Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19948


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Full Text

-


3&
AMO LX1X
QUINTA-EKIBA gQ M KOV^MBRO PE 1893
NUMERO #3
PBOPBIKB ABK OS HASOS& FICHJKIRO1 OS FARIA
PAM A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mexea a Por seis meses achantados.
Por om anno aJiantado t
8*000
151000
301000
IA NOSSOS AGENTES EXCUSIVOS DE PJKLl^gOES NA FRAN-
4, E INGRATERRA
O Sr Amede, Prince C residentes em>' Provence
-34 rae FILHOS
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes achantados. I6S50Q
Por nm anno adiantado 334000
Numero avulso do mesmo dia. 1160

ISSTBlCCiO POPULA
EDCAgAO
i:::::::::::. mki -risica
POR
HERBERT SPEXCER
CAPITULO II
A Educa^o IntcIIcctual
A' acora apeoss temos pofgaJ 'o, sobre este
poni, oncoe* ge-ara B-sn neto" geraes pre-
C s; ni ile er dstnvblviJas no* i-eos cso espe
Ciae- -p erara e per iran*'i>rmada3 n'uma
mull aa da propo=ic5es e-pecifi-as. aat 8 qu-
pcssimu) dn>rque .wBoimo*a acieocia. em que
se bisn a .rte. d e'uacao. En'io quaodo
tive-rans pxpifto il-Biiii|*aineDte por qae oraem
e em qte conb nac6js a* froiiiaies mentaes se
tornam activas, (oremos a escolher. enfe os
multo* carainbns pnaslvela para o ex-rci lo
dell =, squelie qae m*i coofo-mo aos seos
molo- nampes de accSo.
E', poi*. evident-, que otra devoraos jolgar qoe
03 nossos raeboios de en rao roais avancaJos
sfj 1 :i o que elles devtm s ou 1 approximam
estrenara' nte desse dea'.
Faiendo, portaoto no wpirira esta dis'.inccSo
en're o principo e a praiica de Pestalozu. e
iofeindo das chnsas apona Us qoe e-sa prati-
ca deve ser ocssammant- defe toosa, o leiior
podera 3peciarN;om 1"* eza o valor a d-ail
lusar qoe t I y-ueina prorvo era diversos es-
pinio-. e ve-a qoe a reJisacao da idria de Pes-
lal z:i esta nara se- feia anda. TVJavia, se a-
iDe isae, p*lo qop acabamos de d zr. qoe rcgsa
algirai ne.-s-* caroinho ?e lera realizado a ai.'.'-
ra e uup lodo* os erfo-gos devem ser consag a-
dos as lantat.vas preliminares, teamos a res
pooler, iop e-ibora na 8fja possivel executar
cm pLoo "e e leselo, qu-r no fonlo, quer na
f na. aera o penado previo pal posaivel c-m auxilio do certas principio-
dirigente, f?zer aporox ma^oe* empricas para
ara sy tema perfeito.
f' nioito de abrirmos camipho para ulterio-
res tenia-vas vamos a; ora esp c ti a- es.-e- p-in-
rpln?. A'ims dPlles ja foram ; potados m 1
co menos Dt pininas antacedeotea, mas cuti-
Tenient1 apresental os 3R;>ra lodos por urna or
dem loeica.
I. Qji na edn^fiSo devenios procpfler ao
simple- para o oropelo, ama vprdade que
sempre mais 00 menos lem ser-ido para o en-
sino, emb ra inscienememe e illaglffneoie. O
espirito 'e'envo'v-Je. C-irao tota* aacoo-as
que se despnvolvpm, elle vai marchando Co ho
mo neo para o heterogneo, e com<> uti ayate
ma regalar de edocagao pa ront-a partida ob]J."-
Uva d ?' p-o"p;so snbjertivo, elle dev,-apre-
sen'ar ama prrgre>*So icocIbiBls. De mai-;
dis'o, como'fhen lend .: asstm. temea qu" wt
fcrmol. t'ii arphr-ai;6^ racito man larcas do
qoe pa-ece 4 primara vi t'..
Porque a Pa razar envalve nao -o qoe le-
vemos p oc der do simples par* o comoosto, a
n'ir'o de "ada raw-> de wutte uneDl ., agaaqae
o mesmo di-fenoi faer c >u a BCifnda cor.sii"
ra'a no gen -onjon-tr Como o ejnirito, cons's-
Hodo 1 ir n-:oio n'um peaoeao numero tfe fa-
cnlda-1e-< activas, irra de r6- em argo a? farul
dad. s socces=iv:ice^te :>pora1a3 --.l qae ellas
poss'm trabnlhars-maiianenrcnip, sesne-s- qa-
o gomo ensino deve pMnnpiar per um peqafm
Damero d-^ assomptos. almidonando se BBCCei
sivam-nt'' aqnj|les qu? 8 furem compreh^ den-
do, de mo'-io qie o espirito pasaa fl ;:iimoD'e ?-'a-
cal'os todos de frene. A e.lue\> no rJ ve
p-fpler do pimples para o composto s as
par'-r.s especiaea. m? arada 00 feo cmjucio.
(Contina).
riRTf wr\i
Covern Ao Estrilo de Per-
FXPKDiFNTE OO DIA 6 DE SOVEMKBRO DS 1893
Ato:
O Rftveroador do Est ido teodo pm canaiaera-
cao a lista He an ioidad Jos jiiiz-'a Je. direito.
resol* 15 de )4 .i- Njvemnro e 1831. r-mover o Dr.
SiBiOioi.do An de direiio da 2* vara icommereio) para a 5" (pro
vedor a) do monicipio oesta cap"al.Fizeram-
3-as necessa-ias communicatOea.
_ o g' vernador do Estado res. Ive noxear o
bacbarel Affonso acerque para -ervi' de erm nts-ario noi exa-
mea da l* serta da Escola N irmal da Socieaie
Pro amadora de losiroccao Pobltca m Boa-Vis-
ta, era ^ubstituicao do bichare! Aorigio de Mi-
ra'nda Castro, que na.) aneitoa a nome Qj, coa
corme pa'ti ;ipon em ofTi io r>e boje datado.
Piteram Be a* necessarias cot. unicacOes.
O govero^dnr do Esiado att"odendo ao qie
reqoereram as prof s- as panl ,as Maria I^ca
Ciad. Je-oa Marta Can Ha Tv.-r-s de Meitn.
eterno em vista r> i-fi-m ifi> r8.*?39 e 768
de 31 le Aos'0 e 18 de S^tr nbM) rin loa, do
D-. insp.'Cior feral da rastra tj nLblica do
T'esoo. pre-t da; acerca Jo asaempU) ita p;-
UeSoda prioetra dsa re -Mr? profesaoraa,'-
bre -.? quaes versa o parecer 24 de Omubro
ajltimc, do Dr. priorarar geral do Estado, re-
solve declarar fue fleam em dipcuibilidade ar>
slludi (a- p /--sor .-. Pli am-se bb aecesaa.-
ra rommaiiica6ss.
(ifli :I08 :
Ao overaa'i:.-do Bslalo de AlaeO'.a. T-a
do o leueote cor. arl itonlo Serap ao de AbJ
qarqae Frade, leie.i i le polica de Q >;br*n
gal' n-s e E-tuo io se de grande pa.-
te do ie- tono do maalctplo de Bom Conselho,
conf.r-ne se evidenn i dos officiog, por c )la, iJ)
respeouvo eoBcelbo meoleipal de t p i! de Se-
temoro tio-'o. o tiPin ass m di iaformacao prr-
slada em 23 do referido rrz pelo jah de direito,
rogo que vos dignis de expedir a i e essarias
ordeos tim de o.ue cesse aqcella io'aao.
__Ao general de oie^da, commandante do 2-
dist -ic < i-oMi''. C^mmonico vos, para os flns
con' er>ijntes, qoe bordo do vapo' Jahoa-
tao vuram do presi'o de Fernando de Noro-
nba para ?au capit.'! oa deportados constantes
da re!'C-'o nomi al inclvsa. acs qaies sp refere
o telee" mata up ?8 de Setembro ultimo, de qo
vos ira' _ a Dr. btfaeeier da Alfandpea.Jonto en-
cootrrels, por l^ia. o offino cora aoe nesti
data n e diri)0 ao S-. Dr. inf pecior do Tbesooro
do Estado jolgajdo aem faldamento o recorso
interpolo por Carlos Magalhaes da Silva, da de
ctsao qoe proferiste.* ci n 'eranando-o perda de
540 veos de aesnear qae estavam sendo em
bareadi sem as competentes formalidades, por
le exieiias.
Manten :o essa vossi 8' vpra mas joa'.a deci-
eSo, ver no agradecer vos o inesiimavel sprvico
Age a^anaps de pre?tar a este Estado coro, a vi-
ornea pnnicao que inflizistes a r-ode qne tan-
to prpjaizi ha caceado s rendas e-tadoae?.
Esperando que nao arref cera o vrsso louva
vti tela coro, a deacompassada grita qoe levan-
tar 08 DteresBeB indivldoaes sublevados contra
a moralidade administrativa, juico cpportuou
chamar a vossa atteagao para a uecessidade qoe
de ba multo se ImpOe de msis rigorosa rtscihaa-
'isagao Jaa sanidaa de aguirleniee alcools, fre
que .leraent cool.i >Ji | n em relac&o a qoe ao al-oometr.i deveriam accos*r. be d como
po st'ica viila K'ja siore a exportacao de al
cod&o e pelles ainj-ivdin-o'e afeaeotalos com >
pro.indo do* vis'nbos E-tao* e rom tal aditi-
cio obtrabidoa ao* J reiLs cobrados nesle Es-
pado.
Ao inspectO'da Alfanlees. Remattivjs
OS cffi-'ioa na. 182 e 189 de 28 e 31 de Oa'ohro
olimj no* quaes o director do oreaidio de Fer-
nn 10 de Ni-oah* reclama coTira a qoahdale
do Kado n do xarrja ulliraament-f para all en-
viados abro de que vos dignis de prestar iufor-
raacj a respeito.
Ao me rao. -Envio-vos, pura oa fina con-
venieniea, o pedid de gneros alimenticio? e
ootros ariigoa fei'os pelj aloioxarifadj do presi-
dio de Fernando de Rorooba, para sea aupp-i
ment no correte mez.
Sr. Or inspector do T.iea-inro.O artigo 8*
da le 2 009 de I de Juiho de 188.', 14o maisun-
ipm rale citado pela iief'Za e to nfel'zroeote
acceito peliaDv. p-ocorador fiscal e contador
fese Tbesooro diz : Aa difT-r-ncas de peso,
quratidade e qualidade, ceja ioipo*io ua 1 eeja
rafer or a dez mil reis, encontradis em quwuer
despachosprovmcmes daro lugar a cobrar.ca em
iioiiro Jene imnos o. sendo meiaie para o em
presado qafl aa ve-itlcar, cinform1 os a*tigos 505
e 506 da cons ira cao aaa le* daj Allaulegas e
m-sas de rtad-ip.
Nao s as palavraa a'ima sablinin las, mas
ainda a referen-ii ahi feta era artigo 503 e 50i
da conrali'aco ''as leii das Alfradegas, atig)'
q e regolara a conferenciadas mercadorias pos*
las pm de pacho mostrara que tal diso i-ii;o oe
le sompetp se rpf re a litT-Teogas pocontrjdas
no mrrpr d.t conferencia, qn.nl > a parle e o re-
prpspntante do Saco pj'sam disca-ir 8)bre as
con ntcV'S dos mesmos tparach^s.
Por outro lado oia lieira dar ao voca'ralo
diff',rpn5a3 tamuohi extensao qaaoto a qae
pretende o recorea'.- ; pjrqu rato [essa illimia
da aranlilnd-levara no"esagjro de se aspirar
Presja f)-rai i nrveger as mais escandalosas
fr.ia*es. TJ* 'P'iam o aso en qn- a pr. -
lexlo de differenpis deqtiaHiUvks se quiiesae jua-
t cir os eunai"3 ou confa-o ragenaa le algo
dSo cora seda oa d cry-taea cora dimanle-1.
Na hypotbese vertente ou'ra n9o poda ser a
iat'-ncS) do legislador honesto senSo a de rtfe
nr-ae a classifi- c5e3 de typos demecido-ia
q-ie. cora" o aaseoar, sSo su 'cepiiveis de dive-
sicar por nuanc.ps qa^ pprmifem divergencia.
As*im naioral qae. mesmo os entPQiidos.
Dossam diverg- na classificagao de am a socar
entre II e t entre 10 e 11; ma3 ningoem dir
qu", de bia 'e se possa confundir assu'ar oran
co cora aj8ncar rnascavo. Mss, a'i) de qan-
to vimos dizeodo cnmregceio a signiticaco dts
palavraadifferenc'8 de qjalidadee ao valor
da referencia Ma aos aMlgos 503 e 504 da con
BOltdscSo, ba mata o seg^inle, qae se oos aliga-
ra pasencisl. A lei n. 200 "So revogoo o regu
lamento de 4 de Jalho de 1879 oa parle em qa-
este ensina oa rasos em qae deve ler lugar a ap
prehensil.
Es- lei t>nt)^on erv/a sete'hant-' pna qae
no sfu art. 9o diz claramente : A* apprebea-
r"6s se-n D"oce.-8*dj.s p reguladas de acord
(
roo a TiesT-a consol] agra
O-a, a parta dessa consolidacao qoe se refere
a app'ebeD'Ses q-e polem ter lo?tr era relacS'
a roprcadoria a erporiar o ar'. 585 en seus
6 e 12 moita bvn citado* e applicados plo
digno inspector i Alfandega. '
Assra, poit.7^ao~Vsia"o~"rPvat.'sdo o citado
regnlameoio de 4 de Jo'bo de 1879 a lei'ora
deaaoalxoriada do s^o v\. 98 3', mostra a soa
inteira appIlcacSo especie, pois irala-se visi-
velmeiie de gpnero sujeito a dirpos de ex:rar-
tr-cao qne se eslava eoibarcn lo, trado sido Jiu-
didas as condieCe* ri>caos do sea defembjra-
50 a oonlo de |r sahmlo deste po-te, mais orna
voz, as*ra-a- b'anco d-spi'hado Ciimo ra*scavo.
O citado art. B8S, 3* da Conaol|dar;o, por sua
vez falla era volnmea de assu'.ar e nutro qu'l-
que' gener" oiverso e de marar va'or do que
acensar a ola, dpspicho ou guia ; ora, aos
olhrs do fisco, assocae b-anco e assu^.ar masca
vo sao genproi psencialmente diversas sobre
ter srju 'lie 'na O' valor do qae est-'.
Ainda maia. de^i qne ao l08"ector da Alfan-
dpga cnns'ar, noa 'prraof do citado art. 58'i 12
por den-ine'a on or quVqoer outro m lo,
qne n bordo do aleo-n emoaresgao ex.-tea) ge-
npros aoe bjBo tr^hn-, silo competeaiemnte
desoachaos, mandar verin>al o por erao-p-
gado* do soa eonflanca e, a'hsndo o*, prooeda
r a sn> appreherisS') oa forma do Tit. 9', Cap.
2o. E foi o qop f-z e era d">" a deixar de fazr
o viozo e p'O^o S-. inapactor da Alfandega.
Nao igr.o'a o Sr. taspeetorao Tneeoiro que
arreradacio do imno*to de exnoiagio ha sido
rto'o'-amente p com g-snie es- an alo reduzida a
priporcOes muit^ fofa iorea aquellas que f-a
licita pipo,ar do mgraenl-i que oeste Estado
'e^i tidn a p-o4rt"c*o rio assecar ; e qoe, o
pa*-o qoe as es'- iiis'icaa ac"nsra coosideraveis
s bldaa de aanoear brinco as notas do fisco re-
gM-am exportacao caa ves raaior do asso-a
ros ieferiorea. E ao pa;so qae enginoa sp vao
dando nos quae" sa pretende despachar oranco
por Tiascavo, o caso cintrado oeoharai v, z ap
pirecei ainda. que re-mitiisse recouiecer a lo
no-encia de l8s confoIJa8.
Term'naido det-"-rpiD 1 vos que chamis a t-
tejcS" do S*. D\ p-ou-ador fiscal e contador
deste The?cuo pira o esiodo quo devem faaar a
nronosilo deata qu tSo, coallaodo e*te governo
qoe a probidado rrenhecida e o zolo pelo publi-
co servido, carafieristicps ''esses fanrcionarioa,
mu'to pvsam fajep em prol da mais exacta e
raa's eevpra arrecadiiio das redas do Es-
tado.
Ilantenho a severa mais justi decisao do S-.
inspector di A'taodege, o oesta dala dirijo me a
este hoirado foaccionarlo agradecendo Ihe, em
nome do E-tido. o inesiimavel se-vico, qoe 3
bdi a exada percppc;io do mais avllalo Jos
8ds imao lo* aoaba de p*eslar.
Onlrn sim chamo a vossa atte-icSo para ni ter-
mes inconvenientes em qnp e;t reiglda a def
aa Rm qo o advoeado do recrreme em vez de
explanar e discu'ir o seo direito enlregou-;' a
orna rhetorica off*nsiva do3 fancclonarios qa
Hgaram npsta qoe?i5o p, Incoropativel cora o
respeiio devidi aa autoridades a qae pedio jus-
Uca.
Ao mesmo.Dialaro vos qae, de ac.eorrto
oom a vosaa informacao n. 829, de 2 d Oa'o-
bro findo, e com ca pareceres dos iirs. procura-
dor fisr.il e contador desaa reparligao mesma
juntos, dei. Tiesta Sala, orovimenlo ai recurso
iot.jrposlo p la 1 raioanbia Ioduatri il e C >mmer-
cio de Esiivido despacho da joota especial que
manteve a ioclii=5o di recorreule os claase n.
19 da tabella B annexa lei do orsaraeoto vi-
geote.
Ao me8Tio.De sccordo com a vo?aa in-
formacao n. 780 de 21 de Setimbro oltimo. aa-
toriso-vos a maO'larde8 p igar a Fraocis o Pinto
de Carvalho, contiooo do Gymoasio Pernamba
cano, o qoe se loe estiver a dever de seus veoci-
toa, a cootar de 16 de Maio do corrate anno ao
dia anterior ao em que flcou addido ao meaara
e8tabeiecimpnto.
Ao me-mo.Remetto-vos orna collpccao de
decretos em virtode doaonaea foram fetaa coo-
cesfSes pelo governo do Estado, durante os ao-
noa de 1890 e 1891, recommendo vos que rafor
meis quaes dessas conceesOes eatao senio exe-
cniadas e quaes as qoe cablram em cadacidade.
Presidente do Coocelho Mnifoil de roar. Com a capia inclusa do (flicraqieex
pedi a de A nicipio rr.-pjido ao voaao lelegramraa de 7 de
Setembro. relativo coorgn;* de impotos de-
creadoa no orcimento orgioisado por esse eco
celho.
Preeiio do manirijio e Son Coneelbo.
Pf 5 1 qae mfo raei* 8' no or^amen o 'e**e njnm
CIpo fui coosigoida verDa para fornecimeara d s
presos recoIbiJos 3 respectiva cadea, coovmio
no caso ifgal.vo qm rercettaes as foihas --un
vas ao foroecim oto na importancia de I8! 100
le qae trata v >sao offi: o de 8 de Beteoibre nl'l-
mo.
BC?30I Offi-loa :
Ao iu-pe.'ior do Tne'on-o. Di ordpm do
Exra. Sr. Dr. gavera ador do Estado com" ni-
co vos que o bitlitrel Aquilino Pono, ja'z de
direit) do municipio de Samelleira, jnte-rompeo
o exjrcicio das faneco s de seo cargo durante
os d as 2J 21 e 7 do roez de Outob'0 ultimo.
Aa* m-raarosaa loapeoteeta dos Tneatros.
De ordeno de S. Exc. o Sr. Dr. governador do
rstido rem^tt -vos. hq) orjgln.1, o parecer emit
ido neio GQvfe aa 5" aec^o desta aocre^aria. sob
0. 177, juntamente con os papis a que elle pe
refere ati a de que informen a .bre aa pondera-
ges con ;aot-s oo mesmo nare^e'.
BXPSOIEHTK DO DIA 7 DS NOVSIBBRO DB 1893
Actos :
Ogovermdor do Estado, atrpndpnio ao qoe
rejaereo o Dr. Beroardioo Sarsnhi), jo'z de d -
reito do mri -inora de Saigariro, e ten lo eoi vis
ta o parecer la jun-.a oeiica a qoe foi suomet-
tido o petici -oario, reaol ses de licenca, a coatar do do eo*rente, pira
tratar de soa saude, com o* vencmen'os a qu-
tiverdi eito na forma da le.
OSlci s :
Ao inspector do Thesoarn, Vsr'fi ando-se
pela lafjruiaca o. 44 de 20 de Setembro aiti
mo, aiui jantd por copia, prestada pela cora
missa i cracaTegada de examina" a pacriptora-
Cao do extracto corpo de policia regional, qi" o
ex-qaartel-mesTs Galdioo Jos da Suva conser
7a iidevidamente em sn poder a qoantia de
73/3?p. d-:e miaovoR quem adela intimar, com
urgencia, o me-rn i ex-qaarte| mestre pira re-
coiher 3 esse Tne*ooro a mencionad quantia
bli n de poder ese governo dar cooveni. nte so
lucio ao requ-;nmento do ex commi-sirio da
guara local 4o mu icipo de Lop >l lina sobre
o qoal t-aaste em offijio D. 567 de3ldeJulbo
do correte nna.
Ao m-Jiaio. Ds record con a vossa in-
tomiacSo D. 889, de 13 de Un obra findo raaa
dae pagar ao detenta VI < rael Francisco Ferreira
Gomes 3 qn ntia de 59320 provenijaie da lava-
ge-n de ronpa da enfermara da Casa de Deten
Cao, durante s mezps de Jolho a Setembro olt-
idop confirme 6e evidencia da carta junta.
Cora tu ticon se ao D\ qnestor.
A)me3moD; acord com a vossa iifor-
ra^cao n 875, de 17 de Onto >pn finio, man l*e
escripto-ar a qnanti* de 9S2096 a que tend
reio D. Carolina Amella de Miraba Alraeila
profesrara pra ica da cadeira de Porto de QiHi-
n-'aa, po-t- exercido o magisterio d i i" a 28
de Ma'f-o U'tirao. data em que foi aproveitada
para o i-im> rauni ipil delpojuca.
Ai I" cromo o-publico do mailcipio da
capit-i Ver.fl-ado-se do pro-es^o de auton-
me'it i di petico do sentenciado T ajano da Sil-
va M iciel, a falta, ah* eub-tincial, de a a irancia
do o gl) da justica publica, ap^zir de ihe t"r
aiJo da a vista doa actos, conforme se v do
reapectiro termo, e como aner qae se rarae no-
ce*sara es a audieicia qjinla. por p*rte de
ura accu*.do boover allegacOea era aua defea
que se reram 4 seotenc* fundada em faisa pro
vi, com) no crao o-curente, que tanto ma'a
i noortante qoanra certo qae traa se de alie
g C0js falseadas em conri^sSo qie se n5o fii
produ7da em audiencia, est, todava, corrobo-
rada nulo depoimento das testeaiunbaa constan
tes do* meemos aotos, vos devolv o referMo
processo e dem lia docomeaios qae o msiruem
jriTi ie qae, com org ocia, prac dais diligen-
'i*s oue firero de direito oara o desrabrraoeoto
da'ver ade, de raod a serem acautelaras oa
intersea da ja^tiQa.
Do resol'ado de vo3sa* investigdCos daris
conheciraeato a est? governo, par* ulterior de
liberacao.
Ai alministrador do* CirreiosRjgi qq=i
ioforraeis sobra o assoupti d* pelillo e offi-.os
jont>s, relattvo* ao pagarme ito de veociraeaios
io ex C3ramis8ario da exnncta gaarJa local de
Altinbo.
Ao p-pfelio do raanirioio de Carur Res-
pn lo ao v,3io oflltio de 27 de A^o"o uliim.0
remettendo copia ra oarecer de 15 de Setembro
flndi, en que o D\ procura l0r geral do Estalo
maotn o le 8 lo ctiado mex de Agosto, coast-
der.ra!) lega-s diversos impostos decrtalos
no o-cimeato orgaaiaalo pelo Coocelbo desse
municipio.
E .PEDIENTE DO DR SECRETARIO
Offlcioa :
Ao Dr. qaestO' poMiial3 Sxa. S-. Dr. go
voraado- po S tad) man* coutnonicar-vo* qua
aDnriviii hai' a vo s* propo ta coatida em alu-
cio 9SI, de 6 do correte.
ao inspesrar do Tbesooro to EaialoO
Exm. Sr D\ givernador do Estado, manda c no-
mu-iicr voa qa* nes'.a data ex*roa na pecae
do 2* eacrlptararto de*sa renart^), Jo5o Alto-
nio de Medeiros, sabr a qoal orestastes a infor
mic-'ra n. 398, de 2 de Janho oliimo o segrate
de;pa bo :
A' vista !a informigao do Dr. inspector da
A'faidaga nao lem lntrir o quj r^qa-r
A i ma8 no -O Exm. Sr. Dr. govercdor do
Es'al > maola (nmmuni'arvos, que ne?ta data,
la-ieferioa petjaj em que Mara Ferreira Bu-
tir de Mel'o sol:::ila biix* da calle "ta de deci-
raa di cas* n. 21 ra do Noguera, sobre a
qual nres'asies a informacao o. 710, de 4 de
Seiembro ultimo.
Ao mesrao-S. Exc. o Sr. Dr. governidor
do Estado manda declarar-vos que na p liga
em que a corapanhia de Santa T lereza recorren
da declsij da jnr.ta deas i Taeaoaro, coofa a
co'lecia para o pagamehtj de impatia 8obre o
fab-ico de ga carbnico, sobre a qual prestas-
tea a infomaca o 608. de 9 le Agosto uUirao,
exaron boje o aegarale de-p*cbo :
Conformsnlo me com o parecer do Dr. pro
curidor fiscal do Tbesooro de Estado, ueo pro-
vimenu-a presente re urso.
Ao mesmoS. Exc. o Sr Dr. governador do
E-talo mafld* commuaitar-voa, para voaao co
ohe ira"0to e lina coovenienras qne, nesta data,
na peticio eai que o Banco Emissor Je P rnam
bao recorre do despacho da junta e3-ecial de
que t-aara as i stru^coes de 27 de Julhode 1883
sobre, a qual prestatea a informacSo n. 817, de
13 d- Outabrn fiado, exaroa o segurara despa-
cio : '
Cooformando-me com o parecer do Dr. pro-
curador Osea!, neg provlmento ao presente re-
cu so.
Ao mesraj0 Exm. Sr. Dr. governador do
Estado mana comraonicar-vos que, em 2 do
corrale, o bacbarel B rnarditio de 8enoa Fer-
eir Caoral asaomlo o exerclclo do ca'go de
pramoior pnblico do maoicipra de Canhotraho,
para o qoal foi removido por portara de 20 de
Outnbro findo.
Ao major do esta lo maior de 2a claase, Joa
qu'ra Jorge de Mello Filbo O Exm. Sr. Dr. go
vernador do Estado manda commuaicar-vos,
para* oa Soa convenientes, qae o Sr. general
co'nr>-an 'ana d> 2o li-incio militar pir officra
n. 4 582 dt h> i em datado, coocedeo permissSo
oar que pistis fazer pane de om cu'-ro conae-
ID) de nvegt g:igaj a jue Be lem de proceder
oo cora) polict!
DKSl'ACHOS D > DIA. 25 DB NOVB.M3RO DB
1893
Erae^! i Deneirin da Coala Amorto).I'ifo'ttie
o E igrabei o F.a:l la Compiah a Becife D-. y-
lle.
Bacbarel Fia rio de 0 iveira e Sooza.Sin,
por doua meze?.
(ief,,,veva R.tsa da Silva Correia Gomes.Ia-
fo rae o Dr. lo p-cior do Thesou'o do Estado.
Pedro Francisco 'a Silva. I ifo-ras o Dr. juiz
de il rei'O do 2o dialrirlo clmiotl.
So:iedaie A'C3dit Dramtica Jlio de Sinta
Anoa.Sim, aem pr jouo de qoalquer cumpa-
nhia que se aprseme.
- 27 -
Aosixo assigoados, uegocian'es e sgricoltores
do municipio de Amaray.lofo-me com ur-
geoci* o preaideme do CooceltM Municipal de
Araaratjy.
Fre Amando Bahimaro. Informe o director
gnr^il da R->oarl>cao Ha Oh'as PobUcas.
J"?o R que. ^o D )uiz de direi'o do mooi-
Slato este requTiiueo'o.
M ala Chnst na Cavalcaote Pe**o; CesarIn-
furm' o Dr. inspector do Tbesooro do Esrado.
Miria Ignacia de Je*us.Informe o inspector
ge'I da Inst-ncco Pu^lice.
Mraoel Gracslves de Siquelra.NSo tem logar
o que requer p irquanto nao se acba vago o car
torio do municipio da Escada.
Ba'-hrel Pedro Ete|lna Carneiro Lra*. S:m,
a coiitar Je 11 do co rente.
28
Bacbarel Luis Emiglio Rolrigoes Vi30na.
Ao D qnestor policial pira providenciar.
Msriiobo Ii8e de Jsaaa. informe o inspector
do Tae80oro.
Secretan:, do Govtroa do Estado rte.Pernam-
baco, 2J de N O ro tei'i.
Hemeterio M d-i Suva.
euestara Policial
2 Sega). -N. 268Secretaria da Jaeatnra Po-
licial do atado de Pero?mboco, 29 de Noveoi-
nro de 1893.
Sr. D-. Gaveraador.Participo-vos que foram
reralai ios n ra'.-ma Caaa de Detengioos segaio-
ies iodividoos:
A' minha ordeno. Jos Antonio da Silva Ramos
e Joo ferreira de L'mi. como d.-so-deiroa;
Joaquim Traorio da Sllvs, para averiguagO-a.
A' ordem do suhde!eg*do da fregosla *" Re
cif'. B^n'.o Valerio da Silva, como desordeira ;
Antonio Fraacsca de Lina e Gabriel Hear4a.ee
Ja Sim, como saspeito*.
A' or-len do sublelegadi da freguezia de
Sanio An-onja. Jote Francisco de Sooza, Joa,
Ferreira di Silva e Mraoel Ferreira de 4oaxa
cirahec do p-r Mand, Oirab* dispo*'c5i os
d tus pr meiros como ^atoaos e o ultima como
deaordeiro.
A' ordem do subdelgalo do 1 di*lrlcto de
. Jos. Miaoel Feliciano N^vea Madeira, com
ir; .are..
A'o'dem d eubt lepado do 2.* di3tricra de
S. Jos. Jama i G-rai la da Ajsu na 5o. por di -
luroios ; Salostiaoo .'os Das, como vagabundo,
ti na i disposicao
A'ordem do subdelegado do 3 dialecto da
G-aga, Mmoel J'aiuim de Sonzi. ronherido por
Manoel ValeLte e Francisco Josquim de Araujo,
miuba dis osicao, cojO oesordeiros,
A'or lem do sub 'elegaio a Boa Viaaieai, Fe
lippe Nive^ Ctrdozo, como turbulento.
A' ordem de suod-legalo do Poco da Panplla,
Antonio PeJro de Olivolra, por crira.9 de rnubo,
a mraba disoosic&n.
C) oraui icou me o subdelegad! da fregue-
zia de S Liu-e igi da Mana par offioio de 27 do
crreme ,ue foi sublrabida do poder do indivi-
duo de ame Firmiao Barbisi d Silva, que se
aclia p-eao na cadea da poviagao da Luz da-
qaelle munl'iplo, orna avuit< ;a qaanna. reca
modo suspeitas de ter silo amor de tal crine o
guarda monicipal Trajano Alve3 Ferrei-a com
mndame do destac miento a estacionado, o
-uil bavia idoao municipio de Nizareib rom li
cene,a do respe livo joiz de distncto, a coja d'8-
po-ici< se acbava.
Na n ferida sob'.raccao toman parte o indivi
do de nome Pe iro Francisco de Oiveira, qoe
tambero esiivera p-eso naquella cadea e aoe se
r.rhi actoalment* na d.qieila villa para onde
Id-a ba poneos'"ias. reme'tido.
laierrogado Pedra de Oiiveira, confessou ha-
ver aubtrabidn a cooselho de Tiajano. ama mica
ae dlabeiro qae Firmiao Birbosa tiobaenseu
Boder, na pr.so, en.regando nesta oc-aa referido sublelegada a quamia de 2721000, sen
do omaoo'.a de cinraeoia, una de viole, treze
de le:, qaiiorze de erara e ama de dou* mil
ris, declarando o raesmi P-1ro qae esU qain-
lia Ibe f a entregue por Trajano, como aaga
da mi-saao q*e ln- bivi, iocambido de subfanir
io mencinalo Barbosa o dinbeiro existeme em
sea poier.
Aquella aatorilade mandoj redazir a termo
aa decUrsg5*8 de Pedro Francisco de Oliveira e
lavroa termo de apprehenso da quao'ia encon
iradae providenciou para iu' aegotasa para Ni-
zaretb, uaaa torca atim de efectuar a pri^ao de
Trajino, o maiar responsavel, o quil ja fot pre
so. endo encontrado em sen poder a quaotta de
1491000,
A meama auto-ida le fez recolher Tajaaa
catis e providencian psre qoe foaae elle spre-
sentado so jalz do 2o llstricto do refeido muni-
cipio atim de ser processado.
Pelo subdelegado do Ke.r.fe f< i app-ehendila
8 2 horas da no te da anra-baniem, o ia sac'a
de algodSa pezando ciaco a-rob**. a qaal fot
eotregoe ao cidaiao Jjo Vie.ri MagilQes, que
provoa p^rt-ra ler-ra3.
Pe m;).-ma suilelegilo f >a i etUvales no
dia 23 do correte tres gitano* ajie Q viam fnr
lado qunro barrica* com cal da Granoaob'a Cal-
cares, sendo a d ta cal eoire^oe ao gerente da
mesma Companbia.
Ai ida pelo referido suaiel-gada foi preso no
dia 21 d'este me?, um inJividno por haver sub-
trabido a roopa do cha'e da e'iacao do Broa, da
Pairada de Ferro de Liraoeiro.
Teodo sido appreheoddos em casa de Foo
Barretto, conbecido por Sinho Barretto. tres ca-
vados, qae se achara deposita 'oa oo quartel do
esquadrSo de cavalhria.o'eata data recommendo
ao subdelegado do 1. distri'o de Poco da Panella
que proceda as precisas diligencias para deaco-
br- os verdadeiroa donoa de taes aolmaes, que
fleam desde j dispacao da mesma auto -
dade.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jas Barbosa Lima,
mai digao Governador do E-udo.
O Qoestnr.
alio de Mello Filko
riionouro do Balad de Pemam
buco
. DESPACHOS DO DIA 25 DE NOVEHBBO
DB 1893
Domingos Joa Ferreira e Jos Joaquina de
Axevedo. Volie ao Sr. Dr. contador.
M. S. Maia, Companbia Iidustnal e Commer-
cio de Estivi, Ignez Perreira de Abren, Francis-
co Celestino Pereira e Pacifico Paulino Malaqulas.
Informe o Sr, Dr. contador.
L. E. R. Vianns e Joo Rodrigoes da Silva.
Ha|a vista o S\ Dr. procurador Oa al.
Joli da Silva Faria Cerlitiqoe se.
So-iedadeUaiao Comtnercial Benefi-ente dos
Me'Cieiros.Iiforme eom orgencia o Sr. Dr. ad-
ministrador da ReceoedO'i*.
Justino Medeiros dos Aojo?.A' Recebedoria
do Btalo para Batial**** a exigencia do Sr. Dr.
contador.
- 29 -
Jes i d'Aqoino Pooseca e Fumino Alve* C.
Infrmeos-. Dr. contador.
Adenon Celestino de Mendoog .Hija vista o
Sr D-. procarador fiscal.
Maooel Vi.nai de Sooza Barros. Certifl
que te.
Alexaodrina de Azevedo e Antonio CoT.-ia da
Silv*.Ao porleiro pa-a ei.trpgar ao inters-
sado.
-------------------SC94
Recebedorla do Eatado de Prrnaa-
bur
DESPACHOS DO DIA 2i) DE NOVEMBEO DE
1893
Jno Baptista Braga.Certifiqese.
Jostinu M*teiro8dos Anj s a s>ciedada UniSo
Commercidl Beneticente dos Mercielros-laforme
a 1 secc&o.
O nortpiro.
Custodio B. da Silva Guimardes.
Inatrucr&o Public do Estado de
I'crnn ni l'no
KM ADDITAMENTO A" DESPACHOS DO DA 18 DB N'0
V KM un DB 1893
Joao Silvini CiiVdiciine. D'fe-ido tom a
commippiii) nomeada p r portaba des'a data.
PBSPACHO' DO DIA 28 DR NOVFMBR0 DE 1893
J >P auu io de alelio.En'Mm nhe se.
S-cre-a'la da repanicao da Inatuego Publica
do Ettado de Peraamouio, 29 de N.vembro de
1893.
O oortfiro
Fen-lon Atl iio Lnle.
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
O facto de achar-:a a direao"!0 po'itici
do Universal encarregad* ao Sr. Julio de
Vilbena tem ocaupado a imprensa, teodo
um correspondente d/. Provincia inquirido
sobre a attitudo que d'uravanta tomar
aqaelle j irc.a! par raen deatis interro-
gat;5JB :
Qoe quertr o Sr. Julio de Vilbena ?
A queda total d gbinote para aer
substituid i por outro da vellia guarda re-
genera Jora, ou airnplesmoate um* tecom-
po8<.Si ecn que ssj i ouvilo e havida ?
O Universal aondindo, p-rea*ptori*mecte
deelaroe que o 3r. Julio de Vbeaa nad
quer coai o River.iOj uam taz ir parte
dallo, Dem ainda aadieacta om qaei^aer
recomposicS, sendo que compast n* s-i
m liona de amigos polticos seos, defen-
d-!-i ha, como ata aqu dirado-lhe o Boa
voto no p-.rlaraeiit i e o te i apaia ua na
presa, mas deseja qae ella saib gaver-
oar, correspindeado i enormes respon-
aabililad a qu9 aau ci", desde que se
julgau em cmdicea politic*s o parlamen-
tares de dorrabor a aitaaoSo paaaada.
Est, onde estovo simpre, dentro do
p-i-tiao regenerador, aaeitsrado a saperio-
ridade doa outros e no sendo demasiada-
mente extgjaio no racenhocimento dos
mritos nieras.
Nao quer partilhar do governo aan a
claras, era por meio do cox-binacSiS oa
conlaios '-irtid'-nos.
Este.ri ao lado do goveraa at sna
hora fiaal.
E, depois, acresaeeta o Universa', qae
en're e que entre com voatile o partido
pr greasista, vioio tomir ni conjuncture
grava que atraveagamo?, o sau quinho de
respoosa ilidades. Pe'a Doaaa parte, e
at onde oaagr a nosao Valor, dentro do
partido a qua partinoetais, n.a ihe leva
taremos htirictoa, nem Iba crearomos ob
taealoa.
Para a queda dos governoa nao ecas
oa camira do8
se modicou no
o governo tem
numerosa,
aaria
hostill: 1 da ^oa ho.neos ; b st,
hoatilidtdo dss cirsumstaocias.
O que o Sr. Jodio de Vilhena quer,
eomlae o masmi jornal, n5i levantar
novo schisma aa partido regenerador, e
siui ci!'ocar-ae - traliaa: ou reunir oa ehrasatos diaparsaa,
evitar, emfim, quanto eaiba naa saas for-
jas, o esohacelameato d) partido regene-
rado-.
A sia air3a nao hostil para ningaem,
porq'ie o3o envolve bioBea ocaultss.
Percarreu o norte do pais e vio em
qaaai todo ella o sea partida cabiudo a
podacis.
Anda reuniodo tilo iasa e vae-sa can-
"encendo da que o partido regenerador
era t2o rica, que at cam ajuillo que oa
outros lanc/ira p-ola janella fora, se pola
faa-r urna tartana.
Qaerera n'o -r.-ia claro?
E, por isao, o Jornal do Commercio tra
dua, que o r. Julio da Vilhoua vai oan-
centrar as valbas hostes do parlado, re
javenasaei-is e aprestal-as para aa gran-
des I netas.
Estas declarabas foram transcriptas
pelo Diario Popular, qae aem querer
envolverse em queatSes polticas de ei-
980 acceotaadamente partidaria, no sea
diser, failhes contado este simples c n>
mentario :
Daa declar {"es cima occupr>r-nos-he
mos apenas das que se referem ao go
veruo, pois naa aa que diaem reapeito ao
partido regenerador urna questZo par-
tidaria para que nao temos competencia,
ne direito de intetvir.
M-s, quanto a primeiras, nio podemos
deizar de convir em qae os deaejos do
Sr oonselhairo Julio de Vilhena, on an-
tea as suas exhortabas, para que o gc-
ve.no governe, bSo jastiHcadas o m^ia
Boaatfw
O tCorreio da Tarde, porr, er qne'
aa difficitldades creadas ao goveroo *e
avolamam de momento para momento ;
e liga amas attitude pil t c do S .
Ju io de Vilbena, revelada peo Universal,
e outras ao caminho que l.n tomado as
11 veatig.^Saa pociaes 1 cerca dos roabos
Das obras publicas, etc etc
E alladindo particularmente aos casos
das obras publicas, fas este comento :
t A oppoaigSo progressista 080 tem
creado o mnimo embarazo ao governo, e
ra eua exp>cta'iva, mais do que benvola,
ter-lieh a dado larga margem para bom
camprir a miasSo que ae impoz, se a iasa
tivesse attendido.
Eateja ou nio demissionario o Sr. m:-
niatro cm obras publicoa, o que ndubi-
tavel que o goveroo j ii > pode separar
o beu destino do delle e tem do ir oom
elle canora diaposto a responaer pelos
seus aotos.
No entretanto, trabalbe per melhorar a
situaySo, faiendo 1,'uim coisa do que
promettea, attenuando asaim as suas res-
ponsabilidades.
Aiada o mesmo j irnal aa considerar os
boatos referentes a di-solaceo da cmara,
ezpressou ca seguintes conceitos :
a governo nSo trm razea para aaae-
gurar corda qnn Ibe faltam os meios
cm stituconaea para oumpr.r a aua alta
misalo patritica.
A buevolcncia do partido progressista
t rr.-3a aantido e ha de man'er-se ioalte-
ra-e|; elle nao Ihe tem creado a -.a nica
i fBaatdade, levantada um nico a'tricto.
A sua imprensa tem evitado cui'adosa-
mente levantar questSes irritantes e oa
critica doa actos min ateraos a luestSo
doi priacipioB tem sobrelevado xtodas aa
outras.
O modo da ser politiao
senhore diputados nSo
iutorregoo prlameotar j
ali urna maiuria aa nSa muito
pelo menos eal o firme.
A ser verdada o que aiada han tem dizia
0 C-rreio da Manha, estando a proiuzir-3a
na'.uralmonie urna coocentraflio do partido
reganerador, davera s esperar que em J&-
eiro .qe.e!!-' maioria aioda e=t;ji mais
anida e maia identiic.da com o governo.
afas os ce .tralistas ?
Ei 3a seria admiasivel qaa o goveroo
f:?:;o podir orSa a diasolugSo das cma-
ras, il:eg-udo ..":) attitude da 0| pa gSo,
m s a scisao aber a no preprio partido
regenerador ?
fissa declarado Baria a sentenaa, de
murta dogo/ero, porqje eqivdlsriaa
'. :....' atr ir qua ella eatavn em desacaurdo
cm oa repreaentaute 1 di tr.di^So rege-
nerad ira, com a guarda cobra da bandeira
de F-rat:s. ,
O-ide eativer e3ta baudeira, e-tar o
parido regeaerador, o partido coaaiitucio-
?al neceasario ao equilibrio'da ad^.n.stra-
^5L<) po'itio 1 da nagao.
Ao p da I etica a traduccio que 0
Correio aprese.ati-sa fiador do prosieaaiata
no toca te a itencSas daste para o go-
vemo.
Dia tambem o Correio da Noite que o
governo n3o pode duvidar da liocendade
com que o partido progresista o tem aa-
sitiado e o cootioiar a auxiliar.
Nu duvidat, observa a larde, mas
poder 1 >vi lar, isso pode, e o proprio
Correio quem Ihe fornece precios s ele-
mentoa de duvila, que, seguido urna
phrase proverbial, o princip") d. sabe-
doria.
Pois rao diz o eollega, e note-sa que o
ooilpga o orgSo d> partido progreasiata,
nSo d z que calo s3o poucra aa qu isas, e
nao sao r ros oa motivos da oaaoafiaoga
1 dsrrontentsmeato que par vezea ssal-
tara es seus eorrsligioaarioa, conveocidoa
de que n2o palos p ocesses regenerado-
res que se h5o de estaarar as fioaogia do
oaiz. uem reatabelecer o periurbaiaaimo
sqmli rio ec numico da n 9S0.
E dooois diato, o governo tS pede da-
vidar da since'idjde do auzl-o do partido
progressiata ?
A 0033a humilde oapinio qui o3a s
pode, mal que deve duvidar, qua tem 9,
obii^ajao de duvidar.
A Bto acaresceata o Rtporter, qae sem
defeadur a harmooia de qualq 1 r partiio,
quer regenerador, quer proge asista, nSo
poda vor, todava, por essa naos ana
miepeadencia abaoluta, que ta qaeira
aproveitar de urna diasidenca mais oa
m no, f.uidamentada eai qaaesquer dee-
peito.i solados, para dei'a tirar pr texto
con o fina de apregoar bem alto, aoa
quatro veotos. que o partido regenerador
se ach na mais triste e dep'rarave! das
situacSes de disciplina e de obediencia aoa
seua chef-3
O partido progresaista tem inoooteata-
velmea'", taitia ou mas telhados de vi-
dro do qua o do seu visinho, para que
pansa atirar Iba a primeira pedra.
No maia de tado iato qoando em torno
do gaver o vam uos urna atmosphera
benigna e ontroa Ihe er .m hona >ntea
oarregadns o qua certo que nioguem
aaba positivamente o que quar. Mas nio
esti longe que tudo ae redaza urna deseas
trovoad
er se sem maiores con equ ocias.
A atuagao finmcaira, cuja melhori o
Econom:s a assigna, aiscutida pelo Dia-
rio Popular ; e aa oaocorda que o dficit
dimraue, embora em pequea propir-
c3o, observa que peiora o cambio, au-
gmenta o agio do ouro, na aecretaria do
Tribunal do Commorjio nSa ha BenSo ro-

..
-

I


m
t -
- .

1 iHam 1


Dhrin de Pernamtuco Qnnla-fri'-n 30
d<* Novcmbro <** 1893
j
*
gUtroa de quebras e talieocUs, e nem ara
onioo de sociedada, de empreBa que se
oonstituo
No entretanto, ha 3 anuos qne
houvefali-r s-oSo em rocino rom,
relorin- do serpeo pblicos, ao
que at hoje ainda ninguem
to os effeitos desse to apregoada e econ-
mica admioistracao, nota o Universal.
{{a conta encerrada no ultimo eaeroi-
lioda o dficit ii assombroso, nao
e nao
e en
passo
vio nem sen-
Co ai
obstante os sacrificios impostos ao paii,
especialmente a classe dos fonccionarios
e a dofl j,OB8aidoro8 de ttulos de divida
publica, e a bypothetioa redcelo oas des
pesas, aendo para denotar que os qae
querem pintar com c res alegres a gereo-
Oia fioanceira, alludem nicamente me-
nor despea, en relajo a igual periodo
do anno anterior, mas nao 6e r*frem s
receitus comparadas com as oalcuUdas no
o gamento de previso, e aprerentam urna
Conta da despeta feita en? globo, mas nao
firmada em documentos fidedignos, ti
Com a fcfBrmac,5o de qae estejam pagas bb
despez relativas ao periodo a que res-
pei'a a canta.
O .nsthodo commodo, e, se tradusis
i a voriae dos tactos, era por certo h
pedra de toque do estado da Usenda pu-
blcn.
Mas, infelizmente, ao eocen
do anno econmico, que
nuanio ex gaidos forana os
melhori, e como a realidade est em con
tr6dicv&o com a phantasiada collocagSo dos
algarismoB, nestas apreciares destinadas
g desannuviar os espiritos, e a sustentar
i tsperanga de um t.ture prospero.
E' melhor aSo fallar em tal.
N2o cm as medidas adoptadas que
se ha de revigorar o estado tua.ceiro e
IHI .mico do pas, qae chegon a om es-
tado era que indiepausavel cortar o mal
pela raiz. .
Todoa esses palativos que os emp ticob
Ibe tem applicado, aervem apenas par
Srolocgar o mal e tornal-o incuravel
nudo por ibso as circumBtaooies por
tra therapeutica o mt>is radical.
Todavia, no pensar do Diario
ca o mal nSo nos tem aniquilado, e va-
resistindo com urna energa que bem
se coohece
4a Costa Lobao, com (ffionas a ra d
S. Laa-iro, de realiaar na oarivesaria por
tugueaa um grande avmgo, que oont'te-
iuas ubi industria nov, consistente ew>
iorn*tafSas de onro o p-at ti f0 ou
ferro, om ou sena pedra* preciosas.
Tiremos o gosto de ver alga^s desaes
objectos, como pnlseiras, broches, bri >-
eos, al fio otea de peito, etc., que estive
Mour^,
naos,
apruveitada e conve entemente
poder ser a nossa regenerase
O trabalho desenvolve-se, as >'ndostr as
augmentara a sua labutacKo e o commercio
nao ett tao estatuado qae o ren imeoto
das eltandegas nSo se tenha manifestado
novaraeote de um modo animador.
O metal 83 reoolhido, preciso afttta-
hilo com o visco do premio, mas oa ne-
gociantes satisti-z^m l lora puntualmente
as soas letras.
O que nos resta restabelecer o nredl
to nacional e n'iaso se devem empanhar to
dos fm dintincqSo, governados e gover-
nantes, ests u!tim>8 aobretudo.
Precisamos anda e pre> isamos rauito
de urna poltica de salvag.) publica e
quem se nao consagrar a eeta empresa
Balotar, entragandc-ie da preferencia
politicft de surpresas, ter commettido um
crime de Iesi-na;iocalidade e triotismo.
Sua magostada el-rei enviou um te-
legrtmma da pezames ao fi'ho de Mac-
MVhoi ..o proprio da em que o telegr-
pho coromanicetu a noticia d* merte do
grande marechsl de Franca :
c Pego-lhe que aceite os J'ous maia
sinceros pezames pela morte do marechal
Mac M*hon, que meu pai, do quem elle
era verdadeiro e leal amigo, me astti-
nou a respailar desde muito nova, e que
os transmita duqueza e a toda a aua
fau-Ta.
O governo por intermedio do b-\ pre-
idente do cooselho e miniatro dos cege-
oios estrangairos, enviou psames da-
quez i de Migenta.
A gr tidao a memoria do cora$5o, e
esse sent ment tm verdade o devia Por
tngal ao ex-presidecte da repblica fran-
cesa e glorioso soldado.
AasocMaodc-se o governo bomenagem
prestada ao homem a quej deve o pai a
celoma Lourenjo M?rq-es, e qte por isso
ficou endo om benemrito da nasao por-
tuguesa, n5o fcsqneceu o cumprimetto de
om deter imprescindiel.
Sua magestade a rainha enviou um
telegramma de peaamea viuva de Gou-
nod.
_ Cbetou Lisboa o Sr. Beelaerts
von Block'.and, eoviado extraorlinano da
repblica do Transvaal.
Affirc a-e que vem trat.r de negoios
qne interess-m s rela$6es entre aquella
repblica e Portugal.
__ O comit dos portadores lo! pertugueees em Aovera lentou aieda
om ltimo esforgo coctra a le de 20 de
Maio de 1893, que estabeleceu de urna
maneim definitiva os direitos dos porta-
dores de diversas cathegonai, escrevendo
urna lon^a carta ao presidente o mem
bros da Junta do Crdito Publico.
A etta carta respondeu dignamente o
presiaente oa Junta, Sr. Manuel Piahei-
ro Chagas, do segrate modo :
Recebemos a carta que nos escreves
tes, e da qual tomamos conhejimento.
S oodemos dizer em resposta que a Jun-
ta > Cred.t Publico fo: instituid pela
ei portuguesa qual dsvemos -lena e
inteira obediencia. Oa devarea qne esta
lei nos i~p3e, eaberomos campril-oa at
ao fim, em relacSo e contra todoa, sem
exceptuar o proprio governo, qui obn-
gado executar e fzer execotar aa lea,
e o credo-es portugueses poden fbr
oientes que as garantas da lei de 20 de
Maio de 1893 serio fielmente m ntidas
emquanto estiverem aob a ooaaa guarda.
Quanto aos deteitos e ii j etig-*s que
jalgaea ver na le de 20 # Maio e que
tos apresentaep, bem have;a de compre-
hender que n3o pedemos discutilos nem
mesmo tomsl-os em coosideragao.
< Cicadaoa de um paia parlamonar e
constitucional, deveis aaber que o par-
lameot) que faz as lei, qae
rm em exposi^So na ourivesaria
do Chiado, e de cada um dalles resabe-
mos a msis grai impressSo. O men^r
rtigo urna pegasinna de artj : coa
oepc&o delicada e fina, exejuolo aprimo
rada e perfeita.
Mas sobre a graga do desenho ha o
bom arranjo do engastamento das joias.
Escrevendo estas linhas, eBCorrem-sos
da penna estas pa'avras oosagradas a ex
primir o que sentimos deante do meda-
Ihfto de um< pulseira, ornamentado a bri-
Ib ntes e rubia : tpeq-ieninas gottas das
lagrimas de Maria Santissima cim as do
sang>e do sea vino Filho, dispostsa e
om binadas p >r mystioa ro5o de artiata.i
Sius magetads reoeberam o inteli-
gente fabricante, gabaram loe, com signi-
rica'ivo oalor, os seus trabalaos, e, pura
irrefuta7il prova do que diziam, comp'a
ram-lhe alguna objctos
O Diario do Governo pub'icou
annuncio do novo concurso p^ra o servio/
da navegagSo regular por barcos de vapor
cahulos de eatre Liabja, Madira e Acares.
O curto praso mareado prova qae o Sr.
m-nistro da msnnha chegoa a aoior o
com a Empres* Insulana, e por isso
de esp-srar que agora o concurso nio fi-
que deserto.
As bases do programma votadas pelo
parlamento foram a'teraJas e por esse
facto o contracto que se vier celebrar
fica sujeito sanc^So das cmaras.
NSo temos duvida alguna em louvar o
Sr. ministro da marioh-t por este acto de
correccBo e de bom senao, porque d mar
gem a qne o comnerii'o ios Azores, prin
cipalmente intiressado nest-i assumpto,
represeote s cmaras pedindo as modi
fic95ea ao contrato qae se ibe afigarem
mais opportunaa e convenientes para os
eus intsresses.
Na legado brasileira servia-aa no
dia 15 Bumptuoao jaotar em commemora
(&' ao anniversario da Repblica.
Expiodie no da '2 oo largo do Roci
nma bomba de dynamite.
1U8-
ou-
de Noti-
dirigid
Causou grande alarma este sacoesso,
que est provado ter sido urna vin ranga
por n5o consentir a polica na realisagSo
de um m^eliog anrcbista.
Nao houve pela explosSo ceihuma deB-
graga pessoa!.
Tem-30 repronaido taes factos, e por
taso a opioiSo pubcs mostra-se mniti
preoc. up*da e nuta-se niesmo certo alar-
ma n prp ilagSo.
__Vae se sccentaando, posto q'te mais
lentarae ite do que na frica Occiden-
tal, o deaenvolvimento da frica Orien-
tal, e n5> admira que esse desenvolv
m uto se faga mais lentanente, porq e ali
est anda no aeu primeiro periudo, a
paso qoe na Afnoa O^ndeotal a-jba-se
num pariodo mais adiantado.
Assim r-se que no p:iaeirois',me5tre do
correrte anno a mportH^ae toi do valor
de 1.64-<;367$31, a exporaSo do de
524:804807, e este movim-'nto produzo
para o Eitado rs. 3)9.32*0843, de direi-
tos de importarlo e 83 202.758 de d rei-
t de export c&o,\qui>nio ainda ha mujto
poucos nnos a recesti total acnual da
provincia da Moyarabiquo andava por qui-
nhetos coutos da ris, ao p'-sso que ve se
hoja u a receita semestral das alfandegae
elovar-se a treeentoa e tantos cootos.
N'este resultado nao pode daixar de re-
conhecer e que a provincia tem progre-
dido, e pro^reHdo seriameot.
Oeasa provincia che^aram 3.47 0 saceos
de assucsr de ptima qualidade, pertao-
tes a companhia do assucar all fundada,
para aproveitar e exp'orar a concessJo
feita a emprez* do opio, qae nao xito
por falta da cjrfian$a em uns e da perae
reranr;* em oatroa poneos qne chegaram
a nutril-a.
Rexlis u a aua coifereicia. ni Asso-
cia9to Commercial de Lisboa, o Sr. E ui-
lio Oeu'emaos, delegado em Portug.l da
oommisaao offioial b:l0a, iniciadora e or-
g*nisdora da Exposi9,ao Universal de
Antuerpia.
O delegado nSo poda ser me'ihor esoo-
Ibido, e em sua expos9ao demonstr.u
evidencia a necessidada de Portugal con-
oorrer a expoai^ao:
Para que Portugal seja conheoido
.ora orno deve ser conhecido, as Buaa
torcas agricolaa e industriaos, urge, pois,
que se moatre, alm de faaer ver ao mesmo

-empo Europa qae, se o pas tem tido
traquesase pobresas adminiatrativas.nunca
deixou, oomtudo, de possuir forjas de tra-
balho e riquesaa de aolo.
tO commercio enm a Blgica est longe
de attingir a intensidade a que rem direi-
te : a nossa exportaoSo belga enorme-
mente inferior nossa mporUjSo ; mas
podemoa e devemos diminuir, e mnito,
esse defisit das noaaas contas commer
oiaea com a Blgica.
Temos os nossos productos coloniaes,
temos os r.oBS-'s viuhos.
e Era 189J figura ca ener?? com 80
oontoa de exportagao ue iioboa, quando
outros paizas exoortaram 4.000 contos !
Prova isto que a Blgica desconheoe i s
nossos productos vincolas.
Comquantc o belga beba ronitacerveja,
nem, por uso. a nossa iotroiuco de vi-
ohosali deixa'da ser a'argavel. Ms te-
moa outros productos eo conereita enu-
al, coaservaa, vanoa mioei-
i. oro.s toibas oe serv oo a se i p a e o
proprio Sr. *r iniitro da msrnht, versa-
ban oa sitaaclo dolorosa de c'iorar, re
.vinhcindo m imaosaibilH-de d* mai-
modestk das repnaenta^Sea e vendo mor*
ta e 'em prestigio a aituagao, qae, num
pa continuar a ser sempre, o aeu primeiro
elemento de defesa, a mais solida garan-
ta da aua indepeode*oia.
A patritica folha fas e inventario dos
vasoa da marioha, daa coodic8es em que
se acham para ataque ou defesa, da sua
conservsoSo, etc., frisando q e aoarreta
Vasco da Gama, jncapas para commia-
sSas de serviuo (.ara longe de Lisboa e
um barco intil ; qaa a Barthrl >rneu
Dias est i) doente que nlo poder
voltar de Angola; que a Estephania,
exwosta, parece que propoaitadamente
s inverneiras est em risco de se inu-
liiiBar por completo ; qae a Rainha de
Portugal, ae nao a repararem corra tam-
b-m o risco de fiosr completamente in-
til, qae a Mindelo ao por milagro vol-
tara do Brazil e que d> Affonao de Al
buquerque se pode daer que a filba
uni da marinba e notando por fim qne
das 14 canhonoira8 que ha, t 6 podero
prestar um serv co regalar; as outraa
pouco podero faaer.
Al-m diaao a fragata O. remando,
que poda estar ainda n>a registros da
esquadra activa, acha se tr.iQS'ormada
n'uma escola de artilheria transformajSo
qxe tanto castoa, e tev a utilidade de re
duzr ainda mais o effectivo dos navios de
guerra.
A Palmella e a Sagres aSo navios
escolas a apodreoer rpidamente no Tajo
e no Douro.
Ah est rpidamente exposta a sita-
g3o da mariaha de guerra do paiz, onde
nanea houve a acienci', da oonsarvaQio
dos navios, de mido qne s assim po-
der-se-ha explicar o desapparecimeuto de
muitos vaaoa de gu rra, que ainda daviam
represe.tar se no qadro effaotivo do ser
vijo.
Ora quando um paiz colonial, com um
dominio extenao cooao o de Portugal, con
clue a patriotioa folha, tem redusida a
aua e8quadra til a urna corveta e qua-
tro ca> honeiras, o qae d 5 navii s sSis
ou quasi aaos, sobre 2') podres ou quasi
podras ; quando esBe paiz teve urna
tjraode e forte marinba a que a a vinculam
as mais gloriosas tradijSes e nao pode
deixar de considerar a Ba mariaha de
guerra como o aeu primeiro e mait essen-
c:al el >mento de defeaa, na 8ar, como
ja diaaemos, um crime de leso-patriotismo
est a adiar a revolaclo deatea factoa
para que es oerigos qua o ameagam qnando ae de-
via por tranca e lealmente perante elle o
problama da re'taoragBo da m-nnha de
guerra portuguesa ?
O alarma levantado pelo Commeroio
de Portugal nao aera em vio, pois tOW
"'nina fonda que deve aer pensada.
No eatretanto, j annunoia-ae que vai
sah ndo Tejo no desempenho de looga
commisaSo de aervijo a corveta Duque
da Torceira, que estava condemnada a
apod-eoer no porto de Lisbo ms que
felizmente foi salva a tempo e raparada,
ficaodo em condisSaa de prestar anda
bom aervijo.
= A corveta Affonso de Albuquer-
que, que aeguio para o Rio de Janeiro a
3 J do passado, levou a seguiote guarn
9&0 :
Commandaute, ospitSo di fragata Fran
cisco de Paula Te ves ; inmediato, ca-
pitao-tenante Hypacio Fredariao de Brion
utficiaes ue guaroijSo, 1 tenento Fran-
oisoj Aombal Oiiver, seg-iadoa tenentes
Jalio Alvuo, Beruardo Moreira e J*/me
ftlonteiro ;medioo naval Dr. Moura Borgea ;
commiss^rio de Ia olasse Antonio Paea
Dores e machinista ade 1* clasae Jjuiz
Pinto.
A corveta le?ou 153 pragaa de gaarni-
9&o.
__As chuvaa, que cah Satembro a principio de Outubro, preju-
dicaram oa trabalhoa da vindima, mas
oSo fizaram mal novidade, p=lo con-
trario, hqaifiaeram um ponco o moatoa,
permittiram o desenvolvimento do aroma
a beneficiaran! bastante as lagaradas.
__A noticia da trasladajSo do tmulo
do D Diniz, de Olivallas para junto do
mausoleo da Ramba Saota, tra jubilosa-
mente alvorogado o animo e o coragSo do
povo conimbnoence.
Esta nicia.iva do Sr. bispoconde, to
alevantada e patritica, se excelente-
mente acolhida pur muita gsoto, sob o
influxo de sentimentos puramente piedo-
sjs, para outros tem a eloquente aigoia-
oa(ao de ama justa honvoagem cvica ao
sabio re, instituidor da Uaiversidade de
Coimbra.
0 acadmicos de B-a?a e o de
GuimarSes preparam-ae para festejar no-
bremente o 1*. de Dezsmbro.
U ijor-ai.a s-uj if- cooi'bu'dj un qi <
po le'oso i.iipano iI-jo- hido et'r;a i ia inH
os soO'o oa c isiom"* a s > iea moaer ia
aOO'e a nn") "O il Ci, ju'lspru i icia, S'tes,
lineas e iltleratura.
Disiteam poeta Cnrlslao ra'erlalo-ae Roa
Cor si i :
... Qaidquii non poutdet jrmis
Religone tenent*
A8SUMPT0S BfcLIGIOSS
O Vaticano e os Estaios-lUaidos
Ha annos o Revd. Edw.iM Me Gljoo, vieario
de urna das principaes paroebias da cidade de
Nova-York, a qaa fora Cdamaao por sea saber,
8iias vinodes e bem conhecido patriotismo, foi
anspeoso p-rlo Arceoiaoo por coa<:ordar cora as
douinna3 de Henry G^O'ge sob-a a posse da
ierra. Caosoo uto grande escndalo oa larej
Catbolica. Uni>aamenla o delegado especial do
Papa ao exercicio de saas fun ges paroctiiaea,
e, a tea convite, o rtevd. M1. Giyaa foi a Roma
receoer a blocao de Lao XIII.
Ne-ta artigo el,a ooa da Beata da saa entrevis-
ta com o Papa e faz varias consideracoes sobre
a jerarebia ecclesias.ica dos Estados Ujidos.
as emenda
oa que as revoga, e por consequeacia,
que pera-ite o pcrlameato qae podis
apresentr.r t.s vobsub qu-ixas contra urna
lei, da qual estamos sijoplesmente encar-
regaJos de respeitar e faaer respeitar.
Lisboa, 29 de Setembro de 1893.Ao
Sr. G. 8occqaillon, secretario do oomt-
t> anversenae dos portadores dos ttulos
portugueses, o presidente da Junta do
Crdito Publico. Mancel Picbeiro Cha-
gas.
No Porto acaba o
Sr. Joao Porto
mera-os
ros, etc. .
__ O C>mmercio de Portugal tem-
se oocupado da situay&o da marinba de
gaerra qae effeetivamente deploravel ;
e em enas judicioaaa conBdera93as des-
per? a attenglo do governo o do pas
e demorase no sitado de extrema iouti-
lisagSo a qua chegou a marinea porta-
gaeza.
E de certo, se amaobS, por urna cir-
cumataocia qua quar, houvesse urgencia
de aocadir, com socoor/os, oa com ama
simples representarlo cfficial, a qualquer
dos domifiosnltramarinoB, se simultaoea-
mante se desse o devar de taaer mostrar
a bandeira p^fttignesa em 8, Vicente
oa Madeira e nos Agorea, por eaemplo
na eventoalidade de ama guejra europea
o almirantado portugus, oompoato de of-
ficiaes briosos e vtlentes, oom largas e
Satisface com praxer o desejo do redactor do
Trie Foram escrevendo alosmas lionas sobre
as relagOes actuaea entre o Vaticano a os Esta-
dos Uoldos. referiodo-me particularmente- a ml-
nha recente visita ao Papa.
Ha em Roma ama pequea eminencia, qne
com jo tica pode se cOauar de colima, qial
os aotig.s chafes da uomanidade, na .infancia de
saa ca a de saa lingaa designavam por om
come propbetlco qoe a bistona doa ltimos vin-
le seclos tem ^Btdadosampnte estodado. Davam
a essR elevagao de ierra os nemes de Moqs Va-
ticano", monte oracular oo montanba da pro-
pnecia.' Ha ais de onecemos annos, deadeqaa
onj peBMdor GalHeo foi fepoltsda na a base,
lornon-se ella oojecto de graQ'le venerijao a
ajiioOas de peasoaa qoe a oova f e as navas
promessas do pescador iilileo attrabem. Hoje
m dia, a maior parta dos ebrisiaos, depels das
i.-ag:cas vi'-ia-iiles de seclos de beresla a de
chismas, PS'o ligados pelos mais estrenos la-
gos de leallaJe a respeito sabia e dirlgeute
autorldade daqaelle qae occopa a cadeira do
pescador sobre a fadada montanba, jauto ao seo
inmolo. Q
Neobom histoMaior, neo especialista, nem
estadista oo r>firmador, deve ignorar as estu-
pendas dtreccOng espirlioaea e Torcas dirigentes
emanaas do Vaiicano.
O d">en7olvimeoio da psrte bamana da fgreja
Catbolica Ramana nm facto, qae pesoa alga
ma coderi contestar; tem ella distinguido se por
saa coostitaicao a vmamen'e ootjrgada, eoas
dootrioas e sens sacramentos, e ao pasao qae
conserva a sua lioguag-'m ooiverael rem p-rye
toa. a lingoagem do aotigo impe-io, traospOe ao
meamo tempo os limites do overno e jansp'o
dencia do imperialismo Romano. Oa qoe uo
c'm na parte divina nleslructivel da Igreja.
uiziaiu qoi nao era misier ter-se g-ande dom de
propbecia para predner-se (joe essa Igreja Ca-
tnolna II i nan a> cootraria om terreno ingrato
Da graoie Repoollca. onde eataria coodemaada
i enienlidade e creecmte deoadeocia. Oa factoa
presientes a todos sorpreederao.
E n principio desie scalo ,bavu ? penas om
o spica Quilco romano nos Estados Uaidos e o
aune-i) de aibilicos era aai diminaio.
Segando o Gaia atnolico aa Sadlier. para
1893. ex ^tem ooje nos Eatadoa Um tos li arce
b spos, 73 bispo*. 9.338 oadres, .575 se moa
uataa, 8 431 ig ejaa e 9J0 capella, 33 eemma
rios d-* fstoiaates qne aa deiiinam ao sacerdo
co, tt7coll"gi>8. 6ii academias, 3 oSo escolas
parochiaes, 731.385 meninos as escolas paro-
cbiaes, Ci7 insino os de andade e orna popnla-
cSo ca-.bolica de 8.63x521 almas.
Nada oais eloqaeate do qoe e para provar qae os boas Ciib jIicos venei-am
qaasi com idolatra oa padrrs, oa biap >s e o Pa
pa, e p eteodem adopur como dogma de reli-
gi&o e como se tivessem alguma coosa de divino
o governo e a poltica os padr a, biap 8 ou pa-
pas. Grande numero de catbolicos lameoiam a
int'oducgio nomaao na Igreja edesejariam gotar em pai as
gragas DencSoa do elemento divino.
Ao passo que os adveraarioa deacrevem a
Igreja :a Qolica romana orno a obra prima da
scieacia bamana em materia poi icj a g.ive aa
.aental, o clero e o Oomeas varaados em nisto-
na eccleaiastlca e que teeo pieno conbeti oeoto
das circomstaocias actoaes zanbam do grande
erro e effirmam que a pane numaoa Ja igreja
eaubaceiar 8-Qia com a maiar rapidez se nao
fu a a profonda fe do clero e aoa secalares em
a oa diviodade. A b storia e oa a<:taaes acoote
cimentes no oosso e em ooiroa paizea vem at
ie-Ur qoe a tolera ca e a p lieos romano' tambero tem limitas.
A preoipitacao dos fados e a prosperidade da
igreja, proveniente da magoiticeacia de sua
onr.i espirnoal a do conse juen'.e augmento de
riqaeza e poder temporal, prodnz fi-equeuiemeo
te plctooia, iaercia, perda de poder espiritual,
e8lagnco e mone.
Por om lado, o povo v claramente e seote a
forca do elemento divino at ave do bumaoo na
jgieja ; par ootro lado o aoaso, a negugeucia, a
e-iorsaj e a opprear-o toroam o povo fri, in-
difeienie, semi-sceptico, termlaaodo sempre
pela inteira ave s&o a revolla.
0 clero tem sido o priaeiro a protestar con-
tra o arbitrio e desptico governo de bisos,
para ceja eleigao tanto o Cero co no oa s-cula-
re* nao teem ndo. voto. Graves e excesivos em
baragos oanceiroa pe-am coolantemenle soDre
as congregacOes, devido aos imprudentes eioex-
periemes paato-ea, com ou sem approvaco das
in^eusatos e inexper entes bispoa e sem o mni-
mo parecer das coog'egagOea.
Tem bavido exemplo de pastores aos quaes a
apostropbe de Dame cootra os pregadores ca-
turras aeas coutemporaaeoa pode ser a^plicada
com grande ropriedade. po-quaoto encerra nlli
a eMBcagao es'iirl'nal do reb-mOo : Ed il Van-
gtl si tace' E Carl< lcliiiagao naioral em pa^.-ar da pieda-
de espiriual paia Qus mais materiaes, uax le-
vado paires e mesmo Dispos illostresa tonarem-
se admimsiradores leoaooraes e ediQ:ador^s
materiaes, de preferaocia a bt'ad instructores
espintu.es, consoladores e goiaa da eeu reoa
ano. E' sabido que ospos teem sido sagrados
Coja priacip-1 seoSo oaioa quilidale era serem
eiles boos riuauceiros ; qaaliticativj u^ S. Paj
lo esqaecen-sa de eoamerar na exienaissima lis-
ta da gragas. virtudes e oons que nm Dispo oeva
p ssuir. Seria Interesaante, se nao loaie triste,
uotar o ardor com qae certos padres, depois de
terminada a editicagao de soas tgrejas, para a
pasuda educaco catoolica, conbeeem a idea de
que saa obra estara terminada seoo encontra-
ren] novo pretexto para se immiscuirem em
ijolo*, argamasas a finaogas. E como era
de esperar, at certoa pas ca'.bolicos ponco
iatelligentes, ioaamera* vezes flram-se forjados
pela evideacia dos factos, a jalgar qae saemica-
vam oa otereesea temporaea e a educag&o se-
calar da seos fllhos a excessiva e despoti ;a
cuacgSo de sea3 padres e Dispos, que por meio
de ameagas de excommunDOescoagiaoa a ma i-
dar seus Blbos a escolas imferiores. Deve-Be
duer em abooo de cerlos facerdoies qoe es.a3
medidas oppressivas uao eram postas em prati
ca exponuoea e voluntariamente, mas sim por
lemerem ^ot bispos, por qoem eran ameacjdos
de serem expolsos de saas paroebias senlo edi-
cassem escolas parocbaes.
A opulencia e o poJer da igreja offerscu orna
brilQaoie teoiacao aos espintoa pouco eiucaaos
espiritualmenle, qae ambtcionaa pro cog0e3 ec-
clesiasticas em paroebias e bispados, e exena-os
natoralmenta a preferirem a sumptaosidade das
caibedraes, igejas e palacios episoopaes e resi
deocias pastoraes, cono recoup'jnsa de seus
succeasos adm3inisiralios. a menos tangivel
conversan do peccador e do hereje,, o ser a con-
soiagao do Ql.cto, o r.co so do oeore. Nos pri-
mitnos lempos ui isreja o-sti paiz, o Papa nu-
meavo bispoa .-ob a imiueiaia iaspeccao deou
tros nispoa e sem a mais leve intervenga! do
clero ou do povo.
Es e sy-tema s poderla ser applcado com
snccesBo u; pnasa primitiva e missionana da
igreja. Gomtado anda boj' subsista substancial
men.e, baja vista o bem conbeci lo recente facto
da oomeagao do secretario particahr do a-cebls
po deNova-Yj:k como bi.-po de Irooklya em
opposigao aos desejot do cle-o e da povo.
Com tal nystem, aiguns mancebos julgam
ser.ibes muito prove oso captar a syrc|iaihia
Dispos e a'cebi.ipcis por meio de indignas baju-
bg^s e presentes e attetig^s servs, que nSo
pass.m de sunornos disl.rgados, em vez de ser
virem a Deas por iaclioag&o proD'ia, e palo aucr
de Deas servirem ao povo de Deas.
Tal Bystema pl tornar-se p.'f jade al ao ca-
rcter espiritual do iudividuo as po er>s qoi-si despenos e fa-gi os seus.subal-
ternos a grangear-lbes a estima "U a procarar
escaiar soa ira ou a soa activa perseguan.
Soo egio systema os oispos do.s K.a ts-Uqi-
des. comqoauto prestem obediencia e Bdendade
ao papa qae os uomea, estao, faiizmente pra
eiles, a quatro mi! mimas de disiad-ia e poJem
governar llvre e despoiicimenle Unto o clero co-
mo o povo e opprimil-os como bem ihes ap-as,
negando Ibosjosllga e mesmo ama aaditncia.
Os Oispos dos Estados-Unidos comme.taram
uinmameute u na arbitrsneaade e nao bjave re
medio senSo appellar para o Vaticino. Ao clero
e ao seculares qae julgam-se (Hendidos em
monos casos irapossivel tornar effectivo o appei-
lo. A distancia, a perda de lempo, as deapaias
oecessarias a visita pessoal, as J'.ffijnl'lades sn
si msnperavels em realisar o negocio por raeto
de correspoodencia. fazem com ee cada blsp
torce-se um pequeo papa em n diocesa.
O clero catbolico obngado a conhecer a fon-
do a lingua I nina, e eotretanto a nao poucos se-
na impossivel entreterum cnriespondemla oes
se i liorna. Mal poucos rep'e3-Mants do clero
entender de processos a jun-prodeneia eecle-
clstica, e deses poneos a maior paria evita a
ingrata, mil compensada e pengosa tarefa da
intentar um nro'esso enntra um bispo.
Um sao rite, unnimemente reconbecido co-
mo perito em lea caoooicis e processos ecle-
sisticos, teve a coragem de. menospre^arjio as
conaequeocias deagra1avei3 que Ibe advtrinm.
acoose'bar e auxiliar a seos coltegas para qne
Ins fosse concellda audiencia indiciara, a que
pudessem recorrer em caso de aggravo.
En vez de alcangar o apoio e a adntragao aos
prelados tao generoso proiedimen'o exc toa o
antagonismo do mullos que viam nelle am mi-
migo pess jal.
, Hp u o *u ...a -aQL. n, reotai. > qi
[xas, ere nnec-ndo a lmpo--ib hdad- 'ij io na
conn-'C memo Dr d- conceder prompta e subsiaocial josuga. or
l- nou a nt-oducgo de algamat formulas jodi
cas, por meio de no neages fitas pelo nisp,
de co i mis-oes de palrps em cada diocese, a i-
n li lados ju lie -3 causaram ou joizes de ii-
c 'instancia. Mas aio"s bispis cirro nniliJ oe
la posaa de sutoridaie desptica, e comnlea-
meite baldos denualquer cousa qa- re pa-.ga
c me te qae amsicenote pilerla ter advogado
ecclesiastico, proubiram quj al alvoealo rom-
parecerse ao t ounil- Rima fu en ao forgada a
explicar que ao sacerdote pnces^ado seria con-
cedida a raga de um a Ivogano, mas, addiO'O-
naalo palav aad'0g approvado p-l i bispo. E' fcil prev' q e o
blspo, por capMcbo ou por simples deapeito con-
tra o aecusalo ou coafa o alvogado aposenta-
do por elle, poler'a recusar orno al'ogaioos
borneas man e-uduos da sua o das v siob'S
dioceses. e at mesmo autores desfamadas ooras
soore direito canoni o.
Todava os padres ten protestado contra a re-
jeigSo pelo ni po de sace-dot-'a ie sua propra
dioces--, oa mais hamlitados e lalv^z nicos ha-
bilitados a servirem de advogados e oO'saioio
cor .gem safficienie para iocorrerera no> do to bispo por pacusrem com o delir.qa-uie
Em algu i8 proce83os o bispo tem cbgado a obr -
gar o a -cus ido a ceiur como alvega lo um cl-
rigo da saa escolha.
Oj bisaos poderosamente ioflu^m as decises
da commisso de uiZ'-.s nomeaios por ellea ; e
aa bn.s ioteoco's tfi Sauta S em da- prompia
soiagao a qnes^s e em fi ll ar os un) raaos
foram em gante parte fru-tradas. Anda qae a
oomeagao de bisaos seja feita pela Sania S, tal
noin'-a.u i qu-.si 8t-mpre o resultado mendagCes de urna esp-ce de a^so i g4osocre-
ta ie nispos da pro'locri, qua neiibera n mu se-
cretamente e envlam a Roma urna lista de los
nome-, sendo o primeiro e o signado provavel
meme os nones de rae os favoritos ou -ecreii-
rio* particulares, a quem iesejam recomp-a ar
pelas bajalago'8 e se-vigos pe.ssOi"39 algunas
vezes. seja dito a bem da verdade, os oe lados
cajos amos esto aborrecidos edelies desejam
ver se livres.
Oppres os e anujos des?a especie, commtti-
dos m nome e com aulondade do Papa, oor lu-
d:viduo- rujo tt'uto Po- graga de D^as e
da S Aoostoica, Bisp; de tem sido desde
moltos aauoi a cans de constantes fadigas e
aociedad-s para o Papa e seus couseln-iros.
O Papa ba moitJ dest-ja mandar para aqu al-
gu-m qao goze de soa >s;idi e coitiaigi. lien-
to de preoccoiiagOes de partidos loca-s. desp-i-
tos, e, aibiges, atravs da cojos oioos a oavi-
dos, eile possa, se for possivel, ver e ouir por
si m-'sm ). e p-la delegago dos mais anos ,uo-
d re, res'abeleCT prooitit-iueute as qu^stOas,
f'Cihttr recorsos e fazer sabia e prove osa pro-
vtsSo para as mais p-rrfeitas funcgfies da graade
obra a favo* da re iao e da ha na ii de, pirj
qual nos-o paiz cfferece a Ireja o mais vasio
mais pro'p-ro e mal te-til c ver). O Papa receb o pjqaeoo ou neonum o-
xtlio do3 bisnos do paiz a sua boas intenges
e alguna dentre ell^s manif--siavo seas iec-i>s.
gomentatilo que a nomeag) de am d-legaio
pro'avelmente italiana, sosedana violentas an
np.-t.iiu8 oacionaes. co da parte dos Catno
lieos como dos P'Oleatantes Americanos.
Mis alioal o sabio e enrgico Poonlice, cujas
ideas pereceo] rooastfcer-se a aiiaar-se con a
uade, iem sido secuni do por ama cimrdoagao
de circnmstaocias em vence' lodos os obstacn-
Ijs a em uraticar um g-anae feito qoe sesrreta-
ra coiisequenoias importantes par aireja nast-
p,iz e ae lujos beoetteos reultado3 resentir-se
ha a proprio pus. O P^pa tem sido d.lorosi-
mente surp-ebentido por graves descontenu-
menos e 2rescen;es >d lauda les de tao pou ;os
Citboli'-os, motivadas pelo a.nu'do aou de cerlos acebigpjs, Q saos e padre* em leg ti
m.r aspiragO's de uiassa* de individio", para
melhoramenioj sociaes e econmicas, e pela saa
prepostera inte'v-ngo nos naotsfestoa direuos
e me^mo deveres dos pal* Catboiicss qaan'j
a>-ducagSo de sea times. Tem-no contrariado
imaiearo a reonida luda provocada e sasteotada
por memD'os de e'ias or leus religiosas *> por
Di-poa e padres, es jecialmeQ'e esiraugeiros, 8
at rae mo por polltteos estraoeiros, qae pre-
tenden maDt-r pir um lado um mooopolio da
eoncagaje oor ootro, s. b a rapa di rtligta-i,
perpetuar em oosso paiz aa nacionalidades -s-
traoge-ras p ir meio de igreja e de semina i is.
Esia traigao a lolegridadade da cos-a nacto
naiidade A.nenrana, boje coohecida pelo norae
odioso de Cahensiy.smo, nao foi favorec la pelo
Papa : O damnos causados a lioerlad; na io
nal pelos excesos desaes (ansuoos IndatMrsm
senao compelliram o Papa a mostrar a melbore?
intenges da Santi S a no-so 'avor. .-v d-3pei.
tj da ma vont.de da qaasi todis os arceftlspos
do paiz em approvar a soa otengao manifesu-
da, o 'apa, na s a graude sabeioia e com a
Ormes de carcter e amor ju-tiga que o carac
tenso, deteiminos esianelecer e estabeleceo
aqai urna Legago Apostlica permanente
O clero e os seculares, e todos os americano?
bem iotenciooados, ass m como todos 03 bi*pis
que nao lorio mais ac ivos em solicitar Oonras-
autoridade do qoe era praticar jusilga e canda
de, encontra-am n-ste grande acto histrico do
Papa motivos para as mais vivas coogratulagaa,
e de esparar que redoodara nao r aos -ais
vastos "progressos da verdadeira rellgiao como
lambem oa expinsao da lioerdade nacional.
E' outrosim h.ouvo para congaiolage-' o fac-
i de ser o .Arcemsno Francisco Saioin o esco-
Ihico para en :etar a oora neoefi :eoie da Lagaco
Apos'olica. E' elle om nomem de prjfuolos
conoecimentos ecclesiasticos, possumdo um es
pinto franco, perspicaz e lozeo. Soas manei-
ras sao simples e molestas send i o p im" ro a
confessar que nao era om iploonta, rao oas-
tante oossuir a mais lina diplomacia, a noca'
exacta da equidad? e intrepidez absoluta em in-
inlerpretar a justigs. E' um carcter digno de
nm flino da vetusta a predestinada ci lade d
Roma, qual um dos seos mais illostres canto-
res prophetisoo :
Ast lu, Romae, mexeno,
Parcere sor>?clis et debellare soperbns.
Os Bisp s e Arcebispn?. vendo--e aVsi'arie
sateliza a Santa S, dirigirn soas hostilUaie-
contra a nova opdtm de coaaas, e ama mor (aci-
da le emanada de f-aoca p'rverndade 'em sido
manifestada por a |Ull'3. cujis imquis senteo
Cas o Aicebiapo Saioli annoiloa imraediataman-
te, cuja eicessm severidad ellej restringi, e
cajo lesrespe lo s leis (a Igreja autoritaria-
mente exprobon.
Ha an roosorag5i aqai em Roma como
ti u da alcangar a 1m' meio d; intrigas e faleidadea; un de seus meos
favoritos, e que o pool'.co ja coohece. a BSfbU
oeeao de telegrammas o commanicagO^s qu" se
diz pnriirera de Roma e de outros logares, mas
na realidade samdas das proorlas ralas de algum
conspirador. Estes homens qua eram acceitos
uorajp.'vj caihalico auomiaso, a q-..-m eram
estranbos, ttter m a ou-adia ne conspirar contra
a Santa S e sen delegado, sob pretexto qae
pognavam pelo Home flufe.ae'orisaodo seas oes
cios sectarios a xoinoaram da Saota S que os
no neava, c -soo se fosseni aloeio? a ella.
O Simo Pal--! esti so facto de todo3 os seas
trlews e perversa.3 intea;6as. e mantm o r-
me proposito ds contraria! se. Por occasiao da
m.iioa recenta visita s Roma, pude da: ao Paos
aigumaa iufonnagojssobref^teaasompto. A im
pressao agilavel j'eaaa vista jamis se apagar
da minha memoria.
Coezuei a Roma pm Mai3 ultimo, sauaf'.ieoio
ao desejo do Ssoto Padre, qa- me havia coavi-
dado por intermedio de mooseobo- Satoll'.
O erteal LwMeaevd, Cardeal Pref-ito na
Propagan'a, a qu!m tai logo apresen.ado pelo
Papa, eaceou lacjutlnenti urna discasso ou ex-
oaaaao das doutriaa< econmicas qua baviaoi
suscitado as comp icaco-a feliZiEento termnalas
D"!a seatenes das ultimas festa do Nat 1.
Apressei-me em signiticar-lhe qae nao viera a
Ro aa para justificar-ma e que o meu processo
estiva fra i q98*o,desda que assim o tt-r-
minara o Papa. ior iota-medio 1^ s-a delegado
seis meses antes. E acre.sceotei qne a umi carta
que recebera de Mr Sainlli, daUJa de i da Maio,
explicava sulfiteot'mea'.e o carcter a objectivo
da minha visita Roma.
O tpico maia notavel d'a3sa carta ora o ee-
Colote:
Posso garantir que a vossa visita a Roma nao
far mais que continuar pela beogao spestolica
o acto da vissa recoaciliafiSo.
O Cardesl. depois de l- caidadoiamrjte a
carta, cooclalo que estava plenamente justicaio
n-a p> cer s br s slia-io. D'txei Ibe, a sea
11 o ama copia da dita ca'ts, que elie enviou
na mesraa tarde ao CarJeal Rampolla.
A prompttaio com qae o Papa concid u me
ama auliencia foi ainda maior prova de an -go,
oorquanto acnava ee o Sun o Padre grande nente
preoccopado com a oameagio de novo- Ctrdeaea
e com a reunan de dous cousistonos deatro de
poucos dia. No na segante a cess&o s'Creti do
consis O'io fui apresen ado ao Sanio Paire, com
qoem conversel cerca de vinie e cinco mnalos
aa sala das audiencias, occaoaodo elle a cadeira
lou'sia das audiencias puoiiras.
C id reverencia ti ul, proatre me e beijei O Ja-
grano aosel, pj tiudo-lbe soa oe cao. Disse Iha
em italiano, Sanio Padre, vim a Himi canprir
um llover; calo-m< appellae io para o vaso dele-
gado ; esuado aqu e.'os jo me por ter a feli-
cidade da render aiabas es eit>sas tu uroagens
a *ossa Santllale; agradego-lOe a r-:).:: i ga-j
conceuda pelo vosso legado e pego Ibe qae me
abeage.
Reienudo se a minha previa relatan ;;a em ir
a Roma, o Papa disse me anVtuosaineu e qae
no lev:* hesita-, i.'de com qu- Rooia receba tolos qae a ella re-
correm em parentesco e-pirituai.
Sem duvua ene ja Oavia lido a copia la carta
de mooaennor atilu, e por isso mostrou-S) saii-
cito em conmar o acto de seu delgalo.
Referiado se as quesos occo rdas dase :
Vi.iiutis eno o direitj Je proprieiale? a
que resooodi: Slm, com tfli'.to, cousiieo ab-
solalamea.e adrado o direito de proo'ielade
quanto ..os pro tactos da industria iadui laa'.
U Papa deviou lXtuediulm-te a coa>ers co
oara M-. S.loili a a legago apostlica, [otrigaj
jiniiis cousegair&o affectal o, Jisae-ms grave-
menta o Paj* Ogara-me o qan faisere o, ex-
camou elle, tEu o Gnefe d. Igrt j <, esto i a'.tma
de todas essas intrigas, e jamis mo doncel in-
fluenciar po' ^llas.
(Jjando fi* lha vr a oppoaigao de alguos arce-
Di tp s aos pnn:ipios da lasinalgao da l-gagao
apostlica, o Santo Padre disse-me : S.ra, mis
gora ja a vm om outros olQos e ten escrlpto
suore seos bons resultado^ I A que repiiquei,
Por nao podereu fazer ou ra cousa.
Esses bispos nao se poien revoltar contra o
Papa. O povo nao reconnecera como au'oridade
^ uen se dedicara as pe-soas d- seas b spos,
qae aSo foraneleitjs pelo clero oa pe;o povo,
mas sitn nomeaius pelo Papa, e o mesmo Papa
que ah os colloca pole demi til os e suosii-
iuiI-os por ou-ros qaa sero receoidos da mesaia
forma
O Pana reilicou-ms com emohase : Nai te-
oqo eu, o chefs da I^rejs, o dimito de lar msas
representan es na America, em ilairii. em Pa-
riz ou em Vieaua ?
Disse-:tie eu ento, qie, vis'.o terem os bispos
o legado o i Amenca, fanam da SaioHI um
Oode expiatorio pela sua rectuao e inireotdat, e
tariam alguem a quem padessen govormr a
apressar mais fac.lmeate. Ao ouvir is>o os oinos
dj Paoa charamejaram e apuiui-lo-ss oo orago
da cadeira diss-me, Su>ll< I Ij coaosco Sa-
lolli I L'o educato io ; 8 lio n la i. suo dovere
el uboidisce alie mte iiirozoni ; io lo soaterro.
(> Sio.it Cmbego atolli Fui eu quem o
e Incoa, e em^aanto comgrir co o 03 seua neva-
res e obedecer as minoas prescripgo s, susteo-
tal-o bei. )
A c.,-11 Je y- Satn dtzta anda :
Vos-a visita a Roma sera particularm!Qt9
agradave! ao Santo Pid.-e, purqumio era elle
nianie ne si nm sacerdote a qaejj Deus conce-
oeu don* e -piuiOis especiaes, para o eugraoda-
cimento da Igreja nes e pa>z.
A propo-uo ti 10 inquj io o Papa sobre o
exe-CKio de miabas fui gOis. ducado: Nao
consenti'eis em acompaunar o hispo Maure, da
Ploro T
E' mono lonee repliquei. Ha pouca cou-
sa a fazer ah eficaral mrir.o aftstado Jo mea
lr das roionas sssoctacOes.
Disse elle etito : Sao VuS acommodarieis
com Carrigau.
. E' naito diffls, ris-'e eo. Hi aco:o en-
po d saa elle a om padre qne Ihi auon ictara qoe
ru preteana urna parocnia : A- seguro -vi
que na man?, p^tti sera isso eummimeate dlf-
ticii
O P.pi pe-goniou-ra ento se qu?ria servir
no o D'Soo de H'o k ya, oude eo vivera e oo-
de eu ttha prenles.
Nao dase-le ei. Ella coa:ei*u me da
mi lomade BUtoriasfiao para c.-ieDrar a misaa
boj sua dio;esp, e isso com "slrlcta exclusa e
iSo oudou d--ideas, qaanlo escevi loe infor-
ma ido-o qa o legado Apo-iulico ca- Qjviaacju-
s-luaio e requ-'r r isso oVlie.
U P..pa p-r^jatou-me ento : Nao ha pa-
dres em B- o y qae se omprazam em csavi-
dal o a pregar T
Kespondi-lhe : Mano poneos, mis o bispo
tifio consentir.
Eu ja novia dito ao earjeal Rampolla qu^ p:a-
sen'em-oie eu prefe'ia permanecer no qus era,
e 1 ao duvii) qne aiteadenio a es-e d-sejn foi
qae o Papa aisse : Bem precedencia eniao de
aceordo com o vosao bom senso repetmd) a
assaz conoeeiaa phrasa latina Ooosqnisqaa
abon et in sensa su.
Dissera a arieal Ramoolla que oieos nego-
cios nao me permittiam p-oloo da em Roma.
Ailudiodo a isso di-sa-me o Papa : E nal
podeneis oppor o prazer i necessidades ? E-
nortiu-me paiernalmenie, a levar sempre viia
sacerd-tal. Snas palavras foram : efeis le-
var ama vi la regular, ao qae repliquei : San-
to Padre, as-im tenno procedido sempre, anda
m" mi qu mo exenmmanzado.
Disse eniao o Papa : Estala satisfeito ago-
ra ? Sita, Santo Paire, agraleg vos a ro-
g-tos que me aOengoeis. CoIIomdJo a mi
direila sobre a raiona canega anencoia-me, fi-
zenlo, em segui'a o signal da cruz e repetalo
as Dil ivras litrgicas da bengao.
Era a primeira vez qae eu Via L^) XIII. A
saa magesta te sorprendea-me menos qu 1 a bon-
dad ver.'adsirameate paternal que manifestau
para commigo. Conservei-me dejoelnns durante
a entrevista, junto d'elle e com as m.s apoia-
das em sua cadeira. Impressiunou n e a sua
intellectualidade dominadora, a grande forja
de voatale : ao obsiante a soa ext'?ia ma-
greza e paliide sea ros o qaasl tao alvo cono
os cabellos e a sotaina.
Todo o orbe catuolico deve regosijar-se e os
hnmens esclarecidos tino podem deu;a* fl (oli-
var 03 actos francos e liberaesdo velho Po itihee
jae parece eagraidecsr ee e avigora'-se con
os aooos. E' para lastimar qae lejaslles qae
eik ccllooa en ele-alas posigoes e que o
primeiro a auxiliar, mtaifeslando oe evoias ia-
teocoos, correipoudam a sua solicitude por io-
ingas mi'sqainha?, mcnosprezr.oio sqae'Jis iu-
tenge8.
Posso affi-mar-l is qae durante a con ve-a gao
qua eotreuve com elle, convenci-me por certo
no som do Tos e certo volver deo'.hoi da qaa
nao se opporao aos seus desejos sem ir::orre-
rem em rigorosas penas.
Edward Me. Glynn.
REVISTA DIARIA
st>o dn Janeiro Hontem pub!ic*rr!osem
bo! tim o "gr.inte : '
c S. Ex-', o Sr. general J. Vieeate Llte de
Casir, commaadaote do i* di.U Id) ..iUtar,
acantt le receoer o seguate telee'amna :
. G-nerai aVile le Castro.Sciente >-so te-
legramnrj'.
Hnotam occanTios defioitivameiie Arma-
gSo, deposito munigOes e art-lbarla qoe sa acha-
va em poder los revoltosos.
< Foi am combate terri^el. Tivemo' algoas
3-Id dos fra do combate.
i% ratlrantos maierial e artilhe-ta que ia es*
' 1 <- 1
G'bamos terreno dia da.Alfer =t LeUt
pll'nr.ti publica ^M portaig do
Exm. S-. Dr. give--naior do RraM. de
corrate, fo> considerada sem eti^ a *****
Ae.)3to nltlran, oea qual foi o ma1> o benarel
Fortunato taobael Al ves de Carvalho. proootor
niMica do mn-.icipio dedbron, visto nSo ter
entrado em eae-clcio dentro do pra^o le v.
_ Por portara de igual data foi re- sido O
promotor publico do muoicipb de oi-Vists,
bacbarel Affoaso Gongalves Ferreira da Costa
oara Igasl aargo no de Cabroh, devendo assn-
rnir o afrtelo no oraso de 60 dias.
Pr pjrta ia (a mpsma data Toi Horneada o
paehare Scipiao GaojalTes Torres pva ereer
o cargo de promotor publico do mani-irrto




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Diario 759a
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Bos>Vi*ta, deveodo assomir o exercicio no pra-
so de 60 lorpedi n-Bte vaeo de guerra que
aob a Bao m-a io:n cnegoa ba alai ao ookho
pono, fuih. mem oflisialmanie recebtdo pelrs
aotoridaae eumpeteates, precedidas as forman-
dad-g |ci.f8.
H ii pela msnha deve oelle ser basteado o
paviinio -los Eslados-Uoidos do Brasil, dando
nes*a occaaio as salvas da pragmtica.
Pasaa- a er cosbecido pelo nome de Gustavo
Samoaio, e a faier parte da E Q8inp.ciora eral lnlrucco
publica-O Sr. r. loapecior pede-oos a se-
emule iiuoi' taco'. ,
''rcu raoa deiegadoa lilteraricp.-S nodo
Consonas que me ln eido dirigid.a pelos dele-
?, e luteranos soDre ae deveu OU nao proce-
der a .a exaraes d.a escolas primarias .10 Esta-
do isio -qu-llas cojoa .rofes^orea em dispo-
niblidadea.bim-se ratolUoeme lecciooaoio,
nelo vinente ou aotuo D'ogramma de exames
d 22 te Oatob'O de 1884; de accordo com o
Ex olvido qae sejam fetto> oor eate oltimo, orna
ei aceos referidos profesaores por ehes prepa-
raran os seoa alonos, Bcan-io. entretaoto des-
de ti -cenle* de qa<* esta cor-cee-ia litni'a se
ao floen'e anno ; para o qae chamo a atteoco
dnamerinoa leleead^ W* arios.-Oin-
r ger!l, Fel.ppe de F.gae roa Faria Sobri-
NBaaiiode acadmico-Pedem
par* uotieiar qoe. boje, ao meio aia, 00 ediB
da Faco:dadedeDireno. uevero r-unir-ee
eatudaates da 4' aea jurdica, aO 11 de trataren)
de aaeaaptn de s- i^tprfuse.
ao.-ledaie.iBU Splra-Ni ultima se..
sao desia sooiedade ioboo posse a nova directo
" MUOi, s 8 horas da nolte. baver sessSo,
discotioio se a ibes-. a seita spinia a negacSa
da oronrla nslavra. ...______
Eacoia Militar do Cru-Os alunos
dessaesci. huj t7 jo exp raBte mex, pot> 1-
caram em bdetm urna daclara?o dos egotote*
^Tn alumnos da Escota Militar compenetra
dos dos nossos deveres de soldados e patriotas
e por coasequeocia faiendo parte desse grande
poder a quem empele a defera da Uostituicio
da noesa chara patria braailetra, decidamos por
urna oz que Do conceDemos por fjrma algo-
ma a victoria almejada pelos ioimigoa da pa
Ull'Com estes estamos francamente diapoatoa a
medir as uoaaaa forcaa quando a occasifia ooa
pronorcionar esta felicHade.
aatsituue da Equitativa de ae|U
ro, ae %idaA m-guitaie de qualqoerinsii
tefcao o.uceira .valia-s* pela propo'cao entre
o sea activo e o seo paativo, dando ella a josla
meJida PLla qaal se re^oubece a sua impar
tacb'esse poeto de vista a .Eqoita'iva. mais
imnonane do qoe qoalqaer outra de suaa com-
petidora^ visto codo a propofio do seo activo
O Braail o 50 anaaa-Da Gazeta de No-
. gm 8W'hafia um onico banca, o Commr-
Cial de Biu oe Janeiro, com est.toios approvaioB
pelo jecre.o n. 187. de 23 de D xembro de 1842.
O sea pe.^oil compuah se de :
Unucio R.tlOO, presiente.
B. JaP-me de A. e Sooia, director.
C i. Wyien, idetD.
J. F. Esjery, dem.
J J Pe-eira de Faria, dem.
Diogu Dn rte S>iva. secretario.
Fraicitco X Fe e:ra, tbesourcro.
J. Frete-iro Moller. Rca'da livros.
Ba'tnoi.proeu Lis.^ninta, coutador.
Un fiel do ibea.ureiro, um eacrip'.orario,
cinco ananoeses. um continuo e um porteirc.
Ao todo '8 pecosa.
O Almanak Laemm'r, 1893. registra 91 ban
Cos. Se oe=te nuaero .Irarrr.os 71 para lioldar,
por invaveis. anda onm 20, que c;upm ptlo
menoa iOOpes.-oas.
Pessoal 'a Beceb!dori do mioicip'o em
Tbom F. di Foota Silvi. adsioiatrador.
Heunqne Itaoleira, e-c-i".'.'.
j D B 1 Silva,!.0 e'Cnpturario.
AotDio Fer.iaodes Vaz. in-sonre-o.
Ginc |. e-C'ipiora-is. qnalro amanuenses,
ou;> ;-j 'tei, t-es laccado'es, o.c pjrteiro, um
eeila!"- um crrelo. -o to:o 21.
E. IS93-91.
Pettoal da alfin-iegaem 18i3 :
Saturnino .'-e S. Ollteira, inspector.
J. Teixeira Ce Macelo, escrtvaa
J. Femandes da forre, lUesouralro.
J. p Viiii-.na Lima Joni ir, ,'iarda-rxr.
J J Fe re ra dos SautS, ajuian'e.
Bernuno J. ds Figueiralu, escrivSo i des-
Ctrga.
Jos Ew.' k. stereom-ra.
Q iaro 1." -s fipturari .3. circo 2f5. cJoze con-
fereotes. ("o -jud-ni-a, o?ie praucauus e U'
poMetro. Ao i--' 6.
Em 1893-188.
O laipcrro de Marroee-Dlote dos
ac,. ,lea em Mitocs, da ..p-
portnnii de t seguales inform-.ca reese
imperio:
A i te esl vgamente avllala
pela i-,- .-leu qu- hi de aua- f'.ioieiras. ni Sa-
nara f a sua oopiilagao em 1889 foi rompatada
em 100.000 OC de habitantes, pouco maia 00
ex ti do su; loi de 10.COI bo
men- inUniarla (ai tw), 1 o OBDaiwo
de pm io r. e oe 2 5ti cavatlos. E iqosr-
A eavaliaria B de guerra e
Dme i, 1 ; ..... '"''
E'.i :-da em 00.000 Co nena a torca ar
md total. ,
Ai 1. ran ia do commorcio de zpo bcSo do
iEpirc rr-.rrcqo'i: 1 < leva 1 i cerca Je 8.(00
ce 11 >i uaes.
O S.'t o acua! cbami fe Mui-y I m. lem
p3.1 ir-aHInmeoin. Buccedeu no tn-r-
no a 17 de Seierpr.ro de 1873 a seu p..i 0 BVlllo
Sii labonie'! de quem e.a liln > B da ilbo.
Lorco a f. roa dj Roterno -ij Iatperi e o des
potir,......1 ola 0. .-r-.i restriccoea de as nurru
le civil ou religiosa, o sna. que lem res mi
Uiatr ( t oa C'naulta quaniJ le p;rec?,
seen; pilas simples executorea de su I Kilad
0UP ma.
De pri!da- Em despedida visitou-nos
hon.u. u Sr. lUgsol 1 B.-.g:"j de3 Santos, I 1
gil, i ude do Grato, que parte ti
je oar.i a juella c d< ie.
Grati li 1 ta, deaejamos-lhe relia ag .
A l*e*inaR ceoemos o r,. 7 deesa impor-
tante refiata qoe se publica em Pana.
Soili a gratos ao Sr. L-opollo A. da Silv-ira,
agente 1a Agencia L-twraru nter aciona', a
quem 'ev. mos a c-ff r;a.
Aaeoriaro Mf tlleo Pbarmaceullc* -
Oa memoria deasa aa.ociaca-j rtone-ee buie. em
sessao ord ;;ar'a, no logar e hora dn costme.
Factildade de isireit 3Reauitido dos
actos q d. 27 do correte :
3.* serieSj' i .l
Samuel Gama Coala Mac-Du-well, anprovado
com diai.ucc.aj em .mancas e plenamente em ad-
miD'Btr^tlvo.
Arnoliu Olito Bastos, pleoamente em legis-
lacas comparada e administrativo e Eimplesmen-
te em nai-g.?.
Ral Teixeira Leite Cintra, bimploamente em
todac as cadeuas.
ReaulUdo do dia !8 :
4. serie
Samuel Gama Costa Mac-Dowell. distinccSoem
historia do diretto nacional, civil e comme-cial e
plenamente em pratic. forense.
Izi-o Leite Ferreira, plenamente em todas as
cadeiras. .
Loix Evangelista de O iveira, idem.
Pedro Aleja drioo de Gasmao, plenamente em
historia do direi o nacional, processo criminal,
Civil e commercial e pratlca forenae
Eoos AUes Lobo Veras, pleoamenteem his-
toria do dlreito nacional e simplesmente as ou-
tras materias.
/^h> Sao cbamadoa boje para exaae de commer
eiate criminal es estodantes, Uartiobo Rodrigoes
de Scuza e Antonio Candido de Salles, e para
coman rea' e civil Fraecisco-da Costa Cirne.
Rsoltado dos acto* da 1. serie de hontem :
Jos Pedro Caroeiro-da Cuna Puno, planameote
em puilosopbia e bittorla de direito, e simples-
mente em constitucional.
Paulo Goncalves de Arroda plenamente, em
philoaopbia e historia de direito.
Pedro Crrela dos Siotus, plenamente em to-
das a c-deir.s.
Lois Sjp.iaga da Silva,simplesmente em todas
as cadeiras.
Praadaoi de Paula Pe*aoa da Costa, simples
mente em todas as cadeiras.
H ra lito Atdrade Vas de Oliveira, dieiincco
em todas as cadeiras.
Auguro S.tita C-Dt Oliveira.. plenamente em
toda* as cadeiras.
Na 1.* serie ser chamado Panlo Goncalv-s de
Arroda para a p-ova ea-ript. de direito coost -
tuciooal e Joo de Siqueira Libares para prova
ural la m'sma serie.
N 4 anoo comeca > 10 horas a prova oral
no 5o a no contiuuam as oraea de direito ad-
ra nistrativo.
Resoltado dos actos de ante bootem da 2* serie
social.
Jos de Hollaoda Cavalcaute, pleoamerta em
i'ternaciiioal e eimple-m-ute em eooaomia poli
tica e r.y lene publica.
Jalio Ro'drlgaes de Men-lonca, simplesmente
em to las a* cadeiras.
J )*< Rosendo Minias de Oliveira, p'enamente
em tolas as cadeiras.
Manoel Pooies de Miranda, plenamente em in-
terna, iooal e economa poltica, e simplesmente
em hyiene publica.
Tbemlaloctes de Paiva Uartins. simplesmente
em toda; as cadeiras.
A'tb .r Fausto Boielho, plenameo'e em todas
as cadeiras.
Coatinu>m as oraes da 3.a serle jurdica ao
meto dia e aa da 2 serle social.
Resoltado da 3.a serie jur tica de bootem.
Antonio Heonque Lopes de Barros, plenamen-
te em t ida aa cadeiras.
Joao Baptisia le Vasconcellos Cbaves, idem.
Anton Antonio Vicente Pdreua de Aodrade Jnior,
dem.
Pedo ds Asis Rocba, simplesmente em todas
as cadeiras.
Resollado da 2.a serie social de bootem.
Jos D as de Frenas, dis nicc -o e o economa
poltica e plenamente as oui~as cadeiras.
Luis Gomes Mouteiro de Mello, plenamente em
economa poltica e internacional,e simpleamea-
te na outra.
Angelo Jos da Silva Netto. simp'esmeute em
bygieoe publica e pleo>meote oaa outraa.
Francisco Marquea de Gea Calman, plena
mente -em todas as cadeirss.
Maooel da Rocba Buarqoe Pedregulbo, sim-
plesmeoteem todas as cadeiras.
laas Servio Ferreira, dlaUMogla em economa
polnica p pleoaroente em bygiene poblica.
A ltelaRecebemos e agradecemos o n. 7
aV..-e peridico.
adulto No da 7 do mez prximo termi-
nara o pr se arbara desertadas.
Todos os que se apreseotarem dentro de se
melhante praso serio nidollados.
Suata reclaotaco s moradores da
C^put.ga peaem-o.a para cnamir a atteoca.) de
quero competir para uait retioaria ra. Joa
qoim N.baco, encostala poule, cajo cano de
e goto cb--ga apeoas at o ees, o que, como se
compregeudera fcilmente, pelas exal.icea p-
tridas que se despreodem d'aln, prejuJica im-
menso a saodc dos meamos moradores.
Para obviar semelnautemal, accreactotam-nos
ja bastara alongar o alludido cano al o me:o
10 rio, po'qoe ne*te caso nao teriam mais lugir
semeluaotes exal qj1;.
K' ,ie jnsiica que seja tomada urna providen-
cia em semeinaate senta.', em vista da proce-
dencia da reclamacao.
Ernalda da Piedade A festa de Noisa
Seuoura di Piedade, padroeira da ermid respe-
ctiva, ua praia do misino noma, em cons-qu- n
ca dos concerios que ce es'So proeedendo uo
convento e suas depedleaclas, nao podera ter
legar no prximo doningu, como se marcara,
ficao 'o iranslerila para qoaaJo de novo ee ao
ounciar.
O Teiepbone na Suecla Como o g iv-r
no stMOO i> uj-ctou uacionalisar '.oda a rse das
liob;is telepbonicas na Suecia, nao deixa de
ter int resse notar que esse gaverno em 1881
resolver empreheider elle proprio pruloogar as
commuoic-iOes telephouicaa entre as princlpaea
cidadea uo reino.
Comquaolo oa distric'o* fo-^sem motto divid
doa e muito raramene puvoados, recoaheceo-ae
qoe. se o gocrno r.o to asse medid s, a po-
derosa compaabia de Stoikarlm, concorrerla
rom os 'eiegraphos <1: Estado e -i dasv.',itagpm.
0 resollido fol u gr-:j!e des.nvolvi'nento .la
tele ti-, ooica 111 Soecia, ieno o goveroo 1
supremaca as provincias, ao pisao que a com
pauuia loimida em I83 nnba a prnnou-ierjnuia
ae aasignaues em S-.O' klmlm -7,C0J quanioa
reda .10 Estado : tloba l.0).
A activida le da reparttgo do Estado mo;tra
que elle ha de 80hre.:-:-'j,;r a Co opaobia, e absor
ver drsse modo todo.- os Bsaiffoaotes.
O pUno do governo DOrto i jo regoodo o
diz um reiato-io consolar qu acaba de ser pn-
alteado, e aspera-se naqi r.i qu-- dent-o
le quatro cu cinco anuos toda a r a da pe
iiinsula estar eoberta ds o* telephouicos
que ae podar conversar na distancia ite I93
m libas.
O inspector geral eatudou aciradameole o y
tem estrang^iro e aio.itou o sysiema de tos
subterrneos, qoe nao cu- So mais .aro; do qu-
os Boa areos, c.c fie 1 I/i pence por jarda por
assignante.
A e .!aom:a prin :ipa! que ao ple Jispensar
js tuios ae ferro.
0 cu to da c n^tr rj'io ds Iinrn3 i-s'ens.a va-
ria de menos de t 10 por mi| :a paa cima.
Aa ^atalisticas mos rr.m que o Estado, poJsuia
em 1891 u.ai d 4 000 n ,s de liobaa, sendo
ie mutaJe de lionas .simpl-s oa Imbas ea-
terra la-1, e o resto ds li"h'S dupla- un de C>"-
r ute metailica. Ha.ia 235 estacSes e 10 29
ipir.-iru em u-o. Os aig.rism.s em ambos
os casos sao o duplo dos do an 10 nrecedente ao
oas^o que a despesa foi .-!e 78000 contra...
5-,781.
A tele Bcoo promola em 10 annos, e despea-
len-se cera madas te ) augmeniadj era proporcio ~ :iur do
qoa i. :ume o Ue aasigoaotes. pon itlioglo 1
181/2 ro.l)6e.
A -:e lelepbonica era nada i-(lii 1 o dess-f-
vo'viraento ao t-legrapb). A Co.upannia de
23 WO a Ibas ro liabas, uji p u
ee menos do qae nos doos ann-. pr-cedentes, a >
passo que o uom-ro de estacos era ce 320 e o
u uero de a paelhos li,7j'8 O numo-o de
..las n i fot tan gran le corno as luibas to
Balado, apeiar do maior nu-nero de es.iv-6ea e
de aagoa:tes teodo si'o de 13,38 TitlnOes, ou
1 razo do 43.390 por da atil ou 6 97 por dia
pa'a .ada aasiCOaUl '.
Planta que fax rlr Hiver-i realmente
orna pul a que fac- rir. e. em tal caso, onde a
ho o far 1 Nao eaqoec-.mas qe oa autores em
.o ios os lempos a menctonaram pro. eoaa obras e
oa poetas a immonalisaram R-c irdemos, entre
on 'os, Homero, qoe ib crsagra algumas li
nh n 1 oaoto 4.a da Odyaaa.
Guiado por Minerra, lelemaco deixa Iliaca
para ir ter com Ncsior.
Es.3 n; loe ple dizer e ouvia-o a Mene
UO.
Pobre Menelau I D ante do filho de seu Ilus-
tre c mpanaeiro de armas, com o qual combate-
ra riebaixo doa muros de T'oia, prorompe em
> luco?. E a bella Helena e Telem?co, filho de
U-y-ses, e toda a aasiateacia derramam lagrimas
de corxpixSo.
Helena teve cma idea. Lancou precipitada
mente no vlobo que ee devia d b:r ama planta
tnimiga da tristeza-, qoe d saipa a colera e faz
esque- r oa malea. Aquello que bebe o viorio
desaa planta incapaz de derramar urna lagrima,
meemo qoar.do perdeaee seos pas, mesmo qoaa
do vis*e degolar seus irmlos e o mais querido
dos liihos.
Pau?auios corta que ba na ilba de Sardenha
urna planta cujo veoeoe mortal e que fas rir a
quantos a comem. O que mais greve que
se morre, rindo se. O lote-mdiaire des eber-
ebeura entregou se a in estlgaces e affirma
qno essa planta parece aer originada da Ara-
bia. Linneu da lbe o nome de ranunculus
Dulbosoa planta aquatica, prop-ia da Sarde
nha. Os diccionarios menciuusm essa planta,
cajas foiUas contm um veneno cojo eSeto
coutrabir a bocea de maneira qoe o doeate pare-
ce Mr ao expirar.
Vamageua da Fqulalva Aa spoli-
ces de segu-o os Equitativa toroam-se comole-
lameote ludiapot'veis ao cabo de 2 anuos.
Aa mesmss ipolices concedem -liberdsde aos
sena poesuidores no qoe dn respeito 4 vlagena
e reiiieocia, desde o sea principio.
Municipio de ipojuca Tendo sido
apena no da 20 uu correte a 4a a-saao o tn-
Dunal Jo ja y des-e municipio, aob a ores den-
ota do respectivo jois de direito Dr. Silvio Pel-
lico Pe eir Fe-raz. e oceupaodo a cadeira do
mi iiaie'io publico o promolo publico Dr. Au
gus o Fre -erica de Siqueira Cavalcaute e servio
do de eaurivio o Sr. Jos Gsnoioo Ferreira, tive-
rara logar os eg >ratea julgamento11:
N 1 da 20 foi sutim^tt do a jolgameato o reo
J do it :.r 10 ue Saoi'Aooa, nrinuncialo no art.
294, i 2- do cdigo penal. Foi -baolvido. sen-
do sru aavoeado o cidadao Frederico August
de Siquelra Cavalcaute.
No dia 21 fo'am subueltidos a juleatnento os
reos Jo .qaim Alea ds Silva e J >a P .olmo do
Naccimemo. pr nunciados oj art. 29'v 2- do
coligo penal, teodo p-odozido a defeza deate o
Dr. J -..rjuiiii Liaren.loo de Aotra le e daqaelle
o capillo Joao Maooel de S raza Moraes.
Foram coniemoados no grao uilio do citado
artigo e apnellar m da sentenca.
Ni da 22 Aotcoio doa R-is ci mecido pr Sibere, pro
aanciado 00 ari. 294, 2- do cdigo penal. Pe-
ro J.-ai da Casia e Maooel Pereira da Silv*.
pronunciados no art. 331, n. 4, 1- do coigo
penal.
Prolozioa defesa dos reos o capitao Joao Ma-
noel de Souia Moraes. O primeiro fot ab.-ol -i lo ;
app-llou da seotenga o p*omoior publico, e os
dous o'ilmo- forao co .detonados; o primeiro
00 art 330, 4 do cdigo criminal e o segando
oo grao mximo do citado a-iigo e 3 de dito co
digo.
Appellaram da sentenca.
No d a 23. finalmente, foi sabmetiido a julga
meotoo reo C-ssiano Ramos da S Iva. pronun-
ciado uo art. 30i, nico do odigo penal. Foi
abaolviio, (eodo prodasldo a detesa o Dr. J >a-
qaiin Laareotrao de Aodrade.
Appelloa oa aenteoca o promotor publico, teo-
do deixado de ser jolgado o reo Nic-'i) P-iocl
pe ds Mira, pronunciado no art 29. 2 do
coligo oensl. pn ter se, escotado a ur.ia.
iesa explleacaoAniebontem, por volta
do meiu da occorren no pr- 11a n. 1 ra do Ro
sano da BiVi-ta um facto estpenlo, para o
qaal de-e revelar se act.va a aengao da aaio-
ridade competente, alim de qoe seja averiguada
a eoa procedencia e couh.cidoa os seus intui-
tos.
Foi o caso.
A'qu-lla hora, na occa o em que a respeila-
vel senbora. que aili reside e cajo marido acba-
va-se 00 esc*iptor:o onde empregado. occepa-
va se de aaieres domsticos, f .1 sorprendida
o:r ama graode detona^&o, seguida de ooiavel
volume de fumo e aps pelo clarao de incendio,
qae maoifestoa-aa em diversas pejas de roupa
que eatavam oas proximidades.
Admira oue nao exiatiodo all nenbutn expo
uii, uem bavendo fogo anda acendioo, tivesse
logar aquella detonado, e as coosequencas in
dicadas, qae por felicidide nao lo au maiorer,
sendo logo abafado o principio de iaceodio por
vismnoa que accorreram ao estampido, e limi-
l.Ddo-ae levies.mos^fsnmeotoa n'oma meoin.
e na sent ..ru.
E' facto qae o acoatecimento5o procedeu de
incideote sooreviado por qailqaer imprudencia
navida Da p-opria caaa, tendo se depois delle
obaervado que uo t-lh.do ab.ira-se ura buraco;
e lato indaz a suoposiijo de que sobre o mesoo
telbado (ora l.r-cta ama boraoa ou quilquer
explosivo, que o.-igioou o acontecido, e cujo es
t .ti-..-os rixeram os alo lidos ferimeotoa.
B-i i:ju do, de mo goaio; perreraidade
digna de a-r caslg-da, sendo em todo caso o
facto carecedor de peaqoiza por parte da auton-
dale.
O enhorio peranie o Intialllna0
Cominercio de Portugal uoiiciou o segrale (soto:
< r. Jos Mana do Eapirito-Saoto e Silva
prop-ietar o de vanoa predios, e entre ellea al-
guua na ra -le Nossa Senbjra da Gloria (a ura-
C-), oa quaoa ae a -Qa-am aluga.ios, aenda.aa reu
i s muno razoaveis e nada exageradas.
Agora foi elle proprio a ca.-a de todoa os aeua
iaquiliaoa, e, s m que Ihe peliasem. abaten a 10
do- aa reudaa que Ihe pag^vam-
Esia aeg. to geoeroaa que merece esp cial
meoctio, e poneos a praticam.
Os mq jiiraoa estao tolos muito reconhecidos,
eapedBloeate as inquiiioaa do 1.* andar do pre
.10 o. 9d da ra da Gloria, que sau ir-.--. seuo
ras ja ue nade avadada e com recursos rxuito
m o neos.
Ox la qie lodos os senhorios segoisaem o ex-
euplo do Sr. Joa Mana do Espirito Saulo e
Silva. *
Eot e los o Sr. J" Mara tem :iao p.u'^s imi-
ta iore ... na vtga versa. Iua ojete generosos,
vitliam .8 inquiin-os, a, como lembraoc-^ otead li
neza ^nnanciam In que a'alli por dianle o ala-
gne.,ais ji bem salgadiuho, augrnentado em
'0U 200 e mesiuu mata, pelo sentimento ma-
gnnimo te iuo ter augmeni.do le casto.
c = na v ?:as de psaseio A Europa, ou j p ir
l .Hdjtii val uaugmenlosmho a cunta de ffareo-
Ci de 1 ambra.
U reiiho 10 de predios por c desconnece o
lypo Jo. Mar Je l.
Tilegraiurua* reliduM Acham-ae reti-
do.-, a esiaote "O Telcgrapoo Nacional ca .:-
. iiitilea lei-'grainruas :
Par L00illo M raDia.de Portc-AI-'grp; para
0 mesmo. ie Ginrui, amuoa por isofli-
c a de BDderejo. Aviaos para L lo. Jo: e Mauoel
Pontos. Z-lu z, de Tnerezma. por nao ser ti- a
reg s./a A itoiito hineiro 0110 la, da Fortali 7, ;
Joo Pureza deMaCei, per inaufli.icacia ddca-
de-- g.v
O varo da CUina Nao exiatem mua3 de
1 Uro a C 1 e ut etnto sabe e que e con-
sideratel aqjaunoae do ouro -xporiaJo o
pala durante oIntersalldos lo ltimos ana
Ds onde vem este m-til precioso ? Sr.
Jarai"sO, i'OHt peral di I iglate-ra em Stlaa-
gba', it'n que o ouro deati alo a exp.r. q
provea pin i,i>ln-nti dos hesouroa particuia
rea de cninezes ricos, o..de elle ae i.le secano
lar daraute gdfcuea, em forma de bra;eetea
au'ere;.j, etc. jue leva ua posauiJores a ven
i-l-o o prego excepci jnaim:',nte elevado a que
aulaga oeste momento o metal am-relio. II.
(aobem u oa grande quaoiidade de ouro em for-
ma d.' d'n que crcalao, p incipalmen.e no
N '\ cooi art vis de commarciu.
Cabii Hubmarln .m-Nj principio do
corrro.e aooo 11 .va em 10in o mondo 1168 ca-
bos sj-iinariuos, dos qa-ies 880 per'.escura, a dif
ferentea c-u,o3 e 2^8 a coojpaoQias partcula
res.
0< priuieiros tinham cma ex'eis.) 'e 16i52
milhaa e os olt m-s a extensa) de 144743 mi-
mas ; aa'i-u ? exionsto total era de 16i:)9> mt
Ibas uest-.-> uaoos o p 1 ir-in.ooi ao Estado eaa
Frutes, sondo a aua extensao de 3979 miiba';
a A'l-rainn 1 possoe 49 cabos, com ucua exteo-
ro de 202o milhaa.
Hi 14 tabes aoglo-froucezea, 10 cabos ango
egas, 8 auglo-bollandezes e 13 auglo-allemea
s c b>a possaidoa palas compaihia* parli-
.> lares, a Faatern Ex ension, iusiralasia e
Cnitu T-legrapO Cjnp.ny. encabega a lista
com 23 cabos e una extemo de 18205 ; sa-
guam-se a Creat Northern Compaoy com 24
raaos t c-ua extenaao total de 69S milaaa ; a
Westero and brazniao Telegrapn Compauy
com 15 cabos, em umi extenso de 5408 m.laas
A compaabia do Telegrapbo Sua uarioo de
Franca pusaae 11 cabos, com orna extenaao to al
de 375! milbas.
Mcnaea elctrico* O almirante W.
Hunt iruboe acab de fizer exaeriencias inte
essa iiea a u'iia graude distancia do Cabo aa
Bia Esperanca, para a trausmiaaao de aignaea
por rucio doa raioa de om arco de lampada
elctrica (ora poderoso bolopbote) rellecttd
pelas covena.
O facbo luminoao de ama lampada elctrica
de arco, da f irg.i de 100,000 velas, foi dirigido
para aa novena por meio de um reflector e nter
rompido conforme as regras do cdigo desig
naes beliograpbicon.
O 8.gn..i (01 fcilmente perceDilo na cidade
doCbo.
Outraa experiencias foram feitas depria par?
eatabelecer-ae commuoicacio entre o navio eo-
viado para o mar especialmente gara este bm ;
as Biguaes pode-So ser comprebendidos at a
dietaocia de 90 kilmetros.
Experimeotoo-se com o mesmo succeaso entre
a trra e o mar, estabeleceodo-ae para tal tira
aerstatos opacos alternativamente lllammadaa
pela prsjeccao do f icio luminoso e asergulbados
depois diai.. na sombra.
Phenumeni. curioso Em Baraotao-
lee batos, 00 departamento de Gers (Fraila),
esta se daado um pbeoomeno devdraa corio-o.
Ha qoareota aooos bata all vastos pstanos,
que penco a pouoa e com baitiute trabalbo se
foram enxugando.
Bases terreos sao actualmene cultivados.
mas ba alguna mezea que *e va sabir lomo da
erra, o que se atiributa ao aquecimpoto do po
pelo ex :esaivo calor do esiio. Acaba, porem,
de adquirir se a certeza de que esse fumo
proveuiente de fogo ; os amigos pantanos, co d-
posto de ama carnada de tarfa de algans metros
de espeesara, IncpndPS'eram de tal modo, qn
formaram um lmmeuso brazeiro subterrneo em
om i soperticie de 60 hectrea.
O f'g es.a gaqbando sen,n-e terreno e val-ae
aproximando das casas de babitages e dos pi
obieg.
J1 p'iicipiaram os trabalbos para combaier o
fogo e un regitiralo de infartara est circum-
serveatoo brazeiro, ab-indo fosaos basiaut-
oro'o-tdos.
Tribunal do durr do Beclfe-Fun -
oiiou nunteo este T'ioooal aoO a presidencia
do D-. Sigismaado A ilooio Goncalves. ju z de
direito saoatituio recproco do 4* n-unci cri
1u1n.il d^ste maoicipio.
R-sponderam a chamada 28 jaizea de faco.
Fol sabo>ptiido a ju'g meato o roo L'baoio
Jos de Santa Anna pronociado como loca so
oas penas do ari. 306 doCo'igo Penal, por ter
sido caasa involuntaria por negligencia em sua
proflseo de carroceiro, das leaea corpo*P8 e
a .tu ez 1 leve qae en 15 dn Ootabro de 1891, oa
ra deOiteula e Nove soffrea Mlquelina Mari,
da Conceigo.
O juriy Je seotenca compoise dos jurados
aegoioiea:
J.*- Flix de Brito Macelo.
II n-rjue da Costa Uarvalbo.
L-uoardo Attico Lavra.
Pairo .agosto de Oliveira.
Joo V'ceote da Suva Costa Janior
Pairo Tertuliano dos Santos Cordeiro.
Fraa'.iaco da Rocba Pasaos Lina.
Antonio Alves Viliela.
Perventioo Saraivi araujo GalvSo.
Prodaz'o a accas.gao o Dr. Maooel dos Santos
Moreira, 3' promotor punllco.
O reo foi patrocinado plo advogado dog pre-
sos pobrhs, Dr. Lu EmiglioR.idrigaes Via-ioa.
Em face das deciaOea do jury o iresideote do
TriDoaal ab-oiv.'u o reo e con lemnou a laten-
denna Mime pal as casias do processo.
Foi levantada a sesso a 1 hora da tirata.
D ve ser jolgado boje o reo Antonio Viceata
Francisco.
CananaenSa civrll O esenvo de ca-
sameutes das freguexus da Boa-Vista, G'ag
Poco da Pauells e Vanea, affixoa no dia 29 do
corrate, oa repart gao do registro roa do Im-
pendor ti. 41, pnmeiro andar, elitaea de pro
clamas de casamemos dos seguinles contra-
nenies :
Primeira publicacfto
J03 Jorge Lobo de Carvalho, com Celina IIm
riqaea de arvaina, sol eires e residentes na
freguesta da Boa Villa.
Joo de Lemos Duarte, com D 'Imi-a Ro3a Nery
da Foaseca, solleiros e reei'eiies na fregaezia
ua Gr.ca.
O escrivSo de cementos qae faocciona
aos districtos do Recife, S. Jos e A.otados. aQi-
xoa na repartido do reg airo de casanentoa, a
roa do I aperador 0. 75, primeiro anlar, ed-
taos de proclamas de caaameaioa do> segain
les contrabente8 :
Secunda DublicagS.i
Balioino J)^ da Moraei, marcinelro, com
Tbomasia Fnucis-a do N.scimeaio, solteiros.
aaturaes do R o G-a:de do Norte e reaideates
oa freguezia do Rncife.
Jorg^ de Paula Pinto, coramerefante, n.toral
leste E-talo, cura Luir Leite de Souzi naiural
do Estado da Prabyba, solleiros e reaideates na
freguezia de Afogados.
Manuel Agosliubo de Oliveira. estivalor, natu
ral do Estado da Parahyba, resideote na fren .ra-
zia de Santo Anionio, con Honorina Cbriatiana
oaa Nev*, na oral desie Estado, resi lente na
fregueaia di Boa Visa, solt-Mros.
Primeira publicago
Eloiiio Tava-es de Oliver-, sapa'.eiro, coru
Severraa Cesanna di Cunha Santos, solleiros
natu'aes deate Eitado e residentea na fragueita
de S. Joae.
Angosto Perei-a de Soun.viuvo, com Ade'a'd
AraeMa do Mon'e L'raa, eolteircs, oatu'ses dest
Estado e readentea na fregaeiia de Santo An-
tonio.
Ealrad* de Ferro Sul de Pernam
bucu hia a irap i.'iracia ua renda do mea de
uutubro do correate annn comparada cera a do
raeamo m z do anao de 1892.
JEZ
Oa'a-iro
Anno
1882
39:751*040
Anno
1893
53:752*160
Din-rene;
para mais
16:001*120
HullaFoi muliado pe!" alministradcr do
Mercada de i. Jos, Cosme Diii dos Santos
ua qua .tii de 30* e mai* 5 / soire a refer-da
rou'ia de coaformidade com o art 3 da le n. 4
tan. 6.
liaapeetorla d diMlrii-t iu.r
(I soRecite, 26 de Novembro de 1893.
Boteiim rjjete.orologo
floras Term. cnit- Barmetro Tenso do
Humt
d'nle
77
70
6<
68
70
1 ovio ( a O* rupur
n. 23'8 757-04 16,80
, 26'9 757-39 18 Vi
, 27 7 76G-60 18 92
t. 27/4 755-61 18 56
> 270 757-91 18 42
Temperatura minima 24 '00.
Temperatura mxima 30,-00.
F.vai)nrj;So em 24 oras ao sol 8.mi.
Chova nalia. ,, .
.-cco do vento NE de raea noite a, 3 h.
35 ra. da manb; NNW a 5 b. 22 m.; WNW
st1 6 03 m- ; NW st 8 h. M ra. ; E>E e ^E
.Heraaio- at 11 b. 2 ra ; ENE cora intpr'u-
prfl s e NE alte-nados atr4 5 n. 53 m. ; E c m interra
p. 0-: de E^E ESE al meta nolte.
Velocidaae media tu vento i,ojia sor 9 -
gnn 10.
N bul-isidade media 0.28.
Bolettm -lu porto
ou Das Jrai Altura
mar _
p. M. 28 leNovenb. 8-25 da m. 2-lo
B. M. i8 de 2-35 da t. 0-80
Paaa'gelro Cbegados do norte nu vapor
oa ...j.i Brber.&e 1
A .ionio S. dua Aojoa e sna ienhora, Joae bor-
'unaio, Francisco Conloo. Manuel Teixeia de
Soasa, A Cil-ias Brandro, Georgios Toros
e 2 filtW Jo4j los P. de Miraoda, Manoil Va
Ierre, Benedicta da Coneelcao, clete Siuta Me-
-tes, sos senbora e 1 lilho, alf-rea J^-o C. de
M^l'o, M ria Feliciana Coner. Berairlmo Lo
oes \ineiro M.noel Monteiro Baga, Bornardino
da Costo Cauo)8, Luiz Antonio da Silva, Ped.-o
Wi'freio Jos M. B do Amaral, 3 prac- -
- Sahidoti para o oorte no vapor aajou!
rlrazil : ',
Adolpho P. do Figoeiredo, Z .zimo Zefenno le
M. e saa seohora, Antonio A. C. Lima, Joaquim
N H do Amiral a iionio D. dos Sanios, sua se-
Dbora e t Alnas. SIUioo E. C. da Caoba, Fraa
elraa A. Mirelra, l neto e 1 criada. Honorato
Xivier, N coloGibriel Virgiiioda Silva BaO.ua,
Jos R. de C. Ferreira, Guilhermina P. Go oes e
1 filbj, 1 p'aca, Joaquira ?. S. L'ila Loi* de
Franca Torres. Eairnio C. d03 Santos. M gu-1 P.
de Frertaa, AMredo Moral, SUveateN. deC.S-.lv-,
Ufredo Barbalb, bernardo P. Cari.eiro, J o C
Lima, Pe tro M. de O.iveira, Maooel Spve F-lbo.
Man >el G. G. de So za, Manoel de C. C -rva ho,
Antonio M. de Si e eaa seohora, LuizMagilbes.
Fausto M O. Lessa, Octavian Bruto, Mario C.
de Carvalbo, 1 cadete, Rapaael Elberti, Dr. Bu-
zebio de A. M. Costa e 1 canhada, JoSo D. Pires
Ferris. Tooma Wrighi Hall e 1 blbo, Dr. Pe-
nro Coermoot, sua seabora, 1 Hlho e i crala,
Jos Apparicio.Jos Kibeiro Puntes, Joaquina Sa-
biao.Mmoel C. Boteibo, Antonio P. Centeio, J o
da Paixo, Francisco, Antonio Garca, Antonio
Aotuoes, Jofto P. Villas, Gaodeocio do Espirito
Sanio Jooil.d Alfredo Femandes Joa Mara
Aotuoes, Francisco Ealriga, Ay es A. de A. Lei-
te, Aoiooio Pereira, Alfredo S. Pinto. Jofto Go-
mes, Joaquina Augusto, Maooel da Nsscimeoto,
Antonio des Santos P.oio, Damio dos Santos,
Joo Simoes. Manoel S. Ramos, Igne P. de Mel-
le, Rapbael Bruno, Giulw Boriam e sua senbora,
Joaqoim Monteiro, Loizdos Santos, Mauoel Diaa.
Jos da Cruz Neves, Aoloo.o da Silva Men es,
Lourenco R. Andr, Leonidio R. da Oliveira,
Orales de Aimeida.
Sol dos para o sul no vapor nacional Mar-
ques de Celias :
Domingos Lordsien, Antonia de Maraes, Julios
Souutag Jbo Bap .aia de Figueirtdo, 2 cadetes,
5 prac*, 3 muheres 0 1 menor.
Sabidos para a Enroja 00
Galicia :
Po upen Duarte de Soasa D'niz, T Schlat er,
C. J. M-tlnaa, eaa seabora e I filho, Geils Peter
Neilano e aua senbora, padre a. A. de Mi anda
Henriqae.
- Sanidas para a Europa no vapor allemSo
Uagoay :
J -rge Miguel, Abraham Elias, Paul Hohasdter,
Eiiw rd voa llave, Pedro Matniasaen, Loorelo I
Jeoaen.
Sabidos para o eu no vapor fraocez Cam-
pana :
Capi-Si de fragata Franciaco G. Pereira Pinto,
Manoel Loiz Ferreira'.
Cm> le Drlenco-Movimenio doa pre-
808 oa Casa de Ueteoco do Recite. Estado de
Peroambnco, 28 c Novembro de 1893.
Sxisiura. 491.eatraram 16, sahiran 8 exis
l 499.
Narionaes 474, mclberes 13, estrangeiros 12.
Total 499.
Arrac-'-idos 430.
Booe 414.
Doen.es 15.
Looco 1.
Loca 0
Toial-430
Movimento na enfermara.
Teve baixa:
Fellippe de Sonsa.
Huapital Pedn 11-0 mo .'lmenlo desaa
eetab-rlecimeato a cargo da Santa Caaa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 28 de Novombro fui
o segaintn :
Existtam. .
Eniraram.....
646
19
Sahiram .
Falleceram
Existem .
------652
12
i
64.
------658
Foram visitadas s enfermaras pelo3 seguin-
les mdicos:
Dr. Moscoso, eotrou s 8 1/2 la maab e sahio
s 9 1/2.
Dr. Barros Sobrinbo, entrn s 7 da manha
e sabio 8 8
Dr Malaqui3, entrn s 10 da manb e sabio
s 12
Dr. S. Barbosa, entrou a I i I/I da miaba e
sabio s 12
Dr. Berardo, ealoa s 11 da manb e sabio
12.
Dr- Arnobio Marques, entrou s 0 3/4 a sabio
s 111[2.
Dr. Lopes Pessoa, ea'.rou a 81/2 e sabio a
91/2.
Dr. Vietra da Cunba, eotrou a 10 e 8ab:o s
U 1/2.
Dr. Andraie Lima, en.roj s 10 i/i e sabio
aa II 1/2.
Pnarmacentico entrou aa 9 da mauha e sa-
nio 78 2 da tarde.
A)u ant-, en r.-a s 6 i/2 boras da manb e
Shio 5 da tardp.
Cumiierio PublicoObituario do da 28
de N iveinoro :
Ehs, Pernimiuco, 2 annos. Bca Vi>ta.
C"rae Urbano da Co^ta Monteiro, Pernambu-
00% 45 ann.18. 8olteiro, Grc*.
Jiciniho Aciano da Conceigao, Pernambuco,
41 aris ao'teiro, S. Joa.
Eutaquio Pache-o de Qaeiroga. Peroambucr-,
2 m ze, G ac>.
Po8j;donio, Pernambuco, 25 anns, Jaboata.
M-. ia Tiburcia da Conceijo, Peroambuco
26 anuos, rasada. S. J -.'
1 aria Fereira d..s Nevce, Peroambuco, 25 ao-
801, 8ollelr.), Boa Vista.
Francisco de Paula Xaviep, Pernambuco, 33
anno:, casado. S. Jos.
MSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
30 de Novembro
1809- Pigmaleon -> opera de Cherubini, ap-
parece em Pars no ibeatro Tulleries .
1823 -Nasce Ilubinslein, o nolavcl pianista.
I8i8 aota-se no S. Cario de aples o
Poliuto de Doaizetti
1891Em eniainbuco realisa-se no thcatro
Santa Isabel um concert era favor dos co-
ristas da companbla lyrica Parodi.
1892 -("anta-so era Concbliano a Favorita
de Douizetli.
AS VOZES
A voz humana se divide em duas grandes ca-
lliegoriiis: em vozes masculinas c remininas,
que so subdividem em duas especies distinctas ;
Soprano e Contralto, Tenor c Basso temi
cada urna d'eliau, ao geral, a extencao de tres
oitavas e meia, de modo que o seprano can-
ta urna quinta sobre o a contralto o tenor
sobre o basso .
A" essa:, quatro prindpaes especies de vosea
se juntara outraa duas, que o consideradas
como medias: o mezzo soprano que cania
urna terca abaixo do soprano e outra cima
do conlra lo e o barytono que cania do
mesmo modo .Mire o tenor c o basso ,
resultan lo d'ahi duas cathegorias de vozes dis-
tinctas em seis especies difTerenles.
A voz de soprano que a mais guila.
distingue-se pela espntaniedade cora que sao
emitli.los os seas poderosos e brilhantes sons :
iraca nos mediano o no-? lasai e pres-
ta-so. peritamente as diversas graduacoea dos
passos de bravura.
A voz .le mezzo soprano una .lis duas
especies do mdium. >, tem cualidades com-
muns com o contralto quanto a clareza, c
nao tendo a mesma espontan lid ide da primeira
nos a.ra.los e nos bassi a excede em cla-
reza nos ootros sons, c nao possuindo essa mes-
ma clareza da scunda nos mdium e bas-
si mais extensa.
A voz do mezzo soprano rica de sons
intensos o sonoros.
A voz de contralto se dislin?ue, porque
grave, pesada, cheia nos mdium fraca e
estridente nos agudos.
A voz de tenor umi voz muito delicada
e pprfeilamente adequada para exprimir com
eflicacia qualqoer sentimeulo, preslando-se a
todo genero de msica.
O barytono voz mdium como o rnez-
zo-soprano-, tem como esta, qualidades cora-
muns com as outras duas especies da cathego-
ria a que pertence.
Supera em volume do tenor e em ex-
tenso c flexibilidade a de basso .
Urna voz de barytono presta-se a tirar
effeitos de todo genero.
A voz de basso a 'mais grave de todas
ellas, c ao mesmo tempo a mais poderosa entre
as de sua categora, com grande difliculdade
se presta s modulaces.
~ JURISPRUDENCIA
mas com tal morosidade qae, so em 14 de Junho
vanor iifllfs!de 1887- ,o *W*il* re0 jalgautfo pelo ary^
saa revelia, seido coodemnado no grao mximo
do soD'SPlado artigo.
A' 10 de Agosto do mesmo aooo. i*to om
ra z e poocos das depois ds condemnafo, o
quenoso, que uo correr do processo da forma-
Co da colpa ap eseotara orna ppiigSo ao joiz,
erlsodo da acgo criminal, petico qun nao
ebegoo i prodozrseos effeilos jaridico. porque,
lco deDOi*. por urna ootr* o mesmo queixoso
declra mudar de restiocSo, apreseot.ra se no-
vattente en jnio, declarando qae conceda per-
do aoeondemnaio Antonio Jo-ge e reqaerendo
qoe. tomado elle por termo, fosae o acto homo-
loKdo p..r re nerga.
Maotou o juiz, como se do despa ho a fl
69 v que se tomasse por termo dos autos o
oe-d da pane acoosaiora, e que, deools de
as'iina lo, p sellados os me?mo satos, subissem
sua con -.usSo.
EntreiaQto. o ceno que o sen despacho o3o
foi camp'idn ; pncontraodo se rmeoie. d'ahi por
duotp e fl 60, urna conia de costas, fei'a e
as-'gruda pelo juiz municipal Dr. Migoel Bar-
ro.
O reo Antonio Jo-ee reqier. agora este jul-
zo que jalgoa a aceto pe-emp'a. sob os funda,
meotoa de que. dn elle era soa petico fl. 61
a aeco da jos'ica oo pode p'ogredlr em
crime de aemelhanie na'ureza sem que a aeco
Doblica s-ja iniciada sonre represen ago 00 ol-
femtdo, como preoaltfM o ar 2* do decreto ti\
121 de 11 de Novembro do ann paseado; sea-
do Pie anda f .voravel o art. 3o golea do No-
vo C 1 'uo Penal.
O oeMo con edilo, eolio, pelo qu'ixoso co-
ronel Joaqum Izidoro da Costa, o3o poda exi-
mir o r,, dua penas em ine iocorreo, ex-vi do
arti. 67 do velho Coligo Criminal.
O c-ime de furto, posto qo particular e alian
C*vel, adrnittia dpnnncia, em fice da lein. 3163
de 7 de J lho de I8B3. desde -que ae tra'aiae de
ktado vaceum, rav-.|i-re -r.oar; 'endo ne|lo, oor-
tanio, logar a aecusacao por parte da justica \
nos nreciaos temos rio ji ci'ad art. 67.
Nos p'o'e. ras crimes em qu caiba a accio
nablica, embi-a promoviloa por accasagio pir-
t .filar, pertence timbera ao promotor poolico
promover os termo* da accoaacao e interpor
qa->lqor recu'so que no caso coober, qoer ua
f .rmaco da ca na, quer no olgamenio. Art.
6 2" da le n. 2033 de 20 de Seiembro de
1871.
E m virtode de semelhanto di-posico, flgu-
roa o Dr. proraoto- publico no jalgameoto do
reo Antonio Jorge, aceosra loo eranta o jury,
e. iniervindo em outros te-moa do processo.
Q lando, por o. o caso loase de pero, mes-
mo asara) o ronSopoiia aprovear-se delle;
desde que, como fhou dito, nao foi tomado por
trro e rem julgado por aenteoca.
O art. 2 do de-r ti d. 121 de 11 de Novem-
bro do anno findo ni favnre.ee de modo algara
a orp'enao do ro, urna vez que o crime de tar-
to, devendo a-r inl'iiHo sohre rppreaentacio do
off-n tifio, condico sine qu non, o foi naqaelle
'e-np-i maito rp ol meato p-lo mjamo modo,
dpj-le qu> re reaeniacao e queixa bo, na hypo-
iheje. pjiavras syoommas e com 0 mesmo valor
jaridico. E do m 'amo art go -e v, que a ac-
Co oe-me pe'a rJesistoacis do offendila, pagas
n-ste cis.i oor elle as caataa; recurso de qae o
ro ni ple hoc*r mo em a ufavor ebene-
fi'io.
O art. 3a do novo Cdigo Penal menos aioda
vera tm so"corro do reo, porque, determinando
elle que o ficto anterior ser regido pela lei ao-
va, embora -enha havido condemnaco, se o3o
'6' considerado pasMvel de pena e se fr poai-
do coro pea menos rj/orosa, nenhuma das doas
hyootheses pode aotori-ar a conclosSo tirada
P'lo reo de que o cirae pstA porpmeie.
O rrr nip nP fnrto pplo qual foi coDdemDadO
pra 1887 o reo popplirante punido pelo mesmo
.odif>o cora diversas penas, establecidas de ac-
aecer.lo cora o valor doobjertn furtado, reco-
nvertida, tanto no seo a-tigo 407 Io. como no
meDCioaa-lo decre'o o. ll de 11 .le N'Vembro
dii anno ptssado, a cotcpeteocla da parte oflen-
dlda para promover o^ te-mos do p-ocesso.
E quan'o segBD i hypuibese, a de aera pe-
na menos rigoresa, a? pode pila ir em auxilia
do mi plirante, nao pode entre anto dar lugar a
pe'empgao po'c ada.
O reo supnlica'.ip, pe natuezi do cime, que
c-otuon a sua rondemn;;c5.), fu"'o de urna novi-
Iboir. ter a Ie favor, nao o sobre-no decreto
n. li le 11 rte N ive obro do ann-. p-saado, que
I e < pr-j':-o a', nas a propna le.tra do art.
33-1 -o Penal, emalgoo deseos pfra-
gn pnos ; disposir;608 qn Ihe pndpra -pr favora-
vpi turnia a spgtmda nyputbese legala de ser
peDa menos rigorosa.
E po-qi-, nes lermoa do art 82 do mes^O
Codito, s r- ppcriegSo, pmbora ni blleiada,
deve rr |. Doociada ei-offlclo, d-.p-rarao qae
- p uc la al acio 'lo anima!, coj 1 f arto den
logar S Tjndpmnaco o rfo, pa'a o qu- nomeio
svaliadores oa cidadios J f Pmi da silva Son-
to e J..- Vinoel ne Oliveira C*v*l "ante, 808
qu e r! ferir n j-jraraenlo ">u sfli" Qo do
e* ylo; e recorarrenao qui ri'ra o mximo do
, It 11 o 1.1 uencSo a oo.a em q e t;ve
locar o a:u dehc.uosa, e oa prec eoiao cor-
rent'P.
Para couvers&o ia multa era tempo de pr-ao
nrr, traro, ao mesmo '-erapo. ra nomeados 0
lora 16le o mesmo-reo gaobar de alarlo
diarlam-itJ. para oque lero moi'o era vista
1 su 1 ida le e proflsso. Voitr-m, deo "=, oj aa-
ig coaclasao. para decidir como 10 de di-
-elo.
Bom Coneelho. 22 de Nommb o t-1893.O
u z i!- lireita P JCivier Pees Barreta-
Sentenca
Visios estes aul s, e'c._-
Const leranrl qui os srblt-oa nira^a'o^ e ju-
ramentadoa avaliaram o anim I. cej. furto deu
par a coodera *:;'-. 1 > leo Amonio Jorge em
Ban tonselho
PHESCBIPgAO CBIMINAL
Vstasete. Por que xa 10 cor u-1 Joaquim
Isidoro da Costa loi, era 188). processado pelo
crime prev bodk art. 257 minal o individuo Antonio Jorge,
Correa eale processo seu tramites legaea,
1.
20*000 p r. alario qae o meamo r poda ga-
"har pm 500 reta;
C raaide ando ana as penas commioadas, no
C--r do a 1. 3iO I., eom^inado e'-ra o art. 331
I l.e e n .1 final do art. 409, todos do Cdigo
Penal, sao. nn t-axi-nti. multo inferiores a seis
raeze .y orieSo ^imples;
Cnosideranlo que, couvertiii a mu'';i dp 20
por coto en Nena li oriaSo, s--- 1 e la. m
os, de oili dt, iroportsoln iqaellH -1 *000
qoe r -i 11 i 1 o v-lor lo ohj :io fart
rio ero nada > gr da [ ;
Cin!'e-ando qo-a s.-gando o art. 81 do rna8-
tio ced,:.', 1. -rev era ara anuo a eond rana-
ca qu* tn>po> peo. re-triutiva da libe-I.d-, por
lem ou do 'xceipn'o de seis raez-s, e o ro foi
pon leran o o*l 1 jury, sua revelia, era 14 de
Ju. h 1 ce 1887 ;
Considerando, finalmente, qae, conforme se
verifica da letlra 'X'-e-ai d-' I-i. a p-Ps:rpcSo
resolta lioaomeiie do terapo d-"orndo, iode-
ppndeo-e de qialque- ouira prova ;
J .Igo exincia e mando ana cesse a acc^o cri-
minal cc-nt-a o reo Antonio Jorge, tiseado o sen
n no livro dos culo:, 'os e pitfas por elle as
O la.
Publ-qoe-sp p intime-0 pa-ips.
B m Cooselho, 23 e Novembro de 1893.
O i-ii e lireito,
Feancisco Xavier Paes Barretto.
PIBL1C4C0ES A PEPiDO
Carece resposta
Ha dias peumos ao illuslre Sr. Dr.
Ambrosio Machado da Cunlia Caval-
caole que se manifestasse, a respeito
dos acontecimeolos que se es'So daDdo
no Brazil, e at agora nenlmma res-
posta vimos.
De novo diremos ao illustre Dr. que
faz-se necessario a sua manifeslacjo
clara e franca, de adhesao ao Governo
ou a revolta.
E tempo.
Queiels reslabelecer tos do cn-
sac 1 e do calor, realisandc |om dos maiores pra-
se es dos sor.hns orientaes ?
Toma) om baobo perfumado com nma garrafa
de Agaa Florida de Marrjy *> Lanman.
Nada me.bor qae esta eoqnisita preparicio
para .fortificar os ervos e para commuoicar-ibe
frescura, elastteidide e viger, tanto aocorpo
como ao espirito.







: t
iw irimTi




& ~
Diario de ^rnaaimieu Quinto-reir 30 (fe Novembro d 1893
Corrig rida'
No soneto de hontem ineetto r.ea-e
cDiario dernm te ca cegu'.nteB erg-no
na comp >*q3o :
< N'altoa aguard^m a chama ilhesa,
qoaado n eotogr*pho est iN'.lroa a
guardar, oiis^do, tu oh 'O. i'hesa *
roag- ates.* D qu*. uo e.i ung
t'ia D. ; moaaiv.bt auaoao
aioda no auog'apho >
Recife. 3) do No i '
J. E:ia- i
----------------1099* a*----------------
Recife. 23 de Novembro
IS93
Exm. Sr. R da;a>- ti D'aHo de Per-
nambuco
Pasando na Ued I
oh e*ae n eidade
olo d ti e-cu..r 'ii
tetteir. i iho J.i age. d -
que n: id niO i
paree ?r em s u e< .
por ni i c acedar uro
Bggrav '1 i leu l '
d'lli i o r.mercio de s
lbe pe<; i i i;;i-li g". '
una Mt:i da naieerieordi*. o
affl oto t'soo' d .
fuaaoo ..o <>
mona-chifi.
. do 1893.
A. R B.
ele
! a va Ja p.r.i ai
fJr .10, n; Otar.
- -'a' publico
> Dla estira-
a "ro de as-

sfino jalmeote
o n des-
* padre*
; ; ag ra
. >, j -ra o
j >. a am
- i -
tranada c estril, p r >
as raalo (l- nao podr ira i '
ruases n mioha tri e ; '
trfoegado ho pe!
t nho p I- Lo i s a' o i r )i
hom-rn i< : lo e
C* at i -. i i ,
63 oomp i '
s fr*i i i "
t surte er pr
c em'ss.*o do roubo, q a nSo d
espantan n Un i-qae e
ci .iea> e '" '.' l q:
lestia, Bombando do tratamento medio o
seguia o seu funesto corso.
Urna pessoa da familia, tendo confianza
no Pe toral de Cambar, dt-acoberta de J
de t-oiiEa Soaro, de Pelotas, Lmbrou eo
medico a sua applicicSo.
Este, porm. que t-tl es olo conbece
ae. p.>r experiencia proprii ob effaita de
to BoHaraOfl leineiJi', recuaoa-ae a recei-
:alo, ;(.D'i lUoinio oom outraa app::--
75*a
Ve "do ae q'
E^tou salvo!!
o doente nada aprov-'i'. -
a, e que a ru-irre era vitavoi, muodi.u
la, en> aagredn eosaprar om wi 'ro do di
to peitiir-il o o lente priocipiou a toioar
e a mtlhiiri tch vu'. complet^meote
o novo reareiio
de a'gum euipo
restbelecida !
Um bajeme.
E' tioieo ?gen!e do Peitoral de Camba
r oeata Estado a C ges.
A.ttemjo
:
ii-ii prt'8 m ia "
dividaoe, M -
i ta a | or ni i I
< j rail! 3e ta liados, i a om
S\ JC i 51
ira; e o S e '
i "Jtroi r a:s, (
N qu i t. ; .'.!8| i ni i V-
8 v '-
qu
n;im, p .

\'.i-1 rp.< ndo lino ar-i'i3tnijate de erna
rorliaSlOM ni p rn.i, piD alilV) blaUT. do-
ra-j'e mnitiui din. ci-i as puerti/i plaiaa an
1] djspepl ;'d. ilo r. H-ifi! loinn, as qoaes e-
t.cia'.im lofUanikOK-'meote cale terr-ei mal.
0 [i c i iti ata ;o poder ser poblictdc para
t a-; /o v-:i po'e*.
HPctTe 28 de Mi'o i^ 189?.
Roa ao Cil 6 DCal" rta SiIvj.
Viir. 2$ KX) i sb 20|00 '|2 doiia 10r)CC0
V 'tP m ioini s tihxrmaciu
DEP >IT0 GERAL
Ph 03 acia MairaDhao
T,l i S.%3.&l'll,10 I5IA* X 135
Oaso importante
Teodo sido aco^aamettido do urna ty3-
. i- oiptei t e eatimavel Degoeiaate dest<
eidade, <. 8r. lyi
. <. or. < > y:ip'o
tare a felicidad de sor tratado pelo
b-l medico Sr. D I1 riqnu->a, que
e
Bu nard 8 Viv;'8
<
cera o ataido Pettoral a Camba-
S 8o aaSoarea, to Pelotas, sea
i o meato pr.ra o aei
res) uto radical,
F*zetui>3 <-Bt: ci' ,' e;n proveitc
de. }!.. de Bi i"- ra.
(Vct-ritme, de Santa Victoria.)

e Serijo
gae.
ate ;. j panhia ta Dro
rol
D. i jp i- r
Na
:e tluvlda
o
:'
Den ra / ;
om i:ra .- 1
di A*la .
ment fi ,

c
o,
e; da '. Op u
i a
! t

1
I. d m i
11 da Dea ro prxima
vnlio palo |
t.i pruj '. p -- t -- .
i itoria 'i j -
. i i : k F t F--
: nd a i |
!' i
r .-. i
3 e-: j
Piqne i m i prol ilo d
l re-av -
dar as ri \ j
i ge L i 2i
; 3! 3
I C
i a 7 nao o omago
|ntt-e no, b-co a rlns seai jb al boj*
medio qn p id eaae ccar nn*, lo'
!l poi c:l im t' PS'B fizer UBO 'Ir?
] i fi>riagt0O888 do D.'
H terc-on o qnu re a u qce u-
rar.lv dit Ihi
; i ir- i-lo radi :slo< tile.
E o qo ra i x< mplo a i
:"':. da ii ; C ; ; i
;: e ai e*i co qo
.
Pra fl Malo d 893.
Ri :: .i' 8i,
J ia li n La i
(V -2 :0. I|2 lotta iO
Ven < (!;.- Pl a a sel 8
DEPOSITO fi'HAL
. e Usra : So.Ro i Harcilio Di8 u. 3
Altalo que 8crTrj.ndo i bastante tetnpo d
orna dy-pepaia atroi que me impussibiliur a o
trubaiho. ai'instlbado ncr diversos amigos para
oar as piulas anti- .y^oeptira* do Dr. Heosel
mannn Bquei radiCMUiPn'e bom.
Rpci;e, S de Ma de J893
Ru Md'rilin Di 8 n 8.
Casio i o PerPira de Arnarea.
Vrt-n -.iOOO. Duna MJI'OO. Mfia duria
MHOQO
Vii t fe eni io'Ij? as pbarmrciaR.
Itepoaiio teral
PHARMaJIa MRANHa
Boa M".rcilio Diaa o. 135
Yuik Life IusuraDce i.'om-
parry para que assim pos.^a
E um verdudeiro milHgre este remedio
santo.
S. Rita de Pasea Q -atro.
Antonio Martin de S querr.
Agentes em Peruambeeo: A Companhii
fique paleilte O e Drogas.
Ra M.rqu.z de Olinda 24.
turo
?'gar de i
A hror chite
Cora f fficaz e ecooomica
Usr-ss o Peitoriil de Cambr, de Soo-
za Soarea, s colbe es 3 cu 4 veaea ao
dia. Non cabos ma'8 obstinados, de 2 ou
de 3 em 3 borrs. Nos chroiiicos, 2 ve-
zes ao dia, do mannl ao levantar e a cui-
te "o deitar.
A alimentac3o do doente se far simples
e alo irrtente. O exirecio ser mode
r>>dn resguardando se do ar da noite e da
numidade. Seotindo fbre, deve reco
Ih-T-se cama e limita -to a urna d eta
rigorosa.
I 'ora este
ter tila o maior iocemento
possivel e
qn nt)Vle
vi !a>.
^oni alia estima e con-!
sideracao de V. S. Atr. Am
Cbr.
4'signado, AatoDio Do-
mingos de Lina.
Procurador do
De. Bernardo Jos da C-
mara.
Rccife, 27 de Novembro
.le 1893
Alfandega
R?c bancos e subslilucidss nn-
tas de l(!0 e lM$h :,a
tAmp, de SOSedi 20i)S
fa 6a. nUmfi e de 20$
tratamento
rato, tem-ee :urdo milbares de doec.es.
E' nico agente em Pernambuco a Com-
pa^bia de Dr. gas.
da 7a estampa.
Da ordem do .^r. Dr. Inspector, fac.
pubico nest? E.tado oa cditses da Caix
Illra Sr. Dr. aToa HoOaTri Laurio,! do Am-rt-aaca.. abaia traoteriptoa :
rooi digno gerente dis s icciiraaea re Ba-i Cala de Am-.rllsa^o
hi, P.-r. acobuco e Para, da New-York i F*9 atar, para cm h- emento d-
Lfaloaaraocs O mpaoy.B*oifa, 27 da r0"0' loe ?or ,ie,,b,rBC>0 d" ',1D,a ^
aimp'isaimo e *>t\-1 i^J^vembro de 1S93. |mutitrac*o oe_ta repartiy&o, t-di ei 30
o de 1V4 o
Illm. Sr. Dr. Antn
Molluari Laurin mu
gerente das Succur.-ses
. ;
digno
le
B hiu, ^ern; inbuco e Para
da N w York
r mee Company.
Life In?u-
qaa'i
co
Amigo
! I
8r.
a 1^ t!e procu-
Dr. Bernr-
i
Cmara,
iens dei;:. 01
tallecida epo
. er-
\
I
...-
-
j
o
aant acon-
tece !
>ni t
1 sp< ti V 6 ora,
Pe!< t s a t -1 t :
A .'
, \
mira
Na
or
do Jo
deiro lo
pela Ra
l). Joaqu na Wanderlej
G^raara se^urata na
NtwYoik i fe ob plice
n. 639.465 cumpro um
grato (lev r de rconheci-
ment asradecendo a V. S.
e a ; dmini'tr (ao da m> -
i aCoujpdhia a p.ompt
a e boa vontade com
acaba de liquidar este
tro com ama lettra a
das 'e vista, contra a
marcado p?ra
de t.'.iji os
de
ji|m gr | ce j-inuo ae lor* o p^aao
Do -.lo da imprensa venbo tornar pa- ? ^colbimeoio doa bilbet a
le o o criterio e ponttiadade da N w sbanci'8'1uer de b 6* metclic, quer
Y.rk Lila Insurance Cmpa-y aqui re-! bhBe de PCi Soacdo ,eia vi lor quel-
prp-Bent-d:, por V. S orno a re..te pea rr mptidSo com joa acaba de]2***_dfc_ta 0 8_'nc,> d" R*poWica d.
<*.as e
TJaido.
Bi-aail cea a
A oa
iquio'ar o si..isi.o da api l.ce num.ro qua-l c'""!i ce8 P* ** ^g
tro-centos mil treentos e onso perencente I 'P^'-'-ntaBtea as d s hstad a
ao me' fa'lecido mando Ator.io da Costa
Hiiraira.
Rsc> beodo h je p'r intermedio de V. S.
"na letra co' tra a Caixa Matri da N^w,
Y 'k Life n 3 dii-s de vi&ta no vakr do
i'7f 9.90 dol' rs q:.e p-^go ao c,:-.m >o do ""ia
ctria un r,csai moedi qoarent o oito
.tea oito oeotoa iml rais, r-vo tomar
publico o ra- v verdadeiro e nacaal reco-
Lbaoimento a V. S. e a iujtra adici-iia-
tracto da N.w Yi.k Life urna v;a que
repreee tendo slla o verdadero f> turo
una familihP, ffo votos n;!i Lia sen re
lelia pr.i8pirridod3.
De V S.
A'fenc:osi ri.-pt-iUdora.
Qand'da da Fo~te KoTVra.
per & e como totora re suj i:b-3.
bem
i
'
sil i
llu't : nie
Um- |
dora na i I ( -Q
Sul), ac' '
paito.
I? o el
Dr. Pe i
i .
fre Dr i
O d i<
iaa
KjIAOOll AK8 u*
"rajado Rtcif, "9 ge X 89S.
Nao Qou' >-
0
&. II Jtc .
0 -retarlo,
E;Qar io Dttbei S.

<:a DO K C .
Oa bancos abr.r s bre Lood ea b 90 dias.te Bn -
regulares.
Km papel articula boovera os a '0
IJ1 e 10 7,16.
ta;5ei de genero*
Pera o agrid'
ASSUC- R
CrelaEMlo......o (KM i 10
Usi-.ss p r 15 kilc. 4,8Ji 5;-i>u
Branro dem :' m 4-6 a S'oo
Somenc I tnidem. 4'U i 4 3''
itaeavaco id<>m Iden S*SuO 3*juu
Broto Ide .....3*00J 3*100
Bruto tL- o......M7U0 s S.'9 m
Rtame dem dea .... 20j s vh
AljEorifto
Cotarros a tl300 por 15 k l.n, seo; ce
negocio.
Por pipa de 450 io< 280*000 763c!a.
Aojv.-^rdri'e
Por pipa de 480 litros 16 '000 venda.
I
Colatrc8 Domina! a 80/OJO por pipa.
Cr-rnaobA
Cola-i 'e il a I7000 por 15 kilce nomi-
nal.
He -racha
Cota-se a 220:0 por <5 kilos.
T*f ELLA I/A' VNTVADA8 DE A8SCCAK B AL-
oonlo
M* de Novembro
". j
I fi
; P --! de
8 -T \ di Sonsa S re.
ffi: s r
f raeote r- dos
de t r tos.
Mari a Ji,s Rodrigue Burcello.
(Ai 'i1)-
l' o ...
D
, .. 0 mpanbia de
I
al.
V --a 400 rea v.
: i; :so
Imp $.' eo
V
p !
que
si ni
tres
Caixa Matriz da New Y rk
Life (5e c'ez mil doliar que
I paga ao cambio do dia le-
r em nossa mo -
Ja res uarenta e oitocon-
[ s e oitocentos.
nao de grande alcance
o fiel cumplimento de ^ua?-
promessas e promptivlao
as s'-a liquida^oes, torno
publico ociiterio da New
Carne? verdes
NSo pi.demca deisar de pro'eBtar en r
tra a p li'antro.
pbia do Sr Joaqoim Nicolao, '
m a vtr.dim p i.m kiio de ca ni.*, p- r mi
de 7oO re ci duTdamcs em el i pcL
_u o phUr-. ropo c a oto ... te
ver.deodo 8(0 rs.
E .tret-i.to ganhoa a alvicat
iCiIj, 8 i1e Novembro d 8 ''.
Piosa .;;. a &
do Brasil, na lvina da e n. 3403 de : 1
de N..vembro de 18 vi, rt. 1. | 6 .
1I, 2* p ite, e d.> decretes ce. 1 2 2
Je 6 de Jur.> de if8 *, *rt 45 e n. 6 >
de 17 de Janeiro uo i89j, ut. i8i | 14.
iiu u. J l i, ci e Ootubro ce 18 '3
M. A. GralvSo.
Caixa de its rllaafSo
tt-zie publico, pa b oinneoimento
Uu t i.os qo, puf d- il ..!' l.iO da j jota
dmiaiatr ,tiva d -. ta n-, art .;3o, deet* da-
[ra, foi prorogado -. : 30 do Jucho de
1804 o pr-so ma'Cado para a Babstitmclo
das nolbs de 0.-J 00 5 ) 3 '00 da a
Ctaa), i, d 50| 0 a de 20 t00 da 6.a
ropa e 2O000 da 7.a ; a bem asaina o
da substitusj d s bilhetta de todos re
e oa uriitirau --(bre rotaB do-
subpii til do
e 30 d" M-i i deate
7 Outubro d 1891
[
oro. carimbadas
iuoo o isks o edit I
Di <.
| Kio de J neiro,

M. A. (j ua
lfaiiilega le
mbu*o
I (TAL 1 29
(I sodeSO -)
Per-
urso di "
,pi
P la ic era
q
ra '
1 CH'Xi
W. II 1
Entrada
Barcacaa.....
Vapora......
Aoimaea.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S Francisco .
dem de Limoelro .
Somma
AasD-
car
Diaa sarcos
I a 25 602i7
1 a 26 350
i a 28 7787
1 a 28 70i3
1 a 27 lOiOiO
4 a 25 8U593,
2719l0'
A go
dao
Sacca.-
25<8
9890
4413
2277
13*7
17677
38032
G io, eitf.do d.
S 5 eo a gnado a
V omp.
.0 0' ico 'B a orden.
x .0 pip< 05 pip s e 73 bord-
le a a
om.
Xarque 782 Bi-doa a Pt reir Caroeiro
e comp., 523 !iJot Ba'thar o comp.,
2591 ordem.
Va or ingles Indian Prioee, entrado
dui portis do Sil, em 26 e Cusignsjo a
Wi'so Sons e omp.
X que 9 0 fardos orem.
Vapor nacional 8r/*! intrario dos
partvS do Sul, em 23 o cmaigoado a Pe tnTo Sea
ie ra C rm ro e ctmp.
A2..te 5 barris a Guimar.es & Va-
l t..-
Cb -rufos 1 c>ixa a A. Kaia di Ro >ri-
gues lia Costa Lima e cjTp., 2 Sai-
zer
Oandieiroa
jomp.
Cb pirr! photographia 3 caixa a M.
Lep^s U Kamoa
F r r' de trigo 530 barr'caa a Com
p cha d.! E8tiva 10l 0 a C impa..hia d^
tij-c-, 1200 a H Forters a comp,
4C0 ordem, 1400 a Machado & L pts
Ftrr.g n, 8 voluoca a W. Halliday e
comp.
Ilais-oa 50 c.ixf.8 a Silva
erm,,'
Mte iaea psra telopVopa 1
I A sida.
Mfrc*doraa I cuixa a Netto
omp, 1 a J. K'-ausa e comp,
Marque i e
caix; : A.
K
a Aatvdo e
ffj'.nn o comp.,
comp., 1 a ordem.
Chupaos 8 caixSea a ordom l a An
drade Lopca c comp.
Fumo O barricas a ordem.
r'annba de trigo 50J barricas a or-
dem.
Fio 55 saces a Jo5o Francisc L^ite,
40 a Companhia de E'-tiv!'.
PfaasaVa 25 molbos a J. M Salgado.
Tecidoa 15 fardos a Alvos de Britto e
comp., 15 a Lonrairo Maia e comp, 25
a Guiiherme Porto e comp 14 a MattoB
Camioha e omp 5 a Rodrigues Lima e
comp., 8 a N Maia e comp., 10 a Fer-
reira IrmSos e oomp., 5 a N. Alan a
comp., 17 a O.into Ja.-dim e orno 5 a
Silveira e oomp., iO a Albnj Amorim e
comp., l'i a Alfonso Maia e ejop., 10 a
Machado di Pereira, 10 a i/i b Looreiro e
comp 10 a Guerra Fernandas e comp.
Vapor belga W->r,'w rtba entrado de
New Y ik em 27 e eosigai do a 3 a -kbtirn
Nendbam & C.
B moa 1 caixa a W. H.lliday e comp
Baoba 50 barra a Silva Marque i e
oomp, 500 a Companhia de jEativa, 25 a
A. Soarea e comp, 10 a J. Luis Teixeira.
Carooos de algodSo 9 saceos a Jalio e
oomp.
B-ea 50 barricas a A. P. da Silva e
comp, 2Q a A, P, C Yiana,
C-.mpos e
1 a crdem,
4 a R. M. v Coota e comp, 3 a Hanoei
Grcia, 1 a A Aodrado o comp, 2 a Ma
noel Coliseo e corgp, 2 a L. A. Saiasir
Jo; i r
Ps de ierro 50 f. ixea a A. D. C.
Vi na, 20 a VV, H.ldy e comp.
P.-ov.aoV- 5 voumes a Abrantes o comp.
Q e-j s 6 Caixas e 2 omarrados a Au-
e cosip.
Pintores 1 caica r. Pre.ile a c inp. 1 t,
A. f>aa e Cmp.
Popel e cut a artigoa 5 volume3 a M.
J C^mpoa.
O eo 5 bar n a Guimaroa & Valente.
R)logio3 2 eaixaa o A. P. da S 1/a e
C'.m?, 1 a VV. Il.l.'iday e cmp.
Toucinh 6) barr a a Lopes Alhe ro e
comp, 18 *. Castro Lemoa e comp 15 a
A. Soarea e comp, 15 Ferreira R drigjes
e comp, 5 a J. L iz Te xe ra.
Temdos 5 volases a A. Vieira e comp,
8 a J. F. S Pinto, 3 a Oavabo de Gus
mSo, 4 M. Rodrigues e comp, 4 a Mit
toa C.micha e oomp, 1 Fr nciBCO Gurgel
& Irmos, 8 a ord ra, 1 a Crainer F.--iy
e c mp, 6 a' Goncalves Cucha e comp,
17 a B irnet e comp, 22 a Manoel Lipes
M. Ramos, 9 a Pereira & MagalhSes, 35
a Alfonso Maia e comp, 8 a L. Maia e
oomp.
Eiportaelo
BKCIFI. 28 OB NOVBMBSO DK 1893
Para o exterior.
Na barca portuguesa Tentadora*, para o
Porto, car eearam :
Ano-im Irm&os C, 212 coaros seceos sal-
gados com 2,544 kilo.
P. Alfes & C, 600 saceos com 37,500 kilos de
as ufar mascavado.
No lugar iogle Meuilte, para Liverpool,
carregaram:
Jallo <* C, 1.000 saceos com 7o,000 kilos de
asrocar mascavado.
Na barca toglesa Atlaolic, para Estaios
Unidos, carre-aram;
C Lima & C, 108 saceos com 8,100 kilos de
asencar mascavado.
3eog aphia e Hit toria
PrL'>
Bacharel Julio Pires Ferreira
E 1FJ IJO JN TliUi' 19 E
ABBIL
Gura \ rheiusatls
I!m. Sr D. Carlos.Mea fi'bo de21
aaoo de id u'j cai^ve quatrj mcaca t-n-
tfvado d s pcriiiis o doa bi-ae. is, onmeodo
por mS^ade ou'.rcs, em um -attdo I ti-
moco
ri cipiou a f.-icr n;
pr r ir-'i r I a : a, u loga
Jipos fc.;7lf se da Roas proprias a-SiB
tara o xmsrtor
N;vipjrf neei Campaoa, pa*a R
J ri: o. i '.! garam :
M. (J. da Sii"a Cur.ido. 400 saccoa coro 24 00
ki na ... aasacal braoco i 300duo com 18.000
dltoS i'e dltO Uisr:av^do-
Cornaaoftia i E Uva, 303 .u: 3 < o:u 18 000
kilos e assocat b- neo.
C. Campelo, 800 sa:coa com 30 O 0 k los de
as-ucar braoco e 300 dltoa cual lo 0J diloa de
') :; i .'.
No tsp:r JatiO Sj, p iC :.. a
ram :
U. A. de S C, t.Q barric i < n i 300
k osa asdacar B .o eWdi a com 1.280
, e dii j b. -i,c j.
Para alacio, errearam:
A. D. S mOes A C, 10 aixas com 80 1 03
de geoebra.
Para o.-o co.-r.'gararn :
. B^liiLeir^l 4 C, 10 barrica cosa 460 kiios
!e asaocar brinco.
No vapor Marae de Cazias, para VI.-
cei, iar.egoo :
j. P. Piale Lipa, 3 barr3 e 33 caltas com
52i litros de geaebra e2dai com 24 :tos 06
co nac.
Parn P^ucr.o. cirr. ga-am :
G. PiiitoiC, 30 baria com 1.800 lieo3 de
v o.igr*.
E S. do Amarsl, l barrica c.,a t'O kilos de
no-iir-iir r-lioa:!", lienzas e 11 f,-ra 5:3 cora
264 litros de eenebr-i.
No ;ap r ing!"! Euclide, pa a Saoto .
./a'reua'am '
F. L3oijs*C. IGOcjixas com oleovegetil
uo valor d 1:('00/,
No pata'.-bo no'aegnen?e Goader*, pora
Ri) 6-anie do Sal, carreearam :
P Caroei-o & C 900 saceos con 67,500 kilos
de assucar b-aa:o e lOD dos com 7,00 duos de
uto mas avado.
No blale Deas te Salve, para Cea, cor-
regaram :
p. Uroelro & C, 6 barra com 4"0 litros de
a!c o.
A. O. Simbas & C, 24 barra com 840 litros
de vin-'gre.
No hiate D. Ar.tonla, para Mossor, car
rearam :
J. Rodrigue & C, 4 barril com 180 litros de
agurdente, 10 caixa com 20 kilos de sabo,
10 di'as com 112 lii-os de genebra e 2 barricas
com 450 kilos de aesucar refinado.
Pura A'acbty, carregaram :
F. Hj r.gues & C 6 barrica com 270 kilo
deassucir branco e 10 garr^Oes com 80 litro
de genebra.
No hiate >D. Jalla, para Aracaly, carre.
gara '
A. D- SmO'
litro de genebra
dita.
Na ba-caca Crrelo de Natal, para Mari-
no, carregon :
D. Rodngoe, 50 -ar os com lainha de man-
dioca, 1 dito com 75 kilos de agsucar braoco e
10 caixa com 220 kilos de saaao.
_ Na barcas Pangaassa, psra Pa-ahyba,
carre-ou :
J. Sonsa, 100 caixas com 2 300 kilos de sibao
Na barcada S. Ifanoel, para Camaragibe,
carregaram :
a. f MagalbSea & C, 10 frasqaetroa com .0
litro de gtceora e 5 caixas com 100 kilos de
sabio.
rii u o. h r8
desta
t-.ba-so tr
ChudsB ] O Q
no pr. so d- i i,
efedo o fu8o di 30 '-.
i; m. E b pi de

Ripartij mercad r as
-I n i a nos
tica m i
c'e Outubro do dito anco, do Rio de Ja-
neiro no vapor Rosa Limones, de ferro
tundido pesando 87 k lo., consignada t
Cumpl hia Meroai ti de Pero mbuco.
Marca U. mante A. G. no C:ntro. TJaa caiaa
s m n mero entrada em 7 do dito mes
e aaoo, de Li/erpool no vapor Miioer,
vh 4, oomigoada a Beroar^iao da Costa
M i>.
Marca F L 4 (.'. Um bin, dem
dem, de liime uo vupor aus'iiaco Bar-
ror, vi.ii.' con 'gnado a FrcnuiCO LauriA
di C.
dem. Um dito, idem, dem.
Mrc* A B Urna caixa, entrada
"m 19 do d to m e anco, vinda do Rio
dn Janeiro oo v por nacional Alagoaa, TC-
BO, nSo oontaoco ooneigna^So.
Id^m e. D. P. C. ma dita n 3005
entrada a 3 do dito mea o aono, o H .vra
no v.por Montevideo, contendu prospoatos
^e anouncio de induatiie t&trangeira, o
i m kilo de estampas para crioqu.sd'B
BnBigral a Curjip-inhia de Drogu o
Prcdu'.-t C';ddc. a.
IdornC. F. V. TJaa dita n. 4, ec-
trda em 15 do dito mea e anuo, de
Ham^urgo no vapor L:B8bjne, conteado
torro Fundido em obn-, pestndo 2'0 kilo,
ooosig ad a ordm.
Ide -i. (0. & C. Ni.ve gf.rralCeB, eo
trado e^. 28 do dt<- mez e atino, de
H nbi'go no vapor U.-uguay, cora gna-
di 8 a c.rdem.
dem L. J. S. G. Um fardo n.
87'"$, e-'tri do Pin 20 d> dito ai.'.zean.no,
c ntendo anisgum >t 6 6<>a ero 5 milli-
Bietros, pesav o 525 ki'oi e cooP'j'nado a
orden*, vir.do
Lasa-II.
(d^m S. S. Mm tuno n. 7
3 de N.'V tnb'" do d:to ar.no.
do Liverpool r.o vapor
i ntrado
, da B -
ta oo vapor S Fr oiac, d'.i (er o fun-
di do, p<"s-.t do 4 ki "S.
dem He,: Um dito n 6, idem, idea,
'do 21 kilos o niio constando a enn-
nignaco
dem S. F. Urna c-ix n. 100, en-
tn.ii (' 9 de r'ea.-mbro do dito aono, de
Fiurae nc vspor bu:.giro Sreaobiny, C"C-
I" do c ps s -j ra g rrafas, pesando 10
k o e oo ;nda k Feiiae L''jr-la.
loem S. F. Ur.a J: ^ a. 101, idem,
iieroo, C'> ; m.'o i-.^i 1 para cibrullio,
70 k 1 e a meara oonsigea-
lien-, ii.m Um sacco d. 1( 2 dem,
ide, coi toado c rtic, 6 em ruihas, pe-
. s e k. mesma c naign cSo.
:m o. 5
U^a caixa n. 72o,
... Ty-
Ja irp educlo Ji pe:-
e.eroa | piuap-n
a e f-
Ai -
1 m F. d. F.
v: L"
lor, i trai :7 o.
cb
rea '.tu er ;
s e .
8 V3i.da I .'.
,1
:
da .tv-
!.'. ri s.
O n w te t .
r! ? c- a n y i
ci ti c ; 48
A IR a m D. 7
iiarv' i!. J. O. U ki '< 14 4
rada em 13 ae Fe 1892, v
dad L erpool Bu \ les Sobe lar,
i 17 k r ;; com agoa nur.
tendo 45 g b e consig *
Alare, qoadrad 1. B. no centro c P.
.o lado. Uaa rola n 3, entr ''a em 1
iisaa(^rBiB^a>cat>c'W9*BfaifjBaaB
Cbt ..(las
feTo, de trro .:.._:....a > er'tm.
I-, m ". Uica dita aem numero, ider,
i ^p, .- nt ras do l.tps, pe-
ti 10 k o.( r... .. usiar-do coi.b'^-
S
v G. 'i. e em cima O. & C.
Um i. ..6:0, itm, c:..'.-. j
el a,. a, BfDd 2 .0 do p 1 ia B ; 1 VS;
re. cons.g ... a
.!.. iati u ; .
Al ... | 3 Ptn ambaoo, 7 e Nr-
____ e ,93.
r-spesb r,
A'ex d?i ... S Per. ir do C-nno.
1. Sr
ti re aria do
em
(joven o do
28 di No-
d P. r boc ',.
vembr i e 893.
ITAL
D i!- ". Sr. Dr. G ve n-
dor di F. e p e lecac'o do art.
l'>7 tin R^gu'arotnto quo b iao i ccrx- o
142) de '% de Abril de 1885,
. 5 i p .:C) q .o ao pr. n to doa of-
6cioa ^e 1 tabelliSo do publico ju lici 1 e
( f scrivSi do civel o Rru-XO do
m i H i .- d Cbo, cinc irn ram d^ntrn do



i \ u
A.'/'.
I
l a ?8 1,427 U"i"7s
.9 59 9
1893
I E-CC.861 63'J
.
Do

1 a 28
- 9
40x;0t*9:9
l::9sl4''
ScuiQJa total
.... I .
29 ,is Novembro de 1S?3
O cb< te !-. BeccBp,
J.s Gomes ta Suva.
t' UM 01
L .i i auoel Rcdrigoea V^"
, ... 1 a 28
Idea dw 29
BFC*: ?DO HA DO I TAD:
M ovimeoio to ort |
N vioo e tra lo no lia 29
[Iba Grande 23 'i as, i a ca noi ga
.:;' r: 4!1 toneladas, capiUo N.
Petti rs i p ;em 10, e So
da pi iL p !-':- ariea Irmioa.
S bidoa i amo ci;
,' II; te nacional D. Anten;..,
t lia- ocl b. or Rcha, carg vf.
rioa genere.
i3:58076|gj (i-?_ de do Norte barca uoruvga
Lif Lli'ki.i ', capitSo Abtoa Kroger,
em lastro.
Iquiquev prr chi'eno eCiv<.Ecbr;, cotr-
r ndatti J. B. Forgeard, em lastro.
ObaervaoSo
Pr:cede..t de Soutbampton e escala
laodeou bo LamarSo s 9 h.raa dfi ma-
nh o v por i-gl'.s Clyde, e r3o com-
reun'cou com a torra.
Pr,cedente de Tr e;te pela I'ha Gracda
fuode'U no Lmar3o fe 4 horas da tarda
o vap r a itiiaeo tMatlekevits, e nSo
commnnicuu cim a t:rro.
1,930.3-iba 706
Pemau
*46:?9V"l3t
5 897lr9
i52.29U*-30
til la 28
dem de 29
RECIPE flAINAGA
6:72U 03
7.9451819
& C, 20 garrafn com 320
e 25 caixas com 320 ditos de
Mercado Huafclpnl da Si. los
O movimeoto deste mercado no da 16 Je
Novembro foi o seeninte : En:r. raer.
38 bol pesando 7.115 kilos.
6o kiios o peixe a 20 rs. 1/3 0
t compart. com mariscos a 100 rs. 100
2 ditos cem caToarfes ? 100 rs. <>0
32 columnas a 600 rs. 18 900
8 cargas com galliohis a 500 rs. 410 0
3 raascaiscom gailiubas a 300 rs. 9 m
5 cargas com melancu a 300 rs. 150
4 cargas com I ucas a 30 ra. lft- 0
3 cargas com Iradas a 300 rs. 9J0
5 carcas com farioba a 200 re. i i) i
12 carga com miiho aecco a 200 re. 2'0i
4 carga com fejao a 2o0 ra. 4800
58 lugares a 200 rs. UJoOO
17 suiooa a 200 ra. 344 0
il comp. com saineiros a 14 11 00>
8 comp. com soioeiros a 700 rs. 54t00
10 comp. com fressura a 600 rs. 6*000
34 comp. com comidaa a 700 ra. 23*800
50 comp. com faxendas a 600 rs. 30*000
52 comp. cora verdara8 a 3u0 rs. 15*600
4 comp. com farioba a 400 rs. 33*t'<)0
&5 comp. com tainos a 24 90*000
Rendlmentos do dia 1 e 25
2594400
7104300
Presos do dia :
Carne verde de 700 a 800 rs. o kilo.
Suidos de 800 a 900 dem.
Caroeiro de 900 a i* idem.
Farioba de 400 500 ra. a cok..
Milbo de 500 a 600 rs. a coia.
Feao de 14600 a 24 a cola.
6 9694700
Navios esperados
De-Rio do J neiro
Pa'acho iotlex Om.
Bcrcs no'ceza Letona.
Drf Porto Aleg'e
Escena EllemS Ue-mann.
O Pelotas
Logar ioglez Mirar.wy,
Patacho nnllandez AB-ne,
Paiacho hollaodez Margaretba.
Lugar ioglez New Day.
L gir norueguen-e Canre.
Patacho sa.'co HOona.
Patacno oacinal Hermano?.
Pata'ho nacional Maioho 6*.
Patacho nacional Marnibo 2.
PjtcCbo nacional Anm a.
Do Rio Gr nde do Sul
Patacho arg?otino Condfixa.
De Cardiff
Rarca ingleza Hogo.
Birc ora gaense Sfsrl.f
Lugar ingle Dora.
Do Porto
Patacho nacional Rival.
|De Swanse
Barca lnglea Starry. .
Barca noruega Frey.
D' N w Port pela liba Grande
Barca norueguense Carme.
De Liverpool
Barca norueguense Fanoy.
Vapores a entrar
Mea de Novmbro
Sol.......... Matbekovli...... 30
Sul.......... Pelota.......... 30
Vapores a sahir
Mea de Novembro
Europa......Hometa........... 3
Norts.......Jiboato
30 a
3 h.
3 h.
ir 1
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D;arin d* Pernambaco Quinta-fera 30
U
Novembro e 18^3
pra.oleg.lo8 .egointea dado. :major seo. filooamenore. todos cooaenhore. do ^^^0',?SErS-'i'eft
lu Antonio Cordeiro, Mu noel MA.tin. ergeoho Doi. lrmu., e rr.ideitea no: de om pr f s0 que, o meemo coDrelbo, re-
da Curba Seabra, Joi VictoriDO de Vaa-'engenho Pir.cgy ; de Berrerca Joaqu-m ,r feote c|a8?e.
de engerhoj Outrosio', co>em tB>is ir a ette atto, roas
Mor. b ica e Be!B nUe ln"r-irr lh quar.quir profesaor poOll-
CJ aoe preaente ge acuarra>.
Nj imptdirxeoio do stcr- ario, o < ffi ial
J.>8j B. Fui.
co cellos Pereirx, Octavio Aogabto Fur
tado de Mendocca, Joaquim l'crdeiro
F.K So, Ji.So Salvino Cavslcacte e Thc-
m.a Sigismundo de Almeida Barros.
O aecretario,
JuS Aog sto Fe'reir L O cdadRo Jos Beoerl Cto Enarque 1
.opplente do jui substiiu o do Dr. juia
e aitfilo, ero eserc ci n rr*aote c u
*. pelo impedimento d'eetes.
Fayo saber a todos quan'os interesssr
posaa, que p< r D. Mari Barbara de Meo
doea e aeua filhrs, !he foi dirigida a pe-.i-
c5o do tbeor sfgointe :
lllm. Sr. 1*. fUideite do jui 6ubsti
tuto do rounici io de Porto Calvo. Diaem
Mella B.ibra de Merdorc;*, Oymp'a
Afra de Mendo. c>,o bochar* 1 Btrnardo Lin-
dolplio de Mendotca, Emilia Arr.silia de
Mencione/', Aitono Peregrino de Mor
don., a e Jo. i Ercesto P.o de Men-
docva, techores e pr83Ud genho Cono 1580 sito n'eate muricipio,
ouo teudo dilijido ao meretiSimo Dr
oii de d rcito do mun:c:p'o a petico
juota rem.iroi.Jo as c t coca des se a he-
ros a a s interesado*, para ari?enta-
5a da denuro^}*' daiua pr.priedade,
obteve o deap cho coctt de da ni
petic&o mandando reqoe.-cr psraote o joil
substituto, o que feito, este 'eclerr u-s<
tupeit', come M va do mpeiUvei
des-
pacho Uncrdo c. me boj ret
c mpete a V. S. faocciorar
p >r leso, es euppcaotea refiere- qu
8'., pelo
DO 1 t
se
deferir
Simphronio de Mello senhor
Boa Sorte, oonhecdo por
Jji Martina de Mr.r.da, na parte em
que posBa lin-it^rem-se os ergerho. Bom
Jess e PromocBo, de que se da conaerhor
<>m a \r pr'edade dos s pplicantes ; io-
cluiodo-pe to momo edita! citaefio a todos
osber s itit-r-s-ad 8 incTtt.e riesconhe-
cido. (,0- posa^m, exial r Bem tcie-cia do.
supp'icantea, pur* n* primt'ra a.ie.'.ci*
des'* joizo, depcia da oatrtga d 8 m^nla
dos e reeoJaimeoto d e certicSes dos ed<-
t'ies ro c:rtorio c c
PECLARACDES
P,r esta RepHr?i;8'% o d
e. t.m '.te cum,rf-Dr. Q estor Pol-cal, fac
dea com as foraialidd louvar s em a^riirens r que pr< ceHa
&vivebt98> requerida, em aib rdres, e
erem nrsse seto assigtisr-sti-lh-. o prazo
da le para a en eat: 580 da accBo, aok
pena de ser todo ftito a rcvta des saj-
plicsdcs a (oriiia da le.
Outro 8co requ^ em a V. S que man
de pfiBser m ndaio fin d seren citad' a
para fim rtqoerido a M rot-l Isidoro da
Qaeba^ Fraociaoo G me Pereira lutrra,
intrus'^s qu llicitatner.ta Ba acbm na
prp.ieid' dos suppc : tes, a tamb-'m
ptra restitairam depon te rrecoB de qi-e, coqj m (, so querem
p.pjxaar ; e ti
o ra d} Sr.
pubi'co que
turan) pprt-bf od'doa, e se ucham iep 1-
g t.da na sjbdsleg'-oia do Recife 3 o.
valloa, q -o serSo eLtregues a quajj apre-
Beutar docomen'oi probatorio, de Itgi
t'iro Goxnio.
Sejfet-ria da Q .tstt ra PJiciul do E:
t do ac Pernaa*buco, 29 de Novembro de
1893.
O secretario,
Coss mo Lo^es
Cor|M) pilitiil
De ord;m do Sr. tenenie coronel com
mandante eSo tvioada. loia. ss prac-B
que a.-b!m diai-rtadaa de que ni di. 7
atmD?e roquerem q >e vi s | de De?<'mbro termina o pr.'ao do indulto.
disocia nomfar curf-d r UJe do. eno- Todt-sqae.e -.preaentereoj dentro dta=e
r-8 e orpf-R". plhos do Oorgaio
Lenco i preso terln
Buarque dos Reis, do Je B sorra i.a-J pr q
vnlc-nte acial, ds D. Mri di M-r i tod.i naad. pubiiow o preie te
aiJaradaa indultada..
j ao 0O< li-ci fcu'o de
c.-.vg
>
digee, attendedo ao r'eqnarid
como for d direilo. E. R. M Porto
Calvo, 11 de Setembro de 1893 O ad
vegad.', Baraardo Lyndo'pbo de Mndon
ja. EstbVo conjpeteDtemecta 8-.-!!<< preee-te p .'libes rs forma
capacho do th-.or e-gulrte : F-9iT
i-s -ia se os e
Cltl CJO
requerida. N roci curador a lid
menores e m- t c pto s; eidadSo Lr
j r| id8 SilvaPorto Calvo, 11 de Se-
bro d. l:93 Joe Beoeaicto. /.c
a petico cima traoscij
'
t y" !> qu
' 1 a mte
liim. .. Dr. jai) d direito o mai 1
cipio do Porto Calva. D seno Mari B. r-
bara de M-01 I3 '',"-
docea, o b ch v Banvttl Ly
Heodo -' ''
sa reBide..te. va c- R<
Eroeato Jui o d M rd e A
reg i".o leM< doea, reside te-
DCli<0.V
f >
cic I
. f ; d toe
Igoac de 'r

1 to e mes
\ I, ;-fm de
c. do. em t idos
to. ir do a devi !>
P1
te ean-
8. cae pp-
1' s par
dos rs
, e igi al
vbo-'r'Dx
r
^e OasmB L'mn, e do i
to Fr-'-ci'CO
la
oa term 3 d 1 ce! ,
jurament.
O a pplic I liaai
sa em VOiO'iO-?; e '> P. V
toada B'j-i"r 03 .ip; i ''
Bm e o fie do, atir a
termo, da es
me t-, para pi
rs d'P'< r i1 m< So.
p, c 70, 9 d 8etei rj ro 1^93
(J adveg do Be lo .jrodo'j h-. de Man*
5 >.
1 stava i ianiafe e spa-
s petic;8e. e
lio. aqa trapaerjpl
mand a o j tie | presea.e
' 3 > tH B, \'-'!'3. C6
ros iirem n-h'" Estado, e de 90 da*
, 1 ..-
ci pe) i."" pe res nte ritados
; 1 siiLs de
,:-: r( ,
1- i fi ; O. -
. ; ': d> oh a o
i
roretana c'o corpa po^ieiJ d Percam-
1 2 e Novembro ie 1893.
Joi Qi1H$* Pereira da -Iva,
Xenente aacrotatio.
tOHlHIATETETS
Seguros martimos e terrestres
CAPITAL 5QQ.000860Q
p lendo ser i levado ao duplo por aiito.iea$o da a^^embla geral
el oh accio Distas)
DeviMo (ffi ICOO mOs de SOO&OCO cada nna
Acliando-re ^ubec iptopatticulanrente todo oc pita), a) r^avidados os Srrfi
t
accionistas a rralisarera a 1.a prestado de 20 \ ou I00#000 po
:o Fr. Thorn z Corber, ni ra dottommereo
mez, das 10 horas da mantia s 3 t'a farde
Recife, 24 de Novembro de IM'S.
OS Xr Pereira Carnero & Comp. ~ Menes Lima ^ Comp.
Fomcca Irinos Comp
30 do cirriiale

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4Y! GA(,So A VAPi K ?NTHB MASAOS
FOrTAl IZA
N. 21 De ordtm do nr. Dr. EBper.t' r
at* r
de S. Kxc. o Sr Pr. G s. r. 569 de hootera, ch.i.-.o e
ruT'-r lo 60 de 0 ('.Si a coi
dotii dat ; :: ra o co^trnOto de im. Ii
nhs dr 'a > '.' p t entre esta
pi &\ e 1' do do Oear, acitrdo
.46 di* 3'^ de Agosto u I
i b ixo tra'-?"r>ya fie i. !o ao G iVcrno
1 i., r a modifioa^Sea q
I -., r e> i etta i o i 'ei i ocia aoe
potito, d e ': co irme he sntori
S 7 u d ;e: i. 62 d* 18 1c O.'.tnbro pro-
O. | previ: v-
p : nif e QBie TrcBi uro a q a
lia < gi ', p g rnot*
de j.1-- r ., i 3 : ) p-! mnlth i m
i- qu odo, i fferoc do ooa-
. m 8 vi>ntaj isa, r -
. s 'gnr o recebi n tu se
itri i 30 da Dtae bro vi
TI do d
: NoTerobro do 1893
C < no da Ia di .Irneo
AJvts Mu uo do Betret^ io.
,. 61 I el v. -
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89
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'. A ... Noito,
ilhi i gfi e bo K^-f.
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vic-

\f O. Jesu boas
.. s Prudente T 11
i. > '' *
v b es da a M n-
r d ceg I F:
Z to d Barros, .
iu'ii : Franciaoo Ar
do eogenho Eape
P
Jaciotbo
h-r d"S
Dr.
do
". B
di
ap.de-
d f. : ;'
t
c !
BcoBceUr-a Lio., aei n ir
s Ferrio e Lag6-Rad^nda;
i i", Paea ce M<-d ; .
Novo a co aenboi i
c F. '- R el YV sder ey tto, co.bi
^n.o Solidad* ; S B <-iZ<: A -
. r na parte em qo o .Lg^-
Ll, ie p aaa liait -' o a pra-
pikdada dos .u^plicaatea, e
Soa, todo, rebid
., bt aaam r^ mande., e*.
pjdir e 1 taca c i praao r"a le.
para aerem eiudoa, nos maniciiiin,
C mr.g'b-, Goocalo de Barros
Ity, oonaeahor do ecgenbo ITiaaa; de
Ifaragy, o rn^.j. r Francico de PoIa Ca-
v l^aiits de Albuq'ieiqie, Franoiaco A:-
gob .to de Paula C*va!c ttr-, coc.enhore.
do er-genho Soiidade, e o Dr Ana.taoio
do Piu'a Cuvaicarte, cocaenbor do eng' -
dLo F-rrSo d<. Quitando, iJr. Jeronymo
A-cioli Lins e D. Clara Mara de (Jaa-
coa eohorea do engenho Pn'mavr-
deate Estado ; e co Es'a^.o
de Pernambuco no. mu.icipiof, de Po-
mares Jos Antonio Alvf. Maciol, An-
toria lvea Maciel, Francisc Alv-a Ma-
ciel, Jos B. Maciel, D. Mar:a Augusta B-
MacieLcooBenboiea do eogebho Doi lr-
mSoB, e ruidenteB no engenho Monte rio;
de S. Bento, Joao Barbosa Mao.e', \oguato
Barbota Maciel, conBsnhore. do ergenho
Doi. Irmao. ; de Agoa-Preta, D. Leopol-
dina BarboB Maciel, JoSo Barboaa Me-
cie!, D. Mara Barbosa Mao:el, Antonio
Barbara Maciel, D. Theotonia Barbosa
Maciel, Arthur Barbo.a Maoiel, Antonio
Brbo.a M*ciel, Eugenio Bsrbosa Ma-
ciel e .eo pi Jos Beaerra Cava'cante
Maciel, por ai, 9 como tutor doi meamoa
... i o
P
... | o
r para re i i --
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. .- : i e
.:-. S. : 0 p
I: g -. E. R I*.
S Loui po, 4l d Ortabro -. I -i
0 adv g d R *k
-, -a r ou d'ta i*.-
ticSo qi lenco i r la, o
RFOrivSo r-spi-c ivo i .oa o presento
e ': a! pelo qual intmo a >a
herd'"ira do
.00 G '..- '; "-
j m r.ci(Q dos pt.r nn priuxir* u
eia deste oiai tiren renovar >* ite'aocia
a b bi i 2o n- a autos a i-- ascSi o
dinaiiqaie contra <> refe lo a mmea-
(; tt -, mo?a i
!: Eieliaa Brme'md
Bote Fdfea Bob peui de ra valia.
E par .'- sbegae i> oooboeimooto Oe
lod 'B --r > nci para o p'teente edi.l qu<-
o "curad,"r I 8"' '" PeU nPre:'stt ectro de
. P. tj i iiia ib-.or p rs aer tffisado na porU d
ma di fcuaenciaa desea tilla.
D o s pos.ado op' ta villa do S. Ijiu-
reneoda Matta so 2'. diaa do mtz de
Outubro de 1893
Eu, J.So Be->i^co Pereira de Lago,
escrivao o escr \.
Luia SJa6r da Veiga Pe s a.
mSo.
ra. todos
Icsp'Ctor'R g ral da .ngtrnegao Pabllcs de
PerDatLboiO. 29 de Novembro EDITAL N 21
Ao? Sr-. deleendos Iliterarios
Sesuodj eoosa'ta- aee mu tfem sico diriiidas
peles delpcado- l'eranos obre e deve a nao
p-oreder aj> pxa-nes das escolas primarias do
E-oado, sio, iquillas. coj03 p-otessorea ero
dispon'bihdi'de acnam-fe gratuiumene lecclo-
oaodo, pelo vlgenie ou ,.ntigo programma de
exam^s d 22 de Ooubro dr 188* ; de a'-cjrio
c m o Exm. Sr. nr. goveroador do Estado, te-
cho res"'*! o qoe spj^ra feito* por este olilmo,
orna ver q;p o n-'e-'-'o? prjfes-orea por eilrs
prepararan: csjseu* alumcoa; ttcando entretaolo,
desde ja scteiite^ de qoe esta coucesso limi'o-
sj ao fla'-nS'anno, para o que chamo a alteBco
dos mesmo? Srs. oelepados litter.rios.
O inppecior gerai
Felippe FiKUeirOa de ? Sobripho
Secretaria da loairoccao Publica do Ea alo
de PernambLCO, 29 de Novembro de 1893.
EUITaL N. 23
Apuruco da eleicao para um membro do con-
seibo Iliterario.
De ordem do Dr. inspector geral, fago saber
a quem inieressar prs-a, qoe fol designado o
prximo dia i de Deiembro, 9 meio da, para
18 3
. C'< oe no do Esta
i ; c r unta l nha d u c-,, -
gj intre etta eapttdt e a -io Es
da ( eoi d.
i ro, B !...:cl en.
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or de 1.* c'i a
1 > di A; '.
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A *. 1 'F '.....
tutorisado a"contr ;jtar c m n trn ra-. t
b offerecer una Imba de navega
M nica e f
do C -a, com escala. p< r I
i | s, Be m, 8 L i> P*caa
, G.rtji, -'amoc-m e B
, me iiu a su ., .ni de
c.nco'nts t. os de ri (. 0: GOtiG).
2 o Oa vap na BerSj do c-pac
. ,,.ra o momouto de ca^-
: mtoi intermediario, e aeoomo
'. da r e de .
Art. '." Cu itm attender no ooatr.oto:
Io Que sede da Compunja tora err.
orea olrigadoe a dua
v: ge b por m< a, DO prximo b.en.io e
pos p' 3 ;
2 o t,!u o Botado ter dif e'to a -a pat-
1- de pioa 6 5 toneia as
d c rga er; cada tagei dos vtporea ;
3 o Qae tiibim tei pref. reacia acm
pre iju>3 precia r no mbar^ue e cooauey: o
r aoim e v Boam ou c-vail.ir e da ma
p < brt.8 j
4.c Qoe o eaccBSO de tonellad a sof
i rd ib rime-to de 30 }. triota p r cen
i: dbb t!- de fre, a r.rnpre qu so
trtar de carga cu traoaporta de aiiuiaoo
terines por cocta do governo
5 Q'.. is tnbel.aB de fretes e pas^s
gerin n n horario d f>ahidt o entrada do
v po-6i serlo approva'i-e peto governo do
;" d. e .i.t.fi de treB em tres annes,
de f-ccordj com a emp'eaa ;
6. Qoe o contracto durar a. is an^os,
podon'fo ser reaov&do se assim entender
o Corgreai ;
Art. 4.' Qu*rdo o Oovernador, forga
do por c oreciB-r do material fl ictuante pr. tran-
sporte de t-opi-s, a empr?z< ceder im-
m' d.atumente um ou mala vaporea com o
dbat ment de 4 '[. (qu.renta por cento)
sobre a tab'lla de fretes.
Art. 5.* O veinad r tambera fca
aot risado a adoptar as medidas que jul-
gar convenientes para a boa execugSo do
contrac'o, eit*bele?endo multa, par qual-
quer infraccao de suas lausulaa.
Art. 6.a Bev.gHmae aa disposiy-a em
ontrario.
Mundo, porUnto, a todaa aa autorida-
des a quem o conhecimento e execucSo
da presente lei pertencer que a cumpram
e fagam cumpril a fielmente.
O secretario do Estado a faga imprimir,
publicar e correr.
Palacio do Qoverno do Eatado do Ama-
sonaB, em Manoa, ao. 30 dia. do mei de
Agosto de lb93, 5- da Repblica.
Eduardo Oongnhes Ribeiro.
Jote Mara Lorreia.
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Grande steiu!o -De. hY- UI3 DE PEBNAMBVOO 2.23Q netrea
H-tdcBpde lin.-t-s Animaes do qua'nner pa^a. Pr.-ra'o. : 2:G00i$0C0
ao primeiro. 400Cr00 ao segundo e 300y1'.. o terceiro.
Cirande Prrml IMPBEN5A P::f^AM UG.4NA 1.609 otros
J4VDC4 P-Anim.T-a -Je Pe'nsm'v-co. Pr.-mloa : 800.JOOO ao pri-
me
ro 3GO3C00 :.o aeger-do e 12CO0O ao (e ceTio.
In.crpcSn 15 |,.
Nin'oum pareo se eslisar sem que H ioaoratva e aon
tres proprietarios dff. ,-rutc?.
A tabella de peso dos pareos I\'PRENSA E DSRbY CLUB l-E
NAMBUCO, acha-.e neata aeerataria a diapnsicSo dos Srs intereesadoa.
A irscr pc;5o ter logar no dia 2 de Deasn bro a. 3 horas da tarde.
Secretaria do Derby Club e Porn^mbaco 17 do N-vombra de 1893-
O secreti
6 o.uimaos do
PSB-
J. B
enigno
iri
da
Sil
va.
Hospital portuguez
DE
Benefieeacia
As8emba geral ordioaria
De ordem do Iilm. Sr. provedo1 em exo'ciclo,
onvido a todos os socios oejia io-ti'oicJo i
comparecerem do prximo domingo 3 le De
xembro, oa secretaria do H ispitai, ao meio da,
para, reunidos em assemol. geral ordinaria,
dar camprlmeoto primeira parle do art. 18
das estatuios.
Secretarla de Hupital Portegoez de BeQffl'en-
Cla < m Peroambuco, 27 de ftovembra de 1893.
A. i. Barbas. Viaaaa
I* secretario.
Companhia
Exportador de aleool e
agurdente
Assemblea geral estraordiaria
Sao convidados os Srs. accionistas para reu-
niris se em aisexbla geral extraordinaria do
ola 30 do correle, depois de Onda a se .a o da
aasemla o'dioaria, ra aova de Sania Riti o.
55, para deliberareis sobre a refoma do art. 7.
dos estatutos.
Recife, 13 de Novembro de 1893.
O secretorio
Cornelio A. Serrano de Gouveia
"1 d(. S L .: .:-,
C -I Beni G J .
ci i --i-, liuo tod i
;.... !, qoe b ;
or falta de b m d '
i c '
pxm. Sr. Q i E i
reo'e d Btribi i.,- .. i p a : ;i c
r. 8 (cereaas cal e fum-) da le d,
ile 10 do Desembro i. S9.. i
qoe ee) \ T) I n'..- qoia Bppr i
um tral aaperfei'o ,
corno o qoe est f ] ,
repartilo, r'e'iro eos n,SBoa rc'e-i:icr
oolii'g-a que ea' p ddente c, a de
Exru Sr Dr. (,' i
..... pedo de j i
i do | igameo'o d' 20 0 d vzuhs
imposta^ a a contribuiotea que d
da p g.T (b!c imposto q^e t: t Is -gic
deudo a data da resfeettai o I aot, qae
pftin.o d'.im guaid r a s 1 g2o i' S.
Exc, qua Ibes ser />pportunaioei.te com
maoicada.
1893,
0 1., eccretario
A 3. Vattrj.
Recife, 22 da Novembro de
lfan: ga
Aforameaio dr terreno -te Hsnoba 'c r: fe
perla! fretioefia de S, Jos deets
De ordem lo liir. Sr. mapeclor oir a repar- "
tieaoleade Etlvrd Coliier L"it requerido por
forarneoio i.m terrtco de b>. ioba si'o a raa
Oi'euta e Nove (artiga norial} da f ed-es'a tfe-
S. Jos desia ciriade, cum cuenta echo ceiroa *
le frente e cen'o e quareila de fun lo, t quj
confina no r-o. te com o rio Cap'bvlb:', ao e
c m a roa Ocota e Noe kste con o h=rreM
rte ruai-iuna devclu'.o com dote rr.'t''_ c"c f ciite-,
coudos no alioh 'necio da :ca O... u'.^ t .^ove t
en-oni-ar c.m as ca^aa de Pedro Jos da Silva, e
a Oete icm o lerrrno tambem de mariuba con
dose metros de frente contados no meaina aft-
Dbameolo a encontrar com a casa de Aolonie
Moreira Ketp, chamado aqnelle que se JuIku
prrjodlcado ; tiui oe provar no pr.ao d 3'* dios o>
direo qoe lem com telacto ao afo-aoier-to t-
referido terreno.
3* seccao da Alfandega de Pernaibuco, W **"
Novembro de 1893.
Maooel Antonino de Carvalbo Araafe#.


II
1
i
I

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...'.-
OSSO
pal






r
Diario de Pernambuco Qir'nta-fafra 30 de Novembro de 1893
Alfandega de
O cor selho pera forneoimento de gene
roa a p. ayas, torr gena oavalhadas, oio-
tas ao Hospital Militar, recebo propostas
no dia 6 de Detembro prximo vindjuro,
pelas 10 h ras da macha, do qaartel ge-
neral do c turnando do nutricio mili-
tar, o do fuoceionaT para contratar o
fo'neoimecto do la a gneros e maia sr-
tigoa o atantes da rel-cSo infra, durante
o 1.* semestre do anno de 1894 :
Ale ta, kilo.
Aguardento de canna, litro.
Ararutx, k 'o.
Pern^TT.h CO rr s P*uted8 Pat* redeituano com
80
Arrie piladc,
idem.
Am ixi. pessadas, ideas.
Aztit' doce do Lub >a, dem.
Dit-, idem idem li Aesucar-rtfiaio aaporicr, kilo.
Dito rtfiado do i.* quuhdado, idsm.
D to de 2.a dita, idem.
Alfafa dem.
Bacalbo, idem.
Bo rachos, um.
B'-t*s3 inglesas, kilo.
B>lfchishas ingleas, idea.
B.'l ch b, 'dem.
Bibci toa, idem.
Bi.r.ba de porco, idem.
B :\ cLinbas, dem.
Carne verde om osso, idem.
Dita ilera sem osso, idem.
Cha verde Hissom, dem
Dito prcto Hissom, idem.
Cal em grts, idem.
Dito aoid'), idem.
Oaroe secca do Ro Grande, idem.
Dita :'t c.rneiro, dem.
Dita de porco. dem.
Coganc ia > Cbampanhe, idem.
Cboeolate, idem.
Car.im f^> feix-s de 3 kiloa, nm.
Carvao kJt, kilo.
Dito vegetal) barrica.
Fe>jao m.ilaiinho, kilo.
Dito molatinbo, litro.
Dito pre.o, kilo.
Dito oreto, litro.
Fsrioha do m.-ndioea Buperior, kilo.
Dita idtm dem, li'ro.
Dita dvoi d-. 1.' qualidadt, kilo.
Dita idta\ de 1 jualidade, litro.
IfVaogo, m.
Froctas, 2 bananas o 2 laraDJas,
G.l il'.;8, UQ38.
G'I a, k lo
Guiaban 8 em lafcs, idem.
Lei'e id'm.
Diio, litro.
Le:.L em sebea de metro, ama;
Dita tm toros, um.
Li'u'.s, i.ir.a.
L em o concert de roups, peca
j. -. i~o, k lo.
M. zna, gtii.
Mtte, d m.
Maotei^a 'tibieza, idem.
Maoteiga sranctz<, dem.
o na, um.
L'vro pautado para o almoxarifado com
200 tolhat, um.
Livros de papel Carro com 200 folhaa,
um.
L'vroa de papel al maco pautado com 100
tolhas, um.
Matti-borrao, folha.
Mai pas eeraes de dietas, cont.
Mappa parcia de dietas, idem.
Dito de movimi nto diario, idem.
Di>.o de Pbarmaci, idem.
Dito Ni s .lgico, idem.
Obliterador, um.
( b.ciss grandes para sello, urna.
Papel roseo t-mbrado para officios, resma.
Papel Impeiial, caderno,
Papel para msppas com 45, 50 e 60 li-
nhas, tolba.
Ppel pido de hoho para embrulho, mSo.
P*ooaB d'co Perry, ca xa.
D ts dVco Mallat, idem.
Ditas d'aco Talao, Idem.
Papeletas impressas, ceoto.
Patta para carteira, urna.
Pasas com pont idem.
Papel almajo lieo, resma.
D o para cartas tngaos, caixa.
R g as calas de 0,63, urna.
Ditas chatas de 0,80 dem
Tinta BIjo BUck, boiSo
Dita carmn, irasco,
Dita escarate Stphen, idem.
Vslea impressos diarios, cont*
Cndilos
1- TodoB os genero* serlo de primeira
qualidade, e os tornec-aorea deverao aa-
tisf-ser i s pedidos dentro dos prsos mar
cades nos respectivos contractos, entre-
gando os genems nos quaiteis e hospital,
Compa cantil e assucareira
Stima chamada
De accordu com o que dispon o art. 5a dos
estatutos des. compoohla. sao convidados os
Srs. accioni -las a realiaarem a selima entrada
robe o cap tal, a raiao de 10 0/o ou 10*000 por
aigao at o ais 30 de Novembro vinduaro, o*
esifiptono desta companhia, a roa4o Dr. Jos
Mananto n. 5i,
Recife, 31 de Culobrc de 1893.
Maooel Jos Ferreira Crui
Director gerente.
Companhia
l'zina Cansando de Surimba'
De ordem da directora, convido os Srs. accio
niaras dexia couvpaiiOia a reliearem a 51 pres-
taco de JO 0/o do capital subscripto ou 40*000
por arcao at o d'a 30 !o correrle, no Baoco de
Pernambuco, a roa do Commerrio o. 40.
Recite, 4 de Novembro de 1893.
Director secretarlo.
Galis____________________
DCIMA URBANA
Pela Contadoria se fas publico, de or-
dem do Dr. Prefeito do R-icife que nos
das uteis do mes de Dea-mbro do cor
rente anuo, das 10 horas da manbS as 3
da tarde, reoeber-se-ha sem malta o im-
poato de dcima urbana, relativo ao 2.
8emeatre do esercicio a Andar, devendo
ooncorrer na prioieira qu>n*eaa do mes
os proprietarioa de casas situadas as
fr< gueziaB do Recito, Santo Antonio,
Boa-Vista e Graoa e na segunda qainaeua
os dos predi js suob as outras freguecias
do nruoicipio, 8. Joae, Atogados, Vanea
e Poco da Paoella.
Oa que oto tiverem ainda pago o pri
meiro semestre devero fazel-o na 1.*
rajSo.
e depositando na Alfudega. urna quantia ou 2a destas quimones, segundo a ordem
cima estaOeieciia para commodo dos
contribuintes, porqae tratando-se da con-
currencia de grande Lum.ro de partes,
nao seria pjssivel despachar a todas com
presteza nao havendo na repartigao es
pago suffijiente par accommodal os.
Eite imposto, segindo a lei, deve ser
pago co ir.ez de Dezembro.
Contadoria da Preteitura Municipal,
27 de Novembro da 18^3.
O contador,
Genuino Jos da Rosa.
it-rr-
idem.

K
o
., idem.
nec-, idem.
Mi.!; moido, dem.
G-o., ni .
Pao, fc .
6 'orrado, kilo.
Pe! idem.
:iuas, dem.
il s
m.
m, idtm.
de dlmts, itltm.
o de L'uboa, dem.
idtm, liWfc
j de Lisboa, idem.
k'!o.
. lltTJ.
Dito kilo.
Dito dem, litro.
Dito t, buperior, kilo.
D- -i litro.
Dito to superior, k io.
Dito 8, titro.
. e temperos
-, a'pim ou enr,
Agr o cu out a especio^
. repolho,
bou filio ou Ea'ea,
y.'-rde
ue a ou massa,
_uiare!la
-eneros
A.
B i
Cal I Iqaeire,
-TO.
ama.
I i kb.
. d-izia.
ca. kilo.
Pi:
Pi
Pir
Ph
Ra
tal ei!o, idem.
Se zinco, idem.
Saj.. lio, iti m,
Tij .> pera iimpir faoa, um.
Vel te, libra.
Dit s de cera, idem.
Verde Franees, k lo.
Vas < pi^Qsva, dasia.
Zana', k io.
OojectoB de ercriptnraclo
l!.>3 lu.pressos ceoto.
Baix. n mpiensan, idem.
Braba te pardo, novello.
0%) otes finos, nm.
Certificado ce bito ceoto.
Custaneir*s para tflScios, orna.
Eoc^errar;3o de diarios ofiiciaes, por tn
meatre, tolume.
Ene dema$ao de ordena do dia por anno,
idem.
Env-L ppes para offics oom 0,35240x'
cenio.
Ditos para officios oom M H
Ditos para e finios coro 0 22 X 0,09 iiem.
Ditos para offioios oom 0,40 X 0,15.
Gran:pos de metal de ns. 2 a 7, idem.
Gomma arbica em grao, kilo.
Jjivr pautada para pharmacia oom 200
tolhas, idam.
Livro de p pe Carmen oom 200 tolhas,
den.
Lapir preto Faber ns. 2 e 3, dozia.
Ditos de dats cores, idem.
TJvraocas impretsas, oento.
como cauclo, que ser arbitrada pelos
corselhoB do ioroecimentos.
2 As propoBtaa deverSo conter a decla-
rado expressa de sujaitsr-se o proponen
te a multa de 5 |. da importancia que
mnetarem ob nmeros do artigos que to-
rero 8CCoitos, se daixarem de comparecer
para assignar o reepectivo contracto den-
tro do praeo que lhe iftr msreado pelos
jornaes.
3- S pode So concorrer ao forneoimer-
to os candidatos que se hah li'-rem na
lrma do art. 18 do deoreto n. 7,685 do
6 do Mateo de 1880.
4 O t'orueoedores serao obrigados a
vender gneros peloB precos do contracto
que a'signaem, eos officiaea dos respecti-
vos corpua e F< rtalez'8-
5' Da Lita de fi.-.l comprimento de
qualquer jas obrigac5es contrabidas, os
foroeoedores. ficara sujeitos a pagtr a
multas de 25 i. do valor dos gentros a
artigos rejeitados, por m quahd.de ou
nao rccebidos em tempo, obii^ando-se
alem di.so a sutBtitaire o'o cu pagar
incont'neitte os que forem con.prados pelos
cor (jos, sob pena de malta de 10 [ do
respectivo valor
6 Os concurrentes fJo obrigados a
spresent;r as amoatraa doa gneros eu ar
iti^os que forem julgados precisos pelo
' conselbo.
7. Al propostS e-rao apresentsdas em
duplioat em que all bto ab rtf.s o apuradas tm
preserca dos proponerte?.
8 <)s lorn*-cedores que requererem a
B'.lBo do contracto e ttem atteodidos,
Boarai sujeitus a mult~ de 10 (. sobre o
total do torneeimeato do semestre do anno
rior.
9. Fina'mento n5o seiSo a^ceitss as
r i >3teB qne nao C"iteouo as quaotida
d.-s e ;>litados d s artigar pedidos, se
ff. t-rem desto edit 1, nem tambem
aquePes cu] s prefl a ettiverem sujeitos a
ment ou desewbto, por isso que ob
'8 arceos d-vem e.' iavariaveiB.
AlfaodVga e> Pernambuco, 2 de No-
v-.mbi'o de 1^93.
O i' sp-c'or,
AUxanire da ouza Pereira do Corma
Alfandega
Propriedades Lges e
Serijo
(arread ment)
Do ordem do Sr. Dr. Inspector e em
curoprimeoto da ordem da directora geral
das readaa pubOB do Tbesouro Fdderal,
sob n. 14 do 15 de Sotembro prximo
pretrito, taco publico que esta reparta,
recebe propostss em cartas selladas e
fechadas, at o dia 14 de Dezembro deste
anco, para o arreudameiti das proprieda-
des naeionaea denominadasLagos e So-
rijosituadas no municipio de lambe
deste Es'-ado, aa qupes sao desfijadas
principalmente ao planto da canna e fa-
brico de BBsucar.
O arrardamente nao se far por temoo
excdanlo de novo annos e para elle ser-
vir de base o arbitramento de 2:501)5000
annuaes, dado ao respectivo aluguol ven
cido e ora commuoicado ao Tbesouro Fe-
der.l.
Eai 13 de Novembre de 1893.
M. Antanino da O A-nha
Cortea de Araujo. a cu jo procurador Dr.
Joaquim Correa de Aranjo, foi ptgo pelo
vendedor o reep-c ivo laudemio de 2 2!|
por cento sobre o vabr da compra, em
vista co documento incluso, acontece que
o pupplioante com bons fundamentos, sbe
que o slo em que est ed Senda dite casa
e maia as que lhe Btrvem de lia ites,
de mrinhs, tendo a dita D. Qasparina o
dominio otii ; e domo queira iegalmente
Lear na posse do terreno, que em boa f
fes acqoisicao, requer a V. S. que lhe
mande pasear o respectivo titulo de i fora-
mento perpetu, comoo e de lei.
Assim pede deferimento E R. MercS.
Recife, 19 de Outubro de 1893.R-y-
mano Nonato do Oh ve ira.
Em 6 de Novembro de 1893.
M. Aotooino de C. Aranha.
No caso de baver i Igoma reclamacSo contra a
compaobia, por avaria ou perda, deve ser teits
or escrtpto ao agente respectivo do porto ue
dflsraOgai deatro de tres das depois de ttnah-
sarta.
Nao procedeodo esta formalldade. acomp;
ahia ca isenia de toda a responsabilidade.
Para pagsag os, freies e eacomaeadas tra
'a- se com os
AGENTES
Pereira Carn^-iro & C.
6~B.ua du Co e*do6
Io andar
... Lum i c
ti
- doai
'
o.
Alfandega
Fe-renos da praia dos lilag.rcS
( Oli/ula
De crdeo do 8r. Dr, inspector, So
ooi < i lados toc\s ob pn prietarios de ttr-
renos conunguoa -os a pra'a doa Mila-
grea en Otiada, a vir<-.m req'ierer, uo pra-
z- 30 dtas.qoe Ihea fi- marcade, o
for mt-n'o dcst- a ult n.:a, cada wm na
parlo cjrr"-8poti(iene testada de eua
pi priedade ; fi:ando, porm, os motmoa
pi io. advertidos do que lr^ d'a-
aaeHe priz> is a iudius tarronoB pode
rie sor livremecito c DCedidot a qtism ob
pretender e f-atiefizer ai exigencias le
g ( n, visto que o peoframeoto da lei, fa-
vorecendo tes aonexnoa, adoptar um
me o maia c docente a oonseoucSo do
fin da empby'euse, que em duvida
. v>>l'jr<8ar os teirems, e por coa-
se uirf; o d'reito de pretcreaua dos en-
ti tea ti oomo se eba consagrado no
He-reto r. 4( 5 >e 22 uo Fevereiro de
1868 jamis poder coarctar o procedi-
merto desta reparucSo, a q>iem cabe zo-
lar os intereses tUc-es, cao permitliad
~,e aontinnem os referidos terrenos a so
r^ llegaimente utilis^doB por atuees
pro pristan os como se tossem de dominio
proprio, confoi'u.e con -ti.
3 a sec^a da Mfar.dep- de Pernambu-
co, 6 de Novembro de l8!3.
M. Anton>'n> de arvalho Aranha.
Alfandega
AforaTrnto d treoo le Mariuda eito no Hm
picio fre^oe.-la da 8ea Vi^ia
De ordem do (hm. St. D-. impeclor desta Re
,;-.rtto, temo Elvar i tolli^r b'igb. requer o
noraforamanto um te'ifno de mannia sito no
H -spicio. (reeii-sia da Boa Vi?a desta cidade,
com canto e ciucoenti e dois metros do frente,
cento eii eta e trez met'Og de fondo, o qoal
confloa ao norte com a ra p'oj ct..la D. Vital,
ao eul com a roa do Hospicio, a loste coma cam
nos e pon e o Hospicio, e a oeste com a estrada
do Pombai, cbama io aquvlle que se julgar pre
ju"C-oO ;-tim de provar rio praso <'e 30 la o
direiio que tein coiu reltcao ao aforamecto do
referido ierreno.
3 Spcca d A far.dega de Pernamboco, 10 de
Novembro de tb93.
Mauoe. Autonmo de Carvalho A'aDba.
CcmpauhiH Exploradora de
roiuctos Calcreos
3* chamada de capital
De o dem da directora sao convidados os
enhorca accionistas subscriitores da segunda
sirie di capital de la companhia. a -ealisarem a
terceira entrada de 10 /o "o 20*000 por accao
al o da 25 do corrn e, uo 6o rtecif 10 de Njvembro de 1893.
Roirieo Carvalba,
Secretario lOterioO.
G\ mpaohia do Bebe-
ribe
Previop-se aos seobores concesionarios de
peonas a'agoa, qce nos termos da nova dispo-
sicAo do art. 86 do reguiamen o de peonas d's-
goa e em i t< da re tidao da jnn'a dos torre-
tore's ooe declara ter sido de 10 7/16 d. por l,
o rsm'io medio sobre a prsca de Londres, nos
30 das deeorndos de 25 de Oo'obro a 2t de
N .veouro do correte aooo, 0 prejo a'agoa as
asao de bCOO
Companhia
Exporb lora d. Aleo! e Agaar-
Mte
AseemMea ordi.iaria
S5 convida os os Sr-. acc)ODttss desta eom-
panbia comparecerem no da 3 l de Njvembro
corrmte, s 12 bjras odia, no seu escrip orlo
a ra Nova ue S-nU Rita n. 85, para orna reo
niao d' ass nm i ger I oroinans, afim de
ereij pre-entidos o relalono, contas e o^rec-r
ns -al do anno ocial tioio em 31 de Agosto pro
X'ipo fl ido e bem ajsim eleger se a comtnissao
ti ti, de cooformiJade com o qn : determina a
le das sociedades aoooy us.
t) secrelnrio
Corcel.o Agueto S. d.e Gjuveia.
Agencia de l'enhores
>& convida-s os S-s. posuldores das cau
gO-s abaixo o itii a virem ref^rroal as en
regatal as << data a 30 das, too pena df
serem ven til -s conforme determioa asciD'i-
c8 a?sinr>i!i8 pelos Srs. empenbanies.
Nmeros :
151, 164, 169, *7i, 216, 233, 237, 243,251,
26, 2o6, 274 2 7, 3<8. 31, 3:4, 315, 3S9,
3/4 386, 387. 395 48i, 516
Recile, 2 de Novembro.de 1893.
Luu Vernet.
Alfandega
Do ordem do Illua're Sr. Dr. inspector
o teodj em vistb o requeiimnto devida-
mente informado e abaizo transcripto, fica
marcado, a D. Qasparina dos Saotos
Conj de Aranjo, o praso de 30 das
para vir provar o direi'o que tem sobre o
terreno em que se acha edificada a casa
perteiceute ao signatario do mesmo re-
querimeoto, visto que essa osa, a jolgar
pelo respectivo numero, est situada no ter-
reno de marinba aforado so bacbarel Pedro
Francisco Correa de Araujo, nao constan-
do, alem disto, que a rele-ida D- Qaspa-
rina seja foreira de teireno algnm.
O referido requerimento, documento e
informacSes poderlo ser consultados neita
ReparticSo pela mencionada D. Qasparina
oa sea procurador.
c lllm. Sr. Dr. Inspector da Alfandega
Rsymunde Nocato de Oliveira, tendo
comprado -em 7 de tfaio {de 1892, a casa
torrea ir. 135 a ra 89, antrga imperial,
pelopreco rie 2:5000000 a Joto QoQelves da Croa e ana mulher, como edificada em
Companhia Trilhos Urba-
no do Rec fe Olinda e
Beberibe
Assembls geral extraordinaria
A reqosico do presidente da directora e por
ordem dv presi leute da assembla geral. sSc
convidados os Srs. .cijni'tas a reonirem se o?
da 7 do mez prximo em assembla geral ex
iraordinaru para ouvir orna expositao da direc-
tora e tomar providencias relativas ao as-
t>u rapto,
A reuDiao iff-ctoar-se ba ao rreio ntano salao
das reun 6-s da cooopaobla, oa estscio da iu>
da Au-ora, e para eff-ctuar se dera ter a repre-
sentacio de doos tercos do capital.
Bscriptorio do eerenie da companhia, 23 de
Novembro de 1893
A Ptreir P'mS.'B.______
Companhia
Se/rarm Pemanijn^na
Convido aos Srs. acciooistaa a reailreu se
em assembla geral ordinaria bo dia <4 de D->
tembro, a i bora da ar.-e, na .-rde da Cumpa.
orna a ra da Impera ni o. 37, para tomarem
coobecimecto do reltorio e contiS referentes ao
anno findo em 3) de Agosto e nomearem os
membros da commlss&o fiscal.
Alvaro Polo Alves
Director ecretarta.
Estrada de Ferro Ceir I de
lVrn?i ueu
Forneclmeaio de ant-'ro a
Junho do l*t4
Da ordem do Sr. director engenhtiro
che fe se fas publico que at as duaa horas
da tarde de 16 do viodouro reeebem se
propostaa na secretaria dosta estrada pra
o forneciment, por contracto, no semes-
tre de J .r.eiro a Jucho do anno vinlouro
dos artigos ounstontes da relacSo que ser
tacoluda ao exime dos icteresaados no
escriptorio desta mesma estrac'a na ra
do Crespo n. 18.
Us proponentes deverlo spresentar-se
nesta Repartilo a bora cima indica a
traaendo suas propostaa em cartft fechada
devidamen e sellada, datada o aasiguada
:om ob proQi s escripia por extenso e seil
emendar, rasursa ou coisa que duvi la tac-
acompanhando-88, tanto quaoto pjssivel,
das respectivas amostras, t.riccip-lmeiite
dos attigos cuja qu lidade nao eatej* ex
prers na relagao cima re erida.
Para ser admittido a coucorrensia cada
propotiente ter A na tbenouraria da Btroda
nm deposito de 1Q0|CQ0 pardeado o di-
reito de levntalo aquells que, preferido
para o forneoimento de qunlqrter artigo,
recusar-Be a asignar o contrasto deatro
do preso o cito d'a*, contados da data
em que houver receoido o aviso que para
tal fim Ib* lor expelido
N< agencia desta Estrada na ra do
C'espo n. 18, enoortraro os proponentes
oa modelos dos impresa s, livroa etc., o ae
pretarso as iuf rme?5e ncaessarias
Pra garanta da boa exe.u.So do con-
tracto ^.epoait.ra os eoGiract*.:tta no co-
fre da Eotr-da urna ouanti fixada polo
D.re:tr, do ace^rdo ora a importaocia
do forneoimento cootraotado.
Seerotaria da Estrada de F<=r: i Sul de
Peroambboo Palmares, 29 de Novembro
de 18D3.
Alfredo de tbuqvetqu* Gama,
secretario, aiuriuo.j
O vapor austraco
Matlekwits
E' eaperrac d;
liba Grai.de st
o di-i t de No
vembro Beguiodo
depois da tndupeosavel demora para
Rio de Janeiro e Santos
Pra code recebe carga e dinbetro a (rete mo-
dic;) s tratar com os
Consignatarios
JoIiqHoq Pater &C.
15-Ra do Commoriio 15
Companhia Pernanibqcana de Na-
vegado'
PORTOS DU NORTE
Parahyba, Natal, Macio, Mossor, Ara-
eaty e Cear
O paquete Jaboato
Com mandante Pereira
Segu no tila 30 lo cor-
rente as 3 horas da (arce.
Recebe carita eucommendas, passigeos e di-
obei-os a (rete at a 1 bors da tarde de dia da
partila. _
ES RIPiORlO
Ao Caes da Companhia Peroambucana
n. 12
Con paita M). M, Sioji ms Lioe
Vapor Capua
E' esnerade de
New York al. o
dia 5 de Dezem-
bro -e^uuiilo di:
pois da demora
ece3sana para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, eacommeauas e dinbei-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ra do Commerao- 6
1' andar
Roduccao nos preyos das passagens
li*a i*atolla
K LiiDoa 1 classa SO i 30
i'Soatbampton 1' classa 6 18 42
Camarotes reservados para oa paasagoiroi de
Peroambnco.
Para passagens, (retes, encommendas, trata-M
om o
AGENTES
%morim IrinoH & C.
).3_Pr.. A Kr.DS IS W> 3
Joinstoii Pater &
C, consignatarios do
vapor austria *o Mat-
t^kovits previne os
recebedores de carera
por este vapor, que
tendo sido o dito va-
por forjado a seguir
para a Ilha Grande
a fazer quarentena,
procedero na co-
branza de 25 jo sobre
o frete exarado nos
conhecimertos.
LEILOES
m
*H
Aviso ao Commercio
O ab ixo apsit'nado, iRente da CampEnhia
Cbar ras pelo vaor framez Concordia, eniealo
de v. I'a ua I h^ Grande al 3J do correte,
lao ai"j 'Mas a 2 / de pre-r io fohro o frete arado nos e-peenvos conh ciTient?.
Pernambuco, S7 dt Ni.euibro de 1893.
O spenie,
Acoo'j Lir.ille.
nnruiiran i
PORTOS DO SUL
encel, Tenod, 4racaja' e Baia
O paquete Jacuhype
Oommandanto M'Jnteiro
Segnir p ra
es cortos a:ima
i- 'i u.'os co aia
i30 do Novembio
3 lioras d
tard.
Recebe car^a, eocomnn ndas, passagens e di-
n-.eirosa treta at al bora da tarde do dia -Ja
osrlHa. _
ESCRIPTORIO
Ao Caen aCo'.oanhia Pernambcana
n. 12
CMIGEMS nE(IiNS
Companhia Francesa
i>E
?5o a vapor
eotn o Hvro, Lisboa,
Ri-.. da Janeiro e San
Leilo
Dj 1*2 caixas com mnss.is para sopa.
lije, Odocorrente
>o largo da Alfa dega
AO MEIO LIA
Por nterveo^So do
Agente -Pnsmao
Leilo
Do lOOcaisas AO, cam ceboius doscar-
reg"das do bordo do vapor francas Colo-
nia, entrado em 18 d> correot.
Qointa-feira 30 de Nov^em
bro
AS 11 HORAS
Em frente a porta da Alfandega
Por iiltrveiia o ajenie Pinto
Agente OJiveira
Leiio
De 1 casa do taipa si'a a Estrsd-t do
Ayude n. 14 Iregueaia do P050 da Panel-
la, com i :t e j'Utl a de ireota, 2 ublias,
1 quarto, oosioha e quintal, etc.
Oii^nla-feira 5t do emente
^ AS 11 HORAS
No armazetn a ra do Impirador n cO
O agente Ontira po* mandado do
Exm. r. Ur. j^a doa Paitos da Ftzanda
levai a le.lio a cas cima, pra paga-
mento d-> que deve a Faz-nda do Estado
Manoel Francieoo de C rvaiho.
Ag-te Oliveira
3 e ultimo leilo
D 1 um hr-.m tarren" ra B. a Vi gem, 2a
estrada v Iba de rodsgem, oeironte do
nhtg
Waveg
Licha regular
Per-.-ambuco,
toa. |^
O vapor
Command ir.te T-im^a
E' esperado di ilfia Grande al
o d a 1 de Dezerxbro-eguiado
Concordia
j'jKji.^nu -..;. 7 jai .;.o mez icopre-
LW I lerivela
\ o d s I
1^,00 oi
Irne'.'.e para
Kio de J eiro e Santos
Este vapor entrar no porto
Rebebe catga, Ir" rforr. o
AGtNTE
Auguste Labille
9E-'a do Commorci-"- 9
;;-;. da B na, om diversos ps
c.'-qu'
iros,
cjm
fund', com
o 1 -i-cente.
de tructes b'jn3, como s'jam
iraeir^H, iarc:J3ira3 e outroB,
p.lrn.is de frente e 1,2 >0 do
Ql c;t ib), io l. fre t p-r i
Ounla-iiia 50do eorreate
AS 11 HORAS EM PONTO
No armazem 1. ra d > Im era lor n. 39
0 tgsn'n cima iteme ita auto-
rsado vendar em leilo o terreno cima.
Os S*s. DreieodeutS desde j poderSo
exaasm&r o referido predio.
2 Leil-;>
casas P'Us peonas, sera os
para a laxa minina, 441 por metro cubico de Canddo QjnCalves de Olivei-
excedente no proilino mes de D sembr. \ta--------JTg m n 0n.rin
Recile, 18 de rtoiembro de 1893.
Brisrue Prazeres
Ven-ie se o brign* DBCOOsI Prazeres anrorj-
arlo no qon ro oa car ;e secca. E^te brigne
KOflstnitdo c-'-m opioias maleiras, e achi-te
perfeitamentp conservada: a tratar com Acto-
-im Irmaos 4 C, roa ao l3om Je303 0. 3. ^^
L!o\d BraitieiiO
PORTOS DO SUL
O paquete
Pernambuco
Commandante R. Ripper
E' esperado dos portos do
-di a' o ia 8 de De-
zirubro segoiodo depois
da terrora f o cost-jme para
Parahyba, Natal, Cear, AmarraoBo Mar.
nhSo Para Obidos e Mandos
Ab feDComi eDdas serSo rpcebidae st 1 hora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
00 l?rge do Corpo Santo n. 11.
Para arga, passageo?, encommenilas e valo-
res tarta se com os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commai dan te F. A. A'meida
Espera-se dos
portos do norte
a' o dia K do
orreDte Begrln
uo d poi? lia i
mora iouisi'-o. avel para
Macei e Baha
CoiDpa!iiaPv:ii..aibucaa^
veofo
PORTOS DO SUL
Tamaadar e Rio Foroioso
O paquete Beberibe
C Bruaedaete 1- ttente F- io Rno
Seguir para os
portos cima in-
- no da
30 le Novembro
ae5 eras datar-
Recebe encoo-mendas, passa ana e .iinheiro
a frete at 1 ho-a da tarJe do dia da par-
tida. __
ESCRD7TORIO
o Coa da Compankts Pernambucanc
n. 12
Biill lili oiHI FKLH IM-
As encommeodas serao recebidas at 1 bora
da tarde do da da sabida, no-trapiche Barbosa,
no largo do Corpo Santo n. 41.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attengao
terreno foreiro a D. Gasparioa dos Santos para a clausula 10* dos coobeciiueotos que:
O novo e esplendido paquete
]Nile
Commandante J D. Spoener
E' esperado dos
portos do sul at
o da S de De
tembro se guio d o
dppols da demora
necessarii par
Lisboa, Viga e out iam?'a
N. B.Previe-se sos Srs. recebedores de
mercadorias, qae a Companhia Mala Raal Ingle-
sa, coolractou com aGeneral Steam Navigation
ompantom servicoda vapores semaoaeeqoe,
Cartlndo de Bordau. Cognac, Coarent, etc, de
vem ebegar a Soothampton a lempo de balde&
rem as cargas destinadas Amrica do Sol
para os vapores desta companhia.
Da casa tarrea n.
miogoa Thsotoji
4 aita a raa do Do-
o freguezu du S. Jos,
1 1 porta, janeMa de fronte, salas,
2 qiartos, cosrofaa esterna, poqieno
quintai mar. dj, e oiC'mb.. meicira
base offerta do 2.702(5000.
Qniula-eira 5 do crrante
AS 11 HOKAS
No ar aseffl A tQf d" ''.'arquea
de linda n. 48
O cgentfi Grusm^o. eutorisado p>r man-
dado do 11 o. Sr. Dr. luis Sabstituto do
Civel na jrisdijSo parcial ev-r a 2*
leilSo a requeiime;to do Luiz Felipre de
Carvalho invei.t-nanie dos banB o finido
psdre Albino de Carvalh > L^sea, a cesa
acma rocr-Cionada, pode ido os compra-
ex .i. i:;, la.
Agente Burlamaqui
Leilo
Sexta-f ira I de Dezembro
AS 11 12 horas
No armazem a ra ao 1 perador n. 41
Do um bom predio om sel* proprio na
ra Impert, h- jo 89 n 1, oom bons ootr-
modos.
O agente cima por mandado do Dr.
jais de direito de orpbScs vender em loi-
11o u u sobrado do um andar e soiao, com
estabs'ecimen o de molhados no pavimen-
to terreo, com jaaelias m oitSo e comino-
doa para fami'ia, a requerimento de O.
Elisa Monis de C*rvaHrj.________________
A-gente Britto
Leilo
Da mobilias de junco, girda "louca,
camas, comm-.da, louoM, vdsos e catres
objeotos.
Ra de aula Rita n 9, i*,
aadar
Sexta-fe,r4 i de Dezembro de
\m
A'S 11 HORAS
t
i
1

^






...
.




- V

I
I
-*.-:
ssmBs^-
I mam i
_


' '

Diario de Pernamhuco Quinta-feira
Novembro de *893
.&j
2.leilo definitivo
Da armado de amarellc envidragada, res
to de gneros e utencili s exiitentee
oa Uverh sita na travesaa da ru* dos
Giiarirapes o. 2.
Sabbado 2 de Dezembro
aS 11 HORaS
O agente Ounmfo aotonsado por man-
dado d III m. Sr. Dr. Juii do 1 detri-
to municipal e a requerirreoto de Fraga
Bich* & e Cuata L.ima & O levar a
2.' leiHo o estsbeleeimer-to cima perec-
ente aos expcutaoN s Barroa & C ,. o qaal
era vendido em lotes a vi nudo dos com
pradore*.
AVISOS DIVERSOS
Prdi-ie b -r. Sbuus I i i a carifiro do
C.rreio, que veuba a roa da F.ima d. 109 res
titoi !...______________________________
BOA MORADA Aluga te o 2- aodar rm
de S. Jcrge n 139 coro r goa.
Umi senbora hai.lliaia ao entuno prima
rio e n-coniiaMo, mo-ica. c>Dto e piano, se pro-
pOe a er smar em algom rollegio e roepmo em
alfom eogeoho perto da pr-c e Itnba frrea.
Para imform;c.j aa roa 1. de Margo, I ja Gra-
ciola. ___________ '_________
Precisa se re om criado ap 11 a (4 aooos
de idade para marinados, na roa doDr. Eparui-
Dondas dp Meilo n 1.______________________
Precisa-e de urna noi-r que nio Stja
moga, para roidar de 4 creaDfas, iraiar oo
Caminbo Novo o. 106.
Precisa se de om erado para sitio ; tra
tar oa -oa Duque de Cama* n. 53.
Precisa-8e de ama ana Dar
trat r na roa >ia Imoe'at'lz n. 16. 1-
GRAND.F
HQTBa GfliIBBIU
Rea Larga 4o Rosario ns 2> ( 31
Telephone n. 151
Macoel Garca, conhecendo a inadiavel necesidade de qne escentia Bflta
grande capital, sem poupur saenfie os e dcpeaaa, acaba de fundir antigos botis
COMMERCIAL E CNGRESSISTA em um grande esUbcleoimento om hospedar
ominando o
Grande Hotel Commercial
All eccontrar o publico percambuemo e os Ilustres viajantes, alm de beno
reparadas comidas, beb aa finas e NMMu, urna bem moneada e descont hospe-
aria, com todas as prescnpcBes bygienrcas, a par de no gervico completo por parte
o grande pesso&l da que dispSe eaae importante estabelecimento, hojeo primeiro em
en genero .-.oto cidade.
Montado com a rosxima descencia, dispe o GRANDE HOTEL COM MER
CIAL de um aalSo de recreio artistieamette preparado, onde podem i er realiaado
sequetes.
O proprietario deite este-belecimento pede a visita do publio Pernambacano.
GFANDB HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Hozario ns. 29 e 31
' 1 1 Bl
CARUOSO 8-IRMAOS
ftua Barao do rriumpho ns. 100 a 104 e ra
do Visconde de I tapanca ns. 22
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 oavallosdos melhorea fabricantes
CALOEIRAS multitabalares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhorea do mercado.
TAIXAS de ferro batido cravrdaa caldeadas, fundido de todos os tmantos
RODAS D'AGUA p> ra cubos do maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares He diversos tamanhos.
CR'VACOES duplas e u > s de fornalbas para assenta.meutoa.
BOMBAS DE REPUCtav> sem sola, vlvula de bronae.
CHUMACEIRAS parafuaoaeo mais que se jps dasej-tr ptr, Mafritos,
a de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONOERTAM toda e qualqaer pee* da machinismo tanto de fer
andido como batido-
EN 'ARREOAM SE de mandar vir da Europa por eccommend*, mediato hd
ummiss&o rasoavel, qualquer machinismo e OONT ACTAM cpparelhos para Us-
as, para fabricar Je 100 a 300 sacos de assucar m 24 hoias.
Obrigam-se a montagem dos meamos e r*aponsabilism*se polo bom trabai'
e tem om hbil eogeoheiro ;.ng!e onito nratict, alm de dos um oa soc.
a huiro,r
oienmo
andar.
Vendem-se o*, areolas n 5 a ru do Toynti,
e 18 roa da Companbio Pernambu '?n* esiao-
do este com as paredes internas arruinadas : a
falla.'coro o Sr. Antonio FaoM'nn.
Teodo sidu perano o mnete de n. 20,089
da lotera do Paran, serie 29 da leteria 2, e-
couinenio i* ca-as de bntt^s qae nao pague
seoao ao -eu competente in o
joSo Manoel Ramos.
SABAO C1H&4TKVO BE UI7TS
Tumores cravo. pelle vermelha, spera e oleosa impidido on curado
jor o mais grande de todos os aforaiosesdores da prlle, o Sabfo Curativo de
rienter. Produsa a pelle 'ormosa, branca e clara e m5os brandas; abcointa
neute poro, delicadamente medicinado, extremamente in-ompa'avel como
*ab5o para a p'lle bem como do toucador, do banbo edoqnartodascnaacae.
CAUTELA.Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrara de Barrlay IKB9ICRVAL
B PAMA
mmi
Atten Exm, Sr. Dr. governidor do
Estado
Diante d'essa ooadra toda diffiQuHosa,
devido t3o smente aoa caprichos de meia
doiia de jacobiaos v>rdadeiroi especu-
ladores, e qae nos arr-staram a este peti-
goso e nefando estado de uouaas, somoa
forcado a traser ao conhecimen o de V.
Ezc. um tacto que exige as meis serias e
urgentes provi lencias.
Existem diversas casas de ogatina.onde
se dSo quotidiansmente as scenus mais
tristes, ; alo rrubo a mao armada aos po-
bres incautos que tetm a infeiicidi.de de
serem arrastad s a tquelie medoobo abyj-
mo.
Ora Exm. Sr. o nosso Cod. Penal tem
disposicSds bastantes rigorosas em seu
art. 3 para estas casas punindo assim
es seus autores, por conseguinte creio
que da competera da polica lancar
sna> vistas, a fim de ev'tar qae este foco
de lodo nSo continu.
Temos pro eitemente mais urna cas-
de roletas, e estas ontSo aSo es veidadtia
ros qoe depennam o pnbre, e nSo t iato,
um ponto de reaniSo polines, e que
tratara de dscutirem o que nao teem para
ato compelen, a, ceneurando a todo rao-
me ti os actos que eman^m do poder
esmpetent?, e bs]a vista para urna jue
temos na ra d > Imperalor, s'a com es
pecialidade, de tal forma, qoe n2o guar
dam o menor respeito a le, pois a di cas-
sSo e o jogo t5o tremendo que procuram
cha ar a atteocSo dos transentes.
Portanto, pedimos e aspeamos de V.
Exc. toda e qualq-ier pruvili-ncu u'es:e
sentido, a fim de cesaar tamaoho abuso ei-
to ao noBso estado de coosas, taendo
Com que respeitem as nosxs leis.
Os tra- teuntet.
Como remedio da Estiicao Calmosa, Poriticador dosaogoe, diurtico,
aperiente, nenbum outro appeUidado deporativo ou saisaparrilba se appro-
(ima sequer ao Xarope de Rauter o. 2. ComLina qoatro rancies proprieda-
iss em um h0 'emedio, opemnuo a uru tempo sobre os orgos digestivos, o
langue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutrahsa xpolsa pelos canaes intestinaes. rlus e
oros da i ene, os gerirens nocivos, i^oe flnluam do eangue, na urina e Da
aDspiracao.
n HBTLHOB
PURIFICADOR
PASA O
AHOIE
PEQUERAS PIRULAS 2^E &UTEH
Pigado entorpecido cora-se posilivamente com estn plelas. Ellas
aao um remedio purgativo livre de perico para o bornea mais fraco, to bem
como bastante activo para o bomem mais lorie, e nao constipan! depois; pula
nvi'.o geral agraaa a todos que as osam. Sao as oilulas estandarte da
itssao medica dos Kjlados-nidos. Sao as menores e mais lacis a to u
Quareotaem a
PARA
FIG4D0
TBlCOFao DE B: &RT
Urna preparaco elegante, extremamente perfumada, remove todas as lm
jureas do crneo, prf sarv.'... c cutara ral vine e cabello cimento ; faz o cabel-
o crescer espesso, brandjb eso. Infellivel para curar erup6es, doeocas
la pelle, glndulas e mc::ulos, e cara raoidam corladuras, queimadura3,
cridas, terceduras, etc:
CAUTELA- N3o oioc pera cada ras'o r marca registrada
PARA O
CABELLO
4 PELLE
depositarios destks pboddctom.A companhia de Drogas producto? chimiosa
Raa Mnrques da Olinda n. 23.
Casa de commisses e repre
sentages
88-aHA M 891 888P-88
EXPOSICAO
DE01I COMPLETO SOBTIIENTO OE
CATLOGOS 3
ie innmeras fabiicas de todos os niizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercaduras,
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCRKOLIM o raehor do
infectante econhecido.
Deposito da betn conbecida ODONTINA d<
Dr. H. Rirdet.
Ao commercio
Os abai'o asBienado declaram ao comme'rio
e a qtjem interessar possa. qae de de Outubro prximo pas?ado, dispolvprem entre
si e amigavelmente a so?iedarje qne pyava nes-
ta praca son a raiao social de Caoripo^ & C >-ta.
com egiabelecimectj de bpccos a ra do Conse-
lheiro Peretti o. 48, retiraado-se o socio Alioo
Teixeira Campos, e Orando acrgo do soco
FraDrisco Ricardo da Cusa o activo e passivo
da roesma firma.
Recife, 29 de Nove-nbro de 1893.
Albino Telxeira Campos.
Franci-co Ri-ardo da Costa.
Gafxeiro
Precisase de um caixeiro de 11 a 14 ancos,
coa) pratica de mo'hados e que d fiador ; a
tratar ua ra do Capita Lina n. 15. Saou
Aotaro.
Criado
Precisa se de om ciado pa*a cempras e man-
dados, jar ineiro e m->is serreo de ca?a (*a la-
milia ; na roa da Soledade n. 29, cbalet, entrada
pelo oao.
Alu^ase
0 sobrado d' Poro na Panea roa da Ma-
triz, c-im accornmorl?c689 nara grande familia :
tratar com Kaiofl F reir d.8 8anlos Braga'
i roa do Lamarao, tavera-i.
'Venderse
Um boi toorioo. no^o e de boa raga, e algo-
mas vaccas prenbes e prximo a parir; tratar
na rea de Luiz do Reg n. -0, Saolo Ao-arb.
Caixeiro
Preciea ea de om caixeir de (6 JO anuos de
idade, com pratici de molbados ; tratar roa
do Rargpl n. 53._________________________
Aluga-se
O 3. andar da sobrado i roa do Imperador n.
36, com agua, e lambem a casi terrea da rus
CapitSo An onio Ce Lima o. 26 ; t'ata: na rea
MarquT de Olinda r. 8. rHbosfcpMa.
Attengao
No becr;o dos Perreiros r. 6 p'fp.ipa-ee de per-
feilas rottoreiraa.____________
Cosioheira e criado
Preclsc-e de urna ama cusinbera e de om
criado i tratar na roa Duque de Casias n. 56 e
58, loja. _______________
Ao commercio
VENDE SE om es'abplecimet tj de molnado
em um dos melba'is pintjs rJeata cidade, pro
prlo para om prlociptaote que deseje se eolio
car ; casa muito acreditada no retalbo e bastan-
te afreguefda. O motivo deeta 'enda por
cansa do dono ter de ret rar se para fra : que
pretender dirij-se ao pateo do mercado o. 61 B
qae enTBtrara eie magDiflro pptareledmeDto
e o dobo para fuer o n-gocio.
llB : lim11
Liquidado
O liquidatario, tendo resollido acabar
com as faz^ ndas existentes na loja cima, con-
vda o respeltavel publico para fazer sua s
compras, visto empreo nao havercompeti-
dor comoabaixo pro va:
tamires arrendados, corado 160 re'S.
Napsuck de cree fixas, o covndo a 240 reia.
Flenellas para vestido, o corfedo a 480 reis.
Voile amatieado de 13, o covado a 1|5000
dem gurgorina, o covado a 800 reis.
Linn com bo'las, phantesia, o covado a 800 res.
Linhos de cores lisas listes, covado 400 reis.
Es>ui3o de linbo pardo, covado a 500 reia.
Le.ncoa de pbaotaai a 26500 res a duzia.
Ricas fronbs para noivos, par 65COO.
Fechs de !S a 21000 um
Orande sortimento de chitas, covado 320 res.
Brins fitos de cores, a 600 reis o covado,
tamisas de flanella, urna 50UO.
Ditas brancas, urna 5>0t.'0.
A'sim como muitos outroa rticos que f a vista.
Setim avariado, b-anco a 240 rs o covado pech'ocha.
Ricas cortos de vestido, em casimira a 255000,
dem em ZeferoB muito elegantes a 15|>CC0.
LenyoB f*e cores a 30003 a duzia.
Pa no fino para rcupa u 2|000 o covado.
Aproveitem est se, acabando.
Aproveitem, a liqnidocSo est a fiodar.
LOJA DO POVO
MkDOT0RR4D0R
3Ra Duque de Caxias43
Vendas em grosso earetalho
Os proprie<8rios deste muito acreditado eptabelecimpnto fazem publico a todos seusfreguee
tes e amigos e as Excmas. familias qne acaban) de reetber um completo eortimeoto de fazenda
o qne ba de mais rbic e moderno e oo
Torrador
.A. SA.BDSDa
Ricos VfstldoB em cartSo bordados a >Ja, lia. as ca.biujiras Jarradas e com ramageme
bollas de s a, lindos de?enbcs, um completo sonimeato de f las com ramagem e listras bonitos
padrees e precos baratos em rande sortimento de tecidos arrendados bramos e cores, sdae
escorezss de mci'0 gosto em ceres divp'tas, um grande sortimento de tapetes, lindos deseobos
para sopb e cama de alcatifa e aveiudadas. mantilhrs de Ja e de linbo pretas e de cores, meia
pira horneen e seoboras, de t a e lio de e3Co: ia, cspardlbjs pretos com tJa, braocos e de core
fechos de seda e iinio lindss cfre, camisas para bomem, de dormir e camisas para seoborar
salas bordadas, amizas de meias e emolas para bomens paralioos e reumathicos, cortinado?
pira cama, toaihas e linbo e algodao, brancas e de cores, cerouljs de linbo e de meia, vismarioB
para cr'auQa-, grlnaidas para casaaieoto, ltque; atoalbadua de iinbo para mesa, braocos e de
cores, goardanapos dem, dem, bramantes de linbo e de algodio, fazendinbas de phantaea,
camisas de linbo com peito bordado, madapolS? Ba-Vi^ta 124000 e maltas outrae qualidades que
vendemos por prtcoe baratos.
Dm completo sortimento de camisas, lindes padrees.
Tambera lomamos encommendas com brevidade e perfeicio
Depsitos de roupas e amitos cat:os artigos qoe diBcil se descrever
S ao Torrador
Lima Coutinho & C.
Contina ? manter em seus depsitos compk. t i amento de utensilios para lavoura ven-
eodo sempre por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOR de diferentes systemas e tamanhos, de Robinson e outros fabri-
cantes, e de i a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para ruticcionar com o fogo das for-
oalhas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Comisb e ypo ocomof.Ta para uaccionar com bagafio e eooa .
RODAS para agua.
BOMBAS de motuo-con'inuo.
MOENDAS e meias moenaus, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diferentes systeinas.
CRIVACOES para fornalhas.
MAI2H1NAS nara descarocar algodo de (4 a SO serras com alimentadores e empastadore
rontade dos agricultores.
Fazendo parte da direcco de sua fabrica o Sr. emienneii'o Aus^usto Clark, vantajosa-
Aente co uecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de montagem de graude numero de
usinas fu cionando neste Estado, incumbe.m-se de mandar vire erigir garantindo a produeco e
qualidao a8sucar;
ARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DlSTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
Pequeas fabricas.
52-RA BARIO DO TRIUMPHO-52
ja
os
casa
P3^
D9
ca
SmM. MASmiTDET>EV> 5
111
RA DO VISCONDE DORIO
BRANCO
ANTIGA DA AURORA
111
^

ora
O proprietario deete eetabeitcmen o dosejndo tornar bem ccchecidc, do
blico t do commeroio em goral os productos de Ba fabric .-strahfcos do Caja Aba-
oazi, Oempapo eoutras fructas de ifHi flora, cujas fnrroa'-s e rrodo de preparado
foram approved a pela Inspectora dt Hygiae deste Ettado, vem apresentur a Is'k
iob ditos productos, que uda c'i.-. <"-> s^ndo confeccionados com mais perfeiyau o
aceio, conservando de modo arpeo* toda pprte medicinal dos respcc'ivos fructos.
Alm daa "irtudes medie" a dos preparados da rnarca sapra, qr.e tem por
base o cajo e genipapo, com sej .id i.j vinhos, licores o cgneca, que j sao perfeita
mente conhecidas, aobresae audu o sao quutidiauc que dalles se fez iembrar por occa-
siSo daa refeicoes diarias, como bebidas de cheiro e sabor 6grad dar, pr:ncipalmente aa pessoas qoe e ffrem do estomago, .ir.emia, sypbiles, moleati3
pelle, etc., etc., provocando ao m^smo tempo meihor appetrte, os viuhos finos que se
diating em por etiquetas de um at t es A, cima dos respectivos rotlos.
VNHO DE CAJ' de diversa qa*ttda4a,ai BaTii, Ancoreta e em caiza
duzia de garrafas.
DITO DE ABACAXI de diversas quahd^aosem b%rr!, ano-reta e em oaisa di 1 duaia.
DITO DE GENIPAPO de diversas qus!idr!a em barr-.', RDOarsita "emcaixudel dnr.ia
LICOR DE MANGA E DITO OE LASAN*A aa 9 1 dnata do garrafas.
APERITAFS de Caj, Laranj i e do Genipapo, cm caiza de 1 duaia.
COGNAC DE CAJ' em c.iz- de 1 dsi.
CuGNAC DE LABANJA E DE GENIPAPO em crz de 1 daaia.
VERNOTH DE CAJ' em caiza d-j 1 daaia de ga raCas.
Vende-se tambera os productor olma em oniza de 1 duaia de garrafas sorti-
jas (ama de cada qaalidade) pelo preco de 1840CO liquido, ou a ventado do ooapia-
dor. D se preces oorrentea doa prcdjMtoa aoima.
Doce em ca da, s*ccj e cryct! s-d de caja, ab-.oazi, Uranja e outroa cen
t
Donalntoa Ferro ira da Silva
Manoel J. Perrer na S Iva (^ eute) Hpnri
que 6. Loureiro, Faoielioo D. da s. Jnior,
Homodldo da silva 6. r ga e Jof F Luna
i-gra:ecem a tolas as pesioaa que se dUnaram
d acoa p de fea prendo fllhn, podo e amigo, Domingos
Perreira da Silva, e coovidam as mesmas as-
siatirem 11 :ui.-?as que mandam rezar por alma
no fi'ia.';-, 8 borae da mantta de sex a feira i
de Detemt'.'o, stimo da do -ru fallecimeuto, ni
igreja do Esnirito Santo ; amecip n-o os seus
aB' Fraooiiro de Paula e sin*
i. ntiiversario
tGailbermioa Porto Silva convida aos
prenles e amigos, e aos do s o OGDQsj e
csqueci *o marido o piedoso dever ue as-
si-tirea; as mistas que por suMrra ferio
celebradas oa matns da Bi Vi-i, s 7 1/2 ho-
ras da mauD do da l.o se D-sembr, coofes-
pspdi se rtrp-u. j t r-rl- i
lir. Antonio fiarla <.e '.irlaa
TVeveo
tA sociedaoe de S. Vicpn'e de Panto
fa i celeb ar m as 7 no-as da maiiba, as >g eja do Pa-
rauo, urna mise em fiIT agio da alma
do sen pranleado conf'ade e rm doa
fondadores a mema sociedade, D- Art ci
Mara de Farias Kove?. Par esse acto de cari-
i a :e e anizade rho convidados todos o* coofra-
rlea IH'pmp e rm'prn do ti"- do
Precsa-se de urna ana
de lite, de urna copeira e
de urna ciada para tratar
da roupa de cranlas,
tratar na Capungara
Joaquim Nabuco n. 61.
Ana
Prtcisa-se de urna ama
ara en^oinrrar e tirata; de
quartos ; no 3o andar por
cima da typographia do
D ario. Da ra Duque de
Caxias d. 42.
Ama
Precisa se de urra ana para rosinbar e com-
P'ar, para casa de om* t oessoa ; a Iratar na
rna do Livrameoio o. 34 loja.
Ama
Precisase de uoia mu'her .e b.ns oslcmea
para servir de acra a rras crlanga ; i t :tar Da
ra do Cabug o. 14. de mel da at 2 horas,
ou na Casa Porte n 8.
Amas
Precisa se de tres arras, fer.de urna psra co-
sinhar. outra para lara- e eorom ^iar, e outra
para tratar de doi! criareis, t quj d rrc2f ern
a de m patSes a t a a- na :n* do II ispi
co n. 43.
Ama
Precifa-se de ama ama par.i e< mprar e
coainh^r, ta raa do, Imp'.'ra'ria n. 2-1,
l1. and.^r.
Ama
Na ru1 do A'a?3o n. 30 precica-fe de orna
sma qoe consinbe bem, p3ra caga de r-cqaena
familia ; pa^a-se bem.
Ama
Precisa se de orna ama que saiba COfitobar,
"ompar e ma.i servicos para casa ie uu:a pes-
soa s t- qu' liju para dormir; bors informa-
q6?s de si condud roa Pacl'no Cmara,
Camtoa do Ca.pio n 8 andar.___________
Ama de cOiJia
Precisa se de ma que cosinbe bem, riurma
em casa d>>s p^trOes e queira ir pira Casa For e ;
a t-atar na ra Ja Matriz da Boa Vnta n. 18,
segundo andar.
Ama
Precisa se de urna ama ; rna do Padre Fio-
riano n. 52.
Precisa se de orna cosioheira, tratar qania
Uarj a Vctor. 5i, na an'ga a^eucia dee
moveif.
Caixeiro
P-ecisa-ge de nm rspsi qce tenha pratlcade
faznnda3 e dando atiesto :o de sen bnm ccmpoi-
tameoto tratar n loja a- fuzendas em Afc-
gados.
Bom ii goio
Traspassa-fe a venda e rancho sito s E trada
Nova n. 85, Zumb, c nbecMo pelo rancho da
viuva Villa -eca, por motivo de tei
rieen'e, e bom uegocio
a roa o Csbug o. II
eu doeo e^tar
a tratar no.-eemo,ou
Venic-se
Urn bom terreno no arrabalde do Chacn, com
1:aa frentes e aliceices para 3 ctisas, urna boa
caci aba com ex elln'e agoa, perto da estagao
-la Casa Fjrle, tres m utos pa'a torrar o tram,
e perto do to ; tratar na ra da lApcraliii
numero 12
Criados
Precisase rJe criados que sab8o 1er e er:-e-
ver para tr-balfao de fabrica e i'rna zea ; & tra-
lar na fabrica de vinho de cajo' rm d-j .Aurora
numero 111.
Destilladur
Precisa se de um com bastante ptica, tra-
tar aa fabrica de Vinho de C j, cm 0!n n, da
Uadcira & C, on roa de Mariz c B -. i. 14.
al a boa to
33.200
Pede se ao Sr. Sebas'iao Ca'neirn de Barros
Carap lo loobeci-lo por Baixa Gran Jt o faor de
vir fu mandar iqodar o negucio qoe. nao Igno-
ra ruu N'-va n. 16. pois j fa.i.i lodo-.
criada:
Precisase de una ^ue
seja preta para andar com
urna crianza, ru do
Paysand d. 19.
:'


.


SBBBI
HHHffl 1
I ai "
.-..-.-




Qu.nta-feira 30 >u. Novembro da 1893
3S OXJT^IOS UPX'JNTS
L1DGERWOOD
Sedea d'ago
iorbiuas
I.............. de Surrh
MueL.d da Cacti
" inhot dfi F"n
viradores
Biuoid ti -, C ndcoCoir* Cetadofca li vaporad-ras a vapor Defecad >rea
arfe** sfHto, Vacutos e todas os iraobin;: tD's .erle- octer- ao f bnoo do ao AT, e
3 *":'.^abutar p:ra qoptirar b'.:g.cp <-u cpscb de et-. Prensaa Hyoraulion
a de tolos .a tanaotWa, Oree-roa lydrsi Leos par levantar agua, Arados dt
rAaMr atibe, etc. etc. Eiget.ro completo de labric-r arict-n e engenhn completa
b i' filiar rn a
(Jerrtaaa de s I a de borracha de oiialifade sopericr. Ole eaprc-wl pa.a
acvii"S. Prteseos o pegraevrJpaa p&ras B.aeho..
95-^a do Ouvii-T"5
SI (HuI?
4 e 13--aa da ae13% e 136
Litlgrwood Mfg C?. Lima -
-
VIGOR DO CABELLO
DE AYER
reparado f bases setcntirica*
; pliysiolo^ vas para o flm le
'Jiin-iflarot cabellos, restaura
dr, impedir a queda, e prnmo-
ser aeu vico e abundante cresol-
tent.
Kstn aparada e cxcelleote prepnraco,
.. i;. ata vida v tuclbor remedio at boje
"vi'.vMn |iara os differentes defeitos da
i'.- inflan. irr'i(T ri luttma attencu ti
ixiu." iu pcui"ja> que t?ra tido a infcli"3i-
>...: ilc p.-nJei ana parte-este mais rico
.TfL-iniii:!!' natural ta physionomla.
i'oii, 11 en Piiipreg intelligente tcm-st
iiticguido resultados realmente sorpren
i.-..:-s i:in multoe casos, porm aio
.(nipre. n pmprfa cletele tem sidocuradt
permunoBtcniiata.
Sempra se cuagua fazer parat a queda
;,,.. cabellos: i.'ni<|uautoqueparaoj>encee-
u .lap senaj**, S o objeeto mais ut
agrada**] qie se pode etnpregar.
UKBVO re.ut
>;. J, C AYER & CA.
1 mIi, Mass., tvsi.-1'iiidtt*.
> eua aaa Jejas de simarinho e pe?-
knartaa
OBPOSITC QKiUJ
Caj* afoacax.s e jam-
pa bo
toiira H 0'3 e QL-ilqiV r quDlitate 'r f'u ; na cri)n''e inores de vinhi.s n?turaeh
1 nr--9 1 m Oliidld? Ma Pir &C,
Vende-se
DAS ITBILUS
36 e 58 Ra iuque de Caxias 56 e 58
Sendo funde uno resolv-mo- vencer rom grande dif-
ferenc, e p>ecos o- rticos seguintes :
lAHA OLO AMERICANO. te coofeeco a 101010 a pega.
EL1M DI-aGONAL, tec a ts c.- b, 240 ra. o eovadc.
VOTL S W 00RK3, I ni..8 drseibos, a 200 r-. o C*do.
CXTTAS 'LARAt e escarj-s, boa ..u-'ad.-, a 240 e 320 o cerrado.
rOALH S D LINH )adsmr>cad-. p ra m-aa, t 8JO0O 3 05 ua>a.
P*NO A COSTA prn meta a 160J o eo?ad.
-CVS .VIHAS PRhTAS p de edra, pura 5, a 3i>00 e 40OCO o erraf).
BSIK.-> Da COhS ameiioii-, lindos pdw-B, a 800 e 10000 o cavado.
3B BaNHO rfe Imhn 20500 a -r.ra.
XfeTTON r NF: TAD ) para coatote.'S, a 6'Ora o evado.
PLAN ELLA DK A GOPAO e 12 dvde 5(0 1$C0 o cavado.
GANGAS fc.N'A;NAl AS pan C'bert>8 240 r*. o e< vado.
NWS LINDOS pir8ei psra eobert, a 50') e 6 10 ia o cov.do.
FAH.E L)K VICHY, pa4i8as cln e moder s. de 80.) a 400 ra. o covdo.
CttETON S DE '. a QU^LID VDB rico r;.dr8-s 500 e 600 -s. o covado.
a DB LINN rcm *. d -a seas p rtenc-f>. de 18^0^0 a LipOOO.
LAN? D ; LISTf'AS de -:03 a 240 o cov.de.
S SS ZaS e!ar a o escur, de 10000 a 00 re. o corado.
tDANAFOS 8 3 000- doa.
3< TANHA PINA 65000 a .-f 3.
IANTB TR \* 9 VDO 4 g^r-s a 15400 rs. o tretro.
71 no HA hSSIA, ulii a rn--'a, .i 1$2'X) o r-,^.-i ..
.aET S3 : ISOrt d- t d.a c t s, l|000 10200 o co-rd.<.
KT'S >E CASIMIRA para bo^em a 75'!l!)cal* um...
S DE I lindos pfdiS-a, do 15500 a 800 is. o ojvado.
t,K;. SD' 8KDA do .! r. > 20400 a cusi*.
CQ l>ri SEO* de c5 c, a 1$ *Q, 10500 e 20OCO o par.
3 HKSPANH >L\S d seda e algodao, tois a: core?, di 3|300 a 8.^000 rs.
i t.-".
IOALPAS p;r.. resto f. 7J0:.0 a dcea.
REt-O S < m vclh -9, pr U e e ooioa.
IEN'C' O OroOOi reoHadta.
BIOv S b "-os e de cur b, d 10500 ; 2051-0 p*$a.
CK7R ICO .S de v^dri'boa para ves i i., a 8'W-J ( 3J003 uno.
.v.S p ra ia:-ri a, crsty -. c.th' n-ra.
A'as dsa nercerforias acroa mtac-i.riadas pc.sauo rrsi a L JA DaS ESTbFEL
iAS '05 gri'Ce depcsilo dea ceguiotra r oi:
,- graodea da tod..a rs taatanhoa.
'D?!3? pe Caraaira. psr;; vacra.
^eqtii-: ameiicanta.
Kosoo i'Tos de todos os tatrsr.l 03, br. n ( b o de crea.
I a, taoetaa, jui^e ttc
> ocres ar. j i el .
'O. brtocos do croe '
Jpassjei He cores arrendado para cortln s d.i janell, li^isiioioa deaet his, a 10200
0
esees ar-ijia wtn&t a Lj* e Afanata d*' Fstrel-p por proc sera com
Urna HVfDi o'tai do melbores pantos rta
B a Vbia : pra )nfo'm?6 8 no pa!eo dj Li
iriditnio d. H.
h
uarassu
Ne'ta e re ncj-h villa, uxa das aelbo-fs do
Esa o d- la -ui i U'u dtsianc a da - IlBOM
a<' e cesta rrpi'al, t q' a< B'fi b'evurintf
ligan po-esiradi de f. rro, ioroDdo se p.ir
e ie ai iin- dos fi-os roelbo'es arraba>de ja
te' s lattridarta ce tea hmw p ja pela ubon
if>D ia d- f'url-.s pfixe, atua pcthV I, etc.. e
on-e o cmij r.lo prometa fi-.'i nvolvpr se.
nirteni--" pr bariiintoM p'-co ieis rasas.
H'io q a'.--) pr. P'^as para regmencia d-lni.i
'ia e fioas p^'a ron (dtcio, oma dar qufes C003
rira(l* r.'-rhi i-a pra eslabf lecimeuio de dili
ice: das. r*a xa Je rap m f C-rrao ; a tal- r Da
-r?g- 'o H'rvl n 3. a^oiaz^m p naalf-na.-s,
oniie ser rae< otrado t^iilim taede soriimpn-
o q a lo ne:essario pira edifica
i.fS.
??fe
rJO e
58 R a I
uque
TELEPBONE N. 210
de
Caxias
m e 58
FOlHETM
14
.isaisHsifLi
DE
POR
A. S'JRJILLS
SEGUNDA PARTE
II
( ".rtiacao)
SI anroont da despeda, uj r:-c-r-
4&a a-nda lhe. er trate, Rosita ibracara
O Bftt arlva^or, corno a uro an o e a un.
afivo. Agora, que eila, Mlle. c'A'by, j
lio ra a tyro'.a a de outr'ua, qae aever
faa iap^nhsm as ocver.icncias acciaes ?
^i*4 coi vioba pr a auu attitoda em rala
go ai 8r. de Biran ?
Eram os pensampctoa qno bo agitavam
oo cerebro de Yolanda, qaaodo o irem,
nm rpida carreira, se approzimava da ei-
iade i~>i Ceaares.
Maio -pppravj os v:tj titea do bote!
principa! de Rom', oLde tioba esooibido
dfoae Qoartos.
A o rev.r o seo fiel e dedicado fcmigo,
aqeeceo se Mllo. d'Alry des graves con-
miorb^Z-i que tisera. E com effusSo, lan-
goa ee- bs nos biayos.
O Sr. d'Alby, que nSo perdia um gtsto
O diplomata, coroprehtr.Jt u que sua fi'La
ara re dude ramete amada.
Hj da imjiediatd, o addido da lopacao
jajBBto cedo ao hotel em qae se tiobam
b speHado os v.jctes, o tonvidou-os b
vs tureai oa pnneipaes nao'.aiiieatcB d
graude cilde# que oro caaipo inegotavsl
tornee so bomtm de estuco.
Abisic. de S. Pedro devia necaa.a-
riamento ser o pnoio.ro ponto a viaiiar.
A' chega'em i pray*. contornada p..r
du9 files de colu naa, q 3 awduzm ao
temp!o marawboao, obra p i na de Brt.-
njpnte, ds Migue! Angelo e dos maorp
artistas da Italia, a 6lba do Sr. o'Alby
Ben'ii qn> eeas e bos ati er cbiaBJ d lsgr!-
t>as e que aua alma, potUr.-ida em mud-.
ad r-c"iO, desabrocbava como um bello
yrio ao contacto dna raios d> sol.
eada que rto-tra a oocamunbao, era
::n> d -s tra'a ardeniea vetos de Yolanda
coribecr o graode templo.
Foi coro om pr' f'i' do Eentimento de
respeieo que ella galgoa a cacada mrgis-
tial oue c accesso ao prtico, sob o qoal
te abrem as cinco portas desta igreja ma-
geatosa.
O corjunoto barro(.rioo da arohtestara,
bellesa do* roarmores esculpidos, dos so-
berbos moaaiooa. corresponde s secretas
itBmdades de notsas almas, em que se
grava b ljmoranQa itumortal dessa iudisi-
vel KraodeB*, onida ao teotimento mais
poetioo e maia paro da arte onriatS.
Depois de loogas boras, que ahi se de-
morara, dingiram-se os viajantes s
margeos do Tibr, de oode paderam admi
rar o sol no 000-8", que 6 na patria de
Danta apresenta iSj deslumbrante as-
pecto.
O campo, alea da cidade, se Ilumina
de br-lbaotea c6res ; ao redor das collinas,
fachas eiaes e r5aas se intercalara, enchen-
do o hoiaonte de sombras vaporosas.
Dons dias m is Urde, o Sr. d'Ambert
chpgou a Roma.
8edoaio-o mmediatamente a belleie n-
gehoa de Yol .oda ; e doplamente se sen-
I to elie o militar por Ur eoocorrido em
Especialidades, Numeradores de metal carim-
bos com e Bera dala, exeelsior. marcando com
2 cres, lapiscias, automalos, rclojjios etc.
a cusa no teio agentes que percorrem as
ruus.
Pastas de pTgaminlio, que servem de calco
para escrever c que tem a grande utilidade de
nio deixar toar mo, sobre a qual se po-
derao lomar notas e fcilmente limpal-as :
5500U caila.uma.
I equenas lampadas instantanenes dealgibeira
(Fcm precisao de ros foros) com spoletas de re-
serva syslcma modernissimo 2a000 urna.
I Veade-se a Ra do Vigark) n. )9 !. andar
Rcci e.
arateira liilipson Apparelho
de i> gmr B*r i e outros in
sectos.
I -; ni.- Brnslle ra n......
1595. l'.-p i ii> \>ti> mine
r. I300. Registrado em quasi
todas as repblicas da
America do Sul. Prego
de cada um MOOO. S
e lime venda em
srosso e a retalho para
.to > Bri-sii c Re-
mblica Arfjentina.
Ra do Vigario n. 19 i. andar
PERNAMBVCO
H PHILIPSON, INVENTOR
restituir ao sou pai e soc edde, a que
de dirolto pertencia, aquella creatara ideal,
qe pareca ter (agido das telas de Buu-
goereaa.
Infelizmei 'e era o t^o de Mario porta-
dor de urna desagredavel noticip : a ma-
drasta do Sr. de Oirn havia decidido o
ofi do ensenheiro a paas-r o invern pro-
iia.0 em Roma. Em cimpai.b a de Mar-
garita, vinbam tambeti Mase, de Gerseille
e Lnoinda.
Qe varo fazer aqui eesa geute ? in
ti*rregoa rooito contraTiado o andido.
Marg*rida co pprdeu inda a espe-
r oes, expli?ou o general, de te ver casado
com Mlle. de Girsc'ifle. Julga ella qae a
perseverare ae Luo;nda aber veDcer a
tu- iod.ffereDja. E' u.na loucur* de mi-
i.ba cunhtda. Prev>jo mil contrariedades
para a nos-a Rosita.
Esaa idea extravagante de minba
malra-ta vai tornar muito diffijil a^aitua-
%a ; en o esprava, mea tio, para solici
lar a mao de Yolanda... hatava oerto de
que, depois de obtido o consentimento do
conde, mru p i, a quera anda nao tive a
corgero da participar minhaa intentS^s,
per de estar a isao esolv do em Paria,
nao se opp>. r a esaa nniao. Rceio, po-
rm, agora, mais do qae nunca, o tjtto de
Mine, de Brau. NSo po^ia ella ficar em
Fraila, otado tanto a diatrahem 03 b .les,
as corridas, oa theatros ? Que vem ella
fas r em Roma r 1
Mario, p.rece-me oonvenieote expo-
com inteira fr- nq-ieza ao Sr. d'Alby ae
condic3eB eauapcionaes em qae te Buhes.
Coata com o mea apoio, qae atoca te
faltou. ?
A) general competia, mais do .qae a
o.ualqu. r o trok tratar da importante quea-
tSo que, bidcntemeote, teria despacho ta-
yoravel por parte do conde.
O pai de Rosita estava t2o enn/enoido
da iinjeridi.de da afieicfto de Mara, ^ue
44KA BARAO DO TRMPH0-44
Vlacfaiiias a vapor
Moendas
Rodas datua
Taixas tixddas e bati(*a>
Taixas !i;idas ^lu crava^<
A ra<'nv
ESPELINA lADliUEIl
latn PEITORAL II.ItlTI
P. F.PAHAOO POR
iNTERO DE PAUIs^ AfADUREIRL
Ete novo prnnucl' ompoNio com
ESPELIKA. BALSAMO DB NLV HKSIXA lli: J1TAIIV
E' Beicp'p pmi>r.a0o com un la vnia monarPB e v^sirapa na afiorca. poqu luctip e em to as te m .l-sii.s do a- partih) 'espiraiono.
Tea sidj De cnptoe multo recommPQdaiJo pelo illB3tre clnico Dr J iaqoiai Marctlino de
Brilo.
E' um remfioinofle siva.taas le beotfl os e proapios resollados ; nar ibbo convem linio
s criangaa c< no sos srtnim-.
mjsc:o mr.Li hadsiba
A Brande ven^a d'esie predocto nos Es ad s do Sul do Br z I e R:p da Pala maiar gn-
rtnt a que spo aoc'or offer cp novinaite : a cura op'ira-se em 3 4i s os casos recentes e em 8
Di s reh^ I ipf.
Deposilo gcral no Rio err. casa do fabric ntc rua Ajuda o. 18, uuicos agen-
tes para todos os estados do Brazil
MATTOS&C.
DROGARA IMPORTADORA
45 RUA SETE IM SlffcltlO B. 4 5
HA LARGADO KIS\KlON.3t
___________PBKNAMBUCO___________
OL1VE1BA CAMPOS
2!Rua 1o de iMarco-21
Act oam de receber um variado e psp'en-ioroso aortircento d faaer.dua lioit
de apurado goat,, pelo qe pedem a Exms. familias e Iregeeaes bo r df. ob
visita ao ceu estabekcimento.
Taea ao :
Sedas brancas e de cores hfas e labradas.
Cacbemiriis tec >c zea do seda e 13 e de pora U:
CotteB de CHt'hemira bordarlos, lindos desenhos.
Satin rar, riooj goetos
Tollo fine riooa deser.hos.
Livantine de ramagsic
Vl!u o ruKeo, lir.d*B cores.
Cbacbemira com listraa de seda.
Enzovats para baptisudo.
E urna inficidr.de de artinos que torr:a-so impiasivel enumeral-oa.
VER ABA CRER
SX-DR.XJ'V Xo DGDS DCVXJk.DB.nO-^1
^ ESCOLHIDOS
co o CO L'J CC f/> O Q < O Lili! Q OLEO PORO DE FIGADO DE 2ACALHA0 DE umm e kemp RECOMENDADO por disli-:ci-k Pnutores que llic do a preferencia, o re-ci-itniu cada da para todas as deencas Pulmonares, Escrfulas, etc., e o consideram o atis puro e rico em I'OOirit UKMCINAI. OUE SE *Pnt6ENTA AO PUBLICO O 03 > 00 73 O O 03
\P E MAIORES 4
Cal Virgem de
Jaguarlbe
Em barris para < fabrico
de asnear vende a Compa-
a i a Exploradora de Pro-
ductos Calcaras.
Pre9 BOOO por
barrica
Cae? do Apollo n. 73
Regu'ador
Automtico depressao
PAR*
Moflidas decannas
Csrdoso .i I 11 So, onicoi rep^reoiautes neale
Elado dos ei-*n,ln-iro8 L. de CastHbo e E.
Bpthe'bori. ia- a loiraiOPC*0 do REGULA-
DOR ATVITICO de PRBSSAO, j-dem aos
apis amibas e frpKoei'S fineza rfa virem ao
8fU pscrlpiorio na 'c Ri'o de T'i mpho n.
2. ; tii! dp examinaren! s 11 o app.rplno que
resc-lvp perfe,tam^ot9 o problema da completa
pxpris a i fi-:n pprig d e.-ppcie a'koma por
pasrag' m ce corp > tsiranti intr? ts cilindros.
O a: parelfio i te ser applirado a lodas
mceudas qu^lquer q-.- Fej o FysiPira p tama-
pho, p ffdp spr mcniado sem luterrupcSo da
oioe '
0 ai*; )3r a si.' ados com longn pratica de
axo'rifpw p lhlboa de o-oa. aarrciem aos
i -.>: (.op i '. I piikhip p awH'os que Beaurss
T.i.'e-iS n- r.t _'< no HtGLAuOR AUTO-
MaTICO cp T. E--'. o qup nSo fariam se por
v ur.. is- irivi-.--.il: pef-llmente ctrios
U*f o.
;-: i iP"i ;8 HLGlLxDOR sendo f:i-
ib* rjo o t un- a P''--(i' prpslaf anda oa pre-
: i s.f'a i s^ veo.', sendo lrB cu qoa-.
rj v. i i .'-i.'.e-l) '6 0(0 0 iCfemealC
ti i x\" : t'i to i prnjlllp.
r.. :i(p. 17 .-u :.- -le !893
CardoSd 4 I rao.
CRWfm yESTDOS
: ii '. ..* o ii bvaia brdtda, o que
>. ( n. '.- cA-'c.
A ti s-::-i!'s lie* Dnmes
" AA'Al* >i. A A-Ai* Sift A3a.X
0 mais fino.
0 mais perfumado.
0 mais elegante.
0 mais barato.
Para toilette.
A.
?m
&H(llpSSIaaM A:-Ju.-A"Ajt
Frankfur a. M.
lecebeo com manifesta alegra o pedido do
diplocat.
Devo pravenir-lhe, ase o general,
de que Mario encontrar obstculo^ na
obteojSo do ooraenti-asento paterno M.-u
cinhado aabmette-se i dA encia da se-
gunda esposa, cojo sonho realiscr o con-
sorcio de mea sobrinbo com ama de suas
melgas.
Se s dearraca nSo tivesso Iqaebrado
d'A by o peu dialogo cjm o lio de M no.
0 pnzer de Ro.ita foi completj.
Noivos, goavam agora e mais libe^da-
de. No sea proposito de mostrar ao con-
de as mar-tvilha* da capital italiana, pro-
poito que ocjultava .: pretexto de passar
longaa horas co I do daqoella a qaem ama-
a, o Sr. do Birau oonvidoa naqaelle dia
^0 pai ae Yolanda a visi^r as ruinas do
'Joli. esao immenso circo, onde outr'cra
micha energa o eofraq1 ejo mou orgu-'aoB B-'ngiinolentos espectculos assis'iam
iho de nobre, eu Ibo dira, Sr. a'Ambert, !impa qae recuso aceitar, em taea tordi^S'S, o
Iufeha-necte, es barbaros e o tempo, em
sea acco destraidora, s cmsentem que
boje 83 admircm as ruinas do g.andioso
circo. Mas a harmona da cooatru. ySo
subsiste, a deapeito ds grandes estra-
gos.
DOive que e (.Ferece para minha filbs.
Mas a adversidade tem-me tornado maia
iodulgsnte pelus fraq-.ess homanas, e eu
nSo .acrifioare Y .llanda a urna falaa apre-
jiacUo do aentimeuto e minha dignidade.
E', poia, com um. cour^an^a acsoluta qae
aceito a t:So leal do Sr. de Biran. N.'.o
D^fronte das portta, pelas quaes ord -
me comprometi, comtado i oppor., A n8riam0te entrHPm os eb.ra ,iroa, acha.,e
vo .de de sea pai. Tenba o Sr. Mar o a d ^ Q Q0^
k.L. .Jada Aa er-.e r-amar.la AAlaAtltatai* fl v __' *__ .. .^
babilidade de aoavemeGte conquistar a
aoprovacSo impreacindivel. Tanto elle
quauto minha filba podem esperar.
. Aradeco-lhe, Sr. conde, essas co-
bres palavras, que muito ale-grarao roe
kj' j soriujenio qua em corlioados para
catDPH h janelii-s e colchas de teda e de
re da Um
a,n Paradla d IV] creara
Vende-se ma uific ia ere boa ocalidade,
a QUol fot u n o,( virn nu Baila regular, p mo-
tivo de Be vender e sen pn.pri. lar o ter de se
dedicar a nutro ram) da conmeflo; para n-
forB aies a raa Visronde do Ru Branco nome-
ro 4i3.
SE
DA
sj
BrancB, pretss e ce c6res, lises e la-
vradss, j?n.r.de vfcrie^pde
An taradla d*s Ramea
S8-R1. B rao da Vcom28

Cctnp;3-8e aiaramer:fc qoalquer pcrjiio ; na
P8, doA'.O'.u i) 60.____________
LtCC SSSAS
Li.-r. e ca l8.e^ Chnnyeants, u t maco-
vidad-.
Au E"arf!I^ dea Pnroes
FAZNDASMOliAS
Sortimcnto iu-possivel de d> screver-se
:em rfcebido de Pris
Au Paradla des Dnmes
j neto do edifijio. Era d'ahi que partia o
signal da Iota terrivel, que a pcpula$3o
romana applaudia c^m loacura.
Qoantas visSes aiaiatras evoca easo am-
sobrinho. Tenho outr> pediao a tnaor-lho phitheatro I Qaantoa dramas circomssre
de soa prrt'e : Mrio desejava qie, desde! verira aqnellts paredes boje carcomidas !
f, lhe fosse permittido trocar com Mme.
d'A y os aneis ymbolioos.
Mlle. d'Alby dea volta ao circo, apota
da ao braco de Marh, emqaantj o general
- Nenhama cbiecclo faco a isso, por- e.o oonde reoordavam a historia romana,
Maotose que contrariara minha querida' na contemplaSo daqaellas rai-.a, atteatade
Yolanda, essa flor deloada e sensive". que' da grande.a de u* povo, ao mesmo tem-
tem supp'.rtado rudes golpes di adversida- po que de saa decadencia,
de, mas para qaem as latas do corscSo
poderiam aer mortaes. Ha oito dias que
vivo a sea lado ; j a cooheco bem. E
tenho podido aveliar a affeicao, o recocha
oimento e o raspeito qae ella vota ao ge-
neroso mancebo qae a salvou da miseria e
da norte. Diga ao sea sobrinbo que o
sea pedido francamente satiifeito.
S 00 dia seguinte repetio filr-a o Sr.
No dia immediato ao do passeio vasta
soena do pugilato antigo, foram os tres
viajantes, a omite do diplmala, visitar
a igreja de S. Paulo, o mais rico dos tem-
plos de Roma.
Desouidoio do futuro, nSo cogitava o
Sr. de Birao da intempeit;va viagem de
Margarida, qae muito breve viria pertur-
bar a tranquillidade de espirito, em que
vi?Um os lo.voa.
III
Emquanto o Sr de Biran alimectava bs
mais doce3 esperances da cm futjro folia,
Margarida te-ido por acaso sabido, por
pe88"B8 recenlemeole coegndas da I'plia,
que Mirio haia sido vito em coropanhia
de ota velbo e de uca rapaiig, ene pro-
cia filh^ do snciao, enccleiijou-se.^ A.
essas icformacBes accrescentaram a-nigos
do Sr. Alberto de Biran que s moga era
de urna bellas* deslombrant-.
Para chegtr ao conhecimeuto exacto da
virdade, resolveu a madrasta do diplomata
partir mmedint^mente para a capital ita-
liana.
Os nforraantes, que culto naturalmente
riribam referido o seu encontr com o en-
genhvro, admirados fie riam se sonbcBtem t
que iam provocar scenas desagradaveis
para o j (Tea addido da lefsa^ae.
Mme. de Biran, ao ouvr catas revela-
y8ss, soabe don iiar-se, de modo que aos
oliios dos indiff reatas p6'e a uotic'a pa-
recer inteiramente destituida de inte-
resee.
Ao achar ee, porm, a sos com o mari-
do, apresentoa lhe Margarida, sob as msis
odiosas coes, o procedimanto de Mario.
___ E' preciso dSo exagerar, dase o pai
do engenheiro ; nSo sti explicer a contra-
riedade que te causa ama noticia qae em
nala eos devia sorprender. Ha inconve-
niente em qae mea fiho passeie em com-
panbia de ama familia de sea cocheoi-
ment ?
[Continua).
Typ. do Diario ra Doqae de Casias D. 42
.

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Full Text
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