faci :>tn la deve prender mais a at-
l<-ngaj se atl nder-se a qo-, nesse periodo
apenas navia era funcciunim oto pou o mi*
oe 4.0'0 p-nms d'agua e qoa a cidade t-m
cerca de 18030 cas s COBteado oasis de 20.000
I abit;g5's.
Ao mr-smo lempo cah--m- infirmar qu s t
rouito avunado o numero de popn -tinos que
solicitan) s collocagad de peonas d'agua em
SUas ra-us
CHAFARIZES
E' ain la o rresro o numero dos cbafariaes,
ai-hun i -*e elles '-m regular eslado do func-
conamento.
Tein se dado menor c ncuTencia n"l|H5, ,li
minuigao de rend", a qu; uns aiiniiura a ef
leito do augmento do numero das penn.s
d'agua, mas eniendo quj a c.u*a 6 inteir.
mente ..utr-a, pois o augmento anda nao at
tingio a grj de poder causar qualquer influen-
cia.
* v-rdadei-: cau*n o e earecimeWO do
transporte, d-v do a prande saluda que teiu
navido nos saurios. Muito do* que se oceo-
p.vam n.'S'e misier t n dado diversa ppli*
eac&O a sua a tividade, co b renjoneTaci me-
iii t, e,n la-ga escal, s isto nao iiolia deixar
de induir na renda.
Vera nono a f/undade tratar aqui de uma
qu 'S' que de temp )' a lempos *e lev Hit i,
embora desticad .m nt-, sera repercBsaan, da
i'ver se dar sgna grataitauaeoie nos ctula'i.
zes.
Na* al i *, Tillas e n#qo->oas eidades, onie
a popnlagto mono ledaaida e pobre, no
com-gj de povoagao de um re^io qualquer,
a Muc. eipali lade costuma mandar construir
um agude, f"a do povojio c .m o pro luc o
do* iiuno*'os p*gos por lo les, e nesse agude
a p<>pula ra< buscar a agn de que caree.
Km algurais localidades, p.ir.B, colluca tor-
neiras no pareda de represa das agua* para
que cala nm pis*a fater sua provislo d'aaua
sera m-Tgulhar o balde n'agna, e a essas tor-
neiras iiiiom nam cbafa-ues
As antigs bicas de Olindi leem alguraa pi"
rilade.
Em - prineipairnente romana*, Milenaria ostenta'
(ao di grandes*, conslruiram se que lucio*
que conduzam agu i para as pragas onde a
p ipulagao ta se abastecer, obras essas sempre
construidas a cusa da naga', e 3in geral era
o producto do traballio do escravo.
Em Rj.aa por ex-mplo, onde a ponida a-
nao poda obter agu no propm local, porque
nao ttavia e nao p i lia se unlisar la que exis
lia na ci-cumvisinbangi pois a Uva conturai-
nada pelo germen palustre, ievido aos enO'
ui*8 alag.dos que lauto prju licavam a sa le
da popuiacan foi necessan indispensavel,
trazer .itjua de locares I wniqoos. cora ) o fl
como so
de no*sa civilisago
H ja o cnafi'U da Carioca ex'ste seffl t f
neiras, como onta reeor iaga->, e minias t-em
siio as applicagfies a tir->e-liies, sendo a ; ni nt) d'agua em luda a parle do mundo elvi-
ultima, qu parece realisar ae'bs, a de eflts(io lisado.
de tr .ssnay. \\t par* qne haj n m 'ii ipoli.i preciso qu
As toroeiras li-t'ibu (lis pe.u ci lade eso o governo interreiiba para qne nao sendo
na* iiie.*ma< i uudigOes. | al)U*o DO escesSO do p'ego.
Onde pois exHte.n as torn:iras g-ataitis ni Trata'sa pois de u ca tBercadora (psnnii*
Capital F deral ? luir me a expres*ao) cojo prego de venda nio
Lela-se o ligo 20 do regolamsato de pen* i ts sojeito leis da ollera e di piocdra.
as ifagui. espedido p^lo urerno, boj que lsse prego, em geral, 6 Usado a prlori ora
vem deiTin 'ii ido qoa a p'Oporglfl qoa f'** } ponco arbitramsota para cala caso especial,
tmbem inulto mus ca' una colige-
O mono olio reconhecido e a lop'adocomo nere na Europa, qu>r quanto s tjanos quer
natarala da propria natur-.z. do abastec* .qaanto aos oHJeclo* iiupuriados^-sendo a i la-
ca da nii'i* dd dos* i
lm muitns do x-mpl is que v.mos citar
Bem 0 preciso ter aitengao a es e !cio.
(Covtina)
fl!8Ll(I41jES 4 PIIWH,
rir i
Cfl]
[lEBnn
I..l<; Gommcrcial de Pernam
buco
COTAgoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praea do Recife, 31 de Marco de i8g6
Cambio sob'e Ljnures a visU > 8 5/8 d/s, p. r
1JO0O do banco.
O 1) residente,
Antonio Lon=roo Rodrigues.
O secretarlo,
Joao Leop' uo o Kego Villar.
s
Cambio
Os bancos ab'iram torn a taxa de 83/4 bre Loodrts a 90 d|V.
Pelo meio uu o Bao.-o de Pernamboco ssccon
a 8 I3|I6, taxa qoe ee to noo sarsi, realizando
se neno;tos regalares.
De t-.rde o mercano moa.-oo-fe menos Brme
e bstxaram p-ra 8 3|i
Em papel pan colar o> coostoo t-aossccSo.
Tabella das entradas de assu-
car e algodao
MEZ DE MARCO
ENTRADAS
Barcsgas I a 10
Animae* > |?
E. F. Ootril. I J
iiem de S. Franc. I a 2
I lem de Limoetro. < s 1
Vapores. i a 28
Soroma
es.
3 3
ai *
48171
5597
18308
1043 1
73742
2j03z9
si compl''tin'io o* eneaoaraentos de distrr
bmguu, em cad distrieto, fo*sem BDoarimidas
as t irneir.is publicas.
1). laclo onirs aii polia ser a snlngo dsads
que adoo'ou-se o -y-i-ma obrigatuno le du-
tribuir agua as casas, sj*leraa *':guilo onde
*e obedece aos diciames do pro^res^u e da
civisagao.
Ni ver ia le, se ha auna em tilas as casas,
de que servirn os chalan z* '
E exacto qne na parte mau c nliads di
Eu-opa e nos E*lados Unidos da HB'riea di
Norte, corn rar ssimaa ese.epg6e6 080 *e
chafara, nao os ha, mas 6 porque e le* sao
inu'ei*, o fornecimento daon cas*s o 1
giiono, nao para lar ou sogmanUr o prora -
to de quena a fornece, mu como o comp Ia
melo de um preceiiu de bygiene.
Enquanm caminhamis cora o nossd estado
ocia', para -Utenler ao foro ;cimeillo d'iLU
da algura-is Localidades qu- pr ::.* ira d-l
p ir --'
ua C
procori1 d--se ier nn coiisideragaoc uno ponto
de parida o valor do servigo prestado pela
agua.
N 1'. 1 porem ra lis vartafel do que esse pre-
go, iiverili-and niuii de ama lucalitartea
oot'-a, principa inen e conforme o vnlor das
oh a* a axeeular
Si por um lado o publico quer aga pelo
meo-ir prejfo posa I, poroutro lado oioguej
v.il erapregir s.u capitel aem ser em basca de
remuneragai, s-m o que i.'Kuom presaraseu ; tantos do partido republicanu feue-
diniieiro. I ntl de Pornatnbuco, ctunuretn o de-
,,.e.v lconc-bra;reun,a. de c pi aes ^ Aq .,i1T,,1T,i.np a v> S f[l|t,
O tli.'l 1
I Partido repablicano e-
aeral
Ci reular
Illm. Amigo c Sr.
Os abiixo assignados, repre&en-
pa a u'ii eiBp'en
prnuablda ie d
de c pl aes
idiraento qnalqoer sera n iver
locro ?
ver de communicar
aohando-se design id
Qoni -ao rrustita* as-xp'dativas* p'o* Abril proxirno viudoufo para a ei i-
.,ne remedia, o mal, p-rem. onoca aanier ^ ^ U|U seiia(ior ao Congr -
Nacional, em virtud
cu
prejoisos
Alem disso qmnd > se faz ura ajuste ou enn-
tr cto quaqu-r e tinujdo "O Uaees ce las q 1*
possam reiular as reUgOts da Compannu,
da renuncia
!o Dr. Joaquim Corn" t de Araujo,
eeito rovofiiailor, candidato 11a
contra un pire le. lie i r a a."li d'POIS
oue se i"t-olutir p ir ama abanara 11 na mo-
da do rlr d h.iut 1 d'asaa. deixiu ti sdaMQ'
le orrer 30 li'-ros d'aitn'.
Ora do* typo* de anparelhos foi ui'.e tni
pdo Sr O-Wild JJrowo, eu^euheri ci.msu!-
tir da i:omp*nhi-, o otttro pelo Sr. W O.
Kent, fabricante de liydromeiros.
Urna obwvagao para te-minar: ao pas*o
que vende *e aqui, nos chafarUeS um balde
dagoa de 30 litros por 20 rn nos OBiro Es*
lados em que ha aliastecnneu'o d|
des vanoges pelo que a elle faase reUr. II
Ca, CO P. la*'', 'III do utir que o noicu
pad a 1 mmeuriu do mu.ido. Mas decebido e
1! s rgaiiMkto no^so pa ir-i m -oea-io, qu si
-vi risa la OOSSO O i*u, ImIoS procur.nn
I iser roar os uregos de -m* inerra lorias em
1 igao no ouro. uuiea liase d-' prego <: que de
ra sr g-r ge'at N"--t o-d-m de 1 leas o
Oorerho P*d*ral, r-inoa B-taios permiui-
! nm que as la ifa* de mu las esVadaS de Ierro
d.v.-rsis servs l mente 10 eamoio
O proprio Governo Federal na determinago
le
nisado o prego o mesino, mas a quautioate d.. valor do maia importante impoalo, o oe
m-nor .mporiago, lem, ora estab-leeido pagamento
PBNNA8 D" u UA em ou o, ora faz >n 10 o baixar oa prop .rgio da
alieratao do valor u'aqu I
Durant o annn Coll .earam-*a 310 pennas B' fuste, e o uu.co meio correlo de fstsr
laaoanova*, f-charam-*e. no- diversos oti- negocio, referir os pregos a uma monda rea. e
v 188 *endo 4115 o numero de pennas d'a- de val r coaslanl-, Como o ouro
coa em uncouanen.o em 30 de Aoril del A rejira esUbelead. par., rete Comnanh.a
?oq- "IW-,OUd", ,que pjre,.e M approximar, por ser vaiavel o
Doas quesiOe* srbre as pennas d'agua teeni prego. 6 meo npl- ta e improfi 'a, po s nux-
,a il ,1,1^ Hi.-z.r '- bi tinta Uisru.i- eSt.tO>da pcU le. para regular no r.-gim-n
las n^p'*-".ei r de vo'ar a ellas mais norm .1, 6 a qas prevalece tiesta c.unpa, 1.;-
" P reliro-.ne ao prego d^agua e ao hj- como mximo qusudo a uineda ettf desvai,.-
, rada, sendo de mano* de Balada par o refl
T^ins-'procurado fnser crer que a agua aqui me normal o que ijjostra o qu.nto msoffl
inreceu 1*10 q-ie alia h je ina.s car.'.eieBie ero qoalqn-r sentido
me vendida do qu- laan o foi e s-u prego A-gora pr*ss..ta >s al.un; dalos conpara-
c
O
0
49)1
1132
2904
2157
6U5
4150
21939
C'oiaces de geaeros
Para o agricultor
Assocar
U8los8, por 15 kilos. .
Crvvalisado. 'dem idee
Braceo, por 15 kilos .
Somenof, por 15 kilos.
Mascasadc. po' 15 kilos
Broto, por 15 klloj
7*000 a 74O0
61200 a 6*800
5*600 a 6*40)
4*600 a 4*800
3*600 a 3*800
3*400 a 3*800
Relames.......3*000 a 3*200
Algodao
CoU-89 a 15*500 os 15 kilos, procedeaciss
do serto e de prompta eotrega.
Aleool
Por pipa de 430 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 linos 120* nominal.
Coaros
s-ccos salgados oa base de 12 kilos 1*010 a..
1030 ris -nJa e refogo 676 o Kilo.
Verdes 6J0 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 16 kilos.
el
Por lOOfOOO nominal.
Exportaco
Raclfe, 31 ae Margo oe 1896
Para o exterior
Ko vapor allenaj Capoa, para New
Yo'k, carreearsm :
P. Carneiro & C, 2 798 saceos cem 181,400
Uiot de uincar masca rado.
= N ^apo: ngl.-i MossrU, pa.aNew Yo k,
C --fga rni :
D. i uvi>, 4,800 pelies de caroiro e 53 700
ditas ce C Ora.
RossDa k Brome-s, 3 818 pellos de ciroeiro e
I0.33 'illas de cao-e.
Na v*po- nuroeuoense Sif. p^ra o Biitl
cj, ca-revarara :
B. Wiin m< & C, 50J fardos com 88,587
kilos ae algodao.
Para o interior
No vaprr nacional lid'ioa, para o Rio
Grande de Sul, carre(frtrm :
Pcinloal & iil'veira 30 saceos com 2,250 kilos
de assocar Draoco.
V. da Siiver. 350 volomes com 32,265 Utos
te a-au r biaaco.
M. da Costa Mo-eim, 300 saceos com 22 500
kilos te assu ar crneo.
Para Pr.r o Aleg e, car-egarim :
3eltrio & Irmao,600 aesos com 45,000 kilos
le asou"a- Or neo.
N. M d E rido, 5 barricas com 24,075 kt os
de assacar banco.
Para Pelotas, carregaram :
M S. Man. 50 barricas com 5.300 k lo* d-
assocar braaco.
Pootunl & Oltvelra, 200 voiuaes com 22,876
kilos de assucar branco.
No vipor alleuiao < >pro'.i p?.ra Smtcs
carrejaran :
P. Piato & C 20 pipa enm 9,700 Iit os de
*lcool e 200 barris com 17,400 ditos de agu ir
dente.
J. T. Car-ei'0, 400 saceos com 24,000 kilos de
i'ancar b'anco.
Para o Rio de Jraelro. carregiram :
G. de V-scoocello?, 1,000 saceos cam 60.000
kilos de assocar bun'o.
M Esiaty & C. 499 saceos com 2.0OO kilos
de assocar branco.
Ci-noaibii de Melbcamentos, 1,297 saceos
Com 77,820 kilos de assocar branco.
No vj or oaciooal Jacubype, para a Bi-
hia, carrega'-am:
A. R. da Costa. 30 cdxas com 600 kilos de
doc*.
P. N. da Milla, 12 caixas com 96 litros de
apil.
Para Macelo, cirrejaram :
F KoirUues C. 2 uaneiros com 40 kiles
de tapioca e 3 caixas com 36 kilos de velias de
.;era.
Para Arsicaj, carrezaram :
Cos'a Campos & C, 2 caixas com calgados.
P ra Mo-im, carregon :
J. de M>cado, 6 barris iom 270 litros de vl-
obo de cajo
Na vapor nacional, Jaboato, pa-a Ca-
mocim, fsri'ee ,ram :
P. Vtanosi fc C, 4 latas com 60 litros de al-
eo,. I.
Pera Haios, carregaram :
O. Pinto C. 16 caixas com 348 kilos de doce,
10 barris enm 880 litros de agoardeote. 10 cai-
xas c m 100 ditos de cognac e 10 ditas com
10-1 ditos du Reneftra-
No bl;.le Aurora 2**, para o Nilal. car-
regaram :
Santa A-aujo &C, 100 caixtg com 2,300
kilos da sal o.
= No niaie Anzealioat, para M.co, carre-
garam:
Bsrboia A C. 10 ci'xas cicd 70 litros de ci-
dra, 14 bans com 700 ditos de vlnbo de (roe
tas 2 caixas com 15 alto, de dito ae ditas *
dit, c-m 8 ditos de cap. 4 barricas com 98
ditos de ceiveja e 20 garrafes com 280 ditos
de genebra.
No btiite D. Jolia, para Missor, carre-
garam :
. Vieeai & Filbos, 5 bsrris com 450 litros
de vlracre.
No biie D. Anlonla, para o Arjcily,
carregaram :
2P Alves ft C, 25 barricas com 1,833 kilos de
assocar br. neo.
Barbosa & C, 30 barris cim 1,200 litro de
' 270 litro* ele genebra.
Na barcag Rozallna, pira a Paranjba,
carregaram:
Couipanaia de Drogas, 2 barris com 180 litros
te aicool.
ene
m
6 alto : engao pirf.it,.
_____________________________________a>]a>BjajasjssMsn, B^BaAs^natsanaassiini
i.S. a-smaraiaT Tr^xas coa 44 litro*
decervea. 9 ollas com 81 dli -je> id"-
duaacom 20 d l s ne COgoe, 1 dita cora 10
ditos deve.rmoub 2 diHs en Ib aiwa "
aeneb', 22 b i oros e 3 isas com l8i Jl os de vmhj de
f'aJ n' osreaga Cor eio do 8sls'. pa-a N.tal.
C'7 FVrnadeB & C, 4 bsrrieal cem 84 li ros
'^NjVi'sti Jalla., para S. Lnz, carre-
^"Larlfises & C, 4 : sis ciai 3 litros de
niara.
Rendlmcntos pblicos
ALFaJIfiBGm
Mei di Margo ue 1896
Renda geral :
Oo dia 2 a 30 1,843 899* 191^
dem de 31 .i37:947*4io
Renda lo Kstarfo :
l)o da 2 4 30 t6i:387*39S
dem ae 31 37:507*940
1.981:816* 36
701:895*33 +
Totil
2,683:712*074
2* secgao da Allanaega de Pe.-uaau.uc-, 31
< Marco de 1896.
O ebefe da secgao
L. F. Oodeceira.
O itiesoureiro
Lu* Maooel R. Valeoga.
RCEBSUOiUA D'l BSTAOO
197:69.*215
li v >s.
* carttsa com melancia a 450 rs.
2 cargas ci >> ojeiio a 4*0 rs.
19 argaa com eiforetJ a 450 re,
46 cargas con li'isfta 3 > '*
10 cargas ^(" ri1
6 rgss -oui fctias a 30 rs.
1 o Solnos a 1 '*.
64 IBSB'SS a 3'X) re.
l cono, com eameirus *Ki
8 BOnp. cus 8cia 1 u- I* 5i) rs.
8 comp. cora rressur:, a ti s.
70 cornil, con, (aseadas a ? -s-
H comp. com comidas a I#u50 r3.
49 comn. com fardaras a 450 r*
1 4 -omp. com farinna 6vi ra.
46 riOBIB. com talos a 3*000
*<-'0'
**
i*-t'0
13* Oh
3*'t' 0
1 80'
in*U00
,9ii'()
18*0 ,0
8*40ii
7/2,i'
140*000
J2*tio'i
*".r>"
68/4"0
ij8*u0
RendlmeJtO do dia 1 a 29
RRCIFE DRAl'UGB
Reo la de 2 a 30
dem de 31
51.792*361
4 2b5*n93
36058054
lloviinentu do porto
N-vios eotraiins 00 dia 31
G ixislad (Noruega)-43 dim>. paioabote no-
rnegoen* Scclides,. de 7 toneladas, cap-
:ao R. Nralsen, eaoipagem 9, car^a madeira
e iolos ; a ordem.
NcwYiik e escaia-23 diis, vapor ingles Kly
semao, de 1556 torelafla*, commaodaue W.
Roye, eqnipsgem 27, c?rga varios gneros,
s H. Forster & C.
Macao60 d'as, patacho oaciooal Coelho I
de ?36 tonelada*. capSo P. Costa, equipa-
pagem 9, carga sal; 4 ordem.
Navio sahio no mesmo da
Babia e escala Vapor brasileiro Jacnbype
commandante Mananno A. Andrade; carga
artos gneros.
Mossor-Hjata n?eional #0. Jolia, capi'So
Laoreotioo F. Costa ; carga varios gece.
ros.
N-.w YofiVano' allerjia) CaDoa.4 comman-
dame I. Muller; ci'ga vanos geeros.
Ueresdo Msnteifiai de. J*
0 movimento deste mercado no sil 3) de
Margo (oi o tegoints *
F.ntr*r,m ;
40 bois pesando 7,938 kilos
265 kiloa de peixe a 30 ra.
9 compari con mariscos a 130 rs.
4 ditos com caraarOeu a 150 rs.
36 columnas a 900 rs.
2 cargas com galnbas a 750 ra.
7 cassnaes com galnbas a 450 rs.
2 cargas con ilbo verde a 450 rs
1 carga com amendoim a 450
2 cargas con batatas a 450 rs.
2 cargas com bananas a 450 rs.
2 carga com macacneiras a 45o rs.
1 cargas com cebollnbo a 450 rs.
10 cargas com gerlmns a 450 rs.
15 cargas com verduras a 439 rs.
4 carga con canna a 450 ra.
3 cargaa com Uranias a 450 rs.
2 cargas com Inbame a 450
1 cargas com loacaa a 450 ra.
7*950
1*350
*600
31*400
1*000
3*150
*90i
450
*900
* 0i
*900
3450
44300
6*750
14600
1*350
*900
547/500
15.951*950
16.4*94430
.-Tecos do dta :
Carne verde de 4'") a 1*200 rs. o kilo.
Sainos de 1* a i*2t0niem.
Carneiro d 1*2M) a 1*500 dem.
Fartnha de 600 a UOOO rs. cois.
Silbo de 700 1*0! rs. a cola.
Peiiao e 1*200 a 3*200 a cota.
Novios esperados
De Cardiff
Barca ooruesu^nse W.nooa.
Barca norueecense. Sal.
Birca norueg .tse Dicia.
Barca noraegoens Au*'ga.
De Londres
Barca n)rnegnense D-iroth-v
Do Rio de Janeiro
Barca porlnzuex* V. da Gama.
Birca alleuia F'ieda.
Baca dluaoiarqnesa Dmel.
Oe Terra Nova
Ligar inttle Heldra.
Lugar lugles fnu'atir.
De Pedas
Patacho allemRo Finar.
Bs:ooa p.rtu^oeza P'irceza libel.
Vaporea a entrar
MEZ 0E ABRIL
Ville d Rosario da Europa, 1.
Fiaimun* da Eu opa, a 1.
Branon. do sol, a 1.
NOe. da Eorcpa, a 2.
Sao Salvador do nort. a 2.
Salier da Eoropi. a 2.
M isart do sol, a 2.
Cnili da Eo-.pi, a 2.
Belg-aoo do buI. a 3.
Orissa do sol. a 8.
Itaparica da Europ, a 5.
Itaparlca la Enrona, a 5.
Oliud do sol, a 6.
Uarat.bao co norte, a 12.
Trames da Eu-opa, a 12.
. a-i tic Prince de New-York, a 13.
Cljde da Earopa, a 15.
Espt"'o Santo do sul. a 16.
Alaie do norle, a 92.
Vapores a sabir
MEZ DE ABRIL
SiOtia e e'O. Sprott. a 1, as 4 horas.
Bueuos-Ayres e esc. Nne a 2, as 2 horas.
Bordeanx e es:. Cbtli a 8 as 12 horas.
New-Yo k Motarl a 2, as 3 horas.
Rio e es". Sao Salvado; 3, as 5 heras.
Santos e esc Vilie de Rosario a 3, as 4 h.
Santoj e esc. Salier. a 3. as 3 oras.
Hamboru e esc. Belgraoo a 4, as 4 horas.
Plymouth e esc. Ori883 a 5, as 12 horas.
Sautos e esc Itapiricu a 6. as 5 horas.
Santos e esc. Iiaparici 6 as 4 norar.
ManAos e e'e. Olinia a 7 as 5 horss.
R o e esc. Maraobao a 12, as 5 horas.
Boenos-Ayres e esc Thames a 12, as 2 h.
Buenos-Ajres e esc. Clyde a 15. as 2 hoas.
Maoaos e esc. Bspinto Sialo a 17, as 5 b.
Santo* e esc. Asla' Prioce a 18. as 3 h.
Rio e esc. Alabeas a 22, ai 5 botas.
Siutbaspton e ese. Ni.e a 26, asl! horas.
da Repblica, o D R e Siiv
uore cid ara inte o i.isidorad ? ura d
mais 'listict >s "slailislas 'lo novo
rgimen, sabendo impr-se ;i con
1:1 a publica pelas suas luzes, aery-
s dado patriotismo e per fe i ta orien-
tacao republicana.
Poltico do mais elevado mereci-
mento e um dos funda lores do par-
tido republicano federal, a cuja or-
ganisacao e forca em todo o paiz se
deve o advento do governo civil,
ninguam o excedo era esfDrcos pela
victoria das boas ideas tendentes ao
engrandecimento da patria.
A escolha do Dr. Rosa e Silva para
presidente da Cmara'diis Deputa-
rj ta Federaeaemduaa sessjos conse-
cutivas, pn,va evidentemente o sen
alto valor poltico; esto ficto e a
maneira correcta por que tem sabi-
do dirigir es trabalhos d'aqueUa casa
do Congresso Nacional devem en-
clier do mais justo orgulho a todos
os pernambucanos que vivamente ae
inleressara pela prosperidade de sua
trra.
Geralmente acclamado e hoje un-
nimemente reconhcido pelos conv-
tigionarios como obefe, n'este Esta-
do, do partido que o apresenta can-
didato a urna cadeira no Senado Fe-
deral, o nomo do r. Francisco de
Assis Rosa e Silva se imp5e por to-
dos os titulosaos suffragios do brio-
so o independento eleitorado per-
nam bucano.
Cortos de que, com a escolha de
tao digno candidato, foram ao en-
contr dos justos desejos do partido
qu representara, confiara os abaixo
assignados que V. S. se dignar de
empregar todos os legtimos esfor-
cos para que o partido republicano
federal prove mais uma vez as ur
as a sua pujanca, pela ^oheso dt.
vistas que reina entre todos os cor-
religionarios.
Antecipando os satis agradecimen-
tos, subscrevetn-so com apreco.
De V. S.
Atentos amigos e correligionarios,
Joaquim Jos d'Almeida Pernain-
buco.
Jos de Cupertino Co&lho Cintra.
Francisco Cornelioda Fonseca Lima.
Herculano Bandeira de Mello.
Dr. Marcionillo Litis.
Dr. A. A. Pereira de Lyra.
Miguel Jos d'Almeida Pernambuco.
Luiz de Andrade.
Jos de Medeiros Albuquarque.
Francisco Teixeira de S.
Eduardo Augusto d'OUveira.
j 11-1,
d' miz id i, e i z 1:
[he* rece se> s s-rv 5 t
Lu-boa
Dr.iit-' tua l ti-sm arra-
la 04 de to ,>K s 11- aegseos, m Srs.
Ma o 1 Fwnande V 11 ao, Aai Mfa
icio h Antonia So 1 a L09 a.
Illuminaco Publica
ALBRliTFMKXD & C.
A( l l BUCO
Vil
Desde maito prelendemos mostrar
a utiilade e ranl.igeo d.i luz I ctriai
coDearn-ntemenle combinada eea
illum'ma(;ao gaz e apruveiUuaoSi
para isso, o ens jo qa oos
mi artigo da Ilustrada reJac i h
Provincia, afim de est-*rn
conceitos sobre i i materia.
I, n lo o Govern i ElstadoaJ .mi-
do coocurreoles para illumn
clrica, publica e partiealar, disto mn-
aiciuio, foi aeeeila nossa pr p a,
jastamente, por ser a man wwl i
Occorrejp Hlanlo. qa ronc'u las t
obras da Usina Central ,i poMic i -
der livreroente e?alher oa -
elec'ricidade, ti nform fof n im t
veniente a seos inleresses.
A Hilrodoccao da laz etretrica Rif
Iraz oenbumaugm into [<* <
o Esta i' ou para os parlien ir .
S imenle osconcessionarii ai
o st-u capital e o seo Irabai.
Sapposto prove m:tl a ilhi
eleetrica, os coocessiooari a p rderio
Qeeessariamente o capital en
porque uenhuma iadeoMUi ;lo a
reeebcr pelo seu insocecMO.
[si i de crio nao ac k t pot
qu se os eonei ssiooarios n
l'arulieiii
A' bi prima Bi4a Prsnclsoa d? Gusnco
Lobo pelo seo anniversano natuiicio de hoja-
lde Abril de 1896
Herminia de usroao Carv.ilho Lesar.
Abracamos a noss irma Marn Francisca dp
GusmoLobo, por completar hoje as suas 16
primaveras.
l=Abrll-97.
Maria Julia.
Mara Adehiide.
Maria do C.;rtco.
Carlot Albsrto.
Francisco Just niano.
Frederico Leopoldioo.
Oleguiio Marianoo.
Congrstulamo-n-s com a excellent prima
Marta Francisca de Gusmo Loco pelo seu an-
niviTsano natalicio de hoje 1 de Abril de
1(06.
Jos de Gasmao Carvalho Cezar.
Cesara Candida de Carva bu Gusaiuo.
Anoa de Gstalo Carvalho ezar-
^450' Pijmoat esc. Potos a W, ae II Horas.
Despe lida
Severioo Minios, rearan'o se p.,r aluom
tetrpo pa-a Europa, de-meCe-s" des'Os amtt s
pedi-ilolae aescolps i,o o faser pe:s-nlmnt .
por falta de'"raon ; a i> 'os, p 'rem, off^ie-p ,
st-n limitado pre.-ttaio eul qualautr parte oode
a s>rte o condese.
Oat-os m:
Declara qoa flcim eoearrecarios dos ato>
oeoclo8 oe seos bataotes pescaradores. os
, rdem em qoe vao eDnmerao, os Srs Jof
Rodrigues 6jdcI'"*, Francisco Jos da Siiv;
Goimartes, B'mo Meoaes Sabotldo e Sera.hioj
Meodes Saborido.
Recife, 30 de Marco de 1896.
Sevenuo Marlior.
sem convictos da certeza do r*.*iilta lo,
alo ir.a'i embarcar em Bffocio duvido-
solafl afollado capital, romo preciao
para montar a illotniMM^ki efei
indemnistr a Empresa ia Gas,
Eraqoanta a ilumina<;"i !''trica
nao estiver perfeitaiiMSiit n
concluida, os cow ni,- Bio
abandonaro o acloal sjatei s-
minaco publica.
Ora, qaaodoo publico t,-ti! a rato-
Iba dois syslemas le iLnmin is-
do um o elctrico, com lo ba oa pi
gressos modernos, nao n pode ai ra-
mente dizer, que iiui' em peores ,.on-
ilii.oes do que actoalmentei
Alm da concurrencia dos s aji-
temus de illumiiincau, deve lar-i era
vista o progresso econmico 6 indus-
trial, que Iraz orna empreza c>n
nossa, aogmeotaado o consnm,,
sendo una escola praliea para in i-
tria elctrica, anda ha poac<>
cida nete Estado.
Nao ha possibilidade i!,' pnU
particulares perderem um ceitil coa a
nossa limpieza.
Tratando-seda redticcao de 111:
nal, cujo pessoal est em dia cam M
progressos modernos, sobre BBodo ad-
mira-nos a tlieoria de que dem -te
Eslado conservar a lluminacio de
porque com ella j acliamo-nos a
Itl 111 idos.
Antes das Estradas de Ferro, cha-
vara accostumados o andar a cavao
du a carro ; mas, apezar dos cm no-
dos, que olerecem taes meios de I
mocao, acceilamos o progresso. A
electricidade, que fez a Ulafiaalaia i
a lelephoni:', o plionographo c agora
a photographia dos corpos opaco-
pode ser consiJer.ula um ensato, uma
coisa ainda quasi desconheci.l
mundo industrial e cuja apaSc*
illuminagao seta ccntra-imlicado. Em
trente de tal theorir, nao deviam ler
passado do azeite, que alias OsfenM
menos perigo do que o gaz.
Levadas as coisas a este porto po-
de-se al.como aqoeHe ptnoMfajji de
Vulcao do Lama fazer-se apolo-
ga do analpliabetismo porque o anal-
pbabeto est ktn de ser jurado. A
illuminacSo elctrica j funeciona em
muitas eidades, lano de Europa como
na America do Norte e Sal satisfacto-
riamente. ,
Lancamos uma nata sobre a esta-
bilidadedailluminncaoelec-nca Esa
no um ensaio; e uma mi Hall
perfitamente concluida dos compe-
tentes e do publico, lodos aqu c-
nhecem a nstallafo elctrica da
irada de Ferro de Caruar, embora
pequea, sem aggregados de reserva,
traballia ha tres anocs sem a mnima
interrupeo.
Os technicos sabem de tedas as
condigOes para bem ob]ectTal-a.
1 ittefl

^l



filiarlo de Pernambnco Qu&tru-fcira 1 de Abril de 1&SM

I
*

* i


A installagao e a distribuifSo da
energa elctrica faz-se de accordo
com as condicoes das respectivas cida-
des. Na Europa, sendo a populacao
muito densa e aperlada em espaco re-
lativamente pequeo, adistribuicao da
luz nao se pode fazer. como no Bra-
zil, onde d-se justamente o contra-
rio.
Entre muitos exemplos de perfoita
eslabilidade de illumioacao elctri-
ca, podemos indicar a de Berlim, 1.a
seccao, Mauerslrasse, que de um s
ponto fornece luz para 15' 00 lampa-
das incandesceules de 16 vehs ou seu
equivalente, desde 1888 sem interru-
pgo alguna.
Comprehende-se que a uzina deve
ter sempre machinas de reserva, para
no caso de imprevistos desarraigos
nao liav r nenlaum solugao de conti-
nuidade no servico.
O modo de medir a electricidade
coisa facilima e conliecida. O consu-
midor lera no mostrador a quanlidade
de energa elctrica despendida e com
urna eiplicaco saber o funeciona-
mento do medidor.
A electro-technica progride diaria-
mente : mis as grandes installaceos,
jastamenle porque sa. dispendiosas,
sanenle emprega-se os invenios, que,
por successiva experiencia, provaiem
bem.
A inst.tllaf ao que pretendemos con-
struir tiesta cid i le ser de accordo
com os progressos verificad s no
mundo iledro-l clnico, li nao se
comprefa me que fossem os abando-
nar taes progressos. somonte porque
bouvesse a possibilidade de qualquor
desarranjo.
Nestecaso, tambem nenlium pro
gresso seria possivcl, na propria illu*
minara > de gaz.
A ili'.iminaeao elctrica gmente
deixou dedar bons resultadas em al-
gnmas'ctdades, porque se lizeram
nellas Jinslal'aces defeituosas. Isto
pode acontecer com oulro qualquer
systema de illuminacao e com todo
quanto trab ilho, mas. pelo amor de
Dos, a etectrieidade nao culpada
da impericie de quem se ulilisa della.
Todos que estiverem em Pars co-
nbceoni a brilhante lluminacao el-
ctrica do secteur de Clicby Fsla
lluminacao foi ornecida c montada
pela Sociedade anonyma de Gon-
strucedes mecbanicas de Belforl, de-
pendencia da Qnna Siemens e llalske.
Feilas assim as nossas considera-
rais a illuslnda redacco A
Provincia, continuaremos nossos ar-
m EitA Assi FALLAM
E cheguei a ficar quasi assim !!
Soffriahorrivelaieute dos pulmOes
mas grabas ao xarope de alcatro e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tieo Honorio do Prado, o irais po-
deroso remedio cjntra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido
con^egui fcar assim !!
Cempletainento curado e bonito
Fabricado na pbarmacia e droga-
ria HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
Deposito--Drogara Pacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 18500.
PernainhiieoPhnrmacia Ameri-
e maRa Duque de Caxias.
Jigos
a nlcnores.
Recite. 31 de .Marco de 1896.
Alberto Frend KC.
w
O Sr. Petronilo M->noel de 01 vei-
ra, rei ieute> na Raz da Serra da Etr> l-
la, sctfria f-b-e, taM pertinaz, ponta-
das e V' mitos ; fieando cupado com
meio vid o do Xarrpe da Alcatro e
Jatahy, d-r Honorio do Prado, que lhe
foi licrec do por etnprest mn, pelo seu
amigo o S-. Luz Goncalves, padeiro
da v;sii'hai)ga.
ASTH iA!
Cura-se com alcatro e jatahy, Eu
era a.sirn, do pharmaceutieo Pradu.
DespeJida
Jos A. da S.l?a Lape, embarcando
hoja para Europa, j.fi.n de i..z> r compras
para o eUabrlaciment An Paraaia des
DimetB, pe"'e esc.alpa do, pe'a pres'eza
da aua v:u,' m. nao lii; tar sido poaii-
v:l des bo s amigos e tregueze?, o faz pe.!
presante, e ofordae asus limitadla pes-
timo.
tocife, cid3-93.
Aviso
Pereira Pin o & C,a participara ao
commercio em geral qne ms'a data dis-
peaswram dos neos servigoa o sea em-
Dr-gid i Joaquina Pinto Lapa, o que fa
zem publico para oa devidoa efieiloa.
Reeife, 31 de Marco de 1896.
?
Inat.l i es.ecalajSo que, iatroduzio-
dc-?o n*s mnis santas profistSaa, aprr sen-
t n tj fnadic-.mantcs com pomposos
titules, precoaisando-os contra as moles
tita em geral, visto estar o publico
acautelado contra tSo gabadas panaceas,
e saber que cda affecgSo reqner rtvdi-
0'T*i'to aleqabdo : por sso que, nBe
bacante a ootideravel concurrencia de-
vida a f-.a popu'aridade, o Elixir de
Peo, na di Grimaolt & Ct* cntinua a
ser o producto excli sivamenta rere>tado
para gastralgias, pitaites, e outras fiec-
gBes das vias digestirs, que grassp.m
actualmeatt'.
-aO
NcS n-vrilg.a, e dores de cabeg1
getnpre com s Capsulas de Quinina da
pelletiar que se obtom promptameuti alii-
vioecar. Nao smcede o neimo oom
oa aovo* saas minar-tes proputos, ha
muio terops ; o estomago revolta-se com-
pte*man-e, e pjdem manifestar-se com
plcc5aa do lado do cjrac.aV. As capsa-
lh* do Quinina de Ptlletier nunca proda-
zm similhtntes accidentes.
A fumaja do tabico nociva aande,
qunndo perem o asthmatico toma um Ci-
garro Indio de Grimault i C, ello est
oerto de aupprimir a asthma, a oppresso,
a toes* e as soffocscSei.
I'ranciseo Pedroda C'sinlia
Prcsbytero Secular, Cavallteiro da Orden,
de Ckrtstn e Vi gario Collado da pa-
rochia teidad de Sd> Jos desta "pro
viiicia dtSamta Catharina, ele.
Alies o qu" (en t" Das "i por reces o Mioral
CathariDeoso di* Ranltveira XaBOB !>E AN-
> i I O CO^HOri") lOM l'OLU 'E GUACO, pre
paracfto Jo* IHm*. Srs pharmaeeaticos liauh-
no Horn & Olivelra, schel que es*e sarape df
benecns pminpio eflVitonas affeceftesdos or-
Ktaa respiratorios o que aiBnuo in verbo sa
L' Udada de 8. Jos. 8 de Julho de 1888.-Pa
itj Fruociico 'dio du CunDu.
Mais de 50 mil p^ssoas residenles era dive
toa Balados do Brasil stles ara a eicacia Jos i
grande medica osnio.
I>< pasito
NA
Drogara Braga
INPLUENZri
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reacfo febril, bronclio-pneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre gr--
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molesi.is de "-"gana, insom-
nies e tosses sujfocantes ce lem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia n-
flala
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutieo
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clinico r. Martins Costa.
US grandes resultados obtidos pele
Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
mento da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excep9o, residentes n'esta cidade.
I*ernn subco
}.
i)
II

a
Instrumentos
para banJa de msica e orrhestra.
Vjolioo*, violoes. flautas, caixas
de mus a e realejos, grande sor-
liureaio >em de deipai.har.
RAMIRO COSTA ft C.
2-Rua 1* de Margo >'.2
Limarla Contempornea

O Kauliveira
E' o poiloral mai? efficaz, mais barato ed'
goslo mais igra labihsaimo : Da Dngaria Bra-
ga 9 era tudas as pharojaciits.
apelarla
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tOes de |3bani^:a para participacao
de caaamenio e naicimento, excel-
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TodOB 38 mdicos receitSo o Peitoral
Catharmente como o tnico medicamento
contra Tosses e Bronchitee
I> 114X. til \ BU.lbi.l
((Jornal do Commercio
Do Kio, de 26 de Noverabro de dei89.
Recebemos dos Srs. Goncalvea & C,
urna garrafa de C g ao B azeiro, fa-
bricado em Pernambuco pn'os Srs. M,
Veras &t C, Este cognac, cuja materia
prima segundo nos diz^m,tda natural,
est muito bem fabricado e fot premia-
do na exposigo Universal di 889.
aO l'azi)
Da mesma data
Os Srs. Go calves & C, enviaram-
nos iim-.ammva do cognac Brazileiro,
(abricad>.> no Estado de Pernambuco pelos
Srs. A. M. Veras Provamos essa b-bida preparada por
iuduriaes brazileiro* e podemos garan-
tir a pureza do producto naciunal, que
deixa, nativismo parte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recorainendamos aos apreciadores de
cognacs essa nova mana, que p'O ser
encontrada na ra ao Rosario n. 82, m
asa dos rem-!ttnt s, a q iem ag.-a tase-
mos a lemessa.
Para que os 1-itores avaliem do m-
rito rease pr ducto nacional, dremo-
que ella foi premiad' n* expcsi^o unis
versal da i889, em Pariz,
Jornal lo IBrazil
Da 23 d Novembro.
. Os Srs. Gonfalves &. C, mimosear'm-
nos com um garrKfa do Cognao Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paiz, fabricidj pelos Srs, A.
M. Veras & C. de Pernambuc'.
O tCognac B azileire nem em ajre-
sentagao, nem em aspecto, nem em gosto
i iferior ao eBtrangeiro.
Assim o juigaraiii tambein entendidos
na Expjsicao de Pari >ra 18^9, poia
premia am-j'o cum menea honrosa.
Gazeta de \oticius da Babia
De 23 de Marjo de 1895.
Da acreditada fab ica d >s Srs. A. Ms
Veras & C *, de Pornambuco, rebbeme
urna garrafa de Conac raz leiro que
achamo- excellante. juigando-o superior
a muitas marcas qu uos vm do estran-
geiro.
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d 8 mesmos fabricantes.
/ graUecemos.
Correiode .noticias da 11. iiiu
Da mearea ('ata.
D'e.-t- conceituada casa coram-rcal,
fs'abeie la ra Duque de Caxias, em
Pernambuco, rrcebem s amostras de um
Cognac Brazaro, qu-< o Sr. ph-rma-
ceutico A. M. Veras fabrica no estabele-
cime >to que hbilmente dirige.
Recominondamos essa pruducto da in
dustria nacional, que aln de ser npre-
cavel pelo cuidado re seu fabrici, de
prego reduzido e relativamente muito
in- ihor do que outros expostos & venda
ero n sso mercado.
A Sr. Lyra, agente da fabrica e dro
gana, agradecemos.
FALLE.
HYGIENE DA BAHA
(Copia)
Usacdodasattribui Oes que me sao con-
feridas pelo regu'.amento 'an'tari1 em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sentados comprovando a analyse ea licen-
ga concedida pela Inspectora Geral de
Ilvgiene do Estado de Pernambuco, con
cedo licenca ao Pharmaceutieo Antn o
Martiniano Veras para expor a venda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccao.
E, parac nstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assi;u -o, se re
gistrar para os devidos effeitos.
O inspeC' r.
(Assignado) Eduardo O. ', ^sta.
Secretaria da Inspectoiia de H iene
a Babia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Cr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de4$400.
N. 2.872-Rs 5S0O0.
Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Baha
O fiel
(Assignado)StV' M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Babia, t
d Julho de 1895.
(\ssignado) Dr. Muniz Barrete.
tDITAES
S.pjl-oips: Ai'oalo Jaramiao A:v->s, Gly
i.i Eipin'o Saalo e /.uto i
r.'ira dos R'is.
cero Cio j EipirUo Saoto e /.oioa.o Ve. ,e,''" coo ,,,n,0f, t;wem p.lwrsi-H-
Garrafa 4^500
Duzia 25^000
Faz-se descont na proporci> da
porUDCa do peddo.
iin-


II

Papel pintado
para forrar sala?, quartos e corre-
dores ; franceses, inglezes e nacio-
naes, a pregos sem competencia na
Livraria Contempornea
Ra 1." de Margo N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias da ae-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto) v
qier hora.
Vaccina animal
Dr. B&siub iie OIivpim visa qoe con. <
partteai-rmenle cult'var a taceia n njti,
ac e'taaio cbmados para vacciaago corn lym-
pb' animal.
RrsMcncia, roa do Hospicio o. 46Ttipho
na o. 365.
ConsoltorioLarco do Corpo Sanio n. f5.
Telephooe oMi.
EITAL
Servico eleitoral
O teopnte.corooel Joiqoim Alves A Foospc,
presidente do Gonceliio Mooicipal ao -etifa.
idZ iBer a qnem mirreasar pus- de accoroo
com o 1." 'to art 39 da le n. 35 le 26 de J -
oeiro o- 1891 qu ih.-i dita desii Huios abslxo mencionad s para ooa mesiios tur
lugar no d>a t8 de Abril ,->'( tid a elncao
Diri preeorhiojei.tj da va^a de oro snalor
fejeral, ibera pela reooa>li do Dr. Joquim
Crrela de A'anio.
FREGUEZU DO RBCIFE
s." SfcgSo
Edirlcio da Goropaubia HsrnaniDa ana, onde
dferao totr toi'o* o el ti?, rem a paiavrapnmeiraescripia com Hu-
a enramada.
Sao membroa da meea es se^ulnus ile.ic-
res :
Sfftxtvos: A'itoalo Pedro das Nevpr, Cinrti-
ds Ales Fatfir*, Aoto. i Carlos Mendoi>c>
Ac>ioiy Felino Do.u,io Ferreira oeloo e Ai-
Irt--o Kerrri'a Piotr.
Soopl-ntes : Anion-o G mea de Alboquerqn^
Soo iunc, Ammcio Gjag.lvca Coixora, e J.ao
U yi^ea r"reir Manx.
1* ^ecca^
Ghi <-a ordera ou Ar*cuai de Ma-inha, ond
di-ve vo''lo oh os eie tires cn)oa tnolo
lUereui a p-lawra-Ee^UJaescripia com tin-
ta Mu-a i.ia.
Sao meojbroa da m za os se^oio es eleito-
res :
fir-tivo< : Adul.iho Casar da Silva, GiMino
fase Han y, D-. Aol
pD<> Cu 'ba e Cae'sno J 's t mgilvej da Fjoit-.
Sucpleoies : Broxiiio Pen-i-a osio Cesar e Jos F ancisco de Pajla.
3* S-cgao
Sobrado o. 137 da roa do Pilar, em qon
'unecioia a t-gc li oc sexo feminlno, 03d* dW
e ao ini*r es fleltores cojoa uta'.os merem a
palavri".erceirae3i;ripta com nota coca-
na a.
Sao siembros da mesa os c.uiales elei'o-
rfg :
BSectiron : Mi-.oel Fer-eia Bar'o'o lonlor,
0 y pi : oe Pau a Mi lia 10, Mino-I Lope! ..
bi-ii, Jos Oaooo -ios Ps-es Bsios e Augus-
to Leopoldino d Silva Kevea.
SoiipicniPK: Gmlno'me Fer/eira Pinto. Lat
Corris de Mezquita Csrdoso e Joao de Alari-
da Bastos.
fHEtEZIA ME SANTO ANTONIO
4 Se< gao
Ao ar terreo do P go Maoieiptl, onde deve-
rio (otar io'oj os eleilort-s cojoi u u'os uve-
'em a i'auvraqueraes:rlpi com tiala eu-
Cnr'iada.
Si'j m mb'os da me.-a os sagaiotes eieitc-
re- :
Etf-ot voj : D-. J laomm Toia^o da Fonteca
Cbrisllaoo da Gara L na, coronel Francisco
Fao-tho de B'lito, Au^unio M.riatio Fdico
Elias Potrpilio.
t)oDplt-uiM8 : Pedro Aiexand'ino Miia e Sil-
va, A igualo Jos Mauricio Wmderley e Jjc
le livti a Meo.
5 Se gao
lyceo de Arte e Ocio?, ooie deverao volar
toles 08 eleiii-res coio-. ttulos tiv-rem a pbla-
v-a qti'ntiescipta com tinta nncaroad .
Sao uiembros da mesa os segu oles tleito-
re" :
Etfectivo; Dr. Artbor Heri'ique dp Albs-
qa>-rqoe Mello, D'. Argpn.iro Alve Ar^a, Al-
be to da Silva Mira da, Ctdsy Juven.I uo llego
e Alomo Lene ne Far as.
Sjpple ts: Pala N icaelra CiMI, Jo3o 'toa
SanIjs Jorge e Amonio Gjrmrco R-gueira Pio-
lo e Souta.
6.* Scgo
Theairo Santa Iaanel. o de deve So vota' os
eleiiures cu,os fillos tiverem a pnlavrasexta
"scrita cot unta encrnala.
Sio membros da mesa os eeoioles elr-iio-
res :
ErT-Ttvo: Dr. Jo de Godcy Varcmceos.
Jote llana da Costa Carvlbo Pedro Bap'ista
Carnti-o, Dojoioroj Joaquina aeve e Aoiosto
Gcngalves Qa ftlta.
SapDleD'p : A > onio da Silva Mcraira Jn-
nijr, Joao Ro3riKaa8 Siraiva e Francisco Houo-
no de Sooza Good">.
7.* Secgo
Sala do Ju-y. oo-ie oevtro vitar tolos O'
e'e; ores co)O ttulos tiv*rem a paiavrasen-
araentinta cem tinta encarnada.
SSo membroa da mesa oa saguiotes elelto-
rea:
Effdtivo : Antonio Macario de Asis, Vi to-
i.i.o de Aragdo Ebia, os Pereira de L tnajor Aon nio G-acinoo de Gasmao Lo o e Jo.
l,n iii-io Greeo.
jorpi-nta- : ot M-ft! r'.Tio de S oo Ca8iaoo Maia e SuvaeFcrtaoatoGornes dos
Pasioa.
8' se g'o
Esola da ra dn Cmboaco, oode rteverao
vmar os elei'oren rujos litol i livereo a pala-
ir^0;ia=.8criptd com tinta en-arnid'.
Sao membroii oa meaa os sp^atotes ele to.
p' :
EfT-ctivo-D Manael F">nci-no Barro R.
en, Ri-a-do Jos Carrea Lima, A- hor O. da
Silva Ramos, Augosio Figueira e Julio Cesar
K-l ao
Soriplentes : Dr. E'rydio Beser-a Mm'poe-
tto, Joao i.anclo da Coila Prateres 9 Jos I-
beiro doi Saoto?.
9' secgao
Es-ola di Pateo do Ca-mo. sobrado r>. 18 {
aunar, onde ceve ao votar Obelencren cojos
titilia tjverem a paiavra Nove.acript* com
tiotaeocaroada.
Sao meoibros da mesa os aeguintea eleito-
re?: _
Etfj(to*: D-. Mai.aqoiss Antonr i Qoigal-
vps, Jos Moiteiro P--n>o, Augusto Cesar Cio.
apiro de Maitos. Joao Godof'edo de Moara lioo.
dim e F a ici-co Albaqaerqoe Mello.
Soppieoie-i : Francisco Augo-to A'pias, I i-
oeo Araojo Cesar e Jo> Leopold.oo Cynllo de
Oliveira.
10* secgo
Ra da Paima o. 53 escala de D. Lu la Ame-
lia de Druso-oond, onde deverao votar ; elei.
lores rojos titolos tiverem a paiavraDecima
-senpu oom tiota encarnada.
Sai memoros a mesa 03 segaicies pleito-
res :
ElfCtivos CnrisUaoor's Gura Lobo Filbo,
AcgQ: to Ferreira de Carvalbo. Joao Feiia Uli-eira B Beo iqoe e Marceliino na Costa Bell".
Sopplen-es: Polyioro Bo-laitajue Pereira
T'ixeirs, Tneodoro Betieo e Rodolpno Pe ni a
Forte.
II* secgao
Roa do Sol, escola da profeasora D. Matia
P ancisca de Barros, oode deverao votar os
eleitores rujostlialcs tiverem s palavras-De-
cima p-imei-a e-criptas cam Mota encar-
oa*a.
Sao memoros da mesa oa eegaiotea eleito.
14" se'i 1
RuadeSa Rna, esc alad i professor Cy-
nl o, casa 0. 9i, .ole de vern rato- oa eleitu-
ns cajos mulo- tuereu as paUvras-=-DeCima
luaiae-c*iptas coco Un encrnala.
Mo meuibrua d* me a os segotites ti -Uo
te* :
ElT-rt-vo : M'finpl Rod'igo'a HigoelraL''
ra.f Praxede da S iva GuioSi', Aoacleto da
S iva Hamos, Jlri-io da Coala Ga .alno e Vi
cente Licioiu -a Costa Camneilo.
S'ppleoie-i : -o-onto J, de Araojo Filbo,
Aotonio Jaouario da Silva Moara a Podro La z
de Ol.veira.
15' saejio
Ra Vidal de Negraimg n. 15, e"nla da pro.
fe8 vei'o, oiiii deve o votar o eeitoie^ enjos H.
to'os tive-ain ts p-davr^s Dcima qai :ti es.
crioi-s com tiota encarnada.
Sao membros da meaa oa se^oitites elelto-
res :
EiT;:!vo-i : Antonio Semiano das SJ*rcs
P'uto, b-(i)amlii Constaot d 1 Cu ma Salles, JoSo
P- cando de Casto Mjn.z-s, Franc neo de Bar.
roa Lima e Frao iaco Fe x de Millo.
Soppene<: Franciio P.re a da Co'ha,
Flrano Baptia a de Ulivei.-a e Atiealo Ces .J r-i-a Caldas.
16 siegao
Roa Marq-.-ez do Herva n. 139. socola la
professora u Miru Dromm'ol, m e d->v--rao
votr oselelto-et rojos it'Oloa tive'em as p>.
hvrasDdimi eexla escripias com tima en
ca-na a.
Slo meoobros da m?sa es eesaint^s eleito.
re< :
ET-ctlvos : Affjoso Frenas das Chacas, Jo.
r- Mina de, Linos D Jarle, Fer anao Urbo ' Carvalbo, Ii3)cencl Jo te Miraoda e Fe.
Iix de Fr nga Lama<-.ni Mioe|f.
upplen es : Francco das Cnanc Monteiro.
Ignacio F;rreira dos mi.-s Gilvo e Istro
aiarlono Cesa'.
i'' ser-gao
Estago Nava da estrada de ferro de C'-aa.
rl, on ie OHVPrio vot.r os eleit >res enros tita.
los uverem as palivra.s De ima felimaes
crip'.as com 1 na eoi-a-nada.
Sao membros da mesa os seguales elfito.
res:
Sio membros da mesa os s'ga utes ello.
re- :
Eff-c ivos : D'. F-liciano Anlr G->mes,
J So Ce-ar:o de Azevplo, Maoo'.l Piilei-o, J >.
Al ves da .Slva e Vir aro Severian Games
de Casiro.
Snpplerjt-s : Jiaqaim Jo- deOli-eir-, Ilde-
fonso Lacio Mon eiro da Franca e Jo5o Fer-
rri-a .e Al:anla-a Bitos.
18* Secco
Raa de S Joo, antga isia;S) da estrada de
Ferro oe Ganaar, oi-ie d-v rao voar os eM'
|u).i oava-e.-criplas com Uva oca-nada.
Jl Sao meoobros da u,eza os segolo:es eieilo-
e :
Effe:t vos : Jiaqnim Robe t> Gurr 'Ses M-
ooei Odlcn de Lima Vi-e- Erne to Xavier
lo.- Santo'. Joao ParMra du N.sc nento Silva e
H-'loioro Carniro P"ira Rio--ll .
Suoi'l*-nies : Jo- ld-fonro ie MHo, L-or
co Eainbariio d Souza SaLto* e .Aexaaore
. osSant'.-s Selva.
19. Se-g2<
Ra Cirooel Saansuna o. 211, p.icola do p-c-
fessar fbiiom-ino. ca e dee 5> vitaros ele.-
tores cojos t.tolos tiverem as palavr nona e<-ripias com t-ota pricarnada.
Sao membros da mzaos segaiblv'a elei c-
^es :
Etfecrlvoa : Pedro Satyro de Sillea, Jo^
Anac e;o do Nssjimenlo, Jjsu Mara Avoly,
a-niii J:u-r > r Franchco d* Foaseca -tosa*.
Sapnleaies : los Miria Ferreira Fr.og, Joa-
qoim Cavaloat Barreta e Custodio B. a> Silva
Gjimaris.
JO 5ecg*
Rn Oitpnla e Nov, eseola da nrofrsao-a D.
Antooit RlaasenStai ds Soa a Rmeiro, ond-
devero "o ar oa eleitores cojos litlos Uveram
as nalavrasvigsimaetenpta cota tinta ea-
ca-na"a.
SSo u.embros da meza oa sega'mes elei.o-
Tf8 :
ELTectivos : Manoel Jcaqoim Bip'isia, M oel
Arcbanjo de Senna Santos, Alfreio Caro-ir
Kibsiro Coeibo, Mmoel V. Soare e B-oto
Fe'rei a da i.'osta.
SupplnitFS : Frederico Henr qap da Silveira
Tavarej, Jo- Ignacio Ferreira do Ligo e Vi-
cente trzerra Cava'cant.
FREGUEZIA DA BO.WIST
zl S-ngao
Pago da A'semblea, oode devirao vo r os
eleitoiea cujos ltalos tiverem as palavras vi-
gsima primeiraescriptas com tin'.iencima'
da.
S~ mexb'03 da mesa oa seguin ea eleito*
re :
Elle t ves : D'. Anbur Orlanlo da Silva,
Joao II cnio Peiro', Ablio Pereira da Silva,
Antonio Eo nimio Viaooa e ArcbmeJes de
011 ve ra L ma.
I-ce-aina ---ti.nae-cripta com tala encamad?.
Sao m-moros aa mes os segototes eleito-
ros:
Eff-ct v)s:-Lai Vernal, D-. LiJolpbo
H.sbelio G rrea de Arrojo, Mmoe! rioiSaa-
os Pimeotel. Lunario At-lCt Lavra e Fraocif
loLvio ue Carvalnn.
Sopp e es :Dr. O lotfeo Vi 'O', Dr. MiOoel
Alves Vi I-la o Luz Melanio Franco.
J8* secgj
E-"-ola di profeseor Rmeiro. Cimnho NofO
n. 27, (Conde da Ba Vsis), onde v.nalioa
eleltorcM cu| 18 ltelos liver--iij m p.Uv as vi-
gsima oiiavaescrmlas co n tinta encraada.
Sao memuroi da mesa os segal t-s vttttt'
es :
Effac ivos :Dr. Octaviano de Siqa--iri Ci-
valcaoe, D". Ma-colino Daroellas C-ma a Ja-
nior, Matoel B^roarliuo Vi-ira CinlUitr
Tnomas garret Jaator e Tbomac D.etivo doa
Sintoj.
Suupipntes :Mno"l I noceocio M ma da
Costa, H-iariqa) i'alooeira e Severo de A mei-
da Doria.
23' se'cao
Escola do o-of-ssir Dj;leciaai, roa Cap*
S > Lima n. l'J, 01 in d-verio volar os !?,..
res c-Ojr;s litos llvereo as pala.ra vafOsl-
manouara:ripias com nota encarnai
SSo memoros da mesa os ne^u mes el-
rf|:
KlI'Ct.voi :3". SeOnatlo de Mello i-alvio.
Jos Aninn.iia Vie-ra di Guana, JisG1 ana.
Gustavo La'io de Mer^ulh) e A ito .10 -. sen
Aa une- Ferr r?.
Suppli-uies : \do poo Tei*"i'a L p-s Ji-
Corroa Je Aooorim a Josa Mana H,.an. Ca"
valcaote.
3C se-ici
Riada Ai'o-a n 109 Q eacn'a da parofa-MO*
-a D. Mana Aiial'n da s .vi il-il ni- de-
ver 1_ votar os p|-i!(,r-M -nj s molos ;v-ea
pa'avrj re.;.s na ciu eofi tai ta erMar-
Ql't \
Sao memb'os da masi os actiatei el-ito-
e :
EIT"-'ivoa:D-. AtT'O-o tjroflfalvM F-) rei-a
Costa D-. Toomat fn ra -; crvalrM s ,->i-
nbo, LroLino Jo.qaim "- Lina. rV-g b Ha
gysse da Silva Costa U ysse3 Ba'e.oo A r
drad .
SaDpleoies :_M n>i p. b-no de Carvalbo
Goimir s. Hel iiia-o Rj u.i XVii-r Rm:s e
Pedro aot-ioea Fer ir 1,
31* sec;5o
Escola rio rrofessor B-^, tliaotn J- B ti -
x< Verde n. 13 oode deve o v_,t.r o< atotto*
ea cejos ttulos tive-em as p-'av-ss t Igatt'
ma prm-'ira-----crilas eo
Saomembrsda mesis sega.ali etla-
res :
EHectivos :Dr. M.noel Gnga'vp- U S Iva
Pin.o. Jo ".la i 1 a .-ti |{^.' artOar *!',
Feliclasirno Az-vedo Mello e D-. Joaq ;rn El-
uro Pereira de Maca fines.
Saiplenres: Alfredo Fal .lo, lomee h Al-
ve- Arooxa e M.nnpi L'-ord o LeoMa Baoloi.
31" senSo
Escola do p-ofesaor Mi-ell no, a ruada
Creoa'as n. 4 C, oode df.VHrfua vola- n -. -o.
rea coio* uta os ti.e-em as pav a- Tu
ma aejniia es -'pt a com 11 -i *; raaoa.
San id- mbro- d mesa os 8egoi >t-*3 e!--i res
ETactiv s : Remo F-r-eira d-- G'vilno D-.
Jit Gongalva M ,a, iot Cj/snei-o de Alnaiaerqae Mella N 1.
minando Si V.
Suopl ntes : Aogoato Gsar da Coala. IJ y--,
ses F-e enco -e Almeida Aibuqoerqa<- e Mjuo- I
T-rquaio Ce Aieveun Saldaoba.
33' seccio
Esco!a -lo n-o^s-or Fel io, est-jla ria Jjo
de 3arr i n. 6. oa le deve o votar o e -itur-s
cajos iituios uverem *s paiavras T-wea'aa
1- ceirn escip as com tinta encarnada. SSo
mernnros di mesa os spgain'.es eleiio--- :
Eff-cnvos: Dr. Maaoel Cesarlo da Si'va Bra.
zii'i'n, Minoel Sinti da Can. Lob>. D J i)
Affonu oe Soaza Pa-aizo, Joaqoij) P.-i ate*
de Mo'aes e Marcos Jo- da S la.
Suonieites : AristHPs deOhvrira a E. 0- S iva B-aga e Antonio Aogustii da Frota
Manotea.
3i* -e.-i.io
Cmno G-an e, escola d prore3-"0'a D. tata.
lia Ga~me| na de Souz. ond- deverio vota* os
leio es -ojos nulos tive-em as ->alavraa -
T igesim q arta escripias ;.:oii tinta encar.
naia. Sao m-mcros da mesaos ;eui Mas aM.
toles :
EfT-ctivog: Francisco Maun o de |ar*a\
Jjs loaqntm dos Saatoi Jonior, L 0-0 1 Bso.
lista, Ao orno A. de Ma-a-i aofotta Pi -.e tei
e r. Josi1 Fran iscii Kibi-irj Macnada.
Soppleoies : Dr. T rioiano F. do Na cimea.
tn Ppitcsa. Corone! Lopoiio Birges Gi.vi)
U.:cdi e Faoois-o Paralo de M-OjOOC'.
35* secgo
Roa Direita de Aloga-lo', pssola do profeBJP
Fraocisc de P.ul> L ns le Cirvalbo, oo e e.
vero votar os pleito es uj 's ltalos ti.pr.-m as
pal.vras Tri^-sima rjunia etcnutis cota
tinta eocuoada. Sao membros da 2i;a os se.
gaintsa eieito-ea :
EfJecuvjs : Jos Martios Hib iro. J se L r.z
e F-aoga Torres, Amonio Leoncio ip Lce-ia.
'en
Ofl *
Effecilvo9 Silvino Gomes P>.rto, Dr. Luir
Carlos Magalb*f8 Beves. Aatorlo da Cruz Ri-
e n. Jos de Azevedo Maia e S.lva e Alfredo
jos Saoios Almetda.
Suuplentes : Amonio Lopes da Silvaira. Jo?
Ferreira da Silva e major Jo a Coa'a Reg
Lima.
12' sergao
Raa do Viaconte de lob.ma n 43. eaccla
do a^xo mascoiin1, onde deverao vota' os elei-
tores, cojos titulo* tive-em as paiavrasDeci-
ma segundaesc li ta com tiota eocaroada.
Sao membroa da mesa oa seguales eleito.
res:
Effectivoa : Dp. Joo Baatos de Mello Gomes,
Joaqom Abr-ntp f nh-i'O. Ms"' Au?-3S o de
Alma-Ida, J"* Rioeiro Pesaoa h Hsliodoro Gon.
gaives da Silva.
Suppieotes : Jo-ge do Rpeo BaptUta, Laiz
da Velgfc Pe-scia e Haooel Marques Uo Moo e.
FREGUZU DE S JE"
13' a cgo
E-tagao da esraua de ferro de S. Francisco,
Laro das Cinco Ponas, onde devi o votar a*
eleinres, cojos litlos tiverem as paiavrasDe.
cima lerc-ira-escripias com tima encarnad?.
Sao membros da mesaos segainies elelio.
res :
Etfctivos Joaqom Euataoalo daa N'->*e8,
Antooio Claodiuo Ferrs'ra da Ljz, Ca-los Mj-
relra Ret-, Antonio Atb.naslo de Araojo e
AgostiQDo Jacooe B'zerra Pessoa.
Jose. Francisco da C.mira Saoiiaga e Miuoel
SopD'eotes : Dr. Ao'onio Pires GaUSo. Ao- Joaqam de Sant'ADaa.
lio Ferreira Dotra e An'.ono Pereira Pinto. Sapplen'<-s : Laiz Aatonio da Silveira Ta.
vora, J. R. de Azevedo Campo e Aatouo In.
doro de Souza Barnosa.
3 :' surgi
Ras do Matocolurob o. o, escola do sexo '-
minino, onoe deve o vo'.a- os eUiorea cojas
tralos iivere as paiavras Trigsima -"-xta
escri'ta cem urna eociroada- Sio mem.
oros da m-'sa os segoio'.rs ele to es :
Eff'Ciivjs : Jote Pedro Velloso aaSilvei-a,
An onio Laiz Go g.lvps de Cat-o Masca enbas,
Feliciano Frsnc seo de H-lianda 1 aae-a*, Mi.
ooel AiPX'Odrho Cale:e Jaoior e T omaz Dj.
ming e3Tavare3.
Supuleutea : Kuclues Deocleciaoo da Cj t
M iii-iri, Aneelln.i Ramos B. tencoori. Antonio
oorges Galvo U nd.
37* sercao
Escala do professor Bip, 00 Ba--o 0. 37.
onde deverao -o ar os -leno es cojos ltalos
twerpin as pahv as T igekima stima es-
cripias com i it encarna ia. Sao membros da
* os aogaiaisa ele to'es :
Effect vos : Antoiio Ca-a iro tfaia, Miao!
Jos de L ma, Luz Bern-rio Gostello B anij
da h ca Bemo Manoel Carlos de M-Q-i'i e
Anii-nio Jos da Cota.
Sum l-olea : Jjaqaim de J. Moreira So' n-iir-,
Jos Rungues do3 Sinos e Lacio Jos de Al
oaqaer-jue Mello.
38' secco
Escola do p'ofesso- Aha-enga R-re*iin n.
33, oode deverao volar os elt-Horea cu.o i mulos
tiverem as paiavras T-igesima 01 a aa.
criptas com tima enea'nada, sao xemb-os da
oipsa os eegointes eleiio-es :
Efectivos : M>noel Gonea, Biro de Niza*
reib, Feroaado Barro:a. Am ra T vires Coa-
tiobo e Viceme Ferreira de Saltes M-aezes.
Sappleates : Visate Ferreira da Costa L n-
co Quintino de Castro Lea e room.z Pe era
de Brnto.
39' Secco
Roa do L-oncio, escola de D A a'lia Peooa
Forte, onie ur vero votar os ele-lores cojos t
tolos uverem as piLvrasTrig-isaimi nona
esc Iotas com Hala nca-Gada.
Sao membros da meca oa seguales tifia-
res :
Effe-tivos: Antonio de Mwa Leuda, A agosto
Xavier i'aroei-o da Louna, H-anqoe Perrelra
Bailar, J a Firmiao Alves Qaeotal e Affonso
Eroesio an S-ixas.
Sappleites : Apolliaarlo Pioreotao Cp Alba-
qaerqoe Ha-aobo, Antonio Peiro de Sa Br-
relo e Ulysses Goncalvea da Laz.
40- Sarga i
Escola do orofessor Te x--ira, traveaaa da
M cojos tuoios ti ver m a p.UvraQia1 ag-.p
maescrinis cob tioa eociraada.
Sao membroa la in;:a os segomes elfito*
re? :
EO'-ciivos : Joviro Raodei-a Fi.bc, B aoor da
Olive, a, Auiasto Carlos de Miraaaa Ueu Une,
Dr. A flor Cy ne; o Albaqpeqae Mel c, e Fe
hoto E ysio d. Miraada Pmxot;.
Sooolenips: Maooet Silvestre Ferreira Bast 1,
Hercalaoo Herval de Miranda Heonqjes e Ber-
oardino de Senas Looes Rer.
4l* Seugo
Escola do p-oleisor Pesti, D Arrai.l, ende
devaro votar os eleito'es cojos ttlaJ-M tiverea
a paiavras-Qaadrageailma primeiraescrta*
las com liata eocaroada.
22' Secgo
Gymna8io, onde d-vero votar 03 eleilores,
c jos t tilo- tivsrem as paiavrasvigsima se-
gundaesclpi.is com inta eocarnada
Sao membros da meza os r-.-guie tes eleilo-
res :
EBVctivoa: Dr. AnUnlode S Cavalcactl de
Alboqoprque, D-. Anrigio ne Mi-ania Castro,
Alfredo Fr.neo do Reg, Antonio Ribe.10 de
alboquerqne Maraobo e Antonio Caraeiro
Macbado Ros.
Sappleates : Aaionio Pedro df: Azevedo,
Jos<- Jallo Fernandes ba ros e Antonio Fausti-
no Cav^kaii.i ArdDJo.
23' -Secgo
Raa do Hospicio, escol. Propagad ira, onde
deverao vot.r oa e eitrrea cu]0s tilmos lirerem
as oalav-asvigeaima teneira 3cripta com
Unta encarnada.
Sio memoros da meza es seguales edito-
res.
EffectivoB : D*. Franisc Gomss Prente,
D'. Eagenin deB rro8 Falco neL.cerda D'.
Ka evo de S Cavalcaoti de Alb na- r.jce Bel'
raudo Peiro de Azevedo e Edoa-do Maooel
Vieras.
Suppljnte8 : D'. Fraociaco Xvler de L'ma
Borges, Set.aauo Manuel do Reg Barros e
Eroe lo da Silva Mi-anda.
W Se gio
Es'ola do npofesaor Romualdo, praga Maciel
Pluheiro n. J8 .ine deverao votar o-, elei o-
res cojos t lulos tiverem as paiavrasviges
ma qaana escripta com tinta enea uid;.
Sao membros da mesa os segua es elei-
lores :
Kffectivos : nr. Frnsfsco de Souzi Rea,
Horacio Pires G-lvo, Gaspar Florentino Caval-
isaoti, Gaspar do NiB^tmeolo Regoeira Costa e
Manoel Jo-Soares Guimaraes.
Sopo' ntes : Dr. Ji ao Ellas de Cauro Fcn*
seca, Hermtto de Barros Pimtntel e Dr. Henn-
que Eogeoio Antones.
25a secgSo
Escola do profes8ar Viaooa, Ponts Vela n.
5, onde deve So vo a* ta eleiiorea ejos 11 ul ilveem se palavraevigeaima quintaeacri-
ptr.s com unta encrnala.
Sao memoros da mes*, oa a-'gui ites el -llo-
res :
Effscttvos :Jo Feneira da Crp Viplr?,
Dr. Jo. Baodei-a de Mello, P-ancieco Mor-ir
Diaa, Jo. Cietaao da Silva e Hsunqoa aa Cos-
ta Cavalbo.
Saoplenies :Molesto do JReeo Baptisia.
Dr. Giodino Ealoxo de Brillo.*- Joaqom Tei-
xra Pelxotc.
25' BPegSo
Eicola do nrofeasor Roona, raa Conseihelro
Agoiarn 30 (Al-R--O oade deverio votaros
eleitoras cojo ututos tivarez) as palav-asvi-
gsima sextaescnp'a com Unta encarnada.
Sao membros da meca os segtiiotea eleito-
res :
Effsctivos: D-. Jo Ni'olao Tolentloo de
Carvall'o Juuior. Jos Frangs 10 ds Aimeida
Dona, J >s Joaqom Das da Reg Junio-, Jo'
s Ii-iucis Gusdes Pereira e Josij R yaundo
da Coiti Meoezes.
Suppleot-s :Joo Time?, AoeoBto Fraacis-
co do Reg e Javmn Barroaj de Mello.
17* aecgSo
Roa de Siota Croa, eacoia da o-ofessora D.
Mana Flora Colotaois', cade devetio votar es




6
Otarlo de Pernambnco -. Quarta-feira i e> AbrU de fS90
.
Sao membroa di misa o segaintes eleito*
W8 : i ..
Electivos : Riavro Aotooio >ia Cosn. Bie-
nio Gaeies de Arao|j. Ur Jallo CierneoV de
Faria*. Fioriano A'ibar Gjaoalves Trre, e
Madias Mjuii T.V'r-s.
Supoleute* : Joao Ijohc) Rh-j-o Rjoja Emi-
lia Pessoa de Olvela floro X v er da Costa.
41* Se.cao
Escola do profrSjr V eir, uo MJnteiro roa
do X sto onde devrao vo ar os'eleiu-rds, eaio
UtOKS tive-em a o.Uv-asQia.irag->8iuja se-
guodescripias c.in nata eu'-arnaia.
Sj o-, moros da mesa os seguales eleito*
res :
EU-ilO" : ] so Paminilluo CVilcaote, Af-
(0: so Mooleiro FetBOI, Mao ti A. ae Castro Nu-
nes, Maooel Ferreira ja Cot e rleo-ique /e
Birrus Giv 1 -d t .
Sup.j t?s: Dr. Fjbio Rio. Vicente Os.nr
da Gama Daarte e Fe x Arequiu la de Leu-
tbier.
U* Scete
E-cola do profeaaor SirxO?, em Apiplos
ODda deverao volar os eleuores, cajos ltalos
ttveroaa as pslavr.,8QuaUragesiu-a leneira
escripias com tioia eucaroda.
Sao memo os di mesa os seguales eleito "
res:
Eli :iivo.;=Gapar Keoexes. Joaqaim de Sou-
ZS fieves, Dr. Jos a Silva Ramus, Dr. Jos
uomin.oes Mala Jacior e Anasucio Francisco
Caoral.
Soppleu'iesCeodoC de Aqolo. Mano* I Ha-
rumo oo Passo e Dcmocmo Canoa Miraodd
Peuote.
i4* secgao
E- da da profes-o- MaceJo, em Casanga
onde deverao volar os eleuores, cojos molos
tivereai as oaUvr8-=0.uailrage8iai. qoaria -
escripias com mita eo -amada.
Sao memoro* a mesa, os seguintes eleito-
res :
EffeetivosBasilio Jos Pere;ra Vianoa, Joao
Fraocisco do Cunto, Francisco ue Abren M.<--
Pedro da Cos'.a.
SupalecteeJiao Paes de Moora, Joao Ci-
valcaoie Laceaba Lias e Francisco Mcoado
BrandSo.
4o* secgao
Esctla do profesor Claudio Jan o:, em Ipa-
tioga, onde deveraj vola' 08 eleticres cojos ti
tolos tiverem as palavras(Joadragesima qoin-
taescnptas com' una encrn.di.
Sao membros da mesa, os segointes eleito-,
res ;
Effe:tivo.=Feliriano Cameiro Los, Uro no
Frazu aa SU .a. Jo/ Macbaio 11 na > Lauli
no Rodrigues di Costa e Lcopoldiio Celar je
Souza Maraes.
Supriieate*Loiz F.-lippe de Orvalbo, Joac
Samuel da Cosa e Valf ido carnei o da Canea
Miranda.
E para qoe ebegoe ao conhecimento de todos
e em obeJieocia ao disputo oo art. 13 da-
inst'U-'-s maina-as ob*ervar pelo decreto n.
l.Si ,i 1 de SeierLbro de 1893, sera o presen
te publicado oo jornal oo expediente ao Con-
ceibo e oa puna -o edificio, bem con, sera
em lempo, communicaJu em carta .15 ial
Coda oa. dos eleiioa a sua eleicSo oa qaal foi
guardado lodo o dispoflo as reiendas Iaslroo
ces e relativas dua eleigao.
Eu, fraocisco Carlos da Silva Fragoso, i* a -
creiario do Coactivo Maii^p-I do ftecile, o es
crevi, ao 30 de Uarjo de 1896.
O tenente-corooei Joii.im Ales da Fooeeca,
Presideote.
EITAL
Secretaria da Industria
8.a Directora
Para conhecimeoto dos interesSadoa,
fa^a publico, que no dia 15 do mes
prximo vindouro, a 1 uora da tarde,
recebem-se propostas em cartas techa
aat, cevidamecte selladas, para con-
atruccSo de urna escola e ema cadeia no
municipiu de Floresta, orgada a primeira
em 14 5I4S73J ea segand em reis
14.007^000.
Os propobentes deverSo escrever pOr, chapa uteiramente techada
EDITAL
Tabella de pagamentos
O Dr. PreMto do Municipio do recife
mttQda taaer publico 'que oa pagamentos
o Pr<-f i tura serio rehusados cas se-
gu No 1* da til de cada xnez pagar-
e-ba aos emjregdoa iateraoa da Pro-
f-itora e aos do C>ccelho Man opal do
Racife, no 2.' dia mil asi ampregadoa
externos ; no 3 aos empregads aprt
eDta ios e do iro, inclusiva juilas da
districto e jai e procarador dos teitos
manicipaes ; oo 4. a prafeasoras mani-
erpaes; no 5.* aos pr..foi-s res muuio paes
e do dea mo da sji diaate aos credores
por servif >s prstalos ar, municipio*
Secretaria da Prefeitura, Municipal do
Recifj, 2i de M.rgo de I8s6.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Edtalo. 2-
Secretaria da Instruccao
Publica, 7 de Mar^o de
1896.
Fornecmento de movis
U Dr. Inspector Oeral da IostractjSo
Publica az saber a quem intiressar posaa
que, devendo ser foraecidas de movis
as escolas publios do Estado, podem os
Sr. interetsados enviar rub propoatas
em cartaa techadas, a etta Saoretaria,
dentro do pratio de 30 diaa a eoctar aa
data do presente, declarando na mea-
mas o typo do seos m-veis e oa pregos
porque ts farnecerSo.
O secretario
Pe gettico Saraiva de Araoio (ialvio
Superintendencia do ensi-
llo publico municipal do
Recite, 28 ie Marco de
1896.
De contormiiade com as iostraccSes
de 12 de Marco de 189^, abaizo publi-
cadas e para cumprimento do art. 3 do
Regulameute vig..te de instruccSo pu-
biic>, convidado o magiat-no manici-
p-.l a oleger no dia 8 de Abril prximo
"indouro, o membro do Gonse ho Consul-
tivo qae deve representar a el-ase dos
profesares e servir-lbe de advogado,
tado de aocordo com as referias instruc-
ySas.
SebastiSeo de Vaecoccellos Galvlo,
Sapporintendente do enaino.
INSTRC9SS
Art. 1No dia 8 de Abril ae proce-
der a eleicao de uro p?otessor que re-
presente a olasse do Couselho Cmsultivo.
Art. 2A eleicio deve recahir n'am
dos professores do municipio em txjr-
cicio.
Art. 3Cad pr jfessor enviar Su
periotjndenoia do Ensiao am offi^io e em
extenso os precos de sua preposta,
rasara, emeoda cu vicio da qualqoer
especie, sendo rejeitadas as que ae re-
sentiiem daa seguintes faltas :
1.* As que excederem os precos do
orcamento *
2.a Aa que nio forera orgaoisadss
de ac:ordo com u presente Edital;
3.a As que se baaearem em precos
de outras propestas ;
4.a As armadas por pessoaa que j
tenham de i xa do de camprir contractos
com esta Repartidlo ;
5.' As que nio offereoerem aa ga-
rantas exigidas neste Edital.
Havendu uuas ou mais propostas em
ignaldede de condi(3es, sobre eada obra,
aera preterida a do cotcorrente que me-
ihores provas de idoneidade ofierecer.
lxenham concurrente ser admittido a
concurrencia sera que prove ter depo-
sitado na Tbesonrari desta Reparti-
lo at s 11 horas do da 15 do men-
cionado mea, qaantia correspondente a
5 '/- d va>or da obra, importancia qae
perder si, escolhida saa proposta e con-
vidado par aassignar o contracto a isto se
recusar.
Para boa garanta da exacuclo do
contracto, depositar o contractafate no
Thesouro do Estado ama caagSo que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Neata ReparticSo estarSo a disposigao
doa Srs. concurrentes, daa 10 a 3 horas
da trrde, o orcamento e as plantas rss-
pectivas.
Recife, 30 de Marco de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
Edital
O capitSo JoSo Francisco da Lapa, presi-
diste inter no do Coccelho Municipal
de Olinda
Faz sab.r sos Srs. Concelheiros Joa-
qaim ds Foosfoft Cavalosnti QalvSo,
Lacio Jos Monteiro, Primo Felicriaoo de
Seca Salles Pedro Alpioiano Marinbo
FaloSo, Antonio Alexandrino Alves, Gui-
lhe-me Gomes Pinto, e os immediatos em
vo os Jlo Baptista da Siva Mangainho,
JoSo Uhrispioiano Ferreira Borges, Adol-
pho Thiago de Ferias, MaXimiano Lopes
Machado, Poseidonio de Araajo Montene-
gro, Antonio Marques Oorrea, Gaher-
me Goncalves Pinto, Dr. Valdivino Oe-
meirio da Rocha Wanderiey e Hortensio
Tokctino Ferreira Bessone que devem
comparecer na salla das sessSes deste
Coccelho, no dia 5 de Abril vindonro,
s 10 hors da manbS, afm de proceder
a diviaBo do mauicipio em aeccSes e a
eleicSo das commss5es de alitametato de
qae trata o art. 5." do Decreto n. 1S4
ae 28 de Setsmbro de 1893, que revo-
goa o art. 2.- da lei n. 69 de 1.' de
Agosto de 1892.
para constar mando qoe o presente
edital teja poblesdo pela imprenaa e
affixade na porta' do edificio em qae
faorciona o Concelfco.
o nome por
aern exieoso do candidato que escolher.
Art. 4.' O il;ir. deve traaer no en-
derec esta de^taracZo :
t Para a Eleiyao do um membro do
Coneelbo Coosultivc.
Estes cBoioi de ver 5o ser eotregues
na Superintendencia do EosiOo st o dia
5 de Abril.
Art 5.- Procede a aparacao ama
commiiBoo oompoata]:
) i Superintendente do Enaioo, qae
della o preaidente ; do inspector litte-
rari do I* districto da fregaezia de
Santo Aotonio ; e dos tres professores
qae regerem bu primeiras cadeiras daa
freguezias do Re^ifd, Santo Antonio e
Boa Vista.
Art- 6.-No dia designado fas se a
apor^Bo, podendo o Superintendente do
Ensii.o nomear pessoas' que aobatitaam
os membros que, por qaalquer cansa,
nio compartais.
Sfio admittid a assistir ao aoto, mas
sem interveoco nelle, qoaesqaer profes
sosores qae se acharem presentes;
Art- 7.O Superintendente do Ensi-
ro fas a leitura de cada orna das' cha-
pas pela ordem numrica dos officio, c
ir robrcan Jo aquellas. Os votos sao
to nades por cada am dos profes-
sores.
Art. 8.' Somonte de-.xaa-se de
apirar os votos constantes d-j < ffic-.< s e
cbapas, oa quaes nSo vierem sscignados,
ou qae contiverem emendas, oa recahu-
rem em professores qae n&o posssm ser
votados.
Art. 9.Nio pode ser votado o pro
fessor que nao estiver no csso do ait.
2.a eo que estiver sospesa do exerci
co por aentenca judicial ou disciplinar
Art. 10Terminada a apuracSo,
declarado eiei:o memoro do Conoelho
Gonsultivo ojprofessor que obtiver maio-
ria relativa de votos, e seu substituto o
qae se Ihe s*gair immedtatamente na
ordem da votado.
Art. 11 = .\ duvidaa que se sasoita-
rent serio re sol vi das pela eommisslo,
cabeodo vete de desempate a seu presi
dente e podendo este, conforme a gravi
dad do caso, Ls-val-o ao Conselhj Con-
sultivo qne recebar a fin al.
Art. 12No caeo de igualdade de vo-
tos, coz.sidera-se eleito o mais antigo
dos votados.
Art. 130 mais moderno dos profes-
sores da commiisio serve de secretario
della e redigo a acta respectiva, inolain-
ao es nomes de todos os que votaram:
em livro parar este fim destinado.
Art. 14 Lvvrada a acta no mesmo
dia da apuracSo o Superintendente do
Eosino manda faser as commaoicacoes
oecesssrioa do resultado, e na primeira
conferencia do Conselho Coasultivo, d
posse ao eleito.
Art. 15 Sondo por este recusado o
cargo, oa dando -se motivo ulterior qae
o prive delle pasta a eflect'.vamente oe-
cupar o logar o immediato em votos,
considerando-se substituto deste o qae
seguir se na ordem da votacio.
Art. L6Aa presentes instruccSos a
O
Concelho Municipal
tenente-ooronel Joaqaim AUei da
Fonaeca, presidente do Concelho Mu-
nicipal do Recife.
Faa saber aos Srs, cjncelheiroa de
numero, Franoisco Gnrgel do Amaral,
Francisco Carlos da Silva Fragoao, Mi-
gnel de Abren Macado, Alexaudre dos
Santos Selva, Mano*-! Joaquim da Costa
Ramos, Luia Oa Veiga Pesioa, Hermi-
nio Egydio de Figueiredo, Bernardo Da-
mo Oavalcante Pe>soa, Maooel Thomaz
de Soasa, Marcos Jos da Silva lfreio
rio Santos Almeide, Dr. Augusto Coeiho
Leite, Pedro Alvos de Souaa Brasil,
Joaqaim Jos de Arrea e seua immeria-
tos em votos, em numero igual Dr.
Mi.noel Henriqae Cardim, Manoel Ro-
drigues Nogueira Lima, Adolpho Tei-
xeiri Lopes, Dr. Affonso de Barros Ca-
valoante de Albaqaerque, J.Srj Quintilio
de Fontes Brag-, Manoel L^pes Vieira,
Manoel Ferreira Bartholo Jnior C issy
Juvenal do Reg, Jos r)e Oliveira Bas^
tos, Jos de Aaevedo Maia e Silva"
Flix Pereira Ha Soma, Dr. Manoel
francisco de Barros Reg, Jos Maroeli
no Alves da Fonseca, Dr, Ascenso
Mana Gonyalves Mascarenhas, Joaquim
Abrantei Pinheiro, que, no dia 5 de
Abril prximo, a l hora da tarde, de
vem comparecer no Pago deste Concelhv,,
para o fm de preceder divL-So do mu-
nicipio em seccSes e a eleicSo di a com-
miasSes de alistament i, noa terjios do
art. 5.- ao Decreto n. 184 de 28 de
Setembro de r.893, qae revgoa o art.
2. da lei n. 69 de 1 de Agosto de
1892.
E para censtar, mando que o presente
edital seja publicado na impre sa e sfB-
xado napo-ta da entrada do edificio em
que funcciona este Concelho,
Ea, Francisco Caries da Silva Fra-
goso, 1.- secretario uo C>ncelh), subscre-
vi, aos 24 de Marco de 1896.
Joaquim Alves da Fonseca.
O Dr. Luiz Sallar da Veiga Pessoa
juiz de direito do commercu neste
municipio da SSo Lourenyo da Matta,
em virtud da le etc.
Fego saber a quem interessar poSsa
que no dia 8 de Abril prximo vindouro,
depois da audiacoia deste jaizo, s 10
horas da mach o porteiro interino doa
auditorios, trar a pregli de prtja pu-
blica, por venda os bens seguintes, a
saber:
Urna casa de taipa soh n. 25, a rtja
da EstacSo, desfa Villa, coberta de telhas
com 5 metros e 5 centmetros de largu-
r e 11 metros e 14 :eatimetros de com-
primento, com 1 porta e 2 janelras de
rent, 2 salas, 2 quartos, c sinha in-
terna, quintal em aberto, em terreno fo-
reiro ao patrimonio das almas desta fre-
geesia, avahada por 800500(1.
Urna casa terrea, na mesma ra, sob n.
27, com a frente e parte d-s oitSes de
tij lio e o resto de taipa, com 4 metros e
8 centimetros de largura e 7 metros
de fundo, com 1 porta e 2 janellas de
frente, 1 sala, 1 qaarto, corredor e co-
tinha interna, em terreno foreiro, ao pa-
trimonio daa almaa desta fregaezia, ava
liada por 7000000, cujoa beca scrSo ec-
tregues a quem mis dr, para paga-
mento da execacio qae contra Antonio
Caetano da Silva e sua molher, meve
Manoel Joaqaim Carneiro Moatoiro.
K para que chege ao conhecimento
de todos andei passar o presente edital
qu e ser publicado pela imprensa e ootro
de igual tbeor para ser tfnsado na porta
da sala daa audiencias desta villa.
Dado e passado Bosta villa de Sao
Loorenco da Matta aos 18 diaa do mea
de Marco de 1896.
Eu JoSo Beaigno Pereira do Lago, es-
crivSo o esorevi.
Luiz Salsear da Veiga Pessoa.
Secretaria da Indus-
tria
3.a directora
Por esta repanlcio se Redara a qaem Inte,
ressar porea qae oo da 10 do vaei v ndouro,
1 hora da tarde, recebe.se esta directora pro-
postas, em canas fecbadap, devi lant-Lt sella,
aas, para o fornscimebio, no semestre vlgeoie,
Je farello e milbo para os anima.s do erv.c,
de remoefto de llxo.
As prupeetas devem ser escnptas por exleo
80 sem rasara, emeoca oo vicio de qualqoer
especie, senao, rejeiladas as qae te resslntuem
d.s seainte8 faltas :
Ia, as qae se oascartm em presos de ootrae
propostis
3', as firmadas por pessoas qae tenham j
deixado de camprir cootracios ae>ta repar
iigao ;
3', as qje nao livereal de accordo com o
prsenle ettiai;
i', as qoe nao trooxerem iadicar-ao da resi.
cenca do p.-eponente.
Neoham coacarrenie se admi'.tido sem qu:
prove ler na toesoarana desta repart o depo.
sitado a qoamia de 100 qae f poder 8er le
vantada, depois de assiuoado o contracto.
Para boa Karautta e execocao do cootracto
sera prevlameole arbi rada ama caojo por
esti directora.
Recife, 30 de Margo de 1896.
A. Urbauo P. Montenegro.
dlrector.geral

<

c
i
f



((
Ea Lucio Jo Monteiro, 1,* secreta-
no interino do Conoelho, aabscrevi ea ter*,v!4?or na ,5,0,ca P"r q" fn
24 de Marco de 1896.
Joto Francisco da Lapa.
expedidas.
Sebastifio d Vasconeellos GalvSo.
SaperintsndeBte do Eniino.
Secretarla da Justlca, nego-
cios Interiores e Instrac-
cSo Publica do Estado de
Pernambueo.
Directora da Fostica 1.a
Secr;ai) em 94 d enarco de
18fK. v
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Justig, Ne-
gocios Interiores e InstruccSo Publica
manda faaer publico, para os dividos
effeitos e em observancia ao disposto no
art. 25, do Reg. expedido em 23 de Ja
neir de 1893, para esecucao da Lei n.
15, de 14'do Novembro de 1891, que se
acha vago o oarg de jais de direito de
municip'o de Currantes, em conseqoencia
da DomeacSo do Dr. Joao a |vares Pe-
reira de Lyr, para o cargo de Jaii do
Superior Tri5onal de Justina.
A vaga de que se trata aera preenohids
pe.o juiz de direito mais antigo, d'entre
os que reqaerercaS rcafoco no prszo de
60 diaa, contar da data da publioacSo
do presente edital ; ai nenhom a requerer,
o provimeoto ser feito peta forma de-
terminada no ait. 24, da citado Reg. e
de aocordo oom o acto e instruooSea de
12 de Agosto do mesmo auno.
Pelo director,
Alfredo dos Aojos.
IIMIII,
Al Tandera de Per-
nambueo
Puarda Nacional
De ordem do Illugire Sr. Coronel Dr/
Inspector s5o convidadas is ciiadaos
abixo declarados, nomeados para a
Gaarda Nacionni dast^ Estado a viretn
sati6fazer n-sti R^particao os direitos do
suas patentes :
BREJO DA MADRS DE DE US
Teaente-Coronel Pedro Firmiao de Me-
deh- is.
A uaricj Vespucio Cor-
deiro.
Major Jos Marinho dos Saatos.
Vicente Ferreira Nno.
Capito Antoaio Co-dei o Falolo.
t Antonio Marinhi dos Santos
Jnior,
t Captulina Marinho FalcSo.
Epiphanio Cordeiro Maniz Fal-
co.
Erasmo Marinho Fal o.
Erancisco Campello dos Santos
Joaquim Cordeiru Falco So-
brinho.
Joao Cordeiro de Lima.
Joao de Ddus da Fonseca.
Jos Antonio Pereira da Cunha.
Antonio Vjctalmo Corde.ro.
Manoel Pedro de Hollanda Ca-
valcnti.
Joaquim Baptista de Queiroz.
Tenante Antonio lavares de Sooza Fi-
Ibo.
An onio Lopsa de Sqneirade
Mello.
Fortuiato Baptists de (eroz.
Luciano d* oruz Cordeiro. ,
Joao Cordeiro de Carvelho Wan-
deriey Filho.
JoSo Marinbo T-noro.
Jos Mendes de Siqueira F.
Joaquim Alves de Souza.
R dolpho Cordeiro Mumz Fal-
cao.
Joao Marinho Frauga.
Joao Cordeiro da Annuaciayo.
Francisco Clemente de Sjuzi
Bomfim.
Framisc Benigno de Araojo.
Francisco Bezerra Ramos.
Frederico Cordeiro de Carvalho
Calumby.
Frede-icj Vespucio Cordeiro.
Pedro Jacintho Ramos Sobri-
nho.
Severino Jos Nario.
Thomaz Alves da Silva.
Antonio Marinho Barbosa.
Jos Amado dos Santos.
J-s Birbosa da Silva.
Antonio Mendes Frazo.
Antouio B nto de Almeida.
Candido (JorJeiro deSjuza.
Francisco Mendes de Siqusira.
Jos Tavares de Souza.
J'iaqutm Lidgero Gallado Filho,
Joaquim Manoel Monteiro.
Jas Ta vares de Souza Primo.
Alferes Jos Tavares da Roch-.
a Antonio Pereira da Cunha Fi-
lho.
< Evaristo Ferreira de Araujo.
Laurintino Lucio do Nasci-
ment.
Pedro Nunes de Aranjo.
c Pedro Mendes de Siqueira. .
c Joao de Farias Cavalci-nti.
c JoSo Tavares de Souza.
Jos Btzerra da Silva,
c J S Cordero MergulhSo.
t Jos Aleixo dos Santos.
Jos Fragoso de Lima,
c Joao Cordeiro MergulhSo.
c Jo8o Manoel dos Santos.
Manoel Cesario dos Santos.
Francisco Clemente do Bomfim.
< Francisca da Costa Travassos.
c Antonio lves da Silva.
Antonio de Farias Cavalcanti.
. Manoel Ferreira do Nascimento.
c F rmino Francisco D niz.
MbbocI Cordeiro de Farias.
c Thomaz Alves Ferreira.
Jos Marinho Sampaio-
Manoel Firmino da ConceicBo.
Jos Gregorio Fert andes de Car.
vaibo.
(i Jos Pedro dos Santos,
c Manoel Aleixo Ferreira.
c Manoel Francisco de Mello,
c Manofcl Marinho de Olivefra.
Liberato Libeialio Callado,
t J- s Femira da Silva,
c Antonio Ale xo da Cunceico.
t Antonio Belarmino Velloso
Aureliano Cordeiro de Mello
Wanderiey.
a Carlos Jos da Silva.
Candido Martins de Oliveira
Cost*.
Edoardo Honorio da Silva.
< Fracctaco Aleixo da ConceiySo.
3.a Seccao da Alaudega de Pernam-
bueo, 30 oe Margo de 1896.
O che fe,
Manoel Leite Pereira Bastos.
EDITAL
lntim^ao para fazer cal-
cadas ou pasK^io
O Dr. Prefeito do Mun cipio do Recife
pelo presente intima aos proprietarios,
para qae facam construir o pass-io de
suas casas que o n5o tiverem e tambem
mandem concertar as oalcadas qae nao
se acharem em estado regular, isto at
30 das contados da presente data, sob
pona de, rindo o prazo, seren multados e
alm dieao mandar a Prefeitura fazel-o e
ooacertal-os por conta dos respectivos
proprittarios, cobran -c-!h,s a importan-
cia execativamente.
Seoretaria da Prefekara Municioal do
Recife, 2 de Marj;. de 18D6.
O secretario,
Joaqaim Jns Ferrer da Rocha.

<
Estrada de Ferro
DE PERNiMBGO DO RECIFE AO S.
WANCUCO
n j Aviso
..! Abr,l.,nelasiH eoi diante at oatro
do Lsbo para C n:o P0..tas a 1 hora ) mQ0!
los da taroe oes das vti* e nos doniingos e
oassatiunados^bors d. noite. A volta
deslesireas de C n-o Ponti>, as 8 b. ras da
none, nca tambem popnrimds.
Escrlntoro da Soperiuteudeccia, 30 de Mar-
Wells H.od.
Fonoflntenrlpriip eneenh^i-n pid chfc
Companhia
Oe Trilhcs Ui banr-s do Re-
cife a Olinrla e Beberibe
A^O
Na exta-feira da Paixo,3 Abril nroximo.
os ireus oes a Compjnma terao o tegbiaie bo-
rjlflOa
Mmba
Do Recife Olind \. 7 1J, 9 4,2 e II boraa.
De Olinda ao Recife 6 1)2. 8 1,2 II horas.
De Bebe-ibe Recife, 7 iit e 9 1.2
Do Resife a Bebenbe, 8 t|2 e 10 1,2
T.-de
Do Recif- Olidd 3 t|2, 5 1|9, 7 1,2 e 9 1|J.
De Olinda ao R elf-, l, \ |,2 6 tr2 e 8 iJ
D Bebenbe ao Recife, 12, 3 1,2.51 .Se 7 t'.2
Do R-clfe Beb-rlb.., 1. M,. 6 1,2 a 8 i 1
h.scrlplorio da Compaohia, 3t de Ma-jo ae
pVPsn
Bento MitafhSeg,
Gerente.
tompaniia
DE DROGAS E PRODUCTOS CHIMIC03
Noescrloiorio uena Gompanbta a ra Ma--
qnes de Oliaaa o. 2i, araam-se a dinp s cSo
dos Srs. accionistas a copia <>o balaoco, hs'a
dos accionisljs e dds transffr-ociaH haidas
dorante o an io fi.ido ecn 31 de Deiembro de
IS95, conforme ospO^ o trt. 147 oa conrolida-
cSo da- leis das socirdadea anuoy.i.as
Recife, 30 de Ma-go de 1895.
G aciltaoo O. ua C. Martins.
O'HPln- 9PPrR'>rln.
Companhia dcTBeberibe
Nio se .en lo 'eooido os Srs. acckinistas deta
CompanDia em assemina eral orinaria por
occas 5o da primeira convocarlo, sao de nove
convocados par a ass-mbia eral qae deve
ter logar no du f oe ADril prximo tolero a 1
hora aa urde se escriptorlj d^sia Companhia
a ma do Imoerzor o. Ti, I andar.
Nesta reoniao nao 6 tom^r-seha couta da
gejtao dos negocios sociaes oo ohimo annu.
caoio proceder-sa-ha a eleicao oa oireclorl
commissSo fiscal, presidenie e secretario da
assembla eerai
Recife, 27 oe Marco 1896.
Ceiitiano Mambde,
D.-e:tor presideole.
Manoel Jclo de Arxorim,
Direcor fecretano.
Companhia
DE
Tecidos Caulista
Assemba eral ordini'ia
Sao con vioicos os Srs. accionistas desta Com
paut.ia a coronarecerem a orna (I hora d- lar-
de do dt 8 da Abril prximo viodonro. noedi*
(icio da A?so:l cao Commercial Aercola, aBm
de prcsegoir-se nos trabalnos da tesfij inicia-
da em 13 do corrpnte e adiada por del b^raco
da arsembl'a geral.
Recife, 23 de Marco de 836.
i. A. Saraiva Jantor.
Director si crttario.
Veneravel
[RMAflDAB! DU SE.nHOR Boa JESS DaS
PoRTrt
De ordem do Iraao provedor, convido todos
os uossos iruaos, a comprec*rem na igreja da
Madre de D-os, nos di a sexta-feira 3 de Abril
pelas 3 e 1/1 oo-as da Urde, e dominaO 5 pelas
6 borasda waoha. atim de eororpordos acom
paoharmos as proclatOss do E iterro e R-sar
roicao da matriz do Corpo Samo, para as qoaes
lomos convidador1.
Recite, 31 Marcu 1896.
0 secretario,
M. Campos.
DECLAKCOES
Estrada de Ferro
DO RECIPE A LIMOEIRO TIMBAU'BA
Aviso
Como de costme, oiu nave ai trers nest
I loba frrea oo dia 3 da Abril prximo, (sexta-
fera Santa;.
Eccriptorio da Saperlotendencia, 30 de Mar-
co de 1896.
I ti. CoODolly,
SoperlDlendeofe interino.
Companhia Amphi-
trite
A Dfreccao oes a Coapaobia cooviJa oa Srs.
accionistas a reonirem-se em assembla geral
extraordinaria ao mel da do da 13 de Abril
prximo fatnro, na roa do Commerc'o n. 48,
atkn ae resolverem sobre o assompto relativo a
mesma Compaobta
Recife, 28 de Margo de 1896.
Os direotorec,
Aribor Aogono de Almeida.
Jos A .(unto Pinto
_____________Joao Jos de Amcrim.
Banco de Crdito Real
de Pernambueo
Os Srs. AccionPiaB sao convidados a vir re
ceber, n sede deste BEnco, i roa do Bom
Jesns o. 26, o 19 dlvidenio, relativo ao V se-
mestre Bndo em 31 de Dtzembro ce 1895 3
razio de 10 /. ao anoo, oa 7<000 i cada actj.
Recife. 28 .e Mago d 1896.
Me noel Meieiro?,
Director gerente.
Associa^o Commercial
Agrcola
ASSEMHLE'A (.ERAL
*S* eonvoraeiio
Nao leBdo se reaumu uamcro legal para ler
lugar boje a assembia geral, novameote con-
vido os Srs. socios oara se reaolrem i 6 de
Abril vindooro a 1 hora da larde, daveaio ama
hora depois da designcda faacciooar a assem-
ba geral com o onmero qae se acbar presen
te na forma do a t. 27 dos estatuios.
RecIfH, 30 ae Mirgo de 1896
Aotooio Domingos Pial},
____________PreJente da directora.
| COMPAlffllA
De Fiafo e Tecidos
de Pernambueo
Do dia 1* de Abril prximo em diaele, paga
a Compaobia, no i* andar do predio o. 42
roa do Bom esos.
0 dlvldeoio uo 2* semestre do anna ando :
Us joros das dtbentorea qne se veilcem to
eferido dia, enjoa coopons so podsiao ser
aestscados do acio do pagamento.
Recife, 31 de Margo de'1396.
Club Carlos Gomes
Conv do os Srs. socios para coa soa Bxsias.
familias. abilb..nt-rem a reuniao'dacSa^ie de
sabbado de Alteioia, 4 -e Abril.
Desue j' anlecipj mnna ir i.lao.
Alm ios' boos oo coito e baveta Irera
para Apipaco1.
O director de m ,
____ 11 riqo-Lia;:.
Matriz de Saato intonio
Venerarel
IP.MASDADE DO SRNTISS1MO SACRAMENTO
Peio presedte convido aos irm s tesa* Va-
nerael irmanda'e com^arecereo) -t .dsso
cooslstrio s 3 he--, s da la-.ie iod:a 3 de Abril
e !> 6 da ma"la do aia 5, afio de .. mpa-
ubarmogas p-ocifr'Oe? du .i t o ftessir-
retcSo qne i<-e;. de s*ci' dd mal- z oo J jrpo
Santo, para o .jae pre eitO cuo>.te la V-aera-
vel Irmaodade o Santusimo oc aueato da-
qoella matriz.
Consisiotin, 31 de Ma go de 1896.
O e envao,
________________Forln!- Porto.
Companhia do Beberibe
Previne ^e aos Srs. conrffiBioan-i s e pea-
oas n'agua, qu que nos termos a :.ovi :ispo-
igo oo art. 5i oo resal ment >ihs p-snis
d'agua e em sita Ja certui da Joota dos Cor-
rectores qae declara ter sido de 9 1/4 o.>' 1*000
o camuio medio sobre a praoi p L aires
decorridos ts trila da.- de 25 ;e p. ^rpiro a
24 de Margo do crreme anno, o prejo d'agoa
s casa?, pelas peon?s d'agua, s?' ni r lio de
64000 para taxa mlnim e e 414 por met'O
cnico ne exnedeote oo p'oximo i-i de Abril.
Recife, 31 de Ma-co de 1895.
Sociedade dos Artistas Me-<
chanicos e Liberaet?
2* coovocacio de a-sembla eeral
De o-dem do S'- director i-onvno ao< Sri.
socios p-ra comparecereni na terca tf.n. 7 de
ADril, a bor. do costme, oa sede social, para,
em asstmb a geral ordinaria, cotr.par i ua.-em
ios assnmp'Os sociaes, e ser lido o re tono
apreseniaio pelj ex director do n msjMH so-
cial dur.ote o ma^da o da dirtc.oria l* sseta.
Abnr-se-aa a ststao eso o naxero -jj^j com-
parecer.
Secretaria. 31 de Marco s* 1896
O 2. se :.-t-lar:o,
Jos Tbimes Perei ^ Joolor.
Companhia Ferro-Carril
de Pernambueo
A Vi-0
Nesta data ascomi a gerencia (ffettiva d
Companbia em virtode d-- nomeagao da din
tona di mesma, n.i Rn de Jajeiro.
Recife, 1 de Abril de 1896.
Gailbe-me Geech.lgi.
(aOMpanbh Forro Carril di Per-
naRiiCs)
Jjros de no es riptono d-sta Cnjipannia de boje em
"' n e [isgam-ee jaros da< oorig^f^es garaa*
uas, coup. n n. 29.
Recife, Ia de Abril de 1895.
_______________ ^^ G. Gref-h-lgh.
Club Dramtica Familiar
SARA'O EXTrtAORDI.NARlD
TrBdo aido ronccdi-ios a orna cmsi sao da
socios des e Con, os sal6es d te-Je social para
a re lis 510 de ooj sarsa daog nt-, no sjbbado
4, (l'elu'a) a directora tai pabh :o qj; terso
ingresso os Sr. socios, qaiies, deven )'> nroca*
rsrem seos bilbetes oa secretaria arnaab a
noite e sabbado dorante o tic
A directora.

Norddentscher Lloyd
O vapor Salier
E' psjjrrado..
da Ea-opa at o
01a de Abril,
e seguir depois
ia decora na
cepssna para
Babia, Rio de Janeiro e Saeta
Entrar no porto
Este vapor de 1. clasBe e offerece
ptimas accomraodacoes aos Srs. passa-
geiros.
Par Ipaseigeas. .carga, frde, ele. trata-
com o
AGENTE
V.Neeseo
4Caes do Ramos4
O VAPOR
Habsburg'
E' esperada do sal at o
dia 8 de Abr! de 1896 e se-
'goi-a depois da demora oeces-
^Jelga para
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Tem optimaa aosomodacSea para paasa-
geiros e illuminado laa elctrica.
Para passsgens, ca.ga, frete, etc., irala-se
com o
AGENTE
V. Neesea
Caes do Ramos n. 4
O alreetor secretaria,
Jos Jcaj de Amorln-
Companhia
De Servidos Martimos de
Pernambueo
Os Srs. accionistas sSo convidados a vir
receber, ea tele social, do da 16 ao correte
emdiaoie, o 8* dividendo rtlativaa" jemeslre
rinde-em 3' de Desembro prralmo pasiaao na
rsiaetfe-W %iuoin ooo por accao.
Recife, dVsf|o"de 1896.
FrsneMco de Assiu Cf ioso,
Secretario.
Para o loito
Seguir brevemente a barca por uzoea Tri*
uipbc. Recebe anda ;Igoma carga.
Consig';atirios,
Araorim I-n::s & C.
Roa do Bom Jfoa o. 3.
mieras mus
Companhia Fraaceza
Saregtifo a vapr
LinLa regalar entre o Havre, Lisboa,
Perasmbaco, Macei, taaia, iio de
Jane ro e Sautoa.
O vapor
Ville de Rosario
COMMANDANTE DANIEL
E' elperado da Earopa at O
da l. de Abril, e seguir de*
dos da ntcesearia demora para
iS'IBtS
Baha, Rio de Janeiro e Santos

Roga-ee aos Srs. importadores da car^a pelos
vapores desta linos, qoeiram apresentar den-
ro de 6 dias, a contar do da descarga -las al-
sarangas qualqoer reclamagao concercente a to*
lomes qoe por ventora tenham aeeoido pan os
Dorios do sal. sam ae se poderem dar a tempo
as providencias necessnss.
Expirado o retenoo prasd a'comnarima ,.o N
responsabllisa por extravos
Recebe carca: i tratar.com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio9
.

ti

L^M



****-
WHP



*m
Mario de

!
Qitarta-feira 1 de Abril de 180C
*- -Ji
Frince Lineof St^amers
ames Uuntt!s>w-CastIe-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTREGOS
Estados-lBuleseoRrazii
Prata
-j<
E' esnerado New-York ;
odia 18 de Atiril, e sabtra
tfepow oa demora necesearla
Rio de Janeiro e Santos
0 VAPOR INGLEZ
Babia,
Asiatic Prince
Para erg. e r***^" cm 8
Johnston Pater e Comp.
Rqp do C'ommaroio n. 15
Pacic Slearo Navigatia .
pany
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Orissa
E-pera-se d o
sai at o dia S
de Aonl. e ee-
BUi'ft depois d'
'demora do cos-
tme para Live oool. com escala por S. Vicente,
Lisboa, Corona, La Pallice e Piy ontb.
N. B. E3'e paquete tem hlice dobrado.
Para Baraja* par geos encommendas e di.
Bbei a frete trau-se con-, oa
AGENTES
Wllson Sons & C Limited.
10Ra do Commercio10
l. andar ________
"fflpaai a P. de tavegafo
PORTO DO FUL
Rio de Janeiro e Santos
O paquete Camino
Comm andante Alfredo Mo
E-n-rado do sol at 0
dia % de Abril seguir de-
rola de peqoeoa den ora
para os rortos cima.
Recebe carga, eocommen,,is, passaeeos e di-
nbeiro a fre-, at as lt oras da manna do dia
da | a-.i a.
Chamase a tttencao do Srg. carregadores
para a clansola 10.a aos cohecimeato que a
segniote:
No caso de baver alloma redan:ai4o contra a
Companhia, por avara oo perda, deve se- feta
por escripto ao agate respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fluali-
sada.
Nao precedendo esta tortoalidade. a Compa-
nhia tica iseota de toda a respoosabihdade *
ESCRIPTORIO
Ao oaes da Companhia Pernarabocana
n. 1?
ItoBerms Mariti
LINHA MENSAL
Paquete Chili
Commtnd-nte Vaquier
E' esperado.,
da Enropa at
odiaS 'le Abril.
Kh do depol
aa demora nt-
ces'-na par*.
Baha, Ri<> rln Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
Eatei
clrica.
paqu les sao Iluminados a lux ele
revine-se aluda os sra-receneacres da mer
a oriaaqce se attender a reclamacoes por
alas, que forem recoobecioa^ na occasiao da
decarga dos vcilU!D'>s a que dentro de 48 no
ras a contar do dia da descarga dae tivarengai.,
deverao azer te a volantes tae porventura tenham segoMi
para os porios do sol, afiro 1e serem dadas a
lampo as providencias necessaria?.
Roga-se aos Srs. passageiros de < apresen
em navespera da chegat.. ..,, vapor para to-
. s seas passagens.
Para carva, nangaaa, encomroeedas e di-
nheiro a freie, tratare con
OfiAGttKTKS
Burle & C.
42RA D< TORRES42
I.* a-"r
B.
Cinco edificio1, contando cs de operarlos,
casa par o ere le, lele sera chave, I ler"
no de mnendas e machina pa-a a mesnii,
L'nh'j frreas ligando a usina coro engH(iho8.
Use Pi'met* no municipio da Escada
coosta de 7 caras de t itpa para irabalbadores.
Doa capa pura admn i-ira lo-, .mai para distil-
lago e deposito Ja roateriaee, estribarla e ca da hulmca.
Usina : machina e moenda rrmplela, pulso-
metro, tinque, dfterad r^p, ciariUnadces, 01
iros, prensa, iifMOltoa :i ca, monii--
jos, iripllcea-ff ilcs. lai.ques. bi aba-, machi-
na de turbina, 5 tortugas des-momaa, crro-
deposito, tn ly.-i, grande quiouaarie de ferra-
mentas e ecas para m-ici a* e hrha frrea, I
Ineomovel, 3 l ti.-s ferreos cena cerca de 15
kitoraeto*, oiv-rsus apparpihus de cobre e
moltr.g otj.-.tos, o que turto co'e desde j ser
examina!'! pelrg Sfs. prelendenfes.
Movis Ce eecriptonoR< a dos Taoceircs n.
22, 2 andar.
Um cor> d ferro f'aocei, i caixa de ferro,
prensa, 3 m-sas anien para e-creter e dse-
nbo, cadeiras, etc.
P. cm seo escrlptcru), a roa do General Cmara
o. 74, Capital F. d.rl
O comprartor g lanu-a o ri-d lango com om
signal de 20 *|. n<> a to de a'-enaia-.
Em su
74 =Rua do
Os referidos bens, constando

>m
I.E1L0ES
Quana fe* 1/ de Abril deve ter legar o
3.- e ultimo leiio das >eis e mais obj ctoe fe
navios.
A^eute Pestaba
3** Leilaoe. ultimo
De 450 a i,i8 na fimneza da Estrada de
Ferro oe- R D i ao Bonito de na. 2361 a
2310. de 2511 a 2660 a de 66I a 2810, de va;o-
oomioal or.iOO^OO ci'-s urna as quaes cero
entregue, peio qoe dereto.
Quarta-feira, l.de 4bril
A'8 12 HORAS EM PONTO
No 1* aud'r ra do Vieario Tenorio
o. 26
O agente P -ant veo ur* por mandado eas
riatascia no Kxm. 8r. D. joi* oe direiio do
commercio e a reqne'im>-to do Banco da Re'
publica oo Bail, 450 ccOes cima meonooa
das as quaes feram da.i.i? em up our ao me**
mo Banco p-lug S s. oonet J .- Uella'mlno
Perei-a n- Me Id, M-m el ce Hotiaoda Cava)'
cante e Ao'ou o Doa'te M .( iu para qualquei
lofnruagao ron m*"smo eenie.
LEILAO
OE
DO A
ERVO
DA
s
flambutg-Suedamerikanis-
c h e Damptschiffahrts-
Gesellschaft.
oVAPOR
Porto-A legre
E' esnerado do sal at
o dia flO de Abril, e se-
sera iapoja da aemoia
Derataaria para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
ces aos Srs. passageiros.
Entrar no porto
Para passagens, carga, frete, etc., trata-se
com oa
Conaignatarioa
Borste'man & C.
RA DO COMMERCIO N. 18
1.' andar
Hamburg Suedamerikaois-
che DaD pfschiffahrts-Ge-
gellschat.
O vapor Itaparica
E' esperado da Europa al o
da 5 de Abril e seguir de-
pois da demora necegearia
Rio de Janeiro e Santos
para
Este vapor illominado loa elctrica
e offerece ptimas aocommoda^Sea aoi
Brs. paaaageircs.
Para passagens, carga, frete e etc., trata-sa
com os
Conaignatarioa
Borstelmauu &C.
18Ra do Commercio18
1* andar
N- B. Nao se attender mata a nenbuma
reclamacSn por faltas qoe nao forem commu
nicadas por escripto a agencia al 3 das depois
da entrada dos gneros na Alfandega.
No caso em que os volomes sejam descirre-
gados com termo de avarta, necessana a pre-
senta da agencia oo acto da ibartora, para
poder verificar o prejuio e faitea se as boo-
ver.
Boyal Mb Si^m P-cke Gmpiiy
O paquete Nile
Commmandante J. D. Spooner
E'esperado da
Europa no da
|'de Abril, se-
gnlodo depois
Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Tereeiro e ultimo
Leito
De om boie, 2 mastrfs reaes. 4 vergas, 2
retrancas, 2 <*iafgaeiin, 2 paos, 2 lotes Cobo
de rame. 58 uoi'-s, 21 cadernaes, 16 peda-
eos de cabo ce Kobo, 17 pedaens de correte
Boa, 1 apparelso para teqne, 6 [ecas de ferro
para vergas e 14 velas qo foram da escuna
allerxa Resina, e ensteoiee brjeno trapiche
Jonceigao.
No-rmatem de bagagem e na gnardamorla
da Alfaodesa.
Oiarla fiin, 1-de* Abril
Agente Pinto
A'8 11 HORAS^ EM PONTO
NO ABM.AZGM D BAQAGEaf .
para
Bahia,
Redt>o^<* Bo precoa dastpeasngeEa
lia Ida 8 volta
A Llaboa Ia Classe 20 SO
A' Sonthampton i* classe t 52
Camarotes reservados para ot psasagetroi
de Pcnambuco.
Para carga, passagens, aocommendas a d!
nbeiro a treta, trata-sa com os
AGENTES
Amorim Irraoo & C.
H. 3-^BLm 4o bb, JMmN. 8
Importante
LEILO
De bens do acervo da liqui-
dado forcada da Com-
panhia Promotora de In-
dustria e Melhorame n
tos.
BENS EXISTENTES NESTE ESTA-
DO (PERNAMBCO)
USINA BOM GOSTO.
no mmicii lo de Palmares
USINA .CUYAMBUGA
oo moniclpio de Agua PretS
USINA SANTO IGNACIO
sita oo engento do mesmo nome
USINA FIRMEZA
no municipio da Escada
Terna, predios, machiniamos, locomo-
tiva, trolys, trilhos, etc., movis de es-
criporio, cofre, etc.
J. DAS
Escriptorio, ra do General
Cmara n. SI
Aotorsado por slvar do Exm. Sr. jola da
llqouiagao fe cada da Companbia Promotora de
Indsiria e Melborameotos.
VENDER' EM LEILO
Quarta-feira, 8 de Abril
prximo
Ao meio dia
Eltf SEU ARMAZEM
74Rua do General Cmara n. 74
UalO SM :
Os referido! bens eoostindo : das importan-
tes usina? acina mencionadas com seos impor-
tantes nacbtilsmoe, appareihos, ferragens, fer*
ramentas, locomotivas, trilhos, predios das
aelnas, casas pra operarios, etc.
Usina Hom Gosto no moolcipit de Palma-
res, com eraides edificios construidos de ti-
j-oilof", cimenio e cal, onde se acbam montados
os mais aperfeicoaaos aoparelbos de fabrica-
Cao e dlstlllicio e mais acceisoriog slli exis-
tentes.
Usina Cuyambuca no municipio de Agaa
Preta com ptimo predio para resldeo:la do
gerente, iodo construido de tijollo, coberto de
lelha e em oerfeito estado, com magmflcts
accommod. j'5es para familia e esenp orlo, todo
arsoalha-o, (om jaoelUs e venensaas, jardim,
etc.
Tem mais om edificio para emoregados com
boas arromniodacOes e om va.-tro alpeodre
banheiro. etc.
Liquidacao forcada
CMPliHfA
::,:::::: :: im:niL
mwumNt
Constando de
Fabrica de pedra plstica
L.couiovei.*. britador, wago-
nete etc.
SITIO DA CASCATA grande N\TIJUCA
com cerca de um kilmetro de
frente, casa de sobrado
e outras terreas
Iltia da Marambaia
mo
Municipio de Guaratiba
FAZENDA DENOMINADA
ARMACAO
com casas, engenho, etc., etc.
FAZENDA DENOMINADA
#erra dn i^ma
com casa e trinta mil ps de caf
armazem
A'
General Camara= 74
de:
fazendas com predios, engenhos, aoi-
maes, barcos, usinas perfeitamente
montadas, com importantes machinis-
mos em bons edificios, abrica de sa-
bao, linhas de carris nrbana e subur-
bana, materiaes etc., conforme a re-
lacao circumstanciada que se acha no
esenptorio do annunciante ra Ge-
neral Cmara n. 74, onde pode ser
vista pelos Srs. pretendentes.
0 annunciante chama a attencao
dos pretendentes para estes bens de
um grande futuro e vantajoso empre-
go de capital.
Os compradores garanlirao os seus
leos com um signal de
acto de arrematarem.
20
lo
no
A AGUA DE COLONIA
INOtEZA DE ATKHfSON
1S verdadeiraraenve a zaelhor que seja fabricada
" mais odorfera, duravel e mi.ito mais refrescante que a de qualidade allemS.
ftnlr-ie nnicamBQtB lia Je ATKINSQH | Acaatelar-se das falsicaeSes e mitages
A verdadeira tem como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escude e 2
Marca do Fabrica a White Rosen.
AVISOS DIVERSOS
Precisa gn de dns offi at-s de cadereiro
que te: balo trabalbado em tita- rasar, a t-atar
ii 'na dn Calah^uc11 36, -n|ii/ do Ci0
f cma-Be ue ua- ,oria eiras par de uodlsia, ra Vidal de itegreiroa n. 66.
Pre -isi-s" de Om cosinbelro on coi-ir.bei-
i-i e de urna en^tmmadeira pra rema de sa-
'.hora, a tratar no caes do Capibarihe n. 30,
Serri.r:a P^roamhucana.
Com ia a estar par ;-lugar um peqoeno
ompartimebio da ctsa o. 4 a roa do B^mOca.
Maenaleoa proprio para taiho "e carnes verdes,
narbfiro, eapaleiro, ec, a tratar oo o. 6, amer-
ceara.
Precisa se oe orna mucama <: meia ida'
de: prefere se fstranzeua e que cumia ero
casa. Pacaje hom orneDado. Roa da Per-
oamoocanae, 66, (Capo gai.________________
V 'Je--e fina casa de t-ipa com S jal;s,
2 qoartos, roeioba fora. cae moa e 1 peqoeno
i->["""-o, no Ar-i-ial. ra da Harmona n. 32, a
tr-1 r na me-on ra o. 44.
Vtud'-ft- urna cas-i de taipa com par t.
de reir ral, inndo 5 qoartos, 2 salas, ba
nbeiro, dispensa e cosinba. I saleta para eo-
gemrad', 1 te-"eDO rom fmctelras, oo becco
do Qj I." ". 1, no luon'eire, a tr, tar n mes
rr n na vppdn o B'. |l> *it.
Engenho
da Agua
i casa de vivenda, capella, mo-
vis, ferragens, drogas, ca-
noas, animaef, etc.
NO
ESTACO DE FESOE::
Usina denominada
t
A LOCAO eos QUIN1H1 de ATKINSON par. os CABELLOS
E o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os iiabellos.
Fortifica, e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
' todo> <> rerfmn.ira. ao. rtnkJiM. J. E. ATKINSON. 34. Od Bond Street. LONDRES
^5eurasthenia^yp5cqndria, doen?as nervosas, impotencia'
Rachittsmo, Tuberculosa ossea, ArthrltB, heumatlsmos
TUBERCULOSA PULMONAR, Oto.
lO GLYCEROPHOSPHATOdeCAL DALLOZl
I o Mitimiilo porcicdltDcii para ai iipramtncionidaindieacSct na dou del alcolherada |dai para eat)inUidiudi refeitts.
PARS : vi. DALLOZ, 13. bouleoard de la Chao tile.
Em PERNAMBCO : CuMP.ANHIA do DROGAS e PRODUCTOS QUMICOS.
VINHOdeBUGEAUD
[10NI-NUTRITIY0J
lCOM QUINAD
LE CACAOj
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza,DOENtJAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENCAS.
P. LEBEAULT & Cie, 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHARMACIAS
INJE
l
CABE
Cura certa em 3 das sem outro medicamento
PARS 7, Boulevard Denain, 7 PARS
Oenosilos em todas as princinae? Fba-nia<;ipR { T^-ro'svxHM*
APIOLA JORET HOMOLLE ^trJIIo
Leandra Mara do Espirito Santo
Lopes
O Df. OodosHo Lopes e so molber fuffra-
gam a alma de su.i amlg e comadre, Leandra
Mara do Espirito Saoto Lope-, com orna mi89a
qne ser resada oa igreja de No.ia Seobora do
Rosn'io de Saci Aionio. pela 7 horas da
manba do dia 1 ie Abril, 7 do fallecimento ;
e convidam para o acto de religiao e pieade
aos seus amigos e parele?, assim como os da
dnada, testemnobxrdo a todos, qoe compare-
cero, eterna grsti So.
f
Tcente Alvos Machado
O bscbarel Caodidn Al*es Macbado e so a
molber. Msno^l Jos Crneuo e saa mulher,
Jof alaria S.orlobo e fu ma'ber. B9oardinu
Alve-> MiCb-.do, I^n0! Altes Machado, Jdaqo'm
i Silva Caroeto e fu molber, Guilberme
Hall'd y e oa molber f-uteote>-) agradeceu) do
intimo d'alma a todos amelles que tiveram a
cridade de an-isir eo en'erramento do eo
estremecido pai e sogro Vicenie Alves Macba-
doe regam-lbe" ee dtg^em comaarecer a i de
asietirem A missas. que por sua alma se bao
unirr/tm i t ir -.o i le ce ebrar no di. 6 do crreme as 8 boras d
MUNICIPIO DE PALMARESntntii na Igreja da Veneravel Ordem Terceira
de. 8. Francisco.
Desde a se coofeesam gratos por mais este
ico de randade.
NO
:::::: rrar iijasa
Cuyambuca
MUNICIPIU DE aGCA PRETA
Usina Santo Ignacio
Sita no engenho do mesmo
nome
USINA FIRMEZA
NO
MUNICIPIO DA ESCADA
Locomotivas, trolys, trilhos,
etc., ele,
Eli MACHIO'
Estallo U Alusoas
Linda de erris nrbana e
sb-iirbana
Estaijo, linha em tra
f^g-o
Material rodante, trilho, ele.
::::::: n ::ss: :s mu
Concessao do governo federal do pri-
vilegio e garanta de juros
de 6 "i.
Os estudos j esto feitos e acham-se
no escriptono da compa-
nhia nesta capital
FABRICA DE SABQ
IVA
Freguezi. de Jaragu
montada com importantes machinis-
mos, em edificios apropriados,
grande armazem alfandega-
do, caes para embar-
que, e deposito
de gneros in-
flamaveis,
casas,
etc.
JkXWXA.
Preclea-se de orna parads-.nbar em casa de
riomem sol'eiro. a tratsr no Basar de Afogado.
J^JCWXA.
Precisa-se de oa para coslobar, tratar
oa ra das Croses n. M, 3* andar.__________
Amas
Precisa-ee para arroma6es de casa a roa da
Concordia n. 0._________________________
Ama
Preci88-se de nma qoe cosinbe e lave para
tre pesaoas, a tratar na roa do Cadereiro
o. JO.
Precisa se de orna para coslobar e mais al
rom peqaeuo s?r*i(jo oe casa de familia de
deas pesscae, travessa da Praia do Forte n. 6.
Ama
'Wedalba'de honra
0 OLEO CHEVRIER
desinfectado pe'o AlcatrSo,
tnico Cj/bti co. o Que muito
augment m proprledtdei do \
Oho.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
I nica prepsracio oue permita
admifiitrar o Ferro tem pro-
dut-r Pnso de Ventre, n$>m
Xncommodo.
. iBRANCO.LOIRO
.E FERRUGINOSO*
vl^ALCAT^ '
^^
teRIEn.
DIPLOMA DE HONRA
CEITADO POE TODAH AS
Celebridades Medicas
DA FU \N; K E DA EUROPA
BU
mOLESTIAS DO PEITO,
tFFECCOES ES.-QfULOSUS
CHLOROSIS,
ANEMIA, OEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
^"^e J^iP'
BlrOSIUpraleaPiRU ^'*Ff'aU***C^ifl _,. ", _
11, mi do F aiV-tatautn. 11 %ZrlZ'< i"^1 Viuho de Coca
LICENCIADOS PI!L\ INSPECTORA DE HTOIENE DO IMPERIO DO BBAZIL._________
<**mAiammmmumakwmawmuamBmaaa\wsaM
os
EXCELLENTES PRODUCTOS
DA
^maria
^e Oriza
ORIZA-OIL
ESS-ORIZA
ORIZA-POWDER
Apresentam-se aos consumidores sob
um aspecto novo. Esta raodificaco se
fez para permittir aos amadores e apre-
ciadores da
PERFUMAR./I ORIZA
de reconhecer os producios GHlUflS.
Outrot annuncios n'esto d tiran di novas caninhat e fr.isccs.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
PARS
LJH 0U aJir-tt-ln i Gatali|i ilutndi.
Cademeta perdida
Pardeo se orna o. 29.868, da travessa de S.
Jos de Riba-Mar n 13 Mea Caixn Econmica,
tendo escriptorada a qnai.tia do 1354000. e
mais MBJOOO que iem ser depos:tados da re-
ferida caixa.
Pede-se, portaoto, a pessoa qoe acbon a re-
ferida caderoela e importancia o obsequio Ce
a levar na casa cima, P"i-, qoe ee gratificar
perierosarreote.
R-'Cife, 3i de Marco 1896
Treapbilo Salgado.
"5fctf-a
de For
HE MA CHLOROSE
O rERRO
9as
BRAYAIS
ExpermeDlailo pelos primeiros mdicos do mondo,
paisa inim' diatartMi'..- na Economa sem ocrasionar
k uvorsminios. K'-stitue ao sanyue a sna cor. *ecoas- ,
' tuin-lo-o e dando-INe o vigor necessario.
DtsconfiT-se das mita^es e FalsifieacSes.
Teadoporilicidi a Paris,40 442,Rue St La^a^e
E I.U TODAk AS PUAKUAOUS
ENXAQUECAS
Cura instanUnea
pelas PIL.ULAS
liTI-IIBYRlLEICAS doDontor CRONIER
! tiu. ROeiQUET, l-tHui.itMiau. 11. i. itUloiuie, Pa?4
Em PERNIUIBUCO : C de Drogase Productos Cnimicos.
Companhia Refinadora
Vende isocar especial a 845()0
D to reBaado 7!00
Dito dito de 1" 6 Dito dito de 3 5*500
Caes do C; pibaribe o. 66.
Precisa se deama para cosiobar, para casa
de pooca famli a,a tratar a roa PedroAffonso
o. 30, i andar. ____________________
A.XVXA.
=Precisa-e 'i" orna Dar ro tnhar, a tratar
roa Bara da Victo-ia n. 65, 2 andar.
Lusitano
DAS
Edifliioe onde se acham montados o mata?|(Escriptorio, ra do General Cmara
iperteiQoado appareihos da fabncacao e ai- v c v^amai
iliaio, deposuo de wateriae, 17 -asas de tai-1 n- 74)
J
a
l
pa para trabilbadores e mullas outras betnfei-
tonas all existentes.
Osins Santo leoacio S locomotivas, 60 tro-
lys, 30 carros grande na linba inglesa, (ar-rica
de asucar, moendaa coro 3 cyliodros, macbr
na motora, ')omba, taeqoes, rov defecadores
de 1500 litros, 11 decaotaflores novos, clarifi-
cadores, tri;)lice eflfe.m, appareihos de vacun,
motor para as turbinas systema WetteW. 18
tanques sobre rodas, coilamoa uisiillatoria
compleU, machio!, tanqoe, cabos, tarramentas,
Auctorisado
por alvar do Exm. Sr. Dr. juiz da
liquidacao forcada da Companhia
Promotora de Industria e
Melhoramentos
Vender em leilo
Quart-feira, 8 10 correte
Ao Mel da
E' o excellente cognac P-rtogoei qne acabo
de receber e recomo"n o ao publico e espe-
ci'meote aos mena tregaeaes, pela sna oda
qoaiidade e paladar agrsdablliasimo, feito de
eca'dente de vnbo de vinte annos.
CHICO IVPORTADOR
Joo Fernandes de Almeida
raTeeaia da aladre de Doa 1
Para cosinbar precisa-se de orna na roa do
l'.angel 0. 88._____________________________
Cosinheira
Precisa -bp de nma qoe salbs bem cosiobar,
roa da Concordia n. 10_______________
Cai eiro
Preciea-se de oro caxeiro de 18 a JO annos
de Idade, cam prauca de molbadoaque |d
fiador de soa coodacta] a tratar em Cexaoga,
Gomes Mentiooga.________________________
Caixeiro
p-icis^-se de um ra Vidal de Negreirof,
453, padaria.________________
Coqueiros
Veode-se mil ps, de bons taroanbos para
plantar, a tratar na roa Vl^coode de Gevaon-
r>. 111, amiga M odego, oo na loja Soono de
Ouo o. 3 e 5, Pra^a o Iodepeadeocia.
?luga-se
0 melhor sitio do Poco da Panilla parto da
esiaclo, a tratar oa ra Baffio d Victoria n.
63 1* andar, das 10
hora da tarde.
Precia-ae
niio 68.
Criado
de om pra copeiro, na ro da
Ama
Precisa- se ie nma am,
loto o. 35.
travessa do Pe
Ferro eru chapas Best
Best
Vende-se ra Duque
de Gx3K n. 91, com gran-
de ahatirueuto do precedo
mercado
Companhia Exploradora
de Productos Calca
reos.
Cal Virgem de Jaf'uaribe
A 9^000 a barrica
Pr o tabrico do as mear vende-se m
CompBh8 Expioraocra. de Producto
Calcreos no Cnes do Apollo n. T-
Ourives Oc-
culista
Vende se a armacao e
gneros e.iisteQtes na ta-
verna, sila praqa e Ma-
ciel Pinhivo n. 12, a tratar
na ra d_ Madre Deu8 n.
1, com Antonio Soares
e Comp.
MQZlCOZ
Vende-se na ra do Commercio n. 34
Fornecese catlogos^_____
Livraria Popular de Avelino
Rodrigues de Paira
Acaba de abri--se oms livrana ras Estrel-
la o Rosarlo o. 8, cojo xpienlino sortimento
Iliterario moito deve convidar que, o rtepei-
lavel pofcl.co de. la cla.e se di^ne faze- nma
visita. Tem t.mbem este est rel imento,
alem de iiv-os e papelaria, monos ardeos de
gosto, propri<-8 para presentes.
Liquidado
A laja Paria n'America ten-
do de liquidar di ver* fa-
xendas de msda chama af>
i en cita de seu fregaeaea para
xrandrs a bat ment* de pre"
etM.
Boa de B. da Victoria M
Per nam buco

9>

r


X
/
i-- R*gOq HB ELLO
d oo-ivesi rus di
ii na (roguetee e ><
t itK i ffica- bat
le qoii.Qoer "-ibali'
es iscslorenip crsvacO'
oo-, peo' Del, monoc
T E-' D R'- I
Bstsbflf
L
r-
ii.aH ir.
pa' orttban'
lo., el
Doura m, i oa ea> > 'toe < -eiero.ac- ontraqoalqu
aapteto (taran tino o i '^s r ooi'os.
^uadaH Laraogeirar* n.
Cal Branca e V i r -
de tlagraaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
r*iplcradora de jal n ran-
ea e virgem, avisa aos
consumidores q t ac
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeir--s pro-
ductos se ene, ni am em
seo armazem do
i1 Caes do Apollo o. 73
i
lUGiVEL


s
Diario de Pernambnco iru de Abril de 1&9G
,
90 Dias f ?
E'oprazopara a de-
mol'qsLO da ra do
Catmg
' Em vista desta circumstancis, ob pro-
prietaria da c-sa n. 2, na meama ru,
reolveram )iquid>r jor todo o prego om
compen Bortimento de merinos lieos,
lavr*d s, om Metras ec, pretos e- de
todas ns oree, caxemiras 'isas e lavra-
das, gorgoritea lieos lavrados e chama
lotad^, sedas pro es, liaas, lavradas,
ledas de :oda sb cores, e branca para
noiva ; um variadiseimo sorlimento de
liocns, chitas --edinhas de 200 reis a 500
rea o covsdu, crepons liaos e-com
palma d- reda.
Madi p--13ep, algodSczinhos, puoprs e
collaru.bus desde o u. 32 at 10-Puro
lint.o I
Ra do Cabug n. 2
Jsqflim Csrneiro & C-
Grande Liquidado
NA
DO
LOJa
POYO

"DS
v.
ngrenho a venda
Vend- eo ecgtnho Bomtim distante 2 kilo
metros a cidade de Beto Jari n>, dtsie Estaco,
e 25 Kil .xelros da estacSa o Lnooe'o; tendo
casa eommoda e bem cin-t'O'da de viveoda.
mntalo com todos os oteoriliop pa-a afsiear e
lgcdao, arrasiene, d:s iliaco, vapor moeoe e
Correute, poa en anata pa'a ledo o trabalbo,
com a.-suae e ter eoo p oprio Dar safrejar
3,000 la-a: tratar com o proprietirio Nico-
o Antonio Do.-rtp, no roesniu eogenbo
S eme rites de hortalizas
DA NOVA C0LHE1TA
Co&jpleto soi-aenio.
Ras Eitreita do Rosarlo n. 9
Pocfs MerjrUs & C- _______
Madeira
Vende-se prancr^es de tolas as qualida-ies e
qoantiriaie a listar em Palmares, roa da E u-
ao D. 8.__________________________
Co.-inheiro ou cosmheira
Precifb se de om boro, ceslubei'o oo de orna
boa cr-i; liPira. na roa co Bemflca n. 18. oa
Passagern da Vrg trieos.
Crept'U com lindos padrSes a 503 ris o covado.
Sarja pre'a o >iu> pura roupa de homem^fzaoda de 80C0 4 SOCO
rs. o covtdo.
Cretcnos escores a 240 res o covad".
Ditas clsraa 30 o covado.
D'tns clarea franc^zas multo largas a EOO ""'b o covado.
L nimnbs para vestido limua padiSea a .-20 rea o covaio.
Casineta fia pi-r reopu de bomem e menino a 500 re'B.
CretMK'i para c>be:!a com uro metro de largura a 700 e oovjdo.
Co'chS'S franceses para c.hjp a 154000 um.
Cok-bus braceas ce fus'Sc a f 5000 urna.
Dita* braceas de tus.aj para cama de catal a 80C0 orna.
Cortinados de eroor.et a 125000 o par.
L-ndHs cachemiras com largorao pera vestido a 1200 o covodo.
Camisas brarcas de licbo para bomem om pequeo defeito 70f50O a duzia.
Atoa hados bordados pura mesa o 3(000 metro,
etim prtto e cor de rosa a 1(0J <> covaoo, peehioch.
Merinos pretos, lisos e lavrados a i ROO o c< v*di/.
Lineo C n> 2 in guras a 5C0 reia o C >ad> .
Mudupolo americono com 24 jardas a 1250r0 a peca.
Crerons de 13 a 800 o covado,
Flanalles para camisas e pura vestido a 400 rea o ovado.
Brilbant ina brauca bordado com liatras *U'S a 600 o ovado .
Camieas de fl.nelia^hygienicaa a fi0dGOO a i z
Espsrt'lhos coaraca a 8$0('0 um para r-b-r.
Cbamalot preto de seda para vestido a '/% OJ o o>**do.
Ktdes grandes da B-b a 2DfJdOO, 25|$UU0 e 300J urna-
E muitos outros artigos que 1 quidarr.os por me-
tade do seu valor.
AL
do
Mu
mais importante
norte do Brazil
ILLUMINAUO A L0ZELSCTRJC
Dixp.nun Caprivitoa-c^ati doa pr ue roB eli m aos pslaaret m*i< exoin'-iio- nec^sidade byyuij .
Nad d-ix-ndo de j r e o pre'erido p"! maii alta
sociedad- pernnir bac "i nli ln r-f,'a;eia e'O-nF.
lJi^pon>"0 dn i.n op^homI babi'iudo, quer Da arf* dt? c'ui"ha', oner no
mor?o de hem servir, es' s a psia-"- e imaDto n airur An er o orne-. cine pode
de S88b( m Jr diii.cn"1 ri**fttia<-'' oo-u dh rnel^ores h-item rta K"rnp".
A p.r C''l a '' condado n ooS'nh*r"a 'i 6 *' ,et'"'.',geir'"d,
>r-. v sji.t' dugniric HJ PEDA. 1A, piAvr ' c. c.
ado e silicio idade
enoontrar.o
com a '
P
So na ra n. de Mar$o n. 19.
Carneiro da Cunha & Sobrinho
W06~
Veuda de predios
Veodem-se os epoio'es a trit.r na loja n
80, a rna Doqne de Caxias :
O pob ado d. 16 i trive Deof, < ojo pavimento terreo o capado por
es'sbel>-cimento de estival.
0 oardo b. HH 4 roa aa Ponte Velba com
so ai r^'a o largo (a S n'a Onz
A cata le rpa o. tl6 4 roa oa Ponte Velba.
A ca?- lerrea n. 1 o la- da Santa Crox.
A mftade do sohrano o. 86 4 ua VHal de
Ne(jrei-oH, c m filio ia'a s ro^ fe S. Joao.
Optiiiio neg-ocio
D-se sociedade em
uro estalHeciiceto com-
mercia! bem localisado
e qae faz bom negocio.
\ tratar ra do Baiao
da Victoria n. 30 loja.
Egenho Comportas
Transfere-se o a*rendamento desse engenbo.
sitru na coroar:a ce Mnnbeca. com fafra
psra do-s mil ia'8, animaes e lodosos per-
teocp* d? om P2pnDo mo> nie e correte, coi
tos casa de vivenda.
O fallado eegeobo Bca distante da Dsina meia
legua e moe a vapor.
Taa bem ee arrenda por irfb o ma anno.
o sitio e tasa na Grica, irav*M do V;ntura
Traa-sena rna Doqoe de Guias n. *5, 1*
SO*'
Sortimento completo de
madeiras de Pinho, nt
Senaria Nacional de CJi-
maco da Silva, do Caes da
ReseDerrcao n. 24,
ts ESCOLHIDOS $
O 00 J ce u. CO o Q < o Li_ J Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE LANMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doulores que Ihe dao a preferencia, o re-ctitam cada dia para todas as doen9as Pulmonares, Escrfula*, etc., eo consideram o mais puro e rico em FODER MEDICINA!. QUE 6E APUECENTA AO PUBLICO O 05 > O) 33 O O 03
M E MAIORES *
fc
^
A TOSSE E
PEITORAL
DE
A1TACAHUITA
PREPARADO POR
LANMAN E KEMP
NEW YORK
0 BALSAMO MAIS EFF1CAZ
PRODUZ CURAS ADMIRAVEI8 E TEM
TRtUMPMAOO EM MUITOS CASOS DE
PHTHISICA INCIPIENTE.
INFALLIVEL
^
^
can
Cozinheira
Prfcsa-Be de urna, 4 rea Marcllio Das d.
3, i alar.______________________^_
Parallelipipedos
Compra-se, em qoalqoe' qaanildade, na roa
0 Coarnercio n. 13. and ..___________^____
Ajudaote de despachante
OffereC-se pra este iratisloo : c.namdesejar
delxe carta no sscrlpiorio do Diario.
FOLHSTIM
60
V
illlBlfii SI Pili
POR
zavies de miim
f
PKIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XLIX
(CentinnaSo)
Gilbert, diante dessa crianca fresca e
nutrida, pensava no faturo que ella re-
p'esentava e platnicamente enchia o
cerpb'o de mil projectos.
Aquella men na roubada mi era a
fortuna !
Mas, urna nuvem negra, toldando a
fac-i do c3 radioso, veto destruir a har-
mona de quadro.
Fssa nuvem era Servis Duplat!. ..
Se'vais Duplat, sea cmplice, o bomem
que podia, com urna palavra, perturbar-
le r ezistenc a, arruinar seas planos,
aniquilar sua obra.
Nao o esquecia um instante.
i bert lamenUva j nao o ter aui-
qnilado.
V. o conde Emmauel d'A- eynes ?
F. o vigario de Saint-Ambroisa ?
Ni ae leuibrava dellea agora, nern
31---llua tiaroda Victori a31
Depois da Botica Francesa
Fbrica de Molduras
Estampas de tod*s as qaalidades. Qandros. Sanefas para cortinados,
dieiros, chamices, pavios, moldaras pora retratos.
EncerrgB-ae de retratos a craion para o qoe ha contratado om perito rtista,a
bastarte Mohecido.
Preparase qualqoer eocommenda com a maior brevidade.
Sinceridade a Drp^rs barstissimos.
CPPARM
:::::: r:c: csaiivoe pssvehtivq easbtsipela
DE
H. ROUQUAYROL
iipprovado pela Junta de Dygiene
A CAPPAPINA, p'uau.vj da flura oraiil ,ira om rpmeoio ae elTeito prodigioso o5o tt pa.
-a a cora o E'js pela como para preverir o seu rpappa-ecimenlo.
A CAPPARINA. alm dectas propiedades preiiusa, i^m vaniagens sebre os dpmsls rfme-
ll< s ?[< n-p:i aios ai boje para o mesmo lid, a de evitar a fornceo de temores mcitofrequeD.
les oa Erv.-lpel, romo lambem de i bsiar a fletfo-ma.i) da diversas partes do corpo, lies co.
mu : os bracos as peroa?, o< eicrttos, molesl a c. nhec.ua sobre o uome de Hlepbantiases
Erysipela branca.
A CAPPARINA de igual effi^acia para corar a LjmpbalHe.
N. B.Cada f'a*-o acompaobado por infirorgots e altestad.-s qoe sSo cotral tantas
vas da verJadeira i-ilicatia aete novo medicamento.
DEPOSITO
Botica Franceza
Ku* do Bom-Jesus n. 22 (ant'ga da Cruz)
PERNAMBUCO
'< esmo do conde que elle odiava com to-
das as orcas de sua tima tenebrosa.
Mais tarde havia de ver...
Presentemente o essencial, a cauai ar-
gente, que nao admitt'a demora, era des-
bastar o caminho que elle se havia tra-
gado e que o ez-communista occopava
fatalmenteo ex-communista a quem Be
obrigara a pagar cento e cinco'enta mil
francos e a quem nao pagara sequer um
sou.
No momento em que conduzimos o lei-
tor a ra Servan, casa do sobrinhj por
allianca do conde d'Arejnes, eram mais
ou menea dez horas da manhS.
O medico, dppois de ter feito sua visi-
ta matinal, acabava de sabir.
Martinba, a ama, velafa Heoriqueta,
ao lado da pequea Mario Blanche, ador-
mecida em seu beico.
Gilbert, sentado na sala de juntar,
diante da mesa que lhe servia de secre-
taria, tracava, com a mao lenta, n'uma
folha de papel de carta, bastantes linhas
de um talhe disfamado.
Aqui devemos abrir um parenthesis.
Disemos ba pouco que a ordem ma-
terial tinba-se estabelecido ; mas a po-
lica continuava a sua obra de repressao
obra justa e mesmo necessaria.
Toda a casa suspeita era visitada. Em
todos os quarteir5es dava-se basca.
Todo aquelle que tomara urna parte
qualqoer na adminiBtrsc&o da communa,
fosse porque fosse, era perseguido por
usurpacao de funcjSes publicas.
As delates, as denuncias anonymas
chegavam sos milhares prefeitora de
polica, aos quarteis generaos das divi-
a3e militares e s mairies.
E recomecava a busca doe indigitados
torto e a direito pelos denuncia-
dores.
As estges do cam gorgitaTsm de gendarmes gentes.
Ninguem podia afastar-se de Pariz
sem um passe ou passaporte.
Havia grande vigilancia as frontei-
ras. Seria preciso muito artificio para
se poder passar para o estrangeiro.
Voltemos Gilbert Boln e procure-
mos 1er o que elle escrevia tao deva-
gar :
Senh r. Todo o hemem honrado
deve a si p-oprio a obrigagao de indicar
a seus juizes os misraveis que acabam
de alarmar, de ensanguentar e de incen-
diar Pariz.
A ordem nunca vio inimigo t5o fe-
roz, tao encarnizado, como o que se cha-
ma Servis Duplat, capitao dos commu-
n stas, executor de ordens do Comit
Central.
Durante dbus mezes esse acelerado
agaloado e empennachado semecu o medo
no 11 districto, perseguindo a gente de
bem, insultando e ameacando os padres,
prendendo, requisitando, pilhando, ma-
tando.
Tendo conseguido sahir de Pariz,
esse assasBino est escondido em casa de
urna rapariga chamada Palmyra, na ci-
dade de Champigny, com o nome de Ju-
les Servaize, espera de um meio para
sahir da Franca.
Essa Palmyra urna engommadeira
muito conhecida pela sua conducta irre-
gular.
< O infame Servis deve ser cast'gado
como merece.
E depoiB de reler a carta, Gilbert as-
aignoa am nome falso, escripto n'uma
lettra illegivel.
g$Ah se elle soubesse que Duplat era
o capitao que, frente de um grupo de
federalistas bebedos, commandara o fu-
zilameoto na prisao da Roquette I...
De esto o qoe all estava, na carta,
era bastante para que Servis Duplat
fosse pelo menos deportado.
eC S Y:\7J) vc;s, rigT
r
r*
Manoel Garca & C.
MB
N
t\

{U
SAL
Vende-se ra
Pedro Affonso n.
66, por menos
prego que em ou-
tra qualquer par
t^_____________
Regulador aa marinba
Neste bem montado e;t<>bflecimento
de reiojoaria on mento de r lojtioa de toda a claeae o qos
ba de mais 'indo e opor-dn e> et ; instru-
onentoB aa ei-genhi-ria, Ohchri-s photo-
graphieas < bjectos pr tentiac s, oori-
ves e rshj ei'i s, ctix. s de Bsica, pho-
oojjrapbob, tbjectes elect-0J3 e c, etc.
An a milis : um bem montudo to'ier
f.ara OtCMMrtoa de rcl gioa do a'gibaira,
parede, torrep, ebrunumetoa, j' i.a gal-
vsrj'Btco ^ nofclifocr i strometto tendente
a rte mecbi'ic.
Ra Larjjn do Rosario tb 9 e 11, oa
Pateo do P>r- mi-
A. J C Arsojo & C.
Bichan e Kaibufgo
Vende-se em grBnd-s e pequeas
porc3e8, appica-se ventosas seccas : a
tratar na ra das Laran^eiras n. 16.
necessita o
excellente.
Munic
Ul
Janeiro.
Para as Creancas.
Tenho feito uso constante do seu preparado Emul ;o
de Scott com grande aproveitamento para as crean ;as
e pessoas com estomago delicado, cujo estado de saude,
uso do oleo de figado de bacalhau. O seu preparado
Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Presidente do Con lho
Kx-interno do Hoapi-
Calta Preta no Rio da
A Emulsao de Scott de oleo de
figado de bacalhau com hypophos-
phitos de cal e soda especialmente
adaptada para as creancas. Os hy-
pophosphitos fortalecem o systema
osseo e a combinaco com o oleo
de figado de bacalhau nao tem rival
para eliminar os germen? dasescro-
phulas e outras enfermidades para
dar vigor e rebustecer e para pro-
teger os corpos das creancas con-
tra os ataques das numerosas doen-
cas a que a infacia est exposta.
Em todas as epochas da vida a
Dr. Manoel Antonio Alfonso Ruis.
Rio Grande do Sul, Brazil.
Emulsao de Scott
produz forsas e carnes. Desterra as impurezas do sangue.'
Cicatriza as leses pulmonares. ; Cura a Phthysica.
A venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitacoes.
t Scott & Bowne, Chimicos, New York.
GRANDE
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni
eos da cidade do Recife.
AccoromodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a mai< r e mais arejada nesta capital
A cosinha acha-ee a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado dn Europa e outro brasileiro, ambos especialiitas na ar-
te Culinaria
Os proprietarios d'este grande e Iuxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aot
mais difficeis dos appetites e bota-o ao_ despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jautares etc., dentro ou tora do mesmo estabelecimento.
PRECOS HASOAVEIS
Taverna
V-n lf-sp a da roa do Peyant n. 23, com
pouco capital e ccmrxooos para a f. milia, a
,ar na mesma. ,
FALLI-SB D
Gilbert dobrou a carta e metteu-a
n'um enveloppe, sobre o qual escreveu,
coro o mesmo talhe fingid > :
Sr. commissario de p licia do quar-
tai rao da Roqoette.
Pariz.
Rellia guardn o enveloppe no bjlso e
sahio, depois de ter prevenido ama
qoe pito tardara.
O escriptorio do commissario de po-
lica era na propria ra da Roquette.
Na parede du vestbulo havia urna
cixa destinada a recber cartas particu-
lares e reclamasSes dirigidas ao magis-
trado.
Gilb:rt collocou ahi o enveloppe e,
voltando, tomou o boulevard de Vol-
taire em direegao a praca do Chata ^u-
d'Eau.
Em toda a parte operarios oceupavam-
se em da.-azer a desordem das ras, em
demoiir barricadas e conducir mate-
riaes.
O objectivo de Gilbert era a casa ha-
bitada pelo vigario Ral d'Areynes.
Quera saber se o abbade j voltara a
Prit.
Ao enf entar com a igreja, vio as par-
tas completamente abertas.
Acabava-se de benzer o templo profa-
nado pelos communistas ; grande nume-
ro de fiis rez iva ajoelhado.
Nao vale a pena ir casa do primo
de Henriqaeta, pensou Gilbert; aqui se
poder saber...
Subi os degros e entrou. Um sa-
cristao colloeava cadeiraa na nave.
Gilbert abordou o.
A igreja voltou ao culto ?per*
guntou.
Desde hontem, senhor ; foi preciso
antes de todo lav. r as mmundices da
canalha...
O Sr. abbade d'Areynes ja voltou
a Pariz ?
Desde o dia 28-..
E os vigarios reentraram em sufs
funcgSes ?...
Apenas um.. -
O r. abbade d'Areynes, sem du-
vida...
Ab 1 infel zmente nao...
O sacruto suspirou.
Elle nao est em Pariz ?
Est... Mas quem sabe se elle
ainda pora os ps oa nossa querida
igreja!...
Porque, entao ?satou vivamente
o mar do de Heuriquata.
O Sr. vigario est s portas da
morte.,..
As portas da morte pcssivel ?
E' certo, seohjr. O Sr. cura viai-
tou-o eata manhi e, ao voltar, disse mui-
to triste, que achava o abbade perdido !
Perdido M-s qui lhe acorateceu ?
Queira me dizer, eu lhe p co...
Ao voltar a Panz, com o exerc'to,
ua noite de 27 para 23, e no momento
em que entrnva em casa, o Sr. abbade
foi attingido por urna bala...
Jess.
... E logo no peito.
Gilbert ficou instantneamente pal-
udo.
Agradeceu ao sacristo n sshio...
Tremiam-Ihe as pernas ; elle foi ebriga-
de a enc&star-se n-<8 grades do adro.
A noticia que elle acabava de s*.ber
causava-lhe grmde abalo e um medo
profundo.
A morte de Ral d'Areynes, agora,
seria um prejuizo enorme para o sea fu-
turo O conde, ao saber, talvez modfi-
c 868 as disposigSes testamentt.rias inspi-
radas pelo sobrinho.
G lbert era obrgado a confessar que
o abbade d'Areynes defendera enrgi-
camente oa nteresses de Henriqueta.
Quem o substituira ?
AVISO
t^Tevenimcs aos d wedr*-
res doSi. Abdias Marcj
que somos 03 nicos auto-
riza Jos a rebeber a impor-
tancia de -eus dbitos, 11-
cando portanto sem valor
os recibos pascados por
aquelle Sr, desta tata em
diante.
Recife, 18 de Mareo de
1896.
Antonio Soares 4*.C.
Escola de enareoliaria
Um bacbarel cem looea pratica do eu-ico
das tr s'lirirj re;.- e mi agnme sor ex- I HCDO
a Pclyecnolca do Rio de JsDetra, urop-m-ee
(nsln.r a catla" (o expme ce adtr" f5o da
esrola sciroa P*-a irscrever se fui til o: o,
procurar o D'. G e(jo 'oa d Crox B. o!, das
10 as 0 corso abre se 1* de Acril.
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra de Pay-
sand n. 19.
Piano
V-rde-?e om covo i roa B.rSo da Victoria
o. 16.
Bilbar e hospedara
Vende-fe om bem a(reKo^z^do, em 8. [zo-
renco da Matia, a iraiar oo mesmo.
Ao commercioeao publico
Os abati afeienados, pelo p'eeecle decla
ram ao cepo commfTcial drsia praia qoe
nps'a dita dissi Iv-r m amiga^elrxeDte a socie-
dane commerclsl qoe Dobam no esla^ielect-
ment de mtl ador rea do Rocano da Boa-
Visia n. 81. Relira ee o seco Jcao Ao cnio da
Silvena pago e satisfeito ae s o capital e la-
cros e Iseoio ae toda e qualqoer respon^abili-
dade activa i u pasiva, Ocanao o activo e pas-
siva a cargo da viova Rh p ro.
BCife, ti de Ma-co 18.6.
Anoa oe Soa R beiro.
JoSo Aotoaio da Silveira.
Ao ccmmereio e ao publico
Prevenirlos acs devedo'es de Aoensto Pinto
de Viraooa, qoe sooros os nices babilitados
para o recebimenio ras divina?, per antoras-
qSo dos cr*dores.
Recife, 28 de Marco de 1896.
Merduoca, Primo & C.
^^^HBi^P'^Bl^^nnB^BliJJJJJJJJJJJ^Vt^h^iJJJJVMB^B^B^B^B^B^^g^kltfiHBV&
De repente os olhos de Roll'n b.ilha-
ram singularmente.
Um pensamento diubolici acabava de
nascer em seu cerebro, tranquillican-
do-o.
Voltava-lhe a forja moral, e elle to-
mn o caminho da ra Servan, dizjndo
comsigo :
A morte do vigario pode, ao con-
trario, apressar a posse do usufructo-da
heranca do conde. Se o Sr. d'Areynes
soubesse bruscamente dessa morte, rece-
bara tamanho ch' que que era capaz de
cahir fulminado por um segundo acces-
o... A questo provocar novo ata-
que .. E' o que eu vou f zer...
Chegando em casa e sem mais per-
gontar pelo estado do vigario de Saint-
Ambroise, que elle julgava irremediavel-
mente perdido, Gilbert sentou-se de novo
mesa que lhe servia de secretaria e
escreveu :
c Pariz, 1 de Jur.ho de 1871. Sr.
conde, meu querido tio.D-'pois di ter
assistido aos medonhos acontscimentos
que enlutaram nossa patria, depois de
ter estremecido de horror ante as scenaa
de ssngue de que foi theatro esta capital,
depois de haver chorado sobre as ru as
tamegantes de Pariz incendiado, devo
communicar-lhe a situagao de nossa fa-
milia e agradecer-lhe as bondades que
teve para comnoseo.
QEnfraquecida por privsc^es e soffri-
meutos physicos e moraes de toda sorte,
mittha querida Henriqueta, sua aobri-
nha, deu a laz, ha tres dias, no fondo de
um porSo onde nos haviamos eecondido
por cansa do bombardeio, urna menina
robusta e viva, que o senhor ha de esti-
mar muito.
(Continua).
Typographia do Diario.

-
MUTILaDO
J mtdffi





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