Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19864


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AMO Lili.IIBBO 180

f
i
-
PARA A CAPITAL E LUAII*58 ONDE WAO E PACA PORTE
........ 64000
......... 120000
.......... 24^000
.......... 0100
Por tres mezea adiantadoa .
Por seis ditos dem.....
Por um anno ideai......
Cada numero avuko, do mesmo da.
SEITA-FEfiA 20 DE AGOSTO DE 1886
PARA DEMTRO E FORA DA PROVINCIA
Par im meses adiantadoa.....
Por nove ditos idem.......
Por um anno dem.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
130500
200000
270OOG
01ut)
DIARIO DE
RNAMBUGO
Proprtxlral* te Manad ^tguctra fce Jara i Silbos
O* Srs. Aidde Prine A C.%
le Paria, os nossos agente
exclusivo* de anounrion e pn-
Me cites da Franca e logl a -
trra.
Os Srs. Waslmrne Hermanos.
de \en-Vork. Bread IVav n.
?O. sao es nossos agentes ex-
clusivos de annu cios nos Es-
tados-Unidos .
TELEGRAMAS
SE3VI53 ?TICULAS SO DIASIO
RIO DE JANEIRO, 19 de Agosto, s
3 horas e 30 minutos da tarde. (Recebi-
do s 4 horas e 25 minutos da tarde, pela
rmba terrestre).
>a Cmara dos Depuladot foi aoje
BvroTado ein dlcuu o orea-
mente do Ministerio da Agricultura
cessario para a respiraco, pois, preciso ter-se
em conta a absorpeo do oxygenio n a emissio do
acido carbnico; e foi calculando sobre estes
dados que a sciencia chegoa a concluir que a
q antidade de ar indispenssvelmente nacessana
para o homem adulto de 23 metros cbicos por
dia, de 15 para a mulher,e de nove para a crean;*.
Para ama familia, pois, composta de pai, mi
e filho pequeo, preciso pelo menos urna provi-
so de 50 metros cnbicos de ar, o que corresponde
a um aposento de 5 metro* de comprimento, 3,5
de largura e 3 de altura, suppondo que alli nao se
accende lume porque a combuato de 1 kilog'am-
ma de carvo nao consom menos de 3 metros c-
bicos de oxygenio.
(Contina).
rARTE OFFICUL

aviso m isimk sitas
(Especial para o Diario)
MONTEVIDE'O, 19 de Agosto.
O estado do presidente da repbli-
ca nenbama alteraco aprsenla
nena para melbor, nem para pelor.
Cerca de 5 prlsdes foram etTectua-
das.
Besmente-se a noticia de ter sido
tortu o assasslno em conseqaencla
dos rerldas recebldas na occaslfto da
prlsao. Dlz-se que elle su*cldou-se
tom om tiro de revolver.
O parlamento uruguayo volou por
nanimldade urna meoaaiem con-
deaanando o attentado de que fol
victima o general Santos.
VIENNA, 48 de Agosto.
<) jornaes annanclana como pro-
vavel o casamento do archiduque
Otbon. sobrlnbo do Imperador fran-
cisco Jo', com a prstela Mara. S.
niiio do re de Saxe.
MADRID, 19 de Agosto.
Os garantilos acabaa de devastar
68 aldelas da provincia de Cuenca*
AgeDcia Hars, filial em Pernambuco,
19 de Agosto ae 1886.
ISTRCCiO POPULAR
(Extrahido)
34 BIBL.IOTHKCA DO POVO K DAS ESCOLAS
CAPITULO I
til ATMOSPHEBICO
i CotutmtafOf
No nosso tempo tem-se melhorado este estado
de causa. O progresao da civiliaaco e a solicitu-
de das adminiatmi'oes lucaea, incitadas pela febre
de mclhoramentos que distingue a nossa epoeha, e
Iluminadas pelas modernas conquistas acicntificas,
muito bao i'eitoe a gratules resultados teem ene-
gado no tocante ao s*ne*raento das povoacOis.
Teem-se, pois, melhorado consideravelmente as
condicoes das povoaco*, pelos revctimento do solo
de modo que d fcil curso s aguas pluviaes e
outras pelo regular systema de exgottos, pela aber-
tura de Lrgas ras que dfijm franca entrada s
orrentes de ar novo, pelas regras publicas, pela
plantacao do arvores, pela demolido de par eiros
e moradas uiesquinbas e insalubres, por meio da
regular Iimp-'za das pracas e mas, etc. Resta,
porm. ainda muito pura fazer. mesmo em cidades
das mais adiautadas da Europ.1 ; e, se considera-
mos a nossa Lisboa, vemos com tristeza que urna
dis mais atrazadas nVste ponto, e que muits lhe
falta no tocante aos melhoramentss indicados pela
hygiene, provindo d'ahi o ser ella boje considera-
da como urna das mais insalubres cidades da Eu-
ropa. E easa fama justificada pela estatistica
Assim, desde 1 de Agosta de 1880 at 31 de
Julho de 1881, nasceram em Lisboa 5.341 indivi-
isos e falleceram 7.126, excluidos d'este numero os
qae morreram nos hospitaes e eram oriundos de
fra da cidade. Foi portento n'aquelles doze me-
aes o numero dos bitos superior em 1.785 ao dos
jaecimentos. Comparado o numero de bitos com
a populacao, v se que a proporco daquelles de
3 86 por cento. Sendo a proporco media da mor-'
tlidade as cidades da Europa de 2,61 por cento-
teaaos razao para nos lamntennos das mis eir-
eunstancias da nossa capital, que tem todava cone
eheoea naturaes para ser urna cidade formosa
salobre.
Volunte do ar respiravel nos espa-
cos limitadosDissemcs cima que o homem
d entrada nos pulmes, durante nm dia, a 7 ou
t metros cbicos de ar, e qne este ar lhe seria
theoricamente bastante, se se conservasse sempre
Sro e se o cxygenio estivesse n'elle regularmente
itiibuiclu. Mas demonstra a experiencia que a
mistura dos dous gaies, oxygenio e azote, n'um
reciato fechado raras vezes uniforme, e que o ar
onfinado ao mesmo tempo viciado pelos productos
das exhalacoes pulmonar e cutnea, que a todo o
instante lhe estSo alterando a composicAo. O lio-
rnas lanca de si, no acto da respiraco, os 8 nie-
tos cnbicos de ar qne introduzio nos pulmoes pela
inspiraco ; mas, emqnanto que o ar inspirado
eontem apenas, no estado normal, 4 partea por
10:OJOde acido carbnico, o que espirado eontem
4 p-ir 100.
Ora este acido, cuja proporco ainda augmen-
tada pela transpirncao insensivel (qnede continuo
e est fazendo pela pehV), improprio para a
t ispirasio ; e basta qne a proporco d'elle no ar
a: eleve a4por 1:000, para que se comece aseotir
a sua prejudicial influencia, qae se tnanifeste a
artscipto pela sensacao de peso dentro da cabeca,
**r mal estar, por inquieta ci nervosa e por op-
pressao respiratoria, que sio indicios de asphyxia
iuipiente.
Para se apreciar com rigor o volaste de ar ne-
(overno da Provincia
EXMDIEBTE DO DIA 5 DB AOOSTO DE 1886
Actos :
O vice-presidente da provincia, tendo em
vista o exposto no oficio do director do Arsenal
de Guerra, de 21 de Julho findo, sob n. 486, e o
ornamento organisado pelo engeuheiro encarrega-
do das obras militares, na importancia de 1:180J306,
resolve, de accordo com o ej 8 do art. 5 do de
creto n. 2,884, de 1 de Feverairo de 1862, abrir um
crdito na referida importancia, verba obras
militares, do Ministerio da Querr, exercicio de
1886 a 1887, afim de occorrer as despeina com os
reparos urgentes de que precisa o paiol da plvo-
ra, na Imbenbeir.Kemntteu-se copia ao inspec-
tor da Thesouraria de Fazenda e communicou-ae
ao director do Arsenal de Guerra e ao engenheiro
das obras militares.
O vice presidente da provincia, attendendo
ao que requeren Francisco Deodato Lins, professor
da cadeira de ensino primario de Canhotmho, e
tendo em vista a informaco n. 209, de 13 de Ju-
lho findo, do inspector geral da instruccSo publica,
resolve conceder ao peticionario doua meses de
licenca, com ordenado, para tratar de sua saude
onde lhe coavier.
O vioe- presidente da provincia, teudo nega-
do, hontem, sanelo resolucito ornamentaria vo-
tada para o exercicio financeiro de 1886 a 1887,
resolve, usando da attribuicao conferida pelo art.
24 g 2* da le de 12 de Agosto de 1834, convocar,
extraordinariamente, para o dia 1 de Outubro pr-
ximo rindouro, a Asscmbla Legislativa Provin-
cia, cuja sessSo dever durar 15 das afim de de-
liberar sobre o assumpto. R^m^ttcu-se copia ao
lo secretario da Asscmbla Legislativa Provin-
cial.
Officios :
Ao Dr. chefe de polica.Declaro a V. S.,
em soluco ao seu oflicio n..756, de 3 do corrente,
que fica approvado o acto do delegado do termo de
Naiareth, reunindo ao respectivo destacamento o
de Lagoa do Carro, no intuito de prevenir qual-
quer alteraco na ordem publica, em consequencia
de terem-so agglotuerado n'aquella cidade traba-
jadores d estrada de ferro.
Ao inspector da Thesouraria de Fasenda.
A' viste do que expoe o engeuho encarregado
interinamente das obras geraos, em officio junto
por copia, de 3 do corrente, sob n. 126, airva-se
V. S. de mandar pagar as folhas dos empreados
da ponte Buarque de Macedo, relativas ao mez de
Julho prximo findo.Communicou-se ao respec-
tivo engenheiro.
Ao mesmo.Declaco a V. S., paraos devi-
doa fina e em soluco ao sea ofiicio de 31 de Julho
ultimo, n. 551, que approvo as bases juntas orga-
nisadas para o arrendaineato aos negociantes Joa-
?uim Duarte Simes & C, do proprio nacional n.
sito no Forte do Mattos, por tempo de 6 annos
e pelo preco annual de 61540X).
Ao mesmo.Satisfazendo ao pedido cons-
tante do seu ofBeio de 3 do corrence, n. 556, envo
a V. S. os documentos comprobatorios da despeza
de 900U, proveniente do gas consumido no Pala-
cio da Presidencia, em Abril de 1884.
Ao mesmo.Recommendo a V. S., em solu-
co do seu officio n. 522 de 22 de Julho fiado, que
faja lavrar termo de contrato com Bartholomeu 6c
C-, successores, para o fornecimento dos medica-
mentos e varias artigos destinados pbarmacia do
presidio de Fernando de Noronha e constantes da
inclusa proposta, preferida pela jonta de fazenda,
por ser a mais vantajosa.
Do referido fornecimento dever ser smenta
excluida a caixa com ferro para amputac5es, a
respeito da qual opportunamente providenciara!.
Com este officio devolvo a proposte apresentada
por Virgilio Augusto Lopes e a relacao dos med -
camentos e artigos que te m de ser remettidos
pela pbarmaeia da enfermara militar.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.De-
claro a Vine, para os devidos fins, que a compa-
nhia Messageries Maritimes ach*-se isenta do pa-
gamento do imposto de tonelagem cobrado sobre o
vapor Senegcd, e de que assiguou o termo de res-
ponaabilidaae citado na informaco da Altandega,
aunexa desse Tbesouro, de 26 de Juuho nltimo,
n. 736; visto estar comprehendida na excepcao do
12, art 19 da lci n. 1,713, de 28 de Julho de
1882, mandado observar pela lei n. 1872, qae in-
terpretativa da disposicao do 30 art. 2* da de n.
1,860, do orcameu'o provincial, em liquidacao, do
exercicio de 1885 a 1886.
Ao mesmo.A' vista da sua informaco de 27
de Ju bo prxima findo sob n. 50, mande Vmc. en-
tregar ao tbesoureiro da repartico das Obras Pu-
blicas aquantia de7:725 para occorrer s despena
a cargo da mesma Repartico durante o mez de
Juuho ultimo segundo o pedido junto. -Commu-
nicou-se ao respetivo engenheiro chefe da repar-
tico das Obras Publicas.
A' directora do Aroenal de Guerra.Mande
Vmc. satisfazar o incluso p-dido de artigos de
fardamento, que, para seu uso. faz o mjor do 12*
batalho de infantera, addido ao 2" batalho da
mesma arma, Joaquim Manuel de Medeiros.Com-
municou-se ao inspector da Thesouraria de Fa-
senda, e ao commandante das armas.
Ao commandante interino do Corpo de Po-
lica.Providencie Vmc para qne destequem
cinco pravas em Bizarra, retirando duas do des-
tacamento de Vicencia, duas do de Laga-Secca
e urna do de Nazaretb.Communicou-se ao Dr.
chefe de policia.
Ao mesmo.Ao Dr. aefe de policia mande
Vmc. apresentar amaoh ao meio dia, das pracas,
afim de escolterem um preso at provincia do
Cear.
A' junta classificadora de escravos do mu-
nicipio de L:moeiro.O ministerio da Agricultura,
Commercio e Obras Publicas tem decidido em di-
versos avisos, entre outros, no de 31 de Margo de
1883, que smente os menores de 21 annos filhos
de escravos libertados por cunte do fundo de
emancipaco devem em classifiagoes posteriores
ser attendidos para o mesmo fim, preferiodo a
quaeequer classes de familias, visto reconhecer se
que a preterico delles por occasio da classifi-
caco dos pas resulta, ou de ignorarem as juntas
clasificadoras a existencia desses menores, ou por
insuficiencia da quota distribuida.
Ansim se Benedicta, mi do menor Flix, foi
libertada em Outubro de 188J, segundo a certido
annt-xa do ofiicio de V me. de 3 do corrate, por
ontro meio que nao o fondo de emancipaclo, visto
nao figurar ella as libertacoes conferidas em 16
de Julho de 1881 por cunta do alludido fundo, s
poder o di te menor ser attendido, quando lhe
couber a vez, no n. 2 do 2* do art. 27 do Regu
lamento n. 5135 de 13 de Novembro de 1872.
Conste da classificaco, que, por copia, Vaacs
enviaram com o officio de 28 de Juuho recebido
em 26 de Julau, ter a escrava Seraphina, conjuge
de livre com 5 filhos livres, menores de 1 a 10 an-
nos, e urna filha menor, escrava, preterido, com
esta, escrava Rite, tembem conjuge de livre,
com igual numero de filhos livres, de 1 a 10 an-
nos, o que nao 4 regular attendendo-sa a que como
tem decidido o Governo Imperial, mais fcil,
em cada classe, a libertecSo de familias, qae tive-
rem menor numero de individuos libertados.
Tambem consta da referida copia terem sido
preferidos 5 escravos casados com mulheres livres,
sem de-lara^o do numero de filhos livres, as
condicoes do aviso de 31 de Maio de 1884, que
devem determinar a preferencia entre elles.
Si assim esees escravos nao teem filhos livres,
justo e equitativo que sejam de preferencia
classificados os mais velhos, nma ves qne perten-
cem mesma classe.
Por todos esses motivos recomiendo a Vmc.
que procedam a nova clossificac/o.Remetten se
copia ao respectivo juis municipal.
A' junta classificadora de escravos do mu-
nicipio do Cabo. Nao pode ser approvada a clas-
siticaco, que Vmcs. enviaram, por copia, com o
fficio de 7 de Julho ultimo, recebido a 17 :
1.* Par nao constar da mesma escarem esgota-
das as classes, a qne perteneem oa escravos, Da-
vinio, Antonio e Joo ;
2.o Porque, sendo da mesma classe os outros
8 escravos classificados, dens. 4 a 11, isto con-
juges pertencentes ao mesmo senhor nao consta
igualmente nao haver conjuges que pertencam a
senbores diflerentes ;
3.* Porque, estando os alludidos oito escravos
em idnticas condicSes, por ter cada casal um
filho livre menor de 21 anoos, sem constar igual-
mente que nao ha conjuges com filhos livres me-
nores de 8 annoe, nao forana por equidade prefe-
ridos os mais velhos.
Recommendo, portanto, que ae proceda a aova
classificac&o, obiervando o que fica ditoRemet-
teu-se copia ao respectivo juiso mauicipal do
termo do Cabo.
Ao juiz municipal e de orphos do termo da
Gloria do Goit.Uecommendo a Vmc. que no-
mi-ie promotor ad hot, para servir na junte clas-
sificadora de escravos dease termo, visto ser o que
della faz parte sobrinho do collector geral, segundo
consta.
Porteras :
O Sr. agente da Oompanhia Brasileira de
Navegaco taca transportar amanh a boiJo do
vapor Para, at a provincia d Cear e por conta
do ministerio dos negotios da justica, o criminoso
de roubo Affonso Rodrigues de Oliveira e duas
pracas do corpo de policia que o esooltam, con-
forme requieitou o Dr. chefe de policia.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande concuder passagem, proa, at o presidio
de Fernando de Noronha a Lacinda Mana da
Conceico mulher do sentenciado Laurindo Jos
Goncalves o qual para ali segu, e a 3 filhos me-
nores, por conta das gratuitas a que o gsverno
tem direito.
Mutatis mutandit a Joaona Mara da Con-
ceico, mulher de sentenciado Jos Neto Nogueira
e 1 filho menor.
Mutatis mutandit a Thereza Mana da Con-
ceico mulher do sentenciado Florentino Jos de
Araujo.
Mutatis mutandis a Anna Joaquina do Espirito
Santo mulher do aentenciado Thomas Antonio de
Gouveia e 3 filhos menores. Communicou-se ao
director do presidio de Fernando de Noronha
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passagens a r. at ao Aracaty
ao Dr. Joo Baptiste de Siqueira Cnvalcante e
sua mulher por conta das grataites a qne o go-
verno tem direito no vapor que segu hoje para o
norte.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passagens, a pr de Fernando de Noronha por conta das gratuitas
a que o governo tem direito a Ignacia Mara da
Conceico liba do sentenciado Jos Domingos da
Costa, a qual para alli tem de seguir.- Commu-
nicou-se ao director do presidio de Fernando de
Noronha.
EIPBD1ESTB DO SBCBSTABlO
Ao Dr. chefe de polica. O Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, manda communicar a V.
. para os fins convenientes que no requerimento
de Joo Baptiste de qne trate a sua informaco
n. 695 de 14 de Julho findo profers hoje o se-
guinte despacho : Sim remette su o requeri-
mento ao Sr. inspector do Thesonro Provincial
para attender nos termos de sua informaco n.
51 de 27 de Julho findo e de accordo com os arta.
133 e 13o do regulamento de 18 de Marco de
1885.
__ Ao Dr. juiz de direito das execufSes crimi-
naes do Recife. De ordem do Exm. Sr. vice-
presidente da provincia communico a V. S. qne
providenciou-se -convenientemente sob'e o assum-
pto de seu officio n. 380, deste data.
__. Ao inspector geral da Instrucco Publica.
__ De ordem do Exm. Sr. vice-presidonte da
prouincia declare a V. S. que a licenca concedida
em 9 de Junho ultimo professora Maria Anto-
nia da Coste em prorogaco da qne obteve ella
por portera de 28 de Abril do corrente anno.
Mutatis mutandis ao inspector do Thesonro
Provincial.
Ao engenheiro das obras geraes. O Exm.
Sr. vice presidente da provincia manda aecu-
sar o recebimento do officio n 127 de 3 do cor-
rente em que V. S.* communica terem sido sus-
pensos no dia 1 os trabalhos da ponte Buarque de
Uacedo atiento o pequeo saldo restante insufi-
ciente para as despezaa a eflctuar-se com o pes-
soal e material nacessario as obras, e que est ter-
minada parte do respaldo da 8 fiada do 6o pilar
e asaentada as pedras de cantara correspondente
a 9* fiada. Commnnicoa-se ao inspector da
Thesouraria de Fasenda.
Ao Dr. juiz municipal e de orphos do termo
do Palmares. De ordem do Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia recommendo a V*. S. que faca
anisar novo edital pondo em concurso a serventa
vitalicia do lugar de 1* tebellio desse termo visto
que da copia do qu" acompaohou o citado oGicio
nao conste ter sido observado o disposto no art.
153 do decreto n. 9,420 de 28 de AbrH de 1885.
Ao director do presidio de Fernando de No-
ronha.De ordem do Exm. Sr. vice-presidente
da provincia communico a V. S. que ao eacrho
do almoxarifado d'esse presidio Joequim Pinto de
Almeida Jnior concedeu-se permisso afim de
conduzir para esse presidio os gneros constantes
da inclusa relaco.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
De ordem do Exm. Sr. vice-presidente da pro
vincia communico a V. S. para os fins convenien-
te ijue ao escrivo do almoxarifado do presidio de
Fernando de Noronha Joaquina Pinto de Almeida
Juuior que para alli tem d regressar conceder-
se permisso afim de conduzir o gneros constan-
te da tnclusa reheo.
Mara Martina da Silva Figueiredo.Informe o
Sr. inspector da Thesouraria de Fasenda.
Manoel Marques da Silva.-Isltrme o Sr. ins-
pector do Tbesouro Provincial.
Rodrjro Carvalho & C. Informe o Sr. director
do Arotaal de Guerra.
Secretaria da Presidencia de Paraambu-
oo, em 19 de Agosto de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Stmra C*rvalho.
ReparttleSo da Policia
Secy^o .' -N. 800. Seeretara, da Po-
licia de#ernambuco, 19 de Agosto* de 1886.
Dlm.V ixm. Sr.Particiso a V. Exc.
que foram hontem recolhidoe Casa de
Detenco os seguintes individuos
A' minia ordem, Jotto Baptista Ribei-
ro, alienado, afim de ter ttoetino para o
asylo da Tamarineira.
A' ordem do subdelgala e Santo An-
tonio, Simplicio Jos Teixeira Villas-Boas,
Manoel Jos de Oliveira, Lua de Franja
Almeida, Jos Paulino de Oliveira e Fran-
cisco Xavier do Reg, por embriagues e
disturbios.
A' ordem do do 1* diatrieto da Ba-
Vista, Paulino Barnardino da Soma, An-
tonio da Silva, Rita do Espirito-Santo, Se-
nhorinba Cbristiaa da Silva e Francisca
Isabel da Conceicllo, por dieturbois.
No dia 24 do mes fiado e em trras
do engengo Sania Rosa, do termo do Cabo,
foi ferido gravemente, entiladas e cace-
tadas, o preto de nomo Antonio da Costa,
de 70 annos de idade.
Dous outros pretos de nones Braz e
Francisco, ambos maiore de 60 annos, fo*
ram os autores de tal crime.
A causa do crime foi nSo ter o offendido
consentido qu* os delinqueloa cortassem
lenba em seu rogado.
Foram ambos presos ceiWa elles pro-
cedeu o delegado nos termos do inquerito
policial.
Pelo subdelegado do Io districto de
Limoeiro, foi remettido ao iao competen-
te o inquerito a que procedeu contra An-
tonio Ribeiro de Moura, por haver no dia
25 do mea findo fartado um cavallo
pertencente ao cidadab Manoel Jos Ri-
Deiro.
O mesmo subdelegado fea tambem re-
messa de um outro inquerito em qne ac-
cusado o individuo de nome Melcbiades
Zeferino Torres de haver deflorado, no
dia 30 do mea ultimo, a nma menor de
nome Raymunda.
O delegado do tormo da Escada re-
metteu-me 24 faca de ponta e um esto-
que, que alli aprpehendeu em alo de indi-
dividnos turbulentos.
Deus guarde a V. Exclilao, e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo,
muito digno vice-presidente da provincia.
O chefe de poli a, Antonio Domingos
Pinto.
DESPACHOS DA PBESroENCTA DO DIA 18 DE
* AGOSTO DE 1886.
Bento de Freitas Guimares.Informe o Sr.
fiscal da Companhia Recife Drainage.
Comnaisso execntiva da Sociedade Luso Brasi-
leira.__Informe o Sr. administrador do theatro
Santa Isabel.
Francisco Fontoura Brto e Jos Francisco de
Mello.Remettido ao Sr. inspector da Theeoura-
ria de Fazenda para mandar entregar o peculio
pedido, nos termos de auas informacoes de 13 des-
te mes ns. 692 e 594.
Padre Genuino Walfrido de Souza Gurjo.
Informe o 8r. inspector do Tbesouro Provincial.
Bacharel Manoel Joaquim Ferreira Estoves.
8'">- .,
Bacbarel Manoel Flix GitranaDeferido ecm
o officio desta data a Thesouraria de Faaenda
Joaquina Marines da Conha.In deferido vis-
te aa informaco.
Santos 6c. Matta.Em vista da informaco os
supplicantes nao podem ser attendidos.
Amaro de Souaa Pessoa. -Informe a 1' sec-
co.
19
Jos Ramos Souto, irmandaie de Nossa Senhora
da Boa Viagem, Jos Cardoso de Mello, viuva Virgo-
lino & C., Joaquim Fernandes da Rosa, Pedro de
Alcntara Borja Castro, Carlos Sinden, D. J. 8b-
ve & C, Mello & Pereira, Jos CyBneiro da Costa
Res e Bellarmino Lourenco da Silva,.Informe a
Ia seceo. x
Gemniano Infante Lumachi Miguis.A' 1 sec-
eo para os devidos fins.
Manoel Vieira Neves.A' 1 seceo para os
fin convenientes.
Francisco Fiuza de Oliveira.Informe a 2*
seceo.
Thesonro ProTlaelal
DESPACHOS DO DIA 19 DH AGOSTO DE 1886
Padre Genuino Walfrido de Souaa Gur-
jSo' Anna de Queiroa Pereira da Cunha,
J. J. Alvos de Albuquorque e Henry Fors-
ter & C. Informe o Sr. contador.
Victorino Domingos Al ves Maia.En-
tregue-se pela porta.
Jos Florentino da Fonceca Lelo.Cum-
pra-se, registre-se e facam-se os assenta-
mentos.
Dr. Felippe de Figueiroa Faria, Manoel
Carneiro Leo e Manoel da Costa Pereira.
Certifique-se.
Joaquim do Azevedo Ramos.Deferido
nos termos das informales.
Contas da 4* parte da lotera da igreja
da Boa-Viagem de Pasmado, das 6a, 9a e
27* das matrizes de *Vlla-Blla, Pojo da
Panella e Triumpho, do collector de Naza-
retb e do padre Manoel Ferreira da Ro-
cha.Approvadas.
Miguel Jos Rodrigues Braga e Aure-
liaiio do Reg de Hollanda Cavbante.-
JuDte-se copia das informac3es.
Manoel de Almeida Castro, Manoel Fi-
gueiroa de Faria & Filhos, Francisco da
Silva Miranda e Francisco Ferreira de
Carvalho. Pague-se.
Delmino Gomes Ferreira.Doforido to-
mando-se por termo a fianca offeiecida.
Francisco Ferreira Bailar, Luiz Carlos
da Costa Villela, Cesar de Albuquerque,
Francisco Iglesias Lopes, Feliciano Gomes
Pereira de Lyra e padre Pedro Pacifico de
Barros Bezerra. Haja vista o Sr. Dr.
fiscal.
Henry Forster d C Tenham as ter-
mos do art. 112 do regulamento de 11 de
ae Julho de 1879.
Joo Correa & C. -Idneferido a vista das
informajBes.
Victorino Domingues Alves Maia.En-
tregue-se pela porta. -*
Joo Rodrigues de Moura e*Manoel Cle-
mentino Correa de Mello.Ao Sr. conta-
dor para conhecimento, e ao Contencioso
para lavrar termo definitivo de contrato.
JoSo Fernandes de Mosquita.Deferi-
do, visto resultar das informac5s achar-
se a casa n. 1 travessa dos Affiictos as
condicSes da lei n. 1,S>44, dando-se baixa
no debito a contar do exercicio de 1881-
1832.
David Park. Deferido, dando-se baixa
no debito exigido ao aupplicante, visto
como nSo lhe applicavel o disposto no
25 art. 1 da lei n. 1,810, por faltar a con-
dico nelle cstabelecida para contribuido
do imposto de que se trata.
Consulado Prorlacial
DESPACHOS DO DIA 18>4MpB* DI 1886
Manoel Alves Guerra, Emilio Soares, Compa-
nhia de seguros martimo e terrestre Aaphitrite e
Silva Guimares C- Informe a 1 secjo.
PERHAMBCO
Assembla Provincial
59. SESSAO EM 17 DE JNH0 DE 1886
rasiicBHcu no tiM. sb. db. jos masoblo e babeos
WASDSBXBT
Somxabjo :Abre-Ee a sesso.Leitura e appro-
vaco da acta da sesso antecedente.
Expediente.Apresenteco e apoamea-
to dos seguiotes requerimentos que, fi -
cam sobre a mesa para serem discu-
tidos opportunamente : um do Sr. Baro
de Itepissuma, pedinde intormacSes so-
bre o resultado da propssta feita ao
Banco do Brazil para o emprestimo de
mil contos de ris, e outro dos Srs. Lou-
renco de S e Jos Mana, pedindo in-
formaces sobre a priso do eleitor Joa-
quim Felippe, pelo subdelegado de Ipo-
jucaContinuaco da discusso do re-
querimento do Sr. Joo de Oliveira, so-
bre a 2 seceo do Consulado Provin-
cial.Discursos dos Srs. Prxedes Pi-
tenga e Joo de Oliveira.1 pa-te da
ordem do dia.Continuaco da discus-
so do projecto n. 43 deste anns.Apoia-
mento de emendas.Discursos dos Srs.
Coste Ribeiro, Coelho de Moraes, Vis-
conde de Tabatinga, Gomes Prente e
Soares de Amorim.Adiamanto da ds
cusso e filial da sesso.
Ao meio da, feita a chamada, e verificando-so
esterem presentes os Srs. Ratis e Silva, Constan-
tino de Albuquerque, Rodrigues Porto, Joo de
Oliveira, Luix de Audrada, Visconde de Tabatin-
ga, Barros Wanderlev, Barros Barrete Jnior,
Gomes Prente, Antonio Victor, Reg Barros,
Lourenco de S, Baro de Itepissuma, Domingues
da Silva, Ferreira Jacobina, Costa Ribeiro, So-
pbronio Portella, Joo Alves, Ferreira Velloso,
Berculano Bandeira, Prxedes Pitanga, Andr
Das, Augusto Frauklin e Jos Maria, o Sr. pre-
sidente declara aberta a sesso.
Comparecem depois os Srs. Coelho de Moraes,
Rogoberto, Jos de S, Julio de Barros, Costa
Gomes, Soares de Amorim, Drummond, Bario de
Caiar e Rogueira Costa.
Faltem, com participaco, o Sr. Solonio de Mel-
lo, e sem ella, os Srs. Rosa e Silva, Goncalves
Ferreira, Amaral e Juvencio Maris.
E' lida e sem debato approvada a acta da ses-
so antecedente.
O Sr. L* secretario procede leitura do se-
guinte :
BXPBDIBTE
Um abaixo assignado dos proprietarios armado-
res de navios, empregados na cabotegem, pedindo
a senco do imposto de tonelagem para os seus
navios.A' commisso de creamente provincial.
Urna petico de Thomaz Cavaleanto da Silveira
Lns, requerendo privilegio por 50 annos para ca-
nalisar agua para a cidade do Rio Formoso e um
auxilio dos cofres da provincia.A' commiaso de
petedes.
E' lido, apoiado e j'ulgado objecto de delibera-
cao e vai a imprimir o seguiute parecer da com-
misso de lcis nao sanecionadas :
N. 118. A commisso de leis nao sanecionadas,
examinando as raxoes em virtude das quaes a pre-
sidencia negou saneco reaoluco de 29 de Ju-
lho de 1885, que transfere a cadeira de instrucco
primaria do sexo feminino da Cha de Capoeiras, em
Pao d'Alho, para o lugar Bom Successo, em
Olinda;
Considerando que semelhante transferencia nao
prejudicial ao magisterio, antes benfica, pois o
lugar d'onde transferida a cadeira pode dspen-
sal-a;
Considerando mais que semelhante transferen-
cia nao prejudicar aoa cofres pblicos, visto que
a proprietaria da cadeira contina a perceber ven-
cimentos de 2* entrela, renunciando desde j a
qualquer reclamacu posterior em virtude de me-
Ihor cathegoria da cadeira para onde transfe-
rida ;
Considerando, finalmente, que por este facto ne-
nhum accesso Ibe concedido, e portento de mo-
do ulgum ofiende aos direitos de outrem : de pa-
recer que a resoluco seja approvada tal qual Be
acha.
Sala das commissoes, 12 de Junho de 1886.
P. G. de Ratis e Silva.Soarea de Amorim.Do
mingues da Silva.
A Assembli Legislativa Provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. nico. Fica transferida a cadeira do sexo
femuino da Cha de Capoeiras, em Pao d'Alho,
para o lugar Bom Successo, em Olinda, aem pro-
jaizo da actual professora, que continuar a per-
ceber os meamos vencimentos.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Paco da Assembla Legislativa Provincial de
Pernambuco, 29 de Julho de 1885.Paulo Jos de
Oliveira, Io vice-presidente.Dr. Joo Augusto
do Bego Barros, Io secretario.Dr. Prxedes Go-
mes de Sousa Pitanga, 2* secretario.
Volte Assembla Legislativa Provincial
Esta resoluco, sob a apparencia de melbor si-
tuaco da cadeira, tem por m, de modo indirecto,
remover a respectiva professora, o que importe a
pratica do um acto de exclusiva competencia ad-
ministrativa. Da triusferenoia resultara, pela
elevaco da entrancia da cadeira, um accesso sem
as forjialidades legaes e com ofienaa dos direitos
do outras professoras, que poi ventura tivessem
preferencia; c se conseguisse, a professora, nao
obstante a clausula imposta pela resoluco, desde
logo reclamara, com toda justica, contra a des-
igualdade de cathegoria e vantagens das demais
professoras da localidad, onde as respectivas ca-
deiras sao de 2* > ntrancia por forca de lei.
Palacio da ptesidencia de Pernambuco, 11 de
Agosto de 1885.J. Rodrigues Chaves.
Sao lidos, apoiados e ficam sobre a mesa para
opportunamente serem discutidos, ot seguintes re-
querin;fl.>tos :
Requeiro que pelos canaes competentes se
pe?a a S. Exc. o Sr. presidente da provincia as
seguintes informacees:
L" Qual o resultado da proposta feita ao Ban-
co do Brasil para contrabir o emprestimo de mil
contos de ris, aatorisado por esta assembla, pro-
poste annunciada a esta mesma assembla por nm
dos membros da commisso de orcamento, natu-
ralmente de accordo com S. Exc.
2. Se effectivamente foi realisada, quaes as
suas condicSes e no caso contrario, qual a raao
da recasa.
3. Finalmente, recusada a proposta, o que pre
tendo S. Exc. faser dessa autorisaco, porquanto
sendo pedida com urgeacia, e concedida nos mea-
mos termos, ainda nao tem producido nenhura
efieito e j tem decorrido muito tempo. S. a.-
Baro de Itepissuma. >
Requeremos que pelos canaes competentes sa-
jam pedidas as seguintes iniormacoes :
Tem o Sr. presidente da provincia conhecimen-
to da violencia praticada pelo subdelegado de Ipo-
juca, Frederico Augusto de Siqueira Cavalcante,
prendendo e conservando em carcere privado O
eleitor Joaquim Felippe?
No caso afirmativo que providencias foram da-
das.Lourenco de S.Jos Mara.
Contina a discuseo do requerimento do S. Joi*
de Oliveira, sobre a 2 seccao do Consolado Pro-
vincial.
O flr. Prxedes Pitanga) Sr. presi-
dente, esteva bem longe de pensar que varia
tribuna para oceupar-me do requerimento de in-
formacoea, do Ilustre depatedo pelo 8* districto.
Contentava-me apenas votar contra elle, porque
duas vezes me havia exhibido na tribuna em aV
feza da classe dos funccionarios pblicos-
Esteva bem longe de pensar que devia tomar
parte nesta discusso, e nao o faria se S. Exc. do
arroubo de sua apresentaco fas-ndo poltica, nao
tivesse dirigido a um dos nossos ex-collegas, insi
nuacoes, qae ao podiam pnrtir de um Ilustre de-
putado que contando com as immunidadee da po-
sico, d'ella se servisse para ferir aquelle que nao
tiuha direito de responder dentro deste recinto,
mas que o far pelos jornaes da provincia, se S.
Exc. der publieidade a seu discurso.
Esteva bem longe de pensar que teria ainda de
defender pela terceira ves a classe llustre dos
fuuccionarios pblicos, atacada severamente pelo
nobre deputado, alias procedente da mesma clas-
se e na mesma classe incluido.
Mas, Sr. presidente, nao poda S. Exc. pensar
que a aggresso feita a um dos nissosjex-collegas,
a um d'aquelles que nesta casa oceupou honrosa-
mente urna cadeira, a mesma em que S. Exe. se
assente, qne nao encontrasse da bancada liberal,
um amigo que erguesse a sua vos para repel ir a
iojustica com que S. Exe. procurou atacar a esse
Ilustre cidado, sem que tivesse ao menos exhibi-
do urna prova da qual se podesae servir para coa-
firmar sua allegaco.
Antes, Sr. presidente, de entrar na apreciao*
da emenda, eu peco permisso a S. Exe. para di-
rigir algumas palavras em defeza do Ilustre Ba-
ro de Nasaretb. Peco a S. Exc. que nao aceite
nenhuma das minhas expressdes, seno como filbas
da vontede que tenho de faser retirar d'elle as
injustcas com que toi tratado p ir parte de 8.
Exc.
S, Exc. deputado pelo 8* districto, na ana pro-
fisso de f, pela segunda vez dase que tinha sido
eleito por aquella districto, tendo sido repelado
o indigno individuo que avia feito conchavos
com diversos districtos, mas que mesmo assim nao
tinha podido conseguir a sua eleico.
S. Exc. foi injusto ; 3. Exc. sabe perfeitamenta
que nao poda ter sido rcpellido de um districto
um cidado Ilustre, que pleiteando urna eleico
deixa de a ganhar no Io escrutinio por um voto.
S. Exc. deve ter a convieco de que nao poda
ser repellido par um diatrieto o nobre Baro d
Sazareth, que, pleiteando a eleico cm 2 escru-
tinio, apenas deixou de vencer por 9 votos.
J ve, portanto, que foi injusto, quaudo procu-
rou dirigir a um seu ex-col lega oftensas que ne
devem partir deste bancada, seno para com
aquelles que, oceupando poaici i official, esto au-
jeitos censura deste casa; mas nunca contra
um cidado, contra um ex-representante desta
provincia, que se nao deixou luminoso passa-
do nesta casa, todava foi sempre constante no
partido liberal e procurou sempre acompanhar os
seus amigos ; votando sempre com toda a inde-
pendencia quando se tratava de questfles de inte-"
resse publico S. Exc. oom o facho aceso acuda
sempre a qualquer reclamo que tinha a bancada
liberal, quaudo se tratava de direitos que diziam
respeito aos principio! que elle professava, com a
abnegacao, com a intelligencia, com a memoria,
com a destresa da palavra, e deixava vr que, se
nao tinha recebido urna educaco litteraria muito
regular, nem por isso igoorava os fac tos mais ira -
portantes da poltica de seu paiz, e nem deixava
de ter pleno conhecimento da historia geral de ana
provincia.
Portento, S. Exc. dirigindo am insulto e nm in-
sulto que nao se devia esperar que partase de um
deputado que oceupa nesta casa um lugar rodea-
do de inmunidades, chamando de indigno aquella
%ue com elle pleiteiou a eleico no districto, 3.
Exc. devia exibir aa provas da indignidade, se
quera que a sua palavra fosse aceite eno tives-
se nesta bancada quem centra ella protestarse.
Mas, S. Exc. nao proceden desla maneira ; S.
Exc. nao teve, nao tem e Id ter um doenmenco
para apresentar,, com' o qual prove qne o Ilustre
Sr. Baro de Naaareth procurou diante do eleito-
rado do 8 districto proceder de modo indigno.
Saiba S. Exc. que o Sr. Baro de/'Nazaretb,
desde que deixou de ser eleito, despedio^se de seus
amigos, dizendo que nao voltaria a tracter de po-
ltica, que recolhia-se ao seu escriptorio, onde tem
por demais afazeres.
(Ha diversos apartes.i
Nao se d'.z que um cidado indigno e que pro-
cura intrigar a outrem perante um partido polti-
co, seno oom provas que venbam dizereis aqui
o porque eu digo ; mas nao se serve de immunida-
daaes qne lbe confere a lei no carcter pessoal,
porque nao achou quem respouda, porque eu estou
certo qne ae o Sr. Baro de Nazareth tivesse lu-
gar neste recinto, o nobre deputado recuaria, e
quando nao recuasse teria a devida resposta na
altura daaggress), porque S. Exc. foi injusto.
S. Exe. querendo apreciar os factos da vida do
Ilustre cidado, o Ilustre Sr. Baro de Nasareih,
diase at que elle havia negado o voto ao llustra-
do pretendente a eleico geral, o Sr. Dr. Joaquim
Nabuco.
S. Exc. nao tem de memoria os fuetos que' se
deram por occasio desna eleieo, e o protesto es-
cripto no Jornal do Recife pelos eleitores da Mag-
dalena em que declararam haver votado ns Ilus-
tre candidato, entre os quaes figurou o nome de
Ilustre Baro de Nazareth
O nobre deputado, portento, ainda foi infeliz
asseverando que S. Exc. havia at negado o voso
a esse Ilustre pretendente.
De certo, senhores, nao seria eu o mais apro-
priado para vir destetribuna responder ao illustr c
deputado pela aggresso feita a quem nao se acha-
va presente, se nao considerasse que me corra a
obrigacSo, como amigo especial daquelle Ilustre
cidado, tomar a parte que lhe fra negada, por-
que a elle corra a obrigaco, e o far sem duvi-
da pelos jornaes mais lidos desta provincia, se-
no lhe traucarem as portas, responder ao discur-
so do Ilustre deputado, se S. Exc. tiver a corageaa
de o publicar.
O Sr. Joo de OliveiraImagina que o nao pu-
blicarei ?
O Sr. Prxedes Pitanga Nao digo isso ; mas
se V. Exe. fizer, V- Exe. ter a resposta dada
pelo iUa'stre Baro, na altara da aggresso com
que V. Eic. o ferira, estando elle ausente desta
casa.
O Sr. Joo de Oliveira d nm aparte.
O Sr Prxedes Pitanga Eu tenho dante de
mim o jornal que faz o extracto das sessoes, para
responder.
V. Exc. querendo exhibirse na tribuna a tallar
a respeito de urna emenda acerca da suppresso
de ama sesso do Consulado, que nenhuma rela-
co tinha com o Ilustre Sr. Baro d Naaareth, V.
Exc. aproveiton o ensrio para, fazendo pela se-
gunda ves a sua profisso de f, atirar-se entra
elle, sem que tivesse traiido para este casa urna
prova eom a qnal V. Exc podease dizer : fui fe-
rido por esse cidado, tenho o direito de repellir.

m&



de PernambucoScxta-feira 20 de Agosto de 1866
8. Exc. di.ee que o Uo.tre Bario da lnaareth, l ine.pa.es de *^erd.de^.TTo.*
ajpiorandoou procarando conchavo. ariiffmw| dire*> de snpporrqoe Hoi >.
Astrictos csnservadores, ainda uom nao conse-
antido- najKttricte de que ffira expedido
as palavraa do nobie de-
Uno ser m
por indigno. Sfi
PNnoha, s*>nharea,.quem ignore a cbrigncioque
orre ao reprsennsnte de recorrer a todos qme
oostituem o eleiterado para pedir voto*
Ainda qnando foase uaa verdad que o Bario
de Naxareth tivesse pretendido no SJtnians con-
tervadore* alcancar itatospara rpese-, o dn
Irioto, elle nio tariav-menaa do qnt o naev
parece mesmo que di.Kxc.anan estnvsema
osiiaaicitar. u
to.
O Sr. Joo de OlveiraEu diaae ieto? !...
O Sr. Prxedes Pitanga T. Exe. diaae que os
mpr gados entravam das 11 para o meio da, e
que no fin do mes seas nome* vinham as tolbas
para reoeberem os seas veacimentos e disse : feli.
vida a do ero pregado que ganha sem trabalho, que
r acaba *em taber porque.
Eu deduB***ssr-co*ll*rKr: V. Exo. nao tem
dimsto de prasuonroue aqrjalKt qnoMcnpam
cabana* das inpntticase, qaasses chatet
paatses, aan-ho:
O Sr. Prxedes Pitauea ... quando avancou
n-aixer que es empregados dessa reparticin nio"
tinham esa que se occnpar porque a arreeadac*
do-gyro e exporiacio passava a ser teita pela At-
fandaga.
S. Exe^ porsi, esqaecea-se da arrecadacad do
semestre passade; que, comquanto nio se fisesse,
nesn por isso deixoa de ser escripturada, o que
constitue na trabalho nSo pequeo, escrpturaclo
que devn ser remettida seclo do Contencioso,
ine a -Slllli' il enviar ao procurador dos
>

dente anno sobre tonolagem,Barro* Barrete Ju-1 cadea e quartel na villa de Quipap.Ratis e
^=r sss ^ -s-saasssaer'
af cha ; creio mesmeaqn Si Ex, procun
votos nos arraiaes ananarvadancs, anda qnet
se a certoaa de
atendido.
Declaro i casa, eeordaco coas a maior seen-cere-.
BOoia, que vindo aqni-pc* intermedio- dos meitoma
As J3. district, a cada*** de pe^st, quer liberal
rter conservador, dirig urna circular, pedindo o
mu voto. Nao trepidei n'isso, como nao trepida
sbputado que tem coniciencia que representa o
sea districto de accordo com os seus amigos. Nao
dexci ao menos aquel les que se diaem meus im-
sigos,rfl**Mar-ibea um circula*,, pedtudo-lbsu)
Portante ainda qnando e nobre Harto dn Naxa
retir rivesee pedido votos nos arraiaen-eanserva
dores, nio se lbe pode apoataT i*to como urna
bita, nem se pode diter qne elle trense feito
sonchavos, porque V. Exc. sabe perteitamente que
aesenesso dUtinete amigo.. *tendo as mtlhores
viables n'aqnetle districto, conta entre os seas
amigos muitos eleitores eontervadoreey com os
aua- sel Ir- vive na melhor harmona. O nobre de-
atud efsabe perfeitamentejque.ti.lCte.Jo Sr. Bario
ae Nasareth, corneja disse, mantend* as tnelhores
mlacoes de amsade as fileiras conBervaderas
d aqnelte districto, tenda de represental-o tirata
Marmolea corria-lbe o dever de dirigir a sua cir-
snlar a todo o eleitorado.
E'|eta,uma praxe seguida de ha moio, tempe que
asV pode dar motivos para censaras. Assim
tsode 8. Exc. amigos no partid oouserVHtrer,
senso que niuguem tem o direito de diser que o
Bardo de Naxareth tem feito conehavo, porque, Sr.
presidente, concha vos so fax quem nio tem mero-
imento, quem pretende representsr este on aquelle
diatrieto sem ter para isso direito sem ter para isso
aierecimento.
O Sr. Joo de OlivetraE qnem que repre
tanta um districto por pasea tempo ?
O Sr. Prxedes Pitanga Eu nao deacona indi
vidnaliladee; estou fallando emthese.
U Sr. Deputado Seria bom que V. Exo. indi*
vidnalisasse,
O Sr. Prxedes PitangaOutro que o faca.
Creio porem, Sr. presidente, que S. Exc. nao est
a'esta condices O Bario de NasaTeth tinha direi-
to: a'solicitar o suffragio do 8. districto, porque ao
jasso que sempre se nostroa interessadu pelo bem
4* provincia, jamis deixou de pugnar neata
aeeerabla por tudo qnanto por venturr poda
dier reepeuo ao 8 distrete. S. Exe. nunca se
eqawseu de vir aqui solicitar oom instancia pelas
aecessidades do sea district disfrieto, pirgncndo
som o maior afau em favor dos seus intereeses:
Intretanto o nobre diputado dis qae S. Eid. o Sr.
Bario-de Naxareth niio exitou em faser concha-
vos, sendo afinal expellido d'aquelle districto.
Isso urna grave injostic. (\poiados).
Portanto, Sr. presidente, ditou estas paiavras em
defesa do digno ex representante da provincia,
sue por tanto tempo oecupou tio brilhanteuiente
ama endeira nestacasa.eu, j qae assnmi a tribuna,
j que toinei adeberacao de tratar da emeoda,
sccrescentarei algumas considennoes a respeito
da sua desvantagem, incumbindo-mei-de provar
su ella nao contm a verdad*, nao porque h. Exe.
posea ignorar em qe se oceupa a 2.a seeco. do
Coasulado, mas porque S. Exc. tem o ufan, tem a
gloria de querer faxer eupprimir diversas repaxti-
5es, comtento quo diminua a verba com qoe
aoneorre a provincia para pagamento d'aqaellrs
que o ocenpados nos diversos ramos da serrico
publico.
O 8r. Joo de OliveiriNSo rssa a minhai
inti-ncao.
O Sr. Prxedes PitangaS. Exc, dirigindo um
requerimento ao presdeme da provincia, cooaea
por ignorar-que S. Exc. uio tem autondade para
supprimw urna 'seccao de urna reparticao ; qu^
aenbum 'presidente dado supprimir ou taxer
esapparecer secves das repartico-s, eenio em
virtude da lei votada por esta easa. E sood>
aue nao existe uina le uiitorin:>nd a nppr^isio
a> urna das seccoes do (maulad", de ve > id ore
epatado estar convencido de que a^uvlhante
^-juen ment nao pode ser seceito por sw contra-
yt" legislaoao.
Mas quando mesoio a pr- -J^ncia da provincia,
tai-riMuda por est.i a.nemb'ii estivesfO armada
sVis meios parareformaro i] i iN ad >, fiendo 'les
apparecer urna l SSSM -eigSes, O requenineotu
Ii poitis SMT Mi il, JHirglii n4o contai a Vti-
ade
Aisim diz o nobre I :juui> que->s empreados
da '/' secci> do Ciuau. i 11, aio >u < funeciona-
mos amigos da- presi l-n -\ r- j m seus or-
dena os seas qua tenhun ir il>lho ai^um.
A-2 Sfecao do U' nsuU lo. o.-cupaae d arrecn-
ttQiu- de importacoo c da exp-rlacao.
S.'Exe. esquecend-i-se dos iris a que se destina
o C'uaauvlo z que dejde q Ul a ^r-ecadagi)
fc>ita pala- Atfaadegj ni< ha ubuoawdad
existencia do Cmaulado, isla di '' IBCfU b)
Soiieniado.
Mh, Sr. pr'si'tente, se v-rd-i.l> que o s-
Ir a orrer est sendo arrecad;.do pata AUsMtk
m mitos pairiaroa*iae5o oontra; aqelles que dei
das ras* tram diMsl.ilsliiiw'Bi tettjpo os desposto a que ea-
insanas, quando disse que esees
basas os saas ordenados, sem tra-
bastto al^sjasaxtoi iajtrst*aindan-pedir a S.-Bifc
o Sr. psBtMante da prtBrtnciavque roppri
mrartpreaidcaMls q
os aas saawdiaados entra*! dkconse
easarega-
Exc. igoa
rasraave fl
O St. PrsnsselsrPJtsrarar-'Hn. m dacoi
disto, pois qne-saaitas- veasa-tena c!*rao nss
repartices.
O 8r. Joio de OliveiraEu dou meu testemu-
nho pessoal.
O 8r. Prxedes Pitsnga Eu que vivo cons-*.
tantemente em relacao com a clases dos funccio-
narios puolicos, o qua vejo o segcuinta: qua tai-
vea, rarissnas veses teahoid ao Trssoriro, que
as 10 horas- nao tenha encontrado o chefe dao/nrel-
la, repartic*, e,se elle as 10 horas, so acba na
aua cadeira, eu devo presumir qae lodosos sens-
subordinados devem alli estar.
E' possivel, senhores, n'uma grande classe, qne
ubi ou outro funceienario, chegue mais tarde, jus-
tificando diante-de sea ebete, o motivo porque o
tea ; possivel qoe o fnascienari) publico, depiis
de te eatrade para a sua repartie&o, tenbH sahido
por necesaidade de-ua vida social, mas d'ahi se
nao pode tirar urna arKumcntaeSo para fevir ums
classe ioteira, dixende-se que os fonecionarios pa
bucos sio felises, porque sSo empregados sem
terem merecimente, veneem o ordenad sem terem
trabalho. V. Etc. nao pedia tirar esser-coachrea*
para fenr a nata classe composta.de bomens rea-
peitaveis.
0 Sr. Joto de OliveiraEu .nao digo ai con-
trario.
0 Sr. Prxedes Pitanga-Urna classe que, com
nos, fas. parte destasociedade e qne merece raspai-
to. Eutre os fonecionarios pblicos eu devo dizer :
tenho amigos distnetissimos, e renbe parentes a
qnem preso tanto quanto a miar; e nao poda ver
com indifferencaaataque dirigid* a-unta classe, da
qual eu j fl parte por 22 anaos, devetid dizer
com orgulho que nunca me hurailhei ao chefe, nem
pedi favores; deixando que fosse aggeemdo a'asta
Assembla, sen qae.ca pedase pernnseao aS.- Bxa.
para faxcr algans respaTO^'oa.maneira pouco ge-
nerosa que S. Exc. entendea atacar urna classe in-
tera, com o fia somente de conseguir pequeas
economas, qne podem reBuhar da snppresso de
urna scelo do Consulado.
E lamento de coracao que S." Exe.; aenitaado
como tem aceitado todas as ideas de economia
presentadas pela Ilustreoommissia deoreamesvto
e f a renda anda nao levantasse a sua vos para cen-
surar as innameras emendas apresentada em 2*
^ 3" discusOs, que elevan a dspesa da provin-
cia a mais um terco quasi do orcamento, feito com
numerosas economas na suapressao de repartices,
onde se encoatrs o pai de familia qne -depois de
annos decorridos, v s a cada instante ameacado
de urna de-nissao porqae da dimionicao d seu or-
denado deve vir para os cofres urna economa exi-
gida pela commisse de fasenda, a.quem- S. Exc.
tem a honra de aoom oanhar.
8. Exc. disse : a iimtilidade do Consulado est
piovsda pela arrocadaclo feito pelos empregados
da Alfandsga, no imposto degrro, rte protuehoje
B, J u 8 contos de ris ; quando Consulado fazia
a arrecadac&o produsia apenas 500 an SOO* O.
Sr. presidente, quaado nos noe*preaentaak>s para
Cgri^dir urna classe numerosa, que tai vea oonsti-
tua a 3 parte da nossa sociedade, de vemos estar
mutuidos de .documentes, oe-estudanaos bem a quea-
fiO; para que nao caamos muitos veaes em ama
falta que nao depende da nossa vontade.
O illnstrc deputodo, deixando de perscrutar a
procedeneU da renda da Alfandega, aeaaverau qae
ella provinha do imposto de gjro.
Posso asee ver r que o imposto de' gyro'_ apenas
produsio em dias passad-is um oonto de r8 e qne
toda a diflerena fi da exporUc&o ds coaroe e as-
suaar, a que tamoem se procede a arrecada^ao na
rneema Alfandega.
O Sr. Joo de Ovei'ad um aparte.
0 Sr. Prxedes Pitaaga Vam^e p- i Donto*
nos i i; S. E^c. ou venaa K saata I o
Bcoatsaasedaquiik jaatenho-aamosij qis euria
demvinsrrar evm da jji^ijr'jr- *tmm aco:it.>ee.-
fc era porque />s uaspi irados nal Vf- iea s -jsm
nasas mudligenfe, mais aeiosjosda que5,i os-em-
pr rad j public-s no C"0*u!ta> t W.. s/U, .-eno-
res, nem mais inte.l'i(rentes, aem innif. sclosoe, Se
o Consulado Provincial tivesse a uvsina gar^utia
tem a AfaiidegH.o direito dr Dio consentir
N. 384i- Sabmenia emenda n. 301 c a todas
qne estiverem as mesmas condieftes.Jos Ma-
na.
N-^SSos- Na emenda n. 209, accrescente -se no
finalnem aos facultativos nos empregos concer-
nentes sua profissSo.Gomes Prente.
N 386. te passar a emenda que autorison o pre-
sidente da- provincia a nomeiar protessores, ae-
crersente-8*-e D. Columba Brittes Monis da4
Silva, Jl#* Salvino de Sooxa Peins e D. Marta
Rom dasBocha Line Jos-Harto.
N. ilSIRAo | T3 do art. a'.aoareasenW-sm
llbelro (Nao devolvau o
Sirva.
O Sr. Coala
sen discurso).
O Sr. Coelko de loraes-(Nao devolven
o sea discurso).
E' lidj e approvado um requerimento de proro-
gaco da hora apresentado pelo Sr. Ratis e Silva,
para continuar a discussio do oroameato at ao
fim de sesead.
E' igualmente lido e apoiado o seguinte requer
taento :
Requeiro qne tejara separadas do orcamento,
afim de constitoirem projectos distinctes as emsn-
qno se ubWsit a dever de fardMaMto a -Vierta* tas que versan sobre materia estrauha ao orca-
M,h'1P,,,**!'antiafe*0' er pracasdo eospo de-poliei tnento, Uto reeeHa despea.Soarw de Aas-
que
que & fsenda aaia sen pagar o np-sc de gyi >.
eu asaevaroao nobre depqtad-> qae o rnlja) > se-
na o asasaso, pirque nSo ft> m h :ir'i los. nem
mus lataaVaMmi ua entpswjpadr*^ >anaM< rep*r
tici -
O Sr: Joto na (.X>reir*ns aas aer-faser-
rir ni um Wrre.o que o a*-' sj'rero f
O Sr. Prxedes Pit.ogJ4 disse h V. I;
qvie atoa prompto para aceitar acliseirsaAo no tr
rano es aai V. Exc; esteaoNT
el Sr J lo de Olivewn Oam-anarce
langa'u ( qn fui arrasta
rs e*** terrem
i> i vendo monrsr icntilidne doO*>-
bu.*do, de asm sManaonsM e swri*, na*s -%>an
ra, dahi na, ae segoe que o se.nesrre dttnosrl o ( M rova me adclnxio 7
" .deixsasena reparti mal r,e c.p .a a naaw <> ^- >" Mi,-,.,rF* asreaada^o.
O Sr. Pre!teo P'TAi? -J diaae a
si>
Tf Ix
IMgajaaa
do qT os
lU o e ii'm f^eem mil .grs.
i r-r .i ti de Olivetra d um parre-,
O Sr. Pnxi-Jes pWlagsi BMi comparando
para nioatrr a eiiuveniencia d" ma sulado Provincial, estoo em anexi direito praj
tirar a c aidusd) m t-enudo appas*i awH qrr-
o uubr! deputado tirou para a*anwp asas Co
lado.
Se os homens nio sla maia n*I*jeaterHiou^
radoe do que aqnelles cargo-de qown corre ntJsv*
ve correr a arrecadacao de impostes da- importa-
i,(> e, xportacao da provincia, una usUTpnclo'
de direitos -qua-nao jpda ser- duiB"
bia. senvqnc eJJ* fira de' freae-a aenaueouipiiB"1
rincranos
Bar-toda a seccio e mais parte de urna 2, BO.por-
Tenruri toe-* possivel ao alministrad-ir mnatter "da u u-an os onsantod. da
psraaHi empregados. H**g* s* mais mWt.^aSssdo qw os do
A 2 secu.i do Cjnoulado inteirammte ocen-
pai* comease tranaih.> : incambe-e da imposi-
&> de multaa, da timda ae contus, linanasM
tem a aua escripturavio atrasada, p rqu* o impos
sp degyro ti:o tei p^go :j tcm.K dei.-/uial.'.
Apezar disso porm a Ilpailaplo obngada a
Wa.-eecnpturH^a para remetter em tempo as guias
ao Thesouro Provincial, a quem compete pro-
videnciar sobre esae uegooio, por intermedio do
procurador dos feiiof.
Se a este trubaibo que superior ao trabalho
segular, fosse accreacer, a obriga9o de eseripru.
rar os tirr len* .i c que <2*nencdo>: dj Cinsuu<
do, tinha, nio o trabalh-) qne lbe er marcado por
lei, ujaa.Hlirain in postas, corra a obrigaeao de tirar as gaias, atim
de aev feito o pnecaeo eorn-o quai deve proceder-
arrecadaoio-posterioriaenie o pracuraor dosfeites
da faz*nda.
Ja.^6 p.irtant, qa S. Ec naHpreaeataeao do
seu requerimento de iufo maes, dioigido a8. Exc
a preai'l nt" dn proviucia, u.> qual pede que se loe
intorme se a 2 seccio do Coosutad i ainda existe e
os-x'us etnpieg-idos ninda paree bem o ordenado
fm do raz, S. Exc. anda nao f ji felis porque
deixando de aprec ir o trabalho de que se occuoa
a 2 anosi ', suppoe quo o* euipregados daqueila
sepasinao aa->to felises como os que se oceupam
por um hora de lecoiiinar. discpulos, ficando o
teste o tampj para empregat onde bem Iba cou-
fiew
S. Exc anda nio f.i justo aggediado a-ius-
|e elasse dos fonecionarios, durado que esta alas
se entrara para a repartu;Ao s 11 inoras e mais, e
ae oceupava de tipiar piimaa ou lar gaaetas, sem
nue.: uida ..ais se oceupasse, porque- seuhjre,
a .-er muito pessimista, suppur que lodo o cidadiu
porJi.tis conaiderado qui s-ja, que se achea testa
de ama reparticaa, capaz de ser vutocrav.d,
aonseiiiindo que seus subordinados falcein ao cun-
primento d' seus deseres em que isto chegue ao
ubecinmnw da aucoriimie eompet-nta.
Nt oh bem 's o m do por que s fas o uiecha-
sbj. uas repurtico s; 0 empregados publioos
nansas para a reprtico, oeclaram o seu uome
nm livr i. que se ch^ma do pinto, que depois
pone i lempo encerrado p um dos celes da.
lanicio, o contador qu; oe deve presu-
miros m,i-e um bouietn honesto, verdadeiro, mea-
paz de coinmettei adulterao de qua provenhm
ae-alur essas taitas peraute aqiwlies que rspre-
aeniam a provincia.
l E' preciso ser muito pessimista psra nio sup-
por ua .-. cn-dade erganisada um cidad.i activo,
aiprto de proferir a vbTdade.
Aure para as repartices das 11 para o meio dia oa-
aimr que os aena chafes eutram a-1 hora.
aandn.
UtSr;; Prxedes PikajigaV. Eae; o dis; en
aqai o jorna (apontando).
Sr. Joio ds Qlivnira d uut aparta.
O Sr. Praxndea Pitang-V. Ex* queaum
faaaaionarn publico que procaden de um illasue
sa'caienarto publico tambem nio davs attnhuir que<|'
nanslles que esto a testa de ama reparticid sio
besuque-o- presWaWe na tenr-nntorMsirln r}r
s'.ipprimir repssrtieoes, senao em virtude de le.
Vou terminar. Sr. presidente, o nobre deputa-
temas accnsaooes one dirigi ao meu dietifeoto
amigo o Sr. Bario ae Nanareth, disee que pareca
que 8. Exc. oeriH tomar-Hie cantas do sen pro-
ccdimenXo nesta casa.
0 nobre depotado dem1 estar oortn de qne o Sr.
Bario de Naareth ni se involro asatirotamente'
com o prjceiHwuto de 8; Exc.; ge S." Exc. deve
cantan- deve psiMtar a aqnelles que o mandrsnt
psra aqui. T. lie. poia de urna ve para todo
sempre deve ficar convencido de que o Sr. Bario
de Naxareth nao se oecup com.a sua passoa, nem
tib pouco so lembra qoe V! Exc. foiclcitopel* 8i
diBtricto. (Jnlaito'bem).
O *ir. Jntate-de ItneltmN5 devolveu
o sen discurso
A discasnfto toa adiada pela hora.
Paesa-sa
1' SA*ra OSDSM D l* .
Continua a 9* discussio do projecto n. 4$ deste
anni (oreaasnssto provincial). >
Vesm mesa, sio1 lidas, apoiadas e entrau con-
juntaineato ana discussio as eegiiates emandae :
N. 354. Onde couber : Fica isento de iuipostos
pzovineinea e muuicipacs o predio que a directora
do Gabnanta Foytngoes: d Leitura deeta provincia
tencin edificar para- o mesmo i Gabinete, bem
como dos impostas e dire'tes de transmissio de
propriedade a qua estiver sujeito o terreno ea pre-
di* qoe f6r comprado para tal fim. Sophrouio
Porteila.
N. 355 Substitutivo da de > n. 309: A-preaen-
t -como ammaiia o prpjecto o. 68 dn crrante anno,
formulado pela oommissio de-petices.Lata de
Aadrada.
O projecto a que se refere a emenda' o av-
gaiEta :
A Assembla Legislativa Provincial dePmam
buco, resolve:
Art. 1 .* Pica reacinddo o contracto de arrem*-
tasio do'peditgi da barreira dft Oiqai, que' fea'
Jos 0ei Pfcrrcira Mais,. iadepeudeote de
multa.
Art: 2 A rescisio ser oonlada depois de fi->-
do;o aetnal sasnsstse de Janeiro a Juuho do eor-
reateaan.
Art. 3.* Fioam revogada as disposieoe em
contrario.
Sala das commiss6s, 27 de Maio de 1886. -Dr.
Augusto da Costa Gomes.Dr. Ferreira Telliso.
J ulio d Barros.
N. 356. Sabemcuda ao substitutivo n. 285':
Pica concedido aos arrematantes do dizimo de
gado vaceum, cavallar e maar, Jos Cordero
dos Santos, Joio Nepoisuceno da Silva, Antoro
d Silva Floreocio, Antonio de Vaaooocetlos Fla-
renoio, Jofto GuUberine de Asevedo Lyra Sobrmhn,
Aurelio dos Santos Cuimbra p Augusto Oeta vi ano
de Sousa, a sencio do pagamente de qualqu-r
onus, referente ao ulti no anuo do triennu. d'i con-
tracto a vencer se. Rodrigues Porro, Luir de An-
drada, Constantino, ds Albuqu-rqne, Sophronio
Porteila, Joio Alv*s, I Joa Mafia, Rati-- e Silva,
Coelho de loraee.
N. '->57. | additivo ao art 2. OMiducc&a e trans-
porta' de presos 5':000fc-Rgueira' Costa, Lua de
Andrada.
H. 358. Bubemenda ao subatitativo n. 261 :
30!% sobre o valor do fumo de corda, em folha
iuteira ou triturada, sobre i-igarro, charutos de
qualqnr'prooedencia nitradutid-is para consumo
uu como materia prima; 500 ris por'kilo de fumo
picado e desfiads, vindo por qualquer procedencia
par couaam-i em latas, paeotes, e'c. Gomca Pa-
r-ai-, C'>*lho de Hornea
N. .' a 10 / O' 'ni i '
20 / "ft .natMiiaae das alm
imtric alo rps n-aiu. d atea^dade, emqa.ut. ffl
beo- :ati*pra na os seus irmaos pjbces.Ja-
lai Je-Birro. J>. o. Siira
N. 360. Oud- eouber : O actual 3 esctip'ur i-
nt laUsriuo d "s cela do Th-nouro Provincial,
fica uispout:d-i ta aidicvio prevista no T* lu
art 80 aVj re^n:amen Ratis <-. Silva
N. l. S. rxfspwr emwid* n. 334 :Iiraali
faVjr au pr f aw ?'raiicisco da silva Miranda .
api chefe da 1" *> cJio du Consulado.Jos Ma-
ra.
N. 362. Sapprisia-se a emenda n. 22Ratis
.'va.
N. 363. P.ca concedido ao bacharel Jos Au-
6.uio de l'inho B-irges o abatimeato de 40 /, no
preow pelo qual arr-mateu as barreiras de lSre-
.os e ". Jote.Rigiberto.
N. 364 Se p .sa.tr a emenda que acaba com a
repartifl* do Couiulado Provincial e temo n.
282 : Serio maatidos na Jebeloria Provincial
de-preferencia os empregados mais antigos, seu
t, o inais modernos mandados aldir s mparti-
crn pronneiaea oomo determinan referida emeo
da< -.I e Mara.
N. 365. Fica restaurada a aula nocturna da ci-
dade da Escuda.Andre Das.
N 3%. Onde conber. Ua quita destinada in-
BJdnento publica para a oompra de livros, appli-
quem-se 2:U0l>f para a compra de 4,000 collec;-5ea
das obras tancia dan snalas pmaciaai-Jen Mara.
N. 36T. an-pasear a emenda u. 283.O ebefe
kja Ia sectil do Consolado Provincial, Jos Stvter
Carneirn de Barros Campcllo, ner aposentado de
qonformidadeoom asais que i>'gu!arm a 'aposen-
tadoria do 1* eicnptoiaro da mesma rc[iarfir;ilo,
Vctortano Je Marinho Palnarea, tornndoos
extensiva qnell- empreado a disposicio do art.
53 da le n. 1,86-'. Jos Mara.
N. 389. Ao nV|do art.'l. Fica creada no hos-
tal Pdeo II a cholea de oih'>S, tendo o faeurtv
RatisifSrlva.
N. 38WSrtO0s0f9 panamsnsnrffanmiterio a Ba
cada.- Abit Das.
N. SatatAt-emonJa n. 8f anBSjsttWMI-se a pato-
vrasrtnifrtfSr ua cidade do'-RecIft, pelas segoin-
tes:era grosso e a retslbo na cidade do R.ieife;
exceptuados os a qu se refere o | 22.-Barros
Barrete Jnior.
' N. 390. Offi"rer;o como" emenda o projecto n. 3
d'este anno.Dr. Joio de 8.
O projecto- aparovad como meada- o
gointe:
A Assembla' Lsgislitiiv*.Provincial- de Per
nsmbco res-lVe :
Art. i-iico. Fica o presidente- da provincia au-
torisado a -onceder s professsras publicas de bs-
trtrecio primari, D. Camilla do Carmo Terres,
profssnra da cidade do Divino Espirito Santo d
Pi d'Atbo, D. Geaero-a do Refo Medeiros Ca
vlcnti de Albnquerque, profeeenra de Imberi-
bsrra em Afogados e Francisca Marix da Annun-
cia^o, prntessora da 2 cadeira da freguesia de
Afngsds, permuta de soas' caderras sem pre-
jujizo dos seu. veocinrentoS',e -cathe;jorias.
Fteam revogada* as dieposieocs em contraro.
Pa^? da Assembla, 19 de Mtrco da 1886:f como econmicas, contra o gosto de meus
Dr. Joo da SCaratcanti.Barros Barrete Ju- dssta bancada.
rnn.
O r. Tissande de rstt>ntiaa;n Sr.
presidente, corre-me o-'dever de vir tribun-)n*-
tificar o meu procedimento n'eatst eana, s Usas
que j tenha sido censurado por uretra amigos
desta bancada, por ter-m* apartado de Ss. Exos.
no quj dia respeito a economia e bem da pro-
riatia.
Nada tenho que ver com os meus nobres ami-
gos, porque faoo conforme enteodd Mae, Sr. pre-
asdnnse, en-fui Iludido pola commissan de orr^a-
menttt que aparenthra -aqtfi ecoocenins a tonV
traoae.
O Sr. Jes*. Maris Eu bem que odala.
O Sr. Visconde de TabatiiMta V. Ex*A Sr.
presidente, tem visto aqai o meo modo' de proce-
der. Todos os annos eu sempre clamo em bem
das fin anca s da minha provincia.
O nobre deputado pe 9 distrito dia qon esta
edonomia i nm chario. Eu porem nada tenho qo
ver com oque dia 3. Exc., porque cumpro com o
men dever. Sou amigoda miaba provincia, onde
nasci, dessjo ver a sua prosperidade, por isso te-
nho concorrido com o mea voto em favor de al-
gamas medidas que a nobre cornmissio apresrateu
amigos
Ei protesto qu* ama emenda minan nio exista
aas te o reamen te.
O Sr. Jos MarisV. Exc. nio tem amasiuna
so?
O Sr. Visconde de TabatingaEn nio tena*
amaeio, qnanto mais umasinha.
(Troeam-se muitos apartet).
E' verdade ; tenho urna emenda sobre a fabran
da fiaco da Magdalena, e se nisao ha peccado da
minha parte, peccaram tambem SO ou 22 Srs. *-
putados que esto nella aseignados.
Um St. Deputado Muita gente que astinasa
vota coaira.
O Sf. Visconde de Tabatinga8e virarem a ja-
sara H de admirar, porque moita gente boa'a
tsar virado ; e porgante : a nobre cornmissio, ajas
aaregoarn grandes economas, nic virou tambetL
aixa-al, a oasacaT (Apaites). Por ventura ttjji
aliatam-mn-eom fifr-sna ventad, o qoe hei de eu faser f
Tendo feito o meu protesto e manifestado a JL-
lusio da tal economa que a nobre cornmissio sptn-
-Ainaral.Sosres de
Perganto : que raafcn tem *-tmbw depwsde* ^Q .asroel^os mewnos rencimey-toa dos de-
para diaer que o rendim-nte daimn-M* dar mb,' .*a,Bimjco6 JaqueMnestabelecimento. Sophr*-
sendo arrecadado pei ib eaipregados-da AlsndSs.n
d.) qoe pelos do Consolador
O V. Eta., aar V8Bd*^
censurar o moda porque pmoede o Consniado, na-
ve lamaotar que asa ssus eomp^rfacanos i's*
quel'a reparticid empret^tdos uio se -d a inesm
garanta que se daos empregados da Altande**,
isto que nio se oonsentisse qu* ae fatn-lat sa-
hiseem da Alfandega sem que tivessem pago o bbv-
potto devido provincia.
Mae isto nio w data, e naa-aabatnos at o qu-
se fazia : em nemes-ficticios, em noines que nio
i-jti.- fi sendas para despachar ; e awanrt r o Conaamdo
prscurava arrecadar o imposto derido aquella re-
qae- nao tinha re
'fnwo ge
:*
i'artici-J, encontrava
presentante; mas;
vernotimou o eapediasrt* dn
taaenda sahisae da Afnsnatsaa
impoat da gyrs-, nio se coosentieae no a
to no tenpo ein que n araraadacnVi' era ffK pe
Conaunidd, teriamos o meara renultado; parque
uem em cnt*rh nem em inteligencia e drtnii-
guem os empregados da A'tfandega dos do Consu-
lado.
0 Sr. Joio de OlivetraO paprf i*/iss*}nic.i.
O Sr. Pr'ax-des Ptsaa; C an V. Ele. tam o
direito de acensar, eu tenho o direito de defender.
Sr. Joio da OHveira d nm aparte.
O Sr. Prxedes Pitonga Mr sirvo de fianurt
para representar, taire V. Ixa. soasa-snr-vii para
isso pirque mais n>ci; na por ora represento a- Ctnatenstuo de *.lt>oqurq>ie
nio Prtrthtf
If.' 3*1 A art 1 na ttaeUs*d.i impostes de re-
partioi, na parte 8 gal-sc '&!#. Na parte 4* n. 11, ein 'legar d...
8U, diga.se 2tOXI#. suppriinindo-s" o n. 12.
m"6ia* parten. 13, diga-se 8:000)1, em lugar
d^ 10:000|| Gomes Parsote. Coelho de Mo-
rana. >
N. 370. Se passar a emenda n. 334. Igrmf fa-
vor a U. Aiinnueiada1 de Mello MontenegroJas*
Mari.
N. 371. Fica restabelecids o J 24 do art. | da
le a. 1,860 do anno pa.aado, que relativo ao
Mbnte de Soecorro.Bario de Itapissuma
N> 372. Onde eonvier. Fica oonceiida ao por-
teiro la- repartilo da^ Inatruc^io Publica, Jos
Augusto d Mello, um anno de licnnoa com oiMa
r'qae +irto, par tratar de sua saude oard* lae eonvier
Reguei'K Gosta.
' N. 3%. Subemenda de n. 271.E todos qas
es*r~f ru aaa mesmas conoScees.J Mana.
N. 374. Oale eouber 7 f para pagtinieuto de
alugueis-vencidos d casa que-aerve .le quartel nn
viia de 8erinh5-m Barros Barrete Jnior.
!f?'S75. Sopurima-s^ a wmenda n. 62. (Instrteto
*jMpinw>|B. Harreto Juaur.
m. 376. -uppmiia-se a em"nd n. 11. (Imposto
sobre cal) Barros Barrete Junan
, N. 377." Cde aiber. Mais 8:0004 pasno* eou
certoe de qu- neoessita a- cadVia do Brej i.da Ma
tire de Den rtjdrigoes PortoRatis Sflra.
minha autonoma, o nobre deputado pode repre-
sentar o que quiaor.
O Sr. Joio de Olirnim Bstou admirando V.
Exc que, asado tio ndiantodo em anuos e que coa-,
tuina mostrar-se calmo, est hoje tio.ardente.
O 8r. Prxedes PitangaQaaado vjo forirera-
m sem direiuve-sem rnaia,-ea-no ok piaao con-
s- rvas caito; e V Exc ftqa* aaavndo.de- uaa
couaa, qoe twibit diaaaaand em. qualquer terreno,
apenar da miaba idads, en o- aouvido a iasn por
I qga teri a resposta daasdat (Apanm), -
' Porann*a> emajnnt-provar aaa|u>toa de atan,
parneomo*ansrtgnjdsa da^Cagaalndo iaignndr
os motis por nio terem ata qoe as eetupax.
' 8. Sxa. nao Uataiivdn.a^BBW as.ihijtnil* da
2nceind* Conaosad* Psovinctat...
O Sr. Joio de OUr*im --Eanl an segulaaaent
qae li.
N-. 378. Supprraia'se* emenda n. 180.Barros
Barrete Jnior.
' N. 379. Subemenda He a. B99. E bem assim
a,que possae Aexandre G unes K irgoes, n< rna
d Rosario n. 35,'em 8. Lourenc/o. da Matta, que
esta as disposic s da hTrfnti 1,544, de 1881.
Jos Mana.
N. 380. Iilummaetd publioa- Au^menre-se a
verba para oa lampeo. ja concedido* no | M art
1- da le n. 1,597, de-28 de Junho de 188?, para a
easrada de Law do ttogonMai hospital dos Laza
rs --Gome* iPIsaanf
I : N. 381. A emanan n. 238. Em vea de 96 di-
gp'se-10 aanoa^Bnrros-Barrclrt Janior.
N. 382. Suppiama-se o |*du art. Ir (teanln*
aTr-,Bair.s Barswtn Jaiimr^
. N. 383^8* pansar a manda m U. aacrnaoea'
te-e -guardada* as excepooes da loi n. 1872
nior.Herculsno Bandf ira-
Amorim.
' N. 391. Se pasear a emenda n. 334, offereco
como erar na o projecto. -n: 1Q&- de 1884t-Jos
sfaria.
0 projecto efferecid com emenda 6 o seguinte ;
A Assembla Legielativa Provincial de Per-
nambueo resolve:
Art. 1 Fie* contado como di ffectivo exerci-
cio o tempo decorrido desde a data da sutpencio
criminal do profeesor Francisco Silvcrio de Fa
nat, em i dn Deaembro da 1865. at a data da
aeoteooa que o absoiveu era 16 de Marco de
1866.
Art. 2o Ficam revogadas as dispoticoes em con-
trario.
Sala das commissoes, em 7 de Mkio de 1884.
Andino Antonio de Luna Freir Jnior.Ermirio
Giutrnh'i.A. Lopes.
N. 3. 8ubcm>nd d n. 249 2- no final.
Em ves das paiavrascom a gratifkacio de 8004
diga-secom a gratificacio que for arbitrada.
Vicario Augusto Frank'm.
N' 393j Additivo A emenda de n. 24T. Por
inlirte de qualquer dos toballiaes da comarca do
Rceife, ficar extincte o reep-ctlvo cartorio, cujoe
pap-is serio distribuidos entre os tabelliies com-
p^ubeiros. -Sophronio Porteila.
N 394. Offerecemos como additivo emenda
n. 247. o prejecto iufra, n. 10 de 1883.Sophtomo
Partella.C. de Albuquerque.
A Assembla Legislativa Provincial da Per
nambueo resolve :
Ar. 1- Ficario extinctos oe-offlcios do 2- ta^
bellio, es'.'rivio do crime e civel da comarca d
Aguas-Bellas, logo que so verificar a sua vaga
por tallecimento ou reuuncia do respectivo serven-
tuario, e serio aggregadns s respectivas func-
cojes ao cartorio ao 1B cabelliio emais annexos da
mesma comarca: <
Art. 2- Ficam revogadas as diaposioes em com-
trario.
20 de Maryo de 1883.L.onardo de Alraeida.
Dr. Democrite Cavalcante.
N. 395. Accrcscente-se ao n. 315.Art. 3, de-
pois da palavraProvinciaobngaiio o contra-
tante ou seu fiador a reforcar proporcionalinente
d-itos fiancas se por ventura as ostras s ffrerem u
diimuicao do valor, porque fiarsamajebiias. Bar-
roe Barrete Jnior.Ferreira Je*biua.
N. 396. Sub-.-menda ao additivo n. 235, s dis-
pieicoes geraes : Supprima'sc a 1* parto at a
i iiavra emiosio, o ho final da 2* parte, depois da
,i >ra devi-.i.)r, aoure^cejite-sei do Banco.
S.'tt. G.de Drummond.
N. 397 Additivo. Fica-o presideute da provin-
cia auterisado a inuorar coui Muel Cirineo tino
Correif de Mrll), o contrato para custeio da llu
ininacio publica da villa de iguarassu, mediaute
as f guintcs condifuae
Iud-.'mnisar o c intratante a provincia no fim de
5 aunos, da qoantia de l:4 (,'d dos 40 lamp<-o-is d'aqu ola villa;
Coiloear a sun cust* cinco lamii rV>s, que pnssa-
ra> no fia d'aquelle praso a pertencer pn.via
ca:
Faser entrada da referida quautia por quotos
anuuacs, sendo qae fijar resciudi-|.~ o contrato
oom a falta d'esaa entrada nos prano* estipiila-
dos ;
Entregar a provincia no in i i bOMrnto os -15
lampeo >a perfeitamente conserva i i seminis
lU.leumwaeo ;
Sujeitir-se a receber da provincia preco de
20.1 rs. por noite e por cada lampea;
orig*r-se a manter h iMnmiaana gratuita*
monte no caso de rescisi at qu se eetabcleou
uovo contrete ;
Prestar, flanea arbitrada palo Thesouro para
garant* Ja* condiedys estipuladas. Rnsnieina
Costa.
N. 398. Se passar a emenda n. 2t3i supprima-
se as paiavras. devendo o lugar d censor s r
exereido at o fim.S. R Jas Mara
N. 3i9. Se passar a emenda n. 243, acerescente-
ae sor exclusivamente.S. R.Jos Marta.
N400. Subemenda a de n. 334. E a todos os
fiiiieeiouarios qne estiverem uas mesmas cndi-
lo s.S. R.Jos-Mitrin.
N. 401. Subemenda a de n. 332. O mesmo favor
srja concedido aos asmis aposentadas do Consn
lado Proviacial, e aqnelles que parventnf-a o fo--
rem nos termos dos dispositivos que transforma o
Conentndo Provincial- em Recebeduria iProviucial:
8. R.Jote Mara.
' N 409:- Subemnoda- den. 340. B aondemais
ue-estiverem as mearan* ron-ncoesS. R.Jos-
liria .-
N'4J9. Subemenda i emenda n. 332. DeoDis-
das paiavras r*ahai^T*sccrBoeento-sef Manuel
Psrnra da Cunta Dr. Pitanga. .
N.H404." A' parto 4" n. 13 da-tabella'do imposto
de repartici, accresoente-fe : ni pidendo a quo-
ti de cada um d'.s collrctadosexceder de repar
tioio de 1884 a 18$5. Costa Rrbeiri.
N 4<)5 Mipprima-su a parte 2**1* tebell do
imposte de r oariieAo. ficaudo a classe de que ah
se trata sojeita ao mposWs-ibre us'abelecimentiis
ceoimerelaes.Oosta Ribeiro.
!< 4-I6. Onde eonvier-6:0J0OlO para k con-
atruevio de um ayude na villa de Quipap-.Re-
gueir-H Costa
N.407 N 5 10 do art. 1, supprimam se s pa
lavras 40 ris por litro de. vinho e no fiual do
uiesmo para^rapho supprimam.s* tambis us pa-
iavrassen lo u c branca etc., at'<- fim.K .'is e
8ra.
N 408. Onde caurier. Fie. o premien da
Sin i a autorisado inania- i Joio
1 mes da Cix q ej 1 -inais
ptgna em i. eraos xrci-.'i s DOmpaobJ rtcif.-
Di aiu-^e, prnveni ote de nm ov.'j
silo roa lo Pbarol, i qual se anas eori pi lie
ui que di 17 oocoatrai
pauln^ -.1 lio d B.rroa.
N. 400 A' em- ii.la a 3 a* irt. *eu| pn
a .luv -----i tlho. Joio de Ol g
btrto.
N. 41' Aanrnantn as < rateo a 27u, i
p)i is aaliWra rinianiinutos, p
op rgaios que lu-Kar oo*Wf*Mte6te.Rn-
|it Silva
N 411. Piea-transteriati a esd'i.a I iBalbda'
lo luifari M'in i
Os C- b. crin, le jirr.slt ;
MaB, Sr. presidente, o que vejo ? Vejo a pouca
sinc-ridade da cemmissi* de orcamento.
O Sr. Gomes Prente Pouca sinoeridade da
parte do nobre deputado.
0 8r. Vieoondede Tahatinga.. .que reio il-
ludir-noa, diti'ndo-que quera economas ; mas ago-
ra a priuKira a apresenter emendas augmentan-
do a despesa, conesdendo at favores.
O Sr. domes Prente E V. Exc. nio apre-
aentuu urna emenda ooncodendo favores para a fa-
brica de tecidoe ?
i O Sr. Visconde de- Tabatinga Esta emenda
nio prejudica, porque mantm urna disposicio que
est na lei vigente. se o nobre deputado laca-
me esta | cha perraitta-ine que Ihe diga qae n;io
procede' bear,-acabando com a fabrica, S. Exc.
porem illudio-me completamente e eu vou pro-
yal-o.
O Sr. Gomes Parate Nd illud talao nobre
dpatado.
O 8r. Visconde de Tabatinga. Procurei mar-
char n'um'terreno, suppoudo que elle era firme e
verdadeiro, enanei m.
O Sr. Gomes Prente Eu que nio estou aqai
p-na satisfsser capriehos de ninguem.
O Sr. Visconde de Taba'inga (com forca) E
nio sstou tambem aqu pndindo qae o nobre depn-
Udo me eatisfaca a respeito ds qualquor preten-
di, porque nio a tenho.
O Sr. Gomes Prente Disto isto porqae o no-
bre deputado est me censurando.
O Sr. Visconde de Tabatinga Eten cenen
rasado, porque o'nobre dpatado nio fbi sincero
comigo.
. O Sr. Gomes Prente O nobre deputado qae
sincero.
O Sr. Visconde de Tabatinga Mae vejo urna
aneada assignada por memoras da cornmissio de
fasenda, conedendo um abate de 50 */ a uns ar-
rematantes de disimo de gado ; vejo mais urna
emenda assignada pela cornmissio, autorisando o
presidente da provincia a extinguir urna seccio do
Consulado que o nobre deputado disia que nio era
necees*ra. Mas o que faz detsa seccio ? Man-
da arranjar parte dos empregados em urna meea
do rendas, ea outra paste em diversas repartices.
0*de est a economia ? S'se economia para
ingltt vtr.
O ir.' Drnmmond FilhoFoi ama m ida de sa-
bedoria e humanidad"*.
O'Sr. Visconde de TabatingaEu acompanhoi
a eommissio; mas fui iludido : eu quero economia
roa', nite aprsente emendas Ilusorias.
. 0 Sr. Gomes Prente0 que queria qu* fizesee
do empreados ?
0 Sr. Visconde de TabatingaMi sei ; o no-
bre deputado a principio disia ama cousa. e agora
di* ourra. Eu declarei aowpauhar a eominissao-
iw que diseesee rspeite a economa; mas nio veja
wta eoonomia apregoada pola cornmissio, o que
vejo si despesss.
A ommiseSo nio tevs a corsgfm necessaria
Qdando a coimniesio me disia : voi< faser ssa
economia, eu dizia : tenha coragom, justo, eu a
acnmpanho ; mas no entante nio vejo economa n-
nhrima, vejo comate a eommissio ceder a tudo
e a te ios, collocando me assim em m posicio.
O Sr. Gom'.s Parete Eu nio cedi nada.
O Sr- Viseonda de Tabatingahotio a extnc-
gUb do Grnnasio uio traza ecmomia?
O que V Exc. quer que eaia somente sobre
man a odoaidndai
A eommissio manlnu urna emenda, ou alguem por
lia para terem vigttf as tabellas; hoje manda-se
outra emenda dando: .utabe-se com a tabella;
oetabeiec-.-ei de por cinto, um negocio bonito
ebti- ; eu que fui Iludido.
0 8r. Gomes Prente Eu que me illud com
V. Exc.
O Sr. Visconde da Tabatinga Falte i com o
meu vete em alguma medida de economa ? (Apar
te).
A eommissio me disia snmpre que havia de fa-
ser e an mia-i sobre economas.
O Sr. Coelho de MoraeeA eommissio que
dizia que o seu orcamento era objecte de estuda.
O Sr. ViBOoudo de Tabatinga-'-Eu. subi tri-
buna para explicar meu pcocedimente, isto que
acompauhci a eommissio no sentido do faser eco-
nomia, porm, agora vejo que a commistio pro-
cede de outra forma.
O Sr. Coelho de MoraesO nobre deputado ro-
to* par todas as emendas creando desposas.
O Sr Visconde de TabatingaTem aIgama
prova d'isto 7
O r. Coelho'de MaraesPensei.
0 Sr. Visconde de TotingaEa fui censurado
or ter me-apartado de meas amigos e urna reto
Dr. Jacobina diate-me que eu havia de ser iludido,
o ssatm^conte-eu.
Ex us as miaban queixas perante a eommissio
que me qun tlludr, achando queeu era nm pobre
veitfca-matuto e ue fcilmente seria illudido:
Venh diser que sffectivamente fui lludido
(Aoarte)
0 fio do negocio curro; a nobr* eommissio
cedeu tudo e mais que bouvesse : bavemos ds ver
o resaltado do deafcbo de tuda isso.
(Troeam-se apartes).
Ds nobres dopuesdos. ou o nobre preeidinte da
Atsemh -., auppoem que te realisaa euppreeeie
do Gr.bnHBio*Peruambucano ?
J ha urna emenda; restabelecendo o Gymnasio
pdr um mdo iuglet ou nio sei que, comtante qu
a cousa vem a fica- no mesmo, V. Etc.. Sr. pre-
airtnpe, ver que a comdnssii vota par essa emen
d, ib> pelo resrabeMcrmento do Gjamasio.
O 8r. C ellio db M raesV.' Exc. est prejul-
gn-Td-
O Sr. Visconde da TbatingnVenbn declarar
A nobrt iiiQ'nissio que niio a aei/aipaoh mais nem
para o'.; ell* que carregu* com as uis.quen-
eias, parque eu Bigo o caminho que ent< nder ree
.b r.
Um Sr. -1epotd,iEntio vsi acumpauhSdo pela
v^*no Aunrini.
O er ViBcemd te TabatingaEu, mpre qaaj
ik ae.rmjaoriMO por um saeerdore virtco*-. v .u
boa, amia quc ja j.ara 0 infe.no. (.tis apar
Ma*) Sr. pie. itent. te^i. amaina ficou vlto
rio* a oinni'ss'n nin t-m rera dio i> ba-
xlr i cabeea ; pn* isa rtuce : 1A1 se fie rna.s ns
.i.Hs vt siga ii enminM qe eu seganvi o
; f.i. te'.-i i ais t comrir.i'Msso qoe. toinei, no
5 oe acoTin-'i.h1 a na^ ec-iioini.s d eter-
ao qual velo iio|c des>ipp reo.i -ma c ni 'ie chuveirodenmBa
preyn
fruta) em'
agurdente ; *ern prego.
Expoaitor Joo Fernandes Lop^t.
99 Meia caixa com charutos Prinnverts;
rnilheirc 60,J000.
Moi dita i-orii ditos Guararape; mi-
IMn 65*000.
100
101
102
Meia 'lite com dtos'Sol-ctos; mHHnM
103
104
105
106
!>
' t
seutou, estou satiefeito ; vou seguir gora o atan
caminho, roteado como entender.
> ar. tomes Parale(Nio dovolrta a
ana discurso).
O Mr. Bostrea le tmorianv (Nio dar!-
reu o ten discurso.)
A discussio fica adiada pela hora.
O Sr. presidente levanta a srseSo, designando a
sagurnte ordem do dia: 1' partecontinuacn daf
aitecedente; 3w partecontinuacSo tambA a1"
antecedente.
Provincia d Pernambaco
rPOSlfZo SL*L-A1 ERICAS A EM BKMflM
(Continua$3o)
87 Um' frasco com ementes de oiticion ;
prect) 3(J90O; por'15 kilos.
NOTA. Vide a botnica qu* (aeotnpn-'
nba os producos.)
8* Um fratco de-arroz em casca ; pren*
400 rs., par 16 kilos.
ExpositorA CommissSo.
NOTA.Pouco se cultiva e6te onnoal,
apesar ds dar cora f cihdttde. Em
idnticas candicSes' acha-se o trigo,
que prodaz com grande vantagem na
centro da provincia, o qual, sendo sei-
fado cresce eramente.
89 Um' fraseo com favas ra
200 re., o kilo.
ExpositorJos Fiuza de Oliveira.
90 Um fraseo com feijio mulatinho ; pre-
go 200 rs., idem.
91-Uta dito com dito brando ; pre$o 200
ris, idean.
92 Um dito cora dito fradinho ; prego 200
ris, idem.
93 Um dito com dito preto ; prego 20$
ri*, idem.
Expositor A CommissSo.
NOTA.Ha grande abundancia e vari-
dade destes 1.guies E' um dos ali-
mentos da classe pobre. Anda se ira-
porta em razio das altas tenias da*
ferro-vias da provincia.
94 Um frasco com pimenta roalagueta,
verde cm vinagre ; prego 320 rs., o
kilo.
95 Um dito com dita dita dita em agur-
dente ; prego 300 rs, idem.
96 Um dito com dita dita madura era
agurdente; prego 320 rs., idem.
97 Dona ditos com dita de cheiro em-
agurdente; prego 300 rs., idem.
Expositor A CommissSo.
NOTA.A pimenta tem valor espeml.
o que lhe di eittrarja peral na cosinlM
brasileira; tem propnedaties raern1-
ciaes-anti-fchri: pisadas coiiofem-
la' produz enrgico sinapismo, lt'
grande variedade.
98 Um trasgo com cacao
ti
412 \ | 28.li -rt 2
qaota-e.n 2 i: ">W0 par s-r c i Ururfui icu*..
c*uta o i ri Kd Hit' -os e'H-.. i. nrfrr
Jouque r'. L.reuc-. de !*T-K>gi
N. i\f r>e o .r.*aOdH pr.-h
do a pr eidd., prfe**or jobiliids; II *1
Silva,', filiando sern tf?*i a sua-ijvbliaoaa.'- tsxi*
r*uOo di *>.' R"gohrta.
nobra* d- |.u i-, um nio saaem que a obre
i rio S pr*wv+i ) un saldo de s I8C-nMS e
i rpsMsaT IB f Oun ir ficar etse taldat
pie ni pod eii^tir. (Apaites).
Asiirn, *n pr*i'ent-, nada mata teobi aapr*
eui.r; vim (as-ir j meo protesto de mreprndl-
N 414. Uispisicoes geraes. Pica a pi r ter ao.>mjaoi'.ado umd ciromiit.-, au*
ds provincia aut .risal.i 4 inundar pag. rs Uasmetbi. Uun^aine* dni<)livei>a, a impurada. kn sigo o mu camiubo, a >abre cotsmissi *ig*
ca do aluguel vencido da sua casa, qae.se.rve de o teu, tujeite-se i sua maoria. (Apartes)-
505000.
Meia dita com ditos Pcrnambucanos ;
mitkniro 50^00..
Mein dita oom ditos Primores; rai-
Iheiro 40,5000
Meia dita como ditos Indgenas ; mt-
iheiro 400000.
Dous puentes com cigarros Selectos ;
milheiro 7|}000.
Dous dito* com ditos Primaveras; mi-
lheiro 65000.
107 Dous ditos cora ditos Unirersaes; sni-
lheire 45000.
108 Dous ditos e.om ditos Orientaos; mi-
Iheiro 6A400.
109 Dous ditos com ditos Operas; tuilhet
ro 65000
110 Dous dito com ditos Ottomanos; mi-
Iheiro 6S00.
111 Dous ditos com ditos Cosmopolitas, pa-
pel de fumo; milh iro 105000.
112 Dous ditas com ditos Goyaz, paani
palka do milbo ; milheiro I0500.
113 Dou* ditos com ditos Goya, papel *
serla ; milheiro 95000.
ll^ Dous ditos com ditos Cosmopoisa,
papel de seda; milheiro 75oOO.
115 Dous ditos tora fumo desfiado Daoietc,
prego 5000, o kilo.
116 DoBs-ditos com dito picado Rio Hov;
prego 55OOO. idem.
117 Dous ditos com dito desfiado Qojtm ;
prego 5000, idem.
118 Dous ditos com dito dito Garanta*;
prego 25OOO,'idem.
119. Dous ditos oom dito dito Codo do Mn-
ratrhSo ; prego 105000, idntn.
120 Dous ditos oom dito dito Borba; pr*-
go 125000, idem.
121 Dous ditos com dito dito S. Felx-
Babia; prego 25000,1 idem>.
122 Dous ditos oom dito dito Virginia1 A-
roericana'; prego 65000, idem.
Expositor Antonio Pereira da Ca-
aM
MOTAExisieiu na Provincia dirajta*
fabricas para corlar e desliar fai%
montadas com grande perfeica.
tre ells sobresahe a do Snr. Aalt
nio P rerira qa Cunha, urna dM'raan
importantes do Imperio; ocensn aa
tofo de SO: 00o metros quadrad* *
0 operarios para diversos fabrtdat
Tem dous motoros d* (bread* IS *n
vallot cada um; nma tjpojmaaaa
muito bem moiUdda-; nms nsnHtl*
par o fabrico de caixas* ama naya-
de offiflina de fnileiro para o adun-
co do'latas, e diversa maquiBaa^aa*
a extragi* d oleo* rnietae*.
123 8*i* fras .s d- preparados depnrtav
tiro* de Cofuruiba; pr*go 36#0Ba>{'-'
aduzia.
Erpotitor -Antonio Pereiro da Qn>
j6TA.-(Vide prospedto anoem 4 *-
xa.)
124 U pa-ote com ementea da'faajV-
lim; prego 130 rs. por kfto.
Ezpositdr Arttonto Pereira da *>
nha
BOTA.Desta awn>w^extraa-a
leo do mesmo n*me.
125 Daos' paootes com sement*'d* oaan*-
paro ; prego 100 r., por k.lt).
Eapositar -Antonio Peroirn da Ok
nba.
r


NOTA. fiestas gementes extrahe-se o
.oleo do inesno norae.
12o Urna gaioia con dous pea de anul*.
27 Um fraco com samentcs do dito.
3 Dous pacotes de preparados .de dito.
Expositor Hermann Stolsainhach
MOTAEsta planta erle-0001 afcaa
dancia eui nossos sertes; agres
ta. Do sea lejto descobrio-se jun
i'licaz reinodio para debelar o can-
croide, e h sido policado com inn-
meras vantagens. Qualqur galho
. que se plan*', viuga.
129 Um frasco coco .ementes de ginqmty.
I0 Um dito com diiaa.de oiticica.
Expositor Hermana Stolserabach
AC.
NOTA.(Vide o livro do botnica lis
334).
131 Tres pes de borracha de Mangabeira-
Expoeitor Heraaann Stolseembach
d C.
NOTAHa grande .abundaireia desta
arvore em nosso litoral. Do seu lei-
te fabrica-se a borracha, cuja expor-
taco as provincias do Norte tem to-
mado grande incremto. O eu (cue-
to mu i saboroso.
132 Urna pelle de oobra de viado.
133 Urna dita de cabra.
134 Uina dita de dita (manta)
135 Urna dita de dita cabelluda,
13G Duas ditas de Bezerro.
137 Duas ditas de poroo do matto.
138 Cinco ditas de Viado.
139 Duas ditns de Rapos.
140 Urna dita de oaca (tigro).
141 Urna dita de cuta.
142 Urna dita de tamandu.
143 Urna dita de quaty.
144 Urna dita de moc.
145 Palles do papa-mel.
Expositor Hermano Stolaonbach
dC.
NOTA.Estes specimens variados rao
outr'ora uao se exportavam, hoje ja o
estilo sendo em grande escala para os
Estados-fuidos. Este novo ramo de
commercio veio fazer com que os nos-
sos sertanejos tomassem maior tntc-
resse pela creaco. Da carne (fe al-
gur servem-se para seu alimento.
146 Duas latas com abcaxi.
Expositor Teixeira Lopes.
NOTA.Esta fructa era plantada em
pequea escala, Outr'ra vendia-se a
a (000 e 1*200 cada urna; boie, po-
rein, ha em to grande abundancia,
que as vezes vende-se a 80 rs. cada
urna. E' de grande acaeitaco e bas-
tante apreciada, pela fama que goza
de ser una das tructas mais saboro-
sas do Brasil.
147 Quatro inhames.
ExpositorTeixeira Lopes.
NOTA.Destas tuberoses encontram-se
uiaiores com o peso de 15 kilo. Co-
mem-se cozinbados, e constitua uno ali-
mento nutritivo e de fcil digesto.
148 Dous frascos com vinho de juca.
149 Dous ditos com elixir ante-rheumatico
de caninana.
400 Dous ditos de licor, dem.
101 Dous ditos cora dito de Jenipapo.
Expositor P'rancisco Estelaoo.
NOTA fia 108 e 257).
162 Um sacco cora aementes de carrapa-
teira branca.
153 Um dito com ditas de dita preta.
ExpositorJuao L. P. Lima.
NOTA.Planta muito abundante, mas
gem cultura.
154 Um sacco com ipepacuanba.
Expositor O msmo.
NOTA.E' muito medicinal. (Vide o
livro de Botnica).
156 Um aacco com quiua-quina.
Expositor O mesmo.
NOTA.Ha diversas qualidades desta
planta. Aa qut> sao verdadeiras, im-
pream-8i- na medicina. (Vide o livro
da Botnica).
156 Um sacco com carocos do algodao
crinulo.
157 Um dito cora ditos de dito quibradi-
nto ou cayana.
Expositor O meamo
NOTA-Ha grande quantidade d'estes
artigue. Temos duas fabricas para
extrabir o oleo do caroco.
158 Ura sacco com enroco de algodao her-
bacip.
Expositor-O mesmo.
159 Um aa'-co cora batata purgativa.
Expositor mearao.
NOTA.H grande quantidade (Vide o
livro de Botnica.)
160 Um sacco com pega-pinto.
Expositor O mesmo.
NOTA Esta berva muito medicinal.
U*-*-- cun frequeocia as molestias
do baco, fgado e da nrthra.
161 Um sacco cora sement de pinhao.
ExpositorO roesroo.
NOTA.(Vide o livro de Botnica).
162 Urna caixinba com frascos de xarope
viuoso de quina vermelha e iodo de
ferro.
Expositor Virgilio Augusto Lopes.
163 Uma caixa cora 44 vidros de tintura
raSi, prep irados de productos vege-
taes.
Kxpoaiior Dr. Americo Netto.
161 Tres garrafas de vinagre de canna de
aasuuar; prsco 200j-s. urna garrafa.
Expositores JosMagalbaes dC.
NOTAHa diversos fabricantes deste
artigo, que. tsein de mel da canna e
d'aguaraVnta. diversos preparados.
165 Tres garrafas de vinagro de canna ;
preco 100 rs. uma garrafa.
Expositores Os meamos.
166 Uma garrafa de az-ite d^e deod.
Expositor A. G Miranda L al.
NOTA.Dend (arvore) que d fructua-
D#ll'8.se extrabe o multo saboroso
azeite para adubos de coaiaha e esve
para o fabrico do aafao. (Vide o livro
de BotaDica )
167 Urna garrafa de mel de abelha urucii ;
prego 800 rs. uraa garrafa.
Expositor Andr Mara Pinheiro.
NOTA. Naoee exporta por cansa da pe
quena qunimdai'.
168 Uma caxa com cerveja branca e pre-
ta.
ExpositoresA- Kruss Successores
(Fabri-a Nova Hamburgo.
NOTAExporte, se para outras provin-
cias. Temos duas fabricas.
169 Duas garrafas cora agurdente de cal
do de canna; prego 400 rs. a gar-
rafa.
Expositor A coinmiaa&o.
NOTA -E' de ootavel aceiUcio e ex
perta- s eos grande abundancia pnr
outras provincias.
170 Duas garrafa* <. n i-guarden" ; |
jo ICO u g...:"..
Expoeitora A commiasilo.
NOTA. L> g t itfv
extrae a sguarient.-. i'ab iea-<
grande quant.daoV para dentro & lrc.
da provincia. Aonualmcnte pr. duzein
as fabricas d'asaucar, oude ha destila-
dores, cerca de 10 mil .pipas. Ha gran-
de consumo naprovn
171 Duas garrafas com yinbo de caj;
proco 500 rs. a garrafa.
172 Duas dita* com vinho de genipapo ;
prego 13000 a garrafa
Expositores Porto & Santiago.
NOTA.Estes artigos aio madicinaes.
(Videoliwo de IBotsaica.)
173 Uma oajxa eom madioaraantea deatri-
- fios.
ExpositorManoel Cardozo Jnnwr.
174 Um frasco cora cal branca 'de Jagaa-
guaribe.
Expoaitora -A Companhia de Edifi-
cacSes.
175 Um frasco com cal preta de Jagua-
ribe.
Expaitor-A mesena.
176 Uro fraaco com areia de fingir obras
alvenaria.
ExpoaitoraA mesma.
177 Um frasco com argila, ou barro.
Expositor aA mesma.
178 Um cano de barro vidrado para cons-
truccSea.
179 Uma telba de barro imitando a fran-
ceza, para edificagao.
180 Um telhiio de barro para receber as
aguas pluviaes.
181 Um dito dito aimpiea para coberta de
casa.
182 Quatro lamberguins de barro para edi
ficagSes.
113 Unvtijollo pro va de fogo, paca forna-
lba.
184 Um dito commum para construegoes.
185 Um dito para construcgSes bydrauli-
oas.
186 Dous ditos quadrados para ladrilho
de casa.
187 Doua ditos communs para ladrilho de
casa.
ExpositoraA.Companhiade Edifioa-
gBes.
NOTA.Extensa 4 a tona calcara si-
tuada ao norte desta provincia e sao
em grande numero as caiiras eetabe-
lecidas. As amostras foram foruecidas
por orna companbia de ediGcaces, que
acaba de estabelecer-se.
188 Um fardo com duas pegas de tecido
de algodao para saceos.
189 Um vello de algodao cardado.
190 Um pacote oom dous novellos da fio
algodSo.
Expositora A Fabrica de Fiagao e
Tecidos da Magdalena.
NOTAEsto estabeleciment de tecidos
destinado ao fabrico de pannos para
saceos de assucar que d'aqui se expor-
ta ; e para sentir que nao se tenham
estabelecido outroa, como no Ra de
Janeiro, d'onde nos mandam comprar a
materia prima, vendendo-n'a dwpois
em seus tecidos.
191 Um fardo da estopa de embiriba para
calafetas.
Expositora A commissao.
NOTA.Existe em grande quantidade
d'estas e d'outras, que se prestam para
calafitos e outros mistares.
192 Uma bilha, uma pequea quartinba e
um copo de barro para agua.
ExpositoraA fabrica de oleiro do
Barbalho.
NOTA.Os specimens apresentados nao
primam em perfeicao, mal sim pela es-
pecialidade da arga com que sao fa-
bricados ; prestara-se para o resfria-
inento d'agua, dando-1 he bom sabor.
Temos diversas fabricas destes produc-
ios de difirenos variedades e tama-
nhos, que servem para uso domestico,
assim como jarros para Adres.
193 Dous espanadores de peanas de ema ;
prego 20^000 cada um.
Expositor .....
NOTA.A ema a maior avo do Brasil,
-habita os centros de algumas provin-
cias ; de suas peanas fazem-se espana-
dores e exporun-sr.
194 Uma c.rta geographioa da provincia
de Pernanbuco.
195 Uma dita topographica da cidade do
Recife.
Expositora-A commissao.
196 Ura quadro photographico, apocimen
de uma filba do paz (erioula).
Expositores Alberto Henscbel d C.
NOTA.A commissao nao teve em vis-
ta remetter e,ta pbotographia como
perfeicao d'art ; mas to comente para
fazer c mhecer um dos typos da raca
mixta brasileira.
(Continua.)
um dos melhores d'cata capi-
ItfcVlSTA DIARIA
Klelcao d* nna depniadu provin-
cialH- je, r-alisn pe no 9* districto desta pro-
vincia a t'leico de um depurado provincial, para
preenchimento da vaga aborta pelo prematuro
passamento do Ilustre Dr Antonio Francisco Cor-
reia de Araujo.
Sao candidatos pelo partido conservador, o Dr.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos, pelo partido
liberal, o Dr Aff>nso Lustosa.
Banco Auxiliar MerranlilSao con-
vidados os Sra. commereiantes e particulares, sub-
scriptores d'es'e Barbeo, a reunirem se boje, 1
hora da tai de, na Associaco Commerciil Beut-fi-
cente, afim de se tratar da fundco di Bancu e
8'Teiit ijoTr ..(1h^ a- rPSpeQtlvaiJ coroinisboes.
Callesio do Kossa Wenhora da* vio
(orla*rtriiietteui-iio'j :
No da 15 do corrate ti've lugxr, nostn casa
de educago, feata annual aun que.as alumuas
costumam aulemoiitar o nnoivrsnri 1 de sua-digna
directora. Mue. BUncb" d'Herpeut Torg.
< A's 7 baras da tarde, no meio \ie um grand
coucurB! de p-ssoas dus finnlias u ais distincia
desta espita1, pnrenta? das discipu'as e amigas
das dignas directoras, comecou a festa pela parte
musical, cuj 1 pr.igi amina foi ex> cutado de um mo
do plena.-iiriitf satisfactorio, p-Us jovens, que dol-
iese encarregaram Mlis. Mari. Lima, Julia da C
Rioeiro, Mana Rita, Auausta Vas fe Olive ra.
f'hilomena d'Amonm, A nna Egueira e Anelina
Luis.
Trminada esta paite, si-guio se a repceseii-
tacao de urna pequea comedia, muito ajropriada,
ao lugar e A occasio, em cujo dos^mpenho se sa-
hiram p-rffrtsmente bein, e d-- m:"ira :i a;r.
dar a todos ,oi circumst ^ntes, juvh.os "
que n'ella 6guraram : M I* Amelia Qmiroz. H
vira de S, Maii- Lima, M ."ti;. T no .1 1
beiro, Ani i Fi^tiMr". ';im 1 MeU
Carro. Angelina Lius, Emilia Gomes, r-hnomcua
Amonin, .Hn:> Quei e Alaria L.i-
ma de tLfcn>mr,
E- ^rg. i.., Iauuta
vtri3, Mus- Jnit-t Cari I,
gelina di- Amono" Adalgisa Fuu-i,
Maria Eogi-uia e Laura Mooteiro,
sua distinca director^ con. b I
franc-s e portunuez, off-i en lu
caeio urra d'ebas, em uoin I
nh'-iras, um rico u.edihao cr-v j
tes.
1-Fiado tete acto tocaiit"', coui ^ue a^.. <
raooes innocentes q meram dar toa prrueptora
pma prova de gratida.. pele aelo e dediracao com
que alo trctiidas, toay-V u
...
l^anr 1 L contestavelmante
tal.
arantaoaa Em 15 do corrente escreve-
nos o nosso correspondase :
Um tristissimo aconteciaento veio mergulhar
esta cidade, no da
commoolo.
Um crime horroroso e framente premiditado,
foi levado a effeito aa noita d'aqullle da, era ple-
na cidade.
Vamos narrar eom todas as circarastancias
as horriveis peripecias deste drama de aancruc, em
quo figura "-n .. protogauiaia, Francis-
co Dias da R ajha, um moco iafeliz, de cu jos aun-
timectos nuoca se espern a pratica de to bar -
baro asViassinsto.
Este desgranado rapaz, desposou em 1882 urna
senhora viuva, oriunda de urna importante fcmi-
lia desta cidaie, qua do seu primeiro casamento
jtinha um filha moca, que savia sido .p;-r ella
promettida em casamento a um seu iruii, tio da
mesma.
Depois, por motivos que se fioou sampre igno-
rando, esse anlacc nao se realiaou, apeaar das re-
petidas instancias do mallogrado noivo, que no
ardor de sua paixao nao trepidou dirigir-se oor
carta ao juiz do orphaos, de eutao Dr. Jos Ai ves
Lima, expondo-lhe o estado em que se achava sua
sobrinha, estando, entretanto disposto a reparar
a falta que commettera.
Debalde tentou o Sr. Dr. Lima demonstrar a
conveniencia do casamento ; foram baldados, e o
casamento nao se cffectuou.
Passaram-sc os anuos.
ltimamente um outro moco se apaixonando
por esta moca, raptou-a para despoaal-a.
Mas, ainda desta ver, a desgrasada menina ti-
nha de ver os seus sonbos de amor quebrarcm-se
de encontr fatahdade que a persegua, encar-
nada na pessoa de seu tio, seu ex-uoivo.
Chegando elle, com effeito n'esta cidade em prin-
cipios do mez paseado e sabendo do prximo casa-
mento que se ia realisar, teve a requintada perver-
sidade de roproduzir toda a sua vida intima de ou
tr'ora com sua sobrinha.
O casamento nao so realison e a moca foi resti
tuida a sua familia.
Dahi principiaram-se a formar as primeiras nu-
vens d'uma tempestado tarrivel, que devia mergu-
lhar a essa familia em um mar de angustias !
Francisco Ditrd da Rscha ausenta- sa en to desta
cidade prometiendo vingar-se,-segundo disam, da
affonta que lhe baviam feito.
E de feito, tencionaudo matar. Rocha aqui che-
gou ao cabir da noute do da 10 do correnta, dis-
fargado com chapeo de couro e sobretudo e, deixan-
do um cavallo prompto emeasa do individuo conhe-
cido por Jeao Preto, oeculta-se em sua casa, de
onde sai para esperar a victima n'um boceo por
onde havia infalli velmente de pasaar.
Tudo astava preparado para o crime que foi
framente premeditado.
As 9 horas da noute passava tranquillameot*
o infeliz Luiz Jos Mendes e Bastes, sem nada
reeeiar, quando agredido por seu cunhada que a
terrriveis golpes de faco e uma puobalaJa no
peita o prostou morto a se"s ps.
Cumpre observar que Luis Bastos nenboma par-
te havia ton.ado nos factos, pelos quaes s seu ir-
mo era o reeporuavel, se que o era.
Aos gritos de soccorro soltados pelo infeliz Bas
tos, compareceram algumas pestoas, perseguiram
tenazmente o assassino anda disfaroado, quesal-
tou para o quintal da sua oasa onde procura retu-
giar-se sendo ahi pelo povo e polica preso flnal-
mante.
Nesta occasio o povoqoeria, no angeda indig-
narlo, trucidar o assassino, o que nao levou a ef-
feito pela resistencia que oppoz eutao a polica.
Sendo immediatamente interrogado pelo dele-
gado de polica Francisco Dias da Rocha, nega o
ten nefando crime, apesar do grando etnjuncto de
provas que contra el le so levantava e contra os
quaes Ine era impossivel arcar !
As provas se affiguram as mais completas sobre
este horroroso crime, acompanhado de um grande
cortejo de circumstancias aggravantes I
A victima era um moco eetimavel, intelgente
e trabalaador.
Poeta distincto, Luis Basto publicou muitas pro-
duccoes poticas suas, na 8 pagina d'este Diario,
que Ihe grangaaram o renome de que justamente
gosava.
Dotadu de um coraco bem conformado, gosava
entre o povo d'eta trra verdadeiras affeicSfs, que
tornavam bem patente o seu gema demcrata, as
idaj adiantadas de que era dotado e seu espirito
culto, a sua alma generosa aempradisposta para as
grandes lutas da vida.
O seu enterro foi muitiasimo concorrido sendo o
mement cantado ua matriz pela orchestra.
Por occasio de descer e seu corp > a sepu'tura
falln o Sr. Groncalo Braz dos Santos, notando- so
em todas as pessoas presentes a graude conster-
naco que esse ucoiitecimento imprevisto havia
uausado.
Foi um quadro tristissimo.
Do que for correado sjbre esta causa celebre
opp ;rtunamente, notiniamos.
Comida Dramalioe Funccionou esta
sociedade, hontem, em sua sd, ra do Macicl
Monteira n. 10, sob a presidencia do Sr. Eliziu
Alberto Silveira Sobrinho. Procedeudo-se elei-
cao para a nova directora, ficou assim composta :
PresidenteElizio A. Silve'ra Sobrinho.
Vice-piesidenteErnesto Paula Santos.
1 ser.-taroJoo E. Silveira.
2 ditoOlympio E. A. Galvo.
OradorUlysses Nery de Mello.
Vice-oradorJos Luiz M*cedo Cavalcaute.
Thesoureiru Fnlinto E. Silveira.
ProcuradorHercilio P. da ('nnha.
Commissoes
De reformas importantesUl/ases Nery, Olym-
pio Glv) e Ernesto Santos.
Di- yudcancia Olympio Galve, Hercilio P.
da Cuoba e Felinto Silveira.
D.- cout-wElizio Silveira, S Leito, e Ulys-
ses Nery de Mello.
o* crime* do asedieComecou h mtem
a publicado do romance deste titulo, do Sr. Dr,
J. B. Pinbeiro Corte Beal, 2 edicao, distribuin-
do se a primeira caderut-t.
Acba-ae venda em diversas livrarias.
Agradecemos a offerta que nos fez o autor -de
um ex'.-rr piar
HinlivlroO psq-i te nacional Mando le-
1 o'aq-.i para o k:o Graude do Norte l:00U0O0.
Nao e exariu que o bomcm nao
fetlz pirque uao pone el oDiz al .11
tegna : E 1 mtio a coragnm de dizer que
cta opniio tio univer-al, que p le cbamar.se
um dnifinu, cosmopolita e tida como humana,
falsa; n m dos taatos prejuizos que
lina educaco ut>bor eBtaadjda e civiliaacao mais
avaagada devem destruir. Tomos a tal r<-8peto,
taitos outros, nos quaes juramos e disem que
lu.^J t> falsiASi ua.
Nao se julgou por tantob seculos que asol gy-
rava em roda da terri, que a agua parara as
b iD'ias a uma certa altura por hurror do vacuo,
n j se julgou c se ci ainda los futios, no oiba-
dn, na influencia terrivel do sal derramado, as
B.xa-feira, e do n. 13?
Pois bem, o nao cn-r na ielicidade humana um
prejuizo da mesma torva d'estes; ana muito mais
fnnesto activiiiade humana.
N memu-'H smeiit*' ni-> felises, .parque ignoram
4,d>-, B.uu oaUei:. que uuUstt .
mora; mas ..pfi.aa eoOMCain a perc^ber, apenas
.ni idude da adolescencia apeuaa toem sa-
11 kor^ da scieucia do
jiroiiUem a ui'rti, a eho
iu sobre as mnargurcu..da vida, no valle de lagri
mai f '' p f'ieto fntut, ate.
......-.fiilii-n o.o cutre os bo-
ibi todas ss cordas da
tyea t iit- tuu-> oa .' .i'i.'.ir. r.m
I amosatuis .liyujiM-.o U'- mald'cao vida hu-
NSo sao aiuda hjin;us e j* rep*tem um
ipis'as: Ifmbrai-vot,
n.ptio, yac ajilusuiude
11a.
ajn (>ve fazer esta jere
. .o jirantos.
En qIwto,uahora, e'it piora.... Nt choratnot a...
aaftim p-jr diaute.
veiras adamantinas e as nuvens de ooro, o, pessi-
misao- p*de tambara vivar de-vidvMla- a- gloriosa
entre tantas creatoras aladas ; mas as viuiaaitu-
dea da wsda,- squi onde um pao saasa de stwn
espigas e cada espiga tem tantas samantes de
10 do corrate, em profunda, grao; aqu ejnfcaixt, oade o bamtta tem seoesti-
dade de uma oooa do dl e.0JUB qoaodo vinho ;
aqu em baixo,nsi)de pao, sal e Thi> :o ee ga
nhara senaocam o-snor do rosto; sesmas aanwote a
alegre cancao do camponec qne guia os bois ao
atalho fecundo, e eaais tsurde reapoaaa.aaarp-das
segadoras que vio no sulco a colber aa espigas.
Nao, a vida nao uma maldico, mas uma bea-
co, e a rosa de Maio ser.aempra utas rosa, bem
que tenha os lagartos que ruem os seus ramos e
tamben a ferrugem que.Ihe.macr'-alh* as pe-
talas. *
[.Prorlstmas de aastaaMoaUsaiu iossxa.li-
dos na matriz da Ba-Vista, no domingo. 15 do cr-
tente, os seguintes :
Alfredo Serapbico de. Asaia Carvalho oom Cy-
priana Pa Leite.
Aquilino Jos Feraaado oom Maria da Aonuu-
ciaco Ferreira.
J0S0 Aatonis de Sonsa, com Amelia Baptista dos
Santos.
Jas Botlho com Maxia da Conceicio.
LelloeaEffectuar-ae-hao:
'.Hoje :
Velo agente Patona, s 11 horas, ra do Vi-
gario Tenorio n. 12, de seia mojas aguas.
Pelo agente Gutnao, s 11 horas, na ra ido
Mrquez de Olinda n. 19, :de miudezas e perfu-
maras.
Amanh :
PeZo agente Gturnio, s 11 horas, no pateo
do Carmo o. %t do estabelecimento ahi sito.
Pelo agente Brillo s 11 horas, na raa do Impe-
rador n. 16, ds predios.
Mlssai faneAres.-Scro celebradas :
Amansa :
A's 8 horas, aa matriz da Boa-Vista, por alma
de D. Amelia de Holkoda Cavalean'.e do Albu-
querque Leal.
Segunda-teira :
A's 7 1/i horas, na xnatriz de Jaboatio, por ^1-
ma *fa capi to Jacintho Pereira da Silva Barros.
Terca-feira :
A's 8 horas, na capella de Belem, por alma de
D- Isabel Ursulina de A. Gama.
Hasss;eiroMSahidos para o norte no va-
por nacional Mandos :
Jos Pedro Martnez, padre Maaoel Hermes
Monteiro, Pedro Affonso Monteiro de Audrade,
Ernest Edeye, Honorio de Oliveira e om criado,
Jorge dos Santos Lima, Margal Benioio da Silva,
Joaqnim ines, Arseuia Julia de Oliveira, Geral-
da Maria dos Santos, Elvino Penna, Antonio La-
dislao de Mello, Amelia Julia Marnede, Augusto
Pereira da l'uuha, Theodoro Carvalho, Manoel
Sebastio, Antonia Santinha, Paulino A. Rodri-
gues Vianna, Manoel Saldanka.
Operacoes elrurgicaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no da 19 .do corrente,
as seguintes :
Pelo Dr. Berardo:
Extracoao de corpo eatranho (estlhaeo de espo-
leta) na cmara anterior do olho direito
Pelo Dr. Malaquias :
Hydrocele pela injeceo iodada.
casa de WeteacaM ovseato dos pre-
sos no dia 18 de Agoste :
Ezstiam presos 292, cntraram 11, aahiram 12,
existem 91.
A saber:
Nacionaes 264, mulheres 6, estrangeiros 7, es-
sravos sentenciados e processados 7, ditos de cor-
reccao 7.Total 291.
Arraooados 257, sendo : bons 246, doentes 11
Total 257.
Teve alta :
Caet*no Texeira Bastos.
Lotera da pravlaalaA lotana n. 65,
em beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Recife ser extrahida quando for annunciada.
No consistorio da igreja de Nossa Senhora da
Conceicao dos Militares, se acharo expostas as
urnas e as esoheras, arrumadas em ordem num-
rica aoreci \Jodo publico.
IiOteria do BloA 1' parte da lotera
n. 365, do novo plano, do premio de 100:0000000,
ser extrahida no dia .. de Agosto.
Os bilbetes acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambero acham se venda na praca da Inde-
pendencia na. 37 e 39.
Lotera da < drteA 1* parte da 199 lo-
tera da corte, cujo premio aasaads de 100:0004,
ser extrahida no dia 20 de Agosto.
Os bilbetes ach .m-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Tambero, acham-se venda na praoa da Inde-
pendencia ns. 37 o 39.
Lotera Bxtraordiarla do Yalraa-
ga O 4." e ultimo sorteio das 4. e 5. series
desta importante lotera, cujo maior premio de
150:0000000, ser extrahida brevemente.
Acham-se expostos veuda os restos dos bi
tes na Casa da Fortuna ra Primeiro da Marco
n. 23.
Lotera de Ncelo de OOiOOOftOOO
A 4* partes da 1'! loteria, cujo premio
grande de 290:0004, pelo novo plano, ser ex-
trahida impreterivelmeate no dia 24 de Agosto s
11 horas da manh.
Bilbetes venda na Casa Folia da praca da In-
dependencia ns 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Reda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Preces resumidos.
atadooro PublicoForam abatidas no
M-itadouro ds Cabanga 71 rezes para o consume
do dia 20 de Agosto.
Sendo : 54 rezes pertenceutesa Oliveira Castro,
4 C., e 17 a diversos.
Mercado Municipal de 9. Jom O
movimento deste Mercado nos dias 19 do cor-
rente, foi o se quinte :
Entraram :
44 bois pesando 6,128 kilos.
914 k;los de peixe a 20 ris 180280
103 cargas de f*rieha a 200 ris 20*600
44 ditas de fructas diversas a 300 rs. 13*200
9 taboietros a 200 ris
14 Sumas a 200 ris
Foram occu jados :
25 1/2 c:;iumns8 a 600 ris
25 compartimentos de farinba
500 ris.
24 1 itos de comida a 500 ris
J751/2 ditos de leguine a 400 ris
16 ditos de suinoa 700 ris
14 ditos ue jreaeuras 600 ria
Ib ditos de ditos a 20
4 dito a 10
A Oliveira Castro & C.:
2 talh .8 a 500 ris
54 talhos de carne verde a lf
108oO
2*8)
15030o
120500
120' *W
300200
11020'
80400
2|i0OOO
40000
10000
540000
Este 'jonsuitorio offeroee a commodida
de do poder cada deente ser u sido e axa
minado, sem ser presenciado por outre
De maio .dia aJJ kocas da tarde sera c
Dr. Moecoao ancontrada uio < tarrala i pr
ca do Commercio, onde funcciona a ms
peccao do aade do porto. Para qualqur
d'estes dous pontos poderSo ser ^dirigidas
oa chamados por carta as indicadas horas
O Dr. Arthur Imbattahy, medico oceu-
lista, recentemonta chegado, esta cidade,
d consultas todos oa dias, das 8 s 10
horas da manha, sendo jtoi aes pobres
no 1." andar do predio n. 8, largo da
Santa Croa.
Dr. Gomia Lobo, medico operador e par-
teiro, reside ra do Hospicio n. 20, onde
pode ser procurado qualqur hora do dia
ou da noite. Consaltas: de 1 s 3 horas
da tarde. Especialidad^ : molestias e ope-
racOes dos orgaos genito-nnnarios do ho-, dadiva, que veem provocar com o luxo de
mera e da mulber.
Dr. Barrete Sampaio mudou seu consul-
torio do 2. andar da casa n. 45, a ra do
ningucm isubcsse se comiam ou nao o pao dura
asa pobres, .ou se em suas mansardas s.unbrias
baviaao menos urna eaxsrgs para praaciral as
do fro !
Relies lutarsm, vireram eaaorraram, Isgsss
patria volumea preciosos, composcoes sublimqi,
fritos gigantescos nas>artes, naa sciencias, na, pj-
liticaenas lettraa, e ainguem sabe oade deseas-
atin os restos desses hroes do esforco, qua>^i
poderam provocar do entbnaisBuso rio que ars-
rostaia atrs da gloria estraugeira, adulando, s
indeeentemonte, ao /aeuos a csoccssSo de uma pu-
dra simples que attestasae o lagar do cewterio
em que descansan) os restos de um patricio il'na-
tre, que concorreu muito para o progreaso do
Brasil do que todas as Sarahs do theatro, qae
desgracam dezeoas de familias honestas, obrigan-
do-aa a deapesas com que nao podem, sem que aa
aasociem a uma s obra de caridade, auziliasdo
orpbas ou viuvas, soacorrendo asylos ou hospi
taos, eatabelecendo escolas, ou de qualqur moda
buscando melhorar os effeitos da drsgraca, abran-
dando-Ibes os gelpes ou enxugaudo-lhes as lagri
mas.
Mas, quem sabe ss algum dssses enthusiastas
seu
guarda-roupa riquissimj a loucura no espirito das
molestas brasileiras, julgar que fazemos urna
divagaco infundada, aecusando falta de patrio-
tismo npste povo, que pode delirar airas de Sa-
Barao da Victoria, para o 1. andar, da rah, por ter cumprido seu dever com seus patri-
cios
casa n. 51, mesma ra, como consta do
seu annuncio inserto na seccSo compe-
tente. Residencia a ra Seta de Setern-
bro n. 34.
Atfvoarado
O bochar Benjamim Bandeira, ra do
Imp&iador n. 73, 1. andar.
Tabellie
O Bochar Amaro Fonseca di Albuquer-
que, tabolliao do notas interino nesta capi.
tal, communica ao respeitavel publico qu
abri seu escriptorio no pavimento terreo
do predio n. 4, sito a ra do Coronel Fran-
cisco Jacintho, outr'ora de S. Francisco,
onde, com solicitude e mxima lealdade,
est prompto para deaempeahar as func-
cos de seu cargo. Reside na freguezia
da Boa-Vista, ra do Coronel Lamenha n.
30 (outr'ora dos Prazeres) para onde, fra
das horas do expedientado seu escriptorio,
devero derigir-se oa chamados, para fac-
tura e approvagao de testamentos.
Examinemos ligeiramente a historia e comece-
mos por evocar os mortos.
O que fez o Brasil para paga<- as dividas de
patriotismo contrahidas com Silva Xavier, Clau-
dio, Ancbieta u Jos Clemente ?
Onde se quebrarais as Ivras de Alvares ds
Azevedo, Goucalves Dias, Dutra e Mello, Casi-
miro, Varel la e Bernardo Quimares ?
Que lembranca publica .-.ttesta as sepultaras da
Fej, E varia te da Veiga, Bernardo de v asconei'l
los, M*ciel Monteiro, Paran, Euzebio, Itabora-
by, Rio Branco, glorias de nossa tribuna parla-
mentar ?
Que preito deadmirac.- consagrou-se a Anto-
nio da Costa e Manoel Feliciano, os genios da ci
rurgia brasileira ?
Joo Cartanu e Antonio Jos foram glorias do
theatro .'onde os signaes de nossa adrairseso
por elles ?
Na defeza da patria por demais extensa a re-
lacao dos hroes ;nem d'elles, nem de seus sae-
t-a mais illustrjs que se chamarsm Caxins, Oto-
o, Andiade Neves e Inhama, attesta a lembxan-
ca o monumento mais modesto.
A seiencia do direito teve representantes dos
mais illustres t*m S. Vicente, Uruguay, Teixeira
Consultorio allopallco doaimetrlco de Freitas e Nabuco :qual d'elles merecen desta
Dr. Migud Themudo d consultas das
12 s 3 da tarde em seu consultorio ra
do BarSo da Victoria n. 7, 1. andar.
Chamados por escripto a qualqur hora
Especialidades partos, febres, syphilis,
molestias do pulmo e do coracfto.
Dr. Lopes Pessoa Mlico.Residen
cia a ra de D. Podro I n. 9, onde pode
povo o mais simples tributo de seu apceo ?
Na tribuna sagrada retumbaran) os chos das
poderosas vozes de Monte Alverne c Sonsa Cal-
das ;as scUucias mathemutic-u e naturaes bn
Iharam og nomes de Candido Baptista, Gonwa ds
Souzs, Freir Allemo e Velloso ;na htteratusa
fnlgurou Macedo, e mais que elle o peregrino ta-
lento de Jos d Alencar, a quem nem ao menos
se erigi o projectado tmulo : na imprensa
j eneberam-se de gloriosa fama J. F. Lisboa, Jns-
ser procurado at s 9 horas da manha. tiniano Rocha o Firmino Silva : -a qual destes
Consultorio ra do Bom-Jess n. 37 1. brasileiros Ilustres, inteligencias fecundas, ta-
andar. D consultas das 11 s 2 da tar-
de. Gratis aos pobres.
Ur 03 arla
Francisco Manod da Silva & C dao*
sitarios de todas as especialidaues pbarm^
ceticas, tintas, drogas, productos chirair-
a medicamentos homcBopatic.os, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e oficina de carapino
de Francisco dos autos Macedo, caes do
Capibarioe n. 28. N'este granee suba e
cimento, o primeiro da provincia n'este ge-
nero, compra-se e vende-se madeiras de
todas as qualidades, serra-se madeiras de
conta alheia, assim como se preparam obra
de carapira por machina e por procos cera
uom'"^ncia.
riBLICACOES A PEDIDO
v Rio de Janeiro sen* hornea*,
tua lmpreasa, e Narah Ber-
nhardt. ()
Ueus caros Srs. redactores do Maniteur Snl-
Mineiro.Peco um can'inbo, de sua t-lba para
externar impressoes que me dominam na tranquil-
lidada de meu viver obscuro, e que se motivadas
pelas noticias que o correio me traz do que suc-
cede na primara cidade da America do Sul.
Est all a grande, a famosa e a inoxcedivel
Sarab Bernbardt, e a excepcional recepca que
Ibe tem sido taita ou indica que o povo fl-.mir.cus"
bem comprtthende as ubrigneoes que Ihe cabem
como geute eivilisada e criterioaa, e uao ba elogio
que Ihe baste,ou --ntao denuncia que o mal do
que, si nao fugir da patria, ba de aqui mendigar
milo moUe generalisou se epidmicamente, e o, j^j _*_ j------1..:..
lentos reaes, glorias da patria, se prestou a home-
n:igem de rvco.ihecimenlo de um povo que sabe
galardoar o mrito ?
Ellas dcrmrm j o eterno somno, livrea das ag-
tacoes miseraveis desta vida, maa as pessoas de
suas familias que os lembram aos que Ibes sobre
vivem, nao lm encontrado neste povo, que qoer
Iludir o genio estrangeiro. fiogindo apreciar o
mrito, nem ao menos a simples oommiseracao do
curacao antf as scenaa do infortunio sombro, e-
por aso q'i,', entre muitas outras, nem ao.menas
ae auxiliam as subacripvoes ou se concorre s sa
las vaatafl dos thcatros nos espectculos conesdi-
dos em beneficio das familias de Macedo, Joo
Caetano. Q.mcalves Dias e Bernardo Guimaraes.
Dir-ee-ha talv<>z que a morto tornou esquecdas
estas glorias nacionaea, mas contra aso protestam
os talentos laureados de Carlos Gomes, que nunca
teve um reprter para noticiar sua solicitude para
com os caes ; a. provada aptido de Henrique de
Mesquita esquecido como director da orchestra de
um theitro do operetas ; a grande illustra;ao ds
Domingos F/eire, injuriado e diffamado por que-
rer listiuguir-se do seus odiosos collegas, estudan-
do as causas da f -bre amaiella e os meios de de -
bi-1-ii-a, levando sua dcdicaclo at uma penosa
minara de vac^inajoes gratuitas, Bem nem o au-
xilio moral do patritico povo da serte., a quem
olle p->du que o ajudem, tem gaitar nada, con-
correndo todus ao meio que elle suppOe seguro
para prevenir a fatal molestia.
Protestam aiuda contra a assercao de que o
abanduuo e esquecimento s alcancam os mortos,
a pouca attencao que se tem dado s laboriosas
pesquisas de L.cerda, que tem j roubado mor-
te mdbares de vidas, com sua preciosa descoberta
do permangamto, que tambem custu-)he grandes
dissabores.
Abion Mitanes, o esperancosocompoaitor, nnt
genio qu-- surge, e que ainda nao pode provocar
cutbusiasmo porque brasileiro :-st as mes-
mas condicoes o grande tsculptor Bernardslli,
,lvez o piio da subsistencia.
Julio Cesar, que pensa ter descoberto
o meio
ca .0 de, ao menoa por dever de patriotismo, pro
testar-s cuntra as d.-maaias, que nos viltarn, alico de dirlg\r 0; balos, tem em favor de sua
mostrando-se aos estrangeiros que a popuUcao do j erna 0 juz nauspeito da mais n tavel corpo-
Brasil nao pode ser jalgda pela da wt em sua M 9CHntjnClt de nosso paz (na eape tialidade a
totalidade, e que si a tolei aa domina rautos espi- ; ^ dt,djca) e entretanto implora aHXIios.era
ritos, ha na maiona do povo bastante criterio e ,.6UOgcrp?5e3 publieas e est quasi desanimado,
pundonor para nao dar-sc em espectculo pro- -mM|no po^ue estrangeiros ousados, com grandes
psito de qualque-- actriz, anda inejmo muito dis- prr tincta como Sarab. gloria que della dnswo.
No primeiro caso, isto, si alguna daqnell^s qo'' iTAiaoa muito l nge neataa contristadors re-
pretendem a gloria de ser seus orga>s na imprensa .mn8MncH8 que t t.m por fim provaraue, quan-
procedem bem, devemos c >nf rontar ass* pr-cedi-
Oeve ter sido arrecadada uestes
a quantia de
Rendimento do dia 1 a 18
dias
225#28)
3:785/060
4:010*840
Foi arrecadado liquido at hoje
frecos do dia :
Carne verd-- a 200 e 400 ris o kos.
S. .oa 560e 50 ris idem.
Carneiro d>- 640 s 560 ris dem.
rariuh. de 320 a 240 ris a cuia.
lilho de 240 a 32) ria dem.
F.-ijo de 640 a 1*280.
Ceuttterlo puulico.Obituario do dia 19
de Agosto:
Joaquim, Pernambuco, 7 annoi, Boa-Vista ; tu-
berculosa. _
Fclippe, Pernambuco, 57 annos, solteiro, Boa-
Vista ; diarrha.
Mino i d Azev--do Moura, Alagoas, 36 annos,
casado. Boa Vista; gastro nter te.
Izdrc, Pernambuco, 20 annos, solteiro, Boa-
Vista ; cungesto cerebral.
Um feto, Pernambuco, Sauto Antonio.
Fr .licioo, Pernambuco, 9 horas, Boa-Vista ; ao
i-ascer.
Aligue!, frica, O annos, viuvo, Graca i ente-
r,te- CJ
Galdina, Pernambuco. 39 annos, viuva, banto
rii praatptas t'icta sp Antonio ; congeato pulmonar
un. .. .
I Acb.v n. r
na......
I '>u.' i)i o.
IJDk.
Teruuu ... a lt
dau^e e rica de i.
rectora pr. paraU-i puri. s. os rnavi i
do.se ,tQdos muito penboradis e BatiSteiUS pea
boa orrlem, as*e<> do estabe.u-ciment', que tst,va
todo ornado de folbag. m e t res, t fasendo, como
qs, os mais arden tes votos peU prosp-ridado do
collegio de-Nusa Seabora da Victorias, que o
.iiim d
oteTUJa e calie
'
reio

1 sai
MUS.
, y p. asimismo, seja
utes, ou de msculos fauga-
-HJa elle o byuyio de ujn poeta ou naflia de
um futo.
Sobre os elevados cumes do pensameuto, d'onde
o genio bate as suas asas de aguia, entre as ne-
ii.;..jamuu iiaxiuiiaiio do Nascinjento, Pernam-
uuio, 43 anuos, solteiro, Affogados ; bepatite.
H ru-.iiiu Ernesto d.- Tmos Amaral, Pernan;-
x^touio; lesao do cora-
cao.
IRDICACOES DTEIS
Mdicos
CouMUllorlo suetllco elrarglco da r.
Pedro ale *Itahyde I^aao Hoaeoaa *
roa da diaria n. .
O doutor Mtx&ozo d^ onsuUas todos os
dias uteis, das 7 aa 10 horas da manha'
ment com a historia dos noasoa homens pblicos,
dos I109H08 littoratos o artistas, e ver que anrma
cao eucontraro elles por parte destes spus conei
dadaos,que ficam boqui-abertos mquanto a fn
mosaiaotris ainda est de booea fachada, eque
Jovam a toleima a espiouarem qualqur de seus
mnvimentos, o mais simples de seus actus, e at o
exame le seu quarto, n&o esquocendo nem ot
lenco-s da cama (o que simplesmente inde-
cente I) .
Na corte nao ha servico de catheohese de ing
nuos' parece que se torna preciso instituil- >, ao
menos para c-rta classe de genr. i que at leva a
familia para visitar a Sarab, recebendo della a in-
solente desfaita de nem recebel a, como dizem os
caudatarios la graude aetriz, que desde bordo
distinguio-se pelo apreco.m que tinh su t-o, do
qual,.rior lamentavel incuria e visivel gtosseria
esqueceu-se o reprter de indagar a geutraio^ia,
poia pos8veIque entre os otuaautupisaados al
gum se encontr digno de mencio' especial, pois
nao crsvel que a famosa artista se affeicoasse a
um cao qualqur...
E de passagem preciso saber cm que ficou o
negocio dos tiros dados por Sarah contra expressa
probibico das posturas municipaea, facto de que
ejla emphaticamente declarou assumr inteira rea
i onaabilidade, nao teodo forca os polciaes que
foram ao hotel para dar a este abuso o preciso
correctivo.
Este successo convm deslindar-se claramente
para que o povo fique sabends si, alm da grande
.aetriz atrapalbar o bom senso de seus admirado-
res, pode tambem perturbar a execucao da le,
que os beocioa-acreditam ser igual para tudos.
J sabemos que boras Sarah se deita, a guan-
tas levanta-se, o que compra, o que ti m eai seu
quarto, em seu c.rnariin, em suas m das, etc.
Recelamos que o espirito de minucia v alm, e
mesmo por attencao as mocas honestas, nossas pa-
tricias, que leem os jornaes, para deaejar que o
enthususmo das descripcoes nao ultrapasse certos
limites...
Isto tudo seria muito bonito e edificante em um
povo que soubesse honrar seus homens, mas no
brasil Hssume aa proporyoes de indec- ncia revol
tante, que cumpre ser condemnada cjm energia,
ao menoa para lelo da mocidade que surg-, e
que nao devo ser educada pelas licos deamorali-
sadoras que nos dat alguns enthusiasmados de
mais. sob o falso rotu o deculto ao genio.
NS-j e nao 1
povo que se arresta straz da actriz, que por
nenhum acto se mostr teconhecida recepeo,
qu ihe fizeram, que vem a essa trra de boto-
cudos e macacoa buscar dinhriro, nao festeja o
taleato genial de Sacah, que a maior parte aeo
coinprehende.
Nao presta culto ao mrito singular, porque, se
asim fosse, nao deixana no esqu-cimento a pa-
tricios seus, que teem mais merecimento que Sa-
rah, por te^m natural talento, sem escola, sem
meetres e sem a mais simples emulacSo, elevan
do se na obscuridade e Jiella morrendo, sem que
(*) Esto correspondencia foi publicada no Mo-
nitor Sul Mineiro.
do no Brasil se ergue o enthusiasmo s grandes
alturas em que o vemos presentemente na corte,
nao buscamos glorificar o genio ucm dar mostras
de nossa admiracao peio merecimento excepcio-
nal.
Procurem a razao em outro motivo^pois este
nao serve :um povo que esquece seos homens
Ilustres, que os abandona e diffama, nao tem .ver-
dadeira idea do dever, mente em suas manifesta-
ees bypocrius ao genio que vem sagrado do es-
traiigeiro, s si se. electrilisa porque se babituoa
a deixar-se arrstar inuoeeutemente, mesmo afras
do gyro caprichoso das actrises altivas, que nio
respeitam s leis do paiz, e nem ho minos rece-
ben) e<'(D educcao -is vUitas das familias respei-
taveis que as honram. procurando-as no hotel era
que ret-ni-m.
S*-r um povo ingenuo, mas nunca conociente
dos act"8 que pratica.
Felizmente ha exeepcoes na regra e grato ao
coraco brazileiro distinguil-as na Ilustrada so-
ciedade 1a corte, e mesmo em aua imprensa, da
qual sentimos o dever de espccialiaar a cir-
cum-pecta redaccao do Jornal do Commercio, qus
foi uma das que nao ae deixuu arrestar na verti-
gem dj aaaombro causado por Sarab, que ha de
naturalmente fazer dos brazileiros um juizo era
nada lis -ngeiro.
D-nos a imprensa noticia que o preco das en-
trad-ts para as cade ras na noite da estra de
Sarah subi a 50*000 e que por camarotes se
pagou 200*000!
wiimpare-se estes resultadca com os que, entre
outros, obteve f respeitavel viuva do Macedo, qne
doou ao Brasil dtzenas de volumes; e com outros
que se ref- riam a asylos de caridade e de insti-
tuicoes de beneficencia; note se qne o patriotis-
mo da corte nio proveu um s eapectacula em be-
neficio do mallogrado tmulo de Alencar, o mais
bello talento do segund.. reinado; *eja-se todo
isso, e oepois se diga, se nao ha razao para os ho-
mens honestos e.patri -tas corarem de vergonha,
ante o excesso inq islficsve que se noto na corte
em tudo que se refere a Sarah, facti s que em nosso
penear podem figurar com muita naturahdsde no
primeiro capitula dos annunciados Escndalo de
Rio de Janeiro f_ _. .,. ,
(Da Civilwac&o).
Alistamenio do Poco da Pastel-
la e Varzea
Hontem dirigi o Sr. Theodomiro Jos de Al-
buquerque. eleitor da par.iclna uo Porjo da Panel-
la apecobaixo ae juizue'direito don0 diatric-
tn'crimini.1, pedindo uma p- vilucia piaerem
a-.lllHoH ns t'tn'i'f enm qi'e e eham alguns ;n-
div.Juos que nao sao ce tuie c mo reeonaece
rm na Camar- eos Pepi *ados. o, piopnos rs.
Jo.se Maran-io e BelliA^, "' ave i^o aejam
admittidos a voto, na precia eleicao oe verea-
dores. ., .
Vejamos se aqnelle jais attende nm Uo insto
pedido de um eleitor, moralisaado assiai o alrsta-
mento d'squellas duas parochiaa.
Eis a peticao : ... ......
Illm. elExm. Sr. desembargador jniz dedaeit
HffifVFI
LJHHUO


Diario de PernambiicoSexta-fcira 20 de Agosto de 18S6
s
Aa 5. districto criminal. Dii Tbeodomiro Jos
/il Albuquerque, eleitor da psroehia do Poco da
ptoella que. estando incluido, na lista de ehama
d da 1. seecao da mesma parochia os nomes se-
guintes : Arthur Silva, Jov.noB-.nde.ra Filho,
ioa Nunes da CosU, Liberato Gomes de Soasa,
Pedro Antunes Perreira, Alberto Baudeirs, Ma-
noel Jos Monteiro Sobrinho, Manoel Francel.no
de Moura e Jos Antonio de Mesquita; na da 4
seecao Jos-Emilio t ysueiro de Albuquerque e
Jancel Rosendo de Albuquerque ; e na da paro-
cbia da VaraeaCosme de Abren Macedo, Anto-
nio Aquilino da Silva Bibeiro, Joao Francisco dos
Praxeres e Jos Joaquim Das Fernandes Jnior,
os quaea figurara, como tendo sido alistados os
trea ltimos na revo de 1882 e os outros na de
Janeiro de 1883 pelo finado Dr. GoncIvs Lima,
roas que nao sao eleitores por nunca terem reque
rido nem por coaseguinte sido mandados listar,
cerno ficou demonstrado pelo parecer da coramis-
so de verificaco de poderes da Cmara dos De-
nutadoa, publicado na 8. pagina do Diario de
Pernambuco de 22 de Julho ultimo (documento
iuoto), parecer esse que foi approvado pela dita
Cmara como consU do Diarto Oficial de 15 do
mesmo rae* de Julbo, vem requerer a V. Exc. que,
em vista do disposto no art. 68 do regulamento n.
8213 de 13 de Agosto de 1881, se digne de man-
dar publicar por edital que sao nullos os ttulos
com que elles se acham por estarem falsificados,
officiando aos presidentes das mesas eleitnraes da
1. e 4-* seccoes do Poco e da parochia da Var-
sea par*, que nao chamem nem admittam a votar
os s'obreditos cidadaos, por isso qne nao sio elei
torea.
Outrosim, requer o si'pplicante a y. Jtxc. que
mande eliminar do mesmo modo da lista de cha-
mada da referida 4. seecao do Poco, os nomes
dos cidadaos Jos Johquim Dias do Bego Jnior
e Joquini Menna Cardso, que se acham na lista
como tendo t ido alistados por V. Exc. em 1884 ;
mas que nao o foram, e da lista da 3.' seecao da
mesma parochia o nome de Fsederico Velloso da
Silveira, que figura no alistamento como tendo si-
do qualificado pelo Dr. Adelino, quando substitu-
to do juiz de direito do 5. districto criminal por
despacho de 10 de Novembro de 1883, o.que nao
exacto, como poder ver V. Exc. pelo edital pu-
blicado no Diario de Pernambuco de 29 do dito
mes de Novembro c do exame procedido no car
torio do escrivao do alistamento em Fevereiro do
crrante anno, sendo que esta a uuica verdade,
jwrquanto o Dr. Aielino lhe nao expedio titulo de
leitor, como deveria tl-o feito, se effectivamente
o tivesse alistado.
Que Jos Joaquim Dias do Bego Jnnior-(o pro-
prio escrivao do alistamento i!) e Joaquim Me-
na Cardoso nao forem alistados por V. Exc em
1884 provam os editaes publicados no Diario de
Pernambuco de 7 e 28 de Outubro d'esse anno e
o facto de nao existirem no cartorio os procesaos
de seu alistamento corno ficou demonstrado pelo
dito exme feito cm Fevereiro ; e se por um exa-
me posterior verificou-se a existencia dos mesmos
processos no cartorio, porque foram depois for-
nicados, pois o escrivao apenas nao deu conta dos
autos que lhe nao tinham sido entregues por seu
antecessor (o escrivao Joao Gomes) e nao d'aquel-
les em que elle funecionars, como escrivao, caso
em que estilo os de que se trata.
Alm disto Jos Joaqun Dia. do Bego Jnior
nanea morou no foco, da Panella, como deve sa-
ber V. Exc e muito menos na casa n. 5 do Cha-
cn porque esta era habitada nesse tempe pelo al-
lemo Henrique Oettly.
Demais esta casa tinha o valor locativo de....
-800$ e o Sr. escrivao Rogo Jnior, segundo o do-
cumento apresentado pelo Sr. Dr. Jos Mafianno
Cmara dos Deputados (infolio distribuido pelo
jornal Provincia pag. 111) exhibi um simples re-
cibo nos seguintes termos:
Beeebi do Sr. Jos Joaquim Dias do Bego
Jnior a quantia de 120, importancia dos alu-
gueis da casa, findos em 31 de Agosto de 1884.
Becife, 25 de Setembro de 1884. Manool Jos
de Lima.
O attestado de residencia que tambera foi ex-
hibida dis simplesmente que o Sr. Bego Jnior
morador no 2 quarter i do Poco da Panella.
Aonde, pois, a provada effectiva residencia na
.casa n. 5 do Chacn para poder ser jugada por
sentenja a sua renda, afin de poder ser alistado ?
Portante a ser verdade que elle se tivesse ef-
fectivamente alistado e houvesse sido inchiio o
seu nome no edital que publicou o alistamento de
.1884, era caso de interpr-seo recurso d'essa de-
cisao, a qual seria reformada necesariamente por
ser contraria ao dispost" no art. Io 11 n 6 da
lei n. 3122 de 7 de Outubro de 1882.
Mas o supposto alistamento d'esses cidadaos nao
oi publicado por edital, por coaseguinte nao teve
. sciencia d'esse facto o supplicante e o recurso fa-
cultado por lei a qualquer eleitor da parochia, nao
poderii ter sido interposto
Senhor, a razo dada pelo escrivao do alista-
meato de lhe nao terem sido entregues pelo seu
antecessor muitoa processos de qualifieaco de
eleitores, para d'ahi concluir queesses eleitores se
acham as mesraas concoes d'aquelles cidadaos,
improcedente, porque todos os mais nomes in-
cluidos as listas de.chamada, at a revisti de
1884 inclusive, se acham tambera incluidos nos
editase publicados p.la inpreosa.
O supplicaate espera que V. Exc, infero
justiceiro como lhe deferir na forma requeri-
da.E. R. Me.Theodomiro Jos de Albuquer-
que.
Joaqnlm Justino de Alntelda ao
Superiorlrlbuaai da BelaeO
Velho septuagenario, sentando que aa forcas me
abandonara para continuar a dedicar-me ao ser-
vico da lavoura, entend que devia arrendar o
meu eogenho Trombeta ao Dr. Antonio dos San-
tos de Siqueira Cavalcanti, e de facto effectuei
dito arrendamento pelo prazo correspondente a
tres safras.
Fiado o prazo, o rendeiro, que ja estava a de-
ver-me tres contos de ris de renda, pedio-me para
permanecer no meu engeoho por mais um anno, e
eu lhe conced ; e. como tivesse se lindado o dito
anno em Maio prximo passado e nao me convies-
se o tal rendeiro, que, alm dos tres contos que j
estava a dever, nao me tinha pago a renda do ul-
timo anno que lhe conced, arrendei entilo o mes-
mo engenho a outren e pedi-lhe o terreno afim
de entrgalo ao novo -eadeiro para este criar
safra.
A este meu pedido respoodeu o Sr. Dr. Siquei-
ra, com um mandado de manutenco, que obteve,
allegando bemfeitorias autorisadas I
Bequeri entilo urna vistona as obras feitas pelo
Sr. Dr. Siqueira, e 'tendo a mesma seguido seus
termos regulares, foi afina 1 julgada por sentenja,
da qual appellou o mesmo Dr. para o Superior
Tribunal la Belacao ; e tendo o honrado Dr. juis
de direito recebido a dita appellacao no effeito
devolutivo, aggravou-se desse despacho o Sr. Dr.
Siqueira.
Esse aggravo pende do Tribunal da Belacao, e
posto que muito coube da intemerata justica do
mesmo, nao pude furtar-me ao desejo de faaer a
succinta exposicao dos factes, e mostrar o direito
em que se fuadou o honrado magistrado, rece-
bendo, como recebeu, a appellacao no effeito de-
volutivo.
Que na hypothese, a vistoria era o nico pro-
cesso a seguir-se, dil-o RaraalhoPraxe Brasilei-
ra 212; que a appellaca s devia ter sido como
foi, reeebida oo effeito devjlutivo, dizem-no Sou
sa Pinto 1668; Lobao acedes summarias
206 ; e finalmente, Paula Baptista, 208.
O firr que tem em vista o Sr. Dr. Siqueira,
tbido, e vem a ser: Continuar un engeoho nao
obstante estar devendo seis cootos de ris de ren
das do mesmo, pelos quaes est sendo demandado
no foro desta cidade.
Feita a exposicao ligeira dos factos, eu fico
tranquillo e aguardo-me para mais urna vez re-
ceber do Venerando Tribunal da Belsco justica.
Palmares, 18 de Agosto de 1886.
Joaquim Justino de Almeida.
0 conselheiro Theodoro Mu-
tilado
Prestou jurameuto e tomou assento hontem na
Cmara dos Deputados o Sr. eonselbe.ro Theodoro
Machado Freir Pereira da Silva, que se achava
em comm8So do governo desde a ascenso da ac
tual situacao poltica, presidiado a provincia du
Babia.
O Ilustre conselheiro nao um horneen novo,
nem um espirito vulgar.
Como ministro do gabinete de 7 de Marco, pre-
sidido pelo pranteado Visconde do Bio Brauco,
praticou actos que recommendaui seu nome ao
respeito e estima publica. Teve a gleria de re-
ferenda a urea lei de 28 de Setembro de 1871 e
de tazer aconcessoda estrada de ferro Leopoldina.
Bastam estes dous actos para tornar saliente a
sua persoualidade poltica, attentas as inaprecia-
veis vautageas que resultaram delles ao paiz.
Como magistrado, foi um juiz exemplar, e aqu
na Corte souba fazer com que mais se firmasse a
coofianQa na justica.
Arredado da vida publica, seui amigos o foram
sorprehender em sua fuzeada, instando para que
acceitasse a presidencia da Babia.
A 24 de Novembro ultimo, ao tomar posse do
difficillimo encargo, eram taes as coodicoes finan -
cetras da provincia, que o seu antecessor julgou
indispensavol recommendar lhe d seguinte, n >
final do seu relatorio :
Acho convenieote declarar a V. Exc. que no
dia 31 do correute vmce-se urna letra de 100:UOO
passada Sociedade Commcrcio. *
Sobre as exigencias do pagamento, apozar da
estreiteza do temp), 7 dias apenas entre a posse
do novo presidente eo vencimento da letra, diz S.
Exe. em seu relatorio : nao quiz que em nome da
provincia se subierevesse a urna exigencia ou re-
cusada ou huinilbante, e prefer mandar resgatur
incootinenti.
Entretanto, tal era o estado da provincia, cujos or-
camentus sao, de longa data, urna serie de dficit*.
Pe^o aos amigos e correligionarios da freguezia
-do Becife, que no 1 escrutinio da eleicao munici-
pal, honraram-me com os seus votos, que desear-
reguera toda votacao em nosso prestimoso amigo o
Sr. teneute coronel Corbiniano de Aquino Fonse-
ca, por ser o candidato, designad.) pelo partido
para esta freguezja.
Becife, 18 da Agosto de 1886.
Alexandre Americo de Caldas Padilha.
GOHMERCIO
HoUa t-uuiiuert iai de
buco
Pernam
kECIFE, 19 DE AGOSTO \>E 18Bb.
Aa trea horas da tarde
CotacCe* otJiciaei
Cambie sobre Para, 15 d/v. com 1/2 0/0 de des-
cont, hontem.
O presidente,
~ Pedro Jos Pinto.
O secretario,
Candido C. G. Alcoforado.
RSND.MENTOS PCBLICOS
. Mes de Agosto de 1886
ALFANDEGA
Divida fundada
Por letras a prazo fixo
Sera praso determinado
Divida total
7.654:3004000
1.870:000o0J
690:575*245
10.214:875^245
Homem de resolucSo prompta, tratou de con-
centrar os elementos precisos para melh jrar um
tal estado de cousas.
Se o tempo nao lhe ebegou para realizar o seu
intento, ao meaos indcoj os meios, e durante a
sua administracao nao s nao contrahio nenhum
em presumo, como fez maisamortizou cerca de
300:000/ da divida que encoutrou.
Nos limites de urna noticia nao cabe diser mais;
e muito ha que abone a proveitosa administracao
do digno Sr. conselbeiio Theodoro Machado, a
quem damos a b >h viuda.
(Do Diario de Noticias do Bio de Janeiro de 31
de Julho de 1886).
Temos urna carta para ser enregue ao Sr. ca-
pito Frandsco Jos de Oliveira, a qual do seu
aobrinbo o Dr. Joao Coelho Goncalves Luboa;
faz-se este por nao se saber a moradia deste mes-
mo Sr. capitao.
Becife, 17 de Agosto de 1886.Joao F. Oliveira,
por Carlos Sinden.
A companhelra da 1 afnela
(imPRE8S(3eS DB VIXES DE MIS8 BRADDOM)
Eu e ella, ambos nos juntos vivamos
Como as aves alegres dos silvedos ;
E no porvir assim nunca pensando,
Felizes n'esse enlevo dos brinquodos.
A' tarde, quando o sol em despedida
Disia trra seu adeus Ungente,
As flores da campia nos colhiamos
Trescallantes de aroma recendente.
Em chusma, s veres um bando de creancas
Jubilosas brincara no terreiro,
Todos os brincos que lembra a puericia
N'esse tempo felis e prizenteiro.
Cantavamos, corramos, saltavamos,
N'esses sitios de gracas e belleza!
Eramos borboletas revoando
A' lei livre da madre naturesa!
Nossos templos nos tinhamos e altares,
E bymnos tambero se entoava Virgem Santal
E nos bymnos que a infancia modulava
Quanto encanto havia e docura, ai, quanta !
No campanario o bronse solucando
Ave Marapelo espaco ecboava...
E a mal q'rida reuoindo a tenra prole
Sublime ongelus20'ella recita va.
Nos dias festivaes do alpendre sombra,
No paterno solar que de folgancas 1
Baptisava-s" um lindo pulchiaello...
Que banquete divino das creaocat !
Crcaturas do co temos amiguiahos
D'essas eras de paz e de ventura !
Como um raio do sol, vossa lembranca
Mais famosa em minh'alma inda fulgura !
E sempre assim, repletos de fragrancias,
Nossos das risonhos se evolaram... *
E, como nuvem que no co desmaia.
Se foram... e jamis p'ra mim voltarum !
Mas ha das que nunca deslembramos,
Florea data a noss'alma tao querida ;
Que outra igual se procura na existencia,
E nao surge na senda percorrida.
Era urna tarde. Ainda me record
D'ess'hora alegre e triste juntamente !
Donosa a natureza esplandecia
De galas rica, apaixonada, ardente!
De rt ires coreada, inda mais bella,
Da infancia a companheira all surga;
Pela turba acclamados fomos noivos,
Nos folgares gentis d'aquelle dia.
Ai I quao bella que foi aquella festa,
De sorrisos, de cantos e de florea !...
Vivas d'ella inda eu guardo na lembranca
As meigas scenas de to lindas cores !
Tarde de encantos, como voaste cedo !
T a existencia p'ra volveres dra !...
Passado, infancia, meus doirados dias,
Eu vos choro, oh ditosa primavera !
Sitios queridos, onde brinque co'ella,
Sagrado asylo dos primeiros sonhos,
Morreu-me em vosso seo a f'lic.dade,
Dos suspirados dias tilo risoahos 1
Mimosos passariuhos. ledas Aires,
Que tanta amei-vos na saso folie,
Quando vos ouco e vejo, que saudades
Despertais-me das eras iufa.itis !
Oh minha companheira de briquedos
P'ra qus deixaste teus famosos lares,
U"< cu de risos, illuses da infancia.
Para viver a sos n'outros lugires? I
Volta de novo. Tua casinha triste
Parece solucar-te to distante !...
Meu Dcus I j nao recordas por ventara
De tea lar... do teu uoivo quando infante ? !...
E' possivel que, nem urna lembranca,
Ao passado concedas com saudade !...
Em quanto que minh'alma no retiro
Do amor suspira em ttrica orphandade ?!
Mas nao, ob! aojo de ventura minha I
Nunca te esquecam os teus dias puros !
E 11'outras plagas, sob um co diverso,
Teus veos nao rasgues nos sarcaes escures!
No immenso pego dos paues dos vicios
Silo te debruces que ha fatal vertigem :
Passa eotre o mundo com erguida fronte,
Deus velar tua existencia virgen.
E... vem formosa que am amor inmenso
Guarda minh'alma para ti somente!
E insontes noivos da saudosa infancia
Ligar-nos-ha a juvenilia ardente.

Becife, 4 de Junho de 1886.
V. G.
iem&st-
.&SUEDA ORS&X.
De 2 a Ib
dem d 19
da raovwciAL
1 2a 18
de 19
425:309*489
30:681*517
54:916*902
2:722*145
455:991*517
57:639*047
Total
OHsrjLADo PaovniciAL Dr 2 a 18
dem de 19
1 DaATKAoaE>e 2 a 18
dem de 19
518:630*564
13:434*134
169*835
13:603*969
27:614*238
2:399*792
36:014*030
DESPACHOS DE IMPORTACAO
Barca ingleza Mara, entrada de Terra Nova no
dia 18 do corrate e consignada a Johnston Pater
& C, manifest :
Bacalho 3,300 barricas e 1,6C0 meias ditas aos
consignatarios.
Lugar americano Leuris Ehrman, entrado de Bal-
timore no dia 18 do corrate e consignado a Hen-
ry Forster de C, manifestou :
Breu 200 barricas.
rinha de trigo 3,700 barricas aos consignata-
rios.
Barca ingleza C'ydon, entrada de Cardiffno dia
18'do correte, e consignada a Wilson Sons de C,
manifestou :
Cirvao de pedra 597 toneladas aos consignata-
rios.
DESPACHOS DE KXPURTAC0
Em 18 de Agosto de 1886
Para o estertor
No vapor francez VtWe de Victoria, carre-
garam :
Para o Havre, A. Labille 852 couros verdes
com 17,892 kilos.
Para Hamburgo, Pohlmann & C. 499 couros
salgados com 5,988 kilos.
Para o Interior
No vapor frsocez Villt de Macei, carrega-
ram :
Para Santos, P. Valente & C. 20 saccas com
1,602 kilos de algodSo.
No vapor nacional Mandos, carregaram :
Para o Para, A. B. da CosU 30 saceos com
2,250 kilos de assucar brauco e 15 ditos com 1,125
ditos de dito mascavado ; F- M. da Silva & C. 12
caixas com 400 kilos de oleo de rieino.
Para Manos, E. de S Cavalcante 1 caixa com
60 kilos de doce.
No hiate nacional Aurora 2*, carregaram :
Para Mossor, Oliveira & C 3 barricas com
879 kilos de assucar refinado.
A ti, a ti somente...
E1 borrivel, meu Deus, o meu martyrio
Em constante viver d'um delirio
Sem nunca allivio ter,
Bem quizera, sim, antes da morte
Transformar, por momento, minha sorte,
Mais que hei de fascr ? 1
J me faltam as forcas pr'o combate.
Que meu crneo estalle, que resalte,
Nao importa, afina!
Cumprire; minha sina degradante,
Pois da mente nao te varro um s instante
Oh mulher divinal 1
Eu quizera, mas nao posso, te diser
Quauta dor sinto n'almn, em nao te ver
A meu lado contente :
Completa va meu anhelo n'este mundo, |
Onde vivo n'um lethargo meu profundo.
A pensar vehemente...
Nao importa. Meu consol sempre tu aeras
Por que nunca o meu amor olvidara
Um instante, sequer;
Tenho a'Ima lacerada ha muitoa anuos
E s Deus impetrar eases arcanos
E's um aojo, mulher 1
Es o immenso santelmo do meu ser,
Argonauta diviname faz crer
O brathro em vida,
Mas um dia chegar a occasiao
De arcar contra as furiasesse vulcio
De tormenta, resequida.
Minha fllha Elvira
OFFEREEIDO A...
Mea Deus! Meu Deas I o qae vejo ?
Tudo tSo alegre e risonho
Parece-me estar n'um sondo
Vendo um aojo sem fallar I
Meu Deas Mea Deus I que ser ?
Tudo to lindo e galante
TSo esplendido e t2o brilhante
At pasearos a cantar !
Vejo tudo tSo alegre
Tudo risos e tudo amores,
Um anjo jogando flores
C da trra para o co 1
Meu Deus 1 ella, ella,
Elvira, linda crianca,
Elvira, minha esperanza
O nome meu o teu.
Agora... chega-te a mim,
Elvira, tilha querida,
Que um anno j tens de vida
Para no mundo viver.
A vida sempre engaosa,
A vida sempre to triste
Que quasi nao se resiste
Para urna alegra se ter.
Silencio j finda a tarde,
Vamos ao p do Senhor
Para mil flores lhe expor,
Para um conselho te dar.
NSo creas nestas vaidades
Qne neste mundo se dao,
Sao palavras de coracSo
Pois s eu te sel amar.
Agosto1386.
Julio Soai es de Azevedo.
Partido conservador
Eleleo de vereadores
Os .abaixo assignados, constituidos em
commissSo incumbida de dirigir o processo
eleitoral no dia 23 do coi rente, pedem ao
eleitorado conservador do municipio, todo
o seu esforjo o concurso cm favor da cha-
pa do partido, composta dos cidadaos se-
guintes :
Proprtario Agostinho Bezerra da Silva
Cavalcante.
Dr. Cosme de S Percira.
Proprietario Demetrio de Gusmao Coelho.
Commerciante Gabriel Ildefonso das Ne-
v* Cardoso.
Commerciante Henrique Bernardes de
Oliveira Fiiho.
Major Joo Francisco Antunes.
Commerciantd Joao Jos de Amorim.
Desembargador Manoel Clementino Car-
neiro da Cunha.
Recife, 19 de Agesto de 188(5.
Dr. Joaquim Cosme de Araujo.
Miguel Jos de A. Pernambuco.
Olympio Marques.
Pao d'Alho
Protesto contra a inclusao do meu nome no arti-
go sob a epigrapheJote Maananenserido na
Provincia a. 181, de boje, visto como vivo e resido
nesta cidade, ra da Viraco u- 2, e nao existi
nem existe outro de igual nome.
Pao d'Alho, 17 de Agosto de 1886.
Jos Thomaz Nunes do Valle.
MOVIMENTO DO PORTO
Navio sahido no dia 19
ParahybaVapor inglez Merchant, com-
mandante Baowns, carga varios gneros.
Obiervacao
NSo houve entrada.
VAPORES ESPERADOS
Vle de Macei
Oiqui
Petropolii
Stefuma
Pirapama
Sculptor
Bahia
Jacuhype
Orenoque
Espirito Santo
Therena
La Plata
do Havre
de Fernando
de Hamburgo
de Trieste
do norte
de Liverpool
do norte
do sul
do sul
30 sul
de New-York
do sul
Setembro
boje
boje
hoje
hoje
hoje
hoje
a 23
25
25
26
28
29
Deus 1 A vos imploro compaixo,
Nao esmigalheis, sem d, o eorwcao
Deste pobre mortal,
Atendei suas supplicascontristado
Vivo eu n'este mundo mal fadado
De engaos, perennal.
Agosto1886.
Omfcll*.
Vle de Bio de Ja-
n-tiro
da Europa
a 7
A' D. Y.
A morte, esta proscripta eterna, incoherente,
Lancou-te em pleno mar de negras contingencias,
Legou-te da orphandade as duras inclesaencias
Deixou-te o coracao immerso em dr pungente.
E forca conformar-se a frgil creatura
Co' a lei universal, 00' a lei traneformacao!
Da dr que te avassala o meigo eoraoao
Nasciu um'outra dr que a mim tambero tortora.
Teu venerando pai, teu ve rdadeiro amigo,
Dexou-te merencoria a sombra do jasigo.
Exalando do seio empallecidos ais 1
Aceita um voto, pois, qu'em coro junto nos teas,
Subndo a immensidado eleve-se at Daos,
Que lance sobre ti as vistas patemaea.
Parahyba, 31 de Maio de 1886.
B. A. F. Penda.
Ao eleitorado da Boa-Vista
Sao convidados os eleitores liberaes da Boa-
Vista urna reunio poltica, qae devora ter lu-
gar na ra da Imperatris n. 61, casa de sesiden -
cia do Dr. Pitauga, sabbado 21 do correte, s 6
da tarde, em ponto.
Elefo municipal
(Carta circular)
Blm. Sr.Honrando-me V. S. com urna prova
de confiaoca, aa concessSo do voto, que h.bilitou-
me a concorrer, em 2" escrutinio, na eleicao mu-
nicipal ; sinto desvanecimento em agradecer e solici -
tar o concurso de V. S. para minha candidatura
ao lugar de vereador.
E' essa minha aspiracSo legitima, e verdudeira-
mente ajustada no serio desejo de prestar, pela
primeira ves, servio >* causa publica de minha
provincia.
A' ella nao 6 indiferente V. S., principalmente
quando sao consultados os interesses do municipio,
reclamando autonoma e vetdadeira indepen-
dencia.
Esse ser o meu modo de agir, se conseguir
triumpho minha candidatura, que recommendo
ao patriotismo do indepandente eleitorado do mu-
nicipio do Becife, e ao apoio de V. S.
Assim subscrevo-me com particular estima e
consideracao. De V. S., amigo, criado e respeita-
dor.Dr. Clodoaldo Monteiro Lopes.
Becife, 20 de Agosto de 1886.
Directorio conservador da paroctiia
da Boa-vista
Funccionou no dia 16 do corrente este directo-
rio, sob a presidencia provisoria do Sr. major Joo
Antunes.
Foi lida e approvada a acta da reunio antece-
dente.
Apresentado pela respectivo eommiasao o pro-
jecto do regulamento do directorio, o qual, depois
de lido e discutido, foi approvado, ficando reco-
nhecido como lei. t
Em seguida proceden-se, do aecordo com a no-
va le, a eleicao dos funecionarios effectivos, < deu
o resultado seguinte:
Presidente
Mejor Joo Antunes.
Vice-presidente
Vigario Augusto Franklin.
Secretario
Dr. Jefierson Mirabeaux.
Thesoureiro
Gonveia Cordeiro.
Empossada a directora eleita, foram marcadas
as primeiras qnintas-feiras de cada mes para dia
de reunio.
Levantou-se a sesso.
O abaixo assignado agradece cordeal-
mente aos Srs. eleitores que o honraram
com seus votos na eleicao do Io de Julho,
e pede-Ibes que na de 23 do corrente fa-
cam convergir os seus votos para os can-
didatos da chapa do partido conservador,
urna vez que renuncia a sua candidatura
no 2o escrutinio.
Recife, 18 de Agosto de 1886.
Joaguim Jos* de Abreu.
Ao commcrcio
Banco Aoxil ar Mercantil
Sao convidados todos os Sis. negociantes e par-
ticulares, subscriptores e nao subscriptores deste
Banco, a reuairem-se sexta-feirs, 20 do corrente,
1 hora da tarde, na Associaco Cemmercial Be-
ueficente, afim ds> se tratar da fuedneao do Baoco
e nomear-se as respectivas commissoes.
Programan da Testa da Gloriosa
Senbora Sant'tnna na igreja de
fcaata Cruz.
Sabbado, 21 do corrente, ao meio da fenderao
aos ares algumas gyrandolas de foguetes fazen.
do-se oavir a excellente banda de msica do corpo
de polica.
Domingo, 22, ao remper d'alva urna salva de 21
tiros e algumas gyrandolas de foguetes annuu-
cisro aos devotos da Gloriosa Nant* Alina qae
chegado o da de sua festividade. A's 11 horas
da manh depois que a referida msica tiver
exeeutado tres liadas pecas de seu variado reper-
torio, entrar a festa com a mxima pompa e bri-
Ibanttsmo sendo precedida de tercias com asss-
teocia de S. EExc. os Srs. Dr. vice-presidente e
brigadeiro commandante das armas e mais pes-
soas gradas.
A orchestra est confiada regencia do nosso
prestimoso iruio definidor o hbil professor Lydo
do Oliveira qae far executar a missa deaurai-
uada Sanl'Aana do maestro Coat, e a ou-
vertura da opera Vespera Cecilana, oceupando a
tribuna sagrada ao Evaogelhs o eloquentu pre-
gador Fr. Pedro da Punficaco Paes e Paiva que
em arroubos da verdadeira eloquenca patentear
as virtudes da Gloriosa Seahora Saal'Anna.
mi da mi do Diviao Bedemptor.
^Credo do maestro Joaquim Casemiro Jnior.
Findo o mesmo subir ao ar urna s*lva de 21
tiros (.compaohada de diversas gyrandolas de fo
guetes.
Das 5 horas da tarde em diante estar aberto
o mtgeatoso templo eiposicao d >s fiis, o qual
acha-se modestamente oruadj com gosto e per-
feico pelos nossos liareis irmAos Jos Castor de
Araujo e Souza e Aatooio Joaquim de Sant'Aaua,
que nenhum esforco poupiram, tocando nessa oc-
casio a msica j referida e soltando-se um
l'ndo bailo.
A's 7 horas da noite oceupara tribunt sagrada
o nosso piefctim/iao irmo Esvin.* vignrio coiouien-
dador padre M inoel Moreira da Gama que por
sua ves mostrar quanto vale a pruteoc'i da Se-
ohora Saut'Anua a tA a Hqu'lles que a recorrem
com f, em seguida entrxr o Te-Deum a grande
orchestra denominado Espirito-Santo do maestro
Colas.
A meza regedora desta irmxudade agradece
cordialiuente a todus 09 iroutoa e devotos que
digaaram se conecorrer para o brilhantismo desta
festividade e bem assim p-J a totus os morado-
res residentes no pateo e ra de Santa Cruz que
illuinuiem as fuchadns de ouas casas nos dias 21
e 22 nfira ufl maior realeo ter esta testividade.
Convido a todos os nossos inaaos para assisti-
rem esta festividade.
Consistorio 4a Irmandade da Gloriosa Sant'Anua
da Igreja do Santa Cruz, 19 de Agosto de 1886.
O secretario interino, Antonio Rapkael Aloes da
Costa.
Urna palavra quelles que padecem
le lyslca
4*
A expectorarn de mucosidades, tosse fatigadora
e continuada, pulso precipitado e planles inrlam-
mados, sao symptomas desfavoraveis; parrn nem
por uso deveis desesperar, se acaso depositardes
vossa confianfa do pulinonico o mais poderoso a
admravel entre t)dos 01 mais coohecidos, isto ,
o peitoral de Anacahuita. Em milhares de casos
cemclhantes, osenfermis se restabeleceram e ad-
quirirara a saa sade.
Usai-o, pois, o mais breve que vos seja possi
vel, e anda mesmo euibora que a enfermidade ja
teoha feito terriveis progressos, comtudo isso, nao
tenhais medo que j s^ja demasiado tarle para
usardes deste grande e impaga vel, remedio o res-
taurador da vida e a sale.
Como oarantia coutra as falsificnccs, observe-
so bem que os nomes de Lanman & Kemp veiiham
estampados em lettras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
ra do Commercio n. 9.
Conoitorio medico-eirorgieo
O Dr. Eatevn Cavalcante de Albuquerque con-
tinua a dar consultas medico-cirurgicas, na roa
do Bom Jess n. 20, lo andar, de meio dia s 4
horas da tarde. Paras? demais consulta e visi-
tas era sua residencia provisoria, ra da Aurora
a. 53, 1* andar.
s. MjpiuoieH : 1> consultorie 95 e residencia
126.
Especiaidades Partos, molestias de creacas,
Nd'nltt ta seus annexos.
Ocnlista
Dr. Ferreira -la Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.
Dr. Carneiro Leo
MEDICO
Tem o seu consultorio e residencia ra
Livramento n. 31. Io andar. Consultas de 11 ho-
ras da manh s 2 da tarde. Chamados por es*
eripto a qualquer hora. Especialidade :febres,
partos e molestias de criancas.
Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio ra do Bom Jess n. 30.
Consultas de meio dia i 3 horas.
Besidencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
CLNICA.
senhoras
O Trlcofero de Barry patrocinado pe-
las principaes familias da Asia, frica. Europa e
America, c reconnecido como sendo o melhor pre -
parado que existe para tudo quanto concernente
ao cabello. Impede a queda deste, cura radical-
mente a tinha, a caspa, etc., o o conserva o mais
brilhante e lindo possivel. O uso habitual do
Trlcofero de Barry torna o uso do oleo, po-
mada ou qualquer outra preparaco inteirameute
supeiflua. E' ricamente perfumado cem a mais de-
liciosa fragrancia floral, e garntese que tas cree
cer cabello novo as calvas.
Cajurubeba
Recife, 26 de Junho de 1886
Illm. Sr. Antonio Pereira da Cunha.
Por dever de gratidao venbo trazer ao
conheciruento de V. S. mais urna cura ef-
fectuada pelo seu preparado Cajurubeba.
Havia cerja de tres annos, que minha
mulher soffria horrivelmente de dores rneu-
mticas e palpitacdes do coracao, sem en-
contrar allivio algum dos diversos remedios,
que lhe foram applicados ; mas aconselha-
da por diversas pessoas resolveu-se tomar
o Cajurubeba e, logo no fim do primeiro
frasco sentio melhora e, com o uso de
mais dous frascos acha-se, gracas efica-
cia do preparado, completamente restabe-
lecida; portanto aceite meus parabens
pela sua maravilhosa descocerla e pode fa-
zer o uso que lhe convier, esta minha
maior satisfacao.
Prezo sua saude por ser com ingenui-
dade
De V. S.
Am. Att Vnr. e Obrigm0 Cr.
(Assignado) Antonio Buarque de Lima,
desembargador da relacao de Pernambuco.
(A firma estava reconhecida.)
de partos, molestias de
c de criancas
Dr. Joo Paulo, medico aggregado do hospital
Pedro II, 'i'esta cidade, com pratica e estudos es-
peciaes as principaes maternidades e hospitaes
de mulheres e de criancas de Paris e de Vieoua
i'Austria, faz todas as operacoes obsttricas e ci-
rurgieas coocernentes as suas especialidades.
Consultas das 12 s 3 horas da tarde, na ra
larga do Bosario n. 26, primeiro andar.
Besidencia. Ba da Imperatris n. 73.
?,N 5. A Emulsao de Scott muito re-
comraendada pelos mdicos como o melhcr
remedio para a tisisa pulmonar e moleslias
do peitr> e da garganta.
Restaura o organismo das pessoas pre*
dispostas tsica e fortifica contra os ata-
que; da doenja.
Licor depurativo vegetal iour'.
DO
Medico'1 (tuintc I la
Este notabilsimo depurante qae vem precedi-
do de tiio grande fama infallivel na cura de todas
us doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumaticas
e de pelle, com tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e uevralgicas, blennorrhagias agu-
das e ehronicas,'cancros syphiliticos, inflamma-
coes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes-
tinos, ou diathericos, assim como na alopecia ou qaeda
do cabello, e as doencas determinadas por satu-
raco mercurial. Do-se gratis folhetos onde se
enceatram numerosas experiencias feitas eom este
especifico nos hospitaes pblicos e muitoa attesta-
dos de mdicos e documentos particulares. Faz-se
descont para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinhs & C.
Ba do Slarquez de Olinda n. 41.
Fados e nao palavras
Aos que se desejam tratar sem comprometter o
saude com preparados mineralgicos.
Nesta typographia e na ra Direita n. 43, 1.
andar vende-se tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmatico,
ainda mesmo bronchitico; eiysipela, enxaqaecas;
internitentes (sem o emprego do fatal quinino) ;
tosse convulsa, falta de menstruacao -, cmaras de
sangue : estericos ou metrite ; dores de deates oa
aevralgas, metrorragia; vermfugos, dentico e
convulsoes das criancas ; tudo manipulado de her*
vas do paiz.
Assim como tratam se escrofulosos em qualquer
grao e gommatosos.
Dr. Coei Lie
Medico, partelro e operador
Residtncia ra da Imperatris n. 48, 2." andar.
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manna s 2 da
tarde.
Atiende para ts chamados telephone n. 449 a
qualquer hora.
Dr. Cern
emeo
Tem o seu escriptoro a ra do Marques de
linda n. 53 das 12 s 2 horas da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia ra da San-
ta Cruz n. 10. Especialidades, molestias de se-
nhoras e criancas.
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2."
andar da casa n. 45 ra do Bario da
Victoria, para o. andar da casa n.
51 da mesma ra. Consultas de meio
dia s 3 horas da tarde. Besidencia
ra Sote de Setembro n. 3 A.
Aviso
MEDICO
O abaixo assignado, que at agora assigoava-se
Dr. Silva Britto,previne a seus collegas e ao
Eublico, que, para evitar confusoes, que j teera
vido, por exercer nesta cidade, onde bastante
conhecido com o ultimo termo d'aquelle apellido,
um outro collega mais aotigo, previne diz, que
d'ora em diante assignar-se-haDr. Joo Paulo.
Becife, 1 de Agosto de 1886.
Dr. Joao Paulo da Silva Brittn.
Escola particular
O Dr. E. Osglan Bonnet Medico pela
Faculdade de Medicina de Paris.
Condecorado com a medalha dos hospitaes.
Socio correspondente: das Academias de Medi-
cina do Bio de Janeiro e de Barcelona ; da So-
ciedade de Medicina pratica de Paris e da Socie-
dade Francesa de Hygiene, ei-director do Museu
AnatomoPatolgico da Faculdade de Medicina
do Bio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambuco
fica a dispo8cao dos doentes que desejarem hn-
ralo com a sua confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at novo aviso: na hospedara de D. Antonio
(CaminhoNovo).
Especialidades : molestias das vias respirato-
rias, coraeo, estomago, gado, etc, molestias
nervosais e syphiliticas.
B:cfe, 6di AjJitJ del36.
EDITAES
Mara dos Aojos Dornellas Cmara,
professora particular, contina a lec-
cionar, aa casa de sua residencia ra
Duque de Caxias n. 70, 2' andar, as
materias que canstitstem a instrueco
primaria, e os trabalhos de agulha 1
bordados. Oexercicio d'este por espao
de mais tres annos um garante de
suas hsbilitaceS; e espera merecer dos
pais de familia a subida honra de lhe
confiaren) suas filhas.
A' tratar na casa cima.
lo < >
EDITAL
O Dr. Francisco Pothier Rodrigues Lima, juiz
municipal do termo de Palmares, comarca do
mesmo nome, pr Sua Magestade Imperial, a
uern Deus guarde, etc.
as saber aos que o presente edital irem e
d'elle noticia tiverem e a quem iateressar posea,
que achando-se o cartorio de 1." tabellio do pu-
blico, judicial e notas, escrive de orphos, au-
sentes, capellas e residuos, civel, crime e com-
mercio deste termo, creado em virtude do decreto
de 30 de Janeiro de 1834, vago por fallecimento
do respectivo serventu*rio, major Cistidio Floro
da Silva Fragoso, convida os pretendentos aos
respectivos oficios a apresentarem seus requeri-
mentos dontro do praso de 60 dias, a cont ir da
data do presente edital, como dispe o srt. 11 do
decreto n. 817 de 30 de Agosto 4e 1851 e art. 7."
do decreto n. 1884.
Outrosim, las mais saber tambem apa preten-
dentes que seas requerimentos devem vir instrui-
dos com exame de suficiencia, de conformidade
I com o disporto no deersto n. 8,276 de 15 deOutu-
r.
mum L


Diario de PernambucoSexta-feira 20 de Agosto de 1886


bro de 1881, e mais formalidades exigidas no art.
14 do citado decreto n. 817 de 3U da Agosto de
E para que chcgue ao conheciinento de todos
mandei passar o presente, que sera affixado no
luear mais publico e do costume e a'elle se extra-
hir copia para ser retnettida ao Exm. 8r. presi-
dente da provincia para o fim indicado no art. 157
do decreto n. 9,420 de 28 de Abril de 1885, com
declarac&o do da da affixaco e publicacao do
presente edital, o que ser certificado pelo portei-
ro dos auditorios, como deteumna o art 153 do
citado decreto de 28 do Abril de 1885.
Dado o passado nesta cidade de Palmares, sos
16 dias do mez de Agosto de 186.
Eu, Manoel Fernandes Calute, esenvao interi-
no, o escrevi. FraocLco Putbier Rodrigues
Lima.
E nada mas se conlinha em dito edital cima
copiado do proprio original, ao qual me reporto e
Eecrevo assig'.o. Eu> Miswel Fernandes Ca-
lnte, e&crvlo interino, o escrevi.
Certifico mais que pe'0 porteiro dos auditorios
me foi entregue a certidao da affixacio do edital
retro, a uu* I do theor seguinte :
Joaqaim Manoel de Fama, porteiro dos audito-
rios de Palmares, em virtude da lei, etc.
Certifico que afiixei na porta da Cmara Muni-
cipal desta cidade, hoje, o edital convidando os
pretendentes acs officios de justica vasos por tal-
lecmento do respective scrvsntuano, major Cus-
todio Floro da Silva Fragoso.
O rit.rido verdade, dou f. Palmares, 16 de
Agosto de 1886. O porteiro dos auditorios, Joa-
qnim Manoel de Farias.
E nada mais se coutinba da dita certidao cima
copiada do projjrio origiual a i_ue me reporto :
don f.
Eacrevo c acsigno. Eu, Manoel Fernandes C-
llete, solivio interino, que o raer vi.
Santa Casa da Misericordia do
Recite
Por esta secret .ria sao chamados os parantes
on protectores das menores constantes da relaco
infra, que va ser recolhidas ao collegio das or-
pbid.
Belacao das orpbs abaixo inscriptas, que nesta
data vao ser admittidas no collegio das orpbs
1 Ricarda, filha de Antonia Marcelina de
Oliveira.
3 Joaquina, filha de Joanna Maria da Con-
ceico.
3 Maria, protegida de Joaquim Domingues
F.rreira.
4 Adelina, filha de Brasilia da Conceicao
Teixeira.
5 Elisa, idem dem dem.
6 Maria, filha de Eugenia Maria de Oliveira
Lagos.
7 Leopoldina, idem idem idem.
8 Guilhermina, sobrinht de Francolina Bri -
gida Soares.
9 Maria, filha de Sophia Carolina de Moraes
Costa.
10 Caiolina, filha de Noemesia Florida de L.I
ma Costa.
11 Maria, filha de Paulina Maria dos Pra-
zeres.
Secretaria da Santa Casa ie Misericordia do
Recife, 5 de Agosto da 1886.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Companhia de edifica-
CONTRA FOGO
The Liverpool lin'u HI<;
l\Sl RltWCE COMPANY
&G.
?ao
DECLaBCGES
Por esta repartieao e por ordem do Illm. Sr.
Dr. chefe de polica se faz publico que se achaui
depositados n'esta mesmn repartilo um relogio de
ouro eom caduia, dous ditos de prata, tres garfos
de ciectro-plate e tres faceas coin cabo de marfim.
Quein s julgar com direito a ditos objectos,
apresante-se reclamndoos.
Secretaria da polica de Pernambuco, em 19 de
Agosto de 1886.
O secretario,
Joaquim Francisco de Arruda.
Banco auxiliador mer-
cantil
Acha se desde j aberta a subscripcao para a
fundacao deste bauco : listas em poder do sen
iniciador Francisco Augusto Pacheco, rna do
Vigario 11. 1, primeiro andar.
2. Secc-Io.Secretaria da Presidencia de Per-
nambuco ein 19 de Agosto de-1886. -Edital- Por
esta Secretaria se faz publico, de conformidade
com o art. 157 do regulsmento annexo ao decreto
a. 9,420 de 28 de Abril de 1885, o edital abaixo
transcripto, pondo em concurso cora o praxo de
60 dias os inicios de 1. tabellio do publico, ju-
dicial e notas, escrivo de orplios, ausentes, ca-
pelina e residuos, civel, crime e commercio do
termo de Palmares.
Servindo de secretario,
Emiliano Ernesto do Mello Tamborim
5. Seccsio.Secretarla da Presiden-
cia de Pernambaco. 18 de Asento
de iss
Por esta secretara se faz publico para conhe-
cimento de quein interessar possa, que o Exm. Sr.
vice presidente da provincia proferio nesta data
no procsto de inedi<;;io e legitimacJo da posse de
trras denominad Caboge do mun.cipio de
Agua Preta, requerida por Jos Quintilano Pe-
reir, a sentenca do theor seguinte :
Vistos estes autos, em que Jos Quntiano
Pereira pretende haver titulo de legitimacao da
posse de trras denominadaCabogesi uada no
municipio de Agua Preta;
Considerando, segundo as informaces presta-
das pela contadoria da Thesouraria de Fazenda e
pelo procurador fiscal da raesma thesouraria, que
ojuiz cemmissario d dito municipio de Agua
Preta irocedeu de modo irregular, medindo trras
publicas, que estao demarcadas em lotes, que tem
senhorio certo e determinado, visto que essas tr-
ras abrangem os lotes 21, 22, 23 e 24, que toram
provisoriamente distribuidos, o Io ao indio Anto-
nio Jos do Carmo, o 2* a Apolinaro Francisco de
Lima, o 3 aos filhos da viuva Mara Francisca
da Coaceicao e o 4' a Gervasio Gomes de Amo
rim.
Considerando que Jos Quiutliano Pereira pre-
tende indevidameute apjssar-se de trras a qne
nao tem direito par titnlo algum, neg approva-
cao a sentenca a fl. 14 V. proferida pelo juix cem-
missario Adolpho Nunes Lins, e coodemno o mes
m) juit, escrivo e agrimensores 4 perda dos emo
lamentos p-rcebidos por tal demarcacao, de con-
formidade com o art. 50 do regulamen'o n. 1318
de 3 de Janeiro de 1854, sendo obrlgado o pretenso
posseio a despejar as ditas trras.
Palacio da presidencia de Pernambuco, em 1
de Agosto de 1886. (Assignado) Ignacio Joa8
qmm de Souza Lelo.
Servindo de secret .rio,
Emiliano Ernesto de Mello 'lamborim.
Commnnica-8e aos sonhores accionistas, que
por deliberaco da directora foi resolvido o reco
lhmento da quarta prestacao, na razo de 10 0/0
do valor nomiual das respectivas accoeo, o qual
dever realsar-se at 5 de Setembro prximo fu-
turo, no escriptorio da compnha, Praca da
Concordia. Recif 9 de Agost de 1886.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
Os possuidores das cautellas de penhfi-
res dos nmeros abaixo, sao convidados, a
resgatal-as at o dia 26 do correte roez.
10,922 10,942 11,062 11,128 11,209
11,273 11,388 11,413 11,512 11,610
11,611 11,617 11,618 11,620 11,629
11,632 11,633 11,634 11,637 11,645
11,646 11,649 11,654 11,655 11,659
11,666 11,677 11,687 11,752 11,705
11,714 11,715 11,729 11,734 11,736
11,746 11,747 11,748 11,754 11,756
11,759 11,961 11,763 11,761 11,769
11,784 11,790 11,795 11,796 11,797
11,798 11,803 11,805 11,815 11,823
11,825 11,832 11,842 11,852 11,866
11,867 11,871 11,873 11,874 11,879
11,883 11,884 11,885 11,904 11,909
11,910 11,927 11,931 11,938 11,941
11,945 11,946 11,650 11,051 11,954
11,956 11,957 11,961 11,963 11,970
11,971 11,974 11,975 11,976 11,981
11,984 11,985 11,987 11,988 11,990
11.991 11,992 11,994 11,995 11,997
11,998 11,999 12,000 12,001 12,004
12,008 12,009 12,010 12,017 12,018
12,022 12,024 12,025 12,027 12,028
12,036 12,039 12,041 12,055 12,067
12,069 12,077 12,078 12,076 12,081
12,082 12,083 12,084 12,089 12,090
12,091 12,093 12,094 12,098 12,099
12,101 12,102 12,103 12,104 12,(05
12,106 12,107 12,108 12,109 12,110
12,118 12,121 12,123 12,127 12,128
12,129 12,132 12,133 12,140 12,147
12,152 12,155 12,157 12,158 12,163
12,165 12,168 12,172 12,178 12,186
12,187 12,188 12,190 12,191 12,198
12,201 12,202 12,2503 12,207 12,208
12,212 12,216 12,217 12,220 12,229
12,230 12,231 12,235 12,238 12,239
12,243 12,244 12,249 12,250 12,255
12,256 12,257 12,273 12,288 12,289
12,296 12,299 12,300
Recife, 5 de Agosto de 1886.
O gerente,
Felino D. Ferreira Coelho
condn and BrasiUan Ba
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
zas do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75 N-
Porto, ra dos Inglezes.
S. R. J.
Club Internacional de
Regatas
De ordem do Sr. oresidente deste club, convido
os senhores associados ase reunirrm em assembla
geral no dia 22 do corrente, s 11 horas do dia,
na sede do mesmo club, afim de tratarse do as-
sumpto de interesse.
Recife, 17 de Agosto de 1886.
Pompeo C. Casanova,
2 secretario.
SOCIEDADE
Recreativa Juventude
Assembla geral ordinaria
Sao convidades os socios effectivos, distinctos,
honorarios e benemritos a compareeerem na sede
social, domingo 22 do corrente, as 4 horas da tar-
de, para assistirem a leitura do relatorio da pre-
sidencia e elegerem aquella que tem de gerir os
interesse* sociaes no exercicio futuro.
Recife, 19 de Agosto de 1886.
O 1 secretario,
JoSo Al farra.
AssciaQaO Fntuna de
cu
A directora deste associacao avisa a todos os
socios e a quein interessar possa, que em obser-
vancia primera parte do art. 59 dos estatutos,
qne as sessoes ordinarias terab lugar nos dias
qnintaF-feiras s 6 1/2 heras da tarde, na sede so-
cial a ra estieita do Rosario.
Secretaria, 17 de Agosto de 1886.
Manoel Tavares da Costa Martins,
1- secretario.
Soire bimensal em 29 do corrente mes
Scicntifica-se a todos os socios e convidados
qne a soire principiar aa 7 borts. Os ingressos
acbam-se em poder do Sr. thesonreiro e os convi-
tes no do Sr. presidente. Pede-se toda a simpli-
cidade nos toilettes e previne-se que nao sao ad-
m88veis aggregados.
Recife, 18 de Agosto de 1886.
O 1' secretario,
Joo Alfarra.
_____
(Socio* em atraso)
Nesta data se exped ordem ao Sr. thesonreiro
para, na cessao ordinaria do primero domingo de
Setembro, apreseotar a lista dos socios incursos
no 3." do art. 70 dos estatutos (atrazados em um
trimestre), afim de na mesma ficarem suspensos.
Para a distribuico de cartoes de ingresso para
o coocerto em 7 de Setembro, se enmprir o g 1."
do art. 58 dos estatutos que diz :
Nao terao cartoesos socios que nao estverem
quites com a caixa do Club. *
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 16 de
Agosto de 1886.
P. Casanova,
2." secretario.
COHPANHIA D SEGUROS
NORTHERN
de liOndres) e Aberdeen
PoMlce flnancelra (Oezembro 1885)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accumulado3 3.134,34f
Recolta animal i
Da premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
O AGENTE,
John. H. Boxwe
Hit COMMEBDOCIO >. I "R
iruMe Hg Divino Espirito
Nai se tendo reunido numero legal de irmos,
para sessao da mesa geral; novamente os con-
vido por ordem do conselho fiscal a compareeerem
em -.-es i consistorio no domingo 22 do corrente
s 11 horas da raanha, afim de proceder-se a
cleicio. para vagas de mesa regedora.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo, 19 de Agosto de 1886.
Santos Porto,
Secretario do conEelho.
lime Aioloico e Geogra-
ubico Pomtao
Qjnta-fcira 20 do corrente, ;'i hora do costume,
baver eessb ordinaria.
Secretaria do Instituto, 16 de Agosto de 1886.
Baptista Regneira,
1- secretario. .
Gompanhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em 1S&&
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de tS84
Martimos..... 1,110:0008000
Terrestres, 3I6:000$000
4t-Rn do commerelo
SEGUROS
MARTIMOS CONTRA FOGO
Companhla Pheniv Per-
nambucana
Ruado Commercio n. 8
Coipi i Segaros Fililo
AGENTE
Migael Jos Alvcs
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Seguro* martimo terrestre
Nestes ltimos a nica corapanhia nesta praca
que concede aos Srs. sogursdis isempcSode paga
ment de premio em cada stimo anno, o qne
equivale ao drj>nto de cerca de 15 por cento em
favor "dos segurados.
(OMPANHIA
Imperial
i DE
NEGl'ROS contra FOCO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Promplo pagamento de prejuitOB
CAPITAL
fia. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS & C.
N. f>Ra do Commercio N. 5
CONTRA FOGO
Norlb British & Mercantile
CAPITAL
trOOO.OOO de libra terllnas
A GEN ES
\domson Howie & C.
BOYAL MAIL STEA PACKET
COMPANY
0 paquete Tamar
E' esperado daEuropa no dia
24 ou 25 do corrente, seguin-
da depois da demora necessa
apara
Baha, Rio de Janeiro. Monte-
video e Buenos A? res
Este vapor traz simplesmente
passageiros e mala^ e immedia-
tamenlc cegar depois do desem-
barque dos niesnios.
Vapor La Plata
esperado
do sol no dia 29 de
csrrente seguinlo
Idepois da demora
necessaria para
Lisboa e Soullianipton
Para passagens. fretes, etc., tracta-se com
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
II
Danipfschfflahrts-Gesellschat
Ovap>r Petropolis
Espera-se de HAMBURGO,
via LISBOA, som escala pe-
los Acores, at o dia 20 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
ie com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann 8c C.
RUADO VIGARIO N. S
i* andar
Os vapores desta companhia, os quaes tem p-
timas ac ommodacoes p sam dos portos do sul com destino Lisboa e
Hsmburgo partindo da Babia nos dias 8, 16, 23 e
30 de cada mez e tocaro neste porto, caso se of-
fereca numera sufficieate de passageiros.
Os Srs. passageiros, que se quizerem inscrever
sao rogados a fazel-o pelo mens 4 dias antes das
partidas da Babi?;
COMPAXHlfc E MEiNlK
RES HAItITIME
LLNHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Commandante Hortemard
E' esperado dos portos do
sul no dt 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeanx,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se sos senhores passageiros de todas
as classes qne ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-s abaumento de 15 /0 em favor das fa-
milias composta de 4 pessoas ao menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias qne toma-
rem bilhetes de proa, gosum tambem d'este abati-
mento.
Os vales postaos s se das at e dia 23 pagos
de contado.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-se com o
AGENTE
Angoste Lab He
9 RA DO COMMERCIO-9
COMPANHIA PEJBXAHBUCANA
Savegaco C ^SQrifcfer Vapor
PORT JJB p^>
Parahyba, R ,tfm^!^!iossor, Ara -
caty, Cearf, 'fcarhu e Camossim
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 21 de
Agosto, s 5 horas
da tarde. Recebe
[carga at o dia 20.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Periambwsma
_______________n: 12 __
Compa^cfa Braiiteira de Xa'i
gseao a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Commandante Silverio Antonio da Stlva
E' esperado dos portos do
norte at a dia 22 de Agosto
e depoB da demora do
dispensavel, seguir para
os portos do sul, inclusive
o da Victoria.
Recebe tambem carpa para Santos Pelotas
Rio Grande d > Sul, frete modic
Para carga, passgens, encommendas valores e
tratase na agencia
N. 11 RIJA DO COMMERCIO -N. 11
Lisboa e Porto
E' esperado nestes das o patacho nacional
Osear e segu com brevidade para os portos ci-
ma, por ter quasi toda a carga engajada ; para o
resto que falta, trat^ na ra do Mrquez .
Oinda n. 4.
Sexta-feira, 20, o da armacSo, balco, can-
deros, vasilhames, drogas, bataneas e mais per-
tences da botica da ra do Bom Jess n. 26, em
otes vontade dos compradores.
Lcilo
De urna armaco envernisada com gaveta-, 2
balces, 2 carteirae, 3 trageos grandes, 2 ditos de
bocea larga, 1 candieiro com 3 bicos, 1 relogio,
e vasilhames para botica.
Urna caixa de ferro, (burra) 1 armarinbo, 1
batanea decimal, 1 dita e pesos, 1 machina para
pirar, 3 balcOes para trabalbo do drogara, 2 ta-
chas de cobre, 2 prencas e 5 barris.
Urna Hrmsco ingleza com vasilhames, potes e
frascos com untura.- e dragas, barricas com al-
vaiade caparrosa o azul, 1 armario grande com
frascos, e potes com drogas, 1 prenca para copiar
carta eoutros artigos que sero vendidos em mu
tes e differentes lotes existentes no armazem do
sobrado da ra do B<>m Jess n. 26. (outr'ora bo-
tica do Recife).
Sexta-feira 20 de Agosto
A's 11 hora 3
Na referida botica da ra do Bom Jess n. 26,
em lotes vontade dos compradores.
Agente Pestaa
IIom empreiro de capital
Leilo
De um quadro com 6 meias aguas sitas ra
dos Guararapcs ns. 87 e 89, com fundos para
rna de S. Jotge n. 110, as quaes rendem 50j000
mensses.
Um sobrado de 2 andares com 2 trentes, sendo
urna para ra de Domingos Jos Martina e
outra para a travessa do mesmo nome, no correr
dos fundos do estabeleciment dos Srs. Braga Go-
mes & C, a qual rende 501 mensaes.
Sexta- felra SO do corrente
A'S il HORaS
Ra do Vigario Tenorio n. 12
Leilo
Em continuado
De grande sortimento de miudezas e per-
fumaras
Mobilias de mogeo. Jacaranda e atrarello, camas
francesas, lavatorios, sofs, cadeiras avulsas e
outros movis.
SEXTA-FEIRA 20 DO CBRENTE
A'a 11 boraS
No armazem da ra do Mrquez de Olin-
da n. 19
POR INTERVENgO DO AGENTE
Gusmo
Lcilo
Para o Cear e Maraohao
Segu com brevidade para es portos cima a
barca portugueza Maria Carolina, paea o resto da
carga que fhe falta, tratase com os consignata-
rios Jas da Silva Loyo & Filho.
exa-felra, SO do corrate
A'a 11 horas
No segundo andar da rna da Imperatris n. 44
Urna mobilia de Jacaranda 1 dita de amarello,
1 cama, 1 toilette e 2 consolos, todo de Jacaranda,
1 mesa elstica, 2 aparadores, 2 marquezoes, 1
commoda, 2 espreguicade'ras, 2 cadeiras de jun-
co, 6 ditas de po-carga, 2 cabides, 1 quartinhei-
ra, 1 globo geohraphico, 2 espelhos, 2 mesinbas
de amarello, 1 dita de pinho, jarros, lanternas, 1
lustre de oito lozes, talheres, colheres de metal,
foucas, garrafas, copos, docelras, 1 moinho grande
e novo, trera de coznh e outros muitos artigos
miado.
Leilo
De oO barris com vinagre, caixas com prsenntos,
ditas com toucinho,
cerveja e muitos outros objectos
Sabbado 21 do corrente
A's 11 horas
Por tntervenco do agente
Alfreda (jiuiniaraes
No armazem do Sr Annes.
T
Leilo
De um sitio e casa de pedra e cal, deno-
minado da Mangueira, no Porto da Ma-
deira, em Beberibe.
Agente Britto
O agente cima, a mandado do Illm. e Exm. Sr.
Dr. juiz de direito da provedoria, na sua presenca,
e a requerimento do inventariante dos bens de
Jos V. Godinho, levai a leio o referido sitio
e casa, sendo o sitio bastante grande e arbori-
sado.
SABBADO, 21 DO CORRENTE
A's 11 horas
Ra do Imperador n. 16
Ageiite Burlamaqui
DE BONS PREDIOS
Sabbado, 21 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 22
O agente cima, autorisado por um proprietario
que se retira d'esta provincia, vender em leilo
um sobrado ra do Hospicio n. 1, com bastantes
cammodos, urna casa na mesma ra n. 66, confron-
te fabrica Apollo, e cinco cases terreas novas e
bem construidas sob os ns. 38, 38 A, 38 B, 38 C e
38 D, antiga ra do Alecrim, hoje Padre Nobrega,
freguezia de S. Jos.
Os Srs. pretendentes podero examinar ditas
casas, sendo que as chaves do sobrado se acham
em orna das lojas do referido predio.
Leilo
De movis, Iouea. vidros e es
pelhos
CONSTANDO
De urna mobilia de Jacaranda, 2 espelhos, 4 jar-
ros para fl >res, b casticaes do vidro, 2 etagers, 1
mesa redonda de Jacaranda, cadeiras de, amarello,
cabides, 1 guarda roupa, 1 cadeira para secreta-
ria, mesas da pinho, marquesoes e muitos outros
objectos de casa de familia.
Seguuda-feira 23 do corrente
A'S 11 HORAS
PORINTERVENCAO DO AGENTE
Alfredo uinares
Em sna agencia ra do Bom
< Jess n. 15
AVISOS DIVERSOS
TRASPASSA-SE a hypotheca da casa do largo
do Paraso n. 15 ; a t. atar na ra do Apollo
n. 34, I andar. .
Aluga-se casas a 80U0 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar na roa da
Imperatris n. 56.
Aluga-se quatro casas na ra Imperial ns.
102, 104, 132 e 136, caiadas e pintadas, com com-
msdos para familia, e precos razoavel : a tratar uo
Recife, caes do Apollo n. 45, ou na mesma ra
n. 130, at as 9 horas ou das 4 em diante.
Alupa-se o 2o andar do sobrado ra do
Fogo n. 18 : a tratar na roa Direita n. 31, ar-
mazem.
Vende-se a fabrica de cerveja ra da
Sensalla n. 12 : a tratar na praca do Conde d'Eu
numero 11, Boa-Vista.
Precisase de urna mulher de meia idade e
de boa conducta, para ajudar em trabalhos de
vendagem e outros de casa de pouca familia ; na
ra da Matriz da Boa-Vista n. 3.
Precisa- se de urna perfeita cosinheira, para
casa de familia : a tratar na ra do Baro da
Victoria n. 39, loja.
Precisa-se de urna ama para cosinhar a
tratar no sitio do Sr. Valenea, estaco da Ja-
queira.
Compra-se urna balanca grande que sirva
para pesar assucar ou algodo; a tratar na ra
Direita n. 31.
f ede-se ao Sr. Francisco Machado Teixeira
navalcante, senbor do engenho Riacho, o favor de
pp arecer em Afogados, pateo da Paz n. 23, a
e gocio que o mesmo senhor nao ignora.
Precisa-se de urna mestra para morar com
urna familia que reside aqu da cidade, encarre-
gando-se da educacao de duas criancas : a tratar
na ra de Luiz do Reg n. 25, onde se daro os
detalhes do contrato._________________________
fferece-se urna perita engommadeira : na
ra da Aurora n. 155.
Precisa-se de urna ama para cosinha : a
tratar na ma de Pedro Afonso com a professora
da escola pratica.
Vende-se urna taverna sita no Zumb, con-
fronte a estacao, muito propria para qualquer
principiante, por ter poucos fundos e ser multo
bem localisada e afreguezada: a tratar na mesma.
Precisa-se de urna senhora para ensinar
portugus, francez, msica e piano a urna menina
tora da cidade : na ra do Imperador n. 12.
Alnga-se urna preta que cosinha bem e sem-
pre tem estado alugada cm easa de familia : a
tratar na ra dos Martyrios n. 148, 2- andar.
Precisa-se de um caixeiro para taverna, de
12 14 anuos : na ra do Principe n. 1.
Chama-se a attenc da cmara municipal
sobre um tal Xic que existe na estrada de 3on-
gi, e possue mais de 40 cabecas de gado a estra
gar a pobreza, que j est caneada de pedir pro-
videncia ao mesmo Xic, tem para mais de legoa
de trra com canoa para seu engenho, e bota o
gad para as lavouras dos out'oe. Esperamos pro-
videncia.
Precisa/ So de 8uO000, pagando se juros de
um por cento ao mez para se pagar em tres annos,
dando-se urna quantia que descont no principal
todo o anno, dando-se urna casa livre e desemba-
racada, que rende 500000 por anno, por hypo-
theca : quem quzer fazer esse negoeio dirija- se
ra do Mrquez do Herval n. 23, loja, que acha-
ra som quem tratar.
Attenplo
Precisa-sc fallar com os herdeiros ou parentes
do fallecido Jos Antonio Al ves de Brito a nego-
cio de interesse dos meamos, na ra do Bom Je-
ss n. 60.
Aviso
Na ra do BarSo da Victoria n. 48 existe urna
carta para ser entregue ao Illm. Sr. capito Fran-
cisco Jos de Oliveira, cuja carta de seu sobri -
nho o Dr. Jlo Coelho Goncalves Lisboa.
Ama
Precisa-se de cma engommadeira : na roa da
Aurora n. 1.
Compra-se
Compra-se urna arinacao d i pinho de resina m
de outra qualquer madeira, que sirva para fabrio*
de cigarros : a tratar na ra de Mariz e Barrea
numero 14.
Os Crimes do Recife
Romanee por Coree Real
A' venda as lvraras Francesa, Fluminense,
Quintas, tabacaria Javanesa, restaurant Doria e
em outros pontos.
Mobilia usada
Compra-se a particnlar urna mobilia usad rie
junco, Jacaranda ou outra madeira de valor e "u>
guarda louca de amarello, tambem usado ;
tar no pateo do mercado e da Penha, taverna n. 6.
Ao publico e ao com-
mercio
O abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
blico e ao commercio que, tendo se ausentado de
seu estabelecimento de ch&rutos e cigarros da ra
do Bom Jess n. 43, o seu empregado conhecido
porPinheira e Companhiadesde 2 do corrente
mez, tendo o mesmo subtrahido o livro de sahidas,
os vales de cigarros e as contas at o dia 30 de
Julho ; e tendo tambem arrancado a folha do bor-
rador, assim previne o mesmo abaixo assignado a
todos que compraram cigarros at 2 do corrente,
que nao piguem ao mesmo individuo, sob pena de
pagarem segunda vez.
Os teas devedores de cigarros venham pois li-
quizer as suaa contas at o dia 25 deste mez, se
nao quizerem ver os aeu* nomes por extenso neste
jornal.
Recife, 16 de Ago.-r de 1886.
Antonio Jos da Silva.
Vende-se
urna taverna na estrada nova de Agua Fria de
Beberibe u. 3, ponto imito bom e bem afregueza-
da : quem pretender dirija-M mesma.
Vende-se
ou troca se por outro mais perto da cidade um
excellente sitio com casa, no Arraial, perto da
Casa Amarella e das oficinas de Limoeiro, medin-
do 305 palmos de frente, fundos o que a vista al-
canca, com portao de ferro, cacimba, deposito e
tanque para banho, muitas arvoies fructferas,
plantacoes de mandioca e urna pequea matta ;
finalmente este sitio proprio para plantacoes o
ter-se vaccas CDm leite, sendo que o terreno
proprio e se acha livre e desembaracado : a tra-
tar na ra do Imperador n. 45, taverna.
Em Garanliuns
^Vende-se um sitio a um quarto de legoa da ci-
dade, com boa casa de residencia preparada de
novo, estribara para 10 15 cavados, com casa
para empregades, dita para arreios, deposito para
capim, agua permanente muito boa, excellente
banho, bo>s pl-intas de capim c bem cultivadas,
diversas frnctei-as, cafeeros. jabuticabenses, ja
queiras, etc., por barato preco : a tratar na ra
dos Pescadores n. 18 nesta cidade, e em Gara-
nhuns com os Srs. Ferreira Leal & Irmo.
Ulonteiro
Vende-se ou arrenda-se animalmente urna boa
casa com bastantes commodos para familia, tendo
agua e gaz encanados, com um bom quintal todo
murado, com algumas arvores fructferas e com
sahida para o rio, por preco muito razoavel:
quem precisar dirija-se ra Duque de Caxias n.
117, que achara com quem tratar.
ilbo pain? o
Vendem por preco sem competencia Martins
Capitao & C. rna estreta do Rosario n. 1.
Alhncao
O Carlos Sinden, ra do Baro da Victoria n.
48, reuebeu pelo ultimo vapor o seguinte :
Flanella branca para roupas de Lvrn Tennis.
f dem idem idem de Cricket.
Sapatos de 1* qualidade para Lown Tennis.
Camisas finissimas de flanella de cor.
Sobretudo de borracha o mais fino :me tem vn-
do ao mercado, tanto para homens como para se-
ntaras. ____________________^_______
01 o para lamparinas
Em latas, contendo 24 garrafas : vende-se a
preco reduzid' s depsitos da fabrica Apollo.
I
F>1
jtes de lores
das mais bonitas qualidades que se eneontram no
estrangeiro, receberam Martins Capitao & C, e
vendem por precos commodos em seu armazem a
ra estreta do Rosario n. 1._______^^_^^_
Sementes de hortaliza
Completo sortimento ; vendem Martins CapitSo
& C, roa estreta do Rosario n. 1.
Aos 4:0008000
16-Lua do Cabug-16
Achara-se venda os venturosos bilhe
tes garantidos da lotera n. 65a em beneficio
da Santa Casa de Misericordia do Recife,
que se extrahir quando for annunciado.
Precos
Inteiro 40000
Meio 2000
Quarto 10OOO
Sendo quantidade superior
a 10 0:000
Inteiro 3(5500
Meio 15750
Quarto 0750
Joaquim Pires da Silva-
cm DO OGRO
Aos4:000$000
BILHETES KMSm
Ra do Baro da victoria a. 40
e casas do costante
Acham-se vende, os felizes bilhetes
garantidos da 253.a parte das loteras
jeaeficio da S.nta Casa de Misericordia do
Recife, (65.1), que se extrahir quando for
annunciada.
PRESOS
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
8a poreo de 1004000
cinta par
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarta 0875
Jo&o Joaquim da Costa LeiU.
AOS 4:00011000
E
I:
BILHETES MUDOS
Raa Prtmetro de Har n. 23
O abaixo assignado, tendo vendido nos
seus afortunados bilhetes garantidos 4
quartos n. 406 com a sorte de 4:0005000,
1 quarto n.- 2939 com a sorte de 1000000,
alm de outras sortea de 320, 160 e 80, da
lotera (64.*), que se acabou de extrahir,
convida aos possuidores a virem receber
na conformidade do costurae sem descont
algum.
Acham-se venda os afortunados bi-
lletes garantidos da 253.a parte das lote-
ras a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife (65.a) que se excrahir
quando for annunciada.
Precos
Inteiro 40000
Meio 20000
Quarto 10000
Km quantidade ntalor de 1
Inteiro 30500
Meio 10750
Quarto 0875
Manoel Martins Finta.
Elixir carminativo e tnica do
pharmacentico Ve as
Remedio que cura dyspepsias, gastralgias e to-
das as perturbacoes ligadas desarranjos de es-
tomago e intestinos. Aconselhado por varios cli
nicos dos mais conceituados desta cidade, acha-se
venda exclusivamente na pharmacia americana
de A. I*, veras & C., ra Duque de Caxias nu-
onnnHHnvnnnBBnEsinanHnnnnnBn
capitao Jaclntbo rerelra da
Silva narro
O padre Manoel Zacharias de Souza Lyra con-
vida seus amigos para assistirem n < ntr{f Jaboato. s 7 l'S horas da manha do da 23 do
corrente, a urna missa solemne por alma do capi-
tao Jacintho Pereira da Silva Barros, pai do Exm.
e Revm. Sr. Bispo Dioecsano, e desde ja se con-
fessa sinceramente aeradeeide a seos amig"-
i
[~w


*'


6
Diario tle Jtorjifliiibucu.-- SexU--fcira 20 de Agosto de 1886
'
=S5=
Ff&
de Ayer
tAyers Chenyftftoral)
Vasa a cuia OC CWrrnifl_*s
fosst. Asth MA..Br.oNCHnr.
,:Ht0uT0SSCCKVULSWk
Tisica Pulmonar.
. 0. J C YIOA__.-M.ih
Aluga-se
> predi b. 140 ra Imperial, proprio par* es-
"M*----------*" fabril : a 'ratar na ra do Commrr-
i n: 34, com J. I. de Medeiros Reg-___________
Aluga-se barato
.4 ra Loma' Valentinas n. 4
armazem da ra do Corone! Suassuna n. 141
. Ra da Baiza Verde n. 5.
Caa terrea da travesea de S. Jos n. 23.
TraU-s" na ra do Commereio n. 5, 1 andar
^jtoMo de Silva GuimarSes S O.
9* f %
%
Preoaraoo de Productos Vegetaes
AMA
EXTINGO DAS CASPAS
outras Molestias Capolares.
f/lARTINS & BASTOS
JPeritambueo
Alug
a-se
o 1- s 2- andar do sobrado ra do Coronel
feaseana n. 144, com muitos commodos para fa-
_)j)s~ preoo racoavel : a tratar na ra Sete de
eseaxbtv n. 15, ou ra ireita n. 112, primeiro
mam.
K
sak propria para escriptorio : na ra do
.JtaM n. 38, 1- andar._______^^
Alujara-se
a,aeea tarrea n 123 no Caninho Novo, com 2
amm, 2 quartos, coainba fra : a tratar na raes
* 155____________________________
Cobrado de um aodar e o(So
Aluga se o sobrado da ra do Hospicio o. 32.
r^m saja- e gas : a tratar com o Dr. Augusto Vas
L^. Imperador n. 73. 1- andar.
AMAS
Precie-ae de duas amas, urna para engemmar
e osftm pera a sinhar : na ra Imperial n. 42.
Ama
Paia-Be de urna ama que sosinie pfreita-
: _a ra de Riachuello n. 67, portao de
5?
Ama
Precisa-so oe urna ama para cosinbar e ccin-
prar a aa ra do r. Jo.quim Sabuco (Capung;
Ama
Precisa-se de urna ama para engommar e que
astea en casa do patro : na roa Vidal de Ne-
I a. 147.
Ama
Precisa-ae de urna ama para lavar, en-
gommar e fazer mais alguna servidos de
oasa de familia, corotanto qne durma em
c_8_j na ra da Matria da Boa-Vsta n. 9,
se dir quem pre isa._____________________
AMA
Precisa-se de urna ama de bons coBtu-
iea a de conducta afiancavel para andar
om urna enanca Je 2 annos: a tratar na
roa do Barao de S. Borja, antiga do Sebo,
1.________
mm
." ^ _>
Precisa se de urna aira que engomme com per-
teioo ou cosinbe : Da ra do Marquei do Herval
nani 10.
Jardn, das plantas
MONDEGO N. 80
Pretendendo-se acabar com s plantas que es-
tioem vasos n'este jtrdim seos fapotieet-
ros mu tu grandes, e dando 2/000, la
ranjeiras, muito grandes, p_r. *.ertar, A 6/000
a duiia, e sapotiseiros mais pequeos por barato
preco.
lio libo
Do eagenbo Ohe', do termo da Escada^foram
rsubados no di> 3 do corrente raes, da estribara
de lavrado' Man el F ij de Mullo, tres cavallos
(Mesantes, gordos, de ores e aignaea seguintes :
un castanhn tapado, inteiro, de segunda muda,
anda baixo obngado, no p esqnerdo tem urna
listra branca entre o casco e o cabello, e no di
reito um carotinhe, como que prodnzido por espi-
nho : clous ru-os, pendo nm grande, ardigo, den-
tea quebrados, de 12 annos, inteiro, anda baixo,
firaneament-, e o outr" quarto, sem andares, de
8 annos, muito bem fcito, castrado, tem no sovaco
-squerdo um signal d- ferida que teve ha annos,
a todos tres teem este ferroMPna p direita
O dono gratifica quem der noticia certa de ditos
cavallos.
Noticia.
Chegou a verdadeira farinha d'agoa para o ar-
oaiem do Vasconcelos ra da Aurtra n. 81.
"Diarios de Pcrnambuco,,
.npiaji-st. n< sta typugraphia os nmeros de
1 Outubro de )o4.
0 Plebe
rama em I prologo e & acto* ri-
ela*! _e Kibeire da Uva
Agencia nica para assignaturaa de cada faj-
eicalo de 16 paginas em 8*#raacez, por 2(0 rs., na
LIVRARIA PARISIENSE
7-A fiua Primeiro de Mareo 7 A
Tricofero de Barry
Garante-s* que faz nal-
cor ecrescer o cabello aiada
aoa mais calvos, cura a
tinca e a caspa a remova
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Poeitiva-
mejete impede o cabello
de cahir on da embranquo-
.er, e infallivelmente o
torna eapcaao, macio, lus-
taaao e aban danto.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
riginal usada pelo inventor m
18'29. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaco o facial de
um Govemo. Tem duas vezet
ruis fragrancia que qnalqner outra
,edurao.So_rodotempo. E'muito
mais rica, euave e deliciosa. E'
muito mais fina e dalicada. E'
maif permanente e agradavel.no
Unco. B'duas veaa mais rsfra-
Cnte no banho e no quarto do
doente. E' especifico contra a
flrouxidao debilidade. Cura as
dores de oabeca, oa cansacoa os
deamaioa.
Xarope ie YiJa le Bener Ko. i
nana uai_-cK naoa db uba_-a
Cura positiva o radical da todas aa formasa
ttorofulaB, Byphilia. Feridas Escrofulosa*
AfftoaOes, Cutneas e as do Conro Cabel-
ludo oom perdado Cabello, e de todas as do-
neaa do SangueisFigado, Bina. Garante-ee
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangos
e restaura e renova o sysUma inteiro. ;
Sabao Curativo de Reuler
Para o Banho, Toilette, Crian-
cas o para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especias
* em todos os periodos.
Deposto em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C-
FrcKiiezia do Recifc
Aluga-s- por preco muito cou-.mido urna pe-
quena foanlia metade da c*m da ra dos Guara-
rapi-sn. 29. n m'sma te preoiea dp um menino
qup sej> fi-l, para faxer compras, i-se roupa e
bom ordenado.
20$000
Alujia-n a eaaa n. C ra de lti-ihuello, anti
gado U< auno (Roa Vista), a _hav aeha-se no
mesmo oesser n V ; a de n. 4 traviesa do Prei-
tas (antia d i Trindad.) m S Jo-, com 2 salas,
Quarto, < tu,ha, quintal, cacimba, 1 sotao e
esta limpa, pur 16* ; a chave se a ha junto n. 8
e trats ,c na rrn. da "Compra-se
diarios < j rnea : na ra do Viseoude de (nha-
ma n. 75 antiga do Kauge'.
Cosinheira
Precisa-.' de urna boa cosinheira, qu seja as-
ciada dnnna na casa em que se aiugar, paga-
se tem : a tratar na ra do P..ynand n. 19 .Mag-
uabna )
C.ivaHos roubadus
B da i arribana doeng>-nbo Maeac< s. de pr priedade
de Dn.igo Soarej Carneiro de Albnquerque, qaatro
cavalL.s com os aignaes aegaintes : um rudado,
apatacadn, fazendo a ultima muda, muito bem,
estrader tendo dous ps braucos at as canellas,
frente aberta mais para as venta-, inteiro ; um
mellado f >veito, castrado, bem pintado, com os
cascos brincos e toda a Crate oerta at o pes-
Coco ; um caxito, castrado, com duus ps braucos
e urna listra na testa, soffre de catharro ebronico ;
e um bOtra castanbo, sangue de bo inteiro, com
una cah. los brancos na testa. Gratifiea-se a
quem notieiar.aonde esto ditos cavallos o appre-
hendel-os.
Allencao
Compra se ou aluga-se urna boa casa perto da
cidade, lecejaiide-se nos aepirntes pontos : So-
'rdade, (aminbo rovo, Capunga, Passagem da
Magoaleiia, tendo bom sitio, au i e az : quem
ivnr dirija se ra do Itrperader u. 49. 1 andar,
a trat.ir com o solicita lor Antonio Nevea.
Caixeiro e ama
Precisa se de um eaixei-o de 14 16 anuos d
idade, cuan pratica de taverna e que d ador de
sua conducta ; e ie urna ama para casa de fami-
lia composta de quatro peseoa., que saiba cosinbar
e engommar ; na estrada de Luii do Bego n.
40 F, m Santo Amaro.
No Arraial, perto da estacan Casa Amarella,
vende-se um gra ide sitio bem avh-irisado, com
riacho, grande casa de tsoreda prop.>rc*W>9 para
criacio de vafeas e bailas de capim, banbeiro e
poita d'agua ; este sitio i que perfr-m-eu ao fi-
nado Francisco Jorge de Souz.. ra inforn a-
coes, na fabrica Globo, ra larga do Botario.
AUenco
Pede-se ao Sr. Epiphanio da Bocha Wanderley
chefe da estaco de Pao d'Alho, que mande res-
posta das cartas que se Ihe tem eecripto sobre
aquelle negocio, oa ra dos Martyrios n. 148. Fa-
zem dous.aancs.
do B'AnDXSOEf
0 M^IS ENRGICO E 0 EM ACTIVO DOS RECONSTJTUINTES
O ARSENIATO DE OURO >'. isipoe : tole .aquulle qm- fc eui.ladoso do mu bom estado de sade. Com um ou doma
granulos por dia, volia o ai ja.'/<, u fw<; i$ aagmaU^p e tuna mude p-rfeita succede r.*pi medicamento pode competir com elle no tratanicuio dnTSclzt-'i^a chronicas do Palto e do Estomago, Alecjoes
intestlnaea e nervosas.
AMSmiA, ESGTAUENT0, MOLESTIAS NERVOSAS, MUSTIAS DE SEHH0RAS
O Arseniato de Ouro dynamizado do Doutor.pVDJDISON, resultando da .combinadlo de dous medicamentos
heroicos, combate victoriosamente a Tiaica, Bronchites chronicas, Asma, Rheomatismo ebronico e todas as
Molestias 411c nsultio do Esgotamento do syatemaner,voso.
Nao tem rival no,E-racr_eci__tntos que rvsuira ^onga molestia. Sutupropriedadu tnica* re;fuladora%ja.
mnervac^o tornio-iu, lupt.rivr ao F.rn, contra a Anemia, as Flores brancas c a< Nevralgias. As Pebres que
resistem ao sulfato de quinino cedem ao Arseniato de Ouro.
O Arseniato de Ouro torna as mulhcrc joven* o nutridas. Auxilia poderosamente o atravessar a poca tao temida da
idade critica e communica urna nova juventude.
MOLESTIAS DO SAHGUE, APQPLEXIA, MOLESTIAS DA PELLE
Grecas a sua propriedade d<- restabclso r o equilibrio entre oj elementos copstitutivos do sangue, c Arseniato de
Ouro dynamisado rccoiamandado pcaaos* de .dada como preservativo ilas dilfcrcntes especies de Apoplexia e Con-
gestoes. Tomado em fortes doses, cura rapvlan>B/.e 'lualqu-.r Molestias proveniente de impureza do sangue.
Combinado com um tratamento local, cura iiifalliveeute aMolestias mais rebeldes da pelle, Lupus, Eczemas,
Milbares de Doentes devem hoje sua cura aoa Granulos de Arseniato de Ouro do Dr. ADDISON.
Innmeros attestado forSo dados, citaremos aqui algn.-.
O RRASCO : 6 FRANCOS
(em Franoa)
^i... .i..........-..
Descoiie-se das Contraar.es
e exija-se aVEROADEIRA ETIQETTA
com a MARCA DE FABRICA asaim
como a assignatura
e a do Snr.
nico PP6p3raior
Deposito Geral :
Pharmada G-ELZ1T
38, ra Rochechouart, em Parlz
E AS princpaes pharmacias
Em Pernambuco :
Franc00 M. da Silva.& C*.
ATTESTAOOS EOS OflC-ITLi
Snr. Gku*. Fharmtceuiico dr -1-.-. MB rt
Tendo tid<> rJt>. r;: -
indoperdtnluufifv.'nK. nOot.....''*'
vomifnndG qwtnio t "ui-a.m, r.^w, k firai
d* Ariwiiu dOur gmpouefdui* dffa opa rea rain us u^res
m\e o appcttt*. ,
Queira enviar-me mai$ um ,
Su wpera, tetthot* hnmi ,i.
Laukbrt. (trloj. Oi*riri* em Br.i le I s
,Hot*. Auit./f*"*o i pub'tcw rji"
Sor. Okii. PMrar intirn de U WiM> '
Ettou muito aatia/mo com empBf6do* Ur.~
n_U># i Arsenifl dr earo d>on_j_lo do Dpntor
Aidiwn. Ha do US annot^u* v* Gr*oi i > A---
dUU dt urr. do Iot:tor Addi^ni fomm^u i Jlfir
em roya n'este fat tem tttymcfUotiv /"'- cum
auanto* delles faeno uso.
Muito Ihe serei agradeudoq n
breve potS'pel dous frascos deste n,:>.cnu-r,: .
Um sido v untco remedio que le/n OCUtnoxKi #>.
has dores n*t>rcti- "
D V. 8, m* art*- \ -.
Jfm Cabrieres
F. Arm*^i>. A"'jinrr<' a M-"ri--
Caro Snr. Gei.m,
O effeitu dos Grnnloi de Arsenialo d ooro Hynt
miMdo do Doutor Addisoo. tem sido marnrilhus*,:
Anda nao eoltei de minha surpreza. Mo CcmA
'

, u de .--... poss,
O que, agora areno, vem
. i,... ... -1 i.r i'

me m i tu*

.v.r -. umho n

'

-.,r .-!-, Parii.
. '
.t curado,
fall W*dirtis.
i- Ij -
....-
/.iKn>i >..-!>.'. &tr '. in fie eivusr-mum
- kl liSSjtxl
Momor % ion ^er-me vQMtoOk. urna
Muir-.-A# agradrf i tstr me ww moni-
i cura.
Vi>nnl.fnr.
A Qit^de*. i ir fofiasuu'. iMarnei.
Snr. Qpi pi. -*h' iH P-rii.
rendo ruau eonjj/anfa em -- i I* Arte-
mu de onr-, rljOMufu
o~he Ur w
w m 'do.
Agr
BOIWIEV
A Perr ,
ante 'i i wimho.
par S'jrr 'Yonnei.
Snr. GRUff. P*ra_Mn(ico de 1 cIhm iu Ptrii.
m o frasco de Gr_n_loi d Arseniato de
r.taui.'td* jo Doa'.or Addison que Ihe pedi uiti-
nte. Produzirtlo-me muito bom eJTeito; so
ttrioutr minh't cura ao cjfeit'j deste feliz
intenso, visto que tod<>s os que tenha at
Uao *nif .-> yruei fic-i/am fi resultado.
Tenna a 0 ritUidc de envar-me mais um fraseo.
B V, S, a- V" C Oto*.
Tnotv_. fieloj. Ourires.
.*. /fosear*, firos/inee d'Oran Aloera).
Snr. Gki.ii. Ptumurutiro d 1* <1_m em Ptrii.
Tnho a Aonra de inclusa remetter Ihe seis
riVM '$ importancia, d$ um frasco de Granulos n
ato d ouro dyaamiade do Doutor Adduon, que
ter a h->ndade de rcmefter-mr.
Bmpreguei tste medicamento qn, eomprti em
rasa do *eu correspondente de Lille c Jtquei
m_M'_ saSisfcd'j com os seas promptos core silentes
eftfitQS. FL4UEHT, institutor.
breuve, perto de /Icudam Snr. Gi-.L *. rharmace.it:ro im Paria.
Stauntio os e-nsrlhu* de um Medico emprtQuei
os Grnu os do A:siiato de ouro djD-misodo do
Doutor A
l'm cixLti ilo maraci'.hoso ef^etto que camecei a
ej-perimentar desde que principie* a usar dos
Granulo de Armate do curo dynni_aado do Doutor
Ad_i*>n, rogo~lhe de enoiar-mr o mais breve pos-
vicel ouus iousfrascos.
De T. S. aU" Y" ir" Obg".
Jarjayi, Joio J Pae \ proprietario.
Mm Yercotran. por Le Ruis (Orme).
W4^4i^#ir^^^^^^g^^
Caixeiro
Precisa-es m m menino de 15 h 16 aunas : aa
ra do Livsjeaseto n. 17.
Vinho o Dr. Foresliei
__ ___ m cubu _; LaraBjai airdiss. ;
TNICO RECONSTITUINTB
Remedio soberano
CONTRA A
CHLOROSE, AHIMIA. CARIE DOS OSSOS.
itrmytn vas disisva,
Diaaawa* anasaicAs, sachitismo,
BSCAOFULA3, DCBILIDAOE.
.coavat-BscBrtCAS d Fisris typho;jeas'
t 3- MOLtSTIAS OMAVES, BTC.
.' 'etUa rm grm m :./. ti. Bonretai
Hsrasweuis m .''i'IS stir;), ralji.
- i fi.;t:l*UCO :
._ w -,' : ^ :ULVA&C
~ > i lf"'l.
eXPOSICAO Dt PABIS 18^1
WOBX OOWLDKbO
i-ASMA
pelo lO do
l_>- Clry
7nd^u m KxUu Phamacuu.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro de 10 12 annos,
que tenha pratica de taverna : na ra do Mr-
quez do Herval n. 73.
Jaboatao
Vende-sea padaria e o estHbuW'imento de mo-
lbados, bem aireguezados, e prometteulo ainda
maior negocio fazer ce m a ida das oficinas da es-
trada de ierro de Caruar, prximo misma es-
taco, onde ficam situados os estabel cimento
cima, a_raadaado-se ao casas pessoa que pre-
tender : a tratar em Jaboatao, confront- so hof
Globo. ^^____ ____ _____
4o commereio
O abaixo a89gnado, nico representnnto e res-
ponsavel da firma Ferreira da Silva & C-, qu
a sta praca iyr"u no rstabelecimunto de jiadaria
ra nova de Santa Rita n. 39, declara pelo pre-
sente, que em cedida dito estabelecimeut acon-
tar do 1- do corrente mez, aos Srs Jos Farree*
da Silva, Caetano Ferreira da Silva e Jos An-
tonio Oess^ilvte Peona, as quaes compete, sob a
mesraa irm, a liquidacSs do activo e r ^pjnsa-
bilidade do passivo demcnstri.do no bulai:i,) dada
em 31 do jullio prximo passado, retirando-M
o abaixo g-odo dvsonerado de toda e qualquer
". Becife, 17 do Agosto de litJfS -
Autonio Ftrruira da Silva
responsa
Pota, ijiIh 6 tels
VERDAGEIROS GRAOSoeSAUQEoo OrFRANCK
Approvados pela Junta Centrai da Hygiene da Corte.
Aperientes, estomacblcos, purgativos, depurativos, contra a
raita de appetlte, Fiissvo de ventre, Bazaqueca, VertlireBS,
Coaieitiei, etc. Dose ordinaria : 4, l 3 graos.
Exigir rJl.'.MIillJ1-1H-i-I com rotulo em 4 CORES, ei
as IO:lMhlif:V-':y4l|^l ssl|aiiur A. Bouvire em ott mutttt.
Em PAJUZ, Pharmacia X>__tOT.
DEPSITOS KM TODAS AS PHINGlKABS PH_R_ACIAa ____________
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
iureado d Ftculdada.de Ueditina di Pars. f>*mib.JfMtjM
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as afeccoes seguintes:
Asthma Insomuia, Palpitagoes do Coraco, Epilepsia, Hallucinacao,
Tonteira,' Hemicrarda, Aeccoes das viae urinarias et para calmar toda
especie de exciuco.
lin urna- txolic&cio datalhada acompanhk nada Fraaeo.
Exigir os VerdadeiraB Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN C'S
de PARS, que se encontrao em casa do* Droguista* et Pharmaeeutico.
Attenco
Precisa-sa de urna senbora de boa conducta,
que sirva de profi-ssora ou somente de cumpanhia
' a urna moca em engenho : a ti atar na ra do Im-
perador n. 79, 1 andar. _______________________
Cosinheira
Precisa-se de ama cosinheira : a tratar na ra
da Uniio n. 11.
Aliauack da provincia
1880
lm volunte com 49 paginas
21000
A' venda na casa editora. Livraria Parisiense
n. 7 A, na Primeiro de Marco n. 7 A, Industrial
Econmica de G. L*port & C. Cantoso Ayres.
_PPRS_A0
UrAMfla-itLBX
8HB%GH_3
Floa CICLOS UW.
____,
vaplra-se a Tjaiac;j> que oeuuir.
a esnectorcao o farorisa as rur..,---------------
a- m ma-rellT--------- -"-1 lie. ra -ibSMre.eai PsU
ueiui acauua u svmptorn ucrv>so, faculta
rlsa*as raaccoef nos ows resi frator.-w.
m .g__e.___A_3iri .v.'._JCji
COLLARES ETEE
Oto.'
_Ueetoro-Me_n*Uaa
i *
'5_flaO-a--A&&
JiMc -sj-ii si AMUet" M-n u
aONV_rZ.S
S Pili riltUTU l tltn MI -UAI^iS
OsCO-LIRE If^'iR.eoaha-wUs amis
.Ir- 26 uaaa, si oa uaicos oae prosar -o
i ..wioenU cr_-" CO*lU65
Jlllifn-"1' es MM smno a lioriiuxu?.
Para ** raUmeogf* o aa b-ttaseaa. 9a-tf. fM MK
_v^"";t ..^ee-K* Boa-Viagem
Aluga-se urna grande e exeellente casa n'este
aprazivel arrabalde com muito bons commodos e
p rto do t-aobo.
A tractar na ra Larga do Rosario n. 34, bo-
tica
Portador Deeauville
Tndo de ac
Caminho de ferro porttil de collocacSo instan-
tnea.
O Decauvil'e obteve todos os primeiro* premtoa
tem excepeo nos concursos franceses o estran-
geiros.
Catlogosinformacoes : dirigirse ao Sr. Eu
gene Chaline, 22, ra do CommereioRecife.
Representante para a provincia de Pernambuco.
I
%
Vende Candido Tbiago da Costa Mello em sea
deposito i ra Imperial n. 322, olariaTeleplioe
' n. 221.___________________
f
Sem dieta eseni modifl-
cafoes de costumes
Laboratorio central, ra do Vu-ondo d
Rio Branco n. 14
Esquina da ra do Reqente .Rio da
Janeiro
EspeciBcos preparados pelo phar
maeentico Eugenio Narqaoi
de Holianda
tjssjpsi i iliin pelas juntas ds hygiene da Osta
Repblicas do Prata e academia de industria ee
Pariz.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes a promove as ejeccoes difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso o quinado
Para os chlero-anmicos, debella a hj poemia
intertropical, n-constitue os hydropicos e beribe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommt ndado na bronchite, aa hemop-
ase e as tosses agudas ou chronicas.
leo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na tysica.
Pilulas ante peridicas, preparadas vom a
pererina, quinn c jaboranrly
Cura radiealmente as febres intermittentes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e ta.ubern fer-
ruginosi, preparados em vinho de caj
Efficazes as inflammacoes do ligado e baca
igudas ou chronicas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as eonvalescencas das parturientes
urtico antefebril.
Depssito : Francisco Manoel da Silva & C.
Francisco Manuel da Silva k L
23-RUA MRQUEZ DE OLLNDA
Medico
E&B.HJCA DE CI0AR.R0J,
Meuion
wMtx nr nt*isA EftiswA-. __ ^ -r
VBIOBSlElRDl __^tt_A^PRHKHBC0
a i ^ue-eale ao publico nm
Kl
Igarros e fnmo.
tenteinente r-gistraiia, a
guintes quahdades :
BARBACENA
FOMBA
RLONVO .
QOYANOS .
CAPORAL Mi U <>
FLOR DE VIP^" '
Cigarr
" ,;, rio'atnente
' tstda c coujpe-
eiro

i) a
.;.s-.fl i .,
Urna _^ h
r-i rtrto
i '.jii I '
l i-rapru >
Qarantr- e qu t
assim como os fiui
superior.
Aceio acu..
irna,
d luiii-


O Sr. Dr. Mello Go_e3 contina a ter carta
pura Ihe ser entregue peasoaliaente : na ra do
Mrquez de Olindu u. 50._____ _
Ao coiiiiereio e ao pu-
blico
Pelo presente fazemos publico que nesta data
vendeuios._o_>r. Chrispiui Celorrio o nosso esta-
beleci meato de molhados, sito ra do Coronel
Suassuua (ntiga ra Augusta) n. 258, livre e de-
sembaracadj de todo o qualquer ouus : quem for
credor, apieeente euas contas no praso de tres
das,, a contar da presente data. Recite, 17 de
Agosto de 188G.
Leopoldo Marques & C.
~~ Piano de armario
Vndese 'ira piano em bom estado, piopno
para principiante : na ra da Autora n. 19, se-
gundo andar.
Aviso aos tabelliaes
0 ".biiso ssipriado. hoje senhor directo dos
aoloa u^a casas abaixo decoradas, por compra que
fizera a herdeiros de Joaquim Lepes de Almeida,
recommenda aos tabelliaes que nao passem es-
eriptnras de ditas casas sem apresentacao do reci-
leauo e oros deridoa ao mesmo abano
ajsigu do.
Ra de S. Jerge
N- 4,9,10,11, W, 16, 18 19, _21. 23, 26,
28, 29. 31, 33, 37, 39, 41, 4, 44, 4o, 47, 49,
56, 57 e 58.
-aprs
N. ,Q|." t5 ^7 19. 21, -7, 29, 33, 9,41,
43.
1 ir,,!
v. 30,32, 3.1, ;, 4t). 42, 44,
r, Kl
.
l'ravi'fsa (la Fundifcao
''
Becco do Pascboal
N- 1, 2, 3 e 4.
Largo do Pillar
N- 4, 6,8, 10 el3.
Recite, 17 de Agosto de 1886.
Ismael de Oveira Quimaraes.

Ieabel Uraalina de A. sama
Fabio de Albuquerque Gama e sua uiiilher,
compungidos da mais acerba dor pelo fallecimenta
premtur* de sua nunca asss chorada ilha Isa-
bel Ursulina de Albuquerque Gama, agradecen
do tundo d'alma aos i.a rentes u amigos que acora-
panharam at o seu ultimo jaaigo os restos mor-
toes da finad, e couvidem aos mesmos para as-
sistirem a misa que mandam resar na capclla ds
N. S. de Bellem, as S hors da manba do dia 23
do corrente, stimo de to infausto passam 'ato.
'
?-;.
D. Amelia de Holianda Caiuic-anla
fe *lbnquert|ae _ Fernando Affonso fie Miranda Leal (ausente),
Josquim Anselmo deH. Cavalcante de Aiouquer-
oue, Manoel Caetano de H. Cavalcau'c de Albu-
querque, Gil Ciernen ao de H. Cavalcante de Al-
buquerque, Antonio de H. Cavalcante de Albu-
querque, Monica Alex-ndrina de H Cavalcante de
Albuquerque Coutinh Sebastiao Jos Mondes de
Holianda, Antonio de Borba Coutinh^, Lmiha
Mendes de H. Cavalcante e Carlota Campello Ca-
valcante mandam resar urnas missas uo dia 21 do
corrente, s 8 horas da manba, na m itiiz Vista, por alma de sua presada mulher. iiml e
cunh>td, D. Amelia de H. Cavalcaute de AI">a-
querque Leal, stimo dia de eu falleclnu 'o ; e
r ra hss'stirem a es'e acto de relgi.o e cu lade,
convidam a todos os seQJ parentes e amigas, pelo
une ntecip'rn S'U eterno agradeeim- nto
.Jo Francisc > do Reg Barreto, P'dr> Velbo
do Reeo Barreto, Joaquim do Reg Bar s jarre-
to e Sebastio Anton^ do Reg Barreto, profun-
damente sentidos pelo passamento de sua muito
presada irm5 D. Joanna Olympia do Reg" Birre-
te, convidam a seus parantes e amigos p-ra as-
sistirem a urna mise que mandam dizer na ma-
triz de Santo Amaro de Jaboatao, seguiu;. teirs
24 do corrate, s 7 1/2 horas da manha, =etimo
dia de seu fallecimento.
i .
f -ffifTl


Mario de Pcrnambaco-- Se?
I
l
h
' ~0 de Agosto de IS86
Ao povopf raambaeaoo
JntinO* aberta a escata partiasrlar -de Instrae
[primaria para o texo masculina, iraa daMa-
l da Boa-Vista n. 34, dirigida *! professor
jrticular Juno Sosres de Asevid*.
sduca e instrue a infancia, pala saeteaia dos
Ahcipaes collegios da corto rio, onds
Skteve por algum tempo a pssei, aj systema
4idelicadea, a paciencia, a veas fie, fasen-
4o com que s aeaa discipuls* w'gaat caminho
a inlelligeaoia, da honra la 4asa4lade, oom
ssOtos conaelho e sis Iic4ee, ai* 4jl*jOB'venhao
a*r o futuro sustentculo da patria, 4a TeHgiao
4a l'-i, o um verdadeiro cidadfts bsaleiro.
Espera, portanto, que o respeitavei sabuco sai-
as apreciar de pert sen'varsjQaOe mo* pri
asario, onde rpidamente a ciaaoas abracara
de oorecAo aos livrss, aa lisai a aa bellas-
Raa da afatris da Boa-Tiata n. 84:
Julio Soases 4a Aaasaado.
VENDAS
pimo de mk
d 3X9, 4X9 o 3X!2; vende-se na serrana va-
gar de Cliinaco da Silva, caes Via ** de No'
4aj(>ro p. 6.____________________________
Crso de fraiwei
pa i atoarla ala B*av Tlatat n. 34
O abaiso assignado participa ao respeitavei pu-
So que abri em casa de saa residencia um
no de francs,'onde esoerad*areae se dedica
soadiantaawnto dr sene alusaaaa. Baja era, poi,
cer a oonfianea e a proteaafio de distincto
p#Vo pernambucano, e de todoa aqaaUaa que quei-
pas) aproveitar um encino rpido a aspevAacoso.
Mensalidad.s 34000 pagos sdisatiliin no
acto da raatricaJa.
Bosario das 5 Loras da t/vdr aa T da traite.
Boa aa-Matri* a Baa-YaOa n. M.
Julio Soarc-s de Asevedo
kseioresUBleiliititfOa
Womrm sota
Trilhos paraengenhos
WAGGNS PARA CANNA
Locomotivas
MHhfsIiiH completo para en
gento* de t>doos anianhos
Syeterna aperfeicoado
Btpecijic'ir^:i e presos no escriptorio dot
agente
Browns & C.
m. do c
J'. B Alm do cima B & C, tes stswlogos de
i ranslwamtoeneoeesarios agrisasara, como
.amsem mitchnas para desearoqar algodao, mei
aboe par caf, trigo, arroz e milho ; cerca d fer-
ro galvanisado excellente e mdico em preco, pes-
soa ncnbuma pode trpala, ncm animal qae-
Bral a._______________________
Aluga-se
a casa n 1 rita I> mbranca do Gomes, em Santo
Amaro, tem agua : a tratar na raa da Imperatric
Pechncha real
6J Boa Duque de Caxias numero 6
lendADrs, Primo 4t C.
CamiBaa inglesa coca e setn collarinhcs
3,1500
CollariaUea finos, diversos mdellos, a 44809 a
dosia.
CerouUs de linho a 24 e 24500.
at-ias especiaes pasa homem a 34&0C", 5(000 e
64000 a dusia.
Puabcs pora hornera a ftOt' rs. o par.
Velludilhoa de cores; lavrados, a 14 o covado.
Fustoes brancoe, lindos deat-nbos', a 500' rs. o
oovadi
Setips de todas as cores, carabr&ia bordada, es-
partillios, tspetes, oortloados e ontros artigos de
aisda, por procos baratissinirs.
A evoluQo
ra Duque de Caxias, resolven a vender
os seguioteB artigos com 25 0[0 de roe-
no8 do que em outra qualquer parte.
Sedas Uvradas de 24000 por 14000 o covado.
Cachemiras de cores a 900, I 000 e 14900 o co-
vado.
Ditas preta a 14800, 14*00, 14600, 14800 e
24000 o covado.
Ditas bordadas da seda a 14500 o covado.
Gorgornas de listrinhas a 360 rs. o covado.
Qase com bolinhaa de velludo a 800 rs.'o oo-
vads.
Las cora bolinhos a 640 rs. o covado.
Velludilho liso e lavrado a 14000 e 14300 o so-
vado.
Palha de seda a 800 rs. o covado.
Fostao branco a 400, 440, 500, 560,' 00 e 808
rs. o covado.
Giosdenaples pretoe a 14800, 34000 e S|600 o
oovado.
Nwnsoc de c6r a 300 rs. o covado.
Cretones finos a 60, 400 e 440 rs. o covado.
Cambraia transparente de 54000 por 24600 a
peca.
Linn branco oom salpicos a 500 rs. o oovado.
Casacos de laia a l'-' 00 um.
Fecfas de retros a 14000 um.
dem de 15 a 14000, 24000,34000, 44000, 54000
Cimento po lland
Vende-se de diversas soarcas, ns armas* de
Soares de Amaral IrmSos, a Vita da Madre de
Daus n. 22.
GRANDE
Carneiro da Canie & C-
claros a 240 280 rs., o oo-
NA
Gxposi$!o central roa larga do
Rosario n. 38
Danilo Lima & C, chamam a tteocfl* das
Eimas. familias para os procos seguintea :
Carreteis de 200 jardas 80 'rs.
Pecas de bordados de 200 a 600 rs.'
Ditas de um palmo a 24500 e 3|000.'
Fita n. 80 para faxa a 245001.
Leqv-es a rearatas e D. Joaanita a 140(0.
Frascos e extractos de Lubi, grandes, a' 24000.
Leqnes 4 Lucinda Colh a 640XJO.
Toalhas felpudas a 500 600, e lfiOO.'
Dusia de meias para homem a 3|000.
Ditas para senhoras Luvas de sida a 24000.
Meias de fio de seda para menina a 14000.
Colarinhoe de linho a 500 rs.
Ditos de algodao a 320 e 400'rs.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordo para vestido a 90 m.
visiv-.'is grandes a 820 rs.
rampos invisiveis a 60 rs.
Um leqne de setim (novidade) a 65500.
Ricas bolcinhas da>madreperola,de 14500 64.'
LS para bordar 24800.
Urna capella e veo de 134000, por 124O0D.
Um eapelho de mol fura por 54500.
Urna pulseira de fita psr 14200.
Pliss a 400 e 600 rs.
Urna boneoa grande de cera por 24500 e 34O0O.
NA EXPOSICG CENTRAL
58Ra Larga do Roario-38
ussia bordados a 74000 um.
e sol de cores para senhoras a 74500
de
Aviso
Pecisa-er de tima professora que saiba tocar
bata piano e mais trabslhoa de senbora, para en-
garbo : a tratar com o BarSo de Nasereth, ra
io Imperador n. 79, l" andar.
Serrara a vapor
Caes do CapSbarlbe n. t H
Vuwa aarrari* eaonatrario oa siaibasan fregue-
sas, um graade sortimento de pinhj de resina de
ekco a dos metros de compnmenco e de 0,08 a
4.24 de eequadros Garante -se preco mais cmo-
da do que em nutra qualquer parte.
Francisco dar Santos Macedo.
Holeslia da canna
, de pivrfioa^So ecpecial.
ail ,1 econmico c tij*V'rTO
em ^iialqii<-r Ciigeuho.
i5" os scnboree de vogesriio
en- ruu-s com a molestia,
uf'iir (.oes e espe-ificacOes com
H. r> una
4c Iscil'ap-
mal* pr-jni
do Commerefo
RECIPE
M.ft
r,sc'a
nduma
Achi se aberta a matricula desta escola & raa
Gu-rarape* n. 29, resida pelo prufessor par-
-r J'-3<> Vnlentim Perreira Bastos Jnior. O
- ; f-*or, a pedido de. sAguns pais de fa-
< r-i-a a lecmonar em casas particulares
bo oc iimis, pelo qu desde Ja pratesta ss
rar no a4iaa ataunto de seus alum os, aquel-
bea* aamasttc lie forem confiados. As
alaiiaaVM nr* fitas na inssripcao da ma-
e 64000 um.
dem de
Chapeo
um.
Setinetas medernas a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado.
Linhoe escosseres a 240 rs. o covado.
Zvpbiros listredos a 200 rs. o covado.
Brini de linho de cor a 14000 n vara.
FustJo de cor a 500 rs. o cavado.
Tapetes parH jane ha. piano, sof e cama a 44,
64000, 74000, 84000 e 244000 um.
Setinetts lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500'rs. o covado.
FLnelIa branca a 400 e 14000 o eovade.
Cortes de casemira finos a 34000 um.
Collurinbos do corea e r-raucos a Lucinda a
14O0O m.
Casemira de cor e preta a 14800 rs. o covado.
Brim prateado fino a 60C rs. o covado.
Dito liso a 360, 400 e 500 ib. o covado.
Esguiao amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Algodao com duna larguras a 800 rs. o me-
tro.
Camisas de meia a 800, 14000 c 14500 urna.
Ditas de linho lisas e bordadas a 304000 a du-
sia.
TimS'B bordados para meninos de 4 a 5 anaee a
54OOO um.
MadapolSes finos a 54000, 64000, 64500, T4O0O
e 8/000 a peca.
Espartilbos de curaca a 44000, 54000, 64000
e 74OOO um.
Lencos finos a 14200 e 24000 a dusia.
Toalhas felpudas a 4/000, 64000 e 124000 a
dusia.
Redes hamburguesas de 204000 por lO/OOOnraa.
Setins ma*o de cores 800, 14200, 14400, 14*00
e 24000 o aovado.
Alpao.s bn>nc'.:s 400 e 500 rs. o Covado.
Scrinet^a bMSHaS lisas e lavradas a 500 e 5ti0
rs. o covado
Cortinaoos bord- dos a 74000, 94000 e 164000 o
par.
Colchas bordadas a 54000, G/000, e 840>
urna.
Capella* e veos a 104000 e 144000 urna.
Florida
Loja de miudezas
Raa do Duque de Caxias n. 103
Os proprietarios deste grande estabeleermento
de miudezas, modas epara accommodar os interee-
ses da poca, tem resolvido venderem por menos
vinte por eento que em oafra qualquer parte.
Petates elctricos 60 r.
Lavas de pellica a 24500 o par.
Licha do carrite! branca e de cores a 80 rs.
Grampos a 20 rs. o mnsso.
Invisiveis a 320 rs.
Vestuario de fustAo bordado para enanca a
34000.
Pentes da regaco para crianca a 100 rs. nm.
Baleias a 36:i rs. a dusia
Haspas para anquinbas a 120 rs. o metra.
Bicos com tres dedos de largura a 14500 e 14800
a peca.
Linha de coros para crochet a 250 rs. o no-
ve lio.
Papel amieade a 40 rs. o caderno.
Fita coins* a 320 rs. o masso.
Lencos de linho a 14500 a dusia.
Lindos bicoa decores com 10 Jardas a 44 c 54
a peca.
Urna caixa cem tres sabonctes desenliando ama
rosa por 500 rs.
Meias de la de cores para senbora a 14500 o
par.
Fazendas brancas
Liquidaavos-segables artigos mais barata queern
ontra parte, visto serem siguas comprados ero
leilaa a saber:
Lindos crotones
vado.
Falles rf* novo gostos a 400 e 500 rs.'o di.
Uos com palmas de IS a 80-) rs. o ditc.
dem com salpicos a 560 e 700 rs, p dito !
Popelinas com litras de .eda1 a 28fJ e .'. o
dito para acabar.
Esgoio pardo para- vertidos a 500 e 6 rs. o
dito.
Setiaetas, navidades,- a 320 e 3-iO rs., cores
firmes. '
Damascos' de 13,- largara d-2 metro*;Virobrro
parapaarloedepiaBo.a 14800 o covado- de'cores
proprias-para mesas a 14500 e 14600 o iw.
14200 e l>500odfto. *'
dem de todas ss cores a 14 e 1 4900 o dito.
Casemiras de 2 largaras, pdroeB' ineiralaentc
navos a 14200, 14600 e 14800 o dito.
Setim macad, de todas as cores, desde 800 rs. a
24 o dito.
Atoattrado trancado e bordado a 14400 145&0
o metro.
, .^m^^ea de'4 ,ar6r"*. superiores a 00 ti. e
14400 o dito.
dem de paro linhs a 24 o dito.
dem de viiM largura a 500 rs. o dito.
Guarnicoea de crochets para sof4 e eadaras a
bfi.
Riqufssimas colxas de dito a 124 e 144.
Lindas grinaldas e veos para Exmas. norvas a
Cortinados bordadas a 64500 e 104 o par.
dem cm pecas com 12 jarda*, novos decenhos a
94.
Toalhas felpudas de Cores, para rosto, a 74500
a doaia.'
Meias inglesas, crUaaa 34500, ii e 6# a dita.
dem arrendadas para senhor* a 84 a dita.
Scroulas bordadas de bramante a 124 e 161 a
dita.
Camisas superiores freesas a 384*c 424 a i
dita-
Cobertas de ganga, forradas a 24500 c 84..
LeuCes de bramantes, grandes a 24.
Chales de casemira, dem, a 24, 34'e54-
Cortes de casemira inglesa a 34. 44 e 54.
Cheviot superior, de 2 larguras, a 34 e 34500
covado.
Temdoa em groaao. da moa deacooto
da prara
5h=Rua Duque de Caxia=S9
Carneiro da Cunba k C.
PABJUCAMifa QttMfeOg
.

dcjireparados com os vu
QA.Q1M BERNA RD-O- QiQS RErSftC^
1T. 198f4%f
senU suic p>
mim'rtbailrtfcy.
coaendo a daaa-
minar;1^1'
aTEROS, dC-
na-se aoaiynn
fabrioadoB- e ea*-
pod*',l veoSll'*
por JoB4,u?irJ'|f|si'
bardo datf H*V
d C, *ta* cMib
rner^f doTal**a4
da n- ta*< prO#A-
raa La^S'-do'
BotoTio m. 30* tu*
protontada-;* reptro no d* 28 ib r*e* d Maio promo p.^do 4. dua. W>f*
Urde, e remirada n esta data em emprmenlo do doipacho de hoje da Mnslisaiaiv*
Junta-Commercial e substitaifiBo do re.tfo n. 80, que tem nota de bwau, a atf
nao fot dada no 2.- exempar porqae o cammarciante matricHlado Joauiai -Boaa>V
do Keis Q^clarou tela 'perdido.
E; para comprir o prodito despacho e o pr*to da le, fia ota de bisa a4>
respecUvo registro n. 80 devidamente soltado com mil rw, o o reetatro **'r*--irf*
pra do qual extrahi esta noU. Pago um mil'rw de nm parecwfisoal H lilas*
da Juuta Commero.ial da cidaa do Reoite, 4 da-Juoho de 1886 O aeoNtano J>MJ
Cmimaraes.
Joaquim Bernafdo do*'Res C. propretarioa do eetabeieeimenta a>4LfJjf
rr roanaburnao 4 ra Larga do Rosario n. 30, aviaam ao reapeitavei abaoe asa
geral, e aoa anMgoa e fregueaes em particular, par melhor elarecauuio, o oaV
bloma ae.raa registrado da forma seguinte* urna agra entre cuatro triaotnsca ai*
osdons laterae ero alto relavo, tendo u. fiu preaa mo bia. caaTT inaorinjl^
iblema Registrado, e aob oa pA da ave a deaoaninacaWMin'EOl
lodo o trabalho Iythograpnico com tinta carnrinaia, o
conforme o rotulo emblemtico, que serve de insersSo
Os abaixo
rsB#
aa paooi
que serve de insersSo a -este aviso,
assignadoa, para maia etirJeooiae declara, ama em virtada a
decreto n: 2,682 d 23 de Outubrs de 1875, que pune rigofo-atnonte o coa*-,
ou imitador, resolvern patentear publicamente o
duvidae futuras.
Recife, 9
DS
SCOTT
I)H OLEO PURO DE
Figado d baoalho
COM
l]rf(,!hsirhiUs de al soda
Ayprovasla pela luata 4a ily
foao a aattorfaa pelo
ifern
do pclto e do tartanla.
S' muito superior ao oleo simples de figado de
asalho, porque, alm-de ter t-h-iro e sabor agra-
afeis, possue todas as virtddes''medieinaes e nn-
SMrrvas do olee, alm das propriedades tnicas
reeonstitnintes doBfcTpophosprJitOB. A' venda nai
angarias e boticas.
Deposito em Pertiambuao
Recbenlos nesle ultimo
vapor
hmcm \wm U Itorhrtiees
oYIm romo
OBRAS DE V1MK
10 aeftaoit
aotK's para compras de divereos tamanhos
aWaovja* iiaaa-roupa pngomttada
Baiaioa p-ra roupa suj '
Bala ios1 pora faoas c garfos
Rrcos'
Condecs
Costdreiros
UsVstVasf
Toadores para meninos aprenderem aan-
O apecial vioho %ueira
sotor composioSe.
Tmtio do Poio'engaaMrado, a -oaav-pode
val'a* atareada idavMais especial.
lmameos do Porto para senhora.
PPS BIBNDES & C.
loa EsireU d Rosario n. r
puro aem a
Henrique da Silva Moreira
Oe jos do serlo
Em moxilas
O que ba do mais esprcial.
Presuntos de Lamego seccose e rn calda
Mantcga ioglez' eiu latas a
I mw a libra
POPAS MENDES & C.
(aa Estrella d Kosario n. 9
Apniveitem!
Vende-sc indo barato
Largo 4e *. Pedro a. 4'
Neste estabelecimento eccontra se sempre um
completo siirtimcnto de guilas e parsaroB naci-
naes s esrrangeiros, o melbor que ba neste ge-
nero, friieras maduras, balaios proprios para ni
ahds ce canarios do impar', cestiuhas para eos
tura, vassouras do ara a 800 rs; cad urna, que
custa en outra qualquer parte- a 14-e 14200, con-
serva de pimenta americana- em bonitos frasqui-
ahos a 120 rs. cada um, para acabar, maesa le
mandioca uiuito bem preparada, para^bola.
Liqnidafo de fazendas
COoV 6>%de abatlmeato
Na Loja da Estrellas
A' ra Duque de Caxias n. 58
Glase de linho em todas as cores a 100-rea o
covado.
Puiqu com lindissim desi-nhos a 320" ris.1
Cas- mira dV quadrinhos, imitaco de seda a
320 ris.
Merinos com 2 larguras em todas ss ocres a
800 ris.
Damucs de algodao a 240 ris
FUilt-s de quadrinbi a 120 e 140 ris.
L-non para vestiilns a 320 rw.
Perealinas, liadas d.-Benbos a 240 ris.
Chitas escuras, padrC-s nevoa a-S-'O ris.
Cretennee bonitos, destnh6s (n >vidade) a 820
ris.
Mnsieck lira de todas as core? a 160 ris.
Graiialdin's de co>es a 200 r4
Renda Andalusa a 320 t*1- -.
Fosli" pnra c- b- ra a 4>H ri.
Mi'i:-s inglesas,' sem' costurh, psra homem a
44000 a dusia
Tnaiha<< felpudas a 4JO0O % lasM
Guard-inap'B de llrih 1 a 2*50-1 a diir.i.
Guardanap' s grandes 4*0^0 a ouaia.
Lo-nc's de espiiiS' a 24000 i- '4500 a dosia.
, L.--ives a4lKr cadi u*.
C as a It'MAK 24OOO e 3* 4) ada DDII.
Penti adoreh para senh'aa a 24000 e 44'J 0
cada am.
Camisas inglesas a 364'>00 a din
A-alhado, lindos deMaboa a 14200 o metro.
Algodo duas lacgun-.s a 700.
C'beviot iagies (nnvidade) a 34o00 o covado.
Leat-a om narra a 860 ri a dUaia.
Fuhsa5t*t. 800. UOOOe U
Espartilaos a 44000.
E'asartoa ontros srtiuosqua-dtxam ddsfr men-
cionados, e que se veudem toia o aiesnw abat
meato.
SO* AO NUMERO
40 raa da Imperatrlz = 4o
Loja do barataros
Alheiro & C, ra da Imperatris n. 40 ven-
dem um bonito sortimento de todas estas fasenda*
abaixo mencionadas, sem eompetoncia de procos,
A HABER:
AlgodaoPocas de Igodftosinho com 20
jardas, pel' barato preco de 34800,'
4|, 44500, 44 U 5#, -54500 e 6450-
MadapolSoPecas de madapoln com 24
jardas a 44500, 54, 64 at 12400
Camisas de mcia com listras, pelo barato
pree de 800
Ditas branc Creguella francesa, fasenda muito encor-
pa la, propria para lenooes, toalhas e
c*roulas, vara 400 rs. e 500
Ceroulat- da mesma, muito bem fetas,
a 14200 e 1450
Colletinbos c'a mesma 800
Bramante francs de algodao, muito ea-
corpado com 10 palmos de largura,
t'tro 142
)if<- de linha ingles, de 4 largaras, rae-
tro 24500 5(8t
Atoaiba '" aiamaseado para toalhas de
mesa, oom 9 pahnoe de largura, metro 118/*'
Cretones chitas, claras e escuras, pa-
dr6.*s delicados, d 240 rs. at 400
Kaptista, o que ha aiercado, rs. 200
Talas estas facomias bantissimas, na cot.hocida
luja de Alheiro & C, esquin. do beeco
dos ferreiros
Camisas nacionaes
. #aoo. aaooo S4500
32-=^ Loja i, ra da Imperatrs = 32
Vende-so. neste novo estabelecimento um gran-
de sortimento de camisas brancas, tanto de aber-
turas e pjnhos de linho como de algodao, pelas
baratos- precos de 24500, 34 e 44, sendo taaends
muito melhor do que as que veem do estrangeiro e
muito mais bem feitas, por serem cortadas por
um bom artista, especialmente camiseiro, tambem
se manda fascr p.ir enoommendas, a vintade das
fregueaes : na nova loja da ra da Imperatris n.
3, de Ferreira da Silva.
Ao32
Nova loja de fazendas
Raa da Imperatrlz = 31
DE
FERREIRA DA SILVA
' Neste novo estabelecimento encontrar' o res-
Sitavcl publico um variado sortimento de lasen-
as de todas as qualidades, que se vendem per
precos baratissimos, assim como um bom sorti
ment de roupas para honiens, e tambem se man
da taser por encommendas, p r ter um bom mos-
tr alfamte e completo sortimento de pannos finca
casemiras e hrins, etc.
reopecavo registro para
de Agosto de 1886.
Joaquim Bernardo dos ReSf C.
saS
aa-
I
a
74001
10400"
124001
124WI
549
64SO
8400"
34001
14601
14UR
Vend-se
\lg ra enfoes
A WOo ra. e Itooo o metra
- Vende-se na loja dos barateiros da Boa-Vista
rudao para lencoes de um s panno, com 9 pal-
s de larpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
00 o metro, assim coma dito' trancada para
01a Ibas dn mesa, com i) palmos oe largura a 1420"-
1. otro, lato na U^ja de Alheiro & O, esquina
do occS doa Kerreiros.
MERINOS PRETOS
A 14200,14400,14600,' 1400 e 24 o covado
A heiro & C, ra da Imperatris n. 40, ven
di-m muito boas merinos pretos pelo pre^o acknt
dito. E' pechincha : na loja da esquina do boc-
eo di s Ferreiros.
i:parUlho.
Na' loja da ra da Imperatris n. 40 vende-se
muito bons espartilhos para senhoras, pelo prece-
de 54"O0, assim como -nm sortimento de roupas
de casimiras, brins, etc., isto na loja da esquin
da beceo dos Ferreiros.
CASEMIRAS INtSLEZAS
A 24800 e 34 o covado
Alheiro C, ra da Imperatris n. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ingle-
cas, d- duas Urguras, com o padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato prec<
de 248OO e 3f o covado ; assim como se encarre-
gam de mandar fascr costumes de casemira a
30*, sendo de paletot sacco, e 354 de traque,
jraude pee bincha : na loja dos bartenos da Boa
Vista.
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateins d Roa-Vista renden urna graade
porca de brim fardo lona, por estar com princi-
pio de 'o-jue de mofo, pele barato ar-co de $2l
rs o covado, grande'rerhincha na oja da es
qn'na do neceo dos Ferreiros.
Horoodoa a IOO rao o pero
A ra ,1 Imperme n. 401, voade.-se peca J<
borda o. -us iin-rr -s cada peea, pelo barato pre
c<) de 100 rs., 011 em iartAo com 50 pecas, surti-
das, por 5$, 8pr.v-1r.1m a pe-hincha ; na loja da
quina do b.-1-l>. doi< Fvrreiros.
WHISKY
AL 8LKMD mam vlADO
Est -ir1- at VVhiak* ^icasBaa pretern
iejj aana. para'iortiffcc
po.
Vi-nd- -s. a r to'ho -ota w iharas armaseas
dl.
Cede '.'UVAL BLENI) marea VlADOcn^n
glstrds para todo o Brasi
HKdVVVN V (!., HgHOteS
Cabriolet
aa fregaesia de bauto Aatxmio nrrs avern bem j
arreguesada, tanto para o mattootno para a prh-l
ea : para informaco, aa roa do Ba.gel a. 75. 'eommodo; tratar na ra Duque de Caitas a
Bna do Impermrls
Loja de Permra da t^vm
Nste estabelecimento vende-se aa ronpas aba
to meacionadas, que sao ba- ..aa. '
Palitots pretos de magoaaes e
; aolehoados, sen .0 tasendas muito en-
' corpadaa, e forrados
Pitos de casemira preta, de cardAo muito,
bem feitos e torrados
Ditos de dita, fasenda muito me'faor
Ditos de flanella arul sendo inglesa ver-
dadeira, e forrados
Calcas de gorgoro prew, acolchoado,
sendo fasenda muitr enourpaoa
Ditos de casemira de cores, sendo muito
bem feitas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
mnito bem feitas
Ditas de brim de Angola, de muleskim
de brim pardo a 24, 24500 e
Ceroulas de graguellas para homens,
sendo muito bem feitas a 14200 e
Colletinhoa de greguella muito bem feitos
Assim ciato um bom sortimonto de lencos d(
1-nho e de algodSo, me'as cruas c collarinhas, ett
Isto na loja aa *ua da Imperatris n. 3^
Riscados largos
m loo ra. o ovado
Na loja da ra da Imperutris u. 32, vea-iem s
riseadinhos proprios para roupas de mea moa 1
vestidos, pelo barato pror;o de 200 rs. o covade
tenJo quasi largura de chita francesa, e asir'
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas es curas a 240 rs., pechincha
loja oPereira da Silva.
Pastees, eettoetoa e iGslnhas a KO
ra. o ros-sido
Na loja da roa da Imperatris n. 32, vende-t
em grande sortimento de fustoes brincos a 5 rs. o covado, lsinhas lavradas de furta-coret
fir-senda bonita para vestidos a 500 ra. o covade
e setiaetas lisas muito largas, teodo de todas ai
Cores, a 500 rs. 1 cavado, pechincha : na loy
do Perefra da Silva.
Herimos srelss a lo*
Vende-se merinos pretos de doas larguras aan
vestidos o roupas par meninos a 14200 e 1460
o covade, e superior setim preto para enfeites 1
14500, arsim corno chitas pretas, tanto lisas com;
do isrsanres bt-tracos, de 240 a' 320 rs. ; na nov
leja-dw Pereira da Silva a roa da Imperatris na
mero 32.
tluodosiaho rromaea poro lemeOe*
a aOOrs., lie 1**00
Na laja d ra da Imperatris n. K2, vendo-
superiores slgodaosinhos franceses com 8, 9 e V
palmos de largura, proprios -para lencoes de un
s pasmo pelo barato preco de 00 rs e 14000 h
metro, e dito trancado p.-i a toalhas a 14280, a*
sim como sujierior bramante de quatro largura
para lencoes, a 14500 e metro, barato ; na loj
d* Pereira da Silva.
Roupa par meninos
* *i. -ateoa a
Na nova loja da ra da Imperatris u. 32; a-
vende um variado sortimento de veatasrios pr
asios para meninos, sendo de pa'itosinbo e calo
i>ha curta, feitos de brim pard.., a 44000, dito
de molesquim a 445(10 e ditos de gorgoro pret*.
emitauto casemira, a 64,'asVv mniti- barata ; n>
krja Pereira d-i Silva.
Casasvenda
Vend -se ou troca se por ap-iiiiv-s da divida pu-
blica geral netta ridade um s<>tiradu que rende
aiiuualuiente 660', aiba a ru da Poate Velha n.
-2. 1 Btrada pelo becco de Joio Fraocisco.e na
cidade de Onda um sobrado a ra de S. Beato
n. 18, e duas tasas terreas, urna rna do Ampa-
ro 11. 14 e a outra a ra do Bi.p C.iutiuhon 11
a tratar na ra da Aurora n. al.
VAPOR
e liioenda
Vende-sc um b;-m vapor e m--nda eom poaoo
us^ ; a ver no engenho Timbo sssu. muito perto
O portador de dous vigsimos deotifr
importante lotera do custo de 2|200
habilitado a tirar
20:0121000
Precio em porcao

Vlgeali
A' RETLHO

A RODA DA FORTUNA
36Ra Larga do Rosario36
Aos 1.000100015000
200:000^000
0O:000SO0
DE 3 SOuTBIOS
En latir dos ingenios da Colonia Orpnasotogiea Isaliel
DA PROVINCIA DE PKRNAMBUCO
Eitracco: no IS de tato mm.
0 thesourpirn, Francisco oinfalvcs Torre
CASA DE MODAS
Fazendas linas
0 mais railo soitiuito u arto ira Mmi, vM t?, m&t
l
2 A--Rua do Gabug-2 B
ateasaa eont os rasadas do
lilao,
Serlas de efires aB9-oorede'90
Sedas com bordado de alta aovidade.
GurntAa de peda, qualidade asoeoal, cOsoe a4,
labore, braLsle, lontre o grrt.
K^.%
o que ha de melhor.
Gorgorfio branco para noiva.
Faille branca para dita.
Damass '.ttoroane branco.
Grinaldas de cera,
VoB e fiil, em poca, para noiva.
Leqne de madreparoia eos
Meias brancas de seda.
Colonos da asaaaaa de-aed.
Dsas de flayistr e aobat^
Caaawooas d> awbet.
Csah erares eom besOado*
iuteiramente novidade.
- Aasaso-- lioJsaoM I IssfcYflSilX'a' ,
a vtotids
da estacao ao uie>mo u-.-me
Imperador n. 48,10 ndar.
a tratar na ra da
se um ero perftfito estafo e por' precc
a. 47
Tamancos
a a retalho i na
de Penedd1: veade se em bsrc3a
7 | rus da Boda o. 11.
E8LOLBIDO A CAPRKH0
Robes mi coDfeociorLas---veasion ases aavs^.daW'- asa aaslst, IroisUe uorm/
e aajodSo, de l5u0tK) a 65p0-.
Colleretis para aenhora,-ioetoreaaa, eos sossfl s ssataaiis ^. jpfsliidl'iMsiaJ
Visites capas enfaitadaa ricamente a pasaeasBaterw e rendas.
LUVAS DE SDA<
Coro a sem dedo%olliara-nanda.
Bolsa de couro daRttasia de diversos tamaitos.
PeafttDariaaofihissiiSas, yranda aortinjearh).
T sijaso de seda a ss4ta^ nadersMS.
Tecidos da algodao pora, vsados %iro e isaoaasicaa
E' diifJcib-enuontnr owahwioaftuteos do qne asasIssiW eW#si y raoKaV
se bssraW.. PackBea
2 Ar-BA, do xabwhpw
(Rlephone n. 3S9)


*
Diario de PcrnambucoSexta--feira 20 de Agosto de 1886
ASSEIBLEA GERAL


MAR DO DBPUTADOS
SAO EM 31 DE JULHO DE 1886
^fcSIDENCIA DO SR. ANDBADE FIGEIBA
(Continuado)
< Fica o governo autorisado a cobrar
delde que techara coinego as obras defini-
tivas urna parte dessas taxis para attender
0 psgatuouto dos juros do capital que for
sSttdo emprega jgo das mesraas obras e as despezas da ad-
jrfL; 25 augroentando-
M grad.tivamente a importancia das re-
feridas taxas al <> referido mximo.
< Logo que seja amortizado o capital
ewpregado, a cobranga das taxas ser re-
daaida quantia estrictamente necessaria
el a conservagSo das obras.Miranda
sir. Silva Tavarcs. i
O Sr. Candido de llvelra de-
pkra que seja o Sr. Lourengo de Albu-
aterque, seu companheiro de opposjgSo,
em o obrigue a vir contestar as apre-
ciH;5es por S. Exc. feitas bontsm relati-
vanente a despezas publicas durante o do-
mgio liberal.
Para demonstrar a injustiga das apre
c*$oes do nobre deputado, que achou ser
a-aconomia do actual orcamento nSo de
3^0:000^1, como dissera o orador, mas de
alguns railbares de contos, passa a compa-
ra a proposta actual cora a proposta da
sacao liberal, tomando por base a syno-
p do exercicio de 1884 a 1885, e verifi-
ca haver nao urna economa do 500:000,$,
rase um excesso de mais de 1,000:0005 no
ossamento conservador.
E attribue este excesso a nao ter entra-
da'no calculo da coinmissSo a verba desti-
nada ao fundo de emancipagao, assim como
a terem sido insufficientesiente dotadas cer-
ta* verbas, por exemplo, a da garantas
d juros a estradas de ferro. Por estas ra-
sifes pensa quo a pequea economa de
5):0005 vira a desapparecer e espera
pattanto que o nobre relator da comrossao
rtfcifiquc este ponto das suas apreciagoes.
Desoja saber se o governo nao pretende
firter representar o Brasil na exposigSo
aatvcrsal que em Pariz tem de fazer-se
e* 1889, centenario da grande revolugao
kpceza.
Entende que nesto certamen da indus-
ta deve representar o Brasil papel con-
dfno, e portanto tempo agora do votar
a%uma consignagSo para o trabalho pre-
Sratorio da collecta e classificagSo dos pro-
Ctos nacionaes, que rauito convem tor-
nat conhecides no estrangiro.
Accresco que sendo a Franga o quinto
cesjsumidor do nosso principal producto,
naOito lucrariamos era desenvolver as nos-
safl relagoas com aquelle paiz.
Lamenta que depois de tantos sacrificios
bC longos annos feitos pelo Estado, sejam
eatretanto nullos os resultados com relagSo
aa esperado incremento de urna corrente
iamigratoria para o nosso paiz.
Urna vez que o nobre ministro da agri-
cultura tenciona alargar o servigo da immi-
gaa^;3o, e que a respectiva verba vai ser
aajplamente dotada, j com os recursos do
aganiento ordinario o j com os recursos
d* urna parto dos 5 i addicionaes, deseja
sssber o que pensa o nobre ministro a res-
peito do processo que pretende seguir para
a mais efficaz e mais numerosa acquisisSo
immigrantes. Pretende apenas pagar
aapassagens, restabelecendo assim o syste-
ma do Sr. Carneiro da Rocha ? Pretende
mandar agentes especiaea Eusopa, e sub
vencionar mais largamente a Companhia
blonisadora de Hamburgo?
Voltando rectificagSo que vio-se obriga-
d a l'azer ao discurso do Sr. Lourengo de
Albuquerque, oceupa-se com o ultimo re-
glamento sobre o elemento servil, censu-
rando o actual ministro da agricultura por
ter espasado a escravidao por mais um
aano e meio, espago que. resulla de ter S.
c. escolhido o ultimo dia da matricula,
e no a data da lei, para dahi comegar a
correr a deducgSo do valor do escravo.
Estranha que o nobre deputado o Sr.
urengo de Albuquerque acbasse correcto
o>procedimento do governo era nao execu-
tar a lei de 28 de Setembro, ultimo, no
tetante libertagSo dos sexagenarios se-
nSo depois de feita a matricula, atrazando
tambem anuo e meio essa libertagSo; e
bem assim que apoiasse a reuniSo da cor-
te provincia do Rio do Janeiro para a
posse de escravos.
Historia p que se passou a respeito an-
tes e depois de votada aquella lei, fazendo
ver que nesta questSo a braza est escon-
dida debaixo da cinza e que a ideia do
partido liberal sobre esta quesillo est tra-
cluzida no projecto que o Ilustre estadista
Sr. conselheiro Dantas apresenton no se-
nado.
Refere-se depois serie de demiss5es
de agentes do correio que tem havido,
exacatadas pelos delegados do governo era
todas as provincias, nSo censurando o facto
infelizmente adoptado, mas as ms substi-
tuicBes, como a do director do correio de
Ouro-Preto, que nao tem capacidade para
o lugar.
Senta-se, julgando ter respondido a to
dos os pontos do discursi do nobre depu-
tado o Sr. Lourengo de Albuquerque.
O Sr. Lonrenco de Albuquer-
que (para responder) julga que o nobre
deputado o Sr. Candido de Oliveira nSo
attendeu para o pensamento do orador,
que foi aguardar-se para o exarre orga-
mentario do exercicio de 1887 a 1888,
afim de estabelecer se o confronto do que
fizerem os conserva lores com o que fize-
rara os liberaos, o que boje impossivel
fazer-se, em relagSo ao ornamento de 1884
a 1885, que ainda se acha em vigor, com
discute em am
o de 1886 a 1887, que se
bas as cmaras.
Nota, porm, que, no orgamento da agri-
cultura em discussSo, nao sao apparentes
as economas : s em obras publicas ha
urna reducgSo de cerca de 2,000:0005, que
procede em parte da diminuigSo do func-
cionalismo.
Apreciando jalgumas verbas do orca-
mento, mostr que a verba de 10:0O0f)
para a Flora Brasiliense acha-se em con-
digSes de ser economisada, porque das
pequeas que se formam grandes econo-
mas ; o mesmo demonstra quanto esco-
la pratica de agricultura, que nSo tem sido
possivel fundar-se.
Acha acertada a reducgSo do 20:000(J
que o nobre ministro tez da verba para o
Instituto Bahiano, que nao corresponde ao
fim para que foi creado, como raostra des-
crevendo o lugar em que funeciona.
NSo acha ainda conveniente entregar
cmara municipal da corte os servigos que
lhe pertenesm e correm pela pasta da
agricultura, por isso que a nova reforma
municipal apenas est iniciada e a cmara
nao tem meios de que disponha ; deseja
que se apresse essa reforma para que o
governo se exonere de taes servigos.
Faz a comparadlo dos servigos que cor-
rem pelas diversas pastas, achando que
seria possivel reunir os servigos dos mi-
nisterios da guerra e da inarinha em um
s ministro, bem como os dos ministerios
do imperio e de estrangeiros, mas im-
possivel que um s ministro d solugSo aos
innmeros servijos que correm pela pasta
da agricultura.
Exp3e a impossibildade de fixar cora
exactidSo as verbas de rendimento das es-
tradas de ferro, pqrquo est dependente
das oscillacSes do cambio.
Mostra que a lei de 28 de Setembro ul-
timo nao marcou a data da libertajo dos
qscra/os sexagenarios ; por isso o nobre
ministro nao poda escolher outra data se-
n2o a da matrcula ; ainda assim a termi-
nacho da insiituigSo ser feita em 13 an-
nos, contando-se com a generosidadedos
brasileiros.
Se tivesse aspirecSes a satisfazer, seria
o mais adiantado dos abolicionistas, por
que destes o futuro : a ponto queja pre-
v o dia em que o Ilustre pre-
sidente da cmara combater o governo
do partido de S. Exc, como corabateu o
governo liberal entilo o orador ha de com-
bater ao lado de S. Exc.
Depois de varias considerajSes analy-
sando a nova posicao do Sr. conselheiro
Dantas applaudindo o movimento emanci-
pador nos limites da lei, como tem feito o
municipio da corte, e prestando bomena-
gom ao modo como se tem procurado man-
ter o direito de propriedade, o orador mos-
tra o receio quo tem de ver cahir por
qualquer circumstancia o actual ministerio
e levantar-s<< o amor proprio querendo ir
alm da lei de 28 de Setembro de 1885,
porque lhe parece que o terreni est sen-
do preparado para essa nova ordem de
cousab.
Expoe o motivo porque nao aceita a
idea de um crdito para o Brazil ser re-
presentado nos festejos do centenario de
1789, em Pariz.
Fazenda varias outras considerac5es,
sustentando suas deas o orador termina
declarando estar disposto a votar contra
to -o o augmento di dispaza.
O 9r. Coelfco Campos afianca
que o nobre deputado o Sr. Lourenjo do
Albuquerque poupou lhe grande trabalho;
mas nao acompanha 3. Exc no veceio
que mostra de que ser o partido, con^er-
dor quem queira ir alm da lei de 28 de
Setembro de 1885; sobre este assumpto
acredita que o partido conservador j fez
as concessBes que lhe era dado fazer.
Diverge do nobre deputado ainda no to-
cante representacSo do Brazil nos feste-
jos do centenario de 1789, porque ame-
rican, e cerno tal nSo pode deixar de
aceitar as ideas de 1789, modificadas na-
turalmente pelo correr dos tempos.
Responde a um aparte do Sr. Costa
Aguiar, que debaixo do ponto de vista re-
ligioso j combateu ao lado do nobre de-
putado.
Passa a tratar das obras publicas sob
o ponto de vista especial, isto a ques-
tao que iateressa prosperidade da sua
provincia e por conseguinta a do Estado,
mostrando as relaeftas quo existem entre
a produccSo e os grandes compromissos do
Estado sujeitos estes ao curso forcado do
papel-moeda e quanta coragem e civismo
precisa ter o governo para arrostar a pre-
sente situacSo financeira, que o orador
descrece, aproveitando mu brilhante tra-
balho do Jornal do Commercio de hon-
tem.
Cita as diveraas crises fiaanceiras da
Inglaterra e da Franga ; bem como as que
tem atravesaado o Brazil, sobretudo pelo
abuso do crdito, e mostra que s com
grandes economas e com urna reforma
profunda na administradlo publica se po-
der salvar a actual situacao.
Descreve os phenomenos por que ha
passado a agricultura, sobretudo a do
que tem encontrado a concurrencia
sucar
FOLBT
RIG0L0
POR .
2A7IS3 BS 1KST1?
lCONTINUA-CO DE ANGELA)
(ContinuacSo do n. 187)
XXIV
Pensando nesta catastropbe possivel e
Evavel, a fiel criada senta o coracao di-
arado.
Se os simptomas assustadores, assigna-
tatfos pelo medico, so agravassem ainda, o
ojp poderia ella fazer "?
Passoalmente, nada.
NSo havia senSo um s remedio; o hos-
Cora tal idi Catharina derramava amar-
gas; Ligremas.
Emma-Rosa no hospicio, emquanto sua
uaft estava na prisSo. NSo havia aqu
butante para enternecer almas de bronze ?
B^ra marej.'-.r de lagrimas mesmo os olbos
des tigres ?
Se a menina ficasse inteirament; cega,
ojaal seria o seu futuro ? NSo Valeria mais
qtB Borresse ?
E entretanto, Catharina nao senta nem
fiatcaa nem coragem para desejar a mor te
da menina, que ella tao ternamente amc-
v4.
Occultava as lagrimas e redobrava de
caatakos para Emma Rosa.
No momeuto em que conduzimos oj nos-
eos kitores agua-fortada da fiel criada,
batiam de vagarinho duas pancadas porta
dflaaa agna-furtada.
Catharina tratou logo de abrir.
O agente da seguraoca Caseneuve, por
atonta o Vagalume, apresenton-se en-
taada do qaartinho, admiravelmente arran
jjftkr jmm*o que peqaoao e onde viviam
oK ao lado da outra, a velha e a me-
nt.
da bsterraba citando a respito o Retros-
pecto do Jornal do Commercio.
Mostra que a provincia de Sergipe, que
tem a honra do representar, quanto im-
portancia da sua produucSo est no oitavo
lugar, entretanto nSo tem urna estrada de
ferro, ao paseo que outras, como o Gear,
tem mais de urna. Nao acha justa essa
divisSo. Ha 14 annos que essa urna
aspiracjSo da sua provincia, que ainda nSo
conseguio realizar, pede, pois, ao Sr. mi-
nistro da agricultura que mande fazer os
respectivos estudos.
Chama tambera a attencSo do nobre mi-
nistro para outra questSo que muito inte-
rassa provincia de Sergipe, e necessi-
dade que ha de melhorar-se a barra de
Aracaju'. Este o o melhoramento a que
ha pouco se referi constituirlo, se forem
realizados, dous elementos de progresso
para o engranelecimento de urna provincia
que tanto concorre para a renda geral do
Imperio, e tSo esquecida pelos poderos
pblicos.
A discussSo fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d a ordem do dia 2
de Agosto.
SESSAO EM 3 DE AGOSTO DE 188b'
PBESIDBNCIA DO SR. ANDSADE FIGEIKA
Ao roeo-dia comecou a chamada e ter-
minando ao meio dia e dez minutos, bre-
se a sessSo.
E' lida e approvada a acta da sessSo an-
tecedente.
O Sr. i* secretario d conta do expe-
diente :
OSr. Alfredo Chavea (ministro
da guerra): Sr. presidente, nSo acredi-
tem V. Exc. e a cmara, que o que me
traz neste momento tribuna seja aneces-
sidade, quo porventura eu tenha reconhe-
cido de em minha justificacSo responder,
sem maior demora, ao que hootem disse o
honrado representante do 2o districto do
Paran, sobre actos recentemente pratica-
dos por mira como ministro da guerra.
O discurso do honrado deputado, nSo
ha negal-o, foi hbilmai, afastando-se
S. Exo. cuidadosamento dos factos que
mais directa relajSo tem oom o assumpto
de quo tratou, eu poderia aguardar oocasiSo
opportuna para discutir o seu requerimen-
to ; entretanto, a consideracSo que me me-
rece o honrado deputado, rae leva a nSo
adiar a resposta quelbe devo.
Venho, pois, expr a cmara oa motivos
do meu procedimento, mandando advertir
em ordem do dia ao coronel do estado
maior de 1* classe, Ernesto Augusto da
Cunha Matto8, e depois dotel-o por 48 ho-
ras na sala do ostalo maior.
A cmara se ha de lembrar que em dias
da semana passada, o honrado deputado
pelo 2" districto da provincia do Piauhy,
justificando um requerimento sobre serv-
eos do ministerio da guerra, ceasurou o
modo porque" se bouve aqucll) official no
desempenho da comraissSo militar que ex-
erceu na sua provincia; nessa occasiSo
contestei, em apartes, ao honrado deputado
(apoiados) e o seu requerimento ficou adia-
do por ter eu pedido a palavra. (Apoia-
dos..
Comquanto em absoluto nSo acompanbe
o honrado deputado pdo Paran as opi-
nioes que professa, de que o ministro da
guerra incumbe o dever de defender na
tribuna cada um dos militares, individual-
mente ...
O Sr. Carlos Peixoto: Theoria do oca-
aiSo.
O Sr. Alfredo Chaves ministro da guer-
ra)... todavia nSo me pouparei defesa
daquelles que della precisarem e quo por
seu procedimento a merecem. (Apoiados;
muito bem )
Foi na intengSo de justificar a ordem
que dei para que fosse submettido a con-
selho o commandante da companhia esta-
cionada no Piauhy, apontado pelo ex-ins-
pector coronel Cunha Mattos como envolvi-
do na venda de fardamentos, que pedi a
palavra sobre o requerimento de S. Exc,
que indirectamente por tal motivo censurou
o ministro.
NSo teve, por consequencia, razSo o no-
bre deputado pelo Paran na censura que
fez de ter eu deixado correr sem contesta-
cSo as accusajSes feitas a um commissa-
rio do ministerio da guerra.
O Sr. Alves de Araujo:V. Exc. ac
ba de dizer que o fez por si e nSo em ro-
lscSo ao militar.
O Sr. Carlos Peixo: -E nSo deve fazer
outra cousa.
O Sr. Alfrodo Chaves: Se nSo bastas-
se ao nobre deputado, em favor do proce-
dimento do coronel Cuaba Mattos, na com-
raissSo que elle desempanhou, na provincia
do Piauhy, esta declaracSo que fago, de
haver pedido a palavra sobre o requeri-
mento e ter contestado em apartes o seu
autor, o nobre deputado pelo Paran, po-
da ainda encontrar, em abono desse pro-
cedimento, os actos praticados pelo minis-
tro da guerra, calcados sobre as informa-
c3es prestadas por aquelle official.
Dado, porm, que fosse excto tar eu
deixado sem protesto tudo quanto aqui se
disse contra o coronel do estado maior de
Mat-
Emraa Rosa e Catharina reconheceram
o agente, e Emma, estendendo-lbe a mSo,
exclamou :
Senhor... diga... traz noticias de
minha mSi ?
A natureza de Caseneuve nao era nem
ra nem cruel.
No fundo dessa alma de policial existiam
sentimentos humanos.
Sentase commovido, verificando n'um
relancear de olhos, a raudanca que tinhara
feito as feicdes e a physionomia da me-
nina.
Venho buscal-a, minha menina, para
a conduzir presenca do Sr. juiz for ma-
dor da culpa, respondeu ello cam tom mui-
to meigo.
E minha mSi ? repeli a filba de An
gela.
NSo lhe aconteceu nenbum mal des-
da hontem___Est boa de saude.
Quando a poderei ver ?
Provavelmente no gabinete do juiz
formador da culpa, logo.
Entao nSo percamos um instante,. .
apressemo-nos... Leve-me depressi.
Catharina interveio.
Mas, senhor, disse ella tmidamente,
a menina Emma Rosa est doente.. mui-
to doente... e eu supplico-lhe...
NSo, nSo, minha boa Catharina, in-
terrompeu a moga, nSo tao doente que nSo
possa sabir, quando se trata de ir ver mi-
nha mSi... Estouprompta, senhor... con-
duza-me.
NSo posso, ao meaos, acompanhar a
menina? perguntou a criada.
De que serve ? NSo seria admittida
com ella no gabinete do juiz.
Mas entSo quem a traz para easa ?
Eu, prometto-o.
O que me quer o juiz ? perguntou
Emm.
NSo sei nada absolutamente, minha
menina... Sua mSi acha-se nesse momen-
to, na presenca delle, e'foi por sua ordem,
transmitida pelo chefe Ua seguranza, que
a vira buscar.
Emquanto se trosavam estas pulavras,
Catharina tinha coberto a menina com urna
boa capa de abafar e atado um chapeo so-
bre os seus fartos cabellos.
Emma Rosa repetio:
Senhor, estou prompta, leve-me.
Estava tSo fraca, apezar da sua passa-
geira sobreexcitagSo nervosa, que Case-
neuve e Catharina tiveram que a amparar,
emquanto ella descia os interminaveis de-
gros da escada.
Na ra, Flogay esperava-a urna car-
ruagem de quatro assentos.
Por detrs do assador do vendedor de
castaahas, Luigi espiava.
Tinha visto chegar o fiacre e perfeita-
mente reconhecido o homem que se apeara
delle, por tl-o visto na vespera, na
occasiSo em que levavam Angela Bernier.
O official arraeiro, como os nossos leito-
res sabem, possuia urna ntelligcncia viva
e subtil.
Disse corasigo, sera hesitar:
E' um agento que vem buscar a fran-
ga, depois de ter posto hontem a gallinha
em lugar de seguranca.
Tinha ticado extremamente inquieto o
tinha porguntado, do si para si, para onde
iriam conduzir a franga, e se esta sbita
partida nSo demoliria pela base os planos
de Proli.
Antes quo tudo era necessario saber.
Por consequencia, Luigi sahio do seu
posto, e disse ao vendedor de castanhas :
Alli est um fiacre que me parece
susp ito... A velhaca da minha mulber
deve se estar preparando para me fazer
urna das suas partidas. .. Vou tratar de a
apanhar com a bocea na botija... At
logo.
Que seja feliz, caraarada.
E armeiro, completamente decidido a
seguir o fiacre, fosse l como fosse, at
meamo a correr, foi se pir de sentinolla
no umbral de urna porta, do lado dos n-
meros pares.
Ao cabo de alguns minutos, vio Case-
neuve sahir do corredor do numero 108,
acompanhando ou antes amparando urna
moga, que urna criada velha amparava de
outro lado e com a cara tapada por um es-
pesso veo.
O agente fez subir a moga para a car-
ruagem, entrou depois o s^ntou-se em fren-
te della, depois de ter fallado ao cocheiro.
O fiacre rodou.
1' classe Ernesto Augusto da Cunha
tos, podia este official arrogar-so o direito
de vir a imprensa censurar o seu ministro ?
O Sr. Alves de Araujo : NSo entrei
nesaa questSo.
O Sr. Alfredo Chaves (ministro da guer-
ra):Pois esta que a questSo. NSo o
podia fazer, era eu era obrigado a defen-
der senSo os actos por elle praticados, e,
at corto ponto, por mim approvados. (A-
poiados )
Pode o nobre deputado ter certeza de
que, emquanto eu for ministro da gera,
hei de zelar com todo o cuidado e todo o
esforgo de que fdr capaz, o direito dos mi-
litares, quer sejam officiaes, quer simples
pragas doexercito. (Muito bem).
As censuras, Sr. presidente, quo me fo-
ram feitas por um illustre militar, em ra-
zSo da detengSo do coronel Cunha Mattos,
assentam sobre os seguiotes pontos: 1*,
nS9 serem extensivas todas as publicagoes
feitas por militares, as disposigSes de di-
versos avisos, prohibindo alimentar ques-
t5es pela imprensa, sobre objecto de servi-
go entre seus caraaradas ; 2, ser rigorosa
a pena de detengSo por 48 horas, imposta
aquello official, que apenas publicara um
artigo, no qual nSo tinha que intervir de
raaneira alguma o ministro da guerra.
Quanto ao i ponto, basta que eu leia a
cmara o aviso sobre que se baseou o meu
procedimento ; elle do illustre chefe da
minora ex-rainis{ro da guerra, o illustrado
Sr. Candido de Olivera. Diz elle assim :
t Ministerio dos negocios da guerra.
Rio de Janeiro, 26 de Dembro de 1884.
Illra. e Exm. Sr. -Fica approvada
declaragSo feita em ordem do di* A fuar
nigSo, em virtude !s deter.*aaeaV *rb*l
desto ministerio, prohibindo a qualquer of-
fiicial do exercto alimentar discussSo pela
imprensa, ainda mesmo que soja para jus-
ta, sem previa licenga do mesmo ministe-
rio, o que communico a V. Exc. paraos
devidos effeitos.
Daus guarde a V. Exc. Candido Luis
Mara de Oliveira. Sr. conselheiro ajudan
te general.
Ora, pergunto eu ao honrado diputado
pelo Paran: diante deste aviso, que nSo
pode sar suspeito a Exc, porque foi expe-
dido por quem hoje o leader da minora,
doveria eu conservar-ma indifferent.', dei-
xando de advertir o official que transgre-
da ordem tSo positiva, consentindo na dis-
cussSo, pela imprensa, de actos relativos
ao servigo militar, sem ter obtido previa li
cenga do ministro da guerra ?
O Sr. Alves de Araujo : -Nao entrri
nesta discussSo.
O Sr. Alfredo Chaves (ministro da guer-
ra):NSo pode o nobre deputado susten-
tar doutrina opposta. Mas Sr. presidente
eu nSo appliquei advertencia ao coronel
Cunha Mattos, nicamente p >r ter toma-
do a sua defesa poli imprensa, como po
dia fazel-o, mas porque tinha vindo, com
violacSo de varias ordena do dia do ejer-
cito e avisos do governo, discutir assumptos
militares pela imprensa.
Lorai cmara alguns desses avisos, e
ella ver qu* en> todos permanente a pro-
hibido de alimentar quest&es pela impran-
sa, sobre objecto de servigo militar, sem
previamente ter obtido lioenga do min'stro.
O 1.a aviso que tenho aqui [ de 4 de
Outubro de 1859, que diz o seguinte (l) :
Rio de Janeiro Ministerio dos nego-
cios da guerra, m 4 da Outubro de {8o9.
- Illm. e Exm. Sr. Acontecendo que
alguns offioi-es do exercito esquecidos dos
deveres que lhe sSo impostos pelas leis e
regulamentoa militaras, apresentam-se mui
tas vezes pela iraprensa, ora censurando
seus superiores, ora discutindo objecto de
aerviqo militar; o nSo podendo resultar de
semelhante procedimento senSo o enfraque-
cimento da disciplina e respeito quo mu-
tuamente devem-se os membros de tSo
distincta corporagSo ; disciplina e rospeito
sem o que a forga armada nSo correspon-
der ao nobre fim de sua creagSo; cumpre
que V. Exc. faga constar em ordem do dia
quo tornar-8e-ha digno da mais severa cen-
sura, indepen lentamente das penas da lei,
toda a praga do exercito, qualquer que saja
a sua categora, que recorra iraprensa
para proaocar conflictos e desrespeitar seus
superiores; devendo os militares que sejul-
garem ofendidos em seus direitos, represen-
tar pelos tramites legaes ao governo impe-
rial que a nenhum faltar com a devida
justica. Daus guarde a V. Exc. Sebas-
tlo do Reg Barros. Sr. bar&o de Su-
ruhy.
ste aviso servio de base a outro, que,
a bem da disciplina, foi expedido era 1882
era relagSo ao mesmo official superior de
quem tratamos, pelo tx-ministro da guer-
ra, o Sr. conselheiro Carlos Affonso de
A888 Figueiredo, (\e.J
t Ministerio dos negocios da guerra.
Rio de Janeiro, 9 de Outubro de 1882.
Illm. e Exm. Sr. Sendo muito conveni-
ente disciplina, que se observe a dispo-
sigSo do aviso de 4 de Outubro de 1859,
publicado na ordem do dia n. 1,418 de
1878, que prohibe aos officiaes do exercito
a publicagSo pela imprensa de artigos offen-
sivos a seus camaradas, assim o declaro a
V. Exc. para seu conhecimento, e afim de
que o faga sentir ao tenante-coronel Ernes-
to Augusto da Cunha Mattos, fazendo-se
extensiva em ordem do dia a mesma pro-
hibigSo a todos os officiaes do exercito.
t Dr-ms guarde a V. Exc. -Carlos Aff so de Assi Figueiredo Sr. conselheir
ajudsnte general do exercito.
Ha asi considere revogado o aviso ex-
pardacento tinha substituido o cahir da na-
ve.
A calgada estava escorregadia, como se
estivesso coberta de geada.
Os dous pequeos animaos que puxa-
vam o vehculo trotavam de vagar e escor-
regavam a cada passo.
Luigi nSo tova difficuldade nenhuma em
seguir o fiacre, sem se cansar chegou ao
mesmo tempo que elle grade do grando
pateo do Palacio da Justiga, do lado op-
posto Saint-Chapelle.
A carruagem entrou no pateo.
O armeiro nSo cahio em fazer outrotanto
e ficou do lado de fra, no boulevard do
palacio, vendo de longe o que se ia passar.
As duas portas abrram-se ao mosmo
tempo.
Caseneuve e Flogny saltaram para a
ra, um pela direita, outro pela esquerda,
o juntaram-se para ajsdar a moga a des-
cer.
Desappareceram em seguida com ella.
E esta, disse de si para si Luigi, por
acaso estar a moga compromettida e le-
vara-a para a Conciergerie ?
c NSo provavel... Alm disso, a en-
trada da Conciergerie pelo cas de l'Hor-
ge... E' claro que a fazem subir aos ga-
binetes dos juizes formadores de culpa.
A carruagem ficava no pateo, e o co
cheiro acendeu o cachimbo com todo o va-
gar, como homem que sabe que a demora
longa e que ha de ter tempo para fumar,
sem que o incommodem.
O armeiro, reflactindo, continuou :
O fiacre nSo se mecho. .. Parece in-
dicar que tornara a levar a fianga para o
n. 108 da ra das Damas... E' indispen-
savel verificar.
Embrulhou o cigarro, enterrou o chapeo
at as orelhas, encolheu os hombros por
maneira a raodifinr absolutamente a forma
natural do seu porpo e poz-se a pasaeiar no
passeio, de um lado para outro.
Ninguem reparn nelle.
Voltemoi ao Sr. de Grevrey.
Depois de ter almogado a toda a press",
no caf Daguesseau, porque lhe faftava o
tempo para ir almogar casa o' magistrado
voltou para o gabinete.
Tinha pressa em iesembrulhar o proces
pedido pelo ex-rainistro da guerra, conse-
lheiro Candido de Oliveira ; e neste senti-
do li hoje no Jornal do Commercio uma or-
dem do dia, com a citagSo da qual se pre-
tendeu provar que de fa :to deu-se tul re-
vogaglo. Vou mostrar cmara que eso.
ordom do da,longe do revogar, palo con-
trario confirma en todas as suas partes o
alludide aviso do Sr. conseleiro Candido
de Oliveira.
A ordo-u du dia a qao ras ravo a se-
guinte ; os nobres deputados poderSo ve-
rificar que exatamente a raesraa que rea
citada na publicagSo a quo me retiro, in-
serta ao Sornal do Commercio. :
* Por aviso de 9 do corrente mez, S.
Exo. o Sr. ministro, em consequencia d
contiaiarem a apparecer na inapronsa, pa-
blicagrJes feitas por officiaes do exercito e
classifioadas entre as infraccSas de disci-
plina se art. 5. do regulamento discipli-
nar, apptovado por decreto n. 5,884 de 8
de Maree de 1885, raandou recommendar,
am ordem do dia, a fiel observancia dos
avisas de 4 de Outubro de 1859, de 14 de
Setembro de 1878 o de 9 do Outubro da
188V, qae prohibem aos officiaes e pragas
d eserfc) a publicagSo pela imprensa do
artigos contend censuras a seus superio-
res, oflnarvos a 89U3 camaradas, provocan-
do ooaliotos ou rixas com olles, ou disca-
tindo to&re assumptos do servico militar]
dupoiicSo que foi reiterada em ordem do
dia guarnicSo da corte, n. 291 d 23 da
Oeseabrode 1884; leudo sido, em dala
de 26 do dito mez, expedido a esta rapar-
tigSo o seguinte aviso
Quar a cmara saber qual o aviso a
que se refere esta ordem do dia publicada
a 31 de Julho do anno passado ? E' o qus
ha pouco li (mostrando) do Sr. Candido
de Olivsira, e esta ordem do dia, que se
invoca, sei publicada no ministerio do Sr.
conaolbeiro Camargo, quo, nSo s nSo co-
gitou da revogacSo do alludido aviso, como
declareu positivamente estar elle era integ-
ro vigor, mandando reproduzil-o em nova
ordom so dia. (Apoiados.) A cmara com-
prebeade, pois, que, eu, como ministro da
guerra, nSo podia deixar de fazer obses-
var untan normas firmadas palos meus an-
tecessores, em bem da disciplina do ex-
ercito.
Dis-se ainda, Sr. presidente, para pro-
var que este aviso nSo tem applicagSo ao
caso, que, em uma questSo levantada oa
Bahia entre o presidente e o general Pe-
dernekas, que ahi se achava enearregado
da execugSo de varias obras, o governo,
tendo oavido a secgSo competente do con-
selho de estado, declarou nSo ser crima
militar aquelle de que se tratava. Ora,
comprehende-se desde logo que as hypo-
theses sao saoas raesmas.
Tratava-se de saber se, tendo um official
superior do exarcito,defendendo-se do ofEen-
sas qtw Julgou feitas sua honra e pro-
bidade em ordens e actos officiaes da pre-
sidencia, aggredido a esta autoridade, em
artigos publicados pela imprensa, essa cri-
me deveria ser punido pelas leis militares,
ou se estava sujeito ao foro commum, por
ler ao crime civil. A secgSo do oonselho
de estado, faconhecendo que as fuacg&ea
all desempenbadas pelo general Pedernei-
ras nada tinham de militares, foi da pare-
cer qa se tratava de um crime puramenta
civil.
Mae, nesse mesmo parecer est a just-
ficagSo de meu procedimento, por isso qa
nelle se l o seguinte periodo :
c Esta opiniSo das secgSrs nSo diminae,
todavia, em nada o governo de V. M. Im-
perial, de empregar todos os meios legaes
a manter o respeito devido aos presidentes
das provincias, e um delles fazer cons-
tar pela competente autoridade militar, ao
tenante coronel Pederneiras, que estra-
nhavel o modo como procodera a tal res-
peito.
J va a cmara quo este argumento n,5o
colhe em favor daquelles que querein a io-
do transe oensurar-raa (poiados) porque,
longe de enfraquecer-me, pelo contrario
forma o acert com que proced. (Apoia-
dos.)
(Continua).
ciam, no mais alto grao, e que lhe faziam
por instantes, duvidar de si mesmo, com-
quanto fizesse habitual mente a mais alta
idea da sua perspicacia.
O seu grande desejo era fallar com Fer-
nando de Rodyl, a respeito de Angela e de
Emma Rosa : porm o substituto tinha si-
do obrigado a ausentar-se, por motivos de
negocios de familia.
Na sua qualidsde de juiz formador da
culpa, Ricardo de Gravrey gozava de uma
autoridade sem limites. Era senhor abso-
luto de proceder como quizesse, e mesmo
no caso de erro, nSo lhe caba nenhuma
responsabilidade (o que seja dito entro pa-
rntesis, era soberanamente ioiquo) ; mas,
apezar da sua eonviccSo e assente sobre
provas que pareciam indiscutiveis, senta
se cheio de hesitagSes e mesmo de duvi-
das e inquietagoes, a que nSo era acostu-
raado. .
Tudo isto, repetimol-o, incommodava-o
no mais alto grao.
Para acabar com aquillo immediatamen-
te, dara o que lhe pedissem.
Caseneuva entrou no gabinete e preve-
nio-o de que Emma Rosa com Flogny es-
tavam na galera sua disposigSo.
- Tragam-a aqui, disse o magistrado.
Os dous agentes introduziram a mogs,
que disse logo estas palavras : ^
O senhor mandou-me buscar....
Tem entSo, finalmente, pedade de mim T
Vai-rae restituir minha mSi ? Ah I faga isso
senhor, e esqueoerei tudo quanto tenho sof-
frido desde hontem... Abengoa-lo-hei.
Ao mesmo tempo, estendia as mSos snp-
plices para o juiz fundador da culpa.
Este ultimo fioou admirado, como trabe
acontecido a Caseneuve, com a msdaosa
que desde a vespera se tinha operado as
feg338 profundamente alteradas da moga.
Sentio uma tal ou qual commogSo, e foi
com voz raeiga que lhe respondeu, moa
trando-lhe uma cadeira collocada em fren-
te da secretaria :
Sante-se, menina... Fallaremos logo
de sua mSi.
Depois entregou a Fiogny um papel em
que havia escripto algumas palavras.
O agente da seguranga aahio logo, em-
quanto Caseneuve, fazia assentar Eraraa-
u nacre roaou. *... r------- ----------------r------i- t.
Havia dous dia qw-O tempo hmido e so Bernier, cujas obscuridades o aborre-'Rosa na cadeira indicada.

Depois de um momento de silencio, o
Sr. de Gevrey ontinuou :
Deve lembrar-se, naturalmente, me-
nina, da vagera quo fez em companhia do
substituto do procurador da repblica para
a interrogar em Saint-Julien du Sault.
Sim, senhor... Estav.i bem doonte nesta
occasiSo, e estou bem doento ainda, mas
recordo-me.
E entSo nSo se deve ter esquecido do
que eu, sobretudo, deseja va saber da me-
nina ?
NSo o esqueci... Desojava saber se
posto em faco do homem que me quiz as-
sassinar, depois de ter asaaasinado Jayme
Bernier, era capaz de reconhecer essa mi-
seravel, de quom dizem que minha mSi
cumpiioe.
E' verdade, e pedialhe os sigaaes mi-
nuciosos desse miseravel ; mas uma cora-
raogsp, alias natural, aggravou momeuU-
neastsote o seu estado. Sobreveio um des-
ojara, que a p5z fra de estado do me res-
ponder. .. o que foi impossivel para a me-
nina, neasa occasiSo, ser naturalments
fcil hoje.
Qscn certeza hei ds responder loe ;
mas por muito bam que me auxilie a me-
moria, oerao hei de eu tragar um retrato
exacto do asaassino ? Olhei para a cara
s por alguns segundos, durante a peque-
a luta qse tive com elle, e a sua vista
horrorisava-me... Era trigueiro, pallido
como s saorte, cora grandes olhos hornvek
e qse despodiam relmpagos... s e
quo posso diz ir ; nicamente se o
conhecat o-hia entre mil, e sem
k.dkl
lita certa disso T
- Tanto quanto de adorar minha mSi.
Psis bem... Vou collocal-a em fa
desse homem.
Eismo-Rosa pez-se com o corpo todo a
tramar.
~- Sha sua presenga... balbuciou ella.
Porque se assusta, minha menina ?
disse o juiz. Nada tem que receiar della!.
Qua setaria elle tentar contra a menina,
em nosaa presanga ? Deixou de ser peri-
srsjsfgr
[Continuar s+ha.)
Typ. do Diario roa Duque de Caxias n. 42,
s
visse re-
hesitar di-
'
I
^SSH^SSS^aM
aSHHHlM
sua-tasus:.
f
^^i^i^BI
MS^SHBHSai


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVY04D64D_XYLM8J INGEST_TIME 2014-05-28T18:03:14Z PACKAGE AA00011611_19864
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES