Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19936


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Full Text
QUINTA-FURA 16 BE 'NOVtMBRO DE 1893
NUMERO 261
^*

PBOPBIEOAQS DS KAaOSL FISSIBOA DK PABIA A FILHOS

\
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mexes adiantados. -y 81000
Por seis mezes adiantados -. 15 $000
Por am anno a iiantado .... 301000
1A0 NOSSOS AGENTES EICI/SIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
tV K LNG15ATEKRA
Os 8rt Amede, Prince A G residnies o mParia34 roe 1
PiOVttJCO
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado.
Numeroavulso. .
161500
330.M)
1100
Telegrammas
OfQciaes
CRITYBA 15 de Novembro.
Dj Govemador le Paran i.o P.esid ct>
do E-tado.
C'jmptimecto e felicito a V. Esc na da-
ta glorioia que assi^ra'a o artivaraario da
proclamagS) a Repblica e foco votos
para que esta pungente, sclaalidide em
em breve substituid por pas duradonra
^ne garanta co solidado n& rmB do go
verno qae elle felicito a patria. Viva a
a Repblica! Viva o marecbal Floriar.o
Peizfit9 Viva a Constituido.
Vicente Machado,
Govemador do Estado.
NAT/L, 15 de Ncvembro.
Ao Govemador.
Recife.
Sincero reg ija popular Dolo 4 attsi-
veraario d* fuadacSo do reg a mi republi-
cano fedistivo em nesea patria. As fer-
68 federaos e eatadoaes ea psrfeita ur.iSo
e solidaria."! do rea'aaram unja brhanie
parada- O "atado em parfeita p ca defeca ea CossVtuicSo e da iegolidade.
Siio vos.
Pedro Velno,
Gov rrador.
paite m\ki
ErL'^'A', 15 de Ncveabro.
Governndor.
Recife.
Congr.-t'.'.Io-me com V. Exc. pela pac-
ssgem do arcivers^rio glorioso da fun:!a-
eSo da Repblica, data que ba de ser sem-
pre a ni sima entre aj insiere i da histo-
ria da nesaa patria.
Liwo Sodr,
CEAbV, ;5 de N-embro.
Govrrdor do Estado
Recie.
CngrMtu'o-me comvesco pela anspicio-
t& data de heje em que o Brazil republi-
cano ccrom^morci c eeo 4 o cncTcr3srio.
Bezerril FonleneHe,
Presidente.
MACEO', l de Norambro.
Govemador.
Reiife.
Commerrorndo b.'je grande da, ar.rn-
verBario da Republicr. Brazileira, apresen-
tovos nnshas faridscSes.
Btsouro,
Govertador.
IKSTiiJCCAO POPULAR
EDCAgAO
mUBSft SAL 3 PSTSICA
POR
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Etlucac^o Inf cllcctual
Contado, n5i nevemos cs registrar utilmente
o= progresaoa j eilos ? Depoia de cincoenta an
neg d disnso, dp experiencia e de compara-
cao de r- u! atea. Bao pojiiemoa j
zucs obesos (*a loa para o nosso tluc
gucs pa
contar al
m? AIpup
Di?th'!doi ve'.bes rahlram ja em desaso ; algn?
ontros modernos a se i'.rmtram, e mn'tos outros
esto em litigio. ec)eitando-se ao geral ab3Ddo"o
op a eca adopQao completa.
prtva.t'i qoeo eitor veja i. titas diversas
mudacC'f. quand) as coDf.-ontir, caractersticas
Bioilares, noa t nderjcia commam, p dendo en
contrar um:- rrentago nova, fornecina p^la ex
perieocia, e que o deve levar *xecoco de al-
:eriorea progresso. Como preliiUDar a coosi-
deracflfs mal profondas, vejamos desl9 j qce
con!raetes easenciaea exlstem entren educagao
do passado e a do presente. A .'oppresso de
um certo genero de erros eralmeote eecoida
pela adopto dos i rros qea Ihe sSo oppostos,
succedeado assim que depois do3 scalos em
que se carava apensB de desenvolv-meoto pby-
tico Bocee 'f-:am aqoelles qne empregaram toaa
a soliciiude na cultora do espiriteentao as
or oca* de dois e l-es aooos ja tinba*n diaDte
d si oa livros aa escola e a conquista da sciencla
pra considrala a nifca coisa nece3sa-ia.
Assim como succede o.-di ariamente qae de-
do's de urna dessas n-atcOes, o progresso se-
euinte levado a cabo pela coordenajao dos er-
roa antagonistas, na crenga de qoe sao feicOes
ODDoatas da verdade, salo cs estamoB aeora
na convicc5o de que o corpo e o espirito devem
ser tratados pela mesma forma, deenvolvendo-
se completamente o todo bumaoc. O syatoma
qoe se baseara na torca j foi por mnitos aban-
donado e a precoiidade nos estados cabio em
descrdito. O povo j cemeca a v' qn.' a con
dlfiSo primeira para o boa exo da vida ser-se
um bom animal.
O melbor cerebro considerado de peqnena
utilidade se nao tem energa vital safficiente
para o trabalbo, e oble; este com sacrificio da-
queila agora jalgado urna loucura -toncara
que a desilloso prodozida pelos prodigios jave-
db constantemente tem demonstrado.
| (Conhnta).
t3:r00WO
6:0 lOi'00
4:S0OfOOO
3:600*f)0
2.600000
2:200"0
l:4'X00O
10:OOOiCOO
7:200i0U0
6:000*000
4:800*000
3:600*00(1
2:610*00
2:200*000
1:400*000
Actos do poder legislativo
DECRETO N. l?4 HE 11 DE OUHJ-
BRO DE 1393
O vcp p-esid n^e da Repufllicj Jos Esta os-
Unido, i!j Brazil :
Fago sabe qae o eoT?-es,>o nacicn 1 decreua
e eu A-t. 1*0 pO'ter execuvo autorioado a rc-
orgjnisar o STVigo 'los correoj rta R-poOli m,
ixpellado para eesa Bm o necess^no regala-
menio, de coformiiiada com as bases seioln-
tes: *^
! constituir a directora geral como repart-
gSc cpat.al eocnrreeada da iohr> ;'>o e H.'cnlt-
sacSt de todo o servreo na Republi.-a to ps'udo
e re?o1uc5o doi t-3balno3 postaes e da respecti-
va correspondencia ;
2a ser creada urna arminislrsga) propia para
o servigo po8'3l do (istricto federal, a qcal tpro-
Dea He r tocambida do mesmo servigo no Ej
tido do Rio de Janairo ;
3* atteoder a tolos os en'arcse ervico?
cread s pela ultima cmvergio postal e pelos
uccordos internaciooaes;
4' limitar Tranqoia, de mnrto rigjro?o e effi-
cai, fl c rrspandeocia olTic:al t-xpedida e re
ceb'da pplas autoridaden e fuurcit.nrlos na
UniSo e dus Es'ado?, es lO'OS-eriiMa em qoe
Or p?rte a jostiga e os ay'.os de recu'9 b remet-
tidos cot- u decla'ag) de serem es -ees pes-
soas miseraveis, e bem aasim os p pe s relati-
vos ao alistarasmo e nroce-ssos eleitoraes os
ejemplares do tDianoOffiyaU da UjSo remt-
'!io.-i nos assenantes e s aotoricades, as pu
bhcagOei impreaias por coala oa ordem do gj-
veruo federal, os avisos, magos ou caco es re a
nvos ao servigo poj'al oa tele/ranhico qae 803
emp-e?adn? oa particulares rempuerem os r-s
pectivos cbefe3 e os remettilos p las ai:n sto
e chefes de repirtigOes Menea cu es adUtt*.
5 ser 'm as ttxas das corre;pjod?nciJ8 'eo-
t;o dos limit-B rta Repblica ;
a) rart.s, 100 ris por 15 grammas co fraecao
de lo \r mmaa ;
b) cartaa-Biloetes, 100 ris cada ama equioa-
radps i.< crla! ordinarias para todos os etle'.los,
aarmentaflo o eeo fo mato e elevado o peso a 15
gramiuas :
c) Mlbetes potae?, 40 ia os simples e 80
r-is os com respos'a paga ;
d) mccecript>s, 100 rea por I'O grammas ou
frangao dez-ee peso ;
f) jornaes, revistas e ontras pablicagOes pe-
riooieas, impressos nc Brazil 10 ris por 1U0
gramm:.s cu fracgfiea de 100 grammss, sejam
"xpprit? p los editores oa pjr cu-ros incivi-
doos ;
6" eetabelecer penns pata a reoreasa) de cun-
rat-anlo postal, e disciplinares contra es empre
tarto.*, ficancfo nesta parte o regnlam^ato depen-
dente da approvigo do cengresso nacional ;
7* serem crea Estados de fJina? Geraea tendo por teda as ci
dadea da Cano anb.s, Diarcantioa e Uberaba cora
a n'ganisagai das adcjinist^gSes de i* classe:
8* serem creadas as adiDiaistragOjs e suo-
admiBi8tra;6e8 'ios Eitados e as ag^-cias pos-
taes caixas ecot j olea- posties, aa quaea fonc-
ciouarto depo' e re-nlaaieotadas pelo miuis
teno da raaeads ,
9a er oCnga'.orio o registro des vales pos-
tee?.
Art. 2* SSo manti1a8 aos empregados do cor
reio a.^ vamayeriB p?cuoiarias, de que actual
nente pozan com rel3c8oao servigo posta!, me-
nos o que se refere gratincagao local e s cou-
d g6s e favores especiaes nos casca ds aposen-
U noria.
as nm'ages a fuer com a presente
relorroa, serSo resceitados os direos adquiri-
das a a^cess) pelos actnaes emprejados.
2* As repartigOes pos'aea da oj terSo o
pps-"oal co"Btrnte da? tabellas annex^s de ns. 1
a 22 e o; vemimpntoa neslas marcados.
A't. 3-. Ccnsidera se legisiag5o subsiiiarii
dos ccreios:
1-, asiese ob regalamentoa pc3taes ante-
riores, na par o.5o espressamente rcozada ;
2*, as disposigOes da ul'ima convengSo pos-
tal e os accordos in'ernaciooaes, e os sens re-
golamen'oa no que fr applicavel ao respectivo
servigo no pa'i.
Art. 4-. E' vedado aoa Eatadoa tributar, por
qaalquer forma, a correapondenda e cutres ob
jtc 03 que transitaren! pelas repartiges po;taes
federaes.
Art. 5-. Revogarr-se as dis-osjjOea eia coa
trario. *
TABELL4 A QUE SE BHFEOE O AET. 2' 2"
N. 1Directora geral dot crrelos
Ns. De^o HBfjBu Vencimeato snnu .1
1 director geral 15:000*000
!Sub directora
1 sub-director
3 primeiroa officiaea
3 ceguodcs dii33 a
3 tercelrca ditcs a
3 amaouei s a a
6 [ raticantes a
3 continuos a
2 serventes, diaria, 4*000.
2-Contadoria
i centao- geral
1 sjudante do contador
2 pnmeires officiaes a
2 segundos ditos a
2 t- rct-iros ditos a
8 amanuenses a
16 praticantes a
t continuo a
1 servente, diana, 4*000.
3- -Tbesoura'ia e almoxanfado
i tbesoareiro almoxanfe 8:100*000
1 Bel 3:601*000
2 praticantes a 8:200*000
1 continao a 1.400*000
2 servente?, diaria, 4*000.
8 4-Portarla
i porteiro 3:600*000
N. 2Admini$tragdo do Districto Federal
e Estado do Rio de Janeiro
l administrador 12.000*00
1 aiudante do administrador 8:400*000
| contador 8:400*100
1 tbesooreiro 7:600*000
5 ebefes de secgo a 7:200*000
17 prlmeiroaofB-.iaea a 6:000*000
22 segundos ditos a 3:600*000
6 fiis de theaoareiro a 3:6('0*00
i porteiro 3:800*000
2 ajudaotes de porteiro a 3:0(10*000
100 amanuenses a 2:600*000
100 praticantes 3 2.200*000
90 carteiros de l* clasae a 2:400*ooo
180 ditos de 2 claeae a 2:200*000
29 ditos roraes a 2:400*000
6 continuos a 1:400*000
50 ceHctores a 1:400*000
ti caMmbadores, diaria, 4*000.
45 serventes, diaria, 4*000.
Conductores e estafetas, diarias
diversas conforme as distan-
cias e o servigo.
N. 3AdministragSo de 8. Paulo
i admiaistrador 10:500*000
1 contador 7:200*000
1 tuesoureiro 6:400*000
3 ebefes de spcgSo a 6:000*000
i prlroeiros officiaes a 5:400*000
9 segundos ditos a 4:000*000
12 iprceiros ditos a 3 6:0* 00
3 tteis lo ibesou-eiro a 3:60 i*000
1 po'ltiro 3:600/(01
1 ajuoante de po.teiro 2:400*001'
36 a anopnses a 2:60 *i'00
72 pra'icaotrs a 5:2''. i 00
25 c-.-teiroa ne 1 clae?e a 2:i"0*i)(X)
5II olios de 2* c!a-ae a 2.5 1 centinoo i:200*((M>
15 serven'P.-, 'aria, 3*3C0.
6 carimbadores, duna 3*000.
Con Ju^tcrese satatatae, diarias
divi-rsas.
N. 4 Ar'm''n8trac.cio de Min s Qemet
1 sdfiiniirador fi:..niH)
1 contador 6 O" *hx
1 tbpsoureiro 5:rOO*0(0
2 ebefej .i.- .->-cgao a 4:Mi0noi
2 primeros officiaes a 4:500*01*0
4 lecjindos di os a ::6O0*('()
8 tenei.-os ditos a 3000*000
1 riel de ihesoureiro 3:00>*000
1 Fo-teiro 3(:(l*(O0
8 ansocp-isra a 2:?00*(>00
16 p alicantes a 1:800*000
6 cart-iros de l classe a 2:000*0.10
12 ditos de 2 claSM a l:8u000
1 coMiouo l:2O*C00
7 serventes, dia-ia 3*IC0.
'^onduc'orfs e estafetas, dia-
lias diversas.
N. 5Admini8lrag5o de S. Pedro do Sni
I ai io.strador 8:i00i000
1 contador >:ii00i00O
1 ibesrureiro 5:000*000
2 chefes de se~cSo a 4:8'0*0O,
2 "olliciae3 a 4:M0*00
6 3" ditcs i 3:000*000
1 li 1 do ibesourelro 3 G() <*oo0
1 porteiro 3'000*000
7 amanuenses a 2:2O.:*0OO
14 praticantes a 1:800*000
8 carteircs da 1 classe a 2:0000o0
16 dit ii de 2 classe a l:8C0*ooo
4 ditos ruraes a 2:00/000
1 cot.ii uo 1:200*000
6 serventes, dia:ia, 3*500.
Cjn:iu:iores e tataleta?, diarias diversas
N. 6Almicistrai.So de Pernamiincn
1 adiioi.-trador 8:'.00*'00
1 con.ador 6:000*1101)
1 thesoureiro 5:000*000
2 rbpfp de sec-So a 4.800*000
2 1" tfficiama 4:200*000
4 i" ditos a 3:600*000
6 3" ditos a 3:00*0000
1 QVI do thesoureiro 3:000*000
1 porteiro 3:000*900
10 amanuenses a 2:00*OOO
20 pralitanies a 1:800*000
0 carteiros de l classe a 1:800*000
f cor.tinoo 1:200*000
4 serventes, diaria, 3*500
Coodjciores e estafetas, diarias dive'sas.
N 7AdministracSo da Babia
1 administrador 8 400*000
1 ccuiador 6:100*00)
1 iiitaoBreiro 5:000*000
2 i hrfes de necgj a 4:800*"00
2 1.- clnciaes a 4:2 .'0*000
4 2'Sdilosa 3:600*000
6 3s ditos a 3:0004000
1 0h I porteiro 3 0ffl*'O0
10 amanuenses a 2:S09*Oou
20 praticantes a 1:800*0(^
9 carteircs de classe a 2:000*000
18 oitos de 2* classe a 1:800* 1 centinoo 1:200*000
4 serventes, diaria 3*3 O.
Cosduciores e es.afetas, diarias diversas
N. 8 -Administrago dj Para
1 adm'DUtrador 8:400*000
1 contador P:0 0*000
1 Ihesourtiro 5 OO^tOO
2 nefea 2 la cffioiaes 4:2.0*000
4 2 s ditos a ::6f0*000
8 3s ditos a 3:tOt'*C00
1 fiel du thsoureiro 3:000*000
1 porteiro 3:000*000
6 ambno-nses 2:2005000
12 i.raticanies a l:80i *0tK)
9 carteiros de clasae a 2:0JO*000
18 ditos de 2' classe a 1:00*000
1 continuo 1:200*000
3 serventes, diaria 3*500
C ndu.turps e e lafptas, diarias diversas
N 9- AdministragSo do Paran
1 artmio'strador 6:000/000
1 centador 4:00 *000
1 ihesoureiro 3:000*000
2 1-, cfficiaba a 3:000*'00
3 i-i dit s a 2:4O0000
1 fiel do Ibeaoureiro 2:000*000
1 porteiro 2:000*00.0
4 amanuenses 3.000*000
8 praticantes a 1:800*000
9por:eirosa 1:800*000
I continao 1:200* 00
4 serventes, diaria, 3*500.
(lu... to-es e estafetas, diarias diversas.
N. 10-AdministracSo do Amazonas
1 adminialrador 6:000*000
1 contador 4:000*000
1 thpsou'eiro 3.000*000
2 1-a officiaes a 3:000*000
3 2s ditos a 2:400*000
1 fiel do theeeureiro 2:000*000
l porteiro 2:000*0:10
3 amanuenses a 2:f 00*000
6 prat'cantes a 1:80C*000
14 carteiros a 1:800*000
1 con tinao 1:200*000
2 aerveutes, diaria, 3*5(0.
Conductores e estafetas diarias diversas.
X. 11Admioistrago do Cera
1 administrador 6:000*000
I contador 4:0.0*000
1 ibeaoureiro 3:000*000
2 l-soilciaesa 3:CC0*0::0
3 2-8 ditos a 2:400*000
1 Bel do thesoureiro 2.000*000
1 porteiro 2:000*000
3 amauueoses a 2:000*000
6 praticantes a 1:800*000
8 carleiros a 1:800*000
1 continuo 1:200*000
2 serventes, diaria, 3*500.
Condoctoreft e estafetas, diarias diversas.
N. 12 Admiois rsjSo do Maranhao
1 admieiatrador 6.000*000
1 contador 4:000*0:'0
1 thesoureiro 3:000*000
2 1" officiaes a 3:000*000
3 2' ditos a 2:400*000
1 Bel de ibeaoureiro 2:000*000
1 porteiro 2:000*000
4 amanuenses a 2:000*000
8 praticantes a 1:800*000
0 carteros a 1:800*000
1 continuo 1:200*000
4 serventes, diaria 3*500.
Conductores e estafetas, diarias
diversas.
N. 12AminietrasSo das Aligas
1 administrador 5:000*000
1 contador 3:400*000
1 ibeaoureiro 2.400*000
1 1 oficial 2:400*000
2 2" ditos a 1:800*000
1 porteiro 1:600*000
3 amanuenses a 1:600*000
6 p-aticantea a 1:400*000
10 carteiros a 1:400*000
6 servantes, diaria 3*000.
Cor.duttorea e estafetas, diarias
diversas.
N. 14AdministracSo de Saota C.tharioa
administrador 5:000*0 0
coitador 3:40 000
theBooreiro 2:400*0 0
foflical 2:400*000
i" .i.t.s a 1:800*000
porteiro l:6"0*.i00
tijnn=nses a 1:600/000
prsoca tes a 1:4'0*00
carij-rnt. a 1-4705000
servente, diaria 3*000.
Conmco ea e est-'e'as, diar!a3
diversa?.
N. to-Ad'nini:t".:g5o do Espirito-Santo
I sdmin'.st.ador 5:0oo*0O0
1 c ntador 3:400*000
1 ihe^oureiro 2:4O'*O00
1 1 .fficial 2:40 *000
2" di\cs a 1:80o*C00
i porteiro 1:6 0*000
2 amanueneea a l:60O*o0
4 prKticaotes s 1:400*001
fj la'tejros a 1:400*000
1 rervente, di :ria 3*'00.
Cmiuctores e icufeUs, diarias
diversas
N. 16-AJmicis raga; deGoyax
1 administrador 4:C0O*0(lO
1 cjoiadcr 3:000*000
1 thesoureiro 2:000*000
I nflicial 1:8'0*000
1 purtelro 1:600*000
2 amanoe-isesa 1:600*000
4 prati-anlPSa 1:400*000
3 carteiros a 1:400*000
1 .'erv.-nte, diaria 2*500.
Ccnduc.orea e estafetas, diarias
diversas.
S. 17Adminis'.racSo da Parabyba c'o Norte
1 administrador 4:000*000
1 contador 3:000* 00
1 thesoureiro 2:( 00*000
1 offlcial 1:800000
i porteiro l:600*(HiO
3 amanuenses-' 1.600*00)
6 praticantes a 1:400*000
9 carteiros a 1:400*000
1 aerve te, diaria 3*000.
Conductores e eatafetae, diarias
diversas.
N. 18 dmioistragao do Rio Grande do Norte
t rdminiairador 4:000*000
1 coitador 3:080*000
1 ibeaoureiro 2:000*000
1 tffi:ial 1:8!X*000
1 roiteiro l:t00*000
1 amanuense 1:6^0*000
2 praticanies 1:4005'0?
0 carteiros a 1:400*000
1 servente, diaria 3*000.
Conductores e estaietas, diarias
diversas
N. 19Adrnlnis'.rago de Sergipe
893
administrador
contador
thescureiro
cfficial
porteiro
amauu nse
2 praticantes
4:000*000
3:COO*000
2.000*1'OJ
1.800*000
1:600*000
1.600*000
1:40000)
1:401*000
carleiros
servente, diaria 2*E00.
Con<*uctorea e eatafetaa, diarias
diversas.
N 20 AdministragSo de Ma'to Grosso
1 admini8t-ador 4:080*000
1 contador 3:000*000
1 thesoureiro 2:000i0:>0
i offial l:8n*00i
1 porteiro 1.60 *00O
1 amanuense 1:6001000
2 p'atnanles a 1:400*00
3 cartc-iraa a 1:400*000
1 r".i-1;, diaria , 2*5(0.
Condoclores e estafetas, diarias
diversas.
N- 21Admlnistragso do Piaahy
1 administrador 4:000*000
1 contador 3.000*000
1 ibeaoureiro 2:000*000
1 cffi:ial 1:800*000
1 porteiro l:608*00o
1 amanuense (:60()*000
2 praiicantea a 1:400*000
3 carleiros a 1:400*000
4:000*000
3 O 0*000
2:000*000
1:800*000
!:f 80*008
1:600*000
1.400*000
1:400*000
1 servente, aria, 2*300.
Ccnductorea e estfelas, diarias
d versas.
N. 22Sab-admiolstrago de iliaas-Geraes. as
cidades da Campaaba, Diamantina e Ube
raba.
3 sob administradores a
3 contadores a
lesouroiros a
officiaes a
porteiros a
amanuenses a
pratican ea a
carteiros a
serventes, diaria, 2*500.
Conductores e estafetas, diarias
diversas.
Para:rapbo nicoOs tbesoureiros das adrai-
nistragOea, alm dos venclmentos marcados, te-
rao urna gratiflcagSo para qaebras, sendo 800*
para o do districto federal e Estado do Rio de
Janeiro ; 600* para o de S. Paulo; 400* para os
das outras a tminls'ragOes, sub ad mis'.r ;g0 e
ageucias de 1 classe ; e es vencimeo'.os do3 iba-
8ooreiros destas agencias serao correspoadeates
a 3/4 do veocimento do respectivo ageste.
O ministro de Estado dos negocios da indus-
tria, viagao a obras pabllcas aasim o faga ese-
catar.
Capital Federal, 11 dt Ootabro de 1893. 5 4a
Repblica. -Florano Peixoto.JoSo Felippe Pe
reir.
Governo do Estado de Per-
namboco
BXPKDIBNTK 00 DA 25 D OUTBRo DB 1893
Acto:
O govemador do Estado, atteodendo ao que
requer u Carlos Ferreira da Silva, tabelliSo ees-
crivSo do jury e das execuges crlmlnaes do mu-
nicipio de Bom Jardim, resol ve prorogar por
ma'.s 6 meses a licenga qoe ltimamente foi cea-
cedida para uegocios de sea interesse.Commu
nicou-se ao jola de direito do municipio de Bom
Jardim.
Offi:lo:
Ao Dr. inspector da Alfandega.Ve.ificando-
se do Diario Oficial* n. 279. de 11 do correte,
ler sido declarado sem efeito o decreto de 17 da
Margo ultimo pelo qual JoSo Jos ferreira foi
comeado para o posto de coronel commandante
da guarda nacional do municipio de S. Bento,
vos devolvo a inclusa patente, afimde qus ao re-
ferido cidadSo sejam restituidos os emolumentos
qoe pagou, e que se acbam averbadas em a mes
ma pateute.
EXPEDlENTl DO DB. SBCBBTABIO
Officio :
De ordem do Exmo. Sr, Dr. govemador do
Estado, communico vos para os fina convenientes
que no dia 26 de Setembro ultimo entrn em
exerciclo do cargo de promotor interino do mu-
nicipio de Ouricury o cidadSo domees Marinbo
de Siqoeira Cavalcante uomeado pelo Dr. juiz de
direito interino visto baver se retirado dease mu-
nicipio com licenga o funecionario effectivo ba-
cbarel Joao Pacheco de Q:eirogs.
EXPDIENTE DO DIA 26 DE OL'TCBK ) D
Actos:
0 gVernaiJor do Estado, de acco-do com a
proeos!* do Dr. qoestur policial, resolve ransfe'ir
para o 2- districto rtee'.a capital o actual delega-
do do Io bacbarel Jos da Cucha Literato de
Mi't-s, a p dide. iseiam se as necessarias
communicag'B.
O Rovernador do Estado, de a:cordO cem
a p'ppogta de D-. quesior. resolve ncmear o co-
ooel J.ao 3:pttsia Cabra' para o cargo de elt-
gado do 1 dirtri:lo a rapltai* Fiie.rsm-se as
oece-s:irias commonic..g5-8.
O overnador do Esiado, resol ;e nomea,-
o cid- c&o Joaquina Bastirla da .- ragSj pra ex
ercer o a'go de esenva das do Estado do municipio de S. Jo do fci.yj-
to flc?nc!o sem eff-eito o ae'O de 22 de SetemDro
que tiomeou o para < ca-go de ccllector Jo tnes-
mo luumcipio.Ci.mma'Jicou se ao inspector do
Tbesonro do Estado.
O govemador rio Ea'ado, resolve nomear o
cidadSo Floro Florencio 8 Lima Ribeiro oa'i
exercer o cargo de collector 'o do municipio de S. Jj'.rto Egyptn -Commu-
nicoa-se ao in3pecor do Thpseuro do Esta O governader do Estaco atteodendo aoque
requereu o promotor tpub!h:o do municipio de
Palmares bacbarrl Maooel Cavalcane do Reg
Birros, e tendo em vista o aitegtado medico ex-
hibido resolve ccccedr-lb"- 60 das de liceoca
com o veDcmento a que tiver direito a lurma
da le devendo entrar no go?o da referida liceo-
ga no praso de[l5 das. CotcmuDicou fe ao Dr.
ju:z de direito e Palmares.
Offici s :
Ao general co-nruandante do 2" Jirtricto
miltar.Coaimuoio vo-qu u'esti data, tirsa
dadas as necessarsa p-ovidencias no sentido de
ser satisfea a reqoisijSa c instante do nojeo cili-
cio -"e 10 do correte, ,-ob n. 4270, que fba as-
sim responlido.
Ao Dr. iQsriPCior da Al'andega.-Pgo vos
qae in'ormeis sobre o as.-rimpto da peiigaj qu
j'inta, ;do amanuense interino do presid'o de
Fe-nando de Nronha Osctr .e GusmSo Celhc.
Ao inspector do Tusouro do Sitado.D-'
acord co:. a vossa 'uformag.';o n. 888, de 21 do
corrente. auteiso vo3 a mau 1 sr Jes* escripia rir a
quant a de lol*t05. a que tem direito o i.acba-
rel Antinio Freir, ra ncadade de juiz monlcl
pal de Cimbres e de ju'z de direito iner:r,o
daqoella localidade no roez .!eD zeabrodo ana
passtdo conforme se vsriBca dos attertadosjun
to?.
Aa msmo -De accordo com a vossa infjr-
m.gao n. 818, de 30 de Se.tembro fio Jo, auiorl-
90 ios a mandanes restituir ao municin de
Afolados de logai-ira a qoantia de 8i*4iS, ar
recabada no periodo >ie 21 de Ab'il 3 30 e Ja-
nho nilimns, conforme a dem^n tragSa jauta,
ap-esenti'a pelo respectiva collector.
Ao u-(sm Di acordj con a vossa iofo--
magai n. 839. do 21 da correte, amorlso ros
mtodarles es^rip'arar a qoil'ia d? 235712. s|
q'ie te u lireltu Antonio Rurino Cara iro da Gj-
nb', eoofo*ateoatteatado jon'o, neo alonl
de fu cas. que uo -unicipio :: lumb servio
de cadeia e quartel uo periods .ifco.-ndo le l-
Je Janeiro a 8 da Pevereiro, do rorrete aun \
daia es'a em qa9 foi constituido o rcfe.rrh m-r
mcipio.
1 Ao rr,esmo-Ni)3 termos de vosa informa-
(,o .i. 885, de 20 do correte, aaloriao-vas a
mandardes escriptirar a qnantia do 315300.a
qae se jola com riire:lo o ex tenente lin^to co'rpo d, pocia regional, Benu Luiz dp
Carvalho, derendo aprsenla* previarnento pe
raote essa repzrtlglo o cooJDelBa e al testado de
exercicio do periodo a qoe alleg3.
Ao Sr. Dr. Manoel N. Ferreira Castro-A---
cuando o recebimento do oflicio de 23 do or
reie mez, em gue commooicastei hsver assu-
Odo o exercicio do cargo de prefeito du muni-
cipio de O iada, e:n consequencia da renuncia
doco-cnel Jos J laiiiim Antuae3, deciaro-vos
para vosso conhecimeotoeaBm def.zerJe; cons-
tar ao Coocelbo Municipal, que teoto terminado
a 3 de Agosto ultimo o 'ano para a orgaoiaagio
dos municipios, conforme exp'e-so n i anr-o
do ari. 4'das disp'sgO-s tr nsitorias di le n
52, de 3 de Agosto de 1832, e daeaio essa riij-
pofigSo ser entendida de accordo cora o a,;. 19
da ctala lef, nSo pode le- laear a ele gao pa'a
preenebimento da vaga, vis'.o como fji eila pos-
terior -o I* anno do governo da prefeitara.
Compre assim, qus coaiiioei) no exercicio do
referido cargo, al que cesse o m odao qa? vos
foi conferido pelo eleitorado deasj municipio.
BXPBD1BNTE DO DR. SKCbKtariO
Offlcios :
Ao iapector -Jo Tj^souro do Estado -De
ordem do Exm. Sr. gaverador do Estado com-
raunico-vos que o bacbaroi Joslno Cupertino de
A'.luqocrqae Mello, era data de 23 do cor-ente,
assumio o exercicio do cargo de promotor pu-
blico do municipio de Nazarelb.
Ao mi,smoO E^m. Sr. Dr. govemador do
Estado man la eommuaicar vos que, oes a da'a
examn na notigao dos pr.-sos da cadeia do mu-
nicipio do Brejo da Madre de Deua arbre a qu ti
preaustes a tnfo'maeao a. ttt, de 19 do cor-
rete o seguate despacho :
A' vis'a das iaformagOM, naia la qa-) de-
ferir.
Ao comaluiJiota do corpo policialO
Exm. Sr. Dr. govemador do Estado manda de-
clarar vos que eai 13 do correte, tendo em
vista o telegramma que Iba foi dirigido pelo juiz
de direito do muaiJip:o de Tacarat, auto por
copla, autorl-oa lambem po- telezramma ao col
lector daquell" municipio para effeclaar o paga-
meoio do deuacamento all estacionado.
Quaoto ao Boal de vosso i-fficio a. 164, de 23
do correle, o meso Exm. Sr. govemador mao-
da declarar-voa qae coavm qae v seodo des-
contada do sold do me-mo tenenta Ednardo a
quaot'a que recebea por adaniamento.
Ao prefei'j do municipio de Afogados de
Iogas'-ira E\m. Sr. Dr. govemador do Es-
tado manda communicar-voa que, nesta data,
babili'.ou o Tbesoaro a restituir a arecadagao
do irapo3'o que perience a csse muuicipio, o
qoal foi arreeadado pela respectiva collectona,
poforme solicitastes em offbio n. 16, de 29 de
lu. o ol'imo.
EXTERIOR
EUROPA
*oriut;al
A eilusgo poltica oSo acensa em seo ser mo-
dificagSo ou va iante qae interesse aos seus lei-
torps.
E' o rojo co-tumeiro.
De um la lo louvamlnba-, de outro censuras.
Ora, o Crrelo da Tarde* qoe sustenta coovir
ao pais, que o partido regenerador se nna e ee
fortifique, nS) para fazer eleigoes, nSo para aoi-
cbar afilbados, nSo para malbaratar os diobeiros
pblicos, nao para aggravar u decadencia geral,
com erros sobre erros, mas para faxer governo a
serio, cooa indiligencia, com dedicagSo e com
tacto*, atira-se sobre o gabinete e traga-lbe amas
feiges que, si fossem d'apres na'.ure, retraa
riam ora monstro administrativo.
O qoe dia o Crrelo, qoe o gabinete pre-
sidido pelo Sr. Hintze Ribeiro tem felto desde
Feveroiro at boje do interesse da poltica,.na
sua verdadeira accepgo, e da administrago ge
ral do Estado T
Nin^n ra logrGU aioda perceber qual a sea
ordem de ideas: li .eral re programla, (em si-
do cco8Grva!or nos prc-c-sos.
Tendo taotos tMUBMrtoa graves a trat r, tem
passado o lempo a faier e a ri--sf zer aligras
paro Ja-K's, acaDan lo d.- destruir alguna ios seas
mais inpona-.l-s eeotroa da provincia.
Pe. ecupado co*o 3S eleigoes ireraes. que ima-
ginou faxer na prxima primavera o S\ presi-
den e do conseibo, asa-ociiioao Sr. mln stro do
rer,,, nao lem feito ootra cousa aeno poiilicar*.
11 ni i.-i 8 com ap: .'.- de t'abalbo e qu real-
m-ne t m moatral < qoere- fazer alguma cooaa,
penas -s Srs. Foschia: e Bernardino Macbado,
que a'is teem visto a sua iniciativa quasi inuli-
lisada pela aegao nefas a dos seos collegas.
Suocedco pr mero is'o as commissOes das c-
maras, est agora saced ndo nos cooselbos de
mioiairos e na p opria imprensa mioislerial qae
ba'e aqueiles dous m.nisiros como se elies fos-
sem os seus mais intiai igenies adversarios.
Fe vilba a iniigra e no meto d'ella todos 83
lesnorte am.
E po- isso, diz o J mal do Commercio, o
uariilo progressifti rao esta reeolvido a eco-
tber a heraoga do Sr. Hm ze Ribeiro, acc.'iacen-
tando: Santa abne: gao I
B asstim corre a po una partidaria.
B-m perlgoso oceupar a eumleir?.
As invest avgOea p.-oceJidas pe.o Dr. Velga
sobre as fraudes e ur'oj ccmmetiidos em obras
publicas deraoi em resoltado a cr:ra'nalidade
dos conbecidos arebuectos Pedro d'Aviia e Do-
minis Prente.
Na inst uegao do proc-'sao r-conh?r;pu se te.
rem ellea prov ti o a sua rruigao de fuicrio-
ostias :-o s?rviGo 'ia3 ;br.s pi blicas para des-
vfarem, em seu pa'cular beneficio, maltes ma-
ler.aes valioo e lans aionei-os do Esiado.
Juotameota com elles. vSa prestar cootaa s
jast:cas crdiojtriai dom mestres de obras, qae
s ,:u'.a 03 seui pernicijs-s e.xeraples.
E pnr :.So bastarem atn 'a esses guatro ho-
rneas, a qae se aferra a op nio eocarnigada,
para ac.lmar as curipsidades excitadas pelos
cases que apregfti a impen.-a coma gandes
fraudes e eacaodalos de marca maior, o dilig;n-
le jas de insracgSo > ominaa a fazer inquir-
Oes a ovir leroimentos, rco'her denuncias
p > o lira mo-aiista de cagar mais algnm pre-
varica lor.
Du ;:!ta-a3 da govemagao, o conselbeiro Ber-
Dardioo Machado, ministro das oaas publicas,
: i e i Oda o juiz afanoso,
Ai;n ds ar. m'ecios Av.U e Parate, e3t3o
detidos i'Vb mestres, apou'iid. res, etc.
A imprensa reclama castigo rxemplar para os
rJeln quemes.
Assamio as faacgSaa da director geral do
. .- i) s dastna. no m'.r.i.-t>rio das obras
publl3#, o cocilbeiro Guilfie-moa da Birros,
:. ] O .irecor geral d8 c irralos.
A corvfta degoerr. UTonsn de Alboquer-
q : que parti pa u R o de Jiieiro, foi lan-
pjda c,i mar na anao Jj 1884 a dispOe dessas
" :. lgrg nauticaa :
C;::;.-riaiei:o 6! metros, largo-a (entre per-
ren nl.-r-'j 10, deslocam^nio 1.110 toneladas,
i f .rgi 250 cavi!lj>, telucidade 13 i.-.ilbas.
A sna artilOi-ia reiruiamentar ompOeade
2 :3Db6'S i-1 6" Arm?;rO'.g. 3 d'tJi de 40 II?.
' 3 iD'.ralhacras.
Tara'-):1:!! o coor.cVo Vasw d. Gima* par-
I to para Mirro:os, afina de proteger os subo..Los
ports [0 l s!i dOTJici!ial03.
A re ajriueaio d>s obn^acioaiatas da
Mala Ral Portezuela, o tribaoil do commer'io
d3 Li^bOi acaba de aut irisar a venda dos pa-
quetes perten;entes qoelli -Jornaanbia, a pro-
pjrgo que brea cnegaolo ao Trjo, sendo a
vanda airauaciada cora a an eco Jen ota de qua-
renta das.
N frica vai realiair-s- un cxposigSo de
productos da inluairia pjriugueza.
Pa:a esse lira rcuoi:-- no Porto a A80Ciar;So
ladustrial Portuea.ie, que uojiu umacomm:s-
sao pi:a esiuiar 03 rnoa de coasegulr esae
liesideralam.
Vanas resologSej forara j4 lometas por essa
commissSa e todo leva a ere: qua se realiza a
(xno'gao. qoe poie ter am graad; alcance ia-
du.t:i>l, pondo mais era contagio con a frica
a n'U'tru portusueza.
R'uoio-de em sssSo no Porto, a corarais-
to do centenario do infante D. lira iqae, par-
ticipando o presidente que responder ao dire-
cta- geral doa crrelos que a venia de esiam-
pilbas do centenario, d p da de deiuzida a in-
demmsagSoao Estado pela int--rrap,o por tres
da da venda ds formulas de franqua ordinarias,
devem rev-rter para o monumento ao infante e
para 03 fea ejos do centeaario.
Foi opprovato o cartaz anounciando aa festas
desenliado pelo artista Roqu1 Gimeiro.
Foi app-ovado o programma daa conligoes
para a inpesao daa e-iampilha do qual vai
8er dato conbecimento ao governo.
D ostra les illodi sobtrargSo de ti-
lulos de crditos perierneuies ao espolio de Joa-
qmm Souza Silva Cunha e agora transmuto a
sea conhecimer.ta o que em sobs; acia dizem
os jornaea a respeito do fado e da sequeocia do
descooriment) de le :
Morreu, ba cerca de um anno, ea Gondomar,
eaiiarbios da cidade do Porto, J aquim Sooza
Silv Canh-j, comraerciante no Brazil, oade jon-
tara fortuna, orgada em duzenios conloa de ris
fortes.
A maior parte da fortnoa deixou a no Brazil,
onde tera Albos, trazeodo cdsento conuigo nos
trlnta coatos em papis de c edito, era grande
parte ao portador.
Tratando-se, porm, do arrolameiito, apenas
encontraram cerca de ciaco contos em papis
de ere lito de as-e,tmn'.a. oSo apparecendo
papis ao portador, e dinheiro em notas e
me'al, ohjectos de ooro e prata, roapas, etc., sa-
ben i -se comtudo qae o fi;;: .o possuia pelo
meos cem letras em ouro do Banco de Crdito
do razil, obr'gagOes da Compacbia Petropoli-
lana, etc.
O caso foi cnto communicado polica, mas
apezar do todas as diligencias nadase descu-
bri.
As suapeitaa recabiram sobre duas sobrinbas
que viviam com o finado.
O escrivao do inventario, Malbeiro Das, en-
contrara entre os papis do finado um papel
coalendo cem nmeros seguidos^de obrigagOes
da Companbia Petropotana e pre>eoio o Banco
Allaoga, onie sSo pagos os coopons, das referi-
das obrigagOes, afim de serem apprebendidos.
Afinal, paseado um anno, appareceram 35 dos
meamos coupons a descoaio por um desconbe-
cido; em resoltado dalo foram presos dous ho-
rneas e urna malher, istu Rosa da Cuaba Cas-
tro, 80brioba do fioado, bem como sea marido e
seo ogro, acensados de se (erera apoderado de
cerca de 25 -ont is de beranga deixada em Por-
tugal pelo mesmo finado.
Submettidos a diferentes interrogatorios os
presos, declarou a Sra. Rosa Cas'ro Canha, que,
depois que sen to morrera, sen cunhado Jlo
reir Martins, casado com sua irmS Joaquina,
dividir comsigo cem ttulos de '.0*030 cada
um, da Compaonia Petropotana, que sen tio,
em vida, Ibe bavia promettido, sendo confirma-
das pelo marido da Sra. Rosa Caoba estas de-
claragOes.
A polica foi a Gondomar e apprebendeu o di-
nheiro que encontrn, sendo preso mais Jlo
Ferreira Martina, casado com orna ooira sobri-
nha do finado, o qual nega ter extorqaldo oa
sua mnlher, que se acba g'avemenie enferma,
q alquer cousa do espolio do finado.




Ir

-
X

\ 1




*?*^l
*M

Diario de Pernambueo Quinta^feira 16 Je Novfmbro He 1893
AOaal los rfo Santos Rocha, su pai Mmoel
do* Sanios Rosa, Rosa Cunba de astro e J 4o
Ferreira Mirtina, lerminaram por confessar o
roobo feito no espolio refer 10. indican lo o -i
Uo onde tiobam escondidos 199* letras de ooro
do Crdito Real do Brasil, 95 obrlgaco-'S da
Compaobta do Gas do Po-to valores estes em
importiocla superior a 20:03O0 K) qae a poli
cia eocoDtrcu em Goodomar pela indicaco dos
pres s.
Devmm ser enviados ao tribunal os mdvidu js
env Ividos no roobo da beraoca teodo no entre-
tanto o procurador dos Btbos de Silva Cuaba
feito declaracio de desistencia de procedimento
crimino) contra os implicados.
Ilipanii
c NSo ha gmpo eaa todo o paiz, qua
Dio falle na qoestlo da Malilla com ver-
darleira indignaoS<, oavindu-so por esse
motivo phrasea bastantes bellioaa o da
fervoroso amor patrio, qae faaem recor-
dar o eothasiasmo oim qae erem recebi
das as notioiaa das viotorias qae alcaa<^-
vam as trooas hespanhoas por oooaaiSo da
guerra da Atraca.
A guerra, paraca, a verificar-3e nSo se
r urna guerra de conquista.
Os orgSos priaoipaes da imprensa de
Madrid asaim, o dSo a entender; maa um
desses orgBoa accenta:
c A Haspanba nio pretende laocar-se
em avanturas ; quer ao presente vivar em
paz, mas tambem pretende que Iha res-
peite.u os seas direitos, digniiude e hoa-
ra, estando disposta a nao tolerar qaal
quer oltrege, qner veoha esta-de um pai
oivilisado, quer ias tribus aelvageos da
Ben sicar e de Frajaoa. 1.
Meamo o Sr. Sgrate, presidente do
conselho da arinatros, declaron em um
da urso que o governo nlo qaer exage-
rar a bcSo em Malilla, e qae o oorpo ex-
pedicionario se limitar a reprimir o nao-
vi ment naquelle ponto. No entretanto,
por circular as graadas potencias comma
nicoa ultimndote, qae ai os kabilas coq-
tinaaram as hostilid-das contra a Hespa-
nha, esta reocoupar o territorio marro-
quino as proximidades da Mali 1.
A impreusa francea tambem se oaani-
festa sympath'ca causa hespanhola.
O Ttmya diz que os hespanbes tive-
ram raso para tom r a seno os ltimos
incidentes de Melilla, sendo corto qae
desde o incidente daa Carolinas nanea
maia se vio em Hespanha tSo grande o-
vimeuco na opiniSo, nam semelhante ea
thuaiasmo.
Aceres 200 ta o meamo jornal q"e Marrooos
um sorbo de todos os bespantes. mas que
s grandes potencias nSo devem iiotervir no
cocfl'C'o, iiDi ves que a Hespanha se limita
cas igar os riffenhos que atacaram e-
lilla; termina disendo que qualqaer oam-
panha fundada, 0S0 para proteger as pos-
BessSes baspanholas mas para reabrir a
qaeatao marroquina, levara oa iogleaes a
Tnger.
O Rappd approva completamente a
enrgica attitode da Hespanha as ocour-
ren ias da Melilla, as quaea ve a mo
dos ingleses ; e accrescenta que a Ingla-
terra busca urna ocoasilo para intervir,
mas qae a Hespanha nSo se deixar inti-
midar, porque a Franca e as outros poten-
cias h5 o de aponial-a.
Com essa peosamento acoorda-sa a Li-
bert, disendo qae se o hespanhes ataca-
ren! Marrocos, nSo teram que receiar a
oppoiicla da Franca, a qual tem grande
interesae em ver a oivihsac,80 e a seguran-
9a penetrar naquelle imperio.
Aioda afirma La Bataille, qae o ataqua
dos kab.las obedece a intrigas de agentes
ingleses, e accrescenta qae, se a Iog'a'er
ra ousaase infervir, a Haspanha teria a
en lado a Franca inteira e outras nac5es.
Por outro lado, tendo corrido, que as
nacSes estraogeiraa haviam enviado notas
respeito da queatlo marroquina ao go-
vern-j, este dasmenta o boa'o.
O Sr. Sagasta, e a impreasa que
lhe affocta apoia o governo, sentiodo
gao se tivessem escetados obras no forte
de Sidi Aguariach im oontar com os ela
mentos indispensaveis, que evitassom dias
aaDgrentoa para o exeroito ; julga delicada
queatlo diplomtica, e que mistcr ser
prudente.
Na Andalaaia esto 10,030 homens
dispostos a marchar, de Cadis parti um
regimeuto.
A Companhia h apachla transatlntica
poz dispoaicSo do goverao todos os seos
vapores, afim de conduzirem tropas para a
frica, tendo o meamo governo resolvido
fretr mais algans vapores, para transpor-
tar barracas de campanha e maia 4,003
homens.
Em Algeeiras, a populacio desped o se
do regiment de Laresca, que parti para
frica, promovendo-lne feata eothusus-
tica, continuando o embarque do 2* corpo
do esercito, com destino a Melilla.
E poia eminente urna batalha, o ge-
neral Margallo reclamoa ref reos, estan-
do tambem a partir tres batalhoes e qua-
tro ounboneiraa.
A rainha regente e el-rei visitaram os
quartj.s de Madr.d, sendo vivamente ac
clamados.
O general Martines Campos segu para
Melilla coa 30,000 homens, tendo para
ahi partido j OO engenheiros do regi-
meLto de sapacores mineiros, como os
Oteadores de Segovia, qaa com os da Ta
rjfa, Catalanha e Cuoa formarlo urna bri-
gada sob o commando do general Mon-
roy
Alm diaso oa destacamentos do regi
atento de Soria qua eatavam de guarnilo
em Hualva e naa minaa do rio Ti uto, to
ram ohamadoa com urgencia ; e o segun-
do batlhao em p de guerra, com todo o
effeotivo, sabir em breve para Jeras.
Cada batalhlo que chega a Malaga, pro
dns delirantes manifestarles de enthu
siasmo : e ao chegarem alli oa caladores
da Catalunha, foi tal a agglomeraolo ds
gente naa roas por onde transitava a tro
pa, que eata vio-se obrigada a interrom
per a linha de formafara.
Mu tas janellaa estavam illaminadas
Com fogoa de Bengala, que davam a ma-
nifestado um aspecto fantastioo.
Chegaram tambem os atiradores de Sa-
boya e Ciudad Rodrigo, que toram rece-
bidos com msica e muito viotor'ados,
partindo para Melilla no Rabet
O governo eontava que as hoatilida-
der em Melilla abrir-Be-hiam em princi-
pios de Novembro; maa meamo em fina
de Outubro aa forjas concentradas nessa
cidade comecaram o bombardeio daa trin-
chis a do Cabilai, atacando 0 general
Maci 3 aos Kabylaa, a cajo mo vi ment
31 tribus argelinas soabam de adherir.
Os kabylas romperam fogo contra as
trinche ras dos bsapanhas e CDnseguiram
cercar as guardas *vancadas-
Seguiu-ae um combate em trra e mar,
havendo perdas reo procas importan tea. A
parte offi v.al info ma qae os hespanhoes
ti vera m 13 mor tos e 60 feridos.
Nes e enooitro foi viot.ma o general
Margolle, qae cah que lhe acertou o curafSo. O sea oorpo
toi arrebatado das mSos dos kabilas pelo
bat^lbBo da Extremadura, e depoii de em-
balsamado, tev> sepultara, orando por esta
oooasiSo u general Maclas.
Os kabylas assassinaram e mati aram
os feridos hespanhoea que aprisionaran],
oollooando dep ia em poatoa as obeoas.
Um daspaobo telagraphio? noticia, que
cabio prisioneiro tambem o principe Fer
nando da B)urooa,: cijo destino definitivo
0S0 anda conhebido.
A 31 da Outubro guarlaram as tropas
heipunbolas a defensiva, e aimplesmente
as batera* das trinoheiras bombardeiaram
os aldejamnntos dos kabylas, da modo
que j foi destruido o de noma Trancha-
aa, achando-s no entretanto livre a pra-
ga de NCelilla do assedij por urna eortida
operada pelas forgta d* gutrnigSo, e abas-
tecidos os fortei da vi veres e municSes.
Continua, porm, o tiro'eio.
As forcas hesp qis, afio de operar com energa, estando
os commandaates praviinidis para evitar
qualqaer surpresa por parte dos inliga
as.
A esqnadra hespanhola por sea lado co>
magia o bombardeio, e em data da 1 do
orrenta t.-ve o mimsterij da mannha co-
nbicimeato de qua a esqaadra cjntinaa
vivo o mesmo bombardeio sjbre Melilla,
reclamando o general Maciis mais 16.000
homens de reforco.
A excitaclo popular que levantou
no reino easa especie ce desastre, como
que ameaga a existencia do gabinete.
A opposiclo, por seus orgJos de publi
cidade, ataca a poltica do Sr. Sagasta, e
reclama a ronniSo das Cdmte3, aguardada
para Janeiro como epocha provavel para
SB0.
O presideattt do conselho de min stros,
porm, declaro 1 que o general M*rgallo
operou sem inatruegrjea o movimento de-
sastroso que lhe prodaziu a morte ; e ao
oomtiiunioar a imprenaa. por ultimo, que
os kabylas toram desalojad 13 it territorio
hespanhol, na costa de Marrooos, foi a
noticia recebida pelo p jT> com iadizivel
enthosiasmo, percorrando enorme multi-
dSo as ras por entre vivas levantados ao
exeroito.
Chegaram a Malaga 90 feridos do com-
bate da Malilla.
O povo fez-'hes recepcSo commovente.
Na m3sma cidade, a pjpulag&o reuniu-
se em frente ao palacio do govereador re
clamando prompta e estroodosa vinfjanga
contra ou mouros.
No sen porto e no de Cadix embarcar-
se tropas para reforjo do exe cito em ope
racSes em Malilla, e grande a excitaco
que reina em todo o reiso, tendo em Ma-
drid o populacho aggredido na Puerta del
Sol ao governador da capital.
O jornal de Madrid cEI Liberal.
em odelo de 9 de Outubro, publica o se-
gu nte com referencia ao ataque a Ma-
lilla :
a Hantem de tarde celebro j-se a con-
ferencia entre o general Margallo e o 13 1
xa de Benisicar, qae era acompanhado
por 37 moaros montados em soberbos or-
vallos de para raga.
O grupo dos marroquinos offerecia um
aspecto pittoresco e agradaval, com seos
corpetes de corea e largas mangas ama
relias, caigas asues e turoaates braacos ou
gorros vermelhos.
A conferencia teve lugar no posto dos
engenheiros. C)n o general Margallo
vinha um brilhante estado-maior, tolos os
officiaes da gaaroigSo, jornaliitas e mu tos
curiosos.
O Bax, com a ana capa branca, cara-
colando em brioso corcel e escoltado pelos
mouros, trajando galas, pareca o chote
de nma cavalgada muito semelhante s
que vimos no centenario de Oolombo*
O general Margallo e o Bax penetra-
ram no posto dos engenheiros e comecou
a conferencia por meto do interprete. O
Ba x expSe a lamentavel situacSo do
campo visinho e a impo.-sbilidade de ven
cer a resistencia das kabylas, que se ne-
gam terminantemente a permit ir a con-
BtruocSo do forte. Cimprometteu-se a
convenoel-os a pouoo e pouco, e pedia nm
mes de treguas para coosegeil-o, aocres-
cectando que, no caso das kabilas desat
tenderem as auas exhortagSas, retirar-se
hia para o otario-, sem tjrnar se solida-
ria em fufaras contingencias. O general
Margallo responden que o nico meio de
aomposiglo nestas oircumstanoias o as
sentimento daa kabilas immediata c >n-
straoglo do forte.
Emqaanto darava a conferencia, sou-
be-se que os mouros de algumas I: -hilas
tinham aggredido doos soldados, que es-
tavam no campo camprindo s ordena dos
seus ohefes, em assumpto de serv go. Os
mouros acensados compareoeram perante
o B, que ordeoou immediatamente a
ana pristo.
O pubioo applaaiiu este acto de jua-
tiga, mae oonvenceu-se poni d*noi< qae
nlo passava de ama bur*, ^ -^.o oa
moaros a pequea distancia eram postos
em liberdaie.
Ao Imparoial, da mesma capital, dis
o sea correspondente em Melilla, sobre o
mesmo assumpto, que nos arredores da
praga ha muitos mouros armados e c-
postos luota, apesar do aabarem da che-
gada de novos reforgos hespanhas, affir-
mando que antea querem morrar, do qne
tolerar qae ae eonstrua o forte en Si I i
Aguarich, lugar quo para alies sagrado
de serte que serSo in iteis todos os esfor-
goa qae ae empreguem para consegu? a
paz, nBo podendo Ali Abdal, represen-
tante do imperador de Marrocos, nada ta-
sar neate sentido.
Os kabylaa nlo tranaigem de modo al-
gum, e, consaquentes com a aua primeira
attitude, entrincheiraram o lugar onde es-
tiva o forte e ahi tm aentiaellas perma-
nentes.
Cada vea qae cheg-v ao porto um vapor
de Hespanha, apresenta-se nm emisaario
mouro pedindo para parlamentar, e como
aa misses qae traiem, n3o e"o de impor-
tancia, julga ae que o nico fim saber
o numero das tropea existentes na praga.
De ordem do goverao foram ex-
j pulsos de Malilla e seas arredor-s muitos
marroquinos qaa alli habitavam, por teram
insorrido em a ia eigSo ; e os acontec
meatos ameagsm desenvolver ae em faoe
dos suooassivos eu^ontros e tre as tor-
gas bespaoholas e os kabylas, tendo
este 1 soflfrido gratados pordas.
Novas torgas serlo enviadas para aquella
ponte, e j toi chamada s arra j a pr -
meira olasse da reserva em numero da
30.003 homens, part:ndo para all a es-
qaadra hespanhola sob as ordeaa do almi-
rante Chinchilla, fisando em organisaglj
ama esqaadrilha poderosa e capas da
bombardear a costa de Melilla e circum
visiohangas.
Saba-se que as autoridades de Gi
b: altar e da Argelia prohibiram a venda
de armas e mo goas aoa mouros.
En Madrid acaba de vffv-tuar-e
urna man'festagS) em favor da Franga,
manifestagSo que sendo dissolvida pe'a
polica, r sultou protestos e desordena.
Os maia ex-.lt dos toram rioolhidos pri-
slo, r gistrando-se numerosos ferimootos.
No ai* 3 do corrate dea so no d<-
qu) do posto de Santander um desastre
horroroso em seas effaitos e pelo pnico
que oaasou na popalagSo.
Um navio carregado de dynamitte, qua
se aohav* amarrado ao dique, foi destru
do por explosSo.
A bordo achavam-se o govaraador e
algons viiitantas, que perecer n com a
tripolaglo, bem como alguna offijiaes da
marinha e 40 marinheiros do Affooso Xll.
Registram-ie nesse intelia aoonteoimen
to j 203 morces e oeroa de 260 ten
mentos.
Essa cataBtrophe actooa em trra e no
mar.
As casas proximaa ao local do siaiatro
cairam em minas ; outras foram iacen-
diadas, pudendo diser se destruida metade
da cidade.
Na cidade de Cadix foi destruida, por
grande incendio, urna das maioras fabricas
de tabacos que exietiam, e na qual traba
Ihavam centenares de operarios, agora
privados de recursos.
Tinham ido a Santander e ahi chegaram
os m'oistros da fazenda e da goveraagSo,
para pessoala.ente oenhecer do terrivel
sioistro.
Effeo'uam-se com actividade os trabv
Ihos de remogSo dos entalhoa e da sob
as ruinas j tm a do retiradla muitos ca-
dveres.
Auxilios de toda especia vio sendo re-
metidos e j chegaram oa de Bargoj e
Bilbao.
Oa hospitaes e casas particulares esto
replectos de pessoas feridas, quasi todas
gravemente.
O inc:atio que se aegnio explosSo,
destruio 41 edifficios, tendo e n conse-
quencia do siuis'ro, sossobrado 5 navios.
E' diffi; 1, mesmo approximadamente,
dizer a quanto montam os prejuisos ma
teriaes ; e assegura que oc passoaea devem
aproximadameute ohegar ao numero de
600 victimas.
A Gazeta Official, de Madrid, pu-
blicon o quadro da arrecad*glo orgamen-
taria e dos pagamentos effactuados, tanto
por eont dos exerjicios de 18931891
como par 08 exercicios encerrados noa
meses de Julho e Agosto ultimo.
Ruoeitas, em pesetas :
Contribuigss direct.s
c indirectos
Monopolios e servigoa di-
vergos
Propriedades p a t r i m 0-
niaes, redas
< c vendas
Recursos do ThesoarOj
31.656.815
43.6.56.815
21.104.685
7.616.027
1.780.891
583.893
DiDVcrrA
fiebrannirs
t a
loacr
Total
Adiantamento do Banco
de Hespanha
Total das entradas
Pagamentos :
Orgamento ordinario
*c extraordina-
rio
110.933.208
50.030.000
100.933.203
128.279.786
6.255.388
Total dos dous orgamen-
tos 134.255.174
A primeira verba parece terse proau-
dido ama melhora seasivel no estado do
Thesnuro, porque de ama parte as rendas
se elevam a 160.933.20S e a despexa a
134.535.174-
O excedente apparente eleva-se a
26.398.034.
Mas convem notar que este excedente
proven do emprestimo de 50 milhSes de
francos feito ao Baaco da Hespanha. Este
emprestimo, provm de execugSes con
cluidas com o Banco, qoando prorogoa
a sua concesslo.
O excedente devido ao augmento da
divida fluctuante e, se se faz abstracgSo
desta somma, a verdadeira situgIo orga-
mentaria desde o comegu do exercicio a
seguate :
Receita
Deapezaa
Dficit
110.933.208
134.5.5.174
23.601.966
A entrada de impuatoa produzio......
110.933.208 francoa.
Esta somma oompSe-se dos segaintes
elementos :
Reoeitaa de exercicios fe-
chados
dem de 189293
Proprias do exercicio de
1893-94
1.710.400
36.698.653
78.424.090
Total
110.932.208
Houve grande descont as receitss
proprias do exercicio de 1893 94, que
se elevam a 78.524.000 fraucos.
Com* effeto, oomparando-se as reoeitas
do mesmo periodo dos qoatro ltimos
annos, encontrase a comparaglo seguinte:
1889 a 90 84.810.792
1890 a 91 82.07.565
1891 a 92 79.335.034
1892 a 93 J30.727.242
1893 a 94 78.934.090
V se que a recaita de 1893 a 1894 a
peior dos cinco annos ltimos.
Consta offio'.almente ter o governo
negado o sea reoonhecimento qaalidade
de beligerante a eaquadra revoltada no
Brasil ao mando do contra-almirante Cus-
todio Jos de Mello.
h'i-ii e<9
(.oncnU'iC'io)
Ene mea jnio sobm o iivrnibo de amigo e
colli'ga urna ola diesornoie e: defanradavel
entre as ba'moias dos elogio* e lonvores eo-
toiid>s pela imp'ensa desta capital.
Has afraiqueti que me caraeterisa e joizo
franco e leal pedilo oelo amigo, leyram-mea
88-i n proceder.
Se ha enme nitto, o amigo descolpar-me na,
pois nao teaho por Qm, como j dia.-e 00 outro
artigo, tolla.-, neo envolver en e^passas a vens a soa rapnt^glo luterana, mas o iriampbo
e o reitao-lecimeiio ta verdade.
Ni c!a's:fi -.aguo das hagis o amieo e collega
aprsenla en pnmei'O logar a cla33i.i^igao mor
pbologica feita por Scble agglutmantes e flexionaes, qae marcam os tres
Hitadlos evolutivos uas lioeaas ; mas na ia disse
a respeito do qaario. isto daa aoaiytloas, que
conprebeadem o in^l-z moieroo easlinuui.t
aovo-latioas. Hjjj pola se diier que sao qaa
tro as pnases de evoiugXo das llngoa^ : mono
syllabls.no, agglatinago, fl-xao e ajalytismo.
Q'iaaio B cl.isiirtcagSo geoealor*ca das liagjas
o amieo adoptou a iviso em Aryan-is, Semi'i
cas e Koamiticas. Porqae nao ap:ou a divi
sao em A'yanas, Semi'icas e Tarimas e nao
Q-i'troi a b,ln derrama
ore a fam:iia m-iana ? Porque nao di'I lio,
como ootros. em Aryaoas, -mitici* e Poly-i 1
ineiic 13 ? O collega nj di a razao da soa prj
fe e 11 1 a e limitase a apresentar am desenzabidas e illogicas do Sr. Jacolllot sobre
as denm'nacoes indo-germaoicas, lado-earo-
pas e ayaoas.
Para ver-se quinto o S*. Jacolllot deacoohe-
cedor la selencia lingai^tica e qae nAo honra
mono seguir as sajas Ibeorias, basta examinar
ama das tas criticas, pols pelo dlo se conbece
o gigante.
A exoressao indo-europea, 4\i elle, mal o
vaga e compreheade m>i< de qae o deOailo,
aeodo qae aa primeira dosignagao nao eaio com
prehea tid.is as lingaas iranianas.
Avangar semelnante p-oposig) manifestar
complea ignoraooia dis estados glosiologicos e
desconbecer o principio qae serva de base para
a formago dos grupos de Hagaas, qae a ana
logia.
as llegis IraDianas sao : o Tersa ant'go, o
Persa mol roo e o Zeod.
Ora, se esta ultima permaneceu moo tempo
una ao saascnpto, con j diz 3 Piciei. o qae se
ev.leocia nSo e por snas affiaidaies. como tam-
bem peas ira 11 .Oes mitiica- co nmuns aos In
lanos e Iranianos, claro qae estas lineaas
forman un s grupo com urna denamm^cao
rada do paiz, onde existi a provada ou spoos
ta lingaa geratns. Assim como, qoaalu dize
moa Unidas romanas, a palavraromanasi ti-
rada de Ruma, paiz, onde faloa-se a llogaa ge-
ra'.riz deatas lingaas. assim lamnem a expre?sio
lododeve abranger todas as liogaaa ligadas
pelo laco da semelbaoca, qae se origioaram de
urna aot'ga lia istj nao foase bstanla para jaatiQcar o empre-
gn de tal exoresaj, bastara aopellar para o
qbo, poia el!e memo diz qae o nome deiad-
germajicoest to salo, qae nao se ple
pensar em mad?r para outro. -3
PassemoB agora qaestSo levaaiada pelo ami-
go de saoer qual a lingo i geratrix das liagaas
indo-europeas, para caj i solaco to noa como
guia o celeb'e Jaoolliot. Eva qaesio se acba
resol villa desle o esiabelecimeoto da pbilologia
somparada, pols este grapo lodo europea o
mais coobecido e o melbor -stodado.
Lastimo qae o gaia fosse to man e Ianca3se o
amieo 00 abysmo, arrastaado-o ca sua vertigi-
nosa queda a erros to graves. O amigo diz de
accordo com o ea gala jue acredita qae nao
seta o sa.iscripto a primeira forma da lingoa-
gem, mas, se nao na vestigios de ama lio
gaa primitiva, para qae negar-lne este direito ?
Bala BOiaco anti -cientfica, e anarcblca, pois
6 do tempo em qae se dista qae a geratnz da'
Mngaas iodo europeas era o Polynesio, oa o IIs
or.a ou o fJoltentote.
Para mostrar qae esta bypatbeae nio tem maia
razAo de ser, citarei as palavras de CbaBsaog :
O Sinscripto, o Grego, o Latim sao liornas Ir-
mas, qaa, como o Zml, o tiotbico, o Slavo, Ll-
iui.10 e outras lingoaB indo europeas, descea-
dem da velaa liogoa aryana, de qie cao resta
oannam monumento, ma*, que ple ser recoa-
stralda bypotneticamente pelos lioguistas, com
o auxilio das lioguas, qae d'ells se origioaram.
E' tam&em ootavel o qae a tal respailo diz M.
8ral : O mesmo raciocinio que liaba feito re
coohecer desle muito tempo qua o lat m nao
noaia de modo algam ser encralo, como urna
lingaa derivada do Grego, fex admitUr que oem
o Grego, nem o Latim se den^a-am do Snscrito.
Reconbecen-ge e anda boje o principio que
serve de fundamento grammatlca comparada,
qae o Snscrito na 1 a fonte J'on le se origioa-
ram as nossas liogaas da Europa, mas qae elle
am ramo da mesma baste. Bis, porque iodo'
's pBologos da antiga escola considerara o
Saoscripto, cono urna irm mais velba das lia-
gaas ind o-europeas.
Os Jonggramatiker entSo sao t) decisivos
quand j dizem : O Saaacrito nio deve mais Ber
conaideracio como o irmo mais velao e o proto-
ypo aos idiomas 10 lo-earoueas.
Por sqat o collega v qae o sea ga'a nada co-
nbece oa sabe da pnilol-'gla comparada e um
pregador de tbeorjaa velbas, sem razao de ser
no momento amnal.
Recife, 14-1193.
Onio Al ves Manayn.
(Goatioa.)
RKV1STA PIARA
S do ^otembro-Honterc, V* aniver-
sario da prcclamago da Repblica dos Estados-
Unidos do Brazil, feriado nacionil por esse mo 1
vo, cjnservaram-se fechadas as repartieres pu-
blicas, qne bastearam o pivilho nacional, sendo
nessa demonsiracSo acompaobanhadas pelos
ageates consolares e navios surtos no porio.
As fortalezas e navios de guerra deram as salvas
dos esiylos, s 6 horas da maou, meio da e 6
da larde. A' noite pozeram laminarias os prio-
cipaes e8labelecimentos pnbltcos, e em frente ao
palacio do governo e do qaartel-general tocaram
as bandas marctaes.
Ta ca offlclaea0 Exm. Sr. Dr. Go/er
nador do Estado foi bontem cumprimeatade pelo
Exm. general Leite de Castro e sea estado-maior,
por ser anniversario da proclamaco da Rep-
blica.
Tambem fez-lbe idnticos campamentos a brio_
ea ofBcialidade da marinha.
O Exm. Sr. almirante Duarte foi camprim en-
fado no Arsenal de Hartaba pelo Exm. Sr. gene-
ral Leite de Castro e sea estado-maior, te 1 do sido
correspondido por aquella aotoridide e mais os
llostres Srs. Consoles de Portugal, Inglaterra,
Franja e America do Norte.
o neeeaaos. A noite de ante-hontem
para bontem passon em completa calma, sendo
a cidade bem polieiada.
Amaobecea o da de bottem neBse estado de
tranqnilidade, e aasim se conaervoa at cerca de
S horas da tarde, qoando, provocada por siguas
impedentes, manifestoa-se ama pequea des-
ordena as immediacOes .da .Casa de Refeicoes
Games, no acgolo nordeste das roaaTf-~de~ Mar-
ci e 15 de Novembro.
Intervlndo a forca pablica, disparaon se^>
ajantameoto de cariosos, havendo ialgamas car-
reirs, e sendo logo restabeiecida a ardem, qae
cao mais foi perturbada at a hora em qae es-
crevemo8 (8 da noite).
Como cmplices do Sr. Dr. JoB Mariano fo-
ram presos e apresentados ao Exm. Sr. General
Commandante do Districto Militar os cidados
Alfreo Pinto, estabelecido com loja de clgar- unidos do Brasil,
ros ras i.* de Marco, e J0S0 Ramos, bocio ds
casa Ramoa Salgado 4 C", estabelecido Pr>ca
da Independencia.
Foi tambem preso e apregentado ao Exm. Sr.
G-merai L iie de Castro o Sr. Antonio Martimai o
Veras, depntado es'adoal e pbarmaceolico, e-
tanelecido roa Duque de Caitas.
Poram igualmente effectoalas pri=0~3 de os-
tros Individuos, que foram mandados recolber
Caaa de Detencao.
0 00880 colleza D\ Pereira Jnior, redac
tor do tCommercio de Peroambnco foi chama-
do presenca do Sr. D\ Qoeator Policial, e de-
pois de ter conferenciado com easa lutrida e
foi mandado em par.
Bis o que podemos colber para informar aoa
nossos leitores.
Salvo condueloTendo sido estendido
a Pemambucu o tetado de nlio, convem instruir
aos interessado, e nis o fazemos dtvid mente
aatorieados, de qae a nineuem licito embarcar
deste para qua'qier dos Estados do Norte oa do
Sal e para a Capital Federal aem^prevlameole
maaiiem-se de um tala caniuclo qa* ser so-
licitado na secreaila da (Ja.--.ura Policial, com
pelate para expedir esse documento.
Sobre o ealido de IdoTendo sido
per decreto de aote-boatem estendidos Per
nimbad os efTeitos do decreto anterior qne
prascreveu o eatadj de sitio i Capital Federal e
aos estados do Ro Granle do Su), Paran, San
ta Cathana, S. Paulo e Rio de Jaoeiro, jolga-
mos u ti I reprodozir os seguintes decretos qu^
se referem s cundieses creadas pelo estado de
itio, decretos qae fjram poblicados ot dous pri
xeiros, em telegramma official, na nossa folha
de 17 de Oatubro e o ulttmo na de 26 do mesmo
mz.
E' de bom aviso qae tidosos leiam, e procure
cada qaal cingir-se s suas dispoaicOas :
Dacreto n. 156a de 13 da Outubro de 1893.
O vid-presidente da Ripa'olica d03 Estados
Uai los do Brasil, tjndo em comideracSo o dis-
posto no art. 80 2." n. 1 da Constituyo e em
virtude do art. 48 n. 1 da mesma Constituido
decreta :
Ar. r E' designada a fortaleza da Contiguo
na Capital Federal para logar de detenco das
pessoas qae tiverem de aoffrer essa represado, o
desterro ou a expoh o.
anico. Ds ac^o'do com 03 respectivos pre-
sidentas oa goveraadores dos Est dos da Unio,
o governo designar o lugar de detenco.
Art. 2/ O govarno dar a3 necessarias provi-
dencias para qne 03 deudos sejam trtalos se-
gando as leis da bumanidade, nao permi'tindo
cois'.rangimento qae exse-la aa necessidade da
deiesa social.
g aaico. A incommaoicabilidade someote po
der sr quebrada por ordem escripta do minis-
tro da guerra na Capital Felsrat oa da primei
ra autoridada militar nos Eitado3.
Art. 3/ Nenhama pesaos poder ser recolhida
a estabelecimento coavertido 3m prlso de es-
tado sem ordem por escripto da respectiva anta
ri la le militar.
Paragrapho ani:o. Niogaem poder ser coc-
ssrrsio detido em outro edificio ou estabeleci-
mento qaa nao seja a priso do estado salvo pa-
ra se.* interrogado oa acareado.
Art. 4.- Ficam revocadas a3 dispos'gSes em
contrario. Capital Federal 13 de Ootobro ae
1893. Quinto da Repblica..Florxzno Peixoto
Fernando Lobo.
Decreto n. 1565 da 13 de Oatub-o da 1893
O vice-presidente dos E3tados oidos do Bra-
zil, considerando qua a liberdade de imprenea
coaaiste no direito de collaborar com o poder
social nos Has a qae se pruSe a ordem mo-
ral e politiza em anas mltiplas exigencias e
molalidates ;que fuoccJo do poder publico
lagitimamenH constituido defender a existencia
poltica da Repblica por todos ib meios legaes,
matenaes e moraes ; qae 00 cumprimeato desae
dever, delegaco poltica da naco, e por conse-
qaeociasaprema expresso dos direilos de lodos
os cidados, nao oode encontrar obstculos qae
provenbam dos abusos da impreasa ; que ama
parte da tmprensa lem contribuido para anima-
a revolta com publlcacOes inconvenientes urnas,
falsas outras, e todas constitaiodo elemento de
pertnrbajSo e alarma em prejaiso da ac.So do
governo e da tranqnilidade pablica ; o por cuto
lado tendo em attenco o disposto noa artigos
87 paragraplio 3.a, 98 383 e 387 combinados com
o artigo J2 do Coligo Penal; em virtude ao ar-
tigo 80 da Constituico da Repblica e em exe'
cacao ao artigo 48 n. 1 decreta :
Art. i: E' livra a manifestajo do pegamen-
to pela imprensa sendo garantida a propaganda
de qoalquer doutrina poltica.
Art. 2.* Declarado em estado de sillo qual-
qaer parle do territorio da Unio e abi suspen-
sas pelo tempo que for determinado as garan
tas constitucionaes, flea prohibido :
A) Fazer pnbcagoes que incitem aggressao
estraogeira ou possam augmentar commojo in-
terna e excitar desordem ;
B) Defender qualqaer acto contrario inde-
pendencia, integridade e diznidade da patria e
Constituico da Repblica e forma de sen go
verno, o livre exercicio dos poderes polticos, a
seguranca interna da Repblica, a tranqnilidade
publica (artlgoa 87 a 11 do cdigo penal) ;
C) Poblicar noticias a respeito da revella qae
nao teoham sido commanicadas pelo governo
constitucional ou que nao tenb?m essa origem;
D) Commonicar ou publicar documentos^ pla-
nos, desenbos e qoaesqaer informacOes com re-
lacio ao material oa peisoal de guerra, as fort
BcacOes es operacOes e movimentos militares da
Unio oa dos Estados.
E) Apregoar as noticias, fados oa assamptos
verdadeiros oa falsos, contidos as pablicacoes
qae se offerejam venda oa .se distribaarn gra-
toltameote ou de qoalquer outro modo.
Art. 3 -Se algam peridico, oa pablicaco de
qoalquer genero que seja, incorrer em algans
dos casos do artigo antecedente, o goverao
no asar das medidas de represso antorisadas
pelo ariieo 80 da Constituico, e, sendo estrao-
geiro o infractor, poder expnlsal o do ten i torio
nacional.
Art. 4.Ficam "revogadaa as di-posifSes em
contrario.
Capital Federal, 13 de Oatobro de 1893. Quin-
to da Repblica,Floriano Peimto.Fernando
Lobo.
DECRETO N. 1866-de 13 de Oatobro de 1893.
O Vice presidente da repnb'na dos Estados-
Considerando :
que o direito ae permiltir qae r atrangero en-
treo no territorio nacional, ah: p< rmane<;am oa
delle sejam obrigados a sabir, cooiequeacia
lgica e neceesaria da soberaniada Unio;
Decreta :
qae a bumanidade e a jUBtica obrigam 03 Es-
tados a fomente exercer esee dtreito concillando
a neceesidade de saa defesa a cenaervaco e os
direltos, nteresses e liberdade dos estrangelros
l residentes ou que pretenJsm eatabejecer-a
no territorio nacional;
qne o disposto no art. 72 10 da C:ns'.itni-
Co Errente p-tvalese em tempo de pai, e qae,
decretado o estado de si'io, as medidas de re-
presso, consistentes em detenco o desterro,
sao restrktameote applicaveis aos oacfonaes e
nc sos eatraogciro8 quenilogozam de direitss
poliiicos;
Art. Io A entrada de estrangeiros pode-i ser
prohibida dorante o rstaoo de sitio.
art. 2." Fica probibida a entrada de eetran-
geiro ni. ndigo, vagabundo, atacado de molestia
que possa comprometer a saude publica cu sus-
peito de atientadocommettido fra do territorio
nacional conlra a vida, a saude, 'a propriedade
ou f pub'lca.
Art. 3." A expulso de estrasge.roa ser indi-
vidual.
Art. 4." Podem ser expalsoa :
) os estrangelros as conucos do a-tigo
antecedente;
b) oa que iof-girem o di.po33 no decreto
n. 1 565 desta data ;
c) os qae por qualqaer outro modo que nao a
imprensa se tornarem culpados de excitado
perpetraco de inraccOes contra a seguranca e
a t'anqu llidade publica anda que taes excita-
C^s oo sejam puaiveis segando a lei territo-
rial ;
d) os qne pela imprensa ou por outro meio
incitaren) a dasobedieocla s lela ou revolta
e a guerra civil, cu excitaren odio cu actos de
violencia entre on contra as diversas class98 so-
ciaes de codo perigoso segurarla ou tran-
qoillidade publicas;
e) os que por sua conducta comprometieren a
segu'anca da Uaio ou dos Esta los ;
f) os que incitaren aos ciimes contra a liber-
dadede trabalho ;
g) os qu; por qualqaer modo, aioda qae no
exercicio de profisso industria on outro genero
deKabalbo, permittido por conta propna oa
alheia, procederem de modo a provocar ou aug-
mentar o mal-rstar Doblico, ou a crear embara-
C08 tranqnilidade e re^ularidale dos n.-gocios
e da vida social.
Arl. 5. expulso ser ordema p:r decre-
to motivado, expedido pelo ministro da juslica e
negocios interior, e dever ;
a) eer communicada qnando T c:nveoientef
p jlo ministro das relacoea exteriores ao agente
diplomtico da nacSo a que perlencer o pacien-
te ou ao asente consolar em sua falta ;
b) indicar o prazo den.ro ao qaal o paciente
dever partir.
Art. 6o Qoando nao (r permittido co pacien-
te aguardar solt o da da partida ogov.rno con-
vidar o agente consular, na falta de procurador
nomeado, a arrecadar-lbe o bena; procelendo-
se.no caso de recosa, arrecadacio judicial
pelo joizo federa!, garantido sempre o direito
pleno e absoluto de defender e -iuidar sua for-
tuna, bens e nteresses.
Art. 7* 0 paciente designar o lugar para
onde dever retirar se e ser tratado segundo a
situaco particular de sua pcasoa.
Art. 8o O paciente lem o direito de reclamar
perante o juizo federal da repblica, par^pro-
var to someote que cidadSo brazileiro.*
1." A reclamaco nao suspender a esecu-
Cao da expolso, e, qnando procedente, s? 80-
jeitar a Unio indemnisaco de perdas e
damoos.
2. O tribuna! a que recorrer o paciente nao
se prooujciar sobre a legaliJade da expulso,
nem sobre as circumstanciaa qae levaram o go-
verno a jnlgal-a necessaria.
Art. 9.8 O governo poder commutar em pri-
o a expnlso emquanio durar o estado de sitio
oa revogal--.
Art. 10. Nao poder ser expulso, icando em
tudo equiparado ao nacional, o estrangeiro :
a) casado com mu.ber brazileira ;
l) o viuvocom Albos bratileiros;
c) o que poasuir bens immoveis oa Uaio.
Art. 11. Ficam revogadas as dlsposi0?s em
contrare.
Capital Federal. 13 de Outnbro de 1893, 5o da
Repblica.Floriano Peixoto.Fernando Lobo.
artel de Polica-- Honterc, cprovei-
tando o al anniversario da proclamlo Ja Re-
pblica, a oicialidade do oorpo o'e policio man-
garon no respectivo quartel, Soledade, urna
eufermaria que para as pracas do mesmo corpo
foi mandada ah montar.
0 dito quartel coaservou-se honteti emban-
derado, e noite foi profosa e bellamente illa-
minado, sendo muito visitada aallaiida enfer-
man que esleve em exposico.
A' 8 boras di noite foi servio um copo d'agua
aoa convidados do s'r. c mmaodante e offi:iaes
do corpo, sendo trocados muitos brindes por
casa occaslo.
Recreativa Commerclal Esta dis-
tlncta sociedade reuni se em sesso no domin-
go oiiimo para empoaaar a saa directora, qae
Bcou assim composta :
PresdemeM.noel da Silva Gyrio.
Vice presidenteAntonio da Silva Castro.
1 secretarioManoel Ferreira de Souza Ra-
mires.
t.' ditoJoo de Viveiros Dias Crdoso.
Tnesoareiro -Joo Pereira Martios.
Vice-ditoJos de Almeida Martin?.
BibUoUvcarioPedro Furtado de tfendonca.
Esta directora sem dovida nao poupar esfor-
(08 para ti-m r os crelitos de que gosa a socie-
dade.
Ter logar 00 dia 2a do correte o sen sarao
bimestral, o que dever ser de grande acimaco
e concurrencia em vista dos esforcas para isto
empegados.
fcaaea do eclfe-0 nosso collega da
Gastta do Recife Sr. Arthor de Mello, em
bilUete que nos dirigi, peaiu nos para declarar
que o seu jornal oo poude ser bontem panu-
cado em censeqoencia de ter havido serlo ie-
sarrarjo na machina em que ae Taz a respectiva
Fica assim satisfeito o pedido do ccega/t in-
teirados os leitores do ir otivo da suspensSo.do
oum^ro de hoolem -a Gaseta do Re-Ife.
ociedade Becreatlva Jovial-Por
aleaos mocos da freguesla do Recife, foi fonda-
da no da r do correte, ama sociedade recrea-
tiva com o titulo a-: ma.
.4 ideaDistribum-se o n. 5 d'e;se peri-
dico
Aasociao Med co Pharmacentlco
Reune-ae hoje esta asso :iaco em sesao or-
dinaria no tugar e hora Jo costme.
O lapo deacontieeldoDiz om es-
criptor que qaast imposaivel faser idea jaita
do carcter dos japonesa, ae se qoizer jlgal- .

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Diaria 4* Pftmamtoica Qainta-feira f 6 (Te iYoveniDro (Te TSSftr
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ospalos habitantes dos porlos abortos aos Ea-
rBai Yukoaama. por exemplo, o Japones p r-
deu todos o seus traeos caractersticos, todas
as soai qoaltdades oacionaes.
Fica-sa, sob'etado, sorprebeodido, qoaodo se
penetra no Jpao fecbado acs esiraogeiros, por
encontrar jaoonsies muito diversos dos qoe se
tem visto ai eolio, japoneses de qoe niticoem
fax a menor idea : e orna revehcao 1 O Jir>a-
ner do interior le n muito mais coosiaeracOes
para com o enropo que viaja ; este anda
nara elle ora obiecio de interne qoe despula
no fen espirito simples orna syni?aibiacbeia de
CUBa8.n*S->e nello costme! patrlarchaes.
aquella hisp alidale tradicional dos po an-
tigos. Desde a criadinba de hospedarla, sem-
pre entile risooba no seo enc htot. de victimo, at 10 boteleiro que se corva
iucesaaniemente em profundas reverencias todos
nos acoldem bem. e a ente sent se, cercada de
nma atmosphera de bondade.
O camin;.z, o gola, o locandeiro tem para
com o visante atteocOes tespeit03as.
A ilha de Yeso, que representa quarta parte
da soperflcie total do Jipao. a re*iao mais Ter-
til, a mala rica a mfeliimeote isibem i menoa
eXEocont3ram-se ahi o clima e a flora das par-
tes cntrica da Europa, pastagens mmensas,
matas aoberba, (reto deliciosas.
Nao o ia )ao bnluante dos .parsveotos com
montanbas zoes. Unas correles da aguas de
cryual, do tlaresceocns tufosas, com bonitos
Jap mniinbos em .kenonos de seda.
E' o JapSo serio e talve nm ponco t'iste, abi
se naj encontrara easas lindas lojasem quese
moBtram o .bihebts de modo provocador para
o etrangero collecioo >dor.
Nao se v em vagabundos as roas, cbeas de
loiu estrellas, s peradas urna contra as ootraa,
Ks neV-os' beP,os de montes de penes cojas
pyramides (hencoi at 4 ra. ._,_, ri.
Ws Pfixes sao de todos os tanianbo?. de
todas as fcncot, de todas cores do prma de-.de
o aalitaj enorme qu ostenta o seu vente aber
5> de carnes rocas. sob a lacada InmarenU
deum vendilho -ca oreja 1o por tras de oto
barril de sardiohas, ot ao .tai. de eeeame,ile.
zen-es que olhacara os srus grandes olbos mor-
tc8 aoUdo de um polvo maite.co, qoo se
acb.ta utoUe e viscoso, no Bato de soa inhuida
^dallsSele. e. pelxe .cbam-sa abl re-
P"cD2Id A SplrUa-Voniu-s, ao-
te" ratem erte sociedade, sob a presilencia do
SrFo-am aposentados para bocios os Srs. Auto-
tro Nunes e Pino FaLo, ..-(-
T atoo se era se mdi de oo'.ros "umP'.os
sendo designada pira aminba s 7 horas da
oite ss&* extraordinaria para proceder-se a
elpicSi da directora elleciiva.
A ProvinclA-Pjr firca de Intimac/ao que
receben antebontem da competente auioridade
nao loi hornera publicado A Provincia, .-e
eremos qvnii o *e- aoje tamoem
MMVttsaaesM retido.-Acnam-sa ret-
dos na EstBCao do Telegraptio Nacional do Re-
cife ts segoiotes telegrsmmas:
Para D. Septana Paes BarreUo, de S. A.-
gnel; para Lifayette, da Babia para Lobos, de
ISSito aa CMas*-Tlfeaioi nont-am lo-
Ibas Estado at 6 uo corrate mes. Hada
enronf amo* digno de non ea taes fonas, 3e
nao o e^uio.e poblicado pela Repblica eo
bre as ren las do E-talo no m a de Ontobro .
- a Becebednrli do Etldo *gj
passado
O anno ra?sado n'este mei
DifTerenc'- para mais e^le anno
Darcnie o uiez de Outubro
dou :
Alfaodega
O anno passado n es^e mez
48:0i/19.
12:Gj8786
lindo arieca-
2S9:!50677
171:826^613
li7:Jzl*06
O i .>n s.r nona goau uiuuu v*
aoanio se. refera a cousas da marintu.
Os !a, pivo.aad) na peqneoa dad
cbiiow. reto de M bcow, a?ietoa iJ boto
Differe^ica para mais este ar.no
THa ina dMsof-E' a fe 1ro o Granad qu-^
a RBMia deve a creajlo o prlmeiro nnvio que
baja fl-jetoado no mar d'Azof. _
O ios*n s-r linha go,to multo vivo por todo
- #___- A.. ra mas-infia.
Is-
-r "V
Ses, BMlto aaria :o, qnd alil s0 acbav nao se
^Pdd^Graade pi b0 aaos obra para
salvar a velha i mbarcacJio, all esauecida oo
aban lonada p->r algum nuriohero.
Concluidos es reotroa. o p-iocine passe'on em
aiftsr oo longo Y '"08-
kii-, al rna emDocaaora, no entro di ci
lf* M 'C"W
Otpasssios por Bm caosaraai-lhs 1to
zer.mas em brev.i pe'CebeB J03 o Tioosa, si-
loo e poaco probado, rtojt* "0 eor-
so a oavegacao, e por Uso fez transportar a ea-
bar.:aca> rs i liffo d" PereUslavo. oodo pas-
sava lobraodo dio mesare na
taAiam lempo dep Is, Podro o fi^ le sitiou a
ddade ; ':- >ertenia i lorqnla.
Tambem coi -' '"iso qo-. ja uns po Je-
riaserbem succedida sera posanir ama frota
deslio id'. a i ope tur o tr .a po i l M para
os Bititiados. o.
Ei' Dorqoe, chegado o iawrno, P- tt o o. in-
do lev awo o siwo e se rouroo para yoronoe,
c: ale 8'"a U 4 i -, m n l
nom'.lfli id Don. A. I abalbaa-soactlfa
men'e na c nsira .
0 z r i dos operraios, ora
ma i ado o dd i ado, ora i loando planos, com
o con^asO na a1.'. ____
Ao nn i ro navio que sj coacluio Isa o noae
de Pri .-.(!-::! ,
E. Di v trinti novios e;ravaai proaptos.
A e i ia Ira descu o Tarooege e o Dj-3 a.e a
ci li i os turcos, que nao esperav..m
es'o acto andado*, brasa lomados de wri^Bu
e a forUleas d'Aaol cuino as ma^s dos Binan-
tes.
A familia taiiinana-A hmllia bnmaoa
coa-la de cerca d 1.430 ^JUOO le almas nao
m moa, provavrlmenle m .is. Acham-se litteral
mpa'.e iest-ibuidas p-ir tola a bue; fi e da te ra,
cu- q- eoontrando no globo g ame exteo-sao
de t r. ideo bornea nao tenna se estrile-
*Na Alia, o denoa!: alo berc da rjg boma
ba actnalmente crea d-. 803.000.000 hab
tanles, densament' apabados.em orna mena de
cer a de 120 por milba qaadrs i. Ni Soropa ba
320 06J0 0 100 P nllhaqoa.
diada, nao to povoada comaAia.mas emtodi
a par e bstanle densa e em mu>tos logares com
exeessoa de prooi-ic". Na alrtoa ba, app-oxl-
malamente, 210.0'O.OOJ e n-.s Aae-icas do Nor-
te, do 3ol e Central 110.000.000 estes nHimos
es:ca:H:aenteespalbad03 por grandes reas. as
ilba- erando e p^qu-nas, b^ provavelmente
10.000.0'JO mais. Os exi-emoaidos preose do
braBBoi cao cocj e tres, sendo os 703 OOJ.OO
InlermedM morenos carrejados, amarellados e
De toda a raga humaba 5O0.0Q0.0O3 andam
bem vestidos; lato usara de roupa de qoal-
quer "ioo.'ie qu^ Ibes occaltem a nudez ;
OO'XiOOO que aadam babnalmeote os, e
700.000.f00 que 6 cobrem as Par'-es mms do
corpo; 500.000.003 vi veo em -33,700000.000
em cabanas e cavernas, e os rejuntes 2o0 000 000
n5o tea rtoalmeate logar onde descansar a
cabeca
pelo pobresDe novo sao chamabas as
s^nheras ba>xo nomeadas para virem receber
o^ sens carlOes de soccorr meato por esmolas
remetiidaB para distribuicio, e qoe tendo sido
contempladas na oitima desta, anda nlo levao-
taram a ena pa'te.
Maria Valentina daGooceifiao Gayo.
Marisnna Pire.
Maria Manjoes de Sooza Pinbeiro.
Ana Miria de Albnqnerqne.
Maria Felicia do Nacmento,
Maria Joveocia do L'vramento.
Adelaide Pesaoa.
Francisca Leaaa Pimentel.
Anra Clara dos Sanios v*ell080.
Leonilla Gahi.
Maria Amelia A!vea.
Maria Elisa da Rocha Gomas.
Mara Jorge de Araojo Franca-
Mara Jola de Barros Lima.
Aloxandrioa Roes de Menezes Sooza.
Isabel Jostioa do .Bnto Monteiro.
Maria FrsncUca Loyo Moreira.
Josepba do Nasclraento Camar?.
Tbeodolinda Fraocisca Alves de Sou's.
Joanna Fraocisca de Mello.
Marianoa de S. io- Cavalcaote.
Aoioola Alves Carneiro.
Emiliana do Carao Leite de Carvalbo.
Maria ivma.
V-'neraoda Varia da Conceico.
J aqoma liarla do Espirito Sanio.
Tnomasia Gangilves da Silva.
Jjaqaina Mara da Con.eco.
Cibarina Bertholeza dos Re?.
Anna Jnqona de Vassuncelloi.
ara Pire-.
M.rn do E-pinto Santo Paiva.
Emili' Borgea.
Mana M. do Nascimeoto Pires.
Clara AO'OQ'a do Moo e.
Luisa Marta Tivarea da Silva.
H'rm'na Ro-alna de Lacerda Bragi.
Lo za de Frang Lina de Lacerda.
Dgna Maria de Ainaque-qne Vidal.
Mara Januar a do Livrameato.
3i;si Floresta de M -lio Santiago.
Anoa Viclonna de Meilo Silva.
Toeodora Miria dosPrazere.
Francisca Heiiodo-a deOlivelra.
O ti-gec*rioiinio -Esta q lea'.ao est ea
moda. Sabeon qu-< o clan dos qoe prescretem
a caro:- da aiimenucao coma muitas notao'liu-
des, entre as quaes o deli:io8> poeta Mmricio
Bmocbor e Francisque Sarcey. que atlriooem ao
recimen vegetariano as mais felizes modifica
c&es do sea estado de saude e na sua diaposigao
para o trbala i.
Os argumentos do vegetarianismo razoavel,
isto daq >elle qie oSo accei a as exagerares
dos fanticos, qoe exclaem meamo, por cau
soa ongem animal, o< ovos e o leite, podem re-
luzir se a tres allegacoes priucipaes.
1*. O reamen vegetal satisfaz as Decssailades
da especie bu nana t5o bem como u rgimen
carnvoro sem te- o* inconvenientes deae nem
o seos pengjs sui genera.
i'. O fado de comer caroe babitoalmeote aca-
ba por desenvolver 03 inuncioa besnaes, a brn
ali tade. o ro.-io de aaogoe, o despotismo, a em-
briaguez, a lobncidade.
3. Os legomes cuatam inlloitamente mais ba-
rato do que a caree. A gen ralieafio do vego
tariaoismo habilitara toda a geole, me3mo a mais
po >re, a saciar todo3 os das a foma ; sena quasi
a soluQao do problpm g cial.
m cbronista do J/X suele examina a questo
de um modo que me parece bastante lo ido, re
8triogiudj-a, porm, ao exame do pnmeiro ar
gimento, o onlco que se loe affiora importante
e ibricamente, elle admitte qua te palo viver
sem carne.
Grande o mero de sobstucias vegetaes
coatm tantas fobstaocias nutritivas cama a car-
ne e raescio como os ovos, sjt sSo o alimento
completo por ezcellencia.
Ha mesmo ceos legomes, as erviiba1, por
exemplo, e as leotilhaa, nos qaaes os albomi
noides, isto os alimentos azotados, figurara em
orai porpo gao relativamente amor do que a
carne de vacca...
O or^ani'mo humano perde cada da, sob a
fo'mi dexcrela solidos, liquido! oa gazosos, pelos
pnlmfl-s, ptlie e dive-so emonctarios cerca de
2 gram -s de azoto e 310 gramas de carbono.
E' e3te dUpendio regular que resolta das pro-
prias fun s;5es vida, que a alimedtaQo se iu
combe de compensar, camo se inlrodaz com
boativel em nma machina por meio de ingesta
aproiTladjs. Mas i verdade qoe, assira como
e pode aqnecer indefT-rentem-ote urna caldeira
com boba carvo oo petrleo, e^ses 22 de azote
e e^ses 320 de carono podem iSo bem ser tor-
ne :i1os Dlo reino veget.l como pelo reino
animal e soa as formas e appareociao de pa,
batatis oo NjoOs, romo sob de roasl beefs e
sangue e pe ree^-iados.
A Hxpe-len.-ia confl-roa, de resto, estas con
eioaoos a priori. Nao acaso de universal oo
larwdade que o numero de pessoas que n8o co-
aar-m caroe muto superior ao aquellea que
se.ai meniam de carne? Basta pensar naa po-
pal-c- mmensas, cblnezes bindu arabas
qu s^ contentara quasi excloivamja'.o de tama-
ras Muio bem. Mis isto eal longe de ser o
problema integral. Nao se deve perder de vis
ia qoe, na aliment^-o, o que importa nao
nicamente a qoact tade absoln a de carbono e
de ^zoto, mas as euas dosagen3 efectivas, a
Boas comb nacOes reciprocas e as soas relacOas
c-am a ago-< e C3 ontroi principios nativos.
O valor i histolgico dos alim otos varia por
ootr.)s termo3, como o val t calorfico dos com-
bmliveis... Coovm oao esque- igualmente
Sjoe a asirailabilidide e a digebiabilida e dos
al oaentofl dep^nl^m em grande parte do estad,)
em que sa yp-eaenum. Ora, nistn qie o re
gimen vegetal p rte a aelbar da virtudes qne
um exame eopefici.l Ibe attrbue ..
E cjj T-iisi todos os qa aites del le trata-
ran) a sjassOo, o eh'oniola o XIX Siecle cooeiae
que o rejimea normal para o euroaeo, um
raimen mixto -.xi loe a carne e os vegetaes se
equilibrem em proprofiSas harmoniosas'.
E' s se t m) ra o parcer de toos os gaatro
nomos que nao comar.'heiv!- a a tofaesse ne-
gro di ro inte 7V :alsem o Gngaale de uj
pe on ,!3-
llai oucado o cb pis As rec.a-
migO'a contra oa a;tos e voluaisoa toucalo e
das sennoraa qae se seoLam as caiei-
rr.i io iheatros, sai maisau.i-'as do tjne o>
. itadores hoaeaa aa plateas peu-
sao.
Nae Memorias Secretas ti. B::b;naoa^ com a
da a de 8 de Jalho ac 1117:
Falla se de ua regolaneoto feito lia algnns
.1'as para a Oj i, lo |oal as mnlberoi da
p i nd>s alija n&o se'So ma'S admittidos no
ampbitbeatro Foi o 8% do Viene, sjsw ima agesta saedioa policial, ojne a nnucipio par-
ela tim quuijo. mas que ras affirmam eiciatif.
Nao se de?oac:;di!ar, porra, tem qua es'..a
pab -;- juanto g :ej com o regnnmen
t >. d i i ie i a. ii al Q leotia, to lam. ..
pfIos seus novoa loneados. im^ginon nm a que
Jeu o no,aa de chipo a de Vismes. E' na
peo de furmi baixa .
HuUa-F">ra-n n-.ultalo3 pelo administrad "T
Mercado de S. Jos, Jalo Hemeotlao e Bevorioo
Peiro na qnaotia de 2* cada nm e mais 5 \. s1-
bre ha referidas multas por infracfiao do rt.
3-, cap. V da lei n. 4.
g.ta*mo! forao recolhlibi is BOfre do
Couctibo Mnniclpal.
Catamenta civil O fscriv&o de c-
game !03 das frgu- i.3 -:a Boa Vista, Grac,
Poca da Panella e Varz-a, affixou no dia 15 do
correte, na repartigao do r-gi^t-o ra do Im-
p-'-.dor n. il, ormeiro andar, editaea de p-o
clara:.8 de caamenlos dos 83guiQles contra-
netites :
Segonla publica^So
Joo Martinb) Barbosa, com Locioda Simpli
ria Alves Pim-ntel, olteiros e residentes na fre-
guezia da Boa-Vista.
Alfredo Leo'iglldo de Alraeida, residente na
fregoezia do Recife, com Ace Cmara Arantei,
olteira e residentes na fregoezia da Graca.
PA*elrm 'Jhegados do sol no vapor
allemio Helgrano : _
Einer Sveodseo. Beaei to Goetschel, Raohael
A do Sacramento, Jeremas Jos da Cruz_, David
Heonque So'res, Antonio Joao Buda, Joao Ring
e Antonio Len. _
Coegados do sol no vapor portnguez fa
Antoo-oRogerlo, soa senbora Dolores e sna
sogra Pabla, Alberto Goimaraes, Antonio Perei-
ra de Sooza, Boaventora Moreira, Antonio da
Oliveira. Fraacisco de Oliveira, Lois Geraldo
dos Santos, Maria Salom, Migoel Altea Paolo.
Paulo Jos Pacheco, >an'iago Gonzlez, Dr. Eu-
clidea 3arroz... Lmz Beltrode Oliveira, Antonio
JoMarie, Zolmira Magalbaes e S fllhos, Joa-
qutm Jos da Silva, sua senbora e 1 Albos, Au-
sericordla do Recite, oodia 14 de Novomb.o fo>
o seguinte :
Bxigtiam.....683
Entraram..... 19
------ 702
Sabiram..... 6
Falleceram ....
Existem.....680
------689
Foram visitadas s enfermarlas pelo* segoio-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrioho, entroo s 7 da manba e
sabio s 8 Noras.
Dr. Berardo, enfou s II 1|4 da man'o e sa-
bio s 12.
Dr Aroobio Marques entrn s 10 1/2 da ma-
af- sabio s IS 1/4.
Dr. Lopes Peasca, entrn s 8 3[4 da manb e
sabio a 10.
Dr Vieira da Guaba entrn s 10 da maonS e
sabio s 12.
Dr Anor He Lima, entroo s 9 3/4 da marjhs
e sanio s 12 1/2.
Dr. Joo Raogel, entrn s 9 3|4 da maDh e
aabios 12.
Or. Tavares de Mello, entroo s 10 1/2 da ma
nbS e sabio s 12.
9barmaceotico, enirou s 81/2 da manb e sa-
bio s 2 horas da larde.
ajndaote, entroo as 6 1/2 boras da manba e
sabio >o 8 |4 tarde
Cemiserio Publico:Obitnariodo dia 13
de Navecuoro
Anbur Gancalves Macei, Portugal. 35 aonos,
solteiro, Boa-Vista.
Auna Joaqoina do Sscrameoto. Pernambuo,
50 aonos, aoiteira, S. Jos.
Arcelina Hermenegilda Ribeiro, Pernamboco,
14 aonos. sol.eira, Graga.
Roberio, Pernamboco, 9 mezes, Santo Aoto
oio
Emiliano Basts Haoriqoes, Pernamboco, 58
aonos, casado, S Joa.
Miguel S Tiago, Peroamboco, 73 aino3, sol-
teiro. S. Jos.
Umi crianza do sexo mascullo''. G'aca-
Octavio Marques Goed>a. Rio Grande do Nor-
te. 36 anuos, soltero. Boa-Vista.
Honorata Isabel Fer eir, Parahyba, 20 anoos,
casada, Boa Vista.
Mana Magdalena de Oliveira, Pernamboco,20
anuos, solieira, Boa-Vista.
14 -
Dr. Antonio Mala de Faria3 Neves.Pernam
boco, 64 aonos, solielro, Graga.
(aeres Carolina da Silva, Pernambu:3, 17
anuos, soltelra, Boa-Vista.
Joao de tal, Pernamboco, 20 anuos, solteiro,
Boa-Vista.
Argemira. Pernamboco, 14 mezes, Boa-Vista.
TbT-'Zj Mana de Jess, Peraamboco, 24 an-
uo5, olleira, Boa-Vista.
Manoe) Mara de Sooza, Pernamboco, 48 ao-
nos, casa o Boa-Vista.
Amonio Pedro da Costa, Pernambuco, 55 an
os, solteiro, Boa-Vista.
MUSICIAM
de Haydo, a iatroducco do Rapto no Serra-
llio de Mozart, a sympouia de Beetboveu,
dous poemas sympbonicos do meu avd (Liszt),
a introduegao de Rienzi, a marcha do Tan-
nhauser, o Idylio de Siegried, etc.' de meu
pai.
Colonne deixou de ser um dos directores de
orchestra da Opera.
Os actuaes directores sao Taffanel, o celebre
flautista, Madier de Montjau, director dos con-
certos do Conservatorio, e Paul Viardot, rabe-
quista e flho da grande cantora do mesmo
nome.
Adelina Patti parte dentro em peuco para
Nova-York. E', segundo ella diz, a sua via
gera de despedida America.
Receber por 40 concertos, distribuidos por
seis mezes, 40,003 libras, exactemente a somraa
que ha dez anuos recebeu por urna semelhante
iigressao artstica, organisada pelos conhecidos
mprezartos Gyo e Mapleson.
i onta-se que por essa occasio 10 americanos
se cotisaram para comprar um bilhete de 5 dol-
ara, por forma que cada um pode apenas ouvir
a celebre prima dona durante 20 minu os.
Morreu ha pouco llenry Fowler Broadwood, o
;hefe da celebre casa ingleza constructora de
pianos.
Um do3 pianos de Beetioven foi, como se
sabe, um presente de John Broadwood, de Lon-
dres.
llenry Fower Broadwood dedicou urna grande
parte de sua vida a estudar os aperfeijoamen-
tos que poderiara introduzir-se na construegao
do piano-forte. Foi elle um dos primeiros (1846)
a adoptar as armacOes inteiras de ferro.
Moraeu com 82 annos.
Ja comegarain no thcatro de Wagner em
Payreulh os ensaios do Loheogrin, que so
devealli ser cantado no vero de 1894.
Espera-se com effeito que esta opera, a mais
conhecida de todas as que cscrceu Wagner, se
aprsente para o prximo anno sob aspectos
inteiramente novos.
H
EPHEMERIDES LYRICAS
12 de Novembro
1796.Em Veneza, no theatro La Fenice
canta-se a Issipile do maestro Marinelli-
831. Nasce em aples o afamado professor
de canto Alfonso Guercia.
18iG.-''anta-seno Scala a Lucrczia Bor-
gia de Dooizetli.
1861.-No mesmo theatro representado 1
Puritani de Rellini
13 de Novembro
1843.-D.Sebastian opera de Donizetti 6
cntala em Paris.
1868. Morre em Paris o nolavel Rossini, co
nhecido pelos italianos como 11 Cigno di Pe-
sara.
1874.Em "erlim, canta-se a opera Cosa-
rio do coraponista Taubert.
1892. -No theatro Prgola de Florenca vai
a scena l Rantzau sendo Hascagni chamado
dezesseis vezo 3.
VERDI E BUELLOW
Todos se lembram sem duvida da caria escri-
pia pelo illemo Hans von Buelow ao italiano
Giuscppe Verdi de^culpaudo-se de dar suas an-
tigs opinioes sobre a transparente c ligeira mu-
sica dos meslres da Italia
Continuando no raesioo sentido a sua evolu-
gao, I ue'ow declarou ha pouco qnc as valsas de
Strauss eram das mclhores compos (,es do seu
genera e deviam ser sempre executadas nos
concertos mais classicos entre as pegas mais
serias, como ao jantar urna azeitona se come en-
tre os pratos mais solidos e suceulentos.
THEATROS ALLE'.AES
Nos thoattoa da Allemonha vai-se introduzin-
do o habito ue consagrar um certo numero de ,
representacoes ao completo couhecimento de |
um autor, suppondo que os espectadores nao vio |
ao theatro simplesmcnlc para se distrahir um
pedaco e para passar o lempo.
F' assiin que era Novembro o theatro de
Carlsruhe dar successivamente todas as sc-
guinlcs obras de l'crlioz :
'ealrice ct I enedict, Eenvenulo Tellini,
La Prise de Troie, Les Troyens Carthage, Ro-
mee et Juliette.
BATTAUCIIOX m4
Morreu lia pouco em Paris, aos 80 annos de
idade, um artista, que era talvez o ultimo ho-
mem que tocara a velha Viola di I ardonne,
ou Parytono de corda. Este instrumento, da
forma de um vio oncello, compunha-se de duas
ordens de cordas, urna dcllas de cordas de tripa
poslas em vibracio por um arco, c a outra de
Mea amor
Acoaselha-me e pede me chorando
Algoem que me pelindo mais ordena
Que eaqu ca a bella e juvenil morena
Por quem de amor minb'alma vive arfanda...
Maa sinto nm mundo de pezares quando
Es.je amor divinal qoe me coodemoa
Busco equecer, para nao dar mais pena
A' quem tantos desgostos vae-me dando...
E eei que embora alguma forga incrivel
V.e affaaie uella, rara mais terrivel,
Ser a tortura d.e'.e fado meu I
luda que neste amor a vida ex^aura,
Hei de morter ac aodo a mniha L:ura.
Porque foi este o airor que Deas me den.
Epaminoodas de Albcqacrque.
lemo celeste
(A' Ignacio Dantas)
Longo daqni, daqui mui'o dis'ante,
n'uma ilha lalvez do cj r>03 mares,
oade cbotoam rioa e loares,
e a n.iie desee placiiiv e b:libante..*
Langa daqui... l on a a scinllante
luz -o Ideial floema entre palmares,
e a mmha voz, meua horail'-s cantares
acham echo na onda harmoaisaLte. .
L->i>ge daqui, s veze3, virgeoa pora i
durco entre os s noo da immortal Ventara,
repleto de poesa e da orajOes ..
Durmo emballado no3 idyllos ssntos
do am^r eerno, -ios eieraos cant03,
na doce paz das iivres corsjOes.
Odifon Nstor.
VARIEDADES
A missa do gallo
(a' manokl a bao)
Era noitode Nital.
Em caaa do coron-l R... as meninas, suae
liln.-a pr.-paravarr.-.e para a musa solemne de-
oomn ida do Gallo.
Tjia-ellas ti'um mixto de alegra e praser,
t llavsi i, conversrivam e riam se ao m'Smo iem-
po, denotando assira, a paz e a corJialade que
ieinav.im entre p.
D)oi8 de mu to caoveraar, rir e folgsr, reaol-
verara nao dormir, oeata noite, para nao arrisca
re,-se perder des jada missa, j annuncia-
da psios continuas repiques dos siaos da ma-
tir.
Entretanto, todis ellas ve^tiram-se cjm as me-
Iborea e mais elegantes loillets, e deUaram
lindo: braceletes qoe tanto hrilbo Ibes davo.
O coronel R. foi tambara instado acompa-
nba!-us at a nj'trz da respectiva lo:alidde,
ijj'ar odo deveria reinar por toda aquella aa-
blime cohe de festas um: alegra sera par.
A luu, rainha da noite, expania sua lnz pra-
teada.c lluijinava desta forma a linda e divi
nal ojealraej.da dos entes, qoe devotamente,
desde eras remotas como os Res Ma^oa do Ori-
ente, rendem grabas ao oascimenlo do Ua ge-
uito Filo de Deuso Masas.
*#
Approxima-sea desejaJiislma hora do sacri-
flcio da misaa I
O velbo pai o coronel, ao lado das sua3 en-
cauadoraa Albas, segae plcidamente para a
r .tris, trajando urna fiaisaima casjea caiga a
i V) e colle e fecbado.
O regoaijo e o praser qoe se descortinan! no
cordas de metal, que resoavam sympathicamen- |0Cd| da m.ssa sao indeacreptiveis.
qui
80Cm. de Dete?*o-Movimento dos pre
bob da Casa de Deteocao do Reclfe, Estado de
Pernamboco, 14 de Novembro de 1893.
Sxisiiam 457, entraram 6, sabiram J-exis-
iSacionaes 431, molberes 11, estrangeiros 18.
Total 460.
Ararcoados 424.
Bons 404.
Doentes 17.
Loocos 3.
Looca 0
Total424.
Movimeuto na enfermarla.
Joo Aaptlsla Botelbo.
Jos Joaqnim de Sant'Anna.
Teve alta : ,
Francisco Marqoes da Costa, par faliecimento-
Huapuai Pedro n-0 movlmenlo desse
estabslecimento a cargo da Santa Casa de Mi-
te sob a influencia e a vibrago das primeiras
Esse artista era Flix Battauchon. Passara
os ltimos annos da sua vida melanclico, por
ver que ninguem se lembrava j do instrumento
que fra o interprete ds sua mocidade, como um
homem que so, entre os outros homens, falle
apenas urna lingua desconhecida d'elles.
Conta-se que Haydn, que escreveu 174 compo-
8ic5es para a Viola di Bardonne nunca con-
seguir tocal-a. Tao dirficil era.
ULTIMAS NOTICIAS
Ser o filho de Ricardo Waguer. Sicgfried-
quem dirigir para o anno as representagOes de
Bayreuth. Eia a carta interessante que o an
nuncia :
... os meus primeiros catudos foram dedi-
cados architeetnra, mas a paixo pela msica
desenvolveu-se em mim com urna tal forja, que
me pux a estudar contra-ponto e harmona com
um dos mais distinctos discpulos de meu pai,
Humperduick.
Continuei depois com o incomparavel direc-
tor do cento de Bayreuth, Kniese.
... J dirig urna symphoniaem r maior
Na parta do templo tee um bem formado al-
tar, circulado por mnilas banquetas com velas
acezas, de?lumbraodo a todos, a magnificencia
da ornaraentago feila capncbo.
A multido postada em frente ao templo, eu-
cbia de mais a mais o pateo, o qoe den em re
sultado vir o velbo coronel para a casa antes da
missa, sem as abas da sua estimada zepbinba,
iodo cangado e exclamando ralvosameote :
nunca mais von de casaca missa de Natal.
#
Todas em casa, choravam ao mesmo lempo, e
fupplicavsm ao papal, < para que este nao
Ibes rouba88a o prazer ineffavel de assiatrem ao
santo sacrificio da missa, memoria da vida pai-
xo e morte de Je-.os 1
As meninas, com suas plangentes magoas e en
terrecidas lagrimas consegoiram finalmente o
consenso e acqulesceocia de acompaobal-as no
vameate ao local da missa, do velbo coronel,
que liaba a mesma phyaiojornia carregada pela
clera'ue que se Ihe apoderan momentos antes.
Entretanto fleon ee em conversago na casa de
um seo amigo que morava perto da Igreja, at
que a celebragSo da missa comegou ao soar da
meia noite, ao badalar festivo dos sinos, aos es-
tourar dos foguetes, e ao regosijo indescriptivel
da pnpnlagao, que dentro e foro do templo, mos
trava-ee poasuida de pma alegra indennivel.

Depois de todas estas festas o velbo coronel
fasta sentir as seas Blbsoa-laita das abas de soa
tao eallmadlasima casaca, lemnrava-se que sabi-
ra com a caiga a balio e presentemente achava-
se sem ella I
E ex lama va anda para as meninas :por
ciuaa de vorta perol a miaba caiga a b-lo e a
casaca,objectos do men primeiro coesorcio.
En pretenda baixar ao turnlo da mesma ma-
nera cot que recib a mo da mlnba sempre
pranteada primera molberD. Lele.
Novembro, 1893.
F. de Asta E. R. Pinto..
HygJeue parlamentar
O Fgaro d os seg otea coDBelhoa aos
estreiantea na carreira parlamentar, sobre
a hygi-*ne que melhor canvra a essa in-
aalubre p-cfaaSo :
c RgimenMuito se tem escripto so-
bre o re/imen p^r amentar.
A opioiio dominante quo o auor do
povo deve constituir a base de ana ali
meatacSo, e alguna eapeci alistas aesres-
oentSo qae coi v m da vez em quando
rega-lo com um pequeo copo d* vichi.
O suor do povo. previamente deaengor-
durado, de fcil digeatlo e de eabor
xqaisito, nSo obstante ser ligeiramente
acra. Suas qnalidades nutritiv a variSo
nm pouco conforme as regi8ea : o das po-
pulagSes eleitoraea do Meio Da recom-
meuda-io pela abundancia ae seas saceos,
e pelo gosto de trra e maito apreciado
dos conhecedores.
O do norte, infinitamente menoa aabo-
roso, coovm aoa estmagos debis o aos
paladarea delicados.
i Idi it-yacrasias E' maito importante
iov.-r em cont, no tocante ao redimen,
aa aiapoigo'ea pessoaes, qae representam
grande papel neBtas uffeogSas de esto-
mago.
Apontamo, por ezemplo, os perigoi do
al-'ooi, que prodas terriveis effaitos oa
sande dos nossos legisladores durante os
interminaveis debates sobre conaessSes de
trras ; dovendo tambem ellas desconfiar
d& regimon dos aBsuc^ree, c-jo abuso tem
tornado diabticos tactos diputados do
Norte.
a Cuidados corporaesContrariamente
a um preconceito muito eapalhado, o maa-
dato legislativo nSo incompativel com
certo a8seio.
Gnndo progressos se realaaram neate
sentido desde o tempo em que am depu-
tado radiial manifeatava em seas colla-
rihos postigos am apego conservador de
tal modo affictado, que se Ihe attribuia o
snobismo da Ltser sujar sua roupa eai
Lo-idres.
Actualmente, poderiamos citar certo
rumero de deputados, mesmo do Meio
.a, qae nSo p^ssam urna semaDa aem
fa*er uso da escova de dentee ; dZo-se
com i. so mu to bem.
Incliaar noa-hiamos mesmo a acreditar
nae h vulgar8E^3o deste ostume no man-
do par-mentar aeria de excede te tts o
Para com elle ioaenaivelmeote habituar aa
naturezas refractarias, bastara, cr -ra >a,
substituir durante a'gum tempo o tradi-
cional copo d e.gua assncar-da da tibana
por um copo d'ugaa de itrifioia, com iiin<
escova m.cia guisa de colhar.
O copo d'aguaCertas oradores o
Bub&tilu'in por col!ag5es variadas, taos
como : leite, vinho oa caf; algu a, per
tid os da divisa (uctuat n c mergur '
reclamam mesmo coek tails.
Po er sc-hia igualmente til....' o c
das arengas para & absrpg2o de aubatai
cas lax'i.aa taes como: o oleo de ricm'i,
o unjadjanos, cuja acc.ao refigerania
exerco^ia aegao salutar nos momeaij em
qae a diaoaaaSo se acalorassa.
tO gabioetet E' primodia! o papel do
gabinete no funccianamento do organismo
parhupentar.
Qaer 8eja in^loza, ioto coaforma
a tradigSes d; p..r!amDtarismo do blm
Mancha, quer stja nosaa velha moda,
ells qaern oooop i o pr moira ug rias
prececi)p'n3e3 q'iotiii.-.'aaB do mu'ido po-
ltico.
Dave-ae v!r ?ara quo estoja manido
das indis ensaveia pstatao, e que 03 lu-
gares sej.m asss numerosoa para cor-
reapouder as aapiragoo dos divcrss gru-
pos parlamentares. O aso quer qao 3eja
renovado fra no^'emende. Esta operagSo
exi.ee s vezes ses-3 s nooturnas.
t Minitoriua d.nirc a primeira
pf-Bcrirg*.i invacidi ca' voo qua o carpo
legieUtivo esperimeata a!gom iaommodo.
c Pr-zurea pe mitlilos. e t.d^a os
divertincntos utcicilos no recinto par-
lamentar, o mais estimado o Joro d^a
Iaatitu g3aa.
Este exeraicia lo fi.'ga o de destreza,
que aoasiste essenc:alm9n: em so'tf.r o
balSo r?om o minutario, e a apanha lo no
ar, at que se rore, coostiae a maneira
mai8 agraduve' de pasaar o tempo ;o3 sa-
los di Palacio Bourbon.
Fariifica os msculos, doaeavolva oo
pulm3eB, activa a ci-aulaglo das paulas e
evit.. a o-esidade ministerial.
c O aomno Fra do tempa das fe-
rias, os deputados teem nocasiidade de
poica aomno.
AobarSi no hetaieyelo tadaa as com-
mold-.dea o aoc3go naceasarioa a essa
(2o apreciada sata, que oa p.ri3 do saf-
fragio anivsraal appjidilo a sati da pre
guigi.
No caso en que algum desae3 senho.es
tenha elguai ene miro oa outro qaalquer
negocio urgente, a deseje ser acordado
em har determinada, n5a precisa collocar
um despertador em aaa bancada.
Basta dirigir-se so presidente da Ca
mar, que tem o dever de tocar a cam-
paohia quando chega a occasiSo da des-
pertar os collegas que lho pediram que oa
advertase.
N. B. Qaalquer que seja a influencia
de que se dispinha, de mo goato trr
as botinas e colloca-lae com ostentacSo s
vistas dos ministros, porque estes senho
res, am samma, nSo teem obrigajSo offi-
ial de aa engraxar.
c O boteqam.Nos termos da Conati-
taioSo, o depatado nSo sustentado, po-
rm, grecas aos regulamentos iaternos,
teem mediante cinco francos por mez
sandwiehs o bebidas variadas, vontade.
Est olaro que, com ordem, perseve-
ranga, alguna convites offioiaes, o bolsos
forrados de oaoutohono o representante do
povo est oerto do nBo morrer de fome.
t Aposentos i .O deputado nSo aloja-
do: porm o bilhete do paasagem^nas estra-
das de ferro d- he o direito do atravessar
a noite omvagSes de 1. olaosojelegantoa o
commodoa.
Entro os trena maia apreciados sob este
do
lata parlamentar, porque todos sabom
qae nlo ha nada melhor qne urna noite
em estrada de forro para favorecer O
deseovolvimento das idaii a em um homem
poltico.'
cLavagem de roupa =0 governo nlo
manda lavar a roopa dos deputados ; ae*
aim se explica porque am oerto numero
desses sonhores baja aasooiado sua exis-
tencia de soa lavadeira.
Oatros, mais reservados s contam
comsigo pa>a a lavagem de sua roupa, i
um espectculo tocante v! ci na manU
das sesaSes, ajoe'hados ledo a lado na
rampa do oies da Or sy torcondo ae Oft
misas e ensaboando as maias que tm ai
corea da patria.
Paxoas.Convm qne o deputado
seja casto.
O Sr Floqaet perdea se por cause das
mulhsi-bs, visto que sea sobarbo aspecto
at'rabia todos os olhares. O monculo
presidencial ia, ia, levantando se sem oes-
sar pira as bellas espectadoras.
Qual o homem de Estado qae se nSo
esgotaria com estas excitares inoei*
santes ?
PresoripcSo : 1 prohibir eos deputa-
do o chocante nao do monculo.
2 prohibir as espectadoras da lancarem
qaalquer cousa, aobretudo olhares, para o
hemiejolo.
cSeaado.A decencia parlamentar sa
conhece pelos aymptomaa seguiutes: som-
nolencia na tribu aa, boatos no corredor,
incontinencia naa urnaa^do escrutinio. E'
iocuravel ; .cas os deputados affectados
desta repugnante enfermidade encontra-
rlo no Senado os cuidadoa qne seu estado
reclama.
MEMORIAL
BAZAR
IM-VISTA
RA DA IMPFBATBIZ N.-88
\caba de receber a ultima oovidade em
tiuvir.i
GKAVATAS de cambraia braoca.
GRAVATaS de cambraia de cores.
GKaVaTAS de sida de crea.
GRAVATAS de seda branca.
G tAVATAS de 8' da preta.
GRAVITAS de seda crepoa.
GRAVATAS mantas escoceeas.
B1SCITS
Lindo sertimento de objectosde bBCUits prO-
prioa para ornato de salas, eufeiles de toillet a
especiaea nara presente*.
OBRAS DE ELECTROPLET
bbrvicos para ci.
bandejas para copos.
iALVA.3. LICORBIBOS.
ba.mik jas mra pal.
P0bta-CAKT5k, MOLHKaOS, POSTA E1TBACT03,
ricos TiMTsiBos e diversos objectoa para presen-
ESPARTILHOS
K :-.>.rtilhoa uo .nemor laoncante, em seda e
alga '5o.
iEUS preta e de cores parahomens, se*
'iho'aa e enancas.
LQJBSe veitarolas.
BiNG.ALASo" h->TisTa e meninos.
RENOA
Grande sartim^no de bic>8cremes, brancoi
o- .
GalSss, i.( e bordadoa broncos o do
cor a 8
PERFUMARAS
G ande sartimento de parfumarias dos meibo-
es fabricantes.
Espelhos
Bspelboe grandPa para salaBizutdo fabri-
carne H MARTIN.
LKNG ")S de cambraia de linho e seda.
CHFEOS e CAPOTAS para seohoras a......
JOLHX) cada ora.
TOALHAS.BUNECASe OUtroa BR1NQED03
oar-i enancas.
ESTOJOS para coauras, GARTEIRAS, THE-
SOR.AS lijas para costuras.
PKNTES de travt-asa em ta-taruga.
ESGOVAS para cabello, roupa, unhas e den-
les
PUNI103 E C0LLARIM10S=LIXR0
JARR'jS Je 1 -u^a e Riacnit.
COR0AKHOBTVABIAS
Liu.ia' ranillas e cruces morloariaa.
VELO BPEDES e CARROS para crianfias.
! lfredo, Ganches & C.
Cha especial
Marca Bull D g
0 cha espicial, que recebe mentalmente
Bazsr a Bi-Vista ra !a Imperatris n. 88
o melhor que vem aa mercado, e, vende-so
#500 a libra.___________________
2.18 Ra Larga do Rosarlo n. 18
campos h Ma'IA
em eootes aco
Cbapal'Tia Rapbael
quem maior e mais mt derno sortimeuto tem de
Cnapos d9 toda3 as qaalidades.
Gapoiaa de seda, palba e florea;
Toncas e chapeos phanta3ia para creanjas.
Gravatas, tlo-es, plumas e pasearos.
Aignnes pbantasia para penteados.
Gases e veos de todas as cores, etc., etc., etc.
SRa do baro da VictoriaI
PU8LIC1C0ES 4
Baro de Rodrigues Hiendes
O Dr. Malaquias Antonio Goncalvee,
ana mulher a filhos, o Dr. Joo Baptista
de Castro Rabello, sua mulher e filhos, o
Dr. Pedro Wanderley Jacques, soa ma-
lber e filhos e Sophio da Costa Mondes,
filhos, genros e netos do BarSo de Rodri-
gues Mandes agradeoem penhoradisumos
a todas a peasoas, qne oaridosamente con-
oorreram ao enterro do meamo, o oo mes-
mo tempo peda o piedoao obsequio do on-
virem aa missaa, do 7o dia do sen paseo-
ment, qoe mandam reiar por sua olmo,
na Ordem 3a de S. Francisco, aa 8 horas
ponto de vista citaremos o expre.so ao do mant de sexU-fe^o 17 do jorren*,
Havre, que parte as 6 homo e 62 mino- eetimo dio do sea pMUmento. Desde
to "eSIe de volU na manh seguinta, hypothaoam ano eterno grotidlo por msis
as 11 o um qaorto, fresoo o dispoeto poralM^ obeeqaio.



.

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Diario de Pernamimco Qulna-reira 16 de Novembro de J898
A *
!9S
txcelil*r:-A< falsirleacoes abundara. As.
ioiitc,6-a augmeiiuaa cada da. A fraude oa
cbb. Porem legitima Agua Piorida de Mar-
ry L.osian, oq aulas o Perfume Ua.versal. I
nSo fuccombe jamai.
Ao Cntrano, caita dia m i; p ..pnlar, cada [
da ee afiVma mais no rub ico a convIccSo d
qoe ca> na Agoa de Coloni i cem per lome de
toocoior francs qu.- possa coroparar-se lie e;o
frg*a a, delicadeza, durabli ude, e pobre todo
n'em .'.neralidad d oso1* e applicacOes que
Ib* Vi v Uido Myropa'ivco *l'n:tio.
No tanbo. na. bac, n.i ioi-o dos dente na
toalbr, mo tengo, dm recrnti n> auuo-pb ra do
apospu'.o, a legii mi Ax Florita de Morray
& L'0 :n mica eatn rival sobre a te r .
3
d'scabrlmrn! P'! unlgae na-
vegan. aa'belan. da euoutadi p.-uioaula da
Flori I* -ii4o s6 auamenljo o uu*pp* acres e -
too rr,f un fiara a irno-riai ci-l- de C"'H
la, 6en5 qae vmo tamoera al.rgir o; Horizontes
da aoejja cao a mauia da lenta, e ma'* tarde a
papitr'ltir esta pire o continente coro a i-ro-
duccu, ,1o nqjis'co P* fuuvi i|u' de tan fl
ras txtrah o c qu* fo; d'-ns'i- io com o noan-
de Auj Iforii; de Marrty 4 Ltomsn, o-gulho
da Am-**ica e elegante oacessUa le s >c al de tea
habit;ot'i.
Qaea nao coijbeee este delicio". prfirre ?
Q ien nao h^ gzalo algour r*a eco mu
brugintes tapo-es no oaahj oo no loca-ior.
Qu-ra, ao osa',-3, no b* sesuda u..i: torta c
coreo, mais clara a menta e ra ib alegre o es:"-
Basta p.-oval a urna vea paru peren.-a as o>-
mai.
A l-gima Agoa Pionas e a i* Mor ay L< -
man, pr parala por L ornan AK-d.
fabricantes e propneanos, N w-Y
JBBW
k
O Peitoral d Cam-
bar
Sempe fo 5 e sar o principal re-
medio garantidopra aa molestias de
Isiyage, bronchios e pulmS^s.
A b-onchte, BSthma, raul o peito,
rouqovdao, laryngie, oqueluche e qua!-
qoer toase, por mais grave e antig-a que
seji. cJram ae cam o Pekoral de OaBi-
bai:. t-dican-e-. o apprivdo pela Junta
Ceotrti da Hygiene Publ c*. premia io
Citr. da*a med-iihaa de foro d-? 1. daSM
ero''1 do de v.l.sos attsatadoa ni.d3os
d- .'iumer s de pe^S'as curadas. Exi
-f.e. a. irma do tutor :
J ^Zfjrea d Suuza Soares.
R' nico agent ueste Estaca ^ Com
p i'Ja de D; gf.
mjmTotilio
Ciru'giao deotisla
fo Moca com o eco cori.l crio 4 ra Bjr
da Vi: .-ia d. 5i.
Coo.aitu e operseSes das 8 ton da tnann!
s 3 rv larde.
Deota ras pelos sjaleiEU mais moleroas e
sp r :.oadop.
e
)5
J J >8 q'i-rqiin o aua mu-
Iher, AKr-i,i D iobh e a-ua filhos, At-
toi ao de A :i>v>-dii M-ii, su mu her e aec.
filiio. rli-a Pumpi i ua mulhor e Ma-
r Viottria Circjj,bl S ra. t', pt-draa
to, irmas, cunhados aubrioho do IfHeet-
do Jos Bento ie Sonsa, a^rod*cem or-
dialmente >-s p'aa 'as que i-e digoarsm
Boompaobar os >eaa reste* mortaes ao sen
oltim) re^ouso e de novo oa cicvidam
para assUtT i-s ^iasas qua por su'alma
man-lam ceUarar n.s i^rfjas de Noeaa
Senbjr. ?o .armo do R-dfe, Santa Croa
dos H'lagrea em Ondu e N>.8sa Senhorn
da Dores em Timbana, todas aa 7 l|2
b ras di manbt d (! do eu ie#fcPiento,"por cajj acto de
C-idaie detd- j te confeseam agradeci-
O.
eciiV, 13 de Nov^rtbro d 18'3
Descobrio-se um
thesour!
H.vondj i. pe-juen.i diataucia de Pe
l,ia (estado do V.'xo Grande do Sul )
jiri srra procrala com proweito pelas
pnBP'ii-8 que si'ffrom do iflFec^Ses broncbo
pelmoQarea, e fc.bnnd:;ndo ski a planta co-
nbeoida p^Ia denooiicavilo de Cambar,
pen8au o Sr. J. A. do Souza Soares que
asas virtudes padi-riao. aer attribuidaa
iuea planta, na smente pela inspi-
r;.(,-ao do ar imprt-ga-'.du de pirti.ulas me-
d'cinaes (Palia, com ainda pe!a abscr-
pg'.o da agua, p rrentura sobrec^rregada
dos meamos principios em sua pasiigea
por entre : s snas raiaes.
Soscitaa eeta idea, prcenrou estndar
as propri;'dad8 da planta em qneat3o,
d'ab reecltand o preparado a qoo de
oomi.To Peitoral de C-mbar.
( Di Unid,> Medica, di Rio de Janeiro.)
' nuico agente a Companh a de Dro-
gas
PrisaoeVenlre1P5 Laxativa d,Vichy
O Peitoral de Cambar
Cura c bro chile, a netlima, as affee-
eSer 'ulmonrre?, laryngite, a ronquidc,
por
A* to 1|* horas em ponto
O aarope de Fo let loma-Be na doto or-
dinaria de l a 3 eotfcaree de sop, em um
cop d'agua ou entlo em urna abic.ra de
intus5o i romotica, tilio, larae|ira e me-
lbor em leite.
Cida vidro que caifa 3 fraocos repre
s*nta maitaa ooites de bouioo clm".
Acha ae est xarope em toM as pharma
oa roas erep^r,1 am ? pra que o com-
p a.4T r-pro bm que o rotulo de cadn
vid>otenha a assignatara do i.veotor.
k iscrbronneu
Agua thermal e naural de Aquijran
Afamada pela sua efficacia em
adiaatar a dieta e o apetite
Oa mdicos mais reputados a
recommendflm as pe aoas qoe p:-
decem do figaoo, da g"ta, de d< -
rea rbeom&ticas, de doetc^s pitui-
togiade alaquia de re&piracjBo
rpp-imida e de digestSo laboriosa.
Ach -ae a vaeda na cas' de :
J Ho Fernaodes de Almeida,
traveesa f'a Madre de Deus n.
21 e ra da Croa n. 18
A.
A aslhma
o ueflijso a coqaelu, he, e a tese
mais grava e rebelde que aeja I
Cura efeaz e econmica
Kesta p-nosa molestia 'So diffioil de
onfar o Peitcral de mbar da &jui
S~ : B tem Bi'l) d: urna effic>ca a tod.t
ido tornad s colbe es 3 ou 4 re-
xce .; dia, ro<< c3CS Rgodos, e2 MM
ebr os, de m! obl
li2
e 1^ noite.
D.:%raodo6 acceaso use-se de
de 1 oa de 2 ern 2 Lor s at alltviar.
O doeate evitar a bomid-de e o ar
da t;o e, e a sua alaMat$*6 s*ri s -x-
ples de fac' digestSo
E' -i un.jo f;ge te a CTmpanbia de
D ra terquez d" Olioda o.
23
i IRCIO
etia
Par
Cristvliaaio
Dsi :B por 15 k
Brac: 'dera id. m
gomen1..-, dem ira
Mae':"--ido dem ideen
Broio 'em dem .
Broto -la.io
Retm< dem Idea
KSo : oobton nrgoci-
<1t- ge aero?
agricultor
B
* a
5/00)
4*8") i
4*200 i
MUJO i
3J00J
M7*i i
5.S00
5*100
5*60)
4i4l>.'
3*i0
3*100
M9d0
2#40O
O eg. !.e a Companh^ de Drogs.
Curso de iVriis
deographia e Historia
l PELO
Bacharo! Julio Pires Ferreira
E >1FJ lDO INTnUT. 19 DE
ABBIL
Chequ

di do
per
eruto mix'iavisdo um entone r. 49136; -
i Bai co ae Peri-aHihoco de 5 cootoa >'e r e
piios S*e. Carpiateiro Peres & C. d-
la.- ..- no pa"Jhco qu nr se f 5 oegocio con;
cfteqo- ato q'ie o fi. neo ji e prevenido
ps-:, nSi i ff "'r e.-e pagaoien'O,
M qiea e comp.;
cxwp., 5 i Manoe!
Ooliaoo e
M
o el
10 a Mu
" Med i-
0.
J^i.
Por ipa de 4S0
Ai
Por j ipa de 480
ai
285*000 tz-z
nardnasfl
; imana ?eudi
iOO0,0 ror pipa.
C (amos nox'na a
C;raaiil)t
Co'a-ie de 115 a !7-000 por 15 klcs Dm>-
cai.
fBsaoraolaal
' Co'a se a 20 0 por i 5 k !cc.
Cusiros
8 non i al-
Verdes a 460 rea ves da
TA.3SO.A DAf ClWWMMi DE A8SrC\R S AL-
GOnXo
Mr?. (* Noverob'o
Entrad--.a
Barracas
Vapores.....
Ar:i rases
E-irada de F--ro Central,
dem de S Francisco .
tdem de Liraifiro. ..!*
t-2
ASBG- AJlto-
car dao
m^^^m
Das Barcos Sscca;
( t 10 17860 630
1 a (I 30DO 525>
1 a 13 2932 :03
1 a 13 304 i 8T8
a 11 33369 3'7
i a 11 41213 6:22
Somma
(01418 15405
Regulador da Mariaba
Concerta se relogios de algibeira, pen
delaa de torre de "groja chronometros de
murinha, cairas de maaioa, appurolboJ
slectricos, oculoa, binculos, oculos de al
janee, joiaa a todo qualquer, objecto too
ier'r.s a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario 9
------------_egaMPajss----------------
Usern e veai
Altelo qoe teado foffrido de dyspessia e for-
tes plpitacfcs do coraco accompanhadaa de
v.>rhi'ens e prodozindo insomnia, foi aconselha
<1o a orar das pllulas anti-dyspepiicos do IJ'
II izeimann teodo obtidoglande melbora como
oso de bkuns vidfOB desee poderoso medica
mirto, esperando etn breve a cara radical d*
mees enomraodos.
As pescas QU" foff erem do meerao mal de
tr ra j experimentar o -ro oso pois qoe os resol
tarfos n 6a 'aro esperar.
D .1' attestadu podem sttr o 'iso qoe coo-
e?ir.
Rec fe. 29 de Mato de !893.-Manjel Beo de
Olveir alumno do 2 anuo da Escola Normal.
Vidro 2* 0 dozia 20*00f, nel-. duiia 10*.
Ven le se D pisito geral, Pli.:.:.-.cu U-ranha.), roa alai
ci Das ?. 135.
Br. Julio Mario
Htdico homeopata, ope-
rador e partelro
Form:-d<: pela Fccoidade do Rio de
l-Deiro, cera longa pratica em artos
e homeopatbia, do norte do Brazil.
ESPECIALIDADES
Alera da de pactos, moles'ias de
molieres (u ero, ovario?) molestias
de ensacas e molestias agod: s i'as
v!?a respiratoria e circulatoria.
O Dr. Eduardo Angosto Silveira, teodo
perdido em Nicther j, cepita! do Estado
do Rio da Janeiro, a sua apolioe da Divi-
da Publica Grai de n. 11.282, do valor
da 1:0 00000, a qual se acha inscripta na
AHhi.'iega do Eatadode Peroamb->co, pede
a qu-o qie qn ateabt achado o obae
qnio do leval a a tua Nova n. 24 S.
L). 'mingos em Nictboroy.
Um mila^re
Altelo qoe desde loogos anois qie eoffiia 3T-a pncb;qoeca agola qoe ordinariamente im-
--ir-nava me dos mysterea de familia ote;
1 >os os medicamentos proscriptos por moltoe
' u taiivos sera colher resoltado algara qae de-
tv-lasse tSo terrivel mal.
Acooselbado por algomas peasoas de mir.ha
vnisade a tomar as magnificas pillas aotydis
iv plicas do Dr. Heinselmaonoqnecoma 1* de
V iori8 pillas fiqoei radlcalmeo e cu a.lo ; c
que moito agradeco ao me.-rr.o Dr. Heiniflmaon.
Que liqoe este atletado assigoado cjmo pro-
va de 'odr gratidSo.
B-'ife 26 de Malo de 1893
Ra de Uoitus n. 112 Leocadio de JesoB
Elila.
ViJro 250.10, dueia 2O|JC00 1,2 duaia 101
Vende-se DEPOSITO GERAL
Ph rmacia Marauhao
mVA MABCaXIO OAS Mi 135
SSCSROfi COMmOAX
72-RUA DQ Dt OAXIAS-72
1. "ano AS
Venancio Labatat -v C.
Enilereco lelegrn pliioo
NOMBRO UO TELE?H0NE
1 41 41
Eat: casa de comiciseoes, jS bem coobecida.
* ira aiteoc&o do publico v cspecialLiente dos
eohjrea sgrlcoltores para as boas vantagens
qa>' offe^ece em toas tranea f'S. como eejara :
Ri' ebimeoto de aesocar, hypoiht'cas, llqonla
ciVe c qasiqoer negocio oesie ou em ootro Es
tala.
I4TBEUTIC4S ELEMENTARES
ESCBrnnAjo ass?.CAsr:iL
Veoaui lo LiDatu tea coDsegcid> 08 ujelhor. f
reeoln dos cem applicacS" do metbodo iotcitl
vu qoe adopta 00 eosioo de ecnptoragao mer-
caolil, rendo qoe em meces de 30 licOes ;en.
, parado tlieorica e praiicsmente, peesoas qu'
eraui completamente estraubas s transaej-f
commerciaes.
Contiba a lecciooar as materias cima, v
Doqae de Casias 0. 72. I- aodar.
asesino estando o doeate com vomito preto e
sanguneonestes ol'imos periodos eolio ne-
cesario a applieacS) em alta dose, deapreaodo
a talioea annexa.
Este Elixir ja coobecido do publico e de nm
grande numero de d gnos mdicos 6 screaeoia-
i> para comtaier os oifferenies ocommodos to
dos ellce deesracter ftbnl.
Por tr.ciio tempe t yernos orc?siao de 'azer a
Pp!tca$aa as leb:?s erjsipi llosas a com tSo
1 ai -e;c!tso qoe C&^oa adratrados de laoai-
ItM eCeitCH.
Pela pratica rbegamor: : .conhecer une oos
ataqte" i 1 fe'e erys pe.i'j.i n erysipea comn
iart;meiite se diz oecessa.io j uso de 10 dlae
do Elixir.
Ni.r grandes ocommodos das ceibn a mens-
irokcSj. gravidez e nos casos de par:o com f-
bre de ora ra-oltado tro t ce to e seguro e
-s' < co nposico ti( jjptes une n
aec:io de applicaro Elxirnem rue3mo em dosee
srperiores s indicadas na tabella ofra.
Pedimos aos dlgnissimos medica? qae dese,a-
era faier oso deste Elixir em sua clinica nSo e
enjeitarem a cossa presciipco, mas sim fazer a
oplicago era barmooia com os casos que defer
a rem combater, cortos de que o medicamento
le composigao innocente para organismo po
mus frgil que seis.
nodo de Mar
A's criiinca al> um aooo 10 gotas de 2 em 2
licras em orna colber das de topa ebeia d agu-<
fra.
De ora anno a tres i gotius.
Da 3 a 10 annoa em daate, 40 gottas etc.
latas doses devem sempre ser appiicadas erx
agua fra.
Depositas
Cornpaohia re Drogas e Producios Cbimicot
Rerif<". roa rio Marqoez de Olin'la o. 23.
Sacloaal Par naca, ra Larga do Rosarle n
3.
Pharmacia Oriental, ma Estrea do Basarla
n. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra dn Bario da
?fctoiia n. 14.
Pharmacia Maitin?. ra Doques de Caxias n.
83.
Pharmacia Riheiro a praja Mariel Pinheiro 22.
Phart;ia Viciorienei* de Luiz Ignacio de An-
drade L'm, cidade do Victoria
Para qualqcer i o frraselo ser encontrado (
autor ca ra co Rosario Estreita u. 17.
Os ncetoe frascos sao qnadrsdos e cont go
'as. N'om lado teem gravRioLlisir ante-febr
8 no ostroMsiioel urdosoPerDambaeo, e le
los os proKi'VClGS* sao assignados por Manoe
lardoso Je-m :. ondo 'alsoa os qao nao fore
a=figr;a ) \ Medico e oculista) I
Dr. Berardo oculista do hospital) I

Pedio II, tem contoltorio ra do v
esus n. 9, 1.* andar,
sidencia na Magdaleoa,
Telephone n. 366
)Bo Je
i!
RESID NCIA
Ro da Ixptratrii n. 20,
'ar.
! 80-
Vapor traness Oeaoqae entrado doa
portos do sul em 13 e cortignodo a H.
Burle e oomp .
Xarqae 45 fardos a Amorim limaos dl
a M. da Klv* Maia.
Carga d> vapor
Am str-B 2 volames a oidem.
Agua mineral 1 cixa a VillsU como.
Ameixai 16 caixas a Gt. de Araujo e
Fi hos. 7 a Difcs e comp.
Capsulas para garrafas 10 caixas a Ad
torio D. SiznBes. .
Cognac 23 caixas a Costa Rocha, 150
a Compaohia de Estiva, 1 a Quedes de
Aranjo & Filhos, 1 a Diaa Feroaodes e
comp., 20 a Lipes A Araujo, 5 a M J
P. dos Ree, 10 a Joaqui Chritov3o e
oomp., 10 a Soarss da Amaral IrmSos, 10
a A. Maia 4 Rodrieoes, 10 a Maree iiio
Footos e comp 5 a Maooel Alves e :o3>p.
5 a Harmogenes e comp., 15 a Lopes &
Magalblea a comp., 30 a Costa Lima
COEp., 10 i A^tuOlO
10 E. B. 'Jooprr e
A. dos Saotos, 0 o
comp., 1 a Abe Sttin e cmp.,
noel Jitqnm A. Ribeiro.
C loaerfaa 6 eaix a s J 4a
ra.
Chapaos 2e*i*8es a Chris.iaui e comp
Cervea 5 u.ixaj a Mano^l e c rop.
E3 --'tos l caixa a A. Viaira e comp.
Ljvroi 1 8a;x*. o director da F^culdade
do Direito.
Marcadoriaa 2 eaisaa a Jalla Hoode-1-
s:n, 1.0 ivi ir:, Baet; e comp 1 a or-
den!, 1 A Vieira e cmp.
Lcers 10 Cuixa S-.n:r K uffmann
e c Dp, 15fcCrva!ha c oo;., 1 a Aba
St-iu a ana?.
Mcvea 3 car: a A Vieira e comp.
Objact -\ aar* cbajasc-a de etl 1 c.-x* a
J. a Souxa "leo.
Quj- 5 c:r. 3 a M>n;cl e conp.
riad a 1 caixa a Frauciaco Gargel &
Ir. Ii s.
Vivo 1 caixa a Q. de A-oujo & Filhos
30 :- Abrantsa e cemp., 2 brris a Mar.oel
8 c nrp., 4 o traen-, 4 a J' K-kub?, 3 k
J-n Lon-e', 2 Abe B'.sta e comp., 2
Kaocal &*roi.
Lngar irglez tLydia Crell entrado
de Terra Nova em 13 e consignado
Bfiokbirn c corop.
Bacalbu 26 5 barricas e 1750 aeiau
dit -8 o orderr..
Lugar cmerica tif.-.^nia Se ric en-
trado de New Yo k em 13 e consignado a
Fo teca I<-mo e o;.mp.
Rreu 300 carneas
Krcsene 223 "0 c;.ixas a ordem.
Hovlmeailo do 1 orto
Navios eotraaca no dia 14
Cear e escala 6 diaa.vapor nacional tj-
oahype d- 382 ooeada^, commaedan
te Alfredo Uflottra, equipagem 30,
osrga varios gneros a Compaohia Per-
nambucana.
Caroff-5t d *, barao noruega Saluiot
de 703 toneladas, c.pitSo A. EJward-
sao, equip gem 13, carga can5o de,
p Navio* sahos 00 menino dia
Macei Vapor ingles tS;bolar com-
m-ndante J>l o B t-ik, carga var o 1
eros.
Estados Unido-Barca ingles 1 AUxa<
der Black capitn L 11. Btk, c^ig'.
asavasr.
Rio Grande do Sul Kscir.a allcmi
He-ene sapitSo J Boumast, carga
aisuo-r.
( bservaySo
Procidente de Fiume escala fundeoa no
Lamaro o vapor austraco Matlkovitst
qoo sondo intimado pilo telegrapho ptico
eguio para a (Iba Graode no Rio de Ja
neiro.
rDbem leguio para a Ilha Otando o
Allende a chimados para o Interior
do Es'adc.
"spor inglea iJodocs procedente de
Antuerpia
Anda fubdeou co Lamarao procccJente
de Card a barca norueguense Helena
e n?o teve communiesjao cem a tena.
P'aaa' la Alfami g
SIBAI- DV 13 A 18 DB KOVEMBSO
DB 1891
fgaarieale (itro) ....
a- oI tutrc-i .....i
le ^u rama kiloi ....
jjtoz cota casca t...c) ...
Aasccar afinado (koj .
aarai branca (klb)
Acsociir iDaacavado (kilo)
vagas ae mamonas (tilo)
B irncade leito do Biaugab. falol
Carhaea (litro) -.
Conrea seceos ospicnado
Elixir anle-febril Cardoso
Vlanoel Cardoso Juisior
ApproTado em 21 de Marco de 1890 pela inspa
cioria geral da uigna junta de hygieng do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de coraposicio tuda vagata I pre-
parado segundo as regrae pharraaceuticiis.scvn
e!i:das pelos actores modernos e de retu!;he
elda pseidado scient;6cs ttinlo no pas como
a y es'rangeiro.
F le Elixir o producio nSo so do grande es
11 o das accOes poyeioiogias das substaccai
o 1 o tambera patbologicas.como tambera o re
'a' ado das iramc-csas spplicacCef nos dlTeraoe
casos de febreo de fundo palustre.
A arplicacEO deste Elixir oa grande eride-aia
de bexigas de 1890 a 1891 rnaiK urna vez de
OBStran a sua eScacia ; pois no priccipio do
priaMiros aymptomEs a bexiga aborta, e em c:
ios niai8 adiantados a bexiga pasa a ser urna
itoenca febril vulgar apreaentsado pequeras to
ajeruaC8B nce cora a coatinaaj^o do Elixir de-
i rvitreoem sera todava aprnntar recelos de
to.
Oe moitc'itteiv.adcs publicados ao Darlo '
Pernambaco eGaietada Tarde prov^m o qu-^
zdnon.
Hoseasoa de fobre amarca o efTetio e adoal
e^aprosontando phenocefle lio maravilbo-
hw que nestt cicla.ie Co Racifo e no lo Rio 'e
Isneuo poseo receio caus a feb-e imarella.
Dentista
O Dr. OictrLeal, hr.lts pelas
PaColaadei de Pars. L'sboa e B3hia,
ccnimoo em seu ciraaDliono 'a*. 9 da
rDanha is 5 da larde, roa do B.ro*la
Victoria n. 371 aadsr.
Golloca dcntadur38 p'lcs roelbores
eyuma8 para a perfeit* uasUgafo coa
aiimeotos
ObtaraiOSS e fxtracgCrS sera Sor.
T aiainecto radical de flsiularjarressop
moJesIlaa da bocea, etc. Apprareibos
para todas as operages den arias.
L^neaUor o dentario de pnreeira or-
d.ra.
Dr. Carneiro Leao
Medico parleiro, residencia e cdsuIIo.o
rio ra do Livrameuto n. 31, 1.' e 2.-
andares.
Consullas de 11 s 2. Chamados a
qnalquer hora. Telephoue n. 325.
Especialidades : febres, partos e mo*
eslas de criancas.
OculFta
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex-che?e de clnica do Dr. do
Wecker, de volta de sua via-
gem Earopa, d consult&s de
1 as 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa e. 51 & ra do
Brao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 2S5.
Residencia ra Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
Br. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, prieiro trata com especiali-
zada de molestias ds aenhoras a crean(i 8
Consultorio e residencia rus da imp
atris. n. 18, Io anclar.
Consulias da 8 s 9 da m&cb&
Chamados (por escripia) qnalquer b?r*
TXLXPHONB N. 226
Telepl
icne n.
477
Dr. Gasino Le! e
Parlpipa a 8-u~ Clien es ^ [Ludou o co .ni
ono pura o !. andar do prf'o D. 31) da roa
Ma-quez 'linda, aDtiga da Calis do Re fe.
Com ;;Ccr-3 ?3;i:,doa (Jt!i>)
Caaroa verdea ffcilG).....
Ciro -o cic. algodio Liio)
Ci apateira (aeaseate) :'.;U>} .
teco iUo).......
Cik Dora (lls) .....
G foi'tolio ii io) .
G -M'1^:. (!{:!0-......
Ci'H''Hta {crr: vegeta!) kilo
G-r v gei-1 (fck-J.....
Caaos (< uurdt'v ('ro) .
Obi (litro) ....
CuvCardiS ......
Gudrlaho (od).......
Cocos sera casca (canto) ....
Cecas cora casca (cento) ....
Paruiba de mandioca (Jo
r\ lirias medicinac 4e qualqner qua-
tdsde ikilo) ...
Genebra llitra) .-
Gr&xa (sebo tra rama cu ooadaj (kilo)
Mil -i aaqce (litca) ....
mina {fcito .
Pr lies de tabn cortidas ....
Pelles de cab a em cabello (cento. .
Penes de carneiro em cabello .
Babae.........
Sebo ... ......
ieraeote de carBttdN (kttfij .
Sola (meio> .....
Stearina e^ velas (kilo) ....
Tataiaua (silo)......
Tahuas do arnarelio em pranchow
" Vinagre (litro)-......
365
531
7(0
100
460
330
190
226
1M60
322
752
70!
419
40
120
830
yv.c
Ua*.
U70v
9
911.
580
; 8 W
8-COO
6*000
93
3 0
480
800
170
9J
190* >0
200/000
140*000
320
650
60
7*0"J
40
15
120
43 comp. com talhos 2*
Rendimenlos do da l e 12
88*000
252*800
3 236*400
3 489*2-'0
aereado Huolclpal de S. Jos
O movimento deste mercado no da 13 de
Novembro foi o segont : Entr.ram.
40 hus pesando 6,6i5 kilos.
163 kilos ae peixe a 20 rs. 3*3. 0
3 compart. com mariscos a 100 rs. *300
2 ditos com camarObs 100 rs. *2O0
30 columnas a 600 rs. 18000
3 cargas com galliohvs a 500 ra. 1*50)
3 rassuais com gailiobas a 300 rs. *900
3 cargas com batatas a 300 rs. *960
i 3 ; ts com gerimnm a 300 rs. *S00
4 ..arga com bananas a 300 rs. 1*200
2 carga com laraojas a 300 rs. *600
2 cargas com melaocia a 300 r. *600
1 cargas com toncas a 300 rs. *3 0
2 cargas com frucias a 300 rs. *6O0
24 carcas com farioba a 200 rs. 4*800
10 cargas com rai'ho secco a 200 rs. 2*0 0
4 cargas com fejao a 200 rs. *800
49 logares a 200 rs. 9*800
11 aioos a 20J rs. 2*tC0
II comp. com suinelros a 1* 11.'000
9 comp. com se 10tires a 700 rs. 6*300
10 comp. c m (ressnras a 600 rs. 6*000
34 comp. com comidas a 700 ra. 23*800
48 comp. com fazeuda* a 600 rs. 28*800
49 corap. cora verduras a 31 0 rs. 14*700
75 ceinp. com farioDa a 400 rs. 30*000
Pregus do dia :
Gnrne verde de 400 a 720 rs. c kilo.
Suuo de 800 a 900 idem.
Carneiro de 900 al* ilen.
Fannba de 400 500 rs. a cui.
Millio de 500 a 600 rs. a cuia.
Pea o de i 600 a 2* a cuta.
Xavlo esperados
DoRio de J-ineiro
Barca noraegueas' au- ad.
Barca pcriugUrsa Nava Lida.
Pancho ioglez Ora.
8ir:a sueca ans.
De Porto Alegre
Escuna aliemS He^Tann.
De Pelotas
Lugar portgitez Temerario
Laijar ingles Patacho biUaudez Aliene,
Patacno bollaudez Margarelha.
Patacho uorueguease Eiaar.
Logar iaglez New D >y.
Lugar norueguene Chan-'e.
Patacho sueco Hilooa.
Patacbo oacinal H^rmanos.
Patacho nacional Marioho 6*.
Patacho nacional Mari'ibo 2o.
Pal cbo nacional Annua.
Do Ro Gr-nde do Sul
Patacbo argentino Coodeix<.
Do Porto
Patacho naelena! Rival.
De Bwanas
Barca Inglesa Starry.
Barca corneta Frey.
Da N w Fort pela Uta Graa-Io
Baica noruegoeseC-rmo.
De Cardiff p. la Iba.G-ande
P.arc noruega K'?g?ro.
Ba'ca uo'U'ga Nana.
D^ Liverpool
Barca norueguense Fanny.
De Londres
Lug.ir i giez Harset.
De Antuerpia
Barca din. A. B. Bol.
Das Estados Uai '*.
Barca americana Currie Hecble.
DeTe-raSava
Lugar inglez Ma'y Jen.
Lugar iuglez Ro3ua.
Vapores a entrar
Mes de Nov rubro
.Sal ......... 'Basa'O..........
Norte........ Jacct ype .......
Europa....... Colonial
Eu'op.......
Sol.........
Europa.......
Enrona.......
Sol..........
Sal..........
Sol..........
sal
Sol.........
P'ormuJa de Anglico Jpe
dos Santos A adrad e
Approvad' pela Iiispectoria Geral do Hj
gie&e Publica do Rio de Janeiro em 2
-le Julho de 1887.
Este depurativo de grano'e efcaia as m:-
lestiaBsypbilitica? pe imurtza do sangue; asstr.
como em todas as molestias das ?cnhoraa.
Tem curado radicalmente muitas peseoas ac
comroeUida8 da terrivel molestia bariberi.
P.heum2tismo syphilitico ou gotoso, dor acia
ti:a erupCs de peiie, cancros, e cancros ve
creos, lloros brancas, by-terisrao. frouxiilSo di
Dervos, riles e onlraa inIamraacSea dos olbo;
mole3l as do ligado, escror.halas, escorbato
soffrimenka de estomago, eketas, gommas, (i
tulas, empingens, daltro:, pannos e manchar,
oa pelle, boba3 e boofies, sarnas, catarrbos e
Ojuaesqaer moldstiaa da bexiga, entre outra.
albuminuria, ourinas doces e sanguinolen'-as
saemia, paralysia, erisipelas, e inRammaCef
das percas e pos hemorrboidas, aslhma, hydro-
cellea, tamcres, uevralgias, e eleptiautlazes s
morpha, as ir.egularidadrs da meusraacc.
Provasa com aquelle oumero de atlestedoaji
publicados c os que existem em D03S0 po icio
;'nic::c.? dse elixir na3 molestias indicada".
Facontra se a venda na ph.r
ni e!.j dos Pobres d ra do
Kcsar o I rga n. 88.
A'roa Barao da Viciona n. 37 se dar toda 1
qoslqotr explicacoque for preciso acerca desu
prepa'ado.
Cucado com falalftFacdea
^ldo de usar
Os adultos tomario qaatro colheres da dt
;cpa pela maub e quatro a nolte.
As cnaucas de 1 a 4 aonos tomarao uaia co
Iher pela mao&a e ootra a noile e as de 5 a li
anaos tomara daas coitieres pela maab e d
coite.
O'tegal........
Campan'.........
Tamsr...........
Wordswsrlb.....
Sata F..........
Tagua...........
Concordia........
Galicia..........
Pelota?..........
16
16
17
18
18
19
50
20
21
24
25
25
Vapores a sahlr
Mes da Novembro
Sil ........ -H en del.......c
Europa...... Pelotae..........
Sni......... Ortigal........
Sul......... Tamar.........
SQ|.........C lala.......
Europa.......Tagua...........
su......... Santa F ....... 22 as
Europa.....-11014..........25 a
16 -s
18 as
18 as
19 a
19 ao
21
Sul
Oooordia
4
4
2
1
4
as 12 h
4 n.
2 b.
26 14 4 b.
ntes
Termina a horivel dor de destes usar,
do o excellente preparado de Manuel Car
ioso Jnior.
As cartas qae Ihi tem sido dirigida,
petos jornaes de inaior circalacSo, atto
'am a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maco, ua Sil
73 o 0., ra do Marques de Olind
a. 23.
Phrmacia Martina, rus Daque do Ca
xias n. 88.
Pnarmacia Orientel, a ma &wata o
Rosario n. 3.
Pharcccia Alfredo Ferreira, ra d<
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, a ra Larg>
do Rosario n. 31.
Dr. Nunes Coimbra
OKn ca=Mdt*co= ''irurgiem
EspecialidadesFebres, partos, moles-
tias de aenhoras a criancas.
Cbamadcs a qualquer hora na saa re-
aidencia, oa roa da Solodade n. 31, esqni
na da roa do Atalho oa no consultorio,
ra Marqua da Olnds n. 56, ende d
coc saltas das 11 as 2 horas da tarde.
Telephone n. 887

I IEGIWE1
^ i. aun iii
^^^^^^^^^^^^T^
-----.--------gMBBSB6a------------
Dr. FreSas GataaMUM
MEDICO,
Tem o seu casultono na raa Duqo
Ja Casias n, 61, 1. adu.r, onde ser
encontrado de 11 1 hora da tarde
reside no Cajueiro n. 4.
Tslephone &. 292.
Como s! Vuic. da ssia toase ?
Esla perguala feila diariameote cotn
beii'lica solicilade milo.ircs do pessdas.
e noeotanlo muilo melhor seria se os per-
gunlaules iodicasseni o nieio (o conseguir
um alivio immediato eseguro, recommeu-
dando aosseus amigos enfermos, o Peito-
ral de Anacahuite porque ainda mesnio
e embur.i o duente h lvesse estado sof-
freudo durante semanas inteiras d'uma
lossc violenta ou d'uma conslipaco for-
lissima, osle soberano remedio para todas
as iofermidades pulmonares, os aliviara
e curara dentro do corlo espaco de viuto
e qaatro horas.
9|0s nativos do Mxico conheciam per-
feilamenteas extraordinarias virtudes me-
tliciaacs da arvore d.i qual so extrae es-
la maravilhosa preparaco, e era o seu
gran le remedio favorito em tudas asen-
fermidade da garganli e ilus polmOas
O Peitoral de Anacahuite, uo toui
seu igual entra Iodos os pultnonicos da
materia medica, e por isso pode-se-lhe
chamar com toda propriedade e razo, o
nico remedio digno t!e nODP*
COMO G\ It V MI A contra as frlsifiea-
coes. observe-so bem que os nomes de
Lanman e Kemp veahain estampados em
letras transparente no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se venda eai todas as boticas
e drogaras.
EMIAES
O Doutor Jos JuliSo RegwAra P.nto de
Souia, ju>'z don Fe'toi da Fazenda do
Ettado de Fernam'ntco.
Fco s^her que no dia 16 de Novembro
to 11 horas ca ra do In^esador n. 4',
o agente S'vt-i-a venc em teilSo pa-
bliao, a casa a E'.r. da Nova c. 126, fre-
gueaia ce A'ogados, com 4 B etroB de
frente e 7 metros de fuod-.i, 2 jinelUs, 1
porta, 1 quarto avaliada err> 505, penen-
cnte e. Antonio Saras do Mello, a fora
penhorada por exec icio a Fazenda.
E para que chegun >>o conhecimentb de
tides. passtuec o pres?r;to, que aeri pc-
b!i ; .do O feffiado.
Dado e passado cesta ci rde do Recite,
aos 30 de Outubro de 1893.
Eu Alfredo Diarontino de Torres Bsn-
deir es.'rivSo o anbscrivi.
Jote JuliSo R. Finio de Soasa.
O Doutjr Jos Julio Regueira Pinto di
Souza, juz dos Frito < da Fazenda do
Estado di Pernambico.
Fc.j sabjr qie n> d:a 16 de Nivembro
ib 11 buras a ru-. do I aparador r. 41, o
agaafe
Bi
l e.-in v?
der em lei3o publico
3"b:!har do do smaiallo lOOf, um b..lcSo ia ama-
relio i'05, iq cofra de fe-r> prova da fo-
go 5005 .ai terte. a ra- de J S do Re-
g oa 18 e 20, pertercentes a Angosto
Km***, e fdra-n preboradea por execac;So
ds Faseoda.
E p ra conbeci cento de tedos pataon-
se o presout. que ser publicado a affi-
xedo
Dado e paesa o n^sta cdale do Kec;fe,
aos 3') de Outubro ce 1893.
Eu Alfredo Diamon'iio de Torres Bao-
deira, e-cr;v3o o aub-erevi.
Jos JulMo R. Pinto dt Pcasaa.
O Doutor Jos JuliSo Rigueira Pinto dt
Sou-.a, juiz dos Feitos da Fazenda
Estadual de Pernambuco etc.
Faco sa ar que no dia 16 do Nevn bro
as i 1 h. ras do i-rasem a roa do Impe-
rador o. 41. o agecte Silveira vender
em leilSo publioo a casa da Es rada Nav
o. 6 A, fregaesia ie Af&gados, oom2 me-
tros e meio de frente, 10. metros de toa-
do, 2 salss, 1 qaarto, terreno loraro,
avaliada em 50$, penencaate a Mari C
rolioa de Araujo, e tira pachors p***
excoac;ao ds Faacods.


9
f
f
'.-
'


1





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\-
*m-


/
V
-r=
Diario de Pernambtico Quinta-leira 16 de Novembro Je 1863
E para qua chegae o conhecimento de
todo* pass u-ie o prssente que ser pa
blioad> e afosado.
Dado e paseado oesta cidtde d > Recite,
tos 3 J da O ttubro de 18^3.
Eo Al'r'(3o Oiamaotioo lo Tirrf B*n-
deira eserivo o subecrev:.
Jos* JuJ>3o Rigum'ra Pinto de Sovza
O Dr. J- Jiliso Regueira Piot> de
Sonsa, juia dos Feilos da Faseoda do
Eata^o de Pernambuco, etc.
Fac. sJ r que no dia 16 de Nuvombr*
ra du Ioiportdor o. 41, o agente Sil-
veira vnder era leilao publico, a casa
lita no Encaramento n. 3) *regu Pojo, com 4 aretros e 80 sen metros de
frente, cito tret-os t> 30 centmetros ~e
fondo, 1 porta e 2 a eliae, 1 jaoella no
oitBo, 2 bpI'b, 2 quartos, car-
to externo, quintal ero tberto, s lo ro-
prio, avallada em 605 pcitencento a J s-
quiro A'voa f?urri<, o fdra penhorada por
ezecavSo da Fs.Eer.da.
E par que c egno a todrb, pase Mi-Be o presente que ser pu-
blicado e iffi: do.
Dado e p^Bado n'Bta cidade d; Reci-
fe, aos 3 Outubro de i89 .
Eu A"r-do Diamantino de. Torres Ban-
deira eterizo o cubscr^vi.
Jote Juliao Reguera Pinto de Sousa.
Rt cebedoria do Esta-
do de i*ernambuco
EDITAL N. 19
O aifioietrador da Receiedoria do Es-
tado ts* pub!i:o;v quem interetsr posta
que diroro da 30 diaa uteis impror ga-
veif Con! ada de 11 dj corrente sorao co-
brados breca do ootre os iajpcstos coa
tantea da ri-lacSo abaixo e relativos ao
togu^dn Bemastrtj do eser;icio em vior
Reur.ledcr do Es.ai-> de Peinsm
uco. 7 de N .^mbro de 18L3
O adniti ttador,
Atfocsj <- ALuquerque Mello J-ia-tr.
mecto que baizou com o decreto c. 9 410 fe J8
de Abril de 1885, t^c poblico o edital abatxo
traoscrlpto pondo -m coacareo rcm o prsio de
30 das o iffiio de escrtao privativo do jory e
execocOes crimes do municipio do Ob)
0 eecresarlo.
Joo'oos'o Ferfei-a L'ma.
0 Df. los/ Mar! da R.cha Carvaibo jais de 11
re'to d-> muoieipio do Cabo, m v.-UW da lf*
eic, ele
Facj .ab?: a'.g qoe o prseme edita' tlrem oo
lelle noticua t-vereo), 8c? qoe "iotereas-r poss,
qae *e scham vjgoa 03 rfflcios >e eteivao pn
vativo do jury e exerogoe crlites. deat' mani-
cipio, creaios em virtode rfa I i n. 71 da 3 if
Driabro de I8il em vlrtode da rfnuocia rio
servrniaario Mano?l Civaicanle Perrelra de Mel-
lo em 18"5. couviio, pola, sos pretendientes aos
referido cfflcios a ap>-eseniarem seas requer
mectos deoeo do praso de 30 dras a cootar da
oa dec-eirs os. 817, d-, 30 de -Agosto de i85i <
o den. 9 3Vi rie 16 de Dezembro de 1881.
Ooirosim, f?co cais Faber aos preienden'-
qoe seo* ieqae imeotos devem ser iostrn'dns
cem exama de sufficifocia da que "ata o dacre-
to o. 8 174 d- 5 de Oulubro de 1881.
B para qoe cheque ao conhecimeato de todo3
mandei passnr o psenle qoe sera affixado no
lugar do costme e de'le exrah'r a cenia para
ser remmettila ao Exm Sr. D-. eoernad. r
do Estado para o Om miicedo o" artigo 157 Jo
neerd) n. 9.420.
Dado e paseado nesta cldade dj Caba, no= 7
deNovemo o de 1893.
Eo. Tocmax Sig mundo de A'melda Barros,
escMvao do jo-y escrevi.-J);* Msna da Rocha
Caricihj.
E nada cra's se rontioha em dito edita! ci-
ma copiado do qual exThi a presante copia do
proprio o glnal o qn.l me retlo e don t.
Eo, rtnmas Sig'smaido de Almeid Barres,
escrivao ot-tiao 1o j-ry escrevi.
Cenillcj aoe celo poMeiro imeino ma foi ea-
treae a certiiao da affixc3o do edil. I aeian a
qoal da forrea e do iheor 8ugnin-e ;
Cer'ifl o qaa ffitei bo;e e nn logar da cos'n-
un; o edi.il convidndoos peeienteqteJ ao9 otfi
cos de esraiti prwativojlo jory e t-xeca,OeH
crimr'8 deat rsunieipiu. vagos pela renuncia d
re-pecUvo s-rvi'Dluario Haoocl Cavalcjnle F't
retro ds Mello.
Dju V. Cabo, 7 de Noeuibro de 893.-0
po'teiro lalertno, Pedro Frrreira de M. lio.
Karia mais se ccBliot^ em d ti (ertidaa aqo'
fi'lmeote cipicdsdo proprio o iglnal.
uabJ 7 d-- N.ivembro -ie 1893.
Eu. Thjm..z Sigismundo de Aime.da Barros,
escrivii- inierio/" ds jury efcrevi.
Alfandga e
J^for ment de terreno de
mar i i> ha na praia c!o.
Mibgre-, em Olin la.
De orde o de IIr. Sr. Dr. napeo'- t'e-ta repar'i;To. t-a^o A'o^des t'ampoa
Paula'requerid t por p'o: ate uto om ter-
reno de marV a c m 10 metroa de frente
e 22 metro de fundo, aito na pra:a doa
Milagrea da oidade de O inda e que o pre-
feito municip 1 da mesma cidaie declara
confinar con propriedaee da wovt do
corone' Loia de P^ula L^pes, fica mar-
adn o pra.'1 dn 3T di, de Record com
o deereto t 4105 da ?2 de Feveriro de.
i 86**, ra quena ee j"l(?"r com dueito k
pretarenci i ni (l!udii.o eforamooto on
'.iver ontra qaalquer reclamsao a faier
apresental-a devidfmfcte undament da e
doumcntcd.
Findo o referido prsao nenbuma recia
macSu aera teceita.
A'fandega de Peroambuco, 24 de Outu
bro de 1893.
M. Antonino da C. Aranha.
Comptnbia IndoslrM Peroain-
[NIlICArR COMMERCI\L
BO
RelaQno ok refere o edital gr
Ti-x-u de repRrt'Qao
40 aobra o valor locativo das csssa de
cominerci., industria e profiaeSo na
cidade do R-c.fe.
20 [, sobre oa depotttda ou dapenden^tf
deato.
30 ;0 Bt ve. o va'or locativo daa c--a?a de
oos-ituercio, industria ou profia*5o
fbra a cidode.
25009 por tJEelfda c alvarenga oa ca-
cos de osrga a desear^ i.
Inspoeto spplieado a C-oipunbia do
Bombaros
50:00 (5000-\ ir-azem ou loja de faier-
le-rfa em g-u so ca retuibo,
25:000$6 3=Ar8a oa loj i do ferra
g-c-ro, mindeais, qoioquilhartaa e
awehina ;'c costara*
20(0^0G-Ariizetn de vsnier gene-
roa de esiv* em grosso.
7:500;00>?Armazem de vendir baca-
Ibo.
7:50 O)0 Arre: seta do vender fariha
de Jgo.
22:"' C-4W0 Atm*3oi de render ft-
oear.
KhCOOjOJO -Armanom do vender xr
ann ere prosso n a re'aln
5:0O"5000rmaacm oa vo.tu ttfcd*.-
raa berrariaa,
llOOOOOO Armaaom de m^ee&rnca
3f:5C0O00 -Armaseifl <;u eaorip'.owo de
e de
i.* Sseca.Secretaria do Governo do
Estado de Pern^mbaco, em 7 de ovem-
bro de 189*.
EDITAL
De entrad) Esm. Sr. Br. g^veran-
dor do Estido. faj publico para os devi-
ff-to.8 e atn obsrvasela ao ar. 25
dos eff
do Rgulamar.lo eEpc
.en 23 de
Ja-
neiro ultimo para execuc'o da le c. {5
de. 14 de Novo' bra de 189!, quo se cha
vn-
Alfandeffa
IftWMiti de lerrno de n-e
rolia site na praia dos li-
lagrcs em Oiinda.
De ordem do lllm. Sr. Dr. Insptoior
desta RepartigRo, teulo T'burcio Valeria
no dos Santos, requerido por aforanaento
m terreno do n-arioha coro vint: e deis
rotros de frante e trinta metros de fui
do, sito na praia dos M-leg-es da cidado
de Oiinda e qce o Prefoito Municipal da
mesrna cidade declara confinar com pro-
priedade da viuva do crone! Laie de
Paila Lo{, ca marcado o praso da
trinta dias, d:> becordo cem o decreto n.
4105 de 22 d. tevereiro de 1868, para
quem se ja'gar om direito a preferea
cia no tlludido aforamento ou tivor ou-
tra qualquer rec'amacS 4 apr-sor-tal-a do
vid mente fjnlanjental-i e documen-
tada.
Fmdo o to-erdo pras? renbuma re
daaaagSa ecr aeeeita.
3* Sooota da Alfxndega do Estado de
P.rnHmbw, 26 o O.labro de 183.
M. Antot iar de C. Ar nha.
A admni s t r a desta Companhia con-
vida ;s Srs. Accionis-
tas a fazerem a tercei
ra entrada na razo
di 10 i sobre o valor
lo
nomina de suas ac-
^oe ou20|000pora;
c, at o dia5 de De*
zembro prximo, no
escriptorio de Pereira
Qarneiro e comp., ra
do Commercio n. 6,
1, andar. |UoTtBraseiro -AgentesPereira Carneiro C
Sortee Sul-Agentes os mesmos.
- Pacitic Steam Navigation Company Agentes
DIARIO DE PERNAMBUCO
Bancos
Banco Emissor-Directores, Drs. J. E. Ferrcira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Suva
Jesuino Alves Fernandes
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
Banco de Pernambuco -Gerente William M.
Wphstpr .-'*
Banco da Bolsa Gerente Pedro Jos Pinto.
Cnms'anhi: s de lafegacjlo
Carioca-Agentes Pereira Carneiro 4 C.
ChaTabilleRCUQS P"*?-**"? JT*. RuadoCommcrcio n.
Companhia Pcrnambucana de Navegago a vapor pprnamhm-ana o 11
Gerente Coronel lisses A de Carvalho Caes da Comp-nhw Peri
Companhia Mcssagcries Maritimes-Agentes H.
BurU- C
Ra do Commercio n. 38.
Ra Bom Jess n. 64
Ra do Commercio n. 40.
Praga do Corpo Santo n. 1
Ra do Commercio n. 6, t. andar.
9-
vapo o C'Tgo de juia do direito a 2
ra G'ttiaiercio do aoioipio desta
tul ea coa.oeqitoi? i i da r a acollo do me-
giatrado que o o.ccupov, Dr. Sig*sowndo
Antonio Q'jc^alvos para a 5' P^ovedo-
ria.
A vaga de que ea trata ser prehen
ekida pelo iuia de di.eito maia antigo,
dentre oa qae rsq-aererem re'"i>oS'' p?-r
este Bonoipio. n praso de 60 dtaa con
tdos da publicado do presente edital e
ti, Denbaa o req ercr, o provimento ner
teito pela form daterminada ao crt. 21 do
RigulamsnH citad e de frecordo com o
acto e instrucco'a e 12 de Agosto do,
oorreote anr.o.
O secretario,
Joao Aug -sio Ferreira Lima.
\Ifanega
" I Aforamenio i* terreno dn Mariana sito a roa In-
peri;il fregoesia de S, J. de.;a ciJade.
De ondeos du Dfs* Sr. imveeior desta repar
tigao loado Bdvard Collier L^gh, requerido por
afuramenio um terreco de maiinba ano a ra
OKeuta e Rote (a'.tiga ln:-' ridlj da freguesa de
S. Job tiesta cidade, cum oi'.euta e oito metroa
de freate e ceoto e qaarenta d fundo, o qul
Ootlna ;o corte, com e rio Cnpibarib*, ao sol
c m a rea Oieota e Nove a l?ste con o terreno
de nsarloba tevclato com uoze metro* de trate,
coaiados no a'iohameoto da rem-Qtteota e^ovea
eoooot ar cem as casas de Pelro Jos da Silva, e
a Oei'e rom o terrena tambem de mariuba coro
duee mtt-os de freaie coaados oo mesmo ali-
nhameoto a encontrar com a cs?a de Antoni.
More ra eip, ch-wnad aquell? qaa ee Jolgar
pr> jud^cao <>6m oe provar do p-a?o de 3 dtaa o
tfirtrl'O q iem com rela^So so aforameoio do
refer o >,rr-no.
3* n- cao da Alfandepa de PrrDaxboco, 10 de
Novtrnb-o.de 1893.
Minoel Ar.tonico de Cirvalbo AratiBa.
Cf
.(
pea
paot
cora-, i": P08igns?o
(prnrree s o. con8ignv3B.
16:C005'00 --Armasen oo deposito -da
reclner, aifaftdegado oa n o.
7:900(5000 Arasatn da ms^cegao
alg"12n.
8:7505003 Ara-soto de compra e ver
dv. ft klgodB oonhecdaa pe'.a d(
ninsfSo preoeaa do algidlo.
8:0C03O O -A-m 6-m ou depisito al
fandeg do o ni, r'e r eoolhor k'-r- -
Mmoe ou oiitr.ij matejias ir.flamavis
7:100100') AratMwm de vedor dr .ge
o ph'imaciitB.
30:0005000 i meo, Sfeoeiae fiaew on
reprap.en.actf.s das ncettM cscs b3C-
cariaa.
lO.COO^XlD- CoeipanVae de seguro e
geneias compra haadida qaalquer
jce.no Cractir de agente do .coj;
ibis fi-'. oentraoto deesa n-ture.a
estoeptuadaa as eompaohiae de coc-
*ne'ao*.a dj servc/, de bombesroa.
l6K>05OQO -CauM de vender b Ihetea
o loteras.
IQ-jyjtOQQ Eoipresaa n"rys5aa on
r?en.!> r-So tributvdi.a d retBa0e
eru *a rao jespeo'jl da negooo.
4:37 8000 EBctnentt'S de oguaudente.
3:7VJ^03~> FiodijSaa avapor.
6:2c5'.'afabrto** da ssbSt.
:G00v0J Fbi-ja d ee-wei Iieo-
n&do licore?, pe.nebra e vinsgre.
3:7r'(S0J-S'bfica de de*tUlk$So e res
tili-eo de alcool.
7:5\3i500tf- F-brica du picar fumo e l-
ser ehvotoa o cigarree. y
l:2XO)'"5 Fabrica decalcadJi', nao com-
er? he did&s .8 pequeas cffiinas am
Bisa pBrtia-ila-es ou as lojaa'
ll:25<--0-"i0 L'jss de ja aoraecta ou
jou-8 e rel'jieiros.
55O0O Lojos de chap >
' O Dr. Sigismur.di Antonio Gooulves, 1'ib
de, direito d-j commercio ai**! Cdadfl
d.j Recife, ept^i do 't.iio .-. e Per-
nea buco, Ct3.
ao saber eos qoe o presente edit
noci verem, ^ue se ha
de arrematar esa pre. a qoeta r:ais d*f e taft'or Unce off r cer
poli tareeira <", no dia 1G o correte
mtz, depois d respectiva aadieocia dc^te
juit", bca legoibte :
Urn sitio a. !ad.) direi-o a seguir do
Rtci'o a Eatr*dei N va de 'aa:&nga e no
mesmo povoado, contendo d::u3 cea3 de
taipa, iiai f.r.o de a t.r pro, urna cscim-
ba de lijollo e. quatro pa de sooqaeiros,
unjo Bii > m^d; do freate em iinhn reete
350 pfalmos BMtl c" raecrs, com cero de
200 palmos de {ando, e a dividir pelo
Efac iic, con Feaoeisoa Janu.r^o(carpa:)
pelu cente com o oit.to da caen ende tem
Di
v ata usa
Alfandeg-a
NTIM-C-V)
:ro do Sr. D-. inspector e
CTcmunicacSea co.tantee
dos
ao
cha'
pal
b fundo
ac.) 0;el'.s, avalisdo em r:io
sendo e psrte pertencente ao
S0>
deo-
375O5C00 Lr-jas dn chapis de
coapr'ene.r;d!daJ es tfficiuss
tro dn estabelecimento.
9:3755000 Lojas da calcado .
3:l2')5''r<0 -Lojis especiaes e roopas
fe'.tas com oa sem tfBji^as.
2:&00000- Lojas de oag-.s e vidros.
6255'" 00 Lojaa de cera.
1:8750COQLojas de Hvros e papis
corop-ehendidB as rtepactiv^s offioi-
nas do ercaderaac^o ou inpr-'SBS'
dentro do estabeleoimeoto.
625050-L'js de piaros, rausi^as o os-
trumenti.8,
l-COf(JC0 Lojh da sellas s arrotos.
5,625$"00-Loja de movns
10:0003000 Padarias.
6:2505000RefinacSo.
5:OrtO0 0Re boca dores.
2:4 Od'CO Typo;;rapbi8 e lythogra-
phian.
7:500,5000 Agentes de freame'.to de
navios, conmiisarios de compra e
venda.de gneros e cambios, conbe-
cidos por svoROes. ____
I" seicaa. StcretaMa do governo oo K-'oo
de Percamboco. ecc 13 de Sivembro de 1893-
Edital
De ordem do Exro. Sr Dr. gov^rnador do
Estado e par execocSo do rtlgo i7 p&daria junto
cem J?r*es
:UC,OCO0
ssccKtaio J:0COO9O,
D.t- p'trte do eitio, caen e b?ffif6;.1ora8
soffreodo o abatimento de des-per ceoto,
na segnnda prca e *.&-> tand corr.para
irliiTrritiintij- ~T- trce:r, soffrindo
indo o abatimento a des por canto, pela
qoaotia di 8l0$GC0.
E oseo nao eonparcan licuantes, q cubram o valor du ref.rida importancia
aura a mesma perte do litio oaaaa e bem
foitori8, entregues a quem rraior lacee
offere^er, em virtoda de j ser a tercera
pr*ca.
Vo a praja por txeeucSo que move
Jus Bezcrra da C at, Qdoder, c.eaier.a-
rio de Antonio de Alw-ida Gomes, co tra
Mancel Bacell-i' de Oiiveirs.
fi par; que oLegue ao oonheoimeiU) ce
tedee jnar.cei passer o preaaoto quo aera
publieida pala impr-insa o effis di no lo-
gar do costme.
Dado ptssado cesta eidsde di Recfc,
capiul do Estc.dc de Pernimbuco fces 7
de Novembro de 1893.
Paga este da sello l$20O e 500 res de
emolumentas pela asiign&'.ura ero est.n-
pilhps acui coiiadas Recife, 7 de Nov.m-
bro de 1893.
Subssrevo o esi_jn3.
Raiife, 7 de Novembro de 1893.
O escrivao interino Francelino da Si i
veira Macbado.
Sigismundo Antonio Qoncal es.
oficios do Dr. fi'ca! dos eij;c&hos cen
t Res. datado de 27 de Setombra e 22 de
Oiitiiorn ultimo fisa mrcalo e.o gercn'e
da P*bnea Oectrl de S. Lourengo da
Matt, Henry Swalee, o praso de 8 dins
pri vir recel! er as eoiree "eata repar-
ticSo as maltas quo ibe for:m impostas
pe o referido D flaca!, na importancia
total de vinte e um coatos e quinhentoa
a i Iris (21:500(5000), por '"nobsarvfns-a
de dispocSes egaea e do respectivo cor--
t;*cT.> firmado com o governo, sob pena
e 8tr a cob-anca feita executivamente.
En 53 de Novemhr de i893
M. Antonino de C* Aranha.
Recife, i defiovem
bro de 1893. ___
Companhia
Exploradora de pro-
ductos calcreos
3' chamada de capi al
De ordem da directora sao cinvidadoa es 3s.
accicnistas reb^c iptores daseg-nia ser.e do
capital desta compacbia, de realisarem a tercei
ra entrada de 10 O/o ou 20* por aejao at o dia
25 do corrente, no Banco Pi;ol-r.
Reoie, 10 de ovemorj de 1893.
Rodrigo Carvaibo
Secretarlo interino*
Alfandega
Aforarasntojde terreno de Marinan rio
travesa o Triadade da fregus! de
S. Jo desta cidade
Da irdem do lllm. Sr. Dr. inspector
desta reparticSo, tendo Francisco de Sal-
les Britto, requerido por afersntento um
terreno de marinha sito na travesea da
Trio lado da freguesia da S. Joa destb
oidade, com vinte e seis metros e cin-
cuenta centmetros de frente e quarenta
e oito metros de fundo, o qual cor fina
com as casas do Ma^l Tertuliano dos
Santos e Diogj Augusto dos Reis, cha-
mado aquello que ae julgar prejudicado,
aflm do provar no praso de 30 das o di-
reito que o terrero.
F.mlo o referido pres? oeohana rec'f-
maclo ser aceita por esta reprtalo.
3* secejSo da Alla-ideg de Pernambu-
co, 25 d< Outubro de 1893.
M. Antonino de C. Aranha.
Estrada de ferro central de
Pernariibuco
Da ordtm do Sr D director eu.se, h.^iro c^efe
bgo podIv:o qas no dia 10 i correte ser
tuerto ao trafeco provisorio de aercaJoria? c-
aoimaes o trecbo des'a estrada eotre as estacOe
de nssintia e G:ava' com 17 kilmetros de
extensas, de vendo deotro de b.v.ve um'. etr
uuugurado oo mesmo Ueebo, o aervico de trsoe.
po'tes fie passagelros e cagsgoav.
Secretarla da pairada de ft-rro cettral di Per
D'mboco, 11 reNofemb-ode 893
0 see:ecro
Victaliatio Ribeteo de Sonz3.
Pacilic Steara Navigation company Agemcs
Wilson Sons & C. Limited. 'ja-
lea C osa Line ot Sieamer. Agentes Johston
PateriC....._.......
companb'as de Seguros
Companhia Amphitrite-Director Aithur Aug
to de Almenla
Rna do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n 6 i xndai.
Ra do Commercio n- 6.
Ra do Commercio n. 10, 1* andar
Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Ruado Commercio n. 48,
FideifdadVda Lisboa-Agente Miguel'jos Alvos Bal do Dom Jess n. 7, I. andar
Indemnisadora- Gerente Joaquim Alves da Fon-
seca.
Ra do Commercio n. U
10.
45.
sTnrtf"Rritih Mcrcantile-Insurance ompauy -
Agente vvflson, Sons 4C Limited Ra do Commercio n.
Phenix. Per=ucana^Admii.istrador Gerente ^ ^ ^^ q
I.uz uuprdi.
c-^S?EtrX*r:iioa uo commtrcio *" '',nte
cmbs.t ,s's,'arcos-Geren'.- ** *
TSS.'tE'ssrsasrt" do,iniiin !s-
Cooslsaaces e eommlssocs
Augusto Lahille Casa de CommissOes e ton-
BeatfJ Al^eldl & C.-Casa VcouimissOc^ .
Borstelman&C -Escriptorio de Lommissoe e
consignaces
Carlos Rabeilo & C. Casa de commissces.
Joao de Meira Lias.. Casa deCommissSes .
Joimston Pater & C. -tasa de commissOe e
consignaces -. ""*."
Max Drechsler casa de agencias e cotnmissues
Machado Pinto 4 C -Importadores, exportado-
res ecommissarios. .,.\..;il
Manoel da Siha Maia-Succcssores de .1. Maia A
C- Escriptorio de commisses .-
Vfanocl Ferreira Bartholo a ^-Escriptorio de
commisses e assucar
Pereira Carneiro & .-tasarle commisses. .
Silva Guimaraes -\ C. -Escriptorio de comrnia-
Rua do Commercio n. 9, 1' andar.
Ra do Mrquez de Oiinda n. 52, l* andar
Ra do Commercio n. 1S, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31- l.- andar.
Ra do Bom Jess n. 44, L" andor
Ra do Commercio n. lo, 1." anda!
Ra da Cruz n. 16 e 18,
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commercio n. 7, l- andar.
Aua do Bom Jess n. 4.
Ba do Commercio n. 6, l* andar.


Ajosiiiilio Costa -- Fiuza suceessorea de ava-
res de Mello, Genro & ';,--.asa de commis-
ific-; *
Theod Just-Casa de commisses e represen-
Wilson Sons C. Limited -Casa importadora de
carvao de pedra de todas as qualidados .
4rmzc&s e loJa e fazesiaas
indrade Lopes & C. Annasem de fazendas em
de fazendas cm
Largc do Corpo Santo a. 15 L andar.
Ra o Bom Jess n. 02,
Ra a Commerc n. 101..-'''
grosso
Andrade Maia '"
grosso e a retalho
-Aimuz'm
Je
Perftambuco
Alfandega
COBRANgA DO IMPOSTO DE FCO
Ei'crc ti c 1&93
2- seneeire
Eata repartiQ^o da-an'e ocor-e.ite m z receb'
em multa a segonda quota do imposto do lamo
e seus preparados, o qii' te fas paMico pa-i,
c niiecimento eos i;:t^-esados, deaccordo eom
o diz^osto no art 1 do resalamecto aooexo ,o
dece'to n. 1203 de 28 de Deserobro ol'ino i.3,
^e admlttira o pigasoeoio da qoo'.a 6o 2- se
rcestre, Besode em diviia a do 1*.
1 BefCBJ da Alfandega e. Perasmbaco, 9 di
Novembro de 1893.-0 ebefe
Cictro B. de l-llo.
DECLRACOES
Alfandega
AforaxfQto eV t-rreoo '.e aLvioba to do Ha-
picio fregoeia da i a V.'-'i
De ordem do lllm. S : '.^pector desta Re-
pari'cSo, tenoo El va ni Co1i L.-i^b requer 'o
por aforamanto am terreno de maru ,';a sito oo
Hospicio, fregof-s'.a 4a los Vis-a deMa cldad,
com canto e eiocce. t. c dis e'roa de frente, -
centoeoiteoUe t'i metres de foodo, o qoal
coDoa ao norte com a roa proj ctada D. Vilsl,
ao sul com a roa do Hopxio, a le le coma caro
Doa e poate do Hospicio, e a oeste com a est-aa
do Pooibal, chamado aqur qoe se jolg.r pre-
jo^iedo alim de probar no praso .'e 30 cas o
direito qoe tem com lelecao ao aforriueoto do
referido terreno
! 3ecih a A Uodega de Peroamboco, 10de
Novembro de 189J.
sJaovei AQtooico rfe Cnrvaibo A'Sdos,
Alfandega
De crdom do Illos'ra Sr. Dr. inspector
tdc-d: em vista o requerim"r.to devida-
rente informado e abaizo transcripto, fica
marcado, a D. (asparina dos Sintoa
orre da Araujc, o prasj de 30 das
para vir provar o direi'o que tem sobro o
terreno m que se ada edifictda a casa
perte ;cete ao sg.atario d mesmo re-
(jn peio re;p;jtivo numero, est situada no ter-
reno de mancha aforado *o bacharet Pedro
Fracciaco Oorra de Araujo, nao constan-
do, alem diato, que a referida D- Qatpa
ria eeja fo.rejra de ta:reno a'gnra
O reforido reqneriuaento, dcc'Jirento e
informales podero ser con ultados nesta
R^ptrti^Eo pela mencionada D. Gespar.na
ou sea precarador.
Illru. Sr. Or. Inspector da Aliad, ga
fcUynoadc Notato de Oliveira, tendo
conprado em 7 de Msto de 1892, n ca
terrea ". 135 > ra 83 sntiga irar-e:i.i,
prlopreco 'e 2:5005000 ajofto Gm.i-alves
di Cruz e sua mulber, como edificada um
terreno f re'-to a O. Oaaparina dos Santos
Corii de Arsojo. a cujo prccKaJor Dr.
Joucuim Cafeta de Aratjo, foi pfgo pelo
vendedor o rep c ivo latidemio de 21 \
por ceno sobro o vsbr da compra, em
vista co documento in:Iuse, acontece que
o cuppl;ante com bona fundamentos, sabe
que o tolo em que est edificada dita cssa
o oais ai qae Ibe servem de liaites,
de m^-rinhc, tendo a dita D. Gsspsrina c
dominio ntti ; e como queira legalmente
^car na pc=se do terrean, que em boa f
lee s-qui3;j.So, reqaer a V. S que Ibe
mande pv.sur o respectivo titulo de : fora-
mer.to perpetu, c^moo de lei.
Afsim pede deferimeuto E. R. Mercfi.
Recre, 19 e Oatabro de 193.R y
mmo Nonato do Oliveira.
Ek 6 de Novembro de 1893.
M. Antooino de C. Aranha.
r.i
Companhia
Izina Cansaoco de SiDim'.'ir
De ordem da directora, convido os Sr. acelo
ni'tas desta companbla a realisarem a 5' prea-
lacio de 20 O/o do capital subscripto ca 10J0C0
por aceto al o da 30do correte, oo Raneo de
Pernambuco, a roa do Commercio n. 40.
Recife, i de Novembro de 1893.
Director eecreUrJ'.
6. C. e-tn
ALFANDEGA
Aforamento do terreno rje
marinha sito no lagar
denoirDa]o Ga-elleira*
da frtguezia "le S. Jos
do Recife.
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector
desta repartijao, tec:do Joaquim A.ves re-
quer lo doua terrenes de cisrinLa titos
no lug-r denominado Gamellira do 2o
districto da freguezis de S. Jos desta
cidade r.o anal ee sotan edificador: deas
casas d taipa que d'z Iba perteocer, alo
coDVdadc8 todos aquees qae so ju'?a:e
prejudicadi)3 c-m o mesmo aforamei.tn,
virem requerer preferencia, ca o qu-? pe
tenderen! a bcii. de seus interesses ni
prao ce 30' d &s.
6'indo o reterii> praso oenhua-a recia
macao ssra acceita.
Alfandega de Percambuco 27 do Outu-
bro de 1893.
M Antn nado C Arajo.
:t:
Uoio Tjpngfaphica Prnambo-
cana
Commoniu a laos o? Srs. reces e especitl-
meolc aos Srs. delegados de officicas que esta
asfoc'scio em reseto de sembla gerai de 12
do correaje approvoa unanimente a n,.va tabella
de pregos typora?btcos, conforme ibe foi te
querido pela clasre.
Secretaria da Uoiao Typoe'aphica Peroambn-
caoa, 13 de Novembro de 18V3.
O 1 secretario
Constancio Carvaibo.
Companhia refinadora mer-
canti' e assucarein
Stima chamada
De sccordo com o qae disroa o art. 5- dos
estatuios desta companbla. sao duvldados os
Srs. acctonl-us a realifarem a stima entrada
tobre o cap tal, a raxSo de 10 O/o oo lOJOOO per
accao at o ola 30 ce Njvembro v odouro, ns
easriptono desla companbia, i ra do Dr. Jos
Marlanoo o. Si,
Recife, 31 de Catabre de 1893.
Manoel Joe Perrelra Crui
Director gerente.
Ra Duque de '"axias n. i>2.
Pateo do Livramento n.- 22.
Ra 1 de Marco n. 20 A
Rui Duque de Caxias n. 56 e 58
Rna da Imperatrn n. bfr
Ra Mrquez ;>- Clinda Q.16
Ra do Mrquez de Oiinda :.. C
Francisco Gurgel & Irmao.-Loja de fu/.endaa e
modas...... '
Joaquim L-iiz Texeira & C. Loja e annazem de
Fazendas das Estrellas
Loja do Coelho Sortimento de I-a enas e
Modas........., '.'
Olyntbo Jardirc C. Annazem do raxenoas
em grosso,...... '
Rodrigues Lima & C -Annazem de fazendaa em
grosso........, j'
Oliveira Basto >- C-Arrnnzem de miudezas,
quinquilharias e ferragens era grosso Ra Marqu. z de Onaa
Vianna (astro & C. -Loja de ferragens Roa Duque de caxias a.
atseatait
Joaquim Alves da Silva Santos rnazemdo
macamos.........
Jois-apti.i
i. Purcell.-L>t.ograiliia oTvDOgrapnia a
vapor...........' *
Farinh:! de Irfgo.
Machado A Lopes Armazem de l'ai iuha ue .
trigo, importador........
Arsuaz sa de IsaealaWkflj
Jeizas IrmSos -Importadores de bacalbo .
lA'il^-S'OS
rhomaz Jos de GasmaoAgeuu, de leudes-
FnttdteSefi
Ra do Vigario n. lo.
Ra do Mrquez de Oiinda 6
Caes do Apollo n. 7.
Largo d'Alfandega u. 3
Ra Mrquez de Oiinda a. fc8
Ra doBarao do Triumnbo a. li
dem n. 'Oi.
.Ideuin. fO.
Ra do liom Jess n 62
Ra do Boiu Jess n. 5, l"
Ra 1- de Margo n. 18.
Ra do Livramento n- 24-
Praga da Independencia s 3C
Alian Paterson & CFundicao gem .
Gardozo & Irmo Grande fundicao de ferro
bronze....... '"."..
Luiz di Cruz Mesquita. Caldeirana e fandi-
cao de bronze > ...
DSTcr. ibe Stein & C- Negociantes de couros em ge-
ral e borracha.......
Resbach Broters. -Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportago .
Fabric.-i c I Ja de ealeadsii
>.Lbino Cruz ''. -Bolina Maravilhosa Loja de
calgados eetrangeiros e nacionaes
3raga S & '. Fabrica de calgados .
Fab.it'a de CRkjcos.
Chapelaria Victoria-Variado sortimento de
Chapeos, para hotnens e senhoras. .
Serrarte vapor
os: Rufino Cliinaco da Silva. Serrara a vapor Caes da Regeueragao n. 24.
Arsa^zesii de fu ai o
vlmeida Machado & CArmazem de fuios
papel eoutros eneros.'......
Arusazens de estira
Domingos Ferreira da Silva A C. Armazem de
gneros de estiva em grosso.....
Fraga Bocha 4 O. Armazem em grosso de g-
neros de estiva.........
EsMfetaa al a de agisardt-at
Fabrica de vinhos, aguarden.e e mel.Pinto
Ferreira C........
^aclnmeiito de alcool, agurdente e mel.-Pin-
to Fe/reira C........
ereearlaj
Neves Pedrosa A C. Mercearia .....
Fogas Mendos CGneros de Estiva .em
grosso c a retalho........
''yIo Tapala c E.itho^raphla
Typ. Atelier Miranda-Typograp'ia e lithograp^ia
a vapor, pautago e encadernago .
l*>r zene c ecsweaft*.
Fonseca Irmos A ''.. Gtandes importadores e Largo da alTandcga n 2 croas do Carao uv
exportadores.........Triumpho ns. 6 e 8 c dos Guarjnp-'sn -
fabrica de sabo .' -au
Fonseca Irm&os *CA maior fabrica de sabo Ras os Guararape3 ns. e 4, r*> Tn-
do Brazil...........urnpho ns. 1 e 3 c Largo da alfeidega n-1.
:
.
Ra da Madre Deus n 36,
Travessada Madre Dcus c. 8.
Ra da Ifrdre Deus n. 1S.
Aogados.
Caes da Companhia Pernamliurana o 13
Ra da Perda n. 33.
Ra do Rosario Estreita n. 9
Ra Duque de Caxias n. 37.
Club Carlos Gomes
Sa'o err 18 <'t Nj*>mtro
Sil- nico i.08 Srs. sartas qa> podi m d^ s e
,4 recj-Ber o< seas ia?resso8 na tecrlanado
Clob, '/a 7 f ? 9 toras da cou'e, sm de bsbid
tarem re a olt ma fela que de., eer rea'ieada
oj 'e actual, urna vz qoe 'em deee;- modada
para o f umptoojo palace'e Bits roa do Viscan
de do Rio Branca o. 71. Lembramos qae de
accordo c-m es et Ututos gS j se sdmltle poeitl-
vamente convidados.
Recife, 13 de Novembro de 1893.
Alvaro Pinto Alves
1- secretario.
aL, l. P.
Atbeneu hm
ti
Esta socledade aolemoisa no 4a Ao coi-
rente a festa d. sna padrofira, Vinr^i Marijr
Sania Cecilia, com om coueerlo nsaaoJ. e en
seguida um sarao dsnsaote.
Recife, 13 de Noven.bro de 183.
O 1.
Odorico A.CF*
i'


rain




i
"
e<




Diario de Pernambuco Quinta-feira 16de Novembro de 1893
Agencia de renhores
Sao convidados os Srs. possoidores das cao
covs abanto descintas virem ref.rroal as oo
reegblal as desta data a 30 mas, eob pena de
seren vendidas conforme determina as Cinli-
$6.8 a^is-nadas pelos Srs. empenbsotes.
Ni'njeroR :
151, 164. IG9. 7i. 216, 233, 237, 243. 2M,
264, 26 27i 2'7, 3(>8. 31, 3:4, 313,3*9.
374 386, 367 393 48i, 516
Recite, 2 u. NuTt rubro de 1893.
Lnis Vernet.
lfani ga
Aforamento de terreno de marinha sito a
ra do Jacobina da freguezja da Graca.
De ordem do Illui. Bf Dr. inspector
dcsta reparticao e visto ha ver !oao Ra-
mos requer do por aforamento p rpetuo
como confinante, o terreno de marinha que
limita com urna propriedade sua, sito na
freguezia da Graca desta cidade, a ra do
Jacobina o qual tem de frente ?3 metros
e 80 centmetros e de fundo 29 metros,
chamado a comparecer a esta reparticao
aquelle que se julgar prejudicado, afim de
provar no praso de SO dias o direito que
tem com relacao ao aforamento do referi-
do terreno Findo o refer do praso ne-
nhuma reclamayao ser aceita por esta re-
part cSo.
3 -00980 da Alfandega de Fernambuco
20 M. Antonino da C. Aranha.
Sociedade
V ^iicSccBle dos Esl'wdo-
r s
D d. taido cidaiao presidente, convido
; icios rfTjcilvos, trabajadores de es-
tiva e u trafego do porto rara oma reool" Da
.. iocihI roa io Vicario n. ?5 1- aod r, no
domingo 19 cuja reooiao lera logar das 11 ho-
ras lia inat^S as 2 da tarde, a^ de tralar-se
Coa on roclo di negocios de imponencia, visto
te re I s^do a reoDrao convocada para o
da 5, tu o 00 correte mez.
Serio pun os c m o rigor da lei e rua's ber. cao social touada. todo e ooalqoer associa-
co :u ''ir : divos {-atoa dixarcm de compa-
Secretarla da Snriedade 01S0 Benefhente dos
Salivadores. 13 d>- Novembro dt, 1893.
O 1 secr-. tano
J aqoin: A. Valerio da PaiT8o.
' ernambaco Powder
Fact 13

umI
COI '
C3CS
eooi
ar;o
I




*
i' 1
' 8
'.serxbid geral ordinaMa
di directo"?, convido aos Srs.
3 ds a companhia, a KDDiren pe era
Keral ord-:ri-, qosru-feira 19 do
; 1 hora : larde, 1 o ?l" na Aseo-
re 1 Btn fi 1 para tcmarem
. dj r I I ( 1 antas referentes ao
l em IpOPto findo.
atteocaa dosS-s. acetonistas Bar* o
1 a 1. io' o eslatatos < cjri.paohia.
N u93.
Ji. Barbosa Vianr.a,
secretarlo"
Aif
T
da
L?.ges e
Serijo
rend meo! )
i m do Sr. Dr. I ispeetar o ero
tu 1 da orden 1 per; 1
C. publicas do T! F idei ,
l 15 ( mbro proao
pirttiito, fi 1 a reprti$a
receb: popos! 1 iaa c
{ ', 1 r o 1 c_*-
a. o, i r> o rr<- s-t 1 | pri
a do b So-
no 1 io '" Itno b
( l, 1 1 i
.1 o fa
r.
', far 1 01 terupo
c_ de 1 v 11 B 1 11 ser-
oarbr 2:5X)
1 'r'
T .uro i 1
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A!. Aotonio a C A 'ha
Direito o B efe
r. do P r ; fj' poblieo qoc
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1 ( f p a
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1 D'et 1 I n 18,
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j I r. lereocis l. Ii Diatri 1 '
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.891.
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it in .. 1 1 1 1
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Dio 03 B3Slg .
. lo 1 acolar em
' B 0~ t"C3
Irii roo da I Illa tf'oai e pooaain ce-
jjj 1 Di PBS P : D!P8 COI-
1,. pro 10 u apn \
-o de c la >; srt. 460
( -o o
ai da di'. por cada
1 o 1 jes sobmetler-se.
*c r. tas ?pgoinle8:
D i latti ingles, rrithmptica, al
gkbr jte; la, ingODometrla, gf u'apbia. es-
jt a e ao Brasil, tistoria uonergal, h's o-
I z!. pbyslca c cbimica e istoria l?io-
t^i poden te ser o^gan'sadas o en ma
Ibl ce 1. T"-a couvtDHniia do eervico. N'esta
aapprovocftu em ponn^nea sera
cocv'.' Upeoaavel para que 0 candidato seja
FUt" o sum de qoalquer cutra mateia ;
o can!i'!s-o ao esame de j.eoae ria e irigoDorae
tria devora ter apirovica-) im artfcmetica e al-
gebra, para phyl.a c cbimica, sera exigida a
apprcv.'.-i'"m uta tica elementar, para his
tor'j or'oral, a approvscao em pbyMca e cbimi-
ca, pnr;. h'jirria a approvaco era geograpbia.
A dei- rienda sopri meccicoads nao se en-
ternle aos aiomi os do Corso or j ter sido exi-
gido p o ciisiao di rrgpei'liva naa'ricola.
Secreur/a do Corso Aonr-xo Faro'dade de
Direito/o DfClfe, 8 de Uovembro de 1693.
O secretario,
Telftpkoro i. da Silva Fragoso.
Alfandega
Terrenos da praia dos Milagres
em Olioda
De ordem do Sr. Dr, inspector, sBo
convidados tocos os propietarios do ter-
ronoa contiogaos aos da praia dos Mila-
gros em Olioda, a virem requerer, no pra-
10 de 30 das, que Ibes fca marcade, o
aforamento deates ultimes, cada um na
parte correspondente testada de ana
propriedade ; ficando, porm, os meamos
propretaroa advertidos de que lora d'a-
qaelle nrizo te alladidos terrenos pode-
rlo ser livremente omcedidos a quem os
pretender e satisfiser % exigeooiaa le-
gaes, visto que o pecsamento da Jn, fa-
voreoendo taea annext ^Ses adoptar om
1 meio maia ootdacenta a consecocio do
fim da empbyteuBe, que sem davida
utilisar e valonaar ca torrente, e por con-
seminte o direito de preferencia dos on-
finsntes, tal como ae -cha oooeagrado no
recreto o. 4C5 de 22 de Fevereiro de
1868 jamaia poder coarotar o procedi-
meDto deata reparti^Bo, a quem cabe ae-
lar os interetai-a fitc-ep, o&o permitiiodo
que continucm os referidos terrenos a ae-
ren illegalmente ntilisadoa por acuelles
propri<*tsrioe como se tossem de domioio
proprio, conforae con ta.
3 a aeccS' da Alfandega de Pernambu-
co, 6 de Novembro de 18V3.
M. Antonino de Carvalho Aranha.
Alfa dega
Almenlo de trrr- no de niari-
nl?a do logar denominado Coe-
Ibes, fregnezia da Boa Vista
desla cidade,
De ordem do Illa. Sr. Dr. Inspector
desta ReparticSo, tendo Manoel Nanea da
Silva, requerido por aforamento o terreno
de marioba u 50 sito no lo^ar denomi-
nado Coelbos, tregueeia da Boa-Vista
desta cidade, per acbar-se o meamo ter
1 oo/ devoluto abandonado e oooatando
neata ReparticSo que esse terr.no foi afo
rado ao ccronel Rodolpbo J080 Barata de
Almeida, hoje fallecido, assim come, que
ha muitoa annos n3o tem sido pagos os
oros, sendo por.t>nto caso da pena de
commisso, ficam pelo preserte intimados
ea berdeiroa on success res do referido
coronel para no praso de trica diaa vi-
rem reclamar e provar o que ior a bem
de seu direito.
Findo esse praso nSo ser mais acoeita
recIxroaySo algorra.
3 SeccSo da Alfandega de Pernam-
buco, 26 de Ootubro de 1893.
M. Antonino de Carvalho Aranha.
Alandega
Terrenos de marioba sitos no largo de S. Fran-
c co oa cidade de Olioda
De ordem do Ilion. 3'. Dr. iospector desta re-
pirugao, tendo Joao Ramos requerido aforameo
to de dous terrenos de marinha silos do largo
de S. Fr.incisco da cidade de Onda e qoe fo
ram ue Jos de Saol'Anna o a Aotooia Mara dos
A'jo*, cham-do a comparecer a esia reparti-
g5o aquelle que se jolgar prejo ado, aBm de
provar dentro do praso de iriota das, o qoe
for a bem de seo lireitj. Fiado o referido praso
nenouma red parncao.
3* rei(ao da Alfandega le Peroamboco, 19 *
Ouiobro de 1893.
0 ebete
M. Antopo'o da C. Arau'c.______
Aforar eato de terreno de
Mai iuha em Olinda
De crdem do tllos'.re Sr. Dr. Icspecor desla
repariicao, t^ndo Julio Ferreira da Costa Porto,
reuU'No om 'erreno dti marinba pito na praia
do'CaraiO da Cidade de Oliu a com 10 tretros de
frente e 22 .-?e (ando o qual confina rom os pre-
dios p."rlen:e'.ies a viova do Corcoel Luiz de
1 Pao'a L pep, cbamado a compadecer a tsta re-
' part'j .qoelleqoe pp j Igir p-ejodicado com o
tr oaf<:rameDto, a vir reqoerer preferencia, ro
0 q eoteoder u b^m de seas interesee?, no pra-
30 i as, lindo o qnul n*nrjoma reclamacSo
j se'* a celta por es 1 reparticke.
A'fard a de Peroan-bu^o, 17 de Ou'.&bro de
1893.
0 cbi fe,.
Mane el Adi.bn
SOCIEDADE
Monte Pi Popular
eroambucano
De ordam do u>sso Irmio rt.rector, e nos ter
mos do |S' dj a t 22, c- da se a totes es
1 t:Oa uo gjso de pen Ir t .- ccmpirere*
. 12 boras do ola 19 da c rreote, ;-fim dse
iP-ocedei a eletelo o ceoaelbo admloistrajlva >
ommi So de Cuctis 1 a-a o snn sarial da 1893
91 i
Secretaria r'a Sociedade Monte Pi Popular
PerLambucano, 16 de oven oro de 1893.
01- secretnno,
Jos Mina da Costa Reg.
Curt p^ libia
rtelora d Me ol e Aga r-
le
As i laria
Sto CODVid a. : lo itsi--s desta Som-
pnb>a a creai do ia 3 de Njvembro
correte, s 11 ba do -:<>, iv sea esenp orio
ro Nova oe 3ota Riti a. 55, para orna reo
01S0 de a lea gr I o'iiaa ;h, bm de
"-'p: il atatorlo, cantas e parecer
101 cal lin .0 em 31 de Agosto pro
X'ffi > flolo. e b m a coouniss&o
, da 1 cj o quj determinr. a
i sociedades el |
fj sec 1 :rio
Co'ne'. A : tiS. d- Gjpveb.
AMPHITKITE
Cispanhia de Sigaros Mari irnos
B
TERRESTRES
Capital ],' 00:0001
<8 ROA DO COM MURCIO 48
v^'
eoitfii roe
Qcyal Ineurance CompaDj
de Liverpool
CAPITAL SOO.OOO
AGENTES
Pohlman 8 G.
Largo da Compaahia n. 6
Companhia Norlh British I
Mercantil e Insorance
Capital subscripto t 3.000,000 0* O4
Fundos accomolados 9.752,443 18 S
BECKITA AKNAL
De premios contra
fogo.......1.498,818 10
Degpremios sobre di-
vidas..... W2.37 C 1
* 2.488,19Tl2M?
N. B.A reparticao de fondos accomola-
dos sobre segures contra fogo, n ao s e
poDsabilisa pelar transaccoes feilas pela a
de seguro sobre vidas.
Wilson, Sonad; C.
SEGUROS
martimos contra tm
eompaoBiIa Phenlx Per-
naaabneaaa
RA DO COMUERCIO
THE IMPERIAL INSDRaNCE COMPANY UMITEL
BIS iUOMDRES
Estabelecida em 1803
CAPITAL l,t0,000
(Ba. -i.oooioooooo)
SEGURA EDIFICIOS E HEBCADORIAS
Contra o fogo
TAXAS BAIXAS
l'romp p.ra-il. tS- prejuixo
SEM DESCONT
AGENTES
Campaitljia e $tgaxo
CQST&A FQ&O
Northern
de Londres e Aberdeeo
?osi&ao fiDanceira
Capital subscripto
Fundos accumulados i
aleeelta anaual ;
De premios contra Cogo
Do premios sobre vidaa
De uros

>
>
3.780,OOC
3.000,0CC
626,000
208,000
155,000
Agente em Pernambuco,
Boxwell VIMam sC.
Companhia de Segaros
FIDLIDAD DE LISBOA
Miguel Jos Alves
!N'. VBoa do Bom JeizaN< t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes nltimos seguros a nnlca compancji
dista praca qne concede aos Srs. segurados isem
p ;4o de pagamento de premio em cada seteu
aoao, que equivale ao descont annnal de cera
de 15 por cecto em favor dos segurados

Aviso ao commercio
O -baixo afs'goado faz publico qoe as merca-
dorias Dlo vapor francs Camtaaa* que foi
iuiimada uo ciia 30 ueOotobro prximo passado
a F-eui" para a liba Grande, estao sojeltas a 25
O/o de p'emio sobre o frete exarado dos respec-
tivos CuUu i..n.ciio .
Peroamcuco, (4 de Nivemro de 1893 O
agente da Cimpa bia Coargpors Rnnia
Autoste LabiHe.
f.ear
Segtie oestes das para o rorie cima o hiate
Dm te Salve, tecebe carga ; a tratsr na ruu
da Madrede Deus n. 8.___________________
Para o Porto
B\RC.\ PORTGU.-ZA tTENTA-
DORA
Anda receba ca'ga a frete. cuja maior parle
j est engajada txra seguir com a maior ure
vi-^aie poaivel ; r^tir coji Amorim Irmos
Compaobu.
Prazere.
Brigue c
Vende se o brlgue nacional Prazpres anana-
rado oo qoairo on car o si cea. Ele brikue (
eonstrotOO com ptimas madeiras, e acba-ae
rfeltameoU conservado: a tratar com Amo
rin< l'maos 4 G.. 'ai io Boto J-tsna n. 3.
Pacific Hea'i NdVigalioa Coa-
piny
STBAirS OF vAELHAM LINE
O paquete Galicia
\ E'esperado dos .ortos dosel
|\_atod;a a de Njvtmbro se-
jcoindo eiois da oecessaria de-
i | col com escaia por
ibBa, Ecrdeasfix c Plysic^h
Para carga, pa?ageo3 encommeadasedinhe!
o a frete traa se com oa
AGE STES
"soa, S .: I !., Limited
10-RA DO COMMERGIO-10
~ (.H4'-g::d;i:i -eiisS
Co i _Si i \ I'rauc z'i
PE
IKaTcg cao a Tspor
legQl&r eatre o Havre, Li bea,
Per nibuoo, BaLit, R:o do Ja tiro e
Santos
Liuha
por campana
E' p?ppfado de liba Graode at
o da IS do correte tegoiaJo
desos ca demora do cusime
para
Ilahia, R e Beeebe earga a tratar c.m o agente.
Vapor Santa F
Cbm^ccdante Panchvre
E' esperado dos
portos do sol at
o da tO le Nj-
?embro seguinde
depois de peque
oa demora para o
H tvre
em direitura
Entrar no porto
Recebe carea alratar com o AGENTE.
O vapor Colonia
Commauc'ante Leqneox
E' esperado dos portos da
Europa at o di a lt de No-
vembro seguioao depois da ae
mora indlspensavel para
Macelo, Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Este vapor entrar no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, quei/am apresenlar dentro
de 6 dias, acontar do da descarga das alvaren
gas qoalquer reciamacao concernente a voluntes
3ue porventura teonam seguido para os portos
o sal. afim de se poderem dar a lempo as pro-
videncias necessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nio se
raspoosabilisa por extravios.
Recebe carea, a tratar com o #
AGENTE
A.uguste Labille
9Rita do Commercio9
oil lai! Ihii m\ \m-
m
O paquete Tamar
Comm^ndaote T. K. Exham
E' esperado da En'opa at
os das 1S u 19 .;, No-
vembro bigotudo i poic da
demsra necessaria para
Babia, Rio do Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
t^ara carga, passagens ea-om metidas e di-
..eiro a frete : trata-se com os AGENTES.
O paquete Tagiis
Commaudate W. Smith
E' esperado dos
portos do sol atf
o da SI oe No
vembro 8egoiod-
depois da demora
oecessaria para
S. Vicente, Las Palmas, Lisboa, Vigo e
Sontbamp'on
N. B.Previne-sp aos Srs. recebedores de
mflrcadorias, qne a Companhia Mala Rsal Ingle-
sa, coDtractoo com aGeneral Steam Navigation
oopanjam ser vigo de vapores semanaesqoe,
Cartiodo de Bordeaux, Cognac, Charent, etc, de-
vem ebegar a Sjotbamptor> a lempo de baldea
rem as cargas destinadas a America do Sul,
para os vapores dcsta comp.inbia.
ReducgSo nos preoos das pasaagena
Ida l A Ll ,do 1 claase 20 30
A'SoaibaEtptoul'ci-aJS t 23 3 42
Caiaaroles reservados par o pasaagoiroft ce
Peroamcuco.
Par?. ;..-,3sagona, tretes. aBCoiBBiasdaa, irata-ja
rom o;
AGENTES
morim rmao
C
N. 3"ai do Boa
iir. 3
Companhia Pernanikcana de Na-
vegado
Fcriu do de No onha
O paquete Una
Commaudacte 0 .rcii'ho
Segu co ella 18 do coi-
rente as 4 boras da tarso.
Recebe carj;a encommendas, oapsigens e d
ohei'OJ a frete at a 1 bora da tarde lio da a
par ti Ja.
ES JRIP10P.10
Ao Cae ada Companhia Peraambucana
n. 12
Mmm lariliii
LINHA MENSAL
Vapor Oftegal
B' parado
o oa
da Earopa at
18 de Xoveaibp j da 1393
... miado dcpjM da emora necessaria para o
Lliode Janeiro e Santos
Esta vapor on rr co porto
?reviue-sp anda aos Srs. recebodore e raer
CiJoriaque 6 se al tender a r3Ctaaa;3e? po"
!, qoe (or i soonhecM-na occaalao da
';svo ijeqne dentro de*8o
-as a contar da a descarga da: a.varen
dt-vero fazer (paalqner t-eclamaco conc:c-ea-
: volumes qcs porventora teonam seg
liara os ortos 'lo sol, afim de 8erem dadas l
-ii.io as providencias necee artas
Rc;;a-se aos Sr3. pass:^eirys de se apreaeDla-
ebegada do wapor para loma-
ens.
^? -. di-
!ie'.-oa
H. Borle & C.
4iiAta dj 2
IW
:;CJ^
Leilao
D 2:2 sa c s oom fsreUo tviriacloa.
O'iit^f i*: i' ;) corrale
A's 11 ii ,ic!S
Nj i-.ria z-in io Caes da Regenar co
r. 3 A
O r.g a'.o Pinto levari s leilfo P">r cinta
-; -:' i j q-i i pa i ic "^ '-' .- ce s
f :.-.l!o a-^rlada dewarragado do bor-
do do vfopcr irg'ea fStrabo na sr.a ultima
eisgem da N>wYi'k a eite porto.
3 leu
D\ exoe'i.nta oam t: rrea sita ca Luicir-
da .Miaericordia c. 17 em Onda, com
2 portas e 2 janellaa de frente, onde
tem vm terrijo coa grada de trro, 2
salas, 1 gftbino e, 4 partos, despensa,
ceninba externa, quintal mur .do com
portSo qoe d par a ra do Bom Fim
o cuito perto dos ha:.boa do mar, ca
cimba, quarto de banho e arvoredoa de
fructo.
Diversos livroa o sciencia e littera
tora.
QuiotK-feira 16 do correte
A 1 hora da Urde
O agente GusmSo : utorisido por man-
dado e asaistencia do Exm. Sr. Dr. juia
de direito de orpbaos do manicipio de
Olioda e a requerimento da viuva inven
taante do finado rrofeaaor Liberato Ti
burtino de Uiranca Maciel da Rocha Pitta
levar a 3. leiiSo a casa o Hvros cima
mencionados.
O leilao ser effectaado em Olinda na
referida casa.
mulher D Mara da Con ce i cao dos Pasaos
Miranda far leillo com assisteucia do
meimo juia da casa cima mencionada
p.r.4 pagamento da execuoSo da "aaenda
do Estado, ,
2 leilao definitivo
Do sitio do lugar denominado Agaa
Fria de Boberibe, cmi 80J palmos de
tundo e 400 daos de largura, oom urna
casa de pedra e cal 22, com 3 paellas
e 1 porta de frente.
Sexta-feira 17 de Novembro
A's il horas
No armazem a ra do Mrquez
de OUnda a. 48
O agente GasmSo autonsado por man-
dado do Il'm. Sr. Dr. uta substituto do
Civel na jurisdiccSo paroia', e a requer-
merjto do respectivo inventarente da
bens do finado Theodoro Bentaen, levara
a 2 leilao definitvo e am presecj do
meimo juia, o siti soima, servindo de ba-
se a offerta de 2:100)}.
Leilao
De 48 caixas com v. lita stearina.
Sexta-feira, 17 *'o corrate
A's II horas
No armazem a ra do Marques de Oliu
da n. 48.
Por intervencao do agente GasmSo.
Agente Pestaa
Leilao
Dos aportantes cavlos de eorrida da
Candelaria Arrsyal.
Sexta-^eira 17 de Novembro
A's 12 horas
No Caes da Lingueta a aombra daa ar
voree.
O sgante PeaUna vender es caval!.-.
Triumpho, Foseiro, Tic-Tac, Zig Z g,
Favor to, Busca Vida, Alabastro e am de
cangalha, coj >a animaes acham-se simios
e sm achaques do qualquer especie,achan-
do-8. inscriptos para corrida que tem de
effectar-se Domingo no Derby Club,
Trinmpho a Fusileiro.__________________
Leili
Agente Br Uo
Dj estibe ecimento de mclhados praa
M-ciel Pinbeiro n. 8
A s .berf
De nma armado da amarello eaveroi-
sada envidragad?. com balcSo de padre,
prcpr'o para qualqutr negocio, 1 candiei-
ro d-: k.'r srne belga, c gr-ndo sor timn-
to de gancros estran.;e.ros e naciocaes,
to correr do martellOi
Ga:ar.te fe a casa.
Sexla-feira, !7 di Novembro
de \m
AVISOS DIVERSOS
t
Arthur Goncolves Hacea
Uaooel Gjuclvea Mocaes (ausente),
Jos Crrela ic- M. lio, Autouio Duarte
(an.eDtf), Francisco C de Miranda,
AQte'o 8. de VaHCoocellos, Manoel P.
na Sena, Ay es Perreira da Crui. Joao
Mei.des Martina. pa>, sooio e amie s do finado,
agradeC'-m a todos qoe se digoaram acompanbar
ao cemiterio os restos mortaes de seu sea,pre
le.i brado fillio. socio e am'eo, e de novo os
convioam pira assiatlrem ts misis q ie por sua
lma maniam reza* oa isreja do Bsoi'iio Santo
sabbado 18 do (O'reote, pela 7 1/2 boras da
maonS, ntecipaoio a todoj os seos agradec-
m^n'o.
D.
uura
lana tninii-Nnie
Slvira
Trigsimo da
fraocisco Mart;os de Mianda, tu seobora,
Mmoel Jos Di.>s e sua senyora, alma soba
mam dolorosa lmpre>>Bo pelo passamento &
soa mir-tj presada sogra e mai, D. Aona Caval-
canie Moura da Silvetra, convioam aos seos pa-
rentes e amigos pa-i a^slstirem a missa que
maodam celebrar na matriz da B a Vista, as 7
horas da manha do da 18 do i-orreote, 30* do
seu fallecimento. confessando-ee desde ja sin-

Aln^a-se o gra .de sitio da Torr, jontr a
ponte do L'Bserre : atraa; Da ra do Apollo
C. 8, 1- : r. ', -____________
A'Jga se a l.. n. t -ua Jja-oim Ca-
vaiesrte, em OlluJa, (r n..,, fresca, erto ao
mar : a ta^r na ra tIolipSrador n, 1, pri
meiro anoar.
Precisa tfi de urna menina p?ra pncarre-
gar-te 'e i n lar cot- urna rrianea de 14 meses ;
oa roa do Gal e eiro oo Di.3 Cardosa o. JO.
Gr.raote-se o bom irat-imento alea de umj pe
queja meosalidatfe. ______________
Pieolaa-se dj urna co-ineira para ere
pessoaa ; na travessa ii, p.-..j c f.rt; o. 6.
P ec-ea-38 de nina boi cislnheira c de cm-'!
cj ada para cpi". es; rvig do3 qu^-t.s ;
t itar na ra Marq ei (! Olala n. coro
Caldelrelre casa da esquina da roa da Pecba e
da Mangueira. _____________________
Precisase i eodiietro e j cm t.-
tei'O ; a ttata- na #u ii n. 3o.
._ Prp.-is
taverra ; o=i tu d
uii caix'-'iro -O".
i Aaoa V'-rd^s n
i p auca ue
25
Veode-se luih c^rrLC- uu n^m esi^ao,
p?.'a cavallo ; na ra Viscouie de ioyjn:a uu-
merc 27.
Cosinheira
Precisa-." dp nma que sa:ba Lcm c:sinh:r;
tna Veltn n._28, t-.c _^__________
CosIIj ^^
Precisa se De nma coainhefra aa*^1f!spes-
soa.-i na traversa da praia do forte n. 6.
1/aixeiro
P,v:ia s-1 d?. um caixeiro de .2 i 14 annos.
fue tfDba alguma pratica de molliados e Ofifl d
tianfi rie t-ui conducta ; tratar na Campia da
Casa Fo te n. 15.
Atlencao
Tem ee procura: o o Sr. Santos Lisa, carteiro
do '.'orrelo e nao sp tem encon'rado ; quem
souber noticias leve roa di Palma n. 109.
Para cosi-
nhar
Precisa-se de urna ama para cosi-
nhar, no 3. andar do predio n. 42 da
ra Duque de Caxias, por cima da
typographia do Diario.
Modista
Mara Simoes
Continua a preparar vestidos, para seobjras e
criaocas, por qoalquer figonno. Recommeoda-
ose pela perfeig&ono trabalbo e prego ao alcance
de dos. Roa do Imperador u. 4, 1* andar.
Rjdoipno Pires de Carv*ibo, Cypriana
Senr-biBa de S. Vianna, Mara da Coocei-
i'i) Nj-ue--, Man da Penln Travas e Ma-
noel do Ca mo Santos, mado, mal e
nrim>s, c^nvidam ao- demais prenles e amigos
para assii>tirem a missa do stimo dia por alma
f Honorina da Silva Carvalbo, na igrejt do
rs'IHi no H|3 4fit ',; h raq
Dr. Antonio Hurta de S/arl .\ei-
O D Aitiunio J^f oe Aimeida Pernambuco.
sua mu'ber e lbos coi'Vidam aes amigos e pa-
rentes do era preradis.^imo conba o, imao e
to a ass'stirf-m a mirsa que pela alma deate,
mandam rezar ua man da Boa Viata, as 8 ho-
ips -1- mnh rio di' 20 d<> rorente.
-.ft>BB*i--**
III
Frecia-;e de omi atoa para servico domesti-
co : a tratar ca roa di Bmm n. 37.
i
Preciea-se de ama ama de boa conducta para
cosinbar e lavar, dormalo em casa do seu pa-
trao. casa de pooca familia ; a tratar no pateo
da Santa Crot n. 18.__________________
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e cos-
nbar para du~p pessoas, e tomar coa'a d? uuia
casa ; na ra Bara-J da Victoria n. 6.
Ama
Precisa-se de urna ama que seja boa cosinbei-
ra na roa da
numero 7.
Intendencia, anga do Ataluo
Ass
Precisa fe, de ore ama qu copiaba bem ; a
tratar na ra lauque de Canas n. 97,
Ama
Na ra do Araglo o.
ama qne cesioce bem,
familia.
30 precisa ?e de urna
para casa de pequea
Ama
Precisa-se de urna molber de b..ns cosiemes
para servir de ama a cma crianca ; t'atar na
ra do Cabuga D. 14. de meio da at 2 boras,
ou na Casa Porte n. 5.
Cosinheira
rua
Precisa-ee de una que coainbe bci.
Duqae de Casias o. 91.
Aluga-se
Urna crsa pira pausar a fesla no Caxang,
com sitio deaodo para o rio, coro una impar
taute cacimba a'dgua p -vel, com banho repa-
cno, banheiro, estnba-;.i : eumo tamnem vi .Je-
fe orna importaote mo'oilia de po carga com
encoatd de p.-.ina e onque1 quea co.n espjlbo :
tratar ta rui Caja'- abacax.s cjani-
pabo
Comprase ola e quaiqtv.r qoantiflade destes
fr. ciu_.; oa gramie labrica deviobos oaturaes
4e ructps. f rri OlindcriT Ma Pira A C ,
duheira
Precisa-.-e de urna cosiubeira
rtrii n. 23, egun lo a lar.
6 ra da Impe-
Engoiiiiad
Prec!sa-ne d^ utLa
Conuordia o. 10.
cngcaaii je:r ; ra da
Aiu<< i-ze
Gosinheiro
Leilao
Da casa tarrea
Bita a
n.
rna dos Florea
Sex ta-eira 17 do correrte
Ao meio dia
No armazem a ra do Mrquez de
Olinda n. 48
O agente Grusmlo amorisado por man
dado do Ezm. Sr. Dr. juia de direito dos
Na fabrica de viobo e d.ce
Aurora o. 111, precisa de bon
de cajo' roa da
i cosinbsiros.
0 3." andar do sobrado rni do Iroperalor a.
26. cora agua, e tamb^m a ca- terrea da rus
Cupito An f.nio de Lina n. 2'j tratar na ra
Marqu>z e OUnda o. 8, ii'.bo.r;:, bia.
Caiveiro
Precira se do om c^ixeirc com p-atica de
me'cear'a ; na trave-^a ca C uz s o. 16.
Qfixeiro
Precisa-se deom meoioo
He-v.il n. 73 Caven;).
na rui Mrquez do
Magnifica morada
Aluga-se urna ca-a com comandos para fa-
milia, na tua da Annur:iaJa, co.frente praca
do Loyo : tratar na ra do Padre Fioriano nu-
mero S.
Chacana
Corr-pr- s: urna casa que leona b033 accom-
modag&es e sitio em arrabalce prximo cida-
de : nj;rji.,t,oei rna Mrquez de Olloua n.
64, armezem.
Ccsinheira
Precisase de nma cosnheira de boa conducta
para casa de urna pequea familia que vai pas-
sar algom temoo em Olinda ; tratar ni iua da
[moeratriz n. 15, 1* andar.
Engeho por arreodamecto
Tra?pa-na se o arreodamento de um engeobo
movido i vapor, erm safra fundada e na da an.
cia de tres legoas de va frrea, por causa de
forca maior. 0 negocio vaotajeso, e para ia-
formac>s os prelendentes enteodam se com
Yieira & Sifva, rna de S. Francisco o. 26.
Copoiro
CaixeirO
Precisa se de um caizeiro de 12 i 14 annos,
e que d fiador; a tratar no buhar de Afoga
dos._______________________________^_
Oovernante
Na fabrica de viobo e doce de cajo' i rna da
Aurora o. 111, precisa-se de urna seobo idadaej
que saiba le.- para governar a seccSomnl boasr
rus pagase Ce 504 a 1004 meosaes. ____
Criados
Precisa-se de criados que.saibao 1er e escre-
ver para trabalho de fabrica e armazem ; a Ira-
Precisa se de um c. peiro de 16 18 annos ;
ra Duque de Caxias n. 86,1. andar.
Victoria
Veude-se urna victoria com pouco uso e omi-
to commoda, con bons arrelos para dous ca vat-
ios, tapetes de carneara, chicote Uno e mais
perteLces; a ver, oa acreditada casa do Sr.
Arielpbo roa da Florentina o. 14, e a tratar
com Ferreira Rodrigues & C. roa da Madre de
Pena os. 12 e 14.________________________
Fabrica de g^Io
Agas e limoudgs gaso 2 de
todas as fualidades
Soda water, glnger, ala, limao, laranja, cura
cao, aDacaxis, granadina, grosailee lranbofls>
ir-------, ----' .jo 1 ver para iraoaino ae itonca e armazem : a ira- tnuha hnMofi ntmont ti> mw
feitos da faeenda e a requerimento do Sr. lar ^^^ de vin00 de caj' ares da Aurora taUD atar^ rVlB^Bl-U
'Jlo Xavier Bibeiro de Andrade e sua1 camero lli. A-CAB8 DO CAPIBARUB-II
I
'



-






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r

U

\ lana 1


, -, -

Diario de Perpamnnco Quinta* fera 16 de Novembro de
Afl BSR&fs
44RA BARO DO TMJMPH0- 44
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixas fundidas e batidas
Taixas batidas sem cravacao
Arados.
OJA 1)0 TOB
43 Ba Duque de Caxias43
Yendas em grosso e a retamo
o que ba de mais cbic e moderno b qo _
padres e preces baratos>**J" STiTiiS alimento de peles, lindos desentos
escocetas de motto gosio em co.es T~iiTSium, de la e de linno pretas e de cores, mei*
para soph. e cama de |wt.h e .wlod.da. a,^f^^,,, com [Pla, braDC08 e de core,
para hornero e genboras, Be se ae to ae esco. .w' d ormr e caml889 para MMm
fechs de seda e linbo !"/" "ffiff SK Mwoii e reoroa.hicos, cortinado.'
saias bordadas, MtaH de meias M'P.%D', ^,1,, de liobo e de meia. vismario
para cama, toalhas de Hnbo e algodo, *** Shados de liobo para mesa, brancos e Oe
Jara creanca,, gr.oaldas par.*^^^J^^ST^^^Z**V>^^
SUStSS&pS BStfS&C B.1v..U UlOOOe manas entras qna.idades qoe
vendemos^por preces b,^,^^^ dQg ^
Tamben temamos encominendas com brevidade e perfeiCao.
DepVsUos de roopas e mo.tos ont-os rticos que diBeil se descrever
S ao Torrador
Urna Coutinho & C.
Vmho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuite de sabor excellente, mais efficaz para as
pessos debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' Jo estomago, Calorse,
Anemia, Conva.lescencie ; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iuosas, s jovens, mulberes
e s criangas.
[nambuoo: C" di Driaarlas PradJclus Cblmlco; Mili SOBaiBHO 4 Ce m yitl*ts Poarau> -
s 3 asnos Ce sunessse. Premio Orunde.- Bxpoaiqao Universal, Ptxriz 1389
1-4 Di '-mas ce Honra, tS Mcdaihoa da Ouro e 6 Medaihas de Prut*.
LTEA KESTL *
CUJA. BASE o BOM X.EXTB
E' o mcllio: alimento para as crlanca3 de trra idade. Suppre.
insnflicicncia do leite maternal c facilita o desmama.. Coinsou'
uso nao ha diarrhea era vmitos e sua digoslao 6 fcil e completa.<
Emprega-se tambem vantajosamente como alimento para es
Adultos e Convalescentes que tm estmagos delicados.
ADO MESTU
Verdadelro leite puro de VACCAS sdissas tendo conservado seu aroma ej
todas suas aualidados nutritivas. Alm dos grandes scrvlcos que esta conserva presta a Frota
ao Exercito e aos HospitJcs, ella tem gan!\ado sua posicao na alimectacao dos particulares,]
aoe ques eUa assegura um leite agradavel, saudavel e natural.
Ixlglr a rirma: BESBI nesti a a Ikrca de Fairlca : ifllfHO BB passabo.
E S P S C I P I C C 'S
do cmzBtm
Dr. Humnhreys de Hoya Yorfi
Emiisn mol de ra annos, Imples, seguros era-
nzi'* o barata. A v .iu'.a n Drfgarlflg c litar-
aaclas principal* a Blaftf garantido* do itunJo.
So. CUKA
1. Frbrc, Conec3tao, InflammficSoa ........
2. l'brc e Clica caucadas por .oir,*.rljaa...
s. <"nlit-u, Oiio.-oe InsoruulauaK enancas. .
4. l>iar;-_:en rlc!'ranlas e A<5uIo6.........
5. l>i>onr.eria, IVtcs de Barriga Colic.iblUora
6. trolcrin-'^ Colera-Morbo, Vomito ...........
7 Tuxse, 'Jons'Ipa^o. Roiu .', Rr.nchlto.
8. I>.>nlc Uemeae'leCara.eNcvralia
9. n.,r HI. I>i.-p<-ptii!.- Imllgratao, l"r-. ..:. rf.....
1!. (ui>! r.itia.................u.........-.........,
U. J.ri!. oi-ih,:a- Flores Braivas, lipfla profoM
S. (man. Toe l'.ouca, Dllrlculdaacde Kcsntrsf
14. llrri <'r*, r.TUiKocs, Eryslpela.............
l. .iiii-uni-Misinn, DAresrhfun.atlCM..........
:; *r:iii'ii, Malina. Febrelnti'rnilltcnti-....... .
11. Ilcmorrhoiilas Almorrelma, mierdas o.
e-leniaR, filir.ples ou aan.Trcnras..........
t. Oplillialuiia. (.iihos tracK .-a Inllai-iooone
i?, ('otarro. ayu-I^ou chron! Defluxo........
3. :ouciiii'!if,'-"'oi6ee9paj:.odCA.............
'fl. A*tno..T -ulniCOft'mfiiit^ ;. .............
22. Murrun-v-ao " ^c. sardes............
). I'^TOilHI', .1 '.:;- wta :: Li'.iaa..........
K. Uebilld ide ceva* o t.'''}-;';..........
S. lly.lropcsia, .vi-mulm.'ftuld-w.........
58. Knjno de llar, .>aasa Vonli.-is.....it-v-
W. MoR^linsoannoriaM, Clculosoal*S9
na Bexlga..............................;
2P. Impolcnrla, Whllldade nervosa, scrnlnu!
<9. <'ltncn:nlir.a\ia Borru, oa Aphla .......
i). Iuconiiccucia do Ounna.Ourlnar^ena,
JUSIIllIBlUHHHHIIIHg
Cama
ti. /'lriiHlnmcMU cioloroit. Prortto
S2. Tol-ntinM do Cor
s. \':o
I ( t .- ^ i "V.....-------
*-~------ral. Bail d:
23. K-.ivlept-i.:, >'di caau'.-o, GoUa.-ora
S. \ o............................
M. Dlpbtherln. Mal maligno de-Sarpinta ....
B. Cuugcjt-CB Cbronicas. DCrdcCaboca...
O Maiiiicl do Dr. Hum.iura.vs. "-'' naglnas ofc
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O IODO, combinado com o. eco. das **"*"""""*
pellt, Ct^ta Uteteatt, etc.
j? preerlTel ao leos de a-
gado de Dacalnao; alm de aer
am aiaiacate. umben 6
depurativo enenrloo.
uus. n DR wa Mi n raa-.
INJEGGAO VERDE DUPERRON 4 P v,andli 9
fovVf.aS^'eFc'^.Tf, x,e^ Irluau.e :_acalma as dores w-r de M^-JJ Q PuySnOO H. IJ.
D2
Ladrilhos e Mo-
zaicos de
Emainele Cresta C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Esta fabrica perfeitsmente montada,
execnta o mais exigente pedido que Ihe
seja feitr-, por quem quer dosej^r, urna
sais, corredor, qoartr, terrogo en psaaeio,
perfeitamente mp e de darscao tterna
O moaaioo naciooal da caaa Cieata nao
Iric e tem sido preferirlo a outrea la-
drilboa, porque bygienico, limpo, evita
tapete? oo eateiras e eterno I
Chama-ae attec^ao doa Srs.. censtru-
c'orea para o catlogo e omoatras em
casa de PAULINO MAIA, ra do Im
perador.
Presos e qnalidadea, sem competencia
CRIADA
Precisase de urra que
seja preta para andar com
urna crianQ^. A ra do
LONGMAN & MARTNEZ,
J NEW YORK.
bb Livre de Exploso, Fumar-, Mo Ch-".ra
A venda em to a os
irJ arraazems de seceos e mo
^jniuiBiiniiuiiii
ri.ifell.ria oelho
wm h mm
49--Kua da Imperatriz-19
Neste novo e bem montano e&t >belect-
meuto de chapeos e art oa concercenteB
a esEe ge ero encontrarlo aa Exm?s. fa>
milias e o ralhei ob qne nca quiaeren
honrar com anas visitaa am completo sor-
timento das ultimas rrodaa, cono ae-
jam
Chapeos jara senhorB emer-'-cs.
Ditos inglezas e allemScs para ho-
mees.
Capotas de phantasis para ser.Lora.
Flores, patearos, fitas, gases, p'umas,
pe asaros e 'igrettes.
Chapeos de fel" ro e castor.
Of fiel na
Para concert de chapeos de :c horas
e horren?.
Nlo taaemos reclamer para rr SOB pre-
sea, pois uoden>oa garantir qce 3 fre-
guesea que, pe'a primeira vez < utrar em
nossa eatabelecimeuto nSo sf-h-' e- m f 'Ber
negocio altecto ae boas cor ,o"es das
nossas transabas commerciaes
Coelho & Fernaades
49te da Imperstriz -9
PILULAS ANTxTcVMMCA
BrazUeira*
DR. SILV1N0 CAVALCANTE
Formula apprcvada pela 111 ma Junta
de Hygiene de Pernambuco, preparado
sem ri/al para cura certa da
ANEMIA
CHLO^f SE OU CORrS P-
LIDAS, OPILACaO
FRI LDADE,
e todas as molestias que tem sua origeni
Da pobresa do saegue.
Estas pilulaa bSo de urna grana- uta-
lirlado para as Sr.-s, que tec aa cecra-
55es mecstruHea 8tip?rimidas cu irregu-
lares e p>-ra as mr-ninaa na idi-da critica.
DEPOSHO GERtL
BOTICA FKAHOKZA
^^^^s^^^^^^^^^ aausa
hSANTAL DUPERRON
_....._,_____*-t___... a <-, ruhflhA. p riira radiralmenle. se
Fazsc uso do MATiCO-SAigTAi s, ou juntamente^ com a niracCAO verde.
DEPURATIVO vegetal-lofluraflo DUPERRON
H- ROUQAYROL
SUCCESSOR DE
Sonqaajnd reres 4 C
22Ra >- Bom Jesos-22
Olinda
TBEO. un.
Casa de commisses e repre
sentaees
EXPOSICAO
DEOM COMPLETO SOBTIHENTO DB
de innmeras fabricas de todos os &km da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercaderas, do
machinas e materia prima. ,
Deposito do afamado CREOLIM o melhor de
infectante econhecido. ...... '.
Deposito da bem conhecida .ODONTINA, do
Dr. H. Rirdet.
POR
Urna Pastiiha
IL RES
Quaiquer pessoa pode preparar
CINCUENTA LITROS
d'uma BEBIDA agradavel ao gosto
TNICA, APERITIVA E FORTIFICANTE
oom
ROPS-BORRY
O modo de emprego aoompanha X
cada PASTIIHA.
PREPARAQO FCIL
SUCCESSO GARANTIDO
Deposito geral em caea de G. BAVA^V, pharmaeeutico em Rouen (FrancA)
vndese mam-nmmtm-, c dei^oaAB productos chimicos
drogaras acmditadab
Alaga se urna casi nos
Milagres n. 31 com coramo-
dos para familia regal r, e
deitando os lundos para c
mar toJa reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem quizer pode ir vel-a,
e a tratfcr naladeira da Ri-
beira n. 28.____________
Officina de
gravura
P. M A C H A 0iu
Faz quaiquer trab^lho
concernente a arte de gar-
como cunhos para
vtira
REMEDIS3
LE ROY
Popularas em Franca, America, He>pnh
itju colonias, oo Brazil, aonde estao aatorlxadoa
palo Couselho d Hygicna.
Vomitorio Le Roy
lUmamente emprogado como prepa*
raco para o uso do Purgante.
PorptesLeRoy
Graos dosaadoi contorm a Mil*.
Sao proprloa para quaiquer doenoa.
Urna noticia t/plicativt tntolv* cada garrafa.
Mas Le Roy
Extracto concentrar/o dos Ktmadloi lquidos.
Om protaecto explicativo envolv cada IraKt.
O Irasco d. 100 pii. 51 O irasco d. 35, 1>BO
Acautelar-se das falsifieaoSea
RECUSAR
quaiquer Producto ( nio levar o ende-
rezo di Pharmacl.1 COTTII Gliro da LE ROY
B1, Ru de Selna, B1, em Par.
DKPOSI7OS M TOBAS AS PHARMACIAS

e Grageas de Gibert
'AFFECtJES SYPHILITICA8
T VICIOS DO SANGUEl
Verdadelroa productos fcilmente tolerados
pelo estomago e os lnteettnoe.
Cilllr at firmal da ,
D' GIBERT de BOUTIQNY, PhsrmacentlK
Beceitados pelas celebridades meduaes.
DHCOrirUB-81 DAS IMITACllK.
AnfliTri^. M*ttoH^LArrtTTB_P**ta
Aa VERDADEi A AO A S_de__
OEIEI
Sao as l-on.es de Estado f raneez
AmiD.IraeAo S.aOtJLEVAW) MOHTbIARTRE, PARia
CELESTINS, itu Miiriai. Bcencas Ci Beiija.
6RANDEGRILLEtlelastiasdo rioado e do Apnarelho billar' \
HOPITAL, Den? "lo Estomago.
HAOTERIVE. ifleci do Etonagodo Apparilho riM
n'caj, culo tttrrUiminto ftaliudt ear um RiprmnUnf
do diado. .
HmiIMj wir1adtirari*cia!e4r35riai
imedalhas, blocks jara pa-
pel, clicbs, etc., etc.
Ra das Larangeiras n. 13
bBDZESH IHBITOira
Paraengenhos
e usinas
Guioares Vlente c t-^am
a manter em aeoa armiaena grande e par-
manante deposito doa artigo* abaiso des',
criminad-s, os quaes sao importedos
rectamente e vendem a precos
Sem competencia
Cal d Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento fortland Hmoor i
Piramyd.
Olee de mocot.
Dito de ricino.
DitO mineral, paran? ct ras em
barra e latas.
Azeite de carrapato.
Dito de peixe.
Dito de Coco.
PotaSSa da Russia tm latas
cacas e barricas.
Graxa do Rio Grande
em bexigas 6 barricas.
Peixe em latas e b#rm.
Gaxeta do diV3r8aB s^'^M
Trisulphito de cal pra da-
rific^r assncar.
Fonii cida tapanera.
o remedio maia effica para a completa.
extincao da
Formiga sauva
ief -Largo do Corpo *anto~4 eS





*





.






Yfndem
Foncca rinios
Manttiga pura
queris ter em vossa mesa manteigr in-
nspeita de acido brico ou de marganH,
usai nicamente da manteiga Bi<;tel 'ro-
res, latrs encarcadea ou verdea, q^e pal
aoa anperior quahdaie conta um Bucoeaso
de 10 anuos, e qu sendo a prufcila em
tndoa oa mercados, s no Rio de J eiro
o consumo desta acreditada macteiga at-
tioge anaualmanie a dois milhSea treaao."
tos mil kilos.
Venae-so em todos armaenB de BOv'M
fias do retalho, desde 1870.
?
~~bms|Pb1
c

nmf


I
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Diar.u de Perr aiubuco Quinta-feira i%Mt Novembro de 1893
DELICAOO
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Q.
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AGUA
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-I
m
Mantcm sempre a sua popa- ry,
lariilade. Cautela com as
dutacOes.
DURADOIRO
[RMAOS

Mcveis ausricos
Acba de fhfg;r grendo sorm oto d.- m i
i'i'ftriaco tDV'pa)'j4 e trneteles, p coto p
"rito a de loda- a< cvm e ppfo.'. pro feraato t
a cniao, pn-j> r-.dosi4o na-a lquii.ic,S' ; wi
a roazem tmp-jri...o'- roa Marqoz de O ::o
a. Si, de Carneiro Vit>nn*.
'aa 1?
Bracear, B*ets e ce cores, lisas e Ii
"VrsJsa, grande varieiade.
An Paradla ds Dans
38-Iba Bm2> k Vico-i38
SBD.
Vende-se
Um bom ter'eco do irrabeMe fio Cbseon. t duas fres tes e alicerces pa-a 3 raso, una n
cacimba codi tx el nie atea, pe-lo da pslfca
a Ca! Forte. Iree m cutos pa'S tomar o t < n<
e perto do lio ; tratar na roa da Imperatru
tume-o 12
'fiairi/jlj S
E' o sortimer.to que em cortinados
<:. tr.aa e janallss u cachas de
retdi tem
' Aa l*at-nd}.3 dVs 5nB?cs
fiua Baro do l'rumpho ns. 100 a 104 e n?a
do Viseonde de I tapanca ns. 22
DErw DS O X De? 3S
Tem aempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos doa melhorea fabricantes
CALDEIRAS roultitobulares para 4, 5, 6 e 8 cavalloa.
MOKNDAS as mais solidas e melhnrea do mercado.
TAJXAS de ferro ^-tido cravedas caldeada, fundido de todo* o tmasbjr
RODAS D'AGUA p*ra cubos de mauena e todas de ferro.
BODAS DENTADAS de espora e angulares de div;raos tainanhos.
CB-'VAGOES duplas e o de forr-alba para asaer.taroentoa.
BOMBAS DE KEPCku na eolia, vlvula de bronae.
OHUMAOEIRAS paraftisoa o o maia que ae jos de#9Jar pirj *8og*ia>4,
de ferro e Obro Publicas.
EAZEM E OONOERTAM toda e qualqanr pega de machiniamo tacto de. fer
r.dido como batido-
EN ARREO AM SE de mandar vir da Europa por eucommeud, medinte a&>
.mmiaalo raaotve!, qualquer machiruemo e CONT ACTAM apparelboa para IJ'
e, pura fabricar ae !O & 300 Eaccs de Besucar m 24 lio.as.
Obrigam-6e a rao'itagero doB m3e pelo bom trab!
e Tem om hab: 4ug8aneiro -iegie* -cuito oratici, alm de doa ato doa *oo...
bre betro.
iiiis
Ir
s QXJTDaos j^xr^s
LIDGERWOOD
Maobicaa a vapor
Port&tii
Lavadores
Oeapolpadores
DeBoaacadores
Ventiladorea
MambiqoeB
I"

^
Rodaa d'agaa
Torbinaa
Er.gecho m Sorr.
toando de Qnt0
Moiribos de Fu
Oebuibadores
8eparadorei
Bruidor-g, G nd> clores (?&tad.:res Ew.-p rad. ros a vapor Defecad raa 1
triple effeito, ^acales e todos os machin; m_8 oerla cantes to f br00 do a-- ..wsr, cae
deira MultitabaUr psr qoeimar bagoQO on casca de cuf. Pret.sas Hyorau)icS
bombfi do tocos 'a tamanko*, C'rDeiros Hydrnl>c> a psrs levantar agua, Arados do
plantar milbe, etc. etc. Ergenho eompiet de tabiic-r farior-a e erg&cho corepiata
pra bu'jficiar ama.
Correiaa de !a e de berra-ha de qaaN')ad Opemr. Ole especial pa.'fc
mRchinas. Perfe:e?s o p e gtg avuUaa Ktaai Baootoi.
ESCRIPT0RI0
95Biia do Ouvidnr95
p>ri
FAZNDA8 A M0bA8
. rtimeuto atpnsaivel de d-screver-ae
teu recebido do Psrls
Atx Paradla des Tur mes
tt11
\^
Gal Vrgem de
Jaeuar^be
iquida^o
O liquidatario, leudo rebolvido acabar
com as faz das existentes na loja cima, con
lvida o respeitayel publico para fazer suas
compras, visto empreo nao havercompeti-
do
mt
I3ft
VOXI
e 1.36Ea da Sado13&
l.id^erwood Mfg G. Lima
SASKflS ?SSgaft&
136
Em barril para o fabrico
de asrucar vende a Compa-
nhia Exp!orat3cra de Pro-
ductos Calcar<- s.
Pre^o 6^000 por
barrica
Caes J-: Apollo n. 73
CORTES M VESTIDOS
m :', 3 c cabra:a I rdada,
ba de tu ia cZi'c.
Ai Parad s ;-* Da mea
Fds^hi ^oi
tanha
Vcnd. :. re* lint! fio Rrsirij b. 80.
?r co^noaiPx
va
0 que
ara
' LAS CU
Licac e k^, sOre ChangeanU, altiataao
ridade.
An afaradla des Sssaes
Etmir.Rs acreadades, cavado 160 res.
Nacaock de c-iof. tisas, o covado a 240 reis.
Flc-li.s para' ve*do, v aoTfeda a 4S0 reis.
Vo le axatiaada d-.j 13, o oovdo a 1^000
Id^rn pr.rg >rir:8, o ci-vado a SCO reis.
Li. o oun bo'!.:s, pbanasis, o evado .i ?00 rcia.
Liaboa da aerea lisaa listas, corario 4C0 reia.
Ea<;uSo de lioho pardo, envaio s 500 res.
Leitooa de pbact. si-i 25'X) re s duzis.
Rii i I. >i para no'voe, ptr 6V'(00.
F.cha de 12 h iOOOum *
Gr: ude BOriimeDte d* chits, oovado SO r^B.
Brisa o rl-> corps, 600 re.is c coviido.
'?BmB>s de fianella, ma b}:.0d.
Das branca*, ama 50C0.
Arsim como mu;t-s oulroa ar;igca qun t & vist?.
Sctiui variado, b anco a 24i ra o aovado prch'aoba.
Ricaa c rt i de vestido, e^n oaz>mir > 2550GO,
Id'-m em Zeferoa miit:> legarles t. 155.t.0.
Leaoos 'e ocres i 200" duna.
Pa do fino para rcapa i> ?$U00 o coved'j.
Apfvert ro es' e acabaedo
Aprovoitnm, s |iq'>idyso ttti & fiedar.
LOJA DO POVO
11Ra 1. de Marco11
B
0D emprego para pjneo
C-*T tt 1
Vende-s p: !:. u 13
ai :s, no Ij.ar M. oxbo Btrf> i ', eer.d 1
casaaSmeiai jota el casa t:oa
nu'.tobem coostrei ; te i i : e reoos prc-
pnog. a margeat do r.n Eebenbf ; -enl-n-c
28^000 por ui< i; atar :.> ra L:raoget
rae fi. li j- di barb- Iro.
KJC
1
J>
Fi
Vende-:e

t&
um importan-
te piai o fore e nevo de
un dos nielb tes aqu conhecido, na ra
'".a i z n. 26,
F0LHETJ3I
KJ

SISSI^f
DE
xux .a. sa So-
por
ia SaJl^TILLS
PRIMEIRA PARTE
('; rtin;cc8o)
Es3 r i.'aa^i a itGcrara trnh?. sido
Btovoeada pelo encontr qua tiv-ra o ge-
neral em um ami^o, o qua! o convida-a a
asistir ao espect-c-y h js raro, de urna
festa campestre no Tyrd.
Ceuendo curiosidade, o tarabem erras
tslo pelo deaep do apreve t-r agrada-
vel campan ia do amigo,' seu oamartda
des tempos escolares, o S a'Arobert et-
cterdra ao sobrinho, c mmanioaado-lhe
que parta com anteceden i, afm da to-
mar commodos no hotel da lacahdade em
qrjr, se dava a grande festa.
Esta razSo era na verdade aceitavet,
parque a aldeia qae os camponeses eco-
Ihem para esae divertimento, i evadida
por ama multidaj de vi jantes, que dispu-
tsJi todos os logares desde os quartos dos
hoteia at as granjas dos c iltivadores.
Essb modiGcacao do sea programma de
?iagem contrariava o Sr. de Biran ; entre-
tanto, como alo quera oppor-se i vontade
do to, reiigaon-se a ir a aldeia (jroliana,
j>ade j o espora va o^general.
O cometo a vi .geai fea 83 rjp'.dimoiie;
qnan^o, p;rra, Mtr o ohego1. junt) a
lataatanbas, sedaada p5-o Haaato, tova a
idea de faaer a }j6 al^am.s exourcias, qm
muito ic-tensie Iba pareetan off jrecer.
E' car o qaa ca) BoeoBtrara com mol i-
dada nos botan a que taria da recorrer;
niuitaa voz-?, um vez de um laito de alv >s
lences, teria "penas al^*jua faixaa de fe o;
em vez de a>* msnjAres, s Iba p)derit>ci
aer servida acs de cn'eio e lete.
pra a mceidade, cs^b prtvajSaB nad<
Big.riif:'am. Mario tr.h \, coso larga, com-
pansajo, a vista doslumbradora dos valles
profundos e dos etaios elevado) dessas o-
dei^a de montanhas.
E ia aBim de aldeii em aldeia, atra-
vesando, algomas v.-zes sera gata, im
m?nasa col'dSas.
Urna tarde, tendo se perdido no dJtlo
de ama florerta, nioguem ODControa qae
lhe ensinasse o camiaho.
Depois de ter Beguido todos os ata!'-
qua em labyriotbos ee cruza am, sentou-
sa M.io em um tronco de arvore.
Era d'.lcr sa a sua sitaagao !
NSo pueria adormecer, receiaodo ser
desooberto pilos animaos feroaes. Sua
fadig erj, comtudo, t3o grande, qae os
o!ho a despoito do eaforoo, se fechara r .
E a humidade da noite da oatomno pene-
troa em sua roupa leve.
Quaodo, aoa pr.meiros clarSss da alvo-
rada, o Sr. de Birao descerroo aa palpa
bras, as percas e os bracos earegelaos
pareciam atacados de paralysia. Tentoa
fazer om movimento e-veritiooa oom es-
panto qae lhe era impossivel mover-se.
Cabio entSo em ama especie di desfal-
lecimento, caja daraglo nao pode cal-
cular.
De repente, oavio am raido de pasaos,
seguido da ama exolamaolo dolorosa :
Mea D.u di si a a vos. Pobre ra-
Esta norto I
pas
.'
j a maj suavn e fina de ama mnlher
pas.'ou-Iba sobre a fronte.
Ratn'mvo pa'a esperanza do soccorro,
qae inesperadamente ae lhe apreseatava, o
eogen'ueiro eaforcoa-ae por sacudir de si o
torpor qae o invada, e abri os olhos.
No primairo instante, ju!gou ser am sc-
nho a apparicao que aoa seas o!! os ae
offarecia.
Mas n3o ; era a realidade
A d us pasaos, no pittoresco vestuario
das jiulb^r-js de Tyrol, ama menina com
as fe>C9S miito brancas, tin?idas por om
sangue rdante, fortemente osygenado pelo
ar daqaellas montanhas, contemplaba o,
com os seas olhos asues, profundos o me-
lancolioos.
Teve impetos de afaatar ae, envergo-
nbada, mas, o desojo de ser til ao pobre
viajaute, aconselbava-a a Scar.
Mario, perturbado, consarvava se sec-
i.->. Depois de algans minutos de hen-
wjt*t d8se finalmente ella, saoudindo oom
u,n gesto gracioso os cabellos c6r de
ouro :
O qae fer-.es ahi ? Tive tanto medo I
Tove medo ? Porque ?
Porque pensei qae estavas morto.
Que te impor'a isso, se nao me co-
aheces ? pergantoa o Sr. de Birao, em-
pregando do tratamento a familiaridade de
sua interlocotora.
Nao te conheco, regpoadea a tyro-
liana, mas senti'i mait?...
Es se dialogo foi proferido no dialecto do
Tyrol, qae o engenheiro compreheedia e
no qual sabia ezprimir-ae oom alguma fa-
oilidade.
Pois bom, repl'cou elle, se te iote-
resao, fada, aylphide ou nympha destes
bosques, auxilta-ma a levantarme ; dormi
mal oeste leito agreste e sin te me to
fraco, qae n&3 teaho foros bastante para
ergnor-ma.
A campoces eitendeu-Jhe a mSo pe-
PILIS
i^EITOEAL mt CEKEJA
Do Dr. Ayer.
*J vmttrrm'littes rafclp Coluro-.-? i O yjlivrv, v-rdlDanaiUvnlc -M:',yolw Ve^dcborprlncipio bi*ea|<-^nena>. :;/... rfseit.
r*i ao sao diJPcU e cur&r at anaptcnesta 3
TKtlo com o rvmt-aio ccoveoteot-. Oa F*fj-;,
mdo* -.'Toase* J5o rcolpicoiramn- o reattMA
J- r.-i,,Ku \.tl,,. p.:.,or>itU. !T&-
SVt 'U.lluuliHi e llfcfCfcV
odas u (MBBiMqsetni ar^^*t icvtm ter*
faitoral de Cereja do Dt. Ayer
'- ast cari o asa.- em cso ae eemKutfg
r ; -i. He am s dlt, prfp em mao ettai
A.--. .- serias. coB^wjuonci-is. Portante ce
K ie-f penJes tMM (.tcc'.>, exfcim
fjmtit-.ot J>- -mctic'a davtdon, liuaai
1. aftruiitixiiU se apodera doarstem --.,,
.'-m-ut-, .litio .(i., m SFCHMIta O.....
aesas ttatame, o remedio mus eettn 5*
ClMaw -jk Cereja n:> Da. Ayr, *
PEb"?Ali41M-, i-Elo
OH. J. C. AYER &. O A.,
HaoereS, 88ea^ Bat tTaflslaii.
Regulador
Ai. toma tico de p ress ao
PAR*
Mocadas de caimas
Csrdoso & lrn;5o, orjieo1 represaoUates ne?'e
Esiadii dos e.'ineohriroa L. ce Castii) e E.



- i
I fitherhnn-<. pa' a inirvioi-c*" RB-'GUL-
POR AUTOMTICO de PRE.'S'J, pedem aos
s*rs amrgot e fn.cei-'B v Hopih <* virm ao
?fu ejcr!rtorio iu co Buen dr TMi a-^roD.
IA1ITI PIlTOftAL SAL.ITB
P..EPAKADO POR
1VTEHO DE PAULA
Etr novo protiurl' romposio rom ,
ESPELI\A, BAIaMAV-O DE TOE.U'E MESIXA DK J1TAIIV
E' sempre emppegado com ira ta vsnta-.'em ou tratameoto nos dm nen it-s, ra'ar'hcs pul-
mi.'D*r>-8 e vpsicaes na sutbrr.a. roqn luch;^ e em to as ?s motess do a;parJbi eppiratorlo.
Tem sido preiCriptoe malta rpc:mm"0c)a(!' pelo llss'.re dioico Dr. Jj;q-ji(a Marcelino dr>
Brito.
E' om remedio 'noffensivo, aas de bent.Bos e proepica resellados ; pir isso coevem tn;o
3 criarjsa como acs artoitn*.
o
A Kraode ven-a d'esle preduelo dos Es ades do 5sl do Br. z I e Rio da P.-a'a msior gr.-
r:.r,t-a qoe fen acor tffar>ce Dovlaaie : a cura opera-se tm 3 ilffs roscados recntese m8
Di 8 rh-Mpf.
Deposilo geral no Rio em casa do fabric ote roa Ajada n. 18, ur.icos agen-
tes para lodos os estados do Brazil
MATTOS &C.
DROGARA IMPORTADORA
4 5 RA SETE D SE Hl8110
LARGADO H0S\RON.34
PKBNAMBUOO
reliio qoe
2. alim i!e fx-mioarem > mto arp-
reelp perfectamente o problema coropieta
ezprea i-i tem pertgo d epecte a.i:aa por
p <;gtrCD re rorp i ltratiD > r-otre es i jlindrofa
O apparelho 61c ser applirario tosas
moeodas qoalquer qa? te] osyjifira ijm~-
nho, i pode er mcntac'o ftm iotertopcao a
io-i^' n>.
0- atij sraie-ado* rom looga p-a'.ica de
mcotageai e t-atalhoe 0> n-ina. p1 r.'em aoa
t*t'.- t-tii raeo f et'rip. e an'if>'- q e frenras
mVagi-GS tnc otrarao DO HEGULai Oft AUTO-
MAT1CO .. Pr.ES.-AO. c que :& [artam se po?
v- ura dj. DntivesBem perfrttamecte crios
di?so.
A er.Cmaoeni88 ro REGULADOR t-.ao t.i-
la* com u cenca potfni prrsur anda na pte-
stDir s ira g'aao>a sa'v^'o-, Beodo ti.-: ra qaa-
t' sejii p^-. o eii cuito om o at^msa'.o
da (XtraccAu qoe elle i.-eroiilte.
Kecte, 17 de Oottbr >1 !893.
Ci>'.'..?> & g Ir.
1 \
s
Ubi
V.-.-i ra ? ra
caa
I
RcgO '< C rea
esterlinas
. t3"d0
] tp jotas da
do "i-.r-fa ;: .
T
G-XXWX
R
A
21 -Hua r de Marco21
a
Ac: oa; p. recabar um variado e esplendoroso sortimento de fazerdas Basa
le aparado gost. pf'o q e pedem s Estas, familis e fregueses a honra de urna
ita co :en estabaJeoiaiento.
T.'c-ir. sao :
Sedes brascaa o de coras lisas e lacradas.
Ot 'cernirs escoeeaas de seda e IS e de p^ra 13.
Costea de cachemira bordados, !;r.d.,s dc3euho8.
Satn :ir, riooagostos.
Tofc fine ricos daset boa.
Liv::r:tir/e r!e ramageto.
V l!u''o maso, lindas corea.
Cbte'jcciir;* com li&traa de seda.
Easovaca pan baptisado.
E urna icfir.idsde. de artges que torr.a-aa mpoBsivel ecumeraI-08.
VER PARA CRER
'SX-DRaTT V X DOOS XMXJk3R.Ga -21
Anliseplieo resescrader do
cabello
Preparad p r Bel sar o Pern*i boco
nico :nijs.Ou i o labors'orij rta iospeclorfa
deby.i-Tie l..u ea'o coro jpp'ovac'' plena
Bepe V'-;' pnfer rto para n exiirpa(fij d-j ca-
?.. imperte ; qcela Jos ubeltoa > i-ombjietffl.
ratm-n'e a Ivlclt, reco-s'itnisdo es vasos
rapillares.
Ri'orje o C'il yo ersdavpl por ser OJ) med'ca-
ir-ento inatfii, | recoslssia-o pelo t
fi'o .-rfiirte.
Enroara--p a veada tis* priocipacs lojas da
m'derus e na Pbarmacia dea Pobres, a roa
Larga d.- Rrsario n. 8.

I
quesina ; infolizmaote, as perna? dolori-
Via que se tratava de ama caapoLes >,
mas a caodora de seus olho?, certa dis-
t DcgSo no gesto e as expressSea, revela-
vam urna creatura superior quolle meio.
Y. Mario aectia por ella, alero de profundo
reconhecimento, o respeito qae Iba impu
que am pissaro, das- nha aquello olhar puro e avelludado, em
mo-
das se ceg ,v m a sustentar o corpo do
mancebo.
Que tena ? Algama ddr ? Oode ?
Vou chamar algaem, conticaou ella, muito
tremola.
E mais gaira
apparecea.
Multo dep^ia, voltava a tyroana em
coropanhia de doas robustos lenhadorcB
que, o-", ama paviola impoviBada, 'e?aram
o ustringoiro at urna cabana rustica.
Ao bu>to calor que se desprenda da
lareira, foram-se deotendendo os mus 'ulos
de Mario. Foi curto o bem-eatar, pois a
febre comeyava 9 agitar o seu pulso, e o
peio, sacudido por freqaentes accessoa de
tosae, denunciaba, em om bvo caraoteris
tico, a pneumunia.
Pr.ipararam a toda preaaa ama cama
para o doente que, pasaadoa poneos instan-
tes, j nao tinha nocSo do qae o circam-
dava.
Este estado de torpor durou tres aema-
oas. Urna manha, vio o Sr. de Biran, ao
acordar, junto ao sea leito, a clcate o
loara ?ia&o qoe o salvara.
Como te sentes? indrgou ella, oom
affeetuosa solioitade.
Sinto-me bem, marmuroo Mario ; e
dse j iris saber tea o orne, para poder to-
dos 08 diaa repet-a, co;*.o de om anjo.
Chamo me Rosita.
Rosita 1 Que lindo nome !
E o tea?
Mario.
Agr *-me tambera.
Dise-me agora, Rosita, onde me
aoho ?
Era minba casa, na humilde cabana
de ama pobre orphS, qoe ae juiga falis por
te fer podido aer til.
Essas palavraa enygmatioa nSo explica-
vam ao Sr. de Biran qos.es as otodicoes
da lyroliana,
guarassu
Ne.-la eeierancoja villa, oaa da? rrelhorfs do
EsU'o ptla toa poora ilis^tica dsdeliama-
a^ e -'Jestd eapiral, qoai stri brevimente
ligada por estrada de f eaas. j
pela s Intiridate re fpu 'lima e j pela abnn-
d?n:ia de froct:-s, peixp, agua potsv I, etc., e
011-e o i'oromt-rcio prometle desenvolver se,
vendem-.;e o>r barstiF.-imo prijo eeis caas,
seqdo quatro pr.-pjis para resioercia de fami-
lia e duss pura coamprcio, urna das quaes cora
armaco, Cocbeira para e.-tabclacimenlo de dili-
gencias, !;; xa Pracn rio Herval 11. 3, armazem 'e materiaes,
onde ;er encootrado tareb-m urande fortimen-
to de lodo qnaato necessario para edifica-
l5ea.
i.aiu
fompra-se dariamenie qculquer pcr;o
e, do Amor.m n. 60.
aa
qoe ae adivinhava 03 vislumbre de
iancolia.
Roaita, tena talves ouro nome.
Nao.
Como se chama taa familia ?
Nlo sei. A tribu dos bohemios,
roe cieou, furtoa me aoa me s pais.
qaa
noro, porm, o logar de meu nascimeato.
E' poasivel ? E qual a triba ?
A doa Uraos.
Ao pronunciar esae nome, Roaita occol-
tou o rosto entre a. mSoa, e groesaa la
grimas lhe banharam aa faoea.
Porque choras?
Fora lo mos!
E tena receio ainda qae te facam
mal.
Sim.
Rosita, devo-te a vida ; nur.ca mais
o e3que:arei. Offarego-te minba protecyao
entra es'.es bandidos. Aceitas?
II j ?, dixaa me sinceramente essas
palavraa ; amanha, de'.las j nSo te lem-
brtrs.
Juro-te qae nSo te abndonarei.
NSo me abandonars ? Obrigade,
Mario.
E um r.io de alegra illumtaoa o bello
roBto da oamponesa. Tmida e agradecida,
boijou a mSo do engenheiro.
Rosita, accrescentou o Sr. de Biran,
emocionado por tSo ingenua confianoa,
tranqaillisa-te. Conversaremo3 mais tar-
de ; sinto-me agora muito fraco.
A lyrcliana oaloa-se. E, emquanto Ma-
rio, oom o olhar fixo, deixava o pensa-
menta Toar as ssas das dbioeras, Rosita
ftava o perfil enrgico e varonil d>> es-
tr.ngeiro, que lbe fazia vibrar, na alma
virgem, aentimentoa que a sua linguagem
nao saberia exprimir.
II
A cabana em que se ach iva Mario de
Biran, distinguase, d'entre todas es choa-
panas daquella regilo montanhosa, pela
mpeza e pela ordem que prasidiam ao
arrar-jo da casa.
Adi?iohava-se que urna mSo feminina
diriga es cuidados domsticos. Cercada
de altos piobeiros, qua exhalavam um
cheiro forte e Balotar de resina, a cabana
nBo estava in^eiramente isolada, pola em
torno se ouviam marmurios indistintos,
qae annancavsm a proximidade de outras
babita^S9B.
Effactivamente, a castalia q :a recolhra
o viajante, fazia parte da ma aldeia pri-
mitiva, cujas coQstruccSes do madeira
abrigavam ama populagSo de rudas traba-
jadores, exploradores da fl ir asta qae os
circumdavam, que d:rrabavam as arvores,
entre ellas divididas segundo os div.-rsos
usos a qua cram destinadas.
Todoa eases lenhadores mostravam-se
incansaveis em prevenir oa menores dse-
jos do eBtraogeiro, qae, hsvis am mea,
era hospede de Rosita.
Tioha o Sr. de Biran oaricsidade de sa-
ber a qae dev'a o felis acaso que lhe pro-
porcionara o sea encontr oom a loara ly-
roleaa. Um dia, ioterrogoa-a a respeito,
com intusteoeia, ipois Rosita hesitara em
narrar-Ihe o tea paseado.
{Contina).




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