Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19941


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Full Text


I _
4f'

AMO LUX
^ wira
QUARTA-FERA 22 DE NVJMBRO DE 1893
m
NUMERO 208
PARA A CAPITAL B LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
PBP8IKBADK DX HAHOKX. FISUSIROA 8K FAHUL A FIIAOS
Por tres mezes abantarlos.
Por seis mezes adiantados
Por am anno achantado .
S
8000
151000
30/000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLESlfOS DE PJBUCACES NA FRAN
1 E INGRATERRA
O Sr Amede, Prince A C, residentes cm Paria3* rae d*
Provence
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 6&500
33*000
1100
Por nm anno adiantado.
Numero avulso do mcsmo dia.
Telegrammas
Offlclal
RIO DE JANFIRO, 20 de Novembro
da 1893.
Ao G verr.ador do Estado.
Recife.
Ten h.iviio bombardeio catre fortalezas
barra e YiHegaignon, e bcm pssina entre
navios revoltosos e Nictheroy, onde o go-
verno artihou recentameate o forte de Gra-
goat.
Ministro do Interior.
IJISTRlICCiO POPULAD
EDCAgAO
mwsm, mm s pstsxca
POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A liilueaco Intellectaal
As verdades relajas aos humaros, i f"raa
s relaces de po*iAp forim todas originaria-
mente tiradas diTrtijectoii, e aoreseolar easai
verdades s truncas soo orna firma cone-eta 6
fjculta- Ibes o ^siudo qoe a raga tambera i-e
guio. Dentro em poueo veremos, talvez, que Ibes
au possivel esto ai-as pa- qualqner ostra
maoeira ; porque se livessem de rcceoel as corno
aosiraeg&>8 ficarHtn para pilas sera lgn Reacio
at que vissem que eran co ofirmago.'d (taquillo
qua intuitivamente linnara descocerte.
Mas de todas as mudangas que se fBectua-
ram, a mais importante o cresceale deae,o de
tornar o estado urna occuoago agradavel e n i
enfjioiii:, desej oasesdo na reata ou menos
distiocta neTepgao dequ' o tratjalo totellectoal
que grada cria ga t-m cala unno da sua vida
precisamente aqueile que mais conve n i soa
saude e inversamente. E' opiaiao ja bastante
acceita qce apparecimeolo do desejo de ap-eo
der qoa'quer genero de conhecimentos implica
a aplidao do espirito para ,1 ana scqoisigao e ra
rece del!* pira o seu nrcg.-esso. e qu-, per oV.ro
iado, a repogoaocia reoti t > por ooiro qaalqoer
peero de loformagOas stgnil de que este lile
foi prem tararaeote apn da ama fo-raa
impropria. Este fado deu origem ia tentativa,
deae tornar a eaucagao um trabalbo fcil o in
teress n e. ao esiuoo sobre o valor a? distrae-
ges da edoeacSo, prohibiga das cantigas dos
amaso ta- t o tes de lada. Os nosoos proi
mas de ednoacjao v5o diariams'.e amoldan c-se
opiu o .13? cna;gi:.
A cria-ce prefere este on aquello (teera de
estucos .' acha-loe grato ? pe-gu itamos
taotemeote. D-vemaa condescende- cora a to-
sejo nata.-al de variedad? que ella 'era, diz M.
Marcel. e a satisfacSo da soa corostdads
ser comb'oada com os .-tus progreasc. As
liges, nota elle amda, d?vem sersu'pensas logo
que a crianga mostr synptuma3 de cans.igo.
E assim se deve proceder em todo o corso da
edaeagan. A muda ca da edocagao effeetnada
nos lempos modemns manifesta s.; anda as pe-
queas lolerrapcSea dan horas da za'.a. as ex
cursos f ra; pelo cara do, as letturas recreaii-
vas, em csntoscoraesecom aspectos similtiantep.
O l8Ceti8mo desjoprecu da edu.'agao coco
desapparf da vida e o intu o geral da Ipbs
Ja-o poli.icaa sua tendencia para promover a
folicidade dos cidados-tornoa-sp, em ra ide
partp, o ototto da lenHago para as eecolas e
para os quartos das ciar.gis.
Qual agora a carai'vristica ccmmnm dP9tas
diver-as modangas ? N^o e UTa conformid-de
progreslva com os mnthodos oa Na'.urea 1 O
abanden- do estado torcido preraatoro contra o
irea se revela, deixsndo se os pri-
iiics da vida ao desenvolvinento dos
i dos sentidos orea nrova dis'o.
{Continua).
go do corrent) aono na p^r e relativa ao masmo
professorPizeram-se a necessurias commuoi-
ratps-
BXPBMUm DO DtA 30 DB ODTUUJO DE 1893
Olhcio-:
Ao presidenta do Superior Trlbanal de Jas-
t'ga. T'aosmitto vos, para o< h'ns convenientes.
o ncl'iso extracto a Fn'.enga proferida pelo
'{pal Tribunal Criminal P assiaco de G->este
rund, coot*a Jafin B loney. natural dVste Es
tado, remetudo pelo S-. Ministr da Jastig e
Negocios Interiores em effleto n. 1119, de 13 do
correte.
Ao Dr. pro^arador geral do Estsdo.Trans-
mittindo-vos copia d--R ofli'ios do urnentados do
Dr. procurador da Santa Casa de Slise-i -o-Cia de
11 de Ab il, 1 d-Ha >;e 28 de Ag)3to do cor
iote anno e da informagao da commissao ex-
aminad, ra do extmeto corpo de polica regional
de 5 de Ste:pb.'o ultimo, recommendo-vos que
iinmovaes a rr.sr.Gn^abilissgAo efl-rtiva do es-
pita) Prancisco de Assis Ferreira de Macalbaes
e 'te qnnn te achar m culpa pelos desvjjg das
quanta< mencioniias so3 rUeriifos documentos.
Aj presidente do ConeelrHi Mnnicipal de
Olin ta De pos -e rio cilicio em qne rce commo-
nicaes t r mareado o da 30 de N.ivembro para
eleigao da p-efeito desje municipio em cogsp-
quen ia da vaga aberta pela renuncia do co'o-
oel Jos J.>: qmm Amones, deria'o-vrs qo" nSn
nrocede a citagSo que f izpis da le o. 4 de 10 de
Setembro de <89l, pois n) deveis ignorar que
o araompto rejf'do pela iei, posterior quella,
O. 5 de 3 de A).-ti de 1892
Segundo o art. 19 desaa le! dsde que a vaga
de prefino tenhi luga- oj prfmsiro anoo proc
d r-se a nova e eigS), e i contrario sensu
dpsde auee=sa vaga ocf;orrer depjis de passalo
psse anuo 'i-7.i te- logar tenelnaaie elif^.>, ca-
Pendo ao FUb-orefei'o expr er o cargo le ctiefe
do poder execativo municipal pt-lo lempo res-
tante do trienio.
O lesiilador 'endo ma-cado um anno pa'a que
.'p cinstitui-sem os municipios ob pena de ao-
nPX^'So, nao conloa esse anno da data da m-
tallagao do respectivj conreino monicioal. ne.n
rnesmn .-ta de sua elaigai : antes determiooo no
art. 4." j DOICO nas iiisrjos'g5"8 transltorlaa da
l*i n. 52 q>]e es anno s^"ia con'ad da 1'ta
densa leu o. de 3 de Agjsto de 1892. tsa e
i i ; a nngem rara a cmtagem 1o trionio mu-
nicipal para iodo* o* elfeito?, o que vos declaro
pa a os dev dos finJ.
Tbetouro da Bstndo de Pernam
buco
EM ADDITAMENTO Aos DESPACHOS DO DIA 16 DE NO-
VKMBltj DB 1893
O lucios do Dr. Contado sobre a peoeao do
Dr. Joajrj!m pire3 Mi-.hido pjrteila. Em vista
do pnrjCP' do D-. Procurador fis al, a Junta
resolve que nao procedente a susoeoso do
reci-bimento da pen-a) de aposentad i do Dr.
Joaqnin Pi-es Maibiio Pjrt-*lla, um i vez qoe
pelo* fjndaTieritos constan'e do roesmo p recer,
a elle nao ctfecta o dsposto na Iei n. 44.
qua! a N
meiros
membr-
FA8E 0FFIC4L
GoTcmo o Esf ttla de Per-
osnjonfo
EM AOl : \3OPtt0 AO EXPEDIENTE DO DIA 20 DB
OUTOBie DE 1893
Offi- '""
Ao S". 'enente-coronel Antsnio G"ra!do de
So':za Agoi ', ci 'fe da connmtssSo da const'ac-
53 do lazareto deste Estado, na lha de Fer-
nando de Noronha. Acensando o recebimento
d-> vo-:so o :icio de 17 a> correte, declaro vos,
en respos'.a, que nesta 4ata expego ordera ao
director o presidio de Fernando de Norontia no
sentido de sr prestado o auxilio de que preci-
sa a commiasSo iocnmbiria da constocgSo do
Lvareto e recomTiendo aquelle fuocciooario qoe
informe sobre o assnaipio da 2" parte do citad i
Oficio, relativo 33 casas, depsitos d'agua. goio
dastes e mater.aea existentes na Ilha Rata
Retribno-vos os protestos de consideragSo e
"__Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha. Tendo de ser iniciada a iostallagSo dos
trabaluos da constrncgSa do Lazareto deste Es-
tado nessa ha, conforme parllclpou-me em of
ficio'de 17 do corrale, o teoentp-coronel Anto-
nio Geraldo de ?ouza Agoiar, chefe da respecti
va comtc s-53, recommeodo que prestis a mes
ma o auxilio de qoe possa necessitar para o ca-
bal dPS'no^iiho da incombeocia de qoe se acba
encarregada, relativo a accommodago do mate-
rial e acquisig&o do pe3Soal operario habilitado
ahi existente. .
Ootro sim, recorcmendo qoe informis se ex
istem na Ilha Rata crsas, depsitos d'agoa,
guindastes e materiaes pertencentes a compa
nhia qoe funecionoo nessa lina, cumpriodo que
no caso affirmativo declaris si as casas e os al-
loiidos materiaes estSo abandonados e podem
aer nlisados pela comm'ssSo, sem onns para
03 cofres rub icos.
KM ADDITAMSKTO AO 1 XPKDIENTg DO DIA
27 DE OUTBBO DE 1893
Acto :
Q governador do Estado tendo em vista o of-
ficio de 24 de Agosto oltimo do prefeito do mu-
nicipio de Jaboat&o sobre o qoal versan as ia-
formagSes ns. 240 e 758 de 1 e 15 de Setembro
fiado ao inspector geral da lastrocgo Pobllca e
do Tnesonro e o parecer de 27 do mesmo mez
de Dr. procurador geral do Estado, reselve de-
clarar qoe fica em dispooibilidade o professor da
cadeira de Tigipi, Dalvioo da Fooseca Lyra, ti-
cando sslm sem eiTrito a portara de 14 ae Ma:-
CSPSDIE.NTE DI DIl. SECRETAniO
Officios :
Ao inspector do Tiiesouro doEi'.aio O Etm-
Sr Dr. goverriudor do Fi-t.il > uiaada commum.
car vos qufc owta data, exa'ou na peli;o de
Man el Jjiqui o P.;-elr<, de qus (rata rossa in-
farmaca o. k'Ji, dpspai h :
En lace das instruios de 57 de Julho de
1S3J. nao t--in lugar o qoe requer .
- Ao mesmo.De ord?m do Exm. Sr. D\
governador, conmunico-vos que o baeharel Au
eos o Frederico de S queira Cavalcante, en .lata
de 28 do correte, os^utiio o exercicio do ca'go
de prinoto* publico do manto pi de Ipojaca,
visto l-'r sida r i ivido do de Q npaoa ao qaal 6
aoaezo o l> Paae las, por acto ae 20 do referido
JL'Z.
Ao mesmo. D givertiado- do E-tido, commumeo-vos que em
data de 27 do co---n'e. o fiiiaiaj Uan.el Ano-
alo ie A'.ev-io Jaruim, assnmn mte'inameate o
exerciclo do cargo de proxotor pobco di mu-
niepio de Garanhnns, visto ter sido nomeaio
pelo resne vo juiz de direito.
Ao Sr. major do ps'a to maior le 2.* classe
Joaquim Jj-ge de Bella Filbo.O Exm S-. D-.
governador de Estado, manda cornmnnicar vo>,
ra vosso conoeclmftola e .ts ronvenienies
qae o Sr. general cimmaodant'j do 2." diatrlcto
mi;tar por oficio n. 4480, de boje dataq cna
cdfu permis-i ali.n de que possa^ aceitar a
cjmmtsso de inspeccionar u corpo policial.
KXPEDtEXTE DO DIA 31 DE 0CTU380 DE 1893
Actj3:
O governador do E'tado, resolve considerar
sem efTeito o acto de 31 de Aos o ultima, pelo
qaal fu rprnovido o baclia-i-i Manuel Horaes de
Alboqoerque do cargo de p-orao'or publico do
municipio de Pe'.r-ihna para o de Flores.Com-
muoicoc-s-1 ao Dr. juiz de direito.
O gov-vnador do Estsdo, resolve conside
rar sem elleito o acto de 9 de S-terabro ul'i099
pelo qoal o bamarel Pedro Marqu?3 Cavalcante
de Albuqr.'erque foi remolido do ca'go ie pro-
motor publico do mnnicipio de Cimbres para
igual carg > no de Floresta e removel-o para o
de Correutes, oidp assumir o exercicio dentro
do prazo de 25 dias.Commuaicjn-3e ao Dr.
juiz de direito.
O governador do Estido, resol-e nomear o
bacharel Atilio Perelra de Souza Lima pa o
cargo de p'omotor publico di mniii upij de Flo-
res, devendo assumir o exeni) denlm do
praso de 40 das.Commuaicou-se ao Dr. juiz
de direito.
O governador do Estado, resolv conside-
rar sem effeito o acto de 2i do correr.te pdo
qual o bacnarel Ji5o Chacn foi nomeado pro
motor publico do municipio de Crreme e uo-
meal-o para igoal cargo no de Giracinns, onde
deve/ as-umir o exercicio npn'.ro do prasa de
15 das.Cooimuni:cu-3e 30 Dr. juiz de direito
O governador do Estado resolve demittir
Aotonio de Horaes Catnpello do cargo de co'le-
ctor das rendas do Estado do raonicipio de Gs-
ranhons, e nomear para sabstitail-o o cidadSo
Paschoal bop?s V;eira de Almeida.Communi-
lou se ao inspector Uo Tosonro do Estado.
Ao Sr. general commanlante do 2- distri-
cto militarPego qae vos dlgns:s de coaceder a
necessar a licenga para qoe sem prejuizo do
servigo militar o major Jo estaio-maior de se
gunda classe Joaquim Jorge de M*llo Filbo possa
fazer parte de am oatro coaselho de investiga-
gao a q:e se tem de proceder ni corpo po-
licial.
Ao mesmoAcensando o recebimento de
vosso officio-sircDlar de boje datado, agradego-
vos o convite qu? me dirigis pa a assisttr in
aoguragSo do n to Arsenal de Gaerra desta ca
pital, e prevalegome da opportonidade para fe-
hcitar-vos por ess facto, qoe se tradoz em no-
tav I melhoramento material para este Estado, a
que vindes de concorrer.
Ao inspector do Tbesooro do Estado De
accordo com a vossa informagao n. 899, de 27
do correte, aotonao vos a maodardes pagar a
companhia Estrada de Fe'ro do Rectfs ao Ca
xanga a importancia de 38*400 proveniente de
paBsagens concedidas por conta do Estado no
mez de Abril oltimo, conforme se verifica dos
documentos juntos. Commonicoa-se ao eoge-
nh;iro fiscal da estrada de ferro do Recife a Ca-
tanga.
Sr. inspector da S;de do PortoPara vos-
so connecimento e devides effeitos declaro-vos
que do Sr. miolstro do Interior recebi hoja o se-
guate lelegramma :
Passage.ros podem embarcar no Recife pa-
quetes Pacifico com devidas cautellas qoe sero
presididas pelo inspector Saude Porto. Vapores
segairSo liba Grande onde soffrerao tratamento
sanitario jalgado oecessario.
Ao presideote do Conceibo Municipal de
Belmonte Respondo a consulta constante de
vosso officio de 4 do correte mez, declarando
qje os impoitos decretados no orfiamento desse
municipio so podem ser cobrados dos respecti-
vos contribuintes do dia 20 de Junho ultimo, em
qae foi constituido o mesmo municipio.
DESPACHO I DO DIA 2 098 NOVRMIinO DE 1893
Isabel sete Mjnteiro Pessoa(nforuje o Sr.
Contador.
Mauoel Parnal Garca, GVIos E'taoislao da
Costa niitonio Loii de Araujo, branles & C,
e Az"Vido & CILjs s.u o Sr. D;. Procura
dor Fiscal.
Antonio da Conte'gao Informe o Sr. Dr.
Admioisiradj.- da Re e >edona.
P-dro Molesto de LimaSatisfaga a exigencia
da Cinta-otu.
21
Manoel Joaqnim Leite, Anna Elisa de Oliveira
Barros. Clara Olymota de Luna Freir, teneole
Jos F.-a::cis,,o Pas Brrelo, Jovmo Kodolpho
de Oliv-dra. Manoel J ajuim de Andrade, Krao-
rtsco Ce Lima Terraqaio e Eaopre'a das Ob'as
Publicas no Brzil. Ioforme o Sr. Dr. cOQta-
dor.
Jo- Bernardino Farreira.Vjlte ao Sr. Dr.
coo'ador.
Fre Antonio do S. Cimillo Lellis, Jos Fran
Cisco do Rjgo Ba-reto, bacharel Euzeoio Bran-
dao da Rocn e Jos de Azevedo Mata e Silva
Jinior.H.ja v.-'.a o Sr. Dr. procurador B*cal.
Francisca Alelalde Gones e Companhia Io-
dpstrial e Comm-rci) <\* Estiva.Jalo ma o Sr.
Dr. ad uvs'raJor d.? Recebe loria.
Pitia le Cirvalbr. A C., e Mircellino Pello de
Sooz.i Bra^a. A Rjcsbe loria do Eitado para
satisf izer a exigencia do contador.
Manuel Joaqu m de Sjuza Mallos.Complete o
seilo e vuLe quereado.
Bt-cebctloria do Etdo de fernam-
buco
DESPACHOS DO DIA 21 OE NOVE1U3BO
nu 1893
Coaceigo Sonza.Informe a i*
conclue, qu
da
Antonio
secgao.
Francsco Jos da Silva GuimarSes.Informe
?. seego.
M.-,ncei Soares de Figueireio.Deferido.
P.tta de Ca'valho & C, Mirjolino Pedro de
Soasa Braga, Francisca Al laide Romes e Com-
pa>ibia Ii'ust'ial Commercio de Estiva.Iafor-
rre a 1* sergo.
Vicente Licinio da Co3ta Campello.Certifi
que se.
O porleiro.
Custodio B. da Silva Guimarais,
de
Innlracriia Publica do Estado
fPeruambuco
DKSPACII3S DO DIA 21 DE NOVEMBSO DE
1893
Abilio Roa das Hrca Jans?n.Cump-a-ss e
reglbt-eseo titubo da nnmeacaa retro de 17 do
corrr-n .:.
Secretarla da RepirtigSa da Inji.rucgSo Publi-
ca da E. ado de Pernambuco, 21 de Novjmoro
de 193.
O pO-Ifir.l,
Fentlon Attico Leite.
EXTERIOB
EUROPA
Portugal
Tenio tido ja occasio de alluiir aos boatos
de crlae parcial no gabinete, que fofam aprecia-
dos pela imorensa diversamente, pportano
que sqai cjnsigne os seas coaceitos como histo-
n.'o do assompto.
Em geral foi negada a existencia da crise, e
i3to o asseverou mesmo o < D.ar:o de Noticias, *
que ainda nao perdeu os foros de folha bem in-
formada, sendo qae o Uaiversal alli*m cuiro lado a ne essidaie da conaervago do ga-
bint-tc Hiotxe Ribero no intere se da integ-agao
do si-u programan, apenas por ora cumprido em
parte.
O : qie imaginam que o governo nSo tem fo-ga
pa-a tui'-a- as dlfliiuldades das Crcumstao-
cias desconhece'm completamente asaptidOas dos
ministros, a energa a firmeza e a intelligencia
do S'. presideote do conselno. S. Ex;, compre-
hcnlia moito bem a situagao do raz, e qaando
seassuTiem Irancameaie responsabilidades eno*-
res do oem dos horneas de Estado nj re.
cuar um passo.
O programma do goeroo, annanciado Eolem-
nemente, nao est camprido. Esse progr^rama,
que a imp-ensa in^lezi saudoa coi,o sendo o
lemma mai? genciio do partido liberal, est
liz'io uoicameae na parte relativa amni?
lia e ao direito de reunij. Falta a Iei de rea-
pon-abilidade ministerial, a reforma de admiai3-
trago civil e a do regimeo da imprensa, de modo
a dar plenas garantas de defeza aos acensa-
dos.
O Sr. presidente taes medidas eram indispensaves para o cum-
pnraeato d? missSo do goverao.
Ei'eodea bem? Emenduu mal ?
Nao o discutimos, por qoe intil a discusio
sobre fsetos consammados; o que asseveramos
qae S. Exc. nao abandonar o poder sem caro
prir a sua promessa.
O contrario serta nm desastre te primelra or-
dem, e oa edade de S. Exc. com a comprehea3o
qae tem dos aegocios pblicos, aj desastre
oriundo d'uma promessa leviaaa seria, nao dire-
m .s a sua morte poltica, porque os desastres
felizmente nao fszem mal aos estadistas, mas
seguramente um facto qua Ihe diminuira a auto-
ndade de que p-ecisa saimpr;ao partido em
que oceupa am logar pros niete.
A pergonta qu? formulon entSo o < Diario II-
tnstrado Cabir o goverao por que?Assigaa
Ion elle, que so.
Por qae tem administrado com honradez e ho-
nesiidade.
Porqua acabou, de vez, com as bambocha-
tas em qoe o desperdicio e a venlaga se acober-
tavam com a poltica, no sentido aberratlvo
d'esU palavra ?
Porque soabe manter a ordem ?
Porqae estabelecea a tolerancia ?
Porqae prenden ladrOes e procura prender
os que Gzeram ou coosideraram a fazeada pu-
blica como roopa de francazes?
Porque pdz nm ponto final na qaestSo dos
credores externos ?
Porqae aagmentou as recitas publicas?
Porqae conservoa em < statu qoo a cir
culago fiduciaria I
Porque deu todas as manifestagoes de deso-
jar viver con os principios mals liberaos, embo-
ra seja Mgorosissimo no restricto camprimento
das lela?
E mais'porqos neste gosto, accresceota o Jor-
nal do Commercio qae diz qae por slgasl am
d'elles ligelramenteadoraelo que attribae ao
governo a virtode de augmentar as receltas.
Ab t se zssim fosse, no sentido' mala lato da
afirmativa-..!.
E o mesmo > Diario Illastrado
o goveroo nao pode cablr.
O governo esta segoro e forte como nunca ef-
t*ve goveroo algom dos que pn^cessivamente se
constitoiram dea le qoe por effsi'o de responda
bihdades de (oos, a poltica eahio da sua roti-
g5o regular.
Esie mesmo governo representa jl am regres
so vida de onde nunca se devia ter sabiio, e
< onde se sahio pela cobarda dos panioos em
ci quererem encarar de frente as diflkuldades
ci-cirns'anriaes, na fu m inr parle, na eoi
qcasi lotalidade extri,nbas 4 ieflflaaoia d'elles.
O O.'Tmo da Notta. pprem capitula o raso
aob o tiinlo Todos on ne,Qbomislo co tedo o
mi isleo cu nenhum miolstro.
NSo somos mioisienaes, diz ele; mas neste
li >nto queremos e devenios tomar a defeza do
ministerio.
Poiem os rigores do Sr. ministro dasohr>s
panucas peccar por excesso, m 8 se elle uvesse
de padecer por esee motivo, nfio bavia de ser
urna cruz *6 a que se bas'.easse sobre as escar-
bas do Golgotba. Haviam de ser sete, porqae
oenhum dos outros ministros fugina s respon-
sabilidades que p.-dero ser grave?, mas que
sao Inquesiooavelmente nonrosas.
O Sr. Berna-dio > Mailudo nSo poderia ser c
sacilicado, po.-jue. os eeus colipgas ficarlam eu
(3o pe-didos de todo no conceito poDlico.
Sria um tristissimo especacoio ver salr do
miniaierio O ministro que procura saber quem
forta os dinheiros do ih^souro e llcarem os ou-
tros, a qura o paiz attribuiria por ceno propo
si o de esconder e encobrir aquelles que oseo
collega das obras publicas ia entregar s justi-
ga< vingidoras.
Temos censurado algumas vezes o Sr. Bernar-
dlno Machado por actos da sua administragj
cora que nSo concordamos. Talvez mesmo o te
mi o.: do ceasurar anda pela maneira como
esta p-ocedendo s suas averigu^g5as, mas Dos
live o ministerio de o desacomoanbar nessa
crnzida, que poder no Sr. Bernardiuo Machado
raiar PilTei em fanatismo, mas qae acclamada
pela opiuiaj toda como um acto da jastiga e nou
radez.
O Corrtio da Tarde nao admitiiado a pos-
siliilidade da sabida do Sr. Bernardiuo Machado,
arceotua, que n > acredita oella, porque por
mais que queiram os habilidosos artistas das re-
co'i.p sigues nao ha mel de separar as suas
responsabilidades das de todo o governo.
Aim o'isso, se o facto se desse e pela* cao
sis spootadas em pabi'.co, como urna iaxisteucia
que nm mau syootoma, o Sr. miniara das
otras puolicas sahi-iam ruoito bem, pois deca
rana alto e bom som ter dadoa sua demisso
por nao querer acobertar ladrOes, mas os qoe
ficariaui que Q anam muito mal, e quer-nos
na.- 'Cer qua nao seria preciso rande esforgo
para os fzer cabir perante o movimeoto geral
da opioiao.
E por isoo o Diario Illutlralo entende, que
politicamente r bem Ihe fazem as aecusagoes
levantadas contra o mesmo ministro; e da ac-
cordo nca:
Da resto, o absurdo tambem tem a su:, l-
gica.
Desde que se su3taotou a the.se de que nao ha-
vendo muiioa cnminosos,:e gruidos, s centenas
> aoa muibares, era toefbor d.-ixar em paz 03
poicos que de ver lade exlatisaem, cjmp"ea--ii
da se a censura ao ministro palo facto de. pre-
g: -..i: o mullas loCilidades da obras publicas,
estas se iniciassem em qualqaer parte 1
Qlaudo se quer, viva fs gi. langar a trra
am minis.ro, pela enme nefando de sa compe
nelrar a serio do seu papel, da gravidade das
circumsianciws, admintslr. nda com inteldgencia
honradez e economa, mo -.-rve (alo se muda
voutada de quaesquer vaidades e caprichos.,
que alus esto tamoem correado c risco de se
transfor naram, de justiticiveis qae erammas
oor oui.'s procejsus, em disparatados e cj
micos.
Tudo tem a sai medida.
Da resto, accasagoa3 desta ordem so fazem
bem ao Sr. m.nutro das obras publicas. Par
nos, se esliseisemos nas saas coadiges, dse
j iramos mais. Podem entristec o. porque
..i.isU-:m gasta de lf ame-quinhida o sea tra
baino. quando tem a cooscieacia da retlao
u'eile. Mis para o tlleno poltico?
Para o T.tj paliti'.o os adversarios de S.
Exc. esto-lbe levaatando um pedestal, que a
sua modestia de bomem publico, que nao quer
eviieacias, cuaca projectou procurar para o seu
nome 1
Menos euthasiastico e sement orientado pela
verdade dos factos, o Diaria da Noticias* expoe
n'a em sua simplicidade no concernente ao boa-
to da retirada do gabinete daqaelle mlaisr.
O a a va la ie e que o Sr. miaistro das obras
publicas, tendo estado am pouco ncommoJaio
turante a mann de quarla fera, escreveu ao
Sr presidente do consaiho dizendo- be qae nao
poderla ir a-nao mais tarde ao conselho. Mas
comparecen all e esleve com os seus collegas
discuta Jo a qaesto pira qae o coaselho fora
especiaimaule coiiv, cado, a dos accordos com os
credores ta Cuipauhia aos camtnbos de ierro
por.oguezes.
Esti qU'S'o, qae maito importante, tant)
pelo lado econmico, como pelo lado liaanceiro,
uo ficou anda resal vil em todas as suas par-
tes, devendo reunir aovo conselho para cominear
a aiscusso. Pirece que o couselhe reuair no
vamente _tia seganda-feira para se occopar
do assumpto, nj uaveudo oeohotoa razopa-
ra soppor qua se nao chegue a urna resolugaa
favoravel e conveniente.
O governo. segn lo parece, tem o maior em-
peuhu em nao demorar esta resolugao, que
esprala o n certa impaciencia era algamas
pragas estrangeiras, e a qual se prendem inte-
resses fiaanceiros importantes.
&' esia a exposico dos fact03 qae devemos
considerar nielramente conforme a verdade,
nao pasaando, ponaoto, de pura invenjo, o pe-
dido de demisso qoe tam corrido haver sido
eito pelo Sr. ministro das obras publicas.
p.isrou o 4 anaiversano do fallecimeoto de
S. A. D. Luiz 11, aata saodosa para o paiz qae
uo pode esquecer as vinales do bomdoso mo-
uarcaa e sobretodo a sua trgica e prolongada
agona.
Com assistencia de S3. MM., do ministerio, do
corpo diplomtico, representantes das duis ca-
sas do parlamento, autoridad s ecclesi.ticas,
civis e militares, altos faucciooarios, offictalida-
de do exercito e da armada, cootiogeates dos
cerpos da guarnigao e grande concurso de no-
vo, celebraram-se na sede patriarcbal as solem-
nes exequias en suffragio do tinado.
Hoove as demonstrages officiaes do estylo.
S. M. a rainba D. Maria Pa foi depositar so
bre o ataude do maliogrado soberano urna ma-
gnifica coroa, em seu nome, e um bouqaet em
nome de 8. A. o Sr. infante D. Affooso.
Foi ejecutada pela primeira veza missa eLi-
bera-me do maestro hespanhol D. Hilario Esla-
va, mestre de capella de sua magestade a rainba
regente.
Um grupo de bateras do regimeato de arti-
llara 1, formn no Terreiro do Pago, e aalvou
de qaarlo em quarto de hora, fazendo o mesmo
com 21 tiros qaando terminaram as ceremonias
religiosas.
O regiment de infaotaria a. 8 fex a guarda
de honra ao lempo ; e um esqaadro de ca val-
lara acompanbou sua magestade el-rei das Ne-
cessidades S e do ragresso ao Pago.
De cada corpo veio um centiageote de pra-
gas graduadas e condecoradas asslslir aos offi-
cios faoebres.
No Porto tambem fizeram-se Idnticos fone-
raes, senda bem concorndos, em dillerentas tem-
plos da cidade.
Den'-re eiles sob-eS3biram os celebrados na
igreja a Tnndade por iniciativa do general
Cbaley, e aos qaaes a^sisti'am diversas autori
dades civ s, to ia a oflicialidade n.illtar da cida-
de. coatingeotes dos corpos e destacamentos, n
cluindo guarda muoicloal.
O regiment de Infamara 18 dea as descar-
gas do estyo.
Os editi ios oablicos e raaitos particulares ti-
veram a bandeira a raei i haste.
Commemorando o aomversario desse passa-
menlo fundamente spntido no paiz, em puras-"
levantada disse o Corteio Nacional:
Era todo o paiz exis'.em insiiiairO*s e ra-
Ihoramentos, que sao conhecidos pelo nome de
D. Luiz.
Nos dominios da insIracgSo, escolas; n-s na
beneficencia, asylos ; nos dos progr-asos mate
riaes, pootas, avenidas, etc.
Isto prova nerante a historia, o qap dos co'i
temporneos fii visto com os p-oprios olhos,
que o mouarcha se interessava, sincera e fe-vo
rosarneote, pela iostruego e pelos desvaHdo;
pelo eograadeci^ieao e pela prospandade do
seo paiz.
Sem jamis contrariar a3 modernas Kspi'aeo-'s
democrticas, dentro los limites em que d
contar se, para nao rbegaiem a tomar se sus
peitas de revaluciooarias, canfrateraison com to
das as ctaaeee, nao dur; lando sahir ao encontr
de todos os horneas de rrcmhecido m-'r-cimen-
to, lossera quaes fassam as opiOtOes pelucas
que professassem.
Era o que se chama liberal, do molo por que
poucus o sab-m ser. qaando estSa a fr.mt-* e
um povo, emoora se diga lioeralissima o sj le-
ma que representam.
Na dia 16 registron-se tambera n anniver-
sario n itacio de S. M. a rainba D Ma'ia Pa,
essa difpa tilba da Italia e bem iraa na r>on la
de da sua conterrnea a mperat-ix D Th"ez\
Cojas virtudes o brazil aprecia e jnais esqu-e-
Cer.
Muitas pr>3?oas foram ao E^torii, onde s-'
a Sra. D. Mana Pa. e eu're ellas algons raem-
bms do ministerio, para fe!i:i'.ir a Sui M ges-
tade.
E u Lisboa, trra e mar, bouve as cos'.umadw
manifesiag'3 de jobilo.
A redargao do Jornal do Commercio assignaloa
esse nainlicio em h-'lio editorial, qai omi pi-
glna de huioria, cuja leitara deve lotarossar a
todoJ o< rilos de Portugal :
E' u na raioh eubsli'.uida na inSceocia do
poier effactivo, pela ordem natural das consas
humanas, mas n? 6 urna princeza dascahids,
nem lo pr3Hgio moral nem do amo-, qoe e.la
8ou0e vineolar no coraga do3 portugurze.
A aatoreza do commum dos horneris, e ibre
lodo a sua oatureza poluica' cesqoi ha e in-
grata. E assim. o seu aatural pendar voltar
se para o sol nas^ente. e quecida do tr.
benefi-ios do astro qae sa inclina Dar o poea -.
So*) este aspecto, a rainba I). Mana Pa coa
stiAne una ex\ceog3o. Porjoe, se cooa am r-
te do angas'.' mon' i : esp JO, ,, i i
diadema da realeza activa, coas i ?ou. tod i,
impere> vi >r.r i, conquistada i ternura
oa', pela sua absoloia e irresistivel bond le,
que a nots douiiaacte do sen exuberante tem
peramemo de raairifr. locoolicionalraeote aoer-
to a tolas as dedicacfies e sacrifi:ioa.
A acluil rainha da fo tit;al, a excelsa e -
tilissima npta dDS res ae Fang, ce.tarau'itH
un modelo dos mai primorosas talentos e vir-
tudes, a todos tei,ro qae nemiizer a eleigSo qoe1
dalla fez, pira sui co.npifih.-ira a a,. Je seos
rilhns, El rei D. Ca'los.
Ma< ao sea la lo nao ti 'a mal a Agora bierati-
ca e subtil da Rainhi Mi, da digna ti ha lo va
toroso rei Vctor Manoel, a qml en 30 ana,1; de
reiaalo, su|eita s criica3 p liticaa, qae a nin
guem oo'jpira, nao soaie naneo dzer Nao !
a neohu'na dr, a nenhiira soffriraeara, e final-
mente abandonon o solio da iiillam-ia e das
graga, sem nanc haver voloolariamaote causa-
do desgo.-to ao mais hurn Ide dos seas sub-
ditos.
E no' tal motivo, qae a rainha Miria rh
aera cffansa cu desamor pela sna regia e digna
successora, persista venerada e abengoada pelo
araor do povo, e conserva o apinagt, re'a
meato tradicional, da transformar as flores das
sieg'ias e vaidades humanas em dioheiro, p5a e
confo-to para 03 necessitalos.
Junto de seu filho convalescente se acba ella
agora, mal descansada dos cuidados de urna
doenca grav. e das vigilias qi)8. ds p*, suppor-
tou, come m'.i amantissima, e c ahi que, com os
nossos votos pelo completo restabelecimento to
Sr. infante D. Affjnao, a eaada:no3 e a toda a
real familia t >
Na villa deCiscaes tem-se realizado ne3tes
altimos dias urna inte^essan'p k-rmasse de can-
dada, promovida por Saas M (gestadas, com a
coooerago de algama3 senhoras da aristo-
cacia.
Da L'sbaa tem afailo ara con3idravel nu-
mero de pes8pas a ve- e a animar es:.a fasta ayra-
palluca, cojo rendimeato revene em banelicto
das victimas do cycloio dos Agores.
Noticia um jornal qua o conselhairo Anto
nio En es, qua dasempenhou o cargo de com-
mlsaario regio na proviacia de Mogamaique,
irabalba, ha meses, no relalorio ollicial da soa
coinmissao, acaaad-sa esse trabai.u j bas
tante adiantado.
A importancia do ralatorio do Sr. Antoni. Eo-
nas segundo coosia. gran lamente notavel.
c-u t'iulcdo un documento da alto valor da si-
tuag3o de Portugal em Af i i.
Conjuntamente, sero publicados os ral lories
dos engenhetro8 qae aaxilia-am aquella misso,
estando j impressa a parle qua os contera.
Foi mandada archivar, pi- falta de provas,
a syndicanca aos actas do ex-comrnissarb de
polica Sr. Padrazo de Lima.
Em frente da doca do Arsenal de Marinba,
raalisou-se a experiencia ollicial do submarina
Fontes, assistindo a mesma commissao qae deo
o parecer sobre o projecto, e qaal o conseibo
do almirantado cocarregoi de verificar, nao as
duvidas qae a mesma commissao tinba apresen-
tado, mas aulilidade do barco como machina
de guerra, o qoe, como se sabe, a commissao
nao tlnha posto duvidas, versando a sua prin-
cipal duvida sobre a establlid de, coadig'o qae
foi demonstrada nas experiencias anteriores.
O barco mergulbou lentamente, al se achar
com metro e meio de agua em cima do cariado
ou meio metro em cima da copula, acbando se
ento lamacenta a agua, em vnole da draga,
que p?tiva trabalhando no momento em qae
Be verifica a experiencia, levantar grande qaae-
tidade de lodo.
Depois da estar por algnns minutos immerso,
sabia, abra a copula e deu um recado ao indi-
viduo qe estava ao telepbone, em trra ; e nes-
ta experiencia o barco inclnoo debaixo d'agoa,
mergulhaado de prdi e de popa, formando am
ngulo de 10 g*aas e coaservando-se eetavel
oestas duis posigOes.
Fechada a cpula, o barco comegou uovamen-
te a descer al a mesma profandliade, mantea-
do por aleam tempo essa posigio.
Suoiu em seguida at a agua le estar flore-
ando sobre a copula e a um metro cima do cos-
tado.
Nessa occasiSo o autor do submarino pedio
pelo telepboae para que fosie retirado nm dos
dois linceados qae o barco levava sobre a proa.
mquanio pro:edia, porm, ae?ta operago, del
4
i
xoa cahir o oatro, iovoluotariameate para o
mar. Auezar u'es e coutraieaipo, pois cada om
dos ctalos iiagaadas pesava 3u kilos, a posgo
da barco n tevo a mais paqi- na alteragao :
honzantal eslava, horisontal se conservoa en
mesma altura da agaa.
Este faci parece que demonstra a sua nva-
riavel eslaDilidade.
Dejis a'isio, isto sem os 60 kos de peao
oa proa, c barco deseen novrseme at i",90,
horizootilmente. conservando se;debaixo d'agoa
mais o'um quarto deho-a.
A' expaieacia assistiram muitos cffieiaea dfl-^
raar e ierra e um jzrando nomero de papnlarea ;
e dizem qaa o resolta o satuf z a commissao.
Reuma a camraisso do centenario do in-
fante D ll-anqae, e sendo inteinda deque a
cisa da moeJa, por filia de lempo, nSo poda
incumbir-so ds estamoagem das estampiibaa
f a-a o centenario, rasolveu qce se organizassem
as bazas em tjbe essa emisso dever ser feda na
Alleraanha.
Deliberen tambem a mpsra commissao ia-
cumoir ao Sr. Pernaid > M:la dse entender
cam o late da escola ir. Braz de iveira. para
serem lvalas a eireito uans constroegoes li-
geiras qae passam servir do cortejo fluvial, a
;ue Jeem id-ia -c. ama parav Ha e am Dariel
Jo tempo do u.finle D. H-nriqoe. ^
Resolvea-se, euna, qae fosen 08criptasem
la'.im as ias-ripgOj3 da lapide que vaeser cello-
cala na c..sa ern qna nasceuo infmte, bamc mo
no cor.-edepadra, basa fundamental do mono,-
meoio.
No Porto, os manir.nl alores de tabacos da
f-.brica Lealjade publicar ira soo assigaatnra de
8 (elies ura prc'.es:o era termos manosos para
a Companhia.
O coaielno edministractivo desta tomona pro-
videncia de suspender por 8 das os signata-
rios ; mas ao tix ir-se na fabrica a ordem do
serviga, os charuteiro3 e cigarreiros abaodona-
'a-i o trabolaa, vindo para a ra formar gru-
pos.
A au'oraie manlou immediataraeate forgas
da suarda manicip 1 e policia civil.
Na da 6Pum'.e pela manh alguns dees di-
rigiram-se a fabrica Portuence a pedir as cigar-
reiras que lambem abanlonassem o irabalbo
-S'e facto vi-leiito determinen a iatervengo
rl polica que p-endeu Aatooia B-anco e Miria
V. concellos, nue ticaram levemmte arranbados
por lerem res'sti to, tacando egoalm-rate presos
. 11 nio TiDiqieiro e Mirla Magdalena, seas
rompanbeiros, porem p--iiram para serem sol-
ios ao que a autoriJale cedeu.
As C':::rreiras tambera nao trabaitiaram.
Os manipuladores de tabacos coo3ervaram-se
era so-TPg), nao funeconanio as daaa fabricas ;
oitiran-se a re-eber os salarios.
A's pina dai fabricas esiive-amalguna guar-
das civia.
Os gMviatas tizeram um comicio ao ar livre.
empiranaoi, estonio presante bastan'e polica
a no q:artel de S. B:az a quar'.a rempanhia da
goar -a municipal.
I'--! lio momo de Soasa Moqai-ha e falarac
vinos dclles, algons Jes qaaes deixaram trans-
recer saas ideiaa soc.alistas, resalveado afi-
aal :
Qoh i r.acr;nrai3sa vi a Lisboa levar a repre-
.coo ao rei em qaa se lazem queixas do
mo de a Iminslracao.
(J ie nma commissao de quarenti membros di-
ra todos os trabaihos.
Qoe n '8 dua< fabricas existentes se suspenda
o trablo at terfifelra, ,ue 6 qaando baver
putro comiera onde se dar conta das cancessee
onti as, rasolv-odo-se eata definitivamente a
attitode a tomar pela classe.
Q te so oablique am manifest ao publico ex-
pon lo a qiesio.
Tambem resalv.eram pedir a adbe'o dos ma-
nipuladores de Lisboa tendo para esse faito ex-
ped lo vanos tfl-grammas.
Bi-.siap.te3 manipuladores estiveram preentes;
mas o oparanada fominno faliou na saa maio-
ria.
rln-seera perigo de vida o coronel de
cagado-es 3, Pinto Baadeira.
Fallecea o ador Leoni, que era ama ver-
dadera notioilidade da scea ponugueza.
O estiraida artista, qae durante lautos annos
merecen do publico to iheat-o da T;ulaleap-
plausos justiasimos como actar e eacaiador, fot
i. re ida por om ataque de anemia.
Leoni tinhi crsalo alguas aonos da facolda-
de da direito da universidade de Caimbra e era
um espirito illuslrado.
Como traductor, defxa : Igons trabaihos par-
fHtos pela adequagao scena portogueza ; como
ensatador as saas mi.'se en -,> rj eram de
gran te igo- artstico ; e como actor dtixa crea-
g0-'3 do pnmeira ordem.
Lini pertencia ao gropo do3 ar!ista3 cmicos
de Portugal, em qoe anda bnlham Taborda,
Valle e poneos mais e com elle desapparece
um artista de raga e a'oma vea cmica muito
fina e moito original.
To innata e infinita era neila a graga, que
obtuina os malores efTeitos cora os processos 03
mais simples : quasi que Iha bastava apreseu-
tar se em scena, emiltir a3 ph-ase3 do sea papel
e Bubtmbil as cora uns jogos quaesquer de phy-
sionaraia, nao havendo mda mais natural e
desariilicioso, com effeita, na la mas isento de
trae- e maaeira3, em verdade, nada mais es-
pontaneo e desembaracado de esforges, na rea-
lldade.
Via cmico dentro de si e. consequeotemente,
era-lbe fcil exteriorizar a sua viso ; e por Isso
a sua graga, toda de comedia e nada de farga,
consista na intaogo que dava s pilavras e nos
movimentoa de rosto con que as acorapanhava.
E depsis. como era inteligente e caito, essas
quaiidades fandameataes da sua ndola artstica
ga .i,avara finara e exienau.
E, a despeito deste mo lo de fazer rir nao ser
0 mais proprio para o grosso de su- platea, esta
comtata, na sua universalidade, bilariava 5 mera
ap-psentago de Laoai, quanto mais no desdo*
braraeoto do sen personagem.
Ulimamente eslava escripiarado pela empre-
za Cini-a Palona, que explora o iheairo da Ave-
nida, e fo< elle qaern ensarno e poz em sceca a
mgica Lenda do Rei de Granada, com que
aquelle tbeatro ioaugurou os seos espectculos
desta poca.
O iosipne pianista ViaoGa da Motta vai ser
agraciada om a commenda de S Tniago
a' proposito, os commeodadores e grao-eras
zes da ordem real de mrito agrcola e industrial
ordem recentemente creada e caja primelra pro-
mogo teve lugar por occasioda duplo anaiver-
sano coiocidente do rei e da rainha, tem agra-
decido a distincgo ae qae foram julgados dig-
nos.
O aelo dos renuociantes de nacionalizado por-
togueza d4o traduz o desdem graga ; e deter-
mina se por nm motivo muito simples, que nSo
out'o seoo 08 emolumentos e os dlreitos de
chancellara, que sorxmadas fazem um tod > voiu-
moso, de modo a tornara graga sera g-aga.
Os ten pos sao outros, e nao mais aquelles em
que o pagamento desses emolumentas e direitos
emoo-a eatabelecidos em le, ficava em regra
sem elTectividada-
Era Macao foi moito bem recebida a noti-
cia da creago do lycea nacional e sao unnimes
os votos de agradecimento ao Sr. miolstro da
marinba.
Causoo excelleate imp'eseo em Mossame-
des a propos'.a da Sr. ministro da marinba, boje
convertida em Iei, orgaaisaado a defensa mi-
litar dequellu districto. |
Sfc

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;
.:-. i
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I





2
Diario de Prniamboco Quarla-feira'22 c'e Novembro te 1893
"0 Jarnai ie Mi^araedes appiaude fraacamen-
te a iniciativa do Sr. ministro da mano j e con
raiaj laioeota que m*ts cedo se ni} tivesse tra-
tado deste as^ompto, porqoe se poiiam ter evi-
tado as despena extraordinarias que ba dez
annos tero costado a represso das correrlas dos
hotteniotes.
Mallograraas-se as negiciagOes para a rei
viooicaga dos direitos da ja ldicgi i oo Jipa >.
Como (6 pao?, o itoveroo japoaex ba maiio qu.-i
preroeditava rr termo a este redimen d-ex-
cepjao, menos talvez per Portugal do que pelas
outras p teacias.
Ora. n'uiua d>s ultimas reformas dos servigas
diplomticos e consolares entendeu-se que e
devia sopprimir o consulado T-kio e deixar apenas ali um agente commer
Cial.
M deste faro, e allegando que um agente comra-r-
cail nao >inba nem poda ler categora para ai
tas fuocges jonscicciupaes consolares, deciaroc
exllncto o privilegio
Abrevetrecho.se reconheceu o erro pratlca
do, nao Ulve pelo interesse que diepe te a exi-
gua col::ia porloguea do J ipo, maj pelas
qneixas Js potencias goa!mente prejudicadas
e que atiribuiam a Portugal a perda de. a-a dos
elemen'os maU eaeeiciaes do seu prestigio e da
sua ii.ll je: ca.
Augura se-ncu que dev1 off-trecer um pa-ticn-
lar interetse o Lmo Branco referente a esta
qnesl'jo, que foi dupltcadamenie tratada ere
Pan* e pin Tikio en re o Sr. Eroygdio Navarro
e o Sr Viscoide de Nomura po' um lado e oSr.
Custodio Bcrji e MotsuMonemitso do ootro.
Tej daJO que filiar o assuinpo da nave-
sac&.i pare as iin?s a respeto da qnal corre um
pl.no de roncurso qoe se preto Je pracar.
Nao certamente necessano entrar em largas
e desenvolvidas explanares sob-e o asump:o,
para se evideuci r a todas as luzes como deve
rao ser gravsimos es t-ffeltos do plano do con-
corso, ltimamente pronunciado nos boatos p-
blicos.
Seria todo quanto pode baver de raais contra
rio a poltica nacional, acs ioteresses e ao des-
envolvimenio do coromercio, e finalmente as
conveniencias do9 povos iusnlaoos.
Nao sao precisos grandes esforc para de
monsirar iso : sao verdades que se aip^m
como axiomas, e argumentos que nao oodem
deixar d- ser obdeciaos.
Drsfe.nos acreseenta o Crrelo da Noite, que
era an i-polilico *brir eco urso i bandeiraa es
transir* para a n.vegago entre o continente
e os Acares.
De certo. Todos sabera como vae sendo g-:in
de ees onteot^men'o das pop^lacO^s aconanas
pela m-aeira como teera sido tratadas pela me-
tropole.
E' possivel que ts'-e descontenamento se)a
exagerado, e damos mesmo de barato qae nao
baja motivo para elle, roas certo que existe e
qo'eo ircbHielagose acba dominado por fortes
cerrenies ne autonoma e de separatismo.
Nes as ccndigOe-". ir quebrar o mais forta lago
qoe prende as linas ao conlioene, acabando
com a ra repagan qoe ihes serve de t-aco poltico
de umio, e ne'xando a3 nossas libas iunte
ligadas a America pelas relacO-s de emigrsco
e de familia, e presas ao ueswnnecido pela
bao'ieira aue fosse preferida no novo concu so
aberto ao estraogeiro. feria a mais extraordina-
ria de todas as inccnveuiencias e o maior de
todos es perigos,
RtiVISTA IAK1A
l'iiruldade de DlrecoS>rao enana
dos noje para exame escnpio de di reno civil da
2. sene jurdica, pela i.' i ultima vez, os estu
da/ te? :
Alfredo Odilon Duarte.
Jos" Ignacio 'Al!'UqutTi;u Janior,
Lutz Jos "Francisco ae Barros Almeida.
Jcao O.-orio Porpbuio o a Motta.
Alfredo Octavio Mawgmer.
Henria.uj avalcanu Lras.
Tbomaz de Paula Rodrigue*.
Joao Bartuta Vieira da Coeta.
Mauoei Carpinteiro Peres Jnior.
Honorio Jos de L ma.
Manoel Lacerda.
Na 3 sene social serlo tumbeo! chamados
pela 2." vez os estillantes :
Samuel Gama Costa Mac-DWa|i.
Domingos Cavalcanli de Sooza Le5o., para fazer
pro/a escripia da 2.' cadeira ((nangas).
Comecarao as provas escripias de direi o cons-
titucional da i. serie o 2. anoo ; de pratica fo-
rense, da 2. seria jurdica e 5." anoo; de ecooo
ma poltica da 2.* sene social.
Contiouam as provas escripias de direito civil
do 4. anuo.
Na 3 serie jurdica ser chamada pela 2.' vez
para exa.ue de medicina legal o alumno Alfredo
de Mirauca Castro, e oo 3.* aono os Srs. Baldoi-
DO Jos M-ira Hardmao, Joao Fernandes da Sil
va, Jt-b P-reir Cbermoot Rayol, Prescillo os-
picio aa Cruz Cordeiru, Edmuudo Noxeib Daltra,
Honorio ilermetto Caroeiro da uoha. Demostne-
nes Urbano Figueira de Mello, Samuel Rimos de
Parias e Thaumaiurgo Sotero Vaz, para acto de
direito civil.
4.vmnnxlii Pemambiirano-T'rSo b-
gar noje, nesse instillo, os exames nes teimos do decreto n I 389 t*e 21 de Feve-
reiro de i891 e aviso de 12 de Janeiro do cor-
reme aono.
A banca foi assim constituida: Dr. Pedro
Celso Ucbi Cavalcaote, pre-ideoie.
Proftssor Jos Faustino Poit> t Dr. Celso Fio
recline Henriques de Souza. examinadores.
Dr. Maooel uo Nascimeoto Machado Fortella
Jomor. scal federal.
Prlncipurao ditus exameg as 9 horas da ma-
Dba.
Encola Normal-Continuara hoje os exa-
mes escnpt08 extraordinarios das 2.", 5.* e 7.*
caaeiras do segundo anoo, e comegam os oraes da
3.* cadeira, cslygraphia e mosteado i.'anm e ob
da 4.*, 7. e 8." do lerceiro.
Paquete Tagua -Telegramma rasebido
pela acta da Uaia Keal Iogleza, diz que o va-
por Tagua devia sabir hootem a noite do po -
to da Babia, pelo qoe devera amannecer no porto
desta cidade amanba.
Paquete BrasilEste paquete da Lloyl
Braii.e.ro esperaoo amaob doi portos da Ba-
bia e Macelo, e seguir para os portes do Norte
da encala no dia 24.1
Teleiramma* retidloAcham-39 reti-
dos na Ksiacao do Telegrapbo Nocional do Re-
cite us 8egoiotes telegrammaa:
Para Jobo Tito, do Maranuo ; para Migue' Ro-
drigues, de Jaragu; e dous avises, seado um
para Antonia Leandro, e outro para Generosa.
O caso de foao sabe todoTendo o
Sr. Dr. questor policial li cumwao o Sr. major
Antonio Pedro de Aievedo, commandante oa
guarda municipal e subdtlegado da parocoia de
Banto Antonio, de varejar urna casa no Largo do
Paraizo, oode constava achar-ae refugiado um
dos cidadaos contra os qoaes ba ordem de prl
sao, o do Sr. major Atevedc, acompanbado do
slferes Mello e algumas pragas, dirigi se non-
tem indicada casa, onde proceden ao varejo
qut Ihe fra ordenado.
All Dao foi encontrado o cidado que era pro-
curado ; mas sendo acbado o celebre e coonecido
desordeiro Joio Bastos da Ropa, cognomiaado
Joao sabe ludo, o qual dcuo de um pequeo bo-
teqom roa oa Roda, oade se reuoem oabiiual
mente individuos turbulentos, foi elie convidado
pelo subdelegado ir i presenca do Sr. Dr. ques-
Depois de alguma reluctancia Joao sabe tudo
resolveo-se estim obedecer a iotimacao. Ao
ebegar, porm, porta de sabida da casa, e avis-
tando o Sr. alferes Mello que, all se acbava
para garantir o cerco da mesma casa, puchando
uma grande faca de poma, de cerca de 2 palmos
de pomprimento, investio contra aqoee alteres,
e sabinuo para a ra, resisti teamente or
dem de pr^ao.desfenndo diversos golpes coutra
o dito alferes Mello, e contra o subdelegado e as
prajas, que procuravatn tornar efiectiva a pri-
i.o.
No meio do conflicto que o facto provocou.
(ol ferido Joao sabe tudo. n'uma p^rna, e N
depets de seotir-se lerdo, aquelle desordel
roient'egou-se prisao. Foi elle ent conduzdo
i presenca do Sr. Dr. questor policial, que m?n
don lavrar o competente auto de resistencia e
ordei ou que fosse o delinquente recolbido en-
fermara da Casa de Deiencao, onde lol elle vis-
loriado e onle est seDdo tra'ado.
Xeleitraiiho NacionalDa eetacio des-
ta cidade do Telegrapbo Nicienal nos commoni
caram que, no da 18 do corrente me, foi inau-
gura 1a a eslacSo leUg'aph'ca de Caraca, esta-
blecida no colleg > do m-smo noie, Estado de
Minas G- aes
A taxi de transmissi dos despachos para
tWM nova estagio, a partir desta cidade, de
56 ris per palavra.
Batracia de Ferro Sul de Peruana -
buco H>oieui -ceiera 'S Jo Sr. Dr. J..-0 Joa-
quiui Rodrigues Sal lanba Janior, digoo director
eugeneiro chefd da Estrat. de Ferro Sul de
Paroamouco, o s'guinte telegramma, fineza
que nos confe-sam >s ralos :
Palmares, 21 de Nivemh'o.
Redacqao do Diario de Peruimbuco
Teotio a sllatelo cumrutioitar vos foi bon-
tero inaugurado servigo telegrapbico de Barra
de Caoboto a Uaiao, Hcanio i ortanto estabele-
cila commonioacao deate Es ado com o de
AlagO'S.
Felico-vos por tSo auspicioso aconteci-
mentn.
R. Saldanha lnmor Director Engenheiro
Cbefe fa Kitrda de F r:o Sul de Peroamrmco.
Club Dramtico Pereira Mlmoca
E-s." oo reaiiSuU no domingo ul'imo om varia-
do espectaculj em favDr dos melboraraenios de
seu ibeatrinho.
As pegas levadas s:ena a^radaram bastante,
sendo os a'listas mui'.o applaadid03 e pjr diver-
sas mes cnatnadiis a scena.
O'beatro esteve replecto de espectadores, o
qne prova ter o p vo oltodense correspjndiuo a
expectativa d s proditores da fesia.
O1 mesmos amadores satisfeitos com o resol-
tado da primeira exhi ic3o, preparam para o
proxitfO domingo a 2* recl'a que co:ista-a das
coraediasp. r cansa da piiidahyb?. Os dous
surdos Ci^ameoto. morte e lib-jrdale ,e da
scena cmicaO poni.
Pel mesmo pessoal, o aila'io club realisa
no prsximo saobada o benelicio da ama -Jora
Rjs i de Olivolra com o dramiOrpa de Goja7.
e a coiu daO rapai dist'ahido.
Feavldade relisioaaNo dia 26 do
crreme, tera lugar na matriz da Escada, a testa
de Nossa Seonora da Escada, sua padree ra.
Enfa-a a festa s 11 horas do da, pregando
ao Evangelbo o Revm. Fre Augusto e ao Te
Deum o Rtvm. conego Martins, precedendo urna
novena.
Informam-Q03 qoe a festa deste anoo exceder
em pirana s dos annos anteriores.
esfored empregado pela coraraisso eocar-
re^ada de a promover tem sido enorme.
Du'a'jfi tolos os actos tocar orna excellente
oauda ne msica desta cida (e e a orchesira ser
din-iiia pelo Sr. Manoel Ame*lco.
Nj a da festi ir tambem a oaoda de msica
do Cabo.
Ser quiD&do um grande fogo de artificio
coico cooclusau. haveaio depois um trem espe-
ia| para as pesoas que residirem nesia cilade.
La Puerta del ol Jom este mulo co
mecou a ser puohea 10 em Madrid uui summario
iilustraio, homoristicj e sa'ynco. cojos dous
prim ros amaros de 12 e 19 de Outuoro prxi-
mo lindo, que traus presentes, revelara espiri-
tuo-os escripores e habis caricaturistas.
A Agencia Lteratia, a ra de Marfio Q. 10,
es Dea aquelles noraeros, e os tem disposi-
tao do puDIico. sendo qoe ah recebem-se assig-
nata'as ara o dito sema ano.
Inali.uto Archeologico Amanh,
hora uo oostume, foncciooa tm fesso ordinaria
o Instituto Arcneoltgieo e Geographico Pertiam
DU'ano.
luaientae nove primaveraAs-
sim intitulada acaba de ser puolica ia mals O
waixa para piano de composigo do Sr. uouren
cjThomai da Silva.
E' oll'erecida ao Sr. Lino Francisco das Cha
gas.
Recommendando-a aos amadores, agradsce-
mos ao seo auior o delicado otdrecimcuio qae
oes fez de pm exemplar.
I>ia em (laranhuai Ni dn 2o de
corre te, douiiugo prximo, ua matriz da ctdado
de Garaoutoi cel -hrar-se hi 9 festa ae Nossa
Se ora de Lourdes, cuja novenas e.'tu sei.do
fetas com a pompa compativel com os recursos
daqoella cidade.
Cjidj as novena?, cantarao na festa dive-sas
seoUoras, senno acompatinadas pa-harmjuium.
a (esia promovida por urna commisso e
senhoas. que t-m eov alo esforgjs uo sentido
de toroal-a digna da Veneranda Virgem 0^3 Ljur
des.
Pnrflcacu do eagotoa pela agua
do murL-ae uum i1 ni i oe Li.-./ i :
A punfleacao oas aguas de esgolos um
problema importanlis-uo, qoe tem sido objecto
de um tal numero de alvures, que se pode Con
eluir que a meinor solufio nao foi anda encon-
trada.
E' digna de menciocar-se orna dellas, qae
pod-i a' BOOft' s cidades martimas.
E' fundada no principio da elecrolyse d'agua
do mar. .
Suomettendo urna ma-sa desta agua a aegao
de urna corrente dimanada de um poderoso ai
amo pelo iotermediano de elactrodos formados
por placa de coore coberlas de platina e de
placas de carvSo, os saes comidos em solugao,
cbioruretos. bromuretos. etc., sj decompostos
em bypocblontos, byporomi'os etc., sob cuja
forma e-t-s oovos saes to capazes de destruir
toca materia orgnica que eocootrarem.
Bastar, pois, para i desinfeceo dos esgo-
tos o lancar tu em proporgao calcalada urna
qoantidade d'agua do mar assim electrolysada.
O costo da electrolysaco aa agoa calcula
do por menos de vine leu da nos--a uioeda por
metro cubico. ,
Este Eysema de desinfe:cio foi empregado
em Brumers, cidade do coolioente americano,
com tal tuccesto qoe, a di-ecc> do servico me
dico by-'ienic.o de Nw-York se p.opOe appltcal-
o em fcw Yoik-City.
Na Europa esta se fazeodo no Havre urna
apphcag&o eemilhante e parece que tambem em
Rouen.
E' digno de es'.uar-se este afsompto, que
entre nos, se o caso como se figura no jornal
L'Illustration, j'oode tiramos esta noticia, pode-
r taivez ser de orna grandissima opportnuUade,
atteotas as coodiOea aesta cidade *.
fomeceo ao ourives as pedras oecessarias ao li-
vor do estojo.
No dta marcado pira a colloc cao da espada
de Roland no estojo, tomona o califa para reall
8ar a ceremonia, mas um pbeoomeno tnacredlta
vel. milagre estopeudo, Durandal escapara das
mos do ioel e euterroa se no solo como urna
verrum.
E durante muito tempo, conta a legenda do
Rappel, o gladio rolaodioo pos s a passeiar so-
ere a trra das Hsspaohas, perfurando o solo
para abrir possagem e causando assim aberturas,
abysmos e desmoronameotos, o qoe a seu modo
era um meio de vinear se.
A errante e tilbaote Durandal paron Qnaimen
te : achara Higo a seu gosto. Era urna cova
aberta em um morro de que sabio fonte cry-ta-
ima.
A espada fatdica deitou se no lei'o do arrolo
nascente qae oassa prximo a Toledo. Foi de en
tao que as armas faDricj as n'aqoella cidade go
zaram de excepclonil repotsco devlda a agua do
rio em cuja cabeceira banbava-se eternamente
Durandal.
Ha muitos operarles em Toledo que ainda acre
ditam n'esFa histeria e na influencia mag ca do
rio da Espada. Qaaodo se Ibes perguntn ee al-
guem i vio na fonte leudara, respoodem que
Duran Jal iovisivel.
O mercado do algodo Eis a sltuaco
comparada, e o 10 de Uumbro, segundo os bcle-
tins da casa Marande:
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Iftava flrmaOs Srs. Jalo Joaquim da Cos-
ta Liiie, Foilonaio A. dos Santos Pono e Fraa
cisco de A8S18 Fernaodes Vianna, proprielarios
de casas lotricas, barmonlsaram os seus iote-
resses, constituido se na nova Urna L-ite,
Porto 4 C., da qnal faz parte o Sr. Bernardino
Lopes Alheiro, e que prosegoir no mesmo ge-
nero de negocios venda de blindes de lote-
ras.
Da Lrma social pode usar cada um dos tres
pnmeiro? associados.
Foi nos isso comrouoicado por carta da nova
firma, qual desejamos todas as prosperidades.
Arcadia Dramtica'fallo de San-
i-Anoa-Essa associacAo prepara se para dar
um espectculo social no prosimo cuez de D-
te robro. _
Para tal lim amase ensaiando orna linda ope-
reta ae grande apparato denominada Intri-
gas oo bairro que j teve occasio de fazer
grande snecesso em Lisboa, awlm como duas
comedias, uma das quaes Indita, ornadas de
Dell, s trechos musicaes.
Serao tambera pela primera vez representados
um monologo e duas cancooeas, produegoes de
socios da Arcadia, a que .foram dedicadas as
smas producies.
aaaamcnioFallecen ante bontem, s 7
bora\ da noite o subdito portuguez Custodio Ro
drices de Olivara. .
Qoado contava 4i annos de Idade e ro du-
aflte muito tempo negociante a agricultor no
.oicipio de Rio Formoso, d'oode veio ha al-
|aaf annos xar residencia nesta cilade.
seos restos mortaes foram depositados na ca
pefia do Cemiterio Publico, onde bontem pelas
11 horas da maob fizeram-se os ltimos suffra-
gios e dapois foram conduzidos ultima morada.
A' sua familia e especalo eme ao seu Albo
Sr. Aatomo Rodrigues M Conba Oliveira, da
moa sloceros psames por tao irreparavel perda-
A espada de Roland-Qae lim levoa a
Durandal, a famosa espada do pala lino Roland,
cabio em Rooscevalbes e tomada pelos inflis 1
Os sceDtico8 dizem que nao teve Um por nSo ter
tido principio, isto existencia, mas os creles
nao pensam assim.
Se a Durandal existi o sea destino coota-nos
esta legenda que extrabimos do Rappel de Pa-
< Qoando o nere cabio em Ronscevalhes, o
famoso montante foi ap -nbado por um sarraceno,
soldado do califa de Burgos. O califa, admirador
do here, mandn que a guardassem em riqais-
simo estojo de ouro cravado de pedrarias para
que os mouros vissem em magnifico envolucro a
arma que tanto mal ibes Qzera. O proprlo califa
Idenllflcaco antbropometrlcaA.
eri.ilou pun.icou un reguu la edicao mallo
aogra-ntala da-', in.-tri.rges 8lgnaiatJ4S, U38
quaes consiste o seu metbodo de dentiricaco
aoibropouuetrica.
O grande augmento da parte descriptiva, foi
motivado pela considerado multo justa do que
para Dem ver, ou melaor, para perceuer o qoe
se v, necessario coobecer de aotemao quaes
sao os pontos a tixar.
Com efl'ei.o, um logar commum da polica, a
pouca utnidaoe oa pb.tograpbia para coegar at
ao malieitor que foge.
Tanto ella seria excellente para conminar uma
iiieniiu.de de qae ea suspeita, quanto iobuII-
ciente tuao meio de projura : ebega se diaria-
mente, depois de consecutivas diligencias, a
passar perto de um typo, cojo ratraio se te 1 na
al^ioeira, e bao se o recoubece. Mas o reirato
puotograpbiso pOde tornar se um instrumento
de pesqoiza e ae recoobecimento muito efBcaz
quando os agentes estao familiansados com o
modo deservir-se delle. de soalysal-o, de des-
crevol o, de tel-o de cor, de tirar delle todo o
partido que for possivel. E' a idea do celebre
anatomista Pease, resumida nesta sentenca, que
o olno nao v as cousas seoao o que nellas
olba e que nao olns. senao aquillo que tem j em
idea 00 espiriio.
Para ebegar a esse resultado pratico, de fami-
liarizar o seu pessoal com o qae elle deve ver>
ful que He-tiiion, moitipl con, no lbum qoe
jootoo ao livro, as familias descriptivas e as pho-
tugrapbias uts lypos pbysionomicos.
t' assim que se torna possivel estabelece? o
que o autor chama retrato fallado*, esta a
iscnpco minuciosa de um individuo feuo es-
pecialmente a vista de sua observago e de sua
ueuiiti. aco aa va poolica. Convm saber que
este signal particular deve ser aprevenalo no
momento em que o ciimiooso tente fngir e sem
Lie.-itacao pelos agentes. Tambem Ibe cuuvina o
oome de retrato escripto*, porque antea de o
ter de c% deve elle ser escripto com todo o so-
cego. Como qaer que seja, um tai retrato eqoi
vale a uma escoiba minuciosa dos traeos carac
terisucos, a uma selec^o metbcdica de caracte-
res capazes de seren retidos na memoria. Nesta
ordem de id.s a redoccio de um retrato fallado
6 aasimilavel creaco no olbo do agente de
uma especie de caricatura da pessoa a recoobe-
cer, porque a caricatura consiste precisamente
em uma ueleCo e uma exageraco combinadas
dos traeos caractersticos e sabe-se qaaoto uma
caricatura superior a uma pbotograpbia para
recoobecimento das pessoas.
O servigo de identificaca organisado por Ber-
tillon uma foote de numerosas observacOes, de
materiaes recolhidos com preciso qae nao s
devem prestar a polica, a justica e scieacia
penitenciaria assigualados servicos, mas podero
.ua 1a ser utilisaaos pela setnela, para edifica-
gao da anthropologta criminal. No momento em
jae se discute soore os sigcaes de degeneres-
ce.icia, sobre os signaes atancos, sobre as ano-
malas em geral, em que se n&o quer ver seoo
a prova, a predesliaac&o para o crime. salvo
uma >rgansagao mental defeituosa com um cer-
to grao de irresponsabilidade, seria uma rica
mssa para o sabio, ap'ofuodar as reservas de
Bertiiioo.
Sob o ponto de vista da justica policial para a
qaal foi criado, o servico de identificagio prova
constantemente a excellencia da sua organi
sagSo.
& em Paris, o numero anoual dos reinciden-
tes prezes sob nomes suppostos e otBcialmeote
reconbecidos por esse servigo especial desde sm
cria gao em 1882 foi o seguinte
1883 49 1884 241
1885 245 1886 356
1887 487 18V8 5:0
1889 582 1890 614
1891 600 1892 680
Total
4.56.
Uma das conseqoencias, deste rgimen que o
numero de prisOea dos ladrees ioteroaciooaes,
genero pitk. pockt, tem diminuido desde que co-
roegou a funeciooar al agora. Era regra entre
os individuos desta especie, mudar de estado
civil a cada prisao e conseguan) assim escapar
ao augmento das penas das reincidencias. Cer
tos de que Ibes era imposslvel dissimular seus
antecedentes em caso de prisao, temendo por
outro lado a le de degredo, preferem agora Bcpr
as capitaes eatraogeiras.
De 66 em 1885, o numero deseen 52, em
1886 de 34 a 19 e !i.i..m -i.u-,. a 14 em 1890
) proprios mapn.is StMaUiieoi, estane ecem
que pre Uo examinar utoi rae lia de 15 rem-
cidenies francezes pa^a descebri* um sob oome
supp.'S'o emquant 1 que os e-tran^eiros do um
reconbecimeno em ires exames.
Bevelacao-U n fragmento de baixo relevo
dessooerto no Egypto reveloo de qae modo os
obeliscos e os g'audes mo lOiithos e-ao irans
portados das pedreira-i para o lucir oud- er.i .
erguidos. A pedra pintada borcontalmeote
em uma grande galera ou navio, qoe reoo-M
do por nin grande Dumero de eequeuas emb^i-
cagOes. O sy-tem de destacar um monolito
da pedreira acha se tambem explicado por um
tiloco semi-desUc do em urna das pertrei' de
Syena. Depois.de hav-r cavado as tres faces,
cortava-se uma ex av gao prefaoda na face ain
da ligada -o ;ha e fazia-se bura sol e u que se
metnao uaviihus de madeira. Molh ivao-se de-
pois as caninas, que, inchanao destacavSo o
monolili > da pedreira.
A expoalca,o de Chicajto. A Ex-
pjsigo ue Cuieaca bav;a .n-iiio at 7
de Agosto do correte aono 23:867.732 dollars,
com a constroegao e admiostrago. \* entra-
das at a rae-una data Tiooiava 1 a 3 437 037 dol
lars. h a receita do arrendamtrro de e-eaco
1:178.546 dollars. A receita diana total de
cerca de 80.IKW dolla-s, e a mena da de*pezi
diaria de 15 000 dollars, deixando uma re: ra
liquida de 65-000 dollars. O contador Arkr
man, no seu Catango de 31 <*a Julm, da pira
conta de controegao um lotal de 18.819.19** 1 I-
lars; a desonza geral e d curt-i 4:9o?.879
dollars, e a ortanisago preliminar, 90.674 aul-
la-8. Na hyoome>e, diz o Engioeer, que a
Biposicao fique abena duraote mais sessenia
das a contir de 7 d Acs'o deixa um neneli-
co de ce ca de 4.0JO:(iO0 dollars ; ae-rescei-
tando 4.600.000 (oll.rs recebno- antriornsea
te, temos um lucro liquido da 8.690.000 dollars;
dedozmd'i es'e dn custu, vemos que resta um
saldo de 15.000.000 dollars a deseobe-to.
A Exposicao de Chicago representa o malor
prejuizo-ediobeiro jamis iocorrido por uma
exposigao.
A maior parte dos botis de Chicago entrn
em liquidaran ou fecbou-se.
As companbiae de scgorosannnllararo as apo-
ices de M'.-uro de fogo sobre diverso^ abar-aca-
mentos, especialmente construidos pira accom
icodar uma mnltido ioomeravei do vahante*
que Duncaappareceram. Allegc as comranhias
que no inieresse da moralidate roo tentar aos
dono* de botis a commetter o ertme de in na
diarios, visto que a riua dos bjspedes nesaes
botis apenas de 7 a 10 -|. do que se espera
va.
Os hospedes sao, oa maiorin, genio do campo,
que >-ra B um ra o de 300 a 50J milnas.
O lr. noimeaO celebre esenotor ame
rl ano Dr. Oliver Weodell Holroes roais conne
cido pelo auiocra'a da mesa oe almcgo, cele-
brou ba pouco o seu octagesiiuo-quano anniver-
saiio em Boston.
s.r 1.) rae ma lo bera, mas naturalmente uin-
guem pode espe-ar estar taj vigoroso aos o
tenia como aos quaren'a. En tolavu, gnso de
mu'lo boa saude. Como, bebo, iiirm) muito
bem, ando multo e passeio alnuma cousa a ca
vallo. O autcrata nasceu no ra amo anno em
que o S-. Gl-dstooe. a casa do Dr. Bolmes em
Boftun um dos aliares dessa cidade. O gaoi-
nete de trabalho um grande aposento com mui-
li luz, olbanoo para a parle mais larga da ba
ca do no Charles. O Dr. Holmes pijsne aun
pella vraria qae oceupa duas paredes do apo-
sento. Asestantes vo at ao tecto mas deixao
bastante espago no alto para alguns Duslose ou-
tros ornamentos.
A sua escrivaninha graude, lindamente es
eulpida, est no meio do aposento, e junto a ella
esi uma grande poltrona. Per'-o e ao alcance
da roao est orna estanti rotatoria com livos de
Lonsul.a.
Aj jaoella8 deste aposeDto pSo grandes e dei-
xj penetrar um.diluvlo de Luz. E' um do?
eraHdea prazeres do Dr. Holmes sentar-se a essa
janellae ver o rio Charles correr lentamente por
sob assuas muralhis.
Nao ha e-.tac&o no aono em qae elle se nao
delicie com esta persoectiva : e nao leve isto
cat'sar sorpresa, po'que ella verd;-. leirameote
sooerha. O horizonte limitado pelas pralas,
pelos teihados e espiras de Cambridge, que Ihe
recordo perpetuamente a soa juventude. Um
dos seos poemas. O meu Viveiro, fura inspi-
rado ne.ta pay^agem.
O commercio da* pellea A ni'ureza
que (avureceu o homem a tantos r speito. ves-
lioo mediocremente e forgou-o a apoderar-s-1 da
pelle dos aiumaes, mais bem prvidos <|o qoe
elle soo o poo'.o de vista d > peilo. Soa indos
tria re .eloo-lhe os meios de fazsr vestimentas as
mais variadas, tanto leves como desasadas ; mas
i-so de ne mu'u modo diminolo o gosto oeas
vestimentas ue p lies verdadeiras, e o con-uu.o
lera augmentado desdt poca muito afasiada,
em que o selvage n prehistrico matavaosaoi
maes, ames para vestir-ihe a pelle do que para
comer Ihe a carne.
Os aoimaes que fornecem pelles s5o nuraero-
sos. Os macacos pagam grande cootriDuiguo,
isto oa medida do possivel, porque est trapo
nunca loi maito abuodante. As especies mais
atillsadas s5o o macaco preto, do qual se expor-
ta da Af-ica mais de 90,000 pelles por anno e
que esteve muito em moda ha 25 ou 30 annos ;
acaalmeute empregam se menos e as pellas que
v li Ji 25 francos custam tiuje de dous a oito ;
o maiaco do Abyssinia, o macaco verde, o ma
caco cimento, qoe serve esoeciaimerte para
manguitos, o macaco vsrmelho, o azul, etc. O
numero de oelles aouoalmeaie expostas venda,
varia de 100 a 400 para estas ultimas especies.
A pelle do leo tem insignificante papel nesse
commercio, rara e nao a utilisam para vesti-
mentas. Uma bella pelle de le8o selvagem e nao
de um animal de jardim zoolgico, degenerado
pelo rgimen da gaiola e embrutecido pelo olbar
dus horneo*, vale 1200 a 1800 tramos ; o da lei
nao vaie 100 fraocos. A pelle do tigre, mais
bella, porm menor, encomra-se fcilmente.
Ma a-se mais de um miinao de tigres por anno
as lo lias e a pelle vale de 100 a 150 francos.
Como a femea, o tigre um animal muito paca
to, quando Ihe nao fazem fogo : tem se o visto,
eocootrando um homem sem armas, approxi
mar-se delle, cbeiral-o, esfregar se nelie como
fazem os galos e deixal-o ir sem fazer-lne mal.
Os leopardos fornecem um grande numero de
pelles, que variam muito de prego. O gato do
mestico, esse animal domestico ioteresa.nte p-la
sua independencia, mesmo pelo seu egosmo, tao
elegante de formas e de movimeBtos, que rene
ilgeireza do tigre, quando pola sobre a presa
on com ella brinca, a digntdade do leo mesmo
as suas posiges, o gato domestico e muito pro-
corado no UO680 seculo utilitario e mercantil.
Os Egypcios, mais respeitosoa, dehe Hzeram um
animal sagrado e o embalsamaran!. Em 1890
venderam se omitas toneladas de gatos embalsa-
mados, desenterrados 00 Egypto, onde rojousa-
vam ba mais de d os mil aonos. Oa gatos sa-
grados, vendidos como adobo, estrumaram cam-
pos, qoe produsiram colbeitas, as quaes, devida-
mente abaorvidas, traosformaram-se, segundo
aa lelo da materia oreaoica. em carne e ossos
humanos. Aa melbares pelles de gato veern da
Hollanda e do norte da Eu-opa ; valem de 8 a 12
fraocos e sao mano dara7eis. Como artigos de
commercio nao podem rivalizar com as palles de
lyoce ; a Companhia de Hodson day exporta ao-
nualmente de 8.'-00 a 40.000 pelles em 1887 a
cifra lo; de 70.000. 0 cao d pouca cousa.
Seu ccogenere, o lobo, mais til na Rsala,
matam-se 70.000 por anno. Desappareceu da
Inglaterra ba cbm aoaos mais oa meos, e o lobo
americano parece tambem ir desapparecendo.
bem como o bfalo. A raposa muito p-ocura
da na Allemanba e na Russia mata-ae mus de
om milb.o por anoo, oa America de 50 a 100.000
e a Asia d tambem um nom contingente. A ra-
posa aiul nao d mais de 2 000 pelles por 1 ono,
ellas vem de Prylulau, Groclaadia etc. A marta
tem diversas procedencias 1 a da P-u*-ia d 300
pelles por aooo ; a da America |i)0 0 0 pouco
mais oo menos, a da Siberia 50 a 80000. a roar-
ti sebelioa, da Ru s>a e da Asia 12 a 15.000
eada America 2oOOOO pelles. O armiobo, o
symbolo da pureza pouco procorado, vende-se
mal e a pregos baixo-. A pelie do mophete,
apezar do cei'O desagrada vel, mala ap-eciada,
pois que em 1890 foram vendidas 700.000 pelles
viudas da America do Norte. A lonlra moito
procurada, mas menos abuo dame vende-se
de 10 a 15 000 pelles por aono, da lootra da
Europa, sendo a da Amer ca do Norte mais pro-
curada, regalando os pregos aos das o'r"f^
A pelle da lontra ao mar, mais 18911 tem valor maior qoe o das especies prece
denles: i 500 francos um prego que ua 'a tem
de extraordinario, tendo ja ch*earfo a 5.000
francos A especie diminoe ei>ivel-rei!e, n 1
iambm atiri de Sheilaud qa' s n.'oniram
na G-orgia do Sal e quu cu'.'Vra : U ne-c.aa,
teem ieapparecji!o. Ob em-se apena- 200 p-l-
lea e valera mais 'e 5.000 fran-os. As pnn-A
ds IH'as PrinylVf a m-is abundantes, s-nd'-
e'sas i'has h^rntadas dnrasts o anoo por dm
d quatro mi hO-s existem tambera no mar le
Bnenn a ont'as parto, um soioal b"m dlfle-
rpnt ao tamanoo e nos eotime*, o e quilto.
ont-'ora mu to procura 'o pea sua pel'e ; era
1819 -6 a Inglaterra import u 3 UHlb6>. errbora
lennam d'mmuido, ainda sao ato trabalbadaa
rra All manba. vera pn cipalmenle da Rassia
onde ba multas variedades. O castor muiio
procn'ado e vera da Ame-i-a do Norte.
O coelno muito p-ocura'o lamoooi e ser
iara fazer chadoa ; 6 da Austria vera 15 a 20
mi'hO-s de pelles por annn e a ei-r d. <-a enor-
me matanga, -i asoeato eootlaaa abwwii te pejN
continente. Dos bof'los. que de 1871 a 1874
matar.-.m-se mais de 4 mi!n>?, resta o pouca
cen'enas.
Es'a euerra sos ani aes para proveuar Ihes a?
pelle, iem nsito gran le dliBtuoifiao <*m '
mas especies, cuno o bfalo da %116'lca, o Km-
gii- la Aoa,raiia 1 oaator di Ej'Opa e oatros.
* ama espacie tem res'stido a do ralo almif-
ariado ar>ezr ri* extrao'dtoa-la raatangi. qu
j ero 1819, ch-cnn a um railhao. luda boje for-
rjpre grf.o4f ccntincen'e
DHoaeaned"Ctaa PensaroeitodeTh'e'S.
Deuda os terop>s em que Tcito lo p^puiu-
ga >pplanr i-s cr'rn-s dos imperador-s ella nSo
tero mudado Semore brusca era seja moviraen-
tos, urnas vez** veraol-a levar n altar da part
e nutras levantar cada'aNos e nao >e torna bel-
la e nobre se-5o qoando arras la la nos exrci-
tos, ella se preci iti sob-e os hatalnes ininr-
gos- O desnnti^ron nao ropnta sos cnme3 a li-
berdade. porque, debatx- do despotismo, a po-
pulaga foi sempre culpada, cotin na repblica;
mas invoquemos sen cessa- as lozes di in--'.'ac-
Co para estes b.rbaro; que puulam no fundo
das ao iedade, se p-e 'iromfto a manchal as
ne todos oa erimes. ao anpeilo de todcs os po
d-res. e para deshoora de todas as causas.

Dees amigos conversam sobre po'i a.
Ea vos assegaro, anda qae isto vos p*re-
a extraordinario oelo temi era qoe euarona,
que eu nSo tenbo opinies; velo meno3 eu jamis
as DMOrfeSlei.
On ob f
Jaraais me nnvi-tes dar vivas a alyuem ?
E' moit natural; vos sois medico !
Caaameat rlvll O eserivfto de. ci-
'arae.,10-' das Ireen-zias da Boa Visia, uraga.
P.gj ida PanelU e Vanea, kffixoo no 'Ha 21 do
crreme, na 'epiri gao do r yi.-t'O roa do Ira-
per dor n. 41, pr ineiro andar, eiitae* de p-o
lunas de ca-amen'os dos seguiules cantra-
ne ites :
Prirneira publicagio
Manoel Aeostrano de Oliveira, residente na
fregueau d- Sanio Amonio, cra Hioonna Cfiris-
tlaua das Neves, re V sia. ambos aolletros.
Romualdo Auust) de Sama Nivarro, con
Luir Mina da Silva Boa Vla, solteiro-, resi-
deaies na freeuezia da Boa-Vista.
__ 3 escriVO de asmenlos qoe fun'i'iona
no3 di^lricios do ReCifu, Samo Antonio, S. Jote e
Alojados, affixou na reparligac do re mi d-
casa nentos, a roa do Imperador n. 73. p'imei-
ro zniar, editaes de proclamas de casamento
dos segoiotes corr.rahe.:t-3 :
Secunda publicago
Aquilino Affiuso Kerreira, de 24 annos ie ida
de, empregado 00 com Dercio, cora Argemira
Justina da Costa, de 21 annos de idade, soltei-
r.f, naturaes aesie Estado e resUeo.es na fre-
guezla de S. Jos.
Jer nynoCarneiro da Caiia, de 34 annos de
i t.ide, empregado 00 commercio, reside le na
fr'goezia do Recife, com Mara da Ccnceigao
Carueiro de Moraes, d 25 annos de Idade, resi-
dente oo rauuicioio .e S. Ljuecgo, sol:.iros e
nataraes deste Estido.
Pedro de-Alcauiara (?o Reco Costa dn 57 an-
uos de idade, ej>pregado publico, com Eoedina
Emilia Guerra, de 24 annos ie idade, s >ltel'oa.
naturaes deste Eslalo e residentes na freguezia
. S. Jas.
Prirneira publicagaj
BaUoino las da Mira*., njarciaelro, com
Thoraazia Francisca uo Niscimeoto, solteiros
uaturaea do R o Gra."de no Njrte e residentes
oa freguesll Uo lleoifa.
Jorge de Paula Pinto, coramerciinte, natural
deste E^tJ 10, com Luiza Leite de Souzi natural
do Estado da P.rahyba, solteiros e residentes oa
freeuezia de A fugad os.
Maooel Agosiinbo de Oveirs, eativalor, natu-
ral do Estado da Parabyba, residente na fregoe-
zia de Suto Antouio, con Honorina Cbnstiaoa
oas Neves. naural deste Estado, residente na
freguesia di Boa-Vista, solteiros.
peetoria di dlasrlro man-
ti4aoRecife, '0 de Novembro de 1893.
Boleum meieoroloeico
Horas Ten*, centt- Barmetro
(a O)
757-.71
759- 38
7S9-.64
760-.69
758-, 14
Temperatura mnima 25.'00.
Temperatura mxima 29,u00.
Evaporavao em 24 aoras ao sol 8m3.
Chova 3,ra0,m.
iirecgao do veato ENE com interropges de E
de meta noite al2 n. e 10 m. da manba; NE al
3 o. e 29 m. ; E com interrupges de ESE e ENB
at 6 h. e 30 ro. da larde ; ESE com imerrupcAea
de E e SE at 10 b. e 34 a., vanavel de SE a
ENE .t meia noite.
Velocidade media o vento 5,m20 por se-
gn 10.
Nebulosiaade media 0,60.
Boletim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
oaixa-mar
B. M. 20 deNovemb. 735 da m. 0-20
P. M. iO de 145 da t. 2,-20
Paaaageiroa Chegados do norte 00 vapor
nacooai s. Slvador :
Mara da Mercez e Mara Eudolina, Anna N. da
Pooseca. Joauna B. N. da Fonseca, 3 tubos e 2
menores. Saman da Silva e Auna Mara, Mariao
aa da Snuzae Mara Alelaid-. Raymundo Alen
car, Alfredo A. da Fooseca, Francisco A. S. Lo-
rena, Bjooio Maihoo, Edwird C, Benedite, Flr-
mino Lupes e Jos dos Santos, Jos Je Mallos,
Loiz Rocha, Luiz de Gouveia, Gostav Nygrio,
Acel Martootone, Charles Transtons, Luiz B>an-
ci, Firmino L. dos Santos, Pedro Jos Joaqoim,
Joo Comie. Anoa Adelaide, Jos T. da Costa Nu-
oes, Silv.no Sam'Anoa, J..'..quim Lamberte dos
Samos, Dr. Alvaro R. de Almeida Loz e 1 cria-
do, Dr. Dsoclides Moaro, Manoel L. da Silva,
lente Tbomaz W. H. J. Metralles, capitao Mar
nniano F. de Oliveira, sua senhora e 3 Blhos,
Joaquim Manoel. Mana T. de Jess, Florioe J. S.
Pessoa. B. W. Weiter, Crios Ferrlra, Rapbael
Goozaga, Feliciano Corola, Osear D. Diamanti-
no, ArtBur de C. Brillo, Aooa R. C. Britto, Joa-
quim P. Lopes, Antonio dos Passoa, Manoel An-
to.io A. P. Orneara, 18 pragaa e 11 peseoas de
suas familias, Dr, Antonia da Cruz Cordeiro e
sua senhora, Antooio Lamben, Nicolao Gabriel,
Honorato Chaves, Virgilio Barboza. Augusto, Ma-
ooel de Lima, Raulioo A. da Costa, Joao B. Me
deiros, Augusto A. Mello e 1 criado, Manoei Joa-
qoim Gouveia, sua senbira, sua ma e 3 irmSos,
ambrasma Mana, A. Francisco J. Poderet, Ma-
uoel do Espirito Sanio.
Gasa de DetenoftoMovimento dos p-e
sos da Casa de Deteogao do Recife, Estado de
Peroambuco, 20 e NovemDro de 1893.
Sxistiam 555, entraram 19, sabiram 26exis-
aciooaes 513, mulberes 15, estrangeiros 18.
Total 546.
Arragoados 441.
Boos 421.
Doentes 19.
Loncos 3.
Louca 0.
Total441.
Movimento na enfermara.
Ti eram baixa:
Odiloo Ferraz Gomes de Lima.
Rufino Das Mooteiro.
Hoapital Pedro IIO movimento desse
establecimeoto a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recife, no dia 20 de Novombro fei
o segointe :
Existan:.....647
Entraram..... 22
------ 669
grado
6 m. 26,'l
9 27,'t
12 > 27 ,'9
3 t. 27/4
6 > 26,6
nsao do Ihnm
vapur dade
18.8S 74
itt.70 73
20,36 73
21,09 77
19,20 74
Sahiram .
Falleceram
Existem .
, 21
... t
... 46
------669
Foratn Visitadas s enfermaras peltS segua-
is mdicos:
Dr. Parres Sobriobo, entrou s 7 da manhS e
sabio -- 8 hora3.
Dr M lanuis, entrn s 10 Ii2 da m?nn e sa-
bio < II 3,4
Dr. S.icOes.Birbsa. entrn s 10 da mcUha e
sanio as ll.
Dr. Berardo, eolroo s 9 3 4 Ja manhae sa-
bio s 10 i/2.
Or Ariioii'j Marques entrou s 3 1/2 da ma-
nta sabio as 11 3/4.
Dr. Lopes fesaoa, ^ntroa s 9 da rnanOS e ea-
bto ir 10l|2.
Dr Vieira da Cunta entrn as 10 da maofoS e
samo s 11 1.
Dr Andra.ii-Lima, eutrou 10 1,2 da roanhS
e *;-r.io s II 3,'i.
Or. Tavare ue Mello, entrou s 11 ta maahS
e sabia s 12.
naaite, euiron s 6 1/2 horas da manba e
s Cemllerio Publico:ObitUariodo dia 23
de Njveiinro
Mara Gi ne3 dd Oliveira, Pernambujo. 45 an-
uos, Boa-Vista.
Jotns'i Mara da Conceigo, ParDamriu'O, 60
aor>)s, viuva, S J s.
Frf'ppe Joj Ba-tos, frica, S7 lunis, Resi
fe.
Ma'la "!uj,ndja di Conieigo, i'ernsmiuiJ, 18
annos, solieira. Boa-Vuta.
J -So F'anc SCO dos SactJS. Bahia, 70 annos,
8ultefj Boa-Vala.
GOffiMUNlCADOS
A revjlta
Coafrange-se nos ooorago dlaote dos acloa de
canutbalismo que ha dous longos mezes tem sido
cosmetlidos por uma pequea frac^So Ja 0333a
armada nacional, qoe, se apoJeianio traigoeira-
m;nte dos mais paleles vso3 de guerra da ma
ri >na brazileira, desenrola oa bella Dim de
Guinabara a tragelia mii3 horripilante de que
tu exemolo ais memorias ensangucmalas da
nossa his'ona.
E esses piratas, e esses peralvilboa polticos
que urna rdeme canija devjra, u) Sitisfeitos
alada, cjotinaam a tipa lia- por sob-e o cada-
ve-es de tantas victima, prelealenda na
8; a ardencia feroz, transformar o Brasil n'um
vasto ceraiterio e n'om mon'o de ruinas.
Queta dea procaragao ai ex coitra aimiraota
Custod'j Jas ue Mello para mellar mS>s esta
ferocissima empresa qo-i tantas desgragas nos
lera causado e lo p.-ofaodaraente tem ablalo
os nossas creditoi na estraageira, com prejuizo
do pro.ress) g'-il. qae serta mais rpido, mais
A-HA e natu-al, se u5a fasi-m .eses obstculos
que haa de ser vencidos, raa:> que retardara a
oossa prosperidade poltica e "coiouio, proln-
zindo grandes perta-bagOes as fa-gis vr.aes do
paiz e suscitando inna eras difficuldades ao
triurapho dis verdadei-as ilas republicanas?
O ex-coatra ilrnirante q.u> figura praemi-
oente era neahura dos par ilos que pxistem no
B-azil, e a graoie maioria da nossa mirinha nao
solidaria cora o seu nediondi crime, minife3-
laodo se intonsa attaude igaabil que elle aa-
smaio na oahia lo Rio de. Imeiro.
Teoda se calloca.J.o lambem frente do movi-
mecto putriatico de 3 d Navembro, qae restan-
roo a Cao8lltuigo, foi canteraolado na org.ni-
88(80 miisienai, e mais tare, impelltio pela
sua desmeiuraJa vaiJadc e caprichos desarra-
soados, preteudeu impor aa b-'oemento Presi-
dente da Repblica medidas extravagantes que
o seu genio irascivel e transcecdeotalmeme am-
bicioso concebeu cota relago seigao do
Rio Jrande da Sul; mas tendo o glorioso ma-
recbal Fionano recusado os seus pemi;io30S
cooselnos, retirou se do goverao p-oai Hiendo
depois em carta-mantfesio, que todo o paiz leu,
nao intervir mais na poltica, na qual a sua for-
ga e o seu prestigio eram exclusivamente ofQ-
ciaes.
Isolado, pois tloba sido repudiado pelo gene-
roso partido que apoia o governo cnterioso do
illustre marecbal Ficr.ano e o partido adverso
nao receberia em sen seio o inimigo da vespera,
elle, o ex-conira-almiraolj, nao coalava com 0
apoio de nenhnm dos grupos polticas militan
tes.
Sequloao de poder, oode a sua voniaie e 08
seus caprichos domioem e amparado pala sua
alta patente, impellido pelos instinctos fe-ozes
de saa alma hedionda, aoimou-se a seduzir al-
guns militares ingenuos, e traigoeirameme apo-
rterou se dos mais potentes vasos de guerra e
intimando o giorioso presidente da Repblica a
deixar o governo, que elle taoto almeja, despo-
jou profusamente no Rio uma chava mees ante
de balas, qoe lanas monea tem feita e tantas
ruinas tem produzido-
Em nome de qu? principies, ero oome de qae
ideas est to criminosamente agtndo o Drazilei-
ro feroz que quer assaltar o poder ?
O ex-conlra almirante, na sua loucura perver-
sa, tem a ousadia de pretender representar os
sentimentos do pove, quando a nagao brazileira,
oppnmida pela angustia, cobre de impre:goes
o brazileiro degenerado, quaido a vluvez e a
orphaniade, na dor do Jeito e no borro' da mi-
seria, maldiz o canoibal qae regos'p-se ainda
por nao poder reduzir o paiz um extenso ce-
m'teno! .
E ainda ha braztleiros que apciam Umanna
brntalidadef
Para estes filhos espurios da patria, que, jul-
gando estar prxima a victoria da anarchia, pre-
parara se costa do suor do povo, suor gotteja-
do em trabalho rude mas honesto, e dar expao*
sao aos seus ioslinctos de odio e de vinganga,
necessaria a soa recluso, como elemen'os no-
civos no seio da sociedade, cojo socega procu-
rara perturbar com arligos meotiro?os e incendia-
rios e planos clandestinos de sedigSo, domina-
dos pelo pensamento de cahlrem as gragas do
ex-contra almirante, que, na vertigem de anas
ambigOes, elles jnlgam victorioso.
O paiz intelro, os bomeos sensatos e que as-
pirara para esta patria uma situago pretiha de
felicidades, fazem ardentes votos pela continua-
go no governo do inclyto marecbal Flofiano,
om dos patriotas que firmaram a nossa indepen-
dencia, em nome do direito social, accordaodo 0
paiz qoe adormeca n'oma estril servidao de
mais de meio seculo.
A alma nacional, profundamente agitada, ana
themati8a, na vehemencia do patriotisiio, o de-
generado braiileiro, que seraeaado % devastaco
e perturbando tao inteosamente a traoiuillida-

i

.




V,
.




'

.
-
/


Diario

de da familia brsitleirs, excita reqoeo es e jos
tas ipfltgnace?. .
B emqoanio as laclas erdem, emqaanlo a cal-
amiiade dora, o espirito e o confito, ooedeceodo
aoa sedimentos da oatorea, deplora as ruina*
experimenta a magna mals profunda diante o>
Uotas victimaB, e reoellindo e amaldicoaodo o
ambicioso e perverso braiileiro, fatem ardtnie*
votos para qoe triompbem o direito e a josuca,
para qne iriownho a cansa da legali-lade, perso
niHcada no ioclyto tnarechal Flo-iaoo.
Pernamoucano* I Saudemoa coa toa a effn-
Bao de nnsfas almas ao glorioso govaroador des-
te Estido. cerno representante do goveroo leg-l,
aflm de qne o nosso echo, repercotiodo no Rio.
aquella co'aeo*s pat-iotas saibam q le nos oa..
somos om rovo iosensivel e iniftVreote as Stw-
grajis -la patria, e qne etiematieatnos a revoita
eacabejaJa por uai hjmem, qne devia ser o
mantenedor de oossas lea e nao rasgil-as tao
crimioosamenie no meio de orna sedigo que
tantos males nos tem candado.
Viva o ma-ecbal Flonano Penlo 1
Viva u (overoador do Estado !
Recite, 16 de Novunbro de 1893.
Benjamn Constant.
MUS1CIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
22 de Novembro
1851-Em Verona, no tlieatro N'uovo vai a
scena a grande opera Fiorina de Pedrotti.
1831 La Perle da Hrezil opera de Feli-
Ciaao David, apparece no Lyrique de Paris.
1839 -Horre era Cassel, o componista Sphor,
defraudo muitos trabalhos de grande mereci-
mento.
1873 O maestro San Giorgio, taz representar
no tlieatro Dal Verme de Milo. a sua opera
Giuseppe Balsamo .
1891 -Em Alexandria obtem grande successo
a Cavallaria Rusticana de Masoagni.
1892 Em Roma canta-so a opera Rantzau
de Mucagni.
A ORIGEM DA MSICA MILITAR
E' da mais remota antiguidade a origem da
msica militar. Todos os antigos povos tinham
os seus instrumentos e os seus cantos nacionaes.
Estes cantos traziam sempre a lembranca servi-
ros eminentes prestados patria, batalhas me-
morareis ou assedios famosos. O nomc do sol-
dado e do Official que se tnharn distinguido por
acees brilbanteS ligura\a ao lado do general
que os diriga.
Entre os cortanos, o liymno de Castor e-a o
signa) de combate ; os romanos tomuvam as ci-
dades ao som da trombeta c da trompa ; os egy-
pdos, 08 arabos e os germanos combatiamao
ruido do tamboril e ao som da flauta, dos cm-
balos doclarim. Os gregostoham tirado os
quatro tona principaes da sua msica dos phry-
gioa e .los lvdios: o primeiro d'estes tons, mui-
to grave, era o que empregavam na guerra e
na3 eerimonbas publicas.
Nos tempos antigos, e entre os dilTerentes
poros, cada instrumento Unta seu destino par-
ticular. Os chinen* enipregavam na sua mu-
sica guerreira os -guiaos e as campai-
0bas>. EntW os romanos a corneta lembrava
a hora de se levantar o acampamento: a bu-
zina annunciava a ebegada do general; a
trombeta indicava a leunifio das tropas; a
i trompa era o signa da retirada. Era ao
estrepid i d'estes instrumentos dissonantes, agu-
dos e ruidosos que elles se precipitavwn sobre
as fileiras inimigas. Entre os egypeios, ascam-
painfaas serviam Juntamente com o tambonl
paracompor urna especie de harmona militar.
Finalmente, a milicia dos bebreus Bervia-se
tambem da trompa e da trombeta do t\m-
pano e de mu instrumento mais ou menos se-
,io o trombone antigo.
pelo tempo da conquista das Gallias, a msica
Jas legiOes romanas traba fetto notaseis pro
SSOs, mas dsele essa t'poca tornou-se cuela
vez mais fraca. A milicia dos rraneos conser-
vou o clarin e a trombeta das tropas de
Cesar, mas o u~e d.i msica tinha-se perdido
insensivelmente nos exercitos. No principio da
lia, os instrumentos conservados nao
am gen&O pan reunir os soldados, para os
mar a combate, ou para Ibes fazer supportar
alegremente as fadigas da marcha. Entilo, o
methodo dos romanos -linlia desapparecidu in-
eiramente. Entretanto os menestreis francezes
pBUSiCOS ambulantes), ucompar avam algumas
vezes as tropas guerra. Os seus instrumentos
erara a rabeca (pequea viola de tres cor-
das), a gaita de folies a a < flauta pas-
toril
pelo auno de 1330 principien a estar em uso o
clarim instrumento de que se serviam os
mouros e que estes haviam transmit ido aos
portugueses. A corneta outro instrumento
de guerra dos antigos, tornou a apparecer por
esse tempo. Foi tambera n'essa poca que as
bandas de aventureiros italianos tornaran) a fa-
zer uso da msica militar, que em breve devia
diffundir-se pelas outras naces da Europa. Os
aventureiros ilalianos acompanhavam o tam-
boril com o pfano a jombarda e o
galubete (especie de pequeas (lautas, feitas
imitaco das dos autigos). O tamboril to-
ca va-se com urna s vaqueta
Pelos fins do sceulo \VI comecou-se a servir
de urna msica regular nos exercitos. A mu-
seta especie de gaita de folies, inventada no
seculo XIII, e a rabeca, fizeram parte d'clla des-
de 0 principio do seculo XVI. A invengao d'este
primeiro instrumento pertence aos habitantes
dos Alpes c aos piemonlezes.
Em 1333 os suissos [introduziram em Franca o
uso do pfano que servia para acompanhar
os tamboris No seculo XVII foi dado o oboe,
instrumento de origem aliem, aos dragues e s
dus companhias de mosqueteros da guarda
real. Os primeiros tiveram tambem a gaita de
folies instrumento muito antigo, em uso entre
0% habitantes das montanhas do norte da Eu-
xofi.
Nos devemos os timbales aos onentaes e
aos hngaros, o Fagote a flauta e a
tambor aos italianos; atrompa da forma
moderaa aos hanoverianos es cmbalos ou
pratiohOB e o bombo aos turcos.
A reuniao d'estes iustrumeutos com a trom-
beta de cavallaria, constitua, ao principio do
sceulo XVIII, todo o systema musical as tropas.
Entao cada arma e cada companhia tinha a sua
msica particular. O tambor o pi'ano ,
a trompa o fagote o bombo e os
cmbalos pertencam mais especialmente
infantaria ; a trombeta o oboe a gai-
ta de folies e os timbales cavallaria. O
fagote o obo*, a trompa e a trom-
beta eram indifferentemente empregados por
ambas as armas.
Foi pelo meiado de 1766 que principiou a dar-
se a cada regiment urna msica e_ta compu-
nha-se de todos os instruir ntos que at-4 entao
haviam pertencido s companhias ou fraces
dos corpos ; os individuos que d'ella faziam
parte hcarara adddos aos estados-maiores des-
ses corpos. A clarineta inventada por um
habitante de Nuremberg no principio de seculo
XVIII, nao entrou as msicas militares, parti-
cularmente em Franga, seno em 1755. A prin-
cipio foi-lbe dado o nome de clarinete O
tambor basco antigo instrumento de que os
biscainhos pretendem ser inventores, a caixa de
rufo, o serpentao inventado em J590 imi-
tago da cometa, o triangulo, que era o cm-
balo da idade media, o chapto chinez que
consista em urai haste de raadeira montada de
um chap'o chinez de lato, guarnecido de gui-
zos e campaiuhas, e o trombone entraram
succe3sivaraente as msicas militares dos ex-
recitos europeus. Foi especialmente desde t79J
que 'a msica militar adquiri um grande des-
envolvimento era Franga. A introduego recen-
te de muitos aperfeigoamentos tem produzido
urna completa revolugo na harmona militar,
augmentando a forga e o effeito dos instrumen-
tos de metal hoje era uso.
E' reconbecida a ulilidade das bandas milita-
res quer as marchas dos regimentos, quer nos
combates. Iudispensavel na intantaria, nao pa-
rece, porm, sel-o na cavallaria e na artilharia.
Foi por isso que logo no principio do Consulado
Ronaparte fez supprimir a msica cm todos os
regimentos de cavallaria franceza.
LITTERATuP
Fiat lux
Arada teirj a alma extasiada
e sinto arada no eu peit.i ardeote
assim como o romper de orna alvorada
oo um jorro de sol encande-ceott!...
Como que vejo inp*ppra1anarale
Cbeu de luz a pavorosa e-iirada
que anda hootem meo scismar descrele
vn de spectro e embras povoada !...
indago a CMSf da iofelii mndanga,
pergantoae eoraefto po*q e aescanga
e cania e roiga e r. c-jm tanto ardor,
e um nome ^i meo co'agj murmura,
ebrio de ara jr, de exase e. veotura !...
E' teu aoflia gect 1, canaiJa flor...
10 deNjvembrode 1893.
SEVERIN. BARBOSA.
Minli'alma em fe Ata
Td;> orri. a coit'dSo ru c ?a
Vui ujs ty-js d>ta w;l-aa ras'ada...
A Ivz rioa CrtUielaDro.-', pratew1,
V-i cotiMo lo :. teta pnrano-a!
E tu Wji;as tambem^.. e fascinada
Te deixas ir na onda rumorosa...
Ao n. ,_ ..,.<> ctMstra narmoiiiosa
Q c j e Hnpassada.
EeatqaaotO! ..a de mil flore?, vega
Cono no c .. .. yatlcoa cantores
O flc pitee, ^.-t, ado, reg .,
de luares,
ira n -f a,
- tX'.steada o raumos rezares!
MAXiEL AKAO
GBR681SA J'B1C1ARIA
Svpeilor iTriiiuaal da Jastc ,
E-AO ORDINARIA EM 21 DE OVBUBRO
PE 1893
PRESI>ESCIA DO 88. DE. FRANCISCO LUIZ
Secretavo interino Dr. A'iertJ Cocho
A's horas do cosame presentes os S*s. jinzes
m oamero legal e o Dr. procurador peral do
Eot do, foi a berta .i se^o, d^pois de lida e ap-
orovaa a acta <;a aotecedeute.
Distribuidos e patMdMW feitos, der^m-se o
seuraies
JDLGAMSNT03
Recurso crime :
D- G avaiABecorreote j ;a z recorrido Jos
Pereira da Silva Barreto. Relatar o juiz Caldas
Bjr.^tDea se provioieLo, coa'.ra o vj'.o do
relato-.
AppellagOes crimes:
De .lia.^y-Appebn'es AToalo Lourengo
lira, appellada a joslck. Relator o
jaiz Cota Ririeiro.Dej se prov msQtj parase
annollar o p o'e-8J aa ponuocia em diaote.
De S. Lou eugoAppellante o promotor pn
biicj. aOPeilBdo Braz Oorrea de Araujo. Relato-
o juiz Odas Barreto.Man raa-se a novo jury,
.11 "'memente.
D? Janoa oAppellaate J;j Coimbra de
Araujo. appt-l.adaa jostig*. Rlito- ojoiz Caldas
Barreto. Manuon-be a novo jary, pelj voto de
Minerva.
De OilndaAppellante o promotor publico,
appMIa.io Manoel Jos tarcia. Relatar ojoiz
T ixeira de ,-. Coofirmou-se a seotenga, unni-
memente.
Appellago civel:
Do R-cifeAppellante Jo Thomax da Costa,
aopellado Antonio de Souz-\ Ohveira. Relator o
jiz Caros Vaz Revisores osjaizes GalvSo e Tei-
xeira de Sa.Uootirmoase a sentenga, unni-
memente.
Appellago commercial:
Do Recite Appellante Jos Joaqolm Cavalcan-
te Lio*, aopellalo lAa Ca-neiro LeitSo de Mello.
Relator o jo z Galvo. Revisores os joizes Costa
Ribeiro e Teixeira de Sa.Foram despresados
os embart/cB contra o voto do relator.
Reclamago de aotigodsde:
Do juii de direito Fanisiaco Altino Correia de
Araujo. Relator o juiz Caldas Barreto.Foi at-
tendida a reclanagaj, onanimeraente.
PA88AGENS
Do joit Galvo ao juii Costa Ribeiro.
Appellago civel: ...
Do RecitaAppellante a jauta administrativa
da Santa Casa de Misericordia, appellado Fran
cisco Soares Qaintas.
Do juii Teixeira de S ao jai Caldas Bar-
reto :
Appellago crime :
Do LimoetroAppellante JoSo Francisco da
Silva, appellada a jostiga.
Appellago civel :
Do ReciteAppellantes ErneBto Leopoldo,
appellados Papoola 4 Irmo.
Do jmz Almeida ao jais Carlos Vaz:
Conflicto de jarisdicc':
Entre os jn-ze de direito de S. Bento e Pa
nellas oo Qmpap.
Appellagio civel:
De TaqoaretiogaAppellante Marcelino Jos
Vicen'e, appellado Flix los Teixeira.
Ao ]ui Galvo: *___t jj ^, 9"
Appellago civel :
Du ReciteAppellante Jos Soares de Amaral,
appelladj Aifjnio Jos Maraado.
DILIGENCIAS
Com viva as partes:
AppellagOes civeis :
Ud VicioruAppellante Francisca Jos Mir
lies. apuelUdo Mraoel Jis Velloso.
Dj R C'frt-Aopellante Mmoel Lapas Perrei*
ra. apnellado o jaiso.
Di Re-ife-Ayiiel an'.e Mraoel Jjaqaim Pes>
Boa anpelUda a 1 'te dencia Maoicipal.
Dj ReciteAppellante a directora do Derby
Ciwo d'Peroamooco, appellado Henrique Jac-
ijcea S tiuitl.
De Asna PretaAppellante D. Afra Eaeenia
Vieira Pedrnsa. appsllada D. Anta Veneravel Da-
tiva.
DISTRlBig Aggravo3 de petigao :
Ao jais Galvo :
Dj R^c feAggravante Alfredo Baptista de
3a. agxravada a Fazeida do Estdlo.
Ao juiz Teixeira de S :
Do R-cife Agg.-aviU'e 'Janoel Dias da Sil 7a,
apoellad > Anto no Jas Machado.
Ao joiz Odas Barreto :
Do Recite Aegravanie a Fazeoda do Estado,
ageravado st.mo-i Moreira Res.
Carta testemunhavel
Ao juiz Or-m V-iz :
Du ReciteAgravante Liberato Flix de Sou-
sa, aggravado o juno do commercto.
Aggravo de instrumento:
Ao juiz Costa Ribeiro :
Da LimoeiroAggravaote Antonio Candido
de liveir?, aKgravado Pddro Alves do Nascl-
meoiu F'lbo.
AppellagOes crimes:
u j >is varios Vas :
D Gl.iria do GiftAppellante Agrinino Ca
falcante de Aloaq .eqae. appdliada a justica.
Ao juiz Galvo :
De S. BenioAppellante Antonio Carueiro de
Moraes, appellada aju-tiga.
AppellagOes civeis :
Ao juiz Tiixeira d S :
De OlindaAppel.aoie a Baroneza de Tacara
na. appellado Flo-encio Domiogues da Silva.
Di V.tco-'aAppellante Francisco Jos Mar-
eras, appellado Manoel Jos Velloso.
Aj juiz Caldas Barreto:
De Na*areinAaoellaut^s Senas Irmos e ou-
tro-, ppeilado Jjao Francisco do Carmo.
Ao juiz Almeida:
De S. Loare g-> Appllinte o Raro de Naz-
retn. appellado Jos Pedro de Malto.
Ao jan Carlos Vaz :
Do CaouAppellante Antonio Fernandes e
Carros Lyra, appellada D. Mana Carlota de Pi-
i.lio B itges.
Ao juiz Galvo :
Do Recite-Appellaate a directora do Derby
Cluo de Peroarnunco, aapellada Horlqoe Jac-
quus S na el.
Ao juiz Costa Ribeiro :
De Palaoaies-AoprilUate Jiajuuu Geminiano
Paes Birreto, appellados Carlos da Silva Faria e
ou'rus.
Eacerroa-se a sessSo 1 hora e 30 minutas
da tarde.
SPORT
llippodromo do Campo
Grande
Eia a inscripgJo da 8.a corrida do Hip-
podromo do vnipo Guando a realisar sa
no domiugo 26 do corrate :
2- pareo Derby Club de Pernaaibcco
1.010 metros. Mauri y Hagaanote
AvcQtureiro=-3erlim e t*i>ylaaipo.
3. pareoPra^ Pernambisaa-o 1-050
metros Tuao- AUy Stope* Ida
Toreo 2 Av^ntureiro Pigmeu e Ber-
lim.
4 pareoa Jornal do R^cifs 1.250
meti-03. MalaioPirata Coioeuo Ma-
langa Froatia e 3 -t& F"
5 .., t>iria du P-rr.arnbnc.'
1.600 metros Ruy Blas Pontable
Bismarck 2.Patchouly Frontn e San-
ta F.
6. pareotGazet* da Tardo 1.000
metro*. Phanaeu Vingador M-rcjo
2."-Riy B!aa Piraly- TaiaBO o-T.-
bario'JoaformeCi;go e Oaro Preto.
7. pareo A Provincia 1.000 metroa
Yb =Platina .Varrisqu-m Seductor
Fa;.tachjPuilommo e TjuIo.
8 pareo Gazeta do Recife 800 me-
tro1. PlannaA juilsbam 2."T Toulon e Seductor.
VARIEDADES
o gaucho na Kepub! ea
Argeaiiaa
NSo ha classe mJia m Repblica Ar-
ge"t;r" esa^eva un oorresp ra^le-1^ para
a Ksvista InglezaQuen excepto ii.s
eraodea c dados corno Buenos Ayres e
Roarii, onde ha numeroso* estraageiros
A communidado se diviij em clasae rica
e clfisse pobre.
As priroeiras compem-33 princ p .!-
monte de proprietarits ruraea, muitos das
qaaes, to avia, com quantos t.do: de
vastas pri^redades, teriam grande diffi-
culdades em dispor de quantia tSo dimi-
nuta orno 50 libras ea dinheiro de chu-
tado. As claases pobres acham-se s
veses em u & oiiseravei estado do pobreza
e vivem em cabaoas oa ranchos, segundo
o chamam, edificadas da lodo a paos a
pique, quasi sempre sem jpaella* nem
portas, com as paredes e o testo frequen
temeata ch-bs de buracos de todos os
tamanhos, pelos quaes entra assob.--.odo
selvage mete o ve ato Irio do invern.
Os habit ates destas miseraveis habitabas
alimentam-se com furinha de milho e
oarr e de vacoa.
Com a primeira, depois de hav-'a pi-
sado em pilao primitivo de madeira dar,
com urna mao do mesmo material, f'azem
urna especie de pao. A carne de vaca
ou cosinham-na, un aisam-na as brasas,
obamando-se a carne cozida puchero ;
oomida depoia do caldo em qoe foi aeroi
de. Os homena bebem sempre que tm oc-
eaaiSo, espiritos e vinho de mi qualidade,
que se enoontram as pequeas looaa-
das espalhadss pelos campos. Os horneas
da olasse baiza, que vivem principalmente
no campo, se chamam gauchos, e aa mu-
lheres chinas, sendo ambos em eral tao
trigueiros, alguna delles quasi tao pretos
oomo negros, indicando todos a ana ori-
gem india. O vestuario do gaucho
muito pittoresco, constando de camisa do
linho branoo e calcas largas em forma de
sacco, que se prendera oa cintura por om
largo cinto coberto de moedas de prata.
Mettido neste cinto, atrs uiam da um
longo punhal oa faces chuado machete,
e na frente trasem um revlver. Nos
hombros atiram o poncho, que ama capa
oo m um ha rano no meio travos do qual
pasea a oabeca e qne freqasntemsate
hstraio de corai bnlhaaies. Botas ox-
pridas oom grandes espraa de prata e
om sombrero de abas largas oompletam a
vestimenta dette semi-bsrbaro. Em oo-
casiSas, quando elle quer fsasr fijara, o
nosao gaucho p3a de 'ado as saas calcas
largas, a mette-ss em calesa brancas de
linho com babados da renda, que cahem
por sobre os oaubSst das botas de mon-
tana. Por oim destas, elle amarra o
poncho preto de modo p?rtoalar, em ves
de caigas. Todo 8*4, oom a add^cSo de
um bailo vicua ou gutnaeo poncho, fasem
daataoar muito a sua figura.
Muitos destei individuos sao de appn-
reocia extremamente feroz. Como ex-
ornlo da sua bruttlidade, oitarei o caso
de um antigo oonhecido meo, qoe se
oasou oom urna fifia lo ptis. Prese
que um primo da mulher sa apaixouara
violentamente por ella, e afim de prepa-
rar a morte do rival, mandoa a meo
am go urna carta, como se partase da um
lavrador que morasse a curta distan ia,
maroando-lhe una entrevista para certo
dia. O iatelis mogo, nao saspeitand
nada de mal, tornou o trem para a estagSo
mais prxima o lagar marcado, onde o
foi encontrar om pen, oa criado, com um
cavallo, em que elle parti para o sup-
posto destino. Mas, ao chegar a nm
lugar da estrada que, por causa dos ar-
bustos espesaos qoe a bordavSo, offerecia
posig3o exaallanta para urna emboscada,
o riva1, oooulto e oovarde, viaaudo-o fra-
mente, metteu ama bala na cabega do
desgranado. Nao contente com isto, o co-
varda vilIZa puxou da faca e quasi que
separou a cabega do cadver. Aprat-me
diz jr, o mtudo, que os prinoipaes autores
deBte cruel axsasainato, o gaucho, o pen
e a mu'her que se vio implicada nessa
tragedia foram presos e pagaram a pena
do sea crime. Por outro lado, porm,
crimes semalhantes sao frequentemente
commettidos em deles* propria, quer tea
taodo encapar dos officiaes de justiga, que
frequenteminte prendem um individuo
para fina partic llares, como no caso de
um gadeho chm^d > Toledo, que lora ac-
cusado sen rasao alguma de assaltar ama
casa prxima casa oi quo eu m irava.
Estava se divertindo em urna pequea
venda, quando os ofii;iaea de polioia or-
denaram-lhe q ie os asomp^nhasse. Eli',
comtuJj, disobedecaa, e os polisias parti-
ram mas vetando logo depois cam u a te-
nente, resolvido a levar comsigo o gaucho.
Iatimando u a que viasse sua presenga,
sam apear se do cavallo, o oficial pu^oo
do revlver e esperou por Tjledr, que sa-
bio pouco depois d* vanda e pjrguat&u o
que ella quera. O tenante respondeu que
elle devia aoompaohal-os PMcia ou
aoffr^r as coBsequaocus, e como o gtibo
desobedecer, ella fez fogo contra elle
com o revlver. A' vista disso, Toledo
tirando o machete, atirou-se sobre o offi-
cial, fazeado-lbe primeirameoto umi te-
rid-i mortal, e depois, voltaada-sa para os
policiiis, cooseguio tenr e desai'ujar tros,
e depoia tugio sem cada soffrer.
lEMOilUL
Cha especial
3Eiirt;a < Bol g
O ".ha e?1,f,,al, <3"e re<:b mnalmen>
Bazar ca Boa-Vista a ra da Imperatrii n. 88
o raelhor que vem ao mercado, e, vende-se
fi'M a libra.
IVA Uf lUMlA
D.18 Ra Larga do H CAMPOS & Ma'IA
Nem eoatesta^o
Chapehria Raphael
qasm maior e mais me demo sortimeuo tem de
Cnapos de todas as qaalHades.
Capolas de seda, palba e dores;
Toacas o chapaos pbaataam r>ara crc-angas.
avatis, floP8, plumas e passaros.
A'gr.ne3 phaniasia para perneados.
Gazes e veos de todas as cor -s. etc., etc., etc.
SRa do Baro da Victoria2
BAZAR
BOA-VISTA
RA DA IMPFRATRIZ N.88
icaba Je receber a altima novidade em
6BAVATAS
GRAVAT4S de samDraia branca.
GRAVATAS de camnraia de cores.
G-aVaTA^ de stda de cores.
GRWATAS d seda branca.
G'AVATAS de 8'da preta.
GRAVuTaS de seda crepon.
GRAVITAS mantas eseoepras.
B1SCUITS
Lindo sortimeoto Je objer.to^de bisenits pro-
prios para ornato de salas, eofeilM de toillet e
esoeciaes oara .pra-eate*. ____
OBRAS DE ELECTROPLET
sgRvicos para cb.
bandejas para copos.
ALVA. LICOBBlROa.
BANDE'JAS n t- pao.
P0ETA-CABT58S, Howaiaos, posta aaraACTOs,
ricos tistkiros e diversos objectos para presen-
ESPARTILHOS
Esjartilhos do meiuor taincante, em seda e
algortao.
MEIAS preta e de cores paraborneas, 38-
nboras e cnaogas.
LEQOEe veotarolas.
BENGALASpar* hrTiens e meniaos.
RENDAS
Grande sortimeato de bioscremes, braacoi
ede cores.
Galoes, fitas e bordados brancos e de
odres
PERFUMARAS
Graade sortimeato de perfumaras dos memo-
res fabricantes.
Espelhos
fabri-
Espelhos grandes para salaBliatdo
cante H. MARTIN.
LENCOS de cambrala de linho e seda.
CHAPE03 e CAPOTAS para senhoras a......
TOALHAS, BOECAS e ontros BBJNQEDOS
oara enancas. ___
ESTOJOS para costaras, CARTEIRAS, THE
SOURAS tinas para costaras.
PENTES de travessa em tartaruga.
ESCOVAS para cabello, roapa, nahas e dan-
tag
VUNROS E COLLARIbHOS^LWHO
JARROS de luoca e Biscoit.
COBO 4 MOBTIABIAS
Liodsa capelias e cruxes mortaartas.
VBLOaPEDES e CARROS para criaocas.
Alfredo, Oanches & C.
INDICARES TEIS
odeos
Dr. Amaro Wanderley, d consultas
de 10 1 hora, oa ra da Cadeia u. 3
l. andar, telephone n. 558.
ResidenciaRa Direita rr 41 ero
Afogados,
Dr. Joaqun Loureiro medico pariei
jo, consultorio ra du Cadug o. 14,
resideucia na Cas r'orte n. 5. casa de
azulejo, defrool'* da igreja da Garopioa.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria a. 39 das 10
horas da manha l.da tarde. Achan-
do-se fra do servido publico offerece-se
para acudir a qualquer chamado com
promplido para fora da cidade, Espe-
ialidade, operacoes, p trios e molestias
de senhoras e meninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperalriz n.
6, d Jconsultas medico-cirurgicas lodos
os dias das 8 meio dia, menos nos
domingos e dias santificados.
Dr. Arthur Cavalcan. da consullas
ra do Mrquez de Onda u. 3. 1*
andar, de l s 3 horas da tarde. Resi-
denciaRa da Imperalriz n. 11 1.
andar.
Telephone (no consultorio^ n. 558.
O Dr. Simplicio Mavignier tem c
seu consultorio ra Mrquez de Olioda
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appare-
Iho respiratorio, fobre e da pello.
Consultas das 9 as 11 na phartnacia
Miuerva, largo do Terco e era seu con-
sultorio das 12 s 3 da (arde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
criplo.
Telephone n .5ft6.
Occulistas
Dr. Ferreira, com prilica nos princi-
paes hospitaes e dioica de Paris e Lon-
dres, d consultas todos dia das 11 1
hora da tarde.
Consultorio e residencia ra Larga
do Rosario n. 20.
Dr. Barreto Sampato occul ila.
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
indar da roa do Baro da Victoria n.
51.
Residencia a ra Sele de Selembro n.
3i, entrada pela ra da Saudade n. 25
Dr. Pe> eir do Suva cliegado de,
Pars ; com p-ai>ca uai clnicas e Dr.
Whecker e Landolt, d consultas de l s
4 horas da tarde a ra do Imperador n.
63. primeiro andar.
Telephone n. 588. Residencia Ca-
vang.
Cliaiea de molestias de olhos
ouvidos e nariz.
0 Or. Pedro Puntual, ex-chefe de cl-
nica do professor Wecker. de volla de
sua viagera a Europa, lera seu consulto-
rio ra Nova n. 18. primeiro andar.
Consultas de 1 s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Drogaras
Francisco Manoel da Siloa & C
depositarios de todos as especialidades
pharruaceuticas, liutas, droga, productos
chimicos e outros medicamentos horaeo-
patieos, ra Mrquez d Oliuda u. 23,
Guimaraes Braga 6f C. Ra Larga
do Rosario n. 34 tem grande deposito da
objectos pertenrentes aogenero.
Fdria Sobrinho & C, droguistas por
taacado. ra do Mrquez do Oliuda al4.
I'Iblicuoe a mm
A.0 p u buco
H"J3, qie o p;s atrave.isa ama qnadra
verd.Jw!ra.j33te anorml, ch'ia de estre-
macinjentos polticos e cosp-a^Ses so-
oiaes ; hoje_ oue nos hosontes do Brazil,
veem-sa aaastel'adaa nuvanj negras a to!-
dar-lhe o bello co aaul dos palmares ; a
nenhuso cidadao licito fic-;r em quarteis
de invern, a ninguem licito fi-ar taac-
tivo.
E deatre os bravos, os mais bravos
team o dever sagrado da ser os pri-
meiros a direm o primsiro p.sso.
Aiaim, satos corto, da que os meas
concidadSos nao lovarJto a m*\, qaa oomo
braji'eiro, peroam acoo. e oomo um dos
mais humildes me-obros do grando e ge-
neroso partido republicano de Pernambu-
co venha articalar ama p^lavra com que
exprima o que sinto, e marilaste oque
pens, oom relagao ao i patritico mov-
meato, operado no da 6 de Site abro por
um parte da nossa gloriosa armada tao
enrequeoida ia tr*dicc5e3 herocs, e de
que est2) seodo theatro as agoas da lioda
baha da Gaanabara, e que tem por chefe,
o oontra-a!mirante Custodio de Mello.
Contrario a todo e qua quer movimento
de reacQSo, quando nSo tende para o bem
publico e salvacSo da patris, sou solidario
com o magistral manifest de man llastre
chefe, o Exm. Sr. Dr. Martins Juaior, e
com a mxima lealdade o acompanho na
exposigilo lgica e indestraoivel dos tac-
tos, que o levaram a nao approvar a revo-
locko, por qaanto en, na convivencia di
certos amigos manifestava a minha nSo
adhesao a revolusSo, dando como rasSo,
alm de outras que calam aomenta com
migo, quasi qua as mesmas causas, nao,
oom aqaellas palavras ale va atadas de que
sempre oostama usar o mea preclaro
chefe, porque oomo sabem, onde voam
aguias, as ndorinhaa,se.elevar nao podem.
Quem de bda f nos dir, qaal o espi-
rito obseoado, se nao pela paixSo partida-
ria, oa pelo gosto de ver correr o aangae
de irmSos, nos diri repito, qae o Mare-
ohal Floriano nSo tinha o direito de oom a
constituido as maos negar o seu voto a
urna le do Congresso ?
NSo foi s propria oonstituioSi qae o or-
denen a intervir nos negocios do Bio
Grande ?
E, se assim oomo se quer justificar a
revolugo por taes motivos, e que o mare-
ohal estava em verdadeira dictadora ?
Pois diotador quem compre e fas
exeoutar a oonatituioao, da qual elle i
'seu primeiro guarda ?
E-nquanto aos negocios de mea pobre
Pernambuco, o almirante foi malicioso em
oto se lembrar delles, porque, e quando
posto a roa das amarguras, tragando O
amargo oalix da nterveoco nos negocios
de Parnambueo, o marechal Floriano ers
endeosado pelos adeptos hojedarevolaoBs,
por manter no pider o Exm Sr. Dr.
Karbnsa Lima, saspsnso por ama lei do
Congresso.
E seria urna revologSo ? NSo, sem duvida !
O partido republicano, teve a coragem
para desprender-se de todas as posicSas,
para esperar no ostracismo pelo dia da
repararlo, por quanto se o tnarechal bavia
errado, errare humanum est, e nimia por
seme'hante motivo sconseibaria ama re-
^oIuqSo de irmSos contra irmSos, o que
desivani os pescadores das aguas ?!
Assim, pois, ao laio d'aquelle qae foi
investido do poder legal a 23 de Novem
bro, fac.i votos pelo acabamento dassa
lata fratrecida. E vos oh I marechal pela
vossa honra, pela honra desta patria to
perseguida, salvai a Repblica !
Recife, 23 de Novembro de 1893.
Parizio de Valladares
Elei Dos devotos que no anno de 1894 toa de
festej *r o glorioso martyr S. S abastiBs
que ae venera na matriz de S. Loaren-
da Matta.
Juis por eleiclo
Majar Jos Geminiano de Araujo Pi-
nheiro.
Juisa por elegSo
A Exma. Sra. D. Argemira, esposa do
IIIm. Sr. Dr. Luis Salasar da Veiga
Pessoa.
KBcrivSo par eleijSo
Professor Antonio Nobra de Almeida Cas-
tro.
EscrivSs por elei$So
A Exmap Sras DD. :
Candida Enthalia de Almeida.
Ana Maria Correia de Araujo.
lindina Wanderley de Albaqaerqae Ma-
ranhts.
Mor domos
Os lllma. Srs. :
Desembargador Hermogenes Scrates Ta-
vsr. s de Vasaoncellos.
Dr. J s Maria de Albuqnerque Mello.
Dr. Felippe Nery da Silva Jnior.
Li'z Ernesto de Fran? Casanova.
i^adro Marques da Silva.
J i3o Claudi' Martina Pereira.
Laurentioo Mauricio Wanderley.
lanoel dos Sanios 3essoni.
J is Ignacio de Miranda e Albaqaerqae.
CapitSo Haarquo Prxedes le Barros.
Mordomas
As Sxms. S.-as. DD :
Isabel R >sa da Mello.
Z lmira Vi-ira Maciel.
.Maria Irene da Silva.
Donatl Correia de Mello.
Mara de Jess Paes Barretto .
At-\ Miria P>queno Paes Barretto.
lindina Di^s Campello.
Eroest ia D hs Campello.
AaaaSiphia do Reg Meieiros.
Carolina, fi ha do Sr. Garoncio dos Santos
Tex-! ra.
Svangnna Ras da Silva.
Maria Cl ra Tavari-s da Silva.
Maria Taereza do Reg Barros.
Candida dos Santos B'ssoni.
renga Can! da dos Santos ^essoni.
Riti do S a Aibuqu rque.
Th z: doSae Alb-iq'ierqoe.
Mara Anno&siada da Fonseca.
Pamp^hn Cav-lc nte de B. e Silva.
lvi-a C>rreia de Araujo.
Izbwl Virginia do Nascimetito.
Arcid-a ice da Silva.
Aaoa Tavares Gomas da Araujo.
Antonia L'aTares Gomes de Araujo.
J.sapaa, ..sposa do Sr. JjSo Ccrreia dos
Prazt ros,
J i:'sas por devoro
Os Iiima Ss. : _
RvJin. oonego Aatoaio Domingae3 de V.
Arag3o.
R'dm tr- Augusto da Imroacubda Con-
cai^So A'ves.
Rvdm. vigar o Manoe! Dcusdedit d'Araujo
Pereira.
Tenante coro :el Sufiao Correia dos Pra-
sere? Melle.
Cironal Joa Doarte de Albaquerque Ma-
ranhfto.
Emygjio Antonio da Rocha.
Dr. J s de Miranda Cario.
Or. Manoel de S Antunes.
D.-. Aosberto Rodrigues de Passo.
Arthur Moreira D;as.
Dr. Francisco de P.ula Corraia d'Araajo.
Dr. Kduardo Estanislao da C-sta.
laptte M-noel Correia da Araujo.
J >So Francisco Correia de Araajo.
Manoal Umbellino Ferreira da Silva.
C.'nmendador Albino da Silva Lasl.
^ommendador Bernardino Gomes de Car-
valho. '
Majjr J" Ce entino Bizarra de Mello.
Maestro Polycarpo Rosa.
Manoel Francisco da Costa.
J iz vi por devosSo
As Exmas Sras. DD :
Daolina Cavalcante Carneiro da Caoba.
Cecilia, esposa do Sr. Dr. Timolelo Peres
da Albuquerque MaranhSo.
Maria Rita, esposa do Sr. Augusto Cor-
reia de Araujo.
Francisca, esposa do oapitSo JoSo Benigno
Pereira do Lago.
Emilia Rosa TorreSo.
Aquilina dos Santos BaBSooi.
Henriqaeta, esposa do Sr. JoSo Walfrido
de M-sdairos.
Maria Aureliana da Silva.
Deolinda, esposa do oapitSo Justino Epa-
minondss da AssumpoSo Noves.
Benemerta, esposa de Dr. JoSo Aagusto
do Rgo Barros.
Josepbioa, esposa do capitSo Justino Pe-
Pereira de Brito. ...
Maria, esposa do Sr. Laurentino Antonio
Teixeira.
Joaquina, esposa do Sr. Dr. Ermirio Cesar
Coutinho.
Rita, esposa do capitSo Luis Eugenio do
Araajo Plnheiro.
Maris, esposa do Sr. Lonrenoo A. Sais*
ser.
Esposa do Sr. Francisco de Aaevedo de
Araajo Piaheiro.
Esmeraldina, esposa do Sr. Isidro da Costa
Gadelha.




k t
MT\
V t i n i.





Diario de Pernambuco Quarta-feira 22 de Novembro de 1893
M*ri Ama'ia, alba do Sr. Dr. Laii Jos
da Silva.
Mara Sicnoa de Mirania e A'ou^a :rque.
Marta, esposa do capitao Augusto do Mi-
randa o A'.buquerqae.
Ju'ses protectores
Os Illms. Srs. :
Revdm. Padre Curio.
Revdm. Vigario Francisco Jos da Silva.
Bedm. Para Joaquim Alfredo da C-sta
Pereira.
Dr. Joaquim Correia de Araujo.
Jos Beroarrlo da Rocha FatcSo.
Joi Israel Ferreira d Los.
Francisco de Paula da R "cha FalcSo.
lr. Fernando de S e Albaqierqae.
Dr. Bernardo Jos d Cansara
Dr. Jos de S Cavbante de Albnquer-
qae.
Major Americo de Si e Abuquerque.
Canso do Regj Barros.
Gervasio E'vSj Biserr Cavalctnte.
Dr Felippe de Figueir-i Sobrinho.
CapitSo n'onio LeSo de Caitro.
Coronel J?roryjoo de Albuquerque Mar-
nhao.
M-inoel J"s de Britto Barrearos.
Capitao JjSo de Siqaeira Paes Lyra.
Carlos Est.n slaa da Costa.
Francisco Oabral de Mello.
Dr Jj2o Francisco X*vier Paea Barrate
Dr. Fern.ndo de Siqueirs.
CnpitSo Austragesillo L?ao do Castro.
Alberto d* iilva Leal.
Antonio Lan dos S Dr. Jo o Csbrsl de Mallo.
Juizss protectoras
AsExmaj. Srss. DD. :
Marianos dG Jess Goncalves-
Francisca, esposa do Sr. Francisco Pa-
checo de Albuqaerque MaranhSo.
Antonia Correia de Ar ujo.
Esposa do Sr. Dr. Carlos Alberto.
E?posa do Sr. Ssbastio Antonio Pa?B
B trretto.
Eui-hroainr, esposa do capitao Francisco
Manoel de Lyra Paea.
Anna Victoria de S c A b.iquerqne.
Francisca, esposa do tenentn Rfno Cor-
reia dos PrF.ze"es Melio Filoo
Antonia T< reTiat. do Rigo Medeiros.
Elvira, esposa do Sr. Antonio Osario Mc-
reira Dias J-inior.
Esposa do Sr. Odn Luis dos Santos.
Urania Nyrupha da Silva.
EsDosa do coronel Augusto Octaviano de
Sonza.
Adelina dos Guimsraes Peis'to DornelUs.
Ursulina Monte 11 so.
Paut lia L ns Cintra.
Ria Adelaida de A aujo G?es.
Maris Isabel Correia de Araujo.
Juiza perpetua
A Exrra. Sra. D, Mtr.a Wander'ey de
albuqaerque Maranhil i
Prcci'.rador ge ral
O Illm. S.\ Manoal Bruno dos Santos
Gouveia.
Thescoreiro
TimoleSo Duarte de Albuqucrquo Mar
nhSo.
S. Lourenjo 20 da Jareiro de 1893.
O vigario.
Manoel Deitsde'Ht de ArcMjo-
cimento desurdido ; o que o poo em um
estado de soffrimento geral ; apenas se
podo ter de i>; qualqaer movimeLto qae
Ut, sent oro* por todo corpo ; todos os
orgaos funecionam con a maior diffioalda-
de. O que fasia mais soffrer oestes ulti
mos tempos era ama ddr noertomago hor
rivel, que Ibe tirava o appetite e augnen
tava durante o trubalho da d>aatao. Era
ama verdadeira tortura, muito mais ia-
supportavel do que ama dfir aguda. Pode
se pois conoeber a alegria do doente
quando Jifs depois da miaba primeira
visita, me annuncioa elle o feli* e rpido
resultado do tratamento que Iba tioba
proscripto. Tinha tomado apenas durante
tres das duas pillas de Vallet, e a gas-
tralgia tinha desapparecido completamente.
(Observacao communicada pelo doutor
Guilbert.)
Eterno Vfrao-Qit cou
que o verao com roa riqueza ae flores, o caoio
de seos pasaros e o resplendor do sol ?
B quao iridie p n*ar que denro ae nos
poucos Diezmos pisiros se bav'ao ido ler
ras tole o sol mais qu-nis e as flores jazeraro
s>h a La ci-mada de nev.
P.irern. na una trra oode eternamente briltia
o sol e exhalam ai flores sua fragancia, e onle
.-ao desconhecidss a nev e o gelo. Esia e a
ierra uas Ib-ec, ou a Florida,
Por uro i>roc^^fo tatn Sircado como iva prc-
prla Trasaneja, e consarvada esia oa exqosiis
prepar?co eoobecM. sob o nome de Agua Fio
rida de M'rray como as llores ojee Ib-* do a vila e records
no invern suas emmar heridas (olhas. 9
O Pe toral de Cambar
Cara a brouchite, a asthma, as afiee-
cSas pulmonares, a laryngite, a rouquidao,
o deflazo a coqueluche, e a tosse por
mais grave e rebelde que seja I
O agente a Companbia de Drogas.
A pura verdade
Atiesto qae ten J o acooselDado a mais de qua
eota pessoas a- pilu'as anti-dyapepticas do Dr
Heinzelaunn. todas se cararam e tic raro serx
Hocoaxiiodo aigaA, tasto em gastro entente
como eyspepMd.
Pernamba^o, 26 de sfao ae i893.
Raa M.i-cilio Das n. 91.
Fraacisco Ferreira de Almeida Croz.
Vidro 2*300. Dutia 20*000. Meta dual
10*000.
Veode-se etD toda? as pbarmaciag.
DEP )SITO GERAL
Pharmacia Haranho
Raa Marcilio Uias u. 5
A asthma
Notice !
Peroamboco, Novemntr 17 th. 1693.
Haviog rp -eiv. d ofiBcial notice oo 16 tb. iaat.,
from Hi Ezcelleocy Dr. Alejandre Jos Barbosa
Lima Govcroor of ibia Siate, tbat. on ibe 14 tb.
ioet., ibe Vlce-Preeideot of the Repablic of ibe
Uuited States of Brail decreed for Pera mboco
a stateof siege, to conimue n forc- lili t^e 30
ib. of be preseot mootb, in viiw of ibis, I woald
u-osi rtsr.er.ifoiiy recommeod ail American citi-
zens lo exercise dariag tbis time more ihao or-
dinary prodeuce in t eir conversan a loncbiog
pol tical omtiers, re'raioibg from ibe pabhc da
coa&ion of any qoecioo pertaioing to ibe staleof
political affalrs m ibis ronniry; and would for-
iticr eogge8t tbat K mig"t he advisable lo re-
maia npoa ibe streets only vaea bosiness re
quires.
Daiid N. Borke,
U. S. Consol.
o R..., estinsd'i alumno o collcgi
Hecrique IV, da dezeseis annoa e meie
de idade, de coropleigto naturalmente
delicada, e sobe'ado neste momento est
muito enfraquecido por causa de seu creo
n
jBoita Comsacrclal So IPvrmim-
biaeo
OOTAg5K8 OKKIC1AK8 DA JDUTA DO C*
KTOKES
Proco do Reclfe, 21 de Novembro de 1893.
femoio sobre Londres SO d/v 1 7(1G d. por
1*000 du ban.o.
O pre? dente,
Candido C. G. Ale. forado.
O reerr-tario,
Bdaardo Dubeux.
Ccmbo
PRAVA DO BSCIFS
O bancos ab-rram cem a laxa de 10 7/16 fc-
bre Londres a 9J dias bixaudo e larue [.ara
10 3/8.
O movimeDto foi peqneoo.
E n panel narlicular bouveram cegccics rea-
lares a 10 ly2.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
ASSCAR
Cristalisado......51010 a 5;M0
Usi-.aa por lo kiles. 5*00' a 5l0
Braoco dem dem .... 4r8iW a 5.01.'
SomeDo?, idemidem. 4*200 a hMOu
Maecavado dem dem 3*^ a i* J1^
Bruio dem dem.....3*O0J a 3*SO0
Bruto melauo......W* a 2*900
Relame dem dem .... 2*0j a WMV
Algodo
Cotamos a 11*100 por lo kilos froaxo.
tlcool
Por pipa de 4S0 litios 285*000 ves'Ja.
Afaardenfe
Por pipa de 480 litros 173*000 veada.
Sfel
Colamos nomina: a 100*000 por pipa.
Carnauba
Cota-sede U* a 17*000 por 15 kilca nomi-
nal.
noi-raeha
Colase a 22*0C0 por 13 kilos.
Ganrof
Seceos salgados na base de 12 kilos a 780 res
nominal.
Verdes a 460 reis venda.
Tabella dai bbttada8 dk assucab e al-
gooIo
Mes de Novembro
Entradas
Barcacas.....
Vapores......
Animaes.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S Francisco .
dem de Limoeiro.
Somma
AS80-
car
Das Sacco
1 a 17 16803
1 a 7 3000
1 a 18 4898
1 a 18 4082
1 a 17 O 406
i a 16 57064
167052
Algo
dao
Sacest
1240
8259
2995
1383
73'
9596
24205
importado
Vapor franoea Campaoa, entrado do
Havre e Lisboa em 18, e consignado a
Angoste Labille.
Carga do Havre
Azeito 1 barril a J. Gerard.
Amostras 21 volamos diversos.
-----------mamama*
Grabas a Deus
Attertn qae mu achava proatada da cama a
mais de 5 oas rom urna d> de clicas, usand c
de muito* medicare ntoi sem D^nbam delles pro
donr tffeito a semelbaote saffiaieoto ; passei
*n ii a lomar as pillas aoli oyspppiicas do D'
H'inze'mano aconselhadas pela Exma. Sra D
L-ocadia de Jesns Eola, e ua dose que ose'
p^ssou-me ralicalmente este ms qae laito Im-
possibilitoa-me dos meas irabalbos.
Si-va o p'esen'e attestado de verdadeira prov
a ledos qae soffrera do mesaio mal, edeniiHa
-me com mintia verdadeira gratldao ac
celebre inventor das maravilhosas pilulas.
Peroamboco, 26 de Malo 1893. ra da Concor-
dia n. 223. m
Pauta Mana da Concr-icao.
V'd'o 2*000. Dnite 20*000. 1/2 dozia 10*000
VE.NDE-SEEMTOfUS AS PH.VRMACIAS
Depotito geral
rharmatia Maraitbo
Ra Mircilio Das n. 135.
Descobrio-se um
thesouro!
II.vando pequea distancia de Pe
Iotas (estado do Kio Grande do Sul )
urna Berra procura-Ja com proveito pelas
peseoaa que siffrem de fcffeccSea broncbo
pulmonares, o bbuuduodo abi a planta co-
ndecida pela dcnominaySo de Cambar,
pinsou o Sr. J. A. de Sonsa Soares que
esaas virtudes poderiari. ser attribuidas
aquella planta, nSa smeote pela inspi-
racSo do ar impregn-ido de parti"ula3 me-
d'cinaea d'ella, como ainda pela abeor-
p5?o da ngaa, p irventura sobreesrregada
dos meamos principios em sua passagem
por entre aa anas raizes.
Sascitada esta idea, proenroa eBtndar
as propriedad.-.a da planta em quest2o,
reeultando o preparado a que de
DomioonPoitoral de Cmbar.
( O Unid) Medica, do Rio do Janeiro.)
.' anio scete a Companhta da Dro-
gas.
Amasas caixas a C<>s".a & R"cba.,
15 a Diaa Ferntndes e comp.
Alpiate 5 MOOoi a F.rreira Rodngies
o samo-, 33 R Figuei-edo Co3ta e comp.
A gas destillada 6 volames a H. Rou
qu.yrol.
Armas 1 c>ixa a A. D C Viann^.
Bomba 1 caix* a C>mpaahu Reoaria
e Deatillaf^o Peraambasana.
B .t.-.tas 103 caxas a Companhia de
Estiva, 50 a Jj&o F. de A'maida, 50 a
L >pes Alhe:r e comp.
Conservas 3 caisas a Salter KsufJaann
e comp 1 a O Cmara.
Cozc.0 5 caixaa a A. Cmara A. Di-
na.
Cbapo3 2 cixois a Simarcos e comp,
! n Cfaiisti&oi e comp., 2 a Luiz Fdrreira
da Cruz.
Cgalos 1 oaixlo a Toomaz de Carva
Iho e com,-.; 1 a A. D C Vianna.
Oheoolate 1 caiza a ordem.
Couroa 1 ca'xSo a G. da Mattos Ir-
mat-s, 1 a J. Pinbeiro e comp., 1 a Ri-
mes Gsppert, 1 a Cjmpanbia Indus-
trial de Ca.pos.
Cbampanbe 10 caisas a A. Soares, 12
a Dus Fernandas e comp.
Djce 1 caiza a A. Soares.
Drogas 12 volames a G. Martina e
comp., 2 a J. Campos e como., 8 a H
Rouquiyro!, 4 a Sulzer Kauffmann e
comp., 19 a Paria Sobrinho e comp.
Enveloppe 1 caiza a J. W. de Medei-
ros.
Ferrsgens 2 volames a Oveira Bastos
e comp.
Flanela 1 caisa a Compsnhia Geral de
Melboramento.
G 15es para chapeos 1 caiza a Compa-
nhia Industrial de Chapeos.
Gravatas 1 caiza a ordem.
Livros 2 caixas a J. W. da Medeiros.
Lampadas 3 caixas a M. S. Maia.
Licoies 21 caixas a Dias Fernandos e
comp.
Manteiza 20 barris e 30 meios ditos a
Joaquim Ferreira de Carvalho e comp.,
25 e 43 a ordem, 20 e 10 a J. J. A'ves
e comp., 20 e 30 ao consignatario, 20 e
20 a J. Pater e comp., 10 e 23 a Lopes
Alheir.) e comp, 40 e 40 a Figaeiredo
Costa e comp., 5 e 20 a Pereira de Car-
valho e comp., 30 e 30 a Ferreira Rodri-
gues e comp 15 e 20 a Goncalves Rosa
& Fernandos, 20 e 40 a Lopes A'heiro e
comp, 30 e 30 a Fraga Rocha e comp,
50 e 90 a Companhia de Estiva, 50 e 53
a JoSo F.'mandes de Almeida, 154 caizas
a Companhia de Estiva, 24 a Fig-eirado
Costa e comp, 55 a JoSo Fdrnandea de
Almeida, 53 a J- B. de Carvalbo, 19 a
Ferreira Rodrieues e comp, 17 a Costa &
R -cha, 28 a Castro Lemo> e comp, 37 a
ordem, 8 a Lopes A heiro e comp, 7 a J.
F. Lima, 16 a Fraga Rocha e comp, 20 a
Gonc>lves Rosa & Fernandos.
Mercadorias 1 volme a A. Almeida,
1 a Fredeiico & comp, 10 a Santa Casa
de Misericordia, 1 a A. D- de Lima, 3 a
Gaimarlea Lima e comp, 9 a ordem, 3 a
F. P. Bolitreaa, 3 a Grgol- & Irmaoe, 3
a J. N. da Fonaeca e comp, 4 a N. Fon-
seo e comp, 4 a J. Diaa Moreira, 3 a E.
Cura efflcaz e econmica
Nesta panosa molestia tao d.fficil de
curar o Peitcral de ambara, d Sous*
Soares tem ai do de ama effic-.cia a toda
a prova tomado s oolhe-es 3 oa 4 ve-
zes ao dia, dos casos agudos, e 2 not
chronicos, de mnha e de noite.
Declarando se < accesso use-se de 1)2
de 1 oa de 2 em 2 horas at alliviar.
O doente evitar a humidde e o ar
da noite, e a sua alimentado ser sim-
ples e de fcil digestao.
E' o un.3o age te a Companhia de
Drogas, ra Mrquez de Olinda n.
23. '___________
MATHEBiTlCiS ELEKENTARES
s:::,i?::?.*.!3 icsseastil
Veoau.io L.aiui irdi consrKuido os meihoref
resolvidos com applicajao do me.ibodo intuiti
vo que adopta do ensioo de escriptoraco mer-
cabiil, serdo qae em meaos de 30 licCes tem
preparado tlieonca e pracameote, pessoas qae
eram completamente estraubas s traosaecef
commerciae8.
Contina a leccionar as materias cima, rn:
Daqae de Casias o. 72. 1- andar.
O Peitoral de Cam-
bar
Sempre foi e ser o principal re-
mediogarantidopara aa molestias de
larynge, broacbioB e pulmSes.
A bronebite, asthma, mal do peito,
rouqoidSo, laryogite, coqueluche e qual-
qaer toase, por mais grave e antiga que
seja, curam ae com o Peitoral de Cam-
bar, medicamen o approvado pela Junta
Central da Hygiene Publ ca, premia'o
com duts medalbas de ouro da 1.a claaaa
e rodeado de valiosos attestadoa mdicos
e da innmeras de pessoas curadas. Ezi
ja-se a firma do autor :
J. Alvares de Souza Soares.
E' nico agente ueste Estado a Com
panhia de Drogas.
Cheque perdido
Teido se extraviado um cneque n. 49136 se-
bre o Banco de Pe: ambaco de 5 contos ae res
laceado pelos S'3. Carpioteiro Peres & C. de-
clara se ao pabl.co qu- n5u se f >c* nepocio com
dito chequ* visto que o Banco ja est prevenido
para afta efiectoar esle paeajen'o.
Piva, 1 a F. Lauria e comp, 1 a W.
EUllidny o comp, 2 a M J. Ribeiro, 1 a
Jae Doo-'erlem, 3 a Macoel Coliseo e
comp, 2 a Viuva de E. Goncalvea CatcSo,
1 a Gaimaraes Bas"os e comp, 2 a Doarte
e comp, 1 a L. A. Salazar Jnior, 1 a A
D. (J Viann, 2 a R. da Souz IrmSos,
4 a M. J. R'.bairo, 1 a M. I^abella c
comp, 1 a Costa Lima e comp, 4 a Cramer
Frey e comp, 5 a A. Gaoches.
Massaa alimenticias 10 caizas a Com-
panhia de Estiva.
Musidas 1 caiza a Preale e co np.
Mortadelias 1 caixa a Dias Fernandos
comp.
M iweis 2 caixas a J. L. Grego, 8 J
M. C. daCuDha.
Materiae^ pra eoganho 20 volumas B
E. Do:, l aLiiz J. da Silva Gaimarats.
Objectoa para chapeas de sol 1 caiza a
Leita Bastse comp., 1 a A. F. Aroiaa,
1 a J. Farreira, 2 a J. de S. Mallo.
Palles 1 caixa a J. A. M. 'JaimarSei.
Pa.el 1 caisa a Guimaraos Cirdoso e
comp.
Dto3 de impresaao 16 fardos ordem.
Salame 1 caiza a J. Geiard.
Tocidos 1 caiza a C liatho Jirdim e
comp., 2 a Goncalves Cinha e comp.. 4
a A. LoDes e comp 1 a Ferreira Barbo-
sa e comp., 1 L. Alai i ,e comp., 2 a G.
Fernandas o comp., 6 a A'ves de Britto e
coap 1 a Franoiseo Gurgel & trasloe,
1 a Muller e comp., 7 a Affooso Maia e
comp., 1 a M. Dins da S Iva GuimarSes,
1 a A dos Santos, { a J. Goacalvi.8 e
comp.. 6 s ordem, 5 a Manoel da Caobo.
Lobo, 3 a Mchalo Pere>ra.
Vinho 1 barril a O. Caraira, 15 a A.
Soares e com^., iO caizas a J. da Silva,
3 a J. A. Carreiro.
Vidros 2 barricas a A. R. do C. Oli-
veira, 1 a 'amrcos e comp.
1 a Luiz
J. da Silva Guimaraes.
Carga de Lisboa
Azeite 6 caizas a C. Maia & Rodri-
gues, 10 a Lopes & Arauo, 50 a Compa-
nhia de Estiva.
C)gnao 2 caizas a Alfonso Maia e
comp.
Castanhas 2 caicas a V. Silva e comp.
Cal 50 bamcas a Lopes & Aranjo, 50 a
Coi obra Gu' maraes & Sobrinho.
Ferragens 1 caixa a Prente Vianna e
comp., 7 a Albino Silva e comp., 5 aGo
mes de Mattos IrmSos, 1 Manoel Collaco
o comp 8 a Ferreira GnimarSes e oomp.
FeijS 12 sacos a A. M. da Silva.
Livros 4 caizas a M. R. do Amaral, 1
a F. Soaros Quintas.
Lingaica 1 oaixaa Ferreira Rodrgaos
o oomp.
Masas 4 caizas a V. Silva e oomp.
Podras 200 a A. dos Santos Oliveira.
Pedraa para jaaigo 18 volames a A-
Carlos V. de Oliveira.
Pregos 3 barricas a Albino Silva o
comp 40 a Ferreira Guimaraes e oomp.
Pedraa de a fiar 1 oaixa a A. Silva e
oomp. -
Rosarios 1 oaixa a Prente Vianna e
oomp.
Sardinhas 2 es zas a Companhia do Es-
tiva,
Osear Leal
Contos do meo tempo
Um ^roaso volume de daseotas e tantas
paginas llustrada com gravuraa de Pastor
Esta obra dividida em tres partes
sendo ama em verso.
PiimeiraContos SegundaFloreB de
Maio. TerceiraExcursoes.
A tereeira parte comp3e-se das segain-
tes p cducc,oa<:
Urna noite vno qnvombo Um passeio
BiECaropos do JordSo Da Ctyob ao
Livramento Na Serra do S. JeroDymo
Entre mortos e teridos.
A' venda as priocipaes livrariaa e pe-
queo numero de exemplares do segundo
mhcro que ficou cm Pecnambuco.
I!

Dr. Julio Mario
Hedlco homeopatha, ope-
rador e partclro
Formado pela Facuidade do Rio de
Janeiro, com loriga pratica em narlos
e bomeopatbia, no nurte do Brasil.
ESPECIALIDADES
Alm da de pactos, molestias de
DWloena (u ero, ovario?) molestias
de enancas e molestias agod.sdas
vidS respiratoria e circulatoria.
II
RESIDENCIA
Raa da Ixpcratriz ti. 20,
dar.
! an-
A'tende a chimados para o interior
do Estado.
Curso de ferias
Geograpbia e Historia
PELO
Bacbarcl Julio Pires Ferreira
NO EjIFI ;10 DO lN>TITUrj 19 DE
ABKIL
Regalador da Slariolia
Concertase relogios de algibeira, pen
dulas de torre de igreja chronometros de
marmha, caixas de msica, apparelbos
elctricos, oculos, binculos, oculos de ai
oar.ee, joias e todo qualquer, objecto tea
lentes a.arte mechanica.
9Raa Larga do Rosario9
Yice-Consalado de Espaa
Teniend" c-1 Gobierno ederal por de-
creto n. 15^7, de 14 del que rije, es-
tendido Pernambuco el estado de sitio
hasta el dia 30, segn comuricacii n ofi-
cial que recebi del Exm. Sr. Dr. Alaxan-
dre Jos Barbosa Lima, Gobernador de
este Esttdo, recomiendo a los Bubditos es-
panoles aqui residentes que ae absten-
gan de ntervmir de cualquier modo en
cuestiones referentes la politica local.
Pernambuco, )8 de Noviembre de
1893.
Francisco Affocso M'mteiro,
Encargado del Vice-Consulado
si.ci.irioi.iQ immLi
72RA U^Ui t CAXiAS-72
l.AKDAE
Venancio Labatut k C
Enderero telesrnpblco
NUMERO DO TELEfUONE
44
Esti casa do commi<-t;3, j bem cootiecida
cbrraa atteocao d j publico e -specialmeate do?
enbjres agricoltores para as boas va::ta_geu8
qae offerece em su33 trso8ace6?s. como sejara:
Re ehimeDio de a?8ocar, hjpatbcaB, liqairia-
C5e8 o qaarqoer nrgocio oesti ou em outro Es-
tado.
Toucinho 2 barns a Ferreira RjangueB
e comp.
Vinho 7 pipas e 20 barris a A. M. da
Silva, 1 e 7 a A. Maia & Rodrigues, 6 e
60 a Coimbra Guimaraes & Sjbiiabo, 5 a
A. F. da Azevedo e comp., 7 a Kodri^nes
Ljisa e comp., 16 a Villela e comp., 5
1 caixa a Affonao Maia e comp,, 20 e 10
a Manoel Alves e comp., 40 a Cor panhia
Iudustrial e Commercio de Esti?a.
BEcira 20 o* xovehbbo ds 189c
Para o exterior.
No vapor jnlez Tarkisl Prioce, para
Liverpool, carregaram:
Julio & C, 500 saccJ8 com 37.500 kos de
assucar masca /ado.
J. Maiumao, 1,000 taceos com 75.000 kilos
de assucar mascavado.
Nj vapor nacioudl 'Jomata, pira Liver-
pool, carrenaram : ___
Julio 4 C, 300 saceos com 21.000 kibj de
caroc3S de algoduo.
Para o interior
No vapor fran.ei Onegal, para Eio de
Janeiro, carregaram :
J. Pires, 31 pipas cora 18,330 litros de alcool.
B. Williams & C, 2.0J0 saceos com 120.U30
kilos de a9sacar braa:o.
Para Saotos, carregoa :
J. Pires, 200 barris com 17,603 lroa de
agurdente, 20 pipas com 9,ICO Jilos di dita e
15 dita com 7,05 J d.tos de alcool.
No vapor oglez Handel, pra Saltos,
carregaram : ___
P. Carneiro 4 C, 1,000 saceos com 6,000 kilos
de assocar mas pavado.
D. F. Porto Bailar, 10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
No vipor frencez Campana, para Rio de
Janeiro, carregaram : .
Guimaraes 4 Valeaie, 300 saceos com farioha
de m in ioca.
Na barcaja Nasioha, para Parabiba, car-
regaram :
P. Vianna & C, 6 barrica* com 450 kilos de
assacar refinado.
C Pinto & C, 0 caixas com 4C0 hiros de
geoebra e 10 barris com 450 ditos de vinagre.
Oliveira Bastos & C, 20 suecos com 500 kilos
de fio da Baha.
Na barcas* D. Sinh, para Macbica
carregoo:
F. de Barros Filbo, 40 caixas com 8.0 kilos de
sabio.
Para Parahlbi, carregaram :
A. D. Slmoea 4 C, 20 caixas coa. 160 litros
de geoebra.
Para Natal, carregoo :
M. C. Piolo, 12 saceos com 300 kilos de bo
de algodo.
RcBdlmetitos pab!l
K1X Da NOVKHBBO DB 1893
Ai/oiufcat.
Renda geral
DO dia 1 a 20 903:644*799
dem da 21 120.2474043
Renda do Sotado:
Do da i a 20 291:687*893
dem da 21 12:978)286
1,028.981*842
304:666*181
Scruma total l,333:5o8J023
Seganda seccao da Alfandega de Pernamnnco,
21 da Novembro de 1891.
O chele da seccio,
Jos Gomes la Silva.
O tnesoareiro,
Lniz Manoel Rcdngnes Valenca.
BECBBBDO RA DO ESTADO
DO dta 1 a 20 0:8034193
si
O Dr. OsfirLeal, dentista pe
Facul .auer de Pars, L cooiiDoa pm seu con?cliorio a? 9
manha s o da tarde, ra do BirSo da
Victoria n. 371 andar.
Colloca dentaduras pelfls melhores
fysiemas p:raaperfeiti uiaeti^ai) dos
anm',n'.cs
Or>ttirj(as e PxtrsrjQps tem cor.
Tratamei.tj radical de iiola?,ah:essos
- molestias da bocea, etc. Arprarrlhs
para todas as uperEC,6>-s den.anas.
Coaul'.or o dentario de primeira or-
dem.
Telephcne n. 477
O Dr. Eduardo Augusto Silveira, tendo
perdido um Nicther.y, eapital do Eatbdo
do Rio e Janeiro, a aua apoee da Divi-
da Pofaliea Gjral de n. 11.232, do valor
de i:0-J0<50CO, a qual se acb^ inecripta na
Alfandega do Estado do Pernambico, pede
a quem que quj a teaha ac;hado o obse
quio da leeal a a ra Novan. 24 S.
Domingos em Nic'.Loroy.
Elixir ate-lebril Cardlo
Manoel Gardoso JcGior
Vpprovdo em 21 ue Karc de 1890 pela inspe-
ctora geral da ulgna jonta de : j Rio
de Janeiro.
Esie Elixir de COE toda ve seta I pre-
parado ^nzlo ns regras pbarmaei > tic s.acon-
elbad?.s pelc^ actci -r^uube
sida capacld fica taritc i .;. cemo
no es'rDn.ceiro.
F.-te Elixir o prodocto nao f do graide es
ludo das acedes p2ysioiogicas uosiasca
on.0 tambe o pavkiologicaa.con :..._ n o re-
sal cdo da3 i^Lsensas ersoe
casos de (Obres ce fondo |
A appiicaciio deste Elixir ua grand 'epidemia
de bexigaa mecstreo Ecacla : pola co pt.uclpiodo
p .-n. ;.. = :- -'1 Pm B"

ioaui d 21
9 fc8/ei4
tCO:CSl907
RECIFE LriAliiAGL
Do dia a 20
dem de 21
G:oWI9
3 578/031
bcs mais adiantados a bexiga passa a ser orna
noenca febril vulgar apresentaBdo pequeas to-
mefagCea qne com a continaac&o do Elixir de*
saoparecem sem todava apresentar receios de
oerlgo.
Os moito ^ttesiados poblicados no Diario de
Pernambuco eGaieia da Tarde* provam o qne
liemos.
Nos casos de febre amarella o effeito e admi-
a vel, apresentando pbenomeoos to maravilbo-
i que neeta cidade do Racifo e no do Rio de
Janeiro poaco receto cansa a feb'e amarella,
mesmo estando o dcenie com vomito preto e
-angnlneouestes oltimos periodos eniSone-
seairio a apDlicacSo em alta dose, despreando
a tallbea anoexa.
Este Elixir ja condecido do publico e de una
(ande remero de d gnos mdicos acresenta-
do para combater os oifferenies incommodos to-
dos elles de carcter frbnl.
Por muito tempe ttvemos occasio de 'aifr a
applicasao as leL: -a erysipellosas e com tao
lom resoltado qae f.z^-Qi admirados de to al-
tos efleiio*.
Pela pratica ebegames r coobecer qne nos
auqoes de feore erysipeiiJi ti erysipelia como
argamente se diz 6 necessario j oso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incommodos das eeiborss mens-
iroacio. gravidez e nos sasos de parto com fe-
bre de om resultado ct:j i ce lo e seguro e
sessa conposigao tac xpiea qne nSi
ueceio de applicar o EPxir nem mesmo em do;es
rperioree as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que dese.a-
em faxer oso deste Elixir em soa clnica nao te
sojeitarem a icssa prescripeo, mas Bim fazer a
Dplicac&o em harmona com es caso3 que deeer
a rem combater, certos de que o medicamento
le comoosic;ao(innocente para < organismo po-
mas frgil que seia.
fiado de usar
A's criangas ate um anno 10 gotas de 2 em 2
horas em orna colber das de sopa cheia d agua
Tria.
De om anno a tres ir* Rottas.
Da 3 a 10 anuos em diante, 40 gottas etc.
Estas dosi-'s devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Depsitos
Companhia de Drogas e Productos Cbimicoa
Reclfe, ra doUarqcez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosarlo n.
3.
Pbariuacia Orienta!, ra Estreila do Rosara
0.3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Barao da
'ictoria n. 14.
Pharmacia Mailinf, ro Doques de Caxias n.
83.
Pharmacia Ribeiro praga Maciel Pinbeiro 22.
Pbaricacia Victorienpp de Luiz Ignacio de An-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qualqaer oformacSo ser encontrado o
utor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Os no3fcos frascos sao quadrados e conts go-
as. N'uin lado teera gravadoElixir ante-febril
j no outroManoel CardsePernambuco, e to-
lo? n3 prospectos sao assignados por Manoe!.
lardoso Jooior, sendo jfalaos os que nao fore
amgnados.
Denles
Termina a horivel dor de dentes usan-
lo o excellente preparado de Manoel Car-
doso Jnior. .
As cartas quo lb teta sido dirigidas
pe!o3 jomaos de maior circulacSo, attes-
'.ara a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manuo. ua Sil-
va & J., ra do Mrquez de Oli^da
a. 23.
Phrmscia Martina, ra Duque da Ca
s38 n. 88.
Pharmacia Oriente!, a na EtPoita 0
tlosario n. 3.
Pharm>cia Alfredo Ferreira, ra do
Barao da Victoria n. 14.
Pharmacia VirgiliuLopss, rus Larga
io Rosario n. 31.
p,Iotas patacbo allenrj tAdelheid, ca-
pitao H. J. Bollen, carga v.rios gene-
ro .
Terra Novalugar ingles cFhuv, C9p
to James Pike, em lastro.
Observacao
Procedente da Europa tundaou no Lsma-
r2o um vapor "hiieao e nao cocmni-
cou cen a ierra.
Herrada SSunlcIpal de S. Jom
O movicLeL-io deete mercado no d;a 18 de
Novembro f< i o segoiote : Eotr ram.
38 bofa pesa do 6,219 kilos.
40' kilos de ;icxii a 20 rs.
3 compart. com mariscos a 100 rs.
a ditos cem camaroes p 100 rs.
32 colomnas a S00 rs.
3 ci'ga. com galliohss a B00 n.
2 raasoais com galnias a :-'0.i r3.
1 cargas con milbo ?srde .: 3U0 rs.
10 careas cem batatas a 300 r*.
1 carga com macacbeiraa a S'^O rr,
3 caraa com gerimum a 300 rs.
4 cargas co u canoa a 300 rs.
2 carga coa btnana3 a 300 rs.
1 carga com Israojas a 300 rs.
9 carga* cou rrelancia a SCO r.
2 cargas com lougas a 30 rs.
3 cargas com fructas a 300 rs.
18 carcas com farinna a i'M rs.
8 cargas cem mho secco a 200 n.
6 cargas com fejao a 200 rs.
50 lugares a 200 rs.
26 suioos a 20.J rs.
11 comp. com suineiros a ll
9 comp. cox scinnros a ""0 rs.
10 comp. c m freseuras a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
49 comp. com fazenda* a 600 re.
31 comp. cora vprdaras a 3oO rs.
72 comp. com farioha a 400 rs.
43 cernp. eos tainos a 2
8l'0
*300
2>0
19500
lioO"
600
30.1
3 000
:.X)
900
IplOO
t.OO
300
270'l
6 0
00
36-.i0
1G0
13200
10000
'i 0
11,00.)
6300
600
23800
2940O
15:t00
238ti0
8000
Rendiment03 do dia 1 e 17
269200
4 558iOO
4 827600
Precos do da :
Carne verde de 400 a 800 rs. c kilo.
Suinos de 800 a 900 idem.
Caroeiro de 900 a t idem.
Farmea de 400 i 500 rs. a cuiu
Millio de 500 a 600 rs. a coia.
Feiio de i600 a2 a cuta.
loTlmesto do i orto
Navios entrados no dia 21
Jardff por liba Grande e5 dips, barca
cioamerqueaa tNanna de 365 tonela-
das, capitao Warrer, eqoipigem 10,
carga carvSo de pedra a C.-mpanhia
Pernambucaca.
Cardiff pela liba Grande65 dias barca
noruegaense Krageroi de 538 tonela-
das, opitao S. Mossen, equipagem 12,
carga carvSo da pedra a Lipes Guima-
rSes Irmaos-
Oardiff 42 dias, barca norueguense
cWinona de 682 toneUdae, capitao J.
M. Larsen, eqaipagem 12, carga car-
vSo do pedra a Lopes GuimarSes Ir-
maos.
Antuerpia63 dias, origue dinamarqus
Catbrine de 251 toneladas, capitao
H. L. Hansem, eqaipagem 9, carga va-
rioa gneros a Jobnston Pater & C.
Navios sabidos no mesmo dia
Babia e escalavapor nacional tS. Salva-
d r, commandaote Pessoa, carga va-
rios gneros.
Fernando de Noronhavapor nacional
Una, commandaote Carvalbo, oarga
varios geieroa.
Xavlos esperados
DoRio de Janeiro
Parca uorueguens'' Ausiad.
Barca pcrlugu-sa Nova L'.da.
Patacbo inglcz Ora.
Barca sotca Bans.
Baca noru'ga Leif Erikscr.
Ocrea noioei
De Porlo Alegre
Escuna allemi He-mann.
De Pelotas
Lugar portugopz TVmerario
Luijar oglez Miratwy,
Patacho h.,llandez At-oe,
Patacho hollaadtz Marearetha.
Patacho uorueguense Eiaar.
Lugar inglez New Day.
L"gar norueguense CL;anre.
Patacbo sueco Hilona.
Patactio oacinal Hermano*.
Patacbo nacional Mainho 6*.
Patacho nacional Mannbo 2o.
Patucho nacional AnnOa.
DJ Rio Grande do Sal
Patacho argeDtioo Condeixn.
De Ci-rdiff
fzra in^Ieza Hogo.
Barca norueguense Hfarl.
Barca corneguensd Wiooaa.
Lugar ingles Dora.
Do Porto
Patacho nacional Rival.
De Swanse
Birca lngleza Starry.
Barca corueea Frey.
Da Ntw Port pela liba Grande
Barca norupguense Carme.
De Cardiff pela Lba^Grande
Barc noruega K'agero.
Barca noruega Nana.
Da Liverpool
Barca norueguense Fanny.
Dos Estados-Uoiios
Barca americana Carrie Hecnle.
De Terra Nava
Lugar inelez Mary Johns.
Lugar inglez Rosina.
De Londres
Lugar icigiez Harnee.
De Antuerpia
Barca din. A. B. Bol.
. i
Sol ...
Sul...
Sal ..
Sol ...
Sal...
Sul .
Sal....
bul
Sol ...
Euro ra
Europa
Europa
Sal....
Sai ....
sul ....
Europa.
Europa.
Vapores a entrar
Mea de Novembro
...... tSauta F>.........
.....; Tagos............
...... Basato..........
...... Matltkwiiy......
...... U-uguay........
...... Euclyd..........
...... Archiclel.......
Galicia*..........
Pelotas..........
Wordswarta.....
Entre Rios*......
Capua...........
22
23
24
24
24
25
25
25
25
28
29
30
Vapores a sabir
Mea de Novembro
...S.Salvador..... 22 as 5 b.
... Ortegal..........22 as 8 b.
... Santa F.......... 22 as 4 h.
... Tagus...........23 as 12 b.
... Galicia...........25 as U.
i-.
I
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-


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a^as
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BJJBBBI

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D EDITAES
1.* Scelo.ecrettria da Governo do
Estado de Perr, .mbuco, etn 7 de ovem-
bro do 1893.
ED'TAL
Do ordem do Exm. Sr. Dr. governa-
dor do Estado, fago publico para os devi-
dos effritos e am observancia ao art. 25
do Regulameoto expedido em 23 de Ja-
neiro ultimo para execuc'o da lei d. lo
de 14 de Noverbro de 1891, que so acba
vapo o csrgo de juiz de dir&ito cia 2' va-
ra Cjmmercio do monijiplo deata capi-
tal em consequen 21a da rt*mcg3o do ma-
gistrado que o occupava, Dr. Sigismundo
Antonio Gocgalves para a 5* P.ovedo-
ria.
A vaga de que si trata ser prehen-
chida pelo juiz de direito mais autigo,
deDtre os que reqnererem re^ocSo para
este moricipio. no praso de 60 das con-
tados da publicayao do presente odital e
si, cenhum o requerer, o proviroento ser
5'. seeyao Sscretaria do Governo do
Estado de Parnambuco em 17 de Novem
bro de 1893.
EDITAL
Da crdcm de S. Exi. o Sr. Dr. gover-
feito pe forma determinada oo art. 21 do nsdor do Estado fago publicar, para co-
Regulamento citad>, e da accordo com o nhecimcnto dos ioteressadoe, o ed:tal abai-
acto e instruc^C-s de 12 de Agosto do, xotranscripto, chamando concurrentes
para o imposto de classa o. 8 a qne estSo
sujeitcs oa estabelecimentos ojmmerciaes
ou agentes que vendem cereaes, caf,
tamo em folba e em p, c rea, pi'.aio e
deifiado transformado em charutos ou ci-
garros cao produzido no estado, relativa-
mente ao exercici > fiado de 1892, faz pu-
blico para ecenci* dos respectivos contri-
buales, que, dentro de 15 Has u'eis im-
prorogavtia loctcdo de 22 do correte
mez, conforme deteruiins^ao do di'o inspec-
tor, ser cobrado o referido imposta me
diante a multa de 29 0Q, na forma do ar-
tigo 47 do ReguUmento de 28 da 51 .io de
1887.
Recbedoria do Ettado de Parnambui?,
18 de Novembro de 18S3
O adminsitrador*
Affonso d' Albuauerque Mello Jnior.
corrento acno.
O secretario,
'JoSo Arg sto Ferreira L'ma.
" 1 serc5o. Sccrtta'ia do governo "o E*tado
de Pernambcco. em 13 de Niivernbro de 1893.
Edital
Deordem do Exm. Sr. Dr. gnvemador do
Estado e para execnco do artigo i57 do regnla-
mr.:i> que baixoo com odprreto n 9 4!0 de J8
de Ab-il oe 1835, lago poblico o edital abaixu
transcripto no-ido ?rn roacnr?o rom o prazo de
30 dtas o ifnio de etenvao privativo do jury e
execugOes cr.mes do mamripio do Cabo.
0 fer.reiario.
Joo Augusto Ferreira L'ma.
0 Dr. los Maria da Bocha Camino juiz de 11
reito do municipio do Cabo, em viitade da le
ere, etc.
Fago .aberaos qoeo prsenle edita? vireai ou
delie noticias i'vereT, aus que "iuteress-r t>oss3,
que se acharo vagos 09 officios de es 'i'-So pri-
vativo do jury e exerogoei crirces, d^-ir muni-
cipio, creauoB em virtade da lii n. 171 de 3 de
D?zerr.bro de 1811 em virtude da renuncia do
serveniunno Mano-;! Gavaicante Fem-lra de Mel-
lo em 18"5. convido, PJs, aos pretendientes aos
referidos 1 ffkios a apreseo'.aretn seos requeri-
mectus dent-o de praso de 30 dias a contar da
dala do p-cseiite piiial, e de eon'orraidade enm
08 decrei.-s os. 817, de 33 de Agosto de 1831 e
0 de o. 9 3*4 Ce 16 de Dezembro de 188.
Oairosim, kco c->' saber aos pre'enden'es
qae seos reqoe imfi.ios devem per instruido*
com txamf; de Rufficieoeia de t\f? trata o ddCre-
ton. 8 174 de j' de Ouiubro de 188!.
E para que ebegue ao conhecimfnto de todos
mandei pataarop eaeota ooe ser .(Tiendo no
IugBr do cj-iome e deile exirab'r a copia para
?er remmettldt ao Extn Sr. D-. eoerdir
do Eslauo para n Bm inlicado co artigo 137 do
decr.to n. 9.420.
rt < paseado ns(a cidade do Caba, aos 7
de Noveaouto dr 1893.
Ea. Treme S a' mundo de Almetda Bsrros.
escrivo do jury tsetevi.Jos"4 Mana da Rocba
Carvalbo.
Eoadamais pecontlnha em dito edital c-
ma copiado dj qual ex rBl a presaole roma do
prnnro o*'gioal 'o qoil me rero*to e r'oa t.
Eo, fh ir'az S'g'S'nnido de Almeida D?.rros.
escri'.ao 'dtio loja'j escrevi.
Ceriiaco one pelo porieiro in'1 ino m* foi en-
treoe a eerli I So ^a :> flix-'ga j do edital JJinn a
quol da forrua e do tneor se^ain'.e:
CerntJ'o qu- iffiei hoe e no lugar do cos'n-
mi! o ei'.al convidndoos pee'.pnti"q;es aoa tlli
cios de escaiva prifstivojdo jury f execo^ops
Crimea deste mnnieipio, vagos pela renuncia d-
respectivo Brveatorto Manee! CavalCan'.e F<.r
reiro d- Mello.
Don'. Cabo, 7 de Novembro <> 18P3.-0
poneiro i iterino, Pedro Fr-rrer de V' lo.
Nada roais s; coot:Dha em rt.ti nic&a aqni
belmente opiada do pr.iprio o igiual.
Cabo 7 o de l93.
Eo. Tbom 7. s- [ismaada - lmeida Barro?.
eacrivfto interine ds jo'y e^crevi.
i
'"^41
.
KX
Estrada de Ferio Gentrai de
Pernambuco
eillal
De ordem do Sr. direcicr engenheiro chefe
f^go PUDllCO qu'\ a pirlir do da 20 do correte
vigorarn estraoa o herano seguinte para
Of irens de carfla.
Secretaria 17 de Novembro de I8"3.
V. P. Ribaro de Scuza.
Secreiario.
Horario dos trens de carea f vigorar do dia
50 a co-ren-e ora dianle. entre as ettjgOes do
Ite'ife e Grava'a _____
apresenta^So de propostas para o servico
de eocanamento a:agua, esgoto e iilumiaa-
clo do estado da Paribyba, conforma so-
licitu o presidente do mesmo eatado em
offioio n. 236 de 13 do corrente.
Jo3o Augusto Ferreira Lima.
EDITAL
De o,dem de S. Exc o Sr. pres'denta
da Estado, faz se publico que dentro do
praso de 90 d8, a contar do lioJ3, rece-
be-ae propostas n'es'a secretaria para ser
contractado com quero rcelhorAs vantagens
< fferecer, o aervico de encanimeoto dagua
esgoto e luminb^ai n'esta capital sendo
preterivel o systema de la electnsa no
respautivo contracto de i-luminacSo.
O contrac'antes ficarao obligados a de-
positar no cofre uo Thecouro do Estado,
no ecto de firmar oa coniractoe, a quaotia
de 5.0.(5UO0, em moeda co:rente ou
apolicea da divida publica, por qua'quer
das empreas, como garanta dos roa;mos
contractos, que aerao intransmisaiveis, a
es ipular os pruaos improro^a-eis de seis
mezea para cometo de aeus trabnos e
da um anno pra aua inaugurayao, do
cumpridaa eataa claasulis perder o di
reito q'e'!a imama, a q^a! fijar perten-
cente ao Estado.
Secretaria do Estado da Paralyba, 8 de
Novembro da 1893.
O Secretario.
Lmdal/jho Corrsia.
lfaudega de Pernambac
f<: (1 praga)
Pela inspecoria da Alrandet-a se fas
publico que no dia 22 da roez de NjVux-
bro vindouro, sero veadidoa uta hasta pu
bca, roa d<-ot repartilo, aa meroa-
dorina hbiiro W.cacript-a, entrdas de 2 de Fevereiro a 1 de M^ryo do oorreota
indas de
L.varaoo!
00 vaptr ic-
MANHA TARO a
0 rs 0
Estafes Estaques cu 0 Z.
u 12
C. i. Horas Horas C. 2. Horas Horas
Eecife.. 6.05 Grava'd.. .... l.i.'i
Areias * 6.23 6 25 Rossioha 9.48 2.20
Tiipi . 6.31 6.33 F. 6lie.. 2.4" 2 50
Jaboro. 6.53 n Victoria. 8.9(1 3.S0
Moreno.. 7.28 7.38 Tapera.. 4.26' .36
Tapert.. 8.11 8.18 Moren . 5.06J 5.15
Victoria 8.3' 9.14 Jaboat * 5 43; 6.02
F. Glir.. 9.50 9.55 Tiipi.. 6.S2 6.24
Russioha 10.20 iO.lS Areias.- .... ....
Gravis.. 11 31; Becife. . 6.4S
Ob3C-rvar;oe3
Este trem f ir at Grvala as secundes'
qn-rtas e sextas feiras, O'.ateriscos indican! o
mzamentoj seenint''S : En Arei-'S com o S 1.
eui Morenos com o M. 1 e M. 2 e em Jiboaiao
com o 5,1.
Eogenbeiro, Carlos Alberto Machado
I'ioprctor do trafegn.
Secretaria da Iostrucgao Publica, i8 de
Novembro de 1893
EDITiL N. 22
Excm?s ananaes de escolas primarias
O cidado D.'. Inspt-ctT fje-al da I-iet-occSo
Pabhca. respoodendu as congultas que loe teem
sido fet.s por algUT3 debalos literarios t
profeeBores tm di-'paoib'.lidade de la-a qae,
continuando tas profassores a recebar s- os
ve cimento pelos cofres do Estado, em qnanto
nio forem aproveitados seos servicoj por este
on pelo monicipio retpecivo, proceda-ee aos
exames finaes as escolas daquelles que conti
noaram a leccianar, como d'antes se costomava
fazer, tendo ee em vista o art. 77 da regiment
das escolas e remettendose o res-ltad) dos
mesmos a esta repartijao para serem registra
do3 na respectiva matricula.
O secretario
Pergentioo S. de Aranjo Saraiva
glez fBlucia, qua nao Conua despena-
daa por seca o uros ou cops'pnat'irio3 no
praso da lei oes qoaea a i fica mateado
j prasj da tricta dias, aconta.- da data co
presente edital para a re ira:jm eob pe-
na de reaiiaad* a venda, nSo bu ttt-.ader
maia a reclamaoS 1 al^u.-..'..
O Errematacte ser obrigaoo, sob peca
de asalta, a entrar coa o ; d 1 arrt-
matajo dentro do praao u4>t 1 ..
A~m: Marca A S & O e N no ceatro.
ca:xa n. 107, com noventa e oito kilub de
riiorim di cao, oonsigoado a Agatinbo a.iutoa
& C.
Urna dita n. 103, com noventa e
ae:a kilos d. morlm a algo 12o eal aa,ja-
do, cao eapecifioado o nj230iii cjj-u-
elo.
Urna o dita n. 110, idm, co^: noven-
ta e nova kilos e mesma coneigoacao.
Marca dim:.nie, A S no centro o D r.o
lado.Una Chiaa, n. 315, coa 140 ki-
los de niorirn de algodSo ebt&mptdj nao
especificado, consignada a ordem.
Dita d s dita n. 346 com 140 ki'oa de
morim do algodo cora a mi; r;a
yo.
Merca O B& C.Um barrica, co-.tan-
do, fogareiroi da ferro, pesando 30 kilcs e
ferros de crgimtnr, pegando 5 kilos, con
signada a Oliveira Basts ce O.
Marca A S e B no centro.Urna c*i-
sa, n- 553, cont ndo 2'Q ki'os da 'ana
de linho trigueiro liso, at 12 .1 ja 5
milimetroa, cccaigceta a goctin^J San-
tos & C.
Alfacd-ga de ?.;."j-Jibuco, 20 de Ou-
tubro de 1895.
O inspector,
Alexandrs di Sjuaa Pereira do CVmo
Becebedoria do Estado de Per-
ambaco
Edital n. 20
O adminiatrador da Reaebadoria do es-
tado dando comprimento a portara do
Dr. nepector do Thesouro na qoal tri na-
mitte ao eoohecimento d'esta administra-
So a providencia tomada pelo Exm. Sr*
Or. governador em vista da inobservan,
cia por parte da Sociedade UniSo Commer-
cial Bene ficen te dos Marcial ros da con-
ceasSo qoe bo Ihe fiaera para proosder a
diitiibuicSo defiaitiva da qoota votada
anega de Per-
nambuco
EDITAL N. 29
(Praso de 30 das)
Pala inspectora da A fandega te fas
publico que no da 8 de Deaembro vin-
donro, serSo vendidas cm hasta publica
porta desta Repartilo as mercadorias
abaixo transcriptas que nao foram despa-
cbadaa por seus dmoa oa conjnatarioa
no prcSJ da lei, ana quaes, alias fica mar-
cado o praso da 30 das pa a ss recira-
e m, aob pena de, realisada a venda n3o
rsea tender a reclcimacSo alguma.
O orrematante ser obrigado, Bob pena
de multa a entrar oom o preco da arre-
mattcSo dentro do praso ce 48 horas.
Armszem n. 7
Maree M. J. C. Urna oaixa n. 1434,
entrada em 13 de Fevereiro de 1892, viu-
da da Liverpool no vapor inglez Scholar,
contando 45 garrafas com agua mineral,
pesando 17 kilos o consignada a Medeiroa
A lrmSo.
Marca quadrado H. B. no centro e P.
ao lado. Uaa roda n. 3, entrada em 1
de Oatubro do dito anco, do Rio de Ja-
neiro no vapor Rosa Lamondes, de ierro
tundido pesaodo 87 kilos, consignada A
Compaohia Mercantil de Pernambuco.
Marca B. C. M. contra maraa dia-
mante A. G. no oentro. Urna caiaa
sem ni mero, entrada em 7 do dito me*
e anno, de Liverpool no vapor Marioer,
vaiia, consignada a Bemardino da Costa
Mai.
Marca F. L. 4 C. Um barril, dem
dem, de Fiume ao vapor aas'rhco Br-
rors, vatio cocsignado a Francisco Lauria
& C.
dem. Um dito, dem, dem.
Marca A B. Urna oaixa, entrada
em 19 do dito mes e anco, vinda do Rio
de Janeiro no vapor nacional Alagoas, vs-
aio. nSo contando coosignacZo.
dem C. D. P. Urna dita n. 3005
entrada a 3 do dito mez o anno, lo Havre
no vapor Montevideo, cociendo prospectos
de annuncio de industria eatrangeira, e
cm kilo de estampas para crin qu dos,
ccnsigral" a Companhia de Drogas *
Producto Caimicos.
dem C. F. V. Urna dita n. 4, er-
trada em 15 do dito mes e anno, de
Hamburgo no vapor Lissabone, contando
ferro fundido em obra, pesando 260 kilos,
consig. ad a ordem.
dem G. & C. Nove garrafSes, en-
trado em 28 do dito mez e anno, de
Himburgo no vapor Uruguay, consigna
dos a ordem.
dem L. J. S. G. Um fardo n.
87<8, e^trido eia 20 do dito mez e anno.
contendo aingoto at 6 fius em 5 milli-
metros, pesando 525 kilos e consignado a
ordem, vindo de Liverpool no vapor
Lassell.
dem S. S. Mm tubo n. 7 entrado
em 3 de Novembro do dito anno, da B -
bia no vapor S Francisco, de ferro tun-
dido, pesando 43 kilos.
dem idem. Um dito n. 6, idem, idea,
pesando 22 kilos e nao constando a con-
aignaolo.
dem S. F. Urna csixi n. 100, en-
trada em 9 de li'czambro do dito anno, de
F.ume no vapor hngaro Sreschiny, con-
tendo capsulas para garrafas, pesando 10
ki o e consignada Felise Lnyola.
dem S. F. Uaa dita n. ll, idem,
idem, contando paptl para embrulho,
pesando 70 klis e a mesma cocBgca-
fo.
lloro, idem. Um sacco n. 1C2, idem,
dem, contando cortinas em rolbaa, pe-
sando 21 kilos e a mesma conBignacao.
Armazem n. 5
dem F. da F. U-na caixa n. 725,
vinda de Liverpool no vapor inglez Tay-
lor, entrado em 17 de Janeiro de 1893,
contando um carro de conducjlo de pet-
soas cu peleros proprios part- estradas de
ferro, de ferro, consignada a ordem.
dem S. Uxa dita sem numero, idem,
idem, contando amostras de laucas, pe-
sorda 10 kilos, n3o constando consigna-
ban.
dem S. G. II. e em cima C. & C.
Umi dita n. 8490. idero, idem, contando
chapeos, sendi 210 de palaa Bimpls va-
riados e 6 de pello de Lira, consignada a
Qhriatiani Al andeg da Pcraambuco, 7 de Nc-
vembro de 1893.
O inspestor,
Alexandro do S>usa Pjr.ira do Cirmo.
1.a SdcyS-j Secretaria do Governa do
Estado "e Pernambuco. 21 de Novem-
bro de 1893.
EDITAL
D.-. crdemdeS. Exc. o Sr. Dr. Gaver
nador do Estado fago publico para conhe
cimento doa itereasados, que se acba
aborto o concurso para o car^o de juiz de
dreito do mu ieipio de Oarcury, visto
nao ter m giatrado algum requerido re-
m o3o psra casa muti-'ip'o no praso mar-
oado em edital de 11 do Setambro attitao,
c forme detormiua o Rsgnl^mento de
23 ae Janeiro do corrate anno, expedido
ara exocucSo da lei n. 15 de 14 de Ko-
v.-mbro de 1891.
De accordo com o atfo da 12 ce Agosto
tambis do orrenta seno, fica marcado o
praso de 90 das a contar dcato data, pra
a inscripto ne*ta aecrataria, dos caadi-
dados &o reerido cargo.
concur<> ter lugar no edificio em
que fuecciona o Superior Tiibunal de
J-istija, perante a commissSo examinadura
3Dmposta do juiz do mesmo Tr.buaal, Dr.
Franoisco ,Teixeira de Si, ssrviado de
presidente, dos lentes da Faculdado de
D reito, D.-s. Augusto Carlos Vaz de
OiiTO'ra, Hir.riquo Augusto de A'buquer-
qus M-lct e dos advogadoa Dra. Vicente
Ferrer e Barros Wanderley Aranjo e
Ant-.cio Eatevao Oliveira, devendo Ber
observadas aa disposicSiS do citado R9gu-
!cicntc de 23 de Jinciro e InstruccSes de
12 do Ajouto.
O secretario.
Jlo Augusto Ferreira Lima.
I
DERBY-CLUB
DE
PERNA
BECLRAGOES
lfandega
Aforaxnto d terreno de Marinba eo no Hos-
picio fregoesia da Boa Vista
De ordetu oo tim. Sr. Dr. inspector desta Re-
parugo, teoao ElvaN Collier Lgb. requerio
por aforamanto um terreno de marinfca sito no
lljspicio, reguesia d Boa Visia deata cidade,
cora cacto e cincoenta e dois metros de,frente,
cenio eoitentae trez metros de fondo, o qoal
confina ao norte com a ra projectada D. Vital,
ao sol cem a roa do Hospicio, a le te coma cam
Doa e ponie do Hospicio, e a oeste com a estrada
do Pontbal, chamado suuelle que se jnlgar pre
jo :icaiio afim de probar no praso i'e 30 dias o
direo qoe lera com relacSo ao aforameoto do
reffldo urreoo.
J Secco ia A'fandega de Pernamboco, 10 de
Novembro de H9Z.
Manoei Antonino de Garvalho Aranba.
Alfandegra
Aramcto de terrino de m-e
r.nia sito na praia dos Ni-
lagres em Olinda.
De ordem dolllm. Sr. Dr. Inspector
deata ReparticSo, teudo T'barcio Valeria
no dos Santos, requerido por aforameoto
um terreno de marinha com vints e doia
metros de frente e trinta metros de fue-
do, sito na praia dos Milagrea da cidade
de Olinda e qne o Prefeito Municipal da
meerna cidade declara confinar com pro-
piedades da viova do coronel Luis de
Paula Lopes, fica marcado o praso da
trinta dias, de accordo com o decreto n.
4105 de 22 de fevereiro da 1868, para
quem se jnlgar com direito a preferen-
cia no 'Iludido aforamento oa tiver ou-
tra qoalqoer reclamaoSov apreaental-a de
vidamente fundamntala e documen-
tada.
Fmdo o re'erido praao cenhuma re-
cia macSo ser acceita.
3a SeccSo da Alfandega do Estado de
Pernambuco, 26 de Oatubro de 1898.
H. Aotoniao de C Ar^nha.
FK0JECT0 M DSORIPnAO
Dos dois grandes premios a realisarem se
no dia 10 de Dezembro de 181J3
5 anniversario
DO
t.raulf Premio DiSttBY-'JLUB DE PtRNAMBCJ 2.2)J motroa
Hand'Cap de limites Animaes de qoalnuer paiz. Prem os : 2:C00^>'JC0
ao primeiro. 400<100 *o segundo e 300500U co terceiro.
Crande Premio IMPRENTA PEB^AMrlCANA 1.609 metros
HANCAP Animaes de Pernembuco. Premioa : 8005000 ao pri-
meiro 3CO5C0O ao segundo e 1200000 ao te cetro.
Inacripcao 15 0(t.
Nenbum pareo se realisar sem que se inscrevam e corram 6 animaes de
tres proprietarioa diffdrentes.
A tabella de peso dos pareos IVPRENSA E DSRBY CLUB DE PER-
NAMBUCO, acha-se nesta secretaria a disposico dos Sra jtereasidos.
A icscripcao ter logar no dia 2 de Deeoitbro ss 3 horas da tarde.
Secretaria do Derby Club de Pornsmbuco 17 de N vembro de 1893-
O f^ecretarii>,
J Benigno da Silva,
rli
ALFAXDEGi
Aforamento do terreo ce
marinha sito no lugar
denomina lo Gamelleira>
da freguezia e S. Jos
do Recife.
De on'em do Illm. Sr. Dr. inspector
desta reparticao, tendo Joaquina Alvea re-
querido doas terrinos de marinha sitos
no lugar denominado Qainelleira do 2"
distncto da freguezia de S. Jos deBta
cidade, no qual se acsam edificadas desa
casas da taipa que diz lha pertencer, sao
convidados todos aquelles que se ju'gare i
prejudicados com o mesmo aforamento,
virem requerer preferencia, ou o que pre
tenderem a beai de seus interesses id
praso de 30 dias.
Findo o refer 1j praso cenhuma recia-
magao sera acceita.
Alfandega de Percambuco 27 de Outo-
bro de 1893.
M Antonhusdo C .Arajo.
Derby-Club de Per
nambuco
A directora ce>ta sociedade en seEsl
de boje resolvcu c !i t. os segninte.
jotkeys, Ded ndo em 50>G0O p^.r ter em
b rajado a c rreira do animal Tudo ,
Pernambuco Powder
Factory
Assembla geral ordinaria
De crdem da directora, canvicio aos Srs.
accionistas des a cempaabia, a rtoiiirem se em
assemDla (feral ordinaria, quart^-feira 9 do
corrente, a t hora da tarde, lo -alo da A*so
c;acj Commercial Benrflcecc, pura tomarem
cconecimtnto do relaturio o cuntas rtfertnies uo
anro terminajo em Agosto Rodo.
Chimo a attengo dos S*s. accionista para o
dispoio no ar. 26 dos estatotr.g dj Cuinpanhia.
Kecie 8 de NovemDro de 1893.
A. S, Barbosa Vianoa,
recr tario-
Alfandega
Prrpriedades L:ges e
Serijo
Arrenda meato)
De ordem do Sr. D.*. Iospector e em
cumprimeato da ordem da directora geral
daa rendas publicas do Thesouro Faderal,
sob n. 14 do 15 de Satembro prox:mo
pretrito, fago publico aue esta reparticS*
recebe propostas em cartas selladas e
fechadas, at o dia 14 de Dozembro desto
anno, para o arreodamecta d>is propieda-
des nacionaes denominadasLagea e Se-
rijosituadas no municipio de Itamb
deste Estado, as quaes sao destinadas
principalmente ao p'.atio da canna e ta
brico de assucar.
O arrerdamente n3o se far per tempo
excedente de nove aonos e para elle ser-
vira de base o arbitramento de 2:503(5000
annus.es, dado ao respectivo aluguel ven-
cido e ora communicado ao Thesouro Fe-
deral.
Em 13 de Novembre de 1893.
M. Antonino da C Aranha
no S pareo.
Macoel ('navarro cm 20C$OO de ac-
cordo com o art. 49 do oodigo de corric'as
o Mauoel Pereira mi 505-00 por irregu-
laridades no 7. pareo, qiiando iaontava o
animal Traquinas.
Secretaria do Derby Club 20 de Novem-
bro de 1893.
O secretario,
J. Benig-'O da Silva
Companhia
Manuictr* de pbosphoro?
De coiiforuiaie ro^ o qoe foiresolvido pela
directora, sao eo ovidados todos oseihj'er
acr.io:ista* a fazen-m a segun'/a entrada da
sras preBlaiGss. rasro de 10 0/o ou 205 po-
a^co, dtutro ue trinta d>as, i couUi- J:; prsen-
le data ai 21 de Novembro p-oxti;o vlndoan
em mfo do ibesoareiro, rui :- Ui.fre n>- !> ::
nam-:ro 18. ftecife, ii d Cntnbro de 1893.
Pires Gocc:>lve?.
Companhia refinadora mc:
canti e a^sucareira
Stimb cbf;r
Da accordo coc. oq:e disefie o or'. 5- do'
ra...uios deata couip.nh'.a. sio convidados os
Srs. accieui las a rt-aliran'rr: i >iii i a
rcb'e o cap tai, raio 'J, ja i' i >S
actao te o ola 20 de NovemDro v ndooro, do
essriptono ^te^ta cempanbia, a ra do Dr. Jj,.'-
Mananno n. 5',
Re ife, 31 de (u'.obrc de 1893.
Mjncd Jos Ferreira Cruz
Director per;'!>.
Alfa
Ai
Companhia
Exploradora de pro-
ductos calcreos
3* chamada de capital
De ordem da directora eso cinvidados es S's.
acelenistas 8ob3C-iptores da segunda serie do
capital desta corcoanhia, de realisarem a tercei-
ra entrada de 10 0/o ou 204 por ac-j at o dia
25 do corrente, oo Banco Pjpolar.
Reoi.'e, 10 de Novemuro de 1893.
Rodrigo Garvalho
Secretario interine-
Alfandga e
bramento de terreno de
marinha na praia dos
Milagrea, em Olinda.
De ordejj do Illm. Sr. Dr. inspector
desta reparticao, tendo Alcides Campos
Panla"requerido por aforamento am ter-
reno de marinta com 10 metros de frente
e 22 metros de fondo, sito na praia dos
Milagrea da eidade de Olinda e que o pre-
feito municipal da mesma cidade declara
confinar onm propriedades da viova do
coronel Lua de Paula Lopes, fica mar-
ado o praso de 30 dias, de accordo com
o decreto n 4105 de 22 de Fevereiro de
o8dS, para quem se jnlgar cem direito a
preterencia no alludiuo aforamento on
tiver outra qualquer reclamag&o a faaer
apresen tal-a de vi df mete fundamentada e
documentada.
Findo o referido praso nenhuma recia-
macao ser acceita.
Alfandega de Pernambuco, 24 de Oatu-
bro de 1893.J
M, Antonino Oa f. Aranhr,
anega
Aro*ameDlo i? tf. reno de Varinba co a ru^. lo-
periai fregipP'a de S, Jos de^a cidade.
De ordem j Ii!tr. S'. inspector des'a r
ti cao teudo Edvard Collier Luiph. requeriilo por
aforameio um terrena de marinha sno a roa
Oiteuta e Nove(aotlga InDerial; da f egoes'a qp
S. Jos desia Cidade, com oitenta e cito metros
de frente e cento e cuarenta d^ fon^o, o qu 1
octloa ao orte com o rio Capibaribe, sosal
c m f. roa Oneota e Nove a Ie3'.p con o terreno
de mancha devi-lum rom doze ffit-tro- de fre t ,
cornados no anbarneuio da roa Oileota e noves
eacont-ar com aa c<-a3 d>' Pedro Jos na S1v..
a Oeste com o lerr-ca latDbem de mariuba com
dese metros de frente cornados oo mesoio &i-
nbameoto a encontrar com a casa de Antoni
Moreira rete, chamado aqoelle qn?, f julp/;'
prejodicado ..fioi ce prrvar no p-aso de 3 das o
direiio que >em com lelacao ao aforamento do
refprdo terreno.
3* er-co a Al'andepa de Pcrna: baco, 10 de
Novembro de IS93.
Mino-'l Antonino de Carvalho Ar^fha.
Alfandega
De crdeai do Illua're Sr. Dr. inspector
i tendo em vista o requeiimnto devidi-
mente informado e abaixo tracserptr!, fie
mareado, a D. OaBparina dos S*ctcs
Corre de Araujo, o prss^ de 30 das
para vir provar o direito que tem sobre o
terreno em que se aeha edific&da a casa
pereoceute ao signatario do mssmo rc-
querimento, visto que ejsa casa, a jnlgar
pelo respectivo numero, est situad* no ter-
reno de marinha aforado so bacbarel Pedro
Francisco Corre de Aranjo, c3o coos:an-
do, alera disto, qne a referida D- Gaepa-
rina aeja foreira de toirer.o algnm.
O reforido requerimento, documento e
informa^oes podero ser consultados nesta
Rep&rticao pela mencionada D. Gasparma
on seo procurador.
t Illm. Sr. Or. Inspector da Alfand-ga
Kaymundo Nonato de Oveira, tendo
comprado em 7 de Maio de 1892, a casa
terrea r. 135 a ra 89, antiga imperial,
peloprejo t 2:500/5000 a JcSo Goooalves
da Crua e sua mulher, como edificada em
terreno foreiro a D. Gasparina dos Santos
Correa de Araujo. a cujo procurador Dr.
Joaquim Correa de Aranjo, foi prgo pelo
vendedor o respectivo laudemio de 2 211
por cento sobre o vabr da compra, em
vista co documento inolnse, acontece que
o sapplicaote com bona fundamentos, sabe
qoe o slo em que est edificada dte casa
e mais as que Ihe servem de limites,
de marinha, tendo a dita D. Gasparina 9
dominio otil ; e como qaeira legalmente
t.car na pesse do terreno, que em boa f
fe acqaisicSo, requer a V. S. que Ihe
mande passar o respectivo titolo de tfora-
ment perpeta, comoo de lei.
Assim pede deferimeatoE. R. Merc.
Recife, 19 de Oatabro de ls93.R y-
mino Nonato do Olive ira.
Em 6 de Novembro de 1893.
M. Antonino de C. Arnha.
Curo Anoexo Faculdade
de Direito do Recife
Do ordem do Sr. u-. director f co publico qae
a cootir do dia II ;-t o da 27 do corrtbte mez
i rh S' atera a inscrifco para o exaaee
tioaes de pieparatjr-.o? ex'gidos para rrairicnla
oob rorsis sopenores, devendo es p" 'in len'es
a inserpeao dos xattea de linspas apr^genlar
-cas pet^Oef n'e-ta NHsrelara at o na 18, e os
de snencia* d^ 20 3 ?7 'a prorousvelmeoie.
A locrpcao rtguNr a chmala oca exami-
nandi s. teno prelert-ocia os alumnos outricola-
dosooCo'so: art. 28* do D?c. 1232 H de de
Jare-rode 1801.
Os eximmandoa estranbos ao Corso Anseic,
p?pa'5o r.o acto da ins-'npyao por n:eio de es-
lampilbasoppo tas em uas penco??, a laxa de
5.600 cid, e se. Jj o regados a apreseritar i
m* jaleado-a om runculuin m uj, a.'.-igudo
pelo uirector do es'abel cimeLto pa'tjcolar em
qoe esUidaranj ou pelos professores que O den-
irinaram no seo da farr.a d'onne se pcesam co-
mer Inforrc.cO'S obre u.; teos pre:edtn'.es coN
ippiaes, feu proce.'iiiiea'.o moral e o .uveita-
i! en'o que Uveram no curso -e esludus ; u:t. '.60
f 4ol do citado decreta
A t.xa a lira mencionada dtvida per esda
m;iteri3, scrjoexaai desfjaa PBbmeUer.se.
As mesas examinadoras serau a< f-pnintea ,
portocu>z, frsn:t-z. latlm, iobIpi, sritbmeUca, al-
g-b^a ffOiret i-, v.'r. o< meirla, g* pecialmenie oo ferss'l. tistorla uoive-s-i!, bis-o-
ra do Brasil, pbyca e cnimica e historia aln-
rl, poden.io ser organis idas dua en mala rr;e-
r8 ccuform.ii a cnuvn:i- ikj, do tervijo. N'esta
conformidade a pprovc(,io em po'iUkCz ser
ci ndicao lo< : peosavel; ara qu^ o car-M hc o pfja
-utm'.'tti."o a exame de Qcaiqcer ontra uja'e ia ;
o canoiiii'o uo exame de teome rio e tri^otoaje-
tna cievcra ter soi>rovcfio em ar'lhiaeiiea e al-
gebra, para rliy-lca e cbittica, ser exigida a
pprovncofm m-tbemattea e'ctutntar. iia^a his-
toria namral. a arprovsgao fm rl.y-ica e liiirci-
a. para hlatorit i i rro ar;5o en, geogruphla.
A Oepeouenc i.i ei;pr i r'nioicnad nio pe en-
tende aos alomos do Ci so |i.r j u-r sido exi-
iido p-.r cic^'" fri ::*[ ecliva maficela.
Secretara do 'u'80 Aon.'xo A Faro'dade d
Direito Co Recife, 8 de Novembro de 18U3.
(i n-i re-i.:.
TeUphoro J. d-i Silva Froyoi
Thesouro do Estado do
Ama/, as
N4Vgac,ao a vpi b zktbb Vanaos ~
FOtTALEZA
N. 21.Do ordem do Sr. Dr. inspector
. repa-ti(;8o, e e;:-. virtt.de dj tfSlo
de S. Exc. o 8r. Dr. Governador do Ea-
. I sob o 559 currentes pelo prr.so de CO dits, r. contar
testa datr, }'n> o co itmcto imi 1-
nha do ra^cgpQo a v-por er.trj Coii. c-
\ al e a da Esti i i Coi r, do accordo
jom n lei r. 40 de 3'1 do /gosto ultimo,
:> tracscrij-.ta, re. arlo ao G'V.rooa
fatuidad.a d1) f r modificares que
forem conve'i tts com referencia ac
>. toa (!' cesa! forme Iba eutorsa o
| 7. da loi n. 62 da i8 de O. ... pro
:-i..;o p. SS( do.
Os prop r.i :-,'< previ msote
ritpositr no eof'e i i T'.esi.uro ,.(, ; s-
'i:, de i i : ; para .... tia
d;- sua res p Its> eE2
oue ineorrerem qu ff r c ndo cen-
'.:',es reputada", as mi ia vpntaj fas, re-
cu rem-BO a issgi r o co tra :to
As pr" tas i- ;" i; is nests se-
ri ; dn O '. Dezea bro va-
don o.
v en tari d i T i '8 o '-' ;- cj
Amcz .3, l. do Ni hrode 189
O ip! 1" el ,Irineo
Ahea Mu iiz, si cretario.
Lei o. 4 de
- sis
de
no c?o Estado
a cout t V'tJ, % d :
qao entre itt". c pii d c a do Es-
tad do (.'
E !u -rio Goncalv
ftfathi So
C't.lt! d 't <.:] :
. B ic! re em
Pi ys;
;-
as. ca
e
da do A^zo:.;
Governtd :
etc.
Paco sabor ?. loe t na habitantes
o Cong erso d r vp-esentantes o
Estado do Arnaco-: "refo'i e ci r.r
c: nei a b- ir ta i i :
Art. 1. Fea o -n.-dor do Esfp.dc,
i ontre i cem qi era ma:s
vantagens offerecer i de navega-
c'o YBp>r o tre a .' de M olese B
capital do Ciar, com escalas por Ilacoa-
ir-, Pru { S L ia, P"tj-
ryhp-, Ac9.Tr-h. (tt..;., Camocim e Mon*
ibiii, mediante a anbvenolo anns&l do
:. le rth (50:0005000).
Ar'. 2 o Oa vapores eerao de c^pacl-
dsrie stffi i-nta para o movimen^o de car-
ga coa pontos intermediarios e accomo-
dB(,5;s para p*assgeir de l e de p.Gi.
Art. 3. Convm attender no coolracto:
' 1. Que a sede da Cotrspanhia e-r em
Manis c es vapores obrigados duas
vi&gena por mes, no prjimo b:oanio o
nos seguir tea 3 ;
2 o Qtf o Estado ter dice'to a 3 pss
sagena do r, 10 a proa c 5 tcdaiaa
de c^rga em cada viagem dos vapores ;
3. Q-io tambsm ter preferencia sem-
pra que precisi-.r nu embarque e condcelo
ie animaes vaeoam oa eavallar e d
ttriuea para BU83 ebras ;
4.6 Qoe o exceaso de toceliad a sof-
frer abatirrento do 30 "f. trinta p r cen-
to BM tabellas de fret-s sempre qui 83
tratar de carga ou trsesporte de aiimaes
ou tn&teriaes por cunta do govorno
5 Qie ;-a t&bei;aa de fretes e pasa-
gens e o horario da sabida e entradu doj
vaporej serao tpprovad^s peio goverco do
Estfdo e re\i.t: a de tres em tres acucs,
de accordo com a empieza ;
6. Qae o contracto durr-r se is ancoi;,
podendo ser renovado se assim entander
o Cocgres. ;
Art. 4.* Quando o Governador, forja-
do por conveniencia do servido publica
precisar do material ti r.-.tuante p r, tran-
sporto de tropas, a empraa- ceder im-
mediatamecte um ou mais vapores coni o
abat ment de 4 [. (quarenta por cento)
sobre a tubilia de fretes.
Art. 5.* O G>veinad.r tambem fica
auterisado a adoptar as medidas qoe jul-
gar convenientes para a boa execnQo da
contracto, estabelejendo multas par qual-
quer iofrscsSo de suas (lausulas.
Art. 6. Bevogam so as disposi^ss em
contrario.
Mando, portento, a todas as autorida-
des a quem o conheoimonto e execuca
da presente l;i pertencer que a cumpram-
e facam cumpril-a fielmente.
O secretario do Estado a faga impriaky
publicar a correr.
Palacio do Governo do Estado do Ama-
zonas, em Manos, aos 30 dias do mee de-
Agosto de 1893, 5* da Repobtios.
Eduardo Oongalves Ribeiro.
Jos Maria Coma.
-j^^^^ :-t
^ .......i iiasiaw_^^i^MMaMB
.
. '
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I
ti
jm
Diario de Pernambuco Quarla-feira 22 de Novmbro de 1893
Aifandega
Terrenos da praia dos Milagros
em Ollnda
Do rrdem do Sr. Dr, inspector, sSo
coov's- renos continguos aos dtt praia doa Mila-
grea en Olioda, a viren) reqjerer, no pra-
so de 30 das, que lhes 6.a marcado, o
aforaimnto destes ult m-8, ctda un na
parte c >rr.'*ponden:e testada de sua
propriedade ; fijando, porten, os meemos
propnetxnoH advertido* de que I6ra d'a-
quelle p .- z i-s a iudoa terrenos pode
rio ser livremeote c< ncedidoa a quem os
preterWe,- e e.atibfizar a* exigencias le
gaeB, listo que o paoramento da lei, fa-
vorecer'o taea aouex. c,3a, adoptar um
zne m da empryreu&e, que sem duvida
ct;!is. r e v-ijnsar ^b terreo b, e por con-
tar ointe o dreito de preferencia dos con-
finantes, tal como se cha consagrado no
decreto c. 4C5 de 22 de Fevereiro de
1866 jamis poder coarctar o procedi-
E-- i. a'n repartilo, a qaein cabe *e-
!r os inte-e.898 fisc ea, nao peroitiior'
joe cor.t'ti-cm os relerido* terrenoa a se
ren Ilegal mente otilisados por a uelles
propri-tin s como se tossem de dominio
proprio, entorne en ta.
3a seccS da Mfaideg* de Pernambu-
CO, 6 da Novembro de 1893.
M. Antonmo de Carvalho Aravha.
Gompanhia
Izioa CaPSbDcS de SiDimbn'
De cr.via ..a directora, coovido os Srs. acrio
nistas di Ma cmpatihia a realisarem a 5* pres-
taco O O O/o di capital subscripto co 40000
por act,ao ule o da 30 :o corre te, no Banco de
Perrarr.t'UC.i, i roa do Comroprno n. 40.
Retir.-, 4 ue Novembro de 1893.
Directar secretario.
G. C. Satis_______________
Alfar, de^a
Zi.'oram"atonde terreno da Marioba tito a
J^trae;3 >'o Tiiodade da fregueaia de
S. Jo c desta cidade
D- rrdem do Im. Sr. Dr. inspector
desta rvparticjo, tecdo Francisco de Sal-
les Br requetido por atoramtcto nm
terrc ie marinha airo na travesea da
Triodade oa fregnezia de S. Jos deBta
;.:.;.:. o ia viole e seis metros e cin-
... ta o'imetroa de frente e quarenta
e oi'. av : s da tundo, o anal cor fina
cera as C a de Macoel Tertuliano dos
D.'gj Ang ta djs Res ft cha-
j^Cl e que se juigar prejudicado,
pr rar no pri.BO da 30 di&s o di-
rei :;"> ) terrario.
F .'. o referido prfS" nechuroa recla-
r toia reuartic&o.
3a (--' ii da Alta'-idega de Percataba-
BO, 21 Ootobro de 1893.
u. Antoao de G. -ro.ba.
i
euhores
D088ai lores das I 6
I 8 00
... ,.v,..- ... U
1108 S.-.
.. I
;;i b 30 oa.), so
c. nii-
- ; el i ^rJ. ompe baotes.
>; o' :
p :< ten t7i 116,533,237,243.851,
asi, m -y ;,"^91
j'4 38 -7 398 II
L i ?en t
rl-
i

lo 1!1=. Sr. 'Dr. r
I ,; (i No n di
SiU do | r to o \ -reno
g I ai di nm '-
(reguei Vitta
ia idot do e corstando
c2 r no ft ftfo
o Jr 3o Barato do
'nr, qne
i no : (> toas t"-i;: pagos os
C ... de
LOS
i r 3 rio rertrido
con r vi-
r6n.i r e provar o qno tor a ben
..
o ir-SD ni.0 Ber mais M i1
;;r-a.
..; andega de Peinam-
,bo de 1893.
. .; .ni:, -, C lho Aranha.
Corre Lo
Geral
las a expeJr-se bnj3
| vapor Onegal, e^ta atmiois
..... floo oa Bania e
.' i sj e obje"tos
s i i lo horas do da, cartas rdi
II, oa at a t-iitrega das m^ias com
do -".. eiw do Estado de Per-
, 22 ce Nreabro de 1893.
O administrador iot>-rino
Deo^ato P. dos Santos
fcrmiiiio rikduologico Geogra-
pMco Pernambucaao
" Quinta feira. 23 do corrente, & hora do costo-
^t-, bavtra seseao ordinaria.
Secreta ii to Instituto, 21 de Novembro de
{893.
O 1- secretario,
Baptista Regueira
Rcebedoria do Estado
\: Rsslsc&o do3 contnbaintes sojeitas a di
veraoa impostoa oo 2- aemestre do cor-
rente exercicio, na fregaezia da Saoto
Antonio, na revisSo procedida pelo lan$a-
dor Atn L de Albaqoerque MeUo.
Ba 15 de Novembro
8 Saltutiono Auguato Peres,
alisiatariu
Caea da Regenerado
36 A Gruiharme Francuco doa
. PraiereB, diversos geno-
ro
Cabog
3 A Antonio Frano seo doa
Ramos, toja de fa>enda
Duque de Casias
21 Alfredo Pinto d C, abri
o do cigsrroa
2b Panla Mafr, osa morlua-
20,>000
24(J000
500000
na
83^534
400000
87 R. Melio & Aaevedo, loja
de chapis de sol 550146
Ra da Largngeira
14 Jjs Fran bcj da Silva,
barbeara 3 "0000
Ra Largs do R sai i a
22 Ferreira & Baatista, loja
de quadroa 180$000
13 Jacule Binefontes, ofiisi-
na de re ojneiro 3600^0
37 fundo Jouquim Antonio
de C >rvalbo, loja e miu-
deaos 54S190
Roa de Francisco Jacintho
28 Pedro Costa, fabrica de
cigarroa, 6O0OOO
Uonselneiro Peretti
48 Ckm.ioi & C ata, deposito
de secaos 72)000
Ra liba dos Caralhoa
38 Jos Rus, offijina de cal-
Sados 400000
40 A Jote 3oare do Amaral,
deposito de carvSo de
pedra
Roa da Penba
3 Jos Ferreira da Silva So-
bnnho, ofi iaa de calca*
dos 480000
lija Visconde de Iohaoma
32 Manoel slarques doa Sao-
tos, loj. de oa]r>adoa 55(043
39 Francisco Aotonio Areias,
loj de fazeodas 755000
41 J jaaf Fernandes da Cuaba,
dem 750000
Travessa do Arsenal d; Guerra
13 Bento C ra, deposito de varios
generoa, 4^5000
1.a seoc'o OA Recabsdorii do E tado
de Pernambuco, 21 do Novembro de
1893.
O chete,
H. Peregrioo.
AMHHITRlf
Companhia de Segaros Haramos
E
TERRESTRES
Capital 1,000:
48 RA DO COMM5RCIO 48
CoBjpsnhia Korlh BriSish i
Mercantil e Insurance
Capital subscripto t 3.000,000 0* O4
FuLdosaccumuiados 9.752.443 18 6
BECEITA ASbTIUIi
De premios contra
ogo.......1.495.818 6 10
De premios sobre di-
^ vidas..... 992.379 6 1
2 488,197 12- li*
J. B.A rerartirLc de fondos accumula-
Jos sobre 3earcs contra fogo, nao se
pocbi-.bilisa pelaf transacce< feitaspela
de seboro Bobre .idas.
Wilson, Soah& C.
ttpanljia ^e %t%nxQ
CEim rsaa
ortherQ
nsifao financeira
pital subscripto 3.780,00C>
Fundoa Eceumt'J 3.000,-.-.
)t ;>remio3 contra foga S 626,000
e premies f,ol)re vir^as 208,000
roa 166,000
PernamboCO,
liextcttt Wi.liam cs.
Ciinpaflhiii e omeros
fidlidad n unu
Migfue) Jos Al ve
X. Cun do rb SEG 18 E TERRESTOBS
t.. :ca compa
praaquecon' iSra.
p 0 i'ji cada sciira<
aJuo, ^l-, ao desccato ancuul '.' .c:a
d IK'dreenlo eml "! -etnradoa
THE IMPERIAL 1NSCR -N'CE CMPANY UilITEI
Estabelecida em 1803
CAPiTtL l,0,000
(Bft. S.OOOjOOeOOO)
I GCBA IOIF1CIO8 E MEKCADOB1A
Ce otra o fogo
TAXAS BAIXAS
Promptu pagaut-Dl ti* prejut
SfiM DESCONT
AOKNTES
sowks c.
Royal Insurance Companj
de Liverpool
CAI'IKL SOO.OOO
AGENTES
Pohliuau *5r C.
Largo da Compagina n. t
SEGUROS
UIITI1QS CONTRA VOM
eompanhla Phcnli Per-
oaabueana
RUADO COMUERCIO
tfH
MARTIMOS
v
Para o Porto
BARCA PORTUGUEZA tTENTA-
DORA
Anda recebe carga a (rete, caja maior parte
ti est engajada para seguir com a maior ore
vidsde posaivel ; Iraiar com Amorim Irmaosi
& Companhla.
Prazere
Brig"ue c rrazeres
Vende se o brigne nacional Prareres ancn-
-ado no quairo ua carae secca. Este brigne
contraiao com opilis madeiras, e setaa-se
perfeilameote conservado: a iraiar com Amo
rlm Irmaos & C. roa PaciOc Siean Navigation Com-
pany
STRAirS OF vIAGELHAM LINE
O paquete Galicia
E' esperado dos nortos do sol
at odia SS de Nov-mbro se-
uindo depois da aecessaria de-
mor. u" Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaos e Plymouth
Para car^a, pasaageos .eocommendaa e dinbei-
ro a (rete trata se cora oa
AGESTES
Wilson, Suas 11, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Lflipanlna Babiana deNavega-
4'1> a vapor
Macei.Villa Nova penedo. Aracaj, Esta-
ncia, e Babia,
O VAPOR
Mrquez de Caxias
'.ommaedante Julio de Lacerda
E' esperado
do portoa cima
at o da S4 de
iNovembro regres-
aando para os
meamos aepois da dt-mora do costme.
Para car^a, pasaageos encommeodas e dinbei-
ro a (rete, trata se cora o
AGENTE
Pedro Oso io de Cerqu^ira
Eua do Vigario n. 17
Io andar
cMitWral^ijSis
Companhla Francesa
OE
.\avrg fo a vapor
Linba egular estro o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Bab4, Rio de Jaceiro e
SantoB.
O vapor Eatre-Rios
Commandante Richard
. E' esoerado dos nortos da
Eoropa at o da 89 de No-
,vrmbro secuinao depois da ae
.mora iodiepensavel para
Baha, Bia de Janeiro e Santos
Este vapor entrar no porto
RcgvQ? aos Srs. iuporiadorea de carga pelos
vapores deta liaba, quei/aoj apresenlsr dentroi
de 6 das, aconia"- do da descarg das alvaren
gas qoalqn^r reclamaco concemente a volomes
qoc porventnra tenbam seguido para os portos
do sul. afim do se poderen dar a tempo a3 pro-
videncias nece>eari28.
Expirado o rostido prazo a cornpanhia nao se.
responsabiliza a*jr extravios.
Re^be carga, = trata? com o
AGENTE
A.uguste Lahille
9R"n to Commorcio9
The Nottoo Lioe of Slcaaiers
Para e New-York
O P?,QUT3
8a s uto
Age te
Pe-tana
Leilo
De 1 oava'lo e 1 borra animaos arrso
dados pelo Juico de auseutes.
Oua.!ta-feira 22 do carrete
Ao meio dia
No caes da Lingaeta a sombra as
arvores
O ageo'e Pestaa vender por mandado
da Ezm. Sr Dr. Juis ae auaectea 08
animaes cima mencionados.
Apetite Olivera
4 e ultimo leilo
De divid-s oobr"V(-i< na importancia cer-
ca de 33:8700300, pertencaote a massa
tal i a de A it >nio A da Cunha.
Quiata- f-ira 23 do correte
As 11 horas em ponto
Mo armazem a roa do Impera-
dor n. 39
O agente Oliveir p r autorisaclo doa
gyedicos da massa fallida de Antonio Al-
vea da Cunha levar a le lo as dividas
cima.
Os Srs. pretendentea poderSo oxamiaar
a re agao des meamos em mSo do agente.
Das casas os. 2 e 4 sitas a travessa do
Uohoa, fregaezia de Afogados, tendo esta
p irt n j inella de frente. 1 sala 1 qaart
gr*"1a ;j i o t ti, sorviado de biso.....
j 8 Jyy'O J pre;o da avallado e aquella com
1 poiU e 2 jnelas > sp.a e 2 quartos,
aerviodo de base 12 )6000 preco da ava
li5o e ambas de *a>pa em solo foreiro e
pe.tenceates ao ezecutado Dorado Mo-
reir de Barros.
Sexl -feir4 24 do cinrent
As H horas
%o trmszem a i-na do Mrquez
de Ollnda o. AS
O ag-nte Gusmo. autoncado por man-
dado e asBisteocia do Ezm. &r. Dr j iz
de direito dos Fet s da Fae da, tara
leilSo das casas cima mencionadas para
nagamentos das ezecacSoB qne move a
F piietarioa.
L

l
Para carga,
iih 'o ;. (i le
E'esperadodn Rio 1e Jin*i-
ro at o da S-4 de Novem-
b'o segotndo uepois da d -
mora Deceegsna para ai
portes acimA.
eucomaiendi-'i, p; na e ; -
ta-aa ^om os
Boxell wT!irn & C.
Roa co Coramcrc:o n. 25
paohia Rob. 1, Sumuhs Line
Vapor Capua
E' PBni-radc de
New York tUS o
dia SO de No
v^mbr e,uiodo
aepois da .temo
rrt neo. ira o
Rio ce Janeiro e Santos
Para carea. passsgeDs, eo-ommei.as e diubei-
ro a frete tn ta-De com oa
/GENTES
Pereira Carueiro & C.
6Ri". do iimu*uio6
1* andar
Llojd Brazileiro
PORTOS DO SUL
O paquete Brazil
E' esperado do nortes do
sol a> oria S3 de No-
v.rrb'o seguindo depois
oa demora oo costme para
Parahyba, Natal, Cerra, AmarragSo Mar,
tinao Para Obidos e Manoa
As encomr endas sero fceLidas^t 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a soa atteogo
para a clausula 10* des conhecimeotos que :
No caso de baver; Igoma reclamacdo contra a
companbia, por avaria ou perda, deve ser (ella
per escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro ae tres das depois de finali-
8ada.
Nao procedeudo esta (ormalidade, a compa-
nbia ca isenta de toda a responeabilidade.
Para passag ns, (retes e eocommeodas tra-
ta-se com oa
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6Ra dt, Co i**cio6
1 andar
i la o
De bona movei, espelhos ovaes, qaa
dros, chry*t*es, poroeUna e v.droa.
Qainta-feira 23 do corrate
A's 11 horas
Constando:
De ama importante e grande mobilia
de je arand a medalhSo, com 18 cadei-
rs de gaaro'cSo, 4 de braco, 1 sof e 2
lindos doike-ques, com espelhos 1 grande
e lindo espelho oval vidro bissot, 4 Un
gas e pertences, 1 candieiro de chrystal
para kerosene, 4 j^rroa para florea, 2 es
crradeirs de porce'ao, 1 tapate para
sof, 7 ditos par* porta, 1 tapete para
torro de sala, quasi novo, 1 dito para cor-
redor, 2 ectageres, 6 paaaoj ehinezes
para cade ras, 1 esma para c-sJ, 1 toilet.
1 lavatorio, l guarnicSo de porcelan-i p ra
0 mesm); 1 marquesSo paa ailteiro, 1
bergo, 1 comoodn, 1 mala, 1 cama fran-
cesa, 1 c*b>de, 1 elegante mebil'.a de pao
carga, eotslbada, com 12 cad-iras d
guarniuao, 4 ditas da btagos, 1 sof e 2
oou&olos C-m pedra, 1 mesa elaste>, 1
guara* louga .-uspeaso, 2 paradores tor
retidos, 8 quadr a, r'ogic-k^ldario, 1
velocipr-des, 2 cadeiras de junoo coaa brayo,
1 carteira, 1 aparador com a-mario, 1 lote
de empanadas, 1 apparelho .i porceLna
ara almogo, 1 galheteiro de ele.-tro-p'at,
1 licoreiro, 2 garrafas para viohos, copos,
cal ees, c-Bmpo'eiras, tagts para chamoa-
gne, b^odeiras, talheres, colberes, guar-
dr.apoa, ja ras p*?* og'ia, mo.nbo para
Caf, e inuitoa outroa oaj eios.
O agot Guamao, au^oiisado pelo
I'ln. Sr. IVaoalaoo da Aas;a Feriaidea
Vianna, fr lei!a> dos -"oveia acia.t
meocioo;idoB existentes na c a oade resi-
di a roa di Santa Croa n. 72.
Leilao
De faz-nas
Oiifc-fera 23 do c.rrete
A's 11 horas
Agente Pin!;)
l Bom Jesoa n. 43
Em contisiuaco
AVISOS DIVERSOS
Aiu-a-ee o grande sitio da Torre, Jontr a
oonte ao L'sserre : a tratar na ra do Aoollo
n. 8, I* andar, pscrlotorto.
i. AJeia ctmbiiim de Slquelra
Hasta
Jof Maris Cirneiro da Cooba e
Ba (amiba, sentidos de profunda
mago pelg premaiuro pas^ameoto
de t-ua et'mada prima, comadre e
amiga, D. aelia Camboim de Si-
qoeira Neuo, virtuosa eaposi do
seo presado amigo e compadre,
l/ill Fr;,nc;sc. oe S qut-ira Neuo, convidam aos
part-otes e amigos ..ara a-aisiirem a roissa de 7*
da q-ie mar;dam rea' qoarta leira 22 do cor-
ri-nt-, na entria da tiok Vista, e ae*de ia se
Sr. Auluuiu Kiiim ui.i-11 aeraptuoac
le Aaata arvalbo
tD. Tiierezi de Jrsoa Mcuoea S^ aphico-
Jalla Gtut I Mandes Scrapnico.Anioe io Perei,
ra ia Cmara Lima, raposa, bina e sogro do
opado Atimio Cola^biano Serapbico de
A'is U'valho. e mais parecies, agraiecem, a
iodos ai provas de ap-eco daoas por occasio
na j ,o -ia fatal enferraida ecomo dj sabimento
to mesmo, e envioao aos p.reotta e amigos
nara asoirtcem a musa do 7' da celebrada as
7 |4 oras da maob i*letra, 24 oo corrente
oa Mairn de Sauo Antoaio o'eta ci iade pelo
p.p .. jrt. j. ani. ipa apn e-da e-1"8.
Pre;i8a-?e Ur urna ca^a uara pevtutoa ta-
mli-, com sitio murado e portao ; na f" serco
do trem oo boods : tratar ua roa da Madre dp
eu u. 10.
Aluea-se o andar do sonraio n. 23 I
roa de S. Jorge, com 2 salas 4 q jarlos e cos
nba ; i traa.- na Camba do Carino o. 29.
Prec;8a-se de urna boa cosinheira e de omi
Ci'ada para copelr e servic > dos qaart. a ;
t-atar na roa Marques de Olio la n. P. oo no
CaMeireire. casa da esquina da roa da Penba e
da Uangoeira.
C> mpra-se na roa Duqo- de uaiias n. 36,
1* andar, omfa) pri conar papelSo, qce
tenba de comp imento tOJ centimeiro<.
Aluga se a casa n 52 a ra de S Joao,
tendo 2 Balas, 4 qoario*, pondo ao lado, graede
quintal com cacimba e agua encanada ; a tratar
na roa VYlna o. 93.
Alaga se urna cas;i com p.queno sitio
baa'an'es commooa, na Tore ; roa do Rosario
numero 2.
Preciea-se de um cmelro com pratlca de
taverna : na roa de Aguas Verdes n. 21.
IK..FIUS h. lili.i
tMaiio-l Senta.) de A auju re Irosa,
seo si^ro. eua moiber e stu cuobado,
D. Praoci'ca Plt-sxmao e seos blnos,
K>nro marido, Olhos, i'm e sobnnbos'
deD Mina Marganda Kubn, agrade-
c-m as manif-stis de s-ntimenio qa ibes
leem Kido dp-nsadas pelo fa lecim^nto desta,
pedm aos pa'entes e am'gos o obsenoio de
oui em a.- D>ai de 7- da que mandato ce!e
fcrar pnr sua rlioa na rria'riz da Boa Vista, as 7
|/2 rnnhS o d1 52
Precisa-se de dou~ boneos. para caixeiro
e fetor de engenho. p-pfere se portjgneies : oo
becco da Peona n 8. 2- andar.
P^ssoa nabMiiad* e de contiauca incombe
ie de cob-a'Q3J ni-sia ciiad'e f-a d"IIa. rae
diante mdica commisso in previo aju"e. Poi-
rer procurado a ra Marqnt-z oe Oinida n. 23,
loja de minJpza*, e 15 dr Noieo bro n. 81, pri-
iLiirn andar, sala da (-ente ende se da- in'or
maco'a.
Furts-a'n do e-iTij-tcrio no \ Ccsmi- o-
S Pereira nm rpiogio com cadei: de ouro e orna
.:art.iri ctrorgica, paga-se brm a quem o res
unir.
Precisa-Be de um cosmbriro e de orna en-
gomrjad-ird someoto pa-a roupa de senbora ;
tratar na ra daCaoc.. di R-rie n. 3o.
Bata iiihi Ai A. de AKHIH Vuluts
1' uei-i-r.-aru
Hrnrioue de Alm ida Bastjs, soa mu-
bereBlbS, coov amaos8eo3 parelea
e amiR )8 para ass BMrcm a missa que por
alioa do seo presido sngro, pal e av6,
Estaoialau A'ves de As^is BnibJesJ mandam
rt-za. no dia 23 do corrente, pelas 6 1/2 horas
da uianh, i a ig eja di Made oe Dos, au-
nivt-'fla'io do seu loftaata pasfancTo, para
oja firipa antecipam desde ja os seus a'graie-
s
O C lofid 8ul'tU..ur J30 ir t"l i i' l'Ulil
P rnarnhirsPO. em 21 d- N.'Ven bro ie 1893.
ArKean'ro Pereira da simia
D- o-dem do lrmao director. coov,du aos Srs.
socios para assistuem a mis-aque es'a socieda-
oh manda celebrar nD da 23 lo eorr cte, s 7
1/2 da manbS, na criem 3* do Carino, t-igesi-
uio dia do passameBto do seo irmo Ariemiro
Pereira da Silveira.
O 1' Gecretirio
J(\-i Mi-1 r*a rn-ln Rpito.
iiiiru
tyende-se
orna
\ano.
barra, Oatre, uo> realejo e
Docs terrenos ;rran les, proorioe para pd'fici-,
sendo um iom -eo:e .< estrada oa Poete d^
Uci'da.. o ont.-o para a Avenida Malaquias. com
plaa de rapim, ambod morados em tres nar-
tes ; 4 tratar com Lalz de Koraea Gomes Fer-
reira.
Aos senhares deatisfas
Veode-8e un rncoB'o po'tatll e arnaco pHei
ra nik;!j la, ,. .. ; oa roa d Imp r.trii q. 5,
loja.
A plices
Na ra '. are n. 18, compra so viole
apilice- de 1 000.003 da kvida dj E Peruano .
Barbeiro
'"">? i ujj ar... j ; lo j'. -Jo Ter-
co n. 44.
uia
Ai g i iiiiii i*t'r-ir um S.
Trtgesioioaia
tA familia do linade Areemiro Pereira
da Silveira convida aos parentes e a-n703
oo mPSJio, para iss'stirem a missa do
tiseeirno d-a que mana celebrar quinta-
feira 23 do corrent-, pelas 8 boras da manb,
na ordem 3 de N. S. do Cjrmo, pelo que se
rwif >' g !'t". ____________
AukunIo Femunuo do Uejjo
t&lauutl Mirtin- Fiuza e sua l.ninlia con-
vid-m sos seos perenes e amiuos e aos
do tinado Aogu-to Fernando do Reg para
a;-8isirem as mi.j'as qae por eua alma
s ia manba de q inia-fetra 23 da dosej (alie.:imeJto. ptio qne s coQssam
d^sde j'>ae'""ia 'd__________^^^_^^__^
Amas
Precisa-se de urna arca
de leite,-le urna copeira e
l'J' 1 Q
ara tratar
ttjas,
a
E.
LEILOES
Qainta-feira 23 deve tor logar o
loilSo do nm cofre e tasendas inglesas,
francesas, suisbbb e allemaes.____________
Leilo
De 30 cfiiz a com ceblas
je 22 do crrente
A's II horas
No largo da Aifandega
P r ctarvenoSo do
rente Gusmo
Hij
Ag
eilo
De cerc de 3,' 00 libras da manteiga
iugleza nova do bia sjnslidade, em Iats.
Seita-feira Vi k corrent?
A's 12 horas
No armizem a ra do Mrquez de
Onnda ii. 43
O agente Gusmlo aotorisado far leilao
de ceroa da 3,00 libras -e man:.ei_, ia-
gleaa, era aa^, ao correr do ma tollo,
-ie factura.
Leilo
Da o-.aa terrea a. 4 l; i ra de o
mingo3 Toeotoaio freguezia de S. Jos,
com 1 poi-ta e j^uella de frente, 2
2 quartoa, c^ioha esteras, pequeo
quintal murado, e excitaba meeira edif
fieat em solo fo.eiro, avaliddi em
2:C00,5OUO.
Sexla-feira 24 do carrate
A's 11 horas
No armazem a ra do Mrquez
de Olinda n. 48
0 agente Gosrnao autorisado p?r man-
dado e assistenoia da Iilm. Ezm. Sr. Dr.
Juis Substituto do Civel na jurisdicgSo
parcha!, far leilSo a requetimento de
Luis Felippe de Curvalho, inventariante
dos bens do finado padre Albino de Car
valbo Lssa, a casa cima mensionada
podeodo os compradores examina la.
Leilo
De importantes fazendas finas e novas
propnas para alfaiate, aal.idaa ltimamente
da Aifandega.
Sexta-feira 24 do corrente
Ao meio dia
\o armazem a ra do Mrquez
de Oli da u. 48
CONSTANDO :
De pegas e cortes de casemiraa de co-
res de lindos padrSes, ditas de sarjas
asoes e pratas, panno fino, baetas finas e
muitas ontras 'aaendas de lei.
O agente GusmSo autoris >do far leilSo
das faieodas cima em lotes e ao correr
do martello.
g (:'. s de a'suc r
Reforma tlv aascutamenloa
0 autor dos artigo^ si resnes lados
triaes e aercolas, no r.too de prestir om
grade ser vico a n ssa indostria a..
proi 5* te a eslu lar dq loi I, dar us pa i
i ir a ob a ie tami ..
nal com 88 81 p : i- i cal.
rldea ra .' t"'1 t cot ; -y/erna
ra nal oa direccao ocoslmenU. Pode
he sRspotar tnrbln s movidas a agta
a or. Po'ie ser j para e-te ti
roa i I Jscinilio n. t, Capones, en fa
i/ oa Grsca.
Je urna c aJa pa
da roupa de eran
trat n Capangara
Joaquim Nabicon. 67.
Ama de eite
Precisa-se de urna ai a
ie leite ua rea Vidal de
Npgreiros n. 186. Paga-se
bem.

' um i ni
rrecifi-r '- uk i am
fpquea (rnica, e q>> 'Uitsae cat
t b->8 : a ir,;;r pa ro* ;i R '< I : l
- para
r sa des pa-
A -
Seilim
Con i Eelifn t-'sa^o
da Palma n. 68.
t.a ur L.U !U>
Leilo
Da casa terrea do pedra e cal' sita a
travessa dos R-.medios n. 5, fregiezia de
Afogados, com 2 janollas e 1 porta, 2
salas, 2 quartoa, oosioha fora, quintal mo-
rado e cacimba, pertenoonte ao executado
Jesoino de Albuquerque Mello, aervido
de base l:20WOCO preco da a?liaolo.
Kisertonnefl
Agua thermal e natural de Aquitjran
Atara;-da pela sua efficacia em
adietar a dijta e o apetite
Oa :aed308 mais reputados a
recommendfl a s pe soas qae pa-
deoen do figado, da g.-ta. de d.-
res rheamaticas, de doencaa pitui-
tosua de ataquts de re&piraca'o
cpiiaira o de digestio laboriosa.
Acha-ae a veoda na cas' de :
J ao Fernanoea de Almeida,
travessa da Madre de Deus n.
21 o roa da Cruz r. 18.
Pcisa e B urn-i ama qi: co i I
:.-. u.: arrua uq'i z o. 97,
i m; a
Amas
Alug"a-8e
Urna boa casa na ra da ieIIi Viita n. 5
(Arrayal) perto da pstacfio da Hangabeira e
Cima ; A tratar no largo da antiga tfsembla.
armazem o. 21.
Para cosi-
nhar
Precisa-se de urna ama para cosi-
nhar, no 3. andar do predio n. 42 da
ra Duque de Caxias, or cima da
typographia do Diario.
Engenho por arrendamento
Traspassa se o arrendamento de om engenbo
movido vapor, cem safra (sodada e na dts ao
cia de tres legoas de va frrea, por cansa de
forja maior. 0 oegocio vantajoso, e para ie-
formacOes os prelendentes enteodam se com
Vieira & Silva, roa de S. Francisco o. 20.
Alnga-se
0 3.* aodar de sobrado raa do Imperador n.
26, com agua, e tambem a casa terrea da roa
Capitao Amonio de Lima n. 26 ; 4 tratar oa roa
Marqcz de Ollnda o. 8, lilbograpbia.
Precia ;e de occa ama para cosioba, e rut-a
onra Eai?. ; tratar i>a ra arao da Victoria n.
5i, a ao iga agencia de movis.
Ama
Nrua da Anro"a n. 87, preeisa-se do orna
^olher idosa e sem filnos pnra o servico in eroo
le caa de duas Dessoas, preferr-se estraogei-
ra, dd te comaocios na p-op-ia casae.'usteulo
Ama
Precisa se de urna moiber de b:ns eo3icmea
para servir de ama a orna criaaga; .1 t atar na
roa do Or-oga n. 14. de meio da at 2lloras,
,u na C'->sa Forte n 5.
Ama
Precisa se de urna aun que saiba bpm cosi-
lnr, pagase bem; ra Duque de Caxias n.
i7, loja.
Amas
P'pciea se de tres anas, sendo urna para co-
sinbar, oolra para lavar e eogomnar, e outra
para tratar de doas criancas, e que d imam em
casa de seo? patrOS trabar ua roa do Hospi-
cio o. 43. ________________________________
Ama
Precisa-te de ama ama para comprar e
cosinhar, ca raa da Imperatriz n. 24,
1-. andar.
Caixeiro
Precisa-ie de om rapas qoe tenba pratica de
fazendas e dando attestado de eeu bom compoi-
tameoto ; tratar na loja de fazendas em Afo-
gaios. ______
Modista
Prensase de cosiureiras qoe ssibam traba-
Ibar bem : na roa do Imperador d. 4, primeiro
andar.____________________________
Ao commercio
0 abaizo asslgnado pelo prsenle declara ao
respei'avel corpo commercial, que em data de
20 co corrente, venden so Sr. Francisco Goocal-
ves dos Res a sua lave-oa Bita roa Velna n.
88, livre e desembarazada de qnalquer odos ;
aqoelles qae se jnlgarem credores apresentem
soas cootas no praao de tres dias, a contar de ta
data, para gertm pagas.
Recite, 22 de Novembro de 1893.
Manoel Tlente da Cruz.


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Ciario de Pernainnuco Quarta-fei:a S2 te Novembro de <893
LAI
DE PAR
^j^^ j>ERJF*'CrmZAJEfcXA. Pag HaTTSIO 3E^.ixa,
la Paix, 4LS
>.*
ARTIGQS A' MODA ESPECIALMENTE RZCOMMEIDADOS
-------------------------*OQ-------------------------
Agaa de Colonia Imoerlal branca. Alambroada, Almlsoarada. pura lenco. 8epoct 8b* *
Creme saoonaci-a para a bar. Cremc de Morangos Crema de Pepinos, pire dar frenara e ealaa*aC
cuta. SUlboida eri" tal Usada e flu la para dar lustro aos calilos e barba. aki Atherjlenae e Afni Lonral
os cuidado* de caueea. Agua de Chypre e Agua de Ced ato para o loucartor. Alcool de Cocblmrla At
Agriao pura os cuidados da "oca. Pnriuiaes para o lenco : Heliotroplo branco. Impoi .al Roaao. Prlmmn a
Hes;)anl;i.Pao-Bos -.T>er:umo.-aFr:ir.ca, Jieky- ^'-n iECirueat,.B..-.:..l.ro.-Pode Cyprlaparadaial
... .--, ... ... -- c\ a**- i *t.i**tit... y vif>ii**ncA. Hrdral car. Sol!
OJA DO
3
ua SJii

de Caxias 43
Exjase em cada lata
a Marca c/e fabrica abaixo
Vendas em grosso earetalhc
0* DroorMrtarlo. res!.- omite b rt-aih-tfj t b-i.ctn; no latean paUleo l todos 8eo' fregoi
es e asi : i m Kx.m i. i aa que c-b o: de re i -r nm eatnlM Mrttmmto de btenMi
o que ba Je mato eftic r n ooeri u <-o uo
Torrador
3 2*Jfea
i> e- 'i; utri labrada*
Rkcs vestidos fm canao Mimados a .ua, It i aa ca-W ..tras letrada* e cor* ramagM
bolla* de ,e .IHMto..derfnb,ineoBipbo bu itacou i- W* e IMbooiiM
cadres e precos baratos eu, S7H so- umeoto de- lecldo arrendados bran.oa e cores, red.
esccceia e aiaiio gn,to ern co w di'ai ntnM .ortiBKBto > i pelea, linios da
SS spha e Mina 2* alcalite e av-loia^,,,. m .nt.i^i de la de I.DbO pretal e de cores .n-
para hemem e seoberas, te t a e fio de escoria eapa-IHbua pretos com ,**,ftftm <*
fechos de > r..rr)-.. ...... f '.- '- r*itR-aa para SfObOI
BtJM bordada, rantsaa de cse>a e at*... naf a. .=-'. m >bi<, *"
JSTcaii...toJ;baadelinbeelR.ao.ftr..... ,,.-.-,,- i.h ,...__;
,,,,.,,.. ennilda-i oara casaux-mu. Iroce, a:04>&aii< de anuuj*. j mesa, Draaroa r i.
cores tun^aaros i-m'dem, hr.n^- l "h....... -, > f f? r^ioha, ,ip ^.u.^.
Bjs-ide hnhocoin pello bordado, ED.dapo.io bd -Tiata I2*0 BBHU ccirae qoalldadei rjoa
venderD'.i? por pneA baratea.
U' cnmpieio Horiin.enlo -'e ean lase. UajJr padroea.
Tambem icmsrc.^ eoCOB50).l in I e*'dde e perfe^ac
Depoattca de rottoaa e naw i o'. i>e 'eo* qw e otflcil ce defciev:
> J> DONAS GAZA
Para lazer Boa Cosinha,
preciso
Boa Manteiga
USAI, POIS, A
DE
!
de
Frres
em VALOGNES (Francia.)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, Margarina,
tzeite e qualquer corpo gordo.
PREMIO Exposicao Uuiverai de Parla 1SS9.
rrr T. T T TI -Ti rTi ? T T T- '"IT1 TI TTT T.iTT.
T.T..T.,T.Tiyi ,,Ti'..,' t.'a. IAi'Iaa. /.. A A. i il i A il.
'A^^^^'A^i-A'AV^*Vt^V*Vk^

o
.
Torrador
Lima Coutinho & C.
=o
< a

C3J
r
C^3
ca e

PAGUftNO
Depurativo e Regenerador do Sangu^
>rlTil8iado celo
Oo^vomo
de S.
!9SOn
M:. el Re d'Ttatllaa
Ja
3O PAdLZA
VBSDB-8H Bve.I.f.SIVAMBNTB BM ^^.^^.,
Tsr.-vBOle, -4., C3alaa. i?5. 'Mareo (Ca proprla)
.^17 nir jrrnrirrj^A VST A aUI>PR:MlDA. "Mr. ERNCSTO PAGL'tNO pouue
A CASA X>E fi.c'REjvgA f-*>*-* "- .>77r ,-RON"YMO PAOUANO, M uo.
Deportes em fwnjiiiai.amaf coiwPAisaiA da drogas psoductob chimico
u bu i-.-..-. .'-]n.: v'- I''IAKMACI*8 no llrazil.
fflAKAlLH?. UHAIWfc
DO C.-LK.-UE
Cr. Humphreys de Nova t
a. Ve.dadeira Maravilha do Seo t.
APPSOVADA LICENCIADA
fr.tn loepcIo-la BWl le Ilys'-cno ...
Impetio d I5rzi".
Mn>i'ba Coi ; *ra a; Paduras, I
l'irasCorladura as, Ulm adoi
BHUiina o nmicue. a i" 'f6*?
l.lucba';t'.MraodebCo,.'u-:,liio.eazaarar if.: .
coruo _xr cncac o.
* ;iiir:ivl>.n r^rfiatlma BlllvlO|tfUli4aaa
.aUua pera (,'. 10J ra
Jiiinauura So SoL^I ,.U|jer!ur aitualv,ufroutc
reBeodaa,
A Slr.r-ilha. <:.ir--i. e iniyBtra -el P;
(OdasasBer^oiniaglats janoNana laai ""^fi
kaPaandca.doBfti m*
I ..:.
a antTUkaCarailTC
pnr_ li.ir.1-- ;.-ii.-. u v .-.- "
.;a la.ve Noentgla
..-o.
A ?Tnrr>v:;j.-i UaraH* ?,orac055JI?5B!
e p-erloao liara l>n> rbevmacaa, AleiXlo. ia
ijgklLi na Jauta oulN
h.iiau.:.!!...!.- -'':' ::
-,o: -v:i',:'.lipa..... 'i"rmJ,'*
t'i. r"..:i'ra.a-.5.IBOB! ,!!....-r,
A M-rivilhn OartAtlWB 11. :'.-i'-r: pal
...s. Ca.l.-i. Kr>lrar J..-:..-ic c WUBOna
,ra;;"iV^V;.'".v!^-'"l'' Diarttas* :
' A >l.1rr...ll..<-nri.v'-^ !',}';"]; r^
%2$S& : .-
Aocommercio
VENDE SE Dm es ab-' en, uij dos a>elh)-"S piDUs deata cidan, pro-
.pno p>a om principiaoU qoe des-je m c.illo-
c,;r ; caa multo arreditada uo retaih > e haban-
le afrei'Ufi'da. 0 moiivo desla vpda por
c;.csa do dono ter de ret rar se para lora : quem
pretender d ii -1-" BO r '.e i do mercado n fi2 B
qoe encontrara este augiHco ela e'cciaieato
e o dono ara faier o n gocio. ^^^^^
A o commercio
0 abslxn ar ipna^o pelo prese te deefari s*
rfspeilavrl cwpo 'Oi.roe cal. qo" j riati de
SO o" corr. nie lomurri ao &>. M^n el Valeote
da Crin el sua Uveras r\ a a ra Vena n 88,
7 c e demmberacada de qu^-lioer pdob ; qoem
se |alffar cred.r apres-nte so^s cm as ro praso
I de tres d'a. a contar de dain.
Rtci'c, 22 d' iS..ver.! ri de 1893.
F anclscn toi^lxes dos R'is.
C^2
OS
i=J
oQ ca:3
^S_ D E POS I T^O Jfei.
PiE R NA M SLC 0
111
RUADOVISCONDE DORIO
BRANCO
ANTIGA DA AURORA
c. r>
3
ora
aEq
;________i
O proprietario deate eatabclec'men'o de?rjnnrlo tornar bem conhecid- do
blico e do commercio em peral o productos de nua fabrica, --xirahiaoa do Caj Aba-
caxi, Genipapo eontras froetta de rjnaa flora, oujas formal! o modo de preparacSo
foram ap>rovad s po!a Inaoectuna da Hygicae reste E.tdo, vom e.presentar a !iatai
doa ditoa productos, que o-da -ns So sendo conff coioraos com mais parfeiejao o
aceio, conservando de modo e*pernal toda p^rte medicioal doa respectivos 'ructo.
Alm daa -irtudea medtaioaea doa prapar^dus da rrarca supra, qae tem por
base o caj e gen-papo, com sejpm o, vinh. s, lico-ea e cognacs, cue j alo perfeita-
mente conhecldus, aobreaae atoa o uso quotidian.. que delles ae fas lembrar por occa- j
iSo daa refeicoes diarias, como bebidas de ebeiro e sabor gradvel a qualquer p%la,
dar, prncipalmente as peaaoaa oueatCrenj do eatoosago, anemA, pyphilaa, molestias-'
pelle, etc., etc., proTocando ao rocano lempo melbor appetite, r.a vinhos finos que ao
disting'-em por etiquetaa de uro at t>aa A. cima doa respectivos rtulos.
VNHO DE OAJU' de di veraas qaalidades, eo> Baril, Ancoreta e em caixa
duzia de garrafas. .
DITO DE A8ACAXI de divereas qaalidadea .te barr!, ancoieta e em caixa de 1 dazin.
DITO DE GENIPAPO de diveraas lualidades em barril, .ncoreta e em caiXa de 1 duaia
LICOR DE MANGA E DITO DE LARANA em caixa de l dosu de garrafas.
APERITAFS de Caj, Laraoja e de Genipajio, em caixa de 1 duaia,
COGNAC DE CAJU'em caix* de I nata.
CuGMAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caixa de 1 duaia.
VERNOUTH DE AJU' emcstxa de. 1 dos.a de ga-rafa-.
.
Vende-se tambero os productos cima erx. caixa de 1 dusia de garrafas eort-
daa (ama de cada qualidade) pelo preco de 18*50 0 liquido, ou vootade do compr-;
dor. D ae preces correDtea doa pr> ductoa acin.
Drce em ca da. aecco e cryetals do de caj, ab-caxi, laranja e outroa con
GRANDF
aOTaala 60RIUBII
Bna Larga o Rosario ds 2D ( SI
Telephone n. 151
Mscoel Garcia, conbececdo a inadiavel necesidade deque escentia eat i
grande capital, aem poupar aacr.fic o* e depezaa, acaba de fuodir antros notis
COMMERCIAL E CONGRE8SISPA ^m um grande estabelecimento om hospedara
ecominandoo
Espesialidaes do Dr. EEiparcTV
timan di FppcSiVoh.
laravl!!io.
Uemailiiis Sypuilt! anaadl 0 HaBt16Dr.Primpb; .; ';^
ieoi n loUcartooaa
tUMPUKEYS' DOUPiCINE i <>.,
202 att-a Sta*. HB* YORI1.
UNIOS GENTE
an *b *
ir i o lifl &
Engoa.ujad^ira
Precisa re de orna
tratar r.a qu
roa qc e g )mr:ij
d< Casias u ?i,
bfm
Cosinhesra
Precisa se de orea eottobelra ra*n ^nas pes-
oa : ca travessa da prai do forte n. 6.
Para engenhos
e usinas
Guioares V lente 0 ritm,ara
' a maoter em aar.s arma,zei.a grnde e per>
lmanDta deposito dos artigos abaiso des
criminad- s, oa quaea eao importados
recfamente. e vendem a precoa
Sem competencia
ortlaud r-^o?
Regu'ador
Automtico de p res sao ;Cd d Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento
Piraniyd.
Olee de moclo.
Dito de rici o
DitO m1 De ral, para machir.aa eir,
barris c latas.
Azeite de carra pato.
D to de peixe.
Dito tie Coco.
Pota?sa d a
caiss o biirr.c.s.
Graxa do Ro Grande
em bexigas e barricas.
'eixe m lata e harria,
gente sntra granee se-vic,ii", neu-i-1", vu H
tro veies pago o sen costo p om o acfemeaio Caxeta de d,r,rss q::"':dad(,
da txtraCSo QU" elle perraitte. ,. ,
I
PaB*.
Moendas decannas
Cardo & Irmao, aicos represen antea nes'e
! Estad" dos engenh*iros L. de CastHbo e E.
Kotherhood. pa' a introio o da KEGLA
DOR AUTOMTICO de PRBSSA'J, Deoera aos
secs amigos e rreaoei-s fioez-i vrem ao
gen escriptorio -l do B*ro de Tri. rapnn n.
2, afim de examinarem c iiito i-pp^reino qce
resolve perfe'tameote o prohleroa da completa
expresrao sem perigo d' especie aigoroa por
passagem oe corp estrnntji POtre es rvlindro?
O apparelbo rde i-er appli'-ado a todas
moendas qoalqoer que rcj o r-ysiema e tam^-
nbo, e pode ser montado sem oterrupcao da
moagem.
Os abixo arsu-stlos com looga pratica de
; mootagem e trabalhos de n-i'ia. garantem aos
'tees numerosos Tegoezes e arrU-o? qne seenras
far.'9BPP8 poc ntarr.o no REGULAUOR AUTO-
MTICO de PBESO. o que nao fariam se por
ve-tora nao estivessem perfeiUmtnte certos
dl.-O- 1
As ecccmmendas co REGULADOR sendo ta-
tas com u-gencia podem prestar anda na pre- JJ
gente 8nfra grandes tervico', sendo t'fs oo qoa
Russia
em
litas
I BELLEZA
oo Ciflp*-
; DEPOSITO GERAL: ^0
i Pharmacia Ingleza de Cu. Delacre '^^^^63"^* \t^v "tr.P'
. Braxellns ielaica)* __.,-n ,-
i Deposito em PernninbuvoiC^J^^
*ttb
Vcife, 17 Je Oaiabrode !83. TriSULphitO de Cal,
Cardosu k Irrr.ao. r
r:Scnr sasucar.
el?."
Gliiid
a
a
?
V do Dr ^SS8
GOTTA
RHEUMATISMOS
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as dftres as
mais fortes. AcqSo prompta e certa em todos os periodos do accesso.
?
Fura. ci;ia captnena
o remedio m*is sfSc^a para a complata
extD$ao da
Alaga se urna casi nosj Formig;^ sauva
Milagree n. 31 cora commo- fe |.[jrp dos para familia regul r, e-----------------------------------
deitando os iuodos para c
mar toJa reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem qmfci pode ir vel-a,
e a trater oaladeira oa I^i-
beira n. 28.
N. 33 00
! Royal Blend marca VIA DO
Eate excellenia Whiaky Escoces pra
j erivol so cognac oa agardesta de oaBU
para ortificar o corpo.
j Vende ae a reUino noa m orea ame
' secs de molhadca.
Pede Roya! Blend arca Viad
: cajo nomo e emblema sao regia tradoa fts
As Pilulas puvificao o Sangue, corrigem todas as desordenas da>
Estomago e dos Intestinos.
I SFortatceem a Mae das constUSoes delicadas e so d'um valor incrivel para todas as ^^ffigg^g
I ac sexo feminino em todas as edades, l'ara os meni.-os assim como tambem para as pessoas de idade ayancada
a sua efticacia e incontestavel.
Essas medicinr-s -lo preparada toea no Estaheleciraenlo do P-ofcssor HollowaV.
78 NT;W OXF0BD STkEET (antes 533. Oxord Street), LONDRES,
E vendemse era todas as pharmacias do universo.
m Oa compra*. s*o couvidade. respeiwsaincnte a examinar os rtulos de cada cauta e Pote le n*o teera a direcoa*
^- 533, Oxford Street, sao falsihcaones.
Pede-se ao Sr. SehaA.ao Carneiro de Barros to^o do Braail.
Campello 0 favor ue vir oo maudar liquidar o ,
' negocio qoe nao ignora a ra N.va n. lo, poia
' il faz ant os.
Grande Hotel Commercial *^m%
ah:_____-_^ nnkt;n, namomhncno e oa ilustres viaiantes. alm de bea fl x> T^, B .^ _
All encontrar o publicj pernambucroo e os Ilustres viajantes, alm de bea
reparadas comidas, bebi "as finas a cacolhidt-s, orna bem montada e desente hoap*-
ara cem todas as prescnpcSea bygienicas, a par de nm servio completo por parte
o grande pessoal de que ispee esse imputante eatabelecimecto, hojeo pnmciro es
BU 6"Sontado^mmaxima deacencia, dispSe o GRANDE HOTEL COMMBB
CIAL de nm salSo de recreio artiaticamente preparado, onde podem i er reahsadoa
anqne^ q etar0 degte eBtabelecimento pede a viaita do publicj Pernambacar.o.
GBANDB HOTEL COMMERCIAL
Ra
!
arga
do aiozario ns. 29 e 31
BfflVHS
ffSlICii DO miWUN
CoBtina ? manter em seas depoiitos complete e imento de utensiUos para lavoara ven-
611,10 ^CHl^fTOroSdlTerentes systemas e tamanhos, de Robinson e oatros fabri-
CaDte8' ^LDEIrUrAv'APOR multitnbulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
BaUia8 dGALDEaiRAS A VAPOR Cornisb e ypo ocomotiva para uaccionar com bagaco e enoa .
RODAS para agua.
OMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas.
^li^^taSiaSr" algodo de 14 a 50 sertas com alentadores e empastadore
tonUde dos da^^5|8direcc5o de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, laatijIM'
Faiendo parte aa oh v trabaHios de montagem de grande numero de
J&Z*^^^SS!SlL>em^ de mandar vir e eri^r garantindo a prodo.ee*, e
^SfeS^S. a vapor e a fogo *, para grande. .
^i-RA BARAO DO TRIUMPHO-52
IreSeaanianacu!
'Daeconomla. Experimentado pelos
intMes mclicos do inundo, pasaa
^.^rffiamente no sanpue, nao occa-
, ^^prtlao de centre, nao. eanaa ol
I fSmo. nao ennegrece os denles.
IwaenvM vmte gottas em caa comea.
Exlia-M Verdadeira Marca.
ylde-S em todos as pharmacw.__
Criatlos
Precisa se de cria-o* que saibao le' e escre
ver para ir-tbaibo de fobnca e amatem ; a ira
tar na fabi-i de vinho de cajo' ru a Aurora
Gomero III.
ATKINSON'S
iWHITE ROSE
' De aroma tflo delicado como a propina
i rusa. O sea perfume encantador semp
fresco e suave e nunca canea.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
superior as ontras marcas pela flnea do
sea aroma, forca e qualidades extrema-
mente refreecantea.
A marca UBM a melhor.
Vendem-se em toda a parte.
J. &. E. A.TXXVS011-,
24, Od Bond Street. Londres.
.AVISO! Uesimai rnente com o rolulo-
:udo aiul o i
6SCUL
lab
... whu -:----
. j amanillo e a mirt He
,ca urna Rosa branca' com
o completo endvr^o.
Licor depur&iwo vegetal toddo do me
dico Quintella
Esle notabilissiuio depurante que ven.
precedido de l? grande fama, infaUivel
Da cura de todas as doencas syptiiliticas,
I escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
I mo tumores, ulceras, dores reumticas,
iosteocopas e nevralgicas, bleuorrogias
! agudas e chronicas, caucros syphiliticos,
iuflammaces viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas a
molestias de pelle, simples ou diaIbricas,
. assim como na alopecia ou queda lo ca-
lo ae Jdueiru cu. doencas delermina.U por sa-
Eata fabrica perfeit-.meote montada, oe.iu, o
ala corredor aart., terraco oa PB8.eio, tram numerosas experiencias fetW com
perfeiUmente limp- e de darafiao eterna- este especifico HOS hospilaes pbllCOS 6
O mosaico nacional da cas. Cresta nao muitOS alicatados de medlCOS 6 dOCUmea-
Iric e tem eido preferido a outros la- tos particulares.
. ..a J I____:nlAA lin.nri Pitft
DE
Ladrilhos e Mo-
zaicos de
Jnele Cresta 4 C
R,rt rio TanH.ri. e S Paulo assim como na alopecia ou qu
tiio ae Janeiro e o. a amu .nnMlu,..(|pi.rmB,
i\
CRIADA
Precisase de urra que
seja preta para andar < om
urna crianeja, ma do
P^-y^ndii n. 19-__________
Officina de
gravura
P. M A C H A D 0iu
Faz qualquer trabelno
concernente a arte de gar-
vara; como cuuhos para
medalhas, blocks para pa-
pel, clichs, etc., etc.
Ra das Larangeiras n. 13
drilbos, porque bygienico, lin.po. eviu
tapete* oa esteiras e eterno 1
Chamase attencao dos Srs.. constra-
ctore para o catlogo e amostras em
casa de PAULINO MAIA, rna do Com-
mercio n. 22, i.' andar.
Precos e qualidades, sem competencia
Modista
Mana Simoes
Faz-se descont em casa de
FAMA S0BR1NH0 & C.
Rna do Mrquez de Ohnda n,
Continua a preparar vestidos, para senaras e
criaocas, por qoalqoer Ogorino. Recomxenda-
ose pela perfeicSono irabnlbo e prego o alcance
de dos. Ra do Imperador n. a. 1* andar.
Tjrrande descoberta
>o ba mala aailima!
Em pregue se o aDthmas ico do pharma
cetico Jos Goncalves de Aibaqaerque,
remedio approvado pela inspectora de
hyg'.enne poblioa.
Para a cora radical da astbma oo pncb:do,
como vulgarmente cbama-n. a desobert? qoe
ho;e annoociaincs om beneficio inapreciavel
para as vic'imas d?qaella terrivel mol stia.
Urna loDga e accorada observafiao sobre tactos
numerosifimos n'om periodo de quatro annos
de exparleocias pariicolares, e mai escropnio-
eamente apreciadas, nos tem dado os mais sor-
prehenaentes re*altado8. .
Qae expenmentem-no, qoantos eoffrem dai
qoella cruel affecco, e terao a rrais valiosa de
todas as provas. DEp()gIT0
Pba macla edrogario Oritntal. traa trae
do Rosario n. 3, Pernambaco.
1
I

Esplendido
Grande deposito de
relogios de todas as
-'qualidades.
Esplendido soiti-
mento.
Vendas em grosso
eare'alho.
Modicidade em pre*
jos.
= bth Lam Id Bnul9 n. 9 11
Regulador da Ma-
rinha
A, l C. Aranjo t
*

'
mm
Jtmm
i mam )
. t
T"




VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
t*reparado f ases scicnttlcv-
e pliysiolojr*cae pura o tini 1
beneficiar <>s cabellos, restaurar
.-, impedir a seda, c prmo-
sen vico e abundaute crcscl
)l< uto.
: ira i i cell" ote preparacSOt
tcm 'lavida o melhor reaiedio at hoje
eonhecido para os .litTercntes dcfcitos da
........re
'^ra tulo a infcUci-
>:,,:,- .;., paite -'
irai :;i physionointa
un o seo empr ;o IntelHgenl
mita os rea .
iti-. te- Em .... isoe portal na
...,. orada

',... emquanto que pan om
ai seto au at. :
agradare! qw apregar.
i te
J. C AYER & CA,
-..-i. Masa* E3st.-(7nld
. oda :;>:-'
l
gu^rassu
Ne -.r-go villa, m a da> m*lrccs do
fOi | D Oda da de llama
raes i cap ; al sera brevemente
.-! rada de furj, :.-..:,-,do se por
. res arribantes, a
le i oa e j*. reta Ebo-
' i' -. -. pola* I, etc., p
Me tte DMrenvotver b
' P-r ..,, p-ico Rea ra.i^.j.
. : .> ;;- ;> i,.s para residencia de faatl
, pina da* qulos coro
pochejra p-rn pstabele imei te de aill
* : cap a e c reado : a tratar ::a
rio !! rral n. 3, .-c-mazem e malpriaes.
. !j m Brande portinn n-
'" "' 'oo qrtarto lecessa-io para estira-
. ---
11ffl 1.
LiquidaQo
O liquidatario, tendo resolvido acabar
com as fazendas existentes na loja cima, con-
v da o respcltayel publico para fazer suas
compras, visto empreo nao haver compet -
(!
aor
como auaixj prora:
itamines ar-andados, c-uvado 160 rea.
Nanauek ce c Tes fin, o covado a 240 res.
Flanallas para'reatHo, o corr.do a 486 reiB.
Voile amatisadj de 13, o covado a 1(5000
dem gurgorina, o corado a 8C0 rea.
Lirn com bolas, phantasia, o corado a 800 reia.
Linhos de c-res Haas listas, covado t 400 reia.
EaguSo de liaba pardo, covado a 500 reia.
Lencos de pbaoti-si* a 2<5500 re:a a duzia.
Rica* fronh-a pata noivos, par 6(.00.
F.-chs de 13 a 2JOCO am
Grande sorimcnto da chitas, covado 320 reia.
Brins fi-oa fie cores, a 600 reis o corado.
Camisas de fianella, urna 50OO.
Ditas Orancas, uidh 530< 0.
Assim como roaitos outroa artigos que ton viat?.
Setim arariado, b ai.co a 240 ra. o corado pichincha.
Ricas cort's de restldo, em caximira a 255000,
dem em Zeteros mitn elegantes a 15j5^ti0.
Lencos fe corea a 200D n duaia.
Pa no fino jara r. upa a 2fU00 o ccv&do.
Aproreit'm est b acabando.
Aproteitem, a iqaidscSo est a fin dar.
LOJA DO POVO

s. psaipsrr
> \ gano
. < ixiriu
N. 19 r.rdfc
S c nico fa-
bricante i"r-
>oaal de
ii-ti-s de boi-i-a-
: i -or ic do
I
que fornece ca-
rimbos de bor-
racha em mutm
....
ARCONDES&C.
APPR0VAD0S
Pelaexma. MU i-E hK\iM to Rio de Janeiro
PJNDAMONHAINGABA
fin,i EaiJno lo forroso mm ente ssttaticj collo
! iresde nidal carim-
sem data, tcelsi r, marcando com
i-: '
:::-. ;.: ?, rell *rOS ele.
A f
nao ii'in 'ules (|iie percerrem as
p :. serve n d cairo
! c qu< ti .. a grande utilidade de
"' r : sobre a qual se po-
:i tas e ;. ilineutc limpal-as
i nma.
i* lampabas i.: lantaneaea dealgibeira
com spoletas de re-
lia mo I rni i A 3 0 10 ama.
. i'.ua do Vigario o. 19 i.* andar
;

' liilipson Apparelbo
de (>.. Barj i.. e outros in
L'CtOS.
>a/,ili> r> n......
! "". t**nlr Arsrminn
i em quasi
todas as repblicas da
America do Sul. Preco
de cada un >u '. S
lV\ %*) .! -mi c a i-'.'iallio liara
u, Br^ Bl e !0-
9 publica Argentina.
Emerfe-do fem 'norrr" po^cs coa'-a
escrophulas Imphalismot, fraqueza bronchites,
darthros, e typkUit.
O melhor reme lo contra todcs cquellaf mo
le lias e nao auca o enioms-g oem os demes
porque nio eontnn rop-con .
Dcposilo geral no Rio em casa do
es pata lodos estados do Brazil
I
E' o rr.elbnr e o mas fBcaz retcedio contra
a?ihrra al h- jn cenhecido prepralo seeundo as
'eg'as ra arie e com o tnaior col ado este xa-
roe e pmprpgado rom Mil resultado centra
as'Jma, bronchxte asthmntica. etc
fibricaolc raa Ajuda 18, nicos agen-
I (
Vi BA SBTS SE SSTB1CB&11
BIO DE JANIiO
!S

HA LAB6A DO ROSAHIQ N.34
G.

?. 37 M .




/
'.
lo Vigario n. 10
PERXAMIUCO
'. PinLIPSON, INVENTOR
andar
:
lerlinas
oa loja de [otas deyAegwteJdc
rna do Cabnea n. 9.
Caj'- abacax.s ejani-
pabo
i 9 :, a e qolqat-r qqaniioads testes
i e '' ntu:ae8
le racta, m Olintf dp lat-eira i C ,
OL1VEIUA CAMPOS
2!Rua Io de Marco21
Ac.oam da recdber um variado c esplendoroso sortimento de fazendas fintB
de Iporado gostu, pelo q"e pedem a Exms. famiAO e fr.'gaezes a honra de urna
T sia so ecu ea^atelpcimento.
Taes sao :
Sedas braacas o de cores lisas e lavradas.
acher?ira8 fscoc^zas de seda e la o da pura 13.
Cott-.-E de cachemira bordados, licdcs deenho$.
Satin ras, ricoa gostoa.
Toile iine ricos desenhos.
Livanine de remsgeio.
V'lla 'o rus?*, ndbS cores.
Chache si ira com listras du seda.
Enxoraca para baptisado.
E urna inficidade de artigos que torna-se impossirel eccmeral-os.
VER PARA CRIR
.*
^."
-jt-i.
v 1 x?DS 3yxjk.]Finap,x
POLHCTIM
a ^ si
A988
DE
^
POR
* w*!sr\ ts-rirsa n vwq
PR1MEIRA PARTE
((Jnticcj^o)
A madrasta de JJ^rfo aprea^ntoo oo en-
teai*o Lacuda e z ir. A's pal-rras de
canpriro^nto, maito ns'araes, do 8r. de
Birac, Mi le. de Gereeie respocideo co-
do f. rt: mente..
A elegante toilette de Locada maia real-
cara a eua notavbl belleza. Lonra, de
olhos pznef, de nm szal escoro e profon
do, a bulla parisiense t;nba sabido esco-
ih^r acx vestido, ccjjs tona maravilhosa-
aente cjmbinavsm com o ou.ro de sens
cabellos
O diadema de flores de cor branca,- le-
vemente rosadas, craamento de ana fronte,
tornara lctea a ana tez pulida.
No seus olhos expreasiroa brillara nma
animafSo, que maia encanto dar s aveJ-
(odadaa populas.
A primbira parte da noite foi consagra-
da aad'cSo de nm concert, para o qoal
os jnelbores artistas de Para nao se ha-
viam cogido a concorrer.
ilo eslava, entao, em moda, como hoje 0 00raco aioda virgem,
acontece, ; recitaclo di manologo3, eopo-
riferes, ciuitiD vezes.
Os convidados de Mme. de Riran tive-
rsm a fulicid' , quo aioeera e espnntansamenta proro-
crain e*.tb'isaemo.
A'sim, laatimoa-se que to cedo fina-
lisesse o concert, e que a daa* riesse
substiti" s languorosas bailada* cu os
dul.'cados romanees fr^ncezes, magistral-
mente iaterpie'ados.
Entre todas as mocas, destacava-se in-
contestaval-aante pela lormosura Mlle. de
Gdraoie mas, a despeito das homeoa-
gens ie que se ria cercada, Lucinda pa-
resia distrabida e contrariada, comqaanto
eaforcoa fizc.-ss para disfargar o aeu mo
humor.
Como ae explicara esse facto?... Ma-
rio por duas rez<*n a convidara a dansar
e cess-B duas quadrilhas tinha pod.do com-
prehender a loura aristcrata que nSo ex-
citara a t.dmirago nem a sympathia do
hornero a quem queria sabjugar.
E essa certeza era nma cruel offensa ao
seo crgulho e Ba vaidade de mulher
bonita.
Alargarida logo adivinhoa o secreto mo-
tivo da tiiitez dj Lioinda. Oomquanto
concobessa grave resentida ato contra o
enteado, nao julgou perdidas as esperan-
cas, qoe por taoto tempo nvia alimenta
de. Hbil diplo-nata, comprehendeo Mme.
de Biran qoe era preciso nSo manifestar
claramente o aeo interease por Mlle. de
Gerseille.
O Sr. d'Ambert, que fado observava,
dispucha-Be a nSu ser nessa Iota simples
espectador. Tentara conciliar oa adver-
sarios, mes em n't'rno caso, francamente
ae decidira em favor do sobrinho.
Alm dieso, o general comecava a sym-
pathiaar com a eatrangeira, que t8o con-
fiante e to terna offerecra ao engecheiro
Mario tinha rtcebido de Rosita orna cr'
t'i, daus das antes do baile a que nos r<
fsrimoa. A folha da pape), em que a fy-
roleza tracara algumaa liabas, que nao
primavam pela orthographia, repousava
qual um talismn, juato ao peito do apai-
xocado mancebo.
Esse drama intimo, em que importantes
oap.is quatro peBSoas representavam, era
om impenetravel mysterio para as innme-
ras test.'munhaa, entre as quaes se desen-
volva.
E, terminando o baile, cada qual se re-
tiroo, ignorando que houvesse, com a toa
presenga, conoorrido para ai crois angus-
tias que dilaceravam a alma do Sr. de
Biran.
Se Lucinda de Gerseille nSo tivesse de
voltar oasa no landau do Sr. d Cahora,
nSo Fe tena cortamente demorado at ou-
vir os ltimos aecordes da orcheatra. NSo
ousou, p rm, formular ao Sr. de Cahora
o deseJ3 de retirar-se. Sabir antea de
terminada a fasta, seria uonfessar-se ven-
cida.
Eram cinco boraa da manhS qnando se
retiraram oa derradeiros convidados. A
temperatura t.nha-ae, felizmente, modifi-
cado dorante a noite ; o verglcu cavia oes-
sado, e os carros aem diffijuldade circula-
varo as roas de Pariz, ao trote largo dos
excedentes carallos de raca.
Cahora fo. at o fim o oavalheiro diilin-
cto que se poda esperar. Depoia de ter
eoodozido at a residencia de Mme. de
Gerseille as duas amigas de Margarida,
pedio-lhes a permiisSo de ir agradecer-
Ibes a honra com qoe fra por ellas favo-
recido.
Decididamente, disse a mli de Lu-
cinda ao entrar em seu qaarto, os homens
de outr'ora ticham uti,a educacio mais fina
que os de hoje. O enteado de Mme. de
Rran est maito qaem da repataclo que
44RA BARAO DO TRMPHO- 44
fachinas a vapor
Moendas
Rodas d'agaa
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas em
Arados.
cravacao
DS DTHOS 'JPXDNTS
LIDGERWOOD
Rodas d'agaa
^ AUGMENTA a GD ti
H > U X A TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMPEDE A CAHIDA DO CABELLO
PERFUMA
Torbinas
Engenbo de Sorra
Moendaa de anu
Moinbos de 5"a
Debuihsdore
Separadores
Pachicaa a vapor
Prtatela
Lavadores
Ocspclpadores
Dcsca8cadorea
Ventiladores
Memb;ques
Bruidores, C.ndnctorea, Catadores, Evapora'cras a vapor Defecadores 3'
triple effeito, Vacuto e todos os rrachinirra'_s oer'.ei.centea ao f bnco do a. <-uar, cae
deira Mnltitabular para qu*ima;
r h
en casca de caf. Prensas Kyaraaiicaa
bombas de todos es tamanhos, Carceiroa Hydraulicea para levantar agua, Arados de
plantar milhc, etc. etc. Erigenho completo do labrictr ariuba e eogecho corpplet-i
para beneficiar arma.
Correias de sola o do borracha de
.-
.3 macbnia.
machinas. Pertcscas o pa gas avulsaa pr.ra
WfiPPTPTi
xuvi<
iade soporior. O'e especial pa'a
95Bca do Oa
'v.-
-95
134 e 13SRna da
wm
s
Lds134
'Lldgerwood MVg G. ^inia

Cal Virgem de
Jaguaribe
Em barris para o fabrico
de asquear rende a Compa-
nhia Exploradora de Pro-
ductos Calca rp Pretpo 63000 por
barrica
Caep oo Apollo n. 73
CORTES DE VESTIDOS
:,:-,; acaa, S e c&mbraia birdada, o que
lia de m8 ch'C
Aa S'-:nr.ills fh Dme
queris ter em voasa mena manteiga m-
siirpe'.ta de acido brico ou de mhrraria,
usai utiit'jmecte da maotesa Brets-.l Fro-
res, latrs encarcadr.a sua sapenor quahd^da conta um succaaso
de 16 aonoa, e qu 3endo a pnferida on
tnd.ia os mercadea, s co Rio ce Janeiro
o coi sumo fli-ata acreditada manteiga at-
tinge S'iniis!m3ute a doia milhoes trezea-
tes mil kilos.
Vende-as ia todos armasena de estiraa
"ss de retalho, desde 1876
taju
Corrp:?.-pe dlarlameme qo^lqner por;o
e?, fio Amor.rr: n 6U.
i; 3
ir

:::
Li-as e em cores ChangeanU, ultima no-
1 ?idade.
,"i Pnrfldls il-s n.ime$
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Gasa de cominiss
sen lace es
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lEO iillESTfl DE
v, i d nma victoria com pouco ppo e mu-
roccimm.i'Ia, con b.ins arre'08 p^r doos cava)-
tos. iapi' a de "ame ra, cbicoie floo e msi3
pertei cee : ave-, na aceauada iaa co Sr.
A-'i-'phi) rna ff*i Fiore tina n. 11. e *i tratar
f'in Perrclra Podrigaes & C. ra i da Madre de
D oa o. 12 e 14 __^_________
FAZKNDASlJMO'jftS
Sortiment'j iteposaivel da dtacrever-ae
iem recebido de Paria
Aa Paradla des Kanscs
Vende-se
Um bom tt-r- liisi fre 1^9 e alicercea pata 3 casa, uiaa b03"
cacl ha --r'm exrellfnte agoa. perto da estapo
da Casa Forte, tre? tn.ODlos pa*a tomar o trem,
e perla do rio ; tratar na ra da laiperatriz
r.ume-o 12
1
AJBttaST3ftAS
CJkTJVXaOQ>03 3S
I03S33S3NT3&3CO
Je innmeras fabricas de todos os ^aizes da Europa
Jas duas Americas, de toda especie de mercaderas, '**
oachinas e materia prima.
Deposito do afamado eCREOLIM o melhor de
infectante econhecido.
Deposito da beni conhecida ODONTINA do
Or. H. Rirdet.
mmisa 11
i
E' o aorttmecto que em cortinados para
c..r.r f janeas e colchas de aeda o de
recd tpni
%*3 B^yatlls des Pames
Merceari^
Vende-se sraa merceaiia em boa rcalidade,
a dual faz uro rnovimenio msito regular, o mo-
tivj d se vender sen prrprietar'o ter de se
deuicar a entro ramo da coir -nenio ; para in-
rormacoes ra Visconde do Rio Braceo nume-
ro 113.
rrxr_.'-:.?v
Ibe fazia a madiaa'a. Qae pensas a res-
peito do Sr. Mario, miaba filha ?
Ainda nSo tenho Eobre elle ama opi-
oio formada.
O mesmo nSo me acontece ; o filho
mojo
do Sr. Alberto de Biran om
milito deixa a desejar.
Talrez, respondeu negligentemente
Mlle. de Gersei le.
Aoachar-se e, den Lncinda lirra ex-
pansSo colera, que diffia Imeate contive-
ra em presen; da sua mSi.
Tinha aido desdenhada, ella, a raicha
do bai'e, diante de cuera reverentes es.b-
jagados se curraram todos os homens !
NSo era o coracSo qne fallava; era ape-
nas a vaidade. Assim, nio podeodo calcar
aos ps aquello que com o seu deapreso a
oftendra; Mlle. de Gerseil'e rasgn em
mil ped eos o bello vestido, desfolbou a
cora de roaas brancas, e, com um prazer
que se- os ervos auperexcitadoa poderiam
explicar, qoebrou oa braceletos que Ibe
ornaram o brego marmreo.
Finalmente, exhausta, deitou-se. NSo
baria, porm, meio de conciliar o aomno.
Emquanto se entregara ella a esse ac-
cesso nervoso, Mme. de Biran, impressic-
oada, refloctia eobre o eatranho procedi-
mento de Mario.
Para manifestar tanta frieza, dase
comsigo Margarida, dere mea enteado ter
am amor qualquer, qoe n&o me revelan.
Talrez, inexperiente, tenha feito cesa es-
colha indigna de aeo come e de ana edu-
cacSo. Tenho o derer de velar pela feli-
oidade de Mario ; aSo posso esqaecer-me
de que s?a sua mii, poia a represento, em
face da lei. Aoho intil fallar a mea ma-
rido : os pais tm algamas vezes a fraqae-
ia de desculpar os filhos. Nfio me deixa-
rei levar por nenhuma conaidercBo senti-
mental at o fim camprirei os deveres
que me ropos o mea cargo. Soapeito um
adversario em meo oaobado. Terei, en-
tretanto, o cuidado de pedir-lha completa
ineutralidade na questSo.
Nsate ultimo ponto i!udia-ro inteira
j mente a orgulbosa esposa de A'berto de
Biran. Muita influencia esercia sobre o
que espirito do marido, mas ceohum poder ti-
j nba sobre as dec-oos do Sr. d'Ambert.
Comquanto acabaste de receber grao
pela Essola Polytochnica de Parir, alimei
tava Mario da Biran esperanza de obter
um emprego na diplomacia.
A situacii i de ae^ pai, aaas condicSss
pesaoaes, permittiaro-lbe grandes aspira-
583a, certo de que o seu come 'he facilita-
ra muito a obteucSo de um bom lug.:r.
Mario procurara ser comeado addido de
embaixada.
Apparentemente era essa a uria idea
que ce agitara no cerebro do Sr. de Biran.
Sua madrasta iaformou se quanto pdde,
aem conseguir conhecer a mais lere intriga
amorosa na rida do eoteado.
Seria elle insenairel a tantos olhos bel-
los que affectuosameate o eonte-nplavam
no baile ?
Como ultimo recurso, comecou Mme. de
Biran a acreditar que, durante a pequea
viagem que fisera o engenheiro, baria elle
encontrado o ideal, que tSo indiSerente o
tornara em relaco a todas as mulheres.
Como diasemos, a cunhada do general
nSo desanimaram os obstculos. Era, de
tacto, a ser rerdadeira aquella supposicSo,
nos coro impecilio qae surgia. Pois bem,
mais enrgica se ternaria a sua tenaci-
dade.
Por am delicado sentimento de reserva
em relagSc tyrolezi, Mario Ibe dera o
endereco do Sr. d'Ambert. Era, poia, em
casa do tio que o joven engenheiro lia as
cartas de Rosita.
Desse modo, nen! ama icdjsoricSo podia
elle temer.
Muras semanas decorreram, depoia da
hora de tris tea a inunda en qae tiaham
."*5iau-V^a
Brancas,
pretas e ce corea,
rradas, grande variedade.
An Pnradis d;s Ramcs
38-Roa BirSn da Vico-i 38
lisas e Ia-
os ous curai^oes pulsado as anciaa do
ultimo adeus.
Intelligente, onmpreVeadendo a inferiori;
dade d sua ed^cacSo, appiicava ie S sita
ao eatudo. No lirro acbava ella um con-
bolo sua magos. E certa de que as li-
tSes mais digna a tornavam do amor a
Mario, a ty.-..!e-a estudara com -.iico, a
contento geral de auas mestraB.
Preparavam-na agora para a primeira
com urjhSo.
As oracSes longas, interminaveis, que
eram exhibidas p.ra o acto solemne, ti-
nham, aos olhcs de Rosita, indescriptivel
sao* oto.
Parecia-lhe que, satisfazendo aoa sena
deverea de cathclica, afaatava do espirito
a recordecSo do tempo que pAssara em
companbia dos bohemios. ELje, a f,
sincera, espentaceamente caacida em sua
alma innocente, predisposta a receber
qualquer impreasSo, constita a o assumpto
d<* suas cartas.
Com a confanca que depositara em sua
m, ama filha extremosa, Rosita referia
ao Sr. de B.ran oa seua sentimentos. Em
termos simples, que ind cirel meloda tra-
dozir.m para o engenheiro, easrevia a ty-
roleza ao seu protector.
Rep'ol izimoa algumaa linhas de ama
carta da edocanda do convento vienneese :
c Meu querido Mario, Rosita j sabe
pedir a Deua pela feheidade daquelle a
quem tu do dere. Na capelU do convento
passa horas inteiras preparando-Be para a
primeira commanhSo.
O altar em qae arde inoessantemecte
ama lampada, ornado de flores. Obtive
a parmissSo de madal-as todas as manhSi.
Como vea, as religiosas tm oonfiaoya em
mim.
{Contina).
Typ. do Diario roa Dogae de Casias n. 42
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