Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19803


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Full Text
/
n l i j i n m o 26
\ CAPITAL E LIGARE OXDE MAO SE PACA PORTE
............. PdOO
............ is$00
............. 23^00
dis............ 10
PARA
Pfr tradujeses allantados.
Portis ditos i i era. ....
> Por um anno dem.
c- "Cada numero avulso, do raes no
QflAHiA-flJ 2 DE FE7110 DE 1881
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis meses adiantados............... } 13)5500
Pur nove ditos dem................. 2O0OGO
Por un anno iden................. 270(.OO
Cada numero avulso, de das anteriores.......... 100
i
Proprieirafce tft Ulano fi$atko& ht Jnxia & S^b
Os 8m. Amenice i*rlnae t C.
de Parla, sil os nassos agente
exclusivos ve annunclas e pu-
bllcacdas da Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
325*150 !A iSACTA UUt
(Especial para o Diario)
BUENOS AYRES, Io de Fevereiro.
Hojc foram aaslgnalados 8 caaoa
. no os c ." bitos de cholera-morban.
MONTEVIDEO, l.de Fevereiro.
Foram boje aaalsrnalados 8 caaos
dmoN de cholcra-morliii*. nao sen-
do nenhum faial.
O general D. i.i!mo Tajes, pres-
deme da Repblica do l ruanav. -.-
la actualmente em deaaccordo com
iodos os partido*, por canaa das me-
dida* lomadas contra o u-enoral n
las. medidas que sao consideradas
Ineonstltucionaes.
LONDRES, l.o de Fevereiro.
Telegrammas de diversos pontos
da Allemanha annunciam que o go
ver-no persegne desde alguna lempo
os soclaliftta* de todas as nacionali-
dades.
BERLIM, 1. de Fevereiro.
O ministro dos negocios estrangel-
ros enearregou o embalxador da n-
publira rrnnri>*ii. Junto de S. M. o
Imperador da allemanba. de ex-
presaar ao seu governo o sincero
desojo do governo allomao de man-
ler a pax da Europa.
Agencia Havas, (i)ial em Perruunriuco,
1." de Fevereiro de 1887.
130 grammas
84
404
30
imaflccio popular

HYC-IIE Di AUMENTADO
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
lmenlos c subatancias alimenta
res. Pivlsaoeclassiflcaeao. Cona-
poslco dos alimentos. Begisaen
animal rgimen Tcgelal. asearan
tsTstleniea*
(Continuaba )
O variados condimentos (como, por exemplo
pi menta, alhos, cebollas, vinagre, etc.) qne se
juntim ana alimentos t- em por li n dar-lhes mais
abor e tornal-oa mais digerivea, poique favore-
eem a a^crecn do sueco gstrico uo ealoinago e
auxiliam a aceito delle anhre 09 alimentos.
O hvuiein nao ao mirre de substancias cruas se-
no por excepcao rarissiina ; apenas alguna vege-
taea Ihc servein de alimento no tatado natural' A
aceto ios uliiuento t' m por fi:n nao t dispo-oa
melhor p-ir.. a ligesiiio, como tamben) fazer, em
alguna .-elles de.-appareeer cortos principios pouco
uteis ou mesmo prejud ciaes.
A bitta, p->r exemplo, no uatudo cr, seria
quasi iinposs vcl de bein digerir. Ai fibras dos
vegetses pala su rijeza, igualmente, com difficul-
A digestao um acto complexo que comee na
mistigxcS -, a qual, para bn ser executada, exige
que o* alimentos tensan um certo grao de maciesa,
brandura, que os torne atacaveis peloa denles e
su?ceptiveid de serem iinbebdos pela aalira.
A arto culinaria deve ter por fi n favorecer o
trabal'.io d diucstio, aaaociando eonvenentem;u -
te entre si substancias alimentares e transfor-
mando em aliui nt-'s completos us que nao o sao.
Infelizmente ncn. sempre bem attendiio este fim,
parecend) at s vexes que a arte colmara sedes-
tina a estragar o estomago, tornando indigesto o
que naturalmente seria de fcil digeatao.
' importante o oso do tal das osuhaa na ali
mentacio. E assim devia esperarse que o toase
ae attendermos i grande proporcao relativa dwste
composto, que su encontra uos aossos tecidos
humores. 0 sal forma talvez 5/1000 de sangue.
Nio podemos ueste lugir presentaras explica
coes diversas qoa se te em dado das lunct6s do sal
roarnba na alimentacao. Per lenca isto Pbysio-
rosia e Chimica ptiysiolojica ; mas o que uZo
pojemos drixar de mencionar que o stl d forca
e vigora) individua, fazendo-o engorda-, que
coovera 4a crganisaco-s fracase delicadas, exci-
tando-Ibes o appatite.
A quantidade de sal do que o bomem deve usar
/ diariamente, foi avaliada em termo medio, por
Barbier, em 12 a 3) grammas.
Cita o autor de queora acabamos de fallar (Br
* bier) o caso qne se den em algaraba provincias da
Rasaia, onde qaizeram m lempos privar lo uso do
gal os torvo Sobreveio-lbes languidez, fraques
geral> euchac o dos inembros i..f. rioros, emfim,
todos os signacs da Bi.cmi. () manifestada p-l
diminuicJo ua proporcSo dos glbulos saDgnineos,
na albmina do sangne. Em excesso, o sal pro-
voca demasiad sede, irrita o estomago e torna-se
inconveniente.
Vamos agora occnpsriao u s do regimeu limen
tar, segaindo o programma qu- t stabletnoa
O rgimen alimentar 6 relativo a quantidade e
qualidade dos alimentos do que o hornero pode e
deve faztr oso; e varia p .as idad-a, temperatura exterior, f^rcas que se t.m
do emprrgar, conforme as rac*, sexos, climas etc.
No principio d'este capitulo dissem s quo se
c'ismsva rgimen animal ot vegetal, segundo fa-
xiam parte da alimentaca-, tubstauciai sOSBiau.es
u sjaveiiieiite do reino animal, ou materias le-
rta tiradas do reino veg-ta*. K-gimen imito
o qne t.Tinado P-'lo aggregido destas dus
ciaases de materiatts.
(a) No sentido rkoroso signi6capnvaco de
asagoc ;saas crrsMdera-se a doeoc caracterisa
d. por enpobrsriniita do sangoe.

Vimos tambem que o reg'men mixto em |geral
se deve considerar o mata convoniente ao bomem
qne se diz omnvoro, por Ibe S3r possivel fazer uso
de toda a casta de alimentos. Tambem j vimoi
que as substancias servindo de condimentos, se
nio fazem parte dos alimentos propriamente ditos
alo importantes na nutricio p-slo papel de excitao-
tes e coadjuvantes quenella exercem.
Antes de estabelecermos tabellas em qie se de-
terminem e regulein a quantidade o qualidade do
alimentos que devam constituir o rgimen para de-
terminadas condicSes de vida, c mve.-n desde j
advertir quo umerro grave fizar o rgimen tendo
em attenco s as quintidades de azote e de car-
bonio que entram nos alimentos, porque os alimn-
tos azotados e bydro-carbonados apreecntam nota
veis differencas entre si as quses se nao psderio
apreciar, considerando nicamente a quaatidade
de atte e de ccrbsnio aelles existentes.
Sao utilissimos estes dados, eo aber quanto
azoto e quanto carbonio se acha n'uma da '.a sub-
stancia ; porm, nSo bastam elles para bem ava-
har a importancia nutritiva delta.
Dis o sabio bygienista Bouckardat, que para se
estabelecerem regras verdadaieiramente bygieni-
cas a este respeito se deve ebservar o homem tanto
no estado de saude, como no de doenca, e que
esta observacSo ,'que deve servir de guia.
Segundo Moleschot, o alimento necessario a um
europeo adulto do sexo masculino, com 5 ps, e G
pollegadas a 6 ps e 10 pollegadas de altura, pe-
sando entre GS kilos e 72,500, e com trabalbo mo
derado, seria :
Materias a.buminoides. .
Materias gordas........
Subst ocias carbonadas..
Saes mineraes..........
E assim se preva em Pbysiologia (a), que o
oorpo inteiro receberia, as vinte e quatro horas,
pouco mais ou meuos. 1 por 100 do scu peso, de
alimento, a que se deve juntar 1/2 por lOtj de
agua
Diz B juchardat que em Franca estas quantida
drs s poderSi considerar-se como um mnimum
para um homem durante o deseanco.
Vejamos pouco mais ou menos qual devia ser a
laco alimentar de um adnlto masculino earopeu
trabalbando ; porm, antes i stabelecamos algomas
regras geraes de bygiene sobre o assumpto.
(Continua).
(**) Quando se tratar d'esta parte importante do
estado biolgico se verao bem estas proporcoes.
?ARTE CFF1C1II
Lovcrno da Provincia
KXPEDIEME DO DA 3 DE JANEIRO DE 1887
Actos :
O presidente da provincia, attendendo aoque
requereu o capito da 1" companhia da,l seccelo
de reserva da Guarda Nacional da comarca de Ca
brob, Jos Alvos de Souza Bandeira, e tendo em
vista a informaco do commandante superior da
mesma Guarda Nacional da comarca da Victoria,
de 12 de Dezembro lindo, res jlve designar o 12.
bataibio do servi ;oactivo para o supplicanta ficar
a eUe^aggre^ado.Communioou-se ao respectivo
comajandaiite euperjor. aria
^So-sajSfcideffto 'Sn provincia fSslr chamar
para servir de escrevente no seu gabinete, a Theo
drico Barbosa de alagalbSes Castro,com a^gratifi-
cacSo mensal de 80^000 que correr pela verba
gratificaeao do oficial de gabinete do 5 do
art. 1* da lei do orcamento vigente, a comecar em
1 do correte mes. em que deixou de servir no
gabinete o bacharel Jos Novaes de Sousa Carvas
ibo, nomeado juiz de direito. devendo o Thesouro
Provincial reservar 6 restante da mesma verbs
para gratificaces extraordinarias por servicos do
gabioete, quando fxpressemente autorisados pela
presidencia. Curapra-se.Communicou se.ao int-
pector do Thesouro Provincial.
O presidente da provincia, attendendo ao
que r. quereram as professoras Viccncia Alves de
Abreu e Mello e Ismenia Genuina Dias, esta da
cadeira de rnsino primario de Duarto Dias e
aquella d* de ti. Benedicto, e tendo em vista a
informscJa n. 391 de 31 de Deiembro findo do
inspector geral da Iustrueca Publica, resolve, de
aecordo com coin o art. 149 do regulamento de 6
de Fevereixo de 1885, permittir que as referidas
professoras permutem as cadeiras em que lee-
cionam.Communicou-se ao inspector geral da
Ins'ruccio Publica.
O presidente da provincia, de conformidado
com a proposta do administrador dos correios em
offiuio de h-'j? sob n. 4, icsolve nos torm>s da lei
n. 2794, de 20 deOutubro de 1S77, nomeur Cecilia
Ferrcira Leite para exercer o cargo de agente
do correio da povoaco de S. Jos do Egypta
vaga pelo fallecimentj de Antonio Joaquim Pa-
triotaCommunico i-se ao respectivo adminis-
trador dos correios.
O presidente da provincia, de conformidade
com a proposts do administrador dos correios em
officio de 31 de Dezembro ultimo, sob n. 1119,
resolve, nos termos da lei n. 2791, de 20 de Oatu-
bro de 1877, exonerar, a pedido, Antonio Carlos
da Silva do cargo de agente do correio da povoa-
c&o de Cimbres, e nomear Clara Linda da Rocha
para ex-rcer a dito cargo.CommUoicou-se aa
respectivo administrador dos correios.
Oficios :
Ao commandante das armas.Envi a V.
Exc. a inclusa guia de expedicao de medicamento,
mandados foru c-r s pharmacias militares desta
provincia a do presidio de Fi mando de Noronha,
por avis- do Ministerio d Guerra, de 29 de No-
vembro ultims, devendo V. Exe. urna ves confe-
rido o contracto dss diz volumes, em qne se acham
ajoudi..nados os ditos medicameutos remetter 4
secretaria desta presidencia a respectiva qui-
taclo.
A importancia dos medicamentos da phsr-
macia dest provincia de 217*980 e da do pre-
sidio de 81 #901.
A>. inspector da Tbesourariatfe Faxcnda.
Declaro a V. S, para os fins conveni. ntes, que, a
vista da s'ia laformacJo n. 898, de 30 de Dezem-
bro finio, approvri as propoatas acceitas pela
commississo de c mpras do Arsenal de Guerra,
em s-si. le 16 domesmomec, psraoforneeimento
de artigoa a. cersarios so provimente do respectivo
ilm .xar.tad t durante o primeiro semestre deste
anno
Ao ni-Tii'. bVtnelto a V. S.. pora os fins
conveni-nie^, cpia di aviso do Ministerio dos
Negocios .im Justina de 26 de 'Novembro* do nono
prximo pasa .-i> concernente ao pagamento de
varia- p--s ns eoncedid' s nos vap ris da Con-
pauhi P. r.Miibu ana de navegacio costeira.
Ao (iiri cr 10 A'aeoal de ,Gu rra.Uevol-
vo h Vasa, aa > -lus-s pr..psws que licm apuro
vaiaa. a-e t.s oeU cunnissio do compras d^sse
ArseiiMl, hu i -s-o de 16 de Dezembro tin-io, para
o rorueciuMito I anuos necesanos ao provi-
m ni. .lo r^p'erivo alsnox nf lo, durante o !
SrnVfc'l. ...no.
tt'.f po.io :i-?.in o seu oficio a. 756, dj 21 da-
qielle mi-S.
A. iaspect.tr geral da nBtrueco publica. -
Aotnso V.in- juaiilicir as filias d eten-icio
e.colar ;,, yi -A -ora Can ilda Francisca de. M-
ne'.a .^lurM*-. Sjtw ir*t- em a *u th'".o, m i^u-*
rep ii o, i i 81 as U-zejibro ti .d>.
A n-iinuio i.'e aecordo cjui as iuf -rinac-*
jut. em uiiuj-.l, que rerdo davoivi.ias ree >m
saaS'ta Va !or >U EaO>ta N-urntl, que
apre" nt^ aa V-em 'o co.i rt.to para o n-iv r-
rendaineuto do predio ein que funecou aquella
Escola, oavindo o respectivo proprietario ou scu
representante.
Ao mesmo. Cum os sens oficios de ns. 69,
152, 167 e 367, reclama Vine, por um i insp'.'ccio
especial das escolas do interior da provincia, so
bre as qoaes recebe continuadas queixas como
meio de raelhor ajjixar do fundatneato de taes
queixas, e traz ao meu conhecimento o quadro de
algumas escolas as con coes do artigo 45 do re-
gulamento de 6 de Fevereiro de 1885, as quaes,
entretanto, todos os professores sio vitalicios.
Em resposu cib -me dizer Ibe que nio permit-
tindo, por emquanto, o estado financeiro da pro-
vincia commUaionar pessoa que tenha a precisa
habilitaco para csc servico, deve Vmc. mesmo,
na esphera de anas attnbuicSes (artigo 3o, Io e
13 do regulamento] supprir essa taita qu-.nto pos
sivel, sendo que em relacio as e&colas nio effec-
tiviiire itc frequentadas por 12 slumnos, se o fac-
to for devido incapacidade do professor, como
parece ser o caso de algumas aas escolas a que
Vmc. se refare, e contra as qa es h queixas, o
professor, pelo disposto no citado artigo 45, fica
aem fxcrcicio e sem vencimentos, embora conser-
vando a vitalicicdade.
Depois, ee a vitaliciedade fr de professores
compteh.ndidos no artigo 222 do regulamento,
sendo esta disposicao exorbitant- do artigo 5 da
lei o. 1,710, de 26 de Junbo de 1884, e at con-
trara sua bni execucio, visto ser antinmico
com os artigos 105 e seguales do mesmo regula-
mento, do ba razio para que seja considerada e
sirva de embaracos instrucca'i, conviudo, ao
contrario, que, revendo a tabella referida, viita
j ter sido orgauisada ha quasi um anno (a de
15 de Fevereiro de 1886) proponha respeito me-
didas que sua experiencia e habliUcoes pare
cam rasoaveis, justas e de conveniencia publica.
Mesmo quanto disposicio g.-nerica que foi
introduzida no ornamento de receita e despeza
(artigo 46 da lei n. 1,860) mandando considerar
vitalicios os prsfessores pblicos nomeados ante-
riormente ao regulamento de 6 de Fevereiro, nio
tem ella effectividade aenio depois de apostillados
os ttulos de taes profeesores, o que acto da
competencia do poder administrativo no interesse
da melbor execucio das leis-
Ao engenbeiro chefe da reparticio das Obras
Publicas.Por oficios de ns. 172, 194, 195,199 e
226 a 228, submetteu Vmc. a minha approvacio
projeetos de orcamento para concert das pontes
do Pirapama, Igu rass, Junqueira, Caxito, Ara-
ripe de Baixo, Camar c Carvalhos, na importan
ca de 18:538*586.
Nao permittindo o estado financeiro da provin-
cia que sejam attendidas desde j todas as obras,
anda quando neceasai ias, recommendo-ihe que
cinja a sua proposta nicamente aquellas pontes,
em que, por atravessarem ros nio vadeaveis, em
estados inulto frequentados, posin a saa falta oc-
casionar ioterrupcio do transito publico, reser-
vando para mus tarde as que nio se aeharem
uessas condices.
Dsvolvo para este efieito os orcamentos remet-
tidos,Bemetteu-so copia no inspector do Thesou-
ro Provincial.
Ao juiz de direito, presidente da junta revi-
sora de alistamento militar da comarca de Taqua-
retinga.Devolvo a Vm. a inclu a lista que
acompanbou o seu officio de 21 de Dezembro fin-
do, afirn de que a junta revisor d'essa comarca
faca organisar a dita lista de aecordo com o mo-
delo C. do formulario annexo ao regulamento n.
5,881 de 27 de Fevtreiro de 1875.
Ao juiz de paz, presidente da jauta de alis-
tament 4 militar da parochia de Santa gueda de
PesqueiraInforme Vme. se n'essa parochia pro-
ceden ae ao alistamento militar, relntivo ao anno
prximo findo, devendo, no caso negativo, provi-
denciar no sentido Je ser, quanto antes, feto o
di xi alistamento, sob pena de malta, commioada
no art. 122 do regulamento n. 5,881 de 27 de Ft-
vereiro de 1875.
Mutatit mutandis de Nossa Senhora da
Conceicio de Alagda de Baixo.
Portaras:
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande dar passagem r, at o porto de 3 Sal
vador, no vapor Jacuhype, que segu para o sul
a 8 do correte, a Joio Alves de Anacleto Mene-
zes, por conta das gratuitas a que o governo tem
direito
Mutatit mutandit ao desembargador Casemi-
ro de enn Mwdnreira, sua muluer e dous meni-
nos, a r; e de proa a Florencia e Tbereza.
EXPBDIBRrE DO SECBETABtO
Oficios :
Ao coimn.iulautc das armas.O Exm. Sr.
presidente da provincia, ten lo ouvido a enge-
nbeiro fiscal da Compauba de Beberibe acer-
ca do conteudo do officio de V. Exc. de 29
de Dezembro ultimo, sob n. 638, manda de-
clarar que a irregulandade no supprimento d'agua
fortaleza do Brum, pr^ve o do servico da eolio
cacao bydraulicaa ou torneiras p.ira incendio, no
cncanainento da ra do Bario do Trumpbo, e
concluido aquello servico fiou restabelecdo o
supprimento alludido.
Ao desembargador provedor da Santa Cass
de Misericordia do Becite.De ordem do Extn.
Sr. presidente da provincia envo a V. Exc, em
solacio a o seo oficio de 10 de Dezembro ultimo,
500 passes gratuitos da Companhia Ferro-Carril,
e, quanto aos da estrada de ferro do Recife ao
Caxaug, manda o mesmo Exm. Sr. declarar qne
opportunamente serio remettidos.
Ao engenbeiro chefe da reparticio das Obras
Publicas.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia remetto a V. 3. 500 pasaes gratuitos da
Companhia Ferro-Carril para o servico publico
d'essa reparticio.
Ao inspector do Thesouro Provincial, 10).
Iuatroccio Publica, 100.
Administrador des correios, 100.
Ao chefo do polica, 1,750.
Recebedoria, 100.
> A' agencia de paquetes.De ordem di "Exm.
Sr. presidente da provincia aecuso o recebtmento
do officio, em que V. Exc. participa que o vapor
Mani, chegado dos portos do norte h .je, s 6
horas da mm.hi, seguir para os do sal atnanhi,
s 4 horas da tarde.
A' ascmbli Provincial.De ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia transmuto a V.
S afirn de ser opportuuamence submettido ao co-
nbeeimento e deliberacio d'essa asaesnbla, o re-
quer ment, por copia, do bacharel Joio Baptista
RcgU"ira Costa, acompauhado das inf-rinae-s,
tambem por copia, ns 107 e 3037 do 23 de Marco
de 1885 e 28 de Dezembro findo, prstalas pelo
inspector gem da lustrucciio Publica, solicitando
a coneersio do premio de qne tratam os arts. 56
da le a. 3>i9 e 12J do regulamento de 6 de Feve-
reiro d 1885.
Ao cummandinte do corpo de polica.De
ordem da Exm. Sr. presidente da provincia com-
munico a V. t., para os fina convenientes, quo foi
iu lefori lo o reiiuenuien'o de Dingo Augusto dos
Res, di' qiiem trata o seu officio n. 1,086 de 20 de
>e. mhro fin lo.v
Mutatit mulandi ao inspeetor do Thesouro
Pr..viuci.i, sus* reacio ao officio a &>5 de 23 de
UoZ'-uotoru tin lo.
A Coinpauhia Ferri-CarriLDi ordem de
Exm. ."ir. presidente d provincia secuso o recebi-
m nio dj fiieu de V. ti. de 29 de Dezembro ulti-
in i, o qual aeompaub >u 500 passen impreasos gra-
tuitos, a que oungido essa comptohia.
UKS PACHOS DA PRESIDEN GIA, DO DA 31
DB JAMKIKO DE I87
And' Joaqnm Lobo Sim, sem" vencimentos.
li.crurel Au'oni' Venancio Cava I cante de A'-
bu ( leroue corone. Censinato Velloso da Sil veira.
- liitorine a a n ira MuaieiuuJ da Qimalteiza.
Capitio P- miiigoii Ferreira de Maeedo.Infor-
me a Camaaa Municipal de Quipap.
Francelisa Sabias u> Monte>:Inforsre o Sr.
inspector dj Theaoaao Provincial.
Bacharel fierculaoo Bandeira de Mello.Infor-
me a Cmara Muniipal'de Nazaieth.
Joaquim Jos da^Fonseca.Informe o Sr. ins-
pector do ThcsouroiProvincial.
Julia Ayass de neida Freitas.Remettdo
jnnta medio^ provlbial, a quem a suppli.-auto se
apresantar*ara tft inspeccionada.
Joaquim redro da-Rocha Pereira.Ilem.
Joio Lopes da Silva.Iuforme o Sr. inspector
da Thesoursia d(f Fazenda.
Mara Aula de Jess Campello.Sim, com or-
denado smite ua fd.m>i da lei.
Manuel Edygdo dos Sanios.Informe o Sr. ins-
pector da T|esouraxia de Fazenda,
Mara do Livrdjieuto Nonata. Remedido
junta medief provincial a quem a peticionaria se
apreseuiar sara Mr inapoccionsda.
Secretaria da Presidencia de Pernsm-
btico, om l. de Fevereiro de 1887.
O porteiro,
Francdino Chacn.
Secjio
licia de
1837. IU
V. Ec.
DeteacSo
' -*-bairdeoAn
aas)o tterane
A' ordem lo
Doming-ies da
Oliveira, Gedr
Mara da Coi
Jos Antonio d
o da Polica
92.Secretaria da Po-
nambuca, 1 de Fevereiro do
e Exm. Sr. Participa a
e f jran recolhidos Casa de
seguales individuos :
A' rlnba frdenxy Antonio Henrique dos Santos
como alieaasjo sra^ne tenha o conveniente des-
tino. ]' l
A' ordem D?, delegado do 2* districto da ca-
pital. Joio Climaco Luciano da Silva, por uso de
armas defezale disturbios, Joio Ferreira da Costa
e Laurindo da. Costa Miranda, por uso do armas
defesas.
subdelegado do Recife, Marianno
Coneeicio, Sebastiana Mara de
Francisca das Neves, Josepba
'por offensas a moral publica ;
iilva e Raymundo silvestre de
Nascimenlo, comb vagabundos ; Leopoldioo F-
lix da Silva, por erime de furto, Peter Luces e
R. Seobrechr, i reqacrimento do cnsul inglez.
A' ordem do de Santo Antonio, Eneas Roque
Cavalcante, Joio Antonio Nepomuceno e Jos
Leandro de Miranda Filho, por disturbios.
A' do do 1 districto de S. Jos, Jos Adriano
do Nascimento, Jnvencio Cosme do Nascimenlo e
Manoel Hilarlo daj Sant'Anoa, conhecido por So-
tero, por disturbio
A' ordom di dslB districto, Antonio Rayaiund)
de Vasconc-lls ellmsro Pereira da Silva, por dis
turbios.
O delegada do termo do Fl resta, em officio
de 17 do mea findo, me fez Bciente que no dia 9,
no lugar denominado Jatiitam pertencente quelle
termo, Roque Rob -rr > Nery, assassinou com um
tiro a Nicolao Pedro de Souza.
Aquella autoridade tomando conhecimeoto do
facto prussgue a nos termos da lei.
CommunisjM-me o sargento commandante do
destacamento Ge Santa Rita, que foram presos
hontem s 11 horas da noite, no engenho Cumbe,
os criminosos que no engeaho Collegio nssassiua-
ram a Francis-M Xavier Caraeiro da Cuaba. -
Deas guaras a V. Exc. Ilim.ra_S*oi.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azovocln,aaall'to
digno presidente da provincia. O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesoiirrt Provincial
DESPACHOS DO DIA 1 DE FEVEBEIBO
DE 1887
Dr. Antonio Adolpho Coelho de Amida
e Antonio Cesar de Medeiros. Farjam se
as notas da portara de lhenc.
Joaopha Mara da Oonceiao. Informe
o Sr. Dr. administrador do Cunsulado.
Preta e tolhaa de corpo de polica e
guarda cvica. Examinem-se.
Mirandolna Mara do Espirito-Santo,
Joaquina Mara da ConaeicSo, F""ia So
brinho & C, SebastiSo Floro do Reg,
Director da Escola Normal, Lu Cordeiro
Cavaloanti Falcio, Arsenio Augnst) de Ma
galhaee, Joao B'ernaid^s Marques e ge-
rente da Companhia do Baberibe. -Infor-
me o Sr. contador.
Preta e folhaa do corpo de polica e
guarda cvica.- Paguem-ae.
Pontos da Secretaria da Presidencia, Bi-
bliotheca, Escola Normal, Casa de Deten-
yJto e Consulado. Ao Sr. pagador para
os devidos fins.
DIARIO DE PERfiAHBlGO
'
Itetroapecto poltico de 14tt
POUTICA PARTia'LAR DOS ESTADOS
EUROPES
(Continuando)
Em 18 de Fevereiro recomecarara os trabamos
parlamentares. Anda oessa occaaio se recusou
o Sr. Gladstooe a satisfazer a impaciencia dos
que aguardavam a expedicao completa dos in-
tuitos do novo gabinete relativamente aos nego-
cios da Irlanda. E como os toras ihe estra-
nuassem as reservas a esse respeito, respondeu-
Ihes que o antecedente ministerio tinba estado
seis mezes no poder sem que, todava, adian-
tasse um passo no assumpto em que desejavam,
apenas com quinze das de governo, se raanifes-
tasse satisfactoriamente desde logo. O argu-
raento ad hominem tinlia cabimento.
O peor que a dissidencia comecou a pa'en-
tentear-se dentro em pouco no proprio seio do
gabinete. Os ministros Trcvelyan e Chamberlain
deiniui rain -se para nao assumir responsabilidade
alguma quanto aos projeelos de scu chefe em
rclafco Irlanda, projeetos que, pelos geitos.
nao conheciam suficientemente quando entraran)
no ministerio, o que nao deixava de ser admi-
ra val. Era sabido que o primeiro dos demis-
sionarios nio opinava pelo homt-rule, pois que
oesse sentido havia em tempo (cito solemnes de-
daracOes ; mas o segundo encetou a carreira
poliica cm 1874, como candidato por Slielield,
o devora a sua elciyao ao haver-su pronunciado
em tivor da autonoma irlandeza. Nao liavia
anda moitos mezes que elle, cm companhia do
Sr. Carlos Dilke, tinha sido prodigo de pro-
messas aos paraellistas. N'essas conscOes, a
sua sabida do ministerio, c pelo motivo que se
Ibe dava, tornava-sc de todo incxplicavel. A
imprensa commentava o caso de lodos os modos;
porm o Sr. Chamberlain guardava silencio, e
isso fazia augmentar a curiosidade do3 inglezes
e o desojo que todos tinhanu de conhecer quanto
antes, e em toda a sua plenitude o pensamento
do Sr. Gladstone acerca da vellia Erin.
A anciedade dos partidos e de toda a popula-
cao britannica ia ser alinal satisfeila. Em 8 de
Abril foi apresentado cmara dos communs o
projecto de autonoma irlandeza. A sessao foi
de tal modo concorrida, que o presidente (spaker)
teve de recorrer previamente sorle para repar-
tir entre os deputados o relativamente pequeo
numero de lugares accessiveis as galeras. A
lotera era necessaria, porque asalaem quefunc-
ciona aquella cmara nao bastante espacosa, e
apenas permitle que all se sentein de urna s
vez approximadaraente dous tergos do numero
total dos representantes. Essa insufliciencia de
espago, seja dito de passagem, tem dado ensejo
a scenas curiosas. Muitas vezes o deputado que
nao encontra lugar ao recinto legislativo propria-
mente dito, v-so toreado a ir para as galeras,
e de la toma parte nos debates da assembla,
com sorpreza dos collegas que, at ouvir-lhe a
voz, nao tinham dado pela presenca do orador
deslocado.
Essa afuencia extraordinaria, nunca vista
at ahi na Inglaterra, explicava-sc fcilmente.
Alm da gravidade im mensa da questo que ia
ser discutida, o Sr. Gladstooe ligara, como j
vimos, importancia capital ao sigtllo sobre 0
alcance das medidas que vinha agora propr.
Nem aos proprios collegas de ministerio, ou a
todos pelos menos, tinha dado esclarecimentos
suflicientcs, segundo se dizia. Apenas haviam
sido impressos seis exemplares do projecto ;
cinco l'oram entregues aos membros da sub-com
misso ministerial cncarregada de examinal-os,
e o sexto ao Sr. Parnell o re da Irlanda, sem
coroacomo lhe chainam, e ento collabjrador
extra-numerario do primeiro ministro do Gr-
Brefanha. D^balde os adversarios do presidente
do conselho Ihe censuravam acremente o intento
de manter a opinio n'uma incerteza incom.noda
como quem desejava conquistar um voto por
sorpreza, aiirando o seu projecio como uma
bomba no meio de uma assembla mal infor-
mada ; debalde diziam que o seu procedinento
era de um dictador e a sua tctica mais propria
de um parlamentar malreiro, que do repre-
sentante responsavel do governo de uma nago
grande e hvre : o Sr. Gladstone manteve admi-
ravelmente o seu segredo at o fim, e com a
vaatagem.de poder citar nimios exsmpios bisto-
ricos em seu favor. Realmente, pa-a s lembrar
um desses exeqpIos, quando lord John Russelll
apresentou, em 1831, cmara dos communs. o
projecto de reforma eleitoral adoptado pelo mi-
nisterio de lord Gray, o seu discurso produzio o
effeito de urna reyelaeo sobre a multido enor-
me de seus ouvintes. Como diz um esenptor,
os liberaes d'aquella pocha nao queriara acre-
ditar do testemunho dos proprios ouvido3 ao des-
envolver de ura plano revolucionario, e que ex-
ceda todas as esperancas e talvez todas as aspi-
racAque os animavara. E comtudo, tracttva-
se entao, nada mais, ndamenos, de collocar cm
base nova o edificio constitucional da Inglaterra
e substituir o imperio da aristocracia pelo das
classes medias.
0 projecto de autonoma irlandeza consa-
graya a abolicao completa da unio legislativa
eslabelecida desde o principio deste seculo entre
a Inglaterra e a ilha irma.
A Irlanda deixaria de ser representada no
parlamento de Westminster; adqueriria ura par-
lamento proprio, coraposto de duas cmaras,
das quaes uma teria direito de ivto sobre as de-
cisoes da outra: a primeira dessas cmaras, ou
senado, seria composta do3 vinte e oito pares
irlandezes, actualmente com assento na cmara
dos lords da Inglaterra, e mais setenta e cinco
membros eleitos por um collegio e*special; a
segunda se coraporia de duzentos e seis depu-
tados. O parlamento irlandez nao poderla de-
liberar sobre assuraptos relativos cora, nem
sobre os que dissessem respeito successo
e prerogativas do poder, modo de governar em
caso de incapacidade ou de regencia; tambem
nao podena fazer leis sobre a paz, a guerra, o
cxercito, a marinha, as colonias c o negocios
estrangeiros, bem como nao teria o direito de
reconhecer c subvencionar culto algum. A
ranilla exercena a sua auloridade por meio 'de
um vice-re, protesasntc ou catholico, e deres idnticos aos dos vice-rei* ou governado-
res das colonias de instituyos autnomas, como
o Canad e a Australia.
No da 16 de Abril apresentou o Sr. Gladstone
cmara dos communs a segunda proposta re-
ferente Irlanda, e que tinha por fim resolver a
eterna e gravissima questao agraria, perrait-
tindo aos reodetros a acquisico do dominio das
tersos que cultivam, mediante compra prego sena igual a vinte vezes a renua liquida
da propriedade comprada. Os loni lords scriam
pagos cm titulos da divida inglcza do juro de
3/i cmitldas em tres exercicios linanceiros, a
comecar no de 1837 a 1888.
A emisiio devena elevarse somma de 50
inilhes stcrlinos. Os rendeiros fieavam com a
faculdadc ae pagar o prego das aequisiges em
quarenta e nove ahnuidades de 4 /> do mesmo
prego.
O marquez de Hartingtou e o ex-minlstro
Chamberlain fora os primeiros a pedir a palavra
contra o projecto de autonoma irlandeza. Fal-
lando da opposigio que Ihe faziara os whigs e
radicaos contrarios a sua poltica, disse o Sr.
Gladstone no manifest que em data de primeii-o
de Maio dirigiu aos eleitores da Midlshim :
Nao devenios desanimar, se aentro do naz,
e especialmente as classes altas da sociedade,
ouvimos uma variedade de olas discordes
discordes nao s de nossa poltica, mas entre
si. Vos tendes perante vos um gabinete decidi-
do em uma rcsolugao e accorde em um plam
intelligivel. Eu confesso que nao vejo nada
mais na arena poltica, seno isso, que seja de-
cidido ou ntelhivel. Agora fallar-vos-hei do
estado das cousas dentro e fra do uosso parla -
mente e da natureza e importancia do quo se
vai immediatamenle seguir na marcha das re-
formas propostas. Fallo por emquanto do bil
para o governo da Irlanda, e deixo o bil para
a compra de trras irlandezas no mesmo pe cm
que o deixaram as uossas ultimas declarages.
accrescenlando somonte a expresso do puzar
com o qual vejo que, emquanto a areia vai ca
hindo na ampulheta, os propietarios irlandeze.-
ainda nao manifestaram desejo de aceitar uma
proposta planejada com um espirito de extrema
considerago pelos seus*temores e seus interes-
scs. Eu de bom grado me associo idea de
lord Hartington cuja absoluta, integridade e
viril corascm nqgta controversia, como a de Mr.
Bright, um prazer para mim reconhecer de
que em uma questao de ordem suprema como
essa de poltica irlandeza, o partido, sendo ne-
cessario, deve a todo custo ceder conviego.
Eu nao deixo de ligar a devida importancia s
dilTerengas de opinio sobre este grande assump-
to, que apparceeram dentro do circulo do par-
tido liberal. Alguns deseiariam decidir a ques-
to contra nos por torga ae autoridade e dizem :
Por certo um tal numero de pessoas. lodas
ellas liberaes declarados, muitas liberaes fir-
mes, algumas at liberaes extremados, nao se
separariam de seus amigos, excepto ein obe-
diencia aos dictamos imperiosos da razo e da
verdade. Eu nada direi quanto aos motivos
que nos determinaram a encarar o perigo de
uma ti dissidencia, mas eu vivamente recom-
mendo em todas as partea c c:n todas as pila-
ses da controversia achil; o estado das ligues
que a historia nos d. Nao a primeira vez na
historia do liberalismo que secgoes, sob cheles
de alta distinego de carcter e talentos, discor-
daram da opinio geral do partido, com grande
satisfago e, sem duvida, na occasio. grande
vantagem dos Torios. Em 1793 uma grande e
illustre disside cia desse genero produzio a tre-
menda guerra felizmente concluida em 1815.
Ella deixou o partido rareado e empobrecido ;
mas o partido viren, emquanto a dissidencia
raorria, e o que mais nos sabemos boje que
o partido tinha razo e que a dissidencia eslava
em erro. Tomos um segundo exemplo em 18.35.
Lord Dcrby e Sir James Graham salnram do sen
partido para manter a igreja de Estado na Ir-
landa. Do novo o juizo do paz deu razo ao
partido contra os dissidentcs. Comparando a
dissidencia actual com os exeniplos que citei
(e nao me consta que haja exemplos em contra-
rio,) impossivel que nao so note uma difieren
ga, grande e at vital. Cada uma das duas dis-
sidencias a que me referi eslava de aecordo
entre si sobre uma poltica activa e substancial.
Era a guerra ein um caso ; era a santidado da
propriedade da igreja c do principio da igreja
do Estado, no otro. Nao acontece o mesmo
com a actual dissidencia Alguns querem o em-
prego sem limites da torga ; outros querem as
[loses moderadas de coorgo que tomos empre-
gado sem effeito (com uma tendencia para aug-
mentar) durante SOannos: poucos sao totalmen-
te contrarios forca. Por outro lado, uns que-
rem que nao se d nenhum governo local; al-
f uns dal-o-hiam aos condados, outros s pro-
vincias. Uns dariam Irlanda um centro ad-
ministrativo, mas nao legislativo: alguns dar-
!he-hiam um oro legislativo, mas n um exe-
cutvo. Alguns vo alm do governo e pedem
a federago. Alguns nao concordara, nem entre
si, nem comsigo mesmo e seus projeetos variam
em cada discurso que fazem, prova nao defra-
queza nos liomons, mas do desesporo da causa.
Sos, wnhores, temos pelo monos a vantagem.
quanto aos flus e aos principios de fallar com
uma s voz. A dissidencia, anda que a outros
respeitos digna e estimavel, quanto a uma po
litica positiva para a Irlanda uma perfoita Babel.
Todos concordara que a ordem social o pri-
meiro de todos os lins polticos e que as suas
bases esto perigosamwite solpalas na Ir-
landa.
Para um tal oslado de cousas a disidencia
nos aflorar, ou eran remedios incompativeis ou
nenhum remedio absolutamente. Eu fallo de-
que notorio, e contento-mc com esla observa
gao geral, deixando para outro logar a prova em
detailio. Essas reflexes, sonliores. nao ?e ap-
plicain menos aos nossos adversarios Torios do
quo aos liberaes. Nos discursos do uns o outros
igualuente eu encontr uma omisso notavel.
Qtier elles suggiram, quer simplesmcnte criti-
quem, uma cousa ellos unanimente deixam do
fazer :-deixam sempre de mostrar conlianga ue
successo permanente de sua opposigo. O cu-
malo da sua ambigo parece ser viver de ex-
pedientes. Ellos parecera suspeitar o que nos
lodos sabemos, que a lucta que esto excitando
s pode acabar de um modo, pola concessfio do
governo pnprio i. Irlanda. Se assim, ento
a verdadeira questo para nos nao a victoria
da autonoma irlandeza, mas smente a dura-
cao e o carcter da lucta que a deve preceder.
Nos queremos que a lucta seja curta, elles tra-
tam de prolongal-a. Nos queremos que o paz
conceda livrem;nte o que tiver de dar; ellos
dizem por seus actos, se nao por palavras :
Nao concedamos seno quando nao pudermos
mais negar. *.- Nos queremos que se conceda
hoje, que a posigao do nosso Dan nos negocios
do mundo livr e forte Elles prefercm espe-
rar algum periodo de difflildades nacionaes cm
3uc tenhamos que ceder s exigencias irlan-
ezas por modo, como cedemos ao receio de
uma guerra csranireira cm 1778, as exigencias
dos voluntarios em 1782, ao terror crescente de
um conflicto com a Franca cm 1793, alterna-
tiva da guerra civil om 1829. Nos queremos
que se conceda hoje, quando a raoderago do
linguagem e pensamento domina na Irlanda, e
e quando por aecordo geral do ambos as
partes, t i lom-se tomar todas as precaugos
para preservar de modo completo e absoluto a
prerogativa do imperio. Elles, pelo contrario,
querem adiar a solugo at um dia em que as
exigencias nodem ter augmentado c os mcios de
resistencia diminuido Nos dizemos : Tratai
desta questo como de um interesse de irmos,
como uma questo de jusiica ede direilo
Elles renovara a historia infelizmente domasiaJo
repetida, que tem por prologo a recusa, o deses-
pero e o resentimeiilo, e pjr epilogo a rendigio
sera agradocimento c sem condiques. *
Apjzar do todas essas razos poderosas e mili-
tas outras de igual Valor produzidas na imprensa
c na tribuna pelo esforgado e venerando uaU
dista, o b'll do *o/s* rul* loi recitado era "sfe
Junio por 341 votos cent 311. S nenie 8
membros da cmara dos cora nuns deixaram de
tomar parte n'essa votagfio moaioravel. A II*-
cussu tinha durado alguns das. E.iccrroa-a o
Sr. Gulstono, refalando anda un veas o!.-
jeeges dos seus adversarios, c assegu a.i.lu (jii!
o seu projecto do independencia legislativa ti i
Irlanda, longo do prejuJicar a andale do inric-
rio britanmeo concorreria para so lilical-a Ao
terminar a sesso, os pariu-llistas acclamarara i

'3
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s.-


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Diario 4e Pcraamboco(Juarta-felra 2 it Fevereiro

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grande ministro c deram urna pequea vaia na
opposicao. (
Dissolvida a cmara dos communs, a campa-
nha eleoral eomecou coni intensissimo ardor.
Os setenta e seis annos completos do Sr. Glad-
stone nao o impedirara de entrar na lucta com
a actividade e energa dos melliores dias d'a-
quella natureza verdaderamente privilegiada.
Os tories combateram por toda a parte ao lado
des liberaes dissidentes. Foram eleitos 316 con-
servadores, 76 partidaries de Haitinglon e Cbaoa-
berlaio, 192 gladstonianos e 86 parnellistas.
Em vista de tal resultado, o Sr. Gladstone pedio
demissao.
Chamado de novo ao poder, o marquez de Sa-
sbury tentou organisar um gabinete em que
entraisem alguns dos representantes da dissi-
dencia liberal. Mas como a tentativa abortou,
resolveu-se a formar ura ministerio composto
exclusivamente de homeus do seu partido. Esse
ministerio bcou organisado em 2 de Agosto.
O projecto em favor da autonoma da Irlanda
foi abalado pelo egosmo daquclles para quem
o grande imperio britaanico um manancial
de empregos altamente rendosos. Mas ficou por
isso mora a quest > iriandeza ? Nao : ella con-
tinu'a a viver para a Inglaterra como aspecto do
grave problema econmico que amcaca a patria
do pauperismo, e que tambem o da injusliija
social organisada.
(CoAtmu'a)
SiSTA DIARIA
jmuaia 4-rininln-i"o.T.ri lu-
gar a impartate estab^-leciutcuto da instrueclo prima-
ria e secundaria, cujo psweWsoraelii oo mais bi-
biliudo d provincia. Ahi leccionam-se as mate-
rias exigidas para matricula no curso jurdico e
uuii trigonometra e algeora, hoja exigidas p.ra
u i-iirao u.elieo. Neotas coiidicoes c com urna mi
tricula milito moiiea, o irynuaaio aatisftis a todos
ailliLipiilnnatil aquellos que, dea^jaudo aprender,
nao pjdem pela flt de uteioa frequeutar os cursos
partieulareb de preparaterioa.
" Companbia le edlflcace Fomoa
houtem ver ama ca* construida atediante con-
tracto, pola C>m?anhi.i de eliocacoas, sita ra
ra d oienade e pertenceule ao eir. major Albu -
querqoe.
E uui gau ie predio abarracido, simulando cha-
la auiso, ilii um t ptatento, eotn dependen-
cias.
Est uiuito bam construida, e foi com materiaes
da olana da nnpreza, qus levon a obra at com-
pleto acabameoto, eutregaudo u predio caiado e
pintado com e-mero e contento do prpreta-
rio.
Foi essa a primeira obra contracta la pela espe-
raneosa empresa, que depois effectuou mais 1'
eeo tractos de construcciio, reconsuueeSoe reparos,
ve dos quaea j foram concluidos e entregues.
A coutptnhia disje ds um* encellante alaria
vapor que fabrica 14:000 tijoles por dia, e esta
habilitada satisface com promptojao qaaesquer
eueoinmeudas desso material, ulnas, etc., etc. ; e
possue boje um deposito coosderavel de inadeiras
de conati uceo, e ottiroa materiaes para obras.
Teui uin escolhide- pessoal technico, alm de boa*
artiatas e operarios, rae deaempenham oa variados
otfici. s e artea que intoreaaam coostruetjio.
Receba regularmente revistas e joroaes euro-
peus, que se oeuupatu da arte de conatruir c de ar-
hitectura.
Km fim est empresa montada em condicoea
de poder beia servir quedes que a procuraren], e
e que maia precoa redutidos, e a contente da*
interesaados.
Im punto uroi iiiclaew. 'Jonroruteae t
dos editaos pablicadoa pela imprensa, terminara
iatprorogaveimetite no da 8 do correte o prsao
eooeedido par o pagamento, Jivre de multa, dos
diversos imposto* arrecadadoe pelo Consulado Pro-
viacial relativamente ao 1." semestre do exercicio
de 1886-87.
D'ease dia em diao'.e t sera admittido esse pa-
gamento mediante a multa de 10% durante o pe-
riodo addicional, passaudo de V0 / nos tres ma-
ses subsequentes, aeguado a le eaa vigor.
Estejam, portanto, de sobreaviso os respectivos
eontribuintes.
resta em Nasarelli lo Caba>.No
domingo 6 do correte celebra se eaa Nasareth do
Cabo a festa do Senhor Bom Jess. llavera mis
sa tauta-la, pregando ao Evaugelho o iateiligente
padre Laia de Muiira, aendo a orebeatra dirigida
pelo hbil profeeaor^ Rosas.
Oa devotos nao lea p upado eeforcos em reali-
sar essa festa com todo britbanttsmo.
A igreja acha-ae ornada interior e exteriormente;
am jardim com repueho, eofeita a frente da igreja
o grande piteo estar profusamente Iluminado.
Duas casas de hospsdagem apparec -rao aoa con-
currente? oummodo <* coufortav.l atada all.
tvime de Vanderbllt.DUtribuio se
hontfin o 6. las ;iculo do romanee histrico, do Sr.
acal utico de direito, Manool da Matta Monteiro
lyip
Manilru concertar.O Sr. Joaquim Ma-
noel de Oiiveira, na occaaio de sabir do Theatro
das Variedades, no sabbado ultimo, quasi quebra
ama das p rnas, pois cabio no buraca, que existe
na esquina dt ra Bella, <: do qual j demos no-
ticia.
Coovm que quanto antea msndem concertar
aquillo, que um verdadeiro precipicio^
Asonela do correto.A repartidlo dos
eorreios, d'agora em dianve expedir mallas para
a agencia de Jat,-b de Tacsiai nos das 4, 8, 12,
16. 20, 24 e 28 de cada mez, aendo o servio > feito
pelo correie de Tacarat e nao mais pelo de.Pe
trotina, cerno at aqu.
Moda I litan IradaI'aru a Livraria Fia
misense, ra do Baro da Vutoci, acaba de
chegar o o- 193, do Io iL> cortante, da dita *evs*a
de modas, trazando figurinos colloridoa e folbas de
aoloea.
Porro-ta de Bibniruo ao BoaUo
Antaoha, a 11 twrfta do di-s ao larrf.o do Pedro
Un. 73, deveai reunirse oa aocwnistaa da forre-
via do ibdtrao ao Bonito, em asstaubla gera!,
paca tomada de cootaa e leitura do relatorio da
dir, curia.
tHoasiaaloNo dis 9 do mez paasado e
ao logar denominado Jatiuum, do termo de Flores
ta, Bviqua Koberto Nerv aasassinou cara um tiro
a Nicolao Pedro de 8/Uza.
A polica tomou oahecimato do facto e prose-
gue nos termos da le.
Eai&o presos O sargento comioandante
do destaca ment da e.tactio da Santa Bita, com-
munioon bontem ao Sr. De. chele de pilicia qn
na vep(-r i e no engsoho Ctuobe foram presas os
orimiassosque, ao engn|j Collegio, haviam ul-
timsuwute aasasainado ao ifeiiz Francisco Xa-
vier Carneiro da Cnaha.
Hade concert A' entrada da ponte de
Sauta lsib.i, lado de Santo-Antonio, existe um bu-
raco que poe em risc > os transauates.
Parece que abate-rain ou foram desviadas algu-
nas p drua do calcamento. Fosee ama ou outra
cousa, urge r-parar o mal, aot a que se d all
algum desastre.
Compra a reparticao das Oblas Publicas o seu
de ver.
Airavaacamenlo-A coupanhias do lie-
beriba e Recife Dcainage, taudo feito obras na
roa da Madre de Deus, da paiucbia de S. Fre
Pedro Groacalves do Recite, all deixaraw restos
da materiaes, que esto atravancando a mesma ra
alia eatreita.
O Sr. fiscal municipal deve tratar do desempa-
ebamento da rna, como do stu dever.
Premio le 300:000*- O Charuto Ha va-
nea, roa do Cabug n. 12, de propriedade do
r. Domingos Penna, acaba do vender nos seas
iatelises bilheu?e, procedente* da Ca* Feliz do Sr.
Santos Porto, a aorta grande da 2" parte da lote-
ra das Alsgosa n. 29,999, extrahida bontem 1
deFevereiro e m apprmimaoes e man 30 vige-
simoa as centenas respectivas.
Eajtatiailca Mortaarla No Ccmiterio
Publico do Santo Amaro foram sepultados em
Janeiro:
De 1887 264 corpoa
De 1886 268 *
De 1885 227
De 1884 324
De 1883 257
A media diaria dos enterramentos no prozimo
M de Jane ira foi d* 8,51 corpoa.
Oa das de ma;or numero de enterramentos -fo-
ram : 17 em que honre 15 ; 29, ent'que houve 13;
a 8. 11 e 12 em que houve 11.
Oa dias de menor numero de enterramentos fo-
ram : 26 e 23 em qoa houve 4 ; 3, 16 e 18 em qu;
houve 5 ; e 4 em que houve 6.
nireetoria dan otara* de conaerw*
cao dosj porto*Boletim meteorolgico d
li.31 d Janeir^de 1887 :_____________________
Horas
6
9
12
3
6
t.
11

Barmetro a
0"
2tV9
285
29-0
i-8
276
75329
759-20
7538'd
757- 73
7578S
T. asilo
do vapor
21.32
21.39
21.07
21.7a
21.85
a
*
a
1
9
a
80
74
71
74
78
Temperatura inaxnha29 8.
Dita mnima25,8.
Evaporaclo em 24 horas ao mi : 7m,4 ; som-
bra : 4",2.
Chuvanulla.
Direccao do vento : ENE todo o dia.
Velooidade atedia do vento : 2,70 por segundo,
(durante o dia das 9 3 h"ras .%n>7.)
Nebnlosidade media: 0.69.
owaaaseaate do porto do RedIV.
Foi o seguinte o moviinento do porto do Recife no
mez de Janeiro prximo findo.
Entraram do Exterio-
18 Vaporea, lotaado 25:966 toneladas.
32 Navios de vela, lotaudc 9:896 *
Entraram dos poriot do Imperio
24 Vapores, lotando 28:314 toneladas.
54 Navios de vela, lotando 14:205
Dando para total das entradas
42 Vaporea, lotundo 54:280 toneladas.
86 Navios de veis, lotando 24:101
Sahiram para o Exterior
12 Vapores.
24 Navios de vela.
Sahiram para os portos do Imperio
31 Vapores.
46 Navios de vela.
Liando pira total das sahi as
43 Vapores.
70 Navios de vJa.
lf. B. as entradas t-ompiv-hendc-se um de
guerra do interior, e as sahidas um de uerra
para o interior do Imperio.
,ylo de Mendicldade O moviaaento
d'este estabelecimento de ciridade no mez de
Janeiro, foi o seguintc :
Homens
58
Existiam
Entraram
Sahiram
Mnlheres
104
7
Existem
as enfermarias:
Existiam
Entraram
Tiveram alta
Falleceram
Existem:
as enfermarias
Nos dormitorios
65
2
69
1!'
5
24
a
j-'
i
yi
u
63
111
2
109
27
7
;4
1
32
1
81
7S
109
Total 172.
Escolas de instroccao primaria no Asylo :
Foram frequeatadas por 13 alumnos, inclusive
4 na dos cegos.
Ja toba de Tacarat Eacrevfm-nos em
22 de Janeiro :
Aqni chegoo i 13 do corrate o novo jai de
direito do Tacarat, Dr. Jo. Novaes da Souza
Carvalho, que logo tomou posse do cargo, ahrindo
urna aova pitase a administracao da jaatioa.
A sede desta con.aica de direito em Taca-
rat ; mas du tacto est mudada para Jatob, cm
virtud* de terem aqui fizado esidenra todas as
autoridades judiciarias e o delegado de policii.
A villa de Tacarat est abandonada, e a vi-
da all omito difficil.
Este povoado o lagar tois aportante pe >
aeu coiomercio e meics facis de transporte, tanto
mais oue o ponto t- rminal da forro-via de Paulo
Affoaso.
O ooseo governo nao sabe o que possae ; se
o aoobesse, tena, ha ms tempo, laocado .anas
vistas paratste lagar. Se a vida e tranqaililade
dos habitantes de Jatob estireesem desde muito
bem garantidas, se os stus rrimeiroa povoadorea
tivessem sido d. vidameute atteudidos, este lugar
estiria agora muito adian'al i-
Jatoo po.-to ebrigado da navegacao do S
Francisco. Todas as embardeoes que deteetn do
alto rio aqui tocara ; as omciuas da ferro via aqui
esto coito-cadas, c sao bem montadas ; e quando
estiver desobstruida o leito do alto S. Francisco,
tornar-se-ha o dito porto muito impirtants pelo
seu commercio, e a provincia tera aqui um fotte
contingente de augmento paia as suas rendas.
Segurauca individual So havia aqui pola
impunidade com que de antemo cooUvasj: eri-
minosos.
A comarca est cheia de criminosos. Fazeoj-
se procesaos contra elles. mas o jury oa absolve.
Ha inultos annos nao ha aqni orna con de orme i !
a ultima teve lugar em 1882 e foi a pedido do
proprio reo, que reputava a sua absalviedp um
grande mal, porque om tal caso seria assassinado.
lato naturalmente devido ao peisoal que
coropoe o jury, porque as qualificacoes ci eio
feitas com regolaridade e em tempo. A l.i man-
da-as fizer annualmente; mas o ex-juiz de di-
reito, ha dous annos nio tasia esse aervioo.
Agora, com a vinda do juiz de direito novo,
tudo aso ni'ceasariatnente se molificar e entra
remos no rgimen d legalidade.
A cojiarca fica em pz.
At outra vez.
Oh Mentido* comparados <>in ara
O O* MSKO*.Entre os documentos dos
ultimamenie ua aanoeacio aaariaana "ara oprs-
gresso da scieocia figura va um mu curioso, -ujoa
autor i-s tinham escolbido por tbema os sentidos
comparados em ambos ce.aaxcs.
Com efteto, a ualdade dos setos em quanto
os sentidos corporaes nao existo.
O tacto, por exetnplo, muito maie delicado cm
a mulbor que no heatem, c aseun ae explica a apti
io d'aquella para oa trabalboaa'agulha mais finos.
Sobre o ouvido e sobre a vista nao se tem feito
experiencias. Esa. materia de goso, o borneas sao
melher dotados do que as outibrei,e por sao nao
ha grandes cozinneiras c an grandes cozinheiros.
Foacas sao as inulherea qu-i entendem bem de vi-
nhos. E se ha inulberes goaratondes, nao ha quasi
nenhiuna que taiba aprtuiar as sublimidades da
arte la c ziuha, nem que mereca em justica o ti-
tula de gourmet. Tutu assim, que esta palvia
nio tem femenino om fraoeaz.
Porui o olfacto o sentido com o qual se tem
feito provas e exp rirnentacBes mais seienuficas e
de caraeter mais coavcuientea.
Dous physiologos' norte americanos. Nichole e
Baley, eseolherain ama porco de substancias de
cheiro muito pronunciado como a eseencia de era
vo, o extracto d'alho, o acido pruasiuo, o oyatvircto
de potassa, etc. Depoia de deluir n'agua urna ququ-
tiJade fixa de eada eaaeneia foram preparando
com a diasolufo da cada substancia iipt sari* re
frascos graduados de tal icaaeirs, que oo primeiro
bavia por excmplo, um centigrammo de extracto
d'alho por litro "agua, no segundo meto ceati
grammo em igual quantidade d'agua, no tatceiro
urna quarta parte de centigrammo e assim suc-
ceasivameote, at que desapparecia ccmpletarneut;
o cheiro da esencia e do extracto.
Com estas bateras de frascos graduados pode
apreciar se mathematicamtnte a sensibilidaae cao
olfacto de mullidlo de individuos.
As exnerencias priocipaes foram feitas com
homens e 38 mulherea O deacobiimento mais cu-
rioso revelado por ellea foi o de que os hornera)
posauem exactamente dobrado olfacto que as mu-
lberea, tallando esa toase geral.
Todaa aa mulneres, aeaa c-xcepeao, dtissram de
notar o cheiro do acido pruasico, quando esta sub-
stancia tinha sido dissolvida em 20,000 vezea seu
peso d'agua, emquanto que a maioria dos homens
o recoubeciam diasolvido no acido pruasico am
100,1)00 veses seu peso d'agua. A eiseocia da 1-
mo.era reconbecida pelos homena dissolvida am
150,000 vtzes seo peso d'agua, emquanto que as
mnlheres decavam de dotal-a quando se apresen
tavam dissolvida cm 75,000 veses aeu peso d'agua.
Iguaes resultados deram o albo e todos os detnais
extractos. Alm diaao, houve tres homens que ti-
nham to fino olfacto, que conheciam o acido prua-
I feo diasolvido em 8,000,000 seu peso (Tagua.
Existe, p-irtanto, urna lei geral contraria preoc-
cupaco qucnttribue s mulhares urna delicadeza
especial do olfacto, fundando-A cm seu gosto mar
cado, pelos perfumes. Este gosto deve ter sua ori-
gem precisamente em que as mulheres notam me-
nos que os homeus a forca dos perfumes, e portanto
as moles-am menos.
Aviso s se^boras que abnsam das essencas
sem suspoitur oa tffeltos quo podem produzir nos
bomena D'hoj: em diante dovem lembrar-se de
que i sti-i duplamente mais perfumadas peloa na-
rizes masculioo? qon peloa seus proprios.
tjcilrtwa Ett.KS'uar-se-hao:
AmanhS:
Pelo agente Jartins, s 11 horas, na rna da
Roda n. 48; da tavrua abi aita.
Peto agente Modesto Bnptieta, s lt horas, na
ra da Imperatriz n. 14, do movis, loaos* e vi-
dria.
8-zta feia;
Mt fyeafo Martina, s 4 horas da tarde, era
Jaboatio, ra Daqu<* de Caxiae n 17, de movis,
passaros, lijlos, terrenos, arm.s, etc.
Pco agente Pinto, s 10 horas, no armazem do
Aunes, de gneros de estiva.
Pelo agente Modesto aptista,ka 11 horas, na
ra do Bario da Victoria n. 42, do estabelecimen-
to all sito.
Hiaaaa fnnebres.-Serlo celebradas:
Amanh :
A's 8 horas, as matrizes de Pao d'Albo, Loa,
Jaboatao e Boa- /sta do Rr^ife, pela alma de
Francisco Xtvier Carneiro da Cimba ; as 6 1|2
horas, no Carmo, pela alma de D. Maria do Car-
mo de Souaa Viaona ; s 8 horas, na SantaCrnz,
pela alma de Francisco ri-> Lemoa Duarto ; s 8
h.ras, na matriz di Baa-Vuta, pela alma de
Francisco Xivier C.trneifc da Cunba.
Sabbado :
A'a 7 h iras, no Espirito Santo, pnla alma d-;
Manool Duarfe de Figueirido.
Segunda-feira :
A's 8 horas, na capella do Hospital Portugue*,
pela alma de Antonio Correia de Vasconcelloa.
rassaceinm-Cbegados ds portos do norte
no vapor nacional Jaguriie :
Ad >lpho E. Alcofoiado, Joanna Amelia, Jose-
pba Mathde, Jo.- M. de Albuqierque, Pedro N.
d Salles, Dr. Antonio V. Brandao, Dr. J. Mo-
rante e sna senhora, Ricardo M. Ferreira e 1 cria-
do, Fernando Guinaries, Paulo B asol, Julio
^morim, Maria Rita Bmfica,cadete Epaminondas
Braz Monteiro, Samuel Woit, Sebasto A. do
Oiiveira Li>n, Maaoel Peres e 6 tripulantes do
brigue m*o Minas e Fernandes Muynan.
Cb'gado da Eurepa no vapor uileino Per-
nambuco :
Dr. 8?vero Pina Alvares.
Casa de UetecaoMovimento dos pre-
sjs do da 31 de Janeiro :
Existia-n presos 365, entraram 26, eabiram 28.
Existem 363.
A saber :
Nacionaes 32S, mulherca*12, eatrangeiros 13, ee
iravos sentenciados 5, processsdo 1, ditos de oor
reccio 4T Arracotdis 321, sendo: bous 312, doentes 12.
To'*l324.
Movimento da enfermara;
Tivram baix :
.lailo Theodoro Carneiro da Silva.
Joao Francisco do Nascmento.
Joo Carlos Borrom-u de Albaquerqus.
Tiveram a'ta:
Martoel Franctaco dos Anjoa.
Manoel Feliciano Gom*a da Silva.
Miguel Archanjo da Silva.
M mol-I Quirino Sanliago.
Pedro Jos Goncaivea.
EiOtcria de MaceloPor telegramma re-
cebido pela Cas Flix, sbese que, na 2."
pa da 15 lotera extrahida em 1 de Fevereiro
tora-n premalos os seguntes nomerss :
29.999 800:000*000
57.839 80:000OX)0
7.992 40:000*000
30.487 20:000*000
49.461 10:000*000
3.755 5:000*000
14.801 5:000*000
Premio* de sOOOt
13.558 16.382 26.076 27.2 31.694 32.312
33.f.2 41.282 42.858 43.712 44.092 45.776
58.077
Premios de 1 :OOO
754 1.787 3.148 3.789 4.710 7.859
11.907 22.095 27.165 28 267 28.943 31.674
22.633 33.301 33.303 36.424 40.760 43.666
41.524 49.590 50.994 51.875 51.903 53.878
53.968
Approxlnaacde
29.996
30.00l>
57.838
57.840
30 486
3'). 488
49.460
49.462

4-000*000
4:000*000
2:000*000
2:000*000
1:500*000
1:500*000
1:300*000
l:300*OoO
97*0O0
975*000
}
Os nmeros de 29.901 a 30.000, excepto o quo
sabio o premio grande, esto premiados com.....
200*.
Os nmeros de 57.801 a 57.900, excepto o que
sabio o premio de 0:000*000, esto premiados
con 100*.
Oe num-ms de 7.901a 8.000, excepte o que
sanio o premio de 40:000*000, esto premiados
com ICO*.
Os nmeros de 30.401 a 30 500, excepto o que
sahio o premio d e zXfcO00*0.0, esto premiados
com 100*.
Os nmeros de 49.901 a 49.500, excepto o que
sahio o premio de 20:0C0*00O, esto premiados
com 50*.
Todas as centenas cojos done algaliemos termi-
narem em O, esto premiadas om 100*, inclusi-
ve a da sorte grande.
Todos os nmeros que terminaren! em 9 e O
esto premiadoa, com 20*
Uraasile extraordinaria lotera .da*
tlaitoaa Esta grande lotera, cuj i premio
grande 2,0O0:OJU-O0. ser extrahida imprete-
rivelmente no dia 12 de Fevereiro proxisao.
Oa bilbetes acham-se venda na praca da la-
a>al**a*iia aa. 37 30.
laoterla de XIIna*-tUeraeaA 4* parte
da 1* lotera desta provincia, cujo premio grande
600:000*000, ser extrahida no dia 5 do Fe-
vereiro, impreterivelmente.
Os blbatas oaam-se 4 woda na Bada, da For-
tuna, AhP Larga do Reaajio n. 3G.
Lotera do CeAr parte da 3" lote-
ra desta provincia, cajo premio grande ........
4 0:000*000 ser extrahida no dia 2 de Feva-
m'ua.
Os bilbetes acbam-se veada na Rodada For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tautoen acham-se renda aa Casa Feliz,
PW0 da. itde^iden |4t)ter|a do silro-ParAA 8 parte ies-
ta lotera s>t4 extrahida quinta-feira, 3 de Feve
reiso.
Bilbetes venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40
4,1 ande lotera da provinciaA 12 >
serie doU lojeria em beneficio dos ingenuos da
Colonia Isabel, cuj > premio grande 24O:O0OjO00,
ora extrahida no dia 3 de Fevereiro, a 4 horas
ia tarde.
Os -blhet*s aobam-se venda na Reda da For
tuns roa Larga do Rosario n. 36.
Lotera de Macelo de OOiOOOSOOO
A 3* partee da 15* lotera, cujo premio
grande de 3C0:00Q*, pelo novo plano, aeril ox
trahida impreterivelineote no dia 8 de Fevereiro
ao meto dia.
Bilbetes A venda oa Casa Folia da paaoa da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda Roda da Fortuna
o* r..a Larga do Rosario n, 36.
Preoos resumidos.
.Lotera da corteA 2 paite da 202 lo-
tera da corte, cojo premio grande de 100:0004
iisri, extrahida no dia .. de Fevereiro.
Os biihetes acham-se i venda ua praca da Io-
deoeudencia na. 37 e 89.
Lotera do BloA 3* parte da loteri
..olio, do nwo plano, do premio de 100:000*000,
ser extrahida no dia .. de Janeiro.
Os bilbetea acham-se venda oa praca da nae-
penitencia na. 87 e 89.
Hatadoatro Patalee Foram abatidas nt
\latadouro da Cabanga 89 rexea para o consume
do dia 2 de Fevereiro.
Sendo: 64 rezas pertencantea Oiivsira Castro,
i C, e25 a diversos.
Mercado Municipal de S. losO
morimeoto deste Mercado no da 1' do correte
foi o M#tiate:
pesando 5,87J kilos.
308 kilos de peixe a 20 res .6*160
105 cargas de fariuha a 200 ris 21*000
14 ditas de fruetas diversas a 300 rs. 4*200
3 taboleiros a 200 ris 600
19 Sumoaa 200 res 3*800
Foram oceupadoa :
23 columnas a 600 ris 13*800
22 compartimentos de farnba a
500 ris. 11*000
19 ditos de comida a 500 ris 9*500
69 ditos do leguines a 400 ris 27*600
16 ditos de suino a 700 ris tl*2 11 ditoade tressaraa a 600 ris 6*600
10 talaos a 2* 20*000
8 dos a 1* 8*900
A Olivis* Castro & C:
54 talh.s a IS rea 5i#000
2 talhos a 500 ris 1*V
Dase ser sido arrecadada norteo i i a*
a .atantia de 1&8*4G )
____________________^_______
Procos do dia :
Canas verde 240 s430 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 1 *000 ris idem.
S unoi de 560 a 640 ris idem.
ranuha do 20) a 240 'is a cuia
Milho de 26J a 320 ris id-.u,
Feijo da 560 a 1*000 dem.
Ceailterlo Publico Obituario do dia 29
Je Janeiro:
Julio Cordeiro do Reg, Pernambuco, 26 annos,
solteiro, S Jos ; tubrculos pulmonares.
Maris, Pernainbueo, htraa, Boa-Vista; fraq-ie-
za congenita.
Franeiaso Albuquerquo da Cunha, Pernambuco,
24 anuos, solteiro, Recife; beriberi.
gnea, Pernambuco, 6 das, S. Jos ; teteuo dos
recem-uascidoa.
Au.^ei Fr-mcisea de Lei'e, Pernambuco, 16
anos, casa .a, Boa-Vista; dyanha.
Maria Henriqueta de Caatro, Pe nambuco, 65
annos, viuv Grava; tubrculos pulm mares.
Joo, Pernambuco, 14 meses, Santo Antonio;
atfirepeia.
Casemira Maria da Uooceiciio, Pern-unbuco, 30
annos, eolciira, S. Jo.; tu lerculos pulmonares.
Peronilla Delinira do Axevedo, Pernaiubaco, 42
anuos, casada, Boi Vista ; tsica na laringe.
Autouio, Periiambujj, 5 inezoj, Sraaal eon-
vuUoes.
_ Rosa, Pernambuco, 3 meaos, Boa-VuU; cute
rite.
Florencia Mara da Ctnceico, Pernambuco, 67
anuoj, sjltuiri, Bou Vista febre perniciosa.
_ 30
Veriisino, Peru*aibueo, 4 meses, S. Jos ;
utbrepaia.
Amelia, Pernambuco, G dias, S. Jos; ttano
dos reoein nascidos.
Maria Saut'Auna dos Praaeres, Pernambuco,
21 Hiiiioj. casad, Boa-Vista ; metrite puerper>rl.
Maria, Pernambuco, 2 horas, Sautj Antoni);
ttano dos recem nascidos.
Autonio Jos Ferreira Junior, P.rtuga', 65 an-
nos, solteiro, Santo Antonio; diabetes.
Mara Luisa, Pernambuco, 10 dias, S. Jos;
onmUoes.
Joaquina, Pernambuo, 18 meaes, Boa-Vista ;
ei:t-rite vermiuosa.
Manoel, Pernambuco, Santo Antonio; espasmo.
Maaoel Du.rte de Figueiredo^ Portugal. 43
anuos, casado, S. Jos; hemorrhagia cuiebral.
Mri, Pernambuco, B>a-Vista; ao naacor.
31
'Thom daC3ta, frica, 80 anuo?, solteiro, Boa-
Vista ; beinoptysc.
Joo Antonio de Mello, Pernambuco, 36 anuo i,
casado, Boa Vista; eryaipola.
Flix, Rio Grande do Norte, 33 annos, solteiro.
Recita; be'noptyse.
Alexandre Dorotheu das Merc, Pernambaeo,
51 annos, casado, Sauto Autonio; cjageato pul-
mn ir.
Mario, Pcrnamboco, 2 mezes, Santo Antonio;
couvulfces.
Mana Leopoldina Goendo Nogueira. Alagoas,
45 annoj, viuva, Santo Amonio; derramamento
Cerebral.
Maria Thenia de Jess, Pernambuco, 23 annos,
solteiro, 8. Jos ; tsica galopante.
Ricardo Cordeiro du Miranda, Portugal, 40 an-
nos, castdo, Boa-Vista ; febre typhca.
Manoel, Pernambuco, 14 das, 8. Jos ; hemor-
rhagia.
de Audra !e. Negou-sc provimeoto, unnime- i
mente.
Aggravos de petico
Do comiTierciodo RecifeAggravante Leopoldo
Jos Felppe Santiago, aggravado Jos de Oii-
veira Castro. Relator o Sr. desembargador Buar-
que Lima. Adjuntos os Srs. desembargadores
Pires Gurjcalves o Alves Rioeiro Nao se tomou
coobecimeato, unanimem 'nt", por nao ser caso de
aggravo.
Do ReciteAggravantes Jos Cesar Quirian e
outros, aggravado o juiso de ausentes. Relator o
Sr. des-'mbargador Toscano Barreto. Adjuutos
os Srs. desembargadores Prea Ferreira e conse-
lheiro Queiroz Barros. N "gou-se provimento,
unnimemente.
PAS8AQEN8
Do Sr. conaelhoiro Queiroa Barros ao Sr. des -
embargador Buarque Lima :
Appellaco crime
Do R^cifeApjellante Antonio Francisco de'
Paiva, appellada a juslica.
Appellaco commercial
Do Recifeppellante Maria Joaquina das Do-
res, appellado Francisco Cecilio Fernaniea da
Silva Guimaraes.
Do Sr. desembargador Toseano Barreto ao 8r.
iesembargador Derfito Cavalcante :
Appellacoes crimes
Do logaAppellsute Felismino Joaquim de
Aranj-, appellada a justici.
Do TraipAppellante o juiso, appellado Ma-
noel Pereira da Silva.
., Appellaco civel
Da ParahybaAppellante o collector das ren-
das geraes, appellado Joaquim Mari ios de Faria
Castro.
Do Sr. desembargador Al ves Rbero ao Sr.
desembargador ''avar-'S de Vasconcelloa :
AppeilBCoes civeis
Di Bom JardimAopellante Theodora Dornel-
las de Oiiveira, appellado Manoel de Farias Ma-
ciel.
Do RscifeAposllant- Manoel Cardo30 Junior,
appellado Francisco Morf ira Cardoso.
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. cesemoargador oromotor da
justica e procurador da cor :
Appellaco crime
De PitiminAppellante Antonio Tavares de
Lima, appellada a jnstea.
Appellaco civel
Do Pi d'AlhoAppellante D. Joanna Fran-
cisca de Mello Cavalcantc, ap,:cllada D. Anua
Joaquina ,\ Motta S Neira.
Beerron so a s sao a l 3/1 di tari.1.
ludien la do juizo de orphos
Juiz.Dr. Cona de Oiiveira.
Efcrivaca. Dr. Poiit;s e teucute Ola;o.
procurando sitiafazer fielmente aos meus compro-
missor, o que, at o presente tenho conseguido,
apeaar de sacrificado por intitulados ango9, a
quem, eem po ler, serv,'e quo hoje infelizmente
sao i otros tantos deaaff:ctos meus, nao posso con-,
sentir que meus iseravos me ubanlontm, e vo
servir aeetranbod sem st cu por estes indemnf-
aado.
Verdugos da meus irmaosj
Sim, verdugo, e porque uJo-pos 10 abrir mo
dos servico3 de escravos, cuja posse me garsn-
tiia por le, e a querh, ai nio posso tratar como a
meus fainos, oio falte tem falto com a caridade e
humanidade devidas, e que nome merecer a quem,
ar odio gratuito, por maldade e sem razao al-
guma atira-se sobre a houra e reputacao de quem
nunca o oftendeu, e, com as mais revoltantes in-
osticas at^salha-a na praca publica, tentando
roubar aqailio, que o houtem de bem mais preza
em sua vi*o bom conceito de que goza entre
seus concidadJos ?
Para destruir a falsa acauaacio qua te nos fez,
abiixo va publicado o termo de vistoria feito no
escravo Finn-in pela autoridado competente, a
quam o maudei i.-nui-Jia- ,m or apresentar, pata
que ee nao diest-sse quo esperara que deaappare-
ceesem os vestigios dot crw.is castioos, a que se-
M
Ab-rta a audiencia nao limvo pnblicaQito
feitos; n t : ln vendo tambem requerimentos,
ella encerrada.
IHDICAQOES OTIS
de
foi
1
Medico*
O Dr. Lobo- Moscoso, do volta de sua
viagera ao Rio de Janeiro, eonatia no
nxi'.rciio de sua protis-ao. Conaltuas das
10 s 12 horas da nunliil. Espeeiuldades
eperf^Ses, parto e molestias do 8uulioras *
ueninos. Ra da Gloria
Dr. Barreta Hampaio
n. 39.
Caixa Econmica e ontedeSoc-
corro de Pernambuco
Halamos em 31 de Janeiro de
IWt
CAIXA ECONMICA
Activo
Thesouraria de Fazendaconta de
depsitos
Thesouraria de Fazendaconta de
juros
Monte de
sagem
Juros
Caixa
eoccorroconta de pas-
695:3i6290
268:312^320


72:9084577
441700
1:475*000
1,033:0964887
Patsivo
Depsitos em contas correntes
meio-dia a 3 horas no 1. aoaax da casa
i ra >** Bario da Victoria, n. 51. Resi
ciencia ra Seto do Setenibro n. 34, en-
trada pela ra da Sauda !n n. 25.
0 Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio me lieo, ra do Bo.n-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e pr-
teiro, residencia rna do Hospicio n. 20.
Cunsultorio : ra Larga do Rosario o. 24 A.
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. Espeuialidade : molestias e opera-
coes dos orgao8 genito-urinarios do hornero
e da raulher.
gios dot crw.is castigos, a que se-
gundo a Provincia o sujeitei, nao fasendo o ms-
alo com o outro martyrisado, de que talla a mes-
ata tolha, por nao saber quem elleseja.
Indiqu o nome que o apreseutarei as autori-
dades coinpeteut-a pira vistorial oe e ai as da
comarca nao Ibe msrccem eonfianen, aponte quaes
as que Ih'a iusprum, pois qualqu.r me serve.
Auto de vUttria, procedido em Firmino, eforavo
do capi'-iio Francisco Antonio Cabra! de Me lo,
a requerimento deste e n iresenca do Dr. pro-
motor publico da comarca.
Aos 31 dias do osea de Janeiro, do ar.no do
Nusciineuto de Noaso Senhor Jeous Curiso de
1887, uesta cidade do Espirito-Santo de Pao
'.-VIho, em casa da Cmara Municipal desta mes-
ma cidade, presentes o delegado de polica, l-
suppiento em exersieM Jos Francisco Pinheiro
Ramos, comrci^o eserirao de aeu cargo nbaixo
assignado, os peritos notificados Jos Z ferino do
Espirito-Santo e Joaquim Jos do B-trro3 e Silva'
u&Vo profi84on-;f!3, iniradore nesfa uidado 0 as
testemunbas Francisco Ignacio de L'ma Cabral e
Firmino Venancio de Aran;', todos m'-radores
testa cidade, o delegado deferio acs ditos neritos
o juramento aoe Sa-iiod Evang-lhos do ~oea, e
fielmente deseaipenharem sua missSo declarando
com verdade o que descobrissein e eneontrassera e
o que em sua conseieucia entende>sem; e eucarre-
(j. u-lin s >|ue procedess-m a .-x uno em Firmino,
ecravo do peiicionari e respoiiderem aos quasi- .;
lis seguintra :
I- S o escravo ueru-se seviciado ? 2' Qual o
estado geral no inesmo es^ravo ? 3- Se moetra
ter sido sevici.ido por oceasio de s'a tuga que
teve lugar ein das Ce DdScinbro do mno tindo ?
Em coiifequencia ptssaram oi puntos u air
o exame e investigado-s ordenadas; concluidas
us qa.ies declaiaram o seguin:e : e que portanto
respndelo ao 1- quesilo ne^ativum-iiteio2'
quesito, que chair-no em perfeito estado de saude
ao 3' qui'sito, respondem negativamente, c eo
estas as declanoSea que em sua conscieucia e de-
ba'xo do juramento preatadj teem a fazer.
E por uido mai liaver, deu se por concluido o
ezame ordenado, c de tu lo se lavrou o presente
autv, que va norinin escripto, u rubrcalo pelo
de e^ado asignado p- lo inesmo e pelo Dr. pro-
motor publico, peritos e teatemuubas commigo es-
cnvo Jos Z-foriuo ln'.yuer Ktnge', qu? o z
e escrevi, do que dou t.Jote Francisco Pi-
nheiro Ramos Jote Zeferiuo do Espirite- Santo
Joaquim Jos de Barros e Silva.Joaquim Pedro
Carxicante de Albuquerque.-jFirmu Venancio
de Aranj >. Francisco Ignaeio de Lima Cubral.
Jos Zeferiuo Brayner liaugel.
Engenho Tabocas, 31 de Janeiro de 1887.
Francisco Antonio Cabral de Mello
P. SDepoisde escript'* e assignado estj ebe-
garaic-me s in-a os n. do Jornal do Recife, que
tambem na > assigno e cm que igualmente sou
acensadoSirva-Ibe a mesuta resposta.
Cabral de Mello.
Recliicatjo
A Provincia, dando noticia da festa havida, no
dia 31 do mez lindo, na estacao do Kibeirao, a pro-
posito da exposicao das obras d'arte da linha fer-
r*
/-.
-
v ,
*
'.*'*
Dr. Joagain Loureiro medico e parteiro rea do Bonito, attribue-me una despropsitos que
1,033:0964887
MONTE DE SOCCOBRO
Acti'uo
Emprestimos sobre penhores
Valores depositados
Movis
Cadernetas
Apolicee da divida publica provin
cial
Deapesae geraes
Caixa
122:8574816
157:9494377
6:0554227
2104^01
1:0004000
1:3174940
4424770
Capital
Cautelas de penhores
Juros
Caixa econmicaconta de passa-
9
Thesouraria de Fazendacea ta de
empreotimo
Sardos de penhores vendidoe em
Jeilo
Cadernetas archivadas
Lucros e perdas
289:8334534
18:1814215
157:9494377
4334630
72:9084577
36:0574440
4:2834985
!644i X)
24910
289:8334534
& E. & O.
O gerente e guarda livroa,
Felino D. Ferreira Coelho.
CHRONiCA JUDICIARIA
Tribunal da itela^o
SESSO ORDINARIA EM 1 DE FEVEREI-
RO DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. 8B. CONSELHEIK
JOraTISO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's boras do costume, prese ntes os Srs. desem
bargadores em numero legal, foi aborta a aessSo,
depoia de lida e approvada a acta da antecedente.
Ern seguida o Sr. conaelheiro presidente decla-
ran que e Sr. desembargador De I fino Cavalcante
tendo sido removido da relacao de Belm para
esta, apresentou-se e entrou em ezeicicio no dia
15 do mes prximo lia lo.
Distribuidos e pas-adoa oe feitos lieram-se os
seguntes
JDLSAMENTOS
Habeae corpua
Pacientes .
Jos Luis da Rocha.Mandou-se ouvir o juiz
de direito da comarca de Bom Jardim.
Joo -de Mello Cesar.Converteu-se o julga-
mento cm diligencia.
Domingos Ribeiro da Silvi.Mandou-se ouvir
a autondade policial respectiva.
Re?nrso eleitoral
De BananeiraaRecrrante Dr. Santos Esta-
nislao de Vaeeoncelloa, recorrido Justino Americo
de Fariaa. Relator o Sr. desembargador Buarque
Lima.Julgou-ae ptejudioadp por as fra do
praao.
Recurso crime
Do IagiReeorrente Jos Trigueire Castello
Branco, recorrido o juiso Relator o Sr. desem-
bargador Tavaree de Vaaconcelloi. Adjuntos os
Srs. desembargadores Pires Ferreira e Monteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.
andar, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Orugarla
Francisco Manoel da Silu d C. dopo-
sitaiios de todas as especialidades pharmti
j-utipas, tintas, drogas, productos chimio:
s medicameatos homcBopaticos, ra do Mar-
ques de Olinda n 23.
Orogarla
Faria Sobrinho & C-, droguistas por at-
tieado, ra do Mrquez de Olinda n. 41
Senaria a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapinQ
de Francisco dos Santos Macedo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, corapra-ae e vende se madeiras
de todas as qualidades, eerra-se madeiras
de conta aiheia, assim crao se preparan)
obras de carapina por machinas e -por pre-
go sem competencia Pernambuco.
rtNMIMS A PEDIDO
O senhor do engenho Tabocas
ao publico
Nao aendo assignante da Provincia, somente
sabbado 29 do corrente, e por intermedio ie nm
amigo, chegou so meu conbecimeuto um artigo.pu-
blicado por esse jornal, no dia do masato mes,
accusndo-me d- estar iufl gindo orna trszena de
acaites em mea escravo de uome Firmino, que ha
vis fgido, e ha poucos dias, me fui ramottido
preso pelo Sr. sub4elegado da Varsea.
Nao ba verdade am semelhantu aecueago.
Em dias de Dosembro do auno finio, ausentqu- se
de aoeu engenho dito escravo, que, segundo dis o
Jornal do Itecije, procurou o Sr. Dr. Jas Ma-
rianno, que o mandou para urna casa da frageesia
da Varzea, oude foi apprehendido pela autoridade
policial e me remettido.
Durante todo aquelle tempo nao deeoobriram
nem viram que o escravo eslava maltratado e
castigado, cerno agora affirma a Provincia, e estou
certo que si nao tivesse sido preso, si ainda couti-
nuassu s prestar servieos a quem a elles nao tinha
direito nada se dira, mas como foi entregue a aeu
senhor, este um malvado, um perverso, um a&aas-
sino I
Ha dous annos tambem auaentaram-se do meu
eogepho dous escravos, Constantino e Muruolino,
e durante alguns aseses estiveram servnds ao
Sr. Antonio Jcronymu de Oiiveira morador enta >
no Pooo da Pauella.
Tendo sciaucia disto, procurei o tai Sr. Anto-
nio Jerouymo, que, apoiar de me ter promettido
eutiegur ditos escravos, oceultou-os, e depoij, re-
celando que fossem presos, iel-os embarcar para
a Parahyba, onde deviam ir prestar a seus prenlos
oe meemos aervicoa quo Ihe eatavam prestando.
Sabedor do plano, consegu que o digno chefe
de polica de ento, o senhor Or. Jos Maria de
Araujo, telegraphasse ao seu collega d'aquella pro-
vincia que os apprebendeu c remetteu depoia de
oterrogal os e ao barcaceiro que os levou, d'onde
ficou provado o que afirmo cima.
Enri, como boje ae fes grande escarcu, tam-
bem fui aecusado de perverso, de malvado, mas
atoad depoia que tuei meus escravos do poder
daquelle c quem indevidamenle serviam, emquanto
lhe prestavam servieos, nada havia que diser !
Ser um deates, a quem dis a Provincia trago
aotrendo crue castigos, ba dous annos ?
Pois Dem, nao s estes escravos, a quem se re-
fere, como todos os outr m (poucos) que possuo,
pode a Provincia, si as autoridades actuaes nao
Ibe merecem con Sanca, mandar eiaminal-os, no
dia e hora que quiser.
O Sr. Dr. Sil vino Cavalcante, que nao lhe
pode ser suspeito, ji por diversas veses, e sem ser
esperad, tem vindo a meu cngsnho, e pode infor-
mal-o do modo porque trato a meas escravos.
Como ralbo muito, julgam-me pela apparenca,
s s imagmaedes exaltadas j se augura que
cada palavra minha um talho as costas do in-
feliz escravo I
Cerregado da numerosa familia, a quam tenho
dado a educaco compativel com os meus recursos,
en nao dase e urna inciviVdade que eu nao prati-
quei.
A redacc.io do orgao liberal foi mal informada;
corre-me o dever de restabeleecr a verdade.
Nio foi sem motivo que tomei a palavra
u'aquella festa, nem que hventurci algurras pro-
posices relativamente questao. O meu talen-
toso collega, o Dr. Martina Junior, ao terminar o
br-nde que levantou em honra ao Eim. Sr. Ba-
ro de Seriohaem, lembrou a idea de ser a festa
solemnisada com a libertaco de urna eecrava; e
teve a delicadeza de escolner-me dentre os caval-
leiros presen-es para agenciar aqu'intia necessaria
aquella lib-irtaeo. Agralecendo a honra da ea-
colha, e significando a b i voatade e praser com
que acceitava a incumbencia que aeabava de ser-
me dada, rtferi-me incidentemirnte s aecusa^ocs
injustas quo tem sido feitas ao partido conserva-
dor c acs nossos agricultores com relacao aos seus
sentimentos e opoioea a proposito da questo ser-
vil. Nessa occaeio, pr fliguei o procedimento de
uns ei-rtos especuladores que, nao ba muito tempo,
neeta cidade, sproveitando-sc do generoso o phi-
lantropico movimento da provincia do Cesr, para
l euviaram furtivamente 03 escravos qua aqui
lhe pediam liberdade, e lhea confiavam o peculio
que haviam juntado com muito suor, com tmbalho
e economa ; lameutei nessa oecasiao a sorte dos
mtelises que, assim engaados, e correndo atraz
da sonhada liberdade, ian encontrar n'aquella
provincia, completamente desconhecidos, sem ami-
gos, sem protectores, sem trabalho, sem salario,
urna escravidSo peior do que aquella de que ha-
viam tugido.
Foi neste ponto que referindo-me ao Ciar, ac-
crescentci: -a provincia do meu amigo o Sr. des-
embargador Aloes Ribeiro, o quo t poda ser-
lhe honroso, e o que, com surpreea minha e de
todos, deu lugar, da parte de S. Esc, a uma ex-
ploso, para a qual ainda agora nao encontr rx-
plieaoao, a nao ser a ma interpretadlo de algutna
palavra por mim proferida com aa melhores in-
tentos.
Poi iato o que se passou ; c appel.'o para o tes-
temuuho de quantos se schavam presentes, do Dr.
Martius Junior, que se ach'v.i a meu lado, o dW-
proprio Sr. desembargador lves Ribeiro.
J v a Provincia que nSo profer palavras in-
justas, nem revoltantes calumnias contra a provin-
cia do Cear. Por abi corre um livro onde esto
impressoa oa pensamentos escriptos por diversos
em um lbum commemontivo da libartaco
d'aquella provincia, c entre ellos figuram palavras
miohas de elogio e felicitaco.
Si nessa oecasiao forim proferidas palavras in-
convenientes, nao foram n certo por mim; e to
justas e oabiveis foram as coneideracoea por mim
feitas, que mereceram frequeotes applansos e si-
gnificativos signaos de acquiescencia do auditorio,
fra quem a verdade d,is palavns que ouvia sap-
pria o prestigio que fal'ava a quem as pronunr
ciava.
Fica assim reatabelecida n verdade do oue se
passou, alterada na noti-ii da Provincia, ptova-
velmente por mi informacao ; r a ato mo julgnai
tanto mais" obrigado, quanto, por meus hubitosl
nao me pode caber a imputacao de aggressivo, e>
muito principalmente, porque preso as baa relsj
coes que man tenho com o xm. Sr. desembarga
dor Alves Ribeiro. /
Recito, 1 de Fevereiro de 1887. r
J. Juvencio Ferreira d'gviar.
Rio Grande do Norte
Ao publico
' No Oorreio do Natal a. 151 vem publicado con-
tra mim um acervo de calumnias c talaidades s
quaes deixo de responder por nao ter o aeu autor
se manifestado, pois -me parece ser sempre um
vil e indigno o individuo que para acensar a ou-
trem tem neceseidade de velar-se.
Elle promette continuar com as suas calumnias
e inverdades : pode fasel-o a seu salvo ^s ca-
lumnias nao me incommodum, nem reccS-gue
ellas possam prejadicar-me, pois a calumnia, co-
mo bem dia o fcr.conaelheiro Alfonso Celso,
pode macular aquello que por seus precedentes
tenham ee moetrado capazes de actos semelhantes
quelles por que foram acensados, nem ae estroe
com palavras uma rputacao ganba durante an-
nos de proceder puro e honesto.
Mosaor, 23 de Janeiro de 1887.
Aloibiades Draoon de Albuquerqve Lima.
t
i
V.
h


**-
<*w>

Diario de PernambncoUuarta-fcira 2 de Fevfcrciro de 18N7
3
< omai. i de Ignarassu
NOVACBCZ, 29 DI JASKIttO DK 1 887
J expirou praao que asaignei ao autor do
couitnunicado anmiymo, a<". centra mim, foi pu-
blicado na Provincia de 9 d> orreate m.-z.par
que apparecase aceitando a responsabilizado do
meaino eommonicado par que en, dafendcndo-.ne,
podesse mistrar que elle uin vil calumniador ; e
at boje niugoein appareceu !
Suppouho, pois, que o communicante da Pro-
vincia nioNceitou o repto, porque pertenee ao nu-
mero dos caes que s mordem de furto.
Nao discuto cora paaqainetro, se Manoel do Cae
ou outro qualquir, qv? so pissa nivelar com o meu
baixo aggreasor, uuizer encarregar se dessa ardua
ta'efa, que a faca.
Se como antoridad9 cu tiver praticado ou hija
de prutic ir execssos, abusos oa arbitraridades os
prejudieados que se queixera e os adversarios que
deaanciein regularmente dos meus actos, afin de
que eu aeja punido, se merecer.
S recorrem a injuria o *calumnia como imio
de opposicio, aquellos que nao tendj diguidade
3o fabum respeitar a albeia.
Se tur pob'i.-ad* alguma accusacio seria contra
mim eu a illidirei, depois que obrigar o meu ag-
gressor a deaecr a viseir.
Com a publcscio dt'atas liabas, Srs. redactores,
multo obrigarao m si-u amigo sincero.
Francisco Cockla Teixeira de Araujo e Silva-
neiro
Calillo Oin ffe Janeiro
^ RUa DA PRINEZA ISABEL* 4
Sob a dr3:cjXo do hachare! LildB dir
L-5,0 o do professor JtsT^T
Cameiro Le.lo
Adiuitteai-so alunaos internos, meio
interno e externos.
Methodo prntieo
Os alumnos receberao durante todo o
curso. doc33b de phisisa, cbiraica, historia
natural, agricultura, auatoruia, phyaiolo-
gia, hygiene, etc., desenho e msica. Na
aula primaria o numero dos professores
ser proporcional ao dos alumnos.
Advocada
i
Frogra.nma
Da fcsa de Manto Amaro das
Salinas
A actual mesa rege-Jora da irmandado de San-
t Amaro das Salinas, resolveu celebrar a festa
de seo pidroeiro, o Milagroso Santo Amaro, este
auno, pelo modo siguite :
ro dia 3 J) corront-, pelas 6 1/2 hiras da tar-
de, ser a bandeira conduzida da easa da Esma.
juiza para o mistar S a-'onipanhada das Exmas.
senhoraa, e meninas, que se dignarem compare-
car, e ao som d i msica militar do 2o bataihio,
subindn n ar diversos baloes e fogaeies.
Fiud.i o cto da bandeira, em a-guida entrar
o acto na cr^ja o triduo, que ter lugar todas as
noites s 7 horas, aompanhado pela glande or-
chestra dirigida pelo irmao e talentoso professor
Lydio do liveira, tocando todas as noites a mes-
ma msica miiitr.r.
Domingo 6, m romper d* Aurora, urna salva
rea! de atinuucia* aos devotos do Milagroso San-
to, o da da sua fos'a.
. A's 8 b:raa ia i. a ha calibrar sa-ha urna mis-
as rezada para es devotos quo nao puderem assis-
tir a festa,
A's 11 horas entrar a f.eta, presidiado o Eim.
vigario Augusto, oecupando n tribuna sagrada o
fr-#,.bera apreciado pregador, R>.-vm. com'go
Antonia Eosttquioj'e. agrs^Ochestra composta
dos melhori s professores dirigida pelo irmio pro-
tessor Lydio de liveira.
Fiada a festa subir ao ar um cxplendido ba-
*. t!.*.____


lio feito'a caprieh p-r um devoto, e grande nu
mero de girndolas de foguetes, e a msica mili-
tar execotar o seu repertorio.
A' Urde eur.o outros dvertimentoa haver ca-
va.hadas, sendo corredores oa primeiro3 cavallei-
ros conhecidos Deste divertim-*nto, tocando no co
r' a banda de msica do 2 batalho.
Ais este, entrar o acto religioso, a 1 .dainha
solame, oecupando a tribuna sagrada o cloqua-
te pregador lt-vui. Pr. Augusto da Imaculada
Co'iceico Alv s, fiuJo o acto, cora a mesma so-
lemnidade ser 'Triado o estandarte do Milagro-
so Santa e conducido para a cusa da uiva Exma.
juiza, dando assim por coucluiJjs os actos reli-
gioaos.
Em seguida qoeimarse-h i o grande fogode
vista, compoato de p'518 novas, pel: priu>eira
vez apresentadas ao publico, foito.a capricho pe o
bem eouhecido artista l'\ 1. Btptista.
O interior da igr-ja o o largo estarlo elegan-
temente armados e rmbaudeirados.
Mediante ama esportula far se-ha a distribui-
da; da cffigis do Milagroso tanto Amaro.
<> escrivo,
II. D. da Silva.
O bacharel Jos Vicente Meira de Vascoacellos
continua no exercicio de sua profisso de advoga-
do e tem sea escriptorio na Prnca de Pedro II ( u-
tr'ora Pateo do CoIlegiO' n. 6, Io andar, onde pode
ser encontrado das 10 boraa da maob s 3 e meia
horas da tarde.
Fora destashoras pode ser procurado na casa de
sua residencia no Parnamerim.
Telephone (ao escriptorio) n. 356.
Poo da Pane lia
ContinuagSo do prograrama da tradiccio-
nal fosta de Nossa Senhora da Saude.
Tendo decorrido as novenas com a maior
concurrencia e olemnida'io possivel devi
do sos esforc/is daquelles qu9 se compena-
trara pelo engran lecimonto do cuito reli-
gioso ; no dia 2 de Fcvereiro ao alvorecer
diversas gyrandolas de bombas ao som da
msica marcial saudar ao festivo din.
As 8 horas da manba celebrarse ba a
missa uostumada, e pelas 10 1|2 horas en
trar a festa, sendo enoarregado da or
chestra, o talentoso professor Jos Tava-
res de Medeiros, executande a missa ita-
liana do znaestro Canalho Cerruti, orando
no Evangclho o distincto pregador Revdm.
Dr. Ananias, e finalisando o acto com urna
salva de 21 tiros.
A tarde entre outros uivertimentos eshi-
bidos tocar no coreto a banda de msica
do 14 batalho diversas e eseolhida3 pe-
seu repertorio, soltando so diversos
e as 6 horas urna salva real de 21
Aviso aos professores
Em 1859. quan io en curaava o primetro anno
da Facaldads de Direito, requer e obtive lieence
para leccionar as materias do ensino secundario
Hab at 1863, quaudo recebi o grao de bacha-
rel formado em direito, exerci essa eapinhosa pro-
fisso e entreguei anualmente os mappas dos
meus alumnos directora da In8truc9ao Publica
dessa provincia. Em 1864 nao exerci mais as tunc-
SoVs de professor particular porque oufr vida
na i metrs espinhosa cu. abracara ; em 1865 re i -
rei-me de Pornsmbuco par* a guerra do Para-
guay, na qualidade de eapellao voluntssio; d'a-
li voltei para esta corte, onde tenho residido at a
presente data. Nunca mais exerci o professorad >
em parte alguma, excepto no imparial collf gio Pe
dro II (nesta corte) por noniea.ao do Ministerio
do Imperio.
Pois bem. Depois de 22 annos de ausencia da
miaha provincia, fui assaltaio no dia 13 do cor-
rente mez por um meiriobo armado de urna pre-
catoria vinda de Peraambuco a requenmeato do
director da Instruccao Publica dessa provincia, de
19 de Marco de 1866 para pagar a multa de 201
tm que incorrera por nao ttr apretentado o map-
pas dos meus alum.ios em rirtude do art. 100 da
lei n. 369 de 14 de Maio de 1855 !...
O procurador fiscal da Thesouraria Provincial
requereu a ixeeucao da multa de 24 de Abril dos-
s* anno; foi passada precatoria para procurar-me
(talvez em lugar ioeerto) e se me executar, em 5
de Marco de 1869; essa preca".oria teva ecum-
pra-ae do juiz em 9 de Julho de 1880, e eu fui in-
timado p-'!o meirinho em 13 de Janeiro de 1887
para pagar o queuo devia!!!
E note-ae que desde 1867 eu resido nesta corte,
onde tenho excicido funecoes publicas e cargos
bem distinctos, que me ten toruado bastaste co-
nbecido ; porm s agora toi que souberam que
ha 13 annos sou vigario da fregueiit mais impcr-
taut', onde devi ser assaltado pela precatoria
enviada pela miuha provincia....
E, para evitar novos v< xames, logo no dia 14
paguei a seguinte bagatella :
Multa imposta pela directora do Instme-
co Puolica de Pernambuco em 1866 20^000
De custas, ao juia 320<)
dem so escrivao 4500
dem fuzenda provincial 1^900
Ao ofiicial de jostica 500
Sellos, ao Tbesouro Nacional 116'JO
Custas do cartoro 3 500
Depois de m longo* triste inverna ehega o ve-
rilo, que vaio tarde, mas abrazador. Apparece a
sie, t queremos beber, 6<5 pedimos gelo ; o ap-
petite deaapparecuu, a carne repugna, as diges-
loes nao se taz^m, as forcas vao-se.
Em ttrs ecadicos preersn reagir contra essas
influencias exterioras qno dos debilitara e nos
eur-rvam; preciso comer.
A lampada precita dj aieite, a machina de com-
bustivel; do mesmo nodo o estomago carece do
alimento.
Se rjio ha appetite, te o cstom igo tu do repugna,
reorra se seu demora s Peptooas, que sao ali-
mentos j digeridos e rednsidos a um volame ex-
cessivamente p-queno. Uita ou duaa colheres de
Conserva de peatn* de Cbapoteant tomadas pela
manh ; um oa dous pequeo, clices de Vinho d;
peptoo sobresnasa, equivalem a um bam peaco
de carne ; o estomago absorve imoiediatamente e
sem o menor tcabalho; recupera sums funeces ;
o appetite volta, as digestor tornam-se regulares,
e, ao mCEDii tempo, reapparecem a aclividade, as
torcas e a aaude.
S. R. J
Sociedade Recreativa Jovenlnde
Seasio Magna c saro bimestral em 6 de
Fcvereiro
Scieatificase quj & seasSo principiar as 7 ho
ras da nolte, e que io terminar esta, ter logar o
sarao.
Secretaria da Soiiedade Recreativa Juveutade,
1- de Fcvereiro de 1887.
Jos de Medices,
2" secretario
EDITAES
Somm*
E que tal a brincadeira ?
Como silo administradas
paiz!
35*203
as cousas do aosso
Errata
.
s>
N i relacio dos concerfos da companhia Recite
r.iin-ige, publicada no 1- de Fevereir i (hootem)
deu-se am erro, que nos aprestamos a corrigil-o.
No tex o em lagar de Outnbro prximo fiado
leia-se Dezepibro prximo findo.
.i- tie nos Jornaet ae Pelotan (5)
No'kc.v iiJuvE cobagkx Urna pesssa muito
conceituada, moradora eso Bag (Rio Grande do
Sul i. achou-se gravemente doente do peito.
Foi chamado para a tratar o iliustre Dr. Pea-
na, e mais tarde tambera o iliustre Dr Albano.
O doente cada vez tic.iva peior ; a molestia,
sombando d> tratameat) medico, segi'ia sen fu-
nesto curso.
Caa pessoa da familia, tendo confianca no
Peitoral de Carabai-, deacoberta do Sr. Alva-
res de S. Soarcs, de Pelota, lembrou ao medico a
sua opplicacio
Este, porm, que (alvex nao coabegesse p -r ex-
periencia propria oa iffeitos de tao soberauo reme-
dio, recusou-sc a rcceital-o, conti.iiundo com cu-
tras applieacoas.
Vendo-se que o do-nte nada aproveitava e que
a morte era inevitavel, mandn te, em seguida,
comprar um vidro do dito peitoral no estabeleci-
mento do honrado commer?ianto desta cidade, Sr.
Domingos Dame, que sempre o tem legitimo :i
venda.
O doent-1 principiou u tom*r o novo remedio e
a me horar, e no fitn de aigum temps acbava-se
completamente restabelecdo.
A*unoa hoave coragem de declarar ao iliustre
me ico, que a cura realizada foi devida nica-
mente ao popular remedioPeitoral de Cam-
bar, do Sr. Alvares de 8. Soares.
Um Baqrense.
A caspa e outros males
300
que i.l'gem o crneo, inevitavelmente iettr-m a
vitalidade dos cabellos. O remedio soberano ce-
tra estes flagellos o 'lomeo Oriental, o qnal, co-
mo por encanto, promptaroente oa fas desappa-
recer. Porm isto ainda nao tudc, vigorisa o d
too) a cutcula por tal forma, que nao possivel
poder-se reproiuzr, a uao ser que o seu uso seja
continuado.
A traospiracao ob=truida cantada pelo eatorpe-
cimento da membrana exterior, a origemde mu-
tas das affeci.oea e eofermidadea dos cabellos, e
este entorpecimento nao pode existir, qoando os
vasos superficiaes recebem sua maior fecandidade
mediante a poderosa acelo a auxilio deste raro
vigoradar vegetal.
Acha-se venda em todas as botica* i loias de
perfumaras
Agentes em Pernamboeo, Uenry Foeter C,
ra do Commercio n. 9.
Pianista
^nara reunioes familiares,
tf
jas do
balSos,
tiros.
As 7 horas cantar so-ha o Te-Deum de-
nominado Rio de Janeiro do maestro
Aguiar, oecupando a tribuna sagrada o
bem conhecido pregador commendador Ma-
noal Moreira da Gama, seguindo se ap
esto acto, e com a mesma solemnidade se-
r arreiado o estandarte que conduzido
para a igreja se far a entrega a nova
juiza eleita qu.- com o melhor boa vonta-
de aceita o cargo.
O grande fogo de vista preparado a ca-
pricho, queimar-so-ha no mesmo dia dan
do assim por concluido os festejos pa
droeira da freguezia.
A ducor:cBo do templo, d '.ve-so a sua
elegancia ao artista Jos Castor de Araujo
e Souza.
O encarragado de todo o fogo consum
do o pyrotueohnico Joao Hyppolito Fer
reir Costa.
Acha-se a distribuido mediante urna es
portula a efugio da Senhora da saude para
os romeiros quo desejarem.
O pateo e exterior da igreja estar ele-
gantemente enfeitado, e a noite profusa-
mente Ilumina io, devido ao interesse e
capricho da commisso da noite anteceden-
te que nada poupar para sobresahir den-
tre as dentis noites.
Finalmente a mesa actual confessa-se
reconheciua a todas as" pessoas que gene-
rosamente conrorreram com seus obulos
para o realce da testa, inclusive! a compa-
nhia da va-terrea do Caxang representa-
sen gerente,
da Panella, 29 de Janeiro de
Em 1865 retirei-me dessa provincia ao som das
msicas, da fo^netaria, dos repiques de sino e ou-
tras manitejtaces publicas para prestar patria
o mais nobre servico que poda prestar, que era o
sacrificio do sangue ; e em 1866 era multado por-
que nao apreeentava mappas de alumnos Mas,
que alumnos ? S ss fossem os notaos compatrio-
tas que morriam em meus bracoa victimas da ty-
rannia inimiga.
E note-so que eu marche com um batalho de
voluntarioa da patria, e a minha partida foi r-
bida de t.Jus ; in-n-.s o director da iostrueclo pu-
blica e o procurador fiscal da fazenda provincial.
Acaufelem-so os professores para que nao ve-
libara a ser tambem victimas do art. 100 da id-
strucQao dessa provincia 22 annoa depois de ter
dcixado o exercicio densa profissao.
Nesta data officiei ao Sr. director actoal da io-
Struccao pablica dessa provincia pedindo-Ihe que
mande eliminar o meu nome do quadro dos pro-
fessores, afim de oao ser oovamence vexado pelo
mesmo ou idntico motivo.
Rio de Janeiro, 19 de Janeiro de 1887.
Moasenhor, Ai. da C- Honorato.
Dr. Mi Lete
Medico, pnriciro e operador
Residencia ra Bardo da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manb s 2 da
tarde.
Atiende para es chamados a qualquer hora
telcphoue n. 449.
da pelo
Poco
1887.
O escrivSo,
Candido Ferreira.
E mu sao de Lanman
& Kemp
A Emulsao de oleo de fgado de baca-
Iho com os hipophosphitos de cal, soda e
potaBsa, preparada pela acreditada casa
de Lanman & Kemp de Nova Yoik,
melhor, a mais perfeita, e a mais efficaz e
gradavel que ai agora se tem eflorecido
ao publico.
E' um regenerador poderoso das consti-
tuigfas debis um remedio certo para
t)das as affec;5es do paito, da garganta e
dos pulmBes.
Use se t a Emulsao de Lanman dt
Kemp nao confundindo-a com as outras.
Vndese em todas as drogaras e pliar-
macias.
^jlista
Dr. Ferrara da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
Collegto de Nossa Senhora da
Ponha
RA DA AURORA N. 19
As aulas deste instituto comecarao a 7 de Ja-
neiro.
A directora,
Augutla Carneiro.
\
/
Poda ser procurado a qoal-
qaer hora

Ra da Penha n.
t andar
33,
MEDICO HOMEOPATHA
) Dr. Ballhazar da Silveira
*
Especialidadesfebres, molestias das
crianzas, dos oegita respiratorio
senhora s.
Presta-so a qualquer chamado par
or* da capital.
AVISO
Todos <-g chamadas devem ser diriga
dos & pharmacia do Dr. Sabino, ra do
Bario da Victoria n. 43, onde sa indicar
sua residencia.
Leonor Porto
Hua do Imperador n 45
Prmeiro andar
Contina a executar os mais ditficeia
figurines recebidos de Londres, Paria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeiciiode costura, em bre-
vidade, modicidade em precos e fino
agosto.
Aviso
X 8. Na fisica pulmonar a potencia
da Emulsao Scott como remedio mar
vilhosa. Restaura o sangue ao seu esta-
do normal. SauA as inflamma^oes de gar
ganta e dos pulmScs. Calma a tosse e a
rouquidao. D cor s faces o aumenta a
carne e as torcas.
i
i
Silveira
38-Rua do Imperador-38
Prlmelor andar
}{

Oculista
Dr. Barreto Sumpaio, medico ocu-
lta, ex-chefe de clnica do Dr. de
VVecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no 1.* andar da casa
n. 51 raa do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Scte de Setembro o.
34. Entrada pela ra da Saudade a. 95.
Consultorio medico-
cirurgico
O Dt Castro Jess, contando mait de 12 anno
de escrupulosa observaeao, reabre consultorio nta-
ta dsde. ra do Bom Josas (antiga da ru
m. 23, 1. aodar.
Horas de eonsnllas
De dia : das 11 s 3 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
Mas demais horas da noite ser encontrado ce
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tio esquerda, alm 1? por cao de Di. Cosme.
O padre Manoel da Costa Honorato, residente
ha 22 anaos fra da provincia de Peraambuco,
julga nada dever pessoa alguma.
Porm, si alguem se julgar seu credor aprsente
suas contas legasadas ao sea procurador, o Sr.
JosNogneira de Scuza, no praao de um "mez a
Ij o iitar da presente data, afim de screm pagas pelo
'mesmo senhor.
E depois deesa data nao se attender mais
pessoa alguma.
Kecifo, 28 de Janeiro de 1887.
elidid medico-elrurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhoraa e
enancas.
Residencia Ra da Imperutris n.J4. segundo
andar.
Dr. Joao Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoraa e-
de ensacas, com pratica as principacs materni-
dades e hospitaes de Pars e de Vienna d'Anstra,
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
coocernentes as suas especialidades.
Cousultorio e residencia na ra do Bario da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horar ds tarde.
Telephone n. 467.
O administrador do Coosulado Provincial
dando cumprimento a portara expedida pelo lllm,
Sr. Dr inspector do Thesouro em 19 do correte,
faz pnblico a quein ioteressar posea, que,ni espa
co dt trinta dias uteis contado da data do pre-
teace edital, ser effectuada por esta repartico a
cobranca, livre de multa, das annuidades e mais
serncos da Reeife Drainage C impany relativa ao
1- eemeatre do exercicio de 1886-1887, conforme
a rW ic3o infra.
Consulado Provincial de Peraambuco, 22 de Ja-
neiro de 1887.
Relacio a que se refero o edita! supra
Freguezia do Recfe
Pas : Marques de Olioda, Bora-Jesus, Alva-
res Cabral, C'onmeroio, Bispo Sardinh, Torres,
Thom de Souzi, D. Mari* de Souza, Vigario Te-
norio, Barretj de Menezes, Mariz e Barros, Bur
pos, Amorim. Moeda, Tuyuty, Companbia Per-
osmbucana, Madre de Deus, Domingos Jos Mar-
tina, Mascases, R"3tauraco, D. Mara Cesar,
Viseonde de Itaparica, Pharol, Areial, S. Jorge,
Vital de Oliveira, Guararapes e Bario do Trua-
pho
Piscas : Aascmbla, Chaco e Pedro II.
Travessaa : Vigario, Madre de Deus, Campclio,
Domingos Jos Martins, para o Corpo-anto, anti-
ea do Porto, Bom-Jeaua, Areial, pa'a a Pundie-
cSo, Aeoideote, Guararapes e praca de Pedro I.
Beccos : Abreu, Noronha, Larga, Pindoba, Ta-
pado e Puschoal.
Largos : Altaudeg.i. Corpo-Santo e Asaem-
bla.
Caes : Companhia, Brum e Apollo.
Fi*giiezia de Santo-Antonio
Ras: Imperador, 1- do Marco, Duque de Ca-
xias, Cabg, Barao da Victoria, Trincheiras,
Larangeiraa, Larga do Rosario, Estroita do Ro-
sario, S. Francisco, Joao do R.'go, liba do Car-
valho, Roda, Patos, Calabouco Volho, Santo Arra-
ro, Mutnias da Albuquerque, Paz, Paulino Cam; -
ra, Fogo, Livramcnro. Penha, Viseonde de Inhau-
ms, Pedro fTonso, Nova di Praia.Marcilio Dias,
Viracili, Lomas Valentinas, Cor.ncl 8uassuna,
Santa Thereza, 24 de Maio, Palma, Marques do
Elerval e Cidi-ia-Nova.
Campj : Princesa.
Largos: Paraiso, Carme, Penha, S. Pedne
Praceta.
Traveseas: Queimado, Cruzes, Mrquez do Ru-
cife, Bella, Quarteis, Calabcuce, lixpostos, Matriz,
Flores, Cano, Bomba, Livramcnto, Arsenal, 1" da
Praia, 2 dita, Circereiro, S. Pedro, Viacao, I bato, becco do Falcao, Pocinho e Coucoidia.
Btccoa: a ra Bella, Calabouco, Martyrios, l*
da Cambia, 2- dito, 3- dito, Falco, l-e2- da
Cadoia-Nova.
Ca-s : 22 de Novembro.
Praya : Pedro 11.
Freginzia de S Jos
Ras : MarcBio Dias, Lomas Valentina, Coro-
nel Sua83uoa, S. Joao, Palma, Mrquez do Her-
val, 24 de Maio, Diaa Cardozo, Passo da Patria,
Padre Njbr ga, Victoria. Cadea Nova, Vital de
Negreiros, Fre Hearique, Diquo, Assumpco,
Domiogos Theotouio, padre Floiiano, Christovao
Colombo, Jardim, Fortes, Antonio Hearique, Nj-
gueira, Santa Cecilia, Santa Rita, Nova de Santa
Bita, Praia de Santa Rita, S Jos, Pescadores,
praia do Forte, Ypiranga, Imperial e Luiz de
Mendonca.
Traveseas : Martyrios, Ramos, Pocinho, Cal-
dereiro, Gaz, Forte, I rata, Serigado, Copiares,
Nova de Santa Rita, S. Jos, praia do Forte,
Peixote, Liuvi e matriz de S. Joa.
Beccos : Palma, Caldereiro, Gaz, Asaumpcao e
travessa de Sonta Bita.
Lirgos : Forte e Mercado.
. Fregnezia da Boa-Vista
Roas : luip ratnz, Coiceico, Tambi, Viseon-
de /la Albuquerque, Aurora, Capibaribe, Ponte
Velha, Conde da Boa-Vista, Riachuello, Uuiao,
Saudade, Seta de Setembro, Hospicio, CamarSo,
Rosario, Gervasio Pires, Atalbo, Socego, Prioc
pe, Santa Cruz, S. Goncnlo, Coellios, hospital Pe-
dro II, Geueral Sor^, Coronel Lameoba, Alegra,
Lelo Coroado, B .rio de S. Borja, S.leJ.de, Vis-
conde de Goyanna, Attracclo e Viseonde de Pe-
lotas.
Travessss : Gervasi. Pires, Coelhos, Atalho,
Barreiras, Veras, Quiabo, Jo Francisco, Man-
gueira, Campia o Palacio do Bispo,
Praeas : Conde d'Eu Santa Crus.
Largo : Campia.
Beccos : Coelhos e 8. Goncalo,
O administrador do Consulado Provincial em
cumprimeoto do que dispo a lei de orcamento em
vig faz pnblico a quem interesiar possa, que, no
espaco de 30 das ueis cantados de 1 de Feve-
reiro prximo viudouro ; dar-se-ha principio a co-
braoca, livre de multa, du imposto de repartidlo
coostaate da tabella infra aanexa citada Iri re-
lativamente ao 1 semestre do exercicio de 1886 a
1887.
Consulado Provincial de Pernambuco 2 i de Ja-
neiro de 1887.
Francisco Amyntas de Carvalho Moura.
Tabella a que ae refere o edital supra
Parte 1
1 Casas de comusaoea de consignadora e de
commistt-s e csnsignacSes.
2 Ditas ou deposites de vender em grosso carvSo
de pedra em trra ou sobre agua.
Parte 2
L jas de vender joias somonte, ou joas e re-
logins.
Ditas de vender relo^ios somente.
Casas de vender pianos e instrumentos musi-
caes.
Parte 3
6 Fabrica de rap' Mearon.
7 Ditas de sabio inclusive a que acba-se na fre-
guezia de Ab'gados
8 Ditas de cervej, vinagre, viohos, genebra, li-
cores e limonadas gazotas.
9 Ditas de Gaz.
10 Ditas agencias e deposites de rap.
Parle 4-
11 Empresas anonymes ou agencias destas.
12 Companhia de Beberibe.
13 Bancos, agencias filiaes c representantes
mesmos a casas baacarias.
14 Compaahtas, agencias ou casas de seguro
qualquer pessoa quo no carcter de agente
de companhi*s de seguro fizer contracto desta
natureza ou promovel-os, com excepcao des
que tem sede uesta provincia o contractarem
o servico especial do artigo 13 desta lei.
16 Armazens alfaode'gadoa, e depsitos ou de re-
ceber.
dos
ou
16 Cazas de jago de buhar.
Licor deporaliYo vegetal iodi^
DO
Medico Quintella
Este notabissimo depurante que vem precedi-
do de tio grande fama infallivel na cura de todas
as doeneas sypbiliticas, scrofulosas. rheumatica
e de pelle, como tumores, ulceras, dores rheumati-
eas, osteocopas e nevralgicas, bleuaorrhagias agu-
das e ebronicas, cancros syphiliticos, iaflamma
cSes viaceraes, d'oihos, ouvidos, garganta, intes
tinos, etc., em todas as molestias de pello, simples
oa diathericos, assim como na alopecia ou qaoda
do cabello, e as doeticas determinadas por satu
racio mercurial. Dao-se gratis folhetos onde t
eocentram numerosas experiencias feitascomi
especifico noa hospitaes pblicos e mu i toa i.
dos de mdicos e documautot particulares,
peaconto para revender.
Deposito em casa de Faria Sobriahs A C.
Raa do Marques de Olinda n. 4.
DEGLARAGOES
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos e
Libcraes
Thesouro Provincial
De ordem do lllm. Sr. inspector desta repart-
cao, fa;o publico que no dia 3 io correte mes,
pagam-se as repartieoes de secretaria da assem
b'a. gymrntio e escola normal, relativamente aos
veneimeiitos do mi-z de Dezemoro prximo pas-
eado.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, em 1 de Fevereiro de 1887.
O escrivio da despesa,
Sil vino A. Rodrigues.
Malas terrestres
^0 administrador taz pnblico quo d'ora em dian
te a expedifao de malas para a agencia de Jatob
de Tacarat. aera feita de quatro em quatro diar,
pea linha de Tacarat, 4, 12, 1S, 20, 24 o 28
de cada me, e nio mais pela de Petroliaa, que
d cinco em cinco das
Crrelo de Peroambucj, 1 de Fevereiro de
1*87.
AfT.nsi do Reg Barros.
Corrcio de Peraam
buco
Administracao dos Correios do Pemambuco, 31
de Janeiro de 1887.
Relacio da correspondencia registrada (sem valor)
quo existe nesla reparticio por uao terem sido
encontrados acua destinatarios :
A. Lomos.
Aoastacia Mara da Ceaceicao.
Augusto Alves Tiuses.
Alfredo Fernandes Dias.
Alcxandre Francisco da Silva
AgripinoT. C Braneo.i
Antonio Ferreira de Parias.
Antonio Lins Barreto.
Antonio Pereira Gomej.
Ant ni i Pinto do Reg Freitas.
Antonio de Queiroz.
Antonio Ramos de Azev.edo Jnior.
Antonio da Silva Braga.
Belisario Franciso Gouveia.
Benicio N. S. Cunh* Mello.
Basilio de T. de Sant'Anna.
Ceciiia Anielis Pereira Borges.
Cornelio Evangelista de Qaeiros.
Carolina Alaria do Bomfim (2).
Cesara Nobre de Gusmiio.
Candida Wanderley "de Mello,
Douvizy.
Dimas Francisco da Silva Braga.
Deodato Teixeira de Mell >.
Eugenio Goncalvcs Nett.
Eduardo Heurique Guel.
Eduardo dos Res Oraco.
Eugenio do Re^o Barros.
Feraando Moura.
Felii Francisco de Souza Magalhaes.
Francisco Antonio Vianna.
Frcderso R. da Costa.
Francisco de Araujo Vasconcellos (2).
Gabriel Henriqnes de Arauj.
Gongnlo Jos Rodrgu33.
Henriqu: Guilhcrme Coelho.
Isabel .Marques Birbosa.
Ignacia Ribeiro Guimaries.
Julio Cesar Pinto do liveira.
Jo vi no Ferreira Fontes.
Joio de Azevedo Soares Jnior (2)
Joio Coelho Moreira.
Jcio, italiano.
Joao Jos de Araujo (2).
Joio Moraes.
Joio da Motta (2).
Joio dos Prazeres (2).
Joio da Silva Vida-Nova.
Joaquiui A. dosS. F.
Joaqutm Andr Limao.
Joaquim Jos Guimaries de Campos.
Joaquiro Pedro d Rocha Pereira.
Jos Antonio Barbosa.
Jos Domingues de Ouveira.
Jote Elias de liveira.
Jos Francisco Das Ferreira-
Jos Garez dos Santos,
los Gomes da Silva Santos.
JosOetaviano de liveira Mello.
Joao Alves da Silva.
Luiz ie Arru la Franca.
Luiz (-iencalve i de Lacerda.
Luiz Urbano da Cuaba A.
Mara Francisca da Conceicio.
Maa Francisca Taveira.
Marques de Carvalho.
Manoel de Medeiros e Silva.
Mara da Nati vi.i de Gomes da Silva.
Mana Rosa da Assumpcio.
Mari i The.-e.-,a de Jess.
Mara Magdalena S. Corrcia.
Marn Victoria de Asevedo Varejio.
Misaet Augusto de Almeida.
Minervino Avedno Piusa Lima.
Magalbies.
Miguel Arcbanjo de Barros.
Maximiano Jos Duarte.
Miguel Aecioli Wanderley.
Manoel Alves Rocha.
Manoel Joaquim Moreira Jnior.
Manoel Jcs Moreno.
Manoel Mondes da Silva-
Manuel R -.ynuu Jo V. Cruz.
Manoel Rodrigues Leite.
Paulo Alpiniano G. de Miranda.
Pompilio de Castro Lima e Almeida.
Raymunda Mara Joaquina.
Redactor da Gaseta de Naticius > do Reeife.
Silveria Mara de Araujo Lima.
Sebastiao Antonio Vidal (2).
Thomaz de Figaeiredo (2).
Tbyrso Jos Mario de Souzs.
Tbeodoro Pires de Souza.
Loigi Persich.
Victorina Mara da Coneeicio.
Joao Jos Silveira.
O 1 officia),
Deodato Pinto dos Saotos.



Gabinete Portuguez de
Leitura
Asseuibla geral
De ordem do Exm. Sr. presidente do oonselho
deliberativo, convida os seahores socios do Gabi-
nete Portugus de Leitura a reuoirem-ae na sede
social, domingo 6 do correte, s 11 horas da mi-
nha, em asseinbla geral, afim de ser lido o pare-
cer da oommissio de exame de contas, discussio
do relatorio da directora e eleicio da directora e
conselho para admiaistracio do corrate anno'
conf.rme determina o art. 43 e scus dos nossoa
estatutos.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leitura
em Pernambuco, 1 de Fevererode 1887.
Jos da Silva Rodrigues,
1- secretario.
Irmanflafle flas Almas fia Eiife
Esta irmandade quyendo concertar o orgao da
msrtriz do Corpo Santo, convida aos professioaaes
* examinaren) ditj orgao e apresenrarem seas str-
camonto8 por quanfo lasna dito coneeitc.
Reeife, 29 de Ja ,eiro de 1887.
escrivio.
_,_____ Mignel Soares Moreira de Araujo.
Primeira praf?a
De ordem do lllm. Sr. Dr inspector, se faz pu-
blico que s 11 horas do dia 3 du mez de Feve-
reiru vindouro, seiio vendidos rm praca, no tra-
picha aifandegado Bario do Livrainento, 25 en-
gondadoa, marta SBA\l'. Cjutendo loaoa de po
de pedra u. 2, pesando liquido real 3,970 kio-.
grammas, vindos de Hsmburgo no brigue aliemio
Marie, entrado em 30 de Agosto do ooo pasta-
do, abandonados ao3 direitos por Souza Bast-.s
Amorim (J| C.
3* seceo da Alfandega de 'emambuco, 29 de
Janeiro de 18870 chef.-,
Cicero B. de Mello.
Gr/.Or:. so iris Ao Brasil-
Tendo se convr cado um eongresso para se tra-
tar de asaumpto de anima importancia e inme-
diato interesse para a tca?onari* p-rnambucana
o qunl se rcalisarA no dimiogo 8 de Ftvereiro s
11 horas da roar.ha, na sala doGr.-. Or.-.i
ra do Iinp rador, convido a todos os uiacous
activos e avalaos exiatentca no vallo de Pernam-
buco a compareceris, e com suas luzes concorre-
rem para se tomar a resolucio uiiis conveniente.
Reeife, 31 de Janeirode 1887.
Achiles. 38.-.
____________Gr. Secr. Ger. .
(u C E.
Club Commerelal Eutcrpe
Sar&o dansante
Devc realisi se a 5 deste mez. Ingresaos em
pod-T do Sr. thesunreiro. Haver bonds dep >is s a reo para Magdalena, Fernandes Vieira e Ale-
gados.
Secretaria do Clnb Cmu)ercial Euterpe, 1 de
Fevereiro de 1887.O 1 secretario,
F- J. Amorim.
Lotera da Colonia babel
A 12" serie da 24 parte das loteras em taver
dos ingenuos da Colonia Isabel, acha-se exposta
venda, cuja extraccio ser ni dia 3 de Fevereiro
_ Thesouraria das loteras para o fundo da eman-
cipacio e ingenuos da Colonia Isabel, 3 de Ja-
neiro de 1887.
O thesourero,
^______Francisco Goncalces Torres.
Obras publicas
De ordem do lllm. Sr. engenheiro eliefe, taco
publico que em virtude da autoraicao do Erm.
ir. presidente da provincia, no dia 7 de Fevereiio
prximo vindouro, receb -se na s.-creturia desta
reparticioKao meio dia, propostas cm cartas fe-
ehadas e competentemeute selladas, para a execu-
cio daa obras de reparos das pontea de Iguarast,
de Araripe de Baixo, na estrada do norte, e dos
Carva bes sobre o rio Joboatio, nsestrada do su!,
oreadas : a primeira em 1:6798.1>, a secunda na
de 2:695280, e a ultima 67:.'.
Osercamentos e muis conyo-.d dos contratos
acbam-se a disposicio dos seuhores prttcnteutea
para sercm examinador.
Secretaria da repartj^io das obras publicas de
Pernambuco, em 22 Janeiro de 18i7.
O secretario,
Joao Joaquim de S. Varejio
Club Concordia
Ausserordentlicha Hauplversammlung Samstag
den 5. Februir ab'nds 8 uhr. Tagcs.rdnung laut
circular.
_________________ Das direc'.orium.
Escola Normal
Matriculas
Por ordem do br. Dr. director, c cm observancia
da disposicio do art. 74 do regiment interno de
17 de Setfmbro de 1880, faz.se publico a quem-
interessar possa, que as matriculas deste curtb es-
tario abertas desde o dia 24 do crreme at 3 d-
Feverero prximo.
Os nquerimciitos para matricula no 1 anno do
curso devero ser instruidos com os documentoa
segu o tes:
1. Certidio de idade maior de 18 anaos para os
alumnas do sexo masculino e de 16 para os do fe-
minino.
Certificado ou ttulo de approvacio em ca-
me as escolas publicas de instrue(io prmsra.
3." Folha corrida ou certidio de aio haver eof-
frido condemnacio por algum doa crimes que po-
pen motivar ao profersor publico a perda da ca-
deira.
4." Attestado de mofalidade passado pelo paro-
cho ou autoridade, quer policial quer litteraria da
freguezia em que residir o peticionario.
Os matrieulandes que aau poderem exhibir titu-
lo legal de exame em c.-cola publica do ensioo pri-
mario, deverao ioscrever-se para ca rxsmes de ad-
missao, de que tratam os arts. ib a 77 do citado
regiment, o que comecario no dia 24 do corrente.
Para aa matriculas do 2" o 3" annos, basta que
as peticoes sejam documentadas com a certidio de
approvacio no exame do t.nno precedente; guar-
dada a r>8triccuo do art. 21 do j mencionaao re-
giment intrrn:.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
lO-te^Janeiro de 1887.O secretario,
A. A. Gama.

xane
Aviso ao Publico
Frsta do Pop
De ordem do nosso irmio director, convido a
todos os irmao3 que se acham nos gosos de scus
direitos a se reunir m em nosea sede na sexta-
feira 4 do corrente, polas 6 horas da tarde, afin
de ter lugar a nsseinbla geral do mez findo, visto
uo ttr reunido numero logar no dia determinado
pela lei, devendo eta funccion.r com o numero
quo comparecer.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mecbaaicos e Liberaos do Pernambuco, em 2 de
Fevereiro de 1*87.-0 2- seeretario,
Poterniano B.rroso.
De eonfoi midade com o art 15 dos estatutos
desta cumpanhia, a direccao vende vinte ajeoes
ds ns. 141 a 150, 166 a 170, 526 a 530, vagas
pelo laUcciuicnto doa respectivos accionistas.
Os pretendentec deverao enviar suas propostas
por interm dio de correctores geraes at ao meio
da de 7 de Fevereiro vindouro. Reeife, 29 de
Janeiro de 1887.
Lotera de 4'iO eolitos
*A grande lotera de 40( 0 coritos, em 3 sorteios,
fie transferida para o dia 14 de Maio vindouro,
impretcrivc'meut'-, nos termes do despacho do
Exm. Sr. presidente, de boje.
Thesouraria das Loteras para o fuudo de
ou nncpac3-i c mcenu s da Colonia Isabel, 14 de
Dozmbro de 18S6.
O thesoureiro,
Francisco GoncalvesTaires.
No dia 2 de Fevereiro prximo oa treas da ma-
nbi serio os da tabella ordinaria para da*.sai ti-
ncados, e tarde serio expedidos p-?\ taBela se
guinte.
IDA
Do Reeife ao Monteiro pela linha principal
1280, 1-0, t30, 20, 2-3", 30, 3 -30.
40, 4-30, 50, 530 e 100 at Dous Ir-
mioa.
Do Reeife ao Monteiro pela linha do Arraya!
6-0, 630, 730, 8-0, 8-30, 90 e 930,
Do Reeife a Varzea 12-40, 20, 330, 68,
630, 80 e 10-0.
Do Re c i fe a Dois Irmios pela linha do Arrayal
12-55.
Do Caldereiro a Dois Irmioa 225, 3 -25,
4_25, 525, 625, 825 e 10-23.
VOLT*
Do Monteiro ao Reeife pela Imita do Arrayal
1_40, 2-10, 2-40, 310, 340, 410, 4-40,
510 e 540.
Do Monteiro ao Recifu peta linha principal
630, 7-0, 730, 80, 8-30, 9C, 930.
10-0 e 1045.
Da Varzea ao Recite 1 -45 3-15,4 -45,615,
755 e 925.
De Dois Irmios ao Caldereiro 26, 35, 46,
5-5, 6-5 85 e 105.
Os Srs. passagei.-os do Ramal da Varzea bal-
d im no Entroncsmento auer na ida qo*r na val
ta menea os do trem de 1240 da Reeife.
N. B. A cenda doa biibetes.oos trens e limita-
da a cada seceao.
Os senbcre8 pasiageiros que quizerem sprove-
tsr os bilhetes de ida e volta p r precos mais mo-
rderades devem procuial-os as eetacaa.
* Os trena marcados com c presente signal *
significa ser xpresao na ida do Entronrsmento ao
Caldereiro e na volta da Cafa Foitc ao Eatronea-
mento.
Eaei'pto.-io da Comptnhia, 27 de JaBCro e
1887. s
H. W. StooemwerBird,
Gerente.
mfmm
nr

mu*



Diario de PeraambucoQuarta-fcira 2 de Ft vereiro de 1
v>0 I

',
A
9
' I
-I

Secretarla di
nimbar
presidencia de Per-
* de Janeiro de

2 scccao. ., .
De ordem di Erui. Sr. presidente da provinn
e em observancia da disposto no*rt. 167 do regu-
Umeotoannezo a decreto 9120 de "8 do Abril
de 188") fuco publico que ao provimento dos otn-
cios de tabellio escribo do jury, cxeeuc6e.cn-
minaes e annezos i- tenso do Taquaretinga, con-
correram no pr-s> lrg'l J B. ponardo Aoto
do do Espirito Sa-.ru Corto, Jos Victonaao de
Vasconcellos Pcreir* o Joi Barbosa de Sonta.
O secretario,
Pedro Francisco Corrcia de Oliveira.
"De ordei"do"l!lni. Sr. Dr. inspector
faca publico que no da 10 do cgrrenle
ir de novo pra?a, conforme ordenou o
Exm. Sr. presidente da provincia em 24
de Janeir> ultimo, o sorvico da illuraina-
gao publica de Igusrass, relativo ao se
meatre terminar ero Janho .prximo fu-
turo, servindo do baso o preso da 200 rs.
por la npeSo.
Secretaria la Thesouraria do Provincial,
1 d Fevereiro du 1887.
O se-jretario,
Affoiu de Albuquerque Mello
E cola formal de Pernambuco
IOB1BI Pin* 188
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O secretario,
A, A. Gama
Confiarla de S. CbriMplm e M. Curl-
plnlano. no convenio do Carmo do
t--- ordem do irmo provedor, convido seos ca
lissimoa iimaos confntdes ptra no da 2 de frve-
reiro c..mparcC'-rrm cm nosso consistorio, para-
mentados dn habites, para aesistirem a freta de
N. S. da Lu no wsmo convent-i, pelas 9 horas da
ronba e a nuite. U-cife, 28 de Janeiro de 1887.
* Elcy Mart.iano Lipes GalvS',
Secn tsrio.
EMPREZ4 DU Gil
^ Pede-se aos Senh>
res coDSummidores que
queirain fazer qualquer
comunicaoo ou recia-
maca),seja estafeila no
escriptorio desta empre-
sa na do mperador n
9, oi-de tambera se re-
^eber? qualquer conta
fin queipam pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
it jisa eoiuincrel.nl
COTA9OES OFFICIAES BA JOXTA DOS COB-
KECTOBK8
Ricife, 1 de Fevereiro de 1887
,'ambio sobre L^mdres. 9 d|V. 22 1(8 d. porjl,
p-.iticuUr.
(\ iiresident*s
Antouio L-unardo liodrigues.
1 s;cref;urio.
Eduardo Duneuz.
ovlmenlo banc-ario
HECirE, 1 DE FETERBIBO DE 1887
A' 3 1/2 horas d tabella de 22 sobre L)dre!2 estabelecendo a
iic 22 1/8, conforme a not* nbaizu :
Sibrc Lindres 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/8.
ti .re Pars 90 d/v 439 e a vista 433.
S/ii. II iruburgo 90 d/v 532 e 4 vista 538.
fiobr; i'rtugai 9U d/v 240 e vista 2i3.
Sjbte Italia A viola 438.
B^bre StW-Yoi k visu 3#290.
ercado de aanucar c alcoda
BECIFE, 1 DE FEVBBEIRO DB 1887
For&m pequeas as entradas d- auuear hofi.
Os precoe, pagos aos agricultores, n-nularam :
i :i. baizo, por 15 kilcs, de 1#:00 i 1*900.
F :i < regalar, por 15 kiloj, de 11 a 2f 100.
.a boa, por 15 kilo, de 2*100 a 21200.
'.'< superior, por 15 kilos, de 2*300 a 2*100.
Finos, por 15 kilos, de 2*500 a 21G00.
Uraoco turbina palverisado, par 15 kilos, de 2*200
a 2*300.
^^^_Uto ciystalisado, p r 15 kilo, a 2*100.
'-nc turbina Usina Pinto, p>r 15 kilos, a
.100.
^^HkT* turbina Usina Pinto, por 15 kilos, a
^00-
dte, por 15 kilos, de 1*500 a 1*600.
eaado puigado, por 15 kilos, a 1*200.
superior, por 15 kilos, a 1*300.
imc tjom, por 15 kilo, de 1*160 a 1*-^00.
..gol, por 15 kilos, de 1*060 a 1*100.
Jl uro eos rtame, por 15 kilos, a 1*000.
.mes, por lo k'los, de 800 ib. a 1*000.
I) veudedor obtem o onzinso cao mnimo das
.c;5es dos auucaru da 3.* baizo, 3. regular,
;;.' boa, 8 superior e finos, segundo o sortimento
Qisni* ao algodSo -estere o naciendo pouco e
Oj preef* foram de 6*300 uo,- 15 kilos para o
I rnimbuco e boas procedencias, em trra.
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Hanoel
Antonio da Silva Oli-
veins e guando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
lias Carvalho.
Durante a auzeucia
doabaixoassignado na
Europa todos o s recibos
Jcssa eiupreza deve-
ro ser passa dos em til-
loes carimbados 6 fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sejn tero valor algum.
George Windsor,
n
0 escriptorio d'esta
companhia a cha-se
tunecionando no largo
de Pedro II, n. 77, 1.
anda.
Imbumbese median-
te contrato <' a paga-
mento em prestares,
de construcfdcs e re-
construidos de pre-
dios, enjos projeetos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
No cscriptorio se cn-
contraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica a vapor
do Taqu.iry, tend! sem-
pre venda: tijolts
massos de al venara,
ditos para ladrilftos.
diversos formatos, te-
llias romanas, france
zas, de capote coicn-
caixe, de cintas; canos
c curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fun-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas c en-
comendas, no escripto-
rio central.
Tabella daa entracian de aunuear e
aiRodao
HEZ DE FEVBBEIRO
Houtem, 1, constou apenas a estrada de 1,093
saceos com assuear, sendo 86 pela farro via de Ca-
raai e i,012 em auimaes.
Nao houve entrada de algodo.
Fre lamentos)
1 DB F. VEBEIIIO
A barca mgleza Juuvp re, j Citan com rJes:ioo a Live po-J, um carregamentj
de algodito a 3/8 c 5 0/0, segu boje par* o por-
to de carregar.
A barca inglesa Fitry Cros. pira (arri-gar
tambero, no Cear com destino a Liverpool, uji
carregamento de cauros seceos salgados e algodio,
sendo os couros a 25/ e 5' /O e o algodo a 3/8 e
5 0/0.
O patacho dinimarquez Jchanne, para carregar
em Maca i com dcstiu.j um porto dn Reino Uni-
do uui earr< gamento de carolos de algodio a 34/
e O 0/0 o iiilo coico aoticiraram o Jornal do
Hecife e a Provincia de hoje que der.im, o primei-
ro a 3/6 e a segunda a 36/6
A barca norueguen^c Oyir. pra carregar neste
porto 900 toneladas do assucar cjm destino aos
Estados-Unidos, a 15/.
Importar
Vapor ni'ion'dl Jaguaribe, entrado d >s portos
do norte, ncfia 30 ilo corrente, e consignado
Coinpnnliia 1' r.:auibuj.n..". ; mauifeetou :
Algodo 320 saecas a I Tdtelmann & C, 288 a
Machado & P'rein, 215 u J As V. Alves Math-iu
6 C, 101 a H. Nuich & C, 36 a Cuuba, IrmSos
& C, 49 a Bosta Nigueim Jt C, 10 a Fernundes
Se irinios.
Barricas vazias 46 vj'umes a Percir Pinto
& C
Coui salgados seceos 125 a Borstelmann &
C., 34 n JoSo Victor Alvrg Matheus & C.
Entinas e chapeos 51 voiumes a Costa Lima
i C.
Gomma de mandioca 45 saceos a Rodrigues
Lima & U.
P.IIes 58 fardos a Abe Stcio & C.
Sebo 9 barucas a H. Xucb & C.
Sola 470meios a G^mes de M.ttOc Irmos, 409
a Fernandcs Irmao.
V'ap.r inglez i4njsoijen*e, entrado de New-York,
no dfa L de Fevereiro e cjnsigualo a Johnetoo
Pater & C. ; mauiftst m
Agoarsz 50 caizas a Francisco Manoel da Silva
a C.
Agua florida 50 caizas i orden).
Balancaa 1 caiza a Praucisco M. da Silva
-C.
Bombas 7 ci zas a Samad P. Jobnstca & C.
Banba 3 barris a Manoel Martint Ribeiro, 100
a Paiva Valentc 4 O, 100 urdea.
THEATRO
DE
VACIEDADES
Ljrica de operetas, italiana
Dirigid;! pelo distiocto actor cmico
CU Filala
Sexta-feira, \ do correle
Espetan extarpio
Beneficio da artista
ADELE NAGHEL
Com a opereta em 3 actos e 4 quadros
Os Sillos de Corneville
Toma paite tola a companhia.
Em um dos intermedios sera cantada pela BE -
NEFICIADA a Banrarol'.a da opsra Sal valor
BOsa do insigne
CARLOS GOMES
O theatro achar-se-ha ornado interna e exter-
namente, queimando se nos intcrvallos fogos de
Bengala.
Tocar tambem :os i.itervallos a msica de po
licia.
Trena para apipucoii.
Buida pu-a Magdalen-t, Fernaadea Vieira e
Atogados.
A BENSFICIADA pede e espere .a proteico
Jo generoso publico pernambucano.
Comecar s 8 1/4.
(OIHA^UI\ Dt NE61IRON
XOBTHERX
de liOndroM e Aberdeeu
PoNtce flnaneclra (Oezembro 1885)
Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos aceumulados 3.134,348
Ueceila animal i
D premios contra fogo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juro 132,000
O AGENTE,
John B- Boxwell
BA COUH&UDOCIO X. lAIVDn
sLosdoa acd Brasillan Ha
Umited
liua do Commerm n. 32
b'acca por todos os vapores sobre as ca
as do mesmo banco em Portugal, sendo
>n Lisboa, ni* do3 Ciplstas n 75 No
Porto, ra dos Inglezea.
(JOMPANHIA ^^S M P E RIA I
*2-:;i'ROS con-tra Por;o
EST: 1803 -
Edificios e mercailoria*
Taxeu laucas
Prompto pagamento de prrjttixo*
CAPITAL
lis- 16,000:000*006
Agentes
BROWNS 4 C.
N. 'Riui do CemmercioN. 5
IS
Conipaiiliia de Seguros
martimos e terrestres^
Ktabeic!.da em 11*5
CAPITAL 1,000:0^
SINISTROS pagos
li 3 1 de dezembro de 1884
Marliioos..... 3,0:000$000
rerrestres,.. 3I6:000$000
44-Hua do 'ommerelo
contra mm
fhe Liverpool k London k Glob
INSURANCE C01HPAIW
Cha 4 caizas a J. F. da Costa.
Chapeo* 1 caiza a H. Stolzcnbaek C.
Caizas vasias 5 voiumes a Francisco Manoel
da Silva & C
Caiidiciros 3 caizas a Vionna Castro ce C.
Drogas 100 v. luim-s a Fai inba Sobrinho & C.
48 a Francisco Manoel da' Silva & C.
Fcrragens 3 voiumes a Res & Santos, 3 a Fer-
reira Guimares & C.
Farinha de trigo 75 barricas aoa consignata-
rios, 500 a ordem, 700 a Machado Lope* 6r C,
600 a Lopes Irmo & C.
Graza 2 caizas ordem, 2 barricas a Gnimaraea
Rocha A C.
KiMicne 1,000 caizas ordem, 50 a Paiva Va-
leute & C
Livrod l cisi a G. St'la.-imaik & C.
Maiscna 10U caizas a Paiva Valeute c C.
Machinas para descarocar algodo i caizss a
Res & Santos, 12 a Ferreira Guimares f C.
Papel 1 caiza a Foaseca Irmioa & C.
- Remos 66 e 4 feizes a Belto & Costa, i
Tnico 2 caizas ordem.
Toucinho 20 barris a ordem.
TypSs 1 caiz is a Samuel P. Johnston A C.
Vidios 4 voiumes a Bernard uo Ouarte Campos
6c C.
Vapor inglez Colan, eulrado de New-Yjrk no
dia 1 do Fi vereiro, o consignado a Henry Fora-
ter & C, m miestou :
Azeite para salado 15 caizas a> Paria Sobrinho
O.
Cortadores de ferro 1 caiza a Miranda & Soasa.
Fariuh* de tr go 700 barrica* a Pereira Carnei-
ro & 0.
Cadeiras 2 caizas a II. Siolzemback & C
Carro 1 em 3 caizas a Abe Sttin ft C.
Ferrageua 9 voiumes a Miranda & Sonza.
Farinha de aveia l/i barrica i ordem.
Maiseua 10 eaizai ordem.
Pboto^'aphia e appirclho chiraiei 1 caiza a
Abe Stein C.
Ostras i caiza ordem.
Tccidos iio algoddo 4 cairas a Moubard Haber
4 C., 5 Lliz Antonio Siiiu^ira.
Kxportaeio
Sm 31 de Janeiro de 1U87
Para o exterior
No vapor inglez Uenoentdale, carregaraas :
Para Liverpool, F. M- da Silva C. 823 aac-
eos com 15,870 kilo* de bagos d* mamona ; A.
Lopes 6z C. 62) saceos com 3955 k loa de caro-
cos ds algodo ; N. Cihu & C. 380 saecas com
18,520 kilos de algodo.
No lugar americano B. Fabens, carregaram :
Para New-York, F. Casco ct Filho 1,000 ac-
cos com 75,000 kilos de auuear masca vado.
No lugar ioglez Sumbean, carregaram :
Para New York, Julio Irmo 878 saceos con
SEGUROS
martimos contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambaeaua
Ruado Commercio n. 8
COMPANHIA DE SEGUROS
CONTRA VOCiO N
ftor.h Brilish k Mcrcantile
CAPITAL
t.ooo.OOo de libra sterilna
A O EN TES
AdoiHSoii lio wie & C.
I
- ie Lista
AGENTE
ligoel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESSN.
WetearoM masi;-,.t; es-realrea
Ne=tes ultimo a umea coapsnhia Beata pra>
que concede ajs Srs. sagurads isexpjaods ^52
ment de premio em cada setiao aan), o qas
equivale ao d."""!onto de cra d: 15 por caca eni
avor dos bg'iodoa,
Comps.i;''n liraslleira de n-ve
fseoa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Ouilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 7 de Fevereiro, e
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os portos
do' norto at Manos.
Para carga, passagens, encomroendaa o valeref
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Baha
Commandante V tenente Aureliano Izaac
' esperado dos rtos do
norte at o dia 3 de Feverci
to e depoib da demora ic-
dispcn8avel, seguir pare,
os -'-t''S do sul.
Recebe tambera carga para Santa Cathariu,
Grande dj Su!, Pelotas e Poit) Alegr",trcto mo-
dic .
Para carga, passgeni., cneoromendas e valores
trata-se na agencia
PRAGA DO CORPO SANTN. 9
Companhia llahiana de oavesa
eao a Vapor
Macsi, Villa Novo, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
CilAKGEl RS REUNS
compaahia Franceza de KaTega-
co a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lu-
ooa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Bastea
0 vapor Tille de Bahia
Coraroandanto Delins
8' esperado da Europa
at o dia 6 de Fevereiro, se-
guiudo depois da indispen
savcl demora para a Ba-
ha. Ble de Janeiro
e Santo*.
Roga-se aos Srs. importadores de carga p?los
vapores desta linha,auciram apresentar dentro de 6
dias acontar do da descarga das alvarenga; Jai-
quer reclamaco concernente a voiumes, qud po-
ventura tenham seguido para os portos do sul.afirr,
de se poderom dar a tempo aa providencias neces-
saras.
Ezpirado o referido prase a companhia nao se
responsabilisa por eztravios.
Para csri?a, pacsagens, encommendas e dinheiro
frite: trata-se com o
AGENTE
Angosta Labille
9 RA DO COMMERCIO 9_______
Biioc Stfis M\ Brasil S. 8. ,
O vapor Coban
Segura para os p irlos do
uorte no dia 4 do corrente,
com escalu ao
eear, Para, Barbados, 8. Tho
maz e Iew-Vork
Pam carga, pasagens, encommendas, dinhoi-
ro c frete tracta-se com os
AGENTES
Commandante Nova
E' esperado dos DOMO ci-
ma at o dia 7 de Fevereiro
e Fegrossaril mos, depois da demora docos-
tume.
Para carga, passag-eus, rncoininen las c dinhei-
ro a fret'', trata-ae na
AGENCIA
7tiua do Vigorio 7
Dominas Alves Matheus
VOMIM\lll t
i'E\; vaaiCAV*
DE .
.^avecacao Costcira or Vapor
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Afacdu, Mossor, Ara-
eaty, Cear, Aearahu e Camossim
0 vapor Ipojuca
Commandante Costa
Segne no dia 5 de
Fevereiro, s 5 horas
da tarde. Recebe
[carga at o dia 4.
ncommondas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da aahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Femambuwia
n. 12
65,850 kilos d-: sssucar masca vado ; J. S. Loyo &
Filho 2,464 saceos com 171,300 kilos de assucar
masca vado.
No vapor inglez Coban, carregaram :
Para New York, H. Stolzenbach & C. 1 fardo
com 108 kilos de borracha e 4,400 pellcs de cabra.
Para o Interior
No lugar noroegu. nse Lekna, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, J. M. Irias 200
barricas com 14,851 kilos de isoucar branc >.
No vapor nacional Marinho Visconde, carre-
garam :
Para Babia, Viuva de Manoel F. Marques t
Filho 100 barricas com 11,223 kilos de assucar
branco ; J- C. de Albuquerqne Filho 100 barricas
com 11,540 kilos de assucar branco
o hiate nacional Camelia, carregaram :
' Para o Natal, M. J Pessoa 580 saceos com fa-
noha de mandioca ; P. Alves & C. 10 barricas
com 621 kilos de assucar branco.
NAVIOS A' CARGA
Barca norueguense Prince Pa'rick. Liverpool.
Barca portugueza AToix> Silencio, Porto.
Barca norueguense Gordon, Liverpool.
Briguo norueguense Alkol, Santos.
Lugar norueguense Lekene, Rio Grande do Sul.
Lugar inglez Atice May, Uruguayanna.
Lugar sueco Hildur, Ro Grande Jo Sal.
Palbabote nacional S. Barlholomeu, Porto-Alcgre.
Patacho sueco Amor, Rio Grande do Sol.
Patacho sueco A/mina, Rio Grande do Sal.
NAVIOS A' DESCARGA
Barca nacional Marianninha, xarqne.
Barcaca nacional Minerva, gneros nacionaes.
Baicaca nrcional Benigna, genero* oacianaes.
Barcsca nacional Venu*, gneros nfccionaes
Barca ca nacional ilor das Ondas, gneros nacio-
naes.
Escuna ingleza Mlie, zarque.
Lugar inglez Nicanor, farinha de trigo.
Lugar ingles Hora, bacalhio.
Lugar ingles Plorenst, bacalho.
Lugar inglez Lord Fredeyal, ferro e carvao.
Lugar nacional Loyo, zarque.
Patacho portuguez Fanny, varios gneros.
Patacho nacisnal S. Benedicto, zarque.
Vapor ingles ^laasoneme, varios gneros.
Vspor inglez C'oian, varios gneros.
Vapor nacional Aymori, gneros nacionaes.
Brigue austraco Pina, varios gneros.
Itcudimentos pblicos
Mez de Fevereiro
'Alfandega
Renda geral :
D 1 26#21*984
Renda provincial :
Dtl
4.55222
or A-dyance
E' esperado don portos do
sul at o dia 14 de Fevereiro
depois da demora necessaria
seguir para
flaranho, Para, Barbados, 8
Thomaz e Sewlork
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
;c com os
0 paquete Finalice
Ro GranflB to Sol PeloMn F
to-Alep
Vapor Aymor
E' esparado da Babia no dia
3 do coi rente, e seguir de-
pois de pequea demora para
os portos cima indicados.
Recebe encommendas e passageiros, a tratar
com
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6 RA DO COMMERCIO-N. 6
1. andar
r-A-~

'}(,, spera-se de New-Port
^-/f\ AIWl Sew* u odina2 de Ft-
'^ c**^Ld*-Al// vereiro o qual seguir depoi8
da demora necessaria para a
Bahia e filio de Janeiro
Para car^a, pusgrTnffi encouirocndas e dinheiro
i frea, tracia-te com os
AGENTES
lcary Forslcr 4 C.
t. 8 RA DO COMMERCIO 8
1 anda
t OSSSMSIUE DU8 nCAUR
KI8 niUITUlEN
LINHA MENSAL
Paquete Senegal
Commandante Moreau
Espera-se da Eu
ropa no dia 3 de
F< vereiro segura-
do depois da de-
jmora do coatume
para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Bahia
Lembtu-si: ios senhores passageiros de todas
* classes que ha lugares reservados para esta
gracia, que podem tomar em qualquer tetnpo.
Previne se ao ssenhores recebedores^ de merca-
dorias que s se attender as reclamaces por fal-
tas nos rolumes que forem reconhecidas na occa-
sio da descarga.
Para carga, passagens, cacommendas 9 dinheiro
afrete: tracta-se com o Sj""
AGENTE
4ugusle Labille
y RA DO COMMERCIO9
Patacho portuguez
V EHIT AS
Recebe carera a trete para Lisboa e Porto
t.-iih.r etm Amorim IrmSas A C.
Brigue portuguez
. L0URENC0
R.cebo carga a frete paia Lisboa e Porto : a
tratar cem Amorim Irinaos A C.
fe 1
De 1
t)= 1
Recebedoria
Consulado Provincial
Recife Drainage
2:172*436
987/134
380/654
Vaporea e navios esperado*
Bahio, do norte a 3.
Merchant, de Liverpool a 3.
Senegal. da Europa a 3.
Aymori, da Bahia a 3.
Mrquez de Caas, da Bahia a 4.
Ville de Bahia, da Europa a 6.
Mandos, do sul a 7.
Mondego, da Europa a 10.
Supervisor, de Liverpool a 12.
Sorata, da Europa a 13.
Advance, do sal a 14.
Trent, do sul a 14.
Para, do norte a 16.
Legislator, de Liverpool a 16.
Pernambuco, do sul a 17.
Financf, de New-Port-News a 22.
Espirito Santo, do norte a 3.
Tagus, da Europa a 24.
Cear, do sul a 27.
Agenoriado Terra Nova.
Alexandrado Rio de Janeiro.
Amode Ntw-Port
Amandado Ilamburgo.
Apotheker Dirsenle Santos.
Arbastusdo Rio de Janeiro.
Aricade Cardiff.
Blanchede Terra Nova.
Brilbantedo Rio Grande do Sul.
Broedestrow- do Rio Grande do Sal.
Bruno & Maricie Hambargo.
Budade Cardiff.
Bella Rosade Terra Nova.
Cometade Porto Alegre.
Corrierde Santo*.
Courierdo Rio Grande do Sal.
Cysnedo Rio Grande do Sul.
Diadado Rio Grande do Sal.
DaasUmingeio Rio de Janeiro.
EheuI iu de Janeiro.
Elverbnydo Rio de Janeiro.
Enjettsdo Rio Grande do Sal.
Erutede Ilamburgo.
Faunyda Figneira.
Francisca Villade Cardift.
Guadianado Lisboa.
H. B. Coastnsde Bal ti more.
Hapnasdo Rio Grande do Bul.
Hrsilia da Bahia.
Idealde Londres.
J. P. Lassendo Rio Grande do Sal.
J. W. Dresserjo Rio de Janeiro.
Larelydo Rio Grande do Sal.
Leilo
Da arrasc3o, gneros, repartimento do ma-
deira o ruis pi rteuces da tavern da ra
da Roda n. 'IS, em um ou mais Jotes.
Garntese a casa a quem comprar a armaesb.
(ulula fera 3 do corrente
A's 11 lloras em ponto
O agente M;.rtim, competeuteiceute autorisado,
far leilo da gran te t r.orn.i da ra da Roda n.
48, cujo producto s ri applic.ido a pagamento da
credores da refrida taverua.
Os gneros <:: i todos de r i i-r.eira quilidade e
a casa muito freguezada.
.
Leilo
De fazendas, miudezas, 1 mobilia de Jacaranda
e urna de pao carga, novas, 2 gnarda-vestidos,
tpilets, aparad.rcs, 3 camas francezas, 2 marque-
zoes, 4 espclhos, 2 commodas, 2 guarda-loucas,
aofs de auiareilo, cadcas avulsas, estantes, 1
relogio do prede, casides, mesas, 1 mesa elstica,
quadros, jarros, candieiros, kcosene e outros arti-
gos qus serao vendidas ao corier do martcllo para
liquidafo.
No armaz^m da ra de Pedro Affonso
n. 43
QUINTA-FEIRA, 3 DO CORRENTE
A's 10 1/2 horas
Agei^Britto v^
~ LEILO \
De importauttd mov'iis, 1 piano novo, jarros etc. \
Quinta feira 'A do corrente *
A's 11 horas, no 2o andar da ra da Impara-
triz n. 14
O AGENTE MODESTO BAPTISTA, autori-
sado pelo Sr. Euiychio Mondin Pestaa que se
retira para o Para, far leilo aos eeguintes mo-
vis que se lecciLincndam por s:rcm Kdcs de bem
gosto e novos.
A' saber :
Um piano n.vo de Pk-yal n. 6, urna rica mobi-
lia de mi'gne, com posta de 1 sof, 2 cadeiras de
bracn, 12 de guaru'co e 2 consolos, 1 sof e 6 ca-
deiras, de pao carga, 2 consolos moderaos com
(ampos de pedra, 1 eepelho de parede moldura
drurada, 1 dito oval, 1 guarda roupa,! gurda ves-
tido, 1 commoda coa tampo de pedia e todo novo
e de mogno, 1 mesa para cscrcvr com 3 gavetas,
1 bonito toilet, 1 relogio de parcd>-, 1 dito de metal
para mesa, 1 cama nova e bouita de pao carga, l
dita de amarello, 3 marquesoe, 1 commoda de
amarello, 3 mesas com gavetas, para escrever, 12
cadeiras de junco,,l mesa elstica de 8 taboas, 4
aparadores, I guarda I. uca de moguo, 8 etagers,
1 carteira dcamarelb, 1 cadeira para piano, jarros,
candieiros para gas,callees, 1 sdereco de ooro eom
perolas, e outros artigos propnos de casa de fa-
milia.


Leilo
De urna mibiliade Jacaranda, urna dita de ama-
rello," 1 piano torte, guarda-louca, guarda-vesti-
dos, mesa eom tampo de pedra, diversas resmas
de papel de cores sortidos, miadezas, camas fran
cezas, inarquez s, movis avulsos e muitos ou-
tros'arfigos.
Sexta feira, 4ide Fevereiro
A'S 11 HORAS
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por intervenrao do agente
Giismo
-Leilo
Em Jaboatiio
17x=Rua Duque de Caxias=n. 17.
De um importante e frtil terreno mar-
gen do rio Duas Unas, materiaes para
editicacoes, um piano de armario, diver-
sas movis, 16 passaros, 3 importantes
espingardas o 1 revolwer americano.
Sendo um terreno foreiro, (dominio til) na roa
Duque de Canas, antiga Bom Gosto, com 500
palmos de frente, fin itando-ne ao norte com ter-

Leonorade Baltimore.
Lorenzodo Rio de Janeiro.
Lizzie Wileede Terra Nova.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Mariohi VIdo Rio Gande do Sal.
Martba C. Craigdo Rio de Janeiro.
Manedo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hambargo.
Minniade Cardiff.
Metede Hambargo.
May Coryde Terra Nova.
Noatunde Liverpool.
Nordbondo Rio de Janeiro.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Ainodn Cardiff.
Nellyde Terra Nova.
Our Anniede Bnenos-Ayres.
Praseresdo Rio Orando do Sul.
Percayde Terra Nova.
Rosa Hill do Rio Grande do Sal.
Sbawmutdo Kio de Janeiro.
Speraszade Cardift.
Slvea Seada Bahia.
Sant Josephde Terra Nova.
Tabordado Rio Grande do Sul.
Tiberde Halifaz.
Uraniado Rio Grande do Sal.
Williedo Rio de Janeiro.
Withelminede Himbnrgo.
Zequinha -do Rio Grande do Sul.
Hovimento do Porto
Navios entrados no dia 1 de Fevereiro
New-York e escala22 ds, vapor ingles Ama-
zonense. de 1030 toneladas, commandante Char
Cl-ik, eqaipagem 32, carga varios gneros ;
a Johnston Pater & C.
New-York e escala26 dias, vip^r inglez Coban
de 1063 toneladas, commandante Robert Fra-
ser, equipagem 25, cargt vi>rios gneros ; a
Henry Forster &C.
Rio-Grande do Sul41 dias, escuna nacional
Urania, de 167 toneladas, capito Francisco dos
Reis Saraiva, eqaipagem 8, em lastro ; a Silva
Guimares & C.
Sahidos no'mesmo dia
Rio de Janeiro e escalaVapor allemS) Pernam-
buco, commandante L Scbarfe, carga varios
genero*. .
CearLugar inglez Ftery Cross, capitao Chas
Junner, em lastro.
CearBarca ingiez* Juanpore, capitao Thomaz
Evanc, carga assucar.
Bahia e escalavapor nacional Marinho Vtscon-
de, commandante Jos Joaqaim Coelho, carga
varo* gneros.
Rio-Grande do NorteHiate nacional Camelta,
meatre Moooel Antonio da Silva, carga varioa
generes.

I .*;


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WMB9W

m
Diario de Pernarabuco([uarta-feira 2 de Fevereiro de 1887 *
5
teso da "eWtu nadsr Josquion Lopes Machado,
.tul mi o J* Joaqun Jo do SHnt'Anna, ao
poente eom um vallado, ao n&acente com o rio
Duas Uohg, teudj nu terreno cerca de mil pea de
eafeeiros, orna excelieute horta teixada orea
nativa e mais deas cacimbas com agua para be-
ber.
Quati-o mil tiji>l!oa de alveuariut. 17 travs de
qnalidade, 70 caibioc, 3 e meia dusias de taboas e
urna pjrco de enxamci.'.
Dote cadeiraa do guarnilo, 1 piano, 1 sof de
amarillo, 3 cons <1. e, 1 mesa redonda, 1 cama
francesa, 1 estante envidracada, 2 meaaa grandes
1 dita para costaba, 1 armario, micho, 2 etagers,
1 taboa com cavaletes, para engommar, 16 passa-
ros diversas e cantadores.
Urna espingarda de prsalo, 1 dita de 2 canos
de carregir pela eulatra, 1 dita de espoleta, de 2
canoa fina para caca, do fabricante Henry La-
4>ort e 1 revolver americano.
A's 4 horas da tarde
Sexta-feira 4 lo Feverriro do 1887.
Ka ra Duque de Caxias casa n. 17 em
Costureiras
Precisase de pe rfel tas eostu
reirs, paga se at S4000 da
ros, no ateller de Muic. Fauny
Si
l.1
va, ra do Imperador u. 50.
andar.
\rmacao
Jaboato
Vend- -se urna adunca > propria para qusluer
negocio, na roa 1 Visconde de Inbama (rtangel)
n. 50 : a tratar na ra Duque de Caxias n. 94,
loja das seis p rtas.
A
V
O ageute Alarais aut.iiaado pelo Illin. Sr. Ma-
noel Anselma que se retira para fjra da provincia
far leilai do terreno, matemos, movis e mais
objoctos haima inenc on.idos ao correr do martcl-
lo para liquidar.
Os seiibores a ucurrenles deveto ir no trem
que parte do Kecife s 3 1/3 bora da tarde.
Leilo
De 5 barricas e:m presuntos, 3 ditas com agua
do boda, 10 eixns com cognac, e 1 caixao cvtn
bismg.i.
Se&afeira 4 de Fevereiro
A's 11 horas
No rroazcm do Annes
Em fronte" ca Airanilega
Agente Pinto
Leilo
De miudesas, purfumnrius, jarros, eandeiros
para keroiene, portmonais, carteiras e outros mui-
tos arfigos, tudo ai correr do murtello.
Sexta felra, -1 de Fevei-eiro
A's 11 hcrs
Na ra do Bardo da Victoria n. 42
AGENTE
Modesto Baptistn
AVISO
laga-se o 2- andar da casa n. 8 ra da
Imperatriz, rxcellente inorada i trata-se na ra
do Imperador n. Gl, 1* andar.
Aiuga-su casas a riUou no hecco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar Da ra dt
Imperatriz n. 56
Precisa-se de uuiu cciubi ii.-i pileita, e que
durma cm casa, pira cusa de familia ; a tratar
na ra do Bario da Victoria n. d'.l-
Pede-se so Dr. Lydio Murianno do Albu-
querque que appa.cca na ra da Palma n. 69,
afim de se Ihe intregur urna carta.
Dcsi-ja-se aab r noticias do Sr. Jeo da Ro
cha Marinho PalcS?, seohor de enge ho. que te n-
do feito urna lyi th-rn h s is imnos, at boje
nlo app.':rei-iu a dar informacao na ra d Palma
numero 69.
Li'ttlujfi: ao Sr. Epiphanio da Rucha
Wanderley, que fazein tres nonos qse o htnhor
do Recito sabio para Pao u'Aiho, e at boje ncm
responde as cartas que ee Ibc dirige, e nem res-
titu o que se Ihe pede.
Roga-au uo Sr. Pran:isco Antonio de S
larreto que apparc^a na ra da Palma n. 69.
No da 26 do corrente miz ausentou-se da
etsa do bacbarel Manoel laymundo de Araujo
Pinheiro o ingenuo Bazilio, eom 13 annos de ida-
de, de cor preta, atbo l.- e escrever ; julga-se que
iosse seduzdo por alguem para utilisar-se dos
seus servicoe, quem dVlie ti'vr noticia participe
ou o leve casa do mesmo hachan!, ra direita
dos Afogados, que ser gratificado, pois que o di-
to ingenuo filho de urna aua -x-eacrava j falle-
cida, e foi criado e tem sido educado pelo mesmo
bacbarel.
Aniceto Correia Lopes, bavendo um suppli-
cante semi-brauco de igual nome, por eso vem
declarar perantcmente ho pub'i-'o, que d'ora em
dianta assignar-se ha Anicito L.)pes Correia do
Nascimento.
de ce primeiras ltt'.ras ; na
Ensioo mixto
ra da Aurora n. 1.
Na ra do Cotovcllo o. 83 precisase de al-
guerc para vender em taboleiro.
Preciea-se de urna boa cosiubeira para cass
de pouca familia ; na ra do Imperador n. 50, 1*
andar. ____________________________
Prccisa-so de um i ama que saiba cosinhar
para urna casa dj lamilla ; a tratar no Caes 22
do Novembro n. 32, 2* andar.
Aluga-se e sobrado da ra do Imperador
n. 3. com commodos para familia, caiado e pinta-
do, e por preco raaoavel ; no Caes do Apollo n.
45.
Pncisa-sc de um homem Casado para tratar
de um sitio e cata na Passagem da Magdalena ."
indispensavel que a mulber saiba lavar e en-
gommar ; ii tratar na raa Frimeiro de Mareo n. 6_
Qih m quizer alugar o 1* andar e loj&s
dj sobrado n. 43, a ra da Aurora, pro-
cure as chaves t m poder do Sr. Negreiros
roa ao Imperador n. 24.
Tendeo tu<< ou solTre do pello !(-*
Usai o melhor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vo*o stfFnniento des-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tos e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da 8lva & C ra do Marques de Olinda
n. 23 _____
AMAS
era!.
Sem dicta esem modifi-
ea^oes de costumes
Laboratorio central, ra do Vieonde d
Rio Br a neo n. 14
Esquina da ra do Regente ,Rh de
Janeiro
EspcciOcos preparados pelo pliar
maceutico Eugenio Marques
de lloliauda
Approvr.dos pelas juntas de hygienc da Corte.
Repblicas do Prata e academia de industria rf-
Pariz.
Elixir de mbiribinu
Rcstabelcco os dyspepfieo, facilita as diges
toes e promove as ejeccoes ditficies.
Vinho de ananaz ferruginoso o quinado
Para os cblero-anemtcos, debella a hj poemit
intertropical, rtconstitue os hydropicos e benbe-
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recomm ndado na brouchitc, ua hemop
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
leo de testados ferruginoso e en seas dt
laranjas amargas
E' o primeiro reparador di fraqueza do orga
nismo, na tyaica.
Pilulas ante parioli :ag, preparadas *.on
percriua, quina e jaborandy
Cura rudiealmente as febres intermitientes, re
mittentcs e perniciosas.
Vinho de jurubeba simples e tamben) fet
ruginoso, preparados om vinho ds caj
Eflicazes as inflammacoes do ligado e bao
agudas ou chronicas.
Vinho tnico de ca pilara c quina
Applicado as convalesceneas das parturiente
retieo antefebril.
Francisco Manoel da Silva C.
RA MRQUEZ DE OLINDA
Pilulas purgativas e depuralivas
de (.'auipania
Estas plalas, cuja preparncao pnramcute ve]
jctal, tcem sido por mais de 20 annos aprorcitadat
jom os melbores resultados as seguintes moles-
tias : affeccocs da pclle c do figado, syphilis, bou
oes, escrfulas, cbagas inveteradas, erysipL-las e
fonorrhas.
Modo de sala*
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por da, be-
aendo-sc aps cada dse um piuco 'agua aaoca-
ia, cha ou caldo.
Como reguladoras : tome-se um piltila ao jantar
Estas pilulas, de invenco dos pharmaeeaticot
Almeida Andrade e Fdbos, teem vtridictum dos
Srs. mdicos para sua melhor garanta, tornaudc-
ie mais recommendaveis, por serein um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que poden, ser
rsadas im viagem.
ACHAM-vSE A' VENDA
>*i droKitria de Farla Sobrlnhe dV
^l BA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
li
De primeia qualidade
Ponte Velha n. 41.
vende-se no bazar da
Hara do Carino de Nonsa
Vlnnna
Primeiro anniversario
Joaquim de Sousa Vianna Ferreira manda re-
sar missas por alma de sua presadissima ta Mara
do Carmo de Souza Vianna, na ordem terceira do
Carmo, pelas 6 1)2 horas da manhS do dia quinta-
feira 8 do corrente, 1 anniversario de seu passa-
mento, _____________
Pranciaco deLemoi uparle
A vinva e filos de Francisco de Lemos Dnarts,
mandam celebrar algumas miajas na igreja da
Santa Cruz, no da 3 do corrente, s 7 horas da
roanh, trigsimo do se i fallecimento ; convidam
para este acto de religio e cardade os seus pa-
rentes 9 amigos _______^^^^^^^^^
Precisa-se de urna ama p.ra cosinhar e outra
para cuidar de duas enancas ; na ra da Aurora
n. SI, 1* andar._________
Aluga-se
" A loja a 3* andar do sobrado n. 20 raa da
Imperatriz, com muitos comroodes para familia;
a tractor na rna do Bom Jess n. 11 com Capita-
lino de GusmSo.
Aviso
Pede o abaii- assignado ao Sr. Mncel Joa-
qoim de Mattos P. GuimarSes qoeira mandar sa-
tistaser logo o restante do sru debito neste f s-
criptorio: Vmc deve saber que um debito de tal
compromisso n.~-o admitle abus:s no pagamento.
Manoel Xavier C. Albuquerque.
Ao commercio
(piyrapia Cairo'1 tendo dado sociedade em sea
estabelecimento (Ship Chandler) raa do Com-
mercio n, 8, a Agostinho Luii Vieira, que pelo
sen contracto o soelo gerente e nico signatario
da respectiva firma social Viuva Carrol! & C.;
declara que elle o nico competente para con-
trahir obrigaeoes em nme da sociedade.
Reciftf, 1 do Fevereiro de 1887._______________
Ao commercio
Faria Sobrinbo 6 C. fizem constar que o Sr.
Secundiuo Maurica deixou de ser empregado de
saa drogaria. Rcife, 10 de Fevereiro de 1887.
Ao publico
Urna pessoa habilitada e de boaeducaeao, avisa
ao publico desta cidsde e especialmente aos pas
de familia, que lecciona portugus, francs, latim,
ceographia e noccoes de historia, em sua residen-
cia, ensinar aula primaria pela metbodo do pro
teaaor Manoel Chrysogno da Silva Braga, garan-
tindo roodicidade nos precos. Pode ser encontra-
do todos os d.as aqui nesta typograpnia das 11
da manb is 2 da Urde.
Manoel Duarte de Flguelredo
Mara Luisa Doarte Figoeredo e seas filhos,
cunbadas e sobrinhas agradeeem do intimo d'alma
todas as pessoas que se dignaram acompanbar
ao cemiterio publico os restos mertaes de sen
prfateado espoio, pai, cunhado e to, Manoel
Duarte de Figuciredo ; e de novo convidara a to-
dos os parertcs e amigos para assistirem a missa
que por sua alma mandam celebrar na igreja do
Divino Espirito Santo, no sabbado 5 do corrente,
s 7 horas da manha ; e desde j4 agradeeem
todos aqnclles que se dignarem assistir a este acto
de religio e erridade.
Manoel Xavier Carneiro de Albuqaerque en-
carece aos seus parentes e amigos a honra de
assistirem ao sacrificio das miasas, que pelo re-
pouso eterno de sen presado irmSo Francisco Xa-
vier C. de Albaquerquj, mauda em stimo dit,
quinta-feira prxima, s 8 horas, resar na matrjs
da Boa-Vista ; antecipando-lhej o sen sgrade?i-
mento.______________^_^^___^^^^^_
Antonio Crrela de Vaaconcelloa
A directora do Gabioete portugus de Leitara,
o Monte Pi Portugus e a junta administrativa
do Hospital Portugus de Beneficencia convidam
todos os amigos e parentes do sei> fallecido conso-
cio benemrito o Sr. Antonio Correia de Vascon-
cellos. a assistirem as exequias solemnes, que pele
eterno repens daqnelle senhor mandam celebrar
na capella do Hospital Portugus segnnda-feira 1
do corrente, s 8 horas da rotaba, trigsimo d a
do seu passamen'o.

CONINI ATE' 0 M DO HEZ
AU BON MARCH
8-*aa Duque de Caxias}
PARA ACABVR
Aproveilem antes que se acabe_________________
" CAlBRAAS BORADS"
tamisas de linho com e sem collarinho
i; selins finos de todas as cores
Por melado do preco
SO NA LIQUIDADO
AU BO^ MARCH
81-Rna Buqm 4$ axias~81
Echlqaiw.
Fornocedor
pririlegiado da Casa Real da Espanha
e de 3. jI. a Rainba de Italia.
Ozea P6.
Ozea Sachet.
Ozea Essenci*.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para os dentes.
Ozea Pasta para os dentes.
Ozea Oleo.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada
Ozea Fixativo
Ozea Cosmtico.
Ozea Briihantina.
Ozea Cold Cream.
Estas exquisitas preparacoes sao milito apre-
ciadas na raais distincta sociedade pela deli-
cadeza do sea perfume.


JOSEPH KRAIJSE 'C.
4cabam de augmentar o m\ j bem conhecid
aiportanle estabeleeimento xm \
de inapto n. com oais
f,iii sahlo no. andar Inxuosamente prepa-
rado e prvido de urna exposi-
00
-fi
m k praS fe Porte m
dos Biais afamados fabrieagles do
mundo inteiro.
nonvida, pois, as Exmas. familias, seus nume-
rosos .amigos e freguezes a visitaren,
o seu eslabeieeimenlo, aflm de
apreciarem a grandeza bom gosto com que
nao obstante a grande
despeza, o adornaran, em honra
desta provincia.
GHA-SE
COI
ri Di
DOMESTIC
.Sao rccoiiliecicns ser as man
[elegantes, as mais diiravcls
( m todos os sentidos.
4S
circulares
estylo
es
com
diri
^ ~- \
Para prncos, e
luslragoes de todos
jam-se
Domesc Sevving Machine k C
NEW YOR, U. S. A.
Tclcphone n. 158

es
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--V-f^AOo OO Mlal
EUGMO MAROlSM flOUJUDUL

.. Iifieumatismo C&ncro6,Bobas bnpi^ens
etodaas molestias quelenho eoa ortgem
na impureza do Httnge derida a syphis.
------------------------------------yi

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l4 Ra do Viso ande do Ra B raneo
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RIECER' S
liiLSMmimiM
(SabTu transparente cristalino)
reconhecida como ) mais perfeito el-" todos 03 sabaos de toilette pelas soas
propled : -iono.:3, palo coa aro;-., o pele, sua larga durado.
: :..}. '"Jnslj i Pcrl'umorias, Farmacias, dea.
S-5

ALLAN

l.44--EiJ i do Brum
h
S
f.
Tem para vender, por pre mdicos, as seguintes ferragens:
Tachas fundidas, batidas e caldeadas.
CrivagScs ce diversos tamanlios.
Rodas de espora, iein, idern.
Ditas angalaree, dem, dem.
Bancos de ferro com serra cireulur.
Gradeamento para iarciim.
Varandas de ierro batiil.i.
Ditas da dito fundido, p. lindos :v; ;e js
Portasd fornalha.
Vapores de (brea de 3. 4, 5, f o S y.ivli m
Moendas d 10 a 40 pollegadas '" peinadura
Rodas d'agua. systema Leandro.
Encarregam-se de con yertos, e as'::'.'.nr'rto de macbiniamo e execut/m qnal-
tratal'io com perfeicSo e presteza.
>
M
ioengas (Mervosas
1
*.

RADICALMENTE CURADAS COM
com
XAEOPE SEDATIVO
Ve Cascas de Laranjas amargas
IROR1UFIETO ds FOTASSIO
APPROVAO PELA JUNTA DE IIYGIEKE DO D3AZIL.
.
O Bromnrelo de Potassio de
Laroze, como todos os productos
feitos neste estabelecimento, de
urna pureza absoluta, coudicao indis-
pensavel para que se obtenlut efleitos
eedatiToa e anodynos sobre o sys-
tema nervoso.
Dissolvido no Xarope Laroze ile
Cascas de laranjas amargas, este liro-
murelo uaiversalmentc empregad 1
e exclusivamente receitado pelos mais
celebres mdicos de todas as facul-
dades para combater com certeza :
ss tiifeccoes nervosas do ccracao,
da vas digestivas 4 respiratorias,
as nevralgias, a epilepsia, o hyate-
rico, a dar.cd de S. Guy, a insomnia
das crianzas durante a denticao, em
urna palavra, todas as allec^aes
nervosas.
No mesmo deposito acaa-se a
XAROPE L&ROZE
pnr *!
1-.
Contra a. 0atrt
us seguintes Productos de J.-P. LAROZE ?
TNICO, ANTI-NERVQSQ
lia em:.-. Jd
lar ;:ija* ai.^r^as
GsstrulfltAa, Dysi>cpsia, Dorea e'Caimbras de estomago
-
i
XAROPE DEPURA!!';
ca*
1* de 'iranj
r*aa >om
iJ100UPET0 DE POTASSIO
CoDlra as Affc^Soo seroraloaas, cancerosas, Tumurea trancos. Acides de sangue,
Acc;dtr.tea BvpiuIticoB aecundaiioa o terciarios.
XAROPE FERRUGINOSOS
inartf aun 1
PHOTOIODRETQdeFERRO
Cocn > Anemia. Chioro-Anemia. C6:?a pallidao. Flore brancas, Rachitismo,
......---------><------------------
gipoli im todas ai em Dtcganoj i axll
Pars, J.-P. LAROSE e C*, PharmaocuticoB,
i 3, Ue .-S UOHtSilHT-tUIL, 2. m 9t
**********
I
#i*
>^^ww^>>v^
MARCA DE FABRICA
VINHO
DO
r Gabanes
5YIM OliD'CtBMESlKBUCttUESIWlACnfsBnUTEDECMUX
ET Ufa WOUINA TITRE ET A LECORCEITORANGES AMEHES
Ciras 00 pupe qua enroirvni v
fe fabrica, -W*. JO*
KINA-CABANES
O Vinho do r Cabanos, submettido
approvaco da Academia de Medicina de
Pars, i reconhecido como um tnico
enrgico (por encerrar os principios consti-
tutivos do Sangue e da Carne), que d ao
sangue forca, vigor e energa.
Os Snr* !)"' Trousseau, Gurard e Vel-
peau, professores da Faculdade de Medicina
de Pars, o reccltam todos os das com o
melhor xito s mulheres enfraquectias por
excessos de toda especie, trabalho,prazeres,
menstruaco, edade critica e amamentacao
prolongada. E' extremamente emcaz contra
o Fastio, Ms diges toes, Dyspepsias, Gastritis,
Tonturase Vertigent.
"D resultados maravuhosos nos casos de Anemia. Chlorose, Pauperismo do sangue, Bstert-
Udade das mulheres, Flores brancas, Perdas seminaes. Impotencia prematura, Bmmagrecimento
geral. Tsica pulmonar, Febres tercas, Zntermlttentes, Palustres, Endmicas e
Epidmicas.
O vinho do XV Cabanes, pela energa de sua acrao cordial, desenrolue as Torcas, activa a
circuladlo do sangue e c multo recommcndavel para as convaieseenoas.
Faz cessar os vmitos to frcquentjs durante a gravidez, augmenta a cecrecao do lelle nos
nutnzes e d extraordinario vigor as crlanclnhas de mama; grayas influencia dos seus prin-
cipios tnicos, soberano nos casos do Diibetes, A/Teccdo da medulla, Hysteria, Epilepsia,
Rachttitmo e cm geral, em todos os casos cm que preciso recorrer um tonteo poderoso, que
d Vigor e restaure as forras dos doentes. -
Como aperitivo substitue com grande vantagem os llqulc'os perniciosos como absintho,
verinoutli, etc E' um preservativo ->reciado pelos viajantes e marinuciros, como antl-epide-
mico e antidoto da febre amarclia, Vomito e outras Molestias troplcaes.
Deposito geral: TROUETTE-PERRET, 264, booletard Voltaire. PARS
Depsitos em J"Brnoi6uc.-PBA3r K. da SELVA. A. C*,I us iriiclpaesPlufmacfa.
NOTA. Pan evitar as contrafaeces, s se dere
acceitar as garrafas qui tiverem incrustabas no vidro
as palavras : Vinho do Dr Gabanes, Paria, $
sobre os rtulos, tiras de papel que enroirem
gargalo e a marca de fabrica,
a asignatura do ~
baes e o sello de
do gorerno francez. ^~Q id* f
t^g'W Sfm

BRONCHITE8, TOSSES,, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CUBA RPIDA. B CERTA PBL AS
Gottas Liyoniennes
TROUETTE -PEURET
Com CRBOSOTB de FAIA, ALCATBAO de NORUBOA e BALSAMO de TOLO
Este preparado, nfallivel para curar radicalmente todas as Molestias das Vias
respiratorias, recommendado pelas Notabilidades medicas como o nico efcaz.
t nico medicamento que ale-n de rio fatigar o estomago, o fortifica, reconstitu a desparta
o appetite : duas gottas pela ma* s" s i tarde bastam para trlumphar dos casos mais rebeldes.
DEVE-BE EXIGIR 0 SELLO DE GARANTA DO GOVERNO rRANCEZ
Deposito principal: TROF^TTE-PERRET, 264. bonle* Voltaire, PARS
DeDotitot e-n Prmili:.ra:ri!iNKM. da SIX, VA A Cela.' irildpaM PbarmiCU
|sWfcVvVVvVvVvVvVVVVVVVVVVWW^^I>*T^WtTVvvvvVv
IMS i
'.'. '


3^'if~4iiM&m$ii#r
6
Diario de Periuuutuco-(|uarUi-lcira 2 tic Jevcrero de 887
Ai/ f /oler
PARA
C
E O BANHO.
Alga se barato
Raa dos Gusrarapea n. 96.
Ru Visconde de Itaparica n. 43, armazem.
Ra da Palma n. lt.
Roa Corredor do B3po n. 18.
Becco Csmpello n. 1, Io andar.
Largo do Mercado n. 17, loja com gas.
Aa casaBda ra do Coron.! Suassuna n. 141
Largo do Corpa Sunto a. 13, 2. andar.
Trata-Be na ru* do Oo:nmercio n. 5, 1 andar
es:riptorio de Silva (jnimar&ea & C.
luga-se barato
O sitio todo murado.' com casa para familia,
rna de 8. Miguel n. 99, era Afolados.
A cas ra de S. Jorge n. 26, no Kecife.
A casa pequea no becco do Fundi n. 5, na
Boa-Vista ; a tratar na rita de Santa Therera nu-
aero 38.__________________________________..
Aluga-sc
- o erande sobrado ra Imperial n. 8, que foi do
mllecido onaellieiro Jos Felippc, com grande
terreno, diversas fruiteiraa, agua encannda ogas;
a tratar na ru^ estreita do Rosario n. 8, escri-
torio.
luga-se
.
o 2 andar do sobrado n. 35 travessa de S. Jos ;
le terreo di de n. 27 ra Vidal de Nefel-
ios; o 1- do de n. 25 ra velha de Santa Rita ;
O 1- do de n. 31 ra estreita co Kosario ; todos
limpos : a tratar aa ra do Hospicio n. 33.______
i
git-sC
C 7
o primeiro andar do sobrado do pateo de S. Pedro
n. 4, tem agua c gas .- a tratar na ra estr-'ita do
Rosario n. 9. ____
Alirai-sc
a casa da rna do Prcgress > n. 23, com commodos
regulares e limpa ; a tratar na ru.i do Aragao
numero 37.________^________________^_____
Aluga-se
por 20*000 o 2- andar do sobrado n. 55 da rna
da Guia, com 2 salas, 4 quartos e cosinba, caiad->
e pintado de novo a tratar na ra Augusta nu
mero 286.

*-
Al liga-
se
o Io andar e eoto da ra do Pogo n. 35 ; o 2 e
3 andar da ra estreita do Rosario n. 32, tem
agua e commodos para graude familia, estao lim
pos e silo independientes : a tratar na ra da I a-
peratriz n. 16, Io andar.
*____.----------
Ama
Precisa se de duaa amas, urna para ccsinhar e
ontra pw engommar ; na travessa do3 Pires n.
5 (Geriquity). ______________
Viiia
i

Precisa-se de urna urna para t servico demostico
de urna casa de familia ; na ua do Cotcvcllo nu-
mero 46.
i
Precisa ae de ums ama para cosinbar ; a tratar
no 1* andar n. 22, ra larga do Kosaiio.
Precisa-se de mus ama para
lavar, eagoinuiar e faze rmais
alguna servico de casa de fa-
milia : menos comprar e cozi-
nhar : na ra do filidmelo n.
13. Devc dormir em casa.
Ama
Precisa-ae de um* ama para cosinba ; na raa do
Dr. Joaqaim Nabuco n. 3.
Ama
Precisare de urna boa cosinbeirR, para casa do
pequea familia ; a tratar no Caes da Companhia
n. 2. Prefere-se escrava e deve dormir em casa.
Ama
Precisa-te de urna ama de meia idade ; na ra
da Aurora a. 137.
Ama
Tricofero de Barry
Garaate-se cfoefnz nes-
eereeiBerocBsU>aiada
aoe aiais eaWos, cura a
tir.ba e a caspa fmbov
todas as impurozas do cs-
eo a cobeca. Positiva-
mente iiapede o cabello
de cahir ou de embranque-
oer, e infallivelmente o
torna espesso, macioj lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada sfnnda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no Mun-
do que tero a approvacAo officiai de
um Governo. Tem dnas vezea
mais fracrnnciaquc- qualqner ontra
ednraodobrodotenipo. E'niuito
iups rica, suave o deudo**. B
limito nmis fina e deiiemla. E'
ana permanente o agradavcl no
lonco. E' dnas vezas mais refres-
cante no banbo e no quarto 'lo
doente. E' especifico contra a
fxonxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacoa e os
d6i'miios.
larope fte Vida fle Benter No. 2.
o
RA
PARA
EDUCACAO DOS INGEN
L/kCA
mas M usa-o. mtois de obam.
Cura positiva e radical de todas as formas de
iscrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue*Figado, e Rins. Garntese
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro. a>
Sabao Curativo ae Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
Sis e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Dt psito em Pernambueo casa do
Francisco Manoel da Silva & C
ATTESfAO
f
Avisiucs nos nosos ficgu ultimo vapor cliegado da Eun pa recebe-
mos o mais moderno e tingante sortimento
de chapeca de sJ para hou.ens, senhoras
e crPDCas, etica pela s-i elegancia e va-
riedade sa:M:.Z'-m beta ir*n(a que de
presente roe bcr un; aproveitein que es-
tao se acbando, vendas ira poryo e a re-
talbo.
Este acred'tudo eatabelenieuto, j bas-
tante conhacido quer pela seriodaile e ca-
pricho de todos os seus Irabahos; previ-
ne aos s1 lis au.igos c Ireguizcs para lhea
evitar quo continueca a s oa illudidoB, que acabarais com a loja tilial
da ra de Cabuga. qui.iqutr pedido cu en-
comnicnda rfevct st f-itn para
15-RA 1)0 JJARAO DA VICTORIA-15
Jone Ferrrira A C.
COLONIA ISA
AOS 2401000^000
40:0008000
20:000S00
10:0008000
5:0008000
Esta lotera, cuja 12.a Serie da 24.a parte, ser extrahida
na Quinta-feira, 3 de Feveroiro, s 4 horas da tarde, no Consis-
torio da Igreja Conceipao dos Militares, acha-se venda as se-
guintes casas:
Ra do Baro da Victoria ns. 40 e 43.
Cabug n. 2.
, Bangel n. 2.
Larga dO Eosario ns. 24, 36 e 42.
No mundo lotrico a nica que pelo seu plano, mais vanta-
gens offerece aos jugadores, e no Brazil, at hoje,ainda nao achou
nenhuma outra que se approximasse em vantagem na distribuicao
des premios, e para prova desta assercao pedimos a attencao dos jo-
gadores para a seguinte TABELLA comparativa dos referidos pre-
mios distribuidos por esta lotera e as suas congeneres:
LOTEtUl 1)0 GR10-PAR
D 70t de premio do seu capital.
1DEMD0CEAB4'
68 3i4 io idem.
DEM de alago as
73 34aT idem.
dem de minas-gemes
Menos de 81 \
DAY& MARTIN
forntcanom dt Su. HaJntMth Ulrl d* Ingltttrr,
do Bnrdto Ktrlhv brltutlo*.
flAIXA BR1LHNTE LIQUIDA
GRAlXA.PAsuUNCTUOSA
OLEO para ABBSZOS
f Ur M MaWti ira a avtMU 401
Minan ntirwm.
DEPOSITO QBBA. EM LOilORIl
mt, Hlgh Ilolborn, 97
riK- U. M H1V**
\
Ama
Pricisa->s de urna
ama que compre e
cosinhe, a tratar na
ra da Imperatriz n.
14, padaria.
-^-A-
\
DatSESTOKS K'FFiCEl
Dyspe DSJ8, Gastraigi ti, Anemia,
Piida do' Apintite, Vomites, Diarrhea
Dsiilii'.'ite dan 'Jrianc:s
CUP..\ SMVKA S RAl'inA PKLO

TONICO-DESTIVO
com Ouinn, Coz* Pepsina
Adoptado em todos os Hospitae3
HEDALHAO AS EXPOSQSE?
PASiS. r laBrave-v74, e ea todas as Pharsariu.
Costureiras
Precien-se df perfitaa c-.sturcirr.p, com urgen-
cia ; na raH da Aurora n. 39, i-rular.
Cosinhoira
Precisa 8C de um>> crainhe-ira ; a rutar ns tra^
veas do Fernandea. STInra n. 8, ipsx-s de Pa3re
Ing!zL________ _______
Aula partiente de R. S. das
A prof seora Itita Mi.ia dasNovea participa
aoa paia o suaa almmuu o n> puoiico, fj"-*
'- ?
i
r.:u;)ou
a aua aula para a na da Santa Cruz u i.3, a qual
eaeha alerta dctdo odi 10 da m! paasndo.
Recebe meninas titfii* a t: externas, e. bem usun
meninos do G a 8 -nw '- id ido. l'.-tmette toda
a ai licitado co b: n ::.< uipei.b ios de'fres inhe-
rente ao ecu cargo. _________
fl
3
Previne ac que pernos alguica nao fca negocio
com o aitio da Imbura, com tr-s l g a e meia de
mataa, caciu.ba do canco e zniby, quo so i.feha em
qnestilo com h viua de BcBCKvida, li.-je viuva do
Nicolao Machado Ereiw, com.. consta docart.no
do oscrivJo Cuaba, c qae eirta appell-.do-pa 0
tribnnal da rejacao, c aguardo a ma'hi-r ficticia
para responder quando vier .rtidau Jo hnony-
mo Bcife, 'l de Janeiro do 1687.
Mafia Francisca dos Aojo* Curado.
/PRFUMRIi DO I.WND0 ELE6AH1
DEL.ETTBEZ
64, 56, Ra Rfcher, 54, 56
'CREACO PARIZ NOVA
SEM *- RIVAL
Preciaa-ae de urna perita coiaheira, para eaaa
de familia ; a tratar na ra do Barao da Victoria
n. 46, loja.
AP 0
Precisa-ae de urna ama para cosinbar, e de um
eriado ; a traUr na raa do Bario da Victoria o.
51, loja.
I na sentara
Preciaa-ae de urna aenhora de 85 a 45 annoa de
idade, que ae queira sujetar r.o servico domesti-
co, e que eatenda de fazer alguna docea cu trsba-
lho de maaaas. E' paru aeoenpanbar um caaal
eem filhoa, que vi para l"gr prximo eatn ca-
':! : trta-e nu ra Imperial n. 178.__________
Cosinheira
trian-M dj urna awa quo ccs:nhe cona per
e de um rpai de 12 a 10 anuo, de bona
tumer, para o ervitj domestico !ia : na nu do Marqu z d> H<>rval n 10.
i
Precisa se do um menino para bst<**, que teuba
pratiea ; na i;ia la Madre de IVna n '!. hotel.
Oleo para BWttia^
Superior qualirt.d^, 6I00 a lata em cines
ga'.oea ; veiue-at na fabrica Apollo e de aeu
depsitos.________________
"~" ai aiu umi
Maria do Livraraento, velDa octagenaria e pau-
prrima, pede e almaa caridoaaa que lhe mande
urna eamola pelo amor de Dua. Mora noneco
do Beroard) n. o!. E' urna obra de caridade.
Profcssora
Ut aerbera competentemente habilitada, pro-
f.oe-ie a Kccicnar em cellegioe e caaaa partcula
a, aa aeajuintee materias : prtogu^a. francez,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques do
Flerva! n. 1.
BU
Distribue em premios mais de 85 li8io.
IDEM DO PARAN'
75
SUAVIDADE
concentraQao
jCREME OSMHEDIA,
I SABONETJS, BXTSACTOX
ASUA DO TOCADOR
POS DE ARROZ
COSMTICO, BHIIHAK TINA
OL.EO, POOIMADA, VINAGRE
A Perfumaria OSMHEDIA assegura aos
Pr.IE-.xTES J^'EIS
urentsie tttraa i or sea igual
Itrios em Ptntamb-a: FHAM" M.da SILVAAC1^
As si siente
Na ra da Aurora n. 1.
i0
Copciro
J*recaH-f para pa?a de familia, de uro menino
^^H&nnoa. o-.e d fiador de ana OTmtueta ; di-
BTe a 6tiz do A'mias u. 8, Tamarineira.
: -
iBUCrt
/S DEL
TOA A
(a&rro enronico da fxQrs,
irritad do canal de antro,
Molestias de prstata,
snttns".cla da Uriaz
ArsUi na urina, etc.
I^WsMIsi, ^armaceutiCD-ChiraiM,
?*3I, f cunciww. tt.gafltT
'W* ^* ^^a>r*W'Wa1<-Uai

300:0001)
Lotera de Alago4s
Extra*? Terca feira 1
te FeTerefro
lntransferivel
I':Ihete9 rcn.'a ni cina feliz, 'raf;-.
da. '--.-jiiin i* r-g. .">7 < o'K_________^^
Menina
Umn faatilia :.-';-.geir precisa de urna menina
e conducta simulada, unienrecnto p*e tomar
CDnta de urna ; iieaWXw do o U m.'2"s d-ae bjm
trato e pagan- ;m ordenado ; iuforma Ee ra
nova de Baca "-* *' ** Bbr~do. ________
VERDADEIROTrBfV
PURGATIVO Lll U I
LIQUIDO
, OU CM
PILLAS
AICIEIII
f>HARR8Alll @TTI
CEIBBB >B U OT
PIHGATII LE R
TE1.VTIEE flRUTrTI N CODO M1CIMU
OT,
mal
Os Purgativo Le Roy justlcam
aua repulacfio secular e sua superio-
r r.dade por milbares de curas hoje sao
adoptados por toda aparte, de preferencia
qualquer outro para cura rpida e pouco
r _ioneresa das
MOLK8TIAS CHRONICA8
conhecidas, mal curadas, e consideradas sem
A vis Ess
Dm ia ufliiifita, o. 1 prii
"lia
p-Vazuo coiao incuraTels. Nao existe medicacao mais
r-efnea* contra os humores, pituitas ou bdes alterada
que provocam wi entreteem estas longas affeccoes; nao
reconstituinte mais enrgico contra as reincidenstaa.
Ru de Sedo
Ala de evitar as Contraa?6es :
Se dtm recusar mmo mjjkm ou perigoto qmlquer Purgativo
w Le Roy liquido o* em piula* que no tahis da l 5-1
'Pharmacia Cottin, gemo 4o Cirvrgiao I*. Boy j Ru de Sexne
nao troteado a amgnatura ae Udo aooree rof/o. PARS
voado
Obacbar.i Md o Piii tem o set? ea
criptorio de'-vc -..- 1 mi Prisnciro de Mic
n. 4. 1" and :, on* i.5Je ser m^ontrado das 10
noria da mmb- ..- S da t.rde^__________________
yen$o
Dmasfi,:. jae ei^'! de coa'wai
etanrrqu.'; | ''bo p t UpajT ii* !* qiMVnkndttt
paraoKio licJ-u o Na Biew casa r-Mf-se
Tcataario p;.r k carotoTal ; u tratar na raa Vidal
d NeffT^' '8. _
Sitk co Cslilcircirn
ll-.j.ats1a er nmiii'l*m*i i m bem sitio cem baa-
tantea eia(OOo i* a ^tado mili>, bea agua,
coan atver a .u.ir.-- e jardim, c com aahida
par < ric, i ,- paito rasaavJ ; a tratar na
* ra do Lima
i
O proprictarios do mnitn connecido esabelecimeoto denomiuadr.,
MUSEU DE MAS
sUo a r-M do Cabug n. 4, comuiumcv.n o rcspeita-cl PUIJLICO 4uu reocberauUJ.
erande sortimento de joiaa das mais modernas e dos ma18 apurados gostos, como tan
bem reloeios de todas as qualidades. Avisam Umbem que <. todos os Vapore, viudal Europa. obi.M-M novse Ven,K omito *** ?^
otra uu.-. icr p*rre. _..__ es.
r
mmm
^9WV*W*9VW*WV***>991,ll SABNETE de AliG^VlRAO
PAKA A TOILETTE, 06 BAMHOS E CUIDADOS D*B AS CRlANgAB
Este sabonetk, verdadeiro antisptica, o mais effloas para a cura de tottaa at
MOLESTIAS DA PELLE __________
SAPO CARBONIS DETERGENS
/ara vossat crioncat com o sapo carbosis oktekvms aflm deprotegeirot cor,
o SRAMPO, VARILA a PEBRE ESCARLATINA ___
Estes StROXETES sao rccommendados pelo Corno medloo lntelro porqne prennem as
MOLESTIAS EPIDMICAS e CONTAGIOSAS e w aaaptao a qualonor clima.
MARCA DE FABRICA NOS ENVOLUEROS R NOS PaBS
X>oito arsU -W". -V. WRIGHT & CT, Southwark, fcDNDRES
B*r-aaaCT 3VT. da SILVA Se U*.
K Ero. Pernambueo : 1WS
\jggggggggSBSm^tSSBSSSSBSmW

lAAaW
yM

os
?ASTILHAS
De ANGLIIi & MEMTRUZ

S*5
C9
e*
se
0 Remet/o mus tfficaz e
Seguro qtre u ttm tescoberto alo
hoje para epe7/> as ion /trigas.
ROOlUAYfll FRERES

es
a-
is. 4 tuja no
Compra-se 1**** "
f'A^rn ^, 4
a
ivmm Viwr.i
r-BAAma*1*
KstT vmxoZonzrroae wa gusto agrada*el. adoptad* com BJ* e*1!;?oaJ* ^|%S
PANCREATINA DEFRESNB
Adoptada oficialmente tus Bosfitats i* Pars
e na Marinea Franceaa.
O mais poderoso d'entre todos os agentes
digestivos conliecldos, a Panerratiua lie-
fresm emprega-ee sempre com resultado
provado contra:
Futi I Oastrttaa
Ms digeitSes I Oaatralvlaa
riatalenclaa do estomago
Bomaslencta api es refeiedea
Vmitos determinados pela graTidesi
Bafennldados do fijado
Tomada depols das refeicocs desperU e ezeita
oappctltc dos convalesccnics, cembale e detem
o eniaarccimonlo dos tsicos.
A Pattcreettina I>e/rmie em f e aa
pulas veud-se em todas as pharmaclas.
annn **i^**.*********"" n*e>
WSTANTAtiEApjnjbirh. '
Hiafln. 8E FILLIOL
1ADA wn lUr MaaSfesCSa
brincos
sua C6r primi'jT
ruR

*e*rtii{crl es Taris: FIS.I.SOX, *7. m \iri3*, i
IJ ferHUIX* .ra : FitAJi" M.
U commereio
0 gunrda-livros e b.l.m'alor Luis do Franca
Marques, partic-p' SM poinmercio c ao publico,
que pd.le sr proi-ur le cm su e5oripiorio ra
das Trincbeiraa n. 48, 1 aadnr, das & s 4 ooras
da tarde, e n:i3 lemais h iras T;m sua reaideneia a
ruada Conqui* n. 8, I araos mipter sde sua pro-
fiesS", roinigj: 'SKriututS'So por pkrtidaadc-
bri.de.bnlancos, CUtral-a e dietrntoa ir.ercanti.
lUas' ce, sen li^iimas deiaixo das coxas.
-* Para evitar ai fnlsificacoest
isfafrmfirm* to tiart Chi t 'dl t/-*p**Tt3'O.
FURIAS BS TODOS 83 STSTEMiS
ME1AS PARA VAf<:ZS
1 mirar, ; oof.bec. ";^^.^I:ig'"T
:.




"r-
^
Criados
Frecias-fe wr* r*F**s*&* e um co-
pciro : a raa l).nt"i- de U-x.-a 8b.
VERMtUGE COLME
j CHOCOLATE com SAMTONIM
lnriunni. par ****r u ""* /I ';,
bit vepmiruorecaeUiilo pelo fl> f/br \
^MbMiri4lns>rfjMta*sasU. A/\ ()
r-_;-i- a i.'flmhifi fl ^ L/
9-
Eligir a aiti'jnatura
1 ra.rauC9Hin-<'S*B*j- ?^n>v r1!**?*-*'
!v\.'.r'

.




Diario de PentamboeoQuarta-feira 2 de Fevereiro de 1887
Cozinhciro o enzi-
ijheira
frecna-se de um cosinheiro ou de ama cozi-
nheira, nacional on estrangoiro, que entonda de
sua arte e ja pessoa capaz. E' para aeompa-
nbar um casal M un filbos para lugar prowmo
esta capitkl : de se b< m trlnin na ra Irp< W > 178. _____^^
V9 \
VINHO
mim'MW
DtfD^Vial d PARS'
Coatmado os trea fej-monoa
da digestio :
P#psM, Oiaslase e Pancretica
RECBITASO POS TODOS
OS MB9ICOS, par u lUgrttSea
L tarda* e laboriosos, Syspcp- ,
Sii, Crdatela, Qaatrodjrcla j
SastraJgia, Calmbraa da esto-\
' mag-o, Vomites, ConTalesoen-
-a lentas, etc.
Deposito geral : H. VIVIEN
50, Bour1 de Straabourg, am Paria,
Si TODAS AS PHAHHAOAS
IMMBB
P<> CLERV vende-M em teda s parta
Jalroph
Maiiipoeira
ese medicare, uto de urna eficacia rrconhecida
no beriberi e outraa nxnVstias ora que predomina a
bydropeaia, acba-te niodilicido esa sua prepara-
do, iracas a urna nova formula de um distincto
medico deata cidade, s> neo que tmente o abaixo
aseignado eat habilitado para preparal-o de modo
a rm Iborar lbe o gosto e cheiro, aem toiavia alte
rar-lhe aa propriedadea medicamentoaae, que se
conservan) com a metma actividad?, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado peb
ea t mago.
anteo tlepoaito
Na pbarmacia CunciJ", a ra do Marques de
Olindo ii. 61.
Bcxprra de Mello
Corinheira
Cosinlicira
Prccita-se de urna cosioheira que en coda bem
de scu oficio, pagu-so bem e 6 casa de pjuca fa-
milia ; na ra do Cnbuar i>. 5-A, l.ja.
Celaste
i.


SCOTT
DE OLEO I URO DE
Fiffado de Uacalho
COM
lljpophsphitos de cal e soda
Approvada pela oBnn.a de Hy
glene e a;iorIsada pelo
govern
E' o roelhrr rer- dio at h> je deucoberto para a
tlelca l>roucp*tM>. eacropliula*. ra-
cbliiB. anemia. < eirf liuade em geral.
defluxo. lame enronlea e m c,-ea
do pello e da arargania. ..-ja
E' muito superior ao oleo simples de figado de
oacalhe. porque, alm de ter cheiro e sabor.agra-
daveis, pcssue todas aa virtudes medicinaes e nu-
tritivas do oleo, aim das propriedadea tnicas
reconstituintia doa hypo;h.-aptioa. A' venda nai
(rogaras e boticas.
Deposito em Pernambuco _____
Vinho puro
Acabado de ebear A consignacSo ; venda-se
ni ra de Hortas n. 17.
Rodrigues de Faria & C. ae.bam de receber doa
Sra. Btuto de S & G, urna cap. cialidade em fu-
mo Rio-Novo, dca6ado a capricho, c- rn a marca
Celeste,cijo emblema o sena fabricantes nSo
deixam-Btf desmentir, porqae realmente reacio
aromatizado, fareado cir metmo rquellee queja
o aprcciaruin, que os najes agruaecidoa pela feria
iembraoca obatej*ram; ra de Muriz e Barros
n. 11.
Sitio
Aluga-se urna casa e sitio ua Passageui da
Magdalena, juotj do largo do c-bafaria ; a tratar
na lija de ivro.i ..o p do arco de Santo Antonio.
osiuheira
PrccFa-se de uuia cosiubeira ; na ra da Au
rora n. 137.
/Jimcntao racional
das USES, CRIAMCAS, M.'.tS & CO.'JYALESCENTES
Por uso d VlORZ'llA TIXA l'iliirrs,
PARIZ, 6, Aresne Victoria. 8. PAJUZ.
OeosiUrios ea fltratBMws FaAJM' M. da SILVA i> O.



lerendas barassimas!!!
*J5o as seguate* vendidas por grecos sern competencia:
I-indos fusioVs de listrinhas, padVoVa chiques a 400 ris o covado !
Setinetas do quadrinhos a 360 lis o dito !
Cretooes suprnorea, 1 raetro de largura, a 600 ris o dito !
Carohraias brancas bordadas a 6^000 a pega de 10 jardas !
Lindos de quadrinhos es-ocez a 200 e 240 ris o covado !
-Merinos de todas as cores, a 600 ris o dito !
Esplendidos sortirnentos de 13a para vestidos a 500, 600 e 700 o dito,
''axe/nirea novidades a 10500 e 1800 duas larguras.
Gases de 6res cora p.lm.is de seda a 800 ris o dito!
Merinos pretos e Ci.xernires, a 1^000, 1,5200, 1,5400 e 2000 o dito I
Velludilbo bordado de todas as coros a 1,5000 o di'o !
Solio rnaco de todas c6res a 1000 e 1)5200 o dito I
Popelina branca para as Exm." noivas, a 500 ris o dito !
Guarnt5es de crochets para cai.eiras e sofi a 8)5000.
Vestuarios de la par criangfls, (novidade) a 7)5000 e r.,5000.
Meias alvas para enancas a 2)5500 a duzia !
dem cruas para hornero a 4JQ00 e 5000.
Cortea de fusioes para coletea a 2)JO0O um !
Caxeroira ingleza a 4,5500, 6*000 e 7*000 o corte !
Cheviots superiores, preto e azul a 2*800 e 3*500 o covado !
Completo sortimento de caseroiras, pannos e brins ft muitos outros artigos que aerao
lembrados presenca dos leitores
I1AIMIM \ Mk k
59~Rua DuquedeCaxias-59
C filo rose, A nemia Catharro pulmonar,Bronchlte chronica,
Catharro da Bexiga, Phtislca, Ttssa convulsa, Bysptpta, PoUtM,
Pardas seminis, Camarros antiges e complicados, itc.
oulevard Seala, 7, em PARIZ, e aas piiaclpaes Paarmaolaa.
i
p.
I

- ^-
Vos 1.000:000^000
200:000*000
100:0001000
(RUB LOTERA
DE 3 SOMOS
Em favor dos ingennos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA. DE PERNAMBGO '
ExtracQo a 14 ,e Halo Os 1881
0 tlicsoarcroFrancisco Goncalves Torres
VINHO GILBERT SiEGUIN
^npiorado pala, A narlwnla da Uadioa <3.m rran^a
AIS DE SESSENTA ANNOE DE EXPERIENOIA
Vinao de urna etcacia iaconteaUrel como Antiperiodlco para cortar as liebres,
e como Fortificante as Convaleeencas, M>ebiHda*i*t do Sauaite,
Faltm de JUen#tr%utedo, Inappetetteia, IHgejttet diffletU,
Enfertttidadea nerro0, DebUidade.
Pharmacia Q. 8EGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Deposilanos eia Pcivanihur.t : PRaM" M. da SILVA C.
k
Precisa-ae de urna que dese-npenbe o lagar e
durm* ein casa; ma Duque de Uaxias n. 42,
por cima da typograpfaia._______^^^^
Bneommailetra
Preciaa-se de urna boa engommadeira e que
enaaboe tamben, para caaa de pequea familia :
a tratar no Caes da Compauhia n. 2. Prefere se
essrava e deve dormir em caaa.
Adyogado
Domingo! P. de Soasa Lea o
Das 10 he ras da maiihS s 4 da tarde, ra
do Imperador n. 16, 1 sudar.
VENDAS
Vendo-se um bom sitio na estrada) de Agua
Fria, jnto a bomba estremando era o sitio do
Clao, com bea casa, bu agua e melbores commo-
los ; a tratar no mesno aiio, ou na rna Formosa
numero 25. ^^^^
gf Vende-se a casa da estrada de Lua do Reg
n. 21, com muitc commodoa e agua encanada, e
um terr no ao lado da meeina casa ; a tratar na
ra eatreita do Roaario n 24.
Eogenho venda
Vndese o engeuho Mnrici, con safra ou sem
ella, situado na tregiKsia da Escada, distaute da
respectiva estncao om qoarto de legoa, podando
dar s. s caminno8 por dia, moente e conrnte,
tero duas casas grandes e 2 pequeas para mora-
da, e outra para farinha com suas pertencas, tam-
bero se faz permuta por predios nesta praca : a
tratar na rna do Impeaior n. 61, 2 andar.
Padaria
Vende ee a padaria Lu-itana, na estrada do
Arraial n. 25, bem afreguezada e com poucos fun-
dos, e o motivo se dir ao comprador.
A levoluco
A.' ra Duque de Casias, re sol ve u vender
os aeguintes artigos com 30 /0 de me-
nos do que em outra qualqucr parte.
Ver para crer
Cachemira bordada a l500o covado.
Mirins de cores finos, a 900 e 1*200 o co-
vado.
Ditos prttoa a 1*200, 1*400, 1*600, 1*800 e
2*000 o covado.
La mescladae de seda a 600 ris o covado.
Ditas cora listriuhas de seda a 560 ris o dito-
Ditas com belinhas a 600 ris o dito.
Liadas alpacas de cores a 440 ris o covado.
Las com quadrinhos, a 400 ri o covado.
Gaze c< m oolinhaa de velludo a 800 ris o co-
vado.
Setim maco lavrado a 1*300 o covado.
Seda pnlha a bOO ris o covado.
Ditas de corea de 2* por 1*000 o covado.
Setim maco lio a 800 e 1*200 o dito.
Grs de aples preto a 1*800, 2*000 e 2*500
o covado.
Setinetas lisas a 320 e 400 rs. o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 ra. o dito.
Ditas pretas finas, a 500 rs. o dito.
Fust5e8 brancos e de cores a 320, 400, 440,
500e800ra. o dito.
Zephiros finos, escosseses, a 500 re. o dito.
Zephires de quadrinhos a 180, 200 e 240 ris o
covado.
Zephiros lisos a 1J000 o dito.
Alpacao de cor para palitot, a 1*000 o dito.
Velludilhos lisos e lvradoa a 1*000 o eevado.
Cretonas finiasimoa a 240, 260 e 240 e 300 ris
Ditoa, ditos a 320, 360, 400 e 440 ris o dito.
Colchas brancas a 1*800 urna.
KSeda esc Colchas bordadas a 4*. 5*, 7*, e 8*000 ama.
Ditas de crochet a 8*500 dita.
Camisas bordadas para hornea; a 30*000 a du-
ia. |
Ditas para senhoias a 30*000 a dita.
Cortos de caeinira finos de 3* a 8*000 um.
Casacos de laia a 10*00 um.
Fichs de retroza 1*000 um.
Ditos, de pellncia a 6*500 uro, (bordados).
Cachemira de cor a 1*600 o co'ado.
Flanella americana a 14400 o dito.
Cortinados bordados a 6*000 e 7*000 o par.
Ditos de crochet a 24*000 o par.
Meias para hornens de 2*400 a 9*000 a da-
Ditas para senhoras de 3*000 a 12*000 a da-
lia.
Mantilhetas de seda a 6*000 urna.
Espartilhoa de ciuraca a 4*000, 5*000, 6*000
e 7*500 um.
Toilett pars baptisado a 9*000 e 12*000 um.
Lencos brancos e com barra a 2*000 a duzia.
Aoqainbas a 1*800 rs. urna.
Brim du linho de cor a 1*000 a vara.
Dito pardo a 1*000 a dita.
EsguiSo amarello e pardo a 500 ris o covado.
Cbales de mirio lieos a 1*800 um.
Ditoa estampados a 3*000, 3*500 e 4*000 um.
Cortes de cachemira para vestidos a 18*000
am.
Redes Hamburguesas a 10*000 ama.
Panno de crochet para cadeiraa e sota a 1*000,
1*200, 1*600 e 2*000 um.
Henrique da Silva Mortira._____
WHISKY
RQYAL BLEND marea V1ADO
Este exccllente Whisky Escessas prelerm
%o cognac ou agurdenle de canna, para fortifica
> corpo.
Vende-M a retnih.0 ooa a. Hisres amasen*
nojhados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cojo*'
me e emblema sao registradas para todo o Braai
HWOWNS & C, agentea
Vlleufio
Vtnde-ae ou permuta-se urna casa terrea sita
na traveaaa do Faleao n. 12, com 2 sala, 3 qaar-
tos, coainba lora, grande quintal e cacimba, por-
tSo dando sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
na mesma com a proprietatia, e eata tara todo
negocio por j ter o deapaobo do juiz, at para
beta I-a em le 12o. podendo apresentar os docu-
mentos sos permutadores^ desejaado tambem urna
por troca, ainda que eeja pequea, porm qae es-
teja nova bem construida.
Viveire para pausaros
Vende-se dona gi andes e bonitos viveiros po
pieco commodo, Eendo o mot'vo da venda ter o
dono acabado com os paesaroa qa possuia ; a ver
e tratar na roa do Imperado' n. 22.
Grande liqniJacao
na loja de miudzas
. Bu Nova ao
Q proprietario do estabelecimentoBazar da
Moda, scien'ifica s Eimas. familias que em vir-
tude da prozima reedificacao do predio em qae
est estabeleeido, tem resolvido liquidar to-
das as suaa mercadorias, constando de miudezas,
perfumar''as e artices de moda, com grandes aba-
timentts, sendo que muitos artigos sao por preces
inteiramente baratop, como sejam :
Grande variedade de plastrons a 1*000 e 1*200
Sobuoetes do areia ae Risger 200 rs.
Dito ingleses, grandes a 200 rs.
Duzias de ditos a 2*0u0.
Garrafa de agua florida a 1 *000.|
Vaso cem opiata a 900 rs.
Frascos com extractos muito finos a 1*800,
Frasco con agaa de ccl Papis para forro a peca de 320 e 400 ra.
Gnarniyoes, liabas, fitas, bicos, botes e artigos
de moda.
?ARA ACABAR
LOTERA do cear
400:000^000
IN TRASFERIVEL!
Corre quarta-feira, 2 de Feverero
Ira vigsimo d'esia .imporlanle lotera est habilitado a tirar
20:0O0$0O0



240:000^000
NOVO E IMPORTANTE PLANO
INTRANSFERIVEL!
Corre Quinta-feira, 3 deFevereiro
L0TERI4 DE ALAGOAS
3OO:00O$OOO
Esta acreditada lotera corre Tenja-feira, 1 de Fevereiro
*>1
lNTa\HSFmM\Ei.
'
, 600:000$000
Esta seductora lotera corre sahbado S de Fevereiro de 1887
Um vigsimo habilita a tirar 30:00$000
Os billietes dcstas acreditadas loteriasacham-se venda na
RODA DA FORTUNA
36-Rua Larga do Rosario.,!)
Bernardino Lopes Alheiro,

200:000^000
Lirilll Di Fill
EXTRiCyVO DA 8* PARTE DA 1" LOTERA
El BENEFICIO DA SSTA CASA DE HISEBICOED
Ointa-feira 3 de Fevereiro
A0 M.EI0 da
IA
fiata lotera, por algum teropo retirada da circularlo, devirlo a grande guerra que
lhe promoveram, como do dominio publico, vero novamente tomar o aeu lugar de
urna das ventajosas lotera* do Imperio.
O agente pede ao respeitavel publico sua benvola attenc2o para o plano das
LOTERAS DO GRO-PARA', por extenso publicado noa jornaes e mpresso no ver-
so dos respectivos bilhetes. O plano deata lotera o nico que era 50.000 nmeros
diatribue
12.436 premios, ou quasi a quarta parte !
Anda roais : eata a nica lotera que premia todas os nmeros cnjrs dous al-
garismos finaea forem iguaes a es dos
QATRO PREMIOS MAIORES
A SABER
100$ s duas letras finaes do premio de.......
60 s duas letras finaes do premio de.......
50 s du letras finaes do premio de.......
40^1 a duas letras finaes do premio de.......
............
200:0005000
40:000000
20:0005000
10:0005000
Tambera sSo premiados todos os nmeros das centenas dos quatro prmeros
Alm deatea, tesa esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante
importancia. E' tambem esta a nica lotera que garante quem comprar 100 nme-
ros de terminacSes jiffrrentcs 32 1/2 % independente dos premios avultadoa que
poEsara aahir na extraccao.
TODOS OS PREMIOS SAO PAGOS SEN DESCOMO
A's extraccSes bSp feitss em edificio publico e sob roais severa bV*lsscao por
parte das autoridades. .
Oa bilbetea acbam-se venda na agencia e em todas as ca3as, em baotoaj oao
Paulo. Campias, Rio Grande, Uahia, Cear, Maranhao, Para, xYmpzonas e em Per-
nambco ra Nova n. 40 CASA DO OURO. -
0 agente no Rio de Janeiro
Augusto da Bocha Moiitoiro Sallo
25B'" e Iraguayaa23
A' Florida
El na Daqne de Caxlas n. IOS
Chama-ce a attenco das Exinas. familias par
08 procos seguiutea :
Lavas de seda preta a 1000 o par.
Cintos a 1,8000,
Lavas de pellica por 2/500.
Lavas de seda cor granada a 2 j, 2t500 e 34
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albnns de 1*500, 21, 31, at 8/.
Ramcs de flores finas a 1/500.
Lavas de Eseossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1/ o par.
Porta-retrato a 500 ., \l, 1/500 e 2/.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. Om.
Anquinhas de 1/560, 2/, 2/5C0 e 3/ orna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilbo Boa Figura a 4/500.
dem La Figurine a 5/000.
Pentes para coco com ioscripciio.
Babadores com pintara e nsenpeoes a 200 rs.
Enchoviies para batizados a 8, 9, e 19/000
1 eaiza de papel e 100 envelopes por 800 res
Capelia e veas para noivas
Suspensorios americanos a 2/500
La para bordar a 2/600 a libra
Mo de ptpel de cores a 200 ris
Estyjos para crochet a l$000 rs.
Bico de cores 2, .". e \ dedos
de largara a 3/000, 4/000 e 5/000 a peca
Para a qnaresna
Galo de vidriiho metro 1/.
Franjas de vedrilbo a 1/.
Lavas pretas do seda e Escoc'a.
Franjas e galoes fiaos a 2/500, 3/e 4/ o metr
Para o carnavl.
Lindas mascaras.'
Bisnagas de p de arroz.
dem idem de ouro.
dem pe fumadas.
Lindas franjas de seda de cores eom frocos pa-
ra eufeitsr vestuarios de mas caras a 1/ e 500 r.
o metro, fazenda que j custoa o metro.
BARBOSA & SANTOS
}
I
i
I
XAROPEd reinvillier
Laureado pela Academia de Medicina gQ
Qo,aaTa-_ Caa/*e/ro 4 Legiio e Honra rr^^
O PhoaohU) de ea. a substancia mineral mate abundan! i de organismo e toda vea que ana
quanUdade normal dlminue resulta urca arl3Ccao orgnica grave. ,,,-. rt9 FaraidadM
Mals de cinco mil curas, a mor parte i^"^V^^^S^^^^S^S^Sa
torio oblidas ltimamente e axrio. como o especifico mals seguro costra aiuta P'"^' fi Kpll^-i'.r a^r^Sado
SartoiSSte as crtanSiracIllta a denUsito o creaclmento; as mes e amas de lelte loras <
teltcTSelnor; liapeae a carie a queda dos donUa t5o n-equenta depols da prenbez.
Darvasi fbarmacla VXaMSWOTTS, 8, Plaoe de te Hagdalelne, AUXX.
Em Ptrntrnumo : WUAff M. da 'Stt. VA S, V, nm peincin*. Pl'rmaclat afotarta..

Tainhas
Vende-se tainhas
de superior qualidade,
em quartolas e em bars
ris, mais barato do que
em outra qualquej*
parte; na ra de Pe-
dro Affonson. 11.
8nperior assacar e turbina, especial para
doce. Refinacao fcalgneiral ; 445 numero telc-
phonico. Ra Marcilio 9ias n. 22.
Cabriolis
Vende-se doas cabrwlets, sendo um fleaeobeito
e outro coberto, em perfeito estado, para ou oa
doas cavalloB; tratar roa Duque de Casias
n. 47.


***

8
Diario de PcrnambueoQuarta-feira 2 de Fevcrcito de 1887
UTTRATt
O uonse de M:*.rla
(Da Escolla)
Mavioso neme quo to meigo soas!.
A. Gahbet.





E' doce o ternaa t des paesarinhos,
Quando s-idatn .de scus castos ninboa
A aova luz do dia ;
Enche a alara de gso a voz da briza,
Que as frescas aguas *!a corrente friza
En notas di harnionia ;
Mas mais doco e temo, e mais domina,
E tem a luz divina
Da grata syropathia
O norae de Maria.
Sorru- de infanta riso de innocencia ;
E' floriona que adorna a adolescencia,
Tem graca, tem eacanto !
O suspirar da virgera tetn ternura...
Embriaga de gso a flor mais pura,
Oh tuda isso santo !
Porero, mais innocente e mais mimoso,
Mais santo e harraonioso,
Sim, tem mais poesa
O nomo do Maria !
Se a raeiga laa -no azulado co
Da patria amada, descortina o veo
Da noite, e brillia :
Serena, igual, equilibrada ella
Nos paramos azues... oh I sim, bella,
Do co mimosa filha I
Mas nio nao, nao tem igual bello,
Qaal te a a singeleza,
- A crula harmona
Do come do Maria !
oscapau de raorrer. N3o faltn quem o
' quizesso contratar ; mas o Jo3o Holgan
' ama bu* liberdade sobre todas as cousas.
I Ten um genio sdvagora. E' ura homem
taciturno, triste ; um colosao com a alma
de crianga, simples, tmido e bom. Nao
^osta da associagao ; por isso reeusou os
rras brilh mtes offerociroentos. Est re
signado e entretanto, para ter um bayo
novo, fretal-o, esquipal-o, ser Ihe ho pre-
cisos tres ou quatro rail francos. Nao ftz
mal. Elle conta com um acabo, com suas
economas. E afirn, sabe esperar.
Holgan detera-so o olha para a minen
[sidadeque se esteno a seus ps. Est
A moya morena valta-se, faz um si^na/ E, saatindo se nm pouco mais es I rao,
abro a porta. Fltava-lhe o ar. Na ra
distrabido ; entretanto esta paiz-gara roa
o parte seguida pelos olhos do Holgan,
olhcs com refljeos dourados, como os dos
animaos, que v;m tSo bem do noite como
deidia.
Est lindo o trabalho... Joao bato com
um pao a extremidade inferior da role f s
ticada, para tirar as algas quo o mar dei-
xou ; carrega o cesto e, abriodo o largo
eorapasso das bernas, poe-se a caminho
sera se importar com as pojas i'agua, nem
com as rochas escorregadias.
Ao longe, as galotas se ospalham pelo
chamalote matsado do mar azul e verde o
a easa distancia psrecem barboletas bren
cas.
rinha csplendica A cor violronlas nu-i Elle desee o Pollet, om olhar queav
vens r-fleetid n<3 igu'.s cortada, a i 1 passa
Dezembro de i 880.
Meira e Sa.
tervalbs, por faixas luminosa do nm ver-
de suave, que fez lembrar as campias
era Abril e on le cruzam-se mil embarca-
cSes gaivotas esvoncsin por sobra a superficie
do mr.r, ora pousando-sej ora apanhando
peixes na eaeuraa branca como flocos do
renla. As oalas, quebrando-so antes de
chegarem s rochas, vera-Ihes morrer ao
p, desdobrando o branco lencol de sua
eseuma, eraquanto a agua despenha-se
atravs das pedras cora o ruido montono
de e&rrentes arras'adas.
Joao Holgan olhi para tudo, sera nada
ver- nem as cores estranhas verde, ver-
melho, roxo, projectadas no ospelho das
nem aqu?Ilas mutagSes fantsticas
gua8 _
e ephe'meras do sombras que se dobram,! ter-lhe escrpto ?
Entra o d com a
Da port 1 de urna casa um hornera quo
est concertando urna rede, grita-lhe :
Oh l, Holgan, bom dia 1 Que tal
a raanh ? S trazes isso ? Mo negocio!
Tambera o mar agora parece que s tem
vermes...
Bom dia, Fleuriot, bom dia, mari
nhoiro.
Este ura repaz magro, desengoncado,
de rosto vermelho e que o salvou no nau-
fragio da Caridade.
J0S0 Holgan passa com o olhar vago e
preoecupado-
De longe, Fleuriot torna a gritar-lhe :
Marinheiro, ainda agora vi o cartei-
ro por ama carta por baixo de tua porta.
O pescador fica admirado. Quem pJe
afecta e amontoda de lixo, na frente de
casebres aruiaados, brincara as criangas.
Dos corredoras, das janellas, de toda a
parte desprende sa ura cheiro deaagradavel
do peixe. O sol abrazadar do meio dia
cspelha-sc sobre os muros, com refloxos
araarelloa, e despeja sobre oj telhados la-
vas de chumbo derretido
O pesado silencio da immenaidade paira
por sobro o b-.irro... Sentase qua o mar
est p9rto, e-robora calmo e tranquillo nosse
momento.
Jeo Holgan, com o rosto resplandecen-
te do alegra e rom a3 raaos na cintura,
sonte-se embriagado. A trra agita se sob
scu3 ps. Linca ura olhar que abrange
toda a ra e tem vontade de gritar: recebi
urna heranga I
Projecta-se ao longe a sombra esgaia de
Fleuriot que concert* sna rede, dependu-
rada ti'om prego. Era dous pulos Holgan
chegou-se s elle.
Toma, le eso, marinbeiro 1 disse
elle.
Nunca souba 1er !
-- Entilo escuta.
l quando elle acaba a Icitura, Fleu-
riot deixa escapar a rede e a lancadeira e
a:ira sa aos bracos de Holgan.
Que pandega I diz elle.. cora mil
raios I Quo pandega!
torcera ou esvae.n com n briza. Este es-
pectculo soberbo nao o commove, mas

0 AMIGO DO MARIDO
POR
JULES MA.RY
-(*)-
I
I A's oaze horas a maro est baixa. Silo
onze menos um quarto. Ab'c-se nesse
momento a p:>rt.i robusto mo<;-> de cabellos ruivos, olhos mei-
tez bronzeada pela chuva e pelo sol,
gos>
o caminho do

qu9 a passos largos t >.n
Pollet, era Dippe, dirigindo-se para Puya.
Traz s costas ura desses cestos ostreilos
compridos usados pelos pescadores, no
^ual move-se, ao impulso de seu an lar,
ama rede pequen com as corlas alcatroa-
das.
Sobre seus cabellos crespos assenti ou-
sadaroento uoi birreta venezian), de bae-
Vta azul, com a ponta dobrada para um la-
do. Sua aqueta de lona suas calcas,
apartadas por um cinto, estao arr'-g-gadas
at.aos joelhos, dcxando ver duas p-rnas
fortes, raor nis o onde os msculos sobre
sahero como cordas entesadas. Seus pea,
sem meias, calcam folgadamente sapatos
di couro j avermelhado pela aec3o d'agua
do mar.
E' Jo3o Holgan, um pescador dn costa.
Chegado ao Pollet, abandona a estrada
e toma um caminho que corre beira dos
rocbedoB. Mais embaixo, as sobro ro?has,
fica o sen curral e ello vai; como de tos-
turne, inspeccinal-o. Dahi ha pouco upa-
-nhar os peixes que l tiverera entrado m-
pellidos pelas ondas sa o caprichoso mar
rtiver sido clemente -e pondo-os a granel,
no cesto, os ir vender no mercado de
Uieppe. E' isso que o faz viver ; ou ant-s
Bmpcde de raorror. Mo otti iu- Pobre
bom ero.
B^Agil o oven, em tola a oosta nao se
encontrara dez marinbeiro* mais habis do
qne ell<, nenhum Ao forte, eu punlio de
trro quolira uro remo do encontr ao j'e-
Iho. E se, etn vez de ir para o mar, elle
vivo assim luiscravehm nte, c por ba oito
[jocze8 pcrc'.eu sua barra do pesca A Cari-
dade n'uma tempestada era que elle proprio
deixa-lhe na alraa urna melancola profun-
da, inconsciente.
Terminara ahi os penhascos o ello come-
es a descer.
A cost formada nesse lugar, por urna
s io de rochedos citpriuhosaiiiente cinzela-
dos e obertos da mariscos e sargassos es-
euros, sobre os quaes elle caminha com
passo firie. as pocs que a agua deixou
as cavidades das podras fluctuara plantas
marinhas raulticores; caranguejos movera-
6e transversalmente ; crustceos arrastaro
as conchas ; medusas semelhantes a cogu-
mellos de ealatina, estrellas e noemonas do .
: L;i;,ija o braco estendido, porque so ve de longe:
saa eterna numobilidade. _. D r ., r 1 -
Itlra. or.Kogo-lhe o tavor de vir ao
a agua at os joelhos. A ciar vai deseen
do lentamente; como a seu pezar. elle (
carta ; mas antes de
levntala vai por c -ceito a um canto.
Nao ha duvida que para elle.
S ha nm JoSo Holgan no Pollet e at
elle o nico da familia, porque nSo se
sabe o que faito de Scbast3o Holgan,
seu tio, qne, ha trinta annos, entrn para
urna companhia da saltirobancos e nunca
mais deu noticias suas. ,.
O enveloppe quadrad dos cantos, um sinete azul: Madura,
tabelliilo, 64, ra Lafayette.
Madur ? Neo sabe quem Que
negocios pode ter elle com um tabellio V
Rasga o enveloppe o lo, piscando os olhos
por falta de habito e segurando o papel com
mar conservara
Joilo Holgan est ientro do curral com
I meu cartono o. mais brevo possivel, a tira
conhecmento do testamento de
"jj onserva-se iraraovel. com os olnos ttxos r .
.. <- 1 u. j ,,u;- t^A* ha cinco das, e do quera o senhor e nico
diante de si. Quanio acaba de sanir toda > t ,
,. j ^_____ a^=;0 /4 herdeiro. A fortuna de deu saudoso ulien-
a agua, deixando apenas urna especie de
" j i .. :, ,,, ta eleva-se a cuarenta mil trancos de ren
regato, desprende-sa de seu peito ura 8U3 1 ,
r ___ ,,ii p diraento, pouco mais ou meuos. domo e
piro. A pesca sera quasi nulla. requo- r ,
r i ___.. .fl, possivel que Ihe sea prenso algum dt-
nus peixes, asustados, passam como na- r ir sr-
1. 1 14 ;,.-. n*n K. Hm'nheiro para a viagem, envio-lhe por nter-
chas de um lado para outro; nao na ura -- -- r; o >
4 v 11, c ?.. va., medio de meu collega Lohousseux quin-
so grande. E elle tranze a testa. .Nao se-
r com certeza nesse dia que podera aug
mentar o peculio para a compra do bareo.
Algumas banhistas, tendo-o visto da
praia, dirigiram-se para o curral afim de
assistireal pesia: entram e vio collocar-
se tSo perto, q le seus vestidos sobreergui-
dos rocam p;-l-s fajes de Holgan, que est
abaixado.
Ella vai reuni lo o peixe. Aqui des-
cobre um ou ious Iuiguados ; all, nm sar-
eto. No cesto
g->, um ar raque, saveis
on le so atirado8, s.ltim os peixes e suas
es amas, brilhando ao sol, despedera scin-
tilUgSes prateadas que deslumhrara.
Passa-Ihe pero 12 na siba. Ello aparra a
sobre as pedras, dizendj s banhistas-.
Cuidado, idea manchar a roupa 1
A siba expelle ura jacto de tinta preta e
Joo, sempro abiixado, virase de lado c
v com espanto dous psinhos, do tama-
nho de ura de seus dedos, calcando boti-1 urna nota zul, na qual se l : qninbentos
as amarellas e surgindo dentro rendas francos. E cm voz alta, dirgese a per-
qu a agua do mar salpica sem nenhuma gunta
hentos francos para os primeros gastos. _
Jo3o Holgan deixa a carta e cahe ful
minado sobro um banco de madeira, com
os punhos fincados nos joelhos, milito pal-
udo e com a testa bar hada do suor. Vera
lbe um soluco e pas3a-lhe palos olhos urna
nuvera preta, na qual dancara em turbi-
IhSo objectos vrmelos e verdes.
E' urna vertigero.
Ao cabo de cinco minutas volta a si, le
vanta-se o solta urna gargalhada.
Que boa peca, murmurou elle; nao
est m a brinoadera 1
Torna a pegar na carta, mas suas maos
estao trmulas o falta Ihe a vista. Espera
que isso passe e para crear coragem con-
tina a rir se.
Da repente, sahe como um louco e corre
casa de Lebousseux. ,.
Um quarto de hora depos v^*oe volta
e colloca dianto do s, sobre urna mesa,
AttencSo.
Era prodigioso que semelhante ps pu-
Mas ento nRo foi pilheria ?
E com os grossos dedos amarrla con-
FOLHETH
OOKCIJNBA
POR

::o ?bv:
QRTA PARTE
O PALACIO IHl
((^untinaacao do n.
V
26)
9
Oadoi
lin fiir de rosa
Entre o protoeollo e as assignaturas, o
pEgamicbosellado oom as armas da Fran-
$. continlia um salvo ronducto, muito cm
jre'gra, conceuido pelo governo ao cavalhei
ro Henrique da Lagardre.
Eise documento, concebido na sin fr-
ba inais lata, adoptada roceuteroeiite para
tagfti'es diplomticos nao acreditados pu-
blicamente, dava ao cavalheiro de Lagar
"arder cenca para transitar por todo o
reino, sob a garanta d autoridade, e de
ashr do territorio francs era completa se-
guranco, cedo ou tarde, ucontecesso o que
acontecesse.
r- A-onteca o quo acontecer repetio
diversas vezes o Corcunda. O Sr. regen-
te pode ter desvarios, roas bdmem non
rado e cumpre a sua palavra. Acon'
, quo acontecer I Com isto Lagardre tem
uafta br3BCa I Varaos raandal o entrar c
qoeira Deus que ello proceda como pre-
O80.
Cooiult'U o rt-logio e levan!o-Jso.
desse-u firmarse no ponta aguda de urna 1 vulsiv^mente a cart e o dinheiro, seus
rn-hi. olhos datam-se; urna onda de sanguo so
Maehiualraente ergueu os olhos c rstre- be Ihe Jbega e afoguea-lhe o rosto. Est
me u. suffocado.
Urna moga bella, clgante e esbelta fi-, Mas que sao muit ts 9 militas no-
ta o coro curiosidade. 8ua cutis de uro tas do mil!! O tio SebastiaoV Por con-
nioreqo palli lo como a das ninas do Oren ; seguinte elle viva?... Ah se o pai e a
te ; seus olhos s3o de velludo eastanho na-! m3,a anda fossem drste mundo 1. ..
(ando era ncar. Os labios so verme- you tornar a 1er!...
liras, quando ella sorri-sa vem-se-lhe os L omitas M a carta; como que ab-
dent'-s pequeninos. agu ios e alvissimos. sorve-a.
Catharina I grita urna velha que ti-1 Depos, comega a passear plo quario,
nlu iicado na praia, sentada sobro urna pe- com as raSos nos cabellos, desorientado e
dra e coro o chapeo de sol aborto... Ca rompe em solucos como urna crianga.
tkariaa I Ah seos vclhos estivessem vivos!...
O pavilhao indiano tinha duas entradas.
A p-raco* pissos da segunda sahiia exis-
t} u n pequeo carreiro, que conduzia,
atravs dos canteiros o dos raassigos, ao
cubillo rust -o de mestre Le Breau, por-
teiro e guarda do jardim. Tinhara apro-
veitado o cubculo, como de todo mais pa-
ra as oraamentagSes. A fachada recebia
a luz de uro grande reflector collocado en-
tre a folh8gem de urna aoaoia e terminando
daquelle lado a paysagim.
De ordinario, noite, era un lugar er
roo, muit) cobsrto o muito escuro, espe-
cialmente vigiado pelos Srs. guardas fran
cezes.
Sahindo do pavilhao, o Carcunda vio
diante do inassigo todo o exercto de Gon-
zaga, que se tinha all reunida depois da
derrota.
Fallavara extetamenle delle. Oriol, Tu-
raiue. Not, Navailles e outros riam a
bandeims despregadaa, mas Chaverny es-
lava pensativo.
O Carcunda nao tinha apparenteraente
tempo a perder, porque foi direito a elles.
Asscstiiu a luneta e fingi admirar a orna-
roentagao como na occasiao da entrada.
-* No ha como o Sr. regente para fa-
zer astira as cousas, .disse elle. Esplen-
dido esplendido v
Os nossos jogdores afastaram-so para
o deixar passsr. Fez que os reconheuia na-
quelle momento.
exclamen elle, os outros
Ab
partirn?.
sabera !
Mea 3
A dedo eh eh I oh I
a liberdade do bae de
senhores, sou um sea
no seu caminho
Ah
ta aibera
a do lo I
mascaras.
criado.
Nioguera so conservou
excepg?lo de Chaverny.
O Carcunda tirou Ihe o chapeo a quia
continuar >. <-oair. Chaveroy deteve-o
Jjto fez rir o turbilbao da (onaaga.
Chaverny qner sber a sua sina, dis
Be Oriol.
Chnvercy encontrn dona, accrescen-
lou Navailles.
Mjris morda o mais fallador do que
eile.
Chaveroy dizia era vos baixa ao hornera
vestido de preto :
Urna palavra, se faz favor, senhor.
Quaotas paUvras quizer, Sr, man-
quea.
Aquellas palavras qua pionunciou*:
nem serapre um da vera depois de ou-
tro applicara-89 passoalraente a raim ?
Pessoalmente ao senhor.
Quer ter a b)n i*da de as traduzir ?
Nao tenho tempo, Sr. marqnez.
Se o obrgasse.
Desafio o marqnez O Sr. de Cha-
verny matando em combate singular a Eso-
po U, por aleaba Junas, locatario da ca-
sinhola do cao do Sr. de Gonzaga, seria o
cumulo da sua fama
Chaverny fez coratudo ura movimento
para Iba tomar a passagem.
Estendea a mito para isso.
O Corcunds p**gou nella e aperton-a en-
tre as suas.
Mrquez, disse elle em voz baixa,
valha mais que os seus actos. as rainhaa
excureo-8 por aquellas bellas torras de Hes-
panha, por onde arabos viajamos, vi urna
vez um fcto extraordinario : ura nobr
gineta de guerra conquistado por merca-
dores judeus, e collocado entre as bestas
de carga ; era em Oviedo. Quando tornei
a pasear por l, o ginete tinha morrido de
dOr. Marqnez, >-8te nao o seu lugxr.
Olhe qua morra mogo, por que ha de cus-
tar-lhe muita fnzer se um devasso.
Coropri iioutou e p co tinha Chaverny tioou immovel com a cab^ja
pend la sobro o peito.
Atinal, foi-se exclaraon Oriol.
E' o diabo era pessoa, disse Navail-
les.
Vejara como aquello pobre Chave/
est pensativo !
Mas que joga faz este Corcunda ?
Cli iverny, qae ta dase alie ?
Chaverny, conta ns isso.
Cercurara-n'o, Chaverny olhon para elles
com ar distrahido, e, sem saber se fallava,
murmurou :
E' tudo quinto on^ontra pira exprimir
sua alegra.
Era menos de um quarto de hora, todo
o Follet sabe que Joao est rico, muito
rico. Forma se u n ajuatamenta diante de
tua casa, campo:to de pescadores, mulhe-
res e criangas.
Holgan conta o que s paasou e a nota
de quinhentos francos circula de nSo em
m.1o, como una prova palpavel de que
tudo isto nao raeatira.
Quando partes, Holgan ?
Esta noite, pelo priraeiro trem.
Nao fiques por l muito tempo.
A' tardo Holgan gasta urna parte- do
dinheiro com uns vinte amigos c, quando
toma o trem, j nao tem o cabega muito
certa. Dahi a meia hora dorrae a somno
solt.
Esto dia, cheio de eraogoes, prostrou o
athleta. No mar, passou umitas vezes noites
em ebro, trabalhand) rudemente, batido
por ventos glaciaes ; nesta noite, porem,
sujc.urob'. esmagado por tanta felieidade.
Vencido, entrega-se inerte.
Ha quanto tempo dormia elle ? O trem
tinha parado, urna ralo sacuda o.
O' l-' amigo, acorde-sa Todos
esto sahindo...
Jo3o Holgan sahe do seu torpor e es-
frega os olhos.
Oadn estamos n8 ?
Em Pars.
O pescador sahe da estagSo e faz-se
conduzir ^ ra Laffayetta. O tabellio
est em cas 1; portanto, Holgan nao tem
que esperar. E' im mediatamente recebi do
por nm hornera pequeo extraordinaria-
mente moreno, de cabellos e barba negros
e que sorri-se para ello.
O senhor nito sonhou... Compre-
hendo sua admiragSo... mas preciso
que sa v habituando sua 3 irte. ..
O senhor tem, ueste momento, um pou-
co mais de oi tacen tos mil francos de for-
tuna. .. Raceba os meu.' comprmanlos !...
Nos das sguintes Holgan oceupon-se
com a liquidadlo da heranga.
O tio Ssbasto, depois de ter sido sal-
tirobanco na mocidada, comegara sus for-
tuna percorreudo as principaes cidades de
Franga o as fastas dos arredores de Pars,
com urna co npanhia' de theatro ambn
Unte.
Abandonara mais tarde os negocios se-
rios, como elle costura a va dizer, para de-
dioar-80 exelusiramente, ao que chamava
cora dospr^-so, brinqui nharin! fabrcon
brinquedos.
Como tinha milita imaginacao eera mui-
to hbil, tvUR as suas iovengues tiveram
o roaor xito. A materia prima custava
muito pouco e oa lucros erara considera-
veis; era pouco tempo dobrou seus rendi-
meutaa. Era soltairo e viva como tal;
quan to pensou oro casarse, a raorte veio
por ura termo s suas aventuras.
Desdo qua havia chegado, Joito senta-
se devorado por uraa frbre continua. Ti
aha a nostalgia da mar. O espectculo da
vida agitada do Pars faligava-o ; por mui-
ih-j---1nimmmmsmmmmmmmm
Nem sorapre un dia vem depois de
outro
A msica cala va so nos salo'S. Era um
intervallo entre dous minuetes. A mul-
do era cada voz mais compacta no jar-
dm, onde se passavaiu omitas intrgui-
nhas.
O Sr. de Goozaga, cangado de esperar
na aute-camara, tinha entrado nos sa|3cs.
A sua boa apparencia e o brilho da sua
palavra davam Ihe grande favor junto das
damas, que diziara que Felippa de Gon-
zaga, pobre e de pequea nobreza, seria
um completo cavaltieiro. Imagna-se f-
cilmente que o seu titulo de prncipe, cuja
legitimidade era contestada apenas por al-
gumas vozes tmidas, e os seus milh3es
quo ninguem poda p5r em duvida, n3o Ihe
estragavam o negocio.
Apezar devver na intimidada do regen-
te, nito affactava aquellas maneiras desa-
bridas que estavam eat?lo tanto em moda,
A su* palavra era cortz e dissrata, as
suas maneiras dignas. O daba, entretanto,
nio perdia nada com isso.
A Sra. duqueza d'Otloans tinba-o em
grande estima, e o boro padre do Fleury
preceptor do joven rei perante quem nin-
guara tinha p-rdo, n.o eslava longe de o
considerar ura santo.
O qua se tinha passa lo n'aquelle mesra
dia no palacio do Gonzaga iuha sido con-
tado amplamente e diversamente pelos ga-
zeteiros da corta. As muflieres aohavam
ero geral que o procediraento de Gonzngu
par cora sua mulher pssava es limite*
do herosmo. Era ura apostlo aquella ho-
rnera e ura rariyr Vinte anq/s de soffri-
raento paciente Vinto annos de raoiguice
perenne ero traca d-i ura infatigavel despra
so. A biat -ra antiga consiguou factos mui-
to nunca bellos que este.
As princezas aibiam j da magnifico
repto de el iqu-neia que o 8r. Gonzaga ti-
nha t" lo pTinta o oojs-lho do fnuilia.
A roSli do regente, quo er* urna boa cria-
tura, deulh- fruncararnta a sua gr< ssa ino
bavara ; a duqueza d'Orleans raandau cora-
prira-ratal-o ; a fornoaa abb.dossiaha de
Chell<-s pronottau Iha a su s oragoas, e a
tas vezes experimentara sahir, mas o rui-
do enorme da grande eidade, o vai e vem
incessante dessi raultid3o, que s procura-
va trabalhar o divertir se ; tudo isso, como
que o tinha embriagado o todas as vezes
quo voltava para casa raspirava como se
houvesse realmente escapo a nm grande
perigo.
S encontrava socego quando se cha-
va s
E' nm verdadeiro urso dissera
Madur a um de seus es'-.reventea... de
mais a mais, rnivo. e bem o sabis...
os ruivoa, os ruivos, ou sito mub bons, ou
muito ruins.
Aoonaulhado polo tabdliao, tomara um
quarto n'um hotol do bmlavard Hausa-
raann, canto da ra do Chiusse d'Autin.
Quasi que nao sabia e passava o da intei-
ro ja.-ella.
Urna manhS elle foi casa de Madur.
Sou* negocios estavsm terminados e da-
via ser esta sua ultima visita.
O tabelliSo estava oceupado, era seu
gabinete. Ura escrevente pedio a Holgan
que esperasse ura pouco, e offereceu-lhe
urna cadeira.
Dahi a cinco minutos, appareceu Madu-
r, acompanhando duas senhoras.
Urna dellas estava vestida de preto e
rpresentava ter de quarenta a cincoenta
annos ; a outra era muito joven.
A joven passou por perto do Holgan ;
este olhou a e corou. Seu coragSo bateu
apressado o elle sorrio-se a medo : tinha-
reconhecido.
Era a moga quo elle vira em Dieppe, a
banhista de pequeninos ps, de rosto ara-
be, de olhos de velludo eastanho nadando
em ncar ; Catharina, e.mfira, como a cha-
mara sua mSi.
Ao pasear, ella langou-lhe um olhar ad-
mirado. Talvez o tvesse reconhecido
tambera.
Sahiraro ambos.
Sr. Holgan, quera entrar! disse o
tabellio ao pescador, que conservava-se
immovel no meio do quarto, como fulmi-
nado por aquella apparigo.
Mas este, proseguindo em sua idea, per-
guntou :
Quero esta moga?
NSo mais pude esquecer, tentasse embora,
o momento sublime, aquella bcra
de suprema ventura 1
Amei-te tresloucado, cora delirio,
e hoje teu desdera o aoeu martyrio
ingrata craatura !
Guardei por muito tempo este segrelo,
a fudo impenetravel qual rochodo
ingrera*, escarpado I
era mesmo o^disse a t ; eu era ura pobre
e sabia que subir ao solio nobre
Nao pode um desgragado !
*
Mais tarde, tu porm, oom esses teus olhos
a senda Iluminaste, entre os abrolhos
em qne ceg me vias I
Segui-te, como a sombra segu ao vulto
ti ve mais do que amor, tive te um culto
a amar tambara dizias !
Se, pois, por te amar, a fronte crguendo,
um crime corametti nefando horrendo
que aos cos clama justiga ;
um ousado nao fui, a mito rae deste,
esta roao que tu agara me cscondeete
meu sonho, minha cabida '
Foi tudo urna HaaSo quo d smeatida
a descrenga implantou era minha vida
a tua ingratido 1 .
Aceito o teu despreso ; o meu premio,
em paria, convertiste ingrata, ura genio
mulher sera coragSo I

Oh l I que enthusiasmos!... Sao
duas clientes miohas -a Sra. Fraochard e
sua filha. A mi viuva de um comraan-
dante qua ninguem vio, roas que entretan-
to existi; a filha anda procura de ca-
samento e nSo tara viniera ; posaue todas
as qualidades possveis e imaginaveis:
perguntai-o sua raai ; accrescente a isso,
que linda de modo a seduzir o proprio
Santo Antonio; boa, talvez, parecendo
frivola ; raui'o mal educada e precisando,
para ser perfeita, de um pouco de severi-
dade...
E' mnito bella murmnron Holgan,
estreroecendo.
O tabollio ohservou durante ura minu-
to, coraprehendea e calou-s-i.
[Continuar-seha.)
Mais tarde, quando o manto da miseria
me envolvendo a existencia ; deleteria
na tumba me encerrar,
perdoa-me esta OffenA, o odio esquece
e na campa fra, muda, a tua prece
espero irs rezar I
Nemo.
'--.i
BUmarck as suas trras
Bismark adorou sempre o campo, e ado-
ra-o ainda hoje, talvez mais do quo nunca,
porque abandona Berlim a cada instante,
para ir esparecar sub tegmine fagi. Um
oa, em Varzin, o pintor Laubach surpren-
deu-o passeiando pelos campos fra, olhos
postos no co e perdidos na contemplagao
do vo das cegonhas. Esta contemplagito
dava ura tora tito extraordinario sua phy-
sionomia, que o pintor exclamou : Prin-
cipe,
nSe se mexa 1
VARIEDADES
1 Itima nota
.....ond se use toda a feridade
entre lees e tigres ; e verei
se nelles achar potso a {edade
que entre peito humanos nao mchei.
s............
............
(Cam&t. Canto III et. CXXIX.)
Escata inda urna vez o triste canto,
da lyra o destoar, o amargo pranto,
que face me humedece I
Escuta sim, te imploro, oh flor querida,
esta dor de minh'alraa, quo eaqu-cida,
aos ps sa 'e offerece I
Vagava en pelo mundo, sem esperanga,
quando um dia, meu Deus, a ti creanca,
em frente deparei!
To bella me appar'c 'ste, que ura archanjo,
um perfeito ideial, oh mulh-r-anjo,
ao ver-te imaginei!
disse Ihe
que
era um
duqueza de Berry
tolo sublimo.
Quanto qnella pobre prr.ceza de Gon-
zaga, eram capazos do a apedrej'.r por ter
feito a desgraga da um homem to di'goo.
Foi na Italia, sabem todos que Moliere,
encontrou aquello admiravel nome de* Tar-
tufo !
Gonzaga no apogeu da sua gloria, viu de
repente no vito de um porta o rosto com-
prido de Peyrolles. De ordinario a physio-
nomia d'aquelle fiel servidor nao transpira-
ra nma alegra louca mas hoje era como
qua um vivo signal do tristeza. Estava
paludo, tinha o ar desvairado : enchngava
com o lengo o suor da front?. Gonzaga
chamou o. Peyrolles atravessou o sali
proximou-se.
Pronunciou alguraa palavras no ouvido
de seu amo Este levantou-se vivamente,
o, com urna presenga de espirito que per-
tence nicamente quelles soberbos patifes
de alero montes.
A Sra. princeza do G razaga, disse
elle, acaba de entrar no baile ? Vou imme-
diatamente ao bou encontr.
Peyrolles ficou admirado.
Onde a encontrarei ? perguntou Gon-
zaga.
t'eyralljs com certeza nao saba nada.
Inclnou-se e caminhou na fronte.
Ha horaens que s 1 bons de mais I
d8sa a mJi do regente, oom urna praga
qne trouxera de Baviara.
As princezas virara cara ura olbar enter-
necido a aahida precepitada de Gonzaga.
Pobre hornero I
Quo me quares? perguntou elle as-
si 11 qua ficaram sos.
O Corcunda est aqui no baile, res-
ponden o facttum.
Com a'breca 1 sei perfeitamente, vis-
to quo fui eu quera he deu o carto.
Nao tove informac3e8 sobre esta Cor-
cunda ?
Onde queras que asfosse tomar?
D-sconfio d'elto.
Desconfia tu sa queros. E' tudo?
Esteva converaando cora o regente,
esta noite, durante mais do meia hora.
Bismark nao gosta do luxo, nem da so-
ciedade, nem do theatro, nem de jogo: s
gosta da poltica. Como a sua situag
junto do imperador Guilherrae inque-
brantavel, o chanceller nao precisa de in-
trigar para se manter nella, e pode, por-
tanto, entregar-se quasi completamente,
as suas trras, sem que ninguem o in-
coromede, s suas meditagoes e aos seus
planos. All, os seus ervos doentes e ir-
ritaveis contraram-se menos.
Alera das suas trras patriraoniaes da
Schoenhauaen, onde nasceu, e das de
Kniepof, possue anda Bismarck as trras
d* Varzin e as de Friederichsrube, no La-
e n bou r, junto das quaes o rei da Prussia
Ihe doou florestas magnificas.
O dominio do Lanenbourg coropc-se,
em grande parte, de florestas de carvalhos
faas e pinheiros, nito exploradas desde o
tempo de Carlos Magno. Mas Bismarck
adora o campo mais pala tranquillidade
que encerra. Como se sabe, o chanceller
nao tem a menor parcello de poesa na al-
ma ; pelo contraro, um proprietario
que entende perfeitamente dos seas nego-
cios e qae gosta de arredondar os seus
haveres. Como tal eommett u o crime
de lesa-natareza de explorar aquellas fio-
restas virgens. Os seu3 lenhadores aba-
ten all arrores de mil annos, cora 1 se
fossem tojos, eraquanto elle se entretem a
fabricar papel, papelo e plvora.
(Continua.)
- O regente? repetiu Gonzaga com ar
admirado.
Mas, tranquillzou-se inmediatamente a
accrescentou :
- E' que sem duvida tinha multas cou-
sas que Ihe dizer.
- Muitas cousas, eflfactivamente, rea-
poadeu Peyrolles, e julgue por ai.
Aqu, o facttum contou a scena qae fa<
oha tdu lugar no pavilbSo indiano. Quan-
do a acabou, Gonzaga comecoa a rir com
compaixo.
__Estes corcundas tm espirito, dase
elle simplesroent*, mas um espirito exqui-
sito e disforme como os seus corpos ; re-
presentam sem cessar comedias inutes. O
hornera que deitou fogo no templo de Ephe-
se, para faaer fallar de si, devia ser cor-
, para
cunda.
Tvp. do Diario ra* aquo de Cxias n. 42,
SS-\


__' tudo qaanto diz ? exclamou Pey-
rolles.
. A menos, proseguiu Gonzaga que
refletia, a menos este Corcunda nao se que-
ra fazer comprar muito caro.
Trahiu-nos, alteza! dase Peyrolles
cora energa. .
Gonzaga olhou para elle sorrado e por.
cima do hombro.
- Meu pobre rapaz, murmurou elb, te-
riainos grande trabalho para faz^r alguraa
cousa de ti. Ainda nao adivinnaste que
este Cordunda mostra zalo p^los nossos ia-
teresses.
Nao; confasso, Alteza, que nao adi-
vnhei isto.
N4o gosto de muito zelo, prosegua
Gonzaga; o Corcunda ha do ser castigado
severamente. Mas nao raenoa certo qua
nos d urna excellento idea.
Se Sua Alteza sa dignaase explicar-^
me ...
Estavam no lugar hoje oceupado pela
actual ra Montpeosier. Ganzaga dea
brago familiarmente aa seu facttum, j
{Continuar-te-ha),

.




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* f&9

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i
^,.



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