Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19797


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Full Text


AIVIVO I^XXII
Ter$a-feira $5 de Fevereiro de 1S96
\l Hi:ilO 45
PSOP BIIB&BB BE iS&HOEt FiStfKiadA B F.KI& & PXZ.H08
REDACTORES ANTONIO ;WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEULOS e MAXOEL ARAO
Para a capital e ixgakes onde nao se paga porte
Por tres mezes adiantados. .
P(r seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Nan ero avulso do mesmo da .
(5&000
30$000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVO$j)E PBLICAQOES NA
FRANQA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.*, residenlea em Pars18 ru de
La Grange BateBre
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16J500
Por om anno adiantado .... 33JOO0
Por trimestre vencido..... 91000
Numero avolso de dias anteriores. 200
T
Telegramas
SSBVUO FAtfZCJLttBQ MAMi
Rio de Jancipo, 23 de Fevereiro,
s 2 horas e 30 minutos la tarde (recebi-
do na Estacao s 4 horas e 4o minutos.
Noticiam telegrammas de New-York,
que foi morto em combate o chefe
Maceo, sendo derrotados os cubanos.
Accrescentam que o marechal
Martnez Campos nega-se a acceitar
commissoes do governo, no proposito
de recolher se vida privada.
A armada srgentina em breve
compor-se-ha de 20 cruzadores, de ou-
tros tantos encouragados e de igual
numero de caca torpedeiras, todos na-
vios modernos.
Presume se que o Uruguay im-
por quarentena aos navios proceden-
tes do Brazil.
Rio de Janeiro, 24 de Fevereiro,
1 hora e 2o minutos da tarde (recebido
na estaco as 5 horas e 3o minutos e en-
tregue as 5 horas e 40 minutos da tarde.
Commemora-se hoje o 5.0 anniver-
sarlo da promulgacao da Constituico
da Repblica.
As repartieses publicas nao daro
expediente, e noite haver llumina-
go publica.
Nao confirma-se a noticia da mor-
te de Maceo.
Na fortaleza Villegaignon expo-
dio urna granada, occasionando duas
mortes e ferimentos.
Falleceu o marque? de Muritiba
(conselheiro Manoel Vieira Tosta) es-
tadista notavel durante o imperio e
que fez parte dos conselhos, da cora,
tendo oceupado ahi a presidencia da
provincia por occasio da revolta de
1848, que nelle te ve o seu maior ob-
stculo pela energa e animo varonil
que desenvolva e deu prova no dia
2 de Fevereiro.
PARTE OFFICIAL
inspectora geral da instrucco
PUBLIGA
Despaclws do dia 22 de Fevereiro de
i8q6
Marinara Cavalcanta da \lbuqa?rq'ie Cosa,
p oessora em dispmiiblidade pertindo p-ir
cerlidao o seu provimenlo no magisterio pri
niario e a data em que assomio o exercicio da
primitiva caJelra. -Cerllque.
Jof Ribeiro di Fonseca Braa, professor era
sponibili ad8, p*din em que fol professor interino em Bom Jardira
e o de professor fff-iClivo inclusive o de da-
ponibidade Domo reqaer.
Joaquira da Costa GuimarSes, p-ofmor em
dispon.bihdade, pediodo ceriidao de seu tera
po de eife tivo exercicio inclusive o de dipo-
uibilidade. Com requr.
B.cliarel Vitulino '.ordeiro Lins.sprfsentau-
do ao registro, o titulo da amanuense, biblio-
tecario do iDSMtuto Benjamn Constanl, data-
do de 21 do correnta =(juu)pra-8e e registre
se o litulo retro
0 porteiro.
M noel Joaquim ("Anillar.
Desfachos da prefeitura municipal
do recife, em 21 de fevereiro de
1896.
O conselho da Veneravel ("onfraria de San-
ta nita.=Sim 1 os termos rioau. 2- da lei u.
5 e ruis disposifOtS vigentes.
Docinda M.irtms do Val.= ?im, guardadas
as preacripiis do 2* do art. 5 Ululo 3 das
posturas.
Florentina Mnt% da Conceig5o=Junte o
plano da fachada e respectiva planta.
Ventura Matheus & G Mara Firraina da
Conceigao Deferido, eci trraos
Miguel Baptlsta de Oliveuu.Nos termos da
informagao como nquer
T. neme coronel Ernesto Arcelioo de Barros
Franc =Como requer.
Dr. Cosme de S P-reira. -Deferidos, 00
lirm das posturas em visor.
Emilia .Joaquina de Mendonca.^Indeferi-
do.
Jos Paulo Botelho.=No t^m lugar.
Mana Jerooyma da Conceicuo.im, ob*
servadas as posturas em vigor.
Tmjano Jos Querno=>oan requer, em
termos.
Amao Jesuino do Barros.Concedo a li-
cenca pedida
Anna Rita Pereira da Costa.=Sa isfeito o
p gamento dos impostes devidos, sira.
B. H. Tuckrus8.=Deferido, oSo podendo o
d_'0 sito de materias exceder de 48 oras.
Raymundo S xas.Concedo.
Joaquim da Rocha.Concedo.
Borel & ("., ("artot* de Barros Brrelo, Al
fredo de Olivara Costa, B*x\vell WillnD3& C,
Joao Lourenco da Silva Medina, Juao Djinm
gues da Silva Pinto de Impida uimaraes,
Luiz de Franca C. de Mello e Joaquim For
nandes & C -Deferido.
Dia 22
Dr. Antonio Bruno da Silva Maia.-Defe
rido
Jos AntoniG Marinlio. lo leferido.
Francisca Leopoldina da Silva.Prove ter
sempre residido a predio em qn:stao.
Jos Alves Giesteira.Nao tera lugar, o
predio em quest'o, est sujeito a reconslruc
gao nos termos da le n. 18 (C e O).________
EM
ADDITAMENRO A03 DESPACHOS DO
DIA 19 Dii FEVEREUO
^Custodio Domingos Codeceira e oulros.=
NSo tem lugar.
Ao Conceloo Municipal somenle obe d s*
pensar os supplcanles do paeamept"3 lojimpos-
to a que eslo sujeitos. Estando os predios
em queslao no ras 1 previsto pel8 leis 18, par-
te C, e 4*. art 48, titulo 3-, capitulo \ e por-
tante-, ocurso" na diposigao do 16 do art
1- da lei n. 72 nao procedem as allegagOes
dos reclamantes.
O conceibo no patritico intuito de melhorar
a edifleago e conaigOes bygienicaa ras uhi-
tagOes desta cidide, dacrotoU medidas Wndu-
centes a esse flm, e aos reclamantes nao ter
por crto escapado o alcance das medidas lo.
madas, cuja realisagao, valorisaado llies rae*
hor os predios, contribuir nao piuco par*
augmentar as van'agens que ura auferem dos
locatarios os proprietario--.
Como a todos os cidalaos cunpre concorrer
para o erabflesam'nto da cldade. melhoraQdo
as editicagOes e suis cond'gO it de salubridad^
p^U observancia das posturas rauniclpies, nao
por aolo justo nem equilativo, qu i, quindo o
Poder niuniipal se mostra erapennado na con
secogao de tao nolaveis melhoramentos, pr-
tendam os suppcantes que se nao d cumpri-
mento s leis municipaes, dpixando-se de ex-
ecutar a disposigao do 16 da ciada le 72,
que, como medita coercitiva, tende a cora
pellir os remissos ao cumprira nti das salula-
res dispis':. -s das letf citadas.
Screiaria d Prefeitu'-a Municipal do Reci-
fe, 23 de Fevereiro de 1893.
O PORTEIO.
Nunn Aloes da Fonteca.
I
Guarda Nacional
Quaitel do c minando do 3." batalha* de
res rva do municipii do Recif-, 22
de Feverri o d* 1896.
Ordem do dia n. l
Para cump ir e q le om fo dterminado
pe o Exm. Sr. Dr. coronel commandanle
interino da guarda opcional, em officio
d 19 do andante, &b .ixi transcript ,
curopre que os Srs. offi iaes effa3tivos,
addidos e aggreg dos deste batalhao,
ap'esentem-mo euaa patentes no proao de
8 dias.
Qiiart-1 do commando superior da
guarda nacional domunicipio do Recite,
.9 da Feverei o de 1896.
c Sr. tenente-corunel Joaqiim Alves
da Fonseca, commadante do 3.J b ta-
llan de reserva.
i E' preciso que me remettais, com
a pos-iivl bre^idade uma relagai nominal
d s tfic aes do ba alho son vosso com-
mando, afim de ter execuco o art. 3J4,
1. o 2." d regula-Dent pro 5 asad,
criiiain 1 milita'', confornn rejuisitou,
em officio n. 129, de 22 de Janeiro ul -
m o coronel ciinmanianti da guarni-
lo oeste (Datado.
S de e fraternidae.
Julio de Mello Fil/w.
Cjronel Commandaute Superior Interiio.
Jo quim Alves da Fonseca,
Tenente-coronel.
PALACIO
DO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBCO,
EM 12 DE FEVEREIRO DE 1896
O Governador do Estado, usando da faculdade
que lhe confere a lei n. 84 de 3 de Junho de 1895,
resolve expedir o regulamento que com este baixa,
assignado pelo Dr. Julio de Mello Filho, Secretario
da Justica, Negocios Interiores e Instrucco Publi-
ca.
ALEXANDRE JOS BARBOSA UMA.
Julio de Mello Fillw.
Rcgulaiucoto da Escola de Engenharia
TITULO I
C AP IT U LO I
Art. 1* E' creada neste Estado uma Escola
de Engenharia, a qual funecionar na cidade do
Recife.
Art. 2* A Escola de Engenharia ser destina-
da a formar engenheiros civis e ter o seguinte
programma de estudos, distribuidos por cinco
annos e precedidos de um exame de admisso que
versar sobre Arithmetica, Algebra, Geometra e
Trigonometra rectinea e espherica,
1- ANNO
tScaieir Geometra analtica. Complemento
algbrico. Calculo differencial e integral.
2.a cadeira Geometra descriptiva e suas appli-
cacSes theoria das sombras, perspectiva e este-
' 3.' cadeira Phisica experimental e meteoro-
gI AulaDesenho mo livre. Trabalhos gra-
phicos.
2- ANNO
1.* cadeira Mechanica geral.
2.a cadeira Chitnica. Noches de geologa, mine-
raloga. Trabalhos de laboratorio.
3. cadeira Topographia : planimetra e nivela-
mento. Pratica dos instrumentos respecfivos.
Legislaco de trras, agrimensura.
Aula.Desenho topographico.
3- ANNO
/. cadeira Astronoma e geodesia.
2.' cadeira Resistencia dos matenaes. Tech-
nologia das profisses elementares. Architectu-
ra : estabilidade e hygiene das construyos.
Z.'cadeira Estradas de rodagem, pontes e cal-
2.- cadeira Estrada de ferro.
3.a cadeira Hydraulca, abastecimento d'agua.
Aula.Projectos e trabalhos graphicos.
5- ANNO
1.* cadeira Navegaco interior, canaes, portos
de mar, phares, hydrographia, irrigaco, acudes,
rgimen dos rios.
2 cadera Esgotos e saneamento das cdades,
illuminaco, electricidade e suas principaes appli-
caces.
3." cadeira Botnica. Corte e preparo de ma-
deiras. Conservado das mattas.
Aula. Trabalhos graphicos.
Art. 3* Quando completa ter a escola :
a) Pessoal docente composto de 10 lentes ca-
thedratcos, 4 substitutos e 4 professores de dese-
nho as aulas.
b) Pessoal administrativo composto de um di-
rector, 1 Secretario, 1 bibliothecario, porteiro, con-
tinuo, conservadores e serventes no numero que
for necessario.
Art. 4- Os lentes cathedraticos regero res-
pectivamente as cadeiras dos diversos annos da
seguinte forma:
1.a e 2.a cadeiras do l,' anno.
1.a cadeira do 2 anno e 1.a do 3." anno.
3.a 1. 2.a 2- >
3/ 2- e aula do 2- anno.
3.* > 3- 2,a > 4-
3.a > 4" 1.a 5-
2.* > 3-
1.a 4-
2.a 5-
3.a 5-
Cadas.
AulaDesenho
trabalhos graphicos.
de archtectura. Projectos e
4- ANNO
1.a cadeira Machinas.
1* Os professores de desenho regero respe-
ctivamente as aulas do 1 3 ,4- e 5- annos.
2* Os substitutos serviro : um para asi.*,
2.* do 1* anno, 1- do 3;, 3.* do 2* e um para Phy-
sica, Chimca e Botnica ; e outros dous as do-
mis cadeiras.
CAPITULO II
Do director da escola
Art. 5* A Escolado Engenharia ter um di-
rector de livre nomeaco do Governo, que dever
ser um dos lentes, o qual exercer essa funeco
sem prejuizo da regencia de sua cadeira.
No impedimento do director servir proviso-
riamente o lente mais antgo que estiver em exer-
cicio : e, no impedimento ou recusa, deste, cabe a
iurisdicco a outro lente effectivo em exercicio,
respeitada empre a ordem de antguidade.
Art 6 O Director o presidente da congre-
gaco ; regula e determina, de conformidade com
os estatutos, tudo quanto pertence ao estabeleci-
mento, e nao estiver enoarregado especialmente
congregaco. Deveni ser-lhe dirigidos todos os
requerimentos e representares, cuja deciso lhe
pertenca ; e por seu intermedio levados ao conhe-
cimento do Governo, da congregaco e das com-
missoes os que versarem sobre objecto de sua res-
pectiva competencia.
Art. 7* Incumbe ao director, alm das outras
attribuices mencionadas no actual regulamento:
1.) convocar a congregaco dos lentes, nao
so nos casos expressamente determinados, como
naquelles em que, ou por deliberarlo sua, ou re-
quisifo de qualquer lente, feita por escripto e
com declarago do objecto da convocaco, o mes-
mo director a julgar necessaria, marcando a hora
da reunio, de forma que evite, sempre que fr pos-
sivel, a interrupeo das aulas dos exames ou de
quaesquer actos do estabelecimento ;
2.) transferir, em circumstancias graves, para
outra occasio a reunio da congregatjo j convo-
cada, ainda niflsmo nos casos em que ella deve ve-
rif&ir-se em pocas certas ; e suspender a sesso,
quando se torne indispensavel essa medida, dan-
do em qualquer das hypotheses, im mediatamente
parte ao Governo dos motivos do seu procedi-
mento :
3.) dirigir as sesses da congregaco, obser-
vando as disposifes deste regulamento ;
4.) nomear commissoes quando o objecto des-
tas fr de simples solemnidade, ou pelo regula-
mento nao estiver expressamente declarado que
a nomeaco pertence a congregaco ;
5 ( assignar com os lentes presentes as actas
das sesses da congregaco, assignar tambem a
correspondencia ollicial, assim como todos os ter-
mos e despachos lavrados em nome ou por delibe-
rado da congregaQo, ou em virtude deste regu-
lamento ou por ordem do Governo ;
6.*) executar e fazer exocutar decises da
congregaco, podendo, porem, suspender sua exe-
cuco, si forem illegdes ou injustas, dando
parte immediatamente ao Governo;
7.) organsar o orcamento annual, rubricar
os pedidos mensaes das depezas do estabelecimen-
to e solicitar do Governo a quantia que parecer
necessaria para occorrer s despezas de prompto
pagamento, durante um mez ;
8.) determinar, de conformidade com as leis
e com as ordens do Governo, a realizago das des-
pezas que tenham sido auctorisadas, .inspeccio-
nando e fiscalisando o empregado das quantias
para ellas decretadas;
9.) informar e remetter ao Governo os re-
cursos interpostos dos actos decises da congro-
gago, e os pedidos de gratificares, premios de
obras e trocas de cadeiras :
10,) determinar e regular o servido da secre-
tara e da biblioteca, e providenciar sobre tudo
quanto fr necessario para as sesses da congre-
gaco, celebraQo dos actos e servicos das aulas ;
11.) visitar as aulas e assistir, todas as vezes
que lhe for possivel, aos actos e exercicios esco-
lares de qualquer natureza que elles sejam ;
12.) velar na observancia deste regulamento,
propr ao Goveino tudo quanto for conducente
ao aperfeigoamento do ensino e ao rgimen do es-
ta.becimenio, nao s na parte administraiiva que
lho pertencente, como ainda na parte scientifica,
devendo neste caso ouvir previamente a congre-
gaco ;
13.) exercer a polica no recinto do edificio do
estabelecimento, procedendo pelo modo proscripto
neste regulamento contra os que perturbarem a
a ordem, e empregando ao mesmo tempo a maior
vigilancia na manutenco dos bons costumes :
14.) suspender, por um a quinze dias, com
privaco dos vencimentos, os empregados ;
15.) nomsar o dimittir o porteiro, conserva-
dores, continuos, bedeis e guardas, e admittir os
serventes ;
16.) conceder aos empregalos, dentro de um
anno, at 15 dias de licenca sem prejuizo do res-
pectivo ordenado :
17.) designar os lentes cathedratioos e sub-
stitutos ou professores que devam dirigir os exerc-i
cios pratcos e inspeccionar os mesmos exercicios.
Art. 8 O director, alm das informales que
deve dar opportunamente ao Governo sobre as
oceurrencias mais importantes, reinetter no fim
de cada anno lectivo, um relatorio circunstancia-
do sobre todos os trabalhos do estabelecimento,
oceupando-se especialmente do adeantamento do
ensino e apresentando uma lista com os nomes
dos lentes cathedraticos, substitutos e prepara-
dores do estabelecimento que mais tiverem se es-
forzado pelo progresso da sciencia e do ensino ;
informar tambem sobre o procedimento civil e
moral dos alumnos.
Art. 9* Os actos do director ficam debaixo da
exclusiva inspeceo do Secretario do Interior.
CAPITULO III
Da congregaco 'da Escola
de todos
Art. 10 A congregaco compe-se
os lentes cathedraticos e substitutos
Art. 11. A oongregaco nao pode exercer as
suas funeces sem a presenga de mais de metade
dos lentes que estverem em exercicio effectivo do
magisterio, aalvo o caso do artigo...
Art. 12. A convocaco dos lentes para as ses-
ses da congregaco ser feita por officio do di-
rector, com antecedencia pelo menos de 24 horas,
salvo os casos que nao admittam demora Neste
officio se communicar o fim principal da reunio,
quando nao houver inconveniente. Alem disto,
sempre que for possivel, o director declarar, antes
de terminarem os trabalhos da congregaco, o dia
e a hora em que dever realizar-se a prxima ses-
sa0- ...
Art. 13. No dia e hora designados, os lentes
se appesentaro na sala destinada para as sesses.
Si acontecer que at meia hora depois da marca-
da nao se ache presente a maioria, dos que estive-
rem em exercicio, o director mandar o Secretario
lavrar uma acta, que ser assignada por elle e
pelos lentes presentes, contendo os nomes dos que
tendo sido avisados, com justa causa ou sem ella,
deixaram de comparecer
Art. 14 Os lentes que comparecerem depois
de assignada a referida acta nao podero fazer
numero para a sesso e incorrerao em falta igual
que dariam si deixassem de compareoer.
Art. 15. as sesses servir de Secretario o
da Esoola.
Art. 16. Tomada a nota dos lentes que nao ti-
verem comparecido, o director declarar aberta a
sessfto, e o secretario proceder a leitura da acta
da ultima sosso, a qual, depois de discutida 6
approvada com emendas ou sem ellas, ser assig-
nada pelo director e lentes presentes. O director
expor em resumo o objecto da reunio e, pondo-o
em discusso, dar a palavra aos lentes pela ordem
em que a pedrem. No caso de con ter o objecto
partes distingas, poder qualquer dos lentes re-
querer que cada uma seja votada e discutida
soparadamente.
Art. 17. Durante a discusso, nenhum lente
poder fallar mais de meia hora de uma vez, nem
mais de 2 vezes sobre cada materia, salvo se tiver
por fim reqtferer que so manten.ha a ordem doss
trabalhos ou dar alguma explicaco Noprimeiro
caso limitar-se-ha a reclamar em pouoas palavras
o cumprimento das disposiges em vigor ou propr
e desenvolver alguma questo de ordem, sem dis-
cutir a principal; o no segundo aos termos
rasoaves de uma explidaco.
Art. 18. Finda a discusso de cada objecto. O
directoro sujeitar a votago, que, quando nomi-
nal, principiar pelo lente substituto mais moderno
As deliberaces da congregago sero toma-
das por maioria dos lentes presentes e, no caso
de tratar-se de questo de interesse particular de
alguns dos lentes, se volar sempre por escrutinio
secreto, em que nao haver votos de qualidade,
prevalecendo a opinio mais favoravel.
Art. 19. O director votar tambem e, em caso
de empate, ter o voto de qualidade. O lente que
assistir sesso da congregaco nao pode deixar
de votar e o que retirar-se antes de terminados os
trabalhos sem just;ficaco apreciada pelo director,
ncorre em falta igual que daa se deixasse da
comparecer.
Art. 20. as questes em que fr particular-
mente interessado algum lente, poder este assis-
tir discusso e nella tomar parte : abster-se-ha,
porem, de votare retrar-se-ha da sala nessa oc-
casio.
Art 21. Resolvendo a congregaco que fique
em segredo alguma de suas decises, iavrar-so-ha
della uma acta especial, que ser fechada e sella-
da com o sello do estabelecimento.
Sobre a capa o secretario lngara a declaraco,
assignada por elle e pelo director, de que o obje-
cto secreto e notar o dia em que assim se deli-
berou. Esta acta ficar sobre a guarda e respou-
sabilidade do secretario.
Art. 22. Antes, porem, de se fechar a acta de
que trata o artigo antecedente, se extrahir uma
copia, para ser immediatamente levada ao conhe-
cimento do Governo, que poder ordenar a sua
publicidade por intermedio da congregago
A mesma congregaco poder igualmente,
quando lhe parecer opportuno, ordenar a publi-
cidade.
Art. 23. O lente que, em sesso, affastar-se
das conveniencias admittidas em taes reunies,
ser chamado a ordem pelo director, que, si o na
poder conter, o convidar a retirar-se da sala, fl
em ultimo caso levantar a sesso, dando de tudo
conta circumstanciada ao Governo.
Art. 24. Esgotado o objecto principal da ses-
so, os lentes tero o direito de propr, si restar
tempo, o que Ihes parecer conveniente boa exe-
cuco dos estatutos do estabelecimento, ao cese ra-
penho do servico, ao progresso e aperfoicoamento
do ensino e represso de abusos introduzidos ou
praticados por lentes, empregados ou estudantes.
Art. 25. Si alguma das questes propostas nao
poder ser decidida na mesma sesso por falta de
tempo, ficar adiada, marcando nesse caso a con-
erregaco o dia em que a discusso dove continuar,
avisando-se para isso os lentes que nao estiverom
presentes.
Art. 26. O Secretario dever lancar por exten-
so na acta de cada sesso as indicages propostas
e o resultado das votages, e por extracto os re-
querimen-os das partes e mais papis submetticlos
ao conhecimento da congregago, assim como as
d .liberages tomadas por ella, as quaes sarao, alem
disto, transcriptas em forma de despacho nos pro-
prios requerimentos para seren archivados ou res-
tituidos s partes, conforme o seu objecto.
Nao obstante esta disposico, poder a con-
gregaco mandar inserir por extenso os papis
que por sua importancia entender que esto no
caso de ficar assim registrados.
Art. 27. Competo congregaco, alm de ou-
tras attribuices que por este regulamento lhe sao
conferidas:
1.") organisar annualmente os programmas
das heges de cada cadeira e aula e dos exercicios
praticos, regular o horario para as lieges das ca-
deiras de todos os cursos, para as aulas, trabalh os
praticos de laboratorios e gabinetes e exercicio s
externos;
2.") organisar as listas de pontos para 03 con -
cursos; .'...,__-__
3.) propr ao Governo, no caso de vaga, as
pessoas que por sua moralidade e aptido sci enti-
fica estejam as condiges de exercer o magisterio
inteiinainonto; > '
. 4".#) exercer inspecgo scientifica, por si so ou
intermedio de commissoes, sobre os methodos
po
dire-
de ensino ; e exercer, conj u netamente 00m o
ctor, a precisa vigilancia, para que os program-
mas das lieces nao sejam modificados :
5.p) propr ao Governo todas as medidas que
forem aconselhadas pela experiencia, quer para
melhorar a organisaco scientifica do estabeleci-
mento, quer para aperfeigoar os methodos de en-
Sm 6.) informar ao Goveuno sobre o mrito dos
lentes contactados, quando tiverem elles do ser
submettidos aos mesmos onus e vantagens dos ou-
tros membros do corpo doc3nte ;
7.*) informar ao Governo sobre a convenien-
cia e vantagens da troca de cadeiras entre lentes
effectivos do mesmo curso ou entre lentes effecti-
vos de cursos differeutes, sempre que for isto re-
clamado pelas necessidade do ensino ;
8.*) propr ao Governo, quando ninguem se
inscrever para o concurso ou nao queira elle con-
tractas a pessoa que deva preencher interinamen-
te a vaga annunciada ;
9.) eleger todas as commissoes que forem re-
clamadas pelas exigencias do ensino e necessida-
des do curso ; _=
10.) prestar todo o auxilio ao director pata qua
-
^



Diario le Pei^namlineo er^a-feira 95 de Fevereiro de 18&6
se raantenha no ewtabelecirnento um -excellente re.
gimen disciplinar e para que a polica aoadewica
seja exercida com a mxima reguiaridade.;
11.) Organis'ir todos os regulamentos espe-
ciaos aparte docente e quaeaquer programmas-que
forem necessarios para a bfta intelligenoia destes
estatutos.
Art. 28- A congregaco corres pon der-ee-ha
com o Governo por intermedio-do director.
Art. 29. Quando se tratar de assumpto relativo
s aulas e respectivos programmas, terao|assento
na congregar :> os professores que poderao discu-
tir votar sobre taes assumptos.
CAPITULO IV
Dos lentes e auxiliares do ensino
corpo docente compoe-se dos lentes
e substitutos, bem e dos professo-
Art 30. O
cathedraticos
res,
Art. 31. Os lentes cathedraticos e substitutos,
bem como os professores sao vitalicios desde a
data da psse e exercicio e nao poderao perdes
seus lugares se nao na forma dasleis penaes e dar
disposiges deste regulamento.
Art. 32. Olente cathedratioo obrigado :
1." a reger sua cadeira conforme o horario e o
programma adoptados;
2/ a dirigir os trabalhos praticos relativos a
sua cadeira, em dias alterna'dos com as liccSes
oraes, bem como as excurs5es scientifleas ou ex-
ercicios praticos.
Art. 33. Ao substituto incumbe ;
1." substituir os lentes da respectiva seccao
nos casos de seus impedimentos,
2. fazer os cursos oomplementaies, theorico
ou praticoe sobre as materias que a congregaco
designar, quando taes cursos forem julgadoa-no-
ces garios, conforme indicacao do respectivo lento,
que designar o assumpto sobre que devem ell es
versar, bem corno o programma a seguir;
_ 3." auxiliar os lentes nos trabalhos de labora-
torio ou gabinete e as excurses sciemifioas dos
alumnos, ou dirigil-os, se forem para iato-designa-
dos.
4." desempenhar-se das oulras obrigacoes de-
si gnadas pela congregaco.
nico. O lente substituto nao deixar de
fazer os cursos complementares para que tiver
designado, ainda quando esteja na regencia'de ca-
deira.
Art. 34. O professor obrigado regencia da
respectiva aula.
Art. 35. O lente cathedratico ou professor que
alm do desempenho do seu cargo, reger interina-
mente urna cadeira ou aula, em virtude do impe-
dimento ou falta do respectivo cathedrat co ou
professor, ou exercer as funecoes de substituto
por impedimento deste, ter direito a um acrcessi-
mo igual a gratificacao do substituto.
Art. 36. O lente cathedratioo, o substituto ou
Erofessor que reger cadeira ou aula vaga perce-
er a gratificaco da mesma cadeira ou aula.
nico. Se o substituto accumular no exer-
cicio de funecoes proprias o de regencia de ca-
deira.s perceber, alm de seu vencimento inte-
gjal de substituto, o que lhe competir pela mesma
regencia.
Continua
C(K 2." SESS.IO EM 17 DE JANEIRO DE 183J
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
Continuacao do numero antecedente
O Sr. \lhlao Heira (p'la orden) :
Sr. Presidente: est eleita a Comuiissao,
quo tein de estudar a eleioo de 7 de De-
sembr; e o Congrosso vai esperar, que
ella elabore e publique o seu parecer.
Eu, de ninta parte, nao negarei o meu
concurso para que esse assumpto seja elu
cidado com a maxirua presteza, e quanto
antos posolvido assumpto de tunta inagni-
tudo.
Sr. Presidente, ou tonho, tal voz, mais pros-
sa do que Vv. Eses. e:n ver approvada a
cleicao do Exm. Sr. Cousolheiro Joaquim
Corroa ..
O Sr. Estacio Coimbra : Nao tenha
lauta prossa..-
. O Sr. Albino Meira :.. e por isso de-
sejo submetter considoragao da Casa um
requoriinento, que nao tein outro fin sono
adiantar servido, no intuito de apressar o
exame e julgaurento dossa cloicio.
V. Exc. ino diga, si eu posso aprosentar
esse roquerimento.
O Sn. Presidente :Pode apresontar.
O Sr. Albino Meira :Eu disso, Sr. Pre
sidonto, que desojo ver quanto antes reco-
uhocido o proclamado Goveridor deste
Estado o Conselheiro Joaquim Corroa ;
mas, est claro, quero que esse reconhe-
cimento seja o resultado de um oxame con
scicncioso do sua eleigao, feito vista de
documentas que esclaregam1 o assumpto.
O Sr. Estacio Coimbra :V. Exc. pode
offeudero. Gommissa> ainda ha pouco no-
neadaw
O Sr. Albino MekiA :Eu dis=e, o repito,
que desojo que o exame dossa eleico soja
conscieneioso; mas para isso preciso'
quo a Commisso o todos nos Sentamos
todos os documentos relativos ao assum-
pto, para pdennos formar o rtosso joixo
com sogaranc/a.
E' para obter alguns desses documentos
que ou vou apreaentar umrequerimento.
Alguns Srs. Congressistxs:A Com-
missao requisitara os documentos quo jal-
gar necessarios.
O S. Albino Meira : O uieu requer -
ment vai ora auxilio da Coramissao. Aquil-
lo, quo ella toria de fazer depois fica feito
desdo ja : dea assim o trabalho adiantado.
Requisitando desde j taes documentos, eu
iiio fa<;o outra cousa siuao facilitar a terefa
d*a illustre Commissao.
O Sr. Barao de Nazareth : E' serio
isto ?
O Sr: Albin'o Meira -.{Pura o Sr. Bardo
de Sasareth):V. Exc. d liconga quo e
continuo... {Urigindo-St Mesa). A Com-
missao naturalmente preoisava, assim como
o Congresso, esclarecer-so sobre as ques-
toes que provavolmente se levantarao si
br o processo eleitoral...
O Sr. Elpidio Pigueiredo : Si V. Exc.
teru atgutii fornuQa Commissao.
OSr. Albino Meira:Eu nao os tonho ;
e, justamente porque nao os tenho, que
vou pe-dil-os, nao so para mira como para
todos aquellos que Di "> tiver em ja d'amemdo
um juito formado.
O Sr. Joaquim Guimares:E?-ura-re-
inedit pr-jvontivo.
O Sr. Albino Meira :Eu, por mira, con-
lesso: ainda nao tenho juito formado a
respoito. [Trocani-ie mullos apantes).
(Para o Presidente):-V. Exc. est ouviudo?
O Sr. Estacio Coimbra [com (orea):A
Commissao s poder formar juizo, depois
(|Ue examinar as actas das oleices
IiMubw os apartes)
O r. Estacio Coimbra .-Para cahir.
O Sr. Albino Meira: .. Ja hoje tive
a fortuna do ver o leader do Congresso ( rigindose co Sr Elpidio dt Figneiredo) apoiar
urna indicacao minlia.
O Sr. Elpidio Figueiredo :Eu, nao
sonhor; eu nao sou leader dosta Casa.
O Sr. Albino Meira :Nao sou ou que
digo, sao os factos : aiuda lia pouco V. Exc.
derrotou estrondosamente o Sr. Presi
dente, fazendo approvar u:na doutrina quo
S. Exc. acabava de ombator. (Lcnda)
Requeiro quo so solicite de quem do di-
reito a remessa para a Secretaria da C-
mara, para alii sorem examinados pelos
Srs. Congressistas, os livros do alistamon-
to geral deste municipio, o bem assin as
listas parciaes pelas quoes foi foita a cha-
mada dos eleitores as elei>;oes do Govor-
nador o Vice ovornador.
Sr. Presidente. Eu desejo muito since-
ramente ver "roconhocida a eloiglo do Sr.
Correia de Araujo, a quem muito prezo;
mas para isso preciso quo so verifique,
que essa oleic5o foi correcta; porquo do
contrario, eu, fazendo enibra un violencia
estima que voto aquello cidadao, oo te-
rei outro remedio sino votar contra ella.
O Sr. Ermirio Coutinho : -Mosmo por-
que uoiu o Sr. Correia de Araujo quer urna
eloi.jao que nao seja correcta.
O Sr. Albino Meira :Ora eu tenho ra-
zos muito valiosas para desconfiar, que a
elei;5o uesto municipio esta eivada do es-
candalossima fraudo, visto como a chama-
da dos eleitores foi foita por listas adulte-
radas, isto por listas que n5o correspon-
den! ver-dado do alistainento eleitoral: c
O Sr. Albino Meira (para o Sr. E$taci
Coimbra):Fica manso, mano. (Hfcridadt}.
... So. Presidente, ou pego a V. Exc.qu o
me mantonha a palavra. (Contiuamoi a.ar-
M>).
O nobro representante de Barreiros
amoagou-me de tractar-me do Fudo (Aiso):
c eu disso lhe aponas, que nao me incomtno-
do cum uso.
O Sr. EsTAcro Coimbra: Eu sei que V.
Exc. nao se inconimoda com is60, como
nao so incomraodacom cousas peioros que
A Pioviwia tem dito dito de V. Exc.
O Sr. Albino Meira : O doutor perdo
o sou tompo.
O Sr. Presidente : V. Exc. tenha a
bondade de mandar-mo os seus requer-
montos.
O Sr. Albino Meira: Ah v5o elles.
Vm mesa os saguintes roquerimentos,
nao sondo, porm, approvados.
t Requeiro que polos canaes competen-
tes se solicite do quom do direito a remes-
sa para a Secretaria da Cmara, para ah
sorem examinados pelos Congresistas, que
o quizerem, os livros do alistamonto geral
doste municipio, e as listas parciaes polas
quaos foi foita a chamada dos eloitoros as
eleiges "para Govcrnador e Vice-Gover-
nador.
Sala das sesses do Congresso, em 17 de
Janeiro de 1896. Albino Meira. >>
Roqueiro que pelos canaes competen*
tes se solicito de quem do direito iuiorma-
ges sobre os motivos qu3 determinaran! a
demisso a bem do sorvigo publico de Fuio
Marinho, delegado do polica do Barreiros,
o do respectivo supplente.
Outrosim : si o Sr. Gdvornador do Es-
tado tem noticia das barbaras sevicias iir
rbuniao em 23 de janeiro de 1896
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira.de S
A' hora legal, feta a chamada, verifican-
do-se estarom presentes os Srs. Borthildo
Galvao, Salazar Moscoso, Affono de Bar-
ros, Motta Silvoira, Joaquim Guimar&es e
Teixeira de S, o Sr. Presidente declara
nao haver sossao por falta de numero.
Servem de 1." o 2. Secretarios os Srs.
Affonso de Barros e Motta e Silveira.
Nao ha expediente.
Em seguida o Sr. Presidente dissolvo a
reuniSo.
reunio em 24 de janeiro de 1898
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
A' hora legal, feta a chumada, verifiean-
do-se estarom presentes apenas os Srs.
Barao de Nazareth, Motta Silveira, Ber.
tholdo Galvao, Affonso de Barros, Leopol-
do Marinho, Gongalves da Rocha, Teixeira
de S, Antonio Pernambuco e Pereira da
Silva, o Sr. Presidente doclara que nao ha
sessao por falta de numero.
Ne ha expediente.
Em seguida o Sr. Presidente dissolve a
ronniao.
reuniao em 25 de janeiro de 1896
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
A* hora legal, feita a chamada, verificn-
dole estarem presentes apenas os Srs.
Barao do Nazaroth, Bertholdo Galvao, Apq-
llinario Maranhio, Affonso de Barros Tei-
xeira de S e Salazar Moscoso, o Sr. Pre-
sidente declara nao haver sessao por falta
de numero.
Servem de 1. e 2." Secretarios os Srs.
Affonso de Barros e Bertholdo Galvao.
Nao ha expediente.
Em seguida o Sr. Presidente dissolve a
reuniao.
ou quero verificar si realmonte to grave
accusagSo vordade.-
Eis ah porque eu pego a remessa dessas fligidas pelas autoridades policiaes do Bom
listas; para, confrontando-so com o alis- jardm a varios cidados que aqu so acham
a requisiglo do Superior Tribunal de Jus-
tiga conforme noticia A Provincia de hoje e
porque ainda n5o dominio ossas autorida-
des
Sala das sessoes do Congresso, em 17 do
Janeiro do 18H}.-Albino Metra.
O Sr. Presidente faz ontrega ao Sr. El-
pidio Figuairedo, na qualidade de membro
mais votado da Commissao quo acabava de
sor eleita, 291 authenticas rocebidas o con-
vida a Commiss5o a iniciar os seus tra-
balhos.
Nada mais havendO'a tratar, o mesmo Sr.
Presidente levanta a sessao, designando a
seguiute ordom do dia : Trabalhos da Com-
missao.
eps
tamento, podor dizor; esta oloigo frau-
dulenta, ou n&o posso votar por ella.
(//ii oparte.-)
Tambora tonho motivos muito bem funda-
dos para cror, que a oloig3o d3 Barreiros
na pode sor approvada.
O Sr. Estacio Combra : Barreiros
commigo.
O Sr. Albino Meira :-E" por isso, Sr.
Presidente, quo pogo a seu respeito docu-
mentos desdo j. V. Exc. sabe o o publico
deste cidade, por o torera lido nos jornaes,
quo foram pelo Govevnador demittidas em
Barreiros, a bim do sertigo publico, olgumas
autoridades^ municipaes.
O Sr. Estacio Coimbra :-Estadoaes; se
fossem municipaes o Govornador nlo podia
demittir.
O Sr. Albino Meira : -As noticias que
correin a respeito dessas autoridades, sao
muito encontradas.
O Sr. Apollinario Maranhao : -ApOia-
do.
[Ha apartes).
O Sr. Albino Meira:-Os jornaes da
opposiglo disseram dessas autoridades
cousas muito feias.
......O nobre representante de Barrei-
ros, pelo contrario, diz-nos, que essas auto-
ridades sao uns modelos de correccao.
Nesta duvida, entre o que afflrma a oppo-
sigio e o que alflrma o nobre representan-
te de Barreiros, o espirito publico fica per-
plexo dimito da cruoldado com que o Go
vernador domittiu essas autoridades a bem
du ertrifo publico e sonto se inclinado a crer,
que es^a demissao pronde-se eleigao.'a
quo se procedoupara o Govornador. Che-
gam-nie com effeito, rumores de que o re-
sultado dessa eleigo nao correspondeu
expoctiva do Governo......
O Sr.Estacio Coimbra : A forga publi-
ca intorveio om Barreiros para reprimir os
arruacoiros do Sr. Barao do Gindahy. E V.
Exc. (para o orador) est se tornando echo
desses arruacoiros e do um ladrao
REUNIO EM 18 DE JANEIRO DE 1893]
Presidencia do Exm. Sn. Dr. Francisco
Teixeira de S
A" hora legal, feita a chamada, verifican-
do-30 estarem presentos apenas os Srs.
Reguoif a Costa, Elpidio Figueiredo, Estacio
Coimbra, Antonio Vicente Jnior, Salazar
Moscoso, Joaquim Guimares, Teixeira de
Sa, Julio Antero, Godoffedo Moscoso e
Baro da Nazareth, o Sr. Presidente decla-
ra que deixa de havor sessao por falta de
numero.
Servem do 1." o 2." Secretarios os Srs.
Jnlo Antero e Antonio Vicente Jnior.
Nao ha expediente.
Era seguida o Sr. Presidente dissolvo a
reunio.
reunio em 20 de jANEmo de 1898
Francisco
SUL
Capital Federal
D o WorDal do Cjcoaietcu em saa edicao
1o i5 do crreme, qu pesco* qo Un orna
rana dtrigica peo Dr. Gvloy ao geuer*! Ebo-
qoiza P tor.sago para copiar estes tpicos, que t.oe
irdio, publicassemoB :
O D'. Prnneute e Moraes hornern ae es.
>aio a bisaiiTCtilTia, mono ra is alto quo t-o-
.o lalhe de Carlos Pelln ini coco a latelll.
enca deste. porco maior cau'al de criie'io.
Se logar e-la entre o 6oerai Bariholocoen
Mii'u e Jallo Argentino Roca. jTiscooaalto
i itubhs.-ictiO, oraior e esiadisia dlstlocto, ae
auBterida'ie Irrepreheosivel em soa vids publi-
ca e p lvaio, de proD'.daoe atieukla,
A sever'dade ae soa physwooioia recorda-
i e i impa88iveifjgravfdade de Grvy, que no i.
e* p-irrio emqoauo Presidente Ca Repblica
Francesa.
Soa rabeca forzosa e e-bella, de habas cor-
rectas, cor-e-poue a estirpe greg da gloriosa
epo-a de Perl'-tfsi
tra sea epi'ito reside eempre o sent ment
de ustigi ea cllela de grandeva immoriai qae
Na sessio de bontem da Cmara toe Gom-
moos, o Sr. Buwles, depulado coossrvador, lo
i^rpeiioo o Guv*rno sobre a qaeai&o da ilba da
T-iudade.
Repondeo-lbe o Sr. George Catin, eob-se-
Tetario de Btalo do Ministerio dos Negocios
Etran^elrus, declarando qne a iloa ba la sido
occorala pelo Governo anterio-, nao pelos mo-
tivos anteriores occuoago de 1781, mas por
estar anand"oada no- uid scalo.
Accreecentoo qoe u Govcroo Ingles b-'Via
reposto o arbltramemo jolgaado ser essa a
meibor aoloc*" da 'iffl ald^de, e roo mo di
rendo qoe a qu-t:io tmna id" poat de b
A sofiscripcao para o Enpresfuio Maoi-
final, effectoaia no Banco 18 11 publ ca e oo
Nacional Bratlleiro eievoo-ee a............
41. ,"60:000*000.
D<'V Ditia--e qae as reliaron toes ce ub!ito*
italianos, residentes do Re GranJe do 8o1, ae-
reo decididas por um tribanal e<-pec'al de que
r.r p:rta o Consol da Allem^nna naqoeiie
biede.
Realiioo-ae no dia 16, a 1 hora da tarde
era PttronoliB, o enterro oo infehz oficial >ia
rel maana italiana, o copito de fragata 0 -
vari, commaodan.e do Lonbardia*.
No u|a anterior, polo t-em do no te, e no ee-
tuint-> peo t em da manna, biVi m sabido
commisiOe^ d. s divergas sociedades italiana-
do Rio de Janer, c S'. 3taait\*o mohos mein-
bros da coicoia tta'iaa j.
O fallecimento -"o se na residencia do Sr.
miuiftrn italiano, em frente ft ectacSo
da de f-^rro, eahindo 0'ani o ente rro eai carro
para o emtUrio d- Parop.hti.
Uma forga de lnfan aria com baeda rcarcsl
fazia e.u frente a casa em que se acbou o cada-
ver.
Dopns de eurcaimendado o corpo ptlo pa-
dre Footoor Sratfs, dirigale o prestito pa'*
0 c-mitari) Ocurro fuueraio la ner.a.Ai-
por um plqoe'e de cavailaria e segaido pelo
carro Jo sacerdote. A p'', com os s^ua e-tan-
darles cobertos de orepo, segataim as commir-
s6es 48 eOCiedadi s tUlaaaa do Rio e Pe. r
1 s. Com ;: na faroa e de fumo segua era ucn
car> o o S Mio!.-tro tta Italia.
0 S D'. Mauricio e AOreu, prea fente d >
Estado do R'O fer-6e reD'e-ent.r pelo seo aju
pdante de ordens ; oSt i trefe de poli-I* 'o
Esitido. pelo Hr. Gama Beeter, o 8r. uin- o
das relacOn exterioree, peo S Feraz de
Abrrii e o S-. mims>ro da ica ioba p.-o S ca*
pide ieaeD e s. n:cs.
Una banda de msica de Italiano) suompa*
nboo o pretitj tocando macbas fanobres.
Compareces todo o co po diplomaii'o.
Depois da ceremonia religiosa, na cap lia
do cemiie lo, foi o corpo dado a s;pultura, qae
tica i o loc.da em ama colima.
Ao ebegar o p-es ira a) cemiterio, c.bra
abundante hav:i. m^s na o c,?!b de so laorjar
o corpo a stpnliora n)- e.vi; om s>l ardeo-
tissicoo. Parece qoe a natareja quis qoe o des-
ditoto ofBcial, ?o detepparecer pj'a sempre da I
trra, reoebese a l ua de uo sol brban e
Como n da soa Botris*
O B\ nr-ioi-iro M^raglirao, em co'-as maR
re' ti u- palavras, difse o derradetro adea3 ao
compatriota, Segara-se o Br. Palargrew, qae
disse o segrate ;
Mais ama victima do dever I Este infeliz
ser.vico, nao quero agora criticar ou commea-
tado quanto tem bavldo.
Os f encarregai&o de liquidar as sliaacOes.
Cesarlo Alvim.
I4-J-1896.
= Poi exonerado Gersino de Oliveira Paren-
te do logar de guarda-Irnos da estrada de Ier-
ro Sol de Peroambace e nomeado para sobsti*
to '-o Pelippn D Perelr*.
EXTERIOR
EUROPA
bcras
anar-
Preside.ncia
ros e o um ladrao do ca-
l&on-(vatios {Apunes).
O Sr. Ermirio
O Sr. Albino Meira :Sr. Presidente, I ro do Giudahy un cavalheo distinctis-
cu resumo o meu pensamento : o que eu J simo o cima de qualquer suspoita.
nuoro achar-rne habilitado para discutir j o Sr. Estacio Coimbra : Eu refiro-mo
esta oloicao, o dar sobro ell i o raeu voto, a um protegido delle, e que um ladro de
do Exm. Sr. Dr.
Teixeira de S
no prtmeiro dia em que se reabrirera nos-
nas sossoes.
O Sr. Baro de Nazareth Antes do
parecer da CammisSo ?
O Sr. Albino Meira :Ora esta! Pois
eu nio tenho de dar tambem meu parooer
como juiz nest questo ? !
O Sr. Estacio Coimbra : S depois.
Desse modo nio liavia necessidade da Com-
missao (Os apartes continan a impedir de
uuoir o orador).
O Sr. Albino Meira (Para o Sr. Presi-
A' hora legal feita a chamada, verifican-
do-se estarem presentes os Srs. Barao de
Nazareth, Albino Silva, Affonso Costa,
Affonso do Barros, Joaquim Guimares,
Coutinho:O Sr. Ba- Pereira Tejo, Teixeira do Sa o Antonio
Pernambuo, o Sr. Presidonto deelara que
n5o ha sossio por falta de numero.
Servem do 1. o 2.""Secretarios os Srs.
Affonso de Barros e Pereira Tejo.
Nao ha expediento.
Em seguida o Sr. Presidente dissolvo a
reuniao.
reunio em 21 de Janeiro de 1836
cavallos. Appello para Sr. Deputado Ro
drigues Porto. (Continuam os npnrtes).
O Sr. Albino Meira : Nao ae trata
disto...
O Sr. Estacio Coimbra : Sira, trata-se
aqui do minha pessoa e de meus amigos.
O Sr. Albino Meiar : Est o que eu
nao sabia. >r. Presidente, V. Exc. da tes-
teraunho do quo eu nio trouxo para a dis-
cussio, individualidades. (Coninuam o ap ir
te<.) Eu disso apenas que tinham dragado
irumorosde quo a demissao daquellas au-
donte). Eu poco a V. Exc, que mantonha a toridades tinha provindo de nao haverem
' ellas correspondido espectativa dos man-
dos da Ierra.
Eu tivo occasiSo de dizer que a dvida
uaauo dalii, a opuusigau tz lana CHUSil
feia dessas autoridades.
O Sr. Estacio Coimbra e outros : A
opposigo ja disse cousas muito mais feias
do V. Exc. (Ha outrot apartes)
O Sr. Albino Meira : ... Tambem, Sr.
Presidente, chegam-me noticias das barba-
ras sevicias praticadas polas autoridades
de Bom Jardim.
OSr. Motta Silvejba : -Protesto. Nao
foram as autoridades do Bom Jardim.
O Sr. Elpidio de Figueiredo : Foi
um correligionario do nobre Senador, o
Dr. Arruda.
O Sr. Albino Meira : Tudo isto, dizem-
me, prende se ao resultado da el h;5o.
Por isso que ou solicito os documentos
constantes do meu requerimento : porque,
si se vier a verificar a fraudo immorahasi-
ma, que eu acabo de denuncinr om relao&o
eloKjio deste municipio, a u intervengao
desbragada das autoridades policiaes de
Barreiros na respectiva eleigo, eu no po-
derei doixar de votar contra ellas. (Tro-
catn-se mutos e repetido* apnres).
O meu requerimento diz o seguinte :
Requeiro que se solicitem de quem de
direito informagdes sobre os motivos que
levaram o Governador a demittir a bem do
aervigo publico dos argo1* de delegados de
polica e seu supplente a FuSo Marinho e
outros, do munioipio de Barreiros (Cru-
zam'te muiUit apar les).
O Sr. Estacio Coimbra (am forc):
Protesto contra o qualifteativo da Fimo da-
do ao Sr. Marinho. V. Exc. assim me au-
torisa a chamal-o tambem de Fuo.
calma entro os sous amigos.
Acabava eu do dizer, que necessito de
cortos documentos...
n Sr RarSo df. N7rptii-D.epois do
parecer da Commissao.
O Sr. Elpidio igeiredo :Assim a
Commissao fica sem documentos. (Cotii-
nuarn o uparte*).
O Sr. Albino Meira (para o Sr. Presi-
dente) :V. Exc. mo mantonha a palavra.
O Sr. Estacio Coimbra :- Os apartes sao
perraittidos.
O Sr. Presidente :-V. Exc. dirija-se
Mesa.
O Sr. Albino Meira :-O meu desejo
auxiliar a Commissao, o ver quanto antes
recouheeido como Governador do Estado
o Sr. Conselheiro Joaquim Correia do
Araujo.
O Sr. Joaquim Guimares :Mas quer
tolher a marcha dos trabalhos embaragan-
do-os.
O Sr. Albino Meira :Os documentos
que pog- nao sao para ficar em meu po-
der... |
O Sr. Baro dk Nazareth :Ah!...
O Sr. Albino Meira:Ah... ah...
de que 1
Os documentos fco para ficar no Archivo,
na Secretaria, onde qualquer um de u6s os
possa consultar. V. Exc, Sr. Presidente
pormitte, quo eu aprsente o meu requeri-
mento
O Sr. Presidente :Pois nSo I
O Sr. Albino Meira:Eu vou lel-o.
O Sr. Baro de Nazareth :A questo
ser approvado.
O Sr. Albino Meira :Eu cumpro o meu
dever.
E hoje ja.nio fui muito infeliz..
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
A' hora legal foita a chamada, verifi-
cando se estarem presentes apenas os Srs.
Affonso de Barros, Joaquim Guimares,
Apollinario Maranhao, Thomaz de Oar-
valho, Pereira Tojo, Teixeira de S, Pin-
nhoiro Ramos, Francisco Tiburcio, Celso
de Souza o Affonso Costa, o Sr. Presi-
dente declara que deixa de haver sessao
por falta ae numero.
NSo ha expediento.
Em seguida o Sr. Presidente dissolve a
reunio.
reunio em 22 de janeiro de 1898
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
A' hora legal, foita chamada, veriiican-
do-se estarem presentos apenas os Srs.
Albino Silva, Rodrigues Porto, Antonio
Pernambuco, Teixeira de S, Gongalves
da Rocha, Baro de Nazareth, Pereira
Tejo, Francisco Tiburcio, Alfonso de Bar-
ros o Motta Silveira, o .Sr. Presidente de-
clara nao haver sessao por falta de nu-
mero.
Servem de 1." e 2/ Secretarios os Srs.
Affonso do Barros e i'ereira Teio.
O Sr. 1. Secretario procede leitura
do seguinte
expediente
Um oficio do Dr. Secretario da Justca
aecusando o receoimento do officio n. 1
de 11 do crrante e declarando que o Exm.
Sr. Dr. Governador do Estado tica scien-
te de se achar funecionando com sessao
extraordinaria o Congresso Legislativo e
t er sido constituida a respectiva mesa.
Inteirado.
Em seguida o Sr. Presidente dissolve a
reuniao.
n'ft t0"> o temperamento 1e Washington.
E' om esemolar tyjico de Plmarco por cuas
coiidic^B e vlrtud8 de tur, e um* figura
saliente com los vivida e prorria entre as
personiLdajes emlnen es do mundo, pelo alto
concito qoe molto legtimamente tem onquis.
lado.
Acioaimerft9 Da magiittatora suprema -los
gstaddfroi losado Bril seutrabalo arduo,
v.,8'0, tmmeuso; representa ocooaolidadot de-
liiiitivo do fy-tema institucional da Repblica
-m su a nh-cMa prudencia; da grande Nacao Braiileira
confia seu futoro eeoas esperragss.
Aise',ram-rae qae nm trabalbodor Incan-
avel. Iiforma se pessoalmen'e, estuda e re.
anive tudo, com o concurso de competentes e
ilustrados secretarios, entregues como o Sr.
Presidente aos negoc >s de estado.
Qiatorie boras s dia consuela a cao-a po-
ol ica. restando-lbe alguns m notos que distri.
Doe ente as solicitudes de seus amigos e o
a libo do lar.
Cl ?elaid, cono soa poderosa estructura pby.
sica e nao desmentido labo-, nao carrega s bre
seu? hercleos nombros rao.grande responsa.
btlidade.
Fago votas sinceros e me desculpar V Es.
este parealhesis para qoe parmtttam os deu-
ses que algum da, ainda que em tempes re.
moto<, os destino* de nosaa'desgra'gida patria
-ejim regidos por om cidadao das qualldades
ns-ie' do eximio paallsta
Est nomeado o eogeobeiro Benjamim
'Franklra de Albuquerqu? Ltma para O ligar de
eogeobeiro residente da 5* dlriso da Estrada
de Ferl-o Central do B-sill. '
Sabe o loroat di Cammerol qoe o mi-
nistro das relac6a8 estertores tem j promplos
e c incluidos diversos trabalhos grapbicos, alm
de valiosos documeatos sobre o territorioT)ra.
zileiro do Amapa.
E A me-m (olha parece que est esone-ado
do crgo de adumiBlrador dos crrelos do Es.
talo de Hias Geraes o bacbarel Antonio Pa.
dua de A;sis Rezeude, e que para o substituir
ser omeadoojeii de direito Francisco Jos
de Al'E-id Brant.
Foi nomeado eogeobeiro chefe de distri.
do da Rapartlgao Geral dos Tele?rapnos o ca.
pitae do corno de dogentaeirOi Candido Mariano
da lvi Rondn.
a Foi nomeado e cliefe d s-^egao extiocto
la Allsodega de Pernamouco, Cicero Braxtlei.
ro d Mello,|pdra;cmferente da Alfandega desta
capital.
Foi aposentado o fiel do tbesonreir da
Casa de Ami'tsagao. Antonio Dmra Caroisao.
L-se n > Jornal da Commercto* de 1S do
Cirren e :
En vista do nosso Ulegnmma de Hootevi.
do, publicado ame-dontem, sobre a importa,
ca i de assucar argentino, a Assooiago Agr-
cola do Recife, teleerapbeu ao S.\ Miqih.-o
Gongalves Ferretra pedinio esctareclmentos ;
e-te lumediatameite dtrlgio-se ao seo collega
da Fazeoda com quem esleve em conferencia
no Tuesonro Nacional.
O mesmo jornal, tratando da ebegada do
Sr. Francisco Xavier da Velga Cabral, brait.
l-iro, cojo Qome tornou-se condecido e stima.
>o d seas coocldados, pelo seu patritico e
orioso p'oceuen'o no Amapl, por occasio
do desembarque de forgas fraocezas naquelle
p i o do territorio do Brasil, oonsigoou astas
palavras :
A recepgao que lhe rjzeram os sena com.
provinciano** o o povo desta cidade Jea-lbe o
grao de apreco em que todos o temos por
quelle servigo que repellio no prap*io acto da
nffensa ama aggress&o tai, sablta e tao gratuita,
q-ie nao pode ser a >povada ptlos seotim^ntos
e justig e de respeito aos direos dos povos
igos q Francesa.
A* oacoes tem os seas meliaores e as suas
piisceuiioilldades tsoto m.iores quanto acn*
vicc) de sua lnferiondade militar era relagSo
u ras, fasem presumir aggravo infamante,
em argOes qae para os mais fortes se deslisam
lugo pra pacificas contravoreiiB diplomticas.
As manlfsstagoes de reseotimento e de reivin-
dl. aguo que a Invatio do Axap provocou em
todo o Brasil tem esse fuudameoto co nosso
p trioiismo e da ameaga tmmioente dos nosso?
direltoaa soberana deque le te rlto'lo.
A bravo a e o arrojo do Sr. Veiga Cabral af-
firmando aos iatro-oa esm os re .araos de qae
Jbpaabjm, qu aquello territorio nao s ava
sb> donado dea brasiletros, evitou lalves coa-
t.equeociss aaiors uo leviano poeedimeute oc
jov ru*dor da Guyaona Francesa que o sea
Cerno reajoveu logo depois.
A questo pode eotao entrar oas negocia-
gOes diplomticas qoe esperamos cbegalo ao
termo do reconuecimeoto do nosso direito*.
De Landreem data de 14 foi espedido o
seguate telegrama ao Jornal do Contraer-
do:
que desee ao icraulo encarando a mine no
onimo momento c.^mo um estoico, e-.m o co*
i necim-rato nleoo da cat^strophe prosima,
para nos causa de orgolbo e esemplo de ci.
vismo inolvidavel. Mas se doloroso para nos
assietir ao sscriflcio, alis Intil, de ama sida
preciosa, nao meaos dolorosa eleve te sido
essa morte pira om msrlnbeiro, cojo supremo
iaeal era ama morte abeogoada, sobre a ponte
de commaodo do neo navio, taire o troar da
srtllbiria e us gritos da -i tona, na mesma so*
le<20iitade do ocano, soffocaodo o nltlmo vi?a
patria adorada e mandando'lbe a ultima
sauuago :
Alma trra oaa.
Ha vita ce mi desti ecco ti rendo.
Capitao Olivar!, nobre e infeds victima do
dever, longe da patria, lon^e dos tfas queridos,
ticas aqu ne.-U ierra bospitaleirs, ve'dade.
mas estrangeira, n'ama trra oade nem ambi-
gao nem desejos de fortuna ts levaram e onde
a fatalidade parou por sempre o curso da toa
vida. Mas la s para C3 deposo sagrado.
No ''ia em que o estandarte da vc orla for
deBfraldado soberbameote no mastro do tea
avio, victoria qae os acantecimentos polom
s demorar, nos aqol todos viremos plantar as
Ares da sradade e da gr?tidao sobre o tea t-
malo : e se verdade qae algama coasa so-
brevive aempre dlssolucao di materia, essa
pancula aima viva do tea ser ba de esultar
comnosco, na de entoar comaosco o santo pea-
na da patria, o bymuo dajuella amor ^ua an-
nulla as leis fataes da morte evai, atravessan-
ao oa ocanos, onde as ondas, os zepblros, os
azucs compO'm n'oma barmaoHa suave o doce
noms da Italia.
A imprensa eslava representada pelo Sr. Lu-
lio, daVoca del Poplo*, Manoel racna, da
Noticia*, Dr. Candido Mendos, do Jornal do
Brazil e Heorijne Chaves, desta folba.
O fiaado coutava apenas 47 anoos de idade e
era um dos mais distraers e mais estimados
da soa classe. 8ubira ha d as para PetrOoolis
para assisiir a am banquete e l se manifeetou
a molestia de que fallecen, aps urna longa
agona.
O cadver fot lavado e vestido pelo Sr Dr.
Saotore, que juntamente com o Sr. Br. Joaquim
Meneies Ui ioexcedivel em cuidados e deJica-
gao.
Publica a Gaseta de Noticias o seeainte
docameato sob o titulo Bmorestlmo a Mioas
Geraes :
Esc-eve nos o illustre Sr* general Cesarlo
Aifim.
Daclinado mea none as jaliclosas consi-
deragOas felt.s por vossa falba a proposito de
resgates de ltalos da divida fnadada do Esta-
do de M:aas, que esti agora a lomar dioueiro
em condicOss mais onerosas e pouco agrada-
veis, dev-o liqoidar a parte qna me toca no in
cldeate.
Reegatei no periodo coastituc onal do meo
go^erao 3009 apolieesdo emores'.imi de.....
t0.O0J:0uO qne en bavia contrabilo qnando
gove-oador no regi.uen provisorio.
Poda fazel-o, e mais do qae Isso,devia.
Ao t mar conta da a imi istracS > publica,
por fo-ga dos acootecim'entoe de 15 de Novem-
bro de I8S9, encontrei ajustado pelo meu illa--
antecessor, o tino peaidente do imaerio, um
emprestlmo externo de 7.000.0004. Por novas
exigencias do empastador, a qae nao annol,
contente por me as terern formulado, fleon de
nsobam effeito til operaco, roraosissima qae
esta la sendo agora com a oroloogala dores-
slo da taxa cambial que tanto nos est offl gra-
do e prejudicanio.
Iiiciandj resolutamente, ioplacaoelmente,
ama po itlca de severa economa a de respeito
pelos dinheiroa do cootribnioe, tive a fortuna
de ver o re lito do Estado to levntalo qae,
sem neobuma aollcitagao de minba parte, foi-
Ifie offerecida a somma de 10 000:001)*) em ex-
callentes coadlgoes: 93 a lax de e .iisao, ju-
ros de 8 "/ e sem commis>6j<
Acceitei e conclaio se a operagSo.
Maie tarde, par uma la a de mutuo descrdi-
to e i qae se empenharam os representantes
de dons bancos nesta praca, mradei, com o
mximo pesar, retirar de am delles, para ter-
e-uro, o saldo do emprestlmo de qae me nio
utilisra e de que entao nao ca*ecla, declaran-
do que o recsberla oas apolices qae emi ti-a,
pois, n&o era mea intuito aagmen ar quaeeqoer
difcalda Jes a om estabelecimaato de crdito
que non tanta gentileza se portara para com o
Estado.
O banco nao acceltou o ouVecimento, mas,
o de posBuidores das apolicei em
queslfto, me a entregon resgate pela tasa da
emlsso e cem a v. ntagem para o Estado de
metade dos joros vencidos.
NSo csrego dtser o estado em que deixei o
cofre minel'o, baatando-me pouderar qua fo)
ainda possival o resgate de mais 3 000 apolioea
de 5 /o e a coaversio das de 6 >/. qae o Estado
e-tara nabil ta-io a pagar ao par soa posaoido-
res qoe re oaassem a proposta como acontecen
com algoos
Neobum entrado de despesaa .actualmente
exe -utado oa em vis de execago corre sob a
miaba responsamiidade.
Administrador de om republicanismo atrasa-
do, s diaso, qne constime am crime para tem-
peramentos fogosos, qae posso ser incre-
pado.
Pora, passageiraoenta, do Estado, e i no
Portugal
El rei o Gr. D. Ca los fui victima de am at-
ienta o. qae fetisaeato no teve conrqaea-
ci.'S, no -na 29 do passado qoando eua mages-
ta e (iegn:-i pe' -ua do Sacramento, em car-
ru gem d 's-oCe ta e em direceo a Avenida
d Lm-rjade, dando>8e o aconeclmento deste
u-ouo:
Q-iande o t'e-n v.dtava a fnvesea do Sasra-
m- oto pa-a a rui dei>te trame, spproximou-se
delle um'indtvi.mo. typo de trabalnador, o qual
depoia de dirigir algamas palavras qae -re
nao pjr en-u, tiroa aigamas pedras da algibel-
r.i o casaco, e a-re ue;eou com doas deltas ao
Sr. D. Crio?, Com gr'Cde foro1, pausando uma
ii pedras de rapo pelo cnipo do Sr. D.
Calos e indo dermis bator as co?t tana'io. e oalra bien no bomOro direito do
Sr. Guerreiro. cupito do eslao maior, ajudaa-
te de eua mages ade.
O aggreB^or, depois de arremessar as duas
pedras, gritn :
V va a Anarchia Viva a Aaarch a 1
Em seguida delton a fogir em direegao
Praga d'Arm<>8. Tudo isto se passou com uma
rapides incrivei.
O ajudante do S-. D. Carlos ealtou dj trem
e perteguio o criminoso de espada .desembaia-
nn.ada, e algum peool-res que preseaciaram a
scena, tamoem s-go,r;m o fugitivo, faz nlo
tiques ili- apilo.
O individuo em ques ii \ qaaodo tratava de
esc nder-se por en', e as arvorfs da Praga de
Armas, fot agarrado por um soldado do 3 ea-
quadro da guarda municipal e immediata-
mente condozido para o qaa tel, coatlno nio
nrsse trajecto o preso a oar ivas anarenla*
Nj qaartPl qnando foi iuter'ogado declaren
i-haiuar-j-e Luiz Berna'do de Mattos :er 43 aa-
nos de ilade. trabaudor o raorador na Ex-
tr-n-eira a- Cima o. 1. e te: mulner e Miboa.
O Sr. D. Carlos, que tambem sa apeon e se-
gara o su ajutant*, voltou com ese. lomando
de mvo a carroagem e eeguiado depois o sea
destino.
O preso foi as 6 boras e mu-a da noi'e met<
tilo n'om trem e condozido para o governo ci-
vil, acompanbado de dous BO'dados de cavolla*
na. e apenas lev o Sr. joiz Veiga coaoe; imento
do atintalo, apreseotoo se no governo civil,
onie comegoo a interrogar o preso s 8
da ooe.
fe-.i i-do de Mallos milita no partido
.h'sta ba crca de 10 aonns.
No da 28 como nada tivesse quedar a C-
mer a-s lilaos, foi pedir a aea irmi q*ie 6
p di ia da es ja ua da Estrella, a quantia de
100 r>-. Con este dtobetro comoron am pao
qu-t reparti com a mulner e lbos, salodo
elle sem nada comer, de modo que avenguou-
se que eslava sem comer ba 30 boras.
A polica, deoois das 9 hora* da ooite. foi a
caea do allacinao, oade canturria soa mulber,
cooduziado-a para o governo civil. Oa tilooa-
que i-o trez, Bcaram fechados em casa ao com,
p etj abaodooo.
Segundo InformagCes do Sr. juix Veiga,
Bernardo Mi'to-. om doido
Foi examinado pelos 8nod?leados le srale
S's. D.-s. Joe Joyc-i e Ramos, dando-lhe beesa
oc asio am forte atiqae, o qoe abrigoa a vei-
trera Ibe n collede de forgas, sendo cooduzldo
a tiMe de 30 pelas 5 biras e meia do g< verno
civil, no trem 305, acompanbado pelo agente
Patricio e por om outro guarda, para o hospi-
tal de Rilhafolles, onde ficoo em observagao
por c*usa das declaragOes dos sob-delegado3
de san ie Dr*. Jos Joyce e Ramos, qne pro-
vam que o trabaluador om allocinade nesta
occasio.
Mattos foi por doas vezas examinado no
governo civil. Da seganda vez, ao ser interro-
gado pelo Sr. Dr. Jos Jocey declarea catnego'
ricamente qae nao eslava domlo. E com rao-
cor accreacentoa :
Sel o qne s. Qaeria dar cabo delle, e ai
ti vase meios emoregava um pauhal ou dyna-
mite. Procedeado assim, talvaz me nao' cna-
m88em lonco.
Em 8egaida dissertoo sobre a revolagSo Bo-
cal com multa coherencia.
Reuni no da 7, noite, em casa do Sr.
conssloeiro Joaa Franco, o nonaelbe da minis-
tros, para se o.capar das medidas contra os
anarebistas.
O projecte em qne aaseniarau, nao mais
que a tradncg&o da lei francesa, sobre o Idn-
tico assumpto; e apolle ao julgamen o dos
anarebiatas om processo su cma-u. e viea i
represao de dontrinas subve. sivas.
Ora o governo aproveitando o ensejo, algo
dtacutivel, para fazer ama' le de excepcA
saber ao que nos consta, um bocadiabo fra do
caso, b que/traba necessidade de entrar nslle,
isto para ae rrmar contra a imprensa qne nao
Ibe agrade, e ios Iba possa vlr a oo agradar.
Dizemnos que as laxas de babilitagao de
um jornal vo ser elevadlssimas.
Foi nomeado o Sr. coneelhei.-o F.-ederica
Arouca raraistro de Portagal junto a corle de
S. James.
O Sr. ministro da martoba, em harmona
com a resaludaj tomada em conseibo de mi-
nistros, mandn comprar em Inglaterra dons
navios de vella. om Je 1.500 toneladas, outro
de cerca de 1,000, destilado o primeiro a tran-
sporte de carvo para Mogambique, o segundo
para ficar anaexo Escola Niv.i, aQm de ex-
perimentar as aptidoes nuticas do qne ae de-
dlquem vida da armada.
Nao devem costar os doas uavios mais qne
35 a 40 corotos.
O transporte ve n j carregado da carvo da
logiaterra visto obter-se elle all por prego
vaotaraso;
Foram eocarregados da compra o dlstiodo
official da armada Sr. Amaro de Asevera Go-
mes e o engebneiro naval Sr. Lo-ena.f que se
encootra em Amate dam, fiacalisando a con-
Btrocjio de utka flactoante destinada a L i in-
da.
Foram distribuidas -as medalhas de D.
Amelia, a 5 soldado.; da 2* comprabia da ad-
miaisiragaQ milita-, expedicionarios qae ainda
nao baviam oblido aquella distinega sendo
ellas postas nos pe tos das p-aga pelo Srs.
teoeniei Escrivanes, alfares Paiva e Ayres dos
Santos e Silva el- sargen o Pieiade e Cor*
rea.
O Sr. alteres Ayres, dudo o acto, fes urna
patritica aliocucSo ; e em seguida o lente
Escrivanes offerecea a toda a compaohia, da
t0o talneres. um jantar, cajo mena compn*
aha-se da sopa de mas-a com ervilhas, galii-
ntii co*aia com arroz, carne aasala, de porco,
com baUtaa, aztona?, la-a jas, bolos e vlnbo.
O jantar foi serv ra pelos primeiros sargen-
tos Piedade e Cor.-eia e os aguado i sargentas
Aranjo, Lcerda, Trigo 9 Borges.
A sala eslava ornamentada, lenl -se em le-
tras de hera : viva o exercito viva a arma-
da / viva os expe i noaario-' >
Dorante a refeigo trocaran se muirs brin-
des.
A esposa e filnhbos do valante capito
Sarslield, q e ainda se seba em frica a com*
maoiar a i* comoanbia de caga rares 3, foram
visitados por cinco a rgentos e 61 cibos e sol-
dados expedicionario1, qoe em frica serviram
sob asrdeos dainella valante oicul.
Foram tesitmonnar Ibes o quanto estavam
gratos aquello official pela asa affabilidade a
coragem, qae sem pre ibes incara as ooca-
8id9B de maio* perigo.
Aquelra senbora e filbos, profundamente
cammovidos po* esta bomenagem, oHereceram
nm alfinete de onro a cada sargento e cimtsaa
de flaaella, camisolas, ceronlas e coturnos a
todos os cabos a soldados -
Ao qaa assegoraram ao Jornal do Loor
morcio, al 6 noite n&o tinha resalvido o
goveroo a aporehensao do liro Patria, do
Sr. Goerra Janqnelro.
U governador de Loareogo Marques am
J9 do pareado telegrapbon ao governo a pristo
do Mabasnl e nm to, mu principal cabecllba t
f
,"**


' ". II.

Diarlo de Pcrviam^aco Tcr^a-feira,fc* 3
Bji por^nt, corante'! t obra di exredi-
gao (tilrar Maca-'bique.
Oa (Joa re^ub* Z cbieba e Mabato', qoe ae
bavlaui revoUsfle contra a eoberania de Porte-
Ral, eo Gannaobao, m ct)r-) i-oprarao. que
ae negara a eotrpgar os reoeldea s> ooasaa an-
toriaa-le3, e que 3>-8'3) se asociar soa tebai
di*, leles ee acham cu poder ooao.
N*o di o ificg-a ma qae-n predeo O Ha-
bazol; aja- de crer que a- j* maW un
fulo do cap to MouMnDo. do lente Miran la
e dn nifVres Crrato, cap ore3 lod03 elle* dn
Gengoohina, e o tegondo cap-or lamcena do
ZcDarha. ,.
Nao exacto que e sr. cocselbeiro Anto-
nio Eonee nxe u cemunasaMarto regio da
provincia de M 5ambiqoe, visto qoa a na mis
gao es nao potiH eaMide'ar buda. S. Exc.tem
d Uu-t o relaiorio oa 8*03 uaoalbos adra
Dialrativja e de apre ioIr ionapensavea para regular a amios-
iracc daquella importante possesao purtugu-
pf la sos prte o gose-oo deseja consoltal-o
sobe Vo"8 pro.osaoa peudeotes em re,, gao a
mea a p ovincia, 'ainJu assim a or a oo-
ser da m tidos O' ca^us o correles ri-oois
jup o inuire fu.c i)ino ;is#umtj as fu^c-
roa ae -ammioeario pejUo em J-ne -o de 1893
Peo a-ae, |0- Isse, q e os tr.boihos aa MB-
nns.-aa de guerra, ae accordo fon a comaiis-
sao e mi'iob', Hcar&'i oapensca al que aa
j>m conbeoidoe os relatnos da campaoaa de
Mjgajib-qae, B&g '. lorflaodj necho-na re--olu-
gao definitiva, unto coa relajao a propisa do
S.. a'.ni-lrj d-i guerra, coujo ao projecta du
Sr. Arrofo, cerca da8 prouoctV.i Pr dUUuc-
c o, parqu.olu alguos tffi.we, expeiioua
r o- iui-lr^m-;8 co:it a'ua a Mata proal >coi,
qu>r ba)a, qser dj baja prejuUa de aadgtl
dade. ,
Parece qte a.ra feto coa gran>e no.fm-
nldadeo deeemObicoe da orna qne eoceno
es rp-toa do gr.nde Affin o de Aiouq erque, a
que ch-gara aa Indi > abordo to .'aCJ d
Gama.*
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
18 de re ve re i ro
178i=Na?.cimcnto do afamado violinista Ni-
colao Paginini.
1797=Em Veneza, no antigo theatro 5. Mos
entra em acea a opera Amor deGardi.
1837=No theatro Apollo, de Veneza, Dom-
zelti fas cantar a sua opera Pa di Tolomei.
185l=3ounod depos da ter reformado a sua
opea Filemon et Banca, a faz representar
no Opera Comique de Pars.
Dia 19
1843=0 maestro Pery Achule, aprsenla em
Parni'i, a sua opera Ester.
1851=Gns*r, msico francez faz cantar em
Pns. a sua opra Pa t-ileon.
1878=0 professor Cagnoni, praseot* em
Turira a su opera Fraocesca di Itimtni.
Da XO
1812=Nasce na rilade de Micerata, o com-
ponis'a Luro R>a^i. ,.
1820=Em Verviers na:-ce o vnltnista Henri
Vieuxtmp^. ,.
1857=.\-i cidale de aples, o maestro Va-
lente, apre8 18ti9=D-!pois de. l'ir augmentado alguns tre-
cho?, Verdi faz cantar nc Scala a Forza d.'l
Destino. .
Dia 31
182i)=Mercadanli aprese.ita em Veneza a
sua pera Uo na Caitea.
1843=0 maestro Fred. Rtcct faz cantar co
Sc-ta a fu opera Slella di Marcia.
1880'-'ppar-.ce no Cartbeater de Vienna
a D. Juauta de Suppe.
Dia i'l
lT80=Em Parts, vai a scena a opera Aly
e179;2=No theatro S. Benedetti, o maestro
Naaolim, aprsenla a sua opera Zaira.
ls'0=Eitra em scena no .Feydjao de Pa
ris a opera La Cenerei.toU de Nicolo Iaquard.
Da 3
1685=Nasce em Halle, o celebre componista
Frd-'ik- Haendel. .
1853=Halevy aprsenla era Pars
opera La Juiv> .
1861=0 penisla Ruliasiein
Vienna a sua opera La;i e.
1875=Manzcccbi, aprsenla em Florenca a
"D1882-Canta se noSca'a a -Harodiade.de
Massenet. Bia ^
sua
faz cantar era
de
HitVal a scena em L< r.dre?, o Rinaldc
de H .-ndel. ,, .
1833==Appareca em Paria, a Parisina
01891=Morre em Genova o celebre violinista
Gamillo Sivori.
Da 85
1785=\pParece em Paris Rinaldo de Sac-
Ch1792=Nasce em Peanr o celebre componisla
1883=0 maf s'.ro Terziani aprsenla em Mi-
ISo, a sua opera ..L'Aasedio di Fuenze.
ARTES E ARTISTAS
No theatro de S. C ros em Lisbo
ser levada a scena por esses das a op ra
Irene do talentcso maestro Alfredo Ken.
Foram contractados para o deserope-
nho da mesma um grande corpo de bai-
larinas he-panholas que j figuraram nos
Huguenote ss na Gioconda. __
O scenario e guarda roupa sao ul-
XU060S.
icha-se estabelecida era Lo^Jre a
companhia dramtica israelista 7/ic He-
breu Opera Company, que j perc' r o
a America do Norte o quaai toda a I g*8
Trbalha actualmente no SUnda-d-
Tbeatre.
O se-i repertorio c -mpd se de extrac-
tos de livros segrados, das lendas e da
bistoa dos hebreus Moyses, David e
Siul, Sulamiuha etc.
* *
Ermette Novelli, celebre ftetor, n an-
dou & sociedade d Cruz Verm-lhana
I talia quantia de 2,000 francos para
despezas com os feridos da ultima cam-
panba africana.
No theatro Vctor Manuel em Turim,
acha-8e em scena a opera Sansn et
Dalila de Saint Saeus.
O grande maestro Massenet, immcrtal
autor do Rei de La/iore, acha-sa actual-
mente em MilSo, dirigindo os ensaio3 da
opera Nevarraise,
Verdi em Janeiro fe-lbe urna Tisita.
REVISTA DIARIA
Pero* O Sr.. Dr. Govaraador do Esta-
do por decreto d&Jiontem m olemoisagao a
dala do anoiversarlo da promulgarlo da Con-
stltuicao poltica Federal perdoou ao leo- .......
tenciado Jos Antonio % Silva o reats da Interroguei aa ruinas do Palatino, vUitei os
pena a que fri Cj9pdemndo pelo jury do ardins pblicos, embeb-ma no Vaticano.
A'adoaaboraa da manba, todos o diaa,
AnaHrersarlo=Pasaoa hontem o glo*
rioso anniversario da promolgacao da Cona*
tiluigao Federal.
Considerando da feriado, estiveram fecha-
das aa reparticOes publicas que conse'vartm
hasteala dorante o dia a bandeira naconal,
assim como alguos eslabelecmentos parlicu*
lares e navios suri s ao porto.
As firtalezas derara na salvas da pragna-
lica, tocando nos respectivos quarteis pila al-
vorada as bandas militares.
As reparticas publicas illuminaram a noile
aa suas fachadas.
Motor a kerosene-Ti vemos occasio
de ver boniem um ecoDomico e iroportanie
motor a k^reaene qua acha se no esenptorio
doaS?. Bowrnan & C. ra da Cruz n. 4
O referido m>tor fabricado em Londres
as officinaa dos Sre. Crosley Brothers Limi-
ted, rma esta que primit vameole gimva
cora o nome de O lo & L'., iaventores dos me-
Ihorea motores gaz.
O mathinisrao qua vimos de forja de 2
cavados n .micaes sendo a forja mxima de 4
1|2 cavallos.
O kerosene que elle con9ome em peque-
a quan'idade, regulando meto litro por hora.
Oc upa um pequeo e-pngo que conutu urna
imprtame vantagem.
E' erasumina um apparelho aperfeicoadissi-
rao e coja supenoridade sobre s de outros
systemas ajastante senaivel.
Para maior eaclarecim nto transcrevemos
abaixo a carta que nos diiigio os agen es da
'ahnca :
Illma. Srs. Re'adores do Diario de
Pernambuco
Amigos e Srs. Temes aqui um motor a
peirole > e ter<-ra s multo prazer em rmsirar'
Ihea a perfeieao que tera ebegado estas ma-
chinas.
Est"1 motor 6 de forja de 2 cavallos nomi-
naos indican io at 4 1|2 cavallos.
Os fabr cines sao os Sr.-". Crosley Broihers
Limited, esta tirra a 20 annos era Otto, Lan*
gen & Cro K-y, o^ pruneiros fabricantes de
motores a petrleo na Inglaterra.
O systeraa conhecido pelo nome de Otto,
inventor do mesmo.
Para lugares onde n8o ha gaz carbnico
urinte o na estes motores a petrleo sao os
m is conoraicos possiveies.
O de 2 cavallos trabalhando conforme a
aua forja pode gastar 1|2 galao de petrleo
por hora.
Seu curto posto aqui oeste porto, incluindo
tanque para resfriar o ejlwd o, encanamenlo
completo, crrela e sobresalenles em cifra
redonda 100 0.0 cu o motor smente
85.0.0.
O seu afsentnroenlo mu fcil.
Os oulros lmannos sao :
De 4 chvatios indicando 8 1|4 custi 110.
7 13 160.
10 : 18 183.
Prej>8 todos poslos aqui neste porto.
Somos c^m estima e considarajao. Browns
& C.
Firma commereiftl-Foi'nos hontem
enviada s -guiiii* :
Pernambuco, 16 di Janeiro de 1896.
Illma. S-s. Redaciores do Diario de Pernam-
buco.
Tomamos a liherdade de participar a Vv.
Ss. qa^ e-lbeleceinos nesta praja sob a ra-
sio social de Monteiro, Esnaty & f. ra
Senialla Velha n?. 12-22 urna casa de com-
pra e venda de assucar ; e como nos acha-
raos liab litados para o dnsempenho da noss.i
tirina Ihe offereceraos o nosso pre8timo cert s
de que Vv. S'. se dignarao lomar nota desta,
e nu.< auxiliarso coiu a fu confinja, poia
protestamos ineira sioceridade em nossos
tr^ito.
< vproveitaraos o en3-j i para patentear
a Vv. S. os nossos sinceres agradecimentos
pela distinejao qu ooj qu-ira fazer.
.Somos com umita cousideraj&o de Vv, Sa.
3tt ntos veneradores e criados.Moutelro,
Bsuaty & C.
concertR-Mlisa-#e hoje nos saloes do
Club Imernacional o concert orgaoiaado pe-
lo* maestros Vincenio Carniccbiaro e Amaro
Barreto.
O pr grarama qua ninador e da urna
idtia approx'raada do que ser essa fetta ar-
tialica, cj "poe-ae dos seguintes trechos :
Primeira paita
1. 3eethovenSonata em f, n. 5, pira piano
e vi>lino=a) Allegro=b) Alagio c^ Scher-
zo=d) R.ndo.
2. a) TU Duliois=Par le senlerme'odia
t>)=Leo Delibes-Jeanne de Neville=rne-
lodia pira voz de mezzo soprano (Mme. M-
Talla).
3. ) Cernichiaro=Premier Resret -romance,
b; Faur=Berceuae.
cj Lerncchlaro-Tarantella, para violino.
(Sr. V. Cernichiaro)
4. GounodL Vallon, .meditujo poelica de
Lamartine para b.sso
(Sr. Dr A. C. Belt'8o).
5. a)'.bopin-Nutiuroo em r bemol
b) Chammad; prece dans le stylo ancien
c; Rubinstein=Valse caprice, para piano.
(Sr. Amaro Barretto).
6. CernicchiaroAndante com varia'zioni e
Polacca di concerto=para violino, pelo au-
tor.
Segunda parte
7. Giieg=Tonata, op. 8 para piano e violino
=ai Allegro -b) Andantino e c Presto.
(3ra. Amaro Baretlo e V. Cernicchiaro
8. Saint.Saena D as melodas para flauta.
(S>-. :andido Filho,)
9. *. Maillart-Les Dragous de Villar=aria
para mezzo soprano.
(Mme. M. Tr-lle).
10. Beethoveo=Sonata, op. 27, n. 2 para
pianoa) Adag o sustenidob^ Alegrette=
c) legreti e presto agitado.
(Sr. Amaro Barretto).
11. a) eroifchiaroPreludio.
b) Vieux tempsFantasieG.pricepara
vtolinn.
(Sr. ''ernicchiaro).
12. C. Gomes-Salvator Rosa=ara do Ducas
d'Areiaa para ba ao.
(Sr. Dr. A. C. Beltto.
Emilio Zola -Fia o que disse o fara-ge-
raio escriptor fraucez a proposito do seu ro-
m?nce Roma :
O eapectaeak) que Roma offerece om
espectarulo nico
Para o pensador, para o philosopho, nennu-
ma cidale do mundo lera urna physionotnia
mais curiosa.
Representa ao sea espirito esse rei e esse
tapa enearaodo-se como dois inimigea, e eese
iovo jovera, naacido ae duas derrotas: Sa
dowa e Sedan, esse povo ceio de orgulhoe
U; Iramensas esperanjas neasa cidade que
elle ten'a transformar em capital moderna.
Que monstruoso cadinho e que de ambijSea
a ferver!
Roma o Palatino, o esplendor antigo do
reino de Augusto, volvido em ruinas, arvores
mortas, murallas em trra ; tambera S. Pe
dro, qus domina a cidada ; emflm o Quir-
nal, o palacio dos soberanos modernos, que
o rei fez pintar de amarello.
Dentro disto e enlomo disto urna turba ma-
rulhenta, vida de ucceder a grandeza roma
na e grandez papal.
Recetan o perder me nessa cidade enorme
teniendo afogarme como em pleno ocano
dirig-me a Roma com um pa jo trajado.
Oassumptodo ra~u livro eslava ae ante
raao projectado as anas grandes linhas, mas
que variedade de motivos !
rame preciso fazer mover o mundo negro
do Vaticano e o mundo branco do Quirinal ;
8urprehender a altitude dos cardeaes e conbe-
cer dasua tmpotancia ; penetrar-me da an-
tiguidade, da idade-mdia e dos lempos mo-
dernos ; averiguar urna religiao rejuveoes-
eida podena florea er, neaae velho slo, sepa-
rar a raja da aimospbera do clima e investi-
gar a aua influencia sobre os grandes bomena.
Viv, porianto, em Roma cerca de dona me,
zes, levantando-me aa oito horas, percorrendo
at ao por do sol os locaes onde ae deaenrola
a acjo do meu litro, frequeotando lodaa aa
ciaB8es, eovo *eodo*me desea vida ranllipla e
diversa, vendo ludo, ferejaodo ludo.
eslava sentado meso, a colliglr as minhas
notas. E' qua Ruma era para mira trra dea
conhecida, que eu v a p^la primeira vez e de
que urga recebar rpidamente, mas ntida-
mente, urna energ ca impreas3o de eondueto.
diftVente .viquelle que
raimParis oa e nasci,
Paru
oo 1
toa a qi
Dtieipii
muajeipii cjtHnahib.
Tr*balito bem
reclamara de
cresci, onde vivi.
Porque leixo-rae dizer-lhe- ihepncamen
te tenho dois procesaos. O que consiste em
penetrar me rpidamente de um assurapio,
como o Tu era Anzin para o Germinal, na
Beance para a Terre e nos grandes aria-
zens para-o Bonheur dea Dones.
Para quera t-m bon-> olhoa o que eu cha
mo urna dnu'-he de itnprrsso.
N'um ins'ame ter.lio a intacto physica to
lal das cousas, peloa olhoj, pelo Baru peloa
ouvido?.
Laojo vivunento ao papel o que sent e al-
guus mus d-poia, qiundo releio esaaa notas,
reconstituo o quairo com u na perfeila inieti-
i dad a.
0 que obwoha asaim i urna especie de ns-
laniaueo ; nao tenho a visao da alma das cou*
sa?, maa tenbo pelo raenot o aspecto, a urna
crta luz, e, o q e tuelhor, a physionotnia,
a expresao.
O ra-s segundo processo consiste em viver
no raeio que pretendo reconstituir.
Aqu temos, poriamo, (toas raaneiras de pro
ceder: rpidamente, pelo coup de foudre,
ou lentamente, pelo amadurer.iraento.
Neste novo hyo nao tenho a pr tensao da
fal'ar de Roaia como um veltio romano : na-
tural que u nao tenha podido v.ver todos oa
persouage-is da miiilia obra
Nao t-nbo viute vidas. Portanto, fallo de
Roma como urn vi^rjanti*, e rao um vt8ilant.
O meu hroe, Pierre Fromeot, ah pa8sa como
eu dois raezes e, como eu, da a sua Impres
sao.
Quanto sos personagen3, nao oa creei, nni
tenh por costme creal oa : saa-iue fomeci-
doa de alguraa raanelra pi loa factoa, sao ge-
rados pelos acontecimento^ e formara se es-
pontneamente Sfgundo as exigencias da his-
toria que tenho de c ntar.
Aqu, a rainha nica ambicio foi mostrar
n'uraa especie de synthese essa Rima de dous
mil e quintientos annos, esse velho solo onde
um humani tade nova pro ora florescer. Sou
aquelle h jin-m que procura contar a Impres-
sao que sentiu ao contemplar o espectculo
dessa ciiade, como lhe disse, sera rival no
mundo.
Nao rae f-olloquei de nenlium lado, n m do
lado o rei era do lado do papa : quz ser
e fui imparcial.
Prevejo, porm, e por est^ motiv>, que o
meu livro nao lograr contentar ninguem.
Maa, si-jam quaes forera aa discusses que
levante car sendo, como urna obra de
coosciencia e de smceridade, talve meamo
aquella que representa para a miaba intelli-
gencia maior esforjo.
A materia a resolver era mme.isa e immen-
sa a toial'dade da evocajo.
Stm, sem duvida o meu miior esforjo...
E' mai r que Dtiacl-, mais humano, de
urna aspirajao mais elevada...
AmphtnnFomos rairaoseados cora o n.
2, anuo 10, da Aiophion, oplima revista de m-
sica, theatro e b-llasartea que publ cada
quinzenatraenle em Lisboa.
G >mo sempra vera ornada de importantes
noticias e bem redigido* artigos.
Na sua primeira pagina v se a pbotogra-
pbia do baryi ao Romeo Blanchard e em se-
guida alguna tragos biographicos q e amuralla
irn crevereraos em DOSSa BOCjao artes e ar-
tistas.
Muito gratos ao Sr .Euclides Fonseca, agento
da Amp ion, pela gentileza do offoreclmento.
Marnhao-Ease vapor du Lloyl Rrazi.
leiro, esperado dos portos do norte,, eve che
gar hoje ao nosso porto, segurado dpoia para
os por toa do Sol.
Providencia pedida=Para a aegurat**
carta que n >s foi hontem enviada, e que con-
tera urna reclamajto qu-. nos pareoeju-ta,
chamamos a atiendo da autondade compe-
tente :
Illms. Srs. Redaciores do Diario da Per-
nambuco. Rogamos a VV. SS. o espeiiali3-
eirao obsequio de chamar, pelo seu con elluado
jornal, a atter.jao d> fiscal ou autondade com-
petente, para um raictorii qus existe no b-cco
i-a dn fni
do lado norte da Praj
dependencia, que
delta para a ruads i ruzes, pos est tr.msfoi
raado em tal foco de iDlecjao, que ma enor-
me ameaja vidj d' qunlles que teein a tnle-
licidedp de morar peri.', principalmente a cata
quadra fuoesl38tma qu atravesamos.
Eaperando que VV. S. se dignem de
altender ao nosso pedido, anteclpamos os nos-
sos agradeciraentna e som s com a mais subida
consi lerajfio, de VV SS. attentos veneradores
e obrigados. -Os vl-inhos.
Moate Po dos Or era nos Cifrar-
reros -A nova directora d'eaaa assoc-ajao,
ticou constituida da segrate forma, na eletjao
procedida ltimamente :
Piesidente=Joao Baptista da Silva Lobato.
Vice-rito=Pedro Satyro de Salles.
1- secretarioAugo^t) Felippe Santiago.
2- dito=everiano Correia de Araujo.
Thesoureirc Antenio Jos Monteiro da Silva.
Orador=Jos Bruno Lras Wanderley
Vice diio=A gelo Rogerio Gomes da Arrojo
Procura iorea=Claudrao Luiz de Meira Gus-
mao e Ildefonso Elpidio Ernesto de Salles.
Bibliothecario-Irtneu Piacdo de Freitas.
Commiasao de finanjas=Joaquim Felippe
Teixeira, Augusto Candido Carneiro da Cumia
e Jos" Alves Pimentel.
Commiasao de syndicaiciaJuvencio Ame-
rico de Freitas, Manoel Ignacio de Jess e Joa-
qoim E. de Meodonja Poge.
Club carnavalesco Presepense
Olindense Este club carnavalesco proce-
deu no oomingo ultimo a eleijao para a sua
no/a directora, Meando composta do eeguiote
modo :
Prealdente=Carloa Nigro.
Vice-.iito=Joao Joa de Souza Motta.
1- secretario-Arthur Leopoldo de Mello.
2- ditoLu'Z Angelo de Sani'Auoa.
Di'eciorAlfredo Augusto Qaeiroz.
OradorJ. Bo-gea.
Yke-dito- Manoel F. de Chrislo Leal.
Thegoureiro-Alfredo da Costa Carvalho.
Vtce-dito-Antonio Gomes Pereira.
1- procuradorJos de Oliveira Ferrer.
2- dito-Antonio Mtltto de Sant'Ann.
A posse efleciuarse-ha no proimo domingo.
corynantbina olindense-Essa bem
acreditaoa sociedade r<-uoe-se na quarta-feira
em aserabla geral, nos salOes do Instituto
Luterano Olindense ^da Intendencia Munici-
pal) afim de proceder a eleijao de nova direc-
ria e subraeiter discussao e approvajao os
seus esiatutos.
A sessao lera cornejo as 7 horas da noile,
sefc-u ido reza o editc.1 publicado pela secretaria
oa Corybanthina, que publicamos na sec^So
competente
ftoeiedade Gonc lves Dias -Func-
conou ant.-'hontem essa corporajao sob a
presidencia do eccio Olympio Galv&o.
Terminado o expediente, que constou de
diversas propostaa de i terasse social, aegnio
se a palestra lit erara na qual-usararn da pa-
lavra os Srs. Augusto Araoua e J.oao Moris-
son.recitaodo a3 ooeaiasEterna Vista e Res-
ponde ; Ernesto Baptista, dtasertando sobre
Direito civil : Soriai'O de Albuquerque e
Olympio Galvao, lendo os seus trabathos
Pagina orintale primtira parte do Iwro Phi-
losophia Barata.
Depois de ter sido designado o prximo
domingo para realisajio da eleijao da nova
directora, foi encerrada a sessao.
Tribunal do Jury do Reeife-Deve
serabera boje a 1* aeasfto ordinaria deste Tri-
buaal que funccionar aob a presidencia do
Dr Lev'm i Vietra de Macedo Lima, juis de
direito do 2- diatricto criminal.
Estao sortead .is para a lueaiaa-aessao os ju-
rados seguintes :
Recife
An onio Gomes da Silva.fiamos.
Amonio Gomes de Mattos Sobrlnho.
Arthur de Mello.
Antonio Apoltnario Mortira Wanderley.
Manoel Jos da Costa Carvalho.
Manoel Pereira da,Costa.
Joao Vicente Ferrair* Coaibo.
S. Antonio
Eduardo Nabor.
Pedro Jorge da Silva Btaos.
Joa Soarasde Akbaquerque.
Guilherme Carnalro. da Cuoa.
Francisco Rodrigues Pialo.
Rayraundo de Alnmlda Sampaio.
Joaquiio liasiio Piobo.
Gomes Augusto Gara de Miranda.
Dr. goslinho da Silva Leal.
Aprlgi i Brat de Oliveira Lima.
Alcrbiades nIonio Jor deMoraes.
Caelan > Ferreira Ramos.
Ignacio Uom-8 Ferreira.
8. Jos
Luiz Eloy de Miranda Din ao.
Cierainiano Redrlgues CarJozo.
Pedr. Luiz de Oliveira.
Taadeo Pereira Bastos
B. Vh;i
Jos Bezerra Barros > avalcanle.
Arthur feitejra Bastos.
Dr. Jos Nugueira da Silva Filho.
ios Alfredo de --.Im-lda Soares.
G raja
Jos Bonifacio de vranda.
Jo.- Rodrigues de Moraes Campos.
Afugados
Balbrao Cesar A'm:i la Leita
Henrique Bernardo e Oliveira.
Poj)
Manoel Joaqun) Pereira da Silva.
Bento Joaqura de Miranda Henrique
Camiulino C udido (Jchoa de ijus nai.
Multas e suspiu-io Pera almin s
t-adur i Mercan u- s. J( < m mnltaoo
<-m 3*300 los Bira de An i-ai- e A ra lo
Nones em 33,es'H py mf-a \S> no a-i 3, ras.
6 da li-i ". 4e -qn -He pelo ar 4 ap. 4, d lt
n. 4 e fiotim ota sa pen^ por 8 d.. o lalh .
t u.-os'o P i: o i-a r :n!-i igitidooart.
lo, ap. 9 da l-l n. 4.
BiUa remits fot <*> r.'r:eiiiriii3 208 o fres d
[ tendencia Meni Ipal.
-r-asaiaento civil -u escrivao dos casa
rrenloa da Boa-Vista, Graja, Pojo e Varzea
iffixou oa repartjao do registro ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaos de proclamas
dos segrales contr tientes :
2 Publicaco
Auatridinio Lios de Souza Oliveira, empre-
gado no commereio, residente oa freguezia da
Ba VisU', com Hada Ferreira da Silva, resi-
dente na freguezia de S. Jos, solteiros e na
turaea deste Estado
Joa Brazili.'iio deSouzt com Josepha Ma-
ra Rosalina da Silva, solteiros e resideente na
fre(,>uezia da Graja.
i'astageiros Chegados do sul oo va.
por raglez lii e :
Alberto Travaasos, Pedro C Miranda, Frede-
rico C. Souzn, Eduardo Wanderley. Juan Gar-
Manoel C da Silva Filho. Leo Gluct, Luiz
'.eraeole Marganda Ptly, Antonio A Rusa,
Joaquim F. Gomes e Francisco P. de Brillo
e Luiz N).
Telesranimas retidosAcha -vere-
ndo- na eslajao do Telegrapho Nacional os se
quintes lelegrammaa :
Ds Jai-agua pa-a Georce "rara.
De se nibem, pa.-a Oaorlo Delpiiim.
Do Rio, para Veneranda*
Da 'a- tiybi, pa a Dauaso.
Di Re, para r. Cirvalho (fl-ca| engenhoa
CRiii'aea.
Ltnhas, funeconando reguarmente para Sul,
Norte e Ontro.
Cemiterio PublicoObituario do da
2l de Fevereiro de 189
Frauceliua Miria da Conceijio, Pernambuco
52 anoos, oiteira, B. Vista.
Joaquim Rio, Pernambuco, 5 qoos, S. An-
tonio.
Delphma H. dos Saotos Neves, Pernambu-
co, '-'A anuoe, vuva, B. Vista.
Um feto do sex > femraino, Pernambuco, S.
Antonio.
Ausincliano Cnaves de Azevedo, Pernambu-
co, 2 annos, B. Vista.
Joao os Santos, Pernambuco, 4D airaos,
solteiro, B. Visla.
Manoel Pceira, Pernambuco, 16 anuos, sol*
leiro, B>. Vista.
Manoel Franci-co de Oliveira, Pernambuco,
50 airaos, casado, B. Vista.
Vicente Carlos da Silva, Pernambuco, 40
annos, casad>, B. Vista.
Adt-laide Ferreira da Sil.a, Pernambuco, 34
ranos, solteiro, B. Vis'a.
M guei F. vachado, Pernambuco, 34 annos,
solleuo, h. Vista.
.^Joaquim E. Alves de SanfAnna, Pernambu
co, 22 annos, saiieiro, B. Vista.
22 -
RiusVeia da Helio, Pe'oaxbucj. 72 ai.
Oim, uiter^. J-^S.
3an na ? ao sim* aa Almei la. Pe n ramoa :*,
36 aouoa, soitoir;., S. Jj..
J.ciodiu 'Ai. la da Cju:e:j o, PernamOn;, ro
a'iuoa. solteira, V".-ti.
ao'j la A'vrs da :iba Jnior, Peraaoooco,
;0 aooos, eoiiei-o, S. lose.
Jo-e ;oaMio da Silva, Pi namooeo. 21 an.
ol, soliei-o. Recite.
Isaoel B'M Jaos, Allem-Mtia, 16 aoaoa, casa.
da, B fiatt. ,
Dioo'3io eereira da Cuiba, Pernambuco, 4
aa toa, Afoados. _
Piuiia Fran:isca :e Paula( Pernambuo, 2
.nuos, G'^c3- ,
Jos, Pernambncr. 3 annDS, Arogados
U a lera do sex ma^coluo, Pe--oa3ioucj, B.
Jlo.,
H^tbille Dmiana do E. Santo, Pernambuco,
3 auras. B.Vinia.
MdDoel Aniooio doa SiQto', Pe,-namonco, 63
a o nos, V!UD, B. Vista,
Manoel S^-afira do N-scImento; Pernambso,
33 anuos, sol'ei o, B Vista.
Igoara Hara da Conceljo, P rnambnco, 50
aono?, viava, B. Vistr.
Pedro A'esanlre, Permmbnca, 38 annos, sol.
tpiro, B. Vixta.
Anra-no Nuoes, Pernambura, 51 annos, casa,
do, B. Vista. ___
Mirla -mali-- dos Sanios, Pe-nimbmo. a3
anoas, epll-'i'-a, B. Vala.

PENAMBUCO
Concelho llnniclpal doRecjfe
QUADRO DEMONSTRATIVO DA RECEITA E DESPEZA DO MEZ DE JANEIRO DE 1896
REUEITA DESPEZA
Aferifao 23
Bilheteiro 42 T. E.
Barraca 42
Bebida 55
Casa de negocio 66
Cemiterio 21
Coreto e postes "41
Divida activa i
Deposito 2 1/2 % 13
Divertimento publico
48
Eventual 3
Engraxador 59
Edificafo "15
Emolumento 14
Fogo de vista 45
dem do ar 46
Inscrip^es 35
Mscate 27
Mercado 5
Matadouro 6
Multas 7
Emolumentos de petifo
14
Quitanda 67
Suino 25
Trilhos na ra 56
Venda no caes 62
Saldo do exercicio de...
1895
Rs.
5:i86$99i
5S$ooo
42$000
1:1558000
14:9488950
3:4528800
228000
17:8408106
308250
2918500
220S645
5288000
1:5778834
4:8468848
558000
55$000
888000
4:2908000
16:8178340
24:1728200
7308600
4348400
228000
216S700
1108000
668000
97:6758164
57:6198137
Empregados do Cpncelho
i '
Estrada do Bongi 15
Matadouro e Logradouro
l
Saneamento e embelleza-
ment 5
Divida passiva 3
Calcamento da cidade |
30
Impresses e publicacoes
2!
Empregados da Prefeitu-
ra 1
Instrucfao Publica i
Forfa municipal 1
Instituto Vaccinieo e Hy-
giene 17
Desapropriaces | 7
Custas decahidas 22
Parque Fernandes Vieira
Eventuaes diversas 27
Expediente da frefeitura
20
Mercado de S. Jos 29
Jury e eleicoes 18
Mictorios e latrina 9
Juizes de districto r
e 4
155:2948301
Limpeza publica
dins 6
Vencimento do
feito 23
jar-
Dr. Pre-
3tf42$708
2485000
2:7018590
2:7958000
6:0808310
9898000
2:i62$6oo
27:0348525
25:2758444
9:2158389
1:5958870
1:3478000
778700
2758500
4238250
542S800
1658800
168000
728000
2:4ooSooo
5:9888309
833^333
93:9825119
Saldo que passa para Fe-
vereiro 61:3128182
Rs.
155:2948301
O escrivo da recelta, Servindo de escrivo da despeza,
y os Vicente Ferreira da Silva Jnior. Antonio Lopes de Carvallw.
Contadoria Municipal do Recife, 10 de Fevereiro de 1896.
Genuino Jos da Rosa,
Contador.
Antonio M. Pereira Vianna,
Thesoureiro.
H'BLIdAliiM 4 n\\\\S\S
ISDICiCES OTIS
Medico
O Dr, Lobo Motcoso da consultas erj>
>ua casa' ra da Gloria u. 39 das 11
Doras da maali Ida larde. Achao
io-se fra do servico publico offerece-s-
jara acudir a quaiquer caamado coa
promptidao para fora da cidade. Espe-
cia lidade, operacOes, partos e molestia
le seuhoras e r^oiaos.
Dr. S Peretra,ra& da Imperatriz d
', d'cosuitas medico-cirurgicis todot
1 das das 8 taeio dia, meos no-
nios e dias saoticados.
Oeeallstas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
cnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.' 63 i.* andar. Rezide em
Camiaho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volt*,
de sua viagem a Europa, tem seu coa-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
esdencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Sampaio, oeculista.da
cOQsaltas de 1 s i horas bo primeiro
aodar da roa do Baro da Victoria u.
-, Rtsldeocia a rut tiospicio o. 4b.
Teleohoue o. 3o5.
Drogara*
A.P.Braga Gmmares Agencia de
jodas as especialidades pharmaceuticas,
titass drogas, productos caimicos e ou-
lros medicameatos homeopathicos, ra
Laraa do Rosario u. 34.
Fariaa Sobrinho & C, drtgwsU
por aturdo, rundo Mvrquoz de Olinda
.41.
AO Superior Tribunal de Jus-
tina
Memorial
Panda de decisao do EgrPRio Tribunal a
questao de nuludada por siinulacao fran luan
ta, da 1 nda feta por D. IsaDel, j gravemente
Inferma cotn asaisit-ncta de seu marido a nto
nio Rior-iro da Silva Gaimares, dos bena que
pi.r sua mortedevia balar sua mi ain Jaenlo
viva e d. qual representante e herdeiro
unie.i de t:d>9 os dtreitos, inclui3a o da an-
nu'a a ret-rida venda, o appellaruo embar-
gante Joaqaim Cynaco de Meu tonga.
A simulagao eytaeviaenieincmo provad do
autos, tanto que disse o llnstre voto venciJo
no ac'cordao embargado : que de outro mdo
jamis poier-se-m* provar cabalmeote, como los de ren, sahtnao em carluclios de
(5 a similiante fado.
Depois a propr a eseriptura da venda su-
bstancialmenta nulU, pois o proprio marido
da vendedora f.onfossou nos autos o faci de
tur assignado por ella vendedora um seu ca
noeiro sem estarem presentes as Ustimu ibas,
e o comprador tamben), desabusidamenle,
comessou nos autos qu. assign >u a scriptura
antes da vende tora, ou do canoeiro que a seu
roo asaignou, na ausencia das leslimu
nhas
De modo que sao as propms partea contra-
cuntes que coofesaam tuda is o e a cooassao
judicial solemne a melher das provas.
' Em Lona julgadu8 o Superior Tfttoonal cm
ginio-se ao rigor de direilo aonullou dus
escriplurai de hypotneca em que por emoles
omiaao do tabeluSo faltn de assignar urna
daa tn8timunhaa insirntoeotarias :-na causa
em que foiappeante Manoel Antonio Cabral'
e ana mulner, appellados Manoel da Crui &
C. e na em que fot pp^llante Rosana Pereira
Ma'galhasa Basloa e appellado Jos Vietorino
dePaiva. ... ,,
Como por ventura ha de jolgar agora valida
eacriptnra de venda de bena de raz tambera
da substancia di contracto e dermis aecusada
de fraude e sunulacSo, diendo as preprias
parles em juno, por sena depoimenios, -o
compra tor que elle assigoou antes da vende-
dora e o marido desta que quem asstgnou
p r ella a eseriptura foi um aeu canoeiro e
sem que aa lesiimuohas estivesaem preaen-
tos '
si a ord livre 1. tulo 78 4." nao e8i re
vogada nem o art 684 do Reg a 737, como
hade olribmal considerar valida urna es-
eriptura celebrada em contraveticao ficante
dessas leis, provado o fado pela conossao das
proprias partes e oafiseao judicial por depot-
mento nos autos I
Nao : A Justica larda mas apparece...
7. S.
Canto* matutinos
Nao sei se devo oceupar-me das festas car-
navaleacas do correte anno I
Faltn me o lapis da algibeira, o lapia
tao .bem parado d'A Provincia ; e para
entrar em ssompto tao melindroso e 15o con-
travertiJo, 6 preciso muita memoria e um
certo geito....
O G. M. f i quem aelbor exhibio-ae noa
raiidea folgares, nao portar oceultado a sym-
patbica pbyaiouomia.em qualquer maacara de
seda, mas porque brilbou na importante apre
ciacSo, que aaaim aablo de aua babiliasima
penna, critica espirituosa, mordaz, aalynca,
i gobretudo, esaeoeialmente poltica.
Se o Carnaval ave aer om eoojuncto de
lemeotoa beterofteneoa, o riso com o cboro
ri verdada com am3ntir, o eapirMuoio com o
deaenxbido, o bello com o Mo, porque nao
admittir que o G. M tiveaae .agarrado a
.matrona gorda, para aacudil oaa .Chroti-
caadoTempo T..-
Seria, porventura, deamirar que o G. M.
poarece^ae em frenta ao Qnartel-General e
J Palac o do Governo, a p, calca e camlae
aaues, com o numero 136 V, aEatrada Cen.
tral do Rio, em cada urna daa pecas da vest
mentiMiBH>resentaudo o awdidQ de aro catee-
I r,4ip*yorado pe idea xa de umasepiHur
na Imbi ibeira, pela d- imagimavel de um
luzlatnento, sein ligura uom 'rm de juizo,
a ms t-rrivel das ddres, dr eu duplicata
para r.quellea qu nao sabem o que caliir na
luta com lioura, ch-io de gloria ?
Seria anda d-. causar espanto qne o G. M.
sainase em prociseao peina ras da calad *,
representando a bella magem da Repblica, a
Deos.v da Razo ii b 1793 ?
Nada, absolutamente nada, poderia dar lu-
gar a comine ta.ios b ri~ ou mo, porque o
Carnaval, como j di;semos, quasi urna lou-
rara, a figura de burro magro e chouteiro aa
i'i.NA p!naae da Q. M., om thssouro esvasiado
da enorme somma de setecentos e muitos con*
con-
fetti, nao para MELH0R\MENr03 MATE-
RIA ES, impresciodiveij mas para as algibei*
ras famint is de dous ou tres felizardos, i s que
palo syslema do cavao do prefeito, gaslam
annualmsnle sotnmis fabulosas para ostentar
um luxo asitico.. .
O Carnaval ludo.... e mais alguma coa-
aa 1
Elle una rana.rosos polit'CO, levando o
despren lmenlo de um a enforear o outro, em
serpentinas em pleoa Ra Nova, cma das
GRANDES ARTERIAS DO TRANSITO, na ELO
qcentissima pbrase,.de qualquer Mello d'A
Provincia I...
Viva o Carnaval!
Mas o que nao serio, nao toleravel, me-
rece mesmo a mais pesada das censuras, a
mais le rivel das cr ticas, fazer urna RECOR-
DAC.A.0 TRISTE em dias de fo ia carnava-
lesca !
Mislura-se o riso com o chro, vrdade,
ma^ com a fina irona e nao profanando as
cmzas de um hornera, que, se tinba defeitos,
tambem possnia boas qualidades, que o oobi -
hiavam perante muitos e, sobretuto, perante a
familia.
A aprecisgo qu* A Provincia de 18 do
correte, em ra hora, lembrou-ae rio fazer
sob e a morte do Dr. Jos Maria, merecedora
de toda censura.
Para qoe A Prov ocia escrevesse aquel-
las quairo palavraa, ensopadas em um rancor
partidario desusado e*emuome, seria preciso
que estabelecesse urna perfeila sJucSo de con-
tinnidade entre o que escreveu e o que fez ;
entre a palavra e o fado.
Mas dizer, com urna hypocrisia perversa,
que faltava lhe a alegra, pela dr per-
manente, indestructivel da morle de ora ami*
go, que era o modelo, a persouificajao da vir-
lude cvica, e andar cada um d s redactores
daquelle jornal, o proprio actor da obra,
ra abaixo, ra cima, com o seu ctwno oa
mo, cheio de btsnagas e cartuchos de coU'
fetti, alegrar-se em excesso levantar a pe-
dra de um tmulo e escarnecer da desgra-
ca I! I
Quem nlo vioG. M-, alegre, rftonho, cer-
cado de um numeroso grupo de amigos, o mes-
mo que com elle banquetaou-se, ao% espumar
da Champagne, na conhecida Maison Meder-
ne, percorrer todas as prineipaes ruaB desta
cidade, urna, duas, dez, vinte .vezes, aqui eu-
clienco as golas >.dos transentes am distine-
jao de aoxo e de cor, com punhados de con-
fetti, all, seriando ranbecidoa e deacon: e-
cidoa, com enormiasmaa bianagaa.acompa-
nbandosempre a graca, AALEGUt* coaata
dito picaato, urna palavra delicada; acola,
finalmen*e,4Mcande,oftare8 tornea, piedosoa
e.-decreUdo parAqualqer jom*na,*rega ou
mesmo portugueza, que panava, e solemun
^H


1W
Diarlo de Peramnbuco Ter$a-feira 95 de Fevereiro de 1900
gando cora gargalhadas homricas aquella
encyclopedla de riso e galnofa?!!
Quera nao vio outro redactor chefe d'A
Provincia, debrucado as varandaa de um so-
brado da Ra Nova e cercado de grande nu-
mero de pessoa?, distribuir gracas era pro-
f naio, ora provocando bilaridade com urca
bpraa'e graciosa; ora chamando si urna criao-
jasinha Iravessa e interessante para acaricia'-
a e beijal a, ora deixando cahir sobre os tran-
sentes copiosa chuva de papel picado? '.
Qaein deiiou de apreciar o... reir, acom-
paahado de ura numeroso squito..........
Se eu fosse aoalysar cada um dos redacto-
res d'A Provincia., explicando a posicao to-
mada no Carnaval, teria de escr^ver alm da
conla-
Censurei a Recordacao Triste, por in
cabivei
A alegra foi immensa ; o prazer quasi ex-
cede as raias do bom e do honesto.
Pcucos mascaras de espirito. Os malbores
Clubs nao appareceram por motivos conheci
dos e que forara levados mprensa.
O dosPhilomomos explicou perfe'uameote a
sua aus-ncia.
SE HOUVESSE LIBERD.DE, SE O PO-
V PDD8S3B, LIVREMENTB phanlasiar-se,
O que nunca foi permillido em lugares civiea-
dos, poique as allu?6es ofensivas sao into
!er.-veiS, ir-noa para G. M., o POVO OBSER-
VARA. UM INTERESSANTE PHENOME-
NO...
Eu n5o di re o resto...
A Provincia disse que o Carnaval nao
prestou. porque o povo teve medo de ser es-
magado pela roda do carro da tjracnia.
O Jornal do Rectc a olha neulra do Sr.
Tnom Gibson, que a polica. FELIZMENTE,
nao provocou disturbios ; policiou com mole
raco, e que o brilho consisti na p&sseiala das
carruag- ns e etc.
Eu acho que o povo foi o Carnaval...
E dizel o, c mesruo que aze' um elogio s
primeira? autoridades do Estado; porque se o
povo nao tivesse inte.ra confia* ga n'ellas, nao
teriam s presenciado um quasi delirio as al-
luddas fe&tas.
Vo bem longe os lempos das Kermesses
da Magdalena e trucidamentos, em plena Ra
do Imperador, ao *ol quente do meo dia ..
Recife, 22 de Fevereiro de 1896.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
Nos .Contos de hoje, em vez de-uhta
bombasticos-leia-se- ultra -bombsticos.
O innocente Edmundo
Ao meu presadsimo amigo Bacharel
Antonio Augusto Fereir Lima, pelo
fallecimento de seu dilecto filhmho
Eimundo Augusto Ferreira Lima.
(em o 30. da. de seo fallecimento)
Dorme, dorme, que os anjinhos
Comtigo, oram ao lado.
Dos seus labio- purpurinos
Nasce u n riso modulado.
Giles pensam que morresle
Gentil em myatico veo,
& as i'Zinhas ilouradas
Learam*t para o Co.
S. DE Azevedo.
E'justo o leu pezr 1 Perdeste p.ra sempre
O trueio do amor, o Ulho estremecido
Que enchta de alegra, da riso ede ventura,
O teu honrado lar, o tcu lar querido.
E' myster que te armes do muita paciencia
Firme resignagao, oe muita f e cenla,
Aflm de menor eent r, de eupportar sereno
A per Jaque soffre6le, amig, a perda iuimensa
E depois... ter coragem! A vida urna batalha,
Enorme, suarenta, e que jaiu.iis se rinda.
E's muito muco e hnralo, adoras o trabal o,
Penaa, pois, no potvir, ttm esperanza a n la !
Nn dizer d'um poeta -6 para o justo a vida
Um duro eapliveiro, urna prtsao immen-a,
Em quanto que a mone, a soledade infinda
Para o mesmo se inrna a grande re.ompenso.
Julio So.vres de Azevedo.
24-F..vereiro-189G.
Reclamaclo
O solitador Ped o Jo Btzerra Caval-
canti, conhecido no foro dta cidaae
por Pedro Cava c-nti, vera declarar qu-
a noticia publicada j Provincia da 22
do correte e transcripta na Cidade d -
meslo dia, s p..rtuguez Antonio Pmtr, na Magdale-
na, nao foi turnecida pelo autor destas
lifihas.
Faz esta declar co pa a evitar duvi-
das.
Pedro Cavalcanti.
' Dr. Fr citas C*uimaro*
Participa aos seus amigos e clientes,
ter mudado sua residencia para o Eu
troncamento n. i, defronte da estacao,
aonde pode ser procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da urdo
k ruaLarga do Rosario u. 20, antiga
Consultorio do Dr. Ferrera.
Talephoce n. 292^___________
FaBRICI ClUiS
Os ahaixo assigoa Jos
previnem a quem coovier
que estSo manidos de man
dado do Excm.-Sr. Or. juiz
do commercio para faz rea
appreheriJer oae fjrem
achados cigarros de outra
fabrica com a maicacontra-
feita ou imi'ada dos seus ci-
garras, tanto na rao.talh*
como do rotulo; e qu*
estao dispcst.os a piv.ee ier
contra quem expozer dito
cii o rigor,
c.m as
por ie.
Rec fe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo a- C
Va Sw
oe conformada ie
peaas decretadas
Dr. Joo Paulo
lilil. Sr. Honorio lo Prado
E' com iudescri^tivel prazer qu levo
ao conhedmeoto de V. S. o seguinte :
Ha roais de um anno qua minha senh ra
aoffria de urna tosse terrivel. e tetdj
f'ito uso do vosso preparado X>rope
Peitoral de Alcat ao e Jataby, obte-e
udmiravd resultado < o n o uso de um ^
vtdro Julgo i*ue ficara r stabelec da
com ese milagroso xampe. ..
Miguel Leolino Ribeiro,
Ao commercio e ao publico
Costa Lima & C, dec'aram que n^sta
data deixou da ser seu associado o Sr.
Jto Chrisoitomo Jorge de Sjuza e que
todas as transaccoes de sua casa com-
mercial sero realisadas pelot antigos
ocios capitalistas Cyp ianno da Costa
Almeida e Miguel Alves Lima, nicos
respmsav is pelo activo e passivo de
hoje em dUnte.
Recife, 22 de Fevereiro de 1896.
Costa"Lima &c C*.
ri- Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
liona a dar consaltas todos os das utels,
de 1 as 3 horas da tarde, ra 15 de No-
vembrs (antiga do Imperador) n. 79,1." audar,
Chamados por escripto.
Telepbone n. 27. _______^___
Bolea Commercial de Pernam
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 24 de Fevereiro de i8g6
Nao heuve coUfiao.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O searetario,
Jjao Leop'ldo do Reg Villar.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Aatteti
iEK
6

U Especialista em partos, moles- ?-S
^ tias de senhoras e de creancas J|
com longa r.ratica oos h> spitaes (J
K dePariz e do Vienna d'Austria, jt
h d consultas das 2 as 4 horas uo
1 Largo do Corpo Santo u 19, j
U 1.' andar e reside i.a ra de ?|
^ Heurique Dias n. 2. $
K Teleph ees ns. 190 no eonsul- j|
ri torio e 4t57 na residencia. tt
Empreza de illsi-
111 inac;ao a mnx
do Recife.
Sendo vista publi-
cada na Revista Diaria
) Diario de Pernam-
buco de hoje, a compa-
rar o das propostas
apresentedas para a
illuminac.o d'esta ci-
dade. e notando omis-
so e erros que alt'-
ram profundamente a
pr posta apresentada
por esta Empreza, re-
queri ertido de a ni
bas 3S proposta^, afim
de que feitas as cor-
recto es necessarias e
especialmente sobre o
preQ >por nos pedido,
s; poss compralo
devidamente com o
da ou5ra props>sta.
Recife,22de Feve-
reiro de 1896
Samuel Jones,
Gerente.
NLFENZA,
Sao Paulo
Co .be ao Estado de 8S0 Paulo, as
mog'Btosa mattts qae cireimdsm Bo'u-
oat, achsr-se a n.aior descoberta deete ^ bronchite que sobrevem a influ-
B8:ol<>. \tnza, as Corysas (difluxos) acompanha-
trabalbo. o estado e a experiencia as de reac^o febril, bronc/w-pneurru-
drratn em resaltado s descoberii de om w^ cal/tarro pulmonar com febre gra-
vegetal marav-lhoso c m que fes-se am va(Ja, tuberculose em segundo periodo
preparado que c ira rsj idamente toda a ; com catharros sanguinolentos, asthtna,
syphilis, todos os humores cara com I iaragite, molestias de ""ganta, insom-
na fnclidade espantosa o rbeum.'isn?o) \ nies e (CSses sufocantes ce lem immedia-
por cbrot:ioo fln- ejB> e Cura u morph.1 l amente ao uso do
oera o qoe rl-> ha va remedio !
Teve o Estado de Sao Paulo a difa e
torrecir, na ua ub r.ima v- get. 5*0, a
verdadoia ftlioidsde ds hotnbmdrfde.
Craoia-s r deso berta' lix r de M.
Morato, propii^ado por D. Cario, e ve -
de-sa em Peron-.bi c-i ra
Companh-a de DrogaBita Mrquez
de Oiicdt 24.
teve a gentileza de nos rembttar um li-
songeiro attestado da br.lliante ctir, feit*
em sua gentil filhinha de 3 annos de
idade, a qual aoffria terrivel tese, quj
a nao deixava dormir, e bronchite de
mais de anno.
A firma est reconbecida pelo tabal-
liSo Antonio da Silva Pereira.
AlcatrSo e jatahy Prado.
O Rauliveira
E' o poitoral mais effcaz, mais barato e de
gosio mais itgratabilissimo ; oa Dr>garia Bra
ga e em todas as pbaroiacias
sq.9, por 15 kilos. .
Cry<'lsado. "iprn idem
Branco. por 15 kilos .
Banano*, por *5 k lo.
Masravado, pe 15 kilos
Bruio. poi 15 kilo. .
Relames.....
Aigodo
Nio consteu negocio.
8000 a 86OO
7000 a 740
7*000 a 8400
4*600 a 4*800
* a 3*800
3*400 a 3*800
3,6000 a 3*10J
Alcool
Per pipa de 480 litros 185* nom'.eal.
Agurdente
Por pipa de 480 linos 125* uomimal.
Coaros
Serces :!f?ados ns has> 1030 iis 'i 'a e refago 676 o kilo.
Ve'd'-s 650 rfis, ulumo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
mi
Por lOOfjOOO nomloal.
Importa^o
Liverpool e escala, vapor cgle Arcbitect,
entrado do dia 19 e consigoado a Blackbuo &
C., maolfestn :
Carea de Liverpool
agoa roinaral 55 canas a ordem, 5 a Torres
Irmo, 10 barricas a Castro Lemos & C.
A'rn 103 rceos orem,. 40 Saata Casa
de M ee'icoria.
Ago em barra 10 volomes a Albino Silva
& C.
Ar rrO-R para selia) 1 caiza a ordem.
Batatas 30 calas a A. de Freltas & I'mSos,
60 a Sutzer Kanffiaoo 6t C.
B goroas 9 a Miranda & Souza.
Barras ne (erro 4.229 e 111 fuises a A. de
Csrvaln.' &., 0 e 41 a Miranda & Sooza, 64
e|56 a ordem, 260 a A. Rodrigues de Souza, 2
a Pereira C''nelo! C.
BlecontoB 2 canas a Carvalbo & C., 5 a Joao
Fernarides da AlmMda.
Cerveja 10 calxas ordem, 40 a Joo, 25 a
Castro Lemos & C.
Canos II felue' a Coxpaabia Pernembacana,
48 aiPerblra Carnetro & C.
Ditos de ferro 60 e 20 felxes a ordem.
Ditos de chombo 31 rolos a Silva & Santos,
100 a J. de Aievedo & C.
QCaleados 4 cs'zas a Manoel de Barros Caval-
cante, 3 a 1. L. de Ollveira, 1 a Bastos Goima-
raes.
cidra 100 calzas a Joae Femaades de Al-
meida.
Conservas 50 calzas ao mesmo, 10 ordem.
Crralas de eooro S calxas i Compannia dekj|0t-de l8Bacar branco.
i
Peitoral de Cambar
Cara de brooclaite claroaica
Tenho a satisfafo de declarar que,
soffrendo ha 4 annos de uma bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abenfoado Peito-
Rio Bonito ral de Cambar de Souza Soa es, ape-
O Sr. Daro Percir-t dos Santos Silva as com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado. (Firma reco-
nhecida) -Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabilidade da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Drogas
Elixir M. Norato
Certifico em i de meu grao que tenhc
empregadu em r'olettias syphiliticas
rbeamaicas o Elixir M- Morato, propa
gado por D. Cari >s, oolheodo aampre os
melhores resultados. Dr. Joto A'berto
de Medeiros e Ounlia. (dSo PuIo).
Agentes eco Pruambuoo A Compa-
obia de Drogaa.
No vapor sBrlrlaco "StephiDla, para San-
tos, carree raro : _____ ,
P. Alves & C, 500 saceos com 30.000 ki es
d Besucar malvado.
M. S. Mala, 800 sarcos Com 48,000 kilos de
a-pocar branco e 850 ditos com 51 ,00 ditos
de assocar mascavaao.
No vapor iogle C. Prince, para Saotos,
ca'reeararn :
J. Bal'sr & C, IfeO saceos com 6.0C0 kilos de
assucar branco.
?. de Oliveira Mata, 1.C00 sacros com 60.COO
kilos de assucar mascavado.
Pinto Ferrelra & C, 200 barris com 17,600
lii*oj de aguaroeote.
Pa-a n Rio de Jaoeuo, carregaram:
A C Mo'eira Das, 30 pipas com 14100
litns de agurdente.
;wa Maia & C, 400 ?accos com 28,720 kilos
de os gas de mamona.
Pinto Perreira & C, JO pipas com 9,400 litros
de agua'dentr.
Na vapor noruegueo?e Murli, para o
Rio de Jane ro, carregaram :
Levo & FilDO. 1 50 saceos com 80 000 kilo-
de assucr branco e 1 000 ditos com 60.000 ditos
d' assucar mascavado.
Burle & C, 700 saceos com 42,000 kilos de
aspucar Orsoco.
Djmtogos Mendes, 1,?00 sacros com 90,000
kilos de assucar masL^.^do e 500 ditos com
30,000 duoj de assucar branco.
No vapor nacional E ra, para o Rio de
Jjoer, carregaram :
M. Franco l'tnio. 6 saceos com 418 kilos
de cera vegetal e 5,000 chapeos de carnauba.
No vap.jr Taoc-.z Cordoua-, para a Ba-
b's, ra r?garam :
Nov M ia & C, 0 pipas com 21,230 lit-os
de ago^riiSP-te.
N> hiate Deus te Guie, para Mossor,
carret'firam :
A. Fer .ntes & C, 4 bairls com 180 litros
de vinsgre.
Na frarraca Ccrrelo Parcbybaoc, pura a
Paahvba, carregoo :
/. T. Carreiro, 23 calzas com 300 litros de
genebra.
__jSa barcafia Concei{ao Parabvbanc, para
o Natal, carregaram:
A. Machado & C 97 vo'.omes com 80Q kilos
de fume.
Na b.rcaga Flor dj Pa se, para a Para-
hyba, carregaram :
Madeira & C, 40 cavia com 2,100 litros de
vlono de froctas, 32 dito cora 1.848 ditos Ce
vinagre, 25 canas com 250 ditos de cid: a e 10
gUb cim 100 ditos de genebra.
Paro Mirauguape, Cirregarsm:
G. Correia & C, 14 barricas com 1.160 kilos
de aseocar retinado e 3 (iras cem 334 kilos de
afsucar branco.
A. Crot & C, 1 caiza com calgado.
Na barcaca Annaes da Fana, para S.
Luis, carregaram :
A. Cro& C I cstza cem clcalo.
Na barcsca/Sannoa, para Mnco.carre
aou :
A. Maia da Sllve, 7 barra e 26 garrafoes com
915 lltri de agoirdeote.
HoTlmento do porto
Nivios intrads do da 20
Santus e efcala7 i|t, vaoor vapor Ingles Ei-
ra.* de 791 toneladas, commandaote W. Ri-
chard, eqaipsgem 17, em lastro ; a Pereira
Carne'.ro & C
Camocim e ecala 7 dias, vapor nacional
Bebenre de 382 t nelaias, commandaote
Prsnclseo Ravmondo de carvalbo, eqoipagem
30, carga varios gneros ; a Companbla Per-
namboeao'.
New-Y.rk-52 das, patacho americano larry
Smitb. de 494 toneladas, capilSo I F.
Craig, eqaipsgem 8, carga varios ganeros;
a forme* Irmaos & C.
8
/fe Fui&o eTeeldos, l aos berdelros Bowmano,
i u raudi & Sonsa.
Drogas 6 volnmes a H. Rooqoayrol
Enztdas 6 barricas a albino Silva & C
Folb>s de Flaodres 246 caixas a Ttanoa Cas-
tro & C.
Dios de chumbo 10 volomes a Prente Viso -
na & C.
Frrageas 51 velumes a Miranda & Sonsa, 5
a Leliao & Costa, 24 a AlDioo Silva & C, 7 a
A. de Carvalbo 4 C, 2 a Nones Fooseca & C,
8 a A. P. de Azevedo, 15 a Silva & Sanios, 2 a
J. de Azevedo & C, 17 a Viaona Castro & C,
4 a Rao*lio & S Manoel des Saotos Villaca.
Giner-ale 1 Caiza a Torres Irmos.
Leite condnsalo 10 caixas a ordem, 10 a
Joo Fernaaes de Aimeida.
L'.uc 10 gigas a J. de Macedo. 55 a Per
reir Rodrigues & C-, .5 a Mmorl Lopes de
Sa. 13 a Jo.qunu Ferrelra -ie Carvalbo & C.
Linba 24 caixs a J. M. Hoi
Mienaes 132 voiumes a Companba Recife
Drjm^.e. 2 a Westero of Brbsillan Coopany
88 a Tbe Norta iirazilian Sugar Factory, 89 ao
Dr. Fran isco da Cuoba Beliro.
Maebinisaios 3 ca'zas ordem, 4 a Compa-
nbla de Fiac,ao e Fecidos.
Mercaderas 7 vi lames i mesma, 2 a Carvalbo
& C, 2 a Frdcrlco 4 C, 4 ordem, 1 a Coa-
paun a Ioiostrial de Chapeos. 1 a J. Das enl-
amase, 45 a Manoel A. ffos Sanios Dias. 24 a
Gomes oe Maltes I maos' 3 a I. N. da Fonsea,
1 sC. Sioden, 1 a C.mpaobi' Peraamkucana,
5 a Ramo- & Gtppert, J a M qoei1, 7 a Pereira Caroeiro & C.
Oojecio^para gas 4 volum-s Empreza.
0)80 de LiohiCd 2 Dar-is a J. de Macedo, 3 a
Miraod 4 Souza, 1 a Pereira Csrneiro & C, 5
a C'.jjp nnia Parnamou'ana.
Papel 24 fardos ordem.
frovUoes 123 c-ixrs a Das Feroandes & Z
P.vgcs 2 barricas a A. Rodrigues de Sooza]
2 Pereira Car o -i o & C.
Boda 6 carneas a Compaohia Pernambacans,
50 a ordem.
Sacxs 8 a Percamboco Powder Factory.
E-plrito 5 calzas a Carvalbo k C.
Salitre 50 barricas a albino Silva 4 C.
T rita 50 barricas a Companbla Peroambuca-
na, 35 a Parla Sobrinho & C, 25 a Quima, aes
Braga & C, 10 a Pereira Caroeiro 4 C.
Teciaos 5 volomes a N. Mita & C., 4 a L.
Mala 4 C, 11 a Machado & Pereira. 12 a Ma-
noel Collaco 4 C, 34 a Rodrigues Lima 4c C-.
1 a AfTintilMa a & C, 3 a ioaqoim Go calves
6 C, 6 a Goncalves Cooha 4 C 1 a A. de
Bitto & C. 6 a Bemei & C 1 a F. Laorta 4
C 1 a R. de Carvalbo & C, 1 a Mattos Cami-
aba 4 L., 1 a Leite Bastos & C, 2 a Sitvelra
& C, 3 a Albioo A 1 orlm 4 C.
fxis de ferro 25 aos herdeiros Bowmrn.
Trapos 1 tardo a Pernambuco Powjer Fa-
ctory.
Vidros 1 calza a S'lva & Ssnlos.
Dos para viJraca 65 caixas a M.noel Ma-
chado Bctelbo-
Carga de Lstoa
Batatas 6 caizas a Amorim Fernaodes 4 C.
Cogoac tOJ caizss aos mesmos
Cera 1 caiza a T. Jost.
Conservas 20 c Ceblas 25 Cilzas a Guimar&es Valente. 10 z
AUts oe Freiias ImSod, 250 a Ferrelra Rodn-
gofs 4 C, 200 a Silva Guimaraes & C.
Cal 50 barricas a Lopes 4 Araojo.
Sardiubas 10 calzas a T. Jusl.
Vinbo 24 pipas e 130 barris a Amoriro Fer-
nandas & C, 90 a T. Ju-t.
Exporta^So
Recife, 22 de Fevereiro de 1896
Para o Interior
No vapor aileroao Santos, para Sanios,
carregaram:
B. Williams & C, 1,000 saceos com 80,000
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
[.Consultorio : Ra da Iiaperatriz n
andar.
Consnitas : de 1 as 3 da tard;.
Advocado
O bacharel Antonio Tolentino Rolri-
ne CsDpon, procurador des Fe'fos d
Faaeodi do Estada, podfl ser procarfcdo
em eu efCriptorio a roa 15 de Novemhro
n. 75, d^s 10 horas da m>nh2 s 4 da
tarde.
Peitoral e Cambar
Cara de affececSo pulnaonai
Em casa do Sr, Fileno Gongalves de
Medeiros foi accommottida de uma af-
fefo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Feto-
ral de Cambar, de Souza Soares.
0 agente Companhia de Drogas. ?
Navios sabidos no mesmo dia
Saitos e escaiaVa cr mgiez B-aodenbo e.
commania.te O uitoo carga vanos geoe-
ro6*
Te ra-N)-a-Lar iogiez Aureola, cspSo
Roberl W.kehao ; em lastro.
mercado Jsneip*i de*- Jos
O movimento dest merodono dia 2J da Fe-
vereiro 'ot c segolnt
Entrsrsm :
48 hois pesando 10.198 kilos
45 kilos de peixe a 30 rs.
5 compart com mariscos a 150 -s.
4 ditos com camares a 150 rs.
37 columnas a 9U0 rs.
8 cargas com galliohas a 750 rs.
7 cassoae com galliohas a 45'^ rs.
2 cargas com milbo verJe a 450 rs.
1 carga com amendoim a 450
3 cargas com batatas a 45" ra.
a carga com maeacheirac a 450 re.
1 carges com cebolicho a 450 rs.
10 cargas croa gerimus a 450 rs.
17 cargas com verduras a 459 rs.
1 carga cem canoa a 450 ra.
1 cargas com laranjas a 450 ra.
2 cargas com Inhame a 430
2 cargas com loucss a 45 rs.
2 cargas com melancia a 450 rs.
1 cargas com melo a 4?>0 rs.
4 cargas com divere.s 1 45 rs
8 cargac com farlnfca a 3)0 rs.
20 cargas cem milito secco a 300 rs.
2 cargas cem feiao a 3 0 rs.
21 Suir.03 a 1/ rs.
69 lugares a 300 rs.
12 comp. com auineiros 1 lou
9 comp. com sci- l'wi i">BQ rs.
8 cemp. cem fres3rya a 9 W b.
70 com|). coc, faiendas a if rs.
Jl comp. com comidas a l*n50 rs.
49 como, com verduras a 450 rs
112 comp. com fariona a 600 rs.
56 comp. coa tainos a 3*000
O Bacharel Pedro Alexandri-
110 Machado, promotor publico
de Muribeca, advoga na sede
do mesmo municipio, com as
instruegoes inherentes ao seu
cargo.
A o commercio
B-toi-tio Ji t d Ollveira Campos e Alb*
00 de O fveirs Ctmco*, abaizo 1 vea
peH presente, coa 1 i u Co e'clo i^i
ob 0*sU de 3i fe D.Z''i(:h'i.- de 1895 :- '
'a* Bniig'uV' lasenu a c :u qne BOO : -
um M Ovelra Ca os & C li h3 do Es a*
brleeraaento u M c> i!, et -a'
to'-" e 8 i. I!-- : idt > Jo-^- de O'We'r
Jainps p>oe : e feo capital ? lo-
oros, e uvre e dei-mbracado 1 t au^tia
rooMbilldide sobre a l,o'datlo do Activo
P. s'tvo da rde i ne ta a digo '
socio Alti.ii (Je :v i a .kffipo', BLo I8"
ponsevel.
Recife lo d F. veieiro de 1896.
BeroarOiLo J..-. i!n 0'\i r-. Caaipo-.
A:h'oo a* Ci v lia <.'-mpo:.
Xarope de Lobelia n-
flala
Etbier bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVKDO -
rmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico i.'r. Mortins Costa.
1 s grandes resultados obdos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no trata-
mento da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoasda maior
excepco, residentes n'esta cidade.
Depsitos '
Rja do Baro da Victoria n. n, V an
dar, sala posterior.
I'eraambco
Peitoral de Cambar
Cura de uiua tosse rebelde
C'heio da mais viva alegra e grati
dao venho declarar que eni menos de
done mvzcs minha esposa restabele
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam-
bar, da Sou/a Soares, de urna hor-
rivel tosse sec a acompanhada de
dores no peito, t' ndo antes, durante
o espaco de dous annos, empregado
sem o menor proveito, um grande nu-
mero de outros remelios Joaquim
Aives Cavalcanti (Firma reconhecida
O agente Coi..panhia de Drogas
Peitoral de Cambar
Cura de tose perlina:
Confirmando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soaree,
attesto qne, empregando este expel-
iente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de una tosse pertinaz que
muito a afliga.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconheenhia ).
O sgen eO mpanaia de D'Ogas.
-----------------------.---------
Fcridrs aiitg;a.<4
< ",! 1 i.>, a I o 12 a
que e-. uai vardadiiiro t r 1 oto n>aoo
por alum tempo do Biat r d W, M ra-
c pre arado por Cariwa. Dbos que
recomo n.--' lio ti !;s aeado. Dae c .iao
cr.vier.
Sao Patale I. de Ag 1 o <'v 1889.
Woc ila Vioeute V eir.
A:.nt- esa Peroa>b 00 A "?-u>i)t.-
nhia d' Dfoas-a
DR. NUNES COIMBRA.C/i>0
Medico Cirurga. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1" andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
part'S, molestias de senhoras e
crianQas, Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 84, esquina da ruado Ata-
Iho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
Minha
-*
K.
U3o0
*7o0
00
33310
6*00J
3'Ml
900
#4P0
1350
900
i4o'>
4*500
4S0
450
yoo
900
900
t5C
l8i'0
2*40 >
60i0
6'J0
21LOO
207(,0
i8oro
9430
7*200
OOOO
22050
SS!'50
67200
168*000
esperanza
Sicolleru aol. 14 statsoo f inda
os ei i.SLi'i
Pa-U. 4 de NaerBbro de (815-I le Sr.
Aotoo'O Fr..ncls o a C'ur,. ,fr-.amt>uco
ArniK-i t Sr\ T-Tih.i n^PHea'e o pfo e tima
do f*ur de 7 Je Ouiui) o p o .roo paseado.
junto ao qol Uve c prazer 11 vecent ar oa,
peuito de p->pfl para cigarros, q^e nuito ee-
liaei receber e aeraiiico.
Lo;o t'atei de eot.egal o a fibkar.te e
Iottei para qoe stja enviado com esmero e roa-
xlm preaUza, tn lr.se C'roporoe'.tldo o (a-
0 ii;aDte a sprcroptir o mu p-pe tara os tos
Jisie o.fz. Espero que p->:sa ta:er \tii a re-
retesa ie o vapor o Havre a sibir eui 14 oe
Dei-uibro p-'oxi" o in'oro.
Si tit-m iiPj Sri; servio o miis cedo ajn*
!a, o5j serla poesitel, porque o seu p;ipel
0S0 fe fas coro an'eceiencia. f elm de p apo-
si-o, Docessitaaoo o ma rabrico de muio cul
dado.
Seu outro motivo, sa!i?crevo rae cj fiue
e8'im?da Voic, arotgo meitoatiento ve
aradorPelo Se K. Ni.:oleCa. Uoiail.
FronciMCo Poilro da t'uuha
Presbtero Secular, Cavalhciro da Ordem
de C/i'isl > e Ni gario Collado da pa-
recida e cidade de Sao ]ose desta pro
viucia deSanta Calharina, etc.
Altes o qu" leudo usadlo por vi'zes o .Jeiloral
Caibarinense de Banliveira X.\ROJE r>E AN-
l O COP'^STO lOM 'l'OLU 'E GUACO, pre-
pnracSo dos lllms. Srs pharainceutnrts Itauli-
noHom & Oliveira, Bfihel que epse x-rope de
beurlicoe promplo eFe.ilonas aUbCCesdOS or-
2os respiratorios o que arrnio ia verbo sa-
cerdotis.
Ci'iade de S. Jos, 8 de Julho de BOSB.Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Ma>s de 50 mil pessoas residentes em; dlve
sos Estados runde m^dicamenlo.
Deposito
NA
Drogara Braga
---------- >---------------
Peitoral de Cambar
Outra cura de bronchite
Applicado contra uma forte bron-
chite de que se achava atacado nni
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas.
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) b
nalquer hora.
Renlmejtos dos dias 1 a 22
552*fi50
12.062*850
12.615*500
recos do da:
Carne verde de 400 a 1*000 rs. o kilo.
Suinos del* a 1*200 idem.
Carr.elro de 1*210 a 1*500 dem.
Fariuha de 600 a U0O0 rs. cala.
Mino de 600 a 1*000 rs. a cosa
Fetiao -e 1*200 a 2*000 a caa.
Navios esperados
Oe UauOQrKO
Brieue allemSo Otto Gra' xu Stalbcrg.
De Nek-Y,ik
Bsrca nacicnal Victoria.
De (Jardn
Barca norneguense Winooa.
Barca noruegoense Sala.
Barca norueguease Dacia.
Vapores a entrar
MfcZ DE FEVERblhO
C"T">f'im do eol, a 2o.
Satethte do sal, a 25.
UaranbSo do norte, a 25.
Santos da Eoropa a 23.
Itapoan do sol, a 25.
Vapores a sal Ir
MEZ DB FEVEREIRO
Rio Grande e esc. Santelmo* a 23, as 4 horas.
Ssnlos esc. Crele Prince 88 25, as 4 d.
Rio e esc. MaranbSo a 25, as 5 horas.
Santcs a esc. Sintos a 25, is 4 horas.
Saotoa e esc Rosario a 26, as 2 horas.
Cear e esc. Beberibe a 26, as 2 horas.
Valparaizo esc. Iberia a 21, as 12 horas.
Rkeuuiatisuio
Declaro qne corei-rae complete rsete,
co rbeumatismo qtso s< ffria ha 8 bnr.es a
poeto de cmsi uiii'sir-irie, tomando
Elixir da M. Morato, qae garanti ser
uro prodigioso r.ti-rheam>>tioo e anti-ay-
pbilitico. Pubh^io a br.m des que aof-
[retB.
I S. Paulo, 12 e Agosto de 1880.
Aff> so J. Boimacn.
A^ntes tm Pernambuco-"A Compa-
ubi* de Droga.
-----------H-------
S^eit ral de Cambara'
Duas curas de coqueluche
Em proveito das maes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
the, e, nao colhendo melhoras com o
ratamento medico, deilhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
H
}{
O advocado Hortencio Peiegri-
no cou ina com o seu escnp'o-
rio ra do Imperador n. 54 ;
eucarega-se tambero de defezas
perante o jury.
livternato 30 de Setenabro
Curso primario e preparatorio sob a
directo do prolessor Jor-quim Pompeu
Monteiro PessSa.
As aulas comearam a funceiocar
desdi 7 de Janeiro do corrnte- anio.
Ra D as Cardoso ( tntiga do Calde-
ro ) n 2, 2.- ander.
Elixir 18. Morato
... Dpcis de multas exjervenciaa e
acurado eBtudo sobre o seu grsnde re-
medio o Elixir M. Morato, coja tenho
miui.'trado na bospit es e em minha
chuica p.rtioular, resolv, de nC2ordo
tamente.Mara 5os Rodrigues Bar-iQ()jaoa meus ilustras
ecllos. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.
collejas.
o Dr.
s
^
Dr. Arthur Caval-
canti
Parlicipa a seus clientes e j
amigos que mudou seu consul-
torio e residencia para a ruado
Barao da Victoria n. 46 1. an-
dar onde continua a exercer os
roy.teres da sua proflsso.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
gEllxIr n. Mara.o
... teuho empregado oom folis resul-
tado em todas as affecc8ea sypbilitieas, o
Elixir M. Morato, exoellente preparado
do Sr. D. Ca loa, o qae affirmo com
juramento se fr preciso. Dr. Eduardo
P. Goimarlea. (Rio de Janeiro).
Agentea em PernamJ>ucoA Compa-
nhia de Drogas.
M dea, ttpplical-o pela seguinte frma, Beo-
do caos de aypbihs inveterada, r.eum-
t!8nv> cbxonico e hoobas...
Techo tido o mclhor sucedo com o
Elixir Morato, e alguns dos rceus colle-
jas chamum-lh-j com r> zJo do ra'va vi-
das. O teu remedio um r digioao
a.ioo como at syuhilitico e aati-ihea-
m'tico.
Dr. Jo5o Pit'.a B zorra da Burney.
Rio de Jatieiro.
Agentea em PeroambCA C-i-pa-
ihia da Drogar.
Dr.CarneIroL.eJ5o
medico parteiro e operador. Residencia
e oonsultor.o & ra do Livramento n.
31, 1." andar. Consultas de U s 2
horas da tarde. Espectahdade Febres.
partos e molestias de enancas. Cha-
mados ..qualquer hora. Telephone n
3
CQNSTIPACfES <& Peitoral CatharineMs
DE RAULIVEIRA
1MKM.AU1 V BRGA
Vvm,P6 Laxativa itVkhy
.1

t
-
V
MIITUDO





Diario de Pernamboco Ter^a-eira 25 de Fevereiro de
Bronchite P sthmatica
DR. COELHO LEITE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Recre,
attesta que o
Xarope de Lube ia Infla
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO M AZEYEUO
E' excellente no tratamenta da BRON
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra Barao da Viccoria 37, 1.- anda -
Pharmacia Conceicjio
Pharmacia Alfredo b'erreira o em (odas
as boas pbarmacias.
'ernambuco
^iulvacilo
Salvei-ae c!o rornveis humores iy-
pbiiitu-os que ras p-- r. ,-;u rum tanto
teirpo era o uso d-> Fiusir M. M >rtta,
p roptisdo per D. rV:Ics.
Mi -^y-ni.nnj.
Arthur Trovssoa.
A' otes ea P nbia iiv- .-ro^aa.
Pharmacia Boa-Vista
PRACA MACIEL PINHEIRO N. 18
JOS' LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in .ugurar-se esta estabeleci-
rcento dirigido pelo conhecido pharmaceu-
'ico Jos Luiz da Silva.
Abre-se a qualquer hora da noite.
llS
E fheguci a ficar quasi assim !t
k)r. Francisco Leopoldiae-
Fspecialidsdes : Pebres, molestias de
crianzas, syphihtieas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Oliuda n. 38, 1.'
andar.
Residencia Piteo da Santa Cruz n.
72 Telephone n. 214.
Chamados por esenpto.
|)p. A yjrino tic Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaea, L.ureado com
urna medalha de brouze d* Assisteucia
Publica.
Consultorio k ra 15 de Noveinbro
n. 32 l." andar, onde residir a partir
de 20 de Jai.eiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgo- genitourinarios,
Chamados por escripto.
C.naorvrffe ero to'ios os climas
guea'aain'. todos os estmagos.
Sols resaltado! siio esplecaid'-S
pra mo(u8 e veihos.
So esta .s tres pr.ccipaee virtudes da
Emul- > de Scctt, t.doe os que a usaia-n
ass:m o dzem e o Dr. &ug. A. Puocy,
Medio d> Socieaue de Benelcejcia
Frar.ceza, Bel}* a guisas, Vedico de Hos-
pital di B n.fbieuc* Po-tuguesa o me-
dico e minador da New Yoik Lita Iou-
ranc- C. attista o seguioie :
cAttes'.o que teno tido occaeiao de
prescrever innmeras vezas olso de fi^aco
de baca'bau tenho-ma sempre v> lido da
Emuha; de Seott pota que nSo se estraga
mesmu nos pases da z 08 estmagos a sguentam a serve para
todas as idadeB, juntando s vant gens do
oleo puro os resultantes do empiezo dos
hypophospbitor.
(ih gnado) ]}?. Eng. A. Poney,
Ro di Janeiro, 4 da Setembro de 1890J
Elixir Anti-Febrii Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
_~ de
Manoel Cardoso Jnior
Approvarfo em 21 de Marco de 1890 pela Inspe-
ctora Gera! da digna Jauta de jijiene do
Riode Janeiro.
Este Elixir de composigSo toda vegetal pre-
parado teguudo as rearas pharmaceulicas,
acooeelbadas pelos autore* moderos e de re
conbecida ci-.cldsde scientifica tanto do paz
cerno oo extraogeiro.
ste Elixir o producto nao e do glande
es ludo das acefi 8 pbysiologicas das substau-
cias como tambem patolgicas, como lambem
o resultado das lmmenaas applicages nos
diversos ".aeoe de febres de fundo palustre,
A aoplicagao de Este Elixir na grande eplde
mia de bexigas de <890 a 1891 maie Dma ves
derxcos'roa a soa efficscia; pois oo principio
dos primeiros gymptomas a bexiga aborta, e
em csii-'B mala adiantados a bexiga passa a
eer dos ioeoca febril vulgar apresentando pe-
qc naa tarcefCOes que com a coritlDiago do
elixir desaparecen sem toavia aprtseotar
receles e perigo
On manes atiestado? publicados oo u;ario
ed PeraaotMn eGazptada Tarde provam
o qce dizeroos.
Nos casoj e febre amardlls o euelo e adn-
ravel.apreseQtando pbenomenos to maravllbo-
?o? q^e nesta cidade do Recife e no da Rio de
JaD?MT<; poooo recelo rauaa a febre amarellx
tatemo estando o doente com vomito pretos.
saQv"j!.ionestas alamos periodos eutao oe-
ceaario a f.pplicagao em alta dos?, desprezao-
co t ia
E Elixir ia con^pcdo do puDlico de na
eran ro de dignos mdicos apresenta-
do para combater 03 diferentes nccmicodos
toda l ,: i da caraf.t.'-r febril.
Por mnito lempo tivemos occasiao de tater 1
ipphcaclKi as leb:?s eryaipello8a3 e com tac
bou: ...^l-do queficatuos admirados de loal-
tes efie
pflj -rauca chegames 8 conhecer quf oe
taqoes de feore eryslpellosa 00 erysipea
come valgamente se diz aecessario o uso de
10 das do Elixir.
N03 grande* ccommodos das seoras raen?-
rnagSo, Rratrtatw e 003 casos de parto emo fe-
bre de. na resultado mau>-ce:to e seguro em-
a soa C'.npoi^ao tao sijiplesane r.So offere*
ce recio oe appicaro Eiiiir nemniesmoem
dees ooperiores i8 indicadas na tabella
c^ di(;ni8siE33 mediros aue eaaui
res ia: ie Elixir em sua curuca d3o
ser i r-ossa preacripgao, mas sim f3-
ze. a a i'.r ci em harmona com os c
qce desejarem combater, cortos de que o ma
dicomemo a composigao innocente para o 0:
ganiaaio cq^ frgil que seja.
Modo de usar
A'b ci laucas at om anoo O gotas do z em 2
horase 1 -ni colberdas.desopa ebeia dagu
De pro a tres annos.18 gottas.
De 3 a 1C aonos em 'liante 40 gottas etc.
Katsa dosai devem sempre ser applioadas em
"BUkl Deposito
Co^panra de Drogas e Productos Giimicos
Recife, ra do Mrquez de Olmda n. 23.
-nal Pnaranacia, ra Larga do Rosarle c
35
Pbarmachi'.....ata', ra Estrene oSojaorta
ateta Alfredo Ferreira. roa do BarSo da
Viciofia D. 14.
Paartiacia Msrtins, roa Duque de Casias n.
80
Pharmacia Rbeiro, praca Maciel Pinbeiro
Poarmacia Victorienae de Luiz Ignacio de
Andrade Lima, cidade da Victoria.
Para qualquer infcrmacSo ser encontrado e
autor na ra Estreita do Rosario n. 17.
Ob nosfeOB frascos sao quadrados e conta gc-
tas. N'um lado teem gravado Eiuir ante-fe-
bril e no outroManoel CardosoPernambuco
todoa o: prospectos sao asswnados por Ma-
noel Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao
forera asignados.
Soffriahorrivelaiente dos pulmOes
mas grabas ao xarope do alcatro e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, aslhma e rouquido
f car
consegu
asrm !!
Ccnplelamente curado o bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
Deposito-Drogara Pacheco & C.
Andradas 59.
Vidro 1S503.
PernanihiicoPharmacia Ameri-
cana Rua Duque de Caxias.
==o>
RAULIVEIRA
TodOS os mdicos receitao o Peitoral
Catliarinense como o nico medicamento
contra Tus.-v.-s e Broncbites
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Dr. Aiuro Wuiiiloroy
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Consultorio Rua do Bom Jess,
o. 4-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Rua Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manh.
Recebe chamados por escripto.
Consigna-
Commission tt
tion
M. TRKS iER
Importi'eor da Uire de C-i-nsb', G^rarp,
IcrCdcuoo, Bonie, ropiba, Smeo Ricuet
Bois oe teiaiure ei leus prrd-icts de B-til.
Con pes ds vtDte el iptrisep omptementa
terme
HAVBORG
AIMoagos.
KDITAES
EDITAL
O Desembargado^ Francisco Loia Correa
de Andrade Presidente do Superior
Tribunal de Justic* do Estado de
Perrambuco.
Fago saber oe que o presenta ediUl
virem e a quem intertssar pcsa que, d*
jonformidada com o disposto no art. 22
4 das Ins'rucgo s de 4 de Deze obro de
1894 foi deignado o dia 26 do correte,
as 11 horas da menta em a casa onde
funeciona o Super or Tr.bnnal de Jnstig,
para comegarem os trabvlhos da apuragSo
gerel da eleigao de qm seoador, que teve
logsi em o dia 6 deeta mez.
O presente edite.1 ser ailado ca
pjrta d> icesmo Tfibaosl.
Recifa, 22 de Fevjrei-o de 1895.
O Secretario do Tribunal.
Virgi io de GrusmSo Coelho.
Francisco La Oorrta de Aodrade.
Secietana da Industria
3.a directora
' Para ccnheclmento dos interessadoo
fago publi.'o que no dia 3 de Margo
vnl u'o, a 1 hora da tarde, recebem-so
nesta D rector a pr'p^etas em carta fe-
chada, devidansente eeliada, para o
serv'g 1 ce abaeteemento d'sgua oidade
oe Pao d'Albo, orgado em 36.249iJ065
r's.
As propcgtas devem ser escriptas por
extenso, sem rasura, emenda ou vicio de
qualquer eppfcie, sendo rejeitadas as
que se resentirem das aegaintes faltas :
1" As qae exceders os pregoa do
orgamento ;
2* As q acord com o presante ttal ;
3- As que se basearem em pregos de
outras propostas ;
4* Ab firmadas por pessoas que j
techam deixado de oaroprir coatractos
oom esta ReparticSo ;
5.a Aa que uBo offarecerem as ga-
rantas e quididades exigidas neate
edital.
Havendo duas oa m<*is rropostas em
igoaldade de eondjBes, ser preferida a
10 ccfJurreote que melhores provas de
idoneidade offereoer.
Os cootiactantes deverSo, alm desaa
idoneidade exigida para a direego e
execugSo daa obras, indicar o logar de
ana residencia.
Nenhum concurrente sera admittide
concorrencia em que prove hav-r de-
positado na Tuesouraria desta Repar-
tigSo a quantia de 1.600SOOO, importan-
ce, qae perder si, eacolhida ua pro-
posta e oonvida o para aaaigoar o con-
tracto a iato ae recusar.
Para bda garanta da oxecugo do
contracto depositar o cootractante no
Thesonrc do Estado ama oaugSo qoe aera
previamente arbitrada por etta Dir-
otorih.
Nesta ReparticSo eatarSo a disposcSo
doa clrs. oonourreotes, dau 10 s 3 horas
da tarde, o orgamento e as plantea rea-
peo'iva.
-, Recife, 13 de Fevereiro de 1896.
{^28 A. Urbano P. Montenegro.
Dire"tor-6ersl.
Capiiania do porto le Per-
nambuco
De rrdem do Sr. CapitSo de Fragata
Jote Perera GuimarSes, Iaspector do
Arsai al de Marinba e CapitSo do Posto
deste Estado, fago saber, a quem inte-
reusar posaa que de coaformidade oom o
Decreto n. 1988 de 14 da Margo de
) 1895 e para evitar abalroamei t no m r,
devcrSo observar as dispoaigSes dos 3
e 4 do art. 7.* do referido Decreto.
3.a Os barcas de remos e de v!
de menos de 20 toneladas terSo prompta
a mSourna Lnterna com um ridro verde
ti'uma das faces e na untra om vidro en-
cornadoa qal sempre que taes barcos
so achem prximos de outros n-vios ou
embarosgSes, dever ser mostrada a
Jtertipo de evitar abalroaento, e de mt-
1 n?ira que a lus verde 0S0 seja vista do
I Bombirdo, aera a luz enoarcada de
Boreate.
4.- As embarcagSea, movende ae qur
a remos auer a va!a deverSo ter prometa
mao urna laderua de lar brar oa que
aera mostrada a tempo aufficionte para
evitar o abblroameeto.
Capitana do Porto de Peraambuco.
14 da Fevereiro de 1896-
Felippe Muidlo Ferreira.
Secrt tario interino.
O D.'. Levioo Vieira de Macedo Lima,
juiz de direito da vara commercial,
com exercioto na vara cvol desta ci-
dade de Recife, em virtude da lei te.
Fez saber a quem interessar possa Que
fici merciJo o prazo de 30 dias, na for-
ma **o Da^reto u. 3.322 de 14 de Junho
de 1887, pera o concurso da serventa
vitalicia do cfSaio da t3blliao de notae
desta capitel, creado por lei do donatario
D<>srte Coelho e subdividido em quatro
por lei provincial n. 335 de 26 de Abril
de 1851 e veg> pelo falleciiceato do ser-
ventuuno, Jo Bonif co dos Santos Mer-
galbSo, deveodo os pretendentes apresen-
tar seus requerimentos ante esta juizt ou
ca Secretaria da Juetg-t dentro do prazo
( cima indicado a con-.ar desta data e d-
viamente instruidos fia forma dos art^.
210 do Reg. que baixou oom o Dec. n.
9420 de 28 de Abril de 1885, art. 14
do Dec. n. 17 de 30 de A rosto de.
1851, art. 133 do Deo. n. 5.831 de 27
de Fevereiro de 1875 arts. 11 a 12 do
Dac. u. 8.276 de 15 ae Outabro de
1881.
E para que chegue ao coohecimento
de todos, mandei lavrar o presente que
ser affixado no lugar do costme e
publicado pela imprenta.
Recife, 17 de Fevereiro de 189S.
Eu Florencio Rodrigues Miranda Fran-
co, escrivSo do jory, sabscrevi.
Levino Vie ra de M. Lima.
Certifico eu abaixo assigoad), po-teiro
des auditerioa desta cidade do Recife,
que por ordem do Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio com exercicio ua vara civel
affixei na porta do edificio daa audiec-
ciaa o edital marcando o pr*zo de 30
dias para o concurso da Barventia vita-
licia de t.be! 115o publico desta capital,
vago pelo fallecimento do major Jobo Bo-
nifacio das Santos MargulhSo, cajo prazo
comega a contarle de h; je na forma da
lei.
O referido verdade, doa f.
Reo:fe, 17 de Fevereiro de 1893.
O porte iro,
Francisco Manoel de Almeida.
sicSas legaea vigentes, relativas a airen-
dameoto de proprios estadoae.
Havendo duaa oa mala de das pro*
postas ena prefeita igualdade de condi-
r8es, ser preferido o concurrente que
melhores provas de idoneidade offe-
recer.
O director-geral,
JoSo Dioia Riberd da Cunha.
DECRETO DE 27 DS JULHO
DE 1995
C 1 a u a u 1 a a
Aa propostas versarlo exclaiiva-
sobre a industria aqui especifi-
do.,,iuvaueO-H08 FtoCm" ^ Le-
m.,u,aud94 .osg ae Lemo.
po tr csto reaUti((1* ja eom
lUU. J CDJ aor no-

1.
mente
c~da.
2.
mente g..rantidca : t) o direito exclusivo
A cada arremataote fisam plena-
Pade deferimento
Janeiro de 1896-0
Minervino da Moora
que coDtracter,
de exploiar a industria
e por todo o prazo do arrendamento da
rea, o qual nao excedei em caso al-
gum a 15 annos, contados do dia da
installagSo do re-vigo;b) o diieito de
preferencia em igualdade de cjndigSes,
caso tenba da sar novameote posto em
C'.ccnrrercia (Lei n. 124, -it. 2o.)
3 a Escotado o prazo de que trata a
clausula preeedecto, todoa os edificios,
obras, machinas e quaesqoer bemfeitons
effectuadcB pelos arrematantes, reverferSo
para o E guma.
4.a A eoperficie de cada um dta lo-
tes de trra, cojo tamcih.-, mecigS e de-
marct u'a'an^es, ser o numero de metros qua-
drados qus for te.esst.no, segu do o
genero de trabalhos exigidos para cada
exploraste.
5.a Fica constituido um lote do trra,
para os effeit >s deste decreto, o grupo
das has, timbem perte.cente ao archi-
pel^g'i de.Fernando de Noronha. deno-
min&aos : Rt.--, do
Meio, Sella,
Geotta,
Jote e os ilh-js all exis-
Raza, SSo
tertes.
6.' Pir conta dos arremttantes cor-
rerlo todas as desposas com o servigo
que o gocerno instituir para fisca'iear a
execuglo dos contrac es do arrendamen-
to, quar em Faioaodo, quer oo conti-
nente.
7.a Oa arrendamentea aer3o intransfa-
riveis.
8a Tambem nSo BerSo aceitas as
propostas firmadas por estrangeiros, e
podendo coucorrer a este arrendamento
cidadSos brasiluros natos ou naturasa-
dos ha mais do 5 aoms, ficando enten
di que todas aa questSes suscitadas,
qi r ra escolha das propostas, quer na
execucSo do contracto BerSo resolvidas
em definitiva peits autoridades brasilei-
ras, importando caducidade do oontracto,
sem direito indemniS'-gSo de especie
alguma, o cppallo feito por qualquer
forma intervencSo diplomtica ou aos
boos offieios de autoridades estrangeiras,
beta como quilqcer associa^So dos con-
cessionarios com cidacSos ou institui^SeB
estrargeiraa por instrumento publico ou
particular.
EDITAL
Secretaria da Iadastria
3.a Directora
Fags publico, para conhecimeoto doa
ioteressados, que oo dia 3 de Margo;
a 1 horada tarde, recebem-ae nesta Di
rectora propostas em cartas fechaaas,
devidameote selladas, para < s reparos de
que rroneasitam as diversas pontea da es-
trati Unyanna, oreados em res
7.4158100.
As propestas devem Ber escriptas por
ex'enso, eem rasura, emenda oa vicio de
qualquer especie, een-10 rejeitadas as
que ae resentirem das aegaintes talcas :
1.* As que excederem os pregos do
orgamento ;
2.a Ai que nSo forera organisadas
de scoordo com o presente Edital;
3.* As que se basearem em pregos
de ouiras proposUa ;
4.a As firmadas por pessoas qne
Secretaria da Industria oomPrir contracto.
. com esta ReparticSo :
1. directora
Em 19 de Feveieiro
de 1896
vrfeadaui no de lotes de ter
ra no Archpclago
de Fer
cando de Vroaha
Para eonheciment doa interesado,
faco pablico quo, estando o Sr. Gover-
oador do Estado, aotorisado pela lei o.
124 di 3 de Jalho ultimo, r arreodar
a puem melhorea vontagosa oferecer p?.-
auer.os lotes de trra no Archipela^o e
FarnMndo de Noronh", e como quer que
nenboma propost* tenba sido apresenta-
da na o.;ocurreoa snnunciada pelo edi-
ta! <;e 9 de Janeiro ultimo, nesta Secre-
tar. de novo recebem-se at e dia 12
do ar prOwOtta-5 ;t.ra o referido arrendamento,
pura a tundaglo de urna estagao de pesca,
da sclga oa consarvaQSo de peixa para
a es-'orlac,aV>j pesca ds esponjas e outros
p"jdu3tos mariohos.
A* propostas devem ser conveniante-
meota" Bellada, entregues em carta fa-
chada e eonter em termos claroB :
1 O prego do arreEdamento de cada
um Iota da trra.
2.* IadicajSo da residencia dos con-
currentes.
3.a ComprovagSo de idoneidade para
execntareta estrictamente oa contractos.
NSo sei 3o aceitas as propostas :
1.a OrganisadhB em uesaccordo com o
presente edital.
2.a Baaeadas em pregos de outros
concurrentes.
3.a Firmadas por quem quer qoe
teoha deixado da eamprir contractos ou
procesaos de contractos celebrados oom
qualquer das extiectaa oa daa actuaes
repartigSes do Estado.
4.* Que r,?.o offarecerem as garantas
e quadad.es exigidas no presante edital.
5.* Nenhuma prop sta sei aceita sem
qoe o concurrente aprsente recibo, pro
vaodo haver depositado no The^oaro Es
tadoal, at vespura do dia designado
para abertura das propostas a quantia
de 2.0005, qae perder em beneficio
dos cofres do Estado, se, preferida sua
proposta, recusar.se a proponente a aaaig-
oar o contracto reepactivo.
Os concurrentes observar So como Ibes |
que nSo offereoerens es ga-
qualidades exigidas oeste
5.a As
rantius e
Edita'.
Haveodo i-uaB ou mais propostas em
igualdade de condi(5es, ser preferida a
do coecurrente que melhores provas de
idoneidade ofierecer.
O* concurrentes deverao, alem dessa
idoneidade exigida para direegao e exe-
ougSo das obras, indicar o logar de sua
residencia.
Nenhum concurrente ser admittdo a
concurrencia sem que prove haver depo-
sitado na Tbesoureria desta Reparti-
cSo a quantia do 3700000, importancia
que perder b;, escolhida saa proposta
e convidado ptra assignar o contracto a
ist'i se recusar.
Pra boa garanta da ex?cug5o do
oontra.to, depositar o contractante no
Thosooro do Estado urna caajSo que sera
previamente arbitrada por eBta Direc-
tora.
N*sta ReparticSo estarSo a dispofeSo
dos Srs. cencurrentes, daa 10 s 3 horas
datrrde, o ornamento e as plaotss rss-
pecivas. r
Recife, 8 de Fevereiro de 1896
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
O Dr. Francisco Altino Correia de Araujo
juiz de direito do commercio do mu
nicio do Recife e capital do Estado
de Pernambuco em virtude da le
etc.
Fa.o saber aos que o presente edital
virem oh delle noticia tiverem que por
parte do Companhia Fabrica de Vidros
re Pernambuco me fo dirigida a petipo
do thoor segninte:
PetigSo
II m. e Exm. Sr. Dr. jaiz do c-m-
mercio.A Companhia Fabrica de Vi-
droe a Pernambuco querendo vender em
leilSo publico as acgSes dos accionistas
adianto nomeados e qae deixaram de
effeetaar a aetima entrada de dea por
cento requer a V. Exo. be digne de
mandar notificar, mediante intimagBo
judicial, publicada por 10 vezea dorante
um mez em duaa tolhaa daa de maior
cireolBgao nesta cidade, como preceitua
o art. 33 do decreto n. 434 de 4 de
Julho de 1891.
Estes accionista bBo : Banco Emissor
60 P
mmal eg
Neete
ER. M"
Recife, 21 de
advocado Antonio
Soaras (selladt.)
E mais se cao contioba em dita pe-
ti(So, na qoal proferi o despacho do
theor seguiote :
Despacho
Destribuida como requer.
Recife, 21 de Jansiro de 1896Altno
de Araujo.
Nada mais se cutir.ha em dito despa-
cho, proferido na mesma petigSo que
teve a destribuicSc segoiute : A' Brito.
li reir.
Em virtude do despacho aqui tranacrip
to o respectivo es.Tvao passou o pre-
sente edital pelo tbeor do qoal bei por
notificf dos aos accionistas supra decas
rados, para v ram depois de 30 dia-
contados da publictcSo detto screm ven-
didos em leilSo publi.-o, por intermedio
do agente nomeado por este juizo, aa
respectivas acsSes, em numero t o a*
quant s re-alisadas declaradas na petigSo
que fica transcripta, nos termos da lei e
de coeformidade oom o requerido na
mesma petigSo por mim deferid.
E para que chegue ao conheciraento
de todos e especialmente dos refarides
accionistas, maodei passar o presente
que ser pobcado pela imprensa e affi
xado no logar do ciiatume.
Dado e passado neata cidade do Recife,
Capital do Estado de Pernambuco aos 23
dias do mez de Janeiro da 1896.
Pagos oca autos oa emoldtuontos d.i
assignatura.
Eu Gustavo Albarto de Brito, escrivSo
o escrevi.
Frno.isco Aitino C rreia de Araujo
O Dr. Antonio Jos Hcnriqaes de Lima,
juiz substituto do commercio, do
municipio do Recfe, capital do Es-
tado da PcTuarabuc', em virtude da
lei, etc.
Fago saber aos que o presenta edital
virem u dolle noticia tiverem e a quem
interessar possa que se -cba desretada a
fallanoia dos negociantes JcSo Googalves
oimbra & Comp., representados hoje
exclusivamente p> lo socio Joo G< ngai-
vea Coimbra, pela senten^a do theor se-
gninte :
SESTEKgA
Vistea estn autos etc. Em face de
qae consta dos a tos, da reclamagSo do
tolhas 16 e do parecer de fu has 37 e de
art. 120 do Decreto n. 917 de 24 do
Outabro de 1890, deaego a homolocB do accordo exirajudiciul pedido fu-
has 16.
Pelo que e em vista do art. 125 do
mesmo Deoreto 917, declaro aborta a
tallencia dos negociantea JoSo Gongalvea
Coimbra & C.a, representados hoje exclu
aivamente pelo socio JoSo Gongtlves
Coimbra datar de 7 de Agosto de
1895
Nomeio synd'coa para arrecadegSo e
administragSo da massa fallida os crede-
res Banco de Perotmbuco e Antonio
Lopes Braga, ere dores c-. nst antes da
lista de tolhas 5, os quaes aasignaro
termo de fiis depositarles. P. esta ero
mo do RGrivSo e mando que se affise
os editaes nos logares do estylo, qoanto
ao mais cumpra o escrivSo aa diligencias
legaea.
Recife, 17 de Fevereiro de 1896.
Livino Vieira de M. Lima.
Nada mais se continha em dita sen-
tenes, proferida pelo Dr. juiz de direito
substituto reciproco do commercio, a qual
mandei dar execucSo pao despacho do
theor seguiote :
DESPACHO
Cumpra-seRecife, 19 de Fevereiro
de 1896.Henriques de Lima.
Nada mais se continha em dito despa-
cho aqui fielmente copiado, em virtude
do qoal o escrivSo competente passou o
presente edital, para conhecimento de
todos, e qae ser publicado pela imprensa
e &ffixado nos lagares do costme.
Dado e r siado nesta cidade do Recife
Cap.tal do Estado de Pernambao aos 19
do Fevereiro de 1896.
Eu Gustavo Alberto de Brito, escrivSo
do commercio o escrev'.
Antonio Jos Henriques de L?ma.
DECLAEACES
compre as"clausulas do decreto abaixo de Pernambuoo pessuidor de 4.200
transcripto, bem como aa demaia topo-' oc5et, JoSo Laz dos Santoa possuidor
EDirAL
Instituto BeDJamin Con-
staot
Pelo secretario do Instituto Benjamn
Confttnt e de ordeoi do Sr. Dr. Secre-
tario da Justig, Negocios Interiores e
InstrucjSo Pnbhca se declara que foi
prurogado at o fim do correte mee o
prazo para e matricula dos alomos des
dous cursos do mesmo Instituto.
E pra constar fia, de ordem do Sr.
Dr. Director, o presente edital, que vai
por mim aasignado.
Secretaria do Instituto Bscjamio Con-
stante, 15 de Fevereiro de 1896.
O secrefario,
Manoel Coelho Cintra.
Alfandega
Terreno de marinha em
Olinda
Da ordem do Illustre Sr. Coronel Dr.
Inspector faco publico qae tendo Manoel
GongalveB dos Santos requerido por afo-
ramesto o terreno de marinha sito a
praia da S.Francisco da Cidade de Olinda,
confinando ao norte com o terreno de
marinha em qae est edificada a casa de
Jos Martina de Castro e ao sul com o
terreno tambem de marinha em qae est
edificada a caaa de D. Auna Martina do
Castro, iSo convidados todos os foreiroa
confinantes e demais interessados para
dentro do prszo de 30 das, apresenta-
rem oa documentos qae provem os seos
direitos, certo de qne, fiado esse prazo
a nenhum reolamsgSo ae attender.
3.* SecgSo da Alfandega de Pernam
buco, 21 de Fevereiro de 1896.
O chefe,
Manosl Le te Perera Bastos*
COMPANHIA
Industrial e Commercio de
Estiva
(Bm iiquid. cao)
Sio convidados os Srs. accionistas para se
ranairem om aaiemLla ge-al, no da 58 do
crrante, pe s 11 toras da n.anba travesea
da Madre deDeua n. 10, andar, anta de lo-
marem coobecimeoto das ol iuas cootas da
admioisimco e doB actos dos liquidatarlos, e
reaolverem sob-e a liquiJicao Anal.
Recfe, 4 ie Fevereiro de 1896.
Jos Jonqnim Das Feroandes.
Auo? o de Ol'veira M-ia.
Co vbaitliinaOliudease
De ordam do Se Dr. presidente conviicflos
Sr. ocos a cooipar-cereo na quartj-feira,
16, b 7 huras da noite no-i tal es ao loptoto
LltterariO ulfdeose (cea da Cmara/ afim de
elegerem nova directora e os notos di'ec-
tores de mez e tambeuj a assietlrem a le i.
den rei-pectivos eaiatutcs.
Sci-ntific ', ouTosii, qce s e'ei-.ao tp; 1 fa-
co". o norteo de s< c os que C"m arecer.
Oiida, Si de *evo ei'o je 1895,
O t pecretario,
J-Sn Al''^-''' Ai* Rnsa.
Irmaudde
DO SANTISSIVO SACRAMENTO DA MATRIZ
DA BOA-VISTA
Refera do comprornlsso
De ordetL do wdo ju>z conv do so irrraos
deta inuandade para co i'i>--*ecereoi do prxi-
mo iicajioKP, i* de Maf.jo v.nduoro, s ii bo^ag
ia n'.Liitia. Deste coosistorlo, at>m oe approva-
'em a reiorma dr c, mpromiso.
Coos^to'io da I'roandaJe do ; antisslmo Sa-
craaienlo da Boa-Viola.
Rjcfe, 24 da Fevereiro da 1896.
0 es-: i>5o.
Silva CabraK_______
Banco de Pernambuco
DIVIDENDO
Sao convidados os Sre. acelonlsias a virem
.-e:e'er o 13 onui.ndo df seas argSes relativo
ao semestre de Juibo a D zernbro ile 1895 4
1 cao de 10 i. ao hogo e ao meemo tempo um
00 us de 1CUD por a-gao.
Recife, 28 de J neiro de 1896.
O secretario,
Antonio Francisco Perera de Carvalbo.
Coeupanhia Amphitrite
De i ecurdo com o art. 16 ao decre'o de 17
de Janeiro de iSt, fi ir. a dispusicao urs Srs.
aector isla!1 no ectriptr.no ta Comp ntiia Am-
phitrite 3 roa do Comrxerco n. 48, a copla coa
balarcoe, reii(,ao oomi- ai dos accionistas e lista
oe transferencias de uc.e; durpnle o aono de
1895.
Recife, 11 e Fevereiro de 1896.
0< diiei-tores,
Arlbur Ao^osto de Almeida.
joe Antonio Pinte.
Joao Jos de Aionm.
Banco de Pernambuco
De accor o com o art. 16 do decreto de 17
de Janeiro de 18w, partu tpauos aos Srs. accio
oistas, que se acbam na tule de?te Banc3
-ca distes cao, os eegoiDtes documentos para
seren examinados :
1.* Copia dos batneos.
2.a Re. co nominal dos acci oistas.
3.* Lista das iraosferencias de ac{5es dorante
o anoo
Recife, 28 Janeiro 1896.
O secretario,
Ar. tocio Francisco Pereira de Carvalbo
Companhia
DE
Fifo eTecidos de Pernambuco
Em virtude do al. 16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1890, acDacD-se a dispesicao dos Srs.
accionista?, co eecnptono da Companhia roa
do Bom J-O D. 41, 1* andar.
1* Copia do Dalanco.
2* Relaco nominal doa acciodistas.
3 Lista das traasfereocias de arg6es do anno
Qodo
Recife, 10 de Fevereiro de 1896.
O director secretario,
Jos Joao de Amonio.
Companhia
De Seguros Phenix Per-
namburana
Nos termos do art. 147 do decreto n. 434 de
4 de Julho de 1891, b'cam a disposicao dos Srs.
accionistas na sede desis Companbia i rua de
Commercio n. 46, a copia dos bslaocos, a da
relagao nominal < os alienistas e a lista das
trancfereaciaB das ac(0es.
Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
Oe .dmiulstradore?,
Loiz Doprat.
M. S. Maia.
Jos Joaquim Dias Feroandes.
COMPANBIA "
Usina Cansancjo de
Sinimbu'
Dividendo
Bao c.'Dv.d: dos os Srs. accioLs(?8 a receber
o primei o div deodo rrlalivo ao auno rindo em
30 ie Junbo de 1895 I ra:ao do lOJOCO pur
ae<,> correspondente a 5 #u eoare o capital, oa
rua Deque de Caxias n. 52, do mt dia s 3
da larde.
Recife, 5 de Fevereiro de 1896.
Jcse Uan de Andrade,
Direcior w csooeiro.
Indemnisadora
De accordo com o art. 16 do cecreto de 17 de
Janeiro de 1890, sobre bacese sociedades ano-
nym=P, acnam-se i dieposigao dos Sr>. acele-
calas, no eacrip.orio Je.-ti Ccmp^nbia, os ce-
RoiDtes documentos:
Copia de b bslaocos.
R-lacao nominal doe accionistas.
Lala das t rao rieren'i ;8 de acgOes.
Recife, 10 de Fevereiro de 1896.
Jsaqtim Alvos oa Fonseoa,
D rector gerenta.
Segredo e Amor da Ordem
Btelcfo
?esso (srec:al de eu-itao fa nova admlnis-
tragao para o anco de 18961897, na quarta-
fera, 26 do mea torrente, as 7 horas da noite.
Secretaria, 17 de Fevereiro fe 1-96.
O secretario,
J.M.F.
Um Contra Fu
Roya! Insur?,rce Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, O1.
nndoa accumulados 8,274'9/3,19,.0d.
AGENTE
POLHMANN & C
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernanahu-
cana
ROA 60 COMMERCIO
SEGUROCONTRA FOGO
-
MUTILADO I


I

%9
Diario de Pernambneo Torea-fcira *5 de Feveretro &e> S*W
smo do club wmaiiiL
Ter^a-feira, $5 de l^evereiro, as
$ hora* S[4t
CONCERT
Dado polos Maestros Vinoenzo Cernicchiaro (violinista) e Amaro Barreto
(pianista) com o gracioso concurso
da dstincta cantora Mme. Marguerite Telle e do Sr. Candido Filho
DPDB.O GWR. JUmME A.
PRIMEIRA PARTE
N&o itrdCHiKwdo esia lor.na(idade i coapa-
o&ta tica cenla de toda a responaabriidade.
(anua rmntnu Ha-
i.
2.
3-
4.
Beethoven Sonata em f, n. 5, para piano e violino a) Allegro
b) Adagio c) Scnerzo d) Rondo.
a) Th. Dubois Par le sentiermeloda.
b) Leo Delibes Jeanne de Neville meloda para voz de mezzo
soprano (Mme. M. Telle).
a) Cernicchiaro Premier Regret romance
b) Faur Berceuse < Para violino.
) Cernicchiaro Tarantella (
(Sr. V. Cernicchiaro)
Gounod Le Vallon, meditaco 'potica de Lamartine para basso
(Sr. Dr. A. C Beltro).
a) Chopin Notturno-- em r bemol
Chaminade prece dans le style ancien{ Para piano
A* passPKersao tiradas do meslo eacrlpto-
rio, at as 2 i/2 horas da tsrda do da dtsMiid
1o vapor.
Alten cao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15 Va.
Para carga, passaffeos, "ncommeoja e va
lores trata ee ccm os
AGSMKS
Pereira Garueiro & C.
6RA DO COMMERCIO-6
i." andar
rince Line o Stfumers
Inmes luott New-Castle-on-
Tjne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil e Rio da
Trata
ir
P0RT08 DO NORTE
Parabybr, Natal, Maco, Moaaoro', Ari-
oaty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante Carvalbo
Cmicos estar para alagar sm pequeo
rompArtlmetiio da ctaa o. 4 a roa do Bemflca,
_ g dale na proprlo pera Isiho e carnee verdes,
Darbeiro, sapatewo, e:c., a tratar no a. 6, mer-
cearia.
I!
5.
c) Rubinstein Valse caprice
(Sr. Amaro Barreto).
6. Cernicchiaro Andante com variazioni e Polacca di concertpara
violino (pelo autor).
SEGUNDA PARTE
7. Grieg Sonata, op. 8, para piano e violino a) Allegro b) Andan-
tino- e c) Presto.
(Sr. Amaro Barreto e V. Cernicchiaro).
8. 'Saint-Saens Duas melodas para flauta.
(Sr. Candido Filho).
9 \. Maillart Les Dragous do Villar aria para mozzo soprano.
(Mme. M. Telle).
10. BeethovenSonata, op 27, n.2, para piano- a) Adagio sustenido
b) Alegrette c) Alegrette e presto agitado.
(Sr. Amaro Barreto).
a) CernicchiaroPreludio.
b) Vieux temps Fantasie Caprice para violino.
(Sr. Cernicchiaro).
12 C Gomes Salvator Rosa. aria do Ducas d'Areias para basso*
(Sr. Dr. A. C. Beltro).
N B.__Findo o concert haver trens e bonds para todas as linhas.
CUMPANHIA
DE
Tecido de M lhas
Acbati-se a di>po?'c8o ros are. ar-cioo'ftas
no eserictorio provisorio roa Mrquez de
OHnda n. 58 an>ar, de cooform'.dade coro a
le os a^goiates documentos :
1. C6 "a do Balance.
J. RHla(,o nominal dos accionistas.
3. Lifta das traoefereocas d 8 acfi
(DDO flndo.
Real*. 14 de Fevereiro de 1886.
J. C. L-vy.
Spcrfa-iu.
no
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
KalEUTXieOS
i emparda
Pernambucana ie Navega-
cao
D; orrtfoi da di-Ttirii fajo c.ri?ote aos S-s-
accioort'S qu- na ele d sta Compunbia se
acbam a sua disposic^o p^* sebero eamin-
das a ropta ^os DManc, s do^ sfienes de Ja-
neiro Jnrh < e de Jumo a Dezen 0 do anoi
de 1893, a Ii8a nes acci nietas e rel-ci; daj
ac^es ransfe'ilas.
Eocrip orio no Recife 20 de Fev. reiro de
1896.
A. U J?8fs df avalu,
Grenle.
1.
- Poyal lu fr P tb Goiniy
O paquete Cljde
CommandanteF. Meeservy
E'esperado de New York
s o d:a 3 te' Marco, e
sabir* depoie da demora ne
cessarta para a
Babia. Rio de Janeiro e antra
O vapor inglez
Crele Prince
Tcm excellenies c.-mrjo'oa para psgac^e'-
03 e tllomtiado a lu elctrica.
i'ara cargas e pa-sagene trata-je ccm os
AGENTES
Johnsto^ Pater & G.
Rus do Commercio n. 15
Segoe oo di.' t 1o cor-
rete, &f 3 boras oa tarde.
Recebe carga, eocommeedas, Dassaeeos e d<
aheiro frete, at s 10 uoras da maubl do da
da par'lda.
Cbama-se a attencao dos Srs. carreeadoree
para a clauaola 1U dos cootiecimeotos qoe a
gegniote:
,>o caao de baver slgoma reclamacao con-
tra a Compatible, por a varia on pe-da, deve ser
feita por escripio ao agente respectivo no porto
..a descarga, entro ce trea das depeis ne tina-
lisada:
Nio p^-ecedendo esta formalidad-, a Compa-
nbia Oca iaeota de ioia a resooBssbtUdade.
E8CBIPTJBIO
Ao Cae da Con: nanhia Parnambv cana
n. 12
P ecia-r-eue om cosinbeiro para hotel,
pro MdCe:6. Traa"s equl oa ru- do apollo
32, l* aodar.
VSNDE-SE om pauo asado, n at em bom
estado, a tratar na roa imperlt-l, travessa do
R pr bu n 49._____________________________
N< Cambdx duCaruo.
onde vaee ta>, vtxado ?
Ven afluido A-ara.
Qoem te rooritn?
Mmba ?oera.
Bu, too.a l mus parib^ns
riiz l

Pacilic oteara Navigation Cok?-
pany
STRAITS OF MAGEiHAN LIKE
O paquete
Iberia
Espera-tse d a
Europa at o da
99 docorrentee
secolr depols
da demora do cosime para Valparaso com es-
cala por
Babia, Kio de Janeiro e Montevideo
Nao tem sccimmoscdes pira parsageiroa de
2.* classe.
Para carea, paseos erjeoromendas e di.
abi.'w a (rete tran-secoro os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Compsahla P. de Htifgftft
PORTOS DO SDX
Macei, ^enedo, Aracaj e Babia
O paquete
Jacuhype
COMPhnvA
DE SEGUROS CONTRA FUGO
DeLondres e Aberdeen
Posi^ao financeira
Capital subscripto
FundoB accumuladoa JE
eceita animal:
De premios contra f ogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Ecxwel William Se O
3.780.000
3.0000-
r326.0000
208.006
155.00o
Pede-se ao Senho
res consummidores
l>ue queiram fazer
jualquer communica-
ijo ou reclamaijo, se-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,ondetambemsere-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermitlo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
tal c'rmbado e fir-
mado pelo gerente
E' e s p erado
dosponos to8nl
?t o dia 1 de
Margo, segolodo
iupoiB da demr-
ra m.i speosavel para
S. Tcente, Llsbca, Tlgo, C her-
bonrs e wnii!1
O paquete Tamar
Commandante T. Constantine
E' esperado da
Europa d e dia
* de Mar^o, e-
goindo de p os
da demora ne-
ceisana pira
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
E' esperado da
Eorcpa no da
4 i'o Marco, se-
gutndodepoisda
demora indtspensavel para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
BoduonSo nos prenos das passagens
Ida Ida t volta
A li&e* 1 BfeMM l 20 iO
A' BMMuaotonia ctaaa* s. 28 52
Cataarotei r*s--cvaacs oar r'< un
de Pe-aaobuco.
Para carga, passagena, encomrnendas e di-
obeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
A Borm Irm^o- & C.
i -Ps< om ia-mt N. S
Lio v Brazileiro
* OVAPOB
Maranho
Commandante G. de Castro
Seg- no dia do corre-
te, s 2 boas da tarde.
Recebe carga, encommendas, psssaeeos e
dib- 'o fre', at as 10 bcras da maona oo dia
da partida.
Cbamase a Uen^ao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos ccchecimeoto- qoe a
seguite:
No caso de naver algnma redareajao contra a
Companbia, por a vana oo perda, deve ser feita
por eseripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro ce (red das depola de oali-
sada.
Nao precedendo esta rmalidade. a Compa-
obia ca Ueota de toda a respoDsabihdade..
ESGBIPTOBIO
Ao CP.es da v-ompanbia Pernambucana
n. 12
(lompanbia P. de i^avegi^ao
LINHA DO NORTE
Fernando ie Nronha
> paqaete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segne no dia 99 do cor.
reate, s 4 horas aa farde.
Recebe carga, encornmen^as, paesagens e di
nbeiro a frete at a 10 oras da maoba do oia
da partida.
Cnama-ae a attencao dos Srs. carregadores
pura a c.nsula 10* dos centsecirneotos que a
jegolnte :
No caso de baver aleurua reclamagao con
tra s Coracsebia, pur avana os perda, dee ser
feita por eseripto ro agente respe tivo do porto
da descarga, dentro de trea dias depols de fioa-
sada.
Nao precedendo esta formalHade a Compa-
nbl Dea isenta de toda a rFHo^Dsabilid^de.
ESUBIPTOBIO
No Caes da Companhi.^ Perriasbacana
n. 12
E' esperado dos
portos do norte
oo dia se do
correte, e at-
goir para os
portos ao sal oo dia segoiute.
O vapor Saltellite
E' esperado.,
dos portos d o
sol no dia *5 do
frrente, e se-
goir directo
para oKio^e Jaoeiro depols de pequea de-
mora.
O vapor Brazil
Commandante A. F. da Silva
Boctii Lioe of Meamers
E' esperado do porto do Par
at oda 93 d> correrte e sa-
,f ir depols da demora neces=3-
ria para o mesrxo porto
O vapor inglez
Gregory
Para cargas e passagens trata-se com os
Agentes
Johnston Pater fy C.
Ra do Oommercio n. 15
E' esperado dos portos
do sol no dia, 9* do cor-
rente, e seguir para os
portos do no-te no da 1.'
de Marco.
Aqs Srs.carregadores pedios asea agencio
p?ra a clausula 10* dos ccahecimentos qoe
jegatnte:
No csso de baver algoma reclamado contra a
companbia por avanaaoo peraas, devs ser fe! a
por escrip'o ao gente, respectivo do porto da
descarga, dentro ds tres dias depols da flnali- J
fda.
*
JNorddentscher Lloyd
o VAPOR
Habsbrg
B'esperado da Errona ateo
da de Margo de 1890 e se
'rnira depols da demora oeces-
______ |cisa para
Jabia, Rio de Janeiro e Santos
aqnelie p-ircono qoe quem e manda Ift o Joh
Magro da garapHra ; qoe te sirva betu : e s
elle nao se lembrar ou qoe foi aqotlle qne es-
teva dancan.io no Coo dis Catadores, na terca-
ieira do carnaval.Ad^ns__________
Vende se o estabelecimeoto de moihados
n. 3, a roa da Florentina : o motivo da venda
se din eo comprador.
Aloga-se o indar do sobrado n. 74 da
roa de S. Jorge ccm 3 sal s, Vqoartoe, S ga-
binetes, cosiun* f.'ra, caiado, pimado de novo,
claro e fresco ; ft tratar na rea do Oboga p. 2.
~^'Vede-ee om cb'l-t naestrada real do
Arraial o. 40 A, com 60_palmos de frene, SiO
de fonlo, arbotisaao e fren'.e.moraua, com poi-
tao de ferro, tratar no mesmo, perto d Man-
gabetra "e C-ro.
Compadre
Coxpidre vot alca-re ende ccn.pra gene*
ros para ?oa. despen-a ?
Eo Ibe digo:
Ha moitos annos que compro etu nm a*rjca-
xem, e nao me con
bem "trviio em ootra i ane ; comorc all, por
')U" eoicntro o qoe p'cciso, don a oota e man-
dam me indo a meu gos'c, ji v nesia condt*
(SO PSlOO Mtlsfcl p.
Em precof dSo b qoem vrnda m:is barato
e lodrs os ge; e.-ns fio de prlrreira qmlidade ;
a bea ma: telgs, o hom i ha, o bom queljo de
aiver^as qpaiaaoes, o bem vlobo de me.-a da
Serra oa Estrella, o boro vinr.o dn Pcrta da
mais b:xi mal alta qoKli'ta'.'e, t boas licd'
rep, o boro champagne, HoHlrr"5' te 'oic qoanto
se pode dfffja- p ra ou'a 16 i'esre sa.
E le^m tambern um coi.|.le!o sorli-i ento de
ob-as de im, corxo 8 j >m sts'aa para com-
pres, ba'a'os para papel, r; me ro?, bergos e
Unas carel'as.
Obrlgadn cimpaifre pelo qu" me diz, porque
a vi b eri mono cara, v< o mandar comprar o
qoe prec sar nesse a-nizeT.
Pota mande cempadre qoe ba de fler fa'.is-
fri'O.
Olhe o potito srmn-m de
PcfB < DlIfS A C.
RA ESTREITA DO BoSARlO (UNTO A
IGREJA)
Sei onde comp-dre
Companhia Franceza
Mavegi^o a vapor
n!-.a regular eotro o Havre, Liabas,
Prin>buco, iteaiBf Kio dtjarero e
Santos.
O vapor Campana
Commandante VoiBin
Espera-se da Earopa at o dia
4 de Mi-reo, e seguir de-
oois da ai ce.->raria demora para
Baha, Rio de Jeneiro e Santos
Ruga-se aoa Srs. importadores de.ca/ca pslos
agore8 desta lintio, qoeiram aore?eaur den
o 'arengas qnaiqcer reciasar^o eoufiements a-ve
ornee qoe or ven'ora tennara seguido para os
ranos do sal, a.im de se poderem ciar s tempo
is provideocias oecessartaB.
Expirado o reterldo praso a companca 5a se
e-p oeM>iliP8 por extravos.
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Cottimercio ^
t
raiulolina dos Santos Horaes
rinheiro
Na conveito do Carmo do Becife, s 8 horas
do da 26 jo corrite mts, celab-a-se por alma
de MirandoliDa dos Santos Moraes Piubeiro,
urna missa em comprimeoto do Irgaio deixa-
Jo ao encamo convento; esperan 03 religiosos
o coroparecimeoto dos iraaos ttroeiros e Cmn
parentes da floada.
ff o
C 95"
f
LE1L0ES
= Te-'Ci-fira ?5, leilfo de movis, rarass
de ft*i ro. qni-dics e outros artigos, no armaieui
da rn' d i Bom Jrso- n. 45.
= Quiota-feira 27, o de faienJas, mindezap,
perfumaras e ronpaa feilas.______________
Qoara-feira 6, ItiISo da leja de miodeas
da roa >a Imperalru n. 6.
Leilo
De movis, qoadros, cartei'as, toUletie, 1
'epartimento ne escipiorio, 1 mala, camas de
ferro, m Ter^a-feira, 25 do corrente
Vs II horas
A'
Agente Pinto
BA O BOM 1ESU3 N.
4S
Leilo
da rna da
Das hiendas e miulesas da luja
lmp-5 atriz u. 6.
Em um s luto
Quaita-feira, 26 do corrente
As M horas
Agente Pinto
Garntese a chave da casa ao comprador
das faz^nds e miodezas. S
Blaoco em poder do agente Pinto.
Agente Pestaa
3o Leilo eultimo
De seis leltras na importancia de...........
18:2664890 dadas em penuor ao Banco da Re-
pblica io B'azil Fuccessor do Ban odo B a-
tii, pelo aaccador Temporal Ftibos.
Quinta-feira 27 do correte
Ao mel h m ponto
No V ana" fna do Vigario Tenorio
n. 26
O sgenie Pestaa vender*, por mandado e
assisleDCia do Exm. Sr. Dr. juiz do tcmmer
co a reqoenmento do Banco da Repblica do
Brazil snciesor do Banco do Brazil.
Urna lettra saccada por Temporal P Ibos e
acceita por Maootl de Onvelra L'os, j veaci
da e iiteTon pida a prescipcao d lmpor'.ao-
cia de 3:394000.
Una oiu saceada por Temporal Fimos e ac-
ceua por Mjcoel de livetra Los, ja vencida e
inio'romiida a presenrsSo da ^importancia de
3:304*000.
Urna cita sscrada per Temporal Filnos e ac-
ctita por Joaquim Bcoto da tosa, ja vencida e
ioerrcmi-tda a prt:rpcSo da imporiancia de
2:415*000. _______
Urna dita saccada por Temporal Filbos e ac-
ceia por Fraocieco de A*sis Perelra L'ma, ja
vencia e oterr tr-pid* a prescnpjSo na Im-
portatia de 3:839*900.
Uaa dita saccada por Temporal F:!h03 e ae-
ceiti por Jjf Weocelao Aff-.inso B. Pe reir
de Bisto', ja ven:id e ioteiri mpida a presen-
pcao da Importancia 3:773*020.
Urna dita saccada por Temporal Filos e ac
celta por Joaqnlm Miueel de Oliveira L'n, ja
Tendda e interrumpida a prescripjSo da im-
portancia ce 1:840*770.
Est a seta leitras foumam a qoantia de.....
18 266*890 as qoaes se'ao cnireeaes pwa or-
feru aamn, d&o comparerendo qoem mals ce.
Mara Jesinaa Modrigues Lemo
1* aoniversano
Joaquim de Sonza L-O'O-, if-ovlda -es reos
paeotes e pessoas ce soa aoiizad, para aris
tirem as missaa que manda reza- no da 28 do
correoie, na Ordem 3 de S. Francisco, pelas 8
horas da manha, por alma ne. ;m ido!?tratia
esposa, Mana J-.-uu i P.odriKoes Lemts, pri-
melro anniversa-io de sta allecimen'o.
A todos qoe nonr.rem com s..ae preservas a
este ano de rellgio i-niecip-, o seu eterno re-
conberimenio.
Si
B n S
'o 2.
(D B
w
o
jk- a-i 2
B g 5
a a g
a. o m
'Jl 7^ CE OS *^
p a r> <
?.;
cd- ce fj. 3 3
a ~ 2

(O
O. OB
o a.
*j tovUlCalUwC a*
Na rea do Livrauenio d. 7, pr-cira-se de orna
para cosinbar emais a guns servijos de iasa
de cequpna fsmilia. ____
AMA
Pre'isa se de urna atoa par-a corintia-, a Ira'
lar na -na larca 1.- Ro a--- n 9, plrinari'
Ama
P;eclsa-se de una ana qua cosich bem.
>a a casa de peqeeoa famili, a tratar na :uj
di t:onccrUia n. 85, fobrado.
Preciea-se de urna coMr beira, tratar rea
tito da Vtrtori n. 6r-, 2o anfl&r.
>~
rj" S.' S N ">
2 S S-o
->* a%
2 o- ~ S
g g g. Ua
5 p ar c
^ ^ ~
B O u
* D B S
MSJBF
P rt^3
o a> a>
< a t
ca i .
e *2
a. S
a -
o
3
3
1
Ama
Precisa e de orna para cas de pequea fa-
milia, a tratar na pra<;a U ciel Pinheiro n 10.
P eci a-se de orna am p peseoa?, a traiar na roa is'ga do B saro d.
22. oo na fortaleza
Cardim.
do Buracc, com o maior
Ama
Precisa se de ona para coslnbar em caea te
homem si!tro, a i atar a ra da Madre de
D us n. 6, juoto a un- a.________________
"Xxwxa.
Precisa se de om am. de cosioba para casa
de r-cqueoa familia, a roa Deque de Csiiis
d. 86. ........_____
Amas
Pie:!sa-8e de duas, seedo orna para cosiota'
e ouira para cona, cana de pouca f.mllia, roa
do Imperador, 71, 2* andar._________
Preclsa-se de ema para cosmbar, a tratar na
roa Mi-t-lz da Boa-Vista o. 52, Io andar
9
t
s
fa
8-
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flS" b a s ^
a o --o gCficr0
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erg
a
c
O
s-
a^- -i 2 -i n
o 2. ? *
iE o ." -
B g- o-9
J.SB
.',
vdU iMitX* l**i
Precisa-se ra oo Jarim, S. Jos, o. 32.
AVISOS DIVERSOS
= fretl-te ue om caiaeirw Ua /euuan u.
roa de S. Jorge o. 118, que c flanea a sua cona
docta. ___
Alaga se a casa o. 43 sita a roa Luis ce
Bego, eom tommodos para grande familia, agua
e gsz encanados, Crande quintal e jardim o
lado, reedificada de novo, a tratar a roa da Im-
pt-ratriz n 16, loia._________________
Este vapor de 1 .* clasae e offerece
ptimas accommoda^oes aos Srs. passa-
geiros.
5 Para Ipassageus, carga, frete, ate, trata-sa
con o
AGENTE
V.Neesen
4C-wS do Ramos4
Precisa-ee de om feltor, e de urna eogom-
madelra para roopa de seatiora. a tratar no
Caes de Gapibarlbe n.30, Serrarla Pernambo,
em.________________________________
Alaga-se no Caes <.o Ga-ometro n.
rjm da roa de S. J> ao, o sobrado de um andar
solio, com fccommoaacOes para grande fami-
lia agua encaad,.quinal, tanque para lavar
roopa, etc., beta como alagarse lamber a loja
do mesmo sobrado. A' tratar na Pra a do Her
val n. i._______________________________
_ Por sar multo preciso e do jostica o pro-
prletario pede s qoem campear que bstxe orna
lei especial qoe obrigoe o inquiliso a conser-
var a cata calada, pintada e asiefad, como por
le espTcfal am vigor a entregar o propietario
do a cmpcrcalbar e eBtragar como cestuma.
Armaijo
Vende-se nma tOi arm goenvldracada, pro-
prla para restaorini. loja ae cigarros, ou qual-
quer j-utro negocio, a ttaiar roa da Maare de
Dan n. 6, junto a goaria.________________
Criadas
Ni 'Ua do Hospicio n. 56, precisa-se de duB
criadas, seniouma par'i eorinbar e comprar e
orna para lavare eogomma para pouca kan*
lia. Pagase tem.
Criado
A' ra da Concordia o. 126. precisa-se de om
para servigo de fabr-c:.__________________
3
* 2.
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B
o a
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g-B
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Te_
2 _
5
S'l
6
B
a S.
s
qS
tyende^se
Urna casa com 3 'ortas de frene, cornija e
solo alto, iendo 3 qoartos. 2 s-las, corredor in-
nependeote, cosir.bi espucosa e qciolal baetao
tanie gr-Bde com l tel&eiro, sita a ;ua Velba
re Sarta Bita n. 69.
0 ebio da casa proprioe gararj^e-se a mes-
ma livre e destmbarscjda de qnalqcer oous.
A' tratar com Mao-e' Das da Silva Guima
rae?, a roa do Ligamento n. <8. _________
Vende-se
A casa da ra Azul n. 32, freeoezla de S.
Jof, tratar com Manoel Dias na Si va fautma-
raes, ra do Livrameno n. 18.____________
Cabriolet
Vende se om (araoba) Dor prego commodo.
lodo refrmalo e piulado de novo, com'arreio
para om cavallo.
A> cemmoda duas e qastro pessoas, tem duas
rodas e descoberto.
Acba-se oa fabrica de carros da ra da rio-
enuna, e t;ata-se om -ion.) da meama faOric a
Catxeiro
Precisa-se de um de 14 a 16 anuos, com pri'-
tica de taverna, roa Duque de Casias n. 22,
danio flader de soa coodoca. ________
Tanques de ferro
Comprare tanqoes de ferro para .iepesilo
de mel, a tratar uo caes do Apollo n. 47.
Ave do Paraizo
51 roa da Imperatrlz 51
Becebem das priucipaes pracar da Eu-
ropa, quinzenalmente as mais altas No-
vidades e~ faiendas finas.
ALBERTO CABDOSO & 0.
O nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS, PER SE
VEJOS, TRAQaS, BI HEIR S etc
Brazilin com Seringa
insecticida
Privilegiada na Allemauba, na Belgi-
ca e registrada em t dos os paizes da
Europa.
Privilegiada o BRAZIL SOB sjO
1577.
Na Repblica Argentina sob o n.
1377.
Nao ba MAIS PEECISAO d'uma SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZILIN o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e mata s b garant-
MOSQUITOS e os insectos cima mena
cionados.
Pre^o de cada Seringa com t 500 rs.
Encontra-8C em TUDAS as Pharma-
cias.
Por atacado as Drogaras de GUI-
MARaES BRaGA & C. COMPA-
NHIA DE DROGAS E FARIA SO-
BR1NHO &; O ___^_^_____
lainhasdas Ala-
goas
Veade-se nevas e gran-
des em quartolas e barra,
garantldo-se oao estarem
sujeita? a ferem vendidas
a peso, na ra de redro
Afonso antiga da Praia ns.
7e5.


.

:.
I

r
.



H
Diarlo de Peruambuco -* Tercia-letra %5 de Fevereiro de 18*6
ATTfNCO
A LOJA E ARMAZEM
DAS
Cosinheira
Precisa-ce de nu>a bca cosinheira qoe dorma
em casa don ra"6e?, p.teanac-re Ltm ordeca-
do, do Camioao Nova u. to.
Ama
Precisa-ge de oo:a ama para latar e ei.gi, -
mar para peonena famlia, a tratar ca ra di i
Concordia n. 83, obrado.
SAUDE PARA TODOS.
UNGUENTQiMQLLOWAY
dti de perna: e do peito; tambem par as fendaa
-mo e para todas as enfermidades de peito nao
SflBi

A'
Cutis U i 58
ecebeu variadis'sfc
mo sor ti liento pa a a
quaresma.
Cachemiras preta s
lisas e Javradas para
todos os precos.
Merinos prelus lisos
nmbeni para t dos os
precos.
Etamines pretos de
algodo elaco e sem
iLescla de seda.
Sedas pretas lavra-
das e chamalotadas.
Sedas preias lisas,
gorgoroes, surAs ele,
etc.
lem do que cima
lica dito, liqui ia-se tam-
be tu por precos sem
competencia urna gran-
de quantdade de ma-
d poloes, cambraias,
fantazias, etc, etc.
LOJA DASSTRrLL^S
Boa Cuque k Caxias 56 e 58
Amas
Precl a-se doas se'ido: orsa para rosinba*
Ostra pa
ara casa de pooca famili
paya-fe b.ff:; iraUr a iua no Imperajor
71, J aLoar.
Ama de
prpcisa.se de oma oa
ccsmha
ruael u. 19.
Cosnheira e criado
Precisare na ra de Pay-
sand n. 19.
Cosinheira
Predaa-ee de urna peii-
ta cosinbeira para casa de
familia de duas pessoas.
A tratar t ra do Impe-
rador u. 23, segundo anda/.
6 randa ortimento de meias propri:.
para padres, coneg'g e b>pos.
/i-jrins pretcs, superior qualidade D8
7E DS PEI23
til ISna da i-taperatriz 51
ALBERTO OARDOSO &c C.
Dentes
r^rmDa a trrivel dor de dentes usar
do o escolente preparado de Mano
!.'ardo80 Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid
xdos jomaos de maior circulacSo, att;*
tara a eficacia.
Deposito^
Drogara de Francisco Mancei da S
a k C, ra do Marques de Olind.
c. 23,
Pharmacia Martine, ra Duque i
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita u-
ftoaarion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra i
l&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgib'o Lopes, ra Lar
tn do la Bario n. 13.
o
Madeiras de construccao
u ateiiaes parae diea^a
A Cocpanbia Exploradora de Productos Cal
careos, vende em sea araiazeai do caes do Apci
lo n. 73:
Maderas pira constroccao.
(Jal branca de goarlbe.
Cal preta.
Cal virgf m para assncar.
Tijollos de larlrilhe e commaos
Tijclloa refractarios.
pres ->e cantarla para soleiras.e etc.
c
hegou Ghegou!
PARA A
Criada
Precisarse de urna
criada para servico in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A' tratar na ra do Im-
perador n. 23, segundo
andar______________
Casa no Monteiro
Aluta-se oma casj no Monteiro, rom agua,
en, iruit peno do rio e com rommodos para
ama fatn:la jegolar, a tratar roa 1 de Marco
n. 0, A.___________________________________
Ams e citado
Pre isa-se de doas amas para coBinhar e en-
gummar e de om diaJo, oa preceda Boa-Vista
D. 2 andar.__________________________
Attencao
Precisa-Be fallar nm urgencia com o Sr. Fa*
I ncio de A'boqoe-que Cardtzo, do engeoho
' aoa Grar.de, comarca do RnFormoso.na roa
rqcez rie Olinda n. i-, armazem de fazeedas
A mais alta phasUsia d'eata e^tacao
jindisaimo chifon de seda Maria
Stuart!
Variadissimo sortimeato de pbantaaias
em la, algodSo e aeda.
AVEBOPARAIZO
51RUA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardaso 1 C.
Reguiaaor aa Marinba
Cencerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhoe
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objeetc
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Roaarij9
Sementes de hoitali^aa
DA NOVA C0LHK1TA
Completo sortimenio.
Roa E-treita do Rosarlo n. 9
P ir.f |ii< &C-
N.
LlUlLmiL CASIAS
DE
Campo8 & C
35-RA DUQUE DE
Cosinheira
precia a-se de oma pirita cosiDbeira, aro?
- ova, 50 2 andar, inolil se apresentar qnem
^o estiver cas cofidigOep. ___
Caxeiro
Prerioa-ae de nat cem prstica de laverna e
que d fiador de eos cotduc a, na roa do Paya-
sand n. 33 C, entrada do Hospital Portuguez.
aixa (Tagua
A ComraoOa do Bebertbt ue?eja difpcr do
edifi ia (joe servio oe caixa d'agoa ra des
Pires.
E' oma expeliente sitoarSo para edificscao.
Ao eomniercio
Jco Lobo selentifica ao commercio e
quem interessar ptssa que vendeu,
ivr e desembaracado de qualquer onus
ao Sr. Manoel Moreira Reis o seu esta-
belecimtnto de alfaiataria e bem como
todas as faendaa existentes no mesmo
estabeltcimecto s>to a ru-^ do Imperador
hoje Qudz de Novembro n. 26, pelo
que, qnem se julgar prajudicado, apre-
sente-se no prazo de 8 das a co tar pu*
blica92o des'e, que ser prompUraente
satieeito.
Recife, 20 de Fevereiro de 1896
y ocio Lobo.
7en Um- risa de pectra e ral, cor sitio arborlsd-
do, todo marao. terreoo preprio, a tratar na
roa da Ploren ioa o. 6.____________________
Casa em Olinda
AlDka-s. erra nos HMtfcres rom UrVt para
ortar, booi icmn-odoe, P'P"\|,r" Vi.
precisar ofr de banhos altados, a tratar na
roa oo Cahug n. 18.__________________.
Copeira
Precisa se de ama. que saia roa. para casa
de familia de doas pessoas e qoe altaste a toa
condocta, a tratar ni roa da Imptralriz n. 11,
1' andar.
CAXIAS-N. 38
Em frente do Diario
Os proprietarios deste bem montado estaba-
lecimento previnem ao respeitaval publico qoe
cara bem servir aos eeoa fregoeses teem no re-
ferido 8iab6l6Cimento om e&pleodKio e varia-
do Fortimaoto de casemiras p-eas e de corea,
o '.;ou ba de melbor em la, l-hs de poro liotu
de todos os padrees, e por prtnos rasoivalj.
Pos^oem boas artistas, pe' qoe se jolKarr
Habilitados a satisfaier com tod. gosto, esmerr
e Tierfeicao ao frecnex mias exigente.
Ma meema aifaiaiarla alugam-se casacas,
51 Roa da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A V Exmas- Noivas. Um variado aor-
ti ment de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
8 AVE DO P4RAIZO
G rande liquda$o
ART1G0S PARA SAPA1EIRO B CORRlEIRO
Manoel Jraqom Pereira, iiquidaario da firme
Alfredo & Fenii-n '.e faz scitnte ao respeitsvel
ubl'.co em geral e a seos nnmercBOs fregoezes
qoe tem grande eortimetito em exposlcSo e a
dposicao de lodos os eeguictes ar igos:
f-ezerros.
C'uro de lastre Cornelias.
Cameiros de lastre.
B aerros piulados*
Gbagnna.
Vaqueas da Rassiz.
Mootons.
Sola de foBtre.
Sola branca.
Cbarltte verdadeiro im'tscao.
Tapetes de diversos padr6e".
Marnqoi 8 r'ranco8 e de cores.
EoGodorrs de uiver as qoal'd -es.
Elsticos.
E monos cutios areos aitioenies a seme-
Ibaoie genero de n go' 10. 101*0 oo- precos sem
otn etencia, e bem as im ca-riobos para me-
ninos, obra bem tViu e acot aoa com eame'L,
re-fe c'-1 sol ei.
Roa 1* de Marco n. 15
Engommadeira
Pu; 8.1 te !tcn la^adel a e ecgommaJelra
oa Caminiio ctqvo o. 120. _________
Terreno murado
Vende*se o grande terreno morado, situado
na esquita da roa de S. Joao. qoe servio de
arrrazem da CompanOia do Beberibe, e qnu
preata-aea edificac&s da maltas casas: a tra-
ar na CompaQa do Be benoe.
O Ungento de Ilolloway xaa remedio infallivel pk,
artigas chagas e u'.ctras. E famoso para a gota e o t.
se recon.'ic-.
Para os males de garganta, bronc s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao ucm .-L-i:i-lh:mte e para os membros contraldoac
junctuias recias, obra como por encanto.
Eta^i .(."cinns -Ao prepnrn.'.as lmente no Estahel^-micmo 'lo Profesor HollcwaV,
78, KEW OiFOKD STREEr (antes 533, Oxford Street), LONDSES,
E ur,.lcint 0111 toda, as pharmacia do noTCim
$S" O- cempraore ato convidados mpti awnte e\arr,i3ar os rtulos de cada caixa e Pote se alo teetn a direccao,
533- Oxtord Smct, sio faJsicacoes. __^
^ s
i

a
i a.
flinmmn*
8'
-T1' im^i
bl
O
S das sem our-9 ffiedlCL
PA.&I3 V, Bouievard ienaiu, 7 'AHSH
OeDosito em tocias as ^rincinae? I fca.oiaci.-a r T'-r-ro-,'
lies
{Wedalh de honra
O CLEtTcVRIER
i desiofectado pelo Alcatro,
tnico e 6a/fjm'C0, o quo muito
augmenta 3 propnedtdu de
Orto.
O OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRlGIKSO
i nica prtparacBo Que permita
administrar o Ferro $em pro-
duz Incommodo. ^ Cl
PLOMA DE HONRA]
L.FERRGINOSOlft
0-ALCATr\P$
CHmrn
s$
PSITO gtral em Tktli
II, ro do Faok',-Houtmartrt. 21
LICENCIADOS PBLA IN'SPE
'*>e
BKCKITADO P0U TOCAS AB
Celebridades Medicas |
DA rtUHQ* EDA EIROPA
BU
fflOLESTIAS DO PEITO,
affeccOeses.'OfulosasI
CHL0R0SIS,
ANEMIA, CEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
HTOIEHl DO IMPERIO DO BBAZIL.
'-?A ****l:*01t*vv.i.-
VINHOdeBUGEAUD
*l*t1ntttrmt'''
2!0iNI-NUTRITIV0j
lCOM QUINAj
cacao!
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRESde qualquer natureza,DOENgAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENQAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA MAS PRINCIPIS PHARIVACIAS
CASA. PINET, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACAO GERAL do CAUTCHUC
POR ME30 DE N0V0S PR0CE8S0S APERF2IC0AD0S
Especialiiade sm Instrumentos de Medicina o Cnirurgia
Tubos biooa de mamadeiras colchoes saceos para gaz
fundas almofadas injectadores orinoes peesarios, etc.
ESPECIALIDAOE tu BEXIOAS oe BORRACHA
PARA FUMADORES
Ei.vifto-so os Catlogos franco.
E. PUJALET, Suc-
34, roa Turblgo. PARIZ
Fabrica : Aux Lilas, prrto dr P^riz.
&**^.i?%&i&Hir-?i&2!'. i s.^**aa,~;
t Copahlb, r,ub:B
fotsnhia e Ferro, iftatarflas
loatric, Ttrtbenthina, A'
ICOA1
S l" Hf-jltnle* ^.-ersatfortl
Xi&JbS e.nC'.nU Utut.
Aa ORAQEA8 FORTN, forBo as primeira qas obtivrain a ep-proTa^io da Aeademm
de medica (1830) e que adoptaram-ss aos Hujpitaes. Curant es molaaUaa secretas,
neaic r-*bolde* em fatigar os eatomagoB maia delicados.
A MASCO^AO FORTN sunpre reco-c-aendad* como o cotipioaionr da icedlcacso.
S-fuaalts-irioa m Ponii.ml-uoo : 03~K.a.JSJ TUL. da. SXX."V A. C"
DO O DECLAT
TosBe, Catarrhn, Orippo, Bron
t chites, Tsica, Coqueluche, etc-
6, Avenue Victoria, Paris, e Pharmacias
IMallsMIl IIWiBIM
LYCO-PHENICO
DO Br DECLAT
Atisoptco podorr-bfi, MT,"ionc do
toucador,da Bocea, Curativos, etc.
CAPSULAS TAETZ
COM PRIVILEGIO
S. G. D. G.
Para tomar sem no jo
quaesqner medicamen-
tos tues como Oleo de
Ricino, Oleo de Figado de Bacalho. Tenfugo com feto macho, Santal, Copahu, etc. etc.
As verdadeiras CAPSULAS TAETZ coladas primeira marca lendo obdo as mais alias recompensas
as Exposices as quaes se apresentaram, sao especialmente recommendadas pelos Mdicos,
sendo superiores a todas as outras pela pureza de suu iabricaco na qual ejuraui unicameme
productos de primeira escolfaa e ululados.
Casa de venda por atacado. 36, ru de la Verrerie, PARS
OS EXCELLENTES PRODUCTOS
jumara
^e Oriza
ORIZA-OIL
ESS-ORIZA
ORIZA-POWDE
Apresentara-se aos consumidores sol
um aspecto novo. Esta modificaco se
fez para pcrniittir aos amadores e apre-
ciadores da
Perfumara oriza
de reconhecer os productos 6EHUIM
Ouros annuncioi n'este diario So o fac
limite das novas caixinhas e frascos.
L. LEGRAND
i 1, place de la Madeleine
pars
^Mh pedida aandar-ge-ta e Eataloj lUagtrarlt. A
MOLESTIAS DA BOCA L OA GARGANTA
PASTILHS de PALANGI
deChlorato de Potassa
6 d'Alcatro
Approvadcu pela Junta d hygiine
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da toca, taes como a inflam-
mago das gengivas, as aphtas, a
seceura da lingua e do paladar, e
egualmente as molestias da garganta,
como a ncliacao e ulceracOes das
amygdalas e da campainha, a rou-
Suido, etc. Elias sao muio procura-
as pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermo e outros ora-
dores pblicos, etc.
PARS, 8, rae Vivieron*
| KM TODAS AS PHARMACIA
;
|ENXAQUEC*S
Cura instantnea
pelas PILULAS
ANTI-NEVRALEICAS do Doutor C R O NIE R
Piir. ROBIQUET. l Ero PERNAK8UC0 : C" de Drogas t Productos Ctiimiccs.
r\
ffrORRHUoi
creosotado *"
de GHAPCFEAUV
O M0RRH0L CREOSOTADO con
tni os principios activos de creosotu
de faia E' um reicrobicida poderoso e
constite o remedio mais efltcaz contra
as Bronchites e Catarros rebelde?, a
Titica laryngeanu, a contumprao e
toda* as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
e em todas as Pharmacias^/
GHLOROSIS, ANEMIA,
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hemorrhagias, parasitaria
ou tropioal.
k HEMOGLOBINF
Granulada DALLOZ
i o medicamento por excedencia pan a* su-
prameacioDadaa tndicaooea na dos de 1 2 oo-
Iberada (da* para cal) antea de cada redelcao
nm : J. DAIXOZ. 11 tMltm-l *s Is Oso- B
s fuman* o **. I
SAUDE DAS SEMHORAS
DE
(Differente do Apiol)
A APIOLINA o mais poderoso
emmenagogo conhecido, e o mais
apreciado pelos mdicos. Ella pro-
voca e regulariza o fluxo mensa!, faz
desapparecer a interrupgao e a sup-
presso d'elle, bem como as dores
de cabeca, a irritatjao nervoat., aa
crispa^oes, as dores e clicas que
acompaubam as epochas men$truae$,
compromsttendo to frequen temen te
aaude daa aenhoras.
Mm PAH7J, S. Roe Virlmnam.
Liquidacao
A lo ja Paria n America teu-
o de liquidar diversa* fa-
zondas de modas chama a-
l ten-pao de seos tregese* par
; grandes ahatimeatosde pre*
eos.
llaa do B. da Victoria 1G
Pernambiaco ____
Rlcveis casa e terreno
Vrode-ee un a rro^ili". cama e toilelt (Je ja*
jcarana?, om pr. lde espido oval e om optiiot.
I tu,.rda vt-f tido?, u tratar na roa da Mad.e e
^ ;- o. 10.
T.mhtr pe vende um bom terreno com vi-
veiro, p. Daarte Coelr-o. e trra ca.^a dcp Mila-
K'tB em Oiidos, de talpa, coberta de elba
TJOLOS
Na Fabrica de Teci-
doseni Tamaragibe, ou
; ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
;jolos de superior quali-
jdadeproprio para con- | I
struc-^o.
a p s a
3 "2 *^
*v- t n ts o I a L
^^Saslel*^
I* 2 S^'Ss c
&'*Bo.**J0SgB
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2 B r
t
Remedios que curam
SKM EMET.i
NtM MODIFICACO DE COSTUMES
es
-a
a
Pedreiros e
carpinas
Para mira ebra impor-
tante, fra da Capital,
contractam-se pedreiros e
carpinas; no Caes da Re-
genera^ao n. 30, 1. andar.
i
Estrellas rl'America
fl 9 -Roa 1 de Mareo- f 9
ulica do Crespo
MARQUES & LIMA
Adrado a todo?, pbaotaxia em tecido de gorgo-
ro, llO o covado.
Sonbel com ligo, pbaalazia, (100 o covado.
IV-y, phantaiia de salpicos de listras lavra-
das, i200 o c vado
Sedas de cures, Va'dozas.
Ditas de >:itas, Sa.-piros qoe vio e vem.
Cachemiras de cores, Booibardeio.
Pnaotasla, Strsodioba.
Lie com lislras de seda, Adelaide.
Ditas dem dem dem, Elvira,
i Ditas dem dem dem. Maraco.
' Cachemira de cor. Teobo ciomes de ti*
Lir* com salpicos, Os 3 Jacars.
j r--jas, paiirOes novos. As sogras.
, Dita tecido gorgarao, Hei de amaMe at mor-
rer.
(Cachemira preta de cores, Nao qoero amores
Merino preto para botinas.
Dilo at para habito.
Grande sortimento de merino pretos e lavra-
do?.
Velbotina de todas as cores.
jjunde Bortimento cambralas bordadas.
(Jones ce vestido braaco bordados, 18*000.
Vestidos de cartee, bordados seda.
Linda phiotasia. Fteijos de aaior.
Ptcta de 1* A 20*000.
Ptitilbos de inbo luos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas brancas e de cores.
Vestuarios para baptisados.
Sobretodo de oma e doas \islas.
Flanella liza e de listas.
Chales pretos.
Cortinados de cao.braia e de crochet para ca
ma.
Cortinados para jam Ma.
MaDtilbas de e la de (dres e pretss.
Ditas de algodao de cores e preta.
CtMBlsaa de >A para homem.
Uobertas, colchas e cobertores.
Dos americanor, 2*600 om.
Bramantes de linho e de algoiSo.]
Lindes i ad oes de crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cacbiuet ce eda de cores.
Vellodilho de cores.
iortoro preto, diversos precos.
Senm de tudas as cores.
Merm preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com salpicos de seda, Cannlnba verde.
Seda de iistra, Atbayde.
Paletols o ba de r-da.
Camisas de meia com listras de edres.
Cacnemiras f retas com salpicos de coree, Abr
a porta Siubs.
tffa'o.
Liodissimas cafernirsa de cores para hoam.
Koslo especial.
Cortes de los oes branco e de cores para colete.
Atoalnado de lmbo e de algodlo.
Panno da co ta para mesa.
>nr de todas as c6res.
Murim da China, 4*500 a pega.
,'ttoue de barra om metro de largura.
Cassa patuleta fina, 400 ris o covado.
Baeta encarnada e azol.
Dita dita, 200 ils o covado.
o* na perfeita, 2i0 ris o covado.
E rtiias ootras fasenoas que lmposslvel (
i ieecrtver.
RA DO CRESPO- II
Estrellas d*America
ra
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re
ESPE'IFROS DE
Eu^euio Ulurqucs de Hollauda
Sa'Sa, earuba BMnacaCura to.
das as molestias a- pelie, rheumatlsrnos agu-
dos ou cornicos, todas as affec0es de o "em
sypbilitica, escrfulas, ulceras, bobas dartbros
e empinfie1 s.
r ilutas de velamina-'.'ombatem as
prises do venlre as encbaquecas e sao d-jpu
ralivas e reguladoras.
Elixir le imberlbina-Restabelece
os djspeptic s, facilita as digesles e promove
a dt li cacao.
Vnibo ti annanaz ferruginoso e
quinado -Para 09 chloro*anemicos, dbela a
poemia intertropical, reconslilue os bydropi.
eos, beribericos e convalescentes.
Xarope de flor de arueira e ma*
tamba-Muito recoo.uiendado na broocbite,
na hemoptise e as tosses agudas ou chroni.
cas, oa ii lluen/.a e asthma.
Xarope de mulung e flores de
lararageiras Contra tusomnias, iievrose
cardiaca, liy9lerismos, clicas hepticas, tos*
ses nervosas, asibma, cequeluebe e convulses
das crianzas.
Vinho de cacao, p< ptona e lacto
phOsphato de cal quinado -Contra o
racima-iio das cianeas, desenvolvendo*as,
reanimando o orgaulrm Taz recuperar as
forjas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre clnico
continuara a ser fabricados somente no seu
afamado Laboratorio ama Visconde do Ro
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as niitacdes
Veodem-8-3 as l harmacias e Drogaras
deste Estado e no de psito geral ao Largo da
Companhia i'ern-imbucana n. 6,1- andar, e3
criptorio de Jo Mucumbo.
,
AGUA
Mineral natural Purgatiil
RUBINAT
^Fonte rio Doutor LLCHAwH'
AntW da Academia t.e Medicina de Parla pro/a que .
nt>'m Wl:8t4 de substancias fitas Cas qu^es
SiiDA i 8ULFATO DE MAGNtSl
ti f 3g268

*^>


$f
&?$
Vkf
A Exigir loare o letrairo >
Ourives 0c-
enlista
Ti-EODl RO JOS' RAMO DE MELLO
Kstabelecic.o com oficina de oorives A roa ot
L.jrangel-?a o. ^visa ao^> seos fregoezes a>
eiipeltave pall eo, oe ruanlm cfBciaes hab
ntadissimos para exeoo(So d qoalqoer trabalr
. oncerm ote s sua arte, especialmente cravacft*-
nara brtlbanten, ocolos, peocloes, moooco
las, oto.
Uoca so, praieia*se qoalqoer metal,rnce-
los em teqoss de madreperoiaoo ontra qoalque'
especie, garantiodo preces a odeos.
K.ua das Larangeiras n. 1
Cal llrauea e %ir
reni
de Pagiruaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal tran-
ca e virgen*, avisa aos
consumidores q e nc
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os Vrriiadeiros pro
ductos se ene ntram en.
seu ar^ azem do
Caes o Apollo n. 73
i
LUZ
VANTE
LOMOMAN &. MARTINLZ
NEW-YORK
Livre de Fxploso, Fumaca e Mao
Cheiro A1 vendo em todos os arm-
zens de seceos e molhados.___________
Op?r>a*Ao, Cexioarr; offi O
JF> C3I-i't3I-t."5P,
0r,f' <">'< *"* ismiiisiwni, >
Deporto em todas as piisiujiuSbJ
\ .
( mam )
T~


8
Diario de Pernamhnco Ter^a-feira Wde Fevoreiro de 8MM
nmoiCAO Gcn.u
ALLANPTRSONS
44-RUA DO MBAO DO TRlu^PHO-44
Maohinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agoa,
Tsixas tundidas e batidas.
Teixas batirlas seru crava^ai.
i T. ''i rrj

(
IMS DES D
38Ra do Baiu da Victoria38
Tem recebido ltimamente de Pars um variado
sortimcnto em:
Sedas brancas, pretas e de cores para grande
escolha.
->
Ricos cortes de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas e com desenhos.
Espartiikos finos em seda c de brim.
-.-
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
Camisas de seda e de linbo guarnecidas de
rendas e fitas.
Leques de madriperola e de phantasia a Lui
XIV.
v?sJ
EO Di FSGADO D BACALLAO
popliosphios de Cal e Soda.
i Central de Hyfllenc Publica e autorlsada pelo governo
<] Brazll.
Devo dcer-vos iue no Brazil inteiro, son o
medico man apologista da vossa preparado de
de acalliao, tcndo em minha di-
rija, f.i> m alguns annos, obtido es resultados
mais sal..lactorios, e fui o introductor da vossa
preparadlo em mnitni cidadei d'este Listado; por
tanto vos felicito e comprimerto.
Dr. Estkyo DK G. Prili.
Tenante Coronel de T.inlu, Ex-Cinirgio Mor do Exer-
cito Argentino, Kx-Sub Director do Hospitalde Obste-
tricia de Itucno* Aires, Ex-Irttmo do Hospital de
Notre Dame dc_Parir, M embr o Agraciado e Honorario
de varias Associafes, Ex-Medico de Piimeira Ciasse
c Fundidor d*s Sociedades de Poccorro Mtuno Ita-
liana e Hespanhota del! turtos Aires, Medico Parteiro
c Es^ccia!i--ia de Molestias de Penlioras. Cirurgio
Penlisul aurrado em Buenos Aires, Montevideo e Pa-
rir, e premiado com Medalhas de v'uro nas ExposicGes
CoatTBIallk i3;3c N'ucionalde 180. etc., etc."
CntM ./.'rt, Kio Grande dj Su!, BraziL
Este I Ilustre Medico receitc a
Dr. estevo de g. prili. Emulsao'cle Scott em todos os
casos em que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitismo das Criancas, Rheumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Influenza) etc., em todas as
formas de Extenuacao ou Debilidade, nas Affecc5es da
Gargante e Pulmoes e tambem o emprega nos Conva-
lescentes. E' um facto reconhecido geralmente pela
ncia que como o Oleo de Figado de Bacalhao, nao
ha outra substancia que contenha tantas propriedades
nutritivas. E aggregando-se os hypophosphitos, cujas
virtudes tnicas sao tao recommendaveispara os ervos,
cerebro e ossos, a efficacia d'estes dous componentes
augmenta, ligados -como estam na Emulsao de Scott
sobuma forma perfeitamente homognea, agradavel ao
paladar, e de fcil digestao e assimilacao. ____,
DE VENDA NASDROGUERIAS E PHARM ACIAS. ~
Evitar as falsificagoes e Imitacoes.
SCOTT E BOWNE, Chimieos em Nova York.
CAPPAR1NA
ESPECIFICO CUSAIIVOE P3SVSSTV0 DAESTSIPELA
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de llygicne
A CAPPABINA, prodmV) a fl.,ra Dr.-tilr* oio de t-Qeito prodigioso dSo i ps.
ra a cora d E-ys pea como pira p-ev.-i tr o seo r^s-pi ae imerta.
A CAPPaRINA, alcm destas prpri"da>e8 precios*', i-m Yantagens sobre es tfauu reme*
filos arorj'eira os al ho|r> p-na c mecro<> floj, a de evtur a fu-n acSo dri timorfs oioi'.o(reqoen.
fes ia Ev?lpeU, romo lambi-m de i-bs.ar a a< diversas parles do c:rpo, toes 00.
mo : os b'agos as perna*, o< escrotos, rcolestia cohecia sobre o uoma ds lilepbantisses oa
Eryeipela b-anr.
A CAPPARINA de goal eflhsMa para rorar a Ly;iphali!e
N. B.Cada faseo ctmpmb^do por hsi'orc>s e sttesudo.s que s5o cairas lanas pro-
Tas a* verJadeira iffici.ia deete oovo ne4i'*nvf,tn.
r-EPOIT
Botica Franceza
Ru do Bom-Jesus n. 22 (ant'ga da Cruz)
PERNAMBUCO
Cortinados de fil para cama.
Meias de seda e de fio de escossia para homem
e senbora.
Esteiras brancas e de phantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
Almofadas bordadas a ouro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodao.
TELGPHONE---59
i
m jit-
Represenla^oes
Commissoes
62-Rk O BOM JESDS--62
iiiunrilllA
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MBAT
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a sjphilis.
Elle cura o rheumatisma.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpba!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO. pro-
pagado por
DO CJVJX,aS
OEPOS1TO VM PEH^\MBl]CO
A C01IPAHA OE W m H PRODUCTOS CHUU OS
Ra Mrquez de Oliada 24
WLLSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PEURMACEUTICO
titlaso :s: AssccLA n slisisa : P2aha::a sa sasia
AFPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas horas os vermes in-
testinaes, conhecidos vulgarmente com o nome da lombrigas. Tem vantagem
sobre os ciernis medicamentos empreados para o mesmo fm, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creancas sem repugnancia. Em sua composijao nao entram substancias mina-
raesa que de mandi-.-m de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou "misturada com caf, leite, ou raesm
com agua adocada.
Pre?o 1/2 vidro 10000
* 1 28000
Duzia de 1/2 108000
1 c 200000
DEPOSITO GERAL % Pharmacia Ferreira
Praca MacielPinheiro-. PERNAMBUCO
Ra Larga do ozaiio n. 2
Fbrica de Molduras
Estampes de todfrt as qualidades. Qt< dres. Sanefai para cortinados, cae
dieiroa, chamices, pavios, moldaras para retrates.
Enonrrega-se de retratos a craion para o qae ha contratado om perito rtiat,a
bastaote cenhecido.
Prepara aa qualquer escommenda com a maior brevidade.
Sioceridade e oreis baratiaaimos.___________________
PE1T0RAL CXtITRNBN8B
XAROPE DE ANGICO, TLU' E GOACO
COUPOSItiO DE RAIILIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a ciasse em diversas exposictles.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tossea, bronchites, asthmautisica, coqueluche, rouqui-
dao e todas as molestias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso Estados do Brasil, attestam
a efficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A.' venda em todas as pharmacias e dragarlas
DEPOJSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Roa do Mrquez de Olinda n. ttO

AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA
ti
t
t
k DELICADO $
AGUA
u o FLORIDA 73 m
< o ce PURA RICA 0 SEM RIVAL m 03
< IjJlI o
NgJ.- luakl evswa >
LlI 3 KRRAT z H
ti. ce MMMM m
J Q- Mantem setnpre a sua popu- m
laridade. Cautela com as
IMITAgOES. CS\
* DURADOIRO
~vm
FOLHETIM
31
A MBNnGA DE PARIZ
POR
zatier de rnmrn
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XXV
(CentiDaao)
PenBOU mal, ra verdade, disse Gil-
bert. Certo, minhas ideas sao aa suas.
Sr. abbade, mas, por nascimento e por
edaoacSa, eu pertan^o ao partido que sa
chama da ordem e nao poderia nunca fa-
zer causa oommum com urna insurre cao
que tara por base a desordem. Mesmo
que eu iosie c^p^z de ma ligar a eaaes
utopistas, o estado de Henriqueta, o se-
nher deve comprebender, era mativo
para eu me obstar.
Gil Bert accrescentou com urna unecao
hypocrita, verdadeiramente digna de
Tartufo:
Com poucoserei pai e nao me as-
aiate direito le dispdr de minha exis-
tencia que pertance a meu filho... Te-
nho defeitos, ou mesmo vicioa, sea caro
abbade, ajantou elle aorrindo, mas aioda
nw restara fibras que eu at agora des-
eonheoia.
A mais sensivel destm fibras, a que
falla mas alto, o seotimento de minha
prxima paternidade que a faz vibrar ;
eu mesmo nao me reconheco...
No momeoto em que Gilbert Rollin
acabava essa tirada de phrases prou-
dbommescaa, exprimindo exactamente o
contrario de seu pensamento, soou a cara-
painha.
Henriqueta estremecen.
Quem ser, meu amigo ? pergun-
tou ella.
Algum cliente, respondeu Gilbeit.
E, dirig ndo-se a Ral:
Quando se pobre, vive-ae de
qualquer maneira...
Occupo-me agora de questSes conten-
ciosas. .. Vou ver quem bata...
E saiu do quarto de dormir.
Urna lampada bruxoleava sobre a mesa
que servia de secretaria, no primeiro
aposento.
Gilbert atravesaou esse aposento e
abriu a porta da escada.
Um homem barbado, trajando uniforme
da guarda nacional federa!, estava em
pa no patamar. Trazia bataa com espo-
ras e um sabr de dimenses ridiculas,
compradas em algum belchior oa rouba-
do a alguma panoplia. Alm disso, car-
regava no cintur&o de conro, por cima
de urna banda vermelha, duas enormes
pistolas. .
O kepi desappareca totalmente sob
cordBes de uro, caio para um lado da
cabeca. A pala do kepi fazia somb a a
um rosto lvido, transpirando covardia t>
debocba, e iUuminado por doiB olhos de
urna expressao quaai feroz.
Gilbert recuou diante daquelle typo
de macarjSo.
Quem o senbor e que deseja ?
parguntou alie.
Oh 1 homem, j nao coahece os
amigos ? responden urna voz aspara. Ser
GRANDE
HOTEL AMEBMNi
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
eos da ciade do Recife.
Accommodac5es magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeices, a maior e maB arejada nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francet!
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendoa certeza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais diiceis dos appetites e bota-o ao despor do publico ofFerecendo-ae para pre;
aparar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS RASOAVEIS
HLU-SI B WEBiBS MOJAS
por que fui promovido e deixei crescer a
barba ?
E, com a mo curta e espatulosa, o
visitante acanciava os fios da barba.
Gilbert reconheceu a voz do antigo
forriel, que elle ha tempes nao via; re-
conheceu e exclamou :
Servis Duplat I
XXVI
Elle mesmo, em pessoa, um pou-
qninho mudado talvez replicou o infa-
me Todo chic, hein 7 O aenhor nao ti-
nha isto, quando era capitSo...
Ao reconhecer o antigo forriel, G lbert
estremecer.
Apoderon-se dalle un medo instincti-
vo.
Aquella visita inesperada nao era de
bom ageuro.
Ma
Duplat, seu cumplios no roubo com-
panbia do batalbao.
Sabia do odio feroz de Duplat aos pa-
dree.
Ouvir fallar no terror que elle ias-
pirava desde o dia em que se tornara
grande personagem.
Ora, a presenca do novo capitSo em
sua casa, no momento em que o vigario
de Saint-Ambroiae l eatava, era de certo
um perigo.
Se Ral d'Areynes e Duplat ae eneoa-
traaaem I...
Pde-se entrar T pergantou o capi-
tSo communiata errpurrando com o p a
porta que o marido de Henriqueta con-
servava entreaberta.
Eaqui... estou muito oceupado...
aurmorou Gilbert.
Oceupado I E' so um instanti-
nbo..'. a duaa palavraa...
Recusar entrada ao visitante, deixal-o
I
em p porta, era o melhor meio de
despertar lhe suspeitas.
Elle exigira explicacoes, e quem sabe
se o miseravel nfio se entregara a um
desees accessos de colera que lhe eram
communa ?
Qualquer barulho chamara attenco
do vigario de Saint-Ambroise.
Entre, disse Gilbert, dando paasa-
gem a Servis e fechando a porta.
O Quicial da commuma notara perfei-
tamente a visi val hesitaco de Gilbert.
Lancou um olhar rpida e inquiridor ao
redor de si.
Acidada Rollin nao est? per-
gUBtou elle.
Est no quarto.
J te ve o pequeo 7
Ainda nao, mas nSo tardar mui-
to.
Vamos, entSo, cortar um babadoa-
roainho, meu ex-collega...
Ja lh-s disse que estou muito oceu-
pado.
E' n'um instante...
E Duplat instalou-se vontade na ca-
deira, diante de Gilbert, emquanto este,
agitado por um estremec ment nervoao,
esperava a cada momento que o vigario
salsas do quano da Henriqueta.
Ella, por-n, reconhecera a voz de
Servis Duplat e dera a perceber ao ab-
bade.
Bam, vamos com isso I falle disse
Gilbert com impaciencia. De que se
tata?
Trata-se, meu velho amigo, de en-
vergar o aabre I... exclamou o capitSo
communiata.
Envergar o sabr 1 repeta o ma-
rido de Henriqueta, olhaude seu interlo-
cutor.
Sim, e de acorescentar mais nm
gala, ou meamo dois, farda de capitSo
que o amigo j usou...
Immediatamente Gilbert comprehen-
deu o fim da visita de seu antigo subor-
dinado.
Pensara logo no perigo que c rria a
preaenca do vigario de Saint-Ambroise
em sua casa, mas nSo imaginara que elle
propo podia se conurometter.
Era preciso evitar ambas as coisas.
N8o comprebendo... fez elle para
ganhar tempe
Ora se comprehende Comprehen-
del
Affirmo que nao...
D ga antea que a c isa nao lhe
agrada, meu velho ; mas escolher entra
os galSes de ofHcial e trinta rondas por
dia Ou urna oa outra coisa...
Em vista da exphcac&o cathegorica de
Duplat, Gilbert nSo pode fBgir ignoran-
cia.
J sei que quer o meu alistamento,
disse elle.
Isso, nem mais nem menos O
ccmraandaote do 57passou-se para Ver-
sailles... O logar est vago... Como o
amigo conhecido no batalb&o e tem
sangue nas guelras, foi designado para
commandante.
O que lhe digo que applaudi caloro-
eamente a indicacSo...
Nos nos entendemos, hein, capitSo T
Mande coser os gaies uja d amanbfi
ponha-se frente do h alalo para o
conduzir porta do Pasej, ende eu
cont esfolar alguna calcSes verme-
lhos...
A situacSo era cr tioa. Impossivel fu-
gir t Ou aceitar ou recasar logo.
Para nSo excitar a colera de Servis
Duplat, Gilbert tomou a resolucao mais
prudente.
Como se costuma dizer, agarrou o
touro pelos cornos e disse resolutamen-
te :
NSo aceito.
Por que ii&o ? parguntou o official
communiata debicaodu.
Porquo n&o pesso me afastar
casa agora.
E o que que o impeda diso?
O estado de minha mulher...
NSo diga asneira homem 1
As privares que e-la pass:u du-
rante o sitio aggravaram-lhe o estado..*
continuou Gilbert.
Espero a cada hora o successo, e, como
uao sou rico para poder pagar urna
criada que me sub3iituisse per:, Jalla,
nao posso abandonal-a... Creio que me
dar razSo...
Isso nao razSo, um pretexto...
E qua razSes podem haver maa
serias?... Case-de e ver se teoho oa
nSo razSo...
Eu, casar-me ? Oh I tolo nSo seria
eu I Nada 1 nada Quera ficar sohei-
ro-.. solteiro como mea pai... como
meu 8v6... Em minha familia todos alo
solteiros, a eomecar pelas mulheres..
E depois ?
Depois ? E' o que lhe estou d1
zendo.
Ainda falta...
J disse o qae tinha de dizar so
bre a impossibilidade em que estou da
aceitar a que me offerece...
E nem sequer me agradece 1
Sim, fico-lhe muito agradecido.
Palav-a?... Nao acredito !... &-
fim.
Diz o amigo que nSo rice para pa-
gar urna criada quj o aubstitua porto da
cidadS Henriqueta, e recusa, no entanto,
o a.lio de commandante, com o qual pa-
gara meia duzia de criadas I...
(Continua).
Typegraphia do Diario
J



Full Text
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