Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19800


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Full Text


Sexta-felra 8 de Fevereiro de 1890
vi tii:ito 48
*
DE
RNMBUG

PSePBIBB^BB BE M&K0H. FIG^fSQA BS F&RJ& & VI&BeS
PARA A CAPITAL E LUGARES
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Nunrero avulso do mesmo dia
REDACTORES ANTONIO
ONDE NAO SE PAGA PORTE
WITRTJVIO PIIVTO BAXDEIBA E ACCIOLI DE VASCOIVCEJTJLOS e MAXOEL ARAO
15#000
30&000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE i>BLJCAC0ES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C, resideDles em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .. 6J500
Por om anno adiantado .. 33|000
Por trimestre vencido. .... 9$000
Numero avulso de dias anteriores. $200
nmtr
Telegrammas
Rio 4e Janeiro, 2; de revereiro,
s 4 horas e 3-, minutos da tarde (recebi-
do nu estaco-as 9 horas e 2> minutos da
noite e entregue- as 9 horas e 40 mi-
nutos).
Conferenciando tom o Sr. ministro
do exterior, Veiga Cabral declarou
contar ainda eom desacatos novos ha-
vidos no Amap e no nosso consula-
do de Cayenna, affirmando estar
prompto a voltar a,defender o direito
do Brazil.
Declarou-se greve no pessoal da
fabrica do Corcovado, despedndo-se
500 operarios e fechando fabrica.
Consta que ser extincta a alfandega
de S. Paulo, ou baixar segunda
classe.
_ DIAH10 DE PERNAMBICO
RECIFE, 23 DE FEVEREIRO DE
1896
Casamento civil
(Conlinuagao;
Ha circumscripges no Braz'.l em que o
gentimento religioso est tao realmente syste-
matisa lo queexclue qualquar pratica que li-
geramente mesmo paregalhe infensa e alm
do.que gosam effeclivamente da autonoma lo-
eal.ceino Minas Geaes.onde mal penetra o re*
flexo das leis da Uniao e onde ao mesmo lem-
po a vida poltica deslisa-se serenamente li-
vre de romraoges, ou das lucias partidarias,
ou do autoritarismo.
O interassa poltico pede que em Mago a
localidades de grande importancia ou Estado
em condigjs semelhantes guaide-se a conve-
niencia de nao ferir melindres, evitando-se
qualquercausa fortemenle perturbadora da paz
em que vivera, na hvpothese de importar tal
successo ocaso que nos referimos, de man
ter a execugao da lei discordante com os seus
sentimentos religicso?.
Mesmo, porque, abi os effeitos da no execu*
cao da le serao neutralisados pela torga dos
costumes que formam a lei a qual se subor-
dina aopimj geral assim nao deixaria um
berdeiro de ebtera successao dos seus ascen-
dentes ; os effeitos sociaes da illegitimidade
seriam nullos, como se nao existissem, e a
tolerancia da magistratura local tende a se*
frurar um tal nsultado.
Nao ba razio na impugoagao feita ao casa-
mento civil, caracterisando'o como ante-re-
ligioso ou capaz de perverter a ndole relig o*
ga do povo.
- Nesta parte os interesses da sociedade civil
no esio em conflicto com a religiao professa-
da pela grande maioria dos individuos que a
formam
A religiao um fado social, como o casa-
mento ; na sociedade existe um conjuncto de
fun iGcs para as quaes existem orgaos corres-
pond nts ; as duas espheras de sociabilida*
de, a civil e a relig osa, penetrarara-ee, com-
pletam-se sem destruirem-se
O organismo social urna serie de pheno*
menos qne se coordenam, conderasara*se, har-
monisamse e sao a expressao fe todos os
ios indos, tendencias n necessidades da vida
humana, a livre expans&o de todas as facul-
tades ou atiributos da personaliiade, que
tomam urna forma ou typo differente, segundo
a co-existencia de todas estas manifestagOes
do grande numero de individualidades qae
fermam a sociedade, e o grande desenvolv*
melo cultural que ellas lera lido-
. As iostituigOes so um resultado do deseo-
TOlvimecto desta serie de oteresse, ideias,
sentimentos, que dominara a natureza do lio*
mam.
No estado radimentar das sociedades, no
eu embryao, as diil'ererentes manifestagOes
sociaes nao descriminam*se, e a ordem de in-
taresses diversos confundem-se ; os orgaos de
axpresao da vida social oas suas variagOes
lo os mais simples, ou accumulam funeges
iatew-amente diversas, identificandeas ; com
deienvalvimento das torcas sociaes, a medi-
da fie a espbera da vida collectiva alarga-ae,
arflaoismotda sociedade torm-se mais com-
piteo, a iodividuagSo das divtrsas funcgOee
iti'eilirbileceado-se, accantuando ss a neces-
Mria tialertnciacao.
flema coBStqueocia, formam-se novos or-
A ordem civil dascrimioa-se da ordem re-
llagosa, urna cultiva um certo genero de in-
tajweeefl, a caira, oulros; e n'esta separa-
fta a harmona que os prendem, a concordan-
* pie.os rdem unia, as desapparacem. O
eaad-o impOe obrigages, obsrvatela de re-
ina e preceiloe, sem 03 quaes a ordem social
* kapQiiivel; nao pode impr urna crtega ce-
" MUTILADO
ligtosa, ou subordinara os effeitos dos actos ci-
vls interpogigao d'uaia ceremonia religi >sa
porque Isto seria a imposigo da cri nga,
po3tergagao dos direilos ind^viduaes, e a libe'
dude de cc-nsciencia seria por este modo c-u<*'
mente violada. Nao poderilo efCapar a :>
peteocia do Estado os principios regel*do-
da constituigao da familia, pois elles bI
gem ampios interesses da ordem civil, esi u-
snas attribuigoVs estabelecer'as condiges pre-
cisas para a realisagao do casimenio, e p 1
mel dos seus funecionarios faxer cumpnr i.
observancia dos preceilos ou lais estableci-
das.
O acto do caeamento tjrnou se icevitavel
meLte civil; se do nlert-sse do Estado qu^
o casamento se realise, ou mais Un Ja se lh
falta o direito de impedi lo. cumpre-lhe esta-
blecer oa lequisitos julgados indispensavris
para que elle possa ter logar, e n'este caso ex
cluir quaesquer oulros que oo podero justa
mente ser opposlos; lomada a l^gislagao so-
bre o casamento materia religiosa, ou mixta,
outras coDdiges tu requisitos poderiam ser
oppostos em falia dos quaes a celebragao do
casamento nao poderia effectuar-se. E 11'e-te
caso mais urna diflicul ade para que elle se
ceUbrasse e se constituisae, portanto, a fami-
lia ; porque alera dos preceitos da leglslat&o
civil, liaveria os do direito cannico a obser-
var, e por vezes ji lem sido dilcil harmoni-
sa los, o que dtu logar a concrdalas, usSo
dos preceitos de urna e oulra legislagao.
Ora, nao era justo que o cidadao encontrasse
difliculdades d'esta ntu*eza, e incontestavel-
mente sempre encoLtrou, quando pertencia
urna protiseao religiosa diversa da do Estado,
ou quando estivesse incurso em qualquer pena
ecclesla8lica, por fado inteiramente exlrauho
aos interesses da sociedade civil; laes restrie-
gues ou diBcuMadesabriam fcilmente as por-
tas ao concubinato, no qual podiaro refugiar-
se os que licassem impedidos de urna uni5o
legitima.
A vida civil nSo nece sanamente a vida
religiosa ; e por mais que se supponha a torga
dos los quo as prendem, ou a Becessi -ade do
dominio da rrenga religiosa em muitos actos
da sociedade civil, mister reconhecer que
esta lem vida propria, nflaenclada embora
pelo sentimeotu religioso e pelas preoecupa-
gOes da ultra vida, que como urna correte
crusa-se com a oulra formada pelos interesses
lemporaes, e por todos es demais phenomenos
sociaes.
Todas estas espheras de cultura bHmaoa, ou
de manifestagOes da vida humana, segundo os
inslinctos, sentimentos, ideas que decorrem da
natureca do ser iutelligente, coordenam-se,
reflciem =e, como completando-se, prestam-se
um mutuo concurso e elementos de integragao;
mas nao absorvem-se e confunden! se sem
se desruirem, ou arruinarem-ae. Esta con fu-
sao primitiva de pbenomenos sociaes que tanto
condensaram-se formando-a nebulosa d'onde
sabio a historia dos poyos, dissipou-se lenta-
mente com a justa descriraioagao que foi-se
estabelecendo no decurso da evolugo das so-
ciedades humanas,
E a serie de ludas no passado entre o poder
poltico e o ecclesiastico, nao leve outra si*
goiflcagao; pois este tenda a substituirse
aquelie, que at entao coacto esforgava se por
dilatar a sua espliera de aegao. Entretan-
to, as iostituigOes do paseado, exprimindo a
anormalidade das situages, das quaes origi*
navani-se serios conflictos, delxaram ainda
persistir os tragos da sua vida anterior, como
orgaos rudimentares, que, em face das difieren-
gas, ou da transformagao do meio no decurso
do lempo, nao pdem ter desenvolvimeoto.
Na Fraoga, paiz em nenlemente catbolco, o
casamento civil esta estabelecido desde lon-
gos aonos ; j o povo nao Ibe faz resistencia
ou exprime iuconciavel aversao.
Nao vilenla o casamento civil, nSo sub-
juga a vonlade dos renles um prlncipi o
ominoso sua religiao, nao produz realmente
um verdadeiro coostrangimento ; o seu prin-
cipio do excede aos limites da plena libarda-
de de coosciencia.
O casamento civil naa religioso, oem anl*
religioso ; oira o casamento sob urna das suas
faces, aquella que est volvida sobre todos os
interesses sociaes ; deixa que a sua consa-
gragao saja livreueote effectuada pela igreja,
nao o affasia desta direcgSo o estado realisa
a parte esseacal para constituir-se a uniao
conjugal, regula a modalidade de um dos
seus elementos, sem excluir os outros,-o his-
trico nao simplifica, eliminando qualquer
urna das partes integrantes desta iostiu gai
social, complexa, e sabr a qual refleclem-se
as IradicgOes, os.eoitumes a as crengas reli-
giosas de um povo.
O casamenta setupre tave p'imitramente
es caracteres da nm fado religiosa, ao mesmo
tempo eminentemente social; e as religies
tic, ni com pretendidas nos phenomenos so-
' iaes, e sobre todos ellas tea exercido a mais
poderosa iafltteoaa.
Assim todas as iostituigOes p diucas e se-
ciaes, remoatando-sa ao mais longquo pas-
sado, principalmente, encobren)-se no denso
veo do symbolismo, e s depaU vieram-se
descobrindo em sua nudez, sem comludo pe
derem de todo os seus priail vos tragos, mais
esvaeciiod erabVa, mas pvsistiodo sobra a
iaflaeocia de um meie adverao que lencamen-
te pode transformal-a.
O temperamento moleroo nao admitte era
a intolerancia religiosa, era a intolerancia an
ti- eligiosa.
A hase fundamental da sociedade moderna
direito, e este s inconciliavel com e
q anti-social, e portanto. exclusivo do
p nio direito ; a fuocgSo suprema do estado
justica ; e este nao pode oppdr embaragos
i uniao conjugal, suborinaudj a vonlade
taquelles que querem contrahil-a aos precei-
los de urna confissao religiosa, por mais sania
e digna de veneragao que esta possa ser.
O casamento civil nao viola o direito, era
inccmpativel com a crenga religiosa.
O catholico depois de sua celebago vae
ao templo de sua religio consag^a!*o, real-
sal o mesmo, porque at entSo elle no Ibe
parece existir, cumprlo apenas urna formali*
dude, obteve urna liceoga para cootrahil-o
leple.
O acatbolico, ir peraote u altar das suas
crengas. e o atbeu ou o desta julgar que
nao precisa mais de cerimoni* alguma, r. co
1-ie-se ao lar, ou ir a igreja para satisfazer
os escrpulos do oulro conjuge, como sempre
acontece. *
E'portanto, Ilgico, dizerse que o casa-
mento civil anti*religioso.-
Necessano nos lempos em que a constitu-
gao da sociedade era theocratica, o casamento
religioso obrigalorio encootrou serios emba-
ragos depois que, em vlrtuda da sua evolugao
natural, ella foi perdendo este carcter, ou
peto menos foi elle deixando de ter a mesma
inlensidade. E isto foi comprehendido, mesmo
pelos chefes da igreja. modificando as dispo*
siges rigorosas do direito cannico; assim se
permiitia j casamento de catholicos com prc-
testantes, on entre pessoas profsseando reli-
giOes que tenhara orgem commum, ou repre-
sentem por exemrjj discordancia da forma
primitiva da outra da qual ella resultou, ex
pnmindo apenas ramiflcagOea d'um primitivo
ironco, e que manifestaram-4e depois de uiu
certo periodo histrico; era o caso dos catho-
licos e protestantes.
Entretanto, nao eram suficientes as coa*
cestes feitas, limitando os impedimentos de*
rimentee celebragao do mal: imonio.
E a todo o momento aa difiiculdad.es eran)
levantadas, para casos diversos que appre
redara, ou euscitavam-se.
A log ca impuoha a necesaidade do casa-
mento civil; 1versos pazes catholicos adopta-
ran! no ; a e em tolos vae sendo comprehen
dida a sua necessidade.
Um paiz novo como o Brazil, cujo futuro
depende da iramigrago, nao poda deixar de
adoplal-o, e nisto nao offendeu a crenga re-
ligiosa da sua populago.
O que gran (emente otleusivj aos interes-
ses de ordem publica, nao manter-se geral*
mente a e'ectiviade da sua execugao, quan-
do eslao em vigor todos os effeitos da le que
o estabeleceu, e que dizem respeito a legiti*
midade dos fl hos e a successao hereditaria.
As nulhores vantagens favorecem pois a
companhia que 6 de crer se orgaoisar quai
expontaneamente, podendo estar certa de
prestar bous servigos ao publico e com lucre
seu
Ams donos de curraes e pescadores per-
mtiido a liberdado de exercerem a sua in-
Jus'.ria, e ainda mais concede-seslaes favores
i ienticos aos da cempanhia..
Ha Tazao pois para suppor b/ns resultados
da execugo da lei a que nos referalos era
relagao ao assumpto, a resuelto do qual ues-
de multo tempo cogitou se urna medida siuu
lliale.
A L,ci 11 SO
Acaba de ser promulgada urna lei municipal
que vem incontestavelmente favorecer os in-
teresses da p.pulagao dpste Municipio, Ella
o complemeno da de 0. 58 que visou baratear
o prego porque o'peixe eslava sendo vendido;
innegavel que o prego desta mercadoria,
genero de primeira necessidade era ussjs ele-
vado, e os vendedores favorecidos por todas ae
crcumstaocias no deixavam de aproveiial-as
como melbor Ibe parecesse.
Mas, isto 8eguio-se por parta d03 pesca-
dores, dos donos de curraes urna certa reacglo,
proposito de mutilisar-iheo elTeito, abrinlo di-
fliculdades aui completa execugSo.
O publico -nao poda gosar das vantagens
proporcionadas com a lei reguladora da venda-
gem do peixe, encontrando sempre os desig-
nios, a m v ntade ou os meios pratiGos de
frustral as; e assim nao podia deixar de acon-
tecer, desde que vendagem da mercadoria de-
penda da vonlade de uta graude nuauro de
individuos, cuja ceaegao pa*a observancia da
lei era diffici! exercer, quanlo Ihes era fcil
evital a
Adir.iitido que o peixe genero de primeira
necessidade, e as praias do mar em'que pes-
ca o propriedade do Estado, oai se plerecu
sar que este leobaodlreilode mandar proceder
a peecaria por sua conta, e veo Jel-o pelo prego
que determinar; ou conceder este direito me-
diante condigOes estipuladas quem llie,
aprouver, limitando se s consideragOes de ea*
tisfazer o inter.sse publico.
Assim o forn-cimento de peixe ao publica ';a a que acorapanba a informagao prestada
por um prego razoavel, providencia legitima
em condi^es diversas das actuaes, e neces-
saris na quadra que atravessanoa, de encare-
eimento geral de tudo quanto indispensa-
vel vida, ara um servigo de utilidad pu-
blica qae podia urna ergaiMsaeao que (al*
lava.
E' esta falla que veio supprM- a lei n. 80 pu-
blicada na nossa edigao de hoatem, auto.-i*
.sando a inc Tporagao de urna companhia que
ancarregue-se da fornecimento do peixe pelo
prego S-xado na le n. 53, abservaado as anas
delermioagOes ; companbia que no praso
de 6 mezes devera estar orgaoisata conce-
dida isengao de impostos municipaei, alora de
urna subvtngo de cinco cantos de rsis que
fhe ser abosada em prestagea annaaas de
um cunto de rea.
FAKTE OFFICIAL
Geverno do Estado de Per-
nambuco
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Dr. Secretario interino
dos Negocios da Industria do dia 17
de iul/10 de i8g6.
Portarlas :
O Secretario interino dos Negocios da In-
dustria resolve dispensar o cidiuao Joao Dias
Souto do cargo de auxiliar lecboico da 3.*
Sub oirectona da 3.* Directora a seu cargo.
O Secretaiio interino dos Negocios da
Industria resolve dispensar o cidadao Miguel
Jos da Losta Meira do cargo de auxiliar te-
chuico da 3* Sub-direclona da 3.* Directora
a seu cargo.
Utflcios :
AoSr. Dr. Secretario da Fazenda.Com-
munico vos, para que vos digoeU de mandar
fazer as necessaiias olas que o bacharel Apo-
linario Aniunes Meira Hemiques, Secretario
da 2.* Dire loria geral desta Secretarla passou
a assignar-se Apolliuariu di Trinda le Meira
Henriques, segundo participou*me o respe-
ctivo director em oficio n. 139, oe 15 do cor-
rete.
Ao mesmo.Solicito a expedido das
necess'rias ordena no sentido de ser pago a
Ayres Ferreira da C ux, a quaotia de.....
3:8668183, const ule do cerullcado junio a
que lem direito pela execugao das obras de
que trata o mesmo certificado, conforme soli-
cita o Dr. director da 3 Directora desta Se-
cretaria eiu oficio sob o. 28, de 15 do cr-
rente, aeudo que essa despeza deve correr
por coma do crcdito supplementar de 12 do
mesmo mez.
aoSr. Dr. Questor policial do Estado
Envo pnra voso cooliecimeoto e devidos
bf, o incluso relatorio era origiaal e respe-
ctiva traduegao da analye procedida pelo di-
rector ao Laboratorio 1 inmico, annexo a 2.a
directora d'esta R.parligao, oa substancia que
para o estudo ioxicol.<6ico da mesma Ibe foi
remeltids pelo Dr. I epect r de Hygieoe.
Ao Sr. Dr. director geral interino da 3.'
Directora.Keitero a recommen lagao cons-
tante do oficio n 10", que em 23 de Feve-
reiroultimo, vos foi dirigido pelo qual fui au-
tonsado a corjeor enca publica para a oiulu-
sao da estrada de rodagem da cidade de Ja-
boatao ao povoado da Luz e para os reparos
deque necessita a parle da mesma, j ccos-
iruida.
Sr. director gerente ioterino da Compa
nhia Peroambucana de Navvgagao.O Dr. Se-
cretario interino manda aecusar o recebmen-
t de voseo oficio, era que commuuicaes que
o vapor S. Francisco> seguir para Aracaj e
escala, no da 18 do correle, s 5 horas da
larde
Expediente do Dr. Secretario interino
dos Negocios da Industria do da 18
deiul/wde i8gj. ^.yM saife
O lucios : "*",; --pj-fim
Ao Sr. Dr. Secretario da Fazenda. Per-
miti, que o ebefe da eecgao Manoel Joaquira
Silveira acceile a incumbencia que por porta-
ra da 13 do correnle le commettestes de
examinar em lingua franceza aos concurren-
tes ao preenchimenlo de Itgares de lerceiros
offlciaes da Secretaria a vosso cargo, ficando
ass m respondido vo so oficio o. 612, de 13
d-fte mez.
ao mesmo.Envo-vos, copia do contra-
cto nesta data, approvado, celeDrado pela 3.'
Directora deta Secretaria com o cdadiio
b'raocelmo m-ri u de AlDuquerque Mello
para sobsttuigao de madeiras n.s pontes do
2. diatncto da 3.* Sub-Jirect.ria da mesma
Directora.
Ao mesmo. Solio lo-vos a expedigSo
das necessanas ordena no sentido de ser en-
tregue ao ihesoureiro interino da 3.* Directo
ra, Alfredo Hennque de Miranda Leal, a
quant a de lo OOOSOOO, para occorrer ao paga-
mento do pessoal diarista a cargo da m-sma
Directora durante a 1.a quiozena desie mez.
coutorrae sohcitou o Dr. director respectivo
em oflicio o 229, de 16 do correte, devendo
correr easa despeza pelo art. 2" g 2.a n. 10 da
le o. 121, 'te 28 de Juuho lindo. Commu-
nic^u*8e ao Sr director geral inlerloo da 3.a
Directora.
ao Sr. Dr. Prefeito do municipio do
Recife.Knvio-vos copia do oficio que me
dirigi o Dr. Iospecior interino de Hygiene
acerca dos casos de febre amareila e existen-
cia de urna casa de sa.de no baino do Recife
de que trata o Dr. Sutenneodeote de Hy*
giane Municipal em oficio annexo ao vosso,
0; 190, de 5 do correute que flea assim res-
pondido.
b Sr. Dr. inspector da Alfandega de Per*
flambuco.-Rogo.vos providenciis no sentido
de ser informada pela Repartigao a vosso Car-
pelo director geral interino da 3- directora
deata SecretariS em oficio n. 226, de 13 do
crreme.
dado Redactor cheje do Joscal da
Commercio, Rio de Janeiro. -Reg que
mandis moscrever %lu ante um utez por
coala Ueste Estado, 00 Jornal sob vossa di.
reege, o editad ioserio no induso exeraplar
do -Diaro da Hernambec-r* onaaunlo con-
currentoa a-canstruegao do Paaseia Punteo
13 de Malo de aocordo cora a naut, que vea
igneia,dfi. provideuciar aflm d, eer apresen*
tada aui lateressados.Aguardo para os de*
vidos tina, que opporlunamenti rao enfriis a
respectiva conla.
expediente do\ir. Director Geral da /
Dvecteria
Oficios :
ao Sr. Dr. Director Geral da Secretaba
d Fazenda.Oe ordem do Dr. Segretrn
interino rogo qye-vos d^aen de pre.-tr lo*
formagHs^b^rti a petigfto jariusa de augraen'a
^ e jbJaHk^B^da contormiiade com a le a
113 de 25 de Junho ultimo, fazera Costa Reie,
Carneiro & C. conoessionarioa da Usina Mara
das Merc?.
Ao mesmo.De ordem do Dr. Secrota*
rio interino, rogo que providenciis no senti-
do de ser informada pela Directora a vosso
cargo a inclusa patigao do coronel Manoel
Xavier Carneiro de Albuqnerque na qua1 o-
licita augmento de auxilio para a fundagao
do urna usina, nos termos da lei n. 113 de
22 de Junho ultimo-
= Ao mesmo.De ordem do Dr. Secreta-
rio interino peco que v. s d gneis ie infor*
mar sobre o assumpto da inclusa peligo dr
cum<-ntada, do coronel Joaqulm Maximno
Hereira Viaona na "qaal solicita auxilio para
a fun ingao de urna usina.
Expediente do Dr. Secretario interino dos
Negocios da Industria do dio ig Se
jullw de i8g<.
Sr. Dr. Secretario da Fazenda.-Solicito a
expedigo das necesarias ordeos no sentido
ae ser paga a quanlia de quatro centos e no-
venia e cinco mil e oitenla ris (49580S0), con-
stante dos documentos, juntos importancia de
lespezas feilas cora o expediente da Inspecto-
ra de Hygiene ouranie o mez de Junho ulti-
mo, correndo tal pagamento pelo modo indi-
cado em oficio n. 503, de 16 do correnle do
Director Geral da Secretaria a vosso cargo.
Ao m sin?. Envio-vo?, copinados con-
tracto9, nesta data approvados, celebrados pela
3a Directora Geral desta SecreUna com os
cidados Gu Ihermino Joaq .m do Reg Bar-
retto para execugao dos reparos na ponte dos
Carvalhos sobre o rio Jaboai, Silva Gusmao
& C, para coosiruego ao calgamenio das ras
De&o Parias e Corredor do Bispo desta cidade
galenas e obras complemntales, Pedro Velho
do Reg Barreti para reconsirucgao do boeiro
do Macujeeeurocamento dos.taludes da Varzea
dos Cambomge e Joao Cliraaco de Miranda para
execugao dos reparos de que necessilam as
pontea de S. J0Q0 e Bico Pha no 3- distncto
da 3a Sub-Directora da reLrida Directora
Geral.
Ao mesmo. =Co.rarauo ico -vos que, nesta
data, rescind o coolraclo celebrado com os
Srs. Silva Gusmao & C, para a construegao
do calgamento da Praga da Repblica, por nao
terem iniciado os trnbaltioa dentro do prazo
legal ; revertendo para o oslado a caugao qu
depositaram alira de garantir o mesmo con-
tracto, de cooformidade com a clausula 1.a.
Sr. Dr. Director Geral da Escola Indus-
trial Fre CanecaAutoriso vos a conceder-
di s aos empregados que se acbam e,u com
luis.-o na Escola sob vossa direegao urna dia*
na de accordo com a tabella annexa ao regu-
laraeoto desta Secretaria que jurto vos remello.
Expediente do Dr. director geral da /.a
directora
Oficios :
AoSr. Dr. Director Geral da Secretan 1
Fazenda Pego de ordem do Dr. Secretario
interino, vos dignis providenciar no sentido
de ser informada a inclusa^oeilgao em que
Ayren Ferreira da Cruz rreflfclaote dos pas-
seios da ponie da ra do Sol a ra da Aurora,
pede pagamento da Ia prestagao relativa aos
trabamos feios oa mosma ponte, na importan-
cia de 3 8660183.
Ao mesmo. = De ordera do Dr. Secretario
intenoo pego que informis fobre o aasumpio
da inclusa petigo, da firma social Barbosa Sl-
queira & Basto?, coucessKnarios da Usina Ca-
xaog do Municipio de Gamelleira.
Ao Sr. Dr Dirictor Geral Geral da Es
cola Industrial Frci Canee.=De ordem do Dr.
Secretario merino envo ves Incluso um ex-
emplar do Diario de Pernambuco. em que
toi publicado o regulamento orgnico da Ksco
la sob vossa direegao, devidamen e athentica-
da por esta Secretaria.
Expediente do Dr. Secretario interino
dos Negocios da Industria %do aia 20
de ]ulw de 18g5
Portaras :
O Secretario interino d.s Negocios da In-
dustria resolve determinar que tjnhara corae-
go dentro do Drazo de ura anno, a coniar des-
ta data e sob pena de cadocidade das respecti-
vas concesses, os trabaIbos da fabrica de te-
cidos de linho, la e seda, de Joao Correia &
C, da de meias e linhos, de Eduardo Carlie
Leigh e Antonio Marlns de 1 arvalho da Usina
da Companhia Imestrial Assucareira.(tora*
muoicou se ao Sr. Dr. Secretario da Fazenda
O Secretario interino dos Negocios da
I.dustria resolve comear o D\ Ismael Evaris-
to da Cruz Gouveia para exercer o cargo de
commssa.-io de Hygiene da 4.a circumscnpgao
sanitaria.
Oficios :
Ao Sr. Dr. Secretario da Fazenda.Envo-
vos copia do contracto approvado nesta dala,
celebrado pelo Governo do Estado, represen-
tado pela 3.a Directora Geral desta Secreta*
ra, com o proflssional Manoel Pelaez Fernan-
dez para servir como raestre de pintores e
leccionar pintura, oa aula ltimamente creada
na mesma Directora.
ao mesmoRemettj-vos oipia do con.
tracto, nesta data approvado, celebrado pela
3 a Directora desta Secretaria com o cidadao
Joao Climaco de Miranda para substituigi de
madeiras as pontes do 3. dislricto da 3 a
Sub directora di me sin a Directora.
Sr. Dr. Ia Secrelari! da Cmara dos De*
pulauo' A cuso o recebimento de vosso offl-
co'de 19 do crrante a que acomp haram aa
plantas existentes no archivo da Secretar a a
vosso cargo, onforme vo= solicllei em oficio
n 75, de 12 do mesmo mez. Communcou-se
ao Sr. Dr. Director Geral interino da 3.a Di-
rectora.
Sr. Director Geral da 3.a Directora.
Autoriso vos a mandardes concertar, de accor*
do cora as iraportaocias descrimioaias na re-
relagao que acorapanhou o vosso oficio n. 234,
de 18 do coneuie, os diversos instrumentos
de engenharia pertencentes a esta repartigao,
ficando assim respondido o mesmo oficio.
Expediente do Dr. Directorm Geral da
i .'IDirectori
Oficios :
Ao Sr. Dr. Director Geral da Secretaria da
fazenda. -De ordem d> Dr. Secretaio interi-
no raga pr viden ieis aa sentido di serena in
formadas pela Directora a vosso cargo as in-
lusas pigticoes de Pauliao de Oveira Maia,
procurador de Jos da Silva Lopes e Azevedo
& C, a que acompanhara as iuformagoes
Br"-tadaa pela 3a Directora desta Secretaria
em oficio ns. 2J5 e 236 de 19 do correte.
Ao mesmo.'Je ordera do Dr. Secretario
interino, rogo que prestis informagao sobre
o assumpto da .uclusa peligao documentada,
de Antonio Luiz dos Santo-, Mat.ool Luizdos
Santos e Odn Laiz dos Santos em que solici*
Mam auxilio para a fundagae de ina.
Ao Sr. Ok Director Geral da Escola la-
dastrial Fre Caneca.Communico-vo3 de or
em do Dr. Secretario intenoo e em CoOttr*
rawt>4 ao seo telegrammt da 1* do co rente
qi lica sem efTeito a autofisaeao que v*s tez
%m afiela 11. 87, de 13 do meamo m-z, no sen
tido de ser entregue a Francisca Mara' da
'-onceigao d 13 fitoos menores que se acbam
na escola sob vossa direegao.
Expediente do Sr. Dr. Governador do
Estado do dia 22 de Julio de i8gs
Decreto
O Governador do Estado, attendeodo ao qua
requereu o engenheiro Francisco Apoligo.-io
Leal, Director Geral aposentado da extincta
repartigao das Ob-as Publicas, tendo em isla
a informagao de 19 do corrent-, da Directora
Geral da Secretaria da Fazenta, e mais pare-
ceres prestados obre o assumpto, e mando da
attnbuigao que llu coufere a le 0. 114 de 25
de Junho do correte anno, resolve melhorar a
aposentadoria do peticionario, eoo.ee lendo Iba
a contar da Jala da referida lei n. 114, os
vencimeotos que em exercicio nercebia e mais
a gratificagao equivalente um tergo dos mea-
mos Corarnunirou se ao S-\ Dr. Secretario "
da Fazenda.
Expediente do Dr. Secretario
Portara:
O Secretario interino dos Negocios da In-
dustria resolve nouaear o cidada'i \lb-rto Le-
duc para exercer o cargo de conductor da 3.
Sub Directora da 3. Directora Geral da Se-
cretaria a seu cargo.Fiieram se as necessa-
rias coramusicagOe?.
Oficios :
Ao Dr. Secretario da Fa/.pndi.Rogo-vos a
expedigSo das neces^a-iis ordens no sentido
de ser escripturada no quadro da divida passi-
va afira de ser paga opportunamente 1 quantia
de 2:0718)60 a qui lera direito a Eslraia da
Ferro Central de Pernambuco pelas passagen3
concedidas e telegrararaas iransmitiidos por
conta do Estado durant os mez'-'s de Mato e
Setembro do anno prximo fio lo, conforme os
documentos juntos.
Expediente do Director G ir al da /. Di-
rectora
Oficio:
Srs. agentes do Llov Br-zilein.-De or-
dem do Dr. S cretario interino aecuso o rece-
bimento de vosso oficio de 20 dj correte, em
que com nunicaes ter o vapor nac onal Mar-
nhao chegado n'-quella data, s 10 horas-
da manh dos porto- do norte. OomrU-
nicou-se ao Sr. Dr. Director Geral da Secreta-
ria de Estado dos Negocios d 1 Industria, Via
gao e Obras Publica".
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia 27 de Fevereiro ds
i8q6
Banco Eraisaor, Fr nc-.fo Jos de Oliveira
Lima. -Certifique se
Luix Maria Ribeiro Guitoa-aes SatUfaga a
exigencia do Sr. Dr. Procurador fiscal.
Azevedo Mello & C,. Antooio Alves Prefei-
to, Joao Tspindola da Cosa, Joaquina da Sil-
va Araujo, Vicente Jos da Silva, Jos Gomas
Ferreira Maia, Jos Francisco do R-go Bar*
retto e Luiz Fernandes de Paula i'avalcante
de Albuquerque.Digao Sr. Procurador fis-
cal.
Bacharel Pedro Wanderley Jaques In-
forme o Sr. Dr. Subdirector da Contabili-
dade.
O PROTOCOLISTA,
Francisco Militino Ferreira.
2.a DI-
SECRETARIA DA INDUSTRIA
RECTORA
INSPECTORA geral de hygiene
Expediente do dia 2j de Fevereiro de
i8g6
Jos Duarte da Silva Papou'a, pedindo nara
j mandar examinar o 3.a andar do predio o. 5
da ra da Aurora.Ao Dr. commissario do
3.a datricto para examinar,
i Joao Baptista Per ira, pedindo para mandar
examinar o 2. andar do predio u. 124 da
ra de Domingos Jos Martras Ao Dr. com-
missario do 5.* distrido para examinar.
Joaquim Ferreira de Carvalho & C, pedia-
do para mandar examinar caf. Ao Dr. aja-
I dante para examioar.
Foram consider dos em condigOes bygia-
! nicas para 8erem habitadas :
i Pelo Dr. coraraissario do 2 o districto, 03
predios os. 3 da roa de Santa Rila, 39 e 81
da ra (ltenla e Nove.
Pelo Dr. commissario do 5. districte, o
predio n. 33 da ra do M^jor Agustiubo Be-
zerra.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco, era 27 de Fevereiro
de 1896.
O 2* (fficial, .
Miguel Nunes Vianna.
RI&EBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 26 de Fevereiro de
1896
Epphanio Carvalho da Costa, Ral EurMeg
dos Santos, Jos Luiz Vieira & C, Hermn
Lundguinl, Anua Xa ier de Seixas, Alexan-
Irma Maria da Conceigo, Joao '.avaleauta
Lamenha Lins, Xavier de Simas & C, Nunes
Fonseca&i;, Paulina Mara da Fnica, Ig-
nacio do Nascimento Gongalves Luz, Mique-
lina Francisca da Silva, Antonia Mana da
Lima, Mara da f'ooceigo, Maria Tnereza de
Jess, Machado Marcelino, Jos Gomes, Bap-
tista Ferreira & C, Alexandrina Ignacla de
Oliveira, Manoel If edo de Carvalho Figue-
redo, Antonio Jacintho Chaves, Francisco Ja*
nuano da Slva, Manoel Francisco Alves, Fe*
lismua Clemenlina da Si va, Genuino Alves de
Souza, Manoel Martlns da Paixo Oliveira, An-
tonia Mana Joaqaina da Conceigao, Alvaro
enda Carneiro Leo, Antonio Macario de
M ira, Izabel Maria do Espirito Santo, Amalia '
de Morae- Das, Manoel Gomes Sarava, Gus-
tavo GtMbir, Tnomaz Caotuana de Barros,
Beraldo Pereira da Silva, Jos Luiz Salgado,
Rita Maria ds Lima.Deferido.
Jos Emilia Cysoeiro de Alb- querqu Ca-
valcante & C Amando Googa.ves coimhra,
Louranga Mana da Conceigao. loforrae al.
secgao.
tartos Estanislao da Costa, Jos da Costa
Babia, Andr Aoacleto & Sanios, Vicente
.Claudico Alves.-A'1.a secgao para os devi*
dos us.
Mara Arcbanja Soaras de Mello, J,4o Pa-
checo Pimental. -Cerliflque-se.
Julio Cesar Brazil, Dr. Antonio da Silva
Ferreira.Deferido de accordo cou as infof
macoaa.
Gaslavo Aloerli de Brat'o. Certifique*.
Jaaquta Jacinto 1 Tereira, Marcolma lleati-
qneta da Conceigao, Rosa Mana da Coacei*
go,Alexandr Xavier da Silva, Herraelinda
Rosa de L'ma, Candida Eudoxia Maciel Cal-
das, Francisco Luiz Barreno de Almeida,
Joaona de Oliveira Carvalb Ana Emia
Guimaraes Co-lho, Mana Clara de Jess,
t'austiua Tlieraza Lte, Francisco Ferreira
Tavarea, Thom'.z C. de Paula Rocha, Maria
Joaquina das -Dores, Victoriano Mximo da
Cruz, Maaoella do Nasclmento Casta. Frau-
cisca de Paula Gima, Joaona Joaquina da
Paixo, Mara Magdalena da Nividade.
O POKTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimaret.

'Bflb -
1 1 -a. '*


*
litarlo de Pernamboco Sexta-ftoira 8 de Fevereiro de 1896
da KMSola de Eagenkaria
(Continuac)
CAPITULO V
DO^ PROVIMENTO DO LOGARES DOS CORPO DOCENTE E
ESEUS AUXILIARES.
Seclo I
Lentes cathedraticos
Art. 59. As cadeiras serao divididas em se-
ccocs, para os concursos o suas regencias.
Art. 60. Vagando alguma cadeira, s r para
ella nomeado por decreto do Governo o substituto
mais antigoda respectiva seccao.
Scrfiu JI
Lentes substitutos e pro)ressores.
Art. 61. Os logares de lentes substitutos e pro
fessores serio prvidos por decreto do Governo
mediante concurso.
1.
Regras geraes do provimento por concurso ^ __ '
Art. 6& Tres dias depois'da vei'ifica<;aD da
vaga, mandar o director annunciar o concurso
uas folhas officiaes do Estado, marcando para a
inscripco do concurso o prazo de quatro mezes.
A publicaeo do edital ser renovada e pelo mesmo
modo repetida em cada um dos ltimos oito dias
doprasoda inscripto; e, si esto oxp'rir durante
as ferias, conservar-so-ha aberta nos 4ros pnraeiros
dias uteis quo se seguirem ao termo dolas, proce-
dondo-se ao encerramento ao terceiro, s
2 horas da tarde.
Art. 63. No caso de ha ver mais do ama vaga,
a congregaco resolver qual a ordom om que de-
vein ser postas a concurso.
O prazo da inscripco do segundo coraecara a
correr dous mezes depois da abertura da mscripcao
do primeiro o assim por diante, de sorto que haja
um concurso especial para cada vagi.
Art. 64. A congregado propor ao Governo
o concurrente mais votado na qualifieacao por
ordem de merecimento, qu6 ser o nomeado.
Se, porem, o Governo ente.ider que o concurso
deva ser annuilado, por se terem nelle pretendo
formalidades essenciaes, o far por meio de um
decreto, contendo os motivos dossa deciso e man-
dar proceder a novo concurso.
2.
Art. 65. Podorao ser admUdos a eoncurso os
Das habilitacedes para o concurso.
brazileiros que estiverem no goso dos direitos ciyis
e polticos e possuirern o grau de doutior, baobarel
ou engenheo pela Escola Polytechnica. do Rio de
Janeiro ou por outros estabelecimenies de instru-
ceo aquella equiparados, ou'que, tendo esses
graus por academias estrangeiras, se houverem
habilitado perante a Escola com os documentos
necessarioe,
Art. 60 Podero tambem nscrever-se os es-
trangeiros que, possuindo algum d'aqulles graus,
fallarem correctamente o portuguez e se houverem
habilitado perante a Escola com os documentos
necessarios. "";
Art. 67.' Para provarem as condic53s exigi"
das, os candidatos devero apresentar secretaria
do estabeleoimento, no acto da inscripco, seus
diplomas e (tulos ou publicas-formas dostes, jus-
tificando a impossibilidado da apressntaco dos
originaos, e folha corrida. Aos estrangeiros, que
forem nomeados lentes cathedraticos ou substitu-
tos, nao se expedir o titulo de nomeacao sem que
hajam previamente obtido carta de naturalisaco.
Art. 68. Si no oxamo dos documentos exigidos
suscitar-se duvida sobre a validado ou importancia
de qualquer delles, ouvido o interessado, o dire-
ctor fonvocar'immediatamento a congregaco que
decidir no prazo de tres dias. A deliberago da
congregaco ser sem demora transmitida pelo
secretaiio a todos os candidatus e publicada pela
imprensa. u
- trxaawsr
Art...6'.). O candida te quo quizer inscrever-se
ir secretaria assignar o.-eti nome no livro des-
tinado a inserpro dos concurrentes- Nesse Mrro
o secretario lavrar para cada concurso um
jermo de abertura e outro de encerramento, no
tompo proprio, os quaes sero assignados pelo
director.
Art. 70. Na mesma occasio da inscripQo po
dero os canditatos, alem dos documentos espe-
cificados no artigo 65 aprosentar quaesquer ou-
tros quo jdgarem convenientes, como ttulos de
habilitacao ou prova de sorvicos prestados sci-
encia o ao Estado, passando-lhes o secretario um
recibo, no qual declare o numero e a naturoza de
tnes documentos.
Atr. 71 A inscripco se poder fazor por pro-
ouraco, se o candidato tiver justo impedimento.
Art. 72. No dia ixado para o encerramento
da. inscripco re ti ni r-se-ha a congregaco s d uas
horas da tarde, e lidos pelo secretario os nemes
dos candidatos e os documentos respectivos, ser
decidido por maioria de votos, se existem todas as
condicoes scientificas e moraes nos concurrentes,
correndo a votaco nominal sobre cada um.
Nesta occasio lavrar o secretario o termo
de encerramento que ser logo assignado pelo di-
rector,
Conlina
perseguido eempre pela columna o gaae-al
Ma'i", lnur.in 'ose o pvade'o n Antonia
Mu r e j-tfl fjrca8 do sea eamaiaodo.
Gafeo i> boata da dOS'U iluos pe liria a i govareo. beapannol p=r
recobeeer cima bell ge-ante* o* maor.. c.aa
de Cuna; e oa jornies irsadBn&ea tolas) fioj*
eavoltiaiD.::jif j qoa h* uuu un \-a i a
Eaaa i ol Jo serla re^lioni .'.r- da
commiaswdo senado da*Wasaian, nv< iCko
eiorme r*MO da que Clev-latid Oi-'i-e-j <
que poeta.* He3"yaoni u'a:ua .ierriw i i
parque t.i recusa-ae ceder a ease pedido .&'.
la.a.-a u.n Jioafliato com c- Bada-Uai-io-,
e, e o aiieflUesae, lomarla--moi o mais g , a situado das i .rano aula diEBcil a amsao da genera W He ,
j c-' cora candante das tropas le^aes.
E'evirt'i'.;; qua tai Dolida causan im-
rot-r^a iQjpre-rai -t a H upaDBrf.
Ocene.'.e. donaa^lao Caootis r.g.un-
dou a *artffB (:e'jjdj q.eo la'.er ji tal
raspeitj, qac! i.fto 'n .'be*t njn
ca 8H:re til as^u api) e qao n\j >hi g ao-
je iD.iji-tancii a ooalo.
Seondj diida o jjrna>i8 heapiabftaa, e ae
opiiin d.iu k "'< .i ;qh. i ,il 6 calcuado para
i;ap P3e'i3 cieixa- do ser porque r^jli-a -pe t^i
faci, a feae-ra hq Caba lOLuana ara aspn t
anda ida. ^ ai a<- q.j-i ,ituljui : leal, e
qa.ilquer coafiteta entra a H^spaum e o
oacao 3*ru u o eo-aia CiljiDii.i'te paa o vi
ti no rr-ino, qna tMtoS o. tfto grandes deaatre
:<, a s T 1j Citmam3ta-.
O goeroo bospeobol ou'roa oa Alh-'
aiaa a material de kafl ra pa-. ir^-i bale i s
da irttinaril i i. .-/-'.r. MKVd p. -. m
aesiiQj a u-.v.-a d una.
Es.ao faork'ji'i i ta.abo.n oaAUeuaaba el*
gui nrtlilre ne ei.tigar ji Maas^r.
Curm; Ha-jri^n.-, y tatOT (03 4jr*s de
mi ttrti; psoi-c* om a ar \fr<
no sea )jrna! LiTie' a Gilii^a ui qxi lear
0"a a .las Ti ejJtpaJ-M'pjri Og 0lJa0 OJOfl
raa bjNttHM etnaolii s-i ttaMl a:stin.i;unio d^
foe-.'a ii" Cuca.
Efe tiles propon" jai .03 i-rrnos *a Ca
que eMSoaini la mi s B | a M .a los
nri03 col.WJo8 tu darlcto--. os %* .jea;u cuU7ar oa ar.-eadir, qj.n lo iari ias
8a a catnpinaa ; ;; i b i : ttvaareai-sbp >p ."ewriisoalo^lsao*
do a liba e Cuba.
j* faQdos Wspaltioea U'-m baixado sea-
s;ve aj.iti j orante Mies ol mJ dus, n- D
U le Pars.
Esi baixa davi poa.'a coaflioca ms-
pirada eol 81^003 circulo.? politlCM p'lo pa-
os dacaaipai.ie :-'-la ;.i.i-'.enca 4a W i-
er.
Fraoceliaa MiorJna
pedido) Tigliid.
Mnoicipio de Harlbeca
CelUna Jo- Rioeiro de VaBcoocello, Priae-
rea.
Gjilh > '.'ai Praaclsc de Araa|a L'ns, Prate*
res.
Anaa Lau-lnda Va^iSi Barbosa. Murib-ica.
li-ne Baroalbo Uc>j6a Cavalaoto, Venda
Gaade.
Mueicoio d S. Looreocci
Tertnliano Eraes'n .1- Mirae^ (HfTaltw, va.
H^r' 1 Aloina de O'ivaira Costa, vill .
a Alve BeR-ra Lu.
Municipio do Cabo
I boons d 1 P. 7, -i^de.
J ^no 1 CiroUna da Araoju PiDftireJo. ca I
da swAIa,BeNW,. papo.
Jalla A-pes de Almelda Pretas, Poata de Pe.
Municipio do Altioso'
Vicente d* Silvx Maoteiro, vjlia.
Mar aBneenta de Caralbo ^ilvn, iden.
M.ru Liberata da Silva Forlrs, Beiedoaro.
MonlciplodeBarrelros
pdro OlMlino da Trlodade, cldade.
O'indina Pelronllla de-Barros, cldade.
J'isepba Catharlna de Ovel', Ah'ea de Una.
Rita de Je os Basto3, Vanea de Una.
Mi-'a Catb^rica de Albuqoerqua Marsnbao, S.
1t da Co'd) Glande.
Municipio de I'atnb
<
D ..li Afr 1 la Cea -eicao Vieira de Mello, Hea'el B-zerra de VacnncellOB Cavbante, ci-
ARTES E ARTISTAS
Queatura faucial
Seccao 2*.M. 42 -Seoret'iria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 2t de Fe-
Teretro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello F1II10,
digno Secretario da Justlca. e Negocios Inte-
riores. ,,.,
Participo-vos que foram hont?m recollnios
Cas-i Je Detenta > oa a^KO'"'* individuos :
A' minha ordena. Miguel Pe'-er^ da Silva,
Cezar.vinAo ae Quipapa.-para veriguacias
policiaes. .... ,
A' ordem do delegado do 4istncto da Capi-
tal, Francisco GaedeaMonteiro, poroffosas a
moral publica.
A' erdein do Dr. delgalo do 2 districlo da
capital, Jos Bernardo Ua Silva, por enme de
fenmentoa,'
Sauda e (raUrnida-ie.
O Qu;stor,
Jos F Nery da S. FilJw..
Seccao 2'.. N. 43.- Secretaria da-Qi'stora
Polictrtl do Eataio de Peroamoaco, 27 de Fe-
?eri-iro de 4895.
Ao Sr. Coronel Dr. Jallo de Mello F1IO0,
dignn Secretioda Jaebija e Negocios Ioterio-
rea.
Particino-oa qce form aper.aareolhidaa a
Casa d-- Det*-ncao aa sesototie:
A'ordem do subdelega pha Maria daConceigae e Rosi Mana do Nas-
clmenlo,.romoalienads-afque possatn tero
conveniente destino.
gtO.de f fn* nioade.- .
Pelo Queator, o-idelegado encarregado do
expediente,
}os Antonio Pinto Jnior. .^
iii.u.ieiua qoe o governo ttn O Heraldo ctm-i era 'inex,n ive- qua
EXTERIOR
A guerra de Cuba
Cneeou ja MaaVid o geoeral Martiae Gata-
pos.
Era esperado pw-maitos sangos, por iodo o
nni8t.-.rio, autorilade e maito povo;'e pelas
roas, po- coie devia passur, esU?a mciU
eeote.
Em alguna eitioa, hoeve asjoriio? e morr-a,
iraa feram abalad.-s pela3 ae iaiDacoesquasi
8em Madrid flzerat-'ha g-iT** c.vt&n eaea.
se momento'!e--solaran aU'un- ma'raa e de
raro.ae "S^obtoa, traanlos-. Incta entre a
goar' 1 ci i' e o 90TO, ti un o laida moita gen
e c seod aoi = Cnovas dal Ca-'iU. eevion lego o se^u'-n-
te teiem mi aa r/eoera!, eo dearcnbarca* elle
em Co*o ba:
Re-eba V. Exc. ao chugar as Co8ta3 da pe.
ainada,a rorierl s adaca do covern\ a qae
teobo 1 h in a e nreaidir, etjoe 'd Mave em
V. Exc. o Intefcider ^a restauracS" moiar:'i'ca,-
c grao le Roldado em taoWs roaibaies leliz, e
nobre e (!ea!n!ere^Bl o h^ejaTaol, coj el -va-
ro de eenuimetoa por todos re^onnecia .
A e-e" ttlegramma resp*n leo o'gearalo
segointe : .
M a>;rjde' i oentM p?la WW BffeaUaoa *
dag'o. qi maU orna prova da amizade |M
nra usa >
Ma i ie:Cancos V8umali aoati'o.
cla' qu Inga 8U< chegada oi assa1.
alo porntn enorme quantiia le de 'eporers
que pi-ocuravam oblar a tolo o tranaa *s opi.
niOea do tx.coma>anlate a respailo da^ guerra
de Coba.
A um desses joniallstM dlsse peina teima--:< em nao trava- combata sirios 1
definitivos.. ~
Q-jan lo sfo atinados pelae fopas beapannol.a
-.-o ndoa com atgamas d^icargaa e fe-m.
BPa';.rno seem peqoeaas r.efiOes qae rtepol
9e rtunem auialo'ge.
O eral rueriose ao seueral (Jarcia N -
varro qce aps. mu'to^ lia? f iolrucfera.
fadiifa', onseulo encontrar aa f-rcaj de M:-
xiuio Sj-ez qolz obrujil as a dar urna bata-
fi- -' '-
Oa asu rcotoi ajynaj aTtJtaram as tror*3 a-
taramalaos disparse fogtram srarloitoM.
me te. O geoeral, ndlga da coro a c-bardu
dos rebeides, poa-sa e p sobra os estrio
do cava'io e urtoo.lftes:
= Cobardes fli^sm a Maxno Goroei qoe
eft aqai a columni deNivaTJ a qiem elle
am25i>va E' cla'oqoe niugum lie responden.
__ \ recepQSo qae Ib- Ahn 1 m .'
nao tji raidosa Si lae fl^aram etafl*,VM
tiotbcm nao onilsta'-. OMUitdaa&i Conatr
farsm-" lof.os ora aihocio.
A polica a'iprebendeo varios paropbtetos qae
eetavim tvii~ a'st-but'ios cundes.Taxente e
excitivam oupovo a re< 1.ir.se coatra o gen~
"o qae oarMe* 1 s ao'ores desses namphletoj
ao os anarcuisiaa bircelonexes qae odeum
morialoieaie o etno geoeral.
^ A .Correspondencia de Heapaaba pobtlcara
om lelegranaoJSidaCoraoba que prodotio enor
me aeosacio em Madrid :
Ogeneral MartmexCamoos, em conw
bem em oxoaeral-o e mosrca.su fali feto p -
lo grande, aoslio que Ibe prestaram os -
Hanovaj e Aacarraga aoraate o seo ctmmaado
em,Caria.
Dit qne deve procurar.fe a lodo o eoHo p;r
ie'po a gaerra, pois Cn9 nso f*4coatrtbi/i
pata aa deapata da poerm, porque t"t>a9 me
rendas esgo-tadS e orna depeia Oa 7i mtibOe'
da oesoa annuans com os novos reforgas.
Tolos o* meios ca.idacDt a ewse resa t--
do bSo bons, lauto a loeta rom <8 armas como
a -eforms-at mesmo a aatouODia. fe s a'-
gar qae ta to amas como out.-ae bSo meios el-
Aoasea ni'a swahail de pro;spto coaa goerra.
Mini^sia que dir sio ont< a-ja oee sa-
no, e accre.-ce lia qae, jn exme-ado, d'83t> so
gove-no qae estava diapoato a 7ol.a' a Gaba
*em locar-em Malrid, indo a Cdiz recebar or-
1-na e voltir a toda a pa'le onde a paita o re
clame.
Espira qae o tmpo en^ina a opinio a a-
zer-ioe jostica. 1%
A'recepgao rfapeHcaa de Coruoba parece
tei-o sati/eito.
Aqai a opiqiSo mostra-se.lt-e fym.iaihica de.
pois da saa entrada seno ostenta^ss, a p e
sem appa>ato de oenbama espine.
Oafa das ma<.ile8Ucedo geoeril que fo,
talvez maia-severa do que joiga a ouiuiao oa
blica, e qae nunca faltar ais aictamea da fu*
(odsciericia, coosideraudo islo a melbor oaa.
i.ei'a de voltar tatrU .
O Imnarcial diz qua espra rara bonra rio
general qae este telegramma ceja desmedido.
No dia seguate ao da Ba chegada, o ge-
ne-al Mtrtioec Campos l?vntoa-?e cedo e ii;-
rigio-se iame1iaUau-Dl0 rmra o Palaco Re^l,
a comprimeotar a rainba regente, que Ib
mandara dizer para a procurar lego d; ma
doaV
as arredor* da caaa onde mira o eienl,
Caeta de S. Domingos. oSc- h vi qaaal nm-
goem : o movlxeoto era habitual; apena-
:Di*8 00 tres patralbas ronavasi,- coa ordem
i; disp-rsar os ajU'itamebto.
O general apreseatav^-se be3 disposio, com
a eua babad pbyii nomia, ocrao nada se t>
vesse pasa ao oa vespera.
E'a acoropanEdo por ees fllo, e pelo mar-
qaez de Rutan, e vesta o uniforme de gran Ir
gala.
Na praca do Oriente, onde siiaaio o Pala-
-o Real, pria.am apena? .alguna jarcalulas
para verem a ebegoda do geaeral.
A conferencia com a rMnh* "venta durcu
miita rou^o lempo, enaise 6be o qaa ae
pasa o.
1 A sabida Marttaez Campoa detev-ae clgans
momento? para dizer ao.^ joroalista qua a
comprimentavem t
1 N; o se aocem a fazer me pergoo'aa, por
qae nada Ibes dl'ei. AiQda que disess ama
b palavr.i. os senb.jres vira? s ; 'a lo v
segunda o catoma. Deaaolpeai b adeu-.
Eo'ie o? telograoama qae tem re e"i :o
eita-ee o do gene'al Ramn SJaaeo, 11 -1 v- en-
te milita'-, aaio intimo rte Ma-tit e, h qne
actaalmeote goveraador gercl daa filipptnaf.
fi'.o aegainte :*.
Recebe cariobosa san'aQfie? d> ten ro-
Itior amigo.
Mariiez Campo e?te*e taab cot Ca
oase, mas apenas tocca pakvrsa de rigorosa
cnrtezta, respeitande o luto to presidente do
concibo, pela morte molo recente d3 croa
pesaoa de famllifl.
O Imparriai referior!o-9 a atlitode que
o geaeral tmara na poltica, da o seeolnte :
No qoartel do Cirm* f.iram bootem serv
do 8'.s presos os segointe ronohos : d i xna
rvi. soaa de massa com grao, e de laraesopa
i >9 fe'o encarnado e bacalnso cosido com ba-
tataS.
P>!j que t-'mo? onvldo a peasaaa da ii".-
;mtdaie do S\ goveroader de Cafa, esta deee-
ji eon inOK apartado das contenas dos par
tldos liaeral e conservado-. Qa^r B6f O patrio-
a ijpr;o a todo o momen'o a servir M inte
resae< do p;iz e das intiiuigOe-'.
Por ls80, no sea regres-o de Caos, limi-
i > anas mamfetacOea, a agradea'r ao go-
verno o ter Ibe lo necllo ra i lamente, todo?
oa refor508 m-t)fiaea e recursos necessarios em
Cao.
c Cantado, con!a-88 que -no pe-car'o te
Cara 111 Md'il. geae-al re -po tdera a al-
gaeD, q e lae pergantara qa-e' ar m a saa
aftV(,c la BU como bam-m poltico, o se
gu-i '
Da'.3 apenas. Urna d^aapoarercn ja. pela
mor'.e. a ou'ra ainda existe. A pr; Bra era
par Jos i Mrtioes ; a segoo-'a por Se?ela.
Un penco mais adianie dio tlmparciala
oa eorra o boato que Martin- z Campas s?bira
em breve de Mal'id, onde nao voltar senao
d'aiai i bistin'e tempo.
Com a retirada do general Mitinea Cana-
) egando di*en os jornses he?panhia,
v ii tomando outra aspecto a campanba de
Cab-".
O general Marn acampoc coro a tctica se-
guida por Martnez Campoa e dispoe as sua
f.irjas de modo a dar om com tale decisivo s
forjas de Mximo Gmez, para ver se coose-
goe apoderar-se, deate revolucionario, alma da
ravolUto BeparatisU.
Mauro Gia:e trntia padida perm*n'Cer per o
te-oo m>- na ceot.o-oe om eifHrM ovo
dissiwo, plano e erando em tole? os seatidos-
par licas fe-reas e eiiNdas sem sequ* com-
oaer, e at sem parder u saa lioeraadade
.'iviajento, n'u a espjgo redozido e coaa- tro*
paa rea', vamote coflslJeniveia.
S com u raidanc*de p'ocesso- da? .pera
QQei a aaoMaaOapoflKmsje oult'o aa reato.
fmba-a a.; bfoora a sliaii.ai exact da Ma-
cea, e i qa .l.jaer panto d<* p'nvia:iij de Pina'-
del-Rio em qaa se-encobtre.'-flcart comp oiuet-
tidiasrmo, porqa* eslo sobre elle a? lumuas
L q -, Ga.-cU, N.varro e Arijo--, que Ina lm
peiira a rani.) > r-ro-i-jcia.
Mxi ui> Gocz tem a eerwl'o a? colum-
nas de MidbW, Ltaa'es, Aldecoa Ge-nelU
e caii8'gui' evitar um eieo.vlr.- osa qial-
qoer doataa fr^aa e atiaveesar a sat los,
era de haiei'se com onlamaa Glvia, qoe
eeti na 1 nha farrea da S. Pelippe > B ,:aoa6
O ge eral Mario esotra noticWs'sobre o- ma-
imeatos do oabeciiiia,i Dar pjs?ar a Mantan-
z<8, lia-en ia ja notieus por tetegramm-i de-Ha-
vana, quo esae general cori a 6avallatla ata-aoa
a. forie hando de Mxima Gomal1 perto de-Al-
quizar, caa-i->ndo"*ne 20 mortes e fazenlflb*
ulgona prialoneircs.
As perdas da b-ispasbea foram pjueo im-
portantes.
Um datacbmeo miabo de-ferro deGardoaas- t S.nta Clara fai
au'p eoeoaido por con-ileravel numer. de Ini*
m goa re.-istn lo-lhe beroi'ama e, maa auc--
cu -iDiado oa iota d*tgoal ie xw'ii qaa morre.
ra um tenente, um sargento e qaatorae tolfia.
dos !egai8t.8.
Em Consolacin deo'ss am re-oatro-eoln*
as tro.ias legaes--* a rebelde", no-qjWl o cab)'
Clliu Mac) ive 300 feridos e ana 60 morios
O gneral Laque oi firido.
= E4 cona'mada a noticia qae nos foi da-
da pela Agencia Ha vas da que o cabecllOa Ma
ihq Gmez dcara ferido na -perna-, eon-om
omoate iravado eu-re a-* tropas bepiobalas e
o gropo de lusorreatos eabaHUS, ~coauiaaladea
por aqaelle temvel cabecilba.
O c ro el Galnes, com a aui colanfloa, dlri*
gl.>! de l.a Fili.pe para Poso- redanlo, qoan-
do eoe airoa as forjaa cammandadas por Ma
xiuio Gomes.
Os inurrectoi, ao verem ai forja?, pnzeram*
a; em daoandada e oa bespanoea pe-s.-^ui
nm'ooj. Oa cabanas, de vez em quaido, pa*
r vam e atiravam sobre os seo3 pe-ssgpidores,
que ti i :ar:-i3joadi3ci caro fanosa-i desear*
gas.
Cma bi'a atrjv.'ssaa.a caxa.dircita da Ma-
simo Gimes. E-ta, qu* ja ea-ava ba-unte
loeote, coo multo aoutiio-coto-este tofimeo*
to.
Doraota os ttltimw feis tUas nao descancira
iQ mouiBO'.c, e e-tivera airas a flomaot-aa a
eavallo, vigiando tudo. percorreada oa por toa
*gado Max.i-jo Gjjjp (QrUi'oa chamar a tada a pres-
saa eoiosoas de Nune3 e Ca3fata Alvar |ae o vicsaem i.axir.
Ba Madrid e^p^lbon ee a noticia da marte
d ilaximo Gaa-es o cnele das topas nsur-
rectas, ma ejse ooato baseado na noiila da
! iineuto receoilo e co mo estado de saule
do e^aivel cabeciina, cao fatcoaormada.
Cilixto Garcia. qaa parti New Yo k,
a borda do caler HankU3, com 150 borneas,
oen a-i aJos eeo/npaaos, nanfragou emCoig
I-laod, a poaca distancia ao porto de New-Ya:k
sendo salvos 100 homens.
a'data das ultimas nalelas -ignorava-3e a
sart9 de C* ixlo Ga'Cia.
Em Vinnard Hwro deaem' arcaram 25 nao*
fragoi, salvoa Dlo cator Hebie Beaediot.
As armas da expedigao no taior da du'03
30,iK)0, periuam- i eo.opletaaep.t-.
O Mans. a- :i. frugou e-aa cansejueasia :b
umi tempeetale Violentsima.
Calis o Garca ten: o av ao alto mar, par
aar com -m geaie pa^a ba.ia lo vapir Coai*-
iidara qaa estiKa espe'aati a rxpedic,aa em
Wtlaaiagtoa. D'H' seguira p-.ra Cana, d-;sem
o,reama ni Irooteira das p-antaa e Hava-
m h Pinar del Rio.
O governo ameicuia, aviaaio" do-qaa sai"
i mandoa instracOes aaa co amanaantas ios
o li ums Rue.gis e Maaigi vry; aaco^alo
uas agaaa do Ea aJo da Virginia, ardeaaadJ*
i sabiwemiImnMdlaiaaeatfl em perae
aa o H kiaa. atim o impedir que a
expedlfiao flba8tera ebegasse ta castas da
Gran te Autiia.
N.d msao, poram, fo; precc vpa-jae 0lft:)-
vio logo A sabida de New-Y k foi a pique.
. O naufragio da expedido caaaoa oa-J mes
omoaracos aos tnsorrectoa, qae lees de mopar
pe tctica, pela falla de muaijia.", da qae se
reseoi'm.
Eia coat mada omcialmente a mofe do
emiv -i caoeciiba Janea Raai. coronel da ex
ercito cubano, e qae tanta inflla na revolta
soparatiate.
A orle loi resoltante do ferimenta receido
na comba-e de Matagoara.
Era Rab qaem comm nJava a vallarla in*
sarMcta do aepaata jeato oriental. -
Dizem as ultima noticia* qaa Mximo
Gomes-conlina foglndo para o sol da liba,
\avii Revista
Temos a satisfar de communicar ros
noasos leitores que acaba d eer escripta
ama nota revista du' acontec meatos s
Peroamba:.
Este novo proiueto theat'al deve-se
s tnagirtas- p-as dos coahacidoa littera-
tos Ernast) Paula Santos, Jo5o Barretto
0 o noaso ostimavel companaeiro Maaoel
Ara.
A parta musical acha-se em anda-
rhacto, pelo que mu breve sera levada
a scena.
- Oppjrt mmente noticiaremos mina-
ciosameatei a referida reViata cajo titulo
Traz zas n cgo.
REVISTA DIARIA
Telesrammas oitlelae* -*- P.t-oiina
Jo de tfvereiro de 1896.-Esm. 8r. Dr. Ga-
vernador do Eatado de Pernambuco.
Re3ife.
Houten pela primeira ve* a lacom&iivr, ease
poderoso lactor da progresan e de ci.iliaagao
ua bamanidade, depois de nercorrer' toao E-
rado da BaWa de um' ao oot^o extremo enfrea-
toa Pernaaabjco que tem a leltcidade encootar
na V088a energa mscala o gormen de seu r-
pido e progresslvo desanvoivrmeate, f or tSo
aaspicioso acomeclmeoto qae"ba da contrlnair
para satisfaser as vossas patriticas aapiracOes
em relacao a este porto do Estado que com
multa duiaccto dirigid, ea sinceramente saa
do-vos boje que emeompanbu Exm. Sr. Vice-
Preaideote Repblica e miniat-o VlafiSo, apor-
tei era olo Pernambnco.-^Mrgoel de T. Argol-
h), Dir^ct>r da sMntOV de ?"rro da Baha ao
3. Francisco.
" Pelroltna,5 de FeverkO de4896.-Ga-
veraador Barbosa Li ua.
Recife.
Passindo o solo Pernsmbocd para asslatlr
iangaraclo<8tacao Petroliaa, aaulo o brioso
Estado qua tem sabido-tantas mes defender a
it -puoii -.a e felicito o san patritico governo em
pessoa UlasWdo ardente propagandista e 8.1
dado flel las novas toirtHuicoes.Maooel Victo-
rino, Vice-PresreBie-Repablict.
Petrollna, 25 de Feereiro da 1896.Dr.
Barbosa Lima Goveroador.
Recife.
Ao ebegar om aolo peroambacano venbo
saudar em V.-tsc. generoso povo, qoe tSo
prodigo se tem mostrado as gentilezas dis-
pensadas a mim e aos meca companbeiros de
viagem. Viado ao Joaaeiro para inaugurar es-
taco terminal va frrea noje nos transporta-
mos esta cldade pernambacaoa para fechar o
D'iroeiro cirealo telegrapbico rmerno, ligando
Estado de Peroambaco e Baha pelo fi tele-
grapbico lancado sobre ss aguaB magestoeas
do no S. Franclaco.Antonio Olvabo, Minis-
tre Iadosiria.
Joaseiro, 25 da Fevereiro de 1896,-Go-
vernador. ^
Recife.
Teoho a honra communi-ar V. Exc. que
data anniversario conatitoicao republicana lol
aqu eolemoiaada cosa inanguragj estaco dea-
ta cldade terminal estrada Ierro Babia a S.
Francisco, pondo em commuaicacao Interior
repubica com littoral, viato expreasamente
aqu para presidir esaa feata pro?resao, eado
V. Exc. fasendo votos pela prosperidade deese
Ettado sentindo-me fella porvir cstreltar com
esse auepicioso aeontecimec to oa kcos amao
dos Estados Repblica brasileira. Antonio
OlTotho, Ministro Iodnsttta.
Joaseiro, i5 (Je Fevereiro de 1898.Presi-
dente Ettado.
Recite.
Tenho satislagao communioar V. Exc. qae
data anniversario conslitoic&o Repblica loi so-
lemoisada com injui'uragao desta cldade ter-
minal e>trada fe ro Bania 8. Francisco dease
auspicioso aconteclmento abre commonicacio
ilacil com o lllt ral para interior deste Eatado,
seriodo da mais am lapo uniao entra Estados
repuDlIca brasileira. vi nao esta cidade ex-
press:.mei.te para presidir eate acto, teaho hon-
ra sanar V*. E&c. e a popnlacSo desse Estado
cojos deatinoa Ibe esaa conflados.Antonio
OiyntbD, Ministro la tesina.
Ensillo primario estdo;l -P
iconb"i:iaieolo ios otereasaaos foi-uos remetii-
di a lleta dos .rofeasores em duponihlade na-
meados ullimarneuta para ser paollcada, visto
ter 8offrido alteragad oa designaba das cadei*
ras, peas incorreccoes venfleadas, a contar da
3" a 1* entrosla.
3o ENTRANCIA
Municipio de Olloda
Lalsa Eodox'a Baplista, Olioia.
Amelia Carolina da Silva Ramos Olinda.
Haunqoeta Amelia ne Menesea Lyra, Pacliata.
Mara Mircionllla Pereira Lima, Maraoguape.
Bmilia Jjqatoa de Madeiroa Sonsa Caldas,
O inda.
Mara CUra de Mal) Figaeira. Olinda.
rsula Gseiina de Andrsde Lima, Beberibe.
J,ao i.s Rioei'O, Agua Fra.
Alexandxina Marques Mascareobas de Sonsa,
Paratibe.
Municipio de JaboatSo
Manoel Gesloo de Albuquerqae Maraabao, el.
dada.
Maria Salom dos Santos Dacia, cldade.
\ M -a Cioo.
Paultoa GeaaLa da Silva Moit-airo. Paita da
Cirva'mos.
Monkipla --e Pao .'Alo
i Praacisca Ddri^l, ctdade.
F aa sca M-ia j'Ah iScugao, cldale.
Pcaociaca Gu-<13< da Olive ra, Ca-o'na.
oatciaro di rictorii
Au'eliano Aagasto de ViaconceMas, cHaie.
Jaaepnaa Javi^a Belmira dj Oliveira cidade.
Amelia de Mella Pires Galva-, 8. Joia do?
Pona i-o.
Fvaocisca Miria Lamsebi Mi-?aei^, Miflagabas.
Ephygenii Ma'ia .le Ala -i i i Gamas. Tiaiia-a.
HOBl i E-.i-i'i
Mnoel G'egon i V.'oi'j Lima, lada.
Mara Plorentioa Ga3 CiVilcante (a pedido),
c d>ne.
Eme,tina VletoHaa Soroag:^ (: pedido), Ll-
roeei'O, Pstar;5o
[Jalma Alcdforao Cegar deMeaescs, Feche!,
ra.
M'i ilctoio Je Stza-ei'i
Boaonld Rom de Ll na Lal, ri^a'^.
Princlsea Amella da Alottqaerqae presares,
cidai.
L'sbeiia da Albnqneeqas Mello, Tracanhaeai,
Lil'osa Silvi 'a de Olivira Silva, Alllaac*.
H-.rmilla Lydia Ale for^jLi na, Angsllcaa.
Laizi Ciernen in V--ira d- Mello, Vlceoca.
losepam-i Amalia a Alaaqa-jrqae MlCtiada,
Ala.Oi 8
Moolcinia da r< vi V>
Eloot-rn R.ia.vio Tavres do Espirita Sanio
(* pedido), ctia le
Aona Clgiaensloa da Soma Barros (a re-i-i ,
oda lp.
Amelia Alcrfj-.iuo Ce.atr i<"- Mello, Rosslnha:
Maria Francisca Beserra Civalca-'t-1, Urn-
DirfaB.
Uanicialp de Gimel'e'ra
Pacifl o P
Full Text
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