Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19855


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ASNO Lili NUMERO 181
PARA A CAPITAL K LI tABI' ONDE NAO SE PACA PORTE
Por tres mezos adiantados
Por seis ditos idem......
Por um mno idem......
Cada numero avulso, do sesmo da.
60000
12^000
243000
3100
10 DE AGOSTO DE Tb86 *
><-*.
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adianUdos.....
Por nove ditos idem.......
Por um anuo dein.......
Cada numero avulso, de das anteriores.
13^500
200000
270OOC
(lio
DE
BNAMBUGO
|)r0priera>e fre Jttaiwel Jigiirira He Jara 4 Jlljos
TELEGRAMAS

\

:ss7!G0 :asi:::u:. :: dia&xd
RIO DE JANEIRO, 9 de Agosto, as 3
horas e 10 minutos da tarde. (Recebido
s 4 horas e 35 minutos, pelo cabo subma-
rino).
Fol nomcadojuli iiiuiiirlpaldotpr
mo de Porlo de Mes. no Para, o ba
charol Manuel Joaquina de Oliveira.
sa::;: B4 ahucia um
(Especial para o Diario)
PARS, 9 de Agosto.
O empreatinao de 600 nallbftea de
franco* contralado pela companhia
do canal do Panam acha-se coberto.
LONDRES, 9 de Agosto.
Em Beiraal'(Irlanda) d&o-ae deaor-
denN diariamente.
O TIMES e vario* ontroa orgoa da
imprenta Impellem o governo a pro-
ceder enrgicamente contra o* per-
tnrbadore* da ordem.
Agencia Hayas, filial em Pernambuco,
9 do Agosto de 1886.
ISTRDCCiO POPULAR
NATACAO
(Exrahido)
Di BIBLIOTHKCA DO POVO B DAS ESCOLAS
MlFHttlOK E SLVAME OTOS
{Continuaco/
Hnin, apezar de ajudado por Laia, depreaaa
se vio forjado a largar o cabo que re tarda va o au
dameQto, e cada vez mais Ib'o retardara porqne
a vasaate esta va quaai a fiodar. L irgou-o pois,
e continnou o sea caminho. Este intrpido ho-
mem nadou perto do urna hora, antes que pudesse
cbegar ao alcance d-f voz da Amphitre; couseguio-
o depoia de amitos esforcos, e disse para a barca
em uiglez :
Laucem-me um cabo para eu o fevir para a
erra se querem salvar-se ainda, porque a mar
eomeca a eucher.
De feito a mar repoutr ecomecra a endien-
te : eram ento sete horas d nanha.
0 mestre Ovrn acbava-se ento ja sobre a
tolda, e pegou n'um cabo delgado para o atirar a
Hnin ; mas o capitao nao Ih'o consentio. Alguna
marinbeiros atrarara aioda com dous cabos ao
intrpido nadador, que pegando n'um d Viles nadou
para a praia ; cbegado p-jrui a meio caminbo,
deixaram outra vez de arriar o cabo.
Havena n'este facto intervencio do cirurgilo
eerdem espressa do capitao ? A versad iugleza
inserta nos Tales of Shipwrteks alfirma-o poiti -
vamente. Seria poim elle devido horrivel coii-
fusio que a bordo d t Amphilrile succedia por fm
confianga inertemente depositada na accao da
enchente ; seria elle antes devido a urna estpida
deftconfianca para com os francezes ou ao receio
ezaggt-rado de deizar evadir os degradados ?
< Hoin, quasi sem f reas, volteu ainda a bordo,
agarrou-se aos fusis das ra-*aas, e gritou pedinlo
que o icassem para bordo. O tumulto, resultante
da revolta muito legitima dos deportados, fez sem
dnvida cora que nao ouvissera, p.rquaodo de bordo
auxilio nenhum lbe prestaram aquelles q le, com
tanto risco, viera soccorrer. Extenuado, desfalle-
cido qunsi, toroo'J folego ; e, abandonando o cabo
que al all nao qmzera largar, voltou a nado
para trra ajudado pela encheute. .
Oj prisioneiros tioham sido techados no p>-
ro :ahi se passaram secnas horrorosas de desea-
peroA quilha da Amphitre batia na rocha as ca-
vernia iiiam u e-.ua pancada, a agua comeeava
en: ar p-r t iia a parte, e as d<-8gr-c>das mulhe-
re^ eueerritHaa uVate /i pace (que o mar invada
a cadi inaluu(e) gnb>viMi de terror. Aagua su-
ba pollec*'** a p.ill-g-uU e a carga humana afo-
gavH m- Q ie nnportiva isto no fleugmitico ca-
p: l i Huuter ? S'U emirato nao lbe impunha a
obr-'>';.i<> entregar viva.
E totova, e in 'aeiplina digna de melhor
sorte, na marina r m r.inham terrado o panno, bo-
tado as v- r.-a.- o eonvex, e arriado os mastars
dejoanete autes de trat irera das suas bagagens...
(Continua)
ARTE OFFIGUX.
Ministerio do amperio
Foram agraciados com o grao de caval
eiro de S. Rento de Aviz o Io tenente da
armada Jos Carlos da Costa Barros, o
1* cirurgilo do corpo do sade do ejerci-
to Dr. Alexandre Jos Soeiro de Faria
Guarany, e os capitaes Hermenegildo Al-
berto Carlos, Augusto Menezes de Vas-
concellos Drummond e Florismundo Col
latino dos Reia Araujo Ges, este do 18"
batslbSo de infantera e aquella do 4o de
artilharia p.
Foi nomeado o Dr. Antonio Caetano de
Almeida, de conformidade com o art. 1
de decreto leg:slativo n. 6249 de 22 de
Setembro de 1875, para o lugar de lente
da cadeira de histologa da Faculdade de
Medicina do Rio de Janeiro.
Ministerio da Farsnda
Por titulo de 30 do passado foram no-
meados :
3o escriturario de thesouro nacional o
3* esenpturario da thesouraria de fazenda
da provincia do Maranhd, Raymundo Joa-
quina do Lago.
3o escripturario da thesouraria de S.
Paulo o 3o escripturario do thesouro na-
cional, Jlo Candido da Silva.
Por decretos de 31 de Julho prximo
foram nomeadoa:
Inspector da thesoararia de fazenda da
provincia de Minas Geraea o contador da
thesouraria de S. Paulo, Juiio Cesar da
Silvoira.
2o escripturario da thesouraria de fazen-
da de S. Pedro do Rio Grande do Sul,.
Crescentino Baptista de Carvalho.
Foi nomeado 3 escripturario da the-
souraria do Maranhlo o 3o escripturario da
alfandega da capital da provincia, Jos
Gregorio dos Reis.
Foi nomeado 3o escripturario da alfan-
dega da mesma provincia o official de des-
carga Jlo Raymundo Mondes.
Ministerio da rustica
Poi decretos de 31 de Julho ultimo fo
ram nomeadosjuizes municipaes e de or-
phaos :
Do termo de Araraquara, na provincia
de S. Paulo, o bacharel Rogerio Pinto Fer-
raz.
-j, Do da Lagoa Vermelha, na de S. Pe-
dro *To Rio Grande do Sul, o bacharel Joa-
quim Monteirj de Seixas Borges.
Foi reconduzido no lugar de juiz muni-
cipal e de orphaos, do termo _da Barra de
S. Joao, na provincia do Rio de Janeiro,
o bacharel Candido Xavier Rabello.
Ministerio da Mariana
Em 28 do passado'foram do meados :
O capitlo de mar e guerra Manoel Ri-
cardo da Cunha Couto, commandante da
fldtilha do Alto Uruguay, sendo dispensa-
do desse commando o capitao de fragata
BarSo de S. Marcos.
O capitao de fragata Francisco Foulart
Rol a para com mandar a corveta. Ntthe-
roy.
Por decretos de 3 do Julho de 1886 fo-
ram nomeados :
O capitao de mar e guerra graduada
Dionysio ManhSes Barreto paro o lugar de
vice-director da Escola Naual.
Jos Antonio do Cnrvalho Jourdan para
o lugar de porteiro da referida escola.
Por outro da mesma data :
Foi exonerado o capitSo de fragata Jos
Luiz Teizeira, do lugar de vice-director da
Escola de Marinha.
Em 30 de Julho nomeado Adolpho
Jaikson escrevente a bordo das torpedei-
ras.
Em 2 do corrente nomeado o chafe de
di visito Manoel Carneiro da Rocba para
commandar a diviiSo de cruzadores.
Foi nomeado director das officinas
do arsenal do Lidirio Antonio Ferreira
Bastos, que exe/cia igual cergo no arsenal
de Pernambuco, sendo nomeado para este
lugar o capitao-toaonte Francisco Antonio
de Paiva Bueno BraadUo, cuja noineacao
para o arsenal do Lidario ti :u sem ef-
feito.
Teve ordem de passar do cruzador
Pamahyba pira a canhoneira Gamocim o
2' tenente Alfredo de Carvalbo Moreira.
Tiveram ordem de desembarcar : do
encouracado Sete de Setembro, o capitao de
fragata Antouio Forreira de Oliveira: do
vapor Amazonas, o Io tenente Luiz Pedro
Tavares, e da canhoneira Affonsa Celso o
foguista Joao Jos de Saot'Aona.
Foram nomeados para embarcar : no
encourayado Sete de Setembro o capitlo de
fragata Jos Luiz Teixeira e o capitao-te-
nente Manoel Lourengo de Castro Rocba,
que ficam destacados no quartel-general:
no cruzador Primtiro de Marcfl o capitao-
tenente Henrique Messeder da Rocha Frei-
r ; no encourajado Javar/ a 2o tente Ar-
thur Alvim ; na canhoneira C/tmocim o of-
ficial de fazenda Francisco Alves de Pau-
la ; no encouracado Aquidabam o carpin-
teiro de 1* classe Jos Antonio Fontoura ;
no patacho Aprendiz M^rinheiro o carpin-
tero de 3* classe Primo Jos Correia ; no
patacho Caravellas o fiel Emiliano Ribeiro
de Oliveira, e as lanchas torpedeiras o
escrevente Adolpho Jackson.
Ministerio da Guerra
ForSo transferida do 10 batalbao de
infantaria: para o 5* da mesma arma, o al
feres Jos Pedro de Bivar Pereira da Cu-
nha, e para o 15, o alferes Antonio 4a
Cmara Tavares.
Pedis reforma do snrvico do exercito
o capitao do 20 batalho de infantaria
Jolge Jos d' Artiaga, que oonta mais de
35 annos de militar.
Teve ordem de ir da provincia de
Piauhy para a do Maranhao o alferes gra-
duado Joao Miguel Mendes, para servir no
5batalb3o de infantaria, avistada requisi-
jao feita pelo coronel inspector da compa-
nhia de guarnicSo daquella provincia.
Mandou-se que ficasse sem effeito o
desligamento do Io tenente do 2o bataltillo
de artilharia Ernesto Victorino Jeolas e do
alferes do Io corpo de cavallaria Paulino
Jos de Souza, que forao dispensados de
embarcar para Matto Grosso no primeiro
vapor.
f.ovcrno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 7 DE
AGOSTO DE 1886.
Augusto Goncalves da Silva.Pro ve ser
maior de 21 annos de idade.
Antonio Mara Marques Ferreira Jnior.
Requeira a quein competir.
Alexandre de Luca. Sim.
Fabo Rio. Aguarde a decsSo do Go-
verno Inperial.
Jos da Silva Loyo Jnior.Nada ha
que deferir, em vista da informaeao do
Inspector da Thesouraria de Fazenda.
Mara Adelaide de Carvalho Oliveira.
Informe o Sr. inspector geral da Ins-
truccao Publica.
Petronilla Aurora de Mello.Informe o
Sr. inspetor do Thesouro Provincial.
Secretaria da Presidencia de Pernambu-
co, em 9 de Agosto de 1886.
O ajudante do porteiro,
Antonio F. da Silveira Carvalho.
Repartlco da Polica
Secc5o2.' N. 769.-Secretara da Po-
lica de Pernambuco, 9 de Agosto de 1886.
Illra. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram recolhidos Casa de DetencSo
os seguintes individuos :
No dia 7 :
A' ordem do Dr. juiz substituto do 4.
districto criminal, Antonio Teixeira dn Sil-
va, por crime de ferimentos graves.
A' ordem do subdelegado de Santo An-
tonio, Leocadia Mara da Concecao, An-
tonia do Monte, Joo Francisco, Maria
Francisca de Barros Wanderley e Flix
Isabel, por disturbios-.
A' ordem do do 2. ditricto de S. Jos,
Francisco Manoel de Asis e Joaina Rosa
da Conceiyao, por disturbios.
A' ordem do do 1. districto da Boa-
Vista, Poncano Mnyses Pessoa e Joao
Francisco Reges Galvao, por disturbios.
No dia 8 :
A' ordem do subdelegado do Recife,
Andrec.h Ingles, por disturbios.
A' ordem do do 2. districto da Boa-
Vista, Antonio Goncalves da Trindade,
Manoel Velho, Olegario Gomes de Olivei-
ra e Manoel Pereira do Nascimcnto, por
disturbios, offensas moral publica e uso
de armas defesas.
A' ordem do do 2. districto da Graca,
Antonio Francisco de Sant'Anna, Manoel
Luiz de Franca e Antonio Francisco da
Silva, por disturbios.
Communicou-me o subdelegado do
districto do Arraial, que ante-hontem tora
encontrado morto, em um terreno contiguo
estacad da Mangabcra de Cima, o indi-
viduo de nome JoSo Francisco de Souza,
conhecido por Jo3o Tat, o qual era viuvo
e maior de 50 annos de iJade.
Do exame a que se procedeu ficou ve-
rificado ter sido a morte occasionada por
urna congestad cerebral.
O subdelegado do 1." districto de
Beberibe, remetteu-me boje treze facas de
ponta, urna navalha, um compasso e um
caivete de mola, armas essas apprehen-
didas em roSo de diversos desordeiros.
No dia 6 do corrente assumio o cida-
do Balthazar Jos dos Reis, na qvalidade
de 1." snpplente, o exercicio da subdele-
gada da freguezia de S. Frei Pedro Gon-
calves.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo,
muito digno vice-presidente da provincia.
0 chefe de pok-sia, Antonio Domingo
Pinto.
Thesouro Provincial
DE8PACHOS DO DIA 9 DE AGOSTO DE 1886
Manoel Antonio Goncalves, Luiz Joc
da Silva GuimarSes e Jos Rodrigues Pei-
xoto. Certifique-se.
Officio do Dr. procurador dos feitos. -
Ioforme o Sr. Dr. administrador do Con-
sulado.
Pedro Alexandrino Correia de Mello.
Informe o Sr. Dr. ajudante do procurador
dos feitos e fiscal da collectoria do Li-
moeiro.
Fielden Brothers. Escripture-se a di-
vida.
Thesoureiro das lotorias, Petronilla Au-
rora de Mello, J. J. Alves de Albuquer-
que, Jovino de Carvalbo Varejlo, Ponca-
no Camello de Siqueira, Fielden Brothers,
Dr. procurador dos fritos, Joaquim Ma-
noel de Oliveira e Silva e Companhia San-
ta Thereza. -Informe o Sr. contador.
Annunciada de Mello Montenehro e Jo-
s Muniz Teixeira GuimarSes. Facam-s i
as notas da portara de licenca.
Thesoureiro das loterias e collector
de Salgueiro. Haja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Antonio Rodrigues Tavares. Ao Con-
tencioso para attender.
Ponto da secretaria da presidencia. Ao
Sr. pagador para os devidos fins.
Argeo Barretto de Mello Reg.Ao
Sr. thesoureiro para co. heciment e devi-
dos fins.
Jos Fau8tiniano das Neves e Jos Cy-
priano de Souza Pimentel Registre-ae e
facam-se as notas.
DIARIO DE PERfiiailSCO
RECIFE, 10 DE AGOSTO DE 1886.
\oticia do Pacifico, RIO da
rata e ul do Imperio
O paquete americano Finance, entrado
hontem do sul, trouxe as seguintes noti-
cias e os que constam das rubricas parte
offieial e Interior :
Pacifico
Datas at 27 de Julho:
Estava em Callao, de regresso da Euro-
pa, o general Prado, ex-presidente do
Per'.
Na mesma roblica houve diversos mee-
tings para pedir a expuIsSo dos jesutas.
Constava all que tinha sido resolvida
amigavelmente a qu^stad entre a Colum-
bia e a Italia.
Segundo La Patria, de Valparaso, em
consequencia do rigorosissimo fro, o esta-
do sanitario peorava de dia para dia. Ra-
rissma era a casa onde nad existium en-
fermos.
No segundo exame a que se submetteu,
o Dr. Jos Augusto Fort foi approvado.
la prestar, porante o conselho de Dstruc-
cad, o juramento do estylo para exercer a
profissad medico-cirurgica.
Na Repblica Argentina o poder execu-
tivo enviou ao congresso nacional o pro-
jecto de orcamento para o anno de 1887,
no qual estima-se a receita em 48,000,000
de pesos nacionaes e calcula-se a despeza
em 47,000,000.
O invern em Santiago del Estero tem
sido excepcionalmente rigoroso, No dia 10
do Julho o thermometro deseen a 13.
centgrados abaixo de zero, no dia 11 mar-
cou 5." 5 abaixo de zero e no da 12 9.
abaixo de zero.
m Tucuman occorra mais ou menos o
que se dava em Santiago.
Na capital do Per' augmentava de dia
para dia a antipathia contra os jesutas, e
a imprenta e o povopediam o rigoroso cum-
primento das ordena de expulsad decreta-
das contra elles.
No dia 25 reunirara-se os collegios elei-
toraes.na repblica do Chile e elegeram
unnimemente '& Jos Manoel Bal^aceda
para presidente da repblica.
A epidemia da varila augmentava de
modo assustador, dndose diariamente em
Santiago de vinte a vinte e cinco bitos.
A mesma cousa aconteca as provincias.
lo da Prata
Datas de Buenos Ayres at 28 e de
Montevideo, at 30 de Julho :
O governo argentino resolveu enviar ao
congresso urna mensagem com um projecto
de le instituindo na repblica o casamen-
to civil obrigatorio.
La Nacin, tratando deste assurapto,
diz: c Ao actual congresso vai sersubmet-
tdo um dos projectos de lei de maior
transcendencia social que poderiam susci-
tarse : o do casamento civil.
O governo nacional vai inicial-o; e nad
aventurado dizer que poucas vezes ter
podido fzel-o com maiores seguranzas de
xito do que no presente.
Receiava-se serio conflicto religioso, mo-
tivado pelo preenchimento das parochias
vagas. O arcebispo Aneiros e o Dr. Wil-
de, ministro dos cultos, eatavam em desac-
cordo quanto escolha dos candidatos.
El Diario publicou a tantas vezes an-
nunciada carta de Ileitor Varella ao ge-
neral Roca, presidente da repblica, acer-
ca das revelacSes colhidas na entrevista
do mesmo Varella com S. M. o Imperador
do Brasil. Segundo o correspondente em
Buenos-Ayres de El Siglo, de Montevideo,
resume se tudo em se ter manifestado S.
M. o Imperador adverso a toda idea da
conquista ou do annexagad, deduzindo-se
disto bom agouro para a solucSo da ques-
tSo daa fronteiras de MissSes.
A imprensa portenha commentou a sen-
tenca judiciaria contra o ferro-carril do sul,
obngando-o a pagar indemnisacilo de....
30,000 e 35,000 pesos nacionaes s fami-
lias Sis pessoas faUacidaa em consequen-
cia dos ferimentos cansados pelo choque de
trens que sedeu a 2 de Janeiro de 1885.
La Patria Italiana condemnou enrgica-
mente a asseveraguo contidana ultima nota
de Lamas, commissario geral de immigra-
co na Europa, de que a imroigr8cao ita-
liana compCese de 25 0f de criminosos e
presidiarios, e por isso tinha instituido os
famosos certificados de moralidade que
provocaram tanta bulha.
Falleceu em Santa-F, na idade de 91
annos, o goneral Juan Pablo Lpez, ex-
goveruador daquella provincia.
Os francezes residentes em Buenos-Ay-
res projectavam offerecer um banquete a
Sarah Bernbardt.
Em Montevideo circulava com certa in
8stencia o boato de que o poder executi-
vo ia solicitar da comaiissad permanente
do poder legislativo urna autorisacd que
ampli as disposiefes restrictivas da lei de
imprensa vigente.
Urna folha governista sustenta que o pa-
triotismo oriental exige que se promulgue
urna lei enrgica, impedindo aos estrangei-
roa de tomarem parto as discussSes poli-
ticas da imprensa. porque nao justo
que elles intervenham e provoquem ag'ta-
coes de cujas consequencias se esquivara
depois abrigando-se debaixo da bandeira
de sua nacionalidade e pedindo a interven-
gao de t>eus ministros diplomticos. >
O corpo diplomtico acreditado perante
o governo da Repblica Oriental reuni-
se e resolveu unnimemente interpor seus
bons oicios a favor de todos os jornalis-
tas presos, pedindo ao governo que raan-
dasse sobre estar na accusacSo e pol-os
em liberdade, sem nenbuma restriecd.
Communicada verbalmente esta resolu-
cd ao presidente da repblica pelo minis-
tro do Brasil, nSo tardou que fossem sol-
tos os jomalistas Battle, P^rez Martnez,
Duro' e Farinha, que ainda estavam de-
tidos.
Antes desta solucd, a commissSo per-
manente do corpo legislativo, na ausencia
de qualquer informacSo official a3erca des-
te assuuipto, resolveu qua fosse convida-
do o ministro competente para dar expli-
ca c5es sobre o caso oceurrente.
Nao podendo comparecer o ministro,
por acbar-se executivo den em mensagem
a espteselo do seu procedimento, termi-
nando assioi :
Os Srs. Bgentes diplomticos acabam
de solicitar a'liberdade, sem condicSes, dos
teus insultadores, e er o poder executivo
que por esse pedido, que importa de sua
parte a desistencia da repara$lo a que se
cousiderarem com direito, desapparece a
base da a< cusacao publica, que smente
era legitima pelo carcter dos off- ndidos e
que assim o julgar o tribunal que tomou
onhecimento da (ausa. >
O juiz do crime Joaquim del Oatlho,
vista do exposto pelo fiscal e atten
dendo naturesa da causa e manifestaclo
constante do oflicio que lhe foi dirigido,
mandn sobre estar na caUsa e por em
completa liberdade aos indiciados, canil-
lando-so as nangas outorgadas, e decla-
rando-se que bou/e fundamento para a
deteoyao o prooesso.
Os directores e redactores de diarios e
peridicos protestaram, como j haviam
feito em Novembro do anno passado, por
occasilo de serem presos outros jornalis
tas, <-ontra a applicacad da le coramum
nos casos de abusos da liberdado de es-
crever, por constituir easa applicacjlo um
attentado directo contra o art. 141 da
constituiclo, que declara livra a manifesta-
clo do pansa ment.
Segundo El Siglo, a novidade do dia
na capital uruguaya era a multa imposta
pelo juiz do crimo a cada um dos advoga-
dos que assigoaram o escripto collectivo r
ferente ao caso dos jomalistas encarera-
dos.
Dizia-se que o director do diario La
Patria reclamara de quem de direito in-
domnisaclo por perdas e damnos que lhe
causara a prisd arbitraria que soffreu.
Suppunha El Siglo que os jomalistas
que estiveram presos se apresentariam pe-
rante o suppremo tribunal fazendo valer
os seus direitos ; entende o mesmo diario
que aquello tribunal prestar grande servi-
do justiga e liberdade de imprensa,
declarando que todos os delictos que pos-
sarn ser commettidos por meio da impronsa
slo necessariamente delictos de imprensa
e devem estar sujeitos exclusivamente aos
irocessos e a penalidade estabelecidos na
ei de imprensa.
Mallo CroMO
Datas at 27 de Junbo :
Chegara no dia 16 capital o alferes do
21 batalhlo de infantaria Antonio Jos
Duarte, que d'ah tinha partido no dia 2
de Abril conduzindo seis indios e um ou-
tro de menor idade com destino aos alda-
mentos de aquem das cabeceiras do rio S.
Lourenco, alm da colonia militar deste
nome, ende iam com instruegoes e ordsns
do presidente da provincia tentar a cate
chese ao- sous parentes e semelhantes da
tribu Borors Coroados.
A respeito da recepglo desses solvagens
diz a Provincia de Matto Grosso o segra-
te: a Foi um espectculo verdaderamen-
te arrebatador a entrada dos indios as
ras da cidade. na manhl do referido dia
16.
Para cima de 60 cavalleiros foram ao
encontr no Coxip da ponte, achando-se
entre elles os Srs. presidentes, comman-
dante das armas, chefa de polica, secre-
taria do governo e director geral dos in-
dios com sua senhora.
< La se acbava urna banda de msica
militar, e outra no comeen da estrada.
Minutos depois de chegados aquello
lugar os habitantes das selvas, no meio de
grande concurso de curiosos, tiveram de
ouvir pela primeira vez o som harmonioso
da msica, cuja impressd agradavel es-
tampou-se-lhes nos semblantes, como pode-
mos observar-
c De sizudos que estavam, tornaram-se
raonhos apenas rompeu a msica, e era
curioso vol-os com os olhos pregados nos
instrumentos, como qua estufectos dos sons
que produziam.
< Depois de cerca da duas horas da pa-
rada para se vestirem das roupas manda-
das fornecer pela presidencia, desfilaram
todos para a cidade, formando um enorme
prestito com o acompanhamento que tra-
ziam.
< Em camiuho foram-lhes distribuidas
rapaduras e caunas, cousas que j conhe-
ciam, esta dos cannaviaes que tinham a
seu alcance, e a rapadura, desde que se
entregaram ao commandante da expediclo,
o qual os brindara com esse o outros co-
mestiveis de que se acbava munido.
< Foi extraordinario o enthusiasmo da
populaclo, pelas ras em que passaram os
selvagens, que fiearam accommodados no
acampamento denominado Couto de Mga-
Ihles. O presidente da provincia recebeu
telicitacoes de diversas municipalidades. >
t Do relatorio do alferes Duarte extra-
amos os seguintes tpicos :
f Tendo seguido desta capital a 2 co-
mandando urna forca armada, composta de
42 pracas do 21 batalhlo de infantaria, e
conduzindo 7 indios Coroados, para sol-
talos no sertlo do alto S. Lourenco, pr-
ximo dos seus aldamontos, e ahi esperar
pelo resultado da catechese que iam pro-
mover, assim o fiz.
A 21, tudo de Abril, cheguei colonia,
onde t ve, bam ameupezar, de me demorar
at o dia 9, para nlo,s esperar pelo torne-
cimento de vveres, que tinha contratado,
como tambem para fazer aiguns reparos
na embrcelo qua havia de nos condu-
zir.
A 10 embarquei e segu aguas cima em
demanda dos proximidades do aldameoto
denominado Cabagal.
A 16 cheguei ao lugar denominado Ls-
geado, cima da estrada dos Indios, que
atra esaa da margem esquerda para a di-
reita e pouco abaixo do riberlo Floriano,
onde acampei, na margem esquerda, pot
nlo poder seguir mais adiante, em corse-
queacia de j estar muito prximo do al-
eiamento, e terem apparecido vestigios
frescos des Indios.
A 17 fiz seguir para o centro, s 6 ho-
ras da rnuihli, os indios acompanhados
ainda por urna escolta de lo' pracas con-
mandada pelo 2* cadete furriel Jos Au-
gusto Caldas, at a barra do ribeirlo Flo-
riano com todas as recommendagoes no
sentido de evitar qualquer encontr cora
os selvagens, e no caso afnrutativo, nlo
hostilisal os, tendo antes (no dia anterior)
feito um rancho, retirado do acampamento
1(4 de legoa, e dentro delle depositado os
brindes que vieram em 2 pequeos caixoes,
tudo em preseuga das indias.
A's 5 horas da tarde do mesmo da 17
apresentou-se a escolta, tendo-e separado
das indias, onde ellas julgavam que j nlo
precisavam do seu auxilio (barra do ribei-
rlo Floriano.) Marquei a ellas dez das
de espera, findos os quaes deviam apre-
santar se trazendo ra a o resultado do ser-
vigo que iam fazar.
No dia 24, s 6 horas da tarde, apra-
sentaram se no acampamento, dando-me
parte que os seus companheiros, em nume-
ro de 28, sendo 16 do sexo masculino e 12
do fememoo, achavam se retirados do
ocampamento meia legua, e que queriam
roupa para chegaram.
Vi-me embaragado para satisfazer a esse
pedido, porque as pagas de roupa que vie-
ram dos caixods mal dorara para Vestir 12,
faltando ainda para 16.
Recorr ao expedienta de langar mo de
alguma rouma minha e pedir alguma s
pragas, conseguindo vestir mais 8, e para
o resto mandei dizer qua podiam chegar ;
que na colonia, onde poda-se encontrar
algum recurso, empregaria os raeioa de se-
rem vestidos.
Etfectuou-30 a entrada ielles no acam-
pamento s 7 horas da noite, hora impro-
pria de sa recebar ura povo brbaro e ar-
mado ; mas o que fazer ?
Era preciso recebel-os a essa hora ainda
mesmo com grande sacrificio, e assim o fiz,
tendo disposto a forga na melhor ordem o
toma lo posiglo conveniente.
Entraram no acampamento todos arma-
dos, viudo na frente as indias civilisadas,
e aoapproximarem-se de mim, os homens fo-
ram entregando me o armamento, estenden-
do antes as duas mos, qua pegavam na
minha e apertavam com bastante forga.
No da 25, s 6 horas da manhl, de-
terminei o embarque e segui em regresso
para a colonia, onde cheguei a 27-tudo de
Mao, e s a 2 que pude seguir para
esta capital, onde cheguei a 16, ludo de
Junho.
A SituacZo, de 18 de Junho, refere o
segui nte :
c No dia 12, s 11 horas da manhl,
chegaram da cidade de Matto-Groaso dous
soldados do liaba, trazendo-nos a tristissi-
raa noticia de que os'indios fizaram nova
sortida naquella cidade; invadiudo-a pela -
ra que fija por traz da cadeia deixando
no campo algumas victims.
c As communicacoes cftvdaes abundara
em consideragSes judioiosas e da mais pal-
pitante urgencia :cumpre que as provi-
dencias nlo so fagam esperar.
< Os soldados ca uiaharam a p 150 li-
guas em 21 dias apenas.
i Aguardamos das autoridades compe-
tantes soluglo a este serio problema, e
mais de espago voltaremos ao assurapto.
Mina* Gerae
Datas at 1 de Agosta : ->
Em Uberaba s 7 1/4 da noite de 22 do correa-
te, o Sr. Antoaio Borges Sampaio foi aggredido
em sua botica por ura individuo desconhecido que,
a pretexto de comprar-lhe sal amargo, descarre-
gou-lhe duas cacetadas, nao logrando repetil-as
por iatervir Francisco Speridiio Rodrigues, que
entilo all se achava, repellindo o aggressor com
urna cacetada-
Do lada de fra da botica achava-se outro in-
dividuo, tambera desconhecido, que por sua vez
desfecheu um tiro de garrucha no dito Speridiao,
indo os projectis cravarem-se-lhe no rosto e na
parte superior do pescoco.
Na tarde de 25 do passado, depois de grande
altercacao, foi assasinado com ama tacada, na po-
voacao do Grota, Jos Eleuterio ; e o assassino
foi preso.
Eis o resoltado conhecido da eleicad aena-
torial :
(213 parochias)
Cesario Alvim 5409
Carlos Affonso 5137
Candido de liveira 4959
Evaristo Veiga 4431
S lares 4416
Bario de Leopoldina 4339
Aeostinho Bretas 2501
Jos Calroon 1852
Sao Paulo
Datas at 3 de Agosto :
Diz o Correio Paulistano de 30 de Julho :
J referimos o brbaro assaasinato de que foi
victima o tenente Jos Rodrigues da Rocha, bem-
quisto e abastado fazendeiro do Carmo da Franca
A polica prendeu o capitao J-jaquim Ribeiro
dos Santos, importante fazendeiro e cunhado do
morto, como mandante do crime, apoiande-se em
ditos de testemunhas, que as basearam na inimi-
zade de ha muito existente entre ambas as fa-
milias.
Preso o capitao Joaquim Ribeiro, por seu '
advogado Dr. Ferreira Alves requereu habeas-
corpus, o qual sendo jurdico, foi concedido pelo
juiz de direito interino, Dr. Bourreul
Ha mandados de prisao contra Domingos R-
beiro dos Santos, Domiciano Christino d i Figuei-
redo e Augusto Ribeiro de Mendonca, os dous pri-
meros como mandantes, o terceiro como manda-
tario. Esto foragidos, mis coasta que vo apre-
sentar-se prisae brevemente.
Diz a Provincia de 3 do corrente :
Hontem & 1 hora da tarde, no kilmetro 14 -
da linha de bonds S Paulo a Santo Amaro, o con-
ductor Custodio Jos Pereira Guimares foi victi-
ma de urna sua imprudencia. Depois de proceder
collecta dos bilhetese de entrgalos ao chefe
d > trem (que se achava no ultimo carro), voltra
ao si"U posto (1 carro junto machina), porm
fez com tanta precipitacio o trajecto pelos estri-
bos, que ao transpor o pequeo espace entre o 2o
e 1 carro, faheou-lhe o p Cahio entao sobre o
parachoques e mmediatemente sobre os trilhos,
morrendo instantneamente pelo effeito da passa-
gem das rodas s,br o pescoco.
0 finado deixa mulher, e'a portuguez natu-
ralisado, contava 26 annos de idade e fra em
tempo guarda urbano desta capital. Era diligen-
te eia excesso no cao primento dos seus deveres,
a ponto de multas vezes no exercicio do seu car-
go commetter verdadeiraa imprudencias, pelo que
aempre era reprehendido pela administracio. Nun-
ca attendeu, porm, a tees conselhos. vindo afinal
a ser victima de seu propno desaso. >
Foram eetaa a receita e despeaa da companhia
Paulista no primeiro semestre do corrente anno :
receita 1,064:398*960, despeza 491:002*610; sal-
do 573:396*351).
Rio de Janeiro
Datas at 4 de Agosto.
As principaes noticias contem da carta do
nosao correapondeote, publicada na rubrica Inte-
rior. ,
No Senado, a 30 de Julho, o Sr. Bario de
Mamor, ministro do imperio, leu um telegrama*


wm
tm
L


BBBBM

llttari* de PernambacoTerfa--feira 10 de Agosto de 1886
Ochen ddente da ***** i^SS^^S^^^^
.ando aue nunca projectou a vi*g. Am- dmtridonao eseotap ^ 8ad
i re1
nforraando qae
te, annunciada no telegramma a
Sr. Viacoode de Paranagu na oeasto de 27
que se refe-
ao menos fallou
le
no o _
a&o expedio ordem alguma, nem
ticia dada no Poi. de 29 do eorrente, a respeito
de quatro eecravos-que soffreram a pena de acoi-
tps a aue faram cono*
SybdoSul, e do-s-os^es *^-S
de entregues asea .e-fcorproqueraa
a este respeito. Aparto etanua**ienv
era discussto.
O Sr. Ribeiro daaas (iBstro da ju
m telegran ma do jasa ie tato d-qae*^1"f
es, mostrando que taiatoaB*-* r^f"^
accordo com a le., teado os.-aseraTO. *> ^
-nes a sen senhar es*W--tem .sotado ~ ',,
He e declarou que eoop*do telegrama ao ju>z
de dir, o m~nd2ndoTr^f aVmC* Ficou
bre as causas d- raorte dos dous escravos. F.cou
Ctn^eHnaftodradem do dio, foi approvada
J*to*>\ Proposta que abre a crdito
supplemeotar ao .misterio da urtjja.
Proseanio a S' discussto da proporta do orca-
.tndideso.z* do ministerio do imperio para o
^* 1886-1887 oraram os Srs. Lima Dusrte
e Mei aeVaJconcello.,cando a ^So^aado, 4 13, oo-be a palavra ao S, Sa-
iva, afim de motivar umreaueninMto le pedido
Seurformaoes. Tendo lido no Diarto Officval un
nuncios para a renda das fasendas acon-es.d.

crea
""^'.Lj. ..nnrede fraenca.asnaeserabarajoes
6 STSESS-Pbr. A.egre?. ** da Mo* a ffi
oHSr. mina-
tastos oa orada
HeaB*oved*er
fc purLOaiaMrm do da
tro do mpetu B*oa*nde*doa
que o toiviampreeedklo auascaorfo Afcrespectw*
oreaMito. __,
A discussao ficou encerrada.
_ Lemos no Jornal do Gemm*mi*m i .
_ J noticiamos haver sido annultada a con-
currencia para adju-iicacio dasjas.das de phospha^
to de cal existentes no archipelag* de Fernando.Se
Foram estes os termos do despacho .
fim de altera-
Noronha.
\unullese a concurrencia para o
rem-se aa bases do arrendamento e o
provincia do Piauby, e reconheeendo a neceas i
de de chamar a atteocto do governo ^aca d< co-
mentos aue existem no Miuisteno da Fazenda e
mui'o o "poden esclarecer a aemelhante respeito,
requeren pe se pedias copia de^P~ta. apre
sentadas em 188 para compra do gado c trras
das litas azendaa e do aviso ouLteaposta ao offi
ci da Thcsouraria Geral que aeompanhou as re-
feridas propostas-, bem condedaii^ di imjw-
tacto do gado que all foi Tendido de 1880-1*
Este- requerimento foi approvado aemjtobata.
Segu oe o
pontos d>
divUaa dos raeros lquidos da empresa com o es-
telo por urna contribuido sobre a tonelada de
bato extrahido.A. Prado.-
phosp
Taa
neadas
Tte.jn.ds foram estimadas gOJ*0*^
mtricas, pertenceodo 1,000:000 .ilna
Sr. Viseonde de Paranagu, que
oceunou-ae com > adraiuiatracto da provincia do
P,,u!.y e condemno alguna de seos actos. Tra-
loa dayrcmovao do professor e ^ Profesora das
adeiraade iBftrnccto primaria .da vil la dos P-
eos para as de Amarante, sem qua o solicitaasem,
a contra expressa disposicio de le; eatranhando,
prtante, que osae rejeitado o recurso pjr.^
seibo de estado, a pretexto de ter ebegado tora de
temoo e pedio intoraucoes a respeto. Apreaen-
Wpcis^n- relaconVminal de 121 demissocs,
dadas no espaco da cinco horas pelo vice !*-
te. quanJo gove-no a provincia. Por ultimo re-
queren qoeo governo informe se foi nomeado pa-
gador da eommisso de meVboramentiS do no V*r-
ghTba o ex oollector de Jaleo*, que hav.a ..dojler d.re.io.
^mittido por estar alcancado com a fazenda pu-
blica Sem debate foram ap;>rovados os dous re-
querimentoa do Sr. Viseonde de Paranagn.
C-ntiuu a.2 discuBsao da proposta do orca-
mento da dea -z do Ministerio do Imperio para
o auno de 188 a 1887. Oraran- oa Srs. Castro
Jorreia, que diaeorreu sobre as questOes de orga-
nisacao da bygiene pubdea, e ar. bna.vt, qae
tratondo^aiieamento da eapital do Isapeno. Por
ultio orou o Sr. Junqaeira, que tamoaem consi-
deracao diversos raoros dos serric*. que correm
peloMinisterio do Imperio; e ficon a
adiada para pasear- se ootra-matena.
Proteiraie a 3* discuesao do projecte sjue refor-
ma dons artigas do cdigo criminsl. Orou *.
Jos Bonifacio em sustentado das suas emen-
das. ,
A discussao ficou adiada pela hora.
No eaado, i de Agosto, o Sr. Ignacio
Martina fundamento uo requer.meuto pedindo a
revegacao do art. 60 do cdigo criminal e da le n.
4 de 10 de Junho de 1835.
Ecn seguida, o Sr. Jos Bbairacio oteado a pa-
lavra, reiteirou o requen-nento que j havia teito
do ped.do de mforuiaco-s sobre as.operacoes b
oana.iras, e.nUsa> de papel moeda e saques do
Thein.ro obre a praca de Linde, com desenvol-
vidas declaraeoes.
O Sr Correiii requrreu o o Senado approveu o
adUsaentr. da discussao dcsts requeruaento at a,
arimeira sessio e hora regimenUl.
Coube a palavra ao Sr. Viseonde de Pelotas que,
eeourand. o act") do Sr. ministro da guerra, raau-
dando advertir e deter por 48 horas o coronel.Cu-
nha Mattoe, requerou por intermedio do uieamo
ministerio copia dos avisos, advertiado e ordenan-
do a deienclo do mesmo coronel, bem cuno do ot-
ficio que este dirigid aoejuia.ite-general-do exer-
to eobre a caropanhia de iufantawa o .Puuhy
e mltis ainda as intormaces do ajudante-general.
a secretoria de estalo, a respeito do oont( ido do
offici-> do referido coronel. Apoiado e posto em
iaeussao, responden o Sr. minisfojda jnstica;
estratihanio.que em caso idntico nao se vesee
reclamado em l884-,qado un* dosaseus anteces-
sores servio-se de igual raeio. e declarou que o ac-
to do Sr. miuibtro da guerra foi imposto pela rigo-
rosa disciplina militar.
Ficando a discussao adiada, passou-se a pri-
meira parte da ordem do dia, sendo sem debite
approvado em 8 diacussao, tal qual passoa em 2,
o proieeto do Senado, creando u.n aollegio ele.to-
rml na fre-uesia do Livrament, municipio de
Baibacena e provincia de Minas-Gera-s.
Passando-se segunda parte da.ordem do da
prase da proposta do p-der ae-
cuiivo, oroando a despeza do Ministerio do Iinpo
rio mam o anuo financ iro de 18861887.
Orou o Sr. Aff.uso Celaai queoecupou-selouga-
mente do reforma da astraccli, dos melhoramen
tos maleriaes e da seoama muaieipal, lamentando
aahaaaado tants swaaxoBf maiistm o im-
perio tenha perdido um t.mpo precioso. Fes algu-
nVa e iinider:i(,o'3 soboa o estado da nstruecio
no Imperio, flto de recursos para levar a effeito
as refomas matenaes a aposentadorla de um len
te da escola Rulyt. chiiicn, da qaalnao sabe que
jniso se possa fazer, depois do que dase o Sr. mi-
nistro do u-periu.
Occupou ao ainda .las violencias prat;<*daa era
Minas c do aviso recente do Sr. ministro da guer-
ra ao coronel Cunli Mattos.
Bespiadeaoi Sr. CorraiaupM conteatou ks pro
posteoes do prec-il'-nte orador, demoaatrand que
as r.f imta aerao feUs opportunameite, nao po-
dendo ser censurado o goTeruo por niio realisal-as
-j qnand? O sUum^S i ost era oomeej-.oa nrcamen-
to's esartSaeMSoaa e a eeu tompo sero i-ftectua i m
s malhonamfi.tos deque carecemos, conaoantea oa
recursos de qae se dispfie.
Snatenta a soliduriedade do governo na iipre-
sentacodo projecto sobre a reforma muaioipal, e
dix que o Sr. ministro do imperio no que-rebpeito
aosBCgooios importantes qae co.reoo pela au pas
ta. tcm sido censurado naopot tr deixadode oum-
prir o sea dever, mas por nao ter feito qaanto po-
dio.
A dicusoao.ficou adiada pela hora.
Na 3* pa te da ordem do dia proseguio a 3* dis-
cussao da propoaico da Cmara dos Deputados
que reforma as dispjsicoas dos arta. 266 e 267 J >
coligo criminal, sobre d.uuoe incendio, orando o
Sr. Ignacio Martina.
No Senado, 3, teve a palavra o Sr. D.tai
para-justifiear ura requeriaaento acerca de acon-
teciuientoa deaagradavei que se denom as fre-
guezias de Coito, Simio Dias o Geremeabo, na
provincia da Babia, por ocai3iao de proceder-se
all eleicio municipal.
O Sr. miniBtro da jueticn,olteido a palavra para
responder, disse que nao liona coatrnunieacao al-
gumai a r*apeito:do factoa criminoso o^oitnettidos
em Coi t, Sisa Dias e Getemeabo, mas que ia
dar providencias, bem como exigira do presiden
te da provinnia infonoac-s das que elle houvesse
tOBxsdo.afim de que taea factoa nao se repro-
duzam. .
A prooosit) deate requerimento fallou o br. Stl-
veira Martins, iaoendo varias coneideracies obre
o systema que nos iege, econcluindo por censurar
a Titaliciedade do Senado, que um obstculo
prosperidade do.paiz.
Responde* ao precedente orador o 8r. Correja,
que suotentou o principio da vitoliciedado do Se
nado, pondo em relevo o patriotismo que tem elle
manifestado nos periodos maisimportanteda nos
a Tida parlasaentar. Aeurescentou que ergaia-
se para proteetar *m neme d" Senado nontra e
aue acaba va de ser dito em desabono de sen na oca
eoaoentido patriotismo.
Em seguid a foram sorteados para a deputanao
do geaiadoqa*-tein.de epreeentnr.e, S. M. o impe-
Tador o dec/eto da Aaaembla Gerai Legislativa
nne abre ao MiniteiiodaJustic.Boi crdito aup
.-_____.___.-. a 7Q.n!L*ona ..,
ET"s0:00a. denominadas Basa e do Meio.
SeitadlV analyse d, especialistas, na Europm
e os Estados Unidos, bem como em alguna dos
ooeoo laboratoriw, diver.ifioatarn *"*<
oa re.ultod,.a obtidos, parecendo sapUnvelo faeto
oela existencia de carnada heterogneas. As
, .nalwa att-staram a preaenca de nbBtaoeoo de
1 vXr extremamente desigual variando desde rocha
sem valor intrnseco at pfcoipaato mu rico, ar-
dav-I no mercado de Londres procos de & 5 a
510 por tonelada. .
Por ito entendemoa que a contnbuicSo, que, na
forma do despacho aoima transcripto, vat ser es-
tabeleeid. como urna das tlounlaa da. ooocurren.
co nao poderi ser uniforme a re.pe.to da tonela-
da, eja q^al tor a qualidade da subatanc.a_extra-
bida. mas sim fixda ad valoren. As jandaoMi
quesfio foram estndadas t. te por P80^^""
patentes ao este estudo-nBo pode ^"F^o.
Bastar recordar qne a commissao nio pode visitar
aa ilhas Rasa e do Meio onde pceawmo a existen-
cia de 300,000 toneladaa de phosphatoi Aa anioa-
traa aajeitadaa 4 nalyse fon-extrah,d8lu'^
mente da ilha-Rata onde ^e-sora o mawr deposito
Dadas eataa cireamatanmas a uaforsidd* da
contribuicao exporiaa aUernatrvas fortea de 1 eros
lerdas que poderiam burlar toda a previsto da
futura empresa on expr o otado ao naco de es-
tipular t,xu. menor do que aquella o- que poden*
aa noticias commerciacs da ultima dota :
Rio, 3 de Agosto de 1886.-0 mercado do cam-
bio abri as rnesmas *iSoeaem,2ue, *
hnntem, coro a toxa banoar.a de 20 Londres, sacando o London Bank e a Soghob
Bank a 21 e contra.caixa. matriz; nas das 2 h,w
da tarde em diante s vigoxova o pnawiro preco.
As UbelUs no Commercial e no do Commercio
e a, tasas no Londoa Bank e Englisb Bank, oto
as setniintes :
Lo.dre20 7/8.d,a90d/v.
ParU, 457 rs. por fr., a 90 d/v.
Ha.nbur?o 566 e 565 ra. por m., a 30 d, v.
Jtalia 462 e 461 r'., poi lira, a 3 d/V.
Portugal, 260 e 99 / 3 d 'v-
Nova York, 2*430 p> dol., vista.
O roovimento do d.a foi menos qu regular so-
bre Londres, a 20 7/8 d boncario>, 21 d tito
contra caixa matriz e a 21, 21 V**1 17^'
papel particular ; e sobre Franca a 45 ( ro. ban-
orio.
Na Bolsa o movimento COL pequeo.
Bahtft
Datas at 7 de Agosto :
As noticias sao de lotcrcsse Jacal.
que deram desde o principio do anno at 31 de Ju-
tbo de 1885. A _,. .4 ,
0 mero cuidado na cobranca dos direitos de
merc produzio nm augmento da receita do mais
de 66:000,1000.
O imposto do sal desde Janeiro at ao nm ae
Haio renden ao todo 14:150*250.
_ Vio em breve comecar os trabamos da esU-
tistica parochial. .
A laida apooontacoes, recem-decretada dic-
aatii irlr nm fundo de aposenta-
de odu coea aos ordenados
es aocciooaros do estado,
,entssoaes 4 elaases qae J4,
Ci^onh im -direito reforma, opo-
,aca) aasfoMaoto (mitrados e professotado
ldort-1 iaaiBarheqoaias).
iafc;iimBi!tteaio paas**-- re.pjBwrador "PP*"
de* l.-tjdoiepasWMS"'' irapaacialoda
dolisawavai^BinqaaBOa ooteas aojoBem_aoegaB
repnblieanos procoraoi indispor a opinito publica
e sobre o nimos da numerosUsima classe do
fuoccioualismo contra ao disposicoea da le.
Effectivamente estes ltimos peridico oopoei
cionistas estto tr.tando de explorar a le de apo-
sentacoes como arma de combate, addiainde a pe-
... i i ........ni i|*-- I """
quera o.serve, e a rle de impostes de toda as de-
nomiaacoes com o fisco procura anda reduar es-
aes ordenados 4 expressto mais simples.
Junte ae a easaj alcavalla tedaa aa dadoecues
mensaas para a caixa d aposeatacoea e vejarse
a que ficam reduzidos n pequeo ordenados doa
empregados pablicoa de somenos cathegoria.
A' primeira viata, aaaim parece ; mas o certo 6
que os encargos resultante de aubvonoiotiar as
classea inactivas iam n'nm ereacante tal, que ja,
paaaavam muito de mil cintos, de rea fort-s o que
o theaouro paga anuoalmente eoa apoaentadod :
oetformadoa. j,..
Ora o que el ve aena maia raooavel ora aeter-
!________.. ^niuTua r+ra n tundo de aD08eil-
doi tostes, e realmente, ainda que a troupe seja
muito mediocre, bom que a gente menos abasta-
da tenha occaaiao de onhecer as obras primas do
repertorio lyrice, o que nto pode faser em S.
Carlos, onde os pn eos sao muito elevados, e os
lugares baratos muito poucoa, muito -commodos a
pouco apeteciveia.
Sanio da cadeia sob flanea (doze contoa de
res f irte) Julio Ribeiro da Silva, implicado no
regasse de combater os seos conceitos, emittidoo
em justificacao das desperas publicas durante o
dominio liberal. Insistindo as coosider ifoes que
j4 tinha feito, extranhou que o mesmo Sr. Loaren-
co de Albuquerque achas9e correto o procedimen-
to do governo na execucao da u tima lei de 28 de
Setembro.
Tomando em seguida a palavra para responder,
insisti tambem o Sr. Lourenco de Albuquerque
rcubo da Caixa Filial do Raneo-de Portugal aa ci- n ordein de idea |4 expostas, observando quonto
dade do Porto. 4- execucao que tea tido aquello lei, qae tem re-
O Si. Joto Antonio Fruitos Fortuna depaeitou- eeio de ver cabir por qualquer circumstanci* o
depaeitou-
20 cot tOBisaomi uses em inoeriocuaooorreopofldea
tiaoroquiilooBquantia, arbitrada-pelo-Juiz.
fAjMmidades de houtem 4 noite. davoio usa
repliesuBOfMtigo de seoaacao ejo^de anhA appa-
recera narfoonal do que aroctoB*. Sr. Piuheiro
Cbaga8,oaBHBpeito de fals4Ba9*eoMaOrtituto.
Termiaauusim a repli jojAim Unidades:
P oii ajsosf reapeita a tifeoiaxlfiotoao, asoigaaU-
ras faltas e ante-datas, esperamos que oa calum
niados desmascarem as suas bateras para se
Ibej poder dar a replico.que merecem.
Veremos es&quep4oa o escndalo, e seu tal or-
tiguinho de encoramenda do Diario da Man/id nto
paasa de embuste.
L.
ajaOOBJBOlOBOOOOOBIOBBI
ISTER10R
e
minar que aa deduccoe para .o tando de apoee
tacoea foasem facultativas e ntoobrigatorr*, sup
pondo que os cidadtoa que aervem o eatooo nao
carecera de qe* elle exeren ama tatoHa sobre suas
Bsoae, obngand i-t-s a um acto de previdencia
subsistencia na ultima apoca
EXTERIOR
de
e arasaalara Catarere,
Correspon-leaaelat do DiarI
Pcraa*il>uo
PORTUGAL -lisbOa, 28 de Julho de
1886
A 23 do correte, o ove.no receb^t umtele-
grarama
(frica Or
nador de 1
Mas-ana, Cbideu e Inbamisaingo .,
Sto de toda o pinto curiosas,-sob o p,n in-
vista eeoSraphic.i e econmico, as oonsiaer^ofs,
que o Economista r*areoe-noque oa ultimo nomea deverao ler-
se Chirumbe e Inhachiranga.
Este importantissimo facto vem collocar s.ib o
uosao dominio urna regito extensa e rica. Foi esto
recito a qui ltimamente percorreu o or. taiva de
Andrada, que acerca da qual envin um relatarlo
ao Roverno. De certo, 4s ten i licac.ico, aos seus
escUrecimento., a relacoe- que elle conaeguio es-
tabelecer cora os reculos das povoacoe e doa ter-
rkerioc meneionadoa no telegr..mraa se .deve o re
suludo, na verdadebrilhinte, obtido pelo, gober-
nador de Mani'-a. ... ,
Toda a regito avassalada pode julgar-se com-
nreheadida no territorio em algumas cartas, ees-
prcialmentc >a do Marqoez de S da Bandeira, de-
sienado aob o nome de territorio de thangan.ira.
Se a ultima palavra do telegramma quiz-'sse de-
signar a aringa do Bonga, o resultado ia eccupa-
cao seria aindi. muito maia i nportante ; nto nos
parece, porem, que a aceto conqui*tadora da gen-
te de Mauiea, podesse ter ido tto longe e abrangi-
do tto rande rea de territorio. E' por sao, que
lemoi Inhachiranga e nao Inhamissingo. Inhacb-
ranga utn territorio 4-margemde Lueuha, skaa
do a E. d' territorio da Rupire
O terreno avaaaalado, tal eomo o auppomo3, pode
conaiderar ae limitado ao N. e NE. pelo rio Ma-
zoe aflluiite do Luenha, a E., por este ultimo no
c p.'-lo Canreoe, seu .-iffluei.fe ; ao 8., polas trras
do governo de-Manioa e peloHaroe.
Netta regito se comprehendem os ter.-it.ino'
pe
que loes aaaegure n
da vida.
Oa que pto quiegsera contnbuir, nao tonam d
que lastimar-ae ejnando, j incapares de servir,
fotsem eebstitaidos por fuoceiooarios validoa
Isao tudo bom de dizer ; uhb, ,Triaui as cos-
tumadaa laaaorlas bater 4 porta do.parlameuto,
c.mo ae tem feito em tida as seasoes, ora a fa-
vor de individuos, ora a favor de daaaes de func-
oionarios, e o parlamento consterno lo pela rheto-
riea dos advogados dos solieitonteo, iria /otando
subvences aem eonto, nem p^ao, nem medida.
E' iato o qua vai evitar-ae com a le recem-de-
eretada. Nella se exceptuara da obrigacSo de
contribuir para o fundo de aposentecoe, oa func-
conarioa que tiverem attingido a orla idade.
Sariajloogo expr lhes com grandea jBoinU'teiieaa
as priucina.es diapoaiQoea deata lei.
Hontem, do Urde, reunio-ae no mniateno
do reino o conselho de ministro, para tratar de
asaompto gooT*- ,
Aiulgar pelo que ae lio no Dtarto da Manda
(opposicao) o no Jornal da Noite (regenerador
tambera), reaolvcr-se-hia no cooselhe acerca de
um roubo que ae diz ter apparecido era urna im-
po-tonte dependencia do miniaterio da fazenda.
Parece que ae trata de urna falaifieo;to do tituloe
de divida publica, ou couaa que o valha.
A importancia do caao, se verdadeiro quan-
to oorimoa, accreecentava o ultimo dos peridicos
mencionados, obriga nos 4 maior rservn.
Outro6 dioiaro que a reuaito inesperada do con
aelho de miniatro8, apenaa tinha por .fim tomar
um .ccordo sobre algumas medidas dictaloriaea
ainda nto decretadaa.
Foi ltimamente lanenda 4 agua polo Sra
Land & Brother, de Berkouhead, a pnmeirailoo
canhoneiraa que eatto cooatcuindo em Iuglaterr
pr conta do goveruo porfuguez. Estas cauhonei-
raa alo da lotaco de 2,000 tonelada e 386 caval-
Iob (forca effectiva) e aerto moatadoe com todos oa
seus ormameBB8 e alusniad -a,fel* luz- eUetnca.
As machinaa elctricas ato eonatruidaa peloa
aereditadoa fabricantea Denny Brothers, de Dura-
ba rton, e os cascos do navio sao da aci.
- Foi-iTaforioadn a eironmaoripeto Je Lisboa, h -
pouco me* dueaetada. Porte ao> antigo aooeelh.)
doa Olivaes ficar eneorparado na capital. A aJe
desse conselho possa a ser era Louv.-o cuja denn
minacto ter4 d'aqui era dianto. Alguraaa fregne
ziai do ex-eoneelho doo Olivaos sto annera-ias >w
de Villa Pranea de iira.
Amaohi jr provavelmente. 4 i oaa>gaatuw o
decreto reformando o servico doa correios e^jle-
graphos.
O ponsamento-(Kessa- refirma tem por- fim in-
corporar a diKocS^ doa onaioo e-telegraphoa eora
uraa diraccio iatexna. da ministerio das obras.pu-
blicas, deixaado de ser umi direceto externa co-
mo at agor.
Aeabam as funo?5--a>.deidreetore8, qus tinbara
os inspeetocea; alargara je,i-porai, a suas fu ne-
cees de inspecco e de fiscaaacto, fieando inde
pendentes da direceto geral e devendo nestea as-
samptos, eorresponder-se directamente com o mi-
nisterio. Sertoextinotaaa secretara e a contado
ria da direceto doa telegraphos e correios, .fieando
o servico deataa cargo da reparticto da direceto
geral de contabilidade do minist-rio das obraa
publicas.
Reforma o servcoerterno dos corroio e toie-
graoboa, segundo aa neeeasidad -a que aa*xperin
ciaa tom deraanatrado, augmentando-ae muito o
peasoal inferior para satisfazer com regulaniade
o- aervico que lhe compete.
__Pensa-se em reformar Umbem a administra-
cao da clmpreosa Nacional e do Diario do Go-
verno t _.
__A frente, daleg-icao do Brasil em Lisboa ea-
t4 o 8r. Lniz Guiraartoa, Io aecretario, por ter sa-
bido n'uma digressao de recreio fra de Portugal
o reapectivo ministro.
Caaoa o Sr. Dr. Vicente Monteiio^ (que ha
poucoa dias tinha pedido a sua exnneraeto de oer
cretorio geral do ministerio dos negocios estran
geiroo) com a aenbora O. Mara Laiza da Cunha
e Menioes, filhaa d is Sra. condes de Luraiarea. O
casamento foi eelebrado.na igreja parochial de S.
Joa (Larg > da Annunciada), indo depois da ce-
riinonia os noivoa para > valle de Santarm pas-
ear a lu:t de mel, n'uma quinta -da senhora mar-
rere, fica
17 3)
l
plementar na importancia de 79:203#38, poraas
TerbaoDeapesas oeoretooe outraa, do exerc
ci de 188* a. 1886, oo 8. Castro Caoreira, Dio-
so Velbo, Dantas, Gomes do Amoral, Corren,
SiqBaieo Mendese Paulino derSouza
JiMoooiro porcada orden io dioioi approvado
. perecer da commissao de nstruecio publica,
opiaando para .qoe se archiTe o rtqnenmente em
A aring
lat. S. .....
O rio Mazoe, a que cima nos reterimoa, corre a
um, dona on tres dia de viagem ao S de Tete.
Com sta oceupacao, e quando-hoover, se nao
desapparecu agora, a aringa de Maaaagano, a
aceto directa do districto de Mantea chee.ara at
A margem dreta do Lucnhe c do M-soe e a do
districto de Tete ir at 4 margem eaquerda dos
dous ros, a9segurando aaaim no oommereio e
prosperidade desta regito um largo futuro.
Seja, porm, qual for a importancia territorial
daa trras conquistadas, o que nao pode todo o
bom portoguez 'deixar de afanar se com a Victo
ria das nossaa armas, embora em regioe remotaa,
vendo perpetuarem-ae no tacto hodisrnos aa leu-
dara tradicc do noasos avoengos.
__ Esttmoa em plena dictadora. A opposicao
reg-neradora ralba e nto se lembra dft tanto a;-
tos dictatoriaea menos justificados, cuja reaponsa-
btlidade nao duvidaram aasumir a diversa situa-
co.s regeneradoras, que por eapaco de aeis annos
conaecutivos ae encootrarara 4 frente da anpreraa
direccao dos negocios pblicos.
J foi decretada *m dictadura, alan da reforma
administrativa, a qoe me refer na minha de 28, a
reorganisacto doa servicos de engenhana de obras
publicaa. Expondo e explicando aa dispiaicSes;
principaea d'eate decreto pub'icado no Dtaiio, de
bmteu, -\ cor relatorio notavel.
Por esto decreto foi encorporado ao Ministerio
daa Obraa Publicw o 6ervico lo obrts publicas
diatrictaej e eato poato um dos mais importantes
da referma.
:30a quadroa do pessoal de aerTicoo de minas e de
floresta f Tara separados do eorpo de eogenheiroa
de obras pub'-a.
Cnmprindo ama solemne promeasa feita
quando oppaicao, o miniaterio progreSaiata acaba
tambem de docretar ia abolicao do imposta do sol.
A tftoenctei-deste imposto era-damooa para o
tVasuto, ao paoao que prrjulicava a boa econo-
ma do reino.
Vale bem maT fiacilisar-cudadoaamente os im-
posto exiatrntes, para dell- ae aufer-ir o produoto
HOipOTrI mm a eoa elniMcidade, diz o governo
no respeotivo relatorio, do que erapeohar-ae por
mero copricho em manter urna contribuicto repel-
lid* pelas'condiyOea, pelos ccarumes e peas tradi
cm do-pas.
Pouco bastou c.uidor-ae da fioealiac2o dos di-
Teiteo de aeree, para qne oo liquidacSes de ans
ro o "23 'de Junho do eorrente auno tenham produ-
ido 281:529*342 (fortes), em vez de 215:715*910
pe as p
mais intimas.
Ha poneos dios o Rrd. -Luis Jos Dias, que
foi nomeadoprior da freguoeia de Santa-Cathari-
na, uraa daa maia importantes de Lisboa, tomou
solemnemente p08ae, tende bavido muitoa convites.
O ministerio es/eve quasi todo. A' cerimonia re-
ligiosa sigui se am esplendido copo d'agua, que
foi servido na-sala da antiga livraria dos Paulia-
taa. A igreja d Santa Catharina ha muitoa an-
noo que tem a ade no mageatoao templo doa Pau-
listas.
O Sr. Luiz Jos Dias te sido deputal as cor-
tes .mdaasou mais legislaturas, militando na
fileiras progreaaiatas.
__E' no prime.ro de Agosto que S. M. El-R'i
a Sr. D Lu parte na corveta Affonso de Albu
merque p*ra Inglaterra. J4 Ante houtWn se ti*"-
ram *s experiencias da laz' elctrica na referida
corvera. A corveta Estepnemi* acompanh ir El-
Rei no sua viagem ao norte da Europa.
0 Sr. D. Luis 1 eaprado em Oabjrne, na pri-
nieira qtnnsna de Agoafo, diz um tefegramma de
Londres.
88. MM. estilo em Lisboa. A Benhora D Mh
ria Pa, logo que El-Re partir d'aqui, ir para
Caacaea, aera regresaar a Cintra.
O caniinho de ferro de Cintra vai mito adan-
tad), ma ainda este vero so nto poder* abrir 4
circuateto publica. Entretanto para oa trabalhos
de balastragem as locomotiTas pereorrero a li-
nhaem toda a suaextenaio. O qjeeat mais atra-
sado o tunoel que deve pasear pir batxo de ce-
aiterio occidente* (Praaeres)-as proximidades <1J
Aleontara. Eet "toonel beguudo urna variante
admittida ltimamente para substituir o tracdo
que no pretrito inTerao soffreu grandea estragas
Diz-se, todava, qn proVisorianieUte so dispen
sar4 o peieurto pelo tunnel, cuja conatrnecto ain-
d aer4 demorada, rtteUndofcse peloa pontoB aa-
periormeute indicados.
E' um grande beneficio 4 salubridade dos mo-
radorwde Lisboa, este da lhe por Cratra 4 porta
afim de irem rnOptrar, ao meneo-todos osiiminjios
e-faOHos,>our creadorda monteoha, sem estra
Karero, p-lo eaminho, os pulmoes com a nuven
de p que se levautam na estrada ordinaria em
pi-ssim >s Tehiculos tirados por muars.
Hoje esteemi-ae no Colyses'doa Reereioanma
coajanbi* rtarlaoa de" opera ryriea. E' a nwsma
que estova canuado no theatro Baquet do Porto.
Oumecra pelo Trovador e abalanza ae a dar
aos os Hagnotes o Ernani eti, etJ-
O Colysca tem lugsres, auitoa canto d lies, a
orrespondeacla do Diaria
Pernanbaco
RIO DE JANEIRO Corte, 3 de Agosto
de 1886
SoiociBio: Convalecen? d > Se. presidente do
eouselh ..Boa tos-que oorreram acer-
ca, da aoleatia de 8. Exc. Snpposta
cri6c ministeria.O que bouve de real.
DiacuaaSo do orca/nento do Minate
ro da Agri -ulturaj.Seu adiamento. -
Um episodio augracado. Centenario
de 1789.-^-0 srs. C-imKdo de Olveira
e Lourecco de Albuquerque.Discus-
sao do orcamento do imperio no S oa
do.Instruccao publica e salubridade
publica. -Os examea na Paculdade do
Recife.-Uni'.i}ueBtto militar.
Aonanciara oa j|inaaw de rujo qsH o Sr. presi-
dente do coaaelh}, que ultiawraeii'e tora eattd >
seriamente incomraoado de saudu, acaba de en-
trar em franea convalcoeaca.
Apezar da moleatia de 8. Exc. datar de mais de
mez, tenho-me abatido de fassr refer-racia a ella,
porque nao aabia o aeu gr4o de ^ravidade. A
dar-se crdito a>a diagnsticos dos curiaos e no-
veUeiroe da raa do Ouvidor, era ura caso desespe-
rado do aathuia cardiaca. Nto era este, porm,
a opiuio dos mdicos .assigtentus do iUuatre en-
fermo. O seu diagnostico era autro, e elles re-
commendavam repiuso, abstenjo coapleta de
qualquer trabalho, v ato que sendo s accessos
mais frequantca noite, que era quando o-mal re-
erudescia, precisa va o doente aprovoitar as horas
do dia para reparar o somao perdido e- por esse
meio restaurar as forcas tamb-'in perdidas a noie.
Disi->ae, .porm, que os medios eecu-ltava.n n
verdade e que o Sr. C>tigp conhewinJo o seu
catado j tinha reaolvido pasear a presidencia in-
terinamente ao Sr. Ribeiro da Luz ea.pu.ata.de
eatrangeiroa ao Sr. Belizario. O Paiz chegou a
repetir ha pouoos- Oatetla de Noticias, ji oomnwntada na improasa
e nio realiaada. Dase-ge que a id. de cao fiar-
se a direccao doa negocios ao honrodo ministro da
jastica hivia suscitado grande desagrado no seio
dos amigos do ministerio e traria como conseqnea-
ciaBeceastria aappangl) de urna diaaideacia na
Cmara.
Procurei mformar-me do que de exacto paderia
haver a tal reapeita; t o que oonaegui colher nto
coufirmava por modo algum somelbantes boatos.
Suio-a,molestia do nobre presidonte do consalho
era grave como ae dizia, nem su tiuha tractad j de
ps8ar,a direccao doa negocioi ao Sr. Ribeiro da
Luz. O Sr Cotcgipe nto compareca aos despa-
chos era S. Chriatovara, mas reunia o collejas em
aua casa e presidia aa conferencias maistri es.
Somenteiduaa venes deixou de Ueel-o, por assim
recomra Vil da Birr*, a raesmo porque nto havia ne-
ci de importancia a re8olver.
Maa, cora a noticia de hoje, especialmente dada
pelo Paiz vio caaaar oa rumore de crse e eou-
jectura mais ou menos verosmlhantea.
Ao que a e dizem, a molestia de S. Exc. consis-
ti em-uut certo embaraco nos' pulmeo que
tem oamedieiua ura nome de qae agir ato m^
record -do que ihe resulta va grande aocirtiad-
e;difficuldade de .respirar. Logo que espectara-
va alhviava ;-e euiael^) espetarar ..cuito para
deacmha'acar oapulmSea coas'.stio a medicacao.
A aathraa tem cedido-, mas para o que nao ha-
remedio para os 70 aanos, que a a. nosao clim.
s&o molestia que eechuna serioai curiUdos, qne
o mdicos confirmara que foi o que complicou o
ipeomraodo Je S. Exc.
Tetn continuado na Cmara doa Deputados
a discussao do ornamento do Ministerio da Agri-
cultura. Hontem fallou o respectivo mi .istro,
respendendo aos oradores que ae empenharam no
debate, explicando o aeu plano de economas em
p.ejuizo da admn.iatracao e expondo as suas vis-
tas e o syate.noiquB se propoe seguir nos diversos
ramos dtAervM que correm pela tua pasta. Abs-
tendo se de emittir opiuiao sjbre cada uraa daa
varias emendas ap-eaentadas, concluio requerendo
que, tanto o orcarrento como aa emendas voltaa
sem 4 commisaao de oicamento, fieando a discus-
sao adiada at que a aeama commissto apresen-
tasse uun parecer sobre a.conveniencia deserem
alterada as verbas dos primeiros cora a adopcao
das segundas que e3tejara no caso de Ber aceitas
pela Cmara. .
Esse requerimento foi approvado, e hoje de ye
ter coraecado adiacusoao do orcamento do Minis-
terio ila Fazenda.
Dando noticia do dseorso do Sr. Prado, dis a
Gateta de Noticias de boje,-no s-'u boletim
. O empenho do Sr. ministro foi mostrar que o
seu orcamento foi cortado quanto permitiera as
circumsUncaa, e provar que cabe a adminatra-
co a pasaadaa a responsabilldade de mnitas des-
pezas. .
..Qaanto ao importaste osenmptoda immigra
cao, S. Exc. entende que com a le de trras que
ainda nto se sabe qnando eer4 diacutida, com a
verba de 2,100 c-rato e om a tefe parte do ira
posto da lei de 1885, o goveruo est^habiliU-lo a
fazer face ao servico de immigmgao. S. Exe
toin-iem entaude que so deTo tratar da colon.sa
cao nacional.
Quanto ao mais, o Sr. ministro defendeu o sen
orflhmentu'com una grande sincridade.
Apenaa > psn-a aentir que 8. Exe., talvez para
ato assiistar a sua maioria, fease tao tmido na
ipoaifo do seu plano de iraraigracao.
Na disawssito desse oroamento dea-se um pe-
queo episodio que nto deixa de ter aua graca
Foi relator da respectivo parecer o Sr. Lourenco
de Alboquerqu, un dos membro da eommsato
da orearaento.
OSr.Qd*!' de OHveira, na tarefr. qae a*
impoz, disse elle, de snoaWar em- que-cenaiJtiam
aa economia dftactual aituacto notou, entre ou
tras colisas, que n> se conaigrtasae verba para
que o Brati pldesae cencerrer 4 expoaicto oni-
vertol que h; de ter lugar em Paria em 1889, d-1-
xando assim de correspondermo3 aoconviteqne nos
fez a Franca para aaaistinnos, qaand-> essa nueai
amiga tem de celebrar o centn,rio da revolucto
de 1789, a que os pavos livrcs Jevem prestar ho-
ui-iiageta. Nto foram estas exictamente as pa-
lavras do digno deputado mineiro; mas a sara-
ma do que elle dis=e. .... ,
O Sr. Lourenco de Albuquerque, justificando
coao'lhe eamprla o trabalho da eotnraisaSo, e en-
trando na preeiacto da irapugnaeoes e censura
a cada urna daa verbas, tocou naquelle ponco e
disse :
Por que ha de o Brazil se fazer representar
no anniveraario da revolucto de 1789-?.. O no--
bre deputado tornou saliente a ida'e'como liberal
quiz prestar homenagem a esse -anniversario. Eu
sou liberal, maa enteudo que nada devenios 4 re-
volucto francesa. Ella iniculou na sociedade o
virus revolucionario. Seus promotores procura-
ran! imitar os hroes de Roma e Grecia. Nunca
vi poro chrietto imitar tto servilmente o paga-
nismo! A idea liberal muito anterior 4 revo-
lucto francesa. Com essa revoliifao ns povos na
da gatJar!ira
actual ministerio, e larantar-se o amor propr.o
-U]uerendo ir alaoda lei citada, porque Uto parse
que e terreno est sendo preparado para sao no-
iva ordem de couaa- *
Os deputados beroe nto fiearamatifk03
cora esse m>do de rer do seu eerreligiaoatrio.
No senado ainda contina a disswsaa > 4o
J#rcamento do minstteriodo imperio, oarque oaoa
sido pronunciados discuraoa importantna. Os dona
pontos debatidos teem sido : instruccao pub.ica e
salubridade publica. O Sr. Sarai 'a suggerio kma
idea jaanto a esta, que tem aua originalidade,
mas, e praticavel. S. Eic. lembrou que as com
panhias de bonds, cajo privilegio e material tem
r-da-reverter ao Estalo no flm dos respectivos pra-
os, tem o,8overoo um capital de eeros Je asa-
suuta mil contoa, que p Je. o deve aer aaplica lo
aot melhoramentoa sanitarios desta capital -, e
indicou o meio de desde j colher-se antecipado
prov-:ito desaa reversao.
O Sn- Affonso Celao proounciou hoatem umate-
reasante discurso, que veraon em sua maior parte
sobre instruccao publica.
Reco rendo aos dados que ofiVrace o relatorio
do ministerio do imperio, mosteou o estado lasti-
icavel em qae .eeeaapcoa descreve ro, eniino pu-
bttee,
Tratando daa mesas-de exam-es qne foram aup-
pcimidaa no Rio Grande do Norteo Sergipe, dis o
rotatorio o seguinte, quanto aquella :
Na priineir das mencionadas provincias
prestaran, em um ou dous mezes, segundo ajfirma
o di.-ector interino da Faculdade, exames dos dez
preparatorios individuos de Peraamhitco, que nunca
tinhar estudado. as materias sobre que vertam
aquellee exornes.
Assim, de 295 estudantes matriculados o anno
passado no Io anno da dita Faculdade, 162 ha-
vkim realisadios exames de preparatorios no Rio
Grande do Norte, onde a 20 erara residentes.
De 368 estadantes que era Araosi -e inscre-
veram para exaraes, apenas foram 15 reprovados e
dous faltaram 4sprovs
Adianto accresceuta :
. Com effei*', aopaso que-oapopaliaa pro-
vincia de Minas Geraea, onde existe cursos regu
lares do bumanidades, inacrevem-ao 299 tudan-
tas e, destea 109 uo realizara os examea, as
Afagoaa inscrevera-ae 354, na Parahyba 32G, em
Santa Catharina 302 e em Sergipe 646, doa quaea
s 35-aia eoaparecem 4a provaa.
No reUtano do director interior d -F-iculdade
da Rocite l-se o seguinte na norte relativa aga
examea e ao modo porque proeedem oa lentea :
Daquellaexcessiva c at oriminoaa eompl-ic n
eia d-.apenas urna ida approximada o namero
at exames, que, elevando-se 799, como as v do
quadro junto, nestea contara se 15 reprovaC5es
emente & tudo isto quando geralinente se
oabe que as aulas da Faculdade, durante todo o
desertaa,
torio da circusaeto metallica fno imperio. Em-
bado o antigo rgimen e o segundo reinado a qui-
zeram estobelecer sem attenier 4 contrariedadea
que podiam resaltar da concurrencia do papel n-
convertivel. A medida da 28 de Julho de 1821,
pela qual o antigo Banco do Brasil declarou a im-
poasibilidade de pagar integralmente as suas no-
tas, precedea a ruioa do padrio monetario daquel-
la epocha, e, em 1864, o noaso principal eatabeleci-
menta btncario vio-se forcado a prescindir de um
direito de emiasio, que constantemente era *.om-
promeetido pela superabundancia de um meio cir-
culantasem troco obrigado.
Se oneremos tornar o nosao instrumento mone-
arlo de permuta oompletament neutro entreo
activo e -paasivo das tranaaccoes do paiz, se nao
deoejaao qcc pelo vicio de sua naturesa intrnse-
ca elle deotrua os resultados da oetividade nacio-
nal ou torne improficuus todos na melhoramentoa
tnateriaes -**ivs, indispensavel que o retiremos
gradualmente da circulacto, para dar lugar 4 en-
trada de numerario mais solido.
A s;iencia moderna nos est4 indicando a ver-Ja-
deira naturesa de noso pspel inconvertive!, quo
ainda objocto de illasao para os espirites atra-
aood, quo oe doinoram na antigs theorias do
crdito Ilimitado. Na ultima confereucia mone-
tiiria da Europa, o Sr. H -arique Cernuschi, dig-
tiucto econjmiata e representante do governo fran-
cs na commiaato que a conferencia in ernacio-
aal incumbi de elaborar um progrmala de tra-
balho, entre outraa, rormulou as seguintea propo-
posicoes, que foram g'>ralraeuttf acuitas:
I. Atnoeda um valor legal e mathematica.
IL Valor legal porque o legislador quera de-
signa a materia de que ba de aer feita a moeda e
quera irape o curso forcado.
III. Valor mathematico, porque a moeda vale na
razto iuveraa da sua mas ia, isto da quautidade
que della existe.
V. A moeda metallica dcom'issao automtica;
o limita da einiaato nto fixado por wnguem.
A moeda de papel de emisso gavernamental: o
lmite da eaasato fixado pelo governo.
VI. O papl-moeda smente moeda nacional.
A moeda metallica pode aer moeda internacional.
X. Dividas e crditos, rendas, rendiraen'-oa, pen-
s5ea, seguros vitalicios, todo os contractos para
futura transmissto de capital ato estipulados em
moeda. Se o valor da moeda vem a mudar, todas
aa peaaoaa que tiverem de pagar ou todaa aa que
tiverem de receber sera lasadas.
XI. I ara eatabilid*de dos precoa e para aegu-
ranca des eontroctss a praso aporta qua o valor
da oMwda.spja astovel.
Eatea solidos principios resmeos a experiencia
doa tempos modernos, e preciso convencerrao-no3
de que economa poltica a maia experimental
das sciencias e nto pode fiear nunca subraettida
4 convenc5es genera!iaadoras da metopbysica.
Qu-rermoa aubordinala em tudo 4 abatraeeio o
'nosao maior defeito e delle nos tem resultado nto
poucoa prrjniaoo, decepeoea e experiencias malla-
gradas, de que provm a perigosa aituacto dus fi-
nanca8. ,
Niuguem descoahece, pir exeraplo, a utilidad*
das viaa frreas, mas o abaolutamo daa ideas nos
fez pensar que ellas poderiara por si s, produzr
railagres irapossives. O Ilustre economista M.
de Fe vi I le, nos aeua estudos aobre o influencia dos
camnhos de ferro na riqueza publica, reconhece
desde 1825 a 1874, a praduceto do viuho o
dispensar me do deaagradabiliaaimr dever d* indi-
car os nomea de alguna lentea que para is> ama
eontnbuiram : geralmente e sabe a V. Etc.
aliunde o poder4 saber tambem, quaea aqueiles a
ajo carcter se pader fazer juatica.
Na verdade tudo iato deaamm idor !
Depois tratou a honrado anftdor da. ceforraa
municipal eatranhando que, deps-do que fot an-
nunciado na talla do throno e no relatara do minis-
terio do imperio era que ae proraetteu a apprejen-
tacao de uraa propista do governo, o govorno va
desenterrar o projecto apresentado pelo br. i au
lino ha 17 auno e com ello ae contente.
O Sr. Gorreia que falln em seguida cxplicou s
faeto pela convenieaci'* de i.proveit*r-3e um tra-
*lho ja adiantado, que eatA em 3 discussao, e
pele ser emendado alterado no gentido era que
o "overno achar mais conveniente. Hoje deve ter
fallado o Sr. ministro do imperio ; prximo de >e
restar terminado o encerramento do debate, pras e
timp)'de>tratar-oe- doa autroa orcamento e tam
beittdaa lei de forca-de terr* e de ar ^ara o
, xercioio de IcSRofl^SS, e a f.ilta um mez '
do
soasa> ordinaria.
Houtem, 4 hora doa rejueriraentos, levou
Sr. Zieoondade Pelotas para a tribom do senado
uraa questao militaram que muito ae tem oceu-
uadi ultimameote o Pair a Gazeta da larde, a
saber : urna repreheusto mandada dar em ordem
do dia pelo 8r. rauiatro da guerra ao coronel de
artilharia Cunha Mattoa, e doua diaa depois a
pristo do mesmo official por 48 horas.
O coronel Cuoha Mattos andou ha pouco no
norte em commissto de mapeceto militar, e eateve
no Piauhy, onde inspeccionou a companbia de
infantera da guarnicto d'aquella provincia.
Do mosb porque He desempouhou essa oorn-
raiasto occuoou-ae o Sr. Simplicio de Rezende,
deputado da mesma provincia, e nto o tes nos
terinas maia convenientes. D'ahi origmnu-ae o
caso de qus saultou aquelle acto do Sr. ministro
da. guerra. A hirtowa ura pouco compnda e nao
poaso refenl-a hoji. Direi apenas que, o que o
Sr Pelotea e tambem o Sr. Affonao Celso censu-
raran! nto foi a pristo, maa a repr- b-raso em
ordem do dia.
MeioriiHfilante
n
(Do Jornal o Commercio di corte)
A emenda apreaentadas no parecer da com-
missao da orcamento sobre a despera do Minutario
da Faoenda, e as medidaa que coitata sero pro-
postas pelo Sr. conselheiro Frneiaco Belsono
qunido ae discutir o orc-raento de receita, confir-
mara as ideas geraes em que naa baaeamoa no
precedente artigo. Podem os pareceres divergir
sobre a conveainocia oa oppoTtanidadB desta ou
d'aquella medida, attendendo-s-: a cir-ramatanciaa
t,spcciaea das industrias do paiz ; mas o objetivo
de todos os horneras sensatos niio dve deixar de
ser o-corte d-< deapesas desneceaaarias.' a ceaacto
de n-ivoa esmpromissos d estado, a creacto dever
baB de receita pela regulariaacto daa pereep?oea, e
on.eguiutemente o equilbri, da receita ora a
despeza', cmpletando esta serie de medidas pela
gradual extnecto papel inconTertiVel, elemento
vicioso-que destre todaa as providencia tomadas
para o bem commum.
Sabemos que este nto um complexo de med
das tal como o desejaria a adiantada sciencia daa
finatiyaa ; rnas'emquanta nto ae.pode adaptar am
systema eompleto de reforma fimuieeirai ihcaria
cenauravel ou timides veessiva seria nao propro
que posaivel, embira ae cont desde j, com a
apptVHicto que levantante os abusas inveterados.
\ i uta pela vida, condicto qnaai normal daa socie-
dades' niederoa., urna neeessidade ndeclmavel
da nossa adtniniatracto publica. E' preciso aea-
bar c;m eata ephemera vida daa adminiftraCoja
polticas, que, ha mais de dez" minos, semcia as
ratas* pelas provincias, e, pelo encontr e choque
das idase acto dos estadistas, reduz oa resulta-
dos d vida am-niatrativa a urna completa dc-
rota fiuaneera e econmica. A conaondi-cto daa
financaa permittir4 a est .bilidade das admnistra-
coo', e at conseguir essa conaolidaco, manda o
patriotismo que se squietem os intereases e amb-
C06--
Era todo o caao a opinilo publica cata cansada da
instabifidadeerequei-, core Insistencia, a consolida-
ojo de nossaa finan*?, erabora'wm os raaiorea sa-
crificios pessoa- a. Ja demonstramos no anterior
artigo o mal que caasa a todas as classea a depre
ciacto do meio circulante, e o recente xito daa ul-
timas operaoes d Sr. ministril da faenda evi-
dencia a docilidade'cetn que os interessados rece
bem oa actoa de maior energa e coragem finan-
cera, logo qne ae lhe acea, como objectivo, com
a consolidacto do ciedito publico.
Apeaar de decorridos 50 anni, ffepbisid* admi-
niarraco do sabi* estadista Oandido'Jos de'Aran
jo Vianna, akrda hoje teem-plena appiceto ,as
obaervaces que elle apresentsva no seu parecer,
de 1833, s->bre o melhoramento do meio circulante.
D'iia. f>f l T ''as poSsiveit. rnxA bter
.nciiioia.u.m--^- .-*-- ---------i--
factores da evolucto econmica ja reanaada, alea
da viava > accelerad^ a applicavao da mecnica
e-da chimica 4 agricultura, o emprego daa econo-
njiaa particulares no desenvoluiraento da forcas
productoras da trra, a abundancia de capitaes
dlsponiveia, e finalmente, o deaenvolviraento da
induatii.
Como entre nos, maior parte dcsaes tactores
uto figurara na economa do pas, em muitos pon-
tos os resultados dos camiuhoa de feria tem aido
negativos. A aua aceto imm -diata foi crear no-
vas neceaaidadea da vida social, habituar a popu-
lacao e despesas nto reprod ictivaa, activar a ex-
ploracto do paiz pir immigrantea, que retirara oa
seu capitaes dentro de p uca asno, cora descon-
fiara;- do pidrto monetario, ao pasao que o pro-
greaeo da prodcelo e da expartacto lenta, pouco
aorcciavel, e nto est na razto directa dos com-
JoraUsos. O Estado diapend.u 152,800:0!WO0
,11a tacturi de vias-twreaa, garanti 218,000:000*
de ca- itaes. estraugeiros pela maior parte, e est4
ameacado i>: am pagamento effectivo de juros, d
15000:000*000, pr anuo, icm que, 4 excepcae
das estradas de ferro D. Pedro II e Santoaa Jun-
diahy, veja reaultadoa tangiris e reprcductivo*
doa aens sacrifieios.
A depreciacSo do meio circulante, a ncertexe
dos resultados das colheitas, a emgracto constante
de capitaes, effeitos do urna s causa, contriDuetn
para esta iecepco sobre as vtas torreas, que
preeiao nao asgravar por novos comoromissos.
O Chile rccooheceii a conveniencia e neeessi-
dade de fixar o padrio monetario, para se reeon-
sti:uir financeirameute, e o seu poder executivo,
alm da canversto da divida publica, propoz quo
se fixaaae em 3,00C.O00, a quantia que deye re-
tirar se j>nnualmente era bilhetes d:; eraissto fia-
cal ; que se mandaase pagar era peaoa fortes ou ea
pi ata a decima parte doa direitos daa altandegas,
e se suspendesse a emirato banearia emqnanta a
emisso fiscal nto ficasae reduzida a 32,O0O:(K)0*.
E' Dreciao notar que o movimento commercial do
Chile com o exterior i, era 1879, de 130,00.1:000*,
tendo alm disao imprtante comm-rcio de cabo-
tagem. A proporcao da moeda fiduciaria para o
movimento commercial muito inferior 4 de noss
papel inconvertivel.
Esta reorganisaco de vida tcjnoraicanoa Eata-
dos-sul-americanos deve ser para nos exeraplo
oproveitavel e incentivo para urgentes medidas.
A abnegacto dos paitidoa ter de patentear-se,
se queremoa auatentar oa crditos de nacao pros-
pera.
HtviSTA DARI
A uhir nubhesldo eae treh na folha otficial, I urna boa- eirculsqto : .
ntopt o Paiz oceultar o ua indignaCto, por | E" a denoia de reorgan.aado o syatema mo-
ver que, depois do quesob;>a revolnca-' tV
za dissciam Chot aubriann, Vi-
tarto c ici i'i-lo-se domiciliados em nosse raer-
HugbeTuli.* odo oa .oos, que poderi fcilmente
ville, aind* venh o S>.; debutado LoaWraco d
Vltejqlierqllf. dBCr qe niogaeirf lafvna >*om B |
lot'q'iefdl u*na parodio grega, taire* oono a da
Bella Helena, a que elle nto d4 aeu voto a 1789.
O Sr. Candido de Oliveira, voltanda i triburts,
daplorou que fos*B o Sr. LourenyOde^xtilaquer-
que, 6eu compaoheiro de opposicao, que se encar-
iuatitur-ae, eViaftilr'entre'oi um banco nacional,
n ijn-v' vi- +t a Wm*.1 le mto aoBse1horo>nenf.o
do noaso molociolante,imprinwdo.lheo earsc-
ter, que amente proprio de crfonla^to mantida
peo crdito de tfces esUbelecimeotoa.
Esta bp-infito-d^dmd no*oa mals^TaboViosos e
Ilustrados compatriotas eat4 confirmada pelahis-
8 IslatrletoRealiaa-ae no dia 12 do cor-
rente, depoia de amanha, no 3* district i desta pro-
vincia, a eleicto para am deputado ger.il, na va-
ga aberta pelo fallecimento do Dr. Antonio Fr la-
cisco Corre i a de Aranjo.
Sao candidatos easa vaga :
Pelo partido conservador, o Dr. Felippe de Fi-
guera Paria ; .....
Pelo partido liberal, o Dr. Silvino Cavalcanto
de Albuquerque.
Caara Ifiliiicipal dfe Pfio d'.41ho
No dia 3 do eorrente, realiaou-ae o 2* escrutinio
da eleicto para a Cmara Municipal de Pao d Albo.
Foram eleitoa:
Frauciaco de Barroa SilVa Caatro (L).
Mauoel Ferreira Lima (C).
Dr. Marcolino Ferreira Lima (L).
A cmara ficou eosaposto de 6 conservadores e
3 liberaea. .
!Vov<> Banco Teve lugar sabbado, urna
hora da tarde, no Club Carlos Gomes, urna reuaito
de commercrautea desta praca para tfactr da fun-
daco de um Banco que ae deatuie, por meio de
descontoe e outraa operacoes, 4 auxiliar o grande *
pequeo commercio.
A idea foi muito bem aceeita, senda nemeaaa
am commiaato para 'evar a effeto o Banco, com-
posta dos seguintes'Srs.;
Comoacndador Manoel Joto de Amorim.
Camracndador Joo Js Rodrigues Mendes.
Commendador Manoel Martina Fiuza.
Commendaior Luis Jo da Silva Gutmaraee.
Domingos Cruz.
Jos Lopes Alhetro.
D. P. Wild.
Pedro Jos Pinto.
JosMaria de Andrade.
JoaoChristiane.
Joaquim Olintho Bastos. ., m
Foram iniciadores da idea os Sra. : tenente co-
^np| ln* Hp 01tv*ira Castro e Joo Karaos, os
quaea havendoncurabdo o Sr. Dr. U.yssijs Vianna
de confeccionar aa bases para referido Banco as
tranamittiram 4 mencionada reuniao
Mlsjaerloa do BecifeDistnbuio-sc non-
too fmeieulo do bonito romance, sob o tita-
T eS7pe.o Sr. Dr. Carneiro Vil.e.a
Colla de Nossa Benhora das. ?-
ciarla* Na noite de 15 do correte realiaar-
.. ba a feata annual que as alumnas deste colle-
e^o offerecem 4 aua digoa directora, Exma. Sra.
laronia Vender Dnosen d Herpe.it.
O programma divido em 3 partea, sendo a r
musical, a 9 repreaentacto da comedia Jfaoiao,
m Corgueit humi, a aaro dansante.
COnfereaeta HcleiitlBca-Comaunicain-
nos
Na preaenca de creacido numero do. nosao*
ilnT".
'
) '


Diario de Pernambuco---Terfa-feira 10 de Agesto det 1886
l
1
t
Hastiada* clnico, realisou se, a* sabbado pat-
eado, no e-criptorio do Dr. Raymundo Bandeira,
a coufei enca anasaciada pelo Sr. D. Carlos Cbria
tie, representante dos Borroughs Wellcome* O.,
himioos deloudre.
O llusre cunferente tambem realisea m* pr-
sese* do Ilustrado auditorio, por molo de anslfsiai
chimieas, exsoneaeiaa aobr oa segaiutes pontos :
, 1.0 a digestap da camina do le le por mo
do extracto de fascreatisa do Dr. Fairebild com-
binado com a peptona.
2. A ooaveraao de una pasta de uraido em
destrina e g'aueosa coma diastere cootida no ex-
tracto de malte de Keppler, sendo de grande va-
lor est preparaco coiao digestivo e alimento nao
so para os adultos coa para as criancas.
3.a Urna compareci microscopio de varias
emulsoes, provando que a emulso de Keppler
de Hzeite de figado de bacalhe a extracto de mal
tu urna verdadeira solucao do azeite e assim
muito mais fcil de digerir do que as emnlses or-
dinarias e de um gosto muito agradavel, sem cau
sar o seu uso dispepsia nem darrha, como sem-
pre succede cm a administradlo do azeite ordi-
nario.
O Sr. D. Carlos J. Christie toroou ainda pa-
tente o grande numero de preparados da casa dos
Srs. Burroughs Wellcome A C-, de Londres, como
tabellas cumprimidas e rigorosamente dosadag p i-
ra as injeccos hypodermicas, esponjas artificiaes
S outros productos de grande utilidade.
O resultado da conferencia do Sr. D. Carlos
fo: bastante satisfactorio. .
O llustre corpo medico encontrar os prepa-
rados citados na pharmacia e drogara dos ara
Bartbolomeu fc C Succeasores, ra Larga do
B laerio n. 34.
BecrcatUa Joventnde-Esta socieda-
de, do dit 14 do corrente mez, commemora o 22
anniversario de sua creavao com um sarao dan-
sante, para o qual a respectiva directora nao tem
poupado esforcos, no iutuito de tornal-o brilbante.
KleicAo municipal de Iguarani-
Poram eleitos a 8 do corrente, em 2 escrutinio,
rereadores da cmara municipal de Iguarass os
senhores :
Manoul Lourenca Sobrnho (L)
Joio Vieira de Fraga (C)
A cmara ficou composta de 4 liberaes e 3
conservadores.
DinbeiroO paquete Para levou para :
Cear 2 874*250
fioverno do hUpaoDiz a Aurora de
S do corrente que, de 30 de Julho 5 de Agosto,
foram passadas :
Provisio de vigario da fregnezia da Barra de
Natubi, na Parahyba, p ^ernpo de mais de um
anno, a favor do Rvm. Marcelino Rogerio dos Sau-
tos Freir.
peder eumprir ama das principies obrigaodes dos t estado em qne se acha, todas as especies de ?ene-
sUbelecimentos detta iiatureza, qual a de traaer nos s- ra delles sof&er algara lament vel effeito.
s
MM
lu da publicdade o inventario das anas riquezas
hstorieas.
Sob i direccSo do zeloso funeciooans fot orga-
nisado e acaba de ser impresao o 1." temo da Ps-
Uicacdo do Archivo Publico do Itnperi. Conten
este tomo a somata de 5,195 cartas regias, provi
sea do conseibo ultramarino, alvars, avisos, etc.,
emanados do governo de Portugal de 1662 a 1821.
Para fcil i tar a procurado* documentos dispos -
tos por ordem cbronologica, foi orgsuiaado um in
dice dos assomptos de que tratara aquellos actos
officiaes.
Fes-se tambem ama tabella demonstrativa do
periodo de cada reinado, afim de que poasa o alei-
tor coahecer de prorapto em que reinado ou por
qual mouarcba foi o acto expedid e appenson se
urna estampa dos facsmiles das firmas
Representa a publicaco agora feta grande som-
ata de paciente tribalho e constitu: bom servco
prestado p lo Sr. Dr. Tires Portella aos estudiosos
e i|bistoria patria. >
Eis a integra das palavras que o mesmo direc
tor tez preaeder Aquella publicaco :
Com o presente volume encets o Archivo Pu-
blico do Imperio as suas publieaces.
J era tempo.de o fazer,, attendendo assim
ama das necessdadeo dos estabelecimentos de ta|
nato reza.
Na Terdade : nao basta que um archivo se en
riqueca de valiosos documentos e coustitua um
como patrimonio nacional pelas fontcs authnticas,
que eucerre, da biptoria patria. NSo basta, ain-
da, que esses documentos sejam devidsmente cas-
sificados e com solicitude guardados sob as me-
Iboros condi(oes de durabilidade. Jamis passar
elle de um tbesouro soterrado, se nao prestar aos
estudiosos, aos historiadores, aos polticos, ad-
ministraco do Estado e at aos simples curiosos a
utilidade que pode e deve prestar. Para isso o
meio mais directo e cfficaz nao s proceder a
circunstanciado inventario, organiaar bons cata-
legos e ndices, como dal-os estampa, e publi-
car inditos interessantes e a noticia de tudo o
que possuir de merecimento histrico.
E o que nos Estados civilisadea fazem os ar-
chivos pblicos, nao j os de primeira ordem,
como ainda os de somenos categora e riqueza do-
cumentara ; mormente em Franca, onde em 1860,
segundo Champolion em seu Manual Archivista,
de 189 archivos departamentaes s 39 nao tinham
feto suas publicaces.
A conveniencia, se nao necessidade de se at
tender a essa condico quasi caracterstica de
um archivo a fiz sentir em meus relatnos ; e eis
porque nelles, attenta a carencia de consignaco
de fundos para taes publicaces, procurava eu ir
fasendo ligeira menco de alguna documentos de
dem, de coadjucter da freguesia do Cariri a|apreeo aqU existentes. Tendo, porm, o relatorio
Parahyba, por tempo de um anno a favor do Rvd. Jd0 Ministerio do Imperio Assembla Geral sol
Manoel Ubaldo da osta Ramos. .citado meoi, foram elles votados na le do orca-
Idem, de uso de ordeos por um anno, a favor do
Rvd. Saturnino de Jess Bezerra, residente na fre
guezia da Macahyba, uo Rio Grando do Nor:e
dem de uso de ordena, confesor e pregador por
seis mezes a favor do Rvd. Jos Thomaz de Albu-
Serque, diocesano do Cear, presentemente em
jazeiras na Parahyba.
niiu- rilo poticla!. O subdelegado do
d atriei i da Torre remetteu b"ntem ao Dr. juiz de
direito do 3o districto criminal o inquerito a que
se procedeu cmtra Ant. nio Manoel a Paz, c-<-
nheeido por .Wazom&o, por t;-r ferido cpm urna fa-
tada a Joao Honorio de Dos, no lugar Zumby.
Ca
prximo fiado, foi incontrado o cadver do indi-
viduo de. nouic Joo Francsco de Souza, conhe-
eido por Joao Tata, em um terreno contiguo
estacao da Mangabeira de cinn, do Arraial.
Dj exame a que procedeu a autoridade local,
Terificou se ter sido a morte occasionada por con-
gestio cerebral.
Eticla \ormal da Propagadora.
A distribuicao dos diplomas as alumnos Julia
Mana Eulogia do Carmo, Laura Adelina Saraiva
Galva ', Maria das Me cs G rcia Chaves, Maria
Eulalia Fernandos, Ma:ia I^nacia de JesUa, Masa
tflaulina de Mello >- Nympha Muniz Tavares, ser .
feitu no da 11 docomnte i 4 1/2 horas da tarde,
per S- Exc. o Sr. presidente ia provincia, sendo
orador do cirpo docente o Dr. Virginio Marques
Carneirj Leao.
S teraj ingresso os soeo e as pessoas cjiit-
dad ib.
Pro paga dora da loatruocio l'ulil
ea Reuuio-se no dia 7 do corrente, a 5 huras
da tarde, em sesso extraordinaria o couselho su-
perior deaaa a ja iciaco sub a presidencia do Sr
conselbeiio Pinto Jnior e com a pr Sis. Drs. Joo de Oliveira. Olympio Marques, Pe-
dro Affonao de MelU, commen iador Joaquin Fe-
ttppe da Costa, Pedro Jos Pinto e os prolessorea
Augusto Jos Miuricio Wanderley e Francisco
arlos da S Iva Fragoso, l- e 2" secretarios
Lida e approvada a acta da sessao antecenden-
te, o 1 secretario leu alguna offieios dos presiden-
tea dos conxelhoe directores do Poco da Pan da e
da Boa-Vista, coraaunicando o resultado dos lti-
mos esara-'s e o movimenio das escolas e da bi-
Wiotheca naquellas parochi ia ; outroa offieios con-
teodo offertas de livros, folh-tcs e relatnos dos
befes de alguinas reparticea desta provincia,
orno os da inspectoria.da instrueco publica, no
Instituto Areheologieo, do Tbesouro Provincial, da
Co > paubia de Beberibe, convites de algumas as
geciaces para a sociedade Propagadora fazer-se
rejweaentar Mas festividades de seus anniversarios,
exeaieaaaa ou off rtas do Diario d* Pernambuco,
Jornal, do Hecife, Aurora, Seit i Outubro ea
Lanterna Magicu.
O couselho mandos que se officiasse agredecen-
do4 assim -orno, em vista da informadlo ministra-
das pelo 1' secretario, como commisaiouado pelo
presideote do couselho para servir na comraissao
julgad.ira dos ltimos exames da Escola Normal
de Senhoras em Junho nltimo, que se dirigisse
ara voto de louvoi ao digno director e professores
desea Eacola e o conselho director do Poco da Pa
Be41a pelos ser vicos que teem prestado e conti-
auam a prestar s sociedade.
Com relaco aos referidos extraes, cujo resulta-
do j foi publicado ueste Diario, fazando ver o
presidente que havia um couvite do director da
referida Escola para que o conselho assistisse
entrega dos ttulos ou diplomas a seta alumnas
mestras que tinham terminado o curso e que essa
entrega, na forma do regulamento, devia ter lu
gsr, em su* sede, a 4 1/2 horas da tardo do dia
11 prximo vindouro, resolveu que Be couimuni
eaase aos qne nao se acham .presentes e que todos
oe uiembroa do conselho compareceasem, sendo
posaiv I, aquella solernnida.de.
Sob proposta do presidente, foram approvados
socios bemfetores, na forma dos estatutos, os pro -
fesores daquella Escola Dr. Virginio Marque
Carnero Leo e Francisco Paula das Neves Sei-
xas, e por aei vicos prestados nos concertse be-
neficios era favor da sociedade a Exma. Sra. D.
Francisc Adelaide de Barros Gibson o seu mari-
do Alfred > Gibson, os Srs. Claudio Ildeburque
Carnero Leal, C&udido Filho e Marcelino Cleto
Ribeiro, alm de auitos agradecimeatos que se
manlou expedir, por parte do cmselbo, a outraa
Ezmas. Sras. e dis'inctos cavalheiros que se dig-
naram prt star seus primeiros servicos sociedade
no ultimo concert.
O Sr. presidente declarsu que o principal ob-
jecto daquella sessao extraordinaria era deliberar,
se deviaou nao solemnisar-se, no dia 11 prximo
vindouro, 0 auniveravrio da installacao da soce
dado, e depjis de afumas ponderacoe apresen-
tadas por d-versos membros do conselho, resolveu-
sc que nao se aolemnlsasse.
Delibercm ainda o eonselho solicitar daqaelles
dou8 conselhcs directores do Poco e da Boa-Vista
a continuaeo das iotormaces e dados do que for
occorrendo, afim de p der e mesmo conselho su-
perior dar conta de aua g rencia c eleger-s o no-
y conidio, na forma do artigo 31 dos cst i tu-
tos.
Arcliivo publico,Na Gasetilha do Jor-
nal do (Jommercio de 22 de Julbo ultimo, i-ee o
eguinte:
Esta reparticao publica foi durante longos
annos c .naiderada um ctmiterio, morada da soli-
ao e di silencio, por junto da qual passam os
viandantes reapeitosamente, mas onde s penetram
arrastados ]>or dolorosa obrigaoio.
* Raros euriosos, fiis s cinzas, pretendiam que
all cstava sepultada grande copia de preciosida-
des, elementos indupensaveis pa.a cabal cooheci-
igento da historia do paiz, mas rarissmos eram os
investigadores qne cosassem revolver a poera das
estantes.
Queremos crer -jue nao Taitn a ftlgnns dos
directores do archivo publico deaejos de tornar co-
nhecdos do publico o numerosos c valiosiasimos
documentos qne a reparticao enc<-rra; mas por
falta de consignaaio, i.u por outn.s causas qne nao
conheceinos, tal dese|o nunca ebegou a manifes-
tar-se, quer por tenUtivas.
Coub ao tor. Dr. Josquim Pirs Machado Por-
tella, actual director do archivo, a feliculade de
ment para o exerccio do 188384, e as sub-
sequentea.
Portanto, sebo titulo Publicaces do Archivo
Publico do Imperio, sah e ndices, ora documentos inditos e noticias de
papis de interesse histrico ; pois, tanto de urna
como de outra cousa j ha material preparado
para a imprensa.
Julguei conveniente come^ar pelos catlogos:
sio elles nao s de m:ia precisao para o manejo
interno de;te eatabeleciraento, como de mais geral
utilidade para o publico, a quem revelan urna es-
pecie de galena retrospectiva sobre diversos as-
suraptos.
Publicado agora o Catalogo das Cartas Regias
e j estando comeQada a Impressao do Indiee da
Correspondencia dos Vice-Reis do Brasil com a
Corte de Portugal, seguir se-ba a de um volume
de precioso medito, ou o tambem proveitoso Cata-
logo das Sesmarias. E assim proseguindo, pode-
ra est reparticao jastificar a epigraphe que
adoprou para suaa publica,-oes :RecognoictB an-
nalibus truta priscis.
Archivo Publico do Imperio, Maio de 1886
4asociacv Pei-tugueza de Benefl
cencaEm assemblaa geracs de 1 e 8 do cor-
rente, foram eleitos os poderes desta associaco
para o auno social de 188687, ficando assim con-
stituidos :
Astcinbla geral;
PresidenteAntonio Joaquim Barbosa Vianna (re-
eleito.)
1* vice-presidentcJos Maria da Silva Fernn-
des (reeleito.)
2# ditoManuel Vieira Noves (reeleito.)
1 secretarioB. Aguiar.
2 ditoManoel Lopes Ferrera.
Ccnaelho fiscal:
PresidenteJos Joaquim dos Santos.
Vice-presidenteHenrique da Silva Moieira.
1 secretarioJos das Nevos Pedrosa.
2 ditoJos Francisco Mereira.
ConselheirosAntonio Francisco da Silva Maia,
Jos* Antonio da Costa, Joaquim Gomes Ferre-
ra, Manoel Joaquim Pereira Jnior, Dr. Ma-
noel Joaquim Pereira dos Reis, Joo de Olivei-
ra Silva, Manoel Antonio Pilro, Manoel de
Souza Pires, Jos Gomes de Amorim, los Lo-
pes Ferrera Mai? e Manoel du A'aujo Guma-
res.
Directora :
DirectorAntonio da Silva Santos de Morues.
Vice-directorM.noel Ferrera.
1* suen-tario^Manoel Tarares da Costa Martina.
2* ditoJos Jnaquim de Carvalho
Substituto do i* secretarioPaulo Luis da Costa
Ribeiro.
ThcaoureiroManoel do Reg Amaral (reeleito.)
Vice thesc urciroManeel de Souza Rocha.
Cimmisses de coBtas Antonio G. Ferrera An-
drada, Manoel Martina Capito e Alfredo Ro-
drigues.
comiio Mtterarlo Acadmico Na
prxima quinta-feira funecionar esta associacao
em sesso ordinaria s 11 horas do dia seguindo-
se urna extraordinaria para tratar de negocios ur-
gentes.
Fjram sorteados para discutir theses os Srs.
Julio Pires, Olympio Freir e Sebaatio Lobo.
Foram desigualas as segnintes theses :
1 seceoExposicao das diversas phases por-
que ha passado a instituico familiar.
2* aeccao -O art. 6 da nossa constituicao
materia propriamente constitucional ?
3" seccSuQual a melhor diviso da hs.oria
externa do direito Romano ?
4 seccaoDonde se origina a forca brigatoria
dos contractos ?
4* seceoO individualismo excine o carcter
social da propriedade ?
6* seceoNecessidade social, a benfica in-
fluencia da familia no h imem.
ItalsV0 ini.t'.Fran.' ach, sargento de
um regiment de linha, acaba de ccmmetter, no
quartel de Monza, urna tentativa de suicidio as
circumstancias seguintes :
Depois de ter apoiado a granadeira contra o co-
raco, tocou no gatilho com o p, ma^ o tiro des-
vion; a bala atravessou o corpo de parte a parte,
sem ferir o coraco.
Sobre o ferido, que fui imraedatamente trans-
portado ao hospital, onde se espera salval-o, achou-
ae ama carta enderefada a re i Hu nberto e assim
concebida :
Eu recebi o mandato de matar Vossa Mages-
tade, mas pensei que vossa vida preciosa e que
a minha nao cara senao a inmha mai. Prefiro,
pois, suicdar-me. Recommendo a Vossa Mages-
tade, antes de morrer, minha pobre mi .
Seas superiores, depois de ter m lido esta carta
a levaram ao rei, que est em Moura.
O re sorrio, dizendo ao general Pasi, seu aju
dante de campo :
E' uro tolo que quer tornar o sen suicidio in-
teressante.
Segando as ultimas noticias, eis pomo se expli-
ca sa aidio do gargen o Fran eschi:
Dous sargentos de sua cump-.nhia referem que
elle, obtend. urna pequea licenc, pedio emprea
tado o rekgio de um soldado. Ao voltar caser-
na, Trancescbi nao restituio o relogio, apezar dos
frequentes pedidos da raca. Esta, fatigada de
tantas deeeulpas, acabou por escrever a Francs -
c i ama cart na qual Ibe m rea va um praso de
quatro das para Ihe restituir o relogio ; esta es-
pera expirada, odenunciaria a seus superiores.
Franceschi assuston-se desta ameaca; pois que
nao tinba mais o relogio Julga-se que talle o *eu
a urna mulher d'Alann > (Abruzaos). Nao sabendo
mais que geito devia dar, para nao passar por um
ladro, inventen a conspiraco contra a vida do
re.
Vana aova tfeacobertaNao se falla na
Italia sanio de um tai Succi, habitante de Forli,
que pretende tar deecoberto as suaa viag'-ns ao
interior d'frica urna especie de licor extiahido
de difireme hervas Este licoi tem a virtude do
momificar, por asiim dizer, o corpo e tornal o in-
eusivel a quslquer necessidade que seja. Para
prova sua deasoberta, se submetteu a vigilancia
de urna cemmissao de habitantes de Forti
Succi assevera, demais, que elle pao beber, no
Deixou de comer desde. 10,de Junho e depois
por seis das metteu-se na cama, sendo vigiado.
Levantou se a 18, e na plenitude de suas for-
cas, percorreu a p 7 kilmetros sem sentir a me-
nor fadiga. Muitos mdicos o tem visitado : elles
se acham, dizem, em preaenoa de um facto extraor-
dinario. O estomaga de Succi se atrophis, elle nao
sent alguma necessidade de comer, bebe somon-
te quatro copos d'agua muito pura no enrso do
dia.
Um professor de Bolonha, Peruzxi, foi visital-o
a 21 de Junho, e tambem ficou muito surprehen
dido deste eatranbo phenomeno ; e pedio que elle
fosse a Bolonha afim de se faaei examinar pela
academia de medicina. Sncoi terminoa esta expe-
riencia. Depois le ter. reparado.as foroas, reco-
meear em Bolonha urna segunda experiencia, na
qual se prope tanbem a beber o veneno.
Casamento da MlurniuPoblica o Neu
York Herald interessantes dados, commuaicados
pelo seu correspondente, acerca das prximas nup-
cias da celebre diva Chrstiua Nilsson com Vallejo
Miranda.
A Nilsson diese q riel le correspondente na visita
que elle lhe fez, que conhecia j ha muito o Sr.
Va'.lejo Miranda, com quem tratou em Madrid e
em Pariz, onde u conde viveu durante vinte sa-
nos.
Como Vallejo catholico e Nilsson protestante,
o casamento tem tido demora, porque se tem de
obter a dispensa do Papa, dispensa que o proprio
cardeal Mannig pedio directamente.
O casamento religioso possivel que se celebre
na cathedral de Londres.
O trajo nupcial da noiva foi feto em Pariz, e
magu Peo.
Apezar dos novos esposos fixarem a sua resi-
dencia em Madrid, a condessa de Casa Miranda
pretende passar todos os annos urna temporada em
Inglaterra, e provavelmente nao tornar a can-
tar em publico seno em eoaeertss ou funeees de
beneficencia.
Naturalmente a sua ultima campanha artstica
sero alguns concertos que dar com Strakosh em
varias cidades da Europa.
Espera-ae que Nilsson cante em Lisboa nos
dias 12, 15 e 20 de Mareo do anno prximo.
Caanlllo OeomonllnsN'uma venda de
autographos que se celebrou ha dias em Pariz, foi
apresenrada urna interessante carta de Camillo
Desmoulins, escripia em 12 de Janeiro do anna III
da Lberdade, em que refere ter ouvido um dis-
curso de Robespierre, nos seguintes termos :
Anda cstou possuido do maior entbusiasmo.
Ease discurso ser lido em todas as sesses, em
todos os clubs, em todas as casas dos patriotas e
em toda a parte se admittir principalmente o
autor do discurso em questo.
O que succederia se o houvesseis lido!
< Os que foram seus companheiros, e at mesmo
oo que o anno passado foram seus collegas na as-
sembla nacional, nao reconhecem Robespierre de
algara tempo a esta parte.
m O hornera de engenho converteu-se em orador
eloquentissmo e, por rezes, sublime.
Quando, ha dsus annos, o aununciei Franca
no meu jornal, como am Cato, estava eu muito
longe de suspeitar que elle chegaria a elevar-ae
altura do talento de Demosthenes.
Nao pode comparar se u este grande orador,
porque nao possivel ter os grandes rasgos, a
viril elrquencia dn Demosthenei e um coraco
corrompido pelo ooro de Felippe, emquanto que
Robespierre, movido mais pela for^a das ideas,
arranca todo o sen genio da aua alma.
Fez derramar abundantes lagrimas nao s s
senhoras que se achavam as tribunas, como a
metade da asscmbla, e anda aos seus proprios
detractores.
E' ndubitavel que um discurso como este de-
vena fazer empunhar as armas contra os traidores
que nos rodeiam.
Estou certo que Robespierre salvara a lber-
dade de todos os perigos que a amracam se ti-
vease a confianca das seus contemporneos.
Adeus, irmos e amigos. A liberdade est em
perigo; velemos, e que todos os jacooinos, quero
dizer, todos os amigos da lberdade e da legalilade
se unain em apertado amplexo, e que seja a nossa
Gloria Patri o grito do Viva a Natureza
Esta carta, que um curioso documento his-
trico, foi vendida por 300 francas.
PaMwngeiroM -Chegados dos portos do sul
no vapor americano Finance :
Hermann Stolzembaek, Dr Alexandre Riehards,
Arthur Gomes Pereira. E. E. Days, Aristoll Cas-
tellar, Manoel Ignacio de Jess.
Chegadea da Europa no vapor inglez Mon-
dego
Connor, Jom' Pires Martina, Bernardino de
Souza Duarte, Antonio Joaquim Mendes Pofas,
Luiz Ferrera Baltar, Antonio Fernandes da Sil-
va Jnior e um filho, Augusto Pereira Ramos,
Salomo de Figueiredo, Joaquim Pir Sahidos para o norte no vapor nacional
Para :
Custodio M. Dias, sua senhora e 2 filhos, So-
phia Santos, um menor e um criado, A. R. de
Azevedo, Olympia Mendes Lyra, Josqnim Jos
Rodrigues da Cunha, Joaquim Maria Sobrinho,
Jos F. de Moura, Mana J. de Azevedo, Alberto
Falcon, H-nriqueta Eaanz, Manoel Pereira da
Rocha, Julio F. Novaes, Jos Rodrigues Amoedo,
Antonio Cardoso, Joa Cal ieira, Manoel Pereira
dos Santos, Alberto Asaes, Jos Joaquim de Sou-
za Pereira, Sndalo Tupiuarab, Maria da Con-
ceico, R. A. d Motta, Antonio Pereira Gomet,
Antonio Domingos de Souza, Antonio P. Carnero.
EeilOe.Etljctuar-ae-ho:
Hoje :
''elo agente Gvsmdo, s 11 horas, na roa do
Mrquez de Olinda n. 19, de movis, loucas, vi-
dros, etc., etc.
Pelo agente Brillo, s 10 e 1/2 horas, na ra do
Rangel o. 48, de movis, loucas, vidros, etc.
Amanh :
Pelo agen'e Pestaa, s 11 horas, ra do Vi
gario n. 12, de predios.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
roa do Imperador n. 75, de moueis, loucas, vi-
dros, etc.
Quinta-feir :
Peto agente Burlamaqui, i s 10 1/2 horas, a a
ra Leo Coroado n. 7, de mqveis, loucas, vidros,
passaros, etc.
Peto agente Silveira, s 11 horas, na ra do
Rosario u. 26, de predios.
Hiaatias fnebre. Sero celebradas :
Amauh :
A's 7 1|2 horas, as matrzes da Boa-Vista e
de Jaboato, por alma de Mauoel Pereira da Cu-
nha.
Quinta-feira :
A's 7 horas, na apella do Hospital Portuguez,
por alna do ntouio Jos da Fonaeca.
IiOlerlaa da corte Eis a lista dos nume
ros mais premiados ua 3. parte da 24.* loteras
(198) das obras do Hospicio de Pedro II,extrahida
30 de Julho :
paninos oa 100:000*000 a 1:000*000
106:000*000
20:000*000
:000*000
2:000*000
2:000*000
1:000*100
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
penasadlaa clrors;icaaForam psatics-
da no h laitjil rVdia 11, no dia 7 do oarrente,
as ecgm'ntes:
Pelo Dr. Berardo:
Dua* tossorrhaphias com exeisao ovalar da pel-
le das pajpebras, indicadas por tricbUais.
Kecotosaia reclamada por tensio do globo ocu-
lar.
Pelo Dr. Malaqaias :
Peatbatomia palo prooeaso de Rieeod por pbi-
moaia,
Pelo Dr. Maduro:
Uretbrotomia pelo proceso de Maisounouve in-
dicada pela retoemio de arias causada por estrei.
lamento da porca/o peniaua da uiethra e atresia
do meato.
Casa de (leaemcau Movimento dos pre-
as-.oo dia jdeAgootc :.
Exiatiam presas 380, cnUaram 10, sahiram 3,
existem 327.
A saber :
Naciona-a 294^ raulheres estrangeiras: 9, es-
sravos sentenciados e processados 9, ditos de cor-
reecao 8.ToUl 327.
Arracoadoa 289, sendo : bons 280, doentes 9
Total 289.
Nio houve alteracao na enfermara
Lotera do RioA 1> parte da lotera
n. 199, do nevo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Agosto.
Os bilhetes acham-ae venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco.
Tambem acham se venda, na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da provincia de Saata Ca
(barloaEsta lotera, cujo maior premio de
100:000*000, dever ser extrahida impreterivel-
mente no dia 11 de Agosto prximo, s 2 horas da
tarde.
Os bilhetes acham-se vendana Casa da For-
tuna, roa Primeiro de Marco n. 23.
Ihetesna Casa da Fortuna rua Primeiro de Mar-
co n. 23.
Tambem achamse venda na praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Lotera da corteA 4* parte da 364 lo-
tera da edrte, enjo premio grande de 100:000*,
ser e&trahida no da 13 de Agosto.
Os bilhetes ach-:m-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de Marco n. 23.
Tamban acham-se venda na pract da Inde-
dendencia na. 37 e 39.
Halailouro PublicoForam abatidas uo
Matadouro da Cabanga 91 reses para o consume
do dia 10 de Agosto.
Sendo: 74 rezes pertencentesa Oliveira Castro,
4 C, e 17 a diversos.
ercado Municipal de ti. JoaO
movimento deste Mercado nos dias 8 e 9 do cor-
rente, foi o seguinte:
Entraran) ;
761/2 bota pesando 10,986 kilos.
558 kilos de peix a 20 res 11*160
104 cargas de fjrinha a 200 ris 20*800
57 ditas de fructas diversas a 300 rs. 17*100
19 taboleiroa a 200 ris 3*800
32 Sainos a 200 ris 5*400
Foram ocenpados :
50 columnas a 600 ris 30*000
54 compartimentos de frinha a
500 r.s.
47 ditos de comida a 500ris
existencia em caixa pera quantis de Ks-........
4.87:431*787 afora os emprestimeafeitos maco-
tas correntes e cantas caucionadas oatros so go-
verno para as elaseee inactivas etc. Tudo isto apr-
senla om perfeito contraste com a praca de Per-
nambuco, que nao tem ara s Banco seu palo qual
poseamos estabeleoer um confronto. Aqai s tamos
as dnas agencias (qne tambem existom no Porto e
e nio fazemosineocao d'eilas) do London St Bra-
zilian Bank, Limited e EneUsb Bank of Rio do Ja-
neiro ; todava podemos diaer, vista dos balan-
cetes aqu d'eates bancos, om 30 de Junbo de 1886,
qne existia:
No London of Brazilian Bank :
Em letras descontadas....... 804:608*800
Em letras a receber......... 1.397:593*340
Em caixa.................. 4O:642*9S0
2.011:846*070
No Engiish Bank of Rio de Janeiro :
Em letras descontadas.
Em letras a receber.........
Em caixa...................
52:609*880
715:334*230
686:139*470
1.454:074*580
1511/2 ditos de legumea a 400 ris
32 ditos de suinoa 700 ris
26 ditos de tressuraa 600 ris
20 dit03 de ditos a 2*
6 dito a 1*
A Oliveira Castro & C.:
4 talhos a 500 ris
108 talhos de carne verde a 1J
Deve ter sido arrecadada oestes
a quanta de
Rendimento do dia 1 a 7
dias
27*000
23*500
60 *600
22*400
15*t00
40*000
6*000
2*000
10f>000
394*360
1:466*300
Foi arrecadado liquido at hoje
Precos do dia :
Carne verde a 320 e 400 ris o kios.
Si...o a 560e 64*) ris dem.
Carnero de 640 e 1*000 res dem.
C'ariuh. de 320 a 240 ris a cuia.
Milho de 280 a 320 ris dem.
Feijo de 040 a 1*280.
1:860*660
FERHAMBMO
A0 Cm aER 10
PROJECTO PAEA A FCNDAQAO DO BAMCO AU-
XILIAR MERCANTIL, SBGDNDO O PLANO
DE SEU INICIADOS FRANCISCO AUODSTO
PACHECO.
RazSes sobre a palpitante necessidade- d'esse
estabelecimento
II
No Porto, urna prac* relativamente pequea, ha
unifjrmidade em suas trausac^Oes. O negociante
que vende um, dous, tres, quatro, dea, vnte con
tos recebe em troca de seus effertoe letras ou do-
cumentos legalmente firmados. Com esses ttulos
levanta capitaes e facilita, assim, o gyro de a-u
negocio.
ti' com asta uniformidade e boas praticas nvr-
cants qne a praca do Porto conta presentemente
os eatabelecimento8 Cancanos oonstantea do ae-
guinte quadre :
Eatabelecixneotoa banearlo crea-
dos e fundados na praca do Porto
Sendo que os letras a receber nio sao titulas
submettidos a descont, mas sira saques remettidos
de outraa pracas sobre casas d'aqui.
Almdestes estabelecimentos existem all outraa
agencias, e nao queremos trazer j cullecco os
bancos do Minho,rumaraes, Viauna, Viseo, Brs
gaaca, Chaves, Covilh, Bercellos, etc.
O que moetra este progresss ?
Que all ha iniciativa, ordem, uniformidade e
unio na familia cornmercial.
Necessitamos de estabelecimentos de crdito, e
anda bem que j podemos contar com um Banco
Hypothecario, cuja utilidade s poderlo negar os
pestimistaa e descrentes (gente intil sociedade)
ou aquellos que, por qualquer circumetaacia, sin-
tam chocados os seus interesses particulares.
Perfeito engao se assim o jugarn, porque lhes
ser mais fcil liquidar os seus capitaes em* gyro,
tendo os oeus devedores outros estabelecimentos de
crdito, onde possam levantar novas somraas, que
oe hab'.litem a remir este ou aquelle debito. Seria
isto absolutamente impossivel sem a creaeo de
taes estabelecimentos, qne em todas as pracas, de
um commercio mais ou menos activo, prestan) um
grande auxilio a ease commercio e militas outraa
classe.- sociaes aeno directa, indirectamente.
Dia ainda Ferreira Borges :
O ter um negociante urna conta com um bau-
queiro, babilita-o a ganhar crdito : se o porta-
dor de dio effeito negoeiavel desconfa, ou nao co-
nhece o pagador, muitas wses reforindo-se ao seu
bauqueiro se asaegura de seu crdito, e, ao pasto
que se tranquillisa, fortifica o crdito do deve-
dor.
Desde j, 3em mais perda de tempo, precisa a
piaca de Pernambuco, ao menos, de um Banco
propriamente sen, para auxiliar o commercio em
geral.
Em urna provincia como sta, que o tempo rega-
lar de suas safras de Outubro a Marco, sendo
que de Abril a Setembro as- dimculiades pecu-
niarias recrudescem de urna maneira aterradora,
admira mesmo como tenha havido tanto descuido
na creacao de estabelecimentos que auxilien esse
commercio, do qual depende a solidez e segranos
reciprocas. Temos plena convieco de que o com-
mercio de Pernambuco, tendo por objectivo os
seus proprios intereases,*acceitar de bom grado as
nossas humildes considerado.-s, e que dentro em
pouco o Banco Auxiliar Mercantil, aubstituiudo o
seu projecto pela sua le orgnica, seja urna reali-
dade. E ser esta a nossa maior aatisiaco.
A familia mercantil nao pode viver sem essa
reciproca cooperaco, que est haseada sobre o
sublime principio de que a umilo faz a for-
ca.
(Contina.)
ERRATAS
No primeiro artigo publicado no Diario d.1 8,
houve alguns erros typographicos, mais senaiveis,
que passamos a corrigir.
No periedo em que di: ;
Que de alguma maneira faciltem o ccmmercio
em sua gerencia, deve ler-se-emsua general-
dade.
No periodo seguate:
Visto que a lei orgnica e harmnica da familia
commcci.il com todos ai escalas, deve ler-se
corre todas as escalas.
COMMDNICADOS
H
y_
m
s
a
a
3
o
<
B
a
O
o
c
S
a
a
st
IS's
so : o
g,: b
' 5 S.
'8.-
- a.
Z p a ra o o
o o o o
3 3
A p f
D.5- 3
o g.

o
o
B
g3
3
i
3
-i
n
B
S
a
o
o
s
O
3087
9041
737
76'l
5735
235
4087
4187
4283
8486
12350 APPBOXIMAodsS
3086
BuM
9040
9042 PREMIOS DE 500*
378 5061 7121 10421
462 5917 8201 10422
2470 6449 9900 12113 pasmos de 200*000
276 2224 5288 7743
872 246 5661 7953
1250 2604 5595 1-696
14% 3492 6531 9832
2039 3966 6974 1185
rxEMios na 100*000
73 2106 5604 7538 10595
664 2208 6062 7857: 10753
738 2283 6186 8136 10757
850 2350 6404 8182 10918
1093 2637 6770 8571 11135
1095 3344 7054 9867 11195
1583 4068 7353 10036 11327
1705 4896 7369 l447 11371
1:000*000
1:000*000
600o>
600*000
13571
13718
11P66
12656
13204
13810
11684 137. i9
12.'37 13779
12499
12510
12969
13050
13510
13671
botla da provinciaA lotera n. 65,
rm beneficio da Santa Casa de Misericordia do
Kec.ife sar extrahida quando for annusciada.
No consistorio da igreja de N-ssa Senhora da
Conceicao dos Militares, se aaharao expostas as
urnas e as es olieras, arruinadas1 em-ordem nume-
rioa apreci.H,lodo pttbaeo.
N
II r
y si
CC
i
o.
-1
3".
pf-
UhOQOhQO i
'a o O 9 2 0g S
O ** ^ ^ -J ^
> a>s*es<
ip OS M GT3 CO ^> O
O O U"-
a.
S
'
CO
o
s
I ib\
I!
si
co
I
3
WI^ -J co g
. 'Ib be fe I
-J M -J> OO -.> -1 *
-J 00 -4 O t 05 CO
a. c s. o.,, s
o to O OO Z 00 o
8C O *- CO Kl
co c O cc to co
o
I !:
Parte d'este capital est representado, como
aqui se acha demonstrado, em letras descontadas
ea receber pela quantia de Bs. 13.682:024*762 e
Ao elcitorado do 3 districto
IUm. Sr.O fallecimento do Dr. Antonio Fran-
cisco Corris de Araujo, abrindo urna vaga na de-
putacao de Peruambuc, determinou a necessidade
de ama cleico no 3o districto, que aquelle llustre
cidado tas dignamente representava.
Para prceucher essa vaga proponho-me eu aos
auffragios do distincto eleitorado desse districto.
nSo movido por impulso proprio, nem tomado de
mbfcjBw qu<- estou longo de nutrir, mas por apre-
s:ntacao do partido em cajas fileiras milito e alen-
tado pelo desejo de continuar a prestar servicie ao
paiz nesse posto de combate que me foi indicado.
E", pois, eicudado com esse patritico desejo e
patrocinado pelo meu partido, cujo venerando
ch^fe tenho por amigo, que eu venho solicitar de
V. S. o seu voto e todo o ssu precioso auxilio
minha causa i.o pleito que se vai ferir brevemente
nesse districto, onde V. S. gosa de prestigio e dis-
poe de merecida influencia.
Bem conhecido aesta provincia, onde nasci e
ende tenho sempre vivido mourejar em fadigosas
lides pelas ideas conservadoras, e sob a gide
d'aquella honrosa apreseaUcao; creio que ser-
me-ha excusada a exhibicb de um programma,
pois que outro nao posso ter que nao o do partido
ao qual tenho servido com dedicaeSo e esforco.
Entretanto, de harmoni a com o nota vel discurso
proferido no Senado, em 1879, pelo honrado Sr
Conselheiro Joo Alfredo Correa de Oliveira, digno
chefe conservador em Pernambuco, direi que a
synthese do meu programma pugnar pelas re-
formas que forem e desenvolvimento pratico dos
grandes principio liberaes consagrados na Con
atitituicao e que formam a base das instituices
que nos, os conservadores, maatemos e queremos
manter.
Dentro de taes limites ba espaco bastante para
todos os melhoramentos intelectuaes, moraes e ma-
teriaes, para todos os commettimentos serios da
poltica, economa, financas e administracao, emfim
para todas as mais altas aspiraces dos povos
hvres, que vivem sob o rgimen parlamentar.
No decurso dos vinte annos que constituem a
minha vida publica, sempre girou nessa rbita a
a minha actividade, e disao fazem prova os auU8
modestos esforcos na Assembla Provincial e os
meus pequeos trabalhos na imprensa, estes lti-
mos attestados pelo Diario de Pernambuco, em
cujas paginas tenho esteriotypado a minha alma
e o men coraco, pugnando por tudo quanto se me
tem augurado til e vantajoso causa do paiz e
mais particularmente desta provincia.
Como garante dos meus intuitos de futuro offe-
reco esse modesto passado ao digno eleitorado du
3* districto, assegurando-lhe que envidarei quanto
couber em ~m para elevar-me altura da situa-
cao do pas e para mostrar-me merecedor da con
(ianca co n que me honrar esse digno eleitorado
O mea norte ser o bem publico e o caminb
para elle essa honrosa confianca qne nunea fa1 <
ao Ilustre cidado quem aspiro substituir e cu-
as i irtudes cvicas tomarei por modelo.
Subscrevo-me com a maior considcraeao e res-
peito.
De V. 8.,
Amigo, attento, venerador e criado.
Recife, 6 de Julho de 1886.
Feiipne de Figutirm Paria.
IMUttCIB 4 PEDIDO
Barreiros
AmOATELOCniPOSiylo DSLIMITflS BWRBOS
KNQKMHOS CARA8SU' K ftlSDAIIY
D'entre os funestos incommodos, que me bao
cbogado na velhicc, om delles o estar vendo
muito pouco, e deste muito poueo a taco applica-
co para as restrictas neceasidades de ler e eeore-
ver as cartas, que recebe?, e para fassr oa assen-
tos dos mens operarios; assim nio asaigno mais
jornaes e s sei do mundo alguma penca cousa de
ouvido, e j isso tambem vai-ae correado muito
mal; assim devo obsequiosidade de um- amigo
o ter-rae passado das suas s minhaa mos, o Dia -
rio de Peruamhuco, de 11 dopassado mez, noqual
se v a pubuuaco sob es ttulos Barreiros
Bom modo de firmar limites.
Fiquei por ciernis surprehendido com a leitura
d'aquella publicaco anonnvraa; posso mesmo di-
zer que cahi das navsn*pois o anonymo, qne nb
a poderia tsr feito sem o consentrnoste do srahor
de Oindahy, nao fes mais do que vasar a sua bilis
contra o carcter de homens em boa collocaco na
sociedade, sendo um -'siles ancio muito rat.jei'a,
vel por todos os seus ttulos.
Quanto parto que me tocaa da boa f emba
danao me pode fazer henra nenhnma, desde que
s servio para dar proveito a um com a mais re-
quintada lesao enorme de outro. Assim vejo-me
obrigado a dizer o que fie como.o fiz, resaltando
d'abi a amigavel composicao de limites ontre os
engenhos Carass e Gindaby, a qual poz -termo-de
ama vez para sempre a todos esses actos de tur-
bacao, permittdos entre hereos confinantes, qne
teem sido a origem de tantas deahsrmomas entre
os agtkultores, e at de crimes, que a sociedade
tem tantssmas veses deplorado.
Para contar-se a historia de um facto passado
ha cerca de dona annos, falta-me a precisa remi-
niscencia, e quando a tivesse tao perfeita para to-
das as minuciosidades, nao chegaria tempo a pa-
pel, e alm distos leitores se aborreceran) ; direi
portante o indispousavel, o que ne prejadique a
verdade do facto, e entro no assumpto:
Ha cerca de dous annos deu se, pela ultima
vez, felizmente, esforco e deaforco entre os enge-
nhos Carass Gindahy: soube disso |Vr eom-
municacao de meu irmao, e pensei logo, ye pensei
muito bem) que, achado-me em boas relacee
com um o sendo irmo de outro (os senhores dos
engenhos) pedia ou devia offerecer lhes a minha
interveucao, a qual dara lugar averiguacao das
confrontacoes nao respeitadas de parte a parte, e
a forca dos ttulos faria o resto, urna vez que nao
houvesse proposito deliberado em .algum dos se-
nhores, de nio querer ter o que seu desembara-
zado, o que alias nao natural suppor-se.
Nesse pensamento enderece! urna carta ao Illm.e
reapcitabilisBimo Sr. coronel Juo Carlos de Mea-
doea V.-,sconcellos, o qual deu me a muito dia
tincta honra de aceitar a minha offereeids nter
vencolo por parte de meu irmao, a quem aei parte
I isso.
Tive com o coronel o meu primeiro encontr em
um sitio de lavrador do engenho Gyndahy, onde se
achavam, alem de outroa cavalheiros, os Srs. Joo
r*aulo Moreira Temporal, Dr. Felisbino de Men-
doso Vasconeellos e Dr. Joo Coimbra; d'este
lugar nos dirigimos todos verificar os dous mar-
cos, que se acham, a curta distancia, proxi i os
ao mesmo caminho, que vai ter ao engenho Bocea
da Watt, que sabe-se que est levantado em tr-
ras do engenbo Campia Grande
Um Meases marcos, tora implantado abi, ha cerca
de 3 annos, pelo juiz coramissario, quando de
ordem do governo veic demarcar as trras per
teneentes aldeia de Barreiros, marco de canto
de linha tirada da barra do riacho Araticuns, e
que passando pelo Tapirie at o dito maro faz 8
testada de Carasr com os engenhos Araticuns e
Bocea da Matta.
O outro marco, disse me depois o Dr. Feliabir.a
tar sido implantado por seu to, o coronel, quando
explorou, ba annos, essa linha, que foi tirada lti-
mamente pelo juiz commisaaro; a ser exacto, o
que nao duvido e nem posso .ffirrnar, aquelles dous
marcos valem um s, iato o mais antigo de nada
vale, porque >i implantado sema precisa legali-
dude.
Meu irmo, porm, sunpoe ou quer que esse
marco mais antigo seja outra cousa, de que adian-
te tratarei.
Vi liando para minha casa trouxe commigo os t-
tulos, qu-- meu irmo tinba coinsigo, que sao todos
os di- que uanonymo fez mencao (menos o de Cam-
pina-Grande. que meu irmo ento nao o tinba, e
que alias nenhnma idea adiantaria para a diviso
do limitas entre Carass e Gindahy) e mais outros
nao mencionados ; sobre taes ttulos fiz, com a ira-
ca luz dos meus olhos e da minha inteligencia, o
estudo, e todaa as posaiveis combinacoes entre si,
e me puz mais ou menos certo de pensamento e da
lettra delles.
O segundo encontr que tive com o coronel, fui
nos limites de Carass com o engenho Bom Jardn
(estiveram ainda ah o Sr. Joo Paulo, o Dr. Fe-
lisbino e o Dr. Joo Coimbra.) Ah disse-me o co-
ronel, o meu estalo de incommedo nSo me per-
mute andar muito tempo fra de casa: tenho en
carregado a meu aobriiabo Felisbino de cora V. fa-
zer as averiguaces que forera precisos, e trataren!
a respeito da composicao. Voltou oVabi o coronel
para o Carass, e nos outros fomos para a casa de
vivenda de Bom Jardim, onde eetivemos o resto do
dia, e ah concordei com o Dr FeliBbinode cor-
rer cada um d .8 dona engenhos as suas linhas de
exploraco referentes ao seu pretendido direito;
porque s aasim poderiamos saber e conhecer o
terreno a que ambos se achavam com bom ou n, o
direito. I orreram-se as ditas linhas; a corrida
pslo arass beirou pela parte de deatro, parte de
cercado do Gindahy, partindo do ponto sul da li-
nha que devia passar na passagem do meio, encon-
trar o marco implantado pelo juiz coramissario, de
queja fallei; essa linha mostra em toda a sua ex-
tenso at onde chega a roea legua, que quer o
coronel, ao sul do rio, que passa pele Carass ; a
linha corrida pelo Gindahy ficou apenas apontada
no lugar chamado Caenoeira melada, porque o
Gindahy limitava-se a sustentar posses, emqaato
que o Carass pretenda sustentar dominio.
O t-rceiro encontr foi ainda na casa de viven-
da lo Bom Jardim, e nao tenho bem lembranca se
o Dr. Joo Coimbra esteve presente, n>as me pare-
ce que tambem esteve. Ah, depois de alguns 1-
geiros reconhecimentos nos nossas postes, concor-
damos em trocarmos reciprocamente na exposio
dos pretendidos direit.,8 das duas proprisdades das
quaes seria o recebedor o Sr. Joo Paulo, que de-
pois de tel-as mbas em si, as expederia^nos. Re-
eebidas reciprocamente as nossas exposices, o Dr.
Felisbino destinou o dia, no qual em sua casa, no
eng-mbouitas Cabrastrataramos da elucida-
gao dos pretendidos direitos, e chegariamos am
accordo, se esse fosse possivel.
O quarto encontr foi no dia destinado, em Mui-
tas Cabras. Ah estavam presentes o Sr. J Paulo
e o Dr. Coimbra. A's nossas precedentes exposi-
ces, fiserain-nos conhecerque ambos estavamos
ao facto sobrr a grandissima difficuldade de lesol-
rsr a questo, haviam accessorios, mas faltava
essencial.
A necessidade da effectuaco de urna composi-
cao amigavel pesava no animo de nos dous com
igual intensdade, e pouco mais tivemoe a objec-
tar o Dr. Felisbino apreaentou a idea, de dever
ser ieita a diviso entre os dous engenhos per urna
s linha, mas nuera urna coinpensaco pecuniaria,
(bem entendi, que elle procurava com isso fazer
valer o pretendido direito de seu tio meia legua
ao sul do rio, como o mostrou a sua linha de explo-
raco.) Ease dia era por assim dizer decisivo, e
eu devia nao fechar a porta que ainda estava
aborta.
Interroguei o meu collega de titulo e de partido,
que se declarasse sobre a compensaco exigida
(posto que sem plausibilidide) e elle disse :
O mnimo que a lei das trras publicas manda pa-
gar por braca qnadrada.
O agrimensor esteva presente, e ped que tra-
casae sobre o eaboco, que estava sob nossos olhos,
a a linha de diviso, que *inha de partir do ponto
extremo sul ao ponto mdo convencionado nessa
occasio (o aceiro sul da matta que cobre aja
dita Cachoeira Melada) a qual linha tracada cabio
obliquamente sobre a linh i tirada pelo juiz com-
misaxrio ; ped mais ao agrimensor que uzease o
calculo da rea, sepaiada or essa linha, ao mini-
moda taxada lei em terrenos de mediana fertil-
dad, e achou o agrimensor (Sr. Herculano Caval-
caute Guimares) que. (sem a precisa exactido;
andara por 260*000.
Meu pensamento ento foi, como j disse, que,
comquanto ea tivesse ah conhecido a .Tostada do
Dr. "elisbino, de fazer a eompotico, todatja tile
fazia timbre em faser Taler as manifestacoes de
todos os lempos do seu tio sobre o seu pretendido
direito meta legas ao sal do rio : o Dr. Felisbino
teTe, certaavate, esse duplo ponsamento ; eu, po-
aSjSSBSBSSB
sssssasss


Diario de PernajobacoTer^a-feira 10 de Agosto de 1386

rio. que o ora pegamento exclusivo era a com-
Sb nio fia maior que.to .obre ...o, com-
Sto a ventilaaae, e en viata da insignificancia
TchaoU eompensacao pecuniaria aceite, a s
linha de divisa entre oa dous engonhoa.
Voltei com o Sr. Joo Paulo e o Dr. Coimbra
a o Bom Jurdim, e maia tarde depou. (10 ou
U hora, da note) para o Gindaby. De tudo foi
informado meu irmao. ._
Poucoa dias depois recib, por va de men irmao,
ama carta do Dr. Felisbino, que tinha o seguinte
^f T"nbopen9ado mais reflectidamente
.encordada d quasi todo o terreno de n^a pa
o Qindaby, e assim insignificante W6*"
cao eu nao fui ainda ter-me com meu to ju
fe/a eahir desta tffficuldad.^P ~
avante o noaso propisito v. aeve
'SiUj-h; ;--* asa:
ou menos o segninte pensamento .-^a
vio tornando as cousas
Iser.
a linha
!... Eu eatou pelo que V.
eapondi ao Dr. Felisbino r-Sim. eollega, ba-
Temoa de levar avante o noaao proposito.... don
o cont de ris. _j_.
Essa carta foi aberta para meu irmo a endere-
^dtSEbi o-t carU do Dr. Felisbino
no seeuinte penaamento :
jta ter-me com meu ito, n/brm-o do oc-
urrido; cite nao 9er urna sd latta: eu nao posso
ter vos activa sobre elle.
Esta carta anda me veio por vm de meu irmao,
,ue a abri, e na que me diriga, ^P^"*;
aquella, disse este penaamento : Eu be be
izia : ao bomem nao agrada nada... esta tudo
deefeito. Respond ao Sr. Feh.bino.-Hei de ir
Ste. di. ao Gindaby, e de U lheparticipare.,
Par. nos acharmos em Carass e U loi a carta
aberta para meu irmao faxel-a chegar ao seu des
^Fui ao Gindaby, participei d'ahi ao Sr. Felisbi-
o e no dia seuiote nos acharaos no Carass :
Si ouvi ao coronel, que foi todo attencioso
eommigo,. expenden me as suas raaoea, e entre
ollas, a que mais calou no meu espirito, to., que a
divisao conveniente entre oa dous eogenhos so po-
den, ser a que melhor se conformasso com o pen-
do* do terreno : .. .....
Bu eslava a par do terreno : sab.a da d.reccao
que as linhas de explo-aco tinham mostrado : eu
kuha palmeado com o agrimensor a linha aponta-
da por parlado Gindaby, e esta foi por dentro das
mattea ; nao me achava, pois mais nospeie no
terreno, sabia maia ou menos o que elle era, e
como era; fiquei desde loga sabendo que a. li-
abas quebradas, que o coronel quena para serv
rem de limites entre os dous engenhos, nao preju-
dicavam em nada ao Gindaby ; era somente no
tiro de matto de menos para6:ndaby do que dava
urna so linha. ,
Seja-me permittido interrogar aqu aos leitores :
deveria eu fechar a port que anda me estava
aberta ?! Indicados, ahi os pontos intermedios,
presente o agrimensor,, emqueas linhas se deve,
riam quebrar, aceite-as aeb a approvacao de meu
irmao, com cuj approvacao alias eu j contaya,
perqu, quando me dirig ao engenho Multas Ca-
bras, o pensamento. que levei sobre a diviso en-
tre o i dous engenhos, era o de linhas quebradas so
-om a difierenca de ser um dos p mtos intermedios
Ca-hoeira Melada e as que se fixeram, oa em
concordei ltimamente, teve por ponto inter-
medio o aceiro sul da malta, que cobre a Cachoei-
ra Melada, por ier este o ponto em que urna to
1 inha deveria passar; mas as linhas quebradas
que eu levava em mente, so passar a Cachoeira
Melada esbarrariam em urna estrada velha, que
fiear:a servindo de divisao at encontrar o mareo
de canto, implantado pelo juiz commissario, aopas
so que as linhas quebradas, que se correram, cor-
teram a dita estrada velha aeguiram muito cima
da cha, para ahi quebrando, irem ter ao marco do
.juiz commissario; assim o que taltou do afleUQ da
malta para a Cachoeira Melada foi mais ou menos
compensado por essa outra differenca : e aqui in-
voco o teatemunho do Dr. Joo Coimbra, que ten-
,do Bido meu companheiro anda nesse encontr em
Militas Cabras, poder dizer se nao foi este o peu
jmente combinado na noite da vespera no Gmda-
ay, assim a differenca para menoi para Gindaby,
entre as linhas quebradas combinadas, e as que
boje existem, nao ple andar por grande cous*.
Liguemos agora o pensamento interrumpido.
Em Carass eu podia ter aventado h questao da
eompensacao exigida ; mas para i,ue fim r... seria
tolvez fazer abortar o embrio ; eu j tinha acei-
tado o principio da compensacio pecuniaria, e ra
tincado, embora em pensamento desconformado ao
do Dr. Felisbino, este porm nao poderia fugir a
seu tumo pe. menos da diminuiciio relat.va a
oorcJo do terreno, que sahisse fra ; a. linhas que-
brada, concordadas .inda se iam correr, a occa-
siio pois era inteiramente inoppirtuna. Voltan-
o ao Gindahy de tudo fui informado meu irmao,
.ecrescentando lhe, que na occasiao do passainen-
te da escrptura, eu me proveiUria dessa nava
inversai para retirar a eompensacao pecuniaria ;
mas que em qualquer caso, eu entenda, que a
omposico nao devia so perder por nossa parte.
Gorreram-se as linhas quebradas, andamos a ca
vallo, que foi um precipicio, pela quasi t-italidade
d'ellas e o agrimousor apresentou o tracado per-
teito ou completo do seu trabalho.
Marcado o dia pa:a o passamento da escrptura
em Carassi, 14 fui acompnnhado de um filho de
meu irmao, ja l achei o Dr. Felisbino, o agn
meosor e o escrivao ; depois de certa demora <
" Dr. Felisbino me chamou para urna conferencia
vm um quarto da casa, ahi lbe disse que as linhas
qoebrada tendo botado para Carass, aquella
porfi de maltas, que motivou a justic* do com-
pcaaaco, que elle exigir por sua carta, nao tiuha
raais raxio de ser ; razO.-s para c e para l, afi-
b.1 disse-me o Dr. Felisbino : nao espere isso do
eollega, nao me faca tal ; eu lhe offereco a di
nnicao relativa, e fique certo, que meu to recebe-
r o cont de ris por inteiro, e eu nem quero que
elle saiba diaso. Ora eu j tinha aceitado, como
bei dito o principio da eompensacao pecuniaria,
e desde que o Dr. Felisbino se colioca em ponto
justo, eu nao podia fugir tambero do inesrao prin-
cipio j aceito ; ahi, pois, ambos nj procedemos
com reciprocidade de justic, sobre o principio
aceitoa eompensacao.
Feita a conta pelo agrimensor da rea tirada
pelas linhas quebradas, com referencia s linha,
achou que tinha sabido fra urna qnarta parte, fi-
cando assim o cont de ris, reduxido quaiitia
de 750JOOO.
Nao obstante escrevi a meu irmao, por seu blho,
que tinha presenciado toda ou parte da conferen-
cia, mando-lhe diero caso ficou collocado nos
termos taes : V. deve querer : mande o d:nhe\ro
e a procuraedo bastante como da nota junta.
Meu irmao mandou pelo filho o dinheiro o pro-
curadlo batante.
E como a declaracao dessa quantia importava
pelo pagamento des direitos, demora, alm de que
a declaracao d'ella nSo dava forca maior ao caso,
lavrou-se a escriptura de urna composicio de li
mites que pelos tramites judiciaes nunca paderia
ser fcita ; a causa de tantos passados vexames e
inquiatacoes de espirito ficou morU de urna rea
para uempre. ,
Uevo dizer, que essa demarcacio, qun sa tez,
jmais poder ficar no olvido, como se affirm-i a i
anonymo, porque o tombo das liuhas quebradas,
de que consta essa demarcado, est laucado na
(celebre) escriptura, e com ella na mao, e um agri-
mensor na frente em tolo o tempo se recollocarao
no seu verdadeiro lugar o marcos ou mareoe, que a
m.lignidade on m f tenba feito desapparecer.
Agora farei algumaa consideracoes variadas so-
bre certas titulus ; poderia fazer sobre todos viles,
porque sobre todos e outros raais z o meu estudo,
e as mmhas combinacoes, ajudadas do que colhi
das discussoes c mesmo de conversacoes de outros-j
sobre o assompto : para quem tem teito um es-
tudo serio sobre um proposito, a vezes urna gran-
de duvida desapparece pela iuterpretacio de urna
palavra ou de um pensamentJ. que urna terceira
pessoa faz, c oulras vezej muda a gente de urna
idea, ou pensament em que estava firme, para pen-
samento contrario. .
Eu disse no correr deste escripto, que nao tinha
visto o titulo de Campia Grande, que meu irmao
nao o tinha entilo, e fiz logo observar, que elle
ncnbum interesse ou nenhuma luz accrescentana
questao de limites entre os dous engenhos : vou
proval-o.
O engenhi Campia Gran'c, diz o titulo, que
vm na publicac) :divide com Muriin, Butnos-
Ayres, Carass e Aldeia. .
Sabe-se que Campia tanto entao se limitava
com a aldeia de Pirassiuunga, como a de Barrei-
ros : qual destas duas aldeias ?... Farece mais
naturii ser a de Barreiros, porque pegando
o titi'lo em Murins descreve um circulo para fj-
chal o na aldeia de Barreiros ; mas demos, qu. de
Buenos-Ayres indo ao Carass, se voltasse d'ahi
para a aldeia velha ou de Pyrassinunga, como diz a
publkacao; p rg b-re ao anonymo... cm se
limita esta ald>a velha (li je Giudahy). com o
Carass ? Este titulo pois nada eselareceu.
Eu disse que a respeito do marco, contiguo ao
implantado pelo juiz commissario, meu irmao sup-
punha ou quera outra cousa.
Este marco, s-mdo antiguissimo, como elle quer
e se dzendo ou constando, que, h obra de m ia
legua ao poente deste, existi um marco l call-
eado pelo goveruador dos iudios, tem cuucluido
d'ahi, que ej um e outro, marcos de canto da li-
nha norte do permetro ou rea das trras da al-
deia velha ou Giadany ; mas, onde eat o titulo
da aldeia velha?.. onde existe o to-aiuj de sua
demarcacio?... quaes sao aa teatuinuiihas s-quer
de ouvido desea demarcacao, ou que saib^m Jos
quatro marcos de canto ou Jos lugares d:a tre*
que faltara desse perimetro ou rea ? A questao
pois por esse lado sempre a in^sina.
Eu disse. que para a resolucio da qoeatio V
limites entre os dous engenhos, s appareccram
alguna ncci8sorios .faluudo oessencial. Vou pro-
val o. .
Acceisorios sao todos os argumeut 3, tirad .s
dos ttulos d is engenhos ou proprie ladea eou
liantes ; o esscusial sao o. proprii ttulos das pro-
piedades em qu-stao. ,
Qu-j diz o ttulo do Gyndahy? Qietima p'r-
cio de t.rr-.s, aforada entre Bu-uos-Ayrea l Ca-
rass Perguntarei eu : onde principiara? tetar
responder... de onde findi o Bunio*- Vyre* ; mas
perguntarei aind. : onde nuda?... se me respoii
d-r... onde principia o Carass.
D.go eu : a questao est sempre a mesm*. des-
de que ni) seauber onde se finia o Bu nos-
Ayres, e onde principia uCarast
Por outro lado o que que diz o titulo do Caras-
s? Esta ainda p-ior, por:iue nao existe, do di-
reito, existindo porin o engenho, que se sabe desde
1767. Tem porem Carass o titulo de ratifi^aco
e novo tracto de aforamento de 1816, este nem di.
com quanto. paizes se limita ; s-t posae^ c so-
mente a. posees sustentadas hoje e amanha perdi-
das, constitueni o seu direito; gracas porm ao seu
baoilissimo governador, hoje em dia est de por-
teiras fechadas; tem linhas com marcos em todos
os seus 4 lados : oa seus governadores futuros po-
derlo ter mais, mas nunca menos.
Releva dizer que o engenho Bom Jardiin, seja
ou nao pendencia do Carass, essa questao para a
composicao, que se fe., nao augmenta idea, e nem
diminue. .,
Considerado como Carass o su titulo de 1801 ja
passou em julgaCo; fe. do quadrado redondo com
rel.cao a si mesmo, e para o sul e para o norte
ter a meia legua de trra, desde que por quaes-
quer desses lados outros titula, nao se oppunhara
com evidente clareza : e considerado como Carass
de cima, est no mesmo caso, tem sempre nma le-
gua de largura, que equivalle duas meias leguas
dj largara ; quero ainda provar que nenhuma com-
plicacio fe. elle composicao que se f Nao tendo por fim discutir lo los os pontos da pu-
blicacao e sim smente os que se ligavam mais de
perto composicao, que fis somente para o fim de
demonstrar que a minha bi f no foi imbaida e
conseguintemente,que ella nao causn a requintad,
leso enorme, de que falla a publicarlo, fiado a
presente, pedindo ao anonymo, que nao continu e
fazer meu irmao, quem preso e considero, dis-
servico d'essa ordem : que nao crave com prego de
ferro o queja foi pregado com cravo de ouro.
Engenho Marrecas, l* de Agosto de 1886.
Todo da kocla.
PO d -.millo
O TENESTE JOS FRANCISCO PAES BAEEETO
AO PUBLICO
Tendo o Sr. Joao Ribro Pessoa de Olivara
feito publicar pela Provincia urna carta analysan-
do o meu discurso q>ie foi publicado pelo Diario de
Pcrnambuco de 28 de Maio do corrente auno; car-
ta que havia anteriormente mu dirigido, mas que,
nao me merecendo nenhuma importancia, deixei de
lhe resi>onder ; son, em vista desse seu procedi-
meato, toreado em vir imprensa dizer algumaa
palavras a> publico, no sentido dedesmentil-o,
principalmente na parte em que, tao fcilmente,
elle me trata por amigo I Contra seraelhante pro-
pusicio eu protesto solemnemente, porque nunca
Ih-: dei tal confianca.
Assim, pois, iu possibilitado de perder o mea
precioso tempo em poleraicar com um sa&to tao ele-
gante e bem engravatado... deixo de entrar ua
apreciacilo do mais que disse com relacio ao meu
crdito litterario, para, no entretanto, mostrar ao
publico o quanto elle insensato e pedante.
O Sr. Joo Pessoa, ou antes o lastimado poeta de
Pidra de Fogo, (como lhe cbamam) indignado com
o jprocedimento que tive, de nao lhe ter dado a
honra do responder a carta que me dirigi e que
c >m todo desaso deu publicidade, contina na sua
ingloria tare/a a depreciar do meu carcter ca sup
posicio de que eu tema sua ridicula figura......
Assim, nao posso ter indifferente a tal procedi-
miento ; portanto, venho do alto da imprensa en-
tregar ao Sr. Joo Pessoa, ou a quem elle determi-
nar, o livro de minha vid, que consta de 39 fa-
llas indicativas dos anuas que tenha, para que o
compulse, eslude e depois venha de publico dizer
o que vio.
Eatou convencido que o Sr. Joio Pessoa nao me
facultar com a uaesma franqueza o seu -livrinho -
embora diga que tem 20folhas de menosque o meu
e esteja colorido e encadernado gosto...
Tendo elle dado luz da publicidade a sua
obrinha Iliteraria, lembrou se de apadrinhal-a com
o norae do Ilustrado Sr. Dr. Tobas Barrete de
Menescs, dizendo que eu havia escripto um artigo
em que me comparava tao versado em liueratura
quanto o mesmo doutor.
Foi, certamente, esta mais urna infelis lembran-
M que tc?e o lastimado poeta do celebre poema
Ignez... to fallado nesta trra !. .. porque, ja-
mis poder provar aquillo que somente elle tem
guardado uo seu cerebro tresvariado !...
Elle sonhou que, jugando semelhante carli:iha,
puJesse se tornar conbecido no mundo da littera-
tura, c por isso fosse chamado pelo sabio lente da
Faculdade de Direito do Recite, nao para sacudir
a pieira de sua importante bibotbeca, mas para
limpar aquillo que fosse necessario............
Cuitado! dtalo de um coracio nebulosamente
igoistico e fri e de urna cabeca estril, mao os
Stephes deMiscovia, ainda assim julgou ridieula-
risar-me, na supp*sicai> de qu i uo atravessar o
lamacal de SJa critica rasteira... podeste eula-
mear os solados de mrus sapatos Que engao :
outro foise o Sr. Joar fesss'jtx, que nao o c nhecido
poeta da linda astimisi. eu na> aceitara a sua
Iuvh, porque seria lhe dar a importancia de que
oa presume credor, pelo facto de, como disse, l--c-
eionar a tres ou qu itro crcancal a carta do A
BC!
E' s o que poJediatinguilo do irracional, que,
iiiqi.ntfl ao mais, se caa perfeitainoute em nu-
IA>1M e c8-J !. .
Pruaempcoso como entendeu que MM p.'O-
c-.'iiendojp.'dia figurar uo numero dos litterat <*, e
mira o que (fez com j o sapo) lauto "uchou se ea-
tieou. que afiml parti a in-dla do cerebro e ca-
hio dcsgracadHin<-ure no f. Jo ridi :ulo "...
A falta absoluta de eoohecim--utos Iliterarios
milito concorreu para que o infeliz poeta livesse
se precipita lo sobre as vagas revoltosas Je um
ocano tao profundo.
S assim poder justificar s-'u ,> mrrximenr/i
analysando escriptus do outros, como b-^in eonfir-
mi ana celebre caria, que upeuas ropre >uta u
moilalha do se-t suicidio !!. .
Se ao menos o pobre poeta tivesse a feJteidadu
de presar os seufimentos d'alma, w cnbecesse a
lgica cobedose.seo freo... da razio, certamente
na > te'ia se oucoatraJo com semelhaute fatalida -
d'|! mas como esta a sorte d >a miseros athestas,
nada trnlio que admirar.
Creio que estas espora^as. .. sio oufficientes
p.ra ab.far-lhe o fogi. c fazel o quebrar a
p m'-a do entesado collariubo qu-^ impunemente ts-
teuta, sem que teoh.i pago o davido aposto, de
modo que, fique c mlieceudo, qu-, com a nviihuina
forca intellectual de que diapoe, nio pode quebrar
a cadeia de ferro que opprime o seu gelado pensa-
mento. -
Assim, p rovado o desaso e a incapacidade do
pobre infeliz autor do naufragado poema Ignez.
reservo-lhe o direito de fazer ao publice o sea his-
trico.
Quebrou se a penna.
J.Fo d'Alho, 6 de Agosto de 1886.
Jos Francisco P. Barre ot
%o Jliiu- Sir. Dr. Promotor pa
blleo
Chama-se a attengao do >." proraotir
dcsta capital para os documentos abaixo :
Alistamento d/i freguezia do Po$o di
PaneUa. 4. Quarteirao. -Numero de or-
dem da Revisao de 1885 118 -Maoool
Caetano de Albuquerque Mello, 23 ANNOS, i
filho do Dr. Jos Maria de Albuquerque
Mello, solteiro, proprietario, residente em
Apipucos n. 10, sabe ler e sscrever ; alu-
guel de casa. >
Decreto N. 3118 de 7 de Outubro de
1882;
^Hei por bem sanceionar e mandar que
so execute a seguate RcsolucS i da As-
sembla Geral:
Art. I* E' autoriaado o goveraj para
mandar que seja admittido matricula em
qualquer das Faculdades do Imperio o es
tudante Manoel Caetano d Albuquorque
Mello, dispensando se lbe para esse fim a
idade exigida por le.
Art. 2- R^vogain-s-i as disposic5.s em
contrario. Pedro L dio Velloso, do meu
conselho, etc., c-t \
O Sr. Mmoel Caetano alisti-s', pois,
coiu certililo talsa, como timbam se po-
dar ver pela certido archivada na secre-
taria da Faonldado de Direito desta ci-
dado.
Isto um crime previsto p da lei elaito-
ral, e esperamos qu? o Sr. Dr. Promotor
publico cutupra o su dever, denunciando
o falsificador e exeluindo do .lista.uento
mais um phosphoro.
O
.Bolsa commerclal de
buco
Peruam
BECIFE, 9 DE AGOSTO VE 188.
As tres horas da tarde
Cotacfes olfieiac
. Cambie obre Para, 90d/v. com 1 /8 0/0 de des-
cont.
O presidente,
Pedro Jos Pinto.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lemos.
RENDIMENTOS PBLICOS
Mea de Agosto de 1886
ALFANOEGA
De 2a7
dem d 9
KMDA MOVISCIAL
De2a7
dem de 9
182:4154659
88:5421146
21:,U878
2:94->82U
220:9571805
24:9281698
Total
Bsouuxuua D 2.7
Uejn de 9
245:886/503
5:024*383
7971137
5:821*520
DESPACHOS DE IMPORTAgAO
Vapor americano Finance, entrado dos
portes do sal, ne dia 9 do crrente e con-
tornado a II. Forster li C, manifestou:
Botijas US barricas a Antonio Pinto
Apa.
Caf 377 saceos a Souza Bastos, Amo-
na A C, 346 a Joaquim Ferreira de Car-
?attio & C, 416 ordem, 263 a Fernn
itt da Costa d C, 150 a Domingos Gru
-4.0. 98 a Gromo 4 Pereira, 272 Bai-
lar kveirm 4 C, UO a JoSo Rogerio N.
da Silva, 85 a J. Joaquim Alves A C, 85
a Augusto Figueiredo 4 C, 70 a Eduardo
Gomes, 66 a Albeito Rodrigues Branco,
30 a Jos D. Pereira de Azevedo, 27 a
Moreira & Braga.
Fumo 70 volumes ordem.
Panno de algoao 20 fardos Ferreira
Irmao, 10 a A. Vieira & C.
Sebo 125 barricas a Joaquim da Silva
Carvalho.
Carga da Bahia
Ailios 100 canastras a Domingos Cruz
4C
Cigarros 6 barricas a Meuron 4 C.
Fio de algodao 40 fardos a Joao Fran-
cisco Leite.
Mercado Has diversas 4 caixas a Joaquim
Orondalves Pinto.
Panno de algodao 50 fardos a Ferreira
Irmao.
DESPACHOS DE XPORTACAO
Bu 7 de Agosto de 1886
Para o exterior
No vapor ingle. Scholar, earregou :
P.ra Liverpool, V. Neesen 227 fardos com
47,117 kilos de algodao, 7 ditos com 1,737 ditos de
trapos e 98 couros com 2,376 d.tos ; i- P. de Le-
mos 50,000 kilos de carocos de algodao.
No vapor americano linance, carregaram :
Para New-York, H. Stolzeobatk 10,000 -oelles
de cabra ; H. Luad cabra.
rara o Interior
No vapor francs Ville do Cetra, carrega-
ram :
Para Santos, P. Carnfeiro & C. 486 taceos com
29,160 kilos de assuca msseavado.
Para o Rio de Janeiro, H. Burle & C. 400 sac-
cas com 31,196 kilos de algodao.
No vapor nacional Para, c irregaram :
Para o Para, V. da Silveira 200 barricas com
11,850 kilos de assucar branco ; J. 11. Das 2U
barricas com 12,844 kilos de asan^r branco ; J.
A. da Costa Medeiros 70 barricas com 3,068 kilos
de assucar branco.
No biate nacional D. Antonia, carregaram :
Para Aracaty, P. Alves & C. 11 barricas com
411 kilos de assucar branco c 60 ditas com 2,705
ditos ae di mascivado.
Xo cnter Colombo, earregou :
Para o Natal, M. Anvrim 40 barricas com 2,400
kilos de av.uc .r maecavado e 220 saceos com w
rinba de mandioca.
Na barcaca Tres Irmllos, carregaram :
Para o Natal, Oliveira t C, 11 barricas com
230 kilos de assucar refinado.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios 8ahidos no dia 8
Santos por escalaVapor francs Vilie de
Cear, commandante Dupont, carga va-
rios gneros.
PelotasLugar sueco Hilder, capitilo N.
M. Peierson, carga carvao de pedra.
MacoEscuna norueguense Hapner, ca-
pitSo T. Wegz, carga farnba da man-
dioca.
AustraliaPaticho inglez R. L. T., capi-
t5o W. Thompson, carga varios gneros.
Navios entrados no dia 9
Torra-No va33 dia*, barca ingleza Olin
da, de 251 toneladas, capitao John
Kendrick, equipagem 11, carca baca-
lho ; a Saunders Brothera 4 C.
Rio de Janeiro por escala5 das, vapor
americano Financ, de 1,919 toneladas,
commandante E. C. Bocker, equipagem
61, carga varios gneros; a Henry
Forster 4 C.
Swanaea 57 das, barca ingleza Epsilon,
de 521 toneladas^ capitSo David Jones,
equipagem 13, carga carvao de pedra;
a ordem.
Southampton por escala -15 diaa, vapor
inglez Mondego, de 1,464, toneladas,
commandante G. W. Hiks, equipagem
69, carga varios gneros; a Adamson
Howio 4 C.
New-Port49 dias, barca norueguense
Ofir, d9 440 toneladas, capitao O. Jen-
sen, eqaipagem 11, carga oarvao de pe-
dra ; a Wilson Sons 4 C.
Navio sahido no mesmo dia
Buouas-Ayres por escala Vapor inglez
Mondego, commandante Q. W. Kicks,
c_rga varios gneros
Obscrvacao
Nilo houve entrada ne dia 8.
Cear
Merchant
Trem
Mandos
Ville de Victoria
Petropolis
Stefuma
Bahia
Orenoque
Espirito Santo
La Plata
VAPORES ESPERADOS
do norte a 13
de Liverpool a 13
do sul a 14
do sul a 16
do sul a 18
de Hamburgo a SO
de Trieste a 20
do norte a 23
do sul a 25
do sul a 26
do sul a 29
promotor pnblSco de Igua-
rass
Acudo ao pressuroso chamado da Ilustrada
redaccao da Provincia.
Fui por ella apontado, em seu num ro ae 6 do
corrente mez, na pequea rela^ao de proinotore
adversarios, conservados pelo partido poltico, que
representa.
Cumpre-me a tal respeito, por os pontos nos ii.
A minba uoineaco para o cargo de promotor
publico, pelo pirtido liberal, tetn ifxplic-ic.-.o muito
razoavel.
Na i ajdevo aos meus adversarios e, declaro
alto para que todos o saibam, fui linbranci do
do mea prezadissimo tio e amigo, o Exm. Sr.
Baio de Caiar.
A' elle e somtnte 'lie, agradec i o ter sido apro-
veitado no dominio liberal para o cargo que,
ainda hoja rx#l$*>: sendo de notar que a minha
conseovar^io n'elle, at o dia 20 d Agosto do inno
prximo paseado, data da Hscenca > do partido
conservador ao pder, custou-lbo alguin sacri-
ficio.
Por raais do urna vez, tentiram os meui adver-
sarios polticos atirar- me na valla commum ; o s
nao o tizeram p vane a minha causa estav i aos
cuidados do muito noUvel advogado.
Houve, como sabom tod '8, am\ oic.i triste o de
eterna vergonba para o partido liberal de Pernam-
buco.
Redro-me & guerra cioil entro Iro.-s caclurros.
N'aquelles desastrosos templo. > come?ir a lu-
cta, era eu'promotur publico d* comarca do Bonito
Deularei ine couservador-li-ao. D :vin e quera
el-o.
Tanto Uistiu pur* que, em c ingroM d. eimoais
sio executiva. sob a presiilcncia d*i Dr. Oliv^im
Andrade, ex-ebefo de polica d'eita p-oviucia,
f'Sse eu coudemnado a perder o lugar!
AproU, entjto, > golp-: o meu aro tio, > Exm.
Sr. viscond de G.rirurap.^8, que, nppnul > se ao
meu a8sassinato, conseuli.', p*rn eondescend-T com
os seus amigos, que me tizossein um ferimtuto
grave.
Nj fui demittido, removerara-me de i mito par
Panoli* a.
Felizmnte, nao clu-guei ferver no destarro,
pouces dit's depois, suhindo o cambio d'8 leves,
obtive, pedido do Exm. Sr. baro de Criara, m
minha remochopa-a esta comarca.
Aqui, diversas arrancadas deu a fi-lalco cll'-fe
liberal da trra i ara exp-tlir-roe d i s"ii territ'no.
De urna d. lUa, elle m amo leve franqueza d
noticiar me, em couversafilo, as segumtes pa
lavr.-:
Teuho, corto, procurado retirI o d esta
com meu irmilo t...\ e j fall-i alguns amigos
sobre tao conveniente ni'slid.
O filalg i, porai, oueontrava sempre o becco
tapado e qaem criava-lhe dedicados em^arayos^era
u Exm. Sr. bario de Calar.
E n 18-t* retirado o Dr. Martin Pereira dVsta
coman-a, procurei voltar para ella e anda ucn*
vez o Exm. Sr. baro de Caiar pode obter a
satisfacao do meu desejo.
E cun i entro elle e in alluJdo fdnlg i havia,
entao, bo~s reUydes de ainisa le, este ala por mim,
mis bj> atteiic-lo aquil -, nao se opp >z de frente
inuilm remoco.
Do que fiea dito, para o facto de t'r, ultima-
mente, o Sr. baro de Irapissuma (deixe-ine decli-
nar logo *o noine do filalgo) chumado a si .
mencionada rem cao, va mu grande distancia.
Provoajuei S. S. umaexplicaclo sobren assu
pto, em artig s publicados cu Junho ultimo no
Diario de Pernamt/ueii, e elle, macac i vrlho que
nao meMejmao em\cambuca, fugir com o carpo,
receioso uo ir pegar m alguma corda de sino.
O mais bonito que procurou um derivativo
digno de si; dizendo i alguein que me fizesse mc
cute de que nao descia a dar-me urna res posta !
Ai! Que grac !!
E no Diario de Pernambuco de 21 de Marco do
correute auno S. S. nao honrou me com urna
resposta ?!
Nao pude deixar de lembrar-me do fiuali
Barros Vlelo, ao recebar, o recido e, entao,
deixando escapar uin risadinlta de escarneo, adini-
rei conjuntamente o modo engenhuso pelo qual
S. S. fugia da I acta !
Havia, realmente, de minha parte superbri-
dade em forcas, armas e at,_en sexo, em ratao
da idade. .
Abandonei, sera proposit), o ponto principal da
questao. Volto elle ptra concluir.
Sa*ba, em ultim* analyae, a digna redaccao
da Protuncta, que eu, no ultimo dominio liberal,
representava a pessoa do Exm. Sr. baro de
Caiar.
Igurass, 9 de Agosto de 1886.
Fhancisoo Xatiee Pab. Baesetto.
licenja redaejao desse peridico, para
oppormos desde j algumas li^eiras con-
siderares, promettando tratar brovemento
desBe assumpto, mostrando quaes sao as
mltiplas causas do augmento dos crimes
nesta capital.
O conselheiro Nabuco, (fallecido) e tam-
be m Jos de Alencar acouselhavam (con-
selho que transmittiremos Provincia) _que
houvesse uniao dos partidos sob o nico
ponto de vista de resolver-su essa impor-
tante questao da polica o Justina.
Nao se pode, nem se deve attribuir a
miseria desta ou daquella autoridade, o
augmento progresivo dos crimes. E' um
mal antigo, entre us, que necessita de es-
forcos recprocos doi dous partidos polti-
cos, para ser debellado, porque a garanta
da seguranja individual c de propriedade
interessa a todos, conservadores, liberaos,
uacionaes e estrang^iros; e incontesla-
velmente, o primeiro bem do un povo, o
primeiro dever dos governos.
Nao nos admira areprodueyo dos factos
indicados, isto dos ataques propriada-
lo, porque em todas as ciiades bem poli-
.iadas do mundo, elles se reproiuzem,
orno en Fianct, Inglaterra, Italia, sendo
que nestes paizes, em maior cenla que
cutre nos, que vivera em outras
onde a polieia n&o retribuida
publica diminuta.
As est-*titicas de Lindros o P.iris fallam
bo:u alto; ellas provam que l pullulam
mais uialfeitores e ladrS ?s do que em todo
o Brasil.
A Provincia, portanto nilo levo o seu es-
pirito a ponto''do acensar as autoridades
conservadoras, porquo essas aecusajoss
terao tambem di reeahir uos s.'us worivli-
gionarios.
Temos em nossa mes i do trabalho, os
annacs Ja Assemblc Provincial do 1881 ;
e agora mesmo estamos lendo um discur-
so do Sr. Jos Mara, a esse respeito, delle
extractare.nos ajguis trechos para respon-
der c&b dmente io orgaV) liberal. O Drs.
Adolplio de B r.o*, Lourenco d- Albu-
querqu-, Doria, Adclioo, Jos Liberato,
presidentes liberacs, em s erma : a seguranca individatd soffr.-ra
repet ios ataques, e somante n >s espacios
le furtos e roub M tem til gran lo aug-
mento.
O distiu t :n .gistr.ido, q se acha
frente da polica, eataprilor dos seus ar-
daos lev-res, e s.vb honrar a classo a que
p -rttu :; p.r iss) mvam ; g iraatimoe Pro-
vincia e aj publico, iiuo ello Un brar to esf. r; >s e empegar "S meioN que
tiver ni ai su .lean e, para impedir a
Prevcn^o
Previne-se a qaem interessar possa, que a rea
compreheudida da igreja da Penha at o largo
das Cinco Pontas, entre as ras da. Calcada, e
Vidal de Negreiros, terreno foreiro, pertencene
.o antigo vincalo Salvador parado Vidal, caja
saccessora trata de h.blitar-se para baver os
respective foros e qaem assim dos terrenos entre a
igreja do Espirito Santo S. Francisco e Rosario
como melhor explicar-.e ha na ra da Penha n.
2b, l'ja.
Aviso
son lig<5:s,
e a forja
Tributo de gratldo
Recorro imprensa 'para manifestar a minba
eterna gratidao aos sete Srs. juizes de tacto que
na sessao do jury de Pao d' ilho, em 2 do corrente,
proferiram em -mea favor onusto voto de absolvco
no processo infamante que se me moveu. Arrasia-
do pela maldade de meus inimigos barra do tri-
bunal, depois de quatro mezes de martvrios, res-
ta-me a satisfacio de recoahecer que ainda exis-
tem almas justa, que nao se de i xa m vencer nem
se afogar na onda da corrapcio que assoberba
urna grande parte da sociedade hodierna.
Aos meus consciencioso. advogado. tenente Jos
Francisco Paea Barreto, Dr. Joo Ferreira Domin-
gues Carneiro,'o mea eterno e espontaneo reconho -
cimento e m.nifestaco de minha intima alegra
pelo modo Incido com que fzeram transparecer a
verdade do alludido processo, verdadeiro laberin-
tho de paixes e com ella minha innocencia.
Aos iUlms. Srs. capitao Jesnino Carneiro, eoro-
nel Lm. de Albuquerque Maranho, e todos os
mais que directa ou indirectamente auxiliram-
me com seas valerosos esforcos afim de que fosse
livre das garras dos que sequiosos tinham s lo de
vnganca, a Providencia dar -os justos premios,
quelles que na sombra do odio e das paixoes
procuraram cavar minha ruina, eu lhes lego o dia
de amanha.
Hodie mihi eras tibi-
Recite, 9 de Agosto de 1886.
Antonio Bogers de 8o>*a Jnior.
Seguranza Individual 6 de pro-
priedade
Em artigo edictorial datado de hjntejn-
o orgao liberal, em lioguageai mais mode-
rada, tratando de roubos havidos ultima,
mente nesta capital, attribue a sua fre-
quencia impotencia ou fraqueza de auto-
ridades, e pede providencias ao mui digno
Dr. ebefe de polica, a quem se procurou
censurar.
Nao negamos a existencia de alguns
furtos e rouboa na parte official, e registra-
dos pela imprensa diaria ; mas, pedimos
i
O r. K. Oaglan Bonnet Medico pela
Faculdade de Medicina de Paris.
Condecorado com a meialha dos hospitaes.
Socio correspondente : das Academias de Medi-
cina do Rio de Jxneiro e de Barcelona ; da So-
ciedade de Medicina pratica de Paris e da Socie-
dade Francesa de Hygiene, ex-director do Museu
AnitomoPatolgico d. Fu cuidado de Medicina
do Rio de Janeiro, tem a honra de prevenir o pu-
blico que durante a sua estada em Pernambuco
fica a dsposicao dos doentes que dosejarem boa-
ral-o com a sua confianca.
Chamados e consultas de 1 s 3 horas da tarde
at,novo kvo : na hospedara de D. Antonio
(Caminho Novo).
Especialidades : molestias das
ras, coraeao, cstoinugo, ligado,
nervosas e pyphiliticas.
Recife, G ae Agosto de 188G.
vas
etc.,
respirato
molestias
Uina das grandes diT-re icis entre a Ana
Florida de Barry e todas as outras o tacto
de possuir a de Barry inarav i Ilusas proprfdadea
by:rien;as e salutferas, do que tocias as outr>a
sao inteiramente destituidas. N>; estranho, pois,
que nos empenhemoa em evitar cjifusces cou as
intituladas aguas fl tridas, que tao persiitcnteoien
te teem sido impostas ar.tencio publica. Outro
distinctivo da Agaa Florida de Barry
perfume peculiarme lt* suave c rico, delicadssimo
que exhala ,Em todos os outros perfumes a rique-
za e suavidnde degenerain em e;nana95:s pesadas
que fac'im e causam nauseas.
CLNICA
de parios. moleMtia de nenborat
c de crlaacuw
Dr. Joo Paulo, medico aggregado do hospital
Pedro II, 'l'esta cidade, com pratica e estados es-
pi'ciaes nas princpaes maternidades e hospitaes
de mullier^ ; d<< criancas de Pana e de Vienna
a'Austr.a, faz todas as operacoe? obstetrioas e ci-
rurgicas conceraentes as suas especialidades.
Consultas d-s 12 s 3 horas da tarde, na ra
larga do Rosario u. 26, primeiro andar.
Residencia. Ra a Iinperatriz n. 73.
X 8. Na tsica pulmonar a potencia
da E oalaao S;ott como remedio mara-
vihosa. R-Staura o sangne ao seu esta-
do normal. Sana as innaiumacojs de gar-
ganta e dos paliadas. Calma a tosse e a
rouquidao. D cr s faces o aumenta a
carne e as forjas.
u
rcpil yao t
A't bi>:V
roubs.
II icif-, 9 do
Ago
to
de 18.SU
C'issius.
Ao Mupci*2oi* Tribunal da He
tafia
X i Dtario de Pernamimeo de G do cu rnte mez,
ehainiii'.s a aitenca.' d Venerando Tribunal da
Relae&i para um hal-eas cirpus, concedido pe >
juiz de lireifo Interine IgMr lenphoro Giin^s di" Araiijo, em favor dr Hercula-
no Joa i IJ.irnaiii Jumor.
Entiii, p ir falta conliecimen'o, deixiraos de
dar sciuncia no inesino Tribuunl d uin tacto, bas-
tante n 'tavel p ira o caso.
O referido n lividuo, segundo consta da parle
da polica, publicada n Diario de Pe nanv'juco de
5 do andante uiez, foi recollndo Casa de Deten-
erlo p >r disturbios.
Estii, pirtanti, provadique elle um tarbu-
l-fnto que o bacharel Telesphero, l-vanlo- i cm
sua coinpnhia para a formacao do processo do Dr.
Pai-s Barreto, Vive o peosameato de provocar um
conflicto, cujas consequencias podiain ser bem ta-
taes.
O juiz que assim procede revela claramente fal-
ta absoluta de bom senso.
R xife, 9 de Asosto de 1886.
A Sentinella da Juslica.
Theatro de Santo Antonio
T.-ndo sido transferido o espectculo que tinha
d.' rcalisar-se no dia 8 do corrente, em beneficio
da viuva de Francisco de Paula Santos, por ter
adoecido um dos amadores que toraavam parte uo
mesmo espectculo, a coumiiss&o encarregada_ de
promover o dito beneficio, pede deiculp* nao s ao
publico em geral, eomo iainbem a todas aquellas
pestas que tireratn a generosidade de ficar com
bilhetes.
Certa u commsso, que ser despulpada d'esta
falta involuntaria, e promette realisar brevemente
u inesiii espectaculj.
A commissao.
Expsito sol-americana em
Berlim
A commissao eocarregada de ageaciar produc-
tos n'esta provincia para aquella exposicao. enca-
rece as p?tsoas que qui.erem conconer a ella, que
se diguem dirigil-os at o dia 12 do corrente pa-
ra o e&criptorio dos Srs. Leal & Irmo ra do
Mrquez de Uliuda n. 56, find o qual prazo a
commissao nSo recebe mais nenhum producto.
Recife, 9 de Agosta de 1886.
Andr M. Pinheiro,
Secretario.
Progresos da medicina
A sciencia nos d alegres novas, annuncando-
nos que se tem feito um grande e importante des-
cobrimeato, e que as insidiosas amargaras e soffri-
mentoa causados pelas molestias da garganta e dos
orgos da respiraco, podem ser atalhadas com o
immediato uso do Peitoral de Anacahuita ; e isto
com urna certeza e infallibilidade, at agora defeco-
nhecida na pratica da medicina.
A base fundamental dente delicioso e riquissimo
xarope consiste do balsmico sueco extrabido de
ama arvore mexicana, chamada Anacahuite, o ni-
co especifico natural at boje conhecido para as af-
feccoes pulmonares.
As esquinencias, os bronehites e a asthma, ce-
der sua accao com urna facilidade verdadera-
mente assombrosa. Faz desapparecer a rouquidao
dentro de poacas horas, e tomada tempo e ho-
ras impede a possibilidade da fysica.
Como oabantia contra as falsificarles, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em lettras transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio cada garrafa.
Acha-se venda em todas a. boticas e lojas de
perfumaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
ra do Conxnercio n. 9.
O vinho de extracto de figado de bacalho,|de
Chevrier, composto de tal modo qne urna colher
de vinho corresponde exetsmente a ma colher
de oleo de figado de baoalho.
Aa doses do vinho nao devem exceder s do oleo;
ella3 variarlo gund> a idade e a con.tituicao do
individuo, entre nrnaf?) e quatro (?) collares por
da.
E' de grande importancia nao exceder esta dos,
um medicamento nio preencheu os seas fine logo
depois de ter paseado a bocea; chegando no esto-
niano deve ser digerido para tornar so til; ora as
doses exeessivas nao se digerem, ellas acarretam
pelo contrario perturbacoes gstricas de natarexa
diverw, como o professor Divergi to utilmeote
assignalou. Eis porque chamamos a atteneo dos
doente. sobre um ponto muito digne de eonsidera-
co : Nao ha exagerajlo falsa no rotlo do vinho
de Extracto de Figado de Bacalho, de Chevrior,
nao pode baver exageracao imprudente na na ad-
ministraeSo.
(Bem* MtdioaU).
MEDICO
O abaixo assignado, que at agora assignava-se
Dr. Silva Britto,previne a seus collegas e ao
Eublico, que, para evitar coufusoes, que j teem
vido, por exercer nesta cidade, onde bastante
conhecido com o ultimo termo d'aquelle apellido,
um outro collega mais antigo, previne diz, que
d'ora em diante assignar-se-haDr. Joo Paulo-
Rcife, 1 de Agosto de 1886.
i Dr. Joao Paulo da Silva Brittr:
Dr. Coto Leite
MedlcOt partrin e operador
Residencia ra da Imperatris n. 48, 2/ andar.
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultes das 11 horas da mano s 2 da
tarde.
Attende para ss chamados telephoue n. 449 a
qualquer hora.
a*
Escola particular
Mara do. Anjos Dornellas Cmara,
professora particular, contiua a lec-
cionar, na casa de sua residencia ra
Duque de Caxias n 70, 2' andar, as
materias que c .nstiljem a ir.struccao
primara, e os trabalhos de agulba e
bordados. O exercicio d'esta por eapaco
de mais tres anuos um garante de
suas habilitaces. e espera merecer dos
pas de familia a subida honra de lhe
confiarem suas filhas.
A' tratar na casa cima.

Dr. Fernandes Barros
Medico
Consultorio roa do Bom Jess n. 30.
Consaltes de meio dia ; 3 horas.
Residencia ra da Aurora n. 127.
Telephone n. 450
Licor depnrativo vegetal iodt'.
DO
Medico ([imite.la
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de to grande fama infallivel na cora de todas
as doenca. syphiliticaa, escrofulosas, rheumaticas
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopas e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das e chronicas, cancros syphiliticos, inflamma-
coes visceraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes-
tinos, etc., em todas as molestias de pelle, simples
on diathericos, assim como na alopecia ou queda
do cabello, e nas doencas determinadas por satu-
rarn mercurial. Do-se gratis folhetos onde se
encentram numerosas experiencias feitea eom este
especfico nos hospitaes pblicos e amitos attosta-
dos de mdicos e documentos particalares. Faa-se
descont para revender. _
Deposito em casa de Paria Sobrinhe 4 C.
Ra do Mrquez de 01 inda n. 41.
Oculista
Dr. Ferreira da Silva, con-
sultas das 9 ao meio dia. Resi-
dencia e consultorio, n. 20 ra
Larga do Rosario.

Dr. Carneiro Leo
MEDICO
Tem o seu consultorio e resideneia A ra
Livramento n. 31. 1 andar. Consultes de 11 ha-
r, da manba s 2 da Urde. Chamados por e.-
eripto a qualquer hora. Especialidade :febree,
partos e molestia* de criaucas.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medica ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, mudou seu consultorio, do 2:
andar da caea o. 45 ra do Baro da
Victoria, para o 1.a andar da casa
51 da meema ra. Consultas de meio
dia a 3 horas da tarde. Residencia
roa Sete de Seteaabro n. 3 A.
I
Dr. Cerpira Leite
MEDICO
Tem o seu escriptorio a ra do Mrquez de
Olinda a. 53 das 12 s 2 hora, da tarde, e desta
hora em diante em sua residencia i ra da San-
ta Crui n. 10. Especialidades, molestias de se^
nhoras e triancas.
4
i


Diario de PeroambucoIVrca-feira 10 de agosto de 1886



-rr
Fados e njta-palavMS
ot 5e stae&jtim tratar sem comprometttr a
laude com preparados mineralgicos
Nesta typographia e ua ra Direita n. 43, 1.
andar vende-so tinturas homeopathicas para ino-
fensiva cura das seguintes molestias : asthmaticr,
ainda mesmo bronahitieo; ciysipela, onxaquecis;
internitentes (sem o empreo do fatal quminc) ;
toase convulsa, falta de menstruacJo ; cmaras (i*
saogue : estancos ou inetnte ; dores de dentes ou
nevralgias, metrorragia ; vermfugos, denticoc
couvulaoes das criancas ; rudo manipulado de ber-
ras do paiz.
Asim como tratam se escrofulosos ein qnalquer
grao e goramatnsos.
C, Heckmann
Usinas de cobre, latiio a bi-oriae ce 1
Golitzer fer n. 9 Berlim Si. O.
Especialidad^:
Construcfo de machi-
p.s c apparelhos
paratatmcas de assnear, dostiihyV-e e rc-
rinai.ili coiu todos os ai'r'.GamentuB
mod'jruos.
INSTALLAgAO DE:
Engenlios de assucar completos
Estabclo.ci.sonta filial na Havana sob a
mesoia firma de C. Hek uaon
C. e San liruacio 11. 17.
nicos re.oresentanles
Haup Gebru'der
EIO DE JANEIRO
Para inforuia<,-oe8 dij.uns*'ai
Fohlman &
Si So CommeroG 110
Coniilorio tnefe-erurgict
O r. Esteva* i Cavaleaota de A!bc(|uerqi:e con-
tinua h dar consuiUo laediao-erurgHM*, na ra
do Hora Jess ti. :.>, 1 andar, de raio da as 4
horas da tarde. *arasy domis eoiiaulra e visi-
tas em sua residencia provisoria, ra da Aurora
n. 53, 1" aadar.
i. jiii :i, : consultarle 95 e residencia
126.
Especiaidudes Partos, molestias de creabas,
Nd'nltt taaeus annexos.
Comjanhia de cavallarla de Per-
namboco
Precisa-sc comprar tete cavallos para o tervieo
da mesma companbia, as condico.:J seguintes :
mansos, que goveraem bem, com sete palmos de
altura, gordes e novos.
A 10 do correte, s 1C horas da manba, se
efectuara compra, depois de exauidados.
QtiHrtel no Camp> das r'rincezas, 3 de Agosto
O tenentc Jjs C. Maciel da Silva,
Agente.
EBITAES
O Dr. Joaquina da Cost i Ribeiro, juiz d-i direito
do civel desta cidad- di Recito e seu tero.o,
capital da pr.iviuc' de !' rnambuco, por Sia
Magestadc Imperi 1 e Constitucional o Sr. D.
Pdro II quem D.us cuarde etc.
Faco siber aos que o pn-seute edital virem ou
delle noticia tivercm que por parte da Santa Casa
de Miserii crdia dn Liiboa, mu fot dirigida a peti-
cio do theor S'^uinte :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direito do civel.
Diz a Santa Cas* de Mistricrdi* de L;sb >a que
teudo obtido sentenca contra D. Mara Crescencia
Soares de Albuquerque, usufructuaria da casa do
Becco Largo, la qual proprietaria a supplicantc,
cerno prova com a carta de sen'enca junta, vein
requertr a V. Exc. para mandar citxr por ed-
taes a dita usufructuaria, viato como xcha-se au-
sente em lujar incerto, como j foi justificado no
inicio da acc'\ cuj electiva i a supplicante trata
de cffectunr, pata que na primeara udieucia des-
tejuizo, depuis dn decorrido o praso legal dos
edttaes, vnha louv.r m perito que com o
a presentada pela exwiwntt) verifique a nfcesuda-
de dos reparos n. referida mu e arbitre o cunto
dos tnesiDus, nfim dotereai S'qtiestrados, arreca-
dadjs e postos em dep>siro os rendimientos do pre-
dio at que se < ffectim o pugunu-iit das obras e
das cusas em que foi condeinuaria a executada
sob pena do revelia.
Pede diferimento.-E. R. W.
Recife, 7 de Abril de lflSG.Arthur Orlando.
Estava se lada na forma da lei cii urna estam-
paba de 200 rs. regularmente inutilisada.
E mais se nao ctotinha em dita petiedo na qual
profer o segninte despacho :Como requtr.
Recife, 8 de Abril de 1886.Rib iro.
E mais se nao eontinba em dito ineu despacho
pelo qual chamo, cito c hei por intimada a stippli-
cada D. Maria Crescencia Soares de Albuquerque,
para que findo o praso de 30 dias comprela na
primeira'audiencia deste juizo para o fi jo na petieao cima transcripta.
E para que chegue a noticia a todos mandei
pactar o prwente edital, qoe ser anisado no lugar
do costme e publicado pe'a imprenm.
Dado e passado a*ta cUde do BSaak, 9
diaa do mes de Abril de 188G.
Eu, Felicissimo de Azevcco Mello, escrivo, o
i escrever e subscreri.
R cife, 9 de Abril de 186C
Joaqmm da Ce!a Sibeiio.
Edtall. 744 ~
De urdera do inspector g-ral, fac^ saber ao pro-
fessor Manoel Jos da Cmara, da cadeira da
Varaea Redonda, que \)x. fica marcado e prsj d
15 dias para responder sobre o abandouo da sua
cadeira, visto ter deixado d reassumil-a depois
le finda a licenea obtida, e bavar decorrido mai
de seis mezes fra Oo exeacicio della.
Secretaria da iuetrnc^pao pnblica da PWibB-
r.o, 6 de Agosto de 1886. O secretaria.
Pergentino S. de Araujo Glvao.
Ediial n. 12
Ia prarn
De ordem do Ulna. Sr. inspector, se faz publico
que s 11 horas do da 11 do corrente mez ser
vendido em fira-ja no trapiche Couceicao, u n bar-
ril marca M&C e contra marca P, n. 204, conten-
do fumo m rap, pesando liquido legal 106 kilo-
grammas, viudo de Havre no vapor frayicez Ville
dt Baha, entrado em 7 do me de Julho ultimo,
abandonado sos direitos por Meuroa & C.
3a teccio da alfandega da Pernambucs, 7 de
Agosto de 1886.O chkfe,
Cioer j B. dt Uello.
1U?
BECLARACSS
anta Casa da" Misericordia do
Recife
Por esta seeret ria sSo chamados os parenfes
ou protectores das menores constantes da relacao
infra. que raj ser recolhidas ao c.lleg>o das or-
[ilias.
Belaco das orphas abtixo inscriptas, que nesta
data viio ser admittidas oo collegio das orphas
1 Ricarda. fi:h, de Ancouia Marcelina de
Oliveira. .
2 Joaquina, filb.i de Joanna M-iria da Cou-
c-eigjo.
3 Mana, protegida di Joaquim Domingues
Fereir.
4 Adelina, filha de Prisilia da Couceijao
Teixeita.
f> Elisa, idem idem idem.
6 Maria, filha de Eugeuia Maria de Oliveira
Lago* '
7 LeupolJina, idem idem idem.
8 Guilbermina, sobrinhi de Francelina Bri
gida Soares.
9 Maria, filha de Sjphia Carolina de Moraes
Costa.
10 Caiolina, filha de IViea.csit Florida de Lt
ma Costa.
11 Maria, filha de Paulina Maria dos Pra-
Zt'res.
Secretaria da Santa Casa Je Misericordia do
Recife, 5 de Agosto do 1886.
O escrivo,
Pedro Ro.lrigucs de Soaza
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS DE PER
NAMBUCO, 5 DE AGOSTO DE 1886
Relaqao da correspondencia registrada (sem
vcor) que existe nesta reparticSa, por
nao terem sido encontrados seus destina-
tarios.
Aurelio.
Albino Gongalve* Fernandes.
Att'-nso Jos de Oliveira Filhu.
Adelia de Mello Lima.
Agrepino Pires Galvo.
Antonia ti >tnes da Silvcira e Mello.
Antonia Ferreira i"rac.
Antonio Francisco de Souza Pi Ferro.
Antonio Joaquiu..
Brautjes & C.
Carlota Amalia de Moraes. .
Caetaua Carolina Costa Kainos. v
Constancia Rosa Ferreira.
Candida Vieira da Couceicao.
Deolinda de Oliveira.
Felrcia Mana da Conceicio.
Ploripes Torres Gal indo.
Francisca Raymunda Paes Bcckman.
Francisco Braz Ljpes.
Francisco Jos Galvao
Gen-ros Joaquina da Concticao
G. deS. S. Moreira.
Jacintho de Barthali.
Jaciutho de Freitas.
Joaquim Francisco das Chagas.
Joaquim Luiz Pe eir.
J aquiui Pinto da Foneeca.
Joo Baptista de Siqueira Cavaleantc.
Joao Ignacio de Albuqu .rque.
Joao Jo? Goncalvcs.
Jos Alv-s Diniz.
Joe Al vea Rcquitlo.
Jos Alves de Souza Braga.
Jof Affonso Samounier Jamor.
Jus Antonio Ramos.
Jos Carlos da Silva Leal.
os Joaquim Bezerra.
Jos Martina Pereira.
Jote Silva Viauna.
Jos Vianna.
Jos de Xeres.
Lauriauo da Costa Lyr..
Luiz de Frauca Cavalcantc.
Maria Carolina do Nascimentj.
Mari-i Dainiaua da Conceitjao.
Maximiano Jansen V. de Mello.
Mano* 1 Alves BaptBta.
Manocl Antonio Ferreira.
Mantel Ignacio Maia.
Manoel Maurc.
Possidonio da Si'va Porto.
Rosala Traub.
Salustiano Alfredo de Souza.
Sebastio Antonio Vidal
Salvador Jos Ferreira Guimares.
Viccncia Candida Xavier Bandeira.
Virgilio dos Santos Bezerra.
Ouinouly Chavauat
O 1 official
Deodat Pinto dos Sanios.
Club
Samstag den 14 d. Mts. Geselliger Abend.
Das directorium.
Capitana d( Porto
B^gajados e voluntarios para
servir no Batalho !Vaval
De ordem do ixm. Sr. chefe de diviso Jos
Manoel Picaneo da Costa, inspector d'este Arse-
nal t capitio do pjrte d'eUi provincia, faco pu-
bueo qee n etosrvaeM iskrio da Marinlm de 7 e UL #tiei.^ por cal*
eparticao fae aoqnieifll- a tWB*fl ?<>'-
torios para servir me aaUlbto a*ra\ os qaae sao
esrKedidas as seguints vaita^*** :
A.s voluntarias 40W* '* W
e as aracas dt pnrt \olifi.totifc^to excases
aer eooclaso do tuM MMae, r. ^hmo de
rras de 108:SfJ6 metros qwadeaSos as aulonias
de estado.
O pagamento da primeira prestacao ter feto
a crte, a segunda trefe annos depois e a terceira
Xfcn de seis annoa, tea cratt*bind a coacln-
do teatpo.
Seerctaria do Arsnaal IAm wba d fctriam.
b-ra> 4 de Ay*o 4a l*
0 |^.C*?*,
____________mtoms dm S*t*a AMtiito
Estrada i% tro d fti-
beirito Bonito
*s tenaos do aoieo do wt. 4 e arij. 5 e 9
2 ios estatutos, eonvlila eata 'iirectoria aoe te-
harte a^cioarstas para recoihercia >>o London &
Beasilaia Baak, a segunda pceataaao do 10 Ofl
do valer arjmiual de oada aocao, a cemecar desta
data i 60 dias.
etitt, 20 de Julbo de 1886._
HfpteT,"eemeiifet.
SOC1EDADE
Benefcenle Laso-Brasileira
Assembla geral
Eleicao
De ordem do Sr. presiJente, convido a tolos os
socios desta sociedade a comparecerem a sessio
que deve ter lugar no dia 12 do corrent-, pelas 6
horas da tarde, afim de ouvirein a leitura do re-
latono e proceJrr-se a eleicao da nova _adminis
trar;) para o anuo social de 1886 a 1*87.
Secretaria da assembla geral da socielade Be-
neficente Luso-Hraeileira, em 8 de Agosto de 188
O 2* secretario,
Ramiro Costa.
Mociedade Becreall Jawedlude
A presidencia desta sociedade, agradecendo a
todos es convidados a maaeira luana e delicada
com que receberain as comraissoes que distribui-
ram os convites para a soire do 22 anniversario,
a realisar-se em 14 do corrente, tem a distincta
honra de parHcipar-lhes qe a dita soire prin-
cipiar s 9 horas da noite.
Oa ingresaos para oe Srr. ataeeiadoe continuam'
te a fornecer em casa do Sr. Theaoureiro, at ao
dia da partida.
Os socios distinctos que desejarem tomar parte,
sao convidados aasignarem a respectiva lista.
Formalmente se previne que nao se admittem
ageregados.
Recite, 9 de Agosto de 1886.
O 1 secretario,
Joao Alfarra
Preparados
DA
MM.TINA .CTOBIiu- C,
LONDRES
Oos de Otado de bacalbo e lelte
pepilonfoatf e
Esta preparacao tio saborosa que urna crian-
f>\ iromptamente a toma.
O leite digerido tem a propriedade de quasi in-
teiramente disfarcar o oleo e as p;ssoas de diges-
to mais dbil Dodem tomar sem recis de gran-
de ifficacia para adeccoes pulmonares, tsica, tas-
ses, debilidades, etc.
Peptonoldes de Carne
Um alimento mit-og-'aoso compotto de consti*
tuinus Bolides de leite beta como glateu do trigo
(livra de gomniaj.
Recommendado as convalescencas de qualquer
doenca, febres, j^astrite, dyseuteria e toa c qual-
quer debilidade, seja qual for a suacrigem, cape
eiu:meute usando scem coinbuii&> com o ole ode
figado com leite.
Malllna
Uui extracto esneeutrado de trigo, avea e eeva-
da fermentados.
Valor diastasico 30 vezes o Eeu proprio^ peto !
O i- restaurador at boje conhe-
alt.mente apreciavel na casos de debilidade.
Allmealo Kouiave.I de carnlclc para
rrlaarat
A -inalyse deste aliajento* demonstra que os teus
cotidtituintes nutii:tivot sao quasi idnticos como
leita materno, por isto o alimento mais aperfei-
coado para crisnea.
Fornecem amostras gratis aot Srs. medicad.
Dopasito roa do BarSo da Victoria n. 48
Cha preto
As qualidades me-
lliores emais escolhi-
das neste g-cnero, con-
tina a vendar Carlos
Sinden, n. 48 ra do
Baro da Victoria.
Receben de iinpor-
tacao directa e vende
mais barato do que em
outra qnalquer parte.
Tambero Tendemos
em caixas pequeas,
proprias para botis c
casas de familia.____
CompaHliia de Edificacoes
O escriptorio desta
companhia acba-se in-
stallado na pra^a da
Concordia n. 9, conser-
vando-se aberto das 7
horas da manh s 5 da
tarde, em todos os dias
uteis.
Incumbe- se de cons-
truc^es e reconstruc-
Qes.
Recbese informa-
Qes acerca de terre-
nos na cidade e subur-
bios, e a respeito dos
quaes queiram os res-
pectivos donos fazer
negocio.
No mesmo escripto-
rio se encontraro as
amostras dos produc-
tos da olaria mechani-
ca do Taquary, pro-
priedade da e s m m a
companhia.
GOMPANH DE SEGUROS
CONTRA FOtO
Nortb British & Mercanlile
CAPITAL
c.'OOO.OOO de libras sterllnas
A O EN ES
Adomson' Howic & C.
5EGURG*
CONTRA FOGO
The Liverpool I < ra i to
INSIRRANCE COMPANV
&G.
(ompanhia
Imperial
SEGUROS contra FOCO
_ EST: 1803
Edificios t meroadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuitoi
CAPITAL
ftt. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS&C.
fi N. Ba do Commercio N. 5
Gompanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Efttabelc!da em 1*55
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
A 31 de dezensbro de 1881
Martimos..... M<0:000$000
Terrestres, 3I6:000$00
44-Raa do ^miHerelo
NKGl'ROS
ir
OHP.lXUIA W
NORTHERN
de LOndret e AiKsrdee
Poalea Inancelra (e*emlro 1SS5)
Capital oubsciipto 3-2'222
Fundo accumulados 3.134,34o
Beccia animal i
D precnios contra fogo
De prenioi sobre vidas
Do juros
BU A B COMMBBCIO
577,330
191,000
132,00
O AGENTE,
Jthn. E. Btms*
ox.tai "



1
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7-RA DO BOM JESS-N.
Seguro* martimos e terrestres
Nestea ltimos a nica companhia nesta praca
quo concede aos Sra. seg uradi s isempcSo de paga
ment de premio em cada stimo anno, o qne
equivale ao droeonto de cerca de 15 por cento em
favor dos segeradoe.
SEGUROS"
VIARITIMOS CONTRA FOGO
Companhia Phenl* Per-
nambucana
Ruado Commercio n. 8
Mnrion and Braslllan Bank
Limited
Ra do Commercfo n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
z&& do mesmo anco em Portugal, sendo
em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75 N-
Porto, ra dos Inglezes.
EMPREZA DO GiZ
Pede-se aos Senho
res consumraidopes que
queiram fazer qualquer
comunicaeo ou recla-
maeo, seja esta feila no
escriptorio desta empre-
za ra do Imperador n
29, onde tambemfse re-
ceberp qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
ROYALJAIL STEAM PAfiET
COMPANY
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
csrrente seguinio
lepois da demora
ueceasaria para
S. Vicente. Lisboa. Vlgoe Son
(hamptoat
Para patsagens, fretes, etc., tracta-te com c j
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
Comp&KiMa Bra- ilelra de Xare-
gaco a Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Guilkerme Pa-
checo
E' esperado dos portos do
norte at o dia 11 de Agosto
e depois da demora in
diapensavel, seguir para
os portos do snl.
Recebe tambem carga para Santos, Pelotas
Rio Grande d > Sul, frete modic
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-ae na agencia
N. 11 RA DO COMMERCIO -N. 11
Companbia Babiana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O vapor Guahy
Commandante Martins
E' esperado dos oorrop aci
ma at o dia V de Agosto
e regressar uara os mea-
mos, depois da demora do eos-
turne.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete tracta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves 'lalheas
Par e New-York
dracada, camas para crianca, sof, cadeira^M
balanco, ditas de guarmeao, 1 mesa elastija,
2aparadopt, 2 guarda-louca, 1 gua vp ti^,
1 importante relogio, 1 machina d ,m-
feitu e je pe, 1 cadeira e banco de pao aetia,
loica, yidros, trem de cosinha, diversos passaws
como sejam canarios do Imperio e outros e 1 im-
portante sabia e outros muitos obj 3-
ro patentes no acto do leilao. Os lotes serio aa-
tregues em acto continuo, pagando sua impor-
tancia.
2 leilao
luinla feii a. 19 dr corrente
A's 11 horas
A' ra estreita do Rosario n. 26
O agente Silveira, por mandado e com assiat^n-
cia do Exm. Sr. Dr. juiz de orpba .ali-
mento do inventariant de D. Alexaudrina Aumw
Jacome Pires, levar :i leilao 3 quartas partes im
sitio estrada de Joto de Barros, tendo a cata
quartos, 2 salas, cosinlia fra, cacimba, ku*jtt-
tavel, medindo o sitio 1,145 palmos de frente pas
a mesma estrada e todo arborisado.
Em contlnnaco
O mesmo agente levar a leilao um s ibradatte
2 andares, ra de Marcilio Dias n. 1O.
A chave pn>le ser procurada ra do Duque 4e
Caxias n. 8, loja.
O mesmo agente levar a leilao urna excelltgke
vacca da trra com cria, por occasiao do leilao as
predios.
AVISOS DIVERSOS
Espera-s at o dia 28 do mfez corrente o vapor
mglez Theretina, o qual depois de pequea demo-
, ra seguir para os portos cima. Para carga e
H*I*IYlllA l?PnPW*A RfW'-e,e' tr*ta'Be com os consignatarios Johnston
Pater & C, ra do Commercio n. 15.
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
Uns Carvalho.
Todos os recibos dessa
empreza deverao ser pas-
sados em tales carimba-
dos e firmados pelo abai-
io assig do sem o que
nao tero valor algum.
George Wiadsor,
^car
Segu no dia 11 do corrente para o porto cima
o biite Deus te Salve, tendo pnrte do seu carre-
gamento prompto ; para o resto trata se na ra
pa Madre de Deus n. 8.
Lisboa e Porto
E' esperado nestes das o patacho nacional
Osear e segu com brevidade para os portos ci-
ma, por ter quasi toda a carga engajada ; para o
resto que falta, trata-se na ra do Marques de
Olinda n. 4.
LELOK
Leilao
MARTIMOS
COMPANHIA PEBKIHIUCAIVA
DE
.\TaTcgaco eosteira por vapor
Fernando de Noronha
0 vapor Giqui
Segu no dia 10 de
Agoso, pelas 12 ho-
ras da manbS.
Recebe carga at o
(EM CONTINUAgAO)
Constando do mobilia de Jacaranda e inogno,
pianos de Blaudel, ricas camas para casal e sol-
teiro, tolets, lindos quadros, grande quaatidade
de objectos do electro-plate, relogios, loucvt, vi-
dros, guarda-louca e muitoi outros objectos exis-
tentes na grande casa da ra da Princesa Isabel
n.l.
TERCA FEIRA 10 DO CORRENTE
A's 1 i horas
Por intervencao do agente
__________(lUSIIlill)_________
Leilao
De fazendas e miadesas da loja ra do
Rangel n. 48
Agente Brtto
Urna, jardineira com pedra, 1 toilette, 1 secreta-
ria, 1 mesa redonda com pedra e 1 dita tem pe-
dra, e 6 cadeirat, tudo de Jacaranda, 1 guarda-
vestidos, 1 guarda-louca, 2 apparadoret, 1 mesa,
1 marquezao, 1 cama, 1 cabide columna, 1 cami-
A 11 horas da manh
do dia 10.
ESCRIPTORIO
caes da Companhia Perianbn
'______cana n. 1__________
Stiira-Sijeilaietscle
DanpfschiflTabrts-Gesellsehafl
O vap r Petropolis
Esperase de HAMBURGO,
via LISBOA, com escala pe-
loe Azores, at o dia 20 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para 3
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
se com-os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RUADO VIOARION.S
1* andar
Os vapores deste companhia, os quaes tem p-
timas au-ommodaces pira passageiros, regres-
sam dos portos do tul com destino Lisboa e
Hamburgo partindo da Babia nos dias 8, 16, 23 e
30 de cada mez e tocaro ueste porto, caso se of-
fereca numero suficiente de passageiros.
Ot Srs. passageiros, que se quizerem inscrever
sao rogados a fazel-o pelo ments 4 dias antes das
partidas da Bahia.
COHPANHlb DEN ESSAti.B-
RE HiHITIME
TJNHA MENSAL
0 paquete Orenoque
Commandante Mortemard
E' esperado dos portos o
tul no dia 25 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux,
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-se aos senhoret passageiros de tudas
as claswB que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qoalqwer tempo.
Faz-se abatimento de 15 */o em favor das fa-
milias compoata de 4 pessoas ao menas e que pa-
garem 4 passagens iatckas.
Por excepcao os criados de familias que totna-
rem bilhetes de proa, gosam tambem d'este abat-
ment.
Os vales postaes se dae at e dia 23 pagos
de contado. ,
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
afrete: tracta-se com o
AGENTE
iigoite Lab'He
9-RA DO COMMERCIO-9
ia 9, e passagens at ; nha de ferro 1 commoda, 1 cofre, 2 venezianas, 1
grade para porta, 1 marquesa, jai ros, espelbot,
candieiros, cartoes com flores, chapeos do Chile e
outros objectos. /
TERQi-FEIRA 10 DO CORRENTE
_____As lo e Btela horas_______
AGENTE PESTAA
LEILAO
de quatro excelleutet casas terreas que pelos seus
bous rendimentos a magnifico estado de conser-
vaco reclamam attenco dos Srs. compradores e
j por se acharem livres e desembarazadas de
qualquer onus offerecem excellentes juros.
Ouaria-feira U do corrente
A'U II H1HAS EM l'OXT
NO ABUAZEH
12 RIA DO VICARIO 12
O agents Pestaa vender por conta c risco de
quem pertencer as casas terreas abaixo declara-
das :
Urna boa casa terrea com corredor independente
sita ra do Visconde de Pelotas, oatr'ora Ara-
gSo, n. 41, rendendo 35/000 meosaes.
Urna dita com dous sotSos, sita entrada da
ra de Lomas Valentinas n. 4, Tendeado 30/
mensaes.
Urna dita terrea, sita ra do Rosario da Boa-
Vista n. 11 onde existe ama bem localisada ta-
verna. rendendo 30/ mensaes.
Urna dita sita ra do Mrquez do Herval ou-
tr'ora Concordia n. 139, rendendo 30/ mensaes.
Urna dita meia agua sita ra do Nogueira
n. 2. rendendo 11/ meosaes, e finalmente nm so-
brado sito cidade de Olinda ra do Commer-
cio u. 17 com sabida para arua da Misericordia,
a qual acba-se em perfeitoeatado de couservacao
cujas chives estao en poder do Sr. Domingos
Torres na mesma idade, rendendo 160 men-
saes-
Alnga-se casas a 8/000 no becco dos Coe-
ihos, junto de Goncallo : a tratar na roa a
Imperatriz n. 56. *
O abaixo assignado, para evitar duvidas e
questoes futuras, deca-a que um vigsimo de fci-
Ihete n. 22425, da lotera de Alagoas que tem de
correr boje 1<> de Agosto, sua propriedade, que
comprou no dia 5, cujo vigsimo, estando em mftt
de terceira pessoa, esta nao lhe tem entregado,
sobre pretexto de ter perd lo, pelo que.no caso de
sahir algum premio, o theaoureiro da referida lo-
tera nem outra pessoa o pajue antes de ser pae-
sente a juatificaco do occorrido, que se vai pro-
mover.
Sebastiao Nogueira de Mello.
Na noite do dia 6 do corrente furtaram d
engenh Arariba de Baixo tres cavallos com es
signaes seguintes : o poldro, russi, int'irt,
fazeudo a ultima muda, com pisada de baixo obri-
gada e ardigo ; o 2 alaso, com frente aborta,
novo, com as pontas dos dentes quebradas e ai-
digo ; o 3- ac, inteiro, andador de baix*) at
meio, novo, e nm piuco magro. PeC/0 as auto-
ridades policiaes que arxiliem a apprehenco dos
cavallos e a priso dos ladroes.
Baro de Arariba.
Precisa se de urna ama para cosinhar : a
pateo do Paraizo n. 16, taverna.
AUija-ae quatro casas ni ra Imperial as-
102, 104, 132 e 136, caiadas e pintadas, com coa-
modos para familia, e forno razoavel : a tratar no
Recife, caes do Apollo n. 45, ou na mesma ra
n. 130, at as 9 horas ou das 4 em diante.
Roubo
Do eogenbo C-.hc', do terso ta Escada, foram
roubados no di 3 do corrente mez, da estribara
do lavrador Manoel Peij de Mello, tres cavallos
possantes, gordos, de cores e signaes seguintes :
um castanho tapado, inteiro, de segunda muda,
anda baixo obrigado, no p esquerdo tem ama
listra branca entre o casco e o cabello, e no di-
reito um caroeinho, com que produzido por espi-
nh) : dous russos, sendo om grande, ardigo, den-
tes quebrados, de 12 annos, inteiro, anda baixo,
francamente, e o outro quarto, sem andares, de
8 annos, muito bem feto, castrado, tem no sovaco
esquerdo um Bignal de ferida qne teve ha annos,
e todos tres teem este ferroMFna p direita.
O dono gratifica quem der noticia certa de ditos
cavallos.
A quem interessar
5 O abaixo atiignad) faz pabliao qae actual-
mente o nico procurador nesta provincia da
Dnarte Antonio de Miranda, residente em Portu-
gal. E' portanto, com o abaixo assignado, |ne
deve entender-se qualquer interestado, vistea
mesma procurscao fazer eessar todos 0o podares
precedentes. Recife, 2 de Maio de 1886.
Joaquim Antonio da Costa Ferreira.
Aos acadmicos
A commisso eiecntiva dos fttUjoa do dia 11
de Agosto, participa que resolveado eommemonr
o anniversario da creaco dos eursos jurdicos,
com urna sessao magna litteraria nos salves do
Club Carlos Gomes, espera qoe abrilbantem esm
suas pretencas e de su is Exmas. familias a res-
pectiva sessao, que ter loga* as 1 horas da
noite. ________A eommisjfl.______^^^
f
Antonio Jooc da Ponteca
A junta administrativa do Uasptml Portajaez
de Beneficencia manda rosar ama mise na al
pella do hospital quiata-feira 18 da torrente, s 7
horas da manha, por alma datrMUa prestimaso
consocio, e convida todos ce paasaat t aaigoa do
finado assistirem quelle ace raliptta, pratet -
tando desde ja seu eterno reconbejcim.ijaio.
Leilao
de um rico piano de Plegel e nm bond com don
carneiros, mobilias, miudezaa, perfumaras, copos
e outros ar igos, ao correr do martello, por ter de
entregar a casa.
Quarta feira 11 do Joibo
A's ll horas
No armazem da ra do Iopty .^or n. 75
Leiio
de movis, lonca, vidroo, diversos jarros sarajar-
dim e um importanta sabia e outro passarj roa
da Mangaeira n. 7. boje Leo Coroado
iliiinta feira, t do corrente
A's 10 1[2 horas
O agente Burlamarque, competentemente aato-
risado por urna familia que se rtira para f*ra da
provincia levar a leilao : 1 mobilia de pao amo-
rello, completa e toda entalhad, 2 espelhos de
moldura donrada, candieiros a gas, jarros, esear-
raderas, tapttes, toilet aom tampo da podra,
1 ommoda, cabidos, baaquaihos, 1 estante asm-
Hanoel Pereira da Cania
Anna de Queiros Qareira ds Coate, seas filaos
pais, irmaos e cunhadoa agradecem a todas a .
pesBoas que Ihes fizeram o candoeo obaequio it
companhar os restos mortaes de sea idolatrad!.
esposo, pai, genro, irmo e tunhaJo, Manoel Pe-
reira da Caoba, ao eemiterio poba da Jakesfw,
e de novo Ibes rogam o smnntajrimaatfi i aaasa
do stimo da, qae ser p*lebrada a cattrm da
mesma cidade, no dia 11 horas da manba.
Manoel Pereira da Camba
Os iimos, sogro e canhadae do faBMtdt Ma-
noel Pereira da Canha, aonvidam^ aasjjBUi?sJai e
amigos do finado para assistiea a anata ,aae-
timo dia, que mandam celebras nA> Meno .des-
canso de sua auna, na matniz da Bsa-^lfcts, \e 6
horas da manh do dia 11 do oorrenta, a pe*ie
desde j se copfeasam muito agradeewfca.
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas pilulas, tuja j.renaiagoD:
getal, teem sidj por mais de Wkat
eom os mtlbores resultados, as i tiipi
tias: affeccoes da pello e do figado, ssja>b>awtMU
boes, escrfulas, chagas tnvoteraW, tstjiifc* e
ganorrhas.
Modo de uaal-aa
Como purgati.yas; teme-se de S aAp** dfey.te-
Dendo-se aps cada ds um pena* taptjaa adfa-
da, cha ou calda.
Como reguladoras : tome-se am pnla aojautar.
Estas pilulas, dt inven?Jo dos pbacraaceotiaas
Almeida Andrade & Fdhos, teem veridkum dot
Srs. mdicos para sua melhor garana, tornaada-
se mais recommendaveis, por sereoa utsegaro
aargatTo e de pouca dieta, pelo qne podem ser
naadasemviagem.^ a, ^^
"a drocarda de Parta SuBi'kaao dTC.
4X -BOA DO MABSDKa mk -j^l
WST


Diario \
Tnico
Oriental.


,v
o

A

J>ILULAS (*\
DE
" fOOASOSUSCS u
Purgante as Familias.
r***aU f>- Br.JCA^BaCljU-.aWltfc.
VAtifelXA PErtIMA
A pesaos que achou boje um cadella de raja
rateira, marca muito pequea, ccm asorelbaa cor-
tadas, e j uo lempo de... e que acode pelo ri-
me BLANC-CHIEX, levando a no 1* andar desta
typographia ser generosamente gratificada con
Ahiga-sc
o predio n. 140 ra Imperial, proprio para es-
tabelecimeuto fabril : a tratar na ra do Commer-
cio n-^4^ corr^ J. I. de Medeiros Reg-________^^
i-se barato
Muga-
A. ra Lomas Valentinas n. 4
O armazem da ra do Corone! Suassuna n. 141
Hua da Baixa Verde n. 5.
Casa terrea d* travesea de S. Jos u. 26.
Trati.-se na ra do Commercio n. 0, 1* andar
criptorio de Silva Guxmraes & C.
Aluga-se
a casa terrea sita ra do Visconde de Albuquer-
quen. 170, caiada e pintada de novo : a tratar no
largo do Corpo Santo n. 4, 1 andar.
Alnga-se iiiuilo barato
A casa grande ra de S. Jorge n. 26, no
Recre, coua 5 qaartos, quintal a porto.
Sitio p casa para familia, travessa do Mot-
colcmb n. 4, em Afcgados, ccm muitasfruoteiras
e banho salgado.
Trabase na ra de Santa Theresa n. 38.
Ama
Precisa-se de urna para eosinkar e fazer o ser-
vido interno de casa de pequea familia : a tra-
tar Ogjjia. doMrquez de Olinda u. 27.
Ama
Precisa-se de urna ama de bons costu-
me e de conducta afiancavel para andar
com ama enanca de 2 annos ; a tratar na
ra do Burilo de S. Borja, antiga do Sebo
n 15.
Jardn) das plantas
MOJDEGO N. 80
- Pretendendo-se acabar com as plantas que es-
to em vasos n'este j-irdim, vende- se os sapotisei-
res muito grandes, e dando fruct, 2000, la-
ranjeirns, muito grandes, para enjertar, i OftOOO
a ttuzia, e sapotiseiros milis pequeos por barito
preco.
Entre amigos
Con a iiima loieria ti** mes de
Dixa de ter lugt r por ter sido transferida a
lotera n. 65, que era a ultima dest> mez cono se
v do annuncio do Diario de 28 do andante, finar
para qnando for annuociada.
Cavallo e botos.
DOENCASdoESTOMAGO
DIGESTOCS DIFFIBEIS
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Parda de Appetite, Vtmitos, Diarrhaa,
Debiliaade das Crianzas
CURA SEGURA K RAP:: A PBLO
ELIXIR GRE2
TNICO-DIGESTIVO
c*m Quina, Cocu t Pepsina
Adoptado em todos os Hospitaes
MEOALHAS AS EXPOSIQOES
PARS, r. La Bmjre.34, e em todas as Pharmacits.
BCHU
LRADEL
ccr^rn* todas as
MSLESTS^YASORDIRIAS
>MBCULMITW
Catarrochronico da hixlga,
irritara do canal da uratra,
Molestias de prstata,,
incontinencia da Urina,
rala na urina, etc.
SWAWN, Pharmaceutico-Chimico,
. MSIa, t\, KU CaiTlGUO*, U, PAB13
DAY& MARTN
Forntotdorn de Sus Majestad a Ralrftt da Inglaterra,
do Eurcito $ 2 Marinba brttn**loa.
GRAIXA BRUJANTE LIQUIDA
GRA1XA, pastaUNCTUOSA
OLEO par* AEUEIOS
E Udo o ai naceturlo pan i raanu'enci do
aat todas n MraM.
DBPOSITO OBRAL BM UOriOREB:
*, mh Hntbom, 97
m rtrMDtact: nOf I. M HITA a .
Compra-se
oaaa casa terrea pequea, em boro estado, au
fregueaias de Santo Anfonn ou Boa-Vista, e que
na exceda a 1:000j : a tratar na travesa do
Principe n 7.____________________^^
Ama para cosinhar
No largo do Corpo Santo n. 19, segundo andar,
precisa-se de ama boa coiinheira: que d fiador
da ua conducta.
iS
IflOO
v*0 Df
#
PrenaraQ&o de Productos Vegetaee
- iTINy'DAS CASPAS
e cairas Molestias Capillaree.
^ARTINS&~BASTOS
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cer e orescer o cabello anda
aoe mais ealvo*, cura a
tinha e a caspa e romove
todas as impurezas do cs-
eo da cabeca. Posiivn-
menle impede o cabello
de cabir ou de emblanque-
cer, e infallivelmente o
torna eepesso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua.Florida de Barry
Preparada segunda a formla
""'gimw nsada pelo inventor em
\*l'.K E' o nico perfume no man-
ilo que tem a appro vacuo official da
um Governo. Tem duas vezas
mais fraKrnnciaqnequalquer outra
edurftodobrodotempo. _E' muito
maifl rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
.aais permanento e agrodavel no
lenco* E' duas vezas uais refres-
hinto no banlio e no quarto do
doente. E' especifico contra a
frouxido o debilidade. Cura a*
dores de cabeca, os cunsacos e ca
desmaios.
larope ie Vida Je Renter No. 2.
DKPOIS DBOSAIr-O.
IDBSAL-O.
Cmra positiva e radical de todas ai formas i
escrfulas, Sypbilis, Feridas Escrofulosas,
AffeceGcb, Cutneas e as do Couro Cabel-
lniocom perdadlo Cabello, e de todas as do-
sncas do Sangnefigado, e Bins. Carante-ss
^ne parifica, enriquece e vitalisa o Sangos
e restaura e renova o systsma inteiro. ^
Sabao Coratiyo d Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
fas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especias
a m todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
.pra-Ee ou alnga-so urna boa casa perto da
ciriade, desejands-Sfl nos aeguimes pantos : So-
led, ide, Caminho Iv.vo, Cpungi, Passagem da
Magaalena, tt udo bom sitio, agua e gaz : quem
tiver dirija te & ra do I" perador n- 49. 1* andar,
a tratar com o solicitaior Antonio Noves.
G bporle & C.
Com cana de tommltaie i mu do
Imperador > 46* 1 andar
VENDEJA
Eliiir (.'cniTrlrlo v
Mamita tenllfrlcla
dos reverendos pidres benedictinos de Soulac, o
melhor denlifncio que tem viudo para o merca-
do (s as dnzias).
Anli mou->tiqae Qaerr para matar as
morissocas, maiuins, etc. (s duz'as).
Vinlio de ca Moet & Chxudou em garrafas e meiaa (e cal-
zas).
ViIio de li mpas;ne,mareaMHrqus de
La Tour Byrnn (35 45 a chi) (60 caizas).
Cognac, marca Hildebert (-'. caizas).
Vinagre aromtico, para a mes*, especiali-
dade para familias, garantido puro de vinho bran-
co (s garrafas).
Matwa parriPinfreNca do Para.,
Eau le anilssie dea Carmes, a preco
de factura p^ra liquidar 100 duzias vindas por
engao (s dunas).
Ron L.Tbaux. grande depurativo cegetal.
(^rnente a'S s- nbores droguistas e pharmaceu-
ticos).
Papel almaNNo daplo. liso, proprio par
impreeso de obras, etc., etc.
Papel para carlaa. grande e variad
sortimento, > pncos nunca vistos n ste mi rcado
(em porcao) t .dos os formatos, e os competentes
Enveloppes tambem a jr- e > sem compe-
tencia.
CartAeade viwifa de todos os formatos
brancos e de prxntasia, cariota para o commer-
cio, em Crit-t' I, fiarnlim etc.
Tioiu Blue Blnck* verdadeira de Ste-
phensen, rebebida por remessus peridicas do pro-
prio fabrcame : preyos inezcediveit* de barateza.
rtico le 'Ncriptorlo tus cmo livros
em bronco, copiadores, tintas, caetas, lapis, tin-
taros e todo* os mais sempre vendles a precos
muito barar ;s para negocio.
tomma arbica de Adriano Maurin fras-
cos grainiei- e p (judies, em cxixas de duzia.
Tinta de marcar a roupa, do mesmo fa-
bricante.
V ra do Imperador n. U
(lurso de francez
lias da Malrla da Boa Vimi n. S4
O abaizo BM(iU.ido participa ao r>Bpeitavel pu-
blico qu' atMM em casa de sua r. si ieneia um
curso ae francez, ondo esmeradamente se dedica
ao adiantain ni de seus alumnos. Espera, pois,
merecer a mm fi..nca e a prcte.gu do distincto
p*vo pernaniimcano, e de ti dos ;.quelles que quei-
ram apruvi it.r m ensino rapi o e espe ancoso.
MeusiilidHd. s 3^000 pagos udiantadoa no
seto da matricula.
Horario das b horas da tarde as 7 da noite.
Boa o; Matriz da Boa Vista n. 34.
Juno Soarts de Azeve
Cosinheira
Precisa-se de umo boa cosinheira, qu seja as-
seiada e dnrma na casa em que se alugar, paga-
se tem : a tratar na ra do Paysund n. 19 (Mag-
dalena.)
PARA MKMNA&
17- Ra doBaro de Beiufica17
NA LIMA DA PASSftfiBM DA MAGDALENA
As senhoras Mme. Francis e Mlle. Francia, m e filha, diplomada pelaFa-
culdade de Pars, recentemente chegadas de Franja onde exerecrarn por muitos an-
uos o profefcsoraao, acabara de estabeleeer um collegio para meninas, seguindo pro-
gramma adoptado em Franja; o qual proporcionara s alumnasque lhea forero confia-
das urna educaco completa c esmerada.
Os senbores pais de familia sao convidados a visitarem este noy estabele i-
mento situado em tao saudavel bairro e dispondo de todas as condic3es do confortavel
e de hygiene.
Mile. Izabel Francis possue um talento elevado para o ensino de piano.
Ella precisa de urna ajudante para as classes.
WWMJEM^OEK
MJL
tetb-t
Cura rpida e errta pelo
ARSENIATOdeOURO OYNAMISADO
do Doutor -AJDISI&OI"
da Chloroas, Anemia, todu as Molestias do Syitema nervoso, mtmaa ai
mal rebeldes, Molestias chronlcaa dos Pulm&ss, *tc. ta.
As maior^s UluitraC*B medicas COn atistalo o poder onraliro desto medicomaato deokftm-\7
o primevo e o ma\t mtrgico do$ re*onUUuinte*.
O FRASCO : O FRANCOS .EM FHA5A)
Todo frasco que nao trouxer a Marca de Fabrica registrada e auiynatura^^^^u'"e'' '^"'sn
deve ser rigorosamente rscusado. ^2^"-^ ,M'*
Prodmto
IARIS, PharmaeU B1I, roa IttBKtaoiart, sa.
Deposito em Pernambuco : FRANco M. da
O.
m
.

IS1515151B15151SIS1S151S151!
P
VINHO E GRAGEAS mm VIVIEN
EXTRACTO NATURAL DE FIGADO DE BACALHO
P?amiado .ora anedalhau* de Onro e Prai
PELA ACAEEMIA NACIONAL.
Ordenados nos hospitaes de Franca, Amerlss, Ilarra, Biissla. ara
A.lmiaistrar sob forma mui Tacil e agradavel todas os elementos urajivos 4% tea
evr.an lo as.'n o cheiro e sabor nauseosos d'este; alam d'iaso asa nraaioaa prsjtacatw
tem uma superiorida-le incontastavel sobre o oleo porque pede ser usada durante ea
gran le calores em quanto o usa daquelle impossivsl, tal a eminente aarvAco prima Jt
pejo Doutor VIVIEN; a experiencia ^em_confirmaiio o bom xito 'esta preducta.
'.
Exigir a firma do inventor H. VIVIEN em duas cores ao redar da caraaie
arraa aom o Sello de uniao dos Fabricantea o, Mmlevard Strasbourg, sm PaRIS.
le
f*S
de
^JS
Laureado pela Academia de Medicina
YILLI
'^Oc,^. fiaa/sa/ro aaLeoiao de Honra rt^X^
5sia:^.To
ds>C^-I-i
OEXj--
o^
O Pbosphato de oal 6 a substancia mineral mais abundante do organismo e toda vea qaa ana
q^iantldade normal dlralnue resulta umaallecco artanica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor parte justillcada pelos Professores e Mdicos dai Faculdades
foro obtidas ltimamente e lizsrSo com que o Xarope. fio lleinrUlier tosse classltlcado
Como o cspcclBco mais seguro sontia a Tsica pulmonar, Broacblte ckroatca. Anemia,
Kacbitlsmo, OebiUaade'do Organismo. 0 Xaraptt do W Heinviler administrado
diariamente as criancas facilita a dontlco e o creaciiiionto: as m&es e amas de leite torna 0
"-'te nvAnor; lmpede a carie e cieda dos dentcs Uo freauentoa depols da pronnea.
Dapasno: Pkanaaoia VltCSQtE, 8, Paos de la Magaslelna, VAJaSS.
Em Pernambuco: WBAXm M. da SIL VA s> C, nu principan Pharmacln e DrafaWM.
thm Vietaria %*J- .-*.
Ibi Ptmumbmeo:
Ir.H.iUSilTafeC1*
Este JBiCAiEirTO de um gusto agradavel, adoptada om gisuide ozlto ha
mais de ao annos pelos mclhores Mdicos de Parlz, cura os De/iuxot, SHe, tost,
Va dt Garounta. Catarrc ouimtxuar. Irruutim tt mo. das Viat uftnarim la /-'exitfu.
************* mw+wm*9*mw*iu*'Fwvw*+'*i**-TV*ww*mQ$M***y^
SABNETE de ALCATRA9
raRA A TOMTTD. 08 BAKMOfl B CUIDADO A DAB AB CJUAFIfA
Esta IABOXKTE, erdoMlcira antimptiam, o mala efflcaz yara a con da tedas W
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBN.SDETERGENS
.'aval voms enanca* com o HAFO litliOSIS lHlt:)tOHXS a/im de protegel-ofctnCra
o SRAMPO, a VAP.IOLA s> m. FEBRE ESCARLATINA
Esitea etABOXETKS sao recommen.lados pelo Corpo medico lnleiro porque prevluem ais
MOLESTIAS arPIDEMtCAS c CONTAGIOSAS e te adapt a qualauer Hma.
MARCA DE PABHICA NOS E.NVOLDEROS B NOS PES
IDeuosdto aersa "W. "V. "W"I*!,GriaT *SB CT, Sovatli-wraxJc. LONDRES
Ero. Pernambuco : Fraa" 3S^T. da 8ILVA A: Cf:
**rjmTm** itirig......Miiaaiaa.......ia
i
i)ppjigB.o resfJl NEVa=^GlS
UlaEKHO-PEFLBU '^^ "^Th'IiissI Pelo> AROS SWC
vsplra-se a fumaea que pendra no pello acalma o ayinptoma nervoso, facilita
* expectorado e favorisa as fuaccOes dos orgads respiratorios.
scatas tas* alaras* eau casa ae S. mfiC. (a, ra tn-Laanire. eoa Paras
Dttnntariot em ftrsamtsni JW4XC- tLtimm'L VA s TS __
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Fraiiga e do Extrangeiro
ym fB^M*^^Por cu. 1
k P^-ISIS. e, ieu.a de
la Paix,
di filrdt ^rroz especial
PREPARADO COM BISMUTHO
Perfumista
9, PAJvIS/
SEMPRE NOVIDADES
Fazendas finas e modas
2 A-Eua do Cabug--2 B
J. BASTOS & C.
Pelo ultimo vapor recebemos de PARS :
Cortes de vestidos diaphancs, alta novidade.
Vestidos da cachemira, especialidade.
Ditos de toile d'Alsace, grande moda.
Cachemira broch, tecido modernissimo.
Orlatienne, fazenda neva e paairlaa ajaaiia*a**as.
Venitienne, combina cao de fazenda lisa e lavrada de muito gosto.
Zephyr quadrile, novidade.
Cachemiras de todas as cores com enfeitcs de Guipoure.
Plumetie, branco e de cores com lindos bordados.
Toile d'Alsace, variado sortimento.
Satn double, tecido de algodo e modernissimo.
Case de algodao, em todas as cores, propria para bailes e theatros.
Lequcs liiaphanos.
Ditos de se ti id.
Ditos de madreperola.
Guipoure de seda.
Bicos do seda diaphano, revolucSo da grande moda para eneitar vestida
de sedas.
Chapeos de seda arrendados, novidade.
Sedas e setins, branco, preto e de cores.
Colchas de damasco de seda.
Ditas de crochet e Guipoure.
ESPECIALIDADES
Dolmans de seda e cachemira com enfeites de passemauterie c vidrilhoB,
uarnico de renda e franja.
Jersey de la com enfeites de pelucia e bordados, cscolhidos sortimentos d'estea
asaeos de malha, que vendemos do 8^000 a 150000.
Fornecem-se as amostras de todos os artigos.
(Telephone n. til)__________________
"TGRfflOSA
Nova loja de aiidesas
N. 7RA DO CRESPON. 7
DUARTE & C.
Os proprietarios deste estabele gancia, convidam as Exmas. familias para viaital-o, afiancando que encontrarlo sem-
pre um variado sortimento de objectos de moda e pkantasia, por prejos summa.tient
mdicos, comoalguns que em seguida designara.
Carriteis de. linha para machina a 80 re.
Ditos de retroz de 100 jardas a 300 n.
Ramos de flores finas a 1^000 e lloOO.
Babados e entremeios, de 500 a 3tJ0O0, a pnca.
Baleias para vestido a 300 a duaa.
Ditas cobertas a 700 rs. a duzia.
La para bordar a 24800 o maco.
Espartilhos para senhoras de 3(5000 a 80000.
Ditos para meninas a 4(J500.
Extractos finos para lenco de 1^000 a iafOOO o fraco.
Luvas de seda de cores 210O0 o par.
Ditas rendadas a 3J500 o par.
Ditas de pellica a 2#500 o par.
Macos de grampos a 20 rs.
Caixas com colxtes a 60 rs.
P para dentes a 200 e 500 rs. a caixa.
Vasos com opiatas a 1000.
Escovas para dentes do 200 a 500 rs.
Alfinet;s a 80 rs. a carta.
Fita de linho a 40 m a paca.
Punhos e collarinhea kaca*asloe para sambar* a 20000.
Invisivei* para o caa*aaia a 200.
Lencos com barra a aJOOi a tiuaa.
Agu has a 20 rs. o pavcal-
Ditas fundo doarado a 80 rs. o papal.
Cabos de agulhas paa uroshe* 200.
E muitos outros artife tas oarao fitas ale divTama qualidades, lcques do t<-jtfl
de setineta e de setim, plisasi alto oaraia e ie seala, albuns baratjs e de finas Qua-
lidades, sapatos para mcnas, aaaaa m > e honaeas, sudo por pregos admiraveia.
/
proprietarios do muito conhecido estabelecimento denominado
MUSEU DE MAS
sito a ra do Cabug n. 4, communicam ao respeitavel PUBLICO que receberaro un
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como tam-
bem relogios de todas as qualidades. Avisana tambem que ontinuam a receber por
todos os vapores vindos da Europa, objectos novos e vendem por muito menos que era
outra qualquer parte.
MIGL WOLFF & C.
N. 4 RA DO
Compra-se ouro e prata velha.
CABUGA
n. 4
AlaQ-R
uma cus terrea :i run de S. Francisco n. 21 : a
tat numero 31.
Venda de hotel e hos-
ped
na
O proprietario da Estrel'a do Norte ru Tho-
I m de Sonza n. 8, tnao de retirarse pnra Europa
p' r inciicmod <$ da tadf de familia, vende o sen
' fai-tel, 'i qual pe orn r> commendavel pelos bnna
c-onirri"d s, como por estar bpin loealisado e em
! b"M fn'guezia : a tratar no roeemo.
wAWMtaiAtummsAH
s PEPSINA
e agradavel
P\RA COlBATTbB A ^
INDIGESTAD
Sob a forma de
FRASCOS, POS
ai ox.obvi.os.
VENOE-SEn: MUNDO INTEIRO.
PKKPAI\ADIS I)F.
Pepsina Mor ton
Multo recommendadas
pelos principaes Mdicos.
ORION SON
SoataaniptM las, Rus.-U-Sa.u8 .
LON DON
BaDKiUnaKaacmasrtuoc : rrur-ataaSILVA & O.
Criado
Precisa-se de um criado : na ra da Madre de
Deus n. 5, unnazeir, que saiba 1er e d fiador de
su cinducta.
Ao publico
Maris destina liar oto de Castro faz sciente
qu' d>'izou de ser 8< u priurador o Sr. J s Pe-
da r"on-
i d" 1886.
P. nte dos Carvalboa, 6 de
Veode-se
' alpumas ypolicea geraes, de juros de 6 0/0: a
tratar na traveasa dps Exp stos n. 24, das 10 ho-
ras as 3 da tarde.
JOSEPH RRASE ft
Acabala de augmentar o sen j km conhecido
mportante estabelecimento rna 1
de niiirfo n. 6 com mais
am salad no 4 andar Inxnosamente apar-
rado e prvido de urna exposi-
fl# 4f dbras d prata d# Porte eel^ctwpfawf
dos mais afamados fabrittfiies di
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seas nume-
rosos amigos e freguezes a visitarem
o sen estabelecimento, afim de
apreciarem a grandeza e bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaram, em honra
desla provincia.
IICIA-SE1HBH0 DAS 7 A'S 8 DA NOITE
.H
i-!
aWaBsPaaWaa.BWBM
(PatH*H*HPaBafJaHalla.a.aBaHJalaHai
1 jmuiii



r
!
}.
Diario de Pcroonibuco-- Terfa-eira 10 de Agosto de 1886
_____ ----------------------------------------------------------.......--------------------- -
4o povop'rnambueano
Contina aberta a escola aarticiilar de instMC
*io primaria para o texo masculino, ra daMa-
S da Boa-Viata n. 31, dirigida palo professor
articular Julio Soares de Asev.do.
Educa e instrue a infancia, pelo systema dea
prineipaes collegioa da c*rte do imperio, onde
eeteve^or algum tcmpo passeio, cajo systenia
a delicadeza, a paciencia, a vocicao, fasen-
do com que os seas discpulos ngaui o cammbo
da intelligencia, da honra e da digmdade, oom
Motoi conselhos asas licSes, anm deque vento
* ser o futuro sustentculo da patria, da religiao
e d* lei, e um verdadero cidado hrasileiro.
Espera, portento, que o respeitavel publico sai-
ba apreciar de perto o seu verdadeir cnein. pri
nario, onde rapiaameate as criancas abracan, e
aman, de coracao aos livros, as lettras e as bellas-
artea. Ra da Matris da Boa Vista n. 34.
Julio Soa.es de Asevedo.
(Vegrdo ttecife
Alaga-se por preco ninito oommodo ama pa-
uena familia metade da e*ta da ra dos Guara-
rapes n. 89, e na mesnia se precisa de ura menino
que aeja e\, para faxer comprae. .aVa-a raafM
bom ordenado.__________^^_______
Telegrama (resposta paga)
Kcos orientaes, grande variedaaa am cora
iarguras, reeeberam o Pedro Antunes C-, e ven-
dem burato ; esperamos resposta ao 63 ra Du-
que de ('alias, Nova Esperan? ; novo soreimen-
to em leqaee de papel a 700 e 800 rs, preferencia
elusiva ; ditos de aeda, bonitas cores e lindas
oaisagens a 3*, barrato punhos e collarinhcs
orlados para senhora a 1*800 1*600 ; dato,
com pintas de cores a 1*200 -, benitos o tiead.*
lacinhos de cores, ultima moda em gravatas, a
l*XO0 Ke.posta paga ; vale a pena verem o qae
: na luja de Ptdro Antuaee ft. C- a. 3; r""
Duque de Caxias.__________.______
Tintura domestica
PHARMACIA
Hcrmei de Sooaa Pereira *uc
rMMres ^
Recebe. grande sartimen'o s* ""'**
tinta de todas as cores c em lata* da 1 a o libras,
que eoutiuuam a vender por commodo prego :
quaUp.cr pesaoa criado cu menino) pinta com
m rf.'eso. Com esta tinta podero lodce com pouco
disp. ndie conservar suas casas aeinpre limpas.
Ra do Marques do OlinsV '
SMLSAO
^^ DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fijado de baealhao
COM
ypophosphites de cal c soda
4Pprovada pela !* de Hy
ciee e autorUada pelo
governo
E' o melber remedio at hoje deocoberto para a
tnica fcroiictolle. eaeroplanlaa. ra-
cfcl...e-.l.cDHIa-e .'.
deflax*. Soaae elaroaea. e aiTe4e
o peito e a a;a\rsjaata\. ,. ,. Aa
E' muito superior ao oleo simples de figado de
bacalbo, porque, alm de ter cheiro e sabor agra-
da veis, possoe todas as virtud*, medic.naes e nu-
tritivas do oleo, alm das .propnedades tnicas
raconstituintes dos bypophospbitos. A venda nai
drogaras e boticas.
Deposito em Pernambnco________
Esco*a nocturna
A cha-se aberta a matneula desta escola rea
deGusrarapeso. 29, regida pelo professor par-
ticular Joo Valentira Ferreira Bastos Jnior. O
mesmo professor. a pedido de alguns pas de ta-
nilia, contioaa a leccionar em casas particulares
awbos os sex.s, pelo que desde ja protesta se
esmerar no adan amento de seas atan* os, aquel -
les que bondosamente Ihe forem confiados. As
mensalidades eero f itas n* ncnpcao aa ma-
icula.
iosseitafieeigiiioe
I oiitein mota
Prilhos para engenhos
WAGONS PARA OASWA
Locoffiolias
Mach"s Um complet pa en
gentos de t^dos os lmannos
Systema aperfei^ado
Especificante* e preco* no escriptorio dos
agentes
Browns & C.
X. 5 Riia do commercio
NB \lem do cima B & C, tein caibHlogos de
dv impleuientoeuecessarios ugricultura, como
.ambem machinas para descarocaralgodo, ni
nhoj para cat, trigo, arroz e milho; cerca de fer-
ro calvaaiando excellonte e medico em preco, pes-
soa nenhuma pode trepai-n, nem animal que-
bral a.________
Aluga-sc
i 1 ra Li mbranca do Gomes, em Santo
AmHv, tem agna : a tratar na ra da Isaperatriz
n. 33 l- andar.
Aviso
Precisase de urna professora que saiba tocar
oem piano e mais trabslhos de senhora, para en-
penbo : a tratar eom o Bario de Nasareth, -
do linnerador n. 79, V aullar.
a ra
Serrara a vapor
N'esta sernria encontrarao os smnores fregue-
ses um grande aortimento de pinhi de resina de
einco a dez metros de compnmeno e de 0,08 a
Q.ti '1 esquadros Garante-ee prc?o mais cmo-
do d.i que em entra qualquer parte.
Francisco djr Santos Macedo.
Molestia da canna
Pr'esso de filtiaco especial.
M*t-h.>do econmico e satiafnloru e de fcil ap-
lieacriom qnafqwr genko.
Nu ttrao os aenhoros de cagcnbo mais prgui-
aos enrrnses com a molestia.
Inf rmacee e espe i6caces com
Cimento po tlantl
Vende-se de diversas marcas, no armaaem de
oare de- Amaral Ittnaiw, i roa da Madre de
Deua o. 32.
GRANDE
VENDAS
Expsito central roa larga do
Rosario a. ."8
Dsmio LB>a & C, ehamam a attenco das
Exmas. familias para os precos seguioteg :
Carreteis de 200 jardas 80 rs.
Pecas de bordados de 200 a 600 rs.
Ditas de um palmo a 2*600 8f000.
Fita n. 80 para faxa a 2*500.
Leqies regatas e D. Joannita a 1*000.
Fraseos e extractos de Lubin, grandes, a 2*000.
Leques & D. Lucinda Colho a 6*000.
Toalhaa felpudas a 500 600, e 1*000.
Ducia de. meies para homm a 3J00C
Ditas para senhoras a 3*000.
Luvas de ada a 2*000.
Meias de fio de seda para menina a 1*000.
Colariubos delinbo a S00 rs.
Ditos de algoriao 320 e 400 11.
Macos de grampos a 20 rs.
Pecas de cordao para vestido a 20 rs.
avisiv: is grandes a 320 rs.
rampos inviaiveis a 60 rs.
Um leque de. setim (novidade) a 6J500.
Bicas bolcinhas de madreperola de 1*600 6*.
LS para bordar 2*800.
Urna capella e veo de 15*000, por 12*000.
Um cspelho de moliura por 5*500.
Urna palseira de fita p~r 1*200.
Plss a400 e 600 rs. ^ nmnnn
Urna boneca grande de cera por 2*500 e 3*000.
NA EXPOSIQAO CENTRAL
38-Boa Lara do Rwsario38
Vende se um terreno sito na Casa Forte
rna da Amizade, com cacimba e tructeiras, tendo
150 palmos de frente e 300 de fundo : a tratar na
rna da Imperatriz n. 42.______^^^____
BmisK.
K. 5 Rna
de Commereio
RECIFE
X.5
Iiistruqjo primaria
Acha-se aberta aula de ustruecao primaria e
Mdineatoa da secundaria ra dos Guararapes
.*>, iegid;i pelo professor Jo&o Valentim Fer-
teii; aet >s Jnior.
A Revolugo
ra Duque de Caxias, resolveu a vender
os seguiotes artigoe com 25 0[0 de roe-
noa do que em outra qualquer parte.
Sedas lavradaa de 2*000 p^r 1*000 o covado.
Cachemiras de cores a 900, 1*000 e 1*200 o co-
^Ditas pretas a 1*200, 1*100, 1*600, 1*800
2*000 o cevado.
Ditas bordadas de seda a 1*500 o eorado.
Gorgormas de listrinhas a 360 rs. o covado.
Gaze com bolinhas de velludo a 800 rs. o co-
vads.
Las com bolinhas a 640 rs. o ovado.
Velludilho liso e iavrado a 1*000 e 1*200 o.co-
vado. ,
Palha de seda a 800 rs. o covado.
FuBto branc3 a 400, 410, 500, 560, 600 e 800
"G^oT.knaples pretoa a 1*800, 2*000 e 1*500 o
covado.
Nxnsoc de cor a 300 rs. o covado.
Cretones finos a 360, 400 >: 440 rs. o covado.
Gambraa transparente de 5*000 por B*500 a
peca.
Linn blanco com salpicos a 500 rs. o cavado.
Casaeos de laia a lif 00 um.
Fechas de retroz a 1*00P> um.
dem de 1 a 1*000, 2*000, 3*000, 4*000, 5*000
6*000 um.
dem de pelussia bordados a <*000 um.
Chapeos de sol de cores para senhor-e u 750
""s'etinetas modernas a 360, 400 e-440 rs. o co-
vado.
Linhos escosseres a 240 rs. o covado.
Zepbiroa listrados a 200 rs. o covado.
Brim de'linho de cor a 1*00<> a vara.
Fustao de cor a 600 rs. o evado.
Tapete* para jaaella, piano, sof e cama a 4*,
6*000, 7*000, 8*000 s 24*000 um.
Setinetas lisas a 400 rs. o covado.
Ditas lavradas a 500 ts. o covado.
Fhtoella branea a -400 e 1*000 o eovada.
Cortes de casemira fiaos a 3*000 um.
Collarinbos de cores e hrancos a Lucinda a
1*000 am.
Casemira de cor e preta a 1/800 rs. o covado.
Brim prateado fino a 600 rs. o covado.
Dito liso a 360, 400 e 500 :s. o covado.
Esguilo amarello e pardo a 500 rs. o covado.
Algodao com duas larguras a 800 rs. o me-
' Camisas de meia a 800, 1*000 e 1*500 urna
Ditas de linho lisas e bordadas a 30*600 adu-
Timoes bordados para meninos de 4 a 5 annoe a
'^Mada^ies finos a 3*000, *000, 6*500, 7*000
6 E^Whos'de curaca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*000 um.
Lencos finos a 1*200 e 2*000 a duna.
Toalhas relpudas a 4*000, 6*000 e 12*000 a
Redes ha*arguzBde 20*000 por 10*000 urna.
Setins maco de cores 800, 1*200, 1*400,1*600
e 2*000 o covado.
Alpacas brancas a 400 e 500 rs. o covado.
Setinetas brancas lisas e lavradas a 500 e 560
rs. o covado.
Cortinaoos bordados a 7*000, 9*000 e 16*000 o
bordadas a 5*000, 6*000, e 8*0 0
Gao
Florida
Loja de miudezas
Ra do Biique de Caxias n IOS
Os proprietarioe deste grande estabelecimento
de miudezas, modas epara accommodar os interes-
aos da poca, tem resolvido venderem po' meuos
vinte por cento que em outra qualquer parte.
Pentes elctricos 6 0 rs.
Luvas de pellica a 2*500 o par.
Linha de carritel branca e de cores a 80 rs.
Grampos a 20 rs. o masao.
Invisiveis a 320 rs.
Vestuario de fustao bordado para crianca a
3*000.
Pentes do regaco para crianca a 100 rs. um.
Baleias a 360 rs. a duzia.
Haspaa para anquinhas a 120 rs. o metro.
Bicos com tresdedoe de largura al*600 el*800
a peca.
Linha de cores para crochet a 250 rs. o no-
vello.
Papel amizade a 40 rs. o caderno.
Fitaebineza a 320 ra. o nwsso.
Lencos de linho a 1*500 a dazia.
Lindos bicob de cores com 10 Jardas a 4* e 5*
a peca.
Urna caixa esm tres sabonctes deeeohaodo um
rosa por 500 rs. ,,..
Meias de la de cores para senhora a 1*>U0 o
par.
Liquidam os eeguintes artigos mais barato qireem
outra parte, visto serena alguns comprados; em
leilas a saier:
Liados cretones claros a 240 e 280 rs., o co-
vado.
FaUeado novo gostos a 400 e 500 Linons com palmas de l a 800 rs. o dito.
dem com salpicos a 560 e 700 rs. o dito !
Popelinas com litras de i eda a 280 e 330 rs., o
dito parataoabsr.
Esgpiao pardo para vertidos a 500 e 560 rs. o
dito.
Svfinetae, navidades, a 320 e 360 rs., core
firmes.
Damascos de 13, largura de 2 metros, proprio
para pannos de piano a 1*800 o covado ; de coras
proprias "ara mesas a 1*500 e 1*600 o uto.
Meriooa pretos para luto, 2 larguras a 900, 1*,
l*200e l560trdito.
dem de todas-as cores a 1* e 1*200 o dito.
Casemiras de 2 larguras, padroes inteiramente
nevos a 1*00, 1*600 e. 1*800 o dito.
Setim maco, de todas as cores, desde 800 rs. a
2* o dito.
Atoalbado trancado e bordado a 1*400 n 1*500
o metro.
Bramantes de 4 larguras, superiores a 900 ra e
1*400 o dito.
dem depuro linho a 2* o dito.
dem de ana largura a 500 rs o dito.
Quarnicees do crochets para sof e caduras a
8*.
Riquissimaa eolias de dito a 12* e 14*.
LmuiiB grinaldas e veos para Exorna, noivaa a
14*.
Cortinados bordadas a 6*500 e 10* o par.
dem em pecas com l jarda?, novos desenhos a
9*.
Toalhaa felpudas de cores, para rosto, a 7*500
a duzia.
Meiaainglezas, cruas a 3*500, 4* e 6* a dita.
dem arrendadas para seohor* a 8* a dita.
Seroulaa bordadas de bramante a 12* e 16* a
dita.
Camisas superioies frrncezas a 38* e 42* a
dita.
Cobertas de ganga, forradas a 2*500 e 3*.
Lences de bramantes, grandes a 2*.
Chales de casemira, dem, a 2*, 3* e 5*.
Cortis de oasemir* inglea a 3*. 4* e 5*.
Caevii.t tapeiior, de larguras, a 3* e 3*500 c
covado.
Irmla em groMOidamos descont
da iran
69=Rua Duque de Caxias=59
Carneiro da Cnnha&jC.
ao
4 O
i so nuxaonefi*
'perfumara
DE_
54, 56, Ra Rlcher, *,
CREAQA0
SEM
Rlch
PARTE BOfi
SUAVIDADE
conoentracao
CREME OSMHEDtA,
1 SARONETB, EXTRACTO,!
AGUA DO TOUCADOR
POS de ARROZ
COSMTICO, BMLHANT1NA.
OLEO, POUMADA, VINAQRX
A Pertumaria OSMHEDlA assegura aos
PUIENTBS f IBIS
BTtntBdi tttru l (r um igual
S^SwSTr-M.assiLVAAC
6J50
18*00'
800
1*600
500
1*500
800
1*2
i80<
1|800
400
200
par.
Colchas
tm.
Capellas e veos a lOOOO o 14*000 urna.
Henrique (hSiha loreiira
Aprovtitem!
Vende-sc todo barato
Largo de Pedro n. 4
Neste estabelecimento encontra se sempre um
; tripleto sortimento de gaioias e patsros nacio-
nes e estrangeiros, omelhor que ha neste ge-
nero, fractas maduras, balaios proprios para ni-
nhos oe canarios do imptrio, cestinbas para cos-
lura, vassouras do ara a 800 ra. cada urna, que
custa em outra qualquer parte a 1* e 1*200, con-
-erva de pimenta americana em bonitos fraaqai-
nhns a 120 ra. cada um, para acabar, maesa de
mandioca muito bem preparada, para boloE.
OLEO
De Figado de Bacalhau Pancretico
TODOS OS QUE PADECEM MOLESTIAS DO PETO
Devm lar o maguite
Este oleo tem o aspecto de um creme branco
que se pode diluir no leite, chi, chocolate on
caf. Possue todas a virtudes e propnadadM
de tio precioso remedio, e tambem totna-se ten
repugnancia alguma palos doentes mais deli-
cados ; gracas I elfieai addico da Panera-
atina, chaga no estotn-'go, direHda tdo#
nunca- provoca nauseas nem Jwaa
Depois de um semndmaro da experianciM
pracadas nos hospitaea da Corta, atta aaadica-
roeuto obteve a approvacao des ladanai da Fa-
culdade de Paria. Moje em da, toda* aa mdi-
cos reoeium o Ola de Figado Paooro-
atico de Deresne, oemo aiaa reaiedie
para curar radicalmento:
tkUCA XU.UOXAU
e nuil anVecoes que iwpadew oa Caitoc da
Butrieo e aashnilieCo.
KM TODAS AS HASMACIAS
Vende-se no largo do fiorpo Santo n. 19, se-
cundo andar, importante toulhas de labyrintho,
de .5* a 28S000-___________________________
WHISKY
ROYAL BLEND mi-rca V1ADO
Este excell ente Whisky Sscessex preienv.
ao cognac ou aguarden.* de canna, para tortifica
o corpo.
Veade-e a retalho no tu Jberes armaxena
nolhados. _,_. __ .
l'ede ROYAL BLEND marca VIADO cojo n.
me e emblema sao registrados para todo o ora
BROWNS C, agentes________
Faz!Mii!;is brancas
SO' AO NUMERO
rna da Imperatriz =
ZrO;a do* baroteiros
Alhoin) & C, 4 roa da Imperatriz n. 40, Tn-
dem um bonito aortimento do tedas eatna fazenda*
abaixo menciAnadas, sem conrpe^ncia de precos,
A SABER :
Algodao-Pacas de lgodaoaiaho eom 20
fardas, .pelo" b.rato prw^> de 3*800,
4S, 4*500, 4* .,5,,5*5O0e
MadapolaoPecas de madapolo cam i
jardas a 4*500, 5*, 6* at
C-imisas de meia com liatras, pelo barato
preco de
Ditas branc '8 e cruas, de 1* at
Creguella francesa, faxenda multo encor-
pada, propria para lencoes, toalhaa e
ceroulas, vara 400 rs. e
Ceroulas da mesma, muito bem fetas,
a 1*200 e
Colletinhos
Bramante franeez de algodio, muito on-
corpada, com 10 palmos de largura,
afra
Dito de linho ingiez, de 4 larguras, me-
tro a 2*500 e
I tnalb1"'" adamascado para toalhaa uc
mesa, com 9 palmos de largura, metro
Cretones e chitas, claras e escuras, pa-
daes delieados, d 240 rs. at
Baptista, o que a de mais delicado uo
mercado, rs.
Todas estas faaendas barr.tissunar, na coinecio*
loja de Albeiro & C, esquina do becco
dos Ferreiros
\lgod^enfestado pa-
ra Icnfoes
A tfOo ra. e 1OOO o metro
Vende-se na loja dos barateiros da oa-Vista
>odao para lenoes de um s panno, com 9 pal-
's de .arpuraa 900 rs., e dito com 10 palmos a
00 o metro, assim conw dito traacado para
malhasde rntsa, com 9 palmos de largura a 1*201
, ,aro. lato na toja de Alheiro & C, esquina
do ecco dos Ferre.iros.
MERINOS PRETOS
A 1*200,1*400, 1*6(.0, W800 e 2* a covado
A heiro & C, ra da Loperatriz n. 40, ven
dem muito boosmerins pretos peloprec/) acim
dito. E' pecbincha : na loja da esquina do bec-
co di sFerreiros.
Espartilhoft
Na loja da rna da Imperatria n. 40 vende-se
muito bous espartilhos para senhora, pelo preco
de 5*1)00, asaim como um sortimento de roupaa
de casimiras, brius, etc., isto na loja da esquina
de beoco dos Ferreiros. .. _
CASEMIRAS INQLEZAS
A 2*800 e 3* o covado
Alheiro & C, 4 ra da Imperatrix o. 40, ven
dem um elegante sortimento de casemiras ngle-
zas, de duas 1-rguras, com os padroes mais deli-
cados para costume, e vendem pelo barato prec<
de 2*800 e 3J o covado ; assim como se encarre-
de mandar faaer costumea de casemira a
m, sendo de paletot aoco, e:35* de traque,
grande pecbincha .- na loja dos barateiros da Boa
Vista
BRIM PARDO LONA
A 320 rs. o covado
Os barateiros da Boa-Viata vendem urna grande
porcao de brim pardo lona, por estar com princi-
pio de toque de mofo, pelo barato preco de 3X
rs. o covado, graud.- pechiucha na loja da es
quina do becco dos Ferreiros.
Bordadsaa IOO ra. a pea
A rmi da Imperatriz n. 40, veade-se pecas Je
bordado, dous metros cada peca, pelo barato pre-
co de 100 rs., ou em cartao com 50 pecas, sorti-
das, por 5f, aproveitem a pecbincha ; na loja da
esquina do becco dos Ferreiros._______________
Camisas nacionaes
A efeoo, sftooo S*500
32^f Loja ra da Imperatriz = 32
Vende-se neste novo estabelecimento um gran-
de son i rr-nto de-camisas brancas, tanto de aber
turas e pjnhoe de linho como de algodao, pelee
baratoa precoa de 2*500, 3* e 4*, sendo raaends
muito melhor do qn" as que veem do estrtugeiro e
muito mais bem fetas, por serem cortada por
um bom artieta, especialmente camiBeiro, tambem
se manda faxer por eneommradas, a vontade dos
freguezes : na nova loja da rna da Imperatrix n
3-, de Ferreira da Silva.
A<>32
Nova loja de fazendas
as* Rna da Imperatriz = '-
DE
FERREIRA D.\ SILVA
Neste novo estabeleei ment ,encontrar4 o rce-
poitavel publico um variado aortimentu de fasen-
das de toi-s as qualidades, qae se vendem poi
precos baratissimoe, assim como um bom sorti
menta de r da taxer por encommendaa, p r ferian bom mee-
tro altaiate e eampleto sortimento de pannos finoe.
CHseiniras e brius, etc.
LOTERA
LAGOAS
CORRE NO DA 10 DE AGOSTO
MMSFERim! IBuHarim! #
O portador qaepossuir um
vigsimo desta importante lo
teria est habilitado a tirar
10:006^000.
Os bilhetes acham-se a' ven-
da na Casa Feliz, praca d: In-
dependencia ns. 37 e 39.
Corre no dia 10 de Agoso
1886, sem falta.
O portador de dous vigsimos desta
importante lotera do custo de 2|200 St
habilitado a tirar
2o:oi2$ooo
Prego em por^o
Tigesimo
Vigsimo
A' RETLHO
i#ooo
v*oa
10*00*
12*001
12*001
5*5(X
6*5i>
8*001
3*0(X
1*601
l*OUf
A ROM DA FORTUNA
56Rna Larga do Rosario36
Qnem possoir e quizer
vender urna casaem boas condicoes eque seja em
alguma das mais prximas imioed aepes desta ci-
dide, dirija te a ra de Marcilm Diae n. 112, '
andar, das 2 as 4 horas da tarde.
Sl-Bn* da laniierairlK-3*
Loja de Pirara da Stfoa
Neste estabelecimenfa vendase as roapas be*
n, mencionadas, que so b.i- ...aa.
PalilQt-i pretoa de aiagonaea e
acolchoados, setkan uzeucras muito en-
corpadas, eifiwrados
Ditos de casemira pretn, de cordo muito,
bem fcitos e forrados
Difoa de dita, faaenda muito aelfeor
Oms de flaaell asul swido iaglexa ver-
dadfitra, e forrados
Calcas de gorgorito preio, acolchoado,
aeito fnrnda muitr encorpada
Ditos de casemira de sores, acudo muito
bem fritas
Ditas de flanella inglesa verdadeira, e
muito bem feitaB
Ditas de brim de AngeHa, He moleskim e
de brim pardo a 2*, 2*600 e
Oeroulaa de greguellas pata horneas,
sendo muito bem fetaa a 1*200 e
CoUetinhoo de greguel'.a muito bem feitos
Assim como um bom sortimento de lencos
linho e de algodao, meias cruas e collariahsa, ett
lato jia toa qh uada Inipetatri* a. a
Risnulos largos
a SOO ra. o covado
Na loja da ra da Imperis n. 32, venlem **
riacadinhos proprios para roupaa de meninos <
vestidos, pelo barato pr^co de 200 rs. o covadt
tendo quasi largura de chita francesa, e "
como chitas brancas miudinhas, a 200 rs. o
do,e ditas ea curas a 240 rs., pechincha
loja do Pereira da Silva
Fu*it><-.. netinetaa e lslnnaa a ?
ra. o covado
Na loja da rea da Imperatris n. 32, vende-
um grande sortimento de fustes brancos a 5tf
ra o covado, lasinhas lavradas de furta-core
fi-aenda bouita para vestidos a 500 ra. o covado
e aetiuetas lisas muito largas, tendo de todas a>
cores, a 500 rs. > covado. pecbincha : na loj.
do Pereira da BnVa.
M*rln% iti-eloN ala*
Veude-se merinos pretos ie duas larguras pan
vestidos e roupas para meninos a 1*200 ei 1*60!
o covado, e suoenor setim preto para enfeitss
1*500, aeetm como chitas pretas, tanto lisas com.
de lavoures brancos, de 340 a' 320 rs. ; na nov
leja de Pereira da Silva ra da Imperatns ns-
mero 32.
AlKOdoalnbo francs para encoe.
a 900 ra.. I* e ****>
Na loja a ra da Impf.rstris n. 32, ?nde"Bj
aujieriorefl algodao'iahos francazea com 8. 9 e 1'
palmos de largura, proprios para lencees den
s panno pelo barato preco de 900 rs^ eUtti i
metro, e dito trancado pa a toalhas a 1*JW>, af
aim como superior bramante de quatro largura,
para lencoes, a 1*500, o icQtro, barato ; ua Ion
d Pereira da Silva.
Roupapara nenios
A *#, 4SOO e *
Na nova loja da ra da Imperatris a. 32, o
vende um variado sortimento de vestuarios pr*
prio para meninos, sendo de palitosinho e calo
nba curta, feitos de brim pardo, a 4*000, ditt
de molesquim a 4*500 e ditos de gorgorao preu.
emitando casemira, a 6*, sao muito barates ; n
loja do Pereira da Silva. ^_____________
Aos immm
200:0005000
10O:0O0SOM
DE 3 SOSTEIS
En favir dos ingenuos da Colonia Orphanelogica Isabel
DA PROVINCIA DE PERNAMBUCO
EitracCnii: no i 15 iiDunkni ob 1886.
0 thesour^lro, Francisco Gongalves Tepe
AZENDAS BARATAS
Pa bem conhecida loja darua Primeiro de
Mar?o n 20
JUNTO DO LOIVRE
fiaao de armario
Vende-ae um piano em bm estado, proprio
para princ piante ; na ra da Aurora n. 19, se-
gundo andar. ^^
Quasi de gra^a
Vendt-aa ama aTnsaco
da Imperatris n. 1.
do amarello : na ros
VAPOR
e moenda
Vende-se ara bom vapor m-rnda com pouco
usu ; avr do ""'" **" m",t0 P*r'r
daatacAo do meamo uome ; a tratar, na raa d*
Imperador n. 48, 1 andar^_______ ^
Cabriolet
et
Vende Candido ^Thiago da Costa Mello em sea
dei osito ra Imperial n. 392, olaria.-Telephone
numero 21.
de 45500, 5|, -i|506, 9$, 635t0
de A4, 500, 5#. 5J6O0, 6.
Pharmacia
Vende-se-um en perfeito eatade per _
commodo; a tratar na rna uq.ue de C*xjm n.
Vende-ae a armaco com balcSo, potea, vaailha-
me e mais perteneas da Botica do Recite, sita
roa do Bom Jess n. .26, por precos muito com-
modot. Para in^rmacoes, dirijam-se botica
franceza de Rouqnayrel Freres, rna do Bom Je-
ss n. ______________^^
Vende-se
oeaatnho Lg Pprmoaa, pta da. atacao de
Ctwde, .mpvida a agua pode #aftejar mais
de 2,000 pies de sscar, cem casa de vivenda,
destilacjo e mais obras, todaa novas e em ptimo
estado : a tratar ao escriptorio a roa do Booa
Jess n. 12.
Grande sortinjento de madapol5es
7^500 e 8^000
AlgodSes brancos, superiores qualidades,
60500.
Saperiores cretones de 320 a 500 o covaao.
Batistes, lindro padrSes, a 200 e 320 rs. o covado.
Fustes brancos de novos desenhos a 440 e 500 rs. o covado.
Cobertas de ganga, forradas, de dous pannos a 3)$ 500.
Ditas d-e ganga cretone,bonitos padroes, a 3($000.
Lengoes de bramante, de linho: de 2& a 40000 a um.
Ditos de algodEo de 1,800 a 20500.
Toalhas felpudas, de tatqanho regular a 50000 a duzia.
Ditas grandes para bantios a 20000 urna.
Lencos de algodao de 10800 a 20200 a duzia.
D:+os Je algodao, '-om barra, a 20400 a duzia.
.< o^rd.'), dar-, a 300, 400 e 700 rs. o covado.
pt'o '.i-Haea-io, l""", H, HlOO e 10200 o meto.
(nos < vesti.iv de cretone de 200 por 80000.
(J.i i aunupos ae linho de 30500 a 60 a duzia.
Grande varudade de anquinhas de 20 a 50000.
Meias cruas para horoem a 50, 60, e 70000 a duzia. Aannn
Chambres muito bem preparados, para hornera, de 50 a 100000.
Casemira diagonal, preta e azul escuro, a 20500 o covado.
AlgodSo trancado de duas larguras a 10300 a vara.
Bramante de algodao, de qnatro larguras, de 10500, 10800 e 200f a vara
Dito de linho idem dem de 20, 20500 30_ e 40000 a vara.
Leques de papel, de lindos desenhos, de 500, 800 e 10000.
Merino preto e azul a 104CK rs. o covado.
Setinetas lisas de todas as cores a 440 rs, o covado-
Guarda p de brim de linho pardo a 40, 50 e 6S000.
Oxford p..ra camisas, lindos padroes, a 280 300 e 340 rs, o epvado.
Velbutinas de todas as cores a 10000 o covado.
Molesquiu de cores, bonitos Padr3es, a 600 rs. o covado.
Chales do agodo a 10200, 10400, 10600 e25000.
Costumes para oaphos de mar a 80 e iOJOOO. ----------__,
Cortinados bordados para cama e janellas a 80 IfJfi, l, 14 e lln, Grande sortimento de roupa feita para trabalhadores de campo. ^ __
Encarregamo-nos tambera de Diandar fazer qualquer roupa pa B*W>'*
meninos, para o que temos um hbil oficial o um grande sqrtimento de.puH
Quem precisar da>lgum>ar este antgo e acreditado esteb.lf)?imfnt0<
Ra Ppfflsro iIb Marco n. 20
j



8


tiarto de PcrnambucoTer$a--feira 10 de Agosto de 1886


ASSBMBLEA GEI1AL
AVIR4 DOS DEPITIDOi
SESbAO EM 22 DE JLHO DE 1886
PB&SIDENCIA DO SR. ANDRADE FIQUEIRA
(Continuado)
O Sr. Coelho de Rezende de-
cora q;ie vem a tribuna especialmente
ra i -tr\ir as assergBes que ha dias
tt. a r-sp-ito de um requeriracntj
f nnitn com reanlo ao coaniBeaaaBte
a militar o Piauhy, o coronel
(Vi. JS.
Esse requerimento, ero que pedia certos
documentos ao governo, ficou adiado por
terem pedido sobre elle a palavra vanos
deputados ; e o orador neasa occasiao disse
que para comprovar Bas- assereSes tinha
comsigo documentos que doraonstravam
2o s o grande desfalque de fardamento
que tinha-se dado na arrecadagab da cora-
panhia do Piauhy, cono quaes erara os
verdadeiro3 culpados desse desfalque, e
anda oais que o inspector .das tropas do
Piauhy tinha procedido sera a gravidade
que a sua alta posigao exigia para
do e:
o des-
briraento da verdede a respeito de um fa-
ci criminoso.
Os documentos a que se refero anda
nJo foram publicados, para o que tem au- .
torisacSo da cmara : entretanto o coronel reduelo de 42:921.3 ; o orador
EaMattos, inspector das companhias | esta econora.a nao trar inconveniente .
do Piauhy, veio expor no Jornal do Com- gura.
desde 1882 1883, esta verba tem efii ex-
cedida, como mostra. Nlo encontH ama
explicacSo para a diminuigao des^verba ;
espera pois que o nobre ministro o escla-
rega, porque esta reducgab nSo indica urna
economa com que se possa contar/ prete-
rira o orador que se dotasse esta verba
mais largamente, pois assim se limitariam
os crditos supplementares.
Entonde que a verba de 540/5Q00 para
obras militares, ha de crqscer rouitO-; o
Sr. conselheiro Junqueira aesde 1873-1874
achou ic.ffi iente a v->rba para este aervigo;
entretente ella tem baixado sempre nos
ornamentos, para s;; fingir economa; as-
sim, prudencia acoaselha que naoseera-
prebeudam obras novas e apenas se repa-
ren as que existem, escolhendo-se as de
mais necessidado; a verba, pois, nao ex-
prime economa, porque em pouco terapo
a despeza ser muito m<-ior. ^__
A verba relativa a arsenaes no orca-
mento que vigora do 895:592$, e a do
org*meuto om discussilo a reduz em.....
40:352(5; mas o or.ubr julga que esta eco-
noma se peda elevar a 53:4005, proce-
dendo-se do modo que indica, nSo fallando
na necessidado de reduzir o numero dos
nossos arsenaes a tres.
A verba relativa a pracas reformadas
no orcamento vigente de 807:968)5, o or-
garaeuto em (iiscusso podo fazer-lha urna
acha que
ORDEM DO DA
dispender mais "de 300:000(5, quantia que
se poda dividir por cinco exercieios, a ...
60:000(5, satisfazendo-se assim aquelie im-
portante melhoramento.
Quanto autorisaclo relativa organi-
sag3o das colonias do Estado, j declarou
que o seu intento era pedl-a sem augmen-
to de despeza.
Para mostrar quanto o nobre ileputado
dexa-se levar pela paixob partidaria, vai
analysar as economas lerabradas por S.
Exc, e que diz attingirem a 800:000^000.
Em primeiro lugar nota que a suppres-
sao da intendencia e dos arsenaes de guer
ra da Baha e Perna buco, lembrada pelo
Aragagy.Alfredo "Crreia.-Juvenco^e%iobre deputado, nao produzom economa
OHAMENTO DA GUEBHA
Contina s 2* discussilo do projecto fi-
xando a despeza do ministerio da guerra
para o exercicio de 18861887.
Vem a mesa, lida e vai commissSo
do orcamento a segunte emenda :
< Os secretarios los corpos de engenhei-
ros, estado-maior de artilharia u estado-
raaior de 1* olasse, terao vencimentos
iguaes; nSo podendo, porem, a respectiva
despeza exceder verba votada para o
servico dos mesmos carpos. Henrque
Marques.Passos Miranda. Gopgalves
Ferrera. Bento Ramos.. Jolto Maaoel
\
mercio os faetos relativos sua inspeegao,
exporto que abona tudo quanto dissa o
orador "relativamente indiscripcao desse
militar. ,
Em seguida passa a 1er varios periodos
do artigo a que alludio, a respeito dos
quaes fez commentarios com que julga de-
monstrar as proposites que emittio com
relago ao (veto a que so rcf3re.
O Sr- Rodrigues Jnior diz
que a mais a severa economa as actuaes
circumstancas do paiz o de ver mais im-
perioso do governo ; por isso o programma
do gabinete de 20 de Agosto merecen os
applausos da nacao ; mas esta promessa
tem sido t'eita tantas vezes, sera se reali-
zar, que o orador er que ainda desta vez
nio se real;za. Na -proposta em. discus-
bSo, que annuncia urna 'economa de.....
411:000a, ve motivo para as, suas appre-
kansoes.
Recorrendo a orameatos passados des-
de 1882-1883 at 1885-1886, verifica que
o crdito votado para o ministerio da guer-
ra no exercicio de 1882-1S83 foi di.....
14,314:920,5884, sendo a despeza effectua-
da de 15,007:240^943; para 1883 1884 o
credifo votado foi o mesmo que o do anno
anterior, montando a despeza a........
15,572:496,5152. No exercicio de 1884-
1885 tarabem a despeza excedeu a......
14,000:000,5 ; e o mesmo succeder com
o projeato em discussSo.
A realidade, pois, ser, que hao de fa
lhar os clculos do nobre ministro, como
falharam os de tantos outros. A despeza
do ministerio da guerra ha de subir a mais
de 15,000:000^, incluidas as despenas da ^ ^.^ q ,
mDbilisag3o da tropa na provincia t
Nota que o numero de pracas invalidas
seja anda igual ..o que da em 1881.
A verba relativa a pracas de pret no or-
camento vigente de 1.436:508,5400 e a
do que se discute do 1.409:399,5090,
provindo a differenca da suppressao de
gratifiques, por afluencia de voluntarios.
O orador nao trata de outras rubricas
por serem de menor importancia; mas as
economas se reduzem a 380:000j> de far-
damento, que economa apparente e a
42:2554 de etapa, que tamben) econo-
ma eventual.
Acha, pois, que as economas annuncia-
das nao se podero realisar e que o nobre
ministro da guerra ha de ver-se na neces-
sidado de reconhecer que as admioistra-
coes liberae3 no foram to esbanjadoras
como as pintou o nobre presidente do con-
selho.
Chama a attencao do nobre ministro
para urna representagao viuda cmara,
mostrando o estado da forca dos ofHcaes
que se acham no Amazonas; do offieial do
exercito exige se todo o sacrificio, roas nao
se deve exigir que viva em condijoos de-
ploraveis.
Mostra o sacrificio das prctericScs do
exercito; pede justica as promogSes, lem-
brando que a provincia do Cear a que
d mais soldados para o exercito, entre-
tanto que estes silo os ltimos a entrar
as pro>noc3e3.
Faz justica ao carcter do nobre minis
tro da guerra, no suppondo que S- Exc.
faga poltica no exercito, cujos inconve-
nientes descreve.
Conclue chamando ainda a attencao do
de haver no
Cear um medico militar que oceupa o lu-
gar de medico na Santa Casa da Miseri-
cordia da mesma provincia, apezar de urna
ordem expressa do governo para que os
mdicos militares nao so distraan! no ex-
Giande do Sul; deseja, pois, que o nobre
ministro explique como pretende reduzir a
despeza do ministerio da guerra sem di-
minuir os servigos.
PaBsando a analysar argumas verbas ao ercci0 de outras funeyoes.
orcamento, diz que na verba -Fardamn-1
to-- pede nobre ministro menos 380:000$. j A d.scussao fica adiada pela hora.
Aqu ha reduccao de verb, mas nao eco- q gr pre8dente J a ordem do dia
nomia ; ha apenas adiamento do pagamen- j para 23.
to a um credor, que nao pode reagii. A| ------
quanto monta, pergunta o oralor a divida
a pagar por fardamento atrasado Com
que meios conta o nobre ministro para
pagar essa despeza impreterivel t
Na vflrba Etanas- ha urna redcelo
de 42-OoS, que provm de se calcular a ponderam 6o Srs. deputados abre se a
. --'gossao ao meio da e seta minutos.
SESSAO EM 23 DE JLHO DE 1886
PRESIDENCIA DO SR. ASDKADE FIQUEIRA
Ao meio dia feita a chamada a que res-
etapa de cada soldado em menos 10 res
por dia. Isto tambero apenas urna re-
Ja to-Ko a Afana rienende do Dre-
O s.
exercieios diente.
' lida e approvada a acta da sesso an-
dcclto" de" verba : a etapa depende do pre- tecedente.
90 dos gneros no mercado, portanto pode
subirou baixar. Em todos os
1 Secretario d conta do expe-
Aguiar.
v Sr. Alfredo Chaves (ministro
da guerra) corneja agradecendo aos ora-
dores que se tm oceupado com os assump-
tos da pasta da guerra as palavras de be-
n:volenca que lhe ."girara eos votos que
fazen? para que a administradlo da sua
pasta seja prospera e feliz.
Admirase de que o Sr. Candido de Oli
veira fizesse urna critica npaixonada, oega
e injusta da poltica de economas adop-
tada pelo gabinete, jquando foi S. Exc.
quem, como ministro da guerra do gabinete
de 6 de Junto, conservou aquelles mes-
mo aervjos que julga hoja inuteis.
S. Exc. declarou se desilludido de ver
realisado o programma de economas que o
governo apreseutou quaudo subi ao po-
der. Se nSo fosse o roceo quo tem de in-
commodar o nobre deputado, dira que
sto um chavao de que S. Exc. se serve
em todos os seus discursos.
Est desilludido porque o governo dexa
de aproveitar os elementos de que disp3e
na cmara para fazer economas as clas-
ses militares, e especialmente na da guer-
ra, onde, no dzer do nobre deputado ellas
podem attingir a quantia de 800:000,5090;
mas o nobre deputado esquece que,
sendo ha um anno ministro da guerra,
era vez dessa economa de...........
800:000$, excedeu o orcamento em mais
do 100:000$. E esquece ainda, que nesta
pasta apresentou S. Exc. urna proposta
ea que nb dirainuio cousa alguma dos or-
caraentos anteriores, tendo alias seus ad-
versarios feto alterac3ei na proposta de S.
Exc, que importam a drainuigo da des-
peza em mais de 200:000,5000.
Estranhou o nobre deputado que o ac-
bre ministro da guerra pedisse autorisa
c3es que importam augmento de despezas,
que bera podiam ser adiadas, senao sap-
primidas de todo.
Nesto ponto ainda o nobra deputado nao
se lembra que as autorisacSes pedidas pelo
ex-ministro da guerra e pelo actual na
proposta das forjas de trra s5o as mes-
mas que S. Exc. pedio no seu relalorio
quando oceupava a pasta da guerra.
Com effeito, se se compulsar o relatorio
do nobre deputado, ver-se-ha que, a res-
peito da reforma da escola militar, S. Exc.
nSo s pedia autorisajSo para fazer essa
reforma com augmento de despeza, como
ainda lembrava a necessidado de crear cer-
to numero de offioiaes do corpo de enge-
nheiros. Entretanto a cmara foi testemu-
nha de que o nobre deputado ainda hon-
tem se pronuncou contra os quadros do
exercito, consi .erando os excessivos e opi-
nando pela sua redcelo.
Em vista destas condicsSes, acredita o
orador que ellas dao a medida do espirito
sys tem tico de opposicSo da parte do nobre
deputado.
Foi injusto o nobre deputado attribuindo
ao orador o desejo de pedir autersacao
para despender 600:600$ coro a funda-
cito de urna coudelana no Rio Grande do
Sul. O que o orador disse foi que se o go
verno aceitasse o orcamento apresentado
pelo tenente-coronel Lago, a deepeza nao
poda exceder a 600:000,5, nao com a cou-
delaria, mas com a invernada de Saican.
O governo aceitava a autorisacao, se a
cmara quizesse dar um limite para a des
peza a fazer com a fundacao da coudela-
ria, para o que talvez nao se precsasse de
FOLHETIM
RLGOL'O
POR
ZA7BS 2S BRB0
^CONTINUACOJJE ANGjSU)
(Contiuuaso do n. 180.)
XXI
E' Verdade.
Ento vou aproveiter anda a minha
lojinha de vendedor de castanhas... Em tres
dias tenho mais do que o terapo necessario
para fazer a minha provislo de aponta-
mentos.
Faze como quzeres... Deves com-
prehender agora que tenho necessidade de
ter-te continuadamente mao.
Sisignor.
Para isto, necessario que mores per-
to de miro. Onde ests morando agora ?
Na cidade da Pequea Polonia....
parto da Reuniao dos vidraceiros.
A tua bagagem pesada ?
Duas malas... Moro em casa mobi-
liada.
D'aqui em diantc, vais ter o teu
narto aqu.. Faze amanhS transportar
as malas.
__ laso agrada-me. Devo sabir com-
pletamente da fabrica ?
Isso nlo.
Por que ?
J t'o disse, eme til que fiques en-
carregado da conservado das armas no
tbeatro de Batgnolles.
NSo sei como hei de servir, ao mes-
an tempo, dona patroeB e contentar a am-
bos, disse Luigi, rindo.
Quantos dias de licenca pediste ?
Oito.
E a que pretexto ?
A pretexto de seguir o tratamento
oedenado pelo senhor, para os meus olhos.
Solicitars urna prorogacao de licen-
O men patr&o nlo pode ficar s....
Tbcna outro offieial.
Isso que necessario evitar. Espe-
remos que acabem os teus oito dias... To-
maremos entilo urna decisSo e tomal-a-he
moa com conhecmento de causa, visto que
teremos tido tempo para r. flectir... Vem
para aqui amanha noite.
Tratarei disso.
Estando de accordo, os dous homens na-
da mais tinham que dzer.
Proli examinou os olhos doentes do seu
cumplce, verificou que estavam em cami-
nho de cura, ordenou a continuajo do tra-
t: ment indicado e acompanhou Luigi at
a porta da casa de saude.
Vamos l, pensava elle, voltando pa-
ra o gabinete, tenho all sob a mao um ins-
trumento seguro e dedicado... Tinha adi-
vinhado aquella hornera... urna natureza
apta para tudo.... Alm dsso, elle pro-
prio me disse, eu fascino-o... Ha de rae
prestar bnns ser vicos
Para levar ao boulevard de Montreuil,
Luigi toraou urna carruagem (a sua nova
posicilo permittia-lhe tal despeza,) e, metti-
do em um canto do fiacre, raonologava
tambem pelo seu lado.
t Meu futuro d'aqui em dante, cer
to... murtaurava elle, fumando um charu-
to de cem sidos (o cumulo do luxo para
elle) o Dr. Proli nle pode passar sem
mim. Vi logo, a primeira vista, que o meu
compatriota pescava em aguas turvas....
pois bem ; pescaremos untos. Quando che
garmos so tim e que ee trate de fazer as
nossas contas, estou certo de qu elle no
ha de regatear. Eu tenho confiaba nel-
le... Demais, tenho-o fechado na mo.
Emtrando na sua agua-furtada, dormio
um bom somno e tevs sonhos de ouro.
Alquebrado pela fadiga, proveniente de
dias iateiramente cheios de trabalho, o Sr.
de Ge"rey, apezar dos grandes desejos de
ver sua amante, a bella Sopha, tinha-se
visto na impossihilidade de ir ter com ella
para passar a noite cm casa de sua mili
porque, como sabemos, era bom filho.
Sophia tez todo o paasiVel para nSo fal-
tar entrevista de Renato Oharvilla.
A bella moja tinha pelo mogo borga-
nhilo o que se pode chamar um capricho,
Ora, quando ella tinha um capricho des-
tes (o que devemes confessar, lhe aconte-
ca muitas vez.s) nSo ficava descansada
emquanto nSo lhe passasse o capricho.
Durante o da Renato Dharvlle tinha
primeiro tratado da arrumacSo da sua dio-
bilia, de pois tinha ido escola de direito
para effectuar a sua inscripcao.
A's cinco horas menos alguns minutos
entrava na Vaga, lugar de reunio de cer-
tos estadantes de direito e de medicina, de
cirurgSes ajudantes das clnicas particuh-
superior a 200:000$000.
Quanto intendencia, o propro nobre
deputado reconheceu que nSo poda sup-
primir-se, sem que os servifos por ella
desempenhados pa3sassom a outra reparti-
cSo, e lembrou entio o arsenal de guerra
da corto, dizendo que este arsenal no tera-
po da guerra do Paraguay executava es-
ses servicos.
O orador mostra que foi om coosequen-
cia da difficuldade que tinha o arsenal da
corte em fazer o fornecimento do exercito,
e tarabem em consequencia do grande dis-
pendi) que trazia o atropello do servido,
que foi creada a intendencia da guerra.
Nao v vantagem na suppressao desta re-
partijito, porqua a economa dahi resultan-
te pequea : lmita-sa ao cargo do inten-
dente, aos lugares do porteiro da secreta-
ria, e de um outro empregado subalterno.
Tambem reconhecou o nobre deputado
que nao era possivel supprimir os dous ar-
senaes, sem que fossem substituidos por
depsitos as respectivas provincias, o som
que fosse augmentado o arsenal de guerra
da corte. Nao se trata,portanto, de urna eco
nomia, mas aponas de urna raodficacjio
que dep5e contra a descentralisacSo, a fa-
vor d* qual tanto clamam o nobre dipu-
tado e seus amigos.
Concordara com a suppressao do enro-
mando do estado-raaior de 2.* classe, se
ella trouxesse economa.
Mas, sendo apenas de 6:000$ ou 8:0OO5,
nao v necessidado de adoptar esta medi-
da, desorgaoisando um servico.
Est de accordo com o nobra deputado
quanto m distribuido dos mdicos do
corpo de saude pelas differentes provincias.
Ha um mea que dirige a pasta da guerra
e nSo tem tido tempo de attonder a todos
os servidos; mas saber cumprir o seu de-
ver. Discorda, porm, de S. Exc. quanto
a ser excessivoo numero de 149 mdicos
para um exercito de 13,500 homens, porque
esseexercito nao est dividido siraplesmente
em corpos inteiros, mas tambem em desta-
camentos.
Quanto ao corpo ecclesiastico, responde
que nao comprehende que hajam corpos
de exercito sem capello ; o que preciso
que o governo seja autorisado pelo par
lamento para escolher livremente aquelie
sacerdote que deva servir de capell5o-rar;
esta faculdade ndispensavel para que
nao se d o que acontece actualmente -
nao ter o corpo ecclesiastico capellSo-mr
por sao que o capelh-major mais antigo
nSo tem o intersticio para ser tenente-co-
ronel, e tem de esperar que possa ser co-
ronel para poder ser capello-ror.
Quanto ao corpo de pharmaceu ticos, de
facto ha apenas 30, emquanto que existem
37 pharmacias militares e algumas impor-
tantes que precisam de dous phaimaceuti-
cos ; mas as lacunas que ha sSo suppridas
por contratos com pharroaceuticos civis,
que sSo pagos pela roesroa verba, resultan-
do grande economa.
Faz esta observacao em resposta ao no
bre deputado que declarou ser mais con-
veniente foruecer se o exercito no merca-
do do que em pharmacias militares, reco-
nhecendo, embora, que o laboratorio phar-
roaceutico est era bom p; roas nSo se
est fazendo urna experiencia, o que se faz
j corrigir os abusos que existiaro anti-
garoente, de modo que a economa conse-
guida com a creaclo do laboratorio phar-
maceutieo superior a 50 |0; alora desta
vantagem ha outra, que a abundancia
de medicamentos.
Quanto ao tratamento dos enf-rmos mi-
litares as casas de caridade, isto j foi
feto, e o dispendio era extraordinario,
como o orador demonstra.
Quanto ao archivo militar, foi um dos
primeiros estabelec-imentos que o orador
vsit iu quando assuraio a pasta da guer-
ra, e te ve occaslo do verificar que carao>
de urna reforma completa ; ni*s p*t** rft'
balhos all exeeutados, v qae ettabele-
cimento muito til, opinao que o Sr. Can-
dido de Oliveira eraittio no seu relatorio de
ministro da guerra; entretanto que boje
pede a suppressao, provando assim que
S. Exc. s se inspirou no sentimento de
opposicSo.
Quanto ao pagamento de fardamento
atrasado, julga que o nobre deputado nSo
o mais competente para notar esta f.l'a,
que se deu no ministerio de S. Exc.; esta
divida nao pode dcixar de ser paga no de-
vido tempo, e por isso o orador lembrou
commssao a necessidado de mandar con-
tinuar a vigorar crdito especial do orga-
mento passado para pagamento de farda-
mento atrasado.
Responde s observares do nobre de-
putado o Sr. Rodrigues Jnnior, tambera
sobre o fardamento, que o melhor igua-
lar o anno civil pelo qual se faz o paga-
mento do anno financeiro.
Acha que preciso tomarse medidas
para unforraisar os vencimentos militares,
para isto organisar urna proposta afira de
apresenta-la ao parlamento, procurando
quanto possivel uniformisar os?es venci-
mentos.
Quanto ao numero de inspectores milita-
res, actualmente existem dt-z; mas tem-se
entendido que pde-se nomear tantos ins-
pectores quantos forem necessarios, desde
que com a verba para o estado- maior se 1
tenha recursos para pagamento das grati-
ti^acSeo dadas aos inspectores.
A commissSo de armamento e material
do exerci;o no tem anda apresentado os
seus estudos sobre o fabrico da plvora, o
que o orador acredita, em vista da dedica-
cao dessa commissilo, que em breve far.
Relativamente ao regulamento para o
exercito em campanha, dir que esse tra-
balho tambara nao est completo, comquan-
to o orador j tenha apreciado parte delle ;
assim como s instrucySes referentes ao
arsenaes de guerra, o orador entendeu-se
com o distincto general incumbido desse
servico e teve promessa de ser elle em
breve apresentado.
Quanto proposta para a reorgan8ao
de xercto, o orador acredita que o nobre
diputado censurara a precipitajSo do go-
verno, so j a tivesso apresentado ; con-
corda que urna necessidade essa reorga-
nisacao, mas este servico deve importar in-
cootestavelmente augmento de despeza ;
um trabalho do mais elevado alcance,
como demonstra, referindo-se ao plano que
foi aceito pelo Sr. Candido de Oliveira e
apresentado como emenda le de fjrcas
de 1884 e sorte que elle teve.
V que o nobre deputado, o Sr. R)dri-
gaes Jnior, que tambem foi ministro da
guerra, ao contrario do nobre deputado Sr.
Candido de Oliveira, sustentou que nSo era
possivel fazer economas no rainist -rio da
guerra, o que o orador confirma, notando
o dficit que nesea poca se deu uo respec-
tivo orcaraento.
Fez o nobre deputado a apreciaclo de
diversas verbas, para mostrar que as de-
dceles nellas faitas nSo produziram eco-
noma real, e disse que o caculo da etapa
a 520 rs. trar dficit; o orador diz que
esta verba n3o se pode calcular senao pela
meda, foi o que se fez, e julga que se
effec'-uar a economa prevista.
Sent nao ter tempo de acompanhar o
nobre deputado na referencia que fez a
outras verbas ; mas afirma que espera pelo
esforco da vontade que sejam realizadas
as economas fcitas no orcamento.
Quanto representas&o sobro a etapa
res que existiam no bairro e de alumnos do
Hotel Dieu.
Sophia brlbava ainda pela sua ausen-
cia.
A cervejaria estva atopetada de gente.
Urna s mesa esteva desoecupada.
Renato sentou se a ella.
A roosa vizinha era oceupada por uro
grupo de tres roo^os de vinte e seis a vinte
e oito annos e que conversavam entre si,
sem levantar a voz
Como na vespera mandou vir um bitter.
Na provincia, o futuro estudante .anda
no tinha contrahido o habito do absinthio.
A's cinco horas e um quarto. Sophia ap-
pareceu e, parando porta, deitou urna
vista de olhos para a sala, procurando Re
nato.
Tendo-o visto, foi direito a elle e, com
a mito estendida, disse-lhe :
Veio... bonito.
Como que podia julgar quo eu dei-
xasse de vir? replicou o moco.
Pois bem, fallando com franqueza...
tinha esperaras... tinha a certeza de que
viria... contava com o senhor.
- Ora, ainda bem.
Sophia sentou-se ao lado de Renato, mui-
to perto delle e dopois reatou a conversa.
J tem casa ? porgontou ella.
__ J... completei ,hoje a minha ns-
tallacao.
Entilo pde-mo mostrar o seu apo-
sento ?
Quando quzer, e quant > mais cedo
melhor.
Bem... bem... Miaremos nisso. .
Quando chegou cervejaria ?
__ A's cinco boras menos um quarto.
Entilo espern.me mea hora... De-
morei-me ; mas no foi minha a culpa. Ti
ve que esperar a pessoa que me honra mul-
tas vezes com a sua visita quando sahe do
palacio... NSo o vendo chegar, safei-me.
Entilo tem esta noite lvre !
At s nove horas, mais larde nao.
Por que?
A tal pessoa vai quasi sempre s no-
ve horas____ devo, portanto, estar em
casa para a receber; mas, d'aqui at
l, temos tempo para conversar.
E parajantar?
Convida-me ?
Ora essa 1 se convido.
Pois entilo, isso tambero muito bo-
nito I Jantaremos no restaurante Lap-
rouse, no caes, perto da ra Daupbine e,
por consequencia, a dous passos de minha
casa... A's nove horas, menos cinco minu-
da forca que existe no C -ara, o orador diz
queja examinou esse assumpto e acha-se
feto trabalho elevando a etapa.
O Sr. Rodrigues Jnior:Pratcar V.
Exc. ura acto de grande justica.
O Sr. Alfredo Chaves (ministro da guer-
ra) termina agradecendo o modo cavalhei-
roso e benvolo com que foi tratado pelos
nobres deputados a quem r'-spondeu.
Vem mesa, lida, apoiada pelas as-
sigaaturas e entra em disuusso conjunta-
nrta com projecto, a siguite emenda:
< Contina em vig>r o crdito especial
concedido pela le n. 3,230, de 3 de Sc-
tembro de 1884, para pagamento de far-
damento cm atraso. 23-de Julho de 1886.
Carlos Peixoto. Rodrigues Alves. Pe-
reira da Silva. Guahy Laceria. Mat-
toso Cmara.
O Sr- Candido de Oliveira tinha
o proposito de nlo ntervr mais neste de-
bate, mas a direccSo que o nobre ministro
deu a seu discurso, e particularmente pela
retaliacXo erapregada, afastaram-n'o desse
proposito.
O orador enumera os servicos a que se
referi, e que podiam soffrer alteracSo eco-
nmica, alm de outros que podiam sor sup-
primidos ; entretanto o nobre ministro in-
verteu a intencXo com que foram apresen-
tadas essas ideas, e disse que essas econo-
mas lerabradas no ebegaram a 200:000$ ;
tambera em relacao coudelaria militar,
S. Exc. disse a 16 do correte que a des-
peza no chegaria a 600:000$, o que est
de accordo com o que disse S'. A. o Sr.
Conde d'Eu; mas boje o nobre ministro
vem dizer que essa despeza ser de.....
300:000,5000.
Responde a um aparte do Sr. ministro
da guaira, que o ministro da guerra do
gabinete de 6 de Junhono pedio a creagao
de estados-maiores de infantaria e de ca
vallara, o que se dispoz foi crear-se nes-
gas duas armas um conselho que a.ixilia.-sc
o estido-maior do exercito, nb havendo
augmento de despeza.
Disse o nobre ministro que encontrou
12 inspectores militares, emquanto que as
tabellas do orcaraento gachou apenas seis ;
o orador demonstra que ce inspectores ex-
cedentes nao percebiam as gratificacoss de
commando, portanto nao augmentara a
despeza.
Quanto a censura da gratificacao aos
agentes de voluntarios, tambem nao
exacto que o orador fiezesse despeza, por-
que no sea ministerio estavam preenchidos
os quadros do exercito.
Lambra um servico que o nobre minis-
tro pode prestar que acabar cora esses e
outros abusos, adoptar-sa o projecto so-
bre n reforma dos vencimentos militares.
Affirm qu> S. Exc. confundi as posi-
5008, quando disse que o orador asonselha
agora economas de 800:000$ e nao as fez
quando ministro ; as economas agora
aconselhadas o sao aum gabinete,com gran-
de maioria, o que nao tinha o gabinete de
6 de Junho.
Nao iudicou a supprJssJo total do corpo
ecclesiastico, mas que erara desnucessa-
rios os postos de accesso desse corpo.
S. Exc. nao julgoa ex:essivo o corpo
militar medico mas o orador mostra que o
pela m distribuigao que dada a esse
corpo.
Repete que s-nente v a vadade de sa
querer que o Brazl seja urna nacb mili-
tar de primeira ordem, sam se contar com
o patriotismo dos Brazileiros as circutn-
stancias imprevistas.
Sent que o Sr. Presidente da cmara
nao oceupe mais a sua cadeira as banca-
das, porque est certo que S. Exc. hava
de estar boje ao lado da opposigo em ma-
teria de economas a realizar.
tos, subirei... se a tal pessoa nSo liver che
gado s nove horas e dez minutos, desce-
rei, virei ter com o senhor e daremos urna
volta juntos.
Ser entilo urna boa occasiao para ir
ver o meu aposento... hein ?
Veremos isso... respoadeu Sopha,
com ura sorrso, deitando ao Juturo estu-
dante um olhar cheio de promessaa.
Nesta occasiSo, um moco alio! de uns
trinte annos, veio t"r com o grupo que oc-
eupava a mesa vizinha,
Cebo 1 demoraste-te, disse-lhe um dos
tres mocos.
__ A culpa n3o foi minha, meu caro.. .
replicou o recem-chegado. Estou da ser
vico no Deposito e acabamos de receber a
visita do chefeda aeguranca... Tive que
ficar sua disposicao.
Estas palavras: chefe da seguranza, cha-
maram a attengao do Sophia e de Renato
Dharvlle.
Cessaram de conversar e pnzeram se
escuta.
O que ha de novo? perguntou um
dos mocos que tinha fallado primeiro.
Levaram-nos hontam um rapagao, em
muito mo estado... recebeu urna facada
as costas e outra nos hombros.
No meio da ra ?
Nao, no Estufado, ra de la Harpe...
A polica ia fazer um cerco, chegou a tem-
po para levantar um hornero do chao e ex-
pedil-o para o Hotel-Dieu, onde foi admt-
tido com urgencia.
Sabe-se quem ?
Sabe se apenas que elle alcunhado,
pelos Beus companbeiros, de Lombriga e
nao roubou a alcunha, porque um verda-
deiro esqueleto.
Sophia estiremeceu, ouviado fallar no
Lombriga, e a sua attencao redobrou.
Ah roas entilo, disse uro dos mogos,
um personagem pira que o chefa da se-
guranga v vel-o.
Parece que Be acha implicado, por
modo mais ou menos directo, n'um procas-
30 de grande importancia.
Qual ?
- O do assassinato do caminho de ferro
de Lyon.
Desta vez, foi Renato que comegou a
prestar cada vea mais attengo.
O interno proseguo:
Diz-se que cumplce do assassino,
ou peio menos seu camarada muito inti-
mo.
_ Entilo conhece se o assassino ?
Conhece-so; acabam de o prender e
encontraram em sua casa provas esmaga
doras da sua cumplicidade.
Como se chama ?
Osear Rigault.
Sophia abafou um grito de espanto.
Paluda como um espectro e agitada por
um calafrio nervoso, bateu no braco do in-
terno que acabava de fallar e que so acha-
va perto delta.
Perdao, senhor, disse ella com voz
auffocada, o nome qui acaba de pronun-
ciar com effeito, de Osear Rigault ?
__ Exactamente, minha senhora.
__ E o senhor accrescentou que esse
Rigault era o assassino do homem achado
morto, ha alguns das, n'um compartimen-
to do trem que vinha de Marselha.
Sim, minha sanhora... E pelo me-
nos, o que disse o chefe da seguranga, que
vinha para interrogar na sala, em que es-
tou de servgc, o ferido, posto disposigao
da justiga.
- E este ferido chama-so Lombriga ?
- E', sob esse nome, o nico conheci-
do, que foi inscripto.
E o outro ? Osear Rigaul ?
Foi preso, ao raesmo tempo que elle...
Est a esta hora em Mazas.
Poderei ver o homem que o senhor
chama Lirabriga e que se acha na sua
sala?
O interno poz-se a rir.
__E' tudo qunto ha no mundo de mais
mpossivel, respondeu elle em seguida, a
menos que nao tenha urna permissao espe-
cial do juiz formador da culpa, e mesmo
esta Dermissao nao lhe servir de grande
Djpos de outras consderagSes, o ora-
dor termina, sentindo que o gabinete nao
se aproveite do estado presente da cmara
e deixe os teus planos para quando se t-
ver pronunciado a divisao latente ante a
qual o ministerio far Unto quanto fizerara
os seus antecessores.
(Continua)
cousa.
N3o censeguir obter duas palavras do
ferido. .. O chfe da segur/inga nao o po-
de interrogar, tilo grave era o seu estado.
- Obrgada. .. balbuciou Sophia.
A moga pareca preza de completo ter-
ror.
Renato Dharvlle estava
admirado com
1SS0- T L o
Entilo conhece o Lsmbnga i per-
guntou-lhe elle.
Conhego, respondeu ella, mais com o
gesto do que com a voz.
Por que motivo esse nome deRgault
parece ll-a perturbado por esta forma ?
Por que ? repetio S'.phia com ar des-
varado. Por que ? Quer saber por que ?
Quero.
Porque esse nome. .. o meu.
O seu I
- E tenho um rmao, entende T Com-
prehende ?... Tenho um irmao que se cha-
ma OscarRigault I... E' nao s o nome do
assassino, como^tambem o seu appellido. ..
e n3o anda por ah a toa o nome de Osear,
de que tantas vezes gracejei.
Renato estremeca desde a cabega at
aos ps.
"Sophia continuou, depos de um momen-
to de silencio:
Mas nao... estou louea!... Meu ir-
mao est na frica ha tres annos... um
bom rapaz, um tanto vadio, um tanto pan-
dogo, mas que n3o capaz de fazer mal a
urna mosca... nao pode estar impleadoem
um assassinato.. Trata-sede outro que
n3o elle, agora estou certa disso ; o que
nao impedio que, no primeiro momento,
ficasse sem respiragao... Deve comp're-
hender.
__ Comprehendo-o perfetemente... A
sua commogao era muito natural; mas no
tinha razao de ser, porque seu irmao est
na frica... Ha semelhanga de nome, e
nada mais.
Eu saberei... terei a certeza.
Como?
Pelo meu magistrado... Pedir-lhe-
h'i urna permissao para ver em Mazas es3e
horaonymo do meu irmao... J estou 'cais
tranquill8ada; entretanto mais o estarei
quando o tver visto... Mas basta de nos
oceupar com urna cousa que nao interessa
senao a mira... pensemos em nos e vamos
jantar.
Renato sabio com Sophia, que sem cere-
monia lhe tomou o brago.
Com o passo lento e regular dos amo-
rosos 4iegarara ao restaurante Laprouse,
onde Renato toraou um gabinete e Sopha
se eacarregou de fazer a lista do jantar.
Nao os seguiremos neste gabinete, por
muitas e valiosas razSes.
Bastar dizer que, gragas quelle jan-
tar a sua intimidado f sos.
A's nove horas, menos cinco minutos, So-
phia poz o chapeo, pedio a Rinato que a
esp?ra8se por raea hora, sahio do restau-
rante, chegou ra Dauphina e efitrou em
casa.
Era preciso saber se o magistrado tinha
ido.
[Continuar se-ha)
Typ. iv^iari9 ra Daqne de Caxias n. 42,
>
. 1
^W


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJRFRIOCB_551FV6 INGEST_TIME 2014-05-28T17:51:54Z PACKAGE AA00011611_19855
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES