Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19923


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Full Text
X
ANS)

\
KUMERO 221
PARA A CAPITAL K LIBAREIS O.'tDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres m?zea adantados. .
Por seis ditos dem......
Por uin armo dem .
Cada numero aviilso, do mesmo da.
6|J00O
120000
23000
100
DOMINGO 29 DE SETEMBRO B 1889
PARA DENTRO E PORA DA PROT1SCIA
Por seis meces achantados..............
Por nove ditos dem................ 2Q#)i
Por um anno dem .............
Cada numero avulso, de das anteriores ..... 5100
DIARIO DE PERNAMDUGO
TrcprMade de Manoel dHxjuroa de Paria d%fyc$
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Vv
1
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I
-
I

'
Os Srs. Amede Prin-
ce & C, de Pars, sao
os nossos agentes ex
elusivos de annuncios
8 publicares na Fran-
ca e Inglaterra.
TELEGRAMMAS
szsvijo pabticulas so szahis
RIO DE JANEIRO, 28 de Setembro,
s 5 horas da tarde.
Foi escolhido senador do Imperio pela
provincia do Oear, o Dr. Antonio Pinto
Nogueira Accioly (L)
Foi agraciado com a gra-cruz hono-
raria da Ordem da Rosa o ministro da
Franca no Rio de Janeiro.
Falieceu o juiz de direito da comar'
aa de S. Carlos do Pinhal, em S. Paulo,
sacharel Raymundo da Motta de Azevedo
Correia.
Iontem, no theatro D. Pedro U, foi
aatada a bellissima opera de Carlos Go-
es Lo Scktvo, sendo enorme o successo.
Carlos Comes foi chamado scena inn-
meras vezes, sendo elle, os Artistas e o
regeate da orchestra applaudidoe e accla-
mados com delirio.
O theatro teve urna endiente real.
533715311 A&SHCIA SA7AS
MADRID, 27 de Setembro.
O governo de Marrocos satisfez comple-
tamente as observacaes que lhe haviam
sido dirigidas pelo governo bespanhol, com
relacSo prisSo do navio d'eSta naciona-
lidade, pelos marroquinos.
APLES, 27 de Setembro.
Em onsequencia das
ras qve estilo cahindo,
abundantes chu-
uma parte d'esta
regiao se acha completamente inundada.
PARS, 27 de Setembro.
O general Boulanger, toado perdido seus
direitos cvicos, em vista de sua condem-
aao, tornou-se inelegivel e por conse-
cuencia os boletins de votos com seu nome,
foram declarados nullos.
A commissao de venficacSo das eleicoes
do departamento do Sena proclamou eleito
o Sr. Joffrin.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
8 de Setembro de 1880.
INSTRUCCO POPDLAR
A Z.ITTSBATSA 2SA2ILEIBA
Quando a invocago se dirige a loa nova nos
seguintes termos :
La nova I la nova I assoprac em fulano
lembrangas de mim, eis-me; aqu estou em tua
presenca. Fazei com que eu smente oceupe o
sen coracao.*
Pena 6 que Couto ile Magalhes, de quem tras-
udamos esta3 Hraducgoes, pudesse interpretar
alguns versos, indubitavelmente por causa das
alteragOes, quetem experimentado o.idioma tupy
pelo contacto com os conquistadores ; phenome-
no este que se opera sempre que se pemem re-
lacSo intima duas ragas que possuem idiomas
distinctos, como por modo inverso se afastaru
indubitavelmente do cruzaraento do sangue.
Alm disso, o deas do amor tinha a seu servi-
co urna serpenle, que reconhecia asjovens que
se conservavam virgens, recebendo dellas os pre-
sentes que traziam, c devorando aquellas que
haviam faltado castidade.
Eis aqui pois pcrl'eitamente caracterisada a
paixo, a recordacao c a pureza, trindade supre-
ma do sentimento, e fonte de toda a poesa, a
qual resalta das invoeaces que temos transcripto
tanto pela sua originalidade como pela delica-
deza de seus conceitos-
Pode por ventura haver nada mais ideal e po-
tico do que a legenda de Mini i Esta tradiccao
indiana explica o descobnmento e uso da man-
dioca, o pao do selvagein, e com a qual fabrican^
elles diversas bebidas, bebidas, como opuchi-
rum, o Kaum,a manijucra coutras semclhantes.
Resa a lenda :
(Contina)
NOS
TEMPOS COLQNIAES
POB
fc^V&^S 1%*a*
A Lilleratwra Braallcira do scalo
XVI o comff do XIX
ESBOZO HISTRICO
n
(CoHtinuacao)
R um guerreiro que habita as nuvens,
aja missio despertar o amor no coracao dos
eres, avivar a paixo nos horneas, e fazei os
volver sua tribu, depois de lorigas e repetidas
peregnriagoes, a que esto sujeitos os indios,
leja pelas da guerra. Tem Ruda por auxiliares
m tau importantes funeges deuses subalternos:
Catite, a la nova e Catre, a luacheia (2) encar-
regados de despertar as saudades no coragao do
amante ausente.
Quanta poesa nao enterra essa coacepcao das
duas las, cumo fonte e origem das Faudades !
Segundo Coato de Magalhes, a joven india,
atribulada com a ausencia do ente querido implo-
ra a Ruda, quando o sol^aculta a sua concha de
aro no occaso e a la desmonta cheia de roelau-^"in'a'h07as da ianli'e terminar
olia, e eslendendo o braco direito para o lado
m oe ^app5e andar ausente o amante, canta
t^jieuiente :
c Ob 1 R* tu que ests nos reo e amas as
chavas .. Ta que estas no co .. faze com que
lie (o amante) por mais ruulheres que tenha
visto, todas lhe parscam feias; faze com qne elle
e lembre de mim esta tarde, quando o sol se
ceulte por traz da monienlia I
Quaodoa joven namorada sedirige luz cheia
diz : Eia, ob miuliamai (a Iba,) fazei chegar
sta noite ao coracao delle (do amante) a lem-
aranca de mim.
Actos do poder executlvo
DECRETO N. 10.349di 14 dk sbtembho db 1889
Regala de novo os concursos para empregos de
fazenda
Usando da autorisaco conferida pelo art. 13,
n. 1, da lci n. 3,397 de 24 de Novembro do au-
no passado, hei por bem decretar o seguinte :
Art 1." Nioguem poder ser prvido em em-
prego de primeira e segunda enlraocia das re-
partiges do ministerio da fazenda sem que te-
nha prestado prova plena de adiar se habilitado
as materias abaixo mencionadas.
1. Sao lugares de primeira entrancia os de
escriplurario da ultima classe as repartieses
emque nohaia prati:aotes; os de praticante e
os de official de descarga.
2.* Sao lugares d<: segunda entrancia os de
pnmeiro escripturano as alfandegas de 3' e 4a
ordem ; os de escripturario da ultima cla3se as
repartieres onde haja praticantes e os de ama-
nuense da secretaria da fazenda.
Art. 2. As materias do concurso parosla
gares de primeira entrancia serio:
Gramraatica da lingua nacional (orthogra-
pbia, analyse e redaceo);
Grammatica das lioguas franceza e ingleza
(leitura, tradueco e analyse) ;
Arilhmetica e suis applicaces aocommer-
ci e s reparlicoes de fazenda;
Algebra al equaces do segundo groo;
Escripturago mercantil por partidas do-
bradas.
Art. 3. As materias do concurso para os em
pregos de segunda entrancia sero :
Legislaco de fazenda :
rratica de repartico.
O exame se fara, salvo a hypothese do art. 28
por um questionario que ser publicado pelo
thesouro.
Art. 4.* Os candidatos a emprego de primeira
entrancia, que quizerom go^ar da vantaaem in-
dicada no art. 45 da Consolidaco das Leis das
Alfandegas. deverao prestar tambem prova pie
na de que sabem :
1." Pallar correctamente pelo menos 33 lia
guas franceza e ingleza;
2.- Stereometria, thearia e pratica dos me-
thodos e oso Jos instrumentos moderaos de ar-
queago de navios.
Art. 5." Para os lugares de guarda mor eaju
dante sao necessarias as habilitacoes dos arts-.
1 e 4", a. 1: e no kavendo as repartieres de
fazenda pessoalque as possna, se abrir concur
so para o preencnimenlo da vaga que existir.
Art. 6.* Os exames dos candidatos a empre-
gos scientificos e artsticos da casa da moeda
versa rao sobre as materias exigidas as iostruc-
(des de 12 de Dezembro de 1860, annexas a es-
te decreto, excepeo feita dos arts. 7* e 8 das
mesmas instruccOes.
Art 7. Os coocursos sero abertos por ordem
do ministro da fazenda, segundo as necessida
des do servico, e annunciados as folbas publi-
cas com 60 das de antecipacfio. > ,
Paragrpbo u&ico. Se annunciado o concurso
nao comparecer pessoaI idneo, o governo pode-
r preencher as vagas com candidatos habilita
dos em outra provincia, quer em concurso ex
prestamente aberto, quer nos que j tenham si-
do feitos, de conformidade com as disposices
do presente regulamento
Art. 8. Os concursos sero effectuados peran-
le urna commissao composta, na corto, de um
contador ou sub director do thesouro c do aju-
dante do inspector da alfaodega, e as provin-
cias do ontador da thesouraria e de um chefe
de secce ou 1* escripturario da alfaodega sea-
do aquella dirigida por um delegado do minis-
tro da fazenda, e esta por um delegado do pre-
sidente.
O secretario e os examinadores, que poderSo
ser empregados de fazenda. professores pbli-
cos ou particulares, sero nomeados, sobre pro-
iosta da commissao, na corte pelo ministro da
azenda, e as p ovincias polo respectivo presi-
dente.
Os professores perceberao urna gratificaco
arbitrada pela bomiBissao e approvadt pelo go
verno.
Paragrapho nico. Quando as conveniencias
do servico publico o exigirem, as commissOes
de exame as provincias podero, mediante ap-
provacao do ministro da fazenda, ser consli
luidas com pessoal diverso do indicado neste
arlifco.
Ari. 9." Deve ser sempre par o numero de exa-
minadores.
Art. 10. Para que sejam admittidos ao exame
d primeira en'raucia, os candidatos provaro
peraate a commissao:
1. Que tem uiuf3 ue 18 e menos d 28 annos
de idade;
2. Que sao de bo. procedimento.
lio mesmo modo, pira a inscripca no con
curso de segunda entrancia, os candidatos de-
verJo apresentar commissao :
1. Ce'riiilj das notas que ti^arera no ponto
de sua repartico;
2." UesUJo do competente chefe sobre a sua
apUJM para o servico publico.
Jmlll. O concurso se>a l'eito em dias couse
cu'ivos. devendu principir os trabaltios
fminar nunca anies
das tres horas da tarde, salvo molestia de al
gum >io. membros oa commissao, ou dos oxa
minadores, ou nsUltteieiicia de lempo para mi
ciar se o exame de nova nateria.
Se as nove e raeia lloras da nianh nao esti
verem reunidos todos 03 membros da coinmis-
s%ee3Uuninadores aojarse ha o concurso Se
a occarreneia se der por tnolestia ououtroyn
pedimen o, a commissao olliciar ao ministro
da fazeoda ou presidente da provincia, prepondo
as providencias que entender necejsarias.
Art. 12. Os candidatos serao examiuados con-
juntamente na mesma materia, salvo se fr ami-
to crescido o sen numero, e se tornar impres
cindivel a sua diviso em turmas.
Art. 13. O exame constar de duas provases
cripta e oral. Para a primeira, sero concedidas
de urna a tres horas, e para a segunda o tempo
que fr strictamente preciso para se couhecr de
modo satisfactorio a habilitaco do concurrente.
""Art. 14. A comtBiss5o e o respectivo examina
dor escolhero os pontos para a prova escripia,
que serao organisados de maneira que se possa
com facilidade aquilatar a aptido dos candida-
tos. /
Art. KS. Para a prova escripia sero entregues
ao concurrente duas folhas de papel, rubricadas
pelo presidente do concurso c pelo examinador.
Em urna transcrever o candidato o ponto, da-
tando-a e assignando a, c na outra far, sem as-
signal-a, a sua prova.
Restituidas as duas folhas ao presidente, este,
dando Ihes o mesmo numero de ordem, conser-
var em seu poder a primeira at depois do jul-
gamento da referida prova, e entregar a legunda
ao examinador afim de que a verifique e lance
n'ella o seu parecer.
Art. 16. No exame oral qualquer dos membros
da commissao, ou qualquer dos examinadores po-
der argir o candidato.
Ar. 17. A commissao exercer a maior vigi-
lancia alim de que seja mantida a regularidade
do acto. Alm das providencias que n'esse intuito,
entenda conveniente tomar, nao- permittir :
1. qoe os concurrentes tragara consigo litros,
papel ou qualquer objecto que lhe possa auxiliar
as pravas escripias;
2." que communiquem cora qualquer pes3oa, ou
saiam de seu lugar durante a prova escripta, sal-
vo se fr para dingir-se ao examinador, prece-
dendo permisso do presidente;
3.a que qualquer pessoa se approxime das me-
sas em que elles se achem.
Art. 18. O candidato que, no correr do exame
escripto, deixar o eu lugar para outro flm que
nao seja o mencionado no 2. do artigo antece-
dente, nao poder concluir a prova ; e o que for
encontrado commettendo fraude ser retirado da
sala, e perder o direito de ser admlttido em em-
pregos de fazenda.
Art. 19. Considerarse ha reprovado o concur-
rente que uo comparecer prora, ou deixar de
terminal a.
Art. 20. E' de toda lecessidade que, durante a
prova oral, nenhum dos examinadores ou dos
membros da commissao deixe a sala dos concur
sos. Seido, porm, indispensavel a ausencia de
algum d'elle, suspeoder-sc ho os trabalhos at
a Kua m
Art. sil. Concluida a prova oral de cada candi
dato, proceder-sc ha votaco por meio de cdu-
las que sero depositadas em urna urna fechada
chave. Essas cdulas, preparadas pelo secreta-
rio, aate3 de principiar o exame, sero da mes
ma cor e formato e contero, alm do nome do
concurrente, ama, a palavrahabilitadoe ou-
tra, a palavrainhabilitado.
Art. 22. Findo cada um dos exames, e em acto
successivo, se far o julgamento das provas.
No caso de exame escripto, a deciso ser to-
mada em vista das provas com o parecer do res-
tabellies de Agua Preta, conformando se a le-
gislaco que creou laes funecionarios, fu com-
felencia; E considerando que fra nomeado o
abeliiao do publico, judicial e notas e esrivp
do civel e crirae, e o 2" tabellio do judicial e
notas, escrivo de orphos e ausentes, capellas e
residuos, do jury e execucOes criminaes; Con-
siderando que sao cumufativos o exercicio de
tabellio'do publico, judicial e notas, e privativo
do 1 e exercicio de escfivao do civel-,sem re
striccao n amplitude do tormo do comraercio e
crime ; eloro de orpliaos, capellas e residuos,
do jaryJ% execuces criminaes, e nao podeo-
do, nem devendo os supra-citados funecionarios
exercer o sea oflicio, seao de conformidade com
os Ututos das oomeacoes, desde que de laes ofli-
cios nenhuma alteraco deuse depois da lei
provincial n. 1403, de 12 de Maio de 1879, resol-
veu que o 1" tabellio exerca a jurisdieco civel
e commercial em toda a sua plenitade, inclusive
as exect^^s, consequencias da junsdicgo que
lhe foi 4c. aada, sem que a lei ou outra pos-
terior a limtame.
Manoel Pedro dos-Santos. -Informe o Dr. juiz
de dlreilo ro 2o dislricto criminal da comarca
d'esta capital.
Bacbarel Miguel dos Aojos Barros.Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fazenda.
Maria Eugenia do Carmo.Sim, pagando a
snpplicante a peaso de que trata o art. 7* do
regulameoto proporcionafraeote ao tempo que o
educaodo-tiver permanecido na Colonia.
Sebastiao Antonio de Albuquerque Mello.In-
forme o Sr. inspector geral da Instrucco Pu-
blica.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, 28 de Setembro de 1889.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartico da Polica
2. seccao.N. 1182 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 28 de Setembro de
1889.IUm. eExm. Sr. Participo a V.
Exc. que foram recomidos hontom Cas;;
de DetensSo, os seguintes individuos:
A' ordem do subdelegado do Io dislricto de S.
Jos, Pe4ro Anselmo de Lima, por embriague:
e disturbios.
A' ordem do da Boa-Viag^m, Claudino Perei-
ra da Silva, por embriaguez C disturbios.
ca; Jos Ramos de Oveira e Joanna "Mara An-
glica das Flores,.por embriaguez e- distur-
bios.
Communi'ccu-me o delegado do termo de
Burqae, que no dia 8 do eorrente, s o horas da
tarde, foi ferido gravemente o individuo de no-
me Francisco de Barros e Silva, tendo sido seus
offensorea Joaquirn Camillo Delgado e Loureneo
Bezerra lieigado. -
Os deliaqaeites, que se evamr anos o en
me, haviv;;-. se col locado de ctnbelcada as pro
pectivo examinador, e no caso de exame oral, imidade, da foira daPiles e ao avistarem
proceder-se ha aparacao das cwlttlas existente- jarros; e_qtir.m ei aiu niuingos, spararam tros
na aroa.
Art. 23. O examinando qne, ua prova escripta,
resolver correctamente todos 03 problemas, e nao
commetter erro na analyse tradueco e redaceo
ter a notaapprovado com distineco ; e o que
resolver correctamente raals de metade dos pro-
blemas e commetter pequeos engaos na ana-
lyse, tradueco e redaceo ter a notabqm.
Na prova oral ser elassieado com distineco
o examinando que obliver todas as cdulas cora
a declaracohabilitado; e com a notabom
que ob'.iver o maior numero d'essas cdulas.
Art. 24. Em cada dia de exame lavrar-se ha
urna acta, em que se con ignaro os pontos dados,
os nomes dos examinandos, as notas conferidas e
tudo o mais que occorrer durante o acto.
Esta acta ser redigida peto secretario e as-
signada pela commissao e examinadores.
Ait. 23. Terminada a votaco do ultimo dia,
proceder-se-ha, era um mappa, classlficagSo ge-
ral dos coocurreotes, coaforme as notas que ti-
verem obtido.
Nos concursos para segunda entrancia atten-
der-se-ha, na classilicaco, em igualdade de cir-
cumstancias, assiduidaJe aptido do candi-
dato, provadas com os documentos exigidos no
art. lo.
Ar. 26. De cada concurso far a commissao um
relatorio, e juntando lhe as actas, provas es
criptas e rclaco classificativa, o remeiter ao mi-
nistro da fazenda directamente, na corte, e por
intermedio da presidencia, as provincias.
Esses relatorioB e listas de classilicaco serao
impressos no Diario Official e bemassim as pro-
vas e-criptas, com a declaraco de seus signata
rios tiscalisandoo presidente da commissao ali-
delidade da transcripeo.
Art. 27. Os actuaes empregados de primeira e
segunda entrancia podero era qualquer tempo
prestar as prevas de que trata o art. 4..
Art. 28. Os actuaes empregados de primeira
entrancia nao podero ser nomeados para lugares
de segunda sem dar prova plena de que sabem,
nao e a pratica de repartico em que servirero,
mas tambera as materias designadas oo art. 2."
Os que se nao lubilitarera dentro de dous an-
nos contados da data d'este decreto, considerar-
se ho desligados do servico de fazenda.
Art. 29. Os emprestados de primeira entrancia
que forera nomeados em virtude de concurso
feito de conformidade com as disqosicoes d'este
decreto, poder i deixar de a presentar-se opque,
para lugares de segunda enlraocia, frberlo
durante o primeiro armo do exercicio de seu em-
prego.
Se deixarem, porm, de comparecer, sem causa
justificada, em dous concursos consecutivos, ou
forein u'elles julgados inhabilitados, sero exo-
nerados.
Art 30. Ficara revogadas as disposices era
contrario.
ti Visconde de Ouro-Preto, cooselheiro de Es-
tado, seuador do Imperio, ministro e secretario
de Estado dos rfcgocios da fazenda, presidente
do conselho de ministros e do tribunal do the-
souro nacional, assim o tenha entendido e faca
execu'ar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 14 de Setembro
de 189, 68." da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Visconde
de Ouro-l'reto.
tiro?-de pistola, doU3 dos quaes o attingirara,
empregando-se o terceiro no cavallo em que ia a
victima e que foi raorto. -
O delegado fez as diligencias da lei e abri o
respectivo nquerito.
Deu8 guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Manoel Alves de Araujo.
mui digno presidente d'esta provincia.
O chefe de polica, Geroncio Das de Ar-
ruda Flcelo.
Quanto a alliancas nos ciiculoe onde nao baja
candidato conservador, (e o manifest que os
eleitores devem votar era qualquer hornera hon-
rado que sp proponha, mas que se obriguea res-
poitar as decisoe* do suffragio universal, e a
noanoullar as eleicGes. Quer islo dizCr que,
onde nao houer candidato conservador, devem
votar nos boulaogistas.
0 Sr. Susini, deputado pela Corsega aprc-
sentou agora a sua candidatura por Torosa, em
opposico a do Sr Constant ministro do interior.
No auge da sua furia contra o squ competidor,
dirigi llie o seguinte telegramma
Tolosa, 8 de Setembro Ao Sr. Constanf;
deputado, e ministro do interior. Paris.
Violaes todas as liberdades. provocaes a
guerra civil, sois um verdadeiro dictador. Man-
dastes altentar ante-bontera contra a rainba vida,
por meio dos vossos agentes secretos.
Man Justes acut lar os vossos compatriotas
Eu s por milagre escapei do Ierro dos vossos
sicarios. Os vossos agentes tentaram langar fo
go .a um theatro para queimar trez mil dos vos-
sos concidados. E* bastante Sou deputado,
como vos. Floquet bateu-se com Boulanger.
Batci vos com Susini. Bvitaremos ao nobre po-
vo de Tolosa os horroraes de urna guerra civil
deseiicadwa pela vossa arabico.
Sois ros o nico responsavel por tudo : so
nao sois um cobarde, respondaj: sim. Parto
immediatamente. Coostituirei as miohas leste-
niunhas, e, por-ara dado de Marte, resolveremos
a questo de Tolosa, entre a repblica opportu-
oisla c a repblica nacional democrtica e so
cial. Paulo de Susioi, deputado pela Corsc-
ga .
E-cusado dizer que o.Sr. Coostant nao res-
poudeu a esta provoccao verdadeiramente
cariosa.
Os circuios ministeriaes conirmam que o
prefeito do Sena recusou receber as de< ^-aces
das candidaturas dos Srs. Boulanger e d, .^be
fort por intimaco judicial, e acrescentam que,
se apezar d'essa recasa os dous conderanados do
alto tribunal de justica persisrem em fazer af
fixar os cartazes das suas candidaturas, sero
deferidos ao procurador da repblica, para elle
decidir se deve ou nao ser Ibes appltcada a lei
sobre as candidaturas roultiplas ; e, no caso af-
tiruiativo, o mioistro impedir affixaco dos
cartazes elei^oraes dos condemnados
Era Pariz j comecum a notar-sc os symp-
tomas da lucia eleiloral.
Todas as esquioas esto cheias de um sem
numero de programlas e de nomes de candida-
A' ordem do do Itdistricto da Boa-Vista, Ju t0j propostog
lio GoncahesPinw^or offeosas morai_piib < Kntre os aflixadoresde cartazos, ha repetidas
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 27 Dl SETEMBRO
DE 1889
Tenente Francisco de Paula Mafra.
Certifique-se.
Instrucsao Publica.A' pagadoria.
Numeriano Augusto de Mello.A* con-
tadoria.
-
i Recebedorla Provincial
DESPACHOS DO DIA 2 Ui SETEMBRO DE
1889
Jos Pereira de Queiroz Fonseca, Daniel de
Queiroz Fonseca, Manoel I. Ferreira Maia, Ma-
noel Mximo dos Santos Torres, Fredenco H.
Soares, Luiz de Franca Bezerra, Manoel Joaquim
Pereira, Francisco Alfonso de Oliveira, (4 peti-
ges) Antonio J. H. Lima e Jos Torres Leite.
Cerlique-se. .... .
Rosa Gomes da Costa e Mana Joaquina das
Dores.Informe a 1." seccSo.
Luiz Alves Monteiro Cumpra se.
Francisco Affonso de Oliveira.Sellada a pe-
tico ter despacho.
Governo da provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO Da 26 DE
SETEMBBu DE 1889
Augusto Jos Mauricio Wanderley. Entrege-
se mediante recibo
Alheiros Feroandes A C- Informe o Sr. in-
spector da Thesouraria de Fazenda.
Dionisio Maciel Monteiro.Informe o Sr in-
spector geral da Iii=lrucgo Publica.
Tenente Francisco de Paula MafraInforme o
Sr. engenheiro Gregorio Thaumaturgo de Aze-
vedo.
Guilheruiina Francisca de Araujo LinsInfor-
me o Sr. inspector do Thesouro Provincial.
Josephioa Leoqoldiiia de Albuquerque. Infor-
me o Sr. hwptctvr do Thesouro Provincial.
Liinio Pereira llraudo.Seja ouvido O Sr.
presidente da Cmara Municipal da Victoria so-
bre a urgencia do servico do canal actualmente
inulilisa lo pela populacho.
Capno Manual de Carvalho Paes de Andrade
Gondim.Begulaudo o titulo de aomeagao dos
Instrttceo Publica
DESPACHOS O DIA 26 DE SETEMBRO DE
1889
Adolpho Pereira Brandao.Sim, me-
diante recibo.
Hermilla Floresta da Cunha Salles.
Encamiuhe se.
Gentsio Libanio de Albuquerque Mon-
teiro.Eaeaminhe-se.
Manoel Jos dos Santos Teixcira. -
Justifico.
27
Antonio Nobre de Almeida e Castro.
Encaminhe-se.
Bellarmina Francisca Lobo Barros.
Eocaminhe-se.
Manoel Fonseca de Medeiros.Enca-
minhe-se.
28
Manoel Antonio Leite.Encaminhe-se.
Xotlcias da Europa
Franca
A junta conservadora do departamento
Sena publicou o eu manifest eleiloral.
fp. doc.uinenlo mais vemeontirraar q
no
Esse documento mais
bora
parte
que, era
sem allianca ostensiva e declarada, a maior
...dos inonarchicos, ou quasi todos, vao
urna, de sociedade com os boulangist_as.
Fazem se oelle as triviaes accasafiSeg, vagas
e infundadas, contra a actual repblica, mas
nao se trata de defender a monarchia. Nem se
quer allude-se s declararles doraanirestd do
conde de Paris.
Dizojunlaqueopaiz deve enviar acamara
urna maioria nova, capaz da operar a paciiica
cao, e de restaurar a ciassilicacio e o trabalho.
Infeliz allegaco esta ultima, em presenca da ex-
posico universal e das maravillias do trabadlo
que uella so observara.
e freqwites rixas.
A larefa da aixatjo comega logo de raaqh.
Chegam a pregar os carlazes a urna altura de
seis metros, o que faz exasperar os porteiros,
que intilmente protestam contra tal nva-
.so.
Boulanger e Bochefort apresentaram a sua
candidatura pelo circulo de Mont-Martre.
At ao presente sao j 230 os pretendentes,
que se apresentaram disputando as 42 candida-
turas do departamento do Sena.
Os jo,rnaes irancezes occapara-se com o
discurso pronunciado pelo Sr. Gladstooo no
banquete que lhe foi offerecido era Franca, e
cujos tpicos principaes sao os seguintes:
Foi a Inglaterra quem primeiro teve a idea
de realisar exposices. mas ficou reservado pa-
ra a repblica franceza de hoje-a dar o niaravi
Ihoso deseovotvimeoto que tanto tenlio admi-
rado desde que e3tcu em Pariz, a esta idea tao
frucfera para a industria c para as artes, para
a paz, para a boa amisade entre as "bagues.
D-sejaria tambem fallar da situago poltica
interior da Franca seria isso urna inconveoicu
ca da miaba parte ; nao quero envolver-menos
seus negocios, mas desejaria dizer aigumas pa
lavras para dar um testemunbo, e cumprir um
dever.
Durante 10 annos que fui chefe de gabinete,
cooheci a repblica franceza: e durante e-se
tempo por tal forma andei envolvido nos nego-
cios ioteraacionaes entre a Franga e a Inglater-
ra, vi to de perto o procedimento do governo
francez que pude aoreciar plenamente asuaca-
pacidade para cumprir todas as faucgdes, na
sua forma r. publicara, de um paiz civilisado. de
um dos primeiros paizes do mundo.
Durante estes dez aonos, bastantes questoes
cspii hosas se levantarara o governo trancez.
devo dizel o, cornapondeu a todas exigencias, e
nunca faltou a veraadeira amisade que tero ser-
vido a unir, e que, assim o espero, unir constan
teniente as nagOes franceza e ingleza.
Terminando, o Sr Gladstone, exprimi o voto
seguinte :
Seisso me fosse perraittido, eu diria a talos
os meus amwos francezes Ne facas tua culpa
7ii\n-rfS. para que a Franga esteja sempre, como
ella tem estado, no primeiro plano das nage3
europeas, na realisago da obra da rivilisago e
da felicidade humana.
Por ordeiu do ministro do interior foram
hoje arrancados uos cartazes do general Bou-
laoger, que haviam sido affixados em Moutmar
tre durante a noite. Os cartazes continnam o
ultimo manifest do general ao povo em respos-
ta ao libelio do procurador geral Quesnay de
Iieaurepaire O manifest era acompannado de
apreciages injuriosas contra a sentenga do aito
tribunal dejustiga. Foram presos uns vinte
Sudores.
O Daily Telegraph julga de ambos os lados
do ranal da Mancha se est igualmente anima
do dos senlimentos de paz expressos ultimaraen
te pelo Sr. Gladstone, e que se apreciar devida-
racnte esta declarago do eloqnente orador: que
o governo da Franga republicana nunca deixou
de cumprir todos os devores que incumbem a
urna nago civilisada, christ e progressista.
O ministro da guerra destlente os boatos
relativos a factos de espiooage o, que sj dizia
lerem occorrido na regiolvbnense.
Contam 03 jornaus terse effectuado ha dias
as cercanas de Paris um duetlo espada en
tre dous membros da colonia hespanhola : o
marquez de Altavilla, e o Sr. Bravo, licando este
ultimo com urna profuoda cutilada na cabega
Em Nice deuse urna explosao de um car
tucho de dynamite, que matou nina pessoa, e
ferio duas. Suppe se que a triste oceurreucia
teve por raobil os ciumes de um namorado
Ua redactor do Temps procurou ha uns
tres dias os Srs. Ipliaoe e Berger.epeguntou-
Ihesat quando estaria abertaacxposigo : qual
era a deciso definitiva a esse respeito.
Besponderam-llip que persistem em lazel a en
cerrar a 31 do prximo mez de Outubro, e apre-
sentaram as seguintes razdes :
Era primeiro lugar achara que a exposig&o,
que obieve, e obtem anda um to graode suc-
cesso deve fechar em pleno xito. S assim
conservar o seu carcter e importancia.
Se a nev de Novembro comegasse a dispersar
os visitantes, aqnelle grande recinto abandona-
do apresentaria um aspecto ti i-te, e parecera
que a exposigo tinha de3Cido al na consido'
rago do publico.
Ha urna segunda razo de ordem material, que
leva a fechar a exposigo na data indicada. Os
expositores, segundo os reglainentos, nao sio
obrigados a conservar all os seus productos alm
d'aquella dula.
Alguns d'elles teem mesmo de fra outros
comproraissos que 03 levara a deixar o Campo
de Marte, apenas expire essa data. Ser-nos hia
ento necessario, para Ibes facilitar a retirada,
descobrir os caminhos de ferro que licarara sob
o soalho da maior parte das galeras.
Alm d'i;so, teria de restabelecer-se atravc
d03 jardins'a via-ferrea para transporte dos ob-
jectos e grandes cargas, o qae seria muito ia-
converrieutn n'uma epocha m que as.chuvas t
aguaceiros livcssem transformado o terrenon'um
mar de lama.
Pensamos emfira, ccncluiram os dous, que tudo..
isto era iinpossivel, e que a exposigo perdera
muito com isso.
Estas razos todas sfio bastante valiosas para
003 fazer persistir na data de 31.
Ao terminar esse dia, os guichets sero denoi-
livamente fechados.
Blgica
No-dia 10 de Setembro cbmegaram 03 en-
terrameotos das victimas da terrivel catastropb*
de Antuerpia.
M. Le-Jeun, ministro da justiga, o general
Jolly, ijudante de campo do re Leopoldo ecora-
mandaute da rircumscripco militar, todas as
autoridades de Antuerpia, e urna multido consi-
dera vel, assistiram s duas ceremonias fnebres
n'esse dia.
As subscripges abertas pelos jornae a fa-
vor das victimas sobreviveotes da catastronhe de
antuerpia, produziram no primeiro dia 25:000
francas.
De todos os comboyos que chegam de Bruxet-
las, e de outros pontos' sane urna grande quan-
tidade de viajantes, qiie na maior parte, se diri-
gem para o principaes cafs de Antuerpia, ond*
esto organizadas asutes.
O aspectvls hosprtaes 6 terrivel.
Os" gemidos e gritos dos desgrasados que se
conloreem no meio das dores mais cruciantes,
mistaram-3e edin o estertor dos moribundos.
N'um s hospital esto ciucoerita feridos } no
deposito do mesmo hospital estavam no dia se-
guinte ao sinistro, uns cincoenta cadveres com-
pletamente desSgurados. Alm d'csfees corpos.
viam-sealli varios saceos cheios de ossos huma-
no.-.
Tem havido os mais bellos actos de abnega-
go; mdicos, empregados, membros do clero, a
religiosas teem rivalisado no aai3 ardente zelo.
Trn se feito muitas operages eirurgicas.
N'um outro hospital, em Sainte Eiizabeth, ha
viole feridos gravemente e sete mortps.
Quaodo soube da catastrophe de Antuerpia, o
rei Leopoldo da Blgica resolveu logo partir pan
alli.
No dia 8 o rei, acorapaoliado por M. Devolver,
ministro do interior, pelo conde Duchantel, de
major i hapeli,e de outros personagens officiaea,
chegou a Antuerpia na madrugada.
Na gare era esperado pelo general baro Jolly,
coraraandante militar, pelo burgo-mestre da ci-
dade, governador da provincia, etc.
0 re dirigise directamente em carruagei
aos dous hospitaes, onde esto em tralamento os
numerosos feridos da catastrophe.
0 re esteve fallando cora alguns d'elle3.
Felicitou o pessoal, tanto os leigos, como os
religiosos.
0 monareba sanio do hospital verdadeira-
mente impressionado.
Durante a sua visita de aigumas horas, o re
Leopoldo foi muito victoriado oas ras de An-
tuerpia.
Antes de partir, cocarregod o seu ajudante da
eampo de o representar no dia seguinte nos fu-
neraes das victimas.
Dea ao burgo-mestre de Antuerpia 12:009
francos para as victimas.
Formou se urna commissao. a que preside o
rei, para recolher e distribuir soccorros.
Italia
Continua a fallar-se com grande insistencia nos
disseotimeotos graves que lavrara oo seiodo mi-
nisterio italiano, e que se julga produziro ea
breve urna crise.
Esses di3sentimentos exis'iara desde ha tem-
po3, e os tres ministros da fazenda, da guerra a
da raarinha tinham j revelado o seu intento dt
retirar-se. A causa ocessional que veio agora
aggravar a situaco, foi o facto de haver o Sr.
Cnspi proposto ao conselho de ministros a dis-
solugo das cmaras, e haverem se opposto ter-
minantemente a ella os tres referidos membros
do gabinete.
Annuneia-seque brevemente se organisar ur
novo grupj de epposigo, que ser dirigido pelo
Sr Nicotera. Para esse effeito, houve ha dias
urna reunio importante de deputados, e nella
licou r-solvida a formago daquelle grupo.
. O New- York recebeu do sea correspondeott
em Boma um telegramma que diz o seguinte :
Ainrma se qu o Sr. Cr3pi resolveu aguar-
dar e resultado das eleigcs francezasipara resol-
ver depois se ha de ou nao dissolver as cmaras.
Se. 03 boulangislas vencerem, cffectuar a disso-
lugo, pjrquenas regies governaraentaes julga-
so que tal tnumpho significar urna guerra pr-
xima, c era tal caso importa que o paiz tenha
urna cmara compesta de modo, que possa man-
ter a longa durago de um ministerio. Se, pelo
contrario, os boulangistas torem batidos, as fu-
turas cleiguc'S italianas flearo adiadas.
O busto de Cairoli foi conduzido ao Capi-
tolio por numerosas associagOes, que levayam
urnas cera bandeiras.e muitas bandas de msica.
O busto foi levado n'ura magnifico carro fnebre
e foi collocado na sala de honra do municipio ao
lado dos de Cavour, de Mazzini e de Garibalbi.
Diz um telegramma de Roma para o Jornal
dos Debates que o Sr. Chrispi decidi dissolver as
cmaras e convocar os cleitores para Outubro.
Rebentiram desordens em Fabiano, perto
de An-ona, motiva las pelo descontentamento da
poltica do Sr. Crisp. A cidade foi oceupada
militarmente.
A opinio publica na Palia anda muito so-
bresaltada cora as medidas que se estudam em
Franca, a proposito da convengo monetaria, te-
niendo-se que a Italia se ver obrigada.a reem-
bolsar a Franja da 200mdhes de liras era ouro,
n'um prazo relativamente curto.
Refeem de aples que. no da 13 pelas 6 1/1
horas da tarde, quando o r. Crisp passavacom
sua lha, de carruajera, pela ma Caracciolo. na
individuo, que alli o estava esperando, arremes-
sou Ih- duai pedras, das quaes urna o ferio na
barba e a outra apenas bateu na carruagem.
O individuo foi logo preso e declarou chamar-
se Emilio i'.aporali. ter 21 annos d idade, estar
domiciliado em aples ha uo mez e ter sido es-
ldante de architectiira.
O Sr Cris[ii passoa a noite socegado e sem
Mire; mis o ferimento diegou at aoosso e foi
acompanbado d'uma leve commogo cerebral, e
de liseira eraissio de sangue pelo ouvido esquer-
do. O estado do ferido no dia 14 era, por em-
qoito, bastante satisfactorio.
E' grande o na novo de pessoas que teem ido
visitar'o t. Crtspi e sao inuitos os telegramma*
oup Ih? leej sido ungidos.
O interrogatorio de Caporali nao era anda
sufficiente pirare podercaracterisaroaitentado.
Sera um doudo ?
Ser instrumento ignooil "e o -culta conjurapo
contra a existencia do primeiro ministro de Ita-
? E' de presumir que tudoisso venha a esclare-
cer-se dentro em pouco. .^P
anta M
onforme um telegramma de Rom* para o _
Daii Ckromcke, o papa nao s recusou allender
o coVlho da AHem inha para que se eonserve
no Vaticano, mas al prepara urna memoria cha-
mando a attengo das potencias para o facto dt
que a Allemanha aoiraa a Italia a manter a oo-
"# orresrondente d'aquee jornal
Roma, que passa por bem informado nos assum-
;
v

1 HTHUB |



*-*

I




. I

ST
Diario de Peraambuco-Domingo 29 de Setembro de 1 *9
Kis do Vaticano, diz que o papa reannciou rie-
itivamcnie ao seu projeclo de sabir da ciclado
eterna, visto a Alternaran Ibe naver garantido
ue, em caso de guerra, o governo italiano res-
seitaria rigorosamente a posicSo do pontilice.
Comtudo. os cardeaes Rampolla, Par roen i e
Schiaffino continuama insistir junto de Leao XIII
para que afT desista do scu projecto.
O Osservatore Romano de 14 declara que nao
liste nenhura conflicto entre a Hespanha e o
Vaticano, e que o governo he3pantiol e a nuncia-
tura vivera era p^rfaita harmona.
Parece que mons::nhor Vanu'.etli, nuncio
apostlico ein Lisboa, ser elevado dignidade
de cardeal e nomeado ministro de estado era
abstitoigao do cardeal Rarapola cujo estado de
saude exige raais trarquilidade do que a qoe Ihe
permittem os negocios do Vaticano:
A' mensajera rotada pelos bispos allemies
reunidos era Fulda, respondeu o Summo Ponti-
ice cora urna carta datada de Roma em 1 de Se-
tembro e que o Osservaotre Romano publicju ha
poucos dias.
Depois de se congratular cora os bis|vo3 alle-
aes pelo intimo accordo que existe entre elles
a Santa S, particularmente no que diz res-
peito s honras prestadas era Roma a um cri-
minoso apostata (Giordano Bruno e aos dis-
cursos que com furioso odio pela igreja por
a bocea dos fautores d'aquelle attentado.
Leao XIII prosegue n'cstes termos :
Crde que se alguraa consolaco pode en-
contrar-so eui circurastancia tilo triste, tivemol-a
cora esse admiravel assentimento com que vos e
s outros bispos. e bem assim os piedosos fiis
se todo o mundo, condemnastes e /ulminastes
aquella-insolente ostentacao de demencia impa.
E como vos accrescentae8 na vossa carta pala-
vras maito signilicalivas para accentuar que
constantemente tendes servido os nossos direilos
e a noasa liberdade, e para nos prometterdes o
concurso das vossas oraces n'e8tas difliculdades
materiaes, comprehendemos a gratidao que vos
devenios, nao so pelos vossos obsequios como
pelos vo*sos merecimenlos.
Dii um correspondente de Roma, que, apezar
da sade do Papa ser, agora excellente, em todo
o caso Sua Santidade reformou ltimamente o
seu testamento, fazendo alguraas disposicOes re-
lativas ao eraprego dos milhes que Ihe forara
offerecidos por occasiao do seu jubileu, e cuta
totalidade se ignora, avaliando-a atguos era 15
milhoes de fraacos, cerca de um mitbo de libras,
sterlinas.
Soa Santidade quiz tranquillizar aquelles que
recelaran que, no caso de deixar de existir, os
seus herdeiros apresentassem prelensoes aquella
somma, baseando se no facto das offerendas
teretn sido telUs, nao ao Pontfice, mas a nioo-
senhor Pecci.
771,000 a 810,000 tiectotltros sobre um ratlio
que dio todos os Estados.-Uaidos. Desde 1871
ios seus vinhos memoraram mul-
to, gracas inlroducc&o das melhores cepas de
Franca, Italia e Aliemanha; e as escolhas orga
nisaram se melhor de da para dia, e os viticul
tores iniciara se pouco a pouco nos bons metSo-
dos de vinikacao em uso as cidades vincolas
da Europa.
A prolueco da uva secca fez muilos progres-
sos, e e:n. breve a California poder abastecer
as necessidades do consumo ilos Estados Uni-
dos.
Em Portugal, floalii-nte, o mtldew pouco pro-
gredio desde que a temperatura se tornou mais
favoravel; e teria occasionado menos estragos
se os propietarios livessem applicado mais ac-
tiva e geralmente os remedios preventivos. Os
estragos, de certo. o -am alguraa cousa exage
ratos.
A colheta ser inferior do anno passado,
mas Bao ser nalla, v ado-se d'ohi que a sita-
Cao de Portugal, no que respeita ao vnho, pode,
em relacb a todas as outras nacOes, considerar-
se at certo ponto privilegiada, por isso que so
a Argelia e a California que parecem estar em
melhores condicoes.
FI\A\CAS E GMIUHIO
Apreciado o augmento que no periodo estu-
dado tere a importaco das prineipaes mnterias
primes, r-se que ee em definitiva representa-
se em 810:000*000. que representa tarabem o
exceaso dos fornecimentos para a industria na-
cional transformar em productos e artefactos.
Sob este aspecto, pois, lisongeiro o quadro.
considerando ainda que, para confirmar a im-
presso recebida, tem-ie ou as diminuicOes que
e notam na importaco de muitas maaufaeturas
ou 06 augmenlo8 que, por limitados, nao se
acham em relacao com o desenvolviinento da
riqueza publica e cora o consumo de generoB que
o pas nao produx sendo por" ultimo mais urna
prova disso o accrescirao sempre manlido da
importaco das machinas industriaos e ferra-
mentas, que no periodo estudaao se inscrere por
109contos. "
Nao pode-se, pois duvidar de que se desenrol-
re a industria de Portugal cora passo seguro e
apressado, sem que todava se possa diser que o
portuguez um povo industrial ou que a larefa
encalada se acha sequer em meio Ha ainda
muito que andar, mas nos ltimos des annos,
attentos os hbitos indolentes, o progresso tem
sido visivel, nao podendo negal-o ate os espiri-
tos mais pessiraistas.

Nos Estados-Unidos da America tem-se dado
ltimamente um facto, que merece a mais ele-
rada eonsideraco no mundo tinanceiro, *
procediineoto que teve o ministro da faeenda,
de comprar bonds do estado, cora o louyavel in-
tuito de augmentar as reservas metallicas dos
estabdecimentos banearios, para que estejara
habilitados a occorrer as necessidades da agri-
cultura e da industria, que ueste anno tecm as-
sumido proporces enormes.
As mportacoes neste pais durante as ultimas
semanas deste me, elevaram se a 7.898.010 dol-
lars, as q aes so os tecidos concorreram com a
somma d* 1328.959 dollaro.
AeexponacOes de ouro foram pelo mesmo
tempo de 1,030 doliars e as de prata eleraram-
se quantia de 7.77 doliars.
As receitas do estado teem caminkado n'nma
progressao notavel, de que tem resultado o go-
rerno poder ir amortisando a divida do estado,
e aasaesmo lempo que presta os mais salutares
beneficios para o desenvolvimento da riqueza
agrcola e industrial, ainda diminue as laxas dos
irapoatos.
INDUSTRIAS E ARTES
TKWSCRIPMS
e o rngate
moeda
,do
A vinba goza em Franca de urna temperatura
favosave!; e apezar da grele, (chuva de pedra)
do mildew e de todas as doencas cryptogamicas,
O coojsncto da colheita est boje em toda a Fran-
ca em bom caminho.
As uvas nao sio por toda a parta muito abun-
dantes, mas sao boas, cm geral, e prometiera
urna rindiraa satisfactoria, que na Borgooha de-
ve coaecar agora em Setembro, menos que so-
brevenham cootratempos, sendo que a respeito
do estado dos prineipaes vinhedos linos, na re-
giobonleleza a temperatura aliada semana ul-
tima-de Agosto fez um bem enorme s vinhas.
Um pouco raais de calor e o resuludo ser bri
lhante. .
No resto da Franja, segundo o Uomtemr Vsm
col, as esperanzas sao tambem grandes pela
qualidade; e, quanto quaotidade, coafirma-se
cada vez mais que ser de urna boa media, mas
relativamente inferior do anno passado.
Em Uespanba os estragos do mildr em Ara-
gao sio muito serios, tendo-se recoohecido que
as vinbas t atadas pela Boniit borlelam esca-
paran! ao flagello ou Ihe resistiram victoriosa
mente, sendo m na Catalunha a situaco, e na
Nova e Velha Gastella espera-se urna colheita
inferior media.
A Uavana e os Riojos gozara de um lempo
pouco favoravel ao deseovolrimento do mildem;
por isso os estragos deste flagello esto actual-
mente parados npssas provincias, em que o ra-
nedin foi empregado mais tongamente que em
todas as outras partes. Na provincia de Valen-
ca a colheita foi fortemente desfalcada pelo mil-
dew, pelo black rol e pelo oidium.
Na Italia as doeogas cryplogamicas atacaram
seriamente as vinhas, e a colheita ser muito in-
ferior do anno passado.
Na Sicilii a situago melhor; e na regio
de Reporto as apparencias sao bellas, sendo rae-
diocres em Corbone, a tendo apparecido o iwl-
Oew na Sardenha. ....
Na Suissa a colheita nao ser multo forte. No
emtanto pensa-se em que ser um pouco supe-
rior de 1888; a qualidade sobretudo anuun-
cia-se como sendo melhor.
Pelo cootrario, na Aliemanha colher se-ba
menos que o anno passado. Os ccchylu exerce
ram terriveis estragos na maior parte das n-
nhas allems ; tambem l o milde comecon a
fazer das suas.
As noticias da Hungra e da Dalmatia sao bas-
tante favoraveis, ainda que o nildem tambem
devastou esta regiSo.
Os ltimos avisos da Algeria annunciam um
tempo soberbo para as vinhas ; orvalhos muito
forte noite e de dia um calor; o mUdem nao
appareceu, as vinhas esto luxuriantes ; far-se-
ha cora certeza muito mais vinho do que se es-
perava Na provincia 4o Oran a qualidade pro-
mette ser superior de 1S88, e os proprietarios
conum j com esta probabilidade para esperar
obter precos mais elevados que era 1881.
As vinhas na Algeria comecaro em poucos
das. ...
A respeito da produccao vincola na califor-
nia a cmara do comraercio italiano de S. Fran
cisco dirigi Sociedade Geral dos Viticultores
Italianos alguraas informaOes interessantes.
A California o paiz mais productor de ri-
ahos dos Estados-Unidos: s ella foraece
O emprcstlmo
papel
(Naci da corte)
Se ao governo nao era licito em face das leis
vigentes proceder ao resgate do papel-modda
mediante operacoes de crdito, s Ihe restava
contractal-o com aleura dos bancos que se or-
ganisassera na conformi lade da le de li de No-
vembro de 1888, segundo auiorisaco conlida no
respectivo arl. 9."
Este processo de resgate, que tem vantagens
assis conhecidas, nao exiga, antes dispensa va
sacrificios immediatos ao Estado, que conferin
do o direito singular da emlsso at o triplo do
capital social tinha o raais perfeito direilo de
exigir do banco contractante a ligeira compen-
sacao de proceder ao resgate sem juros.
Foi o que pela le da 1833 se praticou para
com o Banco do Brasil, a quem alias nao foi
concedida a emisso senSo al o auplo do seu
fundo metallico e soraente em .circurastancias
extraordinarias at o triplo, o qne s se rerifi-
cou por duas vezes dquella data al 1866.
O capital das cdulas recomidas seria pago
em tempo e depois de operado o resgale, me-
diante os recursos que os poderes competeotes
houvessem de decretar.
O acto dictatorial inspUou-se porem no arbi-
trio, parecendo querer fazer marchar de frente e
simultneamente os dous proeeasos de resgale
por coala do Estado e de resgate pela substi-
tuido do papel bancario.
Assim que ao nesrao tempo que invoca a
autorisaco do citado arl. 9* da lei de 14 de No-
vembro, que o habilitarla a contractar o resgate
com alg dos oovos bancos, se os bouvesse
i organ.o_.los, inicia o rescate por eonta do
Estado destinando para isso a parcella insignifi-
cante de seis mil conlos distrahida do empres
mo de cem mil, que alias se dzia destinado a
resgatar o paoel-moeda.
Abra a llegalidade do acto ministerial, que
nao poder ser contestada, nio colhem as razes
produzidas na exposicio de moliros para a pre-
liminar redcelo projectada, a saber, a impos-
sibilidade sem esta da organisaco do banco de
emisso com capital metallico, e a aecesstdade
de proceder ao resgate gradativamente no in-
tuito de evitar perturbaedes na circulacao.
No estado actual de mercado monetario, nao
sero seis mil contos de menos na circulagio e
sabretudo de notas de valor superior de qui-
nbeotos mil ris, que menos gyram, que pode-
ro indnir na organisaco de bancos de emisso
com capital metallico, tornando possivel o que
sem aquella insignificante reduccao se aligura
irapossivel. CV>ra a convertlbilidade em ouro das
notas do banco, nenbum mal soffreriam estas
com a concurrencia no mercado de papel do Es-
tado, o qual to pouco coocorreria ao troco.
As pertorbaces e Jamos resultantes do re-
colhimento do papel-moeda sao de duas espi-
des : 1* a escassez do meio circulante restante,
Ia as oscillaces violentas do valor do instru-
mento de permuta que o recolhimento brusco
pode determinar.
No caso occorrente, nenhuma dolas sena para
receiar-se.
Nao a H, porque em substituidlo do pppeJ do
Estado recomido, entrarla em circulacao papel
equvalenie da emisso bancaria.
Nao a 1*, porque achando-se o papel do Estado
ao par do padrao legal, gracas ao recente de-
creto do governo que tornou obrigatorios ainda
nos pagamentos entre particulares us moe Jas
estrangeiras, a oscillagao do valor nao mais se
pode dar, visto ter se ja verificado, e com elle a
perturbaco e damno notados com a alca que
teve a nossa circulacao fiduciaria acompanhan-
do o movimento do cambio internacional
Resta seguramente a sphinge do futuro, a res-
peito do qual licito aos mortaes dissentir da
confianca do ministro da fazenda na perduraco
dos factos econmicos e sociaes que presencia-
mos.
Se a contianca fosee sincera e o governo esti-
vesse disposto a apoial-a por seus actos, menos
justificado seria o acodamento posto no resgate
de urna circulacao fiduciaria, que nabrpotbese
nao estara sujeita aos inconvenientes da depre
ciacao. Nesse caso, as Ilegalidades comraeltidas
nao teriam siquer a exuisa das boas intences
patriticas.
Mas na oropria peca ministerial qne temos sob
os olhos e em presenta dos ados do emprestimo
eleitoril e do resgate do papel moeda, que vamos
analysando. mais que justificada a apprehenso
dos amigos da causa publica quanto a perdura-,
gao de urna situaco econmica, que o produ-
cto de urna prudente gesto dos negocios pbli-
cos durante os quatro ltimos annos.
Com effeito, a exposicio ministerial nao nos
deixa duvida quanto a incompetencia em que o
governo se julga constituido de econemisar as
despezas publicas e de Hscalisar a boa arrecada
cao da receita, o que as leis Ihe ineumbem, de-
clinando tal misso para o poder legislativo, do
qual smente espera medidas que equilibrem a
receita com a despea publica. Dalii natural-
mente o pendor para os desregamentos as des-
pezas com que tanto se vai assignalando o mi
nisterio de 7 de Junho. Dabi a ameaca ao con-
tribuinte de novos impostas com que o sobrecar-
regar a nova Cmara, a quem naoassiste outro
meio para cooperar no inculcado equilibrio entre
a receita e a despea.
E' singular o quinho que o governo se reser-
va nessa disinbuico de papis 1
Em se tratando das medidas indispensaveis
para firmar o equilibrio entre a receita e a des
peza puolica, omitte as prineipaes d'entre ellas,
quaes sao a economa no dispendio dosdinheiros
pblicos e a boa fisclisaco das rendrs, que sao
de sua competenda, para lembrar a intervengo
legislativa, que para ella s pode concorrer com
a decretacao de novo impostas, e a qoem pro
mette coadjitcar com s maior decisSo I
Em se tratando da circulacao normal, outra
condico de que faz depender a prosperidade
publica, arroga se toda a competenda contra a
autoridade das leis, levanta emprestimos to
fabulosos quSo desnecessarios e decreta ainda
sem necessidade o resgate do papel moeda I
Se no que depende dos homens nao ha motivo
Eara a confianca apparentada, to ponco pode
avel-a no que depende da natureza, que se tem
mostrado inclemente para a nossa principal in-
dustria. A safra do anno corrente por insigni-
canle nao ofierecer os mesmos recursos da safra
do anno anterior. A do anno seguinle nao
mostra raais animadora.
O equilibrio entre a receita e a despeza publi-
ca ordinaria, que haviamos aitinffido, nos ha de
fugir: o governo eso o governo ser o respon-
savel.
REVISTA DIARIA
Acto* oOlclaea Por actos da Presidencia
de anle-hontem :
Forara nomeados, para preenchiraento das va-
gas existentes na 14." seceo da reserva da
guarda nacional da comarca da Escada, os se-
grales officiae8 :
?.' ampanhia
Tenente, Francisco Diniz.
Alferes, Victor Sepulveda Diniz,
3. compnnkia
Tenente, Joo Virgilio Saraiva Galvo.
Foi aberto ura crdito da importancia de
168*661 verbaJustica de l. cntranciadp
Ministerio da Justica, exercicio de 18S9, alira de
occorrer ao pagamento da gratifteacio comple-
mentar a que tem direito o bacharel Miguel dos
Anjos (Jarros, juiz municipal do termo de Bom
Conseibo, correspondente aos raezea de Janeiro
a Juina do corrente anno.
Foi noraeada Antonia nomualdo Pessoa de
Mello para reger efectivaraente a caieira mixta
de Cimocitn em Bezerros.
dem Geraldo das Mercfis Ferreira Landim
para servir interinamente o lugar de secretario
da repartilo de Sade do Porto.
Foram nomeados Manoel Goncalves de Mello e
capiao Manoel Rodrigues Torres Gallindo para
os cargos de agentes dos correios de Laga do
Carro e Pesqueira, era substituico de Francisco
Antonio de Souxa Reg, exonerado na mesma
data, e Antonio Cordeiro de Mefldonja, que no
acceitou a nomcaco.
U)ilenc publicaOuvimos dizer um
dos d micos raais antigos e raais ex pnenles des-
ta cidade que a causa occasional da enferraida-
de-que. sob o nome de Caxumba ou Papeira, tem
ltimamente grassado, a agua fornecida pela
Compaohia do Beberibe, visto como traz essa
agua em suspenso detritus de toda especie, que
actuam daranosamente no organismo.
Incompetentes para julgar do tacto, pois nos
faltara os elementos proprio3 uma apreciaco
cientfica, mencionamos aqu a opini&o daquelle
dioico para sujeital a ao exame dos seus col-
legas, e especialmente da Associacao Medico
Pharmaceulica, que t4o bons servicos -j lm
prestado hygiene, e que raais esse pode addi
cionarao scucabedal deestudos praticose uteis.
Entretanto, convra que digamos, pois fruc-
to da nossa observaco pessoal, e toaosfcpodem
facilra nte verificar, que a agua fornecida pela
Companhia do.Beberibe traz grande copia de im-
purezas, cuja natureza desconhecemos, eque
podem ser separadas pela Hltragera ou del-
xando-se repousar aquella agua em depsitos
por mais de li horas, attm de que se precipilem
laes impurezas.
O deposito assim obtido sempre vojjimoso
em relaco a quantidade d'agna em r so ; e
indica suficientemente, simples jC^ccao oc-
cular, que nao elle constituido somente pela3
partculas ferruginosas arrancadas canalisaco
pela agua em grande velocidade e alta presso
Ser damnosa realmente a ingestlo desses de-
tritus para a economa animal T Nesse caso
qual o u>eio de obviar o damno ?
E por outro lado : nao ser a Companhia do
Beberibe obrigada pelo seu contracto fornecer
a agua em boas condicoes de ser immediatamen-
te utilisadaT
E' o que em geral faz a populaco do Recite ;
e isto al certo ponto aconselhado pola propria
Companhia, que, fornecendo agua todos os pa-
vimentos dos predios, e usando do hydroinelro,
como que garante a polabilidade immediata do
liquido fornecida.
Uemais, nem lodos podem ter em casa depo-
sitas em que possa repousar a agua fornecida ;
e dahi o uso mmediato que se faz desse liquido
quer para beber, quer para o preparo dos ali-
mentos, ingerindo-se por ambos os modos as
materias orgnicas e inorgnicas trasldas em
suspenso na agua.
O que nos parece mais convinbavel e de mais
prompta execuco para obviar esse inconvenien-
te,que o sempre tal ingesto, ainda que nao
produza o elleito denunciado pelo clnico que
altudimos- ; o que nos parece mais prompta e
efbcax, dizemos, a Companhia de Beberibe
adaptar filtros aos seus reservatorios ou caixas
de destribuico, de sorte que a agua ebegue
cidade depurada dos detritus em questo, inani-
festamenta oriundos .das fontes ou tomadas d'a-
gtw.
A questo que assim agitamos vale a pena ser
es ludada, pois i merenga de perlo a bygiene pu-
blica ; e para ella chamando a attenco do Sr.
inspector ae bygieoe e do engenbeiro fiscal da
Companhia do Beberibe, aim da dos dioicos e
da Associaco Medico Pharmaceulica, aos quaes
alludimos eu: comego, julgamos cumprir um de
ver, tanto mais imperioso quanto trata se de as-
sumpto de interesse geral.
(cura* de fcelleM A redaceo do
Bnoculo pedio nos para declarar que o prximo
numero desse peridico ser dedicado s seoho
ras que no amcar <*# b*Ui**, por ana foijtt ef-
fectuado, obiirerana maior numero de votos a-
tre os 16.00U recolbidos.
(embla provincial -Coraecara boje
as sessOes preparatorias da assembla provin-
cial, convocada extraordinariamente para o dia
1* de Outubro para tratar do orcainenta.
Beunio Bauascal-Realiscu se ante-hon-
tem noite, segundo annunciamos, a 10.a reu
nio musical dada pelo Sr. F. de Paula Gomes
com seus alumnos, sendo muito concorrida.
O programma execulado agradou bastante, sa-
hindo-se muito regularmente os alumnos, que ex-
hibiram, como de costume, as suas ultimas ti-
ctes. Nao Ibes faltaram merecidos applausos.
Depois de correctamente execulado o bjmno
russo, pbantasiado por Gouood, a 1 pianos, 4
laos, terraioou a reunio pela execuco, nao me-
nos correcta da esplendida symphonia da tuda
de l'orttc, a 1 pianos, 8 mos.
A msica russa que um pouco melanclica e
de syslemas vezes irregular, apezar dista agra-
dou. Aconselhamos ao Sr. F. de Paula Gomes, a
continuaco da idea que lere, e que nos ir dan-
do a conhecer slylos uovos e especiaos.
Foi uma bonita festa.
A familia Fernandes Ribeiro esmerou se em
tratar com a maior amabilidade aos convidados
e discpulos do distinti professor de piano, o
Sr. F. de Paula Gomes.
ompnuhia Ferro-CarrilDo digno
gerente desta Companhia recebemos a seguinle
carta explicativa, de que o publico tomar de
certo coabecimento, para relevar as faltas qne
por ventura se em no servico das lianas, hoje:
Companhia Ferro-Carril de Pernambuco.
Recife, 18 de Setembro de 1889.Illm. Sr. -Ama-
nh devem ter logar uma corrida de grande pre-
mio no l'rado Pernambucano e a festa de S. Mi-
guel em Afogados.
Fiz todos os esforcos, junto aos enearregados
da festa para obter a transferencia, visto nao me
ser possivel fazer dois servicos bous para dois
pontos diversos onde baja grande concurrencia
de passageiros. Nada consegu.
Para tirar de mim pois, a responsabilidade,
muito agradecido Ihe flearei se der pelo seu
Diario esta pequea explicaco.
Sou com toda eonsideraco e estima.Carlos
Alberto de Meneza.
Sociedade Recreativa S de Be-
bro-Aore hoje noite essa sociedade os seus
sales ura sarao, que ter de dar em obsequio
aos seus convidados.
A directora nao tem poupado esforcos para
abrilhaotar a sua reunio festiva.
Concert guitarra liespannola
Araanh os distinclos guitarristas bespanhes
Martnez Toboso e Gil Orosco, fazem o seu ul-
timo concert nos sales da Club Internacional.
Sobre os distinclos professores, acerca da exe-
cuco e era referencia guitarra de ti cordas,
em que tem logar a mesma execuco, j demos
detalhada noticia; e assim nao ha a accrescentar
seno que os leitores apreciem-n'o*por si, que se
nao arrependero; pois devem trazer as mesmas
recordacoes das horas que alli passarem.
0 concert que comecr s 7 3/4 e terminar
s 10 horas da noite, constar de 3 partes e estas
das seguintes pegas :
l. parte
Simphoma da opera Juana a"Are
Tema alemn, com variaco?s
Tuya, mazurka
l. parte
Phantasia da opera Bailo in mas-
chera
Tru Jolie, rralsa
Tango, danfa hespanhola
3. parte
Phantasia da opera Trocador
Min'iette
Polka, (Rizicatto)
O concert conclue com a apreciada Rondalla
Hespanhola.
En* aeco de icrneaDizeraraos de Ta-
quarctinga que algumas inis de familia manda-
rara rezar urna raissa, era aeco de gracas por
nao ter corrido sangue no dia 31 de Agosto ulti-
mo, por occasiao da eleico, era vista do appa-
rato bellico que alli se preparou.
Club Lltterario Ayre* fiamaHoje,
pelas 6 horas da tarde, na Escola Normal, rea-
lisar este Club, a sui 15* conferencia publica.
Occupar se-ha, na tribuna o Sr. Arthunio Vi-
eir daReforma urgente da escola primaria.
Crrelo da EuropaDos'ribuiose hon-
tem o n. 19 do Correio da Europa, trazido pelo
paquete Treni, de Lisboa, onde publicad! ex
pressameute para o Urazil.
Esse quinzenano uontini a sor subscripto na
Livraria Quimas, ra 1 de Marco n. 4.
CttejadaAntehoutem chegou da Europa,
para onde fra lia mezes de passeio, o honrado
commerciante da praca do Recife, o Sr. J. H.
Boxvrel, que trouxe comsigo sua Ilustre fami-
lia.
S. S. foi receido na praga do Commerck),
onde desembarcou, por rauitos amigos, que o
acorapanharara at a casa de sua residencia.
Pedra TapadaSegundo declaracao da
repartico dos crrelos, partir do 1 de Outu-
bro pfoximo, a mala terrestre para o povoado
de Pedra Taada ser expedida nos dias 3, 8,
13, 18,13 c 28 de cada mez.
Tiieatr dan Variedades-lia boje es-
pectculo no tbeatro d-is Variedades, na Nova
Hamborgo, constando da zarzuela Um baix de
capella da comedia Como se fazia um deputado e
da Caedo das laranjas.
Conaellio de compran de marlnaa
Na prxima terca-feira, 1 de Outubro, o con-
seibo de compras da repartico de raarinba rece-
be propostas, s 11 horas do dia, para forneci-
mento de diversos arligos, oonslantes do respec-
tivo edita), para o almoxarifado, navios de guer
ra surtos no porto, e dependencias do Arsenal
de Marinha. bem como de medicamentos para a
enfermara e navios da armada.
Ve rimen tos gravea No dia 8 do cor-
rente, no termo de Buique, Lourenco Bezerra
Delgado e Joaquira Gamillo Delgado feriram gra-
vemente a Francisco de Barros e Silva, a quera
haviam emboscado as proximidades da feira
de Piles, de sorte que ao passar por ahi o of
fendido, foi alvo de tres tiros de pistola, que
sobre elle descarregaram os oflensores, e o at-
tingiram em numero de dous, sendo o uutro
empregado no seu cavallo, que cabio morto para
logo.
criminosos, aps a perpetracq do enme,
puzerara-se era fuga; e a polica abri o respec-
tivo inquerito.
Tribunal do Jury do RecifeAinda
hontera nao pode ser inslallada a 5. sesso or-
dinaria deste Tribunal, por s haverem compa-
recido 17 juizes de facto.
Foram sorteados os seguintes supplentes :
Freguezia do Ricife
Joo Vicente Ferreira Coelbo.
Jeronymo Duarlc Rodrigues.
Jos Antonio do Cont Vianna.
Jos Antonio Goncalves Penna Jnior.
Freguezia de Santo Antonio
Manoel de Araujo Lima.
Frrguezia de S. Jos
Joaquira Teixeira Bastos.
Guilherme Patricio Bezerra Cavalcante.
Freguezia da Boa- Vista
Francisco de Paula Cabral.
Francisco Jos da Silva.
Euclides de Aquino Fonseca.
Jos Candido Viegas.
Dr. Caetano Xavier Pereira Brito.
Jos Feliciano de Nazareth.
Freguezia da Grata
Andronico Lobo.
Antonio Luiz Rodrigues de Almeida.
Leoncio Gomes da Fonseca.
Freguezia de Afogados
Manoel Bezerra de Vasconcellos.
Baro de Nazarelb.
Freguezia do Poco
Jos Cavalcante de Albuquerque.
Augusto Cezario de Mello.
Francisco Ignacio de Oliveira.
Foram multados os jurados seguintes :
Em 20*000 :
Abilio Jos Bezerra Cavalcante,
Henrique das Mercs Jansem.
Ildefonso Vieira da Cuaba.
Joo Duarte Carneiro da Cuuha Gama.
Joaquira Mauricio Goncalves Rosas.
Antonio Soriano do Reg Barros.
Antonio Gomes de Oliveira e Silva.
Augusto Goncalves da Silva.
Jos Augusto Rodrigues.
Joaquim de Souza Pinheiro.
Jos da Cruz Santos.
Januario Jos da Costa.
Jovino Baodeira.
Luiz de Oliveira Lima.
Luiz Alfredo de Moraes.
Manoel Jo do llagalbSea Soare.
Tenente-coroncl Manoel Goncalves Ferreira Costa.
Pedro Alexandriao Carlos Maia.
Em 10*000:
Antonio Berardo de Lima Mondes.
Flix Ariquind Lieulbier.
Francisco Manoel da Fonseca Rosas.
Dr. Joo Bastos de Mello Gomes.
Jos Antonio Moreira Dias.
Joo Pacheco de Medeiros.
A sessio foi adiada para amanha, s 10 horas.
Be trato -Acha- se em exposicSo na Livraria
Parisiense n. 7. ra Primeiro de Marco, o re-
trato do Exm. Sr. Baro de Caiar.
. E" feito a crayon pela Exma. Sra. D. Mana
CaDdida de Figueiredo Santos, professora da
aula pratica do sexo feminino da Escola Normal
d'esta provincia.
Cdigo Criminal BraallelroAgra-
demos a remessa do 9. fascculo dessa publi-
caco do lente cathedratico da nossa Faculdade
de Direito, Sr. Dr. Joo Vieira de Araujo,
Directora das otaras de coaserra-
cao do rorto de reraaamfcmcoReci-
te, 17 de Setembro de 1889.
Boletim meteorolgico
mulhere3 24 estrangeiro3 33.
Poa*ageiroa Sabidos para o norte no va-
por nacional Espirito-Santo:
Vicario Jos E. de M. Ramalho, Luiz G Pialo
Rainalho, Ladislao P. da Costa. Jos Joaquim
Santos Lima. P! Gomes, Miguel Borge3.dos San-
tos, Elpidib Fernandes, F S Maia, Idalina M.
Bevoredo, Mathilde Maria Guimares, Antonio
Gomos Salgueiro, Manoel M. de Souza e sua se
nhora, Joaquim S\ Cavalcante, E. Pereira de Ara-
go c 1 ex praca de polica.
Sabidos para Fernando de Noronha no va-
por nacional S. Francisco :
Coronel Luiz Paulino de Hollanda Valenca, ca-
pito Manoel Accioly de Moma Gondira e sua fa-
milia, Antonio da Costa Ribeiro, 1 sargento, 1
cabo. 1 anspecada, 1 corneta, 5 soldados e 1
mulher.
OperacOea cirurgicwNo hospital Pe-
dro II, tiverum logar as seguales :
Pelo Dr. Malaqulas:
Hydrocele com anestesia de cocana e injeceo
pura de iodo.
jPelo Dr. Estevo:
Ablaco dos grandes labios exigida por ele-
phantiasis.
Caaa de DelencoMovimento aos pce-
(os da Casa de Delenco do dia 27 de Setembro
le 1889.
Existiam 341 ; entraram 6; sahiram 9; exis-
tem 438.
A saber:
Nacionaes 381;
-Total 438
Arracoados 399
Bons 380.
Doentes 14.
Loucas 4.
Loucos 1. -Total 399.
Movimento aa enfermara
Teve Baixa :
Jos Francisco da Silva.
Tiveram alta
Porpbirio Francisco da Cruz.
Franco Lias de Albquerque.
Hospital Pedro II O movimento deste
tabelecimento de caridade, no dia 26 de Setem-
bro foi o seguinle:
Entraram 19
Sahiram 9
Frileeeram 1
Existera 574
Foram visitadas as respectivas enfermarlaf
jelos rs.:
Moscoso s 71|4, Cysneiro s 10 l|l. Barros So
briaho s 7, Malaquias s 8 3|4, Pontual s
8 3)4, Estevo Cavalcante s 8 1(4, Simes Bar-
bosa s 11 horas.
O Dr. Berardo nao comparecen.
0 cirurgio dentista Numa Pompilio s8 1|1
horas.
O pharmaceutico entrou s 8 i [4 da manh e
;ahio s 6 da tarde.
O ajudante do pharmaceutico entrou s 7 1|4
ta manh e sabio as 3 ihoras da tarde.
Olera do rana-ParaA 1 parte d..
3i" lotera, dessa provincia, cujo premio grande
eeiOOOiO1, ^er extrabida no dia 4 do Outu-
bro.
A 4 parte, da dd 250:000*000, ser extra
hiida no da .. do corrente.
iiraadr lotera do Maranbao A 7'
jerie da 1 lotera, dessa provincia, cujo premio
grande 300:o00#000 ser extrahida amanh 30
3e Setembro.
Cemlterlo PublicoObtuario do da 17
de Setembro de 1887.
Mana das Virgens Cecilia, Pernambuco, 50
annos, viuva, S. Jos; anemia.
Antonio, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; dys-
toc'3- i.
Mara Jos, Pernamouco, 60 annos, solteira,
S. Jos; leso cardiaca.
Luiz, Pernambuco, 5 dias, -S. Jos ; ttano in-
fantil.
Mara Joaqun Pacheco, Cear, 74 annos, ca-
sada, S. Jos; meningite.
Bernardino Alves Neiva, Pernambuco, 40 an-
nos, casado, S. Jos; hematemese.
Miria. Pernambuco, 18 mezes, Boa-Vista ; ca-
choxia palustre.
Um feto, Pernambuco, S. Jos.
" Antonio Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista ; en-
terile.
Joo Joaquim da Silva, Parahyba, 15 annos,
Bolteiro, Boa Vista ; tubrculos pulmonares.
Manoel Ferreira, Pernambuco, 40 aonos.casa
do, Boa Vista; tubrculos pulmonares.
Jos do O' da Silva, Pernambuco, 70 annos,
casado, Boa Vista; ascite.
Jos Alves da Silva, Pernambuco, 70 annos,
vinvo. Boa-Vista ; ascite.
Jos Rodrigues dos Reis, Pernambuco, 50 an-
uos, casado, Boa-Vista; laryngite ulcerosa.
Maxiraiano, Pernambuco, 16 annos, solleiro,
Boa-Vista ; a nazarea.
Martiniano Jos Bibeiro Pessoa, Pernambuco,
54annos, casado, Boa-Vista; leso docoraco.
Mara, Pernambuco, 5 annos. Boa-Vista; febre
Palu9lre- ,
Luisa Caminha de Amonm, Pernambuco, 84
annos, solteira, Santo Antonio,; dilataco da
aorta. .
Mara Zeferina Barbosa, 88 annos. viuv, S.
Jos; diarrha.
Manoel Leopoldo da Costa Pestaa, Pernambu-
co, 18 annos, solleiro, Recife; commoco cere-
bral.
9 a- 0} T9
Horas Thermo tro cen grado Barmetro a 0 Tenso do vapor i Hmida
6 m. 14-6 761-93 19.96 87
9 17--o 761-13 11,01 77
11 18'-9 761-88 21,07 71
37t. 18-6 759-18 1005 70
6 17*-5 760-83 10.51 75
Temperatura mximaf9",tS.
Dita mnima H,lo. w
Evaporaco em 14 horasao sol: 7-.5; A som-
ora: 4-9.
Cbuva-l-,t.
Direcco do vento : E de meia noite as 4 horas
e 10 minutos da manh; ENE com inlerrupces
de E at 6 horas e 30 minutos da Urde; E, ESE
e SE alternados at meia noite.
Velocidade media do vento : 1",48 por se
zuedo.
Nebuiosidade media: 0,44. v
Boletim do porto
1!
M
M.
M.
M
Dias
27 de Setemb.

28 de Setemb.
Horas
0 -16 da tarde
6-16
006 da manh
629
Altura
0-.15
1-.60
0-.33
J-,61
Verdi.
Humel.
Penella.
Verdi.
E. WaldteuM
Ch. yValverde
Verdi.
Bolzoni.
Straus.
t,eii*esEITectuar-se ho os seguintes :
Amanha :
Pelo agente Slepple, s 11 horas, ra do Impe-
rador n. 39, de uma casa.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra da Palma n. 27, de mobilias e outros mo-
vis.
Pelo agente Silveira, s 11 horas, ra Estreita
do Bosario n. 8, de um predio.
Terca-feira:
Pelo agente Pinto, s 11 horas, ra do Bom
Jess n. 45, de predios e terrenos e de fazendas
avariadas.
Pelo agente Stepple, s 11 horas, ra do
Imperador n. 39, de uma casa.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra da Palma n. 27, de movis, etc.
Pelo agente Gusrao, s 11 horas, ra Mr-
quez de Olinda n. 5, de fazendas e vinhos.
mismos fnebresSero celebradas :
Amanha :
A's 8 horas, na igreja de S. Francisco, pela
alma de Antonio Argemiro de Gouveia; s 7 ho-
ras, na igreja de S. Jos de Riba-Mar, pela alma
de Bernardo Luiz Ferreira ; s 7 horas, na
igreja de S. Francisco, pela alma de Francisco
Jacintho de Sampai: s 7 horas, na capella do
Chora Menino, pela atina de Jos Antonio Mar-
ques.
Terca-feira :
A's 7 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de Antonio Feliciano da Silva,
DE D0.HM0 A D01NGO
Muitas, innmeros sao os obstculos que para
lancar um artigo encontra, nos tempos que cor-
rem, quem procura nao afastar-se da verdade e
quem timbra em basear os seus escriptos n'nma
exacta e rigorosa observaco dos acontecimentos
sociolgicos e dos diversos caracteres que andam
dispersos na sociedade.
O escriptor que nao thuriferario, que aponta
os defeitos sem desconhecer as virtudes, que nao
se avilta incensando, um zoilo cuja myopia
esl de accordo com a pequenhes de sentimentos
e curtea de vistas e, pelo contrario, o que fu-
giu de offender, qee nao colloca no quadro cores
e -curas tem de passar por fraco e os seus artigos
sao considerados paludos, sem chiste e sem ori-
ginalidade.
E chegam a tal ponto a inconstancia e a inco-
herencia que ou se feroz, velbaco, e outras
boas qualidades iguaes ou se passa por palhaco
efferainado et retiaua.
Seguindo essa triste peregrinaco, nos sonre-
mos aecnsages, totalmente infundadas a respei-
to de certas consideraces que despreocupada-
mente, enjillimos a respeito do actual inspector
da instrueco publica, relativamente reforma do
ensino. .....
Nada porem, demover-nos-ha da tnlha que
encetamos, convencam-se disso todos os Grac-
ckos (L.jld'essa trra.
E nem essa seceo, pela sua ndole, nos deixa
tempo para sustentar polmicas, mxime com
quem nao tem o criterio bastante para discutir
seriamente e que s sabe mergulnar o rosto no
oldacal da intriga e... fazer piruetas.
Essa a verdade...

O nosso presado amigo, o Sr. professor Arthu-
nio Vieira realisa boje uma conferencia publica
a 10 da serie mantida pelo benemrito Club
Arres Gamaem que pretende discutir sob o
ponto de vista material, isto dos instrumentos
e apparelhos necessarios, as medidas que sao
urgentemente reclamadas pelas crescentes pre-
cises da escola primaria.
Amplamente conhecido do nosso publico qne
tem assistido s continuas exhibices de seu ta
lento esse illustre membro do magisterio publico
d? nossa to infeliz provincia ir raquestionavel-
mente atteslar mais uma veza orientacao que tem
a respeito de tudo quanto possa interessar escola
de tudo quanto possa concorrer para o seu ale-
vantamento.
E vem em tempo muito opportuno essa confe -
reacia. ,
Quando se trata de alterar radicalmente as
instituicoes bsicas da escola, quando se unir
tende refundir completamente os moldes erogue
ella vasada, muito lgico que um professor
isto que um interessado venha expor as suas
opinies com a calma do analysta, que estuda
framente os factos.
O Sr. Arthunio rege uma cadeira de instruegao
primaria e portanlo justo que S. S. venha dizer
o que preciso para o regular tunecionamento
da escola.
Espirito observador, possuindo essa longa pra-
tica que umitas veies superior, nos seus resul
tados, s mala bellas theorias de crerque S. S.
possa ter um selecto auditorio qtie julgue da ve-
racidade das nossas aflirmativas.
A conferencia, que comecar s 6 horas da
Urde, effectuar-se-na no edificio da Escola Nor-
mal e a ella devera comparecer todos os que se
interosiam pela prosperidade publica que depen-
de era sua mor parle, do carcter dos cidados,
carcter que s pode ser modelado na escola
primaria.
Carlos d'Aubeville.
N. B. Para evitar duvidas d'hoje em diante
asignaremos nosso nome por extenso.
CHRONICA JDDICIRIi
#funa Commerelal da cidade do
Reelfe
ACTA DA SESSO DE 26 DE SETEMBRO
DE 1889
PRESIDENCIA DO ILLH. SR. COMMBNDADOR ANTONIO
GOMES PE MIRANDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraes
A's 10 horas da miraba declarou-sc aberta a
sesso, estando presentes os Srs. deputados Olin-
to Bastos, Beltrao Jnior e Herminio de Figuei-
redo. faltando sem participacSo o Sr. depurado-
coromendador Lopes Machado.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso
e fez se a leitura do seguidle :
EXPEDIENTE
OIBcIo :
De 21 do corrente, da juota dos corretores
desta praga enviando o bolelim das cotacoes
olliciaes de 16 21. -Para o archivo.
3 Distribuirain se rubrica os seguintes livros:
Diario da Caixa Filial do Banco. Nacional do
Brazil nesla praca ; diario, copiador e registro
de accionistas da Compauhia de Edificacao e os
copiadores de Pana. Oliveira & C, Julio & Ir-
mao, Ferreira Rodrigues A C.
DESPACHOS
Petices :
De lavares & Barbota, eslabelecid03 ra do
Imperador n. 52, desta cidade, apresentando
registro o contracto de sociedade que cetebra-
rara sob a denorainago Alfaiataria Acadmica
com o capital de 4:700*000, fornecidos 2:500*
pelo socio Nstor Alves Barbosa e 2:1005 pelo
socis Manoel Tavares.-Archiv:se na formada
lei.
De Anastacio da Silva Lorega, apresentando
os exemplares da marca Tigre atm de se-
ren aanotados como de sua propriedade-.Como
requer. _
De Jos da silva Taribio, Ricardo Rodrigues
dos Santo3 e Bento Domingues Serra, para se
Ibes registrar o contracto de sociedade que ce-
lebraran! sob a firma de Silva Rodrigues A C,
para o commercio de gneros de estiva e outros
quaesquer nacionaes e estrangeiros ra da
Restaurago n. 7, desta cidade, com o capital de
6:360*000. Archive-se
A meritissiraa Junta resolveu que fosse convi-
dado o supplente que competir aflm de substituir
o Sr. deputado Figueiredo que tem de ausentar-
se por a!gura tempo.
Nada mais havendo a despachar, o Illra. Sr.
comraendador presidente encerrou a sesso s
11 horas da manb.
PUBLICARES 4 PEDIDO
A eleigao do 10. dlstricto
O Sr. Lourenco de S contina a dar
solemnes attestados dos sentimentos que
ihe germinam n'alraa.
Epleptico, louco moral ou maturalmen-
te criminoso S. S. tem provado a verda-
de de todos quantos se tem estorcado por
caracterisar a novaeschola juridico-anthro-
pologica.
Schule escreve que os loucos moraes tem
um fundo de irritabilidade prompto a ex-
plosir como um volco e Tamburim diz
qne para elles se lancarem nos maiore
accessos de colera basta simplesmente op-
por-se o menor obstculo sua vontade.
O Sr. Lourenco de S assim : ferido
na sua estulta pretensao de ser o legitimo
representante do 10. districto desta pro-
vincia lanca-se, loucamente, ferozmente,
sobre caracteres distmetos, como se estes
podessem estar merc das suas ridicu-
las iras!...
Uma outra caracterstica quo S. S. apre-
senta a vaidade.
Quem nesta provincia possue mais tito*
los que o nobre e preclaro Sr. meiovis-
conde LoureD.90 de S ?
Ninguem !
Smente S. S. pode orgnlhar-se de ser
o mais apurado fabricador de eleicSes !
E disso o Sr. Lourenco se vangloria no
intimo convivio dos amigos, imitando as-
sim o chefe de uma tribu americana qu
dizia a chvet: eu tenho morto tantas
mulheres e creancas que posso, gracas a
estas facanhas, me lisongear de ser o
maior morbka que entre nos appareceu.


A eleicSo do 10." districto offerece mar-
gena a consideraces de toda a especie.
De um lado vimos a impudencia de uro
candidato que para vencer envida todos
os recursos e que depois saborea o fructo
de suas criminosas indignidades.
Do outro surge immaculado o vulto da
quem ainda nao aprendeu, com a nobre fa-
milia, o meio de adhir eleo n3o das ur-
nas mas das actas...
Ao passo que este tem horror aos meios
inconfetaavei aqaelle nao trepida em con-
siderar como uma gloria a campanha qus
dirigi no dia 31, de que foi theatro o 10.*
districto.
cima deste s ha um facto na historia;
o do chefe Batta que desse a um mi-
sionario que Ihe reprovava o cannibalis-
mo :vos dizeis que isso infame, mas
n2o que deixe de ser bom (Vogt, 13).
E' exactamente o que faz o Sr. Lou-
renco :j practica violencias por vaida-
de, por luxo, como um acto digno da admi-
raeao publica.
Mas .... S. S. tem razao.
Na historia da antiguidade ha liccSes
em que se pode beber a orientadlo que tem
a respeito das .cousas deste mundo.
Jaso de fabricar elei$5es, de roubar ao
eleitorado um diploma que pertence a ou-
tro facto naturalissime.
Se antigamente o latrocinio era permit-
tido por que deixar de sel-o hoje, qus
tudo progride e que j se inventou uma
agua propria para apagar tinta t!
Em Cesar (Bell. Gall., 1. VI, cap. 21)
encontra-se o seguinte pedajo onde os fa-
bricadores de actas baseam a sua justifica-
tiva. Latrocinio nullam habent infamiam.
EentSo?
Isso de ser-so honrado, serio, criterios,
sensato, prudente, cousa que valha ?!..
Onde a honradez, a seriedade, etc. j
fizeram de uma nulli$de um grande ho-
mera.
Melhor e mais vnntajoso de que isso o
individuo ser .... surdo aos reclames da
consciencia, porque s assim se pode che-
r celebridade sem grande dispendio
elementos intellectuaes e moraes.
E quando o governo protege, entSo sss
que ... um bonito !....
Em Marrocos os Bem Hassan, cuja 00-
cupayao principal transferir o bem alheio




1




'-
L
]
5



D
iario de PernambucoDomingo 29 de Setembro de 1889
3
* *


para o sen dominio, (refere DeAmicis)
alo disoiplinadoa e tem chefe* reconheci
dos pelo governo.
E entao !....
Facn-se do Brazil um estado igual a esse
a aoja a eleicSo por meio da frauda, do
embuste, a occupacSo de cortos polticos
o da trra.
# #
Comecei fallando serio e ultimei..........
rindo.
E' que a figura grotesca do novo D.
Quichotte s pode, com seus arreganhos
burlescos, produzir o riso.
Riamos pois.
Tkemia
Que tartufos!
0 Jornal do Rrcife de boje, era sua parle edi
torial, qualilica deattentarioo acto dajenta apu-
radora do 10 d9lricto, que cxpedio diploma ao
souselheiro Rosa e Silva.
A parte editorial de responsahilidsde do Sr.
Ilysses Vianoa.
Pois bem, ja que S. Exc. quer entrar em scena
os estimamos que venha essa nota alegre para a
triste comediaLourenco de S.
A expedico do diploma foi um allentado, dix
o Jornal, porque a juntaapuradora so tinhacom-
petencia para sommaf votos.
Ora, diga nos c, Sr. lysses : matar um cri-
ne, nao ha duvida, mas se o Sr. for assallado
por um ladroque queira roubar-lhe a bolsa ou1
a vida, tem ou nao tem direito de mtalo? E'
claro que tem.
Pois, bem, o caso elcitoral do 10> districto
perfeitamente ideotico. O Sr. Lourenco de Si
roubou a eleigo do 10* di9lricto, coraraettendo o
crime com circunstancias aggravantes, inclusi-
ve O emprego de um instrumento brbaro de que
s urna alma de lama poderla tancar roao,a
peta de ferro!
Como, portanto, recusar aos espoliados, at o
direito a um protesto ?
Pois ento o roubo dos direitos polticos nao
legitima tarabem a defexa ? 1 Que direito, que
moral, que impreusa essa que applaude o cri-
ne e condemna as victimas ? I
E de qu modo excrcitaram elles esse direito
de defeza ? Da forma inais honrosa possivel.
A defeza pode enejar al aos limites da as
gressao. Logo a junta apuradora poda, sem n-
correr em censura razoavel, empregar tambem
a fraude, para defeza dos direitos -espoliados do
districto, que na qualidadu de juizes de paz le-
gtimamente P-presentam.
Mas nao empregarara fraude alguma, note se
bem. Ueixaram o crime tal qual foi coromelti-
do, para que a cmara dclle tome conhecimento,
tao somente nao quizeram expedir o diploma ao
gatuno, s e s porque isso facilitara a occulia-
fSo do roubo...
Onde est ahi o attentado ? Qual foi a acta
que desappanceu ou foi falsificada T Qual fui o
voto que perdeu o Sr. Lourenco de S 1
Nada, absolutamente nada foi alterado. En-
tretanto tem se com isso feito um escarceo !
Prender eleitores, cercar igrejas, falsificar ac-
tas, por, em pleno secuto d>zent>te, urna pea de fer-
ro, durante trintu horas e no meio do mato,em
mi eleilor telho, dontte e de pernos indiadas, s
para elle nao votar contra, nao constitue eri
me!... i eixar de sommar essas violencias e
falsinVaces, deixar de apurar o producto de taes
iniquidades, um terrivel attentado (1!
E quera assim affronta a opiniao publica o
Sr. Uly*es Viauna, na parte editorial do Jornal
ao. Recife I
E nao ha, na civilista provincia de Peroam
buco, urna auloridade superior que se.rnova di
ante da denuncia do crime barbara da pea de
ferro, de que foi victima o eleitor conservador do
Altinbo, Claudino Jos Machado, conforme cons-
ta de documento publicado no Diario de Pernam
buco, de 19 do frrente, sob d. 3 I
Agora, para que o puolico. anda mtibor, co-
nbeca os tartufos desta trra, nos accrescenta-
remos:
0 Sr. Ulysse3 Vianna insulta Conselheiro
Rosa e Silva, na parte edictohal do Jornal do
Recife, porque a junta apuradora do 10. distric
to, pelas razes expostas, expedio-lhe diploma,
sendo alias publico que o Sr. Rosa e Silva
declara que nao pleitear a cadeira de depu-
lado.
Entretanto o proprio Sr. Ulysses Vianna, em
1882, defendeu na cmara dos deputados o di-
ploma expedido illegiilrocnte ao Conselheiro
Soares Brandan, nao porque tivesse havido frau-
des na deico, mas nicamente porque setenta
votos dados ao Dr. Aljofarado Jnior tinham
aido escriqtos em papel am-sade I
No caso do 10. districto o Conselheiro Rosa
a Silva, com a franqueza que o caracterisa, so-,
phisma a verdadeira tueona legal. Tao somen-
te justifica c acceita a responsabilidade do acto
da junta apuradora, porque em face dos crimes
mandados coinmeter pelo Sr. Lourengo de S,
considera justo o protesto de moraliilade que,
em defesa dos direitos espoliados tizeram os
raembros da junta, nao querendo expedir di-
ploma ao auctor das fraudes.
No caso do Sr. Soares BrandSo, em 1882, nao
s o orgo liberal snstentou a competencia da
junta para deixar de sommar os 70 votos, dados
ao Dr. Alcoforado Jnior, f porMerem sido es-
criptos era papel amisade,-(marcas da fabrica)
como tambem o Sr. Ulysses Vianna e os de
mais deputados lib'raes'd'eta provincia chega-
ram a pretender por eRse meio faser reconhecer
como deputado o Sr. Soares Brando 1
Que differenca enorme entre um e outro pro-
cedmiento I
O Sr. Ulysses Vianna e o seu partido quize-
ram tirar proveito de urna marca de fabrica f O
Sr. Rosa e Silva, roubado por fraudes e violen
cas sem nome, ideutiGca-se com o protesto mo-
ralisador que lavraram seus amigos, mas nao
procurar tirar d'ellenenhum proveito.
Isto que nobre, o Jornal censura I Jquillo
que foi urna campanha vergouhosa, tem por de-
fensor seu redactor em chefe I
Tambem j esqurceu o Sr. Uljsses Vianna a
celebre EtstficacSo da eleigao de Itamarac t
Ah. tartufos!
Podis continuar vossa exploraco pertida,
em urna questo em que nao vos dev ver ; na conhecemos as figuras d'esta trra e
ros desmacararemos.
Despidos aos oihos da nacao Gcam o.> falsifi-
cadores, os ganhadores polticos, e nao os bo-
mena de bem, porque denunciara as infamias, e
emDargam o passo aos gatunos.
O que fez Lourent-o de S no 10.* districto, s
um partido desmoralisado pode encampar!
O Conselheiro Rosa e Silva tem urna carreira
aem man ha. e affronta, sem receio, o p da ca-
lumnia.
Conlinuai, tartufos I
Burke.
attendido e a vista desta i instancias ped para
que tres cavalheiros da commissao doe referidos
cidadaos me aoompanbasiem na excurso. real-
mente obtendo qnantia necessaria para o freta-
ment do vaper, conformn minha puolicaoao em
22 do crrante, Depois d ;ste resultado procurei
os documentos em que o governo consenta se-
guir o vapor; foi-me mostrado pelo Hlro. Sr, Dr.
Ferrer urn offioio expedido pelo Quartel General
para o commando de Fernando, o qual continua
siraplesmeiite a baixa de Chrispin (!) dizendo-
me o Sr. Dr. Ferrer que si tinha ordeiu para en
tregarao commandante do vapor a seguir.
Entend nao ser sufficiente aquelle documento
nem isio era bastante pa-a seguir o vapor, diri-
ri-me a palacio e entend, me com S. Exc, o Sr.
Conselheiro, muito digne presidente da provin-
cia, que muito cavulheirosamente me recebeu
prestndome toda alinelo Narrando-lbe o oc-
corrido, S. Exc. disse-rae que a commissao lbe
requeresse, pedindo a pirmis.so para seguir o
vapor para Fernando de Noiooha, pois qne nio
poda ir erabarcacao alguma sem previa licenc
dogoverno, visto ser um presidio. Retirando me
muito agradecido a S Exc. mais tarde voitei com
urna peticao em que era solidaria a commissao.
S. Exc. recebeudo-a disse me que mandara para
o quartel general e cnefatura de polica afim de
informar de accordo enm a lei e cora o regula
raento do presidio, affirmando-me justiga e bre-
vldaue.
Declaro que s por attencao ao grupo de cida-
dSos que representavam urna parto do povo, to-
mei jarte na commissao afim de obter a quanlia
precisa para o flu alludido, sem que permaoeces-
seemraeu espirito, alguma duvida que podase
mesmo de leve offender ou encommodar meus
amigos polticos e particulares, garantindo-me
aquelte grupo de cidadaos que na mis.-aoem que
eslavam empenhados nao exista poltica e por
isso que eu arceitasse o pedido por elles feito, pois
que representavam urna [arte do povo desta ca-
pital. A subscripcSo tevu muilo bom resultado
devido ao bom acolhimento que leve a corarais
sSo, e desde j agradeco ios meus amigos e ao
commerrio que se digtiaram concorrer para
aquelle tira.
Recite, 28 de Setembro de 1889.
DoMmjos Manoel Martins..
Subscripto Chrispim
Julgo de meu dever dar esclarecimento ao pu-
blico, qn;d o motivo que rae fez apparecer como
auxiliar e thesoureiro da commissao.
Em 18 do crreme fui surprehendido era meu
3tabelecimento por um gran.je numero de cida-
daos, de todas as classes pedindo me para que os
auxiliasse. por nao ser indillerente ao povo e
muito condecido e antigo no commeicio. Por
esles motivos instavam pela minlia rntervencSo
afim de se obter recursos que jutgavam precisos
para o fretamento de um vapor, qne devia ir a
Fernando de Noronha, para trazer o referido
Chrispim, declarando me estes cidadSos que j
se acaavam d? pos.'e dos documentos fornecidos
pelo governo. os quaes se achavara em mao do
Illm. Sr. Dr. Ferrer.
Em vista das instancias dos cidados iniciou-
8e a subserrpeao. a qual teve logo um bom resul-
tado pt r ter alguns amigos assignado quantias
que animavam bastante a commissao, nao sendo-
me possivel acompanbar por mais tempo aquel-
es cavalh.-nros por causa de meus afTazeres. No
dia seguinte. 1 do crreme, vejo mea nome in
fituido em urna commissao nomeada por urna
parte do povo, e publicada no Diario de Pernam-
buco, e na foi ha O Norte. De alguma forma isto
me incommodou principalmente por nao so me
ter consultado e mesmo porque nao desejava
apparecer em commissao tao espinhosa, porque
se agrada a uns desagrada a outros. Por este
motivo pedi que me dispensaasem, porra nao fui
Gompanhia do Beberibe
Artigogchls
E' o que o Sr. gerente cscreveu em 25 desle.
E' urna massagada de doestos, de dedueces
illogicas, de termos mazerraes, de documeulos
que sao o seu proprio corpo de delicio.
E' um sendal em que t.-ansparece-lbe o espi-
rito racbitico, mrbido, perdido as sinuosida-
des de urna analysc, nao esclarecida pela luz do
criterio.
O Sr. Mamede transmuda os defeitos do bo-
mem para a pessoa do gerente.
Megalmano, crea riqueas, imagina posiges,
concebe ideas, de applitacoes desastrosas nos
negocios da Companbia. A prava de sea desar
rao jo mental esta no pyrronhismo com que ad-
voga a causa de bydrometros imprestaveis, que,
actualmente, nao desfalcam a rendas da com-
panbia em menos de vinte contos.
A prava est nesse desi airameoto do espirito,
em que a psychose ferrete.a-lhe os traeos moraes,
e do iscriptor.
Estafou-se, muito tempo, em chamar-nos advo
gados da Companbia: e depois escreveu (que
temos tentado prejudicar a Companbia com o
nosso modo de discutir, usando m f. etc.) Ar-
tigo de 12 do crrante.
Urna vea aflirma (que temos juizo, muito jui-
zo), e depois eacreve que nos falta o senso
commum. Artigo de 2i\
No artigo de 14 declara (que todas as aeces,
rendidas em 28 de Junho Os jornaea resam
100foram venuidas, porque a venda consta dos
livros da Companbia. Artigo de 14; e depois
escreve que venderam-se taes e taes, (faltando
50) 11
Ora, um hornera assirn, indigno de se ter
com elle qualque' di.-cus -o.
Nos dizemos indigno, nao porque nos cause
indignaco ; sim porque o estado de suas facul
dalles mentaes tira llu> a devida responsabili-
dade.
Fallamos como medico, conhecedores da ma-
teria.
Lombroso, em sua obra L'Uomo Di Genio,
aprsenla alguns speemeas do caso que, neste
momento, temos sob as vistas.
Somente o Sr. gerente nJo genio, era al-
guma cousa cima da mediocridade.
Que artigo I que gdchi-, f
Desaliamos que baja alguem que tivesse podi-
do diggerir aquella sal?;, da.
Lcvaotou urna tempettide, e alirou-nos a mo
urna gotta d'agua turva, b de mo cheiro."
Se o Sr. gerente est persuadido que deitou
urna lanca em frica, e que desfez as demons-
traces, apresentadas em nosso artigo de 22, en-
gana-se.
De nma vez um negociante que compra e
desfaz compras de aeces; de outra urna pes
soaque tem, em sea poder, aeces compradas em
28, mas que, por um motivo particular, as oc-
culta.
Eitao as 100 aeces que os jornaes annuncia
ram m* et orbe, vendidas, nao foram, realmen-
te vendidas, como dissestes primiro ; mas so-
mente urna tantas, cora !0 ? !
J embroglio, j c\ nismo f
Galilea, depois de ter desfeito o erro de que o
sol gyrava em torno da ierra, fra preso, e eon
demnado a retratar-se.
O mathematico retratou-se, dizendo baixinbo,
porque os da inquisicio nao o ouviasem : E
pur te nviove.
i, vergados sob o peso d'aquellas vossas dc-
moastraces inquisitonaes e descriteriosas, tam-
bera dizemos : E pur f trono tenante I
O que que vossos dcicuraentos resam t
(Que das 100 aeces coladas em 28 de Junbo,
j dous dos compradores vieram. realisar a
transaego em 8 de Julho de 24 acjes, de ns.
693 a 716, em 29 de Jilho de 26 aeces de ns.
717, 9058 a 9082, vide os documentos, faltando
somente, virem os das U) restantes, sabendo eu
o motivo da demora, nas nao revelo, porque
(esle Sr. gerente o bomem dos segredos) trata
se de ititeresse de terceiro).
Isto prava nada, Sr. gerente ?
Isto, somente, prava o contrario do que pre-
tendis.
A cotaco da Bolsa do dia 28 de Junbo, asaig
naca pelo presidente e o secretario da Junta
dos Corretores, diz :
(Venderam-se 10) aeces da Companbia de
Beberibe a 155*000 cada ama).
Nao se esta vendo que a presso que se quiz
exercer sobre o animo do publico e dos accio-
nistas, sortio todo sec. effeito com tal declara-
cao da Bolsa?
Nao se diz: foram realisadas transaeces,
como de outias vezes. (Vid Jornal de 6 de Ju
Iho). Diz se sim': venderam-se 100 acc
Vos, Sr. Gerente, dizes (que nestapraca nao
lia costume da especilicaso).
Mas a falta do costume nao pode aproveitar a
vos contra nos.
O documento, assign.tdo pelo eorretor E. I)u-
beux, igualmente, vein com historia de trans-
aeco.
Nao isto.
Venderam se simuladamente, (dedueco lgi-
ca de vosso artigogi'his) 100 aeces em 28 de
Juiho, e ao depois deram-se outras vendas,
apontadas pelos docummtos, e pelo Sr. Gerente.
Venderam-ac 100 ao;e em 28 de Junho, di-
zera os jornaes ; mas nao se venderam, dizera,
agora, os bomens I As vendidas em 28 de Ju-
nho, foram vendidas em 8 de Julho, 2i; e em
29 de Julho. 26. Anda restan 50 aeces, j
vendidas para se venderem !!!
Como tudo-isto 6 triste, descabellado; gros-
seiro!
A presiidigitacSo palpatel, e, ainda assim,
tendo o Sr. Gerente conseguido encher a lacuna
com 50, deixou um va.no de outras 50 I f
E' para arranjar urna cousa destas, indecente,
quo vos atrapalbaiscotn acetjes vendidas, aeces
cotadas, aeces negociadas, alm das contradic-
ces, indicadas no comeco deste artigo.
Urna grande parte de vossos documentos pa-
Iha, e serve s para entclhar espaco.
Ha corretores que se riem da comedia que es-
tis representando. 'Realmente, sois um mo
biiffo.
A venda simulada 1e aeces da Gompanhia
nao urna invencio nossa.
V3, mesmo, Sr. Gerente, dizeis queum com-
prador de 50 das 100 do dia 28 de Junbo (ainda
nao veio realisar a transaegao), isto ha 2 longos
mezes f
foram vendidas I Que irnso ? f
Na lemos com os noasos oihos um bilbete de
um empregado do Consulado, que maudava di-
zer a alguem que o lote das 100 aeces, vendidos
era 28 de Junho, at o dia 31 de Julho, nao tinha
pago o imposto de transmissao.
Temos era nossa carteira os nomes do vende-
dor e comprador pbantaslico d'aquella Irans-
aecc, dada como realisada para os inglezes
veretn..
Agora; podo o Sr. Gerente atroar cos a trra,
como quizer.
Nao temos, mesmo, mais interesse de que fa
cais razes novas para provar o contrario.
Seja como quizerdes.
0 vosso oflicio mentir.
Dr. Vtremont.
ELIXIR
Ao Dr. chefe de polica
Infelizmente j nos vamos convencendo que
debalde que diariamente reclamamos garanta
para os nossos correligionarios, que esto sendo
victimas da desbragada gente que o Sr. Dr. chefe
de polica escolheu para seas agentes na co-
marca de Goyanna. Mas, em todo o caso, cumpri-
mos o nosso dever, trazendo ao conhecimento do
publico todas as arbitrariedades policiaea, prati-
cadas em nome e por conta o patritico partido li
beral.
Eis a carta que acabamos de lr, escripta por
um cidado respeitabilissimo e pacico, mora-
dor em Catama.
Contina a desbragada polica d'aqui em sua
serie de arbitrariedades e violencias. Um dos
dias da semana passada, esbenloou barbara
mente a Joo Bazilio, morador em Carne de Vacca
e arrastou-o ao tronco de Ponta de Pedras, onde
este ve o pobre hornera era tal estado, que fazia
d vel-o e ouvir os gemidos que dava; o solta-
ram, porm, mas me dizem que o seu estado
grave.
Sabbado passado entrou em Ponta de Pedras
ao escure, cr urna patruUia de paisanos, trazida
pelo subdelegado Boa, de Carne de Vacca, com
o tim de rondar a povoaco, den um passeio e
chegando ao estabelecimento do noseo amigo ca-
p tao Jao da Rocha, penetrou n'eile e correa to-
das as pessoas que ahi estavam.
0 capito Rocha se achava no Recifce.con-
tra tal violencia nenbuma pessoa se oppoz. Pro-
cura-se um motivo para desfeilear aquelle nosso
amigo, quer-se levar a effeilo oa planos do Dunga.
J devem ter sabido do esbordoamento de diver-
sas pessoas em S. Lourengo e do cerco da casa
do amigo Francisco Mendonca.
E' assim que as autoridades superiores d'esta
provincia esto fazcudo uso da forca de que dis-
pem. Os conservadores esto sendo victimas da
soldadesca, ameacados, surrados e mutos teem
sido obrigados a mudar de residencia, afim de
o&o sercm obrigados a desforras.
Convenca-se S. S. o Sr. Dr. chefe de polica,
que no d este modo que S. S. se recommeu
dar e qu o papel que Ine destinaram nao lbe
serve.
Occupe S. S. a sua polica na captura dos cri-
minosos e malfeitores, que infestara esta provin-
cia sem o menor receio da polica e nao se pres-
te triste posigao em que o querem collocar os
protectores do gente de tal ordem.
E
m
Sr. RedactorPeco Ihe o favor de denunciar
pelo seu acreditado jornal o facto escandaloso
que se acaba de dar neste termo, pedindo para
elle a attengo as primeiras autoridades da pro-
vincia.
O pessoal escolhido pelo Sr. Baro de Caiar,
para agentes polictaes, est mostrando para
quanto serve.
N'um dos dias passalos foi emboscodo pelo
3 supplente de delegado c dous capangas, o
digno 2o supplenle de juiz municipal Aoto-
oio Geraldo de Carvallio, escapando milagrosa-
mente.
Si as autoridades competentes nao providen-
ciarera como de seu dever, corre ilumnente
perigo a preciosa existencia do digno Sr. Geral-
do de Carvalho.
Consta-nos que este cavalheiro se dirigi ao
Exm. Sr.' presidente da provincia, denunciando
o facto.
O que far S. Exc, ?
E.\, 5 de Setembro de 1889.
#
DE
mi cun
DEPURATIVO DO SANGOS
Approvado pela Exma. Junta de Hygiene e preparado por
tfCL&jot 33.a. sxaisVJ^ sxx,"sr3ex3.JK.
Chimico e Pharmaceico
PELOTAS RIO-GRANDE BRASIL
Este elixir composto de vegetaes de reconheeido mrito, em
pregado com vantagens as molestias seguintes:
Escrophulas, rheumatismo, gonorrhas, rachitismo, impingens, ulceras, tumoresj
sarnas, bobas, manchas da pelle, carbnculos, llores brancas, boboes, corrimentos dos
ouvidos, fstulas, cancros venreos, inflammac,oes do tero, inflamma^oes de oihos, es-
pinhas, affecgoes syphiliticas.
A sua efAcacia attestada por lllnstres medleos qne o reputara superior aos medicamen-
to! anlogos. Lelam com attencao os a!oslados mdicos qne em seguida publleamos e teroa
prora de que o nnlco depurativo Infallivel do sangne oElixir de Noguclra, (Salsa, Caroba e
Guayaco.
ATTESTADOS DO ILLUSTMBO CGRPd MEDICO DA PROVINCIA
O abaixo assignado, doutor em medici- tonio A. AssumpcSo. Est reconheeido
na pela faculdade do Rio de Janeiro, con- na forma da lei pelo tabelliao Luiz Felippe
decorado pelo governo portuguez. medico de Almeida.
do hospital da Beneficencia Portugneza
desta cidade, etc. !En abaixo assignado, doutor em medicina
Attesto que as molestias de fundo sy-! pela faculdade do Rio de Janeiro, etc.,
philitico, em suas diversas e variadas for- i etc.
mas, a applicacao do preparado denomi-1 Attesto que empreguei o Elixir de No-' collega, em todos os casos em que se fi-
dado Elixir de Nogueira, Salsa, Caroba e gneira, Salsa, Caroba e Guaiaco, prepa-! zer sentir a necessidade do emprego dos
Guaiaco, do Illm. Sr. Jlo da Silva Sil- rado pelo distincto pharmaceutico Jo2o da erruginosos.
veira, tem sido do rnaravilhosos resulta- Silva Silveira, em um caso de ulcera sy- Continu V. S. a trilhar o mesmo ca-
dos. O referido verdade sob a f de philitica, dando este medicamento resul-
meu grao. tado o mais favoravel.
Pelotas, 30 de Abril de 1886. Dr. Pelotas, 5 de Maio de 1886. -Dr. Joa-
Barao dos Santos Abreu. Est reconhe- quim Rasgado. Est reconheeido na fr-
oido na forma da lei pelo tabelliao Luiz ma da lei pelo tabelliao Luiz Felippe de
precioso Elxir de Nogueira, Salsa
Gaboba e Guaiaco com muito bom xito,
e tenho aconselhado aos meus clientes que
o uzem com toda a confianca e esperanca,
pois a sua preparacSo preenche perfeita-
mente o nosso desidertum. Von empre-
gar as pilulas ferruginosas de meu grande
Almeida.
Eu abaixo assignado, doutor em medicina
pela faculdade da Bahia, membro da
sociedade franceza de ophtalmologia e
da sociedade zoolgica de Franja, etc.,
etc
Declaro que o Elixir de Nogueira, Sal-
sa, Caroba e Guaiaco, do pharmaceutico
Alistanientoeleitoral, 5.dis-
tricto criminal
Pede-e ao Ilustro ju uoa
a sua cnteriosa attencao para a fabrionjao
dophosphorot que se projecta ns Varzea.
Note S. S.Candido Heraclio Carnei-
ro nao rc-ide, ha mais de um anno, na
ra da EstacSo n. 1. pois ahi aliston-sc,
na ultima revisao Basilio Jos Pereira
Vi *nna.
Celestino de S Cavalcanti nio mora na
casa do Caxang, n. 14, pois essa casa
est, ha dous annos, arrendada ao negoci-
ante, Jos Alaria de Andrade.
Jos Souto de Araujo, sertanejo, reside
na casa do escrivo Augusto Cesar da
Cunha, e nao na casa da Malhada no 4
onde pretende alistar-so.

Continuar-86'ha.
Felippe de Almeida.
Eu abaixo-assignado, Dr. em medicina
pela faculdade do Rio de Janeiro, con-
decorado pelos governos de Allemanha,
Portugal e Italia, medico do hospital de
Misericordia desta cidade, etc., etc.
Attesto que tenho empregado omitas
vezes o Elixir de Nogueira, Salsa, Caroba
c Guaiaco, preparado pelo Sr. JoSo da Sil-
va Sveira, como nm poderoso agente em
casos de infeccRo syphilitica Idiathese! em todas as affeccoes d fundo escrophu
escrophnlosa, parecendo-mc supejior aos loso.
anlogos que nos vem d estrangeiro. Por Porto-Alegre, 5 de Mio de 1886.
me ser pedido passo este cuja verdade
affirmo em f de meu grao.
Pelotas, 6 do Maio de 1886.BarSo
de ItapitocayEst reconheeido na forma
da lei pelo tabelliao Luiz Felippe de Al-
meida.
minho com toda a dedicajSo, para um da
chegar meta dos seus desejoa e receber
o competente premio do sen insano e e
pinhoso trabalho.
Rio Grande, 8 de Abril de 1886.Dr.
Nicolao A. Pitombo.Est reconheeido
na forma da lei pelo tabelli2o Luiz Felip-
pe de Almeida.
Attesto que tenho empregado na minha
clnica o Elixir de Noguhra, Salsa,
Caroba e Guaiaco, preparado pelo- Sr.
pharmaceutico JoSo da Silva Silveira, ob-
tendo sempre os mais brilhantes resulta-
Joao da Silva Silveira, prestou-me reaes dos, principalmente as molestias de ori-
servijos nos casos de syphilis terciaria e
Gervasio Alves Pereira, doctor em medi-
cina pela faculdade do Rio de Janeiro,
cavalleiro da imperial ordem da Rosa,
etc-, etc.
Attesto que tenho empregado contra a
escrophula o Elixir de Nogueira, Salsa,
Carona e Guaiaco, preparado pelo phar-
* -maoeatteo o 8r. Jo* a Silva Silveire,
com bom resultado e por isso o reputo
um excellente remedio para combater as
molestias de fundo escrophuloso. O refe-
rido verdade e por me ser pedido passo
) presente sob a f de meu grao.
Pelotas, 29 de Abril de 1886. Dr.
Gervasio Alves Pereira. Est reconheei-
do na forma da lei pelo tabelliao Luiz Fe-
lippe de Almeida.
Srs. Redactores .Tendo lido em sua folha de
hoje a truiiscnpcio de urna noticia extrahida do
Corren do Madeira, um jornal sem crifrio al-
gum que tte publica na villa de Manicore no Ama-
zonas, djeQ'lo me ver o conceituado jornal de
Vv. Ss. auxiliar a campanha de dilTamaco d'a
quelle desbragado orgam do liberalismo de la,
venho por meio d'estas lianas avisar a Vv. Ss. o
que o tal Corren do Madeira. informando-lhe do
que se ha passado a respeito da propha noticia
por Vv. Ss. transcripta.
anno passado, por esse mesmo tempo, o seu
conceituado jornal trunscreveu essa mesma noti-
cia, d'aquelle pasquim (a que se refere ao
ex-agente municipal e provincial, demittido pela
gentalha do Correio do Madeira. Pois be,m...
O calumnalo deu como respostaa impulaciode
exactor da fazenda provincial e municipal, a pu-
blicago dos recibos e cerlidOes que couiprova-
vam fazer elle sempre os recolhimentos na epo-
cba legal.
O Correio do Madeira nao veio justificar a sua
assercao e agora,publica a mesma noticia.
Quem nos diz que essu noticia nao ser urna
segunda mentira igual a primeira ?
Porque uSo aguamarmos o desmentido que
forcosamete deve vir ?
E' o que eu pego a Vv. Ss. para fazerem a res-
peito das noticias que olfeadam a reputaco de
qualqui-r pessoa, dadas pelo Corren do Madeira,
orgam do liberalisnn de li e de propriedade de
um tal Jos Francisco Dias, bem conhecido dos
cofres municinaes de Manicore.
Peco a Vv. Ss. a publicacao d'essas linhas, pelo
que ficarei
De Vv. Su.
Criado e amigo obrigado,
Um que os conhece.
Recife, 27 de Setembro de 1889.
Contra-protesto
Os abaixo assignados vem declarar a
quem interessar, que o Dr. Jos Eugenio
da Silva Ramos no tem direito algum
posse do engenho Taquara que vai pra-
ca, por execucXo que movem contra Fran-
cisco de Paula Pinto, no foro de Gamel-
leira.
O protesto no Jornal de hoje nSo tem
valor algnm e feito de accordo com o exe-
cutado, para embaracar a praca, pois esta
resolve quaesquer contractos, oimulada-
mente feitos pelo mesmo executado.
Recife, 18 de Setembro de 1839.
Pereira Ferretra b C.
Eu abaixo assignado, doutor em medici-
na pela faculdade do Rio de Janeiro,
medico do hospital de Misericordia des-
ta cidade, etc.
Attesto qne tenho empregado o Elixir
de Nogueira, Salsa, Caroba e Guaiaco,
preparado do distincto pharmaceutico Joao
da Silva Silveira, nao s na clinica civil-
como na do hospital, com o mais espen,
dido resultado, o que affirmo ser verdade.
Pelotas, 5 de Maio de 1886. Dr. An-
gem syphilitica.
O referido verdade e por me ser pedido
Sasso o presente que affirmo in fide me-
ici.
Dr. Victorde Brito. Est reconheeido na. Jaguerao, 27 de Abril de 1886.Dr.
forma da lei pelo tabellilo Luiz Felippe EstevSo de Sousa Lima.Est reconhe-
de Almeida. cido na forma da lei pelo tabelliao Luix
Eu abaixo assignado, doutor em medicina Feippe e Almeida.
pela faculdade do Rio de Janeiro, etc., __
etc.
Attesto que tenho empregado, sempre tbaJ f88^^0' d,outor PeIa &***
com magnifico resultado, e Elixir de do ^10 de J"5,r0' 10 cirargiSo do cor-
Noqueiba, Salsa, Caboba e Guaiaco, pre-
parado do Ilustrado chimico pharmaceuti-
po de saude do exercito.
Attesta que tem empregado com excel-
co Joao da Sirva Silveira, nos casos de ientes resultados o Elixir de Nogueira,
escrophulas e molestias de origen, syphiliti- ?alsa Caroba e Guaiaco, preparado pe-
ca, o que affirmo em f de medico. Ilo pbarmacentico JoSo da Silva Silveira,
Pelotas, Io de Maio de 1886;-Dr. Ray- Pel ** considera um excellente pre-
mundo V. da Silva.Est reconheeido f*r*&, superior aos que importamos do
na forma da loi polo t*hftltto Luiz Felip- estrangeiro.
pe de Almeida.
O referido c verdade pelo ano passa w
presente que affirma in fide medici.
Jaguaro, 5 de Maio de 1886.Dr.
Diogo Fernandes Alvares Fortuna. Est
reconheeido na forma da lei pelo tabelliao
Illm. Sr. Jo3o da Silva Silveira,
pharmaceutico e chimico em Pelotas.
E' com o mais subido prazer que venho
aecusar o recebimento do seu prezado fa-: Luiz Felippe de Almeida.
vor de 5 do corrente acampanhando nm |
frasquinho com 50 pilulas formuladas pelo Eu abaixo assignado doutor em medicina
consummado e distincto pratico, o Ilustra- pela faculdade do Rio de Janeiro,
do commendador Dr. Miguel Rodrigues: Attesto que tenho empregado em m-
Barcellos, e preparadas com toda perfei- \ nha clinica, e sem com excellente resulta-
cao e nitidez por V. S. Na verdade nao do, principalmente as affeccoes de ori-
posso deixar de elogial-o pelo relevante ser- gem syphilitica, o Elixir dk Noguetra,
V50 que V. S. tem prestado e ha de pres-! Salsa, Coroba e Guaiaco, preparado do
tar sciencia medica. Entendc que o j Sr. pharmaceutico Joao da Silva Silveira.
meu nobre amigo digno de todas as, O que affirmo sob a f do meu grao.
attencSes e merece ser auxiliado por to- Hervai, 7 de Julho de 1886.Dr. Jos
dos os clnicos desta proviucia e fra' Adolpho Rodrigues Ferreira.Est recof
della. I nhecido na forma da lei pelo tabelliao
Declaro-lhe que tenho empregado o seu Luiz Felippe de Almeida.
Amigo o Sr. pharmaceutico J0J0 da Silva Silveira.Em contestaco a sua pergunta, relativa aos resultados que tenho
obtido com a applicacao do ELIXIR D NOGUEIRA, SALSA, CAROBA e GUAYACO, tendo a satisfacSo do communicar-
Ihe o seguinte:
Fazem seguramente cinco annos que emprego na minha clinica o seu j tao reputado Elixir em muitas affeccoVs de
natureza syphilitica e em algumas de fundo escrophuloso, tornando-se mais notorias as virtudes curativas deste preparado as
primeiras 'aquellas affeccBes.
Com o seu uzo prolongado nunca observei as perturbares gstricas qne sem apparecer qnando applicamos outros me-
dicamentos congeneres, tornando por isso segura e fcil a sua administracab at as creanas.
Nao hesitarei em recommendal-o com confianca nos estados pathologicos supramencionados, sendo como a nobre mis-
8lo do medico contribuir para o allivio e bem estar da humanidade que soffre.
Autorizo-o a que faca 'o uso que lhe convier d'esta minha declaracSo e disponha do amigo obrigadoDr. Alvts
q Reu-iSo.
MICOS DEPOSITAMOS EM PERNAMBUCO
Francisco Manoel da Silva k C.
23
Pre90s: Duzia
Ra de Mrquez Olinda23
. 30SOOO --------Vidro
3&000
Aos Srs. agricultores e com-
missarios de assucar e al-
godao.
O3; ixo ascignados, proprietarios de car-
ros de condusir mercadorias, em vista da al-
ta laxa do imposto que Ihe9 clasiticou a Assem-
bla Provinrial, leem resolvido que do l* de On-
tubro em diaote os saceos com assocar ou algo-
do, transportados pelas estradas de ferro de S.
Francisco e Caruaru, flquem sujeilos ao carreto
de S00 ris por volme.
Delphino Silva & C.
Albino Lima & C.
Paulino Antuoes.
Jos dos Reis Gomes.
Jos Leite.
Jos do Espirito Santo.
Valdevino Pimentel.
Francisco Barreto de Gusmo.
Pedro Correia.
Manoel Joaquim da Silva Guimaracs.
Manoel de Freitas.
Josc da Silva Marroquim.
Antonio Caetano Accioli.
Geroncio da Silva Salles.
Jos Tbomaz de Aquino Pereira.
Triunipho
Sr. Redactores .Peco-vos a publicacao des
tas linhas no vosso conceituado jornal.
Conservador, como sou. desde meus principios,
venbo patentear ao publico e a meus correligio-
narios a razao porque deixei de concorrer as ur-
nas com meus amigos na eleicao geral que teve
logar no dia 31 de Agosto prximo findo.
Foi somente m direcsao que teve o collegio
do Triumpho durante tres annos e dez mezes
que teve no poder o partido conservador.
A per8egu'c8o feita a amigos meus. a falta de
considerarlo a mim por quem deviam como ami-
go tratar bem, e como poltico tratar raeloof a
um districto ae rosas como o 11, fez dar em
resultado, qne o Triumpbo. que conta 75 eleito-
res conservadores, nem um s votaste n'aquelle
que com tanta indifTerenca tem-se mostrado aos
amigos, a quem deveria ser grato.
Assim pois, creio ter justificado o motivo por-
que assim proced; e o publico se estivesse no
conhecimento do que soflri entre amigos, que
nio o devo externar, sel, me daria razao.
Triumpho, |> de Setembro de 1889.
Olympio Elysio do Sateimtnto Wanderley.
(Eslava selllado e reconhecida a firma na for-
ma da lei).
A o commercio ,
O abaixo assignado declara que em !31 di
Agosto prximo passado dissolveu amigavel-
menla a sociedade que tinha na pharmacia, sita
ra do Visconde de Inhauma n. 34, sob a Arma
de Jahsen & Ebla, retirando-se o socio Henriqu
das Mercas Jausen, pago e gatbfeilo de seu capi-
tal e lucros ; e Meando o abaixo assignado de
posse e responsavel pelo activo e passivodo
mesmo esabelecimento, como consta do distrac-
to registrado na meritissima junta commer-
cial.
Recife, S6 de Setembro de 1889.
Victoriano de AragSo Ebla.
ADVOGADO
O bacharel Salustiano Jos de
Olireir pode ser procurado para
os misteres de ana profissao. *
roa Estreila doBosanon. 10,1."
andar.


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uiano ae jrernamDuco--juoming,o y ae oetemro de ISSU
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publi
0 Directorio Central do Partido Re-
licario declara ter sido inicuamente
alheio agitagao havida nesla cidade
com rclaco s violencia soFiidas pelo
jockey Antonio f.hrispim.
Oulro-sim, que considera simples-
mente como um derivattvo a insistencia
eom que se falla, em certa imprensa.
em gritos hostis aos portuguezes.
Para prova de seus sentiracntos o
Directorio lembra ao publico que con-
ta em seu seio um portuguez naturali-
gado, o Dr. Antonio de Souza Pinto.
E,jquoprovocarama questao,
lembra ao poro que o tal grito de ori-
Sem liberal, praieira, sendo ao som
elle que foram assassinados em Junho
de 1847, na ra da Praia, diversos
portuguezes.
Eslava no poder o partido liberal c.
eemo agora com o assassinalo do por
luguez naturalisado Ricardo
5es, nenhuma pena soffreram
tores da carnificina.
Guima-
os au-

.sooeetgkqmxttwxtwx-jcv. ^x<^c<'>^o
3>AR&B2SX
THEREZA EMILIA DE ANDRADE
LUNA
pelo seu anniversario natalicio, feli-
cita, com a maior efuso d'alma
Urna amiga.
29 de Selcrabro.
>5Ce-'j5MOOOCOOi*5CvKOC Forcas, cores, saogue novo c rico, msculos e
mecidos vigorosos sao as primeiras manifestacoes
jeasiveis e visiveis do uso da Emulsao de Lan
san & Kemp, depois de um periodo de enfermi-
dade, detuacracao, fraqueza e eropobrecimento
ato sangue.
E' por islo que a Emulsao de Lanman & Kemp
considerada como a melhor de todas : na sua
twnposicao entram os mclhores e mais puros
lamentos, e o Oleo de Fgado de Bacalho que
ton sua base o uiais puro c rico que pode
Kiduzir a Noruega, onde os agentes da casa fa-
cante fazeru aescolha com especial esmero.
Sxperimentai i- Meareis convencidos.
Qnando se levanta bruscamente de urna
especie do tontura na eabeca c uma sen-
sasacao de ayncope, e cahiria se nao se
apoiasse em alguma cousa. Ha prisSo de
ventre : e' a pille passa sem causa do
calor ao fri. C sangue, espesso e pesa-
do, circula sem regularidade.
En seguida, n nutricao passa com diffi-
culdade e frequentemente rejeitada, ora
deixando na bocea um gosto agro e amar-
go, ora um gosto adocicado. A estes
symptomas ajuntam-se quasi sempre as
palpitacoes, que fazem suppr aos doentes
que elles soffrem de uma molestia do co-
racSo. Qnando o fim se acerca, o pacien-
te nao pode rotor nutricao alguma, por
que a paasagem dos intestinos ou cerra-se
completamente ou ao menos est quasi
cerrada.
Ms,.ainda que esta enfermidade cor-
tamente assustadora, os affligidos daquel-
les symptomas devem tomar animo, por
que de mil oasOs ha novecentos e noventa
e nove nos quaes os enfermos nilo tem
cancro algum senSo simplesmentc dyspep-
sia, doenca que o verdadeiro systema de
tratamento cura infallivelmente. O re-
medio mais seguro e mais eficaz o xa-
rope curativo de Seigel, preparacao vege-
tal que vendem todos os pbarmaceuticos e
boticarios do mundo inteiro e os seus pro-
prietarios, A. J. White, Limited, 17,
Farrington Boad, Lond res, E. C. Este
xarope destrae a causa do mal, expulsan-
do-a radicalmente da organisacSo physica.
Depositarios na provincia de Pernam-
buco por atacado, Francisco Manocl da
Silva & C, na cidade do Recife.
Vendedores a retalho, na cidade do Re-
cife, Bartholomeu di O., J. C. Levy & C,
A. M. Veras & C, Rouquayrol Frres,
Faria Sobrinho dC.eT. S. Silva; em
l'almares, A. C. do Aguiar, e em S. Joao
da Igreja Nova, J. A. da Costa e Silva.
EDITAES
SMA HBIL OPERACAO DE CIRUR-
QIA
O embaixador americano em Vienna,
Mr. Kasson, tem couimunicado recente-
mente ao seo governo uma dcscripcao in-
teressante da notr.vcl operacSo cirurgica
praticada, a pouco, pelo professor Bill-
?otb, daquella cidade. Por certo, a cir-
.-omstancia parece maravilhosa; mas
verdade que a citada eperacSo tinha por
im a remoyao de quasi a terca parte do
estomago humano. Executou-se a opera-
dlo e restabelcceu se o paciente, sendo
esta a prmeira vez que uma tentativa de
tal genero tivesso tido bom xito na histo-
ria do mundo. Aquella facanha scientifica
aianifestou-se n'ura certo caso de cancro do
estomago, doenca que geralmente vai
acompanhada dos seguintes symptomas :
O enfermo carece quasi inteiramente
de appetite ; sentem-se como que um pe-
so sobre o estomago, c s vezes une sen-
JLo de vazio no mesmo orgao, a qual
sosa um mal estar indisivcl ; c uma es-
pecie de materia gelatinosa accumula-se
junto aos dentes, acompanhada do um gos-
to desagradavcl, principalmente pela raa-
ahl. A nutriyo, demorando-se no csto-
aago, augmenta em fazer desapparecer
aquello mo estar; os olhos neain rodea-
dos de um circulo lvido, e o scu branco
toma uma cor amarellenta ; e as roaos e
pea tomam-sc viscosos, achando-se cober-
tos de um suor fro.
G doente sente-se sempre caneado, e o
somno nSo ihe d repouso. Algum tempo
epois, torna-se nervoso e irritaveL e o
seu espirito nao e senSo tristes presa-
gios.
COMMSRCIO
Revista do Mercado
RsCIFZ. 28 DE SETEMBRO DE 1889.
movimento limitou-se a transacees no mer-
ado de cambio.
Cambio
Os bancos mantiveram no balco a laxa de 27
S/S d., sem acliarcm dioheiro e exigiudo os to-
nadores 2" 3 i.
Rae conslou transaccilo cm papel particular,
ando a cotaro 27 7/8 nominal.
O mercado esteve sera movimento.
3o Rio nao houve alterago.
O Dr. Joaquim Correia de Oliveira An
drade, juiz de direito privativo de
orphSos e ausentes n'e&ta comarca do
Recife, por Sua Magestade Imperial a
quem Deus guaade etc.
Faz saber aos que o presente edital
virem ou delle t.vcrem noticia que estan-
do se procedendo por este juizo o inven-
tario do major Laurentino Jos de Miran-
da e sua mullier D. Mara Severina Lins
de Miranda, tendo o desembargador Quin-
tino Jos de Miranda inventariante testa-
menteiro declarado que residiam na In-
glaterra os herdeiros Emilia, Edith, Berth,
Reignatd e A atoara filhos do finado Diogo
Maddison Genn, mandei que fosse expe-
dida carta precatoria para as justicas
daquelle Reino, afim de serem alli citados
(s reforidos herdeiros, sendo o inventa-
riante testamenteiro intimado deste meu
despacho, o seu advogado Dr. Antonio
EstevSo de Oliveira me derigio a petiySo
do theor seguinte:
Illm. Sr. Dr. juiz de direito de orphZos.
O conselheiro Quintino Jos de Miranda,
testamenteiro o inventariante do major
Laurentino Jos de Miranda, vera reque
rer a V. S. que se digne de mandar que
a citajao da herdeira Emilia Genn, se
faca, nao por precatoria, como V. S. or- j
denou, para a cidade da Columbia Brit-
nica, porem sim por editaes, com o prazo
de 30 dias, uma vez que nSo certo que
a referida herdeira alli resida, % apena
o supplicante presume, em razao de car
tas niuito anteriores ao fallecimento do
inventariado, que ella tenha, com seus
irmaos, para alli se encaminhado.
Nio havendo, pois, certeza ode refo
rida herdeira retida hoje, com seus irm3os
menores, razcavel e consentaneo com
o direito que a citajao se effectue por
editos.
Por esse modo fica rectificada a decla-
racao feita nos autos a respeito da sup-
plicada.
Pede aV. S. deferimento. Espera re-
ceber merc.Recifo, 10 de Setembro de
1889.Estevao >le Oliveira.
Estava com urna estampilha de 200 ris
inutilisada na forma da lei.
Despacho.Sim. Recife, 12 de Se-
tembro de 1889.Oliveira Andrwde.
Nada mais se continha em dita' peticSo
e despacho fielmente copiados dos prop ios
autos.
E para constar mandei passar o presen-
te que ser publicado pela imprensa e
affixado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
19 de Setembro de 1889.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escriv2o o
subscrevi.
Joaquim Correia de Oliveira Andrade.
Secretaria da Presidencia de Pernarubuco,
em 23 de Setembro de l88.-o. seceo.Por
esta Secretaria se faz publico, de ordem dolExm.
Sr. conselheiro presidente da pruviucia e de ac-
ordo com a lei provincial n. 1974 de 26 de Mar-
co ultimo, que, a r.querituento de Eduardo de
Moraes Gomes Ferreira, acha seaberla a concur-
rencia, cora o prazo de 5') dias, a contar de hoje
para apresentacao de propostas em carta fechada
fundaco de um moinho, nesta provincia, des
tinado a moer o grao de trigo c preparara fari
nna de conformidade com alei infra transcripta.
O secretario,
Francisco L. Shuinho de Soma.
LEI 8. 1974
Innocencio Marques de Araujo Goes, hachare)
cm sciencias jurdicas e sociaes pela Faculdade
do Recifo, (icpulado a Asserabla Geral pela
provincia da Bahia e presidente da de Per-
nambuco:
Fago saber a todos os seus habitantes qoe a
Assembla Legislativa 'Provincial decretou e eu
sanecionei a resolucao seguinte :
Artigo 1. Fica o presidente da provioda au-
torisado a coutractar com Eduardo de Voraes
Gomes Ferreira, ou cora qm m melbores vanta
gens oflerecer, a fundacao e creaco de um moi-
nho a vapor ou qoalquer outro motor, destinado
a moer grao de trigo e preparar a farinlia, com
a capacidade de moer diariamente, pelo menos.
7-600 kilogrammas.
| 1." Para a explorarlo c uso da industria de
que trata este artigo, conceder-se ha privilegio
por lOannos.
% 2. Dentro de dous anuos o contraetante e
obrigado a montar os cMabelcciuicntos precisos
e a dar principio aos trabadlos da fabrica, em
cujo serviro ser obrigado a admittir al 15 or
phaos, para Ibes ministrar o cnaino da industria
alimentando os, e dous aunos depois damlo-lhes
salario equivalente ao que trabalharem.
Art. 2." Ficam revogadas as disposiroes em
contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a
quem o conhecimenlo e execucSo da presente
resolucSo pertencer, que a cumpram e facam
cumpnr to inteiramente como nella se contem.
0 secretario da Presidencia desta Provincia a
faca imprimir, publicar e correr.
Palacio da Ppresidencia de Pernambuco, em
26 de Marco de 1889, 68. da Independencia e do
Imperio.
L. S. bmocamuo Marqubs de Abaujo Gof.s.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta
Secretaria da Presidencia de Pernambuco, aos
26 de Margo de 1889
O secretario interino,
Manoel Joaquim Silteira.
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OOTAr;uE8 OFFICIAES DA JUNTA DOS COE-
EtTORES
Recife, 28 de Setembro de 1889
A plices geraes. juros de 5 0.0, valor de 1:000*
a 071 s cada uuni.
Na Bolsa venderam-se
3i aoolices pera?3 del:000W00
O presidente,
Candido C. G. Alcoforado.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Alcodo
X2o houve negocio.
A exnortaco, feita pela alfandega neste mez
at o da 26, attingio a 578.204 1,2 kilos, sendo
392.203 1/t para o exterior c 186.001 para o inte-
rior.
As entradas verificadas neste mez at adata
de hoje, sobem a 5.403 saccas, sendo por:
5.* seccao.Secretaria da Presidencia
de Pernambuco, em 29 de Abril de 18d9.
Por esta secretara se faz publico, de
ordem do Exm. Sr. Dr. vico-presidente
da provincia e nos termos do 2o do art.
Io da lei n. 1,901 de 4 de Junho de 1887,
3ue, tendo-se concluido por meio de laudo
e arbitro desempatado!-, a questao de ava-
iagao do material da empreza de iliurai-
aacao gaz dcsta cidade, fica aberta
a concurrencia, com o prazo de seis me-
ses, contados da data do picsente edital,
para contracto da dita illumiiiac.'-.o, me-
diante as seguintes clausulas da citada le;
3. Nenhuma proposta ser recebida
em que o proponente com ella aprsente
documento de haver feito no Thcsoun.
Provincial deposito da quantia de 25:000
em dinheiro ou apohecs da divida publi-
ca, para garantir a aceitacjto do contracto
ao caso de ser preferida a sua proposta
4. O deposito, a que se refere o pa
ragrapho antecedente, nao ser retirado
pelo contractante senao lindo o contracto 6
servir de cau*o para os pagamentos de
multa e fiel comprimento das c'uaul*9.
que foi-cm estipuladas no mesmo.
5. O contracto s poderi ser feito
com quem mclhores vautagens offerecer
na concurrencia.
| 6. A nao ser no ca" do paragrapho
antecedente, a actual apresa nio ter
preferencia a qualquer outro proponerte.
7.o O novo contractante ser obriga-
do A indemnisacao, a que a provincia
sujeita por forca da clausula dcima ter-
ceira do contracto em vigor, devendo dita
indemnisacao ter lugar de accordo com
essa mesma clausula, e fcando o materila
Agurdente
Cola-se a 112*000, por pipa de 480 litros. '
Alcool
Cota-se a 220*000 por pipa de 480 litros.
J v-
^t -J : -
I K lO m M- # w ca B
P i- t 1 t;
1 s Q.
.=- co CJ
lO *c -* -^2 1 <"
a * 36 1

L.
p,
.
S.
i
Barcacas.
Vapores .....
laimues.....
Via-ferrea de Garuara. -
Via-ferrea de S.Vrancisco.
^ia-ferrea de Limo.iiro
Som na.
ilssncar
Os procos pagos no agricultor, por 15 kilos, se-
gundo a Associago Gomraerriaf Agrcola, foram
)3 seguintes:
Branco ..... 4*600 a 4*800
Jmenos..... 3*700 a 3*900
avado purgado 2*800 a 3*000
bruto especial. 2*400 a 2*700
bruto baixo 1*400 a 2*000
Retama..... 1*000 a 1*200
A exportagao, feita pela alfandega neste mez
at o dia 26, consUu de 1.283.082 kilos, sendo
i>0.000 para o exterior e 835.082 para o inte-
rior.
Panta da Alf.sudcga
fEMANA TE 30 DE SETBMB80 A 5
de A889
Assucar retinado (kilo) .
Assucar branco (kilo) .
Assucar mascavado (kilo) .
Agurdente.......
Alcool (litro)......
Arroz com casca (kil.o) .
Algodo (kilo) ....
Bagas de mamonas (kilo) .
Borracha (kilo) .- .
Carogos de algodo ....
Couros seceos espichados (kilo) .
Ccuros seceos salgados (kilo) .
Couros verdes (kilo) ....
Cacao (kilo).......
Caf bom (kilo).....
Caf restolho (kilo) ....
Carnauba 'kilo).....
Carogos de algodo (kilo) .
Carvao de pedra de Cardill" iton.)
Farinha de mandioca (litro) .
Folhas de jalwrandy (kilo/ .
Genebra (litro).....
5.403 Saccas Graxa........
Mel (litro).......
Miliio (kilo.......
Pao Brasil (kilo).....
603 Saccas
173
676
168 c
123
2.660 c
1
5
2.
As entradas verificadas neste mez at a data
de boje, sobem a 21X40 saceos, sendo por:
icas..... 4.916 Saceos
res..... ... *
Animaes.... 2 360
Via-ferrea de Garuar. 605
Via-ferrea de S. Fnnctero. 10.496
Via-ferrea do Limoeiro 3.263 t
Som roa. 21.640 Saceos
Mel
Cola-se a 60*000 por pipa de 480 litros.
Colaros
.Couros salgados, 145 ris, e os verdes a 210
r ls
DE OUTCBItO
320
216
153
150
350
80
361
80
800
22
390
ot
190
400
600
400
260
20
16/000
80
300
200
250
90
so
33
a obras da empreza hypothecados pro-
vincia at que estofa realisada a indemni-
ic3o ou pelo menos depositada a respecti-
va importancia.
8." O prazo do contracto nao poder
exceder a 30 annos.
9." O prego da illuininacao, quer publi-
ca, quer particular, nSo poder exceder de
260 ris o metro cubico ce gaz, fazendo-
*o uma redticeao do mais de 30 [, para
os estabelecimentos de earidade e benefi-
cencia, e repartieses publicas.
| 10." O systema mtrico, si or mais
conveniente, ser adoptado para a med-
gao do gaz.
| 11. A luz ser clara, brilhnnte e lienta
de substancias estranhas, que possam pre-
judicar a illuminagao e a hygiene publica.
12. A intensidade media da luz ser
equivalente a dedez velas de espermacete',
das que queimam sete grammas por hora,
correspondentes a 120 graos inglezes.
13. As horas de illuminacao publica
scrao fixadas pelo presidente da provincia
ao principio de cada anno, nao podendo
ser em numero menoi de seis, nem maior
de dez, devendo neste caso haver uma
reduccao no prego do' gaz correspondente
ao aorescitno de horas.
| 14.' O contractante ser obrigado a
ter na provincia um representante com
leos e Ilimitados poderes para tratar e
definitivamente resolver as questScs que
se suscitaren!, quer c>m o governo,
quer com os particulares, tcando su jeitos
todos os seus actos s leis e reglamen-
tos e jurisdiccao dos tribunaes judicia-
rios ou administrativos do paiz.
15. O contractante ser obrigado a
collocar c construir sita custa um ou
mais gazometros, se houve necessidade,
nos lugares qne o presidente da provincia
designar, e a introduzir todos os meiho-
ramentos que durante o prazo do contrac-
to so forcm dcscobrindo, uma vez adopta-
dos na corte do imperio ou em alguma ca-
pital da Europa.
| 16." O pagamento da illuminagao pu-
blica e particular ser feito cm moeda do
paiz, sem attengo oscillagao do cambio.
| 17. U contractante poder organisar
oorupanhia, a qual ficar subrogada em to-
dos os direitos e obrigagoes do contrete.
18. Para as despezas com a fisca-
sago do servigo de illuminagao o contrac-
tante concorrer annualmente cora a quan-
tia de 3:000i?000, que serSo reco'.hidos ao
Thesouro Provincial.
19. O presidente da provincia esta-
belecer as multas e mais condigoes, no
intuito de garantir a boa execugo do con-
tracto, quer com relagao a illnmingao pu-
blica, quer com a particular.
Faz-se publico, finalmente, que o novo
contractante ter de pagar actual em
preza, conforme o 7o cima citado, 9
quantia de 994:9170528, de accordo conr
a avaliaguo feita pelo arbitro desempata-
dor em 18 de Margo ultimo, visto deduzir-
Se da de 998:7770528, total da'avaliagao,
a importancia de 3:860)>000 paga era-
presa em 1860, proveniente de 202 canos
de ferro, 5 columnas e 5 bragos com lam-
peSes, collocados fra do permetro do
contrete. O secretario interino,
Manoel Joaquim Silveira.
Empreza do Gaz
A VI* O
A empreza de UluuiinagZo a gaz desta
cidade por seu gerente, tciido visto no
Diario de Pernambuco de hoje a publica-
cao do edital em que a presidencia da pro-
vincia chama concurrentes para o novo
contracto da iUaiaixxago mediante aa clau-
sulas no mesmo enunciadas c servindo de
base para a indemnisacao da empreza
actual a quantia de 998:777i5b28, por
'juanto foram avalladas pelo arbitro desem-
patador as obras da mesma empreza,
quantia essa que dever ser paga pelo
novo contractante, vem pelo presente
aviso, e para evitar duvidas futuras, de-
clarar que dita avaliayao nao pode servir
de base para tal ndemnisagao, por ter
sido llegal e irregtilarinrate feita, bem
como quo contra ella j protes ou, quer
perante o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, quer permite o juizo dos feitos da
fazenda, tendo sido intimado do mesmo
protesto o Dr- procurador dos feitos da
Fazonda Provincial, como representante
da ropvincia.
. E como qner qne deva em tempo op-
portuno fazer valor seus direitos contra
quem de direito, for, deliberen fazer a
presente publicagao para scieneia dos in-
tercssado3.
Recife, Ido Maiode 1889.
Gerente.
George Windsor,
O Dr. Jao Manoel Wandcrley Lins, juiz
municipal, primeiro supplente das exe-
cugoes eommerciaes, em exercicio espe-
cial deste termo de Gamelleira da co-
marca da Es cada e provincia de Pernam-
buco em virtudeda lei, etc.
Fago saber aos que o presente edita
virem, ou delle noticia tiverem, que lindos
os vinte dias de praga ser levado em
hasta publica pelo porteiro deste juizo,
no dia 1.* do mez de Outubro prximo
vindouro, s 12 horas do da, na sala das
audiencias dcsta villa, o arrendamento do
engeuboTaquara, desie termo, de proprie-
dado de Francisco de Paula 1 into e sua
mullier, pelo tempo de 18 annos, 9 me-
zes e 16 dias, segundo o calculo feito pelo
respectivo contador; para pagamento do
principal, juros e custas de execueo que
contra os mesmo?, movem Pereira, Ferrei-
ra & C. negociantes na cidade do Recife,
servindo de base a quantia de 1:2000000
annual, por quanto se acha actualmente
rrendado dto cngcnlio, conforme foi re-
querido pelos exequentes.
E quem sobre os meamos arrendamen-
tos quizer langar comparega perante este
juizo no dia, hora e lngar cima designa-
do, e habilitado na forma da lei.
E para constar lavrou-se o presente que
ser affixado no lugar do costume pelo por-
teiro dos auditorios, c outro de igual theor
para ser publicado pela imprensa, labran-
do o porteiro a competente certidao.
Dado c passado nesta villa de Gamel-
leira aos 6 das de Setembro de 1889.
Eu Hcrculano Thootoni "da Silva Gui-
inarcs, escrvao, o cscrevi.Joao Manoel
io, (indo o qual reverter para s
a estrada com todas as suas obras,
nos, materiaes e linhas telegrapuica?,
-imcada um dos ramaes que tenham
sido construidos, logo qu lenham sido oxpiora-
dos por igual tempo,
6. A garanta de juros s se tornar effe."-
tiva no caso de ser levada a effeito a concess
da eslrada de ferro de Amarante na provincia do
Piauny a .-erra Iious Irmaos, a qual se prende a
"presme concessSo, pcrdtnduo concessionaro e
nireilo 4 referida garant se obtiver 0 soveroo
geral, subvencao kilomtrica, quantia de juros
ou Qualquer ouiro favor equivalente.
7. A provincia !er o direito de embarcar
gratuitamente a sua forca publica, autoridades e
respectivas cargas.
8." 0 concessionario poder transferir em-
presa ou companhia, que organisar o presente
privilegio cora todos as seus favores e obriga-
Oes.
% 9." Denlro de 5 annos da data do contracto
deverfio ser aprcsenlados os respectivos estados
delictivos e os respectivos orcatnenlos detalha-
dos e ter eomego de exceugo as obras, cadu-
eando a concesso, se dendro desse praso n*o
forera ditas obras coraecadas, salvo caso de Tor-
ga maior, devidamente provado.
Art. 2. Ficara revogadas as disposigOes em
contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a
quem o conhecimento e execugo da presente
resolugao pertencer, que a cumpram e facam
cumpnr to ioteiramcnte como nella se com-
iera.
O secretario da presidencia da provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio da pre.-idencia de Pernanbuco. 8 de
Agosto de 1889, 68' da Independencia e do Im-
perio.
L. S. f. Akes de Araujo.
Sellada e publicada a presente resorogae nesta
secretaria da presidencia de Pernambuco, aos 8
" 1883.
O secretario
Francisco L. Mar tino de Souza
de Agoslo d(
DECLARAC0ES
S. 11. c
Wanderlet/ Lins.
Livros 1 Cuixao u J. W. de Medciros, 1 a Ra-
ijii) M. da Costa & G.
M--icadorias diversas 2 volumes a Faria So-
bridbo & C, 7 ordem, 2 a presidenei-i.
PapH 12 caixa3 a ordem. Panno de alpodio
53 fardos a Ferreira & IrmSo 3'5 a Aives de
Brillo A C, H a Machado dem, 116 Rodrigues Liaia i C.
Vapor nacional SS Franc.ru>, entrado dos
porios do sul em 27 do correnlc e consignado a
Ccmpanlua Pernnmbucana, manifestou .
AHios I canastra a Angoste Labille.
Couros seceos salaados 170 ordem.
MassasSOOcaixas a B. da Costa & C, 39 a
Fra^a Rocha & C,
Oleo 14 lulas a Guimaraes A Valente.
Pipas vasias 23 ordem, 28 a Jos Rodrigues
Maciera. Panno de algoJo o*) fardos a Guerra
& Peroaude*, 20 a Andrade Lopes C, 20 a Al-
bino Amorim & C, 2o a Rodrisues Lima & C.
Tecidos 1 caixa a Auguste Labille.
porios da
a Amorim
da
navios descarga
Barca norueguense Solid, carvo.
Barca norueguense Spes, ferragens.
Barca norueguense V. f. Nitlsen, carvo.
Barca norueguense Byfoged Cltriatensc, carvao.
Barca nacional Maiia Angelina, xarque.
Lugar nacional Loyo, xarque.
Patacho allemo Frederick, xarque.
Patacho sueco Aluuna, xarque.
Patacho norueguense EJ.ain, xarque.
Sumaca hespanhol Jnnita, xarque.
Imporlaco
Vapor nacional Espirita Sanio, entrado dos
portos do sul era 27 e consignado a Pereira Car*
neiro & C, manifeslou :
Calgados 1 caixao a Joaquim Pinheiro A C, 1
a.Costa Campos & C. Cavallo 1 a ordem.
"Caf 100 saceos a Joaquim Ferreira de Carva-
Iho 4 C, 50 ordem, 200' a David Fcircira
Bailar, 300 a Costa 4 Medeiros, 60 a Gomes de
Mattos Irmaos. Charutos 1 caixao a Almeida
Machado & C, 1 a R. de Druzir.a & C, l a Joa-
quim Lopes de Barros, 2 a Soares Guimarjes.
Chapeos 1 caixao a Adolpho -V Ferraot 9 a or-
dem, 1 a Raphael Dias 4 C, 1 a Rodrigues Li-
ma C.
Ferragens 2 amarrado3 ordem. Fumo 30
volumes a Azevcdo 4 C. Dito em folha 10 far-
dos aos mesmos.
Vapor inglez Tren/, cnlraJo dos
Europa na mesma data e consignado
Iruiaos 4 C, manifestou :
Alvalade 20 uarricas a Francisco Manocl
Silva (k i .
Amostras 30 volumes a diversos.
Ciliados 1 caixao a Joaquim Pinheiro.
Ditos! e livros 1 caixa a 11. II. Cornak.
Cha o grade, i. ordem.
Canos de chumbo 22 byrcas a Compaaiii?. de
Beberibe.
Drogas 1 caixa ordem.
'fis^eirus 1 caixa a A. Vieira 4 C.
Livros i caixao a J. Howie, 1 a Silva Guima-
cftinismos 1 caixa & ordem.
ias 1 caixa a R. B. Gloag.
* Qohos 24 Ciiix.-is a Joaquim Ferreira de Car-
vum & C, 13 a Joao Feruandes de Almeida, 11
a nvdx:;:.
Sokeranos 2 caixas so Banco Ialernacional, 1
a Jqs Livramento.
igabpietes^ caixa ao London Bank.
retidos diversos 32 volumes ordem, 9 a L.
Mala 4 C xl a A. Sanios A C, 12 a Andrade
Mdia 4 C, 4 a Monliard Huber & C o a Alvcs
de Brillo 4 C, 3 a Albino Amorim 4 C 3 a A.
Vieira & C, 14 a Bernet 4 C, 2 a Olinto Jardim
& C, 7 a Machado & Pereira, 2 a Luiz Antonio
Siqueira, 30 a Joaquim Agostinlio 4.C, 5 a Ha-
noel Djs da Silva Guimaraes, 4 a Rodrigues
Lima 4 l 1 a Francisco Laur 4 C, 1 a Mi-
guel Isabclla ifc C.. 4 a Narciso Baja C.
Tiaias (7 barricas a Res 4 Santos, 100 a Fran-
cisco Manocl da Silva 4 C.
Vialio 1 barril a J, A Tlion.
Exporlaco
ueciu, 27 db setembbo de 1889
Para a exterior
No vapor ingle? Vandick, carregou :
Para Liverpool, J. Lidstone 20 toneladas
de ferro velbo e 1 dita de zinco.
No \apir nacional Trent, carregou :
5." Seccao Secretaria da presidencia de Per-
nambucoEm 3 de Setembro de 1883
Por esta secretaria se .iz publico que fica
aberto o pia.-o de 50 dias, acontar desta data,
para o receoimen'.o de pronostas em carta fecha-
da dos concurreuicj cmsliuceo de uma es-
trada de ferro de que traa n lei provincial iufra
n. 2.035 de 8 de Agoslo prximo lindo.
O secretario
Vnmeueo L. Mmintio de Souza.
LEI N. 2.036
Manoel Alvcs de Araujo, do conseibo de Sua
Magostado o Imperador, baeuarel formado em
sciencias sociues c jurdicas pela Faculdade de
S. Paulo, comrnenddor d.i Imperial Ordem da
Rosa e presidente da provincia de Pernambuco
Pago saber a lodos os seus habitantes que a
Assembla Legislativa Provincial decretou e eu
sanecionei a resoluco seguinle :
Ariigo Fica concedido o engenheiro Ni'W
Ion Cesar Hnrlamaqtii ou a quem melhores van
tagens offerecer privilegio por annos para a
construc^o, uso e goso de uma estrada d.; ferro
de bitola esireita, que partindo da Serra Dous
Irmfios, na extrema desta provincia enn a do
Piauhy, v terminar na villa de Petroliua pon-
to marginal do Rio S. Francisco
1 A zoua privilegiada ter 10 leguas para
fcada lado do eixp da liona, sem que seja isso,
em tempo algum' empecilho a que a qualquer
outra estrada de ferro, parallela ou nao a de que
cogita a prsenle coniess&u, possa a provincia
azer coucessiio de zona privilegiada. No caso
de futuras concessOes, se a zona privilegiada da
estrada a que refere se a actual lei for invadida
pela de qualquer outra estrada de ferro conce-
dida mais tarde pela provincia, ser o empaco
de trra que entre as duas estradas mediar divi-
dido ao meio. Meando uma metade delle como
zona privilegiada de cada urna das referidas es-
tradas
." Em igualdade de condicos o concessio-
nario lera preferencia para constroeco, uso e
goso de futuros ramaes convergentes.
g 3." Ficam isentos de direitos e imposlos
provinciaes e municipaes oseoilicios, as machi-
nase materiaes necessarios para a eonstrucco e
exploraco da liuha principal e dos ramaes que
forem construidos.
4. O concessionario srri obrigado a cons-
truir linlia telegraphica para usa publico e par-
ticular da referida estrada e ramaes, g03ando de
igual isenco de direitos inipostos.
o." Fica concedida a garanta de juros de
6 % solire o capital que for empregado effecti
vamenle as obras, calculado o prejo mximo
do kilmetro, em i'S.OOOA e p?o praso da dura-
Para Buenos Ajr*p Casta^uelo II y Lostrelo
1C6 saccas com t2:413 kilos dealgodo.
Na barca norueguense Solid, carregou:.
Para rew-York. A. F. Caspio 1.000 saceos
com 75,000 kilos de assacar mascavado. .
Para o interior
No vapor oadbaaj Blpartto Santo, carreea-
ram :
I*ara Manaos, Amorim IraSos A C. 30 barris
com 2 880 litros de agurdenle.
Para Para, II C. Fermind >s 200 barricas com
15.428 kilos de assucar branco.
Na barcaca TkeresMa, carregou :
Para Natal, A. R. da Cosa 200 saceos com
farinhade mandioca.
Na barcaga flositfm.7. carrogaram :
Para Natal, Oliveira 4 C. 5 barricas com 272
kilos de assucar braaco.
DiuJictro
UECEBIDO
Pel vapor ingle/. .Tren:, para
Banco Internacional
Jos do Livramento
Socicdade Recreativa Commercial
Assembla geral ordinaria
ELr-ICO
De ordem do Illm. Sr. presidente, convido a
iodos os senlioies socios a reunirem-se na sedo
social, domingo 29 do correi.te, s 4 horas da
tarde, lira de proeeder-se eleicao da nova
directora.
Secretaria da Soeiedade Recreativa Commer-
:ial, 26 de Scterubro de 1889.
O 1 secretario
Adolpho Mendes Torres
Companhia |Locomo-
tora Pernambucana
ANuenabla sural
De conformidade com o art 14 dos estatuios
desta companhia, convido aos senhores accio-
nistas a reuoirem se em assembla geral no'da
8 ilo prximo mez de Outubro, ao meio dia, io
paleo do Carino n. 1, escriptorio, para Ibes ser
apresentado o balanc e mais documentos refe-
rentes ao estado da companhia, e resolverse o
me.lior gome assumpto de inleresse da mesma
companhia.
Recirc, 2i de Setembro de 183 9.
Andr M. Pinheiro,
Secretario adhoc.
Companhia de Edificando
Sao convidados os Srs. Accionistas da exlnct.i
Companhia de Edicacao, a comparecerem no
.'scriptorio de Moura Borges C, ao Largo do -
Corpo Santo, das 9 horas da manh as 4 da tar-
de, munidos de suas aece..-, afim de receberem
a quantia de 4300 por acgo, quanto tocou no
rateio.
Recie, 20 de Setmbro de 1889.
Joaquim de Oliveira Borges
Recebedoria Provincial
O administrador d* Recebedoria Provincial
faz publico para conhecimento dos interessados
que, por daerminacao do Illm. Sr, Dr. inspector
do Thesouro, fica prorogado at o dia 30 do
torrente o praso concedido para o pagamento,
livre de mulla, das annuidades e mais servicos
da Recife Drainage Company, relativas ao pri-
meiro semestre do exercicio cm vigor de 1889.
Recebedoria Provincial de Pernambuco, 25.d Setembro de 1889.0 administrador.
_______________Lulz Cesario do Reg
Monte Pi Portuguez
(Socios em atraso)
A directora desta benemrita associacao sci-
entifica aos senhores socios contribuales e re-
missos, que nao se pozerera quites as suas
mensahdades at o Mtn do crreme mez, ter de
applicar aos incursos a pena do arl. 16 n. 2 dos
estatutos.
Secretaria do Monte Pi Portuguez cm Pernam-
buco, 3 de Setembro de 1889.
Manoel F. Velloso.
2 secretario
10.000
594
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional
Fernando de Noronha
para:
407514*
Rcmlitttcaqs pblicos
MZ DE sV.TEM'KI
Alfandega
Renda geral
Do dia 2 a 27
dem de 28
:a3:19i20f.
20 208J977
Retida provincia
Do dia 2 a 27
dem de 23
82:*)67:3
3;17i*333
779:397*183
85:378^096
Somm.. tila! 864.775*289
Segunda secc,o da Alfa idega de Pernambuco,
28 de Setembro de D>89.
O thesoureiro Floren:;o Domingues.
0 chefe d -Cicero B. de Mello.
Mercado Hunteipal de Jane
O movimento deste mercado no dia 27 de Se-
tembro foi o seguinte:
Entraran] :
29 1/ bois pesando 3.426 kilos.
1232 kilos de peixe a 20 ris
52 cargas com farinha a 200 ris
6 ditas de feijo a 200 ris
2 ditas de miltio a 200 ris
12ditasdefructas diversasa 300rels
9 tabolciros a 200 ris
12 suinos a 200 ris
26 matulos com legumes a 200 ris
Foram oceupados:
27 columnas a 600 ris
1 escriptorio a 300 ris
28 compartimentos de faruma a 500
ris
21 ditos de comidas a 600 ris
82 ditos de lego mes e fazendas a
400 ris 3280
16 ditos de suinos a 700 ris 11*200
8 ditos de fressuras a 600 ris 4*890
33 tainos a 2* 66*00j
24*620
10*400
1*200
400
3*600
1*800
2*40.>
5*200
16*200
300,
14*000
10*810
205*440
3:423*620
5:631*069
Rcndimento do da 1 a 23 do cor-
rente
Foi arrecadado liquido al hoio
Precos do dia:
Carne verde do 240 a 400 ris o kilo.
Garneiro de 720 a 1* ris dem.
Suinos de 560 a 640 ris idem.
r'arinha de 400 a 6 0 ris a cuia.
Llhode 360 a 400 ris idem.
Pe>ao d? 800 a 1* idem
Maiadonro publico
Neste estahelecimeto foram abatidas para o
consumo de hojeJIOl rezes pertenceates a diver-
sos marchantes.
Rceebc doria
Do dia 2 a 27 30:9.
dem de 28 l:9it
gerl
32:875*119
Recebedoria provincial
Dodia2al7 21:189*599
dem de 28 2:660*592
13:850*191
Recife Dralnage
Do dia 2 a 27 42:760*090
llem de 28 317*893
43:077*983
Sul.
Vapores a enirar
MEZ DE SETEMBBO
....... Don.............
29
Vapores a sabir
MEZ DE SETEMBKO
RioFcrmoso Ptrapama......... 29 as 5 b.
Southamptom. Don............. 29 as 2 u.
Slovinicnto do porto
Navio entrado no dia
Rio de Janeiro6 1/2 dias, vapor inglez 'an-
dick, de 1070 toneladas, comniandante Tho--
maz Philan, equipagem 27, em lastro: a
Black burn Needham C.
Saludos no mesmo dia
Manaos e escalaVapor nacional Espirilo-Santo,
commandan'.e Carlos A. Gomes, carga varios
gneros.
Fernando de NoronhaVapor nacional S. Fran-
cisco, commandante Joaquim da Silva Pereira,
carga varios gneros.
Vi
i




liario de PemambucoDomingo 29 de Setembro de 1889
GRKAT WESTERX DF BRASIL RAILWAY G. LIMITED.
AVISO
1AlgoJao do interior em fardos pesando nanea menos de 180 kilograinmas
e n3o excedendo era voluine tres dociios de um metro cubico, -ser transportado
com batiment de 20 r0 sobre os fretes da Tarifa 2 claSite 1.a
2AlgodSo em caroco nao sendo incluido na clnssificacao das mercadorias
era cm virtude do art. 94 do regulamento transportado as condicSes da tarife sc-
gninte: at segunda ordem.
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o
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E3
E3
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CC
:88S8S8l8:B.8,
1Transacco'es cima de 3.000 kilogrammas scro cobradas proporcio-
aalanente.
20 algodSo em carolo deve ser ensaccado em saccas bem fechadas.
3Ser depositado fra dos armazens da Companhia e ser coberto com en-
cerados, porm, sem responsabilidade da Campanhia por prejuizo com cbnva ou fogo.
3Os wagons devem ser requesitados conforme o art. do regulamento e ficam
ujeitoa e disposieoes dos arts. 41 c 45 quanto carga.
Jasen Regbcy,
Superintendente da Companhia.
GRE4T WESTERN OF BRAZIL B.41LW.4V C. LIMITED
AVISO
Do da 1 de Outubro em diante vigorar at segunda
ordem nesta ferro-via o seguinte horario:
s
PARA O I!N I EKIOR
V
ESTA(;ES
Recife......
'ncrnzilhada.
raial
JaVcos.
Camaragibe ..
S. Lourenco..
Tiraa......
Santa Rita...
*Po d'Albo...
Garpina......
TracunhXem..
Nazareth.. .
,aga Secca.
Barana.....
Allianea.....
Pareza......
Timbaba....
\ (/'arpia......
L. do Carro..
NC Grande...
Dimociro.....
DIA8 UTFIS
Manha
7.30
7.38
7.46
8.02
8.14
8.33
8.44
9.05
9.32
10.02
10 17
10.32
11.02
11.20
11.40
11.02
12-22
Tmrie
3.04
3.12
3.20
3.35
47
,07
,17
,40
,06
5.35
5.51
GAO
6.30
das sant.
Manha
7.30
7.38
7.46
8.02
8.14
8.33
8.44
9.05
9.32
10.02
10.17
10.32
11.02
11.20
11.40
12.02
12.22
10.05
10.20
10.37
10.56
Tarde
DO INTERIOR
ESTAOOES
Limoeiro.....
J. Grande...
L. do Carro..
Carpina......
Timbaba. ...
Pureza......
Allianea... ,
Barana-.. .
Laga Secca,
Nazareth.. .
Tracunhaem.
Carpina.....
lo d'Alho..
Santa Rita..
Tiuma......
S. Lourenco.,
Camaragibe .,
i.48 Macacos. .
4.04 Arraial.....
4.21 j (Encruzilhada ,
4.41;lRecife.......
das uteis
Manha
6.12
6.33
6.48
7.00
7.37
8.03
8.21
8.36
8.52
9.04
9.18
9.26
9.33
Tarde
1.10
.38
2.03
2.19
3.11
3.2
3.4G
4.10
4.36
4.54
5.09
5.24
5.37
6.52
5.59
6.06
das sant.
Manha
9.03
9.24
9.39
9.50
Tarde
2.32
2 54
3.11
3.34
1.10
1.38
2.03
2.1'J
2.38
3.11
3.25
3.46
4.10
4.36
4.54
5.09
5.24
5.37
5.52
5.59
6.06
Ecriptorio geral, 22 de Setembro de 1889.
Jason Rgey,
Superintendente.
PRADO PERNAKCMO
QUE SE REALIZAR
lingo 29 de S
I
I
Xomrii
t.
6
B
Pello
Xa I ara-
lid.
Cor da vesti-
menta
Ir prieta rio*
l. Pareomielo800 metros.Animaes da provincia que nao tenham gaolio premio nos pra-
dos do Recife. Premios : 200* ao 1., 40* ao 2. e 20* ao 3.
liCauby
2 Maraguape..
Papacaceiro ,
ex-Barra..
Rio da Prata
.......
Humilde.....
Berlim.....
Ramss......
Paladino...
Transclave..
Aagelino,ex-
Caciqus...
Pao Brasil ..
Jaguarao.. -.
Lord Byron,
ex-Leo ...
Belga......
Sans-Souci...
4 Cas tan ho-----
5 Alao..
4
10
4
5
o
B
o
5
5
6
5
'i
Rodado
Russo pedrez
Cachito.
Mellado.
Castanho
Rodado .
Alazo..
Rusilho
Baio
Rasso pedrez
Baio........
Baio........
Pernamb.. 51
6
36
.%
56
5i
56
50
56
5li
56
56
56
56
56
Branco, preto e ene..
Encarnado e branco -
Azul e branco.
Encarnado e branco.
Encarnado.........
Azul e rosa ......
Branco e encarnado
Ouro e preto
Escarate e ouro
Encarnado e preto.
Grenat e ouro.....
Ouro e branco.....
2. Pareo 1. de duibo 1,500 metros Animies pelludos do paiz.
60* ao 2* e 30* ao 3"
Recebedoria Provincial
Tendo sido designado para proceder na fre-
%uezia de Santo Antonio a collecta dos diversos
islas provinciaes. relativos ao exercicio de
18S), assim o declaro a03 respectivos contri -
boiate.--, que na forma do regulamento de 4 de
Jnllio de 1879, dever&o instruir as reclaroasoes
v.rbae3 que (iiercm em vista de documentos
comprobatorios. Darei principio aotrabalho de
que me acho incumbido no da 30 do correte
mez, pelas ras do Imperador, 1- de Margo, Ou
que de Caxias e caes 22 de Novembro.
1. seccao da Recebedoria Provincial, 28 de
cinbro de 1889
0 lancador,
Joaquina Tranquilino de L. Duartc.
Banco Idternacional
do Brazil
Participamos ao publico que, par assembla
geral dos accionistas date Banco, no dia 16 do
corrente, foi deliberado, por unanimidade de
votos, a fusao do Banco Internacional do Brazil
com o
aneo Nacional do Brazil
CAPITAL 90,WO:000*000
pelo que, do 1 de Outubro prximo em diaoe.
funccionara a caixa filial do Banco Internacional
do Brazil, nesta provincie, sob aqudle titulo.
Recite, 26 de Setembro de 1889.
Paraliyba
Cometa ..
Gallileu..
Aymore .
Favorita .
Recife .
Vulcano..
Castanho
Alazao...
Castanho.
Zaino....
Castanho.
Alazao...
S. Paulo... 52
% 54
52
a 54
v 52
R. de Jane. 54
S. Paulo.. 54
Azul e ouro.
Onro e preto.....
Azul eouro......
Verde e amarello.
Azul e ouro.....
A. M.
B. B. Fonseca Filho.
Francisco Cocino.
Felismino Leopoldino.
M. N. F.
J. Cavalcante.
F. M. M.
B. B. Fonseca Fiilio.
Jos N. da Silva.
C. Depurativa.
Candido 11. Ribeiro.
A. M. S.
N.R.
J. F.
D. Anna L. de Mallos.
Premios: 380* ao-!0,
Coud. Internacional.
Coud. Luzo Brasilera.
Coud. Fraternidade.
P. V.
Maia & Crysostomo.
S. P.
Coud. Internacional.
2." Pareo-Internacional1,200 metrosAnimaes estrangeiros que nao tenham ganho pre-
mios em 1889 em maior distancia. Premios: 400* ao 1, 80* ao 2o e 40* ao >
Totti......
B:aztl......
Zngara, ex
Stephame.
Feuillage ex-
Josephus..
Vanda ......
Alazo...... i Inglaterra. Franca ... 48 50
Castanho... Inglaterra- 50
Zaino claro.. Franca ... R. da Prata 52
Azul e ouro.
Branco eouro.
Grenat..............
Verde e amarello___
Coud. Internacional.
Coud. Independencia.
Coudeluria Temeraria.
G. Oliveira C.
A. T.
4* pareoConsolaeo850 metros.Animaos da provincia que nao tenham ganho premios
em 1889 em' maior distancia. Premios : 200* ao l., 40* ao 2." e 20* ao 3."
Piramon
Corsario ...
Esquimo ..
Tupy.......
Pinta silgo..
Pbariseu. -.
Humilde.....
Caim.......
Cndor.....
Lucifer.....
B
(
5
7
5
5
10
5
6
8
Castanho.
Rodado..
Baio........
Russo......
Castanuo-----
Russo pedrez
Baio........
Rodado ___
Pernamb.
56
56
56
58
58
58
56
56
38
58
Preto e ouro
Preto e branco......
Encarnado e branco.
m
Azul, ene. br. e pret.
Xadres.............
Azul e grenat.......
Azul e encarnado
Coud. Bella-Vista ,
/. F. S.
A. de Miranda.
F. C. Rezende.
J. M. B. C.
Tasthersal Pernamb.
M. N. F.
A. F. C.
R. Cardoso.
Uchoa 4 C.
5. PareoGRANDE PREMIO -Imprema Pernambucana 1,800 metros. Animaes da
provincia. Premios : 8u* ao 1, 200* ao 2-, 100* ao 3. e 60 ao4.-
Arumary ....
Monitor......
Guaran y 2"..
Templar ....
Mouro......
Florete .....
iguarass.
Bcberibe.. .*
Nao se espan-
te........
lOCapibaribe ..
o
I
4
5
7
5
4
10
5
5
Alazo .
Husso ..
Rodado
Alazo......
Castanho
Alazo......
Russo......
Pedrez
Castanho-----
Pernamb.
3i
oi
5
H
B i
H
B
n
H
Azul e creme......
Encarnado e branco
Ouro e branco......,
Branco............
Encarnado e ouro
Encarnado e branco.
Ouro e preto.........
Preto, encarn. e ouro
Azul e encarnado
Cor de palha........
F. Siquoira & Bastos.
Coud. Pernambucana.
J. Mello.
J. F. F.
A. Taques.
F. Freir.
M. P. F.
Coudelaria Beberibe.
J. J. A.
Milner.
Inglaterra.
Branco eouro.
6. Pareo.Prado Pemambucano 1,700 metros. Animaes de qualquer paiz.
Premios : 400* ao 1, 200* ao 2. e 40* ao 3.
Gladiator ex-
Derby
Irene, ex-As
pasia.....
Ernani.....
Apollo......
Vesper.....
Africana.....
Alazo.
Zaino..
Alazo.
Zaina.
R. da Prata
Inglaterra.
R. da Prata
30
48
56
Si
37
3i
Grenat.......
Preto e ouro .. -
lOuro e branco.
I Preto e branco
Coudelaria Temeraria.
Guimares 0. & C.
Artnur Silva.
Dr. Joao de S.
Coudelaria Emulaco.
Coudelaria Riachuello
7. pareo-aninaeo1200 metrosAnimaes da provincia nao inscriptos no grande premio.
Premios: 200* o Io, 40* ao 2' e 20* ao 3o
Village.....
Cupido.....
Cajurubeba
Tupy.......
Alheu.....
Good- mor
ning.....
Mellado..
Russo ..
Castanho.
Baio.....
Castanho.
Rodado .
Pernamb.
56
Si
54
51
51
3 i
Azul e branco.......
Ouro e preto.........
Encarnado e branco.
Xadrez............
Azul e branco.....
Jos Joaquim Das.
S. N.
Coudelaria Depurativa
F. C. Rezende.
A. F. Cabral.
R. Cardoso.
(*) Montado por amador.
OBSERVACES
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo devem achar-se no ensilhamento
s 9 Ij2 horas da inanhS.
Os animaes inscriptos para os outros pareos devem achar-se no' ensilhamento
urna hora antes da determinada para o pareo em que tiverem de correr.
Os forfaits serSo recebidos at sabbado, 28 do corrente, 3 horas da tarde..
O animal inscripto em mais de um pareo, que deixar de correr no primeiro,
nao correr no segundo.
Qualquer reclamacao sobre corridas dever ser apresentada por escripto
directoria.
Os jockeys que at sabbado 28 do corrente ao meio-
dia nao se apresentarem a matricula n'esta Secretaria,
nao poderao correr no dia 29.
HORARIO
Encerramcnto da venda de poules
1." pareo.llh.50
2. c 12.40
3." 1.20
4. 2.10
5. 2.55
6. t 3.40
7. 4.30
PRECOS
Geraes.......
Entrada e arehibancada
Entrada, arehibancada e ensilhamento
Cartoes de familia at 5 pessoas
Ensilhamento.....
Differenga para arehibancada .
Corridas
12".
12.50
1.30
2.20
3.5
3.50
4.00
1#000
2,5000
3*000
5*000
2*000
1000
Recife, 26 de Setembro de 1889.
O GERENTE,
Francisco de Souza liis.
NAMBUCO
ii i MfWm
Para a 21/ corrida
A realizar-se domingo 6 de Outubro de 1889
l. Tfc^S tolNIMUS 800 metros. Peqniras da, provincia at 1,28 d
altura. Premios: 150*000 ao primeiro, 30)5000 ao segundo e 15*00
ao terceiro.
YMrUs1 ONNIUM 1.30 metros. Animaes de menos de meio san-
gue. Premios : 300*000 ao primeiro, 60*000 ao segundo e 30*000 ao
terceiro.
*" ^V&'fcS CONSOIAQ'O---------80 metros. Animaes da provincia que
nao tenham ganho nos prados do Recife. Premios: 200*000 ao pri-
meiro, 40fJ000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
' $,S^!,11 PRADO DA ESTANCIA 1. metros. Animaes nacionaes
at meio sangue. Premios : 350* ao primeiro, 70* ao segundo e 35*000
ao terceiro. *
a fltSk^S ANIMAQO metros. Animaes da provincia que nao
tenham ganho no Derby em distancia superior a 1.000 metros. Pre-
mios : 200*000 ao primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
^Va^S INTERNACIONAL 1.8OO metros. Animaes de qualquer
paiz. Premios ;, 500*000 ao primeiro, 100*000 ao segundo e 500000
ao terceiro.
$V&% PROVINCIA DE PERNAMBUCO-l.aoO^metros. Animaes
da provincia que n3o tenham ganho no Derby em distancia snperior a
milha. Premios: 200*000 ao primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000
ao terceiro.
Observacoes
Serito acceitas para cada pareo as 16 primeiras propostas que primeiro forera
lidas.
S se realizarSo os pareos em que se inscrevercm, pelo menos, cinco animaes
de tres proprietarios d inherentes.
Nao poder2o inscrever-se no mesmo parco mais de dous animaes do mesmo
proprietario, ou t*alados na mesma Coudelaria.
Cada enveloppe devela conter urna s proposta e ser recusada aquella que
nao vier acompanhada da importancia-da inscripcao.
A' directoria reservase o direitode alterar a.collocafao dos pareos na ogaai
sa^o do programma.
A inscripcao encerrar-se-ha segunda-feira, 30 do corrente, s 6 horas da tarde,
na secretaria do Derby Club, na ra do Imperador n. 22, 1. andar.
Recife, 2G de Setembro de 1889. _
O GERENTE,
a
f.
Colonia Orphanolu-
gica Isabel
De ordem desta Directo-
ria aviso aos pareles, tu-
tores ou protectores de me-
nores despachados at a pre-
sente data para serem reco-
lhidos a esta Colonia, de os
apresentar at o dia 20 do
mez vindouro, julgando-se
cedido o direito adquirido
pelos despachos da Presi-
dencia, se o nao fizerem at
o referido dia,
Secretaria da Colonia Or-
phanologica Isabel, 20 de
Setembro ce 1889. O se-
cretario. Francisco Con-
nives de Siqueira.
Thesouraria de Fazenda
SubMtifuiro de nota*
De org-ra do lllm. Sr. inspector, fago publico
que, na formado cdital desta Thesouraria de 17
ie Junho ultimo, no dia 30 do corrente mez
que termina a prorogaco do praso marcado para
a substituigao sem descont das notas de 200*
da 5.* estampa.
Vencido esse praso, comecar o descont de
accordo com o preceituado pelo art. 13 da le
3313 de 16 de Outubro de 1886, isto : durante
os tres primeiros mezes 2 <>0; at o 6. mez 4
0/0 ; at o 9." mez 6 0/0 ; at o 12 mez 8 0/0;
duraute o 13." mez 10 0/0, e mais 5 0/0 mensaes
d'ahi por diante at que as notas perco de todo
o valor.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 9
de Setembro de 1889.
0 ecretario da junta,
Dr. Antonio Jos de San'Arttta^
Irmandade
DO
Senhor Bom Jess dos Af-
flictos na igreja de S. Jos
de Riba-Mar
MEZA GERAL
De ordem do irmo provedor, convido a todos
os nossos caros irmios para compareccrem em
nosso consistorio s 10 horas da manha de do-
mingo 29 do corrente para, em numero legal de
mesa geral. procedermos eleigo dos novos
funecionarios que teeui de reger a i ossa irman-
dade no anno oomnroaiissal de 1889 1890.
Consistorio, 26 e Setembro de 1889.
Miguel dos Santos Co.-ta Jnior,
Escrivao. ____
SAOTACASA.
CASAS PARA ALUAR
Ra do Vigario Tenorio a. 27, loja 200$000
Idem-idem idem, 3." andar 180*')).,i
dem do Bom Jess n. 8,
Ra Visconde de Albuquerque ca-
sa n. 61. 2i
Ponto Velha n. 31. 16*
Becco do Abreu n. 2, V andar 10n
Ra do Bom Jess n. 29, loja 240*000
dem idem n. 29. 1. andar
dem idem 2o andar 250
Bispo Sardinha n. 3, loja 168*00tl
dem idem n. 11. 2. andar
Ra da Moda n. 49 arma 200*000
dem do Mrquez de Olinda, n. 4i, so-
brado 2:131*000
dem idem n. 33, idem i.:
dem de Thom de Souza n. li, Io
andar
dem Imperial n. 131, caza frrea
Becco da Detenjo (rneia;
Ambol (Vaizia)
8. Lourenco da Malta
Becco das Boias n. 14, I andar lt
Henrique Schutel.
Administrado dos correios
de Pernambuco, 25 de Se-
tembro de 1889
Halas para Pedra Tapada
Faro publico que de Outubro em diantc 3
mala para a agencia do correio de Pedra Tapada
passar a ser expedida nos das 3,8, 13, 18, 23
e 28 de cada mez.
O administrador,
____________Alfonso do Reg Barro.
THEATR *
T.IRIIIDES
Grande espectculo em favor
DO
Domingo, 29 do correte
Depois que a orchestra, dirigida peto distioct
professor Antonio Martios. tiver execotado urna
das 3uas melhores ouvprturas, subir scena a
muito applaudida ZARZUELA em um acto
Segmr-se-ha a importante comedia, que Uto
applaudida foi em a noite de 21, no theatro San-
ta Isabel, escripta pelo distincto comediograpbo
fluminense, Dr. Franca Jnior :
tf FiZI UM IIPIIT DO
N'um dos intervallos a hbil actriz Marieta
Aliverti, em obsequio ao beneficiado cantar a
linda
GANSAO DOS LARANJAS
O
tro.
Principiar s 8 horas
resto dos bilhetes, na bilhetaria do tiiea-
United States and Brazii
M. S. S. C.
Ovapor Advanee
E" esperado de NewYorfc-
at o dia 5 de Outubro
too qual depois da de-
mora necessaria seguir
_ para a
Bhia, Rio de Janeiro e Santos
Para passagens carga, encommendas e di-
nheiro a frete. trata-se : com os AGENTES.
O vapor Allianea
E' esperado dos portos d
sul at odia 6 ae Outn-
broo qual depois da de-
mora necessaria seguir
__ para o
Para, Barbados, S.
XLartlniqnc e Mew-
Haraahao',
Thomaz.
Vork.
Para carga, passagens, encommendas
iheiro a lrete tratu-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commecior8
1* andar
e di-.
Comp
>anhia BrasUeira de
NavesQao Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor JManos
Commandante o Io tenente Guilherme
Waddington
E' esperado dos portos do norte at
o dia 4 de Outubro e depois da de-
mora indispensavel seguir para os
As idas sero recebidaa no trapich
ira da larde do dia da sabido.
encommendas e valo-
com os AGENTES.





Diario de Peruam buco -Domingo 29 de Setembro de 1889
PORTOS DO NORTE
O vapor Alagoas
Commandante Joao Mara Pessoa
mtnx. E' esperado dos portoe do sol at o
Jftj^dia 7 de Outubro eseguindo depoi*
fada demora indispensavel para os
^^^^^portos do norte al Manoa.
As encouimendas s sero reccbidaa na agen
ca at 1 ora da tarde do dia da sabida.
Para carga, encommendas, passagens e valo
m trato-se com os _____
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
H^zRua do Commereio^=6
lo andar
Companhie de Messageries
Maritimes
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Commandante Moreau
E' esperado da Europa no
dia 4 de Outubro e se-
guir depois da demora
1 necessaria para
Janeiro, Buenos-Ayres t
Montevideo
Lembra-se aos Srs. passageiros de todas as
Clas3es que ha lugares reservados para esta
aaencia, que podem tomar em quatquer lempo.
TPrevine-se aos Srs. recebedores de mercado-
ras que s se attender a reclamaces por fal-
las, nos volumes, que forem reconhecidas na
ccasio da descarga, assim como devero den-
tro de 4* horas a contar do dia da descarga da?
alTarengas, fazereni qualquer reclamacao con-
cernentes a volumes que porventura tenham se-
guido para os portes do sul, afim de poder-se
Sar a tempo as providencias necessanas.
O mesmo agente por alvar do Exm. Sr. Dr.
ju'.z de direito do civel, com asistencia do mes-
mo e a requerimen;o da inventariante de Geraldo
Moreira da Silva, levar a 3." leilao a referida
oasa, servindo de tase a ofiVrla de 943*000.
Leilao
De fazendas .
de fazendas, iumdezas, ferragens, chapeos,
papel, feltros, seliins e malas.
Tcr^a-feliru 1 de Ontubro
A's 11 horas
No armazem da ra do Bom Jess n. 45
O agente Pinto levar a leilao, por liquidaco,
differentes fazendas de le. laes como : casemi
ras de la, filtros, chapeos de difterentes qualida-
des, cambraias de coi, muitas outras fazt-adas e
9 caixas com lonca de agalha e porcellana com
um variado e completo sorlimento.
Leilao
Baha, Rio de
Leilao
lili
luado lux
Ele paquete
elerlrira.
Para carga, passagens, encommendas
oheiro a frete: trata-se cora o
AGENTEj
Auguste Labille
9 Ra do Commereio 9
e di-
COMPIII>%
PER.\tHni('.A
DE
HavesaeSo ewstelra por vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Moesor, Araca-
ty e Cear
O vapor Una
do sobrado de 1 andar e soto n. 38 da roa do
Dr. Joaquim Nabuco, oulr'ora da Ventura na Ca-
punga. reguezia da Graca, em solo proprio, com
6 janelas e i porta de frente no pavimento ter-
reo, 3 janclla3 em cada oito, 3 salas, 3 quartos
cacimba, quarto fra, coxeira, estribara sitio
com algumas arvores de fructo, medindo o pre-
dio 22 metros de largura e 8 de comprimento.
Terga feira, 1 do Outubro
A 1 hora da tarde
No armazem ra do Bom Je-
ss a. 4
O agente Pinto levar a leilao por mandado e
em presenta do Exm. Sr. i r. juiz de direito da
provedoria de capel las e residuos, o sobrado ci-
ma mencionado, pertencente ao acervo inventa-
riado da finada D. Candida Senhoriuha Vieira
Lasserre, 1 hora da tarde do dia i de Outubro,
no armazem da ra do Bom Jess n. 45, onde
havera um outru leilao de lazendas; chapeos
miudezas e ferragens.
^
Commandante Monteiro
Segu no dia 3 de Outubro
horas
dia 2.
da tarde. Recebe carga at o
Encommendas, passagens e dinheiro frete,
t as 2 horas da tarde do dia 3.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambueanu
n. 12
COHI-tMIIl IM liWMIII CASA
--* -Ue'
**avegaS costelra por vapor
.___^- PORTOS DO SUL
Taman(lar e Rio Formoso
O vapor -1 'irapama
Commandente Carvalho
Segu no dia 29 do corren-
te as 5 horas da manb Re
cebe carga at o dia 28.
Passagens at s 3 horas da tarde da vespera
da saluda.
ESCRnroRio
Ao Cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
Boyal
Mal Steam Packet
Company
O vapor Don

E' esperado do sul no dia 29 di Se-
tembro, segurado depois dademora
oece8saria para
Lisboa, Vigo, Santhampton e Antuerpia
Redcelo de passagens
Ida Idaevolia
X Lisboa i classe t 20 30
A' Sottthampton classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens fretes, encommendas, trata-ne
com os
AGENTES
Amorini Irraos & C.
N. 3Ra do Bom JessN. 3
LE1L0ES
Terca feira 1 de Outubro o de fazendas de
lei, chapeos, miudezas e 9 caixas com ferragens,
jouca de agatha e porcellana, no armazem da ra
do Bom Jess n. 43.
Terca-feira, 1 de Outubro, deve ter lugar o
leilao da caixa avariada, descarregada do vapor
Oremoqne e consignada Notre Dame de Pariz
com vestidos feitos, cortes de vestidos, saias,
camisas, espartilhos, lencos e raais arligos de
gosto, por occasio do leilao de ricos chapeos
para senhoras, para homens e meninos, case
miras e outras multas fazenda3, bem como seliins
m ferragens. _______
Leilao
Seganda-fcira 3 do crreme
s 11 horas
Na ra da Palma n. 27
De 1 mobilia de mogno, i meia dozia de ama-
relio, i cama d" casal, I lavatorio, i mesa de
jantar, 2 aparadores. 1 uarda-louca, 12 cadei-
ras de junco, 1 mesa de cosinha, 1 espelho, 1
cabide, 1 quartmheira, 1 raarque-o, louca de
jantarede almoco, copos, garrafas, candieiros,
trem de cosinha e outros arligos de casa de fa
ffiilia.
O agente Modesto Baptista, autorisado pcir
urna familia que se retira para fora da cidade.
far leilao do que cima se declara.
Ao correr do raartello
Leilao
De urna casa terrea sob n. 73 ra do
Padre Nobrega (antiga Alecrim) fre-
guezia de S. Jes
Megunda-felra 30 do correle
A's 11 horas em ponto
So armazem ra do Imperador n. 39
O agente Stepple, por mandado e asistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito de orphos e
ausentes, a requenrnento do curador geral de
aosenles. kvar a leilao a casa cima, espolio
de Aotonio Jo> Bruno para pagamentos de des-
pezas e impostes.
Os Srs pretendentes desde j podem exami-
nar a referida casa.
Ag
ente Silveira
3 leilao
Da casa terrea n. 36 ra do Conde da Boa-Vista
Acguoda-felra SO do corrate
A's 11 horas em ponto
fo armazem ruaEstreita do Rosario n. 8
Leilao
Da grande fabrica Apollo, constando de todas
as mercadorias para preparar fumos, officina de
cigarreiro, de charuteiro, de ferreiro, de funilei
ro, todos os pertences, prelcs, typos e raais per-
tences, machinas para cortar papel, lithographia,
urna fabrica bem montada para oleo*, machinas
a vapor para movimento dasofficinas differentes,
materiaes e bemfeitoriasem todo o estabelecimen-
to pertencente a grande fa iriea Apollo.
Terrnfrlrn S do Oulultro
A's 10 e 1[2 horas
O agente Gusmao, autorisado por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz do commereio, a requerimento
do Dr. curador Kcal da mesma massa fallida de
D. Mara Amelia da Cunha, far leilao da grande
e importaute fabrica cima mencionada, perlen
cente referida massa fallida.
Os pretendentes que quizerem examinar a dita
fabrica podero entender-se com o mesmo agen-
te ; garntese o predio ao comprador da fabrica
sita ra do Hospicio. *~
Leilao- '
De fazendas.amafiadas constando de 1 ves-
"ti3o de l, costumes para senhoras, ves-
tidos para meninas, saias, espartilhos,
len90s de renda, camisas bordadas, robe,
chambres, cortes de vestidos de phan-
tasia.
Tcrca-felra. I de Oiiiibro
Ao meio dia
Na ra do Bom Jess n. 45
O agente Pinto levar a leilo por ordem da
Notre Dame de Pariz e por conta e risco de quera
perteucer o conteodo da caixa marca J L o. 30
descarregada de bordo do vapor trances Oreno
me com avaria d'agua do mar e ser vendida em
lotes a vontade dos compradores por occasio de
Ubi ontro lello
de cazemiras de l, lindos chapeos para senho-
ras, muitos e differentes chapeos para homens,
feltros, lindos tapetes e 9 caixas de ferragens
finas, conteodo vasos, jarros, caldeir&es, casaro-
las. fregideiras, bacas, e baldes e 2 caixas com
seliins.
Leilao
De fazendas e vinhos
CONSTANDO:
de redes, colxas de algodo, toalhas para rosto
e mos, dita? para meta d* jan'ar de diversos
tamauhod, guurd.^napus para clia e mesa, chales
dealgodao, madanoloes,chitas com assento bran-
eo, cranadiaes, meias de no da Escossia de co-
res, para homens e senhoras, sedas, las, baptis-
tas, bramante de algodo, collarinhos, cortinados,
casemiras 20 barris de dcimo com vinho verde
tinto, 4 ditos de dito branco, caixas com vinbo
Bordeaux, ditas com vinho para mesa, ditas com
vinho do Porto fino de diversas marcas, garrafas
cora azeite francez, licores de diversas qualida-
des, bitlers e muitas outras mercadorias que se-
ro vendidas para fecharaento de conta.
Terga-rfeira, 1 de Outuhro
A's 11 horas
Yo armazem k na do Mrquez
de Olinda n. &
PELO AGENTE
Gusmao
Leilao
Do sobrado de 2 andares,
n. 24, da ra
Inhauma (antiga do
de Victorino Jos de
do Visconde de
Rangel) espolio
Souza
Qiiarta-felra, de Outubro
As 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 16
O agente Martins vender em leilao por man-
dado e com assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de
direito da provedoria de capellas e residuos o
sobrado de 2 andares e soto interno, n. 24 da
ra do Visconde de Inhauma. edificado em ter-
reno proprio e pertencente ao acervo inventa-
riado do finado Victorino Jos de Souza.
Os pretendentes podem examinar o referid.)
sobrado.
Agente Britto
Leilao
De 1 piano, 1 mobilia de junco a Luiz XV com
encost de palha, 1 sof, 1 poltrona e 6 cadeiras
de guarnigo estufadas de crep, 1 guarda-ves-
tidos moderno 1 cama franceza, 1 lavatorio com
pedra, 1 toillet, 1 commoda, 1 aparador grande
2 ditos menores 1 mesa elstica de.4 tabn?. 2
marquezes, 1 marqoeza, 12 cadeiras de junco,
12 ditas de amarello, 1 mesa de louro, 1 cabide,
1 quartinhi'ira, q ca para almoco e jantar, candieiros para keroze
ne, 1 espingarda de fogo central e 1 dita de re-
petico, copos, clices, garrafas, compoteiras,
tapetes, bandeijas finas, facas, colhere?, 1 jarra,
1 banca e trem de cozinha, que sero vendidos
por ordem do Sr. JosBFrancisco da Silva, que
loi para o Wo de Janeiro.
4|u:ira-feira. de Outubro
As 10 1|2 horas
A' ra da Princeza Isabel n. 9
Leilao
Da fabrica Cajurubeba, constando de prensas,
depsitos, praparados j promptos, vasilnames,
40 pipas com extractos de jurubeba, canalisaco
e todos os mais pertences.
QuiniM-rcira IO de Outubro
A's 11 horas
0 agente Gusmao, autorisado por mandado do
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito do commer-
eio a requerimento do Dr. curador fiscal da mas-
sa fallida de D. Maria Amelia da Cunha, far Icilte
da bem montada fabrica de Cajurubeba, perten-
cente mesma massa fallida, cuja fabrica sita
ra Luiz do Reg.
Garante se a casa ao comprador; est avaha-
da am 12:157*800.
Os pretendentes qoe quizerem examinar pre-
viamente podem entender-se com o agente.
De urna mobilia de jacarando com 12 cadeiras
de guarnico, 4 ditas de bracos, i sof, 2 con-
solos com pedra, urna mobilia de amarello com
12 cadeiras de guarnico. 2 ditas de bragos, 2
consolos e 1 jardineira, 1 tapete para sof 2
candieiros de luz dupla, para kerosene, 1 lustre
para dito, 2 pares de jarros tinos, 1 par de es-
carradeiras finas de porcelana, 3 lancas para
cortinados, 1 sof de Jacaranda, 1 consolo de
dito com pedra, 1 toilette de Jacaranda, diversos
vasos rasos para toilette, 1 mesa elstica de 6
taboas, 1 guarda-louea envidracado, 2 aparadores
torneados, cadeiras de junco, ditas altas para
enancas, ditas com bataneo para criunca, 8 qua-
dros para salla de jantar, 1 banco de ferro, copos,
compoteiras, fructeiras e tacas para champagne
de crystal, garfos, facas, colheres, porceilanas
para almoco e jantar e mais objectos pertencen-
tes a casa de familia.
Quinta-fel ra 3 de Outubro
A's 11 horas
Na casa sita ra Dr. Joaquim Nabueo
n. 8, na Capunga
O agente Gusmao, autorisado por urna familia
que mudou de residencia far leilao dos objectos
cima mencionados^__________________
Leilao
Agente Britto
De predioose terrenos
O agente cima mencionado e na presenca do
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito da provedo-
ria e a requerimento do Illm. Sr. Dr. promotor
de capellas, levar a leiio o patrimonio da ir-
mandade de Nossa Senhora da Boa-Viagem, a
saber:
Predios
Urna casa terrea n. 1 com soto interno na
frente da igreja, com 3 salas, 4 quartos, cosinha
fra, lendo uo soto 4 quartos e urna janella para
0 oito. -"
Duas ditas ns. 3)eo, cada urna com 2 salas. 3
quartos, saleta e cosinha fra.
Duas ditas ns. 7 e 9 com 2 salas, 2 quartos,
saleta e cosinha lora. -^
Urna dita n. 13 com 2 salas, 3 quartos c cjsl-
nba fra.
Seis ditas ns. 15, 17, 19, 21, 23, 23, cada urna
com 2 salas, 2 quartos e cosinha fra.
Urna dita n. 27, cora 2 salas 4 quartos e cosi-
nha fra.
Duas ditas ns. 29 e 31, cada urna com 2 sotas
e 2 quarto -.
Urna dita n. 33, com 2 salas, 2 quartos e cosi-
nha fra.
Urna dita n. 35, de esquina, com 2 salas, 2
quartos, saleta, cosinha fra.com porta e janella
no oitao.
Urna dita do lado opposto n. 6, com 2 salase
1 quarto.
Urna dita n. 8, com 2 salas e 2 quartos.
Urna dita n. 10, em ruinas, teudo o terreno 20
metros fe 40 centmetros de frente e 52 metros
d fundo.
Terrenos
Um terreno ao lado da casa do Sr. Baro de
Souza Leo, ao coubro da praia,com 46 metros
de frente e 80 de fundo, com algumas casas-de
taipa e palha e cerca de 400 ps de coqueiros.
Um dito onde est edificada a casa do Sr. Ba-
ro de Souza Leo, com 15 1|2 metros de frente
e 60 ps de coqueiros.
Um dito com 17 metros de frente e 60 de futi-
do, com coqueiros, e lica ao lado da casa do Sr.
Baro de Souza Leo.
Um dito com 8 metros e 90 centimetros de
frente e 60 de fundo. -
Um dito com 4 1|2 metros de frente e 60 de
fundo, onde est edificada a casa de D. Archan-
gela M. dos Aojos.
1 dito.devuluto com 5m.,90 de frente e 0
de fundo, cjntiguo mesma casa
1 dito devoluto com 10 m., 80 de frente e 60
de fundo, com coqneijos e outros alvoredos con-
tiguo a casa arruinada.
1 dito cora 5 m., 'O de frente e 60 de fundo,
onde est edificada a casa de Antonio M. Leite
Braga, com coqueiros.
1 dito com 11 m., 30 de frente e 60 de fundo,
onde est edificada a casa do actor Lyra, com
coqueiros etc.
t dito na ra de S. Jos, com 26 m.,90de
frente e 33 de fundo, onde est edificada a ca-
sa de taipa de Jos F. Accioli, cercado c bem
plantado.
1 dito na mesraa ra com 10 m., 60 de fren
te e 8,30 de fundo, dividindo com terra3 de
D. Archangela M. dos Anjos oceupadoper (bao
Garca.
1 dito cora 531/2 m., de frente o 140 de fun-
do, com coqueiros, tanjiigekas, SputisetroS'K
muitos.outros ar7oredos, todo cercado, oceupa-
do por D- Archangela M. dos Anjos.
i dito com 58 metros de frente e 62 de fundo,
devoluto, na 2' travessade S. Jos, plantado com
mandioca, etc. ,
1 dito, devoluto, com 60 metros de frente c 39
de fundo, com diversas plantaces, junto ao de
Joo F. Accioly, lado de oeste. -
1 sitio com 58 metros de frente 139 1/2 de
fundo, ao lado da igreja na estrada que vera da
estuco, oceupado por Antonio Sanaco
1 terreno na ra da Aurora coin 207 metros de
frente e 23 1/2 de fundo, com plantayao de man
dioca e baixa de capim. pecupado por Deodato.
da Silva.
1 dito na ra da Aurora, com 25 metros de
frente e 23 1/2 de fundo at o rio onde esta edi-
ficada a casa de taipa de D. Joanna de tal, com
plantaces, etc.
1 dita na mesma ra, com 48 1/2 palmos de
frente e 700 de fundo, oceupado pelo coronel
Maximino P. Vianna, tendo urna grande casa
edificada.
1 dito na mesma ra com 22m,80 e 700 pal-
mos de fundo, onde est edificada a casa da
viuva de Joo Ducha.
1 dito, na mesma ra com 45 metros de frente
e 700 palmos de fundo, onde est edificada u
casa de Joo B. de Oliveira.
1 dito, ua mesma ra, eoni 62 metros de frente
e 700 palmos de fundo onde est edificada a
casa do Sr. Baro de Santa Cruz, tendo bastante!
arvores fructferas.
1 dito, na mesma ra, do lado opposto, com
26m,60 de frente e 23 1/2 de fundo, cercado, com
baixa de cupim, devoluto.
t dito, na mesma ra, com 362 metros de frente
e 23 de fundo, confina com o rio Jordo, de
voluto.
1 dito na estrada que vem da estaco, com
30m H) de frente e fundo al ao rio, onde esto
edificadas as casas de Jos Pereira dos Anjos.
1 dito cora 27ui.l0 de frente e fundo at ao
rio com diversos arvoredos, tendo um porto em
ruinas.
1 dito com 10m,90 de frente c 112 1/2 de fun-
do, onde est edificada a casa da viuva de Joo
Ducha.
i dito com 11 m. 10 de frente e 112 1,2 de
fundo, oceupado pela viuva de Francisco Canuto.
1 dito com 11 m 80 de frente 112 1/2 de
fundo oceupado pelos herdeiros de Joo Baposo.
t dito em seguida, fazendoesquina para a ra
da Gamelleira, oceupado por Joo Accioly, tendo
de frente 99 metros c de fundo 23 1 2. com mui'
los arvoredos.
1 dito na mesma ra, com 9 m. de frente e
fundo at ao combro da praia com coqueiros. etc.
1 dito com 12 m.,70 de frente e fundo at ao
combro da praia, oceupado pelo3 herdeiros de
Joio Calado, tendo 2 casas de pedra e cal, co-
queiros.
1 dita com 10 m. de frente e fundo at ao
combro da praia onde esto edificadas 2 casas
de Martha M. da Conceico.
1 dito cora 23 m. de frente e fundo at ao
combro da praia, cercado, com 100 ps de co-
queiros, oceupado por Modesto Baptista
1 dito cora 45 m. de frente e fundo al ao
combro da praia oceupado, pelo Sr. Visconde de
Tabatinga, que nelle tem urna boa casa.
Um dito com 10 m. de frente e fundo ate ao
combro da praia, oceupado por Bemvinda M. do
Espirito Santo.
um dito com 6 m., 90 de frenteQe fundo at ao
combro da praia com 28 pes de coqueiros, oceu-
pado por Miguel de Sant'Anna.
Um dito com 8 m. de frente e fundo at ao
combro da praia com 35 ps de coqneirss, oceu-
pado por Manoel de Sant Anna.
Um dito com 12 m. de frente e fundo at ao
combro da praia com 35 ps de coqueiros, oceu-
pado por Manoel Eduardo Sanf Anna.
Um dito com 28 m. de frente e fundo at ao
pado por. Julio de Mello, que tem nelle urna boa
casa.
Um dito com 10 m. de frente e fondo at
combro da praia com 23 ps de coqueiros, oceu-
pado por Sabina M. da ouceifiSo.
Um diio com 11 m. de frente e fnndo al ao
combro da praia com 26 ps de coqueiros, oceu-
pado por Anna J. Pereira.
Um dito com 19 m. de frente e fundo at ao
combro da praia cora 35 ps de coqueiros, occu
padopor Berilo Feij.
1 dito com 76 metros de frente e fundo at ao
combro da praia, com 80 ps de coqueiros, ten-
do n'elle urna boa casa de pedra e cal, perten-
cente aos herdeiros do finado Baro de Seri-
nhem.
1 dito cora 51 metros de frente e fundo at ao
combro da praia devoluto.
1 dito com 21 m,60, de frente e fundo at ao
combro da praia, cora 34 ps de coqueiros, oc-
eupado por Antonio Rufino de Oliveir.
1 dito com 31 metros de frente e fundo al ao
combro da praia., cora 150 ps de coqueiros, oc-
eupado por Modesto aptista.
1 dito com 12 metros de frente e fundo at ab
combro da praia, com 35 ps de coqueiros, oc-
eupado por Candida da Silva
1 dito, devoluto, com 57 1/2 metros de frente e
fundo at ao combro da praia, cora 70 ps de
coqueiros.
1 dito corn 250 palmos de frente e 400 metros
de fundo, com 106 ps de coqueiros, oceupado
por Francisco Dias de Souza, onde tem urna pe-
quena casa.
1 dito em seguida cora 700 palmos de frente,
para o mar, fundo 400 metros at o rio Jordo,
com 250 ps de coqueiros.
1 dito, devoluto, medindo pela frente do mar
511 1/2 metros e fundo at ao Rio Jordo com
200 ps de coqueiros.
1 dito, devoluto, em seguida demarcando com
trras da Piedade, com 202 m. de frente e fundo
at ao Rio Jordo.
1 dito, na ra da Gamelleira, oceupado por
Bento Feij, com 279 m. de frente e 77 1/2 at
ao Rio Jordo, leuao urna casa e 159 ps de co-
queiros.
l.dilo com 47 1/2 m. em frente e 62 de fundo
com 3 casas, sendo 2 de pedra e cal, oceupada
ppt C-lerina M. do Espirito Santo, e tendo 56
coqueiros.
1 dito com 12 ra. de frente e 62 de fundo,
com casa de taipa. 15 ps de coqueiros, oceupa-
llo por Manoel F. Rodrigues.
1 dito, devoluto, enesgado principiar da es
Irada de Setubal at a cerca, com 142 m. de
frente 16 1/2 de fundo, com 16 coqueiros.
Os Srs pretendentes podem desde j exami-
nar ditas casas e terrenos ; o leilao lera lugar no
Sabbado 5 de Outubro
NA RA DO IMPERADOR N. 16
A's 11 horas
t0^ico omwTl
E
PARA O CABELLO.
Augmenta, Aforraosea
PAZ CEESCEK O CAE3LLO
com assombrosa rapidez.
Accoes entre amigos
Os bilhetes :om o tiiulo acia a. que tinham de
correr no ultimo dia deste mez com a lotera de
60:000|000, do Gran-Para, ou com a I. de Ou
lubro, licain transferidos para a i.* de Dezem
bro Impreterivelmente.

\
Taverna
AVISOS DIVERSOS
\'f nde-se urna pequea taverna bem localiza-
da, cora poucos fundos, propria para princi-
piante, tem comino Jos para pequea familia :
para informnces, ra da Concordia n. 165.
Labras sterlinas
Aluga-se o 1- e2- andares roa da Roda
n. 17, com grandes commodos, em bom estado
de conservaco ; a tratar na ra do Rangel nu-
mero 65.
Deseja se saber noticias do Dr. Lydio Ma-
rianno de Albuquerque, no Pago da Patria nu-
mero 50.
La va-se e engomma-se roupa de senhora
por prego muito em conta ; no Caminho Novo n.
128. Na mesma casa fazem-se bandeijas de bo-
los para casamento e baptisados. e tambera fa-
zem se ramos de rosas para enfeites de salas,
toilettes e bandeijas. As encommendas, no caso
de querer, deixa-se escripto o nome da pessoa
e morada.
- O agente Pestaa tem para vender os
predios abaixo declaradas :
Travessa do Carrao n. 10, 1- andar.
Ra de Santo Amaro n. 14, 1- andar.
Becco da Bomba n. 8, i- andar.
Ra da Palma n. 11 casa terrea.
Ra de Lomas Valentinas n. 4, com sotSo.
Largo do Mercado n. 17, 1- andar, com dnas
lojas.
Ra do Nogueira n. 13, casa terrea.
Ra Vidal de Negreiros n. 45, com soto.
Ra de S Jos n. 74.
Ra Coronel Suassuna n. 141.
Grande sitio na estrada de Joo de Barros nu-
mero 19.
Ra do Tambi n. 21.
idem idem n. 5.
Rna Visconde de Goyanna n. 107.
Ra do Rosarlo da Boa Vista ns. U, 37, 39
e41.
Ra da .Ponte Velha n. 22. -
'"Ra Visconde de Goyanna (Estancia) n. 163.
Baa Verde (Capunga) ns. l-), 1-C o 3.
Ra da Sauta Cruzo. 30.
Ra da Alegra n. 4.
Kua Gervasio Pivs, com soto, n. 63.
Ponte Velha os. 116 el 18.
Ra do Riachnello n. 11.
Ra Madre de Deus, sobrado n. 16.
Ra Vidal de Negreiros, sobrado com tres
andares n. 86.
Ra da Im eratrtz, sobrado n. 5.
Largo dd Paraizo n 19.
Ra Mainr Agostinho Bczerra n. 27.
Um chalet na travessa das Pernambucanas (Ca-
punira) n. 3.
Todas estas casas achamse livrese desemba-
rag idas : a tratar com o agente Pestaa, na
travessa do Corpo Santo n. 27.
Precisa se de urna boa cosinbeira ; na ra
da Imperatriz n. 21, ." andar. A cosioheira
deve dormir em casa dos patres.
Precisa-se de um criado
conducta
andar.
que seja de boa
na roa da Imperatriz n. 21, primeiro
Precisa se oe um caixeiro de 12 a 16 an
nos, que lenha pratica, preterindo-se do mato :
na ra Visconde de Inhauma n. 41. ______
Venderse um terreno na Boa-Viagem, a ra
da Aurora, margem da estrada, tendo um lado
todo murado, com 400 palm s de fundo e perto-
de cem de frenle, tem coqueiros, banaueiras,
cajueiros e laranjeiras, lugtr fresco e saudavel :
esta typographia se dir quera vende.________
Subscripto C hri spim
O acto dejustica Jo Exm. Sr. conselbeiro e
muito digno pres dente da provincia, conceden-
d que o cidado Antonio Cbnspim de Oliveira
venha do presidio de Fernando de Noronha no
vapor &. Francisco, nfo permitte mais a exis^
tencia de urna commisso, da quil Hz parte e fui
honrado com o cargo do ihesoureiro. Por isso
convido as pessoas que subscreveram quanas
para tretamento de um vapor para aquelle fim,
a virem receber as quaniias subscriptas, quando
estejam os nome* por extenso na lisia em meu
poder por quanto havendo varios anonymo-,
estes somonte podem receber com indicagao da
pessoa a quem entregou sua quota.
Este meu procedimento filho do acto que
motrvou a creacao da commisso. E' de nao
fe competir dar destino {Arente as quantias
arrecadadas sem previo consentimento de sea?
fSupectivos donos- que rae permittiro esperar
O'Becebiraento at o praso de oito dias, pois lin-
do elle applicar se-na o dinheiro que restar
em beneficio ..'a Santa Casa, poi n5o rae per-
mittido estar de posse do que pertence a outros
Para conhecimento dos ilustres subscriptores,
declaro Jh"s. que ou encontrado no meu esta-
belccimeiito a ra Mrquez de Oliedi n. H, Ba-
zar do Recife.
Reir, 28 de Setembro de 1889.
Domingos Manoel Martiu3.
i
1
Os refinadores desta cidade
freguezes que a contar do 1
diante o? pregos dos asqueares
os seguintes :
1.* 54400 por lo kilos
2.a 44800 dem idem
3. 3460D idem dem
A retalno
1. 360 rs. um kilo
2. 320 rs. idem
3. 280 rs. "idem
Vende-se
avisara ass seus
de Outubro em
refinados sero
urna bonita armagSo de amarello, envernisada,
propria para qualquer negocio ; a tratar na pra-
combro da praia com 28 ps de coqueiros, occu- lea do Coade d'Eu n. 12.
Vende-no libras sterlinas
mercio, armazemn.8.-
rra ra do Com-
Gasa para alugar
Terrea, fresca, cora agua, ra do Paysand
(passando a ponto do Chora menino) n. 11 ; a
tratar na mesma ra n. 19.
Caulelas do lonte de Soeeerri
Compra-se cautellas do Monte de Soeeorro di
qualquer joia, brilhantes e retogios; paga-fc
bem na Praga da Independencia u. 22, toja di
reJojoeiro
REMEDIO DO DR. AYER
OOOTBA
AS SEZOES OU MALEITAS.
O Remedio do Dr. Atkb, descoberte
vegetal que nao contm a quina nem O
arsnico, nem to pouco ontro ingrediente
nocivo, um remedio infallivel e prompto
para toda a qnalldade de febret intermit-
tente ou maleas. Seus effeltos sao per-
manentes e certos e nenhum mal abso-
lutamente pode advir do sen emprego>
Da mesma forma torna-se o melhor
remedio possivel para todas aquellas
doencas que provm dos effeiton dos
miasmas, que se desenvolvem nos lugares
pantanosos e infectados, e que geralmente
caracteriso-se pelas affeccSes do
ligado e do baeo.
O Remedio de Ayer curar sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a vez qne
f5r empregado convenientemente e se-
gundo as direcces.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiZR & CA.,
LowelL Mass.. Est.-Unidos.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e lavar,
que 6 conheciraento de sua conducta ; na ra
da Aurora n. 67, andar terre._________
Coronel Harcionlllo da Silveira
Lia*
O partido republicano de Pernambuco, por de-
terminaeio do seu Directorio Central, tendo re-
solvilo mandar rezar um memento pelo seu ilus-
tro e chorado correligionario coronel Marclo-
ii da Silveira Lins, fallecido em Paris
a 2 de Setembro correle; convida os correli-
gionarios nao s da capital como do interior,
bem assim os paredes e amigos do Ilustre fina-
do, a assistirem referida solemnidade, que ter
lugar no prximo da 2 de Outubro. trigsimo
do passamtnto, no convento do Carmo, s 8
horas da manb.
O directorio do partido desde j agradece aos
correligiDErios o seu comparecimento a csse
acto.______________________
Coronel Unreionillo da Silveira
litas
Ceciliano Mamede de Aimeida manda celebrar
urna missa pelo descanso eterno d'alma do seu
prezado amigo coronel Marcionillo da Silveira
Lins, na igreja matriz da Escada. s 8 i/2 horas
da manhJ de quarta-feira 2 de Outubro, trig-
simo dia do passamento ; e para esse acto de
religio, convida aos prenles e amigos do fi-
nado.______________
t
Antonio Ariemiro de Geuveiu
Julita urea de Azevedo Gouveia e seus lilhos.
Dr. Manoel l'olycarpo Moreira de Aievedo e sua
familia, Manoel Bruno dos Santos Gouveia e sua
lamifia, Geroncio dos Santos Teixeira e sua fa-
milia, Antonio Ignacio da Silva e seus filhos,
Dr. Oliveira Escorel e sua familia, mandara ce-
lebrar urna missa na igreja de S. Francisco,
pelo repouso eterno d'alma de seu prezado e
nunca esquecido marido, pai, genro, irmo e
cunhado Antonio Argemiro de Gouveia, s 8
horas da manb de segunda feira 30 do corren
te, trigsimo dia de seu passamento ; e convi-
dara aos prenles e amigos para assistirem a
esse acto de religio. ____
1
Antonio Feliciano da Silva
A directora do Monte Pi Portoeuez manda
rezar urna missa e memento por alma do finado
consocio Antonio Feliciano da Silva, na matriz
de Sapto Antonio, pelas 7 horas da manh de
tergaeira l." de Outubro, stimo dia de seu
passameRto, em viagem desta cidade para Ma-
celo, para cujo acto de religio c caridade, con-
vida aos scnhoies socios e amigos do tinado.
8ecrelaria, em 27 de Setembro de 1889.
Manoel F. Velloso,
2- secretario.
t
Francisco Jacintho de Sampaio e sua raulhcr
mandam rezar missas por'alma de seu pregado
irrnao e cunhado l>r. Raymundo Jacintho de
Sampaio, 1. cirurgio. do. corpo de saide da
armada, fallecido no Rio de Janeiro, ua igreja
do convento de *. Francisco desta cidade, as 7
horas do dia 30 do corrente, sfgunda-feira. tri-
gsimo do seu passamento ; e desde j agrade
cem o comparecimento das pessoas de sua ami
zade.
iBi.-.H3SSHSHBMSBSBJHBMBBnBB
t
Joa Antonio arque
(Em seu 1- anniversario)
Josepbina Sebastiana Garateante de Albuquer-
que Marquos, lilhos e lilias, netos e netas, gen-
ros e oras (presentes e ausentes) mandam re
zar missas por ama de seu jamis esquerido
esposo, pai, av, padrasto e sogro, Jos Antonio
Marques, e rogam aos prenles e amigos, seus
o de seu fallecido esposo, a compareceris a este
acto de religio. que ter lugar no dia 30 do
corrente, s 7 horas da manh, no Chora Mini-
no, capelia da Sagrada Familia.___________
t
Coronel Marcionillo da Silveira
Lina
A viuva, lilhos, genros e oras do coronel
Marcionillo da Silveira Lins, convidara aos pa-
rentes e amigos para assistirem a missa que
mandam celebrar pelo repouso eterno do seu
sempre chorado esposo, pai e sogro, na matriz,
da cidade da Escada, s 8 horas da manh do
dia 2 de Outubro, trigsimo dia do seu fallec
mento^eanrecipan^sseus^gradechnen^^
Ama
Precsa-se de urna ama para coslnhir; na ra
do Sol n. 67. _________
Ama
Precisase de urna ama para cosinha de pouca
familia ; naruadoPire3 n. 31.
Ama
Para cosinhar, precisase na ra Velha nume-_
ro 137.____________________________________
Ama
Precisa se de urna ama que cosinhe bem, para
casa de familia ; a tratar na rna do Hospicio
numero 41.________________________________,
Ama para cosinhar e fazer
pequeo ensaboado
Precisa-se de urna ; na praj,a do Coude d'Eu
n. 26, sobrado amarello.________________
Aluga-se
a loja, primeiro e segundo andares do sobrado
ra Duque de Cuxias n. 28, asseiado, com
bastantes commodos para familia, encanamento
de gaz e candieiros ; urna casa terrea na tra-
vessa da Ponte de choa n. 1; a bstanle gran-
de, com 6 quartos, 2 salas, gabinete, sitio todo
murado, margem do rio Capibaribe, com agua
da companhia do Be:eribe, e boa agua potavel,
com bomba, deposito e banheiro; a tratar junto
ao mesmo sitio com seu proprietario, ou na pa-
dana roa Duque de Caxias n. 30. _______
1
Alu
ga-se
o primeiro andar da casa ra da Aurora n. 81,
junto a estago da estrada de ferro de Olinda,
cora grandes commodos para familia, gaz e
acua encanados ; a tralar com Sebastio de
Barros Brrelo, roa do Vigario n. 31.
lug-a-se
urna casa de pedra e cal. junto estago de.
Agua Fria, na estrada do Beberibe, tendo 2 sa-
I;i3 3 quartos, cosinha, despensa e banheiro,
no sitio teai diversas fructeiras ; a tratar na ra
dos oclhos n. 10.______________________
uga-se ou vende-se
um grande sitio nos Afliifitos, cora urna boa
casa de morada para familia, cocheira e muitas
arvores fructferas, muito saudavel e perto da
linha frrea de Caxang e bonds de Fernandes
Vieira ; a tratar na ra Novan. 13.________
Aluguel barato
O 2.* andar da ra Visconde de Itaparican. 43.
Ra da Roda ns. 58 e 60.
Ra Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Largo do Mercado loja n. 11.
Becco xlo Campello n. 1, Io. andar.
Visconde de Goyanna n. 167, com agua e gaz.
Loja do sobrado do becco do Calaboufo n. 4.
A tratar rea do Commereio b. 5,1- andar.
e8cnptorio de Silva Gciraares & C.__________
ttencao
Aluga-se urna casa propria para estabeteci-
mento, com armago, era um dos melhores pon-
tos da freguezia de Afogados, a qual acaba de
passar por urna grande rectiticago ; a tratar no
pateo da Paz n. 96._______________
azlTEejos Jk
Para frentes de casas, cor-^
redores, banheiros, cozinhas,
acougues, etc.
Devalorde 100$OOOomi-
lheiro a 54$000.
Roa do Baro da Victoria n. 41
i f
f
m
Cunha Carneiro & C. mu-
daram o seu escriptorio da
travessa do Corpo Santo,
n. 23, para a ra Mrquez de
Olinda (antiga da Cadeia)
n. 36, !. andar.
Para criado
No sitio n. 5 da estrada de Joo Femandes
Vieira se precisa de um menino de 10 a 12 an-
nos, |iara criado e copeiro.
O correspondente da Gazeta
de Noticias a Provincia
O publico deve estar inteirado do que pubti-
cou a Provincia com relago aos telegrammas
dirigidos para a corte, ignora porm que
Alvim db Chance
receheram cortes de vestidos de voile bordados
a seda
Leques de penna com palhelas tartaruga.
Novos modelos de collarinhos.
Meias de seda para homens e senboras-
Camisas de flanella pelle de ovo.
AlvIb* t Chance
RA PRIMEDSO DE MARCO N. 19
*C,
1 >.


.
liiaro de PernambucoDomingo 29 de Setembro de 1889
!

1


PARS
GUERLAIN
_______ PERFUMARA DE LUXO, Ra ie la Pais, 15 #**_______
PKOSPH ATINA FALIERES
ASTI60S i MODA ESPECIALMENTE RECOMENDADOS
Ao*a da Colonia Imparta! branca. Alambrando, Almlaoarmda, para lenco. Sapocetl, SabSo de toilette de__
Grama saponcea {Amorosial reme) para a barba. Creme de Korangos e Creme de Paplnoa para dar a frescura e o avelu
a cutis. Btilbolda crlstalllsada e fluida para dar lustro aos cabellos e i barba. Agua Atbsnlsnaa "
cuidados da cabeca. Agua de Chypro
da bocea. Perfumas para o lenco: Hellot:
Bborea Capricho, Balsamo aasandal da
Oolonla Imparta! RSSA. para o toilette.
Agua Lustra!, par 0#
os cuidado*
da Franca,
Aauad
0 meihor Alimento
Para, as CRIANQA8
PART8, O. AVENU VICTORtA, e, PASIZ*
BpuiUs tu tedas as irluiati t*vmxiu~
A NOTRE DAME DE PARS
Os proprietarios deste novo estabelecimento pr^vinem s
Exilias, familias e ao respeitavel publico, que acabam de receber
um grande e variado sortimento de novidades do melhor gosto
parisiense, que Sero, em vista do estado favoravel do cambio, ven-
didas por presos excepcionaes.
Todos os dias das 8 horas da manh s 8 da noite.
Alugam-se as seguintes
casas
Ra do Rangel n. 73, 2- andar, com bons
commodos, mullo fresco e perto do mercado ;
ra do Fogo n. 50, com duas salas muito boas, 3
croarlos e cosinba Tora; ra da Roda n. 46, loja
propria para pequea familia : a tratar na ru:
do Cabuga n. iQ A Venturosa
Vinho Collares
genuino
Em ancortas
Genero superior, remettido para consumo
particular, por prego sem competencia. Vnde-
se no trapiche da Compannia, largo do Corpo
Santo n. 19-
MO 40 MIRE!
Hotel do Mastro
Estabelecimento montado com todo asseio s
commodos para os viajantes, como seja : boa
dormida, bom tratamento, e cocheira para os
anknaes que o freguez levar, existente na Russi-
nha junto estaco, para o qual chamamos a
attenc'j do publico._________________________
Tigipio
Constantino de Sa Barreto
Convidase a este senhor a comparecer a ra
do Bom Jess n. 23, para prestar contas das
cobrancas que fez no termo de Agua Preta, em
Marco prximo passado.
Cosinbeiro
Precisase de um cosinheiro ; a tratar na rui
de Paysandu n. 19 (Passagem da Magdalena).
Quarenta por cento
Pechincha sem igual
Vende-SR a loja de louca ra da Imperatrii
n. 13, dando-se ao co nprador o abate de qua-
renta por cento ; a pessoa que quizer dirija-so
mesma.
Boa Viagem
Aluga-se urna casa de construccSo moderna 8
bem asseiada, com bastantes commodos e alo-
bunada, sitio murado e bem arborizado, con
portc de ferro, e situada na melhor localidad
I da mencionada povoacao : a tratar no largo do
! Corpo SaDto n. 4, 1- andar.
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira para casa de pe-
quea familia ; a tratar na ra Duque de Ca-
sias n. 77-A, loja.
Aviso
20Ra I. de Marco20
3PaA.^3e3NTaOaA.S JBAJFLA.^AS
Banda hespanhola, todas as cCres a 20000.
Cachemiras lisas, duas larguras, a 10000
o covado.
Cachemira de listras, Jduaa larguras, a
a 10000 o dito.
Fichs de IX bordada a 13000 um. .
Qunbraia Victoria a 20800 a peca.
Vambraia com salpicos a 30800 a peca.
Qarraa com lencos, para presentes, a
30000.
LaraBde seda a 20000 e 20500.
Vhoeilas de cores para camisas a 280 rs.
o covado.
Colchas de cores a 20000 e 20500 urna.
Ejpartilho ouraca a 40000 e 50000 um.
^anisas brancas a 20000 urna
fadapolSo americano a 60000.
Toalhas para banho a 10500 urna.
Camisas de flanella a 30500, 40 e 50000.
(trato Rita Sangal a 20000 um.
Dito Port-Veine a 10500 um.
Yelbutina preta a 700 rs. o covado.
haca branca a 400 rs. o divo.
Dita preta a 300, 500 e 700 rs. o dito.
Panno da Costa para m-'za.
Atoalhado bordado a 10000 o metro.
Caxes arrendada a 400 e 440 rs. o covado.
Joces de bramante a 108(0 e 20000 um.
m>bcrtores escuros de 12 a 10700 um.
Toalhas para rosto a 305< 0 a duzia.
arte de seda para collete a 50000 um.
srtes de Instilo para collete a 20500 um.
tista de cores a 120 rs. o covado.
rs. o
Etamine lisa a 500 rs. o covado.
Sargelins, todas as cSres a 200
covado.
Lencos broncos a 10200 e 10800 a duz.a.
Ditos de seda com Torre Eiffel.
Tapetes grandes a 130000 um.
GuarnicXo de crochet a 70000 urna.
Merino preto a 800, 10000 10200, 10400
10800 o covado.
Leques transparente} a 20500 um.
Cortinado bordado a 60500 o par.
Fustlo de c8r para roupa, a 800 |rs. o
covado.
Bicos brancos e de edres a 10800 e 20500
Colchas de fustlo a 40000 urna.
Cretones a Derby Club a 240 e 280 rs.
o covado.
Fustao branco a 360' e 600 rs. o dito.
Qrinalda para no:va a 70000'urna.
Collarinhos e punhot de celluloid.
Setins, todas as cores a 800 rs. o'covado.
Las amazonas a 400 rs o covado.
Palitots de seda palha a 80000 um.
Palitots de alpaca preta a 40500 um.
Palitots de toe pardo a 40500 um.
Palitots de alpaca de cor a 40500.
Ceronlaa de bramante a 150000 a duzia.
Pecas de esguiSo de algodXo a 30500.
Guardanapos de linho a 20200 a duzia.
Chambres para homem a 50000 eJ60OOO
Meias fio da Escocia a 10500 o par.!
Brim pardo a 280, 320,400 e 500 rs. o cor.
Cachemira de quadio a 280 rs. o dito.
Bramante de linho e de algodXo.
FIMO (ERAL
ILLASPATEBSON SC.
44--BUA B4R40 DO TMHPflO-44

Machinas a vapor
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixas fundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravacao
Arados.
tinos de cores a 440 rs., duas larguras.
Para banhos salgados
feetume' para senhora a 100000. I Costumes para meninos a 50000.
Ktoa paia homens 80000. ] Boleas de palha para o mesmo fim.
ESPECIALIDADES
flnarda p para senhora 100000. I Guarda-p para homens 60000.
Baos cortes de casemira para calcas. Lindos cortes de casemira para costumes
Extratos, meias, entre-meios bordados, baleias, aspas, sabonetea/ceUarinhos,
acabos, regatas, principe de Galles, cretones para eobertas e outroa muitos artigoa.
D-se amostras sem penhor e manda-se levar' quaesquer amostras em casa
4m Exmas. familias.
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Para evitar as imuafiet exigir em todos os productot a
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Em Peimmbmso, PnMam seba* tckio-n tm tun ** SULZCn KOCCHLIN,
tak On; Aua tABiLLE.
I

,;
F.NDICAO E SINOS BIBIONZB
BE
LUIZ DA CRUZ MESaiUTA
66ra do Baro do Triumphoff6
Tem para vender o seguinte:
achinas de cobre para fazer espirito de destillar e rastillar.
Alambiques de cobre do antigo e novo systema com esquenta garapa.
AerpentJsias de cobre e de estanho.
Carapueas de cobre.
Tallas, taixos c caldeiras de cobre.gC
ibas de todas as qualidades de repuchos, aspirantes e continuas.
Tornelras de bronze e madeira de todos oa tamanhoa.
Canos de cobre, de chumbo e de ferro.
Itepartldelras. passa3eiras e escumadeiraa de cobre e de ferro estanhado.
Cobre em lencol e arruelas.
Sola ingleza e do Rio.
Cadlnhos patente e'de lapis.^9
Minos de 1 libra at 110 arrobas,
E muitos outros objectes
ENCAKREGAM-SE de qualquer concert e obras Jde encommenda, garan
Hado presteza, perfeiclo e precos mdicos, para o que tem pessoal habilitado.
w*!%Dl a praso on dinheiro com descont.
SATJDE PARA TODOS.
IUNGUENTO H 0 LL0WAY
O Ungento de HolUnrcy um remedio fnfalliel para os maks de pamas e do paito; tamben; pa. I
as Sendas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e rbeumatismo e pal todas as llrll i
dades de peitc nio se reconhece egual I
Pats os males de abanta, bronchites resfriamento* e toases. -
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante a para OS roembros.
contrabidos s juncturas recias, obra como por encanto.
Cmbi medicina, *e>prep"r-taa sme^teno EAUbeeciraento do Pr -n. 1IW OXyOHl' rrSS pautes tfS, Othri Strse*), 10HDBIS,
E vend e sur todas a& ^Har:ftacu do universo.
r Qg cr>4pfadors c3o oavidac rcspekosamenle a xanr^nar os rotos de cada caixa e Peas, sa Dio team a |
aaecsno, 5^3, Oxfc-d Stnw, so fakiliaieoes. _^^__1
e^mrcao miranda
39-RA DUE DB CAXIAS~39
Este antigo estabelecimento, boje completamente reformado com machinas
mais aperfeicoadas e movidas a vapor, aoha-se em condicoes de executar qualquer
trabalbo em
Cartas, memoranduns, recibos, circulares, memoriaes, despachos, cartSes de
indica^Ses, mappas, precos correntea, accSes, bilhetes de loteras e rotulas de todas
as qualidades em preto, ouro ou odres.
wmmto
Brochuras, cartonados, encadernacSes, livros em branco para o commereio e
repartiyoes, tendo para este rim urna excellente machina de pautar.
CARTES BE VISITAS
Variado sortimento em cartSes para visitas, participares e convites de casa-
mento, bailes, menus, elicitacSes, etc., etc-
v'aBDiNriooe-Sais
Livros de recibos de aluguel de casa, papel de impress&o, tintas, vernizes e
mais artigos para typograaphla e llthograpnla.
Manoel J. de Miranda
Telephone i94
Em oaaa de todos oa Perfumistas e Cabelleireiros
da Pranoa a do Extrangeiro
T3 A -nTC" Q TO,^ n
PHSPARlDO COM BISMUTHO
Perfiomi8ta
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gornecedor de #y. <$%.
o Imperador do Brazil b o Re dos Belgas.
JL VSRIXAJ3SIRA. _______ ________
AGUA de B0T0T
' o nico Dentifrlclo approvado
NU ACADEMIA DB MEDICINA oa PARS
0 melhor calmante contra as Dores do Dentes
Rscommtndtdo espeolalmento oom os f>8 da BOTOT ooss taina.
para oa cuidados da boooa.
Sao, Roa St-Ronor, Psrii, saiteduubeat Droasrlai. Pertssuriss e CssuUsmsiIii.
Pataces
Compra-se na praca da Independencia nume-
ro 22.__________________________________________
<]ARDZQ & IRO
A EUA BABA O DO TBIUMPHO
N. 100 A 104
Tem para vender tri-su^phi-
to de cal, que nao s faz al ve-
jar muito mais o assucar, co-
mo evita o grande gasto de
cal no fabrico do mesmo.
A's maes de familias
QTTEEEI8 VOSSOS FILHOS SEMPRE 8ADIOS '
Adminitrae-lhet o xarope ou as
Plalas Yermipurgativas
DO DR. GALASANS
ptimas preparacoes de mastrua
e rhuibarbo, para a expulsSo completa, sea
dores nem incommodo, dos vermes
intestinos ou lombrigaa
(DAS CRANLAS E DOS ADLTOg)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO|
c Estas excellentes preparacSes nSo ne
cessitam de purgativos como auxiliare
visto serem purgativas por si mesmas. >
As pessoas que tm vermes sentem co
licas, tem constantemente diarrhas, indis
posicao, sensacao de corpos que se moven
nos intestinos, endurecimento do ventre,
a veces, vmitos. Rangem os dentes, qnan
do dormem, algumaa e pessoas ezpellen
vermes com as fezes ou com as material
dos vmitos. As criancas apresentam ai
pupillas dilatadas e inapetencia.
As punas levam impresso o nome d<
DB. CALASANS e sao edr de rosa.
1 caixa de pilulas ld20(
l vidro de varope ld20(
AS PBDCD7AES DBOGABIAS E
PHABMACLAS
CAL
DE
JAGU ARIBE
a k$ a barrica
com o abate de 10 0j* em porcSes mais de
10 barricas.
A BA DO BOM JESS N. 23
caridade publica
Marianna de S. Jos Cavalcante, eobrecarrega-
da de tres netos menores, deixados na orpban-
dade pela morte de sea filho Balbino Rabello t
Silva Cavalcante, orphos de pai e mal, e na
idade avancada em que se acha, loe summa-
mente pesado procurar-lhes meios de subsisten-
cia ; vera implorar daqnelles que, pesando a
sua situacao, ine possam vir em soccorro com o
Broco que queiram dispensar, certos de que
eus os abencoarao. A supplicante reside roa
da Concordia n 231.
Em Jaboato
Aluga-se nessa aprasvel cidade, por festa ou
anno. a casa n. 51 a ra do Imperador, defronte
da do commendador Macbado ; tornando-se re
commendavel pelo local e seus commodos e se
achar limpa, com dous lindos jardins, cacimba,
tanque, agua encanada para a cosinha, quartos
para criados, tatrna, gallinbeiro e grande quin-
tal at o rio Jaboato ; a tratar na mesma.
Professora de piano
Urna senhora perfeitamente habilitada e com
pratica de ensino. offerece s Exmas. familias
os seus servicos como pianista : pode ser pro-
curada ra do Queimado n. 74.
Alberto Henscgel & C. Successores avisara ao
senhores qninto annistas que o praso para o>
quadro dos hachareis Prada-se impreterivelmen-
te no da 30 do corrente mez.
Cha preto superior
melhor que ha no mercado
2SOOO a libra
Carlos Sioden esta vendendo por este preco
para liquidaco de facturas.
Tem tambem um grande
sortimento de camisas, colla-
rinhos, gravatas, meias, ca-
misas e seroulas de la e de
algodao, que vendem-se por
precos sem competencia.
48
Ra do Barao da Vic-
toria
Sement de carrapato
Compra se em grandes e pequeas quantida-
des e pelo maior preco possivel ; no aanazem
de mercearia de Gomes Al ves & C, ra Vidal
de Negreiros n. 86, antigo pateo do Terco, on
na fabrica de leos vegetaes ra da Aurora
numero 163.__________________________________
Para cozinhar
No 3. andar do predio n. 42 da na
Duque de Caxias, por cima do Diario de
Pernambuco, precisa-se de urna ama que
saiba cozinhar bem.
INSTANTNEA
(MARCA REGISTRADA)
Tinta de copiar sem prensa
52Ra do Amorim52?
KSNATY RODRIGUES & C.a
Esta maravilbosa tinta de copiar a MAES
TIL descoberta americana, tnapreacindlvel
a toslaa a a peaaoaa que esrreirm a
que, sem uso da classica e tradicional prensa
de copiar, deaejam guardar coala avl-
tlda. Inaltaravel de seas trabalbo*
manuarripIoM.
A INSTANTNEA o mais promp'o auxi-
liar material para a corresponduicia Com-
mercial ou particular, porque simplificando c
trabalbo, diminue-Ihe tempo: oescrpturario nao
necessita sabir da sua carteira ou mesa para le-
var o manu ;cripto prensa de copiar, retiral-o
da mesma, voltar carteira, etc., etc.
Os Srs. negociantes, usando da iMSTAUrTA-
NEA para a sua escripturagao do Diario, Caixa
Contas Correntes, Pacturas, Contas de VendaSi
Precos Correntes, etc., podem obter duplica*
authentica, d'esses livros em oapel de seda.
A instantnea depois de dar copis
comerta-se inalteral, preta, fixa nao S no origi-
nal como na copia.
A INSTANTNEA nao oxida absolutamen-
te as pennas, assim como nao demanda peos
especial para com ella escrever se.
Com urna esponja, ou pincel embebido n'agua, ba-
medece se ligeiramente o papel de seda propric
para copiar, e enxulto com qualquer mata-bor-
rao, colloca-se o manuscripto em baixo do papel
de seda e mesmo sem fazer pressao corre-se
mao rpidamente em todas as direcc&es, e a co-
pia admiravel; ntida, instantnea.
Tambem da copia, correcta, sem molkar o popel
de seda
Precos de venda a dinheiro
m frasco,...........;....... 1*500
VICTORIA
Especial tinta, garrafas a 800 ris, meias ditas,
a 500 ris.__________________________________.
AVISO
Adolpho Jacintho Pereira e Bellarmino Jacio
tbo Pereira, previnem que ninguem faca tran-
sacg&o com o predio da ra Direita de Afogados
n. 58, com casa de droga.______________-
Galdeireiros hngaros
Tendo chegado a esta cidade de Per-
nambuco, procedentes da Europa, a borda
do vapor austro-hngaro Menduya, seis fa-
milias de hngaros, compostas de habis
artistas em fabrico e concertos quaesquer
de caldeireiro, e igualmente de qualquer
obras e concertos em machinismo de ea-
genho, offerecem seus servijos a quaesquer
pessoa que possa precisar d'elles; achaa-
do-se promptos a qualquer chamado em
sen estabelecimento no sitio da Jaqueira>
Ponte de Ucha.
N- U" B--Mfi^N VN"U- B I A N N U B I -A
NUBIAN
S?
N ..TX B, I A. N
GfAXA LIQUIDA IMPERMEAVEL\
EMPHBOA-SE SEM BSOOVAS
O magnifico LUSTRO d'asta grazaj
conservase durante tuna nemisma,
seja qual t6r o tempo.
BAL MOR AL GLOSS Gomia lustrosa elstica para a Bottinas das Ser.boras.l
APPLICA-SE SEM EBCOVAS
PASTA UHCTUOSA, entregue ao Exerato Inglez.
THE NUBIAN MANUPV COMPT |_, e A 9. HOlttr Lint, LONORM O.
Aflentei gsre em PERNAMBUCO :
Oalmaraas A Pertnan.
U B I A N,
Grageas Deihazire
Approvadas ipela,
CASCARA SAGRADA
Verdodairo Remedio
i a Pristi de Ventrm habitual.
Inajsootoria de ^y^lena do Brasil
IODURETO"FERRO O mala activo dos Ferruginamom
Ifao prodor.indo a Primito da Vanara.
Oepflsfto geni: raMMOIA WE**2R. i, m tfi mn, Pim






-;




Diario de PernambucoDoming-o 29 de Setembro de 1881)




NSM
Aviso
As accOes de dous c. ;; litro castanho, qu i a oltimu lote-
ra do Para, du me de ilo i>l-r;o de
tSO,iiO>, p.ishid a cor l.* do mez tfe
Outuino do rnestno plano, tetu nao correr lute-
lU des-te plano mis .este mez.
^
YENDAS
1 metro de lar-
Vende se um le reno < ni solo proprio, >
lmo- delarjjora e !0 palmos de rundo,
conn-i'd i dnas meins anuas sob n. 28 G, m1
roa do rincipe, (la Freguena da Bol Vista
tneu.cao nootno esnuro remiendo [U.n.-i a
deal.ituei a qnanii.i de 1'ifOOO : -qiuin preien
der dirjase roa Hurrelo Menezes n 1 arma-
sen! de fumos, onde ;uhur rom quem tratar.
NOVIDADES
A Luja das Lislras zoes
Iieecbeu
RA DUQUE DE CAXIAS N. 61
Cortes de vestido de caxmira bordados
com vdrilhos.
Gazes de seda tecido arrendado urna s
cor a 15400.
Voaile tecido de la muito largo com ra-
magens a "00 rs.
Creps de lindas cdres para vestidos a G00
reis.
Surak de lindas tures tecido novo era seda
a 15300.
Sedas com listas largas e cstreitas todas
as cores a 900 o 1#400.
. Cortes de vestidos brancos todos borda-
des ultima moda.
Cambraias. organdys de qudros brancos
cremes a 700 re.
Renda austraca tecido aberto todas as co-
res a 4)0 rs.
Cortes do Zefirocom 16 12 covados a 4^000
tecido bordado.
MadapolSo lavado pecas com 10 varas a
3*500.
Morira com um metro de largo pecas com
12 jardas a 40000.
Mosqneteiros americanos com armacio so-
melhantc a cortinados muito lindos para
ornamento de gabinete a 10f5, 12i e
15*000.
Tecidos baratos
Chitas finas a 200 e 240 rs.
Ca8sas de urna s cor a 120 rs.
Nanzuc de lindas cores a 240 rs.
Brira esguiao pardo infestado para vesti-
dos ou roupas de meninos a 320 rs. o
covado.
Setim da china tecidos de quadrinhos a
200 rs.
Lina de quadrinhos a 160, 200 e 240 rs. t>
covado.
Merinos infestados de todas as cores a 480.
Espartilhos ingleses a 40000 e 50000.
Bramantes de 4 larguras a 700 rs. e 10000.
Tecidos de linho muito bonitos padrees a
200e240ocoT*ao.
Bico8 brancos e de cores para toto o proco.)
Baleias a 240 rs.
Arco a 120 rs.
Fitas da exposicao ultima noridade.
Luvas de seda a 10OO e 20000.
Leques transparentes e de pennas.
Relogios despertadores c:>ra movimento a
70OOQ e 80000.
Sabonetcs finos a 500 rs.
Pentes fantazia [ara cabeHo a 400 rs.
leias finas para homem senhora e mini-
nos.
Fishs de renda e prateados todos os pre-
$08.
Bordados com 4 1(2 metros cada peca a
10000 e 10 00.
Orinaldas com reos de blond seda.
Cortinados Bordados de cores a 1(5500 o
metro (novidade).
Crochet para cortinado a 800 rs. o metro.
Sargelim de todas as <*ores a 180 c 200 rs.
Crinolina cor de chumbo e cor de caf a
360 o metro.
Colxas de fu**o de cores a 20000.
E mnitas fazendas baratas que se ven-
de com descont a quem comprar de 200
para cima.
Qualquer pessoa que comprar fazendas
cesta casa, nao sendo do agrado para quem
for comprada, troca-se a contento.
RA DUQUE DE OAXIAS N. 61
(rumie novidade
4* -Ra iluiue de Ca*laa48
Tcndo recebido um grande e variado
sortimento de fazendas resolveu vender
por menos 30 70 do quo em outra qual
quer parte, co mo seja :
o americano com
gura a tWXlO a peca.
Algodtozinho muito largo a 40 a 50000 a
lu a crotones, modernas, a 200, 240,
e 320 o covado,
Ze;h:r de quudros, padroes modernos, a
120, 150 e 00 rs. o covado.
demos, ultima moda, a 320 re.
o c vado."
Atoith Brku pardo trancado para roupa do ho-
mem a 500 rs. metro.
Dito de c6r e fustao a 500 e 600 rs. o co-
vado.
Dito de linho oara caiga de 40000 a vara
por 2;>00."
.'admira preta o de cor para costumes a
1 2< X) e 20(100 o covado.
Cortes de fus;ao para collete a 500 re.
um.
Ditos de velludo bordado a seda a 20000
um.
Camisas brancas para homem a 20000
. urna.
Toalhas brancas para crianga a 120 e
200 urna.
Colchas adamascadas de 20000, 30000,
40000 e 50000 urna.
Cobertas forradas para casal a 20500 e
20800 urna.
Lencol de bramante com urna largura a
10800 urna.
Cortinados bordados para cama a 60000 o
par.
Pannos de crochet para cadeiras a 500 re.
um.
Cobertores brancos de 13 com pequeos
defeito a 20000 um.
Cortes bordados para vestidos, ultima mo-
da, a 80000,190000, 100 e 120000 um.
Lindas I5s.com listras do seda a 400 rs. o
covado.
Ditas lisas e de quadros a 200 e 240 rs*.
vado.
Lindos fichas de retroz, prateado e dou-
rados a 10000, 10500 e 20000 um.
Luvas de seda, todas as cores, para senho-
ra a 10000, 10500 e 20000 o par.
Gasacos de Jersey para senhora, borda-
dos, o 60000 um.
Costumes de Jersey para crianzas de 4 a
5 annos a 70000 um.
Cachenez para homem e senhora a 10500
n 20000 unr.
Bicos brancos e de cores a 10800 e 20000
a peca.
Saias bordadas para senhora a 30000 urna.
Renda hespanhola com um metro de lar-
gura a 20000 o covado.
Bordados e entre-meios a 500, 600, 700 e
800 rs. a peca.
Orinaldas com veo de seda a 80000 urna.
Collarinhos e punhos de borracha, a 10800
o par.
Lengos de linho, especialdade, a 20000,
30000 e 40000 a duzia.
Ditos de seda com a exposigSo de Pars a
500 re. um-
Leques de pt pe com bonitas estampas a
500 rs. un.
Lindas mantas e graratas de todas as qua-
lidades de 500 a 20000.
Espartilhos de couracas a 40000, 50000 e
60000 um.
Collarinhos e punhos de senhora, para aca-
bar, a 500 rs.
Cambraia de salpicos a 40000 a peca.
E muito outros artigos que s com a
vista, assim como roupa por medida em
sua officina, para istotem peritos officiaes.
S oa Revolucao
4 'na lauque de Caitas n. 48
rlENRIQUE DA SILVA MORED2A
Vaccina
Vende-se da melhor, na botica fraoceza de
Kouquaryrol Frres, roa da i.ruz n. 22, Recife.
folp
msm
POR
JULfiS M&KY
SEGUNDA PARTE
L mu BE U1IJI2
( Continuacao do; n. 220)
IX
No momento cm que a queimadnra ata-
cava a planta dos ps da moca, esta acor-
ou sob a dor intensa, fez um brusco mo-
mento que a langou fra da cama, es-
pantada.
Desgrenhada, com os olhos csbugalha-
dos pelo terror, sen rosto, emmagrecido
pelo soffrimento e pelas angustias, apre-
sentou a expressao de um odio mortal, de
urna raiva incapaz de saciar-ae.
Rpido fulgor passou pelos seus olhos,
que brilhavam com sombro fogo e em
nm transporte de colera, s vendo a Mag
mabat diante de si, precipitou-se sobre
He, gritando :
Oh queros entao matar-me !...
E as duas maos abortas, cujos dedos
estavam affastados um dos outrOB, aperta-
ram o peacogo do sabio com forca ter-
rivel.
Suffocado, o medico, cabio, arrestando
corasigo Magdalena, cujos dedos pareciam
pregados em seu pecogo.
Dous enfermeiros precipitarara-se sobre
a louca, levantaram-n a brutalmente, lan-
PECHINC.H4S!
69Roa Duque de Cassineta8 de cCras para roupas de meni-
nos a 200 rs. o covado.
Meias casemiras pretas e de efires idem
400 c 500 rs. o dito.
Hollanda parda para vestidos a 280 re. o
dito.
Setinetas modernas idem a 200 e 280 rs.
o dito.
Linhos de quadrinhos a 100, 160 e
200 rs. o dito.
Percales finas a 200 e 240 rs. o dte.
Atealhado bordado, quasi 2 metros de lar-
gura, a 10000 e 10200 o metro.
Bramantes, 4 larguras, superior a 800 rs,
e 10000 o dito,
dem de puro linho a 10600 o dito.
Riquissimas guarn5o"es de crochets a 60 o
8O00.
Toalhas para m&os a 10200, 30500 e
40000 a duzia.
Meias inglezas para homens a 20500 e
30000 a dita.
Camisas superiores idem a 240 e 300000
a dita.
Seroulas bordadas a 120000 e 180000 a
dita.
Cambraia Victoria e transparente a 20800
e 30000, com 10 jardao.
dem bordadas chics a 40000.
Superiores algod3es da corte a 30000 e
30500.
MadapolSo americano a- 60000, com 24
jardas. ,;
Flanella do cores para camisas a 280 rs.
o covado.
dem americana, azul, para palitots a
10200 o dito.
Casemiras de todas as qualidades a 10400
10800 e 20000 o dito.
Para as Guias, nolvas
Lindissimas grinaldas e veo para 80000 e
140000.
Ricas colchas de crochets e fustlo a 80000
e 60000.
Bonitos cortinados bordados a 50500,
70000 e 80000.
Linons branco bordados a 460 re. o covado.
AO
Cofres de ferro
Carlos Siaden tem para vender cofres de su-
perior qualidade. mais barato do que em outra
qualquer parte. Ra Barao da Victoria n. 48
Pao eenteio
Mello & Bisel;, avisam ao respeitavel publico,
que todas ad tercas e sextas-feiras, tem.este sa-
boros po; roa larga do Rosario n. 40.
5aram-n'a na cama, emquanto um terceiro
vestia-lhe a camisola de forja.
Quanto a Francisco Hormais, no mo-
mento em que o p delicado de sua aman-
te se estorcia sob a-aceito da queimadu-a,
havia escorregado da cadeira e cahira
desconcertado no chao, com as pernas do-
bradas.
Essa scena durara apenas alguns in-
stantantes.
Dampierre nao havia perdido um so
facto.
A singular
quietava-o.
Elle repellia os pensamentos que Ihe
vinham, como urna loucura.
Com os labios seceos, sentia febre as
faces e latejmdo-lhe as fontes com for-
attitude de Francisco in-
ca,
dolorosamente.
ca-
na
Entretanto, elle continuara oceulto.
Agora, coni os bracos presos pela
misla de forca, Magdalena, deitada
cama, nao fazia movimento algum.
A respiracao sahia sibilando de seu pei-
to opprimido.
Ella voltou-se e pela pequea abertura
entre suas papebras semi-fechadus, olha-
va para Magnabat que prodigalisava cui-
dados ao sea collega e procurava cha-
mal-o vida.
Quando Fiancisco voltou a si, vagou
com o olhar espantado em torno e dete-
ve-o priraeiro no sabio e depois em Mag-
dalena, t
Volton-lhe o entendimento c entao le-
vantou-se cambaleando.
Tive um deamaio ? O quo se pas-
sou ?
O senhor desmaiou quando eu
terisava esta louca...
Ah!
Elle calou-fie, tentando dar firmeza
voz e, depois de um instante de silencio,
continuou :
Ella faliou ?
Magnabat c.hou filamente para elle.
NSo. Creio que, decididamente,
esta mulher realmente louca;. o se-
nhor quem tein razao.
Um fluxo de sangue inundou o rosto de
Francisco que, com os olhos fixos em Mag-.
dalena, nada respondeu.
Alguna instintes depois elle sahio s,
Setim branco, superior, a 800 e 10000 o
dito.
Popelinas de seda a 800 10000 o dito.
Setins Maco, todas as cores, a 800 re. o
dito.
Lencos de seda e de linho para 20800,
em lindas caixinhas.
Lene oes de bramante a 10800.
Cobertas de ganga, forradas, com pannos,
a*205OO e 20800 urna.
Colchas de cores a 20000 e 30000.
Tapetes para portas a 30500 e 50000-
Pannos para mesas, de cores modernas a,
10000 10200 e 10600.
PARA BAPTISADOS
Ricas toalhas de labyrintho do 300 a
35*.
Fintees bordados brancos a 400 e 500 rs.
covado.
Casemiras pretas e de cSres de todos os
progos, cheviots, merinos, damascos para
pianno, cobertores, redes a 40000 urna, e
urna infinidade de artigos que serSo lem-
brado3 na presenca dos dignos leitores.
LOJADE
PMKIM & MAfiALHA&S
Para os festvaes
A' ra da soledade n. 56, preparam-se,
com limpesa, mestria e commodidade em
precos: bolo, pao-de-lt, cangica, arroz de
leite, pirmides de doces d'ovos, vatap,
bandeijas para casamentos e bapsados, etc.
Recebem-se as encommundas quer para a
cidade, quer para fora d'ella.
Farello superior
21700 o sacco
Vende-se no armazera de Arcelino Lima C,;
Caes d'Assembla n. ti, garantindo-se 42 kifo-
gramma8 cada sacco. ________________
Vinho de mesa
Quem nao poder beber o que bom I Chegou
nova reraessa, que se vende pelo mdico preco
de 7*000 o garrafao de tres caadas (voltando o
casco); na ra do Amorim n. 60.
iM^an
P CLERY VMit-a m tod idwu
55
Pede-se ao respeitavel publico que at-
tenda aos precos abaixo mencionados :
Setim da China, fazenda do phantasia,
alta novidade, a 240 rs.
Amor da China, a 200 re.
Zefiros arrendados, o que ha de mais no-
vo, a 800 rs.
Vestuarios jersey, ultimo gosto, a 100
e120000
Renda oriental a 500 rs. o covado.
Crotones para coberta, 500 rs. o covado.
Pannos de crochet, todos os tamanhos.
Madapolao largo a 60000.
Flanella azul, muito lisa, a 10200 o co-
vado.
Fichas de phantasia a 10000.
Luvas de seda a 20000 e 30000 o par.
Quardanapos a 10600 a duzia.
Sargelins de qualquer oOr a200 rs. o ce-
vado.
Grinaldas para noivas, fcousa chic e ba-
rata v
Nunzucks, grande sortimento.
Cambraia Victoria e transparente a 20800
a peca.
Cortinados bordados a 60000.
Flaneilas para camisa a 32U re. o covado.
Setins, qualquer cor, a 800 re.
Renda da China a 200 re. o covado.
Fust3es braceos a 320, 400 e 500 re.
Vestuarios para baptisados, o que ha de
mais novo.
Camisas francezas, com collarinho, por
20000!
Grande sortimento de setins lavrados a
10000 o covado.
Crinolines a 400 re. o metro.
Zefiros a 160 e 200 re. o covado.
Merinos, sortimento grande, a 500 800
re. o covado.*
Cambraia suissa, a 70000 a peca.
Cambraia com salpicos brancos e de cores
a 40000 a peca.
Babados o entremeios a 600, 800 e 10000
a peca.
Lencos de seda, muito bonitos e baratos.
Cachemira combinacao com listas de seda
a 10400 o covado.
Bramante de quatro larguras a 800 re.
a vara.
Mantil as pretas a 40500.
Atoalhado, lindros padroes a 10 o metro.
Espartilhos com couraca a 40000, 50000 e
60000.
Colchas brancas e de cSres a 20, 30000,
40000, 50000 e 60000.
Grande sortimento de fichs de cdres para
todo preso.
Cassa baptista a 120 re. o covado.
Chitas brancas e escuras a 240 re., s se
vendo a boa qualidade.
Crotones muito bonitas a 320 o 400 re. c
covado.X
Meias para homens, senhoras e enancas
grande sortimento.
Comisas de meias a 10000.
Grande sortimento em merinos pretos.
Cortes 'de fustSo para colete, afta novida-
de, a 10000.
Camisas de flanella franceza a 30000 urna.
Brim de linho de c5r a 500 e 600, re.
covado.
Tapetes para cama, sof e porta; barato !
Velbutinas, qualquer cor, a 800 rs.
Cassinetas, muito bonitas, a 400 re. o co-
vado.
Cortes de cachemiras, em cartSo, cousa
chic.
Ditos de cretone muito bonitos a 80000.
Ditos de casemira de cor a 40000, 60000
e 8000 .
Alm de outras muitas fazendas que
impossivel mencionar.
D-se amostras sem penhor a qualquer
pessa.
5. Ra Duque de Carias 35
Fernandes Azevedo & C.
deixando no hospital Magnabat que quiz
redigir immediatamooto as suas observa-
95es.
O sabio deixou a cella de Magdalena
e foi ter com Dampierre.
Entre esse medico, que tinha nos labios
urna aecusacao, e o magistrado, que sen-
ta como que o presentimento de um se-
gredo terrivel, houve um longo silencio
incommodo.
Por fim :
Essa senhora nao est louca. disse
Dampierre... O grito que deu seutindo a
dr e que soou depois do contido multo
tempo, tudo prova urna intelligencia que
trabalha, que reflecte, que se lembra.
Magnabat inclinou a cabeca.
Diga-me o que sabe, disse o juiz, de
instruccSo. N2o me oceulte nenhum por-
menor e queira lembrar-se smente que
tenho o direito de saber a verdade intei-
ra... por mais cruel que possa ella fer
para rara .. para os meus...
O" Dr. Magnabat recolbeu-se por al-
guns instantes, depois, tomando de repen-
te urna re&oluco, contou suas suspeitas
Disse o que os nossos leitores sabem
como tinha sido mpreasionado um dia pela
attitude estranha do sen collega; como
decidir vigial-o ; as approximac*es que
fizera de certos pormenores; a estranha
repulsao de Francisco aos ineios violentos,
aos qnaes, elle Magnabat, quera recorrer
contra Magdalena ; a combinacao que ha-
via entre o moco e a louca, accordo sobre
que muito tempo tivera duvidas, mas que
agora lhe pareca provado, gracas astu-
cia de que servir.
Emfim, mostrou como todas essas pe-
quenas cousas eram camprobatorias e ha-
vian: sido confirmadas pela scena a que
assistira Dampierre.
Eis o que devo dizer-lhe, terminou o
medico. Meu dever obrigava-mo a n2o
occultar-lhe cousa alguma. Nao ignoro
que o lanco em desespero o que torna tai-
vez impossivel urna uniao que son lia des-
de muito. Mas o que soubee o acaso
me ajudou muito nisso, -o que eu revelei
ao senhor, acara sendo, se o deseja, um
segredo sepultado entre o senhor e mim.
Dampierre apertou-ihe a mito.
A LOJA MAIS BAKATORA
PARIZ N^AMERK
AZEVEDO, IRMaO & C. *
16Ra do B. da Victorialft
200Telephone200
Tendo recebido directamente da Europ.
grande sortimento de fazendas o motl
que ha de mais novo e preyos sem c
petencia.
A saber ;
Capas do Burah,' sonda e merino.
Renda preta, diversas qualidadss.
Etaminee, pretos, de la e 1S seda.
Damass de seda pura.
Merinos pretas de 800, 10000 o 1020-.
Crnoline preta e branca a 400.
Sargelim, todas as cores, a 200 re.
Bramante de linho a 10500, com H
palmos.
Toalhas para banho a 10000 e 105OC
Chachemiras com 2 larguras a 800 n
Ditas de l e seda 2 larguras a 10000
MadapolSo trancado a 90000 a poca.
Dito globo a 70000 a dita
Dito camiseiro a 70000.
Dito Boa-Vista, verdardeiro, a 60000.
Fichs de 13 e seda 10000.
Brins de linho cies fixes a 600. *
Espartilhos couraca a 40000 e 50001
Colchas de fustao a 20000 e 30000.
Capellaa para noiva com veo bordado >
60000.
Toalhas de cdres para rosto.
Rendas, comprmento de saia a 1050.
Renda de U, preta, para quaresma.
Pao verde para bilhar.
Tapetes para sof a 130000.
A verdadeira eBteira para forro de sai
a 10000.
Camisas de flanella a 50000.
Cortinados de crochet para cama i
100000.
Chitas de cdres a 200 re.
Crotones com 2 larguras a 400.
Baleias com forro a 390 a duzia.
Ditas sem forro.
Seda de c6res a 800 e 10000.
Extracto Rita Sangal a 20000.
Velbutina de quadro a 800 e 10900.
GuarnifSes, pretas, de vidrilhos.
Bicos de seda, brancos.
Caixas com extractos para presentes.
Rendas hespanhola a 40000.
Capachos de coco.
Luvas de seda a 20000 o par.
Meias de-seda para homem.
Dita de dita para senhora.
Flaneilas de cores para roupas.
Panno da Costa para mesa.
Vestuarios para baptisado,
Colchas, de crochet com flores.
Crep inglez para enfeite"
Grande sortimento de chapeos do so-
Setineta para coberta a 600 re.
Cortes de collecte de seda.
Dito de fustao de cores.
Dito de casemira de cores.
TELEPHONE 200
Assucar
da usina Pinto
Vende-se na ra da Imperatriz n. 26, pequeo
armazera. '
Superior Vinho de A.1-
cobaca
O acreditado e antigo armazem do Lima par-
ticipa ao publico e aos seus freguezes que acaba
de receber urna nova remessa deste especial
vinlio, escolbido propriameute pelo chefe desta
casa, tornando-se recommendado por ser puro
e de boa qualidade. Jo.- Fernandes Lima & C
ra Baro da Victoria numero 3, Telephone323.
Nem urna s vez interrompera a narra-
cao.
Abatido, n5o se sentia com forjas de
fallar; os olhos haviam-se cavado de re-
pente os traeos, physionomicos se disten-
diam como acabrunhados pela fadiga.
Magnabat comprehendia essa dr.
Nao podia tentar consolalo. Todos seus
esf'orcos tinham sido inuteis.
Callara-se.
Dampierre s teve urna phrase, que
resumi a medonha desillus&o do seu co-
racao.
Ella nao me amava !
Fora em. Suzana que elle pensara logo.
Em um segundo lembrou-se dos meno-
res incidentes de suas relae,oes. O gene-
ral nito se engaara quando havia affirma-
do ao mojo magistrado que Suzana nao
pensava nelle.
Lembrava-se das incertezas por que ha-
sein nunca ti car certo do
Via uanouvi
amor de Suzana; sem nunca poder adi-
vinhar o que pensava a moca.
Agora comprehendia tudo...
Sem duvida, Francisco Hormais, que
conhecia o amor do juiz de instruccSo, ti-
nha confiado sua irraa" o segredo do, seu
crime. Dissera'todos os esforcos que ten-
tara para impedir a justica de descobril-o.
Havia a convencido, mostrando-lhe que to-
do o perigo desapparecia desde que Dam-
pierre eatrasse para a sua familia. Por
que ojuiz teria entao interesse em abafar
esse triste negocio, em dar mesmo aos cri-
minosos os raeios de fugirem, se outros
viessem a conhecer, por acaso, o verda-
deiro nomo do assassino do Gonssolin.
Haviam especulado cora o seu amor e elle
fora erabrulhado na intriga. A affeicao
de Suzana e essa confibsao tito terna que
tinha deixado escapar, tudo isso era ape-
nas calculo. Comedia lgubre, que se re-
presentava para elle havia raezes.
Priraeiro teve intenciio de escrever a
Suzana, participando-lhe que nada mais
ignorava e que lhe restitua a sua liber-
dade. i
Depois de somelhante revelacito, ella
nao tinha mais necessidade de fingir um
amor que nao existia e elle nao era tito
cruel que forcasse a um casamento que I
sem duvida ella via com repulsao.
A FLORIDA
GalSes, palmas e rosas de vidrilho. -
Bicos ele seda e de algodSo com sea
vidrilho.
Mantilhas do seda e de algodto.
Contas lapidadas para vestido.
Franjas de seda com e sem vidrilho.
Renda hespanhola.
Collarinhos para homem a'SOOO e 40000
a duzia.
Bordados de cambraia tapada a 400 500*
500 e S00re4'a pega.
dem com 3 e 12 metroa, de qualquf
argura a 10200.
Lencos de linho em caixinhas a 30000 a
dita.
Meias para homem, duzia a 40000.
dem para senhora, duzia a 40000.
Finas pulseiras americanas a 40, 60
80000 o par.
Cortinados todos de crochet para cama a
120000, 170000 e 190000 o par,alguni
de cores.
Ditos para janellas a 70000.
Pannos de crochet para cadeiras a 800
10000.
Ditos para sof a 20000.
Capellas com veo para noiva a 60000
80000.
Lindos enxovaes baptisados a 80 100
120000.
Toucs de setim para baptisado a 30, 40 t
50000.
Grinaldas e ramos de seda, o que ha da
melhi/r.
Lindas fitas n. 12 para chapeos.'QHSBB
Luvas de seda, cano comprido a 20 9 par.
Ditas de seda para creanca a 10000,
Dita para moga a 10500 o par.
Espartilhos para creanga a 40 e 40500.
Ditos para senhora a 40, 40500, 50000
60000.
Linha de machina a 60 rs. o carritel.
Linha de machina a 600 rs. a duzia.
Lindos leques de surah a 40000.
Ventarolas de penas de todas as cores,
gosto moderno.
Lindos sortimento de ramos e cachos de
flores para enfeitar chapeo e vestido.
Grande surtimento de cestas para sejihora
a 20, 2,500 30000, 305CO, 40000, 40500,
50000 O05OO, 60000 e 70000 urna.
Caixas de papel amisade a 400 rs.
Lindo sortimento de guarnigoes para-toilett
de diversas cores.
Renda hespanhola preta com vidrilho.
Lindos lengos todos de laberintho a 500 rs.
Albuns de pellucia de diversas cores.
Livros de missa a 10500, 20000, 20500
30OO, e 30000 cada um.
Lindas luvas de seda com salpicos e com
listas, gosto moderno, a 20500 o paz.
Grande sortimento de extratos dos m*t
acreditados fabricantes.
Toalhas para banho a 10300.
Toalhas para rosto a 300.
Tochas para raSo a 160 re.
Babadores com inecrigoes e paizagem a
500 re. e 400000 a duzia.
Espelhos grandes com mulduras finas dt
cantos redondos a 40000 e a 60000 urna.
Bengalas flauta.
Grande sortimento de luvas de seda arrea-
dada, com palmas canno comprido a
10500, 20000 a 20500.
Roa Duque de CaxiasB. 103
Vinho puro de Santarem
Da quinta do Ilarral
Os proprietarios do Armazem Central, ra
do Cabuga n. 11, avisam aos seus distinctos fre-
guezes eao respeitavel publico que receberam
nova remessa ueste especial vinho, o qual se
recommenda por ser puro da uva, e s se reta-
Iba em deu armazem.
Joaquim ChristovSo A C.
Telephone 447
WllSEf
Royal Rlend marca VIADO
Este escolente Whisky Escocez pre-
ferivel ao cognac ou agurdente de cana,
para fortificar o corno.
Vende-se a retalho nos melhores arma-
zens de molhados.
Pede Royal Bleod marca Vlado,
cujo nome e emblema sao registrados para
todo Brazil. *
"^"'BROWNS A C, agentes.
Mas nao ouaou.
O general, com certeza, ignorava o se-
gredo tao bem guardado pelos dous ir-
raaos.
A carta podia cahir-lhe as mos, de-
nunciar-lhe tudo e fulminal-o.
E depois, escrever era brutal. Com-
quanto sua alma estivesse cheia de im-
mensa tristeza, amava tanto sua noiva,
que esperava achar desculpas para ella.
sta nao ficaria sem defeza diante de sua
legitima colera. Isso nao lhe pareca" pos-
sivel.
Tinha-lhe- muito amor para resolver-se
a despresal-a sem ouvil-a. Em sua dr
que reyiveria, havia quasi um gozo. NSo
calculava bem isso. la disposto a fazer
graves censuras.
NSo sentia que o que impellia-o) para
ella, era a necassidade de vl-a, de contm-
plala, de inebriar-se urna ultima vez com
os seus olhares, com seu hlito, com a
suave msica da sua voz, muito mais que
o desejo de desmascaral-a, de triumphar
de sua confusao e de gosar com suas la-
grimas.
Tomara o depoimento de Magnabat, que
elle mesmo escrevora sem ajuda de es-
crivSo.
Occultou os autos do negocio em sua
escrivaninha, deixou o palacio da justica
e foi casa do general. Francisco havia
entrado urna hora antes, mas fora para o
seu quarto, onde se techara, desconfiado,
sem ver Suzana.
Quando Dampierre chegou, a moga es-
tava no salo
O general sahira des le a manha e ca-
gava no monte.
Suzana veio receber o magistrado, com
as maos estendidas e o sorriso nos labios.
M.s deteve se ao aspecto da sua phy-
syonoraia profundamente alterada.
Ella teve medo. Sua garganta aper-
tou-se.
Teve um presentimento do~que se pas-
sava.
Meu Deus, disse ella, o que tem o
senhor ?
Elle olhou para ella "trente a frente, com
ar singular.
Ella abaixuu a cabega, crou e ca-
lou:3e.
Leite puro
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, sitio M*
go depois das casas do vas da direita, vende-se
todos os das leite puro de vaccas tourinas e te
trra, garante-se a qualidade do leite.
Vendas somente a dinheiro, por baratissimw
pregos.
Maciel & Guimares
ronde e variado ortimento
M
PERFUMARAS e artigos di
MODA
MIUDEZAS,
Em grosso e aretalho
24-Rhi Visconde de luhauma-24
Antiaa do Bangel
Pernambuco
Entao elle tomou-lhe a mSo, sem nada
dizer-lheyconduzio-a perturbada e tremuls
a urna caaeira e sentou-se perto della
Mas nao fallara ainda. NSo quera ser
o primeiro a tocar na terrivel questSo.
Esperava um incidente, umapalavra, qual
quer eousa que lhe dsse a opportunidade
Ella, atemorisada com a sua pallide,
com os seus tragos decompostos, com o set
olhar em que fervia a febre, perguntou
lhe sempre inquteta :
O senhor est doenta ?
Elle diese com difficukiade :
Onde est Francisco, seu irmao ?
No seu quarto, sem duvida, ou en.-
tSo talvez no hospital, com a Sra. Gons-
solin. Ouvi-lhe dizer que devia confe-
renciar hoje l com o Dr. Magnabat, para
examinar urna ultima vez essa infeliz se-
nhora.
' Lastima-a ?
Met irmao affirma que ella est loo*
ca. Nada prova que ella seja criminosa.
E digna, pois, de lastima.
Seu irmo engana-se, acreditando na
sua loucura, que apenas simulada. As-
sisii visita dos mdicos e as observa-
gftes foram probatorias.
Suzana empallideoera.
Ah! disse ella com urna heaitacSe
na voz. Ah Magdalena nao est lou-
ca ?.. Entao, porque finge-se loooa?...
Como atraigoou-se ?...
Foi sorprendida...
E meu irmo... estava l ?...
San. .
Houve um instante de silencio.
Suzana abatava.
Levantou-se, deu alguns paasos no sa-
ldo, abri urna jan ella e respirou larga-
mente o ar fri qro vinha do campo.
Dampierre se callara, mas nao tirara ot
olhos de cima della,
Quando ella voltou-se para elle, nenhum
trago apparecia'de sua emogao : sorria-se e
em sua voz n5o havia o menor tremor,
quando disse :
(Continuar-ta-ha)
Typ. do Diario roa Duque de^Caxias n. U


<

H
y

1*
4
i


Full Text
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