Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19810


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Full Text
- ANITO IIIII IIHEO 33
PARA A CABTAL E LL'fiARB ONDE NAO SE PA Por fres rosees asliaotados......"*!........ 6(500
Por seis ditos dem.......... ',...... 1^00
Por uro auno idem................. 2300
Cada numero avulao, do mes nao dia............ ($10
SSITHEIBA 11 DE MEMO DE 1881
PARA DENTRO FORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por um auno idom................
Cada numero avnlso, de dias anteriores.
13*500
20*000
270100
0100
''





-

Os Srs. Amede Prlnee A C.
de Parla, si os nossos Agente
exclusivos ve annunclos e pu-
blcacdes da Franca o Ingla-
terra
Propriefrai* he lanoel Siffrma he -tarta 4 Jtp*
_________________*
TELE6RAMHAS
sss7i;: ?aST:::3 so susio
PARAHYBA, 10 de Fevereiro, s 12 ho-
ras e 50 minutos da tarde. (Recebido s
3 horas e 30 minutos, pela linha terrestre.)
Asjai chegou boje o vapor PIRAPA-
MA da Companbla Pernambacana.
Negu a tarde para o Beclfe.
s:ir::: ba sss:: 2:vas
(Especial para o Diario)
PARS, 10 de Fevereiro.
A rommiisai) da Cantara do* Depu
fados adoptou em tbeae urna propos
ta de lei aobre u eparacio da torreja
do Estado.
LONDRES, 10 de Fevereiro.
O Sr. GoMcbea. cbanceller do Tbe-
souro. foi elelto membro da Cma-
ra do* Comniims por um dos dtstrl-
etos de Londres.
Agencia Havas, filial em Pernambnco,
10 de Fevereiro de 1887.
INSTRBCCaO POPULAR
HTGIBNB Di AUHENTAQO
(Extrahido)
DA BIB.IOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
A boa regra seguir |as tendencias naturaes
urna vez que estas se nao achara revertidas pela
dcencas.
A alimentacao, pelo que dis respeito s idadei
urna questao importante
A creanca quando nasce, e durante os primen os
anuos de existencia ou um pouco mais, necessita
de encontrar ji preparados os alimentos reparado-
res o plsticos, asaim como os respiratorios ou hy
dr-carbonados que lbe sao precisos, porque o seu
apparelho digestivo nao est aioda disposto para
digerir as substancias completas de que mais tarde
ba-de nutrir-so.
I Nao tendo anda dentes, e nao podendo por sao
triturar alimentos solidos, nao sabe servir-sedas
mitos para levar bocea a comida ; n'uma palavra
est anda muito atrasado o seu desenvolvimento,
para que possa nutrir-se como um adalto.
O leite satisfaz (como vimos) pala sua composi
(o, e pela boa harmona em que nelle se acbam
os seus elementos componentes na proporcao rela-
tiva, a todas as necessidades da alimentario da
creanca,e deve por i sao bastar-lbe.
Mais tarde, quando o periodo da latacSo termi-
na (isto na cranla com um anuo ou pouco mais
de existencia), o leite j por si s suficiente pira
reparar as perdas que a creanca experimenta (per-
das nao s devidss ao exercicio repetido que faz,
mas principalmente causadas pelo sea crescimento
u desenvolvimento) ; e entilo sSo> lbe necessaros
alimentos de outras naturesa.
[(Continua)
JARTE OFFICIIi.
aiimeniaeao
>m
MHfllelente
J^aW
e i ni i ni
a'
(Continuaba o)
N j fm deste livrnbo encontrar* o leitor as ta-
bellas que hoje regulam a alimentario dos mari-
nheiros e dos alumnos marnheiros. Nao nos de-
vemos envergonhar oeste ponto. Portugal ni)
dos pases em que estas tabellas sejam mais sujei-
tas a critica. Oxal o mesmo se pudesse diser da
.alimentacao do soldad}, entre a qual nao temos,
infelizmente, dados escriptos, mas que nos atreve-
mos a affirmsr, sem receio de contestaco, ser a
peior possivel.
O rgimen insuficiente nao tera s effeitos indi-
viduaes desgranados ; exiendc-se os seus mos re-
sultados especie. Quur dizer : o desequilibrio na
alimentaba) nao s inflae no individuo, minoran-
do Ihe as forcas, depauperando o organismo, rou-
bando lbe a saude o impedindo o seu completo
desenvolvimento, mas tambera inflan na geracoes
que d'esses individuos, mal e incompletamente ali-
mentados, se originam.
' curi so o estudo estatistico a este respeito.
Acbou se, por exemplo, ba bastantes anuos, que a
relaco entre a mortalidade dos ricos, comparada
com a dos pobres, (em 100 indvi !uos) o dobro
oestes com referencia quellea !
A alimentadlo insufficiente produzindo a consti-
tuido lymphatica, racbitica e escropbulosa, causa
o definiain.'uie d s geracOes, augmenta o numera
dasdoenca* dupl ca a mortalidade, e pode at des-
p vjir iiim certa loealidade, do mesmo modo que
ceita .jVei.c'is eu.l-ra'cas (r) produzera este tris-
tissimo resalid I .
Vlcnn esa Frajc i c Qute'et na Blgica acha-
ram, |!a mintiati m, que a estatura mais eleva-
da n geni-- rica de que noa pobres.
AAkq -lijad-. es' t,.mbcra em proporcao eom
ari |'ie.i ii aln- iitacaVt, ou ata com a boa ali-
mentac o iiue nao quer diser que os pobres te-
iili-iu :ii i.oi fi i que os ric.-s, ciliados nai em
gran les cruoo, raas considerados s em familias
e era e-'rtas profifcocs e pcscea sociaes (**)
Poli-so dizer que o melh >r elemento de popula -
cao de um pas a sua ferti'idade. As fomes d-
niii.uem as populaces. Esta ce usa demorte,em
eertoi paizes notaveis pela fecundidade escessiva
que Ibes dio ks con Jiges climatricas, (per exem-
plo, na China),serve d ; correctivo ao excessivo
augmento da popuhcilo.
Quando traannos da bygiene pubiiea, aponta
remos muitas cousas interessautes a este respeito ;
aqu somos forjados, peUs limites deste livro, a
por ponto na questio.
Da alimentacao considerada oni
relaco aos sexo*. Itladea e di
versos (eneros de vida
A organisaco da mulher, o genero de vida m i
nos activa em geral que a do bomem, a sua natu-
ral inclinacio para os hbitos sedentarios, o seu
menos consideravel deseuvolvmento muscular,
sao circumatancias que apriori nos levam a admil-
tir, como boa regra bygieoiea para ella, nma ali -
mentac i menos abuu (ante, rgimen mais vegetal,
menos frequenoia as refeicOes. E, com eff:ifo, a
mulher naturalmente dada a estes hbitos.
Jase entende que nos referimos aqu mulher
da cidade, que vive como mulher e se entreg
tio smente aos mistres prjprios da sua condicAo
feminil.
A mulher do campo, a que habita doj Irabalhos
agrcolas, acompanbando o bomem noa seus labo-
res, essa adquire (por assim diaer) sttributos viri
e precisa da nutricio apropriada ao honv in de tra-
Ibado.
Note-6e tambem que, se a mulher precisa d re-
gimen alimenticio mais moderado que o do hointm
(rgimen em que predominem os vegeta-s,) na
molheres que mal se alimentara, pref-nndo eer'o>
attributos de urna falsa belleza s qoalidades qu-
devem ter como animal, oorginismo resente-s_,
a saude alteras3 sobrevein a anmia com o conejo
de seus mos resultados ; a mulher Uruu-s emio
intil e incapaz de preenchor a sus elevada mis-ao.
Xo julgam ;s necessario formular rrgras a este
respeito.
{) Endmico quer dizer :proprio da um lu?ar
de ama trra, etc.
(::;) Ha quem attribua alimentacao em que
saperasunda o peixe e o marisco, a causa de omor
fecundidade.
Ooverno da Provincia
EXPEDIENTE DO DA 8 DE JAXEIRO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia resolve, de accor-
do com a autorisagSo contida em telegramma do
Ministerio da Fazenda, de 30 deDezembro prxi-
mo fiado, marcar o prazo de 30 dias so Ia escrip-
turario d'Alfandega do Para, addido a desta pro-
vincia, Eutiebio Mon Jim Pestaa, para recolher-
se sua repartico.
O presidente da provincia, tendo em vista o
que representou o inspector geral da Instruccao
Publica, em officio n. 3, de 4 do corrate mez, re-
solve, usando da facoldade que lbe confere o art.
1 do regulameoto de 'i de Fevereiro de 1885, que
se execute o art. 19 nico do regulamento de 17
de Selcmbro de 1880 e o art. 3 das instrucces
de 22 de Outubro de 1881, pela seguin'.e forma:
Art. 1. O pret mdeute matricula na Escola
Normal dever exhibir certidao de appro vacio em
exame feito em escola publica, das materias do 3
grao do easino primario.
Art. 2.* Os que nao o exhibirem deverSo sub-
metter-se a exame perante urna commisso com-
posta do director da Escola Normal e dous lentes
por elle designados, preferindo os das aulas pra-
ticas.
Art. 3." O exame versar sobre leitura, escripia
e calculo, bavendo as seguiutes provas :
1 Leitura cor rente ;
2 Leitura explicada ;
3 Escripia em bastardo ;
4 Escripta em bastardinbo;
5 Escripta em cursivo;
6 Problema sobre addicao;
7 Problema sobre subtraccao ;
8 Problema sobre multiplicacio ;
9 Problema sobre diviso.
Art. 4. No julgamento das provas escripta ter-
se-ha muito em vista a calligraphia e as faltas e
erros ortbograpbicos. Keraetteu-se copia ao ins-
pector geral da Iustrucco Publica.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeren Anisia Augusta do Amaral, nomeada por
acto desta presidencia, de 3 de Novembro do anno
paseado, professora da cadeira mixta da Ilha, em
Barreiros, e tendo em vista a informacio n. 2, de
4 do corrsnte mez, do inspector geral da Iostruc-
c;io Publica, resolve nos termos do art. 41 do re-
gulamento de 6 de Fevereiro de 1886, transferir a
referida cadeira para o povoado Sant'Anna, em
Jaboatio, passando a admittir alumnos de ambos
os sexos a 2a cadeira de ensino primario do sexo
feminino d'aquella localidade, regida pela profes-
sora Candida Francisca de Menezes MoraesRe-
mettea-se copia ao iusp-e'or geral da Iustrucr;So
Publica.
Officios :
Ao commaadante das armas. Com a infor-
m icao junta, por copia, do director do Arsenal de
Guerra, de honfem daUda, sob n. 797, respondo
ao offieio de V. Exc, de 3 do correte, sob n. 4,
relativo aos 6,000 cartuchos de festim, para armas
Spencerde que trata o pedido dicommaudante
da cempanhia de cavallaria, que v.-io annexo ao
citado officio.
Ao inspector di Thesout-aria de Fazeuda.
l-metto a V. S. para os fina convenientes, as in-
clusas notis do gis coasumido no Arsenal de
(u-rra, dorante o mez de Dezembro fiado, na
quanti lade de 6,900 ps cbicos, e bem assim a
inforidaco junta por copia do engenheiro encar-
regado das obras militares, de bontem datado, s u. 91, relativsmeate ao m-snio consumo.
Ao mesmo.Commuuico a V. 8. para os de-
vidos it-.s que a vista da autorisaclo contida
em telegramma do Ministerio da Fazenda, de 39
le I) ze.nbro prximo fin lo, marquei hoje o prazo
de 30 dias ao 1 escnp:uraris da alfandega do
Para ad liilo desta provincia, Euychio Mondim
Pestaa, para recolher-sf a sua repartico, ficando
assim preju Inv.do o requerimento aunexo a infor-
raaeio dessa Thsourari de 30 di citado mez,
n 259.
Ao ni sn >.C) nraunico a V. S. para os fias
c ai venientes, qu- nesta data autorisei o inspector
de Th-souro Provincial a\nandar indemuisar op-
p irtanameute os cofres ger^es da importancia de
66J|100, proveniente dos artigos de que trata a
inclusa nota fornecidas pelo Atseual de Guerra a
guarda cvica, nos termos da ordam desta presi-
dencia de 22 d8 Outubro do anno prximo passa-
do a qo allud a inf>rm telo d'aquelle inspector
de 28 de Dzembro ultim), n. 338. Commuoi-
eiii s- ao e ,m n i Unt- d corpo dii polic a e ao
diroutor do As 'nal de Guerra. '
Ao vareanMnde V. S. pagar a Jo5o Do-
miogu a da Silv Pialo de MmeMs Guimar^es
ua oiif rmi lade do aviso do Ministerio da Gucrri
de JO de S-iembr. de 1872, a que se refere a in-
fonnavo deas i Thesouraria de 29 do Dezembro
lo aun o p. xono dudo sob n. 891, a importancia
d l'OO'). de que trata a inclusa cinta prove-
niente da i.-sj ti ci'n o enterramento do alteres
do/2 bataiha -I icrfascarta Joao Ayres da 8ilva
Moiir^, qu- f.lleceu a 2 d> citado mea sem deixa
recursos.C.mnuu nc m-su ao commandante das
ai mas.
__ \o ine-mo.Na cioformidade dos avisos do
reagentes fornecidos pelos pharmaceuticos Rou-
quayrol & Freres e Bartboloraeu & C. Succes-
sores, repartico da Sajc do Porto para desio-
tec$3o de navios.
Ao mesmo.Remetto & V. S. para os fins
convenientes, copia do aviso do Ministerio da
Guerra de 28 de De embro ultimo, o relativo a
concesso de crdito verba fardare ento, do exer-
cicio de 1885 a 1886, para occorrer a despeza pro-
veniente da manufactura de pecas de ftrdamento
do Arsenal de Guerra durante a 2* quinrena do
mez de Juubo do anno prximo paseado.
Ao mesmo.Para os devidos fins, commn-
nico a V. 8. que o bacharel Lindolpho Hisbello
Correia de Araujo assumio no da 1 do corrente
mez o exercicio do cargo de juis substituto dosl
Feito; da Paseada e 5o districto criminal da co-
marca do Recite, para o que foi designado por por-
tara dc3ta Presidenci. de 17 de Novembro do
anno prximo passado.
Ao mesmo.Nao tendo sido at agora remet-
tido esta Presid^ncis, como exigi em officio de
13 de Dezembro o lvro da antiga matricula de es-
cravos do municipio do Bom oasclh i, feita em
1872 e 1873, sirva-se V S. de determinar ao res-
pectivo col lector geral que com urgencia cumpra
o que lbe determiaei sob pena de desob 'dieacia
fazendo registrar o dito livro na agencia dos cor-
reos.
Ao mesmo.Communico a V. 8. que o vapor
Giqui seguir para o presidio de Fernando de
Norooha no dia 11 do corrente ao meio-dia. Fize-
ram-se as devidas communicaces.
Ao Dr. Inspector da Sais do Porto.Re-
metto a V. S. para os devidos fias, copia do aviso
do Ministerio do Imperio de 27 de Dezembro do
anno prximo psssado n. 5,917, relativo a des-
p:za com o fornecimento de drogas e reagentes
para desinfeceo de navios.
Ao Inspector do Tbesouro Provincial.Ap-
proTO a arrematadlo feita por Jos Elias de Ol -
veira do fornecimento de alimentacao e dietas aos
presos pobres da Casa de Detencio relativo ao tri-
mestre de Janeiro corrente a Marco vindoura me-
diante o abate de 1/2 % sobre a diaria de 420
res e a observancia das novas tabellas em vigor.
O que declaro a Vmc. para os devidos fins e em
resposta ao seu officio da 23 de Dezembro ultimo,
n. 323.
Ao mesmo.Mande Vmc. pagar, uas termos
da sua nforinaca i de 30 de Dezembro prximo pas-
sado, n. 341, a importancia de 12000, de que
trata a inclusa conta, proveniente da despeza feita
por Parisio Ribeiro de Souza com o enterramento
do soldado do Corp i de Polica, Manoel Joaquim
Mamede, fallecido na cidade de Jaboato em 12
do citado mez.
Ao mesmo.De accordo com a informacio
contida no officio desse Tbesouro de 28 de Dezem-
bro do anno oroximo findo, n. 338, mande Vmc.
indemnizar opportunamento os cofres geraes da
quantia de 6601000, provenoste dos artigos de
que trata s inclusa nota fornecidos pelo Arsenal
de Guerra Guarda Cvica nos termos da ordem
d'esta Presidencia de 22 de Outubro do referido
Bacharel igostinho de Carvalbo Dias
Lima. Sim, com ordenado na forma da
lei-
Camo Lias do Amaral Aragao. In-
forme o* Sr. engenheiro ebefe da rspartigao
das Obra Publica.
Ten|te Francisao Pereiri do Lago.
Informe o Sr. Dr. juiz municipal do termo
de Nazaretb.
Joaqoim Jos ,da Silveira. Informe o
Sr. inspector da Toesouraria de Fazenda.
Maooel Nunes Correia. Neg provi-
mento ao recurso em vista da inf irmajao
da Caujhra.
Bacharel Paulo Caetano do Albuquerque.
Sim, com ordenado na forma da lei.
Secretaria da presidea^ia de Pernam
buco, em 10 de Fevereiro de 1887.
O porte iro,
;, Francelino Chacn.
N. 101. Secretaria do polica de Per-
nambuco.1.a seccAo em 3 de Fevereiro
da 1897.Illm. e Exm. Sr. Em respos-
ta ao officio de V. Ezc. datado de 25 de
Janeiro ultimo, em que maada-me infor-
mar ajorca de urna noticia publicada no
jorn.il Provincia do mesmo dia, na qual
aecusade o subdelegado do 2. districto do
termo do Cabo, de urna violencia por elle
praticada contra Jos Poreira da Fonseca,
mandoi ouvir o respectivo delegado de po
licia, que, a tal respeito, ministrou-me em
data do 1.' do corrente, a infonnacAo que ;,
em original submetto consideracio do V.
Exc. a quem Dous guarde. IIIm. o Exm.
Sr. Df. Pedro Vicente de Azevedo presi-
dente da provincia. O obefe de polica
Antonio Domingos Pinto
anno.
Ao Director do Ars.nal de Guerra.Com-
munico a Vmc- para os fius convenientes, que se-
gundo consta de pirtk'ipacao da Intendencia da
Guerra, de 29 de Dazembro findo, foram embar-
cados no vapor Baha, chegado do sul, dez caixes
contendo medicamentos, drogas e mais artigos
destinados s pharmacas mlitares d'esta provin-
cia e do presidio ** Fecnande de Noronb.
Ao mesmo,Autoriso Vmc, de accordo com
a sua informacio n. 792, de 5 do corrente, a
transferir para a companhia de operarios milita-
res desse Arsenal, na forma dos artigos 177 e 178
do regulamento n. 5118, de 19 de Outubro de 1872,
os aprendites artfices mencionados na relaco
annexa citada informacio.
Devolvo>lbe, como pede, o termo de inspeccio a
a dita relacio que acompanharam a mesma infor-
madlo.
Ao juiz de paz presidente da junta de alis-
tamento militar da parochia de Nossa Senhora da
Conceic3 do Itamarac.Devolvo a Vmc. o in-
cluso alistamento dessa parochia afino de que, na
form do art. 24 do regulamento n. 5881, de 27 de
Fevereiro de 1875, c remetta ao juiz de direitc da
comarca de Iguarass, presidente da junta revi*
sora do mesmo alistamento.
Portaras :
Ao 8r. presidente da Cmara Municipal de
Granito.Em resp ista ao officio de 5 di Sctembro
do anno passado, declaro a Vmc. que se a luz des
tinada para a cadeia foi gasta na casa da Cmara,
quando esta servia de cadeia emquanto se concer-
tava o respectivo predio, segundo informa o dele
gado, durante o tempo da prisio de Joo Miguel
da Silva Barros a despeza sem ore luz de cadeia,
para a qual existe verba no orcamento municipal.
Saja, pirm, exacto ou nao oque dis Vmc. em
contestaco ho que informa o delegado, Cmara
e nao a Vmc. compete deliberar sobre o assumpto.
Chamo a sua aiteuco para o art. 64 da lei do 1
de Uu'ubro de 1828, o qual determina qne as re-
presentaco-8 s autoridades superiores sejam ag-
signadae p >r toda a Cmara.Remetteu-se copia
Cmara Municipal de Granito e ao respeetivo
delegado de polica encarregado do expediente.
Recommendo Cmara Municipal do Rio
Formoso que remetta secretaria desta presiden-
cia, os documentos .com proba torios da despeza de
que faz meaja o no balanco annexo ao seu offieio
de 21 de Dezembro findo afim de seren opportuna-
mente enviados Assemb'a Legislativa Provin-
cial, conforme determinam os arta. 81 e 82 da lei
n. 1221, de 21 de Janeiro de 1875.
O Sr. Gerente da Compaubia Pernamb c ina
faca transportar ao presidio de Feruando de No-
ronha, por cont. do ministerio da guerra, na pri-
raeira opportunidade, um "olume pesando 18 kilo-
grammos contendo 10)0 saceos ira cartuchos de
pecis de artilhana daju -He presidio.Communi-
cou-se ao director do Arsenal de Guerra.
XP8DIEKTE DO SECB8TBI0
Ao inspector do Th.'souro Provincial.--De
ordem de 8. Bxe. o 8r. presidente da provincia,
remetto a V. 8. 50 exemplares impressos do regu-
lamento exp-dido a 4 de Novembro do anno pr-
ximo pissi lo em additanento aos de 13 do Agos-
to de 1886 c le 42 de Agosto de 1885 para a ex-
traccao das loteras a bem 'lo fundo de emancipi-
V-i i e da educacio de ingenuos da Colonia Isabel,
afim de serem distribuidos cutre essa Tbesouro e
o thesoureiro de taas loteras.
Ao jugenhe;ro fiscal da estrada de ferro do
Reeife ao 8. Francisco. De ordem do Exm. 8r,
presidente da provincia, communico a V. 8. que
tiveram hoje destino conveniente os documentos
que acoinpinharam o seu officio de 3 i de Dezem-
bro ultimo s >b n. 129, hoje recebido.
Ao gerente da Caiza Fiii .1 do Euglis^Bank
of Rio de Janeiro Limited, nesta cidade.Do or-
d m do Esm. Sr. presidente da provincia, acenso
Minate.i> la vUrn.ha de 9 d Dezembro de 1859 reeebiinento di offie o de hontem era que V. 8.
e 13 ic Jau tro, 15 de 'ia ao e 21 de Dezembro
de 1879, a i* qna c rafas a informacio desa
Th-snur.iri i d 23 de Dezonbr do aono prximo
pastad '. H82, male V. f pagar ao almoxarif.-
ao sen-vio rio Arsenal de Wari'ihi, Francisco de
Pan'a R -IritfU s de Almeida, durante o ternpo do
nveni ,ri i i entrega dos objeeUis que se acha
vaoi su Cirg-i, a'gralifieacl' d< lugar do almo
X-*nie.
Ao m"-ino.Coinuiunic > a V. 8. para os fins
o ivinienu-s qu- p->r aviso le 27 de Dezembro do
ain pri iie> passado, u. 5 '17 leelar>u-me o Exm.
Sr. m n s'.-ro d i nnp- rio fie .r conced io pela v rb
- ivirri' (>iirlic> do exem-i f 1885 a 188, o
hii_' e. i 0> ere i. i t :..i. :in eitsa Tnesoiirai u d 17 d; Novembro
io ni -mi ndii", u 803. -itra occorrer ao pga-
me Mo de diversas coutas relativas a drogo e
enviou o batanete das operaces efiectuadas por
timo.
Matati mutandu ao agente da Caixa Fi-
lial de Liudon & Brasiliao Bar.ek Limitad, nesta
cidade
DESPACHOS DA PRESIDKSCIA DO DIA 9 DE
FEVEUEIBO DE 1887
B charol Alfredo Seraphico d: Assis
Carvalhi.- Co uo roqoer.
O lui'smo. Justifico asfaltas Dopois
d-s notado na seclo do archivo da secre-
taria da presideocia, rdinotta se este w-
queri milito ao Sr. inspector da Th"Soura-
ru do F.acuda para os fins oonvonientess
Deregacia da polica do termo do Cabo
em 1." de Feveieiro do 1887.Ilm. Sr.
De posse do offiuio de V. S. sob n. 430
datado de 28 de Janeiro prximo passado,
cabe-rae informar o seguinte a respeito do
que diz a Provincia (jornal) sob a epigra-
pha violencia policial. Jos Pereira da
Fonseea, portuguez naturaliaado, veio no
diz 23 do mez prximo passado a esta ni-
dada a -festa que naquee dia aqui se effcc-
tuou d'onde voltou bastante embriagado,
chegando em sua casa no povoado Ponte
dos Carvalhos (2.* districto policial) fez um
grande barulbo a noite a ponto de deitar
toda a familia para fra de casa, depois do
que trancou as portas e ficou dentro onde
passou a noute, no da seguinte continuan-
do ab- portas fechadas, o subdelegado s
instancias da mulher de Jos Pereira, man-
'lou Wfev a porta e disef a Jos Pereira
que viesse a sua presenta ao que nao se
quiz sujeitar, em virtude do que o mesmo
subdelegado requisitou-.ne utn official de
justica para intimal-, pelo qne para all
me dirig- e quando cheguei j encontr i o
dito Jos Pereira detido no corpo da gaar
da onde estove algumas horas por se achar
muito embriagado, pelo que o subdelegado
fez elle assiguar um termo de bem viver,
pelas maneiras desrespeitosas e impruden-
tes quo sempre se porta quando se acha
embriagado, facto que se d continuada-
mente.
Quando all cheguei, veio a propria mu-
lher de Jos Pereira pedir-me que desse
providencias, pois pretenda desquitar-se
pelos maus tratos que rec-ba de se*1 mari-
do, e depois de Jos Pereira solt, a po-
pria mulher pedio-me que o man lasse acora-
panhar por duas pragas com receio que
commotteu-se alguma imprudencia. E' 0
que me cumprc informar a V. 8
Dcus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr.
Antonio Domingos Pinto muito digno ebefe
de polica da provincia. Joaquim Qarneiro
Lias de Albuquerque, delegado de polica.
Repartico da Polica
Scelo 2.--N. 130.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 10 de Fevereiro de
183.7. -Illm. e Exm. Sr.Participo a
V. Exc. que foram reoolhidos hontem
Casa de Detencao os seguintes indiviluos :
A' minha ordem, Eduardo Rodrigues de Freitas
Cavalcaote, como alienado, at que tenha o con -
veniente destino; Miguel Vieira de Barros, remet
tido pelo sub le lgalo do Recife, como desordeiro,
4 minha disposico; Joaquim Bernardo d% Cruz,
8ebastiau Cordeiro Ramos, Cosme Florismundo,
Pedro Cypriano da Silva, Virginio Jos de Tor-
res e Mara de Barros e Silva, viudos de Caroar,
o tres primeiros como pronunciados e os ultimes
como sentenciados appellados.
A' ordem do Dr. delegado do 1 districto da ca-
pital, Antonio de tal, conhecido poi Caboclo, por
disturOios.
A' ordem do subdolcgado do Recife, A. N. Van
Lad, & requlsicao do cnsul dos Paizes-Baixos ;
Feliciana Isabel da Conceicio, por offensas mo
ral publica; Manoel Gomes do Nascimeuto e Jos
Xivier da Costa, por disturbios.
A' ordem do dd Santo Antonio, Emygdio Mi
noel dos 8aotos, Luisa Benedicta des Santos e
Manoel dos Passos, por disturbios.'
A', ordem do do 1' districto de S. Jos, Vidal
Cardkso e Mara Severina da Conceicio, por dis-
turbas.
A' brdem do do i* districto da Boa-Vista, Pedro
Augusto de Az -vdo, por disturbios.
O delegado do termo de S Lourenco da Matta,
em officio desta data, communieou me que. ua m-'s-
m>t occasio fes remessa ao Dr. jaiz de direito do
5o aistrieto criminal, o ioquerito policial que pro-
ce leu contra Joio Baptist* de Carvalh, sobre o
rapto e defloramento da menor Mara Theodora de
Paula Al ves, facto este que teve lugar na noite
de '17 do mez passado.
Communicou-me tambem nesta data o Dr. dele-
gad do 1 districto des'a capital, que fes remessa
ao Dr juiz de direito do 2* districto criminal, do
inqu-rito procedido contra Trajano Constantioo
de Sonsa, como ocurso as penas do art. 201 do
Cod. Crim., por baver ferido o soldado de cavalla-
r.a Lourenco Xivier T*varei, feriuiento este pra-
(ic >do no dia i do crrante.
Participou-me o subdelegado de Tigipi, 2 dis-
tricto do Jaboato, que hontem s 9 1/2 hras da
n -ite, talleceu uo quartel d'aquelle districto o sol-
dado o corpo de polica Joaquim Tavares da Sil-
va, em cousequenca de urna facada que Ihe den
Vicente Birbosa, no mesmo da, s 7 horas da
noite, quanio legressava can outros almocreves
da feira de Jaboatio.
Aquella actoridade tomando conhecimento do
facto, abri inquerito e trata de capturar o crimi-
noso
Deus guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO DIA 10 DE FEVEBKIKO DE
1887
Alfradro Mauricea. Deferido, ficando
rresponsavel o supplcante pelo debito an-
terior da casa n. 2 ra das Pernambu-
canas, visto nao succeder no estabeleci-
mento que antes nella existir.
Antonio Domingues de Lima.Entre-
gue se pela porta.
Ponto da secretaria da Assembla.Ao
Sr. pagador para os devidos fins.
Coatas do collector de Bonito.Apprn-
vadas.
Senhorinha Mara de Oliveira Mello.
Deferido, sendo approvado o calculo da
peasao de inactvidade a que projedeu a
contadoria.
Augusto da Costa Monteiro.Ao con-
tencioso para os devidos fins.
Silverio Jos Nopomuceno Bastos, Her-
mn Lundgrin d C. e Alfredo Thom.
Informe o Sr. Dr. administrador do Con-
sulado.
Jos Augusto de Mello.Pague-se.
Sikeira & CDeferido, tomando-se por
termo a fianca offereeda.
Ventura Pereira Penna.Ao Consulado
para attender
J. J. Alves de Albuquerque, Mara dos
Martyres Tavares dos Santos, officio do
commandante do corpo de polica e Fiel-
den Brothers.Informe o Sr. contador.
Marianna Augusta de Mello Rodrigues.
Deferido de accordo com as intorma-
5608.
Contas do collector de Bonito, Ventura
Pereira Peana e Salustiano Duarte da Sil-
va Fraga Haja vista o Sr. Dr. procura-
dor fiscal.
Salustiano Duarte da Silva Fraga.De-
ferido, podendo lecitar.
Consalada Provincial
de3pachos do da 9 de fevekeiko
de 1887
Jos Martina Ribeiro, Joo Kerape Jnior
Browna & C. Wanderley & Bastos e Bal
tar Ir naos & C. Informe a 1.a scelo.
Manoel Joaquim da Silva e Arminda
Olinda de Bitto Carvalho. A 1.a seccSo
para attender.
Francisco Luiz Cavaleante Sobrinho.
A 1.a seccAo para attender.
Jo aqui-o Jos da Fonseca. Certifiqe-
se o que constar.
Ventura Pereira Penna.A 1.a seccAo
para atteader.
Inspectora geral da Instruccao
Publica
DESPACHOS DO DIA 4 DE FETEREIBO
DE 1887
DamiSo Lop -s Pereira Guinar&es.
Deferido com offi -io desta data ao Dr. re-
gedor do Qymuasio.
8
Mara Riti de Aguiar Foaseca. -Enca-
minhe se.
Mara Amancia Cesar de Souza, pro-
fessora publica. -Encaminhe-se.
9 -
Mara Franqulna de Medeiros Caval
cante. Justifico as falUs dadas nos dias
lectivos de Janeiro.
Iialna Porfiria do Amaral, professora
publica. -Cumpra-se o regietre-se.
Secretaria da instruccAo publica de Per-
nambuco, 10 de Fevereiro de 1887.
O portero,
J. Augusto de Mello.
EXTERIOR
A nica reforma lii(ltnpenavel
A BEFOBMA PAnLAMETK
Nao ha remedio sinSo adarmos anda por 8 das
a conclusa 1 dos nossos estudos sobre a distribuicSo
das rendas em Franca e nalguns paizes visinnos.
No momento em que todo o organismo poltico e
administrativo pirece ameacado de paralasis,
mais natural examinar a engrenagero indagando
quaes os reparos necesarios para pol-a em estado
de funeciooar regularmente do que se cogitar de
meros estudos scientfieos.
Mal estava impresso o nosso artigo de ha oito
dias, em o qual assigoalavamos a impossibiliiado
dadus as accoaes c o iicdes, do regular fuuccio-
oamento das instituiedes parlamentares, quando o
ministerio Freyenel era derrotado.
Os grup s da maioria julgaram-se obrigados a
4ar-lbe successor, e, em todas as rennides que ce-
lebrara, urna palavra bou ve que foi pronunciada
ntes de todas: a paUvrare.ormas.
A extrema exquerda declara que para o
ministerio obter o seu apoio mister que marche
alegremente no caminho das grandes reformas
democrticas.
A esquerfa radical exclama : O novo gabinete
dever escolher duas ou trez reformas importan-
tes,e etf ctunl as no correr da actual legislatu-
ra.
Chega a vea da uolSo drs esquerdas,* que
constitue o grupo moderado e em theoria modera-
dor ; esta inostra menos entbusiasmo, toma um ar
dolente e resignado, mas acaba afirmando que o
ministerio em gestacao deve escolher, para incluil-
as na ordem do da, as reformas a respeito das
quaes est de accordo todo o partido republicano ,
por exemplo, a reforma financeira e a reforma mi-
litar.
Todo este mundo parlamentar vai caminho em
fra, como estornhos ou machinas de producir
palavras, rep-tindo eternamente, confusamente
reform is, reformas, reformas democrticas.
Por uao sei que falso pudor, os propros jornaes
moderados, pela maior parte, repetem-natmida e
persRverantcmente a mesma palavra reformas*.
Nnguem ss deixe Iludir por esta algaravia.
Quasi todas estas reformas de que nos fallis
sao tolices.
Ellas nao tsa nenbuma atilidade ; a Franca nao
as quer : ellas assustam a ; as quu ensaiastes co-
mo por exemplo, a qne chamaram reforma escolar
reforma da magisirtratura, a Franca tragon-as
gemendo.
As vossas reformas sao simples no en te mudancas
mal estudadas e mal combinadas.
E' preciso ter a "coragem de dizel-o, e nos a te-
mos, o programma dos asisados, no meio do ator-
doameato em que estamos e do esbanj amento em
que nos abismamos, deve ser, durante quatro ou
cinco annos, s este : Nada de reformas, ou an
tes, urna nica reforma a dos deputados, dos seus
hbitos, do seu moda Je proceder, de suas attri-
bnicSes, de seus assaltos, da duraco de suas ses
ses.
Urna nica reforma indispensavela parla-
mentar.
Notai que o que os grandes reformadores dos
diferentes grupos da cmara denominam refor-
mas nao sao absolutamente melhoramentos de de-
talhe em leis, a respeito das quaes a experiencia
baja demonstrado ser necessario modificar em al-
guna pontos.
Nao ; tanto isto verdade, que ha projectos j
muito antigos sobre o regimeu das fallencias, so-
bre sociedades, sobre proeesso, sobre o crdito agr-
cola, dominio publico na Argelia, bypothecas, etc.
Algumas deseas leis foram votadas pelo senado;
mas dormem nos archivos at que a cmara se
digne prestar-lhes attenco.
Toda a legislacSo pratica, que representa a ta-
refa corrente e modesta, nao aos olhos dos nos-
sos representantes o que propriamente constitue
as reformas. Estas sao para quellea seohores as
medidas ruidosas, capases de dividir a uacao fran-
cesa mais profundamente do que ella o est, eomo
a separaeac da Igreja e do estado, estabelccimen-
to de imposto) inquisitoriaes e velatorios, a eleji-
cSo da magistratura, o esphacelamento da nossa
orgauisacSo militar ; eis o que esses grandes es-
piritos denominam pomposamente reformas..
Pois bem : estas reformas nao as quer a Franca.
0 que ella quer um pouco de repouso e de esta-
blidade ; que a deixem trabalhar e ecouomisar,
que nSo a agitem incessantemente, que a cada
instante nao a lancem ne desconhecido, que so-
bretodo dinrnuaro, por meio de gesto econmica
e calma, o peso, j esmagador, dos onus que sobre
ella pesam.
A Franca est cansada de toda esta agitaciio
inquietadora e de toda esta vozeria que insuriece.
Todos estes zangoes que formigam e se agitam
mpedem-a de oceupar-se com a sua tarefa quoti-
diana.
Aos jornaes sensatos fazemos o sppello de que
tenbam um pouco de coragem para dizer clara-
mente :Abano todas estas reformas com que
dos andam a embahir os dffcrentes grupos do
parlamento! As phantasias e caprichos dos polti-
cos absorvem demasiado a vida da naco.
Verdaderamente til seria urna uniea reforma,
esta tornar-se ha, un futuro prximo, iodispensa-
vel .* a parlamentar.
Nao pedimos, como o Sr. Michelin que o con-
greaao rena-se immediatamente pata realisal-a,
porque a Franca tem necessidade de calma, eo
congresso poderia vir .a ser mediocre calmante.
Importa, poral^||ie os espiritos prepsrem-se
desde j para urna profunda reforma parlamentar.
Repita se anda, por um ou dous annos, a ex-
periencia, com as actuaes rodas tao desla:monicas,
e todos ehegaram concluso de que taes redas
devera ser modificadas.
Couvm que nao nos Iludamos : a actual sita-
cao poltica, to complicada, to iostave), to pre-
caria, nao e o resultado do jeircumstanciss acci-
dentaos qne poderiam desapparecer ; sim, devi-
da a causas permanentes.
Alguns espiritos levianos supp.'m que, dissol-
vida a cmara actual, poder se-ia tei um parla-
mento mais disciplinado, mais coherente e mais
rasoavel, crenca que julgaraos infundada: aasirt
raciocinava-se quando o escrutinio de lista substi-
tuto ao de districto, essa pretensa grande reforma
democrtica que augmentou a confuso, em vez de
diminuil-a.
Pertenciamos aos raros escrptores que defen-
daos o escrutinio de districto e que auguravam
muito mal do escrutinio de lista : anteviamos que
as mudanzas do pessoal do parlamento seriam
muito bruscas ; que as listas deveram aecessa-
riamente ser matizadas ; que os mais modtrades
seriam mais ou menos obrigados a aceitar os pro-
grarumas dos mais violentos ; que os comicios elei-
toraes, isto em geral a reun io dos principaes
agitad s, ociosos e palradores dos departamentos,
deserapenb irara um papel predominante ; final-
mente, que os ministros v.-r-se-iair. em muito mais
restricta dependencia da cmara e baldos de meios
de infliencia e de accao.
A nosso ver, o escrutinio de lista era, e anda
, o mais detestavel dos escratiaios, o que para o
eleitor traz a obscuridade do voto e pera o eleito a
ir. espoosab lidade.
Pan ce-nos que as pessoas qne boje fallam em
disso'ueao crl.o na mesma chimera ios que, ha 18
meses, exal^avam o escrutinio de lista. A veros!-
milhan;a que a futura cmara nao seria mais
suscepiivel de poltica seria do que a cmara ac-
tual.
Discute-ae muito em sabsr si a direita perdera
ou gauharia terreno em eleicocs seguintes a urna
dissoluc&o ; o que impossivel prever : de feito,
as eleicoes parciaes differem de tal modo das elei-
coes geraes que nada pode concluir-se daquellas
em retaceo a estas.
A situacao inconfestavelmente muito forte a di-
reita tem no pas muito independen te da idea
monarchica, porquunto tem duas causas ; de urna
parte, o sentimento conservaior, que muito po-
deroso na mor parte da populacho franceza ; de
eutra. os odios locaes, que, no9 ltimos 10 annos,
lm-se singularmente ac'rrado e dividido quasi
tudas ss aldeias em dussfracca resolutamente
nimiga?.
Embalde se dir s-r extraordinario que conser-
vadores votem em candidatos que pretendem der-
ribar o governo existente, por quanto tal racioci-
nio ftil ; em primeiro lugar, todos os deputados
da direita na juraram derrioar o goverflo exis-
tente, e em segundo, a maioria dos eleitores da
direita appnas consulta suas ideas conservadoras,
porquanto detesta, por exemolo, todos os program-
mas de reformas que, a contragosto, verdade, at
os mais moderados repualicanos aceitara ; os elei-
tores t n horror a que !h-s fallem, anda como
longiqua eventualidado, da aeparaco da Igr.ja
do Estado; causam-lhes appreheosao os njvos
iuipostos conrinuamente elogiados, a supprtsso
do voluntarade de um anno e das isencoes mili-
tares : commov.eu- >s orofundameotri a pretensa
reforma judiciana ; protestara contra as recentes
leis escolares e o mido pirque esto ella* s>ndo
applicadas ; no tem couSanya alguma na diree-
cao poltica dada ao p .iz. ni> s ha tres ou cinco
anuos, mas no ultimo deceanio ; ternera em otitros
eleilos que nao os que meramente tomara o rotulo
conservador a inelnacSo a annuir a todas conee-
ses, do que es diversos grupos da cmara, anda
os mais molerados, ten dado demasiados exem-
plo3 nis trez ultimen parlarmentes.
Afora esses sentim ntos geraes, o que muito
fortifica a direita n-p.iz s&o as rivalidades lo-
caes ; nao se fas Mea, em Par?, de qnant. as me-
nores aldis, os menores lug.njos .s'ao snn'.dos,
de quanto as revogacoes arbitraras, as d pura-
co s, a pratica dessa poltica rigorosa ja gabd. por
Waldeck Rousseau, que pretende que & os parti-
darios do governo teuham os denominado favores
governa ientass, alo todos os cargos s-m ea>
cepcao, inclusive os de guarda campestre, .le cr-
leiro, at do trabalhador a titulo pioaorari-i nss
estiadas geraes e vicinae.-, as subv' ncoes de
toda a especie, ele. ; e.>te systcma d mon polio
tem exasperado grande parto da nci-> traiiouaa.
En pleno conselho geral, uo prefelw aliamen-
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Diario de PernambncoSexta--, eir 11 de Fevereiro de 1887



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te decUrava, em Agosto, qoe nos trabalhos de sua
rapartcao s empreara operarios republicanos; a
municipalid.ide de urna importante cidade artstica
do sal, que subvenciona sea theatro, decidi este
auno (1830) qoe directamente nomearia todos os
msicos da orebestra e entre esses pobres homens
pos em pratica a depuraco presentemente em
moda ; j un tai a isto a mana das den uncial e com-
prehenderis odio e rivalidades que campeam em
todas as aldeas ; aceresceutai mais que a lamosa
reforma escolar, que hoja cria esa qaaai todos os
pontos do pas duas educa {oes rtraea de ideas
oppastaa, tras diaaita eeustaateg retarcos ae
adeptos.
Eis, muito mais da que qaalquer dea preconce-
bida sobre a forma de golees, o segredo de sua
forca que nao se as* antola* prxima deeppare-
96r.
Parece muito pono provavel qoe ama dissola-
co originasse nova cmara com elementos moi
differentes desta.
Taires a direita perdesse, talves ganhasse 30
oa 40 votos ; na bypothese de perder, como esses
30 ou 40 votos se dividiran eatre os radicaes pa-
ros e os grupos mais moderados, con aso pouco
ganbaria a homogeneidade da maioria ; porlanto
albures que nao em urna dissoluco, que cuinprc
procurar o remedio a actual instabilidade.
Converia tornar a ama poltica pacifica. Nan-
ea, como nos ltimos sete oa oito annos, desco-
nheceu-se mais a proverbio to vulgar e to acer
tado :Nao con vinagre que re apanham mos-
cas. *
Diante um grupo da naco qa?, como deolarava
o Sr de Freycinet em sua digresso meridional,
comprehende pelo menos bem um bom terco do
pais ; e, anda mais, quaudo desae grupo fas parte
a maioria das pessoas abastadas e ricas e as qu -
disposm de meios de mfl encia social, dere-se tur
oom elle considerares, evitar as ameacaj, os ve-
zantes, as leis oa as medidas que violentamente
off;ndeu) suas ideas ou seus interesses.
O Sr. de Bismarck com todo sea marevilbaso
prestigio e toda a autoridade que lhe presta o in-
contestado apoio de um soberano popular, compre-
hendeu que nao poda governar regularmente com
a dec.arada hostilidad" de um gi upo anlogo ao de
que fallamos ; politicamente estabel-cea am modus
vivendi com o partido do centro, e em definitiva si
aTo totalmente, em parte cuaapro sua peoitencia.
Urna poltica semelhante de pacificaco impGo-as
em Franca ; fra della, nao haver seguranc
nem eatabildade interna.
Para auxiliar essa pacificaco, deve-se reformar
o rgimen parlaxentar. Pertencemos ao numero
dos qu! foram educados na admiraco, quasi na
adoracao desse seductor rgimen ; deploraramos
que o abaudonassem ; em nosso conceito, a poltica
perdera ento todo sea attractivo, e seriam ataca-
das as garantas do que gosam os cidadoa e o
a lis.
Infelismente, as maos boje grosseiras a que est
confiado ease delicado e eogenhosa mechanimo
parecem dispostas a qaebral-o ; pelo mpnos o ma-
culam o tornam deteatavel a urna grande parte,
talve metade, da naco. E' urna grande des-
graca.
O rgimen parlamentar, tal como venas em pra-
tica, anda no fra experimentado, sem contra-
peso, en um pas de grande fuuccenalismo.
Na Inglaterra, anda boje, o suffragio restri-
cto e principalmente o Estado dispoe de poucos
empregos ; nao tem todo3 os meios de aceito quo
excitam a cubica do poltico, isto os cargos de
toda especie : as subvencoes de todas as formas,
as isencojs militares.
Nada disto existe na G.'an-Bretanha ; portante,
o geuuino e simples rgimen parlamentar, mor-
meute com a autoridade que tem sabido manter os
chetes, e a disciplina a que se submettem os par-
tidos, anda pade, embora, mais adulterado que
outr'ora, funccioaar u'aquelle paiz.
Aqu a omnipotencia do depatado tO'noa-se o
' principio de urna desorganisaco geral e da op-
presao de todos os rivaes ou nimigos do deputa-
do ; toda a grande machina governamental tor-
neu-se presa de que o deputado dispoe ou quer
dispor i vontade.
Como outr'ora foram tomadas garantas contra
a vontade do soberano, que era um re oa am im-
perador, compre tomar garantas contra a pessoa
do deputado, assim individual como conectiva-
mente ; pois que tanto exigem a liberdade e a or-
dem no pais.
Como diziamos ha oito dias, a piimeira modifi-
carlo a faser no actual organismo deveria ser a
limitacao constitucional e improrogavel das ses-
soes das cmaras : bastam cinco meses por auno,
attendeado a que quasl todos os povos da Europa
soffrem de um excesso de legialaco, de over Itgis-
latUm, como disem os ingleses.
Ocupando menos a scena, e ameacando eflec-
tivamente os ministros 150 dias em 365, o depu-
tado perder um poico de seu tyrannico podar.
A segunda reforma deveria ter por objecto consi-
derar o orcamento como ama le ordinaria que nao
feita apenas para am exerccio, mas que para
qualquer akeracao necessiu o assentmento das
duas cmaras.
Assim, haveado intento de modificar para mais
oa para menos am crdito, seria preciso nao s o
voto da cam ira, mas ainda o do cenado. Ha veri
quem pergunte :E em caso de desaccordo?E'
mu simples a solucao ; em caso de desaccordo,
vigora o crdito do anno precedente.
Oeste modo declinara o poder perturbador dos
depatados.
Urna orginisaco nacional nao feita para am
anno : pode-se bem concluir um arreadamente por
tres, seis ou nove annos com urna instituicSo, e si
o revogamas oa redazimos, importa menos qoe seja
necess. rio o accordo das daas cmaras.
Conviria tambem adoptar que urgencia nunca
seria concedida seno para as proposicoes ema-
nando do ministerio, e que, em caso algam, a ini-
ciativi parlamentar nao pode propr augmento de
crditos. Si, em alguna casos excepcin es, pu-
desse resultar algum eatrave a essas restriccoes,
seria iacanvenieete muito menor do que a desor-
deno a que temos assistido nestes ltimos seis
annos.
Finalmente, dever-se ia introdazir em nojsi le-
gslacio o principio do referendum saisso para os
casos muito importantes : trataudo-se da separa-
cao da igreja e do Estado, da eleica da magis-
tratura oa de grandes innovaces d'este genero,
o voto especial do povo deveria ser necessario.
A todo este programua conviria accreacentar qoe
as attnbuicoee do Estado, os lugares de que elle
dispoe, as subveneces concedidas deveriam ser re
dozidas no mnimo.
O desenvolvimiento das funecoes do Estado, su i
intervencao oa sua intrusao, cada da mais pro-
nunciada, na vida dos particulares, o numero abu-
sivo de empregos, a mana das alteraces, eis o
que terna diffieil, em nossas grandes democracias
continentaes, o tnnecionamento das institoicoes
parlamentares. Demais, cumpre nao esquecer-
mos que o verdedeiro progresso duradouro prorm
sempre da iniciativa dos individuos e das associa-
coes livres : a pesada mao do Estado, qaando
qaer envolver-se em tado, comprime, mais do que
suscita, a actiridade.
Fora, alm disso, para desojar que o senado sa-
hiase da esquivanca em qus se mantm. Theori-
camente, e at sob o ponto de vista orf amentarlo,
deve elle ter direitos iguaes aos da outra c-
mara.
Em educa cao e capacidad?, neontestavel que
superior a esta. Em todas as repblicas bem
administradas, desde a Roma antiga at aos Es-
tados-Unidos, foi sempre o senado o poder prepon-
derante ; a cmara dos deputados deve ser o se-
gando. Si, em vez de fagir com tamanba pusi-
lanimidade aos conflictos, o senado acceitasse-os
resolutam-nte e resistisse cmara, a opoio pu-
blica em Franca apaixonar-se-a por elle e pol-o-ia
acims de todos os poderes do Estado.
Em cjncluaao, o qoe se trata de obter, em pri-
meiro logar pelos costumes e depois por meio da
reforma da constituicao, um estado de causas
que d naci garantas efficases contra as phan-
tasias e arrebatamentos da cmara dos depatados
e de cada um de seus membros. A omnipotencia
anarchiea do deputado, tal a nova Bsstilha de
que, no interesse da liberdade e da ordem, fra
mister desemfearacar a Franca antes que desponte
a aurora de 1889.
Paul Lbbot-Bbclisu.
btico nao se agradasse do desempenho dado D.
Juanita-
O coros estiveramenteiramtnte desagradaveis.
A orchestra comqaanto regida pelo inteligente
e muito esperancoso amador o 8r. E. Pompilio,
por demais radusida para acompanhar urna opere-
ta da forca de I). Juanita.
Pode e de v a empresa exf orearse para sMlhor
se sahir no desempenho da alludida opereta as
segnintes rep !tiooea.
eaellcto.-P*s aa tarea-teira sweximi, 15
da earrenta sem Imeieio, intelligtsKe e feste-
jad* actor actor 8r. Cesare ficarra.
A aprela escaikida a D. Juanita e mais asa
intaMsedio la e oasa i ca do benefi:iado.
At simpataias que o beneficiado tem sabMa
captar do publico, pelo sea talento, aathorisam a
crr que o seu beneficio ter no theatro ama
grande afoeaeia de espectadores.
A volmeAa Publieou-se o a. 14 desta pe-
ridico.
Paquete Tren Os 8rs. Adamson, Hawie
& C, agentes da Companhia da Real Mala Iagle-
za nesta provincia, receberam telegramma da
corte noticiando ter dalli sahido, s 4 horas da
tarde de 9 do crrante mes, o paquete Trent,
pelo que tocar elle em Pernimbauo no dia 14,
em viagem pira a Earopi.
Ante-cbolerlco-O Sr. Napoleo Ooarte,
senhor do engenho Agua Branca, da coinasca de
Iguarass, obsequiou-nos cora am* amostra de
agurdente especiar alli feita do caldo da canua e
por elle denominadaAn*-chlerioa.
E'no genero o que ac ple desejar do bom.
tem am perfume c um gosto que nada sao mf ;-
rior-'s aos melnoret cognacs importaios. Demais
est perfeitamente aeoidiccionad* e rotulada.
Os entaadidoi deven aprecial-a muito.
liSaterna Maicn. -PuWieou-ae o n. 179,
do 6.* anno, deste peridico livre e humorstico.
Beviata do ."Varte* Diatribuio-se hontem
o n. 4 deste peridico.
Feata de Apipucos.-II>je em Apipucos,
depois do septenario de Nissa Senhora das Dores,
sero qujimidos fogis de bengala, estando acesn-
didos no pateo da igreja quatro arcos de bicos de
gaz.
Araanha, A noite, bom como no domingo, da da
festa, alm da referida illumioacao sero accandi-
dos dous foceos de luz eldctrica.
Tocaro h >jc amanh e no domingo as bandas
de msica da polica c da 2 bitalhio da infan-
tera.
AaaaaainatoAnte-hontem, s 7 horas da
noite, foi ferido, em Tigipi, com um* facaia o
soldado do eorpo de polica Joaqum Tavares da
Silva pilo alm ocre ve Viceqte Barbos i, qoe com
outros companberas regressava da feira de Ja-
boalilo.
Duas hotas depois expirou o ferido e o respa-
ctivo subdelegado abri o inquerito e trata da
eaptara do criminoso.
Fesia de \oa ieahsra das An-
KuotiaaNa igreja de Smto Amaro das ^ali-
u'.s, celebrar-sa-ha no domingo 13 do corrente, a
festa de Nossa Senhora das Angustias, que se ve-
nera na mesmi igreja.
A miisa ser cantada s 9 horas da manh e
haver ladaiaba s 7 ho-as da noite.
A orehrestra ser diriria pelo professor Lylio
de Oliveira.
Cantara Municipal. Niticiou o Joraal
do Recife de hontem :
< Em s-'sao de hontem, da Illma. Cimira Mu-
nicipal, o Sr. Verealor Alves da Fonseca, commU-
sano de polica, propoz, por conveniencia do ser-
vico c foi approvada, a seguate madaaca de em-
pregados, por espoco de 9dsseata dias.
Jos.
O fiscal de Sinto Antonio para a freguezia
da Oraca.
O fiscal do l* districto de S. Jos para o 2n
da mesma freguezia.
< O fiscal do 2o districto de S. Jos, para o 2
da Boa-Vista.
O fiscal do Io districto da Boa-Vista para o
Rscife.
O fiscii do 2 districto da Boa-Vista para
Santo Antonio.
O fiscal da Magdalena para a Varzea.
O fiseal da Oraca pira o Matadouro.
fiscal da Varzea para continao da reparti-
elo de affericio. -
O continuo da repartioao de afforico para fis-
cal da Magdalena.
O fiscal do Matadouro pira o 1* districto di
Boa-Vista.
O amanuense da secretara, majar Heiaeterio
Maciel da Silva, para administrador do Mercado.
O lancador Lyra para amanuense da Secre-
taria.
O administrador do Mercado para lancador
da Contadoria.
O medico d o Matadouro para a casa de Deten-
cao e o d'esta para o Matadouro.
Tambem iaieferia as peticojs de diversos
commerciantes que requereram permisso para
abrir seus estabelecimentos, no domingo do car-
naval, afim de exprem veuda artigue tendentes
ao mesmo carnaval; deliberando que fosse publi-
cado um edital prohibindo aos estabelecimentos
que gossm insencao da le, para sereno .abortas
nos domingos e dias santificados as suas partas,
de venderen obj jetos que nao sejam do sea ramo
d-i negocio.
Os contraventores ficaro spitos a respecti-
va malta e obrigados a fecharem os estabeleci-
mento, visto que sao considerados ijuaes a aquel-
lea de que cogitou a le para serem fechados nos
respectivos dias .
Capoelraarena Hontem, sAl|2 horas da
tarde, quando passava pela roa d^l ispieio o 2
batalbo de infantera, qae ia faser exercicios no
largo do U ispieio, a capoeiragem qae prceedia a
msica cravoa conflicto eatre si, resaltando satu-
ren; ferdos dous ddiles, que trataram lago de dar
at de villa Diogo.
Um dos ferdos o foi com urna navalbada, e o
outro com urna cacetada.
A polica nao appareceu all.
Ptaarol da barraAcba-se faneconando
desde ante-bon:em, e depois de ter sido darida-
mente reparado o in ichini do porto do Recife, que alguna dias antes tinba
sido desmontado.
Os reparos desse machinismo foram feitoa na
officina competente do Arsenal de Marinha.
Directora das cobra* de coaservs-
io dos por toaBoletim meteorolgico dj
ia 9 de Fevereiro de 1887 :
Horas 9 i o S "O S O 40 Barmetro a 0 Teasao do vapor a o 1 3 8
6 m. 26t 75894 20.48 78
9 290 759>56 21.97 71
12 296 759'"5u 21.79 71
3 t. 2S-8 758> 15 20.73 71
t 276 757">83 21.01 77
HtviSTA DIARIA
Theatro de Variedades.Com o theatro
completamente cheio, ante-hontem den a compa-
nhia italiana de operetas cmicas, em primeira re-
isentacao a mimosa e sempre desejada opereta
maestro Soupp, Juanita.
A companhia foi infelis no desempenho da mesma
opereta, porque excepto o Sr. Ficarra que satisfes
na parte de Sirchudr Duglas e o Sr. Migliazsi em
alguna trechos agradou, todos os demais artistas
eontribuiram pela falta de estado para que o pu-
Temperatura mxima3.i,5.
Dita mnima2t,..
Evaporaco em 24 hars ao sol: 61,6 : som-
bra: 4-3
Chavanuila.
Direcco do vento: ESE de meia noite aos 45
minutos da man ha ; E at 10 horas e 30 minutos
da manha ; ENE e E alternadamente at meia
noite.
Velo cidade media do vento : 3in,32 por segundo.
Nebulosldade media: 0,62.
Bihilotbeca de fioyaaaa -O mavmen-
dessa bibliotheca no mez de Janeiro foi o segua
te :
Freqaentaram-na 338 soeios e 23 visitantes.
Sahiram para leitura dos socios 208 volames de
obras.
Honveram as segaintes offertas:
Pela redacao do Diario de Pernambuco: Ma-
nual de medicina pratica para uso das familias,
pelo Dr. Casenave; 1 folheto.
Pelo profeasor Honorio Monteiro : Cantjs tropi-
caes, poesas do off rante, 1 vcL brocb.
Pelo Si. Joao Baptista de Lima : Histoires
interessantes et instrnatives, por diversos autores,
2 vol. ene.; Les easeignements de l'glise ro-
maine, compares avec les saintes criptures, 1 vol.
ene.; Vida de Jess, por Miguel Ot. Torres, 1
vol. broch ; Philosophie da Plaa de Saint, tra-
duit por M. d'Espine pre, 1 vol. broch.; La
voiz da calporteur biblique, por O. de Felice, 1
vol. broch. ; Lectores pour les petits enfants en
trois series, 1 vol. broch.; C'est moi! Oa la voix
de Jess dans k tempete, par Newmann Hall, 1
vol. broc.; Tais-toi, sois tranquillo, une page de
l'histoire de notre seigneur, par le Rev. Ryle, 1
vol. broch.; Le manual da Ssbbat, per Rev. J.
Eduards, D. D., 1 vol. brooh.; La vrate croix,
pour l'auteur de la Valaisane, 1 vol. brocb,; La
bible falsifie est-elle catholique ou protestant
lvol. broch.; Le Pape e l'vangile oa encor
des adieux a Rime, par J. J. Maurette, 1 vol.
broch. ; Alies Jess!, par Newmann Hall, 1
val. broeh.; E-es voas saint qaestion adresse
chacuo, par le Rsv. J. C. Ryle, 1 vol. brocb.;
Q ai faut-il croire ? qaestion d'un vrai catholique
avec la repaase de l'glise, 1 vol. broch.; Poar-
qaoi votre ear voas detead il de lire la bible?, 1
vol. broch.; La purgatorio, par Napolen Roassel
1 vol. brocb.; Il s'ea va vera dieu, 1 vol. ene;
Acoofisaat, ensato dogmtico histrico por L. de
Sanctis, pref*ciada e annotada, pelo padre Gui-
Iherme Dias, 1 t. brocb,; The od, od Story, 1
asi. broas.; Litas* da fila Ain, por Cosar Ma-
sas, 1 val. :ic.
Pelo Sr. AatooM Tota de Albaquerqae O Re-
lmpago.
Pelas tespaativas redaedes, osseguiates jon
e pariodisss:
Diario te Per.nnaaii;o, Jornal dt R'.eife, P<
esa, Oiari da Almjtm-, Horrit-i, Imprmta Evan-
glica e Gateta de Goyanna.
TlmbaiibaBm 4 do corrente escreveram-
dos d'esta cidade o seguiote :
Esta comarca, cajo futuro se aosantosa gran-
de e cheio de vida, atienta a rapiies com que se
Um elevado, porqnaoto era, ba bam poacjs anuos,
apenas sm povoado mal edificado possuin lo um
pobre capaila (aoje transformada em am majes-
toso temlo) t u lo alm d'isso, esse temo >, bom
m tradiecio... depais da vind* do padre Au-
gusto Cabral do Vasconcellos, nosso digao pira-
ebo, para este lugar com > capelln, toman a si a
improba e gloriosa tare ti de reconstruir a auti/a
capaila de Nossa Senhora das Dores, e, estimu-
lando os brios e senlimeatos religiosos d'este pa-
vo, pode em breve erigir um templo as coodices
eos qae ora se acha a aossa matriz cuja so i I' de
eoastrajcli, gasto da architectura e aaseio polem
eompetir esa as melhores matrizes Jo interior, ue-
nbuma das qua?s por certo lhe levar vaac*"era ;
esta comarca dizemao, vai caminhando na van-
guarda do progrsjso, e nao ha duvida qae sa rea
liaar-ae com a p-esteta, que se espora, a eooola-
so do ramal de Nazareth para esta cida le, vira
em pouoo a ser o emporio de grande corauiereio
senao o inaior do interior da provincia, e a trova
da nossa previdencia est no almiraval desenol-
vimnto comnsercial qua ji de hop se observa n i
granle cuitara da canoa, do algodo e cereaas,
cajo pro-iuctooa colbjta tem centuplicado -sjdaal-
guas anuos eita parte, e continuar a sel-o aia-
da mais devilo ao g-^nio laborioso d'Ates babitaa
tes, os quaes nao se poup-.ra aos labores da vida
camponez, procuram porfia o en5rand9cimento
da trra qu lhes dea o berco, e assim vai mar
cbando a par do prog-esso, em busc do miis aus-
picioso futuro a fl )reseente comarca de Timbia
Elevada cathegor.a de fregu :z a a 28 de Malo
de 1873, a termo addido a basaba 4 aunoj depois
e ltimamente cidtdae omarca geral da I ec-
traneia por lei provincial n. 1,363 de 8 ds \bri!
da 1879, Tiuibabi nao cstacioaou aiud na mar-
cha aseen lente en qae tem ido e de esparar que
prosigam 03 saus habitiut-;s no louvavel empenbo
da faael a sobresabir e elevar-so eatre a s ias
cooterraaeas quar sib o p ato de vista material,
quer moral, quer litteiario e religioso.
Dito isto de inom -uto, passamos a uotieiai-
lbes algumacousa sobre os ltimos aeontecimin-
toa qae se tem d tda n'csta comar ;i.
A sucia de ladris da cavados qua sob o cora-
mando do celebre Jos Borbinha vagava p>r aqui,
tem encontrado f rte persesuicao da parte do ener-
g-o delegado Francisco Xavier de Moraes Vas-
concsllos; ha piuca foi preso por esta autoridade
um dos taes, o qual te ve a franqueza de de.-larar
ao mesmo delegado de j4 Iba haver i lo est iba
ra e s nao roubu-lhe 09 cavallos por ter encon-
trado gente armada, que alli vig;ava na noite em
qus l tora.
O delegado procedea inquerito, recolhen-
da-o cadea, m M cousta qua essa ladro reque-
rera habeos Corpus, aposr da j ter sido denun
ciado palo Dr. promotor publico.
A remocio da Dr. Maciel Pinbairo d'esta co-
marca para^ a da Breves, na Para, foi reeebida
com satisfaca para uos e desgasto para outras.
Nenhuma manfeatacao, porm, hoave a tal respsi-
to, porque o Dr. Loureue >, da accardo cam os seas
amigos d'aqui a isto se oppoz, afim da nao moles
tar ao seu antecessor, e fes bem, segundo pensa-
mos. Aguarda-se, entretanto ama honrosa reeep-
cao ao Dr. Loureneo, qaando para aqui vier e to-
mar posse do importante cargo que dignamente
lhe foi confiado pelo goveroo imperial, poie ge-
ralmante <>stiraain a'esta comarca, onda canta
bons amigos.
Acha se entra ns o virtuoso conego Tranquil-
lino, primo co-irmio do nosso distincto proeho
padre Angosto Cabral, em caja esta-"** aWau alia
e tem sido visitado .por todas os tmbaJoeases,'
tem distinecao de cor poltica; tai a sympathia
e apreco de qae goza n'esta trra, e deseja nos qae
S. Revdma. se restabaleca dos graves incommodos
que soffre.
Nada mais p ir hoje.
Produecs das isaboa em Franca
Segundo as cstatisticas offisiaes, a coheita de
vinhas em_ Franca, no anno passado foi apenas de
25.063:345 hectolitro*, o que representa urna
dimiauicio de 3 milbdes e meio de necto'itros,
em ralac.io colbeita de 1835, e urna dimnaica i
de 2 miihis e meio de hectolitros, em relacao
prodaeco media dos ltimos dez aunes !
As pertarbacoas juntamente com a pbyllo-
xera* e o miiliew sao as causas dessa dimiaui-
co, qus est dando serios cuidados aos vini-
cultores fraocezes.
Por motiva de iasnfficiencia da colbeita, a Fran-
ja rec rreu no anuo passado aos vinhos estrao-
geiros, em inaior esca a qae nos outros annos an-
teriores a 1886. Durante os onte primeiros me-
ses de 1886, as import ico :s de vinhos estrangei-
ros, em Franja, elevaram-se a 9.438:000 hectoli-
tros, ao paseo que durante todo o auno da 1885
as importacoes haviam sido apenas de 6.831:00'J
hectolitros. N'esses 9,453:030 hectolitros de vi-
nhos estrangeiros, figurara 5:187 mil hectolitros
de vinhos portagoezes e hespanboes, e 1.697:000
hectolitros de vinhos italianos.
Note-se mais : ao pasao que a produecao da
vinho dimiuue em Franca, augmenta na Algcria
(ou Argel). A produecao total dos tres depar
lamentos, em quo essa rejio se di vi i, attingio
em 1886 a importante berba de 1.569:284 hecto-
litros. Dorante ot onza primeiras metes do anno
paseado a Algeria enviou para Franca 398:000
hectolitros de vinho.
Temos ento dous pontos importantes sobre
os quaea coavm fizar a attencao. Primeiro
por ora, a coheita dos vinhos tende a diminuir
em Franca. Com effaito da 1885 para 1886 ha
ama dinriuuicSo de tres milhoes e meio de hecto-
litros. A perda, oa diminaico, na colbeita, du-
rante dea anaos, de onte milbdes e meio de
hectolitros.
A couelusao que a exportaco de vinhss portu-
gueses augmentar provavelmente de dia para dia,
para Franja, emquanto nao se achar alli remedio
definitivo contra a phylloxera e o mildexr.
Mas, diz Jornal do Commercio, de Lisboa,
notemos tambara qae a eolheita d'esse artigo
tende a augmentar na Alegra. Portante, nao
nos precipitemos ; nao nos deixemos cegar pelo
furor das exportaces, e pelo furor da cultu-
ra vinhateira methor caminhar no terreno
da prudencia, que ir da onda de extremos, onde
se compromettam avultados capitaes. A tebre
que arrasta estes para um ramo exelasivo de ne-
gocio, pode originar crsas como a bancaria em
1877, ou um descrdito como o quo provena da ex-
ploracao das minas em Portugal.
Vasa blstoiif a inverosmilUrna folba
parisiense conta um caso to estraoho coma inve-
rosmil, dando-o como curiosidade, pois que
absolutamente exacto.
Um criado de cosinha, desaccomodado, por abras
Georges V..., passeiando ha dias no mercado das
Halles, encontrn um dos seus cam aradas, Gus-
tavo R..., cosinheiro sem emprego igualmente,
que ello nao va ha muito tempo.
Renovado o conhecimento passaram o dia beber-
ricando pelas tabernas.
J noite, e devldo s copiosas Ubacdes d o da,
levantou-se rija contenda entre os dous, tendo a
polica de iatervir, condutindo-os ao posto, onde
eozeram a bebedeira.
No dia seguate ; depois de um somno repara-
dor, V... foi conduzido presenca do commiisa-
rio de polica, que o interrogou e fez revistar, se-
gando o costume. Nos balsos de V... encontrou-
se cerca de 189 francos em ouro, de qae elle reca -
son indicar a proveniencia.
Sendo instado, porm, coatoa esta estranha his-
toria:
Seganda-feira ultima esteva eu as Halles,
almocando, quando sent qae algaem me bata no
hombro. m individuo bsm vestido chamou-me
de parte e, com um modo misterioso :
Queris ganhar 3,000 francos ?
Pronopto! qae preciso faser ?
Segui-me, tu o sabers...
< Nao pensei em recusar.
O bomem conduzio ma a urna casa da ra de
Rivoli, aonde me fes subir ao quarto andar, con-
f or Uval mente mobilado.
Sem outro prembulo, disse-me elle :
< Meu rapaz, preciso qae me assassines.
E como eu me sobresaltease, jalgaudo estar I
mettido cam am doido :
Dxa-me acabar. Estamos em casa de
miaba mi adoptiva. A bondosa senhora ignora
que eu acabada perder na Bolsa 120,000 trancos que
lhe perteneiam. Nao quero sobrevive* ao deagosto
qae isto lhe vai causar, e, aatretaato, impossi-
vel qae eu proprio me d a morsa. Cos effaito,
tenho um seguro de vida par 200,030 fraseos, qa-
daptis da sainhl marte devaea tar o o treguas a
miaba mi; mas, se mi suicido, pirco os meua ii-
reitos.
V) p.is bem que preciso asa ma assassi-
nes. QU tenho os tres Bul f.-asMa promettiiaa,
eis aqui sai!; lavars mais satas jaita, esta pate ;
depois, tapa que ms teahas enterrado esta faca ae
peito, foga a toda a presea. Julgar-se-ha que fui
morto por un ladro.
< A offerta era tentadora. T mei 300 francos
eoata, pronattaado vir no dia seguinte. Mas
na maohi seguinte, chegando porta, nao tve
coragem par eutrar... Eu aqui d'onde provena,
o diubeiro que me foi encontrado.
ir*0? ^ d'83eoias, o depoimento de Georges
V... absolutamente exacto..
O sujeita da ra de Rivoli, um tal M. C...
chamado ao commissariado, rompeu mesmo era im-
prcaos s furiosas contra o cosinheiro recalcitrante
que na i tinha qaerido mtalo, faltando assim
sua palavra.
C. foi posta Ji 'posiclo da justica, e os dou3
cosiuheiroa mandados ambara.
amelo bamanltarloEisoqnediz
ama folha ostraogeira sobre ama queato alta-
mante humanitaria subnettida a exaino pelo Dr
Turazsa de Napilas :
Q tanda um menor oa por doenca oa lso
violenta acha-ie em condic03 taes qua s me-
diante um acto operativo Ihi pode ser salva a vi-
da, se os paea ao recusam a dar o consentimento
Dar esta operacao depiis de terer sidoadiverti-
d'3 do damno real da urna tal recusa e deixam ir-
reinias val invite raorrer o filho, sao culpados ou
nao ti homicidio voluntario ?
O autor de op:nio qua o raedco-crurgico
qae v com justos criteriis que s por una opera-
ptn poda salvar a vida d'am menor, d'outro rnodi
destinai) a marrar, dsve estar autoriaada a fa-
zo! > tambora sera o canseatimin'o dos paes. Ar-
rebatar-se-hia assim multas victimas ignoran-
cia ou a um falao am ir, que 03 deixa marrer, em
i i i-if i qua aindi existe eaparaac da vida. Co-
mo os genitores t n dever da humanidad i de tu-
telar oj proprios filbis, nao deve.-aa ter algum d-
reito da ser arbitros da sua vida em conjas
grave3 como as supra-mea:ioaadas.
A lei deve iatervir e autorsar o mlico a agir
era plena caasciencia e libirdada sobre c-ousas da
tai alto in-ereis-*. O autor sedara por satisfei-
to que os jorna-M ssientifie >s tratassein de venti-
lar esta questao e mais aiaii se em um futnro
coagresso ebegasae amplaraante a ser discutida,
afim de ac atoar com certoa erro3 qua tem appire-
ciio j que se repetom c m tinta ^frequeneia cm
lamao de iniividaos qua pela sua idada, sao ir-
responsaveis.
tieiMas- Bf .'ctuar-se-hao:
Hoje :
Pato agente Pestaa, as 11 horas, no armazem
da Aunea, de 48 caixas com maizens.
Peo agente Modesto Baptista, a 11 horas, na
ra do Rosario n. 21, de predios.
Celo agente Gusmao, s 11 horas, na roa do
Mrquez da Oliuda n. 19 de diversas duzins de
bisoagas.
Pelo agente Silveira, s 10 1/2 horas, no la'go
do Misario n. 24, de 2 c a val los.
Pelo agente Alfredo Gui-naraes, s 11 horas,
ra do Bom Jess n. 49, de fazendaa e mais ar-
tigos.
Amanh :
Pelo agen'e Pestaa, s 11 horas, ra do Viga-
rio n. 12, de movis.
Pelo agente Bruto, s 11 horas, na ra de Santa
Rita n. 27, de predios.
Pelo agente Britto, s 10 1/2 horas, na raa de
Pedro Affonso n. 43, de movis.
Mistas fnebres.Sero celebradas :
Hoje :
A's 9 1(2 hars, na matriz de S. Jos, por alma
do tenente .vlauoel Cbrispiniauo da Andrade ; s
8 horas, no Espirito Santo, por alma de D. Maria
Aurelia Annea.
Amanh :
A's 6 horas, na nutra da S. Pedro Marlyr de
Olinda, por alma de Jos Pinto da Casta Souto-
Maier ; s 7 horas, na matriz da Boa-Viste, por
alma de Eaedica Augusta Serrano Travassas ; s
8 horas, na capella do engenho S. Bernardo em
Pao d'Alho, por alma de D. Igaez Maraaho de
Albaquerqae Lima ; s 8 horas, na Ordem Ter-
eeira de S. Francisco, por alma de D. Theresa J.
da Costa Nogueira ; s 7 horas, na igreja do Es -
prito Santo, por alma de Jos Perera de Men-
donca.
PattatelrosSahidos para o anl no vapor
francs r*Me de Baha :
Mme. Vornet Laflear, Antonio F. Reg, Dr.
Thomaz Coelho Lobo, Idelfonso Perera de Aze-
vedo, Antonio Jos da Casta, Pedro Pontual, Leo-
poldo Jorge M. da Racha, Jos Antonio dos San-
tos, Hsrmino, Joaqum A. da Cunha, Marcelino B.
de Sant'Auaa, Joaqum Laes de Azevedo, Ma-
noel Virginio dos Aojos, Guilherme Dovrel, Manoel
Jas de Figueiredo, Honorato Jos de Azevedo,
Luiz Marianno de Sauza, Vicente Fernandes, Jos
Asevedo e Joo de Oliveira Ramos.
Sahidos para os portes do sal no vapor na-
cional Jaguaribe:
Amynthas Jorge, Domingos Goncalves, Gertru-
dis Maria da Conceico._
Casa de UelencaoMovimcnto dos pre-
sos do da 9 de Fevereiro :
Existiaia presos 367, entraram 20, sahiram 5.
Existem 383.
A saber :
Nacionaea 343, mulheres 12, estrangeiros 16, ee-
;ravjs sentenciados 6, ditos de correecao 5To-
tal 382.
Arracoados 331, sendo: bons 316, doentes 15,
Total 331.
Movimento da enfermara:
Teve alta:
Miguel Archaajo da Silva.
boteraLista dos nmeros premiados na
13* serie da 24a parte das loteras em favor dos
ingenuos da Colonia Isabel, extrahids no da 10
do correnta :
22218
6666 10015 10376 15123 22636 23035 26610
26815 9068 31361 31517 32353 32526 3*174
36940 36934 42027 42157 47326 47828
Approximacoes
V
24244 2:0001000
24246 8:000*000
19.054 800*000
19956 8001000
36345 400X030
36347 400<000
5090 140*030
5092 140/000
31506
12524
321
12814
921
2532
4906
5038
premios de 2:000*000
2489 17285 30808
3160 29165 33704
8953 29724 39110
PREMIOS de 1:000*000
6280 14649 24001 32353
240:000*000
40:000*000
20:000*000
10:000*000
5:000*000
38458
39598
39661
7543 22063 24256 32695
8825 22673 27914 33119
10076 22994 28518 34060 .....
N. mais alto 39661 1:000*000
N. maia baixo 321 1:000*000
APPROXIMACOES
22217 4:000*000
22219 4:000*000
31505 3:000*000
31507 3:000*000
12523 2:000*000
12525 2:000*000
320 1:000*000
322 1:000*000
12813 850*000
12815 850*000
Oa ns. de 22,201 a 22,300 estad premiados com
400*. excepto o da sorte grande.
Os ns. de 31,501 a 31,600 esto premiados com
200*, excepto o da sorte de 40 contos.
Oa ns. de 11,501 a 12,600 esto premiados com
100*, excepto o da sorte de 20 coates.
.Todas as centenas, terminadas em 18, esto pre-
miadas com 100*, inclusive a da sorte grande. _
Todos os ns. terminados em 8 e 6 asteo premia-
dos eom 24**
Lotera do ParaEis os premios da 9a
serie da 1' lotera do Grao-Par extrahida em 10
do crrante :
24245 200:000*000
19955 40:000*000
36346 20:000*000
6091 10:000*000
Esto premiados com 5:000* :
3263 10626 25403 35198
Esto premiados cam 2:000* \
3710 10037 10853 240S1 35327 36036 36357
36519 46239 48471
Esto premiados com 1:000* :
A 10 parte desta lotera ter lagar no da
17 de Fevereiro impreterivelmente.
Sraade extraordinaria lotera das
Alagos Esta graude latera, cujo premio
grande 2,000:000*000, ser extrahida imprete-
nvelmente no da 12 da Fevereiro prximo.
Os bilhetes aeaam-ee venda na prava da In-
dedendencia ns. 37 e 39.
Lotera de Mbaas-OeraesA 5* parte
da Ia lotera desta provincia, cujo premio grande
600:000*000, ser extrahida no dia .. do Fe-
vereiro, i m preter velmente.
Os bilbetes acham-se venda na Roda da For-
tuna, ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera do Ceara A lotera deste
provincia, cujo premio graode 4'JO:000*000 ser
extrahida no dia .. de Feve-reiro.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tambem acham-se venda na Casa Feliz,
pr.ica da Independencia ns 37 e 39.
Lotera do Grao-ParaA10 parte les-
te lotera ser extrahida quinta-feira, 17 do Feve-
reiro.
Bilhetes venda na Casa do Ouro, ra da Ba-
ro da Victoria n. 40
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Grande lotera da provinciaA 14a
seria desta lotera cm beneficio dos iogeuuos da
Colonia Isabel, cujo premio grande 240:000*000,
ser extrahida uo dia .. de Fevereiro, s 4 horas
Ja tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Reda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Lotera de Macelo de aoOsOOOSOOO
A 4* partes da 15a lotera, cujo premio
grande de 3^0:000*, pelo novo plano, ser ex
trahida impretervelmeate no dia 15 de Fevereiro
ao meio dia.
Bilhetes venda na Casa Fclit da praca da Ia-
l'pindt-.ueia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda Rada da Fortuna
na roa Larga da Rosario n. 36e ua Casa da For-
tuna ra Io de MarC/O n. 23.
Precos resumidos
Lotera do ParanEsta importante la-
ten c, cujo premio grande a 300:030*0)0, e habi-
lita-se a tirar 15:000*0. ser extrahida iuipre
tarivclmeate hoja 11 de Fevereiro.
Achara seexpostoa a venda os restos dos bilhe-
i'j na Casa da Fortuna ra Primeiro de Maree
n. 23.
Lotera da rdrteA 2a parte d 202> lo-
eri.. da corte, cujo premio graude de 10O:00j
-era extrahida no dia .. de Fevpreiro.
Os bilhetes acham-se venda na praca da In-
deoendeneia i. 37 e 89.
Tambem acham-se venia na Casa da For-
tuna na Primeiro de Marco.
Lotera do RioA 3a parte da lotera
i. 366, do novo plano, do premio de 100:000*000,
ara extrahida no dia .. de Janeiro.
Os biletes acham-se venda ua praca da Iaae-
pendencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venia na Casa da Fortu-
na ra 1 da Muco n. 23.
Cemlterio Publico Obtuano do dia 9
de Fevereiro:
Emilia Maria Fernandes de Oliveira, Pernam-
buco, viuva, 40 annos, S.Jos; apoplexia cere-
bral.
Benedicta Mara Gomes, Pernambuco, solteira,
42 annos, Boa Vista ; tubrculos pulmonares.
Leonor Maria da L'onceicao. Pernambuco, sol-
teira, 45 annas, Boa-Vista ; hemorrhagia cere-
pagamento da tees reclamacSes, principalmente da
que diz respeto ao brigue Unido o qual como se
v da sentenca do honrado e intelligente juiz qae
ajalgouoExm. Sr. desembargador Adelioo An-
tonio de Lona Freir, foi protaositalmente arrom-
bado para faser desapparecer at pravas de um
simulado carregamento.
Confiando na justica do veneranda Tribunal da
Rea cao, p-ra onde recorreram os autores, espe-
ramos que a referida sentenca seja confirmada em
sua plenitude.
E' este, Srs. accionistas, o resultado do que vi-
mos e examinamos e conchando podemos vos asse
gurar que o actual stado desta companhia bas-
taute prospero, devido isto ao telo e actividade
de seas directores, e opinamos qae as cantas apre-
aeotadas devem ser approvadas.
Recife, 9 de Fevereiro de 1887.
Baro de Petrolina.
Antonio Fernandes Ribeiro.
Albino Jos da Silva.
INDICARES OTIS
Thereza Mara de Jess, Pernambuco, solteira,
75 annos, Boa-Vista; cachera senil.
Marthinas, Pernambuco, 10diaB, B5a-Vista; es-
pasmo.
Jos de Sant'Anna, Pernambuco, viuvo, 60 an-
nos, Boa-Viste; encephalite.
Alice, Baha, 3 mezes, Reefe ; entero-eolite.
Herundioa Ferreira Ramos, Pernambuco, ca-
sada, 36 annos, Santo Antonio ; congesto pulmo-
nar.
P>
PERNAMBUCO
Indemnlsadera
BALANDO DA COMPANHIA DE SEGBOS MAR-
TIMOS E TERRESTRES INOEMNI8ADORA EM
31 DE DEZEMBUC DE 1886.
Activo
Accionistas.................
Bens movis................
Caxa......................
Estampilbas................
Letras descontadas..........
Diversos ttulos.............
Segurados..................
Letras caucionadas..........
Custas judiciaes.............
Accoes caucionadas.........
800:000*000
2:175*000
39:743*312
544*200
193:623*631
820*000
75:546*960
2:000*000
1:287*140
60:000*000
1.175:740*243
Passivo
Capital.................... 1.000:000*000
Diversas contas.
Accoes em liquidaco........
Caucao dos directores........
Liquidaco da apolice n. 19,436
Dividendos.................
Cammisso da direceo.......
Lucros e perdaa destinado ao
fundo de reserva..........
Garanta sobre letras descan-
tadas ....................
865*133
3:316*180
60:000*000
13:333*333
12:540*000
7:436*400
75:873*317
2:375*580
1.175:740*243
S. E. & O.
Pernambuco, 31 de Dezembro de 1886.
Os directores,
Joaquim Alves da Fonseca.
Jos da Silva Loyo Jnior.
Antonio da Cunha Ferreira Baltar.
Transferencia de aecea do anno de
1880
Foram transferidas 95 accoes de 200*000, pelo
preco de 335*000.
A saber :
De una para outros accionistas......, f>5
Por fallecimento de accionistas..... 40
ITotal.
95
PARECES FISCAL
;j
Srs. accionistas da Companhia Indemnisadora
Examinamos, como nos prescrevem os estatutos
desta companhia, a ana escripturacao e a existen-
cia dos valores com relacao aos negocios do anno
lindo e temos a satisfcelo de vos comnunicar que
achamos aquella feita com regularidade e asaeio,
e estes de accordo com o balanco que nos foi apre-
sentado.
Vimos das contas exhibidas pela directora que
a receita tlevou-se a 158:512.670
e a despesa a 124:378.949
resultando um saldo a favor de 34:133:721
deducido j os dous dividendos do anno de ...
Rs. 24 000* qae se acham eacripturados a crdito
da conta delacros e perdasconjunctanente
com o salde de 41:739.596 qoe veio do anno de
1885.
Assim, Srs. accionistas, nos grato confessar
que, em dous annos apenas de seu 4- decennio, po-
de esta companhia accumular a importante som-
ata de 75:873.317 destinados ao fondo de reserva
social.
Obteve esta companhia, no anno de que nos oc-
capamos, sentenca favoravel as qaestoes que con-
tra ella foram propostas por Arthur Basto de C-,
do incendio de sea estabelecimento, por Adolpho
Ribeiro Guimares, do naufragio do navio Jlr-
mando no Penedo e por Moreira & Irmo perda da
carga do brigue Unido, tambem no Penedo, segu-
ra por 130:000*, dos quaes tinha esta companhia
o risco de 13:333*333.
Este resultado mostra que a directora desta
companhia aadou acertadamente oppondo-se ao
Mr
Medicoa
O Dr. Lobo Hoscoso, de volta de sua
viugem ao Rio de Janeiro, conntia na
oxercicio de sua protissao. Consltuas das
10 4s 12 horas da manha. Especialidades
eperac3es, parto e molestias de s-nhoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Brrelo tampaio meio-dia s 3 horas uo 1. andar da casa
a ra li Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Seteno bro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia raa do Hospicio n. 20.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
res dos orgos genito-urinarios do hornera
a da mulber.
Dr. Joaqairn Loureiro inedieo e partero
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1..
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Miouteiro.
O bacharel Virginio Marques, encarrpga-
se de questoas civis, commeriaes, erimi-
naes o orphanologicas e d-feza parante o
jury d'eat. e das comarcas prozimas. Es-
eriptorio a ra 1. do Mare.o 18. 1. andar.
Residenciaraa do Hospicio n. 83.
Drogara
Francisco Manoel da Silva (ft C.. ctoptv
sitaiios de todas as especialidaaes pharma
ceuticas, tintas, drogas, producios chimicu
s medicamentos homceopatioos, ra do Mr-
quez de Olinda n 23.
Drogaras
Furia Sobrinho tfe C, droguistas por at-
tajado, ra do Mrquez de Olinda n. 41
Merrarin a Vapor
Serrara a vapor e officina de atropina
de Francisca dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta-
ijeleeimento, o primeiro da provincia oeste
genero, compra-se e vende se madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre-
co sem competencia Pernambuco.
sj
riBLK AlLS A TO1D0
Mi dos Mistrai
Discnsso do ccete
O Sr. Negromonte (profundo silencio)Sr. pre-
sidente, nao tomara a palavra nesta reunio a
maior e mais solemne qne eu tenho visto, depois
das festas do 2 de Julbo, si nao viesse o ccete
arvorado em aeco sammarissima. Nao qae eu
tema o ccete, Sr. presidente, V. Exc. sabe qae
occete Lem de rarz, e que as questoea que
tem por objecto bena de raz nao sao de minha
competencia jurisdiccional, por quanto, como juz
do commercio, tenho a minha jansdiejo ratione
causa, isto improrogavel.
O Sr. Gurj\. jurisdiccio commcrcial se pro-
ropa pela reconvenci : assim as irmandades.
O Sr. NegromonteBm materia de ccete nao
convenho e nem reconvenho ; declino para o mea
substituto legal.
Nao pois, no mea iateresse e sim no iatc-
resse dos meas collegas, qae me oceupo do as-
sumpto (muito bem).
Antes, porm, de entrar na materia, seja-me
pera ittido responder s aecusacoes qae me sao
feita3 por individuos, que, alias neste foro s co-
mecaram a ser conheetdos pela protecfo que lhea
prodigalisei. Os que me aceasam, Sr. presidente,
ou sao injustos e ingratos, oa sao ineptos I E' de
ama falsa idea de justica que se origiuam as ae-
cusacoes de una. Oa outros, os abyssioios, estes
tem razo, e esto no sea papel: o sol que lhes
den vida e calor, marcha para o seu occaso (Ma-
vimentc).
Sr. presidente, oa homens pouco praticos no?-'"
traqaejos da vida e sem nenhum conhecimento do
desenvolvimento progressivo do direito, tem urna
idea inteiramente falsa da justica, em sois diver-
sas applicacoes. E!les tomain por ponto de parti-
da, esse principio absoluto que rege as congas e
os homens, os direitos e as accoes ; esse principio
absoluto banido da philosophia do direito moderno
e que ae teve seu temp o, esse tempo j passou.
E ob philosophos que esgotaram a elocuencia aca-
dmica p ra sustental-o, paasam hoje, na histo-
ria, como espirites de urna profunia ignorancia.
Assim o diz Littri fallando de Vctor Cousin.
Sr. presidente, tudo neste mundo relativo. O
bem e o mal, o justo e o injusto, sao meras con-
cepepes do nosso espirito. S conheco am prin-
cipio absoluto :Serpa te ipsum. A sentenca
proferida por um juiz, s injusta para o indivi-
duo coutra quem foi proferida. Este nao tem ia-
zo algama de gritar era nomo do sea direito,
porque este pretendido direito, de vestes absolu-
tas, simplt ament o producto de sua opiniao, e
como producto, o seu valor relativo. Eatre o
producto das duaa opiaioes, isto entre o direito
de A e o do R, qual deve ser a norma de conduc-
ta do jais ?
Sr. presidente, na luta pela vida, o caracters-
tico primordial, o modo, que, em sciencia natu-
ral, se chama embryolagia, oa ontogenia, e na
sciencia do direito se denomina modus agendi aut
vivendi, segando Ulpiano (o Sr. Caroxa faz signal
de approvaco). Os materiaes da historia da
evolugo dae especies, fornecidos pela panteolo-
gia, segando Papiniano nos ensinam que dorante
os mltiplos periodos da evolucSo terrestre, cada
grupo de animaos e de plantes, passou succossi-
vamente por ama serie morphologica de classes e
de especies muito diversas. (Signaes de approva-
co do Sr. Caroxa. Muito bem). as classes ani -
maes os quadrupedes passaram por muitas trana-
formacoes, at chegsrem a cathegora de macacos,
e desta cathegora ao estado de nossa especie
(signaes de approvaco de Sr. Caroxa. Muito
apoiado !) Eis a razo pela qual aquslle grande
genio qoe passoa por este planeta com o nome de
Voltaire chamou aos iuizes de Calasjuaes meto
macacos e meio tigres.Urna le nica, assignala
urna causa nica no mechaniamo infinitamente
complexo deste mundo de phenomenes to varia-
dos!
O Sr. Caroxa e outros avulsoB Maito bem.
O Sr. NegromonteEssa le, Sr. presidente,
o esforoo para progredira caroxa por exemplo,
formou-se da esponja. (O Sr. Caroxa agita-ge em
sua cadeira...) O individuo de cada especie
sabe de um genero e ganha auecessivamente seus
orgos, e suas aptides, a cusa de outros. Assim
como as racas tem surgido no genero humano, os
povos tem surgido as racas. E sempre a casta
alheia qae se tem formado o theaouro de nossas
acquiices materiaes, moraes e intellectuaes. A
piopria historia diz Renn, tomada em sua maia
alta coucepeo, vive de erudieco alheia, como a
4
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Diario de PeniambncoSesta-feira H de Fevereiro
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pbyaca e a chymica vivera das obaerwcwi q
Su&o.fiserara (pausa). Coavaa, do3Jelo|0 br
presidente, ase.gnal.r m ^Vura^ mesma
taaoias e o ugares exercun ^rauu
^..il x na ^^^s^srsrij^-.
2S n7/oC afluencia do lagar isto 4
do meio, d aptidoea diverjas aoa individuos de
umf maima raca. Na cathegom a que pertenco
di.se o mes.no. No aer ti* o juis vaqueiro e
vendedor de coaro de bode, e de urna negacfe
absolut* para o estado. as comarcas do littorai
preguicoso, malcriado, pedante, namorado, ins-
trumento poltico e nimiamente tolo. Naa capi-
taes attensioso, serio, serio de uma senedade d.
-ioganar, condescendente, com tendencia para o
estudo, falla pouco, sor ve. aos amigos e aos pro-
prios adversarios, e, emregra uo p-rverao. A
evolucio dos desta especie, so opera com maior
oa menor r .pides, segundo o modas viueb. easi-
nado or Crrela Telles isto -primo vivere dein
dephilosophare. (Bravos).
Sr. presidente, V. Exc. que benemrito archco-
logo, e portento, nao pie descoohecer a sc.enc.a
natural, sabe p.-rfeitamente que se da na luto
pelo direito, o mean que se da na luto W***j+
entre os seres que nos sao inferiores, i-
renca do meio em que a aptido para progredir
se deaenvolve. ..' .
Os homena passam igualmente por diversas
cathegorias. Elle passam de quadrupedes, vin-
dos dBio Grande do Norte, a hachareis em di-
reito ; de hachareis, a pedintea oportunos de
pedintea, a advogados ignorantes ; de advogadoa,
apolticos de aldeia; de polticos de aldeia, a
promotores consignados ; de promotores. *jaixes
manicipaes ou juizes de direito, sem .saber e sem
independencia. .
Quando o mamfero que se torna advogado, tem
aptidao para progredir, a Beoteocado juiz o pro-
ducto de aua forca evolutiva sebre a vAuntae de
dar a cada um o que sen.
As vezes o desenvolvimento da aptidao pesa
sobre o juiz sem elle o sentir por algum trapo.
Sitia subtil que o fluido atmosphenco impalpa-
vel, como elle, a forca evolutiva transforma se em
urna cathegora de actos, de efteitoa, ora suspen-
sivos, ora devolutivos somente, conforme o modas
aqendi, ao qual os naturalistas franceses dao o
nome de savoir fire e savoir dir, aasim seo qua-
drupede que advoga, sabe usar de sua aptidao, era
relajo ao fea. o mamfero que julga toruar-se em
obran hockeliana, um auxiliar passivo do vence-
dor, na meta palo direito, como na lucta pela vida
a arvore um auxiliar passivo da parsita que
creace. e vive de sua aeiva.
dentre os
Sr. Presidente, V. Exc .sabe que,
vegetaea ba aeres infelizea que nao ae podem er
euer, alm do nivel do aolo, por nio terem fibras
onaistentes que lhea formem um tronco para er-
guer-ae, e rcaiatirem aa oscilacoes varticaea do
N* escala da creaco todos oa aerea tendera a
subir. O paraaita quer obedecer a eata le natu-
ral, maa a aua aptido ineignincaute. Precisa
de um auxilio, e entao eatende-ae por aohre a rel-
va, e atira-ae a primeira arvore que encontr.
Trava-3e a lucta pela vida.
A arvore tenta resistir, e ergue os galhos era
forma circular para wolal-a do aol, tente da vida.
Maa a parsita, combtante, que de natureaa a
morrer, aem o aol, subtil a geitosa cerno um bom
confutar, vai pouco a pouco dominando todos o
galhos que Ihe eervem de embaraCo ; at chegar
o ponto, em que poaaa livremente, receber oa pri-
meiros bafejoa da briza e os primeiroa raioa do
B Sr. CarxaMuito bem-, abi que eu eatou...
O orador-Eat terida a lucta. O fraeo vmeea
o forte, Qual a compenaacao do vencido t A
arvore vencida comeca entao a facilitar ao inimi-
eo todoa os recursos poasiveia, de moda a ser com-
pletamcote envolvida por elle desde a rau at ao
ultimo e*lbo. E, quando chega o invern, carre-
jado e triste, a arvore eat completamente ao
abrigo dos rigorea do fri e doa vermes importu-
nos, pelo manto tepido e confortavel do launigo
vencedor. A paraaita o advogado a arvore o
iuiz ; os galhoa oa empeos ; o aol e a brisa, o
obiectivo da lucta, isto o gantao da cauaa. Bem
v V. Exc, Sr. presidente, que oa meua aecuaado
res nao conhecem oa efteitoa da lueta pela vida e
pelo direito, nao tem urna idea exacta do que ae
chama a iuatica. Nem ao menoa conhecem as
theorias de Bentham, segundo o qual o interease
bem entendido, o movel de nosaas accoea. a
meama theoiia Kockchana applicada a vida so-
cial. Em viata do que fica dito, e do maia que
da sciencia consta, que aignificacao tem eata gri-
tara contra mim, que nao faco senao obedecer a
le da evolueao ? O que taco eu, aenhores Y ii-
rar o proveito natural de meo auxilio, naa luctaa
pelo direito ?! O que entender todoa eatea gri-
tadoreapor juat9aT .
Sr. preaidente, a juatica foi para oa hebreua o
nroiucto de urna idea de vngan$a; para os gre-
gos, uma idea de compenaacao ; para oa romanoa
um producto de voluntas. .
O justo aimplesmcnte da ordem intellectaal,
como o verdadeiro.
Todo direito compoe-ae do til e do justo; ai o
nrimeiro fundamental e o segundo acaeasono,
camo dizem alguna aacriptorea, forca conv.r, em
aue o segundo obra c >mo modificador das regras
do primeiro. Logo o justo eat subordnalo ao
til. E, sendo aasim, Sr. preaidente, eu devo to-
mar por norma da justica a utilidade que d ella
me poaaa vir (aenaaclo). Bem mu Sr. presiden-
te que V. Etc. da escola theologica, apezar de
aer do Instituto Archeolcgico, e que tem urna d li-
sia de verdadea abaolutaa, eternas e mmutavea
para refutar-me, aem embargoa doa embargos que
V. Exc. me pode oppor, eu manteaho a minha idea
de juatica.
Oa Romanoa difinem ajuatieaConslans et per-
ne*ua voluntas suum cuique tribuere.
Eaaa defiaicao erronia, porque, nao ae pode
compreheDder no homem uma vontede perpetua ,
ou verdadeira, e devemoB traduzir perpetua por
permanente. Si verdadeirs, a juatica de mi-
nha parte, como acto meu, como deciaSo niinna,
urna vontade, e nao um dever (conteatacoes ge-
rae*). Aasim, pois, b a justica para o juis um
acto de aua vontade aubordinada, nicamente a
utilidade que d'ella Ihe pode vir, pergunto: O
que vem fazer esae intruso, o ccete, que nem e
appellacao e nem aggravo ?
O Sr^urjMaa um. deafor?, como enaina
O Sr. NegromonteSr. preaidente, dizem oa
meua graluitoa inimigos que eu indico s partes,
oa advogadoa de minha aympathia.
O Sr. Carxalato verdade!
O Sr. NegromonteNao indico advogadoa, di-
uo apenas quaea oa de maia talento...
O Sr. CarxaA verdade que eu nunca pude
gemomeado curador de uma fallencia, apesar de
metter empenhoa. ...
O Sr. NegromonteQual a le que me prwa
de ter amigoa? O cdigo a me priva de com-
merciar. Quanto ao mais n&o. Poaao tazer pr
te de uma eociedade em commandita ou anonyma.
O que no p03ao aer gerente.
Mas, Sr. prea;dente, qual o mortal que nao
tum afFeicoes particularea? Oa reia tem aeua Pd
ramqus e Beua Dorias; oa ministroa tem oa aeua
advogadoa adminiatrativoa, so o juis nao pode ter
amigos? Eu goato d;S advogados de talento
(priSeipalmeato) anda meamo que ellas nSo goa-
tt O abTo1 "Cumer noton que a cabeca de um advo-
gado de talento achatada nos polos, "*
fa (Diverao. advogadoa passam a mao pela c-
beos). D'ahi o eostume de chamar-ao aos eearen-
aea-cabeca chata-(riaadks) e de minha aympa-
thia por eliea (hilaridade geral).
Sr. preaidente, no noaao meio social, e em toaa
parte do mundo em que a vida cara, os homens
n valem pelo que ao, e sim pelo que que tem.
(Susurro). V. Exc, que de cathegona egregia-
mente coleada, sabe perfetamente que a nature-
aa do direito, determina a nature
thcoiia do proceaao. Sabe ta-nbem que por direi-
to natural a qualidade da peaaoa torna evidente o
aeu direito, iniepeudento de qualquer meio de pru
va D'ahi a seguinto coBCluao : no julgamento
de uma cauaa,o direito do maia forte o saaia li-
quido-
FlFoi d'eate principio que o magatrado Lafontai-
" concluio que-/a raison du plus fort est ton-
iaur8 la meilleure.
J Sr. preaidente, ha quem diga que eu sou a cau-
sa de grandes escndalos no foro, principalmente
coin a nomeaco de alguna amigos para caradores
"fiEm8qae consisten, e. eWidalo.? A Associa-
ao Commcrcial consultou ao ministro da jutt.sa
l^ere. d'eataa nomeacoes, e a reaposta me foi
avoravel.
Tenho eu culpa da inepcia de quem redigio a
onaulta ? Porque razio, em lugar de pergunta-
rem ai eu podia faser aqnillo que o cdigo me ae
torisa, nao perguntaram antea, como deye ser en-
tendida a idoneidade quo o cdigo exige para o
careo de curador ? ..
Sr. preidenteSi oa curadores aao sempre ti-
radoa do numero dar maua amigos, a razio e a ae-
euinte : a curadora atn cargo de confianca e
eu a a tenho em meus amigos (apoiados e apar-
tes
Em substancia uca queatio de perdo e lucros
que mvolve o saveir faire. -
Nao baato, Sr. preaidente dizia Troplong que
os advogadoa tenham talento ; preciao, como
diz d'Aguaseau que ellea aejam geitoaoa... Ua
juizea dii o Padre Ventura ao como as aralnerea
Taidsas : nao ruaiatem a um elogio a queima
r"vozes- verdade). Sjam os advogados que
mn accuaam mais geitoaos... ___
Bate que U abrirac, dis o Evangelho ; pede que
te darclo, diz S. Baaventura.
Tambera entra na regra do aauoir fare, o ajua-
te doa aeua honorarios.
Noteubaraos advogadoa acanhamentod pe
dir dinheiro. Pacam como o Senhor de Lngenho,
que pede ao correspondente tuuito antea de moer
a, safra (muito bem.)
Sr. preaidente, digo para todos que me ouvem
e para todoa que me accuaam : bojamos homem
do noaao tempo, e teuhamos uma idea a maia
exacta do noaao catado social (movimento). Ni o
tomemoa a serio o qne uma simples nceao. tu
meamo orno juis, sou uma mera ficcao (eenaacao
prolongada!) Deede o juis de pas
concilia, at ao Supremo Tribunal de Justica que
julga e nao julga. tudo ficcao A propria jua-
tica urna .llegoria pagi. E foi para indicar a
fraqueza de sua orgem, que os antigos reprosen-
tavamsob a forma de uma rapariga bonita, se-
ductora e capas de ser seduzida tendo em auaa
maoaiuhaa, formoaas e fracaa urna balanca dea-
tinada a austentar, n'nma concha o direito e, na
outra a conveniencia que o peso obngatcno, na
balanca da juatica (applauaea). Tuda tem a aua
explicaco, Sr. preBidente. .
As queatoea podiam ae toroar interminayea.
Interessava a ordem publica que ellas tives-
sem um fim pacificoVeio entilo a Le e nos
diaae : Vocea eatio inveatidos do poder de deci-
dir aa queatoea, dentro de um certo prazo. ISSM
aera fatal ; mas voces poderao prorogal-o quando
quiaerem. Sejam muito cemedidos, isto qeito-
sos, e o que vocea decidirem ser tido por verda-
deproveritate habetur.
E eis tudo, Sr. presidente. Quem qenaar da
outro modo nao coaiprehenda o seu tempo.. .(aeu-
aacao !)
Sr. presidente. Tudo ficcao em noaao pas.
Reapoaabilidade de magistrados, independencia
> harmona de podero ; tudo ficcio Ficcao
e povoam oluniverso'a quem sempre chamou e
chama eus os que nio o negam.
Has o voseo pregador diaae que Darwin e doa
primeroa interpretes da palavra de Deus, e^nea
aa obra a maia religiosa.
Sio eataa e outraa aB engazopadelUa com que
queris pasaar o vos contrabando do materialis-
mo com oa nomos de voluces e outros.
Sede, ;pois, francos, disei airapleamente, Sr. do
Darwn, quercia Deus, eese ente intelligeote e
uapalpavel que creou e constrtuio a mecnica uni-
versal a dirige as cousaa de todos ca muados, e le
nos coracina, e recompensa o sacrificio, a virtude,
o castiga oa perversoa, e ensina a candade e o
amor ao t'rado ? -
Sim ou nao. Eata que a queatao.
Se aim, a questo findoa-ae : a restara diaer a
que verc Darwin depois de hnato.
Se nio, ei.tao melhor: cada qual que aeja maia
esperto, quem puder faca o outro, oa outros traba-
Iharem para ai; faca-se seuhor da trra e de tudo
que eat aobre ella e dentro della, e viva o fan-
dango e a viola, maraca e caatanholaa, nada de
recatos e raaia.capaa ; tudo como fez a natureza ;
europeia a tiracolo, nos braceletea psdranas e as
orelbasosbrilhantes.
E se nSo d tudo niato, ento aenhores do Dar-
wia venham noa explicar a tal doutrina que aem
Deua, ou com Deua que aem accao e materia que
o nio ae ha de fazer o bem do mundo que esae
nioseja. .
Recife, 7 de Pevexeiro de 1887.
Affonso de Albuquerque Mello.
_ a soberana nacional.
S nao ficcao o dficit e o imposto.
O Sr. Gurj, E o Imperador. O Sr. Negro-
monte, E' uma metaphora (applausob prolongados)
mero producto da verbiage...
O Sr. Caroxa-Isto uma falta de respeito (n-
sadas). .
O Sr. Negro-monteSr. preaidente, sou antea
de tudo, hornera de coracSo. Si )"lgo por affeicao,
a culpa 6 da lei, que defini a Juatica uotana* e
nio, dever. Estou convencido, de que tenho aern-
pre julgado do melhor modo, uma vez que a ae
lacio confirma aeropre aa mnbaa aentencaa. hi aaa
juatas, nio mereco pao, si aao injustas, merece- o
a Relacio, que aa confirma,
O Sr. Lirrao doce-Hom'eaaa !... Nao m I
O Sr. Negro-monte Sr. presidente, j diaae
que nio tenho medo de ccete; mais tenho muuo
Vedo de andar no Mato quando Orosso. Batre-
tantoquerendo nsar de minhajurisdiccio volun-
taria, em favor da minha claaae, mando a mesa o
projecto que passo a 1er : art. 1- : O jais de direi-
to de 3 entrancia que levar ccete, ser logo no-
meado oesembargador de uma relacio de 1 or-
dem. nao podendo de modo algum, ser nomeado
para G.yaz ou Matto-Grosso, nem para outra
Sualquer provincia auspeita de beriben; '*<='
i o catite produir grave encommodo de saude,
por mais de trinto das, o juiz sovado ter uma
gratificacOo correspondente ao valor da gurra;
art. 3- nV case de vaga no S. T. de Justica, o
juiz s vado prefirir sempre ao desembargador
mais antigo. .
O Sr. Limao-doceTemos de ver muito juis de
direito ae empenhando para levar surra. (Hilari-
dade).
O orador continuando art. 4- : as comarcas
geraes os juizes de direito terao duas ordenancas
na porto de aua casa, quatro na audiencia e todo
o destacamento, com bandeira e muaia.quindo
forera... ao banho ; nico. Si o aovado for de
1 entrancia, aera logo nomeado para d\ devendo
a juda de cueto, aer calculada pelo numero das ca-
cetodas, na raaio de cinco patacas e meta por ca-
da uma. '
Os magia trados avnlaoB-E' muito pouco.
O Sr. Negro monte-A hora eat adianto da br.
preaidente, e aou foreado a concluir, embora ten-
do muito ainda a dizer, principalmente, sobre a
fbula do Ledo velho, que levava couces at do
burro... Tenho dito. .
O 8r. GurjMuito bem, muito bem, (voltando-
ae para os lados) Heim ? que diz a isto ?
(Contina).
Comarca de Ouricary
Em um processo contra diversos eleitores dea te
termo, por crime de falsidade, iniciado por mim
quando estivo interinsmente na vara de direito, o
Or Joaquim Alcebiades T. de rJollauda, juiz de
direito desta comarca, fere-me com o rigor pro-
pro de um jais que nio trepida em sacrificar a
reputacao de om seu collega pelos interesses de
urna poltica vil e trahidora. ___
) procesao ao qual me refiro toi por elle annul-
lado, e o Dr. promotor apellou para o Tribunal da
Kelaco ; dada a vista aos eleitores, nio compare-
ram por si nem por Beus procuradores, e sendo oa
autos concluaoa aquella jai, afim de mandal-os
aubir ao Tribunal, o que fes? Tranaformou se
em advogado dos reos Arrszoou a appellacao;
e nestas rasoes foi que o Dr. Alcebiades chamando
ao processo perseguicao poltica, diaae a meu res
peito aqailio que tolve elle smto-se capaz de
praticar em caso idntico. _
Quem estver a par dos negocios polticos deste
termo ha de faaer-me a verdadeira justica. A
grita qne os liberaes o'aqui, inclusive o Dr. juiz
de direito, faaem contra mim, a tem por movel a
conJemnacio do ex-tabello CoBta, e processo dos
eleitores referidos, que com o chefe liberal Iiay-
mundo Florencio praticaram uma horrivel e no-
jenta falsificaco eleitoral. O Tribunal da Rela-
cio que j confirmou a condemnacio de Costa, vai
ver eate outro proceaso, conaequencia daquelle,
onde veri que o Dr. Alcebiadea nii poda arra-
zoar aquella appellacio, mas que s o tes para
molestar-me,julgando-se capas de errar na sua
espinbosa carreir, e a mim de sacrificar os meua
deverea pelas convenienciaa politicaa !
Mas como oa proceaaados sio eleitores preciso
que se attenda as conveniencias da poltica a que
pertencem.
Granito, 24 de Janeiro de 1887.
Augusto de Siqueira.
Os Darwiaos
Nio basta dizer quo Darwin grande, Litr
grandisaijioeComtegrandsamonio sel oque,
oara justificar a doutrina da evolucio que preten-
de desfarcar o materialismo de todo o tempo ;
Nio basta dizer que Darwin tem o seu nomo
eacripto entre oa de Herscbell e Newton, quo creou
a theoria da evolucio sentida por Dante, como
Galilea explicou pela forca dos corpos a mecni-
ca do syatema, em que Copernico va a iuMai{M
maravilhoaa de um genio solitario, para encobr r
e materialismo de todoa os seculoa, sempre mi-
litante e nunca trumphsnte e que o ser agora
no Brasil, nio por estas caacaa que com tacilida-
de ae debulham, eaaaa imposturas que s apro
veitsm aoa tolos que se querem fazer eaperm
aoa eapertoa que ae querem fazer toloa, 0 *"
hontem, mas porque nesta trra quasi sem Deua,
a a materia d goao :
Nio basta dizer rfue oa toloa penaam que a evo-
lucio tranaformiata conaiate em sacudir o macaco
o nello e cortando o rabo, fioar homem ; V>n,vAo
haningnem que teuha noticia da impostura desea
doutrina, que*nao aiba que ella nio ens.na que o
macaco vi/a homen, mas aira que a macaca p~*
raacaquinhos maia chegado ao hornea,, novas
macacas aioda outros macaquinhos anda maia
ebegadoa, e assim por diante ate parirem o ho-
03601 '. a nm G
Nio dizendo que um pregador diaae_ .em b
Pedro de Londres que a obra de Darwin foi obra
eaaencialmunte religioaa e que elle considerado
entre os maiorea interpretes da palavra de Deua ,
Nio com todas estas eacapulaa que ae ba de
convencer que a aynthese do poait.viaio, ha de
mais tarde eu mais cedo, guiar todo. Pg
e elevar todos os coracoes o que est dependente
de larga e urgente propagaf&o, para acabar a guer-
ra e eucher o hornero de felicidade na trra.
Se o positivismo uma grande verdaie, se e
neceasario para a raslisacio das faldea que
elle tras a aua urgente e larga propagacio, o meio
fasel-a. ensinando a doutrina aoa tolos para nio
penaarem que o tranatormiamo consiste em o ma-
caco aacudir o pello e virar homem.
Do contrario, com o recurso a eases palavroea,
comparaba com Copernico, Galileu e Newton,
sem enainar a couaa, a os tolos podem engolir
eaaaa erapaainadellaa.
Galileu e Newton explicaram a mecnica co-
late pela forga dos corpos, Laplace a formado
doa astros pelo meamo principio (anda hypotbe
es). Mas quem explicou a forsa ? O que ella I
Movei voseo braco, e disei -me oude est a for-
ca t .
Nos msculos? nao. _
Calcai o braco de uma alavanca de primeira or-
dem, e ella levantar mil arrobas Se o voseo
braco possue a forca, tambera a alaraoca a pos-
SUA forca nio est nem no voseo braco nem na
alavanca, maa aim na voaaa tostads. Se una ma-
uifestain maior forca do quo outroa, porque dis-
Bem ae apparelhos mais vigorosos oa poaeantea.
io como aa alavancaa de differeatCB poencias
A forca, pois, a pode ser, e a vontade.
S portento uma vontade imprimi ou deu aos
coros ft forca.
Ora se a vontado do homem, que fas, quando
nuer, mover;o braco, formada ou conduzda pela
inteligencia para dirigir bem a accao na mec-
nica da vida, a vontade que deu forca a materia
nala aual forca se constituio a mecnica universal,
reomprehenaiva da intelligencia. ^"t-ai-
E'"te o ente que tem vontade sobre as censas I fogo de artificio.
Beclfe. lOde Teverelro de 1987
lllms. Srs.Tendo esta Illma. Cmara
determinado reraover-me de fiscal do Recife
para igual cargo no Io diatricto de S.
Jos, por 60 dias, e sendo essa remocao
por tempo limitado o prenuncio de outras
que ho de succeder se, segundo o syate-
ma que se procurou adoptar e foi exposto
em sessao; pe50 a minha exonerado;
visto como a estabiliJade uma condicao
necessaria para que se tornem proficuos os
esforsos, que empreguei sempre com a
maior dedicacSo e gosto para corrigir abu-
sos o fazer observar as pre3crips3es mu-
nicipaes.
Deus guardo a Vs. Ss.Illm. &r. presl
dente e maia vereadores da Itlma. Cma-
ra Municipal do Recife.Jos Ptdro dos
Santa Neves.
Ao Sr. commlssario de Llmpeza
Publica
De ante-hontem para hontem foram retirados
por ordem de V. S., uns pedacos de pedra, encos-
tado um amazem, que me pertence, e a titalo
de aer impedido o tranaito, como se foase poaaivet
tranaito junto de uma parede.
Nio me moleetou aquelle procedimento, meamo
porque os pedacos de pedras poderiara ser levados
por quem os quisesse, e eu nio duvidaria de da[-
oa at a cmara para qualquer aervico; moleatou,
porm, dizer-se que o transito estava impedido
quando certo resultar o impedimento de varias
grades de ferro, varandas, madeiras, e hxo de
outroa armazena, que pertencem poderosos, maa
que nio podem ser alcancados pela juatica de
V. S.
E' preciao, poren, mais criterio e justica man-
dando V. S. retirar aquelles objectos dos armazens
visiuhos.
Recife, 10 de Janeiro de 1887.
Felippe Jacome da Costa.
laracalf na ra do Duque de
Caita
Aos Ilustres redactores do Jornal do Recife,
agradceme a noticia que sobre a epgraphe
Maracatencommodaiivo dernm hontem na gaze-
tlba de sen conceituado Jornal, chamandoatten-
cio da polica para os ensaioa do tal divertimento
Us taes ensaiadorea do --infernal maracatfa-
zem parte da banda de msica da aociedade Be-
creativa Juventude, os cojos tendo j asuado
baatante oa viainhoa da ruado fogo, lembraram-
ae tambera de nos asuar.
Julgam eases nencrasnhoa que tendo como
chefe ummerino fresco !devem brincar com-
noaco,
O 3" andar onde funecioua o tal divertimento
o do predio n. 60.
Alguna moradores.
Festa deApipuco
No domingo 13 do crrante celebra este
povoado, depois de mais de vinte annos a
festa de sua Exoelsa Padroeira, Nossa Se-
nhpja das Dores, com toda a pompa e es-
plendor senio essa solemnidade com posta
dos seguintes actos:
Hoja alm dos actos costumados no se-
tenario, haver no largo da igreja quatro
arcos de illuminac&o a gaa e fogos de ben-
gala devido ista a dedicajlo de distinotos
cavalleiros, tocando alm da msica de po-
lia a do 2o batalbao de infantera.
No sabbado ao meio dia subirao ao ar
diversas girndolas de foguetes, precedidos
de uma salva de 21 tiros, annunciando o
grande dia para os habitantes desse aprazi-
vel povoado, o qde se renovar a noite de-
vendo repetir-se tambem a mesma illumi-
nacao de hoje e fogos especiaos, a esfor-
503 de algumas senhoras.
No domingo s 5 horas da manha uma
grande salva acompanhada de girndolas
de fogos dir aos filbos da Augusta Maria
que chagado o dia em que em sua capel-
la ella louvada com especial devogao,
entrando a missa x solemne a grande or-
chestra dirigida pelo illustre professor Jos
Tavares de Medeiross 11 horas da manha,
pregando no Evangelho o virtuoso sacer-
dote Dr. Jos Affonso de Lima e S.
A's 4 horas da tarde baver no
da igreja corridas de cavalhadas, e outros
festejos, tocando duas bandas de msica
marcial em corto espeoiaes.
A's 7 horas da noite depois de se fazer
ouvir a respeito das Dores de Maria San-
tissima o digno vigario da freguezia da
Graca Zaterino Ferreira Velloso, entrar
com toda solemnidade a ladainha, termina-
da a qual ser arriada a bandeira e con-
ducida para a casa da nova juiza, quei-
mando-se um lindo e grande fogo de arti-
ficie, confiado pericia do artista Olympio
de Mello.
as noites de sabbado e Domingo alm
da lluminacSo de que cima sa falla, have-
r 2 focos de luz elctrica, para alli man-
dados por um dos dignos juizes da feata.
O oavalleiro que dirige a estrada de fer-
ro de Apipucos, resolveu de accordo com a
coram8sao eucarregada da festa, fazer re-
duerjao nos bilhetes comprados as estacSos
no dia de Domingo, sendo os bilhetes de
ida e volta 600 ris, responsabilisando-se a
commisseo pela differenca que existir.
Todas aesahoraa abena
uma deagraca terrvel e iucalcula\ t-
cabello, s igualmente nio ignorara, que eOTawaas
casos a culpa buu. O 'lomeo Oriental urna pre-
paracio vegetal pura e fragrant, destinada ex-
preaaamente para a conaervacio e aformoeameuto
late grande dom da natureaa, e com amento
usal-a, ae obtem uma basta e vigorosa cabelladura
de suaves, brilhaotes e flexiveis cabellos anne-
ladoa.
Milhares de peasoas de amboa os aexos em todas
as partea da America do tal e naa AQtilhaa, co
iihecem e atteatam este facto.
Se ha ou existem alguna incrdulos conceruents
as anas virtudes vitalisadeiraa e aformoaeadoras,
que perguntem aquellas pesaoaa que o uaam dia-
riamente.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster a C,
roa do Commercio n. 9.
Escola particular
deinstrtepao primaria
para o sexo mascu-
lino
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ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crus
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De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as dentis hora a da noite ser encontrado no
sitio travesea doa Remedios n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm 1? porco do Dr. Cosme.
Silveira
VtVOVWO
38-Rua do Imperador-38
Prlmelor andar
1
!
Izab.l The;eza de Jess
Manoel Ferreira, e sua mulher Isabel Alexan-
dnna Ferreira, gratos s pessois que caridoaa-
mente fiseram o religioso obsequio de aasistirem a
missa de stimo dia, pelo eterno repouso de aua
deaditoaa e pranteada afilhada, Isabel Theresa de
Jeaua externara pelo presente s mesmas pesaoaa
o maia subido reconhecimento.
A socledade Musical 14 da ***
e ao seu digno professor, Gabriel Archaojo de
Azevedo, um voto de gratido, modesta, porem,
legitima paga, pela expontaneo concurso, que em
funeral toraou-sefedificaute e digno do mais alto
conceito.
Recife, 10 de Fevereiro de 1887.
Manoel Ferreira.
Brasilian Street Rail-
way
Nao convm que pasee desapercebida a hospita-
dadeque o Sr. Birds, gerente da Braziham
Street Railway Compaoy, offereceu ao Sr. _Uwis,
capito de navio, que essa digno martimo fractu-
rou o braco no portan da sitio da Jaqueira, indo
elle no trem de 7 horas e 45 minutoa da nonte.
O honrado Sr. Birdajlevon o ferido para .a casa
de sua residencia e ah prestou-lhe com verdadeira
pericia oa cuidados e diavellos que o Beu ostado re-
clamava; e houve se com talarte, que, quando
coegaram os mdicos, nada mais tiv^ram fsser do
que ratificar o trtamento, que o Sr. Birds dera ao
doentc. .
Durante o tempoat 11 horasam que ah es-
tove o capito Ltwis, foram constante os desvel-
do Sr. Birds e de toda sua Exma. Familia.
Receba, pois, eate illustre oavalleiro os nossos
comprimentos e agradecimentoa-
r *
Colleglo Instituto Acadmico
N'este collegio eato estabelecidas aa aulas de
pratiea das lieguas francesa e inglesa, a cargo
dos Srs. G. Klein eJ.Fauatone, alm daa theoncaa,
a cargo do director e do Dr. Gabriel de Araujo.
O director,
Jos Ferreira da Cruz Vieira.
O abaixo aesignado tendo de seg uir viagem
para a Europa, tratar de sua sade, deixa como
aeos procrateles, para tratar de seus negocios
durahte ana ausencia, seus filhos Samuel Esnaty
e Jos Esnaty.
Recife, 8 de Fevereiso de 1887.
Uaic Esnaty.
Programla
DA FESTA DE NOSSA SEXHORa. DO BOM
PARTO EM 0L1NDA
A mesa regadora da irmandade de Nosaa Se-
nhora do Bom-Farto, erecta na igreja de S. 8e-
baatio de Olinda, resolveu celebrar a festa de
aua padroeira no dia 13 do crrante, do modo se-
^Nodia 12, pelas 7 horas da noite, ser hastea-
da a bandeira da Excelea Senhora, tocando nesta
occaaio uma banda de muaica, subindo ao ar di-
versos balSes e algumas gyraudolas de logue es.
No dia 13, s 5 horas da manhS, uma salva
real annuncar aos devotos da Milagrosa Senho-
ra, o dia da aua feata. .
A'a 10 horas do dia entrar o acto religioao,
cara miasa selemne, orano ne Evangelho o Rvm.
Fr. Pedro da Purificacio Paos e Paiva ; sendo in-
cumbida da crebestra o distmeto professor Jos
Tavares de Medeiros.
A's 5 horas da tarde, haver gymnastica para
distraerlo do publico, no pateo da igreja, emquan-
to chega o acto religioso da noite. Pind eate que
seja, ser arreiado o eatandarte da mesma Vir-
gem, queimando-se em seguida um magnifico fogo
de artificio, caprichosamente feito pelo pyrotech-
nico Francelino de Mello. ....
Em todos estes actos tocar uma bandajde mn-
" A mesa regedora declara se summamente gra-
ta e agradece a commisso composta dos Srs. Vi-
cente Paes Barrete, Alfredo Bessone e Manoel
Eustaquio, a expontaneidade e esteros qae em-
pregou, afim de conseguir nSo s o fogo de artifi-
cio qu tem de ser queimado na veapera e da da
feata. como tombem entreter aoa que comparece-
rem tarde, com o d'vertimento de gymnaatica,
tendo para ato cootractado um artista j conhe-
cido pelo seu bom trabalho.
O abaixo aasignado, participa ao Ilustrado pu-
blico deeta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de nstraccjio primaria para o sexo masculi-
no, rna Velha n. 36, (Boa Vista) onde esme-
radamente se dedica ao enaino de sens alumnos.
Educa e instrue a infancia pelo melhor syatema
dos principaes collegioa da edrte do imperio, ende
por algum te rapo demorou-ae a paaaeio, cujo eys-
tema a delicadeaa, a vocacio, a paciencia
ntima para o ensino, fasendo com que os seus dis-
cpulos sigam o caminho da intelligencia, da honra
e da dignidade com santos conaelhoa e 8a Iicoes,
afim de que venham a aer o futuro sustentculo
da patria, da religSo e da lei, e um verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera merecer a confianca e proteccao dos
paia e tutores das crianca* que quenam provei-
tar um rpido adiantamento de seus filhos ou tu-
telados, e em particular tem f robusta em todos
os seus compatriotas pernambucanos.
Comquantp ousada seja esta tentativa, todava
espera que oe seus incansaveis esforcos, a os seus
puros desejos sejam coroados com a felis appro-
vaco de todos os filhos do imperio da Santa
Crnl- ,.,-
Espera finalmente, que o reapeitavel publico
saiba apreciar de perto o sen verdadeiro enaiao
primario, onde rpidamente as criancas abra9am
e amam de coracao aos livros, as sciencis as let-
tras e as artes.
Igualmente tem uma aula de natruccSo prima-
ria noite para adultos, sendo das 7 s 10 horas.
Curso de portugus e francez a qualquer hora.
Horario da escola para meninos, das 9 horas d
manha a 3 da tarde.
ensalldadea
Primeiraa lcttras 2000
PraQC" lSoo
Portugus a*uw
Pagos adiantados no acto da matricula.
Recebe meninos internos, externos e meio pen-
sionistas, por mensalidades razoaveis.
Ra Velha n. 36.
Juito Soares de Azevedo.
Mlraculoaa aisceeaao (S)
Urna filha do Sr. Firmino Francisco Machado,
fazeudeiro no Ibicuhy, Rio Grande do Sul, estava
desengaada pelos mdicos que a declararam af-
fectada de uma fysica pulmonar em estado bas-
tante adiantado.
A ana familia, profundamente consternada, teve
a feliz lembranca de experimentar o PEITORAL
DE CAMBARA', deacoberta e preparaco do Sr.
Alvares S. Soares, de Pelotas.
A!gun8 frascos d'este precioso medicara ento as
seguraram as melhoras da doente, e o uso conti-
nuado operoa uma cura radical !
Esse miraculoso succeaao na cura de uma tao
terrivel entermidade, referido em uma carta m-
preaaa noa opsculos quo acompanham o medica-
mento.
Uoicoe agentea e depoatanoa geraes neata pro-
vinciaFraneiaco Maooel da Silva &C, ra
Marques de Olinda n. 23.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partea, molestias de senhoras e
de criancas, com pratiea naa principaes inaterni-
dades e hospitaes de Pars e de Vieana d'Austria,
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgicaa
concernentes as auaa especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Barao da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1- andar.
Consultas das 12 s 3 horas de tarde.
Telepbone n. 467.
5
II
II
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silveia
Especialidadesfebres, molestias das
criancas, dos orgaos respiratorios e das
senhora a.
Presta-se a qualquer chamado para
fon da capital.
AVISO
!
Todos r>s chamadas devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
BarSo da Victoria n. 43, onde se indicar
! I I eua residencia.
1 as-
ir. Cerpira Lis
MEDICO
Tem o seu escriptorio ra Duque de Caxias
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Cruzn. 10.
Eapecialidadeamolestiaa de Benhoras e crian-
cas.Tolephone n. 326.
EDITAES
bulista
Festa da Victoria
na
do
do
No domingo, 13 do corrente, se celebrar
matriz de Santo Anto da Victoria a feeta
Orago com a maior pompa possivel.
No eabbado, pela mauhS, aegoir a muaica
2 batalhio, que durante todos oa actoB tocar as
melhorea pecas de seu repertorio.
A orchestra, compoata de b9na muncoa, sera
dirigido por um diatincto maoatro d'esta ca-
P' Hver msaa, vesp?ras o Te Deum, tendo ser-
mSo em todoa eatea actoa.
Ho domingo o trem partir da eitaoso de &.
Joo a 9 horaa e 20 minutos, voltando depois do
Havendo quslquer outro trem que parta antes
ou depois deeta hora, ser aeuuncado.
A festa ainda mais realcar com a presenca do
Sr. biapo diocesauo que aegue no sabbado a tarae,
afim de assistir a feativdade. .
Consta que tambem iro pessoas mais, graasa
deata cidade. ..
Na noite da testa ae queimai um deslumbrante
Em virtude do que dispe o Art. 65 de regola-
mente que baxou com o decrete n. 9,554 de 3 de
Pevereiro de 1886, a Inapectoria de Hygiene fas
publico, pelo praso de oito dias, que o cidadao
Antonio Columby lho dirigi a seguinte peticao
c.m documentos que satisfazem aa exigencias do
Art. 65 do citado regnlamento :
. Diz Antonio Columby que achando-se estar*
lecido na villa de Serinhem com caaa de drogas,
c tendo o aupplicante pratiea de longoa annos de
pharmacia, como prova com os documentos juntos,
e havendo grande neceaaidade de uma pharmacia
na meama, corao ae vedo atteatado da Cmara
Municipal, Vbm o supplieante requerer a V. Exc.
a graca de conceder-lhe a licenea para abrir e
administrar pharmacia aa villa de Sennbaem, em
Viata do Art. 65 do ragulamento que ba.xou cora o
decreto n. 9554 de 3 de Fevereiro de 1886. Nea-
tes termoP, pede deferimento-E. R. M. Villa
de Serinhem, 20 de Dezembro de ISW--^*'
nio Corumby. (Sobre duas estampilhaa de UJ
* E declara que, ai nesse praso nenhum pharma-
ceutico formado Ihe communicar ou Inspectora
de Hygiee de Pernambuco, a reaolucao de esta-
belecer pharmacia na citada localidade, conceder
ao ortico a lcenca requerida. ___
Iospectoria Geral da Hyg.ene, 11 de Janeiro
de 1887.Dr. Pedro Affonso de Carvalho, secre-
tario.
Dr. Ferreira da Silva, consultas:
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario. _^__
N. 3. Mais se tendes filhos debis que
por falta de appitite estao dosntes, dae-
lhes a Eamlsao de Scott.
E' maravilhoso. cerne em pouco tempo"
ro tomarem-na, restabelecem-se e como
aecuperam a energia e a sade.
Leonor Porto
Rna do imperador o. 45
Primeiro andar
Contina a executar oa mais dirficeis
Ifigurinos recabdoa de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicao de costura, em bre -
vi dada, modicidade em precoa e fino
g0Bt0, s^^^^^-^-^-I
Clnica medico elr 11 rea
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartosimoleatiaa de senhoras e
CrRedencia Ra da Imoerutrz n.,4, segunda
andar.
Emulso de Lanraan
& Kemp
A Emulsao de oleo de figado de baca-
lho com os hipophosphitos de cal, soda e
potassa, preparada pela acreditada casa
de Lanman & Kemp de Nova York,
melhor, a mais perfeita, e a mais efficaz e
agradavel que ai agora se tem cuereado
ao publico.
E' um regenerador poderoso das consti-
tuic5es debis e um remedio certo para
todas as affecs3es do peito, da garganta e
dos pulmSes. .
Use se e a Emulsao de Lanman
Kemp nao confundindo-a com as outras.
Vende-so em todas as drogaras e phar-
macias.
O administrador do Consulado Provincial em
cumprimento do que dispoe a lei de orcamento em
vig >r ras publico a quem interessar posea, que, no
espaco de 30 diaa uteis contados o 1 de Feve-
reiro prximo viodouro ; dar-se-ha principie a. co-
branza, livre de multa, do imposto de reparticio
constante da tabella infra annexa citada lei re-
lativamente ao 1* semestre do exercicio de 1886 a
1887
Consulado Provincial de Pernambuco 2 de Ja-
neiro de 1887.
Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
Tabella a que se refere o edital supra
Parte 1
1 Casas de commisaoes deconsiguaces e de
commiaeoea e conaignacoea.
2 Ditas ou depoaitoa de vender em grosso carvao
de pedra em trra ou Bobre agua.
Parte 2
2 Lujas de vender joias aomente, ou joia8 e re-
logios.
i Dtaa de vender relogios somente.
5 Casaa de vender pianoa e inatrumentos musi-
caes.
Parte 3'
6 Fabrica de rap Meuron.
7 Ditas de sabo inclusive a que acha-se na fre-
guezia de Afogados.
8 Ditas de cerveja, vinagre, vinhos, genebra, u-
cores e limonadas gazozaa.
9 Ditas de Gaz.
10 Ditas agencias e depsitos de rape.
Parte 4"
11 Empreza8 anonymes ou agencias destas.
12 Companhia de Beberibe.
13 Bancos, agencias filiaes e representantes dos
meamoa e eaaaa bancaraa.
14 Companbiaa, agencias ou casas de seguro ou
qualquer pessoa que no carcter de agente
de companhiae de eegnro fizer contracto desta
natureza ou promovel-os, com excepeo dos
que tem sede nesta provincia e contractarem
o eervico especial do artigo 13 desta lei.
15 Armazena alfandegados, e depoaitoa ou de re-
ceber.
16 Cazas de jogo de bilhar.
Edital n. 59
Oculista

DI.
.-ro. parsetro e operador
BeJ^ZZ Bardo da Victoria n. 15,1-andar
Consultorio ra Duque deCaxiaa n. 59.
D consultas das 11 horas da manha aa S ds
t8Attende para os chamados a qualquer hor
telephone u. 449.
Dr. Barrete Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe de clnica do Dr. do
Wecker. d consultas de meio da s
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Barao da Victoria, ex-
cepto nos domingos e diaa santificados.
Residencia roa Sote de Seterabro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 2o.
Collegio de Nossa Senhora da
d

Penha
RA DA AURORA N. 19
As aulas deste instituto comecarao a 7 de Ja-
neiro. ... ,
A directors,
Augusta Cntaro.
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publi-
co que, achando-se as mercadoriaB contidas nos
volumes abaixo declarados, no caso de serem ar-
rematadas para conaumo, nos termos do cap. b
tit. 3 do regnlamento de 19 de Setembro de 18W,
(tit 5 cap. 5 da consolidacao) e art 18 do de-
creto de 31 de dezembro de 1863, oa seus donoa
ou consignatarios deverao despachal-as e retralas
no prazo de 30 dias, sob pena de, tindo elle, se-
rem vendidas Dor sua conta, sem que lhes fique
direito algum d'e allegar contra oa efteitoa desta
venda :
Armazem n. o
Marca SBC, 1 ca xa n. 23, vinda de Londres
no vapor inglez Phenix, entrado em 11 de Feve-
reiro de 188G, nao consta do manifest.
Marca RM, contramarca A. L. Guimaraes, 1
pacote sem numero, idem dem idem.
Armazem n. 5
Marca S^AC, dous diamantes ligados com 7 e
10 nos centros, 1 caixa aem numero, vinda de Li-
verpool no vapor ioglez Dclambrc, dem dem
conaignada a Sonza Baato, Amonm & L.
Armazem n. 7
Marja AC, contramarea M, 1 caixa n. 25, vinda
de Genova na barca italiana N. Cathanna, dem
em 27 de Marco idem, idem ordem.
Marca FMS&C, contramarca diamante, P no
centro e PC, 1 caixa n. 4,123, vinda do Havre no
vapor francez Villc de Azcete, idem em 20 dem
idem, idem a Francisco Manoel da Silva U
Marca diamante, C no centro, e contramarca
JCL4C, 1 barrica n. 134, vinda de Liverpool no
vapor iaglez Oraior, idem em26 idem idem, dem
a J. C. tevy 4 C. .
Marca JL, 1 barrica sem numero, vinda de
Terra Nova no navio ingles Helena Isabel, dem
em 31 idem idem, dem ordem.
Marca JL, 1 dita sem numero, idem dem dem,
idem. T
Marca WH&C, 1 chapa de ferro, vinda de Loa-
dre3 no vapor ingles Phenix, dem dem dem,
idem a W. Halliday &. C. .
Marca AC, 1 barrica ecm numero, vinda de
Liverpool no vapor ingles Oroor, dem em i
idem idem, dem a Albino Croa ft C.
Marca MMB, eontramaica C&C, 47 caixaa aem
numero vinda no vapor ingles Warrior, dem em
5 idem iJem, idem ordem.
3 aeccao da alfandega da Pernambuco, ae
Fevereiro de 1887.O chefe,
Cicero B. de Mello.
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XSI
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E' chuado ao quurtel genera, o cx-soldao
Luiz Pereira da Costa, afin de reverter ao lervico
da eompanhia de cavallaria, vito qae o tea sub
titatc Manoel Candido Leopoldino deserten.
Secretaria do ("ominando das Armas de Fer-
nambuco, 9 de Fevereiro de 1887._________^^^
Edilal.
ieoi 12de Feverclrd
Aviso aos senhores. socio para PJOCL
sena ingresaos na sede de club do dhroao
em diante, das 7 s 8 li2 hars di noite, em mi
doSr. thesoureiro.
Secretaria do clnb Carlos Gomes, em 8 de
Fevereiro de 1887. O 1- secretario,
P. C. Catonova.
De ordem da Ilkn.* cmara, se fas publico a
qoem enteressar pus, que a mcsina caate em
setsao de hontesn resolveu para boa ex- eucaj do
art. 83 da iei n. 1832 du 10 de Setembro do anno
passado que ospropriel-.rios dos estabclecimentos
mercantisecasasde negocios que gosaindauencau
do referido art., nio i.odem expora venda os aiesmos
artigos de que fasein inercaucia os que sao obrj-
gados porforca da mesma lei.. a conservarem-se
fregados nos Domingos e diS santificados.
Os contravantores, ficam sujeitas a multa de
30#000, e o dobro, na reincedcndencia, e obriga-
doB a fecharem os estabeleciuieotcs.
Secretaria da Cmara Municipal do Kecife, em
10 de Fevereiro de 1887.
Prxedes Gome de Soiai Pitonga,
presidente,
Francisco de Assis Fretro Rocha.
secretario.
Capitana do porto
Faco publi.-o que acbando se concertado o ma
chimsuio do pharol da barra d'tsto porto desde o
por do sol de hontem, funecona com as competen-
tes rotaves.
Capitana do Porto de Peruambuc>, 10 de Feve-
rairo V. 187.
O .amanuense servindo de secretario,
Francisco Mor eir Dias^___
Thesouro Provincial
Ve ordenvdo Illm. Sr. inspector dcsta repart
cao, Uqo publico que no dia 11 Jo corrente me,
psga-se a classe de 2 eutrancia de professores
relativamente aos veneimentos do miz de Dezein
oro prximo lindo.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
daco, em 10 de Fevereiro de 1887.
O escrivao da despera,
Silvino A. Rodrigues.
uitii Gui I irartts jo
Por esta secretaria do chamados os parei.tes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at o di 28 do corrente apresental-i.s no eollegio
das rphas, affin de serem ahi udmittidas, visto
serem as primeiras inscriptas uu respectivo qua-
dro.
1 Carolina, protegida de Augusto Manta.
2 Illuunata, filha de Maria Florencia Barbosa
dos Santos.
SLaurinda, filha de Sincletica Lins de Vas-
concellc8 Araujo.
4 Mara, filha 3a m 5 Adelaide, filha de Maria Jos di Coneeieio.
6 Mana, filha de Maria Jof da Euearnacao.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 8 de Fevereiro de 1887.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Soma.
Lotera de 400 contos
A grande loteria de 4000 contos, -m 3 sorteios,
fica transferida para o dia 14 de Maio vindoun,
impreterivelmente, nos termos do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Thesouraria das Loteras para o fundo de
etraiHinicuo e ingenuos da Col na Isabel, 14 Dez-iDOri de 1886.
O thesoureiro,
Francisco Gonyalvea Taires.
COMMERCIO
(M Cirios
S. H. J.

It>iia romnterclal
Cotai,3es officiaes ba josta dos cor-
rectores
Recife, 10 de F.vereirs dt 1887
Aecoes da compauhia de seguros Amphytrite, do
valor realisado de 'MU a 150*000 cada
urna.
Letras bypolhecarias do banco de crdito real de
Peruaiubuco. do valor de 100/, juros ite
7 0,0, a '.144500 nada urna.
Cauabio sobru Landres, a "JO /v. 22 7/16 d. por
1/, particular, houtem.
Dito sobie dito, a 90 d/v. 22 1/4 d. por 1*000, do
banco.
Dito sobre dito, vista, 22 d. por 14, do banco.
Cambio sobre Paria, a 90 d|V. 427 rs. o franco, do
ban.o.
Dito sobre dito, d vista, 431 rs. o franco, do banco.
Cambio soDre ilatnburgo, a 90 d|v. 529 rs. o U.
M., do banco.
Dito sobre dito, vista 535 rs. o R. M-, d>
banco.
Oambio sobre o forto, a 90 div. 140 0/0 e pre
mi, do banco,
'lambi sobre Lisboa, vista i 42 0/0 de premio,
d) banco.
Ka hora da bolsa
Venderam-se : f
l aecoes da compauhia Awphytrite.
200 letras liypothecanas,
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubcux.
Mo laen lo banraria
BECIFB, 10 DE FEVEHEino DE 1887
O bancos apresentaram uiuda no baldo a ta-
la de 22 1/4, que abaixo ipprcduzimos.
Entretanto em p. rticular fiz. ura-sc trausaccoos
22 5/16.
Do London Bank :
Sobre L-mdres, 90 d/v 22 1/4 e vista 2?.
Sobre Pars, 90 d/v 427 c vist* 431.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 529 e a vista 535.
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e vista 212.
Sabr Italia, & vista 431.
obre New-York, vista 2*270.
Do Englis Bank :
Sobra Londres, 90 d/v 22 1/4 < vi.ta 22.
Sobre Paria, 90 d/v 427 e vist. 431.
Sobre Italia, a vista 431.
Sobre Hitnburgo, 90 d/v 529 e f vista 535.
Sobre New Yoik, a vista 2*270.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 210 e vista 242.
obre as priucipaes cidades de Portugal, vista
247.
Sobre Ilhs des Acores, vista 250.
Sobre liba da Madeira, vist 247.
Mercado de aanucar e slcode
BECIFB, 10 DE FEVEKK1R0 DE 1887
Assucar
Foi regular boje a entrada do assrcar, cujus
jirecos ni i soffreram alteraco, cotande-se, firuie,
pura o de :
.}. baixo. por 15 kil-.s, de li'OO a 1900.
3 regular, p :;. boa, por 15 kilos, de 25!00 a 2*200.
| superior, por 15 kil. s, d 2*300 a 2,J100.
^^K por 15 kilos, d 2500 a 2*1.00.
^^Kjo turbina pulveiado, por !5 kilos, de 2*.00
2*300.
)ito dito crystalieado, p r 15 kilof, a 2*100.
Htaaeo turbina Usina Piuto, por 15 kiloa, a
2*6(0.
(mrn s turbina U'ina Pinto, por 15 kilos, a
^oo.
, pir 15 kilo, de 1*500 a 1*G00.
Cavado purgad", por 15 k'l'f>. a 12'X).
;U) 8U|' ri. r, por 15 kil n, 1*300.
"o bom, por 15 kilos, d. I*ili0 a 1.00.
gulnr, ptr 15 kilos, de l*0r>> 1*100.
blO ra i-tanir, por 15 kilos, 1*000.
|,.T 1.. kilos, de 00 a 900 rs.
r obtem <> mximo i u o mnimo das
dos atiucare* de 3. baixo, 3.a regular,
3 superior e fines, segundo o i-rtimcnto.
I
co PeristGio
Terca-feira, 15 do corrente, ao mcio dia rcu&ir-
se-ba esta associacao em sessilo geral para a elei-
cao dos membros que bao da compdr a mesa ad-
ministrativa no prximo a mu social de 1887 -1888,
de conformidade com a disposico do art. 10 des
seu Estatutos, pelo que sio convidados todos os
Srs. socios pa. a eomparecerem na sede do Instituto
no referido dia e hsra.
Secretaria do Instituto, 10 de Fevereiro de
1387.
Baptista Noguetra,
1. Secretario.
Prolonganiento do Estrada de Fer-
ro de Pernamboco
De ordem do Illm. Sr. director, kco publico que
no es-M-iptorio do eogenheire chefe do trafego do
Prolongamento da Estrada de Ferro do Recife ao
8! Francisco em Palmares recebem-se propostas
at o dia 20 do correte para a execucao de aterre
de a'gumas vallas e bacas existentes no trecho de
S. Benedicto a Cauhotiuho do mesmo pr^lcnga-
mento.
No referido escriptorio cucontraro os iiitercsa
dos os precisos esclarecimentos.
Secretaria do Prolengammt > d* Estrada de Fer-
ro de Pemambuco e Estrada de Ferro do Recife a
Caruai, 10 de Fevereiro de 1887
O secretario,
Manoel Juvencio de Saboya.
Sarao carnavalesco
Xo Club (arl.is Gome*
Sao convidados es aenheres subscriptores para
este siro a pr< curar os seus ingresaos em uila
do Sr. thesoureiro di club, na sede do mesmo.'
Recife, 8 de Fevereiro de lf-8/.
A c rrl.'ii;-;! i.
Thesouraria de Fa-
zenda
Pagamento de costura*
Te urd m do Illm. Sr insp que no dia 12 do corrente, in 11 horas da uunli.
sera efTectuado no ^rs^nal de- guerra o pagamento
de costurya, relativo priineira quioz-'na de Ja-
neiro prximo passade.
Thesouraria de Fazenda de PernaroboC!, 8 de
Fevereiro de 1887.O secretario,
Luiz En.ydio P. da Causara.
Club ib lariiis Peque-
hos
Noa trex ias de Carnaval, este club percerieri
diversas ras desta cidaie.
Pedc-se o comparecnnnto de tod.is rs Kcos a
sede do mesmo club na ra de christovo Coloin-
bon. 6.
0 secretario,
Av. lina Jos do S. .
Me Recreativa Javeniudc
> carnavalesco em 19 de Fevereiro
Iniciativa da presidencia
Pede-se aos senhores socios que desejarem ti-
rar convites para este baile, o favor de apresen-
tarem suas notas na secretaria da toeiedade.
Nao serSo admittidos aggregadoa.
Prevenimos sos seuh res socios effectivos, bene-
m :ritoj e distinctos, qae os ingresaos podero des-
de ja ser procura loa em me do ir. thesoureiro.
Ser retara da socied.de Recreativa Javrntnde,
8 de Fevereiro de 1887.O 2" secretario,
Jos de Mediis.
Lotera da Colonia Isabel
A 14* serie da 24 parte das loteras em favor
dos ingennvs daColoni* Isabel, acha-se exposta
veu.a, cuja extraeco ser no da de Fevereiro
Thesouraria das loteras para o fundo da eman-
cipaco e ingenuos da Colonia Isabel, 3 de Fe-
veriro de 1887.
O thesoureiro,
Francisco Goncalves Torres.
Obras Publicas -
De rdem do Illm. Sr. engenheiro chefe da re-
particio das obras publicas, tajo publico que, em
v rtuce da autorisacSo di Exm. Sr. presidente da
provincia, oo dia 16 do corrate, ao meio dia, re-
cebe se na secretaria desta reparticao, propostas
para a execucao dos reparos precisos na ponte da
Magdalena, oreados m 1:416*800.
0 ornamento c mais condices do contrato se
acham disposicSo dos senhores pretendentes
para serem examinados.
Secretaria da reparticao das obras publicas de
Pcrnambuco, 5 de Fevereiro de 1887.
O secretario,
Joo Joaquim de Slqueira Vartjio.
EMPREZA DO G/U
Pede-se aos Senho
res consummidores que
queiram azer qualquer
coomuicaco ou recia-
ooacio, seja esta feila no
escriptorio desta empre-
za ana do mperador n
89, ohde tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
llermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli
veira, e quando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ios Carvalho.
Durante a auzencia
Algodao
O preco dcste artigo c- uiina i.-ni- n 62O0
por 15 kilos para o de PeruRiubuco a boas proce-
dencias, em trra.
Entrada* de smiacar e alyoilo
ur.z i.i. r;:vi.i:i:in)
de Natal, na mesioa 'l-.t* e cunsigaado
ordem, manifestou :
Assucar 555
4C.
saceos a Prente Vianna
l-.MHAUAS
Barcscag ...'..
Estrada de ferro de Olin-
da......
Estrada de ferro de CV
ruai.....
Aoimaes .
Estrada de trro de S
Franciscj .
Estrada de ferro de Li-
moeiro.....
1 i 9
l 'J
t i
l 10
l 8
l 7
'IJI
14.5J4
i
-0J
'4 Oij
5.25J:
26..84
6 821
1
i s
^ -j.
1.915
;A)
77
3.07C
1.017
2.:i0
Pauta da .Ifnntlega
KLS.SA DE 7 1 12 DE PEVEHE1BO
Algodao, kilo
Assucar mascavado
kilo.
*35.t
J70
Irrlaiiieiilim
10 DE T. VBBB1BO
Barca noraeguense Rea, para carregar n-tte
porto um carregameuto de 75U toldadas de asqu-
ear, com destino aos Estadoi-Unidos, a 10/ li-
quido.
Patacho nacional Taborda, par. carregar tam-
bem ueste porto, com destino u Santos, um earre-
gamento de assucar, a 110 rs. por 15 kdos.
Embarcaro denachada
Patacho alleino Juhanne, s bido.lwut m, 1:',
condusio:
Para Santos :
2,000 saceos com assucar branco.
1,400 ditos de dito mascavado.
Consignado a Pereira Carnciro & C.
Importado
Vapor nacional 8. F-cncisca, entrado
do Aracaj e escala era 9 do corrente o
consignado Companhia ''errur.ubi:.ana,
manifestou :
AlgodSo '30 saecos a Joaquim da Silva
Carneiro.
Couros salgados seceos 434 ordeio, 99
a Domingos AIvcs Mutheus, ditos espi-
chados 16 a AmoriiD & In.aos & C"
Est-iras de palha l atados a J js Ro
drigues Macicra.
Panno d'algodSo 28 fardoa ordem.
Pelles 34 amarrados a H. Stolzemba k
4 C, ditas cortidas 5 abarrados a II.
Nes k & C.
Hiate nacional Adelina dos Anjos, entra-
do da Pa-shyba em 10 do corrente e con
signado a Manoel Joaquim Pesson, mani-
festou :
Algodio 375 sachas a Rodrigues L:rn
C.
Hiate nacional Qeriquiy, en.rado de
Natsl no dia 10 do corrente o cousignado
a Manoel Joaquim Pessoa, raaoifestou :
Assacar ''Mi saceos ordem.
Courus salgados seceos 383 a Julio A
IrmSo, 176 a H. Stolzemba.k d C.
Pelles 1 fardos sos mesmos.
Hiato nacios] Correio d<> Satal, entrado
Cter nacional Rogerio, entrado de Na-
tal em 10 do ao-ronto e consiguado a Ma-
! noel Joaquim Pesso, madtfWstou :
Assucar 3'JO sacos a Pereira Carneiro
AC.
Cter nacional Jaguariry, entrado de
Natal na meara data e consignado a Ma
noel Jn.'.quim Pessoa, manifestou :
Algodao 5G0 saceos a Pereira Carneiro
& C
Escuna ingleza Peroy, entrada de Terra-
Nova em 10 do corrente e consignada a
J. Pater & C, maniteetoU :
Ba^alho 1,814 barricas e 557 me8
oriem. *'{
i:\port .!<-5o
BE i: I FE, 9 DE FEVEBEIRO DE 1887
Para o exterior
Na barca norueguense Mira, carregaram :
Para Liverpool, S- Brothurs & C. 256 saccas
com 18,083 kilos de algodSo.
No lgai ingles Viola, carregaram:
Para New-Yoik, Julio & Irmio 500 saccas com
37,500 kiles de assucar mascavado.
No brigae portugus S. Lonrenco, carrega
rain I
Par o Porto, S. B. Amorim & C. 48 sa cas com
3,525 ki'os de algodao.
Na barca portuguesa Xovo SMeticio, carre-
garam :
Pura o Porto, A. C. da Silva 50 saccas con
3,940 kilos d'' algojaj.
P^ia L:<,b.a, J. il Das 100 taceos com 7,500
kilos de assucar mascavado.
No vapor francs Vle de Santos, carre-
gou :
P.rt Hamburgo, S. L. Johnston & C. 2,550
duros salgados com 30,600 kilos.
Para Brepien, V. Neesen 1,510 coaros salgados
con 18,480 kilo*.
Para o interior
Ha lugar ingles Atice May, carregou :
Para Urnguayanus, 8. O. Brito 200 barricas
com 23,lti0 kilos de assucar branco.
No patacho nacional Positivo, carregaram :
Para o Bio Grande do Sul, Amorim Irinaos &
C. 10o barricas com 11,140 1|2 kilos de assucar
mascavado e 450 di tu com 38,523 ditos de dito ;
Eduardo Barbosa 250 volumes com '25,760 kilos
de assucar branco.
No lugar sueco Hildur, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, P. A. de Azevedo
31 volumes c>m 2,612 kilos da assacar branco.
Na escuna racional Urania, carregaa :
Para o Bio Qrandj do Sul, J. M. Das 100 bar-
ricas com 11,050 kilos de assucar mascavado e 600
ditas com 61,129 ditos de dito branco.
No brigae norueguense Alkor, carrega-
lam :
Para Santos, P. Carneiro & C. 130 saceos com
7,800 kilos de asssucar branco.
No lugar ingles Elisabtth, carregou : .
Para Santos, P. A. de Asevedo 300 taceos com
18,000 kilos de aesucar brancr>. ,
No vapor ingles Merehant, carregaram :
Para Santos, V. da Silveira 1,580 sacos com
90,000 kilos de assucar mascavado e 500 ditos com
30, 00 ditos de dito branco; Haia saceos com 6,000 kilos de assucar mascavado e
l,o M ditos com 108,000 ditos de dito branco ; H.
Burle i V. 1,200 saceos com 72 000 kilos de assu-
car mascavado, 00 ditos com 48,OCO ditos do dito
e 3 pipas com 960 litros de agurdente.
No vapor trances ViUe de Baha, carrega-
ram :
Para Santos, Amorim Irmaos & C. 1,050 saceos
com 63,000 kilos de assucar branco e 1,150 ditos
com 9,000 ditos de dito mascavad ; P. Pinto *
C. 5 pipas com 2,400 litros de agurdente.
do abaixo assiguado na
Europa todos o > recibos
dessa einpreza deve-
rao ser passariosemta-
loes carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor alguin.
___ George Witdsor,
CONTRA Ft)
he Liverpool & London & Glob
INSIMNCE COMPANY
s
to k c.
oti:*i\iiii des: wecuro
NRTHERN
de Londres e .Iberdecn
i'dsiroaiiaiii'Cli'a (liesembro 1865)
Capital oubsciipto 3.000.000
Fundos accumuladoB 3.134,34if
Heceita animal i
D premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
0 AGENTE,
John H- Boxwell
RA COMMEBDOCIO N. SO .* tit
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhla Pheois Per-
niim bnca na
fiuado Commeroio u 8
TMPAlPElEGlT
COXTRA FOGO
Norlh Bnlisli k flercantiie
CAPITAL
:000.00o de libras s(erlin.t<.
AGENTES
Adomson Howie & C.
1HH
AGESTE
Miguel Jos Alves
N. 7 -RA DO BOM JESS-N.
Segaros marieiwua e lerrealres
Neetes ultimo a ames roapuihu aest* (ia,
(uo concede sjs Srs. siignrad'S isespfiode ptg?
ment de premio em cada stimo a&ria, o \ s-
equivale ao descont de cerca ds 15 por oeoto em
ivir dos 8C(2U !-;-is.
I'ara o Rio de Jnneiro, P. Pinto & C. 5 pipis
rom 2,400 litros Je agurdente.
saviok a carga
Bares succ Prima, Un!I.
lirigue portugus S. Lourenco, Lisboa e Porto.
Llarcac* naei' uhI Itor do Passo, Mamanguape.
-BarcH<;a Linda Sinh, Kio Grande do Norte.
Bar a portuguoza oco Silencio, Porto.
Birca njrueguense Gord.n, Liverprol.
Brigoe ni ruc;ueuse Mira, Liverpool.
Cter nucisnal Geriquity, porto do n..rie.
L^cnna u icioual Urania, Kj Groude du Sul.
Hiate nacional Apudy, Mostor.
I.^ar ingles Forence, New-Yurk.
Lg-r americano B Fabens, New-Yoik.
Lugar ingles Elisabcth, Rj Grande do Sul.
Lugar airinaj Elisabcth Stecens. Sautos.
Lii.r nacunal Tigre, Rio '-rande do SjI.
Lugar inijlix Villa, New York.
Lugar ingles Alice May, Uruguayanna.
Lgr sueeo Hildur, lio Grande jj Sul.
Patacho porlugnez Fanny, Par4.
Patacho americano Benjamn Fabens, N-w Yorz.
Patacho nacioual Positivo^. Rio Grande do Sul.
Palhabote nacional S. Bartholomea, Porto-A legre.
Patacho sueco Almina, Kio Grande do Sul.
Patacho pornguea Veritas, Lisboa e Porto.
Patacho portogues Fanny, Portngal.
Vapor ingles Mercliant, ttio de Janeiro e Santo*.
Vapor ingles Paraense, New-Y k.
------
navios a descarga
Barca nacional Mimosa, carvo.
Barcaca naciuual Espadarte, algodio.
Barcaca nac-.nal Constantim de Lima, gneros
cacionaes.
Barcaca nacional Vneta, gneros naconses.
Barcaca uaci usl Rainha dos Arijos, generes na-
cionacs.
Barcaca nacional Mnerua, gneros naciouaes.
Bai caca qacional Benigna, gneros nacianaea
Burjaca nacional Venus, gneros nocionaes
Bui ear;s nacii/nal Flor das Ondas, gneros nacio-
naes. .
Barc norueguense F^em'ad, carvao.
lirigue norueguense Vektng, carvao.
Brigue allemlo Bruno di Marie, varios gneros.
Brigae austraco Pinus, varios gneros.
Escuna ing'esa Perey, baealbo.
Esciinn inglesa Nellir. Harland, xarque.
kt-cuna idgleza Agenoria, bcalho.
Hiate naciual Corrtio do Natal, varios gene ose
Hiate nacional Adelina dos Anjos, algodao.
Hiat-i nacional Geriquity, varios gneros.
Lugar ingle Venture, carvao.
Lugar americano Barold B. Cansens, iarinha de
trigo.
Lugar ingli z Nicanor, farinha de trigo.
Patacho slleinao Wilhem & Joseph, xarque.
Patucho ingles J. L. B, bacalbao.
Patacho americano Leonora, farinba de trigo.
Patacho ingles Tiber, bacalhio e madeira.
Patacho portugus Fanny, varios generes.
Patacho nacisnal S. Benedicto, xarque.
Vapor nacional S. FYancisco, varios gneros.
Vapir nacional Mirqfez de Caxias, varios ge::'.-
rts.
Dimetro
O vapor S. Francisco trouxe para :
Marcelno da Silveira Lessa GOrfOOO
Prancisc Goncalves TVrres rjtX'iUOO
O vapor Marques de Caxias Ievou psra:
Afacaj 4:5951940
nendimeatos pnbllcos
MEZ DS FSVERBIBO
Al/aniega
T.enda gerll :
1D 248:0534575 dem de 10 30:118/503 278:1780<8
itci.da provincial :
DelaO 48,970.226 dem e 10 4:4994650 63:469^876

lolal 331:6174954
L.ondoo asid Brasillan Ba
Limited
Roa do Commercio n. 32
facca por todos os rapores sobre as oa-
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, roa dos Capellistaa n. 75 No
Porto, ra dos Ingleses.
COMPANHIA
Jmperiai
DE
SECiUROS contra FOCO
EST: 1803
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuito
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS 4 C.
N. *-Rua do CommercioN. 5
Compaiiliia de Seguros
martimos e terrestres
jEstabelcida em 1 *5
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
\t 31 de dezembro de t884
naritimos..... 1,110:0008000
erreslres,.. 316:000^000
44Ra do Commerelo
martimos
Pacific Sieaui ^aiigation Company
STRAITS OP MAGELLAN LINE
Paquete Sorata
y~~"~Tr~-iri^t.. E' esperado da Euro-
pa at odia 13de Fe-
vereiro, e seguir de-
pois da demora do cos-
'tume para Valparai.o
com escala por
Bahae Rio de Janeiro so-
mente
Paracargru, passagens, encommeedas e din-
he i ro a fretd trct.a e com os
AGENTES
Ullson Sons ?* C, L.lmited
S. 14- RA DO COMMERCIO N. 14
Ctnapru ;a tira-He Ira de uve
&coa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante o Io tenente Carlos An-
tonio Gome
E' esperado dos ,..,rtos do
norte at o dia 13 de Peverri
ro e depois da demora in-
diepensavel, seguir para
os prtr>s do sul.
Kocebe tambem carga para Santa Catharin,
Grai.de d> Sul, Pelotas e Porto Alegre.trete mo-
di .
Para carga, passgens, encommendas e vslores
trat:i-se na agencia
BRACA DO CORPO SANTN. 9
Recebcdorii.
De 1 a 9
Icem fe 10
10:2624614
9254223
Consulado Provincial
' e 1 a 9
Id-m "e 10
O- 1 a 9
lien a: 10
11:187*837
28.989*191
581,42
28:8721613
Recife Drainagt
9:597*597
1:631 *S94
11:228*891
Mercado Municipal de S. Jo
O movimento diste SIercado no dia 10 do cor-
reate toi o se^uinte:
Evr:ni:n :
36 bois petando 5,718 kilos.
3'H kilos de peixe a 20 ris 6*080
70 cargas de f iriuh* a 200 ris 14*001
15 ditas de fructas diversas a 300 rs. 4*500
3 taboleiros a 200 ris 600
1G Sainos a 200 ris 3*200
Poram oceupados :
211/2 coluiaoas a 600 ris 12*900
'12 compartimentos de farinha a
500 ris. 11*000
19 ditos de comida a 500 ris 9*500
70 ditos de legumes a 400 ris 17 ditos de sumo a 700 ris 28*000
11*900
10 ditos de treseuras a 600 ris t*di0
10 talaos a 24 20*0 6 ditos a 1*1 \ 6*000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a l ris 54*000
2 talhos a 500 res 1*000
Oeve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de 188*680
Rcndimento de 1 a 9 de Fevereiro 1:737*780
Foi arreesdado liquido at hoje 1:926*460
Preces do dia :
Carne verde 240 a 480 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
S unos de 500 a 640 ris idem.
rariuha de 240 a 320 ris a cuia.
llilho de 260 a 320 ris idem.
Fcijo de 560 a 1*000 idem.
Haiadouro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 64
rezes para o consumo do dia 11 de Fevereiro.
Sendo: 44 reses pertenceutes a Oliveira Castro,
S C, e 20 a diversos.
aporca e navio** eaperadoa
ViPOBBS
Vi I le de Santosdo sul hoje.
Soratada Europa a 13.
Parado norte a 13.
Advancedo sul a 14.
Tientdo sul a 14.
Paransgude Hamburgo a 14.
Legislatorde Liverpool a 16.
Pemambucodo sol a 17.
Senegaldo sul a 21.
Supervisorde Liverpool a 22.
Espirito Santodo norte a 23.
Tapusda Europa a 24.
Marinerde Liverpool a 24.
Finsneede New-Port-News a 27.
Cearde sul a J7.
ATIOS
Alexsudn do Bio de Janeiro.
Amode Ntw-Port.
Amaudade Hamburgo.
Apotbeker Oirsende Santos.
Aricade Cardiff.
Blanca*de Terra Nota,
HaiTO-SflBaiiBrilsc5B
DampfschilTfahrts-GeselIschalt
O vapor Paranagu
Esperase de HAMBURGO,
por LISBOA, at o dia 14 do
corrente, segaindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Os vapores desta companhia, os quaes tem op-
timss aeiommodaces pira psssageiros, regres-
sam dos portos do sul com destino Lisboa e
Hamburgo partiudo da Babia nos dias 8, 16, 23 e
30 de cada mes e tocaro neste porto, caso se of-
tereca numen suficiente de passageiros.
Os Srs. passsgeiros, que se quizerem inscrever
sao rogados a fazel-o pelo mems 4 dias antes das
partidas da Balii
Para carga, pasagens, encommendas, dinhei-
ro e frete tracta-se com os
AGENTES
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
1* andar
ROTALIAIL STEA1 PACKET
COMPANY
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
corrente seguindo
lepois da demora
necessaria para
S. Vicente, Lisboa, Vlgo e Sou-
thampton
Reduccclo de passaqens
Ida Ida t volta
ASouthampt.nl- classe 28 42
Camarote reservados para os passageiros de
Pcrnambuco.
Para passagens, fretes, etc., traca-se ar os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howic & C.
CORPIXUIL1 DE MEfcWAUK-
na:% siakitiwew
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
E' esperado dos portos do
sul at o dir. 21 do corrente,
seguindo, depois da demora
do costump, para Bordeaux,
tocando em
Dakar, Lisboa e Vlgo
Lembra-se tos senhores passageiros de todas
*s classee que ha lugares reservados para esta
igeocia, que podem tomar em qualquer tempo.
Faz-se abatimento de 15 /o on favor das fa-
milias composta de 4 p ssoas so menos e que pa-
garem 4 passagens inteiras.
Por excepcAo os criados de familias que toma-
rem bilhetes de proa, goaum tambem 'este abati-
mento.
Os vales postaes s se dae ate e dia 19 pagos
de tentado.
Par carga, passagens, encommendas 4 freti: tracta-se com o
AGENTE
Auguste Latiille
9 RA DO COMMERCIO-9
Brilhantedo Rio Grande do Sul.
Budade Cardiff.
Bella Rosade Terra Nova.
Cometade Porto Alegre.
Corrierde Santos.
Courierdo Ro Grande do Sul.
Cysnedo R;o Grande lo Sul.
(nristiani Seriverde C-irdiff.
Dindado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Erutede Hamburgo.
Expressdo Rio Grande do Sul.
Edward Johusoudo Rio de Janeiro.
Emelinede Santos.
Ekundasu id do Rio de Janeiro.
Fannyda Figueira.
Francisca Villade Cardift.
Guadianade Lisboa.
Hspnusdo Rio Grande do Sul.
Hersiliada Baha.
Idealde Londres.
Jolanthede Santos.
J. G. Fiehtdo Rio de Janeiro.
Larelydo Rio Grande do Sul.
Lorenzodo Rio de Janeiro.
Lizsie Wileede Terra Nova.
Li dadorde Rio de Janeiro.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marinho VIdo Rio Glande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
Minniade Cardiff.
Metede Hamburgo.
May Goryde Terra Nova.
Noatunde Liverpool.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainode Cardiff.
Nellyde Terra Nova.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Progressode Ntw-Port.
Ros Hilldo Rio Grande do Sul.
Rui anddo Rio de Janeiro.
Sbswmutdo liio de Jnneiro.
SperaBzade Cardiff.
Seat Josephde Terra Nova.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hamburgo.
Williedo Rio de Janeiro.
Zequinha-do Rio Grande do Sul.
Movimento do Porto
Navios entrados no dia 10 de Fevereiro
Terra Nova35 dias, escuna ingleza Percy, de
127 toneladas, capilo Robcrt G. Lew, equipa-
gen 5, carga bacslho; a Johnston Pater
& C.
Rio Grande do Norte 2 dias, hyate nacional
Correio do Natal, de 40 toneladas, mestre Joao
Guedes de Moura, equipagom 5, carga varios
gneros; a Fraga Rocha 4 C.
Parahyba__1 dia, byate nacional Adelina dos .4
jos, de 85 toneladas, mestre Manoel Fraucisco
Moteiro, equipagem 5, carga algodao; 4 Ma-
novl Jos da Cunha r*orto.
Rio Grande do Norte2 dias, vapor nacional Ge-
riquxtj, de 45 toneladas, mestre Joaquim Honc-
' Silveira. equipagem 4, carga varios gene-
Manoel Joaquim Pessda.
rio da Silveira,
ros ; a
Navios sahidos no mesmo dia
LiverpoolVapor ingles Amazonense, commandaa-
te C. Clarke ; carga varios gneros.
Bshia e escalaVapor nacional Marques de 'Ca-
rnias, commandante Felippe Rodrigues da Nova;
carga varios generes.
SantosBrigue norueguense Alkor, eupitao C. Jor-
gensen ; carga assucar.
MontevideoPatacho sueco Amor, capitao P. C.
Mandteman ; carga assucar.
JamaicaBarca sueca Cuio, capitu M. L.
blasn ; em lastro.
Barbados-Lagar inglez Afame G. Elkin, ca.nitio'
./
ff
V
Robert Nuttes : em lastro,
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Mi
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lv
Diario de PernambucoScxla -.eir 11 de Fcvcreirr de iSSv
f
n-
llnaed States Mail Brasil S. 8. C,
O vapor Advance
E' esperado do portos de
sal at o dia 14 de Fevereiro
depois da demora necessaria
seguir para
Maranho. Para, Barbados, 8.
Thomaz e :\'ew York
Para carga, passagcua, e enconimendas tracta-
le com os
0 paquete Finalice
Espera-se de Now-Port
News," at o dia 27 de Fe-
vereiro o qual seguir depois
da demora necessaria pura h
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, encommendas edinheirj
hc'.e, fracta-se com os
AGENTES
Henrv Forster & C.
N 8 RA DO COMMERCIO 8
!. unda
Le'lao
De fazendas e outros artigos
Hoje 11 de Fevereiro
\ s 11 horas
POR INTERVENGO DO AGENTE
Alfredo Giro a raes
No erroazem da ra do Bora Jess n. 49.
Leilo
Carro de passeio
Venda te nm rm bom estado
titio do comirn'iidiil >r Barroca.
Da Magdalena,
Curso de nathematica
De 1 im; ortante piano, faiendas, miud-zas,
msbilias, espelhos, guurda-vestidos, gunrda-!ou-
cas, cudeiras avulsas, toilets, camas rranoezae,
marquezoes, qaadrus, jarros, relogios, obras de
curo, e muitoa ootios objectos.
No arroazero ra de Pedro Alfonso
n. 43
Agente Bnto
Sabbado 12 de Fevereiro
ti lo e la horas
O bacbarel
contina i m
e geometr a :
Fr-nciseo Corrcia Lima Sobrinos
o ecu curs de antbmetica, algebra
na ra da Matriz n. 7.
Advopdo
Hartcncio Peregrino
Ra do I n er id jr n. 38
Io andar.
Criada
Precisa-se de nuia criada para cuidar Jo urna
crianea dedous annos ; a tratar ua ra da Sol-
dade n 68.
tOHIMMIH I'KIV iaiti\*
DE
-avegacio Costeira or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parkyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Pirapama
Comaiandaute Carvalho
Segu no dia 19 dt
Fevereiro, a 5 horae
da tarde. Receh
cavz at o dia 1S.
Encommendas passagena e dinheiros a fretc a;
As 3 horr.s da tai de do dia da sahida.
ESCR1PTORIO
Caes da C'ompanhio. Pemanibursiia
n. 12
Agente Pestaa
Leilo
De nm banher>, nm toillet, urna mesa elstica
de oito taboas, oito cadt iras do Jacaranda, urna
banca de amarello, um guarda louca, garratas,
compoteirar, uratjs diversas, cesta de vidro, eo-
Keirae, jarres, manteigueiras, urna fet-hadnra de
mola, e muitus o-itros diferentes objectos que se
acharo patentes no acto do litio.
Sabbado 12 do torrente
A's 11 horas
No ar.-uazem de agencia de leilSes ruado
Vigario n. 12
Aluga se minio barato
O sitio todo morad?, e casa p-.ru familia, rna
de S. Miguel n. 93, em Afogado*, escolente mo-
rada.
A casa cem 5 quart os. A na de S. Jorge n 2*5
no Recite, perto a os'a.Jo d > Liirooiro.
A casa eom sala e 2 q-urtos, por Si, no boceo
do Fundi n 5, Bna-Visu : a tratar na rna de
Santa Thi rosa n. 33.
Menina
EILAO
Prcisa-so ds umi menina
de urna Crianea do oito weae
ccr ; a tratar na ruu Nova u.
i r.u inr e cuidar
pieftriiido-je de
1- aniar.
Criado
Para Li/erpool
Herrisnn Une i Steamers
O vapor Mariner
Espcia-sc de Liverpool at
o dia 24 do crrente voltar
para o mesmo porto depois da
demora do costnme.
De predio*
Ag-ente Britto
Urna casa terrea e sitio no becco do espinheiro
n. 1.
Duas ditas pequeas ne. 4 o G na travesea do
Principe (Cisco), rendem 20/.
Uuia dita gr ndc e sitio no Piineipo, na Ndcira
do Barro, ao lado diieito, tendo bou njjua do oe-
ber, jardn e cuitas fructeiras.
Urna dita nova mu Imperial n. 266, com a
frente de ain'ejo.
Estos predios entregam se pela maior offerta,
so correr do artollo.
Sabbado l'i do correte
A's 11 horas
Ra dePedro Affonso d. 27, Io andar
Para fri.te trata-se ?oin o
AGENTE
L.
JONHSTO*
UA DO COMMERCIO N. 15
Brigne portuguez
S. LOURENQO
Recebe caiga a fretc pai a Lisboa 3 Porto
tratar ci m Amorim Irmaos 4 C.
Patacho portuguez
Recebe carga
tratar cem Amorim Irmaos & C.
V EH1T A S
a troto para Lisboa e Porto
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8(X> no becco dos Cot
ibos, junto de S. Gouea'.lo : a tratar na ra dt
tmperatrir n. 56.
Na ra do Cotovello n. 83 precisa se de al-
guer para venler em tabsleiro.
Precisa-9C de urna boa e'sinheira para casa
de pouca familia ; na ra do Imperador n. 50, Io
andar.
Alnga-se o sobrado da ra do Imperador
n. 3. com commodos para familia, caalo o pinta-
do, e por proco rasoavel; no (Jes do Apollo n.
45.
Alluga fe o 2- andar do sobraJo n. 1, ra
do Viscoaue do Pelotas, ojtr'ora Arag-lo tratar
na ra da Madre de Dous n. 21.
^Segue eom brevidade para es portos cima o
lugar nac nal Tigie, por ter prte d sua carga
engajada, e para o rottj que filfa, trata-se com
Baltar Olivtira o C-.rua do Vigario o. 1, pri-
meiro andar.
Sllia de S. Miguel
Pataco prtupz Pauy
Recebe carsra a fre-
)assag*eiros
Mi
teealg'tms
para a Ilha de S.
guel : a tratar com
Amorim Irmos & C.
Anenda-ee o sitio das Jaq'irira de casa de vivmda en ais ti es pequeas, no ir.es-
mo correr, s rvindo porleitainent-j penso ou
hotel : a trstar no mesmj sitio.
$2 Precsate de um ca'xeiro que t> nba pra tica
de palana : na ra da Iinperatriz u. 41.
Auga se a casa terrea n. 1*9 da rila Vidal
deX'greiros (pateo do Terco), tem 3 quartos,
grande quintal, est limpa ; para ver, as chaves
esto na padaria do Sr. Guimares, e para tratar.
na ra do Pilar n 56, taverna.
Aluga se por 20( 00 a casa t< rrea eo n 3
quartos, na ra Imperial n 196 ; para ver, as
chavos estao junto, e trata-se na ra do Pilar o.
56, taverna.
Precisa-Be de um menino para caixeiro, com
pratica ou sem ella ; na refinacilo da ra Direita
numero 10.
IELUE&
Agente Pestaa
Lcililo
m&izen, era libras,
e diversos lotes com
De 40 caixas cora
meias e quartas,
conservas.
*ex
A's 11 horas
No armazem do Sr. Anues, era frente da
Alfandega
Leilo
sexta-icira. II do correte
A's 11 hor.8
Na ra estreita do Rosario n. 24
Da casa terrea n. 10 B da liba do Retiro, na
Passagem da Magdalena, terreno proprio com bas-
tantes commodos, quintal murado cooiporto, agua
encanada, as chaves acbam-se na casa c. ntigua,
para os Srs. pretendentes examiuarem, serviodo de
base a offerta de 800*000.
Em contnnaeio
De movis, pianos, miudesa?, perfuma ra?, ar-
ios, quadro-i, venesiauas, 30 pacotea de barbante
frouxo, brinquedoa para meninos e outros muitoa
artigof.
Agente Siheira
Leilo
Ue dous c; Tallos
Sexta-feira 11 do cerrente
A's 10 1/2 horas
Em frente ao araazem do Largo do Puraiz
d. 2i
O agente Silveira por mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz de auzentcs e r:querimento do Dr. curador
de ausentes levar a leilo os referidos cavalios, e
2 cangabas.
Leilo
Em continuado
De diversas duzias de bisnagas novas, reamas
de papel de cores sertidas, cideiroes de ferro,
mobilias de junco amarello e Jacaranda, 1 appara-
dor grande com tampo de podra, camas francesas,
marquezoes largos e cstreitos, guarda-vestidos,
gaarda-louca, berros de junco, raiudezas, perfo-
marias e ontros artigos que estarao patentes no
acto do leilo.
Sexta-feira. lf do correte
A's 11 horas
No armazem sito rna do Mrquez de Olin-
da n. 19
POR INTERVENQAO DO AGENTE
USRlO
i
tula particular mixta na Capnnga.
ra dan Pemamburana n. IO
A abnixo assigna la declara que acha se sua
aula aberta acade o dia 7 de Janeiro, s-ndo a
meusalidade de um alumno 4000, dedous por
diante 3000, e ensiua ae tiabalhoa de agulha.
Anua Vanjao Magalhaes.
Aluga-se o 2- e 3o ndar. juntos ou jopara
dos, da casa da ra larga do Rosario n. 37, es-
quina .iefronte da greja ; a ti atar i.o pavimento
terreo, luja de cnbelleireiro.
O iibaixo assignado faz silente ao commer
co o a scua amigos em particular, que cYjiie o dia
6 do corrente dcixou de ser aeu empregado o Sr
Joaqum de Souza Azevedo. R eife, 10 de Fe
^ereiro de 1887.
Domingos Jos s ntnnes Guimares
\ HevoluQo!
Resolveu vender os seguintes artigos com
30 % de meaos do que em outra qual-
quer parte.
Guarnicoes de velludilho bordado a vidri'ho pira
vestidos, a 7*000 urna.
Tnfeta de corea para carnaval, a 300 rla o co
vado.
Cachemira bordada a 1*500 o corado.
Ditas pretaa a 1*000, 1*200, 1*400, 1*600 e
1*800 o ovado.
Ditaa de cores a de 900 ri e 1*200 o dito.
Lis mesclaoas a 6tX) res o dito.
Ditas com listriuhas a 560 ris o dito.
Ditas com bcliuhas a 600 ris o dito.
Ditas de qnadrinhos a 41)0 ria o dito.
Lindas alpacas a 360 ris o dito.
Gorgunuas a 320 ris o dito.
Setim damas.-1 a 320 ris o dito.
Dito Maco a 80J res c 1*200 o dito.
Dama9*e de seda a 1*3(K) o dito.
Grsdenaplea preto a 1*800 e 2*000 o dito.
Gaze com olmliat a 800 ris o dito.
Fustao branco a 40<), 480, 560 e 8(10 ris o dito.
Vclludilhos liaos e Invrados a 1*000 e 1*200 o
aovado.
Dito bordado a retroz a 2*000 o dito.
Cambra i a com sal picos a 6*000 p< (a.
Camisas para aenhora a 30*000 a duzia.
Ditaa de m-ia para bomein a 800 ris, 1*000,
1*200 e 1*510 uma.|
FcI.j de la a 2*, 3*000, 4*000 e 5*000 um.
Ditos prateadoa a 2*000 um.
Ditos de retroz a 1*000 um.
Linboa rsco Cullarinhos e punhos para senhnra a 2*000 um.
Ditos de er, idrm idem a 1*!XX) um.
Cortes de caeiuira finos de 34 a 5*000 um.
Ditas de la e seda para cllete a 6*000 um.
Ditos de cachemira de cor para vestido por 20*
um.
Cachemira de cor de 6* por 3*000 o eo'ado
Damasco de cor a 700 ris o covado.
Panno da Costa a 1*100 o dir.j.
Cortinados bordfcdos a 6*000 7*000 o par.
Colchas bordadas a f>*. 6*, e 7*000 urna.
Crotones finos a 320, 360 e 4C0 ria o covado.
Chitas finas a 210, 280 e SOO ria o dt,
Zephiros finos a 500 ris o dito.
etineta eacossesa a 140 ris o dito.
Ditas de qnadrinhos a 320 rs. o dito.
Chales Je mirin a l*C0O um.
Ditos estampados & 3*000 e 4*030 um.
Diioa de cachemira a 2*, 2*8 X) e 4*500 um.
Cobertores de la a 450U c 6*500 um
Esgniio pardo e amarello a 500 ris covado.
Brim de linho de MV a 1*200 a vr.ra.
Dito prateado de linho a l*oOC a dita.
Colchas de crochet a 8*000 urna.
Anqninhas a 1*800 rs. urna.
0 48 n
llrorique da Silva Horeira
Precisa so de um criado ; n.. rna do Viscons
d-j Goyanna n. 147, fabrica u vipor de chapeos.
Club Imperalriz
De ordem do Ilm. Sr. presidente oonvijo a todos
os Sra. aocics se rounirom m astombla geral :
rxtraordmaria, Dominga 13 do correte, as 10'
horao da manhit na s-ie Jo clnbatin de prestarem !
suas coutas e darem solacito da missSo de que se :
incumbirn).
Durante os trea dias do carnaval n8o t-rao in- I
gresso no club os socios quu nSo estiverem quitos- i
O 6fcrotrio,
Antonio Maci*l de Siiueira. |
Club Imperatriz
Leilura p^m^M
Broches nikelados e dourados a 2)J'
Bonites grampos dourados a 500 ris o
majo.
Esplendido sortimento de galSs de vidri
lho. -
Grande variodado de Icques de
IjJOOO.
Frizadores americanos para cabello a 300
iis o mai,o.
S:-ta8 de phantasia para cabello.
Botiita collecoao de plisss a -J00 ris.
Brincos iraitaco de brlh,.nte a 500 ris.
Avrntaes bordados para creanjas a 2)J0OO.
Chapti8 de fusto e setiin n;ra crean-
9^8.
S.ipatos de merino e setiin para crean
9as.
Meias brancas e do cores fio de Escocia.
Pomada de vozclina de diversas qualida*
dea.
Sabonetes finos do vogelina e lface.
Extrao-toa finos de Pinaud, Guerloin, e
Lubin.
Lindas boiaas de couro e velludo.
Fichus de la para senhora a l^lOO.
Sapat'i8 de caseraira prcta a 2$000,
Tbesouras para costura de 400 ris e
3(5000.
Pacotea de p de arroz a JOO ris.
Fitas de todas as qualidadcs e cores.
jlromensa variedacie do. botjcs phantasia.
E milharea de obje.c tos proprios paro tor-
nar aran sen hora elegante, e muitos gu
tres udispensaveis para uso das familias
tuio por primos admiravelmcnte modi
eos
Eligir o ttllo
__l Frunu.
CHLORHYDRO-F OSPHATO DE CAL
^mSS JU"iVu^!? Jf onotitolntes lopudo por todos os Medico cU SoroM da
WOLFF
N. 4-1A DO
\a Graciosa
-Rna do <"rcspo-
Duarte & C.
A commissao dos festejos cima vleseos da ra
da Imperatriz, utteudindu no peqtieuo tempo que
lho reata para a roalsavfto do? lt'e^m''^, roga aoa
distiiicos cavulheiros que 3' dignaram accoitar o
scu flieio o'esjiecial obsequio di umrtterem o sen
auxilio ao thesoureiro .'. ra da Imperatriz n. 42
pelo que se jonfefsa desde j agradecida.
Peitoral de Cambar
)
PRECOS
as agoneins : fn.aeo aitK), 1 2 duzia 13* e
duzia 24*000.
as sub agencias : frasco 2*S00, 1|2 duzia
15*000 c duzia 28(XK).
Agentes e depositarios goraes em toda a pro
vincia Francisco M. da Silva a. C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23.
lan iea
PARA TINGIR A
brba c os cabellos
si u uso simples e
i tintura ting.- a barba e os cabellos
tan'aneamentp, dundo Ibes nina bonita cor
c natural, inofensivo o sv
rpido.
^ VonJe-se na BOTICA FR.WCEZA E DRO-
GA U A do Rouqu'-yrol Fre-es, successorea de A
CAOliS, ra do liim-Jesus (antiga da Cruz
n. 22.
Compras por atacado
O Pctlorai de Cambar
tem preooa espeemes pra a piolles que compra-
rem glandes po'rcoes. Distnbn- m ae impressoa u
(|U> hi os pedir, contvndo as condicoes de vendas :
na n a do Mrquez do Olinrln n. 23, drogara dos
nicos : gentes e dt'pn^irarios gerae8
Francisco M. da Silva & C.
5
LUCO GOIRRE

Thj^UOmMim^-J^lu u phnei/ui Fbmualai.
J
& c.
'-N,
^i'este limito onhecido eslabrkcimeu-
lo ei-coatr ni o respeitavel publica o niais
variada o co- pelo sortimento de JOI.49
recefsidas seiupre dirret ament dos taellio-
res r.'.hrfcanies da Furopa, e qii pi imam
pelo apuraio g;offto do mundo elegante,
Ricos atirreos completos. lindas pulsei-
ras, alfinetes, voltas do uro cravejadaa co .a
lrlibantes, ou perolas, aniel*, .-aei,lefa.
botOes e outros muitos artigos propios
deste genero.
ESPECIALIDADE
Em relogios de euro, prata e nickelados.
para bornees, senkoras e meuinos dos mni^
acreiitados fabricanu s da Europa e Ame-
rica.
Fara todos os artigos desta casa g ran-
te-se a boa qualidade. assim como a niodici-
dade nos preces qu* sao sem competencia.
.Vesta casa tambem concerta-se qual-
quer obra ife ouro ou prata e tambem rtlo-
gios de qualqurr qu&lidade que seja.
4Ra do Cabug4
.
.-
_
I
i
Foruocedor
privilegiado da Casa Real da Espanha
e de 0. ~A. a Rainha do Italia.
Ozea Pd.
Ozea Sachet.
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Olee.
Ozea Sabio;
Ozea Pomada
Ozea Fixativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilhantina.
Ozea Cold Cream.
|tP ^"^ElixiTjPe Pastadentifrioios""*^^^
1
Esta9 exquisitas preparares ho muito apre-
ciadas na nais dietincta sociedade pela deli-
cadeza-do seu perfume.
R r r r d o
TRANSPARENT CRYSTALS0AP
(Sabo transparente cristalino)
reeonheeido oomo i maia perfeito do todos 09 sabaos do toilette polas suas
propiedades hygicnicas, polo acu arocia o pola ana larga duracao.
PopslO : ) i.riBCiu... Ptr."uin.ra., i'armarian, dea.
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elixir, P e Pasta deatifrioios
RR. PP. BENEDICTINOS
da A.BB-A.Z5IA. de SOULAC (Gironde)
DON MA&UELONNE, Prior
'i MedtUluw (le Ouro : Bruxellas 1880 Londres 1884
AS MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
1373
NVENTADO
NO ASNO
Pelo Prior
Fierre BOCRSACD
o O uso qiiotiiliano do Elixir Dentifricio
dos RR pp. Benedictinos, eom dose de
nlfruinna pottas eom agua, prevem e cura a cario
d"S >l 'lites, Diiiliranqueeoo*. fortalecendo e tor-
nando as gongivas perteitamente sadias.
Prostuios un verdadoiro servido, assigna-
lando .ios nossos leitoros este iiutifro e utilis-
simopreparado, o melhor curativo o o nico
preservativo contra as Affec9oes den-
tarias.
CiSli FOSDIM EJ ll.)T
Agente Geral :
SEGUIN
Achi-se em todas as boas Perfumtriat, Pharmacias 0 Drogaras.
Hue Hng-nerle, 3
BORDEAUX


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[Gifio Marques dequan
Rheu ma t le mo. C ano ro, Bobas. Impi^erus
otoclaoae molenltas tptr lenhao sna orugem
ii2 impureza do tiangue devidaa syphid.
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wso mus AMM.ratL
t-.*3 oi^o^poa. A ~*-~_______________ __________________________ -
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NTRAl DC f R0UCT<
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ABOfiATORIoVl
CAFlORABffASliCmA
1W Ra do Vteoomie do \o Bra-noo
N|t0ICINAS
r, "-'
=3
4LLAN PATERSN ft C
N.44Ru i do Bnim-N. 44
JUNTO A B? f APAO DOS B0ND8
Tem para vender, por prec mdicos, as 3eguintes ferrageas:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivaySes de diversos tamanhos.
Rodas de espora, idem, idem.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ierro com serra circular.
Gradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de lindos modelos
Portasd fornalha.
Vapores de "orea de 3, 4, 5, 6 e 8 cavalios.
Moendas de 10 a 40 pollcgadaa de paadora-]
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se de coneertos, e assentament de machinismo e
traballio com perfeico e presteza.


ezectti^nj qual-

B
O
P-
P
a
3
p

JOSEPH KRASE $ C.
Acabara de augmentar o seu j bem conhacid
oiportante estabelecimento ra f
de maryo n. 6 com mais
om sabio no 4 andar lignosamente prepa-
rado e prvido de urna exposi-
tM # m de prata do PoHd mM^W
dos mais afamados fabricaifes de
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exnias. familias, seas nume-
rosos .amigos e freguezes a visitarem
o sen estabelecimento, aim de
apreciarem a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
, despeza, o adornaram, em honra
desta provincia.
' ACHA-SE AJ3BRT0 DAS 7 A'S DA NOITB
OilWITH
--

{_ MBIIUIO
,



*~*


.
ft
Diario de -PeroaiubucoSexUi-lcira 11 de Feverciro de 1887
Alagase barato
/iua dos Guararapes n. 96.
Ba Visconde deltapariea d. 43, armaxem.
_Kua Corredor do Bispo n. 18.
Becco Cam pello n. 1, Io andar.
Largo do Mercado o. 17, loja com gaz.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar.
IHtfc-se na ra do Couimercio n. 6, V andar
tseriptorio de Silva Guimaraes & C.
Alug
a-se
o 2S andar do sobrado n. 35 a travesea de 8. Jos ;
o 1- e terreo do de n. 27 roa Vidal de Negrei-
roa; o 1 do de n. 25 roa velba de Santa Bita ;
o 1 do de n. 34 ra estreita do Rosario ; todos
limpoa : a tratar na rna do Hospicio n. 33.______
Muga-se
o primeiro andar do sobrado do pateo de S. Pedro
n. 4, tetn agua o gaz : a tratar na ra estreita do
Rosario n. 9. ________
Aluga-se
A loja a 3o andar do sobrado n. 20 ra da
Imperatris, com muitos commodes para familia ;
a traetar na ra do Bom Jess n. 11 com Capitu-
lino de Gusmo._________
Aluga-se
A casa ra da Amisade n. 30 (Capunga), e a
de n. 20 na travessa do Corpo-Santo ; a tratar na
ra velha de Santa-Rita n. 14, sobrado, das 9
horas do dia 1 hora da tarde.
Aluga-se
a loja do predio ra do Mrquez do Herval, tra-
vessa do Pocinho n. 33, propria para acougue ou
outro qualquer estabelecimento eommercial, por
ser de esquina ; a tratar no largo do Corpo Santo
n. 4, 1 andar.
-/_k WM % ~
Para obstahar eneontraf se-h na ra das Cal-
cadas n. 54, urna senhora, preferindo casa com-
mercial.
Ama
Precisa-ae de urna ama para o servico domestico
de urna casa de familia ; na roa de Cotovello nu-
mero 46.
AMA
Precisa-se de urna aniapara
lavar, eogommar e faze raais
alguna aervicos de casa de fa-
milia : menos comprar e cozl-
nliur : na ra do Riachuelo n.
13. Peve dormir cm casa.
"~ Ama
Precisa-se de urna ama para cosinha ; na raa do
Dr. Joaquim Nabuco n. 3._____^^^^^^____
Ama
Precisas de urna boa eosinbeirs, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companbia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Precisase de urna perita cosinheira, para casa
de familia ; a tratar na ra do Barao da Victoria
n. 46, loja. ___________________________-
AMAS
f Precisa-se de urna ama pwa cosinhar e outra
para cuidar de duas enancas ; na ra da Aurora
n. 81, 1 andar.________________________
Ama
Precisa-se de urna ama de meia idade ; na ra
da Aurora n. 137.
Ama de leite
Na ra nova de Santa Rita n. 47, casa terrea.
Ama
Precisu-se de urna ama para cosinhar; a tra-
ar na ra do Barao da Victoria n. 54, nova agen-
cia de movis._____^____
Ama para cosinha
Ni raa do Riachuelo n 17, se
precisa de orna cosinheira, forra
od escrava.
Precisa-se de urna boa engommadeira e que
ensaboe tambem, para casa de pequea familia :
a tratar no Caes da Companhia n. 2. Prefere-te
escrava e deva dormir em casa._______________
Costureiras
Precisa se de perfeltas costa
re iras, paga se at **eoo da
ros, no atrilcr de Mme. Fannj
iva. rna do Imperador n. 50,
1." andar. _______
Por _4:000rs.
Aluga-se a loja do sobrado a ra de Lomas V-
lentinas n. 50 ; a tratar na ra Primeiro de Mar-
co n. 7-A, livrarin.________^__________
Carne gorda
Constantemente no nosso talho ra das Per-
nambucanas n. 2, esquina da roa das Crionlss.
Taxeiro
Precisase de nm caixeiro de 12 a 14 annos,
com pratica de Uverna que de fiador de raa corj
docta ; na roa dss Trincheiras n. 23.__________
Sitio no Caliieireiro
Arrenda-se annualmente im bom sitio com bas-
tantes eommodoo para grande familia, boa agua,
coa arvores fructferas e jardim, o com sabida
nara o rio, por preeo omito rasoavel ; a tratar na
ra do Livramento n- S4.
M
Garantes*..
cerecreecerocarj
aos mais calvos/
inha o a caspa o re
todas as impurezas do i
co a cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir oude embranque-'
oer, e imtalvslmente o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
.UJ*
WJISUS
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que *em a approva^a oficial do
nm Govemo. Tem duas vezes
mais fragrancia qu3 qualquer outra
e dura o dobro do tempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
I muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. E' duas vezas mais refres-
canto no banho e no qnarto do
doente. E' especifico aontra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacoa e os
I denmaios.
Xarope Je Yiia le Beiter Ii 2.
unamtvnur-o. bkpob db_-.
Cura positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue^Figado, e Rins. Garante-ss
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e renova o systema inteiro. 0 <
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
cas e para a cura das moles-
tias da pelle de todas as especies
em todos os periodos. _____
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva C.
Precisa- se de um menino para hotel, que tenha
pratica; na ra da Madre de Deus n. 3, hotel.
Talar canteas
Maria do Livramento, velha octagenaria e pau-
prrima, pede as almas caridosas que lhe mande
urna esmola pelo amor de Deus. Mora no becco
de Bernardo n. 51. E' lima obra de caridade.
Professora
Uais senbora competentemente habilitada, pro-
pe-se a leccionsr em collegios e casas particula-
res, as segu tes materias : portugus, francs,
msica e piano ; a tratar na ra do Mrquez do
Herval n. 10.___________________________
300:000$
Lotera de Alag as
ExtraecoTerca felra
de Feverefro
Intransferivel
Bi'betes- venda na cssa feliz, Praga
da J.x 'vjendsncia ns. 37 e 39.
Menina
Urna faa ilia estrangeira precisa de urna menina
de conducta afiaoeads, nicamente rra tomar
canta de urna crinneinha de o:to meses, d-se bom
trato e paga-so bom ordenado ; informa se ra
nova de Sant Rita u 55, sobrado.
Aiteiifo
Urna senhora honesta, que entende de costurar
e taser quilqucr tribu loo por figurino, se offerece
a acompanbar qoalkuer familia que tenha de ir
para o Rio de Janeiro. Na mesma casa tas-ge
vestuario para carnaval ; a tratar na rna Vidal
de Negreros n. 78._________________________
Cosinheira
Precisa-se de urna que dese-npenhe o lugar e
durma em caa; na Duque de Caxias n. 42
porcima da da typographia. ______
240 caixas de cognac
legtimo
Chegadascm direitura do lugar de producto para
Charles Pluym & C.
foram mandadas pelaCompanhia Geral do Cha-
rente : Ass< ciaco de proprietarios.
Vcnde-se a re talho e em porcao por caixa de
dusia : aos Srs. mercieiros em condicoes nunca
vista at esta dia nesta praca.
Urna garrafa de amostra 1 ."o
24ra do Commercio 24
Recie
Pillas purgativas e depurativas
de Campanlia
Estas pilulae, cuja preparacao puramente ve;
getal, tcem sidj por mais de 20 annos aproreiteda
com os melhore resaltados as seguintes moles-
tias : affeccoes da v_He e do figado, syphilis, bou
boes, escrfulas, ecagaa inveteradas, ervsipelas e
gonorrhas.
Modo no sal-aN
Como purgativa? oaw-se de 3 a 6 por dia, bfr
Mndo-se aps cada dse um pouco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como regurv!ora9 orae-ae um pilula ao jantar
Estas pilulas, de invenele dos pbarmaceuticoi
Almeida Andradc c* Pilhos, tecm veridietum do
Srs. medico para sna melbor garanta, tomande-
e mais recomraendaTe, por serem um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podern ser
isadas em viagem.
ACHAM-SL A' VENDA
^ drogara do Vmrtm SohrlnUo *
l BOA DO MRQUEZ DE OLIKPA 41
Aos tenbere" eollerione fia eo-
marrae de caruarn'. Brejo da Ma-
dre de Benire rrelroe.
Pede-se que nao adn^tam nova matricula os
individuos Lois e Ar Ionio, tomo escravoi do ca-
pito Pedro Florentino d? Andradc ou do coronel
Joo Carlos de Mendonja Vasconcelles, visto que
esses individuos s3o huertos desde o anne de lb4,
por accao d iodemaisagl, atentada n > foro da
S. Beato, t*tceberi a respectivas cartas de
lioerdade, dioizo rffforpfcaon respectivo, e indem-
aissrsm os valores ira forero arbitradas.
jm abocicoiata.
TERI
Ama
PARA
EDUCACAO DOS INGENUOS
tA_Ai/V^,
Precisa-se de urna ama de nieta idade : no pa-
teo do Terco n. 52. ^~
Ama
Precisc-se de urna ama de boa conducta, para
cosinhar, engomraar e mais servigos de casa de
pequea familia ; na rus da Matriz da Boa-Vista
numero 3.
Ama
COLONIA ISABEL
vos 4o:ooosooo
40:OOOSOOO
20:0008000
10:0008000
3:0008000
Esta lotera, cuja 14.a Serie da 24.a parte, ser extrahida
na Quinta-feira. JB ^e Feveroiro. s 4 horas da tarde, no Consis-
torio da Igreja Conceipao dos Militares, acha-se venda as se-
guintes casas:
Ra do Barao da Victoria ns. 40 e 43.
Cabug n. 2.
v Rangel n. 2.
Larga dO Rosario ns. 24, 36 e 42.
No mundo lotrico a nica que pelo seu plano, mais vanta-
gens offerece aos jugadores, e no Brazil, at hoje, anda nao achou
nenhuma outra que se approximasse em vantagem na distribuico
dos premios, e para prova desta asserpo pedimos a atten9o dos jo-
gadores para a seguate TABELLA comparativa dos referidos pre-
mios distribuidos por esta lotera e as suas congeneres:
LOTERA 00 GRAO-PARA
D 70 \ de premio do seu capital.
IDE1HD0CE4R4
68 3j4 x0 idem.
DEM de alagoas
73 3j4 t idem.
DEM de minas-geraes
Menos de 81 i
IDEM DA COLONIA ISABEL
Distribue em premios mais de 85 1i8[o.
Sa rna da UniSo n. 13, precisa-se de ama
para cosinhar.
A
na
Precisa-se de urna ama para censinhar e passar
alguma roupa a trro, na ra Augusta n. 131.

Jos Perelra de Mendonca
30 de seu fallecimento
Rodrigo Carvalho da Cunbs. Antonio da Fense-
ca e Silva, Guilherme Francisco Paredes Porto e
Mendonca, Primo & C, convidam aos parentes e
amigas do finado a asaistirem as missas que por
sua alma mandam resar s 7 heras da manbS do
dia 12 do corrente. na igreja do Divino Espirito
Santo ; pelo que desde j i se confbsam suinma-
mente agradecidos.
__________________
Tiicrejn J. da Conta IWogaetra
Antonio Baptista Nogueira, coronel Candido
Jos da Costa (ausente), sens filhos e filhas (au-
sentes) e Carolina de Almeida Nogueira agrad-
ceos do intimo d'alma a pessoas que se dignaram
conducir sua ultima morada a sua idolotrada e
sempre chorada esposa, filha, irroa e ora, D. The-
reza de Jess da Costa Nogueira, e novamente as
convidam e aos demais parentes e amigos assis-
tirem as missas que pelo eterno reponso de sua
alma mandam resar na ordem terceira de S. Fran-
cisco, s 8 horas da manha de sabbado 12 do cor-
rente, stimo dia do seu passamento ; pelo que
antecinam sen eterno agradecimento e gratido.
Enedlna Angosta Serrano
Travassos
Marcolino de Souza Travassos, sess filhos, ao-
gros, cunhados e irmas, agradecen) a todos aquel-
es que se dignaram fazer o piedoso obs quio de
acompanbar at sua ultima morada o corpo de
sua estremecida, carinbosa e sempre lembrada
esposa, mai, filba, irma e cunhada ; e de novo 03
convidam, bem como aos demais parentes e ami-
gts assistirem as missas que, pelo repouso eterno
de sna alma, mandam celebrar na matriz da Boa-
Vista sabbado 12 do corrente, pelas 7 horas da
manha ; pelo que antecipam seu profundo reco-
nhecimento e immorrailoura gratidSo.
don Pinto da Costa Sonto Malor
JoSo Pinto da Costa Souto Maior, Vicenna do
Albuquerque Maranhad, Antonia Pinto de Maga-
; lhaes Lopita e Joaquim Pinto da Costa Souto
Maior, agradecem cordialmente aos seus amigos
que se dignaram conduzir para sna ultima mora-
da o seu sempre chorado irmio Jos Pinto da Cos-
ta Souto Maior, e de novo os convidam para as-
sistir as missas que mandam dizer pela sua alma,
s 6 horas na matriz de S. Pedro em Olma a n>
dia 12 do corrente, 7.* dia do sea passamento.
< O Dr. Jos Maria de Albuquerque Lima mandil
celebrar missas no dia sabbado 12 do c Trente
mes, s 8 horas da mano, na matriz da Boa-
Vista, desta cidade, e na capeila do engenho S.
Bernardo, em Pao d'Alho, pela alma de sua sem-
pre lembrada consorte D. Ignez Maranho de
Albuquerque Lima, e convida a seus parentes e
amigos a assistirem este acto de religiao e cari-
dade, antecipando desde j a sua gratido._____

IDEM 00 PARAN'
75
S Da ra de Borlas
tem borracha do Para, vinda este anno directa-
mente, e venden mais barato do que em outra
qualquer parte.
GRAGEAS
de Copahlba, Cubeba.
attnhli t Ferro. Bismutho
4/cafro, Tcrebenthina, *'
As FtAOEAS OP*w.
FORTN
INJEGQAO
IHyglenica e IVessrvadcra
tem causai
accidente algom.
.-. oro as primeiras queobtiveram a approvacao da Aeadtmm
d fdu*na (1830j a* c ptaraso-se nos Hospitaee. Curam as molestia secreU.
mais rebelde* sws. fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECQAO afOBTIM 6 sempre recommendada como o complemento da medicac&o.
O^onU MUHSMS mw-M. da 9It-VA O. asa prlnol,
VINHO MARIANI
^^^ DE COCA DO PER
O vrsHO mabiajti que fot experimentado non iiospltaes de Pars,
prescripto diariamente com xito para -ombater a Anemia, Calorse,
Digetoe mi, Molestias das va* respiratoria e Enfraqurl-
mento do urgi vocal.
O Medlaot n commendam-HO di Peisoasfracat delicada, exkautiat pela moelUa.
ao* Vclhos e CriORCas.
B o Reparador ( Parturbacfles digestivas
O FORTIFICANTE por EXCELLEHOIA
O VINHO MARIANI 8K F.HCONTOA EM CASA DE
T.B____raVrV*V_lB,4t,MDlerarilBau_;_e-Tork,U,_t,tlMtr!t
Em Pernambuco : VancUco m. da six.va a C*.
a^^t__tV^_tVNrVNr^ftifd^-
Tctephc
DOMESTIC
SSo reconheciaas ser as mai
legante, as mais durareis <
em todos os sentidos.
AS
Para preces, e circulares com
iilustrac5e8 do todos os estylo diri
jam-se
Domestic Sewlng Machine k C
NEW YOR, U. S. A.
n.158

TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHOoomrJOHANNO
"" Qoina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Kecommen.o-no nos casos que necessito tnicos para reconstituir e regenerar
o organismo arruinado por molestias, excessos. natweza do clima, Anemia, ctuoroais.
_menorrnea, Caebezla, Floxo branco. que tanto arruino a saude das mulheres.
Pobreta de Sugne, Fraqueza ger_,_Xel>lll H.V1V8ff, Sroffulsta, SO, Boulevard de Strasbourg, e_ PARS
" '4''*':r"'" '>>'. i *.<'*..*
.?..? ? ? .?..'.. -
OsGRANULOSArNBTl^sNrdoD'PAPILLAUD
conatituam o Freparado ferruglnoao
mais fffoaz emppeeado pata* aummidadea madtcaa oom amo ha mu ar
ao ANNO
Cok*** isernlt, Chloroae {Pile couleurt), NevraWfUu, AfftecfOe* mFeme.
SUVATORIO r a ven a v el. por parte oa academia de medicina db PAWS
iljt-m tobr ctda frasoo om de E. Moutmier t XV. PapillautJ.
D_sarro aaa_:Pharmai __. GrlOON, 25, roaCoamillira, PARIZ
Em Pernambuco : TRAVf> M. da SILVA & C\
f++A*r**^f+'+++*+lm**ti* iiKi
proprietarios do muito conbecido estabelecimento denominado
MUSEU DE JOIAS
sito a ra do Cabug n. communioam ao respeitavel PUBLICO que receberam ua
grande sortimento de joias das mais modernas e dos mais aparados gostos, como tam-
bem relogios de todas as qaalidades. Avisam tambem qne continaam a receber por
todos os vapores vinds da Europa, objectos novos e venden muito menos qua a
outra qualquer parte.
MIGUEL WOLPP & C.
N.
RA DO CABUGA----N.
Compra-se ouro e prata velha.
Pciloral de Cambar (3)
Descoberta e preparare de Alvares de S.
Soares, de Pelotas
Approvado pela Exma Junta Central de Hygie-
ne Publica,anctorisado pelo governo imperial, pre-
miado com as medaihas de ouro da Academia Na-
cional de Paria e Exposicao Braaileira- Al lema de
1881, e rodeado do valiosos attestados mdicos e
de muitos ontrrs do pessoas caradas de : tosses
simples, bronchites, asthma, ronquidao, tsica pul-
monar, coqueluche, escarros de sangae, etc.
Precos as agencias : Frasee 2J500, meia
dusia 13*000 e dusia 24*000.
Precos as sub-agencias :Frasco 2/800, meia
dusia 15/000 e dusit 28/000.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA SILVA & C,
rna Mrquez de Olinda n. 32_____________
triada
Cosinheira
Precisa-se de urna criada ;
numero 50.
Bccmm
MM
na ra da Soledade
Vwde-rt im toda > arta
20/000
Paga-se 20/000 por mes a urna perfeifa c;si-
nh: ira, para casa de pequea familia, preferindo-
se de meia idade e que seja d boa moral, raa
do Paysanc n. 19, passando a paute do Chora-
menino : quam nao estiver em condicoes esensado
aprcaaptar-se.
Cosinheira
Precisase de urna cosinheira ; na iua da Au-
rora n. 137.
Pastilhas vermifogas
de Ncring
o melhor especifico contra vermes : deposito cen-
tral em casa de Faria Sobrirrho C., ruado M*r-
quez de Olinda n. 41.
Ama de leite
^Precisa-se de urna ama do leite; oa ra do
Riachuelo n. 32.
>
1
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1

Diario de PcmambncoScxta-feira 11 de Fevcrci
BMULSAO
^^ DE
SCOTT
DE OLEO PURO DE
Figado de bacalho
COM
flypophosphitos de cal e soda
ApproTada pela anula de Uy
glene e auterlsada pelo
governo
E' o melhor remedio at boje deoeoberto para b
ti alca broachiien. fwrophula. r#
ekltta. anemia. ciebiiMadc emieral.
deflnxo, loaae en ron lea e olTec do pelto e da farsanta. .-?*;*.
E' muito superior ao oleo simples de togado de
bacalbo. porque, alm de ter oheiro e sabor agr
daveis, pssue todas as virtudes medicinaes e nu -
tntivas do oleo, alm daa propiedades tnicas
reconstituintes dos hypophoaphitos. A' venda na
j rogaras e boticas.
Deposito em Peniambnco_________
Costureiras
Precisa-ae do perfeitas costureiras, com urgen-
cia ; na ra da Aurora n. 39, 1 andar._________
Cosioheira
Precisa se de urna cosinheira ; a tratar na tra-
vesea de Feruandes Vieira tf 8, becco do Padre
I nglra.
KANANGAooJAPO
RIGAUD A C**, Pertamistas
PARIS,'.8, Ho Vivan:, 8, PAJU8
(Extracto de gSananga
MM
perfuma pari o len-
oo, producto da
preciosa flor wanho
cida sob o nome de
Piras japnica.
O sea delicado
aroma, de persis-
tencia sem egual,
refresca o ar que
se respira, e.par-
gindo ao meamo
lempo ao redor da
pessa que o usa,
as suaves emanaedes que revelam distinecao
e elegancia.
Aeha-te venda em teda ai Perfumarien
+*++e>+++4**++ *WMmWtmmmmmWt$m\
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinheira que en'enda bem
de seuofficio, paga-se bem e casa, de pouca ta-
milia ; na ra do Cttbug n. 6-A, Lja.___________
NENHtrn
ettotm adqulrlu urna reputaeao mals merlcdi
do que a da Pauta e do Xuropr de Kaf* liria nt/renirr.
&mi i :,.'a *toiveTemt,ftnda-*:
1o Sobre sus uperiorldad.ee poderosa efflctda
veriacadas pelos Mdicos de todos os hospstaec
ae Parlz e membros da Aca-leima de medicina de
Franra conlia os DeOuxo. Qroncbite, Arrlr
taquee do Peitt e da Garganta.
2c Suacompo8io.o.cuJa base ofructo do Jfarf
da arabia ;iiil>scus esculentus de LlnnJ
que relat.ao alguma tem com os outros pcl loraes.
3o Sobre as anaUjmre dos Srs Barrubl *
Gottbrkau, cblncos da Facuidade de Pars,
que demonsirao nao conter nem opio, neo Mor-
phui'i, nem Codetna pelo que podem ser dados a
crlanoas com ezito e setniranca quando atacacU*
de Toase ou Toase convulsa,
m re sao ostltulosauUientlcosquerecom
X Xxjaj mendo a Pauta e o Jenropr de
Saf a conflanca dos mdicos e do publico, titulo!
que nunca forao concedidos*, petoral algum anligo
on moderno. i
IH.I.A \) Ht:\tEH, 53, wt Vlritnne, PJltO'
mi Mu m stlmipMi naraaalu a rtrusala Brazo.
Jalroph
Manipoeira
Es se medicamento de urna eficacia condecida
no beriberi e outras molestias em que predomina a
hydropesia, acha-se modificado em eua prepara-
cao, medico desta cidade, sendo que somonte o abaizo
assignado est habilitado para preparal-o de modo
a melhorar lhe o gosto e cheiro, sem todava alte
rar-lbe as propriedades medicamentosas, que se
conservara com a mesma actividade, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado peb
estomago.
inicii depoailo
Na pbarmacia ConceicSo, ra do Marques de
Olind n. 61.
Bemerra de Mello
ATKINSON
'PERFUMARA INGLEZA
afamada ha mais d nn seclo; excede todas
as oq t rspelo m parlu me delicado e exejuiito.
Tfcitz Medalhab di Ocho
PARIZ 1878, CALCUTTA 1884
peUextra-flasetcelloneiadeaafnaiidade.
Perfuajet moderos dt Atkiasoo
fagrs cruronn
lio de am raro e peculiar perfume, teodo sido
registrados s poden ser obtidoi por atermedio
dos InvenUires ou seus Agentes.
UC10 BE ODIKIO BE AtlUSM
em ri.il par fortalecer e anbeletar os cabello!
Oirantida inoffensiTa.
AGDi FWIUDA BE ATI930I
perfume excepcioaal para o lenco; distillado
da mais exquisita escolha.
BmnIimi si Catt l Wm m iMIcialtM I f abriaitM
J. & E. ATKINSON
84, Od Bond Street, Londras.
fc Marca de Fabrica Urna Rosa branca
sobre ama Lyra de Ooro.
Cozinheiro
No collegio Instituto Acadmico, Mondege n.
153, precisa-se de um. _________ .
Aviso
A. Vieira & C, avisam ao commercio, que mu-
daram seu estabel?cimento do n. 65 da ra do
Mrquez de Olinda para o n. 6 da mesma ra.
Especial
^Magnifico assucar r>finado, sem igua.1 nee
mercado. Refinaco Salgueiral, ra de Marcilio
Das n. 22.
Numero, telephonico445.
JuvMitude
Pede-se pessoa que por engao levou trocado
am chapeo de sol no sarao de 6 deste mes, ofavoj
de o vir destrocar na ra de Hortas n. 17, andar
terreo. Recife, 7 de Fevereiro de 1887.
Advogado
liominsox F. de Soma Lean
Das 10 boras ds manha s 4 da tarde, ra
do Imperador n. 16, 1 aadar.
O
de cabclleireiro e barbeiro d* ra da Imperatriz
n. 30, precisa de um bom oftlcial e paga-se bem.
MHEIII DI 111
Fazendas baratissimas!!!
tso as sesnlntes Tendidas por precos sem competencia :
Lindos fu8t5es de listrinhaa, padr3es chiques a 400 ris o covado !
Setinetas do quadrinhoa a 360 ris o dito !
Cretones superiores, 1 metro de largura, a 600 ris o dito !
Carohraias brancas bordadas a 60000 a peja de 10 jardas !
Linhos de quadriohos escocez a 200 o 240 ris o covado I
Merinos de todas as cores, a 600 ris o dito !
Esplendidos sortimento de las para vestidos a 500, 600 e 700 o dito.
Caxemires navidades a 10500 e 10800 duas larguras.
Gases de cores com palmas de seda a 800 ris o dito!
Merinos pretos e Caxemires, a 10000, 10200, 10400 e 20000 o dito l
Velludilbo bordado de todas as cores a 10000 o dito 1
Sctin maco de todas cores a 10000 e 10200 o dito t
Popelina branca para as Exm." noivas, a 500 ris o dito 1
Guarnieres de crochets para cadeiras e sof a 80000.
Vestuarios de 12 para criancas, (novidade) a 70000 e 80000.
Meias alvas para criaDcas a 20500 a duzia !
dem CTuas para homem a 40000 e 50000.
Cortes de fust5es para coletes a 20000 um 1
Caxemira ingleza a 40500, 60000 e 70000 o corte !
Cheviots superiores, preto e azul a 20800 e 30500 o covado 1
Completo sortimento de casemiras, pannos e brins e rouitos outroB artigos que
lembrados preseoca dos leitores
Mili Di (MU & r
59--Rua Duque deCaxias--59
serao
I
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio mfallivd para os males d pernas e do peito j tambem pM
as feridas antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rheumatismo e para todas as enfermi-
dades de peito nlo se reconhece egual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas ss molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros
contrahidos e juncturas recias, obra como por encanto.
Cuas medicinas sfto preparadas smente no Estabelecimento do Professor Hollswav^
78, NEW OXf 0BJ> STBEET (antes 633, Oxford Street i, L0IT0BX8,
E veodemse em todas as pharmacias do universo.
S* Os compradores alo conridado reepeitosamenta js os rtulos de cada oaia e Pote, se oto teem a
direccao, 533, Oxford Street, ato saUiricaooes.
Aos 1.000:000^000
200:000*000
100:000|000
fiRlNDl LOTERA
DE 3
Em favor dos ingenuos da Colonia Orphanologici! Isabel
DA
PROVJMi DE PERNAMBUGO
Extfacci a. U De laio le 1887
0 (hesonreiro Francisco Goncalves Torres
XROPEoSEIVAoPINHEIRO MARTIMO
de LAGASSE, Pharmacentlco de Bordetnx
Approrado pla Junta do Hygleno do Kio-do-Janaff
Oa mdicos franceaea mandlo para Arcachon, perto de Bordeaax, os
doentes fraoos do peito, aflm de que respirem o ar embalsamado dos seos
'pinheiros bebao a aeiva que se extrabe do pinheiro martimo. Estes
t admirareis principios balsmicos sao os que o Sr Lagabse concentrou no
seu Xarope e na Pasta de Selva do Pinheiro Maritiruo, excellentes
rpeitoraes receitados constantemente contra a Tosse, os Restriamsotos,
sos Catarrhos, a Bronohite, a Rouquidfto, e Extinocfto da vo.
Ctt (rsse tem a marta tfa Heriu, a Inris s o tilo utl de otas tasa.
Bspesho sm PARS, 8, Rne Vivignne, e as principase Phamaeias.
VENDAS
Vende-se a casa da estrada de Luis do Reg
n. 21, com muitos com modos e agua encanada, e
um terr no ao lado da mesma 'casa ; a tratar na
ra estreita do Rosario n 24._____________^
Engenho venda
Vndese o engenbo Murici, com safra ou sem
ella, situado na tregu'-zia da Escada, distaute da
respectiva estsco um qusrto de legoa, podendo
dar seis caminos por dia, moente e correte,
tem duas casas grandes e 2 pequeas para mora-
da, e outra para farinha com suas pertencas, tam-
bem se faz permuta por predios nesta praca : a
tratar na ra do Imperador n. 61, 2- andar.
WHISKY
RYAL BLEND marca V1ADO
Este excellcnte Whisky Escessea preferive
ao cognac ou agurdenle de eanna, para fortifica'
> corpo.
Vende-ae a retalho nos tu Iheres armasens
oolhados.
Pede ROY AL BLEND marca VIADO cajo no
me e emblema sao registrados para todo o Brasil
BROWNS t C, agentes
Allcncao
Vende-se ou perm'uta-se urna casa terrea sita
na travessa do FalcSo n. 12, com 2 salas, 3 quar-
tos, cosinha tora, grande quintal e cacimba, por-
tao dando sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
na mesma com a proprietaiis, e esta far todo
negocio por j ter o despacho do juiz, at para
btala em leilo, podendo apresentar oa docu-
mentos aos permutadores, desejando tambem urna
por troca, ainda que stja pequtna, porm que es-
teja nova e bem construida.
Vi veiro para passaros
Vende-se dous gi andes e bonitos viveiros po
pieco coramodo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passaros que possuia ; a yer
e tratar na ra do Imperador p. 22.
Grande liquidado
na luja de uiiudzas
5o Roa .\ova AO
O proprietario do estabelecimentoBasar da
Moda, scien'ifica a Eimat. familias que em vir-
tude da prxima reedificacao do predio em que
est estabelecido, tem resclvido liquidar to-
daa as suss mercadorias, constando de miudezas,
perfumaras e artigos de moda, com grandes ba-
timentos, sendo que muitos artigos Bao por precos
inteiramente baratos, como sejam :
Grande variedade de plastrons a litOOO e 1I200
Sabunetes de areia de Riager a 200 rs.
Ditcs ingleses, grandes a 200 rs.
Dusias de ditos a 2*000.
Garrafa de agua florida a 14000.
Vaso com opiata a 900 rs.
Frascos com extractos muito finos a i 300.
Frasco com agua de colonia americana a 500 rs.
Papis para forro a peca de 320 e 400 rs.
Guamiles, linbas, fitas, bicos, boloea e artigos
de moda.
PARA ACABAR
Oleo para machinas
Superior qualidade, a 6*400 a lata em cinco
galoes; vende-se na fabrica Apollo e de senf
depsitos. _______-______________________
De primeira qualidade
onte Velba n. 41.
1
vende-se oo bazar da
Vende-se
Na ra Imperial n. 200 C, urna casa de pedia e
cal por barato preco. ____________
Bom negocio
gjVende-ae um estabelecimento de moihadoa e
padaria, em Palmares (Una) largo da feira, casa
de esquina, a melhor loealidade do lugar ; a tra-
tar no nesmo estabelecimento ou ra Direita n.
16, viado brauco.
Piano
Vende-se um excellente e ptimo piano forte,
de tees cordr.s. de um fabricante allemao, em mui-
tc bom estado ; a tratar na ra de Marcilio Das
n. 60, pavimento t?rreo.
Vende-se
Na roa da Harmona, no lugar do Arraial, am
pequeo sitio eontendo 135 palmos de largura e
344 de tunda, toda plantado de arvoredos novos
de fructes e com urna grande casa nova de taipa,
faltando pouco para acabar ; faz-se negocio muito
commodo. As pessoaa que pretenderem podem ir
examinar e le entender na mesma na com os Srs.
Antonio e Joaquim Sampsio Irruios, ou na casa
amarella, com o Sr. Domingos Gemes Correia, que
darao explicacoes do negocio.
EXP0SIT10H ^f NIV 1878
H d a i i l e d '0 r^TCrox d. Cheialiw
La KM mures Rtcoepcma
perfumara especial
LACTEINA
E. COUDRAY
PmoBtuda pelas Celebridades Medical de Ptris
UM I0MS AS HECESSIDtDES DO TOUCADM
PRODUCTOS ESPECIAES
TiM de AIIOZ de UCTEIIA para braaqoear psfie.
till* de UCmil pira s Uietdor.
CIEB e r de SABlO de UCTEIU par* a barba.
81AIA de UCTEuU pan a belleu dos cabellos.
ACIA de UCTEDU para o toncador.
LES de LACTEBA para embellezar os caatlloa.
ESUIC1A de LACTC1IA para lencos.
M e AMA inmrUCIOl de UCTWA.
tim LACTIHA chmala aetim da sella,
LACTIilllA para branqaear a pelle.
tmi AimOS c"S-8f RA fASWOA
pars 13, rae d'Enghiei, 13 PARS
a te/0 m Perrnmarias, rtmrsMrtM
CabeHereiros da America.
........!
LOTERA do cear
400:000*000
INTRASFERIVEL!
Corre quar la-feira, 10 de Fevereiro
Una vigsimo d'esla importante lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0

240:0001000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSFERIYEL!
Corre Qiiinta-feira. 10 de Fevereiro

LOTERA DE AL4G0AS
3OO:O0e$OOO
Esta acreditada lotera corre Tere,a-feira, 8 de Fevereiro
i
L
600:0001000
Esto seductora lotera corre sahbado | de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00$000
Os bilhetcs drstas acreditadas loteras acham-so venda na
RODA DA FORTUNA
3(--Rua Larga do Rosario--36
Bernardino Lopes Alheiro.


200.000SOOO
uthi.1 1.1
I
EXTR&CCAO D4 10* PARTE DA Ia LOTERA
EM BENEFICIO DA SM CASA DE IMCOilA
Ouinta-feira 10 de Fevereiro
A0 MEIO DIA
EBta lotera, por algum tempo retirada da circulayao, devido a grande guerra que
ihe promoveram, fomo do dominio publico, vem notamente tomar o sea lugar de
ama das ventajosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respeitavel publico a sua benvola attenco para o plano das
LOTERAS DO GRO-PARA', por extenso publicado nos jornaes e impresso no ver-
so dos respeotivos bilhetes. O plano desta lotera o nico que em 50.000 nmeros
distribue
12.436 premios, ou quasi a quarta parte!
Ainda mais : esta a nica lotera que premia todas os nmeros cujos dous al-
galiamos finaea forem iguaes aos dos
QUATRO PREMIOS MAIORES
A SABER:
100<5 as duas letras finaes do premio de-----.................. 202:2S2?SSS
600 s duas letras finaes do premio do.....................'. S^SSuSSi
500 a duas letras finaes do premio de...................... ^SSvSS
400 s duas letras finaea do premio de...................... 10:0000000
Tambem sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
premios.
Alm destes, tem esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante
importancia. E' tembem esta a nica lotera que garante quem comprar 100 nme-
ros de terminac,8es diferentes 32 1/2 % independente dos premios avultados que
possam sabir na extraecao.
TODOS OS PREMIOS SAO PAGOS SER DESCONT
A's extraec3es slo feitas em edificio publico e sob mais severa fisealsac3o por
parte das autoridades. Q
Os bilhetes acham-se venda na agencia e em todas as casas, em Santos, oao
Paulo, Campias, Rio Grande, Babia, Cear, MaraobSo, Para, Amazonas e em Per-
nambuco rua Nova n. 40 CASA DO OURO.-
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto 4a Rocha Hontoiro Sali
23B1' o Lruguayana
-.
tfooe"> DE PASTILHas
As Dores de Estomago
JDigetitea dif/iceis, Conetipafee, Acide*
StO RPIDAMENTE CORADAS COM O RlsVUBGO DO
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Quer em PASTTLHAS quer em P.
(AjPKroTado jpela Aoademia da l/[eciicina da ',
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Se reiUUtm eaw totlae me Pharmaeim*.
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Em PARIZ. em Casa de L FRERE
^ 'OOELO DE PA8TVUA**"
^ )
n. 47.
Carnaval
Lava* com naofo a lio par
Lavas brancas frescapara aenhorB, 2?. ^^
Ditas dem para bxmem. com dou botes,2450#
Na fabrica de luvaa, 4 roa Jo Caboga d. 7, 1-
andar.
't
s
''
-\* :

[
- r
;
.
i
-
i

A' Florida
Ra Duque de Caxlas n lOfr
Chama-te a attpncao das Exm a a. familias par-
os prucos seguintea :
Lavas de seda preta a ls(000 o par.
Cintos al 000.
Lavas de pellica por 2f 500.
Lavas de seda cor granada a 2f, 2^500 e 3 o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs-, n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1/500, 2, 3l, at 8 Ramos de flores finas a 1/500.
Luvaa de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1/ o par.
Porta-retrato a 500 r*, 1/, 1/500 e 2/.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 1/560, 2/, 2/500 e 3/ orna.
Pliesa de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4/500.
dem La Figurine a 5/000.
Pentea para coco com inacripcSo.
Babadores com pintura e inscripcoes a 200 rs.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 13/000
1 eaiza de papel e 100 envelopes por 800 ris
Capelia e veas para noivas
Suspensorios americanos a 2/500
L para bordar a 2/600 a libra
Mao de papel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a .$000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largara a 3/000, 4/000 e 5/000 a peca
Para a qnaresia
Galo de vidrilho metro 1/.
Franjas de vedrilho a 1/,
Lavas pretas de seda e Escoda.
Franjas e galoes finos a 2/500, 3/e 4/ o metr
Para o carnaval.
Lindas mascaras. y
Bianagas de p de arroz.
dem idem de ouro.
dem perfumadas.
Lindas franjas de seda de cores com frocos pa-
ra eufeitar vestuarios de mas caras a 1/ e 500 rs.
o metro, facenda que j custou o metro.
Papagaios de papel a 200 ris.
Periquitos de papel a 100 ris.
Leques e ventarolas a 200 ris.
BARBOSA & SANTOS
Tainlias
Vende-se tainhas
de superior qualidade,
em quartolas e em bar-
ris, mais barato do que
em outra qualquer*
parte; na roa de Pe-
dro Affonso n. ] L____
Cabriolets
Vende-se dous cabriolets, sendo nm descoberU
e ontro coberto, em perfeito estado, para om ou
dous cavallos; tratar a roa Duque de Canas
; ..
1
.
-A

...
I
-
I



i
*
SCI1SNCIA8
Diarto de Pcrnambii<;-~Scxta--feira II de Fevereiro de 18S7
"anos bSo per-
ero
A geologa do Atlantic
(ASBOCUgXo BRITAX1CA--SES8AO DE BIB
MKGHAl)
(ConclusSo)
II
Devenios, poia, formular outro parado
apparente, a saber, que ai, em
do. os continentes e os oc
m-nentes, en. outro, -lies estiveram
movi-nento continuo. Esta idea nSo exclu
extenso, em certas pocas, dss mar
os continentaes ou das cadeias de ilhas,
alm de aeus limites actues, e o principio
geral j estabel-cido, quo o aliimento do
leito do ocano produzio a clevajao das
trras, implica, nos periodos primitivos,
un ocano menos profundo, talvez; linas
vulcanicas e costas baixas que se adianta
vam para o mar, e tarabem, como j esta-
bclecemos, recifes que foroiavara, no oca-
no, bani..a que, em certas pocas, emerg-
ram e tornaram-se trra.
Somos assim levados a pensar que em
todas as pocas geolgicas, ealvo talvez nos
primeiros tempos, a superficie da trra
Dossuia simaltaneamente : pnmciro, aguas
no todo
83
a
ge


i -

.4
f
:
i
*
M
I
I
profundas que oceuparam sempre, no i
ou em parte, o leito do ocano acta ;
cundo, planaltos continentaes e plagas,
uraas baixas, outras roais elevadas e tor-
teando bancos sujeitos a submersSes ou
emersScs pcriod'caa; terceiro, rugoidades,
curvaturas, a raaior p*rte daB vezes dm
costas dos ocanos, formando elevajBes de
trra, raras vezes submergidas; e q"e
trouyram constantemente mtenles de se-
dimentos e foram sede de fortissiraas eru-
pjoVs vulcanicas.
Njs poriodos geolgicos ; successivos, os
planaltos continentaes submergidos foram
pelo seu grande calore as aguas pouco aubmei
profundas que os cobriam, a Bie do des
do Atlntico, os Acores e as ilhas da Indias
Occideotaca v.n fornecer apoio a estas
con:epjo,aa. Tudo Uto tormava como urna
especie de ponto sobre a qual os seros vi-
vos podiam passar, e talvez que seja este
o ponto de partida das legendas sobre a
Atlantida. (2)
?.E' nis pocas do Cambriano e do Or-
doviciense que as distin;8.-s em planaltos
continentaes, cunaos de raontanhas, profun-
dezas do ocano observam-se pela pri cai-
ra vez ; j encontramos grandes massas' de
sedimentos aocumuladas as margens do
S. Lourenco; os depsitos interiores vilo
dahi adelgajando-sc at aos continentes
submergidos e apresentam condijd'ea roui
diversas de sodimentacSo.
Parece tambora, como sustentaram H-ks
para a Europa e Logan e Hall para a
America, que essa poca do Cambriano foi
um periodo de alluimento lento das trras
precedentemente elevadas. Espessos de-
psitos de detritos s teriam tornado <.-
bre as torras albitas, provelmente cober-
tas entuo de rocbaj desaggregadas, prove-
nientes de longs Beculos de degradacSo
sub-aeria.
No periodo carbonfero, os bancos pant -
Q0808 que caracterizara esc periodo avan-
javara em certas paragena as partes pou-
eo profundas do ocano. No jurassico, o
continente americano estendir.-Be provavcl-
mente mais adian'.e no mar que hoje.
No Wealden havia muitas trras ao oes-
te e ao mrte da Grit-Bretanlia, e o profos-
sor Bonney sustentou a existencia dessa
trra at poca dos trias. O Sr. Star-
kyrGardn*r demonstroa a continuidade
deesas trras para o sal, como provam as
plantas fosseis.
At ao periodo post glacial ou nos pri-
meiros tempos da vida humana, largas ex-
tensos hoje sobmergidas formavam por-
c3?s de continentes.
Por outra parte as planicies interiores da
America e da Europa eram muitas vezes
Es38 submersoes bSo in-
dicadas pelos grandes calcreos do paleo-
soico, pela cal e os leitos do cretceo, pela
causadas por esses movimentos e para de-
nudacSo que fui oonsequencia d'ellas oons-
tituem o qua Le Cont chamou os inter-
valloa perdidos Urna das mais impor-
tantes- aobreveio, acredita-se, no fin do
oozoico. Notai, todava, que cada um dea
sea movimentos seguido de um alluimento
gradual, e a pi-rda appareote causada
principalmente pela reacquisicSo dos leitos
succe8tivos depositados.
Cu up.-o assignalar um facto, obre o
qual insist ha rouito tempo. Trata-se dos
movimentos regulares dos continentes que
produzem, era cada grande systeraa de
fjrmacSo, alternativa de aguas profundas e
bancos flor d'agua, de tal sorte que os
diferentes grupos de formc3o podem ser
divididos em aguas pouco profundas, aguas
profundas, e stractos das aguan poma pro-
fundas que alternara em cada periodo.
Fallando das bacas ocenicas, nSo (leve-
mos esquecer que ha tres no hemisphorio
norte, o rctico, o Pacifico e o Atlntico.
De Rauce resumi cora talento os tactos co
nhecidos sobre a geologa rctica, e mais
rncentemente o Dr. G. M. Dawson prepa
roa pira a Sociedade R;al do Canad um
resumo e urna planta dos conheciraentos
actuaos sobre a geologa da baca arcti
ca (9) comparada geologa do Canad.
Resulta disso que essa baca aprsenla urna
serie de antigs e de novas formacSis des-
de o eozoico at ao terciario ; sua estn
sao devera ser maior nos primeiros tempos
que hoje e possuir um clima comparativa-
mente calido. Seus depsitos e seus f sois approximam-se mais dos do Atlntico
do que dos do Pacifico, o que se explica
pela garganta do desfiladeiro maior que a
hacia arctic.-i posaue no prmeiro.
Blandfori fez rocenteraenta notar a rea-
cSo qu> existe entre os depsitos das cos-
tas do Paciiico e os dos ojanos Indios, e
o Dr. Davrson ioformou-me que a mesnaa
obsorvajao applica se s costas oeste da
America; mas as costas anda n&o ganba-
ram muito sobre o ocano. Por outra
LTTRATlhi
O AMIGO DO MARIDO
POB
JULE3 MAR Y
-00-
(CuntinnagSo)
V
Havia, sobre os rochedos da costa, do
lado de Pourville, perto da casa de Mme
Barbarain, um chhlet mobiliado e que con-
bervava- se desoecupado desde as ultimas
estacSes de banhos.
Gilberto ioformou-se do nome do pro-
prietario e, sabendo que este estava em
Pars, alugou o. Era ahi que Cathariaa
ia velo, quando, pretextando ir a um bai-
e, a um espectculo ou urna festa qualquer
le id que Holgan nSo a acompanhava, podia
dispor de urna noite.
No da segoiotn apresentava-se em casa
da Mino. Barbarain, mais bella do qoe
nun ;a ; entrava alegremente, com os olbos
dilatados, os labios mais vermelhos, envol-
ta em nai sei que emana^SjS de amor.
Chegava de braco com o marido, riso-
nha, feliz, expansiva, beijaya, em cheio,
a velha senhora
piros e vira os olbos transbordando de vo-
lupia /-..
Os beijos que R'gina, Thereza ou a
mai davam em Cathsrim, echoavam lhe
do lorosamente no corceo como que o
queimavam.
Vendo a ignorancia em que estavam e a
santa hon'Stidade daquellas almas, consi-
completa-
lampeao, cuja luz
mente.
Mostra-me teus olhos, quero velos...
Assim nao me poders mentir ; eu conhe-
cel-ohia logo... Ag ira, podes fallar...
O que queres que te diga, senao que
te amo maia do que nunca?... que te
ach a mais forraos a das mulheres e que,
derava tu lo aquillo como urna profanacin qttando me olhas assim, sinto-mo capaz
de tudo esquecer para provar que to amo.
Desejas partir commigo ? Dizo urna pala-
vra... vers so hesito...
Sira, acrediti qua me amas; quanto
to a mira, puz toda a minha vida em ti.
S tenho sido feliz, depois que te vi; do
que se passou antes, nSo me lembro...
por maior que seja o teu amor, nanea
igualar ao mea... ama-me bastante, pec-
lo, mas nao pelo sacrificio, qu3 uSj hesi-
tei em azer, de minha honra e tranquilli-
dade... a felicidade que me das recom-
pensa suficiente. NSo te esquejas nunca
de uim, tora preferivel que nunca me ti
vesses encontrado Nao me sinto capaz de
ter outro amor, depois do teu... NSo soi o
que seria de mim, so me abandonassea...
talvez morrease... mas, Be sobrevivesse...
seria Uto infeliz que terias compaixao e
seatirias um remorso eterno.
Amo-te, dizia elle, beijando-lhe os
olhos.
envolvimento da vida ~*** jj^a 1 {ormh0
to de calcareoB-orgamcos. Uepois na sua
elevacSo, foram a sed." dos mais b los ty-
pos da fauna o da fbra. Os bancos mon-
tauhoBos, priniipalment no norte, foram
o abrigo da vida terrestre durante as po-
cas de submersao. Os ocanos profundos
foram o refugij da tauoa pelgica e abys
Bal e de quautidade de anmaos e de plan-
tas marrabas de toda especie, nos tempos
de elevacSo do continente. Estes dados ge
raes t n grande importancia na historia
geolgica da trra, quando se tratada qUS-
tSo das successd" -s dos seres vivos
nalraente, pela grande subraersSo do piis
tocene, urna das mais importantes, na qual cano. Mas si parece haver ahi urna co-
parte, no Nord-Atlantico existe um exten-
so ban 'o, compesto dos dous lados de ro-
chas comparativamente recentes, principal-
mente para o lado do a\ e no lado ameri-
III
A exposisSo destas vistas geraes demo
rou-nos tanto, que -nos impossivel descre-
cer minuciosamente a histiria do Atlntico
atravez das pocas paleosoica, meaosoica e
ter-iaria.
Todava, elevemos lanjar r.ipido golpe de
vista sobre as mudanca sobrevindas as
auperficies, taes como a3 classificamos. O
leito do ocano parece ter sido sempre abys-
sal, roas houve provavelmente periodos em
que o bancos que se estendem no norte do
Atlntico e o separara em parte de sua
bacia rctica formavam costas continua*,
cadeias de iluas assaz approximadas, para
offerecer vida animal o s plantas pas-
agem de urna para outra. (1)
E n cortos periodos, havia provavelmente
tambem grupos de ilhas vulcanicas, co-
mo os Acores, no Atlntico temperado
ou tropical. Com mais fjrte razao nos
tempos primitivos, quando o Atlntico apre-
gen'.ava maior analoga com o Pacifico ac-
tual. A linha dos grandes bancos volc-
nicos do Mediterrneo os, bancos do roeio
(1) Segundo a descripcSo das ilhas Fe-
roe dada por Geilkie, encontram-sc vesti-
gios dessas trras continuas na poca cre-
tcea ou Mema.
quasi todo o bemispherio norte toada pa
to e que provavelmente s separado de
ni por alguna milbares de annos.
A* submersSus e as eievagSes n&o foram
sempre as mesmas dos dous ladoi do
Atlntico. Certos periodos do siluriano e
jurassico indicara urna ele vacilo do conti-
nente americano que n3o ae observa na
Europa. Os g andes alluimentos do cret-
ceo e do eocene foram propramente mais
profundos e mais extensos no continente
leste. Este estado de cousas, junto dirac-
co das frraa do norte ao sul, permittiu
que maior numero do formas antigs
sobrevivessem na America. Essas elova-
c3ss e essas sub nerso s dos planaltos al-
ternaram cora periodos de rugosidades mon-
tanhos.s que sobrevieram era certos inter-
vallos no fim do eozoico, no comeco do
siuro-cambrense, no permiense, e no ter-
ciario na Europa e na America Occident-d.
Todava, a serie de mundano is soffridas
pelo conjuncto dessas extensSes teve ura
carcter demasiado complexo eabrange to-
da a historia physica das idades geolgi-
cas. *
De vemos notar aqii que as desordens
(2) O Dr Nilsnn sustentou recente-
mente que a Atlantida da tradico n5o era
inlo a America, e o Sr. Hyde Clarke
approximou esta idea do predominio pri-
mitivo na Europa Occidental da raca ib-
rica, raga que Dawkins d como con-
tempornea s idades do bronze e do neo-
lithico.
Tive oceasio de estudar ltimamente diffe-
rentes specimens e fiquei sorprendido com
a semelhanc notavel nos caracteres cra-
neobgioo8 entre os Gaanches das Canarias
e"is Aborignes da America Oriental, se
melhan^a que nio pd< ser accidental
FOLHETIM
O OOSCNM
POR
relacSo perfeita nos dous lados do Atln-
tico s em torno do Pacifico eBie paralelis-
mo nao parece mais to intino entre os
depsitos e as formas de vida dos dous
ocanos, quando comparados um oom o ou
tro ; a co-relajio entre as formas de vida
menor, principalmente nos tempos rao
demos. Todava, as primeiras idades
geologbas, como se podia suppor era' ra-
zao do desenvolvimento imparcial dos con-
tinentes, as mesmas formas de vida caraj-
terisam todo o ocano, desde a Australia
at America rctica, e indicara grande
unidade de vida no Pacifico e Atlntico,
unidad" que n&i foi igualada nos derradei-
ros tempos e que traz a idea de contempo-
raniedade antes do que homotaxia.
Paremos aqui momentneamente e veja-
mos oue effeitos o augmento do Atlntico
exerceu sobre a gsographia moderna. Elle
nos aprsente costes abruptos e despedra-
das, compostas de rochas antigs em direc
ci ao norte, tormacScs mais novas para o
sul, cumes montanhosos, planaltos interio-
res sobre os dous lados do mar, finalmente
oertas approximacSos curiosas, mas de ne-
nhum modo accidentaos, sobra as costas
oeste e late. Assim o solo das liba Bri-
tnicas pJe ser comparado Torra-Nova
e ao Labrador; o canal Inglez ao golpho
de S. Lourenyo ; a babia de Biscaia ba-
ha de Maine, a Hespanha ponta que faz
a America no cabo Hatteras ; o Mediter-
rneo, ao golpho do Mxico. Seria pre-
ciso um volme para explicar detallada-
mente as condicoos especiaos que dorara
esses resaltados e sua influencia sobr os
caracteres e as produjcSes da bacia do
Atlntico.
_______ WlLLIAM DAWSON.
(9) Maio de 1886. Este trabalho aioda
nao foi publicado.
beijava Regina, que se
agarrava a ella ; beijava Thereza, que fi-
cav& fra e cujo rosto cobria-se de urna
pallidez mortal ; e emfira, apertava as
mos de Gilberto, tambem um pouco pal-
udo. .. i
Bom dia, boru dia a todos... Abor-
reco-os, n5o vindo tantas vezes ? E' ex-
quisito, estar sempre aqui e mal acabo de
sahir j me parecece que nao os vejo ha
cem annno3...
Catharina roostrava agora, por urna sin-
gular dispo8cSo de espirito, ura augmento
de affeico pira com Mme. Barbaran, que
de scu lado, nao podia impedir-se de achal-a
encantadora. Todo o tempo quo pa-sava
l, era infinito o numen das amabilidades,
dos protestos, dos testemunhis reiterados
de amizade.
Therez. tambem rciebia sua parte. Ca-
tharini receiava essa joven taciturna e se-
ria, que muitas vezes fixava-lhe um olhar
cuja chamma inecoraraodava-a. Quera
conquistal a, como havia-o fsito mili.
Mas Thereza nao lhe corresponda aos agra-
dos.
Gilberto senta menos amor por Catha-
rina quando a via em casa. O ardor apai-
xonado da amante fazia um contraste de-
masiado violento com as virtudes de Mme.
Barbarain, as recordagSes de sua infancia
a innocencia de Rgini, a candura virgi-
nal de Thereza.
A prosensa de Catharina causava-lhe
verdadeiro sojfrimento.
Parecia-lhe que o co azul da familia
tolda va-so de repente. Senia um grande
peao no coracSo e s rosprava vendo-a
lcvantar-se para sahir.
Mas de noite, no chalet, esqucia-se do
mundo inteiro, aos ps della.
E todos osdias recomejavao mesmo sup-
plicio, cada vez mais intoleravel. Cathari-
na atirava-se aos brajos de Mme. Barba-
rain, com urna especie de furor. Dir-se-
hia que esperava que o acolhimento e o
sorriso da boa senhora lhe apagaran] a
vtrgonha e a taita.
Gilberto, com os sobr'olhos franzidos,
os dedos nervosos, via-se andar de um la-
do para outro, ora fallando com sua mJLi,
com Thereza ou Regina; ora dirigindo-se
a ella ou a Holgan. E toda aquellas effu-
b58 nao partiara mais dessa Catbarin de
outro tempo, anda respeitada e sera man-
ch* ; ma8 sm da mulher que elle amava
com os sentidos que poaia, cujo corpo
estremeca oom as suas caricias ; da mu-
lher cujoB arrouboa conhecia, do quetn ou-
vira phrases do amor entrecortadas de sus-
Porque
QAUTA PARTE
O PALACIO VAl
(ContinuajJo do n.
IX
33)
lint U feata
Era verdade, principalmente naquelle
momento em que a felicidade depoB.teva
na fronte de Lagardre a sua cora ra-
diante.
Ligardre estava joven como a propru
Aurora, bello como ella o era.
E se a visaem, a virgaro apaixonada, oc-
cultando o ardor do seu olhar por traz da
fraDJ-i dos seU3 longos cilios, cora o seio of-
feganto, o Btrriso commovido nos labios, ae
a vissem O amor casto e nobre, a santa
ternura que deve unir duas existencias em
urna e, ligar estreitamente duas almas ; o
amor, esse cntico que Deus com a sua
bondade dexa ouvir na t rra, esse man
Sei tudo qoe te diz respeito
choraste ?
P..rque chorara as mocas ? diese Au
rora, qu-rendo desviar a pergunta.
Tu nSj s como a* oatras, quando
choras... Pejo te que me digas, p >rque
choraste ?
Por causa da tua ausencia, Henri-
que... vejo te to r-ramente e tambem
por causa deste pensamento.
Ella hesitou e desviou o olhar.
Que pensamento? perguntou L'gir-
dro.
Soa ama loaca, Henrique, balbucioo
a moca muito confusa : lembrar me de que
ha em Franja mulheres lindas ; qaa todas
a3 mulheres devero ter desojo do agradar
te, e que talvez.'..
Talvez ? repetio Lagardre preso
sua idea fixa.
Que talvez amassss ama outra.
Ella oceultou a fronte, corando, no peito
de Lagardre.
Dar-me-ha Deus eata felicidade 1
murmurou elta em extase ; devo acredi-
tar?...
Deves acreditar que te amo I diese
Aurora suffocando sobre o peito do seu
amante o som da propria voz, que a ater.
rorisa.
- Amas me tu, Aurora I Sentes pulsar
o meu corado'? On se fosse verdada ?...
E muitas vezes, quando sentia o olbar pro-
funda de Thereza preacrutando-lhe, com
estranha fixidez, o fundo da alma, abaixa-
va os oaos e cora va...
Quando achava-se com Catharina nao se
atrevia a confessar essas repugnancias, ou
antes, nos transportes da paixo nio pen-
sava nisso.
Um dia, entretanto, estando soznho com
Rebino, entrn Catharina e quiz pegar na
menina...
Gilberto arrancou lh'a brutalmente.
V dizer a Thereza e minha m3
que a Sra. Holgan est esperan loas na
sala.
Mme. Barbarain appareceu neste mo-
mento, e Catharina adiantou-89 hesitando.
A volha eatendeu lhe as maos, como
costumava fazer sempre; mas s enoon-
trou as de Gilberto, que, aproveitando-se
de nao tel a anda visto nesse dia, pergun-
tou lhe pela 8aude... tongamente... era-
qu .ut Catharina, horrivelmente paluda,
recuava..
. Thereza, a quem R -gina tinha ido cha
mar, desceu por sua vez.
Antes, porem, que a joven tivesse tido
terapo de chegar ao p da amante, Gil-
berto ch iraou-a e fez-lhe varias perguo-
taa sobro algumas commissoes de que a
incumbir na vespera.
EntSo Catharina comprehendeu e dei-
xou-se cahir sobre urna oadeira.
Por felicidade chegou Holgan e ella
p6de retirar se, dando um motivo qual-
quer.
Tova ainda tempo de murmurar ao ou-
vido de Gilberto :
Esta noite, s nove horas, custe o
que custar, preciso fallar-lhe I...
O chalet, alugado por Gilberto, edifica-
do no alto, pequea distancia da estra
da que vai ter a Pourville, ficava sobran-
ceiro a Dieppe. Dcsoortinava-se de l um
panorama esplendido -os renques de ele-
vadas rochas que estendiam-se em direc-
c3o a Pourville, alm do pharol de Ailly,
iam, do outro lado de Puya, perder-so as
brumas, onde o c j e o mar confundiam-
se n'uma mesma cor violcea. A sala de
jantar dava sobre um terrajo que prolon-
ga va se at o extremo limite do roohedo
oceupado pela casa.
as grandes mares, quando o vento era
forte e as ondas grandes, ouvia-se no cha-
let o bramido do mar, como um trovao
subterrneo.
Mas, nessa noite a calma era completa.
Uui vento fresco, vindo do largo, succeda-
ra ao calor ardente do da. Seriam nove
horas quando Gilberto entrou, emprean-
do todas as precaujCes para nao ser visto.
Nao teve que esperar mutio. Catharina
chegou dahi ha pouco.
Vioha dominada pela colera e pela dor,
mas foi esta ultima quo prevalecen. Ven-
do Gilberto, cobrio o rosto com as maos e
chorou, solucando como urna criana. De-
pois foi sentar-se, no fundo da sala, sobra
nm sof. A luz da lampada n3o chegava
at l. Gilberto foi collocar-se ao seu lado,
agarrou-lhe, tiroulhe, quasi forja, as
mns do rosto e sorvea-lbe, urna a urna,
as lagrimas.
J nao me amas.. amaste-me um
dia. -. agora est tudo acabado !
Commovido diante de tao grande triste-
za, Gilberto cabia-lhe aos ps e pedia
perdSo.
Ah I como foste cruel... uao sabes
quanto soffri. Perdo-te, entretanto.,
com a condicSo de que me has de amar
mais por toda a vida...
E levantando-se levou-o para perto do
que
traz o orvalho do co
amor, que
sabe embtltezjr a propri* fcaldade ; o
amor, que d belleza urna aureola divina,
o amor estava alli, coroando e transfiguran-
do aquello meigo rosto de donzclla.
Lfarder estreitou contra o seu cora
co a su noiva, que trema.
Houve um loDgo silencio. O labios nao
Be tocarara.
Obrigado I obrigado murmurou
ee.
Os seus olhos fillavam.
Diga-oie, continuou Lagardre, d-
game, Aurora, foste sempre feliz corarai
J- Sempre. muito feliz, respondeu a rao-
Ca
E entretanto, Aurora, boje choraste.
boube disso, Henrique ?
Mas poders ta propria sabel", Aurora,
querida filha ? Conhoces o teu corajSo T
O meu corajSo falla, ouco-lhe a voz.
Hontem eras urna enanca.
Hoje aou u na mulher, Henrique,
Henrique, amo-te !
Lagardre neos tou as mSos de Aurora
contra o seu peito,
E tu? diese Au.-ori.
Elle s pote balbuciar com a voz tr-
mula, as pblpebr6 humedecidas :
Oh sou feliz bou feliz I
Depois, urna nuvera paasou lhe pela fron-
te. Vendo esta nuvem, a teimosa bateu
com o p e disse :
O que h?. ainda?
Se algura dia tivessea desgastes?...
prnanciou muito b iixo Htnrique, que b i-
iou lhe os cabillos.
-~ Que desgostos posso ter, se te con-
servares junto de raim ?
Escuta. Quero levantar para ti, esto
noite, urna poata do veo qae me oceulte os
esplendores di mando. Viste a cSrte, o
luxo, a luz ; ouvist o ruido da festa. O
que penias da crt ?
A corte bella, responden Aurora ;
mas nSo vi tudo, nao verdade ?
Sentesa-te inclinada para esta vida ?
Teu olhar brilha ; amaras a sociedade ?
Comtigo, aira.
E aem mim.
Sem ti, nada !
Lagardre comprimio-lhe ambas as maos
contra os labios.
Viste, continuou elle, entretanto,
aquellas mulheres que passavam riso-
nbaa ?
Pareciam felizes, interrompeu Auro-
ra, e lindas.
Sao felizes, efectivamente, aquellas
mulheres ; possuem castillos c palacios...
Quando ests em nossa casa, Hen-
rique, amo-a mais do qu? a um palacio.
Tm amigos.
Nao te tenho eu ?
- Ten familia ?
A minha familia s ta.
Aurora dava todas estas respostas sera
hesitar, com o seu sorriso franco nos la-
bios. Era o coracao qae tallava. Mas La-
gardre ouaria a prova completa. Fez
un appello a teda a sua ooragem e conti-
nuou, depois de um silencio :
- Ten mli.
Aurora empallidecea. O seu sorriso des-
apparecera.
Urna lagrima briJbou como ama perola
entre as suas palpebras meio fechadas.
Lagardre soltou as suas talos, que se
u ni rara sobre o peito.
Urna mai repetio ella com os olhos
para o co ; estou muitas vezes em com-
paohia de minha m&i. D'pois da ti, Hen-
rique, em minha mai que pens maia ve-
zes.
Seus lindos olhos pareciam orar arden-
te raen te.
Sa minha mai estivess? aqui, comti-
go, Henrique, prosegmo ella ; se eu a ou-
visse chamar-te ; Meu filho I Oh o que
seriam as maiores alegras do paraizo?. ...
Mas, coutiouoa ella depois de urna curta
pausa, se fosse preciso escolber entre minha
uiai e ti..
Sea peite ag-'tedo estremeca ; o seu ros-
to encantador exprima urna melancola
profunda
Lagardre esperav, ancioso e offogante.
- Fajo talvez mal no que lhe vou di-
zer, prouunci >u olla oom eaforjo ; digo-o,
porque o pens : So me fosse preciso es
colher um entro minha nii e tu...
Nao pd le terminar, mas cabio abatida
entre os brajos de Henrique o exolamou
solucando :
- Amo-te I oh 1 ano te amo-te!
Lagartera ergueu-se. Com ama das
maos aoparava-a contra o peito, e ora
Pois, sira, ama-me; s o quo te
pe jo. Repetind-o, tornas rae t3o feliz que
e impossi /el que tambera nao o sejas. E
para que neohuraa duvida exista mais en-
tre nos ; ama vez que, quando acho-me
junto de tua mli, nao podas ver em mim
urna senhora, mas a tua amanto ; urna vez
que divides o coracao em duas partes tao
distir.ctas nao irei mais ver tua mai, nem
tua ir.na, ora Regina. Comprehendas
quanto te amo ?
Amo-te, e entretanto sinto qua nao te-
nho tua estima, que to envergonhas de
mim, quando o acaso de urna visita nos
rene diante da tua familia I...
E, abaixando a linda cabeja, tornou a
chorar. Estava tao trmula c fraca que
elle foi obrigado a sustel-a nos brajos. E
desvairado beijava-lhe ora os olhos, ora os
cabellos.
Cala-te, murmurava elle, cala-te....
Sao posso ver-te chorar. J nao te disse
que amava-ta mais do que tudo, no man-
do ? Que teoB, pois, a receiar ?
Mais do qua tudo ? Exceptuando tua
mai, tua irraa* e Regina, que nem queres
queme apertem as raaos!...
Qua queres qui eu faja para pro-
var-te ?
Nada.
Contina a frequentar a casa de mi-
nhas mai, com at aqui... e esquece-te de
tudo.
Catharina hesitou, reflectio e disse :
Nao, nSo aceito. Mais cedo ou mais
tarde te voltaria o mesmo escrpulo. Irei
menos vezes casa do Mme. Barbarain,
at que possa deixar de fazel-o complato-
monte, sem levantar suspeitas. Nao tenho
mais amor proprio nem orgulho. Outra
qualquer procurara vencer tua resisten-
cia, por vaidade. Eu, porem, julgo que
tens razao de afa'star-me dos teus. E' me-
Ihor assim ; confesso-o. Vs como te amo ?
S sentirei ama cousa, estar perto de ti
menos vesos. Adees, querido ; se fioasse
mais tempo, oommetteria urna imprudencia.
Adeus se me amaros, serei feliz I
VI &M
Jo3o Holgan andava muito oceupado,
havia alguos mezes. Tinha mandado con-
struir, sua cuata, um barco salva-vidas
e esperava com impaciencia febril, qae
estivesse nrompto para baptisal-o com o
nome de Be rtha-Catharina qua eaco-
lhera por amor da filha e da mu-
lher. A ceremonia do baptismo devia
preceder algana minutos ao lanjamento ao
mar. Era um presente que destinava ao
bairro do Pollet e devia haver nesse dia
urna grande festa para todos os pescado-
res e marinheiros. (Codtinuar-siha.)
outra pareca tomar o co por testemuoha.
Deus que nos vs, exclamou elle com
exaltajao ; Dous, qua nos.ouves e que nos
julgas, tu que m'a da ; raoebo-a de ti, e ju-
ro que ella ser feliz 1
Aurora entreabri os olhos e mostrou
seus lindos dentes era um paludo sorriso
Obrigado obrigado proaeguio La-
gurdre, erguendo a fronte da menina de
Nevera at aos seus labios ; olha, v a te-
licidade que me fazes : rio, choro ; estou
embriagado o louco l Oh 1 s finalmente
minha, Aurora, icteiramente minha... Mas
que dizia eu ha pouco ? Nao acredites no
que te diase, Aurora. Sou joven. Oh l men-
t I sinto traub'urdar em mim a mocidade,
a forja, a vida. Vamos ser felizes I feli-
zes por muito tempo E' certo, minha
querida que aquellos que tm a minha ida-
de slo mais velhos do que eu. Sabes por-
que ? Vou dizer-te. Os outi'os fazem o que
eu fazia antes de ter encontrado o tea ber-
jo no caminho, os oulros amara, babem,
jogaro, e que soi eu os outros quando s^o
ricos como eu era, de ardor, do temeraria
ooragem oa outros envelhecem dissipando
loucamente o thesouro da sua mocidade.
Vieste tu, Aurora : tornei-me immediata-
mente avaro. Um instincto providencial
fez-me impedir esses exoessos do cor*-
jao. Guardei te toda minha alma, fe-
cliei os impetos dos meus verdes annos em
um cofre de ferr. NSo araei cousa algu-
ma, nem desejei. Minha paixo, dormi-
tando como a bella adormecida no bosque,
despertou sincera e forte ; mea corajio s
tora... vinte annos 1 Ouves me, sorris,
jalgas-mo u.n louco. Estoa louco de ale-
gra, verdade, mas sou prudente. Que
n'z ea durante todos esses annoa ? Ps
sei os, todos, todos, a ver-te cresoer e flo-
reacer ; a observar o despertar da tua al
ma ; a procurar a minha alegra no teu
sorriso. Por Daus 1 tu trabas razao, ta-
uho a idade para ser feliz, para amar-te.
E's minha Seremos ambos um do outro I
Tens ainda razao : alm de nos dous na la
mais neste mundo Iremos para urna soli-
do qualquer, minha querida, longo daqui
bera longe Nossa vida, vou dizer-te
r o amor, o amor, sempre o araor..,
f.ll., Aurora, talla'
tilla ouvia o em xtasi.
- O amor 1 repetio ella cono em um
son lio folia, sempre amor !
Coa a br"ca I dizia Coardasso qu*
oarNgava pjlos ps o Sr. bario de Bar-
bancbou, eis aqui um velho que p-isa bas-
tante, meu caro Passepoil.
Passepoil oarregava a cabeja o barito de
is. hornera austero, quoixosj e a
.
8V
Mas
quem as orgias da regencia desgostavam
profundamente, mas quo estava naqaelle
momento embriagado, como tres oa qaatro
czars, viajando ao redor da Franja.
Cooardasse e Passepoil tinham sido en-
carregados pelo Sr. de Hunandaye, me-
diante pequea quantia, de transportar pa
ra sua casa o Sr. barito de Barbanobois.
Atravessavam o ardim deserto e som-
bro.
E ento disse o gaseao a uns cem
pasaos do parilhSo onde tinham ociado, Be
descanjassemes, meu velho ?
Obadejo, respondeu Passepoil, o ve-
lho, pesado e a paga leve.
Collocaram sobre a relva o Sr. barito de
Barbanchois, quo, meio acordado pela fres-
car-. da noite, comejou a repetir o sea es-
tribilh i favorito :
Oade iremos parar? onde iremos pa-
rar ?
Picaro 1 disse Cooardasse, este ve-
lho b -berrao muito curioso, mea ms o
amigo.
Vamos ao nosso enterro, suspirou
Passepoil com um tom resignado.
Sen tarara se os dous sobre um banco.
Passepoil tirou o seu cachimbo do bolso
e comejou a enchel-o de fumo, tranquilla-
mente.
Se foi esta a nossa ultima ceia, disse
elle, estove exoellente.
Esteva excell-nte, respondeu Cocar-
dasse, acendendo o cachimbo. Com a bre-
ca comia um prato do caja, pela minha
parte.
Ah 1 dissa Passepoil, e aquella rapa-
riga qua esteva diante de mim, com os
seus cabellos louros empoados e o seu p,
que eo fochara na palma da m5o ?!
Famosa exclamou Cooardasse, e as
alcachofras, com mil bombas
E a cintura viste ?
Gosto mais da minha, disse grave-
mente Cocardasse.
A tua I exclamou Passepoil, de ca-
bellos vormelbos e vesga.
Falla va-ae da visinha de Cooardasse.
Este agarrou o pela nuca e fel o levan-
tar.
Meu velho, disse elle, nao supporte-
rei que insultes a minha ceia. Desculpa-
te, tratante, senao racho-te sem compaixao.
Tinham ambos bebido, para se consola-
re m das suas maguas, duas vezes mais do
que o austero bario de Barbanchoi.^
Passepoil, fatigado com a tyrannia do
sen amigo, nao quiz dasculpar-se. Des
embainharam as espadas. Derara enormes
murros em pura perda ; depois agarraram-
se pelos cabellos e acabaran por cahir so
bre o corpo do Sr. barao de Barbanchois,
que desper-ou de novo para dizer :
Onde iremos parar ? meu Deus 1 on-
de iremos parar?
__E entlo I tiaha-me osquecido do ve-
lho beberrao, disse Cocardasse.
Vamos leval-o, accresceptou gPasse-
poil.
Mas, antes de agarrar no farlo, elles
abrajaram-se com effusao, banhados eii
agrmis.
Seria preciso n5o conhecel-os para pen-
sar que elles se tinham esquecido de en-
oher daas garrafas na copa.
Beberam, cada um, um copo.cheio, met-
teram as espadas na bainha e carregaram
de novo o Sr. Barbanchois. Este, sonha-
va que asBistia festa de Vaux le-Vicour-
te, dada pelo Sr. superintendente Floquet,
ao joven rei Luz XIV, e que elle cabio
para debaixo da mesa, depois de eeiar.
Outros tempos, outros costumeB, diz o
pioverbio.
F. tu nao a tornaste a ver ? pergun-
tou Cocardasse.
__Quem? aquella que estava diante de
mim ?
do domin cor de
Procurei em todo
Nio, a rapariga
rosa.
Nem a sombra,
os pavilhSes.
Com a breca fui at ao palacio, e
garanto-te que olharam para mim, meu ve-
lho. avia l domios cor de fosa, mas
nSo era o nosso. Qoiz fallar a ura dellea,
que me den am piparote na ponta do na-
riz. Picaro? diese eu,
atrevida besbi-
Inoteira, meu illastra amigo, o regenta re-
cebo aqui urna sociedade um pouco equi-
voca 1
E elle ? perguntou Passepoil, encoa-
traste-o ?
yoeardasse abaixou o tora.
Nilo, respondeu Cocardasse, mas oa-
vi fallar delle. O regente nao eeiou. Fi-
cou fechado mais de urna hora com Gon-
zaga. Toda aquella gente que vimos no
palacio esta gente que vimos no Palacj*
esta raanha, grita e ameaja. Com a bre-
ca I se elles tivessem nicamente a meta-
di ou tanta coragera como diiem, o nosso
pobre Pariziensa havia de ter que fazer.
Tenho raedo, suspirou fre Pass?poit
que nao se deacmburajassnm delle.
{Continuar-se-ha\
Y.
1-

t,


t/ifc
i -
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K-.

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Typ do Diario ra Daque de Cias
a Vi


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