Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19877


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Full Text
ANNO .XVHI
SABBADO-5 DB MARCO M IfM
NMEKO 52


*
>
<<

DIARIO DE PERNAMBCO
PROPRIEDA* DE HANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CPffAL E LUGARES ONDE S PAGA PORTE

i Por tres mezes adiantados. C$000
Por tres ditos vencidos. .* 7$000
Por urp anno alianlado .... 24|>000
dem tem vencido...... 28&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & G., resi lentes em Pars34 ru de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido. .
13&500
15&500
271000
31&000
PARTE OFFICUL
Governo do Estado de Per-
nambneo
EXPEDIETE DO DA 23 DE JASKIBO DB 1892
AC'CS :
A junta governativa do Estado asando da attri-
buiro que lhe confere a le n. 33 de 17. de De-
zeaicro indo, resolve nomear para o lagar de
jul* privativo das Feitos da Fazenda Municipal do
Recife o juiz de direito JoSo Augusto de Albu
juerque Maranbo.. que assunjir o exercicio de
seo Sargo no prazo de tres mezes.
A junta governativa do Estado resol ve no
niear o Dr. Aliredo Amonio Maiques para o pos-
to de cirurgiSo do corpo policial.
A jonta governativa do Estado resolve no
rner Manoel Pmentel de Barros Bittencourt
para o cargo de amanuense da Secretaria da
lurucgSo Publica, em aubatituigSs de Manoel
Artbur Marinho doPasso, que fica exenerado.
Fizeram-se as ncGessarins commonicges.
A junta governctiva.do Estado de confor-
midade coma proposta do Dr. qnestor policial,
resolve nomear para a comarca do Jaboato as
' seguntes autoridades em substitnlgo das actaaes
. que ti;am exoneradas :
3." spplente do delegadoAugusto Caldas de
Sa Barretto.
3o districto
SubdelegadoJos Maximino Pereira Vianna.
! supplenteLuiz Jos da Silva Cajazeira.
i. supplenteJoaquim SSstenas de Araujo
C val cante.
3.c sopplc-nteFrancisco Rodrigues da Silva.
A junta governativa do Estado resolve no
mear Jos Cavalcan'.e Ribeiro da Silva para o
Sargo de delegado do districto luterano da Mag-
da, ena, em substituigo do actual que fica exone-
rado Gommunicou-se ao inspector geral da In-
llrucgao Publica.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear Guilbermiao Tavares de Medeircs, sorvindo
de presidente Fionsmundo Torres Marauho,
Lourengo Theodulo Torres Gall.ndo, Juventino
Adalberto Pereira Brayne e Lourengo Martins
Vieira para os cargos de membros da Intenden-
cia Municipal de Bezerros em substituto dos
a:luaes que foram exonerados Fizeram se as
B?cessanas communicages.
A junta governativa do Estado resolve dis-
pensar a pedido, o Dr. Francisco Tavares da Cu-
nha Mello do lugar de membro da Intendencia
Municipal de Giyanna e designar para exercer
o cargo de presidente do meamo conseibo o Dr.
Luiz uongalves da Silva.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear o maior Leodegario Correia de Oliveira
Sara exercer o iugar de membro da Intendencia
un:cipal de Gjyanea.Fizeram-se as necessa
ras communicages.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear Jos Ignacio Camello Pessoa para o cargo
de membro aa Intendencia Municipal de Tim-
bauba em subs ituigao de Luiz de Albuquerque
Maranbo Filbo que resigcou o lagar.Fizeram -
se as necessanas communicages.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear o Dr Augusto Guades Crrela, Gondim e
Aaionio Porfirio di Cuoba para 03 cargos de
memoros da Intendencia Manicipal de Itamb ac-
clamada ultimaaente.Fizeram-se as necessa
risa commuoicagSes.
A junta governativa do Estado resolve no-
mear o cldado Dielmioo GueJe* ,q Espirito
Santo para o posto de subcommissanolra guarda
local do municipio de Itamb em substtulgao do
acta! que fica exonerado.
Calcios :
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda
A jauta governava do Estado remette-vos o te-
egramma, que devolvereis, to ministerio da jus
- tiga de 21 do correte afim de inormardes com
urgencia sobre o seu conteudo.
Ao inspector do Tnejonro do EstadoA jun-
ta governativa do Estado autorisa vos a mandar-
de; pagar o incluso pret na importancia de.....
2:0SiC0 apresentado pelo commissario geral
da guarda lccal e de que trata a vosea informa-
gao prestada em ofEcio de 18 do correte, n. 42.
Ccmmuoiccu se ao eommandante da brigada
pciicia.
Ao mesmoA jonta governativa do Estado
auto-isa-vos a mandardes pagar ao ex-alferesdo
corpo policial Jos Odaviaoo de Mello Juca os
vencimentos a que f.ver direilo, relativos aos 3
r:meirosdias do correte mez em que es te ve
^ccupano aqurlle cargo. Communicou-se ao
-orontl cos.mjndan!e 6e brigada policial.
Ao msrrcA junto governativa o Esta-
co rerommenda-vos que, com urgencia, iofor
Er.i sobre o assumpto do incluso telegramma,
que ser devolvido; de hontem datado do juiz de
direito da comarca de Po-d'Albo.
Ao inspector da Saude do PortoA junta
;overnativa do Estado recommendavos que in
orn.-eis com urgencia, sobre o assumpto doin-
cluo telegramma que ser evo'.vido, de 21 do
correte mez do ministro secretario de estado
dos negados do interior.
Ao inspector de hygiene- Com a copia in-
clusa do cilicio de boje do inspector de saude dr
porto reepi ndemjs ao que nos dirigistes em 1
do correte, scb n. 23, relativo as providencias
solicitadas para impedir o apparecimento da to-
tee amareila oeste Es' do.
Ao superintendenta da estraa de ferro do
Recife ao S. francisco.A junta governativa do
Estado lendo em vista o aviso do ministerio da
agriiuitura sob z. i09 de 30 de Abril do anno
fiado dirigido ao director da estrada de ferro
Sel de Perraxbucc, antoris.odo a companbia da
estrada de ferro o Reeife ao S. Francisco a es
tabelecer entre aa estagbes das Cinco Pontas a
do Cabo nos mezeede Outobro a Margo um trem
nocturno nos das uteis que deveri partir da 1
es'.agio s 8 boras em ponto e ser substituido
nos domingos por outro que s 6 boras da tar-
de partir do Cabo, levadas as despezas emcon-
ta do cesteio, solicita-ros i' formagoea sobre as
despezas proveniente dessa medida, interesse
que justifiquem a sua coatinuago e lucros que
advenbam a empreza.l
EXf EMENTE DO DB SECRETABIO
Officios :
" Ao coronel cooimandante da brigada poli-
cialA junta governativa do Estado maoda com-
muciicar vos que nesta data foi exarado o se-
guinle despacbo na petigo do ex-lente do
corpo policial Artbur Ribeiro Roma, de que tra-
ta o vosso calcio n. ffo de 15 do correte :
O quartel mestre do corpo policial est habi-
litado a satisfazer o pagamento requerido.
Portaras :
Os Srs. agentes do Lloyd Brasileiro deem
paseagens de proa por cunta do ministerio da
jusiiga, do porto do Recife ao da capital da Pa
rabyba no paquete nacional Espirito Santo,
conforme requesita o Dr. questor policial em of-
licio o. 142, de boje datado, aos presos Manoel
Joaqun da Annuticiago, Antonio Ferrejra Ma-
tbeus e Antonio Luiz de Qaeiroz e bem assim as
pragas de nome Florentino Jo da Silva, Fran-
cisco Jos da Silva, Odilon Euclides de Avellar,
Joao Lauriano da Costa, Antonio Francisco de
Lima e Manoel Bernardino de Lima que os acom
panbam-Provideocioo se sobra o transporte pa-
r bordo.
O Sr. gerente da Companbia Peruambuca-
na mande dar passagens de proa ate Macan, na
segunda vlagem do correte mez a Clara Maris
da Conceico. dous filbos e urna neta por contal
das gratuitas a que o governo teffl direito ; ob I
servado o disposto na clausula 23 do Decreto
n. 102D8:(e 16 de Margo de 1889.
O S. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Limoelro d passagens de 1. classe,
por conta do Estado, da esteco do Brum a a'a-
quella cidadc-, com direito a bagagera conforme
requisita o Dr. questor policial, em olDcio n. 139
de hontem datado, ao commissario e ao sub
comtLissario da guarda !o:al do municipio de S.
Jos do Egypto. Joaquim do Nascimento Ferreira
Leite e Olbom Gongalves de Mello.
O Sr. superin'endente da estrada de ferro
do Recife .ao Limoeiro d passagens de ida e
volta, por conta do Estado, em carro de i. cas
se, da estagSo do Brum a d'aquella cidade ao
lente JoSo Gelasio de Andrade Lima, que para
all segu a servico, conforme solicita o Dr. ques-
tor policial em cilicio de boje datado, sob o
n. 143.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d pas.-agens de 2,*
classe, por conta do Estado, da estago de Una
a de Cinco Pontas. conforme requisita o Dr. ques-
tor policial, em efficio n. 141, de 22 do crreme,
a quatro sentenciados, e bem assim a escolta
que os conduz, a qual regressa de Bom Coase-
Iho.
despachos do da 1 de marco
de 1892
Abaizo aasignados moradores na cidade
de Limoeiro pedindo a revogacSo do acto
da remogao da professora da cadeira d*
roa da Aurora na mesma cidade.Infor
me o inspector geral da InstruccSo Pu-
blica.
Augusto Cesar da Cunha e Jovioo Epi-
phanio da Cunha, escriv&es do Superior
Tribunal de Justina pedindo o pagamento
dos venoimentoa a que se julgam com di-
reito.Informe o inspector do Thesouro
do Estado.
Antonio Goncalres Lima, sentenciado,
reclamando contra a sua ida para Fernan-
do de Noronha.Informe o Dr. juiz de
direito do 2o districto criminal do Recife.
Anta Mara Quaresma de Lyra, pro-
fessora publica pedindo tres mezes de li-
cencia.Sim, com ordenado.
Del miro Sergio de Farias, professor pu-
blico, pedindo tres mezes de licencia.
Sim, por do as mezes com ordenado.
Felisbina Constancia de Aievedo, pro-
fessora publica, pedindo certidSo do theor
de seu titulo de nomeaeSo.Como re
quer.
Mara Candida Tarares de Mello, pro-
fessora publica, pedindo dous mezes de
licenga. Sim, com ordenado.
Munoel Correia de Queiroz Barros, pe-
dindo para ser nomeado profeesor publico.
Informe o inspector geral da Instru-
ccSo Publica.
Salustiano Jos dos Santos, pronuncia-
do, pedindo para ser removido para a ca-
deia de Timbaba, afim de entrar em
julgaiento. Aguarde requisito do juiz
competente.
Da 2
Commando das Irmis
Quartel general do commando do 2 (lia-
ticto militar em Pernambuco, 4 de Mar-
co de 1892.
Ordena do dia n. 16
Publico, para conhecimento do distri-
cto e fns conrenientes o seguinte tele-
gramma que me foi expedido em data de
hontem : Rio, 3 de Margo de 1892. Sr.
Commandante do 2o districtoRecife
Nomeado por decreto de hontem assuruo
boje o cargo de ministro da guerra con-
fiado em vossas luzes e patriotismo e con-
t que me eoadjuvareis. Igual coadjuva-
2o espero da bruan te e patritica guar
nicSo desse diatrieto militar.Saudo-vos.
General Moara. '"
(Assignado)Joaquim Mendes Ourique
Jacquei, general de brigada commandante
do 2. districto militar.
(Est conforme)O alfe.es Carlos Soa-
rea, ajudante de ordena encarregado do]
detalhe.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Questura policial
Antonio Joaquim Cascao, teetamenteiro
do espolio de Clemente Gongalves Netto,
pedindo para transferir o dominio til do
terreno de marinha n. 112 A na ra Mr-
quez de Herval e na ra da PalmaRe-
mettido a Intendencia Municipal do lis-
cife, para attender nos termos de sua in-
tcrmagjlo.
Vigario Antonio Graciano de Ar?ujo
Guarita, representando contra a Intenden-
cia de Gamelleira por ter sanccionado a
multa que lho foi imposta pelo fa jal da-
quell municipioEm vista das informa-
les do ex-juiz de direito interino de Ga
melleira e da actual Iutendencia, bem
como da deficiencia do termo de multa do
qual nao consta a obra para o qual foi
exigida pelo respectivo fiscal a licenga,
cuja falta determinou o procedimento do
mesmo fiscal, seja o peticionario relevado
da multa qie Ibe foi imposta, scndo-Ihe
restituida a importancia respectiva.
Companbia Great Western of Bra;-il
Railway Limited, pedindo pagamento da
quantia de 1:3345530 de passagens dadas
or conta do EstadoDeferido nos termos
do officio n'esta data dirigido ao Thezouro
do Estado.
Consanja Amelia Couto de Alcntara,
pedindo para retirar nm filho da Colonia
Santa IsabelRemettido ao director da
Colonia Santa Isabel para attender a pe-
ticionaria.
Eliza Muniz de Carvalho, pedindo para
transferir o dominio til do terreno de
marinha n. 778 D da casa n. 184 na ra
itenta o NoveRemettido a Intenden-
cia Municipal do Recife para attender nos
termos de sna informacSo n. 337 de 23
de Fevereiro rindo.
Jos Joaquim Alves & C, pedindo
permisaao para remetter gneros para o
presidio de Fernando de NoronhaSim,
com as restriccSss do estylo.
Maria Paulina Alves dos Santos, pro-
fessora publica, pedindo pagamento da
gratificacZo que lhe foi concedida de ac
cordo oom a lei n. 2,020Junte a apos-
tilla concedendo o gratificacjto requerida.
Tiburcio de Oliveira e Sousa, adjunto
do promotor publico da comarca de Be
aerros, pedindo pagamento dos vencmen-
tes a que se julga com direito- Informe o
Inspector do Thesouro do Estada.
Padre Pedro da Purificaoao Paes e Pa
va, pedindo pagamento dos alugueis de
sasa de sua propriedade que serve de
quartel em Canhotinho Informe o Ins^
pector do Thesouro do Estado.
Miguel Ferreira Velloso, pedindo a en
trega de documentos -Reforme o sello.
S retara do Estado de Pernambuco,
em 4 de Marco de 1892.
SeccSo 2.' N. 53 Secretaria da
Queatura Policial do Estado de Pernam-
buco, 4 de Margo de 1892.
CidadSos.Participo vos que foram re-
colhidos hontem Casa de Deteng&o oa sq-
guintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Luiz Basilio Saraiva, Prudencio dos Santos
Costa, Ana nas Isidro Pereira Dantas, Genrsio
de Amorim Garca, Honorio da Silva Rom&o, Vic
tor Alves do Nascimento, F.oriano Vicente Fer-
reira, Francisco Jos da Silva, cosbecido por
Cambraia, Pedrc Camillo Heliodoro da Silva, co-
nbecido por Burro e Irioeo Joaquim da Silva, co-
mo vagabundos e desordeiros.
A' ordem do subdele ado da freguezia de San-
to Antonio, Jorge Avelino da Silva, por embria-
guez ; Manoel Eustaquio de Mendonga, por uso
de armas defezas ; Severino do Espirito Santo,
Antonio Pereira de Oliveira e Manoel Henrique
da Silva, como vagabundos; Apollinario Antonio
Jos da Silva e Jlo Joaquim de Sanl'Aona, co
mo gatunos.
A' ordem do subdelegado do 2* districto da
Boa-Vista, Joaquim Variado, que dis chamar se
Joaquim Jeronymo de Oliveira, por crime de
tentativa de morte.
Communica o subdelegado do districto da
Magdalena, que ante bontem, cerca de 4 boras
da tarde, por occasiao de ser igada urna trave da
casa em construegao ra do BomBm n. 2, acon-
tecen quebrarse o cabo que a sustentava, ca-
bindo ella sobre o. trabalbador de nome Antonio
Coelbo, qoe morreu immediatamente.
Um outro trabalbador de nome Amaro, tundo
procurado evitar o accidente, foi ferido grave-
mente em diversas partes do corpo e transpor-
tado ao bospital Portuguez, onde se acba em
tratamento.
Das diligencias a que procedeu aquella autori-
dade, verifica se ter sido o facto casual.
No dia 1. do correte, no logar Agua Com-
prila do districto do Mira jal, travaraase de
razdes os individuos Manoel Pinbeiro Dantas e
JoSo Flor, resultando ser este assassinado e aquel-
le sabir gravemente ferido.
O subdelegado respectivo maidoa recolber
Manoel Dantas a cadeia e contra elle procedeu
na forma da lei.
No dia 15 do mez de Fevereiro Sudo no lo
gar|Caldeiro dos Barros do municipio de Trium-
eho, foi victima de um tiro de pistola, morreado
instantneamente, urna manga de nome Isabel,
de 6 para 7 anuos de idade e lba de Braz Fer
reir de Aiuino.
Os paes de Isabel es avam ausentes de casa
trabalbando na roga e tendo cabido urna pistola
que se acbava em um torno, acontecen ella
disparar, em pregando se a carga na infeliz
crianga.
Foram feitas as diligencias precisas de confor-
midade com a lei.
No dia 7 do mez rindo foi capturado no mu-
nicipio do Triumpbo o reo de nome Jos Cobcdp,
pronunciado na comarca de Floresta no art. 192
combinado com o 34 do Cdigo Criminal.
A' Junta Governativa do Estado de Per-
nambuco.
O questor, Joaqui,n Tavares de Mello
Barretto.
Retrospecto poltico do anno
de 1891
ni
POLTICA PARTICULAR
REPBLICA ARGENTINA
(Continuas&o)
0 goverso teve, porm, de suspender o esta-
do de sitio para se proceder s eleiges munici-
paes da capital.
Dou3 pbenomenos vicram alentar esperaocas
no sentido da rebabiiitagao das inslituigSea e da
liberdade eleitoral: as eleiges muoicipaes a 23
de Janeiro, a que nos referimos, e a eleigSo dos
senadores ao Congresso, celebrada a lo de Mar-
go. Nesses dous actos populares obtiveram o
triumpho, sena nenbuma opposigao. os candida-
tos da Unio Cvica. As autoridades conserva-
ram a mais rompida neutralidade. Os cvicos
entusiasmados entoaram hymnos de victoria e
viram cesses fados o preludio de conquistas de-
finitivas. Na eleigo de senadores suffragaiam
10.000 cidadSos, sendo tleitos os Drs. Aristobu-
lo del Valle e Leandro Alem.
e ellmioal-as, preparando-nos para afrontar, para ccceoluar mais e3sa corrate favorave 1
Xlieaonro do Estado de Pernam-
buco
DESPACHOS DO DIA 3 DE MARCO
DE 1892
Porfirio Pinteiro da Costa, Nicolu Ca-
valcaote de Siqueira, padre Pedro da Pu-
rifcalo Paes e Paiva, Luiza Balbina do
Reg Barros e bacharel Antonio Pedro
das Neves.Informe 3 Sr. Dr. contador.
Manoel Clementino C de Mello, Jo o
Bernardo de Siqueira, Joao Joaquim da
Costa Leite e outros, Jos Gomes Fer-
reira Maia e outros, Companhia Annony-
ma Fabrico de Estopa e Artbur & Desi-
derio.Haja vista o Sr. Dr. procurador
fiscal.
Cosario BrandSo Cavaloante de Albu-
querque.Informe a secgao do Conten-
cioso.
Anacleto Carlos de Figueiredo.Ao
Sr. Dr. administrador da Recebedoria
para declarar desde quando o peticionario
reside na aludida casa.
Laurinda W. Pereira Lias. Satisfaga
a exigencia da Contadoria.
Gelino Goelho de Serpa BrandSo.
Sim.
O porteiro,
HmeUrio M. da 8va.
Becebedorla do Estado de Pernam
buco
DESPACHOS DO DIA 3 DS MA8C0 DB
1892
Bacharel JoSo Feliciano da Motta Al
buquerqneIndeferido em face da infor-
magao do langador e das disposiySas dos
artigos 42 e 43 do regulamento de 28 de
Maio de 1887.
Roberto Joaquim DiaaA 1.a seccao
para informar.
Carvalho A. AjvimA 1.a scelo para
os fina convenientes.
Dia 4
Eulalia Maria da ConceigSo e Antonio
Martins SaldanhaInforme a 1.a secgao.
Se a l'niao Cvica, por causas anda nao ufli-
cieoiemeote explicad s, perder parte do sea
prestigio na revolugo de Julbo, readquirio-o,
com grande ioteusidade, com esse resultado
eleite ral.
Tres dias aps esse tr.umpbo toda a capital
argeulina se agglomerava no porto para receber
o tenente-general Mitre, que regressava da sua
viagem ao continente europeo.
Urna coinmisso tioba ido recebel o em Mon
tevido, onde ja tioba sido objecto de demon-
stragOes cordicc?.
A sna entrada em Buenos-Ayres constituio um
verdaleiro acontecimeoto,extraordinario e elo-
queotissimo raio los anuaes da bumaaidade.
Certamente, sob um rgimen republicano, re-
produzir-se-ba urna ovagao lo grandiosa, t
comparada at boje com a que teve Garibaldi ao
transpor as portas de aples.
Yicionaes e estraogeiros, borneas de todos os
partidos e classes sociaes, formaram a immensa
columna, interminavei. aesse dia, declarado fe-
riado pela vontade do commercio, que fecbou as
portas e por deliberagao espontanea de todos os
cidadSos.
A massa popular, que se divida em 44 gru-
pos, atravesseu de sol a norte toda a cidade,
ebegando praca de San Martin, onde' se devia
fazer a proclamago solemne das candidaturas
presidenclaes.
All o general Mitre repeli as palavras que
atravez do ocano bavia dirig lo aos seus conci-
dados, quando se lbe communicou, pela pri-
me-ira vez, a designagao de que fra objecto :
< Aceito a candidatura, ou como solugo nacio-
nal, on como reiuadicagao da liberdade do suf-
fragio popular. O general dava a traduegao
da formula telegrfica, que parecer um tanto
extranha: Ou a suppressao da lucia pelo aecr-
do commum de todas as vontades sob os auspi-
cios da liberdade; on a lacla, anda que aceitan
de de ante mSo a derrota, se se pretendesse suf
focar o voto publico pela coago cu violencia.
Eotendo como solugo nacional, accrescentoo,
o estabelecimento de am governo de todos para
todos, que condense em torno de si as forg. s
moraes e materiaes do pa:z, afim de que srja effi-
ciente para o bem, core os males que no? afli
gem, normaliiaodo a stoagao econemica, e
atlraia a paz e a barmooia ao espirito dos argen-
tinos, fazendo entrara erdem publica noe^xo
constitucional. Este o meu programma poli-
tico.
Estas palavras, proferidas lacle urna multido
tremente de eotbusiasmo, escaldada pelo sol in-
tenta que lbe fazia referver o sangue oas arle
ras, repreeeotavam nao ama idea individual
urna inspiragao espontanea e iso ada, mas o re-
sultado de urna corrente sympalica de ideas que
germinavam a um tempo no espirito de cidadaos
eminentes destinad a dirigirem os acontec
mantos*.
Silo suppomc-s que tivessem mediado comrru
nicagOes directas entre es generaes Mitre e Roca
mas nao teriam faltado intermediarios que esta-
belecessem aquellas commaoicagOes.
No espirito publico bavia como que um presentl-
meoto disso, e quando oa coite de 18 de Margo
o general Roca faz a sua primeira visita ao ge
neral Mitre, sentiose um movimento espontaneo
de sympatbia para elle, que parta do numero
so grupo de cidadSos que se acbavam presentes,
representando diversos partidos.
Tres dias depois, estas intelligencias secretas
deviam manifestarse publicamente.
A 21 de Margo u general Mitre foi pagar ao
general Roca a sua visita, e nessa entrevista ti-
cou firmada a allianga de ambos os protogoois-
tas, dispostos a promoverem am grao Je mov
ment de opiniao para se resolver pacificamente
e de perfeito accordo a questSo eleitoral.
Ao general Roca coube a gloria inolvidual de
ser o iniciador d'essa poltica desapaixonada qoe
re presen lava a aspiragao mala ardeote do povo
argentino.
Aquillo a que aspiro, disse ento, cor-cor-
rer para o que considero ama obra de bem : a
suppressao da luda as circunstancias que aira-
vessa o paiz, as quaes a fariam desastrosa, ne-
cessilando se do concurso de tolos, decidido,
livre de qnalquer outra preoecupagao para en-
frentar as grandes dimcgldades que dos cercam,
aquellas que o futuro nos reserva como consequen-
cia dos erros passados e dos esforgos que foi oe-
cessario empregar para remedial-os.
Para cooperar nessa obra que se imp5e aos
bomens bem intencionados de todo o paiz, nao
neceseita de condiges, nem as offerego. Bsta-
me per um lado a minha consciencia, que m'a
assign..la como a ancora da salvago no sjffra
gio que nes ameaga, estando a sua honradez
cima de qualqner suspeita, e si, par outra par-
te, um nobre carcter fortalecer a siuceridade da
acgo concurrente, ludo isso garanta de que
quanto se lizer, se far pela patria, smente pela
patria, presclndindo-se em absoluto de qnalquer
interesse particular cu de circule.
Comprebendendo as graves e dilficeis circum-
stancias a que o paiz fra arrastado, sentindo-se
impellido pelas exigencias patriticas, o general
Mitre conveio que era dever sagrado encaminbar
a situagSo pelitica por vas tranquillas e que
todos deviam trabalbar unidos para se fundar
um governo que fosse a expressao fiel da voo-
tade popular e dsse garantas efficazes de liber-
dade, honradez e respeito 4b a3pirag5es legiti-
mas.
Ambos communicariam aos seus amigos poli-
ticos quanto se propunbam fazer, sujeitando-se
as deliberagOes acgo dos partidos.
Terminada a entrevista, ambos se despediram
com estreito abrago, que traduzia, melbor que
as palavras, a emogao patritica que os agitava.
Fiel ao resolvido, o general Roca derigio pceos
dias aps urna circular aos seus amigos polticos
explicando o alcance que attnbuia ao accordo
iniciado em sna conferencia com o general Mitre.
Esse accordo devia ser submettido em breve
decisao de seo3 amigos de toda a Repblica, re-
preseotados na convengao de delegados autori-
sados para aceital-o ourectsal-o, quando se pro-
nanciassem sobre a candidatura de presidente
ou vice-presidente da NagSo.
Referindo-se s graves complicagOea de sua si-
tuagao, dizia que a sorte da patria nao poda ti-
car entregue aos azares de ama contenda apaixo
nada, sem cabir no ultimo grao de prostrago, e
que era indispensavel supprimir aluda eleitoral,
conquistando ama tregua reparadora e benfica.
Para esse fim tenho pensado, dizia, que a
suppressao da luda poderia obter-se, aceitaodo
a candidatura do general Mitre para a prxima
presidencia da repblica, com as outras bases
do accordo que fixassem 03 partidos para se es-
tabelecer nos actos urna fusao das aspiragSes e
propsitos elevados, decorosa para todos, e de
vanlagens incalculaveis para a nagSo.
Declarando que o nome do general Mitre era
urna garanta da digoificagao do accordo pro-
posto, o general Rocca accresceotava:
Por miaba parte- peueei assim, obedecendo
ao mesmo criterio, com que manifestei publica
mente, ha um anno, em armenlos de verdadeira
angustia para o paiz, que meu nico anhelo,
quanto presidencia futura, era que o eleito
pela vontade nacional fosse digno por seus ante-
cedentes provados, de encarnar as nobres aspi-
ragOes do povo argentino, e capaz de realisal as.
Ao mesmo tempo que se publicava esta carta,
temos algores, se confeccionava, por urna com-
missSo da junta nacional da Unio Cvica, um
projecto de manifest, approvado 24 horas depois
por esta junta, manifest que envolva urna con
sideragSo implcita do accordo iniciado pelos
generaes Mitre e Rcci.
A grande autoridade e a :i flaeneja prestigiosa
do primeiro, cujas menores indicagoes fjram
sempre atacadas eo se'o de seo partido, que o
tem venerado qusi como um dolo, nao tiveram
desta vez a virtude de dominar o espirito in
transigente daquella junta, que acreditava aese-
gurada definitivamente sua preeminencia poltica
na repblica.
Esse manifest veio accentuar a divisSo que
j existia latete no seio da Unio. assignalando
as dnas correntes em que se bifurcava aopinio.
De todas aa provincias do ijterlor partiam
manifestagoes individuaes e collectiva3 em favor
do accordo poltico.
Governadores, legisladores, ministros, simples
cidadaos, manifestavam a deciso e entbusiasmo
com que aceitavam a nova polica.
Os diarias publicazam milhares de telegram
mas dirigidos ao general Roca e ao general Mi-
tre, que demonstravam a direegao do espirito
nacional neste sentido.
Formn se tambem um agrupamento no seio
do partido dominante, que representava as tea
dencias extremas do rgimen poltico que havia
desapparecido com a evolugo de 6 de Agosto.
Essa fracgSo pretenden apolar-se no g-vernador
de Buenos-Ayres, e por am momelo se acredi-
tou ueese perigo. Porm, ante as manifestagoes
inequvocas da opinio, to geraes e uniformes,
aquella fraego acabou por dissolver-se.
O governador de Buenos Ayres, Sr. Julio A.
Costa, aff-ontando a qeesto politice, se pronun-
ciou tacrbem em favor do accordo, com umacon-
digo qoe devia elitriaar se pouco depois. Te-
ma se urna liga dos governadores centra a oova
poltica, porm nao tardou tambem em desvane-
cer se essa sombra- A verdade que os gover-
nadores nao tinbam vontade, nem elementos para
assomir semelbante attilude. Falln-se de urna
conspiragSo militar, sobre a base de urna parte
do exercito que se jolg.Ti preparado para a
reargo ou o pretorianismo, mas essa sombra
tambem se desvanecen.
Desanuviados, embora monenlaneamente, os
orisontes polticos comegon a modificar se a
promovea-se um accordo entre os partidos e
concesses de parte dos governos, que eram
apreciadas como resaltados do accordo poltico,
pelo que se asplrava a evitar a lata, normatisar
a situago da Repblica, e reconciliar as popo-
lages e governos, segando a expressao de ge-
neral Mitre.
A 2 de Abril effictnon se oa capital platina
urna reuniao do partido nacional em que se ap-
provou urna ordem do dia declarando que um
accordo decoroso do3 partidos para resolver a
crise presidencial era urna aspirago nacional, e
que devia fazer se um appello ao patriotismo dos
argentinos nesse sentido. Com effeito, accor-
deu-se tambem que era indispensavel organisar
a junta do partido, que devia tomar a direegao
desse movimento, compondose de delegados no-
meados pelos comits da capital e das provincias.
Nesse io'erim se designou urna commissSo di-
rectora provisoria, que comegon logo a exercer
suas fnocgcies cvicas.
O general Roca dirigi ao Rosario nm tele-
gramma que encerrava ama ampliago das suas
declaragOes anteriores e que foi bem acolhldo pelo
opinie. A prostrago do paiz, dizia, opprimido
ao peso de urna crise sem precedentes, a exalta-
go dos ainos, as paix5es polticas prestes a
transbordaren: a cada passo em consequencia da
convulfo passada que, com os tremores da na-
tureza, deixon nos espirites profuudas perturba.
ces, fizeram-me compreheader qae toda ambl-
g.'io, por legitima que seja, todo interesse de
partido, todo seutimeuto de amor proprio, se
deviam inclinar para o bem commnm, para as
altas e permanentes conveniencias da patria.
Pensando assim e aconselbando o accordo, dan-
do a miaba opinio franca e publicamente, sem
pretender obrigar a ninguem, son exclusiva-
mete levado por sentimentos de patriotismo, e
aso de iadiscutivel direito de cidadab argeotino
de que a qualidade de ministro nao me poda
privar.
Poucos dias depois se despojava o general
desse carcter official, apresentando a sua re-
nuncia, depois de ter entregue ao congresso o
relatorio do sen ministerio, no qual se encon-
tram tambem declaragdes explcitas do accordo
poltico.
Em frente a essa corrente, e como para op-
por lbe diques permanecan: de p e completa-
mente orgaoisados certos elementos intransigen-
tes que se baviam subtrahido s ss influencias
do accordo e pretendiam levar adiante, a lata
amparaido-sena bandeira da UnioCivica. Eram
os elementos radicaes; e nao tardaremos a as3is-
tira algumas das manifestagoes do espirito revo-
lucionario, nao completamente extincto no paiz.
E os effeitos dessa conspiragSo sarda n3o re
fizeram esperar, mo grado a fntensidade das
sympa'hias que despertara o accordo Mitre-
Roca.
Em 21 de Maio ia rebentanio em Crdoba urna
revolugo que ameagava produzir gravissimas
consequencias.
Debellada em tempo esa conspiragSo o go-
verno pravidenciou afim de impedir a propaga-
go do mal.
Foram apprehendidas muitas armas, e gran-
de quantidade de bombas e objeclos explosivos
que os conspiradores inteniavam arrojar coutra
o quartel da cidade. Arrecadou-se outrosim
orna quantidade de dynamite. Sorprendidos em
suas posigOes, depois de alguma resistencia, os
conspiradores se submetteram. Houve diversos
morios e feridos. O facto causou profunda im-
pressSo na capital, tanto mais quanto nSo pedia
er considerado isolado e se lhe attribuiam ra-
mificag6es em outras povoagOes do interior.
WTtfBSES EGOHOIIC-FiMHCEIROS
O numerarlo
situago interna das proviocias
O esenpto que inserimos em seguida, de lavra
do illustrado collega do Joiiud do Braztl, da
a chave da resoiugo do governo em exhumar a
lei de 25 de Margo de 1873, autorisando a sua
execugo.
Este fado foi-nos cemmunicado por telegram-
ma do nosso correspondente, de 29 do passado,
e que estampamos na ediego deste Diario de 1
do corrate.
A execugo da referida lei, cuja disposigSore-
prodnzio-se na de 1883, a consagrago de em-
presumo aos bancos at a quantia de..........
25 OOO.OOOCOO, mediante juro3 e as necessa-
ras garanta?.
O llustre Sr. ministro da fazenda, desejoso
de providenciar sobre o mo estar da praga, ex-
pedio circular a directores dos mais importantes
estabelecimentos de crdito afim de lbe informa
rem sobre a situago real do numerario e meios
de resolver as difSculdades da circulago mone-
taria, caso seja precisa a iotervencSo do go-
verno.
Onerada foi a heranga, temol-o dito, deixada
ao actoal ministro da fazenda pelos seus ante-
cessores.
E' intil entrar em detalbes; todos coohecem
o estado econmico e tioanceiro do paiz por oc-
casiao de trinmpaar a revolugo de 23 de No
vembro. .
O crdito no exterior em grande depresso,
revelada pelo prego intimo d03 nossos ttulos de
divida ; o cambio baixo como em poca alguna
de nossa existencia social; a praga a debater-se
em urna crise originada do abuso do crdito, das
eipeculagO:! da bolsa, animadas pela desastrosa
pilitica flnanceira do Sr. Ruy Barbosa, que foi
continuada peo Bario de Lacena ; ama grande
massa de p.pel bancario sem a neceesaria ga
rantia em lastros metallicos on ttulos da divida
publica; a desconfianza do credit j e consequan-
te retr-fehimento do numerario; finalmente a dea-
organisago de todos os servigos almialatrativos
sem urna base poltica segura e es'.avel.
Sabemo que ai tioangas obedecem a mSos se-
garas e a esptrTo largo, mas ninguem ainda
coacertou as fiuaogas de um palx que atravesta
um periodo revolucionario, sem a cooperagao do
'empo. Esse cooperador nio s faltn ao secre-
tario da fazenda, cono at a intervengan do par-



/
i
i


Diario de Pernambuco Sabbado 5 de Mareo de i 892
imeoto, que encorsou-se sera ter resqJjiQ a Las. 3uai paredes interiores; era enlo necesario
queaiao bancaria. fanar,aiaMWIay ^#fltm* uo fex-Wu-
Temos ouida de etlaheletaieatoft(|e ct*liio, fauno3<*f<" ee*cha minn arralo no wtUca
03 mais respeilawis d*jss*|iragajiiie pro *m yajsnB^tea^i|g1Hnl>a3e.



v
saotemeate escaasez dajMtmaiirioal9ataa pe
los saldos existales ,03 banco3*||8fi:-.utaJe3
aas operagSes enae8, e eleqpio da,iaxa
dos jaros.
Nao eonteta*c qae uto a ce.
O (acto, porjp,. que .ao revela iaaumjiea:a
do numerario, toaostra om ijraade rafcrahi-
mento de crdito, proveniente- cuse da comaaer-
cial e dos receles de perturbago da ordem.
g3 factes ionumeros ja nao tivessem denon-
jtrado o irregular funce onaneato dos aossos
institutos de emisso, bastara a situagSo actual
da p'aca para comproval o.
E' justamente para periodos,-como oque, atra
vessamos, que servem os bancos do emiso,
verdaueiros reguladores da circulago. I-ifeliz-
mate os qae temos sao mecha nsmos que uao
Junccioraam.
Dado o fado do retrabimento do numerario,
que o Sr. ministro da fazanda trata de veritica'"
pela3 inform36es pedidas aos baoqueiros, e sen-
do, da awor inconveniencia todo augmento de
emirsto baccaria, principalmente nos molde3
das que foram efectuadas pelo Sr. Baro de La-
cena, cumpre ao honrado ministro da lateada
por em execogo a lei de 1875, reproduzda
como disposigo tinanceira permaueale em 1885.
pela qual o governo autorisado a emprestar
aos bancos, mediante juros e as necessarias a
rantias, at a quantia de 25,000 cont03.
Essa lei estem pleno vigor, por ser di3posi
Sio ti xa do nosso rgimen financeiro, nao sendo
contraria, nos termos do art 83 da constitulgao
de 24 de Fevereiro, explcita ou implicitanente
ao yite na de governo firmado peia mesma con
stituigo e aos principios nell consagrados.
Dir-se ha qua e3sa Lei caducou pelo decreto
da creaia) do Banco da Repblica e cooiraato
de resgale ao papel moeJa do Estado. Respon-
demos: i', que para ter essa lei execu;io, nao
ha mister emisso de papel-moeda, ama vez que
o go ver ao pode fazer em prestimos aos bancos
com os saldos existentes no Taesoaro; 2o, qae,
quanlo fosse mister emisso de papel moeda,
esa emisso era a cario prazo, oo permanecera
na circulago, e coasequentemente nao tornar-
se hia resgatavel palo banco coatractaate do
resgate do papel-moeda, existente na ?o?i do
contracto.
O hnralo Sr. ministro da fazeada desejou ou
Tir os bancoi sobre o retrahimeato do amara
rio. Fez bem S. Exc. Conveacido, porm, des-
se retrahimeato, preciso providenciar imene
diataaiaate.
As providencias qae aproveitam Bao as prvi-
do ncias qae vt?m a lempo.
I'M. vasigoui%fii resultado supona-
d<> todas as pifias qaoiallicas .qu ser soaibr* ftrtopUio uua aiiressi de vi-
Mos a*aiJa de oriicaoi verucies de oaie jar.
r*va .dua WBpnaii-i-
A c**pres*o falta por umi bomba -.de bor-
racha abante o GaAcaute no reservatorio que
forma o pe do appawlho.
A foate elctrica represeutala por ama lamp-
da incandescente fixaia no loo de um rella-
ctor parablico, cojo eixo coincide com o do ja-
cto liquido directamente Iluminado e um paiuel
de vldos de varias cores iaterpe se entre sti
lampada e a columna de agua que matiza de
raios de varias cores.
SCIENCIAS E LETTRAS
Os progressos da electricidade
Realisou se ha pooco em Francfort-sobre-o
Meno urna exposigSo de eleclricidade de grande
importancia scieotilica e industrial.
Ficou ah resolVido um problema de grande
alca.ac9 para o futuro da electricidade: a trans-
missso de forca distocia.
Por meio de urna machina elctrica coasegoio
se transportar a energa fornecida por urna queda
de agua em Lauffeu para Franfort-sobre o aleo,
que dista 275 kilmetros (aquella cidade, eessa
energa era abi uulisada para a formagode orna
cacasta artificial de 10 metros de altara.
Para isso langou-st; mo de ama de 3 correntes
alternativas. Essa machina foi aastruida em
> iken, perto de Z.aricb; pesa 9 toneladdB e a
sua velccidade rotativa de 150 voltas por mi-
nato. Ella formada de inductores movis e
nm iotJuziio lixo. O inductor tem 32 polos de
nomes contrarios excitados por ama bobina nica
que receba a corrate de urna pequea machina
excitadora. O inductor gyra em am anel cilin
drico de ferro doce. Este aael tem na parte
interior 96 orificios parallelos ao eixo, nos qaaes
estSo alojados conductores nduiidoa cujo di-
metro de 29 mtllimetros. Estas 96 barras con-
ductoras formam um enrolamento em zig-zag,
tendo cada um desses enrolamenio 32 barras em
lensSo.
Ootem-se tensOes maito elevadas com o au-
xilio de transformadores isolados no petrleo ;
estas ten;5es podemaltingir at 25.000 voltas.
Os transformadores compOe-se de tres ncleo i
jlikdricos formados de ferro e de dous discos
. ^oe reuaem as extremidades.
Sobre cada ncleo ha dous enrulamerJos, um
de fio groso, ligado a machina, outro de fio lino
altatensao.
Por meio desses transformadores qae em
Laulfeu chegan loaos hornos das tres bobinas
do circuito primario ama teusao de 50 voltas,
obtem-se 8.000 voltas nos bornos do circuito
lecundario correspondente. Reunindo-se .03
tres circuitos obtem-se 14.000 voltas como dif-
ereneca de potencial entre dous parafusos dos
tres tos da hnln.
Atm do apreciar se em Francfort es la expe-
riencia de grande alcance, viam-se tambem' ou-
tro3 apparelhos elctricos muito interessantes
de qae vamos nos cecupar.
Entre estes os man curiosos cao o piano eleclro-
phonico e o gramiophoae de Berlier. No piano
electrophonico as vibrages das cord;s sao obti-
dis por meio de electro-imans. Os seas da es-
tala maior lembram os da harpa eolea e os da
sca'a menor os do violoncello, o que combina
s '.aotageos do piano aos do harmonium.
Este mecanismo pode ser adaptado a qualquar
jiano : nesta caso pode se tocar ao piano ordi-
nario sem o auxilio do electro-iman ; ou tocar
de maneira que as cordas faridas pelos martil-
los resoem durante muito lempo ; pie-se tam-
bem retirar os martellos do circuito e servir-se
nicamente dos electro imans; e assim se po
dem cb'.cr efTeitos acsticos variados.
Ojelectro-imsns que produzem vibracao as
cerdas raa accionados por urna batera de aecu-
muladores.
O grammophone de Berlier e um inslrumento
que tem por tim flxar e registrar as vibracOes
sonora?. Tem o mesmo tim que o phonographo
de Edi3on, mas preenchido de urna maneira dif-
ireme, rle-se mesmo dizer que o grammo
pilone urna variaco do phonographo.
Neste ultimo apparelho a lamioa vibrante di
rige um estilete que deixa um trago sobre um
tjlindro coberto de cera. No grammophone, o
Mtylete traca as impressoes em espiral, segundo
as vibraos producidas pelo som em am dheo
tircular da zinco.
#
Entre os outres apparelbcs cumpre meacioner
a Ihermopilo de Gulcccr e cma nova batera
tbermo elctrica.
Thermopilo um apparelho por meio do qual
o calor convertido em electricidade, e que se
thama vulgarmente urna pilba thermo-electrica.
Nestas pillns, em que se obtem urna correnta
elctrica aquecendo a soldadura de dous metaes
de coudactibilidade dilTercnte, am dtstes metaes
geralmente o antimonio, que cfforecc a inecn-
veniencia de ser maito fusivel e por laso 33 sol-
daduras gastam se fcilmente.
Tara remover esse incouvenk ate, Fulcher em
pregou no seu Ihermopilo urna liga desse metal,
que menos fusivel, mais daravcl, c como elec-
tro-negativo c^pregoa o niike!.
A 3ua piiaa asim formada, que igurou na
exposigOo de Francfort, desenvolva urna forca
electro motriz de quatro voltas e dava urna cor-
rente de cinco amperes.
Para fazer fonecionar esse apparelho gastara-
te 400 iilros de giz por hora; de cada antro
iub:cj dr* gaz obtem se urna energa elctrica
ifual a 100 w;'
O outro apparcl.io da mesma especie desto.
Consiste em varia3 bateriss theruio-electricas,
aquecides nao pelo gaz, mas por meio do coke;
as ba agrupadas em torno de um for-
no. L'a ihermopilo des'.e genero consom dous
kilos de Cike por hora e da 80 voltas com urna
correte de 10 amperes. Tal batera bast para
alimentar oito lampadas incaniescentes de 16
Telas durante seis horas por da, e efler
vaoUgem de fornecer calor ao mesmo tempo
que alimenta a luz.
OUESTOES SOCliES
C'ontliiua^o das ree\es
Itrlort
au
Commersio, 17 de Fevereiro de 1892.
Acaba de entrar para o soverno um Ilustre
deputado que fez parte da commlsso parla nen-
iar eacarregada de es'uJar o Banca da Repbli-
ca e a siluaga ecoaomica do paiz e de nossa
prac, desta principalmente.
Esse llustre cidado, o Sr. Serzedello, que
revelou aptiddes especialissimas no ass^mpio,
vio muito de perto o estalo do prineiro estaba
lecimei'.o de crdito que possuimos, e deve ter
formado juizo, seao completo e seguro, pois
que la>; faltaran elementos, pelo menos, appro
ximados Jas medidas que eram e que ainla sao
reclamadas no interesse urgente do eolito na-
cional.
Apegar de oceupar a pasta do exterior, a me-
nos presa de todas vida intima do paiz, nada
impede que ele commauiquj ao seu llustre
colU-ga da fazeada as suas remiaisceocias e as
impressoes colillas na commieso do parla-
mento.
E' indispensavel, ou pelo meaos assim acredi-
ta nos, que prevaleceado se da cordialidade em
que, de suppor, se acba o governo, com a
actual directora do Banco da Repblica, obte
nria, de accordo com esta, completar o estudo
dito pela commisso parlamentar.
Esst* estado deve ser a base de todas ai me-
didas que se teabam de decretar sobre e.'te me-
lindrojissimo assumpto.
F. ialispensavel, como apurajio de um dado
tinanceiro de prtmeira ordem, que Be possa ca-
nhecer com approximada exactidao, por exem
po, se temos ou nao excesso de emissSo e qual
a influencia desse iodigitado factor na depreaia-
gao do nosso papel e as depreesOes do cambio.
o parlamento e fora delle, se disse e se asse-
verou que o papel em circalago superabundava
e que d'ahi provioha a desvalorisagao da moeda
fiduciaria, mas oem fora nem dentro do parla-
meato se exhibi urna prova positiva dessa
asserto.
Coavm, pois, verificar com exactidao a mas-
sa do papel em circulac). das varias emissOes
existentes ou antes subsistentes, e melil-a con
a po-sivel plausibilidale, com as exigencias do
consuno geral e provavel da populacao, no vasto
circu) de sua actividade econmica.
Faja-se para isso o receaseamento dos esta
beiecimentos existentes, das industrias que fo-
rana a^ora fundadas e das qa-s j anteriormente
existcm, das conpanhias que viogaram no meio
do accumulo das empreza3 arruinadas, addicio-
ne-se a isso as despezas com os trabalhos pbli-
cos em todo o pas e a media do dinheiro que
cadacidadaj despende com as suas desperas
particulares, clcalo que assente sobra o da pro-
pria populacao, e, mais ou meaos, eramos, tr-
8e-h'a o consumo do dinheiro que legtimamente
deve circular.
Quem, porn, poder conseguir esse resulta-
do, iQfl&O o governo pelos meios de que dis
p6e?
Nao presumimos ter a minina competencia, e
de corto nao a temos, em um problema em que
reconbecidas capacidades temos visto naufra
gar.
O nosso fin 6 preparar e habilitar o Coogresso,
fornecandodhe elementos em que elle possa tir
mar se. quando, sobre a queslao econmica, pre
tender deliberar.
Nao como se diz vulgarmente, glosando so-
bre a liyella, que o Coagresso despido de recur
sos, hade promulgar leis sabias e acertadas so-
bre as estafadas tinancas do paiz.
O que indispensavel, que o governo deide
j de* as suas ordens e tome as medidas neces-
sarias para a consecacSo d'esse fim.
Por ora, todo pode ser dito, toas as proposi
roes aventuradas, todos oa alvitres suggeridoa,
mas sem dados positivos nada se pode fazer.
Qaando o governo, senhor de todos os elemen-
tos, puder asslgnalar com inleira seguranca ou
pelo menos com probabilidade de acert, que a
depreciado do nosso meio circulante nao se ex
plica, nem pelo excesso do papel, nem pela sua
consequente incoavertiblidade, nem polo des-
equilibrio de nossa prodcelo com as necessida
des do consumo, nem por qualquer principio pu-
ramente econmico, n'esse dia, restar apenas
aos poderes do Estado, recorrerem sem besita-
c5e3 e sem replica a medidas da mais severa re-
preseao.
Por ora, ha fundadas suspeitas de que na inti-
midad: impeaetravel dos segredos da pr.-ca,
possiv:l e provavel que se facam artificialmente
a alga e a baixa de todos os ttulos, as ele vagues
depressdes do cambio, toda essa anarchia credi-
toria, que se nota em nossa vida tinanceira.
Realmen'e. as conjecturas que n'esse terreno
se fazem, nao sao aventurosas, mas os legisla-
dores a o governo do paiz nao podem nem de
vem legislar sem fundamentos seguros, sob pena
de aggravarem urna siluaco que j se afgura
intoleravel.
Digan o que quizerem dizer em favor da jo-
gatina, a verdade que a facilidade do dinheiro
e do crdito estimulando em completo desatino
03 jogadores de ttulos sobre emprezas nviveis,
laocou nune'osos capitaes na voragem de urna
ruina inevitavel.
Mis ser essa a causa nica da situaco a que
cheguo3 ?
Pensamcs que nao.
O ca nital mal empregado, quanio mesmo, como
dizem, exprima apenas a de6locaco de valores,
pois que passa a outras mos, todava ax de
improcuctivo tem por corollario inevitavel des-
animar as emprezas fecundas difliculiando as
explomcOes de serios resultados.
E', precisamente c'esso principio do crdito
cautele so e discreto, que os partidarios da re3-
tricc&o de faados devem se bascar para comba-
ter a pluralidade dos bancos de emisso.
A facilidade do dinheiro, a nenhuma cautella
de sua applicaco faculta as aventuras, quasi
semprc: de funestos resultados.
A materia sobre a qual perfunctoriamente pa;-
samos, insiatines cm dizel o, traz em si o segre-
do da Irraeza da repblica o da prasi eridode da
naco.
ARIST1DES LOBO.
(D'O Fgaro).
POLTICA
A' Academia de Seadas de Pai apresentou
MI tim novo modelo de fonte lumino-
sa de iavancSfl de M. G. Trouv.
O pequeo modelo apreseatado academia 6
destinado 3 cmonstrsges d03 cursos.
A pequea quanlidade de agua po3ta em jogo,
e co^cequentemente o pequeo dimetro dos
veics c a reduccSo em perolas do esguicho de
la cahiedo ca pa, nao permi'ta recorrer ao
vi^c "> ""i03 d308' <>ue re,'enj a Juz entre
LTua programla poliileo
Um importante orgo da nossa imprensa, em
grral bem infjrnado, diz o Jornal do lrazii,
d.ciar.va bontem que lhe assegard.a.Q e3tar >
governo delibralo a seguir urna poltica larga,
cliamaido para aoxlal o os horneas hojestos e
capazes, dede que presten sincero apoio Re-
pblica.
Se 6 aeveras es3e o pensamento to foverno, 6
elle digno de louvor, e a sua re as
nao enaoarmo9, importarla em un i nova ^lia-
se poltica que se nos c rajara sima
para o novo rgimen.
Una das rJifli:uIdac!o3 com qui a B-Tpubltca
tem lutado e eti lutanio, para que ea
a sua m^sma origen e inspir co ioiciel.
A R.puLilca, irapojsivtl o.itestal o, foi fei-
ta sem o concurso .iirecto e lepnbU
canos e do povo.
Tcitamente aceita pelo paiz, olli devia fatal-
mente, soblpena de s.;r{uaa mera olya cha mi
litar, e falsear, portado, o seu prop.?a p Ini
e a sua raiSo de ser, cahir as mos dos que
politicamente tioham o direito de ter os direc
tores da nacao, aquelles que nella tinham in-
flaeacit, prestigio e partido pditico.
O pequeo grupo que ao de-po s se ehiraou
republicano histrico, uo era bastante, mesmo
numricamente, para dirigir o novo rgimen, e,
alfen da faqueza numrica, ,uo popula seno
lu ou outro indmuu en cuj liticas, jiioais experyoeaUda e penas proba-
das oa obra da propaganda c da oppoiico, o
;;aiz.poJesse confiar.
Hiia ajugular e ia$oala silu-icao saitou logo
vistdainJa dos mus intransigentes repblica
rus uq (lia aeguin h ao da preiclaanacSo da Ra-
puolica, cojo pruueiro gaveroo era fjito com
cri-atHdo uunaro u moaaro'.s.ai da vespara.
Os >r. u, oais lucu^peitos ao republicanismo
da propaganda coavocirana ama talos os boas
cidados e lodos os hoaiena de boa voatade a
adhenreui Repblica a acorocoivam com lou-
vares, talvez nem senpre siacaros, as adheOas
qae faziam en mass. aquelles meamos qae aca-
so liaban] a obrigaco de relardal-as.
No eeio do g)v;ruo tambem surgi o evidente
0 t>em ii -pi a i j desejo de chamar para a obra
ocumum da rej'ginlsafio da patria os homens,
alguns emioeoies e prestigiosos, que al ah a
havian servido, como o publicaran anda ha
pouco as revelacOes dos Srs. Quiutino Boca juva
e Buy liarbisa.
Este pnmeiro movimeato, que anda desta
vez era o melbor, nao viogou.
E nao sabemos se foi tanto o mado de que o
ideal republicano pengasse na mo dos que nao
o possu.an cono o receio ciumento de perder
|ioiig6es e lugares de que nao ha va perfeita cou-
scieacia de baverem sido conquistados que o fez
abortar.
Apezar disso, nao : de fac'.o, as em theoria
una oa outra voz insaspeiti, urna cu outra p. .i
na autorisala, fazia o ap ello conciiiaQo, ao3
servidos de todo., mediana urna poltica larga
e sen ex.lusivisnos.
Fuljamos de recouhecer qaa no proprio seio
do gabinete actual ba represe alantes destas
mais que genvrosas polticas .insplrac.da3.
Eratrttanto, isso nao tem passado de urna as
piraco; cootiua a ha ver a desconliaQa, a
suspelo, urnas tantas ideas jacobinas e radi
caes qae, loage de coneolidarem a Repblica,
.-o servem de estorvo a que o paiz recupere a
eslabilidade, a calma, a tranqaillidade, e. por-
tanto, a contianca interna e exteroa sem a qual
a Repblica nao role vi ver.
Ora, que a Repblica nao p le ser exclusiva-
mente dos que a propagaran ou dos que a lize
rain, em todo o rigor da expresso, um lm-
po-sr.el.
L" is e outros sao muito poucos para pretende-
ren dominar un paiz de quiaza nilhOes de ha
hitantes e que devee o qae quer dizer repu
blicagoveraar-ae a si mesmo.
Do contrario, tudo podemos ser, menos repu-
b lea.
Se n pensamento poltico do governo actual
realmcuie aquelle publicado pelo nosso collega
do Jornal do Commercio,* o caso de felici-
tal o, aguardando a sua realisaco.

Porque saklriaua ?
Interroga o Monitor Camputa, fazeado as se
guioies consideracOes :
Todos os joraaes oceuparam se com a retirada
do dous ministros do S;\ marechal Floriano, e
dacaso pensaao dizemos miui3tros do Sr. ma
rechai, j que sabido eereui taes fuaccioaarios
no rgimen presidencial meros secretarios do
presidente da Repblica.
Todo mundo opoou, discreleou, discuti sobre
o caso; ebegou se at cheirar no ar nao sabe-
mes qoe fartum eujoativo do revoluco e de san-
gue; mas o que at beje nioguen sabe e poder
con certeza affirmar, e qual o grava motivo po-
ltico, qae mysteriosos perigos de igaorsd:
naufragio determinaram o succesivo al.jamento
de.-s-.-s dous horneas ao mar.
Retiraram-se um aps outro, como burguezes
prudentes, que vo abandonando a casa prestes
desabar.
E' o menos que do seu proceder se pJe can-
jee turar.
Mas o ma3 f
At onde nao se pode espraiar o rio das con-
jecturas, na inuadaco dos boatos ? I
Cabiram.
Mas por que nao nos dizem elles a razao por
que cabiram e o molo como cahram, para saber
mos si de vamos patalos, ou applaudil os.
Na nos parece qae seja apauagio privativo do
eystema parlsmeniar virem os miaistres, qae
sahem, rampa da publicidade dizer como des-
empenharam o seu papel e oque se passou de
anormal nos bastid jies reservados da alta pol-
tica.
Nao nos parece qae a Repblica deva eer um
rgimen de menos franqueza e respeito opioio,
e qae ja os funrcionarios do Estado do mais alto
ao mais baixo nao seim meros servidores do
povo soberano, quem devam dar satisfagoej
do mandato recabido.
Acreditamos tambem que ra ser por meJo
supersticioso de descebnr a cora* do mareclu I
qae os ministros demissionarios nao bajan que
rido descobrir o SfgreJo de sua queda.
Pelo contrario, ne3te particular, como em
muitos outros, esta poltica de d3simulao, de
meias-palavras, de subterfugios e de trevas s
produz o effeito nataralisimo de condensar
sobre a cabera do chefe do Estado as suspeitas
e a deaconfianca.
Por mais achatada que uzease o rgimen pre-
sidencial a posico dos ministros, por mais des
airosa que seja a attitude, em que peusam para
o presidenta da Repblica e para a Naco, parece
que borneas livres resta sempre bastante pun-
donor e dignidade para nao se acobardaren]
dlante da imperiosa exigencia de dizerem a ver-
dade.
Essa conlisfo leal tanto est no interesse dos
ministros cnanto ao presidente.
Ex ci do art. 52 da Constituico Federal, os
ministros de Estado sao responsaveis nao :,
como todo o cidado, por saos cuines commuos,
seoo tambem por seas rrimes de responsabili-
daJe, ou privativos, ou coanexos com os do pre-
sidente da Repblica.
Capitulando os crimes de responsabilidad? do
presidente da Republics, enumera o art. 54 es
actoB que attentam contra
1.* a existencia poltica da Unio; "
2. a Constituico e a forma do governo federal;
3.* o livre exercicio dos direitos polticos ;
4 o goso exercicio legal des direitos polticos
ou ndividuaes;
5. a seguranca interna do paiz;
6." a prcbdade da administraco ;
7.'a guarda o emprego constitucional dos
dinbei.-os pblicos;
8. as leis urcameotarias votadas p'Io con
gresso.
El< abi um campo illim-.tado para todas as
suspeitas.
Sabiriam os ministrospor urna questiun- ula
de amor proprio, ou por iio compartiren
tremenda compcidade em algum desses graves
attectados T
A Iracema receben o melhor sortimeoto
de gravatas.
cloraco, acalmar a febre, a tosse e os so res a
nao ser que toubam perdido j a sua energa, os
orgoa encarregados da absolver a dita suban-
ca.
--------- +m -
Contra u oujo
Vn medico iugl. z fez uuo-ias bsri0as
pa/aj^ntar o eojo ao mar. fuadaado-ie em 'ar-
gs*d|iipri'nca3 feilas pelo autor desos de
atiHMSiir 30 ou 40 vezes o canal da Mauh:.
lIBudo as opinioes geralmente sagaid?. as
perwrbagOes gstricas e nervosas que cau-im
este enjOo, sao originadas pelos balaocos e i
eudidellas que as onlulag-s do mar transmuten)
s visceras e aos liquiuos que est.3 comln.
D'aqui resulta que os orgjs do abdomen sao
oppnnidos una centra os oulro3, e, por pouoo
alimento que o estonago cootenha, para a digo*
l2o e sooreyeem os vmitos.
E te effiito mago li*:a iotei.mento vazio, succede o mesmo
com a bilis, porqu-3 o flgado, meaos mobil que
as outras visceras, soffre mais e 6 mais maltra
taJo e comprimido.
O medico oglez deduz d'eate fado que a pre-
cauco de comer pouco antes de embarcar para
evitar o enjo, produz eUdto diametralmenta op-
posto ao que s,- tem em vista.
Aconselha, pois, quy a comidi preceda o em-
barque cinco Horas pelo menos.
Recommenda mais que duas hora3 depois de
se levautar fe.ro sa toma qualquer bebida exci-
tante e tnica, como o caf, o cha, etc., para dea*
embaragar iuteirumenle o estomago e forialecer
o BV3t-'ma nervoso.
A boido coavm guardar completo descaoco,
permanecer es'.cndido e apertar o corpo com un
cinto, para con'rabalangir as sandidellas dos
orgaos, e nao comer nem beber na la al que le-
obam p-ssado doze horas, isto emquanto o
estomago nao se tenha habituado aquelles mov-
mentos.
O doulor assegura que
infalliveis contra o enjo
as viagens
estas precaugGes so
3obretudo as peque-
Xa Iracema
prover-ae do que ha
miudezas.
6 onde o publico poder
de melhor em artigos de
VARIEDADES
MEDICINA
Pntynlca
Um medico hespanhol acba de Cazar, na aca-
demia medico-Clrurgica de Madrid, una curiosa
couferen.ia sobre O cooceito clnico actual da
tuberculose pulmonar e o seu tratan uto pelo
creosoto.
Apreseatou o estudo d'esta questSo como a
mais transcendental em melicina e portanto di-
gna de attenco, nao oO dos homens de sciencia,
mos tambera dos p-oanos Da arte de curar.
D*..h'. o afn ince-s.nte de encontrar para so-
pasi ;> nwrclu d'esse azote da bnoianidade um
remedio de carict r esuecifico,j que (rasas sos
trubalhoa de K)(k, Villemia, Charol, Graacber
e cairos, esl universatmente recouiecida a na-
tureza parae-ilaria d'esta af ci.
Mas este mesmo concei o dea origem ro em-
prego d-; r. medios excla ivistas, o qae constae
um erro segn Jo a iberapeai'ca, da po yica pul-
mouc: ijfe.midade urna na suh
acia por er nico o agente qu- a determ
na, to 14o .i os enferra 8, que dio
marg n i cr-r--e o j extanc a de Uivereus doen-
gas qiiiii jo urna e a causa mrbida.
Segn io o tratameato da phtysi-
i'il'uniar redos-se ao seguate: empregar
urna subs ia qua lenha por lina
matar o ln>':lus oe K i k, ou pe o inenos impedir
o san dsenvolvim nio da propagago, e qae com-
bata os syuptumas secundarios, a febre, oa suo
res, e ouros, porque estes podem, cm determ-
nudas conuco s, adqu rir urna tal inteasidade
qua Bejam causa da n E as i bs rvages n.03tram que o creosote, tem
como tH'e.tos o abrir o apetite, modificar a expe-
FEBBADUBAS DE PPc.h
Trata-se actualmente na Allemaoha da substi-
tuido da clacSica ferradura de ferro por ama
nova ferradura de papel comprimido, que rene
a urna elastlcidade mui favoravel marcha do
cavallo a propriedade grandemente apreciavel
de ser inseasivel a aegao da agua e dos lquidos
de cavaliarica.
Eis alguns pormenores sobre este eystema de
farragem.
A nova ferradura comp3-se de f Jias de pa
pe apergamiubado e tomado impermeavel por
meio da essaaci i de terebeotbiaa (agua raz),
fortemente collocadas entre si com urna colla es-
pecial (mirlara de terebealhina deVeneza, bran-
ca de Hesp na. gomma-laca e oleo de libala
com lnharyno). Reunem se as divereas fa-
llas previamente cortadas, ou enlo collam se
primen o a cortan-se depois con um molde ; a
objecto em seguida submettido a ama forte
p-es=5j liy Iraulica, e quando est secco, d se
Ihe acabamento ima-
Tanbem se pode empregar urna pasta de pa-
pel misturada cem areia, terebanthina, gomma-
aca, oleo da linbaja e lithargyrio, que se com-
prime en moides ue maneira a oblar, depois da
seccagem, un todo perfelamente homogneo e
impermeavel.
A txpriancia denenstrou, porn, que a fer-
radura assim preparada menos tenaz e meaos
elstica que a qua feta do fainas de papel so-
brtpostas.
De resto, tao urna como outra se podem
applicar con cravos, ou por maio de urna colla
cmaosla de alcatro mineral e de caoutefaouc.
I
OS DIVORCIADOS NA NOBT'AMEBICA
E' um jora .1 trancez que o diz com a suares-
petabilidadebumoristica, no proposito de dar
idea da celeridad com que a lai do IUionois
permute obrar em materia dedissoluco de casa-
mento :
Cbicago, 20 minutos de demora para os divor-
ciados manaos de documentos I
Nao podemos garantir a veracidade desta
I luntasa cmica, mas podemos aflirinar que as
cousas se asem eUectivamente al i com urna
certa rapidez, com tamo que se dispanha de al-
gn uiaueiro para animar os fuaccioaarios de
jostica.
Quando se falla a ao americano das loogas e
numerosas formalidades qua preceden oa Euro-
pa o grave acto de tepango judicial de pessoa
e bens, elle re3pond3 como un inglex:
Time is money .
E no mesmo da, se os dous conjuges estSo de
accordo, a jostica americana torna-os absoluta
mente livres e ap'.03 para contrahirem novas
alliangas.
Essa maneira expedita de tratar os negocies
matrimooiaes cfferece, contudo, inconvenientes
tro t-rios, que tres quartas partes dos Estados
da Uuio Anericaaa reformaran a sua legisla-
cao sobre este ponto importante da vida social, e
os Estados da Oeste ben depressa se vero abri-
gados a tomar, por seu turno, medidas reslri-
clwas, sem as quaes seria impossivel salvaguar-
dar o interesse das criaocas oascidaa de
paes qua coatrahem tres e quatro unides legacs
por auno.
Os theatros cmicos, encontra-am urna mina
inesgotavel de qui-pro-quos> estraobos, oa ma
neira como o divorcio praticado no novo con-
tinente.
II
Urna vez encontramos em Cbicago am iran-
dez, bem collocado no mundo dos negocios, que
nos disse que tiaha enviuvado por meio do di-
vorcio, na ve.-p.-ra, e que se tornara a casar oo
dia seguate.
Cbimava-se H...
Encontrando-o dias dopois, f-mos aprsenla
dos ra nova esposa ; e quinze dias mais tar-
de, tornando a ver essa senbora, apressmo-nos
a cunprimental-a sob o nome de madame U..
Ea j nao sou madameH..., dis;.e nos ella
sorrindo, mas sim esposa de seu sobrinbo P.. -,
com quem casei na quinta-feira ultima.
Dous mezes depois, tomavamos oconboiopara
Nova-York, quando na mesma estago tornamos
a encontrar a senbora de qua se trata, em toi-
lette de viagem.
Contou oes eato que ia passar a la de mel
junto s cataractas do Nigara.
Camprimentamol a dizeado Ihe qae desje o
seu ultimo casaaeato tinha tido tempo de cele-
brar a la de mel e oativemos a seguate res
posta:
Estaes engaado, o meu casamento com
M. T... realisou-se apenas esta manh.
REVISTA DIARIA
Eijotlrii Inlera clon I Colom
biana A ida e votta da Expsito, para visi-
tantes e para artigo; a expdr, ser am servido o
mais perfeito qua f. possivel, quer seja no que
respeita a conmodidales, qaer pregos, sendo
as pa;sagens en todos os caninhos de ferro e
em algumas lioms de vapores grandemente re-
dazi ia-, embor.i nao csicjan reoo'.vid^s anda
as finaes conbimgOes.
P:ocura-se todos os modo3 por lomar fcil e
continalo o acceso da tolos os pontos de l bi |
c:go, podando dcade j affirmar-sc, o los dados
exista n'.as, qua.tanto pa-a ida como para a volta
haver una concn en: ia aue pode mui oem
attiohir om mximum da 400,(00 pessoas dia-
riamente ; e para o tranppo ni{Osjse
hzerara conhioages com perto de 500 caninhos
de ferro e liabas de vapo'cs, inclualo os cani-
nhos da forro o as liuhas mai3 impor
lan'es dos Esta'lO'i Unidos.
D'eftas vias de conmunicago 417 concorda-
ran em es'abelecer tabellas a pregos regulares
para o transporte d js artigas, e derolvinento
dos mesnos para o pontos anda 03 mai3 dis
(antes, sem neahuma outt* espeza, contanto
qae os nonos continen a permanecer no lugar
da proveniencia delle*.
T iita e seto compromeeram so a exigir s-
mente metade dos pregos regalares por conduc
cao de ida e volta ; p trala o tres offereceram-
se a transportar os objeelos gratuitamente tanto
na ida, como na volta.
A Linha Atlntica de Vapores de Transporte,
que conduz mercidorias eoire Londres e Nova-
York, Philadelphu e Baltimora oo receber
frete peios objectos para quaesquer u'estas direc-
ges, exc p:ua los. aquelles cujo ex:c.-sivo lama
nhoou pezo exija un cuidade extraordinario na
sua conduelo, sen Jo nesta caso pago emente o
excesso.
Os aitigos vindoi d) e-xlrangei o seraadnit-
dos sem dir tos alguna ; mas sendo vendidos
ficaro sljoiios ao paganeuto d03 direitos esta
belecidos ua alandega.
L'olversldadesL),z um jornal, que n'es
te mundo sublunar exista actualmente 147 uni-
versidades.
Dellas sao as mais frequentadas a de Pariz,
Sue tem 9,215 alumnos, a d? Vi^ona, qoe tem
220, e a Je teriim. qua tem 5,525.
Data noia-ei-E' a *le i5 de Jnei:o d->
16(7, por asslgnalar o estabelecnento do ppel-
moeda no Brazil.
D.zem as ehroniets que se estabelecea nesse
dia, cesse m?z e nesse anno, o dito papl-moe-
da para que correae oo Brazil da un para ou-
iro auno, em ccnseiutncia das presta^Oes fenas
pelas diffarentes capitanas para o date da in-
Ltita D. Camarina, casada con o re Carlos de
loslaterra.
Impreasa-A Livraria Cootemporanea re-
cebcu e di8tribaio por seas sssigQent'i oj fasol-
culos 7 e 8 uo Judeo Errante e o-; fascculos 15 e
16 dos Tres Moiqueteiro*.
Agradecemos o mino.
Manirenlacao Os ofiiciaes do corpo de
polica, leuuo em consideraco o; sarvigoa pres
tados pelo alferes Cav-enliSt, instructor do mes-
mo corpo, signiticaram lne hoatem, publicamen-
te, a sua coosiderago, (nereceodo Ihe un rico
mimo, que"consisio cm un lindo relogio de ou-
ro com correte.
En none dos manifestantes fallou o coronel
Pereira Lima, digno commaudante do corpo de
polica.
O clieres Cavendesh agradecen a espontanea e
honrosa manifestaco de que era alvo.
A mesma olcialidade anda offereceu ao ma-
niftistado e a diversos ofiiciaes da guarnigo all
presentes, um profuso lunch, durante o qual to
ram trocades diversos e eotliu:\ esticos brindes
aos membros da junta goveraativa, ao Dr. Mar-
tios Jnior, guarnico e a cflicialidale do cor
po que promover to juaa minifc-itago.
A fasta, apezar de simples, deixou a mais
agradavtl impreso no espirito de todos quan
tos a ella assisti.am.
Club Republicano do PocoEste
ciub reflne-se anuuh, en sesso crdinarla, s
4 horas da tarde.
Companhla de Opereta*Alguns as-
signantes deata companuia pedirn aos para
leinbrar ao empresario da metma a vaotagem
de ordenar o abrimento das portas lateraes do
theatro na3 noites de espectculo para mais fa-
cilidade da sbila dos espectadores, a qual, do
modo porqua est sendo feta, apenas pelas por
tas de freBte tem dado lugar a apertos, cotuve-
ladas e disputas.
Acbamos justa a reclamag&o e aqu a deixa
mos com vista ao Sr. Costa.
Alaisoao Este vapor sabio bontem d03 por
tos do Rio de Janeiro, sendo aqu esperado at
o da 10 do correte.
Le Brmi-Registramos o recebimento do
n. 379 do iliustrado e patritico collega, que na
mprenaa parisieose representa es inleres8e3
desta patria brasileira.
E3te numero consta de materias, cujo summa-
no o seguinte :
Telegrammas -O cosso correio do RioEcbos
de todas as partesO Prata e o PacificoO or-
gamerito brasileiroOs Estad03 brasilelrosRe-
vistas finaaceirasAncuacos flnanceiros.
uncu da Bolsa-Ter lugar na segn
dafeira 7 docorrente, ao meto dia, a reunio
dos accionistas de33e Banco, na ede do mesmo
estabelecimento.
Benaatre -Ante bontem, por occasio da
eievar-se urna trave u'uma casi que se consirua
ra de Benfica, ai Magdalena, succedeu que-
b.-ar-se o cabo que a sustenlava, e vir a mesma
trave ao chao, apannanJo um dos trabalhadoies
de nona Antonio Coelbo, qae foi logo morto, e
feriado gravemente a outro chamado Amando.
. Mosto-Em luta que no dia 1-do correte
travaram entre si, no lugar Agua Conprida do
districto do Marayal, Manoel Pinheiro Dinta; e
Joo Flor, sabio aquelle gravemente feudo e
este foi morto.
Triste roniecimrnio- A menina Isa
bel com ce^ci de 7 aaoos e filha de Braz Fer-
reira de Aquino foi victima no dia 15 de Feve-
reiro ultimo de um fatal acaeo que lbe rouboa
a vida.
Na ausencia dos pas que trabalhavam na roca
pouco distante da residencia, no lugar Callei-
ro dos burros, tinha ella ttcado em casa, onde
estava pendente u'uu? torno una pistola carrega-
da. Sen saber-se como, cahio esta do tomo e
com a pancada disparou, iodo a carga empre
gar se toda na infeliz menina, qua fatalmente
acba va se enlo a :h o alvo os projectis.
Mervlco militKrHoja superior do dia
o Sr. capito Leoncio, e faz a ronda de visits
am subalterno do 14' batalho.
O i" batalho de infantina dar a guarnigo
da cidade, excepto as guardas do Thesouro e
Oetengo, qu* sero dadas pela brigada policial.
Faz dia ao quartel general o Sr. cadete Ro
dopiano.
Uniforme n. 5.
truiadur ParnanybaCom destino ao
Hitado do Amazonas, fazendo escala: por di
versos parios, segu hoje o cruzador Parnahy-
ba qae ba poucos das chegou da Capital Fe-
deral.
Postulado munigo e armamento comple'a-
mente novos o Parnahyba um navio, qae
apezar de algum tanto amigo, pode anda pres
lar relevantissinos servigos ao paiz.
Tem esse navio 6 canhOes Windworth, (cali-
bre 32), 2 canhOes ide tiro rpido Nordfeldt e 2
metra:hadora de 0,25, tambein da Nordfeldt,
alm de 85 carabinas Compacbeek de 0,08, ma-
chadinbas para aDordar;em e cerca de 50 revol-
vers de repetigo.
Traz ao seu bordo o capito de fragata Jos
Pinto da Luz, chefe de divisad do norte, e o 2*
tente Diogeoe3 Buya de Lina e Silva, secreta-
rio do referido chefe.
A cllirialidade propriamente dita a seguin-
te :
CommandanteCapito-tenente Luiz de Aza-
vedo Cadactl.
Immed| 1 Tenante Silvinato de Maura.
OfficiaesI" Tenente Jos> Mooteiro de Mourn
Rangel e Alberto Carlos da Cucha, e 2 Tenente
Roberto Le-Cocg de O'iveira.
MedicoDr. Flavio de Souza Mendes.
Coramissario2* Teneate Pedro Antonio da
Silva.
Chefe das machinas2" Tenente Jjo los de
Saol'Anna.
A equipagem do Parnahyba consta de 137
borneas, dos quaes 80 sao pragas da armada e
35 do batalho de fuzileiros navaes.
Deparaos qp.e esse vaso da marinha na-
cional faga pro.-pera viagem.
Tribunal do Jury do Beclfe Foi
installada bontem a 1." sesso ordinaiia deste
tribunal, sob a presidencia doDr. Marcos Tull o
dos Res Lina, juiz de direito c!o !. districto
criminal, oceupaodo a tiibuaa da aecusago o
Dr. Gervasio Fioravaote Pires Ferreira, !. pro
motor publico da comarca.
Foram apresenlados pelo escrivao do jury, ca
pito Plorencio Rodrigues de Miranda Fia co.
devidamente preparados para julgameato, os
processos dos seguales reo 3 preaoa:
Aunoio Tenorio Cavalcant, pronancialo no
art. 192 do Cdigo Cimina! de 1830, ex-Eea
teuciado;
Manool Lipr-s Machado, pron'inchdo no art.
338 do CoJigo Penal, presoem 21 de Jauairo de
1891:
Joao Rodrigues Gorcalves lo Amara!, pror.un-
ciadJ no ari. 294 S I.- do Cdigo Penal, p
em 10 de Janho da 18^1;
An'onio Flix da Costa, pronunciado no a<-t.
294 J 2.' lo Cdigo Penal, preso en 18 de Janho
de 1891;
Pe lro An' nioBispodos SiDtos e Anselmo Ao-
torno Muuiz, pronuaciai03 no a t. 3."io dj Co ng
I, praeos ex 28 de Junho de 1891;
M ..i. G i nerme de Barros, pron-nciado no
an. 303 do Coligo Penal, preso em tt da Jolho
da 1891;
An orno Jos dos Res, pronuocialo nos aru.
204, i 2., e 303 do Cdigo Panal, preso em 21
de Jolno de 1891 ;
Aoloaio CoMne rtoa Santos, pronuncia lo no
l t 30 J do Cdigo Penal preso em 11 de Agosto
de 1891;
Auosio Jos Pinheiro. pronunciado oo arl.
356 do Cdigo Penal combinado com osarte.
mesmo cdigo, prego em 22 d
358 e 363 do
Agosto de 1891
art" M?. ^Hrande ,***&, pronunciado M
ue 1891 Cod,8peMl.PrMo em 26 de Agosto
iOaareLJSia,ni? V,leipa- Pronuociado no art.
de 89l g 8Da'' preao em 4 de Selembro
.Mfa10^ i08?, de Sa^'Aona, pronunciado no
oro de 1891 pTtii eaJ 6 de SeteiB"
oaoFrau'isco da Rocha, pronunciado no art.
leofbro daig189!rQ3' ^ ^^ "* ? "'
.JPXmi ^i d SantHnaa, proauucado na
bro' S 1891^ preso em 16 de Selem"
Ages;ih'>'de Souza Albaquerque, pronancia
do no art. 303 d Cdigo Peaal, preso em 5 dt
Otuoro de l!l ;
Joo los Je Sai.t'AnBa. pronunciado no arl.
303 do Cdigo Penal, preso em 5 de Outubro d
lo91 }
Benedicto Jo doa-S3ntos, pronunciado na
art. 303 do Co jigo Panal, preso em 27 de Outf-
bro de J89i ;
Jos Bonifacio dos Santos, pronunciado na
art. 303 do Cdigo Penal, preso en 12 de Na-
ve m bro de 1891 ,
Jj; Paulo da Silva, pronunciado no art. 303
do Cdigo Penal, preeo em 26 de Novambro da
1691;
Manoel Piolo de Leo, pronunciado no art. 30!
do Cidijjo Penal, preso em 6 de Janeiro do cor-
ren te anno.
En eeguida foi submettido a julganento o reo
Manoel Guilherme de Barros, processado em vlr-
tude de denuncia do D.\ Ia promotor publeo e
prouuacittdj pelo D.\ juiz de direito do Ia dis-
tricto, como incurso no art. 303 do Cdigo Pa-
nal, por ter no dia 12 de Juico do auno passado,
no lugar Forte do Matto, freguezia de S. Fre
Pe lro G.agalve-, ferido com um caivete, o in-
dividuo de nome Antonio Cabral, conbacido por
Chico Sabino.
O jury de sentenga compox se dos jurados X
guiles :
Antonio da Cruz Ribeiro.
Dr. Tbomaz de Lemos Doarte.
Jos Antonio dos Santos Vieira.
Luis Francisco Ribeiro da Silva.
Joaquina Eugerio Codecaira.
Julio Silvio de Miranda.
Antonio Soares Andrade Brederodes.
An.'u.-.o L p jldino da Silva Neves.
Z ferino da Costa Valeote.
Produzio a defeza do reo o Dr. Victorino Re-
guaira Pinto de Souza.
De accordo com as decis6ea do jury, que res-
pondeu affirmativamente, por unanimidade de
vetos, ao pnmeiro queaito sobre o ponto princi-
pal da causa, e reconheceu por 6 votos, a ag-
ravante do art. 39 g 5, e attenuante do art. 42
1 do Coligo Penal, foi condemnado o reo a
pena de 8 mezas 22 das e 12 horas de prisas
simples, grao medio do art. 303 combinado com
o art. 409 do dte Cdigo.
Fci levantada a se-.-a-i i hora da tarde.
Companhla Fernanabucana deJVa-
gacaoS-gue heja s 4 oras da taraaparao
porto de Sanios, o vpor nacional Jabcato.
Novo Club CarnavalescoInformam-
nos, que no intuito de levantar o c.raav a que*
ua quasi generalidade de suas manifestagoea
tem ha lempo decabido do que j foi elle
neste Estado, diversos Srs.pertencen'.es ao func-
ctocalumo publico e s classes marcaolil e de
empregados do commercio, em nunc-ro j supe-
rior cincoeala socios, resolveram organisar
urna associogo, ctx fuodacao reaii?a-se hoje s
6 bora3 da tarde.
A reaniio lera logar ra aova de Sinta Rila
ao predio n. 7 i* andar sendo ah celebrada a
installaco do Club.
E' para deeejar que esee novo gremio carna-
valesco se coasolide como corpo social e altioi'a
os flns de sua creago, alias beuj lcuvaveis.
eataa do BeclfeReanio-.;e boje as 7
horas da aoite esse C ub Carnavalesco.
CSrenalo Iliterario Jom Hoir.ielo
Fune-cionou hontem, e nessa sesso agradeceu a
Sr. Hygini Bello a sua eleigo para orador, e
fallaran sobre objpctos sociaes os Srs. Luiz Al-
ves e Monteiro Lopes, sendo em seguida apo-
sentadas diversas propostas, e entre as quaes
una, que foi approvada, do referido Sr. Hygina
Bello no sentido de marcar-se a quinta-feira pr-
xima para ama sesso am de ter lagar a ultima
leitura dos estatutos.
E levantou-se a sesso, depois de marcada
para a seguate a quinta [eir prox:ma s 4 ho-
ras da tarde.
Iaspectorla do 9." dlatrlcta mar-
timoRecita, 3 de Margo de 1892.
Boletim meteorolgico
flora* Term. centi- Barmetro 1
(a O')
754-,66
755-,EO
754-41
75-.64
7S3-.23
Temperatura mnima 26,25.
Temperalu a mxima 3i0,00.
Evaporaco em 24 horas ao sol 7",4, som-
bra43.
Chava nulla.
Direcco do veato ESE con in'errupges da
SE e S de meia noite at 6\00" da manh;
SSE com interrupgOes de SE at 7k,40", SE cent
ioterrupgdes de SSE at li.43"ESE com iater-
rup0e3 da SE a E al 10k,00;da tarde; E com
iaterrapgds de ESE e EN ti at meia noite.
Velocidade media do vento 4-,i8 por segunda.
Nebulosdade media 0,37.
Boletn do porto
grado
6 m. 26,"9
9 > 28.*3
12 > 29,3
3 t. 29/4
6 28,07
Uy dO Humt~
capur 19 53 dade
75
19,71 70
20 58 69
20 03 67
20,39 71
Fra-mar ou Das 'Horas Altura
baixamar
B. M. 3 de Marga 110 da t. 0-3
P. M. 3 de * 752 da t. 2-22
B. M. 4 de 202 da ic. 0-49
Operacdea clrurgica*Foram pratica-
das no hospital Pedro II, no da 4 do corrente,
as seguimos:
Polo Dr. tierardo:
Iridectomia ptica, reclamada por mancha cen-
tral da cornea.
Iridectomia auiphlogistica, reclamada por hj-
popioo e gran le congesto do albo.
Tarsorrbapbia con retalho ovalar e trausplaa-
tago dos bordos em todas as palpeb as.
Pelo Dr. Arnobo Marques:
Talha perineal pelo procedo de Nelaton, re-
clamada por calculo vesical.
Pelo Dr. Feraandes Barros:
Uratbrotomia interna reclamada por estreita-
mento da uretbra.
PasoagelrosSahiios para o norte oo va-
por nacional S. Salvador :
Teodoro R- da Silva, Manoel Gomes da Silva,
Joo L. A- Cordeiro, JofiO A. de Atbabyde, sua
senbora e 2 sobrinhos, Milito Vidres, 9 pragas,
1 cadete e sua senbora, Vicente F. da Sifva,
Jo- Lagos da Silva, padre Hollanda Periquito,
Mai.u Magdalena e Viceatioa da Conceico, Dr.
J,o M. Pereira Jnior e sua senhora, Feliciana
M. da Conceico, Ludovico dos Santos F. Lio?,
Siguel Z. ubooi. Len Masset, Francisco Josa
Ferreira Jnior, Rodolpbo Pinto de Almeida,
f ank Bal lok, Salyro Seraflm da Silva e sua se-
nhora, Jos Qoirino, Ignacio Romariz, Jos Ro-
drigues da Silva e Joba Heidesbeim.
Sehi ios para o ni ao vapor allemo San-
ios :
Jo- Rab-llo Padilha, Vicente R. Pereira, D:.
Luiz F. Al vas da Nobrega, Nelson R. Oliveira
Pinto, Ramn Mestrez, Antonio Duarte Figuei-
re.o e Luiz Gouzaga Navarro.
Sahtdos para o su! no vapor nacional Una:
Luiz E. Pinheiro Ua Cmara, sua xenbora, 6
tubos e 1 criada, Francisca de Miranda e S ir-
raaos, f Jo; P. da Costa Lima.
z,)iiEeEBocioar-se. bao os seguintes:
Hoje :
PJi agente Gusmo, s 11 horas, ra da
Mjeda n. i 7, da amagad e mais accessorios da
ho el ubi sito.
Pelo agente M "Mn?, is 11 horas, ra das
Asuaa Verdes n. 64, de movis, lougas e vidros-
Stgunla-fcira:
Pelo agente Pinto, s 11 bo-as, ra do Bem
J.-'sus ia. 43, oe urna casa ra do Padre Flo-
riru
i-ttoaaa faaebresSero ceiesw
Boje :
A's 71/i e8 bo-as. na igreja de Nossa Senhora
d Ro lio da Boa-Vista, pela ima. rie Fran-
cisjo da Ass3 Ribeiro Campos ; s 8 horas, oa
matriz de Santo Antonio, pela alma de D. Rita
Margarida dos Praxerea Guimaries.
uacioaal S. Salvador:
Segunda-feir :
A's 8 horas, na matrii de Sanio Antonio, pe^
v'
r
--


^

4

'Sann
i


i
Diario de Pernambuco Sabbado 5 de Mareo de 1892
3

alma do profesBor JoSo los Barroso; s 7 doras
na ijn ja do T reo, pelaalma de Joaquim Daarle
de Fitiueiredo.
ca* Oeie?oMovimento dos pr-
os da Casa de Detencao do Reclfe, Betado d
Pernambuco, em 3 l3 Margo de 18M.
Exlstiam 39, en'.raram iO, sahiram 9, exis-
ten 339
A saber :
Nacionaes 311, nralheres 9, estrangelros 19
-Total 339.
Arracoados 396.
Bods 81.
Doentes U.
Loucos 3.
Loncas 0.
Total 396.
Movimento da enfermara
Foram visitaio3 os cresos d?st; eslabeleci-
mento por 103 pessoas, sendo honaens 37, e mu-
lherts 65. .
Hospital Pedro IIO movlmean deste
estabelecimento le caridade, do da 3 de Mar-
o, fol o seguinte :
Exutiam
Entraram
Sahiram
Falleceram
Existem
580
18
-----896
It
1
583
-----596
Farain visitadas as enfermeras pelos segoin
tes Urs. :
Moscoso entrou as 8 1/2 horas da manha e sa'
hio s 9 1/4.
Barros Sjbrinho entroa s 7 1/2 da man hae
sabio s 8 1/2.
Pjntual en'.rou s 9 1,4 da manb eiahio e
iO.
Simoes Barbla entroa ? 11 1/4 da manba sa-
bio s 11 1/2.
Gerardo entrou s 11 da manha e sabio s
11 1/2 boras.
Silva Ferreira entrou s 10 da manha e sa-
bio s 10 1/2 boras.
Fernandez Barros eu trcu s 10 l/4;da manha e
saino s 11 1/4.
Arnobio Marques entrou s 10 di manha
e sabio a 11 1/4.
Aodrade Lima entrou s 9 1/2 da manb e sa-
bio s 11.
Pbarraacetico entrou s 9 1/4 da manb sa-
bio s 21/2 boras da larde.
Ajudanlc do pharraaceulico entrou s 7 1/2
boras da manb e sabio s 4 bo*as da tarde.
Lotera do Haranho-A i9* seiie da
6* lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:000*000, ser extrahida no dia 9 de
Marco (qnarta feira).
Lotera lo Botado do rao-Part
A 4." serie 'da 51* lotera, deste Estado coja
premio erande de 120:000*000, ser extrabida
no dia 5 de Margo (sabbado).
Cemlterlo publicoObituario do dia 3
do correte:
Joaquina Maria do Espirito Santo, Pernambu-
co, 60 auaos, viuva, 8. Jos.hepatita cbrpni;a.
Antonio, Pernambuco, 15 Jias, Peso, convul-
se3. i
Valeriana Maria Anglica da Conceica<>, Per-
nambuco, 25 annos, sotteira, S. Jos, i eclampsia,
JoSo iasuario de Souza Beltrao. Peraamouco,
44 aonos, casado, S. Jos, peritone.
Um feto do sexo masculiao, Pernambuco, San-
to Antonio, inviabiliclade.
Leasdro, Pernambuco, 2 das. Recife, espas-
mos.
Elisa, Pernambuco, 4 anaos, Boa-Vista, bron-
cbe capilar.
Seba&tiao Ribeiro dos Santos, Pernambuco, 50
anno, casado, Boa-Vista, cj rbose hepat'ca.
Manoel do N. da Vera Crui, Pernambuco, 38
anios, sol'.eiro. Boa-Vis'.a, tubrculos pulmona-
res.
Um feto do sexo femimno, Pernambuco, Boa
V:sa.
COMMUNICADOS
Malhando
A gente da opposico que 6 fe-til em injurias
e epitbeLs infamantes aos dignos e patriticos
membres da junta governativa, 6 tambern frtil
em produzir noticias alarmantes, taescomo : de-
posijo do iuclyto marecbal que dirige os dejli
nos de nosso paiz, assassinatcs, etc., noticias
qne tem o nico lim, c.mo j dissemos, de armar
ao efL-ilo.
Convenfia-ss essa gente de que a peona que
manejada na de-feza da causa do bem e da ver-
dade jmai3 casaari. Estaremos sempre prom-
ptos a rebaler 03 lestes d'essa gen'.e cuja nica
habilidade deturpar os fados, apavorando a po-
pulacho e perturbando a boa mar:ba dos nego-
cios administrativos.
Ha bem poucos dias ainda es am'gos da oppa-
sicio, aproveando-se da ebegada do general
Clarindo, procuraram com mons e ditcurios in-
cendiarios conseguir resultados qu a fconeslida-
de repelle c que a sociedsde condtmna como
atentatorios da paz e da tranqailidade publica.
Pois bem; mo temos duvida nenbuma em di-
zer que com a passagem por este porto do teen-
te-coronel Thaumaturgo esses homens pretende
rao reprcduzir as cenas do dia 21.
Has enganam se. A cUtoridade forte e estribada
na lei, assim como soube contel os urna vez, as-
gim lambem ter torcas para impedir as novas
assuadas que porventura premediten! aquelles
#jae e vivem de embustes e de calumnias que
felizmente j nao encontram ef no ns espirito dos
bomens sensatos e briosos.
O Exm. Sr. general Ourique Jacques que tan-
tas e to sobe jas prova3 tem dado de patriotismo
e amor a crdem dever pdr em pratica medidas
.endentea a tolher qualquer pertorbacSo de or
dem por parte da opposlgo no dia da passagem,
por esto porto, do teoente-corenel Thaumaturgo.
S. Exc, qne enrgico tem se mostrado tantas
vezes, de accordo com os seos dignos cellegas,
confiamos bi de dar providencias na sentido de
evitar que os an.rcbiatas tentem anda uaa vez
plantar a desordena no seio d'esta populacho que
s boje sente-se calma, respirando melberes au-
ras, e fob a egide da lei garantidora do direiio
e das liberdades publicas
Acreditamos que a gente de opposico j ueve
ter a certeza de que os planos diablicos que oe
gee3 esp:ritos malvolos concebem nao eurlem,
nem surliro iffeito.
E, se as3im nao succede, a benfica directa0
qne aos negocios do Estado lea dado e cocti-
ouam a dar os digaos membros da junta gover-
nativa que asstm conqoistam os applausos do
povo ba de indmir gente da opposico a crer
o contrario, isto ba induzil-a a crer que o es-
pirito publico repelle a como indigna deum con-
ceito favcravel e sbente credora de indifferen-
ca, e indifferenca causticante.
Nelson.
CHRONICA INDICIARA
aperior Tribunal de #oatlea
SES30 ORDINARIA EM 4 DE MARCO
DE 192
PM8IDEHCU DO 8B. DB. PIBM FEBBEIKA
Secretario, o cidado Dr. Virgilio Coelho
A's boras do costme, presentes os Srs. juizee
em numero legal, (o aberla a sesaSo, depoii de
$it approvada a acta da antecdante.
Distribuidos e paseados os feitoi deram-se 08
asga lotes
JOLQAMKNT08
Habeas-corpus
PCienteg:
Manoel Gomes da Silva-Mandou-ae ouvir o
juiz de Jireito do 2a dlslricto.
Raymundo de Souza Braga.Maudou-se ouvir
o juiz municipal e delegado di Agua Preta.
Manoel Joaqaim de Sanl'Aana. Mandou-se
ouv.r os jmzes de ilireito de Jaboato e Naza
relh.
Maria Jos da Conceic.o.Mandou se ouvir o
juiz de direito do 3' disiricto.
Francisco de Faula Mafra e Flix Jos dos San
tos.Sldtidou se ouvir o Dr. qaeator.
Recursos crimes
Dj ReciteRecurrente o juizo, recorrido Ma-
noe! Mariano de Almeida. Relator o Dr. Costa
Ribiiuo.Negou se provimenlo, unaBmemente.
Do Recife Recorrente o juizo, recorrido
Frasci8co Jos de Oliveira. Relator o Dr. Costa
Ribeiro.Negou-se provimento, unanimemen.e.
De S. Lourengo Recorrente Francisco Jos de
de Siqueira, recorrido o juizo Relator o Dr.
Ribuiro Vianna.Negou-se provimento, unani
memento.
De S. SooreDgoRecorren'e o promotor publi-
co, recorridos Joaquim Tinoco e outro.Relator
o D.\ Galvo.Deu se provimento, unnime-
mente.
Reclamado
Di Aaoa Joaquina do E,p rlo Santo. Relator
o Dr. Francisco Luiz.Foi attendida.
PA88A6KH8
D) Dr. Pires Goncalves ao D;. Francisco Luiz:
Appellaco civel
Do RecifeAppellante a Companbia Ferro.
Crnl de Pernambuco, appellada a Coaapanbia
de Estrada de Ferro do Recife Caxang.
Da D.-. Francisco Luiz a > Dr. Costa Ribeiro:
Appellaccs crimes
Dj RecifeAppellante o promotor publico,
appellado Honorato Januano Rodrigues.
Do :.e:ife^Appellante Jaauario Gezzy, appel-
lada a Justina.
De FloresAppeliaa'.e o juizo, appellado An-
tonio Joaquim Moreno.
Do Dr. Rioe.ro ViaGna ao Dr. Ualvao;
AppellacOes erimes
D AnadiaAppellante o]uio, appellado An-
selmo Jos Bezerra.
Do RecifeApcellanle Joo Alexandre Barbo-
sa, tppellada a justica.
Appellailo commercial
De GoyannaAppellante Macoel Aurelio Ta-
vares de Gouveia, appellado o Banco de Brasil.
Do Dr. GalvSo ao Dr. Sigismundo Goncal es:
AppellagOes crimes
Appellante Rosauro' Marques da Silva, appel-
lada a Justina.
Appellante o promotor publico, appellado Ma-
noel Francisco de Souza.
D) Dr. Sigismundo Goncalves ao Dr. Piret
Goncalves:
Appellaco crime
De S. MiguelAppellante o juizo, appellado
Martin ano Amaro d03 Santo?.
DILIGENCIAS
Com vista ao Dr. pro:urador geral io Es
lado.
Recursos crimes
De MossorRecorrente o juizo, recorrido
Marcelino Jos Lins.
D QaipapRecorrente o juizo, recorrido
Manoel Baptista dos Santos.
distbibicObjb
Carta testemunhavel
Ao Dr. Ribeiro Vianna :
D. TimbeabaAggravante Izidro da Cuaba
Cava Icante, aggravado Antonio Carlos Limig e
outroi.
Aggravoa de petico
Ao Dr. Galv.ao:
Do RecifeAggravante3 a Bironeza do Piran-
gy e outros, aggravalo Fabio Velloso F-eire.
Ao Dr. Sigismundo Gong Ivs :
Do RecifeAggravante Jos Marques Ferreira
e cutros, aggravada a Fuzenda do Es'.ado.
Appellago crime
Ao Dr.F.-ancisco Luiz:
Do BonitoAppellante.o juizo, appellado Ma-
noel Antonio de Assumpco.
AppellacOes civeis
A o Dr. Costa Ribeiro :
Do RecifeAppellante Dr. Antonio Bruno da
Silvt Maa, appellado Jos Alvares de Souza Sea-
res.
Ao Dr. Ribeiro Vianna :
De GoyannaAppellante Jos Pire3 Vereuei-
ro, appellada a Cmara Municipal respectiva.
Ao Dr. Gilvo.
Da EscalaAppellante Fabio Velloso Freir,
uppt liado Joo de Barros e Silva.
Ao Dr. Sigismundo Goncalves :
Do RecifeAppellante U.-sina Teixelr d i Bar-
roa, appellado oacbarel Laurino de Mor..a Pi
nneiro.
Ao Dr. Pires Goncalves :
Do Recife Appellante Manccl do3 Santos
Araujo, appellados Otero Gomes & C.
Eacerrou-se a scS3o s 2 1|4 boraa da tarde.
Os jockey Clubs de Nova York, Mon-
mouth Ptirk, Brooklin e Conoly Ielanda,
noa Estados Unidos adheriram a proposta
do Jockey Club ingles, tendente a ropres-
sSo reciproca das praticas fraudulentas no
turf.

O grupo dos Velocipedistas Santistas rea-
lisou na importante oidade paalistana,
uma interesaante corrida comporta de
cinco parces.
Com 18 aonos de idsde morreu em
Franca, no hars de Viroflay, a repro-
ductora Mavis, flba de Mucarani e Mer-
lette, nascida em 1874 na inglaterra em
Cobbam Stud, e importida porM. I.upin
em 1884, quando se liquidou aquella es
tabelecimento.
Apezar de achar-se padrinhada por
Galopn Mavis foi vendida por 78:000
francos, cao infligindo aquella circumstan
cia na sua adjudicagao.
Entre os seus productos, contam-so
Galliard, nascido em 1880, por Galopn ;
La Gasza por Dollar, naacido em 1887 e
Crease Ue que nunca correu, por Fon tai-
neblean, nascido em 1887, em 1888 e
1889 &3o te ve filiaos.
Em {890 teve uma linda potranca, por
Haintralles, a qual foi adquirida por M.
Edmond Blanc, na venda da Jearlings do
M. Lu :im, realisada em Outubra do anno
fin do, por 19.pO0 francos.
SPORT
lOerby club de Pernambuco
Kealisa amanha a sua 4.a corrida.
epois de um sueto devem os habi-
ta.! regosijar-se tendo essa occasiSo de
matar as saudades.
E, pois, se nos fosae proprio s tea-
mos a dizer :
Ao Prado da Estancia !
Mas, como nSo nos cabe o reclame,
ietrahimo-nos ao nesso dominioo ter-
rena doa palpites.
Eil os :
1. pariRio Grande Boulanger
Pontable.
2. pareoBerlimDespota Gllate.
3. pareo Gallileu SirocoTorpedo.
4." pareoTalispher Maranguape
Saias-S.uci.'
5. pareoGalnGerfautTudo .
6. pareeClydeCoriseoVermoutb.
7. pareoLucifer Turco 2." My
Stopper.
Conforme uma estatistita hippica que
no jornal de Londres ha pouco publicou,
lo avultado no ReinoUoido o numero
de animaea da raga cavailar, que tirando
so a media tem se o resultado de um ca-
va lio po' doze pessoas.

A acquiaicSo de garanhSes feita no
anao passado em Franca e cm Inglaterra
por M. Jules Marix, representante dos
hars imperiaes da Russia, foi bastante
numerosa.
Os garanhSes de puro sangue importa
dos para aquelle grsnde paiz pelo mesmo
senhor, desde 1882 at 1889, teem pro-
ducido cerca de, segundo uma esiatutica
recenteniente publicada, 367 cavallos,
sendo a fortja productiva desses garanhBes
representada do modo seguinte :
Arbitre. 15
Homre. J16
Peut Etre. 19
Le Panisel. *
Myn Whisard. 3
Fitz Ceylon. 14
Pupsvrd. 1?
Cnsul, 33
Barcomier. 14
Medra. 9
Conscrit. 21
Boiard. 36
Salvator. 18
Tangh a Ballagh. 23
Paladn. 8
Viennois. 12
Muitos desses garanWes teem coberto
eguas de meio sangue, elevando-se a 400
o numero de leus productos.
MEMORIAL
NINGUEM DEVE COMPRAR
Artigos de chapelaria ou flores, plumas, veos,
gazes, rendas, etc., sern faser uma visita Cha-
pela'ia Rapbael, onde se encontra eempre tudo
qnanto, nesses artigos, ba de melhor e mais
moderno.
2Ra do Barao da Victoria2
Rapbael Dias & C. ______
"~CORTES~DE~VE STI DOS
Em cacbemire
Voile de la.
Batiste.
Levantine.
Recebeu um ebie sortimeuto a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
SEDAS 1 SEDAS I
Acabam de retirar da alfundega um esplendi-
do sorlimento em sedas pretas e de cores, ver
dadeira novidade
Domingos Coelho & Soares
LOJA DO COELHO
56 Roa da Imperatriz__________
RUCHES A PRINCEZA DE GALLES
Sao lindos os que recebeu a
LOJA DO COELHO
56Rua da Imperatriz 56
ERIEY
para senhoras, meninos e meninas, novos mo-
delos.
Recebeu a
LOJA DO COELHO
Ra da Imperatriz n. 56
81HID19 3iE BAILE
Ecbarps de r nda de Bruxe'las.
Mantilbas bespanbolas.
Fichs de seda.
Recebeu a
LOJA do COELHO
Ra da Impesatrii n. 56
CAPAS MODELOS
Em seda, renda e cachemire, recebeu um pri
moroso sortimento a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
PASSUMENTEKIKS
Guarnieres para vestidos.
Cales de seda-
GalOes de vidrilhos.
G,l6es de la.
Recebeu a
LOJA DO COELHO
56, ra da Imperatriz
LEQCJE* E VEMAROLIS
Em gaze, fitas e plumas.
Kecebeu a
LOJA DD COELHO
56 Hua da Imperatriz
ESPARTILHOS DE MADAME VERTIE
debruaio8 a pelucia e setim, os mais commo
dos at boje conbecidos.
Receben a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
INBICAQOES TE1S
edleoa
Dr. B Pereira, ra da Imperatrii o. S,
d consultas medico-cirurgicas todos os diai
das 8 ao meio dia, menos as domingos e
das santificados.
Consultorio medico- ciruroeoJDr. Sim-
plicio Mavignier, de volta da Capital Fe-
deral tem seu consu!torio, ra da Cadeis
n. 27 1." andar.
Especialidade Molestias pulmonares,
tebres e da pello.
Consultas de 12 as 3 da tarde. Cha-
mados por escripto.
Telephonen. 392.
Dr. Joaquim Loureiro medico e psrtet
po, consultorio ra do Cabug n. 14
l. fjidar da 12 s 2 da tarde; residencia
ao Monteiro.
O Dr. Lobo Moscoso d coasulta etE
sua casa ra da Gloria n. 39, das 1;
horas da manha 1 da tarde. Achanuo
se fra do servico publico offsrece-so pars.
acudir a qualquer chamado com prompti
to para fora da cidade. Especialidades,,
operacSes, partos e molestias de senhoras
e de meninos.
Ocenliftas
Dr. Ferreira, com pratiea ros pruno--
p.es hospitaes e clnica de Paris e Los-
dres, d consultas todos os dias das S
horas ao meio-dia. Consultorio e resi
dencia roa Larga do Rosaris- n. 20.
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d con
altas de 1 s 4 horas no 1. andar d
casa ra Barao da Victoria n. 51. Resi
dencia a ra Seta de Setembro n. 34,
entrada pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva recentemente che-
gado de Paria, com pratica as clnicas
de Weckcr e Landolt, d consultas de 1
s 4 horas da tarde ra do Imperador
n. 63, 1. andar.
Te/ephone n. 588.
REZIDENCIA CAXANG
Drogaras
Faria Sobrinho & C, droguistas por ata
oado, roa do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva & C, deposi
taos de todas aa especialidades pharma
couticas, tintas, drogas, producto chim
oe se medicamentos homeopatioos, roa Marques de Olinda n. 23.
PtIBLICACOES A P8BIB0
Aos bancos hjpothe-
carios do Rec fe
Previno acs bancos que o cidadao Ma-
noel de HollanJa Cavalcsnte d'Albuquer
que, domiciliado nesta povoacao, nao pode
bypohecsr a caBa que aqu possue, visto
que ella situada em terrenos pertencen-
tes a nai.ie de uma pessoa, sendo eu um
dos seus condominos : pelo que, protesto
contra qualquer transaclo effectuada tendo
por objacto a mesma propriedade que
est indecisa, sem o mea consentimento
legal, nos termos do dec. de 19 de Ja-
neiro de 1890, art. 4. $ 8.
E quando os bancos exigrem certidao
de destmbolco doAens offerecidos hy-
pothccds, nao dpensem a do escrivo
das ezecucSes quando o bypothecante, ao
envez das certdSes dos escrivaes do cvel
e commercio, que trabalham por distri-
buisSo, epresentarem smente a do dis-
tribuidor, urca vez que, n execuco e as
poses judciaes as comarcas do interior,
onde Bempre ha escrivSo privativo das
execucSes, ge processam sem que o dis-
tribuidor conaeca dellas, pois nao scffrem
destribuic;So esses feitoa.
AlagSa do Carro, 3 de Marco de 1892.
Manoel Gregorio.
A deblljdade geral a frouxidSo
dos orgoB, as cores paludas, ss perdas
curam-se de prompto com o CITRATO
DE FERRO CHABLE.
as pharmacias, e 28, ru Bergre,
Pars (antigamente 36, r. Vivenne).
\ ;rope do Dr. Forget contra os
catarrhos, tosses, crisea nervosas e in-
somnias.O XAROPE FORGET um
calmante afamado conhecido ha j 30 an
nos. as pharmacias e i-8, ru Bergre,
Paris (antigamente 36, ru Vivenne).
r
ou
NA PEECOCE CAMPA
Do innocente
y i i.io Ai de zevedo i: SuVA
Cur vam-sa
Rb 30. dia de sea passainerJo
Seus pas, irmaos e tios.
Limoeiro, 5 de Marco de 1892.

Programma Ja festa de Nos-
sa Senhorada Boa Viagem
P. droeira dos Navegantes.
Hoje 3 de M'reo, s 6 horas da tarde levantar-
se ba a bandeira da .Virgem da Boa-Viagem e
dos Navegantes princi ciando em seguida o triduo
em bonra da Sa. la Virgem.
Domingo 6 pelas 10 lleras entrar a feata sen
do a tricuaa sagrada occupalapelo Revdm. Frei
Augusto da Inmaculada Conceicao Alves e a
orcheslra dirigida pelo prlmeiro maestro JlSo
l'j|y"arpoSoare8 Ro?as findo o qual se soltar
um lio balo.
A's 7 boras da noite entrar o grsnde Te-Deum
do icnaiortal Colees, depols do aua! levar s? ha
a bbndeira por diversas Exmaa. Sras. para a casa
da Exma. juiza da sta do anno vindouro e Mo-
dera com um grunde fogo de vista do artista
Olympio Francisco de Mello.
H'ver trem esoecial de Bja Viagem para o
Recife s 10 l\i hars da noite depois do fogo
que aislo annuio o digno superintendente da
e&tr.da da ferro de S.Francisco.
Consistorio da igreja da Boa-Viagem, 3 de
Marta de 189.
Modesto do Reg Baptista.
Sseretario.
4o subdelegado da Magda-
lena
Pede-se ao digno subdelegado que por
obsequio nao se esqueja do lugar deno-
minado Remedios.
D sempre uns passeios por l, ainda
hontem a noite um tal Damiao e uma mu-
Ib er por nomo Franja jogaram bofetadas
entra si, usando eeta de uma linguagem
limpa c decente, e depois de assim proce-
derem cda um tomou sau rumo sem a
menor recompensa da parte da polica.
Hoje temos novanas e festa domingo na
igreja dos Remedios ; portento para evi-
tar aihum sangangu' pedimos ao mesmo
subdelegado que comprela com a sua
polica.
Recife, 4-3-92.
laja Mnimo cuidado com as
affoc :.* dos hronebios. Seus
progressos slo rpidos e assustadores.
Atalhem se pois os primeiros sympto-
mas mediante dosos regulares do Peitoral
de Anacahuite, o qual para logo far
parar os progressos da molestia ou in
flammacao local ; impedir que a muco-
sidade se aglomere nos tubos bronchiaes,
fortificara os orgaos da vos, e finalmente
restabelecer a sade e o igor de lodo o
systoma respiratorio.
Embora rreimo no caso, que a molestia
se ache j algum tanto avancada, propor
cionar contideravel allivio, e em muitos
casos effectuar uma prompta cura. Por-
tento as victimas da toase, con atipa jcJes,
catarrhos, febres inflammatorias dos pul
ri-es, ou de qualquer uma outra enfermi-
dade dos orgaos da respirajao, nao de-
vem cem por isso desesperar por um s
momento, de sua final cura ; uma vez que
tenhftm roao este admiravel e maravi
lhoso medicamento, verdadeiro restaura-
dor da vida e sade, qualquer pessoa que
o use, deve ter perfeita f e confianja,
meamo nos indicios os mais pronunciados
da molestia.
Como garanta contra as falsificagoes,
observe se bem que os nomes de Lanman
& Kemp venham estampados em lettras
transparentes no papel do livrinho que
serve de envoltorio o cada garrafa. Acha-
se a venda em todas as boticas e drogarias.
449
ParsModas francezas
A Parisiense nao. traa outro espartilho
senSo o Espartilho Leoty, por ser este o
nico que fas sobresahir as vantagens do
corpo.
A extrema elegancia o espartilho de
chamelote antigo listrado e o Pompadour,
semdo ambos mais moda. Madame
Leoth, 8 Place de la Madaleino, dar
quaesquer informac3es a respeito.
Um progreaao elenliflco.0 empre-
go da quinina para curar as febres intermitien-
tes 6 to popular quaa umversalmente demoas-
trados eito os seus bons resultados. Multas
pessjs, porn, qoe soffem, ignoram e bao de
nos agradecer por dlfer Ihes que o emarego do
brombydrato de quinina de um xito expelien-
te na cura das neuralgias peridicas, islo n'a-
quellas que apparecem em dias e horas quasi
sempre rlxas. Tal o progresso scientifico ac
tualmente reilisaJo com as < Perolas de bromby-
drato de quinina do Dr Clertan, prepralas
por una proceeso approvado pela Academia de
Medicina de.Paris, que enram dentro de penco
tempo as nevralgias peridicas tanto da cabeja
como de qualquer cutra parte do corpo.
Peitoral de Cambar
O respeitavel anciao Sr. major Antonio
Sim5es Pires da Fcntoura, preprietario
da fazenda de Santa Clara, no 2. dia-
tricto de D. Pedrito (Rio Grande do Sul,
fes pela imprensa daquelle Estado, a se-
guinte publicarlo :
Pede me a minha consciencia declarar
os a guintes factos que eervem para ro-
bustecer o crdito do precioso Peitoral
de Cambar*.
Ha pouco tempo, minha esposa appare-
ceu com uma tosse terrivel que no a
deixava dia e noite; lembrei-lhe o Pei
toral de Cambar e com o ueo deste re
medio vio-se completamente curada em
poucos dina.
nica agencia do Peitoral de Cambar,
ra Mrquez de Olinda n. 23.
Um filho meu que se achava soffrendo
do larynge, n.olestia que adquiri depois
que teve o typl-o, ficou tambem radical
mente curado com o uso do mesmo cPei-
toral de Cambar.
(A firma est reconhecida).
Antonio SimZet P. da Fontoura.
Acham-se a venda os bilhetes da lotera
do Rio Grande do Sul, cuja lotera muito
se recommenda aos Srs. j.-. gado rea pela
forma porque f6ra organBade>, por ser a
nica que dstribue em premios 70 [0 de
seu capital cujo plano abaixo publicamos :
Jegsm 8.000 a 4000 divididos em
quintos :
1 Premio de 10:0008000
1 Dito 1:000 JOCO
1 c c 300J1000
1 c t 2000000
4 1005 4000000
6 t 50$ 2000000
12 < t 240 2880000
42 t 100 4200010
793 c 50 l.
terminacho do 1. premio 3:995OCO
799 t 50 2
terminacao do 2. premio 3:9950000
2 ApproximacSes de 1000
para o 1. premio 2000000
2 Approxima^Ses de 510
pura o 2. premio 1020000
A' VENTUROSA RA DO CABUiA' 16
Caf-Jar diin
Os pronrietarios deste departamento da fa-
brica Nova Himburgo agradecem ao respeita-
vel publico e s autoridades civis e militares o
valioso concurro para a manutenco da boa or-
dem que reinou no estabelecimento durante o
carnaval deste anno ;
E precisando e:te estabelecimsnto de peque
nos reparos e pinturas ricar fechado durante
tal servrga ;
Entretanto encontrar o publico no departa-
mento fabril da ra da Florentina, que acaba de
passar por grande reforma, lugar apropriado
para jogos de bilbar, bolla, e escolbido sorli-
nento de btbidas.
Recife, 2 de Marca de 189J.
Augusto Krus Successore.
O Sedlits Cb. Chantes ud, o purgante
mais effioaz contra a prisao de ventre, en-
xaqueca, dores de estomago, gotta, reuma-
tismo, etc. A fama de que goza entre
os facultativos universal. Para evitar as
contrafaccSeB, exija-se um cmbrulho ama-
reilo e a marca Ch. Chanteaud nico pre-
parador dos medicamentos dosimetricos do
Dr. Burggraeve.
Advogaqo
i DrEdaardoCorreiadaS.lv i
eacriptorio ra
15 de Novembro n. 77
Bibliotheca Publica
O Sr. Francisco de Paula Pires, bi-
bliothecaro da Bibliotheca Publica de Pe
Iotas, declarou o seguinte :
Por occasiSo de effectuarse um Ba-
zar em I enificio da Bibliotheca Publica
Pelotense, fui atacado de uma forte bron-
chite que me levou ao leito. Vendo-me
prostrdo e desojando o meu restabeleci-
raento o mais prompto possivel, deliberei
usar o cPeitoral de Cambar, e o fiz com
tanta felicjdade qua, no teiceiro dia da
molestia, pude reassumir as minhas fenc-
j5es de bbliothecario d'aquelle estabele-
cimento.
Na mesma poca foi a minha filhnha
Julieta, atacada de uma'tosse impertinen-
te, com carcter asthmatico, c applioan-
lhe eu o mesmo efficaz medicamento,
vi-a restabelecida em poucos dias.Fran-
cisco de P. Pires .
(A firma est reconhecida).
O Peitoral de Cambar vende sa a
20500 o frasco, 130GOO meia dnsia e
240000 a daa,' as prinoipaes pharma*
oas e drogarias.
E' nico agente e depositario neste
Eitado a Companbia.de Drogas e Pro*
ductos Chimicos, i ra Marques de Olint
da n. 23.
Dentes
Termina a horivel dor de dentes usan-
do o exoellente preparado de Manoel Cal-
doso Jnior.
As cartas que Ihe tem sido dirigidas
pelos jornaes de maior cculagao, attes-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & ., ra do Marquea de Olinda
n. 23.
Phrmacia Martina, ra Duque de Ca-
sias n. 88.
Pharmacia Oriente!, a ra Estreita da
Rosario n. 3.
Pharntacia Alfredo Ferreira, ra do
Bario da Victoria n. 14.
Pharmacia VirgilioLopes, ra Larga
do Rosario n. 31.
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador eparteiro
Tem o seu consultorio ra do Marquea
de Olinda n. 1, 1. andar, onde pode aer
procurado todos os dias uteis de 1 s 3'
horas da tarde.
Chamados qualquer hora, ra da-
Dr. Joaquim Nabuco n. 2 A. Capunga.
Telephone n. 365.
Dr. Silva Leal
fledlco occnisstft
Recentemente chegado da Europa: a
oom pratica nos principaes hospitaes e cli'
aicas de molestias de Uios de Paris. d con-
sultas todos os das uteis*- das 11 a 3 ho-
ras da tarde em seu consultorio, rota
Duque de Caxiasn- 73 1 andar, entrada
pela Praca de 17, n. 73, (antigo Largo do
ollegio).
Residencia a ra BarSo de S, Borja t.
16. Telephone n. 507.
Chamados por escripto, em sea consol-
ro, residencia, e na pharmacia Martinia
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especiis
dade de molestias de senhoras e cranos
Consultorio e residencia ra da impe
atriz n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 s 10 da manha.
Chamados (por escripto) qualquer hora
TKLKPIIOiJS N. 226
Oeulieta
Dr. Barreto Sampaio, oculista,
ex-chee de clnica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 ra- do
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Setem-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
Dr. Nones Coimbra
ClnicaMedico -Cirurgica
Especialidades : febres, partos, moles-
tias de senhoras c de creancas.
Chamados a qualquer hora na sua re-
sidenciaCaminhc Novo n. 163, junto i
estasSo; ou no seu consultorio, ra Mar-
ria'da Olinda n. 56, on.ie da consulta*
11 s 2 horas.
Telephone n. 387
Dr. Lopes Pessoa
Attesto que tenho empregada em minha
clinica o preparado denominado Peiterat
de Cambar, desceberta do Sr. J. A.
de Sonsa Soares, cem brilhantes resurta-
dos as difieren tes formas da bronchite e
em alguna periodos da tuberculosa pulmo-
nar.
Recife, 14 de Abril de 1891.Dr. Lt-
p (A firma est reconhecida).
0 Dr Barros Carneiro e a fa-
brica a vapor Hinba Espe-
ranza.
O Dr. Manoel Clementino de Barros Ca-
neiro, formado em sciencias medicas e
cirurgicas pela facul'ade do Rio de Ja-
nei'o, medico adjuncto da olmisa do
hospital de Santa gueda et^
Attesto que tenho feito uso uos cigar-
ros denominadosMinha Esperancas
bem assim do fumoHygienieo Nacional
da fabrica do Sr. Antonio Francisco da
Crus, rocoshecendo pela analyse chimioa
a que proced, que o referido fumo e
cigarros nao encerram principio algum no-
civo as funccSes gstricas, sendo peifeit*-
mente toleraveis aos dyspeptioos.
In fide medici.
Recife, 12 de Fevereiro de 1892.
Dr. Barros Carneiro.
Regulador- da Marinba
Concerta se relogos de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chnonometros da
marinha, caixas de msica, apparelhos
elctricos, oculoa, binculos, oculos de al-
cance,- joias e todo qualquer, objeoto ten-
dentes a arte mechaniea.
9Ra Larga do Rosario9
Dentaduras artifciaes
Sob pressao elstica, e preasio pneu-
mtica, systemas novissimoB neste Estada
pelo cirurgio dentista Numa Pompilio,
4 roa do Barao da Victoria n. 54 1* ao-
idadasast aaaaa ab naakaWi A da tarda
'
-.
I'

I

/
\
HEGiVEl



Diario de Pernambco Sabbado 5 de Marco de 1892
Cabo
O Dr.Joaquim Felippe fixou '>
Desta cidade e d consultas
Doarte.
Presta-se a chamados a qualqaer
saa residenci
Da pbarmacia
hora.
Consultorio Me i ico
O Dr. Manoel Argollo com pratica nos
bospitaes de Pars e Berlim, tem seu con-
sultorio na ra do BarSo da Victoiia n. 1.
Especialidades. Molestias dos appare
lhos respiratorios, circulatorio e digestivo
Consultas das 12 a 3 da tarde.
Chamados escriptorio.
Telephone n. 658.
O juiz de direito Jo?.o Biptista Gitira
na Costa eccarrega se de contrahir em-
prestimos com o Banco Emissor de Per-
nambco, sob bypotheoa e penhor de sa-
fra, para os agricultores o commerciantcs
residentes neste Estado e os da Parahyba,
Rio Grande do Norte e Cear, mediante
mdica retribaicSo ; assim como encarre
ga-se de liquidacBea amigaveis, em qual-
quer das comarcas dos referidos Estados.
Pie ser procurado em seu escriptorio
ruft do Mrquez de Olinda, anliga da
Cadeia, n. 1, 1.a andar, das 11 horas a
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
sua residencia, rja Biro de S. Borja
n. 50.
Consultorio Hedleo oculista
O Dr. Berardo communic aos sues
clientes, que mudou o seu consultorio do
predio n. 26 da ra do Bom Jess para o
de n. 9 da mesma ra onde continua a dar
consultas de 1 hora as 3 da tarde.
ResidenciaMagdalena.
Telephone n. 366.
Dr. Freitas Guiuurftes
Participa a seus amigoa e clientes que
mudou o seu consultorio da ra Duque
de Casias n. 55 para a mesma ra n. 61,
1. andar, onde contina a dar eonsultas
de 11 al hora da tarde, e reside no Ca-
jueiro n. 4.
Telephone n. 292.
A's victimas das febres
elixir anti febril Cardoso, appro
vado em 21 de Margo deste anno pela inspecto
ra geral da junta de bygieoe do Rio de Janeiro,
vem boje apresentar-se humanidade soffredo
ra do mundo inteiro, como taboa de salvago qut
o infeliz naufrago lbe enviada por mao omni-
potente.
O elixir antl-febrll Cardoso,'applica-
o em maitissimos casos ce febres, tem come
por milagro, levantado do leilo da dor a comple
tos moribundos.
Este remedio, composto smente de vegetaet
tD'f ramete inoffensivo, ainda mesmo na mzti
mimosa e tenra crianca.
as senioras, no estado de pandas, oa no pe
iodo de incommodos naluraes. podem usar sen
eeeioalgum.
Este elixir j bem conbecido de alguna Srs
mdicos de todo o paiz, o mais seguro e prom
pto remedio contra as febres, e com especiallda
de contra a (ebre amarella, erysipella e bexigat
de qualquer qoalidade.
Modo de asar
A's enancas at nm anuo 8 gottas de 2 em 2
eras em urna colber das de sopa ebeia d'agtu
jris.
De um anno a tres 12 gottas; de tres a dez 20
gottas; de dez annos em diante 30 gottas
Os Srs. clnicos podem augmentar oa dimioai
at 60 gottas por dose.
Recife :
Companaia de Drogas e Productos Gbimicos.
Sacio Antonio:
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosario
a. 3S.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do Resane
I. i.
Phamacia Alfredo Ferreira, ra do Bario di
Victoria n. 14.
Pbarmacia Marti ia, ra Duqce d Caxias o
Vendas em rosso e a retalo.
DEPOSITO GERAL
Ra Estrella do Rosario n. il
PEB.V4HBLCO
N. 149
ATTESTO
Estando com um tilho de menor de 7 annos de
ida :e soffrendo das febres, por intermedio de
um .migo, applicou-me o remedio do Sr. Manoel
Cerdoso, eu indo mais o meu amigo particlpi o
scQYimmto de meu liibo durante ba 20 uiu\ o
Sr. Manoel Cardoso, gratamente prestou-se com
seu remedio e est o meu lilao bi-m.
Recite, 28 de Julbo de 1890.
Rui da Viracao n. 1.Francisco Lourenco d .
Silva.
M 130
1 ra. Sr. Manoel Cardoso Jnior.E'com gran-
de sa'.isfacao que atiesto o v.lor e a eflircia do
seu eepeciiico costra a (ebre ; porquaato tendo
apparecido meu liiha Osvaldo com febre de ca
meter palustre duplo, e nao sendo possivel ceder
da sua inteasidade, resolv instancias de um
amigo a appcar o sea especifico, e com grande
prazer meu v. desapparecer em 24 doras a febre
resiabelecendo-se em seguida o meu estimdis
simo doente.
Pode fazer uso da presecte como lbe cocver:
por ser a fiel expresso da verdade.
Recite, 15 de Ouiubro ce 1889.
Seu atiento venerador criado.Jos Fernandes
de Albuquerque Lima.
E-avam selladas e recounecidas as firma:?.
te procuracSo, de receber honorarios dos.prac^ no da marcado por ter a Junta Go
Srs. funccioiarios pblicos, assim como
alugueis de casa, mediante moiiea com
milito
Os trabalhos de escripia e os contractos
serSo fcito; em aalab especiaee, para este
fim, sendo que na primeira s terSo in
greauo es empregados e na segunda os
contratantes, guardndose todo o sigillo,
cuanto s tranaaccSes effectuades.
Financio Lbatid <& 0.
EDITAES
COMMERCIO
Matliematieas E 1 e-
mentareB e Escrip-
tirra$o Mercantil
Venancio Labatut dedica-se a preparar
qualquer pessoa em escripturajSo mer-
cantil com 30 a 35 lines, conforme con-
tracto, contina a lesionar as materias
cima ra Duque de Casias n. 72,
1. andar.
ADVOGADO
O juis de direito Francisco Xa-
Ivier Paes Barretto advoga as co
> marcas de Iga&rass, Goyannas
11 tamb, S Lourenco da Msttaej
i Nazareth.
Residencia :
Ignarass
Escriptorio commer-
cial
Os abaixo assignados tem estabelecido
nesta praga um escriptorio com a deno-
minacSo cima, a raa Duque de Caxias
n. 72, 1 andar, com o fim de encarre-
gar-se de qualquer trabalbo ou escriptu-
racSo de casas commerciaes por partidas
dobradas, simples ou mixtaB, podendo as
escripias serem feitas no escriptorio on
no proprio estabelecimento.
Propoemsse a faser liquidares tora da
cidade, aceitara consgaseos, encarre-
gam se de promover a venda de productos
cacionaes, aceitando correspondencias dos
senhores de engenhos, fazendo adianta-
men tos. Encarregam se tambem, median-
O Dr Joo Joaquim de Freitas Henri-
quea, juiz de direitc de civ 1 desta ci-
dade ro Recife, Estado de Pernambco
em virtude da lei etc.
Fajo saber aos que o presente edita!
ra ou delle noticia tiverem, que se ha
de arrematar em praga publica deste jui-
o depois da respectiva audiencia do dia
cinco do Mar$o do crtente anuo o se
guinic :
A casa terrea de tijolio e cal, coberta
de ielbi ca ra Ircperial sob numero du
sentos 3 oieata e quatra com duas ponas
de Erante, sem partimento em armazem,
e quinta! em aberto, solo proprio, medn
do qua'jrzo metros e trinta ceutimetros
de compri ment e quatri metros da lar-
gura, avahada em seisoentes mil reis.
A casa terrea de tijolio e cal coberta
de teiha, na ra imperial sob numero au-
sentes e trinta e oito com tres portas de'
frente sm repartimento, em ormazem
quina, murado, em solo proprio, medndo
quatorze metros e trinta centmetros de
comprimento e cinco metros e oitenta cen-
tmetros de largura, avaliada em um con-
t de rcis.
Ditas casas vSo praga por execucSo
cue move o espolio de Manoel Fertan-
des da Custa c ntra Joacna Prxedes de
Albuqu rque.
E nr.o bavendo lancador que cubra o
pre;o d avaliacSo a arrematad-So ser
teita co u abatimento de dez por ocnto.
E par^ que chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente edital que
ser publicado pela imprensa e effixado
nos logares po costume.
Dado e passado nesta cidade do Reci-
fe capital do Estado de Pernambco, aos
23 de Fevereiro de 1892.
Subccrevo e assigno.Recife, 25 de
Fevereiro de 1892 O escrivSo interino,
Joaquim Francisco de Albuquerque San-
tiago Jnior.
Joao Joaquim de Freitas Eenriques.
vernativa estmeto os juzes de paz resol-
vendo serem precessados os feitos que
corriam no juizo de paz pelos ju zes
substitutos.
Vai a praja por execucSo que move
Francisco Cardoso da Silva Pinto, contra
o mrjor Antonio JoB Duarte.
E quem pretender a me3ma casa e
quizer lacear cemparega neste juizo no
dia cima declarado.
E pata constar Be lavrou este edital e
ontro de igual tbeor que ser3o publicados
pel impreosa e affixado no logar do cos-
tume.
Dado e passado ret,te distrieto criminal
aos 26 das do mez de Fevereiro de 1892.
E eu Antonio Horacio da Silva, escri-
vSo interino escrevi e sub3crevi.
Freguezia ,'de Boa Vista. 26 de Feve-
reiro de 1892.
O e:ciivao interino, Antonio Hiacioda
Silva.
Affomo de Albuquerque Mello Jnior
O Dr. Alfonso de Albuquerque Mello
Jnior juiz substituto do quarto districo
criminai em virtude da lei, etc. etc.
Faz saber aos que este edital de praca
com o prazo de 8 dias virem, que o ofS-
cial de justiga que serve de porteiro dos
auditorios ha de traser a publica venda e
arrematarlo a quem mais der, e maior
lance offerecer em o dia 5 de Margo pr-
ximo futuro as 10 horas da nnnhS em' a
casa das audiencias a raa de 15 de No-
vembro o bem seguintt:
Urna casa meia agua sita a ra de Sete
de Setembro n. 9, medindo 9 metros e
10 centmetros de fundo e 4 metros de
frente tendo urna p.rta com a competente
rotula que d entrada para nm pequeo
chagao e deste para a casa a qual tem :
urna sala, dous quartos e urna cosioha
externa sendo avaliada em 7OO0O3O, igno-
rando-se porem se o terreno em que se
acba edificada ou nao foreiro.
Tendo j sido publicado os editaes com
o praso de 30 dias deixou de ir em
DECLARACuES
U. T. P.
SEGURO C0I\THA FOSO
Rojal Insurance Companj
de Liverpool
CAPITAL S.OOO.-OOO
R. Drusinn & C.
___ol-a SfarquezdQifndo
8E6MS7
CONTRA FOGO
e Liverpool Londoii f Giofei
IMSURANG CDMFA3KY
siAOssB, mim s c.
Ra do Bom Jess, n. 16
A GER*L EXTRAORDINARIA
TOTfcEIBA CONVOCA,'AO
D> ordem do Sr. presidente convido a tcdo3 os
Srs. socios a coqjparecerem no dia 6 do correle
as 10 4/2 horas da manba, na sede social, rna
de Marcilio Dias o: 88, i." andar, para, cons
tuidos em assembla geral (xiraordicana, traa
rem de grandes assumptos referectes classe e
especialmente corporacSo, e dlsculirtm, pila
terceira vez, a reforma da lei orgnica.
Sendo esta a 3 convocacS), consliluir se-ha
a assembla com o numero que comparecer.
Secretaria da Uoiio Typorapbiea Pernambu-
cana, 4 de Marco de 1892.
Joao Ezequiel de 0. Luz,
2. secretario.
Festa da Boa-V'ogem
Estrada de ferro do Recife a
Francisoo
A's 10 e meia hoias
noite depois do fogo
vista ha ver um trem
BoaViagerr ao Recife.
S.
da
de
da
tolsa
de Penan
Commercial
bae
^OTAfiOaS OFFICUS8 DA JUNTA DOS COK-
RECTORES
Prafa do Recife, 4 de Marco de 1892.
Accoes da companbia industrial pernambuca-
na do valor reaiisado de 80^000 ao preco de
95*000.
ObrigacOes preferenciaes da companhia di
Fiaao e Tecidos do valor de 260000 e juros de
7 O/o ao prego de 215*500.
Lettras byppotbecarias do banco de Crdito
Real do valor de 100/000 juros de 7 O/o ao pre
co de 104*800.
Na bolsa venderam-se:
SO Accoes da Companbia industrial Pernam-
baas.
u25 Obrigacdes daCcmpanbia deFiacae e Te-
cidos de Pernambco.
49 Lettras byppotbecarias do basco de Crdito
Real.
37 Lettras hyppolhecarias do banco de Crdito
Real.
O presidente,
Edaardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Caasblo
PRAgA DO RECIFE
Os bancos abriram a 11 5/8 a qual tasa man-
tiveram durante o dia, fazendo pouco negocio.
Em papel particular nao constou iransaeco.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
11 11/16 bancaro.
Cotacdea de gneros
ASSCCAR
Para o ag~icultor
tabella da8 entradas de assccar b al
godXo
_______Mes de Nar$o
Entradas
larcacas.....
/apores......
inimaes.....
Sstrada de Ferro Central
dem de S. Francisco .
dem do Limoeiro. .
Somma
Dias
1 a 4
1 a
1 a
1 a
1 a
1 a
Assu-
car
Saceos
5923
1862
2143
470
Algo-
do
61200 a 6*600
4*400 a 415(0
3*400 a 3*500
2*700 a 3*000
2*200 a 2*400
6*000 a 6*600
B.kUCO por 15 kilos.
Somenos dem idem.
Mascavado idem idem .
Bruto secco ao sol idem idem .
Rtame idem idem .
Usinas idem idem.....
ercado muilo animado.
Algodo
Nao houve negocio.
Borracha
Cota-se nominal a 2*00u por 15 kilos.
Carnauba
Cota-se a 12*000 por 15 kilos.
Carocos de mamona
Cota-se a 1*900 por 15 kilos.
Coaros
Seceos salgados na base de 15 kilos a 650 ris.
Verdes nominal 355 ris.
el
Por pipa de 480 litros 80*tt00 ba falta no mer-
cado.
Aleool
Por pipa de 480 litros de 240*C00.
. Agurdente
Por pipa de 480 litros 150*000.
Careos de algodo
Cota-se a 600 ris por 15 mioe.
Importacao
Vapor francs Vil le de Montevideo, entrado do
Havre e Lisboa em 4 e consignado a Auguste
Labille.
Carga do Havre
Batatas 100 caixas a ordem, 200 aos consigna
(arios.
Chocolate 1 caixa ordem.
Couros 1 caixa a Francisco R. da Silva.
Drogas 1 caixa a companbia de drogas, 2 a 11.
Rouquayrol.
Flores artiliciaes l caixa a MaDoel Licio Mar-
ques.
Ferragena 267 volumes e pegas a sociedade de
retinara e destillaco Pernambucana, 1 a Fer-
reira Guimarees e C.
Joias 1 caixa a Coi cairo Irmos.
Manteiga 40 barris a companhia de E. ti va. Jo
e E0 ao consignatario, 75 ellO a Dominges Fer-
reira da Silva e C, 30 e 60 a ordem, 10 caixas a
Castro Lemos e C.
Mercaduras 4 caixas a R. de D.-ueioa e C, 3
a Joo W. de Medeiros, 3 a Guimares Cardoso e
C.
Materiaes para engenho, 10 volumes a E.Dol.
Movis 1 caixa a Villela.
Ocjectos para chapeos de sol 1 caixa a Olivei
ra Bastos e C.
Penle 2 caixas a Manoel Collago e C.
. Papel 4 caixas aos berdeiros de Manoel Car-
doso Ayres, i a Manoel Collaco e C, 2 a H. Rou-
quarol.
Porcelana 3 barricas a R. de Drusina e C.
Per'umarias 2 caixas a Manoel Collaco e C.
Qjenos 10 caixas e 1 fardo a companhia de
estiva, 10 e 1 fardo a Jos Joaquim Alves e C
Sulfato de quinino 1 caixa a companhia de
Drogas.
Tecidos 9 volumes ordem.
Tintas, drogas e vidros 13 volumes a J. Cam-
pos.
Vidros 1 caixa a companhia de drogas.
Carga de Lisboa
Arroz 50 saceos a Castro Lemos a C.
Batatas 50 caixas a P. de Oliveira Maia.
Ceblas 5 caixas ao mesmo;
Canella 10 caixas a Castro Lemos e C.
Comlnbos 30 saceos a J. Ferreira de Carvalbo
e C, 6 a Castro Lemos e C.
Erva doce 7 saceos a F. R. P. GuimarSes e
C.
Ferrageos 3 caixas a Costa Lima e C
Carne de porco 1 ancorea a A. Maia e Rodri-
gues, 1 a A. Rodrigues da costa.
Livros 1 caixa a N. de Souza, 1 a Ramiro M.
da Cesta e C, 1 a F. P. Bolitreau.
Vinho 15 pipas e 75 barris a A. Mara da Til-
va, 10 a F. H. Ferreira, 10 a Lopes de Magalbaes
15 a P. de Oliveira Maia, 20 a A. Maia e Rodri
gues.
M. Caoba, 350 volumes com 31.765 kilos de
assucar branco.
Para Montevideo, carregoa :
P. de Oliveira Maia, 200 saceos com 15,000
kilos de asu:ar branco.
So vapo: rancez Congo, pata Pars, carra-
regam :
Olinto J.-rdim & C, 1 caixa coro moedas de
Saccas prata.
404 Cousseiro Irmaos, 5,750 grammas de oure e
583 9,500 ditas de prata velba.
36 E. Gjetschel, 5 silos de ouro e 60 ditos de
156 prata velba, 2,120 passaros seceos e 30 cascos de
tartaruga.
233 J. K-aose, 5,000 gammas de onro e 20,000
ditas de prata velba.
103981 1417 Para Bordeaux, carregou :
A. F. do Reg, 2,000 grammas de ouro e.....
30,000 ditas de prata velha.
S vapor inglez Actor, para Liverpool, car
reearam :
H. Forster A C, 1,500 saceos com 112.500 kilos
de assucar mascavado.
Para o interior
.No vapor francez V. ie Buenos Ayes, para
Rio de Janeiro, carregaram :
N. Chan & C, 500 saccas cjm 40 516 kilos de
sitadlo.
C. M. da Silva, 53 sacos com 3,180 kilos de
assucar mascavado.
No vapor nacional Una, para Pene do, car-
rerea :
J. de Sooza, 130 caixas com 3,450 kilos de
sabao.
Para Aracaj, carregoa :
J. de Souza, 70 caixas con 1,610 kilos de
sabio-.
Para Babia, carregaram :
Amoim IrmSoi & C, 300 saceos com 22,500
kilos de assucar branco.
No vapor nacional Jaboatao, para S-intos,
carregaram :
P. Carneiro C, 20 Dipaa com 9,4(0 litros de
aleool.
S. GuimarSes 4 C, 75 barris com 6,750 litros
de agurdente.
Amorim Irmos & C 1,1*5 sacos com 67,500
kilos de assucar brancj e 675 ditos com 40,500
ditos de dito ma:cavaio.
C. Peres & C, 1,000 saceos com 60,000 kilos
de assucar mascando.
No vapor ioglez J?o Paraguay, pera San-
tos, carregaram :
H. Burle & C, 500 saceos com 3O.C00 ki.'os de
assucar mascavado.
No vapor nacional S. Salvador, para Ma
naos, carregoa .
Companhia de Drogas, 12 caixas com prepa-
rados medi:inaes do valor de 30*.
No biate nacional Nfjrtnno, para Ceara,
carregoa :
J. S. de Amorim, 300 saccis com 18,000 kilos
de milht.
Para Paraahyba, carreggaram :
P. Alves & C, 10 barricas com 1,005 kilos de
assncar branco e 10 saceos com 730 d.tos de dito
mascavado.-
No cter Rogerio, para o Natal, carrega-
ram :
E. C. Beltrao <& Irmao, 53 barricas com 3 300
kilos de a88sucar branco e 2 latas com 120 ditos
de dito refinado.
Na barcaca Amelia, para Tilla da Penha,
carregou : qgg
J. de Sooza, 30acaixas com 690 kilos de sabao.
Companbia. Agrcola e lere|i
de Pernambaco
Convida-se os paseuidores de acjSes
preferenc:aes desta Companbia virem
receber no escriptorio da mesma, ra do
Apollo n. 23, 1. andar, do dia 1 de Mar-
go em diante, de meio dia s 3 horas da
tarde os juros de 6 i0 ao anco ou de
6OCO por cada acc&o oa coupon corres-
pondente ao pr meiro semestre.
Recife, 26 de Fevereiro de 1892.
Companhia
Ferro Carril de ?erzam-
buco
Em virtude da escacez de cobre, nickM e se
dulas menores de 2*00J, pego aos seobores pas-
sageiros o obsequio de nSo eotrarem ?ara os
carros sem que previamente tenbam a ju-ta im
poi lanca da passagem, visto que cao oi anda
esta companbia autorisada a emittir bilheles de
100 e 200 rs., como requeren.
Recife, 19 de Fevereiro de 1892.
Felippe de Araojo Sarapaio,
Gerente.
THE IMFERIAL IXSIRNXCE COMPA.NY LUIIT
Estabelecido 1803
CAPITAL fl,9UO,000
<*. I.OOOsOOOSOOO)
SEGURA EDIFICIOS E SE1.CD01MS
Contra o fogo
TAXAS BAIXAS
i Ptompto pegamento prejuizos
SOI DESCONT
AGENTES
BROAYKS & C.
8HGRJ COTBi FOGO
Compnhia Norlh Brish k
Mercantil e Iosorance
Ita l subscripto 3000.000 C 0*
Cidosaccumulados 9.752.443 18 5
Fon Ai ti --im.,-
BECEITA AVJIUAIi
premios contra
De f.go....... 1.495,818 6 10
premios sobre
Devidas...... 892,379 6 1
t 2 488,197 12- U*
N. B.A reparticao de fundos aecumu!
tos sebre segures coatra fogo, nao. se res-
ponsabilisa pelas transaccoes feitas pela a
de seguro sobre vidas.
Agente em Pernambco,
N. J. Lidstone.
______________N. 10 ruado Camerclo.
NDEX&1WIS3OR4
Companhia de Segaros
i&i&nit it %\%ln
Miguel Jos Alves
!V. tRaa do Bom JenN. ff
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos segaros a uncr companhi
: esta praca que concede aos Srs. segu ad08 semp
;o de pagamento de premio em cada setime
iano, o que equivale ao descont annual de ce
a de ifipor cento em favor dos segurados
ompanljta it &t$wc*
::sisa ":::
Northern
de Londres e Aberdeen
'osiedo tinanceira
Capital subscripto 3.780,000
Fundos accumulados 3.000,000
tecelta anaual :
Oe premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
De uros > 155,000
Boxwiell Wittam & C.
Assucar nranco (feili) .
Assucar mascavado aiio) ,
Bagas de mamonas (kiio>
Borracha de leite mangao. (kilo)
Cachaca ......
Osaros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros verdes (kilo)
382
195
126
1*666
270
SU
694
320
Courinhos (um)....... i670
Carocos de algodSo (kilo) ... o
Carrapateira (kilo)..... (33
Cacao (kilo)....... 400
Caf bom (kilo).....U200
Caf restolbo (kilo)..... 14000
Caf moido (kilo)......i30b
Carnauba (kilo...... 1666
Cera em velas (tilo) 640
Dita em bruto ou preparada (k b) 633
Canna (lro)....... 289
Gal (litro)........ 10
Carvo de Cardiff (ton.) .... 30*000
Parinba de mandioca (lito) r a 62
Senebra (litro)...... 540
Graxa (sebo)....... 633
aborandj (em folha) tilo ... 200
Leite de mangabeira (kilo) i466
Mel aitro)........ 131
Milbo (kilo....... 60
Phoephato de ca da lina Rava (tone
lada).........11*000
Pelle de cabra (cento).....187*000
Pelle de carneiro (cento) .... 145*000
Sement de carnauba (arroba) 53
soia (meio)....... 1/850
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 660
Tatatuba (kilo)...... 40
raboas de amarc;o erx p*ancr.Ce
(duna) ..... ... KM
Aendifiseutos pubHeu
ubi d Huei oa 1882
Atfanaega
Uvada gerai :
1)0 da 1 a 3 73:7284296
dem de 4 47;889*29
neladas, commandane A. Tbomaz,
equipagem 39, carga virios gneros
a Augusto Labiile.
Santa Catharina25 dias, lugar ingles
cWateraidei de 161 toneladas, captSs
H. S. Cbambers, equipagem 5, carga
arinba de mandioca a Companbia de
Estiva.
Observadlo
Nao houve sahida.
Indemnisadora
Companhia de Segnr&s
IAKITIMOS E T.{RETRES
Eatabeiecldaer. 1*1
Salado flnaaceJro em 3l\Ie le
zembro de 1889.
Capital 1,000:0001001
Fondo de reserva 110:3761000
Sioistros pagos 1,776:683^000
44Ra do Commercio 44
Londoi & Brasilian Bank
Limited
riua do Commertio n. 32
Saccr. por todos os vapores sobre as ai-
tas do mesmo banco em Portugal sendo
ma LisbCarua dos CapaUistas n. 73. No
farts, roa dos Inglezea.
Faculdade de Direito
(lras do novo edilicio)
Em vista do aviso n. 663 do mtniste
rio da IastraeoSo Pubiica, Correoa e Te-
legrapbos de '9 de Noverabro dj anno
prximo Sado, a directora d'esta PaouP
dade faz publico que se acba em concur-
rencia a cxccucSo da? obras do novo edi-
ficio da F,.c ildade, com o preso de 60
diss a contar da data d'esic.
Oa Sra. pr. tendentes d ver2o apresen
tar na Secetaria de^ta Faculdade at ai
i2 bor&s do dia 27 de Margo do corrente
anno is su>>b pr. poBtas dvldamente sel-
ladas e leccnhccidas.
As prcpo3tas serSo f itas por unidade
deser.ijo, e este dever.ser executado de
acoordo com as pL.atas e ornamento fei-
tos ; podendo os Sre. pretendentes exa-
aricar ditas plantas e jrgamenio no es
ciip.rio de odministra^2o das novas ebras,
sito no largo do Hospicio.
Oa pagamentos serlo feitos measalmen-
te pela3 medicSes provisorias pr. eedides
pelo engenheiro da obra
O arrematante ficar obrigado a indem
niear o goverco do prejo das macbinae.
materiaes e utensilios existentes, para o
qlie f.nces da ass:gi.ta:a do contracto se
proceder ao inventario c balando respec-
tivos, sendo o prego de taes objectoa fxa-
do pela adminiatrajao, de accordo com o
arrematante.
Os proponentes dt verao apresentar suas
propo;ta acompanhadus de coDbecimento
qae prove terem depositado na Thesoura-
ria de Fi.zer.da a qmntia de LOCOLOCO,
a qual perderlo em favor da (azenda na-
cional si sendo acceitas suas propostas cao
assiguarem o respectivo contracto e nlo
prestarem fianca que fica arbitrada na
quantia de 2O:O0CO0O.
Secretaria da Faculdade de Direito do
Recife, 27 de Janeiro de 1892.
O director.
Dr. Jos Izidoro Martin3 Junj'ar.
Derby Club de Pernam-
bco
yii se tendo reunido a assembla geral ex-
traoidi.aria convocada para boje, sao de novo
cenrocados os senbores accioais'as para a tercei-
ra reuEiSo, que ter lugar at dia S de Marco s
2 bo.-s da tarde, na respeciiva secretaria, pe-
yendo unceiocar com o numero de accionistas
cornparecentes, nos termos do art. 15 8 4-, ulti-
ma parte do decreto de 17 de Janeiro ae 1820
Secretaria do Derby Club de Pernamt ico, 2o
de Fevere;ro de 1892.O secretario,
__________________G. GuimarSes._______
Santa Casa de Nise-
ricordiado Recife
Horcado Mu ole] pal de aj. os
O x'j7:mtnio deste mercado no da 3 d
Marco foi o seguinle : Entraram :
36 bois pesando 4 729 kilos.
406 kUos de pelxe a 20 ris 8*120
5 compartimentos com mariscos a
100 rs. *500
2 ditos de camares a 3)0 rs. 4600
44 cargas com fariaha a 200 rs. 890o
9 ditas de fructas diversas a 300 rs. 2J7C0
3 cargas com gall'inhasa 500 rs. 1*5-0
1 cassus com gallinhas a 300 ra. *300
32 columnas a 600 rs. 11*200
37 loga-es a 200 rs. 7400
8 suinos a 200 rs. (caceta; 146 0
68 compartimentos com farinha a 400 27203
34 ditos de comidas a 700 rs. 23*8C0
47 ditos com fazendas etc. a 600 rs. 28*2 '0
48 ditos com verduras a 300 rs.
8 ditos de sumeiros a 14
9 ditos de a 7(0 rs.
6 ditos de fresaaras a 60D ra.
talhos a 2/500
42 ditos a 24
Rendmectos de 1 e 2
Exporiaco
zaan. 3 oa marco di 1892
tara o exterior
No vapor rancez Orenoque, para Buenos-
Ayres, carregoa:
Renda do Estado
Do dia 1 a 3
dem de 4
121:6174588
23 876/070
16;78246o
40.65S4755
acamas total
162:276*343
Segunda seccao da Alfindeaa de Pemamcccr.
4 lo Marco de 1892.
O thesoureiro,
Florencio Domingaes,
O chefe da seccao,
Feliciano Placido Pontual.
KtceebedorJa do Estado d
Pernambco
%jt 1 a 3 4887*7i)0
M%m de 4 1:157/975
6:045/725
Precos do dia :
Carne verde de 241 a 640 ris o kilo.
Suinos de 641) a 800 ris idem
Carneiro de640 a 800 ris deo-l
Farinca e 440 a 480 ris a ceiil
Milho de 300 a 320 ris idem
FeiiSo de 14200 a U600 idem.
T por* a cnti'*s
Mez de Mar; i
Sul.......... Congo----........
Europa....... Orenoque.........
Europa....... Potos............
Norte........ Vigtlancia.........
Europa ... Colombia .. .......
Europa....... Tagus............
sul.......... La Plata..........
Europa....... Clyde.............
144400
84000
64300
34600
4
84*000
243/220
4784300
724460
Pauta da Alfaadeca
tai?* di 29 di nvaainio a 5 d marco
na 1892
Aleool (litro ...... 460
ilgodaa em rama (kilo) .... S20
trroz com casca si.o) ... 90
Assucar retinado (kiloj .... 390
tlcelit DraJaafe
Do dia la3
idm de 4
5:190; 426
1:340/000
6:a30,'4l6
MoTlmento do porto
Navios entrados no dia 4
Havre e escala19 dias, vapor francs]
t Ville de Buenos Ayrest do 1*53 to
Vapores a sal*
Mai de Morgo
Sul......... Jaboatao.......... 5 as
Sul......... Actor............. 5 as
Europa...... Congo............ 5 as
Sul......... Orenoque......... 5 as
Sul......... Potos............ 6 as
Sul......... Vigilancia......... 7 as
Sul......... Tagus............ 13 as
Europa...... La Plata........... 14 ss
Sul......... Clide............. 24 as
Europa...... ames............ 27 a
SEGUROS
martimos contra rotio
compaahja Pitead! Per-
uaoihurana
RA DO COlUfiRGiO N.46
s
0
6
6
21
13
14
24
4 b
3 b.
13 li
1S.
3 b.
2 ti.
2 h.
2 b.
2 h.
A junta administrativa desia Santa Casa
em sua sessSode 8 do corrente receber
propostas para o forneeimento dos gneros
abaixo declarados, para o c .insuma dos
estabelecimentes seu cargo n'esta cida-
de e Collegio dos OrphSos em Olinda, du-
rante o trimestre de Abril Junho do
correte anno, declaranio os proponentes
sujeitarem se as condicSes j estabele-
cidas.
Aletria, kilo.
Arroi, idem.
Agurdente, litro.
Araruta, kilo.
Bacalho, idem.
Banba, idem.
Batatas, idem.
Cb verde, idem.
dem preto, idem.
Gaf em gr3o, idem.
Carne de xarque, idem.
Carne verde, idem.
Cebla, idem.
Farinba da trra, litro.
Feij2o, idem.
Fareilo (sacca de 80 kilos), sacca.
Gas commum, lata.
Dita in explosivo, idem.
Milho, kilo.
Macarriio, idem.
Manteiga inglesa, idem.
dem francesa.
Potassa, idem.
Phospfcoros seguranga, mago.
Pao e bolach, kilo.
Kap, idem.
Sabao, idem.
Sal commum, litro-
Tapioca, kilo.
Toucinho, idem.
Velas atearinas grandes, idem.
Ditr.s de carnauba.
Vinho branco, litro.
Dito da Figueira, idem
Dito do Porto, garrafa.
Vinagre portugus, litro.
Dito nacional, idem.
As prcpjatas serao em cartas fechadas,
o devidamente selladas com o seilo 0*0 Es-
tado.
Secretaria da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife, 3 de Margo de 1892
O escrivSo.
_________________P- R de Souza.
Companhia
Restilago e Tmoaria I chanica
Parah;ban
Chamada i capital
De ordem da directora, sao convidados os se-
nbores accionistas residentes neste Eatado a rea-
lisarem a 5* entrad* de 10 0/0 oa 20* por aeco
at o dia 13 do corrente, no largo do Corpo San-
to n. 2
Recife, 3 de Marco de 1892.
Manoel Lopes de S.
.


-


^

i






Diario de Pernambuco Sabbado 5 de Margo de 1892
XXX^DPOaDl3B.OXVXO
DO
CAMPO GRANDE

}
i
i
\
.
PROJEGTO M NSCBPCAO
Da 16." corrida a realizar-se domingo 13 de
Margo de 1892
1.* PAREO13 DE MARCOSOJ metros. Animaes do Pernambuco qne nao
tenbam ganbo n^s prados do Reoife at 29 de FevreirO de 1892.
premios ; 2000000 ao primeiro, 40)5000 ao segundo e 200000 ao
tereeiro. .
1- PAREO PRADO PERNAMBUCANO 900 metro3. Animaes de
Pernambuco, que nao tenbam ganho no Prado Pernambucaoo em 1891
premios : 005000 ai primeiro, 40)5000 ao segundo e 20)5000 ao
tereeiro. -
." PAREO DERBY CLUB 90J mtros. Animaes de Pernambuco que
nambaco que n3o tenbam ganho em distancia superior 1,000 metros
em 1891, salvo a corrida da 22 de Marco de 1891. pbbmios : 200J000
ao primeiro 40$000 ao segundo e 200000 ao tereeiro.
4. PAREOIMPRENA PERNAMBUCANA 1.450metro3. Handeap
Animaea pungas, de Pernambuco, poHando entrar animaes pelludos.
premios : 40#iJOOO ao.prirneirv, 120*500*. ao segundo e 400000 ao
tereeiro.
PAREO TRILHOS URBANOS 900 metros. Animaes de Pernambuco
que nao tenbam gacho n3ste3 ltimos 12 meces, premios : 200)5000
ao primeiro, 400100 ao segundo e 260000 ao tereeiro.
PAREO ORDSM800 metroB. Cavallos de Pernambuco que nao tenbam
ganho em maior distancia, podendo entrar eguas do estado, premios:
200000 ao primeiro, 400000 ao re-gundo e 200600 ao tereeiro.
PAREO FRATERNIDAD^ 1.Q50 metros. Animaes de Pernambuco.
preuO : 25O0OO?ao primeiro, 5O0QOO ao segundo e 250000 ao ter
ceiro. .
PAREO COMPENSABA) 900 metros. Cavallosde Pernambuco que
nao tenbam ganho uestes seis mezes podendo enWtr eguas do estado.
premios : 2X).?ao prinwiro, 401000 ao segundo e 200000 ao teresiro.
Observaces
De accordo c;m o ait. 5. do cdigo de corridas, nSo poderao ser inscriptos
nos pareos Prado Pernambucano o animal Gllete, Derby Jlub o animal Pyrilampo,
Imprjnsa Pernambucaaa, os aniane3 Gallilett e Veloz, Frate-nidade e CompecsacSo
o animal Piramon, Compensoslo Maranguspe, e no Ordem Cjlector, Rosa Bracea e Ida.
Nenhum pareo se realis-ir, sem que se inscrevam pelo mecos inco animaes
de 3 propietarios differentes.
O peso do pareo Handca) ser o mnimo 48 kilos e o mximo 60 kilos.
A mscripcao encerrar-se-ha terca-f-ira, 8 de corrente s 6 horaa da tarde
na secretaria do Hippod.-omo a ra 15 de Novembro n. 56, Io andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 2 de Maree de 1892.
O SECRETARIO,
usto G. da Silva,
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO
9.
Augu
Faco poblico que as aulas deste Instituto comecar&o amacha 3 do corrente mez, na antiga
Heela Modelo, sede actual do Iostituto Arcbeologico e Geompbico Pernambucano, continuana
aberta a matricula para as diversas aula3 na sede do mesmo Instituto jacinm
Outrosim que os professeres fizeram eatre si a distribuido das materias e designaran os
e horas do seguinte modo:
Primrlr ecco (PRIMEIRA SERIE)
Materias
Pro/cssores
L ngua portugueza .
LiDfoa JraacezJ.
Arithmetica elementar,
agraphia
Lingua ingleza
Elementos de geometra
Gecgraphlajjeral. .
Regueira Costa.....
Ajres Gama......
Cicero Peregrino.
Tiborcio Valeriano dos Santos
SEGUNDA SERIE
Das da mana
Tergas e sextas .
Tere, s e sextas .
Quartasesabbados
Horas
de aulas
51/2
6 i/2
5 1,4
[Faustino Porto .
Cicero Peregrino.
|Ayres Gama. .
. Segundase qnintas
Osarlas-
Tercas ....
ter:eira serie
L'Dgoa allema .
Elementos de algebra
Historia geral .
Cicero Peregrino.
Reguer* Costa .
Tercas e sextas
Saboados .
Sextas .
Secunda .-creo (PRIMEIRA SERIE)
NcvCes geraes.....
Noticias sobre as industrias .
Correspondencia commercial
em portugus.....
Meto em francez.....
U m em iaglez.....
em allem5o
ancia commercial.
Ari bmetica commercial
Histeria do commercio.
J.j Santos .
Faustino Porto .
Regueira Costa -
Ayres" Gama .
Faustino Porto .
Castro Medeiro.
AyresGima .
Segundas
Quarta8.
Texcas .
Sellas .
Quartas-
Tarcas .
Sextas .
SEGUNDA SERIE
Esttica .
Economa poltica
Estriptaracao mercantil
la.tuiges de crditos.
Lesr.slago commercial.
imerelaea .
Cicero Peregrino.....
Barros Guimaraes, substituido
por PortellafJunior
Joao Santos ......
Porteila Jnior.....
TERCEIRA SEPIE
Joo Santos......
Porteila Jnior -
Barros Guimaraes, substituido
por Pj'tl!a Jnior
Jj5.j S:::cs......
Qaartasesabbadcs
S.gundas .
(jaratas. .
egundas e qnintas
Segundas e quintas
Quintas. .
5egcnd33 e quin'as
Segundes .
6
6 1/z
51/2
71/2
6 i/l
61/2
61/2
51/2
61/2
6 1/2
6
7 1/2
51/2
51/1
5
7
7
7
5
ol/2
7
Bife, I de Marco di 1891. -O se:retario, Baptista Regueira
_ ,MM M L& lites
AREvLISAR-SE NO
Dia 6 de Marco de 1892
Principiar s II horas damanha em ponto
Komt-t
Pellos
* -
tVnf iira
nu. | j

Cor da vewtl-
meoia
Proprielarlu
-------------
L" Pareo CONSOL ACAO800 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenham ganbc nos
pridos do Recife podendo entrar pequiras at lm.28. Premios : 200/000
ao 1.-40*000 ao 2.' e 20*000 ao 3..
IjBocacio.
2 Alabima....J
3 L'meira.....
il Velocpedo. -
SjTalicier.....
6 Palafreo. .
New Yoik...
America.....
Rio Grande..
'atinho.....
Penedo .....
Boulanger...
Pontable-----
Tordho....Pern.
Ca3tanbo.....
Russo ...... I
Castanho.....
Baio......
Preto.....
Alazo.....
Rodado......
Russo.......
Zaino.......
Alazao.......
Castanho-----
51
51
ol
51
51
51
51
51
51
51
51
55
51
Ll t-ad >.............
Azul eouro..........
Ene, bonet. preto
Amarello e roxo.....
Encarnado e preto
Rosa e preto........
Enc.rnado e branco..
orpo bran. maog. pr.
Corp. ene. emangsbr.
Encarnado e preo...
Roxo e cinzeeto.....
Ai torio de Mello.
J. de Oliveira.
Jjs F. Cavalcanle.
J. K. da Silva.
JoaquimC deAlmeida
C. B.
L. Amorim.
M. P. M F.
Coud. Rosarinbd.
A. F. de Souza Lima.
Coud. Arraial.
Varejio da Silva.
2 Pareo-PRADO PEBNAMBCCANO1.000 metros-An:maes ds Pernambuco que nSo te-
nbam ganho em maior distancia nos prados do Recife e eguas de Pernambuco.
Premios : 200* ao Io, 40* ao 2 e 20* ao 3.'
Berlim------
Despota .
Galet......
Prometbeu.
Zaino...
Rodado.
Pera...... 57
57
55
51
Azul e encarnado
Amarello e rxo......
Listradoemangs. ene.
Preto, branco e ene...
Correia Rezeode.
Costa & Feroandes.
M R.
Coud. Nerundio.
3. PareoPRADO DA ESTANCIA 1350 metros.Animaes nacionaes at meio.
300* ao 1, 60* ao 2o e 30* ao 3.'
Premios:
Atila........
Siroco.......
Torpedo------
Cora.......
Gallileo.....
Turdilho.
| Castanho.
'Alazao.
S. Paulo..
R. de Jan.
S. Paulo..
56
56
56
56
56
Encarnado e braceo..
Azul e ouro........
Azul, branc. e ene....
Preto e encarnado..
Ouro e preto........
O. Cavalcante.
Coud. Internacional.
Coud. Cruzeiro.
Coud. Temeraria.
Coud. Fraternidade.
4. PareoANIMACO-1.050 metros Animaes de Pernambuco.
50* ao 2- e 25* ao 3.*
Premios : 250* ao l.",
Talispber- ..
Sans souci..
Maianguape-
Pyrilampo...
Rodado .
Baio.....
AlazSo...
T.rdilbo.
Pernamb.. 55
57
55
57
Listrado..........
Ouro e branco.....
Preto, ene. e ouro.
Grenat e azul.....
Coudelsria Recife.
D. Anna L. Mattos
Dr. B. B. da F. Filbo.
J. E. Ferreira.
o PareoSUPPLEMENTAR1.000metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenbam ganbo
em maior distancia no Prado e Derby. Premios : 200*000 ao 1, 40*000 ao 2
e 20*000 ao 3.
Tudo-....
Veo toroso.
Gerfaut...
Gala......
a Despota...
Baio........
Jastanbo-----
Zaino.......
Alazao......
Rodaio.......
Pernao)... 51
51
57
r>i
* 57
Ene, verde eamarello
Roxo e amarello.....
Azul e encimado....
Azul e ouro em listras
Roxo e*amarello...
Dr. Luiz Drumond.
D?itiao Costa.
Coud. Aurora.
Dr. Luiz Drummond.
Costa & Fernande3
6 PareoCONCLUSAO 800 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenbam ganbo
no pdo e Hinnodromo e que nao tenbam tido classincacSo de Io e 2* lugar
no Derby, uestes 6 mezes. Premios 200*000 l 40*000 ao 2. e 20*000
ao 3.
Alabama
Vermoutb...
Talicier.....
Mitin ......
America.....
Clyde.......
Coriseo......
Castanho ... 51
Tordilho 55
Baio........ * 57
Russo...... 5'/
Alazao...... 57
Rodaio....... 55
Alazao...... 51
List-ado...........
Azul e encarnado-.
Amarello e rxo. ..
Verde.............
Rosa e preto.......
Verde e amarello...
Encarnado e preto-
J. de Oveira.
A.M A.
J. N. da Silva. .
J. C. de O. Cavalcante
L. Amorim.
F. D. C C.
Coud. Arriial.
1:
Pareo-HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE900 melrosAnimaes de Pernambuco que
D5e tenbam ganbo uestes 4 meze nos prados do Recle. Premios: 200* ao Io,
40* ao 2 e 20* ao 3.
1
Fronten e x
Telegram
ma.......
Lucifer.....
Ally Slopcr.
Turco 2.
Russn....... Pern...... 55
^_ Rodado...... Pemam... 55
__ 51
* 51
Azul e encarnado.....
Rosa e preto........
Corp. br., maugs. prts.
C >rreia & Rezende.
Coud. Ida e Volta.
Coud. Rosarinuo.
Granate azul........|J F. de Mcura.
OBSERVACOES
Os Srs. proprietarios, empregados e eriados nSo terSo entrada no prado da
Estancia sem o respectivo ngresso.
O expediente para esta corrida encerrar-se-ha sabbado 5 do corrente, s
3 hores da tarde, na Secretaria do Derby.
Os ferfaits serlo recebidos at sabbado 5 do corrente s 3 horas da tarde.
BANCO DA mu
Capital Reis 1,500:0001000
Dividido em *15,000 accoe* de 100:000 cala urna
RA DO VIGABIO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Commercial
Hora DE 1 A 2 DA TARDE
Compr i e vende ttulos com c taejto.
Liqu da op3ra3es por conta de tereeiro ou a prazo-
Faculta capitaea par comp-a e vevda a dirheiro ou a prazo de quzesquer
\itules cotadoi ua Bolsfc. .
Integraban convlndo capitaea Je Bancos e companhias leeOBLeetaa uliliaoe.
Faz transferencia de operasSes re--list.da8 na Bolsa a prazo.
Auxilia liq de report e Dcloredere.
Realisa oper^coes bancarlas relativa* a s*c Datare.
Encarreg-ss de incorporucSes de Empresas.
Levanta-se aprestimos.
Compra e vende metaeB.
Encarrega-se da compra e venda do awuc&r, algodSo etc etc. -
20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
O secretario,
ir. Guimaraes.
Companhid Reoadora Mer-
cantil Atsucareira
D3 accordo oorr. o que pre:eitua o art. 5- dos
estatutos desta compaohie, sao convids'c
senhores accionistas a realisarem sz entrada
do capital rszao de 10 0/0 cu 10/OJO por :
Qo. at odia 10 de Marco prximo vlndonio,
das 10 horas da manhS ti 3 a larle, DO ^aes de
Capibarloe n. 54.
Recife, 9 de Kv vt r, i o de 1882.
Jote J.aqaim ca Co.-ta Ma'a,
Presidente.
S031EDADE
Monte Pi Bom Successo
D ordem do nosso irrxao director convido Id
dos os Srs. associados a reonirem s? em assem-
bia geral ordinaria, s 10 1/2 horas da manba
do dia 6 do corrente, domingo, ra Duque de
Casias n 37, aflm de tratar-se de negocios de
nleresse da mesoja socltdade.
01.' spcrelario,
Joao da Silva Saraiva._____
Sania Gasa da Misericordia o
Recife
A junta admio8lrativa na sala de suas sesses
oo ia 15 do correte, ptl:s 3 horas da tarJe,
receSera propostas para o arreniamento quin
quennal da [ rop'itiade Ilha do Noguc-ira, cem
ca?a ie vlvecda, grande coqueiral e fru;teiras
viveires. etc.. a qaem melhor prec^ offerecer e
goiier sujeitar-se as srguintes cjndiges : p!an
tar annualmen'.e ISO ps de coqueiros, tratal os
e conserval- s, reparar e conservar s cita de
da, calaj :i e pintal a, desobstruir, reparare
conservar os vi li existentes, caoestabe-
lecer nem consentir nos terrenos da liba logra-
doures cu pastageos, nao colber cocos verdes
em escala de negocio.
As propostas devero ser em cartas fechadas
devidamente selladas com o sello do Estado e
com fiador que garanta aeiecu;aodoconlrito.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife. S de Marco de 1892.
O escrivo.
Pedro Rodrigues de Soasa.
Club C. Panellas de
Miranda
Convido todos os socic 3 para comparecerem no
domingo 6 do correte, as l horas do da, em
oessa tele ra do Alecrlm n. 51, para em nu
mero legal, proceer-se a eleico para a nova
directora como marca l os arts. 28e30 Jo nosso
uto.
1 cife, 4 ie Marco de 1892.
secretario interino.
_______________________Eduardo R. Sette.
Banco da Bjlsa
Assemftla geral
Sao convidados os senhores accionistas a rcu-
uirem se em assembla geral ordinaria, (m vez
de dia 6 oo dia 7 do corrente ao meio dia, no
escriptorio deste banco, aBm de toiaarem coohe-
cimento do rehtorio, parecer tiscal e contas do
primeiro periodo e elegerem o conseibo fiscal.
R?cife, 5 de Fevereiro de 1892.
Os dlrec!
Jos A. Rodrigu s Lma.
Antonio L dos Santos.
I'. J. Pinto.
Para paasagens, fretes e encommendas tr>
3-28 com os
A02NTES
Pereira Carneiro& C.
'wkmRui do Com*tercio~i6
' > andar
iflABiT
:ouiRDbia Pernatakaesna de
*e(Afft
antem a; segainies liaba:
i"gaeo:
"*>rtc, locando nos portos ca Par hyba, Nata.
tcauo, Mossor, Aracaty e Fortaleza, partnde
este porto um paquete a 11 e 26 de cada mez
SnI, com escala pelos portos de Maceio, Pene
10, Aracai, Estancia e Baha, saundo desU
lrto a 14 e 29 de cada mez.
Fernando de Norenha, partida no mea o dt
oes.
Re Frmoso e Tamandar, sabida a 28.
Rto de Janeiro, (dlreetamenie) par? o paqueu
ie 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sahe di
5 a 20 do mez.
Tdos os paquetes sao novos, tem excelientei
iccommodac^es para passageiros e para carga
1 os precos sao muilo reduzidos.
Os passageiros eneontram, apar do bom tra
amento, todo o conforto desejavel a bordo
im paquete.
Os paquetes que fazem as 7iageas ao Rio di
ianeiro, alm de terem tudo o que se encontr.
ios paquetes modernos, accresce que fas a vis
;em em quatre diaa e o preco de passagem
12 l.> classe 60*000.
O paquete empregado na viagem para o Rh
j-aade do Sul e smente para carga, e tem c
i'.ado adequado a entrar no porto daquello Es
ado em qualquer occasiao.
Recebe se engajamento de carga por qnanti
Ude fiza para todas as viagens.
Cntrosim, a companhia expedir paquetes ex
tzordinarios desde que baja carga para o enga
ment completo de um paquete.
Usen 'orio. da Comoanhia Pernambucam
Di i.
Estrada de Ferro do
Recife a Caxang
Aviso
Dsrante as novenas da festa do Casan-
ga a principiar de boje 3, at 12 do corren-
to, a lorrpanhia expedir um trem espe-
cial partindo do Recife s 5 35 da tarde
e voltando do Oaxan^ s 9 horas, sendo
esta trem expresso de Quatro Cantos
Caxang, quer na ida quer na volta.
Bhetes de assignaturas n2o terao valor
oeste .tren,
E8criptcrio da Companhia, 3 de Margo
de 1892.
H. Fletcher.
Gerente.
De.by Club de Pernambuco
Da coafornvdud com o tr!. 16 do decreto de
17 de Jaaelro e 1890 acham-se nesta secreta-
ria disposxo dos senhores accionistas tojM
do balanco, reUco nominal deles e lista aa
iransff reacia de acc.s, tudo relativo so anno
social de 1891.
Secreiaria do Derby Club, i- de Marc de
1892.O fecretano
G. GuimarSes.
LINHA MENSAL
O paquete Orenoque
Commandante Bretel
E' esperado da Europa at
o dia
& de Marco de 189t
seguindo depois da indispensavel demora para a
Bhia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
tea vapore* afto tllnasliiadoa
tas electrice..
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer-
^dorias que u se attender a reclamagOes por
'al as, que fnrem reconhecidas na j:casio da
lesearga dos volumes ; e que dentro de 48 ho-
as a contardo dia da descarga das avarengas,
devero faser qualquer reclamacao concernen-
& a volumes que porventura tenham seguido
Dar os portos do sul, afim de serem dadas a
empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla-
em na vespera da ebegada do vapor para toma-
em as suas passageos.
Para carga, pa3sagens, encommendas di
miro a (rete: t.-ata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra d> Commercio4
The United States and Bra-
zilM. S. S. C.
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portes do
norte at o dia de Mar-
3, seguindo depois da
lndispensavel demora para
Baha, Rio de Janelro e Saotof
Para carga, passagens, encommendas e dl-
ohei'0 a frete : trata-se com os
AGENTEg
Henry Forster & C.
8Ruado Commercio8
Io andar
CHARGERS REUNS
Companhia Francesa
DE
JVavegaeao vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pernembuco, Baha, Rio de Jane
Santos.
O vapor Colombia
Commandante Viel
E' esperado da
Europa at o dia
i ; Margo e
seguir de.
'oecessarla demo-
a para
Baha, Rio dv laneiro e Santo
Rot;a-seae3 Srs. Importadores de carga pi
?spores desta iinha. qeram apresentar dentro
ie 6 das, a contar do da descarga das alvarea-
s'as qualquer reclamacao cancernente a yolw
ru porventura tentam segnido para os porto3
io sul, afim de se poderem dar a tempo as pro-
'id-.'ucias neotssanas.
Expirado o referido prazo a companbii nlo
e responsabisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros,
3ra os quaes tem excellentes accommodao s
i tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9-RUA DO C0MaERCI0-9
Boyal litl gtii fie Coib-
O vapor Tagus
E' esperado da Europa at o dia
I a de Marco e seguindo de-
Ipois da iodispensavel demora
Dar a '
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
noa-Ayres
Para carga, encommendas, passagens e i-
abeiro a frete, trata s: com 03 AGENTES.
O vapor La Plata
E' esperado dos portos do sul
at odia la da Mirco de 1892
seguindo depois da necessana
jdemora para
La Palmas, Lisboa, Vigo e Southamptcn
Reducido de pat$agsn$
Ida Ida 199U
4'Lisboa l classe 20 i 30
4' Sochampton 1* classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco. ____,
Para passagerti, ."re'es. eECoimedaB.tfaU-M
:om os
AGENTES
imorim Irmos & C.
N.3Kna do Bon JesasN- 3
Paciic Mili Ci-
W
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Potos
E' esperado da Europa at o
dia de Marco seguindo
__Idepois da demora necessaria
Jara Valparaizo com essala por
Baha, Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di-
neiro a freve: trata-se com os
AGENTES
Wilsoo, Soos C, Limited
IQRA DO COMMERCIO10
ISliSK
m
LEILOES
Teri'B-feira 8 def er lugar, pelo agente
Pinto, o lei.o de bons movis, fiaos crystaes,
porcelanas, espelbos, qmdros, tapetes e mais
objectos da casa em que residi o Sr. Augusto
Neesen, roa Formosa n. 7.
Leo
Banco de Pernambuco
DIVIDENDO
Sao convidados os senhores accionistas a vi
rem receber no c-criptorio deste banco, do da
25 em diao e, o quar-o dividendo de suas aceces
na razo de 8 0,0 ao anno, correspondente ao 2-
semestre lindo em 31 de Deiembro de 1681.
Recife, 23 de Jjneiro de 1892.
jDS Adolpbo Rodrigues Lima,
Director secretario.
Lloyd Brasileiro
SeccSo de navegaco
DA
SMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Guilherme de Castro
E' esperado do
sul at o dia 9
de Margo, se-
RUindo depois da
demora necessa-
ria para
?arahyba, Nata!, Cear, Amarrado, MX-
ranhSo, Para, Obidos e Manos
As encommendas serio recebidas at 1 nors
(o tarde do dia da 6ahid3, no trapiche Barbse
io largo do Corpo Santo n. 11.
Para cirga, passagens e valores: trata se com
j3 AGENTES.
PORTOS DO SUL
H vapor Alagoas
Commandante Jo.1o Maria Pessoa
E' esperado dos
portos do sul at
o dia 1 o de Mar
t e eguindo
da debe-
r do cos'ume p
Parahyba, Nha!,. .Jear, Amarraciu, Ma
ranhSo, Para, Obidos e Manos
As encoBsmendas serao recebidas at l hora
cu tarde Jo dia da sahida, no trapiche Barbosi
cf largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadore.3 oedimos a sua al
jra a clausula 10 dos ccnheciHienio3, que t:
No caso de ha ver alguma teelamac5o contra i
;ompanhia, por avaria ou perda. deve ser feiti
jor escripto ao gente respectivo do porto c'i
l?3C*rga, dentro de-tr-s olas depei? de finali-
da.
Nao procedendo esta formaliaade a compacba
i-a isenta de teda a sesponsabilidade.
Da armaco e balco de amarello envernissda,
mercadorias, pipa, mesas, fogo de ferro e um
grao de trem de cosinba, existentes no hotel
sito roa da Moeda n. 17.
Ssbbado, 3 do corrate
A's 11 horas
O agente Gusmo, autorisadp far leo do
hotel cima mencionado ptra pagamento dos ere-
dores. '
Garante-se a chave ao comprador da armacaos
Leilo
De movis, um relogio de ouro e corrente, e ou-
tros objectos
Constando de urna nobilia de Jacaranda com
mesa redonda e onsolos com pedra, 2 serpenti-
nas, 8 castiges com laaternas, 1 par de jarros, 5
bollas de vidros, 1 secretaria, urna commoda. 1
santuario, 1 cama francesa de Jacaranda, 1 guar-
da rcupa, 2 cabidts de paiede, 2 mangas de vi-
dros, antigs, 1 mesa redonda, 1 lavatorio, 1
aparador,! quartioheiro, 5 caeiras, 1 dita de
p de cama, 1 mesa quadrada para jogo, i revol-
ver, 1 marqaez:,diversc8 vidros e locca de jan
ta-.
Sabbado, 5 do corrente
A's 11 horas
No 1" eniar do sobrado n. 61 da roa das A_
Verdes
Espolio do coronel Luiz Cosario do R--go.
O agente Martins far lefto a reqaerimento do
inventarame dos ben3 deixados pelo tinado co-
ronel Luiz Cesario do Reg e por mandado -o
[lira- Sr. Dr. juiz de di-elto do civel, des movis
e mais objectos existentes em dito sobrado.____
Leilo
Da casa terrea da ra do Padre Florisno
n. 11 edificada em chSos proprics, e
que rende 216(5 por anno.
Segunda-fe ira 7 do corrente
A's 11 h rasem ponto
agente Pinto
No aimazem a ruado Bom Jess n. J5
Grande e variado
Leilo
D11 rico piano 'otts. i xcflleotes mo?es, lia-
dos lustres a gaz carbnico e keweae, crystaes,
porcelanas, objecics de electro pate, broez-,
pr.va, biscuiti, tapetes oleados para forro de
salas e quartos, bancos de jardim, plantas Saes,
um vanado sorlimento de trem para coiioha e
muit03 outros objectos de apurado goste para
casa de familia.
Ter^a-fera, 8 do corrente
Na casa da ra Forrcosa n. 7
Augusto Neesen, lendo de fazer urna viagem
Europa com sua familia, fai leilo, por interven-
I











I



6
co do gente Pialo, dos movis e mus objectos
* asi em aue midi ra Formoa d. 7.
H Sala de visita
Hm piano forte, 1 mobilia de junco, mesas de
centro i espeihj grande, l relogio de peJra. 2
condieiros de meca, & quairoi, 1 rico lustre, U-
petea aveludadoe, forro da sala, tapetes de c o,
oleados, ramos de flores, enfeites e jarros de
mesa
Primeiro gabinete
Ucn divn, 3 cadeiras poltronas, 2 mesas f;r
radas, 2 quadro3 oleo, eanefas e cortinados,
tasos para Adres e i oleado, forro de gabinete e
4 cadeiras de junco.
Segundo gabinete
Urna Una secretaria com armario, 1 estante
envidragadi, 1 mesa para escrever, 1 di a para
j&go, 1 caixa com jogo de xadrez, i dita com
te tos, 1 cadeira de braco, 6 cadeiras de juoco,
i candieiro de suspeaso, 9 quadros, snelas e
Borlisados e ohado forro de gabinete.
Quarto da frente
Um guarda leupa, 1 guarda vestido, 1 lavato-
rio e pertences, 1 tspelho, i cabide de columna,
1 porta toalba, 2 mezas redondas, 6 pannos para
cadeiras, 5 pares de cortinados, guarnieres para
lavatorio.
Sal, de jantar
Haia mesa elstica grande, i guarda lenca, i
aparador, 8 prateleiras, 12 cadeiras de guarnicao,
4 tandieircs de parede, 2 quadros, 5 pralos de
parede, i licoreiro, apparelhos de porcelana para
cha e jantar, copos, clices, garrafas, compotei-
ras e um'grande sfrvico de Bnos crytaes, sane-
fase cortinados, lindos objectos de ilectro pate,
ta'heres. colnere?, bandejas, abajours e chami
ees sobreeleves, toalbas e guardanapos.
Sala de copa e cosioba.
gasa mesa elstica, 1 guarda loua, i guarda
pratos, i parador, i filtro patente, 1 guarda co-
mida, i amolador de facae-, i almofarii, 2 balan
cas, um variado sortimento de trem de cotinba e
formas para bolos, escovas, vassouras, cbalei-
ras, balaios, bacas e penetras.
Oi>;ectoB avulsos
Urna empanada e armajao, 1 mesa e cadeiras
para jariim, i machina para regar, i mangueiro,
lcarrodenio e trem de jardim, escadas de
abrir, barris e garrafas vazias e outros objectos.
Pavimento superior
Um guarda vestido com espelbo, 1 toilette, 2
lavatorios iguaes com pedras, 2 camas de ferro
iguaes com colxOes e travesseiros, cortinados. 2
mesa3 de cama, i excellente 8 especial cadeira
privada, i caixa botica, 3 langas e cortinados,
tapetes, 2 camas de ferro para solteiros e muitos
outros objectos de casa de familia.
O referido leilo principiar s 10 horas em
ponto, por ser o numero dos lotea superior a
treteotos.
Diario de PerHambuco
HHHBHB5HBH" m^^mmm^P
Sabbado 5 de Marco de 1892
JLeiJo
Da grande caa torrea n. 7 da ra da
Ponte Velha com 2 portas e 2 janellas
de frente, espolio do coronel Luis Cesa-
ro do Reg.
Ttrcafeira, 8 do crvente
A's 11 horas
No armazem n. 39 da roa do Imperador
O agente Hartins far leilo por mandado do
film. Sr. Dr. juii de direitodo civel a requerimen
todo inventronte dos bens deixadob pelo finado
coronel LuizCtzario do Reg, da caea terrea ci-
ma, tendo 2 salas, & quartos, saleta, cosioba,
quarto para criadas, corredor independente, to
da caiada e pintada de novo.
Os prelendentes podem intender-se com c
agente para ver a referida rasa.
AVISOS DIVERSOS
Fiambres, fritadas de canario, empadas,
vaiap, bolo ingles pao-de-I, bandoj com bo
Untaos, touemhj de co, bo'o de rolo, bons boc
cados, pasttis ie nata, podins de diversas qua
lidades, cremes. doces d'ovos e de troclas, pao
de l torrado (kilos), assim como lilb para os
tres dias do carnaval ; na Soledade, ra do de
aembarpador Nunes Me^ado n. 86.
Veadem-se os dcos sobrados ns. 1 e 3 a
ra do Caes, que secue da casa da Deienco ao
Gasmetro oede esto situadas, tem commodos
para grande familia, quintal e c:.d.' com sapo
tiseiros, Icg.r destinaio a ter grande valor logo
que se realiee o i re jecto de urna ponte da Boa
Vista ra de S. Joao, mu.to propro para qual-
qner estabelecimento fabril ou outro qualquer.
dos que nao podem eer conservados no centro
da cidade ; vende-ce ambos, ou cada um de
per si : a tratar na ra das Trincbeiras n. 17,
laja.
Quem tiver encontrado no domingo tarde
no bond de Fernandes Vieira, um broxe de nix
com pequen s brilbaotes no centro, em forma
de cruz, poder entregal o lo.a de Vasconcellcs
ra 1- de Marco, e ser generosamente grati
Meado.
Precisa-ee de um boleeiro ; a tratar na ra
da Imperatrit n. 8. _______^_____
Precira-se e urna boa ama de cosinba e
ootra de sala : a tratar na roa do Crespo n. 10,
loja.
Precisa se de un cosinheio ou cosinheira :
na ra do Imperador n. 48, 2 andar.________
Precisa-se ae urna ama para cosinba: a
tratar na ra Bella n. 37. 2- andar.
Precisase de um criado que entenda de
copa: em Olinda, roa de Malinas Ferreira n. 10
paga-se bem..___________________________
Perdeu-se a caderneta n. 19,829, perten-
ceote a An'onio Baptista de Miranda.
Urna seabora habilitada ao ensino prima-
rio e secundario, mu -ca, piano, francez e ita-
liano, todos os trabaibos de agulba, Ibres, etc.
etc., se propoe a exercer o ensino em engenbos
ou outra qualquer parte : quem precisar dirja-
se ra 1' de Margo u 1, loja de faxendas, que
dar mformacSes.
Vende-se um engenho
com capacidade par tres
mil paes de assucar perto
de estrada de ferro com
muito boas mattas, grandes
varzeas e m:vido a vapor.
Para informacoes na ra
Duque de Caxias n. 52.
Ao commercio
Jos Joaquim de Gusmo e Silva declara que
venden ao Sr. Ernesto e Guarni o seu estabe-
lecimento de molbados, hvre e desembaracado
de qualquer obu= ; | o.tm quem se julgar credor
apresenie-se do prazo de tres dias, a contar
desta data.
Recite, 3 de Mirco de 1892.______________
Ao commercio
Julio Nunes da Silva, inventbante e tutor dos
menores rilhos do liudo Fructuoso Goncalves
Ferreira, vem declarar aos credores do referido
finado, que as soas cootas nao foram attendidas
pelo III11. Sr. D,\ juiz do orpaaos em virlude do
parecer do lllm. Sr. Or. curador.
Cosinheira
Preci-:a-9e de urna ra Duque de Caxias n.
87, 2- andar._________________________
Cosinheira
Precisase de orna boa cosinbeira, para casa
de pouca familia : a tratar na ra Deque de Ca-
xias n. 52.
Ama deleite
Precisa-Be de urna que techa bons eos-
tunes o que nSo techa filuos : a tratar na
rna de Pedro Alfonso n. 28, (outr'ora rna
da Praia) armazem de xarque.
Moedas de prata ou ouro
Compra se moedas de prata ou ouro de qual
quer qualidade, p?gando se malor prego do que
em outra parte ; na rna do Commercio, arma'
ten n. 4.
Cachorro pordido
Desappareceu da casa n. 38 em Fernaudes
Vieira, um cachorrioho de pello curto, branco,
tendo no meio das cosas urna mancha escura em
forma de coracSo, as orcinas da mesma cor e ca
bidas, e acode pelo nome de Migoon. Pede-se a
buem o encontrar, o favor de o levar a mesma
casa.
Patacoes
Compra-se de todas as nacOes ; na ra do Ca
bugp. 9, loja de Augusto do Reg.
Patacoes
Braseiros
Marcados 2d000 no centro, compra se po
naior preco do queem outra qualquer parte: nr
armaz-m n ra co Commercio n i.
Criado
No escriptorio da redaccSo ca Patria, sito
ra de S. Jorge (antiga Pilar) n. 6,1- andar, pre-
cisa-ee de nm criado, pagando-se bem, case
agrade.
Cosinheiri
Para orna familia estra>igeira, exige se boas
referencias : para mais informagoes, na rna do
Commercio n. 7, 1- andar, a
Attenco
Pede 3e ao prefessor JoSo Feveira Vilkla de
Araajo o favor mandar pagar 160/000 que tomn
para d? gar o titulo de sua senbora quando em
Abril de 1891 fui i graciada cem urna cadeira na
fregueziu de S. Jet desta cidade.
Viuva Azevedo & C.
Pechincha
Vende se nove vaccas da trra, mnia boa3
leiteiras, esto dando leite : quem pretender,
dirija-se estago do Cordeiro : a tratar com
Angelo de Fre tas Beierra.______________
ProVssora estraageira
Precisa se contratar, por dous ou tres annos,
para casa de familia nesta cidade aBm de conti
nuar a educaco de duas meninas, sendo a mais
velha de 10 anno3, urna professoja estrangeira
que esteja habilitada a ensinar francs e inglez.
o francez e aliento, msica, piano, arithmeti-
ca noces de geographia e hitMda universal e
alguns trabamos de agulba etc. As meninas de
que se trata comecaram sua educagSo por urna
professora allema, e esto bem principiadas.
IndicagOes a rna 1S de Novembro, (antiga do
Imperador) n. 28.
Doce-de Caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
ladeirada Ribeira so-
brado n. 28, na cidade
de Oli da.
Moedas brasileiras
Compra-se de 500 rs., U000, 2/000 no centre
da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Au
U3to do Reg. ______
Mobilia barat**
Compra se nma mobilia que eeja barata, e ou-
tros oojectos de casa ; a tratar no largo do Pilar
n. 21, averna.
Cosinheira
Precisa-ee de nma boa cosinheira, para casa
de familia, que abone soa conducta ; na rna
Conde da Boa-Vista d. 163, jonto a estagao do
Caminho Novo.
Cosinheira
Precisa-ie de urna qaa cosinbe bem e faga
mais algam servigo, que durma em casa dos
patr&es, para casa de pequea familia ; na ra
de Fernandes Vieira n. 19.
Criado e cosinlviro
Na fabrica de vinbos de caj, ra da Aurora
n. 111, precisa-se de criados, srvenles e cosi
nheiro.
Janipabo e caj
Compra-se em grandes e pequeas porges :
na rna do Principe n. 28, taverna.
Cosinheira
Precisa se de urna cosinheira ; a tratar na rna
do Commercio ). 32.
Criado
Precisa se de um criado que se preste a todo
servigo domestico, eqoe exhiba garantas rfesoa
conducta i na ra da Rod-i, actualmente Conse-
Iheiro Perett' n. 39, sobrado de nm s andar.
Attencao
Urna pe883a que reside14 ra da Alegra n. 6,
deseja saber ende esta residindo a familia do
Dr. Marco Tuiie do Reis Lima.
Gratifica^o de 10$
Quarta (eir ultima perden se nm pince nes j
muilo usado, qner no Torres na Lingueta, quer
no Hotel Interancional co em caminho a esta ; a
quem o tiver sebado, querendo lvalo a seu
dono, se dar a gratiticagSo cima.
E. C Ramsden
Hotel Internacional, ou Keen Sutterle C. Limi
tede, praca do Tira-deotes a. 2.
Ama 9 criado
Precisa-se de urna que
cosinhe com perfei^ao e
um criado para sitio que
d fiador de sua conducta :
a tratar na ra do Apollo n.
1.4, 2. andar.
AMA
Na rna da Aurora n. 109 B
de ama para casa de pequea familia.
precisa-Be
Ama
Precisa se de dnas amas, urna para cosinba e
outra para sala: a tratar na ra Baro da Victo-
ria n. 84, na antiga agencia de movis.
Ama
Piecisa-se de urna,
dro n. 1. 1. andar.
no Patio de S. Pe
Ama
Precisase de urna ama para tratar de duae
criangas, que seja crioula e de me'a idade ; a
tratar na ra do Livrameoto n. 1, sobrado.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinhar em um
pequeo negocio ; no pateo do Tergo n. 32.
A.ma
Precisase de urna ama para cozinhar em casa
de pouca familia, ra da Soledade n. 54.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na ra
do Livramento o 21 1.- andar.
Ama
Precisa se de urna para cas; de dnas pessuas
que compre, cosinhe e faga mais algucs serviges
de casa de familia, a tratar na ra da Matriz da
Boa Vista n. 3._________
Ama
Precisa se de urna ama que seja boa cosinhei-
ra ; na ra Bara > de S. Borja n. 33.
Ama
Precisase de urna ama que saiba cosinhar ;
na ra de II irlas n. 17. mercearia.
Ama
Precisa se de urna ama ; na ra de S. Jorge o.
120, 2- andar.__________________________
Ama de cosinha
Precisa-se d-j urna ama que cosa be bem, para
casa de familia ; a tratar na ra do Cabug n.
14, de meio dia at 2 horas.
Ama
Precisase de urna ama de meia idade para
cos'ohar, .ara caea de pouca .amilia na ra do
Alecrim n. 22.
ama
Precisa se de urna ama para lavar, engommar
e faxer mais algum servigo de caea de pequea
familia ; na ra Imperial n. 19,1- andar, viveiro
no Muniz.
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na rna
Pedro Alfonso n. 70.
Ama
No largo do Pilar n. 21, taverna do Sr. JcSo
Marlins da Silva, precisa-se de urna ama para
casa de nm mego viuvo sem rilhos. somente para
elle ; paca ee bom ordenado.
Cosinheiro
Precisa se de um bom cosinheiro ; na ra de
Paysandfl p. 19._________________________
Loja t kfmzzw das
Estallas
Acaba de receber nm completo sorti -
ment de tecidos pretos da gorgurSo,
sedas mascotte ftecido novidade), damas-
co, chamalotes, 'etamines, 13a lisas e la-
bradas e cachemiras que vndese desde o
prego de 800 reis a 2S0OO.
Assim como znantilhat he;ponholas,
mantelhetes, capas e visitas, cortes pretos
ricamente bordados a vidrilhos e seda,
que se vende por precoa sem compe-
tencia.
LOJA E ARMAZEM DAS ESTRELLAS
Sfi-Rna Duque de CaxIas-58
* Telephone n. 210
f
ProfeMor Joo oa Barroiis
Silva Jntenl*
O Greaio dos Proftseores Primarios, profun-
damente sentido pelo falleeimeo'.o deeeu prest-
mofo coofocio >-x presidente, profeescr Jcao
Jos Barroio da Silva Juveois, manda celebrer
urna mise pela eterno repouso de sua alma, na
igreja maUiz de-Suato Aouwia desta cidade, s
8 horas da mmha de et gunda-feira 7 do corra-
te, trigsimo da de seu paseamento.
Para asstetir esse caridoso acto o Gremi) con
vida a Exma. familia, os parentes, amigos e col-
legas do fallecido.
Secretaria do Gremio dos Profe-sores Primarios
do Estado de Pernambuco, 3 de Margo de 1892.
O 1- secretario,
Joviniano Sur.os.
I
iranclna Anula Ribelru Campos
Antonio dos Nasiimento. Manuela do Nasci-
ment e Nsaria Pereira, pai, mi e prima da
fallecida convidara as pessoas ie sua amisade e
as da fallecida para assistirem as missas qu1
mandam rezar ptlo repr uso de sua alma, na
igreja de N. S. do Rosario da Boa Vista, as 8
horas da maobS de sabbado 5 do correte, sti-
mo dia do seu fallecimenlo. Defdo j protes'am
gratidao a todas as pessoas que assistirem a este
acto de religio e caridade, assim cemo as suas
lrmandades queto nanamente ee prestaram de
aermpanhar o g'n corno sra ultima morada.
Bita
f
.ni
Hargarida doa Ptaseres
maraes
Miguel Jos Barbosa Guimaris e seus Albos,
genros, oras, netos, bisneloj e cunbades atra-
decem a todas as pessras que se dignaramassls-
lir o enteframento de sua prezada .esposa, mSi,
segra, av, bissv e irmos, e de novo convi
dem a todos os seus parales e amigos para as-
sistirem as missas por sua alma que ferao cele-
brada na matriz de Santo Antonio s 8 horas da
manba de sabbado 5 do correte, 7* dia do seu
fallecirnento ; desde j se confessam grates a to-
daspessoas qu comparecerem a e6le acto de re
lieio e caridad.
CABDOSO IRMAO
ua Baro do rrumpho ns. 100 a 104 e re
doVisconde de Itaparica ns. 23
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos doB molhores fabricantes.
CALDEIRAS maltitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferr. batido cravadas c caldeadas, fundido de todos oa tmsabaa*
q RODAS'AGA ptra cubos de maaena e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora o angulares de diversos tamazthoe.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPU'JHO sem sola, valvnla de bronne.
CHUMAGEIRAS parafuso3 e o mais que se opsa desojar para engenbos, &-
as de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pee* de machinismo tanto faces
ndido como batido-
EN AKREGAM SE de mandar vir da Europa por eacommenda, medate na
cominBs2o rasoavel, qualquer machinismo e CONTRAOTAM apparelhos pa?a D
oas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigara-se a montagem dos meamos e responsabilisam'-se polo bom trabis)
a-ra o que tem nm hbil engenheiro inglezi muito pratico, alm de dos nns it '
casa qne tambem engenheiro.

Novidades e presos baratos
a asa m m&m i,
T
Coronel Joo Carlos de Vendonca
Vaarosicellos
A viuva. filhos e feeoro do coronel JoSo Garlos
de Meudonca Vasconcellcs convidam lodos os
parentes e amigos para assisiirem miesa que
mandam resar na matriz da Boa-Vista, no dia
S do corrente, s 8 horas da maob, 7.a dia do
prematuro passament do sen idolatrado esposo,
pai e sogro.
Desde j se confeseam eternamente reconhe-
cidns.
f
loaqaim iiuan de Flgaelredo
Feliimina da Silva Figueiredo e sui lilha con-
vidam aos seus parentes e aos amigos de seu
finado esposo e pai, para ouvir urna missa que
por alma do mesrao mandam rezar na dia 7 de
Mirto, pelas 7 horas da manha, na igreja de N.
S. do Terco. 2 anniversario desea morte, e
drstie j an'erjparn seca aeradrirorntos.
Salas brancas bordadas para senhoras.
OaaacoB brancos bordados pard senhoras.
Camisas, idem, idem, id m.
Vestuarios e Jersey e Malha para meninos e meninas de 6, 75 8, 9$, 10#c I^p
nm facto.
Toalhas de linho com bico crivados de bico, diversos precoa.
Casacos de Jersey para senhoras grande sortimento.
Dito de caxemira de c6r.
Capas e vezites pretas para senhoras, caxemira e seda, diversos prefos.
Cretones fiancezes muito largos, cores e brancos a 500 rs. o covado.
Toalhas de linho e al jccSo para mesa.
Guardanapos linho e algodSo, grandes e pequeos.
Cintos de cores de 240 a 400 rs.
Fuso branco fino.
Madapol2o francez com 24 jardas de-83, 9$ e 100000 a pega.
Brim pardo liso para vestido a 400, 5G0 e 600 o covado.
Sargelim de cores e branco a 320 o covado.
Camas bordadas linho puro com 4 fronhaB e 1 talhe todo igual.
Mantilhss hespanholaB.
Gaixeiro
Precisa se deum caixeiro p-ra mo'.hados, com
pra'ica ; na ra da Unto n. 64.
Pedro Antunes & C.
Receberam os segaintes artigos para os
quaes chama a particular atttn^So daB
Esm 3. leitcras.
Completo sortimento de rendas de seda,
lmho e algodSo de todas as cores e lar
guras.
Lindas almeladas bordadas, (alto re-
l o).
Bonita variedade de sapatos bordados
em tapesseria o que ha de mais lindo.
Runtes bordados para cachepots.
Grande sortimento de cbjectoB para
presentes.
Para crianzas
B nitos costumes de caaemira o que ha
de mpis gosto.
Vestidos bordados para criancas.
Um completo sortimento de bonecaa e
calungaB para divertir qualquer enanca.
Para homens
Lindas gravatas do mais apurado gosto.
Interessantes alfinetes para gravatas.
Completo sortimento de botSes e guar
ni(8es de pedras finas (imitacSo de bri-
lhante).
Finos palitota de seda e alpaca.
Elegantes camisas de fustSo bordabas e
lisas, linho, preguiadaa lisas e bordadas.
NT3 Esp$r^a
Ra Duque de Caxias n. 63
Fitas lavradas para fnxas n. 80 com mai
de um. palmo de largura a 20100 re
o metro.
Qregos, gaI5es, trancclins e regente.
brancos e de cores, para enfeitar ve
tides e roupa de c-eanca, camisas, to>
lettes de senhora.
Collarinhos para homens a 200 reis na.
Grande e variado sortimento de caixas -
msicas a 20000, 30000 e 50000 re
cada urna, preprias para presentes.
Espelhos mgicos a 500 reis um. Dnzi?
40OCO reis.
Espelhos com tres palmos de altura, coa
moldura de dourado fino, oval a 8000'
reis.
dem, idem a 60000 reis.
dem quadrados a 5f5O0 reis.
Ventaronua de palha branca a 11000 re
nma.
Leques de papel a 500, 600 e 800 reii
Sendas ebicos de cores, branco, de al
godSo e linho de cores e pretos.
Bolsas s balaios do palha, para compra*
viagenB e passeioB,
CapaB de 1S e casemira para senhoras.
Perfumaras, leos, extratos, cosmtica
dos melhores abrigantes.
GalSes, palmas e pingentes de vidrilho
Bolsinhas para passeio, de chagrn e pe
lucia.
Albuns de pellucia, oouro e chagrn.
Vado sortimento de brinquedos.
Pulceiras, voltas, cazoletas, anneis, o
deas de plaqu americano.
Caixas de msica para presente a 7f00L
8IO0O, 91000 e 12fOCO reis.
lleias, lencos, collarinhos e pnnhos par
senhoras e homens.
Oculos, pincenez, navalhas e caivetes.
Capellas, veos e ramos1 para casamento!
Toncas e enxovaes para baptisados.
Corxetes em fita para metros.
alSes brancos para roupa de criancas.
NA
FLORIDA
m-Mn Dique de Caxias-10,
^IIIIIIIIIIIIIIIIIIlHtlII
RUADO
rr. 2i
i
CAL VRGEM
DE JAGUARIB
El barricas jara o farieo Ib uncir
Vende a companhia Exploradora

73CAES DO APOLLO73
.
LOJA
DAS ESTRELLAS
Os proprietarios deste acreditado estabeleci-
mento de modas tendo concluido o seu balando, resolve
ram liquidar com differenc,a de 50 [e, grande quantida-
de de sedas, fantasas e muitos outros art'gos de moda
e dfelei, cuja liquida^ao principiar na prxima segnn
da-feira 25 do corrente.
ABMAZEM E LOJA
DAS ESTRELLAS
56158-Eur rime deCaiias-56e53

^

Telephone n. 210
<
LUZ
e
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73 CAES DO APOLL0--73
<




-' *!>

^^^

>..!.
.'
Diario de Pernambuco Sabbadp 5 de Marco de 1892
fiEMEDIO DO DR. AYER
COJTKA
1S SEZES 011 MALERAS.
OBsmo o Dr. Ayek, descoberto
*egtal que Dio conten a quina nem o
auiijuico, era topouco ontro ingrediente
aociTO, nm remedio infallivel e prompto
fma. toda a qnalidade de febres intermit-
*B1 a maeo. Seus effeitos sao per-
wjjeutr-s e certos e nenhura mal abso-
KwKOte pode advir do seu empreo.
la taesma forma toma-se o nielhor
asedio possivel para todas aquella
meas que provea dos effeitos dos
ve,, que se desenvolvem nos lugares
aosos e infectados, e que senilmente
beriaso-se pelas affeccSes do
aerado e do baco.
O Hmedio dk Ayer curar sempre,
yo nos casos peiores, toda a vez que
'regado convenientemente e se-
Sasde o^iirecces.
PREPARADO PULO
TH. J. C. AYER & CA.,
iitril^hw,. Ei*.Uuidoa.
- S'*;"
tice.
spectorit
******
(peiro
*wei3s.-?e d<* om bom cope ro eos Loas refe-
mam ; r-ara 'jai iDfo:ma(0es, na roa do Com-
bttm n. 7. 1- andar, sala da frerte.
Luz Varnetlevan
la einpres timos de
^Hft&fquei* q jan Lia sol
CBC^iiO e pedras preciosas f
tambera compra cao*
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Soccorro, caugoes tk
Banco Popular, joias
e bnih antes.
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DC 4 88.
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A Superioridad* dos Sabonetea de VIOLET
conheclda e certificada pelas Celebridades
Medlcaes, o confirmada por urna
experiencia de mala de
mel eeculo.
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ESTES SABONETES
tem a propriedade
de tornar a cutis
FIEME 3RAXTCA o AVELTJDADA
VSQl.t.Ii'V
ARIS 29, Boulevari des Italiana, 29, PARS
AcuAr.tr rrts principis casas a narvttAaiAs da mvbopa da ahkica.
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DO D OCLAT
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.chites, Tisia, Coqueluche, etc.
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Pode ser procurado
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o Baro da Victoria
53, das 8 horas ds
Malilla, s 8 da noute
Electricidade para illumina-
t^ao e trac^ao
W. J. tyrcs
Eccarrega-se de fornecer apparelhos e instru-
mentos elctricos de qualquer especie e dos me
Ihcres fabricantes. Contrata a instdliacSo de
plantas elctricas, fornece orcameotos para as
mesmss. InformacO-s em jasa de Ramos Sal
gado ABISME

BRANC0.LOIR0
E ferruginoso]
SIRAVILHA CURA! (VA
DO CEUBBE
& Samphreys de Nova TcrL
V s'crdadeira Mai*avilha do Secul.
.i'JPKOVAD A. E LICENCIABA
i:ili Cviapcctorla tUvmlf Bysloue f.o
Imperio *! Bmzil.
A WS*rr,TllhaCaTntT romcdlt rr*n^t
c^k Pisadura*. j!j hncaours,CaaLa
> ^A^aar^ Cortaduras, ou Lacer^'Ow, Alhviuud<"'r.
^-: -> *>angue. tam i-erar a faflamififtcilo.
in>....i e taz, hji rtr i cri-ia
"f|we3Cnto.
'. P-:r_viHia Cnvariva 5 ftlUrlonnBBBtoa
%*iA'Ja i-am tuJia dHni <4o lxJ,o e|erU*^*4aj1iuJBrou.ro
-i ai -va,
f 5r5^rvMha Curativa bBMgvrel par
1 *"ni(irrbngifi, spjadi.'arfz, daK'icn^i*; .
.. ?^l;> ias. to Estomago, ou as iJemorrholt d:-
-'-".--lia**curabecipreo uuuua f^lbo-
AH'rrnflIha f.-wir'^vaDTnardvlonroTnrr.-
i^e Deutes Uc Uuvii^, i-'ace. Il'
_ *r ; B NwralelH.
X. i?-ravillia t'wratvn f ormtffM pronyto
;ft para Drt-s rheuiuatiu-\ a^ij ^', iAro
.**>-. snas Justas ou lernas.
rVs*.TiHia Cora'Iva fr, rxad4 nxadto
I 'tueuca. Albina, Aniiitalaf '/u;u,tMBou
vadaampt segim, *^ur*-eentca4.
jk M vllaa Carntlvn. t *'o :.iuito Jor
* 4. < o para o 4.aturra, a Ltuc .'*Mvy a>tiicaP,eoUtPOc''rrni*MiLof drbtiitautes.
Jk.'PlKra.'vilha Cnrntlvt. fi lrr.paawel para
jimc -". -tara0, ('hM:i-auM, A'va.Wma, r*ii*r--
'j&sa, .-ica, Prieiras, Joanereflplumorea.
- ..MavilliR Ci*rrl:v firemeolJrronpt'
jar^- -*Bit.ra stmp1. de ihrrrhea chroirlca.
* Vi^nTlIria ti*ntivft exceUente na*
*- '.-*w e C-avallarlra'. -yira ToBiadaras-I)^!*,
rsfoiadu/ns, Cour.tV^. laRCtraoee, Ot
iH^tainata do Dr. CumphrejSe
"?r- Eapcclfleoa,
.aeuto Maravllhoao*
HcMiaO- Srpalltlcoa
Remedios Vrleriuurlaa,
OBORB3 .al do T>r. Humphreya 141 pp^Inas sobre aa
3au- -. ^l*-4 ** modo decural-asae casrada, pede*
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Yende-se urna machina americana de aplainat
e outras de triturar, espremer fructas, etc., nm
excellente caldera de cobre eetanhado para co-
ser no vacuo, grandes depsitos de foiba para
alcool ou qaalqner mister, ama boa armacao in-
gleza, grande qoantidade de rolbas inglezas,
lquidos e anitos oatros bbjectos, todo mnito
em conta; na roa Loiz do Reg n. 14, Santo
Amaro, das 8 s 10 oras da manha e das ida
tarde em diante.__________________________
A.viso aos sen hores de
engeho
AdestMIacao d.3 Coelhos, de E. Bellioo, no
Ifrco des Coelbos n 13, compra-se qoalquer
qOMtidtde de mel bom i 5%f por pipa.
lato iirBsa
A FLOR DO BOSQUEa roa do L:
vramento n. 10. acha ae preparada eom
ama lindissima colleccSo de sap&tinho de
apurado goato, para senhoras e meninas,
em coaros de cores diversas, com deslum-
brantes bordados a ouro, missangas, ma-
n e leda, o que de mais ohic se possa
desejar para soires, casamento, baptisa
dos paaieioa etc e vende aprecoa muito
rasoaveia.
Attio
Pelo vapor cOiinda, ebegou (veja- e o
manifest) nova remeasa d'esta muitiasima
acreditada marca de oalyado para homem,
quem nBo foi servido com a penltima
'remeisa, deve sem demora vir FLOR
DO BOSQUE, afim de sapprir-se em
quanto tempo.
Braga t Si
Desta importante fabrica a vapor,
A FLOR DO BOSQUE, depositara de
grande variod&de em botinas, aapatoa e
sandalinas, para homens senhorf s e crean-
cas, fabricados com conro de ptima qna-
lidade, pretos e de linda coras, e vende
por precoa muito mdicos.
As ezcellentissimas noivas encontrarao
naFLOR DO BOSQUE, tma infinita
variedr.de em botiras e sapatinbos de Be-
tn, duraque e pelica, braceos, com bor-
dados iuvejaveis.
As excellentiosimas normalistas conti-
nuara o a encontrar naFLOR DO BOS-
QUE, aa botinas de sua predileccSo, a
5<$00opar.
(j rande deposito de botas para monta-
ra, costumea para caja, chancea e taman-
oos linos, sapatos para banhos de mar, e
aapatoa de borracha proprios para o inver
no.
Sortimento completo de calcado nacio-
nal e estrangeiro.
A FLOR DO HOt<|IJjR
10 RA DO LIVRAMElTO 1C
Nova loja de fasesadas
Este importante estabelecimeoto que acaba de pasear por ama grande reforma
acha-se habilitado a forrecer as melhores mercadorias por menor prego do que outro
qualquer, pois os beus no vos proprietarios estao dispestos a seguirem o bom svatem
dos grandes estabelecimentos de Pariz, que : VENDER MUITO E GANHAR PO-
CO, e tendo a certeaa de que assim o podem executar, nao s por ser este o systema
que vio adoptar como porque tendo ficado coto estabelecimento as melhores condi-
coes querem que os seas estimaveis fregueses aafiram das vant&gens que perceberam
ottvm aaroviitar!
NSo sendo ignorado por ningaem o elevado preco de qualquer mercadera che
gada recectemente em consequencia dos pesados impostoe, participamos ao publico
qne continuamos A LIQUIDAR com grande redceles de procos, um grande deposito
de fazendas recebidas ainda nos ltimos mezes do pretrito anno, avisamos portante s
ezcellentissimas familias e aos nossos estimaves freguezes que se dignem de prefe-
rencia honrar-nos com a sua preaenja afim de sapprirem se de lindissimas fazendas
por quantia esees si vamente mdica.
Sia tfogantts
eom
Ferro Girara^
Aprro.aJo p1a Academia ds Kpdrclaa de
r.ris. Approvedo pele Jani
Central de Hyi:eie publica do Braall.
01 'rofeMi.r Hrard encarregado do
Relitorio i Academia demon-trou *que
fcilmente acceito pelos doentes,
bem tolerado pelo estomago, rettatva
tu farfas e cura a ch'oro-anemia;
qtie o que distingue parti-ulirmante
este novo sal de ferro, que nao causa
pnsx de ventre. a combate, e elevan-
do se a dase, obtme-se dejeccoes
numerotas.
0 FER (t O GIB ARD can anemia,
cores pallidas, cambras do
estomago, empobrecime-ito do
aangue; o. tili- a os tempera-
mentoi fraooa,excita oappe tite,
reprulariza aa regraa e combate
a aaterilidade.
Deposito en Paria, t, raa Vivianae
i na* PUKiran daoaia a mahaucu-
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O mnls snare d todos 00 porfnmee nawee I
A origiiul e' nnioa eseencla Tcida/lcira j
uo Avaxtius. Kvitar as contraaojoe.
ATKINSNS
AGUA de COLONIA
bem preparada nm dos perfumes dos
mala refrcscintes. A de Atxissox, de '
fatrlcacfto ingUia reoonbecida como
a mais fina.
Vendem-so em toda a parta
t. V B. ATSINSOJr,
24, Od Bond Street, Londres.
-AVISO l.e^uimt^ omento com o roalo*
"c""/> "at m .relio a nurca ds
fabrica um. "Rosa braara"com
o completo nJereco.
Costa Campos & C.
MARftVILHA CURATIVA
DO CELEBRE
Or. Humphreys de Nova York
A Verdade!ra Maravilha do Seculo.
AFFEOVASA LIJENCIADA
cln Inepcctorln Rrral de Hyg;lene da
Imperio de Drofdl.
A MorivliliBC'n.-atlTB. remedioprompee
'^ara a? Pisaduras, Machuc.ulurps, Contusoes, Toe
reduras. Cortaduras, ou lACeracoon. Alllrla a dor,
estauct o sname, faz parar a fnnamma^ao. redut
s.lnchai.Ao,ilraodeacoramento,efazsarai iferlds
com por encanto.
A Mnravillia Cu* aiive alllvlo promptoe
cura iHi-i.la para chlueduras. e
Vteimartura ou *-'l,eG superior a qualquer ourv
remedio.
A Maravllha rnrnrlT lirsaga-"-l per
"aiHemorrluuUas. seja o Naris, daOcnglvua
CsTPu.riiV>. d< I l.niK.rfi.. ou re- IVin.'iTboklsaloU
olmorrtUnasenru sempree nuncii falla.
A Maravllhn 'nrrlivr umalltviopromptx;
am Uor de Detttt^, do OuThlog, da Face, lucnavao
FaceeSevrslgts.
A BlaroTilha Curativa fiorcniMpromMc
e precl'MO wiri Iith rbrunut'lcaa, AleljAo, AJOre
illdez as o untas oa Fftrnns.
A Mu. ..1 ;lia CnrailTa o mn* nrjedlo
p raKsnutii. n ia. Angina, .iinj'no: a> lncHaaao^
i.namma la eempr-? seguro, sempi-e etucav*.
A ^Inrnvilha CnrntivE. de mnlto .-ak
rom. luion-o liara > < aterro, a Ixueorr lien oa as
Mor. tranca!!, e outms conimentos deiji litantes.
A Maravilba Csr:ii-a Impogavel pan,
curar Ulceran. Cnagasantii!, Amti-niBS,ianatl-
dos, Callo
A Maravrh.< Cmrollyarrmedtor^mps
Vara Dlarr'ic simple, e de Dlarr.lca chronlt,-a.
,A Munoilba Cnratlva ccctlente asi
liras, ITOrcs,
Hfod,, 1 ,.tttWS.l^*r>eoe.*v
Os cortes de vestidos que acabamos de receber, em cambraia, 1S, e seda
ricos bordados.
Grande e variado sortimento em fazendas de phantasia.
MadapolScs francezes superiores.
Ditos especiaes americanos.
Cachemiras de todas as qualidades e brins de nho linos.
Cortes para calca de 6r$, 8, 10"., 124 e 164>000 rs.
Novidade em voiles de seda e 12 de 14600 -por 14200 rs.
Setinetas, sortimento complete, phantasia bracea rendada.
Chapeas de sol e sorcbrinhas para senhoras e enancas.
E' impossivel descrevermos minuciosamente a grande variedade de artigo?
que vamos vender a precos sem limite.
OFFMNA DE ALPAIATE
Variedade em casemirs para esecur}3g de toda e qualquer encomienda de
ronpa por medida.
Continuamos a vender as celebres
Machinas de costura
Singer, Imperial, Progresso, Medalha, etc.
Pre 2S Kua do Uvramento 25
Bento Ribeiro & C
SABO RUSSO
Maravilhota essencia preparada por
JAINE PARADEDA
APPROVADA PELA EXM- aTUNTA DE HYGIENE DESTA CAPITAL
numerosos certificados de medios distinctoa
e de pe a sos a de todo o criterio attestam e precaaiaaDi
o SABO RUSSO para curar
Queimaduras.
Nevralgias.
ContusSes.
Darthros.
Empigens.
Pannos.
Caspas.
Empeces cutneas e mordeduras de insectos venenosos, etc.
A nica e a melhor AGUA DE TOILETTE, reunindo em b
todas as propiedades das mais afamadas.
VENDE-SE nos estabelecimentos de Pedro Antones & C. e
Rodolpho Antunes & C. ra Duque de Casias n. 63 e 66.
Espinhas.
Dores rheumaticas.
Dores de cabeca.
Ferimentos.
Sardas.
Chagas.
Rugas.



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* Espccalidade: do Dr. Hmnphrcyt.
Remedios KspeciConi,
liento Mni i
Uuinstbus r>;p>- ilItktOM,
I! pmedloi Vctortnarioa.
O Tannal do Di. HiunpBreys M4 paginas sebre as
En' unJMidaf>Ul
seau.
HliMPHRKYS' MECOISE CO.y
1W Iwlt.a -i: Yema..
TJNICOS AGENTr
Para Yeaidas ca froga eaa fe?
nam. tinca
Farra o|>f iahd i C.
DROGARA
A' Ba Marqum ds Olinda n. 1
100:000$000
Loteras de Santa (Marina
Extracjo todas as tercas-feiras
90:000^000
LOTERA DA BABIA
Extrac^o todas as quintas feiras
200:000$0C0
%\ Grande Lotera da Baha
Di yo e importantis ii)!oplno
Extrae^o inadiavel, sabbado 12 de
-Margo prximo
Bilhti venda e paga ento de premios
ra Larga do Rosario n. 9, |. andar, escrip-
Bernardino Lopes Alheiro*
-
i

torio e



8
Diario de Pegnambuco Sabbado 5 de Margo de 1892
AOS FUMANTES
Desejaes nao ter azia quaodo fumaes?
Usae por algum tempo os apreciareis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, quer daados
saboroso fumo desfiado intitulado Hygierco Naeional e os cigarros do mesmo fumo,
Depois di so dr-vos-he se foi ou nao til o conselho.
Cumpre notar que os Hvgienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRALA situada na ra Laiga do Rosario n. 21 A.
Um apreciador.
Usa. tambtm o aromtico e
VENDAS
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Pa:B recebeu o
Lovre
Capas, jerseys e visitas
Goatos inteiramecte noves acaba de re-
cebar o
cites de l,linho,seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebido l-
timamente e
LOVRE
Sec as brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande eacolha
foram despachadas nestes ltimos das
para o
LOUVRE
A'S BSMAS. FAMILIAS
Pede-se para honrar com suas visitas
ID PMADIS DES DMS
38--Kua do Baro da Victoria-
SABAO CURATIVO BE REUTER
Tumores, cravo,
lia grane
Prodcza
tvo, pelle vermeltia, asp-ra e oleosa impidido on carado
o mai3 grande de todos os aformosedores da pelle, o Sabio Curativo de
por
Reuter. Prodcza a pelle foioiosa, branca e clara e ir aos brandas; absoluta
mente paro, delicadamente medicinado, extremameote inromparavel como
sabSo para a p* lie bem-como do toncado;, do banno e do quarto das cuencas.
CAi'TELA. Nao germino sem cada envoltorio ter a marca re
gistrada de Barclsy 6c Co, New Yoik.
KEDICIV4L.
1' PIBA O
::::::::
XAROPE DE REUTER W. 2
Como remedio daEstaco Carnosa, Pucador dosaDgoe, diurtico,
e aperiente, nenbum ontro appellidado depurativo ou salsaparnlba se appro
xima Sffinpr no Vnrnnp f Rpntpr n. 1. P.umhinn nnatrn ornnrfpa nrnnpioHs.
xima sequer ao Xarope de Reuter n. 2. Combina quatro grandes propieda-
des em um s remedio, operando a um lempo sobre 03 orgaos digestivos, o
pangue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa e expulsa pelos canaes intealinaes, rins e
poros da pelle, 03 germens nocivos, que flucluam no eangue. t a urina e na
iiranapiracao.
I
n MELHOR
PURIFICADOB
PABA O
M.1XGLE.
59
TELEPHONE
59
RICOS cortes de ves-
tidos de seda, de la e
j cambraias brancas e bor
dadas.
Grinaldas, leques e chpeos
de sol
De pbantaBias acabam de chegar para o
LOUYRK
LEVANTINES, voiN
les parisienses e crotones
lindos desechos.
COLCHAS
de renda, alta
de seda e
novidade.
Costumes para creaccas
De todas as idades encontra-se grande
ortimento no
Louvre______
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha do
LOTJVR E
TECIDOSDEPHAN-
TASA
Sndo impOBsivel de se deicrever a
grande variedade de tecidos de diversas
dualidades proprioB para a estacSo actual,
roga-se ao publico em geral e principal
mente as Ezmas. familias a finesa de vi-
aitarem o
LOUVRE
Ra 1/ de Marco n. 20 A
Francisco Gnrgel i Irmo
TELEPHONE N. 158
LEQUES de gase,
madeporola e tartaruga.
CHAPEOS e ca
para senboras.
GRANDE variedade
de objectos para presen-
tes.
TOALHAS e guarda-
apos de linho, braners
e de cores.
SEDAS brancas, pre-
tas e de cores para gran-
de escolha.
TECIDOS brancos e
de cores, arrendados para
vestidos.
CORTINADOS
demos para camas
celias.
m o
e ja
VENTAROLAS d e
gase e pennas, ultima
moda.
CAPAS e pelerinas de
seda e renda pretas.
CAMISAS de linho,
punhos e collarinhos para
homena e meninos.
RICAS grinaldas para
casamento
VESTIDOS
12 e brancos
para meninas.
de seda,
bordadas
CAMISAS,
calcas bordadas
choras.
saiaB e
para se
ENXOVAES comple-
tos para baptisados.
MEIAS de seda e fio
de escossia,para senhoras,
homena e crianzas.
RICAS almofadaa
velludo bordadas.
de
PERFUMARAS Jos
mais afamados fabricantes
de LondreB e Paria.
MESaS, etageres e
ca chapo tes, ultima novi
dade.
C0STME3 dejersey,
casemira e brics para me-
ninos.
GASES do seda, bran
eos e de cores para ves-
tidos.
~ESPART7LHOS-eh7
gantes de seda e brim
com pelucia.
GUARDA-POS d e
seda e alpaca para se-
nhoras.
GALLOES dourados,
prateados de seda e de
1S para enfeitea.
MANEQUDS france-
ses.
GRAVATAS para ho-
mens o que ha de mais
chic.
MATINEES brancos
e de corea, bordadas, com
rendas e fitas.
LAS modernas
sede para vestidos.
com
VELLUDOS pretos e
de cores.
JABOTS e
seda.
fichs de
BICOS de seda de co-
res modernas.
LINDOS albuns
retratos.
para
MANTILHAS
hidas de theatro.
e sa-
AOS
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoeea pre-
erivel ao cognac ou agurdente de cano*
para ortificar o corpe.
Vende se a retalho nos melhores arnu>
eos de molhados.
Pede Royal Blend marca Viada
cajo emblema sao registrados pan
BROWN.S & C, agentes.
Fabrica d tovas
, DE
jPJBXJUCGoA an
Raa Harao da Victoria n. 63
Loja de quadros
Madame Gerard avisa aos seus ame-
rossimos freguezes, que recebeu de Paria,
om grande e variado sortimento de nelli-
cas de chevreauz, de primeira qualidade,
seda, castor etc., etc._________________
Libras sterlinas
Vende-se na loja de jolas de Augusto Reg
k C, roa do Cabug n. 9.
PABA LIQUIDAR
Charlte verdadeiro, qua-
lidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com lindissimo
padroes.
Marroquim branco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas modei-
aas e mais artefactos par?
sapateiros.
Tudo isto se vende por
diminuto preco por have
grande depsito aa loja de
calcados ra do Lvra-
mento n. 10
Costa Campos i C,
Cal virgem de Cotunguba
FOLHETIM
A primeira por sna preciosa composigao chi
mica para o fabrico do assucar, riquiaaima de
8aeB de polassa e soda, adaptavel perfeitamente
exploracao da industria de sabonetes, etc. etc.
Superior de Lisboa, vende se cada barrica com
60 kilos a 8*000.
Agente nesta capital Manoel Jos de Araujo, a
ra larga do Rosario n. 24 A.
BROWNS & C
Mudaram seu escriptorio para a ra do
Commercio n. 7 1 andar e continan! a dis-
posicao de seus amigos e freg-uezes, para
tazar executar as melhores eondifes suas
encommendas de qualquer artigo agrcola
ou industrial da Europa e Estados-Unidos
da America do Norte.
Dispondo das maiores facilidades para
encommenda de apparelhos para Usinas de
fabricar assucar, fabrica de fiacao e teci
dos e outros ; acceitam contractos nao
| para o fornecimento dos machinismos como
para a respectiva installafo.
Tem completa colletjo de catlogos,
specimens e planos e portanto sempre ha-
bilitados a fornecer ornamentos e pros-
pectos.__________
Fabrica de gelo
Iguas e limonadas gasosas d*
tedas as qnalidades
PEQUEAS PILUL1S DE REUTER
Fipadj entorpecido cera^e positivamente com estas pillas. Ellas
sao um remedio purgativo liv.e e p-rke pn:a o bomerc mail frec;, '5: b m
como bastan e divo para o hrreic eo.s fcrl*, e iio constipa; depois; pela
accSo geral agrda a to; jg qur a* u'^o'. Sai as pilula5 erlendarte da pro
Basao medica des Estados nid-s. So s oenoiea e ua: facis i :omar.
Qcarenta i m cada frasco.
PARA
FIGADO
tRICOPEROTde BAIfflY
Urna preparacio elegante extremamente perfumada,
mnove toda as impurezas docraneo, preservativo con-
tra calvicie e cabello ctnzeiiio; faz o cabello crescer
peseo,brando e hermoso. InfalIvelpwacararenipo8ea,
ctoencas da pelle, gltz.iulas e msculos, e cura rpida-
mente cortaduras, q uel maduras, feridan, torceduras, Ac
CAUTELA.No eennlDO s.m cwla frasco
ter a marca registrada de Barclay & Co., Nw York.
PARA O
CABELLO
APELLE
E8UBELECI00 EMlNt
.#

-s
depositarios destes PEODCTOS.A companhia de Drogas e Pro-
ductos chimicos.
Raa Mrquez de Olinda n. 23.
NOVOESTABELECIMENTO
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas dj cores e pretas para senhoras.
G 3HC .A* JtP jS O o
de renda e de palh& para senhoras e meninas.
s
de palha e de seda para criancaa.
diPECS PE
para homenB e rapazea, dos fabricantes FRANCEZES, INufLEZE S E ALLEMAE8,
CHAPEOS
ia teda para homena.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninas.
DSONTCDeDa Ajaos
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros. Flores.
Plumas, Aigrettes eGrampos
y ara chapeos e outros artigos -j fantasa.
Ra do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560

Vende-se
ma casa de taipa, feitio de chalet, alto tra-
ves3a do Dr Feitosa, 2- districto das Gracas,
cojo terreno tem 100 palmos de frente, terreno
proprio, com cacima de pedra e cal, boa agua;
o cbalet tem de Trente tres janelas ou postigos:
a tratar na estrada do Limoeiro, em Sanio Ama-
ro das Salinas, taverna n. 6-B: para informac5es
na tarerna da entrada do Feitosa, quem vem de
Sante Amaro, que Ibe indicar qual o cbalet.
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
TERCTIRA PARTE
(Contlnuariiu do n.SOj
X
A BEIRA DO ('RIME
KSo deu maior attenc&o.
Entrou na caBa do velho Violaines.
O anciSo voltou-se e qusndo vio que
era Maria Thereza ergueu-se t5o violenta
mente que derrubou a cadeira.
__A aenbora i A senhora! disae com
voz sumida, pois atreve-se !
Titubeava e quaai nSo pronunciava aa
palavras, tal era a sua raiva.
__O que deseja T
Sr. Violaines, sea filho nSo sabe
que vim at aqu neate momento. Se o
aoubesae, nSo conaenteria com toda a
certeza, caao me tivesae aconBelhado com
elle. 5. L
__ Veio pedir me dinheiro ?
Ella desatou em pranto.
Sim, salve-noa l Salve-nos !
Atirou se seui ps e tentn beijar-
lhe aa mloa.
E balbuciaTa :
Soffremos tanto por toa causa !
Qracas ao aenhor e que nunca tomos com'
pletamente feliaea desde que dos casa-
mos. .. Foi o aeu odio de vinta annoa,
odio cada vez mais intenso, que nos infe-
liciton.... Entretanto, Sr. Violaines,
nos o estimaran: os tanto se tivesse que-
rido 1 E a sua velhice seria mais feliz,
pois nunca se o quando se odeia A
felicidade nunca completa sem o per
dSo... E ainda agora Sr. Violaines,
estaramos promptos a estimal-o, tudo es-
queceriamos depreisa, se quizease !
E' perfeitamente intil, acredite o
que est me dizendo. Ei.tSo na miseria
at o pe seo o e ahi os deizarei.
Por piedade, Sr. Violaines.
NSo tenho piedade para si. NSo a
conheco. Nunca quiz conhecel-a. En-
trn contra minha vontade para a familia,
e para mim nSo pasaa de urna eztranha.
Maa nSo por mim que imploro,
Sr. Vialainea, por aeu filho.
Odeio-o igualmente !
Sr. Violaines 1
E basta, minha flha, rtire-se !
Ah Deus ha de castigar a sua
crueldade...
Pois que castigue, isso com-
migo !...
Ella ergueu se. Arraatara-BO de ]oe
lhoa para aompanhal-o quando cami-
nhava e elle encarara-a durante todo esse
tempo com um riso cruel. Pareca gozar
daquellaa lagaimaa, do aeu deaeapero,
triumphar emfim, vendo como ao humilha-
va diante del le. ..
Na occaailo de aahir doaalontada, vol-
tea para elle os seas olhos supplices,
maa tove como reapoata urna risada oheia
de ameacas inaultaosas.
Maria afaatou-se.
A sua passagem tez fogir o mesmo vul-
to, que esgueirou te jonto.daa paredes.
Mas desU vez nlo peroebeu, tal era a
pertorbaclo em que ao achata.
E depois da sua passagem, o vulto vol-
tou o veio collooar te jante da oaia do
volho campenio.
Este quiz fechar a porta.
Mas a chave nSo dava mais volta na
fechadura, resista.
Tentoa, durante algum tempo, aem
successo ; soprou no buraco, repetio vinte
vezes a me&ma tentativa infru ctiferamente
e resignou-se a nSo fechar.
Ha qualquer cousa na fechadura,
murmnrou elle.
E sem Buspeita accrescentou :
Arranjarei isso amanhS.
Collocou o castcal junto da mesa de
cabeceira e dispunba-se a despir-se quan-
do um ligeiro raido el-o estremecer.
A porta abrira-ae o am homem intre-
duzira se no quarto.
E antes que o velho pudesse soltar um
grito, o homem, que arouille, atira te
de um salto aos hombros do pobre Vio-
laines, derrubao o aporta-lhe a gar-
ganta.
E em voz baiza, com olhos selvagens,
todos os seus dentet alvos raiando num
riso feroz :
Escuta, velho, nao quero faser-te
mal. J ests muito idoao. Aborrecer-
me ha aviar-te. Tns saceos cheios de
dinheiro nos teus armarios o vais dar-me
tudo o que tena, todo, entendes... Vais
entregar me isao com muito jaizo, sem
barulho, aem grito, aem querer denunciar
c o nhonhd, o nSo aoffrera am arra-
nhSo... Quando retirr-me, para nSo
me trahires, amarro-te aos pea da cama
e ponho-te ama mordaca, eis todo. Est
entendido, mea velho ?
O oatro estertorava :
Soccorro Soooorro 1
Barouille desapertara os dedos
deixal o fallsr. Tornou a
Ria-se.
Tu nlo s raoavel, mea velho.
Soda water., ginger, ale, limSo, laranja, cor
cao, abacaxis, granadina, grosellas, tranboistt
banoilha, hortel-pimenta, etc., etc.
11-ACAES DO GAPIBARIBE-H-A
Violaines fazia eaforjos vSos para des-
venoilhar-se.
NSo vale a pena, velho, nSo vale,
nSo, est te esgotando !
O velho entSo nSo se moveu mais,
porm os seus olhos fizos no rosto do
bandido ezprimiam am pavor atroz.
Tena mais juizo ? NSo gritas mais ?
Previno te que se recomecas, aporto o
torno por urna vez.
Levantou-se o orasou os bracos espe-
rando o effeito da sua ameaca.
Violaines conservava-se immovel, quaai
estrangulado.
Comprehendia perfeitamente Se nSo
obedecesse logo viria a morts l !
Quando reenperou as forjas sentou se
no chSo e pastos pesadamente a mSo pela
frente.
Teria elle certeza que nSo estava so-
dhando ?
Levantou-se entSo directamente.
cima do fogSo havia urna espingarda
pendurada o Violaines deitou-lhe
olbar.
Porm, Barouille vira tambem a espin-
garda.
Nsda do tolhices, heim ? ezcla-
am
Constituijo
DO
Sstado i9 Praam-
Vende-s a 400 reU
cada exemplar, no
escriptorio do Dia-
pio.
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
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Rea do Crespo n. 21
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Setinota lisa de todas as cores.
Bramante de linho e algodao.
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Tolards de cores.
Cretones pretos tinos. -#-"

.-
'

\ttenQo
i
Vende--e na ra do I) ;m Jess n. 38
1 piano novo Cari Sheel.
1 mobilia de Jacaranda nova.
1 lavatorio com pedra,

Com certeza ? NSo ha um escon-
diripsinhs ?
NSo. Procure !
NSo, declaro-me satisfeito.
Abri os saceos, despejou os para cer-
tificar-se que continbam as moedas de
ouro que vira da outra vez entre as mSos
do ancSo e tornou a enchel os.
Apavorado, quaai louco do terror e de
raiva, o velho contemplava essa scona e as
suas mSos trmulas estendiam-se machi- nha que deizra entreaberta, havia pouco.
tram preaa. Barouille aperta sempre...
Repete sordamente :
E' tua culpa Avisei-te !
E o outro nSo se move mais. Est
morto.
Barouille precipita se para a mesa para
apanhar o dinheiro e safar-se.
Maria Thereza havia deizado o velho
Violaines desconsolado. Acabava de atra*
vessar o pateo e perto da porta da cozi-
pat
dei
'<
.
dedos para
aporta!-os.
moa.
Violaines baizoa a cabec<. S lhe res
tara obedecer, fazer cara alegre aaa
desventara.
Bom, disae elle, farei o que quiser.
Ora gracas 1 lito que o fallar.
NSo percamet tempo 1
Violaines abri o armario, aa gavetas,
tomou os saceos repletos de suas econo
miaa o atirou-os sobre a meta.
Barouille tomava lhoa o poto com mui-
to calma. Dir-tt-hia que tratava de um
negocio com o velho e que nlo corra
perigo algum
Queros que en te desaprtgue doata vida ? E' todo ? porgauteu.
Nlo, ato ato bonito l Todo.
nalmonte para reclamar esse thesouro,
3ue elle fizera reluzir aos olhos do filho e
e Mara Thereza, esse thesouro que teria cabeca
salvo a herdade, mas do qual, impiedosa-
mente negava se a lancar mSo !
Barouille via bem a sua ra:va e ria-se
della.
E' duro, nao separar-se dos ami-
gos ?
De repente o campenio nSo se contem.
A raiva tupplanta a prudencia. A avare-
za sobrepuja o medo da morte.
Atira-se sobre Barouille :
Ah! tratante, nSo ters um vintem
meu ; entendes, nada !
O choque foi tSo violento que Barouille
vacilloa. Maa a lucta desigual e recu-
pera a firmeza. Violaines com todo o aeu
vigor enlaja o bandido. Fra outr'ora
um dos mais robustos da torra, maa pre-
sentemente viera a idade. Depressa perde
o folego, estortora.
Grita:
Soccorro I Soccorro !
E tendo te approzimado da janella do-
rante a loota quebra am vidro qae proda
am raido retumbante.
Ah! eu avisei-te, diz Barouille.
V todo rubro Suas mloa procuram o
peaoooo do ancilo e enlacam-te em redor
delle como am collar to aportado qae o
misero rola auffocado.
Estside ainda ot bracot para a frente
para defender te, mas ao ar, nao encon-
deteve se.
Sentou-se num dos degros. Tinha a
em fogo. Lagrimas abundantes
corriam de seus olhos o o fro intenso
daquella noite de novembro fazia-Ihe bem,
acalmava-a pouco a pouco.
E nessa occasiSo que gritos abafados,
lamentos, chegam de repente aos ceus
ouvidos.
E esees lamentos, pedem soccorro. Pa-
recer lhe vir da propria casa do anciSo.
O estrondo do vidro quebrado a pavo-
raa.
O que isso ?
Corre para a casa. Ha ainda luz. E
approzimando-se v a sombra de om
homem que se move no interior.
Apressa-se mais.
Parece-lhe que alguma cousa de sinis-
tro est se passando a li.
Maa detem-ae...
Urna terrivel visSo estaca-a aterrorisa-
da, sobre a soleira, sem um grito, tea
forjas.
Reconhecra Barouille !
O qae aquillo ? O qae tem elle q?e
fuer alli ? Onde eat o velho ? Qae fas
eUe?
Ouve tilintar de moedaa de ouro.
Mea Deus Mea Deus 1

(OmHnuarsf^a)
Typ. do Otario, roa Doqoe de Uxura. 14,


Full Text
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