Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19942


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Full Text

_^_^______



AMO LXIX
QUINTA-FERA 23 DE lf|)VEMBRa BE 1593
NUMERO 267
r
! ;
PBOPBISOADK BK HAHOEL FI6USIBOA OS FAB1A PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. y
Por seis mezes achantados. .
Por om anno allantado v :
:;
I
S
8*000
151000
30J000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PJBLICACES NA FRAN,
tjl E INGlATERRA
O Sn Amede, Prince A C, resienics e m Pars34 rae ik
Provence
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i ti$500
Por nm anno adiantado. 331000
Numero avulso do mesmo da. $160
i
xi
i)
7
IBSTRBCCiO POPULAH
EDCAgAO
is::::::::::.::::.:.:: fstsica
POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educa^o Intellcctual
A SDOpres^So do ensiao ro ioeiro, substituido
pelas I g?s oraes experimentalmente dadas, nos
campos e 009 terreiros. ootra prova. O desuso
do ereino pelas regras e a adopto do eosioo
por principios, que consiste em de^ar as gene-
ralisagea st que o espirito as posfVformular,
baseaao na obser,vagjo dos factus particulares,
octra prova in educ=g3o pMa li^o das cousss. Prova-o tam-
ben o ensioo coa rudiu.entos das ciencias
concretamente, em vez de *er eio abstracta
?ote.
Provair-o principalmente os esforgos varia
dos e diversos >m se apreentar e sclemia sob
as snas formas aitruhenle. tornando agradavtl
oseo eso o. Prque asim como eu:cede na-
turalmente em tortas as creatoras que a satisfa
rao que acompar.ba o cumprimento necessarlo
das foccOes serve ce estimulo a esse cumari-
mento, ssim, durante a educado espoijtaDea
das eriancaa, o prazer qne ellas atferem, mor-
deudo coraes e quebrando brinque ios sem valor,
o mais vivo estimulo para as accoa* que Ihes
dtvem cnsinar asprop'ledades da materia ; coa-
Epqceutcrente, naeaolha da serie aeassuuaptos
e dos modos de inairorgo que mais ioteressam
o alomnn, nos devenios proceder de harmona
ccm as o-'dens da Nalureza, adaptando os nossos
metbodos as lels da vida.
Aseim, pois, somos entrados na larga via da
dcDtrina ha muito enunciada por Pertallozzi,
qoe serceltiantemente ord*m e aos metbodos
ca Nstu'eza, a educrgao deve conforma--ae con
c proces?o natunl da evologao do espirito ; que
banma certa sequeocia p.ra o des-nvolvimento
espontaneo das facultades e nm ceno gen o de
coobecimentos, requerido durante o desenvol-
vtmeoto ceilas, e que a nos compete assegurar
esa sequeocia e fcroecer esses conhecimen-
tos.
Todcs os p'ogreesos cima apontados pao
appllcages parcaes daquelle principio geral.
J) vai prevalecendo taire os professores urna
ideia vaga desta verdade e cada vez mais se vai
jrjsistindo nella uas obras de educago.
O meihodo da nalureza o archypo de
todcs os methodos diz M. Marcel.
O principio vital do enuo consisto em ha-
bilitar o trapillo a io3lruir-se a ai mesmo escre
te Mr. W'y>e.
Qaaito mais a sciencia no1? familnnsa om
a coosittnicao das coina?, taDto man venos oel-
ka um;i i-.herente sufliciencia de virio lea. Q oao
tomaisstb a scieoeia tanto mais ella tenJe a
limitar a nofS' interferencia dos procesaos da
Ttda. Gomo "na ve'ha medicina o Iratamento
btroico fo suDstituido pelo tratamen'.o brande,
epor \ezea aperas por um rgimen normal, Basle)
eos viemoa a saber que nao e necea a^io amnl-
dar os corpos das criangas enfaixando-ES i mo
ta des papuas ou dout-ca qoaefqaer; como no
estudo do rgimen penenctario te deacnb'io
que nenhuma da1 disciplinas hbilmente p.-stas
em praiica tero effi-aca em produzir orna ;ege-
neracao iaoal aquella dis-iplina natural do sus-
tent propio pelo trabalbo preductivf, atsim
tambem. na3 ques'.Gea de edu^acao d vemos
qce os bcnsTesuUadoss seobttm, suboifUs^o
os nossos processos aquella claborago espon-
tatea qoe todos os espritus percorreai na sua
marcha para a sciencia.
(Continua).
nm 0FF1C1AL
CioTerno do Estado de Per-
nambaco
DESPACHOS DO DA 20 DE NOVEMBBO
DE 1893
Dr. Eusebio Martins Costa.Sim.
Francisco Feliciano Martio?.Volle ao Dr.
procurador geral do Estado para informar.
Francisco Gomes de Anlrade.Ao Dr. qaes
tor policial para faz-r enregar ao peticionario,
que se acha recolhido a Cas?, de Detengfo, a cer-
tidao inclusa.
JoSo Martins da Silva.Decla-e a nalureza
dos gneros que pretei.de embsrcar.
Joao Jeronvmo da PaixSo.Indeferido.
Joaqoim F-lix da Silva.-Iodeferido.
Jos de Azevedo e Souza.Compute a prova.
Serapbim Hearique de Carvalho.Iaforme no-
?amen"e o iospecor do Tbe^ouro.
Thorrjnz Sigismundo d'Almeida Barros.Iofor
me o Dr. joiz de dircto do municipio do Cabo.
Adelina dos Guimara Peixoto Doroellas.
JuDte aitestadb de exfr.icio.
Bernardo Lucas de Figueiredo.Iiorme o
Dr. inspector do TOesouro do E-(ado.
Compaoh'a Pernambucana de Navegaso.
Dinia-se ao Dr. inspx-.tor do d'A faodega.
Compatihia G-ea. Western of Brazil Railway
Limited.Infirme o inspector do Tnpsouro.
Domino Joe Ferreira & C.-Iuformeo ic
spector do Tbesouro.
Framiaco '.orrea de Maltos.Iaforme o Dr.
procurador ral do Estaio.
Capi'.ao Francisco de Paula Bezerra Cavalcaa-
le.Indeferido.
Joo Antooio FranciBC; Paea.Iaforme com
urgencia o Dr. procura lor geial do Estado.
Joao Ba 'lista do ^cimento.Indeferido.
Joao Martins da Silva.-Sim.
Jos Joaquim de Azevedo.Iaforme o inspe-
ctor do Tbesonro.
Jos Francisco dos SantosInforme o Dr. juiz
de direlto do municipio de Oli ida, mandando
ontar os documentos a que alladem o arts. J"
e 3- do decreto o. 2,566 de 28 de Margo de
1860.
Lab Fernandes Calute.Informe o Dr. jalz
de direlto do municipio de Palmares.
Maooel Amancio da SilvaIndeferido.
Marta Bomana da CooceitaoDeferido.
Secretaria do Govorno do Estado de Pernam-
boco, 22 de Novembro de 1893.
' O po-teira.
Hemeterio M da Stlva.
' Hueatura Policial
EJ*. Secco. N 261. Secretaria da Qnestura
Policial do E-'tado de Pernambueo, emSide
Novembro de 1893. Sr. Dr. overnador.Par-
ticioo-voB que foram bontem recolbidos a Lata
de Detengao os seguiotes indiviluos:
A'mtuba ordem, Joaquim lerreira de Lima,
para averiguagbes noliciaes.
A' ordem do subdelegado da fregoexia de San-
to Antonio, Mirla Isabel do Bom Fin, Maria An-
ge'ina dos Santos e Idalina Lopes de Ges, por
disturbios e offeosas a moral publica.
A' ordem do subdelegado do 1- diatricto deS.
Jos Maaoel Braslllano dos Santos, Thomax Fer-
reira Lima e Pedro Acgosto Monteiro dos San-
tos, como desordeiro*. uuiha dis?usi(io; Ma
ncel Jor da Silva* como vagabundo ; Miria Ce-
lestina da Conce'c&o e Muia Feliciana da Con-
ceicSo, rcr (ffenaaa moral publca.
A'ordem do subdelegado do Arraial, Casfia-
no Almeida do Rosirio e Silvina Hara do Mon-
te, por disturbios.
A' or em do subdelegado do i* diatricto da
Grsja, Maooel Ferreira e Jof Bihetro Pires,
rxintia dispo*icao, cerno desordeiros.
Corurrum/ou m" o delegado do municipio
de Igui'as- que no dia 6 da cocete, pelan 8
horas da noiie oo lugar Cruz de Rejonea, d'a-
quellemunicipio, eucontrand>-se Joao R> iri-ues
da Silva ccm Manoel de Barros, mjrador no en-
geoho Desierro e cen^urando-o por baver este
dado urna facetada em nm animal pertencente a
elle Joo Rodrigues, den em resultado sabir este
ultimo ferido com urna facada.
Aquella autoridade mandn vistoriar o eflendi
do, cojo ferimento foi considerado grave, e con-
tra o dellr.qaeote, que se evadi, procede dos
te-mos da lei.
Pelo juiz do 2 disiricto de Mo'ibeca foi
recolhido Casa de DeteogS), no dia 12 do cor
rente, a minha disonfifSe, o Individua de nome
Jote Aolouio, preso em flagrante, por crime de
morte.
Pelo subdelegado da frettuezia de Santo
Antonio, foram reroeitidaa ao Dr. juiz do 2 di -
tricto municipal, as deheencias a qne proceden
contra o poldado do esquadro de cavallar-a, Tho-
maz Leite Torrea, por crime de feriroeotos.
vO referido soldado achase preso miaba or-
dem, no respetivo quart'l.
Fallecen h iiiem, as 2 horas da tarde, na
enfermara da Casa de netoncao, victima de tisi-
ca pulmunar, o sentenciado Leoncio Cosme d03
Santos.
ComBjuniccu-me o delgido do municipio de
Gami l'eira ou-t all vai sem a miniraa alterago
da ordem publica.
O alfere Maaoel Joaqnim Bezerra assumid era
da'a de hontem o exercicio do cargo de delega-
do do municipio de Barreiros.
Ao Sr. D-. Alexandre Jj3 Barbosa Lima,
mui digno Goveroalor do Estado.
\ O Qaestor.
I ilv de Mello Filho.
2. s-rcSn.N. 262J-Secretiria da Questnrs
'nlicial do Etado de^Pernambcco, f m 22 de No
vembro de 1893. /
Sr. Dr. Gjvernador. P^rticioo vo3 qui forara
reolhidoa Casal de Dte: co os s guintes
ind vidnos: (
A' minha order\Olymplo Ferreira de Moraes
e Vicente Ferrm lUves Vieira como ladrOes
de cav-llos Jos Bento de Sant'Anna, como
de?ordeio.
A" ordem do subdelegado da freeoezia de San-
io Antonio, JoSo Rodrigues da Silva, minha
diflCfs'gSo, como pronunciado no art. 303 do
cdigo pena'.
A' ordem do subdelegado do 1- districto de
S. Jos. Francisco Siles de. Bnto, connecido por
Chico Toucinbo, coreo desordeiro, minba dis-
prs'go.
A' orden do sribdelegido do Peres. JoSo Sil-
vano do Nisc'mento e Augus'o A've Marrotjuim,
minha disposteao. cono desordeiros.
A( jnb hnniem reiiettido, de ordem des'a qoestora,
pa-a ser entrecce a qoem se apresentasse pro-
vando periepcer-lhe. ora ravallo appreheodido
pelo referido subdelegado em pofer doa ind'vi
dnos r!enome8 Vicente Ferreira Alves Vieira e
O'ympii Ferreira de Morae, os quaes se acham
ref'lbidos Casa de Detengao.
O dito cvallo foi entregue ao Dr. Joai Biptis-
!oreia de Oliveira, que provea ser o sen legiti-
mo dnno.
Ao Sr Dr. A'exandrp Jos Barbosa Lima, mui
digno govemarior do Estado.
O q estor,
Julio ne Mello Filbo.
'---------qawaoe1-----------
Recebedor'a do Enfado de Peruana-
buco
DESPACHOS DO DIA 22 DE NOVEMBRO DE
1893
Carlos Jos de Araojo.Informe a 1.* Sec-
co-
Anca Joaquina Lias de Albuquerqce.Informe
a 1. Secg&o.
O oorteiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
EXTERIOR
11
EUROPA
Heapanha
Contina a situarlo do pais sobremodo
agitada pelos nagocios de Marrocos.
As manifestagSes slo geraes e condu-
centes a diapor o governo a demonstracSo
de torga em Me'.ilU, prevslsaendo em
tudo a idea de um desaggravo prompto e
enrgico.
A propria rainha regente, em conse-
ibo de ministros, remido sob sua presi-
dencia para tratar-Be da emergencia, ex-
ternando o sea pensamento, o enunciou
nestas palavras, que nSo deatoain no
tundo da correte da opiniSo :
< As mooarohias constitucionaea derem
guiar se pelas palpitacSes da opiailo pu-
blica, que vibra neste momento de um
modo Uo enargico, reclamando o caBtig)
doa Kbilas marroquinos.
c t'stoa res ilrida a sagar as indica-
g5es do governo ; mas dec'aro antecipa-
damente qne me sena muito agradavel
ver disposto o governo a proceder com a
maior energa e com a mxima activlda-
de, correspondendo por esta forma ao sen-
timeao geral da viag&o.
O novo hespanhol, que tem como pon
eos, os grandes enthasiasmos ovb, ob ar-
rojados impectos da coragem e da ener-
ga, desoja e quer a guerra, e a rainha
regent*, declarando om pleno conselho
de ministros desojar sinceramente que o
governo aeguisse as indicacSes da opiniSo
publica, dea urna grande forja a este mo-
viment patritico.
No entretanto parecen que o governo,
sem quebra dos seus altos deverea de
patriotismo, a que nSo deixoa de prever,
desejava proceder oom prndenoia.
]\a questio de Melilla como qne ere-
gia se alguma ooasa que o preoenpava ae-
namente, sendo com effeito muito para
notar qu imprensa moderada francea
incite a Heapanha a qne se desaggravo
enrgicamente, quando a ingleaa e italia-
na gnardam sobre este assumpto ama
evidente reserva, a ponto da tltalia Mi-
litare,! que o orgSo do general Pe
loux, mioietro di guerra, limitam ae a re-
gistrar o fseto, sem consideracSes de es-
pecie alguma.
Como quer que soja a idea do desag-
gravo aobrepnjou a quaesquer condicS a,a
foi aceito o plano do general DjmiDguea
ministro da guerra, para castigar os ri f-
fenhos que assaltam Melilla, a mais antiga
d.s pos8e)s3aa heapaobclas na frica e
a re.'peito da qual escre ve o PopiL) Ro-
mano estas limas noticiosas :
Como sabido a Heapanha oceupa na
costa teptAotrional da Marrocos quatro
po8c5ej : Csuta, Volez, Alhucemas e Me-
lilla, s quaes deve-se tjontar s ilbas
/ .rT.rina?, sendo todas defignadas com o
come do presidios ou penitenciarias, por
ter cada urna deltas om eBtabelocimento
-orreccional.
Dosses q- etro presidios Melilla ornis
oriental, iato o mais prximo da fron
toira alperiana ; Ceuta o mais populoso
tem 3000 habitantes ; Mcl'lls, qua vera
depois, tem 3000.
O nome de Melilla urna corrupcao do
rabe Melilla, explicando alguna autorea
a origem de Melilla pela abundancia de
rae! que produs, mas esta eyraolegia,
que se baseia sobre vata semelbanja de
palavras, muito problemtica, e apenas
o que se sabe de positivo que anto3 da
invaaao araba se cbamava fRiusadir,
palavra de origem phenicia, q-ie foi mo
dificida pela affinidada das l'nuas no ara-
be cRas ed-Dir, nomo do cabo vi-sinho.
A cid"de parece ter sido na 8ua origem
ama coloria pheoica, coao atiesta urna
via ta'hada na rocha viva para descarga
das navios, que Iembra o ccalhoj di
Uti3a e de C^thargo ; e acha ae plantada
sobre urna especie de ilba em forma de
terraco, perto da urna rocha, que urna
fortaleza, garaatindo-a do lado de leste
um psmpe to com urna torre de forma
e'yptica e sendo protegido o ngulo do
sul por um outro parapeito de forma cy-
lindrirja, chamado cas Cbras.
Na extremidade occidental ao encontr
a porta co grande torre de S. Jacques.
Nesta parte a cidaio communics, por in-
termedio de urna grande estrada, com as
fntificac53s externas.
A 15 ki'ometros de noroeste est o ca
bo de Tre3 Foroas, o Ras-ed Dir doa ara-
bes, j celebre pela pesca de perolss ; e
em pleno mar, a 50 kilmetros dease na-
bo, v se um trabalho fortificado, a ilhota
estril de Alboran, cujas fortifijacoas que
f jr -ra quaai destruidas por um terremoto
em 1843, aotigamaota eraio aponas aptas
para defender a cidade contra as incea-
santes aggreSss de indgenas estabele-
cidos perto das montanhas do Riff, tendo
no cantro orna torre elevada, especie de
observatorio, onde ama sentinella estava
continuamente a par < os movimentos do
Dirnigo, e na mnima suspeita dava o to
que de alarma.
As oostas infestadas pelos piratas nao
eram aegurs. No cab das Tres Forcas
foram, por esse motivo, construidos alta-
res consagrados aos deuses protectore .
Pouco a poajo foi desapparecendo a pire-
taiia.
A cidade, desproviria de agua corrente,
alimentada por velbas cisternas. 1.
muito insalubre, tanto assim que a guar-
ni'; o prociaa ser frequentemente mudada.
Apozar disso os hespannoes tem por
ella o maior interease ; ellos a tm deten
dido enorgicaaente contra muit.ia aasal-
tos. Para ellea urna qaestSo de honra
nSo psrderem urna pollegada do terreno
na costa africana. Para bem comprehen-
der a importancia que ligam aos seus pre-
sidios, preciso saber de que maneira
foram conquistados.
Qusndo para vingar a bonr. de sua fi
iba, seduzida pelo rei Goth Rjdric, o
Conde JuliSo, governador de Couta, se-
gundo a lenda, abandonoa aquella praca
aos rabes, foi all que embarcaram para
conquistar a Heapanha.
E quando a domioacSo rabe comecou
a declinar na pennsula, foi com a tomada
de Ceuta, que os portugnezes, guiados
por D. JoSo I, fi maram em 1445 a sua
independencia.
Mais tarde, depiis de urna luta de 10
annog (143 1492), os mouros foram de
unitivamente expulsos por Fernando, o
Cathol'cn ; e perseguida at na frica, o
Duque de Medina Sedonia se apoderoa
de Melilla, que desde essa data nunca
mais a cederam os heapaohoes.
Melilla repellio aempre, principalmente
em 1563 e em 1687, os assaltos dos ara
bes ; teve o mesmo eaito em 1774 a au-
daz tentativa de Sidi Mahomed bem Adal
lab ; e quando em 1859 em Mellila foi
insultada a bandeira hespanhola, hiuve
em Heapanha urna verdadeira aublevacSo
nacional, que foi declarada ao Sherif e o
insulto foi vingado com a tomada de Te-
tuan.
Ha mais de dona seoulos nanea retro-
cedern os hea.anbea, Pelo contrario,
em 1873 ganharam terreno, unindo Alha
cema as saas poasesaSes.
Eis, como se explica a emocSo causada
na Heapanha com os acontecimentos de
Melilla e a firme iotenoBo que tm os ha-
bitante > da trra do Cid de nao deixarem
impune to imprevista aggressSo, consigna
o referido jornal Populo Romano.
Telegrammaa de Melilla dizem que
a esquftdra hespanhola oontina o bom
bardeio.
Os Kabylas recosi entregar ao gover-
nador os refena qoe tm em seo poder.
O suhSo de Marrooos que ae manilos-
Sigaata,
apresen-
demora
tmpora
toa qatai impotente para coroprir os tra
tados oom a Rapublica, qoe promettea in-
demnissir os damnos oocasionados pelos
Kabilas nos aoootecimentos de Melilla,
oompromatteado-se igualmente castigar os
Ofllpados.
gabinste sobmatteri brevemente s
efi.-tes om projeoto relativo a repressSo
das Buccesaos de Melilfa
Os europeos domiciliados em Tn-
ger, pretender abandonar aoas habitado :
rtoceiando serem victimas dos acontec-
entes de Melilla.
Corre o boito quo a tribu dos Aa-
gheras marcha sobr; Ceata, com o fim de
aerear a cidadel-'a.
O estado de sade do Sr.
proa den'e do conselho, n3o tem
tado melhoraa.
Tsrnando-sa o sea tratimento
do, S. Exc. resolveu retirar se
mente paisand) o Sr. Armijo, raims-
t**o dea negoaioj eatrangeiros, a ossupar o
asi lugar.
A situacSo de Savilbs torna se me-
lindrosa.
Falla se em urna reaccSo de partidos, e
j foram presos, como euspeitos de tenta-
tivas anarchiatas, sois iadividuos.
A maior vigilancia est sendo exercida
pilas autoridades policasj, para garanta
da ordem.
Em Cuba den se orna teitativa do
sublevadlo ontra as autoridades legaas,
que abifaram o mivimaoto sedicioso.
Por o^easiBo d represeotajSo que
teve lugar a 7 do correnti realisada hon-
tsm, no Theatr) Lyco, cidade da Barca
lona, foram (aneadas duas bombaa de dy-
nnraiti na platea, qaa fizeram explosSo,
matando 18 pessoas e ferindo grande nu
maro de espectadores
O pnico foi extraordinario.
Em seguida a polica prenden tres anar-
cefctas, que se suppSs serem os autores
desta terrivel catastrophe.
As pnsSes j subiam ao numero de 50
pessoaa no dia 9, mas aioda nSo tinha ae
logrado at 11 chagar ao descobrimento
do autor ou autores do attentado, n5i ob-
stante, par molhor e mais desembaraca-
damonte proooder, tor declarado o go7er
no Barcelona em estido de sitio.
Agora que a Heapanha v se n urna
aituacSo pouco agradare! pelos acootsci-
mentos quo se desenrolam na frica, e
7,00 a Italia parece n3o comprazor-se mui-
to oom as vantagens quo possam do Inci-
de nto decorrer para a Hespanha, n3o
fra de proposito passar para aqu di
* Moniteur des Iuterts materiales > urna
interesaante not sobre a situacSo relativa
doB dous paizes menciona ise.
Eis a nota :
hostil ao grupo que se compde de elementos do
rgimen republicano.
Cau'oo grande sensacSo no mundo politi
co, especialmente em Pra-iga. como natural,
um artigo do Nu- Kurs, que passa por or^S i
'e M. de Caprivi, procurando demonstrar a nr-
cesst tade de re tmir a Frang sua verdaieira
expresado ettinograpbica, annexando seto de
parlamentos onde predomiaam as oigeos ; ger-
mnicas.
A cidade de LySo, p-osegue activamente
oos preparativos para urna exposigao em I89V
Os palacios da Exposigao eatao situados ero
urna bellisslma poslgao.
A grande copla, una rotonla como em 1867,
orna oara prima da-industria do ferro : ecu-
oa 50,0'0 metros quadrados.
B'itre os pavilbOea serao dignos de nota os da
exposigao colonial, daa bellas artes, imprerzsi,
gue-ra, marioba, agricultura, etc.
Em tios de Oatubro ou principios de Qlivem
bro de 139 se realizar a asertara da expo-i-
gSo.
No congresso na^icnal da fr cglo di parti-
do operario que reclama a realiaago das dou-
irioas collectivi8ta8 de Kart Uarx e de Jale
Guesde, represeotiolo o meraacioaalismo oo
c A Italia e a Hespanha de 1893 nSo
valem, quanto a financas e endito, a Ita
lia e a Hespanha de 1890. O movimon-
to do decadencia operou-se paralelamente,
de modo quo lcito enu< parar as duas
aacSas na prim.im dessas datas.
Os orcamentos votados sao documentos
engaadores, como todos, mas os erros do
optimismo campensam-30 para a compara-
ci.
Dito iato. abro o tAlmanack de Go'ha
de 1893, procuro ahi os nmeros finan-
ceros, exactos e flleiignos, relativos aos
dous paizea entre que ioteressante esta-
bolecer um parallelo. EsteB nmeros rs-
portam-se a 189091; aao por isso ac-
ta tes: s3o officiaes, e por sbo eujoit s a
reservas ; mas apeaar de tudo, sao extre-
mente significativos. Ei-los resumidos,
em breves linhas, nos seus elementos ca
pitaes:
PjpalagSes, milhSes
Receitas, milbSjB fr.
dem por cabeQa, fr.
Deapeaas, milbSes fr.
dem por cabec* fr.
Juros da divida pu-
blica, miib5es fr.
He a por cabeca fr.
Deepeaas militares,
rnilhes fr.
dem por cabeca fr.
Comnerci ; impor-
tacSes (139 J) mi-
lhSaB fr.
ExportacSes, milbSes
fr.
dem por cabeca, fr.
Italia Heapanha
301,2 17 1|2
1,566 747
5 i.60 12.0.1
1,694 741
55,50 42,30
648 260
21,20 10,50
353 130
11,60 9,70
1319
896
596
23
937
53,30
Applique-se a estes nameros um coe-
ficiente qualqaer, para compens-r os er-
ros intenoionaes das pub.-acSes offiaes,
e outro coeficiente para ter em linha de
oo da os offeitos da criae actual, e ter-ae-
ha a situocSo aotual positiva.
Ver-se-ha que o hespanhol est menos
sobreoai regado de impostas, porque pesa
sobre elle menos o encargo da divida pu-
blica e das despeae militares ; valendo
por outro lado o hespanhol mais como im-
portador e sobretudo como exportador. >
Franca
O governo francoi vae apreaentar ao parla-
mento ama preposta de lei, creando o imposto
do reodimeDto.
Colligem se elementos no paix e oo estran
gelro para formular as escales proporcloaaes
do imposto.
Dixem os jornaes de Pariz que na prxima
sesao das cmaras sera debeda a qoesiSo
econmica com referencia aos tratados com a
Suissa e a Heapaoba.
Segando o fUppel, t-ata-se de saber, si (i-
camos em guerra econmica com a Suissa e se
as nossas relagOes commerciaes difficeis com a
Hespanba se conservara nos limites em que se
acbam actualmente circnmscriptas.
Alarma o mesmo jornal qoe asta qnest&o ser
levantada logo as primeiras sessOes do parla-
mento.
O Sr. Henri Briaoo, em nm discurso poli-
liso que proferto, aunitestoa-se fra.netmete
^eo maia alto grao, e que reamo se em Paria,
Portugal se acba represeniado pelo Sr. Miga
Ibaes Lima.
O uadismo considerado coma urna sec
gao do grande pirtido socialista internacional.
A' noite de li do pissado, sob a presiden
cia d) Sr. Uagalbae* Lian,director do S -d1...,
da alliaoga litio i iL'AK>u*tte.*
Esiverara representados todo3 os p3izes lati-
os da Eurona.
N'um brinde civilismo latina e fratsral-
dade dos povos, o S'. Ruz Zorrilla maoife.-toj a
sua opmia.0 de que a II e,> i i \ em vez de cas
tlgar os marroioloos. d-ivia negociar com elles.
Ainta o^chi repercute aa entnaaiaatifa'
ovage'de qoe foi alvo a esquad^a rcasa na tr-
ra de s. L'jiz.
Ain-la essa visita tbarai para Iarga3 exp'a-
nagOea no domiio d3 laipreasa enoj circuios
da ocliiica.
A imprensa politi *a ap'oveita o edsejo para
po- em efiden:ia o val rea sigoificigao da al-
liang franco russa, iovocsndo s mus gloriosas
tradicgea da daas oa-iooaliladea o aproxi
mando-aa para asse?iirir qa-i eilas bastan pira
garantir a paz da Europa.
Nao deixa, porem, de ?er singular este eolio
aoaixonado da nova dernaca'-U pela vjlfti aria-
tocracia, como nSo deix tambem de aer ainan-
lar qoe, por exemolo, para a cdrni<*8> dos olli
ciaea rasaoa ao Jock-iy Clan Ibes servisaem
d padrinboos rep-e-eitaates mus lltaetres da
vellia nobreza d,- Franga.
Todava, na prirase de nm corr'socn lente pi-
rialease, a c.'isa de entbosiasmo franco ra^so,
merece fer considerada por om p nto mais -rio. Gerto, ha nella PX mas preciso recordar a aitaago da Frang ba
!2 annos.
Isolada, enf."aTUcida, bomilbads pw uau vh
t>ria inslenle, tendo pig.i urna nemazig^.
monstraosa corapreii?nd^ se qual era o s:-u
anatimentimente. Depoia, aoa poneos, foi rt-
con*iiluido a aoa grandaza; e qaaodo la poder
enfrentar com o sen ioiroigo e pnaar aeriam^nte
na defo-ra, apartida v dtou a Bear desigual : n
Alleroanha ao lado da Italia e da Aulria coosti-
tuiam urna terrivel allianci.
Ora, no mais fort -!e=ta amaaci, quando o
terigo di desequi'ibno s-s revela fligrante. <]:?.
nma grande potencia europea esteode a mo
Franga. Ha, sem duvida. m)'ivo pin al igria
da sua parte muito jista e sincera. O qas p-
rese excessivo qur-T.-m ce-103 e."piri:os em-
prebender elogios tao graodea & Ru'3>a, que
coegam qoasi apregr.ar o abao'utismo coma a
forma ideal de governo e o czar corno o pricnei-
ro monanba do iniverso.
Mais simples dizer as cou?as com sincerida-
de e clareza : Pranga e R'issia til, pon
os seus planos de engrandecimeuto nacionJ, ae
melbioie allia a.
D tada pele iateresse cornmam, p !e ser acei
ta singelamente nessea termos, sem uecessidade
de accrescimos, exage-os e principalmente de
elogios e iostitu!gja indignas, elogioa que re-
baixam a democraca f'anceza.
E como estou emveia de reprodocgo de im-
preaeOea, eis o que escreveu om publicista por-
luguez com re gao ao a:6umpto :
Para fazar pendanl 3 manife3tac5a franca-
zas pro rtussia. tenoa aa manlsfestacOea ita-
lianas po Qritannia, tambem em nome da paz
e pela paz europea.
A esquadra ingl'za teve igualmente nma re-
cepgao etilnusias;ica em Spezzia, onde as man-
featag6es cfli;;aes encomram um grande e es-
trepitoso ecno em todo o pair, assigoaiando
jjoatraspara a prxima visiia aos pertos '.la-
tanos ae duas esqaad-as, urna allema e outra
austraca.
M. Camot ir cffi:lalmente a Teoloo. visi ar a
esqaadra russa, o rei Hs;n erto iri offi;ialmeute
a Spezzia visitir a esquadia inglesa.
D'aqai a paucoa dia o Mediterrneo contera
naa auaa aguas aa mais poderosas esqaadras do
muodo-de nm lado a Iaglaterra, a Allemania,
a Austria e a Italia ; do outro a Franja e a Ras
sla.
So em Spezzia e-ta agora quarenta navios de
guerra, com guirnigOes aguerridas, arlilberta de
primeira ordem.
Embora se proclame que ludo islo pela piz,
toda a gente comprebeade qaa tudo tsio pela
guerra.
A drlicadeza, a correcgSo e a diplomacia doa
b'indes officiaes, podem occultar o pensamento
qne determina esta extraordinaria demonatragao
naval das granles patencias, mas ninguem au-
nJa de que un aaico peaaimaoto prevalece na
consciencia de ladoa e esse nSo de certo que
esta oateolago de forcas seja apenas ana revis-
ta pacifica destinada a affirmar platnicamente o
valor das alliang^s-
Aqaelles canhOes n5o esto all nicamente
para as salvas jubilosas, sqcellea mannbeir.'S
nao estSo all adestrados apena3 para oa hurrahs
da ordenanga.
O espirito da guerra paira sobre a Europa e por
mais que o qneiram occultar ella ser ameaga-
dora e terrivel*
A parede doa empregados dos tramways
em Marselba considera va sa a 10 do corrate ter-
minada.
Na coasta-acia da parede, o servigo foi feito
por pessoal provisorio, eoatramwaya c rcolavam
protegidos pelas tropas da gaaroigo.
Teodo melhorado de sade Mr. Cornelias
Herx, compromettido nos negocios do Paaam, o
goveroo pedio a sua extradig&o ao governo In
gles.
Ha pouco8 mezea foi ioaugurado nm monu-
mento ao antigo presidente da repblica Mr. Ja-
les Grevy na sus trra natal.
Noticiare agora os jornaes que o monumento
tem 8'dno objecto dos mais condemuaveis ultra-
jes, estando o pedestal cheio de grosflerias e in-
jurias de loda a especie escripias a carvao e que
a propria estatua tem sido alvo de desacatos.
Isio em Fnnga, onde ha o callo doa mortos le
vado aos maiores extremos, surprebende I
Alm dos seas ganaos diarios, maitos dos
cocheiro8 de Pariz recebem annoalmenie nma
aomrna coasiderave! de diobeiro devido negli-
gencia dos fregueses que se eaquecem de ob-
jectoa nos seas vebicnlos.
Isto nao quer diier qoe elles sejam como a
claase, de8bon>8'os; nao: o facto qoe a mnni-
ipalida distribue, como premio pela sai nones-
t dade, recomp'-osaa aoa coebeiros qoe entrt gam
ai polica oa objectos perdidos.
Darant; o aono paseado o omero lotal dos ob-
jectos por elles levados polica foi de 28 407,
pelo qaal se v que os fraacezes sao individuos
mu o distrabidos.
A' testa doa que recebereram premios este an-
no, est o S'. Becker, cocheiro de fiacre, que re*
cetiea a linda quaotiazmba de 503 frneos.
Do almiraole Avellane, commandante da
esquadra russa, conti-se um episodio legendario,
de txtrema bondade, irradiante de dedicaco e
beroismo do martobeiro rasso, qu: a Franga leve
Dor hospede ba pouc?.
Ello:
Coota-8e que ba anno?, ainda em um posto in-
ferior, Avellane nevegava com um doa seas anti-
gos rbefea que, por urna falta grave da disciplina,
Davia sido rebaixado do sea posto. Compadecido,
oeosoa em proporcionar Iba um easejo de reha-
bilitar se; para o qoe.porm.era necessario qoe
o degradado official praticasse algam acto ex-
^epcionaimente meritorio, que forgasse cle-
mencia o governo imperial.
Avellane decdio qoe por o:cagiSo da primeira
t'-mpostade deixar-se-bia cabir ao mar e o com-
a-m-iro faria para salval-o; e d'esse felto o
commandaate lana ama bella parte, e todo (ica-
ria repirado. De facto. uo momento azado Avel-
lane deixoa se cabir. a bordo bouve logo a vos :
->b>mem ao mar> I e immediatamente o official
pre:ipitoa so tambem, pira stlva-... o seu sal-
valor. Acontecen, coren.que o official era muito
oeior nadador de qne Avellane e foi e3te, no tirn
de coalas, qusm de facto o soccorren.
Has em somoaa, a piedosa mentira foi transmit-
t da para S. Petersborgo : Avellane e o romman-
lante do -avio exaltaran a bravua do official e
elle reconquistou o sea posto perdido.
Se o facto se dea, forga confessar que tem
um s or beroico, digoo doa mais altos lonvo-
res. S-*. porm, noaa vero com certeza
nnit ben trvalo, e ama bella carta de apre-
seotaga.
wawaiaiaiaia^awawaaaa
"r^vstaImara
fTaculclade de Dirollo Serio chamados
boj-s os esto 'antes do 4. aono qoe tm de fazer
xame de Di'rito Cmmercial terre=tre s il ho-
ra* do dia, juntamente com os da 3. serie.
T m>em sero chamados aa 3.* serle social 03
estndaolea da 3.* cadeira.
Continuam as provas de direito coastitucional
na I.* sor e comegam s do S. anno.
N > 3 :>-nno e 3. serie conegam as provas de
lireito comaerrial.
O e;tiidante Samael Gama Costa Mac-Dowell
far exorne de praUca forense (s^odo chamado
oela 2.' vez) coo)aa:tament? com os alumaoa do
5. anno. .
liiver chamada para prova oral da 4. sera
jurdica.
Gymn&wlo prnnmbucano TarSo lo
.; : a inoi, ti, u'esse las.uato, os examea d
esc ip'.uragSo mercantil.
A biuca foi asfim constituida :
Proteaaor Jas Faustino Porto, presidente.
Profersoros Joviaiano Manta erEroesio da Sil-
va liranda, exsmi:iadore3.
P-iocipiarao ditos examea a 10 horas da ma-
nh.
Escola Xoruaal Foi o seguate o resol-
talo dos exames oraes e extraordinarios bavid03
hoat'.'m nes3e estabelecimento:
;i. anno
Calligrspbia
D. Miria" F'ancisca da Piedade simplesmente.
D. Marear-ida Amalia de M. e Silva, dem.
D. Cordula Mara Salom, dem.
Msica
2 rep -ovados.
3. cadeira
Levantou-3e urna oa prova oral, urna na es-
cripia e orna foi reprovadi nesta ultima p'ova.
Tii primara cadeira evanta*am-3e duas na
prova esoiifita e urna fot reprovada.
Na se'.ta cadeira, qaitro deixaram de respon-
der chamada e urna foi levantada por eitar co-
piando.
Ni oitava cadeira neahnma comparecen.
3." anno
5." cadeira
D. Joinaa Baptisla da C Goyanno, simples-
mete. .
Tre3 reprovados na prova escripia e tres dei-
xaram de responder a chamada.
4.a cadeira
Luiz Mximo Pereira de Araojo, plenamente.
JoSo de Barros Correia de Aranjo, simplesmente.
D. Elvira Mana da Conceico, dem.
D. PD'.lomeoa Alves de Soma, idem,
D. Joanna Baptista da Caoba Goyanna, idem.
Dous levanlaram se Da prova escrip'a.
7. cadeira
Francisco Laracciolo dos Sanios, plenamente.
Dou3 reprovados oa prova oral, dous na escr-
pta e tres levan-aram-se nessa ultima proa.
Comegam hoje os exsmes oraes no 2." anno
pelas 3.* e o. cadeiras e desenho linear, e conti-
nuara as do 3.' anno na 8.' cadeira.
Belatorlo da Rtpartlcao Geral do
TelesraptaosDesse docomen oapresentado
ao Sr. mio'.sfro da indn-'tria e viago peio director
interino Dr. Alvaro de Mello Coatiabo de Vilhe-
oa, e refereoie ao aouo de 1892, tiramos os se-
gniotes dalos estatisticos :
A rede das liabas telegrapbicas tinha a segra-
te extensao :
k.
Em BU de 1889 10.755.442
de 1892 14.781,461
Acrescino em 3 annoa i.026,019
Tal rede tinha o deseovolvimento de
Em lias de 18S9
* > de 1892
Acrescimo em 3 annos
As estagfiea telegraphicas eram :
Em fias de 1889
de 1892
Acres:imo em 3 annos
No anno da 1892 a reda teve este
k.
18 880,033
31.077,024
12.196,991
173
238
"~62
augmento :
7(5,684
8J4.149
17
Em extensSo
Fm desenvolvimento
Em aovas estrgOes
A linba acha se dividida em 16 dlstrictos, afo-
ra a zoooa feder-l. _
O p?8Soal da linba em 31 de Dezembro de 1892
era este :
Eoeeoheiros cbefes 13
Eogeoieiros ajadantea 6
Inspectores de tres classes 86
Feitores 84
Gnarda-tios 443
Trabalbadores 911
Total
1.543

s
No decurso do anno de 1893 derim se 1.769
acindentes, sendo 814 Interrupg5es, 730 ligacoes
e 225 denvagoes.
O servigo lelegraphi'.o foi feito por tres Sos,
estava em aaientamento am qaartofio conductor,

a 1
Afc-
1
wsm\


Diario de Pernambuco QuintH-feira 23 e, Novembro de 1893


0 qoal )* Mi concluida a exteoiSa de...
k
ft.7B0.on.
As 2(5 eaticOes eram diluidas :
No Rio Grande do Sal
Em Siit CdibariQi
Ko Paran
Em S Paulo
No Rio de Janeiro
Mo disiricto federal
fo Espirito Santo
Na ft. bit
Era StTgipe
Em A a.'iS
Em V n ariibuco
Na Parah^ba
No Rio Grande do Norte
No O a-
NoPaobj
No Mar No?-ra
Em M.naa-Garaes
Em 8oyi
Em Matto-Grosso
Total
Em 1892 forain transmittidos
Telenrammas pa>uculare
uli aes
Total
Taes telegramma* continham
Nob particulares
N : oQls aes
Total
39
10
13
10
28
16
11
24
4
13
7
i
5
6
8
8
8
16
4
6
235
99!) 569
102 12
1.151:689
palavras .
13.67:657
5.2 8:803
18 4?G:IG0
A renda produzida pelos telegramma? particu
lares e a calculada pelos offioiaes, foli esta :
Paralares l'SSSffi
Offidaes
Total
3.069:101*967
AddicioDando se essa renda a provenirte de
entras footes, ecomputando-se na despez> ***U
coz> a coris ruccao de o. vas linbaa e instilagao
de es RecSotal 5*!H:!SSS
Despeza total 5.I7*:148#W
'.
Dficit
2.048:065 *3.
1.2:0:182*131
1.033:931*608
t.345:202633
1.2i9:79370>
1.789.93'.i*.i3
1.304 206*7'
1.968:648 591
2 042:755* 02
2.763 8983''88
3.i27:078*887
as*
com
N-s ltimos 10 ejercicios csesceu pelaseyum-
te forma o oumero de teiegrammjs transmit
82-83 33? 033
188J-84 331.8*4
18*4-85 3 7 '99
1885-86 39.) 277
1886-87 (3 semestres) ?ot)-'?
1888 SM. 8h
i filio OJ/.loS
So 730.62!
fiq, 1.001:535
Jggj 1.151:689
N> m=smo periodo a renda total fot augmen-
tando a 1882-83
1883 -*
18s4 -83
188586
188687 (3 semestres)
1888
1883
1890
1891
1892
Rede Telegraphtca Pernambuc.
na Uepoi- de ae occopar com o circulo tele-
erapbico de Morretes a Porto Alegre, cuja con-
veniencia encarece, o Sr. Dr. Alvaro de Mello
Courinhode Villieoa. director interino da R-par-
tica- G ral dos Telegraphos, no seu rea ono de
1892 e<<-reven o seguinte sobre a reae tele^ra-
phict e Pernambuco:
Rfie Pernambucana -Com o mesmo intuito
acbavc se encamiobada a construcgo da licba
atraez do Estado de Minas em detaauda da el
dade de Jdooana pa-a dabi seguir ao longo do
Rio S. Francisco at Penedo, fechando ae assim
nm circuito que vina garantir o servigo do norte
entre a capital federal e aquella 'ldarte.
Para apre-sar a realisagao tleaae proiacto
aentou-se a linda de P-.edo a Piranbas
urna exteoeao de 164.604-.0 metros.
A on-ideracao. po-em ta pequea importan-
cia reUtiva da cldade de Penedo e da absoluta
Becessidane de garantir o servigo entre esta ca-
pital e a do Estado de Pernambuco, ponto de
maor importancia, nao sn como cbave de todo o
serv;co elegrapoico do Norte ;da Unan, como
ainda por ser o ponto de aterramento dos cabo
submar nos para as coramonicags Internacio
naes, levaraoi o tbefe do 5 distrlcto a propor
urna modiHcagao no trac/ido projec ado, de trarte
a Bear a cidade do Recita imercallada no cir-
cuito.
Essa raodifleagao consiste em fazer o assema
memo de urna lioa parundo do Recife, atraez
doEta o de Pernambu-.o at cidade de Pe-
trolina soore o rio S. Francisco e fromeira a
Joazei o, onde vira a ter a prolongamento da
liobd de Jaou'ria.
E .centrados qae sejam as duas linbbs se tera
fechado om grande circuito abrangenio a ona
do centro, a mais imprtame, tanto em relagao
ao servigo interior, como ao exterior.
Alm aesse, atada se fechara outro circuito
menor en re Recife e Babia, d-sde que se execn-
te o assentamento projectaiio de urna linba entre
Alagombas e Jo.zeiro, ao longo da estrada de
ierro exi lente.
A linba a construir atravex do Estado de Ker
nambuco tendo de servir pontos, nao muito afaa
tadea da divisa com o Estado do Piaobj, podera
ser prolongada at i villa de Ouricury e ah pe
netreodo no serto deate Eetado alcancar a cida-
de de Tneiezina fechando um outro circuito eo-
Ire essa capital e a Recile.
A coBflgurasao jo Eetado de Pernambuco,
perm tundo que com pequea despeza relativa,
e posaam estabelecer alguns ramaes, que par-
tindo das iiobas principaes So servir as cabecas
de comarca mis importantes uo Estado, pro o
O eogenbeiro do diatri'to, que se fliesse airaul
taneamente conatruccoes das hnbas priocipaes e
dos rameg, correndo as despeas com ealaa por
coota do Estado.
T=ado o governo de Pernambuco concordado
Com a conlnbuisao da importancia das despezas
Com as constructora das linhas dos ramaes de
lotereaee eatadol, fol ampliado o prejecto de
modo a e8tabeiecer-se urna rede telegrapbica
nesse Estado. .
O plano apresentado entao oelo ctaefe do 5
distrlcto e que foi approvado por aviso do mi-
niPtro da inetrueco publica, correios e telegra-
pbos de 17 de Jorjbo de 1891, divide
troec-s a executar-se em tres zonas :
te, a do sol e a do c ntro.
Na zona do norte urna parte das localidades
mais importantes se acha ligada ao Recifa pelo
telegrapbo da Great Western of Brazii Rail-
WjT Company.
Na -ooa do sul o leleerapbo da Rail^iy Re-
Cife and S. Francisco Compaoy at Palmares e
O Prolongamento da Estrada Sol de Pernambu
co at Garanbuns p6em em communicasao com
O Recile os povoadoa intermediarios.
Na zona do centro os pontos mais importantes
at Caruar se acbam em communicacao tambem
com a capital do Estado pela liaba lelecrapblca
da estrada de ferro Central da Pernamouco.
Nessaa coodicOes as coostru"(6es a executar,
m demanda dos sertea do Estado, devem par
tlr dos exiremos das estradas de ferro existen-
tei.
Do Recife at esses pontos extremos o servigo
apenas o de ;a989ntamento8 do fio conductor
obre os postes dessaa estraias de ferro.
As imbas a coo9troir na zooa do norte de-
Tem, ^ois, partir dacid^de do Limoel o com
destino ao Brejo da Madre de Deus, passando
por Bom Jardim e Taqoaretlnga com ama exteo-
sao provavel de 120 kilmetros.
Na zona do sol a construcgo ser apenas a
de um ramal que, pariiodo de Garanbuns, se
dirige para o sul do Estado at Aeuas Bellas,
paseando por Rom Conseibo com um desenvoi-
vimeoto approximado de 110 kilmetros. Essas
duas linhas sao de interesse mais directamente
estadoal.
Na tona do centro, onde realmeite o servico
tem toda a importancia, devem as coostrurcO-'B
partir da cidade de Pesqueira. Logo deese pooto
pariem doos ramaes en direccao om a Buique e
outro a S. Bento. A nha geral se dirige de Pea
queira para Vilia Bella, passabdo por Alag de
as coas-
a do nor-
ro. Leopoldina e Oarleurv em demanda dos ser-
toes do Piubj al alcaopar a cap tal desse Es-
tado e a do sol para CaDrob, Boa Vista e Petro-
lina. Aiada de Villa Bella partirao ramaes ou li-
nhas estadoaesa sul para Floresta e Jatoba,
(ecbano um pequeo circuito entre Recife e Pe
n-do, e ao norte para Trumpuo, Flores e loga
zeira.
Da linha inter-eatadoal que se dirige por Ou
ricuy para o Piuhy deriva-ae um ramal da Leo
poldioa ara o Ex, servindo avlila de Granito.
As lonstroccOes projecta as, alm do graode
alcance para o servido telegraphico geral, pola
sa i as principae< destnalas a garantir a cooa
tancia do servigo desde Tnerezina ai esta capi-
tal, iot-resaam tambem vivamente o Estad i de
Pernambuco. Havendo, port.nto, concurrencia
le ioieresses estadoaes e federaes, as depezas
com a execagio da rie proj^dada terao de s-r
,'eitaa pelas partes inlereseadas. Nesse sentido
ja providenciou 0 Congre-so do Es'ado da Per-*
uambuco. votan lo o auxilio de 30:000* )00 pa-a
o correte exercicio.
O crdito de 120:000*000, desudado em 1891
a es-e servigo, foi appl cado i acquisigio do un-
te-ial necessario para toda a canaliaac&o da rle
projec ala.
N5o tendo, porm, sido consignada no orga
ment de 1892 verba especial para essa r-oos
trurcao, nao foi possivel dar-3e graode desen-
voivimento aos traDaibos, qoe fi'-aram limitado,
a recci.be,imentos e explorages. Tendo sido
mi servicia encelados em 1891 e oo coovindo
paralysl os, p.T falta de recursos, jolgou esta
di-ecio-ia dee- determ'dar-lbe urna eoamgna*
g3o de 2:001#'>00 meosaes, retirada da verba-
Novas cons'rucces.
Tiver^m prefereo:la os estados pira as linhas
da zo a do centro, nao s pela sua maior Impor-
tancia, cooo amda uo qu, sendo os das outraa
zonas de mais mm-diato interesse do Estado,
s depois da eff^clividade do seo auxilio deve-
ria n ser encelados. .
Asiim, o pooto de partida das explorago^s ro
a cidade de Pesque ra. futu-o termiio da estrada
de ferro Central e dentro de breve prizo servida
pelo telegrapbo da raesroa estrada que j alean
ga Bello Jar um. distaite apeoas 40 k o ostros.
Os -ervigos exe uiados foram os s-guintes :
I* Se-gaoPesqo* ra a Alagfti de Ba xo.
Para maise'.acto couhecimento daa po lativ s desses ous pi tos. fez se o levanta neu
lo da plaa da est-aia que os liga.com aexteo-
pao le 8 >.295 meiroa. as picadas de exnloraglo
reduzuam essa distancia a 67.514 m-tros. A
nais co-ta di-tancia entre, os pnn o* sendo.......
66.600 metros, o accrescimo de deaenvolvimento
(o ao-na8 de 9i4 2 SergioAiaga de Baixo a Villa Bella.O
terreno ne te trecno geralmeme accldeotado.
As picadas de erploragao encontraran! a Se ra
das To-rea que prolouga se na direegao de N E
pa-a o NO. e aderra Vermelha em direegao
quasi parailela.
A ex'enso total da picada aberta foi de .
113.067 me ros. A d suncia r*ct lina e ure Ala-
ga de Baixo e Villa Belia secido de 110 klome-
iros, a exulo-agi deu um tragado com o accres-
cimo apenas ^e 5.067 metros ou 4.6 */o condi
g6js de aproveitameato para urna estrada de ro
.agem
O laico ca-80 d'agaa perenne encontrado ro
o rio P-j aue no primelro pinto de iravessia
a 104 206 m!tos ia estaca inicial e em occasiao
d' satiagem apreseatava a profonduaJe del
miro.
3 SecgoVilla Bella a Cabrob. Depois de
det-'minadas aa pos;gOea relativas dessas mas
villas, encaminhou se a explorago pela mais
corta distancia eoi e ellas o com o m^lnor re-
suiado vio-s- com urna uaica recta Ue 123 kilo
metros alcaogar a villa de Cabrob.
B88SJ regiao lige.ramate ondulada. A SE da
picad i encontra se a serra de Ucumao e a NE
escoriina-se a aerra Carqueja
4* SecgaoCab-ob e Bo- Vista.A explora-
cao desra se. gao .ptesentava algumas diffijatda
des por 8^ acnirem essas duas vi las situadas
sobre o rio S. Francisco e as margeos do rio
alagarem no inve-no em graudes extenso*, mas
o irngido. em lerreoo In.eiramente ao abrigo
das inundag6es do rio, deo apenas um desenvol-
vimenio d.e 4%, ficaodo com a exteosao de
74.378 metros.
O terreno encontrado Utnbetn ligeirameote
ondulado e em grandes extenes deapido de
vegelagao.
5 SecgoBoa Vista e Petrolina.As mes
mas dilti uldadea, que na secgao anterior, foram
encentradas neste trecho, para a flxagao do ira
gado em lerreoo conveniente.
Da Boa Vista para ci ua, o no S. FraaBlaeo es
teu^P..e em orna direegao geral do norte para
o sul e oepois de cerca ae 50 kilmetros apre-
seota urna forte ioflexo aegnioao de leste para
ouste por urna exteoso mais ou meos igual,
para soffrer nova loflexio, viodo tomar a irec-
gao geral pravliva. Esas conligOea obrigam a
internar as picadas que deviara ligar esses dous
lugares ribeirionos, mas co-iteguio-se paa-
sagem em terreno secco elevado. A '-ensao
total daa picadas de explorago de O-76
metros e a da estrada existente de tib 25U
6 SecgaoVilla Bel'a a 8algueiro.Tendo-
se terminado explorages da linha principal,
para o enlat Petrolina, den-e comego a ex
pioracao da I nha do no-te para Ouricury.
Procedidos os recoohecioaentos n-cesaarioe,
oneotada a explorago, foi o pique encammhado
com o azimutn de 88 magne icos, direegao^qoe se
conse'vou atea distancia de61700 metros, onde
foi encontrar os montes denominados dos Picos,
iodos alcaotilados, nao permutiodo accesso. o
qoe obrigou a ptoenra de desvos para cootor
oal-os. Aserrada Balaoga, que se oppunba i
passagem na direegao de Salgueiro, .bngou o
pique de exploragOea a novameote reflecur para
alrangar o aeu objectivo.
A exteusao total dos piquea de 91.500 me-
tros.
O nico rio encontrado foi o Terra Nova.
Contando-se com o auxilio prometiido pelo
Estado e na impossibilidade de fazer-se seguir o
aervigo de explorago para o iragdo daa pica-
das desloadas as linhas federaes de Salgoelro
para Ouricury em demanda de Tberezioa, pelas
diflieuldades decomn nnicagao com lao loogin
quas regiSes, o que torta como coosequencia
ma adm'nistragao do servigo e elevagao do pre-
go desses estndos, foram eocetadas as explora-
cOes dos ramats.
7 SecgSo-R imal de Villa Bella e Floresta.
O pique de exploragOes panto de Villa Bella com
o azimuib magntico de 144', que prolongado a
distancia de 73.5)0 metros, veio desembocar em
urna daa extremidadea da Villa de Floresta.
O noico rio encontrado foi o Pajea, sobre o
qnal assenta a villa de Floresta.
8' Secgo-Ramal de Villa Bella e Triumpho.
Os ae'vigos nessa secgao flcaram at o ultimo
do anuo a 11 kilmetros do ponto ini-ial.
9* aecgaoLimoeiro Bom Jardim, Taquarelin
ga e Brejo.As explo-agOes nessa secgio tie
ram cimego ja nos nilimos diaa de Ootubro, de
sorte qoe e foram estodados 55 kilmetros.
Aaaim, dorante o anno fizeram-sa servigos de
exnioragao deflnitivi na extansao de 73.9o9
metros, lendo-se despendido com eaae traoalho
a qnantia de 25:200*000, ou por kilmetro
14*800.
Com a coosigoagSo destinada a essa conslruc-
gao no correte exerciclo se poder* dar grande
desenvolvimento ao servigo, sendo poasivel den
trodo correle anno coosegoir-se estabelecer a
c^mmonlcagao teleg-aobica pelo interioren re as
capitaes dos Estados da dahia o Pernambuco,
pois j est esia directora providenciando so-
ore o assentamento da linha de Alagoionas e
Joazeiro. .
Tendo de faier-?e aervtgos de explorago em
ama extensao tao avultada e neeesaitanlo-se.
portanto, de trabalbos de represeoisgo de todos
esses estados procoroo-se dar urna organisagao
mais completa ao escriptorio de deseoho do 5
districto e pelo qaairo junio se v os trabalnos
que oelte foram execntados durante o anno no-
dc
temoeAea Foram removidos da Eatagao
Telecrapbica desta capital os telegraphietas An-
onio E do, Estado das Alagoas.e Galdido Jayme Drom-
mond para o Maranao.
Atenda-rarmalarlo -Es?a ioteressante
obra do poarmaceatico pela Universidade de
Coimbra, Sr. Angosto Cesar da Costa Goes, aca-
ba de ebegar Ltvraria Pipellaria do Sr. F. P.
Boulitrean. ,.
A Agenda-formularlo medico pharmaceutica
nao orna pnblicagSo nova, pois eotra no sen
segundo anno de edigSo ; e ja seodo asslm co-
nne ida do publico a qoem ella ateressa, nao
onde ae recorda o qne em pocas mais remetas i
e em obras proprlas se aprenden ; e ao pasao
qoe lodispensavel, porque um guia, para
quem nSo segoe o moviment- tnera eirieo e nao
l oa jornaes acieotitlcos, ainda indiapensavel,
po-qu nm auxiliar, para que a esta apar da
sciencla moderna.
Agradecidos peto exempl r que nos foi re-
me'tido.
Eipi-ranraa perdida*)Acaba de editar
a casa do Sr. kiuanio Paiva a ra do BirSo da
Vrc oria n 13 urna valsa para pa io, composta
pelo Sr. Javentino de Saaza com o titulo que to-
mamos para noticiar o sen anpareci neoto.
Recommeniamol a aos ama lo-es, como om
mimo de aenlimento e primor de hamo na, na
traduego do assompto em qoe iospiroa-se o ta
le lo-o autor.
Kua VelhaMoradores d-'ssa roa e-ce
vem-nos pedindo, atim de reclamarmos de quem
competir, provilea las relativamente a uiaaa
refina-ias da roa do AragSo, que prooedem du-
rante o dia & toretiogo da carnauba e outrna
granulos, o que faz expiar um ftido nsuppor-
iave!, acomoanhado de eapessa fu.Tjaga.
Aceres.-eata o nosso informante que especial-
mente nma da allu (idas retinaras io 'orr. soda
aos haouaotes daa suas cirCnmviainhangas, poia
nao lendo chamio para eapraiar a fum ga, esta
canalisa se para um grande quintal que confina
com as irazeiras das casas da ra Veiba, cuios
moradores respirara continuamente emanaoOes
senelbaotes i materias em estado de potrefac-
go, o que nSo pode deixar de conco-rer para a
insalobridale das mesmas baoitagOes.
A ser exacto ludo qonoto oos co umunicado,
est este a mo a exigir prompta provid ncia.
Moctedade toa Artlalaa Mehanl-
coa e lilberaea E*sa associacao c-leD-a no
da 26 io correne o 52 aoniveraario de sua in-
8tillagaoe o 13 do Lyieo le Artese Of:ios
Esse acto ter ligar s II horas da maohS do
indicado dia. aps a missa celebrada no estabe-
lecimeoto as 10 oras.
A direoiona da socisdade leve a fineza de en
viar-nos um convite, pelo que nos confessamos
sum>oamenie penborados.
O. luixuie Desse peridico oliodense
acna s em i strhu So o n. 8.
i'ekni como centro comnierclal -O
Sr. Beaucie.k da Legaga.i log ezi em ftk m, em
um relatorio recenie soore o estado do commr-
co estrangeiro oa Cnina, faz algumas observa
g^s interessaates sobre os elemenms de Prkm
como om centro 'o commercio estrangeiro. Diz
elle qoe a vasta planicie em qoe a capital se a:n.
situada, cootm orna popungao densa, unto as
namjrosas g'andea cidades e aliis, como no
campo, que notavel oela sua fertinlale aer-
cola. Di Moogolia vn caval'os e carneiros em
grandes qusniidades. Ha moitos anoos que se
orojecou urna est-ada de f-rro de Tiemsin a
TaugcbuW. 'lom ua: prolongamento para Pckia.
Se se realisar a construcgo da linba, dar ae-hi
um grande impulso ao comraerio, porque o eys-
tema actual de transporte em embarcagOes e por
carrogas mu to vagaroso e incommodo. A g'ao
de popolc*0 con'm moitos homens de fortona,
alm da Crie, e os mandarn negociantes e eu
ajeno neos comprara mu oromp'amenie geoe
ros es raogeiros. especiairaeote pen lulas relo
gios, tapetes e arugos de fantasa. Os negocian-
tes estraogeiros alcangarum pr^gos remoo-ira lo-
res po' oojeotoa taes, pois que o* cti-ns ricos pa-
gam qaalquer prego por articles de luxe
Para a communidade eitrneira residente em
Pek ra, a sua ligagSo por linhas frreas com o
porto e a existeocia de certa concurrencia com-
raercial seris um grande ben-ficra. Durante os
mezes de invern toda a communicago com o
mundo externo tica mte-rompida, e uem mes i>o
o menor pacote pie ser levado a Shangai at a
abertura do rio em Margo. ,
Dous pequeos armazens monopolisam o cora
mercio feto cora estraogeiros, que tem de pagar
tanto qaanio 100 % cima do prego do cufto por
lodos os objectos d-s primei'a neceastlade.
lato pesa extraordioariame te quamio se con-
sidera qoe a manteiga, o qu^ijo. o sal, a farinha
de ingo, os vegetaas em lata e os comestivea le
toda a esp-cie sao multo usados, excepto u a pe
queuo numero d* missiooanos que cooseguiram
adapta-- se facilmeate comida cnioeza. Ri a ea
pital fosse de fcil accesso os viajaoies afflai'ia n
a Pekim em grande numero, e seria ne.-.ess irio
maior numero de lojas e notis. O kerosene e os
phospbo'os enam venda porapta.
E' comtudo multo possivel que oa negociamos
estraogeiros ano jnlgassem multo conveniente
teota* o commercio em larga escaia em Pekira.
mesmo quando se abr sae a cidade a loda a es-
peje de empresas. Os gneros de exponago vao
directameot-i para Tient8in para o emnarque. dos
cent'os locaes de producglo.e os negociantes in
digenas, gnardanam provavelmeote o grosso da
imoortacio as suas proprlas mos, tomando
impossivel aos negociantes esfangeiros vender
por prego mais mdicos. ___'.
A ordem iioa boapUaea -No mez pas-
saoo ae reuni no Mostoiro de Sania Maria das
Sette Fontes, no departamento de Ionne, o capi-
tolo geral de todos os superiores doa uio.-t".-o-
penenceotes ordem dos hospitaes. Essa re-
una.) foi presidida pelo padre SebaBiio Wjork,
augo capuo>a|udante no i.* baialb&o de zuavos
pontiticae8, actualmente abbade geral dos irap-
piataa.
O Dm d'essa reoniSo foi o esludo das coodi
gOes as qoaes vai fazer se a renmo em um s
copo das differeotes casas de Trapoa, que exis-
ten) actualmente em Franga, nnio qoe foi votada
pelo capitolo geral convocado em Roma em Ou
tobro do anuo paseado.
Ai boje, de facto, os religiosos da ordem doa
trappistas podiam indistioctameote ebedecer ou
regra de S. Bento, ou s conslituigOes multo
mais suaves do abbade Rane.
Bom curoO Sorvete Familiar, ra do Ba
rao da Victi na o. 67, mandn nos urna amostra
do caf especial, que devidameate torrado e mui-
do, tem all exposto venda
Provamcs a respectiva infasio, e acbamol o
excelente. A lorrefaego do precioso grao fei-
ta ponto, e o p do caf conserva iodo o aroma
e sabor, dando pela inluso orna bebida multo
aprecia ve!.
Nao temos duvida, pois, em recommendar o
dito caf pillado.
A Idea- Poblicoo-se bontem o n. 6 deste se
xanano, orgao de urna as-ociagao.
O Incendio de O.inda ena io::i
Completam se buje 262 anuos que os boliaudezes
incendiaran) a cidade de Olinda. Foi sso no da
23 de Novembro de 1631. '<*
reata de Xoasa Sennora daa Her-
cePedem nos para declarar qoe a (esta de
Nossa Senhora daa Merc), por justo motivo, foi
transferida para o da 7 de Janeiro prximo vin-
dooro.
ocledade Auxiliadora de Agricul-
tura Hoje, 1 ora da tarde reunir-se-ao em
eeaao ordinaria, os membros do conseibo admi-
nistrativo d'esia socledade.
Aaaoclacfto Medico Pharmircuiloa
Esii as'ociago reuoe-se boje em sessao or-
dinaria, -no logar e hora do costme.
Tagua -Por telegramma recebido pela agen-
cia d. Mala Real Inglesa aesta cidade sabe-se
que esse vapor sabio bontem da Babia s 2 horas
da tarde.
Tacada-Ni dia 6 do correte, no munici-
pio de I^uoraas, co lugar denominado Cruz de
Rebooga, encontrando Joo Rodrigues da Silva
com ano -l Barros, morador oo engenbo Des-
terro, e censarando-o por baver o mesmo Bar-
roa dado ama cacetada em om anim-l de aoa
propnelade, dea em resaltado travarem Insta
de qoe sabio este ultimo ferido com nma la-
cada.
Pela aotoridade competente foi vistoriado o
offeodido, cajo ferimeoto fol considerado grave
O delinqaeote evadio-se.
Auieridade policial 0 alteres Manoel
Joaqaim Beierra assamio em data de ante boa-
tem o exerciclo do cargo de delegado do ouni-
Qicipio de Barrelroa.
immrnia fortuna Fall, se maito em
S. Pete sourgo de ama inmensa fortuna qoe vai
ser provavel meete reclamada ao Bancu de In-
glaterra e caja blstoria a segolnte :
A molber de um rico jadea ingles, Lavy, de-
positoo capitaes no Banco em 1843. Esses es-
pitaes mootam actualmente, com os jaros a cer-
ca de seaaenta mllboes esterlioos.
De lempos a lempos ta-se apresentado di-
versos pretendemos, mas ama nica, Mas Ha-
merie, americana de nascimenio, coosngalo pro
var o seos direitos qoadragesima-quinla par-
te desta fortuna, pertenceodo o reato a ama ma-
sa, a Sra. Aona Piokelstein, ne> Levy molber
de oarives da Ismail, na embocadura do Dana
bastar-lbe-ba
Baixo. De Villa Bella b'ifarca-ae a'liaba pnoci-1 vem apello dflnila, bastando notar como aeu
pal em duas direcgOes-a do norte para Salgoei-1 autor, qoe umliroonde se nao estada, maa
bio. Para recebsr esta fortuna
aprpsiotsr as certides de nascitneoto do pai e | beieceodo-ae o cambio par
do to, de quem ellt aerdeira.
Movo expiativo-Oiz ora proal oelg
qi.e om "]< iii-- r i Ua.la i) d.'scobrlo a i.a nova
substancia exoluivel
S' ama especie de grasa de cor escara e de
consistencia semejante a do azeite doce conge-
lado, graga3 a qaal as Oallaa pode'o perfurar
so'D a menor diffiraldade a propria couraga
Dow I
Na AUemanha, denomioou-se esta nova sub-
stancia de oleo de tiro.
Absolotimente ifiuffensiva para os quem ni-
pnlara, este explosivo nao del ou* era peo fogo
nem pelo cboqne, mas menta ao coma io de
nraa substancia de r" de emoar cuja parcella
latln-tesiraal basta pira d temmar a explo-o
naturalmente sem furasgi e ^em ruido :
Qaanto aoa s-us efTenos balsticos, sao de tal
molo polerosoa qoe nSo paiero anda ser de-
terminados exa^tament).
CcoteDta n-se era avsliar a torga nove on dez
veies mais censideraveia do que a da aetsttl Pl-
vora era foraaga.
Finalmene, o mais maravilhoso que este
o'eo de uro nSo p'Oduz reco na arma. Isto
no ha negar extraordinario.
Hedico aaaaaluoEn C .i-k'-:ville, Es
talos Unidos, morrea ha algara tempo ara me-
d ra moito coosilerad), de'xando oo* eserfoto a
co .r8so de om aasasaloatj que elle havia co n-
metiido em 1865.
Urna de suas clientes, a raulher de ura cler-
gyraaa, havia raorrldo, apezar dos seos cuida-
dos ; o cas > era tao interessante que o doutor
fomou o orojecto de exnumar o corpo.
Consegura sso, ma; surp'eidido na fnebre
operago pilo marilo da iefont>, teve de ravar
uta com elle, desfechando-lhe urna coataiaqoe
o prostrou mo'to.
terrado pelo a< a c-iin involuntario, o dou
tor alo encontrra outro meio pira o dissimular,
seno langando o clergynan no caixo vasto.
Dssde essa da a ehe n-via alnalo os filhos
da vi tira aos rjiaea deixon tola a fortuna.
Telegramnaa"]relld'aAcham-se reti-
dos ni estago de Telegrapbo Nacional os se-
gnlotps teleg'aromas :
Janov(proce'eote de Santos ; Bu-kman <* C,
de Natal; I). Maracas e D. Joaona, s-ndo a-es
dous ultira; 8 avisos.
Carnea arrulnadaa Fcram mandada'
Ungir ao nar por e acnarem em con iiges de
na- servirem para a aLmeutago publica 96 1/2
kilogi-ammas de carnes verles, exooeUS a ven-
ia no Mercado de S. Jos, se do :
Pelo Sr. Dr. Lipes Pessoa 39 1/2 kilograa
raaa. pertencenies a iltersos ; P
Pelo O'. Mote-Njgro 57 kilogrammas,
per eir-eotes a Xivier 6: C.
Lmoetro -s:revera no3 dessa cilaie em
20 >io correot-s :
Na da 18 encerroa se a 4.* sjsso do ju-y
leste muQicioiJ. q'ie fr* i islaiuda uo dn 8
a,b a presida isla do Sr. D\ Materno de Cirva
Ifin |uiz de direiio, rep'esentando o ministerio
publici o D*. Joaqoim Beotaem, e serviodo de
escriTfto o capitio Ernesto Cavbante.
Foram uomeitidos a julganenio 13 reos
comp-eheodidos era 10 procesios. As deciaOea
fora'm :
Maoonl Travassos de trrnda, pronunciado
no a-t 294 do God. Peo. Absolvido por 6 votos.
O promotor appellou.
Miguel Paulino das Flores, pronunciado no
ar'. 356 do Cod., condemnado a 2 a.noa e 4 me-
zes ae priso simples.
Avelino Fran:isco de Figodiredo. conhecido
por CsOello, pronunciado no art. 294-lo Col.
Foi conieranado a 15 anoos e 6 mezes de pn-
>-o. App lloo.
O mesmo, pronunciado era outro processo
oo art. 304 do Col. Foi condemuado a i auno
e 2 mez^a de priso, mximo do art. 303.
Francisco X>ier de Anlrade, p-muncalo
nos arts. 329 e 356 do Jod. Foi absolvida por 5
V008.
JosHsrculanod^ Castro. Mera tdera.
Anta-io Nones Pereira. oronnicialo no art.
356 lo C"d. Fol conde noado a 7 mz's de
pnsao siraples, minimo do art. 330 g 4" do
mesmo Cod.
J>So Locrengo deAlmeila, pronunciado no
art. 356. F>i condemuado a 5 aanos o 11 me
z-s pnsao simple?. Apoilloi).
Jo-l.uacio da Suva, pronunciado no art.
156. vo\ aosolvido por 8 votos.
Aquilino Baroosa de Footes, prenuncalo
nos ana. 13 e 294 do od. Foi absolvida par 7
votos.
Francisco Crrela de Franga, pronunciado
no art. 356 lo Col. Foi absolv lo oor 8 votos
Aot nia Guilnemina da Silva, praounciida
no ar. 303 do Cod. Foi absolvido, por unani-
daie.
Manoel 'Nones do Amaral p-oounciado no
art. 304 do Cod. Foi absolvido oor 7 votos.
as ojoairo ses- 8 juiraiarias do anuo fo-
ram submetidos julgamento 44 reos em 39
proceas s.
Os crimes foram : HimicidioB II ; tentativas
de Homicidio 3 ; ferimentos e t(Tensas pbisicas
leves 9 ; dem eraves 7 ; furtos 3 rouoo 3 ;
incendio 1 : delbramento i e damno 1.
m O resultado dos jolgameotos foi: em homi
cidios, coodemnago 4 e absouigGes 7 em ten
lativa de nomicidio. abaolvigOea 3 ; em fenmeo
to graves, condemnagao i, absolvigOes 3 ; em
fenn,enios leves, condemoago i. absolvigOes
8 ; em furto, condemoagOes absolvigO s 1 ;
e incendio, coodemnago l ; em defloramento,
coodeojoagao i : floalmente, em damno absolv-
Os reos for m : horaeo3 40 e mulheres 4.
daioelles 5 ra -ores de 21 anaos.
O cambio no BraallO Ferreyn Cffi-
ce anaJtcoa o reatono do cnsul mglez oo Rio
Grande do Sal. D'elle extractamos as segaiotes
inforraagoes acerca das variages de cambio.
Durante o secuto actual, o mximo fot S an. 2
d. e desse mximo deseen a menos da nona par-
te deeea cola.
Durante os periodos coioolaes, as remessas do
Brazil para Portugal fazia n-se em barra de ouro
ou em Joss, moeda de ouro avallada em
1.16, seodo o cambio 5 8. 7 d. por 1 Em
18H8 a chegada de D. Joo VI determiooo ama
mudanga ratical na vida social, poltica e cora-
mercial do paiz.
Oa porras do Brazil foram eo'o pela pnmeira
vez aberioa ao commercio externo e estabelece
Tfin-.fi casas ealraogeiras. O rei ea corte eram
pebres e os reo limemos da colonia iosofficien-
t8 para eupprir aa necessldades. Langoo se
pnmeiro mo da cunbagem de prata que dava
nm lucro de 20 por etnto. Para facilitar lato,
as patacas hespaoholas trazidaa do Per, nos na-
vios de retorno eram compradas a 800 rls, for-
tes e eotravam na circulago por 960 ria, re-
cebendo os beapanbes o pagamento em oura
ou em papel sobre Londres. Estas traosaeges
e o commercio de imporlago rapidameote cres-
cente esgotaram breve os recursos da praga em
ouro e saques, e a taxa do cambio sobio a 6 s
a 8 d, a 7 8., chegaodo at a 8 8. 2 d. em
1812-13.
Depreasa, porm, a prata iraca exceden s ne-
cessuades da circal.go, e como o ouro ja nao
eorria. a moeda fraca lornou-se legal e sefli ella
sa compravatn os cambios para pagamento das
imporiages. Eoto o cambio comeg ra a des
cer, sobiodo o oura cima da naridade e atn
giBdo se as cotagOea de 4 s. a 7 d. Logo os ne-
gociantes preferirn, exportar ouro a comprar
saques eassim ae eBgotou o stock de ouro que
havia oo paii.
Emo o Koverno laogoa mao de ootro expe-
diente : a emiaso de papel-moeda, que ja em
1819 era superabundante e depreciado a ponto
de ser necessario declaral o de curso forjado.
Isto determiooo, como obvio, urna nova queda
do cambio, qoe regalava a 8 8. data do regres
so deD. Joo VI Earops.
Daraole o prlmeiro imperio, a situagSo aiada
peioroa com a impensada legialagao baocana e
cora a losiituigao de urna divida externa. Em
1823 o cambio baixava a 3 s. 11 d. Cootrahio-
ae eoto om emprestimo externo e a taxa do
cambio sabio a 4 s. 4 d. e a 4 s. 8 d.. no Bm de
1825 e co neg de 1926. Sob a ioflueocia das
eoinplicages exteroas e internas, o cambio co >-
tinooa a oaixar, at que em 1830 attiogio o m-
nimo desolador de 1 8. a 6 1. e 1 8. a 7 d. Era
a maior queda que jamis se vira.
Sob a regencia, promulgaban) se numerosas
medidas para melhorar astinaogas oaciooaes, e,
entre ellas, estava a uqoidago do baoco emis-
sor fallido e a sobslltuico das suas notas de-
preciada? pir outra8 emtitidas peloThesooro.
Em 1813 reformou-se a cunbagem, ti01}0.-"
par para o camoio em a 8. 7 1/5 ti. por l#t).
As cotagoes melboraram rpidamente
oavla attmgrera a paridade legal,
fez-se nova mudanga no valor da moeda,
actual de 2 8. 3 d.
(27) por i #000
aem to
Em 1846
esta-
Nette rgimen a taxa mln ma aiimgida antes
da cnse actual foi de t 2 i. 114) era 18c8, du-
rante a gaerra do Paraguay. V-se, pois, que
uno o cambio or, como o cambio real, no Hr -
gil, apesar dos esforgos feios para o aoateotar,
tiveram sempre urna tendencia na-a a baixa qne
atuogio mnimos nanea anteriormente obser
vados.
Tribunal do fury federal- An'e-'ion
tem foram suhme.tiio.os )U gam-n'o ne-te tri-
DU'ial os reos Qumtno O-enga e Nicolao O'enga
aciasadus de haverem [ab'ieado e n rnduzidn na
circulago aotis falsaa de cem m I ris do Tne
souro Nac.onal.
Presidio o julga ento o juiz seccional deate
Bsiado, Dr. Amonio da Oliuda A n-i'a Caval-
cante.
0 jury de seoteng corapoz se dos jurados se-
guintes:
Joaqn'm Bastaqoio das Niv^s.
Ulysses Fioriaoo do Reg Birreto.
Domingos Jos Avila.
VictO'iano A'aujo Ei'a.
Joaqaim F'lippe da Costa.
Mximo Francisco da Siiva.
B-nvenuto Corola Cabral.
F aoelsea dasJCivga: onte.
D". Feliciano And' Gome3.
Candido Jos de Gas T< lies.
Alfreio Gibsoo.
Joaqaim Francisra de Maraes.
Oicuoou a inbuna da accusugao n procurador
da R'publiaa. D-. Luiz Antonio de An Irada.
Produz o a defeza dos accusa.ios o D-. Antonio
Ueziio R'beiro.
Da accordo con as decisS^s do jury foram os
reo1 absolvido8.
Nio bavenlo ouros p-ocessr-a prepranos pira
(ulgasento o Dr. juiz aecuonal eoce-rou a ses-
sao.
Tbeaouro escandido E' coahecilo o
couio do thesouro e-c.;. i io.
Por aquiraie^o, oesla c^ptial, tt!m anpa'PCi-
do cart<8 .le ura preso Besaaotiol ou allerao, oa
le qualqusr ouira nacional! lade, contando a sui
infelioidade e o cooneci >emo qoe lera do lugar
em qoe est escondido celo iheioaro-
Est claro qoe o nossiAladino n5o tem di
nbe'ro para deseraoenbir o mna ojo raove em
qoe gaardou o plano do lugar do taeSJUro e
pete ao seo amigj qu-; Ib'o enpeste
Re:ebe o dinnei-o as vezes.e nao e3;ree
mais. O ronto lassou.
Eatretaoto, um [co loerivel baseado sibre o
hesouro ejcoQdido pass)u-3e ha pjaco em
Sutsra, prximo a Palermo, na Sicilia.
Annuaciam os jorn-ea d-qa-na dlade que
um pr prie'ario da'li, o Sr. Virgilio Pajqoale,
receoe a orna cana de Barcelona, asseguanlo
Ihe que nos s as terrenos estava escoodido um
tnesiuro occulio oui'ora por u n li lalgo slcilu
no.
0 autor da carli, que se dizia descendente do
tal fldalgo, offerecia-se a ir a Solera, reclamando
pela sua descoberta e pela bui viafera mttade
dO 30l0
0 proprietano aceitOU a pripo^ta, o estrangei-
ro foi a sua casa e, proceiendo a escavag s,
leseoierrou una grao'e jarra te cobre ebea de
raoedas de ouro do cunno de Fe.lippell e de Fe-
lippe V de H 'spsnlia.
Os haDitaoies de Su'era festejarara mui'o o
arb tj raunos tnesooros esomdiios.
Umexenaplo depeisiveranca-Qn1
a m lustria e a perseve'auga eedooa lame acraam
a t-ua recomoeosa. foi s-mpre o Ii ma principal
dos moralista?. L mo c-me que, oa infancia, o
nua mestre me tstava tenp'e disrodo: A
paciencia e pe'severanga, antes ou dep lis, ven-
cera todas as dilh.ralJades; e ae ba ura a raaxi^
mt conirmidora da expeieacia, esa. E'
urna mxima coramum, vulgar, umi amiga se
quizerdes mas urna verdade sacrosanti, uraa
verdade que faz ranagres.
Ea oo sei se estas duas qualidades pre'.o
sas, a paciencia e a perseveraog, forera jamis
posta sem to dura pmv.i cono (ielo nelebre ban
qoeiro de Pniladelpbia o fraoc^z Girard. na se-
grate anedocla hisranca.
Ura i manh, multo cedo, emquanto Girard es-
lava passeindo oa praca emotsllesado pela sua
magneticeocu, un Joo Srait, que tinna ira-
balbado como pedreiro as fabricas, e daao
na vista, co o a sua actividade, apres-n'oo se ao
baoqneiro pedin io auxilio. Eoto deu-se o ma-
Ij:o segu.nte
O auxilio, ?..*Qne-es dizer trabalbo.
Sira seaborl ha inuito lempo qie u&o acbo
trabainol
Dar-t'o bei. Vs all aquellas pedraa?
iira senhor I
Pois bem; quero-as aqui, vae apanbal-as.
lens entendido?
Siso 8ennor.
E quando nouverea acabado, vem ao banco.
Com paciente perseveranga, Smith transpor-
tou as podras, e logo que acaoou duas horas de-
pois do jantar, dingio-se para o esCrlplorle do
Sr. iirard, perguotando-ihe se linha mais algum
iraoalho a dar para fazer.
Ah I que-es mais trabalho?. Es bem.
Tornaras a trazer as pedras d'oode aa apaobas
te. Tens entendido?
Sim seabor I*
E, sen dar palavrs, Smith voltou ao sea tra-
balno de Si.-ypno e, Hcabando o a tarde, voltoo
Girard para ihe pagar.
Abl estas aqu de novo? Acabastef
Sim sjQtiOr ?
> Est oem. K qnan'o te toca?
Un dollar.
E's discreto. Eil oaqui !
Tera V. 3. mais algum tr bi'.ho a dar-me
para fazer?
Sim. Volta ammha e leras mtis trabalho.
Na manh segrate Smitn foi pontea ao ajus-
te ; mas qual nao foi a soa aurpresa. qiando foi
convidado pelo baoqueiro a recomegar a histo-
ria do da anterior de trazer e tornar a levar as
pedras pela quarta vez? Elle oo abri boca,
nao P' dio o porque dquella extraohesa e per
severoo, at que empregoo e Jia, naquelle mo-
til trabalho.
A tarde, quando foi dizer ao Sr. Girard que
linha trasuo as pedras do lugar em qoe es'avam.
o bizarro banqueiro toraoo-o pela mo excla
mando:
Bravo Smith I Voil mon'.homme T fazes
aquilo qoe te dize.ra, e oo traas de saber a
causa ; e o fazes, nao uraa, mas duas, tres ve-
zea, per8evando no trabalho e no silencio. As-
sim deveriam fazer todos os subalternos. Tens
mulher?
Nao senhor I
> Malt... Teas Albos?.
Cinco vivos, aennor I
Cinco ? Bem 1 O numero cinco me agr
da. Eu te quero bem, Smith, porqae es um
irabalhador perseverante e taciturno os memo-
res dos trahalhoreae von fazer um pr-sent aos
teas cinco pequerruxas. Eis aqu cinco pedag. s
de papel 1... olha, v bem I que nao papel des-
pedagadol... e se continuares a trabalnar cerno
lens feto transportando as pedras, estes cinco
pedabos de papel viro a ser cincoeota, cinco
mil.. qoioheotos mil... e... mais. Adeos I
Eram cinco notas do banco de cem dollares
cada ama, e o baoqoeiro generoso foi tambem
pro obela. Em poneos anoos, com asoaindus
tria, cuidadoso e perseverante, Smit toroou se
um'doa maia ricos negociantes de Pbiladelpbia.
Dir me-neis qoe ea voa semnre pescar o mena
exeaaplos na America, leprends monbien ouje
te trouve, como disem os franceses, e depois que
queris ? os americanos sao oa povos mais em-
p-th-ode lor 'a e maia perseverantes do mando.
No lira do seclo serla mais de 103 milnoes ;
todo o novo mondo, cedo ou tarde, ser roopa
deiles e o velbo mando ter de fazer as contas
com elle.--.
Mas nao faltam bellos e imitaveis exemplos de
perseveranga tambem as otras n; giles.
PaaBgeiroa Sabidos para o sol oo vapor
nacional S. Salvador :
Jaciotno Paes P.mo e soa senhora, Maria Eu
lalia Amelia Leo Dubeax, 1 tilho e 1 criada,
Dr. Arthar Morelra, Senhorinba U nb-lraa Perei-
ra, Jos Lopes de Mallos, Firmioo Lopes de
So'oza, Jorge dos Santos, Lalz de Goavea, Lais
Rocoa, Fr. Moutioho, Fr. SanU Julia Boteiho,
Caaimiro C Augusto, Jos F. do B ira Fim, Ma-
nuel de Lima, Pedro P. Vlclorino. Arthar de C
Bntto e sua senhora, Osear D. Dlamaotino, 1 ca
dele, Dr. Alvaro Luz, Manoel Lopes da jilva e i
criado, Dr. Maioel Augusto Teixeira, Irma de
candade Josepbina.
Caaa de DeenoaoMovimento dos pre
sos da Casa de Deteogao do Recife, Estado de
Peroambuco, 21 e Novembro de 1893.
Sxisliam 546, entrarara 9, sabiram 80 -exis-
l-n 575.
1 oaciooaes 449, molberes U, eslrangeirosiS.
Total 475.
Arragoado8 439.
Bons 410.
Dantos 19.
Llocos 0.
Loaca 0
Total-439
Movimento na enfermarla.
Teve haixa:
Manoel R beiro de Mello.
Inapecaoria a a a. dialrleto marl
(1 -noRecife, 21 de Novemb-ode 18D3.
Boietim meteoro'oginp
Horas Terru. centt- Barmetro Tent. do Dmsii
grado (a 0) tupur dade
6 m. 25-6 757-80 10,(7 80
9 26*6 75H- 68 20 01 77
(2 27.'1 758-01 18 42 70
3 t. 27.-1 757-.lt 18 89 71
6 ?6."6 759-38 18,73 li
i
Temoerutura mimm 25*25.
Temperatura mxima 19,-00
Evaoora^o em 24 Ooras ao sol 6 tn6.
Chuva 2,mS,m.
'tirecgio do vento varlavel de SS a
rceia noite at 4 b. 00 D. da manti ;
ENE de
ISE at 4
b. e 2) ra. ; NNE a' 5 b. e 50 m. ; Re ESE al-
temados a' meia noite.
Velocidade media do vento 5,rn90 por se-
unio.
Nebulosidade media 0.57.
Boietim do porto
ara mir oa Das Horas Altara
bal xa-mar
B. M. 21 deNitemb. 8-30 ia m 0.-40
P. M. al de 2-45 da l. 2.-40
lloapllal Pedr II-0 mo'mento desse
estabule -amento a cargo da Saata t^asa de Mi-
sericordia do Recife, 30 dia 21 de No7onb:o fi
o segointp :
Exis'iara. .
Entraram. .
Sahiram .
Falleceram
Existem .
646
ii
------657
16
2
639
------657
F .ram visitadas s enfermaras pel03 si-guin-
tes me-eos:
Dr. Barros Sobinho. entrou s 6 3 4ia nianh
e sabio s 7 3/4 oras.
Dr Malaquis, entrad s 10 da manh e sabia
s 12
r. Stis Bi-bosa. ent-oa s 10 3,i la mi-
aba e sabio s 12.
Dr. B*''do, eutrou s 10 l|2 da manb e sa-
bio as 10 3/4.
Dr Aruooio Marques entrn s 8 1/4 da ma-
nb-' sabio s 8 1/2.
r. Lopes Pessoa, entrn s 9 da manh e sa-
bio s 10.
Dr Vieira d?. Cunha entroo s 10 a manh e
sabio s 11 1|2.
Dr Anirade Liraa, entran s 3 1|2 da manda
e sabio s II.
Or. Tivarea de Mello, entroo as 10 12 da ma-
ahS 1* sabio s ti.
Ajudaote, entrou s 6 1/2 horas da manb e
sahio ir o 1|4 la tarde.
Cemilerio Publico: -Obi uariodo dia 21
de Nivemoro
A-ilooio Manoel da Hra, Brazil, 2J anno?,
casado, Santo Aotomo.
Antuo:a Fe reir Mai R o-Grin.de da Sal, 30
anoos. csala; Boa Viati;
Casiudio R drigoes de Oliveira, Portugal, 44
.tunos, casado; Boa-visti.
Manoel Groes da SiWa, Po'tdgal, 83 annos,
viovo; Boa-Vi ta.
Cons'.amioo Vieira d- Liraa, Portugal, *2 an-
oos, casado; Saot Antonio.
G-nero^a M. do Espirito Santo, Portugal 70
annos, solt-ira ; G-aga.
Un feto do sexo ferainmo, Boa-Vista.
Clementino Gomes da Silva, Pernambuco, 6
annos; Gragi.
Manoel Castro, Pernambuco, 46 aanos, tiuvo;
Boa-Vista.
Amero Jos Mu'.bias, Pernambuco, 21 annos,
solielro; B'a Vista.
Mara Toereza, Pernambuco, 2o annos, eoltei-
ra ; G-aga.
Leoncio Cosrae doa Santos, Pernarabu'o, 19
an os, sol'eiro; Saoto Antonia.
Jos Argeoiro Santiago, Pe-nambaco, 12 an-
oos, solteiro; S. Jos.
MSICIANA
l
EPHEMERIDES LYRICAS
23 de Novembro
1875Pela primeira vez 6 levada era 3cena
no theatro de Varsovia, a grande opera Aida
de Verdi.
187o-Em Genova, no pequeo theatro Pa-
ganini canta-sc a opera de Pasla Atabualpa->.
189lEm Turira, vai a scena a Carmen
de i'izet, onde cantera o basso Rotoli.
1892 Osmanio de Corti representada
no theatro de Guastalla, cantando o tenor Salv
a convite do auctor.
CARLOS GOMES
Realizou-se em Chicago um grande concert
organisado e dirigido pelo maestro brazileiro
Carlos Gomes. I
Urna testa 'esplendida; urna verdadeira festa
da arte que apenas durou duas horas.
Foram cantados trechos do Guarany, Salva-
tor Rosa, e Cndor msica smente do grande
brazileiro.
Findo o concert, que teve lugar no paviMo
brazileiro, Carlos Gomes vio-se reunido por bra-
zileiros e italianos que confraternisados o sau-
davam.
MASCAGNI
A primeira representago da opera Ratcliff
que devia ter lugar no correte mez, foi adiada
para Fevereiro de 1894.
Consta que o maestro livormez esM comple-
tando outra opera Teodosio .
MONUMENTO A LI3TZ
Na Hungria vai ser erguido um grande monu-
mento em honra ao grande pianista Franz Listz.
" estatua marmrea representar o pianista
hngaro com as vestimentas sacerdotaes e se-
gurando em urna das mos um caderno de pa-
pel de msica. *
MANON DE MAS3ENET
No theatro da Opera Comique de Paris,
vai a scena por todo o mez de Novembro esta
opera do componista francez, que completar a
sua 200 representago.
O MAESTRO GIALDINI
Este distincto componista, auctor da opera
I Due Socci e que por algum tempo dirigi
a orchestra do theatro Santa Isabel acha-se
actualmente em Trieste com urna grande com-
panhia lyrica.
O BASS0-TANSIN1
O nosso coohecido Tansini, que tantos trium-
phos obteve no Santa Isabel e que hoje no
genero considerado como celebridade, est
cantando no theatro Opera na Russia.





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Darfo


-
1
1
VARIEDADES
A prata as arles
Etn oo nu-nero do ''rank Leslie's Wea
khy o S.-. Roberto F. Wiah eacrave o se-
guate :
< O v*lor monetario da prata prodauda
no mondo eoa 1892 foi do cerca d.-.....
,5180 0OO.O0J (178 059,4r>0 ooo>a). De-
tr qnaotidads os EsUdoa Unidos produzi
ram 64 9J0.O0 oneaa Nesae MM en
paeg.ram-se nae artes $35 000,000, dos
qaaes.s Estados-Unido empresa' m....
00,000,000, deixmio 143.000,000 p.ra
aso monetario. Nesae ..ano a producto
do aura no mundo foi apenas de......
H19.000.000, dos quaes perto de. ..
$90,000,000 toram u^dos oaa artes, dei-
xando apena 029,COO.OOO para fins mo-
netaiios.
c Comparando as appl.cac3*s da pra-t
aoa ul irnos quinao annos, paraca que a
qaantiiade empegada cintin quai a
guardar a mesma pro>orcao pra a pro-
da jc5o geral. Gomo coisequancia, os ar
tigos -nlomoeda-que foran manufactu-
rados da prata, alcucaram un v*lor des
proporcional ao seu verdadeiro valor.
c Algans dos usos en que e applica
esta precioso metal sao : na arte de oori
vesaria usado para todas as qoalidadas
orooura de obieatoa de prata de tfto uli- Du>" ">divi iuo* de urna ceru wade aiscmiam
miuvel e uta variada le to erosle que 8e "a1(>je(n a< cnaP. e oai P"'e cooversava
mitave e uiii yanaaaio e i* grauua huo amistosamente con am senbora dos sena ci-
se pede o auxilio da soten a para a trau- coeata annos qoa. de temos a lempos, passava
do de inital a, msrareae seram? ti que os d'dos pelo* caracas douradas de om beb
.1.________J _.!!.-._ ta Irao mniu una K.li^iav pnm nm r.ival .hn
se procura o m o da sa poder atiliotr
as artes urna grande prop>rc3 dos mi-
lbSas de ongas que astS) aotualnante es-
pregados no'systama monetario, em que
sao remattidos para o estraogtiro
En sunna, a questao parece resolver-
te na aegmnte pergunta : Poda a prau
ser produziia cum lacro por pre o tal
que traria seme hante deaenvolvimento dos
bous nao ?
Na orise actual deixaram de trtbilhar
deaeas de minas, porque o valor da pra-
t cono anidada monetaria dim'nuio.
lato nao devia ter acontecido. J se
m istrou que o augmento da actnal ap-
piic-iy) da prata na arte ioduatriaes
nao seria somante bem aceito, como ten
dara afnal para um augmento de procura
do metal. Que de desejar a ua maior
applicacSo as i rtes nenhum homem de
juno sao pode negal-o. O eu valor
como anidado monetaria tem, innrgavel-
mente, obscurecido o eu uso muito mas
importante cono f-ctor primor lial n-a
artos e n sciencia, a pareoe ser relativa-
mente carto qu3 a solveren e as actuaos
d'.ffiouldades urna discussSo iatelligeota do
valor da prata, indepeadonte do aspecto
monetario da queeta?, aeria de grande
de obiectos da mesa, garios, colhere, ta- monetario da queeta?, eria de grande
cas salvas tervico para cb e para caf, beneficio na determioaoSo da soa diatn-
ornamentos de mes, etc. Para eaa*a ob-
jectos, empregaaa em forma aolid ou
em chapia s bre algn metal interior.
E' maior a qua gada nesto ram da arte induatnae do
que em todas as nutra, junta.
O outras empregos da iprata ra artas,
sao na arte dentaria, na photographia a na
manufactura d espelhoa.
Na iot8 iodeleveia contitue a base
t tamben osada em cirur'ia, e mediei-
nalmeute na forma de nitrato. E empre-
ada para raviatil a parte inte-na dos con-
densadores de machiuas de ag .aes mine
raes, e em forrar tubos de estanho usados
neefas labiicaF. .
E' tambem empregada na amencia da
electriCidnda, as experiencias delicadas,
pois que o maior conductor conhec.do
dessa forea.
Mas como a applicacao de qualquar ma-
teria as arte uteis se regula pela ua
procura e pelo seu p'e5o, tacto reconhe-
cldo que urna reduelo no sea preco ten de
sea>pre a augmentar e alargar os uso e
appliea^ao dessa materia. S por ess ra
sao o valor monetario forado da pra^a
tem exer;id> dur.nte certo teaipo ab^t:-
ma-tona extensio de sea u o, e creado
um cr.mpo asto para a imitadlo.
Sarprab-mde'- a muitoa lei'.oras a.ibsr
que dos O ,000,00J da prat* empreg dos
annuclne.ite as arte coi Estadoa-Uai-
dos rusia 'a urna qn rta parte.
(5-2,500 COO) convertida em colherea e
garfos a.lii, e que a propor^o nos
c itroa paizes mais oa manos a mesma.
Tomando o valor dev.es miibSe.a da dol-
larad, prt, cerca do 5o 000,000 sao
us-doa ".a oarie*riaM 5.50,',OO sao
empresario! en
e
na
:crc^
i.r e
peina chapa-.da
derfl503,UG0 sao appHcadua
dentaria,4na photographia, d ciror a
ctc>
u astas do aJveato dos europeos
amerie, oa -odios Zioi, |M babitavam
aps-te meridional do Eat.s,
eran peritos na arte da oarivaBarii. D
facto, em tod'-s os eteriptod Bgoa lemoi
referencia app'.icaca. da praU ac ut-.i-
Bilios cali ariM e da m3a, ^e uso o de
orcaraeot>slo. Q>e vi declinar esta p-
plicaolo no nieta! se pr^va sfficientenea
te p-;l > tacto de que h-ija em da os K U
do Unido empreg io trea p-.rte d
quanii^a^e total di prat usada no mundo,
nestas mismas artes.
Pie pareoef estraub-vel qu, com o
enorme ao,-maafo de popalaclu, da riq'ie-
sa a ciu o protcrcBso da scieuui, a p-
plieaoao cem qoasios meados aUansmos nos ul*i-
mos q ine annos; como j >oi exp'ioado,
porm, e-ti eatabilidade olaramente de
vida ao facto de que o sai uso c> o
dd". o pxdrao monetario t^m oootervado
o se: preco cima do val-r "ormal.
Ietolevoo aiopcSo da substituto ol-
imi:-.'' e o reaaltado foi qo -e prapa-
Tj e sa pulirm os ouiros mat.eaiufa
riore p'ra aabatitair a prata, mea o rae
tal in it.tivo nao sattaie c^voiiiete nei -
te, e porisso invntense o casquiobi di.
prati e a proteag'o. Sem duv dn, q ia a-
manufacturaui em graode eBC-.l- os obj'!-
ctos i"k-iado8 e oa ftitoa da metal Brit-
nica, mas n5o devia eriatr a nceasid^.e
desta fraude ; e, ra oontinoaclo de^te ar
tigo, ver-3e-Ha c'aremente que otra aolu-
c3o conveniente da questlo da prt*, no
poot. de vieta ecanomico e industrihl, tor.
cava obrigatorio o uso da prata por aquel
les q;;e agora, por casado s'.u prego
prohibitivo, teca de usar de imtvao-
' Ei aqui a opiniao do presidente do
urna daa m^iorosprovave'.ment^ a maior
-fibriote de objeetoa da pr^ta do mundo.
Die elle que, tam mu tos casoB o abai
xamento do prego d* prata ao au verda-
deiro valor nSo hffactaria nen tlargaria
o aeu uso. lato, como o muatra o gry-
pho, s se refere a un oerto emprego da
prata. a saber : os objetos chapeados de
prata' mais commuos. E, para uaar ua
Bas propoaa pa'avr.s, t unicamenta
urna questao de trabalho na po'Caotagem,
quer da redn-jgao de preco, qur da
producgSo, porque o metal iaferior sobre
o qual se deposita a prata, eusta apenas
de 23 cents a 31) cents por libra.
E' maito provavel, portanto, que nesta
applicagao particular os empregoa da pra
ta nio augmentem de modo apreciare!,
mas a mesma attoridada informa qaa, ae o
prego da prata permanecesse em 70 a 75
cen 8 por onga, t a manufactura da prata
no ramo^da ouriviaaiii dobraria com cer-
teaa dentro de cin-.o anno.
Em quai todo ob caaoa em que se de-
via empregar prata, ha, pelo roeooa mia
dua'a da composigSe empregada para
imita! a. O nickel, a prata al ema e o
oompoato com o chambo, aioco e etaoho
alos m'ii frequen'emente uaadoi. Al-
gana destes compoatos aao realmente
mais dnroa do qne a prata e ao quasi
to dispendioso, porm a economa de
orna porcentagem fraccional na substitu-
co do compoato imitativo em ves da
prata verdadeira cnnatitne lucro impor-
tante para oa fabricantes.
Parece-me todava que, ao paaao qne a
buiglo a applioagao futura.
Os ^economistas bao de convir que
quilquer qie seja o futuro da prata como
tactor do yatema monetario, a sua appli-
cagSo propna a natural as arte cima
m ncionada devem em tempo cootraba-
langar as mais afnictivaa condignas do
mercado da p*ata.
Augmento d8 faci'iiades para redc-
elo do miaerio, estado acurado dos usoa
da prata as artes a desenvolvimeo.o ju-
dioioso e ecjcomicj das suaa appluagSaa
neste santido, constituom tado o qaa ne
cosario para estabalecar a industria da
prata em base solida.
O Uro reservado
(Aurlien Scjui)
l
A i9 de Julbo, nm tesiacamenio do 3* de Uns
8ar,is devia deixar Toa ouae ariai de seguir para
Bordea x.
A partida eslava marcada para s 5 horas da
manha, e, feuuodo o uso onaa reuma os cffijiaes qae ticavam nacidadeeos
que maodsvdm de ua n\i)
O janiar tinba sido copioso ; qoem tinba di-
nneiro man iou vir ua cava urna garrafa po^ireo-
ta, e de extra em ext-a as cabecas tinbam-ae
esqoentad t devraa.
O punch tnn-i acnado os convivas ja maita
'o-i do i gomas
n mancebo, Btbo de emigrado, o conde ne
Bfllema'e, qu tmaa oa gales de teneuie, ba-
beu a sanJe -o rei.
Hoave u u momento de ealhuaiasmo entre os
j jvr-us oQic^aes perlenceote* o'hsi loJos a aria
tjeracia e moeados por L>' XVIII
MdS. ntreos veino- ahava-se amcipilo
deoruecn co si, un ul Viulis, ajae, depon Ue
ter eito as ul iiB*a ca^opinhas ao imperio, ar-
raajaa se de forma a conservar o sea posto na
resMU'ago.
Vi alia compria ruo-osameote o seo deve-,
mas viva e raro deaesrrava os deniea.
Daapejoa o co.'O ?o remo teropo qne os de-
mais, po-m una ligeira cootraccao de sobran
ceibas po ta faier pensar que elle preferirla
alia'er-se.
Essa .:oDtracgj por mata imcrceptiel que
fjsse., ua eacapoa ao canJe de Bllamare, que
lenlemeoie supooriava a presaos de->e
tlioial do amigo rgimen, d-i un caracler som-
o-io como a sui pei e .ispero como o aeu Di
j .
Bellemare enjtieo de novo o copo e babeo a
ergoooa a-, o monj'0 encharcad)
em saogae do ; oppi miraaFr*aca
e aqieiau deJo jj Pr^rideocU f-nra com jus-
Todos os olbares se rix-aram no capi'o Va
lis. Este, cadavrico, com o* dente cerrados,
garroa o copo... mas bateada coa o ctovel-
lo na mesa, o copo eanapou lne oos de los e fji
despeJacar se no chao.
Beliamare. cja,pietoin-,nie embr'aeado, avao-
cou par o caoi'ao e ^eu Itie nmi befatada.
Viada a,u. -ou o maoceno p-los dous bracos,
aiirou-) ao chao, e preparava ce pa-a ptaal o a
pos qaando oaa:8iaiebtea o aarrar*m vioiea-
tdmente e tremern) para tora da sais.
Bo breve aa coadigOes io 'lucilo es^av^m as
semas. A' pistola e a quina oissis. Tiroa v.jn-
t' le. O encomr;' re lis*r-se ha d^ m>d og 1a,
ujjh hora ante.- da partida do desiacamen o.
Bellemare chojon ao cam,io comando umi nao
r --J1- e aivirtindo-ae emat.a-os
ii i o mal looge poa tal.
A- ttemu ibaa car-egaram as pistola-, e aae-
iliraa a atstan<:ia. Bellemara pareca oc upar-
se ajen a das cerejae. No menento em que -s
8DI8 te.-t-mu ;liu3 fia ent-givama pis ola, di
venia se anda a ver oelttfflfl earojo que acaDa-
va de aii'ar -o ar.
Da o o sigi-l, Brllemaro atirou. A bala rogou
o nomb'o de Vitalia e esta sarrio.
O nhor, d =s-j elle a-, jov^o tenle, pre-
le fdZ'rp-joco caso la vida. Nao lenbo, pois,
Btareaee em lae arrebatar omi existaacia qae
Iba in'iiffercle.
Aire, tenhorl raspondea Bellemare com
altivez; fivores.
A al aa o aeu o-gulbc, mancebo, reiorqoo
o corso. fcV das condlgoea :o na^e qoe c' nm
de nos p jssa aii'ar a vooUde, nao assi'i) ? Pois
bem. nma ve que posso dar o men tiro qaando
qoner, re?ervo-o p ira meltior o CaslSo.
(i mo qu zer, lisse Beilemare. Eta dentro
ae tes annos qne b-ineava com nm cavali .bo
oe pao.
A mj;a era a marquesa de aforv, viuva bavia
am anuo.
0 beo era seo tilho e oa outros personageos
civis eus acs.
A vnva a cjsir se em segundas nupcias com
o conde de Bellemare.
Dj repente, ouvin-se a ineta do portSa. 0
jardiaejro aOrio, e om novo personr.g -m, qne
de certo nao esperavam, dirigi se para a bani-
tacao.
Cnegado em frente da janella pergunton ac-
centoando mnuo as palavras.
O conde de Bellemare esta T
Vitalia, exclamon esie.
Coahace-me ento f
Sim... Reconbecj o mo ti bem.
Temos urnas chotas velnaa a ajostar nao
as-im ?
Ea'on s snas ordens.
E 8ab O.
Onde vamos 1 pergualoa Vitalia.
La abalxo, a estrada, se quer.
Seja.
E caminbaram ei'enciosameote ao lado um do
ooiro.
No li-n de algans instantes :
E' aqoi, disse o Sr. de Bellemare.
A estrada vivamente illominada pela loa, es-
tendia-se Ulante driles.
A qainie pax&os I ordenon Vitalia.
Bellemare conton 08 quinze passoa
Sab timen co n, os cabellos em desordem.
Seobar, senbor, exclamoa ella, adiviabo
a'gama coasa borrivei... Por pielaie ooca-me,
uo saoe o qae val faze I...
Retire se, Joanna, en Ih'o aapplico, disse
Bellemare. Bi-te eeobor om clTi;ial do meu
anfigo rei nenio... P.-e-:isa:nos conversar!...
Nao, nao 1 contionoa a seabara de U .e passara.. on(d gritos no ar..
torno me lou>a I... Senbor, oaa saoe? enganel
o meu u-no... amava Gaslaa, o Sr. de Belle-
mare, quero dizer.. Mea marido per.ooa-me
horada morte. en Ib'o juro 1 .. Mas fo passo
casar com o Gis'.o... adaro-o senbor I Ojve..
ado'o-o !... Se me o2o casar com elle sere ama
maiber perdida e o mea timo Qcar deshonra-
do I
A voz da moca era sacodida, as snas palavras
enire arladas da solocos...
A quinze passos I ordenon de novo tria
mente Vitalia, tirando urna pialla do oolco.
A marquu*a cubin desmatada.
O Sr. de Bellemare esperava de bragas croza
do*.
Eq'So a claridade azulada da Ina, Vitalis jol-
goa ver u ..a lagrima qae deslisava pela face do
eeo adversario.
Enio, amigo I disse com urna z -mbaria
cruel : pelo qce vejo nao qner agora comer ce-
rejas.
Fez fogo.a Bellemare cabio com a tesla
daspedagiJa 1
Zabdo.
^1EM0K.IA.L
Cha especial
Harea Bull 's,
0 cha eipecal, que recebe mensalmente
Bazar da Bdi- Vista a roa da Imperatriz n. 88
o melhor que vom aa mercado, e, vende-se
500 a libra.
m m\mm
n. 18 Hua Larga do Rosario n. 18
CAMPOS fe Ma'IA
seai eouics aeo
(Jhapel> ria Raphael
qnem ajaior e mais mederno sor'.lmeuto tem de
Cnapoa de todas as quahdadea.
Capabas de seda, palba e lloies;
i.' no e chapeos pn-miasia oara creangas.
ii-avata8. tlo*es, pinmas e passaros.
(igretea nnaniasia para penteados.
Gal '3 a v'.s de lortas as cor-s. e;c., etc., etc.
tiua do liaran da Victoria2
tem ua uro a fazer sobr. mim
encaotrar-me-ba aempre as or-
das condigOe
qnanda quizer
lena. _, ,.
E' assim que ea desejo, disse Vitalia.
Ja se v; a quinze pasaos 1 retorqmo ainla
Bellemare, que loroou a Ir comer cereja-".
O clarim cnamou os oni:iaes ao cumpriment^
do seo dever. Foram ao qaartel, e o dastacamen-
to poz-se a cam>nbo.
O conde de Bellemare ia para Bordeanx, Vi-
talis licava em Toulouse.
II
"Passaram seis annes sobre a sceaa qae acaba-
mos de coalar.
Vitalia era apenas tente co-oisl ; as opl-
oies qoe Ihe aiirinuiam prejndicivam-no na sua
carreira. Esiava nessa epoena de guarnigao em
Perpignan, sempre sombro e taciturno.
ma noite, ao jantar, trooxeram-lhe orna car-
ta. Teve nm suspiro de satisfago U a ana phj-
sionemia Ulaminou-se.
No da seguate, obteve nma liceoca e pariio
para Bordeaox.
a estrada de Mdoc, ponco antes de chegar a
Blanquec, eocontrava-se om bonito cbatean
moderno, junto ao qoal passava um dos bragos
do Jalle, pequeo rio de agua .clara, que. correo-
doemna faodo de arela, val langar-seno Ga
runne. .
ma alea ie tilias condozia a entrada de cha-
teau. todo engrinaldado de jasar na e clemaiites.
Eram olio horas da noite; o coclaroe semea-
dede estrellas cojos raios sciotlavam como se
mo Invisivel all attrase constaotemeate al
guns graos de plvora.
Esse crepsculo nnha o ar de orna aorora.
Era nma dessas soberbas noites do meio da,
noiles transparentes em qne os jardlns sao tbn-
ribulos vivos.
No aal&o ao re de-cbaoas, acbavam-se rea
mdas moitas pessoas. Urna moca, sentada,
junto Janella, tinba a mo na "de nm cmial
qae qaasl sjoelbado, lbe mormnrava ao onvido
palavras qae pareciam toraal-a extremamente
feliz.
Ella tlnha vlnle e seis anuos apena, O seo
perfil, de urna rlqoexa notavel, desiacava-se na
peonmbra, e nm ralo da la, paseando atravez
os ramos de orna acacia, collocava-lhe nma es-
trella na tetK.SSaBallaaaBBiaBBBBl -
^ W ^aj
RA. DA IMPFRATRIZ N.-
^caba le recebar a a)in*aa novioade em
C3BAVATA9
GRAVATVS le Samara branca.
GRAVAT4S de camnraia de cores.
G'UVaTa^ de s.da de cft-ea.
GRAVAT\< a branca.
G aVaTAS de s da tirata.
GRAVITAS de seda erepon.
GRAVATAS Lamas -sr .ris.
BISCITS
Lindo sorl'nen'o de objectosde biacas pro-
pr;o3 para oroatO de sala3, enfer.es do toillel e
especiaes para prsenles.
OBRAS DE ELECTROPLET
salmeos a '"a ci.
banjbjas pira copos.
4ALVA, LICORKIROS.
BANup. j\a n*ra nia.
POttTA-CART588, S10LHEB03, POttrA. BBTBACTOS,
ricos TiTgiRo* e diversos objecios para presen-
ESPARTILHOS
Esj,.rt;;ijsuj Jieiuor iairicante, am Beda i
algo'ao.
MEUS p-eu e da corea paraHorneas,
nno^as e enancas.
LEQ'JEi b ve-itaroas.
BiS.NG LvSoa'-- >!" 'ian e meninos.
RENDAS
Grande sorttmeato de biciscremes, branco
ede c6--i.
Galoea, fita e bordado braaooB e de
coras
PERFUMARAS
Grande sortimento e perfumaras dos melo-
rea fabricantes.
Espelhos
Espelhos grandes para salaBiznti fabrl
cante H. MARTIN.
LENCAS decambraia de linbo e seda.
CHAPEOS e CAPOTAS para senhoraa a......
TOALHAS, BOSECAS e OUtros BRINQUEDOS
PaESTOJOS"para costuras. CARTEIRAS, THE
SOURAS linas para co8tara8.
PENTES de travesa em tartaruga.
ESCOVAS para cabello, roapa, uohas e den-
les
P7ZVHOS E COLLARIMOS=LimO
JARROS de lnuca e Biscnit.
COHO VW MOBTl'IBIVN
Linda* capehas e cruces mortoarias.
VELOCIPEDES e CARROS para criaogaa.
A.lfredo, Ganches & C.
IND1CACES UTEIS
do-sa fra do servido publico offerece-se
para acudir a qualquar chamado com
promptido para fora da cidade. Cspe-
ialidade, opara0as, p irlos e molestias
de senlioras e meninos.
Dr. S Pereira. ra da Imperatriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todos
os das das 8 meio da, menos nos
domingos e das san tilica dos.
Dr. Arihur Cavalcani, da cosullas
ra do Mrquez de Olinda n. 3. 1*
andar, de l s 3 horas da larde. Resi-
denciaRa da Imperatriz o. 11 1.
andar.
Telephone (no consultorio] n. 558.
O Dr. Simplicio Mavignier tem o
seu consultorio ra Mrquez de Olinda
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
Iho respiratorio, fabre e da pello.
Consultas das 9 as 11 na pharmacia
Minerva, largo doTergo e em seu con-
sultorio das 12 s 3 da larde.
ResidenciaRa do Hospicio a. 41.
Chamados a qualquar hora e por es-
cripto.
Telephone n .56.
Occulistas
Dr. Ferreira, com pratica nos princi-
paes hospitaes e clnica de Pars e Lon-
dres, d consultas todos dias das 11 1
hora da tarde.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n. 20.
Dr. Barreo Sampaw occulila,
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
odar da rna do Raro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Sele de Setambro n.
34, entrada pela ra da Saudade n. 25
Dr. Pe eir do Suva chagado de
Pars ; com p-auca uat clnicas ae Dr.
Whecker e Laudolt. d consultas de i s
4 horas da tarde a ra do Imperador n.
63. primeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
xang-
Cllalca de molestias de olhos
ouvldos e nariz.
O Dr. Pedro Pootual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker, de volta de
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Francisco Manoel da Siloa & C.
depositarios de todas as especialidades
pharmaceutcas, tintas, droga, productos
chimicos e oulros medicamentos homeo-
pticos, ra Mrquez da Olinda n. 23.
Guimaraes Braga f C. Una Larga
do Rosario n. 34 tem graule deposito da
objeclos perlencenles augeuero.
Faria Sobrinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez de Olinda ni4.
PlBLlCAljOES a mm
Ag
ra de cimento
Os moradores de Santo Amaro das Si-
linas vn dnr publico agrteciraeato ao
bnnem^rito D Queator pela pri8o do
celebre crimin so e insuportavel tarbu
lento C3Dbecido pelo norne du Jos de
Bon*.
Terror das familias, que viviam em
cons'.^Dte Bobreslto pelos disturbios e cs-
paucamentos em que ai celebrisa/a sse
aadat faccir.ora, fa -il de aor/iprehacder-
so a gratula de vida a illustre autori-
dada, que ao-ba de livrar-nos dos trro
res e vio encias de Jos de Benta, qu
at agora zombnra da acco da p licia
grajaa a ndevid->8 protec^Ses daque'loa
que se aproveitavam da ndole tvro desaj
or minoBO para tina nesnfeasaveis.
O Exm. Sr. Dr. Julio de Mello acab*
de prestar um servigo a p.a e tranqu li-
dado das >miliai de Santo Amaro que
nuoca seri eaquecido, pelo contrario,
todos bem d!r2o aempre o aeu nomo e a
actividad-i de seu governo potioal.
Keait'e 22-11-93.
Os moradores de Santo Amaro.
Morpha
Minha mnlher D. Hara daa* Dores,
est completime.nte curada da terrivel
molestia a morpha cue foffreu quas,
quatro annos tomando mnitoa remed a
o nico medicamento qne lbe deu a re-
constituirlo da eaude e feliuidade, ch imai
aeElixir M. Morato propagado por D.
Carlos.
Podem faser o nao que convier.
Pirtgib.
Antonio Qoulart de Souza.
Agentea em Pernambuco: A Compaciua
de Drogas.
Ra Marques de Olioda 24.
mathemticas'elexentabes
Veoauciu L^Daiui irui conat-Kuido os melboree
resoltados com applicaci') do meihodo niuiil
vo que adopta no eosmo de escripturacao mer-
cantil, sendo qoe em menos de 30 licfies tem
preparado ttieonca e praiicameole, peasuas qni-
eram completamente estrauhas s traosaccoee
commerciaes.
Contina a leccionar as materias cima, rna
Duqne de Casias n. 71. I' andar.
Quantaa vezes acon-
tece!
Urna pessoa muito coneeituada, mora-
dora na o dado de Bag (Rio-Grande do
Sol), achoo-se gravtmente doente do
paito.
Foi cham.do, para a tratar, o illuatre
Dr. Peona, e mais tarde, o tambem illua
tre Dr. Albano-
O doeate cada ves ficava petor : a mo-
lestia, aombando do tratamento medico
aeguia o seu funesto carao.
Urna pessoa da familia, tendo confianza
ao Peitoral de Cambar, dcscoberta de J.
de {-onza Soares, de Pelotas, Lmbrou ao
medico a sua applioySo.
Este, porm, que t*l ez n5o conheces
se. por experiencia propria, os effeitsa de
tSo soberano remedio, recuaou-se a recei-
taJ-e, sontinuando com outraa applica-
eCes.
Vendo se que o doente nada aproveita-
va, e que a morte era inevitavel, maodou-
ae, em segredo comprar um vi 'ro do di
to peitoral e o doente principiou a tomar
o novo remedio e a melhorar, e no nm
de algum tempo achava se completamente
restabelecida !
Um bajense.
E' nico agente do Peitoral de Camba
r neste Estado a Companhh de D.o
ges. _________
A pura verdade
Atiesto que tenU aconselbado a ma'3 de qui
renta p^ssoas as piln'as anii-dyspepticas do Di
Beinzelm^nn. '.oda^ se curaram e c ram aeot
eocomt.nodo algao, taato em gaslro entere
como oyspep.Ma.
Peroainou-o, 2C de iaio ue i893.
Ra Ma-cilio iaa n. 91.
Francisco Ferrt-ira de Almeida Cruz.
Vi I ro 2J00. Duaia iOiJ. Meia dan
iOOOO.
Vende-3e em Indas as ohnrmaciis.
DEP )SITO OERAL
t!i-.ramela Haraaho
Ra MarC'.o Uieb u. 5
vedi eos
Dr. Amaro Wanderley, d consultas
de 10 1 hora, na ra da Cadeia n. 3
l. andar, telephone n. 558.
ResidenciaRa Direita n- 41 em
Afogados.
Dr. Joaquim Zoureiro medico partei
jo, consultorio ra do Cadug n. 14,
residencia -na Casa Forte n, 5, casa de
azulejo, defroDlf da igreja da Campia.
O Dr, Lodo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da macha 1 da tarde. Achan-
1. ANNIVEP.SARO
C rrmeDdador
joo vicssia ss t3:.:es nmiiL
M*rn* Kusalma de T. rres tna ieir, Al-
fredo Diamantino de Torres B*ndeira, Au-
guat i CeBar de Torres B*ndeira,Frauc8Co
de A sais de Torres Bandeira, Oliodina Os
car deTo/rss Bnd ira, JoSo Augusto do
Torres Bindira (auBente), Dr. Esmeral-
dino Olympio de Torres Bandeira o sua
mulher Joaquina Birnarda de Torres Ban-
deira, Dr. Basilio iaposo de Mello e sua
mulher Mioervioa Biodeira Raposo de
Mello, espoa o Commendador JoSo Vicente de Torres
Bmdeira conviiam aos parenteB e amigos
para asaiati.'em as miasas que pelo seu
primeiro anoiversario do infausto paasa-
ment manda a celebrar no convento do
Carmo pelas 8 horas da macha no dia 27
de Novembro prximo, deade j oonfes-
sam-se abravecidos. ^^__^^_
Incens floralO perfume das flores
agraJavel e comprai al 48 pessoas as mais exi-
gentes ; e na Ana Plorlda de Morray Lan-
man. se encontn esti fragancia floral com toda
soa fresca pureza.
As quaddea hygienicas da Agua Flori la ae
Murray 4 Lanman, 8o nm rasgo notavel deite
delicado perfome.
Sea marailboso poder de alliviar a aor de
cabeca nervosa, os desmaios, etc., e snas onaii-
daaes deaiofeciaotes e pnntljadoras, a UMI
particnlarm nte adaptavel pata o qnarto do doen-
te, o tou:ador e o banbo^_______
Cheque perdido
Tendo se extraviado nm cneqoe a. 49136 se-
bre o Banco de Peroamboco de 5 coatos ae res
eaccado pelos Srs. Carpioteiro Peres C. de-
clara ae ao pobl.co que nao se fifi negocio com
dito cbeqne visto qoe o Banco Ja esta prevenido
para nao effeetnar este, pagamento.
Cura de feridas
Foi com o "obo do Elixir 51. Mor to,
que curei-me de amas t*-rdas de ju"
carcter quo t.ve muito tempo, eem p i
obter roelhoraa coji muitoa medicamtnt:iB
que tumei.
Hoja grujas ao grande de>i>rat'vo
E.ixir M. Moraopropagado por D. Car-
los, estou comp!etmante bom.
Mindem publicar esta para bem da bu-
rnaaidada.
Araras.
F. de Andrade Costa.
Ageutes em Ferna:abuco: A Compacbia
(?* Drogaa.
Ra Mrquez de Olinda 24.
Grabas a Deus
Atipfto que me athava prostada de cama a
mala de 5 das com ama ddr de tolicas, naaodo
de muilos medlcami atoa s-m nenhum dellcs pro
dozr effeilo a semelbanie '(T.-iicenio ; paase
ac &i< a lomar as pimas anli nypepiicas dy D:
Heiueimann aconselnadaa p>-la Exma. Sra. D
Leocadia de Ji-^us Rola, e na i* dtae nue ose'
igson-me radicalmente eafe mal que tanto im-
possibilitou-rne ao meas irar>alhoa.
Si'va o presente aliestado e verdadeira prov
a lodos que Bcffrein do mesoio mal, edentii-
cando-me com minia verdadeira gratido at
celebre inventor na maravilhosas pilulas.
Pernambuco, 26 de Maio 1893. ra a Concor-
dia n. 228.
Paca Baria da Concncjo.
V-dro230O0. Di:z!> 20*000. 1/2 dnzia IOOOO
VENDE-SE EM TODaS AS PH.UtMACIAS
Deposito geral
Pbarmaria iiarar.baii
Rus Hsrcilio Diai o. 135.
flaso importante
Tendo aido acoimmettido de urna fysi-
ca incipiente e eatimavel negoaiante desta
cidade, o Sr. Olympio Bernardes Vives,
teve a felicidad', de ser tratado pelo hs-
b;l medico Sr. Di. Henriqasson, que o
curou cem o afamado Peitoral de Camba-
r do Sr. Souaa Soares, de Pelotas, sem
ser preciso outro medicamento para o seu
restabelecimento radical,
Fazemos esta declarajllo em proveito
da humanidade soffredora.
(Victoriense, de Santa Victoria.)
E' nico agente a Compauhia de Dro
ga8' ______
Regalador da Mariana
Concerta-8e relogioa de algibeira, pen
dulas de torre de igreja chronometroa de
marnha, oaixa* de muaica, apparlhos
alectricoa, oculos, binculos, oculos de al
canee, joiaa e todo qualquer, objeoto ten
dentea a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
72RA DU(^U DE CAX1AS-72
1. "andas
Venancio Labatnt k C.
Eodereco (elearraphleo
NUMERO DO TELEPHONE
144
Esta casa de commisses, j bem conbecida,
chama altencao do publico e especialmente dos
seobores agricnltores para aa boas vantagena
qoe offerece em enaa transaecea. como Bejam:
Recebtmento de assocar, bjpothecaB, liquida-
ces e qna quer negocio aest oa tm oatro Si-
tado.
Cora de rlieumatismo
Illm. Sr D. Carlos.Meu filbo da 21
annof de idade eateve quatro meaea ea*
tre vado das peroas e dos bragia, comando
por mfios de o tires, em om estado lasti-
moso.
Principiou a fazer aso doElixir M.
Moratopropa?adr puf D. Carlos, e logo
aoa primeiroa vidroa de nso, levantoo se a
principiou servir ae de aoaa propriaa mSoa.
E' um verdadeiro milagro eate remedio
aanto.
S. Rita de Pasea Qoatro.
Antonio Martin de Siqueira.
Agentes em Pernambuco: A Companhia
de Drogaa.
Ra Marques de Olinda 24.
Antonio e Dejanira
Urna respeitavel seo1'ora, residente em
Pelotas, atteata o se-uit.ro :
c A abaixo aasignada attesta, a bem
de bumanidade, que tendo sido atacado!
a coqueluche, seua netiohoa Antonio a
Dejanira, e aem terem podido obter alli-
vio com o tratamento de seu ill jst.e me-
dico, deu-lhes o uonheoido Peitoral de
Cambar, do Sr. J. A. de Souaa Soarea
e, com quatro vidroa deste efBcaa reme*
dio, ficaram completamente restabeleoidof
de terrivel soffrimeotos.
Mara Jos Rodrigues Bar cellos.
(A rma est reconbeoida).
F' o nico agente a Companhia de
Droga 8.
PHOSPHATINA FALIRES. Alimeuio m criancat
Maria Antonia
As dores de ha t otos annos na perna
e no bragj esquerdo, e urna bola que tinha
na barriga, e oue tudo eusmava remedio!,
mas ninguem curava ; sarou agora com
alguna vidros do remedioElixir M. Mo-
rato.
Deus ajude o inventor.
Jacareby.
Maria Antonia de Souza
Agentes em Pernambuc : A CompsLhia
de Drogas.
Ra Marque da 01:oda 24
A brocchite
Cura efficaz e econmica
Use-se o Peitoral de Cambar, de Sou-
za Soares, s colbe es 3 cu 4 veses ao
dia. No c.sos mais obstinados, de 2 oa
de 3 em 3 horas. Nos enroceos, 2 ve-
zas ao dia, de manti ao levantar e a noi-
te .o deitar.
A alimentaco do doente se far simples
e co irritante. O exarc co ser mode-
rado resguardando se do ar da noite e da
humidade. Sentindo febre, deve reco-
Iber-Be cama e limita'.-ee a urna dieta
rigorosa.
Com este trataciecto simpBsimn e ba-
rato, tem-89 jurado milhareB de dotntes.
E' nico agente em "ernarabuco a Com
P't^hia c'a Drogas.
)| *ir. Julio Mario (
IScdlco houicopailta, ope-
rador e parlel o
Formado pela Faculdade do Rio Je
Janeiro, com \unu* pratica em arlos
e homeopaibia, no norte do Brazil.
ESPECIALIDADES
Alm da de pa-tos, moles'ias re
rr'! ieres (ut^ro, ovarios) rxoli sM-is
de crangis e molestia^ iet.d s das
vas respiratoria e eircnlatona.
RE>ID NCIA
Ra la atralriz n. 20,
Jar.
! an-
Aitende a chama;los para o interior
do Estado.
Osear Leal
Contos do meo tempe
Um kroaao volutne de duaentaa e '&-Att
ppginss llustraia com gravuras de Pastor.
Esta obra dividida em tre-^partea
sendo urna em verso
PrimeiraContos SegundaFiorea de
Ma Terceir-tExcureoes.
A terceira parte compe-se d^s sigui-
tea p uducy.Ses:
Urna noite [no qni'ombo Um passeiO
a s Campos do Jordao Do C yob ao
Livramento Na Sorra do S- Jcronymo
E-.tre mortos e feriaos.
A' venda as principaes livraras e pe-
queo numero de exempl.res do segundo
milheiro que ficou em Pecoambuco.
Curso de ferias
Geosraphia e Historia
PELO
Bacharel Julio Pires Ferreira
NO El1FI JlO DO IN.vnTUT J 19 DE
ABRIL
O Dr. OnctrLeai, dentista pelas
Facoliadet de Pars, Lisboa e Babia,
continua em seu conoliorio Has 9 Ja
manba s 5 da tarde, i rna do B*rao da
Victoria n. 371 andar.
Golloca dentaduras peles roelnores
svstemaB para a perfeita mastigao dos
alimenio8
Obturacoes e extraccOes sem oor.
Tratamento radical de flsinlas, abeessos
e molestias da bocea, etc. Apppartlhos
para todas as operaedes dentarias.
Conenltor:o dentario de primeira or-
dem.
Telephone n. 477
Dr. Goelho Leite
Participa a seos clientes que modon o cnsul-
orlo para o i. andar do predio o. 36 da roa
Marque d'Olinda, antiga da Cadeia do Reeife^

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tu ar. itie.
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4
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I
Diario de Pernamboco Quinta-feira 23 de Novenibro de 4893
O Dr. Eduardo Augusto Silveira, Uao
perdido en Nictheny, c:pitl do Estado
do Rio de Janeiro, a sua plice da Divi-
da Publica Garal de d. 11.232, do valor
de i:0U0fJO0O, a qaal se acha inscripta na
Alfandega do Estado da Pernambico, pede
a quem que q'is a teiba acbado o obse
q-iio da lvala a ma Nova n. 24- S.
Domingos em Nicthoroy.
Elixir ante-ebril Cardoso
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 11 de Marco do 880 pela iospe
ctoria geral da uigca jon'.a de hygiene do Rio
de Janeiro.
Kite Elixir de compos'cao toda vegetal pre-
parado segundo as rearas ptiarmaceoticas, acon-
sejadas pelos autores modernos e de recunbe
tMi capactdade scientihca tanto no paz como
no es'rangeiro.
F-te Elixir i' o producto nao si to grande es
tu 10 das accCcs pnysiolo^cis das subsiancai
otno tambera paiaologicas.como tambem o re-
soltado cas immensas applu:;c5es uos diversos
casos de febres d? loado palu:=:.re.
A appcaco deste Elixir oa grande epidemia
c.i bexii as de 1890 a 1894 oais urna vez ce
moostrou a sua emcacia ; pois no principio do
ptmeiros syswjiomas a bexiga aborta, e eme
se* mais abantados a bexiga pasea a s^r orxa
doenca febril vclgar apresentantiu peqo< as lo
me!ac6esque coma continoacao do Elixir de-
Ea.pareceai sena todava apreseotar necios de
pe: o.
Os mnitoi'ifeatfc-s publicados do D ario tt
Pernambuco eGazetada Tarde provum o que
Citemos.
Nos casos de fobre amarella o ffeo e admi
ravel.apreseulando pLenoirsros to noaravilbo-
Bos qoe nesta cidade to Rcilo e no do Rio Je
Janeiro pouco rece'.o causa a feb-e smarclla.
m?smo estauo o tcenle com vomilo p-eio e
sansnlneouestes oltno^ periodos enlao ce-
ses rio a applicagao em alia tose, deeprezando
a talloea annexa.
Kte Elixir ja condecido do publico e de um
grande numero de d gnos ooed.cos acrespn'a-
do tara comtaier os differen'es incommodos to
tos elles de carcter Mwll.
Per mnito tempe tivemos o.-c'fiao de'azer a
apnlicacao cas Ieb:?s erysip; llosas e com iao
jz; resoltado que licuaos admirados de to al-
tes .Jeitos.
f'a pralica rhegaroes a cooneeer que nce
ataques de fca-e erysipel'. ^n erysipella como
largamente se diz Decenario j oso de 10 dlac
do Kiixir.
Nos grandes incommodos das fenhorss roens-
trorgao, gravidez e nos Basos de par:o com !
bre de om ra-oltado Bs't ce to e seguro e <
ses'a conpesicao tat ;japies qua ni
oeceio de appcar o Elixir nern tuesmo em docN
rpenores as indicadas na tabella nfra.
Pedimos aos dignissimos medica? qoe deseja-
rem faier oso deste Elixir em sea clnica nao re
en;oitarem rosen prescripcao, mas sir fazer i
ppiicagao em haimonia cm os casos que decer
a rem comtatrr, certos de que o medicamoDio
c rrmposico innocente para o oi^uiiseio po
m^is frgil que st-ia.
8odo de nsar
A'8 crianjas it um ?nno 10 gotas de 2 em 2
herasem orna colber das de Eopa cfcea dogu;
fra.
De um anno a tres it> gouas.
Da 3 a 40 ancos em diante, '0 gottas e'.c.
Eftaa doses devem sempre ser appcdas ea
agua fra.
0epoal(oa
Companbia de Drogas e Prodncios Cb'.micot
Recite, roa dg Mrquez de Olioda o. 23.
Nacional Pbaroacta, roa Larga do Rosarlo o.
3.
Pbarmacia Oriental, roa Eslreita do Rosarla
n. 3
- Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario da
Metoria. n. 14.
Pbarmacia Martin?, roa Duques de Caxias n.
83.
Pbarmacia Ribeiro a praja Maciel Pinbeiro SI.
PharoiK-ia Vicioripnce de Loiz Ignacio de Ao-
drade L'ma, cidade do Victoria
Para qoalqoer ioformacad sera encontrado <
utor na ma do Rosario Estrena n. 47.
Os Doskos frascos sao c-uadrados e conta go-
as. N'um lado leem gravadoElixir ante-febn
i no outroManoel CardosoPernamboco, e to
1o; ns prospectos sao aseignados por Manoe!
Cardoso Jpnior, acodo |falsos os que nao fore
a asignados.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, prteiru trata com especiali-
zado de molestias de senhoraa e creao^t a
Consultorio e residencia ra da imp<
atriz n. 13, Io andar.
Consultas de 8 s 9 da manha
Chamados (por escripto) qualquer bw
rKLsrHONK N. 226
Ctr. Freltas -i-anaraee
MEDICO,
Tem o sen oosultono oa ra Duque
'a Casias n, 61, 1. andar, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tarde e
-eside do Cajtieiro n. 4.
Tilephoce b. 292.
Ocuieta
- \
COMERCIO
Eclaa caaoacrc!aI da Pc?aaaa-
bmeo
~OTAg5B8 officiass da jnta dos eos
KSTOEE9
Praqado Recife, 22 de Novembro de 1893.
Ko boove cotacao.
0 pres dente, .
Candido C. G. Afcoford
O ecretaro,
Bdnardc Du&eux.
Canblo
PSACA no B'vCIFB
Os bancos ib'i-am cera a t. xi de 10 3 8 C-
bre Lor.dres a 90 tlia*, de tarde o Bmco de
Pernamboco dava 10 7/IG sena (ff.Ttas de di
ebei o.
O movimentj foi de pooea Importancia.
Ea papel particular nSo houve negecio.
Coec5"s de gejseroo
Para o agricultor
ASSfc/R
Cri-sialiaado......*gj a M
Usinas por 15 Ulcl. oO a MIM
Braceo dem id. m .... }>o>> a MiW
Smeoos, idpmiem. 4*200 a fcMW
Mascavado dem idem 3#>0 a 3*iW
Bruto dem dem.....300;i a 3*100
Bruto melaoo......JffW "Jj
Rtame idem id^m .... i*<0) a 2*v Afgodao
Celamos a ll 00 por lo kilos fr.uxo.
Por pipa de iSO libo* 285000 renda
A?aardPB#P
Por pipa de t80 litros 173A000 vcado,
el
Colamos nominal a 100*000 ror pipa.
Carnauba
Cota-sede 11* a 17/000 por 15 kilcs cemi-
cal.
M*ra*ta
Cola se a 20C0 por 15 kilos.
CeafO
Seceos salgados na base de 12 k!osa "80;5
DonvUtJ.
Verdes a 4C0 ieis venda.
Tabella dji hthadas db absccar k al-
go n2o
Mz de Novemb-o
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
es-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1
andar da casa a. 51 ra do
Barao da Victoria, {excepto nos
domingos e dias san tincados.
Telephone 285.
Residencia ra Seta de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade u. 26.
Telephone 287.
Dr. Nunes Coimbra
C2tn ca=M6dco= ?irurgiea
Especialid.de8Febres, partos, moles-
tias de senhoras e crianzas.
Cb: madcB a qualquer hora na sua re-
sidencia, na ra da S ledade n. 31, eaqui
na da roa do Atalbo ou no consultorio,
ra M;irqu0z de Ol'nda n. 56, onde d
consultas das 11 as 2 horas da tarde.
Telephone n. 387
En'radis
Barcacas ....
Vapores. \
Animaes ....
Estrada de Ferro Central
dem de S Francisco
dem de Limoeiro .
Somma ....
trrw
21
21
21
21
20
10
Assa-
car
SCCOR
4il97
3000
5510
5029
7ti46!
87360
A go
dao
Cal 150 barricas aos mesmos.
Comioho 1 saceos aos meemos.
Pfssas 3) caizas a Companhia de Es-
tiva.
Vioho 21 pipas e 150 barril a Cornea-
nhia de Estiva, 10 e 50 a J. F. de Car-
ysio o co op.
Vapar nac'onal S. Silvador entrado
coa portD3 do norte em 19 e cjneign^do
a Ponera Caroeiro & C.
Apolinares 5'J caixes a Pa.'eira Carneiro
e corop.
Arrea 100 saasoa a M-iaoil Lopes de
S. 100 a J. T. Carreiro.
Bwlbau 1109 barric s e 31 jj2 ditis a
ord< va.
Caf 4 caizas a Paaso de Oliveira
nfu .
J iborandy 2 ^rdoj a Cumpanhia de
Droga.
Fumo 5 birricas a Alraeida Machado.
So'.a 18 rolos a Abe Stein e com?.
Tapioca 10 puno;r s a C-s'a Lima e
comp.
Tosidos 77 fardos ao Dr. Artbur Q.
''. Morcir?, 6 a Soiua Hofrneira e comp,
4 a Affn3 j Maia e comp, 17 a Mattos Ca-
miuba e comp, 5 a L. Moreira.
Vapor iulez ^ragansa entrado de
Cardiff, em 16 e consignado a L. Quima
rea <' IrmSos.
Cirilo do pjira 914 toneladas or
dtr.
Barca r.oruegucuso Helent entrade
de Cardiff oai 17 e consignada a Wilson
Sons & C.
C-r/2o de pdra 1032 toneladas a or-
dem.
Dr. Carneiro Leao
Medico parleiro, residencia e cosulto.o
rio ra do Livramento n. 31, 1.' e 2.-
andares.
Consullas de II s 2. Chamados a
qaalquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades : febres, parios e mo-
estias de criaocas.
NUMAPCMPILIO
eiru giao dentista
Contiora com o sen consol'orlo A ra Bario
da Victoria n. 54.
Consultas e opera^Oes das 8 horas da manba
as 3 da tarde.
Deotaouras pelos systemas mais modernos e
apereicoadoe. _
Dentes
Termina a horivel dor de dentes usan
do o ezoellente preparado de Manoel Car
doto Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circalacjlo, attot
tam a efflcacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoo. ua Sil
va J., ra do Marques de Olindt
a. 23.
Phrmacia Martina, ra Duque de Ca
as n. 88.
Pharmacia Oriental, a ma EMraita A<
Rosario n. 3.
Phamacia Alfredo Ferreira, ra d<
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Larg*
do Rosario n. 31.
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angeiino Jos
dos Santos ndrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 2(
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eficacia as ma
lestiassypbilitica.' pe imureza do saogue; assin
como em todas as molestias das eenboras.
Tem curado radicalmente muitas peseoas ac
commettida8 da terrivel molestia beriberi.
Rheumatismo svpbilltico ou gotozo, dr seta
tica erupcOa? de peiie, cancros, e cancros ve
nereos, ores brancas, hy.Uerism. frouxiriSo di
ervos, irites e outras ioflammagOes dos olbo
molesl.as do ligado, escronbulas, escorbotc
soffrimentcs de estomago, ulceras, gommas, lia-
tulas, empineens. daliros, Danno e manchas
da pelle, bobas e boooes, sarnas, catarrhos e
quaesquer moldslias da bexiga, entre ootrasi
albuminuria, ourinas doces e sanguinolen ai
anemia, paralysia, erysipelas, e mllammacoef
das pernas e ps ihemorrboidas, astlima, bydro-
celles, tumores, nevralgias, e elepbantlates a
morpba, as irregularidades da menstrnacao.
Prova-se com aquelle numero de attestadosj
publicados e os que existem em nosso podero
efficacis deste elixir as molesilas indicadan.
Facontra se a venda na pitar
macla dos Pobres ra do
Rosar'o larga n. S8.
A'roa liara < da Victoria n. 37 se dar toda t
qua!qoer explicac&o que for preciso acerca desti
preparado.
Colado com as falairiFacOes
Vlodo de usar
Os adultos tomarao qnatro colheres da- di
sopa pela maob c qnatro a nolte.
As criaucas de 1 a i ancos tomaro orna co
Iber pela maob e outra a noite e as de 5 a ti
anuos tomarao dnao colheres pela manba e do?
noite.
Medico e oculista) |
Di. Berardo oculista do hospital
'Pedio II, tem consultorio ra do'
!Bo Jess n. 9, 1. andar.
L sideDcia na Magdalena,
Telephone n. 366
Coise vas 11 caizas a Das Fernandos
e corop.
Cachimbos 1 caixa a Nunes Focseca e
corop., 2 a G. de Mattos IrmSo?, 3 a
MtDoel Collar;) e corop.
Couros 1 c.is'-o a R'mos & Geppe't.
Cognac 20 caizas a GumarSes e c i p.
Drogas 7 volumes a Faria Sobrinho e
comp.
E
veloppes
doso e comr
jp.,
Krrilhta 5 cazas
1 caiza a GuimarSes Car-
1 a J. W. de Mederos.
i'rnaadej e
Sacc*
1721
8269
1993
636
788
13 4t
'1967*2' 28C4S
Importaco
Vapor francs Ortegal entrado de Bor-
deauz e escala em 13 e consignado a H
Borle & C,
Carga de Bordeanz
Amostras 3 volumes a ordem.
Aieite 10 caizas a A. de Mello e cemp.
Livros 5 caizas a ordero.
Mercadorias 1 caiza a ordem.
Pentes 1 caiza a F. Lauria e comp.
Tecido- 9 volumes a irmS Ciameroche
Viaho 1 barril a orden, 1 a Maooel
Bronet, 1 a J. How, 6 caizaa a H. Bcw-
man.
Carga de Lisboa
Batatas 100 caizaa a Ferreira Rodrigues
e comp.
Caitaahas 47 caizas aos meimos.
Cebolis 1G0 caizaa a Companhia de Es-
tira, 100 a Joaquim Ferreira de Carvalho
e comp, ICO, a Ferreira Rodrigues e
oomp.
15 "C. dir.arasrq ::.'-. (Niana entrada
da Cardiff em 21 e consignada a Compa-
nhia Pernembucana.
Carvao de pedra... trnekdas a ordem.
Barca norueguenLo Kragero* entrada
do Cardiff em 2L o consignada a L. Gui-
marSes limaos.
Carvao de pee're 778 toneladas a or-
dem.
Barca norueguanse tWincna entrada
de Cardff em 21 o consignada a L. Gai-
maraes Irmaos.
CarvSo dj pedra 1061 toneladas a er*
dcm.
B rea corneguense Silute eatrada de
Cardiff em 15 9 consignada a Wilson Sons
& Comp
CarvSo de pedra 1097 tendidas a or-
dem.
Vspor francs Colon'a, entrado do
Havre e Lisbia em 20 e consignado a
Augusto Labille.
Carga do Havre
Amoatrai 6 volumes a ordem.
Aseite 20 caizas Diss Fernandes e
corop
Bitatas 200 caizas ao oonsignatar'o 20C
a Companhia de Eetiva, 50 a Stvlyetb.ck,
50 a Paulino de Oliveira Maia.
BotSea 1 caizs a M. Laabella e cotnp
Agna destillada 1 caisa a Faria Sobri-
nho e cemp.
Agua mineral 5 caizas a Faria Sobr:-
nho e comp 1 a H. Rouquayol.
Couros 1 caiz a Francisco R. da
Silva e corop.
Camisas 2 caizas a Mattos Caminha e
comp., 2 a F. da Asevedo e comp.
Chocolate 1 caiza a ordem, la J. F.
Lima e comp.
Chapeos 1 caizSo a Adolpho & FerrSa,
1 a Chriatiani e comp., 1 a N. Fo seca
e comp.
a Di-s
corop.
Forruga.-;s 4 vo'umes a Olirei a Bastos
0 c"iup., 5 a Albino Silva e comp.
Fumo 1 caixa a F. P. Bolitrou.
Licores S caizss a Das Fernandes c
comp 2 a J. F. Lima, 17 a crdum.
L>vro3 4 o.izES a L. Rocha e comp.
1 a F. P. Bolitreau.
Mntaiga 55 barris o 80 meios ditos a
ordem, 55 >j 110 a Companhia de Eetiva
15 e 20 a Gongalves Roas & Fernandes,
2D e 30 a Joaquim Ferreira de Carvalho
e carop 100 e iO'J a JjSo F. de Almeida,
10 e 15 a Ba'thazar M&galb8e3 e comp.,
.0 e 40 a Costa & Rocha, 35 e 40 a
Ca6tro L 'roo3 e comp., 49 o 40 a Ft-
gaeiredo Cista e comp 25 a Santa Csbi
de Misericordia 10 caixas a joaquim Fer-
reira de Carvalho e comp., 22 a ordem,
21 a JoSo Fernandes 'Almeida 14 a Cos
ta & Rocha.
Merendonas 2 volumes a Ferreira Bar-
bosa e comp., 5 a R. de Drusina e comp.,
1 a G J. Banty, 4 a GuimarSes Cardjso
e comp., 6 a Ma oel Collado e comp., 1
a GuimarSes Lima e comp., 1 a A. Can-
ches e comp-, 3 a Duarte e oinp., 2 a
Asevedo e comp., 7 a Francisco Lauria
e comp., 1 a Prente Vianna e comp., 1
a Silveira e comp., 2 a J. A. o C. Fer-
nances 4 a M. J. Ribeiro, 1 a Ramos
Salgado e comp., 1 a L. A. Salas&r J-
nior, 5 a Ramiro M. da Coata e cimp
Ufcj' ct >3 para talephono 10 caizas a
A. do C. Almeida.
Porcelana 6 barrio s e 1 caiza a J.
Dias Moreira.
Perfumara 3 caizas a N. Fonseca e
comp., 4 a Adilon Duarte e comp., 1 a
D. de Lima e comp., 1 a Viuva do E
Goncalvea CbecSo, 1 a Prente Vianna e
comp.
Papel 2 caizas a F. P. Bolitreau, 1 a
Prente Vianna o comp.
Relogios 1 caiza a A. J. da Costa
Araujo, i a E. Goetiohel, 1 a Cousseiro
Irmfios.
Tecidos 1 volme a Machado & Pereira
1 a L. Maia e comp, 1 a A. Saatos e
comp, 4 a Gmcalves Cunha e comp, 2 a
Silveira e comp, 1 a Souza Noguiira e
comp, 1 a Villela e oomp, 1 a F. V. de
Cantalice, 2 a GaimarSes Baatos e comp,
2 a A. Vieira e oomp, 1 a M. da Cunha
Lodo, 1 a Guerra Fernandes c comp, 1 a
Teizeira e comp, 1 a Peraira & Maga-
lhfies e comp.
Tintas 1 caiza a H. Roaqaayrol.
Tinta 1 ciza a F. P. Bolitreau.
Vinho 2 barris a E. Barbosa Cooper,
10 caizas a ordem.
Vidroa 2 barrida a M. J. Pereira.
VelUs 9 caizaa a Dias Fernandes.
Xirque e frnotaa 11 caizas a ordem.
Carga de Lisboa
Aieite 1 caiza a N. Campos e comp,
30 a Ramos & Geppert.
A'famesa 5 saceos a J. F. de t Imeida.
Amendoas 2 barricas a GaimarSes &
Valente.
Batatas 1 caiza a M. Ferreira, 100 a
Gui-narSes & Valente, 200 a Companhia
de Estiva.
Cebla 100 caizas ao consignatario, 1
a M. Ferreira e comp, 13 a Guedea de
Antojo & Filho, 100 a M. Pinto & R>
Como est Vine da sua tosse ?
Esla pergunla fcila diaria mente com
henifica solicilutlc militares do pessas,
o nocnlanto niuilo melhor seria so os per-
gtinlautes ndicassotn o uieio do conseguir
u tti alivio inmediato o seguro, recommoD-
dando aosseus amigos enfermos, o Peito-
ral de Anacahuite porque anda mesmo
e embora o doenle h uvesse estado sof-
frendo durante semanas inleiras d'uma
lossc vilenla ou d'uma conslipaco for-
lissima, este soberano remedio para todas
as informidades pulmonares, os aliviara
e curara dentro do curto espaco de viule
e qualro horas.
Os nativos do Mxico conheciam per-
feilamente as extraordinarias virtudes me-
diciaaes da arvoro da qual se extrae es-
la maravilliosa preparacao, eeraoseu
grande remedio favorito cm todas aseo*
fermdade da garganta e dos puimfos
O Peiloral de Anacahuite, nao tem
seu igual entre todos os pulmonicos da
materia medica, e por isso podc-se-lhe
chamar com toda propriedade o razo, o
nico remedio digno de no me.
COMO GUIANTI.Y contra as fi'lsifica-
efles. observe-se bem que os nom es de
Lanman e Kemp venham estampados em
es1^BBJBJBjBjBj
drigues, 50 a ordem, 10 a Lopes &
Araujo, 75 a GuimarSes t Valente, 10 a
J J. Alves e comp, 100 a Companhia e
Estiva.
Ca3t nhas 1 caiza a M. Ferreira e
comp.
Cevada 10 barricas a J. F. de Almoida
Cal 90 barris a GuimarSes & Va
lente.
Feij o 2 saccoB a M. Perreira e comp.
Fig 'S 1 caixa a J. F. d Almeida, 1 a
A. Gnyalves Fernandes, lia Silva Qt>-
mir'ts e comp.
Mc,j 1 caisa a M. F;rreL'a e omp.
Noses 2 barricas a GaimarSes & Va
'ente.
Paisas 2 ci'xas aos meamos.
Turaeitas 1 cuzi a Companhia de Ei-
tiva.
Tomate ero conservas 100 b.rricaj a
Cumpanbia da Estiva.
Viaho 13 pipas e 105 barris a A M.
d-, Sdv^. 5 c 33 a J. F. de Alna .da, 3
e 35 a Victorino Silva o comp, 9 e 15 a
O. G.-^illa-Verde, 10 e 35 a GuimarSes
a Valente, 7 e 17 a Companhia de Ei-
tiv8, 14 e LO a Joaquim Ferreira de Car-
va ho e comp, 30 a B. J. da Cjsta, 50 a
S. Lopes GaimarSos, 11 a N. Campos c
comp, 12 a Mendes Lima e oomp, 10 a
Paulino de Oliveira Maia, 5 a A. Lopes e
comp, 100 a o.-dem, 5 a Alfonso Ta borda
e comp, 24 a Looes A heiro o comp, 20
ciixas a J. F. dos P. Ramos, 3D a S. M.
d.s Santos.
Fxporla?3
BEClFS 21 OB NOVEUBFO DB 189S
Para o exterior.
No vapor n*lez .Turkisli. Priacc, para
N w York. carreijaram :
J. Paicr & C, 6,200 saceos com 465.O0O k ilos
da assucar mascdmlo.
J. Whlams ft C, 2 000 caceos com 120, OdQ
kilos de assucar mascavado.
Par R. de Carvalho 4 C, 60J aacco3 com 42.0C0
k'los de a-'sucar mascavado
C. L'ma & C, 1.000 sacco3 com 75,003 kilos
de assucar massavado.
No vapor francs Orlegil, para Nw-
Yjrk, carregaram :
ft. \V lliams & C, 930 eaccos com 71,250 kilos
de assucar mascavado.
No lugar ioglez J. MerciU, pira New-
York, carregaram
Julio & C, 2.0C0 saceos com 150,000 kilos de
assucar miscavudo.
J. Musornto, 2 C00 saceos com 150.OC0 kilo3
de assucar mascavado
Mello & Velloso. 3 000 saceos com 225,000
kilos de atsucar mascavado.
No vapor francei Santa F, para o Ha-
vre, carregou :
R. Brothers, 6.C00 cooros verdes com 103,000
kilos.
Na barca noroegaense Nina, para Ingla-
terra, carregaram :
BorsMman G 300 f.r Jos com i5,23i kilos
de algodao.
Na barca porloguezi Tentado:a, para o
Porto, car eearam :
Amonm Irmaos & C, 1,00o couros seceos sal-
gadas com 12.050 kilos.
letras transparent no papel do livrnlio
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se venda om todas as boticas
e drogaras.
EBITAES
O cidadSo Jos Beoed'cto Buarque 1
8opplente do juis substitu o do Dr. jois
de direito, em ezercicio na presante evo
a pelo impedimento d'eetes.
Fago saber a todos quun'os interessar
possa, que por D. Maria Barbora de Mea-
d'-.nga o seos flhos, Ihe foi dirigida a pe.i-
93o do tbeor siguite:
lllm. Sr. I*, suppletite do juis tubiti-
tuto do munici i o de Porto Calvo. Disem
Mari* Barbara de Meodorga, O^ympia
Afra de Mendorc^obacharel Bernardo Lin-
dolpho de Mendocga, Emilia Amasilia de
Mendonc, Antonio Peregrino de Mon-
donga e Jos i Ernesto Fio de Mon-
donga, senhores e possaideres do Ka
genho Conc ig5o pito n'esto manioipio,
que teudo diiiido &o meretitsimo Dr,
juis de daeito do municipio a peticSo
juota requerono as c t $5es dos sena he-
roa e mais nteressado?, para a aviventa-
9I / da demtrcsga < do sua propriedade,
ubteve o despacho cohst>Dte da mesma
petiySo mandando requerer parante o juis
substituto, o que feito, este declarou-se
eti'peito, como.ae \S do respeitavel des-
pacho lcg. do na mesma teli'(ao, pelo que
c mpete a V. S. fuDeciocar no f^ito, e
por isso, os eupplicantes requerem que se
digne, attendendo ao requerido, deferir
como for da direito. E. B. M. Porto
Calvo, 11 de Setembro de 1893. O ad
vogad", Bernardo Lyndolpho de Mondon-
ga. Eslava competentemente sellada a
preeerte pitiy'.o ca qual foi preferido o
despacho do theor soguiote : Fuyaio-se a.-
catyoes e pasajm se os editaes na forma
requerida. N meio curador a lide dos
menores e m.i.tC- pto aj cidadao Ludgoro
Jorgo da SilvaPorto Calvo, 11 de Se-
tembro de 1893 Joe Beneaicto. Aconu
panhii a petigHo cima tranacripta, a pe-
t cao inicial a qu-1 do theor 3eguinte :
lilao. Sr. Dr. jnia de direito do muni
cipio de Porto Calvo. Dizem. Maria Bar-
bora de Mendooc/4, Oiyrop a Afra de Mon-
donga, o bacharel Beruardo Lyndclpbo de
Alendonga e Emiiia Amasilia de Mondon-
es residentes ra cidade do Recife, Jos
Ernesto Julio do Mendonga e Antonio Pe-
reg ino ie Mecdontia, residejtea n'este mu-
nicipio,viuva e ihos do tinado coronel Jos
Ignacio de Mendong^aanhires e possuido-
res do engenho Conceigo, sito n'este mu-
nicipio e anti^amento coohecido por Mor-
ras, sob a invociglo de Santos Cosme e
Damio, que huuver No vapor franez Ortegal, para Fio de
Jineiro, carrega1--;!!! :
C. A. Burla,' 2i'0 3acc.is com farinha di msn-
dioca.
P. Alves &G, 30pipaa com H ICO :troi de
agurdente e 1,000 saceos co'n 60.0JJ kilos de
as?ucar mascava.10.
B. Wliums&a.,900 saccoi con 51,000!: lo
de tssucar mascavaio.
A. Irmaos oe C, 25 pipas coa 11,75.) litros
de isui'd-n'.e.
No paiarho no-aegnense Gander, para
Polo Alegre, carre.'araru :
P. Csrneir A C, 1.C80 saceos co '8I1OO
kilos d>i assucar brinco e 360 di 03 c,ci S7,0()
ditos de dito mascavaio.
Para R'j G,-::'id^ do Ssi, carrega-am :
P. CamM-.. 4 G 20) saceos coia 13.0,0 kilos
de assucar braoro.
ra barcafia D. Sinh, pan fclacahiba
carreecu :
J. T. Pinto Lipa, 10 caixas cora 100 litros de
cap'I.
\a barcaca Nasioha, para P.iraiiba, car
regaram :
A. D. Siir:s & C., 30 caixis con 210 litro)
de gaoebra.
J. Pi. PasOJ Gaimarae?, 18 caixas com 167
kilos ^e cera em velas.
Ni birc^gi 13 de Jfaia*, para Villa da
Pinha, carregou :
M. A. E. da Rocha, 3 barricas com 330 lilos
de assucar branca.
S9D8 tallecidos paes e avi o teen!ecorr-
nel Bernardo Antonio de Mendnega e D.
Anna Barbosa de Mendonga, e desde mui-
tos annos habitado e cultivado pelos snp.
pilcantes e seus antecessores, c^m planto
de cenosa e outras lavonras, a onde teem
conveoient mente montada fabrica de faser
a8snsar e outras muitas bemfeitorias, que-
rim aviventar a demarcaglo antiga de
Baa mencionada prapriod.de, pelos mee-
mos marcos e rumos antigos em vista das
confronuc.38 e limites ds respectivas es-
cnptoras juntas a esta como prova do ju$
in r des supplicaotes e s us antecessores
requerem a V. S. se digne pesiar man-
dado para seren citados os hereos
confrontantes Qongalo Lerioho Pi arque
dos Res, por s', e como tutor dos seus
flhos menores Amaro e Pedro, todos ce-
chores e (o-pos:uidores dos engenhos S.
Caetano, coohecido por Duas Boceas, Pri-
mavera e F orea ; coronel Minervino No-
minando de GusmSo Lima, Manoel da
Cunha Pereira e Francisco Pere:ra da Co-
Dhs, consenhores c'o engenho Flores Ma-
noel Theodoro Accioli Lio, Joaquim Er-
tevSo Accioli Lies, Jos Ambrosio de
Mello, mat'do de D. Maria das Mere es
do Gusm'o Lima, c ns^nhores des enge-
nhos Primavera e Flores; Antonio Buar-
que de GusmSo L'ma, Minervino Buar-
que de GusmSo Lima, consenhores do
engenho Primavera ; Gaspar Salgado de
Albuquerque .I .rar.i.So consenhor dos en-
genhos Mi'ias e Flores j JoSo OKvo Bar-
boba Maciel, Genuino Barbosa Maciel,
Bellarmino Barbosa Macie', consenhores
do sitio Roncador e do engenho Dais la-
maos ; Laurentino Barbosa Maciel, Au-
gusto Barbosa M. cel,
tJarbosa M ciel, D.
Maciel, Padre Jos
da Cosls, consenhores
IrmSos, Dr. Francisco
. Esmeraldina
Jesuina Barbosa
Prudente Telles
do engeoho Dois
de As8s Men-
donga, consenhor do engenho S. Fran-
cisco ; Jos Z'.ferino da Barros, sentan-
do en^eoh Japaratubi ; Francisco Af-'
toneo de Mello, senbor do engenho Kspe-
ranga conheo'do por Periquito ; Jacintho
Pino de Vtscocceibs Lina, sechor dos
engenhos FerrSo e Lagoi-Redonda ; Dr.
Jacintbo Paes de Mendonga, senhor do
engenho Novo e conienhor do 8. Francis-
co ; F. da Rocha Wanderley Netto, conse-
nhor do engenho Solidada ; SebastiSo An-
tonio da Silvr, na parte em que o enge-
nho Patento se possa limitar com pro-
priedade dos supplicantes, e o curador
geral de orphaos, todos residentes neste
municipio, e b.-m ass m que mandis es-
pedir o hffissr editaes com o praso ca le,
i>ara serem ciudo?, cos mucicipis, da
C-maragibe, Gongalo de Barros Wuadei-
ley, consenhor do engenho Mos de
ftfpra'y, omijfr Francisco de Paula Ca-
E*.esd.r2l U "
csi de NovEMaso de 1393
Aifandea
He.i'! tera
)) da 1 a 21
dem de 2 i
1,0*8 981*812
61:877*i*
Renda rio Geua.-
Do a i ail
dem c-- 22
E0i:fi6618l
.4:992 i .09
1,090.7:9.186
319.018i890
Scmma total 1,410:123*376
Scinnds seceso da Alfandega de Peraamboco,
22 dt Novembro de 1893.
O chele da secc5o,
Jos Gomes a Silva,
tneeourciro.
Luu Manoel llcdngues YuleDga.
RECEBSDOAiA DO ESTADO
Do da 1 a 21 100:691*907
dem d 22
RECIFE DRA1NAGL
Do dii 1 a 21
idem de 22
551i'JU3
106:262*010
3:578*031
1.8*503
3:733*531
ObsurvagSo
Proce ente de Cardiff fundeou no La-
m ar3o a barc norueguenso K-m.
met, e nao communicou com a terre-
Vercada Uunlclpal de S. Jum
O moviooento deste mercado no d:a 10 de
Novembro foi o seguinte : Entr. ram.
40 i>ois pesa'.do 6,815 kilos.
230 kilos de peixe a 20 rs. t*6C0
3 ccmp3rt. com ma'iscos a 100 rs. *300
i ditos com caioarOfca ? 100 rs. *20
31 columnas a 600 rs. 18C0O
3 cargas com a!linhas a 500 rs. 1 ." '
4 cargas com hlalas a 300 rs. 1*260
2 cargas com rr.elancia a .'tCO r?. 560J
2 cargas com fruc:as a 300 r. *600
40 carcas com farinha a 200 rs. 8*CC0
10 cargas com mi^ho secco a 200 rs. 2*0J
5 cargas com fejao a 200 rs. 1*000
45 lugares a 200 is. 9*000
o soinos a 200 rs. 1*8C0
11 comp. com enluciros a t* 11.000
9 comp. com soineros a 700 rs. 6*300
10 comp. c-.-m fre?snra3 a 600 rs. 6*000
ai ct-iLp. com comi i^s a 700 rs. 23*800
49 coaip. com titeada a 600 rs. 29*400
50 coi;?, com verdjras a 3' 0 rs. 15*000
76 comp. com farioba a 400 rs. 30*100
45 comp. com talhos a 2* 90*000
Rendimentos do dia l e 19
Paro o interior
No vipor Iraoea Campana, para Rio de
Jineiro, carregaram :
0. A. Borle, 280 saceos com 17,100 kii03 de
assucar branco.
1. Lima, 400 saceos com 24.000 kilos de as-
socar mascavado.
p. Piolo es G., 23 pipas com 8,000 litros de
agurdenle e 75 ditas com 35.253 ditos de alcool
J. R. Macleira, 5 pipas com 2,360 litros de
A. rm03 & C., 25 pipas com 11,760 litros de
agnarlente.
D. P. Porto Bailar, 45 ptp.s com 21,150 lltrca
de agurdentee 5 ditas com 2,330 ditos de alcoo.
P. Carneiro k G., 1,000 saceos com 60,000
kilos de assucar branco.
Para Santos, carregaram :
.A. Irmaos i C, 500 saceos com 30,000 kilos
de assucar mascavado.
T. F. Uello, 500 sacco3 eom 30,000 kilos de
assucar mascavado.
P. Pinto & G., 3C0 barris e 20 pipas com.....
35 200 litros de gu:rJeate.
lloTlmeato do orto
Navios entrados no dia 22
Rio de Janeiro-20 dias, barca sueca
cHansi de 679 toneladas, capifSo J. R.
Leaander, ejuipsgem 10, em laBtro; a
E. S. Lesy.
Bo.eoos Ayres30 dias, lugar ingles La-
arca, de 632 teneladas, capit3o A L.
Stwatt, equipagem 10 em lastro; a
Boxvrell & O
Camocim24 dias, hiate nacional D. Ju-
liai, de 80 toneladas, mestre Lanrenti
no F. da Costa, equipagem 5, carga
sal ; a Bartholomea Lourengo.
Santos e escala-13 dias, vapor lrancea
tSanta V, de 1661 toneladas, com-
mandante Panchevre, equipagem 48,
carga varios gneros; a Angosto La-
bille.
Navios sahidos no mesmo da
B enos Ayres e esosla Va^or franoez
Ortegal, commandante Ctilaud, car
ga varios gneros.
New YorkVapar ingles cTarkiit Prin-
ce, oommandante W. L. Hett, carga-
assucar.
Liverpool Barca noroegaense sSHer
capitlo J. Aunendseo, carga algodSo. '
Precos do da :
Girnc verde de 400 a 800 r3. c kilo.
Sainos de 800 a 900 idem.
Carneiro de 900 a idem.
Farinba de 100 > 500 rs. a cui
Mimo de 500 a 60) r. a cuia.
Feio de tO j a 2* a cala.
Wavlos esperado?
DoRio de Jjneiro
Rarca norujgueos^ AUs'ad.
Marca portuguesa Nova L'.da.
Papacho inglez Ora.
Bar;a sueca 9ans.
Barca noruega L^til Erikstr.
Bcrc3 noruega Ltooa.
Di Porto Alegre
Escena alterna He-mann.
De Pelotas
Lugar portoguez Temerario
Lugar ioglez Mira:.wy.
Patacho nollandf z Atime,
Patacho hollanez Margaretha.
Patacho norueguene Elaar.
Logar inglez New Day.
Lugar noraeguene Coanre.
Patacho sueco H0003.
Patacho nacinal Hermanos.
Patacho nacional Ma ir.ho 6'.
Patacho nacional Marioho 2".
PjtiCho nacional Anna.
Do Rio Gr.nde do Sul
Patacho arg;rjiioo Condeixa.
D C .rd:?
Barca ingleza Ilogo.
Baroi noruegnensu Hfarl.
Lugar ingles Dora.
Do Porlo
Palacho nacional Rival-
De Swanse
Barca Ingleza Starry.
Barca norueea Frey.
Do New Port pela liba Graace
Barca noraegaense Carme.
Da Liverpool
Barca noroeguense Fanny.
Das Estados-Lai.los
Birca americana Carrie Hecble.
De Te-ra Nava
Logar inglez Mary Jobos.
Lagar inglez Rosina.
261*000
5 092*500
5 35410O
Snl.....
oUI..........
Sal .........
Snl..........
SQl'*
Ul.........
oU.. .......1..
hnl .....i....
Enrona.......
Europa.......
Europa.......
Vapores a entrar
Mes de Novembro
...... Brasil........
.....; Tagos*..........
...... Basoio.........
...... .MilUkwy.....
.......ogoay.......
...... .Euclyd.........
Archictel ......
.Galicia.........
Wordswarlh....
Entre Rios.....
Capaa..........
23
24
24
24
24
25
25
23
28
29
30
Enropa.
hu ....
Europa
Vapores a sahlr
Mes de Novembro
... Tague...........24 as 12 b.
... Sania F......... 24 as 4 b.
,.. Galicia..........25 as 2 b.
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V

-
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-
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^MMMH
Dm *ft Peruambuco Quinta-eira 23 '"i lu;
5
,.\
I
i
valcante de Altauquerque, Francisco Ar-
gobasto de Paula Cvale ote, coesenhores
do engenbo Solidado, e o Dr. Anastacio
de Paula Cavalcaote, oonaenhor do enge-
nta FerrSo ; do Quitando, Dr. Jeronymo
Aeoioli L'DB e D. Clra Mara da Gus-
mSo, coniecbores do ecgenho Primave-
ra, todos deste Estado ; e co Estado
de Peroambuco nos municipios, de Pa'-
mares. Jos Antonio Alvea Macisl, Au-
to; i) Alves Maciel, Franciso) AIvb Ma-
oiel, 'os B. Maciel, D. Mara Augusta B-
MacieljCorseohoies do ergecho Deis Ir-
mSos, e r de S. Beoto, JoSo Barbosa Macie", XuguBto
Barbota Maciel, co-s nhores do ergeoho
Doia IrrrSos ; de Agoa-Prets, D. Leopol-
dina Barbos* M.' iel, JuSo Barbosa Mi-
de!, D. Mara Barbosa Maciel, Antonio
Barbosa Maciel, D. Theot.r.ia Barbosa
Mac<-1, Anhur Barbosa Maciel, Antonio
Barbosa Maciel, Eugenio Birbosa Mt-
crel e seu p.i Jos Beacrra Csva'caote
Maciel, por si, e como tutor dos meamos
seus filocis menores, todos onsenhores do
engenbo Dois Irmaos, e residentes no
engenbo Pirangy ; de Barrein-s J.iaquim
Sin phronio de Mello senhor de eneenho
Boa Sorte, conbecido por Mambica e
Jos Martina de M r r.d.>, na parte em
que possa lixittrem-ao os engechos Bom
Jess e PromocSo, de que se dia consenhor
com a propriedade dos suplicantes; in-
cluindo-pe no mermo edita! citaySo a todos
osher'S eintereasadesincerteso descoche-
cidos t,Uj possam, exist r sem scio-cia dos
Bupplicantea, para na primeira aidiencia
deste j'iiso, depcis da entrega dos manda
dos o recolhimento di 8 certidSes dos edi-
taei no csrtorio cimp'tettennnte enaeerf*
dos com as formalidades legacs, virem
louvar 3-s em agrimensor que proceda
aviventi c;a > requerida, em arbitradles, e
verem nesao acto assignar-se-lhes o praso
da lei para a c-ra'esti 5S0 da accSo, sob
pena de ser tudo feito x revelia del sup-
pcad'.'S na forma da le.
Outro 6m reque'em a V. S., que man
de passar miniado 1 fim do seren citados
para o fim requerido a Manoel Isidoro da
Cunba, Francisco Gomes Pereira Querr,
intrusos quo illicitamente se acbum na
propriedfdo dos supplicacteB, e tambem
para restituirem depcis da aviventagao, os
terrenos de que, com m f, so querem
apossar ; e finalmente requerem que ves
dignis nomear curad' r res e orpfSos fiihos de Gonzalo Lerico
Buarque dos Reie, de Jos B^seria C-
vale nte Vaciel, do D. Mara das Mer.es
de Gusma) L;ma, e do ia'.ordi.to e mea
tecapto Franci'-o Alvcs Maciel, atfm de
represenlareni a seus curatelados era todoB
os term :s o accSo, prestando o devido
juramento.
Oj B'ippicacos avaliam r. presente caa-
33 cm20:030; e ?. P. V. S. c>: an-
toada sejiw oa sapplicados citafos para o
fim C3,>ec fiaado, a assistirem a todos os
termos da causa e sua execucao, e igual-
xneot?, para prcporcionalmec o tbooarem
es desposes dr. medicSo.
Porto Calvo, 9 de Setembr, de 1893.
O advocado Berasrdo ryndolpho de Men-
dooca.
i.stava iguaimeute sellada e despa-
chada .
E maic m cSo continh as pctic,8es e
despachos squi tracscr:p'oar em v'r'n 1
do que rrr ;:dou o j iiz pastar o preteu
edita! cera o prKzi de 3) dits, para oa
que reGir'iro.ni reste Estado, e de 90 das
parr. ib que residirem nos outros Esta-
do! : palo que b5o pslo presente citados
uSo t os heros confr a zntos aci.-a do
cliradosi como r.it da todos os icC"ito3 e
desconhecid. b, e finalmente tod-m 01 ioi -
resssdoc em geal, papa depois di ultimo
prfzo eo loovaiem om agrimensor e psri
t03, qi* proiadam a f.vi"cntaf3o re^ae
rid.
E prs que ebegaa so cinheaimento de
todos os icteresssdoB, mnndou nSo e p. 1 -
ear o pres nte qce ser p blicado o tfSxa-
do ni la^ar do costume, coco remetter
outros de igu-1 thooi pera sarem ffis'.dos
tos BQIlieip o em que rasiirom os citan-
dos e pJjuaos pe'.; iipransa da cap-
Ul.
Diic e pasuado nesta cidade da Porto
Calvo do Estado de Aiagoas, em 25 de
Setecbro da 1893.
ha Emiliano Jos Velho, escrivo o fiz
cscrever c subscrevi.
Jg Bnedo'.o Baarque.
Est contorme.O esemao Emiila.no
Jos Yelkou
mitte ao eonheclmaaUo d'swfs asksinistra- aborto o c ncurso para o cargo de ju'i de
So ajirendencu tomada pelo fcxm. Sr8 direito do municipio de Our-cury, visto
Dr. govercador em vitti da oobaervan. nao ter magistrado algam requerido re*
oia por parte da Sociedade UniSo C >mmer- j dkqSo para este municp o no prtao mar-
cial Beneficente dos M^rcieiros da oon oado em edital de 11 de Setembro uliimo,
cessSo que sj Ibe fizera p,ra proo.der a 00rforme detormina o Rsgol^mento de
disttibaicSo defiaitiva di qoota votada' 53 de Janeiro do corrente asmo, expedido
para o imposto de cla*83 n. 8 g qne esto para execugSo da lei n. 15 de 14 de No-
sujetc8 os cstabelecirsentos cjmmercie.es vembro de 1831.

Estrada de Ferio Central de
Pernambuco
Edita!
Da ordem do Sr. director engeobeiro chefe
fjQo rciilieo qop, a pirtir do dia 20 do carrete
vigorara nesta ertraaa o horario seguinte para
os irens de carga.
Secretaria, 17 de Novembro de t893.
V. P. Ribetro de Souza.
Secretario.
H-rrio des trens de carga i vigorar do dia
10 d< eorrente em dianle, entre ss eetacOes do
Re:lfe e Gravat. ____________
MANHA
TARDE
EstaQes
C. i.
Becife...
Areias *
Tigipi .
Jaboaio.
Moreno..
Tapen..
Victoria
F. Glic..
Rassioba
Gravata..


Horas
63
6.31
6.53
7.28
8.11
8.5<
9.50
10 20
1 30
a
Horas
6.05
6-25
6.33
6 58
7.38
8.18
9.ti
9.55
10.25
Estaques
G. 2.
Gravaia..
Ru?sioba
P. Glic..
Victoria.
Tapera..
Moren.
laboat
Tigipi..
Areias..
Recife. .
cd
a
a
ec
a>
a
U
Horas
25
2.40
3.30
4.26
5.06
5 45
6.22
648
a
a.
Horas
1.15
2.20
2 50
3.50
436
5.15
6.02
6.24
Observares
Este trem f ir ate Gravat as segundas,
qoartase sextas feirap, O^aterlscoa indicamos
rmamentos segoiotes : Em Arelas com o S 1,
em Morenos com o M. 1 e M. 2 e em Jiboatao
com o a. 4. ...?.
Eogenbeiro, Carlos Alberto Machado
Inspector do trafego.
Recebedoria do Estado de Per-
ambnco
Eital n. 20
O administrador da Reoebedoria do es-
tado dando coroprimento a portara do
Dr. iospeoior do Theionro na qaal tn os-1
ou fgsttes que vendem oereaes, caf,
tumo em ful' a e em p, corda, pitado e
detfiado trcaform-:do em charutos ou oi-
garres rao produzido no estado, relativa-
mente aoexereci) finio de 1892, fas pu-
blico para te encia d s respectivos contri-
buiotes, qne, dentro de 15 cas u'eis im-
prorogsvii eontrd-8 du 22 do corrente
mez, conforme dstermioac^So o di'o inspec-
tor, ser cobrado o referido imposto me-
diante a multa de 20 0,0. oa forma do ar-
tigo 47 do R-gulsmsnto de 28 d-5 Maio do
18?7.
Rectbedoria do Ett^do do Pcioambur*,
18 de Novembro de 1893
O adminBi{rfldo^
Affonso d' Al'juauerque Mello Jnior.
5'. 8ee$So S crotana do Governo do
Eetado de P-rnambuco em 17 de Nov9 bro de 1893.
EDITAL
Di ordem de S. Exs. o Sr. Dr. gover-
nador do Estado fago publrcar, para co-
nhecimecto dos iotceesados, o edital abai-
xo transcripto, chamsndo concurrentes
apresentac^o de propostas pan o servijo
do eocanamento d'agua, eagoto e illamioa-
(lo do estado da Parjhyba, conforme so-
licitou c presidente do mesmo estado em
cffioio n. 236 do 13 do corrente.
JuS) Augusto Frreira L;ma.
EDITAL
De o/lem de 8. Exc o Sr. prcs'dents
do Estado, fsl se publico q-is dentro do
praso de 90 dias, a contar de boja, rece-
be-Be propostas n'esta secretaria para ser
contractado com quem ae!bor3 vaatsgenB
t-ffrtrec3r, o servigo de enean.roento dagua
esgoto e llominsflq n'etti capital sendo
preferivel o ayatema de luz e!ect:3a no
respectivo contracto da i luminacSo.
Oa contractantes ficarSo o o gados a de-
positar no cofre uo TheBOuro dj EBtado,
no acto de firmar es contractos, a quantia
de 5.00 0000, em moeda corrente ou
apoces da divida pul ci, por qua'quer
das empresas, como garanta dos meemos
contracto, que aerao ntransmisBiveis, b
ea ipolar os praaoa improrogveis de seis
mezes para comeco ds teus tisbalLoa e
de um nnno pra sua innigurrgS', nSo
cumprids estas clausulas perderSo o di
reito qve'la o;mma, a qa?.! ficai peitea-
cente eo Estado.
Secretaria do Eitsdo d?i Puralyba, 8 de
Novembro da 189).
O Secretario.
Lindolpho Corrsia.
1.' Sacgao.Secretaria di Governo do
Estado de L'err.smbuco, em 7 de OV6SB-
bro de 1893.
EDITAL
De ordem do Esm. Sr. Dr. governa-
dor do Estado, fago publico para oa devi-
dos envites e om observancia ao et\ 25
do Ragulamento expedido em 23 de Ja-
neiro ultimo para execugo da lei n. 15
de 14 de Nove bro de 1891, que se echa
vaco o csrgo de joia de direito e'a 2C va-
ra Cimmercic do municip'O desta capi-
tal em cou:e-ejucni^ da r^megao do d-e-
ristrado q^e o cecupava, Dr. Sigismoodo
Antonio GroB^alves para a 5e Piovedo-
ria.
A V8.&& de qua aa trata ser prehea-
ehida pelo jaiz de di.eito meis autigo,
dentro ce qu. requererem re-nu^So para
eete moticipio. no prsao de 60 das con
i-dos da publicagao do presente edital e
ti, r>eobum o requerer, o proviujento aera
feito pela form* determirjfida 00 art. 21 do
R-isrnlamento citada, e de eccordo cum o
acto e instruccSea de 12 de Agosto do,
corrente antiO.
O secretario,
Joao Arg ato Ferreira Lima.
1* sercSo. Secretaria do governo do Ea'ado
de Pemambcco. em 13 de Novettbrode 1893.
Edital
De ordem do Exm. Sr. Dr. govprnndor do
Etndo e para execnc'o db artigo i57 do regnla-
m"r,;r' que baiy.cn com o decreto n 9 410 ue 28
de Abril ce 1885, iaco ptiblico o edital sbaixo
transcripto pondo em concurso rom o prazo de
30 dias o iflicio de eferivao privativo do jury e
excoc5e3 crimes do monicipio de Gibo.
O peereiario.
Joao Angosto Ferreita Lima.
O Dr. Jos Maria da Rocha Carvalbo. juiz de II
reito do municipio do Cabo, tm vntude da lei
etc., etc.
Fo taberacs qaeo prsenle edital virem ou
delle noticies t'vereo!, sos que 'interess-r posss,
que *e achara VEgos oa officios de escrivSo pri-
vativo do jury e execucSs crines, de^tp muni-
cipio, creaaoa pd virtude da Iti n. 271 d^ 3 de
D'Zt-.fTibro de I8it em virtud.- da renuncia do
serveniuria Manoel Cavaicsnte Ferrelra de Mel-
lo em 18'5. convido, pois. sos pretendeutes sos
referidos ofBcios a apreseGtarem seos requeri-
mer.t j? denfo do praso de 30 dias a cootar da
data do presente edital, e de conformidade enm
os decreirs ns. 817, di> 33 de Agosto de 1851 e
odru. 9,314 de 16 de Dezembro de i88i.
Oalrosim, fajo mais saber aos pretendeutes
que seua reque '.meiitos devetu ser ioatrnidot
cem exam ue suflkiencia de qne trata o dacre-
10 n. 8 274 de 5 de Outubro de 1881.
E para que ebegueao cenbecimento de todos
mandei paesar o p'esente aoe ser affixado oo
logar do costme e delle exirabir a copla para
ser remmettida ao Exm Sr. Dr. governadir
do Estado para o flm Indicado 00 artigo 157 do
deerttj n. 9.420.
Dado e paseado nesa cidade do Cabo, aos 7
de Novemoro de 1893.
En. Tncmaz Sigi. mundo de Almeida Barros,
esenvo do jury escrevi. Jos 3ria da Rocha
arvalbo.
E nada mais se continba em dito edital ci-
ma copiado do qual extr>bi a pres-nte copia do
proprio o'igloal ao qual me rero-to c don f.
Eo, Thomaz Sig'smmdo de Almeida Barros,
escrivfio 'uterino do jory escrevi.
Certifico que pelo porieiro inte ino me fol en-
t'egae a certido da affisacao do edit! a.'im a
qaal da forma e do tbeor segnime:
Certifico que iffitei hoje e no lugar do cost-
me o edital convidndoos peetenleqies aos efli
cios de escaiva privctivoido jury e execucOes
crimts deste mueieipio, vagos pela reuuacia d-
respecdvo serventorio Manoel Cavalcante Fcr
reiro de Mello.
Dju f. Cabo, 7 de Novembro de 1893.-0
po'teiro iaterlno, Pedro Ferreira de Mello.
Nada mais se conltnba em dita certido aqu
fielmente opiada do proprio original.
Cabo, 7 de Novembro de 1893.
Eo Thomaz Sigismundo de Aimeida Barros,
escrivao interior ds jury escrevi.
1.* SecjSoSecretaria de Governo do
Estado e Pernambuco. 21 de Novem-
bro de 1893.
EDITAL
D ordem de S. Exe. o Sr. Dr. Gover
nador do Estado faoo publico para conbe-
cimento dos interessados, que Ee aoba
De sccordo com o a?to de 22 de Agosto
tambem do corrente arco, fica marcado o
praso de 90 diss a contar desta data, para
a inacripcSo nesta secretsria, dos candi
dados 10 referido cargo.
O cincurio ter I ugar no edificio em
que funeciona o Superior Tribunal de
Justica, perante a commissSo examinad- m
oompo8ta do juiz do mesmo Tribunal, Dr.
Francisco Teixeira de S, serviado de
presidente, des lentes da Faculdade de
D reit^, Drs.' Augusto Carlos Vaa de
Olive ^a, Hecrique Augusto de A'bnquer-
que M let e dos advogedos Drs. Vicente
Ferrer de Barros Wanderley Araujo e
Antonio Est v5o di Oliveira, devendo ser
observadas an disposi(,(5 :a do citado Ragu-
Inmerto de 23 de Jjneiro e InstruccSea de
12 de Agosto.
O secretario,
Jo5o Augusto Ferreira Lima.
O Doutor Jos Julit Regtieira P nto d
Sow.a, jw'z dos Feitot da Fazenda do
Edado de Pernambuco etc.
Faz Bhber que no dia 1 de Dezembro do
corrate nnao vai pela 3a vez a lei'ae do
.'.gente Guarni, a esa terrea no lugar
denominado Pote de S. Jo3o, freguez a
de S. Loureng) da Matta, mediudo 11
metros e 50 ceitimetroa de largura, e 6
metros e 75 centmetros de fundo cosioba
i"ierua_ terrsco ao 'ado com grande sitio
e 1 rancho. Bervmda de base a cfferta de
OiJCOD para pagamento do que deve a
F zenda do Estado, S Iviuo da Costa Ma-
chado.
E para que chegue ao oonhecmeoto de
todos mandei passar a presente que ser
publicado e fffixado ni lugrr do cstume.
Dado e passado nesta cidade do Re
cife do Estado de Peroambuco, aos 22 de
Novembro do 1893.
Eu Jcs Liiz da Co?ta Rocba EscrivSo
o subscrvi.
Jos Juli3o Regaeira Pinto de Souz.
DERBY-CLUB
DE
Cu
PECLARACOES
Alfandesra
Aforamento de terrino de m-e
r.nlia sito na praia dos Mi*
lagres em Olinda.
De ordem doLlm. Sr. Dr. Insp?ctor
deJta RepartiySo, teudo T>burcio Valeria-
no dos Santos, rqurido po- aforamento
um terreno do marioha com viat; e dois
metros de frente e trinta metros de fu; -
do, sito ra praia dos Milagiea da cidade
de Onda e qce o Profeta Municpa! da
mesma cidade declara confinar com pro
priedades da viuva do oorone! Luiz de
Paola L-.. uj, ca marcado o praso da
rinta difl, da tecordo com o decreto n.
4105 de 22 di evereiro de 1868, para
quem se ju'gar Qoni direito a preferen-
cia no '-l'uido aforamento ou tiver ou-
;ra qna'lquer rtclamacft", aproseatal-a do
vidatiieute fundamntala e documea-
tsda.
Ficdo o ra crido praso nenhuma re
clamacao ser acceita.
3* ec?3o d Alfandega do Estado do
Pernambuco, 26 de CUubro de 1893.
M. Antctiuc de C. Ar*nha.
Alfaudega
ferrenos da praia dos
De ordem
en
do Sr.
{TS
Dr, inspector, eSo
convidados to'ca ob propriotarios do ter-
renos continguoB aos da praia doa Mila-
giea em Guda, a vircm requerer, no pra-
o de 30 dias, que Ihcs fie marcado, o
a'r.-.mtn'o dsstes u't.m-s, cada um na
parte correspondente testada de sua
propriedade; ficando, porm, os meamos
proprietarios advertidos de qne lora d'a-
quelle praco us aludidos terrenos pode
rao ser livreaaaoso ccncedidoB a quem os
pretender e aatisfizer as exigencias 4e
g -s, viito que o pasamento da lei, fa-
vorecendo taes aonexscSss, adoptar um
me>o mais conducente a consecacSo do
fim da empbyteuee, que sem duvida
utilisar e valonsar es terrenes, e por con-
serninte o direito de preferencia dos con-
finantes, tal como se acba consagrado no
decreto n. 41C5 de 22 de Fevereiro de
1868, jamis poder coarctar o procedi-
roento deata reparticao, a quem cabe Be-
lar oa intereases fiscaes, d&o peroittior
ce continuemos referidos terrenos a se
rem illegalments utilisados por scuelles
prnprirtenos como se fossem de dominio
proprio, contorne consta.
3.a eacgl da Alfandega de Pernambu-
co, 6 de Novembro de 1893.
M. AntOKtno de Caroalho AranJia.
m FKJBCTO DB INSCRiP^O
Dos dois grandes premios a realisarem se
no dia 10 de Dezembro de 181)3
5 anniversario
DO
PRADO
2.23J metros
2:Q00fr(>
Grande Premio-DiiBY-:LUB DE PERNAMBviCO
II >od cap de limites Animaes de quaiauer paiz. Prem o
ao primeiro. 4003if"00 ao segundo e SOOsfOOO so tere-iro
Cirande Premio IMPRENTA PER^AMUCANA 1.609 retros
HNDCAP -Animaos de Pernsmboeo. Premios : SOO000 ao pri
meiro 3OO(5C0O ao segundo e 12C|$000 ao te cero.
IoBoripcSo 15 |,.
Nenbum psreo se realisar sem que se inacrevam e corram 6 animaeB de
tres proprietarios diffdrcntes.
A tabella de peso dos pareos IVipflENSA E DERBY CLUB DE
NAMBUCO, acba-8e nesta secretaiii a dispoaivao dos Srs oteresstdca.
AicscripSo ter logar no dia 2 de Dezembro as 3 horas da tarde.
Secretaria do Derby Club -e Pernambuco 17 do N-vembro de 1893-
PER-
O ecretarit>,
enigno da Silva,
Alfandega
Aforamento de terreno deman-
da no lugar denominado Coc-
ihos, fregnezia da Boa-Yila
desta cidade,
De ordem do lile Sr. Dr. Inspector
desta ReparticSo, tendo Manoel Nones da
Silva, requerido por aforamento o terreno
de mancha u. 50 sito no lugar denomi-
nado Coelhos, fregueaia da Boa-Vista
desta eidade, por achar-se o meimo ter-
roou devolnto abandonado e constando
nesta ReparticSo que esse terreno foi afo-
rado ao coronel Rcdolpho JoSo Barata de
Almeida, hoje fallecido, assim come, qne
ha muitos annoi nSo tem sido pagos oa
oros, sendo portanto caso da pena de
commiaao, ficam pelo presento intimados
es herdeiros oa succeuores do referido
coronel para no praao de trinla dias vi-
rem reclamar e provar o que for a bem
de sea direito.
Fiado esse praso nSo ser mais acceita
buclamacSo algorra.
3 a Scelo da Alfandega de Pernam-
reoo, 26 de Outubro de 1893.
M. Antonioo de C.*rvalho Aranha. *
ALFANDEG4
Aforamento do terread de
marinha sito no lugar
denomina Jo Gamelleira,
da r^guezia e S. Jos
do Recife.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
desta repartic&o, tendo Joaquim A!ves re-
querido dous terrinos de marinha sitos
no lugar denominado Gamelleira do 2 o
districto da fregueaia de S. Jote desta
cidade, no qual se ao^am edificadas desa
casBB d taipa que diz lhe pertencer, tao
convidados todos aquelles que se ju'gare
prejudicados om o mesmo aforamento,
virem requerer preferencia, ou o qua pre
tendarem a bem de seas intercests dj
preso de 30 dias.
Fiudo o refer I) praao tenhuma recia-
msQao 83ra acceita.
Alfandega de Percanbuco 27 de Oata-
bro de 1893.
Al Anton'nado C .Araio.
Pernambuco Powder
Faetorj
Assembli geral ordinaria
De ordem da directora, C3nido aos Sre.
accionisias des a coropanbia, a reonirem pe em
assemnla peral ordinaria, quartr-feira 19 d'<
corrente, i hora da larde, 10 -alai) da Afso
ciago Commerckl Ben.B:eCif, para tomaren)
ccnheclmf-nio do relaturia e contaa refertntis ao
aarro terminajo em Agosto Ando
tb.mo a attengfto dos S*s. accionistas para o
disposio no art. 86 doi estatotos di compaubia.
Rtc:fe 8de Novembro de 1893.
ti. S, Barbosa Viacna,
recr tarto-
Alfandega
Pr. priedades L?ges e
Serijo
(f\rrendamento)
De ordem do Sr. Dr. Ioapeetor o em
cumprimento da ordem da dirtetoria geral
as rendas publicas do Thesoaro Federal
sob n. 14 de 15 de Setembro prefino
pretrito, faco publico que esta repartij.
recebe propojtss em cartas selladas e
fechadas, at o dia 14 de Dezembro deste
acoo, psra o arreodamerto ds proprieda-
des nacionaea denominadaBLage e Se-
rijosituadas no municipio do Itamb
deste Estado, as quoea sao detlijtd.s
principalmente ao plantio da cenna e fa
brico de aBsucar.
O arrerdamente no se far per tempo
excedente de nove anuos e para elle ser-
vir de base o arbitramento de 2:50?0G0
annuaes, dado ao respectivo aluguel ven
cido e ora communicado ao Thesouro Fe-
deral.
Em 13 de Novembre de 1893.
M. Antonino da C A v.uh.i
Companhia
Exploradora de pro-
ductos calcreos
3* chamada de capi'al
De ordem da directora sao convidados es Srs.
accnnlstas tobsc-iptore da segunda serie do
capital desta companbia, de realisarem a tercet
ra entrada de 10 0/rj ou iOS por ac;a at o dia
25 do corrente, no Banco Pjpnlsr.
Reoi.'e, 10 de Kovemnri) de 18S3.
Rodrigo Carvalho
Secretario iBterioo
Alfandga e
aforamento de terreno' de
marinha na praia do*
Milagree, em Onda.
De ordo_D do Illm. Sr. Dr. inspector
deata repartilo, tendo Alcides Campos
Paula "requerido por aforamento um ter-
reno de marinla com 10 metros de frente
e 22 metros de fundo, sito na pra'a dos
Milagros da cidade de Oada e que o pre-
feito municipal da mesma oidaie declara
confinar com propriedades da tiuva do
coronel Laiz de Paula Lipes, fica mar-
ado o praso de 30 dias, de aeoordo com
c decreto n 4105 de 22 de Fevereiro de
o863, para quem se jolgar ocm direito a
preferencia no alludibo aforamento oa
tiver oatra qaalquer reclamacSo a faier
apresental-a devidrmente fundamentada e
documentad*.
Fiado o referido praso nenhuma recla-
macSo ser acceita.
Alfandega de Peroambaoo, 24 de Outu-
bro de 1893.J
M, Antonino da Aranhr,
Companhia refinadora mer-
cantil e assucareira
Stima chamada
Da acord com o qua isiOs o art. 5* doe
estatutos des'.a companhia. sao c^nvl lados os
Srs. accioni lis a rtalitarcm a setirna entrad*
-ob-e o cap tal, mzo de 10 O/o ou tCJGOO po'
arefio it o aia 30 c?e J jvtmbro v,oaourt>, no
-iiiptono desta companbia, a ra do Dr. Job#
Uananno n. 5,
Ra ife, 31 de Cutobro de 1893.
Manee! J.- Ferreira Crnz
Director gerente.
Alfandega
Aro*araentp d^ te-reno de Saririba Fito a ra In-
perai freguesia de S, Jet desta cidade.
De ordem do lile S'. inpectcr desta repar-
t gao tendo Edvsrd Coliier L'-i^th. requerido por
-fjramenio nm te'r. r.o de ma'inha si'O a ro-i
Oiteuta e Nove (a: liga Inperlal) da f egoes'a df
S. Jos desta cwade, com oiieuta e oito met'os
de frede e canto e o'J'ir":!?. (In fundo, o qu.l
ooiitjaa o norte com o no Cjp-baribe, ao sol
c m a ra Oiteuta e Nove a late con o Iprreno
de marioha devoln-o com deze m cornados no atinhamento da roa Onen'.a e Rove a
encontrar com as casas de Pedro los da Silv-*. t-
a Oete tom o lerr^uj'ao-bem de marinha com
duse metros de frente contados no u:rr.pJo sll-
nbameolo a encontrar com a casa de Anoni
MoreTa neis, 6 cb^mido aquee qne ee jolgar
prfjudicado .Bm ue prtvar i,o p aso de 3 das o
dirt-ro que tem cutu eioiao ao aforamento do
refer lo terreno.
3" seccao da Al'andega de PtrnaTbuco, 10 e
Novembro de 1693.
M.no'd Ai tonino de Cirvalho Ar .
Alfandi
De crdm do Illusfre Sr. Dr. inspector
a tecd) em vista o reque.'itii^&io devida-
mente iocrmado e abalizo ttanacripto, ic
marcado, a D. (vasparina dos Santos
Corrdi da Aranjo, o pr.-sj ds 30 dies
para vir prov-r o direito qua tem sobro o
terreno em que bq ach; edific-da a casa
perteceute ao s^gaatnrio do m^mo re-
querimento, visto qu-j easa esa, ajnlgr.r
ptlo respectivo fi: mero, est siru~.da no ter-
reno de marinha aforado o bacharel l'edro
Francisco Conide Aranjo, nSo corjaian-
do, a'em distt>, quo > referida D- Gatp3
ria seji foreira di toireno u'gnm.
O referido reqaertmento, documento e
informales podara:) ser con"!tados ne;a
R^pr.rtigSo pela mencionada D. Gaspirina
ru reu procurador.
Illm. Sr. Or. Irsppctor da Alfana, ga
Kgymunde Norato de Oliveira, tendo
comprado em 7 do Ifaio do 1S92, a casa
terrea r. 135 a ra 89, antiga imperial,
pelo prego 'e 2.50O5U0O ajoo Ooccalves
da Crua e sua niulber, como edificada um
terreno foreiro a D. Oasparina duS Sanios
Cona ds Aojo, a cojo procurador Dr
Joaquim Correa de AreDJo, foi prgo pelo
vendedor orer-p-civo Inudemio de 2 21
por cento sobre o vabr da compro, em
vista oo documento miase, acontece que
o "upplicanta com boua fuodtimentoa, eabe
que o slo em quo est edificada dita csh-.
e mais as que Ihs 8pr7em do linitee,
de marinha, tendo a dita D. Gsspprira p
dominio utii ; e como queira legalmcLto
Lear na pesse do ter^oap, qtte em bo f
fez acquisiySo, requer a V. S. qne Ihe
mande passar o respectivo titulo do i fora-
mer.to perpetu, cjir.oo de lei.
Assim pede deferimeutoE. R. Merc,
Recife, 19 de Outubro de 1893.R y-
muo Nonato do Oliveira.*
Em 6 de Novembro di 1893.
M. Aotnnino d? C. Anr.hr..
Agencia de Penhores
Sao convidados os Srs. pofsuldores das cau
cOes abaixo descriiti? a virem reLrmal as cu
resgtal as desta data a 30 dias, tob pena dt
serem vendidas conforme determina as cmJi-
cOes aseignadas pelos Srs. empenban:c.
Nameros :
181, 164, 169, 17i. 216, 33, 237, 14J.S1,
264, 236, 274. 277, 3(8, 311, 3:4, 315, 39,
374. 386, 387. 39o 48i, 516
Recile, 2 de Navtmbro.de 1893.
___________Lnu Verntt
instlalo Archeolugico e fieogfa-
piico Peroambacaso
Quinta feira. 23 do correte, a hora do costil-
me, baver sess&o ordinaria.
Secretaria do IosUtato, 21 de Novembro de
1893.
O I- secretario,
Baplista Repueira
Companhia
Izina Capsenco de Sinimliu'
De ordem da directora, convido os Srs. accio
Distas desta companhia a realisarem a 5' pres-
lacao de 20 O/o do capital subscripto oa tOJOCO
por acefio at o dia 30o correte, oo Banca de
Percamboco, & ra do Commerrlo n. 40.
Recif 4 de Novembro de 1893.
Director secretarlo.
* G. C. Gal
io Anuexo Faculdade
de Direito Jo Recife
Da ordem do Sr. O', director f 50 panuco que
a coot:r do da 11 .t o rfia 27 do co'rente mez
acb. 8; atena a hiicrircao para os exames
Hnaes e pieparatonos exigidos para uairicnla
nos rursrs mpenores, devendo es pretendientes
a iuset pi dos txioies de liu^ua- apreaeolar
-cas petn,0es nV-ta ft-cretara al o la 18, e os
de 8C!enf,"ias dr 20 a 27 ;o prorogvelmenle.
A ioFC'irtSo reu!-ra a cbama'ia s exami-
nandos, ten ao r-relernicia oa alumnos ratricola-
d'>8 no Cu'.".: arl. 283 do Dec. 1232 li de 2 d
Jane'ro de 1691.
Os ex'm'Baodos es'raohos ao Corso Annexo,
P?Fa'9o iio acto da ios ripcao por meio de es-
snipilhasoppo tas em fuas peucOes, a laxa de
5.LC0 eio. e se a
m-" jul^ario-a om
o'rig'idos a aprttilar
curricolu:o M os. aaaigiSdo
reloirt'Ctor do c8'abelicia-..ttj particular em
que e-idarau ou pelos profeccores que 03 dou-
innaram no go da fanih;: d'ccre e pi.ssam co-
ner luformcO-s obre oa ^os precedtn'-es co!-
Iepi3^s, stu proct-eirDen'.o moral e o ti-nv-ita-
en'o que. ive.am no curto oe es'.udo?; art. 460
e 461 do diado decreto.
At.xaantra dpiick uada dfvida pe; cada
m.-Urn, a ctjofxam tesjea Fubo.' I
As meras eiannadoi8B se'ao a? si uir.tes :
portoitars, france, lim, ingle:, arilbmetica, al
r-b-a ?:oa.e- i, Irigoncmetria, geograpbla, es-
pecaimerte oo F.r, z \. ti^oria Qnive'sal, bis.o-
na no Br*ll, pby^lca e cnimica e historia natu
ral. poden lo ser u-gan'sadas doas cu na'* rre-
i-is conforme 3 coQvenier.iia do Ecrvigo. N'esta
cccfoMiiidade a ^porovr(,3j em aonogoei sera
rondtcao imiipeosavel para qu-^ o can:.'.a.o reja
MlMBettiso r exame de qcaiqcer oulra a '? u ;
o candidato aoexaoiede teome ra e tri^oncme-
tra dtver ur approv(&o tm ar-tamenca e al-
gebra, para phv-ica e cbimtca, ser eii>rida a
'Pprov*(Soem m tteosauca elementar, paca h3-
torta Da'oral, : app :v, c"o em fl.y ic2 o chiml-
e. para historia a approvajSo em $ .';^.
A dependencia Bopr.1 :nicnadc u.u :u-
teode aos alumnos do Ca to pjr ja ter sido exi-
-.ido p;r occaeao Secretara do Cn-fo anexo a Facu'dade d?
Otreo i'o Rectfe, 8 d? Novembro de 18C3.
O 'cre'ario,
Telesphcio 1. d.i SJca Fragoso.
Thesouro do Pitido do
Amazonas
N4VGA9AO a vap. b sntbb Manos e
FOfcTALEZA
N. 21.Da ordtm do Sr. Dr. inspector
desti reta liySo, c em virtudj do (ifficia
de S. Exc. o Sr. Dr. Goveruad.ir d<> Ea-
mdo sob r. 55 de hontem, charco coa-
currentos pelo prr.to ce 60 diss, r. contar
desta d&t--, para o contracto de tmt li-
uha de ravegcSo a vi p-jr entro esta ca-
pi al e r do Este do do Oear, do aucordo
om a lei r. 46 de 3"> de Agosta ult'mo,
b. ixo traes.ripto tc-ndo ao GiVcrno ;.
faculdade de f.iiii r i modificado;.! que
firem conve: i rtcs com referencia acs
pv tos de eBOala, oo. f< ras Ibe sutoria^ c
| 7.<: \C 0.
ximo /.es: do.
(Ja p.-op- ne
62 di 18 de Oatubro pro-
ntes i -v >r- > previ.k; l:
dp xitar no eof o dtate Thesouro a q ai-
lia de bci's coritos tle rea, pura f.
' i a '' pela mull > em
.:'' i'omrem guando, (ferecsndo con-
dicSea reputadas ai nrts veitsj.sas, rs-
ciissrem-3 a rs-rgotr o contiaato.
A pr
ate o dia 3
recebidaa
da D.ze
;a aa-
bro v2-
1 .
er l i*
dou o.
ttcretaiia do T'souro o tetado di
Aa i t, \.: de No ibra de 1893.
O eaoripturario de
A'ocs Muniz, Bervinfl i
Le u. 4 de 80 t
1 k :
Autorisa o '
c contractar i
cao entre eit't c
tai i do (.(.
Eduardo Goncalves 'i
AathematiOi e S
l1 elssa,Irinto
i secretario.
de
AgOStO
es no do Estao
i Vnha d- nivega-
l e a do E-i
pifSu d> "ct da
ro, BcL re er
. i Poja : ca
o. de 1." c!f.Ee
Governid r do Eat '.) dj Arr-zitias
etc.
> eo atber a tocUs eeua habitantes
(u-) o Coog esso ii a preaei I n tes d>
Estad i do Ama-oca toa o ca a it c
e: n-.r; a argoii te lei :
Ai. 1. Fea o Governador o Estado,
autorisodo e rontrr. ''zr c.m q;em mas
vantageoa tf- o.- una linha de raTeg:-,-
g"o vapor e tro a ci de de Manaes e a
capital do C-f. com escalaa pr Itacoa-
ir;-, Parmtirs, Beim, 8 L ia, P.-rn.-.-
i.ybrf, Av".-.', (rratja, Uaciocim a M n
daLii, mediante a BubvcccSo annnal de
oincotnta esnios^do ni (O:C0050'J3).
Ar?. 2" Ou vapores serSo de cpacl-
dade blS i nto para o movimanto do Car-
ga coi pontea intern.editii.>3 e r.ccomo-
da;os3 psra paasageiros'da e e de pioi.
Art. 3." Convm attender rio contracto:
1. Qie a sede da Companhia cora e:n
afaoaoa e 03 vaporea obr>gadoa a duas
vii-gerjB por mea, no prximo b cenia e
nos seguir tes 3 ;
2 o Qoo Itttvda ter dice'to a 3 pae-
sagena de r, 10 d^ pi. e 5 toaelalau
de carga em cada visgora dos vaporas ;
3. Qe tsabim ter preferencia sota-
pre ouj precisar no embargue, e co-'daeg^o
je a-.im c.j. vacoam cu orvallar e 9 n>a
teriaes pra suaa obres ;
4.' Qae o cxc2i0 fo tOL-eliad o ro':-
frer ebatin:33t(.i do 30 "j. triets p reca-
to as tabellas d fret- s sempra qui se
tratar da carga on transporta de a? iuiaej
materiaei par conta d) governo
5. Q -o es tabal'aa da fretes o pa3a-
geas e o horario da aahida o entrada do3
v.iporej ser3o epprovadis peio governo do
Estfda o retistaa de tris era tres anees,
do accordo com a empeza ;
6. Qie o contracto dorar a. ia anros,
podendo a:r reuovdo se assim entender
o Corgrcs > ;
Art. 4.* Q-.Bcdo o Givernador, forja-
do por cenfanienora do aervico publica
precisar do material fl actuante ptr. tran-
sporte de tropas, a empraaa cadera im-
mediatamenlc um ou mais vaporea com o
abat ment de 4) [. (quareaU por cento)
sobre a tabta de trotes.
Art. 5.* O Q'veinad.r tambem fica
aut- risado a adoptar as medidas quo jul-
gar convenientes para a boa eaecucao dj
contracto, estabe'e.'cndo multas par qual-
quer iafrsccSo de su8 .lausulas.
Art. 6.* Bevcgam se as disposiySes em
contrario.
Mando, portento, e todaa as autorida-
des a quem o conhecimento e exeoocSo
da presente l.-i pertencer que a cumpram
e fagim cumpril-a fielmente.
O seeretario do Estad > a faga imprimir.
pubii.'ar e correr.
Palacio do Governo do Estado do Ama-
zonas, em Manos, aos 30 dias do mea de
Agosto de 1893, 5- da Repblica.
Eduardo Gonalves Iiibeiro.
Jote Maria Correia.
%
v
'-

,ik -^
,


Diario de Pernambuco Quinta-feira 23 de Novembro de 1893



Alfandega
Aforaxmto dr terreno de Manona sito no Hos-
g picio fregoesia da Boa Vista
I De ordem do II m. Si. D\ iospector desla Re-
partjao, temo Eivari Collier ivigh. requemo
poraforamanl ora te'reoo de marinea ano no
H)sptrtp. fregu sia da Boa Viaia deta cidade,
com canto e cincuenta e dois metros de frente,
ceuto eiiei ti e i'tz metros de fundo, o qoal
confina ao noite com a ra proj^ctjda D. Viul,
ao sol rere; r a do Ho;p co, a le te com a cam
boa e pon-e do Hospicio, e a oeste com a estrada
do Poicbal, chamado aquee que se julgar pre
jodiCoo afim de probar no praso <'e 30 aias o
direio qoe t; m com reUgao ao aformeolo do
referido terreoo
J* Sen, 5* ; A fandega de Pernambooo, 10 de
Novembro re 1?93.
Mau.e. An'onuo de C rvalbo Aranba.
Alfandega
Aforaiont.i "e terreno de Marioha li'o'a
trav i1 >:' Trindsde da fregaeiia de
S. Jo desta cidade
Dj trdem do Llm. Sr. Df. inspector
desta twparticjto, tendo Francisco de Sal-
les Britt-, requeiilo por atrame rt.) um
terreDO de mrinha sito na travesea da
Trinnada da fregussia de S. Jos desta
cidade com vinte e seis metros e cin-
cuenta centmetros de freDte e quarenta
O oito metros d (nudo, o qoal cortina
com 88 catas de Mauoel Tertnliano dos
Santos <* D ego A'igusto dos Reis cha-
mado aquee que se julgar prejudicado,
flm de privar no praso de 30 das o di-
reito qti o terreno.
F>ndc o referido prssi neohuma rec!a-
ma^Jto Ee' rceitapor tata repart'C-o.
3* oe-t-ao ia Altaidepa de Pernambu-
co, 25 d Outubro de 1893.
M Antonio" de C. Aranba.
"XcTasse dos Mer-
eraros
Da ord.a do Sr. i/irector da Socie-
tario Unilo Gommercial Beoeficette doa
Mercitnros, communico tod<>s os nossos
Clkgas em g poMvel jor f Ita de base ou oaJos esta
tisticos, esta Directorio, cumplir a d-
teraaioaplo do Esm. Sr. tjvorahdor do
Efitatlo, ref-rene diatvibeielo da im-
posto da e'a-ae n. 8 (ceree*, ca e
fum' ) da !i n. 33 de 10 de Dezemtro
de 1891, i'Bi vea que esta i>i ectoru
alo qma .-.ppreseotar om trabslho impar
feito e ecpropirc'onal como o tji.e est-
feto|0'a rspocuva repartigso, declaro
eos dobs 18 niendos coltegas que ea
peodenti de dec'aSo do Ex". Sr. Dr.
'Oread -r, urna p^ticiSo em que se pode
como de oatica a ra eva^ao do paga-
mento de 20'oda muta imposta aos
OOtvtriboiutes que deise. ara de pagar t.8ie
imposto cua esta em letigio 'oide a dta
ca i e colleawi, i q.ie poitanto da
vem sgi ardar a aolucao de S. Ese, que
ifce.1; ser ni>portnn*mente communicaa^
, te ovembro 'Je 1893.
O Io s-:C etario,
A 8. asi o.
wpi nLi,
: lora de lc< .
ardeote
1 li. ge
b SrB. ce para rea-
p
;
em so .a. 7.
i
RfcCl N
rjelfo A.
AMPH1TR1TE
Coi-, de Sega inws
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..... 93.373 6 L
488.H7 12- 11*
:.:..), D
!
....
.1 C!..
THZ (MI-UIIAL l-NSl B N'.E COMFANY LIM1TEI
ss iriOanajBS
Eslabclccl;. CAI'ITAL I,IO.OOO
(H. 84.004MOOO.SOOO)
DIFICI08 K MERCADOKIAS
Cetra o fogo
TAXAS bAIXAS
Piciupto pkgamFilu SfcM DESCONT
AGENTES
CompaDhia de cegaros
FIDLIDAD DH LISBOA
Miguel Jos Alves
N tRa do Boca JeiasN< t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a nica compaubn
d ata praca que concede aos. Srs. segurados iaem
p ^0 de pagamento de premio em cada setiro<
a ano, que equivale ao descont annual de cerc
de 15 'r ceoto em favor dos eetrorados
8EGK0
gmtra roej
Royal Insurance Companj
de Liverpool
CAPITAL. SOO.OOO
AGENTES
Pohlaian Largo da Comp^ahia d. 6
MARITiaOI
Brigue Prazeres
Vende se o brigne nacional Prazeres aocoo-
rado no qoa.iro ua carae secca. Este brigoe
contruioo com ptimas madeiras, e acba-ee
perfeitameole conservado: a tratar com Amo-
rlm Irmos & C, ra da Bom Jasos n. 3.
Pacific Sieaa Navigalion Com-
paoy
STRAITS OF AOELHAM LINE
O paquete Calicia
E' eaperadr; dos MMtef do sal
slodits deNjvmbro se-
umndo depois da oecessarla de-
mor para Liverpool com escaa por
Lisboa, Bordea,ax c Plymonih
Para carea, passagens eocommendas e dinbei-
ro a frete trata se com o
AGESTES
Wilson, Suos i <., Limited
10RA DO COMMERCIO10
C14ICED1S *ms
Compaobia Francesa
>E
Ar.vcg cao a vapor
Linha iegular e_-tre o H*vre, Lisboa,
Pernambuco, D..ti, Rio de Jaceiro e
Santos.
O vapor Entre-Rios
CommaDditote Richard
' i E' esre'^do dos nortos da
--.1\ -. o t'a d? No-
^l-^^. caro ?egcioao depois da te
V^MMJHtCmora i id ?psavel para
B.ibia, Rio Este vapor entrar no porto
Rog-se aos Sr- are de carga pe!??
.. pon 3 IIDUI : ";>::::!:: drntre
de 6 d"F, acon'ar do da desJbi^i das alvareo
gas qoalqi 5o f mente a volames
a rweotDro teobam segoido para os por'os
i'.i .ul. atim de se poderem dar a lempo as pro-
r:i.
' i irau 9 rompanbia nao se
-^ asa Musa oor extravioo.
p.e:ebe ca-gn, b ira" rrom o
AlNTE
agnste Labille
9-R -. do Oommarcio 9
al M llm Facs b
O paquete Clyde
Ccmmandhcte / E. B II
E' i ,. ra li ii-i Euop at
os dis 8 Ce Nuvem-
... di-poi da de-
lein, Montevideo
e B< "yres
ten lae a di-
i2NTE=.
O novj e ti. ido pequate
D. Sp'-oner
i
f ompanljia >e m%\xttn
d/stsa rec-s
Northeru
a Londres e Abcrdeen
fosifao financeira
CapiUl subscripto o'Ia'S?
Fundos accumulados 3.000,000
Recelta annual :
De pi -mos contra fogo o,uuii
De premios sobre vidas 208,000
De uros 155,000
Agente em Pernambuco,
Boxtoe Wi.liam tC.
"SEGUROS
martimos contra roce
eoMpanhla Phealx Per*
nantbnoina
RUADO COMMERCIO
oimim hraaDcanx He Ka
WM
PORTOS DO SL
Macelo, Ptnedo, Aracajo e Babia
O paquete Jacuhype
Oommandante Monteiro
Segnir pira
os portos cima
inlicados o dia
de Novembro
a 3 horas da
aro.
Recebe carga, eocommendas, paseagens e di-
aoeiros a frete at 1 bora da larde do dia da
partida.
ESCRD7TORIO
Ao Cae da Com rxmhia Pernambcana
n._l^_______________
Couipaahia Peraambucanade Sa-
Yega^o
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Macdo, Monor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
Com mandante Pereira
Segu no da 1 do cor-
rente as 3 horas da (arde.
Recebe carga. eocommeDdas, paps'.eeos e di
nbei-os a frete at a 1 bors da tarde do dia da
partila.
ES JRIPI0R10
Ao Caesda Compaohia Pernambncana
n. 12
The Piorlon Line of Sleamers
Para e New-York
O PAQUSTS
Basuto
E' esperado do Rio de Janei-
ro ; t o dia 94 de Novem-
b-o seguiodo aepols da d-
mora necessaria para os
portos acimi.
'ira carga, eocommendas, passagens e di-
cheiro a frete, trata-s* com os
* pentse
Boxweli Williams & C.
Ra do Commorcio n. 2?
Coapanla Rub. M, Sloauns Line
Vapor Capua
B' esnerado de
New Y >rk a' o
dia SO de No-
vtmbru -euiudo
depois da demo
ri necessana para o
Rio c'e Janeiro e Santos
Para earua. passgens, eucommeaas e dinbei-
ro a frete trata-se com os
GENTES
Pereira Caroeiro & C.
6Sua do Commrc 1" sndar
Ltei Braziieiro
PORTOS DO SUL
O paquete Brazil
E' esperado do oorlos do
s-Di a' oia 23 de No-
vimbre Eeguitido depois
da demora do costme para
Parhyba, Natal, Cepr, Amsrrs^So Mar.
. 1 ao Para Obidos e Mandos
As ennom' endas serfto receidas i l i bora
ca larde do dia ua sabida, no trapiche Baibosa
oo !;rge do Corpo Saolo 0. II.
Aos Srs. earrecadores pe irnos a soa pUesco
para a clausula tu* dos cuLbecuiienUs qoe :
No caso de baver. Iguuia reclama^ao contra a
coatpi por avana oo perda, deve ser teiit
por e.-cr>io ao agente respectivo oo porto da
descarga, dentro ae tres das depoi3 ue tinali-
sada.
Nao procedido ffta formalldade, acomp;-
la tu de teda a rerponeabilidade.
Pirj pa;sag n8, fretes e eocomroeodas tra-
.a-ce com os
AGENTES
Pereira Caroeiro & C.
6- Ra do Co $*oQ
Io anclar
oonaolos c>m pedra, 1 mesa elstica, 1
guaras louca tuapenao, 2 aparadores trr
neados, 8 quadros, 1 relogic-kalendario, 1
velocipedes, 2 cadeiras de jnn:o com brn^o,
1 carteira, 1 aparador com a-m: r o, 1 tote
de empanadas, 1 apparelho di porcelana
para almogo, 1 galheteiro de ele tro-plat,
1 hooreiro, 2 garrafas para viohos, copos,
cal ees, campo eiraa, tayas para champa
gne, baodeiras, talherea, colberes, gaar-
danapos, ja ras para agua, moinho para
caf, e muitos outroa obj ctos.
O age ti GasmSo, aatorisado pelo
Llm. Sr. Francisco de Aaaia Fercandes
Vianna, far leiISi dos -"eveis cima
mencionados existentes na cata onde resi-
di a ra da Santa Croa o. 72.
Leilo
De faz en das
Quinta-eira 23 do emule
A's 11 horas
Agente Pinto
Ra do Bom Jesas n. 45
Em conilnuaco
urna burra, cutre, um realejo e um
pjano.
Leito
De importntea faaendas finas e novas
prepr as para alfaiate, salidas ltimamente
da AlfanUega
Sexta-IVira 24 do corrate
Ao meio dia
\o armazrm a ra do Mrquez
re OH, da n. 48
CONSTANDJ :
De pege.a e cortes de casemiras de co-
res de hedos padrSes, ditas de earjaB
asuea e partas, panno liio, baetas finas e
moitaa outraa 'aaendaa de lei.
O agente GuamSo autoris .do far leilBo
das fuaendasacima em lotes e ao correr
do martello.
Leilo
De cerc* de 3,C00 libras de manteiga
inglesa nova de bea qual'daJe, em latas.
Sexta-feira 24 do crrente
A's 12 horas
No armizem a ra do Margues de
Olinda n. 48
O agente Gasmlo but^iuado far leilSo
de ceroa da 3,U0 libras de maatea in-
glesa, em latas, ao correr do ma tello,
para fecbamento de factura.
Leilo
Da caaa terrea n. 4 sitt ra de *o
D>fatgoa Tbeotonio freguezia de S. Jos,
Cpm 1 porta e janella da freote, 2 salas
2;quarti9, cotinba externa, pequeo
quintal murado, e cacimba meeira edif
fiia a em solo foveiro, avali.d em
2:100,51000.
Sexta-feira 24 do crcate
A's 11 horas
No armazem a ra do Mrquez
de OVnda n. 48
O (gente. GusmSo antorisado p r man-
dado e ashist--ncia du Iilm. Exm. Sr. Or.
Jais Su; Kituto do Oivel ra jurisdicgSo
parc'al, tsr leilSo a reqoerimeato de
Luis Ftlippe de Carvalho, inventariarte
doa beca do fin do p^-dre Albmo de Car
valho Lessa, a cr^si Boina mencionada
podero 03 compradores ix-ircina 1*.
r>,r!08 do'BOl a
0 da S ro seguic.'o
1a demora
oecessarla pa'* <
Llshott. Viga a Mutual
.. .Previae-se ars Srs. recebedees de
meroadoria8, qo> a Coraoanbia Hala R?al Ingle
sa, eontractou com aleceral Steaui Navi^aiiuu
(inpaoj-om ser vico je vapores semaoaesqne,
CanicQ de Bordeaux, Cognac, Gtiar6Qt, ttc, de-
veoj Sjntr!,lmpto^ a Lempo de balde
r,--rr, ya es u aaaa America do Snl,
para ob vapores oesia compaobta.
Sedcelo nos preo^oa das paasageos
l'-a la 1 volta
l* 30 i 30
..'So. iua..: a 88 5 42
G^iaarotes reserv* os passagciros ae
Peroaatbuoo.
Para pacsagens, relee. encoiimsndas, ..rat;i.>
cem o*
AGENTlS
Linoriai lrmo* & C.
K. 3Bn de '-'>m susF. 3
Gonipauhia Babiana de Navega
a<> a vapor
Macei, Villa Novo, penedo. Aracaj, Es-
tancia e Babia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Com mar danto Julio de Lacerda
Seg ir para os
portos cima in-
dicados no dia
de Novembro
as 4 bora s da lar-
Para carga, passagens encommendas e diotaei
ro a frete, trata se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqu^ira
Ba do Vigario n. 17
Io andar
LE1L0ES
Qnnta-!eira 23 devo ter io;;ar o
eio uo um cotre e tazendas ipglezas,
francesas, so ssi-s e allemSes.
Agente Olivesra
4 e ultimo leilo
De divida cobr-'veij na importancia cer-
ca de 33:870|5"00, pertenceote a massa
fal'i r. de Aitjuii A da Cunha.
Quinta f ira 23 do corrente
As 11 horas em ponto
.Yo aruiazem a ra do Impera-
dor n. 39
O agente Oliveir** per autorisaQZo dos
cyodicos da massa fallida de Antonio Al-
vea da Cunha levar a le lo as divids
1 cima.
Os Srs. preteedentes poderao examinar
a re'ayao doa meamos em m5o do agente.
Leilo
De bous movis, espelhos ovses, qua
dros, ebryataes, porcelana- e vidros.
Oiinta-feira 23 do corrate
A's 11 horas
Constando:
De urna importante o grande rrobil'a
de je arand a medalbSo, com 18 cadei-
ras de gnarnicSo, 4 de braco, 1 b f e 2
lindoa dutke-ques, com espelhos 1 grande
e lindo espelho oval vidro bissot, 4 Itn
gas o pertencea, 1 oandieiro de chrystal
para kerosene, 4 jarros para flores, 2 es
carradeiras de porcelana, 1 pete para
sof, 7 ditos par porta, 1 tapete para
torro de sala, quasi novo, 1 dito para cor-
redor, 2 eotageres, 6 pannos chineses
para cadeiras, 1 cama para oaaal, 1 toilet,
1 lavatorio, 1 gnarnicSo de porcelana psra
o mesmo, 1 marqueaSo para aolteiro, 1
bctc/i, 1 oommoda, 1 mala, 1 cama fran-
e, 1 oh de, 1 elegante mobilia de pao
-.n.-u, Lt.lbada, com 12 cadeiras de
gufcn.iv&o, 4 ditas de brayos, 1 aof e %
J^eilo
Da casa terrea d ptdra e cal tita a
travassa doa Remedio* n. 5, freg esia de
Aiogf.dos,-com jsnel'as e 1 porta. 2
sIbs, 2 quartoa, cos- ha fo-a, quinta! ms-
rado e cacimba, perteacate ao ex-icitado
J-suioo do Al )iique-q!0 Me:L), ie~vi do
de tase ::20^0 O preC/J Oa av^l ;iyao.
Das casa DB. 2 a 4 oit<;3 a travesa rio
U^boa, fregutzia .'e Atog. ''os tando esta
portb e jane!! de frente. 1 8'la 1 quarto
graode quint.l, E-r iodo de b :e......
80OOO pre;o da bvaalo o i quelia com
1 poita e 2 j o-las I sa^a e 2 quartos,
serviodo de bhse ;2 1-2000 prego da ava
lit-cao a atajas de taip em Bolo foreiro e
pe-tencent^s ao ex catado Gcia'do Mo
reir de Berros.
Sexl -fein Vi do corrente
A's i i horas
Yo i-lu.'Zi l h na do Mrquez
de Olinda n. 4S
O agente GuamSo. autorisado p r man-
dado e ataietencia do Exa. br. Dr jjia
de "ireito dos Fe.t a da F.ze-da, tara
lei'ao das casas actma mcncicnadaB para
p*gu:uent< s das exeua^Sos que mo\e a
Faz^nda do Estado centra os boub pr.i-
piietarioa.
Leilai
De 1 grande co're de ferro com rodas.
SexU-feira U k corrente
Ao meio (lia
Yo armazem a rnado Mrquez
de ullndan. 4"*
Per occhsiao do leilSo de fasenda e
outraa mercadoria?.
Por inter ve ojSo do
Agente Gusmao
Leilo
De loixa com coila nova e perfeita
e 1 caixa oom gomma lack nova propria
pira marcineiro.
Sexta-feira, 24 o correte
A's 12 horas
Xa armazem a rna do Mrquez
de Olinda n 48
Por oocasiSo do leilSo de fazeadas e
outras meroadoriaa.
Por intervensBo do
Agente Gusmo
AVISOS DIVERSOS
P. ecisa-se de Dina boa cjsinDeira e de urna
erada para cepeira e serviga dos quarUs ; &
tratar na roa Marques de iioda n. S, ou no
Caldeireire. casa da esquina da roa da Peoba e
da Mangaeira.
Aluea-se o gra de sitio da Torre, janir a
ponte do L'sserre : a tratar oa ra do Acollo
o. 8, I- aodar, escrlptorio.
!' t iaa->-e ae ama ca.-a uara pe juma a-
[1.1.1 i-uui sitio murado e ponao ; oa 1* se< cao
ao ireui ou boods : 8 traUr na roa da aladre de
Alnza-se o l' andar do somato n. 23 i
rna de S. Jj'ge, com i salas & qiartos e cos
oba ; traa.* oa Camb do Carmo n. 39.
Prdf-.-e ao sr. Saoios i i a rarteiro do
Crreio, que veoba ma da Palma o. 109 res-
titoi-1..._______________________________.
Crmpra se na roa Dcqa de Caaias o. 36,
1* aodar, om (a i> par> corear pap%ISo, qoe
teoba de con p imeoto 100 ceolimeiros.
Precisa-se de om ciiirlro rom pruna de
taveroa : ra rea de Atinas Verdea o. ti.
Precisa-se de dcu< boxeos, para ra "ero
e feitor de engeoho. p-p(ere se portogueies : no
becco da Peona n 8, 2- andar.
Pessoa babnadi. e de contiacci incombe
se de cob-argas oee'a cidade e f-a drlla, me
diaote rrO'ii:a commisso oo previo ajaste. Pole
ser procurado a ra Marques oe Olinda 0. 29,
loja de mludetas, e 15 de Noven bro o. 81, pn-
u,eiro andar, sala da (rente onde se dar infor
ma((5'8.
Portaran do e-r.ripicrio oo D-. Cosme oe
S Pereira nm 'elogio com cadeia de ouro e urna
caritira clrorgica, paga-se b>-m a quem o res-
'Itnir.________________________________________________
Precisa se de um coi' heiro e i m Ctpeiro :
a tra'ar na 'u Mn-qniz de Ol'oda n. 35.
Precisa se oe uui curinb'-irj. om copeuo e
orna eDgommadeira, para roupa de seobora : i
tratar oa -oa da Imperatrii n. 53. 2* aoiar.
Precisa-se de om cosioh^iro e de orna en-
gommad- ra someot para roapa de seubora ;
tra'ar na roa daCat-'eia do Recife n. 35.
A EQUITATIVA
DOS ESTADOS UNIROS
SOC1EDADE L' bEGUROS
SBKE A VliA
Janeiro i" t i ,j ;-..-. ,
ACTIVO 153,000,0 o
O o-::- inc..... .; ,'.,
EQUITATIVA devid a
Ct-)
( CE ADh A
ed : '. .
(re em 'os r.co
do
rn.I..I. NC BRAZIL:
Ra d........ a ..' ,
j-a ...
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Dr. j. ."... Le 1.1 C- C'.i .
Dr.j.A.d.
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.'v P
4^ RCA DO 0 MMEHCI0 4V
INSPE TOH \) AGEN IAS
Precisa-se de urna an a
Je leite, ?e urna copeira e
de urna c iada para tratar
da roupa de crtauqas,
tratar n, pungara
Joaqun* Nabticom 61.
Ama de leite
Precisa-se de urna ana
de leite na ra Vidal Je
Njgreros !, 186. Paga-se
bem.
I m
recisa-e de om nn> para coainbar pai'a
reqoei.a famii'a, erj'.i urca em casa dea pa-
t 6-s ; i tral ir ov r-. o Rangel n 21.____
A-;?

Pciaare de orna aiaa que coMobe beu. a
tratna arraa Deque de, Castas c. 97,
Ama
Preci.-a-se de urna mo!hr de b:ns costomes
para servir oe ama a imi criaoca; t-atar na
ra do Cabuea 3- 'i- de meij da at 2 boras,
. C- ta Porls n a.
Amas
Precisa se de ir a arias, seado urna para co-
siubar, outra para laar e eopom oar, e ooi'a
para tratar de loa 1 criaocaa, e qae d.;rmam 1
casa de su; pat Ojs i a trata na ra do Hjspi
co n.43. _________^_______
Ama-
Precita'& de urna ama para comprar r
c-sinhar, na roa da Imperatriz n. 24,
1". apdr.________________________________
Ama
A' roa Duque de Caxias n. 33, 2o andar, pre-
cisa se de urna para cosrhar.
Ama
Na rna do Arago o. 30 precisa-se de orna
ama qce coosinbe bem, para casa de peqoeoa
lamilla ; paea-se bem.
xAo commercio
O abaixo assignado pelo presente declara ai
respeitjvi-l orpo (onme'Cal. qoe em dati de
20 d<^ correte compre ao Sr. Maooel V*8lente
da Crui a sua taveroa si'a a ra VelUa n. 81
lir e e desembarazada de qaalioer onus ; qoem
se julgjr credor aprsente soas cenas ro praso
de tres das, a contar de-ta data.
Recife, 21 de Novembro de 1893.
Francisco iioic O
Jaixeiro
Precisa-ae de om rapaz qoe teoba pratica de
faseodas e dando attestado de seo bom compc-i-
tamento ; a tratar na loja de faiendas em Afo-
gados.__________________
CuatodlO Rudrigapidr Ollvrlra
tM.na oa Lo- na ulifetr, Antonio
Rudruo-8 na Cutibi Oliveua, Eslber
da Cjtili Oliieira, Leopjldo R. da Ca-
oda Oli.ei-a, ai be-lo da Cunha Oli.
vera, AO'omo R. de nliveira e suaa
irroes (ao-eme-) D Ja Antonio ce AlrxeiJa
Cu: h.. e sea familia. Mar: ) 1 Aogosto da Cu ha
e soa ramia e L'ooco Ribeiro Campos e Vas-
con rilo e soa amilia (ausnies;, agradeccm
de co"cao ^U'lles que cavaih- irjsam> D'e se
prertia'am 1 acju'pai.bar os rest is rnoriaes do
seo prsiado e, ou'ic tsjuecido esposa, pai, ir-
roSo e ruobado. Custodio Roingues d- Oliveira,
rapella do femilerio potl'co, e asaisurem aos
u limo-" fifi' ros: e iiOaa.en'e ro^a-. lbrs e
aos aiigo* < lirem as mjssas qoe por soa alma .-. aj ceiab:a-
dM na motril da oa Vita, a- 8 Doras da ma-
nbS do da 25 do cor'eaie, 7- do seo alletimen-
t b^m como oa mairir rio municipio oo Rio
Formo.-'.i. hyp >ibe:*uJo lh-:s ruis ua a veza
so eterna g'aiMao.
Hivr- na occa-iai das missa* orna p> ggaa
eso eialmente encarregada de distribuir pelos
pos-** *- m -'"o.
iNian mi. tM do tNxm
Buiuaea
Faz um ai.iiu qo- a impl.n'av-1 morte
fer-o om eot- precioso, faieado-o de-
sappirecer do rreio dos vios.
A m 'le de Bstaatolto Alves de As-
sis SuihOes, rom oai, f-zapparecer en
meo corscSo a dor e a saudade seotimentos qoe
oun^a abl penelroo.
Q'iaodo eiie espirsva, perebi. no meio de
aluna dor. q jauta bo'dad quota amizade par
seos tilhos i-rna qti-Ms alma, qoe d>x trra para r morar oo to.
As latrr m ra, aa nascidas pela dor.
No alio ende ilw est, no sei' degse Dees
Mls--icordlrifo, ri> ..qne gole s meos paesos.
R-clfe, ?3 de 3.-.vembro de tr93.
R -o rfp Pplhfriw B5Q*"9
gananm^^^H^^^HH
Ht>DIE Mi Ci'SIIhB
loaoorgidti do Epirlle Sanio
t. -.i:;',o Soares e S-nta Ci^ra e sua
femi'ia, lerifos d mais profonda dor,
'gra-'ece'i! cord almente a s> us prenles
e ..rirf'S e at smicos d- seu pr.-z do
i'rai Joan Horgidlo rio Espirito Santo, o cari-
ios-i f'bfqtno de baver accmanra'o oltirra
mraia 8 r>--tos mjriaes de ea sempre lem-
tr. do iro 3o. e de oovf. os cenvid^m para assis-
tire:i a missa que maniam cela ra* < 7 horas
da mur.hS do da 25 do crente, oa tgreja de
N. S. do Carmo de Olinda, eabbado, 10 da do
st-u passamenu. deix*od& de fzer no 7- dia
(22) por motivos imprevislos. a slm coido con-
vidara para es'e acto de religio e candada a
ftocap i|m ":>l->-i-oo a mo n* tjn'',. o f?n,<-'nt
I. Ai.iuni- Ferrrer* Mui
+ ai^r.s Arstmi. Maia p..r si. seu urnao
e sua familia, mi. irrcSos e conhados,
anenles, de eua estremecida erposa D.
Aoio ia F-'rreTa Maia. (allecHa a 20 do
c. rente, agradece do im a'almaios 3>us cama-
radas r, mi) as (temis pessoa qoe a'omp-nia-
ram ultima mo-ada os re tos mo taes da sua
sempre lembrada e clorada consorte ; e, pelo
r> pooso elerno de su'alm?. afiando rezar urna
missa na matriz da oa-VuU. 27 do correle,
pela? 8 h '! da m:mha, convida i-s a assistircm
a esi- a-to de religiao, confessande-se dtde]
?f amw W"^argsaKrgKa^a'c:v;ggpB: -,-; yram
HhducI (Id ico Ca*'aleante U
AiUuqu- que
tMaria Fiordo m Cav^lcan'p de Albu-
qoerque teodo re ebidc a infausta noticia
da ir rte de shu ir a > Ma ioel O lonco C.
de A'i-uqcerq e, fallecido na cidade ds
Parrhbi r:o na 18 do correle manda c^ienrar
roif- as no rin ii, na mainz ca B a Vista, 8
oras, 7- da ;io s-u rassamenio. e para asria-
tir convida os s dh prenles e tn.is pessoas de
Ma -. 17 f nl nn l n .. ..-.- I i,
Etli.uint > A. Je AMIM Uuibi s
1 UC1 'errarlo
tH-'oriqoe oe Alm ida r t soamo
lii" e li ha. cobv am :: s s- us parecies
e am'B ta rara ;.-b alir m a missa qu? por
alma dr seo prez do :'ro, pal a avO.
Eslaoialo A!ve-j 1.- A j ." 1
reaa. ni nia 23 do correte, i-| 3 6 l/ hjras
: S, 1 alg eja di Mad e ne Dos, 3u-
di i i o do st-o infou-1'i passaaeo'o, prra
uj:i nera anteeipam .ie>! ja os S'Us. ra c-
5 C......... .--.. 1 u l- Uld
? ros .- Bno, '" 'il d N vi- b-o 1893.
ArgcniTo Pereira da Wlveira
D o i-m !o irojSo airrcior, couv.do .os Srs.
ocies 1 [irem a mi a ijoe es'a socieda-
dn manda rekbr no da 23 10 crr cte, as 7
1/2 da OiaDia, na '-r-m 3- >.) Cr;...:. trigsi-
mo dia do pasame"! du L'" lra>o Arsemiro
r a ua Silveka.
O r ce.relario
Jo { M i' da fVl RefO.
A a
ni.ru rercim ua Si.neira
T.-njr-.-i ooia
A ramilla do finada Argemiro Pereira
da Silveirv ci ; 1 pa n 1 noigos
. o -2.. o, para 1 si ren mi sa do
I i.- da qu? mana o lebrar quinta-
13 d n it-, cetas 8 h. :as "a D
I. m 3- di >'. S. : C 1 co, ? lo t^ue te
f
teira
oa or
onf-^J- e ;!'.
Auiiusl" l'emauuu u Itfgo
tMunu'i Haittos Fioaa e sua lamida con-
\id--m o i-eus paren es e amitos e acs
uo tina j Angosto Peroaodo do Rfgo para
a-s. irem as uiis-as que por 1 ima
sero rezadas na matriz da Ra Vista, as 8 ror s
da manda de q lata-leira 23 lo correr-te, 30-
ua do seu alie^imejto, pelo que ae coufesaam
iMobei Kpii|jeuii tjii Je 8001a Lt4'. Ar.n.i S.iies de
;a LeSo e Ros de Souaa C'So, agfa-
deceio a todas aa pessoes q'ie comuarece-
ram ao enterro de suu presada rrai e 60-
gra e d iMto con'idam a lodis os parr-n-es e
migos da finada, para assislirem as missa' qoe
m^ndam celebrar na capella do ent"'!iiio Mar-
nnao. no dia 27 lo corrente. p"ias 9 h>ras da
rranhS 7* da fl- S' o n?S"rfP' t".
Mossor
Modista
Preiisa-se de costoreiras qae aiibam traba-
Ibar bem : na roa do Imperaaor n. 4, primeiro
indar._________________,___________________
Ao commercic
O abaixo aasignaio pelo prsenle declara so
reapei'avel corpo commercial, qoe eoi o'ala de
20 ro corrente, veodeo to Sr. Francisco Goocal-
ves dos Res a soa laveroa sita roa Veloa n.
Si. Itvre e desembaracada de qoalquer ooub ;
quelles qoe se jolgarem credores apresentem
suas cooias oo praso de trea das, a contar de la
dala, para sewm pagas.
Recife, 22 de Novembro de 1893.
Kanoel Valente da C
Seeoe nestes das para o porto cima o biate
D. Ao'oota, receue carga ; ira'.ar na roa da
Maare de Utos n 8.________________________
Vende-se
A posee de ua te-reno rui da Santa Cruz
O; Milagrea, em OinJa, com 60 palmos da
f-ent fnndos al a costa do mar, e nmi grande
casa de taipa, com po'ia e 3 janellas de frente,
porta e janellas no oitao, salas, 3 qoartos e
costabaereroa, propria oara baoDu6 salgados:
qnem pretender diri a se roa de S. Beoto n.
28 armazem de molbados, que achaca com
quem t-aiar, oa na roa do Bom Socces.o nume-
ro 25.____________________________________
Aluga-se
Dma boa casa na la da Bella Vi ta n. 5
(Arrajai) perto da esiajio da Mangabeira e
Cima ; a traUr no largo da aotiga tssembla.
armazem n. 2i.
Contra osladres
Lantercas elctricas para sitios e engenbos,
illomioando grande distancia III
Relogios e de.-pe tadores .hics e Daratos ; veo-
dea-sa na lojo de mosteas do Palva, roa Nova
oomero 13.
Frecisa-sa
De orna pessoa habilitada para trabalbar em
urna an ania a vapor em om engrobo ; tratar
oo escnpto'io de Leal & I-mao, roa Ma quez
de Olinda o. S6._____________________________
Criado
Precisa se de om para comprar e faier cairos
servicosem casa de familia e d fiador: tratar
na Praga da Independencia oa. 23 e 25, loja de
cnapos.





-
I
"*T"
airi
- inj-"rni Km 1 Wi.i ;jm. | ...i M > "; .
irfi mi
-.-


r
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N0V0 TRATAMEN^
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destre o microbio especilico, e cura coin mais scguranca e promptido que outro qualijiier.
MATIGO-SANTAL DUPERRON
Nova formula .ie ctflcucla ccrU : Mippriiue o Copabu e o Cubaba, e cuia radicalmente, scm
perico de recidiva, pela .-na accao tstiuuilante e antisptica ao iuesinlempo.
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Kx tracto concentrado da verdadcira -al.-apar. illia vcrmcllia. iin.ca efllcaz. O mata poderoso e
;i0 mesmo tempo. o maia brando (os depurativos. BspeClflCO dos J'ieion to Sant/iie, dos
Klirnnmtisiiia.1, das .Ho toaatiata tltt l'clle, c das alT ci^es especiaos, que elle cura,
conjurando OB accidentes terrlveta que, taofr.qu-ntemente, saoaconse.juencla dessas docncas.
E.xifir aAMhmatara do Fabrieanta DUPERRON. Fh-de I el. 3'". rue de Rogler. pabi=
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tuints, de sabor excellente, mais eficaz para as
pessoas debilitadas do que; os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo ^asteur.
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Anemia, Convalescencie ; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iaosas, s jovens, mulhere3
e s criancas.
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Adultos e- Gonvalescentes cus tm estmagos delicados.
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todas suas yualidades nutritivas. Aletn dos grandes servicos que esta conserva presta Frota
Sao Exercito e aos Hospitcs, ella tcm ganhado sua posico na alimenucao dos parculares.J
aos quaes ella asscguia Uffl leitc agradavel, saudavcl e natural. .
IiUIr a Firma : BEim hxstl i a Murta at Fairica : MXMHO de passasoU.
A casa Henri MesU nao tem mata, como outr'ora, nm nico agente para o Bramil (\
na nroductos acham-se as prlncipaes casas Importadoras, drogaras, pharmacias e lojas^
tW *fcifr.'art;a da Fairica L
LEITE
Q
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seus productos acham-se as principaes
[de comesuveis.
F.m PAKlfl, l. run du raro-BoyaU
HENRI NESTL,emVEVEY. [ f Z SSSSsS,'vS^SE
FQ-&
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Qualquer pessoa pode preparar
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d'uma BEBIDA agradavel ao gosto
TNICA, APERITIVA E FORTIFICANTE
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ROPS-BORRY
O modo de emprego acompanha X
cada PABTIIHA.
PREPARACAO FCIL
SUCCESSO GARANTIDO
Deposito geral em cana de o. AVAX-V, pharmaceutico em Rouen (Franca)
Vndese em JVrmtfcei O de MOOAS e BOtTCToa chimicos
<*AS PHARMACIAS
DROGARAS ACREDITADAS
.^v^^v-v-V-^*-V#^^ V
REMEDIOS
LE ROY
Populares ora Fr*n, Ameriot, Hespuib*
atu coloiiiai, no Brazil, acude lio aatoriSAdos
pelo Ooaaelho da Hygiena,
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como prepa-
racio para o oso do Purgante.
PurgantesLeRoy
IrdM dawadM enam a Mal.
Sao proprioa para qualipaer doenca.
mi of/oa sml/atfM mnlf caa fruta.
Pilulas Le Roy
fitricfo concentrado do* Rtmidloi lquidos.
Da iroiatcu explicativo utoIti Calalruci.
O traico te 100 pu. S> O trasoo da ti, 1'BO
Acautelar-se daa lalicac3e
TWIURA POMADA
NICA TNICA
ijcst aarraa
ai* a Barba.Basta om ao
r.dro sets preparacao e
k&m lavagem.
para
dar aoa
sua onr prlmlUTa
afava
22*^8858^ *tt?iVl^ o
I
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qnalqner Producto fM lia lavar I ende-
reeo da Pharmacia COTTII (wn li LE IO
01, Ru de Sel ne, 01, etn Paria.
Dl-POSTTOS MU TOBAS AS PHARMACIAS
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SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, saati ligad ara, para vancocelea, hydrocelea. etc. I
Esa-se o Sin t. te dom-eitor impretsoem cada ajtpntorio, |
Fabricme de tundas! /OOCE
Sua livint-UunV l \,
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Hm p.rnm6ueo V de SUMAS PBIMCTW CSHtlCOS.
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. i.riiu-i.ae^ l- mals uarant-ias lo luuJo.
So. CEBA
I Frbi-, ConyestAo. InfiamuaeSca.......
!. [ *ii.-<*< <'o!irp causada porLomLrfjas .,
i. <';ilu-u,c:i'iroeIi-siimalacl.isOr.ajii;m. ..
;. ',: rr.-rn i'.eOrianciis Aquilea
.culfir.') : rt-< ;k* larnra.'Ml:c i
v<* m I; .*
7 VaiaHO, 'Joiutlpacao. KouiiulnAo. ltrMicliIie
i l>..i-,:-* DaBli Hevmlaja .
. II,-. .-') ( al.'-Cf, rinlKi-:!!-:i. Vt.--:,-^i .
': |>l .II...".; i "di Vi i idl '.lltr.
*in v.iio dutri*,'! c n.o
rana...........................-.....
d. !.: ::. .. i rl.ia, Flores Crai:-- Ri
3. Orn >, Ti*?e Boui a. I lOtctildadoda ttespir u
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B. <>;>lil m:i>-i,::i ....... il i:i.la-i'_'-Jlnt
12. (*;/'.: :;,. .' ;v. >. I :. O. DI tU: .....
"I ''<'*<*.u-lir- '-'.............
,i. / lifusa.............
a Sni'TM!Vhs.!i' d"~ "' V.*. *-#nr.lez .....
.:.. I ., roillils, '-:. '&1 I B Ule. l-o*.....
11. -:! = el uleceir... oo. phTslea.
'. I; v traaei la, -\--'-:.' ilu*w ...
f. iloo di *ii.:-. .-:.'i.--.i Voa*lto ,_
. m if t'aso nitcnas, Oaloal a oa
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2. i i. acia Oiuiuu.Oiu-inaraet.r-
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CRff NDEGRILLt,Molestias do figa:oe doipparelbobilar1 .
MOPITAL, boencas do Estomago.
HAUTERIVE, iUeccSea do Estomago edo ppanlho oriol o
Unas, cuyo ergamtamtnto ftcahuao oor um Rcpraenlinti
do Estado.
6;i,!3 em Pernanbuco; Suuer et KtdlUl; Aig. LasUli
e an ariacitac Pkaraioie et Inpriaa.
DE
Ladrilhos e Mo-
zaicos de
Emaonele Cresta k C-
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeitemeote montada,
exacata o mais exigente pedido que Ibe
seja teif, por quena qoer desejar, ama
sin, corredor, q&artr, terrado oa pesseio,
perfeitsm>-Dte limp e de drselo eterna
0 mozaico oacniriel da caz-: Ciest n8o
Iric e tem sido preferido a outros la-
drilbos, porque nygienico, limpo, evita
tapete*, ou esteiraa e eterno I
h--mu se atteor;So dos Srs.. oonstro-
c'orea para o catlogo e amostras em
casa de PAULINO MAIA, ra do Com-
mercio n. V2, 1." andar.
Preces qua]idde8, sem competencia
Aocommercio
VENDE SE oai es'abHi?cment9 de moliados
em uro dos mpllures p intas dests cidade, prj-
pno para um principlante que desje se eolio
rar ; casa multo acreditada do retalbo e pautan-
te afreeufzda. O motivo desta venda por
causa rio dono ter de retara*- se para fra : que>
pretender dirii'-se ao paleo do mercado n 61 B
que encontrar* este magnifico estatelecimeoto
e o dopo rara "wgr o n gocio._________
Criados
Precisa-ee de criados que saibao 1er e escre
ver para trabaIbo de fabrica e a'matem ; a ira
lar na fcbca de vinho de caj' roa da Aurora
numero Hl._______________________________
N. 33200
Pede-se ao 8r. Sebasti&o Caroeiro de Barros
Campello o favor de vir cu mandar liqoidar o
negocio qoe nao Ignora a roa N.va n. 16, pois
ja 'ai anco?.
CRIADA
Precisase de unra que
seja preta para andar com
urna crianc.3, ra do
P*y*andi n. 19.
Oiicina de
gravura
P- MACHADO
Faz qualquer traba lho
concern ente a arte de gra-
vara ; como cunhos para
medalhas, blocks para pa-
pel, clichs, etc., etc.
Ra das Larangeiras n. 13
Olinda
A luga se urna casi nos
Milagre8 n. 31 com commo-
dos para familia regal r, e
deitando os fundos para c
mar toda reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem quizerpode ir vel-a,
e a tratar na ladeira da Pi-
beira n. 28.
GRANDP"
DTEL CGMMGnCIAI
fina Larga do Rosario as 2D ( 31
Telephone n. | [j \
Macoel Qarcia, conh<>ce-.ido a inadiavel cecesaidada de quo escentia est
grande capital, sem poapur saurficio' e de=pezas, .jabn de fundir antigos hoteis
OOMMEBCIAL E CONQRSSSISi'A em um grande eatab.-kcimento om hopedaru
etiominando o
Grande Hotel Commercial
Alli encontrar o publie > pernarabucioo e os illustres fs jantes, alm da berr
reparadas comidas, bebi as finas e isiolbidi-s, tima bem mentarla o desente bospe-
aria, oom todas as pn acnp(r>-i iiysii.-r..c--s, a pr do nin serviyo completo por partr
o grande pe3S0al de qae dispSe esso imp' rante estabelecimerjto, boje o primeiro eic
ea genero -stn cidade.
Montado com a mxima descar-cia, dispoa o GRANDE HOTEL C0MV1ER
CIAL de um salao de recreio artsticamente preparado, onda podem er realisadoi
anquetes.
O proprietsrio dete est-bnlecimento pede a visita do publie> Pernambncano.
GFANDB HOTEL COMMBRCAL
Ra Lar^a do iiozario ns. 29 e 31
LOJA DO
38na Du uie de Caxias
Vendas em grosso earetalho
0> propnetartoe deute mui'o : red liad p t;b-lecim* nto f*z< tn publico a todos sena fregu
zes e amigos e as Excmas. familias que ncabaai de reccOer um completo so'timento de fazenda
o que ba de mais ebie e moaerco t to
Torrador
Bicos vfslldo6 em cariSo Dordaiid? a'.ia, li i aa ca-bi-Lira* lavradao e com ramagemt
bullas de s a, lindes de.eenhi s, om completo soaiieoio *> fias com ramagpm e listras bonitos
padrSes e pregos baratos nu gr;.n* e eor iireuiu de ledos arren.tadi s bran.os e rores, seda?
escocezas de dduiIo gosto em co es tfite'taa, um grande i-ortimi-nto di* tupetps, lindos desento?
para soph e cama de alcatifa e aveluiudas. m-miilb:>8 de Ja e de l:nho nietas e de cores, meu
para bomem e senboras, de e a e lio deescn'ia fspa'lilhos pretos coin -la, braLCos e de corp*
fpchfts de seda e linbo liooas core.% rameas paa tinui-m. de dormir e camisas para senhorar
aias bordadas, carnizas de BtfM e aeroulas para boiipn paralticos e reuroaibi.'os, cortinadc-
pira cama, toaihas de linbo e algudio, bra cas h le cor^s. cerouhs do hnho e de rom, vis uarioi
^- n n r. nn nanr Nan an .. a> > rtn f >>ertli> a n > 11 nmn lh Regulador
Automtico depressao
PARA
Moendas de carinas
Cardoso & Irmao, nnico" rep'seatautes noste
Estado dos cgenheiros L. de Can ro e E.
Boiherbood. ra* a inininrco do CEGLA.*
OOB AT0M4.T.G0 de PRBSSO, aniem aos
secs amigos e fr^tez-* lioezn d*> vrem ao
sfu escrtptorio ra do Birao do Tr|. mpbo n.
2, am de examinarem r dito app;:relho que
resolve perfe'tamfnle o problema da completa
expresrao sem perigo d e?pecip a'&cora por
passagem cp corp> tstranlii entrp ca cvlindros.
O apparelfr* rod ser appliiado a todas
moendas qualquer qj sej o fystfina e tama-
ribo, e pode ser mentado sem interropeao da
moagi-m.
O* abriio af8i?-ados rom long praea de
montagem e'-abulhos de u;lna. gann-pm aos
sepa oom' rosos f-egoezes e antros qoe s**t?oras
vD'aTPDS PDC tnt'8'So DoREGl'L'.tiOB AOTO-
MATICO de PBBSSAO, o que ofto farlam se por
tm tura nao esiivessem perfeitarnente certos
diso.
As encrraTen^Ps <*o BEGOLXDOB s'do fei-
tas com u venca po.lfm prestar anda na pre-
sente safra graades servicos, sendo tres cu qaa*
tro vezes p *go o seu costo f iom o aegmeoto
da extraccS i qu- el'p permilf.
Kecife, 17 de Ontobn de 4893.
CardoB.j cV Irrtiao.
Eng'o ni iu admira
>e d-ma ;ma que eigomme bem
i 'oa Deque d^ Casias n. 84, loia.
Precie'
traU
Cosinheira
PredSe M de urna coBir.hr ira ra a duas pe3-
Modista
Mara Simoes
Conlin:1. u preparar vestidos, pa-a senhiras e
crianca3, po' qo^lqner Agorioo. lifcommenda-
osp pela pt-rfeicaooo irab.ibo e p: c ao alcasCO
de d*s Ra ho Imperador n. i andar.
Rndese
Dous terr | apodo um rom frente 4 estrada da Ponte de
cioa.. e o-'"j para a Avenida Mal com
planta do capia), arnbos morados im i:es par-
tea ; a tratar om Lott de Koraes Gomes Pef-
reira.
Aos senhores dentistas
Vende-sp a encoe'o porttil u erna :.> piei
ra nitelaia, ..vos ; na rta dj Iuip r. :z j. J3 ,
loja.
pilo Ldm :. IVdlUdB JO iiiii.'u p r,t;ti.'!.', uio Lao o .o wii'o, ldiuuiio *- iiini,, o u ij^ii, lis udiiur
para creanca, grioldaa para casan."nto. hqoe-, aioa'nados de nbo para mesa, brancos e de
cores, guardaoapos i lem, idem. nramantes de linbo e dp ttgodao, fazeodiobaa oe phanta.-la.
camisas de linbo com peito bordado, Badapollo BOi-Visla ISatOOOe muitas outras qualidades que
vendemos por prtcos baratos.
Um completo sortimenlo de camisas, lindes padrOes.
Tambem temamos eccorrmendas cero brevidade e per'eicSo
Depsitos de roupas e rooitos cu' .- artigos que oiticil ce Ue.-.ieer
S ao Torrador
Lima Coutinho & O.
A plices
Na na 4- fteM.i-gi n 18, compra se Tinte
apjlices de 1000 CO; ca vida do E'tado de
pprnamhu" i.
P
ara casi-
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N?
RUADOVISCONDE DORIO
BRANCO
ANTIGA DA AURORA III
P=-i
oo
c.->
O proprietsrio deate estabelecimen o desejando tornar bem conhecide, do
blico e do commerciu em geral oe productos de sua fabrica jxtrahiaos do Caj Aba-
caxi, Genipapo e outras fructas de ooe*ia flora, rujas frmalas e modo de preparc2o
foram approvad a pela Insoectoria da HygitAs oeste E-.t-du, vem apresentar a lista
doa ditos productos, que eda -ia vSo sendo confeccionados com mais perfeicSo o
aceio, conservando de modo ctpecial toda pt*rte medicinal dos respcc'ivos fractos.
Alem das virtudes medicinaes dos preparados da rrarca supra, qae tem por
base o cajo e genipapo, com* sejam 03 vinhos, licores e cognacs, que j sSo perfeita
mente conbecidaa, sobresee ainda o ubo quotidiaoo que delles se fas lembrar por occa
iSo das refeicSes diarias, como bebidas de chuiro e sabor .*-gr-.d.vel a qualquer pala,
dar, principalmente as pessoas que soffrem do estomago, anemia, syphiles, molestias
pelle, etc., oto., provocando ao mesmo tempo melhor appetite, os vinhos finos que se
distinguen por etiquetas de um at t-es A, cima dos respectivos rtulos.
rfa,
Precisa-so de ama arm para cosi-
nhar, do 3. andar to predio n. 42 da
ra Duque de Caxias, oor cima da
typograplii.. do Diario.
En-; uhv por aren Jamo-, te
Tra-pa^sa se o arrer:d,imento de oro c cnbo
movido vapor, cm r': f a (sodada e ."c t*is ap.
tia .o trs peas va frrea, por cauta de
loica mamr. O nee:'" raniaj -, |
'orrua^O-i 03 preteodentea enli 1 cora
Vieira & Silva, ra as S Prancci n. 25.
Al
;;ga-se
O 3. andar do sobra ... ruu u Impera-cr n.
28. com agua, e tamo m t rasa terrea ta ros
CapuSo An ooio de L'-c-h n. 26 a traa, na 10a
M'-qn *z de Olinda n. lltbograpbia.
Selm
Compi-a-se um seilim asado ; tratar na ra
da Palma n. 68.
Vende se
A (averna sita a esteta nova d Caxaogfi n.
85 B, junto ao ran-bo ; a tratar n? mesina. O
motivo ca venda Be dir aocompr,.'or.
VINHO DE CAJ' de diversis qnalidados, em Ba ni, Ancoreta e em caixa
dusia de grrafas.
DITO DE ABACAXI de diversas qualidades em barril, ancorets e em caixa de 1 dusia.
DITO DE GE IPA ?0 de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caixa del daaia
LICOR DE MANGA E DITO DE LARAN.'A em caixa de 1 duzia de garrafas.
APERITAITS de Caj, Laranja e de Genipapo, em caixa de 1 duzia.
COGNAC DE CAJ' em caixa de 1 dusia.
CoGNAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caixa de 1 duzia.
VERNOTH DE CAJ' em caixa do 1 dusia de ga-rafas.
Vende-se tambem os productos cima em caixa de 1 dusia de garrafas sorti-
das (ama de cada qoalidade) pelo prego de 18<$0CO liquido, oa a vontade do compra-
dor. D se preges corren ten dos productos cima.
Dcce em ca da, secco e crystalis<>do de caj, abacaxi, laranja e outros con
ramio DO BOWMAN
c
Contina ? manter em seus depoiitos complete 1 I jmento de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhos, de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de 1 a 42 cavallos. .
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para lunccionar com o rogo das for-
aalhas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e ypo ocomotTa para uaccionar com bagacp e enna .
RODAS para agua.
tSOMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas.
CRIVACOES parafornalhas. t.
MACHINAS nara descarocar algodao de 44 a 50 serras com alimentadores e empastadore
fontadp dos agricultores. _. ,
Lzendo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engerineiro Augusto Clark, vantajosa-
nente co ecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalbos de montagem de grande numero de
usinas funbeionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a producco e
qualidao asgucar;
PARELHOS e meioa apparelhos de vacuo
DiSTILLACOES compleUs para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
Pequeas fabricaa.
Kdserbronea
1 Agua thermal e natura\ de Aqnhjran
Afamada pela ana efficc' cm
adiaatar a di^ta e o tpetite
Os medi.os mais reputados a
recommendflm s pe bobb que pt-
deoem do ligado, da gota, res rheumaticas, de doengss pitoi-
tosfs de ataques de reopirs-jao
opprimida e de digestSo laboriosa,
AcbB-se a venda na c mr de :
Jola Fernandos de Alo. 'ida,
travessa da Madre de Deus 11.
21 e ruu da Cruz n. 18
&
58RA BARAO DO TRIUMPHO
52
4 e 6 Largo do Corpo Santo 4 e 6
Casa aviadora
em gr'sso e a retalbo, especialista em
Vinhos, c- e manteiga
importam todos os gneros directamente e
vendem a precos mais rasoaveis do que
qualquer outra cea
Vinhos para mesa
Figneira especial, pasto, Collares, Alva*
ralhSo e Bordernx
80BRB MESA
o j mnito conhecido e {acreditado vinho
do porto de
propno para convaleacentes ; e outras
marcaa taea como ADEGA DO FRADE e
quinta de BEMFIrA
liTArTTEIUA m m
Bretel Frres, F. Demagny e F. Heyma-
0 (Dinamarquesa).
Cha
preto e verde, o que ha de melhor e mais
especial no mercado
Compleh sorti meato
de c-gn. es, cervejas, champagnes, licores
bolaxinhas, conservas e doces
Constante deposito de arroz do cas-
ca, alfafa flor, milho, farinhae "<>
gaz inexplosivo, luz diamante.
4 6 Larayo do Corpo Santa
rrarnT
a
..




Diario de Pernambuco Qqinta-feira 23 de Novembro de 1893


MTORAL m CEREJ
Do Dr. Ayer.
* Alenoidadeb mal* doloro&u ta *rk*^ti
i"* puiTnSf?, urdlii.'Tl acnfr *>. cvolrcm-M
, ..........m-
ea-io porpnnciplo &4e [mHW -mit*
J-M Dio io dUPclj de curar 3t promplamc:it M
Ixi.t.o com o remedio ocDrrnlcvte. Cs Rctfr^-
< LarlUKIt.t, AttlUBa, '.inch U(, U*i-
; >i I'iiIiii.iIi I ,1ra.
l'o-ia-: ai iv" i i .,;
FeitozaJ de Cereja do Di. Aya
m I MI ;
i -- u w -i'" Bd ''i-. j1...... .ia -
- -
I..... i i
i ', davicl -.
i .:.' .:-:.li M l il. ;.. .. ,. -, .i_.l
:('.'>:'-. .;-!' o:r.f.-!'t ;
dmu c 11 -*-<> em
'.
I
guarassu'
Nesh f-ri.e-DCOja villa, urna das trflhorfs do
Esla o rla toa pi'ua disUoc:a (la d llama
rae e dota cap: tai, a qsal st-ra brevucenle
llsrifta :n- estZMfa este modo sng dos stus memores arribajes, ja
pela i> Inhridade re opa lima c ja pela abun-
dan-la dp fmetss. peine, anua potav I, ele. e
OD e o roramerjio promeile i!teovolver ee.
veniieru-p p r barat -simo pr?co feis casas.
fPr;lo q ..Irj prnpifaa para residencia de taxi
lia e toas para ron m'-rcio, uma da quaes com
rmaco. cocheira p;ra ei-tabrledmento de tsli
Reacias, ;;. xa i;e cap'm e Crrcado : a tratar na
PrECj do l-rval o. 3, a maii-m e nateriafR,
f nde f i\ enconl-adn t;>rr.b>ro cande sorlimen-
o de iodo q ;a ito ueressario pjra tai-a-
(Sd.
ESPELINA HADGREIBA
MI OH PEITORAL LMiSTE
PtEPARADO POR
ANTERO DE PAULA, MADUREIR1
Ele> novo produrr ronpoilo rom
KSPELIXA, BALSAMO DE TOLI LIILSIM DE JATAUY
E' seopre tmp'tgado com o>o la vaDiaem do irauuit-O'O das Droncn irs, ca'arrhos pul-
mooares e vesicae. na ai'ihma, roqu-lucbe e era lo aa bs molraiias do arparelb) respiratorio.
Ttm sido pre^criptoe moli recummeodadu pelo illwstre choleo Dr. Joaqoim Marctlmo de
Brilo.
E' om remedio InoTensivo, rxas de benefl:o3 e promplos resoltados ; porisso convem tanto
s cribcjas como acs sen tr*.
zvjsccao mm immu
A grande venda dVaie producto nos Rs ades do Sol do Br. z I e Rio da Prala maior en
ron lia que seo aoc'or clTer<.ce novldade : a cora epera-se em 3 di: s oos casos rcenles e em 8
oes rebeliie.
Deposito geral no Rio em casa do fabricante ra Ajada o. 18, uiiicos agen-
tes para todos os estados do Brazil
MATTOS &C.
DROGARA IMPORTADORA
4 5 IDA SETE BE SETO BR 0 K. 4 3
BiODBMHSIBO
KUA LARGADO KOSaiON.34
PERNAMBCO
cur
se onxHos ^xonts
IDGERWOOD
T3
JL\
m
i -I
44RA BARO DO TRMPHO- 44
fachinas a vapor
Moendas
Rodas dagna
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas aem crava^ao
Arados.
M
A TOSSE E
^s^
s. ruaran
lina do Vigano
Tenorio
N. 19 itetift
S e nico fa-
bricante *
fi'ona I de
sinetes de borra-
cba no Norte do
Brasil e nicos
que fornece ca-
rimbos de bor-
racha em *-
hori, m.
>5S
E ladea, Numeradores de metal carim-
bos com i' sera dala, cxcclsior, marcando com
2 cores, lapiseiras, aulomatos, relogios etc.
A casa nao tem agentes que percorrem as
Pastas de p^rgaminho, que servem de caigo
I ver e que lera a grande utilidade de
nri deisnr irr .<. < -r u s<>bre a qnal se po-
li i i inr notas e Fcilmente limpal-as
5#000 cada ama.
Pequi as lampadas insintaneaes de aliiibeira
(sem de Fsforos} com spoletas de re-
serva ira l 9 2000 una.
Vende-se Ra do Vigario n. 191.* andar
Rcci'e.
Rodaa d'a^nss
rorbiEai
Engecbo de 3err?
Moendsa da Csn;i
Moinhoa e Fa
.>
Dabu'.adores
Separadores
Machinaa a vapor
Prtatela
Lavadores
Despolpadores
Descascadores
Ventiladores
Mambiqoes
^,,/
" i I
de p-g
sectos.
I" -r>tr
"5 5. .
n. ISOO.
ra i liilipson Apparelho
n' B*r fi c outros in
Brnzlln r1? n......
t>ate Arg.-niJtj:i
Registrado em quasi
todas as repblicas da
America do Sul. Prcco
de cada un :iOW. S
Unir venda em
grosso e a relalho para
r^ ido o Brazil e Re-
y publica Argentina.
Roa ilo Vigario n. 19 i. andar
PERX.MIBl'CO
II. PIIILIPSOX, INVENTOR_____
Libras esterimas
V se oa loja de joias de APRDstoJdo
P.epo A C, raa do Cabnga n 9. _______
Caja*, abacax.s ejani-
pabo
Cernir te oia e qualqotr quanlicade destes
(roclo* ; aa grande laor-ca de vir.h's catoraes
e rCt;s. em Ollndsd^ Maopira & G ,
FOLHETIM
8
Bruidores, C ndectoree, Catadores, Evsporadcr^s a vapor Defecadores
triple effeito, Vacotos e todos oa machimsmes Derler.contea ao f bricD do asacar, oae
deira MultitabulAr para qoeimar bs^ejo en casca de caf. Prensas Hyraulicas
bombr.8 de todos oa tamauhos, Crneiros Hydraulicrs para levantar agoa, Arados do
placar milhc, etc. etc. Engenho completo do tabricir farinba e engeoho completa
para beneficiar arree.
Correiaa de sola e de borracha de qnalidade superior. Ole especial pa.'B
irEcbnas. PerteEces o pa ca avulsas p-ra as rcacbinss.
SSCRPIORO
95Ba do Oavillor95
.>,o >
e 3.36l^ua da Sttde134 o
Lidgerwood Mg C. JLima
ES$&
136
3ll
Liquidago
O liquidatario, tendo resolv do acabar
com as fazerielas existentes na loja cima, con-
vda o respeltavel publico para fazer suas
compras, visto empreo nao havercompet
dor como abaixo pro va:
Etamines arrendados, coyado 160 res.
Nanatick de c >res fi*he, o covado a 240 rea.
Flsnellas pararvestido, o covs-do a 430 reis.
Voile amatieado de 12, o covado a 1 dem gurgorina, o covado a 800 reis.
Linn com bo'lss, pbantsia, o cevado a S00 rais.
Linhoa de cr res lisas listas, cavado n 400 reis.
EnguiSo de iinho pardo, covarlo a 500 rea.
Lencos de phantbsia a 2500 res a dusia.
Ricaa fronh'-s para noivos, par 6^000.
Fechs de 12 a 2*000 am
Grande sortimento de chit&s, covado 320 reis.
Brins fi-:08 de cores, a 600 reis o covado.
Osmieas de flanella, uma 5#C00.
Ditas brancas, nma 53000.
Assim com. muitos outros srtigos que b a vista.
Setim aviiriado, basco a 240 ra o covado prchincha.
Ricas cortas do vestido, cm casimira a 253000,
dem em Zeferos moito elegantes a 153'vX'O.
Lencos de cores a 26003 a daaia.
Pa no fino para rcupa u 2$U0O o cevado.
Aproveitem est s- acabando.
Aproveitem, a liquidado est a fiodar.
LOJA DO POVO
O

B
o
O
-H
O
PEITORAL
DE
AJTAC^HUITA
&
PREPARADO POH
LANMAN E KEMP
NSW YORK
0 BALSAMO MAlS EFFCA2
F1CDUZ CU1AS ADft'tRAVEIS E TEM
TlWOO EM UITC4 CASOS DE I
PMTMIS.CA IKCIPIENTE.
j__NFALL1VEL |^
Gal Virgem de
Jaguarlbe
Em barris para o fabric
de asquear vende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calcarlos.
Pre9o 6$0G0 por
barrica
CaeF do Apollo n. 73
CORTES DE VESTIDOS
Em seda, 13 e cumbraia bordada, o qne
b& de mxis clv'c.
Aa Parad! ss Dames
a psra
queris ter em vossa mesa manteiga in-
snspeita de acido brico ou de margarina,
i.'Bai nicamente da manteiga Bretel Fro-
res, lat & encaicadr.s ou verdes, qne pela
soa superior qualida.i conta um soccesao
de 16 annos, e qu sendo a preferida em
torios os mercadea, s no Rio de Janeiro
o corsunso dtsta creditada m^nteiga at-
tinge t.>iin:>.a;nte a dois milbSes trezen*
tes mil kilos.
Vende-sa em todos arme.zens de estivas
-ib de ret&lbo, desde 1876.
Caj
Ccrrpra-se diariamcnie qualquer por;5o ; na
es, ao Amonm n 60.
coiromssoes e repre
8i
Jad
wm Mas-a
EXPOSIQAO
m w ssias
Lifas e em cores Changearits, ultima co-
yidade. /
Au Paradla d^s Pames
Victoria
DEM CllPM) S0BT1MEMT0 DE
Je innmeras fabiicas de todos os paizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercaderas, d ?
cachinas e materia prima.
Deposito do afamado CREOLIM o melhor dftt
infectante econhecido.
Deposito da bem conhecida tODONTINA do
Dr. H. Rirdet.
DE
POR
PRIMEIRA PARTE
(UcntiucfigSo)
IrccS Cecilia, que ma d liy-'a de fran
cez, ae-.3veroa me hontem qne en faco
notaveis progrossos. Diz ella qne devo
ter hrb veas sangae francez.
Nao posso, infelizmente, assegurar-lhe
que nao se engaa. Como en seria feliz,
se pdense ter por patria a mesma de mea
salvador !
Sonho muitas vezes eom a Franja, qne
tanto desejo conbecer.
Micha imaginadlo, entSo em plena li-
berdde, phaatasia mea pai, qne ainda
chora a Iba roubada pelos iganos. A
imagem. porm, que em oonbos mais me
appirece, a de Mario, qna tem a gene-
rosidade de dar o sea eoraolo a nma sel
vagem, cujos conbecimentos se resanen! em
apreciar devidamente as qualidades de seo
protector.
Rosita, a
Essas paginas ingenuas, em qne o Sr.
de Biran notar* o progNiioi de saa mei-
ga protegida, tmhsm pira o enteado de
Margarida mais valor qne as phrases c-
priebosamecte fcrmnladas de Mlle. de Ger-
seille.
Depois do grande baile, em qne havia
fe.tj o cobecimento de Lucinda, te ve Ma-
rio trequentes 030aB5es de encontrarse
com a coiva que lhe era destinada.
Mme. de GerBeille, depois do despreeo,
segondo sua ezpressSo, com que fra aco-
Ihida sua filba, declarara positivamente
qna nSo aceitara o menor convite da fa-
milia Biran.
Vingativa, Licinda opp8a-se a essa re-
dok^ j. Ella aceitaria qualquer convi'e ;
e saberia, pe'a forja irreeist'vel de seus
dotes naturaes, conquistar o amor do en-
genheiro.
Depois... e cbo consistira ana vin-
ganja, mando o visse submisso a seas ps,
rir-se-Lia daqaelle qae oom tanta indiffe-
reoca o tratara.
Mme. de Gerseille eonoordon finalmente
com a decisBo de Lucinda.
Dissemos qne a tribu bohemia, conheci-
da sob o nome de tiraos, percorria toda a
Europa en grandes caminhSaa, nos quaea
oarregavam todos os baos, ao meamo tem-
po qae as mulheres e as oriangas.
Na pcea em qae se passaram os acon-
tecimentos qae vamos relatar, o ohefe da
tribu se ehamava Astillo. Feroi e despo-
ta, era o terror dos seas sobordinados.
Jamis perdoou ama offensa, e se nlo
poda vingar se immediatamente, muitos
annos depois, se a oooasiBo se offarecia,
manifeatava cruelmente o sea ranoor.
Entre os homens qne s suas ordena se
achavam, havia um, coja presenya Astillo
oto poda supportar. Charoava-se Bellas,
este infelii, qae a despeito da vontade do
chefe, havia desposado Rosalina, irmS de
Altillo.
Desde o da em qae se effdotaoa esBalyo no castello de Hamo-1, era ponco nume-
nni&o, nSo teve Bellos nm momento de
pa>. A elle a mulher, por orden do
prineiro da tribo, eram destribuidas as
mais rades tarefas. E pacientemente obe-
deciam voz do chefe, pn's terrivel castigo
os agnardava, se m vontade mestrassem no
comprimento do dever.
Um anno depois desse oasameoto, esta-
vam os Ursos acampados em ama vasta
planicie da Picarda, a algumas leguas de
Amiens. Corra o invern ; e as tondas,
deidobradas margem de om regato, ali-
noavam-se como as casas de uma aldeia,
defendidas peloi oaminhSes, guisa de
barricadas.
Essa precaucSo nSo era intil, pois a pre-
senta dos iganla maito inqaietava as po-
voacSes visinhas, qae referiam actos de
cruel da de praticados pela tribu errante.
E o bando tema nm desforco provavel.
Apezar do temor qae inspiravam, os
Ursos circuavam livremente de orna po
voacSo a outra, com o fim de vender panno
oa objentos de quinqnilharia.
Uma das bohemias, coja idade avancada
a tarnava incapaz de todo o trabalbo, ti*
ha a especalidado de predizer o futaro,
explorando sssim a credalidade ingenna
das oamponesas, as m8oB das qoaes Ha o
destino, como em am livro aborto. Cha
mava-se Mity, essa feiticeira, qae hbil-
mente havia sabido impdr-se confianga
dos bohemios.
Porto do acampamento dos iganos, mo-
ra va em nm velbo castello, o Conde d'Al-
by e saa joven esposa, para os qaaei a vida
signifioava o sorriso de ama filhinha adora-
da, de poneos meaes de idade.
Mme. d'Alby, qae teria podido, graoss
saa belleaa e aos enoaotoa de sea espiri-
to, brilhar na alta sociedade, jolgava-se fe-
lia em saa solidlo, dedicada inteiramente
aos cuidados de casa e da familia.
O pesoal encarregado de fazer o lervi-
roso. C impunba-se apenas du am criado,
qne era ao mesmo temp cocbeir? e jird-
neiro ; de orna criada, qae se eccapava da
cozinha, a de ama menina, uma campo-
neza, a qaem Mme. d'Alby confiava a
crianga. Para a existenca modesta do
casal, bastavam oa tres empregados.
Alm do cara, do medico e de dous ou
tres proprietArios dos arredores, a familia
o'Alby ninguem mais recebia.
O dono do castello era aatoridade poli-
cial na pequea comarca de Hamel, qaan-
do, a pedido dos seas administrados, que
formolavam queixaa contra os iganos,
teve de empregar enrgicas medidas para
expulsar daqcella regiBo a odios tribo.
Indignado pela humilbagSo que asfii-n
lhe era feita, Astillo joroa vingar-se do
Sr. d'Alby Lsvantoa o acampamento,
tendo, porm, o cuidado de installar as
saai tendaa no territorio de orna aldeia
visinha.
Zjlinda, a oamponeza a ser/igo da fa-
milia d'Alby, n&o se poda consolar com a
partida dos Ursos. Fiel oliente de Mi'y,
qae lhe predissera om futaro cor de rosa,
a ama de Yolanda (tal era o nome da
crianga,', procurou saber o panto em qae
se achavam acampados os iganos.
Uma noite Zelinda dirigio-se ao campo
dos bohemios, onde mais nma vez lhe re-
ferio a feitioeira as mil ventaras qae lia
em soai raSos. Era preciso, porm, para
a realisaoBo dessa prophecia, aocresoentava
a velha Mity, qae em tado lhe obedeease
a camponeza.
Inconsciente, SDJcitava-se Zelinda a to-
das as imposit.o'es da prophetisa, qae por
saa vez repeta as ordena do chefe.
0 cruel Astillo alimentava dous planos,
de vinganca. 0 primeiro dista respeito *
saa irml Rosalina. A Balas, qae breve-
mente seria pai, quera o ohefe matar o
filho oo sbaadonaj-o i porta de qaalqaer
cabana. Da.sa parte eatava tambem a
Mity encarregada.
Como complemento de sua vinganca, e
era essa o sea segando plano, tinha o
chafe reaolvido rouba- Mme. Alby a pe-
quena Yolanda, que seria amamantada
pela cigana Rosalina.
Para a execucBo de seus infernaos pro-
jectos, esperava somonte Astillo a occasiSo
propicia.
As circumstancias o protegern-.
O fiihinho de Belus coutava uma sema-
na, quando o Sr. d'Alby se vio obrigado a
ausentar-30, afim de advogar a causa de
um prente bou, qae diante de nm tribunal
da provincia se ia decidir.
Grecas s indiscrigSes de Z-alinda, sabia
Astillo tudo o qae no castello se passava.
A ausencia do Sr. d'Alby parecen ao obefe
am feliz acaso, de qae dem aprovei-
tar-se.
Emqoacto a feitioeira sabtrahia aos
olhares de Belus e de Rosalina, o filho
deste casal, Astillo, d.sfarcado em mendi-
ga, irgo-ae oommana de Hamel, onde,
meia noite. deva com elle encontrar-ae a
camponeza, ama de Yolanda, attrahida
por fallases promessas da velha Mity.
O cosheiro e a criada da familia d'Alby
dormiam na extremidade do parque, em
am pavilhBo. Apenas Zelinda oocupava o
mesmo andar qae Mme. de Alby.
Era t2o tranquilla aqaella rego, qae
jaman pasaara pela imaginagSo dos habi-
tantes do castello a bypotbese de um as-
salto.
Certo disse, Astillo mais auda aa ter-
oava. 8em d ffijuldade, penetrou no qaarto
em qae dorma a ra2i de Yolanda. A
crianga, em am bergo janto ao leit?, tam-
bem calmamente dorma.
Submissa s ordena do bohemio, Zan-
da, cmplice inconsciente de um nefando
crime, tomou nos bragos % menina, qae,
oo (User de Astillo, seria presentada a
Vende-fe uma victoria rom ponco asa e mal
rcclmmoda, coi bons arreioa para doos cava!-
tos, lapetes de carne'ra, chicoie fioo e mata
pertercea ; a ver, na acreditada raja co Sr.
A"olrho ra da Ficrertina n. 14, e a tratar
com Ferreira Rodrigues 4 C. a ro da Madre de
Dos c. 12 e <4___________________________
FZaDAS MODAS
Sortimento iorpoMivel de descrever-se
tem recebido de Pars
Au Paradla des Dame.*
Vende-se
Um bom terreno no arrabalde do Chacn, com
duas frentes e alicerces para 3 casas, orna boa
cacl'Jba com excelente agoa, per'o da eslagio
da Casa Forte, tres m utos pa a lomar o trem,
e perto do lio ; tratar na ra da Imperatriz
numero 12.
L' o sortimento qae em cortinados para
camas e janeliss e colchas da seda e de
retcli tem
Aa Paradla des Dames
Mercearia
Vende-se nma mercaria em boa ocalidade,
a aual fai om movimento msito repolar, o mo-
tivo de se vender sen pnprietaro ter de se
dedicar a nutro ramo de commercio ; para in-
formacOes i ra Viscoade do Rio Braceo nome-
ro 113.
Brancas, pretas e de cSres, lisas e Ia-
vradas, grande variedade.
An Paradls des Dames
38Roa B*rlo da Vicro-i* 38
Mity, qne a tornara, por meio de uma
bengBo, feliz e rica. Eram boas as inten-
gSea da ingenua camponeza, para a qual a
velba feitioeira, uma creatora superior, f
dava ordens inspiradas per Deus.
J se afaat va o cigano com a crianga,
quando, despertada pelos pasaos pesados
de Zelinda Mme. d'A'by aoordou.
Dea nm grito doloroso e dilacerante :
acabava de ver vasio o peqaeno bergo.
O bohemio, preparado para toda a emer-
gencia, cravou o punhal no peito da dea-
gr-'.gada mBi.
A campeneza comprehendea aScal que
havia sido Iludida, quii arrancar dos bra-
gos de Astilla a misera crianga. Mas o
chefe, imperturbave', ordenoa-lhe qae nSo
se oppuzesse sua vontade, aoorescentan-
do qne, menor palavra qae contra os
Ursoa fosse por ella proferida, segnir-se-
hia a morte violenta, para qaem tinha at
aqaella data obedeoido s Ifis dictadas por
Mity.
Aterrorisada, permittio Zsnda qae o
chefe dos cizanos levasse para o sen acam-
pamento a filha da condessa.
Urna idea, porm, atraveisou-lhe o ce-
rebro : revelar de qaalqaer modo e em
qialquer tempo a origem da crianga, br-
baramente roubada aos oarinhos mater-
nos.
Tirando do pesoogo de Mme. d'Alby, o
retrato do conde, sen mirido, colloaou-o
Ze os pasaos de Astillo.
A infeliz oamponeza, agora desill adida,
estava certa de qae nSo voltaria ao ca
tello a menina, por quem tanto ee affei-
goara ; quera, oomtudo, saber a sorte qae
agaardava a pobre crianoinba.
{Contina).
Typ. do Diario raa Duque do CaxiM n. 42
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