Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19812


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Full Text
ATUC LXII lltlfi.O ss
- ^
PARA A CAPITAL E LltlRK 0\DK XIO SE PACA PORTE
Por tres raezes adiantado............... 6(5000
Por seis ditos idem.......... ...... l'J^UOO
Por um anuo dem................. 23O0O
Cada numero avulao, do mesnoo di*............ *>10
MGfl 13 DE FEM DE 1881
PARA ItOtKO E PORA DA PROVDCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por um auno idem................
Cada numero avulso, de diaa anteriores........-.."'.
130500
20*000
270100
0100
l
e

'
;



.
DIARIO
Praprufraiie >* M&noel iflurira he -feria i ftyos
Os Sra. Amedt Prinee t C.
de Pars, m o domos agentes
e&elaalvos de aannuacios e pu-
blicaeilss na Fraara e Ingla-
terra
I
!
' 9 fc ,
1ELEGRAMMAS______
:ss-::: pasi::::*:. so biasio
RIO DE JANEIRO, 12 de Fevereiro,
1 hora e 45 minutos da tarde. (Rece-
ido s 3 horas da tarde, pelo cabo subma-
rino).
Foi exonerado do cargo de 3." ew-
rripturariu do Crrelo de Periiam-
kneo, Amaro Gomen da silva Ra-
mn.
fot aoaeado 3." escrlpiarario da
menina reparliro. o pratlraalo Joa
tintn Henrtqae de Sft Brrelo.
RIOJDE JANEIRO, 12 de Fevereiro,
e 8 horas e 55 minutos da noite. (Rece-
bido s 10 horas e 35 minutos, pela linha
terrestre.)
Pedio e obittc exonerac&o do car-
so de mlnluiro da guerra o Sr- con
elheiro Alfredo Bodrlgaea Fernn-
de Chave*.
rico n inlerlamenIe incumbido
deaaa pasta o co aelneiro miniiro
da Juanea
2SB7IC0 DA AOTCU 2AVA5
Especial para o pi'irio)
olONTEVIDE'O, 12 de Fevereiro.
Hoje fot apenan asaigaaladn aqui
caso de bolera-aaorbua. e neabaos
oblio.
Aqui cbeaoa eaia nianb o paque-
te italiano MATTEO BLUZZO, iraseado
a aeu bordo o general O. Mximo
Sanios.
O ex-prealdeate declaras*, que aeel-
tava o baulmenlo que lbe fol decre-
tado.
i.- provavel que o general Saaloa
va realdlr no Rio de Janeiro.
BJENOSAYRES, 12 da Fevereiro.
\an ultiman 34 lloran deram-se
aqu 4 caaos novo* e obltoa de
Cholera morbus.
tf Chile nuprlmlo aquarenlena que
eatabelecera para aa proeedenciaa
argeutluaa.
LONDRES, 12 de Fevereiro.
Corre o i>ato de ae lerem dado ae-
rian deaintelllgeuc aa entre alguna
membron do gabinete.
NEW-YORK, 12 de evereiro.
.% usara iiltimamente aaalgnalada
decrence em raotfea proparc*ea.
PARS, 12 de Fevamiro.
Aritialm' -ole enio entaboladaa
egoelaedea entre a Inglaterra e a
Turqua acerca do Egypto.
Aaaesura-ae que Slr Henry Drsa-
mond %"nin propon ao altan a eva-
enneao do Egypto pelaa tropas In-
glesaa aob a condlco de neatrall-
nacao do canal de Mus.
PARS, 12 de Fevereiro.
A Cmara doa Depatadoa adoptoa.
em principio, um projecto de Impoa-
to sobre a reada.
COMMERCLAES .
LIVERPOOL, 11 de Fevereiro.
[SUCA/,':--Mercado calmo.
de Pernambaco n. O. veude-se a
tO acto. dlnbelros por qulatal------
(& rin ao cambio de 33 1/4 d.
por mil ris).
AL.G0DA0 : Tranaaccoea poneo ac-
tivan, precoa nunleutadon.
O FAIS de Pernambaco vende-se
a o c 5,10 d. por libra (339 res).
Vendan do da cerca de I O.OOO far-
do*.
NEW-YORK, 11 de Fevereiro.
ASSUCAR Mercado peuco activo
precoa uateatados.
PAIR RMIN1NG de Pernambaco
vende se A !/ cent, por libra
Agencia Havat, filial en Pernambnco,
12 de Fevereiro da 1887.
IHSTROCQaO POPULAR
MI DlJtUHITaCaO
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESC0LAS|
VI
Da allmeatacao durante a doenca
Continuando)
Km todos oe antecedentes captulos consideramos
o homam no sea estado de saude- ^ _,
No presente taremos entrar nesta questao um
elemento importaate, a doenca.
Adoenca,alterando, perverteodo, augmentan-
do raras veres, diminnindo quasi sempre a energa
daafuncooes digestivas.precisa deser attendida,
com cuidado especial, na questao da alimsntacao.
A dieta, no sentido rigoroso da palavra, a pri-
vscao absoluta de alimentos.
Costuras-se, porm, entender por di'.ta o rgimen
alimentar especial apropriado aos doentes tanto em
re laca o a qualidade como a qaantidade dos ali-
mentos.
A dieta no sentido rigoroso da palavra, causa-
ra a mor te, em periodo mais oa menos longo, se
fosse Hpplicada a individuos saos.
A morte por inanico succede cm periodos va-
riaveis segundo t idade, o sexo, genero de vida,
clima, etc., em que se scha o indivi Juo.
Tolera-se com mais facilidade a dieta rigorosa
dorante aa doencas agudas de que no estado de
saude ou oas doencas ebronicas. de larga duraco.
as doencas agudas, a dieta nao s telerada,
mas muitas veses indispensavel.
Najcoovaleacenca, > i u termo precisa reparar as
torcas perdidas na deenca ; e nestas crcamstau-
cias que mais necessarios se forman oe maiores
cuidadas na alimentacao. A escolha dar comidas
deve anda ser mais rigorosa.
as doencas chronicas do tabs digestivo pre-
cisa urna dieta ligeira na qualidadee na quantida-
de dos alimentos. Para estes casos que se rna
bastantes veses utilisaima a dieta lctea.
Facamos um rpido ezame dos materiaee qne
devem compor-a dieta e em breves palavras decios
aos nossos leitoree tima idea geral dsste aesnmpto
tao importante.
Os elementos que compem o rgimen diet tico,
sao : bebidas ; alimentos propiamente ditos : con-
dimentos.
As bebidas formam urna parte importantissima
do rgimen diettico dos doentes. Em bastantes
casos sao ellas por si s qne.alimentam os doentes.
Grande parte das substancias medicamentosas
t) applicada em dissolucao, e portante ainda as be-
bidas n'este case sao da mxima utilidade as do-
encas.
as bebidas ha a considerar asna qaantidade e
a so* qualidade.
Ha certas casos em que a privacio absoluta ou
quasi completa de bebidas e um auxiliar poderoso
dos outros meios de cura.
Outras veses, pelo contrario, sao necessarias be-
bidas abundantes para arrastarem pela ana elirni-
ns(o do organismo certoa principios, que se cil
deste modo poderem ser postos lora de corpo.
As bebidas sao em grande parte, senio na tota-
lidade. absoryidas no estomago.
Um exc-sso de bebidas deve pois dar a esta vis -
cera um augmento de traballio, um accrescimo de
actividade que a fadig* e que pode cansar verda-
deras iadigestoes aqaosas.
Tambem a agua em excesso dilae, enfraqaece
os principios cidos da estomago (encarregadoa da
primeira elabotacao dos alimentos), e portante as-
sim a digestao.
As bebidas tomadas durante as refeicoes em
grande quantidade, devem convir aquellos indivi-
duos cujo estomago segrega patbologicamente
grande quantidade de sucos cidos
Todos os meios que a economa animal tem ao
sen dispor para se desembarazar de no excesso de
lquidos, sio por ella empregados com a mxima
actividade, no caso de dieta aquosa.
Assim augmenta a secrecao dosuor e da urina ;
e por fim a diarrba (causada pelo a-ixoao iotes
tino de grande mas de liqnido, que o estomago
nao asosorvej apparece, concorrendo por saa parte
para debilitar as toreas do doente.
A quantidade de bebidas deve pois ser cuida-
dosa e prudentemente regalada pelo medie* as
doencaa, e nunca se deve deixar isto aos cui-
dados empyricos dos enfermeiros ou dos proprios
doentes.
Ha certas doencas muit > commuos e conbscidas
nas quaea de grande auxilio a ingestas de grande
porcao de lquidos.
Por eiemplo, nas beiigas, no sarampo, etc., nas
doencas chamadas exanthtmatieas, esta pratica
tem a vantagem de actuar tpicamente sobre a
bocea e a garganta, conservar desembaracado o
ventre, e auxiliar a tendencia eliminadora que se
fas oa pelle e se moatra pela prodcelo das ps-
talas.
Nas doencus para cajo tratamento til a abun-
dancia de suores, a dieta aquosa tambem de
grande vantagem.
Experiencias bem feitas tem demonstrado que
quantidade abundante de agua nas veas torna
mais lenta, mais vagoross, a absorpeoo.
(Continua)
JARTE 0FFIC1AI
Lio ve rao da pro vi ocia
tu AXtOtTAMBHTO A0 BEPBDIEHTE DO DA lt SB J4-
aaiao riKDO
A' cmara municipal de Palmaras.Declaro
ttssn municipal de Palmares em resposta aos
seus officos de 7 do corrate, quo nao toi regular
nem o addiammto aa seesio pelo simples arbitrio
de sea presidente interino (le do 1* de Outub o
de 1828, art 25, le os. 4U1, de 26 de Outubro d>-
1880), nem to pouco a resolucao de quatro dot
vereadorea eleit aquelle adiamanto, eutenderam poder se consti-
tuir en. sessao, subst'tuindo os que se retirarais
por um iiumediato em votos, ao quai deram jara -
n ento r poase, taseudo assim numero para deli-
berar, porquaoto e expresso na le que taes subs-
tituicVs nao S-- admittem senao quando, ro ra-
za > das vagas ou fallas de comparecimento nao
poderem reuair-ae vereadores em numero necet-
sario para cel de 9 de Janeiro do 1881) o que nao se dea iw
csao em queatau, em que toa Jo estado presentes
oito vereadores, quatro so s rctirsramcom o adia-
manto aa sessio.
Deve, pois, a cumara el^-ita, em att-ncao aos
actos nulos praticados, convocar uova sesso, por
sru pr sidente interino ou, em aua falta, p-lo ve-
reador iusmediato rus votos, (aviso de 31 de De-
sembro do 1882, n. 10 de 31 de Janeiro, n. 18 de
17 de Fevereiro, n. 42 de 9 d-t Maio, n. 70 de 17
de utuoro da 1883. visos de 11 de Marco, de 16
de Outubro de 1881 eoutr,) elegeodo entao d'en-
tre si u'o presidente e nm vice-presidoate que ser-
virc dorante o auno.
disxtb do da 11 di jAiciao dc 1887
Actos:
O presidente da provine! atteodeado ao que
requeren as prafetsTss Amsft Maris Vieira de
Barros e Waldotrudi-s Primitiva da Pooscca Tal-
les, esta da cadeira de ensino primaria do sexo fe-
menino da Encruxlhada do Roaarinbo e aquella
da 4" cadeira da fregneza de S. Fre Pedro Gon-
calves do Recite, e tendo em vista as informacoes
n. 383 e 6, de 21 de Decembrodo anno passadoe
7 do correte mes, rpsolve de accordo cora o dis-
poito no art. 149 do reg. de 6 de Fevereiro de
1885, permittir que as referidas profess>ras per-
matem as cadeiras em que leccionam.Commu-
nicou-se ao inspector geral da Instricco Pu-
blica.
O presidente da provincia tendo cm vista o
officio da Tnesouraria de Fasenda, de hontem da-
tado n. 1", jresolve de accordo com o decreto n.
2,884 de 1 de Fevereiro de 1862 abrir sob sua
respoosabilidade, um crdito da importancia de
2:569*810 a verba Forca Naval do Ministerio da
Mannha, exercicio de 1886 1887, afim deoccorrer
ao pagamento das gratificaedes dos officiaea e pra-
cas do crasador Imperial Marinkeiros, atinentes
ao mes-de Dezembro prximo passado.S^met-
teu-se copia a Tbusourariu le Paseada.
Officios :
Ao Dr. juis de diroito da vara civel do Reci-
te. Constando de intormacio que me presto1! a
cmara municipal do Recife em officio n. 56 de 9
oe Dezembro fiado qae Silva <3c O, obtiveram
deste Juiso um mandado de manutencao no con-
trato annullado por esta presideacia pelos motivos
constantes da portara junta por copia de 8 de
Maio do anno passado.
Sirva-se V. S. de prestar-m'! a respeito os es-
clarecimentos precisos e bem assi n as rases pelas
quaes se julga com junsiioclo sobre o objecto,
conforme dispe o art. 24 do regulamento n. 124
dc 5 de Fevereiro de 1842.
Ao Dr. cuefe de polica.Transmitto a V.
S. para sea conhecimeato, copia do efficio do cono-
mandante do corpo de polica o. 2,017, no qual
mostra a razio de nao poder ser estacionado, pre-
sentemente, um destacamento no Arraial, nem re-
toreados os de Pio-d'Alho Cabrob.
Ao inspector da Sade do Porto.Faca cons-
tar a V. S. para os devidas effditos que do Exm.
Sr. ministro do impeiio recbi juntamente o se-
guate telegrama : Declarados suspeitos portes
repblica Chile.
Ao inspector da Thesoorara da Fasenda.
Communico a V. S. em resposta ao seu officio n
12 de hontem datado, que acabo de expedir or-
dena ao agente da Compaohia Brazileira de Na-
vegaoio no seatido de ser transportado st a pro-
vincia da Babia o 2- escripturario da aifandega
desta capital Firmo Caetaao de Araujo, ltima-
mente o o mead o para igual cargo na d'aquella pro
vncia, e bem assim as pessoas de saa familia
constantes/da relacao que acompanfaia o dito offi-
cio.
Ao encamo.Para os fius convenientes, de-
claro a V. 8. que o promotor publico da comarca
de Bom Jardim jbacharel Hersilio Lapersio de Soa-
sa entrou hoje no goao de ama licenca do trinta
das, tem vencimentos, que lbe foi concedida por
portara de bontem datada.
Ao mesmoTransmitto a V. S. a inclasa
relacao dos medicamentos, drogas e utencilios pe-
didos paia a pharmacia do presidio de Fernando
de orooba, pelo Dr Francisco Jaciotho Pereira
da Motta 1 cirurgulo servindo de pharmaceutco,
afim de serem fornocidos da> accordo com as sr-
dens em vigsr, devendo, po,-m, ser supprimidas
as fundas e mais objectos indicados pelo Dr. ins-
pector da bygiene no officio junto por copia, data-
do dc 7 de Desembro prximo findo) Sob n. 6, me-
nos os potes de granito ou de buc^ e os vidros de
bocea pequea de 4 litros de capcidale.
Compre que no respectivo fornecimento se ob-
srveos as redueces propostas no final do referi-
do officio, conviudo que no extracto de carne de
Lubeg seja tambem reduzido a tres dasias.
Ao meamo. Sirva se V. S. de mandar in-
demnisar aos interessados os valores de quatro
escravos constantes da inclasa relscao, liberta-
dos no municipio do Bonito, em audiencia espe-
cial do jais de orphaos, de 3 de Dezembro do an
no passado, por conta da 7* qaota ds fundo de
emancipacao.Communcou-se ao respectivo jais
municipal.
Ao director do Arsenal de Guerra. Mande
Vmc concertar a carroca do 14 batalbSo de in
fantana. cout irme solicita o brigadeiro comman-
daote das armas em officio de 13, de hontem da-
tado. A referida carroca ser remettida a esse
Arsenal. Commoncou-se ao comatandanto das
armas.
Ao mesmo.Autorso Vmc, vista da sua
informacao n. 808, da hontea datada, a admittir
na compaohia de apreadises artfices desse Arse-
nal, quaudo bouver vaga, o menor Lucio, como
pede o seu tutor Carlos Gallothi, no requsrimeuto
que, com os mais papis, ibi devolv), conforme
solicita na citada informacao.
Portaras :
O Sr. agente da companhia Brasileira de
Navegaclo mande, transportar, Ar, at provin-
cia da Baha, por unta do Ministerio da Fasen-
da, o 2 escripturario da Alfaudega desta cidade.
Firmo Caetano de Araujo, ltimamente nomeado
para igual cargo na d'aquella provincia, e bem
asiim as pessoas de sua amilia mencionadas na
reacio jante por copia,' de vendo ser proa a
passagem do criado.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande conceder passagens preferenciaes, qae se-
rio descoutadas das gratuitas a que o governo
tem direito, at o presidio de Fernando de Noro-
nha, re, ao patrio-inr do Arsenal de Marinha,
1' teneote Antonio Botelho Pinto Mesqata, sua
senbora e duaa filhas, e pi i a urna criada, pro-
videnciando igualmente aobre a volta das inestn >s,
opportanamflnte.Communicou-se ao director do
presidio de Fernando.
- O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na mande tranapor'ar gratuitamente, com passa-
gem de proa, para o prmidio de Fernando de No
ronha, a Mara Joaquina do Nascimentu com 2
Sitios menores, mulher do sentenciado Jos Gomes
da Silva.
Matada rautandu a Arselina Mara da Gon-
ce icio, mulher do senteuciado Manuel Vieira do
Nascimento. Comiaunicou-sfi ao commaudante
do presidio de Fernaudo.
') Sr. girentn da Companhia Pernambuca-
na mande transportar gratuitamente, i pin, para
o presidio de Fernando de rfornnha, a Mara Bal -
bina da Soledad, cota um filhu menor de numn
Saiastiauo, maiher do sentenciado Galdmo Perei-
ra de Souza, ficanlo sem effeilo a Dortara desta
presidencia, de 29 de Ouiubro do anno pr n mo
rindo C ininuuicoii-se ao director do presidio de
Por namlo de or ou lia.
0 Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife o S. Fracciseo sirva-se de mandar conca
der passagem ds 3* 'tlasse, por sonta das gratui-
tas a que o goveruo tem direito, da estacas das
Cinco fon ras a d" Palmares, ao furriel do corpo
de polica, Ant-mio Luis de Franca e sua mulher.
com direito resp Civa bagagem.
O r. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Kraucisc man le dar pi.ssageui
em car ns d. 3* classo at Una, por cunta da gra-
tuitas, a quatio pr.-.uas do corpo de polica que se-
gu -m para a comarca de tuique, lugo qae estas
se lbe presentaren.
O r engeuheiro tm chfe do Drnlongamen-
to da estrada de ferro 4 > Racife ao S. Frauciseo e
da do Becite A Caru-tr, mande dar transporte da
eatncSo ccntial uidade da Victoria, por conta da
Erovincia, em carro de \' classe, o teuente do 2
atalhSo de iufautana Justino Lopes Cardim, que
vai all reeder o commaudante do destacsm*nto, e
kjem assim sua mulher D. Isabel Maris do Espi
rito-Santo Cardim e seus filhu Isabel, de 13 unnos
de idade, Mara, de 14, t Joaqum Goncslvet, de
15; c em carro de 3 classe ao criado Joas, a ba-
ga rern 9o in osmo official.
Outrosm. faca tambem trausporttr d'aquella
para esta cidade o alferes Vicente Ferreira do Li
ui'i, que deixa o co nm indo do destacamento e sua
bagagem.^Commuaiccu-se ao commaodaote das
armas.
O Sr, encarregado da estatlo de Uaa, do
proloagamnnto da estrada de ferro do Recife ao
S. Francisco, maude dar passagem at Canhoti
nho, cm carro de 3 classe, por conta da provincia,
a 4 pracas do corpo de polica, que seguem para
Buiquc. logo qae esta se lbe upreseatarem.
EXJ'KDIKNTS DO SECBSTABIO
Officios:
Ao commaudante das armas. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda commanicar a V.
Exc. ter aotorisado o director do Arsenal de Guer-
ra a satiafaaer o pedido qae veio aunexo ao seu
officio u. 19, de hontem datado.
Ao Dr. chefe dc polica. Dc ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, declaro a V. S-, que
expediram-se ordena no sentido de ser satisfeita a
requisiclo de V. S., em officio a. 18, de hoje data-
do, acerca do transporte dc 4 praca para Bui-
que.
Ao agente da Companhia Bahiana.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, ficou inteirado pelo
officio desta data, que o vapor Strgipe, entrado
hoje da Baha e escala, regressar para oa muimos
portes a 15 jo corrale, s 4 horas da tarde.
Ao Dr. chefe de polica.Da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, communico a V. 8..
que o vapor Giqui, seguir para o presidio de
Fernando de Moroaha, no da 11 do crrante, ao
meio da. Fiseram-se as devidas communica-
ces.
EXPEDIENTE DO DA 12 DB JANEIRO DB 1887
Actos :
O presideute da provincia,]tendo em vista o
officio do Dr. Joo de S Cavalcante de Albuquer-
que, resolve coaceder-lhe a exoneracao qae solici-
ten do cargo de vaccinador provincial do munci-
po do Recife.Communicou-se ao director do In-
stituto e ao inspector do Thesouro Provincia*.
O presidente da provincia, de eontormidade
com a proposta do Dr. chefe de polica, em officio
n. 21, de boje datado, resolve noraear o cidadlo
Uiogo Henrique do Souza para o lugar vago de
delegado de Qaipapa, e para o de 1* sopplente da
referida delegacia o majar Firmino Pomposo de
Mello Falelo, em substitualo do caotl Antonio
Joaquio de Squeira, que pedio exonerecao.\
Officios:
Ao commaudante das armas. Deterindo o
requerimento do cabo de.esqoadrado 2 batalhio
de infantina joo Francisco Leite, autor so V.
Exc-, vista da sua iiifermaclo u. 19, de hontem
datado, conceder Ihe baixa do servico do exerci
to, mediante substituto.
A > mesmo.Sirva-se V. Exc. de expedir as
convenientes ordena, afim de que urna forca de
lioba escolte, amanbl s 11 horas do da, 81 pre-
sos da Casa de Deteoclo at a bordo do crusador
Imperial Marinheiro, que segu para a presidio de
Fernando de Noronha
Ao inspector do Arsenal de Marinha.Sir-
va se V*. Exc. de expedir as convenientes ordens
no sentido de serem amanhl s 11 horas do da
transportados para bordo do eras ador Imperial
Marinheiro 81 presos, qne tem de seguir para e
presidio de Fernando de Noronha.
A > mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
transportar, no dia 14 do correte, para bardo do
vapor Giqui a sentenciada Mana Bemvinda Leal
ds Berros, que segu para o presidio de Fernando
de Noronha.
Ao Dr. chefe de polica.Providencie .V.
S. no seatido do seguir para o termo do Brejo o
preso Castao Jos de Oveira Cabral, os que se
refere em seu officio u. 1233 de 17 de Dezembro
prximo fiado, afim de ser verificada a sua iden-
tidade.
Ao mesmo.A' vista do inqaerto a qae se
proceden na cidade de Palmares no sentido de
descubrir-se os autores do desacato praticado na
pessoa do re pectivo juis, delle ss veiifica acba-
rem-se comprometlidos naquelle rime diversas
autoridades policiaea daquella localidad*, pelo que
convem que V. S. proponba asubstituicao do 2'e
3 supplente do delegado do termo de Palmares e
a do delegado e sopplente do 1* districte do mesmo
termo.
Ao commaudante do crusador Imperial Ma
rinheiro.Convem que V. S. ade para amanhl
sabida do navio, sob su commundo, afim de con-
ducir sentenciados que se destinam ao presidio de
Fernaudo de Noronha.
Ao epitao-tenente Joa Vctor Delamare,
commaudante do crasador Imperial Marinheiro.
Receba V. S. a seo bordo e os faca transportar
para o presidio de Fernando de Noronha, 81 presos
que Ihe forem a presentado.
Ao inspector da Tbesourara de Fasenda.
Em additamento ao mea officio de 3 do corrate
remello a V. S. para os fius convenientes a cunte
da despesa de 216JOO0 de passageus concedidas
pela Companhia Peruaubueana a qae slluiem o
aviso do Ministerio da Justica ds SS de Novem-
bro o. a ordem do Thesouro Nacional de 24 de
Desemcro do anno passado.
Ao mesmo.Mande V. S. ajustar contas ao
2.' cirurgiio Dr. Jlo Alexandre de Seixas, que
segu na primeira opportoaidade para s provin-
cia da Baha, onde vai servir na respectiva guar-
nilo, segundo determino a a Ministerio, da Guerra
em portara de 11 de Noveiabro do anuo passado.
Ao mesmo.Declaro a V. S. para os fins
convenientes, que autoritei o director do Arsenal
de Guerra, conforme solicitou em officio de 8 deste
mer, sob n. 804, a comprar administrativamente
pilos precos do mercado, para provimeoto do res-
pectivo almoxaritado, doraute o se nestre correute
diversos artgos de que ba necessidade no dito
almoxaritado, viste uao terem tido entrada taes
artgos pela comraissao de compras do Arsenal, em
sesslo de 12 de Desembro fiado, por faite de con-
currentes outros pelos excessivos precos.
Ao inspector do Thesouro Provincial.
Mande Vmc, esoriptorar, nos termos da sua intor-
macao de 31 de Dezembro prximo findo n. 344 a
importancia de 82#570 conespondente ao aluguel
da casa pertenoenta o Jos Pedro Macambira e
uue serio de eadeia e quartel no dtstricto de S.
Benedicto, em Qaioap, durante o tempo decorri-
do de 23 de Outubro de 1885 31 de Junho de
1886, a rasio d- 10*000 por mes.
Kemetto a Vmc. o attestado comprsbateno
dessa despeza.
- Ao m amo.Mande Vmc. abonar, nos ter-
mos da sua iuformacao de 30 de Desembro pr-
ximo passado, a. 342, a ajada de uto a que tem
direito oa officiaea do corpo d polica, Joaqaim
Flix Beserra Cavalcante e Joo dent da Silva
Valenca, que seguirlo m drligeucia o primeiro de
Bonito para Quipapa e o segundo desta capitel
para Bonito.
Ao mesmo. Reitero a a Vmc. a ordem
cutida ao despacho que prorerio ota presi l-m-
cia a 8 > de Aoril do anuo pr zimo passado em
peticlo dos carteiros e serventes de differentes
repartieSes provinciaes, com referencia ao paga-
meuto dos respectivos v. ucimentos em dia.
__ Ao mesmo.Uecomm udo a Vnc. qos tra-
ga so meu conhecmeuto a ultima f.lha dus em-
pregados do Iustitut> Vaccinieo remettida pelo
respectivo direcior a esse Thesouro, nos termos do
art. 5 do r guUraeuto do 21 de Abril de 1888,
prestaudo-me tamb m informaeoes circumstancia
das sobre tuda a despesa resinada em cada SJnsf*
eteiu financeiro desdes installaclo do referido In-
stituto descriminando o pagamento do pessoal, de
movis, aluguel de casa, expediente, lympha vac-
ciniea, etc.
- Ao director do Arsenal de Guerra. Auto-
riso Vmc, 4 vista da informacao n. 802 de 8 do
corrente, a mandar admittir na Companhia de
Aprendizes Artfices desse Arsenal, qaando hou-
ver vaga, o menor Manoel Alexandiino de Farias,
como pede sua av Rufiaa Mara do Rosario, no
requerimento que com os mais papis, Ihe devolvo
conforme solicita na citada informado.
Ao mesmo. -A' vista doexposf > no officio de
Vmc. de Ssate raes, sob n. 801, autoriso-o como
solicita, a comprar administrativamente pelos pre-
cos do jiercado para supprimanto do respectivo
almoxaritado, durante os senestre correte, os ar-
tgos mencionados na relelo qae acompanbam o
citado officio.
Ao tenente-coroael Manoal Goncalves Perei
ra Lima.Sciente do que me expoz Vmc. uo seo
officio de 5 do corrente mez, com relacao as dli-
gencias qae procedeu na qual.'dado de delegado do
termo de Palmares, cbeme declarar lbe que cum-
prio satisfactoriamente a misslo dc que foi encar-
regado.
-- Ao director do presidio de Feriando de No-
ronha.Receba Vmc. nesse presidio os otenta e
nm sentenciados constantes das duaa iclacoea
juntas.
- Ao mesmo.Receba Vmc. uesse presidio a
sentenciada Mara Bemvinda Leal de Barros, qae
se acha predisposta a ser atacada de beriberi.
Aojis municipal 2 supplente em exercicio
do termo de S. Jos do Egypto.Em resposta ao
oSjcio de 27 de Desembro ultimo, cabe-rae dizer
qae procedeu Vmc. regularmente inventariando e
poado-se de posse do archivo da agencia do cr-
relo dessa povosclo, por occasio do fallecimento
do respectivo serventaario Antonio Joaquim Pa-
triota, t
Para o referido! agar nomeei a 8 do corrente D.
Cecilia Ferreira Leite.
Portaras :
A' Cmara Municipal do Recife. Acedan-
do o recebimento do officio n. 1 de 11 do cerrente
era a que Cmara Municipal do Rceife do actual
quatriennio me participa a sua posse e exercicio,
declaro a mesma Cmara que pode e deve contar
com o apoio e auxilio desta presidencia para todo
quanto fr de utilidade.
A' Cmara Municipal de Bom IConsalho.
Declaro Cmara Municipal de Bom Conselho em
rssposta ao officio de 14 de Desembro findo que
em vista da informacao que me prestou o Dr. juiz
de direito da comarca de Bom Conselho nao ha
embaraco para o juramento e posse do vereador
Lourenco de Carvalhs de Aranjo Ypiranga.
O Sr. agente da Componhia Brazileira mande
dar transporte provincia 4a Babia, por conta do
Ministerio da Guerra, no vapor eaperado do norte,
ao 2.* cirurgiio Dr. Jlo Alexandre de Seixas,
que vai servir na guarnilo d'aquella provincia,
segundo determinacao do referido ministerio em
portara de 11 de Novembro do auno findo, e bem
assim a sua mulher D. Anglica Botiho de Sei-
xas e seas filhos Fernando, de nove annos, Eduar-
do, com oito, Alexandre, com seis, Alfredo, com
cinco e Alsira cum tres. Communicou-se ao com-
mandante dos armas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambncana
de navegaclo mande dar passagem, por conta da
provincia a borda do vapor Giqui a' o presidio
de Fernando de Noronha a sentenciada Mana Bem-
vinda Leal de Barros.Cimmuuicou-sa -ao Dr.
chefe do polica.
O Sr. gerente da Companhia Pernambaeana
mande dar passagens gratuitas de r at Penedo,
logo que forem solicitadas, a Galdino Dinis Ri-
betro da Cunha e a saa irm menor de norae
Laura.
BXFBDIBSTB DO SBCBSTABrO
Officios :
O Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S. que expediram-se ordens no sen-
tido de seguirem para o presidio di Fernando de
Noronha, a bordo do crusador Imperial Marinhei-
ro, os oitenta e um sentenciados constantes da
relaclo annexa ao sea officio a 1,280 de 31 de De-
sembro fiado. -Communicou-se ao juis de direito
do 2. districte.
A' Companhia Pernambacaaa.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia ficou inteirado polo officio
de hontem de qae essa companhia expedir a 0
do corrente s 4 horas da tarde para os t ortos do
Norte at o Camossim o vapor Pirapama.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 11 DE
FBVEBEIKO DE 1887
Dr. Antonio Joaquim de Barros Sobrinho.
DI se.
Antonio Jos Corris.Ao Sr. Dr. juis de di-
reito da comarca de Csruaru para attender.
Bellarmna Francisca Loo Barros.Sim.
Claniiana Nativa do O' Santos.Concedo trin-
ta das.
Cordolina Amelia da Pas.Sim, ,nlo bavendo
incoo, venanlo.
Conoland Paiva e Mello e Izdoro Ferreira
Leal.Informe a Cmara Municipal de S. Bento
Caodido Eloy da Silva. Ao Sr. commandante
do Corpo de Polica para conceder.
Epbvgenia Mara de Almeida Gomes Concedo
com ordenado.
Franciseo Jos Goimarles.Sim pagando o sup-
pl cente as commedorias.
Francisco Pereira da 8ilva^-Nio comoete a sd-
ooinibtraoao, mas ao poder jadiciano o que re-
qoer.
Geneso Gerooco Pexoto de Albuqaerque.
Informe o Sr. Dr. chefe de polica.
Joaquim Pedro da Rocha Pereira.Sim.
Bacharel Joaquim Cordeiro Alvim da Silva.
Sim, com os vencimentos a que ti ver direito.
Joaquim Jos dos Santos.Ao Sr. Dr. j ais de
direito su 2.* districte criminal da comarca do Re-
cife, para prestar so pedido a consideraclo qae
merecer.
Manoel Beserra de Moara.Informe o Sr. Dr.
jais de direito do 2. districte criminal.
Manoel da Costa Naso ment.Declare o sup-
plicante a data do seu jmgara nto.
Dr. Pedro da Cunha Souto.Maior.Sim.
Porrina Jesuina BaptisU da Silveira.Informe
o 8r. inspector do Thesouro Provincial.
R Drusina de CConfirmo a decalo do The-
souro por seus fundamentos. O imposto em ques-
tao tem asseoto no valor official da mercadoria
despachada oa consignada que entra oa passs pela
Alfand-ga, constituind'i o quantum do gyro preso-
mido los estabelecimentos eommerriaes, e nao pro-
prUmente o pagamento dos direi'os g-raea. Sio
imposto de importscl) ua consamo, mas de gyro,
directo e indirecto sobre gneros rece ti dos e ex-
portador e inexm reexportados, peol commercaute,
em qoalquer qualidade, inclusive a de ceiomissario
oa consignatario no porto de bal de cao. Todos
estes actos avnlumando as transacoes mercantis,
e deixaudo lacro a intermediario, nugmentou o
seu gyro portete o imposto equ ralete. O art
11 da le u 1,597 de 28 le Jonhn d* 1881, f.
derogado pelo art. 2. $ 12 a 16 da le n. 1,860
de 11 de Agosto de 1885, que o ijue est em
vigor, >ms tenins da le u. 1,867 de 13 de Maio
de 1886 e regulamento respectivo d- 14 do
mesmo mes e Sano.
Secretaria da pret*.inoa de Peroam
buco, em 12 de Fuveretru de 1SS7.
O p->r ti ir o,
Francolino hacjn.
Repart*.* la *-Ji< la
Seojio s*.* -N. I15 -Secretaria da Po
lioia de Pernanibu:o, 12 de Fevereiro de
18S7. Iilm. e Kxm. Sr.Participo a
V. Exc que furain recolhidoa buntom
Casa de Heteoyao os aeguint-a individuos :
A' minha ordem Manoel Maydalooo ds Costa,
vindo de Gravat como sentenciado appel'ado.
A' ordem do svbdolegado de Santo Antonio, An- .
toaio (3onoalv3 de Oliveira, Antonio Candido de
Miranda, Jlo Galdino Salustno, Francisco Tei-
xeira Vital e Joaquim Pereira de Albuquerque,
por embriagues e disturbios.
Hontem pelas 5 horas da tarde na ra do Cor-
doniz freguezia do Secfe, Ernesto de tal, remador
do escaler da Alfandega, ferio com urna navalha o
imperial marinheiro Antonio Alexandae Ferreira .
Pinto, da guarnilo d > patacho Pirapama.
O offensor evadio-se e ofiendido foi recolhido a
enfermara dc Marinha, sendo ah vistorisdo pelos
Drs. Jos Joaquim de Souza e Souza Gomes que
declararais grave o fermento.
O subdelegado d'aquolla freguezia abri in-'
querto.
Pelo subdelegado do 2 dstricto de Maricota,
foraia remetidos a esta repartilo, 10 facas de
poota, 1 compaseo, 1 escopro e l trado, appretiea-
didoa a desordeiros d'aquella freguezia.
Cammunicou-me o cidado Adolpho Alves Fal-
e&o Taques, ter em data de hontem assumido o
exercicio do cargo de subdelegado de Afogados,
na qualidade de 1. sopplente.
Deus guarde a V. Exc. Ilim. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 12 DE FEVEBE1UO DE
1887
Contas dos collectores de Pao d'alho e do Boni-
to, Manoel de Mesqata Cerdoso, Anastacio Caval-
cante da Costa, Justino Pedro Alves e Francisco
Manoel de Souza.-Haja vista o Sr. procurador
fiscal.
Candido Flix de Mello.Ao Contencioso para
attender.
Jlo Raphael Soares de zevedo, Jlo Baptista
da Silva, Jlo Muniz Ferreira Guedes e Joo de
Araujo Veiga & C.Informe o Sr. contader.
Companhia de Beber i be.Informe o Contencioso.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira & O, Domin-
gos Jos Ferreira, Mara Ma da lena da Costa, Ma-
ra Lina de Moraes e Silva, Hypolyto Velloso Pe-
derneras e Fernandes & Irmlos.Pague-se.
Francisco Jos Leite ot C. Satisfaca a exigen-
ca da contadoria.
Augusto da Costa Monteiro c Jos dos Santos
Olveira.Entregne-se pela porta.
Dr Carlos Eugenio Dnarchs Mavignier o Jos
Francisco Ferreira Marque*. Certifique-se.
Ponto do Gymnasio.Ao Sr. pagador para os
devidos fins.
Joa Gomes da Costa e Alexanlrina Carolina
da Cunha. Informe o Sr. Dr. administrador do
Consulado.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DIA 12 DE FEVEKEDIO
DE 1887
Viuva Constantino P. F. da Silva & O, Fran-
cisco Gabriel das Cbagas, Antonio Gailhermine
dos Santos, Manoel Clementino Ribeiro, Manoel da
Caoba Saldaaha, Diogo Augusto dos Res & C,
Jlo da Rocha Lima, Fernandes Braga C,
Francisco de Salles Alouqucrque e Beuto Gomes
de Pinbo.Sim.
Nevea Pedrosa & C Franco S Adriano e Ven-
tura Pereira Penna Indeferido em vista das in-
formacoes.
Manoel Thomas de Aqui no.Deferido de ac-
cordo com as informacoes.
Domingos Lauria & CInforme 1' scelo.
Oii veira Marques & OA' 1' scelo para os de-
vidos fins.
Lauria jt Ce Manoel Germano de Azevedo.
Certifique-se o que constar.
Inspectora geral da Insirncco
Publica
despachos do dia 10 de feveeeiro
de 1887
Jos Vidiciano de Mello,professor publico.Nao
pode ser deferido ea vista da determinaclo da
presidencia da provincia de 21 de Maio de 1885.
Bellarmna Francisca L.bo Barros e Amelia
Mara da Couceicao Ramos, professoras publicas.
Encara i nhe-se.
11
Idaloa Alcoforado Cesar de Menezes, professora
publica. -Encamiahe-se.
Mariano Cavalcante de Albuqaerque Coste,pro-
fessora publica.Justifico as faltas dadas pela
supplicante do 1 15 de Setembro do anno pas-
sado.
Secretaria da instrucelo pablioa de Per-
nambuco, 12 de Feveruiro de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
V
k

DIARIO DE PERMHBuCO
Reiroapecto poltico de t#S
POLTICA PARTICULAR DOS ESTADOS
EUR0PEUS
iCondnaaco)
0 socialismo de estado, tal como o'compre-
hende e pratica o chanceller allemao. nao con-
seguio anda snpplantar, nem provavulmente
Supplantara nunca, o socialismo revolucionario,
cujo descrdito tem em vista. Ao contrario, as
ultimas eleicoes geraes elevaram a mus do du-
plo do que era o numero dos representantes da
democracia socialista no Reicbstag. Esse facto
provou, por igual, a inei&cacia dos excessot de
rigor legal contra os propagadores de doutriaaa
radicaes e a antipathia, alias justificada, que ^
taes excessos vio despertando no proprio anima ,
de cidados pacicos e amigos da ordem publi-
ca. 0 Sr. de Bismarck, porm, nao homem
para se dar por vencido ante esses jul gados sig-
nificativos de urna parte da opiniao de seu paiz.
A propria fortuna eleitoral d'aquelles a que sao '
applicaveis as medidas de exccpgo estabeleci-
das depois da crise de 1878, e em cousequencia
d'esla, era urna razio de mais para que o tenaz
chanceller quizesse a todo o transe ver prorogada
a ici que taes medidas auctorisou. Embora por
insignificante maioria, o parlamento imperial
fez-lhe a vontide, concedendo a prorogaco, nio
por cinco annos, como o govrno propunlia, mas
por pouco mais de dous, at 30 de Setembro de
1888.
Para obler esse resultado, o principe de Bis- .
mares: empregou todos os recursos da sua els
quencia mais bravia que insinuante, mais ofen-
siva que convincente Obeiecendo a cos-
tume inveterado, a um systema que inve||pu
para seu uso, procuron vencer as resisfencias do
parlaiaento agitando a libra do patriotismo dos
3ie o ouviam, pondo-Ibes diante dos (abosaste
infallliTei espantalho-a Franca t Alludindo as

L.._






2
Mario de PernambucoDomingo 13 de Fevereiro de 1887


,-.


'deas da grande rcvoluco dos ftns do secnlo
XVIII, disse que essas ideas, levadas ao estran-
eeiro sombra da bandeira tricolor de 1792, ti-
nham sido um poderoso auxiliar das grandes
victorias francesas d'outro terapo. J accres-
eentou em segnida:
Quem nos assegura que na emergencia de
aova guerra com esse paiz, nao seriam as ban-
deiras vermelhas lo inimigo as portadoras das
ideas e principie*? .-oaiaustas ? E para dar
mais forca profawcia, Imbrou que o general
Boulanger dissra,a proposito da grvedeDecaie-
viile, que a soldado de beje o operario de hon-
tem, e o operario de hoje o soldado de amanh.
Para que esse niedo do socialismo francez n*o
fesse verdadeira patranha, era preciso que o im-
perio germnico nao conhecesse directamente os
effeitos da propaganda anarchista, e nao tivesse
no seio de seu proprio parlamento mais de um
advogado dos direitos da dynamite.
O principe de Bismarck enxertou o trecho ci"
lado no longo discurso que proterio em defeza do
projecto relativo ao monopolio do alcool. Se-
gundo essa proposta de lei, a fabricaco das be-
bidas espirituosas devia ser separada do com-
mercio dos mesmos gneros. Aquella podia
contiuaar entregue a particulares, mas sob a
' iramediata e minuciosa inspecco do estado. So
teste, porm, devena ter o direito de comprar o
alcool fabricado no paiz e o que fosse importado,
. irque seria tamban o nico a poder vendl o
a retalho em estabelecimcntos cujos gerentes se-
riam nomeados pela administraco publica. Os
' actuaes taberneiros seriam indemnisados pelo
grande imperio da Alleraanha, que passaria a
exercer-lhes as modestissimas funccoes. Natu-
ralmente, as bebidas espirituosas seriam vendi-
das as tabernas do estado por precos mais m-
dicos que os actuaes, urna vez que-o fisco impe-
rial nao poda pagar impostes a si mesmo: o
consumo augmentara, portanto, em largas pro-
porees ; mas exactamente no desenvolvimento
do vicio da embriaguez que estava ao mesmo
tempo o lucro do estado e a moralidade do pro-
jecto.
O monopolio do alcool proinettiao thesouroal.
lemo um accrescimo de rcceita nao inferior a 335
milbes de marcos, e ao paiz um augmento pro-
porcional dos casos'de delirium tremens. Alm
d'isso, engrossaria com mais algumas centenas
de milhares de individuos o formidavel exercito
dos funccionarios de um estado que j tem sob
sua direceo a maior parte dos camiohos de
ferro allemes.
O que mais podcna desejar o cesarisrao eco-
nmico poltico do llustrc chauceller ? O
Reichstag. porm, leimou em nao ver a idade de
ouro da patria no monopolio ambicionado, e re-
cusou-o. O goveruo propoz cm substuico um
augmento dos ctireitos fiscaes sobre os lquidos
espirituosos, augmento de que espera va urna
renda de 30 milhes de marcos; mas anda
essa proposta foi desapprovada pelo parlamento
imperial.
E todava o pnnctpe de Bismarck, j nao con-
fuido com ameagas iefficazes, fez tudo quanto
ihe era possivel para tornar o Reichstag menos
hostil aos aesignios governativos. Procurando
a amisade da Santa S, grangeando a benevo"
Jeocia do Summo Pontifice romano, esperou aca-
bar eom a opposicao do centro catholico, a cujas
umes occasionaes cora os progressitas deveo
chanceller as suas derrotas parlamentares.
Toucos tinham acreditado ia sinceridade do
autor do Kulturkampf quando elle, em 188o, se
lerubrou de designar a Leo XIII para arbitro na
questao das Carolinas. A decisao do Papa foi,
porm, rigorosameoie respeitada pelo governo
allemao, e Sua Santidade, cheia de reconrreci-
mcnto por esse acto de deferencia protestante-
idvou ao principe de Bismarck, nao so unta
carta era termos muito amistosos, mas tarabem
urna insignia ponlilicia, o que nao deixou de
causar sobresaltos a mullas consciencias catho-
licas. Aberlo por tal modo o caminho da re-
conriliacao entre a corte e Berlim e o Vaticano,
achou o principe de Bismarck que era politica-
mente opportuno modificar, em sentido favoravel
ao catholicismo, as leis anti-clcricaes deMaio de
1873. E fel-o, com effeito, mediante o auxilio
da cmara dos Senhores e do Landtag da Prussi.
Quando perante a segunda dessas assemblas
teve de justificar o respectivo projecto, o afamado
estadista fallou com admiravel devoco dos
altos mritos de Leo XIII. Nao houve ainda
ara pontifice de Roma que visse as suas virtudes
to enthusiasticamenie celebradas pelo represen-
tante de um governo hertico. E com tu do esse
admirador ferrente da actual poltica da Santa
fc quem poderia prevr-o ? exatamente o
mesmo anticrnisto a quem o tinado Po IX tantas
vezes folminou cora os seos anatbemas !
. Os arrependidos sao os que se salvam .
Mas se com essa admiraco pela pessa do Santo
Padre nao adquiriu a Egreja Gatholica mais um
aepto, porque tudo leva a crer que o principe1
de Bismarck continua a ser (el ao protestan-
tismo, tambera o estatista germnico parece nao
ter ganho cousa alguma, poltica e parlamentar-
mente fallando, com a sua viagem a Canossa.
A opposico systemaca do liberalismo progres-
sisla continuou a receber auxilios valiosos do
psrtdo catbolico no Reichetag. Os' Srs. Ricter
e Windthorst nao deixaram absolutamente de en.
tender-se sobre diversos pontos de poltica in-
I terna, e de modo contrario as mais intimas c ar-
gentes aspiracOes do chancellen
Nessas condicOes podero governo obter a fi-
nal o septennio militar e os meios que pediu ao
parlamento impera! para augmentar as forcas do
exercito germnico ? Esta interrogaco nao pode
ter, por em quanto, resposta satisfactoria.
O governo quer, effcctrvamente, qua o exercito
allemo tenba, a contar do i" de abril prximo
futuro, e durante sete anuos, um effeclivo de
468-409 bomens, em tempo de paz, isto mais
41-13$, alm dos que o compem actualmente
Rara fundamentar a sua pretencao, allega que
a-forca armada da Alleraanha, nao obstante os
lujmentos successivos que ha tido de 1870 para
ethfio se acba mais em relaco com o desen-
voivimento da populaco do imperio, nem com
es progresas realisados sob o ponto de visto mi-
litar pelos grandes estados visroho. Essas ra-
zoes foram corroboradas pelo conde de Moltke
n' un discurso que produziu sensaco na Europa.
O vetto marochal mostrou-se sobretudo appre-
hensiro con o desenvolvimento das forcas mili-
taces da Franca. Apezar de tudo sso, o projecto
c 25 de Novembro s ser traduzdo em lei se
uizerem o Sr. Windthost e seus amigos, e
[para notar que o chefe do centro nao se mostrava |
demasiado -disposto a prestar incondicional-
mente a sua homenagem s preocupaces mili-
taristas do cauteloso principe de Bismarck.
(Contina).
HKViSTA DIARIA
AatoritMdM aaaaatae* for actos da
ptni iii in "Ti 11 rrrinnu. -ale 10 do corrente, e aob
pasfK'Sta do Dr. cuete de polica, rorain nonrSl-
U*:
f e 3 aappleot.-s do au-idclegido do l-U-
tricto do.ternio-de Beserros, Manuel Francisco de
Araorim e Silvestre Correa da Silva, na ordnra em
qu egtoi
3 suoplente do delagado do termo d Palma-
re, Mu noel de BritoQaarrei.
Cousellio Iliterario Rear-ae no dia
5 da correte o Coneelho Littcrario, em aeaao ex-
traordinaria, aob a presidencia do inspector geral
da Instruecao Publica.
Procedeu-ae ao interrogatorio da profeaaora de
Ca&poa Fros, Auiieia Mana da Conceielo Ra-
mos, no proceaao que lhe foi instaurado por de-
nuncia de alguna moradores daquella localidade.
Koran lidos os seguintes parecoros :
D. 1 secvo, retactor o Dr. Ayraa Grama, aobre
o requennaento da profeaaora Mara Bita le
Aguiar Fonaeca, pedindo a transfisrencia de sua
cxdeira do pjvoado de Barreiraa do Caranga para
o lugar Maeacoa, eanclaindn pelo deterimento com
um voto em separado do Dr. Franco de 8.Foi
approvadoo votoem separado.
>a 2a seccao, relatjr moasenhor Joaquim Ar-
covtrde, ssbre os exnaies doj alumnos das escolas
primarias no anuo de 1885, cou3Uitndo soore a
ana reguiarii;tde, obaervncia dos preceitoa re-
gulamentares e programms de ensiuo. Appro-
vado.
Da 3 secplo, relatar o Dr. Jos Diniz, sobre a
prova requerida prla profeaaora Porfina Jeauina
laptiata da Silveira. dos quiaitoa exigidos para
compour-ae naaua jubilaco a gratirieavao de
mrito, couclumdo que nao havenJo ella provado
esses requisitos, nao atava no caai de ser atten-
dida.Approvado.
ferro van do Cuuat- Alm dos trena
da tabella ordinaria, esta ferro-vii expedir freos
at Apipucoe, hoj-, pela liuha do Arraial as 3.18,
4.18, 5.8, 6.28 e 8.18 da Urde, regreaaando elle*
as 4.5, 5.5, 6.15,7.15 e 9.35.
Serao emittidos Nul.-.etes de ida c volta para
Api pucos, em todas as estacoes at Parnatnemm e
Vlangabeira, ais pr eos de 50J rea na 1 classu e
de 300 ris na 2a classt.
Irmandaili' de Mnita Scnliom da
ande do Poco da andll*doje, as 10
horas do da, essa irmaudade preceder eleici)
de seos novoa funccionarios pira o auno compro-
mi'fal de 188788.
Menldade de DirelloNa Secretaria
da Faculdade do Direito, brese a 21 do corrente
a inscripco para os alumnos que qunvm pres-
tar exame das materias de qnalquer dos atino* do
curso, devndo tai-a exames termioar a 15 de Mar-
co viniouro.
Fesia de Fraticlaeo de Paula etn
Caxansa-Celcbra-ee hoje a fat de 8 Fran-
eiaco de Paula, na ch pella do Uaxang conatando
de miaaa aieuiu^ as 10 horaa do dia, com sermio
pvlo Rvd. Manoel Moreira da Gama, e noite la-
dainha.
A' tarde te/ lugar um aorteio de flores e pren-
das.
Pertaaento ura ve-Cerca de 4 1/2 horas
da tarde de ante-hontem. na ru de Mariz e Bar-
ros, da parochia de S. Frei Pedro Goncalves do
Recite, o pardo Ernesto de tal, marinheiro da Al-
fauder.a, ofiFt-nd^u gravemente ao pardo Antonio
Pereira Pinto, m'rinhehodj patacho Pirapama,
dando-lhe doas talboa de-r*ca,'uuj no rosto, pro-
duaindo-lhe um fVrimento profundo desde a face
esquerda at a regiao occipital, eoutro na oepadua
eaqun-da.
O ferido, derjois de viatorrad* pelo ir. Dr. J.
Joaquim de So'uxa, foi eondurldo para a enferma-
ra de manuha, onde foi medicado pelo Dr. CoaU
Cromes.
O oflensor evadio-se.
HomicidioHontem, por volta de 2 horas
da Urde, no lugar Catuo do l districto da paro
ehia de Atogados, dous individuos, um de nome
Joaquim Eatevao e outro csjo nome se ignora, tru-
varam-se de raxoes com Tertuliano Riachuelo Ta-
vares, conhecido por Tico, e, passando vias de
facto, o primeiro da to certeira tacada no peito
esquerdo do ultimo, qe o matou iostanUnea-
UKnte- .. ..
O cadver de IVrtuliano foi conduaido para a
igreja de S. Miguel, ende devia ser vistonado hon-
tem Urdinha^jelo Sr. Dr. Sonsa.
A polica seguio no encalco dos criminosos, um
dos qoaes estava monUdo cavallo, evadindo-se
ambos para os lados da Vanea.
Posme__A's 11 horas da manha de hoje de ve
st empossada a mesa regedora da devoco de
Nossa 8enhora da Coneeicao do convento de 8.
Franeisco desU cidade.
Bda presaPelo subdelegado de Goyann
f>\ preso, poi susoeito de larapo, o individdo de
nome Jos Soares da Silva, o qu-.d n'um eavallo
all appareceu conduzind um bah, contendo
miadezns, qae disser* ter eoraprado aqu no Re-
cife.
R m-ttido ao Dr. chefe de polica, e por este
a* Dr. delegado do 1* districto, foi Silva hontem
interrogado, e confeesou qae I8ra elle quem rou-
bara urna mala do Dr. Ar'-hur Carralho da Costa,
que, vindo do aul, eaUva bospelado no Hotel
OrienUl. na parochia de S. Frei Pedro Goucaives
do Recife, dando-se a crime a 20 de Dexeinbro do
anno findo.
Na mala alm de roapa, existia urna corrente
de ouro e 440J em dinheiro, e fei com este di-
nheira que Silva comprou o cavallo e as miudesaa,
levando esus para negocio.
O Dr. rthur CjbU reconheceu n individuo, di-
zendo que effectivameute elle o andava espionan-
do, e que rl'elle desconfiara ter sido o autor do
roubo que aoffrera.
O Dr. delgalo prosegua no inquerito.
O preso est raeolhido aa Casa de DeteooSo.
Club Alaalesasifdo Porvlr-De confor-
midadecom o regutamento desU soeiedade, reu-
nir-se-ha hoje s 4 horas da Urde em sua sede
roa do Marques do Herval, afim de assiatirem a
seaaao e ao enaaio geral em visto de nao haverem
comparecido na aeasa) paasada de todos os ao-
8ios.
Exame* primario em I lambe
No da 8 de Deserr-bro tiveram iu^ar os exarj>ea
das alumnas da escola publica de itamb sendo
examinadores a professora D, Tude Guedes de
Mello e o professor de Timbaba Thomaz Antonio
Maciel Monteiro, e presidente o respectivo delega-
do litterario Christovo Lei'ao Vieira de Mello.
Assistiram ao ato as pnneipaes pessoas da lo-
calidad'-, s quaes foi pela professora oflerecido
nm modesto lunch dorante o qual se levanUrsm
vares brindes todos significativos do apreco mere-
cido pelos esforcos e dedica^io da meema profes-
sora.
Pomm censideradas adianUdas
grao.
Anna Bezerra da Motta Ribeiro.
Mara da Coneeicao Freir,
Eutolia da Silva Penna.
Arcelina Ramos de Sant'Anna.
Muito adianUdas
Mara da Coneeicao Guedes Correia.
Mara Emilia Nones Machad.
Elisa Emilia Gomes.
Seguadoagro adiaotoda
Anna Beswra da Motu Ribeiro.
Muito adianUdas '
Mara da Coneeicao Guedes Correia.
Anna Luisa Goedes Correia.
Mara Em ilia Nunes Machado.
rectora oas obra de esnaerva-
ro don porteaBiletim meteorolgico da
dia 11 de Favereiro de 1887 :
em primeiro
Hora v H'S o Barmetro a 0 Ttaaio do vapor 1 a y
6 m. 265 75999 20.48 78
9 274 761>56 20.02 73
13 29--1 761-63 19.43 64
3 t. 29-1 76X/o8 20.58 69
6 27-S 760"80 19.87 71
Temperatura mxima3O,0.
Dito mnima25*,7.
Evaporaos em 24 horas ao aul: 6,1 ; som-
bra : 4",1.
Chava0,"4.
Drecoio do vento : e ENE alternadamente
de meia noite at 4 horas e 20 minutos da manhS ;
NE e NNE alternadamente at 5 horas e 10 mina-
tos da manhi ; E e EN 15 alternadamente at meia
noite.
Veloeidade meda do vento : 4,46 por segando,
(das 3 horas s 9 da manha 5,u>62).
Nebnlosidade media: 0,55.
Valle de Hanlos O vapor deste nome,
pertencente compauhia Chargenrs .Reuns, do
Havre, hontem entrado do aul, veio directamente
Ue Santcs para Pernambuco ; pelo que nao trouxe
m^lla da corte nem da Babia.
A rus ifca iTTt telegrapbo nacional as com-
muuicaaam an-aahiudo hontem da Babi* para o
fcnerte avivapor bzasileiro com o nome de Arlindo.
Se tasjar, cuan parece em Pernambueo, deve
fazel-ojaui proxiasa teroa-feira, 15 do corrente.
ilM.*a*- IxuaraiMEserevem-noa alssta
Aaealnlada, san data de 12 do corrento mez :
Nao-abo pawcuiu .memoria a daU de i-
aa> uilitaa unsarva^ee tal nome aseascm os ateos
googoricoa escripfos.
O que sei que ueste mes ainda nao lhe
eacrevi, e, como no meu livro de notos ha algama
cousa digna de coinmunicar-lhe, rasolvi empunhar
a espada e travar combate.
Sao as unicaa luctas que conheco !
Ontros por esta trra sabem brandir o Minga
e hbilmente escrever ou garatujar as porus
alheas com o proprio sangut de suas veias ; eu,
poruo, = sei castigar com peunas de * bricante Perry & C.
Q-ieatoea de puro nntimtnlalismo.
m llenemos, poim, o que fiea dito, que maia
um exordio do que tristes recordaces do paasado,
e tratemos do que nos iateresaa
Foi recebida com satufacao a noticia da re-
moeaodo juiz substituto, Dr. Telesphoro (jomes
de Aranjo.
< Os HCto.' praticad is pelo mesmo doator, du-
rante tres annos de estada entre o, eollocaram-u'o
tao mal que elle uteauao proferiu aqu, em um doa
ltimos mas da s-mana pascada, as seguintes pa-
Uvras :
"Cheguei um tal estado que at as pessoas
em queui eu eonfiava recuaam-se preparar-me
Julgo desnecessario ir adiante.
i Bous ventos conduzam-n'o asna nova comarca
e que all, compenetrando-se de seus deveres, re-
habilite se parante o -tribunal do opinio pu-
blica.
Vai deixar-nos Umbem o Revi, vigirio Flo-
riano de Quiiroz.
Per.nntou a fregarzia por urna outra na pro-
vincia da Parahybi do Norte.
Lamentamos a re irada do llustre sacerdote,
cajo comportauento entre nos foi aempre multo
bom.
Delicado e afiavcl em saa* maneinis, deixa
elle nesta comarca muitos amigos.
Sao partieularoa os motivas da permuta, con-
vindo accrescentar que em nada desabouam S.
livdma.
Kealiaou-se hontem, com as formalidades do
estylo, a posae da nova camera.
Lavrada a acta e dep >is de juramentados to-
dos os vareadores e alguns juizes d: pas, o presi-
dente convido1.! o mais velhu dos eleitos para aasu-
mir a pre-i ico ia.
Coube dito lugar ao honrado e venerando an-
ciao, capito Joao Vieira de Fraga, um dos ca-
racteres mais puros desta comarca.
Procedendo-se, em seguida, elei^ao do pre-
sidente e do vice-presidente obveiam maioria de
votos para aquelle cargo o ref.-riio capito Praga
e para este o capito Francisco Joaquim aval-
cante Galvo, ambos conservadores.
c Est marcado o dia 25 do corrente mez pira
a eleico de um vereador, que deve preencher a
vaga deixadapolo fallecido capitn Manoel Lou-
renco da Silva S ibrinho.
O eleitorado sonservador est em maioria na
comarca e, portanto,t de presumir qad os libe-
raes sejatn derrotados, ate mesmo porque n'aquelle
ha gente mais vscolhida, maia independenta e me-
Ibor do que entre estes.
Na reviso de Setembro do anno prximo aas-
aaqd o iuiz de direit) de ento, cu jo nome -nao
veri ao caso declinar, nclnio rndebitanrente no
aiijamen-o grande numero de phoaphoros tmen-
te para aatisfazer ao chefe liberal, de quem era,
no seu dizer, adversario poltico e amigo partiou-
Uria8mo.
Um magote provou que possuia kiosqnes na
eidade do Recife e o outro provou qae. nada
possuia!
E foi tudo feito m segredo t !
O Gabinate de Lrtura Igoarassaense, soeie-
dade fundada nesta vida em 18S4, por iniciativa
do Dr. Paea Bar'eto, promotor'publico d'esta co-
marca, coutin* a funceonar regularntante.
Contasse elle com o auxilio das poderes pu-
blico) e, cortamente, j estara em muito maior
grao de adianumento.
Por urna infelicidad,, inaudita, sob o ftil pre-
texto de estar aujeita a um imposto, ou a ama im-
poaifio deixeu de ser ex "rbida a lot -ra que em
1885 lbe foi eonoedida pela Assembli Provin-
cial.
A comarca est em completo socego.
Tirads a causa, como sabe, cessa o efieito ;
e, portanto, fra da vara de direito quera a trou-
xe por muito tempo em revolucao. era de esperar
que voltasse ella ao seu antigo estado. Nao pos-
so ser mais extenso Aoaboa-se a tinto de casa
e o mfu freguez diz ter acabado os frascos d'aqnel-
la de que uso.
O consumo da mercadoria aqui extraordi-
nario, tal o numero dos escriptores pblicos e
particulares, e itre os quaes faz figura saliente
certa autoridads .jadiciaria interina, talento de
primeira agaa e que, por economa, j nao poe os
pontos nos ii, escreve aem pontuacao e nao usa
do plural dos verbos.
A'a suas ordena.
A f.-1 acidad ao ama atopia
Diz Mantegasaa emsuaoL'arte di esssre felice:
A felicidad julgada ama utopia pela sim-
ples rasio que fazemos delta synonimo de satisfa-
co de todos os desejos sendo porm, urna cousa
totalmente difirante.
< Eis explieado o grande enigma, esclarecido
por que a felicidade julgada umversalmente cou-
sa in. possivel de eon seguir-se.
Den Je qae permanece um desejo ao satis
feito, desde qee se deseja ter orna cousa que nao
ae poasua, o hornera nao feliz.
Tarabem urna vida de cera scalos ao basta-
ra p ira aatisfazer todos es do tejas qae podem
surdir no cerebro humano !
< E' feound) o coelho, mais fecunda a gaseti-
lba, maia fecunda anda o estnrjo ; mas fecun-
disaimo sobre tedas as ereaturas deste mundo a
phmtasia, que a cada faiaca de sua lus, nos faz
apparecer iunumeraveis desejos como as areias os
desejos humanos.
Asaim como a natureza produz aos milhoes as
sementes, sem qae todas achem a trra quo as re-
ceba e as transforma em plantas ; da mesma ma-
neira a fecuodisaima natureaa humana lauca ao
vento milhares de seus desejos, mas nem todos
podem aem devem transformarse em alegras.
Esses se dispersan) no vacuo infinito do es-
paco, que colhe tantos raioa de lus qae nada tem
esclarecido; tantas emanaces de calor que nada
tem aqoecido; Untos pensamentos que nao tem
nada ensinado.
Em a nataresa ulvez a mil flores corresponda
um fructo, mas as flores permaneoem aempre flo-
ree e sao um dos belliseimos ornamentos do nosso
pequ-uo mundo.
Assim no mundo humano : brotam, empu-
xam desabrochara, e florescem em grupos, em tur*
bas e Tegies os desejos -. mas s alguns poneos
prosperam e amadnreceai, sem que por isto Ibes
falte a hellesa iridescente da esperanca, que
tainbem os meamos nao tenham a sua mjjaso na
actividade humana e na felicidade.
Se a cada deseje queris nm fructo, nao se-
ria bastante colher toda a mease dos celleiros do
mundo, e devereis sabir de casa para deixar lagar
sement.
< Concedeime urna comparaoao nm Unto atrevi-
da, mas qae se ajusta muito bem miaba de-
moostraeo.
Numa fbula do celebre livro o Bario de
Munchausen, nm cavallo foi entilado na metade
posterior do oorpo.
Ficou vivo, pos se a beber, mas nao podia sa-
ciar a sede, por mais que bebetse e rebebesse e
oontinuasse a beber.
< A agua entra va pela bocea e sabia pela parte
cutilada do corpo.
Assim 6 daquelle que procura alcancar a fe-
licidade satisfasendo a cada desejo.
Bebe, mas nao apega a sede.
Pela bocea lhe entrou no oorpo um desejo e
pela outra parte lbe sabe urna satisfacaSo e nm
nove desejo iastiga um outro e depois ainda um
outro at o infinito... peior ainda, at o ultimo res-
piro da vida aem ter jamis dito basta : e podido
exclamar esta o corceo aborto e e sato rideate:
parae, oh sol, eu soa feliz !
A felicidade pois nao urna illuso nem um
aonbo, nao ama utapia, maa cousa humana, que
justamente desejamoa, e legtimamente devemoa
por como o ultimo fim da noaaa vida, e que com
meios humanos possamos conseguir.
A nica cousa a fazer para conseguil-a no
tomar a sombra pela realidade, e o nico fim con-
seguir a verdadeira felicidade e nao falsa, utopa-
tica, louca de satisfazer todos os nossos desejos.
Doutro modo faremos como o cao de Esopo,
que atroveasando o rio com nm pedaco do carne na
bocea e vendo a sombra refletii-a nagua deixou
cabir a carne para agarrar a sombra e ficou aem
carne e sem a sombra.
* Quaai todos os homens desia.trra sao casao
e ci de fisopo...
i,ellsi....Kffectnar-ee-bio:
Amanh :
f>eo affr.tr Gusmao, s 11 jamas, aaarna ao
MarojaK te Olinda n. 19, ea-mldeiiu s, facisjgin i
diveamso,iaisuagas, papel, ai Mili i, -etc., ote.
Terca-feira :
Peo agente Modesto Baptitta, s 11 horas, na
ra da Matriz da Bia-Vista n. 16, do movis, lou-
ca, vidros. etc.
Pelo agente Martina, s 11 h .ras, ra Estrei-
ta do Rosario a. 10, do movis, louca, vidros, etc.
aaltsrasHi ftmeurna.Ser celebrada:
Quarta-feira :
A'a 8 horas, mi matriz deSant) Antonio, por
alma de D. Francisca de Castro LeoCabral.
t'ana de lt<>tesi<;sioMovimcnto dus pre-
sos do da 11 de Fevereiro :
Existiam presos 371, entraram 11, aafairam 16.
Existem 366.
A saber :
Nacionae 327, mulheres 12, estrangeiros 17, ee-
cravos sentenciados 6, ditos de cor recelo 4To^
tal 366.
Arracoados 336, sendo: boas 326, doentee 10,
Total 336.
Movimento da enfermara:
Teve baixa :
lgnez escrava de Bazilio M. da Costa.
Teve alta :
JoSo Baptista Evangelista.
ramio extraordinaria lotera dan
tluuiiax Esta grande lotera, cuj i premio
grande 2,000:0)05 JO, "r i-xtrahida iniprete-
nvelmente no dia 26 oV- Fevereiro prximo.
Os bi.ii--tt.-3 achain-se venda na prai;a da In-
dedendencia na. 37 e 39.
IiOtertn de Hinaa-Geraea-A 5' parte
da 1* lotera desta provincia, cujo oremio graude
600:OU00'J. sar extrahida no dia 24 do Fe-
vereiro, irapreteriveliaeute.
Os bilbetes achain-se venda na Roda da For-
tuna, ra Larga do Rosario n. 36.
botera do Ceara A rotera desta
provincia, sujo premio grande 4 0:00()O(K) ser
extrahida no dia 13 da Feve-reiro.
Os bilhetes achato-se venda na Roda da-For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tamoem achara-se venda na Casa Feliz,
praca da Independencia ns 37 e 39.
Ijoteria do4Jrao-ParA 10 parte les-
tajloteria ser extrahida quinta-feira, 17 de Feve-
reiro.
Bilhetes venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rdo da Victoria n. 40
Tambera achara-se venda na Casa da For-
tu.ia na Primeiro de Marco n. 23.
Grande lotera da provinciaA 14
aerie desta lotera em beneficio dos ingenuos da
Colonia Isabel, cuj o premio grande 240:00000.
ser extrahida no dia .. de Fevereiro, s 4 horas
Ja tarde.
Os bilhetes cham-se venda aa Reda da tor-
tuna ra Larga do Kosario n. 36.
Lotera de Mcele de 3OtOOSOOO
A 4" partes da 15 lotera, cujo premio
grande de 3(0:000, pelo novo plano, ser.-i ex
trabida impreterivelmeote no da 15 de Fevereiro
ao meio dia.
Bilhetes venda na Casa Foliz da praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda Roda da Fortuna
na roa Larga do Rosario n. 36e na Casa da For-
tuna ra 1 de Mhrco a. 23.
Precos resumidos
liOteria do ParanEsta imprtente lo-
tee, cujo premio grande a 3O0:0O0<0J0, e habi
lita-se a tirar 15:0001000, ser extrahida irapre
terivtlmeote no da .. de Fevereiro.
Achara seexpoatos venda os restos dosbilhe-
res na Casa da Fortuna ra Primeiro de Marc<
n. 23.
Lotera da corteA 2 parte da 202-Mo
tera da corte, cujo premio grande de 100:000i
ser extrahida no da .. de Fevereiro.
Os bilhetes acham-ae venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tamoem acham-ae venda na Caaa da Foi -
'ana rna Primeiro de Marco.
Lotera do saloA 3 parte da lotera
a. 366, do novo plano, do premio de 100:000^000,
era extrahida no dia .. de Janeiro.
Os biletes acham se venda ua praca da Inde-
pendencia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda na Casa da iortu-
na ra 1 de Marco n. 23.
Cemlierio Publico -Obtuano do da 11
de Fevereiro:
Mara, Pernambuco, 1 hora, Greca ; traqueza
congenita,
Felicidade, Pernambuco, 2 mexes, Santo Anto-
nio; eclampsia infantil.
Antonio, frica, 70 annos, solteiro, Boa-Vista ;
dyarrba.
Urbano Joa de Souza, Portugal, 59 anns, ca-
sado, Recife; cystte.
Raphael Foitunato Archanjo, Pernambuco, 0
annos, casado, S. Jos; tubrculos pulmoaa-
res.
PERMIBUCO
lamo da Comoanbla do Seguro*
Martimo* e Terrestres Hluenn
Peruana bucana.
AOTIVO
Accionistas...... 800:000*000
Escriptorio e mobila. 2:000*000
Letras descontadas 114:295*423
Letras hypothecarias. 51:200*000
Dvedores geraes. 35:801*193
Caixa ....... 30:239*887
Valores caucionados 24:548*030
Diversos ttulos .... 26:316*586
Deposites d'administraco 60:000*000
Liquidacod'apolice n. 20,803. 14:000*000
Eatampilhas ..... 165*90)
Agentes no imperio 4:674*506
Companhias de Segaros, conta
de premios..... 1:517*902
Companhias de Seguros conta
de resegaros..... 1.014:500*000
Riscos :
Martimos. 3.016:830*340
Terrestres. 9.855:500*000 12.872:330*340
Somos .
PA8SIVO
Capital.......
Lacros e per Jas ....
Caucoes.......
Cauco d'admiojstraco .
Companhia de Seguros Fideli-
dade do Rio de Janeiro
nosea conta.....
Honorario da administraco.
Dividendo 21o.....
Reseguros......
Segurados......
15.051:589*767
1.000:000*003
55:187*677
24:548*030
60:00j*000
705*460
8:318*260
16:000*000
1.014:5DO*000
12.872:330*340
Somma...... 15.051:589*767
Pernambuco, 31 de Dezembro de 1886.
Pela Companhia Phosnix Pernambucana
Os administradores,
Luiz Duprat.
Dr. Mmoel Oome de Maltes.
Jo&o Jote Rodrigues Mendes.
Transferencias das acedes da Companhia de Se-
garos Martimos e Terrestres Phoenix Pernam-
bucana no auno de 1886 :
5 acedes a 300*000 cada ama.
50 ditas a 385*000 idem.
Total 55 >
Pernambuco, 31 de Dezembro de 1886.
Pela Oompanbia Phceaix Pernambucana
Ob administradores,
Lnit Dnprat.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
Joo oti Rodrigue Mendes.
Companhia de negaros Phoenix
Pernambucana
Srs. accionistas.De aocordo com o art. 43 dos
estatutos, vimos como membros da ooaamisso fis-
cal, informar-vos termos examinado 4 escriptura-
clo da companhia, relativas ao anno social que
termiuou em 31 de D'zerabro paseado; bem as-
sm termos verificado o estado da caixa e a exis-
tencia doa respectivos valores ; tudo encontrado
exacto e de aocordo com os balancos a a demons-
tracao da conta de lucros e perdaa que vos sao
apresentadas.
Esta ultima conta conhecemos que o resultado
do anno foi o seuinte :
Premios de Segu-
ros Martimos .
Ditos de Seguros
Terrestres .
Juros e descontos
Apolices .
RECEITA
94:243*873
42:035*02?)
14:748*673
1:762*000
152:789*571
Snistros Marti-
mos ....
Ditos Terrestres .
Abatimento per
p igamento .
Despesas geraes .
Honorario d'admi-
nistracS) .
DESPEZA
87:059*740
4:643*160
7:260*960
14:802*170
17:763*780
LUCRO
Deste lacro dedaz a administraco
o dividendo do anno raza i de
16*000 por aecao ....
Ficando um saldo de .
Addicionado ao que j existia em
31 de Dezembro de 1885 na con-
ta de lucro e perdas
E' o balanco d'esta conta em 31 de
D^embro de 1886 ....
131:529*810
21:259*761
16:000*000
5:259*761
49:927*916
55:187*677
A administraco em seu relatorio vos sel irecc
minuciosamente o movimento social ua companhia
dorante o anno, e vos taz couuecer igualmente
que jul^ou uecessario reduzir taeuldade du art.
17 dos estatutos, relativa ai mximo dos rscos
martimos tomar em um navio, resegurapdo em
outras corat'auhias os valores que excederem
metade do limite all facultado, dcliberaco com
que esta commisso concorda como meaida ti -
provideccia em quanto o fuado de reserva nao li-
ase orirgem 9 tornar effectiva aquella faculdade.
Concluindo devenios informar-vos que a Compa-
nhia eontiua a preencher di/na nente o seu fim e
que somos de parecer que sejatn approvadaa as
contas apresentadas.
liecife, 7 de Fevereiro de 1887.
Manoel Jos da Cunha Porto.
Francisco Ribeiro finio tjuimarSes.
Jos Fiua de OUveiro.
GHRONiCA JUDICIARIA
Dr. Oama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do Hospicio n. 20.
Consultorio: ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 1 horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios do homem
e da raulher.
Dr. Joaqaim Lovreiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1..
andar, de 12 s 2 da tarde; residencia no
Monteiro.
O bacharel Virginio Marques, encarrega-
so de queslSas civis, co.-nrjjerjiaes, crimi-
aaes a orpbanologicas e d-feza parante o
jtiry d'et e das comarcas prximas. Es-
criptorio a ra 1. do Margo 18. 1. andar.
Residenciara do Hospicio n. 83.
tronarla
Francisco Manod da Silva & C. depo*
stanos de todas as espscialida:;t;3 pharma
ceuticas, tintas, drogas, producios chimio
e iHedicanientos homojouaticos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23. *
fffaa
Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
ta;do, ra do Mrquez de Olinda n. 41
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisca dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vende se madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta nlh-i-i, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre-
co sem competencia Pernambuco.
Imita C onaiuercai ua viuade at
Recite
ACTADASESSOEM 10 DE PE7EREIR0
DE 1887
PKEarDBNCIA DO ILLM. SR. COMMENDADOR ASTOSIO OO
MES DE UIRAHDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimardes
A's 10 horas da manha declarou-se aberta a
8easao estando presentes os Srs. deputados coin-
mendndor Lopes Machado, Beltro Jnior e
Hrmin.) de Figueircdo.
Lt ia, fji approvada a acta da sesso anterior
e fez-se a leitura do s^guinte:
EXPEDIENTR
Offieio de 5 do corrente da junta dos correctorea
desta praca, remetiendo o bole im das cota^oea de
31 de Janeiro 5 do presente mez.ATchive-se.
Diarios officiaes de ns. 2G a 29.Para ar-
chivo.
Diatribuiram-se & rubrici os s^guintes livros :
diario copiador de Silva Potu & C, diario de Ra
inos & C-, dito de London and Brasilian Banck
Lirnited, dito de Jos Augusto Das, dito de Costa
Campos fc C, copiador de Bartbolomeu & C
Prestou juramento de irontioaar a bem servir o
cargo d<- avaliador commercial para que foi recoc-
duzido, no triennio de 1887 a 188), Joao Goncel-
ves Ferrera e Silva.
DESPACHOS
Peticoes :
De Pauliuo de Oliveira Maia, subdito portu-
guez, de 27 aonos de idade, domiciliado e estabe
lecido nesta cidade com sua casa de commercio,
por grosso e a r.-talho, de molhadoa, impetrando
carta de comracrciante matriculado.Adiada na
aesao de 3 do presente mez, por nao ter compa
recido o deputado Ohnto Bastes.Como requer.
De Amaral Primo 4t C, para que seja archiva-
do o contracto de soeiedade em nome collectivo,
que sob dita firma celebraram Manuel do Reg
Amaral, Ayres de Souza Baptiata % Antonia da
Silva Castro, com o capital de 15:000* para o
commercio de gneros de estiva por grosso e a
retalho, nesta praca, roa Larga do Rosario a.
37.Archive-se na forma do lei.
De Mathias Gomes Pernandes e Joaquim Lo-
pes Barros, para qne se archive o distracto da
firma Mathias Gomes Pernandes & C, ficando o
ex-socio Barros de posse do activo e do estabeleci-
mento sito i ra de Aives Cabra! n, 1 ou 26 A
da ra do Commercio e obrigado pelo passivo da.
extioela soeiedade.Archive-Be.
De Cesar Lopes de Medicio, para que se archi-
ve o distracto da soeiedade que teve nesta praca
com Jos Jooquim dos Saotos, sob a firma de Ce-
sar Lopes & C, ficando o ex-soco Medicio de
posse do activo e do estabelecmento, sito Praca
da Iadepaodenjia ns. 19 e 21 e obrigado pelo pas-
sivo do extincta scciedade, contnnaoao a usar da
mesma firma.Seja archivado.
De Francisco Martins Gomes e Bemvenuto Ca-
valcante de Mello para que se archive o distracto
da firma Francisco Martios Gomes & C, ficando
o ex-socio Martins Gomes de posse do activo e do
estebelecimente de miudezaa ra da Imperatriz
n. 86 desta eidade e obrigado pelo passivo da ex-
tincta soeiedade.Arclrve-se na forma da lei.
De Jos ledro Rodrigues da Silva para que se
registre a nomeacao de seu caixeiro Antonio Joa-
quim Moreira e se d baixa na de Delfino de Aze-
vedo V Haroneo. Corro requer, pago o Bello da
b tixa.
De Aliiao Silva & C, para que se lhe transfira
o livro diario em branco que comprara a Thomaz
Ferrera da Caoba.Indefirida por nao ser acci-
tavel a razo que motiva a transferencia pedida,
sendo voto vencido o Sr. deputado commendador
Lopes Machado.
De Andrade Lima & Irmao para que se faca
nota no registro da marca de seu commercio qje
aprsente, que mudou sea estabelceiraento da ra
do Viscondo Inhauma n. 27 para a ra Larga do
Posario n. 50.Deferida.
De Jos Ignacio do YVal, subdito heapanhol, na-
tural de Pontevedra, de 53 annos de idade, domi-
ciliado e estabelecido nesta praca, com fabrica de
carvo animal, cajo commercio em grosso, sol
licitando carta de commerciante matriculado. Sao
afeitantes 'do crdito commercial do impetrante
Gratuliano das Santos Vital, Lniz de Paula Lo-
pes e Francisco Goncalves Netto.Addiado a re-
querimento do Sr. deputado Hermioo de Figae-
red.
De Antonio Augusto Pereira da Silva para qae
se faca nota de baixa no registro da carta de or-
dens de 29 de Agosto de 1884 e procaracSo a que
ves ss refere, que lhe dirigir Antonio Goncal-
raes de Aaevedo, visto ter este regressado a esta
cidade.Deferida.
De Francisco Jos Leite e sua mulher para que
se registre urna provso do Dr. juiz de direito do
civel desta cidade qae se refere a escriptnra ao-
ti-nup.-ial dos suppcantes.Registre-Be
Eacerrou-se s 11 horas e umquarto.
-
rUBLiaCO^APEIDO
Fallencia Levy
Nao se diga qua profer um piradoxo,
quaodo refer a dualidade dos Srs. Er
nesto & Leopoldo, como solidarios e com-
manditarios nessa fallencia.
Para demonstrar a procedencia do con-
chito, nao preciso entrar em grande des-
envolvimento. De um aggravo que, em
folhetos, corre a proposito da fallencia
abortada, v se qui Ernesto & Leopoldo
entraran) par* a soeiedade Levy, em 2 de
Janeiro de 1884, com a quantia de......
23:500,-).
Nao haven !o, entilo, contrato, mesmo
sem registro, ejercitando elles, actos de
gernca em collectvidade com o Sr. Le-
vy, s no liara sor considerados solidarios.
Smente em Janeiro do 1886 (2 annos
depois) quo foi organisada a commissao
do contrato, registrado as occidtas, quero
dizer : cora o segredo na lei! I...
E tambera as pressas, pois, era espera-
ran) quo foss-i encerrado o balanco de
1885! !...
J previdencia !...
Mas, iiingin: o dir que um contrato em
commanaita pelo facto do registro tem
a rara habilidade de perdoar a responsa-
bilidade solidaria preexistente de transac-
coes ainda por liquidar naquella occasiao,
ou que, com sacrificio da commandita,
fessdm liquidadas. E ainda por aquellas
que nunca se liquidaran), e uerca das
quaes, nao Ibes seria licito invocar hoje,
a grande cuapa nova^o de contrato I
Niio:Ninguem dira semelhanto dis-
late .
D'ahi manifest, quo os interesses dos
credoras nao foram bom dirigidos...
Attcnta a limitadissima existencia da
coraraandita cabe ainda investigar, no
processo da fallencia, se esta procede svc-
clusiuamente de actos anteriores ou poste-
riores ao registro do forra os o co i trato.
Occorre mais que, alm daquella res*
poosabilidade, sao Ernesto & Leopoldo
obrigados a entrar com o fondo em com-
mandita nelle estatuido, o qual nunca o
fizeram effectivo.
E, pois, nao colhe allegar que o tal
capital commanditario entrara antecipada-
mente como solidario.
Da escripturacao dos livros, nao consta
ter havido liquidaclo ; pois smente esta
1NDICAC0ES OTIS
edloo*
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ne
oxercicio de ana proussao. Consltuas das
10 s 12 horas da manha. Espeeialdades
eperajSes, parto e molestias de s-nhoras e
meninos. Kua da Gloria n. 39.
Dr. Barreta Sampaio d consultas de
meio-di s 3 horas no 1. andar da casa
a ra i" Bario da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada'pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, rom do Bom-Jesua n. 23,
sobrado.
que define o capital, que, nos Hvros
meramente nominal: Nao podiam, pois,
saber se o tal fundo capital solidario, es-
tara illeso, para ser transferido maravi-
lhosa commandita do contrato 1 !
Solvido em primeiro lugar o passivo a
que estavam solidariamente obrigados, po-
deriam, entao, a seu talante dispoe de to-
do o seu capital, ou do saldo, para encon-
tral-o na sua famosa coramandita.
Mas mesmo assim nao deixariam em
qualquer tempo, de seren obrigalos a en-
trar com a differenga que 89 veriteasse,
ou mesmo com todo, se' nao fosse succep-
tivel de ser apurado.
O contrato, nao diz, (nem podia dsel-o)
que o fundo em commandita, i o qu j
existia solidariamente, tao pouco a escrip-
turacio a:cusa a noticia de tal contrato,
nem virtualmente a elle se refere.
E se esse contrato valioso para sentar
os cautelosos commandiarios da responsa-
bilidade, subsequente ao registro deve
valer tambora para compellil-os a entrar
para a massa com o fundo capital a que
neste se obrigarara.
' de todo ponto convenieute demons-
trar, o que frei, que a firma j estava
fallida por occasiSo do registro do fallado
contrato elles proprios o confessaram, e
assim nao podiam ter l dinbeiro para ex-
ploraren), novo negocio em commandita.
Recife, 12 de Fevereiro de 1886.
7. Manta.
."Seguramente nao ama novidade, para os m-
dicos instruidos, que os saes de ferro combinados
com a quina formam nm medicamento efficaz para
eombater o lymphatsmo, a anemia, a chlorose e
outras emfermidades em qae se nota pobreza do
sangae; mas no meio de um grande numero de
preparacoes qne se receitam, appareee a diffieul-
dade de tazel-as tomar as creancas e as senhoras.
Eis porque os mdicos dio a preferencia ao Xaro-
pe de quina ferrngiooso de Griraault & C, que
tem um sabor agradavel e a bella cor de groselha.
Como garanta, preciso exigir o sello da casa.
Innmeros teem sido os remedios empreados
contra a asma e as enfermidades das vias respira-
torias, somo arsnico, opio, estramonio, etc., porm
sem os resaltados satisfactorios do cannabis indio,
pois segundo a opiniao do Dr. Desmartes, nao ha
planta qae prodasa tanto allivio na asma e tsica.
Pois bem, o cannabis indio a base dos cigarros
i odios de Grrimaalt & C, qae sao conhecidos pela
sua prompta eficacia.
Cirurgio dentista
PATRICIO MOREIA
(Ex discpulo de Frederleo Mal
Consaltas e operacoes das 9 horas da
manhS s 4 da tarde
57-RA DUQUE DE CAXIAS-5'k

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Diario de Peiroiirtc---I)&flMH** 1^ *
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Grande festa do Ca-
xang
Hoja por occaoi&o de comefar a novena
aera distribuid* por nsc^as da* mais dii-
tinctas familias a Emda, numero especial
de um* publicado eoeripta palas naais es-
piritual* p3nn*s pernambasanas.
Amaaha o depoia ter lugar, tarde, o
sorteio das florea e prendas, Uto graciosa-
mente offerecidas pelas senhoritas do arra-
oalde.
Domingo, 13, dia da glorioao S- Fran-
cisco do Paula, logo ao a.uanhecer urna
banda de msica percorrera o pittoresco
arrabalde, annuneiando ao fiis o pnnc '
pi da festa.
A's 10 horas da manhS celebrar-se-ba
cotn toda a pompa e soiemnidade a festa
religiosa com sormao do Revdm. comroen-
dador padre Manoel Moreira da Gama.
A' ttrde continuar a venda da Esmola
a a diitribuisao dos bouquets por mo-jas,
ticando o lindo fogo de artificio para a se-
gunda feira.
Alm dos versos postos em msica por
Mathias Lima os quaes teem agradado
muito, ser tambem cantado boje e ama-
nba um lindo Veni Sancti Spiritut com-
posicao do mesmo Muthias, sendo a entra-
da do vilino pelo distineto maestro Mar-
cellino Oto acorapanbado a piano por D.
Amalia Goimbra, fazendo parte o mesmo
compositor em sua maviosa flauta.
A principal parto soprano ser, ejecuta-
da pela distincta cantora a Exma. Sra.
D. Francisca Lins, acompanhada por ou-
tras distinctas senhoras.
Ensino pratieo aperfeicoado do
iDglez,fraucez e allemo etc.
De regresso est% eapital o favoravelmente co
uheciJo profesbor de lmguas viva., GustavojB.
Poleni, de novo offerece a sua cooperacao a calle-
gios e farailias de distinccaD, como tambem a par-
ticulares. Procos raaoaveis e asistencia das mais
esmeradas. .
Dirigir-se por escripto s hvrarias tconomica
ou Industrial.
Em virtude do que dispoe o Art. 65 do jegula-
uiento que baixou com o decreto n. 9,554 de de
Fevereiro de 1836, a Inspectora de Hygiene fu
publico, p lo praso de oito dias, que o cidadao
Antonio Colomby lho dirigi a seguate peticio
com documentos que satisfazem as exigencias do
Art. 65 p eitado regularaento :
Diz Antonio Columby que achando-se etahe
lecido n* villa de Senubem com casa da drogas,
e feudo o supplican:e pratica de longos annos de
pharraacia, como prova cora os documentos juntos,
e bavendo grande neceasidade de urna pbarmacia
na mesma, como se v do attestado da amara
Municipal, vom o supplieante requerer a V.Juta.
graca de eonceder-lhe a lieenca para abrir e
administrar pbarmacia na villa de Serinb-.ietB. em
vista do Art. 65 do rgulamcnto que baix ou cera o
decreto n. 9554 de 3 de Fevereiro de1SS6. Nes-
tes termos, uede deferimentoE. K. M. Villa
de Serinhaem, 20 de Dezembro de 18RG.Anto^
uio Corumbg. (Sobre duas estampas de 200
ris).
E declara que, si nesse praso nenhum pharma
ceutico formado Ihs coromonicsr ou i Inspectora
de Hygiios de Pern nabaeo, a resolucio de csta-
belecer pbarmacia a citada loenlidade, conceder
ao pratico a lieenca requerida,.
Iuspectoria Geral da Hy^iene, 11 de Janeiro
de 1887.Dr. Pedro A<*m de Carvalho, secre-
tario.
Collegio Instlate Acadmico
N'este collegio esto estabeleeidas as aulas de
pratiea das lir.guis francesa o ingleza, a cargo
dos Srs. G.KteiueJ.Paustoue, alm das theoncas,
a cargo do director e do Dr. Gab'iel de Araujo.
O director,
Jos Ferrara da Cruz Vieira.
Escola particular
deinstrtc(o primaria
para o sexo mascu-
lino
CASA DE ENSINO MODERNO
SSRa VelhaM
O abaixo assignado, participa ao Ilustrado pu-
blico desta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de mateoslo primaria para o sexo masculi-
no, rna Velha n. 36, (Boa-Viste) onde esme-
radamente se dedica ao ensino de seos alumnos.
Educa e instrue a infancia pelo melbor systeina
dos principaes collegios da corte do imperio, ende
por algum tempo demorou-se a passeio, cujo eys-
tema a delicadeza, a vocsco, a paciencia
ntima para o ensino, fazendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminho da intelligencia, da honra
e da dignidade com santos conselhos e sas licoes,
afim de que venham a ser o futuro sustentculo
da patria, da religiio e da le, e ara verdadeiro
cidadao brasileiro.
Espera merecer a confian? e proteccao dos
pais e tutores das enancas que queuam sprove-
tar um rpido adiantamento de seus Albos ou tu-
telados, e em particular tcm f robusta em todos
os seus compatriotas pernsmbucanos.
Comquanto ousada seja esta tentativa, todava
espera que os seus incansaveis esforcos, e os seos
puros desejos sejam coroados com a feliz appro-
vacao de todos os filhos do imperio da Santa
Cruz. .
Espera finalmente, que o respeitavel publico
aaiba apreciar de perto o sen verdadeiro ensino
primario, onde rpidamente as enancas abracara
e imam de coracao aos livros, as sciencis as let-
tras e as artes.
Igualmente tem urna aula de instrueco prima-
ria noite para adultos, sendo das 7 s 10 horas.
Curso d- portugus e francez a qualquer hora.
Horario da escola para meninos, das 9 horas da
rainhi s 3 da tarde.
Menaalfdadea
Primeiras lettras ^'{55
Francs 3*r!n?
Portuguez 3^000
Pagos adiantados no acto da matricula.
Recebe meninos internos, externos e meio pen-
sionistas, por mensalidades raaoaveis.
Ba Velha n. 36. .
JaZto Soartt de Azevedo.
N 5 A Emulsao de Scott muito re-
commendada pelos mdicos como o melbor
remedio para a tsica pulmonar e moleslias
do peiti e da garganta.
Restaura o organismo das pesaoas pro-
dispostas tsica e fortifica contra 08 ata-
ques da doenga.
m
Emulso de Lanman
& Kemp
A Emulsao de oleo de figado de baea-
Iho com os hipophospliitos de cal, soda e
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanman Kemp de Nova York,
melhor, a mais perfeita, e a mais eficaz e
agradavel que at agora se tora eflorec lo
ao publico.
K' um regenerador poderoso das consti
tuiyCes debis e um remedio oerto para
t >das as affeccSes do peito, da garganu e
(ios pulmSes.
sese t a Emulsao de Lanman <&
Kemp nao confundindo-a oom as outras.
Vende-se em todas as drogara a pbar-
Leonor Porto
Rna do Imperador n. 45
Primeiro andar
Continua a ecutar os mais difficeis
figurinos recebidoa de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costurs, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
g esto.

Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de elinica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 ra do Burilo da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sote de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Tremenda e fatal enrermlilade (4)
A tosse apparece traca e passageira e o doente
despresa-a ; nao a cuida...
Drpois, o eafraquecimento do eorpo, algumas
dores no peioenas costas, vio seguindo essa tosse,
que augmente, e por fim o doente v se claramente
a bracos cora o grande flagello d humanidadeu
tsica pnlmonar !
Esta tremenda e fatal enfermidade e tao sagaz,
que para melhor conseguir seus fum-stos fins prin-
cipia disfrcando nos u'uma tosse desprezivel !
Mas ella nao realisar seus nefastos intentos se
fr usado em temp> opportuno o remedio principal
e t* que tem conseguido curas reaes da tisiea pul-
monar, que o PEITORAL DE CAMBARA', im-
portante descoberte de Alvares de S. Soares, de
Pelotas.
Os iuteressadoa poderao encontrar no opsculo
que acompanha cada frasco valiosos attestados de
curas obtidas em jrravissinus casos, nao s de t-
sica como de bronehitrs, astbma, coqueluche e oo-
tras molestias do apparelho respiratorio.
nicos agentes e depositan js geraes cm Per-
nambocoPrancisco Manoel da Silva & C, ra
Mrquez de Olinda n. 23.
Dr. Cernir Lie
MEDICO
Tem o sen escriptorio ra Duque de Caxias
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e destehora
em diante em sua residencia ra da Santa
Cruz n. 10.
Especialidadesmolestias de senhoras e enan-
cas.Tolephone n. 326.
Silveira
38-Rna do lmperador-38
i
Dr. Joo Paulo
E9ICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de crisneas, com pratica as principaes materni-
dades e hospitaes de Paris e de Vieona d'Austria,
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e resideueia na ra do Baro da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultes das 12 s 3 horar ds tarde.
Telepbono n. 467.

II
{}
{}
i
}
}
MEDICO HOMEOPATHA
*
I)r. Baltbazar da Silveira j
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos orgios respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
fora da capital.
aVIWO
Todos "s chamarlas devem ser dirigi-
dos pbarmacia do Dr. Sabino, ra da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.

Attci?o!!
Viva o carnaval!!
A' ra Duque de Caxias n. 25
E" s* om podero eaoooSfar na grande Sorti-
mente de rfcar e vaoi*d goseo de vestiarios de
mascaras, beixo de mencionar as differentes
qolidai*s dos costumes que aqu existem, pois com a visla dos apreciadores podero se conven-
cer d'estas verdades.
A excosicao ser, aherta uo dia 16, das 6 horas
da tarde s 10 da noite. O estabvlecimento esta-
r decentemente preparado, offereeendo todos os
commodos para os Ilustres cavalheiros e senho-
ras que se quixerem alli vestir.
Como j baviamos aonunciado, alm dos vestua-
rios por mim fabricados, temos um riquissimo
guarda roupa fabricado p^lo Sr. Gastn Courtois,
estabelecido ra BerangT n. 7, em Par. Pre
eos, d^sdf 50$ 500 ris !!
Os vestuarios de 10 para cima sero forneci-
do8 de cabelleiras, mascaras, mwas e luvas.
llavera tambem -/estuaiios de pbantasia e
m.ns para c-rianoas de 6 14 annos.
O expositor,
Anselmo Ayret de Aaertdo.
do-
Bellesa seroelua
ata
Por ventara ha alloma senhora que deseje per-
petuar o brilbo, c6r e aoundancia de suas tran-
cas? A perguass intil. T'A> o bello sexo acha-
se pert-'itenrento unnime sobw esto ponte. Visto
ser possivel. O cabello nasce de urnas- radculas
bulbosas sesretadas en> clulas diminutas qu* se
acbam debaszo di epidenn ou cutis superior.
Quando estas cesiam suas secrecoes ou as raizes
do cabello nao tem bastante vigor para levantar
as seecreces aa fibras morrem e cabem,
O remedio consiste em esti notar suavemente os
vasos do crneo e san urna accio vigorosa
dos ductos espillares do c-n.'llo. Do todas as pre
paraces para os cabellos, o lomeo Oriental, o
nico artigo que o conseguir prompta e infalli -
velmente.
Acha-se venda em tedas as boticas e lojas de
perfumaras.
Agentes tm Pernambuco, Henry Porster C.
ra lo Commercio n. 9.
EDIT4ES
Licr depurativo vegetal iodtfo
DO
Medico Q,aintella
Este notabilissimo depurante que vem precedi-
do de tsVe grande fama infallivel na cura de todas
as doencas syphiliticas, escrofulosas, rheumatica-
e de pelle, come tumores, ulceras, dores rheumati-
cas, osteocopaa e nevralgicas, blennorrhagias agu-
das e chronicas, cancros syphiliticos, inflamma-
odes viseeraes, d'olhos, ouvidos, garganta, intes-
tinos, etc^ em todas as molestias de pelle, simples
ou diatherieos, assim -como na alopecia ou queda
do cabello, e as doencas determinadas por satu-
recio mercurial. DSo-se gratis fblhetos onde*,
encentram numerosas expriencias feite8Com i
especifico nos hospitaes publieoo e muitos v.
dos de mdicos e documentos articulares.
pesconto para revender.
Deposito em casa de Paria Sobrinos & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 14.
alista
1
Dr. Ferrara da Silva, consultes
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Ciiaica medico clrarea
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Kopeciai-daePartos, molestias de senhotas e
criancas.
Residencra Rut da Imperatrls a|4, osgan
andar.
Dr.GiloLeie
Medico, parieiro operador
Residencia ra Bario da Victoria n. 16, 1' andar
Consultorio ra Duque de Caxias|o. 59.
D consultes das 11 horas da manna s 2 da
tarde.
Attende para os chaados a qualquer hora
telephone n. 449.
Consultorio medico-
cirurgico
O Dr. Castro Jess, contaado mais de 12 anaos
de escrupulosa observacio, reabre consultorio aca-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crns
n. 23, i. andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
Nss demsis horas da noite ser encontrado a
riti travesso os Remedios n. 7, primeiro por-
tio esquerda, alm da portad do Dr. Cosme.
Urna auvem escara encobre a
luz do sol da nossa existencal
A' incerteza da vida junta-se o mysterio
tenebroso da morte Era quanto que, por
urna parte, esse primeiro grito infantil que
nos annuncia aae outro ser acabado unir-se
nossa especie, inspira ama alegra profun
da, por outra parto trememos de espanto no
ouvir o bater borrivel das azas do anjo ex-
i .-rminador A voa omnipotente da in-
fluencia suprema qae governa o universo
decretou nosso destino, a sentenfa fatal foi
pronunciada e todos os homens esto cony
domnados a morrer !
Sem duvida alguma, a morte inevita-
vel. N3o poiemos, porm, retrdala?
E' esta urna que tao que seria de urna ira
portancia incalculavel, ainda se tratasse s-
mene de ganbar urna hora de vida, pois,
animados d'esse sentimento sublime que se
chama instincto, estamos sempre resolutos
a dar batalha com um valor in-iomavel ao
nosso inimigo mortal era favor do glorioso
privilegio da existencia Aquelle senti
ment a voz espontanea da natureza, e o
nosso dever consiste em obedecer. Va-
mos, pois, a ver; possivel retardar a
morte ? Indubitavelmente o pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quem
as estuda convence se que n'ellas se com-
prehende a dita possibilidade.
Os que se acham dota os do valor e
uizo necessarios para se cobrirem com o
escudo que a propria natureza lhes propor-
ciona para este efriito, poderlo repellir os
ataques incendiosos do inimigo da vida, at
que as faculdades vitaes vao poaco a pou-
eo em decadencia era urna volhice madura
e ditosa, e at que o anno da luz se lhes
aprsente com aspecto risonho e sem ter-
ror, para os conduzir, como n'uma visao
deliciosa, a essa regiao rosplandeceute que
brilha mais alm das trevas do sepulchro.
O destruidor toma diversas formas, mas
d a preferencia a de um inimigo moral que
devora actualmente as partes vitaes da so-
ciedade moderna. Martyrisou j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
paiz.
Que inimigo este ? Quer o leitor sa-
ber se tambem victima da crueldade
deste tyranno? Pergunte a si proprio se
atorraantado por algum dos symptomas
que varaos enumerar: dores de cabeca,
das costas e das espaduas; falta de appe-
tite; accuraulacSo de urna lama viscosa,
espessa e pegajosa em roda das gengivas e
dos tientes, sentindo-se simultneamente
um sabor desagradavel, especialmente pela
manlia; tristeza dcscabimento acompa-
nhados de somnol ^cia; urofs vezes a sen-
sacio de urna caig.i pesada no estomago,
e outras, debilidades na bd ca do mesmo
orgao, nao hver.d^ssssfsfa^a.) alguma em
tomar alimentr; ^siifoto tristonho e c6r
amarellenU dos ol >s ; estado fro e pega-
joso daa naos e do ps; urna tosse secca
ao principio, acomp 'hada, porm, depois
de ama expectoracao de cor esverdeada;
cansaQO constante seu. que o somno pareca
proporcionar descanso algum; enerva^So,
irritajo e raaos presentmentos; deliquios
e vertigens ao levantar-se de repente ; pri-
sao de ventre; estado secco, e veces, ar-
dente, da cutis ; condigao espessa e em-
botada do sangue, escassez e c6r muito
tinta da urina, que deposita um sedimento
depois de permanecer por algum tempo em
repouso; devolucio frequento do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outras ve-
zes algum tanto doce; palpitacao do cora-
jao; manchas apparentes nos olhos; e no-
tavei prestracd e debilidade do paciente.
Todos estes symptomas costumam pre-
sentar se por seu turno Acreditase que
quasi urna ter;a parte da nossa populacho
est affectada da dita enfermidade em al-
guma das suas variadas formas. Como
regra geral, os mdicos se equivoeam a
respeito da natureza desta doenca, cujo
verdadeiro nome dyspepsia ou ndigos
tao; enfermidade que se cura infallivel
mente por meio do Xarope Curativo da
Mai Seigol. Este medicamento tem obtido
em ambos os hemispherios urna reputagao
justificada incontestavelmente por suas
grandes virtudes. Vende-se em todas as
bonicas, e pharma-ias e na casa dos pro-
prietarios, A J. Wbit, (Limited), 35, Far.
ringdon Road, Londres, E. C, Inglaterra
PWgramiia Herma Gesta
Roa do Baro da Victoria n.
14, 9- andar
A proprietsria deste estebeleeimento, j bastan-
te* conhecido pelos trsbalhos alli executedos com
mestria e bom gosto, como tambem pela lbaoesa e
eavalbeirismo que costuma-se dispensar quelles
que dignam-ee de honral-o com a sua visita e
coofiaDca,.previne ao publico que, com a acquisi-
cSo que fez de machinas as mais aperfeicoadas,
est o mesmo estabelecimento em condiefles de
tirar retratos inalteravei* por precos inferiores
aos dos que teem ltimamente viudos dos Este
dos-Unidcs, e assim que um retrato de meio ta-
ma nho natural tira-se pelo costo de 15J0OO.
O atolier, modificado e reformado como acaba
de ser, tornou-se o mais perfeito possivel para dis-
tribuico de lux, de modo que pde-se trabalhnr
sempre, com bom ou mo tempo, de 9 horas da
maoha s 6 da tarde.
A essas circum itaocias accresce ser o pessoal
lechnico babilitadissimo ? delle taser parte o phQ_-
tographo hespanhol D. Joaquim Camelas de Cas-
tro que trabalbou nos methores esubeleciraentos,
desse genero, em diffnrentes paises da Europa, e
a respeito de quem j os diversos jomaos desta
provincia trataram.
Do que fica difo v-se que est o referido esta-
belecimento em condicoes de executar com pericia
quaesquer trabalhosde pbotographiu.
AHi oocoatrar-se-ha sempre expostas yenda
glande numero de vistas de alguna- edificios
milicos, -moas, ras deste cidade e seus arra-
baldos.
Comaanda dan traa de Pernam-
buco
E' chamado ao quartel genera, o ex-soldado
Luix Pereira da Coste, afim de reverter ao eervico
da companhia de cavallaria, visto qae o seu subs-
tituto Manoel Candido Lenpoldino denertou.
Secretara do i dmmando das Armas de Per-
nambuco, 9 de Fevereiro de 1887.
O alministrHdor do Consulado Provincial em
cumprimento do que dispoe a le do orcamento ero
vig>r fas publico a quem interesutr possa, que, nc
espaco de 30 diks utew contados co 1 de Feve-
reiro prximo vindouro ; dar-s -ha principie a co-
branza, livre de muit.-i. do imposto de repartico
constante da tabella infra anu-xa citada li re-
lativamente ao 1" semestre do exercicio de 1886 a
1887.
Consulado Provincial de Pernambuco ti de Ja-
neiro de 1887.
PnnoiaM Amyntas de Carvalho Moora.
Tabella a que se refere o edital supra
Parte 1
1 Cata* de comsaisso'ts de consignaces e de
cornmiscoVs e consignaces.
2 Ditas ou depositus de vender em grosso carvid
de pedra em trra ou sobre agua.
Parte 2
2 Lojas de vender joias somonte, ou joias e re-
logios.
i Ditas de vender relogios somente.
5 Casas de veuder pianos e instrumentos musi-
caes.
Parte 3
6 Fabrica de rap Meuron.
7 Ditas de sabio inclusive a que acha-se nafre-
ruezia de Aiogados.
S Ditas de cerveja, vinagre, vinbos, genebra, li-
cores e limonadas gazozas.
9 Ditas de Oas.
10 Ditas agencias e depsitos de rap.
Parte 4*
11 Empresas anouymes ou ageucias destiis.
12 Companhia de Bebcribe.
13 Bancos, agencias filiaes o representantes dos
mesmos e casas bunenrias.
14 Companhias, agencias ou casiis de seguro ou
qualquer pessoa que no carcter de ageute
de companhias de seguro fizer contracto desta
natureza ou promovel-os, com excepeo dos
que tem sede uesta provincia e contractarem
o servico especial do artigo 13 desta le.
15 Armazens atfjtudegados, e depsitos ou de re-
ceber.
16 Cazas de jogo de bilhar. _________
Capitana do porto
Faco publico que achando-se concertado o ma-
chinism Jo pharul d barra d'esti porto Uesde o
pr do sol de honlem, fneciona com as competen-
tes rotacoes.
Capitenia do Porto de Pernambuco, 10 de Feve-
rairo de 1887.
O amanuense servind.) de secretario,
FrancUco Moreira Dios.
u
Por este secretaria sao chamados os pareutes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at o dia 28 do -orrento apresentai-ao no collegio
das orphSs, afim de seren ahi admittidas, visto
serem as primeiras inscriptas no riepectivo qua-
dro.
1 Carolina, protegida de Angosto Mintih
2 Illuminata, filha de Mara Florencia Barbosa
dos Santos.
3 Laurinda, filha de Sinclstica Lins da Vas-
concellos Araujo.
4 Mara, filha ja mesroa.
5 Adeluide, filha dr Vara Jos d Coni-icao.
6 Mana, filha de Mara Jos da Eucarnacao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recile, 8 de Fevereiro de 1887.
O rscrivd,
Pedr Rodrigues de Soma
f iicsonro- Provincial
De ordem do Otra, Sr. inspector desta reparti-
co, faco publioo que no dia 14'Jo corrente mez,
paga-se a clnsso de 1 entrela da professores
relativamente nos veneimentos do mez de Dezem-
orp prximo findo.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 12 de Fevereiro de 1887.
O rserivio da despesa,
Si vino A. Rodrigues.
THEATRO
DE
VARIEDADES
Companhia
Lyrica de operetas, italiana
Dirigida pelo distineto actor cnica
ml F1GABH
Ter?a-feira, 18 di corrente
Beneficio do actor e director
CEZ ARE fie ARE A
Pela 4 e ultima vez nesa poca ser presen-
tada a magnifica opereta em 3 actos, do celebro
maestro P. Hopp. que tanto tcm agradado em to-
das as partes, despertando verdadeiro enthusiss-
mo. intitu'ada

Edilal
De ordem da Illm.* cmara, se faz pnblico a
quem enteressar possa, que a mesma cmara em
besso de boutem resolveu para b6a execucao do
art 83 da iei n. 1882. de 10 de Setembro do anno
passsdo que os proprietarios dos estabelecimentos
mercantis e casas de negocios que gozam da ieenyao
do referido art., nao podem expora venda os mesmos
artigos de que fazem mercanca os que sao obri-
gados por forca da mesma lei. a conservarem-se
teegados nos Domingos e dias santificados.
Os contraventores, ficam sujeitas a multa de
3u000, e o dobro, na reincedeudencia, e obriga-
dos a fecharem os eslabelecimentcs.
Secretaria da Cmara Municipal do Recife, em
10 de Fevereiro de 1887.
Prxedes Gomes'de Scuza Pitonga,
t presidente,
Francisco de Assie Vertir Rocha.
secretario.
BECLARACOES _
liisiilii.o Ll t erario Ollndense
Domingo, 13 do corrente, as horss e_ lugar do
costume ha ver sesiao do Conselho Administrativo.
Secretaria do Instituto Litterarlo Olindense, 10
de Fevereiro de 1887.O Io secretirio, Samuel
de Lima Botelho. ___
S. li. J.
Socledade Becreatls-a Javenlade
Sarao carnavalesco em 19 de Fevereiro
Iniciativa da presidencia
Pede-se aos seobores socios que desejarem ti-
rar convites para este baila, o favor de apresen-
tarem suas notes na secretaria da sociedade.
Nao serao admittidos aggregados.
Prevenimos aos senh res socios effectivos, bene-
mritos e distinctos, que os ingresaos poderao des-
de j 4 ser procurados em ute do ir. thesoureiro.
Secretaria da sociedade Recreativa Juventude,
8 de Fevereiro de 1887.O 2o seeretsrio,
Jos de Mediis.
Lotera da Colonia Isabel
A 14 serie da 24 parte das loteras em favor
dos ingenuos da Colonia Isabel, acha-se exposte
venda, cuja extraccao ser no da de Fevereiro
Thesourara das loteras para o fondo da eman-
cipacao e ingenuos da Colonia Isabel, 3 de Fe-
veriro de 1887.
O thesoureiro,
Francisco Goncalves Torres.
Obras Publicas
De crdVm do Illm. Sr. engenheiro chefe da re-
partico das obras publicas, taco publico que, em
virtuae da autorisscao do Exm. 8r. presidente da
provincia, no dia 16 do corrente, ao meio dia, re-
cbese na secretaria desta repartico, propostaa
para a execncao dos reporos precisos na ponte da
Magdalena, oreados em 1:4164800.
O orcamento e mais condieoes do contrato se
acham disposicsto dos senhores pretendentes
para serem examinados.
Secretaria da repartico das obras_ publicas de
Pernambuco, 5 de Fevereiro de 1887.
O secretario,
Joio Joaquim de Slqueira Varej&o.
Estrada de ferro do Re-
cife a Caxang
Fesla de Apipucos,
No domingo 13 do crrente, alm dos trens da
linha principal, es trens segnintes levarlo passa-
geires at Apipucjs pela liuba do Arrainl.
Do Recife 3.18, 4.18, 5.8, 6.28 e 8.18 da tar-
de, voltando de Apipucos as 4.5, 5.5, 6.15, 7.15
e 9.35.
Os paseageiros desteg trens baldeam no En-
troncamento, menos os dos trena J- 3.18 e 8.18
ida, e 7.15 volta.
Ncste da, do meio da em diante sro emitti-
dos, de ac:ido com a commisso da testa, em to-
das as estacos da linha principal at Parname-
rm e no Arraial at Mangan-ira bilhetes de
ida e volts para Apipucos por precos reduaidos,
s^ndo l',classe 601) rs., 2 classe 300 rs.
Estes bilhetes nao terao valor na linha do Ca-
xang.
Escriptorio da Con-panhia, 11 de Fevereiro de
1887.
A. W. Stouebeuioer Bird.
Gerente.
rmandade de Xossa Senhora
da waudc do Poco da Panella
Eleicao
De ordem do charissimo irm5> juiz 'convido a
todos irmaos desta veneravel irmandade eom-
parecerem no dia 13 do corrente mes pelas 10
horas do dia, afim de se preceder a eleicao dos
novos funecionarios que tem de reger a referida
irmandade durante o aun > compromissal de
18871888, virto na ee ter ainda procedido a
respectiva eleico por falta de numero legal.
Consistorio da veneravel Irmandade de Nossa
Senhora do Poco da Panella, 11 de Fevereiro
de 1887.
O secretario,
An'onio Candido Ferreira.
. Clnti Carlos Gomes
Sarao em 12 de Fevereiro
Aviso aos senhores socios para procurarem os
seus ingressos na sede de club do dia 9 do corrente
em diante, das 7 s 8 l[ hars d* noite, em mJo
do Sr. thesoureiro.
Secretaria do club Carlos Gomes, em 8 de
Fevereiro de 1887. O 1- secretario,
P. C. Casanova.
Facnldade de Dircito
De ordem do Exm. Sr. Conselheiro director in-
terino, e de conformidade com os avisos de 31 de
Janeiro e 16 de Julho de 1880, faco publico que
no dia 21 do corrente (por ser o dia antecedente do-
mingo) se abrir ueste secretaria a inscripcSopara
os que pretenderem ser examinados as materias
que constituem algum dos cinco annos deste Fa
culdade, como dispe o art. 20 1 do Decreto
de 19 de Abril de 1879, que ditos exsmes deverito
ser feitos at o dia 15 de Marco vindouro em que
deve ter tugar a abertura das aulas ; finalmente,
que serao feitos de accordo com os Estatutos vi-
gentes sob as seguintes condicSes :
1* Apresenlaeao das certidoes de exames das
materias exigidas como preparatorios para matri-
i cula da Faculdade, ou das que anteceierem a
dos exames requeridos na ordem do curso.
2 Prova da identidade de pessoa:
3' Pagamento da importancia da matricula na
proporco dos exames requ ridos.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
10 de Fevereiro de 1887.
O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menetes.
Para abrilhantar psta festa artstica e como es
pecial favor ao beneficiado, o distineto pi.mista,
Sr. Ellao Potnpillo tocar o grande preludio
do 2 acto da opera DONA JUANITA, obrigado^
piano com acompanhamento da orchestra.
Finalisar o espectculo com urna scena cmica
escripta e representada pelo beneficia io, intitu-
lada
0 cabelleireiro de Ficarra
Sem mrito artstico algum, mas smente pela
attractivo desta festa artstica, comtudo de es-
perar que o publico pernambucano se dignar as-
sistir a este beneficio, honrando-o e sendo corda-
dos de bom xito os desejos do actor
O ata re Ficarra.
Os protectores do actor Ficarra, que se prestara
a auxilial-o a passar o sen beneficio, em rasad de
nao ter elle relaees nesta hospitaleira cidde, sac
os I:luis. Srs.:
Comuiendador J A. Duarte.
Joaquim C. da Cnnha.
Sebastian llarrete, aos quaes o beneficiado ser
eternamente agradecido.
Preps e horas do costume
O espectacula ucabar s 12 horas e meia.
Huver bonds e, trens para todas at linbas.
Companhia de Edlflcaco
Assembla geral ordinaria
De accordo com o artigo 31 dos ertetutos sao
convidados os Srs. accionistas da Companhia de
Edificscao para se rennirem no dia 1* de Marco,
ao meio dia, na sede da mesma Companhia, ao iar-
go de Pedro II n. 77, 1* andar, afim de ouvirem s
ieitura do res torio, balanco e apreciarem as con-
tas da directora, diucutirem e approvarem o pa-
recer focal, e ainda procederem a eleicao da nova
eommitsao fiscal, nos termos dos arts. 21 8, e 38
dos mesmos estatutos.
Recife, 12 de Fevereiro de 1887.
Gustavo da Silva Antones,
Director interino.
Lotera de 4000 contos
A grande lotera de 4000 contos, em 3 sorteios,
fica transferida para o dia 14 de Maio vindouro,
impreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de hoje.
Thesourara das Loteras para o fundo do
emaocipaco e ingenuos da Colonia Isabel, 14 de
Dezembro de 1886.
O thesoureiro,
Francisco Goncalves Torres.
Sarao carnavalesco
4
i
Ka Club cariuM Comes
Sao convidados os senhores subscriptores para
este sarao a procurar os seus iogressos em mo
do Sr. thesoureiro do club, na sede do mesmo.
Recife, 8 de Fevereiro de lf-8.
A commisso.
Milito totolop b GeoEToDM-
co Poiutuio
Terca-feira, 15 do corrente, ao meio di reuair-
se-ha esta associacad em sesead geral para a elei-
cao dos membroo que hio do cosapr a mesa ad-
ministrativa no proiimo anuo social do 1887 -1888,
de conformidade eom a disposicio do art. 10 des
seus Estatutos, pelo que so convidados todos o
Srs.socios pa-acompsreccrem na sede do Instituto
no referido dia e hra.
Secretara do Itwtittrto, 10 do Fevereiro de
1887.
Baptisla Noguetra,
!. Secretario.
Prolongamenlo do Estrada de Fer-
ro de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. director, faco publico que
no eseriptorio do engeaheirs ebefe do trafego do
Prolongamenlo da Estrada de Ferro do Recife ao
S Francisco em Palmares recebem-se propostas
at o dia 20 do corrente para a execucao de aterro
de algumas vallas e bacias existentes no treebo de
8. Benedicto a Canhotinbo do mesmo prolonga-
mento.
No referido escriptorio encontrarlo os mteressa-
dos os precisos esclarecimentos.
Secretaria do Prolsogamento'da Estrada de Per-
ro do Pernambuco e Estrada de Ferro do Recife a
Caruar, 10 de Fevereiro de 1887.
O secretario,
Manoel Juveneio de Saboya.
Jos Pereira de Amares, retirando-Be ao dia
14 do corrente para a Europa, deixa como seus
procuradores u'esta cidnde, Francisco Jos de
Cirvalho Valbon, Sevenno Saraiva de Andrade,
Diogo Augusto dis Res, com quem em sua au-
aercia se enteoderao as pessoas que mantiverem
relaees commerciaes com o declarante; assim
como para os negocios judiciaes deixo como advo-
gado ao Dr. Jeronymo Materno Pereira de Carva
Ibo e solicitadores Antonio da Silva Ramos Nevea
e Custodio Moreira Dias, na ordem em que estao
col locados.
Estes tambem ficam encarregados dos negocios,
do espolio de J> s Antonio de Maeedo Lopes, de
que testasoenteiro e oventariante o mesmo de-
clarante.
Recite, 12 de Fevereiro de 1887.
Jos Pereira de Amartt.
EMPIEZA DO Gil
Pede-se jaos Senho
res consummidores que
queiram- fazer qualquer
cormmicaco ou recla-
maco, seja esta feita no
escriptorio desta empre-
za na do mperador n
29, oude tambem se re-
ceber? qualquer cont
que queipam pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Bar-
ias Carvalho.
Durante a ausencia
do abaixo assignado na
Europa todos o s recibos
dessa einpreza deve-
ro ser passados emta-
loes carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
terao valor algum.
George Windsor,
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
Estabelelda eml.
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
4t 31 de deaembro de 1SS4
llarilinios..... l,f(0:00|000
Terrestres, 3I6:00$00
4i-Ra.i do c^maerelo
SEGUROS"
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenix
nambucaia
Ruado Commercio n.
Per.
DMPARH DB SBBBOS
COSTHA FOSO
North Britisli Hercantilc
CAPITAL
fooo.ooo de litora steYUnaa
A GEN 1 ES
Idomson llowic & C.
i

:
3


m.
8G

*


=
isuinu uc ciiiiiuiumwivotuiiigo 10 ac rcverciro

*.
blandn :iud Rrasllian 3a
Limited
Ra do Oommerci? n. 82
Sacca por todos os Taporas Bobre as ca-
m do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Cap.il listas u a No
Porto, ra dos Ingleses.
SEC^Go
JONTRA Mi?
The Liverpwl London (iob
ni? i".
mu
CwaiiNP Sen Filiate,

AGENTE
lignel Jos .Alves
N. 7RA DO BOM JESS-H.
urorn martimo* e Itneilm
tes ultimo a ninca coapanhia seste prava
concedo pos Srs. seguradts isesnpesodt paga
ni de prt mo >-m cada etiiBo berso, o qas
ale ao descont de cerca de 16 por cento era
dos se>fcaJi6.
NORTHERN
de liOndrea e Akerdeen
Pooiruu Onanrelra (>exembro 1986)
Capital oubsciipto 3.000,000
. Fundos accumulados '.134,34<
<->- i In nunoali
L*j premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
0 paquete Finalice
Espera-se de Now-Port
New*, at o dia 37 de Fe-
vcreiro o qual seguir depois
da demora neeeasaria para a
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encouiau-ndas e dinbeir,
fre'r, *racra-se cora os
AGESTES
Henry Forster & L
N 8 RA*DO COMMERCIO 8
l.'andat
Para Li 7erpool
Harrisoii lm ef Steamers
O vapor Mariner
Espera-se de Liverpool al
o dia 24 do correte voltar
para o averno porto depoia da
demora do costume.
Para frete trata-se com o
AGENTE
S. U JONHSTON
RA DO COMMERCIO N. 16
< 0M**AXHIA
n'ive
O AGENTE
II *
John H- Boxwell
C'OMHEilOOCIO M. 1* 4ND4H
O
COMPANHIA
1
MPEB1A I
lEGlUON contra FOS.O
E8T: 1803
/edificio e mercadoria*
Taxat baixag
Prompo pagamento de prejuito
CAPITAL
ti*. 16,000:0000
Agentes
BROWNS & C.
N. **Rua do CommercioN. 6
Compre!'-ln llra -H';:o,i Vapor
PORTOS DO NORTrJ
O vapor Pernarabuc
Commandante o capUdo de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
' esperado dos porros do su i
at o dia 17 d Fevereiro, *
.VV.t. seguir depois da demora in-
'U;V" dispensavel, para os por*
; lo norte at Maam.
Para carga, passagens, eucoromendas valere
tracta-se na agencia
praqa do corpo santo n. 9
pobtos~"dosul
0 vapor Para
Commandante o 1 tenente Cwlos
tonto Gomes
E' esperado dos
An-
norte ateo .li
ro c depois
diapoi>Tt- OB f-'ft fiO
rfos do
i 13 -i > Feverei
in demora in-
M*ura p-.TH
sui.
tanbcia varga para siaUltN Clliac Un,
Su!, Pololas e Porto Aic~r<\fr':te wo-
ii
Simii ^avi^aon fompany
STRATTS OP MAGELLAN LINE
Paquete Sorata
m*#M
com escala por
ic.ihia e
' esperado da Euro-
pa at o dia 13 de Pe
verriro, e seguir de
pois da demora do cos-
tume para Va Iparai o
Rio de Janeiro so
mente
passagens, encomroraida e din-
Para carga,
heiro a frete t raer. e com os
AGENTES
Wilson Sons t C, ..Iinlteri
S. 14- RA DO COMMERCIO N. i4
Inued States lJ Brasil 8. C.
O vapor Advance
E' esperado dos porto* dt
sul at o dia 14 de Fevereiro
depois da demora neeeasaria
seguir para
Ha ranfla o. Para, Barbados, m.
Thomaz e \eVork
Para carga; passagens, e encoounendas tracta-
Becebe
Grande i
ie .
Para carga, passgens.
trata-ae na agen.-ix
PRAGA DO CORPO
MM A UN A HA
DE
Vavegaco Costeira por Vapor
Fernando de Voronha
0 vapor Giqui
Comandante Lobo
Segu no dia 14 de
Fevereiro.pelas 12 ho-
ras da manb.
Kecebe carga ateo
'dia 12.
jras da maob do dia da
Eta.-xTORIO
raes da Companhia a^ernantl
eana n. 1*
eio He Jaaeire, Santos b Ro Gran-
. de do Sil
0 vapor Arlindo
E' esperado do Rio Grande
do Su, no dia 15 do corren*
te, e seguir depois de peque-
a demora para os partos
cima indicados.
Recebe carga, cncommeudas e passageiros, a
tratar com
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6 RA DO COMMERCIO- N. 6
1. andar
Companhia Haitiana de navega
cao a Vapor
Maesi, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Baha
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Yigna
E' esperado dos Dorio? aci
ma at o dia 15 de Fevereiro
e regressar para os mes-
mos, depoia da demora do eos
turne.
Para carga, passagens, encominendas e dinhei-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7tiua do Viga/rio 7
Domingos Alvos Malhens
ROYALIAILStEAI PACKET
COIPANY
0 paquete Trent
E esperado
do sal no da 14 de
cerrente seguinic
depois da demora
neeeasaria para
S. Vicente, Lisboa, Vigo e Son
fhampton
HeduccSo de pssaqent
Ida Ida e volia
A South;.mpt m 1- classe t 28 42
Camarote reservados para os passageiros de
Pernambuco.
r*ara passagens, fretes, etc., cracia-se os
CONSIGNATARIOS
Ada mson lio wic & C.
COMPANHIA l'KHMMaiCIV
DE
MaregaeSo Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE"
Parahyba, Natal, Macu, Moasor, Ara-
oaty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
Commandante Carvalho
Segu no dia 19 de
Fevereiro, as 5 hor
da taide. Receh*
carga at o dia 18.
petes, 1 lbum grast*, bola para jarros, 1 aspe-
lho de parede, 1 appa.elbi para "Imaco, de por-
celana fina e de muito gesto, 1 dito para jantar,
doeeira, garrafas, copos, clices para vinho e li-
cor, talberes, colberes, 2 anglicas de vidr, 4
frascos com tintura de baunilha, diversas garra-
fa* coro licores diversos e tinturas, 1 girrat&o
com 16 garrafas de tintara de jaborandy, 1 ma-
china de costara, eandieiros, jarro*, diverso* li-
tro* de medicina, historia e romances, 1 aderreo
de ouro com pedras finas, diversos vasos com flo-
res e oniros amitos artiga*.
Terra-feira, 15 do corrente
A*s 11 horas
Na ra da Matriz da Boa-Vista, n. 16
Le'lo
encommondas valores
SANTN. 9
mm
DinipschiflTiilirls-lesdlschifi
O vapor Paranagfti
RES HAItlfIHEN
IJNHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E^pr-ra se de HAMBURGO.
por LISBOA, at o dia 14 do
torrente, seguindo depois d
di-mora neeeasaria Dar*
COMMERCIO

B'i*-a rawmrrrlal
COTAgOE8 OFFICIAE8 DA JONTA D08 COB-
BECTOBES
Red fe. 12 de F.verdr de 1887
stiu-ar turbinado de Tiums, typo n. 13, a 1440
por 15 kilos, ante bontem e honl-m.
Laetras bvpotbecarias do banco de crdito real de
Pernambuco. do valor de 100, jaros de
7 0|0, a 94^500 nada urna con juro*.
Cau.'bio sobre L mdres, a 90 d/v. 22 1/8 d. por
1#, do banco.
'Dito sobie dito, a (JO d/v. 22 1/16 d. por 1*000, do
banco.
Cambio sobre Paria vista a 433 rs. o franco, do
banco.
A'a hora da lailira
Veudrraafse :
50 letras bypothecarias.
O presidenta,
Antonio Leonardo Rodrigues.
(.> secretario.
Eduardo Dubeux.
mmenlo banrarlo
ccira, 12 DE FCVEREIBO de 1887
A taza ofEcial contina a ser de 22 1/8, con-
frase m tabellas que segaem :
Do hondo Bank :
Sobre Loudres. 90 d/v 22 i/8 e vista 21 7/8.
Sobre Pana, 90 d/v 429 e vista 433.
obr. HxmburRO, 90 d/v 532 e vista 538.
SobrH Portugal, 90 d/v 240 e vista 213. .
Sobre Italia, vista 433.
Sobre New-York, vista 2J290.
------
Ve Engtit Bank :
Sobre Loudres, 96 d/v 22 1/8 vista 21 7/8.
Sobro Pnris, 90 d/V 429 e vista 433.
Sobre Italia, i vista 433.
Sobre Haiuburgo, 90 d/v 532 e vista 538.
Sobre N.w Yoik, vista 2*290.
Sor. Lisboa e Porto, 9> d/v 240 e vista 243.
Habr as priucipaes eidadn de Portugal, vista
248.
''Sobre liba dos Acores, vista 251.
Sobre liba da Madeira, vista 248.
Rio de Janeiro e Santo
Os vapores desta companhia, os quaes tein rp-
timas ae:ommodacoes pira pusnage-ros. r-'grer-
sam dos porto do sol rasj*. desti:i Lsla>a e
Hsmburgo partind da Baha nos dina ti, lo, 23 e
30 de cada me* e toearo neste p irto, cuso se <-f
tereca numerj suf&ciente de p8*ieirn3.
Os Srs. passageiros, que se quizcr''m inacrever
sao rogados afazel-? polo uicn>s 4 dias antes da
partida da Bahi
Para carga, pasagens. encianmendas, dinhoi-
ro e frete tracta-se eom os
AGENTES
Borste luan n & C.
RA DO COMMERCKJ N. S
/ andar
B
Segu com hrevidade para os porto neonu o
lugar nacional Tigie. por ter pArte il- toa carga
engajada, e par o r. t-t que falta, irat -se cotn
Baltar Oliveira & C-,ra do Vigsiio i. 1, pri-
me-ro andar.
E' esjierado dos portos d<
sul at o dir. 21 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costume, para Rordeau.
tocando em
Dakar Lisboa e Vigo
Lembra-se aos senbores passageir m de tuda
a elsses que ha lugares reservados para esta
agi-ncia, que podem tomar em qiialqoer lempo
Pac-ae abatimeuto de 15 % em favor da fa
inilias composta de 4 pessoas ao menos' e que pa-
garem 4 pasrageus intriras.
P<>r excepcilo os criados de familia* que toma-
ren biibetes de prn, goium tambem d'este abati-
m:nto.
Os vales postaes s se dSo at dia 19 pagos
de contado.
Para carga, pasatigens, eacommendaa e dinheir
4 tr-'te: tracta-s1 coiri o
AGESTE
Angoste Labille
RA DO COMMEKCIO-H
Encommeadas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da taide do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Cae* du Companhia Pemambwyina
n. 12
coMPi-vuit PHvimrr.n'i
DE
% a vesana o costeira por vapor
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Aracaju' e Bahia
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 18 d
Fevereiro, s 5 horas
da tarde. ,
Uecebe carga at o
":2ssS"J53SbbbH1h 17.
Encommendas, passagens e dinbeiros frete at
ESCRIPTORIO
Ao Caes da CompanJiia Pemambucanu
n. 12
De movis, qoadros, louga e vidros
Sendo :
Urna mobilia de pao carga com 12 cadeiras de
guarniese, 2 dita* de bracos, 2 ditas de balancn,
2 consolos, 1 sof, 2 lanternaa, 2 pare* de jarros,
6 bonitos quadros grandes, panno* de crochet
para cadeiras e sola, 1 tapete para sof, 1 can
dieiro de gaz, 1 mesa redonda, de ferro, 1 cama
franceza, 1 coininoda de amarello, l berco de ja-
caranda, 1 lavotorio de amarello, 1 cabide de co-
lumna e 2 marquezoes.
Um gnarda louca d- amarello, 1 mesa elstica
de dito, 2 aparadores de amarello, 12 cadeiras de
junco. 1 quartinheira de parede, 1 n.arqurzao,
louca de jantar, dita de alinoco, copos, garrafas.
1 meza de csiuhx, 3 bacas de trro estanhadas
e muito* outros movis.
Terca-feira, 15 do corrente
A's 11 horas
No 3- andar dn sobrado n. 10 da ra Eetreita do
Rosario
O agente Mnrtins autorisado por urna familia
que se retira para lora da cidade, far leilao de
todos os movis e mais objectoe existentes em
dito sobrado.
AO CORER DO MARTILLO
Leilao
De cinco quartolas com superior vinho Bordeaux
contendo 300 garrafa* cada urna e cerca de 230
garrafas com vinho Bordeaux e diversas caixas
com cerveja allemn de primeira qoalidade.
Quarta feira 14 do corrente
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por Inlervenro do agente
(iiismo
Prec8a-*e de um menina com pratica de
molhados ; a tratar na ra da Uniao n. 52.
' Vende-se na cidade da Escada duas excel-
lentea cas&s do pedra.e cal, bem localisad**, por
er na roa do Commorci ; a tratar ueita cidade
do Recite com Antonio Persira Lopes, roa do
Alecrim m. 74, e na cidade da Escads, na mesma
caa, com o 8r. Alfredo C.
' Vende se urna grande casa no pateo da Ma-
triz da Varzea, edificada em solo proprio, com
sitio arborisado ; a tratar no pateo de Pedro II
n. 81, primeiro andar.
Cosinheira
Precisa-se de una cosinheira
28. Casa Forte.
na roa Real n.
':
Precisa-se de urna boa cosinheira e que durina
em casa, para casa de familia ; na ra da Uniao
numero
7 K
39.
Sitio
A!aga-se um sitio com cas, e outra boa casa,
no Aterr.nbo do Giqui ; a tratar na ra do Ira-
peradur n. 50, terceiro andar.
Pos de arroz
Vende-sc em pseotes, to hem preparados como
o francez, o per metade do preco, proprio para
toilet, barbeiro e carnaval, pelo sea resumido
valor, ra da Matriz da Bou-Vista n. 3.
Advocado
Para o Para
Patacho porlagnez Fan&y "
Seguir com brevidade. Recebe carga frete.
A' tratar com Amorm Irmaos & C.
LElLOf
Leilao
Mnecavado pmgadn, por 15 kiln*, a 12K).
Dito superior, por 15 kilos, a 15'iOO.
Bruto boro, por 15 kilos, de lilUO a 1 i;00
Regular, por 15 kilos, de U06O a lil'ie
Bruto em n-tame, por 15 kilo, a I0(i0.
^Relames, por lo kilos, de 800 a 900 rs.
O vendedor obtem o mximo ou o mnimo das
cotsces dos astucares de 3. baixa, 3. regular,
3.* boa, 3.3 superior e finos, segundo o uriiinenfj.
Algodo
Este artigo est sendo cotado a o-SJ.'.-O por 15
kilos, o de ftrnarobuco e boaa procedencias, em
trra.
Entrada* de nwacar e alsoo
HEZ DE rETEHElKO
llhade S. Miguel
PatacSo urtiiiz Faiiiy
Recebe carga a fre
lee alg-uns ^assageiro
para a Iiha de S. Mi
guel : a tretar co;n
Amorim Irmaos & C.
s
De diversos caldeirocs de forro de ns. 6, 8 e 9,
chaleiras Agot. Cerca de 300 duzias dn bisna-
gas, r.solas, de papel de cores, nui lote de espin-
gardas, bolea, bota, polvarinhos, bornaes e lain-
peo para caca, inobilixs, cimas, aparadores, me-
zas, guarda leucas, commodxs, jarros para agua,
miudezas <- vanos outros artigos.
Segunda feira, 1 4 do eorrente
A's 11 horas
No armaze-n da ra Mrquez de Olinia
n. 19
ROR INTERVENgO DO AGENTE
Gusnio
Leilao
HTBADAS
Barcaca*.....
Estrada de ferro da Dun-
da ......
Estrada de ferro de Ca-
ruata .....
Animaes.....
Estrada de trro de 8.
Francisco .
Estrada .lo trro de Li-
moeiro ....
.o
5
I =
11
10
ereado de asMcar e nliodo
KEC1FE, 12 DK FEVEREIRO DE 1887
Aatuoar
Os preco dos astucares c ntinuaui a regular,
nHn, |>eia seguinte tabella :
|ntso. por 15 kilos, de U-00 a I900.
^pUr, por 15 kilos, de H a i 00.
P<*. por 15 kilos, de 2/100 a 2J0O.
i fiperior, por 15 kilos, d^ 2':00 a 2*406.
15 kilos, de 2*500 a 2*000.
rbiua pulveiisado, pur 15 kilos, de 21200
din erystalisado, por 15 kilo, a 21100.
co inrbuia Usina Pinto, pjr 15 kilo,
too.
rn>.* turbina Uaina Pinto, por 15 kilo, i
per 15 kilos, de 1*500 a 1*300.
I 10
1 a 9
35.633
200
5.616
6.469
35.917
10 249
94.0S4
3.113
110
189
6.216
1.550
3 306
14.484
Vota* do Tlnsnuro dtlaceradn.ii
_0 recolhimento de notas dilacerad >a est arado
feito a Tbesoararia de Faxenda. ras ter^is e
sextas-feiras, das 10 s 12 horas da uiaubS.
Snbaitilutcu de nota do Tbesuar
Em 31 de Mi reo vindouro termina o pr^zo mar-
cado para rrcolbimento, sem descont, das n-.tas
de,2*UOJ da 5" estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da 7*.
A subotituico est sendo feita na Thesouraria
de Fasenda, nos dias uieis, da* 10 s 12 hora* da
aanha.
-ir. 11 do corrente econsigaade a J. Pater & C.
uimiifeHtou :
Carvo de pedra 1,500 tonelad ordtn.
------
Exporta cao
EC1FE, 11 DE FBVEHEiaO DE 1887
Para o exterior
No vapor ingle* Trent, carregaran :
Para Soatbampton, J. J. Aives C. 6 barricas
com 600 kilos de polvilliu
Na barca norueguense Rex, carregarm :
Para New-York, Julio 4 Irmo 1,000 sueco
com 75,00 ki los de assucar' masca vado ; F. Cas
cao & Fnho 1,500 saceos com 112,500 kilos de
i-, sanear masca vado.
No vapor americano Aduanee, carrega-
rm :
Har New-York H. Forster V C. 4,000 aaccos
"jjm 300,0 No lgm ingles Viola, carregarm :
Para New-York, J. 8. Loyo 4 Ribo 1,500
nosm* mm Hifltt kilos de assucar maacavado.
N'a BHrea pert^gn^aa Ifovo Silencio, aarre-
garaiu
Para o Porto, J. S. Layo < Filho 100
com 7,500 kilos de a;sucar masca vade.
Nj vapor francs Vitte de Santos,
goa :
P-rt o Havre, A. LaDille 1,590 coaros verdes
com 31,500 kilo*.
De bnns movis, J piano, louca. vidrns e uro aps-
relho de ouro com pedras finas, livros, fl res,
pintaras, lioores, ele.
O agente Modesto Baptista, autorisado por uina
familia que se retira para f'ra da provincia far
"eilSo do que abaixo se declara :
Um piano de Blondel, 1 mobilia, moderna e de
gusto, composta de 1 sof, 2 consolos, 2 esdeiras
de braco, 2 ditas de balando e 12 de guarnicao'
ludo dejacarand, 1 cama para casal, de Jacaran-
da, 1 lavatorio, 1 marqneao, 1 guarda louca,
grande, 1 meta elstica, cadeiras de janeo e>de
amarello, 2 aparadores, 1 berco e 1 cama para
menino, 1 cabidet i quartinheira, 2 cadeiras de
balance de junco, 1 mesa para eserever, 6 qoa-
dros, 2 pares de laot roa, 2 escarradeiraa, 5 ta-
Patacho portuguez fainiy, Portugal.
Vapor inglez Merchant, ttio de Janeiro e Santos.
Vapor ingles Paraense, Xew-Yjtk.
____AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a rfjtx.O no becco dos Cot-
ihos, jnnto de 8. Gnncatio : a tratar na ra ds
luiperatriz n. 56.
Na ra do ('novello n. 83 precisa -se di: al-
guoir. para venier em tab-J^iro.
Precisa-se de nina b'a cosinheira para casa
de pouca familia ; na ra do Imperador n. 50, 1
andar.
Aluga-se o sobrado da ra do Imperador
n. 3. eom eomuiodos i ara familia, caiado pinta-
do, e por preco insuave!; no Ces do Apollo 'u.
Alluia se o 2- andar do sobrado n. I, ra
do Viscunae de Pelotas, ojtr'orn Aragao tratar
na ra da M re de i) m n. 21.
Ar:euda-se o sino das Jaqueirai, coro gran.
de casa de vivenda e wais tic pequeas, nt mes-
mo correr, s-rviudo p-rleitainente penso ou
hotel ; a tr-.rr no moni i silio.
Hartencio Peregrino
Ra do Imperador, o. 38
Io andar.
Menina
Pr^cisa-se de -Jia meniua para andar e cuidar
de urna criauca de oito mezes, preferindo-se de
ccr : a tratar na i-ua Nova u. 41, 1- andar.
LOJA
DAS
LISTRAS AZUES
DB
RA
til
Jos Aupsto Dias
DUQUE D CAXIAS N.
TELEPHOSE N. 211
Grande liquid^3 de fuzeadas finas por
tod" pre$o
As Exmas. aiuihas que nao possam vir na loja,
qoeiram mrudar pedir amostrae por portadores
ou por telephones, que tereui. s multo gosto em
remeter amostras de qualquei- fazenda oue deze-
jem ^^ *
Ka lojn da* UsmU a* 4sue
t>>
t>S
as
PASTILHAS
De ANGELIM A MENTRUZ
saceos
carre
Para o interior ^
Taborda, carrega-
100
pipas

Embarcarte* desipacbadait "
Lagar ingle* Elysabeth Stevem, saludo no dia
11, couduzio :
Para bantos :
3/KX) saeco* de assucar branco.
3,000 ditos de dito masca vado.
Carregarm Carlos Lourenco Gomes C.
Lugar su.co Bildar, sabido no referido dia 11,
condoli :
Para Rio Graude do Sul :
290 saceos dr assucar branco.
1,1)69 barricas de dito dita
30 ditas de dito masuavado.
Carrsgarsm Carlos Loarenco Gome 4 C.
Importa ci
Vapor ingle* Starbeght, eutrado
No patacho naci
ran :
Para Santos, Baltar Irmo 4 C.
com 48,000 litros de agurdeme.
No patacho hcllandex Broedestroie, carrega-
rm :
Para Pilotas, Amorim Irmo 4 C. 40 barricas
com 4,194 kilos de assncar branco.
No ?apor nacional Para, carregarm :
Para Bahia. P. Alves A C. 20 barricas com
1,200 kilos de assucar r-tinado.
Na barcaca Kainha dos Anjos, carrega-
rm :
Para u Natal, P. Alvos 4 C. 18 barricas com
1,080 kilos io asninar refinado ; A. Figueiredo 4
C. 9 taboas de vuhatico.
Xa v loa 4 carga
Navio* 6 dencarga
Barca nacional .Mimosa, carvao.
Barcaca nacional Espadarte, algodo.
Barcaca nacional Conslantinj. de Lima, gneros
oaeionaes.
Barcaca nacional Venesa, gneros nacin es.
Barcaca nacional Raiaha dos Anjos, gneros n-
cionaes.
Barcaca nacional Minerva, gneros naciouaes.
Barcaca nacional Benigna, gneros nacianaes
Barcaca nacional Venus, gneros ns cionaes
Barcaca nacional blor das Ondas, gneros naci-
naes.
Barc noraegaense Fremad, carvao.
Brigue noruegueuse Vekng, carvao.
Brigue allemo Bruno df Morie, varios gneros.
Brigue austraco Pintts, varios gneros.
Escuna inglesa Percy, baealbo.
Escuna inglesa NeUie Harland, xarque.
E-cuna dgleza Agenoria, baealho.
Hiate nacional Corrtio do Natal, varios generse
Hiate nacional Adelina dos Anjos, algodo.
Hiate nacional Genqulty, varios gneros.
Lugar ingle-, Venture, carvao.
Lugar americano Harold B. Causens, farinha de
trigo.
Lugar inglez Nicanor, "farinha de trigo.
Patacho allemo Wilhem & Joseph, xarque.
Patacho inglez J. L. B., baealbo.
Patacho americano Leonora, farinha de trigo.
Patache inglez Tiber, baealho e madeira.
Patacho portuguez Fanny, vario gneros.
Patacho nacisnal S. Benedicto, xarque.
Vapor francs Villv de Santos, varios gneros.
Vapor inglez Starleght, oarvo.
Vapor nacional S. Francisco, varios genero*.
Vapor nacional Marques de Caxias, varios geiie-
Aiuga se a casa tuin-a n. 129 da ra Vidal
de N*greiros (pateo do Terco), tem 3 quarto*,
grande quintal, est limpa ; para ver, aa chaves
estio na padaria do Sr Goimares, e para tratar,
na ra do Pilar n. 56, Caverna.
Alupa ae por 20*' 0C' a casa terrea eo n 3
quartus, na ra Impeiial n. 196; para ver, 88
chaves retid junto, tratn-.-o na ra do Par u.
56, taverna.
Alnga-se o 2- e 3* andar, juntos ou separa
dos, da casa ih rus larga do Rosario n.37, es-
quina .ifronte da igreja ; a tratar no pavimento
terreo, loja de cabelleireiro.
O abaixo nssignado fas sciente ao commer-
cio e a seus amigos em particular, que desde o dia
6 do correte deixou de ser seu empregsdo o Sr
Joaquim de Souza Azevedo. Recife, 10 de Fe
vereiro de 1887.
Domingos Jos Antones Gaimares
Alugani-se d. as grandes casas com boas
ccommoda(/-'8l sendo urna na ra do Coronel
Lamenba (antiga Piazeres) n. 42, e outra na rus
do Espiuheiro, com jardim e bom quintal, e agua ;
a tratar na ra da Imp-ratriz n. 64.
olaga-se o so irado n. 21 ra da Uniao'
tem agua e gaz e grande aecommodaces para
familia ; a cntender-se Da ra da Imperatriz Ha-
rnero 19.
lo i
dem
11
12
Recife Drainage
ce
s
1Z
c-5
sr
**

'
fu
_
ff
O Remedio man efficir a a*
Cefuro que se tem descoerto ate
hoja para expe'/ir as ion trigas.
fOOmUOL IRERES
Ao 'oiimercio
Castro 4 C, tendo comprado a Jos da Rocha
& C. o seu estabeiecimento denominado Caf Pe-
tropolis, sito ra da Imp-ratriz n. 49, livre e
desembarazada de qualquer onos, vem por meio
oeste scientificar ao publico e ao commercio, ma*
se alguera so jolgar credor, compareoa do praso
de tres dia*, a contar de boje, para ser pago e
satiateito. Recifo, 13 de Fevereiro de 1887.
Castro & C.

*
r
i.
* ,
11:829*395
788*530
12:617*925
Rendimentos pblicos
Barca sueca Prima, Hull.
Brigue portugus S. Lourenco, Lisboa e Porto.
Barcaca nacional Flor do Pasto, Mamanguape.
Barcsea Linda Siuh, Uto Grande do Norte.
Bar a portugueza Novo Silencio, Porto.
Barca noruegueuse Gorijn, Liverpool.
Brigue noruegaeuse Mira, Liverpool.
Cter nacional Geriquily, porto do norte.
Eseaaa nacional urania. Rio Gronde do Sul.
L Iigr americano B Faiteas, New- York.
Lugar inglez Elisabetk, Rio Grande do Sal.
Lg.r nacional Tigre, Rio raudo do Sal.
Patacho por luguez Fanny, Par A
Patacho aonerteano Benjamn Fabens, New-Yorz.
Palbabote nacional Barthetomeit, Porto-Alegre.
PaUeho sueco A/mina, Km Grande do Sal.
de New Port, | Patacho portqgues Veritas, Lisboa e Porto.
Renda geral
O 1 a 11
dem de 12
HEZ DI FEVEREIBO
Alfaniega
303:138*585
40;438*54
Mercado Municipal de *. Jan*
O movimento deste Mercado no dia 12 do cor-
rate 'Vi o sesaiule:
Entraram :
35 bois pesando & 1,837 kilos, sendo 111/2
bois de 1* qualidade, 14 1/2 ditos do 2*
dita c 9 ditos particulares
43o kilo* de pene a 20 ris 8*7(0
68 cargas de farioba a 200 ri* 13*600
12 ditas de fructas diversas a 300 rs. 3*600
2 taboleiros a 200 ris 400
22 Sainos a 200 ris 4*400
Foram oceupados:
22 columnas a 600 ri* 13*200
22 compartimento* de farinha a
500 ri*. 11*000
20 dito* de comida a 500 ris 10*000
72 dito* de leguroes a 400 ris 28*800
17 ditos de suino'a 700 ris 11*900
11 ditos de iressaras a 600 ris 6*6u0
10 talfaos a 2* 20*000
6 ditos a 1* 6*000
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a 1 ris 54*000
2 talhos a 500 ri* 1J0C0
Deve ter sido arrecadada neate dia
a qaantia de
193*200
2:122*6011
'A
2:315600
eoda provincial :
De la 11
dem e 12
60;38lJfl!8
5:48Uti30
348:577*132
65:8631448
lo.al
De 1 a 11
dem de 12
ReeebedorU.
414:440*580
12:441*849
3:346*356
llel a 11'
dem ua 12'
Mmnbwio Provincial'
15:788*205
29:245*403
209*664
29:454*967
Rendimento de 1 a 9 de Fevereiro
Foi arrecadado liquido at boje
Precos do dia :
Carne verde 280 a480 ris o kilc.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 500 a 640 ris' dem.
Farinha de 200 a 120 "-is a cuia.
Milho de 260 a 320 ri* Htm,
Fejo de 560 a 1*000 dem.
atadonro Publico
Foram abatidas n< Matadouro da Cabanga 100
reses para o consumo do dia 13 de Fevereiro.
Seudo: 74 reses perteuceutes a Oliveira Castro,
i C, c 26 a diversos.
Vaporea e navios esperado
Varoaai
Sorata da Europa hoje.
Parado norte hoje. x
Advancedo Bul a 14.
Tientdo sul a 14.
Paranegude Hambargo a 14.
Giquide Fernando a 14.
Arlindodo sol a 15
Sergipeda Bahia a 15.
Legislatorde Liverpool a 16.
Pernambucodo sal a 17.
Senegaldo sal a 21.
Supervisorde Liverpool a 22.
Espirito Santodo norte a 23.
Togasda Eorop u 24.
Marinerde Livarpaol a 24.
Fiaaocede New-Port-New a 27.
Cearde sol a 27.
tunos
lexandrado Rio de Janeiro.
Amode New-Port.
Amandade Hambargo.
Apotheker Dirsende Santo*.
Aricade Cardiff.
Blaochede Terra Nova.
Brilhanfedo Rio Grande do Sal.
Budade Cardiff.
Bella Rosade Terra Nova.
Cometade Porto Alegre.
Comerde Sao tos.
Courierdo Rio Grande do Sal.
Cysnedo Rio Grande do Sal.
Cnristiani Scrivcrde Cardiff.
Diadado Rio Grande do Sal.
Enjettado Rio Grande do Sol.
Erutede Hamburgo.
Expressdo Rio Grande do Sal.
Edward Johnsondo Rio de Jansirs.
Ekundssn id do Rio de Janeiro.
Fannyda Figueira.
Francisca Villade Cardift.
Guadianade Lisboa.
Hapnusdo Rio Grande do Sal.
Hersiliada Babia.
Idealde Londres.
Jolauthede Santos.
J. G. Ficbtdo Rio de Janeiro.
Larelydo Rio Grande do Sal.
Lorenzodo Rio de Janeiro.
Lizcie Wileede Terra Nova.
Lidadordo Rio de Janeiro.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Ro Gande do Sul.
Meta Sophiade Hambargo.
Miunia-de Cardiff.
Metede Hamburgo.
May Coryde Terra Nova.
Noatunde Liverpool.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainodn Cardiff.
Nellyde Terra Nova.
Our Anniede Bueno-Ayre.
Progressode New-Port
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Rolanddo Rio de Janeiro.
Sbawmutdo Kio de Janeiro.
Speransade Cardiff.
Sant Josephde Terra Nova.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Witbelminede Hambargo.
Movlmento do porto
Navios entrados no dia 12 de Fevereiro
Santos6 dias, vapor francs Vitte de Santos, du
100) toneladas, commandante J. Henry, equi-
pagem'38, carga varios gneros; a Augusto
Labille 4 a
Rio Grande do Sal31 dias, patacho noraegaen-
se Aalong, de 127 toneladas, capi'o Cbrs. Ra-
mussem, equipagem 6, em lastro; a Hermn
Lundgren 4 C.
Navios sahidos no tetmo dia
Parahyba Hiate nacional Bom 'Jess, aestre
Clementino Jos de Macado, em lastro.
MontevideoLugar ingles Atice tlay, capito W.
Davi, carga assucar.
Rio Orando do Sal Patacho nacional Positivo,
capkio Antonio. Falca., carga assuoar.
iw YorkLuga wgfcz Viola, capito James
SoillSe, earga assucar.


V ^'v--



p



I


V

iario de Pernaio-juco---3u;uio^o 13 de Fevereiro de 1887
Pinito de Riga
MATHUE-t AJ1N A C, receb-iuui ltima-
mente um completo g.rtimento (trata inader.
como sejam: proch5eg tabeas par H*oalh,
da mclhor qnalidade e de .livor?: a dimenso*,
ane vendero por preso omoiodos. fe reduzidt-g,
conforma <:s Ue. ; no axoaseSl do cae* do Apo.l..
n. 51, u i ra 'i :;uuircio n. 18, andar,
'



....
Iranclocn .41 wc* M iilciri: Jimiur
Herin ln. i:i Jlaudin aruewj Montero, Luu
Alves Monten u, (luaeiit.';, Mari Alvos M ntriio
Carneiru >-. Man el .l'.nqniji Cnini'iro, convidain
aos pan-iitcs e amig>s missas que por sun alma mandam re:ar na quarta
fena, 1 do eo.rente, trigtttoA da do sea paasa-
mento, a 8 horas da nviah., na igreja da Madie
de Deus, pe! que se uf tripn eternamente {fru-
tos por cs'.e acto de carioaoe e rrligio.
I'doral de nimbar (3)
Descoberta < preparaos > de Alvares do S.
^n.ii'rs, Apon-vado u la Basta Jauta Ontral de Hygie-
uc Pubca.aucinrifa'lo pelo g>-vrruu imnerial, pre-
miado onm n ui<'dalhai> de iiiiro da Academia Na-
in,j.:.! il l'i Exp-^iv'"' fSrnil ir AMi-inS de
18SJ, a rodeado ac vaiiwao ;.urac.luo ui.oicoa e
de iiiuilof nutra do ji-sb as curad.3 de: totsra
simple*, biuiithili -, aslhrna, rouquiao, tsica pul-
monar, coqueluche, esearr de sangue, etc.
Pr*cns n-ia ajr"iicis : Pr iscc 22500, me
dusia 13*0(0 b Oasis :>4*lM)0.
rVtfO as iiti-H^ein-iax :i-rasc: _'80, meia
Juia 155000 e dual 8*000.
Ag'-nt.-s i-, r|, |i..~ii.-,i i. s geraes nesta provincia
FRANCISCO MANUEL DA SILVA C, 4
ra .Mrquez de Oiind:t II. 3
TcacOes
Para evitar faUifiCNCorn Cmn relHp-ncia so co-
nbecido iEITORaL LE UAiii; ARA, de ve exi
gir-se ete preparado com <: firma ilo au:t..rAr-
varea de S. Swfea rm raalo cueulando aro-
fba do frasco e a u aria da f.ibric noa involtorios,
.rulada pelo u uredos B<-i|tM e depositarios,
geraes em Pernau buco francisco Manuel da
silva &. C ra do Mrquez n-Olinda n. 23
jvs Gonualves *' r ir-.i Veiiduin;-. t-ndo
recebi'i > inAoata noticia d*i lalpciiBn*o de ua i
presada mat, < juviiiii h.i hw nreiiUM <: amibos I
a assistirem .* miss" r.ne por afn i delia manda
rosar na igrt-ja d Div.i.o Erpirttu ant", s 7 1|2
horas da inaiiba do (lia 15 ilo eorn-nte ; e d> sde
j se c ai.-sa C irdiaiinrnl :nrH.lfe?do.
Pro iC :<: itf CMlr 5.';*;
4 alit !
Ben venino Jorn- i ";-.ii.-,i !, > -i" 0'iint.ino
de Cah'.r.i Leo. ina. ido [>....... "r^ueutra e
Castro Lj&0 Cabral, J-^rad- e.vu a Tuds as ptssoas
que k i:;_'i:.i. mi aro-apandar ia iesto ino>t>-ad"
aa q:iri'M ccy ..-a e ti lia t .i c.....ifnio ; i- con-
vidaii. d ii tado- oh pjir- u j e mimjo p~r-t
ai88tir>-iii i minea do ai-'iinn di, qi- eleve ter
lu^ai a> J Iiji^s da manh d JIh 1(> do e rica 0,
DAizatriz de Santa Antonio, e-juti &aaii'!o se un
tecipad'-iaeiit- gratas
MASCA DE FABRICA
CADET
C U R-A
[CERTA eINFALUVEL]
em TRES DAS
[PtB?Denai7]
pars
Depsitos as principats^Pharmaclas.
Em Pernambuco ;
FRAN M. da 81 UVA
a C.
Kb
INSECTICIDA GALZY
DE8TRUIQAO INPALIJVEL
iePerxcrtjos, Pulgas, Pinlhot, HotvrnS, TenebriOer,
Iratti, Formiti, Ltartn, Borgulhot, ele.
0 kilo, |] Ir.; 100 pr. pelo ccrrc.c, l'K.
A Bf) ICA: 71. Toara d'HarboavWa. LYOB>
VINHO
DO
Dr Gabanes
^w
KNA-CABANES
:("> c.'"*"'"! KBmH e v O t\ o T & V 1 F\ t:
mmiuniij EAPOR A i I CJ .

MOTA Pin evitar es contrifactMa, t se de>
acceilar jj garrafas qui titertm ncruttir'ai no riir,
as patarras Vinho do D Cabanas, Pars, i
soon os rtulos, tltaa (.'e pao?! Iba c/ird/itui :
gargalo e a marca d* (lorie-, s\,
a atsignatura do D' Ct. ^F*V''
banca t o tep de garanta *
0* gortrno france.
C 'rinho do X>' Cabanea. submettldo
apnnvn ao da \cademla de Medicina de
P.tris. fui recoDtiOCldO como um tnico
" ]|vn. DO 0'CS [KM WIES.W lCT0.-PH.T Di CHAH { ^^^Zw^^clZT^^t
>; snr" I>" Troussean, Onrmrd e Val-
peau. iixifessores de Karts, o Median todos o das com o
BJClbor eslo s miiUieres su/raqueados por
exces ,c,is;riuiro, etlade crUtest e lUnumentacao
lro>o,i!;udu. K* exlreniaiiieiite ofOcaz contra
o Fastio. Mdsiii-es-ile-i, uyspeisittt, Gastritis,
(i.u.niis c Ve/tipeus-
D resullados aNBWtillUMM n..s cu-mis ik&.ntati". ." -'<. PttMp?ri*MO no sangue, EsteH-
hdade das muiheres, Flores brancas, l'erdus se mi .<.., I aeuiprai.utura, JCni;naurea>iena
geral, Tlaica pulmonar. S".-br:-r terci; Inte--ait.ii.tcS, Palustres, Endmicas e
Epidmicas.
O Vlnbo do IV Cabanes, pela uier^Ia de sua aceao corxtt, desenraice, us torcas, activa a
Circulaeao sangue e c inulto rccoiuiuendarc paiaaa eonralcaccueaa.
Fazcessaros vmitos lito troqi:onles dusuilo a gravidez, auxilenla a secrecao do lete noa
nutrizes e d extraordinario vigor as criaocibas no mana, tVo^as a influencia dos seus prin-
cipios tnicos, e soberano no- ca-onde Dtibetes, A/ieccJo da medulla, Hysteria, 'Epilepsia,
Racialismo e cm geral, era lulo-i os casos em Ai vigor e restaure as farras aos doentes ,
Como aperitivo ubstitue com i'ai.-le vant.-urem os lquidos perniciosos como absintlio,
vermouih. etc E'um preservativo apreciado uean viajantes e inannheiros, coirj anU-eplde-
mico e antidoto da febre amarella. Vomito c nutras Molestlaa tropicaea.
Deposito geral: TROUEnE-PERRElr 264. faoakvard Voltairo, PARS
Deoost'.ot em Pernambuco:TaXAWM. da SXXV ac.iui riaelpaPkarnacljs.
f osngas Nervosas r
RADICALMENTE CURADAS COM 0
BROMURETO LAROZE
X .A. ie O F E SEDATIVO
d* Cateas ca Laranjas amargas
com BROMURETO de POTASSIO
APPR0VAD0 PELA JUNTA DE HTGIKNE DO B3AZIL.
O Broaturtt da Potaaaio de
ttmrtmm, como todos os productos
feitos a este eslabc.lecimen.to, de
ama pureza absoluta, condicao indis-
peusavel para que se obtenba efleitos
dativos e auaodynoa sobre o sys-
tema nervoso.
Dissolvido no Xarope Laroze de
Cascas de laranjas amargas, este bro-
mtrelo universalmente empregado
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facili-
dades para combater com certeza :
as ailecces nervosas do coracSo,
da vias digestivas respiratorias,
as neuralgias, a epilepsia, o hyste-
rico, a danca de S. Guy, a insomnla
das crianoas dorante a denticSo, em
ama palavra, todas as alieccSea
nervoeas.
No mesmo deposito acha-se < enda os seguintes rYoductos de i.+. LAROZE:
XAROPE LAROZE
^JaaZSZ. TNICO, ANTI-NERVOSO
Coatra u Oaatrites, Gastralgias. Dyapopsia. Doras e Calmaras da estomago.
XAROPE DEPURATIVOdcarrniMIODURETO DE POTASSIO
Coatra as AlfecSss escrofulosa',, cancerosas, Tnmoraa blancos. Acidas da sangue.
Accidentes svphillticoe secundarios a tardarios.
XAROPE FERRUGINOSO-S'^toiPROTO-IODURETO*FERRO
a Anemia, Caloro-Anemia, Coras paludas. Floros branca, Rachltlsmo.
ttiu a mu tpaaavau Perl, .-p. LAROZE e O, PharmaocatlooB.
t, Hit Dtt UQHS-UHT-HUL, t.
a*
*-Ya**^p ;:--. yy

"9**9 T^**:
^N
'SRRs
W. DE Vw^** &'
de GRIMALT 4 C, Ptarmaojuticos em Pirii, 8, Rna Vivienns
da/ttido na nova f.hAmnoop& 'ical de Fraaem.
Appiovado pela Jauto, ceutial de Hygieue do BrazU.
Fazem 25 anuos que o Ferro, flemento prtaeipa) do pangue, a Quina Rea!, tnico
uperiordosysicinu. nervoso e oPnosphato reconsiiiuiiiie dos ossos. foram combi-
-dosintimamunte pelo SiGniMAULTem um xarope de cor lmpida e sabor agradarel.
suas qualidades tnicas e reparadoras do excellenles resallados na anemia,
colorse, leucoxrhea, irregularidadej de menstmacao, calmbra de
estomago consecutivas essas enfermidades. lympbatismo e todas as molestias
provenientes de empobrecimento do sangue. Excitando o appetite, estimulando
o organismo e seconstituindo os ossos e o sangue, o XAROPE de QUINA, e
FERRO de GRIMAULT & Cu, deaeadva com rapidez as creancas debis e as
raparigas paludas e abatidas. Este xarope corta os ligeiros oceo febria, humidode
dos mota e inores nocturnos; efficaz as eWrfcaai rebeldes, facilita as eonva^soencas
difflcs e auttenta tu petsat idoeas. ___
0 VIMUO de QIN> e FERRO de GRIMAULT A C" qse possw as
mesDaas propriedades do XAROPE, preparado com um vtnbo As Malaga, rico
e generoso a 6 preterir! para as pasadas que nto toleran xaropes.
Dipeatts sss Pars,, Rma Vrrienas, e as priaeipaes Phansacia e
Scm dicta esem moditi-
ca$ocs de costiimcs
Laboratorio central, ra do Vkoutle d
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Recente .Rio de
Janeiro
CspeciGcus preparados pelo phar
maeeutico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvudoa pelas juntas de hygiene da Corte
Repblicas do Prata e academia de industria d-
Paria.
Elixir de iiobiribim
Restabelece os drspeptieos, facilita as riig-.-
tea e promove as ejeccoe di Hieles.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
Para os chloro-anmicos, debel'a a hj poein:>
mtertrL'pical, rtcoustitue os hydr...picos o beribe-
ricos.
Xarope de flor da arueira a tnutambh
Muito recommtndado na bronehite, na beraoi-
tyse e na toases srudas ij chnwraa
Oleo de testudu terrugimiM) o cascas o-.
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da iraqueza do orga
uismo, na fysica.
Pilulas ante peridicas, pivp.vcivi.ia .so.o
pererina, quina c. jaborA|y
Cura radicalmente as febres ii>tertMb''-9. re
inittentes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples u ta.nbem fsr
ruginosi preparados em vintio de cafa
Efficazes IISS iuflanniia';oea du lijado e bac
gudas ou ebronicas.
Vinho tnico de eapilaria e quina
AppHcado naa convalesueucai das parturiente,
r etico antefebril.
Francisco Manuel da Suva i II
RA MRQUEZ DE LINDA-
Leilura pera sennoras
Broches nikelados e dourados a ;?->000.
Bonites gratnpos dourados a 500 ris o
maco/
Esplendido ortimento de ga!3 s de vidri
lho.
Grande variedad de Irqaes de fc. tira a |
43000.
Frizadores americanos para cab lio a 30P !
ris >> tna:;o.
S-taa de pliantasia liara cabello^.
Bonita colleceo de psss a 00 r> :-,
Brincos imitacrio de brlb-ute a ." UO r.':.:-
Aventaea bordados pam ereancas '-)000. !
Lliapus de fustlo e setim >. :a crean-'
9i8-
Spatos de mcriii e setim para erran
Cas.
Mfias brancs c d car^i lio de Escocia.
Pomada de vozeiina de diversas qu;lidp.-
dts.
Sabonetcs finos de vozeiina e idfsa.
Extraetos finos de Pinaud, Gnerlon, e
Lubin.
Lind.-.s boinns do couro e velludo.
Fichus de li para senhera u !:)"00.
Sapatcs de CHiteinira prcta n 2->000,
Thesourns para costura de .00 ;t'i
;3ooo.
Pscoies -de p de arroz a JOO ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Imibensa quedado de bot3es phantsaa.
E milfcates do objectos proprios paro wr- j
uar ama senhera elegante, e niuitos cu
Iros indispensavc8 para uso cas fcaibils
tuto por precos adiuiravelnunto uv di
eos |
\Ta Graciosa
9-Rna do Duarte &G.
I
SABONETEoeALCATRAO
pasa a Tonjrrrs, os bahbos b oomanoa A r>aa s cbiancas
FMe SABONKTK. sei-slslsirs anti*rptie*, o mala effleax para a cora As
MOLESTIAS DA PELLE
SAPO CARBONIS DETERGENS
rzngi vossas Crriras com o SAPO CARBONIS JJSTJSJBEA'S afm de protegtl-os contra
o SARAMPO, a VARILA a m. FEBRE ESCARLATINA
astas JABONETES gao recomraendados pelo Corpo medico lntelro porque prermem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e V adaptao a quaUtmr cNtas.
MARCA OS FABKICA NOS ENVOLDBB06 B NOS PaES ,.
X>*posito sotslI "W. V. WBIGHT AB CT, Soutnwark, bONDREB ^
Em Pernambuco : ITVan" "&&,. da, SIXj"V^. Ae *-J*.
biSP^;
Gchlqnl.
Foruocedor
privilegiado da Casa Real de Espanha
e de o. X a Rainha de Italia.
Ozea P.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagra de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oles.
Ozea Sabio.
Ozea Pomada.
Ozea Fuativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream.
WOLFF & C,
1.4Bul DO uA'----U
iVeste limito onhccldo estabelecinten-
(u rt-coutv, r o re.opeitavcl o o niais
variad o cor: pelo sortitneuto de .50'*'AA
t ecefiida seiupre dircctaon'iilri do* r-clho-
rtfm f-brfcantes da F.urnpa. e qii priuiaui
pelo agitado jar (o de mundo elegante,
Iscom v-dereco* cora pl-(u. iindaN pulsei-
s as, uliinetes. voltua de uro cravejatan co ;-
br Ihantes. on perolas, aune s. cacoleta*-,
bui:des e outros muitos artigos propios
de.jte genero.
ESPECIALDADE
iu relf-gios de 'uro. prata e u; kel ;>*-.
parn linmens, senhoras e meninos dos mais
arre 'lados fabricantes daEutopa e Ame-
rica.
i ara todos os artigas desta caa g i un-
te-se a boa qualSdade. assim como a modici-
dade nos preces qti" sAo sem competeucia.
Ili'esta casa tambem concerta-se qual-
t|uer obra de uro on prata e tambem rclo-
gos de f|iial|ii!-r qnalidade qu<- si*ja.
4Rua do Uabug4
:*'-
Estas exquisitas preparaces sao nriito apre-
ciadas na mais distincta ociedade pela deli-
cadeza do sen perfume.
W? Rl ECER'
TRANSPARENT CRYSTALfiAP
(Sabj transparente cristalino)
recouliecido como ~> mais perfeito d^ todos 03 sabiios de toilette pilas suas
propiedades hygicnica^, icio sej ^rooa c pela ana larga duv.^-.io.
sS LV-psita :._i ;.rincik.. PcrfambrM, l'araiaris.,
-------------;--------
O* proprietarios do muito
MUSEU DE
ja
O
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saal
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I4*A10 DO PHAJUAC*
EUGfHIO MARqUESDE HaUiBDA.
(?/taMtte/iz.ch
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i M.ffiAffe^yw/&@fo/ca0^
I cwfrr-jbn/ieAa/^c9&
'VxO' C ti> T iiheurnat tumo .f'a/icros,Bobas lmrnjeTts
-((iiiaas moleatiae que ten bao eoa orogem
na impureza do sangue devida a Bjpbifi.
~J
O
V
^Ux jyec^uAnc z*Ua*c* ere, .* ocrm axuto, d**a* 0*+.
*MO wm jyox te omftn*>*t. a unX*Ay>ia* dCntoJL
.r~&Z?it$.~'-

conhecido estabelecimento denominado
Afc
i aa .o Cabugj n. 4, communiccm ao respeitavel PUBLIL que recberam ua-
era4a B0rtiui< mu >e joias das mais modernas e dos mais apurados gostos, como ten-
: oei" elogios de rodas as qualidades. Aviaam tambem que oiinuam a receber pa:
os vapor. >-mis da Europa, objectos novos e vendeo muito menos qae esr
|li.ilquej parte.
MIGUEL WOLFF A C.
>\ 4 RUA DO
Lii.i.pra-se ouro e prata velha.
al!.


CABUGA N.
Laboratorio Ventral oe 'f RooucrosiBtoiciHACjt
i DAFU>RABis8liEM g
14 Rua do Vise onde do Rio Bra-noo -\W:
L.------HIODK -JA^KIHO----'
2
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ap*S9 ""?
J3 O
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DICAO G
NPATERSON tt C
N.44~Bu 1 do BrumN. 44
JUNTO A EF fAfAO DOS B0ND8
r-iu p-u-a vender, por prec mdicos, as seguintes ferragena:

af
T.u-li.'is fiinUdns, batidas e caldeadas.
OrivftipKa de diversos tamanhos.
"..i.la.s di- espora, idem, idem.
^itiis angulares, idem, idem.
Hai.'-ua dje leiTo com serra circular,
'.-.'idiaitieto para iardim.
V'arniulas de trro batido.
! :::: le dito fundido, de lindos modelos
I'iartuad rornulha.
V.-j .res de 'orea de 3, 4, 5, 6 e 8 cavaoa
l-j-ndua e 10 a 40 pollegadas de panadura-;
- K.v.-.-. ifagua, svatema Leandro,
i-so de
-


1
*:
.1.1-.irr -jyii-so de eoneertos, e assectamento de machiuismo o uxccuiam qdal-
L.uualin' ^u perfoicAe e presteza.
IC
."i*^
'."5
y-
a

r
ORIZA LACTE CREME. ORIZA- O.RIZfl VEtOUII
aos Consummidores
PERFUMARA oriza
PARS 207, Rua Saint-Honord, 207 PftRIS
devetn ttets ttMceeuso e favor publico .
! t celiide ucriprioM tora flu i 3'i w oillsio ailt:n.t! t
tH hkric tu. i i UTldile O wyjtrlaat.
MAS SE IMITA OS PRODUOTOO D PERFUMARA OF.liA
sm &ttngir ao tea gran da dellc3de.a o partelf Ao.
Q. A appareucia exterior deftis imitaeOtt sendo idntica aos IVrito- ^.
|. tteirot Pretfturtos Oilrn. os cousuaiin^lires djeeruc JtJT
ATsm^ precacer contra esti eommrrck Ilcito e considerar
Wat*, eotxtraraecdo tua^acr pro-.ueta ds quaUdode n/tnor
%s|aV vendido por casas pauto honradas.
sajo:- aaiz.i'.vtM
iMi-i do Catajoro illnstr .do a psdl^io tranqnyado.
S
. | t
\
'i
JOSEPH KMDSE a C.
Arahaoi de augmentar o seo j bem conhecid
nifiorlante estabelecimento roa \
de marco n. 6 com oais
m siilio no Io andar Inxaosamente prepa-
rado e prvido de una exposi-
'- '< kas de prata d# Port eaMn-flip9
dos mais afamados fabrieaifos do
mundo inteiro.
;;-.Bvida, pois, as Exilias, familias, seas ame-
rosos amigos e fregoezes a visitaren,
o seo estabelecimento, afim de
^rennrem a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
iespeza, o adornaram, em honra
desla provincia.
mU 1BBHT0 DAS 1 DA m
5
1
j
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^.ItBMm^MTIW


m
. K' .j ." '*.''' / r ;-t
J*

.-jJE



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.

1


J
V?
6
TVLlO
Oriental.
Alujase barato
toa dos Guararape n. 96.
Roa Yiaconde de I tapar i ca n. 43, aroaazem.
Ra Corredor do Bispo n. 18.
Bece* Campello n. 1, i" andar.
barco do Mercado n. 17, loja com gas.
Uargo do Corpo Santo n. 13, 2. andar,
tratk-se na ra do Coinmercio n. 5, 1* andar
n llalli de Silva fluin-araes fc C.
luga-se
o 2* andar do sobrado n. 35 travessa de S. Jos ;
o 1- e terreo do de n. 27 ra Vidal de Nejrrei-
na ni- do de. u. 20 tua velba do Santa Rita ;
o 1- do de n. 34 ra estreita do Rosario ; todos
Itmpos : a tratar na roa do Hospicio n. 33.
Muga-sc
o primeiro andar do sobrado do pateo de S. Pedro
n. 4, tem agua e gas a tratar na ra estreita do
Rosario n. 9.
\luga-se
A loja a 3 andar do sobrado n. 20 a roa da
Imperatriz, com muitos comraodes para familia ;
a traetsr na ra do Bom Jess n. 11 com Capitu-
lle de Gusmao.______________
Alujase milito barato
sitio todo murado, e casa para familia, ra
de S. Miguel n. 99, em Aogados, ezcellente mo-
rada.
A casa com 5 quartos. 4 ra de S. Jorge n 26
no Recife, perto a estaeo do Limoeiro.
A. casa com sala e 2 quartos, por 8, no becco
do Fundao n. 5, Boa-Vista : a tratar na ra de
Santa Thcreza n. W.
Ama
Na ra da Unio n. 13, precisase de urna ama
para coeinhar.
Ama
Precisa-se de urna ama de nteia idade
teo do Terco n. 52.
no pa-
Ama
Precise se de urna ama de boa conducta, para
cosinhar, engomraar e mais servidos de casa de
peqnena familia ; na ra da Matriz da Boa-Vista
numero 3.
Ama
Precisa-se de urna ama para t servico domestico
de urna casa de familia ; na ra do Cotovello nu-
mero 46
Precisa-se d urna tapara
lavar, engommar e faze roais
alguna ser\ i;o* de casa de Ta-
niilia: menos comprar e cozi-
nliur : na roa do Riachuelo n.
13. eve dormir em casa.
Ama
Precisa-se de urna ama para oosinha; na roa do
Dr. Joaquim Nabuco n. 3. ^_________^___
Ama
Precisa-se de urna boa cosinbeirs, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companbia
n. 2. Prefere-se eacrava e deve dormir em casa.
\ma
Precisase do urna perita cosinheira, para casa
de familia ; a tratar na roa do BarSo da Victoria
n. 46, loja. ^^____
AMAS
Precisa-se de urna ama para cosinhar e outra
para cuidar de duas enancas ; na roa da Aurora
o. 81, 1 andar._________________________
Ama
Preciaa-se de urna ama de meia idade
da Aurora n. 187. ____________
na roa
Ama
Precisa-se de urna que cosiobe e engomme bem
10, andar.
roa do Rangel n
Ama
Diario 4*6
a 4>i
uuuitiucoDoniiiigo 13
verciro de 1887
Barry
Gannte-a* qne fas as
oerecrescer o cabello anda
t^m mais carros, cura a
tinh* e a oaapa remo-
todas as iatpufoia do cas-
co da eabaca. Positiva-
mente impede o cabello
de cfthir oude embranquo-
eer, e infallivelmcnto o
torna eapeaso, macio, lus-
troso e abundante.
Vy^SlUW'
Agua Florida xle Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao oficial de
um Governo. Tem duas Teses
mais fragrancia que qualquer outra
e dura o dobro do tempo. E' mnito
mais rica, suave e deliciosa. E'
moito maig fina e delicada. E'
mais permanente e agrodavel na
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto no banh o e no quatto do
doente. E' especifico contra a
frouxidSo e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e oe
_ deemaios.
Xarope ie Tila Je Re* No. I
o
Cozinheiro
No collegio Instituto Acadmico, Mondege n.
153, precisa se de um.
PARA
sjrras d* usal-o. okpob dh ttsai/-.
Cura positiva e radical de todas as formas da
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
en<;as doSangue, Jigado, e Rins. Garante-so
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
e restaura e reno va o systema inteiro. 0 1
Sabao Curativo de Reutfir
Para o Banho, Toilette, Crian
Sis e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Deposito em Pernera bueo casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
!iID
Precifa-se de um menino para hotel, que tenba
pratica; na roa da Madre de Dcus n. 3, hotel.
a. I
Mara do Livramento, velba octagenaria e pau-
prrima, pede almas caridosas que lbe maade
urna esmola pelo amor de Deus. Mora no becco
do Bernardo n. 51. E' urna obra de caridade.
Professora
Urna seohora competentemente hbil i rada, pro-
poe-se a kecionar em cellegios e casas particula-
res, as eeguintes materias : portugus, franeez,
msica e piano ; a tratar na ra do Mrquez do
Herva] n. 10.__________________________________
300:0001)
Lotera de Alag as
ExtraceSoTerca felra
de Feverefr
Intransferivel
B:"ietes venda na casa feliz, Praca
da }uli>^n(lricia ns. 37 e 39.
Ailencao
Urna senhora honesta, que entende de costurar
e taaer qualqoer traaelho por figurino, se offerece
a acompanhar qualquer familia que reoha de ir
para o Rio de Janeiro. Na mesma casa faz-se
vestuario para earnaval ; a tratar na roa Vidal
de Negrtiros n. 78.
Codnhcira
Prec;Ba-ae de um* qne dese-npenbe o logar e
dora-a em casa; a ra Duque de Cazias n. 42
porcima d d tjryographia.____________________
E:
EDUCACAO DOS INGENUOS
COLONIA ISABEL
i 240:000$000
40:OOOSOOO
20:0008000
10:OOOSOOO
5:000*000
Esta lotera, cuja 14.a Serie da 24.a parte, ser extrahida
na Quinta-feira, 2 de Feveroiro, s 4 horas da tarde, no Consis-
torio da Igreja Concei^o dos Militares, acha-se venda as se-
guintes casas:
Ra do Baro da Victoria ns. 40 e 43.
Cabug n. 2.
Rangel n. 2.
Larga dO Rosaiio ns. 24, 36 e 42.
No mundo lotrico a nica que pelo seu plano, mais vanta-
gens offerece aos jogadores, e no Brazil, at hoje, anda nao achou
nenhuma outra que se approximasse em vantagem na distribuipo
dos premios, e para prova desta asserco pedimos a attenpao dos jo-
gadores para a seguinte TABELLA comparativa dos referidos pre-
mios distribuidos por esta lotera e as suas congneres:
LuTERIA DO GM0-PM1
D 70 "i de premio do seu capital.
DEM DO CEAR4
68 3t4 \ idem.
DEM de alagoas
73 3^4 aj idem.
dem de minas-gemes
Menos de 81 \
Distribue em premios mais de 85 118 |o.
IDEM DO PARAN'
75 1.
EXPOSITIOK ^^ UNIV-1B78
lo um n*um RcouPBMses
oleo .i fiema
E. GOUDRAY
mmi unir i n rimnn rtrurnnwn in> inniiri i n
Recommendamos este producto,
eoosiderado pelas celebridades medicas,
pelos seos principios de quina,
cobo 0 m js poderoso regeneraiiir que s conhece.
Artigos Recommcndados
PERFUMARA DE LACTEINA ]
lecoaaeiduli pelas Galebridades Itdicu.
GOTAS CONCENTRADAS para o lenco.
AGUA DIVINA dita agua de saude.
ESTES ARTIGOS cHAM-SE NA FABRICA
pars 13, rae d'Enghiei, 13 pars
Deposito n todas as Perfsmarias, Pharmaeias
e Cabellereiros da America.
Pcitoral de Cambar
PEEgOS
as agpneiHS : frasco 2^500, lj2 duzia 13 e
duzia 24^000.
as Bub agencias : frasco 2800, 12 dazia
15000 e duzia 28^000. -
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vincia Francisco M. da Silva &. C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23. ^___^__
Cnrso de inathematica
O bacharel Francisco Corris Li:ia Sobrinh
contina com o seu cuw> de ar:thmetica, algebra
e geometr a : na ra da Matriz n. 7. ^_____^,
Criado
Precian se de um criado ; n* ra do Visconde
de Goyunna n. 147, fabtica a vapor de chappfg.
Criada
Precisa-se de uma criada psra 'cuidar Jn urna
erianea de dous annos ; a tratar na ra da Sole-
dade n 68._____
triada
Precisase de urna criada
numero 50.
na ra da Soledaie
Club Imperatriz
De ordem d" Ilm. Sr. pros d^nle cenviJoa todos
os Srs. socios se renoirem tin ssembla geral
rxtraordinaria, Domingo 13 Jo enrrente, s 10
horas da manh na sede do club aliiu de prestarem
suas ciifhs e-dsrem solucao da misaao d.; que se
incumbiram. .
Durante os tres dias do carnaval nao t rio in-
gresse no club os socios que nao estiverem quites*
O 8Pcr''trio,
Antonio Maciel de Siqueira.
itscoBini
p ^LtCRY Vende-ss em toda a oart*



li 28;940
O Sr, Antonio de
Oliveira Corage, tem
urna carta na ra do
Rosario Larga n. 14
armazem de molha-
dos.
WBiwm v
PAEA TINtUBA ,
barba e os cabellos
sta^ntra tinge a barba e os cabellos ios-
tan'aneamente, dando Ihes urna bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido. ___
Vende-ae na BOTICA FRAVCEZA E DRO-
GARA de Ronqueyrol Freres, successores de A.
CAORS, ra do Bom-Jesus (antiga da Cru
n. 22.
Precisa-se de urna boa engommadeira e qne
ensaboe tamben-, para casa de pequea familia :
a tratar no Caes da Companhia n. 2. Prefere-se
escrava e deve dormir em casa.
Precisa-se de nma ama para cosinha ; na rna
de S Joio n. 65. ^^____^__
Ama de leite
lo
Precisase de nma ama de leite ; na ra
Riachuelo n. 32.
Ama para cosite
Ni roa do Riachuelo n 47, se
prccisa-de nma cesinheire, forr
on esmva.__________
Costureiras
Precisa-se de perfeita e
rlras. pagase at #00 da
ros, no atelier de /
iiTa, rna do Imperador ?
I. aodar.___________________ _
S ua ra de Norias
tem borracha do Par, vinda este anno directa-
snente, e vende mais bararo o qoe em ontra
qnalqoer Parte ; a tus de Hort..- o. 1.___________
ub Iniperalr
A eommiasio dos festejes carnavalescos da ra
da Imporatri, attndendo ao pequen feropo qu
lke resta para a realisacSo dos inesmos, rogn uos
distinctos cavalheiros que s dignnram aceeitar o
sen offieio o especial obsequio de remetterem o seo
Por 14-000 rs.
Alnga-se a loja do-sobrado rna de Lomas V-
lentinas n. 50 i a tratar na rna Primeiro de Mar-
co n. 7-A, livtaria._____________________________
Sitio no CaMHreire
Arrenda-se annoalmente um bom sitio com bas-
tantes commodoo para grande familia, boa agua,
com arvorfs frnctiferas e jardiin, e com sabida
para o rio, por pre^o mnito rasoavel a tratar na
roa do Livramento n 24.
Jalroph
Manipoeira
Esse medicamento de ama eficacia roconbecida
.no beriberi e ootraa mdiestias era que predomina a
hvdropesia, acb-e modificado em sua prepara-
y^o, medico desta cidade, s-nuo que somente o abaixo
assignado est habilitado para preparal-o de modo
a melhorar Ib o gesto e cheiro, sem todava alte
rar-lbe as propriedadS medicamentosas, que se
conservam con a nmsw actividade, se nao maior
em vista do modo por qne elle tolerado pelo
estomago.
.til* tepoMito
Na pharmacia ConcncJo, a rna do Marques de
OKnda n. 61.
Bes-erra de Mello
Cnsinheira
20*000
Pagase iiOOO por mea a urna porfeita c;si-
nh- ira, par* eaaa ie peyena familis, preferindo-
se de moia i "iade o qne sejs de boa moral, 4 rna
db Pajmjifi menino : qnam n^ siiver em condices esensado
afrese'J'--^(,-____________________________
OleodeFigadodeBacalhau
do JLV JOTJCOXJ2K
lodo-Ferruginoso Oe Quina Casca da Laranja amarga
--------------- sasi -------------
Estemcdiamemo t fecir de tomar, nao provoca nauseas,
e de dieiro agtadavel. Pek sua composicao, possue todas as
qualidades que lhe permittem combater :
a ANEBfllA, a CHLOROSE, as AFFEC^OtS do PEITO
a-BRONCHITE, os CATARRHOS, a TYSICA
a D1ATHESE ESTRUMOSA, ESCROPHULOSA, etc.
Em vista do seu emprego fcil, da sua aeco multplice^
segura, da economa para os doees, os mdicos recekam-n o
de preferencia i qualqoer outro medicamento similar.
PARS, 209, ra Saint-DeniB, 209, PARS
VEKDEM-Se EM TODS AS PWNCIVASS PHARMC1A8 DO imiVESSO
DESCONFIAR'DAS FA LS I FIC ACC-ES E IMITACOES
mu
.BlFOlI!
ao-mn
uoumtt
m-taiai
;?V
00
co
MNP
Mtmitiimiigi**************************
POS DB ARROZ SIMN
Saboneta reme Simn
preparados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphura e para dar ao
rostro : Frescura, Mocidade e Macieza.
FRUSTRO. AS NUMEROSAS IMITACOES. "Si>
J. SIMN, 36, Ene de Provence, PARS fcr
J PRINCIPAES PHARMACIAS, PERFUIERIAS ET LOJtS DE CaBALLEREIROS. I I 1
BlpWRlWWPMWW<>*i^
sea ottcioo especial ooseqmo ae rc-..-. =-- eom 0 Megm9> ^ og..r,p 0riO, on annunc
auxilio ao thesoureiro i roa da Imperatru n. vs. ,m^ ^ j.\ fad0T wa condneta.
pelo que se coufesaa deadti j ugradecida.________ .---------------------
Advocad
Feitor
(toem-prejisar -le un>feitjr portugus, chegado
ba acuco, di>ija-o" s* Trapiche Novo, a tratar
eom o mesena, noescriporio, on annuncie por este
Chapeos de sol
Ped""-so i pasaos
JUDO por e4B*r>o iaf siepo d w;
no da 5 do corrente le-
oskiBSM le Bbssaa bsssU J Das 10 huras ds manhft as 4 da SatoV "i^alfcpo i 10), o f>.\afm ir on mandar deifaier
do Isss-era4sr n. K, 1 andar. rfroea. eora r 'jue se ticarS agradecido.
Teleplione n
DOMESTIC
Sao reconieciaas ser as man
elcgaoles. s mal dnraTel
em todos os sentidos.
S
Para pre50S, e
iiluatraeoe de todos
jaio-se
Domeslie SewiDg Macii'ac
NEW YOR, S. A.
cir; ufares coir
os estrN dm
&L

^ura certa em 3 ias sem outro medicamento
4J& 7. /rqulBmar*
r fAJFUm
HTGIEHICQS para TOCADOR da PELLE e para FAZEE a BARBA

s
(Esits (Sabcnetes oa rnnirnnao* do Mando sao eicellentes contri as ATecQoat a
ds pelle e as Picadas
X>Z MOSQUITOS. =
ipponds-se a accao dos Miasmas e Microbios ao ar e das aguas fcS
sao nucossarios coniras molastias contagiosas e epidmicas. -3
LEASE'A BROCHURA EXPLICATIVA^
Exe-a x Barcia da Fabrica v OILAED m.
TIIDE-SE El TODA 1 WRTE RAS DM60UIS, IliUUCUI E PEOTlaHiS
A. cJODsSHTa Succmi, Pharmaceutico delCiasse jpr
8, Ana des'Lombarda em PARIZ
MERCiSCtME < BARGES p FRICQQES o BAJOS
s
W
COLLARES &0TEB
- a*otro-BaernaUc*i
grn
[MU* "t'ataras talfii OONVLBE8
I Pili itiUTU 1 Wnr US ttUUfiS
*Os COLLARES Rf"T.B,>uahidsi ha mais
[de 25 msss r*------' *"* psar'o
I reairaents ai ercanciM <*as COH VULtOCk
--------1 Para wntnr te rOtmootemj Isajjayg

Resfriamento, gosse, gatarrho, gisica
XAROPE oeHYP0PH0SPHIT0be CAL
de GRIMAULT & C,a
pprorado pela Jnnta i'Eygiene do Rio de Janeiro
Fazendo-se uso deste Xarope, calmo-se os accessos de tosse, desap-
parecem os suores aocturnos, goza-se de um somno reparador.
desperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas forcas, aprsenla o
aspecto de quem gosa boa sade. Os mdicos recommendo que se tome
ar> mesmo tempo as Pastilhas peltoraes de sueco de alface e
agua de louro cerejo de GRIMAULT e C*. que conshtuero os
dob calmantes mais inoflensivos da materia medica.
>s i** Maoatis asso Xarop, ato de moa. Bella er da rosa lmrao
no aoatm este Xmj-ope-, &. .
m maro* <* fabrica, o mel* ra <* nossa casa.
.
Deposito a PAr a, Rce ^>tviean8, ms bmwb Phmaciis -)wP'*"-|

S
t



y,\
1 ''*
t*i

V*
i
1
1
* .


EMULSAO
DE
i
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Fiffado de bacalho
COM
Hypophosphitos de cal e soda
Approvada pela Punta de iiy-
giene e aatorisada pelo
governo
E' o melher remidi at hoje deocoberto para
tiste* bronchiie*( eBcropiisslaa. ra-
chltiH. anemia, t eblliaaHc em eral,
eflaxoa. toe enronlea e afrecho-
*o pello e da argaaM.
E' muito superior ao oleo simples de figitdo de
bacalho. porque, alm de ter cheiro e sabor agr-
daveis, pssue todas as virtudes medieinses e nu-
tntivas do oleo, alm das propriedades tnicas
teconstitnint b dos bypophospaitos. A' venda na
r. rogaras e botifss.
Deposito em Pernambueo
Cosinheird
Precisa-se de nina cosinheira ; a tratar na tra-
vesa de Fernandes Vieira n. 8, becco do Padre
Ingbs.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira que en.coda bem
de sea officio, paga-se bem e casa de pouca ta-
milia ; na roa do Cabuera n. 5-A, ljja.
QuininadaPelletier
ou das trez /Irmas
0 Sulfato de Quinina Pelleiier
preferido por todos os mdicos, por
ser inteiramente puro, contra as
Enxaquecas, as Nevralgias, os
Aocesaos de f ebre.con tra as ebres
intermittenv.es e paludosas, a
gota e*neumatismo,e os suores
nocturnos. Cada capsula, da gros-
sura de urna ervilha, contm 10 centi-
granmas de sulfato, e nella l-se
PELLETIER.Estascapsulastem. -
aeco mais prompta e maisf
segura do que as pilulas e'^.
confeitos, e engole; mente do que as hostias.
Depotito em PARS, 8,Ree Vivienne
as prinoiptei PkarnacitB e Drof arias
Juv-ntude
Pede-te pessoa que por < ngano luvou trocado
um chapeo de sol no Bario de 6 dte mes, ofavoj
de o vir destrocar na roa de lionas n. 17, andar
terreo. Recife, 7 de Fevereiro de 1887.
VENDAS
Vende-te a casa da estrada de Luis do Bego
n. 21, com muitos commodos e agua encanada, e
um terr no ao lado da mesma casa ; a tratar nu
ra estreita do Rosario n 24.
*J Vende-se muita barato urna grande hila tica
romana, propria para pesar generes volrnosos
at 2,500 kilos; assim tainbem dona guiachos pro
prioj para barcaca e construccao de obras ; a tra-
tar na ra do Brum o. 67, ferraiia de Manuel Pe
reir d* Costa.
Bom negocio
Vend*jjMuma casa de
principianta por tir
mulbadot propri.i para
poucos hindot. Qaem pre
tender dirija-se refinago da roa do Lima, Santo
Amaro das Salinas. _
Engenho venda
Vende-te o engenbo Murici, con safra ou sem
Ha, situado na tregu'zia da Escuda, dittaute da
respectiva estacu um qusrto de legos, podendo
dar seis caminbos por da, moente e corrente,
tem duas casas grandes e 2 pequeas para mora-
da, e outra para arinha com suas perteocas, tajn-
bem se faz permuta por predios uesta praca : a
tratar na ra do Impetador o. 61, 2- andar.
Vonde-se a refinacao
33 ; f tratar na meima.
Rcfiiayo
da ra da Concordia n.
Aos seuhores nierelciro*
Ancoras novas
de oito e des caadas e v*nde-se por barato pre-
co ; na ra do Apollo n. 21.
Bom negocio
Vende-se um estabelecimento de moihados e
pagara, em Palmares (Una) largo da feira, casa
de esquina, a melhir localicade do lagar ; a tra-
tar no oesmo estabelecimeirto on ra Direita n.
16, viado braveo. _________________________
Aiagniflcas
Ovas de camorimpim a 800 ris o kilo, vendem
Gomes Ferreira & Suecesstrcs, ao largo do Mer-
cado n. 12.
Importante sitio
Vende-se um grande sitio i margeos da Estrada
Nova do Ca jang, fregnezia de Afogadot ; tendo 0
mesmo ama casa grande de tijollo e cal, cacimba
com excellente agua potavel, diversos ps de co-
queiro, dando fructos e outras aivores as mesmas
I condices, o aual se acba collocado muito prozimo
a estacSo do Zumby (1 secca da estrada de ferro
da Vanea). Trata-se na casa n. 20 da ra de
Santa Tbereza desta cidade.
Casa em Beberibe
Vende-se urna casa sita ra da Igreja de Be-
beribe mnito perto da estacao e em terreno proprio
com os s-guinfes commodos : duas grandes salas,
cinco quartos, cosinba fra, e portao ao lado : me-
diado dita casa trinta palmos de frente e ses-
eenta de fundo, tendo um bom quintal medindo
trinta e cinco palmos de largura e cento e tantos
de eumprimento, indo terminar no rio, em cuja
msrgem tem um bom banhciro. A' tratar na ra
do Imperadoi n. 67, 2 andar.
U11 I


Fa/endiis baratissimas!!!
Alo as segnlntes vendidas por precos sem competencia:
Lindos fustS-s de listrinhat, padroVs chiques a 400 ris o covado !
Setinetas d quadrinhos a 360 ris o dito !
Cretones superiores, 1 metro de largura, a 600 ris o dito !
Carobraias brancas bordadas a 65000 a peca de 10 jardas !
Linhos de quadrinhoB escocez a 200 e 240 ris o covado !
Merinos de todas as cores, a 600 ris o dito !
Esplendidos sortimentoa de las para vestidos a 500, 600 e 700 o dito.
Caxeroires novidades a 10500 e 10800 duas larguras.
Gases de cores com palmas de seda a 800 ris o dito!
Merinos pretos e C.xemires, a 10000, 10200, 10400 e 20000 o dito I
Velludilbo bordado de todas as cores a 10000 o dito !
Sctio maco de todat cores a 10000 e 10200 o dito I
Popelina branca para as Exm." noivas, a 500 ris o dito !
GuarnicSes de crochets para cadeiras e safa a 80000.
Vestuarios de II para enancas, (novidade) a 70000 e 80000.
Mcia8 al vas para criancas a 20500 a duzia !
dem cruas par bomem a 40000 e 50000.
Cortes de fustoes para coletes a 20000 um !
Caxemira inglesa a 40500, 60000 e 70000 o corte I
Cheviots superiores, preto e aaul a 20800 e 30500 o covado I
Completo sortimento de casemiras, pannos e brins e muitos outros artigos que serio
lembrados presenca dos leitores
.

II .1 Clll I c.
edeCaxias--59
| 59-Rua Duqu
,\<:s 1.000:000^000


200:000^000
100:0001000
Hilll LOTERA
DE 3 SORTEIOS
t?; fa\T des ingennos da Colonia Orphanologiea Isabel
DA
PROVINCi DE PERNAMBGO
Eitfacpe a 14 fio laio
0 thesoureiro Francisco Gonfalves Torres
Allencao
Vende-se ou permata-se ama casa tstrea sita
na travesea do Ful cao n. 12, com 2 salas, 3 quar-
tos, cosinba tora, grande quintal e cacimba, por-
tao dando sahida para a ra dos Otsos ; a tratar
na mesma com a proprietaiia, e esta tara todo
negocio por j ter o despacho do juis, at para
botal-a em ieilao. podendo apresentar ot docu-
mentos aos permutadores, desejando tambem urna
por troca, ainda que s> ja pequea, poros que es-
teja nova e bem construida.
Vivciro para passaros
Vende-se dons gi andes e bonitos viveiros po
pieco commodo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passaros que possuia ; a ver
e tratar na ra do Imperador n. 22.
Grande liquidaco
na loja de miudzas
50 Ra Xova &
O proprietario do estabelecimentoBasar da
Moda, scien'ifica s Exmas. lamillas que em vir-
tude da prozima reedificarlo do predio em que
est estabelecido, tem retolvido liquidar to-
das as suas mercftdorias, constando de saiudezas,
perfumar'as e artigos de moda, com grandes aba-
timeutos, sendo que muitos artigos sao por precos
inteiramente baratos, como sejam :
Grande variedade de plastrons a 1000 e 1/200
Sabunetes de areia ae Ritger a 200 rs.
Oitcs ingleses, grandes a 200 rs.
uzias de ditos a 20l)0.
Garrafa de agua florida a 1/000.
Vaso com opiata a 900 rs.
Frascos com extractos muito finos a 1/300.
Frasco cotn agua de colonia americana a 500 rs.
Papis para forro a peja de 320 e 400 rs.
GuarniyOes, linbas, fitas, bicos, botoes e artigos
de moda.
__________PARA ACABAR__________
Oleo para machinas
Superior qoalidade, 8 6/400 a lata em cinco
galoes ; vende-se na fabrica Apollo e de seos
depsitos. ___________^^^
De primeira qualidade ; vende-se no bazar da
onte Velba n. 41._________ _
Vende-se
Na ra Imperial n. 200 C, urna casa de pedra e
eal por barato preco.
WHISKY
KOYAL BLEND marca VIADO
Este excellente Whisky Escassec preterivt
to cognac ou agurdenle de canna, para tortifics1
> corpo.
Vende-se a retalbo nos t Iberes armazent
boI hados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cojo ntr
me e emblema sao registrados para todo n Brazi
BROWN8 c C-, agentes

Piano
Vende-se um excellente e ptimo piano forte,
de tres corda, de um fabricante allemao, em mui-
r bom estado ; a tratar na ana de Marcilio Diat
n. 60, pavimento terreo.
Vende-se
Na ra da Harmona, no lugar do Arraial, um
pequeo sitio contando 135 palmos de largura e
344 de tunda, tode plantado de arvoredos novol
de fructos e com urna grande casa nova de taipa,
faltando pooco para acabar ; faz-se negoeio muito
commodo. As pessoas que pretenderen! podem ir
examinar e te entender na mesma ra com os Srs.
Antonio e Joaqmm Sampaio IrmSos, ou na casa
atnarella, com o Br. I'omingoa Gemes Correia, que
darao explicscoes do negocio.
Carro de passeio
Vende-se um em bom estado ; na Magdalena,
sitio do commendador Barroca.
!
-!
j
A LA. REINE DES FLE^RS
Ramalbetes Hoyos
L. T. PIVERem PAIS
Mascotte
ERFTJMF PORTE-BONHETIR
Extracto de Corylopsis do Japo]
PERFUMES EXQUISITOS.:
Bonitrat Zamora Anotia vt Bengaie
Cydocia de Chine
Stephania dAnstra
___ Helflotrope bl me Gardenia
Soatfcnt fle fibriti tVhlte Ro3e of Ilezettllk Po!y Brise *t Vitee BonoTact ce Roino des Fraa, ote
1S CONCENr. ) (KM'lIBADE EXTRA
itpmM mu prineipass rerromanas, Psarmacias e oabeUersiros u- "
ARevoluQo!
Resolveu vender os seguintes artigos com
30 /0 de menos do que em outra qual-
quer parte.
Guarnieres de velludilbo bordado a vidri'ho para
vestidos, a 7/000 urna.
Tafetas de cores para carnaval, a 300 ris o co
vado.
Cachemira bordada a 1/500 o covado.
Ditas pretas a 1/000, 1/200, 1/400, 1/600 e
1/800 o covado.
Dita* de cores a de 900 ris e 1/200 dito.
Las mesclaaas a 600 ris o dito.
Ditas com listrinhas a 560 ris o dito.
Ditas com belinbas a 600 ris o dito.
Ditas de quadriabns a 400 ris o dito.
Lindas alpacas a 360 ris o dito.
Gorgurinas a 320 ris o dito.
Setim damase n 320 ris o dito.
Dito Maco a 800 ris t 1/200 o dito.
Daaiait de seda a 1/300 o dito.
Grsdenapies preto a 1 /800 e 2/000 o dito.
Gaze com bolinbas a 800 ris o dito.
Fnsto branco a 400, 480, 560 e 800 ris o dito.
Velludilhos lisos e Isvrados a 1/000 e 1/200 o
cavado.
Dito bordado a retroz a 2/000 o dito.
Cambraia com salpicos a 6/000 & peca.
KCamisas para senbora a 30/000 a duzia.
Ditas de meia para bomem a 800 ris, 1/000,
1/200 e 1/510 urna.
ffFicba de l a 2st, 3/000, 4/000 e 5/000 um.
Ditos prateados a 2/000 um.
Ditos de retroza 1/000 uro.
Linhos scossezes a 200 e 240 ris o covado.
Collarinhos e punhos pira senbora a 2/000 um.
Ditos de cor, idem idem a 1/000 um.
Cortes de casinira finos de 3/ a 5/000 um
Ditas de 12 e seda para collete a 6/000 um.
Ditos de cachf mira de cor para vestido por 20/
nm.
Cachemira de cor de 6/ por 3/000 o corado
Daoiatco de cor a 700 ris o covado.
Panno da Costa a 1/400 o dito.
HCort!i.:idos bordkdos a 6/000 e 7/000 o par.
Colchas bordadas a 5/. /, e 7/000 urna.
Cretones finos a 320. 360 e 400 ris o covado.
Chitas finas a 240, 280 e 300 ris o dito,
Zephin s finos a 500 ris o dito.
Setineta eccosseza a 440 ris o dito.
Ditxs de quadrinhos a 320 ri. o dito.
Cha I-e Je mirin a 1/800 nm.
Ditos estampados a 3/000 e 4/000 um.
Ditos de cachemira a 2/, 2/800 e 4/000 um.
Cobertores de Ja a 4/501) e 6/500 nm.
Eagtrio pardo e amarello a 600 ris o ovado.
Brim de linho de cor a 1/200 a vara.
Dito prateado de liuho a l/OOC a dita.
QColcbas de crochet a 8/000 urna.
Aoquinbas a 1/800 rs. nma.
0 48 m Ddih b Mas
lienrique da Silva reir
LOTERA DO CEAR
400:000*000
L\ MASKERIYEL!
Corre domingo 13 de Fevereiro
lm vigsimo desta importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0
I
240:000*000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
IXTRAXSFERIVEL!
Corre Quinta-feira. I de Fevereiro

LOTERA de alagoas
3OO:O0O$OOO
Esta acreditada lotera corre Tere,a-feira, de Fevereiro


lotera di IM!
600:00.0$000
Esta seductora lotera corre sahbado 24 de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00$000
Os bilhetes destas acreditadas loteras acham-se venda na
RODA DA FORTUNA
36-Rua Larga do Rosario36
Sernardino Lopes Alheiro.
A' Florida
~:a



200:000$OOO
m i uvi mu.:
EXTHCCiO DA 10* PARTE DA I'LOTERA
El BENEFICIO Di SANTA GASA DE MISERICORDIA
OuiDta-feira 17 de Fevereiro
AO MEI0 DA
Esta lotera, por algnm terapo retirada da circula^llo, devido a grande guerra que
Ihe promoveram, orni> do dominio publico, vem novamente tomar o aeu logar de
ama das vantajngas loteras do Imperio.
O agente pede ao respeitavel publico a sua benvola attengao para o plano das
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado nos jornaes e impresso no ver-
so dos respectivos bilhetes. O plano deata lotera o nico que em 50.000 nmeros
distribue
12.436 premios, ou quasi a quarta parte!
Anda mais : esta a nica lotera que premia todos os nmeros cu jes dous al-
garismos firmes forera iguaes aos dos
QUATKO PREMIOS MAIORES
A SABER :
100)5 s duas letras finaes do premio de...................... 200:000,5000
60(5 s duas letras finaes do premio de...................... 40:000000
50,5 s duas letras finaes do premio de...................... 20:0000000
40(5 s duas letras finaes do premio de...................... 10:000(5000
Tambem sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
premios.
Alm destee, tem esta lotera grande quantidade de outroe premios de bastante
importancia. E' tarabein esta a nica lotera que garante quem comprar 100 nme-
ros de terminaeSes .iinVrentes 32 1/2 7o independente dos premios avultados que
pokEam sabir na eztraccio. _
TODOS OS PREMIOS SlO FAGOS SEM DESCOSTO
A' extracsSes sSo feitas em edificio publico e sob mais severa fiscalisac2o por
parte das aatoridadea.
Os bilhetes acham-se venda na agencia e em todas as casas, em Santos, SSo
Paulo, Campioas, Rio Grande, Babia, Cear, Maraoho, Para, Amazonas e em Per-
nambuoo nu Nova n. 40 CASA DO OUR.-
0 agente no Rio .de Janeiro
Augusto i Bocha Montoiro Gallo
23--1V t Lruguay&na23
Gotta, Rheumatismo, Dores
Solqo do Doutor Clin
Ltunsdo da Facilidad* de Medicina de Pars. Premio Montyon.
1
A Verdadeira Soluco CLIN ao Salicylato de Soda emprega-se para curar:
As AffeccSes RhaumatteinaeB agudos e ehronicas, o Rheumatismo gottoso,
as Dores articulares e MnewlarM, e todas as vezes que neoessarlo calmar os
fioffrimeaM oecasionadoe por estas molestias.
A Verdadeira Soluoao CLIN o melhor remedio contra o Rheumatismo,
a Ootta as Dores.
1U3 Um aupUcaeio dataltada acompanha oad* frasoo.
Exigir m Verdadeira Solucao de CLIN C1*, de PARS, que se encontr em
BroguUto* e Pharmaeeuticos. ___________^, ,^
Roa Duque de Caxlas O* :
Chama-ae a uttpnco das Exmas. familias par' *
es prucoa seguintes :
Lnvas de seda preta a 1*000 o par.
Ciatos a 1*000.
Lavas de pellica por 2*500.
Lnvas de seda cor granada a 2*, 2*500 e 3*
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 re. o
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Lavas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*. 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 1*5M(), 2*, 2*500 e 3* nma.
Plisss de 2 a 8 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurme a 5*000.
Pentes para cocS com inacripcSo.
Babadores com pintora e insenpeoes a 200 ra
Encbovaes para batisados a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ris
Capella e veas para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*600 a libra
Ho de papel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a 18000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Para a qoaresia
GalSo de vidrilbo metro 1*.
Franjas de vedrilbo a 1*,
Lavas pretas de seda e Escocia.
Franjas e galoes finos a 2*500, 3*e 4* o metr
Para o carnaval.
Lindas mascaras.
Bienagas de p de arroz.
dem idem de ouro.
dem perfumadas.
Lindas franjas de seda de cores com frocos pa-
ra eufeitar vestuarios de mas caras a 1* e 500 rs.
o metro, fazenda que j cnston o metro.
Pspsgaios de papel a 200 ris.
Periquitoa de papel a 100 ris.
Leques e vcotarolas a 200 ris.
BARBOSA & SANTOS
Tainhas !
- Vende-se tainhas
de superior qualidade,
em quartolas eem bar-
ris, mais barato do que
em outra qualquer
parte; na ra de P
dro Affonson. 11.
Cabriolets
Vende-se dons cabriolets, sendo nm deseoberW
e ontro coberto, em perfelto estado, para ubi o
dons cavalios; tratar a rna Duque de Caxiaa
n. 47. _
*
I

Carnaval
Lnva cotn mofo silo par
Lavas bi ancas frescapars senbora. 2*.
Ditas idem para bomem, com dous botoes,2*50i
Na fabrica de lavas, ra jo Cabug o. 7, 1-
andar. -sit

1


DiarW de Per nambaco---Domingo 13 de Pevereiro de 1387
m
*-

L!TTEATu'
NO *.IJADIM
NAO SEI!...
(FBAGMESTO DE M POEMA)
An Allusion
Da Emola)
Nao vs aquella Rosa.
Rbida e mimosa
Embalsamando o &r ?
u que gra^a, attenJe, o Beija-flr,
Em doce nnceio de innocente amor,
Mil beijos lhe vai dar ? I ..
Olhal -orno a avesinhatenia o bella,
Sv intuante como urna raeiga estrella,
Que n'aroplid&o transluz,
Se equilibra, e di uns estalinhos,
E, se id tocar os frageis ramosinhos,
Festeja flr na luz !
Quit s "ezes, s vezes apreasada
Voa para longe, e volta enamorada
Em torno bella flor...
Se o colibr nao sent alguma cousa,
So nao ama, Maria, a raeiga rosa,
Nao sei o que amor
Holgan parti, levando no braco varios
trajes de pescador.
O da tinha estado esplendido; o sol lie
tara se n'uma nuvero de ouro, nenhuma
nevoa empaoava a serenidade do c> azul;
as gaivotes voavam descreveudo circuios,
antes de irem procurar abrigo, para a noi-
te, as fendas dos rochados.
Daas horas depois de Joao t-?r partido,
Catharioa tambeir. sabio; a la nao se ti-
oha ainda levantado e a eseurido era com
pleta. Protegida pela noite, comeena a af-
ilar apreasada, esconden lo O Mato, eo:i o
corajao batenlq como per occlsito da pri
entrevista e semnre sedente d*>
Dezembro de 1885.
Meira de S.
t) AMIGO DO MARIDO
POE
JULES MAHY
-(*)-
(Continuadlo)
VII
Convencida de quo pouco taria a receiar,
em vista da nenhuma perspicacia do ma-
rido, tornoa-se cada vez mais imprudente.
Nos primeiros texpos que^ieguiramse dei-
xou, verdade, de volter ao chalet, mas
por urna especie de temor supersticioso.
Depois esta temor desappareceu e os aman-
tes continuaran!, como antes, a encontrar-
se no mesmo lugar.
Um dia Holgan disse :
Estou com a nostalgia do mar. .. ha
amitos anuos que nao vou pescar.. Fleu-
riot vai passar a noite no barco. Pro-
metti acompanhal-o... ser ama record a-
roeira" entrevista e sempre
amor.
Mandara provenir Gilberto de quo esta
ria livre toda a noite o esperava o no cha
let...
No caminho ec^otitrou-se com uina jo-
ven, que passeiava lentamente, dando a
mo a urna criarla : eram Thereza e Re
gina.
Paasou quasi correndo, mas aiada assim
Thereza reconheceu a.
O. que todos ignuravam, Thereza tinha-o
advinhado; o qne Jo2o Holgan havia des-
coberto, j nao era mysterio para ella : sa-
bia que o chalet da estrada de Pouville ser-
via s entrevistas do irraao.
Este segredo pesava enormemente sobre
a casta innocencia d'aquelle corajSo. O
acaso, que condusira o pescador para de
fronte do roshedo, onde assentava o chalet,
tinha tambem feito quo Thereza, em eom-
panbia da mai, passasse pela estrada, no
momento em que surgiam, no terrajo com-
pletamente illuminado, as sombras enlaja-
das de Gilberto e da amante.
Thereza, muito nervosa, arrasou Mmc.
Barbarain para longe d'aquelle lug*r, a
pretexto de um mo estar sbito, e des-a
essa noite apparesnu-lhe, no rosto,
urna tristeza.
nJfc me fiz annuneiar... nao encontro n;-
nhum cria'io. .
Thereza permaneca calada. Holgan
hmcou um olbar ao redor de si, depois
chegou-sj janella e olhou para o jar-
d m.
- Julguei encontrar aqu minha mulber!
diise elle.
A alterajo da voz traha-lhe a emocSo.
Esta va com os olhos baizos o as feij5es
f- vdava as torturas, moraes por que havia
paasado. Thereza comprehendeu que elle
j estava ao facto da trajjo do .Catharioa.
Enrto 8entiu urna angustia mortal.
Eit tudo acabado; meu irmiio est
Jido !

talvez em algurna casa ennhecida... ou pas- fiuava mais satiefoita do que e
mus
per.i
E log lembrou se de salval-os.
Mas como ?... Avisal-os ?... s ella o
poderia fazer.. e sua castidade revolta-
so s com a idea de tomar urna parte qual-
quer n asa triste historia.
Depois, para avisal-os, era preciso ebe-
gar ao chalet, antes de Holgan, no caso
desie eonheeer o lugar das entrevistas.
Mandar um criado ? ^ria polo ao corren
te da sita jilo, divulgar esse mysterio.
Neiu pensou nisso. Reter Holgan por raeio
de uma mentira ? Demoral-o o mais pos-
sivel? Sim, ganharia tirapo e talvez oac---
so lhe viesse em auxilio.
H ilgan repeta, em voz baixa, estas p>-
Lvras que lhe sahiam a custo da gargan-
ta :
Catharn devia passar a noite aqui;
de certo raudou do idea ; vou rtirar-rae.
Boa noite.
E tropezando, sem dizer mais nada, di-
rigiu-se pra a porta
Thereza tomou-Ihea passagem, risonha,
com os bracos abertos.
i'ois entilo, j vai ?
Preciso ver minha raulher inmedia-
tamente. ..
A casa de Mme. Barbarain era uma das Ella foi a Dieppe era companhia de
mais retiradas de Dieppe, uai pouco atrs
de Pourville.
Quando Theresa avistou Catharioa fugio
precipitadamente.
Estava com o rosto em ogo, como so
lhe coubesse a vergonha da falta de quo
era testemunl.a.
Gilberto havia saliido, Mme. Barbarain
estava em Dieppe. Thereza sentio cala-
trios o veio-lho u:n pouco de febre.
__ Meu Deus tenho o presentiraento
de que vai acontecer uma granda des
graja !...
Estava no jardim; teve meio da esen-
rido e entrou para casa.
Procurou trabaiiiar, 1er, quiz brincar com
Regina, mas uma ida^fixa dominava-a.
Regina adormeceu e ella deitou-a.
Sao do antigo tempo, em que lancavamos a j poJa gj pafa f fundo da gala> ,0Dge da |os>
rede juntos.
E accrescentou, corando e com um
li-
na o sabia
1 nvolta n'uma meia obscuridade, sentn-se
e, juntando as mios sobre os joelhos, en
g^iro tremor nos labios, porque n8o sabia tegOU_ge a uma meditacao profunda, a sos I
mentir: ... com o seu corajSo.
Nao de aeu gosto esse passiof mi- ...^L cllr;n I
, -, n .., o As anellas cstavam abertas. ouigio a
nha querida Cathanna ^ mergiodo do hori.onte o disco, um
de vapores logo iepois
Nao
livre ? disso ella com iodiffe-
reoja... Algura dia vio-mo contrariar
eeus projectos *...
A' noit? despedio-se de Cathanna e
abracou a. Estava tremendo.
- O oue quo toro ? pergnnton ella""" lago tranqu.bo escondendo un
yj que e qu v=i" r* s sau^uinolento. L vautou-se apa u
um pouco inquieta
Mas Holgan deu uma gargalhada :
_ O que hei de ter ?... Nao imagina *.
quanto estou conten* por ir pescar l... '
So tenho um reraorso. .. deixal a s ;
ao menos, nSo me querer mal por isso ?...
No ; fique deshancado.
O
jinha ausen e,u divagar.
que far durante minha aus
i ? .. Quando se est s, o tempo cus- Os raios da luz scntillavam as vagas
U tanto a passar I. .. Eu que o diga I... j e faziam n as parecer a uma enorme massa
- Ira, sem dqvi.a, casa de Mme. i de aVo fundido, levemente agitada na su-
Barbarain Ver^ile Pur u'"a eDul1SSo interior.
_ Eni'nSo se aborrecer muito.. i ^NSo se ouvia s^no o suave murmurio
d'sse elle com os olhou baixos... todos | das ondas.
dessa familia a esti nam .. adeus I... 0| Da repite, -bn Me a porta da sala
terapoest muito seguro.. nada receie i Thereza levantou-se, telendo um gesto,
no- mim 'tOIUO Par* rePell,:' aiDa aPPft^9ao
- Ob l nada reeeio I respondeu distra- i Cu hornera aUl eslava, pallido e triste :
bida, sea notar a cruelaade que commet-1 H,lgn.
D?sulpe-u)e bu a venho interromper e
ha.
minha mai... espero um pouco... nao se
devem demorar /...
E voltou-se. Uma onda de sangue quei-
mava-lh as faces. Holgan
serio.
- Ah tanto melhor se est com Mme.
Barbarain... sira, tanto raelher -
Por que *
Nao respondeu. Sentou-se e ficou silen-
cioso. Thereza' approxiinou-jo lhe
- O senhor parece-me preoceupado;
acont-jceu-Ihe alguma desgraja?
- Uma desgraca ?... N3o ; nenhuma...
Diga-me, sabe se sua mai ficar muito tem-
po tora?...
- Nao, nao seu costurne...
- Entilo, posBO esperal-a ?... disse elle
sentauio-se.
Com certeza e iremos depois acorn-
panha-os at casa. a noito est t.lo
bonita i
- Pots sim...
Mas, accrescentou dahi a um momento,
:om ar suspeitoso :
Estava ah, quaudo Catharina che-
gou ?...
Estava sim... respondeu ella tremen-
do.. Que perguntas exquisitas I... Dir-
se-la que nao acredita no que estou di-
lendo '.. .
Oh | minha senhora '. .. sei que nao
.-ap-iz de mentir...
Cojuecvorse mu uiomanto com a cabe-
prestes a adormecer. A la ia a entru M mos, os grossos dados nos ca-
bello!: desgrenhados; de repente, levantou-se
bruscamente... deu dous ou tros pasaos
pola sala... e disse com voz abafada :
Puis bem, nao, Thereza, preciso
que lhe diga, n5o aorodito-a.. Oatharina
nao veiu... nao est com sua mai ..
Senhor Holgan 1...
Sim, eu nao devia davidar, uma vez
que a senhora, to boa, tao meiga to ho-
nesta, o affirma I... Mas nao minha cul-
pa.... mais forte do que eu... Se quer
que acredite-a, muito simples... diga-me:
onde est Mme. Barbarain 1 Onde est Ca-
tharina ?...
Mas... minha mai nao me disse..
Sua eraocao, Sr. Holgan, me admira v me
entristece... Catharina e minha mai estilo
instante coberto de vapwes e
limpelo e brilhante.
Durante alguns segundos paroueU incen-
diada a superficie do mar, emelb.tnte a
um crime
ma bri-
a, quo logo cessou: profundo suspiro da
rodeado de toda a megestade.
Aiumiava oe perto a paiieagem, mas dei-
xava tuo, ao longo em urna indeciso
njystorios, onde a imaginaclo comprazia-se
FOLHETIH
me*
O COKCNDA
n
POR
fO 711 Ll
-

QUARTA PARTE
O PALACIO iUl
(Continuajao do n. 34)
X
seiam p?lo caes... que:n sabe nao estarlo
agora em sua uaaa ? .. Em que essa au-
sencia poda inqoietal-o a osse ponto?...
Nunca o i assim '...
Ah! qu3 nlo sabe... nao, nao sa-
be 1...
Interrompeu-30 ; assaltado de repente
por uma suspeita, agarrou as maos de The-
reza e, cravando-lhe um olhar ancoso, pro
curou ler-lhe n'alma.
Thereza sentiu se desfallecer... Ira elle
adivinhar ?... Entretanto foi corajosa.. n2o
abaizou os olhos... nao fraqueau... e at,
sob o olhar quasi cruel desse hemem a
quera amava, que temia e va soffrer, te-
ve a triste coragera de parecer alegre e
poder 8orrir!...
- ^ao, repetiu elle, fallando comsigo
mesmo, nao pole saber... E at se Ih'o dis-
sessem... nao comprehenderia... adens,vou
ver se acho Catharirra...
Seu rosto tinha uma expressao m. Tlie-
rea teve me 1o, outra vez. Que tempes-
tade rugia naquulU alma?... Que ainistro
project meditava?
E passavam-se as horas e Gilberto nao
voltava.
Sr. Holgan, nSa pode duvidar de mi-
nha palavra... quando lhe digo que Catha-
rina est com minlia mi... ero vez de par-
tir... deve espera!-as... Tem alguma repu-
gnancia em tirar junto de mim .. quando
estou sosinha?...
Como pode pensar semelbante cou-
sa?...
Pois o que est parecendo.. -
Nao, nao sinto repugnancia alguma...
tenho ao contrario muito prazur de estar
aqui... como uma familia que encontrei
em si, em sua mili... e em seu ir mao. ac-
crescentou fazendo um esforjo... poaso
at dizer que os minutos mais felizes
de minha vida passarainse nesta casa...
Mas tudo tem um fm.
Por isso ha de acabarse ? Tem al-
gum motivo de queiza contra nos ?
Joao Holgan suspirou e nao respondeu.
permaneca I Achava se junto da porta com o chapeo
na mo e quera partir. Thereza impedia-
Ihe a saluda.
E' precioso que eu saia ; sim, pre-
ciso ...
A joven torcia as maos, presa de nm
desespero supremo e entretanto conserva-
va no? labios um eterno sorriso.
Se o deixass partir, quera sabe o'que
poderia acontecer?... Se sorprendesse
Gilberto e Cathiraa, quem sabe se este
colo8so calmo, terrivel e perigoso como
toda agua doriuont6 nao os eamagaria com
a.9 maos poderosas ?
Fique, pejo-lhe que fique daqui
a pouco chegar minha mai,.. e lhe dir
o que bou ver... Poder ento ezplicar-
lhe, melhor do que a mim, seus receios,
suas inquietacS-s... Estou certa que, logo
que a ti ver ouvido, ti; ir socegado...
Nao, nao, porque me contrara?...
R :tire-so, Thereza, doize-me passar...
Nao qaer?... Entretanto nao desojo em?
pregar a forja... teria rdceio de magoal-a.
Ah Thereza, pejo-lho... preciso que eu
saia...
Meu Deas I murraurava ella,
lhe hei de eu dizer ?
Nao me faja acreditar que est de
combioajSo com elles-..
De coipbinacSo com quem ? Por
que ? diga-o, Sr. Holgan.
Oh nao, Thereza, disse elle sup-
plicantn, como pedindo perdo.
Nao, nao. possivel .
!a?..
que a assusta
raedo
Es-
cutando-o nao sei porque sentame orgu-
Ihos.-i, veado-o tito grande no meio dos
perigi>8.
Mas erara historias
vam e e eu tinha reeeio...
NS1, Sr. Holgan, eu s tinha
por si...
S t 11 -se m.'do pr quelles que se
ama, respondeu o pescador i-om gravda-
de... e j coraprcbenli qu?, so desde que
estou aqui, a senhor a tem meio .. no
por mim... confesso '...
Thereza ficou interdicta, balbuciou e
nlo achou o que responder
- E' por affeijao que fwz tantos^ esfor-
cos para conservar-mo, esta noite, ao p
de si?... Por aff-ijao que me dirige to-
das i-ssas pdlavras... eui coatr idijr-t^, tal-
vez, cora o corajo ? Se tomasse ao p
da lettra, o que s' dizendo < se fosse
bastante ingenuo, para interpretar seus
olharcs, que ida formara eu?... Nem
quero ezprimil-a em voz alta, com reeeio
de fazcl-a corar...
A joven le -ou ;.s oaos ki paito, quasi
desfallecida...
Nao tenho de que corar. Por sso
insisto para qus fique junto de mim. O
que pode impedl-o de demorar-se mais
alguns minutos?
Que pr^ssa tem era partir?
Adeus, Thereza, adeus !
E repellio-a brandamente.
Thereza segurava-lbe o braco.
Um momento, para retel o ainda, teve
vontade de patentear-lhe o segreJo de seu
corajao.
Se lhe dsjsesse como elle conseguir
que
U
clladi
Depois da ana priso, o rosto de Lagar-
dre estava de marmore.
Respondeu com um tom calmo e respei-
toso :
Ateza, nio reeeio que repitam o que
se passou entre mim e j Sr. de Gonzaga.
Quanto segunda aecusajo, deserabai-
nhei a espada, verdade ; maa foi para
defender uma senhora. Entre as pesseas
que esto aqui, muitas podera servir de
testemnnhas.
Havia all meia duzia.
So Chavfrny respondeu.
Esto senbor diz a vtrdade. Henri-
que olhou para elle admirado o vio que os
seas companbeiros o cenaoraram. Mas o
regente, que esteva muito fatigado e qoo
ria dormir, nSo poda demorar-se muito
tempo com estas bagatelas.
- Senhor, continuou eMe, perdoar-lhe-
hian) tudo isto ; mas tome cuidado, ba urna
cousa de que o nao perdoaro. O senhor
prometteu Sra. do Gonzaga que lhe en
Iregan'a sua fiiha. Nao verdade ?
- E' verdade, Alteza, pro.netti.
Envioa-me um mensageiro que
fez em stu Dome a mesma promeasa.
conhel o-bia ?
Sin, Alt-za.
Adivinha, creio, que est na presen
ja de um tribual. Os tribunaes commnns
2o podom conbecer do facto de que o ac
me
R-
cusam. Mas, palavra! aenbor, jaro lhe
qurf ser teite juatija, se o senhor o mere-
cer. On ie est a menina de Nevera ?
Ignoro, resDondeu Lagardre.
Mente exulamou impetuosamente a
prineuza.
Nio, itini.a senhora l Prometti-lbe
mais do que poia, eis tndo.
Houve na assembla um vivo murmurio
de desapprovajao.
Henriqut; eonilnuott, levantando a voz e
percorrendo com o olhar toda a sala :
Nao conhejo a menina de Nevera.
E' insolencia !
O Sr. de Machualt, mentira s sensatas
tradicjSes da polic3, aconselhou inconti-
nente para apphcar naquelle insolente a
tortura.
O regente olhou severamente para La-
gardre.
Senhor, disae elle, reflicte bem no
que diz.
Aheza, a reflexio de nada aerve
verdade, e nao supprime cousa alguma:
digo a verdade.
Supportar isto, Alteza? disse a
princeza, que mal podia conter-ae. Por mi-
nha honra, por minha salvaoio, elle men-
te i Sabe onde esl minha filha, visto que
me disse ba pouco, a dez pasaos daqui, no
ardm.
Responda, orienou o regente.
fclutao, como agora, replicn Lagar-
(ere, disae a verdade, naquelle momento
esperav> cumprir a minh promeasa.
'. agora? balbuciou a princesa fra
de si.
Agora j nao espero.
A Sra. de Gonzaga cabio exhausta so-
bre urna cadeira.
A parte grave da aasiatenoia, oa minis-
tros, os membros do parlamento, os du
ques, oliiavam coiu -uriosidade para aquelle
personagem, cajo aome tantas vezes ti-
nh*o sorpreheudido 01 seus ouvidos no
teopo da sua mccade : o bello L re, Lgardre o espaiachim 1 Aqadle ros-
tj iuteihgente o calmo nio ficava bem em
um iogador de espala vulgar.
Outros, cujo olhar era maia penetrante,
trntavam ver o qus havia, atrave da-
quetle apparente uanquillidade. Era co-
mo que ama resolujie triste e profunda-
mente reflictida.
Om uonfiieatea de Gonzaga sentiram-se
muito pequeos naquelle logar para fazer
ruido. Tinham entrado, grajas ao nome de
seu amo, par:e interassada no debate; maa
o amo nio vicha.
nao disse isso...
- 3r. Holgan, ha muitas semanas que
daizou de vir nossa casa... Minba mai
que tanto prazer tem en val-o. R-gina
que o quer tanto... todos aqui ten notado
una ausencia... Eu, continuou em voz
baiza, quj nao gosto dos bailas e das fes-
tas, que quasi nSo salo, senta vordadeirn
alegria quando sabia que o senhor devia
vir noite... Pensava nisso desde 1 ves-
pera... Porqu* foge de nos agora? Quan-
do Regina pedia-lite que eontasse historias,
nSo v'u qus era eu que a instigava ? Que
causar-lhe i-npressilo, apezar dj siuplici
dade e apparento rudeza que oceultavam
ama bondade magnnima ?
Se dissesse que, logo em seguida ao
salvamento .le Regina, comujara a preoc-
cupar-se seriamente com esse hornera ; que
as noitea tinham-se passado no meio de so
nhos, em que sempre apparecia-lhe o pes-
cador, representando o papel de here, de
libertador ?
A profunda estima que eentio por aquel-
lo carcter, a grande adrairajao que lhe
inspirava aquella coragera devotada e sem
limites, haviam faite nascer um sentimen-
to mais temo, at que ura dia ozperimen-
tara verdadera compaixao pelo here obs-
curo, t2o digno de respeito, ej que ontre
tanio, era mseravelmenta trahido !...
A compaixao trouze o amor.
Sim, teve vootade de patentear o estado
de sua alma, com o ris;o de nao poder
mais olhar do frente para Holgan. J0S0
havia de ouvil-a e at censnral-a; conte-
va cora aso; mas que hornera n5o ficaria
perturbado cora semelbante confissao ?...
Apoderarse hia delle e occupar-lhe-hia a
atteujo... e durante esse tempo passariam
as horas... e cada hora decorrida assegu-
rava a Gilberto mais uma probabilidade
de escapar a Holgan...
Deate modo ira sasrificar-se para sem-
pre e cobrir e luto seu pudor de virgem,
mas Gilberto ficaria salvo. ao menos por
aquella noite... Gilberto, cuja morte leva-
ra ao tmulo Mme. Barbaran:...
Sim, ia dizer tudo isso; e at j mur-
murava eora vi z desfallecida :
- Joao, escute... e nao me leve a
mal o que vai ouvir... Joo... horrivel o
que vou fazer... J0S0... nao adivinha?...
N2j pole conseguir... Invalida por s-
bita fraqueza deizou-se cahir n'uma cadei-
ra e ficou sem movimento... Assustedo,
J0S0 precipitou-Be para soooorrel-a, mas,
nao abendo lidar com senhorai, nao fazia
mais do que chamal-a, pedir-lhe que vol-
tasse a S.
Quando Thereza abri os olhos, viu-ode
joelhos, commovido inquieto. Sem dize-
rem uma palavra olbaram-se por muito
tempo. .. com as mSos unidas.
Nos olhos azues da joven transparecia
ura pouco da affeico que lhe gerrainava
na alma, semelhante floninba humilde
que se esconde e denuncala pelo per-
fume delicado... Que outra eraojo pode-
0 regente continuou :
E foi sobre estas vagas esperan jas
que o senhor esuroveu ao regento de B rau-
ja ? Quando me mandou dizer :
c A lh de seu amigo lhe ser entre-
gue------
E esperava que assim fosse.
Esperava I <.
O homem est sujeito a enganar-se.
O regente cousultou com o olhar Tres-
mes e Machault, que p a recia m ser aeus
consei-.-iros.
Mas, Alteza, ezolatnou a priuc-za,
nao v que elle rouba minba filha 1 Ell-> a
tem, juro lhe. Est escondida ? Foi a elle
que eutreguei minba filha na noite do as-
sassinato ; recordo-rae sei I juro-lhe !
Ouve, senhor ? disse o regente. Um
imperceptivel movimento agitou a fronte de
Lagardre. Debaizo dos seas cabellos
brilhavam gettas de suor. Mas elle res-
pondeu sem desmentir a sua calma :
A Sra. princeza est engaada.
Oh I disse ella com loucura, e nlo
poder confundir este homem !
Bastara urna testemunha, disse o re-
gente.
Iaterrompeu-se, porque Henrique ergue-
ra-se, provocando com o olhar Gonzaga,
que acabava de appareeer na porta prin-
cipal.
A entrada de Gonzaga produzio uma
eutia senaajao. Elle cumprimentoa da lon-
ge a princeza sua mulber e Felippe de Or-
leaus. Ficou junto da porta. Seu olbar
cruz u com o de H-naque, qne pronanuioa
com um tom de desafio:
Que appareja a testemunha e que ou-
se reuouhecer-me 1
Os olhos de Gonzaga moverara se, como
se elle teutesse em vao sustentar o olhar
do aeuusado.
Todos viram isto. Mas Gonzaga conse-
guid sornr e diaseram :
Talvez tivesse compsixZo.
O silencio reinava, entretanti, na sala.
Um ligeiro movimento ouvio-se do lado da
porte. Gonzaga apprJZmou?se e o rosto
auiarellado de Peyrolles aahio da sombra.
- Ella nossa disse elle em voz bai-
za.
E os papis ?
E os papis.
As faces ue Gonzaga tornaram -se cora-
das, tal era a sua alegria.
Ora, grajas I exclamen elle, eu tinha
rallo para dizer que aquella coronada va-
lia o que pesava em ouro.
Palavra 1 responden c facttum, con-
fesso que o tinha julgado mal. Deu no8
ura soberbo encontro.
. Ninguem responde, bem v. Alteza,
dizia entretente Lagardre. Visto que o
juiz, seja razoavel. Quem est na sua
presenja oeste momelo ? Um pobre fidal-
go engaado como Sua Alteza na sua es
peranja. Julguei que podia contar com
um sentiinento que de costme o mais
puro o o mais ardente de todos ; prometti
com a temeridade de um homem que deso-
ja a sua recompensa...
Parou e prosoguio com esforjo.:
Porque piusa va' ter direito a uma re-
compensa.
Seus olhos abaizaram-se mo grado seu,
e sua voz paralysou-se na garganta.
O que tem aquella homem ? pergun-
tou o velho VUleroy a Voyer d'Argenson.
O vioe-chanceller respondeu:
Este homem um nobre corajao ou
o mais infame de todos os bandiloa.
Lagardre fez um esforjo e proseguio :
A sor t* di verti-se com migo, Alteza ;
eis todo o meu crime. O que eu peose
estar em meu poder escapou me. Serei pu-
nido por mim mesmo, volto para o exilio.
Nio ba nada mais commodo, disse
Navailles.
Machault fallava em voz baiza ao re-
gente .
De joelhoa lhe pe jo, Altesa.... ez-
clamou a princeza.
Espere, minha senhora, interrompen
Felippe de Orleans.
Sen gesto imperioso .redamou silencio e
todos se calaram. Continuou, dirgtndo-se
a Lagsrdre :
E' fidalgo, polo menos o diz. O que
f% k indigno de um fidalgo. Ter por cas-
tigo a sua propra vergonha. A sua es-
pada.
Lagardre enchugou a fronte banhada
de suor. No momento em que ia tirtr o
cinturio da espada, ama lagrima rolou-lhe
pela face.
Com a bral resraungou Chaverny,
que tinha tebre e nao sab'u por que prefe-
ra que o mateasen! I
No momento em qne Lagardre entrega-
va a espada ao marques de Bonnvet, Cha-
verny voltou os olbos.
ra Icvantar-Ihe os seios, com aquell-'S mo-
vimeutos^tumnltuosos ? ... Certamente, o
temor poderia pe;turbal-a assim. mas
seria suficiente, para imprimir-lhe no ros-
to virginal, semelbante expressao de ter-
nura ?...
Apezar de muito ingenuo, Holgan entre-
vio instinctivamente aquee amor... e fea
se lhe no espirito um clarao sbito que veio
illuminar certos incidentes, em que havia
reparado sem poder explical-os.
Ento abtizou a cabeja e afastou-se as-
sustedo, como se r-cei isse ler-lhe nos olhos
e quizesse eubtrabir-s^ correte myste-
riosa quo passando das maos da joven para
as delle, podia subir lhe ao corajao...
Thereza hvantou se, foi-se oncostar a
um movel e eoraejou a chorar.
E Holgan, com o corajao aportado, as-
sombrado por aquella revelar-So inesperada,
pensava:
Meu Deus, ser verdade que esta
criauja me ama?. ..
Quiz retirar-se, tugir, sem saber o que
fazia c, quando abri a porte da sala, acom-
panhado pelo olhar desesperado de There-
za,' que nao pensava mais em dtelo,
achou-3e diante de Gilberto, que ontrava.
Vendo-se, tocando-se quasi, os dous ho-
mens recuaram, obedecendo a um mesmo
movimento. Tornarara-sn muito paludo*.
Mas Holgan j sabia dissimular. Bastou-
lhe um segundo para ver quo a roulher no
vinha com o engenheiro... Por consegran-
te escapa va-1 be. .. E teve a coragem de
estender a mo, emquanto 11 no sorriso cons
irangido contrahia-lhe os labios tristes. Gil-
berto estremecen de vergonha, quando,
ainda sob a impressSo dos bsijos de Ca-
tharina, apertou a mo rudo e leal ao sal-
vador de sua irma.
- Jia sabir, dissa Holgan. Desculpe-
me... estou com muita pressa ...
Chegou ao jardim, atordo do e precisan-
do de ar. O rojar de um vestido sobre a
area da alameda fel-o volter a cabeja, no
momento em que j ia sahindo para a ra.
Era Thereza...
Ficaram silenciosos, em face ura do ou-
tro, paralysados por indisivel cinojo.
Depois Holgan abanou a cabeja e disse :
NSo eabia, Thereza, qoo tinha tanto
talento para a comedia...
E retirou-se com o corpo um pouco cur-
vado, acabrunbada pelo isolameno em que
se via, tendo vontade de chorar c morden-
do os beijos, at fazer sangue, para nao
fraquear.
Em meio do caminho, cima das rochas,
parou e contemplou vagamente a noite ; os
fanaes de alguns navios brilhavam como
estrellas cahidas no mar e o pbarol de
Ailly, dominando o vallo da Saine, pro-
jectava ao longe clarSes vivissimos que,
por instantes, atravessavam as trevas opa-
cas da immensidade.
Ouviase o marulhodas ondas, semelham-
te a ama cscate longogua, cujo murmu-
rio fosse trazido pelo vento, a iutervallos
iguaes. Reinava uma quietajo geral.
E Holgan soffria, porque sentia-se eza-
beraute de vida e nSo podi* evitar a tera-
pestade, que se lhe tinha deaencadeado no
corajao.
Era uma dessas nortes serenas, de verio,
em que sente-se o desejo irresistivel.de
passear de bote, embalado pelas vagas,
olbando para as estrellas, felizes, sem cui-
dados, confundindo a propra mediteco
com a meditejio grandiosa e infinite do
co profundo e lmpido.
E, quando assim olhava para a noite,
sem nada ver, tendo voltado a ser o Hol-
gan de outro tempo, sempre inmerso em
profunda melancola, sentio alguem pegar-,
lhe as maos e levat-as fronte abra
em febre... aos olhos banhados de lagri-
mas, quo lhe eorram atravez dos dedos..
Voltou-se e ainda vio Theraza, que fu-
gia..
EntSo dilatou-ae-lhe o peito... aentio-se
menos s... Acabava de descubrir que,
naquella sdidSo, cujo peso eamagava-o,
havia uma outra alma desolada, uma tris-
taza irma da sua I (Continua.)
J nao estemos no tempo, coetinuou
o regent, em que se qaebravara as espo-
ras dos cavalheiros convictos de desleal-
dade, mas ajnobreza eziste, grajas a Deus !
e.a degradajao a pena mais cruel que
mais o direito de usar espada. Affastom-
so, ineus senhores, e desn-lhe passagem.
Este homem nao diguo de respirar o
mesmo ar que os senhores.
Por um um instaute, dir-se-bia qne La-
gardre ia sacudir as columnas daquella
sala, e, como Saosao, sepultar quelles pbi-
listeus debaizo dos seus destrojos. O seu
rosto vigoroso ezprimio a principio uma co-
lera tao terrivel, que os seus visinhos afas-
tarara-e, mais por meio do que para obe-
decer ordem do regente.
Mas a angustia succedeu era breve 4 co-
lera, e a aogustia deu lugar aquella calma
resoluta, que elle mostrara desde o cornejo
da seas>.
Alteza, disse elle, inclnando-se, aoei-
to o julgameoto e nao appellarei.
Uma longinqua solido e o amor de Au-
rora, eis ahi o qnadro que passava diante
dos seus olhos. Nao Valeria isto o marty-
no ? Dirigio-se para a porta no meio do
silencio geral. O regante tinha dito em
voz baiza princeza :
Nada receie, acompanhal o-h&o.
No meio da sala Lagardre vio na ana
frente o Sr. principe de Gonzaga, que aca-
bava de deizar Peyrolles.
Alteza, disse Gonaaga, drigindoae
so duque de Orleans, impejo a passagem
deste homem.
Chaverny esteva em uma agtejSo ex-
traordinaria. Pareca que tinha desejo de
precipiter-se sobro Gonzaga.
Ah I disse elle, se Lagardre tivesse
ainda a sua espada.
Par que motivo impede a passagem
a este homem ? perguntou o regente.
Porque a sua justja foi engaada,
Alteza, respondeu Gonzaga. A degrada-
jao da nebreza nao o castigo que con-
vm aos assassinos.
Houve grande movimento em toda a sa-
la e o regente levantou-se.
Este homem um assassioo disse
Gonzaga, que colloou a espada no hom
bro de L gardre. E podemos affirmar
que segnrava com firmeza nos copos.
Mas Lagardre nao tentn desarnal-o.
No meio do tumulto goral, porque os
partidarios de Goniaga soltavam gritos e
apparentavaiu faier-Ihe carga, Lagardre
soltou uma grgalhada convulsiva.
Afastou a espada e agarrn no pulso de
Gonzaga, ap-rtando-o to violentamente
que a arma cabio. Levou Gonzaga ou antea
eropurrou o at mea*, e, mostrando-lhe a
pode.oVrerumsold'auo. .-enhor, nao tom mo que a d6r conservara^aberta, iliase
P .. .. ___i. ...-_ ,^.~ n a<\i\ aihrn uma nrufuada Bjcatriz.
com o dedo sobre uma prorueda eatriz
A minba marc Reconhejo a mi-
nha marca
O olhar do regente estava-sombrio. xO-
das as respirajSes suspensas parara m.
Gonaaga est perdido murmurou
Chaverny. Goniaga teve uma magnifica
audacia.
Alteza, disse elle, ha dezoito auno
que eu esperava isto I Felippe, nosso ir-
mo, vai ser vingado. Este feriuieuto re-
oebi-o defendendo a vida de Nevers.
A mo de Ligardre aoltou-6e e o seu
brajo cahio ao longo do corpo. Ficou um
nstente aterrado, emquanto que um grito
ouvio-se na sala :
O assassino de Nevers 1 o assassino
de Nevers I
E Navailles, Noce, Choisy e todos os ou-
tros aocresoenterara :
__O diabo do Corcuda bem nos tinha
dito I
A princeza coIIojou as mos no rosto
com horror. Nao se moveu esteva dea-
maiada. Lagardre parecen despertar quan-
do os guardas, tendo sua frente Bonni-
vet, o cercaran, a um signal do regente.
__Infame 1 disse elle, como um leXo
que ruge, infame 1 infame I
Depois, atirando a del pasaos Bonnivet,
que quiz por-lhe a mo na golla ;'
Tira-te d'ahi 1 exolmou elle com voi
estridente ; aquelle que me tocar morre.
Voltou se para Felippe de Orleans e ac-
crescentou :
Tenho um salvo-oondacto de ba Al-
teza Real.
Dizendo iato, tirou do bolso do gibo um
pergaminbo e abrio-o.
__Livre, acontece o que acontecer leo
elle em voz alta, Sua Alteza o esureveu e
assiguou.
Sorpreza I quii dizer Gonzga.
Desde que houv um embuste, accres-
centaram os Srs. de Tres mes e Machault.
O r'geoteordenou siteario com nm gesto.
Querem dar razo quell s que di-
zem que Felippe de Orleans tem mais de
uma palavra ? exclawou elle. Est es-
crpto e assignado ; esto homem est livre.
Tem quaremta e oito horas para passar 1
ronteira.
Lagardre nio se moveu.
__Ouvio-me, senhor, disse o regente,
com aspereis, saia!
Lagardre comejou a rasgar o perga-
minbo e atirou os pedajos aos ps do re-
gente.
(Cntmuar~-te-hai
'%

\


*



' '

Tvp. do Mario ra Duque de Casias n.>* j



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