Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19801


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Full Text
AJS1H& IiXXIl
Stbh.ftdo %& de Fevcrctro de 3 89G
^LUERO I
/


F
!-BHB
PeFIUlB&BB BB HAHeEL FZ69XXS0L I V&RUL & FILS9S
REDACTORES ANTONIO WITREVIO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
PINTO BANDEIRA
E ACCIOLI DE VASCONCEULOS e
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avolso do mesmo da
Telegramrnas
5ET.C!) PASTILLAS 23 M-
Rio de Janeiro, 28 de Fevereiro,
s 4 horas e 15 minutos da tarde (receta-
do na estaco as 7 horas e 30 minutos da
noite e entregue as 7 horas e 45 mi-
nutos).
Parece assentado, que at o da 10
do mez que entra ir em passeio essa
capital,'o Sr. Dr. Rosa e Silva.
Procedente desse Estado, chegou
a Hlia Grande o cruzador Benjamn
Constant.
Contina a grassar nesta capita
a epidemia da febre amarella.
A bordo do Lombardia registram-
se at hoje 30 casos, nos quaes in-
cluem-se diversos officiaes.
Sabe-se ter a Hespanha despen-
dido j 300 milhes de pezetas com a
revoluto de Cuba
Os revoltosos continuam a soffrer
revezes, sendo derrotados nos recon-
tros havidos erltre elles e as forjas
hespaiiholas.
Apezar da alta que tm tido os
titulos brazileiros na praca de Londres,
81000
15#000
30*000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA
FRANQA E INGLATERRA
Os Sr?. MayenceT&vre & C.*, resientes em Pars18 ru de
La Grange Batelire

MAXOEL ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por um anno adiantado 331000
Por trimestre vencido..... 9#000
Numero avulso de dias anteriores. ,200
*
cia&te pwifc traspassar s fabricas ex 3tetei DO
pis, sem que ao fisco assistajO direlti de na
c:,Ilsar o des loo de taes mercaderas, uera te-
ura m-ios pari fazl-j.
10. Reaolva tambe a qu? nao entre po- or <
se execoco a dlsposiiao do art. 25 eoore a*
estaccpilbas a affixar Das garrafa', conten"1 a-
Deblda coasianies da class?6' a- *z(> p ,2? J '
anfa, por acbar ponderosas as raxSe qi-
;p;eseaia:B para demonstrar a imprs'lc.n ii
dessa medida n--< alfaodegas da Repoblias,
.m qoe ha graod* entrada desse* prodoetce.
11. Com referencia a dlspos yao do ari. 31,
noderao ser aespacnudos roalos ea separa lo,
qoando a ree'cauoia (Or Importada -m castos,
, o-qoe, para os caso de eoat'iCacea), ha a-
"per.as 00 co-'tg a ae apoeoeasao "tu narca-
uO'taa a da malta de 1:000* a 5:000*J00
';2. Qu^to ao exame d.s vinbos pelo LabO'
r;>tor o .Sactcoal, oeatiaia alteraeo ae fara ::0
odo porque aCamn-ate all se procede, t
que o gove'no time r^solafiio deOoitiV), que
fin ie: po vo< ser comojuoicada.Frani:i8;o
dd Paola Rod igues Al ves.
de ser julgados.Ao juia do dir ito do
municipio da Tacarat para informar.
Bcharel Jeroymo Materno Pa.eir*
de vjarvalho, ex-juia de directo da antig
coma-ca de Canhotinho o actualmente
-ni -xercico no municipio do Lmoeiro,
pedindo pagamento de ajuda de cu to.- -
Jefifido nos termos do officio desta data
so Secrttario da Fazenda.
Aba'xo assignalas, alumaaa do 3/
atino du Curso Normal deste Estado,
padindo para seretn consid radas alumnos
mestras.Iaforme0^ S Du.ector da Es
cola Normal. "^^
Manoel L>pos da Paz, professor pu-
blica pedindo a entrega de do jumentos.
Bcgiilamt'iito da Escola de Eagenharia
(Continua(dd)
Ministerio da Industria, Via-
cila
F.ii exonerado, a pinto, o hacbarel Auto do
de Pa.i0a d- Asis Rezeoue v.o ca'go de .a
ministrador dos orreio3 do E-Udo de Hmas
Geraes. ,
Foi nomeado o bacbarel F ancisco Jos
de Al nea Braat p.i 1 o c';< "e aimiTlat- -
dor d >3 Co-reos do Estala Fot di p-n-udo o eogenheiro Caosuouoo
Rondelit da Silva do c'a de cb^fe i i'o-
misfao de mtlboram-into3 do port) de Pernax*
ooco. .
- Fci removido o ensenheiro Antonio Joa-
anim ue Olivara Caoii-os do cirgo n iisunc-
tor neral do l-afego JaE'trada de Ferro Su'
de Prrobmcu o para o ce ihcfe da c.mmiasa-j
de melhoraajentos do porto de Pernamboco.
Forano Borneados pira a commlsso -le
meibO'ameDtos do p rta do Para : aiodaote, o
tenente Joo da 8 iva Seiomba ; aaxiliare-
lechTicosVfiaxao Terreira Te'xel-a e F aa-
o cambio teve hontem sensivel baixa ; cisco H-col ^oa^va J-J*^, rto ,.
o que tem causado grandes comentos.
O governo inglez resolveu ami-
gavelmente o incidente que se levan-
tara com a Repblica de Venezuella.
Francisco Lucio de Castro, pr.-fessor
em dispoibildade, peiindo para lha ser
eita, a contagem do tempo liquido de
magisterio qua tem, j como professor
contratado o inerino ej como eff:Cti?o
e em disponibiliiade a contar de Maio de
18:14 a' a presente data. Kemtitido
ao Si. Dr. Inspector Gara! da Instruco
P.blica para attender.
ca8emiro Luoio dos Santos, pr^fossor
ttuUdo pela Escola Normal, pedalo
para ser cnsiderado em disponibilidude
Estando publcala a reorgan aacSo do
ensioo publico primar.o, nao tem lugar o
que requer.
Mara Barbosa de A. Freitas, protes-
sora publica, pedindo ser collocada em
urna daa cadeiras da sede de qmlqusr
municipio de 1.a entrancia.Informe o
r. Dr. Inspector Geral da IostrucjSo
Publica.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da Fazenda
Poi extiendo a eenoioie c.rcolar em 17 do
WBeeomenl toa Srs. iospeclo es das Alfan-
desqoe compri'D, na parte que bes fr re-
laliva, a Inal-DCcO-s abaixo traascr pta<, expe-
didas ero 15 .ie J.nri-o nltm. Alfan eKa do
Rio de Janeiro, sobre as duvidas propoetas pe
lo 'esoertivo Inspector, coro referencia a divec
as dlpo-.ces da le o. 350, de 30 ae De.em
bro de 1895. que oruo a receit geral da Re-
pnDlica para o crreme exersICiO.-Franctsco
t Pania Rodrigoes Alves.
N. 2.-Capital Federal, 15 de Janeiro de
S-'instiertor da Alfaid^a do Rio de Janei-
ro.^Tomiindo o devtda constderaCo b dnvr
das aoe me propo^stes em ouVio b. 7. de 6
do erren te ai-i, com refe-euca a diversas
liSSS* lei o. 359, de30 deDeiembro
ottroo, na parte r laliva as alfaoleea-, con-
fiado qoe em todas 11 a sejam as mesmas dis
posicOes execotadas uoitormementp, coBoan
co-vos deverem esiB disoos-coss serem ese-
catadas pela maoeira segoiote :
i. Fica mateado prato, qoe aeve hoiar a 19
de Fevereiro segointe, para : __^.. _
! o desoacno dss mrcalo ta'J* recebldas
aos rmateos da alfa 1 legs e das por descarre"
Bar 00 poto, oo em riigoo, teod sido em-
breadas an es de 31 de Deaemb o olumo ,
f o comee da" 'seafiSes oa redaccao de ta
xa- dastioadas na le ;efeMda ; mmmMmm.
30 a elevagao da taxa da molla ds xped:en
te e accordo com o art. 6
i Para o despacno da cerveja, ora tarifa
da com l J0O, qoando impjrado em garrafO-s
garrafas ou qua'qoer vasilba de barro oo vidro.
Ea evowU a dispos^cio da nota 13- da tari-
la em vieor porque, n.- caso contrario, como
Rm observis, tica-.a essa laxa elevada 1800
or k lo, o qe pelo meooe, redondarla em
< com P re-
rector geral dos telegraph >, os inspectores de
3" classe da re?peeuva repirt^ao Joo Auros
to de Uliveira e Ca I100 C^eti-oo aa Silva Can-
no?, e no eades bara soostUoil-os os fetoree
Francis-o Ignacio da Siva e Pedro Aotomo
Fernande8.
F01 exonerado do cargo de tiacal de 1* clsf.
se da inspector.a Rers-I de estradas a ferro, u
eo enhe ro Arthor Po "esebamo Mootmore-
oey. seudo promovido ua-a o mesiuo lugar o
de i* clase engeibeiro Allooso Pire de Car
va ho Aiboqoerqae.
Foram diepeosanos : os eoaenbeiros ti ces
de 2'classe da osoectona ge'al ie estadas
de ferro I Ignacio Gomas Vaiadao Jooior e Joaquim Ma
nano de Uoreira Carrao.
Ministerio da Guerra
Corice ieu.se o IMootlao Eroiho M.ia a exo-
neracau qoe pedio do logar de fiel do aiiuux.
rife ao buspual militar ue Portu Alegre.
Foi nomsado para servir nterinimenteco
mo memoro da commuso leconica millta-
coosulti'a. naseccao de artilbana, oc pitio
no 6- baulhao de artimaa Mano daStveira
Netto, de accordo com a proposia do pr^idec.
te da mesma commissac.
Fui dispensado o lente do corpo de es
tado-maior de 1 classe Joao de Alooqoerqoe
S^reio do cargo de dire^tur inlerioo de obras
ajilire no Estado do Maranbao, visto ler ti
do licenca para tomar aasento no Coogresso do
Amaionas, para o qual fot ele to depotadj.
=. Foi oomeado o capao do corpodeesta-
qo-maior de artb* ia Afifonao Fernandas Mon-
teiro profesor da Escola de Sargentos.
Foram raosteriioa :
Para o 8- DatalbSo de iofaotarl?, o alferea
do il Palroyro de Sosia fonce ;
Para o 39- da mema aria, o alferes do 37
Aaerico de Abren Lima.
Ministerio do Marinha
Por decreto de 20 foi demittido, a feu pedi-
do, do aervico da armada, o tenoate aoiooio
Crrela oa Silva.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DtA 25 Di FEVEREIttO
Bsllarm no Fernandes da C. Almeida,
esp tio do Eaiuadrio de Cavallaria
addido ao 1." Batalh&o Estadual, pedin-
do certido. -- Ao Sr. Tioente-Uoronel
Commadante interino do 1." Batalb5o
de Infantaria Estadual para attender.
27
Bacharel Luiz Sal zar da Veiga Pessoa
juiz de direito do municipio deS. L u-
rene) da Matta, ped n io pagamento de
ajuda di cuato. eferdo, nos termos do
offico de^ta data ao Sicretario da Fa-
zenda.
J s Manoel Bezerra, aentoncudo, pea
diodo perdi.Ao Dr. juiz de direito
do municipio de Bmito para informar o
mandar junta' os documentoa menciona-
uados no art. S-* do DaC.eto 2.566, de
28 de Margo de 18r>0. .
Pedro Marqies da Crua, aentenctado,
peliodo oertidao do theor de sua aen-
tenga.Ao Dr.joiz de direito do muoi
cipio de Sernhaem para attender.
Manoel Anaata^io da dilva, sentencia-
do, padindo perdi do reato da pen-
Art. 73.~ O director far extrahir polo secre-
starlo duas listas dos candidatos habil'tados pela
t congrogaco, urna das quaes mandar publicar e
r outra rametter ao Governo.
Art. 74- Findo o prazo da inscripeo, nenhnm
. candidato ser a ella admittido.
Art. 73. Si, terminado o prazo, ninguem se
1. houver inscripto, a congregacj dever espagal-o
por egual tempo, ou, si terminado n nnvn prazo, nin-
"guem apresentar-se, o k>verno poder fazer por
proposta da congregarlo ou do dractor, a nomea-
go de entre-as pessoas que reunam as condicos
mencionadas nbs artigos.......
Art 76. Si nao for possivel para os actos do
concurso reunir congregaco por falta de numero
de lentes, o director communicar ao Governo,
para ser autorisado a convidar os lentes jubilados
que poderem comparecer; na falta dostes, as dau-
tores cu hachareis que regerem cursos particu-
lares, e de tudo dar inmediamente parte ao Go-
verno.
Art 77. Si algum concurrente for acommet-
tido de molestia antes de tirar o ponto de modo
que fique inhabilitado para fazer qualquer das
provas, poder justificar o impedimento perante a
congregaco, que, si o julgar ligitimo espacar o
acto at oito dias. Da deciso em contrario po-
der haver recurso para o Governo, interposto
dentro do 24 horas.
Art. 78j Havendo um s candidaio, o con-
curso ser adiado pelo tempo que congregaco
parecer sulficiente, at 30 dias-
Art. 79- No caso de j haver sido tirado o
ponto dar-se ha outro em occasio opportuna,
observando-se novamente o processo respectivo.
Art. 80. O candidato que, mesmo por motivo
de molestia, retirar-se de qualquer das provas
depois de comecadas ou nao completar o tempo
marcado para pro va oral, ficar excluido.
Das /ieses e dissertafo.
3.
Das provas da votafo do concurso
Art. 81. As provas de concurso para preen-
chiraento das vagas de substitutos sero as se-
guintes :
1.) theses e dissertaco ;
2.a) prova escripia;
3.a preleccSo;
4.") prova pratica.
As provas para preenchimenio de vagas de
profossores constaro do seguinte :
1.*) execuco de puras e outros desenhos
respectivo relatorio ;
2.) prelecco ;
3.a) prova pratica.___________
Art. 82. No dia seguinte ao do encerramento
das inscripcoes, salvo se estiver pendente de de-
ciso algum recurso, cada nm dos candidatos apre-
sentar na secretaria do estabelecimento 100 ex-
emplares de um trabalho original, impresso.'com-
prehendendo tres proposices sobre cada urna das
materias da seceo onde se der a vaga, e urna
dissertaco, tambem escolha do candidato, sobre
urna das mesmas materias.
Art. 83. No dia da entrega das thesos, o se-
cretario lavrar nm termo queffp director assi-
gnar, doclarundo quaes os candidatos que as
apresentaram.
Art. 81. Sero excluidos do concurso os que
nao apresentarem as theses no dia marcado.
Art. 83. Logo depois de livrado o termo a
que se refere o art. 83 o secretario mandar en-
tregar a todos os candidatos um exemplar das
das theses de seus competidores, e remetiera um
exemplar a cada lente cathedratico e substituto.
Art. 86 O secretario oficiar egualmente aos
candidatos, participando com antecedencia de
48 horas, o dia, logar e hora em que deve effectu-
ar-se cada urna das provas do concurso.
Art. 87. Oito dias depois da apresentaco das
theses realisar-se-ha a defesa.
Art. 88. A defesa das theses ser feita por
arguico reciproca entre os candidatos, e, no caso
de haver um s concurrente, ser elle argido por
tres lentes eleitos pela congregaco.
Art. 89. No caso de do arguico reciproca
as theses de concurso ou de arguico feita pelos
lentes, nenhuma arguico e a respectiva defesa
podero durar mais de urna hora.
Art- 90. Si o uumero de concurrentes exceder
de dous, continuar a arguico nos dias seguntes.
Art. 91. A arguico ser sempre feita segn- '
do a ordem da inscripeo dos candidatos e em
presenta da congregago.
Da prava escripia
Art. 92. No segundo dia depois da defesa das
theses, reunida a congregaco, os lentes da seceo
onde se der a vaga formula rao urna lista de 20
pontos sobro cada urna das materias da mesma
secyo.
Art. 93. Em seguida submettero congrega-
co os pontos que houverem organisado, o appro-
vados ou substituidos por esta, sero pelo director
numerados, escrevendo o secretario os nmeros
correspondentes em pequeas* tiras de papel,
eguaos em tamanho e forma, as qaaes, depois, de
dobradas, sero langadas em urna urna.
Art. 94. Lancar em seguida em outra urna
tiras de papel com os nomes dos lentes que se
acharem presentes; dessa urna o lente mais antigo
extrahir oito tiras, eserevendo-se os nomos dos
lentes a proporcao que forem sorteados.
Contina
grande dimlouic&o do sea coasoca, con
io.io nio menur para a reod-.
3. A redo-gao de'e-mioada na fo!
ba
applicada
Plsodrea importado s deve ser
laattoas simples, actoalmeote untadas com a
axao de 40 ris por ki.o lotelligenciu diver-
t irariadeelilqoe enorme na renda, pols -
Uxas eslabelecidas no art. 772. con refereocj
obras nao classiHcadas, sobem at l* ptl
mfgros untdade ; _...>...
*, p-,r mesma taxa. tratando dos vinbos
agarrafados-se deve eolaoder, pagarao elles
a mesma que 1 ctoalmente se cobra e mais a
laxa da earrafa.
5 A taxa de 1*800 po' k lo de saceos s m
ules nao especificados f deve ser appnca a
JTde aleodao do an. 499 ; naa spela de.
laoao=8imples. da le, mas porqoe no art.
194 qoe trata dos de hnbo, nao existe a dis
criaomacao-nao especificados.
Apexar de Agorar diacrlminadamente na
le o addiciooal sobre os impostos de txpe-
Ojete, pbares e docas. devem eiiaslaxas aj:
Solidada, e esc-iptor.dae eoKlobadamente
toroando-seisto expiro na classificacao das
rundas des ns. 8 o 6 do art. 1.a
7 A disposigo do art. *. 0. 8, deve ser as-
Bim'eateodlda : cas merendonas -ad M*;
al n dos elementos coBStitottvos do seo valor
l consteles da legislagao vigente, se- ir.leva
dos tambem em coota os addlcionaes de 30. 40
50 e 80 0|Q. os p imeiro?, lito ,de JO
?o consolidados as laxas actoaes e os seeon
* (80 e 60 0,0) Da reclifl acao dos valores ao
"%i^e- 1 l- revoga todas as Oit^s
ilipoaitOes soore imposigao de molla aos ai
reitcs em dobro. ,
A nica condlgSo para a iaapoaicao de tai pe
nalidade, qner noa casos de accrescimo, qoer
os de differenga de qoalidad', er4-1oe os
iireitos da diBerenga excadam de 200*000.
Cootinoar entretanto, em vigor a dispoei
do do art 483. | 8- da Cooeolldacao.
9 Com refereocia aos iQitrnmeaioi para a
Uvoora e mais geoeros eeotos
de dt'eitos de
MO^mmoT'ibTttaianto de 30 | de qoe tra
oari. J8, deve ser calculado sobre os de
atedenle, aicos qoe pagam.
aoi a mesma reauegao com referencia s
ateras primas, substancias tinitorias, pro-
Setos cbim.cos'de oso iodo^tria. e m^Mi-
necessar.os ao conaomo das fab ica,
areoeendo a lalitode da expressao qoisl to
i, Tmercadonas tardad s. nao devera ser
55."mqaaoto o poder legislativo n*3 erab-
|?r o preciso limite e a necessaria eapacifi
Zo,j>ots de oolro modo serla aoorm. o dei'
StaoB na rtoda pelos abasas qoe se poderi-m
3l7. porqoe, co do betn dixels, ba na Conso
Wclo. a facoldade dos traspasses dos conbe-
jISMotoa, pela qual 0 lmpartador 00 o naga-
Governo do Estado do Por-
uuiuliiico
IiSSPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTigA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCAO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 26 DE FEVEREIRO DE 1896.
Bacharel Henrcpie Daniel da Cmara
Pimentel, promotor publico do munici-
pio de Alago* de Baixo, ped ndo justifi-
caco do faltas.Daferido, noa termos
do officio desta daa ao Dr. Secretario
da Fazenda. .
Benedicto Gomes da Silva, sentenciado
pedindo para aer removido da C'M a
Detencao para o municipo de Jatob,
onde tem de ser julgado. Ao Dr. juiz
de direito do municipio de Tacarat para
attender. .
Maootl Alvea da Silva, sentenciado,
pedindo perdRo do resto da pena.Ao
Sr. Dr. juiz de direito do municipio de
Amaragy para informar, mandando jan-
tar os documentos mencionadoa no art.
2. d Decreto n. 2.566 de 28 de Marco
de 1860. .
Manoel Josquim de Barros, senten<*.i-
do, pedindo certid&o. -Ao Dr. juiz de
direito do municipio de Limoeiro para
attender. .
Jos Caetano da Silva, sentenciado,
pedindo certidtoAo Dr. juiz de di-
reito do muaicipio de Agua Preta, para
attender.
Manoel Jos do Naso ment, senten-
ciado, pedindo cartidSo.Ao Dr. juiz de
direito do municipio de Palmares para
attender.
Luiz Bispo Douto da Igreja, senten-
ciado, pedindo por certido o theor de
sua aentenca.Ao Dr. j oia de direito do
municipio de Amaragy para attender.
Antonio Vctor Cordeiro Cavalcante,
sentenciado, padindo por certidBo o theor
de ena sentens para interpor recurso de
graca._Ao Dr. juiz de direito do mu-
nicipio da Palmares para attender.
Fraocsco Moreno da Silva e outros,
sentenciados, padindo para saren remo-
removidos de da Casa de Deteaclo para
para o municipio deJatoba, onde teem
de Nazereth para informar e mandar
iuntar os dComentos mencionados no
art. 2. do decreto o. 2.666 de 28 de
Ma>co de 1860.
J^aquim Jos de Sooza, sentenciado,
pedindo certido do theor de sua senten-
5a. -Ao Dr. Questor Polic al para man-
dar entregar ao peticionario a certdSo
junta.
Jo. TheodoBio do Naicimento, sen-
tenciado, pedindo certidSo do theor de
sua senteos*.Ao Dr. Questor Policial
interino para mandar entregar ao peti-
cionario a certid&o junta.
O portero,
C. Moraes.
DIRECTORA GERAL DO THESODRO
Despachos do dia 28 de Fevereiro di
l8q6
Gregorio Jos Ferreira e Manoel Alvea
Ao ET5H ui'zTe direito do municipio & CV-A' Seceo do Contencioso pare
" faser as notas e devolver, coronel Jos
Cleaientino Henrique da Silva-Certi-
fique.
Jos Jeronymo Dias,, Manoel dos
Pasaos da Sant'Aona.-Valongueiro & C\
Silva A C, Silva & Senna e Jos Go-
mes Leal.Diga o Sr. Dr. Procurador
Fiscal.
Dr. Antonio Pereira Simus.Intorme
o thesoureiro.
JoB Alexandre Ferreira Firm", Jos
da C-sta Corde-ro, Luiz Maria Ribeiro
uimaries.Informe o Sr. Sub-Director
da Contablidade.
Amaro E. da Co6ta Soares.Informe
o Sr. Dr. Administrador da Rscebedoria.
Alexandrina Maria da Silva P.tr&o.
Certfique-se.
O PROTOCOLISTA.
Francisco Militino Ferreira.
Kaymundo Nonato de Uliveira, Ma-
nuel Pacheco Gumar!le8, Jos Ferreira e
Manoel Luiz Coria. Ddferido.
Jo5o de Deus do Espirito Santo, Felis-
mina Guilhermina Carneiro da Silva e
Leopoldo A. da Silveira. Informe a
1.a deccSo.
Mari, filha de Marta Lucilla Pereira
Lapa. Certifique-se.
Luciano Pereira Dutra, Herculaoo
Francisco de Oliveira.Ioforme a 1.*
aeCQo.
Franciaco Lu;z Barretto de Almeida a
Abilio de Magalhaes.=Certifiqueae.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimares.
TRIBUNAL DO THESOURO DO ESTADO
DE PERNAMBLCO
Despachos do dia 27 de Fevereiro de
r896
CompaDhia de Seguros Indemnisadora
desta cidade.Deferido, afim dj ser eli-
minada da collecta relativa ao imposto
da classe n. .6 da tabella A da le do
orea ment vigente, visto ter provado que
nSo realisa transacsSes de descontos de
lettras, conforme se evidenciadas cer-
tld3es juntas e acta da ABScmtala (ieral
Extraord naria de 28 ds Fevereiro do
anno paasado. .
Antonio Bezerra Cavalcanti de Albu-
querquo.Deferido de accordo com as
informa^ ss. ,,,., .
Contaa de Manool da Silva Amorim
Reg, dem da Procuradoria dos Feifos
da Fazenda.Approvadaa
Thomaz Maedonald Hood, Joaquim
Henrique de Almei-ia, Jo&o Antonio do
Oliveira Filbo, Jos Francisco Guedes,
Manoel Joa da Oliveira Dias, Ramiro
Antonio da CostaRestitua-ee integral-
mente.
O PROTOCOLISTA.,
Francisco Militino Ferreira.
SECRETARIA DE BSTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Expediente do dia 27 de Fevereiro de
i8g6
Bacharel Aotonio Candido Salles.
Indeferido.
28
Alfredo Lucio de Castro. Apresen-
te-se a Junta Medca para ser inspec-
cionado .
A Companhia de Seguros Martimos
de Peraarabuoo. Como pede, nos ter-
mos" do oflicio d'esta data ao Dr. Secre-
tario da Fazenda.
o porte 1 o
Archias Mafra.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 28 de Fevereiro de
F i8q6
Antonio de Souza Duarte Ferreira,
Flora Maria daConceic&o, Josepha d'Al-
meida Pinto, Joaquim Lopes de Barro,
Raymundo Pereira de Bntto, Antonia
M8ria de Jes. Vieira, Maria Romana
de A'cantara, Joanna Juatina de Siquei-
ra Vareiao, UrauU Guilhermina Correa
da Cunha, Faustina Maria do Espirito
Santo, Manoel Joaquim do Nascimento,
Maria do C.rmo Garrido, Generosa
Francisca da Conceic&o, Josepha Ferrei-
ra Guimariea e Joaquim Nicolau Fer-
reiraDeferido.
Alexandrina da Silva Borgea, beveri-
na Maria do Carvalbo, Benedicto Ro-
mualdo Montei-o da,Silva. Miguel Joa-
quim de Almeida Costa, Thom Rodri-
gues da Cunha, Julio Rufino Vellozo,
Leocadio Marcos Coriea Lima. Manoal
Maria Res, JeSo Lobo, Antonio Gomss
da Silva, Joaquim Taeodoro Pereira de
Ara ajo.Informe a l.1 seccio.
Irmandade do Senbor Bom Jeaua das
Portas.Em face daa iuformacSes nao
ha que deferir
Jos Pedro Fernandes. -Indefendo em
face das intormacS.-s.
Pilr5o & Maia.Deferido t tunde
passar da 4. para a 3.* divisSo.
Auna Victoria de S e Albuquerque.
Como requer.
Fernandas da Costa & C.=A 1.* sec-
efto para oa devidos fias. p
Manoel Carpinteiro Peres.A vista
daa informacSes nada ba qoe deferir.
Aatonioda Conceisao eSonza. De-
ferido de accordo com as informas5es,
Anna V.ctoria de^ e Albuquerq ue.
Deferido de accordo com as inform-
c5ea.
INSPECTORA GERAL DA INSTRUC^O
PUBLICA
Despachos do dia 25 de Fevereiro de
i896
Maria da Natvidade Ferreira, prof-s-
sora publica, solicitando crtidSo da
epocha em que contractoa a cadea de
O.ho d'Agua dos Bredos e do seu tempo
de exercicii nessa cader1, como con-
tractada e como interina.Certifique.
26
Antonio BeUarmino dos Santos Leal,
professor publico, solicitando certido
de seu tempo de exercicio, como pro-
fessor contractado e interino da cadeira
de Correntes. D-so.
Francisco Cordelo Fonseca de Medei-
ros, alumno me;tre, titulado pela Eacola
Norma1, presentando ao registro deat*
Iospectoria o seu ttulo de n meacSo de
professor da cadeira de Sciencias Natu-
raas da cidade de Carua Cumpra-se
e registre-ee.
Manoel Praira da Silva, professor
publico, reqoerendo certidSo do theor do
parecer do Conselho Litterario sobre a
sua gratificaejao de bons servisos.
D8-'e. .
Rita de Cassia Fonseca de Medeiros,
alomna mestra titulada pela Escola or
mal, apresentando a o registro desta
Inspectora o seu titulo de nomeasSo de
professora publica da cade ra de Mathe-
maticas da cidade de Caruar.Cum-
pra-se, registre-se e fica asaignado o
prazo de 25 d:as para entrar em exer-
cicio.
O porteiro.
Muttoel Joaquim a"Avillar.
BASES DA PROPOSTA DE FIELDKN BRO-
THERS PARA A INNOVACO DO CON-
TRACTO PARA A ILLUMINACO A GAZ
DA CIDADE DO RECIFE.
I
PRIVILEGIO
A illorxinasao comprebendar a rea total
da illumtoacSo actual feita pelos oon^actsn-
tes, 08 Srs. Fielden Brolhers,. e a rea, total
que possa ser comprehendida ni decima urba-
na da capital do Estado da^Pernambuco duran-
te o tarmo ae triol (30) ou qnarenta (40) an-
cos conforme as clausulas II e II a.
fr'ora dos limites Ua llluiniiiu^ao actual oS
roBtractaoie8 obrigam-se fazer a soa costa
qualquer extenc&o da sr^de do encanameoto
que o Governo exigir, se esl* garantir um (1)
lampeo por cada quarenta (4'j metros de tal
exteosao.
Dentro d'esla rea os contractanles terlo O
direita exclusivo e privilegio da illuruioagao
das ras, pravas e quaesquer vias publicas a
de fornecer gaz para u uzo dos consunarnidoree
particulares e pblicos, e de collocar as roas,
estradas e pracas os encanamentos oect33,aroa
para a destnbuicao do gaz; Beodo garantidos
i numero de lampeos e\intentes ai(ualo7n*
i- e quaesquer outros addLiooaes nos termo*
que ricam declarados.
II
TERMO DA CONCESSO
O (ermo do previlegio ser de 40 (qoareota)
annos contados 1 o 1 da do mez de Janeiro
ilepms da data da assigaaiura deste contra-
cto ; e no tlm desse terroo a fabrica com io*
das as suas dependencia passara st proprie-
dade do Governo Estadual sein pagamento da
especie alguma exceptuando quaesquer obras
novaa feitas de con'ormidade com a clausula
anterior.
Taes obras novas feitas de accordo e com
approvacSo do Governo serao pagas por esta
no tim do dito termo de quan-nta (40) annos,
de accordo com urna avaiiacao f^ita por d0*8
avaliadores competentes, ootneadas pela par-
tes contractanles.
No caso de divergencia ou discordancia dos
deis avaltadores ser nomeado pihs roesmaf
partes um desempatador; e se estas nao che*
garern accordo sobre a noraeacao dese ae'
8erapatador ou terceiro arbitro, serao apresen*
sentados trez (3) nomes e langa los em orna
orna para ser extrahido a aorta o terceiro ar-
bitre 00 desempatador; do qua tu Jo se lavra-
r um termo, assignado pelas partes 08 seas
representantes legaes.
II A
TERMO DA CONCESSO
(PROPOSTA ALTERNATIVA)
O Termo do previlegio ser de trila (30)
annos con'ados do i.' dia do mea de Janeiro
deoos da asslgnatura do contracto e no nm
desse termo, se o entrado nao fr renovado
cora os presentes contractanles ou seus repra
sentantes, ser pago o valor da empreaa cora
todos os seus pertences isto a fabrica, depo
sitos, terrenos, escriptorio e tudo quanto na*
cessario ao aervico da illuminago, segooda
avaliaco feita de accordo com a clausula II,
sendo a avallaco da empreza e mais perten-
ces feita em moeda ingleza razSo de qoatro
mil res por oitava de ouro de viote e dois ()
quilates, e deveodo o pagamento da avahayao
aessa indemnfsagao ser feito na mesma moeda
e com o mesmo padro ou em moeda naciooal
equivalente 4 aquella, calculada ao cambio da
da do pagamento. 1
IQ
QUALIDADE DO GAZ
O gaz aupprido nos terrenos oeste contracta
ser extrabido do carvo de pa.Jra ou ovjlra
substancia que produzir e mes-ao resultado a
ser purificado e isento de pro 'uctos prejudi-
ciaes niumiacao.
rv
puRiFicAgo
AQtes de entrar na rede dos eocan .ment
gaz ser lavado e parificado de tadas as sub-
stancias prejudiciaes saude pblica e aos
canos e combustores.
Para obte este resultado os conlractaDiea
podem uzar de cal, oxydode ferro, ou quaiqner
outra materia de accordo com os meibo*
mais aperfeicoados de tratamento.
PODER ILI.UMINANT4
Dentro da rea de que trata a efaesafa I
desta contracto, os cootractautes obrigam-se a
collocar su custi em todas as columaa*

MUTILADO
a^BjBaBPafiPBBPpiMWCa
matmKmm
*-* --_.,_


latirlo tte ^Peiiiambueo StiJibado Z& de Fevereiro de 189G
i da illuminac0 pub'ica actual, oo
i e doze mezas contados da data deste-
contracto, lampadas cu bicos taqu1**** I*5
dao urna luz equivalente quartmta () ver
las de poder lluminaote co;n um raima > de
luz perm-tlido da trite e ctaco (3o) vellas, e
tambem i brigam-ae tnanler ou conservar a
sua custa as mesinas lampadas, saado lo nes-
mo poder illumioata-qu.a8q ou arandellas de lHoaunaco, que forem eolio-
cados por ordem do Goveroo, no* termos da
clausula I. -
O gaz supprido estas lampadas e aos con-
summidores, queimaodo no bico de experien*
Standard Argand na razo decem (100)
litros por hora dar urna luz equivalente for-
secida por dez (10) vellas de espermacete, con-
aammindo cada um (7,8) gramiDs mas e oito decgramma) ou cento e vlnte (120;
gritos ioglezes por hora.
Vl T
HORAS DE ILLUMINACAO
Os combustores para illumioaco publica sa-
rao aecezos durante-toda as horas escuras da
norte de conformidad com utna tabella feita
de commum accordo entre as partes contrae*
tantea; o lempa medio da illuminaco nao po-
dando ser menor de dea (10) huras per noite
oo trezenlas (300) horas por mez da trinta (301
das.
VII
ACCENDEDORES
No principio d cada trimestre o cootractan*
te remetiera oo inspector da iiluminaeo urna
lista do pessoal da aeeendedores com s suaa
respectivas resiiencaa e designico dos res-
pectivos districtos em que funccionrem.
Qualquer alteraeo n ;sa t lista deve ser lar
medtataraonle i com nao arcada ao inspector.
PRE3SO DO GAZ
A presso mimm nos encanameoto3 mes-
tres dorante o tempo que os larapees pblicos
estiveren accesos-sera vate (20) millimctros
ou (0. 786) setecenios e oltenta e seis millesi-
IX
REGISTRSE SYSTHEMAS MTRICOS
Os registros em uso ac ualmente coQlinua-
rao ser usados; porem, se o Uoveroo adep*
tar o systtK-ma mtrico todos oe novo* regis-
tros 8eraodesta8y3tema eos contractaotas au-
bstituirao os ndices existentes nos medidores
ac uaes por outros do systhema metnco, o con-
summidor, pagando o custo segundo a tabella
depreco lena de accordo com u fisoal da lr
minacao e os contractuales.
(Contina).
lsaos da -jiIi
SL
Rio Grande do Sul
A Repuhlio* de P rto.Alegre dirigi ao Sr.
genersl Caotuaiia.a segrate caria:
c Investido das supremas reapunaabilt-iaJes
da Repblica, o Sr- D*. Prudeme te Moraes
reveioi lou apo* qoe su oftjectn era reata.
belecer a ordem, restaurar as iiDerdades publi-
cas, levauUr o cred-to, reparar tu|u.tlc*. os.--
ros* corometldos a sombra da le, promover
em gamma a paz e a cwticordia bo *eio da fa-
nilli brazilei-a, dividida por odios.prouodos.
Viuha o paz de ama crise iremeoda. Mal
taaviicessado o estrepito dos canboueis na-
vaese alada reso^vam no Rio-Graude as Ralo
padas da perseguicto fmr.ta'Mvt-1 de legalistas
aos-rovoiu manos e vlce-ve aa, transformada
ja a iota tai urna guerra de iawraHuaveis re.
cursos, a piloagem, de gros-eiro fanatismo,
de completa obiiteracode lodosos Dons semi.
memos oe humaoi aie. jostica e pudor.
A oc6o em peso reclamava a intervencau
do Goveroo Faderil oee&rs re o aa Uta, que ti
nha,etrtUato, lorta suifl^ieDt pa-a abala:-*
de norte a sol e maoter oo esirangei'O a des-
contlanc eouira-a estabilizada das institoicoae
repobliceaas.
Retirar-oaqui doJSsiado as tropas federaose
deixar que os loas partidosa do governo e o
da revolugao se Daiessem at ao extermiao,
era itepal, era, alean da luso, ama croeMade
dos pideres di Ujtao, ora-nmt allronla ao re-
ginen feder.t'o as cases em .qua.e*t lan
cedJ.
Coatiooar a alimeatar a guerra, ruin tan .i*
veies lora solfocidi, para entras laotas renas-
cer com orna teoaflidade incrivel, era comp'o.
ajetier o tbesonro esgotido, eacrtfiear milbares
de vidas inutilmeote, levar a Iota ao ofloilo
por orna especie de pirronismo futao, que o al.
to criterio e a= enormes responeaDiliilades Co-
poaer central jamis permiltinam.
As revoloces no Ro-Gande, como dizia-
dos KCentemeole um cnele legalista, termioam
quandu qoeiem.
As coadicOes especiallsslmas em qae se acha
o Ea'.ado favorecem o proloniiamento de qqal
qor coavulsao, prjmnvida por estes oa por
aquelles, mxime quaodo a faceao qoe se levan,
la em armas coola comsuo grande parte da
optiio, qoaodo em enmma orna representa-
cao poltica, numerosa e aoliga.
Apaobaado com largo e seguro golpe de vis-
ta a soacao no-graoiwte, o presidente da-
Repblica oonven:ea-se de qaa era absordo
esperar a pz, da orle ra das armas, ou ei-
13o orna submissao ao goveroo local, qu- era
parte na Iota, e em quem, pas, nunca confia
riam os revolucionarles.
Em laea coodicOes, o Dr. Proieate de Slo-
raes deliberou exercer a eminente fuocco mo.
deadoa cu Interventora, qoe al cetio poato
compete aos poderes da Uoiac, dos regimcas
federativos.
At certo ponto diremos, porque S. Exc.
nao poda, dada a 8eeitacaa aotenor da legali
dade eatadaal, derrocal.a e reorgair, por
ma contar naco, o getado do R'o Grande.
Respetiai do, poriu, o goveroo castiliBla,
nlo mexendouna pedra do editicio poltico
esi qu9 este assenta.o babll presideate teve
meioscorrec'o?, lgicos, elfioaies, da penetrar
no tumulto da siiuacSo fio-gradensa e fazer
um pouco de ordem, de respeito le, de aca-
tameotj a -ua autoridade.
Foi 8 Ex. predi8ooodo as cousas, de modo
que pd'le o geaeral G>l?o ser someado e tra
zer iastraccOea francamente ntervealoras no
sentido da pa -ifl-aco, sem alias o mnimo ata.
que legalilade do D-. Julio de Castilnos.
O general, sem falsos e tolos escrpulos, sem
ridiculas pbilaucias, ciumou os revolucionarios
a urna coocUiajc, conse^uio as cooferenclas
com o seo co rsis'icio, ijto preparen a suspensio da luta
barbara qoe ia per ani alm e das depols leve
a gloria losigaode em come ao governo fede-
ral tseunar com a revolucio o tratado da paz,
sendo perante o exeruito a^cioaal deposlas as
armas das revolocion&rios.
,Ds 23 de Agosto a Dezembro do auno passa-
do cocreram os metes difficeis. tormentosos,
do t-abaloo de coosoldsclo da grandiosa coa-
quist qne mmo.-taliaou o governo de Pruden-
te de Moraea.
Caasas diversas, porm, provenientes m re-
gra da deploravel m vontaie com qaa o go-
verno e:'t.<1oal receben a picifiacao, delermi-
naram desd1) o su Inicio urna luta revoltante
entre o reprcsBtante della, gneral Galvo, e
esee gove no.
Ratnralmente, o desatroso codHco ausciton
aa mais tortorantes ouvidas sobre o resultado
dt-fi lili.o da paz.
Ella esleve por naufragar em dlfferentes oo-
cas Oes e naufragara, se nao fossem a modera-
da pradeocia cp-u que agio o presidente da Re-
publica e a firmeza de sen delegado militar,
?este Estado.
Qa.ndo este retlron e, porm, as angaetias
rena.ceram, e loroaram-se mais (requemes em
toda a'p-rie, epecialmeate as (rontelras, os
alte. >adjS a so uora do elemento governista
exal ado cctitra a vida e a eegnranca dos ad-
vere '.
O Sr. general Cantuaria nS3 ignorara, por
cer o, as numerosas e imponaniei rtdamvg-s
qoe DBSe sentino leo oitimameote epoarecido
na impreo-d, di iguo ao governo federal, res-
pon^avel do cumprmeoto do tratado de 3 de
Agosto.
Lonnecer tambem a car a do gensral Joca
ravsres, em respoola do general Ssvaget, io-
eistiodo na tomada urgente de providencias
para cohioir-ee as repinantes infrac{oes de
paz em arlos pontos da (ronteira.
Para resumir oossas ponderafioes feita a
paz, >Dieiadc>0 teabaifeo de-aua-cMSolidacSe,
O'g'raB oaaiaroioi -gHaBw *ivre arja
do gorarnj f^i-ral, oipottea uelo gov -qisuj.
eXadeai ; &tgt*Q*\*n-'.w* -aeowra A*i\io a*
anco raso.fii o oMnoUs;. a&*iweui. 1
A conoliit*da coa n rzo-guadejs.
pois atada qo wq ire,u;i a.reover, amo gran-
de p43so a-dar, >ama e up'xaaAtS'dMiCdda,u
mais guva dorjmosaatj .pisIttiooAaoioail.
Coub a Sr. raaeul Oaataa ia a LanortaA
lis iid tjrrfi dt lavaba a nm-j.-t-j Ua-r res
palladas e fecuulas i oorj e a pitarra do go
oer.io do D". Prudeo-e M4ltraB#, mi* au ini-
cala pjlilica coasls e io rsopei.j iei, oa to-.
ierancia e ca mmuljoclo de todas as liberta-
des.
Delgala immeduto de tal governo, ou antes,
execotor, oroloogameaio de ta> poliuc, val eu-
coacar d'fficattlitss par o ngiroo deseope-
nbo de sua mis.Ja).
Ella nao virio tes ex-ralocionaio3, qu^.
segando sua ordem do oa, ) cnmpr.ram a
p3Z.
illas a5o viro de n6, qoe fundamos esta
folba e de nma parcialidade eoltica com pro
gramo dsfi-jldo, para exaotimenie prega a
pa-.iticacao e que ti vemos a gloria de auxilia
moJesiamente de?de o principio, qmnto em
a3 eslava no momento, ao governo federal o
sua Immemorrivel conqai'ta.
E1U8 iiSo viro da socielade rio g-aodense
em geral, que-M':eia arJeatemeu-e pela paz e
peta liberta ta, ainas garaotias estaveis do
trabalno, do fcem estar e do verdadero pro-
grejso. O Sr. general rio-g-aadeosa e sane
quaoto es nossos patricios prezam a feeidade
detta-oossa a nada trra.
Ellas va aa graaies difsuldades, do ele-
oaemo cffieiii, di m pilitxa c^stilliista, fanJk-
da em p-eceos lyrannicos, emoora couta al
gum pessoal bem disposto.
Abl an resuta a finta do mal, qaa coa.
nrba e afflige o Rio-Graade.
Teoba a o iciea U da oasir-oo.a indi ama-
aba tmora tafo o Sr. genera'.
Nao li.jidatdioi pieveagOes Itm oora de
pac.
Oxala. livase 3 Exc. o podar da convivter
a collaDoraa.o sincera da barmonia no gan-
lense e govsroo que aqu encootra !
Entilo, haveriam deaapparecio os trspefos.
em enaentradi.
Por ora, porm, nSo licito ao rio grandeo
sa.algum couriar-mlealdada d gov:ruo, quan
to oaciflcagao.
Tudn esperamos de S. Exc.
L se na mesma fo;ba :
Multo grave o que se esta p;-3saa.--o em
S. Uan.
Pelas commu IcsgOes qoe recesemos, Li re
votado Jeronymi Rias, na Coneetci do Ar-
roto, para fazer par e do corpo 0*1 soo o
: jm-oaaso-o t enente-corooel loao Rjdngnes
Menna Barreito, qoe se acha em Santa Mana,
iocorporado, por ordem do Dr. Presidente du
Sstado brigaln miiilir.
Esiaido o- racraudo soffrando coostrangi-
mento Ilegal, visto.que a CoQtiUiivaa Federal
proOibio complejamente o recrut-meato forca
do, sua rnai D. Mara Rita dos Smtos impe
tron, em lavor de sea ttlbo, ama ordem de
Qaoeas-corpaia. O Dr. ]nu4a.comarca, to-
mando couhecimeato dos motivos qaa doler-
miaaram a detengo, julgou-a illegal e conce-
den a ordem requer ta. Tendo-se Ido dar
ciojorimeoto luidica solucAo da autoridade
"eoperlor di comarci. o teoentecorooel Mjnna
Barreito oopozee, oonservando.-preso o indivi-
duo que obtivara o favor qoe a le sabiamente
coDf--H a todo aqaelie qoe seate-se Uegalmen-
te prvalo de sua liberdsje.
Huera maior violencia dojiue e?sa e mais
etaqasote symptoma caracterstico do despotis-
mo da poca ?
Ouda est/mos: Qoe governo esee que
destaca espesloOar a le, e e-cindalosamen'.e tentar,
desmoraiisar a p/lmeira aatondade, a superior
garanta dos trdados qaa nabilam urna co
marca ?
Esta tremendo o governo do Sr. Julio de
Cistilbos. Ji nlo nastam as violencias, os as-
aaasinatcs, a completa falla de sega-auca que
todos oa d-tas-e tamos denunciando, sem que o
Gve-na do Estado procure attenuar os grao
des males que assoberbim a eociedade rio-
grande DM.
E'at preciso anda, para mala provocar a
odwedada do povo, que a forg que el esta
augmeoiaado todos os dias para maoter a or-
dem publica veoba mo&t-ar aos oin.-s de todo
o mondo oue ella t-m urna ontra mssJo tille-
rente daauel a que rezam os aouonci03 e car*
tazes (lcaes.
De malo qae o elemeotode qaa o joiz da
comarca devena laucar mo para em dadas ctr-
cumstaosias, tornar eflecuvaas anas decuoes.
qoando contrariadas po- quem quer que aeja,
lustamenie aquella qoe se rebella, que violen-
tamente oppSese ao comp'lmeato de urna or-
dem legal, emanada de auto, ida de legitima I
Que noci de le, de juanea e de ordem pu
b!i:a, de amor ao ioteresae popular, de garan-
tas, coastitoclonaas polem ser os (gestes do
Governo, qae assm procedem pura rnelho" ae-
ran lo a ciooc** dos;estB**:Hes, e acerasen
uii'to nne os axames s&o ji 'iHiq pa..
spalo.
Numeroso upo de alaanii (o:;boj-jac e*j
cnptor.o la-nfiazeta. e daxi a residencia dur.
M*lo;her per-lheium- retrataco, protr
taudo nao.p--ee8arem da aairoaaio para tira-
r oa aeot axauisii.
O Dr. tiermano aelar-u que rasntiuba a
ooudao emiiuda, r*conaBu-i ti i ia ex^ccop,
T-ocaoJo outras explica^das, us e;Uidaates ret
tiraram-8^ em perf-Mta ordem.
L- a no Bebo du Sul :
A .o i c.m.utia sia eatregue Sa hordas
aos barioioos que a m e^tam.
ila sigis sta um grupo de individuos, do-
qaa pmioaieram a una Torc legalista ci -
volvida no Umb, municipio de S. Gabriel, at:-
coa, em iagui-y, o respeltgvel anctao, Sr. Joan
Ma-'OHi da oliva dantos, residaote na T- ;uaa
do Mani Novo, e o despojou compie'aiueuae
tl'aad -le o c-avallo arreudo, as armas de v.a-
ge urna mala com roupa e ponene, as Litas
e qur.'ii snnenor a um cont de rje.
Aps esta sean, qaizeram iuaUl-o, maB am
dos .10 riaudo iotere83CU-8ri pe a victl na, seu-
ao-ihe naqoeile momeiito concedida a vida.
SeiiUiodo viagem a p, tstava o Sr. Manoel
J." da Silva Sntos a aua- ou loes quad-ae de
distancia, ausndo Ibe gritaram que p-.nsse.
Comprob riendo, qae dspols, de o baverem
comptr.umeotedespojado, s Ine podiam tirara
vida, prteipitoa a marcha, dirlginuo se para o
arroto qae Jhe suva prximo, aendo-lbo dis-
parados multes t ros.
Atiraudo-se a agua traospoz o arrota e em-
oreonoj-3- no mat'.o, meto pelo qual cooseguio
salvar se.
Depo-3 de'urai viagem fatigante, pota cami-
t.ti u a t cerca de 40 leguas, aqu chegou, em
das da 6'jii.ana passaaa a victima dos bandi-
dos, num esiaio digno de lastima.
8' realmeute desoa Jc-a a situscaoi da cam-
pauBa.
H. o 3 GBiiloos gasta miniares de conoade
ris para garaoiia da ordem e eegoranca publi-
cas m.
A Gompanbia Hy ir ulica GuaDjbenaa resol-
ven desistir do pnvilegio da Cop -ir as aguas lo
lo Goabyba e outros m^nanclaea e collocar fil-
tres Pastear em.cada domicilia do assignanle.
O coroo.l Thomns-jn Flores val encelar o
xt ici) da commtiSAo de inspeccaodas gnar.
uices e frooteiras di Jtis.alo para qae acaba de
ser oumeade.
O pre8idnteata do Estalo e o secretorio
do nter.or visitaram liontam as obras da esta-
f,ao da e.-tr:da\i ferro punta do Dyonysio.
prestes a uaugurar-se ea hospedara de immi-
grantes no Crutal.
ceotuar ; a feico da actual daommawo do
Rio Grande?
E coma devera ser elassiealo um Presiden
le de Estado que, tomando coohecimento da
todas esaas violencias qae desmoralisam e en
fraqaecem o sea governo, ao mestuo tempo.que
abatam o carcter do povo. conservase na se-
rena attruie de quem contempla um magaiBco
painel ?
Felizmente as fecundas Ic5s da historia nos
convenre-n que-os ro^imaas. que s apoiam se
oa forca bruta darao apenas o curto lapso de
ir.mpo ^otli'iente para oor-ne a dcacoberlo o
esqueleto do despotismo...
Em t ido cao, e.."p'a-amoa pelas providene.ias
pedidas peta Dr. jan Ua comarca de Santa Ma'
na. *
Tratando do aasumpto da forca estadoal,
diz anda a meama folba:
Isso de divisao e brigadas miliiares Indo
mentira, diz a Feleracao,* negando os ao-
guien os pretendidos e anaonciadas da forca
do Estado.
Mas, rfano Deas, qui coragem de Jo-nal I
Escreve esaas causas, sendo sabido, sabi-
dissimo, puoiieado em toda a imprensa do Rio
e daqu que o Sr. Ctslilnoa augmentan a bri-
gada com as (oreas ciis ce Joao Francisco.
Anda noatem esta f.lna transcreveu de nu-
tras, uxiutlmenie, palavrioba por palavriuha,
a ordem do da de Joao Francisco e a ordem
do Sr. anillaos; mandando adJi- as fo.-gas
brigada, daodc-lhes e'apa, sold, etc.
Ha das, o proprlo orgao ca-tiltiista confes oo
a addicao das for$as de Santa Mana a mesma
brigada.
Como que boje diz qae tado isso men-
tira ?!
Ora, seobores da imprensa de palacio, um
pouco mais de reapeito ao publico
Qae va comm&ndar esaas tropas A on B, pou-
co i i porta.
O que vem ao caso o eesenclal, o enorme
aogmento qae ellas tiveram.ea mllitarisacac*
na pz 11
Respoudendo aos arllgos de.diversos jornaes
sobre as declaraseis qoe nelles appareceram
dnvkaado da consolidacdo da paz por par-
te do governo do Estado, a Federaco* coa-
cine assim sen artigo :
De nossa pane o Sr. general Cantnaria en-
contrar o mais fervoroso acolbimeoto de alti-
vez e cortesa, e o maior empenbo em levar ao
sen coohecimento a existencia de crimes que
bouverem de ser ; unidos por S. Exc. cu par-
una elles dos oo-aos amigos oa veobam dos
arraiaes contrarios.
Dedicados ao partido republicano, devotadis-
simos presperidade do Rio Grande, eninu-
siastss pela Repuol.ca, nao regatearemos sa
criheios pela coosolidacao da paz pelo respei-
ta a aotoridadj co: s. tiu'a e pela iaviolabilide-
de das nossas ins'HoicOea.
O general Uantuaria traosferlo no da 13
para orto-Alegre a sede do commaodo do ds-
tricto. qae eslava em Pelotas, chegaodo dalli,,
o pessoal do qaartel-general ua manija d'aquel-
le dia.
Reuni o eleitorado repnblicauo, e proclamoo
canJuato a logar vago na Asse^bla do Esta-
da, o Dr. Movss Vuana. intendente do Livra-
Uieoto.
O Diario Popular* : oticloo baver JoSo Fran-
cisso obtido o aegoedo logar na votacao para
essa vaga.
No da 30, quando passava pela frente do
edificio da Iastrnccao Publica, ro apopado petas
estuaantea o Dr. Germano Haeslocber.
Ecravea elle aa Gaaeta da Tarde,* cenen-
Donativo -Pala o do Governo do Estado
de Peroauouco.em 27 da Fevereiro de 1896.
r. Dr. Aquilino Gxoea Porto, jniz de direito
do muoi'ipio de Gamallaira.Sciecte da of-
ferta qne vindes do f.-zer, sem mi-musacao
algama, de urna proprledme vossa situada na
cfdade da Etcada, paa o flm de ser nalli coo-
Btruilo o ed.Hcio deuioado a escala, cabe-me
agradacer-vos eeseacto de elevada genero8ida.
de, qoa nao smeute coicorre para o entran,
deci nenio u'jqaella ldale, como tambam r-
denla m beneficio da tnstruccao pnoi ca.
Siode i fratarai aleAlexiadre Jos Bar-
bosa Lima.
Professoras do Estado \ profe3so.
raAuua LauriaJa Va-ju Ba 0>sa fui Doea,
da paraa cidelra da enslna pnmirio do sexo
femiuiuo de s. Lourengo e nao para a de Mari,
bes.
IA profes ora Feltciina Edowiges d Casta
Gama foi nomeada para a cadeira de Lagoa dos
Gates, e pira a de Ci:boeinaba Marta Robb
Pereira.
Dr. Rosa e SilvaDo noseo despacho
talegrapbico inserido em ontra seceso, se noti-
cia, anda que nao em forma positiva, a viuda
esta cidade no mez eolrante do Exm. Sr. Dr.
Francisco de Assls Rosa e Silva, deputado por
este fcttado no Congresso Nacional..
Apezar da forma que emprega na transmis-
so i> nosso eircnBsanecio correspondente, com
tado de c.-er quo o facto da viada ee realisari;
mis (Ara ha lempo d'aaui. vem S. Exc ver a
familia e os amigos, taessa (oiga ,dos trabalbos
do Coosiresso, e por ventora refociilar na trra
natal das fsdigas da poltica.
Di familia, de sea venerando paJ, oto precis-
i):os as8ignalar o praser, que terao; mas dos
am gos podemos affimar, que icameoeo o jubi-
lo qae Ibes desperta a sua preseoca no torrao
patrio.
Neea exlernacSo genrica, como amigos qoe
somos, nos comprebeodemos, e maito conte:-
tameolo tetemos em abracara S. Exc.
conipanliia Garal de Melbora.
meatos de Pcrnambuca=A Campa
noiaGer^l de Melhoramaatoa de Parnaaibaco
ac^ba je traaspor o no Sarinbaem no eoge.
nbo Murare ua com ama ponte da madeira de
i2 metros, aQm de poder sailsfazar ao forneci.
meato de canoas da Usina Cnca.
No percirso dease no, ao bui da estrada de
ferro do Recite ao S. Frauciaco, a prime>ra
travessta effe toada a boje, a qual consiitue
um nov. aixillo ao deseavolvlmento da zona
assnca-eira situada na margem dlreita desse
rio. Em breve a compauhla geral preteme sob.
gf.tairessa ponte proviso'ia por urna ponte me.
Ulica definitiva.
A Estafo = Cbegoa.oos o a. 3, corre',
pondeme a pnme'.ra quinzesa do mez qne bo.
jeHodi), dessa caponante publicagao de rao.
das parisienses, dedicada as aenhoras brazl.
leiras.
A sua (Ilustrada redaegao agradecemos o
ooacqaio da remessa do respectivo exem.
piar.
Livro novos XsvierMarques, poeta
bahiaoo, acaba de publicar um lsvro a& verso-
Insulares.
E' este oaegundo livro do poda que estreoo
no mundo das itt-.raa com os Tnema.s e var.a.
cOes*.
= O aprecalo e correcto escriptor bnsilei.
ro Dr. Val-niim Ma^alhaea tem cootractado
com a livaria Cunna e Irmo a elijao de um
romance. Sj intitula rlor de Sangue*
Ao que coasta, Valenlim Magalhaaa neste ro.
manee, faz analyses de pjycbologla e mostra.
se cbsarvador exa to dos costme* sociaes.
."oda.se dizer destaja que.embora o talen,
taso e flueole escriptor nlo leona adoptado fi.
Ilacao directa a qnalqaer das escolas dominan.
tes Flor de Saogae, na moderna litteratura
nacional, basea.se na obaervac&o e na verdade
do meio em qoe vivemos.
O commendador Jos Ped-o Xavier da
Veiga, jornaliau -mineiro, achare esoreveodo a
b.ograpbia dos mioeiros illostres.
A primeira dessas biograohlas a do gene,
ral Gomas Carneiroque o Mioas.ueraae pa.
blicoo acompanbada do retrato do Viloroso
goerreiro.
Instituto Vacelnogrenloo -Damos a
acta ae naugurac&o aesse instnuto nesle Esta-
do de Pernamboco.
Aos vlnte dias do mez de Fevereiro di aono
de mil oltoceotos oovanta e seis, oitavo da Re-
pblica dns Estaloa Unidos .o Brasil, ao meio
da a roa Feroandea Vieira, treguezia da Bos
Visia da ei a Je do Reclfe, capital do Estado de
Pernamboco, onde se acha construido o edifi
co destinado ao Instituto Vaccinogentco e es*
tabulas compareceram os excelleaiissimos e-
nborea goveroador do Estado, doctor Alexan-
dre J js Barbosa Lima ; 3-creta io dos Neg
cios da Industria, doatar Jai o de Mco Filba;
prefeito do manipio do Recile, dantor Jos*
Cupertino Coelno Cintra; superintendente da
bygiene mnnicip*!, doutor Emjgdio Montene-
gro; doutor Cosme de Sa Pereira; commissa-
rios de nygiene dos terceiro e quinto disin*
ctos, doutor Aoguto Loelbo Leite; doutor
Alberto de Meo .Tonca; doutor Raol Telxelra
Leile Ci tra ; com assislencla do director eral
interino de bjgleoe, doutor Ensebio de Almei-
da Martina Costa e da cemographista e director
do Instituto Vaccnico, doutor Octavio de Frai-
las, fot Inajagurado solemnemente o Instituto
Vaccinieo do Estado, scelo da loipectorla ge-
^al de hygiene, como preceitoa o art. i. do
raguAafllfiBta de 23 de Oamfcro.de 1894, ofloal
temar-ooj*ctivo o cultivo ida IjnpuH ooae
r ao. .E para cooe'tir se mayadi Javrar e
preseale termo em livro eapeclal, assigrcntta
as posccas presentes. E es, ldtgul Nuoes
vViaaua, secretario iotertao da inspectora de
uygivue, e's -ivi i presente. Declaro em or
po que o ttaotnr Cosme de StPareira, |z-OM
pro To Conselno e Saluoruad! fez.um dis-
.-arso aologaho arto.
D". Cosme-ue Si Parei's.
Al-xa-i::r J se Barbosa Lima.
Jalio te Meiioiltlbo.
Bs barel J .: Cuportioo Coeiao Ctatra.
D-. fa.useo.-i Marn Casta.
U Aotu io Leiie.
Raal T II-. Octavio da Frei.as.
D-. Alberto ae Mi adfMa.
Dr. E 'y. ( lUjIauegro.
Vit3l Ma'.e-to.
Jacntbo S. de Cappef.
Mtc'U'I liveira.-
Rigeriu F-rmoo de Socza.
BValictaCo Pereira oa Caoba.
J ai Mi-iaono da Silva.
Joao Ve-issimo de Lacerda.
Autooi" Mariialano da Mlva.
Manoel Ge-armo Alea Santiago.
Ji-So N-nomoreao.
Cosme Ferreira da Cosw.
Maooel GrvTiei p Pisaeiredo.
Proelssao=>Siaira amaiba, da igreja e
Noesa Seono a di Lv aine u> a procissao do
Seohor A a Jo, e que obterva o ieguiae li.
oerario :
Pateo do Llvrameuto, roa da Penhi. Cal;..
das, travessa de S. Jos. Saota Bita, Pateo do
Mercado, raas do Raogel, Quemado, Entena
do Rosario, Trincneiras, Bao da dictara
Coocoroia, Wova Dascoberta, Palma, Paz, Pal. o
do Carmo, Coronel Saassuaa, Vidal de Negrel
ro?, i-oa Di-eita a rejniber.
AUieueti Uusleal Pernaaibuca
raoBis* aasoclagao reama uoja na soa s Je,
oma senso magna, as 8 or.s da noite. e*
qual ser emuo^sida a ul--eclj-ia do correte
aoao, e sera ouvido o relatorio da oltim: direc
loria.
club Carlos Gomes H aj ba urna re.
U'iiao dausante nesse ciuo.
Notas sdeniifleas-Eacrae M. A. na
Nolicia* :
O Dr. Karl da Prel tem publicado lti-
mamente, um artiga s bre o cu'iosa eileito Ua
imaginao materna doran.e a poca da gesta-
5&o.
Nao fa quem nao tenba ouvido referir n:::;: -
rosos ca-oi de ama forte mp'e^sao de espirito
recebida dorante a gravidez, rellectir- e ou
traosmittir-se da qualqaer modo -a fllbo. Ua.-
ve meamo, du.at.tj a revotaao (ranceza um
legislador qae, nao cantate cam ,a tnstruccao
oprigatoria oas c eancaa, qoe-i^ que as mais,
logo que cassem gravuas fasaem Umbem
compt-iiidas a om regimeu especial. Em ver-
dadeiras escolas leriam ellas de cultivar cer-
tas msmfestacees de arte, buscan, o arredar-
se de todo quinto fosse feilo e disforme e
alm io mais, oovioto eca tanda sobe talo
i illdiniavios hy atioi painoticot. Cootava as-
sim ej>e oigno pal da patria poder formar se-
meuuiras ae grandes cidajos, j desde o vea*
tre materno aoeoerados Te patriotismo.
Essa idea parece te sido o cmico exagero
de ama verdade.verdade que alias Sffre an-
da coa.esia^es.
O Or. Kan da Prel nao e-tala a quest.io
dease pona de vista. Oa casos que elle na ra
sao principalmente tortas impreasOea pbysicas
transmitidas. Alguns, poJeaa aqu ser reau-
oidoa.
O pniloaoobo M leb-aoche coila, qaa na fea-
ta da e vida olbou pa a a iaaae-m o santa com tama-
Oba aiteoeaa qoe dea a loe a um t lio cooa to-
dos os seus traeos, io:tQ8Jve a velbice. O pro-
prlo bonei da ima^em eslava figurado sobre o
corpo da criaoga. e onde exista padraa precio-
sas, nolava-se pequeas manchas redondas.
Parts inteiro pd le verificar a cousa, porque
a criauca, que mj-ea ao na-:cer, tal conserva-
da em a Ico al.
Casos de mai que, por terem visto tigres em
furia, encheram-se de pavor e deram a luz fi-
los com manchas como as dijuelle animal
sao relalivameate numerosos.
Qjj coaselbeiro de estado, Cbardel assega-
ra que vioa este parece o camota no enero
ama rapariga qae tioba em torno de enn
oln e zoes, ntidamente eacnotas estas pala-
Vras : napulebo Impnrad.>'- Indagado o motivo
desseeslraono pbeno .eno, aouae-se qua a ma;
extremamente avareota, liverara, ao saparar-Se
da ultima moeda de ou-o qae possuit dorante
a grvides. ama commocao inde.-cnplivel. E
como desde entao peasaaie sempre nlsso, as
palavras gravadas em torao da moeda vierais a
loscrever-se nos olbos da rilna.
Como estes, Ua Prell cita name-o-ios cairos
caaos. At oo de elles sao verdadeiros e de
onde em Jiaota. cornaca a paaotasia qae dlf-
Bclmente se pode dizer...
Tribunal do Jury do ReelfeH- tem respooderam a cBamana 19 jura aos.
Foram multados em 5,4000 os jura Jos qae
deixaram de comparecer.
Pez-38 sorteio sopplemenlar qae recabio nos
cidadaos segatates :
Recife
S veriao Jorga de Ollveira.
Santo Antonio
Cyrillo Au Jos Barreno Paes de Mello.
L 'oncia Olympio Chagas dos Sanio?.
Joaquim Jas do Nsscimenta Barros.
S. los
Antonio Pereira de Sonsa.
Antonio da Silva Passoa.
Joaqun Domicio Ltopildtno Ferreira.
Alfredo Ildefonso dos Res.
Boa-Vista
CbrUtovao tf.-rioJ.
Rodo'pho Pennaforle.
Graca
Balbioo Jos de Mello Tavares.
Alexaodre Emygdio de Medeiros-
Afogados
Francisco Pereira Ramaloo.
Poco
Jos Crrela de Amorim Filbo.
Antonio Firmlno ae Soaza.
Jos Domingues Maia.
Instituto Henjatniu Constant-
Te mina noja o praso aas matriculas sos diffe-
reiie' cursos d'astn Instituto.
Escola Normal-Tambem encerram-se
boje as matrlcalas n'est" eslabelecimeoto.
Beeebedorla do EstadoEs a repar-
tigo esta cobrando o imposta devido pelos ser-
vicos feitos peta Cemoanha Recife Dranage
relativos ao semestre de Jnlho a Dasemtro de
1893.
Club C. CaladoresDomingo tara ses-
sao de aasambla geral este Club, em sua ele
a roa de S. Jorge n. 131.
PublleacftesRecebemos:
Os os. de 3 a 7 da Victoria que se publica
na cidade do mesmo nome, oeste Estado.
O Brasil Medico* da Capital Federal, o-
p, anno X com o segainte Bummario :
Molestias das vas orinarlas-O novo ure-
tbrotomo do Sr. protassor Osear BulCOas, palo
Dr. Henriqna Moual.
Registro cltalco=Pneumonia adybamica pa.
erperal; nepbrite eptbelial, pelo Dr. Benjamn
Masa (de On'O.Preto).
Cliolca medicaPathogen-a do arthritismo.
Impreosa medica estrangelraO serum arti-
ficial ao Iratameno das septicemias post ope-
ratorias ; Oa perigoB di biejelette pelo Dr.
C s
R vista de therapeuticaA InsolacSo e sen
iratamento. Propriedades teaicldas das solu-
ges lodo-iodaraJas ; A propbylaxla da inercia
uterina.
Boletim birjiijg'aphi'o L-ilura de penaa.
oiDtos fascina So, do Dr. Barros Progoer,
per M. N.Sar ta valeur hypnotiqaa da trio,
nal ees les eufaots, par le Dr. Moocorvo, pe.
lo Dr. C- 8.
Boletim da semanaA permuta de esleirs,
per S-
Boletim Demograpbico Primeira qainzena
do mez de Janeiro da 1896.
Formulario Pratlco --Capsulas antthermica,
(Bastlo) ; P contra a bromldrose planta'1
(Tenison Deaoe).
i'.bronica e noticias.
atadouru PublicoForam abatidas
no Matadooro Publico da Cabanga 66 rezas
para o consumo de boje.
: Hospital Pedro JIO movimenlo dea-,
se estabelectmento cargo da Santa Casa de
Misericordia do Recife no da 2ldaFev:reirro,
ful o seeuinle :
Entrar-ara..... 35
Suliiraia..... 12
Falleceram .... 3
Existem..... 820
t. orara visitadas as nfermariaa polos tviguin-
es mdicos:
Dr. Barros Sobrinuo, enirou ia 6 1/2 da ma-
nila e sabio as 8
Dr. Malaquias, entrn as 10 1|4 da manh e
sahio as 11 1|2
Dr. Siraes Barbasa, entrou a3 9 lj2 da ma-
nlii e sahio s 10.
Dr. Berardo enirou s 11 1[2 da manh e
sano s 12 1/2.
Dr. Lopis Pessoa, entrou s 9 1/2 da ma'
nha e saln s 11.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 da raa-
nh e sahio as 12.
Dr. Carnero da <~unha, entrou s 9 da
manlia e sahio s9 1/2
Dr. Jos Avila, entrou a3*10 1,4 da manha
sahio as 12
Dr. Octavio de Freitas, entrou 3 9 3|4 da
manr.a e sahio as 10 12
Dr. Alfredo Costa, entrn aa 9 1,2 da manda
e sabio as 10.
Dr. JoSo Marques, entrou as 9 12 da manhs
e sahio as 12.
Dr. Arnobio Marques, entrou s9 1|2 da ma-
nh e Mili o aa 11.
Dr. Arthur Cavalcsnte eivrou aa 9 1|2 da
manila e sahio as 11 1[2.
Pharmaceutico, entrou s 9 da manh e
ssliio s 2 da tarde.
1- Ajndante do pharmaceutico entrou as
< 1|2 da manh e sahia s 4 1|2 da tarde.
2- Aldante do pharmaceutico, entrou as
7 da manh e sahio as 4 1|2 da tar ie.
Assistenta entrou aa 9 3j4 la manh e sa-
nio as 11 1/2.
Hospital Santa *gueda=0 moyi-
manto dease hospital oo da 24 da Fevereiro
tai o seguinte:
Varila
Esistiam....... 93
Entrarara....... 5
Sahirara....... H
Falleeeram...... 4
Ezislera era ira*, ment .;. 88
Da 23 :
Existiam....... 93
Entrarara....... 4
Exisietn era trataraeuto 97
Telegrainmas retidos-ser. -ere-
tido-' na eslaco do Telegrapho Nacional os se
giijnte* telegratninaa :
Do Rio G ande, para Tutonia (Itspicbanle).
De Pelota, para Oliveira.
D-} Peaedo, para B.ndeirae Ne?a.
De S. M guel, para Jo Paulo.
Ltnhas, fuocconando regularmente para Sul,
Norte e Centro
coinmisttao d n melboraioento do
Porto do Reelfe--3ecife,26 de Feverei-
ro de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
tforas. Term. centi. Barmetro Tensao do Humi-
nraio o, ) vapor dade
6 m. 2i,7
9 * 26* ,8
12 * 2d,"6
3 t. 38,'6
6 * 28,'3
738,-67
759,-07
757,-66
757,-31
757,-89
19,35
21,85
20,97
22,2o
21,05
83
7S
66
76
77
Theomometros desabrigados ao meio dia :
Eonegreiido : 61/00 Praleadof: 40,20.
Temperatura mxima 3l,50.
Tamparatura mnima 24,*00.
Evaporacio em 24 horas ao sol 3-,5 som-
bra 2,-0.
Chuva 0',4.
Direcco do vento
SSW de meia noite at 1 h. 08 m.da
ma-ob; SW at at 2 h. e 35 m. ;NW
al 3 h. 01 m. ; \V al 8 h. 35 m.; WXW
at 10 h. 43 m ; NEESE S at O h. 42 da
tarde; al meia noite.
Velocidade media do vento 2-52 por es
gundo.
Nebulosidade media 0,82.
BOLETIM DO PORTO
Das
Horas Altara
Pra mar ou
Baixa-mar
P M. 27 da Fevereiro 9 b. 35 m. da m. 0-10
B. > 3b.35m. da t. 2-.40
Casa de Detencao Movlniento dos
prezos da Casa de Detencao do Recife. Estado
di Pernambuco, 27 de Fevereiro de 1895.
Existiam 418, entraram 2, sahirara 7, exis-
tem 413.
A saDer: nactanaes 372, mullieres 14, eatran-
geiroa 27, mulheres 0, total 413.
Arracoados 383
Bons 367. doentes 10, loncos 1, tancas 5,
total 383.
Movimenlo da enfermarla Tiveram alta :
Antn o Francisco Bezerra, Jos Joaquim de
Barros e Severioo Martina de Barros.
Cemiterlo PublicoObituario do dia
27 de Fevereiro de 1896
Mana Elvira das Santos Siqueira, Peroam-
bu o, 33 aunos, casada, Graca.
Uo feto mascalloo, Peraimbaco, Santo Anta
ao.
Chrlspim Filiciaoo Al ves da Suva, Pernam-
buco, 4 mez-;3, Rscife.
Un fe o feaiomo, Pernamboco, Boz-Viata.
Apo'o ila Ferreira Barbosa 11 mezes, Santo
Aoionio.
Eina-dj, Paraambaco, 30 aaaos, solteiro.
Boa-Vista.
Harmiaa, ParnamDaco, anuo.', solteira,
Santo Antonio.
Mana Srmalmda =le Lima, Pernaubuco, 17
anuos, casada, Boa-Vista.
Francisco Jos Seabra, Pernamboco, 25 an-
dos so'teiro, Graga.
Jote Baraardo da Ljra, Parnambuia, 24 an-
JO', solieiro, Saoto Antonio.
Severtao Agaotto de Ouveira, PeraamDu:o,
O an oa, eoltelro. 8. Jos!.
Jot-F.-aacisJo Corris, Pernambuco, 60 an-
nan, cacado, bo-Vista.
Paulina Marta da Conceigao, Pernambuco, 60
anoo, soltai'a, Boa-Vista.
Manoel Amaro, Perua naaco, 3 bon-s, G.aQa.
Um feto mascolino, Peroamoaco, Recife.
Mara Francisca da Coaceifio, Parahyba, 50
annus S. Jos.
De OlmdaRecrrante o joizo, rae ando Isi-
doro Benedicta da Costa. Relator o juiz Slgls-
munda Goocalves. Adjuntos os joizes Carlos
Vai e Almelda.Negou-se provimeoto, un-
nimemente.
Ag avos de pe'lgo :
Di Rv:if^Agravante Samuel Esoaty, ag-
gravado o juizo. Relator o jui Galvo. Ad-
juntas os juizs Costa Ribeiro e Almelda.
SS i s tumi-a c/;tiUecim-nto, unnimemente.
Do C b^Ageravanle o promotor publico,
nggravada D. Mara Carolina da Coa Plecb.
Relatar o joiz Galvo. Adjonto* os joizes Al-
meja p Costa Ribeiro Nao se oxoa coobe-
cimento, unnimemente.
ApnellacSo crime;
Do '-trcjiAppd ante a juste, appel'.ado
Mancel Jo^ Cardoso. Relator o jo'z Carlos
Vsz.Mand"n-se a novo juy, unnimemente.
Appeil-coes civeis:
Ue bna'ioAppeliante o Concelho nai-
cip I apDe'lado o commendatar l a-juim Lo*
pe Mi'h'do. Relator o juiz Cario* az. Revi-
sores os juizea Joao Carlas e Sigismundo Gon-
., lv- .-. Cinfl'mou se a seotenga, contra o
voto da joiz Joo Carlos.
Do Rio Parm'iHo Appellanta Fazenda do
Ejta lo, a;ipeilado3 Francisco Romano da Brito
Ba to- e ou r*$. Relatar o Juiz Carlos Vaz.
R-visores o* juizea J iao Carlos e Sigismundo
Gongiivaa =']jurmou-ae a seatenca, uoani-
roement".
Provip de solicitador :
Mand:>u se reoovar a do solicitalor Anta-
01J M:hado Dia-5, linani nemeite.
PA8SAGKN8
Da jniz Gilvao ao juiz Costa.Ribeiro:
Anpellaco crime :
Do R'Cir.-=ApreiIaote o proj-otr publico,
spnali i | Maool F-ia sco aya P-azere-.
AppellacOes commerciaes:
Do Recita = Appeliantes Bolslelman & C ,
sppeila-ia a Campanhia Norther imperial de
Livrpool.
Do Recife=Vnpellaote' Agostin^o Santos &
C appeltado Aotonio da Conha F.ho.
D > jaiz Jaita Carlos ao juiz Sigismundo Goa-
jalves:
Aopellasocivel :
De G avafaAiipellantea Clementino Alvea
da R 'Cha e sua muihe', appellsd-s Rulioo Be-
zera la Suva e sua mulner.
Do juil J- o Ca-los ao juiz Galvo
Appellacao civel:
De A'u-.-rgy=Appellao'.e o Bar5> de Fre-
eb*>| a*, apnetwoo Jtnao Barreiro- Ringei.
Do juiz Alm*id-. aojuiz Cirios Vaz:
Appell-.go-s c imes :
Do R.-tif ='ppellanti3 Alvares de Carvalho
& C appeilala a P*ze'nd' do Estada.
De Jan :.apellaote o Dr. Sopbronio E.
da Paz Partella, appelladoNumorlaoo Baroosa
Ja Silva.
DISTBIBm90S
Rer-nrdo crime :
Ao juiz Cario; Vaz :
D Limoetro=H-'^orreute o jaizo, recorrido
Joo Barba di Si va.
Aggravo de petifio:
A ja z G.-l'o :
Do Kecif'=.\geravaote Joo Calonro Pimeo-
tal, aiig'avaiu S >uza Oliveira & C
Appellacoea crimes:
Ao joiz Costa Ribeiro :
De GamelieraAppeluute eorique Barbo*
a i, appe la ia a juatiga.
Ao juiz Almeida :
Do liej) da Madre de DeasApellante a
ju-ttea appellado Lraj Jos Gjngslves.
AppeUaoes civeis :
Ao JU'Z Aluti-ia :
Appellanie=iD-. Jeao Bastas de Mello Go-
mes, appellada3 o tnveotarlaata e berdeiros
doJinada Valeriano M. da Conha Rias.
Ao jniz Galvp :
De liambAppaUaottes Jos Gimes Perei-
ra e soa maiier, apoellados Manrique Luiz da
Qaairoz David e sua inalner.
Ao juiz Costa Ribeiro :
Da Bao tr=VDPllante Sebasta Luiz de
Fraoga Caldas, appe! ado o juizo,
Ao juiz Almeida :
Da Victoria Appellaotea Antonio Biipo de
Lima e outros. apppeliado Jos Mtaosl de Li-
ma.
Ai juiz Cario* Vaz :
Da ReciteAppellante o jaizo. appellados
Antonia Ferreira de Furias e D. Maris Emilia
de Parias.
Anpeii.icOa commerciass:
Ao joiz Carlos Vaz :
AppelUnte Baraardiaa Mara da Concel*
Cao, appellado o Dr. Ignacio de Barros Barre-
ta.
Ao jais Joao Carlos :
Da RecifeAppbllaate a Corapmhla Agrico-
cola Mercantil, a aullado Emilio Dol.
A joiz Sigismaado Gonc De QalpapaAppellante D. Carlota de Souza
Leo Lustoaa, appellado o Dr. Jas de Si Pe-
reira.
Encerrou-se a se33o s 2 horas e 30 miau*,
tos aa tarde.

Supetlor Vrlhaaal de Jnstlea
SE3SA0 ORDINARIA EM 28 DE FEVE-
REIRO DE 1896
P&B8IDBNCIA DO SR. D8. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os Sr., jui-
zea em numero legal e o Dr. procurador ge-
ral do Estado, foi aberta a sesso, iida e ap-
P'ovada a asta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-se
os seguintes
JULaAMiTOTO
Habeas-corpus :
Paciente : r.
PacienleJoaqoim Ferreira Lima.Gonce-
deu-se a soltura, uoanimemen e.
Recursos cnmfs:
0 p i^ -corrate Antonio Mirttas Cha-
ves, recorrida o jalzo. Relatar o joiz Joo Car-
los. Adjuro os juizes Casta Ribeiro e Gal-
vo. Aonnlluo se o pro'esso, unnimemen-
te.
De Caobolinho-Recorreoteojaizo, recorrido
Do Bonito- Recrreme o julio, recorrido
J jaqaim He culatu da Silva e outros. Relato
o juiz G..Lvao. A juatoa os juizes Co ta Ribeiro
e Sigismundo Googalves Negou-se provi-
ment, ooanimemente.
De Qamelieira--Recorrenle o juizo, recorri-
dos Adrio Jas deGies e o-atros. Relator o
joiz Almeida. Adjuntos os juizes Joo Carlos e
Galvo.Negou-se provimeoto, unnimemen-
te.
Do BonitoRecorrente o juizo, recorrido Ma!
ootl Crrela de Mado. Relator o jais Almeida.
Apuntos os jotaes Joo Carlos e Galvo.
Negou-se provimento, unanimemenu.
PUBLICIS k PEDIDO
Coiitos iMntutiuo
Eu vejo com pezar que a opposico j nao
sabe quantas anda ; reinando all urna con-
fnso bablica*.
Vai o adjectvo neologico, com lcenja doa
grammaticos d'A Provincia, que nao sa de-
vem SORPRENDER com as|minbas descober-
tas scientilicas.
Eu vejo nos arraiaes contrarios um desani-
mo to grande que, perdida a tramontana, (a
pirase mulo correcta) uns vao desmanchan-
do com os ps o que outros fazem com as
mos e com um SACRIFICIO ENORME...
A Provincia qne devia andar unida com
"0 Commercio para o mesmo iim, isto 6, para
livrar esta bello Estndo das garras adoncas da
tyrannia, ella que devia andar com elle, como
dous amantes temos e apalzonados, ligados
pelo umbigo, como os rmos siamezes, nao
atiende ao PONTO DE VISTA DA LEGALI-
DADE do Dr. Prudente de Moraes, urna moles-
tia contagiosa qua o obituario poltico d'0
Commercio aecusa todos os dias, assim com
ares de CHAPA; e apparece, em seu numero da
26 do correte, com o rotuloO governo s
tontas, dizer que nao ba PONTO, nem vir*
gula; que nao ha fcVISTA, porque est tudo
cgo, e que, finalmente, a LEGALI DA DE de-
mittir o Retumba do Pon tes-de Miranda, j de*
pols de romeado e bem nomeado :
Ora bola!
E, proposito, ataca este pedacinho de pe*
dra Infernal na ferida que O Commercio tra*
ta bomeopatbicamente, com os glbulos assu*
carados do D Sabino :
Factos d'esta ordem demonstram que o Sr.;
Prudente da Moraes..... vai de queda em
queda, e dan-io ao paiz o direito de julgal'O
sem & independencia precisa para o desear
penbo de aua grande misso. S. Ere. fas e
desfaz : e, tanto no pnmeirocomo ao segn-
do cas?, as razOss de seu procadimento nao
apparecem.
Incapaz de dal-as-. ..
Verdadeiro jogo de disparates i
Diz A Provincia :
B6a tarde, Sr. P. Como tem passado T .
Responde O Commercio:
E' verdade, meu amigo, flear sem raba*
netas, isto sem Deus, sem amor, sem t...
Diz ainda A Provincia:
Nao trato d'isso, fim por causa d'aquella
lettrinba j vencida.
i
i
(
-


-.
V
I
MUTILADO I

I MMfci


-
*

Diarlo de Peniambaco abba^lo 9 de Fe*erir de 1 t>*B
i ii i......i..... ni i ..... i i ------------------------------------------------
, :
Replica 0 Cemmercio:
Qual, iso n&o vale nada ; o meo fraco ,
hoje, 0 PONTO DB VISTA DA LEGALI.
DADE..
E assim elles nao podem cbegar a um accor-
do, que c em resaltado aquillo que A Cida-
de tanto deseja, e que, seja dito em abono
da verdade, meio cam nbo andado para...
o partido republicano federal, o partido cheio
de potencia, que ella, em homenagem ver-
dade, confessou ser FORTE E ARREGIMEN-
TADO.
Mas com esse-dize tu 6 direl e u, com es-
se bate bocea de meninas da vida airada,
imposeivel chegar urna cenelusao lgica e
proveitoss.
Pois quando O Commer:io'dij, nos seus
asombrosos telegraojmas, que o Dr. Pru-
dente le Moraes talvez v*nha este Esta
do. assisiir inauguragso oflicinas; quaodo elle dix que o Presidente
da Repblica tem o seu plano de governo de-
lineado e ha de execular o governo republi
cano, deveodo-se conflar os suas inteoc,3s
patriticas e as suas resoluges firmadas;
quandu elle descobre o molo co tinuo, asse-
gurando que o Dr. Rosa e Silva goza de pres
tigio no Rio, facto que ignoravamos, e que 6
justo que o recebamos aqui festivamente ;
quando elle diz que multo provavel a vinda
do Barao de Lucena tste Estado, 6 que A
Provincia esquece todas as conveniencias po-
lticas, que, mais do que nunca, eslo pe-
dir OLH ) VIVO E PE" LIGEIRO, e vem dizer,
em pjriuguaz muito claro, que o diabo leve
esse PONT \ essa VISTA e essa LEGALIN-
DE, e ataca-lbe um RETUMBANTE diploma
de incapacidale e.de mais alguma cousa nao
mnos humillante !
Nfto se trata, justamente, de um caso em
que o ENGROSSaR 6 urna necessidade ur-
gente, indeclinave inasldiavel? !
B m avisado anda o Josa Maiianno em
queixar se da pessima orienlago d' A Pro-
vincia !...
Os artigos do Sr. Jos Vicente, verdadeiro
membro de fra, fobre a Faculdade e ou-
tras cousinhas mais, vao dando lugar que o
chefe censure os burros n'agua...
Os jornalistas parvos, j o disse alguem,
canto a victoria dos co-regionarios em ves
pera da sua derrota, annuciam a morte dos
sem adversarios na vespera de seu trumpho,
aQangaa a paz, quando est para romper a
guerra; prognoslicam urna conflagragao ge-
ral, quando as nages desarmam e licenciam
os seus exercitos. .
O que A Prov.ncia talvez ignore 6 que
navio com duas ancoras nao garra...
persar bandos de criminosos que Infestavam
Brejao, Agua Branca e outroa pontos, e para
garantir a ordem publica, ameagada de profun'
da alteragao.
Quaodo o Municipio de Aguas Bellas andn
f-a da le', tambem alli fui UM TROCO DE
SOLDADOS, para corrigir os desmandos da-
quelle quo na Assembl*. Provincial, em tem-
pos pissa lo?, mereceu do Sr. Dr. Jos Mara,
o honroso titulo de assassioo...
O i rogo de soldados pode estar com quem
se afasia da lei.
Os graramatcos da Provincia escrevem,
no final do artigo que respondo.ifastar
com -ff- =
Acho qu; nao andam bem.
Retire, 28 de Pevereiro de 1836.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
fLeion'A Provincia de 26 o seguinle que
vai ipsis verbis et virgulis :
Chegou effectiv.menle hoiitem, da Para-
byba, o Ilustrado bomem de letiras portugu^z
e nosso prezadj etc...
O melhor grammalico daquelle orgo demo
cralico. o Sr. Amaro Bezerra, por exemplo,
ar mehia ura grande ravor, explicando-me o
tenlldo daqu<2llas quatro pilavras de sauda-
0.
Infelizmente, sou rau'to TAPADO, juntamen-
te o coct-ario dos redactares do referido or
gao, que sao muitos ABERTOS, equ;tmo
orgulho tie saber ; e, parttnto, nao de repa.
rar que, confessando a minba incapacidade,
eu pego luzes aos m:slre8, ist eu pego la.
zes aos luzeiro3 !...
Farei urna perganti, para melhor orientagao
do meu espirita.
Se eu comparecesse ao banqutte do Carna-
val da Maiaon Moderne e apparecesse a afa.
mada caeja, hoje o primei'O prato, O pralo
IMPERIAL, deque modo deveria eu ofere.
cel.a o Googalves H .ia, se me coubesse o en-
cargo de fazer a distnbuigo ?
Serii aasro : Oh Maia qu^res um prato
de canja ? Ou devia ser por esla outra fr.
ma : Queres Maia caoja ?..
A hypothese parece a mesma. c Illa.-Irado
homem de lettras poriuguez ama cousa
para mim tao dora, ou mais dura, do que
aquella noticia do Jornal do Becife, da um
dos primeiros dias desta mez, avisando ao
publico de que na revista Sangaio uavia CO.
PULAS de Satanaz ..
Deus livre A Provincia de Satanaz, em at
titude tao perigosa I...
Quando aprend a svntaxe de cons-turgao, o
meu me.tre recommendou-rao sempre, qae
procurasse a euphonia ou harmona da phra.
se.
Se A Provincia rao me tivesse ftido os
tympaoos, eu nao apresentaria a miaba que-
xa com as formalidades da lei...
Agora, para acabar, volto m para as cen-
suras fsitis ao Governo, n'A Provino*, de
25, sobre negocies de Correntes.
Sabemos que a portara do Sr. Villez, isto
6 a portara que A Provincia, att iboe ao Sr.
Vallez apocrypha, e da mesma aatnr-fo do
telegramma qu; ella, ou algaem por el a pas*
bou pa a Barreiros, em oome do Dr.Ju:i) de
Mello, ordenando diligencias no cogen lo
Dr. Esticio Coimbra.
Nao queremos affirmar qui aquelle ju z di.-.-
trictil seja mestre de portugus, ou ant s u;n
Continuar os leprosos da Pro-
vincia
E' scraprj com a mal ir das repugnancias
que la-go a mo da panna para responder aos
msultoi da Provincia escript js por um cer-
to numero de vagabundos e vadics, que dur-
mern de dia para vdurem noit-, a se elles
nSo dai) cabo at das algibeiras do pr simo,
porque ternera a polic a activa e que vella
pela nossa seguranga de vida e propriedade.
Vena te que no grupo das ratazanas
exista alguna bem rico?, porque o lempo fui
pouco para lodos e arranjarem.
A gaza as portas alheias, os constantes
assaltos aos cofres das repa tigOes publicas e
lulo quarto se po lia imaginar para os arran-
jos. no fui sufliciente para enriquecer a todos
e por isso toca a commona da Provincia a
ladrar diariamente pelo poder 9 u'essa devai-
ramnto em que vai, toca a dascompor os I10-
mens de bem.
Triste e ingloria missao d.) quera vive 110
mundo para 1 umprir a le do f ido ..
Agora pergunto qj a lodos os Bahazares da
Provincia, qual ura dos chafas do partido
republicano federal de nosso Estdoquelem
urna curonica tao horrorosa como a dos rataza
as da Provincia?...
Se me apontarem um prometi aos cujos
quj fazera parte da companhia do ilho vivo,
que me callare pr urna vez.
Nao fazem parte do grande partito repblica
no federal de rernsmbuco h >raens que sobre el-
les pesera crimes infamantes e al alguna de-
nun ciados como larapios pela onmio publica.
Republicanos ordeiros, por serem conserva-
dores de natureza e por iudole; o paiz s po-
der ser governado por e;se partido, por pre-
cisar de paz e soceg'j para viver.
Como muito bem diz o illustre deputado fe-
deral e prefeito da nosso municipio, o r. Cu-
peitino Coellio Cintra, sera ordem u3o haver
I berdade e .-em liberdaie nao baver pro-
gresso.
Nao temos anarchisfas er/. nosso seio. nao
leiuos ratazaaa3 para nos mvergotibar; o
quacto baita.
A gente da Provincia que v cuidar n'outro
officij, porque as descomposturas e os latidos
dos caes hy4rophobicos nao atiingem aos ho-
mens de bem.
Goaliece-se perfeitamente o rancor eo dse-
jo que lera a i'rovincia de offender ao ilus
tre senador pernambucano, o Sr. Bar3o de Na-
z.relh, de prelerencia a toaos os mais illusires
civalheiros qus fazem parte do grande parirlo
de que ora ma oceupo e que era suas fileiras
le S. Exc. um logar bem dislincto.
Tudo isso eu bem sel porque .
E' porque Exc, comprehendeodo perfeita
m<-nte a "obre e elvala mi sao do Exm. 8r.
Dr. Barbosa L'ma, digno governador de nosso
Esiaio, de salvar o s^u car Pernambuco das
ga ras da immun la quadrilhi que nos domi-
nava, e /elido n'ella o patriota audaz que ti
nha por divisa a lbenla le a o prngresso de
sua larra natal, identificou-se com elle e aban
donou o* amigos ilo saque e das algibeiras do
encootraabrgo & sombra da lei. como tambera
tem ao seu lato e para a garntia de seus di*
reitos, o illustre Sr. senador Bario de Nazaj
reib, a victima sacrificada sanha Inferan
dos rabiscadores do pasquim qae tanta nao
me causa.
Na Magdalena, s nao tara guarida os lara*
pios, os babados a devassos, iguaefl a genta-
Iha da Prov ncia.
Ag ra vamos a segunda acco^acao que faz a
Provincia ao illustre pernambucano, qui o
terror do cont de saltea lores da Calabria,
que por nossa degraga se acha installada
n'uraa das principaes ras desta capital, como
a ra 15 de Novembr >.
E' S. Exc. aecusado de lar no dia 23 do
correte e no hotel da Magdalena maltratado
os Exras. Srs. Dr. Barbosa Lima, di^no go-
vernador do Estado e os Concelheiros Corroa
de Araujo e Rosa e Silva, quando S. Exc
nes8e i achava se no seMto e nunca entrn
em semelhante hotel e nem mesmo coohece o
seu propri.'tario, conforme diz elle n'uraa
carta que escreveu a S. Exc. e foi hoje mes-
mo publicada.
Anda outra prova para confundir os calum-
niadores e que se tiverr-m vergonha nao mais
se occupirao com a pssa do muito illustre e
digno Sr. Barao de Nazarelb. *
O Diario de Pernambuco de hoje traz em
sua Re/ista a noticia da brilhante recengao
que leve S. Exc. em Caruar no dia 22 do
corralo, chegando a esta capital honiem 23
tarde.
E' bem certo o dictado que diz : mais da"
pressa se apanda um mentiroso do que um
coxo.
At com o Ilustre Sr. Dr. Alvaro Vaona,
dign genro do Sr. Barao de Nazarelb os le-
prosos da Provincia nao pooparam, caluro*
niando'o de urna f rraa atroz.
Sao por '"emais intimes.
Quera conhece o Dr." Alvaro Vianna, o mogo
syrapatnisado por todos, que nunca offenduu
a pes.-oa alguma, cavalheiro de fino trato, s
os viles da Provincia teriam a coraiem de
o offender.
Cada qual d o que tem.
A Provincia J ligna de si mesma ; s-
mente a tqaadnlha q>ie tem dado assatt > aos
cofre- pblicos e assusSiiDado a seus adversa-
rio' e ai as pragas publicas, poderia atacar
como l' m atacado aos homen's iramacula los.
Por hoja fij.roi aqui, tendo talvez necessi-
dade de voltar amanna ou depols para dis ur
cora provas as miz rabilidades doff homens
negros da Provincia.
Se vol.a-em me encontrado de freute.
Torre, 2" de Feereiro de 1896.
Fortunato Pinlieiro.
povo
Furiosos ainda estao, porque S. Exc. nao
abre ra is a sua generosa bolsa para elles del-
varem-se como era de costme.
Esses horaeus da Provincia sao una insen-
satos...
O illustre Sr. Barao de Nazarelb nao precia 1
de usufruir lucros e nsm tao piuc vantagens
da poltica, muito ao contrario, S Exc. esa
sempri" promplo para fazer com o seu partido
o maiores sacrificios, como tem f.ito e esta
tasando.
S. Exc. nao pertence a escola dos autono-
mistas d'esta trra, cojo chefa diz que, quem
rouba ia nagao tem cem annos de perdi e
por isso possue fazendas d- ca', bonitos pa-
lacetes, bons carros e bonitas parelhas d^ ca-
vailos, abastado ^capitalista, sendo que das
melhores usinas um dos primeiros accionis-
tas nao len lo nunca h-rdado nada de seus
parent-s, nao ser ura ra l-que que vendeu
por bons cobres, iara nao perdel o na aboli-
gao.
Conhego muito de perto esse millonario de
hoje e pobretao de honiem e que consenie e
manda at qm na Proviccia jornal immun-
de que circula entre oj, se insulte iquelies
que nao se hombreara com elle, porque o seu
contacto po- demais contagioso.
as miohas publicagOes em defeca do pari-
do que teobo a honra de pertencer, tenno mu-
10 proposiialmente me esquivado de entrar em
questes pegsoaes, porm estou vendo sabir
de semelhante proposito, ama vez que a gen-
talba da Provincia contina atacar os meus
bons amigas e com espectalidade ao Exm.
Sr. Barao de Nazarelb.
Os oomes que se l no cabegalho da Pro
vincia, Agorando como redactores de 3eme-
Ibanle pasquim, sao todos conheeidos, todos
elles lin mais ou menos chronicas que faz
horror, e eu, torno a repetir, nao duvidarei
rasgal as mascaras de cada typo do per si. se
continuarera a i ffender a aquellos que estao
muito cima de taes calumniadores.
Nao e eupooham a tanto, ai ida essa vez eu
os avuo, que estou disposto a repellir enrgi-
camente os dsuIios que fazera aos bomens deN bJC0J, x ^horag x 3.5 pea cbicos x 30 dias
bem, ainda que seja preciso analysar com ferro x 13 r8> (o cubico-^218810 (oapel).
Etttpreca doillumiaafito a gaz
Havendo eu declarado, como gerente des'a
Erapreza, pelos jornaes desta cidade qua de-
rara se erros a oinises na publicagao e cora,
paragio das propostas para a Iluminar 1 fe-
la no Diario de Pernaiiibuco por ordem da
Secretaria da Industria, e j estando provada
a existencia de erros substanciaes, principal
raent' em relagao ao prego da illumioagao,
conforme se v das demonstragas e clculos,
queem seguida flz pub icar, passo hoje a pro-
var tamb-Mn a existencia de orais5es, bem
eorao que a contestag3o, qm pela Revista do
Diario de Pernarabuce de boje mandou fazer
a mesma'Secretaria, ndo tem a1 menor proce-
lenos e antes veno em auxilio do que ficoo
demonstrado, islo que a raesraa Secretaria
erreu na coraparagao e ap'eriacio das propos-
las, de3de qua partw de ura base falsa, como
implcitamente confessa na publicagao de
hoje.
t.omegarei, poira. pelo primeiro ponto, rela-
tivo a ora s-Oas cu faltas commettidas na pu-
blicagao das propostas.
"7|A priraeira om Secretaria, quer na primeira coraparagao, quer
na rectificago das propostas para illuminagao
(Diario de Pe'nambuco da 22 e 23 do crreme)
publicado o prjgo c cotid ges da ibuminagao
elctrica para os particulares, que entretanto
tem muita cousa capaz de interesar o publico
que a ella lera de flear sujeito.
E'as>ira que a clausula 7* ra proposla da
uz elctrica diz o seguinle :
Os consumidores particulares, adralttido
ura consamo medio de 4- horas de luz por
noit.\ pagaro pa a cada :
1 Lampada incundescenle de 10 velas por
rae/. 28000 em ouro.
e 1 Lampada inr-andescenle de 16 velas por
* mez 28750 om oun.
1 Lampada incandesoente de 25 velas por
mez 48300 em ouro.
Para Lampadas de maior forga, o paga-
mani ser calculado proporcioaalmenie.
Os consumidores particulares poderao ou-
tro sira pagar deconformidade com as in-
dicages de ura contador especial de eleclri-
cidade, e oeste caso a laxa ser de por cada
1000 volt-ampr*>=580 ria era ouro.
O cusi ou aloguel do corlador correr
por conta do consumidor particular.
c Sobre a base dos pregos aci Da, os conces-
aionarios poderSo, conforme o numero de
Lampadas e o i-rapo da respectiva ilkimi
nac/>o, conceder aos consumidores particu
lares, abatimentos at 10 0/0 do meemos e
isto em obediencia a urna escala para esse
ra especialmente organisada e que ser re-
visto de anno em anuo.
3uppooha-8e urna casa cora quatro bicos
elctricos de-10 velas cada um, a cesta meo-
sal ser :
2 000x4=5.030 rs, (ouro) ou 248000 papel.
Se o consumidor comprar ura,'registro elc-
trico pensando melborar de sorte, elle paga-
ra 580 rs. (ouro) por mil watts romo cada
lampada de 10 velas ncecisarde t.34 waits
cada vela ou -33, 4 watts, elle queimar nos
lampees fra os escapamentos (o rque a ele-
ctrici lade tambera escapa) 33, 4 watts i
hora x 4 lampadas X 30 dias |) 580 rs. por
1000 watls (vo t amp.re) 9.280 rs. (puro) ou
278840 papel
*\ mesma casa ten lo 4 bicos incandes-
centes de gaz de 40 vela; cala um.tera a
seguinte c.ntamensal :
em braza os lypOss da Provincia, sargeia dos
e8gotos da Companhia Drayn-'ge.
D'ixando de parte mullas banalidades e
mentiras que o pasquim denominado Pro-
vincia tem trazido diariamente contra o iilos-
tre Sr. senador Bar8o de Nazareth, me occu
pare da- duas ultimas que vm exuberante.
menle pro/ar que geroelhante pasquim s
vive da minga e da calumnia que apanha do
lixo mmundo das ra- e da podridlo que o
ambiente deleitavel de seus redactores.
O supposlo espancamento de Antonio Piotor,
esplritj culto; mas, envjace dedocum-nt^ q ce|eb^ correligionario dos redactores da
em nosso poder, aifirmamos que o officio pu-
b'icado, tal como est, olo de S. S.
Pe limos a exhibigio do original, em lugar
publico, em lugar limpo, onde todos, possio
veriear DE VISU.
Lqaanti inci.mpat bilidade, A Provin-
cia leia o despacho, exarado na reclamago
do Escrivio de Orphaos, e veja se concorda
cem elle.
.proviito a ultima parte do artigo, aquella
em que A Provincia diz parecer lae de boa
poltica a ida de um irogo de soldados afim
de raaoter o principio autoritario, para lem-
brar que o governo pode, certo, Isngar mo
da recurso indicado, ana s em casos muito
excepejonaes.
LSabe A Provincia que ha occaaiOes em
que a rebelda dos. facoiaora. val tao longe,
qie preciso recorrer forja publica para
obiigal-oa i sujeigio da lei.
O a tual governo tem mandado, por vezes,
foca policial para o centro do E-tado; mas
c% Provincia sabe, porqae ella tambem batau
palmi! as providencial topada, que foi para
conter os revoltoos de Trumpho, party.dja. mnt
Provinca servio de pretexto para ser-des-
coraposto um pernambucaoo illustre e patriota
como o Exm. Sr. Barao de Nazareth.
E quer saber o publico quem esse Anto-
nio Piotor ? .
E' um ectrangeiro que vive diariamente em-
briagado, provocando disturbios offendando
moral publica, iodigoe de vtver no seio de
urna sociedade morallsada.
O facto de que tanto fallou e especulou a
Provincia foi mais ou meno3 o seguinte :
Espancava brbaramente o monstro do An-
tonio Pintor a sua propna molher, quaudo
hessa occasao passava ura soldado qu* veto
em auxil o da infeliz e nao podendo conter o
criminoso prenda-o e o cnduz para o quartel
da Magdalena e na occasiao de ei trar o refe-
rido criminoso oppOa tanaz resistencia e aos
empurrOes do soldado cabe e fere-se sera qua
boovesse o menor espancamento, cootorme
presenciou a mulber do preso; sendo solio
pouco depois a pedido do illustre e prestigioso
cdadao, Tenante Coronel Damiio Cavalcaote
Pe.soa.
De tudo isso gnorava o Exm. Sr. Barao de
Nazareth, que velo a saber do que ae.deu,
Jando Antonio, Pintor j se achava no goso
e sua lioerffaae e promptp para metta/
n*ontra bebsdeira.
Coio, poi-1, enmina'-se a S. Exc. por,.um
factoxjue elle nio teve scieucia e nem con-
corren j)ara elle ?
aboin cidadao, aquella que vive tranquilla-
ent e fcumpre com os geus deveree, nao o
nacSo, cahio em erro, calculando para o prego
da elect'icidade a equivalencia da luz (orne-
cida pelas lampadas ou arcos cora a endade
de vela, ao passo que para o fiaz carbnico
que promedia urna luz equivalente a 40 ve
las, deixou de calentar sobre a mesma base a
sim fundn se para computar o prego, nao na
equivalencia da luz fornecida, mas na quan
tidade do gaz effectivamente qneiraado nos
bicos amigos, que representa uraa luz pelo
menos quatro vezes menor do que a que effa-
ctlva,mte propuz fornacerpe o emprego dos
bicoa-modemos.
E porque parece desconhecer esla cir-
curasiancia, que a juna corametteu o equivoco
ou erro acraa dito, que para ura especialista
S'ria imperdoavel.
De facto, o tpico da c ntestagio, qua passo
a transcrever, moslra bem claramente que a
Junta Examinadora das prop stas nac-conhece
prodssionalmento o que diz re peitj iUbit-
nagao
Diz a Junta era sua contestagao : Sendo
conbecido que um lampeao, que consomm 100
litros de gaz por hora, nao p le ter ura po-
der illarainanle sapprior a 10 velas, como esta
perfeitamente especifl ado na clausula V. v-
se que o prego de 320 reis cima mencionado
refere-3e a um bico de poder Iluminante de
10 velas etc.
Esla clanaula compe-se de duas assergOes
que s8o ambas errneas : a 1- qua um
lampeao que consomm 100 litros til gaz
n3o pode dar mais do que 10 velas de po-
der i 11 um loante ; e a 2* que a clausula
V^ prova isto
-Com relagao a 1.- asserg&o errnea, o fac-
to bem conhecido que o poder 1 Ilumi-
nante de uraa lampada on de um bico com
gaz de certo pode- Iluminante e cerlo con-
sumtno, vana conforme >a lampada ou bico
usado e esta differeng, enorme segundo
se erapregs* o bico mais amigo ou o mais
moderno.
com relagao a 2 assergao a < lausula V.
prova que o gaz queimando em certo bico
chamado Standard Argand, a razao de cem
litros por hora iar lu equivalen e a dez
velas.
A razao desta declaragao a seguinte, que
na phrase da junta, conhecida.
Antigamente o poder Iluminante da cham-
an (que formado pelo carvao que se des
se manten, pela cuitara do amor e do lemor
lor a Deas e se origina a cultiva
prende de saaa co.ti bi nages tornase in
eanrescente} dependa serlos gazes que o gaa oarbonie conlinha. 1 E
SdrM7..",d5. aTharaa ^^ S t *: que v em"toda parte, i
da raetae. suspensos aciraa da .cbamma. no ^T^^n6'.V,Lfn^rT^rfo a imnr h
mantelete- e-a loe. qna primitivamente te hn!,iem5?'D,en" "??" ,0.d. aJ'?,r ?
obunha desses gazes boje obtida-em moilo ^T' d8 iran1e? e pod'MLa,ft^a
nwior escala com o emprego do gaz no bico P0?*1"3' a9 ^Jo"5" aDn0ee. ? ".'.
Bunseo, para produegao do calrico elevar se
essa mesma luz urna proporgSo pelo menos
cinco 've*ee- maior peta incamtescencia do
marilelete. /
E' a?svm, e fundado nestei-dado, que sao
infalliveis e universalmenta conheeidos, qae
propaz foraecer urna luz equivalente a quaren-
ta velas, qtwcorresponde a menoB do quadru-
plo de gaz effeeiivamente qoeimado 00 bico
Standard Arg-.nd>.
A razdo de ser da clausula V garantir s
pas*oas que por qualquer motiv nao qu--
ram ter bicos incandescentes e preram
continuarla u-ar dos bicos commuas :
mesmo porque, se 00 contracto nao houvesse
clausula, garantindo que o gaz ter poder I-
laminante quemando no bico Standard Ar
i:ai>d e a obrigagao fosse simplesmente dar
certa luz nos lampeOes pblicos (como ao
antigo-contracto)!* a empreza poda' supprir
gaz sem poder Iluminante e assim obfigar
as pessoas que quenam ter a luz i ter o
mantelete incandescente, on a serem privados
de qualquer luz ; pois qae a nada mais era a
Empreza obngada.
Explicado por este modo o que significam
as duas clau-u'as urna das qu es falla em con
sumo de gaz equivalente a dez velas e oulra
em luz equivalente a quarenta velas, lacil
de concluir-se a verdade do qua cima afir*
mei, isto que bouve erro ou equivoco da
Jun'a, e que a contestagSo por el a hoje feila
orna nova contisso, embira inplicila do
seu mesmo erro ou equivoco.
Provada purera a existencia do falso sup-
poslo, que servio de base ao procelimento
da Junta de esperar que o poJu cvinpe.
tente pelo menos mande verificar em qne ef,
fectivamento consi-tio esse erro, para poder
eniao com bons fundamentos reconhecer qual
a prrposta mais vanlajosa.
O publico por sua vez lambem julgar.
Recite, 27 de FeveTeTff de 1806.
Samuel Jones,
Gerente.
Differeoga para tiienos. no prego rs 23160
68000. .
Diflerenga para mais no poder aluminan-
te 120 velas ou quatro vezes mais luz.
Por sua vez oa clausula 6." da propoata de
luz elctrica l-se o seguinte :
Quanto a illumioagao particular, os coa-
cessionarios obrigam-se as rua3 em que bou-
ver consumlo sufficiente a assentar os compe-
tentes conductores e a estibelecer as conve-
nientes ligagO'S para os predios.
As despezas de assentamenlo de corabus-
tores at a entrada do predio correro por
conta dos concessio anos ao passo qua por
outro lado o custo da installagSo interna cor-
rer lodo por conta -los particulares.
Ora, era vista d'esta clausula, o caso de
perguntar-se :
Que luz teraoos consummidores particulares
que nao tivereni a felicidade demorar as
ras em que hoover consumo sufdente para
obrigar os concesionarios ao assentamenlo
d03 competentes conducto es-?
Picarao as escuras 1
Demais, quem devar julgar so o consurarao
suficiente? Naturalmente os concessia-
narios E se elles assim o julgarem, darao a
esses particulares gaz carbnico ?
E a que prego ? Provavelmente ao prego
por Kilo watt, isto 2 reis 0, 30 por vela por
hora em ouro, o qae corresponde a 6,090 reis
em papel
Por ora limito-me a apostar essas omissea
commentando-aa Ugeirarnente ; e assimpasso
a tratar do segua4o pomo
II
Disse cima qae a conteaiagao falta pela ee-
cretaria no Diario de Pernambuco d hoje ;
improcedente e importa urna coramlss&o im-
plcita dos erros por mim apontado?. E' o que
agora demenstrarei.
Pelo modo de oxposgao feita hoje pela se-
cretaria comprahende-se f^iIa>Qte que a Jun-
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Um alto lirado ao paiz
0' vos, todos, que padecis, o Brazil iateiro,
de ama quadrilha da salteadores, inimigos de
Deu3, cruciiantes dores, que todo dia requin-
tam l
Em norae de Deas, que anda esla em vos-
eos coragOes e donde elles querem banir
Era norae da liberdade que elles tanto, mais
tem destruido t
Em nome da patria que elles lano e cada
dia mais teiq desbragado 1
Fm quanto tempo, ouvi, e pensai-
Nao ha dever, lei, justo proceder, sem cons-
ciencia
Nao ha coosiencia sem o amor e o temor
de Deas.
N&o ha firmeza no dever, s^nttmeoto qua a
sustente continencia oos desejos e as pal
x6b, derida.coatriccao dos traosbordamentca
do egosmo, sem cooaciencia
O amor e o temor sao os nicos motores de
todas as acfiOas bamanas, como de todos os
actos do bruto.
iVdtFV.ranga do seoUmepH ao hqmem ao do
bruto, s eet no coahecimenlo de Deus, que
este n&o tem. ,
O atoaoa um ente Mesgracada, que paio or-
gulho se degrada da digoidade do homem a
coodicc&o do broto; e qoaudo alia ostenta
esta grande miseria, se aia um redujo tolo,
UWii!a|iora das propostas, lalvex por a^ f^m^Mti to i r^^'^8.- __
ers$T composta de proflssioaaes, que baS # danMahosi ^w^P*'-*^**^ ^1
toohxfifiMfimo sorvigo e sythemas de illuml- crliis que, em nomeAMMm^AtMtU tlles
recebem missao "dos salteadores, inimigos de
I Deus, para pregar contra e tralar em redioulo
' a nossa religiao e os seus sacerdotes, deste
povo, que soffre tamaoba insolencia distes
inatrumentos da quadrilha, porque elles estao
garantidos por ella.
Sa estao lora da igrejt, c< a s omilhares
de outras seitas que delia sahiram e amas das
outras, que se importsm com a coufissa* que
a nossa' grja iostitu r ?
Porque nao vao pregar contra "lia nos Es-
tados Uoidos, Irlanda, IjBgl trra, Franga Aie-
manha etc, onde cada ura segu e pratica a
sua religiao sea se importar cum aavdos ou-
E" por que por ia oao ba governo deatbeos
que os pague por tste>e'0S garanta.
Estes querem acabar com Deas no coragao
deste povo e talo os 'alteadores tem feto
oara acabar com a religiao, qne cultiva o seo*
timenlo piadoso. .
Bmpreheodera agora desorestigial-a pelo
sarcasmo, peja insolila ironia.e polo radenlo,
at poderem enebata* das grejas, a patas de
cavallos, os fiis com. o ;que. contara e j t m,
elles at escnpto.e fazer da casa, de Deuaar-
mazeos de mervariae quarteis de seus sol-
dados. Para isto caminbam, pensai.
Ai confissao. e o padre tp, o ultimo reduelo
deste povo. que ibaj falla destruir para^hft-
garem a tal flm, e por isto emprehendem a
presente campaoha ; porque a oonfissao a
principal aliaiaoto. do ca|lse
temor e de seu amor.
E o amor do prximo ,* Mo pwo amoit so
a feryer dos pagaos, as foguairas da inquisi-
gSo, todos os mrrtynos, perigos e prec picios,
quan lo pelo amor a Deus se curapre um de-
ver.
Ouvi pois e pensai, em qoaato a quadrilha
que nos imps a lei de Cont, o djpocr.la
aHrocsmo pa espada, nSa ta.uge'os fiis
dos templos a patas de cavallos fechando as
soas portas.
E' para cifgar a isto que elles estes melo3
infames empregam; para banir do coragao
defte povo o senlimeoto do temor e amar a
Deus e so prox rao, impondclhe pela espada
temor do escravo, a adordgdo trmula a elles,
os salteadores que j tamo nos tyraaisam.
Ouvi pois emquanto tempo e pensai.
O que pidia ser-est* salteioide ladr ;s e as-
sasiincs que o chamaram repblica, quando
vemos- q*i* um m- mico le seu parlamento e
grande de urna suas. quadrilna*, swnc pare
o mando todo ver:
Felizmente }>8e pole governar sem Deus
sem rei!
E outro ara pleno parlamento proclamar :
Eu nao -acredito em Deus:
E' porque em Deus n&o er teda avaMaqua-
drilha.diciaiorial qua nos asmaba.
N&o o teniendo, e, porianlo nem o.amando'
s amara a riqueza, s ternera a p breza e
urnas s outras qaadnltiHS em que grande
se tem.dividido e-que d apaiano muus s>ouiraa
a posse da prese chamada Urazil.
E" por isto que elles Unta irabalhiim para
banir do corado deste povo o amor e tmor
de Deus ; pirque esle serr'imenio pole um
da unir eaJas victimas escravisadas a ie*
val as a aoanr e- uaur t-eiea luiuiios Uo
Deus, da humanidade e do pruxtmo, como
elles a Deus bmirara da lo.la- as suas in-tf
tU'geg.
MnrtH ou desfallec i-, f nga, f reitt 10
povo t-mor da-e.-:pala, dos iUi .oscarce-
res dos-salteadores ae Conti. Kuln s-rremoj
tantos railtides de escravos trabalnaudo a chi*
cote sera lugir era mu-'ir a engran tecer a
quadril a qu; etiver na posse da p-esa.
Aluda ntr- ra, qaanlo affromando mil \io!eu
cas, se gema e seclama pela imprecisa, o rou*
bo e odespo'isino tem chafado a um grao hor-
roroso e insupportavel; porque a vasla quadri-
lha de posse da presa,bem a mada de cauhes,
lU'.is e espad 9, orgulhosos de haver abatido as
rebehues, 1 nada mais teme.
Nao pois mais tempo de cada um s cal*
dar de si e de seus negocios, esperando do
lempo, ou lmalo de espanU entregar-se ao
torpor.
O que faz levantar se o sentiraenlo da pa*
tria adormecido, siffnment) coramum de um
povo inleiro.
JToloe vi fos e3 politi os no lempo da mo-
na ; os dos ceiros por amor de sua influen*
cia local, posios e coodecorig's ; os dasca*
piiaes pelo- logaras ; uns de ura part o, ou*
Iros de uii.ru ; e cada um desles fazla o invvn-
tai id dos Crimea do outro, ai amb>is>ilsacra-
Hilaran a mona e o moaareba a tai pomo, que
a quadnllia oos inuuigos m Daui que elle
n iUBi lliu e maliti'Ve, lliimi-0 a p-oflalii"U a
Bepubl ca ; e vos, quasi toios, ou loslesundif*
ferente-', ou adhesisas, pensando que ura com
eflVito a Repblica. Mas rio o era, esira um
salteio que vinha nos escravisar, asasiuar e
roubo; e vos recoltiastes vida privad?, so
rifando com os salteadores oa que da poltica
da mona se engrandecern)-
E' tem o pois de voltar pil tica, ao menos
pelo temor de D- us que os saltea lores que-
rem aniquilar bo sealimento deum-povotao
g ande.
E' lempo de se unirera todos os que creem,
os que ternera a Deus, e form -rem ura inmen-
so partido anido palo lago mquebrania e1, que
seja a aua legenda.
DBUS PATRIA E LIBERDADE.
h' mais que urna imraensa vergonia, uraa
misara sem pa : que 010 povo de 16 milhas
ue pessoas se ueixe. e.-cr-avisjr, aKaasiaar, rou-
bar e atacar suas crengas a omi quadrilha de
salteadoies sem Deus e sem le.
Com o amor e o temor de D<-U3 pede sj go-
vernar qualquer povo a si, on te oa> baja a uo-
buezaa dinftua diotieiro que arilta bai-
xeza do escravo a quem nao nobr3.
Um povo s governa-se a si, pela oleigao,
n&o como no lempo da moaii em qua veoc"->
sempre o parido que o monareba lavantava
da desgraga suas gratas, nao a eleico dos
solteadores em que-como emSo, o soveroo no-
mea as figuras; mas a i-leigao'verdadeira, do
escrutinio secreto, nao no nome, mas real, em
que o elmtor nao pode esperar premio de seo
servigo.
Nao na para onde correr, ou o despDiisrao
de Cont sem cora ou com ella com a hy*
poersia da liberdade, ou a eleigao verda*
deira.
Na mona elia.nunca se deu e impojsivel
que o mais liberal ass monarcas nunca e
permittio, apesar da suas proraessis e segu.
rangas, chamando o povo s urnas em que ia
encontrar a raorie e as ecatombes, vencendo
sempre o governo, pela fraude e suborno,
quando nao pela violencia.
Vos lodos, os que perlencestes qaelles in*
fames partidos, j devels estar ensmados por
aquellas liges e castigados oramente pelos
aalteaderes que da fljr da mona sahiram.
Todo o bem vem da e'eigao, todo mal da
falsidnde delta.
Nao pode haver patriotismo no represen-
ta o te que nada deve ao povo, mas s ao go-
verno ou a sua influencia local.
Unindovos em um partido immenso, im*
pulsionados peos soffnmentjs erucltantesque
padecemos, e fortiticados no temor e amor de
Deus, deveis comp-ehender um da qae fazer
vencer eluigao pelo podero, fraude ou influen-
cia local, 6 roubar como se rouba o dinhetro
que se recebe em deposito, ou na gaveta
alheia.
Rouba-se ao candidato que p.deria ser o
vencer n 1 ekig&o siocera, rouba-se ao paiz os
ioteressesqua-poderiam ser defendidas pslo
verdadeiro represente.
E levantai vos, sahi do especulaores despeitad s e euspultos. tragara
maior coofusao e entretendo os spiritos e ll
ludindo os smplices e soffredores com a volta
da mona.
Dao mais forga e preexto aos salta-du-
res para nos massacrarera e roubarem a titulo
de defesada repblica.
For ra elles que cem o s?u mona-rcha aga-
salharam e alimenlaram a quadrilha positivis-
ta que nosassassina e que ensinou ao milita-
rismo o alheismo pelo orgam de Benjamn
Constant, o amigo querido d seu rei.
Elles sabera que n&o podem la er melhor
com ura 3- monarcha do que ja o Cxeram: cem
os dou3 p'imeiros baoidos.
Todo o anno as Boaogas iam de peior a
peior e a liberdade s era para o parli lo de
cima malar impunemente na eleigao u com-
meiter todas os crimes.
Nao podia, pois ha#er patriotismo com laes
eleiges. A patria- era o rei, a juem misera*
velmente obedeclam e adorovam
Nem^oo nome dalla nunca"fallaram maia
desde que' o rei subi ao inrono. Quando o
re faiou oa patria para viogar.se de Lopes,
elles lambem gnitaram em cbor-o^'patria, pa-
tria t
Ma" sabem que nao se poda sustentar um
inrono aa America, ao de repblicas' careado
e por isto tanta dinheiro o rei derramoa no
Rio da prata para levantar por 14 ootros ihro-
nos.
Sabem-; que aqui < hoove rei porque veto
soles diodepandencis e a fez aatrabjo e foi
expulso. Que ja sao dona reis no Braul aba-
Sabem qua elles proprios de mimare ae
crimes aecusavam ua ao-ontro partido o.por
lim ao.rfliqua eraa quera'joaeroava,)como
Sabem que elles masmo reduziram a rei o
taMesprealigio, que da flor flotes meamos
satiio a quadrilha que nao quiz mais reaoap-
l sua sombra, por-u e.bcacoi iiires.
Elles o qo tem detsatt ampa**- 5o
soadaraa.o apaados nemadisiJoam daa ma
1
MUTILADO


IHario de Pernt&mbiico Sabbado 39 ue Fevereiro de l$f)6.
matas para seus Blhos e netos, so se lembran Thesouro do Estado
for^r^ actualmente p for5a de
qaa s taveem defeza a LaJario. dispasioao regulametar o cargo de
- duec'.or geral da Secretaria de Fazenda
Como farao com a volta da mona para
var este povo, nao o i izem.
Dexnmoo azer livre. eleicao 7 Sempre
o prometteram, mas eram ag eratombes.
V'oltar A moni j duas experimentadas
expiusa, e mais que brutalilade e louc.ra.
-i
Em Dome Pis de l'ES F>A LIBERDAPE
E DA PATRIA, Uvantai-voa do Urpor em-
quaoto terapo e un vos inmenso par tilo ;
que nunca fot sia a !( nda da mona ; era o
ORDEN E PROURESO-do paitido da
rei,a mesma dos posms'as salteadoras que
pela maior parte delle sahuaro.
Resiauremos pois Ueus, como lies querem
restaurar o stu rei, e a liberdade e patria
aeja um dia urna cousa ser a para os Brazilei-
ros.
Sfja o oosso partido o da PATRIA e ns
verdadeiros PATRIOTAS!
Duarte Coelho (Oliuda), 12 de Fevereiro da
1S96.
Ajfonso d A Ibuqncrque Mello.
\ S. I.vc o Sr. Dr. Julio de
Mello
Os rr orsdores do Porto da Madeira de
Beberibe pedem 8 V. Esc. se digne
mandar concertar a estrada e ponte des'e
log r; anda n dia 25 do corrente urna
crianca de 3 *.nnoa fui victima p.rtiudo
utn brago ; oa m radores fizeram um
abnixo assignado repartigao que V.
Exc. to dignamente preside, no en re-
tanto anda nao obi vemos o que to jus-
tamente pedimos.
Cs moradores.
---------------^------------
Sinceramente p^uhorada por ter lid'
hoje, cas columnas d'esto irgo, o norae
do meu amigo e B. S. major Profiri
Poppe GyrSo, para exercer o cargo n
terirjameDte de commandnte do 1* ba-
talho eatadoal, no ^ual foi urna esc >lha
bem aquinhoada, que o Exm. Sr. Dr.
Alexandre Jo= Barbea L/rat, M. D.
Govemador d'eate Estado, fez ao nosso
emioente amigo, jamis nao podia es-
perar do b nrado Gavernad r o nome
deste illustremilitar.que tem sabido sem
pre d^eempenbar todo e qualquer lugar
de int ira onfianc--, que lh* em sido or-
denado pelo bonradissimo Govrnador, e
mesmo palos seua eerig)sj pres.ados
esta cara Patria. ..
Eu como humilde amigo que soa me
eutbusiasmo pela vossa wiaso.
Recife, 29 eFevercro de 1896.
deste Estado, cumpre-me a rigorosa
obrigae;2o de em nome de iniubi digoi-
dade de funcionario pub'ico, pro estar
contra a sllegajSo de mentiroso, q^e ao
bal ncetf publicado nw hontem fei a pela cProvincia de hr je,
A prova em contrario fica na Rptr i
^20 que dirijo, nde em qu-lquer ternpo
p d r ser feito o rmis rigoroso exame e
sev-ra fisc INae,-ao.
Os decumeatos de rece'ta e despazi e
a espect va escrptur-.ja dos mesmos,
bttestarS. fatalizante h exactidSo do
allu ido balancete e a exigencia eal do
saldo aecusa^o.
I m 28-2=96.
Jos Anastacio da Silva Quintar Se.
cen'o e vinta
h-rr.
(120)
Esta c'ansula uSo altera m oubsiI-
cuma o pider lamir-aote, coctaale lia
cl-usula V, isto lampadas u bico*
daq e''es que d&o uica la eiuivaleate a
40 ve,las ; p >>s qte esta effaotivHments
a loe, que prjp8 dar a Emprea para a
il uenmacao, embira fner.e sej quei-
mdo o ga equivalente a 10 vellos.
Qoem ooehece o pyternt de illureice-
9S0, propasU pela Empata, sabe per-
teitamente quai a razao do saz daU de
olara^ao, rti'mc>n'0 ao gas effec'i-
vmoste q>:oimadot b.-.m ccm> que essa
uz equival".ute a 10 vedas prod<>z t>m
contacto era o l;iao incandeaoents utn
Ao coihiiicit o ao publico
Costa Lima &; C.a, dec'aram que n*sta
data dezou da ser seu associado o Sr.
Joo Chrisostomo Jorge de Souza e que
todas as transaccSas de sua casa com-
mercial sero realisadas pelo autigos
eocios capitalistas Cyprianno da Costa
Almeida e Miguel Alves Lima, uniocs
re8poneawis pelo activo e passi.o de
hoje em diente.
Recife, 22 de Fevereiro de 1896.
Costa Lima & C'.
RAULIVEIRA
TodOS os mdicos receito o Peitoral
Catharinense como o nico medicamento
contra Tosses e Broncbites
DROGAHtA BUAGSA
i:ni|>rc/a da il rmlua Na.) obbt&n e a rcCtifioacS publicada
na reviiti diaria d> Oiario de Pernam-
buc do dia 2i o correcta com rel^8o
s f,ropos'sa ipiesaotadaB para a i luoii
.tjS" desta cid-^d-, anda sjbaiatem trros
qut-. a'ttram pr. faedamer te a prop< sta
apre8''.nit.di p^r etta Kmpraza como poa
i;semp!) n parte relativa ao precc.
Pr posta d. Eropreza do Gjii Si-
cretaria do G'^erno publ cou ;
o No termo medio de 10 horas p>r
mita o prego ser de 32o reis (ouro)
por :..tr-p -Si: por noitt: f.r.m um cor.
Eiiomo do 100 |.T0i por hora, isto ,
com um poder illiuinante de 10
Valles.
A propoBtaa presentada 1ela Embraza
na clausula X Preyo do gas di.: -a il-
iumiufecSo pubiic* aeudo fixida ao er uo
medio de 10 horis pttt noite, de confir
midude coa a el usula VI, o prego j or
cembustor Ber calcd-'di sbria baso
de trez n*os e virta (32')) reii em ouro,
los trmi.8 da oiaata'a XI, par lampean
por uoito com nm coisvmmu de c-m(lt)O)
tro* p-^r hora.
C. V. (Poder illomiasoU) d:z : D ni-
tro da rea de qoe trata a clausGla I
des:e oootractd, os cootraetantos obr-gam-
ae a c 1 oj^r ia cu tolumciao e ureudella* da illuminv&u P'J"
bca teto!, co prao ae 12 mezei con
Udoa da data dse contracto, lampadas
> u bicos dquellvs que d.to urna luz equi-
viliHe a qurreut (4 ) Vellos re peder
illuminante com um mnimo de ue per
mittido de (35) trinta e cicco valias.
Fcil ver que o preco de 320 res,
ouro por lampeSo por noite por lampa
dus de 40 Vellaa d* poder illamioaote e
nao de 10 Vallas como diz a rectifi acao
da Socretaria do Governo.
O encano que se dea porUnto fcil
e explicar ce e pro?aveImente devido
a segur da parte da clausula ( 'oder illa-
minan e) que reza :
c O gas suppndo estas lampadas e
aos consumidores, quemando no bico
de experioociis Stacdard Argand,
na rt.tao de cem litros por h ra
dar ama los, eqaivaleute fornecida
por dea (10) Velles de esperm c-t
coDsammindo cada ama fl, 8) grammas
seta grammas e oito decgrammaB 011
CGMMERGO
Ilolya Commercal de Pernam
buco
cota;es officiaes da junta dos
correctores
Praca do Recife, 28 de Fevereiro de i8g6
Nao bintecotacao.
0 presidente,
Aitonio Looarao Rodrigues.
O secretarlo,
Jjao Leopoldo ao Reg Villar.
Cambio
0f bar.ccs ahrlram rom a tjxi de 8 7/8. so-
bre Londres SO d/, baixaodo depols de meto
dia para 8 13/16, realizaaao-ae oeeocios Insig-
niScaotes.
Ex papel particular o) Consten orgo:io.
o'accs de gneros
Para o agricultor
AsBcar
L'siQis. por til ko. .
Crvjialisado. mem idees
Branco. por 15 kilos .
Someoop, por 13 k-ios.
Mascavado, por 15 kilos
Broto, por 15 kilou.
800 a 8700
4 a 74000
7*000 a 8100
4400 a 4*800
* a 3*800
3*400 a 3*800
Relames.......3*000 a 3*0J
Algodo
Nao constoo negocio.
Aleool
Per pipa de 430 litros 85* nomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 128* ncmimal.
Coaros
SiccosJ-algadcs oa Daa< 1030 ris "-oda refugu 676 o kilo.
y'trdee650 reis, ultimo preco.
(.., ------
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Mel
Por lOOfOOO ocmloal.
importaeo
Haabnrgo e Lisboa, vapor alie naj SANTOS,
entrado es 5 do ccr.eote e coosigaado a Bor-
telmaon & C.
Carga da Hamburgo :
Amostras 10 vMomes a diversos.
A velaos 3 catxas a Paolloo de Oliveira Maia.
Agurdenle 5 cairas a Joao J. Gircia & C.
ComlDbos 10 sancos ordem.
Calcados 2 caixOes a Paiva Oiivelra & C. 4 a
oidem.
Cimento 300 barricas a Miranda & Sjui.
Capsolas 1 caixa a Alfredo Ferreira.
Conse'vas 5 calxas a branles & C.
Caoella 5 caisas a Manoel Lopea de S.
Cerveia 1 cala a Hedemos TmSos & C, 3 a
Joo J Garca & C, 20 a C. Barsa.
Cha & calxas a Ferreira Rodrgaos & C, 5 a
Fraga Rocha & c, 8 a Joaqu m Ferrei-a de
Carvalbo & C.
Cognac 1 caixa a Joao J. Garcia & C.
Candieiros 2 canas a Rauello & Soax>, 1 a
b. Ferreira C 3 a Deodato Torres & C.
Cbapo I calxa a Rapbael Das & C. 5 a
M. Licio Harqoas. 1 a orden, t a R. Mello
Axevedo,
Cevada 20 barricas a J. A. Lemos.
Drogas 4 volomes a G. Ma-tlns & C, 1 a Gol
mares Brags & C. 1 a J0S0 Sabino de Lima
Piado.
Eoxofre 15 barricas Peroambaco PowJer
Factory.
Planella 1 caita 4 ordem.
Prascos vastos 6 calxas a C. Barsa.
Farrageos 5 volnmes a Vlaona Castro & C.
i a Miranda & Sonsa. I a A. R. de Soasa, 1 a >
oso 4 vezca maior ou equivalente a 40
relias.
E s?nd- de 40 ve-is o fffaotiro de ta
i!a:cir-ac3o, smes-t-; sobrn ess* bss-! (^
nao da 10 valla) de.ve aer calcu'ads a
ocidt.di rel.tiva no pr^jo da mes.^a i!-
lamiuayo.
V-te, pois, que qSq t.do ilo alte
rado o celcu'.o p-ra o prego da unidade
publicado recurra ve pelo cD:ario di
Pernartbuco n3o tole esta E^pras-i
de xr da pr.itedar cdotra esi eng*no,
qua aioda p-rdura e f .zer por sua va3 1?
reg.ime lecio^So.
Ooi firte se v da t-bella abaix > pu-
bli^adi, o prego da unidade ('/olla) pro-
posto pe'a Emp.'ez*, onge de ser mais
elevado do que o do outro concurrente,
ao contrario do manes de metida do
prego por ela proporto.
E por isso pa.io a Empresa mu ce-
tantemente a a't;ngao dos poderes eom-
pe:ar)te e do publico p^ra a ral^rida ta-
i.eil.
Tambem nSo conven de-xar eem repa-
ro o que f- publicado relati"amenia ao
pr^go da i:..u;oiu"y') particular, que da a
uiibliCKgao ser o iceeojo tasad para a
illuminogo pvbliOa.
rJ verdad que esso pre,o aabim ea!a
declarado oa pr> posta, como tambaai es-
teva no noe8<) oontraoto, que esa em
proreigigSe.
as ...aim tem sido Vito t-ienta c ;mo
,uma gsrautia para a Emprez* e uo por-
qua etB pretenda cobr-r o prayn ( em
noro ) dos part culote, tanto aasim que
nunca o fes durante os triuta e seis annoe,
'm que ta.a tomecido gas aoa mesreo
psrtiaulares n'eata cidae ; e a prora
ost em qu- actualmente mesmo, quaarh:
o prego da illuminagao publica t m regu-
lado raaao do 27 ii por p cuoico de
gai, a particulores tJienta pagam
ratSo de 13 ris por p cubico.
Prego8 ue UlumioagUo a gaz ( Proposta
da Empreza V e X ).
LampeSda publios I Ouro
40 veUa iOboraa 30 | O real 8 por vea
res ouro pot hora
Consumidores particulares :
4 horas de illum ngSo 30 das por mez
3,5 ps cbicos por hora.
420PBCubcoB por mez ou 11.892
litros.
(a) 320 res (mn)
per metro cubico |
=3.805 reis ouro I
por mes
jjtSoa i'-g'szer por onm lampada iDC-ndeEC-nte de 40 vrl. s corresponde
=95 r8 125 por I 48 re3 0110 h i;o.)
vela por mez | v^la po>" xn
As inatitoigS >e de c-tridade auxiliad*1"
pelos c f.'es dt governns gar-1 e es'ad t\
recsb'rao nm abatimooto de 20 porejut
(0\).
Pr.'posta 3a Emprea (Oausola VIH)
Abatimn''j 20 "j.
=76 reis 1 ouro por | =38 rei- 4 ooro
vela por ea:i por vei1 por
mea
Os eslabeleetn ntos pnblieoa de enri-
dade a cgo don goveroos garal o ests-
du 1 e oojs o ios a5o psga pelos mur-
ios eovera "S r'c hfjo um tbttise t-)
da 10 por Bsotoi (10 -.) obra o pr:,o
=43 reis 2 ouro
por V le p.r
mez
.> pij.i P iniciar
dos Derneniares,
Ab*t:meoto 10 :
= 5 re:s til3 ouro j
or veh por m z |
Nenhuma c^mnaragS
entre o prego da Empresa do li z por
lampadas de qusr'Bta (40) v^lka e as
(200J) doae mil vtllas das l mpadaa de
reo dos prouo.tntaa da loa elcCtrioa.
Na proposta sses senherea cU3om
el'es i
f A tUamioafl) publica ser ereca
t ttidi nns rus man.' frequentadrs per
f lampadas incand-scer.iea de deseeis
(16) ve'Jas e as dero s por lampad >
iooa de-ce: tas da vi "te e cin.o ('^)
t 7ellt8.
Pralle & C, 15 a Maioel Colla.o &C, 5 a >-
reote Vianna & C, 3 a G. Spilltr, 13 Rabillo
& Snnzi. 8 a F. L lU'ia & '.. I a B. Par el'' &
C, 27 o-iem, z a G Barca, 9 a Alaino Silva
& C i a C. Ballidav & C, 1 a M. Iaabeila & G ,
46 a Antonio Pioto da Silva & C, S a A. dt
carvalbo & C, 9 a Almeida Gomes & C.
Gravaia* 5 calxas ordem.
Gomma lacea 1 caixa a ordem.
Looca 1 calxa a S. Labnla.
Lopulo I c.Ua a J. A. d Lemos.
Locomotivas e perteaces 9 volamesSCom.
paonia de M-ibO'amento.
Licores 8 catxas a J >i3 J. Garci?.
Marmores 149 a Silvelra Pinto & C.
M veu 5 calxas ordem, 1 a A. Silva &.X.,
2 a Sllvelia Piolo & C.
Msicas 1 caixa a Pralle & C.
Mantelga 4 cana* a branles & C.
Macbioas de Costara 21 volomed a Gomes de
Mallos I-inoe.
Mercadorias 2 volnes a Rodolpbo Antones &
C, 4 a C. Mede.ros & C, 1 a Medeiros Irmaos
& C. 2 a Pedro Aotaaea & C, 2 a Vianua Cai>-
t-o & C 6 a A. P. de Atevedo & C 1 a J.
Kraose & C, 14 a Fooseca &C, 2 a A. Cm.
pos & Irmao, 1 a Manoel Collago & C, 2 a Mu
e Silva & C. la branles & C, 6 a Braga &
S, I a C Buz 47 ordem, 14 a G. de Ma .
to Irmaoe, 1 Taa-es k Freir, 3 a I. N. d*
Foiseca, 1 a Jos Ferreira 4 C 1 a A. Fe-,
naodes 4 C, o a Manoel F. Irmaos, 2 a L Bastos 4 .., 3 a F. I.anrla & C, la T. Jos1, S
a U'ooe Jcaquim Ribelro & C, 1 a Fooseca
C, t a Ramiro M. da Costa & C, 4 a S.lveln
Pinto & C. 1 a G. V anna & C-, 2 a M-euuei 6
ia Cruz, t a L. Altieiro & ... 1 a F. P Boali.
ireao, 2 a A. P. de Azeve o, 3 a ao Baao Ce
Suasaua. 1 a Ferreira & C, 1 a Gulmare-i
Carnoso 4 C. 3 s L. A. Salazar Jaoior, 2 a Jno
Oias M.>ieira. 3 a Ptrente Vanoa & C, 2 *
Arrvedo & C.
Mae'ia^ 4 c lxa? 0'dem.
Ma hiojfm''8 3 volnmes ordem, 2 Per.
namboco P. wier Fado-y.
Madeira 270 volomes a mesTS*
Oleo 2 barns a ordem.
P^pel 4 faTc"03 ao Diarlo de Prraamboco. 2
a F. P. B nli-rean, 2 a A. P. de Azivelo, 2 a H
Lunifii, 4 Peroambaco pt wier Factory, 5
a Medeiros Lyme & C, 30 a ordem, 3 canas
a J.E Parcell, 58 a Asevedo 4 C, 1 a N. Foo.
seca 4 C. 1 a Ramiro M. da Costa & C,
Papel de lmpressao 20 fardos ao Jornal do
Rcife.
Peras 4 calxas a P. ae Oliveira Mala.
Planos 1 caixai a A. Campos irme*, 2 a
Pralle & C.
Prcenlas 10 saceos a Manoel Lopas de S,
10 a Sansa Agolar 4 (.., 30 ordem.
Queijus 29 caixas a AtTonso Taborda, SO a
Joaqnim Ferreira de Carvalbo 4 C, 4 a Ma.
noel Gircia, 10 a Miuel Cerdoso 4 C.
Rolbas 1 caceo a Alfredo Ferreira*
Salitre 100 barricas a Pemamooco Pow er
Pactory.
Tintas 10 barricas a F. M. da Silva, (00 e 1
caixa a GuimarSes Braga, 7 e 2 i ordem.
Tcitos 4 volomos a J.tli Oictbelm & C, 1
a Domingos Coeitio & Soarec, 1 a Tavares &
Freir, I a N. Maia & G., 1 a L. Maia & C, 1 a
D. J. A. Gaimaraes, 2 a Rodolpbo Aotaoe* 4
C., 4 a A. de Bntto 4 C, 1 a Joaqnim L. Tei-
xeira, 8 i ordem, 1 a Jallo DoedeMoln. 1 a M.
G. da Crax, 10 a Beroet & C, 1 a R. de Carva.
Ibo & C.
Vlabo 16 caixas a J. G. Garca, 3 a J. Kraose
&C.
Vmros 1 caixa a Miranda & Sooza, 3 a Bra-
sa 4 sa. 3 i ordem. 5 Ja A. O, Coimbra, 10 a
M. M. B jteibo, 29 a Alfredo Ferr ra & C.
Carga de Lisboa :
Asette 01 calxas a branles & C, 10 meias
dita3 Sama C Figos 10 calxas a Silva Gaimaraes & C.
Rolbas 25 fardos a F. J. Das Pereira.
Vinagre 6 barra a Santa Casa de Miserlcor.
da.
Viobo 4 pipas e 40 barris a branles 4 C,
27 ordem, 7 a Joaqnim B. Tavares.
320 reis por m-tro cu-
O yrtjo da elntricde.a inoaodesoaote
aoe ea'abeiooiixteBfii puo'ioo & 8-br 154
reis 687 d 180 re:s (ouro) or wtla por
mea 6 i 22 >. 26 -|. a a75 ( xa
q'io o pr-jQo da pvopisfa el "tul em
prca ur> ) e. d^ 62 61 ,;. o
89.22 ;. m-s do quo o prego de 93 teii
1 .' (oore) por veii DJr me?,
O prego du clestiicidde locan etcaot*
3-iita asa de Misericordia a iinic*
ioBtituigSo di Oari ade qul o abaiimeuto
Ja vmu ei&eo pnr eeoto (25 ; ) dada
-i.q .i.t. a Pr? s'i d-'B Sj-H. Kieldon
B ottro di >-bat'.md!tos da 10 2 [. i
tedas a^.,f las auxiliadas peoa goreroo*
gertl e tsUtjal, sabe.- : (123 rei^ 9 ti
a, 150 reis (toro) p r
235.68 (. a 29 >'2 -j.
38 ris 4 ouro por v lia
valla por
mais
por
01 z <> -'
dos qoi
Bi< 2 (b>-
ec;.d"> no preco actual de treta (lo) 1 eia
pupai por p oabioo/ e d^> 6'd. U .(*
97-11 |. xi&'b do qae o preco de 76 (>.ne.)
b.83AO n> p"Q> de tr: Z Bt 8 o Vli.t-J
(30) rt's por m tro e.cb c>.
kBB rel'Clo BO pra o <^a c^ni^essan na
prcpooet.ti.-s da !z e'et'ics, moito 9 i
para o goverr.o do que a doj Sr.. Fi;--
deni Brothers porq disea :
A toe propocentcs da loa ee'iic.,
clu"S'>ia II.
ser nomea lo um dcseai-
patador.
Se; Je 30 aunes e nao
i do renovado psr pago
o valor total da enapreza
.icra to os os seos peit^nces
sesti n lo } aval icat < feita de
accoido co... as codiQoes
anteriores. A. avaliatjo
; feita m moeda ing!e-
za a rezS > de 4 SOCO por
oitava d i 22 fjui
late
em
nal
?
e devendo s -r
i
P ga
; iir- ra mu ida nacio-
a cambio do !a^
Gol.parada- a*dtias pro-
postas ver o publico qaal
a mais va f a josa!
Como se v peloa calcu-
utes
>ro OU;
iii
13
por
res papel
p oibico.
=5.460 res papel
oa 1820 reis
(oure por me
Cfioecrio 200 caixa rdetn.
Cr 340 .taceos a Mooeoel Goocalves E^ell,
9 a C M* .
Drogas 20 csixas a J. M. O tvMrs,
Pomo 80 volomes a Axevedo & C.
Mercadorias 2 volam6e ordem.
M.otas 1 (ardo a ordem.
Pipas 50 a ordem, 30 a Pereira Pinto & C.
ViuDo 21 oarris a J. da Costa.
Portos do non, vapor oaciooal MARANBAO,
eotrado oo du 26 e coosigaado a Pereira Car.
oeiro 4 C.
CamarOea 7 encapados a Costa Lima & C.
Caf 1 sacco a J. Cats.
Gimrta de m^oaioca 5 panelros a Peeira de
de Parias & C, 20 a Lopes Alneiro & C.
Mercadorias 2 cairas a J. Catf.
Pipas 27 a P. O. i aia.
Pelles 16 fardos a Rosaback Brether C, 7
a E. KihD.
Taeidos 37 fardos a O. Jardim & C, 16 a G.
Peroaodes C, 7 a S. Nogoeira & C, 2 a J
Calf.
Cardff. vapor loglez L0NGHIRT, eotrado oo
dia 28 e consignado a Wilsoa Sons & C.
Carv5o de pedra 2,560 toaeladas a orden.
Eiporta$3o
Recife, 28 de Fevereiro de 1896
Para o exterior
No vapor ingle Felbrldge, para Liver*
pool, carregaram :
J. Palea & C, 4,000 saceos C3ffl 300,000 kilos
de asfucar mascavado.
No vaper icglez Archltect, para Liver-
pool, earresar^m :
B. Williams C, 3.737 kiks de residuos de
algodao.
C. F. Ca-cS), S30 saceos com 40,238 kilos
di as8U-ar mas<*avado.
Pa a New Tork.carreearam:
B. Williams & C, 2,000 saceos com 146,000
k o de ai>SDcar masca vado.
No vapor Gglez La Plata, para Bor-
i as pravas, pontea, ate, e o otros
ee qu^etquer putos itnportatites sa ein-
< pre,;arSo Iarnpada de arco nunca me-
< nos de 2000 (nas mil) vl'as
A [ropeata dos Srs. Fielde :a dio
Lsm:eed oom mais do que uso b cz
t ro urna red celo neste pree;o d* dso
(10) reis p r bico per noate a; qiatra
bi.os, o j;ri-xo de 8mjc5 tnudo mvor
nam^ro de bicos do que qu>.tro e d
nsaior poder ilionioaota de que q*-
re: t< velif.s ter regaiido por aceorlo
opea'.
F'odr-se notar, portaoto, que t qoanto
,i prego dos "'rs. Fteldeni p-r relia de
(5) ei. co a (6 i,2j seis e meio vezea m-.ia
sio qua o dB lanipd^o da arco, o prego
da iua in a desceale -a pr< po-ientes da
BiflCtric d de do eses (UJ onSe e meio
("11 lj2) vesea mis do que o da hcapuia
arco.
Oa nre-coa bSo como se segu
Gaz (Illuminae;ao pable ) o ral 8 por
relia pr hura.
Are (lilumioagao publica) o real l-3
0 real ir por hors.
Iocr.rdeact-n'.e ([uminacao publica 1
resi 437 1 real 875 por hor .
A lo incandescente elctrica du
79 625 ( 134, 375 [. mais do qie o
do gaz carbnico.
O prego da elec'ricidade iocandescente
aos coosommidores particulares sber,
171 ris 875 209 res ( >ur- ) por Villa
por mea ds 253.07 -i. a 3 6.66 [ |
mais do que o prego ele 48 reis ouro p <
vella por mes. (Prego actual d.> t>aa 13
re;8 papel per pe cubico) e de 80.68 -|.
110.2*" *i. mais do que o prgo de 95
ria 125 (ouro) por relia por mo (qos
o praso d; con
ces?ao (35 anuo5), te ; t>
o d:re:to ie f;Z r
equisiejo da^ instal
gov_ro
a
c ld^oea io g ;Z e el c : c
et que for estpula io por;
< avaliza) de i i; pepitos
os cima os

da lu electrn
rece .er tnais do publico ses-
aenta e d is CG2J ; trezea-
toi e
centcj
de
rante
Domeaaos
t a -s pa rte>
\ O
(clausulas l
itos cum !8,UU0
para o Rio
97,500
coai
Portos do sol, vapor nacional SALELITE,
entrado em 26 e consignado a Pereira Caroelro
& C.
Barris 100 a Pereira Plato & C.
gupeos 82 rolamos a diferios,
deanx, carragaram
H. Borle & C 3 barr ras com 18) kilos de
assocar retinado e 12 garrafas com cbarope de
troclas.
P Carneiro & C, 2 borricas coa abacaxia.
Para Pars, carregsram :
E GoeUcnel 4 C i 000 passaros seceos e
30,000 grammas de caceos de tartaroga.
a barca portuguesa Tentadora, para o
Porio. carresaram :
A. I-mos & C 342 aaccas com 25,(72 kiloi
de algodao.
N. M. d'Eirado, 13 barricas com 885 kilos de
assocar branco, t dra com 59 ditos de ca.'e e 1
ssccj com fa'inha de m: n lioca.
N. Maia & C, 1 pipa coa 490 litros de
agoardecte.
Para o interior
No vapor nacional Camocim*, para San-
tos, carregaram :
A. IrenSos & C, 1.000 cascos com 60 030
kilos de aseo :ar braoco e 1.500 dres com 90,000
ditos oe a58ucar ma^cavalo.
S. Goia.araes & C 500 saceos com 30.000
kilos ie assocar braoco e 1,000 ditos com
60,000 ditos de assocar mascado.
Asevedo & C, 7 c ilxas com 770 kilos de
cartas para jog r.
Compaobia de Drogas. E2 caixas com 156
lit-o? de vtnbo medicinal, e 6 barricas com
polpa de t.marinos.
No vapor nacional E:ra., para Sanios,
carregaram :
Burle & C. 1,500 saceos cem 90,000 kilos de
aosocar braoco e 900 ditos com 54.000 kilos de
assocar maacavado.
J. T. Carretro, 500 saceos com 30,000 kilos
de assocar b-anco.
A. B. Leiooig, 250 eaccos com 15,000 kilos
de assoear branco.
Para o Ro de Janelo, carregaram :
P. Perreira & C, 15 pipas com 7,050 litros de
agoardente.
No vapor Dsraegaedse Monin., para o Rio
de Janeiro, carregaram:
L yo 4 Morelra, 1,000 ssccos com 60 000 kilos
de assocar branco e 1,000 ditos com 60,000
ditos de assncar masca vado.
Manoel P, Leite & a, 700 saceos com 42,000
de assucar mascavado e 30o
elfos de a-aocar Drauco.
No vapor nacional Satlite
de Jaoelro, carreearaio :
p Caraei'O & C, 1,'iOO aaccas
kilos de al o cao.
Loyo & hii>, 200 saceos com 12 000kilos de
acucar miecavad e i 30 ditos cm 138,010
ditos de assocar b-ance.
A. M ria & Irmao, 289 eaccos com 17,340
kilos de asquear branco.
A B. Leiooie, 450 sacros com 27,000 kilos
de assocar branco.
J. P. Mrrqoes, 1,710 saceos com (02,609 kilos
de assucar braoco e 290 ditos com 17,400 dtics
de assncar mascavado.
No vapor nacin.I Brasil, para Uanaes,
car'egaram *.
Fooseca Irmaos 4 C 800 calxas com 10.400
kilos de sabao.
No vapor ingles Gegory, para o Para,
carreearam :
L. J. Silva Gaimaraes, 200 barricas ciu
13.4.0 kilos de assncar branco.
M. M. de Oveira & C, 10 pipas com 5.430
litros ae aleool.
No vapor naclooal Jacubipe, para M-
cei, carregaram:
C. Pioto & C, 20 eaixas com 200 litros de
cogoa-\
Para o Aracaj. carregaram :
C. Piolo & C, 5 caixas com 50 litros de ge-
oebra e 1 dita com 40 kuos de doce.
Pa a o Penedo, carregaram :
Madeira & C 5 caas com 50 litros de cidra,
5 arrales com 73 d tos de geneara e 2 barra
com 155 di'Os da v.flagfe<
No vapor nacional 9ebarlbe. para o
Cear, carregaram :
J. 8. d'Amaral4C. 72b:rrscom 2,310 litros
de vtubo de fractas.
J. G -ie Amorim. 21 calxas com 4.000 litros
de perfomatlas e 2 ditas com t>0 ditos de oleo
de ricino.
C. Fernanes & C, 10 caisas com 110 ki os
de vellaa de ce*a.
Para o natal, carregoo :
Joao Santos, 5 barricas com 7J, kilos de
aino- *
No blate Deus te Gnle, para Mossor,
carregaram :
A. Feraandes & C, 20 caitas com 160 litros
de cidra.
Para Maco, rar eearam :
Figoeiredo Co-ta & C, 3 barricas com 70
litros de cerveja.
Na barcaca Paragoass, para a Paraby-
by. carregaram :
Companhia de Drogas, 2 barris com 180 lit-oa
de aleool."1
Na baroga D. Sinb, para o Natal, car
reearam :
Manoel A. de Senoa 4 C, 4 barricas com
1(0 kilos de assocar relioalo e 2 ditas com 150
ditos de assocar branco.
Na barcaga Jpiter, para S. Mgoel,
carrea-am:
P. Carneiro & C, 1,500 litros e sal.
Na barcaga Pbenee*. pera S Luiz, car-
reearam:
C. Pinto & C, 6 caixas com 36 litro o de gi-
nebra.
ftcadlnento* pabllcos
Alfandega
Mez ;e Fevereiro de 1896
Keoda geral :
Do dia 1 a 27 1 942:5931423
dem de 28 742(34481
poi c i :\ u na
.
Sf. Pieldens
e IIa).
Ser de 40 anpos, no
fim de se termo a fabrica
com todas as ; uas depan-
dencias passar a ser pro-
priedade do governo sem
pagamento de especie al-
guma, exceplnando quaes
querebra? nov..s fe'tas de
conlormidade com a clau-
ul.i Ia Eisas obras no-
vas erao pagas pela av -
lii^ao feita pordois avalia-
dores.
No caso de divergencia
G) por
i itensi-
ri a !u
cinco annos
lempo rece-
a in lemni-
upf
dezeseis (3
pela mesma
de luz
irinr/
e no el
bet il<- govc-'.o
s ijao do material da actual
mprez como timbem da
ll.VH iii-t>d^a)
A c'i'ic i emb ra
a cors d i
g vjr o.
lecif 24 !e
de 189G.
Samuel Joaes.
utarente.
luz
que 11
mesm
comprada
h iro do
Fevereiro
O Dr. Trillia le l.eiuos
attetta os resultados b-in^fi^os do alca-
trio e jatahy de Honorio do Prado.
.-------- tf
Advogado
O b-jeliarel Antonio Tolentino Rodri-
KB* JncopOH, pri,curador dos Feitos da
F-isend* d> Estado, poda ser procurado
nm eu eCriptorio a ra 15 de Novembro
a. 75, d s 10 horas da manha s 4 da
urde.

He de 1
Ideru le 28
hSCliK D!\a1iaj&
8 ',9i869
8coj#i7
MoTlmenio do porto
N:vio entrabo no dia 27
Tera Njfai7 ufe, '.r.r inlez Bello of
the Exe, oe 2j too-lu'a, caoito i. M.
C>ngloj, quiud^uj 9, ear Monjes L Terra Nja23 das, l^ar yaggae. de 178
tonelads, cpilo \'. HlbCKler, equli>agecD
8. carga oacalhio; a J xibslan Paiier ft C.
Ro de Janeiro-6 lat, vapor nacijnal tUaoi-
Daribe, ele t83 i'oelada?, commjndaa'e Ve
risaimo Jote da Casta, equipagt-m 33, c varios gtotros; a Cumpaobia Peraambj-
0M.
Navios sabidos do mesm) da
Cea-a e eseal. Vapor naclooal Be&eribe.
commaolante Praoc:sco R. de Carvalbo ; car-
ga vanos geaeroa.
Poto-Alegre e escalaVapor nacional Itane
ma comiai aie Tilomas Bill; carga va-
nos eneros.
Santos e e=:a aVapor aiiemSo Sintos. com
maoaaote A. Basen; a ga vuiija generoa.
Porto-Aleg-e e escalaVapor nacknal Saniel
mo, comrxaadajie Da vi i Taocktoson ; car-
ea varios genero?.
MossorBngoe sjeco Vera,* carntao 6. s.
Aber,?; em l s ro.
N os mralos co da 28
A-acaj e escalao d:a--, vauor naclooal J-
ctlbype, de 382 io..ci.i.i, cjajmun h t
Joao n3n. pqu pigera 30, carga v.rks g-
neros; a .Com'aof Pernambucana.
Macan15 dias, patacb riore^Oense *2ri-
tza. de 167 toneladas, cepito L. Olsea,
equ'pagem 5, carga sal; a Pereira Caroelro
& C.
Santos e escala13 da, vapor inclez Bellar-
deo. de 1770 tonelada coaman :i;it- A.
Da'dson, equipagem 29, carga cal ; a B.a-
ek.oro & C.
Navio sabido no mesmo da
Ma-oH/a e nacional Deas te Gai-1, mestre
jjsuiQo Cosa; carga varios ^eneros.
regos do da:
Carne verde de 200 a U000 rs. o kilo.
Snlnos de It a U200 idem.
Carneiro de U200 a U500 dem,
Partcba de 600 a 1*000 rs. a cnia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cnia,
Feiio ce 1*200 a 2*000 a cnia.
Renda do Estado :
Do dia 1 27 572:349*048
fn?m de 28 38:640*004
2.0i6:79d*90i
6(0:9894052
Total 2.627:7854953
2.* seccao da Alfandesa de Peroacnnuco, 28
de Fevereiro de 1896.
U chefe da seccao
L. P. Codeceirs.
O tbesonreiro
Lals Manoel R. Valenga-
RBCEBBDORIA DO ESTADO
Renda de t 481:546-1318
dem de 28 1:4884704
Hereado H-aotclpai des. Jos
0 movlmento dests merc*rJooo iis 27 de Fe-
vereiro toi o segoint -
Eotr=raro :
41 bois pesando 8,192 kilos
150 kilos da peixe a 30 rs. 4*500
5 compart. com mariscos a 150 re. *750
4 ditos com camarGes a (50 ra. *60O
3 columnas a 900 rs. 32*410
2 cargas com galuchas a 750 rs. 1*5C0
8 cassuaes com galliobas a 450 rs. 3*600
2 cargas com milbo verde a 450 rs. *900
1 carga com arcendeim a 450 *4S0
2 cargas com batatas a 450 rs. 19 o
i carga com macacbeka* a 450 r?. *9>>0
1 cargas com cebolinbo a 450 rs. 2450
(0 careas com genmos a 450 rs. 4*500
(6 cargas com verduras a 450 rs. 7*2CO
1 carga com canoa a 450 rs. *450
2 cargas com laranjas a 450 rs. *900
1 cargas com inbame a 450 *450
2 carpas com lougas a 45-) rs. *900
3 cargas com melancia a 450 rs. 1*350
2 cargas com mel&o a 450 rs. 9C0
6 cart-as com diversas a 450 rs. 2*700
80 cargas com fartnba a 300 rs. 2i*000
10 cargas com milbo secco a 300 ra. 6*000
4 cargas com feiSo a 300 rs. 1**10
15 Sainos a 1* rs. i 3*000
69 lugares a 300 rs. 20*700
12 comp. com snineiroa a 1*500 18*0Q0
9 comp. com scinti-or a 11050 rs. 9*450
8 comp. com (reasnraa a 9 JO -s. 7*200
70 comp. com faxendas a 24 rs. 140*000
21 comp. com comidas a 14V50 rs. 224050
49 como, com verduras a 450 r* 224050
1(0 comp. com farinOa a 600 rs. 66*000
44 comp. com 'albos a 34000
Navios esperados
De Hannoreo
Brigae allemSo Ono Grai o stalberg.
DeN-k-Yark
Barca naci.-Qil Vntoru.
Dp CsrditT
Barca noruegus08e Winooa.
Barca nornegeeose Sala.
Barca norueg .ise Dacia.
Barca nornegoense Auriga.
Barca nora^gueoe Tbemip.
Birca noroe^aensf Salid.
Barca noruegoene EHy.
De Terra Nova
Logar ioglez Heldra.
Luar ingNz Emolat ir.
Lugar mglez Ma-j Classeo.
Vapores a entrar
MEZ DE FEVERKIRO
Itapoan* do ful, a 29.
La ?ia du sol. a 29.
B t 1 do a\ a 29.
Iberia oa Earopa, a 29.
Capri* do sal. a 29.
MEZ DE MAPQO
Clyle do su1, a I.
Ik'.e! U- d FQl, 8 2.
:1L ;u:teU da Earopa, a 2.
Timar* da Earopa. a 2.
Habborg da Europa, al.
Crele Prince i* N w-Y-ik a 3.
planeta do none, a 4.
Daoobe da Earopa, 4.
Campana oa Europa, a 4
Espirito SoQU do sol, a 6
Potoi do sol, a 8.
Marbaot de L verpool. a 10.
Olinda do norte, a 12.
Belaura de NcW-York, a 12.
s. Salvador do sol, a 16.
R s rio do -ti a 17
Brazil de norle, a 24.
Maranb&o do sal, a 26.
Orelaoa da Earopa, a 28.
Vapores a saliir
MEZ DE FEVEREIRO
Valparaizo e esc. Iberia a 29, as 12 horas.
Bordeuox e esc. La Plata a 29, as 12 to#as.
MEZ DE MA!-1; i
Manos e esc. 3razil a i, as 4 toras.
South'motoo es -. Clyle a 1, as 12 horas.
N w-Yok, Hevliarl a 2, as 3 horas.
Buenos-Ay es e esc. Rnuoter.r a 2, as 2 b.
Buenos Ayres e es'. Taena i 2, as 2 horas.
Santos e esc. Habsru'g a 3, ?e 3 hor.s.
Rio e esc. Phntta a 4, as 5 b0"?s.
Boenos-Ayres e esc. Daoube a 4, a? 2 '.:.
Santos e esc. Caaipaoa a 5, a? 4 oras.
S^n os e eac. Crele Prince a 7, as 4 h.
Manos e esc. Espirito Santo a 7, as 5 ucras.
Plymontn 6 eac. Potos a 8, as 12 boras.
Rio de Janeiro e esc. Olnda a 12, as 5 b.
Santos e esc. B*laora a 12,. s 3 boras.
Manos e s\ S. Salvado a 17. as 5 turas.
Genova e e-c. Rosario a 17, rs 3 bcras.
Liverpool Mar b Rio de Janeiro e esc. Bratil a 24, as o horas.
Manos e esc Maranhao a 27. as 5 boras.
Valparaso e eec, 0.eUa< a 28. as 2 horas.
B
485:0354022
Rendimentos dos das 1 a 26
Roy al Insurance Gompany
de Liverpool
13J400[capital .ooo.oooo*. o'.
mdoa accumulados 8,274'9Y3,19,.0d.
AGENTE
FOLHMANN & C
5484600
14.1984800
47474t00
I
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MUTILADO
PBHHVnBH




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Islario de Pernami>neo Sattfoado de Feverclre de a*l
t
Dr. Jotio Thoiu tr.irtpe da Suva
Oa empragidos do Toesou'ooo Ksisoo, o*
da profundamente impleslona s pelo ap'd.'
de8aop'rfl3inifnio ''e sea nniitoro compart ir
e amigo Dr. J a> Teme Araripu ua S ita.ecn
Vidam ts tesso-s o... I m lu e <>< ai
do fi:iaJ e o; m n riis dssdi.
verts ;.pi rui-i E moaea, ara i
as li i.-'- :", que por Mi I ^
i Boa Y--. s tij-0s a* roan-. do <_. f I
da 2 ile Mvco ltidoufo.
p^r ;i <:: reliRiao e earldade hy o
thte m desde > i ma:or t^rat;dao e >eeonne -
repn .
Peitora (Je Cambar
Outra cura de coqueluche
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabe-
leceu-se promptamente com o uso do
Peitora de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de
Drogas.
I
S10O 11
tion
M TRIES E
vOsigaa-
Vrofessora
'-. Precisfi-se de urna hal>i iuda para
leccionar primeras 1 ttr.s, tabal los de
agulba a msica a tr^s meiiinas, era uui
engenho prximo a Ribeira1, vi forrea
de 9| Francisco e pur onde tauibem
passa linha frrea.
A tratar ba ra da D tangi n. 21,
ou na loja das Estrellas n. 56, cora o
Sr. Leouc.u Campos Jnior.
18*8
foi i numera d^ vi,iros ia xarope de
alcatrao e jataky de Honorio do Praso,
vendidos no meZ p oximo passado.
Ac eitac&o aern examplo !!
E'kurniucin Baa-Vista
PRACA MACIEL I'IXIIEIRO N. 8
JOS* IUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in ugurar-se tste estabrtleci-
mento dirigido pt-lo cunb.91.ido pharmaceu-
tico Jos Luiz da Silva.
,** Abre-se a qualquer hora da Doite.
Peitora de Cambar
Cura de totae pertinz
Confirmando a poderosa eficacia do
Peitora de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este exsel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz qud
muito a afHigia.Joaquim Jos Rodri-
gues (.Firma reconheenhia ).
O agea'.eCompm'.iU de Drogas.
------------------------
U.~. Amara Wanderiey
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
u 4-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manb.
Recebe chamados por escripto.
I li'ea* Ciro d<- Ca'tnab', G ib ,
' ion, B si..', cep'ira, S-ne-i Ricoei
Bula ..e Ikjuh1 i-i ii u- pr( d"' ib de Biil.
C p .i t. 11 i. la* p obji na i a
lerae
II- vBORG
Ailemugoe.
auliga
Yi-id-s
orna I r uia v.t ia :!' tormento, ur>0"

tal
SSr?:=5i:iSi=iS3

Dr. Arthur Caval-
Parlicipa e*Q :..' ariri^os que may i e ciasul-
lorio e resifS>: irn fa di
Baro da Victoria n. -k i. an-
dar onde contina a exercer os
m;.-teres da sua profisso.
Consultas de 1 as 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
1 i
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendon^a
l.Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
andar.
ConsnltaB : de 1 s 3 da tarde.
Peitora de Cambar
Outra cura fie bronchite
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado nm
nlhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitora de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos das a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas.
Sao Paulo
Coaba ao Estado de Sao Paulo, as
mjg stosaa-mattas que circamdam B ta-
cata, tchar-aa a n.aior dtsooberta deste
geiulo.
O trabalho. o eatudo e a experiencia
deram em resultado a descoberta da om
vegetui maravhoso c~m que fe-se um
preparadj que cura rbidamente toda a
syphilia, todos 03 humoreB. cara cooj
ama fvcilidade espantosa o rheumatismo,
por Cu-Oiico que aej, e cara a morphn!
pam o que rao havia r medio !
Teve o Estado de Sao Paulo a dita e
torcec3r, ca eua ubrrima vegeUcao, a
verdadeira felicidde da hamanidade.
Ceama-se a deBCobertaelixir de M.
Morato, propagado por D. Carlos, e vea-
de-se em Pernaubuce ca
Companhia de DrogaBRa Mrquez
de (/linda 24.
Minha esperanza
R. Nico- Q<: ts Cru?8ol, ti Maisoa jad^
la so 1861
Pars, i de Novemoro de 1895 I le Sr.
Antonio FraO-iaco Ja Gru.Peruambuco
Amii e Sr. lVnno presente o seo ec-tima*
do favor de 7 de Ootab'o p-otiroo p^psado.
jaoto ao qoal tive o praier e eocont'ar cm
pedido de papel para cigarro?, qae multo es-
littei reeeber e aradeco.
Logo t'atet de entrega! o ao fabrlcjcte
id o'a qoe seja enviado com esuiaro e u.a-
xtma pret-ia, tendo.se compromettido o fa-
Dricaote a apremptar o eo papel ra' os tina
d?6te u.ez. Espero que paisa lazer Ibe a W
messi teio vapor do Havre a sibir ein ti ce
Pexcmbro psito in'o'o.
S bem desejasse aervii-o o m;;s cedo 3in-
na B'a seria po?i'el, poique o seo papel
nao e faz com aa'eceeocia, e slm de prapo-
sito, n?:essltando oseo fabrico de moo tul-
dad->.*
3- c ot'O motivo, sobscrevo me com More-
ea'mada Vmc, emlgo ^anottopiorno ve
?eraa':_Peio Sre R. Ntcol e-Go. 1.. .11 i.
Carei
que era
ii.i' alfua lempo do '.'x r d
t<>. p.e trudo por n--!
recorrp ate tfto fti>
eooviec
84o Paole, !. dn Ag.'s o
WonC' t\i- Vioeote V eir.
Agojti-K em P-.r. aT.b ico~
ubia de D-' >s.
----------'H----------
M, M.-ra-
Dea* que
Use c mu
ce 1889.
A CJ.mpfc-
E rhcguei a ficar qoasi assim
Soffria horrivelmente dos pulmQas
mas gracas ao xarope de alcatrao e
jatahv, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, aslhma e rouquido^
consegu fcar a^sim !!
Completamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogara Pacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 1S500.
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Peitora de C ?.mbn
Cutrns curas de tosse
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tos-
ses e outras enfermidades das vas
respiratorias, do Peitora da Cmbard,
de Souza Soares.
O agente Companhix de Drogas.
Or. FreitaiGaimarSes
Participa as seus amigos e clientes,
ter mudado sua residencia para o En
troncamento n i, defronte da estadio,
aonde podo ser procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da tardo
ruaLarga do Rosario n. 20, autiga
Consultorio doDr. Ferreira.
Ttlepho'e n. 292.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) a
ualquer hora.
--------------o.--------------
Dr. Brrelo Sampalo Oculista -
Consultorio a ra Baro da Vic". ria n.
51, 1." andar. Ex-chefe de clinic* d> Dr.
de Wecker, de volta de sua v agem a
F.uropa, d consultas de 1 s 4 horas d-
tarde, excepto nos domingos e diis ear-
ctincados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 enerada
pela ra da Saudade a. 26 Telo .ton o
. 287. .___________
DR. NUNES COIMBRA.Cliuica
Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1" andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e
criangas. Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 81, esquina da ruado Ata-
Iho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
_ --* i jwm* i i
Francisco Pedro da Cunha
Vresbylero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Christo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos dista pro
vincia deSanta Cat/iarina, etc.
Altes o que leudo usailo por vezesi o Peitora
Catharinense de Rauliveira XAROfE DE AN-
QI'wO COMPi'STO i OM TOLU 'E GUACO, pre
paracSo do3 IUms. Srs pharmaceutiecs Hauh-
no Ilorn & Oliveira, achei que esse sarape de
benelicoe prompto effeilonas affaccOesdos or-
gSos respiratorios o que atBrmo io verbo sa-
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunha.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Brazii attestam a efflcacia des i
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
Mr. Francisco Leopoldina
especialidades : Febres, molestias de
criancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia- Pateo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
O bem cochecio medico e. pharoacen
tico, o Dr. Carlos Feldbagen atiesta tam-
bera cora toda a franqueaa os mritos da
EmolaSo de Soott, e diz :
Attesto que tenho empregado e sem-
pre coja grbndes resol.ados, no trata-
meuto da escrofuloae e do rachitismo, o
couposto de Oleo de Figado de Bacalbao
com bypophpsphitee de cal o soda deno-
miuado molaSo de r c-tt.
Rio e Janeiro, 27 de Deaembro de
1_90.
Os contractantes deverao, alm dessa
idopeidade exigida para a direccSo e
exeoucao da obras, iudicar o logar da
fu resideocia.
Nenbum concurrente ser aimittide
conwrreocia eem que prove hav- r de-
positado na Toeseuraria desU Repar-
tilo a qaaotia de 1.6'IOOO, importan-
c.p, que perder ai, osoolhida sua pro-
posta e couvida o para r.ssigoar o con-
tra c'c a ato se recusar.
Para boa garntia da execujao do
contracto depoaitii o contrsetaate no
Thoaonre- do ia'ado ama oaucSo q'ie ser
previamente arbitrada por etti D;re-
eteri.
Nesfa Reparticao estarSo a disnosieSo
dea :?rs. concurrectes, risa 1J s 3 boraB
da tarde, o orcamecto e as plantas re*-
pec'ivas.
Rccifa, 13 de Fevereiro de 1896.
A. Urbt-no P. Montenegro.
Dire'-torHgercI.
O Dr. Lvico Vieira de Hacedo Lima,
juiz de diceito da vara couimeroial,
com ezercioio na vara oival desta ci-
dade de R-c fe, em virtude da lei ate.
Faz saber a quem interessar poEsa aue
fca m'-rcu o o prazo da 30 dias, na for-
ma 'oDajreto n. 3.322 de 14 de Junbo
de 1887, para o concurso da serventa
vitalicia do offijio di tablliio de notas
neata capital, creado por !<>i do donatario
Dtrte Cjelho e subdividido oo qoatro
pr,r le provincial n. 335 de 26 da Abril
da 1851 e Vfgo pelo talleeicoeoto do ser-
roataario, Jote Bonif ci dos Santos Mer-
galhSo, decado ot pretenderles apreBe;.
t^r seus requerimer.tis ante esto juz> ou
na Secr9tia do Juat'91 dootro o prazo "i
ao;ma iodica-o a C n-ar detta data e d
vidamecte instruidi.s >>a fama dos art.
210 do Rfg. quo baixoo com o Dec. n.
9420 de 2* de Abril de 1885, art. 14
do Dec. i.. 17 de 30 a A rosto* d>
1851, are. 133 do Deo. n. 5.831 de 21
. da Fe?e:o:ro de 175 e arts. 11 i 12 do
secretaria da industria dm. b. 8.2?6 do 15 c0 outabrede
1881.
EDITAES
O Rauliveira
E' o poitoral mais efflcaz, mais barato e de
gos;o mais agr labilissimo ; na Drogara Bra-
ga e em todas as pharmaciag
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das utels,
de 1 as 3 horas da tarde, ra 15 de No-
vemtD (antiga do Imperador) o. 79,1. andar,
Chamados por escripto.
Telephone n. 2?. _
Peitora de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitora de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamen
to restituio-lhe em pouco tempo a
sade perdida.
Bronchite i4 sthmatica
DR. COELHO LEITE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Recia,
attesta que o
Xarope de Lubeia Infla
no
PHARMACTICO
ILDEFONSO M AMYMO
E' excellenta no tratamento da otuii-
CHITE ASTHMATICO
Deposita:
Ra Barao da Victoria 37,1." anda:
Pharmacia Conce9o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todaj
as boas pharmacias.
Pernambuco
O Dr. Jos Caalcaoti ohoa, jai de direito ao Civel do
municipio de Olinda pela lei.
Fai sabar aoa que o presente edital
virem, oa delle noticia tiverem, que se
ba de arrematar em 3.* o oltima praca
depois da respectiva audieocia deste
jaiao, oo dia 4 do Margo priX mo, as 10
horas da manhS, o bem Beguiote :
(Jasa terrea aob n. 6, da ua 7 a Se-
tembro, oatr'ora travesea de S. Pedro,
com 4 qu*rtos, 2 salas, oositha fre,
quintal murado e portSo ao lado sul da
mesma casa, a qaal tem trente ao oaa-
oente e fundo ao poente, slo proprio,
om bom estado, no valor estimativo de
4.000^000.
Uita casa vai om 3.a o uhima praca
para pagamento da exeoucSo qoe move
o B meo Popular deste Estado contra Ca-
millo Lelis da Silva e sua m^lher D.
Mana Dias da Silva, com o abatimento
1.a directora
Em 12 de Feveieiro
de 1P96
*.rrendam no de lotes de ier
ra no Aren pclago de Fer-
nando de Varonha.
Para eonheoioieoto dos interecsadop,
fago publico qu i, estando o Sr. Gover-
ofidi.T do Estado, autorisado pela lei n.
124 de 3 dn Julo ultimo, i Arrendar
a quem melborea voutagefcs oflarecer pe-
iaecoa lotea de trra no Arehipelaso de
Fernaudo de Noronhi, e como quer que
nanhuma propost-t teoha sido apreseata-
da na c tal lie 9 d*( Jaceiro ultimo, nesta Secre-
taria de no.o rejabem-se at o dia l2
de Margo vindnuro, l hor* da tarde,
pro^ottas pra o reforido arrendamonto,
pra a tuodagSo da urna estagao de pesca,
de salga ou ccnaarvagSo de peixe p^ra
a csi.ui it,:.', pesca de esponjas e outros
p'odactcs merii-boF.
As propostas devem ser converante-
mento selladas, entregues cm carta fe-
chada e conter em termos claros :
I O prego do arrendamento de cada
om lote de trra.
2.a IodicagSo da residencia des con-
currentes.
3.a ComprovagSo de idoneidaie para
execut&reui estrictamente os contractos.
Nao setao aceitas as propostas :
1.a Orginisadns em cesaccordo com o
frsente edital.
i- a Baseadas em pregos de cutros
concurrentes.
3. Firmadas por qaem quer que
tenha deixado de camprir contractos ou
proceisos de contractos celebrados cera
qualquer das extiectas ou das actuaes
repartieres do Estado.
4.* Que c"io offerecersm as garantas
eqiialidad.es exigidas no presente edital.
5.* Nenhuma prop ata sei aceita sem
qae o concurrente aprsente recibf, pro
vando haver depositado no The^ouro Es
tadeal, et vespura do dia designado
para abertura das propostas a quanti
de 2.0005, que perder em beneficio'
dos ootrea do Estado, se, proferida sua
proposta, recusar-se a proponento a assig-
nar o contracto respectivo.
Oj concurrentes observaro como Ihes
cun> i-e as clausulas do decreto abaixo
transcripto, bem como as amis dispo-
sigSas legaes vigeotes, relativas a arren-
damento de proprios eBtadoaes.
Havendo duas ou mais de daas pro-
postas em prefeita igaaldade de condi-
gfjes, ser preferido o concurrente que
melhores provas de idoneidade ofie-
recer.
O director-geral,
JoSo Dinia Ribeiro da Cunha.
E para que chegua ao cenhocimonto
de toi os, maudai lavrar o present: quo
ser f-ffixado no lug publicado pea impreas-a.
Recite, 17 de Faverciro de 1893.
Eu Florencio Rodrigues Miranda Fran-
co, esoriva.* do jury, subscrer.
Levico Viera de M. Linar,.
Certifico cu abaixo essigrad), o'teiro
dra auditorios desta cidade do Recife,
quo por ordem do Exm. Sr. Dr. juis d
cnmmircic c m exercicio oa vara o:vel
(ffixei na porta do edificio das audien-
cias o edital marcando o \.r. :'.- da 30
d'-.s p-ra o concurso da serventa vita-
licia de tabellilo publico dsta capitii,
vago pelo fallecimento do major Jos Bo-
nifaeio dm Santos Mor^u!h5o, cojo pr&so
comega a coutar-ie de h je na irma da
lei.
O referido verdede, dou f.
Roe te, 17 de Fevereiro da 1893.
O porteiro,
Francisco Manoel de Almeida.
1.a
mente
Cada.
2.a
DECRETO DE 27 DE JULHO
DE 1995
Clausulas
As propostas verearao exclujiva-
sobro a industria aqui especia-
do 20 (0 de aooorjo com o art. 24 do
R-gulamento de i-3 de Janeiro de i896,
para que obegue ao conbecimento di to-
dos aandei pasear o pioaenta edital que
ser publicado pela tmprensa e affix.do
no lugir do coBtome.
Dado e passado nesta cidade de Ol'nda
aos 28 de Fevereiro de 1896.
E eu JtRo Theodomiro da Costa Mon-
teiro, escrivo oesorovi.
Pag de sello 300 tob o de assignatura
I5000.
Joi Cavalcanti de A- Uchof
Secretaria da Industria
3.a directora
Para conhecimento dos ioteressadoa
fego poblieo qne no dia 3
vm loaro, a 1 hora da tarde,
Rueuuaatisme
Declaro que curei-mo completamente,
do rheumatismo que soffria ha 8 anuos a
ponto de cuasi nutihsarme, tomando
Elixir de M. Morato, que garant. ser
um prodigio anti-rheumatico e anti-sy-
ph.Ut.co. Publique a bem des que sol-
S.'Paulo, 12 do Agosto do 1880.
Affooso J. Bormann.
Agentes em PernambucoA Compa-
nhia do Drogas.
Dr. Carneiro LeSo
medico parteiro e operador. Residencia
e oon&ultorio a ra do Livramento n.
31, 1. andar. Consultas de 12 s 2
horas da tarde. Especialidade: Febres.
partos e molestias de enancas. Cha-
mados a qualquer hora. Telephone n
3.
a
CONSTIPACuES de rauliveira
drogara urga
de Margo
recebom-BO
oesta Directora prcp9stas em carta fe-
chada, devidamente sellada, para o
eervigo de abastecimento d'agua oidade
de Pao d'Alho, oreado em 36.2495065
r's.
As propostas devem ser escriptss por
extenso, aem rasura, emenda oo vicio ae
qualquer especie, sendo re'eitadaa as
qoe se resentirem das segaintes faltas :
1* As que axcederem os pregos do
orgaroeoto ;
2* As qa > 5o forem organisadas de
accordo com o presente edital ;
3* As que se basearem em pregos de
outras propostas ;
4* As firmadas por pessoas que j
techam deizado do cumprir castrados
com esta Reparticao ;
5.a As que nBo offerecerea as ga-
rantas o quilidadea exigidas neste
edital.
Havendo daas oa mais propostas em
igaaldade de coadigoas, ser preferida a
do concurrente que melhores provas de
idoneidade cfferecer.
A cada arrematante ficam plena-
mente garantidos : s) o direito exclusivo
de explorar a industria que coDtracUr,
e por todo o praao do arrendamento da
rea, o qaal nSo exceder em caso al-
gum a 15 annos, contados do dia da
installagao do servigo; b) o direito de
preferencia em igaaldade de condigSes,
caso tenha da ser novamonte posto em
concurrencia (Le n. 124, cit 2o.)
3 a Esgotado o praao de que trata a
clausula precedente, todos os edificios,
obras, machinas e qaaesquer bemfeitorias
effectosdos pelos arrematantes, rever'erSo
para o Estado, seta indemnissgao al-
gama.
4.a A superficie de cada um dcB lo-
tes de trra, enjo tamenho, meaiglo e de
marCsgSo sero feitos a costa dos arre-
n?a>antes, ser o numero do metros qoa-
drados que for necessario, segur do o
genero de trabalho exigidos para cada
exploragao.
5.a Fica constituido um lote do terri,
para ob effeitos deste decreto, o grupo
das ilhas, tambem perteaoente ao archi-
pelago de'^Fernando de Noronha. deno-
minadas :'Rata, do Meio, Sella, Qeneta,
Rasa, SSo Jos e os loos alli ex;s-
tertes.
6." Per conta dos arreuatantea oor-
rerCo todas as despecas com o servigo
que o governo instituir para fisoalisar a
execugfio dos contractos de arrendamen-
to, quer em Fernando, quer no conti-
nente.
7.a Os arrcndamentoB serlo.intransfa-
EDITAL
Secretaria da Industria
3.a Directora
F;gj publico, para cnnhec'mento dos
icteressadoB, que no dia 3 de Margo
a 1 hora da tarde, recebem-sa nesta Di
rectora propostas em cartas techaaae,
devidamente selladas, para < s repares de
que cecessitam as diversaB pontea da es-
trada de Ooyanna, orgados em res
7.415S100.
As propostas devem ser escripias por
ex'enso, sem rasura, emenda oa vicio de
qualquer especie, sen o rejeitadas as
que se resentirem dasseguintes faltas :
1.* As que excederem os pregos do
orgamento ;
2.a As que nSo forem orgaoisadas
de accordo com o- presente Edital;
3.a As qae se basearem em pregos
de outras propostas ;
4.a As firmadas por pessoas que j
Li.ham deixado de cumprir contractos
com esta RepartigSo ;
5.a As que nSo offereoerens as ga-
rantas e qualidades exigidas neste
Edita!.
..Havendo coas ou mais propostas em
igualdade de condigSes, ser preferida a
do cor crrente que melhores provas de
idoneidade ollerecer.
Os concurrentes deverlo, alem dessa
idoneidade exigida para oirecglo o exe-
ougSo das obras, indicar o logar de sua
residencia.
henham concurrento ser admitiio a
concurrencia aem qae prove haver depo-
sitado na Thesooraria desta Rapatli
gio a quantia do 3705000, importancia
i que perder si, escolbida sua proposta
e convidado para assigoar o contracto a
ato se recasar.
Para boa garanta da execog&o do
contralto, depositar o oootractante no
Thesouro do Estado ama caogSo que ser
previameote arbitrada por esta Direc-
tora.
Nesta RepartigSo estarlo a disposigo
dos Srs. concurrentes, daa 10 s 3 horas
datrrde, o orgamento a as pUuUs ras-
pee'ivas.
Recife, 8 de Fevereiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Direct>r-geral.
EDITAL
O Dr. L9vino Vioira de Maceda Lmr,
juiz de direito do civel da cidade do
Recife, Estado do PernambL-c>, em
virtude da lei, etc.
Fas saber acs que o presente ecital
virem ou dao noticia tiverem que no
i-. 21 do mes c'e Maio vindouro, cepoa
da respectiva suJc.c ', ir a praga de
venda o erresatagao, a casa terrea u. 7,
sita a ru* do Fcgo, freguezia do Santo
Aoio.-.io, com urna torta e urna jicella
do irenta, duas saias, um quarfo, corre-
dor a-> Indo cosinha fra, pequeo quiutal
murado, merindo de lisura 4 metros e
40 centmetros lie compnraento 6 metros,
penhorada para pagamento de eesfaa na
esecutao que Antonio irmiro Flores
core contra Joe Joaquim Samuros.
E asaim ser ia casa rrrema^da por
qnem mt-s dfr e m.<.kr !acce offirecer,
no di, Lora o legar supra mencionados,
servmdo de baso a qantia de 1:5003000
oor quaoto oi ela avahada.
E pera que ahegue ,q c^nhoeiaento
de iodos mandi psssar o proseite edital
que sei publicado pela imprecaa c ffi.
xado no lugar o costurae.
Dado e p-sjado nesta cidade do Rocifo
aos 27 da Fevereiro do 1896.
Eu, Fel.c:s'.mo de Aa=vodo la'.lo,
escrivSo o escrevi.
Levino Vieira da M. Lim?.
EDITAL
O admnistraoor di Recebe ioria, p-e-
vins a quem icteressar pisaa que, dentro
d 30 dian a ooot r do 1 da Margo, se
proceder nesta Raparigao a cobranga
bece* do cutre, do reposto devido
peos servgrs prestados pela Companhia
Recite Draioage relativo ao scaoitre da
Jolho a asembr. de 18^6
Recite, k8 de Fevereiro do 1896.
O sd.i nistrador,
(Aaaicnadv)
Affonso d'Albuquerque Mello Junin
THBATRO
sede~;libdasatco
i\ac!eo Drniaitico rernam-
bacano
LOMINGO, 1 DE MARCO
Attrahante espectculo tocial extraordi-
nario
SOB A DlRECgO DO CONSOCIO
Martinho Castro
A orchestra, confiada batuta do
maestro ooosocio JoSo Antonio, dar ca*
mego ao espectculo com a execugSo de
ama lindissima symphonia ; continuando
a executar nos intervallos outras novas e
sprecieveis.
Prog'amma
Ser levada sesna com todo o esmero
e capricho a importaitissima pega de
grande effeito em tres actos :
ABELEGIM
Abrlbantai esta esta festa a da-
tincta sooiedade Club Musical Reci-
fenseexeoutando os mais bellos trechos
mosicaes de sea repertorio.
Dar fim ao espejtaculo a espiri-
taosistima comedia em om acto
Choro ou Rio ?
aojas peg-a esto correctamente ensaiadas
Principiar as 8 1[2.
Boads para as prircipaes linhas,
Ao Ncleo!!!
NOTAO resto dos bhetes acha-so
era mo do thetoareiro, na T-avesaa do
Pi-ata o. 7, Marceara, e no dia do espe-
ctculo no Toeatro das 10 horas da manhS
em diante.
EDITAL
Secretaria da Indus-
tria
1.a directora
Una 3 de Fevereira de 1896
De ordem do Dr. Secretario interino,
fago puolici que acha-ae prorogado, por
oito dias, a contar desta data, o praso
marcado para es proprietarioa de usinas
subvencionadas pelo Qoverno do Estado
recolberem ao Thesouro a quantia d
300SOOO; correapoodente ao primeiro se-
mestre do crranle anco que se destina
ao pagamento dos booorarioa dos enge-
nheiro fiioaes eccarregados da inspeogao
daB usinas, confovme o.dsposto nos arts.
22 o 23 tto Regalameato do 5 de Agosto
de 1895 e clausulas dos respectivos con-
tractos.
O direotor-geral
Jlo Dinis Ribeiro da Cunha.
rvcii".
Q a
Tambem nlo serlo aceitas r
propostas firmadas por estrangeiros, t
podendo concorrer a este arrendamento
cidad&os brasileros natos ou naturalis;-
dos ba mais de 5 aunes, ficando enten
dido qua todas as queatSes suscitadas,
qur na escolha das propostas, quer na
exeoaglo do contracto Borlo resolvidas
em definitiva pelas autoridades braslei-
ras, importando caduoidade do oontracto,
sem direito indemnisaglo de especie
alguma, o appollo feito por qualquer
forma ioterveng3o diplomtica ou aos
bons offieos de aatoridades estrangeiras,
bem oomo qualquer associaglo dos oon-
cessionarios com odadlos oa iastitaigSes
estrangeiras por instrumento publico oa
'particular.
A, M, P.
itheaea Insical Peraambacano
Ss.'ao magna
De ordfm do Sr. prestifn'e convido os Srg.
^ocio3 a compsrecerem a teaiao magna qae
t( ri lugar as 8 boras da noite de satibado 29
do correte, ra ouii te. eripjsiPa a directo*
na de 1896. e oovirem a leiiura dj relatorio.
Recite, i8 de Fevereiro de 1896.
J o i's Sin'.?-,
i* secretario.____
Veneravel
IRMAiSDADEDO SESHOa BOM JE5U3 DAS
PORTAS
E1e i c io
Pela segn'a vez convida-se a todos os ir*
mioB a comparecerem no consistorio di igreja
e da Madre It horas da manual para em mesa ge-ral, ele-
mr se a totora admlnistrscao.
Recife, ?7 de Fevereiro se 1896.
O secretarla interino,
M. Campos.
Edital
Alfaodega de Per-
nambuco
Por esta Ropartigio se fas publico que,
desoarragaraas de bordo da barca sueca
Asel entrsda em 30 do mea prximo
fiodo, 3 caixas marca F4 Lera baixo
t T F ns. 131, 132 e 133 oom indicio
de avaria o do patsebo allemlo cTocna,
entrado em 13 do mea crrante ama
grade, sem numero, marea W oom in-
dicio de fa'ta, pelo qne intima-so oa denos
cu ccasignatatios para no fim de 8 das
requererm o que for a bam de seas direi-
tos, a contar da data presente.
Primeira Socolo, em 26 de Fevereiro
de 1896.
O chefe,
Manool Alvos da Silva.
C. C. C, E.
Club Carnavalesco Cava-
lheircs da Epocha
Afsembla geral
Para eleger a aova directora e tratar-se de
as.-umpios de tudo o interesse social, convido
a U) geral, oa sala das stsoes da Se edade Re-
'crea iva Juveotude, as il borne em pono, do
da I. de Margo prximo v'.ndooro.
Recife, 27 ae Fevereiro oe 1896.
Ildefonso Santos,
Sfcretano.
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Assembla geral ordinarh
Convido ob Srs. accionistas comparecerem
oo dia sextt.feirs 13 de Margo, 1 hora da
tarde no palacete da Associacaj Comme-clal
Agrcola, ana de oovirem a leitara do relato-
rto da directora, deliberaren} sobre as medidas
?ella indicadas, tomarein coobecimeoto da pa-
recer da commlseao riscal, jolgarem das contas
do anno social fiado e finalmente elegerem os
00^08 Aseses e ropplentes.
Recite, 28 de Fevereiro de 1896.
J. A. Saratva Jnior,
Director itcrstarlo.
. *
HllaBO I

, I-..M J ...I.



iffi&Nttgjito- ****-
O
Otarlo de Pe^iambaco Sabfeado SO ae Fevereiro d ISBti
MCIBBADE ]
Uoiao B. dos Mercieiros
Ia ;OnVOCBC&O
De crien do -r. presjdeote convido a todOB
os Irt. socios a rfuoi-em se na sede tocia!, do-
migo 1 de Mire i prximo, as 4 hora? da Urde,
sflai de i>rooder-gB a -ieiao .ios membres da
directora e conseno deliberativo, qo<* te^m de
reger o< d^tiuos desta Sociedade dorante o
ano correte.
Recife, S3 de Fevereiro de 1896.
Jos G.Co''f.a de Mello,
1 SPCr- lario.
(QfiiiipaQhia Amphitrite
De fioudo com o art. 16 do decreto de i 7
de Janeiro oV i8v0, fleam a disposico dos Srs.
aceto- staa oo escnitono da Comp nbia Am
pbilnte a roa dn Commerco o. 48, a copia dos
balaosos, reiscSo ncror-al dos accion t.s e lisia
de transferencias de acc5e< durpnte o anuo de
1893.
Recife, 13 de Feverei'fftie 1885.
0 diie.torea,
Arihor A-v.'oa'.o de Almeida.
jor Ali.nio PiDto.
JjSo Jos-d- AfLorim.
Gu ib panhia
DE
Fiafo efecidos de UnmUM
Em vi-io neiro de 1890, scDa'n-ee a dispcsi.ao dos Srs.
accitDistas-, ro ascnptorlo da Cooipanbia rea
do B:m Jesc ir. 41. I andar.
i Copia do halang /.
S R-Mago ooraini don aeciodistas.
3 Lista das traua'erectas deargOes do anno
fiado
Recife, 10 de Fert-rfiro As 1896.
O director secretario,
Jo Jjo de Amonen.
Compauhia dovBeberibe
Previoe-se toa Srs. concessionarios de peonas
d'agua, qoe coa termos da nova dispesic&o do
af. 56 co regol viento de peonas d'agoa, e em
vista da certidao da junta dos correctores qoe
declara 'e- B'do de 9 d. por 1*000, o cambio
medio sobre a Braca de Loodres, nos 30 dia*'
decocridos de i8 de Janeiro a 9 de>Fevereiro
do correte anno. o preco a'aeoa as casas,
pelas peouas, sei na rsiao de 6*000 para a
laxa mnima e de 444 ris por mo'or tobico dej
excedente no prximo mez de Marco.
Heclfe, 29 de F-verlrol)e 1S96
Banco dePerijambuco
Assetubla geral
Convido os Srs. accionista, deste Banco a
reooirem-se no dia 10 de Mbico prximo futu-
ro, ao meio dia, do 1* andar do tdiO io do
mesmo Banco raa do Coxmercio o. 40, aOm
de tomarem oneci eolo das cootjs e balan-
eos do anno de 1895, elegtrem a nova directo*
na, c.'DSelbo lineal e suppleo es.
Ficam suspensas as traosfereneias de ;c_6_'s,
na fo-ma doan. SI dos Estamtos.
Recife, 9/ de Fevereiro de 1896.
Dr. Antonio F. Pereira de Carvalbo
Director secretario.
Club Carlos Gomes
Tenbo a bonra de convidar rs Srs. socios com
ui8 Exmas. faraili-s para aDrilnanurema reu
niao daosante dj 99 do co rente.
O director do mez,
Alvaro Pinto Alves.
rrace Line of St*amer8
James Kuott Vew-Ca8tIe-n-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- toldos ee Brasil etilo-da
tata
E'esperado de New York
al o dia 3 de Marco, e
sabir depois da demora ue-
cessaria para a
Babia. Rio de Janeiro o Sanies
O vapor inglez
Crele Prince
Tem excelletjies ccmao'os para pasaagel-
03 e illumioado a loz el"ctrica.
Para cargas e pasaseos trata-ie com os
AGENTES
Johneto^ Pater & G.
Ra do Commercio n. 15
Pacific flteaar Navigation m-
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paqu te Potosi
E pera-s d o
kui as o dia 8
de Marf'i. e se-
guir depois da
demora do coe-
u:i e para L'verpool. com es ala porS Vicente,
Lii)0', Corona, La PalilceeP.j outa.
i'a.a oar.ua, (s&agaas, encommendas e o!-
uneiro a (rete trat ?? <:aa os
AGENTES
WHsob, Soo* # t, Linhed
10-RUA DOGOMMEKCIO-10
l. andar
t Alaga ae a ca
Reg, com corxmodos para g.raoce familia,agua
e ;-z eacasados, grande quinial e jardim ao
Ja i, red4ikdi de aovo, a t-atar a roa da Im-
peratri* n. 16, toja.______________________
Veade-se
A (averna da ra Vidal de Negreiro3 n. 18'.
e onr boas cavado.
Pacific Sitiim 1a\galion Cos-
STRAITS 09 MAGELHAN LINE
O paquete
I b e r i
t
Manoel
Lia
A s s o ciago Com
mercial Bene-
ficente dos
Mercieros.
Deordem do Sr. pre-
sidente do Gonselho De-
liberativo, convido aos
Srs socios a se reun-
remdo miago, 1 de Mar-
co prximo, a \ hora da
tarde na sede social
roa do Baro da Vic-
toria n. 60 i* andar
efiui de proceder-se a
eleico da Directora e
mais poderes que tm
de reger os destinos
desta Sociedade duran-
te o anno corrate.
Espera-se o com^a-
recime.it > de todos os
socios.
Hecife, 2de Feve-
reiro de I8.*6.
Jos G% Correiade
Mello,
\- Secretario-
" C*IPANHIA
Usina GaRsanijo de
Sinimbu1
Dividendo
SIo cov dados os S's. accioLisias a receber
O primei'O dividendo relativo ao auno flodo em
30 de Junbo de 1895 raxao dj tO/OCO por
aeja^ corr-soondente a 5 % soore o.capitl, na
roa Ooque de Caxias n. 51, do mtio dia s 3
da arde.
Recife, (5 de Fevereiro de 1896.
Jos -Mara de Aidrrde,
Director tbesoo ei-o.
Compauhia Amphi-
trite
Convidamos eos ft-s. accionistas para a reo-
niao de aasembla geral o/dioaria oue evert
ter logar a 1 bP'a da tarde do dia 12 de Miro
proxino futuro, no ecipio io desta Ccmpa-
'ohi?, a roa do Commercio o. 48. a qual lera
por Am jnlgar o -eiaiorio do moo udo, pare-
cer da commissao Bacal, Satm como, proceder-
se a elesgSo dos rovoe memores para a mesmB
CDn:mi*BSo oo crente anoo.
Recife, 25 de Fevereiro e 1896.
Os directores,
AMbor AocBeto de Almeida.
Jote Antontt Pinto.
Joao Jos de Amorim.
Companhia Recifense de
Panifica^ao
Ficam a difposicao dos Srs. acciooi;tas no
escrip(or;o ce3ta Companhia, no i-aes do Apol-
lo D. 63, as copias do talanoo, relago nominal
de accionistas elisia das transferencias de
acgi'es.
Recife, 2i de Frvereiro de 1896.
P. J. Pinto,
D -ecior p-eaidente.
a
Esnera-se d a
Europa al o dia
9 do correclee
seguir depois
da demora do costme para Valparaso com en-
cala por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
NSo tem acccnmoda^Oes para papsageiros de
2.1 clBSse.
Para carga, pas?agecs encommersdaa e di<
nhei.'o a hete t'at -se coro os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1." andar
Nrddentscber Lloyd
o vapor
Habsburg
E'esperado da Enrona at o
da de Marco de 1896 e se
enira depois da demora cecea-
fcisa para
Baha, Rio de Janeiro a Santos
Este vapor de 1." classe-e cfferece
ptimas accemmodacSes aos Srs. passa-
geiros.
Para ^passa^eos, carga, (rete, etc., lrata.ee
com o
AGENTE
V. Neesen
4Caes do Ramos4
Vende-se
Una ezcelleoie caidelra com macbln?, de
f.Tca de 6 cavados, em mo'to bom estado, pro-
P'ia para eogenbo: B tratar na fabrica Mureni-
ob, rna do Crespo n. 7 A^______ _____
Menina
Preoi*a-se de urna branca
ou de cor, de 1 anuos para
cima, para andar com crian-
cas e servicos leves, rna
Imperial n. 1, t. andar.
Ua tos de Abren e una
A f'elu Panela o Nev*, p-i fuai: meute sen-
iido pela aorte e feo p e.-ad^ ?rui(C, Minee
Bastes de Abr>u Lim, mr:da cdtorar na
mT! de B. Jo ui m f1 co iregiro dia
de bo e'eroo deac;n o, ptl.s 8 borae da bi-
r.ba o ia 29 &> correle, e 10 .vida a toles
oa pareles e amigoa o Unido para a^clirem
a efse a< t de rH'g ao carliade* e desda j
se confesas rommameote grato > tdc3 aqael-
les que ccmiarecerm.
t
Cosinheira
Preeiaa-se de nma para
casa de familia, rna Imperial
n. 1, t* andar.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia IMienix l'ernambu-
cana
ROA tO COMMERCIO
SEGUROCONTRA FOGO
IMLCvSUTIICOS
C; ^paahia
De Seguros Ptienix Per-
nambiarana
No? termos do an U7 do decreto n. 434 de
4 le Jmbo ae 1891, li.am a dis'pos^ao dos Srs.
accionistas na s-ie des
Commercio o 46, a copia dos bslangos. a da
relagSo nomioal os acionis'as e a lista das
Irn f-rencias dss arjOes.
Recife, 14 de Fevi-reiro de 1895.
Os >daiiDistraJores,
Luiz Oopat.
M. S. Mia.
Jo Joaqrim Das Fernandes.
COMPANHIA
DE
TeciJo de Melbas
Acbam-se a dispostcSo dos Srs. accionistas
no escriptorio provisorio ra Mrquez de
01 a'.an. 58 2an'a', d conformidad e com a
le 0$ segnintes documentos:
1. C?'a do Bataneo.
2.* Relacao ooiiiaal dos accionistas.
3." Lisia das transferencias d e acj6e3 no
anno nodo.
Recife, 14 de Fevereiro de 1886.
J. C. Levj,
Secretarlo.
omphnva
spguros contra fogo
DeLondres e Abe releen
Posico financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados S.OOOqo*
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.006
De juros 155.00o
Af ente em Pernambuco,
3oxwel Wliaa & T
Hambu? g- Suedamerikaiiis-
che Dampi8chifffahrts-
Gesellschaft.
O vapor *
Asuncin
E' esne'ario o sol at
o dia 1S de Margo, e
sectir tiepms da deotora
neceasaria para
Lisboa e Hamburgo
Entrar no porto
passageos; carga, frete, etc., trata-sa
Centiiha P- de Navga^o
PORTOS DO SL
Macei, penedo, Aracaj" e Babia
O paquete
Jaeuhype
N.
Segne co dia 99 do corre-
te, ;.s 2 boras da tarde.
RecebB carga, encommendas, ptssaceos e
diburo fret-, at 28 10 otras da manbS do dia
da partida.
Chama-se a rttenco dos Srs. carregrforce
para a clausula 10.* dos coobeetmealoi qoe 9
seguinte:
No caso de ha ver algvrxa redan ac.3o contra 3
Companhia, per avaria ou perda, deve ser feta
por escripto ao ageatfc respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fioall-
sada.
Nao precedendo esta formadade. a Compa-
nhia Sea lseota de toda a respoosabilidade
ESCRIPTOR10
Aocaes daCompacbia Pemambucana
6. t
Baronesa da Eseada
O a.-.ra.-. e a B>-(uza M Sua.suna, Antonia
Los Correa de Aaujo e atus ti he, i.inn ce*
ledrar m esas do 7* dia no ir Lu.'to pa.'samento
de soa cara tonra, n 5' e av, a Baicoeza da
ErC d', na matriz.g ne Samo Ai-u uio e Boa*
Vis'a. ig-ea da P.iiti' Oc.-ia cda eo.e .'.11. Liu o. iro da Escada pelas 8 tu ras da
ma ha. do da i de Ma-gj vinduo-o. E, >on-
vidanuo pa a eeso ac ce reie^iu 3eos paren*
tes e amigos, euitripain u aais vivo recobeci-
aeto.
O amburg Suedamerirkaois-
che Dan pfe.chiffahrts-Ge-
se^lscfaaft.
O vapor Belgrano
E' tspe'sdo a Eorooi a o
f'la 8 e Margo prex'.mo e se-
guir depois oa demora necea
sana ptra o
Rio de Janeiro e Santos
Este vapor Iluminado iua elctrica
e offerece- ptimas aooommoda-jSaa: aot
Srs. poaaageircs.
Eotra- 10 porto
Para passageus, carga, frete e e'.c, trat:-3e
com os
Coneigeatarios
Borstelinaan &C.
18fina do ^mtmaittni iH
1 andar
N. N'o re atender mais a nenboma
reclamacao por 7lias que nao f.rem commu
nitadas p r escripto a agencia a' 3 das depois
ria eiit'ada dos generes i.a Allandega.
'"No caso em que os voiomes 8ejim descarre-
gados com termo de avaria, neceesariB a pre-
senca da adeuda no acto da -bertors, par
}oer veriOcar o prejuizo e faltas, se ss bou-
ver.
LhlLUllL :Lim
DE
Campos & O
38-RA DUQUE DE CaXaS-N. 35
Ea> frente do Diario
Os propileiarios desta bem montado estabe-
lecimeoto previnem ao respeitt.vel poolico qut
rara bem servir aos eeus tregeles tc-m no re-
lerinn eetabelecimeoto om e?plendiao e vana-
do soriimaoto de casemirs p etaa e ue cores
o que ha de melbor em la, lmqs de poro liO'.-o
de todos os padrees, e por pK-.os raso.'iai.
Possuem bons ariisias, pe. que se oifti
nabtlltados a saiisaxer com toa- gor-to, esmerr
e Derleicao ao freguei oras exigente.
Ma mesma aitaiaiana aiatam-ee casaras,
etc^__________________________________
o commercio
OiTerece-ae um bomem serio e trabalhador
(do uI) para socio de nma casa commercia',
por allanados. Aa qnaiquer ariigo, eoir;nlo
com 7:i00*000 do cptei; e tamben aC'ella se
prepoata par^ caa c'e retlhos.
Cartas npsia red.i.-cai> a A R da Silva.
Ama
Preci3e-sede uuin *< qna cosinbe bem.
para casa de -equ^ia familia, a traiar na rus
da CoECond'a n. 85 eobraco.__________
JLfiloS G CiilO
Pre;taa-e de doas amas tara cesinhar e en-
gommar e de um c/ia.'o, ua pragada Bja-VIsta
.. 9, 2 andar.
t
Francisco A. de Araajo Mello
Amancij D. da Costa e C'emeuiioo C. de Ol-
veira A-i-'ol', coovioam a lamilla e a oJos os
smiici do fnli^cido F- jo Me'lo, a Bs-lsiirea mis a oa igrej* da
Sacia -roz, 00 da 3 Je Margo, as 8 li.ras da
nal h^, que man .. m eaar pel luadoseu
of m re lemora o ami^ .
t
Para
com os
Gen sigo aterios
Borste'nian & C
Rui DO CO-MERCIO N. 18
1.a andar
Ifiwmnn Mifllies
LINHA MENSAL
Paquete Equateur
Commacdante Lartigne
E' esperado..
da Eoropa al
o dia 8 de Mar-
ico, se gol o do de-
pois oa demora
precisa para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Estes
ctrica.
paqu tes sao Iluminados a luz ele
Companhia Tethys
So convidados os Srs. accionistas renoi-
ren-seem a.-seabla geral oMioana.ea ana
sede, a raa do Qomner.io n. 14, a i hora oa
Urde, de dia 11 de Marco, para lomar ccohe-
clmeoto do reiateri?, ao 1 atanco e caobas re-
ferentes ao anao Sndo e d pa;ecer da com-
nilieo fiscal, assim como pro-eaer a eleitai.
da nova director a, do residen'e e ie:."cta'io
da reumo geral, dos njcmb.'os da commissao
fiscal e sena sooplentes.
Rscife, 53 de Feaereiro da 1896. Oa-directo-
raa, B. de Sonsa Laao-^TOom. Com oer.- /alio
C Paei Barretto.
Previne-se anda ao s S.recebedoreB de mer
ca.'orias que o se atlfecder a reciamates por
laicas, qae ttem ,-ecbnhecida' na occasiao da
lescarga dos volnmes ; e qne dentro da 43 bo
-as a contar do dia da descarga das aivarengas,
deverao faser quaiqoer reclamacao concernen-
te a volnmes qoe porventura tenbam segnido
para os portos do snl, aliro de serena dadas a
lampo as proviuenciaa newssirias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se p3eau
em na vespera da chegaa- u vapor para to-
ma em as snas pas3agens.
Para carga, passagens, encommendas e i-
nbeiro a frete, trata-se cooj
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
! 8nd>r
Boyal Ma 8o BPcteCowiiy
O paquete Cljde
CommandanteF. Messervy
E' esperado
dos por'os 1:0 su
?t o aia l de
arco. segoinoo
oepois da demo-
a indTspenaavl para
m. Vicente, Lisboa, Vlg, ther-
hoorg e enUampion
O paquete Tamar
Commandante T. Censtantine
E' esperado da
Europa n o. dia
de M reo, e.
guindo de pos
da demora ne-
cessana para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
-&' esperado da
Europa no d 1 a
4 do Marco, se-
gu'indo depois da
demora lodispeosavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
ReduccSo nai presos das >a^sagens
Ida Ida e volta
A L;aca i* dasae i 20 -?0
A' Sontamnton class S8 A 52
OasaroiaB raasrvsuos par*, ar, ptaaifal
de Pe.-Bsmhsco.
Para carga, passagens, encommendas e d:-
nheiro a frete, rata-s?com os
AGENTES
Ama
Pre.i?a--e de urna ana-pan lavar e enzom-
mar psra pequea faonlta, a tratar na rui da
Concordia n. 85, sebrado._________
no pateo de S.
Precisa-se de iid;, a traUr
Pedro o. 1,1* andar.
LEILOES
Agente Oliveira
Leilo
De om Importante e grande terreno sito
roa de Loiz no Reg em Santo Ama o, contiguo
>o de o. 5a B, murado na fteote, com um por*
tao de ferro, cem plaa de i'ar-im, coqueiros.
etc., medindi) de fr-eute 417 palmos, son 607
ditos de fundo.
Um vlveiro 00 fundo do dito sitie, bastante
largr, com pona Q'agua de pedra n cal. el;,
pertencente so espolio do tinado Jcs Joaquim
de Souia Malta.
Terc,a-eira, 3 de Marco
A's ii horas
No arniiBein raa i 5 de lo*
veubro n. 39
O aeene Oliveira por mandado do. Eim. Sr.
Dr. jon de ducito de orpnaos do ma icipio de
Oiuda, e a reqoenmento da viova e Inveita-
ri. n e de J.or Jo.qu^m de S:oM Mola, leva-
a leii&o o imprtame terreno cima descripto e
o vlveiro respectivo.
Os Srs. p-etendentes desde j poder o exa-
minar os referidos bens.
Leilo
CSMGElJflS fteiiNiS
Companhia Fra aceza
Savcg cao a vapor
Linfea regular entre o Havre, Litboa,
Pertimbnco, Babia. Bio t. Jane ro e
San toa.
O yapor Campana
Commandante Yoisin
Efpera-se da Eoiopa at o dia
4 de Marco, e ,seguir de-
pois da necesearia demora para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
ftoga-88 aoa-Srs. importadores de can* palos
vapores dojta lEiia, qaram presentar den
-o Je 6 das, a contar do, da,descarga das al-
varengas qualquer reclamagio ceacernenta a vo
cmes que por ven ora tenbam secoido para bs
pomos do sal, dm da te pod;em dar a tempe
as provideapias.aeeessBEaa. -
Expirado o relerjdo prai a companOlr cao imponblusa por extravos.
Recebe carga r tratar com o "
AGENTE
A
orioi rraao
K. 3Baa doom ..-na-N, 3
c.
LoiipaDbia P. de fiavegafo
LINHA DO NORTE
Feroando \ie Noronha
paqaete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no dia 39 do cor.
reote, as i boraB.ua (arde.
Da casa terrea si tu roa de Hortas n. 64,
(buje Coronel Soassnoa), com porta e janeha
de frente, 2 salar, 2 quartos, stao interno, co*
sinha, agua encanada, quintal murado com
pon&o para a roa de Santa The-eza. etc.
Ter^s^feira, 3 de Marc,o
A's \\ horas
5 armazem roa 15 de So
Vmbro n. 39
O agente Oliveira competeotemente auterisa-
do, levara a Uilo a cesa terrea cima descri*
pa, live desembartcada, poJecdo desde j
ser examinada. _____________*^-
' Ageste Oliveira
Leilo
Do filio denominado Alio do Machado, em
Bebtribe de Baixo, cem 2S0 palmos, tendo a
(rente para a travefi-a do Gtuipapo. e dividi-
le pelo norte clid t-rras de Jo.- Soare'1, pelo
poen e cem trras do pa re Ba.alho, e pelo
sol com trras de Jos Machado Soares.
Terca-feira, 3 de MarQO
A'S 11 HORAS
de Novenabro
O agente Oliveira por mandado ao E*n>. Sr.
D'. )iii de direito de Olinda, levar a leilo o
sitD aclnsak deacrlpo.
Os Srs. preUodenteb desde j poderao exa-
minar o relerido 8it o.
Linl S
H-tila Bernarita de K. Wan-
aerley
Juo yac el de M. Bor.jd W-jfldeflej e cen
Bihos, atona soba cor dj bi-uio falleelmeoto
de soa cn..ra >a lilha e i-ma, M ria Benaria de
M. Wandt'ley, co?iJim os seas p rentes e
am'gos para B8l8tir<-m rcl';sa^ do 7- aia,
qije, per .ina da Baeo-M maB'iam c lebrar
pelas 8 horas da ruanfc do di i 2 Ae Marco pro-
x^ii viodooro. na ma. iz oa Af g-'ioR, anteci-
pando seu ete-no reconectme.iio e {|l!ld3o a
tod.- a pe:-s..)as que comparecerem a es.e acto
de regio e c-ridade.
t
Precifa-se de urna para cosiobar e ootra para
eoraprar e artuajis5es, oa ra Co Bom Jesor>
n.50.________________________________
Na-roa do L'.vnanecto o. 7. preria--te.e urna
para 'Osiohare rosi a guos serv:cos
de pequea (imita.___________
Jovinlano Fernandes da silva
Manta
Mara Leopoldina Metes Manta, se, 8 Slbos e
genre, (losemt), Augusto da S Iva e sua mu-
iber, Adolpbo Fernandes da Silva M-ola e seos
fihos, So..ia B zena de Melli e seas tilhas,
Adebiot Palraes, teus Blhos a gearo, cooyi-
asm os 8-as parete e amigos pa-a insis-
tir- rn as mis-a* que mandam celeorar ptle re*
pousj 11- roo i*a alma da seu presado e uuaca
sijofcCiJO e8io.'o, oa', irmo e no, Jo iniano
Fernandes d Silva Mana, ni matriz da Boa:
Vis'a, s 7 tur. s da ruaohS, de kga ju* (eir, S
de M'reo, 7o ob do seu inlaasio psameLto,
e desde j penho'tm sua eter<>a ratidao aos
que s digna ea de cciiparecer esje acto de
relig:ao e arfad.
Cosiureira
de (.asa
AMA
Precisase de orna a^/ia pan coelobar, a tra-
tar oa rna larca rin Ro a 10 n. 9, elrinarla___
FRECISA-SE.
Notre Daae de Pars
Ra do Cabug n. 1 A.
Arma^o
c^ma
Precisase deucaa Dar.a co?lnbar em casa de
hQtcem solieiro, a tratar a ra da Madre de
Dos b. 6, junto a cnar '3.________________
iVsjfcaMaiaV sa^s
Pre Ua se de u,a aio.. de cosinha para c,asa
de /jequeoa f-milia, a rqa Drque de Casias
_. 86.________________________________
AMA
Precisa-se de orna para cosinba', a tratar na
roa Matiz da Boa-Vista n 5i. Io aodar.
Criado
Precisa-se uro, na rus da Uo'o n 65.
Vende-se uroa li aruj.jotovdragaiia, pro-
pria pa'a reeiaur-ut. loja oe cigarros, ou qual-
quer sntro negocio, i ua'ar ra da Ma ra de
Deas n. 6, jumo a goaria.
Criadas
Ni ra do Hoto.no n. 56, rrecisa-3 > le dais
cnadae, feudo urna psr rorinbar e corrprar e
oa para lavare engomma;, para pooca fami-
lia. Paga-te ceui.
riadc
A' ra da Concordia d. 120. precisa-f?- de om
para tervico de farc;.
tyenfr'Se
Caixeiro
P-ectsa-se de um cora pratica de molhados,
.tratar com Lopes Albino C, cu ra <.o Pajs
eaoo n. i._____________________________
Alten cao
Vende-se qm piano rm perfaito es'ado, na
Magdalena, tratar com o dono, sitio oefroote
a praca J< a? Alfred '. ___
A casa da rna A:ul n. M, fregueza de S.
ief, tratar com Munotl Das ta S. va Guima-
rses, roa lo Livrairemo n 18.
DIVERSOS
Flix *Barfdeira
9Rna do Ccmmercic9
Recebe carga, eacommeavJae, passagens e di
_ubeiro frete at a 10 boras da manca do dia
oa* partida.
' Cbams-ee a stten.o dos Sri.Jcarregadoree
para a clausula 10* dos eoobeclmenios qoe a
seguirte :
. No caso, de hay,er alguxa reejamaco con-,
tra a Companhia, p'or.avan oa perda. deve ser I
(sita poeecrpto coagentedespectivo do porto
d descarga, dentro de tres dtis depois de fina
ipade. .. c l.
' ty. RWedS|0 W1^ forjxj^lslade a Compa-
nhia dea isenta' de toda.a respoosaollldade.
fESCSIPrORIO
No'Caes da eompanfcia/^PDsmbiroana
a. 12
. f.ecir.a-ro ue um wsiuutiru tura boiel,
em Macei. Trata-se aqui oa rn< do Apollo
32,1* Pj18^___________________________
Aloga-se o 1* andar do sobrado n. 7i da
roa de S. Jorge com 2 sal.s. I quartos,, J ga-
binetes, cosiuha K DI tro e fresco ; traiar na n d .sboe n. 2,
alambiques de cobre
Vende-se moilo Daratc, dona novo?, para 150
caadas, a tratar ra da Palma n. 108.
Ave do '*araizo
51 rna da Imperatrlz 51
Becebem das priucipaea pracaF da Eu- j petnh'lPPlH Pt OJl
ropa, quinzenalmenre as mais alt^s No- I
vidades e ALBERTO CARDOSO & C.
Urna- casa com i cortaa de (De. -carnija e
solo alto, tendo 3.quanos, 2.aalas. corre,cr in-
dependeote, coeirha espesa e quintal bastan-
tante gr. ode com'l itlceirc, sita :a* Velba
de Sai la Rita o. 69.
O i ho da casa proprio e g;i ?,Te-?e 3 mes-
ma livre e destmbar Qi.-i. de qoalqoer onus.
A'tratar com Manie' Dias da 8il"a Guima-
res, roa do Livramento o. 18.
Vende-se
ptimo negocio
D-se socieJade em
LUZ
CuuiU. esiar par alujar ui pequeo
mroparlimenio da cr.sa n, 4 roa dc.BemOca,
[Magdalena, proprlo para taibo de car oes verdes,
barbelro, sapateiro, etc., tratar ion. 6, mer-
ecerla.
Vende-se om chl-t na estrada real bo
Arrala! n. 40 A, com 60 palmos de freo e, 320
de fondo, arborlsado e frente murada, com pot-
ito de ferro, tratar no mesmo, perto di Man-
gabelra de Cima.
PrcCl a-se ae ama ama, a trotar l venoa
do Visir ra larga do Rotarlo n. 14.
13
LOtfGMAN MARTIKEZ
NBW-YORK
Livre de Exploso, Fumaba e Mao
rCheiro A' vendo em todos-os arm-
zens de seceos e molhados.
Cum coitricT^ffioVrtW.aVB^WOO
"teniafs, nma isa Cni 6gos, lta ett e o
ponto de'r&'sdi e Catnft. om Qfiqdi. e nuito
Sirio dos banboa salgado?. Trala-ie a roa
srqoei de Olinda 1.16.
mercia bem locasado
e qae faz bom negocio.
4. tratar rua do frai
da Victoria n. "0 loja.
Ao eontiuercio
Jco Lobo sc:entifca ao commercio e
I quem interessar pessa que vendeu,
ive* e desembaraQado de qualquer onua
ao Sr. Manoel Moreira Reis o seu esta-
belecim*-nto de alfaiataria e bem como
todas as fazendas existentes no mesmo
estabelecimento s;to a ru- do Imp-trador
hoje Quinzo de Novembro n 26, pelo
que, quem se julgar prajudicade, apre-
sente-se no prazo de 8 cas a cortar pu-
blicsySo des e, que ser promt.mente
satisfeito.
Recife, 20 de Fevereiro de 1896
Joao Lobo.
Pedreiros
Para nma obr
capital, oontraiam se padreiroa
oaa ; no caeB andar.
e carpioas
importante lora da
e carp-
. 30, 1
9
4f| H:W
51 Roa da I supera triz 5 i
ALBERTO CARDOSO & C.
A 'j Exmas- Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, vore saioide sed* re-
eblVE DO PiRAlZO
i
;

. -\
.< -
W I
MUlaSDO


.* H

/>
B

Diarlo de Pernambneo Calillado $9 de Feverelro de 189G
Remedios que curam
NF.H META
NEM MOD-IFICACAO DE COSTURES
I
C9
O
?
4 =
s
i *
o
-3
O.
O
Q
I
ss
c
w
o
o
c.
o.
o
Compadre
-
o
O
o
I
especficos de
Eugenio Marques de ollanda
>u si, cttroba manae-Cura to.
das a mol<-8iiii9 d pelie, rh'-umatiamos agu-
dos ou chronic i?, todas as affecces de origen
syphilitica, escrfulas, ulceras, bobas darthros
e enipinge ?.
fllulasde wclam'na "ombntem as
prls^s do ventre as em-baquecas e sao djpu
rativas e reguladoras
Elixir de imheribina-Restabelece
os dvsii.ptic s, facilita as JigestOes e proraove
a defeca 51 o.
V mi ti de annanaz ferruginoso e
Cjuinad -Para os chloro'.inemicos, debela a
potuiia intertropical, rrconstitue os hydropi.
eos, beribencos e ronvaleseentes
Xarope de flor de arueira e mu-
tamba-Muito recorr-memiaio na bronebite,
na betiiptise c ras lomea agudas ou chroai.
cas, na influenza o asthma.
Xarope de nnilunR e flores de
laraageii as < 001ra msouioias, nevrose
cardiaca, liysteri-mos, clicas hepticas, tos
ses nervosas, asibma, coqueluche e convulsOea
das enancas.
Yinlio de cacao, p<*ptona e lacto
phOsphat de cal quinadoC ntra o
rachili.-Jio das cianeas. >iesenvolvenilo*as,
reanimando t> organero 1 faz recuperar as
torcas perdidas por molestias prolongadas e
ao> ma.
Estes e oulros preparados do Ilustre clnico
continuara a ser fabricados Bornela no seu
afain do Laboratorio a ra Viseen le do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as mitacSes
Vendemsa as fharniacias e Drogaras
deste Estado e no deposito geral a > Largo da
Companhia lern imbucana n. 6.1- andar, es
criptorio de Jo-c Mutumb >.
Co.rpdre vot ojea oa onde compra gne-
ros para oa despensa ?
Eu Ibe dlco:
Ha mnitos aonos que compro em uro artra*
xem, e nao me con ia que nlDgoem seja mate
bem pervi 10 eta oct*a 1 a-te ; comp'0 all, por
que encentro o qoe preciso, den a cola e mn-
(3o eEtoo Mlltftti o.
Em precoH 0S0 ba qcem venda mais bsrato
?> todos os gereroe fSo de prime ra qaalidaae ;
a hoa marteu', o rom -ha, o bom queijo de
?ierB qealinartee, o bcoi vinto de iceta a
Serra bi Estrella, o oorii virbo do Pcrto &
mis baixu mai* alia qailula-'e, is bons lico-
res, o fcooi charup-gne, tin-r*Ir ei te 'u-'i qiHDk
se pode deseja^ p-ra orne boa dMpanw.
E le*tD tarrbfcn om coro pie to eo'ti n eo de
ob'js de imp, come g.j-oj eesta p.-u cim-j
pras, balaca pata part, ronpeiros, bergos e*
lindas canteas.
Obrlgado cempadre palo qne me diz, porqu*
a vi g est muito cara, vio mandar comprar o
que Dreciaar nesse a'mzeT).
Pois mande compadre qoe ba de flear Eatis-
feito.
Oloe o aolitro armasen) de
Pocas Mrndt'S k C.
RA ESTBEITA DO R11SARIO (JUNTO 4
IGP.EJA)
Sei code comp'dre
ANTI-DEPERDI DO R
REGULADOR
DO CORACAO
OLr
ELIXIR VINOSO
De Sabor agradavel; poderoso contra
Affeccoes cardiacas, Cansaco, etc.
Estimula o sistema muscular e nervoso.
Fklis, 22, rae Drouot.
1 ..-^--.r
SAUDE PARA TODOS.
1

UNGUENmjUOLLOWAY
O Ungento de Honoway tim remedio "infallivel pv : -i!>.s de pernt i e do peito ; tambem para as ferida
anufias chagas e ulceras. E famoso para a gota eo: mmo e para todas as enfermidades de peito nao
se reconhet
Para os males de garganta, bronc, a resfriamentos e tosses.
j Tumores as (laadulas e toda as molestias da pelle nao teem semellianie e para os membros contxahidOBO
juncturas recias, obra como por encanto.
Deiites
Termina a l crrivel dor de dentea uaai
da o excelleutye preparado de Mane
Cardoao Jnior.
As cartas que lhe tena aido dirigid
pelos jornaes de maior cirealac&o, att;
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francicu Maaoel da Si!
fu 6c C., raa do Marques de Olicd-
a. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque d-
ixias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita fit
tioaario n. 3.
Pharmacia Aifredo i<*erreiraf ra >
So da Victoria r. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar-
o\ do i'osario n. 13.
Es^tsi edicinas sio preparadas sAmente no Estabclecimento do Professor Hollowav,
78, NEW OXFORD 8TEEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E vndense em todas as pharmacias do universa
tS' Os compradores sio convidado respeitdsamente a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se nao teem a direccao,
533. Oxford Street, sao falsificaoci.
Ama
P.eciia-se de urna qu Hlba cosinha- em,
para casa ae familia, pajta-se bom rrdenaio, a
Katar a roa no L'vrameuio e. i\. fabrica a va-
por de ccalo
^/ende-se
Un sobradj de I andar b. 43, em Olind.i,
ra do Amparo, tom 35 palir.O le frente e 3Q0
de fdodo, com 5 ps de coqo-'iro, oaudu fructo,
terreno prop'io, a tratar 0" mismo.
Objecto perdido
Qaem achdr urna earieln de cigarros, de
CO'O, com mcnoKraiiKre, e re.-titeir a t-ea dono
3 raa 1 opjnal n 143, es lia, rece&er q ca,ao.
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fViaiieiras de con^truc^ao a
aateiiaes parae difica^ao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, veode em sea armazern oo caes do Apol-
lo r. 73:
Maderas para constmcc&o.
Cal branca de 'guaribe.
Cal preta.
Cal virgtm para assocar man s
Tijollos de ladrilti' e com
Tijcll08 refractarios.
praa de cantarla para lotatfM. ate
frande liquidacjo
ART1G0S PARA SAPATE1R0 E CORRlEIRO
Uanoel Jcaqoim Pereira, liquidatario da Brm>
Alfredo A Fernsn^es, fa asiente ao respeltsvel
roblico em ceral e seos numerosos fregneze?
ijoe tem graode sorlinieDto em expos'cao e a
dir-pos ,-ao de todos os .-eguites anigos :
Bezerros.
Cruro de lustre Corcellus.
Caroeiros de lastre.
B> xerros pintados'
Cbagrin8.
Vaqoetas da Rasis.
Montos.
Sola de lustre
Sola branca.
Charlte verdadelro e imitacao.
Tapetes de diversos padrGe*.
Marroquios brancos e de ores.
Epadores deiiiveria qualidades.
Elstico?.
E maitos onttos artigos attlneates a seme-
Ibante genero de negocio, ludo por precos sem
comtetencia, e bem as im carrlnhos para me-
ninos, obra bem feila e acabada com eeme't,
perfeicao e Bolldex.
Ra 1* de Marco o. 15
j
" Um cliero exquisito "
9
8. A., a. a Dxiqnaza do Tortu
Suave e delicado odorfero 8emelhante propria Rosa.
O mais delicicsG de todos es Perfumen
O d'ATiONSON o uaico verdadaira e original
Os Perfumes Inglezes de Atkinson
sao muito superiores s ouras fabrioaces; conservara a sua forca inteira e possuem <
cheiro delicado das flores naturaes :
0P0P0NAX, FRANGIPANE, ESS. QOUQUET, HELIOTROPE, JOCKEY-CLUB
o todas os aromas preteridos.
Ar5n+ftl'S1'-eo Ata TTM,r'.ftr>oet? aulhenlictdade 6 guarantidt pilo letrelro azul a amanillo, em
*Ctttb9r"Se a mikaVfOSBi forma de escudo, e a maroi de fabrica o WHITE ROSE.,
su todas as casas is 'tnKLMtiuoa e a dos rABiacANTEs. J. & E. Ai KINSGN. 2i, Od BoDd Street, oiidrei.
*Pf3f*ZPPPPf*&PPf^^
FA
Aviso s ]\dcais L& I^arrtilia
HA o mellior alimento para as crianzas de tenra idado
#^ e o alimento o mais completo nao precisando seno ap-ua
---------A para a sua preparaco.
NF O T I t alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
" *^4 i& o nico alimento recommendado por todos os mdicos.
Exigir o nome NESTLE sobre todas as caixinhas.
GONDE1STSADO TXTTTlgggHPT ."F!
Verddeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
Exiaipo ninlio de paasarinhos sobre todas as caixinhas
HeNRI NESTLE om Vcucv EraPARIS, 1 (I. lue .ln Parc-Kuvnl.
riENRI HMILt em VEVEY. Em LONDRES, 48, Cannon Street, K.-O
Acia ae no BRAZIL em todas as Pharmacia, Drogaras, Casa Importantes de Enejara* e Armaiena de Cha.
Ourives Oc-
culista
T.EODCRO JCSE'RAMOS DE MELLO
E-1-1 Mecido com ofneina de ourives i ra s>
Ltraoftel'aa o. (, avisa aos seas freguetes e a.
'e#i eitavel publico, que ma-itm rffieiaer hab
.- : -.ni.* para execc^o de qoalquer trabalbi
id (-ri<-r)!e a sua grip, especialmente cravaefle-
aara brilbaales, ocotos, penctnex, mooocn
nura se, pratela-se qoalrjoer metal, oncer
tos 'a n qo8 te madrereroia ou ontra qualque
especie, flaranliooo frefics D odeos.
Cal Branca e Vir *
gem
de tfattTUHribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unce
exploradora de cal brao'
ca e virgein, avisa aos
consumidores q e nao
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os vtraadeiros pro-
ductos se ene ntram em
seu armazern do
Caes o Apollo n. 73
Olfereee-se
Um mejocuf disoonhp de te do o dl8, para
alcuma occopacao no R-cif., isto Irapicne:
auem pncisa d>ixecataoa tjpograpbla desta
Dao*, cm as iniciaes A ti.
aixa (Tagua
A Compaotii? do Beberibe deseja dlppor do
ealfl io que servio r8 calxa d'agua a :ua dos
Pl'fS.
E" urna excelleoie silcarSo ca a editicf.r,ao.
TTliir
^uadasLaraugeiras n. 1
Casa em Olinda
Alagab-1 cria roe Milagres rom frente para
o mar, bons ccmaodoi>, prepra para quem
prf laar p?8r de bsolos calcados, a tratar ca
roa i c Ctbuga o. 18.
Liquidado
A I ja Paria; n' America ten-
do de liquidar di versa* f-
tendas de modas chama at-
CencSo de sea fregueses para
grandes atiatimentosde pre*
eos.
Raa do II. da Victoria 18
Per nam buco
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O rae de sortimento de meias propria
pars padree, conegog e bispoa.
Merinos pretos, superior qualidade na
7E DO PAEAISD
51 Una da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSQ &t 0.
Cosinheirn ou cosioheira
P e:isa-se de uqd bom cosiDheiro ou cos*
nbelra, oa roa do Bemfica D. 18, Passagem da
Magdalena
Atfen;ao
Tendo desapparecido oa segunda-feira 2i do
correte, um rapaz de oome Delpblno Martlos,
chega o recentemen e da Europa, pede-se a
quem o eoceoiroo ou delle tiver noticias & favor
de i a'tir-ipar ua Torre, roa do Rio o. 13, ou na
la co Visara n. 33 que ser gn-lficado.
MEDALHA8 de PRATA, de PRATA DOURADA e de OEO
Academia de Hedicina Paria, 12de Junho 189, Academia das Scieuciat Paria, 1ra de Abril 1891
caSCaRIHE LtPBlHcc
^fW^^ VERDDEIRO ESPECIFICO **WF
contra a PRISO de VENTRE
O t ratamente pela Cucarine nao impae a modlllcacao dos hbitos de cada
um, e pude ser seguido por todos em todas as occasioes.Cura radicalmente -
A PRISAO de VENTRE CHRONICA.! AS OOENCAS OO Fl G A DO
A PRISAO DE VENTRE das Multares A ATONA DO INTESTINO
qne esUo graTidas ou dio de mamar. AS HEM0RRH0IDA8, as mas dieettSei
UkU OU DU'AS PU.ULA* l NOtTK ou ao jantar (rs/a-as o Prospecto)
ENVIA-SE QRATU4XAMCNTC A AMOSTRA
DL-ipr-se oa escrever : CASA K. JtWrHXMCM. Plurmaclen i Bourges (Pnncel
Deposito PERNABCBUOO : C" de Drogas S Productos Cnimicos.'
i
OleoteFigadoJacalhao
DOUTOR DUCOUX
lodo-lvrrugitiOHo, com Quina e com Casca
de jLaranja amarga.
--------1na ai-----------
Quando se trata de curar as
DOENQAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATISMO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dio sempre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tem mo posto qual-
quer e que a sua composicSo o faz eminentemente tnico o corroborante.
Deposito geral: 7, Boulevard Donain, em FA&IS
Aoha-ae para Tender em todaa as Pharmacias Drogaras acreditadas do Universo.
Iteaeon/iar-se don FalsiflcacoeH e Imititcuen.
Eogommadeira
Precisa ee de om? laodeita e eogommadeira
ra C^miobo novo o. 120.
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struc^o.
Cosinheira e criado
Preo i.ta-sc na raa de Pay-
sand n. 19.
Semf ntes de hortali^ad
DA NOVA C0LHE1TA
Cooipleto 8ortinento.
Roa Eatreita do Rosario n. 9
Pocas Meodts & C
Aluga-se
O aTNDde arroaiem ra nova de Santa H la
n. 79. com grande prpja para qoalquer r^mp
de oeff co em sita escala, com opmno raee
para errbarqce, gunlatte e um grande telbti-
ro bem construyo ; iratar na roa Pedro Affon-
eo n. 9.
Terreno murado
Veode-te o grande terreno morado, situado
' 03 esquina da roa de S. Jo&o. que servio de
armaiem da Ccmpanbla do Beberibe, e qn1
presta-fe a ediBca^ae de rxuitas casas: a tra-
er na Ccmracba do Beberibe.
S|s.tg
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< O'b B o-
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tO t^lr.
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s
Cosinheira
Precsa-ge de urna peii-
ta cosinheira para casa de
familia de duas pessoas.
A tratar na ra do Impe-
rador u. 23, segundo anda/*
Cosinheira
P ecisa-ce de una boa cosinheira que don;.:
em casa dos pan Oes, pafandc-f.e bem ordena-
do, no Caminno INova n. i 20
Aviso
Partde & C-, de cuja firma sao sccios Anto-
nio Florentino Pirene e Mancel Vicente di?
6an ca, avism ao n,n nenio quenesta data re-
tira*si migavelmente o frcio Manael Vioeot-
ffB Santos, pago e eatisfeito de seo capital e
lucro, acmittindo em t-uhstruicao como f oci
da merma firma Pedro Joo Alies, ficando o
activo e passivo ta extlncta sociedade a caree
e responesblhdade do scclo Antonio FlcrtLtii.c
Parede.
Timbab, J7 d> Jsnel'O 189".
P^te ^ C.
rhegou rjhegru!
PARA A
A mais alta phant8ia d'esta ettayao
Tnd8Bmo chifon de seda & Mara
Stuart!
Variadissimo sortimento de pbantuina
em l&s, algodSo e seda.
AYEDGPARAIZC
51RA DA IMPEBATRIZ 51 ^
Alberto Cardse C.'
55 ANNOS DE SCGESSO
58 recompensas das quaes 17 diplomas
de honra, 16 medalhas de ouro, etc.
ALGOOL, DE HORTEL
RICQLS
nico Verddeiro Alcool de Hortela
Soberano para curar Indigestes, Dysen-
teria, Cholerlna, Dores d'Estomago, de
Coracao, do Cabeca.
Algumas gotas num copo d'agua assucarada
formam urna bebida deliciosa acalmando ins-
tanuneamente a sede e saneando a agua.
E' egualmente excellente para os domes, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epidemias
como Febres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
DP auto em PERNAKBTTCO :
%-' i09A8arB0D00TO8 CHIMI008
Regulador Ooncerta-se relog-ioa de alfcibeira, pen-
di lap de torre deigreja cbroDme'ro de
msrir.ha, caixa de mueicca, apar^lhos
elactricoa, oculos, biooculet,, ocnloa de
alcalice, joiaa e todo e qn*lquer obiwtt
tendente a arte mecbai. '.^.
Wtua Larga do oaarigV> v i
A LOJA E ARMZEM
DAS
tullir
A'
Ra Duque de Cnm 56 e S8
lj ecebeu variadiss
mo sortiftiento para
quaresrna.
Cachemiras pretas
lisas lavradas para
todos os precos.
Merios pretos lisos
ambem para ti dos os
precos.
Etamines pretos de
algodo elcoii e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e chamalotadas.
Sedas pretas lisas,
gorgoroes, suraks etc,
etc.
AIem do que cima
fica dito, liquida-se tam-
bem por precos sem
competencia urna gran-
de quantdade de ma-
dpoloes. cambraias,
fantazias, etc, etc
LOJA DAS ESTRELLAS
Roa Duque de Caxias 6 e 8
Criada
veis capa e terreo-j
Vtode e otu mobilia, tima e loilt't de ja-
caranii:, coa grande etj Ibo oal e oro rptimr
diurna -"d08, a tratar na roa da Mad e de
Den- 'i. 10.
i ee vende ddj boro terreoo coro vr
veno, ero Doarte Cocino, e oroacai-a dob Milu
grea t>m Onoaa, de taipa.-coDeria de telba
0 nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS, PERSE
VEJOS, TRACaS, BL.HEIR0S etc.
Brazlin com Seringa
insecticida
Privilegiada na Allemanha, na Blgi-
ca e registrada em t dos os paizes da
Europa.
Privilegiada ro BRAZIL SOB NO
1577.
Na Repblica Argeotina sob o n.
1377.
Nao ha MAIS PEECISAO d'uma SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZLIN' o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e mata sob garant-
JOSQUITOS e os insectos cima mena
cionados. J|>]
Prego de cada Seringa cem p 500 rs.
Encontra-sc em TODAS as Pharma-
cias.
Por -tacado as Drogaras de GUI
MABaES bRAGA & C COMPA-
NHIA DE DROGAS E FARIA SO
BblNHO & C*
iainhasdas Ala-
Precisarse de urna
criada para servico in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A' tratar na ra do Im-
perador n. 23, segundo
andar.
P3
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suje
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Afoo < enliga daPraians.
7e5.
e grao-
e bar s,
t ao e^tprem
a reem vendidas
dh ra de edro
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8
Diarlo de Pernambrico Sabbado o de Fevereiro de l&OG

3Ra Baro da Victoria3
Depols da Botica Franceza
Fbrica de Molduras
Ea'n>p^8 de tod--8 as qualidadet. Qn-drtB Sanefas para cortirades, can
die-.ri', cbain, pavicB, moldares paja retn-tos. *
p>c rrcga-isa de retrata a craion pra o qce ha c .t.-t do unj perito rtict9,a
i. basta' f ( rrhecid .
Pr< pi ra si qaa'quer tccoa:tusada com maior brevidtde.
Sinctridade e Pff 5 8 baratissimca.
~zr

GKANDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira order. ....
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais uygiem
ees da cidade do Recife
A-commodaso'es magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSe, a mal r e mais arej^da nesta capital
A cosinha acha-pe a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um franco*
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria. ,
Os proprietarioa d'este grande e luxuoso estabelecimento tenao a certeza
deque com os 'elementos que cima offerese acha-se habilitado a aatiafazcr a o
mais difficeis dos appeti-es e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jautares etc., dentro ou lora do mesmo estabelecimeeto.
s'RECOS UASOAVE1S
MOSQUITEIKOS
rua Duque de Caxias
lelephoaeo 210
DP A.3R.A. DCXQXJX Asa
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os l-
mannos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa coco c
|catffas
para forro
salla.
al
de
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos e qualida-
des.
oMANEQUINS
Casemiras pretas e de cores de 8| a 40
covado.
Sarja preta fina, pura l a 5S5C0 dem.
Morim finssimo com 24 jsrdaa de 15$ a
10(5 a peca.
Ditofrancez de 120 a 88 idem.
Dito pra noiva a 38500, 48 e 48500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o covado.
Algod&osinho T muito largo de 12$ a 8$
a pe9a.
Merino preta, pura la de 20500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 285C0 a
1$500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, nc-
v dad" a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenboe de 800 a 500.
Surbats de seda, todas as cores a 18500
e 2$ o evado.
Cachemira infestada de latas e quadros
de 20500 a 800.
Meias cruas, inglezas para horatm de
12$ a 68 a duxia.
Cam ees para homem de 808 480.
Atoslhado branco adamascado para mesa
da 48 a 28500.
Guardanapos branco adamascado de 68 a
9900O.
Completo sortimento de sedas brancas, capellas, col-
chas e fronhas tu do para Cc^ameato.
Damasco, pellucia e reps propnos para resj.osteiro:
e costinas.
Umaerrande quantdade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setineta que se
vende por barato preco.
LOJA MS ESTRELLAS
i 56 e 58 Rua Duque u Caxias 56 e 58
TELEPHONE T. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortim uto de
tpeles de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todc *
os taannos
coro inscricOes e lis c
FOLHETOM
35
nMESDlUMPUi
POR
ZiVISB SS KOHTPI
-~M."W~
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XXVIII
(Centinuac5o)
Viam-se tambem horaens em trajoa
burguezes e mulheres de cara suspeita.
Toda essa genta ia, v nba, fumava,
discuta acontecmentos do da e o
resultado dos combates parciaes dados
tropas de Versa;lies.
Circolava no meio de toda essa geote
ama auvem e esp oes, prestando atten-
c8" e recolbe- do ss menores palavras.
T' momento era que Servis Duplat
ent ava, um homom parou dianta dele.
Es-e hemem te? trinta anno. Vesta
um casado bnrguez e chapeo la'go, de
feltro. Tinha na mo una grande ma-
traca de madeir.
Era em duvida algom camponez das
immedi'cOesde Par.s, jardineiro horte-
l&o de Peuteopx ou d'Argentenil.
Sabia do escriptorio ocoapado pelos
del gadea do comit central, que, repe-
..TT ?.
I)PllSDSD
38-Rua do Ba da Vctcria
t
*.
Tem recebido ullimamSnte de Paris um vanado
sortimento em:
Sedas brancas, prclas e de cores para grande
esculla.
Ricos corles de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas e com desenhos.
Espartiihos finos em seda e de brim.
-..-
rendas
XIV.
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
'______;o-;----------
Camisas de seda c de iinho guarnecidas de
e fitas.
Lcques demadriperola e de phantasia a Lu
AO VERMIFUG
I
!''on)ii!;i.'u e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHvRM \ EUTI O
:.;:::: :::li::il n .sucha s nmk'M sa zlzil
APPliOVADA PELA INSl'ECTOKIA DE HYGIKNE
Esta Erau.so t'a.z expellir completamente ein poucaj be ras os vermes iu-
testinaes, conhucidns vulgarmente com o nome da louibrisra?. Tem vantagem
sobre os Jeuiais medicamentos euipregados para o raesrao tiiu, a do nito ser preciso
purgantes depois de oeu uso e ser agr&davel ao paladar, podendo ser usada pelas
creanvf- 8em repugnancia. Em sua composifo nao entrara substancias mina-
raes que de inaudrm de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos coiberas das de 8'>pa. Crianzas colheres das de cha. De fe ser
tomada pela macha bem eedo, pur ou misturada com caf, leite, ou S
com agua adocada.
l'reco 1/2 vidro
I
Puaia d- 1/2 a
1 i
DEPOSITO O:ERAL
Praca MacielPinhbiro' .
16000
amo
i08000
2050QI
Pharmacia Ferrkiba
PEKNAMUCO
Cortinados de ild para cama.
lleias de seda e de fio de escossia para bomem
c ,ccnliora.
EStiteiras brancas e de plianlasia.
Tees e alcatifas para forro de casa.
Alniofadas bordadas a ouro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
v rara r: "^ "if
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Grande escolha em tecidos de algodao.
TELGPHONE---59
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* AUGMENTA It
4 H > < P TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMPEDE A CAHIDA DO CABELLO r-
& PERFUMA ^
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DELICADO
AGUA
FLORIDA
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PURA il SEM
RICA RIVAL
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LAHXAN
Man tem sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
IMITA^ES.
DURADOIRO
33
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05
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Rua Larga d Hosario ns. 29, Sil e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccSo de seu hbil proprietari* LIA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .atjrna, j pela promptido e aceio do serV50 culinario aduaneiro, ja,
tairbeai pela pos9o hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformafes por que tem passado este Hotel, conse-
g'0 afinal o seu incaucavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
deve sel preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da mclhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERITIVOS
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijoa flamengos, suissos e do serto, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ABB6A
E' esplendido o sortimento de vinhos Figuera, Bordeaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes eoutros aperitivos & a se boiro,oos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importa9go, principalmente vinho Bordeaux em quartolas a
cognacs finissimos, que vende as melhores condicoes do marcado e presos sem
competencia.
GRANDE HOTEL C0MMRC1AL
"I
CAPi'ARlM
ESfES.PISJ CSATI70BP3SVEHTI7Q ZLWINIU.
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Dygiene
A CAPPAPINA, piodoitodi flora Drai'l ira e om remano ao >LTjitj proliio?o oao s pa.
r a rora A CAI'PARhNA. lm deltas pr<.pricda^e pre. hm, |pm VKDtageos sobre os demi reme-
1ios un n-t-n a o* a< Mo|e p?ra r mesm? fltj, a es ra Erv?ipel, como lamhem de obstar a aerforroaiao da< diversas parlen do c rpo. lies co.
ido : os bracos as peroar, o> seretes, molestia c otieciua sobre o uome d9 lilepbantiases
Eryslpela braoca.
A CAPPABIN' \ 6 de igual efiS:acia para corar a Lyxpbati'e.
N. B. Cada fraco acompaobado por iostrorcots e atleatad.s qoe sao entras tantas
;as da verJade:ra rmcacia dele novo medicamento.
DEPOSITO
Botira Frauceza
Rua do Bom-JeBus n. 22 ("artiga da Cruz)
PERNAMBUCO '
timos, ali permaoeciam recebendo ordens
da cmara.
Ora, at que emfim nos encentra,
moa disse o h-m-m da matraca, segu-
rando o braco do capitao.
Duplat quiz se desembaragar delle.
__Larga o brago, Merlin disea elle.
Tenho muito que fazer... E' coiaa seria
e argenta !
M s o outro, que o ex-forriel acaba va
de chamar Merlin, ofto o deixou e, incli
nando-se para elle, disse-lhe ao ouvido :
Com i igo tambem serio e urgente,
muito urgente Preciso falar-te.
Mais tarde, homem I Repito que
tenho um nesocio para j !
Que ?
Mandar um sujeito para a Grande
Roquette.
Merlin apertou-lhe o bra^o com for$a.
Toma cuidado !... tornou elle n'um
tom cada vez mais mysterioso.
Cem^t C>mo tomar cuidado ? re-
plicn o capitSo. Queres te divertir
minha costa ?
Nao, nunca...
O tal sujeito me iusultou .. D-.sar-
miu me !... Quiz me matar l
Se o n2o tez, melhor para ti! Fi-
caste-lhe deve do a vida 1. ..
Msrlin abaxava a voz.
E, se nio s urna besta, deves-lhe
timbem um Baquiano de ouro...
Un Bacco da ouro I repatio maqui-
nal mente Servis falando baixo.
De ouro, sm l
Estas ultimas palavras prodoziram um
effeito coosider*vel Bub'e o capito.^
Su colera contra Gilbert Ro'.in e
ODntra o vigario do Saint-Ambroise de-
trescia.
A mi raga m do ouro fazia-o quasi es-
queee^ ambos.
Um sacco de ouro balbuciou ell*
Sim.
Alguma visita domic liaiia a faz r?
Nao.
EntSo que ? Explica-te.
Aqui, nao.
Por que ?
Porque podiatn nOS buvir e eu nao
quero ser ouvido...
Neste C'bo vamos i tua residencia.
Ha muitos locatarios na nova casa
e as paredes sSo de papel...
EntSo um grande egredo que
tena a dizer.me ?
Talvez... E a coisa nos intereasa...
Bem, vamos, fez Daplat, .restan-
do Merlin. Eu sei de um canto onde
pederemos falar tranquilamente, sem
receio de ouvidos indiscretos.
E, sahindo da matrtV.tomou a avenida
Parmentier, subindo pela rua do Gho-
miuvert.
Merlin caminhava silenciosamente ao
lado delle.
Nessa poca, no ponto de encontr
da rua e da avenida, luvia urna casa
era construcj&o, cujas obras estavam
terminadas, mais cujos trabalhos iot-r-
no8 tinham sido suspensos em vista dos
acontecimentos.
Foi para ah que Duplat levou o seu
mysterioso compRnheiro.
L dentro, disse elle, tararemos
melhor, sem que ninguem nos ouca...
Nenhum and a i me, ou coica que o va-
lha uppunha.se a entrada do ed fcio em
co"8truccSo.
O que h.via dautes f6ra demolido e
queimado durante o sitio. -
Canteloso e expeliente, o proprietario
do immovel n&o construir outro.
Tomando Merlin pelo braco, Duplat
guiou-o pela esoada do porto. Embaixo
dessa eicada, elle parou.
Alto aqui!
Estamos a vontade I
Sentenr.'-nos...

Merlin, que so deixara guir, tomn
aesento n'nmas pedras que o ex-forriel
decora va cem o nome de cadeiras.
Ao redor dos dois, havia urna escu-
rido profunda*
Nenhum ruido exterior ia perturbar
aqualle silencio de morte.
Sentados, um perto do outro, nao se
viam.
Ap-oveitando a esnurdao, Merlin ti-
rou do bolso urna faca hespanhola, espi-
cie de punhal-canivets, e abriu- segu-
r.ndo a com a mSo esquerda.
Agota podemos falar, dissa o ca-
pit&o.
__Escuta, comacuu Merlin, escuta e
nao te espantes, como um burro, com o
que eu te vou dizer ; sobretudo'pSj urna
rolba na bocea...
Vamos ter, entSo, alguma sorpresa
meu velho 1 perguntou Servis DupLt.
Sim, ume verdadeira sorpresa, ct-
dado capitao 1
VejamoB. .
Merlin eslon-se um iastante.
O caso este, diese elle. Eu aca-
bo de ebegar de Versailles...
N&o admira 1 interrompeu o ex-
forriel, porque sei que daas ou tres ve-
zes por semana tu va, disfamado em
camponez, ouvir o que se passa entre os
reaes para dar coatai oommuna e ao
comit central.
Isto que edicacSo, hein re-
plicn Merlin.
E', na verdad*, muita dedicsc&o I
Quem qoe te nSLo conhee ? E's um
bom e valnte servidor, mais perigoso e
subtil que a mais subtil daB moscas da
prefeitura de polica !
Nioiuem pode negar que artisco a
pella !. .*.
L isso ... Mas um ba lo dia ficas
por l...
Ora S se merre ama vez
EMULSAO
oe SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
COM HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
7o agradavel ao paladar como o hite,
Approvada pela Junta Central de Hy
Biene Publica e autorisada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES
A venda as principaes boticas e drogaras.
BOWf*E, CHIMICOS. NOVA YORK.
SCOTT &
que se paua em Ver-
desagrada-
poder
E que
sa lies ?
Oh 1 muita cousa
vel...
Para quem '-
Para os que lutam contra
legal...
O qoe ? O que ? O pider legal ?
fez Daplat escandalisado, alteando a
voz.
Silencio murmurou o mysterioso
personagem, apenando o cabo da fac,
prompto a ferir o companheiro se esie o
comproniettesse.
Depois accresceotou :
Sim, coisas desagrada veis...
Para nos, para tsdos os q com mua ?...
__Sim, e eu nao te mando dizer
digo-te eu mesmo : a Comnuna que est
nhi, esa lambiia, meu velhe Duplat.
__Viste isso de tua janella ? pergun-
tou Ssrvais, zombando.
Sim, de minba ji-nalla fechada ..
_ E que disem elles, os saltimbsn-
cos da Versailles ? Que projectam ellos ?
Um assalto Pars...
O ex forriel gargalhou urna de suas
rocas habituaos
Oh la la Poem vir Ho de
ser recebidos a metralha no focinho !
Isso de metralha ainda est em ex-
periencia. nao provou beta.*.
Por falta de comm^n-danU... Mas,
havendo um thebas du c^rayo na barri-
ga, o caso muda de figura !
E' possive, poosivel, mas onda
v3o bascar esse thebas"\
J o t-mos c.. .
Ah ah e quem elle ?
Dombrowsky Com elle estamos
arranjdoa : ou a coisa ?ai ou diz porque.
nao xai 1. .
Acreditis metmo ?...
Tito erto cemo dois com dosfazem
quatro !
Nao Sbes, porm, que ha duzentos
mil homens em Versailles.
-S?
Aclis pouco ?
Com os.diabos I fez Servis, coca,
do a orelha! Eu nSo digo isso : pelo
contrario...
Ests me parecende menos besta
que o teus commandados...
Obrigado I
Nao ba de que... Acreditas que a
nossa situaco possa se proloogar muito
tempo T
De certo !
Acreditas, entSo, que a C.mmuaa
torne-se um governo acceite por todo o
mundo ? Um governo que dirigir a
Franca e que eeja reconhecido pelas po-
tencias europeas ?...
O capitao dos federalistas, admirado
pelo rumo que ia tomando a conversa
coca va anda mais a o re ha
A que vem isso? mnrmurou elle.
Merlin continuou |
Acreditas, emfim, que a era pala
que deve fazer leis, administrar finan-
cas, commandar o exercito, e que tudo
isso far a felicidade dopovo?... O.a,
vamos.., rtciooina um pouco... Acre-
ditas?
Que queres t que eu| raciocine ?
Tudo isso noviJade para mim.
depo b eu me rio da CommuDa 1
E como que a serves ?
[Continua).
E
Typographia do Qiar.

1
V.
-

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I i
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Full Text
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