Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19820


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Full Text
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PARA A CAPITAL E LlitiARUBS OM>E SAO K PACA PORTE

Por tres meses adiantadoa............... 6^000
Por seis ditos dem.......... ...... ii'^UOO
Por aro anao dem................. 23(5000
Cada numero avulso, do mesmo da............ jJIO
DIARIO DE
Q0M--FEIEA 23 E M1S1 DE 1881
PARA DESTRO B FORA DA PROVDCIA
Por seis mezes adiantadoa............... J 13(5500
Por nove ditos idem................. '204000
Por um anno idem...........'...... 270100
Cada numero avulso, de dias anteriores..........'. 4100
Propriefrafc* te JHaiwel gitctra te -fctria 4 JiUjo*
O Hrm. Ameil a'rlnne ttt C.
le Parta, & os nassos agentes
exclii von de animados e pu-
blicarles na Franca e Ingla-
terra
IHSTRCCO POPULAR
MCINA DOMESTICA
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS E8COLA8
PARTEPBIMEIRA
TKIHVOLOWU
(Con mu ac do)
Ac i'spConjoncto de symptomas que sppare-
eem e dosapparecem fui intervalos mais cu menos
longos e ig vezescom regularidad* notavcl. O pa-
roxismo e a exacerbacae difierem do accesso em
significar aquello o augmento dos symptemas con-
tinuos de urna doenca.
No accesso febril costumam-se marcar tres pe-
riodos estadios caracterisados por fri, calor e suor.
O accesso pode s*r completo, incompU'o, regular,
irregular, etc. O intervallo ntreos accessos cha-
imj intermisaao ou apyrexia.
Se os accessos febris sao diarios, a febre chama-
se quotidiana ; se em dias ulternados, tercan; ha-
vendo dousdias de apyrexia, quartan; etc- Quan
do ha dujs em cada dia, chama-se quotidiana du-
pla. Sao estas as pnneipaes divisoes e admittidas
por todos. Outras ba cuja existencia nao 4 p-r
todos bem acceite.
Accidente.as doencas esta pal*.vra significa
a appanco de symptomas que alein de extraordi-
narios e g'aveo reuoem a oircnmstaneia de nao ser
essenciaes nessa doenca. O vulgo costuma chamar
accidente a nm ataque de epilepsia.
AccliuiacaoModficacao mais ou menos profun-
da e completa que o organismo experimenta quan-
do sujeito por longo tempo a j.fluencias climatri-
cas de todo diversas daquellas em que o priibciro
viven.
A naturalisacao refere-se smente s especies
ao ptsso que a acclimaco tamoeai se applica aos
individuas.
Accomodaco Significa a adaptaco do olbo
para a viao peifeita a distancias variareis e em
circumstaocias diversas.
AcbromatopiaEm geral designa esta palavra
a doenc pela qual se tica impossibilitaJo de dis-
tinguir urna ou diversas cores. Tambera se em-
prega este termo para representar designa lamente
a djiica d'olhos em que todas as cores parecem
brancas, pardo-claras, ou cinzento escuras.
AcupuncturaOperaco que consiste m intro-
duzir nu* tecidos tecidos vivus urna ou maii agu-
Ihas para determinados fius therapeutcus. A
agulba i-id dimenses apropriadas introducida
ao por puneco, uu por meio da rotaco entre os
dedos, ou ainda por meio da pancadas dadas com
um pequcuioo martello apropriado a esta operaco.
AdeniteInflaaiuiacao de urna glndulaou,
mais geralmente, inrltmmaco dos ganglios lym-
pba ticos.
Adenoma Palavra formada de duas gregas
que significan) glndula e tumoi. Adenoma
quer pj 3 dizer : tumor toimado por urna gln-
dula.
A terminacho orna geralmente adoptada em
tecbnologia medica para significar um tumor.
AdipsiaAusencia ou falta de sede
AdynamiaDebiltale, proitraco, enfraqueci-
mento psysico e moral; enfraquecimento nos mo-
rimentos musculares.
(Contina,)
JARTE UFFlClAi.
(Yerno da provincia
BXFBDmTE DO DIA 29 DE JAKZIB0 DE 1887
Actos :
O presidente da provincia, resolve exuuerar
bacharel Antonio Candido Corris de Araujo do
cargo de ajudantu do procurador dos Feitos da
Fazeuda Provincial uo muuicipio da Villa Bella,
visto o motivo que determinou sua exoneracao
do earg.i uc pr .noiur publico da alladida comarca,
o que c ve. lugar ,jor p runa de 21 do crrente.
Jjmmuniciu-se ao Thesouro Provincial.
pr.-sideute da provincia, tendo em vista
a proposta do inspector do Thesouro Provincial,
eOfitSM em t lucio &> VG do currante, n. 393, re-
solve rom iv. r aa qnaliJade de ajndantes do pro-
curador C rui-iro Besorra Cavalcante, da comarca de
Soy.inu.i para a Oliveira Fni#ea d-.-sta para a de Floresta, e ba-
charel Joan Landelino Dornellas Cmara desta
para a de Villa-Bella.Communicon-se ao inspe-
ctor do Thesouro Provincial.
presidente da provincia, tendo em vista a
proposta do inspector do Thesouro Provincial,
cooliJa em officio de 26 do corrate, n. 393, resol-
ve nomear os promotores pblicos das comarcas de
Go/anu e de P iellas, Sachareis Nilo Rodrigues
de Miranda e Jo'.o Baptista Corris de liveir,
para exercerem os cargos do ajudantes de pmcu-
radji-ts dos Fetus as mencionadas comarcas.
Communiaou -se ao inspector do Thesouro Provin-
cial.
>, O presidente da provincia, resolve nomear o
bacharel Epitbacio Lindolpho da Silva Pessoa
promotor publico da comarca do Onb>. <>m sub-
atitwcao do basharel Carlos Fred-rico da Costa
Ferreira que foi nomeado juis de direito de Ala-
go* do Mooteiro.Fizeram-se as devidas commo-
nicacoes.
Ao inspector do Arsenal do Mariana.O
Ministerio da Manaba em avieo de 15 do eorrente,
declarando que tendo de peridicamente seguir ao
pharol das Roccas o patacho Pirapama ou qu.'.l-
quer outro navio da armada e cenvindj providen-
eiar-se s >bre o grande defeito do anjoradouro, que,
por ser pedregoso, occasiona a perda de ancoras,
como ltimamente aecnteceu ao dito patacho,
manda ecommendar a V. Exc. que estabeleca
alli urna amarracaj, sendo aproveitndo para esse
trabalbo o vapor Puru't, qoaado regresear as por-
to desta provincia.
O que lbe commuDeo para os devidos efFeitos.
Ao mesmo. Kemetto a V. Exc. o incluso
orcamento dos reparos de que necessita um dos
predio nease Arsenal, onde reside o respectivo
patro-ror, cooforrue sJicitou essa inspctoria
em officio n. 3, de 4 do corrate.
Ai inspector da Tcesourana d-) Faz'jrjda.
Nao tendo pedido a junta clasificadora de Ssera-
vos do Recife, nao obstaote tr tido, como infor-
ma, por base de seus trabalhos a matricula dos
caer vos e os devirias annolaco-s "t o prime-ro
da de sua reuDio, couhec-r do idade de al-
guna escravis, seno por dcclar.cao dos respecti-
vo* senhores e esta incompleta, segundo elles mes-
jso o declarara, pois ignorara onde esses eacravos
nasceraui, e nao podendo semelbante facto se dar
-*- por irregolaridade de tacs matriculas, que
rio ter sido feitas nos termos do art. 1* e
udo decre'o n. 835, do i* de Dezembro
T, forzosamente menciouaro a idade, filia-
rcfisso etc srvase V. S. de sujeitaudo ao
sea exame ta*s livros, veriftear naturesa das
ditas faltas, e, caso nao existan), supprimir pelo
que nellis constar, os esclareeimentos que nao
poude prestar me a junta classifieadora, principal-
mente quinto aos escravos de ns. 1 a 6, 26, 27,
29, 3!, 33, 35, 37, 39, 41 o 43, constantes da clas-
sificacao que, por copia lhe remetto, pois indis-
pensavel para esta conbecer-se, pelo meaos, o que
segundo a lei, nao pode deixar de onstar da ra -
tricula e suas annotaces, so os filhos da mulher
escrava sSa de facto. ingenuos menores de 8 an-
as e ce escravos menores de 21 annos ; e quinto
aos nascidos logo depnij da lei n. 2010 de 28 de
Setemnro de 1871, se com fFcito isso mesmo consta
fra de toda dnvida para que nao acoite"e-i^
eonsiderar-se ingenuos como escravos e venham
por aqueiles a ser indevidamenta indemnisado
quem nao tiver direito a taes iodemoisacds.
Ao inspector da saude do porto.Para os
fins convenientes transmuto a V. S., copia do
aviso n. 209 de 8 do correte mez do Exm. Sr.
ministro e secretan 1 de estado dos negocios da
imperio, declarando que sejim recebidoa em livre
pratica os navios procedentes do porto de Malaga
e dos domis portos hespanbes entre Qibraltar e
o cabo Palos.
Ao regedor do Gyranaeio Peruambucano.
Informe 7. S. Rvma. sobre o assumpto da in-
clusa carta de Leopoldina de Mello Albuquerque,
viuva de major Seraphnn Fel'x de Paiva.
Ao Dr. Belfort.Tendo caducado o con-
tracto firmado por V. S. com esta presidencia em
8 de Ootubro de 1868 para a cinfecco da esta-
tistica da provincia, nos temos da lei provincial
o. 773, de 11 de Julbo do mesmo anno, por nao
se baver verificado a execucao daquelle trabalbo,
e neceasitando a secretaria da presidencia dos
seus livros e ,cim3 itus que lhe foram confiidos
naquella data como fontes de esclarecimentos e
notas psra a tarefa a que se propuzera V. S., di
gne-se de providenciar oeste sentido, reeoihendo-
os ao archivo da mencionada repartic2o.
Ao inspector do Thesouro Provincial.Re-
cummendo a Vine, que faca effectiva a multa em
que incorreram Diogo Augusto dos Reis e Sim-
plicio da Silva Coelho, pela falta de cumprimento
no tornecimento dos obj toa para o corpo de poli-
ca, constantes do o lucio n. 98, de hontem da-
tado, deveudo eonsiderar-se rescindido o contracto
que com elles celebrou-se acerca do mesmo torne-
cimento.
Ao mesmo.I/nforme Vmc.se pelos contrac-
tos que te tem lavrado nesta repartifio com os
arrematantes do imposto de pedagios de poutes e
estradas a provincia tomou a si o encargo de col-
locar em cada urna das mesmas pontes ou estra-
das urna ou mais pracas do corpo de polieia.
Ao m< sin 1.- -De aecrdo com a informaco
de Vmc. datada de 20 do corrate, n. 381, auto-
riso a mandar pagar a quantia de 1474200 de dia-
rias a 2 sentenciados que se acbam em servico
no quaitcl do corpo de pol cia, relativamente ao
semestre de Julbo a Dezcmbro do anno prximo
passado.
Uemeito-lhe a folha para o aludido paga-
mento.Uommudicou-se ao commandante do dito
corpo.
Ao mesmo.Tendo em vi. ta a informacao
por Vmc. prestada em 20 deste mes, n. 382, au-
toriso-o a mandar pagar a Jos Autonio de Mo-
raes o aluguel de sua casa, sita na Palmeira ae
Garanhuns, e que serve de quar'.el e cadeia.
Remetto-lhe o documento da aliad ida deapeaa.
Communicou-se ao commaudante do corpo de
polica.
Ao mesmo.Tendo em vista o exposto no
officio de Vmc. datado de 22 do eorrente, n. 388.
autoriso o a mandar pagar a Fiolden Brothess
pelo consumo de gas "no jardn) do Campo das
Princesas a quantia de 20/770, conforme a conta
junta, retereute a ezeaibro do anno prximo pas-
sado.Communicou-se ao eugenheiro chefe da re-
particao das obras publicas.
Ao inseector da instruccao publica.Conce-
do a autorisacao solicitada pela professora da ca-
de ira de rusiaj primaaio da Torre, Mana Pres-
ciliana Vilella dos Santos, afin de na casa e com
a mobilia da aula abrir um curso nocturno sera
onus algum, de presente ou futuro, para a provin-
cia.
Assim respondo ao seu officio n. 24 de 21 do
eorrente mez.
Ao director do Arsenal de Guerra.Mande
Vmc. satisfaaer os inclusos pedidos de artigos de
fardamento e de um talim que para seu uso, faz o
major do 14* balalh&o de inlautaria, addido ao 2*
da mesma arma, Estevo Jos Ferraa.Commu-
nicou-se ao commandante das Armas e Thesoura-
ria de Fasenda.
Ao mesmo.Oe conformidade com o aviso
do ministerio da guerra, de 15 do eorrente, man-
de Vmc fornecer a compaobia de infantaria da
provincia do RiO Grande do Norte o fariamento
de que tratara as duas inclusas notas d-t 31 de
Dezeinbro finio, org-misadas na repart;o de
quartel mestre geoenl.Communicou-se a The-
souraria de Fazenda.
Ao engenheiro chefe da reparticio das obras
publicas.Tenho a vista os seus officios de 8, 11
e 22 do correte mez, em soluetto ao que lhe foi
recumicendado em 27 de Desembro, 7 e 17 do cor-
rate .
Certo da redcelo de despezas, feitas por Vmc,
oread* em aerea de 4:000/000 mensses, declaro-
)he que tica approvado o seu acto, por estar de
aecrdo com as ditas recomraendacoes.
Com etfeito, nao era possivel continuar o ser-
vico de conservado com a superabundancia oe
eagenneiros de districtos, eagenbeiros conducto-
res, 21 aponudores, 47 cabos e cerca de 300 tra-
bajadores com a deapesa extraordinaria que a-
estava, e que em parle ainda se est fazendo.
Com ponco resultado, como melbor sabe Vmc,
despende a provincia com a conseroacao de cifra-
da, sem cautar o pessoal fizo, cerca de 10:000*1
mensaes.
A conta de Novambro ultimo fof de 9:691/060,
e a de Dezeinbro de 8:872/390, isto e o mezes
em que ja se lhe bavia recommendado omita eco-
uomia, e em que de facto pouco servico propria
manee de couservacSo houve.
Assim, portanto, pondo Vmc desde logo a fren-
te do servico os proprios engeuheiros apoutadores
ou de districto, e dispensando o maior numero
dos intermediarios, sujeite miaba appruvaco
reforma mais completa sob as bases juntas com
outras porveutura meihores e mais econmicas.
E' eseusado empregar numero tamanbo de in-
termediarios para se ehegar ao servicj, como se-
jam um para determinar, outro para orear, ontro
para deseuhar, outro para fiscalisar, ontro para
cooduzr os trabatbadores, outro para estar cum
elles, outro para tomar o >ta do que tasem, outro
para ir ao Tnesouro receber o dinheiro destinado
ao pagamuuto, outro para enlregal-o, outro para
escnprur.il o, e ussim em tudo de modo que divi-
dido e a excesso um servico que nao abundante
e precisa de ser diminuido, vem de tudo resultar
muita e excessiva despeza, e pouco, ou quasi ne -
ubum, pioveito publico.
Nao ha duvida qu o trabalhj intellectual devs
estar sepirado do uabalho brafal, mas em con-
tacto mais ou menos directo, to apprjximado
quauto seja possivei.
Bas-s a que se refera o officio desta data para
a reforma da repartic&o de obras publicas, nos
termos ao art. 8* da lei n. 1810 de 1884, um vi-
gor ex-vi da li u. 1521 de 18ole n. 1883 de 1886
proroirativa do exercicio orcaueatario.
1* Reducco a quatro, inclusive o chefe, do pes-
soa! de eugenneiros da reparticsV
2* Diminuicao do pessoal de cjuservaco de
estrados e pontes, eomposto de condjetores de 1*
e 2* classe, spontadores, cabos e serventes, po-
deudo este servico ein parte ser feito :
Por adrainistracao immediata do engenheiro
chrfe, ou de engenheiros, por elle designados, no
municipio da capital e suas proximidades.
Por arremtac5-s parciaes igualmente fiscalisa-
das directamente por engenheiros, tomand-ee por
b '.se as obras que cffectivamoute se te.n feito, e
no o que se tem gast), no servico da conaer-
vaca.
3 Para este fim. a RaparticSo de Obras Publi-
cas organUari orcam-ntos por extencao kilom-
trica, por obras determinadas cu como for mais
conveniente.
4 Nenhuma obra se ejecutar de ora em diante
sem condico de conservacito por um, doos ou
mais annos, conforme a sua natureza.
5' A repartilo ter apsaas u:n dessnhsta es-
pacial, sendo este trabalho desempenhado tam-
bera commulativameate pelos proprios engenhei-
ros.
6 Ser extincta a soccio da pagadoria.
Este servico pasear a ser feito directamente
p-lo Thesouro Provincial, por folha e a vista de
ferias documentadas e assignadas por um dos en-
genheiros e visadas pelo chefe, nos limites das au-
torisacoes rcgnlamentares.
8* Sero dispensados os funecionarios nSo con-
templados na nova orgaaisaiao d aervico, fican-
do-lbes salvo o direito aposeo^adoria, quando o
tenha n por lei.
8" O eogenbeiro chefe regulameatar, neste sen-
tido, o sei vico tecbnico e administr tivo seu
cargo, vigorando o seu acto depois de approvado
com as m-idifieacoes julgadas convenientes.
Ao commandante de polica.Ao Dr. ebefe
de polica mande Vmc. apresentar, em 31 do cor-
reate mez, ao ineio-dia, urna escolta de duas pra-
cas e um cab'i, afira de condusir um criminoso at
o termo deNazareth.Communicou-se ao Dr. chefe
de polica.
- Ao mesmo. -Attendendo a urgencia do ser-
vido autoriso Vmc. a comprar na praca, para o
corpo de seu commando, os objectos que deixaram
de ser fornecdos por Diogo Augusto dos Reis e
Simplicio da Silva Coelho, as quaes foram por
Vmc. indicados no sea officio n. 2084 de hontem
datado.
Os referidos objectos deven ser comprados de
accordo com as clausulas do contracto com elles
celebrado, e gue agora ficam rescindidos.'
Nesta data don de tudo sciencia ao inspector ds
Thesouro Provincial.
Ao mesmo.Para resolver quanto a lorra-
gem, de que trata o officio de Vmc. de 18 do cor-
rente, n. 2050, convm'que esse commando me in-
forme se a cavalgadnra do major fiscal ticou a
servico de seu substituto no quartel.
Portaras :
Constando que a Cmara Municipal de Igua-
rassu nao tem podido reunir se para aar juramento
e posse a que foi ltimamente eleilo, declaro a
mesina Cmara que essa attribuico compete, da-
das estas circunstancia 1, somente 1.0 presidente
da Cmara velha, ou mesmo ao vereador nico que
se apresentar. So a Cmara nao reunir-ve, e o
presidente ou qualqner ex-vereador no quizer de-
ferir juramento aos novos vereadores, a posse ser
dada pela Cmara do municipio mais visinbo.
Declaro a Cmara Municipal da Victoria,
em resposta ao seu efficio de 11 do correte mez,
que o cidado Cbristovo de Hollanda Cavalcaote
de Albuquerque pode exercer simultneamente os
cargos de vereador dessa Cmara e de 2 sup-
plente de delegado em exereicio.
Con vm que a Cmara Municipal de Ex pro
videncie convenientemente sobre o assumpto do
officio, aqui junto por copia, do juiz municipal e
a patente d sea marido, depois de fallecido : tan-
to mais quaoto, tendo elle sido reformado por de-
creto deft'27 de Maio do 1842, de eonformidade com
o art. 3* do decreto n. 260, de 1 de Dezsmbro de
1841, com 22/ mensaes, sold por inteiro da sua
patente, por oceasiSo da organis'-.cio do qnadro do
ex'-Tcito, nenhuma duvida pode haver de quo lhe
compete a metale d'aqueile sold, independente
de quaique licenea ou sentenca que tivesse cum-
prifo sea finado marido, o que nao se deu; e por
este motivo poder ser dispensada tambera a f de
officios para a sua h.bilitacao, mesmo porque nJ>
existindo ao archivo desta reparticao a f de offi-
cio ou qualquer outro documento relativo a esse
official, a aeccSo t poder informar ^ue elle
pracn de 8 de Janeiro de 1836, foi promovido ao
posto de .alteres por decreto de 6 de Junbo de 1838
e que, por au'ro decreto de 27 de Maio de 1812
foi reformado no mesmo posto, com sold por in-
teiro, de cenfermidade com o allodido a't 3o do
referido decreto n. 260, do 1 da Dezembro de
1841, conforme verificou uo Conseibo Supremo Mi-
litar, toado fallecido a 25 de Janeiro de 1855 ;
notand.n-se. porm, que o verdadeiro nomo do ma-
rido da supplicante Antonio Carlos Pessoa ae
Saboya, conforme consta dos almaaak de 1836 a
1842 e do proprio decreto da sua reforma, e nao
Antonio Carlos de Saboya, como diz em sen re-
qnerimento-----Liberato Jos Feliciano Kelly, major escripturario encarregado da seceo.
Concordo.. Ro de Janeiro, 24 de Dezembro de
1886.Visoonde da Gavia. Conforme. Bitten-
court. Conforme.Francisco Manoel das Cbagas.
EXPEDiaSTE DO DIA 31 DE JUtEIEO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeren Jas Belisaria Marinho Palcao, professor
de ensino primario em Triumpho, tendo em vista a
informacao do inspector geral da Instruccao Pu-
blica de 12.do correte sob n. 12, resolve conceder
de orph.ijs dos termos reunidos de Ex o Gra-
nito.
Mutati mutandi Cmara Municipal de
Graaita.Commaaicou-se ao juiz municipal.
expedienta uo na. sccxETaaio
Officios :
Ao 0 seeretsrio da Assembla Provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia,;transmitto a V. S., afim de ser opportuna-
meute submettido consideracSo dessa Assembla,
o orcaracnto da receita e despeza para o exereicio
de 1887 a 1888 da Cmara Municipal de Muri-
beca.
Ao inspector da Thesoursria de Fasenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia maada remet
ter a V. S. a inclusa ordem ao Thesouro Nacional
sob n. 3.
Ao inspector do Thesouro Provincial.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu
oicar a V. S., para os devidos effeitos, que nesta
data proferto o seguate despsche na peticSo de
Antonio Pernandes da Silveira Carvalho, ajudante
do porteiro desta secretaria, sobre a qual esse
Thesouro informou em 6 de Dezembro prximo
passado n. 298: < Jeferido nos termes do art.
1* 2o das instruccoes de 17 do eorrente.
Ao juiz municipal e de orphos do termo de
Gloria de Goit. O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declararla V. S., que submetteu
deuiso do governo imperial a sua consulta con
stsute do* officios de 6 e 15 de Novembro ultimo
acerca do lugar em que deve dar audiencia na
causa civel, na qual um individuo morador no
termo visinho de Pao d'Alho, vio se obrigado a
intental-a perante V. S. per suspeicao do respec-
tivo jais municipal, seus supplentes e verea-
dores.
Elital:
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia,
don conbecimento quem interessar possa, con-
forme determinou o Ministerio da Guerra em avi-
so de 14 do correte, da informarlo abaixo tran-
scripta, prestada pela 2a aeceo da Reparticao do
Ajudante-General, em 23 de Dezembro fiado, so-
bre o requ rmenlo em que D. Mari* Jos Gomes
de Saboya, viuva do alteres reformado do exercito
Antonio Carlos de Saboya, pedo se lhe passe por
certido a data em que seu tallecido marido s-
sentou praca, e se durante a sna vida militar gosou
lienca8 registradas ou cumprio alguma sentenca,
declarando o referido Ministerio ter n'aquella data
expedido portara ao Conselho Supremo Militar
man lando pasear certido da patente de referido
official.O secretario, Pedro Francisco Correia de
Oliveira.
Iofortnacao a que se refere o edital supra:
Copia. Kepart:cao do Ajudante-General, Rio
de Janeiro, 23 de Dezembro de 1886.2 Seceo
N. 482.A Thesourana da provincia de Pernam-
buco, em seu incluso officio datado de 13 do eor-
rente mez, sob n. 51, informando a respeito do re-
querimento de D. Mara Jos Gomes de Saboya,
pedindo per ci-rtido a data em que assentou pra-
ca seu tallecido marido o alferes reformado do
exerc.to Antonio Carlos de Saboya, fallecido n 25
de isneire de 1855, na mesma provincia, em vir-
tude do parecer desta seceo exarado na intorma-
co annexa de 28 de Agosto ultimo, sob n. 219,
diz que das respectiva relacoea de mostra do bala-
Iho provisorio de cacadores, coaita apenas que o
alt'rea reformado do exercito Antonio Carlos Pes-
soa de Saboya, iodo desta corte para aquella pro-
vincia em 1842, pela ordem de dia addicional do
commando das armas de 4 de Marco do d passou a servir nesse batalho, sendo excluido em
9 de Novembro do mesmo anno de 1842, em cum -
pritnento ordem do dia d'aqueile commando, da
mesma data, visto havr side reformado, e das fo-
Ihas de officiaes reformados, que recebia o sold de
sua reforma, na razao d 22/ mensaes.
Esta seceo accrescenia a sna iuforinaco dada
sobre semelbante assumpto, qoe 3e torna desneces
saria a ceitido que pede a supplicante da data
da praca de seu fallecido marido, para poder pro-
mover a sna habilitaco e percepcao de meio sol-
do que tem direito, coa- a que nada pode adiaa-
tar sem a respectiva patete, cessando, porm, essa
difficuldade, desde que o goveruo impeiial mande
que pelo Conseibo Supremo Militar, se lbe d um
titulo pelo qual ae pjssa habilitar percepcao
desse meio sold, visto nao ser [ oasvel passar-se
ao peticinnario dbus mezes de liceaca, com orde-
nado, parubratxr de sua saude, onde lhe coovier ;
deveodo djfe licenea decorrer de 17 d > correte.
O prudente da provincia, resolve nomear
Jos U.vjfante de .~ouza Leao e Joo Jos da
Costa piris lugares de 2 e 3 supplentes do juiz
mui)iciparT|de orphos do termo de Ipojuca, que
estao vagos, em vista do aviso n. .539 de 20 de
Novembro de 1869, por nao terem os cidados Luis
Francisco*Paes Barreto e Guilherme do Reg Bar-
ros, noraeados em 22 de Sctembio njtimo, solicita-
do os respectivos ttulos.
Aos sDjpleutes boje nomeados fica marcado o
praeo- de uto mez para prestaren o juramento do
estylo.Cduj'nunicou se ao juis de direito da co
marca do Cabo.
Officios
Ao Bispo da Diocesse de Onda.Digne -se
V. Exc- Rvm. de prestar os esclarecimentos que
estiverem a seu alcance sobre o assumpto do re-
querimento junto doRv'. Manoel Pereira da Cruz,
coadjutor da paroebia de Santo Antonio do Cabo.
Ao inspector d o Arsenal de Marinha.Defe-
riado o reqaenmento do aprendiz de 2a classe da
da oficina de machinas desse Arsenal, Andr Joa-
qun) Lobo, .utoriso V. Exc de accordo com a sua
informaco n. 10, de 28 do crrante, conceder-
lhe lieeuca, por tres meses, sem vencimento algum,
para tratar de negocios particulares tora desta ci-
dade. i ^
Ao ebefe de policaVerifique V. Exc. e me
informe o que ba de verdade na afirmativa de que
entre os supplentes da delegada de polica nomea-
dos para Palmares, se encontra (artigo de interesse
particular, no Jornal do Recife, de 29 de Janeiro)
nm pataasaeiro recoaheci.lo, inimigo pessoal do
juiz de tnfeitd, que ba pouco tempo respendeu a
processo por crime de ferimentoa graves praticadoa
na pessoa do advogado Dr. Silva Rios, coavia lo,
caso esta aecusaco seja exacta, inteirar-me dos
motivos deste processo e seu resultado.
Ao mesmo Certo de que nao verdadeiro o
telegrsmma do juiz de paz em exereicio do distric-
to de Catende, convm entretanto, lembrar ao
subdelegado de polieia que nao lhe licito cons-
tranger a qualquer cidado a servir de escrivo
do seu juiso.
Assim fica respondido o officio n. 70, que V.
8. dirigi em 25 do eorrente mes.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Remetto a V. S. para os fias convenientes, as in-
clusas notas do gaz consumido no mez de Dezem-
bro fiado com a illuminaco dos quarteis dos ba-
talhes de infantaria 2' e 14- da companhia de
eavallaria e da Enfermara Militar; e bem assim
a iuf jrmac.o junta por copia do engenheiro en-
carregado das Obras Militares, de 29 do eorrente,
sob n. 102, relativa ao mesmo consummo.
Ao mesmo.-Teudo nesta data approvado o
contracto provisorio celebrado pelo conselho de
compras para o tornecimento dos materises nu-
cessarios, durante o semestre carrete, as obras
geraes, coireervaco dos portos e ponte Buarque
de Macedo, remetto a V. S. copia da respectiva
acta, afim de qne so sirva de maular lavrar con-
tracto definitivo. Communicou-se ao engenheiro
encarregado 'jas obras geraes, devolvendo-se as
14 propoata- que acompanharam o officio de 29 do
corrate o. 7.
Ao commandante do corpo de polica.At-
tendendo ao que Vmc. representou em officio de
27 do correte mez, n. 2,075, declaro-lhe para os
devidos effeitos, que a banda de msica do corpo
de seu commando s poder tocar em funecss
particulares, por ordem desta presidencia dada
directamente a Vmc. a quem Deus guarde.
Ao tenunte-coronel Francolino Guilherme de
Azevedo, presidente do conselho da quatinc.ci
da guarda nacional da freguezia de Quipap.
Declaro a Vmc. em resposta ao seu officio de 23
do eorrente, que sa dirija ao commandante supe-
rior da comarca de Panellas, ficando, entretanto,
certo, desde logo, que n> ha crdito aberto pelo
Ministerio da Justioa para as despesas com trans-
portes, as quaes correin por conta dos proprios of-
ficiaea da guarda nacional.
Portara:
Ao engenheiro em chefe do prolongamento
da estrada de ferro do Recife ao 8 Francisco e
da do Recite a Caruar.Mande dar transporte
da estaco central cidade da Victoria, em car-
ro de 3* classe, por conta da provincia, ao anspe-
cada do 2* batalho de infantaria, Sabino Jos
do Nascimento. que para alli lestaca e bem assim
sua mulher Auna Mara da Conceico.Offi-
ciou-se ao commandante das armas.
Kxr-BDnnrra do eecketajuo
Officio :
De ordem do Exm. Sr presidente da provin-
cia, comineado a V. S. que declare o motivo por
que chainou o presiieute da cmara municipal de
Aguas-Bellas para exercer o cargo de juis muni-
cipal do respectivo t-rmo, no impedimento do ef-
lectif o, teodo os trea supplentes, nomeados em 19
de Fevereiro de lo84, sollioiudo seus ttulos e
prestado juramento no praao legal.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 21 DE
FEVEKEIBO DE 1887
Anna Augusta Guilhermina da Concei-
00 Apo8tille-ao.
Franciaca Arselina dos Santoa.Ideui.
Fielden Brotbers.Deferido com otfi.io
deBta data ao Thesouao Frovincial.
Gaspar do Nasciinento Rrfgueira Coata.
-Mauteuho o despacho
mez.
B'cliarel Jo; Horacio
Jos Gon$alvee dos
le-ae.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
bucu, em 22 de Fevereiro de 1887.
O porteiro,
Franodino Chacn.
1.* seceo.N. 761.Secretaria da Polieia de
Pernambuco. Em 26 de Fevereire de 1887.
Illm. e Exin. Sr. Em resposta ao offi.io de V.
Exc, de 26 de Janeiro ultimo, em quo me ordena
que informe o que houver de verdade no local a
Provincia de 26 do mesmo mez, sob o titulo
Scenas de horrorcom rclaco a um eacravo
do senhor do eageobo Tabocas, tranemitto a V.
Exc, por copia, a iofonnaco junta, que em data
de 12 do eorrente presten- rre o subdelegado
da Varxea, e bem assim a do delegado de Pao
.'Albo, do dia 13 taino m deste mez, acompanha-
da da vistoria procedida em dita escrava.
Deus guarde a V. Exc. Iilia. e Exm. Sr. Dr.
Pedro Vicente de Azevedo, digno presidente da
provincia.O chefe de polica, Antonio Domingos
Pinto.
Subdelegacia da Varzea, 12 de Fevereiro de
1887.Illm. Sr. Dr.Communico a V. S-, que o
escravo que prend em casa de Manoel do Bom
Fim disse-me ser elle de Francisco Antonio de
Mello, senhor do engenho Tabocas, estar bem
tratado e nao tiuha marcas de chicote, e disse-me
mais o mesmo escravo que tinha fgido' para tra-
tar de sua liberdade, e qua eslava em casa do Dr.
Jos Marianno. E' o que tenho a informar a
V. S.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr. Antonio
Domingos Pinto, muito digno chefe de polica
desta provincia.O sbbdelega lo. Jlo Hermano
Cominas.
Secretaria da Polieia de Pernambuco, em 12 de
Fevereiro de 1887.
Confjrme.Pelo secretario, Francisco Geraldo
da Silva Barroso.
Delegada de Polica do termo de Pao d'Alho.
Cidade do Espirito Santo, 13 de Fevereiro de
1887Illm. e Exm. Sr.Em resposta ai officio de
V. Exc, com data de hoatem, sob n. 719, era que
pede intormacoes acerca do que diz a Provincia
de 26 de Janeiro fiado, sob a epigrapheScenas
de horror*com relaco a um escravo do senhor
do engenho Tabocas, deste termo, tenho a dizer o
seguiute :
Nao verdica a noticia sob a epigraphe cima
referida, porquanto o escravo de que trata, de
nome Firmino, em 31 do mez findo tora apresen-
tado nesta delegacia, e vistoriado a requenmenCo
do seu senhor, capito Fraucisco Antonio Cabral
de Mella, nao se tendo encontrado vestigios que
provassem a existencia do enme de que falla a
asesina noticia.
Creio, pois, ter respondido a V. Exc, que orde-
nar o que jolgar conveniente.
Deus guarde a V. Exe. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Antonio Domingos Pinto, muito digno chefe de
polica de Pernambuco. O delegado de polica
em exereicio, Jos Fraucisco Pinbeirj Ramos.
Pernambuco
Autoamento de urna peticao do capito Francisco
Antonio Cabral de Mello afim de se proceder vis-
toria em um seu esciavo de nome Firmino, como
adianto se vi.O escrivo, J. Rngel.
Anno do Nascimento de Njsso Senhor Jess
Chriso de 1887 em dias do mez de Janeiro do
dito auno, nesta cidade do Espirito Santo de Pao
d'Alho, em m -u cartorio autoei a presente peticao
para o fim que na mesma se conlm, do que para
constar fiz es:e autoamento. Eu, Jos Zeferino B,
Raagel, escrivo, o eserevi.
Illm. Sr. delegado do termo de Pao d'Alho.
Autoado na forma requerida. Nomeio peritos
Jos Zeferino do Espirite Santo a Joaquim Jos
de Barros e Silva que sero intimados para com-
parecerem em casa das audiencias s 10 horas da
manh do dia Qde hoje,; para depois. Fran-
cisco Antonio (Jabral de Mello, senhor ;do en-
genho Tabocas, deste termo, tendo sido aecusado
pelo peridico Prtvmcia, de estar afoitando o seu
escravo de nome Firmino, que s; achava fgido e
ha poucos dias foi apprehendido pelo subdelegado
da Varzea, vem apresentar dito escravo a V. S.
e requerer que se digne nomear pessoas de inteira
coafiauca de V. S. a tira de o vistoriarem e decla-
raren) qual o estado geral do mesmo esesavo, si
mostra estar sendo seviciado ou que o teoha sido
por occasio da fuga, que teve lugar em dias de
Dezembro prximo fiado, lavrando-se de tudo o
competente termo, sendo-lhe entregue. Nestes
termos pede a V. S. defer me oto. E. R. M. Es
tavam duas estampilhas no valor de 200 ris inu
tiliaadaa da maneira seguinte : Tabocas, 31 ds
Janeiro de 1887.Francisco Antonio Cabral de
Mello.
Depois de prestaren) o devido juramento, pro-
cederem a vistoria requerida Pao d'Alho, 31 de
Janeiro de 1837. O delegado suppiente em exer-
eicio, Jos Francisco Pinheiro Rm >s. Intime-se
ao Dr. promotor publico.Ptah-iro Runja.
Certifico que seudo nesta cidade e em cumpri-
mento do descacho retro, citei os peritos Jos Z
ferino do Espirito Santo e Joaquim Jos de Barros'
e Silva do que ficaram scientts, dou f. Cidade
do Espirito Santo, 31 de Janeiro de 1887.O es-
erivo, JosZ ferioj B. Raagel.
Certifico quecitei ao Dr. promotor publico, Joa-
quim Pedro CaValcame de Alouquerque do que
ficou bem sciente, dou f. Pao d'Alho, 31 de Ja-
neiro de 1887.O escrivo, Jos Zeferino B. Ran
gel.
de 7 do corrate
Costa.Sim.
Santoi.Apostil-
Auto de vistoria procedido em Fi mino escravo
do capito Francisco Cabral de Mello, a requeri-
mento deste e em presenca do Dr. promotor publ -
co da comarca ;
Aos 31 diaa do mez de Janeiro do anao de Nos so
Senhor Jess Christo de 1887 nesta cidado do Es-
pirito Santo de Pao d'Alho, em casa da Cmara
Municipal desta mes ra cilad:, presente o d le-
gado de polica 1 supplente em exereicio, Jos
Francisco Pioheiro R irnos, comu'igo e*cnvo de
sea cargo abaix i assigaado, os peritos notificados
Jos Zeferino do Espirito Santo e Joaquim Jote
de Barros e Silva e as testemnohas Fraucisco
Ignacio de Lima Cabral e Firmi .o Venancio de
Araujo, to ios moradores nesta cidade. 0 delegado
defino aos di'os p-ntos o juramento dos Santos
Evangeihos de bem e fielmente desempenharem
sua uiisso declarando como verdade do'que des-
cobnrem e eocontrarem e o que em suas conscibn-
cias entenderem e eucarregou-lhea que procedes
sem a ex.m em Firmino escravo do peticionarlo
e respondessem aos si-guintes qaesitos :
1* Se o escravo acha-se sevicia i i ?
2* Qual o estado geral do mesmo escravo ?
3- se mosira ter >iJo seviciado por occasio de
sua fuga que leve lugar em das de Desembre do
anuo fiudj r
Era c nseq lencia comecaram os peritos a fazer
o rame e i ivestig.oo -s ordenadas, concluidas as
quaes dec araran) o s.'guint- : E que p rtanto
respondern! ao 1' quesitj negative.menre. Ao
2- quesito que acham-o em peifeito estado de
saud Ao 3- quesito respouderain negativamen-
te e sao estas as .leelaraed-s que em sua* eons-
oiencias e debixo de juramento prestado tem a
faser.
E por nada mais oaver dea-se por concluido o
exame ordenado e do tado se Uvrou o presenta
auto que vai por escripto e rubricado pelo dele-i
gado e assigualo pelo mesmo, pelo Dr. promotor
Sabuco, peritos n testemunhas, commigo escrivo
os Z -ferino B. Bangel, que o tes escrever, do
3ue d u f Jos Francisco Pioheiro S irnos.
os Zeferino do Bspirito-SsntoJoaquim. Jos
de Barros e Silva.Josquim Pedro Cavalcante
de Albuquerque.Firmino Venancio de Antojo
Francisco Ignacio de Lima Cabral.Jos Zeferi-
no B. Rangel.
Eslava sellada com duas estampilhas no valor
de 800 is., inutilsadas da maneira seguate : Ci-
dade do Espirito-Santo de Pao d'Alho, 31 de Ja-
neiro de 1887.O escrivo Jos Zeferino B.
Raagel.
Termo de concluso
E logo no mesmo dia mez e auno em meu car-
torio, faco e.tes autos Concluso ao delegado da
polica em exereicio, Jos Franciso Pinheiro Ra-
mos, do que fiz este termo. Eu, Jote Rangel, es-
crivo que o eserevi.
Julgo procedente a presente vistoria para que
produza os efleitos de direito; entrogue-se a par-
te independente da traslado, pagas as custas.
Cidade do Espirito-Santo de Pao d'Alho, 31 de
Janeiro de 1887.Jcs Francisco Pinheiro Ra--
mos.
Recebimento
E logo no mesmo dia, mez e anno retro decla-
rado em meu cartorio me^foi entregue estes autos
por parte do delegado de polieia deste termo com
a sentenca retro. Eu, Jos Rangel.
Certifico que nesta data fiz entrega do auto de
vistoria a pessoa requerente de conformidade com
a sentenca retro, dou f.
Pao d'Alho, 31 de Janeiro de 1887.O eec.-i-
vo, Jos Zeferino B. Rangel.
Hepartiao da Polica
Secc2o 2.' N. 176.Secretaria da Po-
lica de Pernambuco, 22 de Fevereiro de
1887. -Illm. e Exm. Sr.Participo a
V. Exc. que foram hontem racolhidos
Casa de Detenco os seguiutes individuos :
A' mirina ordem, Jos de Bom-fim, por
embriaguez; Miguel Vieira de Barros, por
disturbios e Felippe Santgo, como alie-
nado, at que tenba o conveniente destino.
Communicou-me o delegado do termo de
Cimbres, em offi;io de 11 do eorrente, que
na fazenda Tambores, d'aqueile termo, o
escravisado Lourenco, de propriedade do
tenente-coronel Pantalelo de Siqueira Ca-
valcante, querendo apossar ss de um car-
neiro, pertencente ao menor Antonio Pau-
lino Torres Cavalcaote, a isso se oppoz
dito, menor disparando um tiro em Lou-
renco, do qual veio a fallecer.
O delinqucnte foi preso.
O respectivo delegado tomou conheci-
mento da facto e abri o competente in-
querito, oue conciuido, foi na mesma data
remettido ao Dr. OS municipal do termo.
O Dr. delegado do 1." districto da ca-
pital, em data de hontem, fez remessa ao
Dr. juiz de direito do 2." districto crimi-
nal, do nquerito policial procedido contra
Francisco Jos de Sant'Anna, preso e:u
flagrante por criipB de furto.
Hontem s 10 horas da noite, junto a
porta de urna casa confronte ao Mercado
Publico da freguezia de S. Jos, Francisco
Lopes Pereira ex-praoa do 14. bantalho
de infantaria fot ferido com 4 tainos de na-
Valha.
Conduzido para a pharroacia Torres foi
elle vistoriado pelo Dr. Carreiro da Silva,
que deelarou graves os ferimentos, sendo
d'abi transportado para o Hospital Pcdra
II afim de ser tratado.
O subdelegado d'aquella freguezia to-
mou conbecimento do facto interrogou o
offendido que deelarou ter sido seu iffen-
sor um individuo conhecido por Guaxiinm.
O delinquente evadio-Sb, dilig a sua captura e proseguem nos demais ter-
mos da lei.
Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O ebefe de
polica, 4nono Domingos Pino.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 22 DE FEVKKEDiO DE
1887
Contaa do commando do corpo de polieia e do
collector de IguarassHaja vista o Sr. Dr. pro-
curador fiscal.
Joaquim Servlo Vieira da Paz, Cramer Frey &
C, e Henriqua Bernardes de Oliveira.Certifi-
que-se.
Padre Miguel Pires de Azevedo Falco. Sa-
tisfaga a exigencia da contadoria.
Jos Morein da Silva.A) Consulado para at-
iende r.
Valentina Maria da Conceico. Entregese
pela porta.
Mana Benvenuta Lins de Anuuociacao.Re-
gistre-se e facam-se aa notas.
Augusto Octaviano de Souza.Informe o 8r.
contador.

-\
1 ^
I *
-*;
1

DIARIO DE PEB8A8BGO
RECIFE, 23 DE FEVEREIRO DE
1887:
Noticias do norte do Imperio
O paquete nacional Espirito-Santo, entrado
hoatem do norte, trouxe as segaintes noticias :
Amazona*
Datas at 10 de Fevereiro :
Foi nomeado secretario do Muzeu Botnico de
Manoa, o Sr. Pedro do Reg, aendo exonerado o
baehirel Campos Porto.
Foi eleito presidente da assembla geral da
c .mpauhia de navegaco a vapor de Manos, o
Sr. com iiendarior Clem. mino Pereira Guimares.
Em Bar cellos toi assassinado o iniividuo de
nome Manoel Salasar por Agostinho da Silva e
Cunba.
foi nomeado lente de mathematicas do Ly-
ceo, o bacharel Antonio Diaa des Santoa.
A Gatcta de Manicor, do rio Madeira, pas-
sou a ser propriedade do directorio conservador.
Foram cintos presidente e vicepresidente
da Cmara Municipal do Madeira, os Srs. Anto-
nio de Mello Furtado e Theoloro de Almeida Ri-
oeiro.
Houve na caoital urna grave deaordem en-
tre mariubeiros da flotilha e soldados do corpo de
polieia, cesultanlo ficarem tres destes gravemen-
te feridos.
^ No dia 7 tentn suicidar-se com ata tiro de
revolver o torneiro Cslazaas. .
A bala, por4.n, resvaiou sobre o h< moro direito,
e assim eviDu-se a perpetraco duin enmr. O
ferido foi recoluido Santa Casa de Misericordia,
ouue se acha em tratameuto.
Estavn reinando em Mansos a epidemia de
varila*.
Fallecern): no Puru's, bordo do vapor
Ied, o nigocianle Elias Eduardo Pereira de Amo-
nm e o joven Gato W de L Baume, na cap*
tal.
*L

\




I
m
-F
la
Dat.s uf 14
U.igalhtUs li-
berta
i I] e i, DUl le :
A Cmara kl i iu O anno paa-
. "05173, q ido an i
imurCauc a A depa 18:9932 i71
A ageucU da correio n'iilu durante o tri-
mestre de Ou'.ubij a -cenibro ultimo 103*780.
Inda Domingo fill i D iinnecemo em
un> pequ na era eo ; "' e'
Buf, deacendo o rio Cay., uo lugar Itaiti, Di
Miago, qni esteva eenbri igA>, eahio n'agu* e
morrea esphyxuuo.
A esUeo tei grspbiea renden no me de De-
miiM ullimo 187430 K
Fui.! ; bordo do v.ipor Jfd, que se
ueh i eucalhado esa proximidades de luuitos, vio
turna de febrea pal.istrea, Bil Eduardo P
e Ainonin e Jos da Gama e Silva, sendo aquei-
fe p -h agen < soei o
da acreditada firma de Eli .3
Ju Mues da Silva "ir, um doi vaporea da eomp..uhia Para e Amaz>
Marattlmo
O..tas at 17 de Fevereiro:
A folhas desta provincia nada referem digno
du nota. *
Marffcy
Dat*a at 5 de F.-vereiro : .
Nada diem tambCrn. as fjlbaa dista provincia
que mereja mencao.
Cear
Datas :it 11 be Fv reiro.
Leaos na Constituicao de 18 :
C in grade .civid.ele vio sendo fetos os
trao-ih-su; porto dista capital.
. O viaducto ja aprsenla a maior parte da ex-
tensa total, e piujecta se a sua inaugurado uo
dia 25 d > M r*0, data r> ilttea e soe-ialmente ine
moravel para o paia, B a vicei'..
. Faeto de alta importancia para a proaper.
de do Cear, qualquer pasw em sea adiaotamenti,
pela impreni i ap raud.. alogreManft, <"tno u
eme h je. proveitand.-, com a de vida venia, al-
guns temo a aucioaa 0 tica di.noaao coMB
ga do Libertador, em edielo do da 15 :
Trabalh .m presentemente no viaducto e ion-
. uifondega 150 homens e vao ser adrnit-
nd ,s depois de amauha raai* 50.
Entraram hoje em servieo todaa as machinas
e est > pr. DSP* s todos a npparelhos necesarios
para coroecir a construceXo do quebra uiar, logo
que esteja Conclu lo o viaducto. .
Co-n n -ir. director da Colonia Cbristina foi
i-.jusf'loo f meciin-nto da madeira precisa para
a cob-rta da alf n-
servics do viaducto exetoU-a* aob a rii-
i.'c.iido utavtl eng-nb-iro liydraulico Mr. J.
talananfl. estando o das fundaeas d'al.andega a
oarye Estes distioct^s profi93ionies, no empenho Je
evitai nternipcao dos trabalhos em vircode das
chavas, adoptaram am piano novo de draiaag das
aguas uo terreno em que se coostruem oe attaer-
ces da Ifan^fga durante a estaca Jiuvosa, pla-
no em virtud.- io qual nao ha pengo de serem n-
terrompidoa os traoalhus.
Devemos c.nsigoar aqu a cirennutaneia f
liz de nao taz havido at or* seuo um anjeo
accidenta de piuca impjrt..ucia no pesaoal. Ne-
nhuin desastre houv.? anda a lamentar, como
muito enmmuin em trabalhos daaka 2uero .
Palleceram, em Vie;a, c 85 aunas, o co-
ronel Vicente do Espirito-Santo MagaUdaji ; no
term> de .>. Benedicto, o tcuente Francisco Pinto
de Mello.
Rio-Grande do Xorle
D)taa at 20 de Fevereiro :
Fui: uomeado promotor publico da comarca do
Principe, o baciiarel Flix Jayme Fernauli s
Barros.
A alfandeg* do Natil re ieu no semestre de
Julho a D z moro ultimo :
Kenda eral 70:693*113
11-. da provincial li:l7t7.8
Paranyba
Da'as ate 21 de Fevereiro.
Constam da carta do nosso correspondente, pu
ntiead na rabrK-a Interior, as noticias desta pro-
vincia.
O calor, as randsncia de temperaUA, a trans-
piraco abundante, debilitam oorginismo e o pre-
dispo m a contrahir a moleatias epidmicas. Pa
ra evitar este permito basta tomar o eulphato ie
quinina n dM de dea a viate eensifraaaawu dia-
riamente- Nio ha tnico.mais efficaa, poim o 8eu
terrivel a'margo era uro ver da ieiro obs'aculo ao
3eu emprero. E'por isso-jue d.\emos feciur a
bella iniciativa do suceessores d lJeJieti r, in-
ventor do su precioso medicamento sob a tonna de capsulas
delgadas e transp ir-ntea, sem o menor gosto, que
a.- rt.->-rivem no estomago de uasa maneira rpida,
absorvem-se facilmeme, aa p.isso que podem con-
servar-so por longo lempo dentro dos frases.
;te
se desenvolveii
OMDte j desap; upta
fc Cheg"U ho'-m d) desia ci
dade, o Vi. -
ri.no di >.lv F; are, e
mira, o ei nl*' as'ra
a iut. rinidade do l'r. U [U bi-ve-
inente seguir pa-.a a Bahia, sua provincia natal.
O !>.-. Daltro tem lid o'o eto de inequivo as
,s de alta np.-. g. e estima dos ^.arahybiinos,
eai dntio rtiaa.
N ooitede 19 > lhe o Dr.
Jo Lopes o i
prepaia-lhe u.ua ootra uo meii;s eapleudida, o
iiwior, seu amii;o particular, en
di i d- ?'ii inbarqae o pavtiawaoaaavaJ-'r, 0m
en i vez. tiffe.r c.-r-lfte-ba am um
que p lug .i no palacio da pr
Ti : i manifestHco-'S. depois qB" 0 Dr
Daltro nao exeree na provincia a miiosa infl
cia official, revlam "videntementu esp ot
dad: que as deti-rminou ejus'incam c msi iert-
Vo e estima tributadas ao digno ni >z itraa.
Puncei moa a l sessao n i jury dtstacapr.il,
presidida pelo nosso intestro juiz Antuaio da Triulade Antunv Meira Heanques.
rVra sabm.'tti I >s > ju! .-imento cine > re.i.
dos q wes a jos forasa abso+vidosetres ooudemaa
dos e appellad a. .
Acb.i-ae sata anial o en^cnheiro H'iun-
MT, que veio, segundo nos cootta. tomar cont; da
direceo rio noeso engenho central.
Fazem.s v.tos par qaa S. S. seja mais felir do
que f )i o seu nt-eessor.
Fi noaaeado promotor publico dacunarca
de Indep-ndencia o baeh-i?el Joao Aagb) M
Souza Gomes.
K eampaab eapeatm, seb a direc?ao do
chileno H que aqui se acba ha dm mez,
mais ou morios, nos tem proporcionado uoiu
aoraziveis distraci,o.'i.
Matriz de AIT.nrailon Em todoi os do-
mine i aemaa qiarvson*, pelas 7 homs da tar-
de, hav r aartaSaa i a lawnij de Afligid>s, s?ndo
que nos dias 6 e 13 da Mareo pregar S. Exc.
Kvma o Sr ttiapo dio':-'san?.
Na j-'in"a-f ora santal baver I. ab n exposi-
co em Lou-'-p'-n une da Santisaimo Sai rnu.-jnto
triz da VirocaXssa iirr-ja tambe
h.v r VjttajBe que e.roaes B.-niJ-. pregador o
Kvnn. vigario Ferreira Vello'o, e aasistindo 838
actos o Exm. rela i > di n wi*o.
sreja de Manta BitaXes?a irrejaha-
vor ferme, s 7 hir-s dn tari-, de todia a?
quintas feirnt da aern-i- s'ndo prega-
d r o Itvl. Frei Augusto da Iminaeulad i Condei
i,-,11 AI ves.
MM'natNodiall do eartdtMi
Ibntla T.iiBbor-i do termo de Cimbres, Liuren-
co, escravido teu-.-ite-cnone! Pakrtaieto de -i-
qlHVa Cavalcante, quiz --.posaar-Se du ni csrn": -
ro do raenir Antonio Paulino Torres C-valeante,
e oppondo-se este disparou uui tiro e:n Llrenlo,
que veio a fallecar.
O crimin Lio foi p'P.o o inq-'-i Btoeediitt
pela respect va autoridade pilicial t-ve j e de-
vido destn .
CruelriadeD.-sde o !: mingo ultimo, 7
horas da noi'e, qoe na raa Viseinde de G Nradna
est s-m n^niue n UfMIteTf re l-inaudo, uem ti i
ponco o Sr. fiscal provideneUndo, um eavallo c m
urna das mos part la, al atirodo p.rniaco-
cheirr qae no referido dia. ao ;).-.' d saotrada-
mente ofrendo por aqti-.Ha ra fizrra cmi que o
pobre animal frop- cando a quebrasse.
E' conveniente, pois, que o Sr. bacal aili ap^a-
reoa indagnii'lo a quem pertenc i r.-!eridn ani-
mle de aeeordo com as postura rounicipaes
ajorres;.ontleueia do Diario de
"eraatnbaco
PARAHYBA,-21 de Pevereiro de 1887
tM i pi d. moa escrever-ihe pelomtimo vapor, par
que tmhaino em mos trabalhos a que, de pr. fe
rencia, deviauuo attender,' o que nos coutrariau
basUule.
__ Neuhum favto impjrtaiit.' tom corrido nes-
ta torra ce p'Z e de oidcm^pois de nossa ni tima
carta, .!m das injustas e recatea censuras arti-
enladas coutra o digno ex cbfe da polica, Dr.
.mii.O; s Daltro, pea neutra opposigo uo Otario da
Parli'jba, a proposito dos f. r:uientos leves uo Cri
iiiinoio Fianciac V.ct.riauo- ii't N^sciinent.^ que
Itminttf a priaia, ordenad e assistidapela respec-
tiva autoriale parid
N4o pi^denJo o Diarm mi .ri.ar por maistemp
0 seu olio e neutralidad*; por nao ver reaptinoioi-
lisado, aiuaa que injudUi iiiiquamente, o sublo-
iegadu do oJBlri<.-u>ae6* cayatal pelo espanee.-
mento e morte do infeliz V Is Joliason, p'aticadaa
por nona soldadas n linb, qu", por isso j se
acbam pronunciados; ag autondade do Alago
Xov pelo incendio de 2 caatbr-s de paihas, para
o que uao cono rrcram, nem m-suio indirectamei-
te ; o* c-naeraadne da CU irca de Areia pea
vaia que deu a popuuc no ex jai de direlto Dr.
Jos .J.ici-iibo de Souza e o profeasor Joao Ma-
uoel da Silva, por teresa os implicados ua teuta-
tiva de u.orte coutra ja pens, naextiueta
vila de Piuwb, roab^do o reapeetiv procesan,
entendeu chegada a oecasio de dirigir' os seus
europrime utos du despedida ao tlustre magistrado
qae, por cerca de um uuno, dirigi coni inexeedi-
vel'zt-lo c actividad a adminietJracao p dicial da
provincia, recebeudo at, por mais de um ve,
palaVT:i de incoativo e l.uvor yjr pvta dopro-
prio Diario, que agora, acsim proedendo, te ve o
duplo intuitode dar mais urna prova bera fii-
sante d*sn* rio preeniBnd neidra/idadf a de iii
di^ar, desde j, por caoteii, ao seu preclaro ah fe
o Sr. conselhein Meira de Vasconeellos ora oovo
e vasto campo, onda poder > tic colher abundante
meaat para os aens ataques ao goveruo ca proxim i
aeaaae do Senado.
O Diario que parece propenso a defesa tanto
da boa como da mi ousa, dominado Calvez pela
aiacendade de sea netrraiiaso na imprenaa da
provincia, tem fero da onaia de Prsnciaco Vic**-
riano do Xaaeimeotu ama qaeato de lana eaprina,
e asaim vai dtaendo por coota e risco de- seos in-
lorm&ntea.
. O lufeliz Francisco Victoriano d> Naacimanto
roi asstB8mj.db pela polica e aoaa-a* eeputtado
em tal ou qaal rugar !
Mais una victima do goveruo deata nefasta
aituaco
Chamados oa sena informantes a presenca do
Dr. chele de polkna e interrogados sobre o ficto
dizem uasqueFranciaco Victoriano nao morrera,
e que, depois de solto seguir para aua residen
cia, e ontroBque fomente sontfram da oecorrilo
dep-.is que lerain o Harto da Parakyln.
Neste u'timo cano cha-se o depoimento do pr.-
fesaor de Santa Rita, Amaro Ferraz, ininrig ca-
pital do subdelegado acensado e adepto decidido
do Diarto.
puolico que avalie do criterio e aeatimentos
de justica de aemelbante ergio do publieidade,
que nio tardar em miuKwear-uoa cota a segninte
phraae latina, nica Habida airosa qoe be reata
aeaae negocioquod Jeci pattiit, faant mtUiora
J regresaon da vrHa de Araran o Dr. La-
pea da m!v-> Jnior, commissionado pelo illustr .do
Dr. Geminiano Bra(l pata medicar o (trcoannet-
tidoe da epidemia d febrea de mo carcter que
obrigue ao dono a dalli retiral-o.
UaRUtnlMNoenO Bt majar Marc.lino d>
Souza Travass is, ees ?atii-f:cJ> f- 3 ltimos d
jas de sua esposa, fallecida a 7 do corrate, a"t-
brt de declorar libertos e sem onns algum. aosacus
eicravisadv Antiiuia com 32 r.nnos de i.!ae,
M .ra eom 21 e Marn'Joaquina cora 19.
A tinada, que ssmpro empregou na coa atante
pra'lca da caridad-, nao a esqeceu della em
seus ltimos momentos, pediodo que o berta3
ten.
Carne poilreNao nenoa de 181 kdogram-
mas de carne verde foram hontem retirados doa
talhos do mercado publico de S. Jote, para se-em
lancados ao mar, em razo de estar podre dita
earne.
fiazeia Medtea da Baaiia'.Rcre-em^s
hontem o n.7 dret revista, do mez finio, cuj i
furomario ette:
Dr. J. F. da Silva Lima, medico effetiv'o do
Hospital de Caridude.
Dr. J. L. de Almeida Couto, lenta de clnica
medica da Facilidad de Medicina da B.hiae
nji-die- effectivi do Hospital de Caridad .
Dr. J. Remedios Vontriro. membro da Acade-
mia Imperial de M dicioa.
Dr. M. Victorino Hereira, lento de cuici cirur-
giea da Facullade de Medicina da Babia e invdico
adjunto do Hospital de Caridade.
i)r. Ramiro Affonaa Monleiro, lente de chinea
neaea da Facul la !e d Baha.
Dr. A. Paciieco il-'ndi, lente d.- aatocaia e
physiol.gii. pitr,o!ojicas da Fa-uld ide di B^bi
xnme rjrimirlwAo 7 de Ueiembro
do unno ultimo de lS'-t, na escola publica de pri-
menas letras da povi. icj hc Serra Branca, e ,-
marra ie Ooiicury, soba presidencia do 2o sabs-
t.turo do delegado litieraiio. o Sr. tenmfe-coro
ii< 1 Elias Ganes da .Souza, uend j examinadores o
Sr. capilao Albina Jso Gaiaea e o protees-r d.:
cadeira Joao Joe de Miranda da R ich P tta,
prore li a M nos ex unes dos alumnos dados pot
promptus, cuja resultado fot o segante :
Do Io grao :M uo 1 Mattoa dm atante, muito
adkutt .do ; -ebastiao So i'elieio Kodriituea; idem.
Do 2 grao:Manuel Mattoa dos Srintus, bahi-
litsdo.
Naesco-i do sexo femenino deixou de.have.-
exarae, p-or.iu- as djBM aiiiinuaa dadaa por pcoui-
raa nao couiparecL-ram por ne t-rom inuido.
t|aarerua ii je, pntneiro dia da guures-
ina, dnlribie-se cinzaa eaa t ;daa a matriz-a e
conventos.
Iveraarioa -Auauii fazem 247 itnnos
que moi-reu o mve.Jor da imprensaGottomberg.
Diipois de aujuiUa, 25 de Ft-vor iro, i -zein taoi-
em J47 a.-iHoS que loi creado no 3razil o 1- bia-
ptid., euffrafeando do arcbBpaJo de Lisb-ei.
Ferimenlo le te. ILmlein, ai meio di,
na esr-.cao do Bruna da f-rro-via Jo Limoeiro,
Ant.mio fcViflllbtn da Silva ferio com ama f.-.cada
no brao esquerdo a FirnWao Ji.s Marin, dando
causa ii t--r sjeCa Htiraio lama u'tqaelle, *m
de um pniio d'ua que Ihe jogou Reguliuo
O offeusor foi preso un fiograute pidos seus
coojpauheiros, operarios a'aqaella ettacao, e leva-
do pres-iica do subdelega lo Ja pacactua de
Pr. Pedro GoncAlvea da R cite, que o maa.Jou re-
colher Deteovo.
siirectorin das obra de MBttrvA-
cj o don curtoI*iietira i.o. t oro o^ico do
ii. 21 d^ Favereiro de 1887 i
por Cyriaco Air
va, 1 Vi 1
GrammttioH frailee a por Emilio Achules
i 1 rol.
E -momia poiitica 1 v.l.
Hi > de Mantuapar M. de Jus-
s o, 1 vil.
A- Fr-j Ijrio .-ouli,
8 vols.
Pequeo Atlas do Geographia moderade E.
Corlamoert, 1 l
Meth .de complete de Clarinete par S. T.
tt, !
tjatsloro da bibotb'ci Pywud -organsado
pail protn-Jor T. Sllveira Lhi
AlOum da dita brbiiotlieca ^Payjau l) 1 vol.
Se mi 0 Gaucha, ro oaace btipaleiro, primei-
r.iedi
Tristes e Saudoaas Uecordaces Poesii do
TlkMBiz Gavali i Liu, l vol.
S b?r uii* do Po>vo, 1 vol.
Man ial do Destill/.d-'.-, 1 vol.
i.ivro de Leubran; ;s para o v.n.ij de 1887,
i vol.
Cantse Phintasiispoesas de L. X. Fagun-
des Vareila, 1 vo'.
Geometra pr .rica popular pelo Dr. Abilic
Ce-.r Btfajaa, 1 vol.
-Ti-n.-os de Aritiimeti"a:i,- J. A. C-stro
Nunca, 2 vols.
Hist na liolica do aovo c velha Testamento,
1 vol.
Diutrina Cbrst por J. A. Castro Nunea,
2 v. U.
Mi uto da infancia, ou Manoal d* Historia ^f-
^ralap r Euiiio Aehillea Monteverdr, 1 vol.
_ Ele i e tos ie Ariiiuittieapar J. A. Castro
Xu ii-a, 2 vo!s.
Compendio d- Gri.ramatiea Portugueza por
uaira e P rtente, l vol.
llistoriu Bblica do novo e velha Testamento
pu- D. Antonio de Macedo Costa, 1 voi.
Soberaua do P.vo, 1 vol.
D..utrina thrieta por J. A. Castro Nunes, 2
volas
Mimo da inf .ncia, ou Manual da Historia Sa-
gradapor Emilio Achules M t verde, 1 vol. .
L'ert devant le Ohiiitianismepor R. P. Fe-
lia, 1 vol.
Roteiro du- deleipido subdelegadoa de pob-
ciiper J. M. de Vasconeello*, 1 vol.
Thesouro Homeop ituicopdo Dr. Sabino Ole-
gario Lad^ero Kntto, l vol.
Cathecismo 'e Pi rseveranca, ou Expoaica' h'*"
i nea, dogmtica, littmrgicH, ap-jlogctiea e sx-iai
da religiio d. sdo a urigeai do mundo t aoeaoa
dina, p lo puJrc J. Gaaaa, 8v!i.
Viia de Fre Barrilioincu dos Martyres -p>r
F.-e Luiz liii-ega?, 2 veis.
jaasM Chriatu per inte o S"-ulopjr Rosel de
Lorgoes, 2 vols.
O Eva eho eta Triumpho, on Historia de um
pbil-'sopio desengaad-, traduzido do Castelba-
no, 8 v s.
Retiro E'piri'uai para um dia de. cada raez,
traduzido o f'rancczNova iisai, 1 vol.
M-a:ie di viii, que ensiaa u viver e morrer
inent.-. 1 vol.
Vianu I HoineopUbico, p Conaulrorio borne ip,;b e i porluense, vol.
da Colonia Agrila e Industria'
1883, 1
O Brasil decadente (manoscr icado |a
i oa braiileiroa briosos e esoecialm ote aos
agneultarespelo profeoaor particular rhomus
Cavalcante da Silveira Lina, l fjlhsto,
Brado aos hrasileiros e graude ronoifeatxco ca-
tholica_de 1870, 1 vol.
N c^a de pSysicapor Jos Vicente Meira de
Vasconcelos, 1 vol.
Ev ie geographia universal geral do
lrazilpelo bacharel M.noel Pereira de Morae
l'inheiro, 1 vol.
Coiiiqueneias de um raptoComedia em 1 acto
| por J. C. Ribeiro do Silva, 1
Forca do Dcimo>pera em 4 actosio ume-
'ro Gluseppe Verdi, 1 v.l
Da assaaainos mystcrioaoe ou a paisilo doa aman-
teanovell biat rica, 1 vol.
Celbrit contemporajaaa)Viaor Hugopor
Julio Ciaretie, 1 vol.
A poesa 8cient'fi.;apor Isidoro Martina Ju-
ninr, 1 vol.
Receita geral do imperio. 8 de Julho de 1886
pelo deputado Lourenco de AiOuquerque, 1
FolhasPoesa de. Femando i Castro Paea
Barrete, 1 vol.,-
PeregrinosVerso, de Daarte Fdlio, 1 vol.
Trucos de criticapjr Luis Jos Pereira Si-
moes, 1 vol.
Discurso pr nunciado no Senadopela cona-^-
Iheiro Jo Alfredo Correia de Oiiveira, l>;8, 1
flethodo par pUntacSo do caf e do fumo
peh commeodador Juo Fernn le Lopes. 1 vol.
Alraauack administrativo, mercantil e industrial
a aimeoia, 1882. 1 voJ.
Melbodo de flmtiipor F. Devienne, 1 vol.
t'ensamentns do' prof-ssor Thomaz Cavalcan^e
da Silveira Lins, offereeidos a Silveira Lina, ffe-
reci-lo Ilustrada redaccaa do Jornal do liecife,
1 folneto.
Datas de aeontecimentoa not-aveis, coordenadas
pelo professer Tliomaz Cavalcaato da Silveira L'ns,
i-la mes.Do o'erecidas illuatrnda redaegao do
Diario de Ptrnambiico, 1 f-dh -tu.
Jornaes
O Tharmometro, 1884, t colleeeo; A Tribuna,
18S1, 1 cdleccaa; O Gremio dos Professoree Pri-
marios rai-i da m sma S iciedade, 1883 n 1884,
2 eel.'ecco-s; O Industrial, 1883, l eollecao; O
EtnaJorn.l critico Ilustrado, 1881 o 1S82, >
euH voes ; Foiha do Recite, 1884, 1 c lleccao.
A Ofierenda de soto, :epertorio l'nstrado d"
arte e litferatUr.v-pnblieado por A. G. Dickson
New-Yoik, 2 rula.
Dian i de Peroarebuco, Jornal do Recite, A
Ev oncio, A P.-ovineia, 1882 a 1887, diversos nu-
meros
Alas6a de Oaixo. Dcata lutalidude e-
crcver.iin-.ios o aeguinte em 15 to correte :
As experiencias, sem calculo, dos iuculiMdo,
prophetas, que residen ca .-.buu i B>e4 pwitean
uestes t-rridos 8ertoea vao, wr mera casualidad.
;\ijlo sAiveis resultados astronmicos, re'.-ifivi
mente s ebuvas, poia que alcurnia teem ahido
s ibre alguna pontos d'eate termo. Botn que, comtu-
d, tenha-o inspirado muita iiualapjia ana ai;ricol-
t-ires, a ponto ti 1 que muitos dVntre elies inda
nio se auim-trnu a faart pl^ntaces, temendo o
U ora- * 1

------- m,tm """
6 m. 23-4
9 28-4
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3 t. 28 -S
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18.16
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3
87
6.1
63
6
7.)
lempeitura raaXicAa31*.t.
Di"* mi aun23*,2d.
Evaporacao em 2i horaa ao sol: 6",3 ; Mm,
tara : uao foi observada.
Chuvauulla.
Direcaao do vento : EXE todo o da.
Velooidade media do vento : 5,m2 por egnalo.
X bu losidade meda: 0,29.
^Eaeeladaevirtaito araraE o Ca-
ahgo do GiOinete ue Litur.a "da e.-eola pirtice-
lr do tngeuho Arara, orgai.iaado pelo profeaaor
'f homaa Caraleanti da Silveira. Lias.
Lorot emeadermmtai
Diecionaiio da lingua uomigueza, (re Fonaeoa
1.1. Roquete, 2 vele.
O Judea romautepor Camillo Castalio Bran
co, 2 vola.
Julio VerneCinco semaira e balao, viagBB
afavs d frica (tradU-CaoJ I voL
'SennioGuerra doa Maacateaehronica do
teiapo eolomaea, 2 vola.
C Ueagracaflopor Henrique Pere Baerieh,
traduce&o ae J. Cruzeiro Sxa, 1 vpl.
Obra de Maaoel Antonio Aives de Aaertdo
pelo Dr. Jey Monteiro, 1 vol.
d
Almau.k ajuriii-tiativo, mercantil, industrial i c-oatuaeiro resultauo dos an ios ant riore:. qn
e agrila, 1882, 1 vol, | deixuVBiu pean a miuima compeus cao do trbalh -.
Etucaca Iusrucc e Socioi '7R'pelo advo- Mesmo assim, alguna plantara auiraadain n', cou
gado Rom-.a'.dd Al ve do Oliveira, 1 vA. flad-a ni* prophqeiaa.da Ierra.
Blogr.ip'ni* histrica gortugaeza por Jorge Uon fusc elctrica cahio. em d as da mez
Celar de Firjnire, 1 vol. I findo, sobra o oitio da casa do Sr. Joj de M ll ,
litaco-s nu discurs is religiosa pelo Censo- j morador na Barra, deste lstate**, oce-isionando
:\: I s Joaq.iim Rodrigues Bastos, l'vol. I Ule couaideravel prejuizo n'uinae criai.o-4 de ca-
Historia do (j)il Braa d- Santlbanapar L"sa- brae, era uq.nor i de 18, fimudn d i8 peeuoaa de
^e, tradcelo portogoeaa, 4 vols. I sn* familia, eahidas sem sentidos, por mua de 4
l.ivrot brochados t liora !...
Da eductc,:!') Cur s dii-.jr'.las a um* seubora Aa inivens coutinuam carrejadas e escuras,
l'uatrepelo Viac-nde de Almeida Ghrreth, 1 iiidicniido-no* maia cuvas, por-'n at a hora em
VOl.
Huinarsin-)Poesas d1 Paulo Pereira, lvil.
AiiiphiirurisCiniicos e Satyra por Eduardo
d- Cu vallio, 1 Vol.
Os Lizinataa Drama original e trea act>
Ant oiio Eniie, 1 vol. _-/
Estados Allemaesuor TobXs B de Menea".
1 Vol.
Jus Mariana cu a victima glorificada, apo-
th .; cin cinco quadroapor J. C. da Silveira
Carva.ho, 1 vol.
0 Crate do padre Mouret, l vol.
A mulher entre dou, fogoaDrami em 4 actos
,-jor Juo Cesar L'al, 1 Vori
Humorismo, poeitas de Paulo Pereira, 1 vol.
Discurs do Dr. Jor M iriauuoCmara doa
D-purados -18851 v.d.
O/ciinento da Qerr Ducuros do deputado
F. L Gusmao Lobo1885, 1 vol.
Diversos alian-,k- folhmb-n 18S7, 5 vols.
A Filha inartyrDrama em 4 actos-^nelo Dr.
Affoao Oiinlease, 1 Vof. *^
Discurso i diversoscscriptos pelo Dr. Aprigio
Gira irea, 1 vol.
X'H-oes de Cborogr.ipliia do Brasilpor Joa-
qaim Manoel e M .cedo, 1 Vol.
AmphiguiisJantieos e Satyrasour Eduardo
de i Jai v- iii j.
Aa Xovas Proezas de Ricarabolepor C. Gue-
rult, traducco de A. Sarment, 2 vols.
Elogio do poeta, decenario de Castro Aivea
pelo Dr. Ruy Barbosa, 1 vol.
H catombe. la VictoriaOracao fnebrepor
Dr. Jeronymo Thom da Silva, 1 vol.
M -tbo lo Hudaon, mandado reemprimir p-Io con-
selheiro Dr. Carias Luom de (Jarvalho, 1 vol.
Conferencia pedaggica sobre Iic6 -a de cousas
Pubcacao do Gremio dos Professores Primarios,
1 vol.
.- inatraecSra e manchua do eculopor Jos
Tavarea da Cuah M- lio S brintio, 1 val.
.l-siup raute Caiiaz e Plintospor M. Dupin,
1 Vol.
A Em ncipacSopor Joajuim Ribeiro Goncal-
ves, 1 vo!.
H-ii'ra -nhis da Tarde (ver33S veibos)por J. C.
Kib oro da Suva, 1 vol.
So'.-ic lado Auxiliadora de Aercnltnra nnmbucoteaaSb solemne de 28 de S-'tembro do
l88, 1 voi.
Werseiem ou B Salieador Regenerado (draiuai
ppt Mi.uoei Vicente da Cuuba, 1 v.d.
C.-i ta poatoaal do bispo ,le liudaD. Jo
Pbreira -la Stiv Barrosna aua cousagraco,
18SI, 1 vul.
i.-orao proferido no Senadopelo congelheiro
. !'ie,|, (Jorreia de Oliveira, 1879, 1 val
Ujucreuci abolicionista por Feruando jde
- >, 1 vol.
Xiza de Agoito de 1877Discurso da aesao
ae:dtinicar-peio Dr. Aprigio Justaiano da Sila
Guimares 1 vol.
Das -urso da Dra. Mara Augusta Genero-) Es-
D. Juvenil Alvea de :iveira, na scsso
uiaij.ia do Club Abilicionisra, 1882, 1 vol.
Diaeurso fnebre as exequias do Visoude do
K o Bi-aa'o.pelo Dr. Jeronymo Tbom Ua Silva,
1880, 1 vol.
Dr. Jos Axttonfct de Fgueiredo Discurso na
primera cadeira do eguado anno, 1886p lo Dr.
Aprigio Guimarcs, l vol.
Expusicao do Viacoude de Mau 4 C., ao pu-
l i. 1 v !.
Li-t doa bachtreia e doutores (1828 a 1879)
por Ly.iio Mananto de Albuquerque, 1 vol.
O inortioinio da Victoriapelo Dr. Ambrosio
Machado. 1 vol.
0 X' ophito defendido, refutaco das blaaphe-
r as e brreaiaa contra a igreja ettholiea, aaaoa-
ibadus p-11 Sr. J. B. Simiepor um oth< tic i, 1
Urna noiva nesouiiaia coiaedia em 1 actc~-,> r
J. C. R'beirod.. .Silv.i, 1 vol.
Aa Fiexa*por um Caet e uta Tainoyo, resposia a um pitnbaao de verdades e ao palhaco,
es'-npt.B en Portugal coutra os brasileiros, 1 vol.
Mupp-ia uaudos no eu-.iuo da geograpbi'.
ment e u nveraal, 1 vol.
Peqaeno atlaa de geographi modernade E.
Cortainbert, 1 vol.
v Estatutos do C llegio do Santiasimo Coraco de
Jeaaa, 1 vol.
Fgo ommercialCarta testemunbavel inter-
poata pelo baeharel Joa Bernardo Garvio Aleo
toraUe, na foi ncia de GuataVO L. Furtad.. de
Mendoaga, 1 vol
Relat.iii-i da tposcio do aaaucar e al^odo, pela
Aaa eiagio Coiuujercial do Marauho, 1883, 1 vol.
Tachigrapbia oa arte de escrever velo como
ae fallapelo profeaaor Sebaetio Heainuho, 1
vol.
Cal:igr-ipba na arte de escrever betnpelo pro-
feaaor Joaqmu Elias de Albuquerque Reg Bar
r, 1 vol
Estatuto d Sociedade Propagadora da Ios-
traccao Publica, 1 vol.
A Morte do Atnletapor Gomes Leal, 1 vol.
Ambrosio MaenJi>A minha candidato e oa
ineua oppoeitorea, 1 vol.
Aa liuhaa telephonica no Pari e o aviso do
Ministerio da Agricultura, 1881, I vol.
que eaerevp teta s temo a registrar a8 que awri-
lun ficam dltaa.
Foi coovjcada a 1 sessao indiciara d'este
anuo, e DSMM termo, para o ia l4 de Margo vra-
douro, e einao preparam so os reo privilegalos,
,par o cistumado jubil i, cm que a deuaa----Jos-
ngaCera de oft'rer horroroaas punbaladaa, to-
ra inte p,>r parte doa illustrer jirizes oe facfo, salva
urna ou ontra exeepcao, rariasima. A uo terem >
privilegiados rs. a matheinalica cer:eza Je. sot-
trereiii appellacoes peto presidente do tribunal,
seria o mesmo triQunal do jury, para el lee, urna
verdadeira folganca.
A tianqn.llMudu puolica, salva uina ou cutra
pequena oecurrencia, de iu nhum peso so:ial, mar-
cha progrea8ivamente ne triibo da m-i< ptrfeita
paz, ciiinpi-indo aa autoridades, quer jujiciariaa,
quer poiii-iaes, com oa aeua ueverca.
Dua recente* progreiioi na cout-
irunii do honpitaen (Vdihik Uo
wm-a llcilU) (I)A Inglaterra tem iuid r-
feuaiiieule soguido cu progresaoa fetoa uo conti-
nente acerca da construcca e disposicay dos boa-
pitaes ; port-m muitos melhoramentos torara ntro-
iluzd'-s as euferm.iriaa anuexs s cas..s de tia-
baibo e nos hospitaes para a&doencaa contagi. s n
e uticciosas, especialmente cora a'mtroducodosys-
ema de pavilhdes.
A enfermera Marylebooe em Nutting hil, om
capacidade para 744 doentes. o 21 sal s de 28 ieitos
cada urna, e 36 quartos da doua Ieitos, menee ser
citad* como modelo. Para cada leitoesto m-ir-
cados seis oes quadrados de parede, 72 du pavi-
mento, e 936 ps cabicos de espago.
Um loci.1 particular destiuado smulhereaque
querera ser instruidas no modo de tratar as cr.au-
cas, as qaaes depois pissam aos estabeleeiuientos
onde sao reclamados os seus servigos.
Em lournemouth ha um pequeo hospital pira
o soiameoto dos doentes uFcctados de doenga
ceutugiosas, o qual satisfaz todas as exigencias.
E' om posto de [rea edificio separados, un para a
adratiiistraga >, outro para o doentes, a o terceiro
para casa uiortuariu, O serv.gj de desiufecgo,
laViudcria e arrecadago.
Oa quartoa aode ties ou dous Ieitos cada um.
Ha pois espigo disponivel par* a < I va;* i de
pavillioes, teudas e barracas de todas as vezes qoe
baja ucc ssdade.
O hospital de Park Hill. prximo de Liverpool,
p,ra aa doengis infecciosas, de construego sim-
plemente tempornea, e levantado e:n dous meses,
e perfeito no seu genero. E' composto do in i.leira
c trro as par-des sao do'oradas e ocas, a o espigo
intermedio ch io de algodo ayliaicado.
Fura da Inglaterra .merece ser citaao 0 hospital
commual de Copenhague, acabado en? 883, e desti-
nado igualmeute s d. eneas epidmicas. Csrape-
se de trese rdiOcios separados sera uenbuma com-
nuaicagii coberta. Doua quartoa sao destinados,
s viait-a, que pidem receber os coavalescent s,
que 8e achara fechados dentro ,de urna grade. Oa
mdicos antes de entrar as enfermaras mudam
roupaa e ante de sahir do hospital roraam um
buuho. Tida a casa tratada pela- veutilagio e
aquecimeuto.
Os hospitaes Moabita e da Caridade em Berlim
sao igualmente construidos eom paredes de madeira
(lebradas, cam oa eapaga ch.iioa de pedras e tijol-
1o; porein essea uo sao exclusivamente reserva-
dos as doi ngaa contagiosas.
Nao a- deve omtudo esq'orque se aa conatru-
egoe em madera t em a vantagem de poder aer
ptouiptaiuente edificad* e destiuidas conforme a
uecessidade, aprescutam o iacovcuiente do perigo
ae incendio.
Teve-se a idea de construir as aalas de hospital
e n terina circular. Ella foi annunciada p r Joku
Marsball em 1876, e na mesma epocha em Auvers
toi levantado um hospital compost > de oito torres
circulares, e Andrea Claik deu o desenho de um
scine hiite edificio p-ira Madrasta. Ha actual-
mente em Inglaterra quatro exemplos de inferma-
nas circalarrano pequeo hotpitai Miilerem Orre-
nmcb, no hospital militar de Seaforth prximo de
Liverpool, uo hospital Miltou em Ginvesend e na
casa de trabalbo oe Hampstead.
Em Burniey e em N .va Fork e:3o em aeda-
raeiito du construego hoapitaea.com aalas circula-
res. Aa vactagens d'estaa ni i de nao precisar
uenbuma particular preocenpacao quanto orieu
la gao e direcgo dos Ventos, de reclamarem igual
capacidade utuu menor exienso de parede que as
saias rectangulares, de preatar-se a urna uniforme
diffuso do eior quaud^ a tonte a'uado elle di-
rama poeta no centro, de aer accesaivlem todas
as di re -gd-ea luz e ventilagao.
A experiencia do hospital Muler, qoe dora ape-
nas de oitj mezea, vem a ser favoravel tambera,
pelo lado cirurgico nova aalas. Digoo de meu
gao o ayatema de Tollet, que aconaelha dificioa
de um s auuur com arcadas do formato agudo,
uteirameute composta de ferro e pedra, e portauto
seguros contra o incendie, e sem salieocias nos
ngulos internamente.
O hospital municipal de 8. euis, com capaci-
dade para 166 duentea, om exemplo dea te gene-
ro. Em redor delle o solo era declive inclinado
(1) Medico do hospital de Phyladelphia e ebete
do diapeuaano da Univereidade da Pensylvania.

i ti i i *lem diio as conatru-
Vrl a^ital
r rii'iiii :o--iile e .ir spiudc a flua suiierfi.jie de
1570 ps qn
A caaa de saude aeademica de Heidelberg, que
se aproxima d'eate 'ypo, composta de ooie pavi-
Ihoes reunidos por uieio de aberturas feitas lateral-
mente, cinco dos quaoii peito.ucem crargi,
quatro medicina, um dermatologa e outro
oculitici.
Outro uhs. Depois o de Crenleigh, fundado por Nappi-r
[8M|. Foram levantantad ,s iTO' Ihantes cerca
de 200, uao todos porem com felizes resultadas.
Era g-ral dm hispitaes inglezes parece estar
Om tantr esquecida a therapeutica.
Elemento indisoeusavel para o bom suecesso
tanto ua constiucgao ri'nm hoapital novo, quanto
n-, refeim i dos ve h u, o perfiatto accordoentre es
mdicos, architeetoae l Hoje i
Pelo agente Bruto, a 11 horas, na ra do Impc-
ridor n. 16. de urna parte do engenta Bruui.
Amanh :
P!*o agente Pinto, s 11 horas, na ra do Has-
o. 10, de movida tunea, vidros, etc.
Sexta feira:
felo agente Chttmao, s 10 horas, na ra Ma-
ri e Berros n. 2, de moveia, 1 ugas. vidroe, etc.
Hlnitn ranehreSerio celebrada i
ho]n :
A'a 8 horxs, no convento de S. Francisco, por
alma de Ignacio Joaquim da Costa Guimares ;
s 8 h iias, no Cn-mo. por alma de Manoel Fer-
n-ira Pintes; 's 7 horas na ordem 3" do S. Fran-
cisco, por alma de Jos Fortunato d Foi-seca
Basta*.
Amauha :
A's 8 horas, na m itrir.'d'i Santo Antonio, por
alma de D. Mra d i Carea Frreira da Silv*.
Sexta "feira :
A'a 7 horas, no Bomfim, em Olinda, por alma do
f ne ote Manoel I .-ixiniano da Santos Stoikel ;
a 8 liorac, n;. capeila rio eugeuh o Can rinsiih ,
lias I-- J aquirn A!fon-o r-err.-ira ; a 8 bo-
- s. Praneiaco e na aatpeila de Apipuejs, por
alma de D. Amelia de Az velo Xove.
Sabbado:
A'a 8 horas, no Paroiso, por alma do eommeii-
dad'-r Antonio l.-nacio do liego Medeiros.
"ataaselrva -Chegcrje dos p-rto do nor-
te iij v.-ipir nacional Espirito-8aoto :
oto Jos Soarea de S uz-i Foge\ Praneiaco
Campo,, Domingos All'-nno .Machado, Alva-
ro Rib -iro de Si. G niliei'o.e HilUwel, Joo -'osi
hra, J.).- f'raiii-'-i-o Nev, Joo Martiniauo, A.
X da Poasees Mdbi l*pj I a s : aea Leai,
K,rrinato Ans im Severo CrUirnarae, Antonio
F.ntiao, Julio rb 8 aa'ario S. Bastos, Dr.
lo- d-f Ar.ujo Villar,.), de Mace lo, Joaqun
Ribeiru, Affniso M. Liy ida, Leopoldino B. C >r-
diirn, Felippe B'iiicio ii Svm, Justino Lopes A.
Mala, iniijnr A.'iiimli. >iorengi porto, Eptiezi i
Cono.i, Feltcn e sin seaxtor, .1 i.i Machado da
Si:v::, Augusto !;beiro o D. Vici ntina de Ma^a-
lliaes.
i helados do sul no vapor fi.oueez Ville
do MaranhV :
O. K : i T..i.iar;,i i ,, D. Riti M-.ria ,).i
Coiiccicao, Amaitcio ileSnisi. Henr de S iuz.i,
Aui.iiiio Teix. ira Ponte, Jca Dantas Magaihes,
c Joao d Araoj i Liofa.
t;>-,a tic tyaaa*ftaMornacnto des nre-
aoa do ata -I de Fevereno :
i^xirtiau presos 365, entraman 27. sahirnin 30
Exiatem 3t2.
a aaber :
Macona -s 331, mn.l.-ies 8, ee'riiigeiros 16, (C-
Cravos sentenciados 6, dito dfl rnrecgao 1To-
tal 362.
Arragoados 328, sendo: bous 317, doentes 11.
Toail 323.
Movimeuto da eiiferrnuria :
Ti vera ra baixa :
J s Soaies da diva.
Emygdio Joajuun da Silva.
Te ve alta :
CgSiez, sera va a'entcaciads.
" Policceu :
Demetrio Acacio da Silva Lima.
(iraaiic extraordinaria loteria daa
tlagoaa Esta grande loteria, cuj premio
grande 2,000:0 lOf'-00, cera estrahida imprete-
rive.lin"ute no dia 26 d-- Feveieiro prximo.
Os bilh.'tes aehaoi-se venda na praga da n-
dedeudeucia us. 37 e 39.
liOteria de Minaia-eraeA 5' parte
da 1* lotera deota provincia, cijo premio grande
b U idiOOitOOO. 8ri t-xti-ahida ni da 24 do Fo
vereiro, irapretc.-ivelm -nt.
Oa billetes acham-ae venda na Roda du For-
tuna, na Larga do Rosario n. 36.
Lotera do Cear A lotera desta
provipei i, cujo premio iranio 4 lOiOJ'.ljiOOO ser
estrahida no da 2 de Muro.
Q| billietes cha n-se A Venda na Roda da For-
tuna rua Larga do RaakWlo n. 36.
Tainocra acbam-se venda na Casa Feliz,
praea da Independencia na 37 e 39.
(iOterla de alacei de 300:00000
A 6' partes da 15 loteria, cujo premio
grande de 3tf0:000, pelo novo plano, ser ex
trahida impreterivelinente no dia 29 de Fevereiro
ao meio dia.
Bilhetes venda ha Casa Feliz da praga da la
depeudtiieiii us. 37 e 3t.
Tambera acbam-so venda Boda da Fortuna
na r-a Larga do Rosario u. 36e ua Casa da Por-
tuaa roa Io de M rgo n. 23.
Prego resumido.
Lotera tloro-ParA11* parte lea-
ta loteria avr extrahida no dia 24 de Feve-
reiro.
-jBbetM venia na Casa do Oaro, rua do Ba-
rio da Victoria u. 40
Tambera ach im-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de Margo n. 23.
liOteria du> ParaEsta importante lo-
rene, cojo premio grande A 300;J)O !0, e habi-
lita-ae a tirar la:00^)0 i). aejitt extrahida impre-
te.riV' linete no dia 2 da Fevereiro.
Achara se expostos a venda os restas doa fcilhe-
es M Cisa da Fortuna rua Primeiro de Marg<
a. 23.
Loteria da porteA 2 parte da 202 lo-
eria da corte, cojo |/reinio graude de 100:000*
jera extrahida uo dia. 25 de Fevereiro.
Os bilhetes acham-se venda ua praga da In-
deoeudenciu na. 37 e 39.
Tambem aeham-se venia ua Caaa da For-
man rua Primeiro de Margo.
Lotera do KtoA 3 parte da loterii
i. 366, do novo piano, do premio de 100:00000,
ae.r extrahida no dia .. de Janeiro.
Os biletas achara se venda oa praga da Iaae-
pendencia ns. 37 e 39.
Tambera acham-30 venda ua Casa da Fortu-
na rua 1 de Margo o. 23.
Cesttiterlo publico.-Obituario do d a 21
de Fevereiro :
Valdevino, Pcrnara'auco, 3 inezes, Santo Anto-
nio ; bronchite.
Jos Paulino L^pes de Almeida, Pernambuc .
86 auno, viuvo, Boa- Vista ; tubrculos pulmo-
nares. ,
Antonio, Pernambuco, 35 anuos, solteiro, Boa-
Vista ; tubrculos pulmonares.
Manoel, pernambaeo, 5annos,~Boa Vista; dir-
rba.
Mana, Pernambuco, 45 dias, Allegados ; gas-
tro en ente.
Amaueio Borgcs de Mendonga, Pernambuco,
78 annoa, viuvo, 'Boa-Vista ; anemia.
Demetrio Acacio da Silva Lius, Pernambuco
2i> annos, solteiro, Sai'to Autonio ; lobre paludo-
sa.
Joaqum Hercalauo Pereira Caldas, Pernambu-
co, 86 anuos, viuvo, 8. Jos ; cancro na bocea.
Joo Cancio daailva, Pernambuco, 22 nnos,
solteiro, Graga ; tubrculos pulmonares.
Um meniu. que naaceu morta, Pernambuco,
remettida pulo subdelegado.
Francelina Mara da Conceicao, Pernimbuco,
6 anuos, ignora se o esUdo, Graga; bronchite
JOLOAMENTOS
Habe'ss Corpus
Paciente .
Theun.tei Jo i'AnnaMasidoa-se 0-
vir ojui de dir :,:to.
Recursos e'eito'raea
De lugaaerra K-correnfe o promotor publico
recorrido Rufiuo .los So i.-es da Fons.-c. Rela-
tor o Sr. dea. uobargador Uiiveira Maeiel.Cou-
virteu-se o j lgaraeuto m
De PuneliasRecurrente Francisco Ignacio de
Paiva Tanny, recorrido Manoel Ca!i..'o d"i -"ouza.
Relatero Sr. deseiubargador Oliv-'iM Maeiel.
D u-se ( rovimente ao recurso, unnimemente.
Do I i RochaReeorrehte Jote Tivares
Gira:-riiea Aruujo, recorrido Joaqum Rodrigues
Viamn.. R lator o 8r. conselheiro Qoeiroz Barros.
Xegou-se provimeut i a, recurso, u-ianijoemente.
PA83AQENS
Do Sr. eonselheiro Queiroz Barroa ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellagao crme
De .' tonio Gongalves Freir.
Du 5r. desemb irgador Alves Ribeiro ao Sr.
desembargadur '.'avarea de Visconcello :
Appellagao crijie
Do RecifeAppellantes Vicente, Jos, Tito e
outros, appcilada a juotiga.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. ceeemOargador oromotor in-
terino da justiga :
Appellagao crme
Do Cabrob Ap,!elliin' s Suveriaiio S,j:,sCiao
de Oliveira e uotr.i, appadada a justiga.
Sncerran-se a a.sso as 11 horas o 20 minutos
da manb.
funta Commercial da cldade do
Ueclie
ACTA DA SESSAO EM 17 DE FEVEREIRO
DE 1887
rUESIDBXCIA DO ILLM^ SK. DEPT.VDo" C0MUKKDAD1I0
.! lAll.I.'I LOPES MACHAD..
Secretario, Dr. Julio (xuimares
A's 10 horas da ranilla deciarou-o aberta a
sessao estando presentes os Srs. deputndos com-
mendidor Lopes Machado, BejltrSo Jo.ior e
HeimihJ de Fgueiredo, faltando Dora | urticipa-
eao os Srs. cjmraendador presidente e deputado
Oiiuto Baatjs.
Assumio a presidencia.o Sr. depin-i-o Lopes
Machado, que dclaioii aberta a Baaso de mero
xpediente.
Liaa, foi approvada a acta da sessfto anterior
e fez-se a leitura do segnint :
EXPEDIENTI
Aviso de 28 do Jan- ir, de S. Exc. o Sr. cin=e-
Ihei o Jara; do Uotugtpe, uoininuiucando qae, por
lecreto do 27 desse mez lri deaurnada para ser-
vir interinamente u cargo de. miuis.i'i e secr.itario
c i estado doa negocios da justiga, durante oiin-
iueut.1 do Sr. eonselheiro Joaqum Delfino Ri-
beiro da Luz.ii-gistre-se, arehive-se eneOtiM-ae
o rccebiiuento
Cm v.,ium.i das-'.ie-js d'.';;overno, de 1824,
rcin.tliio pela Iranreus i Nacional. Archive-ae.
OlBc;o :
De id a correute, da Junta dos Cirretores des-
ta prag, rein. tt-ndo o bol-tira das COSiOUe ofB-
Buuaa e Ta 12 do prct-nte ir., z. Archivi-^e.
Diarios ofEciae de ns. 30 a 40'.Para -. ar-
'iliVo.
rorana Jist. buido rubrica os seguiutes li-
rro :
Copiador de Jo-c da Silva Loy.i & Pidi e dia-
rio de Ljiz Autoui.i Siqueira.
O Sr. comnniidador prcidente, por despacho
de 13 do c-Trente, mandn dar baixa no registro
da nosoeago de ^evermo Salustiano Canr de "
Meil ,caix-io de Anti>ni> Paulo Botelbo.
F i ussiguada a Carta de m a trien a de Pauno
de Oliveira .M.ii, subdito portaiues, natural do
i,'iiii;elii i iJe santo Tnyrso, de il aonoe de idade,
demiciii ido e estabelceid i fiesta pri.cn, rua do
Imperador n. 28, cora sua casa de coiu.ucrcio de
inulnados por grosso e a retoibo.
DESPACHOS
Petgije :
De Jos Ignacio do Wl, pubdito bespauhl.
natural de Pontevedrn, de 53 anuos de idade, do-
miciliado e estabelecido uestx prsga rua Laiz
do Reg o. 16, com fabrica de carviio animal, so-
licitando carta de couimerciaote matriculado,
adiada na sessao de IU do corrente. Contina
adala, for ser a sessao ue mer., expediente.
De Jote Pinto da Araujo Castro e Tito Livio
i.ir-s, para qu.i seja archivado o distrato de so-
ciedade da firma Arauo Castro & O'., ficaudo o
ex- socio Castro de posc do aciivo e do eatabetc-
cimento sito licita praga, e irrigado pelo passivo
da extincta eociedade. -^eArchive-se. na forma da
lei.
De Ant nio Palean de Mello Cavalcanti, da ci-
tada de Nazaruth, para que se registre a nowea-
cao de aeu caix-iro Manoel Falco de Mello Ca-
valcanti.Registre-se.
De Delfino L>pes da Cruz & O, para que se ar-
chive o contrato de sociedade am nome collectivo,
que sob dita firma celebraran) Delphim Lopes da
Cruz e Antonio Joaqum da Costa, com o capital
de 630OO para o cotnmerco de gneros de esti
va por grosso e a retalbo, neata praga, rua larga
do Rosario n. 23Seja archivado.
Nada mais ha vendo a despachar, o Illm. Sr. *
commendador presidente eacerrou a sessao s 11
hora".
V
fe
1 -''
'
Tribunal da ela?o
SESSAO ORDINARIA EM 22 DE FEVEREI-
BO DE 1887
PBK8IDESC1A DO KXM. SB. C0N8KLHE1B0
QUINTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelko
A's horas do eoetnme, presentes os Srs. desem
bargadures em nurae -o legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-ee os
segniutes
IHDICAQOES OTIS
' ---------------------
Medico*,
O Dr. Lobo Hoscoso, do voltti de sua
viagern ao Rio de Janeiro, eonntia no
oxurcieio de sua profis.-iSo. Conskuas das
10 s 12 horaa da uanli. Especisldadeg .
epera^ous, parto e molestias do s^nhoras e
meninos. Rua da Gloria n. 39.
Dr. harreto Snmpaio d consultas de
moio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a rua I Bario da Victoria, n. 51. Beai-
dencia rua Seto de Setembro n. 34, en-
trada peia rua da Saudade n, 'lo.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio me ico, rua do Bom-Jesus n. '3,
soDrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia rua do Hospicio n. 20.
Consultorio: rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 1 horas da mauha s 2 da
tarde. Espesialidade : molestias e opeta-
yoes dos org.os genito-urinarios do hoiiiem
e da mulher.
Dr. Joaqaim Loureiro medico e parteiro
Consultorio na rua do Cabug n. 14, 1 .
andar, de 12 s 2 da tarde; residencia no
Monteiro.
0 baeharel Virginio Marques, enearrega
so de questSes civis, comniereiaes, crimi-
naea e orphaaologicas e d"feza pjrante o
jury d'esti. e das comarcas prximas. Es-
criptorio a rua 1. de Marco 18. 1. andar.
Resi-lencjarua do Hospicio n. 83.
Drogara
Francisco Manoel da 3va efe C. Izoq\
sitaiios de toa*s as especi: pharaa
esuticas, tintas, drogas, productos ehimie*
e medicamentos homceoputieos, na do 31
quez de Oliada n 23.
Drogara
.Fartu tiobrinfio t jado, rua do Mrquez de Olinda n. 41
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officiw de carapina
de Francisca dos Santos Maoedo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
beleeimento, o primeiro da provincia neste
genero, eompra-ae e vndese mude
(je todaa aa qualidades, serra-se madci
de conta alheia, assim como se prepai
obras de carapina por machinas e por p.
50 sem competencia Pernambuco.


"**
i aiami "* lli; na de PeniamiiucoHuarta-icira 23 de Fevereiro de IHH7
ti

j
;
.




*.
F.

*


/
11
PULiCiCiiS .4 PEDIDO
Trilito urbano do Berife a linda
e eoeritoe (#)
II
Sou nfc-nso s discus;oes pe iinpreosa por-
que, qua^i sempre ellas touiam um prisma desa-
gradavclis pw*onalidade,inas auto o am-
promissj i|ua tom-i no artigo do Diario de l'J e o
moin pirque, sereofyea regp.sta d.. Sr. Dr. ge-
reate dque!!i lmha uj Diario de 20, sou Coreado
voltar mi priueip ilio nte ao Sr. Dr., mas,
coi todo caso, quest.io entra nos suscitada sobre
p*83g">is para baubos e do preco que especial-
mente de 'iiim exigi o Sr. L)r. Abatido laudo uin
pou'-M o Sr. gerente e sua gerencia nao desconsi-
dero aquelie pjrque nv merece omito, nein me-
nospresi a ul'ima porque nelia sou interesando
como accionist da c w,p*nhia ; obedeco sim ao
prograiDin* ii que me traaei no final de mea refe-
rido rtis;odo qual alus nao estar arredia urna
vista retrospectiva sobre resposta Jo Sr. Dr.
considerada nos diverso* periodos co que se di-
vidi v mesmo para privar o Sr. Dr dos muitos
equivo os i \a que labora, j nao digo iritenc-ioual-
ineiite, ms muito natural pela aofreguido c. m
que me responden, sem maior came do que eo
disse.
E' assin que aquillo do que narrei e nao foi
. tcitamente c-onfessadi por falta de contestando,
teve retraefacao da parte do Sr. eerente, pois
tanto importa sua negativa nao justificada.
O Sr. Dr nao cuotstta, anres confessa no final
do 8 periodo do seu artigo, no lugar que occopiu
a ultima linha da columna do Diari que maltri-
tou me ; uo cotit sta qu sua sombra o guarda
livros da compatihia secuudou o as am&biiidtdes
que me orain iradas; na; contesta que o em-
pregado competente s exigi d-., mil ris pela
pas-iagcn. ; confessa ter ed procurado o Sr. geren-
te uaia de urna '"ez para tratar sobre o preco de
taes passageus ; confessa anda que me tallou em
terinoi que pan:eorain-lhe nao me agradaren] mui-
to e que me obngarm a sahir logo de teu escrip-
torio, etc.
Nega, porm, que me. cbainassi d f.uuJador e
que usasse do termo sevandijas, etc.
Pois bem, quemos aqu sobre isso ; aceito essa
sua negativa no carcter que cima ihe imprim.
No primero p riodo da r aposta do Sr. Dr.
doue pontos apenas preuderam me a attenco,
aquelie eui que o Sr. gerente acenta qu-' o arti-
go nao foi c-scrDto, mas simplesineute subscripto
por mim, e a parte em que diz S. S. que eu ar
gui-o de utna tabella variuvel para individuo e
occasi) indeterminados.
Aqui 8. S. despenden mais do que eu quera, o
incu pensarneuto : eu disse apenas que parecia-me
ter o Sr. Dr. criado a par de urna tabella espe-
cial para banhns .urna especialissima para mim
pe rarao que dei e S. S. nao contestou.
Km o outro ponto nada importar p r corto so
Sr. Dr. que eu escreva ou assigne simplesmente
os meus artigo?, toda vez que a respmsabilidade
legil e moral seja minh., como .
Ncn todis quereos ou oodem ter um titulo seien-
tfico, que Ibes o peiu menos a presump;ao de
saberem esorever, e cousa ul^uma ha de estreobo
no procedim-nto de qoem ni) estej ncota ti:-
dicOes procurar a outro, que suppoj habilitado,
para reducir a escripto aquillo que tenba de trans-
mitt'r a outrem, prncipemente tenia de dirigir-
se pesa>as de iilustrucao conhec da e" fina trato,
ridiculo, pois, que parecen-me S. S. querer
atirsr me par esta circumstancia nao tem o m-
rito que S. S- proeunu dar-lbe, des Je que a osi-
nba ignorancia nao ir. conduza terceira classe
dos ignoiai.tes segundo a classificacio que nao ha
muito li n'unt jornal ou livro, isto ignorantes
por supporem-se os nicos sabios.
No segundo periodo tenho a notar apenas que
ha equivoco do Sr. Dr. quandj diz que eu quit fa
zer valer a minha qualidade de accionista para
implorar urna excepeo em meu favor. S. S.
que charaou a tela essa minha qualidade pira es-
trauhar que eu'me sorprendesse com sua exigen-
cia. Sein dnvida S. S. quiz separar o individuo
do direitoque lhe d a qualidade de accionista,
do mesmo modo que me licito separar a posso
do Sr. Dr. da gerencia da companhia.
No terceirc periodo nao sei a que veio o Sr. dou-
tor com o calculo das votos de que disponho
pelas accoes que represento. Se nao foi msis um
rediculosinho inopportuno que me quiz atirar, en-
tao procurou S. S. redigilo de modo poder diser
hbilmente o que adiaute quis c.ue se conhecesse,
isto que direccao que S. S. d aos negocios da
companhia tal que restabelecen confiacca en-
tro os tomadores de accoes.
Nao estar em mim, como nao estar em ou-
trem que nao o Sr. doutor, o conhecer da forca de
sua presumpea, pois a verdadeira bitola para
medidas taes est na propria presompfao que o
individuo tem de ai.
No qiarto periodo nada innovou o Sr. doutor,
repete apenas o que eo j bavia dito.
Ante a exigencia de precos differenea que me
foi feita pelo empregado e posteriermeute pelo Sr.
doutor, nada mais natural mim como-contribuinte
do que indagar de que lado estara a verdade ;
e a minba duvida era tanto mais seria quaoto nu
me era dado suppor qne o Sr. gerente conservasse
um empreuado tao ignorante de seus deveres qne
nao soubesse do preco real de ama passagem ou
que fosse S. S. ti* descaidoso que deixasse de
prevenir a esse empregdo qual o preco das pas-
sagens questionadas.
Agora, se o Sr. doutor vio-se, qual outro nauta
infeliz, entre as doas tremendas libas tao conbe-
cidas na lgubre historia dos naufragios, vio-se,
digo, bracos com quaiquer d'aquellas duas es
magadoras conclusoes; isso outra cousa, ejus-
ticavel ser o incommoio sobrevindo ao Sr. doutor
e que levou o a excesso de trato que me dispen-
sou.
Se S S. me desse essa explicaco eu tela-hia
aceitado de bom grado, pois, antes de tudo sa-
be ria ser humano para saber rsspeitar as difficul-
dades alheias onle qoer qae ellas se maoifeetetn.
No s-xtj periodo que fnda pela redaeoio dos
cartocs de passagens, o que adiante ser consi-
derado, o Sr. doutor sem explicar a proposito de
que, me arge de lhe ter increpado de nao fallar
S. S. a verdade.
Para o Sr. doutor deixar patente a injuBtica e
eonsequente offeasa em minha increpscao, deveria
t :r declarado qual o facto ou proposico repetida
por S. S. e que eu contestara d'aquelle modo.
Sem isso o publico nao ajuisar de certo qual de
us deva ser aecusado.
E' de esperar, pois, que S. S. illucide eese inci-
dente.
O* stimo e oitavo periodos j ficaram commen-
tados,
Feita essa analjse da resposta do Sr. doutor,
p issarei deino. strar a iujustica da exigencia do
Sr. doutor para commigo e da excepeo odiosa que
contra mim abri, isso em face da promessa de seu
aunando.
Recito, 22 de Fevereiro de 1887.
Joaquim dn Silva Carvalho.
(Contina).
inter.es.ur pide juatica publica, como costumo e
nSo recelo- s-.r contestado fundadamente.
Bis o documento :
Illin. e Exm. Sr. Dr. juiz de diteito do 2 dis-
tricto criminal, Io promotor publico da comar-
ca, tendo cm 'b de Outubro do anno prximo pas-
sado, dentro do praso legal, denunciado pern1
V. Exc. do bacharel Eduardo de Barros Ful cao de
Lacerda. thesoureiro da Tbesouraria d" Faseuda
d'esta proitin.-ia e dos fiis do mesmo thescureiro
da Tbesouraria de Fuieuda d'esta provincia .i' *
fiis da ineama thesouraria Francisco de Siqueira
Canmiro da nnha e Victorino Trajano da Costa
Fialho, como principaes responsaveis ou c-auto-
res do desfalque ua importancia de 793:U5f!<87,
ltimamente verificado nos cofres d'aquella rep.irt i -
goj todos trez na qualidade de empregadoa publis
eos, pelo crime de peculato, previsto no art. 170 do
o Jigo Criminal, de contormidade com o art. 6 do
decreto n. 657 de 5 de Dezcmbro de 184!', lequer
V. Exc. digne-ec providenciar de maneira a ter
prumpto andamento a formacao da culpa dos ret -
ridos denunciados, qne at h je nao foi inicia 11
pela grande demora da parte do escrivo do jury
na tztracco das copias para execticaa do disposto
no art. 398 do Regulamento n 120 de 31 de Jl-
beiro de 1843, afim de que nao perdure por mais
t-uipo semelbante anomala contia todos os pr.cei-
tos legaes.
Outro siii, requer tambero V. Exc- digne-se
ordenar que lhe aejam ministra Jas, com a m.-xona
brevidade, as duas copias autbenticas dos aut-.s de
in (U-rit.,, dos cfficios e pa eis da Thcsouraria de
Fazenda enviados por intermedio da prosidcuuia,
para serein denunciados o inspector da tu tina :he-
souraria, Hdministrativameate suspenso do exerc--
cio do seu cargo, e bem assim o bacharel Artbur
de Barros Falclo de Lacerda, como toram requeri-
dos na denuncia, juntando so esta aos autos para
em tolo terapu constar nao haver negligeucia p-r
parte do ministerio publico no cumprimeuto de seus
deveres. Nestes termos. P. a V. Exc. defer -
meoto. E. B. M. Becife. 18 de Fevereiro de
1887.9 1.* promotor publico, Joo Joaquim de
Freitas Henriques.
Despacho :
Junte-se como pede, e recommendo toda activi-
dade na extraci;o das copias. Recife, 18 de Fe
vereiro de 1887.Oliveira Aadrade.
Recife, 22 de Fevereiro de 1187.
Jo&o Joaquim de Freitas Henriques.
Beirut) & ilmeida tle:lara,m que a mu
ta qttrf o Sr. fiscal de Santo Antonio Jornal do Recife, do nont-rn, ter itnpost
no estabelecimento das declarantes, nSc
tem razio de ser, porque a farinh* do tri-
go eslava snnio deacarregada dos erros
para ser recolhida, e n2o estacionada na
a dita
ra, um -a causa que dava lugir
multa, como em sau tempo competente
provarSo seu direito. /
21 do Fevereiro de 1387.
Beirao & Almeida.
N. l.js' tnaravilhosa a rapidei eotn que
us tsicos, os anmicos, oses wufu osos, os da-
bais e os que padecer do peito e da gar-
ganta restabelecem-se depois de terem 'to-
mado a Emulsao de Scott.
EDITES
Clnica medico-clrarca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Eflpecialide.dePartos, molestias de senhoras e
;riancas.
Residencia Ra da Imperatriz n J4, segunde
andar.
Leonor Porto
Ra do Imperador o. 45
Primeiro r.udar
Contina a executar os mais difficeis
figurinas reeebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
gosto.
Attengo
O.* Promotor Publico
Tendo sido publicada naRevistad'este Dia-
rio de 21 de Janeiro do correte anno, urna peti-
cio por mim dirigida ao desembsrgador juia de
direito do 5 distncto criminal em relaco ao pro-
cesso contra o thesoureiro da Tbesouraria de Fa-
zenda, bacharel Eduardo de Barros Falcao de La-
cerda, com um erro de composico typograpnica,
do qual aproveitoa se o advogado do mesmo the-
soureiro para, na Provincia de 26 do mesmo mez,
fater espirito, segundo pens, porquanto elle bavia
lido, em audiencia a allodida petico em eriginal,
a* qual eu nao escrevracitacoes de despesa e
simcitacoes de vespera-, julgu> i-me ento dis-
pensado de dizer algoma cousa a este respeito,
pir aue a quaiquer pessa entendida na materia
acudira logo a idea de um en o de tal na tu reza.
sendo absolutamente ineabivel no caso aquella ex-
niessio.
Como, porm, aeabo de ler em nma carta
d'aqui, publicada. no Jornal do Commtrcio da
Cdrte, de 10 do correte mes, a insereio do refe-
rido erro, e feita de modo a tornar notare! tio ea-
rranha expri-esio citacoes de despecaentend
con veniente fazer agora estaerrata, aprovei-
t .ndo o ensejo para declarar, nma ves qae tanto se
tem censurado a demora da tormacan da culpa ai
mesmo thesoureiro, que nechuma responsabilidade
cabe-ote, .como se verifica do doeuu.ento que taco
pvWtear abaixo.
Tenho cumprido com solicitude o saeo dever em
a esse proceaso, requerendo todo quanta
A* mi ii ti a* cordadas
3S3
As senhon-s a quema natureza ha dotado com
coi das re abundautes e Insidias madeixas, teem
direita este titulo. Porm h* milhares de cabe-
caa femininas sutficientemente cobertas de cabel-
[ los, que cirjcem de assistenuia artificial, afim de
o aformosear.
As fibras se bem quo uumercsis podem ser scc-
cas, crespas, ioelasticas e Jitn;eis de manejar, re-
queren) urna preparaco que as torno flexiveis,
quo melbore sua contrxtma e as adapto para fazer
trancas, madeixas ou anelados caraces. Este fra-
grant e delicioso artigo, urna altamente emo -
lente e fertilisador, coohecido por todas os nacoes
o Tnico Oriental, a nmea preparacSo neces-
saria. Ne smeute promove o crescimentu e con-
serva, a cor do cab lio, por n outorga lhe urna
macia e luzidia flexibilidade exquisita 8 rara.
Acha-se venda em todas aa boticas n lojas de
perfumaras
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C.
ra do Commercio n. 9.
Escola particular
deinstrtc(o primaria
para o sexo mascu-
lino
CASA DE ENSINO MODERNO
3&Ra Velha80
O abaixo assigoado, participa ao Ilustrado pu-
blico desta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de instreccao primaria para o sexo masculi-
no, rna Velha n. 36, (Boa Vista) onde esme-
radamente se dedica ao ensino de seos alumnos.
Educa e instrue a infancia pelo melbor systema
dos principaes collegios da cdrte do imperio, ende
por algum tempo demorou-se a passeio, cujo sys
tema a delicadeza, a vocaco, a paciencia
ntima para o ensino, fazendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminho da intelligenca, da honra
e da dignidade com santos conselhos e ss licoes,
afim de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religio e da le, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera merecer a confianca e protecdo dos
pais e tutores das crancas que qnenam aprovei-
tar nm rpido adiantamento de seus filhos ou tu-
telados, e em particular tem f robusta em todos
os seus compatriotas pernambucanos.
Comquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os seus
puros desejos sejam cornados com a feliz appro-
vaco de todos os filhos do imperio da Santa
Cruz.
Espera finalmente, qne o respeitavel publico
saibm apreciar de perto o seu Verdadeiro ensino
primario, onde rpidamente as enancas abracam
e amam de coraco aos livros, as sciencis as let-
tras e as artes.
Igualmente tem urna aula de instrnecao prima-
ra noite para adultos, sendo das 7 s 10 horas.
Curso d portugus e francez a quaiquer hora.
Horario da escola para meninos, das 9 horas d*
manha s 3 da tarde.
Meimaliiladet
Primeiras lettras 2*000
Francs 34000
Portugus 3*000
Pagos adiantados no acto ds matricula.
Recebe meninos internos, externos e meio pen-
sionistas, por mensalidades razoaveia.
Ra Velha n. 3(i.
Julio Soares de Atevedo.
Chegando ao meu conhecimento que um
individuo, que ora servante no meu es-
enptorio, se tem servido do nome de minha
mulher, falsificando sua firma para obter
dinheiro e para outros tos, aviso d'isto s
pessoas qui possam ser, como alguem tem
silo, victimas da exploracao u'esse indi-
viduo, para que se acautellem.
Recife, 19 de fevereiro de 1887.
Jos Bernardo Oaltxlo Alcoforado.
1. Seocaa. Secretaria da p.iieia de P, r-
nambnen, 18 de Fevereiro de 1887.N. 809
t'r. chefe de polica manda traiincrever part eo-
nheimento d>? todos o fie' execucao os s-guintcs
artigos das posturas muacipaes upprovadas pe t
lei prov incial n. 1,128, do 26 de Jaoeiro de 1873,
com relacio jo briuquedo do entrudo com agua ou
outra quaiquer substancia :
Art 70. Fica prohibido neste municipio o
brinquedo de entrudo com agua ou outra quaiquer
v: batanis de quaiquer maneira que se empre^ue :
os infractores pagarao a multa de lf e soffrerao
8 dias deprisao.
Art. 71. Fca prohibida a venda de limas de
cheiro; os infractores alea do as perderem, paga-
rao 44 de multa.
Art. 72. Hca prohibido andar quaiquer pes-
sa mascarada as ras deste municipio, ainda
que seja vestida carcter e os contraventores
pagrao 30 o soffrerao 8 dias de pnso. E0ta pro-
i-ibioao nao comprebende ca 3 dias de carnaval.
Oatrojim, declara que 6 igualmente prohib lo
aos malcarados a pratica do aecSes ou gestos qne
na opinio publica sejam considerados como evi
dent. mente cffensivos da moral e dos bons c stu-
rne.-, an podendo os meamos fazer alluaao s au-
toridades ou corporacoas eivis. militares ou reli-
giosas, nem apreaentarem-se.em trajos indecentes
ou imscoraes. O que tem por muito recommonda-
dc, fazendo punir rigorosamente as infractores com
as penas da lei.
Secretaria da Policia de Pernambuco, 18 de Fe-
vereiro de 1867.O secretario, Joaquim francisco
de A rruda.
Oflcioa de esculptor eenta-
Ihador em madeira
85RA DO BOM-JaRDIM87
PORTO
Encarrega-se de todas as imagens em
quaiquer tamanhe, altares, sanctuarios, to-
cheiras, casticaes, jarras e saetas, bem co-
mo tarimbas funerarias, figuras allegori-
cas e serpentinas, tudo pertencente s di-
tas artes. Tambem se encarrega de pintu-
ras e prataa para imagens.
Brande depuMlto de redomas e
plantaam para aa me.ma*
Dr.
(>) Por jolgar o artigo reprodosido do Sr. J.
Fonaeca um additivo seoo oca post scriptum ao
mlssjps do Sr. gerente da coapanbia ounsinta o
benvolo leitor que desta nota emrraxe aquelie se-
ner para quaado a pachorra eonseotir-BM xa-
minar sen escripto e assiss ulgal-o nserecrsVir eu
nao de resposta.
Tremenda e ratal essrernsldade (4)
A toase lapparece traca e passageira e o doente
despreta-a ; nao a cuida...
Drpois, o enfraqoecimento do corpo, algumas
dores no peiioenas costas, vao seguindo essa tosse,
que augmenta, e per fim o doente v-se claramente
a bracos cora o grande flagello da humauidadea
tilica pulmonar !
Esta tremenda e fatal enfermidade rito sagaz,
que para melbor conseguir seus funestos fina prin-
cipia disfarcaodo-nos n'uma toase despresivel I
Mas ella uo resinar seus nefastos intentos se
for usado em terop opportuno o remedio principal
e s que tem conseguido coras reaes da tsica pul-
monar, que o PE1TOBAL DE CAMBARA', im-
portante descoberta de Alvares de S. Soares, de
Pelotas.
Os interessados podero encontrar no psenlo
qae aeompanha cada frasco valiosos attestados de
curas obtidas em gravissimos casos, nao de t-
sica como de bronebites, asthma, coqueluche e ou-
tras molestias do apparelho respiratorio.
nicos agentes e depositarios geraes em Per-
nambucoFranciso Manuel da Silva & C, i roa
Mrquez de Olinda n. 23.
i
Silveira
\DVOG\DO
38Rua do lmperador--38
Prlmelur andar
I!
MEDICO
Tem o seu escriptorio roa Duque de Caxias
n. 7-1, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ras da Santa
Cruz n. 10.
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cas.Tolephone a. 326.
Hotel Gibraltar
Prara da Balalha. 108
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telegraphica)
Este hotel muito se recommenda aos via-
jantes pelo local em que se acha,
perto dos Jardina Theatros e os precos
de n ospedagem sao mais baratos
do que em outro quaiquer, com o mesmo
tratamento
I'roprietarlo*
FERNNDES &IRMAO
PORTO
Dr. Joao Paulo
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de enancas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Pars e de Vieona d'Austria,
fas todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
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Victoria (antiga rus Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 hora* da tarde.
Telepbone u. 467.
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das 9 ao meto dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario..
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Consultorio i ra Duque de Caxias n. 59.
D consaltas das 11 horas da manZ s 2 de
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O bacharel Julio de Mello Filbo tem o
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ro de Harco n. -i, 1 annar, onde pode
aer encontrado dra 10 horas da m&nJiS *
4 da tarde.
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Dr. Barreto Sasnpaio, saedieo o<
litta, ez-ebefe de elinica do Dr. de
W'ecker, di coasaltaa de tneio dia s
3 horas da tarde, no 1.* andar da easa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
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|)r. Ballhazar da Silveira
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criaucas, dos orgos rsspiratenos e das
genhoras.
Prestase a quaiquer chamado para
da capital.
A VMM
p.
'ora
}
Todos "s chamadas devem ser dirigi-
dos i pbarmacia do Dr. Sabino, ra da
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sna residencia. -^
Camara Municipal do Recife
J.iuipcza publica da eidade
A Cmara Municipal desta cidade, em virtude
da le, qne maudB ser a limpeza da cidade feita
por arremataco, recebe propostas cm carta fe-
chada para o servico da referida aatpeaa, at o
dia 16 de Marco do correte anno, as quaes de-
verSo ser entregues pelos interess'idos em sesso
da me3ma Can .ra, do dia cima referido, de con
formidade com as bases qne abaixo vao pnblica
das; chamanio-se especialmente a attencao dos
concurrentes para a clausula XIV.
I
A arremataco do servico da limpeza publica
ser feita por prnposta em carta fechada, nao
sendo permittido a nenbum concurrente arrematar
mais de urna freguezia, serviudo de base para
cala urna, a quantia de oito contos e quinhentos
mil ris annuaes.
II
O arrematante obriga se a executar o varri-
iiiento diario de todas as ras, praoas, bceeis, tra-
vessas ponte-i, caes, rampas, emoi, toda a fre-
guezia que arrematar; a remover para os lugares
abaixo determnalos todo o lixo. materias orgni-
cas e inorgnicas, animaes mortos, quaiquer quo
seja o tamanho, que enterrar, sendo indemnisado
pelos donos d'aquelles que forem reconhecidos, e
fiaalmente tudo quanto se comprehenda ua pala-
vra immundicia. Obrlga'se ainda o arematante a
providenciar sobre a ebBlrucca das vias de com-
municaco da estsgnac&o e do escoamento das
aguas pluviaes, quando for possivel.
Ul
O servico principiar ao mesmo tempo em cada
freguezia, meia noite, .devendo terminar s 6
horas da manha, isto com rulaco s pontes, caes,
rampas e s ras designadas abaixo, podendo
porm, ser feito de dia quando as noites forem
chuvosas. A limpeza das demai ras poder co-
mecar das 6 s 10 horas da manha.
IV
Todo o lixo ser removido em carroca puxada a
burro ou cavallo, e devem ser cobertas.
V
A ponte de Sant Isabel ser varrida pelo arre-
matante da freguezia de Santo Antonio, as da
BSa- Vista e Recife pelos" respectivos arrematan-
tes.
VI
No se>"vico da remocSo dos objectos que obs-
trnaro as mas, praeas, caes e rampas nao se cem-
prehendein aqueiles que pertencerem a donos de
obras ou empreiteiros, a quem os fisuses obrigarSo
a retirar, a nem tao poueo a calica qne da mesma
forma ser conduzida por ellea para os lugares
que a Cmara indicar.
VII
Obriga-se ainda o arrematante'^ arrancar toda
a ve^etaco expontanea que nascer entre ou sobre
o calcamento e o passeio das ras, e bem apsim a
derrubar todo o matagal que existir na freguezia
que arrematar, senda que este servico poder ser
feito de dia.
vm
Obriga-se tamben o arrematante a limpar e a
desinfectar os mictorios e latrinas, lavando-os
com preparacoes cbimices, trazendo-os sempre
aceiados interna e externamente.
IX
O arrematante so supprir sua custa, de todos
os utencilios necessarios para a boa execuca > do
servico.
LUGAEES DESIOJIAi;OS PARA N'eLLKS DEPO-
SITAU-sli O LIXO UA CI"ADB
Fregu zia de Santo Antonio.Praia ~ae Santa
Rita.
Freguezia da fa- Vista Hospicio.
Freguezia do Recife.Lido da mar pequea ao
noite da fortal.-ra d Brum. 100 bracas distantes.
Freguezia de >. Jos. N alagados ao nascen-
te c ao p-iente da ra Imperial.
RAS QUE DEVEM SER VARR'DAS .-.' NOITE
Rec'fe.Mrquez de OSods, .Bispo Surdiuha,
L.rgo da A'fmdega, Madre de Deus, Amorm,
Travesea da Madre Deus, Boro Jess, Commercio,
Torras, Thom du Sonsa, Ma-.cat.-s, Largo d
Corpu Santo,Vigario, Abreu, Travessa do Corpo
-Santo, Visconde del'aparica, Barode Triumpho,
Caes do Appoll e Brum.
B i- Vista. Imperatriz, "onde d'Ed, Lar^o da
Santa fon, Ra da Santa Cruz, Conceicao, Barao
de S. Borja, Visconde de Pelotas, Visconde de
toyiuia, Aurora, Visconde de Albuquerque, Hos-
picio, Cae de Capibaribe, Piresj Porraosu, e Becco
dos Frrreiros.
Santo Antao^Barilo da Victoria, Cabug,
Praca da Iud-pendencia, Rosario (estreita), Risa-
rio (larga), Ir perador, Duque de Caxias, Primeiro
de Marco, L'vrameuo, Direita (parte), Penha,
Viscondfl de Iuhauma, Pedro Affouso, Caes do Ra-
mos, Caes 22 de Novembn, Florentina, S Prau
cisco, So!, Mar juezdiHerval (parte). Roda, Largo
do Paraizo, Podro II (largo), e Cironel Suassuna
(parte).
S. Jos. Lirgo do Mercado, Ru Direita (par-
te), Imperial, Vi laido Neg eiros, Assumpcao, Lar-
go das Cinco Pontas, Mrquez do Herval (parte; c
Coronel su.issuna (parte).
Paco da Cmara Municipal do Recife, 4 de Fe-
vereiro de 1887.
Presidente.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitang,
Secretario.
Francisco de Assis Per-tira Bocha,
hdeinnisadora
(yainasio Penuoibcano
rcla Secretara do Gymnaslo Pernambucano se
declara aos pais de faanlia,e a quem mais ioteres-
sar^possa, que se acha na direccao do mesmo, por
designacao do Exm. Sr. presidente da provincia, o
rerpectivo secretario, Dr. Celso Tertuliano F.
Quintella, de ordem de quem sai- e-n geral convi-
dados todos qu- tiverem de dar educaco e instrue
cao a mocidade para visitaiem o estabelecimento,
que acha diariamente aberto desde 6 horas da ma
iiba s 9 da noite, c inbeeeudo deste ando por si
e nao por nformacoes in.netas, tudo quanto o
mesm-j estabelecimento dispensar aos seus alum-
nos quer com rel>ic4o ao tratamento quer com re-
lacioa transmiaso do eusno, que recebem dos
professores que sempre se distinguirsm pelo s-u
zelo inexcedivel no cumorimento de seus develes e
pelo interesse que mostram no ensioo da discipli-
nas que protessam e no a oro .eitamsnto de seus dis-
cpulos.
O instituto aceita alumnos em tres catbegorias,
conforme se acham divid '.os, pensionistas ou in-
ternes, meio-pensionistas e externos.
Os pensionistas, residir! ui instituito, tendo
direito de estudir as materias de que se corapoe o
curso ensinadael segn lo o programla estabele-
cdo : a ser alimentados sadia e abuudantemete,
tratados em suas eofermi ladea pelo medico do
instituto, tornecendo lhe tambem este medicamen-
to a ter roupa lavada e engoromada regularmente
duas vezs por semana, banho, etc.; tudo isto pela
mdica quantia de 400 oor anno.
Os meo-pensionistas se apresentaro no esta-
belecimento nos dias lectivos, hora em que as
aulas se abrirem, e desde euto at serem encer-
radas a tarde, sao equiparados aos internos, tendo
como estes os mesmos direitos quanto ao estado,
alimentaco e recreio, isto pela mdica duaotia de
240000. H
_Oa externos s teem direito s licoes e explica-
toesds materias ensinadae no curso, quaesauer
que ellas sejam, pagando apcuas uo acto da ma-
tricula a taxa igual a que pogam os alumnos no
collegio das artes.
Os alumnos internos devero apresentar o enxo-
val prescripto no regiment interno e ter corres-
pondente na capital, para com promptido satis-
fazer as pensoes e outra quaiquer despeza de que
tiver elle neoossidade.
As peneoes sero pagas na secretaria do insti-
tuto, por trimestres adiantados.
Recife, 18 de Fevereiro de 1887.
Servindo de Secretsrio
Marcionillo da Cunha Pedresa
A direccao desta companhia tom a honra (3
envidar os Srs. accionistas para reunirpm-se em
r.'.la geral o lacio da Ce 28 docoi r-nte mez
no seu escritorio, afim de ccuheeerem das contas
do anno nudo em 31 de Dezemtiro prr ximo patsa-
o ; < bem aaaim proceder se a eleicao de aue tra-
ta o % 2' dn art. 27.
Recife, 14 o Fevereiro do 1887.
Os directores
Joaquim Alves da Fonseca.
JYe cja ilva L yo Joafor.
Antouio d^ Cuuha F. Bailar.
Companhia de segiirns Amuhl-
trite
A direccila em cumprimento ao art. 33 dos es-
t: tutos d'esta couipannia, convida os Srs. sccio-
n;st:s a reunirem-se em assembla geral, no sali
da Aesociajao Commercial lien- ficen te no dia 2
do pn ximo Margo ao meio dia para ouvirem o .
seu relatorio e o parecer da counni.-sio Cecal.
Igualmente D:oceder-se-ha a eleicao de qae tra-
ta o art. 40 dos mesmos estatutos.
Recife, 17 de Fevereiro de 1887.
Os directores
Ant'nio Marques de Amorim.
Manoel Jos da Silva Guimares.
Jo-iquim Lopes Machado.
Com, anhia de Segaros Phenix
Pernsmbucaaa
Os senhorea accionistas, nos termos di B(t> !5
e para os eff.itos do 1- do art. 7 dos esatutof.
sao convidados a reunir* m so cm assembla ger.-.r
ordiaarib no dia 3 de Margo prximo, ao meio din
na sede da ccmpaphia.
Pernambuco, 16 de Fevereiro de 18S7.
Os a ministradorcs,
Luiz Duprat.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Joao Jos Rodrigues Menes.
Lotera de 4055 contos
A grande lotera de 4000 coutos, em 3 sorteios.
fien transferida par o dia 14 de M-o viodouro,
impreterivelmente, nos termos do despi-cho do
Exm. Sr. presideote, de boje.
Thesouraria das Loteras para o fundo de
eniancipacao e ingenuos da Col.nia Isabel, 14 de
Dczembn de 1886.
O thesoureiro,
Francisco GoncalvesTeire
Estrada se ferro do Ri-
beiro ao Bonito
Por deberacao da directora sao convidados os
Srs. accionistas a realisarem no London fiBraai-
lian-Bank, no prazo de 60 dias, a contar de hoje.
a 4 entrada de 10 0/o do velor n m'nal de suas
accSee, nos termos do nico do artigo 4o doe
estatutos.
Recife, 7 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jos Bearm: io Pereira de ilelli
; *
f
>
DECURACES
MitltO ATCuBOlOJCO B GMDHH -
O arrematante incorrer na multa de 10, sem-
pre que for encontrada sem indicio de ter sido
liinpa, quaiquer rna, travessa, boceo, largo, pateo
rampa, caes, mictorio e latrina, que lbe ser des-
contada no pagamento semanal.
XI
O arremarante que houver incorrido em cines
multas, sem provimento de recurso interposto pe-
ante a Cmara, perder o contracto e o valor da
Banca sem direito ainda a ser indemnisado de
quaiquer interesse ou perds, que piovier do mes-
mo contracto.
XU
O servico da limpeza publica, alm da fiscali-
ssejo a que est sujeito por parte do fiscal, a
quem corre o rigoroso dever de velar pelo cum-
{}
ft
Consultorio medico*
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 anno*
Je escrupulosa observacio, reabre consultorio nes-
ta cidada, rna do Bota Jess (antiga da Crns
n. 23, i. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado nc
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm 13 porcao do Dr. Cosme.
Quin ta-feira 24 do correte, s 7 horas da noite,
na sede do Instituto, reumr-se ha esta asso-iaco
em sesso especial para tratarse do melhor modo
de proseguir-se na publicacSo da revista deesa
assocacSo.
Sao pois convidados para esta sessao todos os
senbores socios residentes nesta cidade.
Secretaria do Instituto, 21 de Fevereiro de
1887O 1. Secretario,
Baptisla Reguara,
Companhia do Beberibe
isameolraenlo ti'a ana
Previne-se ao publico de que coutious-se a pro-
ceder a limpesa dos antigos encanamentos e a
ligacao dellee aos novoe, pelo que imprescindivel-
mente liaver frequentes, mas temporarias, inter-
rupces no fornucimeu'o d'agua.
O publico deve estar certo de que se empregar
toda a diligencia possivel para que o servico seja
sempre feito com rapidez ; e quan o der-se quai-
quer desastre ou honver desarranjo no servico,
serio tomadas promptas providencias para o mais
breve reparo.
Nao deve pois baver o menor receio de qusl-
qner interrupcao grande, desde que sao conbeci-
primento restricto das presentes clausulas, ser das, como se tem annunciado, as causas,
tambem inspeccionado pelo respectivo commissa- I Estes trabalhos sao para a concluso dss obras
rio, que impura multas ao arrematante pela falta do novo abastec ment d'agua esta cidade
de cumprimento de dever, com recurso para a Ca- '
mar, nao podendo da decisao desta recorrer o
arrematante para quaiquer antoridade sdmiais-
trativa ou judiciaria.
XIH
As reclamacoes contra o servico da limpesa pu-
blica dsverao ser feitas por escripto Casnara ou
a quaiquer de seus membros.
XIV
O arrematante prestar ama flanea de um cont
de ris en dinheiro ou apoliees geraes ou provin
ciaes, para garanta deste contracto, e a Cmara
s receber propoetas daquelles que houverem
depositado a quantia de 2004 em dinheiro, em po-
der de procarador, o que provaro com e respec-
tivo recibo, na secasio da entrega da propoeta ;
sendo qne perdero dita quantia, se acerita sua
proposta nao vierem assignsr o contracto dentro
do praso de 8 dias. coatados da approvac&o do
presidente da provincia
XV
A arrematacio ser feita por anno financeiro
municipal, isto do 1- de Outubro a 30 de Se-
tembro ; sendo que o presente dever vigorar da
dats, em quo for approvado pelo presidente da
da provnola, at 3j de Setembro do correte
anao-
XVI
A Cmara pagar ao arrematante, por semana,
o servico de limpeza na respectiva proporco da
importancia da arremataco annual.
XVII
As ras, qae nao forem calcadas, sero limpas
a ancinho.
XVIII
As proposUs sero entregues pelos proponen-
tas em sessao da Cmara, designada para este
fim, sendo preferido quem ineihores vantageus.of-
terecer, e quem mais idoneidade tiver.
XIX
Terminado ou interrempido o prazo do contrac-
to, nao ter a contractante direito a ser indem-
nisado de quaiquer valor ou material, que tiver
empregado no servico, euje material (indo o con-
trseto, pertencer ao contractante.
XX
O contractante nao pie abandonar o servico
quo tiver arrematado, salvo em caso de forca
inaior pruvada, a juizo da Cmara ; mas se o fi
ser fra desta excepeo, nao s nao ter direito
a indemnisaco algoma, como tambem perder
Recife, 21 de Fevereiro de 1887.
Ceciliano Mamede,
Director gerente.
O procurador da Cmara Municipal da ci-
dada deQIinda, abiixo assignado, convida aos
f ireiros de terrenos perteneeotes ao patrimonio da
mesma cmara, para no praso de 30 dias virem
pagar os foros que estverem a dever, visto como
tem de relacionar os foreiros que se acbam atra-
sados, para levar ao conhecimento da Illma C-
mara.
Olinda, 19 de Fevereiro de 1887.
Francisco Velloso de Albuqnerque Lins.
Companhia de JBdlfleaeSo
Assembla geral ordinaria
De aecordo com o artigo 31 dos ertatutos sao
convidadas os Srs. accionistas da Companhia de
Edificsco para se reunirem no dia 1 de Marco,
ao meio dia, na sede da mesma Companhia, ao lar
go de Pedro II n. 77, 1" andar, afim de ouvirem a
leitura do ruis torio, balsnco e apreciarem as con-
tas da directora, discutirem e approvarem o pa-
recer fiscal, e ainda proceden m eleicao da nova
commisso fiscal, nos termos dos arta. 21 % 8, e 38
dos mesmos estatutos.
Recife, 12 de Fevereiro de 1887.
Gustavo da Silva Antones,
Director secretario.
U
valor da tiaucs em beneficio dos cotres maai-
eipaes. '
Por esta secretaria sao chamados os psrentes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do crrente apresental-as no collegio
das orpbas, afim de serem abi admittidas, visto
serem as primeiras inscriptas no respectivo qua-
dro.
1 Carolina, protegida de Angosto Manta.
2 Illuminata, filba de Mara Florencia Barbosa
dos Santos.
3 Laurinda, filha de Sincletica Lins de Vas-
concellos Araujo.
4 Mara, filha la mesma.
5 Adelaide, filha de Mara Jos da Conceicao.
6 Mana, filha de Maria Jos da Encarna cao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia dn
Recite, 8 de Fevereiro de 1887.
O escrivo,
de Soma.
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nacional Espirito Santo, esta admi-
nistraco expede malas para os portos di sul, re-
cebeudo impresEos e objectos a registrar at J
hora da tarde, cartas ordinarias at 3 horas ou 3
1/2 com porte duplc.
Administraco dos correios de Pernambu :o, 23
de Fevereiro de 1887.O administrador,
Affonso do Reg Barros.
1MHIA 9BBMSS
0 escriptorio d'esta
companhia acha-se
funecionando no largo
de Pedro II, n. 77, i;
anda..
lmcumhe-sc median-
te contrato v a paga-
mento em prestares,
de construc$oes e re-
construcfoes de pre-
dios, cojos projectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
No escriptorio se en-
contrarao sempre, as'1*
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquury. tendo sem-
pre yenda: tijolt-s
massi^os de alvenaria,
ditos para ladrilhos,
diversos formatos, te-
lhas romanas, france
zas, de capote com en-
caixe, de crista; canos
e curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e ti jlos fora-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas e en-
comendase no escripto-
rio central.



Estrada de Ferro do
Recife a Caruar
De ordem do Illm. Sr. director, fas-se publio
que a contar do lia 21 do corrate o tresn P 1 s
ir at a rstscao do Cascavel as tercas e sabba-
dos.
Secretaria do Prolongamento da Estrada de Fer-
ro de Pernambuco e Estrada de Ven de Caruar,
16 de Fevereiro de 1887.
O secretario,
Manoel Juvencie de aiofa.





Diario de Peroambucotyuarta-feira 23 de Fcvereiro de 1SS7


Tasa de eeraaa
O administrador da Recebedoria fas publico,
que finda-se no dia 28 do correte me o praso
par* pg*miito, livre de multa, da 'xa de es-
craves do eom-nte exerticio de 1886 1887.
Recebedoria de Peroambuco, 23 de FeTereiro
de 1887.
Alexandre de Sousa P.d> Carmo.
A C mira Municipal da eidade de Olinda e seo
termo, id virjude da lei, etc.
Fas scienta aoa seus municipea que da data
des te ras diai te, haver o paco da Cambra Mu-
icip-il deato eidade, de 10 hora da manb em
diaute, no das de qutrt'S-ieirao, consultas acs
doentes po vi, pelo medico da mesma cmara,
b-m como vaccinaclo e revaccinacio a todas aa
ptaaoas uue delta precisar.
Paco Fevert iro d 1887.
Dr. Joo de 8a Cavalcuite de Albuqucrque,
Presidente,
Jos Marcolino da Fonseca Manguinho,
Secretario.
CumpaHhia Ferrocarril
Carnaval
Durante oe tres das de carnaval, a'.m da car-
ros extraordinarios para todas as linhas. bavtr
tarde e noite carros na linh-i da Magdalena, que
fario o trajelo apenas entre a Praca da Boa-Vista
e a do Couselbeiro Jeo Alfredo. Estes se destn -
guiri) dos outros da mesma hntaa que faran -
vagem inter, por urna bandeira encarnada eom
o dis'.icuMa-Vtata -enllocada por cima da
taboteta,
O gerente,
Cario* Alberto de Menexe*.
EMPREZA D GAZ
Pede-se aos Senh
res consummidores que
queirain fazer qualquer
comunicaco ou recia-
maei, seja esta eita no
escriptorio desta erapre-
za na do mperador n
9, oade tambera se re-
ceber? qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Sentares
Hermttlo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva /Ol-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ios Car.valho.
Durante a auzencia
doabaixoassiguado na
Europa todos o s reeibos
dessa empreza deve-
ro ser passados emta-
loes carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor algum.
George Windsor,
COMMERCIO
B lita (iuiniiTfiil
COTACES OFFICIAES DA JONTA DOS COR-
KECTOBES
Red fe 22 de Ftvern de 1887
Cambio ubre Londres, a 90 d|V. 22 1)4 d. por 1/,
do banco, honiem.
( presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario.
Eduardo Dubeux.
Hmlmentu banrario
aacirs, 22 na fsvbrig r>s 1887
Os bansos ainda conservaram no balcao a taza
de 22 1/8.
Aa 'tabellas si estas :
Do Londou Bank :
Sotare Londres 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/8.
Sobre Pana, 90 d/v 429 e a vista 433.
Sobre Hambrgo, 90 d/v 532 e visto 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e vista 243.
S,bre Italia, vista 433.
Subte New-York, vala 2*290.
Do Eiujlish Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e viata 21 7/8.
Sobre Paria, 90 d/v 439 e vista 433.
-lne Italia, vista 433.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 532 e vista 538.
Sobre New-York, a vista 2*290.
Sabr Lisboa e Porto, 90 d/v 240 e vista 243.
- obre aa principaes cidadea de Portugal, vista
218.
Sbre lina dos Acores, i vista 251.
Subre Ilha da Madeira, vista 248.
Urrcado de assncar c lajodo
BECIFE, 22 OE FBVEBE1BO DE 1887
Attucar
As ontradas de attucar feram pequeas.
O presos, pagos ao agricultor, rcgulam unces
coi algansmos seguutes:
baixo, por 15 kiUs. de 2*000 a 2*100.
. regalar, por 16 kilos, de *l00 a 2/2HO.
' boa, por 15 kilos, de 2/OO. 2*300 e 2*400.
3." superior, por 15 kilos, dr 2*500 a 2*600.
:)raucu turbina Usina Pinto, pjr 15 kilos, a
2,5600.
leaos turbiua Usina Piuto, por 15 kilos, a
1*900.
Uranco turbina palverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
- -, uo, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
cavado, por 15 kilo, a l/2u0 a 1*300.
lrute, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
.tteme, por lo kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo aos piceos so obtidos
. raie o sortimento.
Algodao
O preco do algodao cuntiuiLt a ser de G*100 por
15 .'los o de Peroambuco e boas procedencias,
em Ierra.
:otaa do Tssraosiro dilacerada
O r.colbimeuti. de notas JiUceradas est sendo
Irito na Thessararia J- F.zcnda, as tercas e
eextas-feiras das 10 as 12 horas da manbi.
GOMPAHHIA DE SBGOROS
COXTHA FOaSO
\orli) British 4 Mercaoe
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras sterllnaa
AGENTES
Adomson Howie & C.
ii
Goiupanhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
EstaheicSda em 1^*5 .
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
te 31 de dezembro de 8S4
arilimos..... l.MMNNM
Terrestres,. 3.6:000&00(l
41-Rn.i dv commereio
(OHPiiXin.1 rDfi SEGURO*
NORTUERX
.-! LOudrra e berdeea
rilca Capital oubaciipti>
Fundos accumulartos
Beeella annaal >
Di premios contra fogff
De premios sobre vida
De joros
3.000.000
3.l34,34cS
577,330
191,000
132,000
O AGESTE,
Jokn H- Boxuxll
BLA COHMEaUOCIO M. S6 1* AX*B
Cipift ii Seguros WUi
Lisboa
AGENTE
Miguel Jos Atoes
N. 7-RUADOBOM JESS N.
SefraroM mariliatos) e tcrreMtv*
estes ultiao a nica eoapaahia oesta pra/;a
^ue concede 3s Srs. segnradis ieecip?8od paga
ment de premio t-m cada stimo^aaso, O qo
quivaio ao det^Toiito >lc cores 15 per o.-.Zj o
avor dos seguradas.
SEGUROS
V1ARITIMOS CONTRA FOGO
Companhla Phenii Per-
nambncana
Ruado Commercio u. 8
i.ondon and BrasIUaB Ba
Uialted
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobra aa ca-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
Porte, ra dos Inglezea.
aaaanaisaiM
1
Hamtmrg-SaBflamerlkansciG
DampfschinTahrls-fieselIschall
0 vapor Tijuca
E' espirado dos par-
tos d i snl at o dia 4
de Marco segnindode-
p iis da demora neces-
'ria para
Lisboa e llainhtirgo
PaTi carga, pasagens, encommeaolas, diuhei-
ro e frete tracta-se com os
AGENTES
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. &
' andar
1I0VAL U\i STEA1 PACKET
G01PANY
0 paquete Tagns
E' esperado da Europa no dia
'3 do corrente, seguinde
depois da demora neceesa
ria para
i0 (>xmit t t\$Au
Segu com brevidade para os partos cima o
lugar nacional Tigie, por ter pirte di sua carga
engajada, e par 6 mst) que falta, trat -ee cum
Saltar Oliveira & C.,roa do Vigario n. 1, pri-
meir i andar.
L1L&
wm
Qainta-ieira, 24, leilo dn bons movis luiiea e
vidros em nm grande sobrado da ra do Hos-
picio.
Qutnta-ftira (24) deve ter lugar o leilSo de
nm rxcill6nte piano, uini linda serapbiu, urna
mob'lia de junco, movis, lonc*, vidros e raais ob
jeetos do colegio de Nossa St uliora das Victorias,
rna do Hospicio o. 10.
Leilo
de urna parte do engenho MM
c Britto
Agenti
O ag'n'e cima, a mndado do Illm. e Ene. Sr.
Dr. juia de direito da provedoriu, era s'ia presen-
ca e a ^querimento do inventarente don bens da
fiuaiia D. Tieicsn Carneiro Lia-de Mir.ini, le-
var leiUo urna parte do engt-uho BRUM, da
quantia de 12:55'.!^. e bem xssiin a rerv* pxrte de
nma casa terrea som numero ra de 8. Francis-
co, tudo na freeuezia da Vnrn>%*.
Qiiai-t-. era 23 do correne
A'8 11 horas
A' ruado Imperador n. 1G
EILAO
Bahia, Rio de Janeiro Monte
video e Bueno* Aj re*
Cara passagens, fretes, etc., tracta-se -noi
CONSIGNATARIOS
Idamson Howie &C.
Ifliied Slates Mal! Brasil S. 8- C.
0 paquete Finance
Espera-se de New-Port
News, at o dia 27 de Fe-
vereiroo qoal seguir depois
da demora neceauaria para a
Babia e Ro de Janeiro
Pura carga, passagens, encommendas e dinheir>
i frete, tracta-se com os
AGENTES
Henry Forster i C.
N 8 RA DO COMMERCIO 8
2.- anda
COMPA'NHIA 1
MPERIA I
DE
MECIRON costra FOtiO
EST: 1803
Edificio* e mercadoria*
'laxas bailas
Prompto pagamento de prejuom
CAPITAL
Rs- 16,000:000*000
Agentet
BROWNS&C.
JJ. *- Ra do CirmmercioN. 5
SE
CONTRA vm
Fhe Liverpool & London & Globe
lNSllR4r,"1AU,u
&c.
*ulioti(uriio de notan Uo Tbenvaro
Em 31 de Mtrco vindouro termina o pniso mar-
cado para reeolbimento, sem descont, das notas
de 2<000 da 5- estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da 7.
A. substituido est sendo feita na Thesouraria
de Fhzenda, nos das uleis, das 10 s 12 boras da
manbi.
Dntrada de aauear e aigudo
HES DE FEVEKBIKO
ESTEADAS 3 1! i i 1 i
^ q X
Barcacas..... 1 19 70.7S1 4.739
Estrada de ferro de Olin-
da ...... 1 19 483 1.852
Estrada de ferro de Ca-
ruata ..... l 21 8.94(i 279
Aninaes..... 1 i 21 10.311 9.172
Estrada de trro de S.
Francisca .... 1 18 62.263 3.30o
Estrada de ierro de Li-
1 19 18.796 6.660
171.574 26.308
l'ri'lnnieuloi
Patacho ioglea WiUie.. pira carrejar em Natal,
com destino sos Estados-Unidos, a razio de 25/.
Barca norueguense Atexandra, para carregar
sementea de al^odilo na Parahyba, com destino a
Hull, a rhzio de 25/.
Patachu ingles Emeline, paja carregar em Qoa-
rspes assucar a rnzo de 19,', com destino aos Ea-
tadoa-Unidoe.
Kmbarrsrftes desjpaebadasi
Escuna americana Ilarold B. Coutent, sabida
hjutcn (22), rnnduzio :
Para New Yoik:
8,460 saceos eom ascucar.
Carregarm Henry Forster C.
Escuna allema Frltz, sabida honem (22), cen-
dnzio :
Para Pelotas :
1.400 saceos com assucar branco.
700 ditos com dito niesuavado.
Oarregaram Pereira Carneiro & C.
Barca nnruegueose Sverhoy, sabida hontem
(22); cooduzio :
Para Bltico :
1,630 tardos cum algcdio.
Carregarum Borsielman & C.
Paila da Airandega
i *. de 21 a 26 db ravEastio
Alcoo (kilo)
Aigodao (kilo)
Arras com casca (kilo)
Attucar refinado (kilo)
Dito bruno (kilo)
Dito mascavdo (kilo)
Borracha (kilo)
218
346
065
151
191
067
1*266
Para Liverpool
larrsoj Llie o Steara
O vapor Mariner
Espera-se de Liverpool at
o dia 24 do corrente voltar
pura o mesmo porto depois da
demora do costume.
Para frete trata-se com o
AGENTE
S. L. JQNHSTON
RA DO COMMERCIO N. 15
Coeapa^^ia Mra leira d iJuavo
{caoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor P
Commandante o 1.' tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos porto* do su!
at o dia 27 de Fevereiro, '
o
t-
T/ /Wbk. seSuira iop0'8 ^ demora in
fri't^lJjJ'' dispensave!, ]
&3%
para os porto*
do norte at Slanos.
Par carga, passagens. enconunendni valore*
tracta-se na agencia
PRAQA do corpo SANTO N. 9
Cachaca (litro) 077
Cacao (kilo) 400
Cafrestolho (kilo) 4S0
Caf bom (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Careos de alroduo (kilo) .014
Carvaode pedra de Cordifl (toa.; 16*000
Couros seceos e pichados (kilo) 585
Ditos salgados seceos (kilo) 500
Ditos verdes (kilo) 275
Farinha de mandioca (litro) 250
Fumo reatolh > (kilo) 400
Cienebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Milho (litro) 040
Praocboes (dual) 100*000
ImportaeSo
Vapor nacional Espirito Santo, entrado
dos portoa do norte era 22 do corrente e
consignado ao Visconde de Itaqui do
Norte, manifeatou :
Camarao 4 encapados a Guimaraea l
Valente.
Gorama A rn-indioca 25 paneiros a Go-
inea Scnna it C.
Pipaa vazias 10 a Ferreira Rodrigues
& C, 28 a Amonio IraiJoa.
liiporti BBCm, 21 DE FEVf.HEIBO DB 1887
Para o exter'or
Na bar ja noruegaese Vega, carregaram:
Para Liverpool, Borstelmann & C. 500 fardos
com 31,696 kilos de algodo.
Na barca noruegnense Eikuridatund carre-
garam : *l
Para o Bltico, Borstelmann & C. 1.0JO tardos
com 194,139 kilos de algodio.
No vapor ingles Gorje, carregaram :
Para Halifax, J. Pater & C. 5,000 saceos com
375,01 0 ki'os de assucar masca vado.
No l Para New-York, M. J. da Rocha 700 saceos
com 52,500 kilos de assuer mascavado.
No vapor francez ViHe de blaranh&o, carre-
garam :
Para Bremen, H. Nueaeh a C. 924 couioe sal-
gados coro 1" ,087 kilos.
o patacho p rtuguez Xeritat, carrega-
ram :
Para o Porto, Souaa B. Amcriui &. C. 150 sac-
cas com 13,375 kilos de algodio.
No brigue allemdo Bruno & Mane, carre
gou :
Para Hull, C P. de Lsmoa 20.0J0 kilos de
carocas de algodSe.
Para o interior
No patacho allemo Fritt, carregaram :
Para Porto Alegro, P. Cainciro & C. 100
saceos crai 7,500 kilos de assucar branco.
No patacho portugus Fanny, carregou :
Para o Para, T. de Azevedo Stuta 2O0 barri-
cas com 12.870 kilos d assucar branco.
No hiato nacional Rogerio, cairegwu :
Para o Mala!. M. A. da Cuuba 150 saceos com
farinba de mandioca.
No vapor aacioual Espirito santo, carrega-
rrm :
Para o Rio de Jai n
nota 12,000 kilos de tu
,ba 200 saceos,
oo 200 ditos
De 1 roobilia de, amarello, 1 dita de Jaca-
randa, I cofre francez prov de fogo,
mirquezns, marquezoes, cadeira8 de ba
ianjo, vinho Bordaux, 2 piaaos, miu-
dez.is, 1 guarda-louca novo, fumo em
pacotes, cigarros, jarros para gua, ba-
lanc.i8, jommoia?, carterase muitos ou-
tros objectoB qtl? estrao patentes no
to do leilo.
Quinta fera, 4 i!o correte
A's 11 horas
A7o armazem sito ra da Mrquez de Olin-
da n. 19
PRINTERVENQAO DO AGENTE
Gusmo
turlas de peonas, etagers. quadros e 1 lustre de
crystal-
Quarto de oratorio
Um oratorio, 1 mesa para o mesmo, urna mobi-
lia do junco preto, urna cadeira pira oratorio,
Uma serafina, 1 baaco, 4 endeiras, 1 canap, 16
quadros, 2 rrtagers, l lampada, 2 vasos de lacre
da China, 2 ninhos Com pasearos, 4 cortinados,
c.sucaes.
Quartos
Canias Irancezas, inarquezas, commodas, toil-
lets, lavatorios, cortinadas de cama, camas de
Ierro, lrvatorios de ferro, mesas e cudeiras.
, Objectcg avalsos
Livros inglezes e francezes, jsrnaes franceses,
aupas geograpbicos, arand' Ib a gaz, 1 veloci-
pede e muitos outros i.bjectje de gostn.
Quinta-feira 24 do corrente
Agente Pinto
No sobrado grande da ra do Hospicio n. 10
O 1-ilo prineipij.ru s 10 horas em ponto, por
ser-m muitos os lotes.
Leilo
De movis, pian, louca e vidros
A's to e 1/2 hora
tfo 2o andar do sobrado da ra de Mariz e
Rirros n. 2
Sexta f CONSTANDO:
De 1 inobilia de pao carga, a Luiz XV com-
posta de 12 cadeirat do guarnici} 4 ditas de bra-
cos, 1 sof e 2 eonsolos c >m pedra, 1 excelente pia-
no novo do fabricante Bioud.l & .-ignes, 2 pares
de jarros, 2 Candiciros, 2 rseurradeira, t'iro de
esteira pra sa'n, um.i cama trancesa para casal
com cupia, cuja rica c^mmoda de amarello, 1
marquezo para casnl com colxao. 1 cama para
m-nino, 1 banca cm gaveta, 1 mesa elstica com
4 tahuas, 1 cade'ra para menino, 1 cadeira de
vime, 1 quartinheira, eadiraa, lonjas para almooo
c juntar, copos de cryatal pra agua, ditos com
azas, cumpoteiras, fructeiras, trem de cosinha e
outros bjectns do uso domestico.
O Bp-nte Gusinao autorisado pelo Illm. Sr. Ma-
n el '- Moa da Silva Curado que retira-sc pura a
Rnr-p- _on i sua Em. familia far leilo des
..:ii> >-.od acuna meaci'>D.ados 09 quaes se tornatn
o-mmendaveis por sertm quasi novos.
2." Le'lo
DE
Agente Brito
O agente cima levar leilS-ioa seguintes pre-
dios: 1 casa terrea grande com sitio, uo boceo do
Espinhi iro n. 1 ; 2 casinhas na travesea do Prin-
cipe(cisco) ns. 4 e 6, ambas reudeui 20*. terreno
proprio; X obrado i edificado de novo ra de
H>rtns u. 10b' ; 1 ene;! terrea a la Santa Rite
VMh n. 4">, rende Sktf. Todos se entreg.m de-
sembaracadns. ,
Qulut;:-feira, 94 do corrente
A's 11 lior,.s
No arm-zcD ra de Pedro Alfonso
n. 43
Grande e variado
Leilao
De bons movris, louca. vidros, livros, plantas,
pertencea ae um tbetriulio, cindiciros a gaz, e
objectos de clectro-plate, a saber :
Sala de entrada
Um espelbo de Veneza, 1 estante envidra^ada,
t mesa redonda, 1 mesa para Jogn, 1 panno de
mera, 1 cauap, 6 cadeira* do guarnico, 2 de
bracos, 2 de balanc", 1 espreguifadeira, 1 tapete
grande. pra sof, I vaso com plantas, 2 cortina-
dos, 1 mesa c 6 mochos rustico, 1 etager para
copos, 2 6U*p>neo arystl. ,
Sata de jantir
1 tnsa grande, 1 canap, i etagers, 4 jardinei
ras, 1 mesa graude para jmtar, 1 ipparador
grande, t guarda li.uc, 1 mesa elstica, 1 rele-
gio, 2 consol, 1 guarda-comida. 18 cadeiras
de junco, 2 cabides pira chapeos, 2 bancas com
encost, apparelbos para cha e jautai, cipos,
clices, compoteiras. licoreir, porta-quejo, tslhe-
res, colheres e object.is de electro plato e 1 lustre
de cryetal.
Primetro andar, sala d visita
Um piano t..rfe, 1 mob lia de Jacaranda, 2 qua-
arosa oleo, 1 meaa redonda cum pedra e 2 con
solos, 1 sof, cadeiras, 1 pete f.'rro de sala, al -
mofadas, e*p'- guicadeir-s, cortinad s de guipine.
1 espelh) de Vneta, porta-canes, vsos de jar-
ros para flores, cacli pota, entumas oordadas, ven-
com 12.000 ditos de dito mascavado ; Amorim
IrraSos & C. 360 saces com 21,000 kilo de assu
car branco e 65i mascavado ; A. J. Gomes 1,200 saceos com 96,0 0
kilos de milho ; 1>. A. da Costa 6,000 cocos,
fructa.
Katua cara
Barca oacioDal Marianninha, Rio Graude do Bul.
Barca norueguense Vega, Bltico.
Barca norueguen:e Cty>, Estados-Udidos.
Barca inglesa Dunst^ffage, Estado*-Unidos.
Barca noruega Kex, New-York.
Briguc allemao Bruno & Marte, Hamburgo.
Bngue nnruegoeiise Mira. Liverpool.
Cter nacional GeriquUy, aortofc do norte.
Escuna dinamarquesa txpress, Montevideo.
scuua sueca Lorel'y, Rio Grande do Sul.
Escuna allema Johanna, Santos.
Galera inglesa Lorenzo, Liverpool.
L^ar nacional Ztquiriha, Ri Grande do SuL
Lagar iuglez Mo'mng liar, Santos.
Lg-tr nacional Tigre, Rio ,Jraade do Sul.
Patacho allemSo Brhante, Mout video.
Patacho mgl z Agenoria, Santos.
Patacho nacional JfaitnAo VI, Rio Grande do Sul.
Patacho americano J. P. Latten, Ro Grande do
Sul.
Patacho portuguez Fanny, Para.
Palhabote nacional S. Burtkolomeu, Porto-Alcgre.
Patacho portuguez Verilat, Lisboa e Porto.
Vapjr ingles Pletsy, Liverpool
\avlii* & descarga
Barca norueguense A'no, carvao.
Barca, noruegueuse Noatun, carvlo.
barcaca nacioual Apresentacdo de Mario, gneros.
nacionaes.
Barcac* uacicnal Flor de Tatuawnha, dem.
Barcac/ naeiou Barcada uacional Moema, idem.
Barcaca nacioual V.ctoria Alagoanna, idem.
Barcada nacional Boa Nova, idem.
Brigue austraco Ptnus, varios gneros.
Escuna ingleza Percy, baealbao.
Hiato brasileiro Deus te Guarde, sal.
Hiate brasiieiro Bom Jess, algodio.
Hiate nacioual Flor do Jardim, sol.
Lugar ingles Minnia, carvio. 1
Lugar noruogucaBe Courier, fariuru de mandioca.
Laar ingles Blanche. bacalbi.
Lugar inglez Retrevier, bacalho.
Lugar iugiez Lunie R. Wilce, bacalho.
Lugar iugl. z Nicanor, 'farinha de trigo.
Patacho ioglez Plymouth, bacalho.
Patacho inglez S- Joseph, bacalho.
Patacho ingiea Tiber, bacalho.
Patacho ameiicauo Leonora, farinha de trigo.
Illnbcro
0 oaaBete Efpinto Sanie, trouxe do norte pera:
MachU Lopes^ C |:000/000
Francisco Goncalves Torres J.OOUUUU
Hcrmann Solzembach 1:2 Francisco Ribeiro Pinto Goimaraes bbObO
Ilendimentos pabllcos
MEZ TlB FBVERSIBO
' Alfaniega
Reoda geral :
O 1
ld.:m
a 21
de 22
547:277*3W
18:039*779
565.317/178
Aluga-se casas a 8<0 no becco dos Coe-
Iho, junto de S. Goncatlo : a tratar na ra ds
Imperatriz o. 56. _____________^^
Precisa-se de urna b-a cosinheira para cas*
de pouca tainilia ; na ra do Imperador n. 50, Io
andar.
AHukh oe o andar do sobrado n. I, ra
do Viscoane de P.:lot-is, oatr'ora Aragao tratar
na rua da \Ldre de D-iw n. 2.
Bom negocio
Vende se uma casa de molbados, propria para
principiante por ter poucos fundos ; quem preten-
der dinj-i-se r--finacao da roa do Li-na, em San-
to Amaro das Salinas.
Caixeiro
Precsase de um caixeiro com pratica de mo-
lbados, de 14 a 18 anuos, dando fiador sua con-
ducta ; na rua de Santo Amaro n. 28.
1/qiwi.i'o por 6 das
NO BEM AOKED1TAD > ESTABELE-
GlilEMTO DAS ESTRELLAS
1 m Um in Giis i i
Mudapolo B6.i-Vista verdadeiro a 6/500 a
peca.
Algodio marca T nunca visto a 6/000.
Cretone americano, qoalidade special a 240 ra.
o. povado.
Zppbir lis.s a 11 0 is.
Ca-emira de algodau lindos desenhos a 240 ra.
o covado.
Sodas do Jupio a 200 rs.
Setins sottomHp.os con liatra a 320 rs. o eovado
(novidadp).
Panno preto inglez a 25000 o covado.
'A|godilo com duas lusguras a 640 rs. o cor
vado.
Bramante i!c linho com 10 palmos a "_'0OJ o
metro.
Len^es de b;uante a 2y0(i0 um.
Gua' danapes, bonitos desenhos, a 2/000 a du-
zia.
Toalhas alcoxoadaa a 2/200 a duzia.
Espartilbos do linho ricamente eufetados a
4/000.
Meias inglezas para bomem a 3/500 a duzia.
Lencos de bietanba a 1/800 a duzia
Babetes para criaeca a 1/'200 a duzia.
Pliss* a 400 e 500 rs. o metro.
Leqces assetinado* a 1/0'K) um.
I >".t s a Juanita a 800 rs. um.
Cortes da fusto para collete a l/SOO um.
Assiin como muitos atg:is quo b<5 com a vista
poderio avaar a grande reduccau de precos, a
tambero encontrarao a verdadeira estopa fabr
especialmente para o bordado.
Aluga se o 2- e 3o .ujur, juutos ou jopara
dos, da casa na rus larga dn Rosario n.37, es
quiua lefroute da igieja ; n tratar uo pavimento
terreo, loja de c .belleireiro.________________
= AMA- Na rta Ni-va n. 6, precisa-se de uma
para comprar e cminliarcom perfei(io, para casa
de bomem solteiro.
4H4 Proeisa-so Oe uma : (>ara o servic-o
domestico de um casa de familia na tinturara
traocrza, rua do Bario da Victoria n. 58. ___
Bnciimma-se eom asreio e prumptidao :
rua do Imperador n. 54, 3. undar._____________
3- Preclna-w*'. com urgencia, le
pcrfcliaN cosiureirus. paga e a>c
eOao dla>it. uaa rua do Impera-
dor si. SO. I. andar.
Vende se
o deposito de seceos e molhados da travessa do
Prata n. 7, untigu beceo du Marisco ; a tratar no
mesmo.
Caixeiro
Precisa-se de um menino de 12 anuos de idade,
que d eonhecimento de sua, conducta ; a ti atar
na rua da Roda n. 11.
Aluga-se
o Io andar e sotao da rua do Fogo n. 35 ; o 2 e
3 andar da rua estreita do Rosario n. 82, tena
agua e commodos para grande familia ; catao lira
pos e sao iud pendentes ; a tratar na rua da Im-
peratriz n. 16, andar.
Professora
Uma setihora de conducta irrepreheosivel e com
aptidio para o magisterio, offerece seus prestimos
para qualquer engeiiho ou casa particular ; a tra-
tar na rua dos Pires n. 52, ou pateo do Carmo n.
9, hotel.
Reoda provincial :
De 1 a 21 102:166; 44
dem de 22 5:016i945 107:1831387
loUl
672:500/1:65
" ReotbedorU.
e] 1 a 21 dem ce 22 24:331 792
219/483
24:751*275
- Consulado Provincial
Oe 1 a 21 39.058/037
Id-un du 22 fieet/e Drainoge 78.378 39:136/415
IV 1 a 21 24:123*015
dem de 22 196/528 24:319*543
Mercad* Municipal de *. Joae
O movimento deste Mercado uo da 22 do cor-
rente foi o seguinte:
Entraram : _,.
43 bois pesando 5,801 kilos, sendo de Oli-
veira Castro, 23 1/2 ditos de 1 qoalidade,
7 1/2 ditos de 2 dita e 12 ditos particu-
lares.
740 kilos de peixe a 20 ria
33 cargas de farinha a 200 ris
8 ditas de fruetas diversas a 800 rs.
6 taboleiros a 200 ris
17 Sumos a 200 ris
Foram oceupados :
24 columnas a 600 ris
22 compartimentos de farinha a
500 ris.
18 ditos de comida a 500 ria
78 1/2 ditos de legumes a 400 ris
18 ditos de suino a 700 ris
10 ditos de tresraras a 600 ris
10 talhos a 2/
7 ditos a 1/
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1 ris
4 talhos n 500 ris
Oeve ter sido arrecadada neste dia
a quaatia de
14*800
6/600
2*400
1/200
3/400
14/400
11/000
9/000
31/400
12/600
6/000
20/000
7/000
54/000
1/000
194/800
Rcndimento de 1 a 19 de Fcvereiro 4:141/840
Foi arrecadado liquido at hqje 4:336/640
frecos do dia :
Carne verde 220 a 480 ris o kilc.
Carneiro de 720 aJ800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
farinba de 200 a 320 'is a cuia.
Milho de 260 a 820 ris idm.
Fcijio de 560 a 1/000 idem.
Foram mandados linear ao mar 181 kilos de
carnes corrompidas, perteacentea a Oliveira Cas-
tro & C.
Vaporea e navloa eaperadoa
varonas
Legislatorde Liverpool hoje.
Supervisorde Liverpool hoje.
Ville de Ccardo Havre hoje.
Tagus-^da Europa u 24. _,
j|Marinerde Liverpool a 24.
Financede New-Port-News a 27.
Ceardo sol a 17.
Sem dieta esem modifi-
caf oes de costuuies
Laboratorio central, rua do Viconde d*
Rio-Branco n. 14
Esquina da rua do Reqente .Rio de
i Janeiro
Espccicos preparados pelo pliar
maceuiico Eugenio Marques
de Holianda
Approvados pelas juntas de bygiene da Corte,
Repblicas do Prata e academia de industria de
Pariz. r
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as diges-
toes e promove as ejeccoes dfficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anemicos, debella a hjpoemi
intertropical, nconstitue os hydropieos e beribe-
ricos.
Xarope de flor do arueira e mutamba
Muito recoman ndado na bronchite, na hemop-
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
!",' o primeiro reparador da fraqueza do orga-
nismo, na fysica.
Pilulas ante periodicag, preparadas com
pererina, quina e jaborandy
Cura radicalmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas, I
Vinho de jurubeba simples e tambera fer-
ruginoso preparados e m vinho de caj
Efficazes as inflammacoes do figado e baec
agudas OU chronicas.
Vinho tnico de capilavia e quina
Applicado as convalescencas das parturientes
r etico antifebril.
Francisco Manoel da Silva k C.
RUA MRQUEZ DE OLINDA
Amandade Hamburgo.
Apotheker Drsende Santos.
Aricade Cardiff.
Aldwathde Terra Nova.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Auriolade Terra Nova.
Budade Cardiff.
Bella Rosade Terra Nova.
Cometade Porto Alegre.
Cysuedo Ro Grande do Sul.
Christiani Scrivcrde Cardiff.
Cameliade Terra Nova.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Eiutede Hamburgo.
lite de Tena Nuva.
Eugeniade Terra Nova.
Guadianade Lisboa.
Hapnus-do Rio Grande do Sal.
Hersiliada Bahia.
Idealde Londres.
Jolanthede Santos.
J. G. Ficbtdo Rio de Janeiro.
Julios Sk-rkede Genova.
Li dadorde Rio de Janeiro.
Liliande Terra Nova.
Lavioiade Teira Nova.
Linda Parckdo Rio Grande do Sm.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio G ende do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainod* Cardiff.
Nellyde Terra Nova.
Our Anniede Bueuoa-Ayres.
Progressode New-Port.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Rolanddo Rio de Janeiro.
SperaBZHde Cardift.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Hovitnento do porto
Navios entrados no dia 22
Port-Natal 31 das, brigne inglez Maid of Glan-
tcern de 25S toneladas, capito E. J. Chaddo-
ck, e'quipagem 8, em lastro; a H. Lundgren
& C.
Manos e escala11 1/2 dias, vapor nacional &-
pirio-Santo, de 1,999 toneladas, commandante
Joao Mara rcssua, equipagem 60, carga va-
rios gneros; ao Viseonde de Itaqui do Norte.
Santos e escala9 dias, vapor francs Ville de
Maranhao, de 1,775 toneladas, .commandante
Breant, equipagem 44, carga vario gneros;
a Augusto Labille 4 C.
Navios sahidos no niesmo da
Havre e escalaVapor francea Ville de Mara-
nhao, commandante Breant, carga vanos ge-
PortoAlegreEscuna allema Fritz, capito F.
Dinx, carga assucar.
Santos-Lugar ingles Monng Star, capit&o D.
G. M. Cann, carga assucar.
Rio Grande do Norte-Patacho iuglez WiKte, ea-
pitio M. Haffey, em lastro. '.
BlticoBarca norueguense Elverhoi, capitao A.
Reinestsen, carga algodao.
ParabybBarca norueguense Alexanara, capi-
tio F. H. Falkemberg, em lastro.
Ro Grande de Norte Patacho inglez Emeline,
capito 8- E. Vanee, em lastro.
New-YorkLugar americano Haral B. \
capitio William Davis, carga assncar^^

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Diario de PernambucoQuarta-feira 23 de Feverciro de 18H7

Leite para sennoras
e doura'los i
tiuura'js a
26000.
500 ris o
Broi-li s DkU Bonitos gra-upos
muga.
Esplendido sortiroento de galoVs de vidri
lhu.
Grande variedade de taque de setim a
4(5000.
Frisadores americanos para cab Uo a 300
ris ma<,o.
Setas de phantasia para cabello.
Boriit. de plisss a -100 ris.
Bjun i tritaoS > 'c br.h..ot a 500 ris.
Aventaes honl;ulos para craancaa a 2<5oUO.
Cbapus de fuatan e setiin para .crean-
*? ,
Sapatos de mermo e setim para crean
gas.
Meias brancas e de cor^s fio ile Escocia.
Pomada de vozelina de diversas quali la
des.
Sabonetcs finos de vogelina e alfacc
Extracto* fiuos de Pioaud, Gucrloin,
Lubin.
Lindas bomas de couro e velludo.
Fichus de la para sentara a Ij-OO.
Sapatos de casemira preta a 2>000,
Thesouras para costura de iOO rio
3000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualiJades e cores.
Immensa variedartc d"- bo'3es phantasia.
E milhares de objectos proprios paro tor-
nar y.raH senhora elegante, e amitos ou
tros iudisp'^nsaveis para uso das a uilias
tu eos
filiar i is
PASA TING1R A
barba e os cabellos
i\a Graciosa
7 Ra do crespo 9
Duarte &C.
Pillas purgativas e depurativas
de lampan!)
Estas jiluias, cajo |.repHrncao poranetite ve"
getal, tecm sidj por uiais de 0 anuos aproteiladat
com os uielhores resultados as a-'gumtes moles-
tias : affeccoes da pelle e do figado, syphilis, bon
boes, escrfulas, chaghS uV'teriidae, erysipelas t
gonorrhas.
Modo de aaal-aa
Como purgativas: tomt--se de o a t per dia, e-
bendo-se apos cada dso um prjeo d'agua aaoca
da, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um pilula o jantat
Estas lulas, de iuvenv&o dos pimrmaeeuticof
Almeida Andrade & Filhos, teem veridictum do
rs. mdicos para sua melbor garanta, toroande-
se maia reeommendaveis, por aerein um scgim
purgativo e de pouca dieta', pelo que poden, ser
usadas em viagem.
ACHAM-SE A' VENDA
^a droicaria de Farla Sobrlnbo di'
*-\ -BOA DO MRQUEZ DE OLINOA 41
S MES DE FAMILIA
Para remediar fraqueza das criancas, des***
volver suas forcas, seu crescimento e preser-
val-os das molestias communs idade tenra,
os prinrinaes Mdicos c Metnbros da Academia
de Medicina rereilo, com grande xito, o verda-
deiro Racahout dos rabes de Delangrenier,
de Pariz. Este alimento muito-agradavel com-
postn de substancias vegetaes nutritivas e
fortificantes, se espalha i-or toda a economa
e em vista de suas pronriedades analpticas,
melliora a composico do leite das senhoraa
que criao, e restaura as torcas enraquecidas
do estomago.
Depsitos em todas ttC.'dades do Kramile do Portugal.
h rt i tintura tit)ge a barba e os cabellos ios-
tao*:.iie;imen"', dando Ibes moa bon 'a r
e natural, in tensivo o sen uso sm.pies e
rpido
VerHe-ee aa BOTICA FRAVCEZA E DRO-
GARA de Rouqupyrol Fre-es, sucessores de A
CAORS, rus do Bom-Jesus (autiga da Qrut
o. 92
Compras por atacado
o l*.U.i ai de Cambar
tem prec >* especiaes par acuelles que compra-
rem grandes pjrcoes. Distribn m se iin.irtsoos
iU' m es pedir, contendo as condicoes de venda :
na n.a do Mrquez de Oiinda n. 23, drogara dos
aicos i-gesten e dVpnlrarioi geraea
Francisco M. 4 Silva ^ C.
Peiloral de Cambar (3)
Dcsooberta c preparado de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado p.la Exma Junta Central de Higie-
ne Publica,auctorisado pelo goveroo imperial, pre-
miado com as uiedalhas de oiiro da Academia Na
eional de Caris c Exposicao Brasil-ira Ailemi de
1881, e rodeado de valiosos cttcifadcs mdicos e
de muitoe outr s de ppttoM carai-.s de: tussi-s
S'mples, br.:iehiti-, attbuia, muquidlo, tsica pul-
monar, coqueluche, esearros de sanguc, ete.
Procos as a;rencias : Frasee 2,4500, meia
dusia 13&O.K) e uusia 24f000.
Precos as sub-ageneias :F'rasco 2800, meia
iusia 15f000 e dusi i 280O0.
Agentes e d.'poitari'is geraes nesta privincia
FRANCISCO MANOEL A SILVA & C,
ra Mrquez de Oiinda n. 32
.'citar.. I de Cambar
(5)
PRECOS
as ag"nc-ias : frasco 2500, 12 duzia 134 e
duzia *4000.
as eub tgracias : frasco 2800, Ii2 duzis
15*000 e duzia /8,'OUO.
Agentes e denngirarios geraes em toda a pro-
vincia Fraiii-Mco M. da Silva Jk C, ra do
MHrquez do Oiinda n. 23.
Echiqoicr.
For.iocedor
privilegiado da Casa Real do Espanha
e de Z. IiL a Rainha de Italia.
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oles.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada
Ozea Fixativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream.
Estas exquisitas preparacoes sao nafta apre-
ciadas na oais distincta sociedade pela deli-
cadeza do sea perfume.
W RIECER'S
TCRYSTALS0AP
i.' iransparente cristalino)
reco:::. eido coi perleito d todon os sabaos de toilette pelas suas
propiedades h\-ionices, ;-.3lo coa arou- c pela eua larga duraeSo.
L'
: 3 : .; ..r>.<;J.. ; i'ci : i.iii:.i -ia- .-;:i,:.. ia... tfca.
CURA CERTA
na todas s Affecqoea pulmonares
VaiD?CMtS(WimCAAIISMu:ACTO-Frf0?HSTfC;i'AI,X
El 1EFIR t) QUINA TITRE H A L ECORCEITORAUCES AIE R ES
S.7SSS2ZSSa exportaTToTsss^BiSgiHil
Coimendaildr Antonio Ignacio
do Bego Medelruti
Os empregados da secretaria da Santa Casn de
Misericordia do Recife, tendo de fazrr resar urna
nissa pelo repouso eterno d'alma do commendador
Antonio Ignacio do Reg Med"ipis, ex-viee pro
vedor da mesma santa casa, s 8 horas da muuba
do Oa 26 do correte, na igreja de N. S. do Pa-
raso, pedem Enea, viuva filhos, psreates e
amigos do Ilustre morto, o candoeo favor de as
(iatirem a esse a:to.
Todos aquelles que sofireml
JJo peito, devem experimentarl
jas Cipsulas do Dr. Fournier.|
DeiKisilanos cm PernamOueo :
FRANCISCO M. da SILVA m O.
t
Aniel ia !< Ase vedo Keres
Antonio dn Silva Neves, seu sogro, ennhados e
irmSos agradecem do intimo d'alma s pessoas
que se dignaram de acompauhar ultima morada
os resto mn-taes de ana presada e carinb na es-
posa, filha, irina e conbada, e de aovo as convi-
dara, e bem assm sos demais parentes e amigos
qne n3o poderam comparecer qnele acto, i as-
vistirem as missas, que pelo et-rno repiuso da
mesma finada, serlo celebradas na igreja de S.
Francisc do Recite, e na capella dn Apipucos, s
8 horas da maubl de sexta fein 25 do crrente,
stimo dia d> seu psssamcnto, pelo que desde j
manifeetam-se profundamente rt^conbecidos.
Joaqalm AIToumo Ferrelra
Herculano Francelino Cavalcantc de Albuquer
jue e Tbeophilo X vi-rCavElcsnte de Albuquer-
qne mandam resar na stxta-frra 25 do correte,
is 8 borus da manha, missas na villa de Aua-
Preta e uo engenbo Camorimzinhn, pela alma de
sao enteado e pnmu, Joaquun Afijnso Ferreira,
stimo dia do seu passamento, para rujo arto con
vidam os seos parentes r amig" do finado.
m.-iia de Asevedo Xeres
Antonii da Silva Ncvis e aua familia, Antonio
Jos de Azevedo e sua familia, compungidos da
nais acerba der pelo golpe fa'al que acab.mde
receber na pessoa de sua muito querida esposa,
eara e adorada filha, Amel a de Azevedo Neves,
veem agradecer de todo o coraclo todos os dis-
tmetos amigos o cava'leiros que nao se digna
ram tomar parte na sua grande dor, mas at aos
qae a acompanbarain sua ultima morada ; e de
ovo os coovidam para assistinm as missas, qne
por alma da finada, mandan) celebrar sexta-leira
25 do corrente, as 8 horas da inaubi, na igrrja do
convento de S. Francisco, stimo dia do seu fal-
kcimeuto, e desde j se confessam gratos por este
acto de religian ** earidade
. Maris Rosa Keireir da silva e seubtiluos
agradecem do intimo d'alma todas as pessoas
que se dignaram acompanhar os restos inortaes
de sna presada filha e irroi, Mara do Carino Fer-
reira da Silva, e navainente as eonvidam para
ataistiram as missas qne seio celebradas prlo
temo repouso de sua alma, naq^itriz de Santo
Antonio, quinta-feira 24 do corrate, s 8 horas
dananb, stimo dia do seu passamento, pelo
Use coafesaam desde j eternamente gratos
Pastillias verm i fu iras
de Ncring
o mclhor rfpacifico cintra vermes : deposito cen-
tral em casa Je Paria Sobrinhofe C-, ruado Mr-
quez de Oiinda n. 4!.
Tenden ivmte ou MOlTrelo do pello !(4
Usai o m.-llior remedia, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como voeso soffrimento des-
appsivce. Vende-se na drogara dna unir- agen
tos e d< positarios geraes na provincia, Francisco
Manrel da Silva & C rus do Marques de Oiinda
n. 23
Pcitoral de cambar
Agentes e depostanos geraes n' sta provincia
FRANCISCO M DA SILVA & C.
No armazem de drogas ra Oiinda n. 23.
Preces : Fraseo 2*580, 1 2 duzia
13J0UO e duzia 24*000
4&^&bturJu>0ee em*/?
MARCA DE FABRICA _
y&ses* ^^ m# I |y U ^\
DO
^r Cabanes
KINA-CABANES
O vinho do Cabanes, submettldo
approvaiao da Academia de Medicina de
Pars, foi reconhecdo como um tnico
enrgico (por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da Carne), que d ao
sangue forra, vii/or e energa.
Os Snr" D Trouaaean, Ourard e Vel-
peau, professores a Faculdade de Medicina
de Pars, o receltam todos os das com o
mcihor xito s mul/ieres enfraquectdas por
excessos de toda especie, trabnilio.prazere,
mtiittruarSo, eJude crtica e amainfntacSo
prolongada. E1 extremamente elllcaz contra
u Fastto. Ms diaestoes. Dispepsias. Gastritis,
Toiituras e Vertigens-
D resultados maravUhosos dos ca-us do Anemia, rhlnrote. Pauperismo ao sangue Esteri-
lAade das mulheres. Fiares l-anr-.?, Pergal seiutnaet, Imp-iteuci-irematara, Emiiia-irectmenlo
feral. Tsica pulmonar, Tebrea terct, Intermitteutca, Palustres, Endemicaa e
Epidetalcas.
O Vlnb.0 do X>' Cabanes. pela cner-ia de sua accao cordial, desenvolve as forcas, activa a
circularao do sangue e c muitu reconunendavcl para as convaleacemoas.
Faz cessar os vmitos to firequentcs durante a gravidez, augmcnU a secrecao do leite nos
nutrizes e da extraordinario vigor as crlancinhas de mama, gr.icas a influencia dos scus nrin-
cipios tnicos, e soberano no-, casos de HObetet, Affeccdo da' medulla, Hysteria, Epilepsia.
Sacnttumo e em geral, em todos os casos cm que preciso recorrer um tonteo ontsmnlm
d vtgor e restaure as forras dos doentet t^m
Como aperitivo substitue co:n grande vaniagem os lquidos perniciosos como absintho
vermouin. etc E'um preservativo apreciado pelos viajantes e mannhelros. coma antl-enldel
mico e antidoto da febre amarella, Von-ito e nutras Molestias tropicaea.
Deposito geral: TROETTE-PERREt, 264, bonTcrard Voltaire, PARS
Deoov'.ot em Pernambuco:FBilt' M. a silva ac'.iiai riaelpaesPSarmadai.
MOTA Para fritar as contri facfCes, s se den
acceitar as garrafas qui tiverem incrustadas no r/rfro
as palatras Vlnho do D Caba:ies, Pars, <
sobre os rtulos, tiras de papel' que ennlvsm
gargalo e a marca de fabnez,
I ass'gnatura do D' C-
banos e o m//o de garanta
de gonrno trancez. V< ,
_______________ &. li. f.

i&zw
MW,oivA^vAv-*'
&8^ ^;

2e fin f&tf */ ??tJ)t*S4tes*~7la*if&
Aet/^u^CftiotcU, CtrumiOfi
4^iOi.p!)ronPi&6, Cxruu^'djt,)
'jf /*ji&r, pl / 0. ,
Jj^LairuHf*S*ieA. Sm, a^ ^Yf^

>m
CADET
C U P.A
feERTAcINFALUVEU
em TRES DAS
[PtB?Denai7l
pars
Pepotitoe nas principa* Phtrmaclu.
Em Pernambueo :
FRAN M. da SILVA a .
esiTiamento, gosse, XAROPE ob HYPOPHOSFH
de GRIMAULT & C,a
pprorado pela Jauta d'Hygiene do Rio do Janeiro
Fazendo-se uso deste Xarope, calmo-se os accessos de tosse, desap-
parecem /Os suores xiocturnos, goza-se de um somno reparador,
desperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas torgas, apresenta o
aspecto de quem gosaha sade. Os mdicos recoinmendo que se tome
ao mesmo tempo as Pastilhas peitoraes de sueco de aliace e
agua delouro cerejo de GRIMAULT e G que constituem os
dois calmantes mais inoflensivos da materia medica.
Om /rseos oTnas. que con tem esta Xnrope, So de ama belfa e-ir as rosa s lento
a marca de /abrca, o sello a a firma da no-sn casa.
Deposito ai PARS, 8, Ru Vivienne.
%<&<^4>X^X$3ZF'
nas principnes Pitarmncia
a^SSEa-'Se :r^^:^o3ii$g
ff
Vino
,arops cu Dusart
AO LACTO-PHOSPHATO OE CAL
Approvados pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro.
^"
0 Laclo-Phoiphato imj eal, que entra r.a cornposir;ao do vitVHO e do XAROPE
iie OUSART, o mee"icamento mais poderoso que se conhece hoje para restaurar
as oiras de certos doentee.
, Consolida e endiretU. os ossos das crean-.ns Rachihea$, torna activos e vigorosos
os Adolescentes moes e lymphaticos e os .jue "3 ocfafto atipados em consecuencia
de rapko crescimento. Facilita a cicatrisaclio das cavernas do pulniao nos Tsicos.
Sendo administrado s mulheres duran'.e n gravidez ellas atravessao todo o periodo
da gestac&o sem a menor failiga. sem nauseas, sem vmitos, e dao a luz a. creancar-
fortes e vigorosas.
0 Lacto-Photphato di eal administrado :'is a-rias e s maes que eno os filhos,
torna o leite mais rico, mais nutc.iivo, e preserva as cranlas da diarrha e de (Mitras
molestias, que se declavSo du: inte ofcicscimento. A dentico opra-se sem fatigar a
creanca, sem que apparec" convulsoe.
0 VINHO e o XAROP. de Lacto-Photphato de cal de DUSART despertao o
appetite e ievantSo as /oreas dos convalescentes o ievem ser e^ipre^ados ein todos
os casos em que o corpo iiun?ano se adiar fntUjj*; du exhaurido e pf *.
Deposito em Pa-> a, ra Vivienne
J
(oengas (Nervosas
RADICALMENTE CURADAS COM 0'
ETO LBROZE
com
XA.ROFE SED.A.TIVO
de Cttcas de Laranjas amareis
BROEnURETO de POTASSIO
APPROVADO PELA JUNTA DE HYG1ENE DO B2AZIL.
O Bromurcto de Potassio de
Laroze, como todos os productos
feitos n'este estabelecimenlo, de
urna pureza absoluta, condicao indis-
pensavel para que se obtentt efTeilos
dativo* e aaodynoc sobre o sys-
tema nervbso.
Dissolvido no Xarope Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este bro-
murelo universalmente empregado
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facili-
dades para combater com certeza :
as affecces nervosas do coracSo,
da vias digestivas respiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o hyste-
rico, a danca de S. Guy, a insomnia
das crianzas durante a denti^So, em
urna palavra, todas as aiieccSes
nervosas. -

lo mesmo deposito acha-se naa o$ seguintes frouuctos de J.-P. LAROZE:
XAROPE LAROZE .SSiU TNICO, ANTI-NERVOSO
Cooira s Gaatrites, Gastralgias. Oyepepsi: Doras e Calmbras de eslomaao.
XAROPE DEPRATIVOdc^^-niasiODRETO DE POTASSIO
Costra. AItcOes eficrotuloeas, canoerosas, T Accidentes evphilticoe secnndarloe e terciarios.
IIROPE FERRGINOSO.u^StPROTO'IODRETOi.FERRO
eqaassii imar|a co'
a Anemia, Coloro-Anemia, Cores paludas,
mf--------
Florea brancas, Kaohltlamo,
St/uti m ledas u leu fatutas i suiL
Parla, J.-P. LAROZE e O. Pharmaooutlcos.
| I, KUE DES LIOMS-SAIMT-PAUl, 2. TfeW
^?#^^I##I4I^#4# *****
DOMESTIC
Sao reconheciaas sor as na
legantes, as sssals duraveis -
cm tocios os sentidos.
AS MMOBES
Para precos, e circulares eornt
iilustrat5ijs de tirios os estylo dii>
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vJi&,Jbni-\\

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c^jRheiimati6mo.Cancroa,Boba6,lmpi|eris f
e todas as molestia que tenhao eua origem
na impureza do sangue devidaa syphius.
!r%^
U80 PAR ABVUTO
- I - -s wajf lesstjXadi /u/jo c,j>t<-fj( Jo &io
f/<<"o tto(' %txi*.ja. castceli2,doj>eu,4iutolr
*---^T-r***%-Tr^~
^ABGftaTOmo^EUTRAt D^BO0UCTOSl)t0ICIflAl
rM FtfilABRASJiERA
lT us,de Yisconde do Rto Braaoo
KIODK JAXK1RO-----
V
"3 ^^f
S
o 55*
sis


f *'
.]


A
Os proprietarios do muito conhecitio estabelecimeoto denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. 4, commuuicam ao respeitavel PUBLICO que receberam o>
grande sortimento de jotas das mais modernas e dos mais apurados gostoB, como tan>-
bem relogios de todas as qualidades. Avisam tambera que nontnoam a receber por
todos os vapores vinde da Europa, objectos novos e veudeo muito menos que e
outra qualqaer parte.
MIGUEL WOLFP & C.
N. 4RA DO CABUG----N. 4
Coropra-se curo e prata velha.

WOLFF
N. 4-10A DO
& c.
'--N.4
r
-*'
IV'este muito onheciilo estabclemeu-
to encontr r o repeitavel publico o mais
variad .; completo sortimeuto de J01.4M
receriidaw semprr directamente dos mellio-
res fabricantes da Kiiropa, e qu primam
pelo apu alo gasto do mundo elegunte,
Rieos derrcN completos, linda.< pnlsei-
ras, alflaetes, volta de uro craveja^aa coa
bnibantes, ou perolam, auueis, caeoletas,
botoes e eutros muitns artigos prop ios
dea te genero.
l
ESPECIALIDADE

En relgios de > uva. pratu e nickelodos,
para hemens, seuhoras c meninos dos mai
acrelitados f rica.
I'ara todos os urtigos desta casa g ran>
te-se a boa quolidade. anaim como a madici-
dade nos preers |' nao sem eosapetcneia.
.11'cata casa tanthem coneerta-se qunl-
qus*r obra de ouro ou prata e tambem relo-
gios de qualquer qaalidade que seja.
4Ra do Cabui4

'-:

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Diario lc Pcroamliuco|uarta--feira '13 de Focrciro de 1S87
i
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V
. Tricofero de Barry
h>\ ;:
t*'x J be
Alagase barato
rtua dos G-uararapes n. %.
Boa Viconde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra Corredor do Bspo n. 18.
Becco Campello n. 1, i andar.
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar,
rrata-se na ra do Com murcio a. 5, 1 andar
tseriptorio de Silva iuimj^re *. C.______________t
Otaraate-se qua fia nas-
oer e crescer efi he Ho aia da
sos mais cairos, enra a
*inha o a caspa e remore
todas as impurezas do cs-
eo da cabera. Positiva-
mente iinpede o cabelio
de oahir ou de embranque-
cer, e infallivelraente o
torna espeaso, macio, lns-
troao e abundante.
Alug
a-se
o 2 andar do sobrado n. 35 a travesea de S. Jos
o 1- e terreo do de n. %1 ra Vidal de Netrrei-
ros; o 1- do de n. 25 roa velha de Santa Bita ;
o 1- do do n. 34 ra estreita ut Basaro todo
limpos : a tra-a' aa raa do Hospicio n. 33.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
18iMI. E' o nico perfume no sann -
do que tem a approvo^io oficial de
ura Goverao. Tem dos vezes
nais fragrancia qus qnalqner outra
e.l.iraodcbrodotempo. E'muito
mi i- rica, suave o deliciosa. .
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente o asnuuvrel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto no banbo e no quarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
_ desraaios.
lampe de Tiia ie Eeiter No. I
BON
A.TT
I
Casa Aristide Boucicaut %*&
ARMAZENS DE FaZEKDAS j^^^-^g^^
BAEI> as cur.oaidade?. de Pars.
i para MobilU:;
jaat,Pei
, Chapeos de Sol
senhoras et criaban,
O ayatoma de ventar
todo rom lucra fis*s-
uto inteir amento de
contianca absouto nos
Armaaen do BSS H1BCBI-
Seda; Veludos, Lt, Pi
Toilettes noval,
Vestiarios pi
el de Chuva, **,-, -------,.._ v---------
Artigo* de Parit, Tapetaras < Movis, ele, eu.
OsArmazensdoBOfl MARCHE augmentao cada dia, sern por isso podorem :
=atisfazer inteiramente a sua immensa clientela que se torna cada vez
maior Novos armaiens lrao abertos ltimamente tornando- o BON
MARCH un AMMZE (JUICO NO MUNDO Outras salas eatao agora se pre-
parando, e serio em breve inauguradas.
A Casa do BON MARCH tempor principio denOopSr na venda, mamo para otprtcotos
maii reduzidos, itnSo mtreadorias da primara acolha e opttma qualidade.
Oa Armazena do BON MARCH nao tem Succursaes on Representantes
em Franca, nexn no Estrangeiro : rogo as Ex"" Senhoras que 88 acautolao contra oj
vendedores que so sirvi do titulo aa Bon March para estubeleeer confuso.
INTERPRETOS PARA TODAS AS LINGTJAS
Chapelaria Victoria
INJECQO DE GRIMAULT
Preparad com m folias do Maco
ppnrada pela. Junta oVHygieae do Rlo-de-Janeln.
c
Esta njeccao preparada com as folhas do Matico do Per para cara
da blennorrnagia, adquiri em pouco lempo urna reputlo "ve. al por
ser a nica innocente, contendo apenas vestigios de ses ^fW*"'}?
se encontrao em outras em grande quantidade. Em poucos das ella acaba
com os corrimentos mais dolorosos e mais rebeldes.
Deposito em Paris, 8, Ru VMenne, 8
Cada rraaoo lava a marca de fabrica, a Arma e o moli da noaaa es
Aluga*se

o predio n. 2 da ra do Cammercio, onde eateve o
hote! de l'nivers, completsment restaurado com
grandes accom-uodacS s, tendo um andar terreo e
tres superiores. Aluga se tamban qoalqaer dos
andares separadamente : a tratar na ra di Ba-
rao de S. Borja n. 22.
AIua-se
?jrrea na voo^o. dbpois db otai^*.
Cura positiva radical de todas as formas de
lecrofulas, Sypbis, Pendas Escrofulosas,
Affecooes, -Cntaneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
sncaadoSangue, Figado, e Rins. Garante-aa
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangna
e restaura e reno va o systema inteiro. g -
Sabao Curativo de Reuter
4 praca da Independencia ns. 36 a 40 tem e vende
Chapelinas francezas, finas e modernas
paia senhoras, pelo diminuto preco de
18|000 urna!"

Caixeiro
h casa terrea com 8 quartos e com penna d'apua,
toda reedificada, sita ra de Santa Rita n. 89 :
a tratar na ma de Domingos Jos Martina nuaae-
ro 50. _
Ama
Precisa-se de nroa ama para c servico domestico
de urna casa de familia ; na ra do Cotovello nu-
mero 46.
AMA
Precisa-ne de unta ampra
lavar, engommar e faze riis
talgans servico do casa de fa-
milia : menos comprar e eozi
nbr : na ru 4* 15 i ac hur o n.
13. lleve dormir en casa.
Ama
Precisa-se de urna ama paja cosinha ; na raa do
Dr. Joaquim Nabucp a. 3.
Ama
Precisa-sc de urna boa cosinbeirs, para casa de
peqoena familia ; a tratar no Caes da Companhia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
AMAS
Precisa-se de urna ama para cosiohar e outra
para cuidar de duas enancas ; na ra da Aurora
n. 81, 1 andar. ^^______________________
Ama
Precisa se de ama para casa de familia, a ra
do Cabug n. 3, 3 andar.____________
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinke e engoma e ;
na roa do Bangel n. 44, 2- andar.
Ama
Para o Banho, Toilette, Crian-
Sa para a cura das moles-
s da pello de todas as especi*
am todos os periodos.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco II'noel da Silva & C.
al
Precisa-se de urna ama para engommar e ensa-
boar i a tratar na ra das Cruaes n. 18, pnmeiro
andar. Deve dormir em casa e prefere-se escrava.
Mara do Livramento, velha ocfsgenaria e pau-
prrima, pede s Hlma3 caridosas que Ibe majde
urna esmola pelo amor de Deue. Mora no bneco
da Berasaio n. 51. E' ama obra de caridade.
Professora
" Urna eenbora competentemente habilitada, pro-
pe-se a Ireciooar em collegioa e casas partcula
res, as aeguintes materias : jeringue, francex,
msica e piano ; a tratar na ra do Marqoez do
Herval n. 10.
300:U|)
Lotera de A^agas
ExlraccoTerca felra
de Feverefro
Intransferivel
B"ieei Tonda na c^aa feliz, Pra^a
da i :. l-- Sitio no Caliltireiro
Arr nda-seanuimente ura *orn sitio cem bas-
tantes commodoo pra grande familia, boa agua,
comarvor. s froetiferas e jardiin, c com sahida
para o rio, por preao maito raaoavel ; a tratar na
ra do Livramruto n- 24.
f
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca a do Extrangeirc
<0&
1= A T3LTR 1
PARIB, S,
gs ie glore (Arrozespecial
PHBPAHADO COM BISMliTHO
CU. FATV, Perfumista
Ru.a de la. Taix, 9, F.AJRIS
ALLAN PATEHSON
N.44Eu i do Brum--N. 44
JUNTO A B? 'ACA0 S WS0S
Tai Harl wai;'a-, por (jrci_ mdico, oa itaguuuas f*trtpt%m
Tj.oi^6 ftuxdidda, battloa uaSd^ada*.
Crivir;~eif. de. diversotmaaaboa.
ljiiae tic sjiur:;, idciu, idcui.
Ditas angalares, dem, idem.
Bancos de ferro com serra circular
Gradeamcnto para iardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindo modela
Portasd fornalha.
Vapore de torca de 5, 4, 5, 6 e 8 cavaiio
Moendas da 10 a 40 pollcgadas do panadura
Rodas d'agua, svsteraa Leandro.
Encarregam-se de con.'erWs, e aBsectatnento do machinismo
trabalbo com perfeicao e presteza.
Na Merciaria da ra do Pys>ind n. 7, preci-
sa-se di um caixeiro de 12 a aunos, qua 3
flanea ma conducta._______^^^^^^^__
l'hiho de Higa
MATHUE-! AU.STIN & C, receb.iam ultima-
moi.te um completa Bjartioieoto des'a madeira,
como sejnm : prniichoes laouns [aia assoiilbo,
da melhor qualidade e de iv^rsaa dimenso'S, e
que vcadem por preces comtBpdoa, 6 reduzidos,
coiilorme os Jitei ; no nrmazrm fio caes do Apollo
n. 51, on ru > Comra rcio n. 18, '- andar,
Novo ^orto do Carvo
Ra do Mrquez do Ileroal n. 27
Joo Piusa, .-.visa ana si-us fr> fEoezc que ja se
acba aberto o son esiabrteeiaento de carvo, e con-
tini a cfFiT'.'Cr s mesina vnt.iigens ja bem co-
nhecidas do publico,* ptl. barato preeo de 640 ris
a barrica; tambein lev ao eo h cureuto de todos
que tem curnc v.rde de Ia qnulidade, portanto os
tregnesea p; deri faw-r >;> sene pedidos, que serao
muito bem servidos, e alm isto nao jiagarao
frites.
Beeife, 20 de Fevereiro de 1887.
Jou T. Finta Lima.
Vinho k illourisca
Es8 importante vinho importador Jao Ferreira (ta Costa;
puro de uva escolhioS capricho, n pro-
prio para mesa. plo seu iLCri'c'iiueuto tet
obtido a melhor aceitaclo nos lugares para
niC nilB Plk*nlltt ll^m I onde tem sLdo e^Portado : cba-se von-
Illd qilly MISIllIIv BDDI, f|aaretalho no eatabelicimonto dos Sre. Po-
nO 3. andar do predio ^Mendc8&c-__________
n. 42 da ra Duque- de
Caxias, por cima da y-
po^rapliia AiyDiario.
triada
Precisa se de ubih criada pra o aervieo domes-
tico de casa de familia ; na ra do Mrquez oo
Herval n. 10.
DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fijado de bacalho
COM
Hvpophosphitos de cal e soda
t/pprovatia pela Juuta de Hy
gieae e antorlsada pelo
governo
E' o melhor remedio at hoje descoberto i>arn
itHlca broneUUe. enerophula. ra-
rblua. anemia. ehllinndc emaeral.
ileauxoo. iumm erontca e nffecce
do pelto da eiarsaola.
E' muito Bupeiior a olio simples de hgado de
oHcalho. porque, alm de ter chairo e sabor agra-
iaveis, possue todiis as virtudes medieinaes e nn-
tivas oo oleo, aim das proprieduo. s tnicas
y;coustituintes dos hypophosphitos. A' venda nat
t rogaras e botica'?
Deposito em PeriiHiribuco ______
Para cosiohar
*5recisa-sc de urna
ama para cosinhar,
HISTORIA
D E
VCTOR HUGO
Ama
Precisa-se de urna ama para coainbar ; a tratar
na roa das Cruaes n. 18, 2- andar. Deve dormir
em casa e prefere-sc escrava._______________________
Ama
^ l
Precisa-se de urna
para o servido domes-
tico de urna casa de
pouea familia; na ra
do Cotovello n. 46.
Jalroph
eir
Eese medieamfnto de nma efBeacia reconbecida
no beriberi e outras mnlfaiias cm que predomina a
hydropesia, aeba-fe moificido cm sua prepara-
cao, iracas a urna nov formula de um distincto
medico dasta eidade, sendo que tornete o abaiio
assignado est habilitado Dra pr. paral-o demodo
a melhorar lhe o gnsto e h-'iro, sem todava alte
rar-lbe as propriedad s medicamentosas, que se
conservan coa a mesa aetividade, nao maior
em vist do modo par que He tolerado pelo
est-mago.
tnico depoMilo
Na pbarmacia CouwcSo, ra do Marque de
Olinda n. Gl.
Becerra de Mello
ELIXIR & VINHO
o executam qoal
TROUETTE-PERRET
de PAPANA (Pepsina vegetal)
sao os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combate* a*
AFFECQES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREAS, VMITOS, PESO NO ESTOMAGO, MA DIBESTAO, ETC., ETC.
OH CiUCl LOGO DBPOIS DA COMIDA BASTA ARA CURAR OS CASOS MAIS aKBlLDSS
A venda as prineipaes Pharmacias e Drogaras.
Ttnda em grouo m Paria :TROUBTTE-PERRBT, toulevard Voltaire, *
Deve-se exigir Sello o Ooverno Fraace sobre os Frascos para evitar aa aUlcasie.
9mmm m a*+m*mm: mr n. ?* a o. ff Mjm tar^V_C
^h^t/0V>)VVM^^<^MM^^M#a^^^ ____
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLL WAY
As Pilulas purifcalo o Singue, corrigen) todas as desordems de Estomago b
dos Intestinos.

Fortalecen a saude das constitucoes delicadas, e sfto dW valor incrivel para todas "O*"1**" *
pecaliares ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assra como tambern para as |
pessoas de idade avanjada a sua emeacia e incontestaveL 4
!
Sisas medicinas slo preparadas sement no Estabdecimento do Professot Hoixowav,
78 NEW 0XT0BB 8TEEET (antes 583, Oxford Street), L0TDBES,
E vendemse em (odas as pharmacias do universo,
ar 0. comprado*. sAo m**^^ %&E& "* *** ** ""
.1

Cosinhetra
\ina para cosinha
Ni ra do Riachuelo n 47, se
preeisa de orna cosinheira, forra
o escrava._____________
Sitio
Alagase um sitio com cas", e outra boa casa,
no Aterrinho do Oiqu ; a tratar na ra do Im-
perador n. 50, terecire andar.
Cosinheira
Precisase de urna cosinheira que entenda bem
de seu officio, paga-se bem e casa de pouca ta-
milia ; na ra do Cabug n.&-A, bja.
201000
Paga-se 20*000 por mez a urna perfeita cai-
Dh- ir, para caaa de pequea familia, prefertndo-
se de meia idade e que eja de boa moral, roa
do Paysand n. 19, passaado a poute do Chora-
menino : qiwm nao estiver em condices escusado
apresentar-se._____________________________________
7000S000
Quera quiter emprestara quantia cima a juros
cotnmodos, sobre hypotbacas em predio n'esta ei-
dade, deixe no eseriptorio da redaeco desta forba.
em carta feiebada com as iniciaea J. B. C., seu no-
nre e aaoradia, para sr procurado. ^^^^^^_^
Curso de mathematioa
O bacharel Francisco Corre a Lima Sobrio lw
coatin i com o seu curs-i de arithmetics, algebra
e geometr a : na ma da Matria n. 7.
Solicilador
Josa Ferreira de Paah, pro^i ioualo peloTri-
buual d Relscao de Pein-iu. >u ", o>W m
qcem precisar de trbiho inheieutee ana pn-
fissao na eidade de Pesqo^ir da comarca M Cim
bres, oude foi sua recid ocia, e t-mberc lihallia
as camrcas do Br. jo da Madre de !)", Caro i-
l, 8. Bento e Kscada. _____________
GaviiiLi
Comprase um eavallo qoe aeja novo e andador
a tratar oa roa Duque de Jaiias u. tti, laja.
Precisa-so de pereitas costureiras ; na raa da
Aurora n. 39. I* andar. _____
CONTRA
Defin t Orippe, Bronohltae.
UTitacjSeadoPeitc ,,XABOPEcaPASTApettoal
de NAF de DELAN GREN1EH aao de nma eficacia certa
e Terifloada por M-onbrot''AedrmiadKeiicinada Franca.
Sem Opto, McrpM-Ji eca Code il- ni reodo As
orkucu atactad-- de Toase on Coqueluche-
JPAMMB, ras Victemue, 68, PAM
em Touas aa wmaini
,* MOHDO.
Anqninhas
o w ir i rr K a
JOSEPH KRADSE a C.. m
4cabam de augmentar o sen j bem conhecid
niportantc estabeleeimento roa \
de niai'i'i n. 6 eom mais
am salo no 4o andar Inxoosamentc prepa-
rado e prvido de urna expasi-
fl? # m de pral do Port* eStr#-plt^
dos mais afamados fabricantes do
mondo inteiro.
nouvida. pois, as Kxmas. familias, seas nume-
rosos amigos e fregnezes a visitare
o sen estabeleeimento, alim de
apreciarem a grandeza bom gosto com qoe
nao obstante a grande
despeza, o adornaram. eui honra
desta provincia.
AGIA-SE ABBBTQ DAS 1 DA MG1TB
n Ca rv WJLTT
9
Precisase de urna ama de meia idade para todo
o servico de um casal sem filhos ; pagase 2;>{UO0
mensaes, ma deve dar fiador de sua conducta,
pois que deve servir so mesmo tempo de cumpa-
nhia ; a tratar na roa Vidal de Negrciros n. 127
pateo do Terco____________________________________
Advogado
nomlii.o, v. de Soaaa Leao
Das 10 horas da man ha s 4 da tarde, rna
do Imperador n. 16, aBdar._____________
^ PASTILHAS
j^ f^ oinnui. ururnin
PASTILHAS
De ANGELIM&MENTRZ
as
3
as
as
ce
a
Gas
C3

Pelo diminuto preoo de 1*500, para senhoras
meninas.
Completo ortimento de faiendas e roupas tai-
tas, por precos bsratiasimo : na ra Duque de
Caxias n. 8 i
M EMDUN'QA ftC.____________
Falsi&acOes
Para evitar faUineacoea cm re|er;neia r.o eo
nbecido r-fclTOBAL DE CAMBAPA, deve exi
gir-se este preparado com a firma do uitor Ar-
vares de S. Soare em rotulo circulando a ro-
Iba do frasco e a marca da fabrica nos uivcltorioa,
irulad.. pelo nDC dos agente e dep> 2fario,
gerae em Pernarbbuco Francisco Manee i da
Silva &. C ra o Marques n- linda n. 23
Pechincha
Manteiga dinamarquesa a 700 r*. a Uta de
urna libra : venrie-se na caaa de Antonio Duarte
ra da lniao n. 44. Artbur Maexe* 4 ra da
Aurora o. 85, Phuo Ribeiro C. raa da R'^da
n. 48, de primeira qnalidade.
Molestias da garganta
PASTILHAS DE PALANGI
da Chlorato de Potaaaa e AlcatrAo
Par*
na^hartndiomt9 eSoai e rnido do'que "o chlorato .le po'assa. Si se lie j
o alcatrao cuja? propriedades balsmicas e parificante* Bor-* eisalmente.econi' -
cidas, accelera-e a cura-dfestas peqiisnas enfermidades o a ta-se sua repetica.-
dando ao mesmo tempe maior florea aoa orgfios
As ^astilbaa de Palangi se lssoivem lentamente na bocea eob.-ao como ga.
garjo; passo, depois pa/a o estomago e dalli para o aangue que se purifica sob a F|
^StSSSMl muitoSu0sadas pelos Cantores. Advogudos,negauore. e todas i
as pessoas que sao obligadas fal /ar em publico.
Deposito em Pars. 8, Raa VMenno, e em tadas as Pharmaeias.
VERDADEIROS GRAOS deSAUQE do DTRANCfv
Approvados pela Junta Central de Hygiene da Corte.
Aperientes, estomachlcos, purgativos, depurativos, coutra a
Exigir
as
OonfMt&ea, ote. Dote ontinortS: 1,1 l graos.
com o rotulo em a- CORES, c a
__ aKlftatsn A. Rourere en tinta encirntt-
Em'pARIZ. Pharmaoia UBOT.
TJKPOSITOS BM TODXft 4S PRIW2PABS PHAaMAOAS
CAIXJNHAS AZUES
O Remedio mts efficiz e
eguro que se tem descoberto ote
hoje par txpe'lir as Lon trigas.
ROORIAYOL ERES
laarlo Ja<|o.. da Coala Sa
mnrSen
Auna Jonyuin IfeiiCtiro (iii'marae inaiid r---
sar naquart-f^ira 23 do eorrente, s 8 nrs da
manb un. mise no c .iivent-.. de 8. Francisco,
pela alma d* sen iTHSHt.i .i-poso, Ignacio Jaques
d Costa (Juinnrars, trigemno dia dr w;u passa-
mento, para cujo acto WM*i js parantes e ami-
gos do tiuado pra ussistirem a este acto de r li-
gio e eariiade.
Jote lorunalo da Fonaeta
Basto
Os irma e cuahadoa couvidam o* prenles e
amigos pr aseistirem as uiis.-as que mandam
reear per fa altos n* oroem tere ira de B. fran-
cisco, s 7 hora da maoh de quarta fcira 23 do
correte ; pelo que se cuuf< ssam agrad-cidos-
xan US.....IIMUMIH
A PEPTONA
Sob a Mrraa do X 1NHO de PEPJ.tWA
{praparado por 2>airesca de Fsria, uiu
L medicamento que ni uno contrifeue (ara faci-
Liitar asfunecas losstoaiago, e regslariaa a
f dijesto, umcf o eio Ja &vrecer i aatnoa
[do doenta.
Sen minero a expepemii feai patea
, ass afam&ooa mdicoa 4e Pavii a ->utroi
[ pAzns demenstrara a efn.:iado VISHO
lJ)E VEPTONA DBFRSIT8; aa im-
^pnsibilidade em que estar"* de ~prodniir
f tacna as suas cartas, lim ^aeutar adui a carta dirigida :o Sor Defraac*
[ par ai fkoul"tivo, cujo aoina a a lama ala.
tbaia conhecidos pelo mundo uediaaj.
Diz o 3 JoiXet ao Sr Oe(r ssne:
anlij, altle Ma-cod 1881
. < I'eno o costo de Iba wjfeatar a *-
; istacao que Uva com a *u Fuptona, >tioa
fbeit resultado qoe eom alia ilcaneei ao
? feos graveo em rr^e a teono en pregado.
Semnre quando tive e tia um erte
'zzsxi cansado, doente ou com \d diget-
te a aoa preparacr aUvioa o
dje!U, -nalboraada-lhe as fur.ccoea digeati-
vaa, a jnoMaa snlaares idusaa. oatras1
inicai t- menino racniticos dar a
* saude if i Peptons. Por isa i qa '
'considero eos um vsrdadeiro dever cre
c-inmendtl-o. os mairsdoanies na n grande.
y, ni!roer.' rie eos:;
T-ito pracido cern medico firincod-
ntie oa naos v?e Iffll a 1860, ?nodo esa
ose a fiec"idirV de d'girir os alimemos,
J tcmedUtamente CvBSUauCtoa era menos lam-
pe rioaa do que hoje; en'io ar constitaicdss
i.'am mss vigorosas, aanguinsas, enficas
v ctadai d'ura robusto appetna. favor* odas
r ama fTaada abundarli w suecos gas*'
frrotie ~,~t 'voeava prerapta trans'owca'
e%. eos ,.i . Hoje. patCn. i* que os estmagos dama-,
t, los o recem ds erj'-gia, A conveniaats
Isr-v- '-= -" ""^ *r substancias QHw1
cioi diaesrai. cojoo, ^or jujibj, W
ti r*C"-rJ*.
i O rreceito de h;~iue nrls impprtaata,
roreas '''"- dnsprc-A este : Gutmr
X muda vara rearar ui. E esto o ss-
L gT-d? da sande, r. durinte muito jempf
t concia 'esta eidade, em qus os tscrofulosoa ^
Le Ivmprucoii xbundsm tora de tnadida ta,
permitan casar muitca felises ipptasaoaesf
r do aeus ssosl>ntes produLtos. *
t Acba-st. o deposito de tio vahean med- T
?cameoto asa Pharmacias e f>ogari-J'esaa'r
[eidade. F ^-:io euidar eiv reeoiecl-X
nio iceitw as imitacoes. -"g2JP,3
Tnsale annrl Maslattaao don
.tilo* Wiorkel
O 'eDenJe-cor-ntl command^ute e a osBealida-
de do ll. balalbao de eserv da guarda nacio-
nal da coinorc de 0;irK*, sentidoa palo infausto
passam-nto d'.quelle sea collera, mandaa/ resar
no dia 25 do eorn nte s 7 horas da manba, stimo
dia do s^u eiiteiraiseofo, ign-ja to loafiuj em
Olinda alguinns misss,e (ar~ etic- acto oe rel.giao
e caridade gas do fairetilo, otecr>ado Ibe sena aarradeci
m'nti-8 arw qn- tf rlia^i.irm otmtarec>r
KANANSAsoJAPO
RIGAUD A Ci, PerfumisUs
PA.niS,8. Bu Viviana, 8, PARS
a
(Extracto de gSaaanga
Km ditiaaas
!perfum para o len-
co producto da
preciosa flor conhe-
cida sob o nome da
Prus japnica.
0 seu delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, epar-
^gindo ao mesmo
VHj^yjatcmpo ao redor da
-------_ -3pessoa que o usa,
, tavea emanacoes que reveUm drtinccao
, \ ,cU am adatas ^r/"tar8 i
%W V*!" r^/^fSrVv^V^^irWrVWV^fts^sXsTsl
OPPRESSO
ASTHMA
NVRpiaS
piIm aimk Km.
ptoma nervoso, faclUta
08.
naetra no sello acaJraa o sympton:
i^ftnioijoWSeorgaos res^rafortoi
\
'

'
i

s



uno de Pfrnmiifc (Inarta-feira 23 tic Fevereir de IHH7
Redcelo absolnla de preco
covado.
o dito.
Alpa Ma de cores, lisas, de proco de 600 ris o cavado, por 280 o dito.
Di- .iil lioxda-", '!' 00 rs.. por 440.
de !S, UM<." r-ndado, de 1WX) o covado, per 600 rs.
l>!os <\>- ttarffc*! de WB*to bf>m gosto, a 500 rs. o Creps de edre, de pr- v :, ^^ "> Por 3,!0 **
Coutelines de roree, t-cidu diagonal, de prega de 80' rs., pr.r 360 o dito.
Pananss de c6res, te ido acolclioado, de pre^o de lfriOO o metro, por 440 o
So-netas de core*, lindos padrBes, de 320, 400 o 440 o covado.
Zpl>ir, de aiu,drinh( s, a 180 240 rs. o eov.ido.
Batistes lie ores, a 140, J60 e 280 rs. o dt>.
Brillantinas do < oree, de pr-co de 700 rs. o covado, por 320 rs. o dito.
Merino preto, com duas Wgurss, a 800 rs o covado.
Ato.lhaiio de finito, i vrado, a 1.3300 o metro.
Dito da Costa, de quadro*, a 1550O o aovado.
Dito da Costa, d Jistrns, a 1#>00 o dito.
Piins ti (ores, para cal^a, a 260 o dito.
Dito pari, liso, 320 rs. o dito.
Knguao, p;,rrio, de linho, para vestuarios de eriaDcas, a 400 rs. o covado.
>r*ia branca, bordada, a 5^500 a peya.
Toalfaa flj.udaa para rosto, de preco de 7,5003 por 50000 a duzia.
imitas met'.rea, 36 Ditas n.n.ic-8 para baritas, a 15J0 ama.
Oolclioes pra cama, a 5A000 Ha.
Qortea de caserna-a de (res par calcas, a 3000 uro.
G.i'.r (:i-| de linlm, para sennuri, a-IOiJOOO irn.
Dito de dito, para hornero, a 50000, 600 e 80000 tiro.
BnuMata Di?-i f! cko, iratiQado, a 10100 o dito.
Brira brsn.-o de litibo, qualidade superior, n. 6, r 20400 o covado.
Casemos do edres, para costumes, do prego do 30000 o covado, por 10800
Costuws % banl.o de mar, para s^nhora, a 100000 un.
Ditos de lito, para homens, a 80000.
Ditos de i ito, para meninos, a 50009.
Sapatos de bar-hos, para Domee e seol.oras, de differpnfes procos.
Magnificas mallas americanas, para viag-m, de 150. 200 e 250000 urna.
Saceos de lona pra r.>npa soja, de differentes taroanhos, por barato prego.
Colchas brancas, da slgodao, a 10900 urna.
Coropleto aortimenf > de hadas tortea de cuse-uira para calcas, casetnira de
cores para ocstumes, panno, brina de < r-s o rauitos outros artigos que se rao lembrados
presenga d'aquelDa que dos honrar Na antiga e acreditada loja de fazendas
DE

AMARAL & C.
(Junto do Louvre)

Fuyendas barafissimas!!!
nao as s<-iiinie lindos usioes de Ustrinhas, padre*s chiques a 400 ria o covado !
Setiuetas '.: qnadrinhoa a 360 ris o dito !
Cretones superiores, 1 metro de largura, a 600 ris o dito !
Cambraias brancas bordadas, a 60000 a pega de 10 jardas I
Linbos de quadrinhr-s es ocez a 200 e 240 ria o covado !
Merinas de todas as torea, a 600 ris o dito!
Esplenniii s sortioaentos de las para vestidos a 500, 600 e 700 o dito.
< emires novidades a 10500 e 10800 duas larguras.
Gases de rotes cora p-lmas de. seda a 800 ris 6 ditol
Merinos pretns e Caxemirea, a 10000, 10200, 10400 e 20000 o dito I
Velludilho bordado de todas as cores a 10000 o dito !
S'titi maco de todas cores a 10000 e 10200 o ditol
Popelina branca para as \xm.a* noivas, a 500 ris o dito !
Guarnicoes de crochets para carieires e sof a 80000.
Vestuarios de la par crianzas, (novidade) a 7-0000 e 80000.
Meias 1 vas para criangas a 20500 a duzia !
dem cruas para homem a 40000 e 50000.
Cortea de fustoes para coletea a 20000 u:n !
Caxeroira ingleza a 40500, 60000 e 70OCO o corte 1
Cheviots superiores, preto e azul a 20800 e 30500 o covado I
Completo sortimento de caseroires, pannos e brins e rnuitos outros artigos que serao
i lembra/los presenga dos leitores
iEli M Hit I
59--Rua Duque deCaxias~59

Aos 1.000:000^000
bt
200:0001)000
100:0001000
Hilli LOTERA
DE 3 JffiTBIOS
En' favor dos ingenno> da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PERNUBUCO
EitFacgau a 14 de Haio 6918^7
0 thcSoureiro Francisco Goncalvcs Torres
Kii^ominadcira
PrfcisB-ge de ama que engrame com perfcicSo '
na ruB do Uaiques do Uerval n. 10.
f^ Preeisa-e (5e urna boa erpommadeira e que
eotaboe tamb>'in, para i: quena familia :
a tr*tar do Caes iht Oocnpiulbia n. 2. I'refere-M
cscrava c d"vi- d'innii- eni cms.

sy
o*>

VENDAS
Vede-se a casa da estruda de Luis do Reg
n. 21, com mait< s cummodoa e agua encanada, e
om terr na lado da mitin casa ; a tratar na
ra eatr^ita 4o R ario n 24.____________
Venoe-ee o eatabeleeimeDto de mulhndoe sito
rna du Mrquez do Herral d. 167, e o motivo da
la. i o dono ter de retirar-ee para fflra por
Engenho venda
Vend a o engenh > Muriei, con safra oa sem
el'., simado na freg- aja da Eacada, diataute da
diva estaeu um quarto de legn, pod< ndo
dar e*i9 camiohoB por da, moente e corrente,
teca dnsa caaa grandes e 2 pequeas para mora-
da, i- ou'r* para inrioha com soas perteoeas, tam-
ben se faz permuta por predius nesta praca : a
tratar na ra do Imperador n. 61, -2- andar.
Allenfo
Vcnde-fi oa ^'roiuta-se nn rrea sita
na traveat lo n. 12, com 2 ealaa, 3 quar-
toa, cui>mba i; nba. por-
tao dnudo Bbi .us Oasos ; a tratar
na meaica far t.do
.-i por j juiz, at para
a eai leilo. poieudo aprr-sentar os docu-
mentos aoa permuta i-jnudotambem urna
por troca, ainda que j pequ.ua, porm que es-
tej nova e bem coustiuida
Grande liqihlaco
na loja de miudzas
SO ua Xot: ."
O proprierario d o.-rabeltcimenfoBasar da
Moda, Bt-ien'ifica lis Exmas.^ familias que em vir-
tnde da prxima reedificacao 4o predio em que
est eatabelecido, tem resolvido liquidar to-
das a euaa morcadoria, constando Se mindezaa,
perfumaras e artigos d-- mda, com grandes aba-
timeuti's, Bendo que rnuitos artigos sao por pr
inteiramcate baratoe, coma sejam :
Grande variedade de plastrous a 100 e 1200
S.bunetes de areia ae Risger h 200 rB.
Diti s ingleses, grandes a 200 rs.
Duziasde dt.>* u 2IW0.
Oarrafa de agua florida a 1 JiOO.
Vago com opiata a 900 rs.
Frascos com extractos muito finos a 1^300.
Praeco con amia de colonia >>mericana a 500 rs.
Papis para forro a pesa de 320 e 400 rs.
Quaroivoes, liubas, fitas, bico?, botoes e artigos
de moda.
"ARA ACABAR_________
A lievoluco!
R";soK'ea vender os seguintes artigos com
30 /0 de menos do que em outra qual-
quer parte.
Guarnieo's iIp velludilho bordado a vidri'ho para
vestidos, a 7*000 urna.
Tnfets de cores para carnaval, a 300 ris o co-
vado
Cachemira bordada a 1J50O o covado.
Ditas pretss a 1*000, 1*200, 1*400, 1*600 e
1*800 o covado.
D-.tas de cores a de 900 ris e. 1*200 o dito.
La mesclaoas a 6UO ris o dito.
Ditas com ustrinhas a 560 ris o dito.
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 4t)0 ris o dito.
Lindas alpacas a 360 ris o dito.
Gorgurmaa a 320 ris a dito.
etm damas^ a 320 ris o dito.
Dito Msco a 800 ria e 1*200 o dito.
Damaes de seda a 1*300 o dito.
Grsdenaples preto a 1*800 e 2*000 o dito.
Gaze com ->olinhaa a 800 ris o dito.
Fusto branco a OO, 480, 560 e 80O ris o dito.
Veudilhos lisos e lavrados a 1*000 e 1*200 o
covado.
Dito birdado a retroz a 2*00t' o dito.
Cambraia com salpicos a 6*000 a peca.
Cu misas para s-nhora a 30*000 a duzia.
Ditas de meia pira homem a 800 ris, 1*000,
1*200 e l*5t 0 urna.
^Fichs de l a 2*, 3*000, 4*000 e 5*000 um.
itos prafeados a 2* Ditoa de rvtroza 1*000 um.
Linlio scoist-zes a i't<0 e 240 ris o covado.
Collarinbos e punhos para senhora a 2*000 um.
Ditos de eflr, idem dem a 1*000 um.
Cortes de castora finos de 3* a 5i00<> nm
Ditas de la e eeda para collete a 6*000 um.
Ditos de cachemira de cor para vestido por 20*
m.
Cachemira de cor de 6* por 3*000 o co/ado.
Dnuiaseo d cor a ttO ria o covadt.
Panno ta CoBta, a 1*400 o dito.
C.rfiuaaoa bordhdos a 6*0.M) e 7*000 o par.
Colchas bordadus a 5*, 6*, e 7*000 urna.
Cretones finos a 320. 360 e 4*10 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280 e 00 ris o dito,
Zephiros finos a 500 ris o dito.
Setineta escoeseza a 440 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a :420 rs. o dito.
Cbab'S Je mirin a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000 e 4*000 um.
Ditos de cachemira a 23, 2*800 4*500 um.
Cobert. res de i a 4*50'. e 6*500 um.
Esguiao paixlo e amuTello a 500 ris o covado.
Bnm de linho de cor a 1*200 a vara.
Dito prateado de linho t 1*<>0C a dita. ^^
Colchas d'e crochet a 8*000 urna. '
Anq.aiubac a U*S00 ni. urna.
LOTERA do ceara
400:000*000
IJi CR VSFER1VEL!
Corre quarta-feira 2 de Margo
Uhi vigsimo tiesta importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0
240:0001000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSFERIVEL!
Corre (Jninta-feira, ?" de Fevereiro
r
48 a
Hcnriqne da? Ma Morelra
Vende-se
Na roa Imperial n. 200 C, urna casa de pedra e
cal por barato preco._____________
Carro de passeij
Vndese um em bom estado ; na Magdalena,
eitio do commendador Barroca.
Vende-se
um eatabelecimento de molhados, bem looalisado
proprio paca principiante por dispor de pou3s0
fund s : a tratar na ra Duque de Cazias n. co,
psdaria._____________^^
Oleo para machinas
Superior qualidade, a 6*400 a lata em cinco
galoss ; venJe-se na fabrica Apollo e de seu
depsitos.
tfSMfftt
Komisl_
P *LERY
Vende-se em toda a jarte
WHISKY
.BOYAL BLEM) marca VlADO
Este excellente Whisky Escosscs pretv
i: cognac ou airuardcnvC e caima, para f^rrifio
i carpe.
Vende-se a retaliio aoa k> Iberos rmateos
ooihados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cujo n~
ne eemblema sao registrados para todo o BraaL
BROWKS & C, agentes
Importante sitio
Vende-se um grande sitio a margem da Estrada
Nova do Caxanga, freguezia de Afogados ; tendo o
mismo uma casa grande de tijollo e cal, cacimba
com excellente agua potavel, diversoa ps de co
queirb, dando t rucios e outras aivores as mesmas
condive, o qimI se acba ccllocado muito prximo
a estaoao do Zumby (la setco da entrada de ferro
da Vraea). TrnU-f na casa n. 20 da ra de
BMia Tber'. za desta cidadp.
Grande novidade
A rebotes ele el reos
Para oe festejos das noites do carnaval
Vende-se a raa do Bario da Victoria n. 61
Loja de ferragens do Soiiza
Yende-se
Uma loja de barbeiro, na freguezia de Si-nto
Antonir; a tratar na ra do Rangel n.-69.
Vacca
Vende se uma vacca "< easteada, com urna
magnifica bez^rra tourina ; na ra do Dr. Joa-
qoim Sabuco n. 3, Capanga. _______ -
Viveiro paru pausaros
Vende-sa doos g andes bnuit>s viveiros po
p.cco cominoito, senM n m I v. i. a venda tero
d.mo acabado com os passiros qu possuia ; a ver
e tratar na roa do Imperado, o. 22.
L0TERI4 DE ALAGOAS
300:OOC$000
Esta acreditada lotera corre Ter^a-feira, 1 de Mar^o
600:000S000
Esta seductora lotera corre salibado 24 de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00^1000
Os bilhetcs destas acreditadas loteras acham-se venda na
RODA DA FORTUNA
06Ra Larga do Rosario--36
Bemardino Lopes Alheiro.
t.-,
200:000$OOO
EXT84CC10 DA PARTE DA 1* LOTERA
EM HERID Di SANT GaS BE MISBRIGORDI
OuiDla-feira 24 de Fevereiro
A0MEI0DIA
Esta lotera, por algum tempo retirada da cir^ulajao, evido a grande guerra que
ibe promoyeram, tomo do doD3iio publico, vena novamente tomar o sea lugar de
tima das vantajosas loteras do Imperio. .
O agente,pede ao respeitavel publico a sua benvola attenjao para o piano das
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado nos jornaes e impresso no ver-
so dos respectivos bilhetes. O plano destr. otaria, o nico que em 50.000 nmeros
distribue
12.436 premios, ou qaasi a quarta parte!
Ainda roais : esta a uniea lotera quo premia todos es numeras enjes doas al-
garismos finaes forem iguaes aos dos
QUATRO PRECIOS MAIORES
A SABER:
100)5, a duas letras toaes do premio de...................... 2^'?^?f>'
60^' a duas letras finaes do premio de...................... n^ne m
50(5' a duas letras finaeB do premio d...................... 20:000*^0
40(9 s duas letras finaes do premio de...................... 10:0000000
Tambera sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
premio.3.
Alera destes, tem esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante
roportanca. E' tambera esta a onica lotera que garante que a comprar 100 nume-
_os de terminaQoes jiff.-rentes 32 1/2 % independente dos premios avultados que
possam sabir na extrae-cao.
TODOS OS l'BMIOS SAO PAGOS SEM DESCONT
A's extra-c3es sao foitas em edificio publico e aob raais severa fist-alisacSo por
parte das autoridades. ,
Os bilhetes acham-se venda na agencia o ero todas as cssas, em bantos, bao,
Paulo, Campias, Rio Grande, Ijahia, Cer, Maraa&o, Para, Amazonas e em Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.-
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto da Rocha Mo&toiro Sallo
\ tlroguay&Dsi
A' Florida
Hna Iiique de Caxias a. loa
Cbama-te a attenc;ao das Exmas. famias par-
os procos seguinteB :
Lavas a seda prcta a l^OGO o par.
Ciatos a 1*000.
Luvas de pellica por 2*500.
Lavas de seda cor grasada a 2*, 2*500 e 8*
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 r. o
metro.
Albinia de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Lavas de Eaeossia para menina, lisas e borda-
das, a 8C0e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. om.
Anquinhas de 1*5(0, 2*, 2*500 e 3* uma.
PUsss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 ra.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coco com inscripcSo.
Babadores com pintura e inaenpees a 200 rs.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 eaiza de papel e 100 cnvelopes por 800 ris
Csprlla e veus para ooivas
Snspencorios americanos a 2*500
L3 para bordar a 2*600 a libra
Mao de papel de cores a 200 ris
Eslojos para crochet a .$000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qnaresia
Gslao de vidrlho metro 1*.
Franjas de vedrilbo al*,
Lavas pretas de seda e Escocia.
Franjas e galoes finos a 2*500, 3*e 4* o metr
Para o carnaval.
Lindas mascaras.
Bisnagas de p de arroz.
dem idem de ouro.
dem pe ramadas.
Lindas franjas de seda de cores com frocos pa-
ra eufeitar vestuarios de mas caras a 1* e 500 ra
o metro, fazenda que j costn e metro.
Pepagaios de papel a 200 ria.
Periquitos de papel alO ris.
Leqnes e veotarolas a 200 ris.
BARBOSA & SANTOS


I

Cabriolets
Vende -se doas cabriolets, sendo um descobertx.
e outro coberto, em perfeito estado, para nm on
doas cavallos: tratar a ra Duque de Caxias
p. 47. ___________________
Arma ifto
Vende-se a armscSo da rna do Ranget n 10
por ter o seu dono eitabelecido-se no n. 13-A.
TINO e GRAGEAS do VITIEH
Extracto natural de Figado de Bacalbio
PREMIADO COI REDALHAS DE OURO E PHATA
2>ela ^.cstcieaaia. Nacional
Ordenado* nos Bospitaes dt Franga, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
Administrar so*" forma mui- factlc agradavel todos os elementos curativos do oleo evitando
assim o cheiro sabor nauseosos -'este, alem tsso esta preciosa prepararao tem urna
amorta meon^vS MbreS Oleo porque nadeser ^rant osmndaicalores
em qu.mto o uso daquelie 6 impossivel, tal e o eminente servico pros lado pelo somtr
WlVimm t a experiencte tem confirmado o bom xito d este producto.
Exigir a Orma do inventor H viva* em duas cores ao redor do gargalo de cada
garrafa com o Sella ua UnliA do6 Fabricautes-
PABIS SO, onlevara de Strasbourg, SO PARS
-----------------------------"--^ **
NOVO
: TERMMETRO MEDICO
de Lon BLOGH
[parrmoiADoJ
Systema eactra-ttensivl
Ou* nao experimenta TWlapo algoaa*
derlda a contracto d vldro.
AdMCad* pela eadtit Ktdicln* Hit*
i 22 de leptembn d 1885.
MM M MU lutrMMi MI ^SU&^t,
iiia iulpitiri: '
Aflba-M w prtndpeei O"" IMriiat
teOirargia.
f4a m tfii: 18. na ittny, m 9UU
DaposiU m hruakM :
FRAN" U. da SILVA 6t O
e as principaes Pharmaolas.
ruiiiiiiii \\\\w\\\\\



rio de Pcrnan*icQuarta-lefifa 23 de Fevcreir de 1887
REL1GIA0

i I
A eruz da redemp?5o
(Extrahidoj
tros, hao Boutido germinar em saa alma as
obras d> ubn-gajao, cujos beneficio ex-
perimentamos. A sciencia tem visto os
Thoroaz de Aquioo e os Boaventuras dila
tar os horizontes do pensilmente, engrande-
Compendio da doutrina, a craz o resu- c ino da historift. Elev-se ero meio dos se-cruz.
do a cruz os Domingos, os Franciscos de soborba morada do poderoso como sc-b o
Assis, os Vicent-s de Paulo e tantos ou-I humilde tocto do pobre, na caboceira do
enfermo como era
zcs
cruz.
culos e os divide em d.u? tempos ; os tem-
pos que precedern a Christj e os tempos
posteriores a Elle. Levanta se entro os
dous Testamentos, coreo ponto de Rogada
do mundo antigo, e pont> de p .rtiJa do
mundo novo. Tu 'o converge p ra ella,
tudo tem n'ella seu principio. Atrs da
cruz o mundo decahido qu, aaS*;lo-se
de seculo em sculo no caminho ia Cla
rio, de Ado a Abrahao, de Abrabao a
Moyses, de Moyses a David, repeto a pro
mesBa divin, inquire o sentido da prophe-
ca, passa de roao em roao o veo do sacri-
ficio, at que so ouvem no alto :e urna
collina da Juda estas pahvraa a 'mais so-
lemnes da historia: cnsummatum est!
* tudo est eonsuraraado '.
Ante a cruz so v o mundo regenerado,
que procede d'ella, e que ra sen camiahar
^para a eternidade, leva comsigo, de po a
^em poca, as reeo-dajoes da cruz, as lu-
da cruz, o sangue e as virtudes da
Olhai atravi dos secnlos, e veris
como ai redor da cura se ha verificado e
se verilica aiada todo o movimento da his-
toria: ella o inspira e o rige; sua exal
tajao ou sua qu la est no tundo de todas
as questSes quj tra agita lo o mundo. Dc-
poia de tres ser-ulos de tuta, a idolatra
cahe a scus ps, para nao levantarse j
mais- Durante um espajo de mais de
quatrocentos annos, dividem-ss os povos
entre a cruz de Jess Christo e o alphango
ce Mafoma ; duello da morte que a pri-
meira e a ultima palavra da historia no pe-
riodo da idade media. Cnegara os tempos
modernos, e a cruz contina s -ndo o que
antes era : a cspide e a chave do mundo
social. Para todas as najoes qu > ainda se
assentam as trovas e as sombras da
morte, a questao suprema pode formular-
se dente modo : acabar a cruz por ira
plantarse sobre ellas como sigaal de liber-
dade, ou pormanecero sen conbecel-a e
estraohas por tanto, ao progresso moral e
civiliflacao ? E ainda na velha Europa,
cujo glorioso passado doveria preserva!-
de semelhante retroeesso, tudo se reduz a
declarar-so a favor ou contra a cruz. Uns
querem abatel-a, emquanto outros, que for-
mam a parte rasis nobre do genero huma-
no, se abracara a ella unidos em um3 ex-
claranjao magnifica de t, de esperance e
de amor.
era nos causo estraheza que a cruz oc
cupe este lugar, nico na historia : a su
blime cadeira desda a qual Jess Christo
ha ensinado e contina ensinando ao mun-
do. A moral se resume n'ella, como _o
dogma e a historia. Cora a cruz na mao
fallaram a nossos pu3 os primeiros apos-
tlos da America a linguagem do dever e
da virtude. Ao p da cruz, ante a sacro
santa iraagem de ara D;us raorto para sal-
var o mundo, onde hai aprendido os po-
vos o que nao conheciam ou haviam dei
xado do oonhecer: o esqueciinento das of
fjnsas, o perdao das injurias, a oviolabi
idade do vida humana, o sentiment do
justo e do injusto, o respeito debilidade
e desgrasa, o espirito de sacrificio, to-
das estas grandes cousas que constituem a
essencia da cvilisajao christa. Remonte
mo nos origem de tudo c que ba influido
em nossa superioridade moral, e encontra-
remos seropre a cruz com suas elevadas h-
r;3es e suas inspirares fecundas. Se as
sociedades modernas se ba tornado o poder
publico humano, generoso e bemfeitor,
porque os Luises, os Fernandos e os H riques chegarara a comprehender, merc
aos ensinamentos da cruz, que o poder
um offi io, e urna honra a obediencia. Se
o egosmo antigo ha cedido seu posto ao
To poderosa a virdade que desee des-
di a cruz sobra a huraanidada para susci-
ta a ne.la todas as grandezas intelleotuaes
e raora'8 !
Eites fuetes sao innegaveis; porra, se
quizermos convencer-nos ainda mais de
que a cruz o ver Ldeiro instrumento da
civUaweio, bastar fixar a vista no mappa
do inundo. Ha algara povo civilisado, ver-
daderamente digno deste no me, que nao
trrae parte do reino ia cruz ? Ha algu-
uia ra^a, por mais degradada que esteja,
que, vendo appareeer no meio d'ella este
estandarte de salvajo, nao encontr n'elle
mr principio de resurreiuaa e de vida?
A> pasan que a cruz estende seu imperio,
v estreitar-se o sea a barbaria. Qu-reis
devolver enorgia o a grandeza moral
algara essas povos selvugens que 1 >ng< s
s :.'.ulos de i.i:iuobildade bao mantido na
degrad.yao o no envilec ment ? Plantai
em seu centro a cruz e de improviso a luz
e a forja descero sobre elle, como de urna
arvorc de vida; renovareis a face dessa
trra informe e tenebrosa j tomareis fecun-
do esse solo, antes rebelde e ingrato; ger-
minarlo flores de castidad* no meio desse.
lodo impuro ; recolhereis fructos da justija
em um slo errao e inculto; a natureza,
em outro lempo somb ia e solada, appa-
reccr vossa vista risonha, rejuvenecida
e transfigurada ; e uesta germinarcio ines
perada xe todas as virtudes, noste maravi-
lhoso florescimento da santida^e, saudareis
a acc3o omnipotente e soberana da cruz.
Jesn3-Chr8to havia dito : Quando Eu
for levantado na cruz, attrahirei tudo a
raim. E verdaderamente, da cruz data
seu triumpho e a for$a do sttraccao irre
sistivel qu exerce sobre as almas. Ah .
trra que austera o feri-
do, a crua se erguo na frente dalla como
agrande eonsolidora da humanidade.
Esta a razao porque o genero huma-
no clha com respeito e veneradlo este sa-
grado emblema no qual e por meio do
qual se resumen! e manifestm o dogma,
a historia, a moral e a civilasaclo. Nao
se quer dizer com ato que a cruz nao to-
E' que a cruz, foco de luz esplendente e
de heroicas virtudes, ha chegado a ser para
o genero humano a onte de todos os gran-
des consolos. Cousa admiravel! A cruz,
instrumento de dor, precisamente quera
d'ella ha triumphado. Emquanto sera a
cruz, ou longe d'elia, o soffrimento irrita,
iucend'ia as almas, e os some no desespe-
ro, a cruz rompe, ou embota ao menos, o
uguilhao da dor. Qaem poder dizer quan-
tas laarriraas ha enxairado durante dezoito
seculos ete sagrado symbolo, e quantas ve-
zes ha inspirado resignasao aos que viviam
na desgrag Quem poder dizer quantas
almas ha sustentado no meio de seu des-
fall^cimento! Qaanto forja e valor ha
com-nunicado aos que sofrem e gemem sob
o peso da tristeza e da dor 1
Quando os martyres padeciam as mais
crueis torturas por permanecer fiis sua
f, entre as cbammas das fogueiraa ou as
garras das b stas ferozes, se recordavam
da cruz ensangue;itada de Jesu* Christo,
e esta racordaso) sobrepondo se s suas
dores, devolva o sorriso aos sens labios e
a serenidade s sias frontes. Quando o
bomem se v pago ora a ingratidao por
aquello que ha cumulado de beneficios;
quauto at os seus querem manchar a su
honra com a calumnia, e o atraicoam e o
renegara, e todos o abandonara, contempla
a cruz, e este espectculo sublimo logra
levan"ar sna alma abatida e desolada.
Quanto a morte desoedaca nosso coracao
com sanha incomparavel ; quando os ven-
tos de remotos climas se couvertem em
mens^geiros da fatal aova que ha de su-
mir ni afflicao urna familia inteira, a espo-
sa, a ma christa, se valiara para a cruz,
e ven lo ao p del!a a Mai angustiada, que
troca com seu Filho moribundo o ultimo
olhar de ternura, acham na contemplacSo
d stas gjandes dores a forja de que ne-
ceasitam para anpportar a sua. Onde
nha soffrido no transcurso Jos seculos ati
ques de todo genero ; por n, cada luta
ha sido para ella occasiSo de um grande
triumpho. ,
Todo o que pretenda oombate'r contra
cruz,se encontra cora urna forja divina que o
derriba e lanc. i por trra. Pjr sso vemos que
no momento actual ella se levanta no aieio
do mundo como incoatrastavel soberana.
Agitara-sa em seu redor os povos, corabv
tera-se os partilos, abatera-se os thronos,
cabera con estrepito os imper03, passara
as dynastias, succede.ra-ae em confus> tro-
pel as revolutis, tudo mura em torno
delU, e tudo morre ao cabo de algura tem-
po ; a cruz, soliente a tuz n5i est sn-
jeita mudaoca ; s nente a cruz perra i-
oce erguida, immortal e victoriosa: Stat
Crux dum volvitur orbes. Quer isto dizer
que a cruz permaneca immovel ? Nao ;
digamos antes que a cruz caminha, qua a
<:ruz avanja ; Vaxilla Regs prodeunt] ca-
miqha a passoa de gigante conquista do
orbe. Desde o Orient, que a vio apparecer
pela vez primeira obra urna de suas colli-
nas, ha percorrido o Occidente, submet-
tendo seu imperio todos os povos que
ho figurado no mundo ; ha chegido a sor
entre elles o sguil de honra e a garanta
suprema de tado o que tem direito obe-
diencia e ao respeito ; resplande :e na tor
re dos templos, ergae se sobre a lousa do
sepulchro, o remate da coro a dos res,
adama a thiara dos pontificas e brilha so-
bre o peito dos valentes. Nada so taz
era pode fazer se que tenha verdadeira
grandeza aqui no mundo, sera que tenha
parte n'isso a cruz e redunde em favor da
cruz. Quando o genio de Christovao Co
lombo f-e entrar um novo continente no
concert das nac3es, se a vio entao nestas
remotas praias, nestas ilbas pittorescas que
pareciam brotar do seio dos mires, e a
America lhe offeraceu suas selvas tSo anti-
gs como o mundo e seus espacos ainda
inexplorados.
Em nossos dias, e merc polit'ca
christa de nossos res, est em via de re-
conquistar a trra de onde a desterrou Ma-
foma o ha reapparecido sobre as dobras
do pavhao francez desde o cuma de Atblas
at as margns do Mediterrneo.
Tudo induz a preaagiar-ihe novos triu.it
phos. Crerao que deveraos temer por ella
a vista dessa corrente que arrasta aos povos
por caminaos antes ignorados, e os impel-
i para as regidas do porvir, atrav3 do
zoito sculos de f e de adorajao ? A
cruz, que ha derribado os dolos ; a cruz,
que ha civilisado, regenerado o salvado ao
ranndo; a cruz, a cujos p* bao aprendido
os homens a dor, a virtude, a abnegaeSo e
o sacrifldo. tu !o o que ha feito as aacSss
e os individes grandes e fortes, nobros e
puro3, a cruz triumphar destes assaltos,
como ha triumphado sempre, e erguida sobre
a rocha incoatrastavel e u que Daus a col-
locara, continntr catenieado seu3 brajos
sobre o mundo pira eitreitar a seus adver-
sarios e a sous filhos en um amplexo de
amor.
Desde o oais iatimo do nosso coracao,
portante, deve no3 render ho BflBaSftni a
este sagrado sigaal daRidonpylo, i: que
por dita nossa se conservara preciosas reli-
quias. Mas porque, no3 dirao quic alguos
espiritjs frivolos e lig-iros, e^sas domos-
reinado da caridade, porque, contemplan- quer que appareoe a imagem da dr, os


F0LHET1M
O -OOKCNDA
POR
QUINTA PARTE
O CONISAT SS CASAMEHI3
(ContinuacSo do n. 42)
IV
Gaaco e normando
Aquelles dous bravos n3o querem
fallar senao a Sua Alteza, respondeu Pey-
rolles.
Cocardiisse e Passepoi!, tendo d<-*canja-
do toda a msnha doruiindo sobre a mesa
da.tasca de Veneza, estavam frescos como
rosas. Passarara firmemente por entre as
alas dos confidentes de baixa especie, e di-
rigiram-se a Gonzaga, que cumplimenta
ram com a dignidade atoiemada de verda-
deiros raestres d'arraas.
_ Vejamos, disse o principe ; fallam de-
pressa.
Cocardasse e Paasepoil voltaram-se um
para o outro.
Tu, meu nobre amigo, disse o nor-
mando.
Nadaxiirei, minha pomba, replicou o
gaacSo. Ta l
Com a breca I exclamou Gonzaga,
varaos ficar sera saber cousa clguma.
Comecaram entao ambos ao raesmo tem-
po, com urna voz alta :
Alteza, para merecer a honrosa con-
fianca...
__ Entilo disse o principe atordoalo ;
falle cada um por sua vez.
Novo edrubate de delicadeza.
Fioalmeute, PasBepoil :
Como sou o mais mojo e o menos
graduado obedejo ao meu nobre amigo e
tomo a palavra. Cumpri a miuba misalo
com felicidade, romejo por dizer. Se tui
mais feliz que o meu nobre amigo, nao
isso devido ao meu mrito.
Cocardasse sorrio 2om um ar altivo e
aeariciava o enorme bigode. Nao nos esque-
c(oos que havia um desafio de mentira en-
tre estes dous amareis bandidos. Antes
de os ver lutarcom eloquencia como os Ar-
cadeos de Virgilio, deveraos dizer que es-
tavam inquietos. Shindo da tasca de Ve-
ueza, torr pela segunda vez casa da
ra de Chantre. l\Io tiveram noticias de
Lfagardre. O que acontecera ? Cocar-
dasse e Passepoil estuvam a este respeito
na mais completa ignorancia.
Seja breve, orieaou Gonzaga.
Conciso e preciso, accrescentou Na-
vailles.
Eis a causa em duas palavras, disse
'roi Passepoil; a verdade nao leva muito
tempo a se manifestar e aquelles que v5o
procurar rodeios para embarrilar os ou-
tros ; esta a minha opinilo. Se assim
pens, que j teubo sido victima. A ex-
p riencia... Mas nao divaguemos. Sah
esta manha com as ordens de Vossa Alte-
za. O meu nobre amigo e eu dissemos um
para o outro : i Duas probabilidades valem
mais oue urna ; si^a cada um o seu carai-
minbo. E separmo-nos defronte do mer-
cado dos Innocentes. O que fez o.meu no
bre amigo, nao sei; eu dirig-me ao Pala-
cio Real, onde os operarios tiravam j as
dcoruj38 da festa. S se fallava em urna
cousa. Tinbam encontrado um mar de
sangue entre o pavilbao indiano e o pe-
queo cubculo do porteiro, mestre Le
Breant. Era quanto me bastava; linha
a certeza de que se havia dado urna boa
estocada. Fui examinar o mar de sangue
que me pareceu rnuito razoavel, depois se
gui mu rastro, ab ah para isso pre
ciso ter bons olbos 1 desde o pavilbao in-
diano at a ra Saint-Hooor, passando
pelo vestbulo do pavilhao do Sr. regente.
Os criados perguntaram-me : O' amigo 1
que perdeu?O retrato da minha aman-
te, respondi eu. E riam-se, como tolos
que sao. Se tivesso mandado tirar os re-
tratos de todas as miabas amantes cora
os diabos, tinba de pagar um bom aluguel
para ter onde o guardasse.
Resuma, disse Gonzaga.
Fiz o mais qua pude, Alteza 1 Na
ra SaintHonor passam tantos carros e
tantos' cavallos que o rustorpagou-se. Fui
direito ao rio...
Por onde? interrompeu o prinoipe.
Pela ra do Oratorio, respondeu Paa-
sepoil.
Gonzaga e os seas cortezaos trocaran
um olbr.
Se Passepoil ti vase f liado da ra Pier-
re-Lescot, a louca aventura de Oriol e de
lliojitado campo das deacobertas e iaven-
j33S ?
Nao o permita Deas que tudo isto
prepara e. facilita o triumpho da cruz. Ao
trajar e?8as lianas de ferro que approxi-
raam os paizes, ao lanjar no espajo esses
carros de fogo que devoram as distancias,
dais azns aos missionarios da cruz. Ao
sujeitar o vapor como urna tempestada
concentrada nos flancos de visaos navios
para accelerar vossas temerariaa correras,
abrs cruz de jess Christo um caminho
no meio dss mares. Grajaa vos, pode-
r ella dar volta do mundo ma8 livremen-
te que nunca. Sois, sera o saber, e mui
tas vezes a pezar vosso, ministros da Pro-
videncia no cumpriraento de sua obra e
instrumentos doceis do triumpho da cruz.
E sendo isto assim, que importa que a
sruz teuha boje, como sempre, inimigos a
vencer; que importa que o atheismo pro--]
rompa ao redor seu nesses gritos selvagons
que amedroatam os povos ; que importa
qoe os materialistas inteutem dar em trra
com o pedestal que lhe bao levantado de-
______________ ____i
Montaubert sendo j onhecida, ninguera
lhe daria crdito. Mas Lagardre podia
muito bem ter descido pela ra do Ora-
torio.
Fre Passepoil continuou ingenuamente :
Fallo-lhe como um confesor, Ilustre
principe. O rastro recoraejava na ra do
Oratorio, e pude seguil os at a margem do
rio. Ahi nada mais vi. Entretanto havia
pinitos marioheiros que couveraavam ; ap-
proximeime. Umdelles dizia : Eramtres,
o fidatgo estava ferido, depois de lhe terem
robado o dinheiro a iram-o o ao rio da ribau-
ceira do Louvre.Meus patrrJes, pergaa-
tei-lhes eu, queiram dizer-me : virara o fi
dalgo ? Ao que nada quizeram respon-
der, pensando a principio que eu era um
espio do Sr. tenente. Maa, accrescen-
tei; < Sou da casa desse fidalgo, que se
chama o 3r. de Saint-Laurin, nascido en
Brie e bom christao. -Deus se compadeja
de sua alma, disserarn elles entSo ; nos o
vimos.Como estava vestido, meus caros
amigos ? Tinha urna mascara preto no
rosto, e sobre o corpo um gibq de setim
branco.
Houve um murmurio. Trocaram-ae sig-
naos.
Gonzaga meoeava a cabeja com u.n ar
de appr vajSo.
Mostr Cocardasse Jnior conservava o
seu sorriao sceptico. Dizia comsigo :
O mea volho um normando finorio,
com mil bombas Mas ha de chegar a
nossa vez.
Eis o que se passou I proseguio Pas-
sepoil, animado pelo successo do seu con-
t. Se nao rae exprimo como um hornera
de peona, pois que o meu officio jogar a
espada, e depois a presenja de Sua Alte-
za me intimida ; sou muito franco par.i oc-
cultal-o. Mas, finalmente, a verdade a
verdade. Cumpre com o ten dever e nao
te importes com o que dizem I Desci ao
longo do Louvre, passei entre o rio.e as
Tulberias at a porta da Oonferance. Es-
tivo na Court-la-Reine, no caminho deBel-
ly, pelas margeos de Passy; passei por
diante da Ponte du Jour e de Svres. Ti-
nba urna i toa, vao ver. Cbeguei ponto
de Saint-Cload.
As redes I murmuroa Oriol.
As redes repeli Paasepoil, piscan-
do os olhos, exactamente.
Nao mal imaginado, dizia comsigo
mestre Cocardasse ; acabaremos por fazer
alguma cousa deste tratante de Passe-
poil.
E o que encontraste as redes ? per-
guntou Gonzaga, que fraezio as sobranco-
Ihas com um ar de dnvida.
traj<5:s de piedade aatc ara simples peda-
jo de madeira que ba logrado escapar dos
estragos dotarapo? Nao saria melhor que
contives'seis vossos seatimentos no iatimo
d'alma, da que referir sua expressao a un
synbclo exterior e seasivel ? A esses de-
vemos coatestar-lhes : nao ouvistes fallar
nuuca de urna coma respoitavel e sagrada
tambem eatre as que raais o saj, e que '>*>
chama a banleira da patria? E tenias ol-
vidado o que sacceie quando apparece
publicamente este glorio3o syrabolo? A'
sua vista se desaobrera as cabejas, Be iu-
clinara as espadas, rufam os tambores e
se deboxam o respeito em todas as frontes
e a eraojao era todos os corajSes.
E' pjr.'entura a ura fragraanto de tela a
quera se dirigem e onde terminara tantas
raostras da honra e de venerajUo ? Certa-
mate que n5o. Para que. por consegua-
te, todas estas manifestajScs exteriores e
publicas ? Ah I E' porque a patria se re-
sume e porsoni6ca neste s sigaal, com
todas as suas grandezas e todas as suas
glorias: tradicoas, historia, soberana,
coaquistas, soffrmentos coramuns, tudo re-
vive e se en 'ama na bandeira nacional ;
por isso a saudaraos, a veneramos e a
amamos ; representa a nosso3 olhos algu-
ma cousa que tem direito ao respeito e ao
amor de todos.
Pois bem; a cruz a bandeira de Je-
ss Christo, a bandeira da patria universal
dos ehristaos : o emblema do reinado do
Filho de Deus : Regnavit a ligno Deus.
Ao dobrar o joolho diauta della adoramos
a Christo; Christo, o rei immortal dos
seculos; Christo, veacedor do iaf erno e
do mundo; a Christo, que era houtem,
hoje, e ser sempre : Christus her, et ho-
die ipse et in soteula.
Assim : ao p da cruz damos testomu-
aho do raado de Christo, desse reinado
que deve exsrctr, nao s sobre os indi vi
dos, sonao tambem sobre as uajoes, na
ordora intellectual, moral e social. Pedi-
mos a Deus a restaurajao completa de seu
imperio nos costumes, as leis e as insti-
tuijrjai. Porque a cruz de Jess Christo
e ser a nossa convicjo intimao que
vem sendo ba desoito seculos : a solwfio
de todos os problemas. S ella tem reme-
dio para todos os males, resigo ajilo para
todas as dores, luz para todas as confusSes
do mundo, harmona para conciliar todas
as classes sociaes; como que a viva
jmagem do sacrificio a syniheso da vida
humana.
pois della. Tinha dito entretanto que par-
ta por dous/dias
Catharina estremeceu pensando que elle
teria podido sorprendel-a. Estara perdi-
da: De manha, tranquillisou 6e, quando
Holgan disse lhe quo toraava a embarcar-
se noite. O dia passou-so etriste chuvo-
so. O co carregado de navens, o hori-
zonte e o mar tiohara urna cor cinzenta
escura.
Nao houve tempestado, mas a atmosphe-
ra estava cheia da electricidade Catha-
rina com a fronte e os olhos ardendo em
febre ia e viuha pela casa, rindo se e fa-
laudo alto para atordoar se, abrajando
Bertha a cada momento.
Nao via que o marido, preoccapado, ob
servava-a com urna expressilo singular e
ficava depois absorto em protunda medita-
cao. Atirava se de cabeja baixa, de olhos
fechados, para o desconhecido terrivel da
vida que ia encelar.
Ab I como fugiam depressa as horas e
como baixava rpidamente aquella noite
que ia abrir-lhe urna nova existencia!!..
O preamar s sete horas.
Holgan vestio os groaseros trajos de
pescador, poz o chapeo e a capa de ence
rado. Depois tomou a dina nos brajos,
olhou-a um instante, ubrajou a raais de-
moradamente e com mais forja do que
de costume e despedio se, abalando um
suspiro :
Adeus, Catharina !
Esta responde desviando os olhos, por
qua oao ousa- filar esse hornera tilo bom
e tao leal, ao qual reserva, para o dia se-
guate, urna ultima e cruel tortura. Sent
o coracao dilacerado porquf, do intimo,
sobe-lbe urna voz que diz-lhe: < Para
que partir? Nao mais a Gilberto, a
L!TIRATl)fi
O AMIGO DO MARIDO
POR
JULES MA.RY
(CunttnuocSo)
XI
Catharina nSo dormio toda a noite e
ouvio Holgan entrar duas ou tres horas de-
Holgan qae a as l >
Joao vai longe...
E' noite fechada. Catharina d ordera
para que nao eejam recebidas as visitas,
as quaes poderiara deraorar-lhe a partiua e
destruir-lhe os projactos.
Fechase com Bertha, n'uru quarto e
um horrivel pensarnento atravessa-lhe o
espirito :
Se levassa comsigo a crianja I... cus-
tal he tanto separarse della!... So a
levasse ? .. Bertha tao crianja que lo-
go se esquecer do pai I...
Mas o que lhe resta de honra revolta-
se.., Nao, Bertha deve fiaar a) lado de
Holgan.. E' ella, j que parte, que de-
ve soffrercom a ausencia daqaelle ente
querido.. Nao dar mais um passo nes-
se caminho de infamia Bertha que fi-
que !...
E deposita um beijo sabtil na fronte do
anjo adormecido e dixa cahr-lhe duas la-
grimas as louras madeiras fluctuantes...
Depo3 despe a filha, que nao se acorda
ao contacto macio das m3os maternas e le-
va-a para u cama... Torna a beijal-a...
Est com a alma despeda jada... o cora
jao sangrando. Amanba, a menina j
nao ter mai !... Esta errar pelos cami-
nhos, ao acaso, sera familia, sera amigos,
oceultando o norae pora oceultar a vergo-
nha, vive ndo s de recordaj5es. ..
A noite toraa-sj ainda mais escura
Urna chuva fina cahe sem descontinuar.
Os criados deitaram-3e. Reina em toda a
casa um sileucio profundo. Catharina ves-
te-se rpidamente e sabe. Recebendo em
cheio a chuva, sent calefrios e deita a
correr para aquecer-se, sem olhar para
traz, assustada, com a respirajao sibi-
lante...
Tendo j percorrido um ter jo do cami-
nho, para exhamta... o bater apressado
do corajao irapede-lhe de ouvir outro qual-
quer ruido externo...
Dobrada ao meio, esm as raaos no cole-
ta, que quizera poder deaatacar, respira
difficilmente... Sentindo-se melhor, pro-
seguc na carreira...
De repente imagina oavir correr atrs
de si..- Lembra-80 que alguns diaa an-
Frei Passepoil desabotoou o casaco. Co-
cardasse abrios olhos. Nao esperava por
aquillo.
O que Passepoil tirn do seu casaco, nlo
foi as redes do Saint Cloud que encentra-
ra. Nao tinha visto as redes de Saint-
Cload ; como hoje, as redes de Saint-
Cloud eram talvez um erro popular.
O que Passepoil tirou do casaco, tinha
encontrado no gabinete particular de La-
gardre, na primeira visita que tizara na
manha doqueile dia. Tinha tirado aquillo
sem nenhum plano formado, nicamente
pelo habit i quo tinba de empalmar alguma
cousa. Cocardasse alo tinha visto. Era
nada menos que o gibao do setim branco
que Lagardre levara ao baile do regente.
Passepoil tinha-o molhado em um balde
d'agua na tasca de Veneza. Entregou-o
ao principe de Gonzaga, que recuou com
um raoviraento de horror.
Todos partilharam alguma cousa da-
quelle sentimente, porque reconheceram os
despojos de Lagardre.
Alteza, disse-Passepoil com modes-
tia, o cadver estava muito pesado ; s pu-
de trazer isto.
Ah com mil bombas I disse com-
sigo Cocardasse, preciso ter cuidado O
tratante arranjou tudo perfeitamente.
Existe o cadver ? perguntou Pey -
rolles.
Pejo lhe que rae diga, respondeu frei
Passepoil, empartgando-se, sej guarda-
mos ovelhas juntos ? Eu nao o trato por
tu. Ponha de lado esta tamiliaridade in-
conveniente, salvo se for do agrado de Sua
Alteza.
Responde perguota, disse Gonza
ga-
- O rio fundo e sujo, replicou Passe-
poil. Deus nao permita que affirme um
facto quando nao tenbo completa ceiteza.
E entao ? exclamou Cocardasse^ es-
perava por isso I Se meu primo mentisse,
cora mil bombas, nao o tornara mais a
ver.
Approxiraou-se do normando e disse :
- Nlo, mentiste, mea velho! Como
podia estar o cadver as redei de Saiut-
Cloud, se acabo de vel-o a duas leguas
d: lli, era trra nrrae 1
Passepoil abaixsu os olhos.
Todo3 os olhares voltaram-se para Co-
cardasse.
Meu velho, continuou este ultima,
dirigindo se sempre ao seu companheiro.
Sua Alteza permittir-me-ha que ea preste
urna ruidosa horaenagem tua sineerida-
de. Os homens como tu s5o raros, e or-
tos teve a raesma impressao e o inesmo
susto e pensa:
E' o echo.
Mas p3,e-se a escutar.
O ruido torna-se mais distiucto. Entao,
nao se engsnoa ?.. .
Chegan io aos estreitos caminhos quo
serpeavam atravez dos prados semeados
de florea azuladas, voita-se para ver. A
noite esta escura, opaca; as trvas insoa-
daveis.
Contina a caminhar e costeia o basque
por tras do pavilbao. Causa-lbe sorpreza
nao encontrar Gilberto. E' verdade que est
choveado. Gilberto sem duvida est no
pavilhao sua espera e prompto para par-
tir.
Os passos approximam-se, mas nao pode
ainda distinguir a pessoa que assim cami-
nba.
Segu adianta toda trmula. Quem quer
que a sogu'a abandonou a ostrada e, pas-
sando para um terrenj que a chuva amol-
lecera, ouve-se menos o ruido de seus pas-
808.
Ser acaso Gilberto Se,fosse seu ma-
rido !... Seu marido I... Ser possi^el!...
Nao, a Mai de Deus est longe e Holgau
pescando em companhia de Fleur'ot !
Os atalhos s vo ter ao pavilhSo e per-
dem-se dspois nos campos. E' para o pa-
vilhao que dhige-83 o deaconhecido.
Quem ser? murmura Catharina.
E, instigada pelo medo, por nao sei
que presentimento sinistro, deixa o cami-
nho que segua... Entra no-matto, es-
conde-se atrs do tronco de um car val ho,
de joel'ios sobre a relva hmida, que lhe
molha o veBtido.
Com o pescojo estendido, quasi ao ni-
vel do chao, lanja para a trente ura olhar
ancioso. .
No meio das trovas vai-se destacando o
vulto de um bomem.
S um homem pode ter tanta firmeza e
seguran ja no andar..
Dopois, accentua-se o vulto, desenha-je-
Ihe o porte, apparecem largos hombros,
um pescador... Mas quando d mais al-
guna pasBos e paasa-lhe por diante, a infe-
liz contm urn grito de angus.ia...
Era Joao Holgan...
E antes que Catharina voltasse a si, do
susto, j o marido havia desapparecido do
lado da estalagem.. -
Vai mtalo I vai matal-o !... nem
Deus, protegei-o!
Quer levantar-se, correr... Atravcs-
sando o bosque, em risco de ser reconhe-
cida pela gente da estalagem, chegaria an-
tes de Holgan... prevenirla a Gilberto,
que teria tempo de fugir com ella, ou ao
menos poderia defenderse... sim, quer
levantarse... correr... mas dobram-se-
lhe os joelhos, faqueiam-lhe as pernas!...
rodeia, com os brajos, o tronco da ar/ore
e frz inuteis osorcos para ficar de p...
aente calafros... Batem-lbe as fontes, fe-
chara se-lhe os olhos... vai perdendo os
sentidos, cuas maos afrouxam e ella cahe,
ao chao, desmaiada.
Quando a forja torna a voltar-lhe com
um sentimento da existencia nao sabe mais
por que razao est alli deita da, na humi-
dade* sobre "a chuva que coa-se atravez
das folhas, por oima della, todas as veres
que sopra com mais forja a brisa do mar.
Depois volta-lhe a memoria... a repete:
Elle vai matal-o !
E sem saber se ainda tempo de evitar
essa desgraja, vai correr para o pavilk*),
quando junto della ergue se uma sombra,
caminhando a passos largos e, passando*
lhe pela frente, some-se na estrada.
Catharina reconheceu de novo o mari-
do. Fca com a fronte banhada de suor, os
dentes batendo, sufocad, sem respirajao,
porqu9 imagina :
companheiro de
gulho rae era te ter por
armas.
Deixe-o, dissa Gonzaga, interrompen-
do-o, quero fazer urna perganta a este ho-
rnera. E mostrava Paasepoil, que estava
de p diante delle ; innocencia e candura
deaenhavam-se no seu rosto.
E esses dous bravos, perguntou o
principe ; os defensores da moja do do-
min cor de rosa ? Nao tem nada a dizer
a esse respeito ?
Confesso, Alteza, continuou Passe-
poil, que empreguei todo o meu tempo no
outro negocio.
__Com mil bombas disse Cocardasse
Jnior, encolbendo ligeiramente os hom-
bros Nao pejam a este bom rapaz mais
do que elle pode dar. O meu camarada
Passepoil tez o que pode.
Ouves, Passepoil, approvo-te altamente.
Estou comtigo, meu velho ; mas nlo posso
dizer que estejas na miaa altura. Isso
seria exagerajSo I
Fe mais do que elle ? perguntou
Gonzaga com desconfame*.
Ottn' per poe', Alteza, como aizem
os de Florenja. Quando Cocardasse se re-
solve a procurar, com mil bombas, encon-
tra mais alga m a cousa do que trapos no
fundo d'agua.
Vejamos o que fez.
Primeiro que tudo, principe, conver-
sei com os dous tratantes, como tenho a
honra de cooversar com Sua Alteza nes-
te momento. Em segundo lugar, vi o cor-
po.
Ests certo ? nao pode impedirse de
dizer Gonzaga.
-*- E' verdade ? verdade ? falla l dis-
serarn os outros.
Cocardasse collocou as mos na cintu-
ra.
Muito bem I vamos por orden, disse
elle ; tenho amor ao meu estado, e aquel-
les que julgam que qualquer pode 8er bem
auccedido na partida, sao patetas. Talvez
haja alguns bons como o primo Passepoil,
sera comtudo attingir ao meu nivel. E'
preciso situajoes nataraes, alm do des-
embarajo e dos conhecinientos especiaes ;
instincto, vista, faro, ouvido apurado, bom
p. bons brajos e corajao firme. Temos
tudo iato Deixaado o meu caro cmara
da no mercado dos Ionocentss, disse cono-
migo : Entilo, Cocardesse, minha pom-
ba, reflictamos um poseo, pejo-te ; entao
fui de porta em porta collocando o nariz
era toda a parte. Conhecera a Cbeja-Ne-
gra, I em baixo, na ra Saint-Tbomaa ?
Est sempre cheia de jogadores de espada
Elle o matou 1
(Continua)
A:s duas horas, dous bandidos sahram da
Cabeja Negra.
__Adu8, patricio I disse eu. Adeus,
Cocardasse. Conbecia os todos como pi
e mai Venham c, meus nlbos. Levei-os
para a ribanceira, do outro lado de Saint-
Germain-l'Auxerrois, no antigo fosso da ab-
badia. Conversamos oun' per po*'t em
terja e em qaarta. Aquelles nlo defen-
dem raais ninguem, nem de noite nem de
dia. .
Pol-os fra de combate ? disse Gon-
aaga, que nao comprehendia.
Cocardasse cahio a v.fundo "duas vezes,
fazendo menjUo de atirar dous botes afon-
do, golpe sobre golpe.
Depois continuou na sua posijao grave
e altiva :
Bem, disse arrogantemente, os pica-
ros eram s dous.
E eu podia engulir outros tantos.
O convite
Passepoil olhava para o seu nobre ami-
go com uma admirajao enternecida!
Cocardasse estava apeaas no cornejo da
sua mentira, e Passepoil confessava-ae j
vencido na ainecridade do seu corajao.
Meiga e terna natureza, alma modesta,
sem fel, quasi tao recommendavel pelas
suas humildes virtudes-, como o proprio
Cocardaase Jnior, com todas as suas bri-
lhantes qualidades.
Os cortezaos de Gonzaga trocaram olha-
res admirados.
Houve um silencio interropido por Ion-
gas conversables em voz baixa.
Cocardasse torca soberbamente as pon-
tas gigantescas do bigode.
Sua Alteza tinha-me encarregado de
duas commissSes, continuou elle ; de ama
j dei couta 1 Vou passar outra. Tinha
dito com migo quando deixei Passepoil}
Cocardasse, meu velho, responde com
franqueza : onde se encontra n os cadve-
res ? A' bera d'agua ? Muito bem An-
tea de procurar os meus tratantes, dei uma
pequea volt ao longo do Sena. E' pre-
ciso ser madrugador ; o sol estava j so-
bre o Chatelet; nada as margena do Se-
na : o rio s levava trapos.
%
>
h
f

(Continuarse ha.)
Typ. do Diario ra Duque de Caiias > *& j|


Full Text
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