Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19927


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Full Text

AMO LX1X
DOMINGO 5 DE NOVMBRO DE 1893
NUMERO 252
PBOPRIKOA0K SE WUtiUfKL FISEIBOA E FJiSlA A 7ILH3S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA
Por tres mezes adiantados. -.-,
Por seis mezes adiantadcs .
Por am aano aiiantado -.-
PORTE
s
8^000
15*000
30J000
IA0 NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FBAN.
^\ E INGK ATERRA
O Sri Amed^e, Princp & C residentes c mPiria34 rae d
Provence
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adantados. i i i $5 00
Por um anno adiaotado. \ .; .. 331000
Numero avulso. ... 1M
Telegrammas
OfQcIal
DE JANEIRO, 3 de Njvembro,
s ii-horas c 20 minulos da noite.
Governador.
enge-
Ante hontem a tarde fortalezas barra
bombardearan Villegaignon, que res-
pondeu fracamenle.
Hontem nada occorreu. Forjas le-
gues incendiaram hoje mais uro deposi-
to plvora c municoes revoltosos na Ilha
do Governador.
Ministro do Interior.
--------------->-K--------------
Sfi:Vi;CPA3T!WLAaflO HABI
RIO DE JANEIRO, 3 de Novembro,
s 5 horas c 10 minulos da larde.
Hontem nao houvc hostilidades.
As forras legaes completaranj a ba-
tera do morro da Armacao com mais 3
canhcs modernos dos systemas Creu-
s:t, C; Essa batera domina o ancoradouro
dos revoltosos, que, depois dos ltimos
estragos fcitos pela mesma batera, nao
tem atirado sobre Nictheroy, a qual est
bem guardada c mellior fortificada.
As forjas legaes que a guarnecem,
lo;mam orna, forte divlsao commandada
Roberto Ferreira.
Est no servido da batera o
nheiro militar Dr. Tasso Fragoso.
Consta estar formad \ urna esqua-
a de evoluQes ac
mirante Gongahres.
Para o servico dos poderosos navios
que compUem dita esquadra, seguiram
mais de 300 homens escolhidos, entre
marinheiros e artilheiros, alm de mui
to. dos nossos memores officiaes de ma-
rinba.
Seguio lambem nessa expedicao o
capitao Jos Americo de Mallos, inten-
denle municipal.
As loicas legaes assallaram a Ilha
do Governador e lizeram voar outro
paiol de munieoes que os revoltosos all
tinham, incendiando-o. Houve horro-
roso estampido.
As fortalezas de Santa Cruz, S.
Joao e Lsgc alirarm hoje sobre os res-
tos de Villegaignon. que pouco respon-
deu.
A cidade est tranquilla.
IHSTRUCCiO POPULAB
D \gAO
ISTSLIBSTUAl, USBAL S P27SICA
POR
HERBERT SPEXCER
CAPITULO I
?m mam
Covsrao do Estado de Per-
namboco
EXPEDIENTE DO DA 3 DS OUTUBRO DE 1393
RIO DE JANEIRO, 3 de Njvembro, ao S.- Dr. jai Je dirello do municipio ae Pa
oellae.Attendendo ao qoe BohlloB-B* o dire-
ctor gertl de estatistica. m offli) n 7-9 de 6
c"e Setembro Hado, reo'mmeodo qae erapregaei*
os raeios a vobso alcance no eeatido de se to'na-
effectivo no dia ri:to de S. Benedicto do muni-
cipio de Qjipapa, a le .1 i registro civil, ci'jo
s-rvico teto sido irregular, ronforme o ri spectt-
vo encarregado commuricon qiella dtreclris
em ofli ,-io de 7 de Jolho ul Imo, que, por copia,
vos envi-
Igual ao Dr. juiz de direi'.o do municipio
de Ipojuca,
Ao Sr. Dr. director geral de es'a'.is'ca.
/toeonadoo reeeoimento de voasooIBcio n. 7 9
de 6 de Setembro flndo, declaro era respo ta.
que neata data providencio Qo sentid.) d i voiso
pedido, relativo ao servico do registro civil nos
lialricos alio idos do citado ofhVio.
KIP20IXT! 30 O.;. SECRETARIO
Offlcios :
Ao Sr. D'. juiz de direito do 2o ri!?tri:lo cri-
minal.O Exm. Sr. D'. Goveraado- fio ralo
manda recommendar-vos qu*-., rom urgen-"*, de-
volvis devidamenie informada a pnncao do
sentenciado Antonio Bap lista <'e Lyra, que vos
foi enviada por despacho de 6 do mez de Seiem
bro lindo.
Ao Sr. Dr. prefeito do muiipio di Pal-
mare.''.De ordena de S. Bsc. o Sr. Dr. Gover
Usdor do E-!ado, remetto-vos em rososla ao
voseo offlcio de 2 de Setembro lindo, copia-da
le d. 1.04 de 12 de Majo de 1879, elevando a
villa o povodo de Agua Preta.
EXPEDIENTE DO DA 4 DB OBTUBRO DE 1893
fricos :
Ao Sr. Dr. luaqnim Ctrneiro de Mondonga
consol nos Esu-ios Unidos do B-azil em Lon
dres.Acenso o recebimento de vosao ol:-o de
17 de Agis'o ultimo, soo n. I, ao qaal acompa-
nliarara as armas desse consalado e os aotogra
phos de vossa urfgoaton e 03 dos vice-cooau-
les desse districto, o que ludo vos agradeco.
Reiterc-vos oa protesto < de minaalta estima
e di8iioct.i con'iderajo.
Ao Sr. Wills Hood, superintendente da e9-
Irada de ferro Jo Recite ao S. Francisco.Ac
cusaodo o recebimeolo do vosso oflicio de 30 de
Seiembro ultimo, agradeco-vos a coramonicacSo
qae me fazeis de baverdes reassnmido, na mes
rna data, o exerekio do cargo de superintenden-
te dessa estrada de ierro.
Reiriouo vos o- protestos de estima o co.sidc-
racSo que me dirigistes.
Ao S-. Dr. inspector do Tnesonro. O
Exm. S\ Dr. Governador do Estado manda rom-
moni ar-Taaqne em 24 de Set^mon Hado,o Dr.
J.jjquim Monteirn Dniz reasoumio o exircicio
do carjio de juiz de dire.to do mtinicipio le F>o-
pelo general obeilo 1 erreira. re8U| re., ', iem rjodo 0.. 3 0 ;a cen.
ga em asi va.
A i sr, --, t .'^ry.i.
Iho.chete i riaa&o lofizame do extinco
Corno de Pol .De ordern lo Exm.
3'. Dr. GoTema'or do Bjftdi tran la i'.o-vos,
jlitn de fe- "i; t os tapis qne ?os laram
ilra de evolucOes ao manib do vicc-al- remeid- :u : s t-= ro animo,
o'i) refe: i ext'.; -u :t;j lora! 'ii Ex,
c pa do ofBci) l. (.635 de 29 de Ko'eib-c do
anno | \ do D;. q.u'ior policial, allutido
no parecer dt 13 >e Siembro i^do, da 2* sec
C t fiesta Secrtti.na e b-m assim a do de 30 de
No enibfo do ex-cooiaiandate e que determi-
fiou a ord-?m de 12 de Dez^mbro daqnella anno.
EXPEDIENTE DO DA O DE OUTUBRO DB 1893
Actos :
O governador do Estado res Ive exonerar o
naeharel Francisco Loiz da Cosa Dramoiod do
cargo de promo'.or publico do municipio de Ca
ruaru, ao anal annexo o de Altinbo. Cotomu
nicou-se ao Dr. jai: de direito do mescco iiiuni-
cipio.
Offios :
Ao Sr. general commandante do 2o distri
cto militar.Transmiti vo?, por copia, o ofHcio
do Dr. juiz de direito do 5 districto criminal de
3 do correte, solicito vos as neessanas provi-
dencias no ?cutido de ser apresentado ao mesmo
juiz, quando requisitado. o tenen'e ..nt)nio da
Costa e S, que se acha recolh.do fortaleza do
Brum, adm de cer submettido a julgameato em
a essao do jury de 9 do referido mez.Com
monir.ou-se ao Dr. juiz do 3. districto cri
mioal.
Ao Sr. coronal Clantlio do Amaral Savaget,
commaadaule do 14" batalco da infantaria.
F.co scienie, com o recpbimen.o de vosso offlo o
circular de 3 do corren'.?, deStasverdea assumido
o coaimanda desse balalh'.o, pa-a o qnal fostes
nomeado por decreto de 5 do oes de Seleubro
lado.
Ajradecendo a gentibzi da communicicioe
os termos eoi que vos expre3saes, cab ? me asse-
garar-Tofl a disposicao qo? nutro de aoxiliar
vos coiao <>uer qu? julgueis nece3.-ario, assim
qcanio ao ervio publico como ao vosso par-
ticular.
Ao Sr. D-. Inspector do Theson-o do Es'a-
oo.-D claro ves, para es devidos effei.o-', que
lioim abiDr. jus ls faltas de pzercicio dadas no
mez de Setembro Hado por Cons'.auino Viel-
ra de Loo.', continao da Secretaria deste So*
ver no.
Ao Sr. major commaciante icterino do
Coroo Policial.Roeommendo-vofl que provilen
citii no sentido da apre-ectar se om lente
desse Corpo aj Dr. presidente do tribunal do
jury do da 9 do corrt-r.t;. s 10 hora ; da ma-
no, i. para acmpanbar o tenenle AoIogo da
Costa e S, queacba-se recolbldo fo-taleza do
Brom B deve comparecer perante o referido tri-
bunal aUm de ser submetudo a julgamento.
Cnmrtoni'oo ra- o delegado do ronn'Pp-o
de Goynn., por tlegramroa datad > *e 1 do o-
ente, que na mairura n.
d'.no lu? r Pona de Pedras, o indivico E-t'r
rao G)rnes "le S uza marinbeiro 6* hn-c=ga San
ta Maria, ferio levemente ao soldado do crpo
policial Loiz Lncaa.
Contra o cade a daqufilj ra n cip-o, proceda o respectiva
subdelegado s diligenclaa da le,
O cidadio Antonio Jos da Coala Reg as*u
mo hontem o exercicio do cargo de subdelega-
do do 1- dialrl'l da Graca.
Ao Sr. D-. Alexandre JjfBarbosi Lima, moi-
digao governador do Esudo.
0 Qoestor.
Julio de Mello Filho.
(uaes sao os conhecimeutos de
xuaior valor ?
A verdadeira sciencia e a verdadera rellglao,
dix o professor Haxley ao encerrar ama s rie
tceoti de conferencias, sao irmas gemeas, e a
aeparacao ama da ontra prooa fatalmente a
morte de ambas- A se enca progride precisa-
mente na proporcao da sua religiosidade ; e a
religiSo floresce na exacta propercao da profan-
didade e da firmeza scleotiHca da sna base. Os
grandes feitos dos pbilo3cpbos teem sido menos
o fructo das snas intelligencias do que da dire-
ccSn dada a essas intelligencias po- ama orlen-
taco emioen*emente religiosa do espirito. A
verdade maoifesia-se mais saa paciencia, ao
sen amor, singeleza do seo coracao, e abne-
gagao de si mesmo do que lgica penetracSo
do sea espir.to.
Em vez de ser irre'igiosa a scienria, cemo o
iolgam mnitos, o desprezo da sciencia qae
irrfligics: ; irreligiosa a negacao pelo estado
da creaco qo--1 nos rodela. Fazei ama simples
comparcSo. 8upoonhamo3 om escriptor dia-
riamente ssudado com loovimlnbas, feitas em
linguagem superlativa. Sapponbamos qae a
sabedoria, a grandeza, a belleza das snas obras
sio es tpicos constantes doB elegios qae Ihe
diryjem Sapponbamos qae aqaelles qae in-
cessantemente tecem esaes lonvores sobre as
ena obras se contentara em examinar-Ibes as
capas; que nooca as abriram e muito menos
trataraai comprehendel-as.
(Ctmtma.)
Queslura Policial
2 seccSo. N. 249.Secietana da Qaestara
Policial do Estado de Pernamboco, em 4 de N >
tnbro de 1893.
Sr. Dr. governador.Partlcipo-vos qne foram
recolbidos Casa de Detencao os segantes
individuos :
A mioba ordem Jos da Penba e Paulino Jos
dos Santos como desordeiros ; Francisco Alves
de Menezes e Maria Tbereza de Jess, como alie-
nados, atm. de terem o conveniente destino
A ordem do subdelegado do 1' districto de S.
Jos, Manoel Francisco dos Passos conbecido por
Maooel Marcineiro e Jop Angosto Perei-a, val
go Joao Cesa'nbo, como desordeiros e Joao Ma-
noel, por distarbi08.
Commaoica-me o jniz to 3 districto do mu-
nicipio de Palmares qae no da 29 de Outubro
Bndo, as 9 horas da manba, no logar Jaqoeira,
daquelle ilis.nc'.o, foi Jas da Costa Albuquer-
que Mello barbarameote espancado por alguns
irabalbadores da asina 13 de Mato, constando
ter sido o motivo de tal espancamecto o facto
do haver o mesmo Jos da Costa Alboqaerque
Me'.lo tentado contra a vida de um de taes traba
ibadores. V
Transportado o offendido para a cldtfe de Pal-
mares, o mesmo juiz tfliciou ao delegado respe-
ctivo para fazer a viatoria e demas diligen-
cias. /
O referido de'egado, segando mi commnni-
coa por lelegramma, em resposta aj entro men,
fez viatoriar o mesmo Albuqnerqat) e contra os
offeasores procede nos termos da le.
1850 como seiictosop, na fo-n do< a*t?. 5*,
7. e 81, tod -8 aiuelies qae sera ordem ocle
eomojaud) superior, que t .i pode' d-r i re-
qaisio da ao'eri'.ade civil, lom-rem a'mise
(orm^rem-ie em corpo.
Joao Jos i'kmorim.
Coronel commandanie superior interino.
EXTERIOR
Thenouro di> Eilada de Pemam
buco
DESPACF03 DO DA 3 DE NOVEMBRO
DB 1893
Antonio Rodrigues da Cos a, Al-xan-irina
Azueda de S Cavalcante, Bibiana M i'iri ana d.
Conce'co, Joaquim Domingoes da Cosa 8raga,
JoSo Rodrigues da SilTi a Aua'riiliano P. de l-
meida Andra le. Ioforma o Sr. Dr. conador.
FrancHca de Pau'a N ?ves Sellas c Asoclacao
Commercial dos R liaadores. Haja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Loiz Martin--.A' Seccau do Contencioso paro
o devidos fias.
Francisco Eluardo Cos."ertifique-3e.
Farmodea Jnior & C, Francisco Joaqnim Oon-
Calves do Cabo e Manoel Joaquim de Aodrade.
[aforis o Sr. Dr. administrador da Recebedo
ria.
Eufrosina F.cncisca Ferreira. Ao porleiro
pa'a entregar ao interessado.
Torquato Jos Monteiro. Volte a Rec?b>3oria
nara satisfazer a exigencia do Sr. Dr. contador.
Bario do Limoei-o. -?olta a Recebe torta para
exigir a satlsfacao do disposto no an. 282 do Re-
gulan rato le 2 de Julbo de 1879, e juntar a po-
tigao lirigld-1 a esta inspectora.
Compaubia R?cif-fnse de Panificaclo.Junta a
petlciona-ia utna certidSo com a qual prava o al-
legado.
Jovioa Maria -1a Costa Villa-Secca.Declare a
peticionaria a qae exercicio se refere a cobrajga
executiva le que trata em sua peticao retro.
Jos lanado.Deferido aflm de ser considera-
da isenta da dcima a casa n. 172, sita a Estrada
do Gequii a Jiboato, i coalar do exercicio da
1886 11892, nos termos do U art. 1.- da Iei
n 2125.
Antonio Correia da Silva. -Deferido, affra de
ser considrala isenta da decima a casa b. 16 A,
sita no logar denominado Aras Estrada do G -
qui a Jabo tao, a contar do exercicio de 1890 a
1892 003 termos do 44 an. 1/ da Iei n. 21io.
Isidora Mrii da Coaceijo Deferida afira de
por consi lecada isenta da decima a ca^a n. 9 a
roa da Gimelleira, freguezia de S. Jos, a contar
de 1889 a 18C2 no3 termos do U al. 1.- da le
n. 2123.
Mu : V lira Coa'.ifho.Deferido afira de
Cpnaiierada iseita da dcima aca3a n. 12 A, lila
' Sarreiras, a contar do ex !rcicij dt|
183i a 1832, uoj termos do 4i do a t. l. Ja loi
i. 21*5.
j.., z pranMifca da AiaumpgSo Oliva
fi-ri;,., ali .i le >c coosl torada isenta rl.
. 102 A h.-je 142, a Estrada ova daCa ,Jelejcea
xj" .a ou l ir .:o exercicio Jo 18S0 a i0^, nos
termos do ii art. 1.- da Iei n. 2126.
Alexasdi mi do A7?vodo.Deferida afl;n de ser
considera Ja is:nii da decima a casa o. lo, &
Estrada do G?qoi5 a JiboaUo, a contar do exer-
cicio de 158 a 1892 nos termos do i art. 1.-
da Iei n. 2125.
Joao P."-ei-a Campos. Deferido oo sentido de
ser cn3idorao irresponaavel pelos dbitos de
anteriores iiquilinos do predio n. 151 4,.sito
E-rafa do Giiqaia aJaboato.
Torres Irmcs.lodeferido em vista da iufor-
maco da Contadoria.
Antonio Gneies da Trindale.Deferido do ac-
eordo com as ialormagOes.
Joo Ignacio da Silva.Indeferido porquanto
n5o foi observado o dlsposto no art. 38 do Rag-
lamento do 28 de Mo de 1887.
Manoel Vieira & CIadetarido em vi3ta da
informagao da R^cebedoria da qual se verica
que a casa em qaestSo esta occopada.
natos Cammba & CIndeferldos porquanto
nSo observarara 'em tempo opportano o disposto
no art. 38 do Reclmenlo de 28 de Miio de
1887.
Melcniades Antonio de Aluieida.A junta leu-
do cm vista a iaformagSo retro, aeciara qae as
castas judiciaes nao estao sujeitas aos addicio-
naes de 10%, por isso qae nao tem carcter de
impjsigao, como succede com o imposta de sello,
que n5o obstante ter este caracte, todavia esti
isento dos dit03 addicionaes.
Manoel Vknnade Soozi Barros.Deferido, lo-
mando-s1"- por termo a fimga.
loanaa FrancHca do R-go Mello, Dr. Antonio
Brono da Silte Maia e major Toom Leao de C;S-
tro.Rcstitua se.
Da 4 -
Joo Vital Machado, leante Jos Francisco
Pa^s Barret'o e barbirel Silvio Pellico Peretra
Perras.Informe o SJ. Dr. Conti ;or.
Idalina nos Santos Pacheco, Mureira < C,
Guilii rinc Spiiler.Haja vista o.Sr. Dr. procura
dor fiscal.
Felippi p>?'eg-ina Civalcante Barretto e Fclip
pe Augusto de S Bab'a.Crtlflqae se.
Aura & Sani'Anna. D'. Manoel Octaviano Gue-
des Ncguelra e Dr. Manoel ae Si Barretto paio.A' Secgao oo C:ntcncioso para os devidus
las.
Jcanna Bao3ta Fei.o^a.Informe o
admini irador da Recebedoria.
Joaona Biptisia Feitosa.Informe o
administrador da Rc?bedoria.
Manel Antonio Gingalves Llaa.Informe o Sr.
collector do municipio da Victoria.
EUROPA
Beipanba
Qoem l- at entarnt-ote, oibando bem ao qae
se contem enlre as liniias, o discursos pron-ra-
ciados uas Asturias por Llora, Pedregal e SjI
raeron, os tres anabaptistas do centralismo, t.So
fpode deix- r de descortinar no meio das saas af
hrmQ.'s a contradigo em que se achara e*tes
c4udi:ho republicanos, com as id de Rail
Zorn!..
Salmern e os s.-us collegas aceilam a revola-
eo pela violencia, tnaj qaerem esta exercida
.co povo, qaerem na como emanagao legitima
da vontade nacional, que-em-na como meio ni-
co de e8:obelece- o rgimen po- que ell-8 a.-,-
ceiam ; mas aioda assim aceitam-n e qaerem-
na no moueiito opportuno, nsqaelle em que
rjateme possa aproveitar para o bem da na-
gSo.
Se dermos, pois, inleiro crdito ao illa-t-e
advogado e aos s us sectarios, devemo-nos con
vencer de que elle nao aceita ama revolugao de
caserna e urna dictadura militar; estamos qoa
si a dizer que antea lhe preferira a connuago
da ..'onarcnia; era, como exactamente esse o
venero da revolugao que preconiza e em que
traballia Zorrilla, evidente que os dou* na-> es-
.o de accordo, e que po tanto nuoca fei meaos
atina hespanhoes.
Diz se, mi3 apenas um boato, que nao f-
cil comprovar. diz-se qae Zorrilla aadava nego-
ciando em Par* um emprestimo Importante
com cuj >s fondos ae devia animar a agitago
geral, apoveitando a lucia p?los privilegios lo-
caes de certas proviucias, e a irritag) causada
a'umaa caoitaes pela sappressao das capitanas
gsneraes, e n'oatras Ierras pela suppresso dos
tribu aea juiiciaes collscliros, e depois. no mo-
meato opportuao, orovor-ar ama revo'.uco mili-
tar sublsvaado ama parte do exercito.
Ti.no o se laainua qus foi exigila a asaigoa
tu-a de Salmern para se realizar o emprestimo
e iue este, que um bomem de bem, a recusou
termioanteoieate por saber em qae desenf-eado
jogo de balsa e em que mis-.raveis especalacOes
se fundava a operagao negociada por Ruiz Z>:
nlla.
Se assim fr verdade, provavel que so nao
perturbe gravemente a ordem em Hespauha,
tanto mais qne os carlistas, s:ra os quaes nao
ha movimento revoiaciooario do imoortancia,
devea de certo obediencia i timago do glo-
tioso pap'. LViO XIII, quo o iatimaa fo.-nnlraeo-
te para qoe resp^itassem e acaiassem a f iria.i
de'gove-no existente em esoaaba, a moaarcba
om D. Affn--o XIII.
K)i [i.ii- i lo o Sr. Piogcrvr mioistro do ia-
FiJera o que des java, e o que devla, accrei-
cea ton elle. Amorte de Martnez Cimpos seria
om grande serv.go prestado a bumanidade.
Narrou sa-enamente os fictos que prec deram
o attentado. dando conta de todos 03 seas as
sos des te que se levantara, e fez essa narragao
sor.ndo-se. o jue ob iou o tribunal a aimots
tal-o.
C.n lemuado mo' e, foi e.le fusilado na ma-
nila de 6 de Qutabro nos fo-sos do ca-tello d.
Murjui :h, regeitando os consolos \ religtao.
Mo oeotos antas de ser ejecutado despe-ia-
ram no os sacerdotes, exhortando o a reconci-
liar-so com Deas.
Pallas disse-lbe : Deixem-me dormir I e
voltoo-se para o outro lado apparentando que
dorma.
iiorrea sem reconciliar se coa a religiSo, e
de'xar de defender a anarcha com graude se-
renidade.
Os anarebistas 'en'aram no dia 15 roubar-lbe
o cadver.
Tenloo suicida- se na prisao em que se
acb.va deudo o anarcbsta Salvoechaa.
i.-a. D- #'' f '- '' aJ J Sr- 6otza;ei-
a dec'jv-T Bailo tr-ac.Jaa para 19 de Novo;
Sr. Dr.
Sr. D.\
Becebedorla do Emdu de Pcrnana-
buco
DESPACHOS DO DIA 4 DE NOVEMBRO DE '
1893
Manoel Soares de Figueiredo.Jante certid5o
do concelho municipal.
Joo Bernardo do Reg Valenca, Frederico
Colombiano da Silva Gamar&es, Porfirio Mendes
Martins.Cerli que se.
O porleiro,
Custodio B. da Suva Guimaraes,
Commando superior
QARTEL DO COHMANJO SUPERIOR DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
BECFE, 4 DK NOVEMBBO DE 1893
Ordem do dia n. 14
Havendo ebegado ao mea conbeclmento qae o
capitao do xtincto 9 batalbo de infamara da
gaarda nacional do municipio de S. Lonrengo
da M t'.a, Jos Alfredo de Carvalho Jnnior, anda
reerntando os cidados resideates neate munici-
pio para orgaoisagio de om contingente da mes-
ma guarda, como quer qae seja esse procedi-
mento om attentado contra a liberdade do ci-
dadao e om delicto contra a csnstiloigao, oa for-
ma das dlsposiges em vigor, tenbo por muito
recommendado a todos os cidados guardas oa
conaes, qae nSo obedecsm a qnalquer iotima-
gSo daquelle capitao, oo de qoem quer qne se-
ja, qae os chame a servigo, visto incorrerem
as penas da Iei o. OOJ de 19 de Setembro de
cabro -8
momeipaes.
Os partidos repablicario e conservador dcsca-
volvem prodigiosa aelivldade de propagma
para a victoria dos sejs candidatos.
O goverco receban communicago do Sul
to c!e Marrocos e quo empregara todos os aeus
esforgos pi.a abafar o movimeato insurreccio-
nal de Melilli, castigando severamentj oa cul-
pados.
Nao obstante, foi deliberado que para all par-
liasem 15.000 bomens para reprimir a revoha,
:eado bcido assentado qu3 lUMM o governo
ama reclamagao an Su to. que considerado
como respousavel dos acontecimeatos de Melil-
13, pelas despezas cem a expedigo daquellas
forgas; e j conbecido qae o governo de Mar-
reos comprometteu-se a pagar todas as detoe-
zas da expedigo, coacedeodo tambem pensfies
s viuvas dos militares, all victimados.
Em conselho de ministros mamfes'oa se pelo
castigo exemp'.ar dos kabylas S. M. a rainba
rgeme; e de acord j tem sido mobilisadas
as reservas de algumas providencias, e grandes
reforgos tm seguido para Melilla, apezar da as
severago do Salto e por saoer-se qae em Mar
reos j esto reunidas 31 tribus dispostas ao
combale.
O coogresso decreton crdito Ilimitado para
occorrer s despezar com a guerra em Marro-
cos, tendo sido ja autorisada a coastraeco de
fortalezas as montanbas G ra no plaaalio
de Melilla, e bavendo adoptado o Sr. Sagasta,
preaileme do couaelbo, o plano de campanba
qa; Ibe foi apresentado pelo genera. Dorara
goez, relativo expedigo militar dirigida c-n
tra Melilla.
A opinio maLifesta-se em muitas cidades do
reino approvadora dsa proiidencas do governo.
A Franca apoia a Hespanha; e M\ Gladstooe,
presidente do conselho de ministros di Ingla
trra, offo-eceu medlagOcs para impedir a3 hos-
tilidades que Be esperam.
Segundo os ui-imos teiegramoaa uo Melilla,
sabe-se qae os Mou-os rtfjgtam a praga, e
acbava-ae eminente um combate, proiuztodo
esta noticia oa Capital viva sensago.
E com pfT-lto, romperam as toetllldades entre
o bespanhs e os ksbilaa, atacando estes Be-
I toast.
O gene'al de brigada Margallo d;strnio pa'te
das trincbeiras das kabyllas, qae foram tamben
bombar 'ead03 pela canhoneira Conde del Ve
nadito.
Preparas-se 4,000 homens para seguir de re-
forgo para Melilla, tendo siio o ministro da
guerra nomeado commaadante-ebefe das forgas
combatentes nesse ponto ; e o general Chinchilla
para commanaar a divisao andaluza.
o governo prohibi a transmisso de noticias
sobre as operagOes militares.
Sna Mageatade a ra t. ha regene de Hespa-
nha pedio ao Papa qne nomeaese om represen-
te atim de conferir ao pequemoo re D. Alfonso
XIIJ o sacramento de confirmagSo.
0 papa nomeoa Mr. Gstomi.
Em regresso de saa viagem cbagoa a esta
capital o grande tribuno e llustre poltico Emi-
lio Casiellar.
Cbegam noticias de Xirez, de que alli rei-
na grande agitago popular, o qae faz temer a
anarcbla.
As autoridades tomaram todas as pr- cingues,
em virtude de boato correte de que os anar
chistas preparara a invaso com oplano de des
troir a cidade pela dynamte.
J tivemos occasio de noticiar que foi con
demoado morte o anarcbsta Pallas que foi o
priocipal autor do aiteotado contra o geoeral
Martnez de Campos em Barcelona.
Quando interrogado, Pailas declaroa que era
elle, e mais ulnguem, o autor do attentado ; que
ligurava entre os anarchistas-communistae, que
oo perteocera nunca a associago algama de
anarchistas, e qne proceder sem inveatgagoes
de pesaoa algnma.
Considerava, disse elle, o general Marti-ri
Campos como ama calamidade pa'a a Cataln-
nba, e om repto atirado aos seos habitantes.
Deliberara, portanto, aparar a lava, e por con-
secoinle aasassinar o general, pensando nieeo
desde 1874, apa o espectculo da batalha con-
tra os republicanos, nis rus de Sorrl,
Franca
E' cariosa a apreciago qae faz o Sr. Du Bo-
cage a respe lo do resultado definitivo das elei-
Qes em Fcanga.
Dentre os vencidos do ultimo soffragio, diz
elle, destacara se principalmente tres bomens
pblicos, cuja notoriedaie torna mais significa
uva a 8uaexclu"o o parlamento : Clemeoceao,
Floquet e Cassagoac, noiaveia todos elles como
polticos e como parlamentares, e todos violen
tamente repelii los pelos eleitores, que de ba
muito se lhjs conservavam fiis.
Conirap5-ra se-lbrs enlre os novo3 elei'.os.
formando absoluto contraste, os nomes de trea
eleitcs. que. pelas suas situag-.-s sociaes, p. la
absoluta insigaijancia o vulgandade os do
tes at aqu revelados, lngara urna note grotes-
ca no panameo a que vio pertencer.
Referimo-nos ao eleo do Jura, o eidhdaa
Vuillod, oulr'ora celebre nos cteos onde rep-e
sentava a largada do bomem caoho, boje inves-
tido as altan fuucgei legislativas, a aos eejs
ligaos collegas, o caoelleireiro Chaavin. a ao-
cialista .a faegao de Guesde, conhe,cido pela ha
bilidade com que cooipuana a caracter:sr-.go
doi artistas do iheatro fraacez, e aiPdaocbapel-
leiro socialista Fabrot, rival fetiz do amigo pre-
sidente da cmara e anfgo preaidcntejdo conse-
lho, Floquet.
Curiosa circumstancia das multidOes, enjo
voto vai buscar a sna loja o cabelleirero, o cba-
pelleireiroe o histrio para os eaoarregar de fa
zer leis, e alira para a inactividad: com tres das
figuras mais salientes da moderna repuolica.
Curioso e doloroso ao mesmo ternpo, pois re
vella q ota 3 difUail maoter nos limites irapres
cindlveis de bou senso a escolta* dos represen
tioiea da n^go pelo enffragio universal 1
Nao basta pa-a nos, chronista, notaros con
trasensos do suffratiopo, ulare lamentaros des-
varios, ciimpre-no3 ir mais lon^e, e indaga- se
elle inconscientemente obedecen a .al^uma Iei
s .p;-io", te as seas laapellaveia decretos fo-
ram vaalajosoa ou nocivos para
o !e .-e ex r er-m.
execottr, en Uve, seobore, de trazer-vos, assim
como aa t.opas sob as voasas ordena, as felicita-
g6-s do :overoo da repblica.
P-oouz me vir dizer-vos: a Frang, qae vos
oltn, tem conflanga em vos e vos agradece...
E' sempre commovido qu> venbo ao encontr
i'esu escola do dever e do p^t-i,-lisma, cide se
conserva a religio da bandei a, oadeao igno-
radas as funestas doutrinaa que tendem a dividir
a naga i a resnscilar os odios de classe extinctos
pela revolugSo, a pigar at a palavra de patria.
Aqu, o exemplo de uniSo, do coociliago na-
cional, de igualdade no cumprimenle do dever;
aqu Imp6e se a lodos e.vc p -nsamento noico:
defender a honra e os ioteresses vitaes do paiz.
O ministro da gue-ra, reapondendo, agrade-
cea, em oome do exercito, o& elogios qae lhe te-
cla o presidente e assevc.-oa qae a Franja podia
cootar absolutamente con ello confiando no seo
patriotismo e na sua abuegac&o.
E cooclaio brindando pela sa e do presiden-
te Mr. Carnot.
Segundo afirma o jornil L'Aatorit o
projecto da converso de 4 1/2 n/o estl actual-
Na"xclos2o de Cassagatc nio poiem i
xa.- i v ir ama, tnt-e muitas manfeslagfl
aniipainia das maesas para cora 03 raa,3 miran- \
i. tod Ihoa ta r- ceo, i retado
coto o mais rivlcstoa- Utowoteando .- c ..
a;celebre felctor da .".a o.-f.e, cja i
s otjnrgu crias, e cuj s insolentes loterrop*
,j- audam nt memoria de todos, os eleilon a I
doGo/smostramm que 03 atq'ae p
as d.reoslas '.! linguagem, nao encon. a o j.
apoio na opia o.
A exciusa de Clrntoceau e|a de Fldjuet,vic-
timas dos ataqae insidiosos e freauentemsme
calumnioso?- do- boulangistas, completa-so com
a exclosdo destes, qae tantos improperios Ibes
disseram e contra elles .escreveram ; prova so
qu?, se nao agradara agora ao publico as cam-
panrias de oiffaraago, tambem nao reuasceu a
confianga nos difTamaras.
A campanba dirigida era Draquignan contra
Ci oenceau teve por mote as sua-< relagSes com
Corneliu3 Herz, o celebre corruptor, e por base
urna acca-ago, que erjcomra muito qoem lhe
crdito, de ser, oa de ter sido, o ebefe dos
03 radicaes, agente da poltica ia.leza em pre
juizo da Franga.
A guerra movida pelo ebefe da extrema es-
quena contra os bomens pblicos capazes de
levantar o prestigio e a inlloeucla da Franga no
estrangeiro, contra Gambetta, Perrj Freycinet,
Consiants, gnerra cruel e sempre vct riosa. oio
a atlributm os detractores de Clmenceau a ura
carcter mal formado, a um espirito irrequieto
cheio de inveja3 e despeitos, incapacidade de
crear alliado a um ve- ladeiro genio de desirui-
go ; o prooertim< oto constante do reiebre algoz
de minisierios, liliam-noos maldixent-s em mg
gesles de interesse proprio, e at e u suori-Jios
pagos pelo eatranfelro para atraicoar da pana.
Pesa-nos snceramente acceitar como funda-
das taes accusacS -s, qae se o foss"tn, deixari m
uai inste tabeo ligado aos part d^s mais avau-
gaios da repub ira ; po!s tenamoa Clemfnceau
vinal da peor especie, como temos os represen-
tante? do partido socialista e particahrraenie
Guesde, qus vi ;>r o ctiefe, reos confessos de
tragan, po ram para as despezas da sua
eleigAo fa-lo subsidio des socialistas alleme-.
E les 03 socialistas f.-aicezes, deciaram-se
sumpatna e acc itam auxilios e beneficios dos
Berel, dos Siebkaecn', daq elles raesmos que.
no propro peiz aflirmam o sen patriotismo, da-
quel!e3 qae dirigiam, aioda ha pnoco, com o
m-iis O'gnlhoso desassombro o cong-esso socia-
lista de Zrirh. i. poodo ae pela autoridade do
aeu nome, e pelo prestigio de incooteHavel do
tes pessoaes, mas impondo ao mesmo tempo e
sempre com amor nacional digno de applauso, a
supremaca da Allemanba.
Esta atitale tomada pelos socialistas-opera-
rios, junta aa a jtlpatbias que rodeara o chefe dos
radicaessocialistas, o intratavel Hob'et, levam-
aos a crer do que a relativa ferga numrica dos
grupos mais avangados nao poder garantir a
sua preponderancia, e anima-nos a esperar que
o grnpo de republicanos liberaes e radicaes
mais moderados, conseguir dar estabilidade e
forga a um governo que saiba aEfastar as qaes-
tOiS polticas irritantes, taes como a separago
da igreja do estado e a revis&o _constitucional, e
empregne a sua actividade em meibtrar a si-
tuago econmica e flnance'ra da Franga.
O qoe indispensavel qoe essa maio-ia ae
orieote e eacolba, eatre 03 homens poblicos da
Franga, aquelle oo aquellas qae ponderosos fa
coldades tenbam para gjvernal-a.
De rerto que o presidente do conselho oo po
der conseivar o actoal ministerio tal comu eai
coosltoido; pois elle nSo se apresenta, na sna
constltngo, em auffioienle harmooia com os
resollados do suffragio, Decessano substitoil o
oo todo oa em parte, e d'essa aubalitnigSo da
escolba da oovos miolatros oa de oovo program
ma do actual governo depenle esaeocialmea.e a
prosperidade da repblica ou a saa perda re-
paravel.
as gran les manobras ha pouco realza-
das em Beanvais Mr. Carnot, presideote da Re-
pblica, orindando pelo exercito francs e pelos
dignos chefes qoe o commandam, exteroou es-
tes cooceitos :
c No momen o em qoe terminara est38 bellas
manobras que o Sr. ministro da guerra aprecia-
va ba das com a sna alta competencia e autori-
dade, sabida d'ama soberba revwta que co'Oa
dignamente a serie de operagOes qae acabaes de
mente aubme'ti lo inquer.tj na corporagSo dos
correctores de cambio.
0 !: a. publica ama coa.o-.-ago em qoe o
Sr Peytrtl, miniairo da fazenda, declarou quea
converso nao reduzr de nenhom modo um
tergo do readimeoto aos pora torea de 4 1/3%,
orna operagao to ircp >-t nt>-, para ser bem euc-
cedida, precisa de obter a aibeso quasi un-
nime dos portadores da divida, e portanto o go-
verno de 7e attender, n'ima cordata proporgo,
ao interesse dos lortadores.
O jornal olficial publicoa a nomeago do
Sr. Loi, anligo prefeito de poli 'a, para emba-
xador c.n Vieaoi, e.n BObsaic&o do Sr. A. Da-
crais.
O governo lomou .bertam ote a direcgo
das testas em bomenagem marioha russa,
tendo o presidente do 'onselao d'accordo cora
o ministro dos negocios esirangelros, formulado
o programla das feotas offiu es, que foi appro-
v, I> i cooselho de miai8troa.
Naa i s eotraro todos as clemeatos clli-
ciaes.
Un dos primeiros jornar3 de Parle, applaa-
diud.i o governo pela su iniciativa, diz :
fim ia".oife*tag5es d'es'-a ordem e d'esta im-
portn ia in'erna;;onal, a iniciativa e a dire~go
. erieoce de direito ao governo. O papel da im-
prenaa conaiste em aecundal o e seguil-o f >
Foi das mais ruidosas a recepgo feta
ofGcialidade da esquadra ru sa, qae no dia 13
anco uu em Touloo.
O almi'aote Ave an rectraeu por parte do al-
miraaLe Rieaoier, mhis'ro da marinba, e do
malre de Touloo as maiorea provas de sympa-
thia e felicitag5es.
O povo quo asustia ao desmbarque da ofH-
cialidade, roupeu em vivas a Russia.
Ni L'-an-te nanqoete no mesmo dia oflerecio
os ofii iaes rasaos, o Sr. Rieoniar, miniairo da
raai iba. brindon a S. M. o Czar.
Responden o almir-nti A/eilan dizendo qaa
i ve- roalon cam irebeode a forca da Fraga,_e
a grande a tjo I termmoa a aliocogao
a Sr. Caroot, preside
ie.-antanio urna saudago
inte J i r publica franceza.
i
..i malor c-j JiaJade a
al -i a lie rasso e seas
i do arsraal le
:a aberreo 8
agio.
I) ;. i baaqoete, o
Di .. i .-.ni a;
Siuiadoa .04J e ilha iasmo pela
e agglomerava cm frente aoedi-
icio.
O entbu3ia--mN popular cootionoa de oi3 cas
iii..-: po: occaio do passeio dos Ulostres nos<
pe ; .5.
As festss era honra esjaalra Wm estado
deslumbrantes.
Tola a cidade a"ha se galbirdarafnte orna-
mentada e noite foi caprichosamente '.Ilumina-
da, bavendo verdadeiro delirio por parte da na-
pjero tes pera assislU-as ; e assim continuara,.sendo,
poro:;de pasea, alvo di ruidosas o?ac6a3 popu-
lar s, o almi-aoie Avelan, qae mostra se satis
feitissimo cora ss provas da syajpbtbla e explea-
dida receogr que tem tido a esqaadra.
O miir da cidade offereceu tambem aos of-
ficiaes da esquadra am banquete, qat, foi muito
concorndo.
Prouaaciarara-se varios discursos, declarando
o maire qoe a aoio frao o ruosa garantan
manutengSo da paz na Europa.
Igualmente no dia 15 leve logar a bordo do en-
couragado fraocez Le Formidable, navio almi-
rante da esquadra em Touloo. um grande ban-
qustn, ao qual assiatiram a offi:ialidade rnssa, o
mir.lstrsda mariaha e todas as notabilidades
civs e militares de Touloo.
A maior fraternidade reincu durante a (esta
.ntr-" os convivas, trocando-se numerosos brin-
des amistosos Franga e Russia.
Mme. Adam fez entrega ao almirante Avellam,
commanaante chefe da eeqoadra russa, da ban-
da d diamantes, que lhe (.Qertam as seoboras
fraticczas.
Houve um imponente especilo da gala, ao
qnal corapareceram o almirante e toda a officia-
lidod1 russa. bem como as aaioridadea france-
zas, reinando em todo ee o mior embosias-
u o ; e terminada qoe foi a fesla, a'eTJorme mu
tldo acompanboo es cffiiaes, dundo vivas ao
czar e ai presidente Carnot.
Os navi.-s da esqaaira ra:sa :j sido visita-
dos por enorme multido.
O Czar e o Sr. Carnot, trocaram telegrammas
a Mi- tigOes, sen^o eabido jl qoe os gran du-
ques Wladimir e Serg3 vlro a Pariz afira de as-
aatlrem s fes' A 1 ffi-ialidade da esquadra russa embarcoo a
16 para Parii, recebeodo, na occa-io da parti-
da, enthusiasticas acclamages populares; e
chegou a capital, onde a recepgo que tiveram,
nu tem precedentes na historia de todas .8
tatas.
as ras as janellas esli litleralraente cober-
ia3 de bandeiraa rassas e francesas; veem-se
galhardetes e Qammniai nos pignons das cha-
mines, as imperiales dos mnibus e dos telha-
dos. _
De um lado a col o das ras arcos de flores
aos milbareS.
A cidade est toda em feata, vendo-se estas
demooBtragoes de jubilo em todos os barros al
nos mais pobres e distantes.
Como oo 14 de Juiho, ser prohibido dorante
urna parte do dia o transito de vehculos, para
evitar desastres. .
Calcula se em um milbo o oumero de pes-
soas que tran-itam as mas e qne faz acchtma-
Ses frenticas aos inbdit03 do czar.
Nanea o povo commongoa tSo completamente
as vistas polticas do governo e por todos os
modos trata de obsequiar os russos, no3sos bos-
Peoeespectaculo tanto mais bello quaoto o povo
fraacez, poeauido de um entbusiasmo delirante,
oo perue am e momento a linha de correcgo
qae as cooveoieocias ioternaciooaes reclmala e
o goveroo recommenda.
Foi extraordinaria a ovago feta ao almirante
Avellan e aos 60 offielses rnseos, qne com elle
vieram de Toolon acompaobados do almiraate
Rleonier. ministre da marinba.
Da estago seguiram mmediatameote para 0
Elysen, orne foram recebidos pelo presidente da
Repblica, sendo depois installados no edificio do
Circulo Militar; e abi varios commissSes de so-
ciedades e oolras populares tm 1:0 saudal-os.
No palacio doEly;o foi dado um lauto ban-
quete de bonra, ao qual assistiram alera dos bos-
*;
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Diario de Peroambuoe -Domingo 5 Je Novembro de 1893
-
pedes da Franga, altas patales militares e ho-
menB polticos da Franca.
O miaisteno tambem comparecen (esta, que
correo auimadissima.
Onmerosos bnn tea foram trocados eotre os
convivas, sobresabindo o do Sr. Baro de Mobren
beim, embaixalor da Russia e o do Sr. Caraot.
Presidente da Repblica, que affirmam que a paz
na Eoropa nao ser alterada.
A banquete segaio ee um espleudido baile
grandemente coocorrido.
No palacio municipal houve lugar om lau'o
banquete, que (01 extraordinariamente coneorri-
do. Toda a officiulidade rn>sa comparecea a fea
ta, recebeudo por paite doa convivas as maiores
provas de sy np.thia.
A' 001 e, pecorreu as principaes ruaa a Pars
orna mareba aux flraibeaux notan lo-se a
presenta de alguna mimares de populares, que
dirlgiaua constantemente saudsgOes Roaeia.
O Sr. Dupuy presidente o > c n-elbo de mi
cistroa, otlereceu um banquete offieialidade da
eaquaara rusas, aaaia.iado grtiue numero de
ConviJados, civis e militares.
Foram levantados diversos brindes. Du ante
a feata reioou a maior barmooia e cordialidade
entre os covivae.
O geaeral Loizilloo, eommandante do i' cor-
po do exercito, offereceu um banquete a; almi-
rante Avellao, comraand rate da esjuadra rusaa.
Alguna briudea ao exercito e Russ.a foram
trocados por easa ooc siao.
O ministro da gera offerecea tambera ao al-
mirante Avellaa e aos ollictaes russoa um mag-
Dico almoco, ao qaal se seguio brilbaata re-
cepgo, concorreniio a ella todas as altas pateo -
tes do exercito e a-mada.
Oa ospeles aabiram em seguida para a sisr
ao trnelo militar, que se venflcou n i espagosa
Galena das Muibiuas, no caaapo de Marte.
Nesse mesmo lugar, no Dome Central foi ser
vido um surapluoso banquete que a imprensa
Ibes otaVeceu, locan.to as jardn i Lbandas mor-
Ciaes e grande orebestra,
A festa corre., ammadistiraa e com na brilbo
incomparavel. >.3
Ao champagne os jardins luminaram sa su-
bilameuie e como por encamo, qoeiaaodo-se
om fogo de artificio qual alndt em P^ria nao se
vio.
De tjdoa oa pantos do vasto recinto fuzilavam
fogos de Bengala, que com aa feotes lumioosas
davam um aspecto marico ao lugar.
Ao funao a torre Eitlel arda toda envol a em
Ciammas e as margeos de Sena e Campes Ety-
slos, illumioaJos a giorno, viam-se ao looge
Como urna vista de tbeatro.
O cardeal Ri.hard, arcebi-po de Pa-is o.-de-
nou que em todos as igreja3 desta captol se i-
zessem voios p<-l-> felicidade da Russa.
Na igreja de Notre Dame cdibrou o arcebispo
om soleurae Te Deum em aegao de gragas,
estando a vasta e admiravel catedral inieira-
mente repleta de gente.
O almirante .'.Vcltau e 03 officiuea ~da marinha
russa loram ao cemnerlo Ce Vnle de Avray vi
sitar a campa do grande irDuuoLeon Gambetta.
O almirante fez um discurso memorando 03
grandes tervigos presta los Frang e ooso
lldago da Repblica pelo eminente estadista.
Fallaran) tambera mullos joroalistas, que se
associaram a es.-a peregrinago.
Visitaran) tamt-ui o Insinu anti-rabico Pa -
teur, beaa como diversos mooumeoras puolioos.
acorapaotiddo3 por varias autoridades e pearaos
de elevada posigo.
No da i oAareceo o presidente da Repblica
om almogo de despeina ao almirante e -u cli
cialidade, ao qual assistiram o general Loiiilioo,
ministro da guerra e grande numero d.- ofli iaes
superiores.
No mesmo dia, noite, venticou ee na Opera
O espectculo de gtla dado em boura do almi-
raut Avellan e oa ollicialidade du manaba
russa.
Assisliram extraordinaria festa o presidente
da Repblica o Sr. Sadi C-mot, todo o minale-
rio, embatxadores oa Italia, Allemaiiba. Ingla-
terra, Austria Russia e Hespab, mullos 3eua-
dores e o-pelados, altas patenas do exercito e
armada.
O esaectaculo carreu brilbantercen'.e e, ao
terminar, e"i:ueram-e vivs deliran les ao czar,
a Rosaia e Fraogs.
Nj da seguale M'. Ca.-not, o ministerio, al'.os
funcc'o'Ja"Us, r^presentaut-is das forgas la ilu
e trra e una compacta mullido fu a tare e
Lyo despedirse doaoiciaes russos, aos qua-.s
foi letta urna ovaga estupenda na ojcasio da
X>a IHai
Mo mesmo dia chegaram elies e oa sitos per-
onageo3 polticos que os acompanbaram a Ljao,
sendo receidos no mtio de enlboaiaatieu ura
j5es.
Na Prefeitura foi-lbes cllrecido
sendo levaatados muitos brinJea a
Fraoca.
A'"tarde a olS ii'Itdade conliauoa a aua ?ia-
gem para Tnuion, onde ebegou e (o acoibida
com .randis festas, leudo tocaio em Mirselba,
onde foi oflerecl lo um almojo nos aoles oa
Mai-e, sendo levaniados numerosos bnades a
Franga e Russia
Apezar oa ebuva foi imponente a maocsta-
o popular.
grao duque Ser^e-A1 xandrovitcb e Pau-
lo Alexaadrofitch cliegaram a capital, para em
nome do Czar agrade.f-r ao Sr. C^ruot o briibao-
te acotbimento feio cflicialidade russa, du-
rante a aua estada em Pariz.
Ja antes o cuesmo >>zar unha Ihe dirigido por
telegramma, as m^mfesiaces de sua tympa.lna
e seus agraoecimen'os pelas grandes tesias em
Tole o em tomenagem a etquadra russa, all
ancourala.
Sr. Carnot partir para Toulon, afim de
retribuir a visita feta pelos oQijiaes da esquadra
rosea e assistir o lan^amento do novo enoura-
ado Jacrfgibe ry.
Acoj. panbara o presidente, o Sr. Baro de Mob-
renheim, embaixador da Russia e o Sr. Dupuy,
presidente do conseno de ministros.
SaDia-se que ja punir para a capital a
grande commisuao des povos oa Alsacia c da Lc-
rena, que val timbera a Tooloo assistir as festas
que all tem logar em Honra ao almirame russo
Aveliau.
A ii prensa roen, assin como a imprensa
franceza, regtalram cem saiisfagao a card'alida-
de que ex ste entre os dous paize?, e unnime
em que o occordo existente representa a paz na
Europa.
s presentes recebido3 pelos oCiciaes rus-
sos na capi>l sao avallados em I.OCO:iOO.
No oii i sabia se que o Ciar visuou em
Copenbague um cruzador ["anee:.
Etta nova prova ce amizade francorussa tem
Causado profunda impressao na Europa.
Tem-se fallado muno na sigoifi -ac&o e im-
portancia da visita agora feta por S. A. o conde
de Panz corte de Dinamarca, onde se acbav-ira
08 imperadores da Russia. itsS
H.uve qu j Ibe attriouisfe tos polticos, pa
rece, purera, averiguado que ae trata apenas d'uma
alliaaga de familia, sto e, de om projecto de ca-
samenio de S. A. o duque d'Orieans com urna
priaceza da casa imperial da Russia.
Es.a presumpso, no entreunto, 6 timbera
Contestada por jornaea.
Cono consequencia disto, es mais argiloios se
fareo mais permeiveia ios agentes aimospberi-
cos e soffrerSo menos do excesso de homidade,
tacto de moi'a gravidade na vida da canoa. Tam-
bera se dedoi doa effeitos que o trrico prodoz
em te ras mono eolias, e que estas cons-rvam
dorante um pequeo periodo de tempo maor: a
frescura e hmida le qae as chuvas Ibe trazem.
O terreno para canoa dever ser tambem pro-
fundo e oo raui'o compacto, adra de facilitar o
desenvolv meato das raizes o a mareba deatas,
com o onjeMivo de buscar em todas as direc
edes e carnadas os alimentos qae no ambiente
atmospherico nao tomau. De mai, isto de capa-
cidade de elo pode fazer desviar o agricalto-de
aeu< labores, ei bem que as regides calidas nio
se deve esquecer qoe o fazer mais ligeiro orna
trra multo compacta cousa bem custosa por-
que ao dispde das geadas e outros ageot-^s na
turaes gratuitos que favorecera oeste caso ao3
p isa sep'.entrionaes.
V-se, pois, que nos paizes bumides convm
s mear a canoa em trras aites eolias que com-
pactas, ao paeso qoe quando as chovas sao ra-
ras e as regas difficeis, devem preferirse 03
terrenos compactos que retm melbor a bumi
dade.
Sob o ponto de vista de eua compnsi5o chi
mica es terrenos de canm devem ser um tanto
calcareis, seoao para obter do elo um sueco de
gr.ode riqueza fa:channa e pureza, ao menos,
le um trabilbo iadoatrial facii.
O acido phespborico e a potas* devem tam-
bem acbar-ee em proporges soflicientes no ter
reno, assim como o azoto e as oatras materias
mi eraea iolispensaveis a vida vegetal.
Concluiremos dizeodo, em resumo, que si 03
terrenos de alluviao sao mano hmidos e ricos
ra proprios salinos, obteremos cona qae tenba
grande exuberancia, porm, cuja parapa ou suc
co ser de dfficil t-abalho poico rico em assu
car e p*o1uztr n oa qaaotidade de me! mono
gruido; entretanto, nos te/renos que cmtm
bastante 'al, essa planta se desenvolver mui'.o
bem, e sen sueco ser de fcil trabalbo adus-
trial e de grande riqueza.
Ni) esquejamos Wmpoucoque 83 os terrenos
solios ou arenosos nos docaonascuja garapa
mullo saccb.rina, en corapeasaeSo Acara s ve-
ze9 pequeas, e isto em certas circumstanciaa
pie ooatituir orna perda recolar.
O melbor ser, oois, visto qae raro terem aa
trras de um engenho ou sitio as qaalidales ou
propritdades que temos assignalaoo como favo-
r a veis para o cultivo da canna, utilisal-as todas,
arada aquellas que tenliam algara itionvenien
le resultante do clima e assim o obtido dos te--
rpnos median.8 ser compensado pelos dos me-
Ibores.
A. Vendreli.
(radias le .car e mtf&i -
Por ierra e mar eotraram oa praga uo Rjcife.
em Outubro:
Algoiao
De 1893 22,239 fardos
92 13 802
91 8,435
90 SI 218
89 Assucar 12,973
De 1893 237 359 saceos
92 126,452 *
91 114 235 *
90 204 803
89 187,2U
As ntralas do3 dous productos em Ojtu-
bro prximo finio, assim se deeenminaram ,0000
as qu tas de porcenlagem: Algoiao
Entradas Fardos Porcentagem
Em barcadas
vaporee
< aoimaes
a.
Central
Limoeiro
S. Francisco
Total
2.900
4.237
2.745
2.966
16.40)
2.988
32.239
9 03
13 14
8.51
9.20
50 88
9,27
ICO 00
Assucir
Entradas Saceos Porceniagem
Bm barcadas 44:98* 18.96
vanore? 1:000 0,42
: n; na-.'i 6:286 2.65
1 S Cfntral 5:986 2,52
/Lirooeiro 101:460 42 74
^ 1 i. Francisco 5 v 77:649 32.71
Total 237:360 100,00
um alm.50,
Russia e a
AGRICULTURA
C'ultlv dt canm
fA. Vendreil)
O terreno, quaDdo se trata de examioal-o
para ver o qoe mata convm a urna planta, deve
er eaiudado nao comente em eua composigo e
propnedades pbysicas, como tambem sob o pon-
to de vista de eua cbimica, tendo em conta o ap-
pirato radicular da planta, eua forma, clim-, tt:.
Com relsco canoa de assucar pode dizer se,
Como de todos os vegeiaes, que qualquer terre-
no Ibe serve quando concorram urna infiDJade
de cu curas taucias, laea cono bumldade, calor e
adobos mineraes e organices em quantidade sul-
ficlenie, para qoe assegurem a vida prospera e
remune-adora des-ea aeres. Porm.como isto nao
acontece eenao em casos muito raros, rabi a ne-
cesaidadcde especificar quaes ai trras que con-
vm ao vegetal qoe esludamos.
(jb terrenos que tm sido occopados po: bos-
ques durante longos annos, convm multo a esta
grammioea, porque tetas trras contera bastante
terrino, resultado da decouaposico das 'oinas e
outraB materias orgnicas, qae tob ainHueocia
de circumslaaciaa (vorav -.s se lam decompua-
do. Este trrico tem a propriedade de racilitar
a desagregado das trras argilosae, dasdo la-
gar a penetrar com raaior facnidade as raiaes
das placas e de augmentar a cousIsteBCa dos
lorrD3i demasiado eolios.
Promulorea publica*)Por poiiana- do
Exm. Sr. Dr. goveruauor do Etado, de 3 'lo cor-
ren e, foram removidos ca seguales prono-
t res :
Bacharel Virginio Carneiro Mendes da Silva,
do municipio de Iguarasr para o da Gloria de
Gn.3 ;
Hachare! FiaTio de Oliveira Souza, do de Bom
Jardim para o de luarase.
Por portara de igual data, foi considerada
sera ell ita a de 20 do moz (iodo, removendo o
bacbarel Jayme de Cerqaeira L'ma do cargo de
promctir publico do muoiciDio de Canhotinho
pa-a c de Caraira, ao qual aonexo o de All-
nbo ; sendo ranovldo para o de Bjm Jardim.
Po* portara da mesua data, foi exonerado
o bacharel EstsvSo Cavaleanle de S Aibuqoer
qu-'.do cargo de promotor publico do muuicipra
da G'or a d.> G yt.
Prurociio 00 acenc O Esra. Sr.
D". governador do E-ta lo, puf portara de 3 do
corrate, prorogou por tres uiezea a liceoga ira
cojo gozo se acba o bacbarel Virgilio de Gusrao
Coiho, secretario do Sapenor T'inuoal de Jus-
tica, com 03 veocimentos a que tiver direito, na
fb-ma da le para tratar de aua sao le.
tioverno do bispado Tendolcbegado
ua sexia-feira a tarde o bre e de Sna Santidaie
o I'aoa LSo XIII que confirma o Exm. S'. bis-
po D. Joo Esberard no arcebpad a do llio de
Janeiro, dfli^acdo o deala diocese, S. Exc.
Rvma. immediaiamfnte ("eixou a adrainis rajaj,
passando-a ao Rvm. Cabido a quem cfficiou ues-
te sentido bontem pela manb.
Ao cabido cabe o governo da di cese devendo
dentro de 8 Has eleger vigario capitula-.
Transferencia*.Nao DOdeudo o ExmJ Sr.
D. Joo Esberard exercer actos poctiflcie: na
drese sem o consentimenio do cabido deixa
de realisar-ee boje a ssgraco do sino que esta
va unnuociada na matriz da Boa-Vista por eese
acto privativo dos biepos.
A ceremonia tica transferida para quando for
publicada.
Conlirmarite*.Gom vista Provin-
C a:
L--e n'O Paiz de 27, pag. 5* linba colum-
na, ia 'i..". >
Entre Magin^u Grande e a ilha do Vianna
estn-i abandonados, em consequencias de rom-
bos por bala, a caoboneira < Uara), > o vapor
Purs e o biate Qu'tize de Novembro.
Esa noticia est de accorio com os nossos te-
legrammas sobre iuvios perdidos pe, os revolto,
BOS.
Na mesma folha cital."1, l-se entre os tele-
gra ornas, este, alias confirmado pelos que pu-
bllca'am nutros jornaes :
Ntw-y-j'k, 26.
U presidente 'i Sepubici, Mr. Clevelau.!.
demittiu o almirante Stautou do commando da
esqua ra americana actualmente surta no poto
do Rio de Jan-iro.
< U almirante ser snbstuido pplo capito
Pieton. *
Nos meemos jornaes, e na Gazeta de No-
ticias, que nao pote ser suspeita o nos-o rao-
coroso desafelo, vem a noticia da pavorosa ca-
tastrophe do paiol do Mu;aogtC'.
Assim, pota, nao sendo plenamente confirma-
dos os nossos telegrammae.
Emado do *ar Pelo paquete Come-
ta, enirado bontem a tarde do norte, apenaa
tivemoa folbs do Estado do Para tt 28 de Od-
tuhro.
N'ellas s encontramos digno de nota a se-
grate local da Proviocia do Para de 27 :
A morle do D-. Plioio Le ao da Guoba, coo-
soante noticiamos bontem, ful communicada ao
Sr. Governador do Estado peio Iaiendeote Mani-
cipal de Gurupa.
< O infeliz faculta'.tivo chegara a essa cidade
na tarde do dia 21, fallecendo as duas hJras da
de 22.
Diz assim o referido Intendente .
O 1 lustre Dr. amanbeceu pouco disposto
e, n'eese mesmo estado, deu coraeco aos traha-
Ibos da conferencia dos medicamentos, constan-
tes da ambulancia, fazendo em seguida irez vi-
sitas, sendo urna d'ellas ao.Dr. juiz de direito in-
terino da comarca e a todos preparou e distri-
buio o respectivo medicamento.
< As dez horas, mais 00 meaos, seus incom-
modos aggravaram-se a ponto de nao poder se
terem orna cadeira assentado ; deitou-se em sua
ile, dizeodo eatar com um eymptoma de eryi-
pela.iocommodo que era de costme apparecer-
Ibe no Rio de Janeiro nos principios de cada
mez e ama vez depais que .ebegou capital
d'este Estado.
Tomou elle diversos medicamentos qce ne-
obum efleito produziram.
A urna hora da tarde conversara elle com-
migo sobre os seus eoffnmentos, dizeodo| seoiir
profundaopeote oo poder desde logo, com alian,
corresponder miseo de sua incumbencia, mas
que tinba multa f em flear bom em breve e
ento o fana de muilo boa vontade.
Qual oo foi o meo espanto, quando vejo o
em estado convulso, estado esse que dispertoo
a attenQo de todos que se acbavam presentes e,
em menos de cinco minutos, toroava-o cadver.
Desde a noite at boje, as 10 horas da ma-
oh, leve o cadver grande derramamento de
sangue pelo nariz e pela bocea e era acompa-
obadode vermes.
< Urna espiona que Iheapparecera ?. bordo do
vapor, no da 20, urna pollegaia abaixo da
palpebra do olbo direlto, amaabeceo bontem
muiio inflammada, esteodendo- e urna verme-
Ihido at palpebra, tornando se ella muilo
eacommodativa. |
* O juiz substituto proccleu ao exame cada-
vrico e s demais diligencias da lei e ordeooo
o eoterrameoto para boje, as 10 horas do da.
A populagao d'esta cidade est eummamer,-
te commovida deante de to Inesperado acoote-i
cimento, (anto mata quando a febre lavra sem
piedade.
No quinquenio comparado, sao as maiores
entradas dos dous proluctos as de Outubro
prximo Modo. Ellas representara : em rel.igfte
Outubro de 1892, um augmento de 138.77 ,.
sobre o algoduoe de 88 19/. pobre o assucar; e
em relaeuo Ootobro de 1889, anno de boa aa
fra, um augmento de 164,84 % sobre o algodo
e de 26 77 % sobre o aasuear.
Keiia de Educaco e EnalnoRe-
gistramos agradecidos a offerta do exemplar
desea Revista, correspondente ao mez de Siem-
bro ultimo, que acabamos de receber do Befado
do Para, onde tem publicacao sob os auspicios
da directora geral da instmecao publica.
Esee numero contera era seu summarij as se-
guraos noticias:
Os prximos examesSsiencas: Darv/inismo
Liferaiura: Proezas de um papagar.N.
KaabaNoiicia'ioRecreiagOes otis: Proble-
mas pbysicos. chimiejs, geographtcoa e de ari-
ihmeticaExpediente.
E' urna poblicacSo digna ce possui'-se e faz
honra ao Estad-a onde Bahe i luz.
PaqueteCom destino Babia e portis da
escala, a>-gue hoje, s 4 hars da tarde, o paqne
t aboatao da Compaobia Pernambucaa de Na-
vega c$o.
Tambem segu ao meio dia para a Paraby-
ba o vapor Una, pertenceote mesma compa-
ubta.
Abreviatura*Os inglezes em seu afn
de abreviar todo, acabara de iavenlar um meio
de saber se o aseuopto de urna carta antes de
li-a.
Nao era bastante te*-se inventado urna lingoa-
gera das llores, inventou se igora ouira, a do
lacre.com a qual se simplifica muito a corres
po'.dencia.
Ar-resenta-se o criado com urna carta, basta
ver a cor do lacre que iraz para ae saber de qoe
ella trati*.
E' braoco o lacre? Casamento. E' pre'.o?
Enterro. E' cor de ocre ?Almoc-i. jantar 00
lincA. E'encarnado?Negocio. E'cOr de ru
birn?Amcr. E' verde?Oonsiancia. 'azul?
D-sgosto. E' amarello?Zelos.
Nao se pode pedir mais.
Projecto originalEntre Nova-Yjrk e
Broek yn, far se-ba em oreve o ensaio Ce um
ensato deum projecto originalissimo para trans-
porte de correspondencia.
De um a outro pontj daqueas duas povoa-
C-8 se collocar om tubo de ferro, de 40 cent-
metros de dimetro, no interior do qual sobre
tnlhos correspondentes correro pequeos treos
elctricos, ftnos de rame de cerca, cada ora
qnaei transportar 3 000 carias.
Os vagOeaiohos meiiem lm,50 de comprimen-
to e recebem o impulso de um motorelectrico
que o comboia do extremo superior. im cinco
minutos esees pequeos trens vo de Nova Yo'k
a Brocklyn e vice-versa, sem que os empregados
do correio tennam outro trabalbo alm oe car-
rc-gal oa e descarregal-os.
Do xito desta experiencia rodera resollar ou
nao a conderauagSo dos tubos pneumticos, que
se empregam para aquelle mesmo fim.
Citacftea latina*-O Imperador Goilher-
me II, da Allemanba, gosta das citagrjes lati-
nas.
ltimamente dirigi a Sociedade de Regalas
de Berlim um telegramur*) de felicUagOes, que
te"mina com esta citaco tirada de Plutarco :
Navigareoeces8e est, vivere non necesse.
Um jornal allemao, reproduzindo o lelegram
raa, alterou desie m do o texto latino : Navi-
ga e necease est, Dibere Don necesse.
Diz um jornal italiano que o seu coilega alle-
mao fui sequestrado por crime de lesi magesta-
del 1 I
Paredea na Europa-Decididamente a
siluacao na Europa s ultimas datas era de pare
des. Paredes de mineiros da Inglaterra, na Fran-
ca, na Blgica, paredes de ooiras classes opera-
ras L'-ssi s paizes e na Hespaoba e por fim p-
rele de advogaaos, e de escrives em Fame.
Lemos em folbas belgas que o foro de Fiure
est parado e as demandas folgam emquanto os
demandistas se arrepelam com a parede.
Os advogados, procuradores e mais gente do
foro contrariados com a decisao do presidente
ao Tribunal de Fiume para lodoB os actos fo-
renses foaaera passados um buogaro qae a Ma-
gua officiM e nao em italiano. Todos os advoga-
d'os protesiram logo.
Gymnaaio Pernambneano Comega-
ro maob, s 10 horas do da, os exames dos
alomos deste Instituto, do accordo com o De-
ere o n. 1-389 de 21 oe Fevereiro de 1891 o Avi-
so de 12 de Janeiro do correte anno.
Illuatratlon Eapanola y America-
na-Para a Ageocia Litierarla, roa M de Mar-
co o. 10. cnegou o o. 36, do 37.* anno, desta re
vtsta illus rada que se publica em Madrid, e
geralmente bem accolhida 00 velho e novo
mundo.
Traz esse numero esplendidas gravaras e bous
artigos Iliterarios,
Becebedorla do EnfadoE' terca'le-
ra, 7 do correte, que huda o pnzo de 30 das
concedido aos contribuales de laxas tixas, para
pagaiem os respectivos impostos relativos ao 1-
semesire do exerciclo corrente independente de
molta.
tora amor nao mv brincaAcha-se
publicada a 2' edico deesa linda pnlka para
piano, composta pelo talentoso moo Targioo
Carneiro da Cuaba.
E' dedicada ao Sr. Dr. Mlsael Domingoes.
Esta como as demaia compoeic 's masicaes
daquelie seohor, acbam-se expsita A venda na
ra do Baro da Victoria n. 59, casa Prealle
ftC.
S.mos gratos ao oflerecimeolo de um exem-
plar da polka Com amor oo se brioca,* e
ainda urna vez recommendamol-a aos amado-
res.
llocledade Aotl-SplrltaEssa socieda-
de reunirse-na boje, s 8 horas da oolle, em
sesso ordinaria.
Ter logar a approvacSo dos eslatotos.
FalleclmenroNo da 1. do corrente, no
municipio d i Itabayaoa do Estado da Perabyba,
fallecen o cidado Antonio Fcnandes da Silveira
Sampaio.
Fui victima de urna tuberculoso pulmonar e
acbava-se n'aquella localidade provisoriamente.
Era aposentado no cargo de 2. official da Se-
cretaria do Goveroo do Estado.
Natural do Estado de Sergipe, viera para Per-
nambuco desde rerdeg annos, e conta/a 65 annos
de idade.
Deixa viuva e fithos menores e Innmeros ad-
miradores eotre os seus ex-companheiros e pes-
8oa3 com quem rultivava relages de amisade.
Paz a soa alma.
etnlao TypoRrapblra Iloje, pelas .10
ras da manila, juocc^nari m assembla ge-
ral esta rorporagao afim de resolver ..assumptos
'do mximo lotereese para a claase.
Em segnida, fmcionar o cjoteiBo de delega-
dos em eessao ordinaria.
Titulo* do CaarBis os tralos do Cza ;
sao oamerosiSHimos :
Imperador moaareba de todas as Rubias de
Mo^cow. de Kiew, de VUdinir, de Noogo'ol,
-ei de Kmn, de As rakn, da Polonia, da Sioe
ria, do Cbefaonaao turico, d Georgia, senhor
de PsckuVf e grao duque de Smoleatko, de Li-
lovrk, de Volioia, de Podol a e da Piolaalia ;
duqae d'Ialaodia, de Lifiau'ia, de Carlaulue
de Sem'galia, de Satojssizia de Bielostok, de
Corelia, de Ive-, de Jugor, de Perm, de Viaka e
de cotros logarea ; seonor e grao duque da nova
regiao de Teheroigov, de Ruzi 1, d^ Poiot, de
Roatov.de Jaroslaw, da Bieloz-r"bk, d'Odo'sk de
Koadia, de Vuebak, de Jlmiosiavsk e piocrae
de toda a Kossia boreal; senhor das te-ras ibe-
loas : barde ro, aeuhjr e CJUjoistador dos p-in-
cipes da Geo gia e nutres ; senhor do Torquea-
tan, duque de Scaiesig, Hjlstejn, da OlJem-
burg, etc. etc.
A. peica da* pe-rola* em Franca
O joruai Le Pecheur publica um estado curioso
sobre a pesca d s perolas em F angj.
Eis algons tpicos procipae?:
S .!) --e qae as grao les pescas de perolas sao
estabelecidas oa costas do ocano I idi'o ; a
citadas principalmente as da ba do Ceyiao, de
joromaodel, de Camo'es, das Filippinas
Tambem devem eer notada* as do gilplo
Prsico, das costi3 da Arabia, do mar das Aou-
Ibas e do Per.
Em todos eite poo'.os sao procuradas as
grandes profundidades as conchas marn;ha3,
as quaes se encont-am os elemeo.os cons'.i uti-
vos das perolas.
Estes precio3os peqoenlnos corpas, qu se
aprsenla n, ora adbereates s conchan, o'a vi e -
as musculHuras do animal se encontrara tara
b-^ra era especie vulgar das ostras, a mi'.repar-
la, como se chama commomente, iso a A v-
rala margarltifera >.
Mas, sendo p-ovado qua o animal p-o luz a
p-rola, aimpleamente para tapar um buraco falto
na conchi por um dos saus inlmig03, ou ento
para expellir qualqoer grSo de area, que aa ni-
tro iuz as euas vlvulas, ameagando ferr a sui
carne, natural qae 00 ros biva ves sejam sus-
ceptivas de produzrem perolas.
Cora efleito encontrara se alnumas vezes no3
froetjs ordinarios do mar, m 8 sera valor; como
tambrm existe urna especie de mutetie a'agua
doce, vulgarmente chamada Uni mysotlfera,
que foroece pealas de urna bella saphira oriea
tal e qoe sao objecto de activo commercio. EsU
mulette maito abundante na lago de Tay na
Escocia. As perolas qae delia sao extratudas
gjzam de excellente nome no mrcalo e3pa
cial.
As conchas perliferas, j to numerosas na
Europa, se encontrara timbera em ura cano nu
mero da riachos do sudoeste da Franga.
Os habitantes de Saugne peruano .ltliante
da mi'gem esqaerda do Charenta, se entregara
pesca das concbaa conhecidas sr o noraa de
oalourle>, qua fornecem parolas multo apre-
ciadas.
Tambara na Charente se acba a mesma pa-
laurde 00 Seugne.
At ultima poca, eis como ?e proceda : com
o auxilio de um pequeo bote se coilocava umi
especie de maasa no fundo que pou:oapouco
se levantava porcolber as conchas qua havia po-
dido apinbar.
Actualmente que o mergalhador entrou, co
caso commura, se colhem palourJes cora om
dessas apparelhos.
Urna inpolag&o de sete himana erapregada
nessa operago.
Pono a pouco o mer^u'hador soba a fi.-
d'agua, para depositar as conchas as mar
gens.
Em rerto ponfo depositada sobre um foga-
reiro ama marmita, onde se aiiram aa coicaas
que ferveao de molo qua ae destacara fcil
mante as carnes das cascas. Sao retiradas
quando oem coz.das ; Si eoto examinadas as
conchas, urna oor urna, para ver se tem algara-"
perola adherenta ou incluida na mass>. Es;-
trabalbn geralmente feto por criangas, sab a
vigilancia da ura operario.
C'irapre accre-cjntar qae ai paloordea sao
eXi"ellente3 auiraaes, comstiveis, postas vend.>
nosmercad)3 do sueste da Frang. Acontece
moiies vez'a qua um consumidor encontra ino
pinadamente urna parola no aeu prato.
Taes conchas conten algumar veze3 grandes
perolas, mas sem grande valor.
Aa pescas referidas especialmente as de Cha-
rante sao moiio productivas eo 1 pescadoras con-
8eguem encontrar perolas de urna cor bellis.ima
de saphlra.
Existiam.
Eotraram.
Sahiram .
Fallecerara
Exislem .
708
12
------710
13
2
708
-- 713
Primeira deooncUgo
Carolino Aitoaio de Araujo, com Licioa Pau-
lina de Hollaoda.
ManjHi Joaqnim R beiro Jnior, com Eugenia
de Luna Pimo.
Horacio ManoelBarrjs, cora Rosenda Candida
da Silva.
Eladio Coneia de Araorim, com Anna Clemeo-
lina le Freitas Coala.
Roberto Casiello Rranco da C'oz, comGar-
trudea Mara Jj Monte.
Seg'ioda dennnc'ago
Joia Aataaio de Lyra, com Joaquina da Poula
Barata.
Roiolpho Jus da Silva, com Amelia CandiJa
da *il- .. Dr. SimOes Birbosa, ent-oa s 10 i/ da ma-
Antonio de Azevedo Seve, com Amella Jaita nn,, aahlo s 12.
Forana visitadas s enfermaras pe as seguin-
as mlicos:
D'. Mostoso, eatrou s 7 horas da manb
e sibio s 7 1,4 n- ras.
Dr. Barros Soo-inho, entrou s 6 3,4 da ma-
nila e sabia s 8 Horas.
Dr. Malaquias, entrou 5a 7 da manh e sabio
as 7 1,2.
EpancamcntoSo dia 29 do mez Dado,
no lugar Jaqa ira. co municipio de Palmare-1,
alguna traDaibadores da asina 13 de Maio es -
pancaram barbarament; a Jos da Costa Alba
qaerque Mello.
Oonsta ter dado causa a semflhanle espanca-
ment o facto de baver o mesmo Jos da Cosa
teraado contra a existencia de ura dos aludidos
trabaihadores.
0 offendido foi transpcrlaio para a cidade de
Palmares, onde foi vistoriado.
Fi- rmenloNo da 29 do raez Sndo, no
logar Pona oe Pedras, do municipio de Goyan-
na, o individuo Estevo Gomas de Souza, mari-
nbeiro da barcaga Santa Maria>, ferio levemen-
te ao soldado do corpo policial Luiz Lucas.
O elleoscr foi preso e recomido a cadei do
mesmo municipio.
Corpo policial Servigo para o dia o
de Novembro :
Ronda maio- o Sr. capito Ponciano.
Guarda de Palacio o Sr. alfares Campos.
Servigo para o da 6 :
Ronda maior o Sr. c.pitao Giro.
tfoarda de Palacio o Sr. alferes Ermlro.
O corpo dar as euardas de Palacra e da Casa
de Deteogo nos das 5 e 6.
Uniforme n. 3.
HoMpltal Portugus Entrou de sema-
na, o mordomi Sr. Anniceto Augusto da Silva.
Paaaamento- Antehontem renden alma
ao Creador o Revd. paire Joaquim Pareira
Freir.
Era natural deste Eslado e tinba a avangada
ida<.e de 87 annos.
Por suas maneiras manas, era muitissimo es-
timarla entre as pessoaa de suas re'agoes.
Apezar da carreira que abragou, e qae serapre
soobe deeempeobar com probidade, era um ar-
tista muito hibil, e as artes costumava dedicar
com proveito as horas vagas delxadas as suas
oceupagoes.
Enviamos pezames sua familia.
CallicidaEsse preparado do pbarmaceu-
tico portuguez F. A. H. e Oiiveira ara verde-
deiro especifico contra os callos, e do qual se
devem serv- as pessoas e.Uredoras, des3 in-
comraodo, que nao raro Ibaa om verdadeiro
martyrio.
Com a applicago desse'callicida, era 5 a 6 das
tem-s o resultado da caraida das camadaB que
formam o callo, e assim consegue-se a sua defi-
nitiva desapparigSo.
Recommeodamol-oi pois, de sciencia propria
de sua eficacia, aos martyrios dos callos (no
sentido proprio), e estes podero procurar o
preparado ^do Sr. Oliveira noj estabelecimento
dos.Sre. Guerra & Fernandos ra Duque de
C axial n. 47.
PaqueleTbnme*-Es'e paqaete. portan-
cente a Mala Real Ingleza, segundo telegrarama
recebldo pela respectiva age ca, sabio do porto
da Babia nootem 4 do corrente.
Escola Normal Comegam amanh as
provas escript-is dos tres annos daqaella Escola,
a quaes se farao de eccordo com a seguate dis-
triboigo :
Dia 6
P.rimeiro anno :i.* cadeira e calligr&pbia.
Segundo anoo :2." e 3.* cadeira.
Trceiro anno :4.* e 5 cadeira.
Dia 7;
Priapeiro anno :2. e 3. cadeira.
Segando anno :1.* e 2. cadeira.
Terceiro anno : 7.* e 8." cadeira.
Da 8
Prlmelro amo :6.*e 8' cadeira.
Segundo annn :7. cadeira e deseabo.linear.
Terceiro anno :2 cadeira.
Dia 9
Segondo anno :6." cadeira.
Sero presidentes :Da baoca do 1.* anno, o
Dr. director da EscoU ; da do 2., o Dr. raspe
erar geral da Instrucg&o Publica; e da do 3-', o
memoro do conseibo Iliterario, Dr. Joo BaptisW
Rpgueira Costa.
Proclama* d raiineat
I i'4o s na quaria-feira,
ctales rro:!amas :
a
1. .de iNovembro, os se-
Tavares.
Jorge Ferreira da Casta, com Dalphioa Mara
da CoocetgSo.
Salvato V.cioriao da Cuaba, com Harmina
dos Prazares PorciuncuU.
Sylrooio Cavalcaute da Lira3, cora Harta da
Con:eigo Qoeiroz.
Tarceira denunciago
Antonio Au^uato Ferreira L'raa, cora Rasa
Perry Vidal Rimes.
Jjiqutra Garaoso.da Costa, com Amelia Mara
da Conceigo.
Mixima io Antonio da C isla, con Umoelioa
raa:is-a P.tnarciiJ da O ivetra.
Manoel Jos da Peohi, cora Laopoldiaa Petro-
n t i da i! -;i.
Joaquim Tueodoro Alvas. com Eutfialia Fer
nao les V eir.
Caanmeuto civilO es:rivaa de casa-
mentos 'as fregoezas da Hoa Vista, G-aga, Pago
da Pan lia e Varzea, affitou no da 4 du correa-
te, oa repartigo do regittro a ra do Inparador
a. 41. I* andar, ediiaes de proclamas de ca
saraeutos dos siguiles contrayentes :
Sagunia puoiicago
Jarge Ferreira da Costa com Delpbiaa Mari1
da Conceigo. solteircs, residentes na freguezia
da Boj-Vista.
Primeira publi sgo
Salvaoo /ictonoo daCunna, r laidenle na fre
euezu de 8. Jas, cora H '-mina dos Praz'res
Porciancala, solleiros, reside,te ua freguezia da
Boa-Visia.
O ruado do mar-J rnae3 est-ange'ros
aanaiac.auj qu: ura nattt'al'Sti francaz ple
pho.ograpaar o fundo do mar. A noticia cau-
snu estranbeza e provocou art gos g-otte3:- s-
Trata se, lodava de urna dis mus irap'irtaotes
applicagaa da pheragrapuia, qu; S-i o inicio
de cariocas descobertaa para o verdadero reco-
nha'imenio da na orea e da vida do abysmos
sura .rjnos.
As oaserva.es 1o S-. Baulao citadas na Aca-
demia Franceza da hoja mit-ria de gran la e
talo ao3 hom.'ns de scieacias, lao mus quinto
sao el iras e evi lentes.
O Sr. Bautau, qua ua bab-.l merguillalor,
as obtave despendo a 10 ou 12 oetros ue pro-
feadiJale com o seu appurelao coberta e per
meio da luz m^gaatica.
Ltmitoo se po.-ora a pe3q'i3a3 as costas fraa-
ceza3 do Madi.erraoeo.
Pretende, purera, r alera e mais funda.
A mus ardua das scen^ias tem anualmente
poderostssimo auxiliar na pb jtog'aph a, que par
ujillir acootiauagao das oesoutzas aobraa fauna
maritima, que. anda pouco ca ci la, (feroce
exaraploa mara^itbosoa deseo ihecidos.
G'cgas pbotograpaia potaremos tal vez dea
tro de pouco terapo conhe:er aoimaes, qua vi
vem refugiados nr>03eaao e coja existencia era
ignorada
A' qua profuudidade babilara ellas ? nao se
poda anda precisar.
A rae na nos ocano se calcula en 3,750 me
tros ; vai, porm, segando cai:alos recentes,
muuo alera.
Grande vida aniraal diva exi^'ir nes3as prc-
f-jadi iades. onde nunca poltra a peaetrar os
cilios hainaaos !
Mil;-ares de fimias da aaimaes, talve expol
sos da torra, atii viven a se multiplicara.
Dizeo oa nitoralia is a. le sata animies de fr-
raas maraviliiosa3, estranhoa e faniasiicos, cora
rnormas boceas, con as quaes apanbao o quj
porveatura Ibes Cilia da trra o a se devorara
rautuaraaote-
Teera olhos redond)S, aberto3, semelhaotea a
fjehos luraiao303.
Ura deasea aniraacs, apa.ihado po' meio de
orna aooda, a Brieloga, de b Meza maravi-
Ibosa ; foi descoberto por um po-'a naturalista
da Noruega, o Asrjomsen, que :ez des;a deseo
oerta ura verdaleiro poaraa.
S ura poeta pile re-onstrair a vida dess;-
profundidades mystariosas, illum nadu por fo-
gos pho3ph')res:entes.
Teem. as formas mais excntricas esses habi-
tantes do fundo do mir-
Fazera os naturalistas as mais bellas descri-
pgOes da raridades de grande valor, alit encon-
tradas, de raoliuscas cora couragaa, recamadas
de pedras preciosas, coostituindo esplendores, de
qoe nunca se leve idi.
Dizem m^iis que a narrativa qua fazera 6 po-
lica, mas paluda de confroo o e:m a realidade.
Aa pasquina arduas, pacientes, f iiianies dos
naturaliataa da Europa teem revealo grande
parte do1 segredos da3 profundi ladea oce-
nicas.
As experiencias do Sr. Bou'an em boa hora
appareceram, qaando se preparam nova3 exped-
gaa sciemiricas.
A pnotographia vai, at onde for humanamente
posa ve!, dar os resoltados que nao foram ainda
obt.dos cora saadas, dragas e outros apparellio.
Por elia se podera ter a conformago precisa, a
iraagera verdadeira dos bysraos mystenosos do
mar.
Couil**e do 3cuiangl*m<> Nao na
quera nao conneg as Coulisses da Boatan?H-
me. essa historia daconspiragaorevi lonist; em
Fraoca, cuja primeira aopancao ao Fi?a-o in-
coramodou a tanta gente, ensinando ao mesmo
tempo coto se fazem partidos e se enfetara po
pularilades.
O Sr. Mermis, deputado ex-bouloogista e au-
tor do l'vro, foi h pouco accosaJo por Mrae.
Sevenne, no Eclar, de baver recebldo dinhei-
ro da Duqueza d'Uz3 e do Sr. Con3tans pa-a
ilius'rar o fualico com as cariosas revelagO'8
que fez. A aecusago fez barulho, mas o accu
lado, qae nao podia haier-se com urna seabora,
e comprebendendo bem que um duello com bom
o mo xito oo provaria nada, propoz ao dt-
rec'or do Eclair. om tribunal de noora para
ralear a aecusago.
Es-e tribunal foi aceilo e comp5e-:e, da parte
do 5chi', dos Srs. A'phonse Hambe.-t e Qer-
vil e Rache ; e de parte da Sr. Mermeix, dos
Sr. Julio Guerra, redactor-chefe do Gtl-Slaa,
e H'itor Pes3ard.
Paaageiroa Gh"gados do norte nu vapor
nacional B^beribe :
Dr. Silviano iorreia, Eduardo Vonbane, Do-
miogoa de Oliveira, Franciara Alves da Silva,
Joo B. Banleira, Fernando S. R. de Souza, Do-
mingos vjaia Real, 6 marioheiros nacionaes, te
nenia Jos E. C. de Almeida e 4 Albos, Georgina
Alencar da Silveira, 1 tilbo e 1 criada. Heorlqueta
H. da C. Frenas, Eduardo Bimes, Ernesto E. S.
de Alboqueque, F. Tj3bura,- Jaaduim dftOlt
veiraTarres, Jacques Graf e 2 fllbos, Cathariaa
M. da Conceigao, Francisco de Carvalbo, Ismeoia
de Carvalbo, Jas de Carvalho, Severino Odilon.
Chegados de. Fernando de Noronba no va-
por naaiooal Jabato* :
Coronel Antorj.o G. de Souza Aguiar, major
Rcdalpho Coitit)ho, tenenteJoseS.de Almeida
Pedroza, Jos Augusto da Silva Tavares, Dr. A.
Lacerda CbeTaont e sua senbora, Francisca L.
ouaseiro, Adelina C. Gusaao, P. i. Anstrutber.
A. Sraith, Miria Falco, OlymDto da Silva, 16
pragas, 20 sentenciados e 3 mulberes. mn
Ca dc< DetencaoMovimanto dos pre
sos da Casa' de Deteogo do Recife, Estado de
Pernambuco,) 3 de Novembro de 1893.
xisiiam A27, entraram 7, sahiram 7exia-
!.0 427. /
/aeionues 402, molheres 12, estraegeiros 13.
Total &27.
Ararr-bados 396.
BMb 375.
Dientes 16.
L oe 2.
toncas 3.
otal-396.
Movimento naenfarmana.
Teve baixa:
Dr. Berardo, enforj s 8 i|4 da manb e sabio
s 9 1/2.
Dr Amobio Mirqnes enrou s 7 3,i damanb
' 8ahio s 1/2.
Or. bopos Pessea, ent-cu s 9 da manba e sa-
nto s 10 1/2.
Dr Vieira da Cuoha entrou s 10 .'a manb.5
a nahio s 12.
Dr Aa irada Lima, entrou s 10 1/2 da manhJ
e sabio s 12.
Dr. Tavares de Mello, enlroa s 10 i|4da ma-
nb e sabio s 11.
Pbarmaceutico, entrou s 8 1/2 da manh 3
sabio s (2 horas da tarde.
podante, enrou s 6 1/2 boras da manb e
sshio as 5 1/4 da tarde.
Cemiierio publico-Oaiua :> lo i.a i
deNaveao-o :
Amelia F r.-etri B.rtholo, ?a laaaaca, 44
annos, eaaada, Boa Vist-.
E nili> di Coila Oiaj C'!o3) Pa-i,') anaoa,
casada, Graga,
Padrada A'cintira, Paraaujio, 33 aaao?,
Santo ntooii.
Laona- Adi Garvalbu, Pornm'raca, 3 mezas,
Santo Antonio.
Laa.nl lo Palila, P;rairabi:a,2 ani s, Var-
s Aal"ai > Cl tas da Silva, Par.oambu -o, 85 aa-
nos, eaaado, Afogados.
Rodrigo Laortaoo da Casta, Pcnimbara, 30
annos, loiteiro, S. Jas.
Maria C eioraira de Lya Florps, Pernambu-
co. 40 aooos, viuva. San'o Antonio.
Nilo Viera da Silva, Pernaraouco, 10 aanos,
soitairo. Santo Antonio.
Jos: Mjnie3 da Pon3jca. Pe^aamaaca, 35 aa-
no3, caalo, Boa-Vista.
Minoel Pedro, Pernarabaco, 33 aaaos. casado,
Boa-Vista.
Uninlvidrado sexo mai:a ao. 40 aai33,
Boa Vial?.
Manbel, Paroarabuco, 4 mezas Gragi.
- 3
J>s Joaqun Fjrm.aiei Jiator, Patagal, 25
annos, eaaado. Boa Visia.
Palr; Jj] 1 ra Pa.-eira Freir, Parnara'ou:a, 87
annos, Afosados.
Eicliies, Pe-namb') 3 miza, Bo-Visti.
Jos Dblaa F-aaVisjii-i ^ii:e:;ji, Pelambra-
co, 50 lina, s(.|t-"ir). G.-o.-s.
Coa st ja ti ao Jes Li z Paraoybi. 40 acno?,
casado, Recife.
A f-eda Carlos de \f da Mmaraahas, Parnim-
buco. 4 mezes, Afogados.
Mam, Pe*nambuca, 2 aoaos, S. JoB.
Mauricio Jas da Aaauooiago, Pa-narabuio,
10 mez-'s, S. Jos.
Btfclides, Pernambjca, 21 ra zj:, Saa'o Anto-
nio.
Un f t>. Perna-abu'a, Grag.
Luiz Augusto do CouuB a i>, Brasil, 4 ra?zas,
3. Jos.
Loureaga B-'zrra d.a Si
annos, aaltelro, Boa-Vista.
Sabina Mara doa Possos,
ao'. Bo'teira, Boa-Vista.
Manoel Salvador de Ol'Vaira, Paraara'iaco, 40
annos, BolOiro, Boa Visla
Francisco Aotonio la .Silva, Pi.'aarabueo, 46
anoo-', sol:--o, Boa Vis's.
Mario, raioutos, Boa-Vista.
Iva, Pa.-aamoara, 18
Pe.raarabuco 25 aa-
CHKOMCA
Fui ao Caniiario 110 da do Uados.
Carao a ruidosa moltldao qua invadi a ttrica
morada doa morlol penetrei tambera, com a
alma enbebida, invadida pelo culto consagrado a
tuda quaoto verdadeirameute a grande.
Persetrei......
Sii' rae levava all a vaidada de acompanbar a
modaall onde as duvidas do desconhacido 36
erguera no noasa espiri'o. on'o urna mo desco-
nhuci!a a rapalpivel eitanca a ulegria e escan-
cara todas as portas da3 recor-ia^Oes adormeci-
das.
Hivia entretanto moita g^nte que ria all bem
ao meu lado, que ria e rii muito, fizenlo um do-
loroso contraste cora toda aanella desolaro, com
toda aque.la tristesa, cora toi3 aquella melanco-
la que palpitava em cala llar, em cada luz, em
cada sombra......
Rir! aa muito quera ria sobre as lagrimas,
magoando as dores intimas que veera do amago
do coragocom esse riso inconsciente e alvar,
revela lor apenas da pobresa dos granes aenti-
meatc8 d'aima.
Havia, pois, quem rissa, e nao era para Tadmi
rar bavia tambera quem cborasse 1
A' urna das rilas isoladas do Cemi erio, das
mal alunita tos tilas quasi esquacdas das raulii-
des, vi urna velbinba ajoelhaduurna ve'.binha
trmula, em cojo oloarerguida n'ama altitude
re'tgnilif para o azul do infinitoli oo eei que
dor profunda a 3aot3, iLma'iaUda e aia ta nao
cicatrisada ao peso do randa expiador das con*
ass humanas como caamava Lamartine ao
tempo.
Detive-me ura monen'o a conternplal a : todas
as dores 3S0 i'mSs.e s qnem lera n'atma a cicalrix
indelevel da perda de um ente verdade:ramete
charo ao corago-saoe compreh-nderquaoio ba
da prafando, quaoto ba de grandioso o'essa ele-
vaga mystiea dos othos que se desgarrara da
trra para o infioito, bera da orna pobre 32-
pairara end- jazem adormecidos 03 ultiraos far-
rapo8 daa cre.ngis da existencia.
Contemple! mudo aquslle quidro sigaiQca-
tivcl
Devia baver muitado- na profundeza d'aquelle
oiti.i: qoe Dem me (ituu. abstrada como estava
com os oiysterio8 de alm-tumulo I
Pobre ve'ninha talvez nem todos sounasseai
comprehenler a tua d r, BOavisada de urna re-
slgnagao anglica, essas lagrimas derramadas
sobre um tmulo, em cujo declive j os acnos te
vo arrastando I
Continu! a carainbar pala mesma roa de ca-
tacumbas : quera desviarme dos jazigos opo-
leatos, chelos de ricas coras; quera concen-
trar-me e o ruido rae fazia mal o me pareca urna
prefanago.
Adame depare! com uraa loira crtancitiba, de
cabellos annellados e olbos azues, mas de um
uzul doce e suave 1
Estava eosiobae depunha urnas fiares naluraes
sobre a cstacaraba qae Ibe lica -a em frente.
Ivez urna orpb 1
Como deveria ser ingenua e innocente oragao
ue ella murmurava, a coiladtal
Ta'vez ainda nao conbecesae e valor de urna
orago,e orava com as mositas cruzadas sobre
o peito, com o fervor das almas innocentes !
Seria sua me, de certo cujos restas mortaes
all se encerravam t
Nao importa I aquella orago deveria cahir no
sera de Deus, como a mus melodiosa das syra-
phonias dos aojos.
Joaquim Manoel de Aodrade.
' Tiveram alta:
Aos Maximiano Pioheiro.
M\anoel JosUno Pereka da Silva.
lUospual Pedrit II -O movimente desse
Foram esfabeleoimeoto a cargad Santa Gasa de Mi-
aeaVJcordia do Jjecife, nodia 2 de Navombro foi
Bajounte:
Era j quasi noite qaando ia transpOr os hum-
braes d'aquella morada triste e silenciosaonde
tantas esperangas tem morrido em bo o, onde
se achara guardados, coma n'um enorme relica-
rio, ama nbraidade de affeetos que a mo fatal
do destiao tem all sepultados)
la j traas; o-, quando ura ultimo quadro com
movedor chamoa-me a atteogo.
De p, otas curvada sobre orna sepultura,
nrama attitude angustiosa, os olhos mareados de
lagrimasvi urna gentil mocinha, patuda e bella,
acompaobada de urna eenhora que jolguei sor
soa m&e.
To eolevada estava na sua contemplago que
nem ouvio os meus passoa qua estalavam na
area.
Contmplela a em silencio.....
Urna pessoa de meo conbecimanto que ento
se me-avisinhou-narrou-me em llgelroa tragos
a historia d'aquellaa lagrimas.
Alli n'aquelle tomlo, jaziam os restos mortaes
de um joven, destinado a ser esposo d'aquella
moga.
Eotrei ento de pesse do quanlo deveria naver
de amargo para aquelle co-ago, si aa sua oita-


.,'"
.


/
L_PHM0
I I-.....
1 Llmah
7*
_ 1
* _



Diario de Pemamroco Dominga 5 Je iVoveniftro de 1893
iiMdan de sentiroeotos, podesse comore i
Snder qoto h rie -<>WU> dolor0,0I
nta viovet de affectos.
Km ves do lelto nupcial-una lmalo; t-
malo -ablano Insuperavel, onde rrenv.sslv-.l-
en morrea., todas as esperaos" que o elle
"praotoem ves de riao-qoando as aspiraras
loe amaoh.ciam n'alm>, qoolo a alma ancosa
la tocar na (Mese dos grandes atleco da da.
como os desengaos dea*-iam ter avassalado
aquella alma virgcm, como deveria aquella al ra
vivar rebellada contra os sarcarmos do des
""Que abjsmo iu'ondavel de dores **?*?
haver n'qaelle intimo, que espacie de aojenM-
vez era horas de Irrefl x&o, contra a Pro' idea-
Cia essa Providencia -ao josta. laob,a to com-
passivaeqoe entretanto oppoz-se >or'.'-
mente coaira es onilo *o aUneusds e que a
tornar tvez Miiesatantes?!
Grande mysterio msondavel dos deslaos ni
manos I # #
Tlnba razio um dos WO poetM MOlOTOW
guando dizh que .. ham.niiado tem'ocobaren
ras combata a ty-acnia dos eros e ca a?
foefhs ante o mot'smo iosoodavel dos tumo-
1Ct O coracao. accrescenla elle, cobre-sei de loe-
to. Vibre pelo impulso fagoeiro das delicias
turlare-se pelo acerbo pungir da des-mura,
elle, sceptico com a evolocao. crete petojetar
dameuto das ideas, oVsie du.opre.no s tem
urna rmnifesiacao.-- o pranto.
TlSStoTOaoloo^f^tW*
mais, di que a soldSo dos comiterioo. o ewe di.
consaerado aos morto*. em que as recordacO^
aaSdofas de om paseado loogiquo nos veea>
n-nama feriado nos com seos esp.ebos que
diTacerSa? rom eoas tenazes que esmagam cotn
metaucoha. supremas que .no.qoilam !
Manod Arao.
LITTERATBRf

Luv cell
A OLYStPIO OALVlO
Tu para mim sorriste,
e foi-me o lea sorriso
a luz do Paraso,
aurora que me abriste...
Sobre o mea ser cabiste,
perfom9, orvalbo, riso.,
ob 1 se te amar preciso,
estrella, que me viste !...
Na candidez do seio,
oode a innocencia leio,
brilba a tu'a-ma em flor...
Bemdigo-te, querida,
que a:sin me deste a vida,
me dando o leu amor.
Oditon Nstor.
MUSICIANA

I
I
I
I
(tesina Ha-
Africana
PERNAHBDCO
Banco Popular
Capital 1.500.0000000
dem realiaado 750.0005000
Fundo de reaerva 35.000)5000
Balando em 31 de ocTDBao de 1893
Activo
Accionistas
Letras descontadas
Fundos pblicos
Emprestimos e caucSes
Adiantamentoa
--------EPHEMRIDS LYRICAS
5 de Novembro
1804. -Apparecc na scena do iheatro 8. Bc-
aedeito de Vene a opera Elisa. do compo-
nista Mavr.
1855.- L'Anello d'Argctito de DclTes, le-
vado em scena no Opera Comique de Paris.
189t.-Canta-se em Turim a Lucrezia Bor-
ia de Donizelli, fazendo o papel de Duca
Alfonso o baaso Rotoli.
6 de Novembro
79SCimarosa faz representar no Scala
a sua opera Lltaliana in Londra.
1838. 11 Portiglione de Coppola repre-
sentada no Scala.
1883.Em Leipsick o maestro Bnil faz cantar
uo SlradtUieater a sua opera
rietla.
g 891.-A opera detteyerbeer
cantada em las
1892. -Em Turim represeata-se pela primeira
vez I Poglia :ci no' a opera de Lconeavallo.
BISMAECK E A MSICA
A Sociedade le Canto Orpheo. de Barmen, foi
a Kissioger saudar o ex-chanceller, e por essa
occasio cantou-lhe arios lieds patriticos.
BUmarck agradecen commovido esta manites-
laco, | roonnciando um discurso que s pode-
ra germinar em um cerebro allemao c que me
parece usss curioso para ser transcripto csta
caronic i.
O grande homem comeeon por declarar que
a msica Ihe rora sempre de grande apoio mo-
ul em idos >>; seus trabamos politiza.
*2 O lied '' mo conquisten os coracSea ;
fez-arte dos aveia que facil taratn e
prepararam o xito dos estotros que
parachegar aunidade. O pri::
qne vou citar o > lied de Becker.
dentre vos sao assas dosos para se lembrarem
do effeito pie prodnzio esso canto quando expo-
em I8'l; esse elTeito
o mesmo
Mobilia
Letras a receber
CaucSoda directora
Valores depositados
Diversas cuntas
Caixa :
Em moeda
corrente
Em conta
correte no
Baaoo de
Pernamba-
co
750.000^000
966.6555460
4.183J6O0
1.477.9285060
182.4051780
1?.2850000
1.273.67790
30.0005000
2.6:5.2930560
41.7205270
178.1535300
250.C005000 428.1535?00
7.792.3015820
zemos
exemplo
l'oucos
ro
Passivo
Capital
Fundo de reserva
L"cros suspensos
Contas correntes
Coatas com aviso
Cintas de peculio
Depsitos a praso fixo
Depsitos voluntarios
Diversas garantia3
Dividendos:
Ns. i. 2., 3 c 4
Diversas contas
1.500.0005000
35.OOOS000
18.9715250
455.489/J250
266.232576)
207.2285200
1.1*3.97?5610
47 58250.0
2.607.7168560
2.736S600
1.507.3715590
modo que ornis ameslrado n;s royatenos do
turf et-tara ame os hicroflypnos qoe apresentSo
os oito pareos, e d flicil Ibe seri tirar orna certa.
A roKnoiticata). pois si Bao cousa fcil na
conjonctora menos facilldade offe-ece. Nj" en-
tretanto, rompeodo pur esses ooalaculos, vanos
satisfaser a esse encargo.
PALPITES
T-ies sio os nossoa proKioeticos :
|. pareo GirloSeducior-Cbefe.
J pareoPjrilamboTorco i*Pyeao.
3. pareoViogador Roy BlasMaaJoite.
4 pareoBeriimSan8-3oaciAlly Siopper.
5 pdreo AllaotePetropolis- Ra lames.
6 pareo-Maorny?yr;iampo^-Pymi j-
7. pareo-VinRadorTivolyRio-Grande.
8.* pareoPirataFroolioColosso.
Declarar o
Aoie-hontem pedinos o Sr. F. A. Brandao
Cavalcaoii para consignar nesta sercSo a decla-
ragao de que no se-a jola de partida em ne
r.bum dos pareos da corrida de boje no Hyppo
drrmo, e Den o sera em entra qoalqoer coMda
do mesmo ou de ootro qoalqoer prado deata ci-
dade.
Ja ;-to mesmo declarou S. S a directora do
Hyppadromo no da de sua ultima corrida, e
vendo agora s-u nome entre os dos cavalbeiros
que all leem de servir de starter, reoova a
declarac&o, aeradecendo entretanto a illoslre di
rectora do Hypadromo mais esta lemoraoca
com que o honroa.
VARIEDADES
-7.792.3015820
S. E. & O.
Recife, 4 de Novembro de 1893.
Gustavo Antunej.
Gerente.
A. Lambert.
Contador.
moa julg*r os habttoa dos antigos que ti-
nbam um vestuario p^ra a pal e ootro
para a guerra e que eraos criticados na
oidade pelo modo de trajar-se usado no
campo.
Cartas partea do corpo bumni nSo
devem ser visiveis em certas cireamscan-
c'as.
Os Judees e outros Orientaos nlo se
apresenta-n com a cabeoa descoberta as
ceremonias.
As molheres christap, segando a mazi
ma de S. Paulo, adoptam o mesmo as
igejas publicas.
O rosto considerado pelas molheres
musulmanas como a piarte do corpa que
maia se deve oceultar aos olhos de um
infiel ; e urna mullber dimisceua trajan-
do Bimplesmente nSe prescinde do oso
do veo.
O corpo e ob mimbros sao, em geral.
quo
dSo tm no
uio pela primeira vez
em 1870. _> canto de que fallo foi
poderoso nessa pbase do nosso desenvolvimento
e pela i ipil a com que Toi aeolhido pea popu-
lacho, que'ento ainda era particularista, produ-
zio o mesmo elTeito que se tivessemoa muitos
mais corpos de exercito no Rheno do que tinha-
mos em realidade.
Temos maia tarde o exenpio da Wacht
uai Rheio la que faz vela pelo Rheno).
Aqoanl 3 soldados nao fortalecen esse canto o
corac i aos campos de batalhacobcrtosde nev,
e apezar das privaOes so'Tridas empresenca do
inimigo Ora, o corafio e os sentimentos que
o animi-n sao tudo no campo de balalha.
0 qne fez com :[ue alcancassemos victorias
uo foi o numero dos nossos soldados, foi o seu
enthusiasmo.
Em algumas dessas batallias, eramos mais
numerosos que os adversarios ; mas mesmo onde
tomos menos numerosos, vencemos Jpela quali-
dade das nossas tropas.
. A causa da nossa superioridade estava no
nosso coraco, no entiiusiasmo que manteve a
disciplina, mesmo as horas cm que, em situa-
res anlogas, ella se relaxava as tileiras fran-
Cezas.
Descjaria que o lied allemo fosse con-
iderado como o nosso alliado do futuro. E
quereria agradecer-vos o apoio que os cantores
allemcs me prestaram, mantendo bem alia a
idea nacional e levando-a para l dos limites da
patria. Asjnossas. relaces com a Austria, a
nossa mais poderosa alliada, tem por base ele-
mentos de ordem espiritual. Rao teriamos fi-
cado em relaces to estreitas com Vienna, se
Haydn, Mozart e Beethoven nao tivessem vivido
nesta cidade e unido Vienna c os paizes do Rhe-
no com os lagos da arte.
Mais ainda : as nossas relaces com o terceiro
alliado, a Italia, foram mais de natureza musi-
cal do que de natureza poltica- As primeiras
conquistas que a Italia fez entre nos foram con-
quisas musicaes. Nao sou inimigo da msica
italiana, embora Ihe preflra a msica allema-
Pelo contrario, gosto da msica italiana. E
neste sentido que vos agradego por cultivardes
a msica. Continuai a cultival-a.
NOVA OPERA DE MASSINET
Ja conhecida a distribuifo do Thais a
nova opera que o notavel componista francez
pretende este anno apresentar em Paris.
Divide-se em quatro actas do seguinte modo:
Primeiro acto.A Thebaida, as margens do
Hilo ; as cabanas cenobitas ; vista do theatro
de Alexandria.
Segundo acto.-Terrajo em Alexandria: a
casa de Thais.
Terceiro acto. A Thebaida os sete pecca
dos (bailado) vista de um convento. .
Quarto acto. -O convento ; morte de Thais,
Balando da reeelta e desposa
da piH-feltura inualcipai de
Ol: da, relativo as di .s
a 31 do iiiez de Oatubro de
18(13.
eceita
Alaguis d; predios muai-
cipaes
Foros
laudemoi
Ceiiterio
>1 reodo
toiolumeutcs mnoioipsea
Averbsyo de bens de rais
e casas d- negocios
5000
373J
1213000
14^000
1^080
7500'!
7$0O0
2 (o pe! extodicSo de ti-
tulo do empreados
Decima urbana
5 0[ -ddicionata
L;ce-5as para edificajSea e
coneertoa
Imposto sobre baixa de ca-
pim
(Justas dos juizes distric-
taea
Impostos diverges
Exercioio Indo :
Foros
145400
98S0J0
175133
31225
L7500D
1,5000
205000
35500
Res
Caisa
Saldo esisteate
Outubni lindo
Somma res
5225033
em 21 de
O resinarlo
( Jornal do Commercio o Rio )
Os esprichos da moda tm sido sem-
pre assumpto favorito da critica. O modo
de tajar se dos pov03 c.v.lisadoa varia
de d-z em dea annos e s veaes de anno
para anno.
Em p:if cipios de seculo actual as se
ahoraa uta ve m corpinhos curta sem abas
exageradas ; em 1860 appareceram os
monstraosoa balSes e o peate.do coa
sistia em urnas pastas que encobriam as
orelhaa, a por ultimo os formidAveis chi-
nos,
O anno paBsado os lagos Pey^b acom
paohando as caudas que varriam as rua<.
Estas modbB e outras que ae ibes segui-
rlo sem motivo pl-uaivel parecem h ver
esgottdo as po^sibilidades de alterar se o
vestuario.
Se compararlos um grop, de Euro-
pos trajundo moda de 1810 ou de 1890,
ou urna collecjao de gravuras reprodu-
zindo as diversas modas usadas durante o
seculo, com um grupo de Asiticos com
Buns v stes fluctuantes, ou com aa to/.as
dos Gregos e dos Romanos, ou ainda com
as tangas do3 Poiyaestos tatuados, ver
inos que a diffjrenca enorme.
Os gostos vriram com as diversas
pocas e ragas ; e a differenca sobre-
tudo sensivel entre nos e nossos antepas-
ados intellectuaes, os Gregos e os R >
m aos.
Os trajes da entrada de Demosthenes
no nusS) do Vaticsno c da de Everett,
no paaaeiu publico de Boston, differsm
n2o b los dealhes como ao aspecto ge-
ral.
A do Atbeaien3e eBt menos velada quo
do Americano.
Damostheies est preparado para pre-
sidir urna audiencia e icip8e-ae por bcu
p.^r'e altivo o por seu vestuario ad;quado
A c remonta. Tem o brago dirrito n e
sb perr.a* desiobertsa, ao passo que es
do moderno orador estao garridamente
vest:d:s.
O vestuario de De.soathenes c.ibe tn>
amplia dobras ; compSe n'o mas nao o
comp. ia.e. O de Ev=rett ciage todos oa
seus mombros e as pequeas dobras que
tem sSo i.ccidentaes o o alfaiata csforQS'
se oo.- dimiaut-Ua o maii pessivel.
Temos neBeas duas estatuas os typos
doj co5tu-aes da antiga Grecia e da tao-
derna Anier.:ca. Convm notar que Do-
mtsthenes tras, alm diss^, sandalias, o
que 'fficulca jualquer outro uso de ca
racter gerl.
O seu traje, se assim se pode chama-
lo, urna timplea tnica rectaogular, que
apenaa cubre o cirp bumauo.
O bubitaote de um outro planeta, quo
v3ta383 em um domingo qualquer cidade
americana, sorprender S9-!:ia ao ver ae
roupas exposta3 ao ar cu estendidas sobre
a relva.
Um autigo Grego, que despertasse de
umi somma de mil annos, esclamaria
su prendida: cEssas alvas roupas com
suas mangas curtas e compridas mo .sao
tamiliares; conbe^i-as entre oa Parthas
Esses saceos de varios comprimentos sao
destinados aos ps. Sarao ostas estran-
geiroH centiped:s ?
Despezas
Cemiterio publico
Fo -ca publica, pret de 1 a
Ib de Outubro
dem expediente e !uz
K^entat. a
Aceio e limpeza da cidade
Oredito supplementar, Lei
d. 25 de 1 de Mato finio
proveciente da gratifica-
gSo a Antorio Prieto, pelo
trabalno de medir as bal-
sas de capim
Ctixa
Saldo existente
415822
"5635890
415090
4515500
65540
45uOO
35600
255000
5315730
32160
Somma reis
5635890
Recebedoria da Preeitura municipal de
Olinda, 3 de Novembro de 1893.
01. essripturario,
Arthur Verselense Pereita da Silva,
II
O vestuario introducido pela decencia
e para protecyaj modifioa-se conforme o
gosto e a phantasia.
A idea de decencia existe em muit-s
nagSes e tribus do genero bamano, aiida
mesmo as mais selvageaB, com maniles-
tagSas mais ou menos cariosas e excn-
tricas.
Ainda que o vestuario primitivo fosse
adoptado como preservativo daB intempe-
ries, nao menos exacto que sua invenclo
foi baseada na docencia.
Quando AdSo e Eva comeram o fatal
co-
SPORT
nippodromo do Campo
Grande
CORRIDA ANNIVKR'ARIA
E' boje a grande corrida do Hyppodromo do
Campo Orando em solemnisacao do^seu anolver-
ssrio. S ,
A distiacta directora presenta um excelleote
programma, cima ( ainda mais .relevado pela
oscripcio,) que efectivamente promlssora de
urna bnlbanie fesia.
0 logrpsso por eicepgio gratuita nessa cor-
rida, sendo facilitado nos poitoes da entrada a
qaal por pessoa que se apresentar decen tnenie
(rajado.
O programma, como ja o notamos, foi bem
orsenisado e re ve la se na Inscripclc- 'ebeio de
a'tralivo. Mas tambem esta conslitaido po
pomo seus olhos estavam vendados
nhecendo entSo que estavam ns, apa-
nharam folhaa de figueira e fiseram um
vental.
NSo confiamos somante as obronicas
ant-gaa. As pintaras dos Egypoios pri-
mitivos assim como as descripgSes dos va-
jaates moderaos attestam que pessoas de
ambos os sexos UBam a tinga quer como
preservativo, quer como vestuario. Ra-
ligiSo, moral, oosfumes e aptidSes coc-
inndem-se entre as primeiras nagSes.
E' sabido que no simples estado de ci
vilisagao o homem que deapreza os ritos
religiosos, dasprexa em geni os devores
moraes, e este homem nSo pode prospe-
ra!.
O vestuario va: i i, pois. conforme os
sentimentos moraes e religiosos, e nSo
o mesmo em todos os paires. Algumas
veses cobre quati inteiramante o corpo e
outras apenas nma pequea parte.
O homem qnetentasse penetrar em urna
igreja com um longo robe de chambra
provocarla um conflicto com a polica, e
debalde tentara demonstrar qne eBt
decentemente coberto e que esse vestua-
rio um meio de distingnir-se dos canto-
res de coro.
Urna toilette de soire difficilmente ae
ria tolerad em ama praia, assim como
um costume de banho seria excluido do
cobertos entre os povos
gao da desoencia.
Gis algans pases impossivel traaer-
se os ps descalgos e mesmo as e'.asse
menos favorecidas nSo dispensam os sa-
pa tos.
A lava geralmente asada pela aris-
truc.cia e. eun aso distingue urna dama
de urna criada.
O oatro objectivo do vestuario 6 pre-
tor var contr- o fri.
Em quasi toda a Europa, e em algnaa
pailas da America, o homem que traba-
dla nos campos dispensa curtos trajes do-
rante parte do anno.
E mesmo no invern, quando se fax
exercicio, dispenBam-se os igaaalhos.
Esse facto observa-se nos climas frios
d Inglaterra e dos Estados Ua dos e
mrmente nos cimas temperados da Italia
edi Grecia.
Onde nlo ha fogei ne-n estaba sen-
te-se, s vezes, mais fri de portas fe-
chadas do quo estando ellas abartas.
Em algans paixea ha pessoas que usm
urna espesie de tnica presa ao hombro,
cahindo graciosamente sobre os ps, quan-
do ae assentam.
Este vestuario era usado pelos Gregos
e Romano^ da I paz.
A decencia e a moralidade exigem que
os horneas trajem-se convenientemente,
quer no trahalbo, quer na guerra ou em
viagens, e essa especie do clamyde nlo
convina por ser necessario levantal-a
quando se anda.
O traje j isto impSe-se, por consegu:nte.
A bistur -i da civilsacao comprehende a
do vestuario figurado e suas transforma-
g5es atravz dos seculos.
E33B8 transformagrjas foram o resultado
moral de causas pbyaicas, de mudanga de
religiao do paganismo para o christianis
mo, da mud pga dos coatumes sociaes
ariitocrat cjs para os democrticos e da
convergencia da driUsayoo para .os cli-
mas mais frios.
O vestuario attingio tal perftcao, que
impossivel hojj qualquer alterago san-
sive'.
As aulheres foiam sempre mais conser-
vadoras do qui os homens no modo de
tr*j*r-ae e de esperar que consrvela
icmpre vestigios do mais antigo e gra-
cioso typo.
III
No apoeJ de s^a gloria oa Gregos tor-
naram-se notaveis pala simpcidade no
modo de trajar-ae, que consistia em tres
especies de coatumes : o pophs, o ch'ton e
o himation.
O prm*ro era '.exclusivamente usado
pelas mulleres e consistia em urna tnica
quadraogular inconstil, presa ao hombro
cal.iado em graciosas pregis, fechada
oor alnotes, botoas ou por um cinto.
O chitm era urna camisa ou beca, ne
gligentemeate pre3a ao pescico.
O himation, era um simples chale, mais
tarde substituido por outro de menores
dimen.Sas, pelos rapazes e peloB opera-
rios. A aristocracii atheniense nao usava
outra cossa.
Cim tsl simplicidade de costumes os
homens s linham dous trajes e Sjlon res-
tringi a tres os das mulheres, que eram
dur.s camisas oa tunic is, e um chale. _
Mas, se puzermos de parte as minu-
ciosi'adeB para attendermos ao aspecto
geral, veremos que esses trajes admittiam
infinitas midificago3.
O peplos podia ser pregado ou abotoado
de cem maneiras : o ch ton podia ser largo
ou estreito, cjmprido ou curto e com ou
sem mangas; e o himation era usado
da innmeras formas.
O vstuaro d>s Romanos durante a
repblica e nos primeiros tempos do im-
perio, era mnito mais complicado de que
o dos Gregos. "*,-
A toga era usada somente pelo cidalaV
O predominio que os Romanos exerce-
ram sobre a humanidade foi talvez devido
kO rea paito e vaneragao que tinham pelas
tradigUes de seus antepassados. As inno-
vag5as eram mal rebebidas pela gente
seria.
A toga, nos tempos histricos, nao era
rectangular como o peploi e o Aimaion,
mas s m arredondado e no periodo primi-
tivo era *alhada ligeiramente elliptica.
Esse norme chade cobria sempre o
hombro esqnerdo .ou o direito, deixando
sempre drsembaracados os bracos e as
mSos.
V se, pois, quao simples era o aestua-
rio dos dous povos mais civilisados da
antiguidade, o qae nao quer diaer que
essa simplicidaie fosse aooidental e des-
tituida de arte.
Seria injusta semelhante supposigao,
quando se trata de povos tai oivilisaaos
como os Gregos e Romanos.
Os Gregos eommunicavam-se constante-
mente com a Asia e os Romanos cooquis
taram grande parte desse oontinente e da
Europa, e por toda parte introduiiram
elles essa modo de trajar-se.
C johecemoa innmeras obraa ^ de ei
oulptara e de pintara, cojos trajee Ihes
eram familiares.
Todas as vezas qne qneriaoi represen-
tar um estrangeiro, vestiam-no eom oa\-
e os Romano, no campo e no inte-
oas, e vestom as suas estatuas com ron
pas mais simples que as usadas commu
mente.
Na epooa classica o cidadSo partilhava
a g< sto do esculptor.
O philosopbo orgulhava-sa e-n traser
apenas um simples quadrado de panno.
O estadista romano nao se apresentava em
publioo com o vestido de mangas que usa
va em sua casa de campo.
Os soldad ,s nos campos de batalha s
vestiam-aj quaado soprava vento violento.
Uiavam de preferencia a armadora, que
nao lhes embaragsva os movimentos.
O Boldado romano usava um capote
rectangular ou $agum; os secs generaos
asavam um mais ampio e mais elegante,
chamado paluiamentum, q je podiam tra-
asr a dreita ou eaquerda no da da ba-
talha. Sendo esse manto apenas um
8gnal de dignidade militar, pode ser
omittdo na estatuaria, que t deve ex-
primir a presteza e energa na acgSo, tal
a estatua de Augusto que nol-o repre-
senta com sua couraca.
As calgaa pareeem ter sido introduzi
das posteriormente em Romt e cm) uni-
forme militar.
Foram uialas pe'oi soldados romanos
as columnas de Trajaoo e pelos barba-
ros.
Os Grego3 jamis adoptaramnas.
Pelo ioatincto natural do bello, reo
nheceram que a caiga era a mais desgra
ciosa das vestimentas.
A civilisacao inimiga da arte.
Assim pensavam os Grecos quando re-
nunciavam s barbaras caigas.
Temos, pois, na antiguidade, dius ty-
oos de vestuario claramente distinctoa ;
no adi tricto actividade, e o od
uignidade e ao repouso.
Vemos o soldado, o viajante, o homem
de trabalho com roupas justas ; o philo
sopho, o senador, o ciiadao com togas.
Vemos a idea de digaidide de vestuario,
firmemente introduzida nos costumes dos
poves civiBados.
IV
Os barbaros da caigas iufestaram os ter-
ritorios da oidade da toga.
Os resem vindos eram mal viatoB pelos
Rocanos.
Seu vestuario era tSo feio como as suas
rudes pessoas ; asavam camisa, amp'as
caigas, bjtas largas e talvez um estreito
manto sobre os homor.is.
Todas as tribus nao se vestiam do mes-
mo modo, mas a differeng nao era muito
semivel o mesmo ala podemos avalial-a,
porquanto ob barbaros nao levantaram s-
tatas e o> Romanos que gravaram os re-
trato3 dos ee'is iaimigos em seus arcos
triumphaes, onde elles sao representados
como captivos, nao preteoderam immo:-
tiliaar ssns conquistad>res.
E 6s obraB de arte que ripreseatam sea
modo de viver, de.-appareceram gradual
me-te, assim como oatras da vida cifili-
sada.
Os quadros e estatuas que represen-
tara os costumes do quinto e do dcimo
seculo a2o raros, mas b stam-nos paa
acompanhar seu progre3ao atravs dos tem-
pos.
Os barbaros dosprezart m ob Boounos
pela sja afamioaglo, mas admiraram sua
civilismo.
O habitante educido da Italia e a
Gallia deixou-'e vencer as prolonga! s
luas com o Godo, o Vndalo ou o Fan
co, mas soube impor se a muitos reapai
tos. E dapressa a loptaram os conquista-
dores a rsligiao dos ooDqailUdoe e a3 ra
gas cjofuudiram ss.
No- paize3 maridionaes que ?.inda hoje
chamamos latinos Italia, Haspsnha e
Franca- -pde-se mesmo dizer que os na
turaes absorweram os invasores.
Na Alie uanha e r.a Inglaterra o pro-
ceaso foi moroso, m.>s a ofli.mcia roma-
na (o em todos os timpis eonsideravel.
A litteratura e &3 artas progrediram ao
lea rogiaj ; e a arta de
Oriente. Ata a pooa das cruzadas o im-
perador, e -u Constantioopla, era e homem
por exoellencia, e os reis e nsbras do Oc-
cidente procuravam imi'al-o em tudo. Al
maoias sedas do Orienta eram muito apre-
ciadas* Estes estifos eram trazidos para
a Allamanha pelos meroadores jadeas,
atravs dos Alpes Venezianos; em Mar*
se ha, muitos navios igavm o p.vilLao de
S. Marcos.
Os Venaaianos oommeraiavameomchris-
tSos do Oriente e faziatn concurrencia aos
odiados e teaiiviis musulmanos.
Em fios do dcimo segundo scalo ope-
rou ae urna reacglo; a Europa ccaidental
reuunciou s frmas bysantiuas e s mo-
das orientaos. No vestuario, como em
arebitectara, o talhe c.cioual e os mate-
riaei domsticos foram ganhando terreno.
Bata transformarlo coincidi om a aa-
oeagao ao poder e a influencia de uui novo
ramo da familia europea.
Nos seculos deaimo e dcimo nono, os
Gormados unidos sob o sceptro dos impe-
radores s'.xunios e franconios, ditaram as
modas Europa Ocoidental; mas sua in*
fluencia oncorreu para a ruiaa do Impe-
rio : opioiao geral que o militariamo tem
como consequencia a decadencia da nacSo,
que por sua ves kflue no modo de tra-
jar-se do povo.
Em 1125 reinava em Frange Lua IX
e as modas pira o Occidente vinham de
Pars. A partir da si poca continuaras
a vir de diversos paises e os proprios pa*
rizienses soffreram a ioflaencia de outros
povos
As nagSes circ-mvieinhas modifioavam
as modas francesas de acedrdo com os ca-
racteristicos nacionaes* S 10 annos de*
pondos fraacezes que oa inglezeB intro-
dmiram em seu pas novos trt jes.
Os flamengOB eram desairosos com ten-
dencia para o exagero. Sua influencia
oob coslumea burgundos, foi urna poca
de deformado. O allemlo era igualmen-
te desgracise, porm menos extravagante
em suas formas. Os italiano! possuiam
costumes audases e ao mesmo tempo sin-
gelos, que henefioamente iefijiram nos
costumes di Fraa.a.
( Conti ua ).
MEMORIAL
A \otre ames de Parlz
Madama Julia Koblet participa a saa
diatiocta freguezia a sua ebegada de Paris
e tam as suas disposgSas como de costa*
me as altas novdades em tocidos e gaar-
nigSas ___________ _
Mem coates'aco
ChapeLria Raphael
quem maiore mais medernoporumeuto tem de
Obapos de todas as qualidades.
Can j as de seda, palha e flores;
Toabas e chapeos pbantasia para creanjas.
G-avatas, llo-es, plumas e pagaros.
Aigrdes phaniasia par3 penteaios.
Gases e veos de todas as cor-s, etc., etc., etc.
2Ra do arao da VictoriaS
mesmo tempo q u..&Ji*,
ve 'ir-.,o, que ao mes ro tempo
agradavel, aioptou o systema
MA UVUiTUUk
n. 18 Roa Larga do Rosario n. 18
CA\11*QS & Ma'IA.
Cha especial
Harea < BulI W-g
O cha especial, que recebe mentalmente
r aBiVista ra da Impe.vt-iz n. 88
4 o raeihor que vem ao mercao, e, vende-se
. 5i)0 a libra.
BAZAR
VISTA
gs
imitar o
rior de suas casa, procuravam
vestuario estrangeiro.
Os Gregos e seas imitadores os Roma-
nos usavam s veces, a tuoioa direita em
casa e a anadiada ou elliptioa em das de
grande gala.
Os artiitas antigos concordan, oomnos-
barbaro
como maro agasalhi, conservando o ca-
rcter romano quando appheado s ceri-
mooias e quanto aos adornos.
Tal era o estado de coasas ai poca
meiiaval. Oj soldados e homens de ac-
g?o envolviam-se em un manto ou tunic*
coa caigas mais ou mocos justas e com
botas ou aapatos. Ai tnicas eram geral-
mente curtas, n3o exceieado nunca os
joelhos, e sea oimprimeoto dependa ou-
trosm das caigas.
Estas variavam em largura e algumas
vezas vinham at aos p3; outras vesos
eram curtas e tartas, sando os ps e a
extremilade das pernal calgadas de meias.
O sago, mais curio doi soldados Rma-
nos, eia preso ao ho-abro direito por urna
fivella ou boto. Tal era o vestuario ge-
ralmente adoptado, q ^e admittia geral-
mente modificagSas. Ao passo que os sol-
dados trajavam tnicas e caigas curtas,
povo caprcriava em conservar as ampias
vestes da idade primitiva.
Os nobres e os reis usavam Iongas t-
nicas ou mantos at aos ps, em occasiao
de ceremonias, mas punham-nos de paite
quando viajavara oa quando eombati*m.
U: homem activo e enrgico como o
imperador Carlos Msgoo s se oceupava
com o aaseio de suas vestes, mas outroB
monarchas muita attengao dispensavam aos
seus re-tes mantis.
Havia ama ordem religiosa qae torno-i-
sa mais tarde notavel pela sua dignidade
e podero. O trajo desses ecclesiastioos e -
tava de aooordo com o sea titulo e era
tambem feito pelos moldes classioos; e, se
o sacerdote nlo era entao um cidadao ro-
mano, e se nao usava a toga de Cicero,
nSo eraisentode ser eso lhido senador do
ultimo Imperio:
Em priocipios da Idade Media encon-
tramis o clero envolto em Iongas tnnioas
com capuz de poncha que usava por cima,
e que era feito de um s panno, tendo no
meio ama cavidade pa a a cabe,a.
Quanto ao vestuario das malheres na
idade media, toi sempre o mesmo dos
tempos de Roma. Cobriam-se garridamen-
te como as saos evos, suas tnicas eram
presas ao hombro e aj astadas no pulso,
seus chales e mantos eram mais estrejtos
e meaos graciosos que os dos tempes pri-
mitivos. O roupao e o manto femenino
appareoem qaasi aos primeiros tempos da
bistoiia. .
A ten lencia, quanto ao vestoario longo
RA DA IIPFRATRIZ N.-88
vcaba de receber a oltiroa novidade em
(BAVATA9
GRAVAT4S Je cambraia branca.
GRAVATAS de cambraia de core3.
GKAVATA^ de s^lade co-es.
GRAVATAS de seda branca.
G A VATAS de s da preta.
GRAV ATAS de sola crepon.
GRAVATAS mantas cscocppas.
B1SCITS
Liodo'sortimenio 'le objec'.os de biscuils pro-
pMod para ornato de 3alas, enfeiies de toillet e
especiaes para pre-entes, ___
OBRAS DE ELECTROPLET
seryicos pa-a Cha.
bandkjas para copos.
JAL VAS, LICOREIROS.
bandb ja pa-a pao.
P0HTA-CART5ES, M0LHKR0S, POETA RBTBACT03,
ricos TunBiaos e diversos objectos para presen-
ESPARTILHO
Esjartilbouo meioor faoricante, em seda a
algo 18o.
MEl.AS preta e de cre3 parahorneas, 3-
ahoras e criaicas.
LEQUE5e ve'itarolas.
BEiLASpara ho-naTJ e menioos.
RENDAS
' Grande sortimento de biciscreaies, brancos
a de c"es. ,
Gales, fitas e bordados brancos e de
cores
PERFUMARAS
6pan1e sortimento de parfamarias des memo-
res fabricantes.
Espelhos
00
cassino. E per esses exemplo podere- como provam as
Js artillas amigos oonwroaiB w-"- ** ~i--------- j;;ja-i0 da
obre as belleaas do oerpo humano, e flaotoante, conforma., a dignidade da
mm oonoep^es artisti'peesoa, foi corroborada pela influMO do
Espelhos grandes para salaBli utdo fabri-
cante H. MARTC*.
LENuOS de cambraia de linbo e seda.
CHAPEOS e CAPOTAS para seohoras a......
TOALHAS, BOECAS e outros BRINQUEDOS
para criancas. __
ESTOJOS para costaras, CARTEIRAS, THE-
SOURAS Hnas para costaras.
PENTES de travessa em tartaruga.
ESCOVAS para cabello, roupa, unhas e den-
tflfl
PUNHOS E COLLARIM10S=LINBO
JARROS de lonca e Biscoit.
COBOAS MOBTVABIAS
Lindas capellas e cruzes mortaarias.'
VELOCIPEDES e CARROS para enancas.
Alfredo, Ganches & C.
Pl]BLW4psTPKBID0
MTHEiATlCiS ELEMENTARES
Es:siriaA[io m:m:i
Venancio Labaiat iem conseguido os melhore
resaltados com applicago do methodo i a tuiti-
vo qae adopta no ensino de escriptorscab mer-
cantil, seodo que em menos de 30 lices tem
preparado tbeonca e praticamente, pessoas qae
eram completamente estraabas s transaccOes
commerciaes.
Contina a lecclonar as materias cima, i ras
Duque de Caxias o. 71, andar. ^ ::_^__

i
:



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--
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jt
Diario de Pernambnco Domingo 3 de Novembro de 1893

D. Amelia Ferreira
lai-lliolo
Manoel Ferreira Bartliolo,
sl'u lli >, ora e actos; gra-
decem do intimo d'aliua a to-
das as pc;soas que acompan-
haramao* emiterio Publico os
restos raortaes de su;-, resa-
da esposa, mal, sogra e at ;
D Amelia Ferreira bartbolo ;
e do novo coovfdann aos ssus
pare otes e amigos, o aos da
finada; para asistirn as
missus que x'lo repouso eter-
no da mesma finada, man-
dan) celebrar na Matriz da
Boa-vista lerga-feira 7 do
corrente as S horas da manir-,
stimo diado seopassam mi i,
e desde j se confessam gra-
tos.

@w
h> <^ <*'>_< V^^^K^^He1
Superior lod ii Co-
lon- legitima Aijua Florida de Murray
& Lanman.
CoinpOe-se da distiltaro pere ta das mais
ricas llores do Trpico colindas en) toda sua
loueania Para o banlio e Toucador nao ha
nada igual. Perfuma, fortalece, acalma, refresca
e deleita-
A legitima leva ao derredor do gargalo da
garrafa urna tira branca em que a parecen) gra-
tadas em ajo as palavras Marca Industrial e
o facsmile da lirma dcscus uui.osproprietarios,
Lanman Kemp, New York. 18
familia e amigos a extrema gratid&o que
Ibe devo pela vida de ivinba mulher vic-
tima de nm cancro, de que,quant.> scien
tficamente possivel se acha livre pela
operseao que pratiuoa auxiliado pelos
moitoa distioctos e habilissimes Urs. Si-
n5es Barbosa, Jo5o Rogel e Arnobio
M.rques, aos qaaea me confeaso grato.
Nao somente diante do sabio a perito
operador que corvo a cabeoa, tam-
bem diante ao a cerdo-e da ciencia, ao
avilhfeiro dedicado e generoso, qne nSo
su no f-cto da operacSo, cuno durante
todo o tratament de que se enoarregou,
d2j desmeci) em um e dia o ilto con-
ceito que tSo merecidamente o tem col-
locado o lista honrosa dos ho-rens que
oto rawrrem.
Rocifo 4 ie Novembro da 1H93
Jote Compela di A. Galvo
Caso importante
Tendo sido sceimmettido de urna tysi-
ia ocipierte e eetimavel ceg isnte cesta
cidade, o Sr. Olyrnpio Be-nard s Vives,
tetra a felicidad-i de ser tintado p;lo be-
b medico Sr. D.. Henriqasson, qno o
] atoa cem o afamido Peitoral lo Camba-
. r do Sr. Souza So&rea, de Pelotas, sem
ser preciso ootro medicamento para o sea
' restabelecimento radical,
Fazemos estn declaro co em proveito
da humanidad^ siffredora.
{Victorknse, de Santa Victoria.)
E' anico agente a Campa >hia de DrO-
gES.
VINHO
VIVIEN
Mais effica ";^J~ J"
que o oieo cru ae
figado de bacalhau.
De gasto to agradaoel
que as enancas
tomam-no com prazer.
to soberano remedio, recuso j-ee a recei-
tal-o, sontinuando com outras spplica-
g8es.
Vendo se qne o doente nada aproveit*-
va, e qne a morte era inevitavel, mnden-
se, em segredo comprar nm vi ro do di-
to peitoral e o doente principioa a tomar
o novo remedio e a melhorar, e no fim
de a'gum tempo a chava se completamente
restabelecida !
Um bajeme.
E' nmeo egente do PeUural de Camba
r neste Estado a Companhii de O. o
gea.
85-----------------
A' Eudoxio Fontoura
Primavera juventud del anno,
M'-cidad primavera de!la vit...
Metastasio.
E' hoja o i de teu feliz snniveario
natalicio.
Complot?., apenas dezenove primave-
ras : qu&dra mais feliz da mocidade !
a E que saudade, qne funda saudadi
oSo temos dc;s^ lempo quando a noesa
alma cheia de decepcSes o despoetizada
pelar miserit da vida se recorda melan-
clica do p 8kf.d 1
Comente, p is, qne ea te traga ora
ramo de floree, pora corear a tua fronte
de irancebo, ;c rapanhado de mir.has mc's !
co'diaes (elicit jUea.
3Novem ;ro 99.
J. 18. Lima
Um milagre
Atiesto que desde longos annos qne eoffria de
ama encbaqueca agola que ordinariamente im-
possibiltava me dos mysteres de familia ; uiei
todos os medicamentos prescriptos por muitos
facultativos sem colber resaltado algum qne de-
bel?sse tan terrlvel mi,
Acooselbado por algatnas pessoas de minha
amisade a tomar as magnificas piluias antydis-
pepticas do Dr. Heiozelmano o qoe com a 1* dse
de daas pillas tiqaei radicalmente carado ; o
qae maito agradejo ao mesmoDr. Heiozelmano.
Que liqoe este attestado assigoado como pro-
va de 'oda gratido.
Rerife 26 de Mno de 1893.
Ra de HorUs n. 111 Leocadio de Jess
Ebla.
Vilro25aX), duaia 20^000 1,2 duaia 101
Veode-se em todas as nnarmacias
DEPOSITO GERAL
Ph;rmacia Maranhao
Rl'lM.tRt'iLIO DIASX. 135
Quantas vezes acon-
O Dr. Malaquias An=
Ionio fion^alves
A '^uma^idi de tina na robusta, esciar-?-
c".'- aperfei;oada inteHigene do i lus-
trado Dr. fi.. .qii aa Astonio Q>t,5&Ivie
um amparo sogur contra a contingencia
da vi.la e seuascffriaien'.os.
rando-rjo prr a cid,.dt; de U
g f >, Estado da Parabiba, "ada resido,
embora melindrando a modestia d> c -
b;e uedico ci;*urioo, a co possvi, nem
lC/LC
deve oonter no estr^ito circalo de
mi:h3
C0MMEM10
Solsa Ce :j rcial de iPeraHi-
braco
OotajCm omaxn da junta dos cor
h.TOKE8
Probado Recife, 4 de Sfovembro de 1893.
Nao noove co S .
O presidente,
Canudo C G. Alcoforadc.
O fec.-ptario,
Edoara'o Dubeux.
Casublo
ttiAijA liO BSCIFE
Os bancos abnram b je con a t; n a 10 1/2
sobre Londres a u > dias.
De tarde bixnra a tasa para 10 3/8 iffec-
toi-n -se traD8ac(6ea limitadas.
Em papel particular btaveram algamas ope-
racCcs a 10 5,8 d-po s os saccadores ittraoi-
ram se para 10 1/2.
Sem noticias.
SIO DB JAN&I20
Colv.?es dt gneros
Para o agricultor
ASSUGAR
Crislulisado......8/100 a
U:-i se por lo kikl. 6W00 ;
Branco dem i-!i m .... 4*800 a
Semeoo?, id-.m tem. 4200
Mj&cavadoicrm dera 3l2'J0 s
Bruto dem iJ.. :.....3,'101 :.
Broto melauo......M700 a
R.i.me idem'.Ji'i .... z'203 a
;;;300
3*700
5*600
4*50()
350(l
? :i i'
W9J0
2i0
GUO
R'alisaram l/y algemas lransae(Ses dc-.-te
prcdac'oa 11/500 par 15 kilos, d-j boas proce-
dencias.
Por pipa c ic0 o. 275*000 renda.
Por pipa de 480
173/000 veo.de.
al
Colamos nomina! a 100*030 por pipa.
Cianroc
Seceos salgados na b:se de i2 kMos a 700 .-'u
nomial.
Verdes a 440 res venda.
Tabella d itiadas dk assccab e al-
oonlo
Mez i!e Stembro
Barcagas.....
Vapores......
Aiimaes.....
Estrada de Ferro Central.
Uem de S Francisco .
dem de Limoelro .
Somma
Das
31
L'l

1 a 3t
1 a 31
a 31
a 31
AS3Q-
car
A go-
dao
Saceos Sacca-
44988 2900
1C00 4!37
2745
2865
2988
16403
137366! 32239
6286
6086
77646
101460
Em igual mez de 1892
Mais em 1893
126452
110911
13502
16734
Urna pessoa muito conceituada, mora-
dora na c'dade de Bag (Rio-Qracde do
Sul), acbou-se gravtmenta doente do
Mito.
Foi cham. do, para a tratar, o Ilustre
Dr. Per na, e mais t^rde, o tambem illus
tre Dr. Albano-
O dosnte cadf. ves fica/a peior : a mo-
j ;o bt-guia o sen funesto curso.
Urna pessoa da familia, tendo Cnanga
jo Peitoral de Cmbar, d-.scoberta de J.
Je bouza joaree, de Pelotas, kmbrou ao
medioo a sua appc^So.
Este, pjrm, que tal'eai n5o canbeces-
se. por experiencia propria, os effeitss de
Carnauba
Cota-se de 11/ a 17*000 por 15 kllcs nonji-
Btl.
FJ*acha
Cota se a 22*0:0 por (5 kilos.
Exportar
RECIFE, 31 OS OUTSIBBO DE 1893
Para o exterior.
No vapor inglez Scotlink Prince, c^^^e
gou :
Para Moatevdeo, P. de Olivera Muia, 40)
saceos com 2','00 kiiG3 de assacar braoco.
Pan l'uenoj Ayre?. carreeou :
L. A. da jjta, 13.000 cocas fructa e 2.030
aaaeaxts.
No vapor ioclez Lidian Prince, carre
gea :
Para Estados Unidos. J. Uazambo, 1 500
accos esm 112,500 kilos de assicar ma&cavado.
Para Ntw York, cairegaram :
C. Lima i C 500 saceos com 37,500 kilos de
assucar mrscavado.
Na barca noruaguense Faes*, carrega-
ram
ParaNcw Ya k, P. Carneiro at C, 7C0 sac-
eos com 52 r00 kilos de assucar mascavado.
Na V2por inglez Saudimau Prijci, car-
reen ram:
Para New York, jorstelrnan & C, 2 800
saceos com 21o.ooo kilos de assucar mascdfado.
Para o interior
No vaoor austraco Pandora, pa:a Rio de
Janeiro, carrejaran :
B. Wi liaras & C, 500 saceos cora 30 kilos de
a;sucar macavado e 1,000 dio cooi 60,000
i!tJ3 de d'U Draoco.
P. Ca'neiro t G 530 arcos com 33,000 kilos
d? assucar brinco.
E. Kio bict A G., 2o p'pas com 11,750 litros
le agurdente.
J. Andrade, 200 saceos coro 12O0Okilo3de
assucar Draco e 300 ditos com 18.000 ditos de
dito mjscafado.
A. da Costa Moreira, 400 sancos com 24,000
kilos de assucar braoco.
P. Carneiro & C, 700 saceos com 42,000 kilos
de assacar branco e 14 pipas com 6,720 litros de
alcool.
Para Santos, carregaram :
Amorim IrsBMi & C 2^0 aacc s com 15,r00
kilos de assucar branco e 300 ditos coa) 18,000
ditos de dito mascavedo.
E. Kmtback & C 1000 saceos com 60 000
kilos de assucar mascavado e 500 ditos com-----
30,000 ditos de dHo braoco.
ti. WH iims & C, 1,000 saceos com 82 3:0
kilas do assacar mascavado.
P. de Olivelra Maia, 10 pipas com 4.730 litros
de alcool
T. F. Mello, 200 saceos com 12 030 kilis de
a socar mascavado.
D- F. Porto Baltar, 330 faces com 21/03
kilos de assacar b.anco e 650 ditos com 39, 00
ditos de dito mascavado.
J. Baltar & C-, 100 barrls com 8,500 litros de
agurdente.
No vapor nacional Maroaos, para o Para,
car regara m : ,..
g. Kanlback & C, 200 barricas com 10,260
kilos de assocar oranco.
J. C. Cavalcante, 15 barricas com 600 kilos
de assucar refinado ._ .
P. Carneiro & C, 400 barnca com 25,200
kHog de assacar branco. "
V. da Silveira & C, 110 barricas com 8,170
kilos de assacar branco.
PHOSPHATINA FALIRES. Alimento das Maca
O Dr. Eduardo Augusto Slveira, t.nd
perdio em Nicthery, e pitol do Estado
do Rio de Janeiro, a sua plice da Divi-
da PoMmm G.-ral de b. 11.232, do valor
de 1:0 .'C5()C0. a qual se acha inscripta na
Alfandega do Estado de Pernambnco, psde
a quem quor qa a teiha chado o obse
q io de lvala a ra Nora n. 24 S
Domingos em Nicthoroy.
JKnsio DramticoFa-
miliar
Convite
Cont ida-a'. a todos os socios detsa as
Bcciyfio p ra a sua piime ra reuniSo traordioaria ao meio dia do pr< x'tno do
minge 5 do correrte, em sua sede pro-
vi oria a ra Estreita do Rosario n. 18,
1'. andar, afim de tratar-ie de sua den"
nitiva fundacSo e eleicSo de urna direc-
tora provisoria, que ter de reger es
nossoa trabalhos at a sua rosiixa r.s-
tattocto.
Recife, 1 de Novembro de 1893
A commissao furdadora
J. Martins Castro.
Ceciliano Vi-oos.
Raogel Sobrinho.
Jul o Ssinpao.
Alfredo Ssntos.
J. Taskino Manrity.
Ceciliano PavSo.
Usem e verao
AUe-to qae tendo eoffrido de dyspepsla c. for
les ptlpilacOes no coracao accompanbadas de
vertieens e prodazindo insomoia, fui aconselba
do a o-ar das plalas anti-dyspeplicos do Dr.
Heinzelmann tendo obtido grande melbora como
oso de alguna vldros desse poderoso medica
ment, esperando em breve a cara radical de
mees enrommodos.
As pesseas que soll-erem do mesmo mal de-
verao experimentar o sea oso pois qae os resal-
tados nao se faro esperar.
D --t attestado podem fazer o aso qae con-
evir.
Recfe. 29 de ilaio de 1893.Manoel lien o de
Oliveir alumno do 2. anno da Escola Normal
Viro 2i 0 duzia 2OJO0C, neis duzia 10/.
Vende se em toda pbarmacia.
Deposito geral, Pharmacia aranbaj, roa Mar
cilio Dias n. 135.
A bronchite
Cura efficaz e econmica
Use-se o Peitoral do Cambar, de Sou-
za Soares, s colhees 3 ca 4 vezes so
dia. Nos casos mais obstinados, de 2 ou
de 3 em 3 bores. Nos chronicos, 2 ve-
zes ao dia, de man&S ao levantar e a noi-
te ao deitar.
A alimentarn do doente se far timples
e no irritante. O exerc'cio ser mode
rado resguardando ee do ar da noite e da
humidade. Sentindo febre, deve rtco
lher-se cama e limitai-ee a urna dieta
rigorosa.
Para MaoOJ, carregaram :
E. Kaolback & C, 30 barricas com 1,525
kilos de ausucar branco.
M. A. de Sena & C, 60 barricas com 3,490
kilos de ascoear branco.
C. Pialo i C, 62 caixas eom 496 litros de
agurdente.
= No vapor alien?o Catani:, psra Victo-
ria, carregaram :
P. Carneiro &C, 60 seceos coj 3,000 kilos
de assacar mascavado.
Para Rio de Jmelro, carregaram :
D. F. Porto altar, 30 pipas com 14100 ri ro-
d aguTlente Q 10 ditas com 4,700 ditos de
alcool.
H. S. Loyo & C, 500 ssccos com 30.000 kilo3
de assacar branco.
Para Santos, carregaram :
F. Lemos & C, 6'J caiyas com oleo veget-1
no valor de 1:500*.
M. S. Maia, 5t0 saceos com 30 C00 kilos de
absucar mascavado.
No apor ioglez Moaot L'itan) para o
Para, carregaram :
J. Andrade, 800 barricas com 50,751 kilos dt
assacar branco.
S. Campello, 2,100 caixas om 37,300 Kilos de
sabao.
A;oricn Irmos 4 C, 40 pipas com 18.8C0
litros de alcool, 40 pipas e 200 barrio cem 26,800
iios de agcardenie.
Nj vapor inglez Eliza Souto, para Para,
carreado :
J. de Macedo, 15 barril com 450 lilros de vi-
nao de Jaaipabo.
No vapor nacional ]aboa(3c*, para Ara
caj', carregaram :
A. D. 8m3ps & C, 13 barril com 600 litros
de vnag'e e 10 girr..:0-.'s com 160 Uiius de ge
nebra.
No patacbo or eguenee Fennevid. para
Paran.i^a, car'egaraai :
E. C. Beliro* l.mSo, 1,050 saceos com.....
61,00) kilos de assacar braoco e 1.0J0 .nos com
63,000 Unos de dito mascavado.
No date Deas te Gal., para Ctar, car
regaram
J. Bailar 4 C, 10 barris com 90 litros de
alcool.
J. T. Pinto Lipa, 20 calxs com 150 litros de
gentbra.
ro biate Correio de Maco, para Mosso-
i, carregaram :
A. D. Sim.s 4 C, 60 caixas com 480 litros
de geoebra.
Para Parabiba, carreeou:
J. de UaceJo, 10 barris com 450 litros de vi-
nho de caj*.
Na barcoca Jacuaria, para S. Luiz, car-
regaram :
C. Pinto & C, 40 caixa-, com 320 litros de
geoebra.
Nj barcac Camaragioe, para Camaragi-
be. carregaram :
A. Marques & C, 13 caixas cem 260 kilos de
toAo.
Na barcada Nazinba. para Mamaogaape,
cariejiaram :
J. M. da Silva, 10 caixas com 660 Hilos de
sabao.
i, de Macedo, 1 barril com 50 litros de vinho
de cajo'.
Na bircaga Francisca Octavia, para Pi-
lar de Alagoas, carregaram :
A. D. aiiLes & C, 40 caixas com 320 litros
de geneura el barra com 180 lilrcs de alcool.
Pasta da Alfandrga
UMAIU DI 6 A 11 DB NOVBMBBO
011899
Com eite tratamecto simpsaimo e ba-
rato, tem-se carado militares de doentes.
E' anico agente em Pernambuoo a Com-
[-, .hia de Drogas.
Antonio e Dejanira
Urna respeitavol sea1 ora, residente em
PelottB, a testa o se uinte :
c A abaixo assignfda attesta, a bem
de hurx-aoidade, que tendo sido attedes
cocaeluche, bous netiohos Antonio e
Dejasira, e sem terem podido obter a!l
vio com o tratamento do ou illusUe me
dioo, dea-lhei o oonhecido Peitoral de
Cambera, do Sr. J. A de Sonza Soares
e, com quatro vidros deate effic-z reme
dio, fic^ram completamente restabelecidoB
de ttrnvel soffrimentua. N-
Maria Jos Rodrigues Burcellos. *
(A 6rma est recorbecida).
F' e uaico agente a Compania de
Drogas.
EMsiPTosio'coimcui
72HA DLKU Dt AX1AS-72
1. "ANDAR
Venancio Labatut C
Enderezo telesjrnpblco
NUMEKO O TELEeilONE
i 4 -a
Esti ea?a de commie-Oes, j bem coobecjda,
Ch*ma a ng do publico e especialmente dos
senh'irea agricultores para as boas vaotageos
qu*> offe-ece em saas transa^cO-s, como sejam :
Re fhimeoto de assocar, bypoiberae, liquida
roes e quaiqaer n- gocio aes'e ou em outro Es
lado.
Dr. Coelho Leie
Participa a sea* clien'es qae mudoa o cnsul
torio para o !. andar do predio n. 36 da roa
Mrquez d'Olinda, antiga da Cadeia do IV- le.
EDITAES
Ia Sec$3o. Secretaria do Ooverno do
Estado de Pernambuoo, em 26 de Oatu-
bro de 1893.
De dor do Estado e para execacSo do art
157 do regulamento qoe baixou com o
decreto n. 9420 de 28 do Abril de 1885,
f 90 publico para os devidos effeitos o edi
tal abaixo transcripto pondo em concurso
o offieio de 1 tabellilo do publico judi-
cial e cotaB, escrivao do civel e maia a:.-
nexos do municipio do C>bo.
O secretario,
J0S0 Aagasto Ferreira Lima.
O Dr. Jote Mara da Rocha Cirvalo, juiz
de direito do municipio do Gibo, Esta-
do de Pernambucn, em virtude da lei
etc,
F1.50 saber aos que o presente edital
vireci ou delle noticia tiverenr, aos que
interessar possa, que se acham vagoB os
offiowi de tabelliSo do publico judicial
e notas, esorivSo do civel e mais acnexoi
deste municipio, creados pelo Alvar de
onze, de Jucho de mil oitocentos o er-ze,
mandado vigorar ptla lei provincial nume-
ro oitcnta e seis de cinco de Ma mil oitocentos e qunresta, cuja vtga se
deu por fallecimento do respectivo serven
tuar o Clarindo H'.rinMo Lina a convido
aos pretendent.-s aos respactivoo officios
a 'presentarem seus reqaerimentcs dentro
do praso de ttipta dias, a contar da dat.
do presente edital e do conforrrHsde com
os decretos nmeros oitocen'os o dehsete
de trinta de Agosto de mil oitocentos e
cincoenta e um e numero nove mil trema-
Agurdente (litro)
Alcool (Utro) .
365
531
Algodao em rama kilo) 6F0
irroi com co.3ca l:.o) .... loo
Assucar retinado t'io) ... 460
Assacar branco (kilo) .... 3?0
Assacar mascavado .kilo) ... 190
Bagas i:e mamonas -iio) 226
Borraccade leitede magsb. f':- 1 lr'460
Cachaca (litro)....... 322
Conree seceos espichado (kilo) 734
Coaros seceos salgados (kiio) 68*
Coaros verdes (kilo)..... 405
CarG0& de algodSo (tilo) 40
Carrapateira (sement) (kilo) 120
Cc&o tkilo)....... 800
Cil bom (kilo)...... 1'500
Cit rectolho (kilo)..... t 300
Cale moido (Wlo)...... I *70u
Carnauba (cera vegete!) 'kilo,1 9 W
Cora v getal (Mi) 900
Canoa (agurdenle (litro) ... 580
Cb (litro) ....
Carvo cardiff....... 28*000
Cjdrinno (am)....... '.8Hi
Cocos sem casca (cento) .... 8000
Cocos tom casca (cento) .... 6000
Farinba de mandioca (kilo- 80
Follbas medlcinaea de qualqaer qaa-
idsde (kilo)...... 3 0
Geneura (litro) 480
Graxa (sebo em rama ou coado) (kilo) 8CO
Mel d: 'anqae (litro) .... 170
Milbo (kilo........ 100
Ptlles de cabra cortidas .... IMtfOdO
Pelleade caba em cabello (cento. 200.000
Peiles de carneiro em cabello 140'O
Sabao......... 320
Sebo.......... t i-ii
Sement de carcafcba (kilo) ... CO
Sola (m6io)...... 7<00
Stearina em velas (kilo) .... 14000
CatajVM (kio)...... 40
Tahuas da amare! 10 en- prsnchet-
fd IB
Vinagre (litro)....... 120
til DE NOVEMRB0 DS 189?
Alfandeg
tteodi ge'al
9o <:*. 1 a 3 1:567*920
dem da 4 70:1234632
71:69552
Renda do EsUdo:
Do dia 1 a 3 *
rde de 4 40:816/704
-----------------40:84*794
Somma total 112:538/3.6
Ssgnnda seccSo da Alfandega d Pernamboco,
4 ds Novembro de 1893.
O ebefe da seceso,
Jos Gomes ?a Silva.
O tbesonreiro,
Lms Manoel Rcdngaes Valeoca.
RECEBEDORIA DO ESTADO
Do da la 3 11:283/903
dem d 4 5:588/331
10:872/234
Do dia 1 a 3
dem de 4
RECIFE DRAINAGB
82/800
82/968
tos o quarenta e quatro, de desosis de
Deiembro de mil oitfcantos e oitententa
qoatro.
u ro sim, fago mais sabe aos proten-
dentes, qae saus requerimentos devem vir
instruidos com o exame de suficiencia de
que trata o decreto numero oito mil du-
sentos e setenta e qiatro de cinco do u-
tubro de mil oitoceutos c oitenta e um.
E pura que chegue eo cm'i?cimento de
tod-s, mardei passar c prcsente, qie ser
hffisd trb r a copla psra ser rem?ttida ao Esmo
S Dr Governaor do Estado, para o fim
indicado no trtigo cento e cincoenta e se-
iftlo dcretonamero nove mil quatrooen
tos e vinte.
D.do e pasraao cesta cidade do "abo,^
aos eseneve d Oitubro ce mil oitocen-
tos e covtn'ra e tres.
Fu, Th. moz S'gismundj do Almeida
Barren, esarivlo interino o esjreti. Jos
RI>iria da Rocha Ci.rvulbo.
E nada mais bb contLh no edital ci-
ma oipisdo do proprio origira', a> qual
me reporto e dou l
Ei, ThoiBtz iigisicua.'o do Almoida
Bxrros, 0:criv&i interino o escrevi.
C itifin: qoe pelo porciro 1 es audito-
rius mo foi entregue o odttal com a reri
dao d .ffis c2o da forma e theor seguic-
te: Certiticu que tffixei h; je na porta do
Conceibo Sfunicipal dtEtu cidae o edi
tal convidando os pretendentas aos c ho-
cico de justiga r.cima menci; nados, vtgos
por fa'lecioiento do respectivo serventa-
to ; don (.
C*bo, 19 de Outubro de 1893,
O officiaj de justiga, servindo de portei-
ro, Pedrj Ferr ra de Mallo.
Nada mais se cotinha em difa certi
dSo ac>ma copiada ; dou .
Cidade do Cabo, ros 19 de Outubro de
1893.
Eu, Toomai Sigismundo de Almeida
Barros, escii/ao interino o eecrevi.
RecebeJoria do Estado de
Pernambuco
EDITAL N. 18
0 administrador da Recebedoria do Es-
tado faz publico para conhecimento dos
respectivos contrihuintes que, de ordem
do Dr. inspector do Thesouro, fija aberto
nesta re'.srtijao o praso de trinta dias
uteis improrogavefs contados de 28 do
corrente, para pagamento, boeca da co-
fre, do imposto de clssse n. 37, a que
eatSo sujeitos as lojaa ou estabeleyirnentos
de vender fumos r retalhos. rsp, cigar-
ros, charutos, comprehendidas as cfficin^s
dentro do est belecimento, relativamente
ao 1* e 2' semestre do exercicio em vi-
gor de 1893.
Recabedoria do Eitad" de Pernambu
co, 25 de Outubro de 1893.
O administrador,
Afaneo Je A'i nquerque Mello Jnior.
O Doutor Jos Julia i P-igueira Pinto de
?ouia, juiz dis Feos da Fuzendi
Estadual de Pernambuco etc.
Faco saber que no dia 9 d; Novembro
o agente Gusmo vender em 1-ilS* p-
blieo a casa a ra do major Agoslinho
Boserra o. 2, regueaia de S ato Antonio,
medi do 4 metros e 75 crtimoroB de
f-ente, 7 metros c 75 M i e 58 ie fondo
^.orta c jane!!, duas s las, m qimto,
eosi -ha fr?, ava'isda om hO'O^OOJ, per-
ten-oate a Joviao Man II Iribes do
Nisoimenta e fora penhoreda por rxrco5o
da Fazfdn.
E rara que chage ao conb'Cmento de
todcs passou-se o presente que r-ei publi-
cado o .ffisado.
- .miwWM^'
Herrado SXuaicIpal ale H. Jom
0 movtme&to deste mercado no dia 31 d"
Ootubro foi o seguinte : Entr ram.
41 bois pesa do 6,871 kiluB.
315 kilos do peixe a 20 r3.
4 compart. com mariscos a 100 r?.
3 ditos com camarOes ? 100 ra.
30 columnas a 600 rs.
5 cargas com gallinhas a 500 rs.
2 casseais com gallinhas a 300 rs.
8 cargas com batatas a 300 rs.
4 cargas com gerimum a 300 rs.
2 carga com lararjjas a 300 rs.
1 cargas com reelancia a 300 rs.
3 carga com louas a 30 rs.
4 cargas com fractas a 300 rs.
40 carcas com farinha a 200 rs.
9 cargas com mi'ho secco a 200 rs.
5 cargas com fejao a 200 rs.
53 lugares a 200 rs.
15 suinos a 20J rs.
11 comp. com suineiros a 1/
8 comp. com seimirosa 700 rs.
10 comp. c m freisuraa a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
48 comp. com fazenda; a 600 rs.
50 comp. cora verduras a 3'0 rs.
78 comp. com farinha a 400 rs.
43 comp. cem talaos a 2/
6/300
soo
/3O0
18/300
2/30')
Z600
2/400
l/i00
1600
Z300
/9(0
1/OO
8/000
3/81H)
1/000
10/600
3/'00
11,000
a/tOO
6/ 23/800
28/800
15/000
30/600
86/000
Dado 3 passado nesta cidade da Recite
aos 30 de Outubro de 1893.
Eu Alfredo Dama-tiao de Torres Ban-
deira, esorivlla subscrevi.
Jos Juliao Rigueira Pinto de Souza.
O Dout)r Jos Julido Regueira Pinti de
Souza, ju-z dos FeitOH da Fuzendi do
Eitado di Pernambico.
Faco s ber que no dia 0 de Novembro
o agente Gumo vender e01 leilSo pu-
blico a casa a ra da Via Frrea n. 2,
tregues'a de S. Jos, com 4 metros e 70
centmetros de frente, 5 me'ros e 70 Cen-
tmetros de fuudo, porta e j-aiella, duas
salas, dois querk-s, ozioha fVa, quintal
mar*do av!ida em 6OOS0O0 per encen-
Xe a Be-.ed cta Mara dos Prazeres o fra
penh. rada por Miuua^to da Fazenda.
Ei para que ch?gue ao conhecimento de
todos >">ou ee o pre ente que ser publi-
carlo e fcfExido,
Dudo e piBfldo nesta cidade do Rscife
ao& 3") drt Outobro de 1893.
Eu Alfredo Dim deira; ocrivSo pabscrevi.
Jos JvtUSa B. Pinto d Souza.
O Doutor Jos JuliSn Rigueira Pinto de
fSow.a, ju'z dos Fe'to-. da Fazmda 'o
E'tar'o de Pertumtwco.
Fo a.ber que find s os c'ias da lei se
ha de arrematar por venda a quem mais
der <-m prsjn pi.blica deste juizo no dia 10
de Novembro a casa S'ta no primeiro becco
da Tamaricera n. ?, frrgueii da G.aca,
com 4 in--tr e de freota, 11 metro9 e 50
centmetros de tundo, duas j-tnea'', utos
porta, duas salae, dou qusrtos, cosinha
fra, urna puchada de taipa, arruinada,
terreno foreiro. om muitas fructeiras,
avaliada ea 8 S00O. p rtencecte a Fran-
cisco Perei.-a Barbosa o vai a praca por
excencSo da Fazend'.
E pira que chegne ao conhecimento de
todos paBscu-se o presente qae ser pu-
blicado e affixa o.
Dado e panado uesta cidade do Recife
tos 30 de Outubro de 1893.
Eu Alfredo Diaminti o de Torres Ban-
deira, eecrivSo o subacrevi.
Jos Juliao R. Pinto de Souza
O Dr. Joe Juli'io Rigueira Pinto de Sooza, jaiz
dos fe tos di fazenda do Estaco de Peroam-
buco, etc.
Paco saber qae, flatos os oas da lei. se ba de
arrema'ar cor venda a qaem mais der, em praca
publica lete juizo. 00 dia 10 de Novembro, a
casa estrada de Cemiteno n. 4 ootr'ora 2 A,
fregaezia do Poco, com quatro metros e cincoen-
ta centmetros de frente, nove metros e eete cen-
tmetros de fundo, daas jonellas e ama porta, duas
salas, don qcartos, terreno foreiro, av.ladaem
oitcnta mil res pertenceate a Bernardo o'Almei-
da Lobo, e vai a praca pjr execacao la Fjenla.
E para qa^ cheeoe ao conhecimento rie todos
pa son-se o presente qae s?r publicado e atu-
sado.
Dado e passarJo nesa ciiade do Recife aos 30
de Outubro de 1893.
Eu Alfredo Diamantino de Torres Baodeira,
escrivao o subscrevi.
Jp Julia < R. P. de Souza.
O Dr. Jo e Jalio Rigueira Pinto ae Scusa. jqiz
doa feitos da (aseada do E-t do de Pernam-
buco, etc.
Fajo sabfr que 00 dia 9 de Novembro o agente
Gosinao vender em leilo publico a ca^a & ra
de 8. Miguel n. 10, fre. nezia dt Afogadc?. com
qoat o iiiHiros e quarenta centmetros de Irente,
quius mitioe de fondo, orna porta e tres janel-
las, loas salaj, tlois quartos e 1 gabineie, ava-
lla a em am cont e uenni03 mil ris^eertea-
cc-nte a Mono-1 Francisco fie arvalho Paes de
And'sde, e Ora peohoralo por execugao da la
senda.
E pira que chegne ro conhecimenio r?p_torlo3
passon o prsenle qas ser publicado e oflixodo.
Dado e p >ado 01 ': ci lade do Recife ac-s 30
de Oo ur.ro de lt>93.
Eu Alfredo Diamantiro de Torres Baudeira
escrivao o fobse
Jos Juliao R. I', de ouzaS.
Livor: o !V.por ug'es alnii^n Prince,
Oommandact^ Ai' olo B relay, carga
assucar.
GnarV.ipor ingle. HldebranrJ, com-
maodaote J. B. Criup, carga varios
geaeros.
M ceiVapor ioglez Thetis, colman-
dante W. Smith, carga assucar.
Santa jucia -Vapor inglez Dal:onyn,
commanda te T. R- Keen, carga caf.
Saat'- LnciaVapor inglez Klyde,com-
mandante W l, Andersonj eo lastro.
Rendimentos do dia 1 a 30
I cento c'c Outobro dt
mais
binen ce p
Pregos do dia :
Carne verde de 500 a 720 rs. o k'io.
Sainos de 800 a 900 ideas.
Carneiro de 900 a 1/ ideo.
Farinha de 400 800 rs. cnia.
Mho de 500 e 600 rs. a cuia.
PeijSodi 1*600 a 2.*! a cola.
Navios esperados
DcRio de Janeiro
Barca postaba1;! Teitadora.
Borca orue^uinse Saga.
Barca portuguesa Nova L'da.
Pa'3'.'bo inglez Ora.
D N.wCislIe pela Ilhi Grande
Barca niraeguense Seortemand.
Dj Porto Alegre
E:cuna allemi tfeleca,
Escuna alleinS Ue'mann.
Barca p.r'-ogucsa Boa Sorte.
De Pelotas
. Patacho nornegaense Sverdrup.
26531)001 E'cuna atkma H-lena.
8.H8IOO1 Patacho uoiueguense Eiaar.
________ L:-c;ar logle Ren I)..y.
L gr noruegaen e Cuan
Lagar iglez C. Thorem.
patacho sueco Hiluiv.
pataebo nacmal Hermanos.
patacho nar'onol Ma.ioho 6*.
patacho ca:ionl Maribo 2o.
Patacho ro-O'-guenrc Ribbi.
Do Porto
p_i',aeho nacional Rival.
De Siraose
8.383JO
8 073 26'J
3104i0
163*46
Hovlmea^o do por'o
Nivins entrados n-, ::a 4 de Novemb o
Rio do Jiueirol di&s, barc noruega
tS-.g-i, do 47 tioelada', .eapitSo R,
hamusBeu, eqoipagem 10, em last
E S. Ley.
Fernando de Noronh .36 horas, vapor
nacional JaboatSc de 399 tootlads
commandante J0S0 da Silva Peroiro,
equipagem 30, 3 irga varios gneros a
Companhia Pernambocana.
Pelotas24 dias, brigue portugus Boa
SorU, eapitSo Fr ncisco S. L equipa-
gem 8, carga xarque a M. S. ' Porto-Alegre 30 dias, escuna allemS
HalenRt de 123 toneladas, capi'So S.
Biumann, equipagem 9, carg xarqpe a
Silva QuimarSas o oomp.
Para7 dias, vapor nacional Comete
de 718 tone'sdis, comrandante Dniel
Ogg, equipagem 30, em lastro a Perei-
ra Carneiro o comp.
Bhia e escala10 di-,, vpor nacioral
Piiacip? do GrSo Para de 500 t'ne-
ledas, commandante Jos O. Livranaen-
to, eiuipsgsm 30, carga varios gneros
a Pairo Oasrio do Cerqueira.
Sabidos no mesmo dia
Mnos e escalaVapor nacional M-
naos, commandante Francisco Antonio
da Almeida, oarga varios gneros.
B.rco
Barra
ir,! sa 51 y.
:orui;u Frey.
D;. CastiiJ
Barca nru-ga Garniel.
Barca Inglezn Higo.
Barca ingl^za Heipna.
Bir'ii Boroegoense ^ljar!.
Barca DoruegaenseCsrme.
a : Ba ca norueijacnse Vldona.
Baa aoraegai >ee S.'utte.
L'igar iDB'ez Dora.
De Cardiff p'lal.ha Grande
Barc noruega K'agfro.
Barca noruega N*na.
Da Liverpool
Barca norD-,euense Fanny.
Vapores a entrar
Mea de Novmbro
Sui.......... S.Fraccisco......
Sal.......... Bsalo..........
Sal..........' H ibnden........
Sal. ........ Tnames..........
Snl......... Santos.........
Sul.......... Scholar.........
Sul.......... Rei de Portugal.
Europa....... Concordia.......
Sol.......... Orenoque.......
Sul......... Mapkcbyae......
Sul.......... rielgrauo........
Europa....... Wordswirth.....
Tapores a sahlr
Mea de Novembro
Sol.........Crdoba......... 5 as
Enropa......Tbames......... 6 .
Europa.......Rei de Portugal... 7 ss
Sol......... Santos......... tas
Earopa......Maskbyoe...... 9 as
Europa......Orenoque
9 as
5
3
3
6
S
6
7
8
9
9
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4 b.
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4 b.
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V
1
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Bjasn

- .">"WW
1
Diario de Pernambuco Domingo 5 de Novembro de 1893
DECLARARES
A Companbia Manuf&ctureira de Pbospheros
acceitu propo tas para (oroecimecto de lijlos de
aiveaana ?-osa hitos com agua doce.
Os proponentes podem di lgir se roa da
Companhu Pernambocaoa, sobrado d. S onde
acbarao com auem tratar, __________
g^Aindasao convidados para reooihereni
ao cofre municipal do Recife os debito
do | 67,-40 res p'>r volum* ; os -
chores dev< d res ab&ixo declarados e
fica ilc do o praBO de 10 das sob pena
de ser euas centra remettidas para juico.
\ Contadoris, 3 do Novembrh de 1S9
1 Genuino Ros,
\ Contador.
Companhia do PnifiaaySi.
Companhia Agri:ola Mercantil Ptr. ara-
> namb;c na*
Companhia de Estiva.
Mace i! i i ?.
' P-reir^ Vucca & '.
\Lopea Alluiro & C.
Josqui-n Fdireiii de C l',:!L.
Sooza Nogue r, Fereir. Kodfigoes & C.
Af-Tsireoto de terreno de
Mari p ha era OlinJa
De orutm do l!u='.re Sr. Dr. tcspecior desta
reparti^au, taodo Julio Ft-rreira da Costa Porto,
requtrhiv) um terreno de marinba sito na praia
do Carao da Cidadp deOliula com 10 j etros de
Ireole e le fotido o qoal confina m os pre
dios perteoeeoies a viuva do Coronel Loiz de
Paula L >pes, clamado a comparecer a < eta re-
partlcio i qnelleque se jalgir prejad:nado com o
ruearro aforamento, a vir requerer preff rrucia, oa
o que entender a b( m de teas interes?e, ni ora-
30 de 30 das, fin o o qoal nenouma eclamegao
ser acceita por es*a reparticau.
Alfacdega de Penambuco, (7 de Ou'ubro de
1893.
O ebefe,
Mancel Atiincdnheo
Alfandega
terreno de
praia do-
.foramento de
marinba na
Milagreo, em OlinJa.
De orden do Illm. Sr. Dr. inspector
desta repartido, tendo Alcides Campos
Paula requerido por aforamento um ter-
reno de marinea com 10 metros de frente
e 22 metros de fuodo, sito na praia dos
Miiagres da cidade de Olinda e que o pre-
feito municipal da mesma cidade declara
conuaar com propriedades dk tiuva do
coronel Luis de Paula Lipes, fica mar-
cado o piaao de 30 diss, de accordo com
o decreto n 4105 de 22 de Fevereiro de
1863, p.ra quem se julgsr ctm diieito n
preferencia n'J elludiuo aforamento ou
tiver outra qualquer reclamacao a fazor
apresental- dcvidruinte fundament da e
do,!im m.,i..
Findo o referido praso neohuma re .la-
ma$3u ser (.aceita.
A fandcg de Pernambuco, 24 do Ootu
bro de 1893.
M. Antonino da C. Aranha.
Alf,
.forsm*nto*de terreno de M
da
Alfandega
Aforamento ele terreno de marinha sito a
ra do Jacobina da freguezja da Graya.
Do ordem do Illm. Sr Dr. inspector
dcsta repartco e visto baver ro&o Ra-
mos requerdo por aforamento p rpetuo
como confinante, o terreno da marinha que
limita com urna propriedado sua, sito na
freguezia da Qraca desta cidade, a ra do
Jacobina o qual te.n de frente i 3 metros
e 80 centmetros e de fundo 29 metros, i;
chamado a comparecer a esta repartic&o
aquelle que se julgar preindicado, afino de provar no praso de oO das o direito que
tem com relacab ao aforamento do referi-
do terreno Findo o retardo praso ne-
nhuma reclama<;ao ser aceita por esta rc-
part cao.
3a Seccao da A lfandega de Pernambuco
20 de Outubro de 893-
M. Antonino da C. Aranha.
venal (especia1 mente da B.asil), pbysica
a cbimica gem e historia natural.
2.* Provar a identidade de pessoa.
3.a apresentar attestado de vacoina.
Para o curso de notariado, dever a
pessoa que desejar irscrever se exhibir :
Certidao de hava- sido spprovado cm
portuguc?, aritl mtica, historia e geogra-
phia do Br.^zi', satisfizendo lambem as
segunda e tercera Ld.,5eo aupra men-
cionadas.
Para a inscripcao das c deiiss das series
Sfguintes o alumno devei jantsr sua
peticSc a cer.idao do tpprovacSo da serie
anterior.
Todas as pessoas que quizerem i scre-
ver-3f, de7erSo dirigir uai reqnerinento
ao dir qao ser de quire.ta mil reis (40)5000},
por roa eria, cadein-, fnno on serie, psra
G3 que tiverem pego a matricula e de
oitent. ni: re.s (8 000) para os que nao
se bouverem matriculad'.
O pagamento da taxa para inscripsao
do cusma s d d reito u este na cp c
em q o tiver sidr r quarido.
O aiomio poaer se i:u ;to para cica
oa d:.. s tcii ou pnra Bus ou algimaJ
adfiriiP, n as rSo podet prestar exame
dj qualquer materia da urna seria aem ter
sido approvado em tedas aa da serie
ferior.
As provBS de identidade far ta hlo por
meio de attestc^S'. es^ripta de ilgum d.s
leLtes da Faculdde, oa do du^s pessoas
cocceitusdas do lug^r,
A faltiiade de atteBtacao da identidido
sujaita aquella que asiignou aBaia. como o
individuo ,ue com e!b ie tiver apresen-
ttdo a ex&me a pe^as do cdigo criminal.
O candidato em come de qu'im e com
cujo ceesentimento algam fcutro inividuo
houver obtido inscripcao ou cito csa;c.
perder esse e todos ob prestados tt
aquella data.
A icscrips^o ser eta pela crdem em
que forem recebidcs os requerimeLtos c
se doii ou mtis estudantes se spresenta-
rem simultace mente, com despacho do di-
rector, psra se inscre'erem na mesan ca-
deira, no mesmo bono ou na meama se:ie,
guardar se ha a prco dencia determinada
pela ordem alphabetica de seus nemes.
E psra que chegue ao cochecimento de
todos os interessades se passou o presente
de accoido com as dsposic,5es regulamen-
tares e as do decreto n. 1159 de 3 de
Deaembro de 1892.
Secretaria da Facoldade de Direito
Recife, 28 de Outubro de 1893.
3. de Aragao Fa-ia$ Rocha.
Companhia Industrial
Peraambucana
4 admiatracSo detta companhia de accordo
com o art. 7 ota decreto n. 43i, de i de Julbo
de 1891, sDouncia qoe se acbam tm seu eecrip-
torio ro do Counnercio n. 6, 2- andar, a dis-
posiolo dos Sra. accionistas os seguiQtes docu-
mentos pira serem examinados :
Io copia das balaco*.
Io reliQo nominal do accionistap.
3 lista das tracfirencias de acfiOcs durante o
atino.
Recife, 28 de Outubro de 1893.
HIPPODROMO
no
mmm :l t colisa, aoivi^a^ia
QUE SE REALISARA NO
LHa 5 de Novnabro de 1893
Entrada gratuita, porm s ter ingresso quem
apresentar decentemente ves ti lo-
se
JL'IZSS DE PARTIDA Oslllms. Srs. major 'Irmtnio Egidio de Fieaeiredo, Manoel Ri
beiro de Castro, Artbur Silva, capitao Augusto Silva, pincUoo AQ'.onic Braodao i.avalcaole e Ru-
liuo Caidt c.
JC1ZE-" Y>?, CBEG DA-O Illas. Sr?. H nrlq;ie Pinto de Ltjqos, Alfredo Velloso da Sil-
veira, Uiii i M dem -, J Gimes Oaaebes, Dr. Aiuaro Beaerra.
JUIZ D I 1!-T>N IADOO I im. 3r. m JL'IZ a O ::\-IUlAY!.:VD-03 Ims. 8rt. AtToi o LmI v Pranctsco Cirdosn.
JU Z1S l L FI ZAG- MOb lllm. Sr. Manc l P;r bi-qu'qcp.
JUIZS I-!-: RAA MONTADOS Os I Ira'. S-a. F^aD-.isco Lo-reia Baeade Rj.ko, Antonio
Joaqiim ajorses, J.se NiigOlradaSHa,OiC f Duarte di Gjuj, J-jaquim Doaiinguts da Costa
Braga.
COMMIS^A) DI AnCHI9ANCADA DS HONRA A Mmmiso fiscal d'etti issociacao, es
lilms. S'F. capiSo Kranciscj ^Livioo de Crvalbo, Dr. loio Augustj da Fonseca e Autbelo Soares
de Vasconcfllos.
COMMIi) D.\ ARCHHANCADA DO LDO DO EN ILHAMSNTOOs Illms. Srs. capito
Francisco Manrlcio de Abren, Tuumas Mauricio de Abren, coronel Alexiudre Americo de Caldas
Pa lha, Dr. Ju-e Auuoio e Alicada Cunta, DoioinKos da Cuuba GatmarSes Rocba.
Sumen
i
g
i
4
PekloM
rvatura-
llae
cor da vesti-
menta
Proprieiarloe
1." Pareo-S de X.iventuro1.000 metrosArjinae3
cojprdj do Kecife. Premies: 300*00 ao 1.'
de Pernambuco que no tenaam ganbo
, 75S0OO ao 2. e 36*000 ao 3."
do
dega
rieba fi'o p-
tia de
ector
^3e S. Jos
ALFANDEGA
Afor: ment do terreno de
marinha sito no lugar
denon?i;alo Ga^elleira,
da fr guezia
do Recife.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
des*a reptrticao, tendo Joaquim AIvcb re-
querilo dona terrinos de marinha sitos
no lugr denominado Qamelleira do 2t
districto da freguezia de S. Jos desta
cidade, no qoal ee acV-am edificadas du s
casas a tropa que d'z tba pertencer, bSo
convidados todos aquees que se julparem
prt, jdicadi.s c^m o mesmo aforamcato, a
virem reaaerer preferencia, ou o que pre
teaderem a bem de bous interenea, n^
pra':o a 30 d l
Findo o reerii) pr&so tenhuisa
ma^ao ser acceita.
Alfande de Periaubnoo 2 de O
bro de 18>3.
M Ardoivno da C. Atsuk*
travesj 'o Trindade
S. Jo desta oidade
D> desta repr:rtic?.o, tendo F aocisco de S>1-
-'re Br'tt->, reqoeriio por ;>*,raii".nt3 cm
'rreno de marinha sito ca travesa da
Tnrvsde da fYeguesia da S. J (u-atu
e seis in.iros e cin-
ta oeBtimetroa de frente juarenta
e oito m-tr'3 de fundo, o qoal corfiua
cora ss casas de Manoal Tertuliano dos
S:intus e Diego Aigu-to 3S R'n. ca-
m-do aquello que so {aJgar t/rojudicado,
.fim da provar no pr reito que o terroso.
Findo o leferido prtso -enbuioa recla-
macao ser aceita por tsa repartcao.
3a sec^aa da Altaudega de Pernambu-
co, 25 di Outubro de 1893.
M. Antonino de C. Aranba.
F;r.lo:he....l
Gint.....
Sedotor___
M>rpim. ...
Vcte-a......
Platin;......I
Chffe.......i
T imava.....!
D cialor....!
Yoo........
Tim-Tim....
Russo.....
rtnso redrez
(i ,-la ii.....
Alasao... .
ttoilbo.....
Russo......
Rjd.i lo.....
Foveiro.-
!BiU.....
Pernamb..
51
51
i3
51
51
'Bl
51
51
51
46
M. P. da Sil.a.
Coud. Fraternidade.
D. J. F.
Coud. Mouriscana.
Encarnado e brando..
Ouro e prdio.........
Eocarnalo e branco..
Asul e ooro.........
Azul e branco.........J. C.
< E. G.
11. Leal.
Greoat e azul........; Freilas & C.
Azul e encarnado.....P. A. F.
Preto e encarnado F. Ramos.
Amarello e branco____A. Silva.
2.' PareoPrado
Pernambucano -1.200 metros-flandcap Aoimaes
Premius : 400/000 ao lA 100/000 2." e 48*000 ao 3.
de Pernambuco.
Pyrilampo...! 5
Mauro....... 7
Py^men....., 5
Turco2.. 5
Uaranguape. 5
Toriilho.....
Aiazao......
Zrno.......
Alzo........
Pernamb.. 56
48
56
a 48
a 48
Azul e braocc.....
Azul e oaro........
Ouro e preto......
Greoat e azul.....
Verde e amarello..
A. Silva.
Coud. Mouriscana.
A. U. Almeida.
J. F. de Moara.
Coud. Cilombo.
30 PanoA Provincia1.400 metrosAnlmaes da Pernambuco.
100/000 ao 2. e 48/000 ao 3.
Premios : 400/000 ao i*
Sania-f......
Lucifer.....
Biackstone...
Mascle......
N c.oercy___
Hoy Bla.....
Tuulon.......
Malaage.....
Cin^o......
A t VO.......
Vingudor
Russo.....f.

Rodado......
Caslaabo
iPernamb..
Rodado...
Russo___
Porto.....
Castanho.
Uodalo....
50
50
50
50
50
50
50
50
50
0
50
Azul e branco.
Azul, Ir n:o e ouro..
Azul eouro...........
Encaro, e preto......
Azul e ouro..........
Azul e encarnado-----
Amarelloe verde......
iTeio e encrnalo
Encarn. e bonet preto.
\. Silva.
li. Amorim.
A. P.
Coud. Hourlscana.
Coud. Perdigao.
1. F. da Cosa.
Dr. J. R. Barros.
>ui 24 de Maio.
Con'. Colombo.
Coud. Provinciana.
Coud !. deJuno.
4. Pa:C0 Derby Club
1 20) metros. Animaes de Pernambuco.
100/0:0 ao V e 4S/U00 ao 3.
Premios : 400/003 ao 1
Rerlim......
Todo 6......
uuro.......
A ly S i'ppir.
Talispher
6 !"!3'SO!,'* -
5. Faro.-
Cixito....... Pernamb. 50
M Hado..... 50
Al zao...... 50
Rodadj...... 50
c 50
< 50
Illpitndeomo dt> Camn
o quutquer p^iz. Premios:
Aul e branco.......
Verde e amarello,....
AziI eouo..........
Preto e rosa.........
Encarnado e cuto-----
Auiap'llo e verde.....
C?.uile /.INDC4P-1.700 metrosAinmaes
60O/O0 ao i.*, 150/000 ao i.' a 72/000 aj 3."
A. Silva.
J. Moraes.
Coud. Mjuriecaaa.
G. Campos.
C Oliveira.
D. A. L. do Mittos
anol'o......
frican. ...
.....
Napoli.ano. .
la ila nis.....
Atlante......
Petr'opoHs...
A!;i~o......
Zaina.......
Alazo......
Preto.......
Alazo......
R. da Prat 0
a 57
[oglaerra.. 5J
S Piulo.. 57
Perica. .. ;)
5S
57
Draaco e azul......
Azale ourj..........
a
Azul e encarnado....
Verde ouro o u otebr
Verde e amarello.....
Coad. Fraternidade.
.oui. Crasero.
G. Fernaadei.
F. C Resende.
Coud. Braalleira.
Good. Independencia.

Companbia i clustri A e
commercio de estiva
Segundo dividendo
Ctnvido os seNdure3 accionistas a v'.rem re-
ceber no escrictorio desta companhia & roa do
Amorim a. 58, o segundo Jivenda de pos
acjO-s, na razao de 10 0/0 ao .noo, 0.1 5*00
por cad arcao.
Recife, 23 de Oatubro de 1893. -Pela Compa-
nhia Industrial e Coicmercio de Estiva
A. Fernan'its
DireUir secr<(irio.
6 P.ireo%uuiverrli>1.609 inetrusHANDuAP-Anioiaea de Pernambuco Freiius
^600/ ao 1A. 150000 lo 2. e 72/000 ao 3."
Pyrilampo...
Pigmeo.....
Turco 2.....
Mannty------
Al I y Stoper..
TorJilho.....Pern
Zuo......
ltate
Castaobo .
Rodalo ...
53
53
48
58
48
'Braaco o azul.....
Ouro e preto.....
Grana! e azul.....
c
Preio e rosa......
\. S
A. M. de Almeida.
J. F. -.inora.
A. A. F. Taques.
C. Campos.
7.'
>reoCaaaaaaa
rcio de p Premios
ilPhariseu...
Licite'......
3 Conforme...-
Pirahy.......
riuy-Bla. .
K. G.aode..
Teimoso... .
Tijerio......
l-,ingo___...
VingaJ; r ...
Ooro preto..
Castaobo....
Rolado......
Ruseo......
IJiio........
i>ajlanbo
Rulado.....
300/000 ao 1.
Pernamb..
75/090 ao 2.* c 36/000 ao 3.
Pre'.o...
Rolado.
Pre'.o...
51
al
51
51
51
51
51
51
51
51
51
iocarnado o branco..
\zu! eouro..........
Euc. azul e ouro.....
Greoat e azul........
Eoc. e azJ.........
Verde e amarello....
Eoc. e bonet preto...
Encarnado..........
VI. P. da Silva.
H. Amorim.
J. J. Valente.
M. S. Barros.
J. F. Costa.
I. P. M. F.
1. E. Ferreira.
F. C. R'enue.
Cuud. Colon bo.
Coud. 1* de Jnaho.
F. M S. U.
8.* Pareo-Diario
paJOS
e Pernambuco-1.250 metrosAnimaps de Pernambuco.
410/000 ao 1, 100/000 ao 2, e 48/000 ao 3."
Pre-
reem
Aliandega
T- rrsnos de marinba sito? no larpo de S. Prsr-
CleGl ';r' dt- Oi I
Da ordem <:o Illm. 8'. Dr. inspector d- ?ia re-
particao, ten.lo Joao Ramos requerido aloramen
lo de ('cu3 l-rrenos da mannfca sitos lo largo
de ? Francisca ram de Jos de Sani'Anna c a Antonia Mari dos
Aijo3. chamado a comparecer a es a reparti-
co aquello que se jnlgar preju iaio, am de
provar dentro do praso de trila das, o qoe
for a bem de lcu itreito. Findo o referido praso
nenbuma red: mafiao seri acce;ta por esta re-
P33" ceccao da Alfandega le Pemamboco, 19 de
Outubro de 1893.
O tbtfe
M. Antonnio da C. Arau;o.
Companhia industrial e
commer Jo de estiva
Os sectores acclonirss teem i ua d;spo;;cao
do es'.ripiono :.st eompaobis obMancoe
docemeotos exieidos po~ le, relerentes ao acno
sodal liado em 30 de Jan!o proxlm pasado.
Recite, 23 d^ Ou abro .. I83.Pela Compa-
nhia I. rale C^umerdo
A. Feruaodes
Director secetarto.
Frontn...... 5
C Ioso ... . 5
Hlalo....... 5
Scep'.ecismo. &
Pira:a ...'. 5
ReAado......
Mellado......
Castanbo
Preto .......
Pernamb.. 50
50
50
50
50
Branco eazul.........
Azul e ouro.........
Verde e amarello....
Ouro e preto.........
Eoc. e bonet preto...
A Silva.
Coud. Cruzeiro.
J. Moraes.
A U. A.
Magulb&es & C.
Coitiuaiihia
lisin... pr
Facultlade de Direito
De ordem do Sr. Dr. director se fai
publico qne do dia 1 a 14 de Vovembro
prozimo vindonro, se acbam sbertas nesta
secretaria es inscripjSes para oa exames
dos curses superiores desta Faouldade.
Para inscripoao em algnma ou em todas
as oadeiras de 1.a serie dos corsos de
ciencias jurdicas e sociaes, o candidtto
dever satisaaer aa segnintes cosdi;Ses :
l.1 Apresentar certificados de appro-
vagao des exames de portugucz, trances,
ingles oa allem&o (a Tontada do candidato),
latir, arithmetics, geometris, a'gebra,
trigocometria, gaograpbia, historia nni
gwm thil
Chamada de eapitr.!
Sao eootidados aa st-chores sotfCrip'ores
reul sarem a p.imeira entrida ds SO 0/o (40/000
por arjao) at o dia 12 de Noverob-e prximo,
no escripiorio o abaixo asstgoado, ?ua do
Baro do Triompuo n 57, onde se acbam os es
tatotos desta ccropaub paia pelos rcesmos seohores subscriiotores.
Recife, 22 .e Outubio di 1693.
Augusto Octaviaoo de Souza
Incorporalor.
Companhia de Trilho? Urbaoo do Recife a Olinda e
Beberibe
Tabella para aa corridas no Hlppadroaio do Campo Grande
Recite ao H.ppodrorao : 9 li?, 10 1,2. 11, 11 lt2, 12, 12 ll2| 1, i 1|2,
2 lt2 e 3 1,2.
Hippod.omo ro RrcifJ: 9 3,4, 0 1 4, 10 3.4, 11 li- 11 3(4, 12 1.4 12 3t4,
1 lt4, 1 3,4 2 1[4 2 3,4, 3 3,4 4 14 4 3j4 O 1.4. 6 3i4 6 ]l4. 6 34 B 7 3,4 eto.
10 Ij2, 12, 2 1,2, 3
lt2
Beaerib ou Oiinda ^o H pp -iromo : 9 1,2,
e 5 1,2.
Hippodromo Olbda oa Biberibe : 9 3 1, 10 3,4 12
4 3t4, 5 3.4 e 6 3i4 etc.
O tcr'Lt;A Perera Simdes
N. 8. O tren s das me as b ras e o da seio da sio ordinari 1,4. 9
A
4 1(2
3 3,4,

Par
a a
FROJBCTj DEINSfililPpAO^
7.a corrida que se realizar
12 de Novembro de 893
no
1." PAREOCOOSOlac'K)C metros A:..'., tes do Peraambuco que r.So te-
nham obt do classicagrio nos pr:d:s do Reaifi. PRKM103 : 2300C0
ao primelro, 50)5000 ao sequoia e 200 ao tercoiro.
2." PAREO-lu emocional-1.090 metros- STLEPLE CHASE-HANOCAP!
Auiwaes de Pernambuco. pkkiios : 4C0JOOO ao primeiro, 8CC00
ao s^gurdo e 40.^000 ao terceiro.
3. PAREOPerninhlECO 1.350 netrclHaNCCAP -- Animaes de Per-
nambuco PBSMios : 3C05GC0 o rimeiro,
305000 ao terctiro.
I
CO ao c^Udo a
4.* PAREO -Derby-Clnb de Peir,nimI>nco 960 metros. Animaes da
Peruaabuco. premios : 2305000 ao primru, 50C0 ao segundo e
255000 ao t-rceiro.
5.4 PAREDllippndromo do Campo Graad: 951_ metros. Animaes
db Pernambuco. PBEMlo : 305000 ao primeiro, 50O0O ao segando
e 255000 ao terceiro.
6. PAREOEstimula-85') metros. Animaes de Pernambuco premios: 2505000
ao primeiro, 505000 ao segundo e 255000 ao terceiro.
7. PAREO__Eljierlenela 1.000 metros, animaes de Peroambuco. PRK-
mios : 230,5000 ao primeiro, 5O0OCO ao segando e L5J000 &o ter-
ceiro.
Observatjoes
De acoerdo com c trt. "." do Bodijo da corrijas n5o poderlo ser ia.criptoa
no pareo Derby Club es seguintes animats Piramon, Maoii y, Firylimpa e PlutSo,
no pareo Hippodromo os auimaes do pareo Derb Club e niais Pigmeu, Ida, Monro,
Berlim, Aventur iro, Dublim, Hugaenot;, AUy-8*.opr e Sana Souci, no pareo
Estimulo os mesmos do pareo H ppoirumo e asis M raogntpe, Tndc-, mais
Turco 2o, Talicier e Taispberi n p.rao Experiencia os mesmos do pareo Estmalo e
BoccsciO, Trinmpbo, Cofano.', Pirata, S:Lptic'smo, Regente, Traqninat, Co
losso, Malaio, Vermonth, Pontable Tuny, M lanat'; Fetiino, Frontn o Ala' ama.
A tabella de pe o d^ pareo P<:rnanbac:> a segornta Piramoa e vlaurity
62 kilos cada um ; P.uto e Pyril-mo1, 51 kilos caa um ; Pigmej e Ida, 52 kiios
cada um ; e < s demais 50 kilos.
Saos-Soaci, 60 kilos e
A tabella de peso do ,>aroo Internacional o animal
Altivo 54 kilos e rs demais 50 k !( s
Aa propostas que n2o cstiverem accmpRphadas da respectiva importancia
s5o ser2o Iid>.s.
A nsoripcSo ercerrrir-si h:i terga-feira 7 do c.rr. nto 6 boras da tarde
na secretaria do Prd Pera mbu-ano da Iape andar.
Sacreti>r;.;v do Prado Peirambucmo 2 'le N>ve
hm .
o
Li.
i
i 1893
etario,


t
'-.",
Alfandega
j.f#rai6Rt9 de lenriM de isa
mksilt; \u praia dos Mi'
lagre m Oliida.
De^ordem da llm. Sr. Dr. Inap o
desta Repsrtigao, teudo T'bnrcio Valei
d ej
Afora r no cmari-
nfigol g Coe-
[fcos, h k da HoaVhta
: c!c
Pernambuco Powder
Factor j
%cbam-fe no escrip'crio dtfa cempaen a a
rea do Gommerdo n. 6, dlepoticao dos Srs.
sccionis?, o baiauto e ua s docum nios de que
tra'a a li das Bocleda^eg anr-nymac.
Becife J8 de Oulooro de 1891.
A. i, barbosa Viaaca,
teerttario*
Monte r1io dos. Operarios
iarreiros
De ordem do prejident, convido a lodos os
008308 ccnsocios a reooirem-se eic seeeSo de
acsembla geral no domingo 5 do correte, pelas
10 borap da manba, aGm de tratar de interesses
tendentes a meema sess'o, que tera lugar rus
Ir Uarcillo Das ?. f6, t* andar.
Recife, S le Novembro ce 1893.
O i- secretario
Joaquim os de Oliveira.
O6s$m$os
Fica cxtlnclo o lugar de ju;z de confirmaao
Em portinholas especiaes ter lugar a venda
e opagaento de QUINTOS de poules de 1/ e2.
O preco de cada quinto ser de i$000.
No calculo de rateio nao sero pagas as frac-
coes inferiores a 100 reis.
A archibaucitla central ser reservada para a Impronsa. aucloridades e
familias das directorias das associacOas hyppicas d'esla capital.
A arcbibuucada do lado do eusilharaeuto ser reservada exclusivamente
para as familias e cunvidados.
Pelo portan do ensilliumenlo, someute tero iugressj animaes e carros.^
A Companhia de Trilhos Urbauos do Recife a Olinda e Beberibe, pora a
disposicao do publico, o numero de trens necessarios para a respectiva coudiioco .
Todas as resolu^Oes tomadas pelas associaces hippicas d'esta capital, on-
tinuam era pleno vigor. .
S tero ingresso na casa das apostas as directoras das associaces cong-
neres, aucloridades em servido.
O horario ser restrictamente observado, encorrando-seojogodo l.' pareo
s 11 3i4 horas, .,. .
Os animaes inscriptos no primeiro pareo deverao estar no ens namento &t
e li2 horas da manhJt.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 4 do correnle as oras
tarde na Secretaria do Hippodromo.
Secretaria do Hippodromo, 2 de Novembro de 1893. ^
O Secretario,
co dos Santos, requerido p; afortment
um terreao do narieba com virot c d
metros de fronte e trinta metroa de fai
do, sito na praia dos Kilagres o cid
de Olinda e qne o Pwfito Manieipal :
mesma cidade declara co: oom pro-
priedades da viuva do ccror.el Lulz de
Paala Lnj.ei, fica marcado o praso da
trinta ia?, de accordo cm o decreto n.
4105 de 22 da 'evereiro de 1868, para
quem se ju'gar com direito a preferea
cia no al.adido aforamento oa tiver ou-
tra qualquer reclamayS", apresental-a do
vidimente foadamentaia o decumen
tada.
Pind o referido praso conbumi re
clama^So ser aeeeita.
3 deesao da Alf.idega do Estado
Pernambuco, 26 de Outubro de 1333.
M. A-ate. Uto da C Ar nLt.
De ordem
dcsta R-prti
Si a, i do po
iriur:. I...
c
Aframe uto
de
terreno
inba
da
Augusto Silva
ma
Daordfm do Illm. Sr. Dr. lo peetor i Bta Re.
paiticao, teodc Maneel Noc i a Silva requei
do aforammlo de um terreno de marinba com
urna rea de 17,52? metrea qnadr&doa, sito lo
logar dt-nonoina ;.. G medeira, do 2 d stict; da
freguezia do S. Joe6, desta cidade, rio con
des todos aqoelles qne se jol prejodk '
com o misto aforampot'., a viren requerer pre
lerenda, on o que e : em a b ir, di seo-
Intereases,no p-.ao de trinta ulas, dio o qosl
nenbuma rectsmsfiSo sera aeeeita por esta ra-
pa tigao.
Altandeta de Pernambuco, 14 de OatObre a.
1893. chefe.
J. Gi-meg da Silva.
Companhia exportadora
Alcoo! e agurdente
ISo escripiorio desta comDn!.:a ra nova de
Santa Rita o. 57, acham-se a dljpoaicao io^ Srs.
accionistas o balanco e mafs decumeotcj exig
dos por lei, reljtvos ao anjosocial linio em 31
de Agosto prximo Dassado.
R-cif, 30 di-Ou'obro de 1893.Pela compa-
nbia exportado-a e alccid e>gu*rdeu:e
Emilio A. S. de Gouuia
Director ne. retarlo

u
lo lie Sr. Dr. Inspecior
lo, *.:: do Manoel Nuces da
aforamento o terreno
50 sito no lu ,r dennmi-
i ''eibos. fepgueaia d?. Boa-Vista
,'. .- eJtlede, per :cL>rfe o mesmo ter-
reo dtviduto abandonado o constando
nes'a KepcrticSo que esse terr.no foi afo-
rado ao ccroael R.dolpbo Joto Brtr^ta de
Almcid-i, boje fpll*cido, assim om, que
ba muitos annos r.3o tem s;do pagos os
oros, sendo perianto caso da pena da
commiaeo, fic^m [)elo presenta intimados
'sherdeires ou Buccess.r>;a do referido
coronel para no praso de trin a dias vi-
rem rac!&mi-r e provur o que for a bem
de seu direito.
Findo esse praso c5o ser maia acceita
recta::;:.<;2o clg.ina.
3a Secco di. Alfandega da Pernam-
buco, 26 de 0tubro de 1893.
M. Antcnico de Cirvalho Aranha.
i -
s.
te-
'. UU V
P. B.
eesso
SBC'

De erd

10 boras
E L E IQ A O
cingl a geral
I vur, convido a t(
fo dos teas i ei' -: i
omtn ,p 5 do frrenle, p
. i; ari d d. rennirmos em aa-
les ge 11 a a el p5o dai llr toria,
cicda^e no aaoo bjc! .1
C. i,93l?.i
nite Pie Bom Sao
cesse, 3 de "'. de t893.
U 1- seretario
Silviiio Luiz Gr-.T-ig.
Companhia Industrial
Pernaiiibucana
Paga-se o segn Jo divi
6 \ ao
denlo
a n zao e
anno ou 4#300 po' ac^ao
em seu escriptorio a ra do
OinnibrciO
Companhia Trilhos Urba-
nos do Rec'fe a Olinda
e Beberibe
Era conseqoeoeia da grande concuTeacia do
passageiros qne provavelmenle Jtts sml'i*
grande festa anolver^ario do Hippouromo do
Campe Grande no da 5 do crrenle, aogmeniar-
sa ba ossegolntes trens : s 11 horas, 11 l/S -
13 1/1-1 I/I el. -. .
QEscriptorio da Companb a, t de Nmembro de,
O gerente, P. Sims.
Gompa hia refinadora mer-
canti' e assucareira
etima cbamada
De accoto com o que disrSa o art. 5- dos
r-6l luios drsi compuobla, fo convidados os
Srs. acr.ioni.-tss a realiearem a stima entrada
obre o esp tal, raiao de 10 O/o on 10*000 por
acejio st o oa 30 de Novembro v.ndouro, no
essriptono de3ta companbia, ra do Dr. Jos
Marianao n. 3i,
Re ife, 31 de Cntabrc de 1893.
Manoel Jos Ferreira Croa
Director gereote.

1
'
'i
r-

i.
I

-

^^ .


r
Gymaasi j Pernambucano
3 de Novembro de 1893
TerSo !ugar oeste I f Ulule co da 6 do corren
te raez, pe 88 10 btras da macha, cg exames
dos respectivos ulerancs, dos termos do decreto
n. 1389, de 21 de Feve elro de lS9t, e aviso de
12 de Jaoei'odj correte aono, eomecando .pelos
de purtuguez, cija ,oanca foi ;.rfim constituida :
Dr. Josquim Pereira d3 Silva Geumaraes, pre>i-
detiti' ; D.'s A nonio Justino de Sooza e Julio
Pires r.r e'ra, examinadores; Dr. Piaiciaco
Poaelaote da Cama a Usa, fl:cil federal.
O secretario
Celso T.rtulsario F Qain'.eiia.
Diario de Pernambuco Domingo 5 de Novembro de 1893
Elei^o
m virtode do art. 27 :o oo3so ccmpr3misso,
or ordea co noso jois *o convidados para
cmparece.em no ncaistonn da irmandade de
N. S. Moi dos Hom-D) na igreja da Madre de
Dcns para eleic&o des novos fooccionaries que
feto de eleger o anoo te 1893 189i co domn-
go 5 de Novembro, as 10 tioras do da
O secrelirio
__________Antonio C. 'cromen dos Sautos.
Conr-elhojficouormco da Se-
partiao de Marinha
De ordem do Sr. centra-almirante JoSo
oncalvea Doarte, inspector dcste Ara-
nal, fa^ > p b'ioo qne recbese propoatas
em ca tea fechadas no dia 7 de Novembro
p'eximo futaro as 11 horas da manhS es
ama das sJes da inspeccjlo, para forneci
minio de aedieair.cLtos aEofermaria de
Mi r :' e aos Qavios da Armada nacional
estacionado lo porto de bte Kstadn, duran,
te o futuro excrcicio do 1891, servindo de
base o pregoB dj frmulario existente n
m-J3ma efermaria, o qual acha-se expost
ao exi-me dos proponentes, que deverHn
bseivar as dispo.i^oVs dos arts. 17'
cS e seus pargraphos do Regularen r
qne biixou rom o decreto r. 457 de
de Setena bro de 1830, es qoaes v2o ab
o transcriptos.
Art. 76. S2o deveres doi proponentes.
| 1 Encher com pregos por extenso e
BU sJgarismca a prop ata impressa que lbe
;er lomeada pelo secretario do Arsenal
i qual t'Lt&r e assignar para ser cpre
sent.da .o C.nseih Econmico.
2 entregarpessoalroento ou per sen
legitimo reprcsotiU.te, direc'ameut* ao
conselho ecouurxico, no lugar dia e br.ra
aocnnciados,. u2o es eu como .a amo-tras ccrreipondtiit.s.
3 Exibjrtlmde cer idSo do res
psetiv contracto Bocia!, qosndo n2o for
firma cd. vid aal os documentos q^e oro
.: .g h i ate matfioslado e haver
pago es mpostoa de c .sa coramerc al re-
lativoc o ultimo acmectre.
' 4*. SSo d dos da epresentselo
d matric !. J.c!-. Cosa rciaJ ai fa-
bricas e es I elec mentoa industriaes da
fiep -. terLo eUca e aquelles a pre-
sobre os e iros concurrentes
I 0i l devid' -
4 u:,:co. A!m do prso es-
lorneced?rea eootinnarSo a
supi .Id G) cli's n8 Eoensas
i I I aece vario,
c ti so onatil i ireit i |
P -te.
tecj ar^a dalnapecc/So do Arsaoal de
Pera mbuco, 28 de Ontabro
le .
B-Os projectos ser2o apresentados na
ScoreUria do mesmo Concelho no dian30
de Deiembro do corrente anoo, examina-
de 8 e j'-lgados por am jury cotuposto de
profissionaes.
CDantre oa que forera julgadoa, ser
escolh do um, cojo autor aera premiado.
cem um cont de res, verba determina-
da ras alladidas dispoaieSea testamenta-
rias.
DO tutor do projecto esoolhido tem
preferencia no julgamento das propostas
para a realisaySo do mesmo projecto..
Na organisayZo do projecto, oa concur-
rentes devem ter em vista as condigSes
cima estipuladas o o seguinte program-
ma :
1.0 edificio destinado ao Asyle ca
Infancia desv lida e ter a capacidade
para 500 crear cas.
2-. Ter o carcter modesto, mas suf-
ficientemente diatiocto.
3a. Sua conetrueySo ser de alvenaria
ne tijolos e ferro, em deus pavimentos.
4*. Os pavimentos serao assoalhados,
tecdo o primeiro um embasamento mi-
cimo de uiu metro, forma do porSo fe-
bando.
5.* A cobertura ser4 feta de telhas o
paia com vigamento de ferro.
6.* O edificio ser dotado de appare-
lhos de arejame&to e meios de aaneamanto
do sea sub solo,
7*. Na diviaao interna compreher.derso
sa!aa de trabalbo, amphitheatro, dormi
torios, recreio e compartimentos necesaa*
rica moradia permanente.
8". O projoctj deve ser tragado de tal
modo que permitU a construcgSo parcial
e sueca ai va at sea realisacEo completa.
9.a O autor da planta peder designar
o aeu plano per qualquer inaicac3o, afim
de vitar s. ja conhecido an'es do julga
metto ti aaBm gaiantir o sea dir to, do
qae dar avieo ao Concelho em carta te
chadad., que ser abcrla em dia desig-
nado depois do julga ento.
Sala das scasea do Concelho unici-
pul do Recife, 1 de Julho da 1893
Dezcmbargador Luis do Albuqueque
Martina Pereira.
Brigue Prazeres \A&enfe Pm/n
Vende se o brigoe nacional Praseres aneen- -*-*W ^#a>va> jg_ g/fg/t/U
ojDO quairo da carae seces. Este brigue y-J
Grande e y riado
rada:
construido cem optlaias madeiraa, e acba-ie
perfeilameole conservado: a tratar com Arco-
rim Irmios & C, roa do Boro Jjsos o. 3.
Hala Real Portngoeza
O paquete portoguei
Re de Portugal
^- E' esperado do
sol ai o dia > de
Nove m b r o se-
gniQdo d e p o 11
ara Lisooa, tocando nos portos de S. Vicente e
Uadeira.
Para carga, passageos, encommeodas e di
nkiiro a frete iraia-se cornos
Agentes
Pereira Caroeiro & C.
6-BA DO COMMERCIO-6
1* andar
Leilao
SfgDDda-feiw, 6 da correule
Deflanellas branca?, Ox-
ford sargelios meric
j' C
O aecref rio.
i.. A .
Companhia
Exploradora de pro-
ductos calcreos
" ctuaiada de capital
De ordem ta rUrprtona 560 con Mdados os Srs.
accio- is as subscrip^r s da segunda serie co
Cdpiial desia (i.mp^uiua a reaiitarem a setund
ja te 10 O/u ou 20? por aejao tl o dia 25
do carrete, no Bnnco Popular.
ReciP, 2y de Ott-bro de 893.
Rodrigo Carvalho
_____________ Secre'ario ir.t. rir,o.
Agenciade Feahores
ESo convidados os Srs. pssuinores das cau
(Oea abano tfescti^U a virem refcrmal as ou
rirgblal as testa dala a 30 iliaa, fo'i pena de
serem vindid.is conforme determina as Cini-
EC b saaigoada* petos Srs. empenbantes.
Nroeros :
161, I6i, 169 174 216, ?3t, 237, 143,1H,
^64, S66. 27i 2'7, 3"8, 311, 3 i, 315,329,
i 386, 0-7 395 48, 516.
Re Ife, 3 te Ne ruta U ; ^93.
Liiz Yerntt.
IHAfjGLiaS-tLUlS
(omiianhl l'rancna
PE
Xavrg (So a vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia,, Rio de Janeiro e
Santoa.
O vapor Concordia
Commandante Thomaa
E' esperado dos portos da
Eoropa at o dia 8 de No-
vtmbro seeoiuao depois da oe
mora ind spensavel para
tabia, Rio de Jane'ro e Santoa
Este vapor entrar no porto
Rogi-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linba, quei/am apresenlar dentro
de 6 das, acornar do da descarga das alvaren
as qualquer reclamacao conceroente a volomes
qae porventura tenham seguido para os portos
do sul. alirn de se poderem dar a tempo as pro-
videncias ueces8aria8.
Expirado o referido prazo a companhia n5o se
re8poo8abili8a por extravos.
Re^be carga, a tratar com o
AGENTE
A.ugu8te Labille
9R-'a do Commercio9
al
LINEA
O paquete Orenoque
Cv>mmandante Bomdon
MENSAL
merino preie, ganga lisa e
outrasmutas azendas in
glezas, francezas, suissas e
al lemas, ruado Bom Jeius
n. 45.____________________
Lieilo
De fuiendaa limpaa e avariadas.
CONSTANDO DE
Chitaa, cassinetaa, br'ns, tecidoa para
veitidoa, cortea de caze'aira preta e de
cores, 300 duz'8 de meias, panno groiso
entestado para capotea, cassimira dugo
nal e outras fasendas francesas iog'essB
Euiaaaa e fcllemSes.
Sfgonda-fdra 6 de Novembro
As 11 horas
Agente Pinto
Ra do Bom Jes'ia n. 45
Leilao
Do sobrado da 2 andares do Be3co do
Pudre a 20 em cb2o propii).
Da casa sita na estrada de Belm no
Campo Q, arje n. 7, em chSo proprio.
Ter^a-feira, 7 do cor rente
Agente Pinto
AO MEIO DIA
No armazem a ra do BomJesua
n 45
Bom negocio
Traspasas se ama casa de molbados, cesta
cidade, com boa armacSo, envero eada. tendo
pouco capital. looromodos de saade obrigam
ao -eu propri tario a faier transaegao : tratar
na secretaria da ordem 3'de S. Francisco com
o guarda livres Francisco Goncalves de Siqoei-
ra, de 10 as 2 boras da larde.
Caixeiro
Preclsa-se de nm caixeiro com pratica de
padaria, mas qae seja de tS & 17 aonos ; tra-
tar na ra Viscoode de Ge y inna n, 97.
f
Caixeiro
Precisa--e de om caixeiro de 1 16 aonos,
com algoma pratica de molbados e qae d ra
dor ; a tr.tar na ra do Capio Lima n. 15
Santo Amaro._________
Criada
Precisa-ee de orna criada para o serv'co in-
terno de casa e b mem seltelro na desl.llacao
dos Coelbos ; a trat r na mesma.
Cosinheiro ou co inheira
Na roa do Bem-tica o. 18 (Passagem da Mag-
dalena), precisa-se de cm perfer.o cesinheiro oa
cosinbeira, paga-se bem, dando fiador de toa
condeca.
Criada
E'esperado
a'e o dia
dos por'03 do sal
Tli s u,v do Estado
i
I
ic
a
:>artic< a
m du Sr. i Jt.So

e 'ernambuco
.


"
. i.
ti de Novembro
-i c 11 horas da mi nbS, eL
da InBp'cgao, recebe-sa
prcp .. c cartas ftobadas, ara c for
de carvSo podra (;. ra ff.
Kcn pr-pri ra forj >
tale .
mal, i: do porte-
.....o futaro ei .rcic i
o iIce p 'oporentes !
1. ei com pi tjos p estaoso e
am a pr< posta.
2.6 i it ou
De ordra do Sr. D-. Irspcctcr do
Estado daolaro qae j ,--r sc-ha no dia
do correDta ire cesta Reparticuo r.s
empreados daa Obras Pub ioas, lostrno-
y?o Publica Bibliotbeea, J-ta Com-
mercial e Hy
9 de :*(iv Etico de i'-.?
?eguindo depois ta oeceisaria demora para Eor-
deanx com escala por
I>kr.r e Lisboa
Es'e pa^aete ilomioaJo lus elctrica.
i'revifle-se atndaaos Srs. recebedorss de mer
cadoriisque 6 se attender a reciamacoes por
Tal ae, que foreni reconhecida" ca occaaio ds
iescarga dos voiumes ; e que dentro de48ao
fas a contar do dia da descarga das a varengas,
deverao faier qualqaer reclamacao concer. en-
te a voidtiiea que porventura tenham seguid*
para os portos do sal, afim de serem dadas a
tupo aa providencias necessaias.
Roga-se aos Srs. pa3sageiroa de se aprsenla
vra na vspera da ebegada do vapor para toma-
teu as suu passagecs.
t carga, pasagens, encommeedas a di
ahof/oa frete : traia-se cota ou
H. Burle & C.
42Kua do Commercio42
Leilao
Da osea da travessa de JoSo do Barros
d. 14 freguezia dn Ba-Vista.
Da cssa e eitio no Cordeiro d. 8, fre-
guezia de Afog^do.
Da caaa d- Luitir.i da Miscricordin
n. 27 em Ondc
Terp-feira 7 do corrale
A's II horas
Xo armazem da Kua do Bsm
lesas n. 45
O 8gente Piato levar a le 153 do con-
lormidade com i s editas-? pu>lca!os E3
Provincia, por autonsajSo do Exm. Sr.
Dr juis d'-a faios da fazenda M cisaa
aoima moncionades as 11 horc3 do dia 7
do corrente.
Precisa-se de urna criada
para cuidar da roupa de
crianzas ; a tratar i a Ca-
puogaRa Joaquim Na
buco n. 63.
Modista
Mara Simoes
Contina a preparar vestido!, para ser hiras e
criancas, por qaalqoer flgorino. Recommenda-
ose pela perfeiyaono trab Ibo e preco ao alcasce-
de dos. Ra do Imperador n. 4, 1 andar.
Engenho por arrendamento
Tra?passa se o arrendamento de um engenbr '
movido vapor, c m safra fondada e na dis an
ca de ires legoas de va frrea, por causa de
torca maior. O negocio vantajoso, e para ic
formaes os prelendentes enteodam se con.
Vieira & Silva, ra de S. Francisco n. 26.
A familia do pa-'re Migoel Vieira de Barros
Marreca agradece de cora(ao a todas as pessoas
qae fizeram a cari iade de acompaabar saa
ultima morada o cadver do Reven, padre, n&rj
deixando em e.-quecimt-nto os fervicos presta-
dos por occasiSo do deposito e no dia do enter-
ramento as rrmandadis da Mil dos H.mens, B.
Je-us das Portas e Sact'Anna erpeiialmente ao
film. Sr. Dativo Baale, e aluda i eoauo do ter*
rivel Boli-e nunca sea esqoecido os des vellos e
canohos qae na ul:irro.< di s dos Boffrimeotes
do mesmo finado foram prodigallsadrs pela
Exma. Sra D Mara Amelia de Castro atarla e
sua Exma. familia : e de ivo eonvidam a todos
i s pareles e amigos do fallecido para faierem
ai.ida a candade de aesistirem as mlssas do 7-
da, que lerao lagar oa igreja da Madre de
Deus, no lia 6 do correle, s 7 1/2 bcras da
ma ha, ficando e ernamente reconhecida por
maic e'^P arlo re 'pl'giSn
D. MiHHiid.- de lntiracle Oliveira
Co-idc- U in io BdOdelra de Melli t sua mu-
Iber D. Mirrodolina Ferrer Baodetra de Mello,
convio^m 03 parales e amigos da finada D.
Mahl e de Andrade Oliveira, para assistirera
as missas qie mandara rezar na matriz de
rgoarasu' no dia terca iVir .7 do correte mez,
tri.esimo do scu falK-iccento. e desdi ja agr-
decem qne-lls qce coapaecerem a este acto
(1p puhtfia... p r.a'i- Pcdrc di>nqnlm iVrdra Freir
A tamil!, ao padre Jo;qoiai Pereira
F-eire agradecem a ledos qae se dig-
naram aermpanbar os resto' mortaes
de sea extremoso prente, padre Joa-
quim Pereira Freir, saa nltitra mo-
rsa, e de novo os convida a asistirem as mis-
saa qne por sua alma serio celebradas no con-
v oto de S. Francisco e matriz de Atojados,
pr-s 8 hora3 da macha do dia 9 de Novembro.
i'nrr nte-. pp|i> oo d-isrlp js i>p ronfeR^a rala.
':i
t
Cabriolet
Compra-s um cabriolet em bom estado, qne
tenba qoatro ssenlos; a tratar com Adriant'
Maia & Rodrigues, armszem de molbados ra
do Imperador.
c
aju
Compra ge diariamente qcblque." perjo ; n
ra dj Amorim n 60.
Leilao
BCU
n'e, directamente ao
be re
i. s
legitimo represi I
COr:- ; i ;- ( ( 1 |
luS.
3" no a^to da entrega da pro-
poa'a itm da cerdBo, do respectivo con-
., quando lo or fi-'ma indi
4doa!, cucr;cnto8 que provtm ter ne-
gcci&c'e matr culado e haver pago o im
posto d C3sa cmincrcii!, le'ativj so u-
tlt:, m stre.
_4 Sao dispensades da presenajo oa
saatii-..'- da Juuta Ccmmeroial as fabri-
cas e -.i'.-jeiecmcntos industriaes da Re-
publi s o terSo estes e aquelies a prefe-
rencia bobra os uutros concurrentes em
gualdi.du de cocdiySef e Circum^tancias
devid&mente provadas.
5.* Os torLecederes continuarao a sup-
prr por mais 60 das cas lucernas condi
;* > Li\m lor jnlgado ceesssario e
sem que ieso constitua direito ptra proro-
g. sao do contracto.
tecreuiiu da IcepecgJo do Arsenal de
Kfc:-hw.4 eit Pernambuco. 28 de Outubro
' de 1803.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
(Icnselbo Kunicipai do Recife
ODezenbagador Luis de Albuqoerqne
Mftrtics Pereira, Presidente do Concelho
Municipal, tai saber qui o mesmo Con
Ceibo reaolveu abrir concarre r cia planta
do edificio para am Asylo de Infancia dea
valida de ambos os sexos, que dever
ser levantado no municipio desta capital,
legando foi determinado en testamento
pelo finado commendador Antonio Jos
de MagalhSes Bastos, devendo a mesma
planta guardar o seguinte :
AOa projectos a aprsente* com-
prebendprSo :
91'' Placo geral. )
\iohnograpbia
2.a Sece,5es horisontaes. j
I 3*. Fachadas prinoipaes e\
terses. I
\ orthographia
4*. becjoea tranversaes e i
longitudinaes. J
5'. Planos e cortea do systema da co-
bertura.
6'. Detalbes do vigamento e dos or
g'os principses.
7a. Vista em perspectiva do edificio.
8.* Memoria justificativa do projecto e
9ipecifioac8es da obra architectursl.
iece Pablica.
T loararia do Th-suuro do Estado
de Pernambaoo, 4 do Novembro de 1S93.
O escri?ao da despeas,
Alfredo Gibeou.
- i mdega de er-
nambuco
Hoja serio p..gas as sej-rnin'ts folhas :
reecal eie Guerra. Confien;tOes, ColoDisajao
de trras. Congruas e Pe-ssoal da E._________
arbyUlubde Per-
nambuco
A directora desta sociedade, em sessao de 2
do correte, resalveo ferdear o resto da pena
de EBJpenso por ella ironosta ao Jock^ y Manoel
Pereira, e-ci cous'derpgac ao aaoiveri-arij do
H.ppodromc Campo G ande.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 4
de Novembro de 1893.0 secretario
iofto B-nigno da Silva.
Companhia
l zina CaiSin^i de Sinituli'
De crdem da directora, convido os Srs. accio
Distas desta compatiQia a re.lisarem a 5* pres-
taco de 20 O/o o- capital subscripto ca 40*000
por acj,a-j at o da 30 de corre, te, no Banco de
Pernambuco, ra do Commercio n. 40.
Recif.', 4 de Novembro de 1893.
G. C. Gatis
Dhmor secretario.
O vapor ingles
H a 1 n d e n
E' esperado dos porlos
do col ate o dia & do corren-
te e depiis da demora in
dispeosavel seguir direcla-
meme para
port) de Santos
Para passagns, fre'es e eQConrxendas tra
'a-se com es
/iQENTSS
Pereira Carneiro & C.
6 .Ra d Io andar
Companhia Industrial
Pernambucana
A adminisiragao desta companhia convida os
Srs. accionistas a fazerem a tercelra entra a. na
razao oe 10 O/o sobre o valor nominal de soas
aeces, i u 30*000 por acgRo, at o dia 6 de De-
zembro prximo, no esenptorio de Pereira Cir-
neiro&C. roa do Commercio n 6, primeiro
andsi, Recife, 4 de Noveibro de 1893.
SOCIEDADE
Recreativa 2 le Feve eiro
Hoje a 3 boras da tarde ha ver eeseo de
posse da directora.
O Eecretario
Gentil Mendooca.
MARTIMOS
Venda de
navio
A barca noraeguenae Victoria* cooa-
(raida em 1881 e de 855 toneladas do
registro sera vendida em leilAo patuco no
dis 7 do corrente mes em Nstsl (Re
Grande do Norte) pera qaaeaqoer infor-
mac,8es reapeito no Vice-Conaulado da
Suecia e Noruega nesta cidade.
nmwm i
PORTO DO NORTE
Paraliyba
O paquete Una
ommandantb C*rvalho
Segu no 6 da do cor-
rente as horas da 4>ardo.
.Recebe carga, encommendas, nass;gena e di
nbeiros & frete at a 1 bors da tarde do dia da
partida.
ES3RIPTOR10
Ao Cae sda Companhia Peroambocana
________________n. 12_______________
Da escelate casa terrea coa eo!3o
sita no largo da igreja ao Sinto Amaro
das S^oaa o. 7, miito bacn ooastroida,
meJine!o 45 palmos de frente >a 83 ditos
de lando, cota 3 janellas de frente, perla
e 2 jancllas dc oilSo, 2 salas. 1 gabinete,
2 quitos, dispensa, Qosinha era o 1 gran-
de copiar, so Be grande c ra 4 janeilas lo
oitSo o 2 qaartos ten mais 1 p: cbada^ao ledo
communieaedo com a sala de jaetar, :
qul tem porta na trente e 2 jsn i as do
ui?.o com 1 eala e 2 quartus, quintal cer
cado coro 2 qtiartoa, etibaria, bauheiro,
1 grande depetito d'agua eacenada^ e com
ph'DtacSo, tem tambem ao lado norte um
terreno bas'.tite arb( ii.-ado.
aartji-feira 8 do corrente
AS 11 HORAS
No armazem a ra do ^largiiez de
Olinda n. 48
O agente Guioi e.utoriB&uo far IciiSo
da importite casa cima, podendo os
c-.mpii.dorea ixaio,:.; \--,
Aug*a
se
Adeliua Joaquina Pereira
Maris Jos de Jess ConsldUte manda
rezar urna mi-sa po- ala a de saa amiga
Adelina Joaquina Pereira, no dia 6 do
corrente, na malri, de S. Jos, pelas 7
no*as da manha, para cuto acto convida os p-
renles e Miiigos da mesrra finada.
t
Ama Je eagoibados
No sitio n. 5 da Estrada de Joao
Fornandes Vieira se precisa de ucea
ima para servicos de engomados.
Ama
Prpcisa ee de ntni ama que coint.e bem ; a
tratar na ra Duque de Caxiss n. 97,
Urna ca-a pin pissar a fes'a, na '.ravesra da
ra do Ro n. i (Torre) ; tr.tar qj roa Aut-os
ta o. (88._______
Officina de
gravura
DE
P-MACHADO
Faz qualquer trab&iho
concern ente a arte de
vara
como
cuuh
os
meda.aas, bloc-ka jar**
pe, el
Ra das
gra-
pa r a
pa-
pel, clichs, etc., etc.
Larangciras n. \3
Prec:sa ae
c. 56.
Ama
de urna na rea da Roda
Ama
Precisa-se de urna ema que seja baa cosinbei-
ra ca ra da Intendencia, an'iga do Ataliio
nuxero 7.
Criado
Preein-se de om criado ; a mi larg o Ro-
sario n. 30.
S..CCO
Vi dem-se
DO
usados
trapicha Vtanna, Fcrte do
\
c
arteiro ao Lorreio
O Sr. Snnio Lim^, v nba reft [: o qae
cebea. pedio at o oi lO do correte.
re-
O paquete Thames
Commandante G. C. Hicka
E' esperado dos
portos do sul at
o dia 9 de No-
vembro segoinde
depois da demora
Decessaria para
Lisboa, Vigo e Soatharrpton
>'. B.Previae-se aos Srs. recebedores de
raercadorias, qae a Gompaobia Mala Real Ingle-
xa, contractoo com aGeneral Steam avigation
Gompanvnm servicode vapores semanaesqoe,
partindo de Bordeaux, ( ognac, Cbarent, etc, de-
vem ebegar a Sootbamptor. a lempo de baldei
rem as cargas destinadas America do Sol,
para os vapores desta companhia.
RedaocSo dos pregos das paasagena
Ida la t valla
A Lisboa clases a SO 30
A'Sontbampton 1' classa 4 J8 4 42
Camarotes reservados para os pasaagoiros de
Pernambnco.
Para paasagens, frates, eocommendu, irata-ai
com os
AGENTES
\morim Irmos & C.
K. 3Roa do Bom JessK. 3
AVISOS DIVERSOS
Alna-8e o-gra-.de sitio da Torre, junte a
ronte do Lisserre : tratar ua ra do Apollo
n. 8, andar, escriptorio.
Alaga se a casa o. 28 ra J.aquim Ca-
valcar te, em Olinda, g.-anoe, fresca, perto ao
mcr : traiar na ra lioluparador n, 14, pri
meiro andar.
Perdtn se orna cruz de euro com um terco,
oa igreja da Penha, na missa de finados, das 4 e
tanto da maob de bou tem : quem a acbou que-
reorio restituir paga ge o valor, na ra da Penba
numero 9.
LEILOES
A'ua-se urna casa com commodos p^ra
graade familia e silo com baslantes fructeiras,
na travessa de Pernandes Vieira n. 1, perto Ca
estacao do Caminbj Novo e da lioba de bonds
Fernaodes Vieira ; Iratar no oitao do Corpo
Santo n, 25, com Ferreira & Irmao.
Previne-so aoa Srs, proprietarioa do
sitios, casas, eoganhoa, et ., que um tal
Sr. Leite annancia para vender, roa do
Prea, que o dito Sr. nao maia empre
gado na raa Estreita do Roa&rio n. 41, e
nSo tem aatorifa;Io para vender as pro-
piedades constantes d'uma relacSo da
qual ae apoderou, mostrando assim & aoa
infidelidade on imbecilidade...
Alm de partic'pscSo pessoalmente feita
aos Srs. proprietaiios, fas-so tambem por
este jornal.
A o mui digno Dr. Que&tor
Chamamos a attencao de V. 8., quanto ao pro
colmenlo irregular que tem o nosso visinbo,
de conservar am loaco immoralmente vestido,
privando dos da nossa tranquillidad-, e liberda-
de de ebegarmoe as janellas de nessas casas.
ultimamenie qoasi mata o pal, ferindo-o em am
dog bracos, felizment* nao conse.u'0 o detejo
por termos prestado auxilio.
Esperamos pois, na devida providencia qne V.
S. sebera dal-a, pelo qae ticemos gratos.
JoSo de Barros, 5 de Novembro de 1893.
Mallos moradores.
Cosinheira e
Casa
Corapra-se urna casa quj s.j3 boa e cem sitio
cm a-rabalde prxima cida,e ; informa-se na
ea Mrquez d- O i ida n. 62.
Caj', abacaxis ejani-
pabo
Comprase c'a e qualquer qnantidade destes
Tructo^; na grande fabrica te viohos natura es
tie rucias, em Olinad Maceira & C ,
Para cosi-
nhar
Precisa-se dc una ama para cosi-
nhar, do 3. andar do predio d. 42 da
ra Duque de Caxias, por cima da
typographia do Diario.
Casa em Olinda
Alora-se urna car-a com commodos para faml
lia, prxima ao patfo de S. Pedro ; tratar na
ra do Baro de Tacarana n. 31.
Dr. Mello Gomes
MeiIcc-cifii^lL-p -auu
Kua K-ira da Victoria n. 5)
Antiga rea Nova
Especialista de f-bres, pa'tos molestias de
enboras, de criancas, dos poltres c sypbiti-
cas e-m gera,.
Cura radicalmente e opera estreitatnentcs e
mais scff.-imeotjs da oretb'a.
Acode de promplo a ebomades a qualquer
bora e para qua[qoer distancia.
Telepboae93 CharoarJoa poreacripto.
Finissima goiabada de ara-
taaha
Venr!f-8P raa larga do Rosario n. 30.
Breu
Vende se na ra da Madre de Deaa.
Criado
No sitio Escobar, em Afoga ios,
am criado de lavoara.
precsa-se de
oWro
copeira
Na Capunga ra Joaquim
Nabuco n 61 precisa-se de
Seganda-feira 6o leillo de taseadas Iim-I UJUSk COsinheira e de UDia
paa e v&riadaa no armaiem da raa do ,
Bom Jema D. 45. copeira : paga-se bem.
PrecBi-88 de am copeiro de 16 18 annos
na ra Hoque de Caxias n. 86, 1- andar.
Cavallos para corridas
Vende se Triumpbo, Tic-Tao, Zig Zig, Pasi-
lelro, Favorito o Basca-Vida: tratar com o
gerente da Coudehria Arraial._________
Piano
Vende se om piano do febricaite Blondel: i
tratar aa rui das Saudades n. B, das 4 as 6 boras
da tarde.____________________
Predio
Vende-se orna casa nova e moderna, com ter-
reno ao lado, terreno proprio no Arraial, na es
trada da linba dos trunos, perto da estacao ; e
nm sitio com casa, com commo .'o:, e outras pe
qoeoas, no mesmo sitto, com ba baixa, perto
da estacao dos bonds, oa estacao do Zumby : a
tratar com Manoel Domhgaes, raa Velba
a. 101._________________________________
Professora
Precisa-se de ama senbora de'bona rostumes,
habilitada a ensioar fra desta cidade a rias
mogas, portogoez, francex, pratico e tbeorico,
msica, plano, a bordar e a trabalbar em agulha.
A tratar com o solicitador Caldas Padtlba, das
9 boras da manha s 3 da tarde, em sea escrip-
torio a raa Doqae de Caxias o. 66 Io anda;.
Garante se bom ordenado. ______________
COMPRA DE CASAS
Compra-se ama boa casa a sitio, preferndo-ae
na et trada de Joao de Barros, e orna pequea
casa as freguezia de B a Vista oa Santo nio
010 ; a t-atar na roa da Mariz a Barro o.A
les proprietai ios
Qae de.-ejam fazer calcadas e ladrilhns no in-
terior das rasas e armazens, avisa se qae acba.
rae om grande so? tmenlo de pedrea apropria-
as, do armazem do caes de Capibaribe n. 38, e
dmojlras na ra da Cruz p. 18, armazem.
Olinda
Alaga-se urna casa nos
Milagres n. 31 com commo-
dos para familia regul r, e
deitando os tundos para o
mar toda reedificada de
novo, caiada e pintada,
quem quizer pode ir vel-a,
e a tratar naladeira da Pi-
bera n. 28.
TONEIS
Vendem-se quatro toneia qae ccmporlam aci-
made 60 pipas; a roa da Madre de Deaa nu-
mero 10.
DE
La dril los e Mo-
zaicos de
Ernamele Cresta & C
Rio de Janeiro e S. Paulo
Eta fabrica perfectamente montada,
ezeeota o mais exigente pedido que lbe
seja feif, por quem quer desejar, ama
sala, corredor, qaarte, terrado oa pasaeio,
perfeitamente limpe e de darsoSo eterna-
O motaioo naowoal da casa Creata nlo
fri e tem sido preferido a ontros la-
drilhos, porque bygienioo, limpo, evita
tapetee on esteiraa e eterno 1
Chama-se atteoeSo dos Srs., conatru-
cfore para o catlogo e amostras em
casa de PAULINO MAIA, ma do Im.
perador.
Precos qualidadea, sem competencia.
'-.
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.-. -V- 'A, \ -.- ..-
- i mma



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Diario de Pernamimco- Domingo 5 de Novembro de 1893
Linha I
Linha!
Linha em earriteis marca Sol de R. F. 8p 3.
Alexander& C. Limited Glasgow
Incontestavelmente as linhas para costura d'esse fabricante sao as qoe
maior acceitacSo tem em toda psrte do mundo.
Como sobem ob entendidos, enea fabricante? nunca adoptaram as linlas
em earriteis enceradas (places) e aso fea coa que, embora snas linhas fossem sempre
preferidas, as pestoas que uaassem de machinas de costura procorassem as linhas de
oatrosfabricantes ; boje porem R. F. & J. Alexander & C. Limited j fabricara a
Bonhas em earriteis enceradas (glaca) especialmente para ais machinas de costura
um tal prrfeicjto que ineontestavelmente nSo ha ontra linha, que possa competir em
lie a marca Sol.
Eaas nhes encontrara-ee cas principies lejas de miudezaa e no armaaem da
aRmos & Geppert, ra Marque ce Olinda n. 21. _______
Ti...
Casa de commisses e
sentaces
_ m wm
EXPOSICAO
DBDM COMPLETO S0BT1MENT0 DE
repre
VA
LlZE
Loa
L.
>H
de innmeras fabricas de todos os p^izes da Europ;
das duas Americas, de toda especie de mercaderas, \*
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o melhor de*
infectante econhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA te
Dr. H. Rirdet.
00 llfMI
Contina ? manter em seus depsitos complete c 'imcato de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e smanhos, de Robinson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos.
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funecionar cora o fogo das for-
nalhs das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornisb e ypo ocomot.7a para uaccionar com bagaco e enna .
RODAS para agua.
BOMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes svstemas.
CRIVACOES para fornalhs.
MACHINAS para descarocar algodo de !4 a 50 serras com ahmentadores e empastadore
vontade dos agricultores.
mente co
Usinas fu
qnalida i assucar;
PARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes e
Pequeas fabricas.
52-RA BARAO DO TRIMPHO-52
W
Hua Baro do rrumphn ns. 100 a 104 e rca
doVisconde de Itapanca ns, 22
jR. 3S C X J? Je
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhorea fabricante*.
CALDEIRAS multitabulares para 4, 5, 6 e 8 caballos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferro batido cravadas caldeadas, fundido de todos os trnaaboe
BODAS D'AOUA para cabes de maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e c;j.s de fornalhs para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCiiu sern sola, vlvula de bronse.
CHUMAOEIRAS par&fusos e o mais que se opsa desojar pra aa-ih3*,
M de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E OONCERTAM toda e quaquer pega de macbinismo tanto de fer
andido como batido-
EN IARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medite arr,
OOmmissSo rasoavel, quaquer macbinismo e CONT ACTAM apparelhos para Os
as, para fabricar Ue 100 a 300 sacos de assucar -m 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmoa e responsabilisanwse pelo bom traba! a
e tem um hbil ugenheiro ;ngle* muito nraticc, alen de dos um doi goot o
bre beiro.
1 SABAO CUHTTjTVO DlfUE0TK
Tumores, cravo, pelle vermelha, asp-r3 e oleosa impidido ou corado
por o mais grande de todos os aformoseadores da pee, o SabSo Curativo de
Reuter Produza a pelle tormosa, branca e clara e asaos brandas; abfcoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente inomparavel como
libio para a p'He bem como do toocador, do banbo edoquartodascriancas.
CAUTELA. Nao genuino sern cada envoltorio ter a marca re-
listrada de Barclay & Co, Nev/-Yurk.
BBICIlVAIi
K PAIA
TOIUTS
XAA0PE DE REUTER W. 2
O MKLHOB
PURIFICADOR
PAMA O
Como remedio da Estacao Calmosa, Pnrificador do sangue, diurtico,
aperiente, nenhom ootro appellidado depurativo ou saisaparrilba se appro-
ima seqner ao Xarope de Reuter n. 1. Combina quatro grandes proprieda-
iib em um sO -emedio, operando a um tempo sobre os urgaos digesiivs, o
dangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa xpulsa peles canaes intestinaes, rlns e
oros d pelle, os germens nocivos, ^ne flntnam no sangoe, na orina e na
an8pirac8o
PEQUERAS HLULAS DE EEUTER
Figado entorpecido eara-se posivamente com esta oplelas. Ellas
PARA
uimum
VINHO FEBRFUGO
abarraque
TOXICO E DIGESTIVO
<"*. O V: NHO DE QUINIUK1 d'AunuD Labreq-jb, emininentomente tnico e febrfugo deve ser preferido a
todas aa ostras prapara(;5os de quina.
<"*. O VINHO DE QUINIUM de Labiieaqce, preparado com o QUIMUIR (extracto de vcrdaoira quina),
spprovado pela Academia de Medicina, constitue um medicamento de composico determinada, rico sm
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
xito As pesaooi frMat, debilitado, seja
fatigados por um rpido crescimento
dot partos; aos velhos enfraquecidos ptla
edade ou doeKfs. No caso de Chlorose,^Anemia, Cores paludas, este vinbo um poderoso auxiliar dos ferruginosos.
Tomado junto, por exemplo, com as verdadeiros Pilulas de Valle t ,produz effoitos maravilhosos, pela sua rpida accao.
^EUEXii
PAR1Z, 19. ra Jacob ? X*. FRmzIXE Casa A. CHAMPIGNY e C, Succ~ ? 19, ru acob, PARIZ
,^mr- __ DI MAIOB PARTE DA PHARMACIAS ^S TODOS OS PAIZES .....
MO
CEX33
de FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL e MEDICINAL
O melhor aue exisla, pois que obrera a mais alta recompensa na
Exnosigo Umverbal de Pariz dc -1889
Rcccltado desdo 4 an.^os. em Franca. Inglaterra, nosnanha. Portugal, no Brazil
e as Rcpul>licas Hispano-Aiuenca as, pelos prixneiros mdicos do mundo
inteiro is Criancns rachitlca*, Pessoas iraca, comra as molestias do
Peito, Tosse, Tumores, Irrupc6os ila Pelle, etc.
muito mais activoque as Emulsdesque contm metade de agua e que osOleos brancoit
de Nornec/f aos qi/aes a depurado faz parvfef uva grande oarte das suas proprtedades curativas.
Ycnde-se somente em frascos TRIAKGULARES. Eii ir no envoltorio o sella da Union des Fabricante.
CW propriltaiiio : ECOGG. 2, Ru Castiglione, Paria.u cu todas aspuakmacias
GURA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Uadalha da Prata na Exposfco Universal d* Barcelona *m 1888
Medalha de Caro, Pars, 1885. Diploma de Honra, Paria, 1SM
e Inj6cr;o de
KAVA
DO D0UT0R FOURNIER
3L.ENNORRHAGIA8
PEREHATORRHEA8. CYST6TE8
URTHRITES, CORRIMIENTOS
Estas nfermidades, recentes on antigs, enram-se radicalmente em alguns dias,
era aegredo, sem rgimen nem tisanas, e sem cancar nem perturbar os orgos digcstiTos.
BxtJa-9 eobro cada plala, sobr* Bada eaixtt, sobra cada rotulo,
a assgaafara Xnm SQmtni*,
PAEIS, 22, Praca da Madeleino, 22, PASIS
VERDADERAS PILULAS d DR BLAUD
Emprcgam-se com ptimo xito ha mais de so asaos pela malor parta dos Facultati-
vos Francczese Kstrarigclros para a cura a AKEMIA, CULOKG8E (cSrea pullitias) e a
Formarn A insercao no novo Coiex Francez, eutrosimofaclodehaver a Tirata d'Hygiene do Brasil
verlQcado a cQ'icacia d'estas Punas, autorlsando-ines a venda, escusa quaquer encomio.
Os ctmpradorti deven exigir ae i sobo de Inventor utela surcad* cata flela com atnu ^kW
DESCONFIEM-SE DAS IMITA9ES
NOTA. 4i Ytrdtdeira Pllulai do D' Blnu de ZOO a 100 Pilmas, mu nono oo- fll/uoV
PARS, 8, RA PAYENNB. DEPSITOS BU TODAS aS PRJNCrpaBS PHASMACIAJ
eA-A(/0
f,
Esfriarxientos Dores Gongestoes
ACNA-II KM TODA! AS "H^RMACIAn
EX'A-SE a A3P1QNATURA, cor ENCARNADA, de
are
wa
ifyptef
CRIADA
Precis-se de utra que
preta para andar cofn
pa^a
UILH
Pay-ari o. 19.
cnan^,
a
ra
do
'.: t
qr flH f -'W^^-F'f-
mmmjmim
Cr. Humphreys de Nova crt
A Ve.dade-.ra Maravilha do StX i
APPE0VAU4 E LICEKCIAII
clr. ssBsTcssca*4s) flesml le Bnfimmi ao
Impo!o to Brwzi".
. Btnivl!baCni atia remedio prompK
aira ai; pisaduras. Machucaduras, ontosOes, To*
x^luriis, Corladuras, ou )Accra^r^s. A lvir. a <\>>t
stjncu o ". ligue, fui parar a fula.inia-;ao. iv?u
c iDChucao, tlrao dfcHOoi-ameiio. e razaurai rt fci :av
como por eucar. o.
A aiarnvil>.a Cnrailva 6 alllviopromp'o
acra rat-tda para Ou.-inaduras, Kscalriadurus. *
-iVlmadura do SoLa suprior aquali;v-7oun.
ms
("linilo.
A MnrnTilhr. Osjntfta impsesvel pfi
io,lasasl'cn.oii]ia.-.-. -. JadoNara, .asOanglvn
dos l'uiines. do Ef loma,;.", ou a* lh'mpmiokJA-oo*
Almorrelmascura scuipr* o nuuca (ultta
A Mararbu Onrnrlvr urualllvloproinp>'
,..;-_ I""' d'; LT'.i.s, dc uvW A <
ace. II.-*-^
la' rt.ee o NCn-rdlgla.
A |llarnvlfia t.'iimilsaoorccursr prornp,
loso pai-a Dr^ rlu'tin!a(ica3, AIei>lo.l>-. >
(itdcz ua& Juntas ou l'-ruas.
0 FERRO BliVAIS
renresenla csaclann'ii'c o ferro conuco
Si economa. .Kxpenmentado pe.os
crlr.cpaes rerficos do inundo, passo
fatrnediatan'.ente no sangue, nao cxxa-(
Sena prisao de ventre, nao cansa Ol
estemaeo. nao ennegrece os dentes.
Tomem.se virte gottas em cada comida.
Exlia-ss a Verdadeira Marca.
Ven.e~M em todos as P/armaciat\_
Poi SSSSi & 43,r.8*ivama**afi.
,:': -.., ^_____________________
ASTHMA
aio um remedio purgativo litre de perigo para o homem mais fraco, to bem
como bastante activo para o bomem mais lorie, e nao consMpa ji depois; pela
decao geral agrada a todos que as asam. 8ao as pilulas estandarte da :c
fissao medica dos Estados-Unidos. Sao as menores e mais facis a to a
Quarentaem a ^_____________ ____________________
F1G4D0
NAO HA
MAIS
Oppreeeaot Catarro, com O
blete as' mais sitas rtoompenuw.
Deposito em todas as Pharmacia*
ATKiNSQrS
WHITE ROSE
encanta pela saadoQura snave e delica-la.
i fimpregar s a de Atkinpov rjuc rigiial
e nica esseucia verdadeira.
ATKINSON'S
0P0PANAX I HELIOTROPE
W00DVI0LET I TREVOL
e outros perfumes oalebrea sao enperiore
aos mais pela sua forca e ar<.)iiia natural
- Veudem-se em t>oda a pane.
7. *&. S. ATriNSON,
24, Od Bond Street, Londres.
kRV'SO I.e,7itinisj somente com o rotulo-
oscuo azul e amart?lo e a marca de
la., rica urra "Rosa tranca" com
o completo endereco.
AS VERDADEIRAS PASTILMAS DR
Saes naturaes extrabidos das Aguas Mineros
TRIGOFJSRO DE B RRT
Urna preparagSoelegante, extremamente perfumada, remove todas as lm
pureas do crneo, preservativo contra calvicie e cabello cinzento; fa o cabel-
o crescer espesso, brando e Dar eso. Infellivel para curar erupoea, doeocas
da pelle, glndulas emaarulOB.e cora rapldam:.-, cortaduras, qneimadura3,
ridas, torcedoras, etcs
cautela.NSo s> : oino sem cada ras:o cr .marca registrada
PARA O
CABELLO
A rLlE
DEPOSITARIOS DEfiTSI PBoDDCTt. A ompaubiB de-iJrogM prwiaoto* ohimioos
RoVMarquei 4o Olinda a. 23.
vo vendidas enmatas lacradas que titfi a* marca*
da Comoanhia concessionaria d Vichy.
Dlgestes peaosas. Desasas do Estomago.
ESTACO doTmSoS ^,"1
Banbos, Duchas.iGasino, Theatro.
Uritl Olt ernimbuoo; Sllm It KaMtl [ lUj.tltlll
# iu KiacM fiimAj n Irifuiu.
Kaiserbrunn n
Agua thenW'l e natural de Aquisgran
Afamada pela sua effieacia em
achantar a dieta e o appetite
Os medios mais reputados a
recomraendam s pessoas que pa-
decer do figado, da gota, de dores
rbeumaticas, de doec^as pituitosas
de atqnes de respirado opprimi-
da e de digstSo laboriosa.
'Acha-se a venda na casa de :
JoSo Fernandes de Alm-ida,
travessa da Madre de Oeus n.
21 e ra da Croi n. 18.
Campa nhia Fabrica
de Estopa
flcha-Fe prompa a con-
tratar forcecin entos desac
eos para assuc r, ele.
Amostras e pregos no
escriptono e Johnston,
Pater &r C._____________
Esplendido
Grande deposito d'
relog'ios de todas as
qualidades.
Esplendido sorti
ment.
Vendas em grosso
e are albo.
Modicidade em pre-
sos.
Regulador ta Ma-
rnha
A, J. C Araajo & C-
MfiZfflaiHElTLBSim
Para engenhos
e usinas
Gaimare; Hdente c tmuaa.
a manter em seus armuzees grande e pei>
m&neote deposito dos artigos abai^o des*
eriminad;8, os qaaes sSo importadas
rectamente e vendem a presos
Sem competencia
Cal d Lisbor..
Dita de Jagnaribe.
Cimento Forlland Hsmooe
Pirairyd.
Oleo democot.
Dito de rieir o.
DitO mineral, p-ram-chirasem
barra e 1 tas.
Azeile de carrapato.
D lo de peixe.
Di Lo de Coco.
Potassa da Russia em latas
ccixna c barricas.
Graxa do Rio Grande
em bexigas p barricas.
Peixe ern latas e barris.
Oaxeta ^e ^'r-'rs;is qualidades
Trisulphito de cal ra cia-
rife r easucar.
Fi'u ciiia capanema
o rem3dio rcais ifficz para a completa
extin^So da
Fcrmiga s&uva
4el-Largo dol.orpoSiiNei
Licor depuiativo vegetal todadu do me-
dico Qumlella
Esle Dotabilissimo depurante que vem
prcrprlrlo de i'-o grande fama, infallivel
na cura de loda as dueiicas sypbillticas,
escrofulosas, rheumatieas e de pelle, co-
mo tuniGrcs, ulceras, dores reumticas,
osleoccpas e nevralgicas, blenorrogias
agudas o ehronlcas, cancros syphiliticos,
uammaces viceraes, d'olhos. oavidos,
gargantas, intestinos, etc., o. em todas as
molestias de pelle, simples ou diahericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
luraco mercurial.
Dao-se gratis folhelos omle se cncon-
Iram Dumerosas experiencias feitas cote
este especitico hospitaes pnMicos c
mnitos atlestados ie mdicos e documeo-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAMA S0BR1NH0 & C.
Una do Mrquez de Qltnda n.a
i I



DELAFABRC lili
A Marnvllha 'ral iva 0 multo vusi-
tt rea rwicas. o outn oorrlmentos ucbilltante!.
A Mnravilhn Tarallva Imjmcavel [w
c. >Wlceras, Chr.Bs EuMgas, Ajystemas. Panai
fot, Callos. Frclrai'. JOMKtcs eTumores
<,:: j!a rUia iSfsm, a Ue Dlorrticai-taronlva.
A Maivilh Jnriitlva vjcor-n^nte Jjfc
Pisadaruc Eaoloduraa. Contu ojs, Lacora^uiK. X.
Especialidades do Dr. Eomplueyi.
Kcmodios Especlflcos,
i'ngnonto Mnravilhstmt,
Remsdios Syphilitlcw,
Remedios Veterinario*
J KasMl ao Dr. Fumphreys 1 j^p; *"*>"
a:ermlil4es e modo .1= rurales se d s-.-atls. iwtffr
so iO s.u lK>tica*io ou u
UCBIPHBEYS* MEP^CIKK OO*
108 Fult-a Street. NEW VOEU.
ONIC08 AGENTES
ara rendas en groas* en P"
Banbeee
Paria Sobrinho A C.
Vendis
iiiEsisSiseEiiiBBniEi'Se^
queris ter ea rotaa mesa manteca sn-
suepeita de sido orico ou de marg .aa,
eai DDcamente da manteiga Brcel Fro-
res, latr.a eneeruadr on verdea, c s r>aa
sua superior qoahda.ie conta urr snccesM
da 16 annos, e qu acodo a preferida era
(i.-.-.i; os raerca.is, s co Kio de Janeiro
o cor tumo desta acreditada manteca at-
tinge annuslnunte a dois ruhSes tr?ien
tos ni! kilos.
Vende-sa em todos srniazrns de e-iva
""a de rntalho, desde 1876.
iPi
Qfipelhrii wlho
:
M
lie eft* 93%
L0NGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK.
Livrt de Exploso, Fumara JIo Cht'.rs
A venda em tod -s os
Z arrr.azems de seceos e mo
^Mmmriijiiri
APPERITIVOS
a
Aluga-6e
Urna 'asa para paesar siesta do Caxsng,
com sitio deitaorfo para o rio, com dies impor-
tante cacimba d'agoe potavel, com baoho repu
cbo, baobelro, estrlbaria ; como tambero vende-
Iee orna importante mobilia de po carga com
eacosts de-paibaedonsDerqirts'com eepelbo :
tratar na ra das NjmpnsB n. 14 A.
Com srmsaem de estiva em groaso a
Travessa da Madre Deas n. 12
Lopes Alheir k C*
B*cebm mensalmente :
VINHO GENUINO COLLARES em bar
barril de 5. e 10.
VINHO PURO ALCOBAgA em barril de
5. e 10.*
VINHO PURO ALCOBACA em barril de
5. e 10.
VINHO PURO VERDE superior em bar
ni de 5.
VINHO PURO VIBGrEM superior em
barril de 5.
VINHO FIGUEIRA, diversas mareas em
pipas, 5. e 10.
E*PECIAE*
Vi ho Lagrima Cbristo em barril de
dcimo.
Vinfco do Porto em caixas, divtrsas
marcas.
Vmho BordeauzChte u Pasqu,
eeewACS
Cognac Real Maoieira.
dem Maekdelle & C.
Lope Alheiro k, C.
49-Rua dii Imperatriz 49
Neate novo e bem monfaao estabeleci-
meuto de cbap'.s e urt'^cs concernentos
a e:se ge ero encontrarSo is E?:mas. fa-
mil isa e c -alhei buDrar com suas visites ura completo sor-
timento das ultimes rrodaj, como se-
jm
Chapeos ; ara Bcchorts c raen: ios.
Ditos inglez^8 e &l!cm5ea para ho-
rnees.
Capotas de phaotasia para senhora.
Flores, passaros, fitas, gaics, plamaSj
p8888ro8 e :'grettes.
Chnpos de fel'ro e castor.
Off!c!aa
Ptra coucerta de chipaes de. eeihoras
e bomens.
NSo aiemoa reclame psra nosso? pre-
jes, pois podemos garantir qae c: fre-
guezes qae, pe'a primeira ver. cttr..r ein
nosss eatabelecimeuto dSo 8i.be som faaer
negocio atiento as boas condicSes das
nessas transajSss comraerciaes.
Coelho & Fernandes
4Roa PMLAS ANTMNEMCAS
Brazileiras
DR. SILV1N0 CAVALCAI\TE
Formula apprcvada pela Illraa Junta
de Hygiene de Pernambuco, preparado
sem ri.'al para cura certa da
ANEMIA
CHLOBOSE OU CORES P-
LIDAS, OPILACaO
FRIALDADE,
e todas as molestias que tem sua origen
na pobresa do sangue.
Estas pillas slo de nma grendo uti-
lidado para ea Sras, que tem as cecre-
jSes menatruaea supprimidas ou irregu-
lares e para as meninas na idede critica.
DEPOSITO ERiL
BOTICA FRASOBZA S
H- RUQUAYROL
SGCESS0R DE
Ronqoayrol Freres C
A CAORS
22Ba o Bom Josa22
*

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r

ttairv
^smmmmmmmmmssatmsMWstlsmsswssmsm^fW
.1. II >. ..! Tu .1
s -
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8
-

Diario de Peioambrco Domingo 5 e Novembro de 1893
KOMIS P1KI M'XM
LIDGER WOOD
Maolv! a r. vapor
Prtatela
Lavadores
Despolpadores
Descre-adores
Vert! iores
Rod?B d'r.gua
Torbinas
Engenho de 8err
Moendas de Canu
Moinhos de Fu
Debnlhadorea
IfetnVqaes .V^]?-^-\" ""' aradores
^UBC .,_^- >
Brunidor (ripie effeito, Vscutcs a todo os maehicirHrs r-er^eer-tes ao f briCD do abuar, cao
eira Multitabnlar para qnoimar bagaeo an cateada c*f. Prccs-s Hydrau.icb
bembos de torca es teaiarhor, Orn?iros Hydrat-licos pera levantar agua, Arados de
plantar mho, ce. etc. Engenho compiafe de. labrta r faricra e engenho completa
p-.ra beneficiar arroa.
Ocrraiaa do sola e de borracha de qaaUdada aafericr. 0!e especial pa.-a
machinas. Per!crc?s o pecaa a^ulsps psra as Rechinas.
' ESCMFIOBIO
95Boa do Ouvufrr95
>K
13 e 13.6SSia da Bae134 e 136
Ldgem >od MVg G. Lima
8A9RAS flDSEte
CONFIABA
FUT VT1
All
M W ROL
DE
APVi V no P U N PEGTRA GBR'L BB HYGIENE
,,, ;,- i].! VENTO in-lu-.i pelos mata dtsUocios clnicos vide attes'a-
!o3 no sos rebeldes de: c na profaod*. Alores* t ma intestinal, falta ae appeHie.ljm.
Dht!i '-.- i -f. i m coaval se ngi fio molestias prava e -as enanca racoltcas, naa dys-
: na dep-ea>8o moral dos deoles, Da debillaade orgnica e em Udo 03 uaso
pm bp n--(-T rrr'3' r;" s fi C'i
r OD ROS NTI N 0 ^""""ro, pniise ro efcf'3r;urc ment cariaco e na eurme.
naje < -> ''' Qu Datares*).
Deposit geral no Rio cm casa do tal rieante a ra Ajuda 18, un ios agen-
tes para lodos os oslados do BrazU
r \vV

1
:S3
A
ftMCARM IMPORTADO A
RIO DE JANEIRO
6 lis( BRAGA &G ,
! V ROSARIO N" 34
-OSC XKK3B7'
No intuito de bem servir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
o LOUVEE, a par dos de igual nature-
za as principaes pravas da Europa,
maniendo sempre o mais importante e
bem escolhido sortimento de superiores
fazendas e artigos da ultima moda re-
cbidos mensalmenie de Pars e Lon-
dres.
h
do Crespo)
fe! F
r
EP.IDAS
n
HAMAMELIS
DE BRISTOL


'" ^-V':!


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Parzival Pos
Parzival Sal-neto
Parzival Lotion
Parzival Agua d> Colonia
Parzival Agua dentfrica
'"-' \\ P dentfrica.
Estes 1. pi ; 1 idos rocoimnendam-se pela sua delicada
rfeico pan o toneodores do mundo elegante.
>lco
Fa :'
Parzival] : tina
Pai rao para toilette
p !
: AVELEIRA MACIOA) G
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< UNGENTO EXTRACTO M
n ESPECIFICO RARA 0
BEBaTISHO &!
fcs E HEMORRHOIDAS t
INCHA90ES *J
Bo
oa acquisi^ao
Veii-'>- ron 16defrcniet" e l 580di
Ap pocos bpfi cocairatdo e n m bons rosno c:
a trabar a ra '* Ha'co d. 20A.
MZtpASTMAS
feort'D5rnt'. mpossivel d*screwer-ae
tem reoebido $<* Pars
An Payadla des Cismes
Chioe Io acional
Ba a Impar a tris Damero 78 A.
Neste e=l:.^e!p.irD?r:le encon'vi. o roturo
os nossns f.eguez?s 002 grsnde e variado fon
meato cohora, bomrn? e meoines, preco sem compe-
tencia, an'ado e Pinrpri'adp.
CORTES DE VESTIDOS
Em seda, 13 c oarabraia berdida, o que
ha de ro is ch'c.
Aa l*arad's es Daues
Casa
p, v
nda
Ve e se 1 rasa lerr 5 da roa do CapHSo
Lima n. 65 A 1 Sallnae, coi
- 1 para pequea familia, prend
o- ;i i lo c -' a r ba. e : rb "
.....r. rt 1 le S. Baoi J su?, aotiga da Crot
a ', tavern?.
s esterlina
V- joias de Aoeosto di
di '. 1. 9.
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Vndese
m?2T*:-t.zrm
miMTK "
- rfi n.-fflsi s- ron s;
I
pop
P. COQELLE
capitu: O XIX
ONDE NBLLT CDKGA FOKA DE PROPOSITO
(Contirxaclo)
En nSo sent nenhoma impressSo de
dor Dr.-ris soltoa am grito de raiva...
Neste momento Nelly O-borne, com a
roupa era desorden), apparecen no limiar
da porta, segoida do Dr. Jabeo.
Reclamo o cerpo de meu primo Al-
f edo Jackson I dase ella com ama vo
,i qe tiitiridade.
A.d/ey inc'inoo-se. E en sent um tal
choque qoe perd completamente os senti-
dos de que anda dispunha.
CAPITULO XX
ONCE SK RE ALISA M OS srECS RECEIOS
Senti-me completamente cercado de
trevas.
A at nosphera pesada pereca a de um
anbterraneo perdido naa entraohaa da tr-
ra. Nem amis pequea aragem de ven-
to a agitava.
A loa do dia nunca devera ter penetra-
do alli. Todo resprava orna triataea me-
donha no sen lepnlohral ailencio.
E '.retanto, an eSo estava em um t-
mulo. Tinha eonaeieneia que renhum
obaaeolo limitava a vaooo immenso. cu
e lo d.) qja! eu fieava ircmovel. Mees
1 s 1 stavfcm obre um rochedo e urna forfH
ettrcnba me ci>ilava a elle.
A^-f-'l ealma, aquella aaenridSo, aquel'c.
ailencio gebvtn miahr. alma, c en quera
agir. Era mpossivel;
De repente o'ivi um ssbovo, qne corta
longo
rejoando em meua
E' o sortimento que em cortin?dos para
euaaa e janebB e colchas da eeda o de
rendq tem
Mm Paradla des Dames
Flores follas 011 borgaetes para o d a de fina
tic: ; co sitio Flor de banl'Aaoa, c-dj Parnamei-
rim o. li
ma
Vende se
Boas vac:as garrotas e earrotcs : quem pre-
tender dirija se bo sitio do J;>rdim nos Remedio?,
e encentrara coa quem trrtar, das 5 :.oras da
an eci diante.
o"vidos coto o grito lgubre de urna co-
ruja, presagiando slguma desgrea !. .
O echo repetio um cem numero de ve-
ces, cada ves mais triste e montono.
Ettremeci de horror I
Urna la pallida se ia faeendo em volta
de mim... conheci que estava no alto da
mrntanhal
Tioba a meas ps an vasta campia,
que sa eBtendia at onde oa mena olhos
pod'am chegar.
O orj da morte, em p, ao mea lado,
agitava aa euaa grandes azis.
Transido de terror levantei oa olboa para
elle. Estava envolvido em urna longa
moitalha preta e fitava-me de um modo
estranho.
Saa forma gigantesca dominava a mon
tanba como a figura de um Titn, desafian-
do a p'ijanca doa densos do Olympo.
Sua figura einaenta e cavada, qnal
oada seeulo ajanta ama ruga desde o 00-
me;o do mundo, tinba ama expreaSo de
ferecidede inaaciavel e de rigidez irfle
xivel.
Ella nlo perda nanea I Saa vontade
immatavel aegae continuamente a obra da
devastadlo universal.
Sea caminbo coberto da preto a a ana
foiee corta com a mesma frieaa cruel a
vida doa grandes da trra e a mseravel
existencia do ultimo dos aerea humanos I
Olba! diaae alia com urna voa se-
pulohral, pondo a mSo aobre mea hombro.
lba e que tea corado trema entro de
tea peito I
Percorri com o olhar a campia m-
mensa qua se desenrolava debaixo de m?m.
L'geiraa eminenciaa Be form^.vjm lenca-
mente f. suporfiie, e iam crescerd) poJ30
a piuco.
Era como que um vasto cemiterio no
qoal donDissem os mortos de cem mil ga
ra93es.
Cada eminencia se entreabra deixando
ver um tmulo.
Desse tmulo sabia ama luz indecisa
e phoBphorescente, como aquella que ae
escapa doa corpos em decompo8c.ao.
Voltei os o'.be b. NSo poda mis sup-
portar aquello espectculo I
ha ainda! repetio o anjo da
morte.
Eu vi... o qoe Deaa me poupe de ver
ama segunda vei
Esqueletos, amarellecidoa pela acgSo do
tempo, occapavam oa tmulos e dormiam
un aomno eterno.
Depois, paieram-se todos a mover, den
gando um tango macabro e indecente.
Perd de novo oa sentidos.
Depois deste atroi peaadello, oomecei
a facer am exame attento do estado em
me achava. Era urna somnolencia pro-
funda dos orgSoa e, entretan'o, ea sent-'a
perfeitamente que tedo o mea organis.no
e t->va completo.
NSo panaava ainda, nSo esperava, nSo
qaeria e apenas percebia maito incomple-
tamente.
Pouco a ponco, porm, os mana orgaoi
foram ae reatabeleoendo.
A vida ciroolava em mim, e fiqaei
maito tempo em am estado indefinido de
goao, n'uma aituacBo quieta de praaer que
nSo ae exprime.
O espirito foi despertando pouco pou-
las com :::a:
Lisas e em corea Changeants, ultima no
7dade.
An Paradls des Pames
Vende-se
O estabelrcimento de molhados. silo ao pateo
do Merdado u 62 B, utn os srelbores pontea da
cidade para neeooio ; tratar na dita casa.
co, pedayos de pouearr.enfos, sen c?.U3a8,
Een c cc'.u-5a, sea] raciocinios, pdss^vam
rpidamente pelo mea cerebro, corro as
novena cr.rrcg-id-a por urna foro !:..torad,i
de vento.
Por fim, um cboqu) scmolhante a u a
descarga elctrica, abalou todo o mea sys-
tem nervoso. O sangue acudi to^o ao
crac'o e nina scnaacSo da calor subi-
me cabeca.
Fia um grande oaforgo para pensar.
Depois de urna grania lucta e de um
trabalho enrgico, consagui-o. Lembrei-
me do mea cruel destino.
Depois veio urna duvida cruel :Onde
estava eu ?
Fiquei alguna momentos immovel. Por-
que T
Porque nlo oaaava chamar a minha
energa para averiguar a minha situacjlo
aotaal I
A catastrophe tSo temida tinba-se rea-
liaado.
O desespero apoder in-se de mim e do
minon todos os outros sentimentos.
Abro oa olhos. Tudo trevas em volta
de mim 1
NSo um aonho I nSo um peaadello I
Snto que estou de posae de todas as
ruinhas faculdades, que a vida circula em
mim com rapidez.
Porque que me crea esta noite sem
fim?
Solt um. grande grito mena labios se
agitam convulsivamente, mea peito arfa,
o ooraoSo bate desordenadamente 1
Comprehendi que um obstculo se op-
panba aos mena movimentoa.
Quia me levanto, encontrei urna pa-
rede; mov oa bracos, as pernal, sem-
pra um maro a cercar-me I
Estava enterrado vivo!
Royal Btend marca VI.LK
Eate esceleuta Whisky Bacooaai pr<
arivol ao cognac ou agntirdento da i&n^>
Mra ortificar o corpo.
7t ida ia a retalho nos m ores ara
sana de moluado8.
Pee Royal I?!se5 rea Tlad
;=jo nonte e embloma alo regiatradoa
tw5! do Brasil.
BHOWHS & C.
Fabrica de *p-o
l|i iaODadas gasosas
Soda water, gfflgar. ale, liaSo, lar.aju. enr
c5o, aaacaxls, granadina. rosce? fnaaoae
D^jLilha.brtel-piueata etc., etc.
2 ACAES DO OPiBAi'i'312 A
CAPITULO XX
ONPE SE DEIXA COJIPREnilKDER O
CAP1TA0 D-VVIS
A conducta de Annibal Dav3 desde a
mnba morto e a solicitado com que elle
velava sobre o mea corpo h.> de ter pa
recido inexplicaveis ao leitor.
Par% fazer conhecer os motivos, ne-
cesB^rio q-je ea volta atraz tre3 diaa com
esta aurragao e qua lhe mostr o fogoso
capitSo, dt volta do seu estranho duello
com o majar Arban, mais do que nunca
absorvido no estudo de seo projcto fa-
vorito.
Com o espirito livre, por aso que sua
honra e a da aiarnba dos Estados Unidos
e.tava vingada de urna maneira solemne,
com o cerebro isento de qaalqaer prese-
cupacSo que embaracasse o curso de suas
jdas, Davis, no sea gabinete de traba-
lho, prosegaia na sua ardua tarefa de es-
tudar a traveasa do golpho do Mxico
em viagem aerosttica e folheava com a
mSo febril am longo tratado sobre a d-
recefio dos balSas.
De vez em qaando lancav. os olhos
para a carta do golpho, aberta deante
delle, e aoltava nm suspiro de desalent.
Via o itinerario Uto longo e tSo per-
goso, es meios de transporte tSo pouco
em relicto com os obs'aculos e acasos
imprevistos de urna tal' navegado, que
seu espirito ie recnsava um instante a
continuar neste estudo tSo laborioso e
quasi que sem resaltado pratieo.
Mas a perieveranca, cu antes, a tei-
moaia estpida, que formava o seu ca-
rcter, o fea voltar ainda ao mesmo ob-
jecto, e Davis oontinnou no sen interrom-
pido trabalho.
Tinba chegado a noite a o capitlo, fe-
chando os seus livros a oontas, diaia am
voa alta, como condoalo do seos estados
do dia.
EITORAL m CERE.TA
Do Dr. Ayer.
Ai Bfermkudes mala doloro'.i' ia gargactl
% dea ^ulra'os, onilnanaiBent' .--'.volvcra-Bo,
U-ziio por principio baws (queiUH.cuJori resulta*
< nao 8o dUf-ois de curar se awitiMl I
tratio com o remedio w-oTmleo'.e. o^ Reetr.
fdoa ea3Toeadiorccipiociocnl' o re?uilaC
LutnfM t, \-'\>---. !.:'-.;#, IJfei-
vAi 1'uliAoEiar e a TUica.
Tot.3 ae familia1- tgtt t"io criatsa- r7m ter a
Peitoral <1(- enreja do Di. Aye.7
*.- 9Msa r-a?& o BaS L" 0*M) oeatMad ,
.- ;f.;, ae um > dlc, ptn'v- m Bat
- .r eriaA corwqur*m"tia. ** tanto r- %
,''<'<*r lempo predoeo,
1. 'r";scia dhiTidoea
tU (l-'-i-' -" .1 poder: !< )- i.
.;'i-.lL"lt'1, 9DtJv ijU' B O
instante, o r*ni'-fl'u hm : .:.
je.- rffei*o, e ***** remedio sei < vid -v'guaia
j ran-aiuza ow Ckbbjji do Ytxb.
DH. J. C. AYER CA.
Regulador
Automtico dep res sao
PARA
Moondas de caimas
C.irdoso <6 IrrcSo, nicos representantes neste
E3iadi- dos e-'^eobeiros L. de Castilbo e E.
H-therbood. ra-;. a iniro'iufgo rij REGULA-
DOB AUTOMTICO de i'RESSO, oedem aos
Bees a.i^ds e frej.oei-8 fineza rH vrem ao
seu ecrlrlorio ra to Bvia de Tri mpt^n d.
2, rfiui t-- exr.miparem e dito arpire^o qne
resol ve perfstouitnle o problema da completa
exprs?fia tem perigo d" e.-re^ie adorna por
-m oe foro; tslrsnbo tntre es cjlindro3,
O biparelho r'e ter applicado a loias
mcendss qcaluner qi n1] o ryateroa e tama-
i.tio, e pode ser rccn'.ado sem Interrupjfio da
moagt-m.
O- abiixo a^sie-.ados com longa pratica de
mrniagem e t'ahalhos de u^ina, garan'.em aos
1- nurc r -sos f^epceies e r.Tier? qne Fecuras
vaGtagecs *ne.mtra'9o no PEGULa'OR AUTO-
MTICO de PRESSO. o que no farum se por
v- ara nfio estivessem perfeitamente ctrtos
disso.
As enccmmendBS -o REGULADOR s-'ndo fei-
tas com urgencia podem prestar aiDd3 na pre-
sente 8fra grandes se-v'co?, sendo tres co qoa-
tro vetes pago o seu custo s da extrarefia qua elle permitte.
Recife, 17 de Outobro de 1893.
Cardoso &mlrf~?.
Cal Virgem de
Jaguarbe
Ein bariH para o fabric
de as uc r vende a Compa-
nh;a Exploradora de Fro-
uuct s Calca eos.
Prje90 6^000 psr
bmrrica
ae? Apollo n, 73
Brarcaa, pretu8 c co cores, lisis e la-
vradas, grande variedade.
Au n.-atli.K de-s lames
38R-ia BarSo da Vicro-ia38
1 orneo
Anliseplico regeoerador do
cabello
Prepr.rad por Bel sar:o Pernar:baco
Uuico analj8ado no laboratorio dT inspectora
de hyi.:ne, laureado cem approvac^ plena
Eape ilico prefer.do para a extirpadlo da caa-
pa.^impede a qaeda do: cabellos e comaeef-
cazmenie a calvicie, recocstituiudo 03 vasos
capillares.
Reuae o c.il ao igradavel por ser co: medica-
mento lo'allivet, precosissimo pelo seu exqui-
sito perfume.
Encoctra-se venda as principaes lojas de
mudezi;i e perfumaras, e co Toitete Vcneza fi
ra 15 denovembro o. 63.
B-stavamme 80.030 dollars pira
fazer a v*agm I... p.ra cache.' do g!o-
rfa o meu nome e o mea pniz !... Mas
onda ir bascar esta soiuraa?... J me
dirig: a todos os capitalistas da Nova
York e das grandes cidades d UaSo;
nenhum comprehend3 e acaita o moa pro-
jecto, i em o quer proteger com a saa
forja fiuanoeira!... Era preciso quo ua
Boccorro prosiiencal vi.:so de impro-
viso 1. .. mas donde?...
- Bom dia, Sr. Anaibal Da?is d.sse
ama vez grave detrs do capitSo.
Este levaotoa a cabeca e vio com es-
panto que era um descoahecido alto o
corpulento.
Com o espirito entregue ao trabalho,
Davis nSo o vira entSo
Esse deaconhecido devia ter ouviio o
sea monologo e isso contrariou o capitSo,
que. examiooo, franziado aa sobranculhas,
o v'aitante importuno.
O deaconhecido estava quasi que inte-
ramente coberto por urna larga capa hea-
panhola e tinba na mSo um chapeo da
feltro, de abas largas. Tinha bigodes ne-
gros, deatacandc-3e de sea reato paludo e
enrgico.
Tudo revelava nelle um-. origem hespa-
nhola, e fitava o capitSo com o sea olhar
brilbante.
Qua pretende ? disae Davis procu-
rando dissimular o sea mo humor.
NSo me oonhece, capitSo ? respon-
den o outro, sem mudar de posicJn.
De forma alguma i
{Contina).
Typ. do Diario, ra Duque de Caxiai n. 43
r
.
TTtT

:
*-


i




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