Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19796


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Full Text


AISO fciXXIf
^ominso ^3 de Fevereiro de 2 $94
\lllERO 44
PBOPZiISZ>ABS BB IIASOS!. FIGFgIE0& BE 3P&SS* & fiS.398
REDACTORES ANTONIO .TVITRirVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLJ DE VASCONCEELOS e MAXOEL ARAO
P\RA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaDtados.
Prr seis inezes adiantados.
Por um anuo adiantado
Nuri ero avulso do mesmo da
BMBBBBMBB>B'nBaiHIIMM
Telegrammas
8S000
15&000
30000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C, residentes em ?aris18 ru de
La Grange Ratelire i
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. -, 6J500
Por om anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9|>000
Numero avnJso de dias anteriores. 200
%k
Rio de Janeiro, 2i de Fevereiro,
as 1 horas da tarde (recebido na estacao
s 10 horas e .jj minutos da noite e s
entregue hontem.
Foi removido o engenheiro Oliveira
Campos, inspector de trafego na es-
trada de ferro Sul de Pernambuco,
pira o cargo de chefe da commisso
de melhoramentos do porto do Recife,
sendo dispensado dosse cargo o enge-
nheiro Constantino Rondelli.
Desabou hontein sobre esta ci-
dade hrrido temporal.
Fuzilaram faiscas elctricas e soprou
fortissimo vento, dando lugar acci-
dentes materiaes.
A cidade ficou inundada da chuva
que cahia copiosa,
Ro Ue Janeiro, 21 de Fevereiro,
as mesmas horas indicadas no anterior,
por deleito ao sul de Victoria.
Por portara do Sr. ministro da in-
dustria e viaco foi removido do lugar
de director da estrada Sul de Per-
nambuco para o de engenheiro chefe
da contabilidade na Central do Brazil,
o Dr. Marciano de Aguiar Moreira.
Telegrammas de New-York do
como possivel a intervenco do presi-
dente Cleveland na questo de JCuba,
como consequencia do procedimento
que desenvolve o general Weyler.
Os chefes revolucionarios zeram
juneco com o proposito de dar com-
bate aos hespanhes, que acham-se
acampados em Havana e suas proxi-
midades .
Natal, 22 de Fevereiro.
Hontem aqu chegou 0 Ilustrado
deputado Dr. Junqueira Ayres.
S. Exc. foi recebido com delirante
enthusiasmo nesta capital.
Repblica.
urna aasterioade do carcter peuco vulgar, e
ioquibranlavel.
O louros da campaoha da IlaJ.ia dissoheram
repblica franceza j gela la pe'os seas
proprios horrores e que preeisava de uro aovo
enthusiasmo, e a fronte por el es coreada co-
brio-se co.n o diad"ma imperial.
O rgimen republicano s pode produzir os
seus fruetos sombra da asa, e fra da ora-
nipotoucia t'tsta ou d'aquella cl.issc ou ins*
ituigao.
A actual situafo d) paiz, quer olhada pelo
8eu ponto de vista poltico ou flnanceiro, re-
clama sobreludo completa abstengao de luct
armada com qualquer das oago.'S visnhas.
As duas repblicas do sul que boj3 estao
estremecidas e fazem preparativos bellicos- s
naturalmente procurarSo a alliaoca do Brazil ;
os argentinos fazero-se amigos deste paiz, lem-
bramo teispo em que os exercilcs alliados
baterara o Paraguay, e em que 33 suas agoias,
confundidas com as iiossas, tremulavam co-
bertas dos mesmos louros.
Mas anda honiera os seus seutiraentos de
rivulidade, e mais anida, de DostilidHdc, eram
bem patentes.
O Chili oeste tempo devotava ao Brazil a
mais sincera sympathia.
A quesiao das raisaes foi resolvida, mas a
magoa cou no coragao argentino. Nao de-
vemos por outro lado fazer reviver os seus
olios, mostrando-nos allialo do Chill, ou ex-
primindo-lhe de mono manifest nosso inte-
resse pela su'i causa.
O que couvra ao Brazil a ma3 completa
neu ralidade- no caso de rompimento entre
aqu lias duas nagis.
O governo argentino arma se, eocommen la
couragados na Europa com a maior brevida de;
e este moviraento deve los infundir algumas
apprehensOes.
Urna gtlerra as nossas actuaes circun-
stancias serla um verdadeiro desastre, sacri-
tlcaria anda mais todos os recursos do paiz
j quebrntalo e enfraquecidj por suas com-
moges internas; alm do qu?, opporla um
poderoso bice sua mareba no caminho da
liberdade e da oruem.
O patriotismo imp6e ao pan fugir a malba
ardida pelas intrigas interoacionass.
E nao temos outro caminho seguir no de-
dalo da poltica internacional, aliento o nosso
estado de fraqueza, e as coadicOes psycbolo-
gicas da nagao, enjo espirito irnmerge entre
Udas as fluctuares, e influencias oppostas.
Nao deve-se procurar a guerra como um
meio de der.var as luctus polticas unificando
o espirito nacional, fazendo Iba vibrar as fi-
bras do patriotismo,] como expediente j em
pregado em outros paizes, e que algumas ve-
zea tem, em coodic6es diversas das nossas,
que todas as cousas onfundem-se e impesr-
bilta-se o imperio do -4ireiio e da jflstlca, da
ordem e do progresso. A guerra de t'e o
progresso poltico e moral dos povos, e as glo-
rias d> iriurcpbo nao dcixam de enervar as
virtudes cvicas, e a energa do carcter nuci-
Bal.
Como bem diz Novicow, o re-altado de to-
das as victorias para u u paiz exprime antes
urna perda, um prejuizo, do que ura lucro. E'
um mal aiada para o vencedor, inlepeodente
de seu effeito pernicioso sobre a sua constitui-
rlo interna.
Sabemos que nao ha motivos para suppo -
se por parte do governo intentos de interven-
go as quest'.s que se debaterem entre aJ
nages visnhas; e o'uma guerra, entre elUs
eminente, elle nao poder conceber outra at-
titude do qu a da espectativa.
Mas descobrmos possibilidades de afnida-
des prendenJo iot'resses de poltica intem
com as relac5es Internac o^aes, e talappre-
hensio deve fazer predominar o brado uniso-
no d 1 consciencia n conal, rechrardo a ne-
cessidade da mais res ricta neutralidad, ca abra-se o campa de batalba entre os argenti
nos e os chilenos. E cora as vistas voltadas
para o longe, devemos evitar o escolbo era que
possa um da afuodar-se a paz publica e su-
pplantar-se os mais vi'.aes interesses do Bra-
zil. A neutralidade i 1 p5e-se, pois, como urna
necessidade absoluta; o proprio instincto de
CinservacSo adverte-nos dos males incalcula-
vels que d'ella adviriam ao pair, desvian lo-o
da aventura do inconsciente que vai procurar a
vida oa raorle.
PARTE OFFICIAL
PALACIO
DO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
EM 12 DE FEVEREIRO DE 1896
O Governador do Estado usando da faculdade
que lije confere a lei n. 84 de 3 do Junho de 1895,
resolve expedir o regulamento que com este baiya
assiguado pelo Dr. Julio de Mello Filho, Sectario
d-vJosca, Negocios Interiores e Instriiovao Publi-
C3.
ALEXANDRE Joo BARBOSA LIMA.
Julio ri* Mello Filho.
Regulamento da Escola de Engenliaria
TITULO I
C AP IT U LO I
Art. 1* E' creada neste Estado urna Escola
de Engenharia, a qual funecionar na cidade do
Recife.
Art. 2' A Escola de Engenharia ser destina-
da a formar engenheiros civis e ter o seguinte
de estudos, distribuidos
Co ver no do Estado de Per-
nambuco
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO DO DA 20 DE FEVE-
REIRO DE 1896.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA '0
SimSj Chrlatiano de Siaa-i F ibo, epitao do
extim lo '- eaqoadrao do corpo de cavaliarla
boje andido ao 1' Datalb&o de infaotaria ea-a
doa!.S-m.
Manoel Jj^ de Gimpos, lente da i* cOai
pannla do I* oataibao e infamara esiad<>il.
Sim.
Joao Alfredo F.^oeira, teneote secretario do
- Odlilba ce infaotaria estadoal.Jim.
O porteiro,
C. Moraes.
DlilO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 23 DE FEVEREIRO DE.
1896
A neutralidade
O CesariBmo podia ter-se tornado o manto
protector da liberdade romana, mas fcilmen-
te ter-se-hia degenerado como mais tarde
aconteceu ; nem lodos podem ter as virtudes,
a alma heroica e o talento de um Julio Ce-
sar.
E quaodo a unidade romana pareca fixado
e dade o golpe as duas aristocracias.-a pri-
mitiva, histrica e tradicional,e a nascida
do piubeismo, a burguesa romana, que ora
un -se com o povo para vencer a primeira, e
ora com esta para supplantal-o; eentio-se
coa:o a necessidade de uma torga que ponde-
rasse influencias to differeotes, produsindo
combinajGes diversa?, e originarias de cons-
tantes guerras civis ; a espada dos generaes
Tencedores comefiou a ser o arbitro de todas
as questes abriodo o caminho da dictadora e
aniquilando a magestade das iostituicOes ro-
manas cobertas pela venerafiao geral, sagra-
das como um mjtho, a expresiSo da vontade
dos deuses.
Oa Romanos confundiam suas crengas reli-
giosas com as suas instituirles polticas. la
buscar-se uma orgem religiosa no patricia-
do, e a gravidade do Senado Romano era tal,
que firas seseos eram secretas, e as suas de
Cis&es proerlam-se como sendo um orculo
dos deslinos da Repblica.
Apeiar de tadt as laclas scciaes iao deixa-
ram de desenvolverse e evoluir at ao ponto
de Marius profanar os muros da cade sa-
grada, entrando pela primeira vez em Roma
a frente do seu exercito para vir impor-lbe
alai exemolo seguido por Sy lia, seu com*
pelidor, que fea a horrivel chacina, s exce-
dida pelo primeiro que depois de vencedor vol-
tou anda para banbar dos horrores do sangue
a cidade invclavel, cuja magestade profanara
no delirio da embriaguez.
D'aai datou o militarismo romano; foi &
primeira ve* qe o exercito romano, coberto
de louros conquistados as suas gloriosas cam-
anbas, voltou-se contra a patria para a con
quista do poder supremo.
Todos estes faclos histricos, e ootro.taolo
dos povos antigos como modernos, provam que
ma Repblica militar impossivel.
Washiogloa nao se tornoa imperador, por
%% foi nm homem de principios severas, tioba
'.produiido ventajosos resultados.
Os Jacobinos e os Girondinos em Franga,
tramavara por todos os metos a declarado de
guerra Europa; e a Assembla Nacional
usurpando as aliribuifiOes .do poder execuli-
vo, desta realeza j prisioneira e moribunda,
provocou esta guerra terrivel em que al-
guna Estados da Earopa colligaram-se contra
a Franca revolu ionada ; estemeij foi esco-
Ibido para atear a chamma da revolugao palu-
da, vacillante, e prestes a suecumbir, se o
poder existente nao revelasse a fraqueza, a
ioercia tao extraordinaria, e de que jamis
houve exemplo na historia.
Diz Taine, sera, a guerra Luz XVI teria
triumphado. Napoleao III procuron nos cam-
pos da batalha; cobrir-se com os louros que
viessem consolidar o seu poder..ou iatrahir
o espirito publica das suas preoccupag5es po-
lticas, dissipar as nuvens que formavam-se
em torno do seu throno; e os insuccessos da
campanea, as estroniosas derrotas das armas
francezas, flzeram-no desappirecer, e amor-
laloar-se no tmulo da desgrasa.
Eotre os, porra, a guerra teria o eflfeito
de complicr as dirficuldades da oossa vida
poltica, criar ura estado de cousas sobrecar-
regado de todas 33 aflicgoas ; seria ama ter-
rivel depressao que abateria anda mais todas
as forcas do paiz; e quer a Tictoria, ou quer a
derrota, trariam os mais ruinosos effeitos.
A paz, sombra da qual o paiz s pode le-
vantar o edificio da sua prosperidade, n5o en-
centra no presente qualquer mo.ivo que a pos-
sa abalar, salvo se qualquer aventara oa idea
desastrosa arrasta-lo ao abjsmo da sai pro-
pria ruina. Deve o Brazil imitar a Franga,
que desvioa-se do labyriBtho intricado em que
sempre vivia, tomaedo partejem todos os acon-
tecimetos que davam-se no velho mundo. As
suas forgas cresceram no seio da paz, os seas
recursos mulplicaram-se, e boje mais forte
do que anteriormente desastrosa guerra, que
foi uma liegao por ella colhida, e t&o bem
aproveitada, que determineu o declnio dos
seus vdos militares.
A pouca concordancia [do militirismo com
as instituiges modernas, pede que a civilisa-
gao soja completada ou techa uma lgica a
que se sabordinem todos os povos, e que as
incoherencias actuaes sejam eliminadas como
criadoras de serios embaragos ao que foi resul
tado d'esta mesma civilisag&o. A guerra e
esta excrescencia oa chaga social que impede
qae as basps sobre as quaes deve eBtar firma-
do o edificio moral e poltico das nag6s, te-
nbam a consistencia precisa para nao ser elle
abalado pelo choque constante dos desvarios e
paixls qae traasformam-ao ao cbios, em
1- ANNO
/.* cadeira Geometra analtica. Complemento
alg8brico. Calculo differencial e integral.
2.3 cadeira Geometra descriptiva e suas appli-
caces theoria das sombras, perspectiva e este-
reotomia.
$.' cadeira Phisica experimental e meteoro-
logia. ,
AulaDesenlio mao livre. Trabalhos gra-
phicos.
2- ANNO
/.a cadeira Mechanica geral.
2.a cadeira Chirnica. Noces de geologa, mine-
raloga. Trabalhos de laboratorio.
3.a cadeira Topographia : planimetra e nivela-
mento. Pratica dos instrumentos respectivos.
Legislac&o de trras, agrimensura.
Aula.-Desenho topographico.
3* ANNO
nologia das profisses elementares. Archifectu-
ra : estabilidado e hygiene das construccSes.
S.'cadeira Estradas de rodagem, pontes e cal-
cabas.
AulaDesenho de archectura. Projectos e
trabalhos graphicos.
4- ANNO
1.* cadeira Machinas.
2.' cadeira Estrada de ferro. I
3.a cadeira riyrauliea, abastecimiento d'agua.
Aula Projectos o trabalhos graphicos.
5- ANNO
l. cadeira NavegacSo interior, canaes, portos
de mar, phares, hydrographia, irrigaco, agudes,
rgimen dos rios.
2 cadera Esgotos e saneamento das cidades,
illuminagao, electricidado e suas principaes appli-
cac5es.
3." cadeira Botnica. Corto e preparo de ma-
deiras. Conservaco das mattas.
Aula. Trabalhos graphicos.
Art. 3- Quando completa ter a escola :
a) Pessoal docente composto de 10 lentes ca-
thedraticos, 4 substitutos e 4 professores de dese-
nho as aulas.
b) Pessoal administrativo composto de um di-
rector, 1 Secretaiio, 1 bibliothecario, porteiro, con-
tinuo, conservadores o serventes no numero que
for necessario.
Art. 4- Os lentes cathedraticos regero res-
pectivamente as cadeiras dos diversos annos da
seguinte forma:
1.a e 2.a cadeiras do 1. anno.
1.a cadeira do 2 o anno e 1.' do 3.* anno.



>

>

l.
2-
3-
4-
> 3-
4-
5*
5*



2.* 2-
e aula do 2-
2.a 4-
> 1/ 5-
anno.

/.* cadeira Astronoma e geodesia.
2.' cadeira Resistencia dos matoraes.
Tech-
3/
3/
3.a
3.a
2."
1.'
2.a
3'
1* Os professores de desenho regero respe-
ctivamente as aulas do 1-, 3 ,4* e 5- annos.
2- Os substitutos serviro : um para as 1.*,
2.* do 1* anno, 1* do 3-, 3.a do 2- eum para Phy-
sica. Chimica e Botnica ; e outros dous as de-
mais cadeiras.
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTigA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC5O
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DA 21 DE FEVEREIRO DE 1896.
Francisco Jos Rodrigues Uoolelro, soldado
da 1* cjmpaob a do i. batalaao estadoal, pe
diado ptra ser Inspeccionado. Seja aubmelli-
do i iBspecgao medies, nos termos das ordena
em vigor.
Joao Rsenlo de Lima, cabo da oaada ae
cornetas da i* cotnpanhia do bataloao esta-
doal, pedindo ser inspeccionado, esta data
providencio no sentido de ser o peticionario
exclatdo do Datainao a qae perleoce, a vis'a
do resultado da inspecgao desande aqu foi
submetudo.
Francisco Aateaio de Soma e oalros sen en-
ejados, pedindo copla ae sea processo para
lolerpor recurso de raga. Dlnja-se ao Sr.
Dr. presidente do Soperlor T.-ibaoal de Jas-
Mfii- -
jo Benigno de Aodrada, fiel do ilmoxarife
do presidio de Fernando de Norooa, pedia o
p orogagao de irceogi.-Sim, coan ordenado,
oa forma &a lei.
F. P. Boalitreaa, pedindo pagamento a
auantia di 659*110, provenieute ne objectos
fo-oecidos para o expediente desta RepartigSo.
Di-fendo, nos termos do officlo desta data.
Vi'gmo Ovidio Pereira da osta. pediudo
dispensa do pagameo o di taxa para poder ma-
tncolar se no lostnoto Baojamim Coostaot.
Deferido com cilicio deta data ao director do
Iislitato Beoj'nin Coostant.
Maooel da Rnba Cirvalbo, i- suRento da
! compaubia do 3- bit.iba > de iofotaria es-
tadoal, pedinao 3 meses de iictoga para tratar
de sua saude. Defer fo nos termos do officio
dirigido ao comtnaodaole do 3- batalbaa.
Leopoldo Fernandes de Albuqaerque Lima,
i- eargenio dai compa.hia do 3- Baumao
e lado i. ped;olo 60 d as de ileenga para tra-
tar ae sua saode. Jeferido nos termos do of-
flcio dirigido ao commandante do 3- bitalbao.
EM ADDITAMENRO AOS DESPACHOS DO
DA 14 DE FEVEREIRO
Tibnrc'o Firmino da Silva Tavares, amanuen-
se e biDlt-tnecario do Inetitalo Banjamin Gons-
taot pedinto saa demissao Paise portara
na fiama requerida.
O portero,
C. Moraes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia 22 de Fevereiro de
l8g6
GonjtU Dis^& Irmao. Ic.f>rme Sr. ad
ministrador a Recededoria.
iraocitcd Jj8 Moreira e Maorel Francisco
dos Samos.Ao D-. a.imiQieird 1- da Rece-
bedoria para fiter as notas e devolver.
Aolooio Carloi de Lemos Doart-;.liforme
o Sr. sub-direetor da contabilidadf.
Igaacia Francisco da Conceigai Rozba e Jos
Jjaqaia) de Carvallio.Ao porteiro para en-
tregar ao interesado.
Francellno Domingoes da Silva Jnior.
Volte ao Sr. ano-dire-tor da contabilidade.
Julio Co. ta & C Joo'e-ne ao processado.
Bacbarel Pnmi ive de Miran la Sonsa Go-
mes. Iforme o Sr. sob-director coniaoi-
lidade.
Antonio da Costa Teixei'a, Aprlgio Silva e
C.. Alves ie Freltas Irmjs, Aoieoio Pereira
da Las. Emilii. Mariobo de Cast-o Res, Jpa.
qatm "ereira da Silva Res. Jos Pere.ra & C,
J io Carloi Pereira e Silva. Jos Curcinu de
Paula Ferreira, Jos Gong.ivea Marliao & C,
Jos Autouu da Costa, Jos Antonio Ferreira
Bastos, Jo&o Antonio da Costa, Manoel Jos Pe-
reira, Maootl Simplicio Terrea Manoel de
Asevedo Ramos, Miguel Arcbaojo de Lima Sao-
tos, Miguel Domingos dos Saetos, Silva Araoio
& C., Venssioo Mirqaes & t.Diga o 8r. Dr.
procarador fiscal.
Edo Javeoal de Vss'oncelloa.Informe o
8r. collector do manicipio de Gj-antiuts.
O PROTOCOJJSTA
Francisco Militino Ferreira.
SECRETARIA DB ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho do dia 22 de Fevereiro de
i8q6
Bacharel Antonio Candido Salles.
Selle a peticSo com estampilha do Es-
udo.
Coronel Manoel Antonio dos Santos
Dias.Como pedo.
Coronal Joaquim Maximino Pereira
Vianna.Como pede mediante recibo.
Dr. Roberto Puraell Roimbisnoo.
Como pede nos termnB do offlcio desta
data ao Dr. Secretario da Fazeuda.
BarSo de Oaia Uorao pede nos
termoa do officio deata data ao Dr. Se-
cretario da Faz -oda.
MedeiroB Layme. Sim, nos termos
do office desta data ao Dr. Secretario
da Faioada.
Jo&o Luia de Araujo. N*da ha que
deferir a vista da inforraasSo prestada
pela 3. Directora.
"O PORTKIRO
Archias Mafra.
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DIA 21 DE FEVEREIRO DE
1896.
Vlgarlo Aolooio Freir de C rvalbo, pedindo
a sooveogao macada 00 o-gameolo em bene-
ficio da Casa de Caridade ae Caiua Infor-
me o Sr. Dr. Director G--rai.
Silva Santos, pedindo pagamento de orna ba-
langj dtcimal fornecida a Repartigfio do Canal
de Govana8.Informe o 3\ Dr. Director Ge
Rodrigues Lima & C, recorrendo do despa-
cho do Tribunal do Tnescoro do Estado qoe
iodeferlo a reclamgao dos sopplicames contra
o acto doSr. Dr.Iuapector da Alfandea-Maa
leobo as deobOea do lospecior da Alfandega e
do TriDobal do Toesoaro do Estado.
Veoceslao Daqae de Borgooba pedindo sna
nocenlartona. -Iaforine o Sr. Dr. Director Ge
ral e onvinde o administrador da Recebedo-
j'o* tfa Silva Pereira.pedindo pagamento de
forraseis qae foroecea a Repartigao da Iolos-
,. fagneie de accordo coa as informago-a
Uiocro Bastos de Oliveira, pedindo pagaa,eo.
to do atugO'-l da casa que servio de qaartel a
eaard' cvica. Pague-aa de acco.co coa as
iofornacoes. ,
Mete Po dos Volaotarioe da Pal'ia, pediodo
naraqae se venda as apolices perlenceo>es a
mesaa associsgao.Ao Sr. Dr. Director Geral
narj examinar e informar.
rlaymondo Diaa Parele, pedindo pagaujeato
de seos veocmantos de Jais Municipal nos
meses de Jumo a Deiembro de 1893. Pa-
goe-se.
Queatara Policial
SeccSoi' N. 39. Secretaria da Qoestnra
Policial do'Estaio de Peroamoaco, 21 de Fe-
VeAorS.?e?r9oae. D-. Jallo de Mello F,.bo,
digno Secretario da Jostiga e Negocios Interio-
reparllcpo-os qoe forana honem recolbido
Cwa de Detengao os segumtes individuos:
A' ordem do subdelegado da fregaesia do
Recife, Paule Bacebla, con.o desordeiro.
A' rdem do subdelegado da f egoesia d^
Santo Aotonlo, Mara Jesoina da Coocelfio d
Carvaloo, Ratina M.rU d. Coneeigao, Frau-
cica Mara da Cooceic). Safcl a Beserra Lena
O buo itiegaiio di MdK'iaiPua rametteu h '|e
as seguintes armas dsfesas: am fado, ama faca
de pona, om bacama:te e 011 revolver, nppre-
nemiias em poder do desotdeiro Ao'.ooio
Bagi.
Ae8um!o h ntem o exerciclo do cargo ^e de-
logado ce polica do municipio da Victoria, o
cidadao Jos Francisco Petroso de Carvalbo, na
quaiidade de l. sappleote.
Sude e fraleroidade.
O Questor,
Jos Felippt Nery da Silva Filho.
3ecgo 2".N. 40 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 22 de Fe-
vereiro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbo,
digno Secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores.
Particlpo'vos qae forana hootsm recolbidos
Casa de Detengao os segumtes individuos :
A' ordem do delegada do (.* .strico da ca
pitai, Antonia Benedicta do Nascimento, como
alienada at que possa ter o conveniente des*
tioo.
A'ordem do subdelgalo di fregaena do
Recite, Joe Marta do Niscimento, cojio desor-
A' ordem do subdelegado da fregaezla de
Sauto Antonio, Joanna Mara Felisarda da Con
ceigao, Laora Mara da Coacei^o, Mina Cor i
de Mello e Maria Mielaleoa da Coore'gao, por
offensas a moral publica e Maooel Anu-t,j Xa-
vier da Maia, por disturbios.
No dia 19 deste mea assamiram o ezercic o
dos respectivos cargos as Begaiotes autorida-
des poliches.
O teBeole Emilio Ferreira de Mello, coso
soDdelegado da fegoena de San o Aatoni na
qualidude de 1 sopplenie.
u cidado Luz Francisco Gomes de Maura
como subdelegado do distrlcto de Pregues
o municipio de Palmares, na qaalidade de J.
sapplfow.
Saude e fraternidade.
O Questor,
Jos F Nery da S. Filho.
(Contina) ____
o predio n. 2 A da ra de S2o Fran-
cisco.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygieae
do Estado de Peroamrueo, em 21 de Fevereiro
de 1896.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
SECRETARIA DA INDUSTRIA 2. DI-
RECTOklA
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Expediente do dia 21 de Fevereiro de
1896
Loarenco Alves Salazar Jnior, pe-
diodo para mandar examinar o predio
n. 44 da ra de Santa Rita Velha.Ao
Dr. Commissario do 2 districto para
examinar.
Costa & Rocha, J0S0 Fernaodes de
Almeida, Guedes de Araajo & Filho,
Figueireio Cjsta & C.a, Joaquim Ferrei-
ra de drvalho & O. e Atnorim Fernn,
des & C.', pedindo par* mandar exami-
nar caf Ao Dr. ajudanta para exa-
minar.
Pelo Dr. Commissario do 1. diatricto
foi intimado o procurador do predio a.
16 do Pateo do Paraizo para no prazo
de 30 dias mandar fazer toda canalisa-
cai no mesmo predio independente asdm
como acabar com ama cisterna que o
meamo tam, ficando sojeito a penalida-
des da lei na falta de cumprinientj da
intimac&o.
Fo-am considerados em condicoes Dy-
gienicas para serem habitados :
' Pelo Dr. Commissario do 4.* distucto,
o predio n. 6 da ra das Pernainbu-
Icana8. .
Pelo Dr. Commis ario do 2. districto,
o predio n. 33 J da ru* d Calei*
Nova.
Pelo Dr. Commssar.o do 3.* d stnct3,
RECEBBDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 21 de Fevereiro de
l896
Dr. Vicente Ferrer de Btrros Waoderlej,
AJDerto Lopes Machado. Joaqun) da Costa
Mala e S Iva e Antonio Ferreira AIes.-DiN-
jan-se ao Dr. Secretario da Faxeida.
Tilomas Canloaria de Ramos. Dirija-se l
qoem de dire.io
Joaqaim Nicolao Ferreira.Junte conbeci-
mento de quitagio.
Maooel Correa dos Santos & C., Compankia
Trilnos Urbanos do Recife a Caxaogt, Fabio
Antonio da Silva, Joanna Malnqolas oae Neves,
Alejandrina Rodrigues do Sacramento, Candi-
da Maria da Coneeigao, Joao Francisco da Sil-
va e os abaixo ansigoadi s negociantes da ra
do Livramento.Iifjrme a 1* secgo.
J. Gelson Killer.A 1* sergao para es devl-
dos tina.
Rufina de Barros Wimlwhj k'njo.En
face das informacOns rada ba que deferir.
=. Dia J =
Francisca de Paula Ganja, Joe Dias Airares
Qainial, Josquim Joa da Silva.-Informe al*
secgSo.
Alfredo Gomes Gts ei-a, Petromlla Fernn-
des de Helio Pinto.A 1* segao para os devi-
dos fin'.
Jos Machado Braod8o CeriiBque-se.
Julio Costa & C, Coropaobia Mauafacicra de
Pbopboro.Informe a 1* secgao.
Soosa & Coets.A 1 se"f,5o para oa Ce vides
Ins.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
briagas disturbios j,.,.!,, a. boa* L,im
ffiA.' q-dem do soDd*legad 4o i. dia rielo d. prancgco.
GrVcsJllaooel Jos Mamas, ara awlgoagOi*
poild>0,
bosa ] 1 Travesea de Jo5o
Pelo" Dr. C mmiaaario do l/.diatricto,
Ounrda nacional
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO Dd
recife, 21 de Fevereiro de i896. t
Ordem do dia n. 1
Para que teaha a devida execajjSo d
que me foi determinado pelo 1. ommando
Superior em cfficio de 19 do vigente
mez, cumpre qoe os Srs. commandaiited
dos regimeotos e capito secretrio deatl
brigada remettam a este commando,
com a mxima urgencia, a relacSo da
que trata o officio spguinte :
c Quartel do Commando Superi r da
Guarda Nacional do Municipio do
Recife, 19 de Fevereiro de 1896.
Sr. Tenente Coronel Deodato Pinto
dos Santos, commandante interino
da Brigada de Cavallaria.
E' preciso que me remettaes, con
c a possivel brevidade, uma relagSo no-
minal dos offisiaes da Brigada sob vaaaa
interino commando, afim de ter execncSo
o art. 304, l. 2.-, do regulamento
proceasual criminal militar, conformo
requ8tou, em officio o. -29, de 22 ae
Janeiro u'timo, o cormel commandanta
da guaro9So deste Estado.
Saude e fraternidade.
Julio de Mello Filho.
Coronel Commandante Superior Intexio.
Deodato Pinto dos Santos,.
Tenante Coronal-
!
. *


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MUTILADO r
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*
litarlo de Pernambaeo ~ Domingo *3 de Fevereiro de 1*Q
GONGRKSSO NACIONAL
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESS0 DE 8 DE
NOVEMBRO DE 1895
r. Coelho Cintra-Sr. prndente,
venbo desenipeobar-me do eomproinisso con-
irahido com o honrado relator deste orcamento
quaodo se discuta o projecto da deapexa do
Ministerio da ViacSo e Industria em 2* di-cus-
sao. *
Njfsa discuesSo n5o me foi posaive dar de-
senvolvimento a todas as ideas que me occor-
reram, no sentido de jusliflcaa as medidas
constantes das emendas que baria apresentado
e indicar as verbas que me parece nao devem
figurar no orcamento a bem da regularidade
dos eervicos da pasta de viagao, por ter annui-
do a que fosse encerrada a 2' discussao, para
que pudesse, com a possivel brevidade, voltar
o pnjeclo a commissao, aflm de interpor pa-
recer sobre as emendas,
Nessa occasiao ponderei que a secretaria de
viacSo neces6itava de reforma radical para
bem poder desempenbar os mltiples encargos
que pasta sobre dministracao dos negecios
de viagao, industria e obras publicas.
Com effeito, Sr. pres dente, essa secretara,
onde alias ha funecionarios distinctissimos,
est organisada da modo tal que jamis po-
dera preeocher o flm de sua creagao ; jamis
poder instruir e ministro com celeridade e
competencia sobre os diversos assumptos que
correm pela pasta da viagao, de natureza le-
cbnica iodispensaveis resologao dos mlti-
plos e graves problemas que dimanara dos
servigo8 concementes aquella pasia. (Apoiados).
Composta de qnatro directoras, como se
cha, com pessoal numeroso, embora mal pago,
a secretaria jamis poder satisfazer s necea-
sidades do servigo publico.
Sem que baja na secretaria urna divisao ra-
dical e promnda dos diversos servigoe que
por alli correm, divisao qoe tenha de um lado
a parte inteiramente tecbnica a do outro a
meramente administrativa, jamis se poder
conseguir que os diversos assumptos que sSo
alli ventilados, sintam o influxo benfico da
competencia e do conselho indispensaveis em
atera de administrago publica.
Os nverros ministros que all teem passado
em vez de eofrentarem resolutos com os em-
baragos creados pelo favoritismo, que impe-
dem solugao desse magno problema, lera se
deixado dominar por preconceilos mal enten-
didos e se limitado a fazer reformas antes pa-
ra satisfazer os interesses polticos de occa-
siao, do que s crescentes conveniencias do
publico servigo.
Dessas reformas incompletas tea- sabido
creagao de repartiges mais ou meaos aspe-,
etaculosas, com o fim antes de satisfazer aos
pedidos e accommodagoes do sempre creacen-
-le funcciooasmo, do que de attender aos
mltiplos servigos daquelle ministerio. (Apoia-
dos.)
Os fructos dessa desorganisago eslo ao
alcance de todos aquelles que estudam um
pouco es negocios quo correm por aquella
pasta.
inda ba pouco V. Etc. referiu-nos, com
aquelle estylo florido que a Cmara coobece
e admira, factas que, si nao esto ao alcaoca
de todos, pelo menos esto no cooaecimento
daqoalles que se dedleam aos estudos dos di-
versos assumptos relativos quelle ministe-
rio.
Foi asslm que V. Exc. relatou nos-que,
para se resolver sobre urna questo de appro-
vago de tarifas, levou-se a bagate'la de 18
mezes flndos os quaes ne foram encontrados e
Do se encontrara anda os papis aumentes a
esse assumpto.
Isto prova, Sr. presidente, o que eu ba pou-
co dase : que naquella secretaria nao est o
servigo orgaoisado de forma que a competencia
e a tradigo sejam os guias iofallveis dos mi-
nistros.
Oquesedeu com a estrada da Babia, dea-
. se, e contina a dar-se, com as diferentes es*
Iradas que pertencem Unio.
Assim que de Permmbuco, por exemplo,
desde 93 foi enviado ao Ministerio da Agri-
cultura urna reclamagao sobro as tarifas da
Estrada de Ferro do Llmoelro, e at esta data
Bao tiveram os reclamantes solugao dessa
questao .
Longe disto, Sr presidente, ainda ultima-
mente, publicaram as folnas des'a capital, que
cogi a-se da applicago de tarifa diferencial
Setrada de Ferro do Recite S. Francisco,
cuja tarifa actual 6 urna das mals altas que
teem as nossas estradas de, ferro ; e cujo ser-
vigo, amito deixando a deaejar, tem dado lu-
gar a constantes queixas e reclamagOes.
Alera desses desarraujos que se dio na ad-
ministrado do Ministerio da Viagao, perten-
eentes J estradas de ferro da Uniao, muitis
outros eu po leria citar para provar V. Exc-
e Cmara a urgente necessidade de se di-
vidir a s cretaria do mioiaterio da viacao em
duas grandes divises, urna clusivamente dos Irabalbos tecbnicos, e outra
que tratasse da parte administrativa. Sem
urna administrago aBBim [organisada, intil
ser co-gitarmos de reformas, que s trazem,
em va de regra, augmento intil de despazas
com accresclmo de empregos para os favo-
roitos, amparados por condemnavel protec*
Co.
O meu honrado collega Reputado por Minas,
referindo-se s estradas de meu Estado, de
modo pouco lisongeiro, attribuu as coostruc*
g5es, deeitos e males, que incide nicamente
na desidia administrativa do centro,
KSo se pode, Sr. presidente, estabelecer
temo de^comparago technica entre as estra-
das de ferro dePernambuco e da Baha ; para
demonstrar'" este acert basta S. tte. notar
que a media do movimento de ierras, as en-
tradas de Pernambuco, attinge a 17 metros
cbicos, por metro corrate, ao passo que as
da Baha attingem apenas a 5 metros cbicos
por metro.corrente. Alena disto, as obras de
arte nas differentea estradas de Pernambuco
sao extraoidit arias e os trabalbos feltos nes-
las estradas sSo mullo superiores aos que
esio constratdos na eslrada|da Baha. __^^_
Perrorr, Sr. presidente, a Estrada Central
de Pern&mboco, e confesso a V. Exc. que
flquei surprebendido pelos trabalhos de arte,
que alli encontrel. A sabida e a passagem
da serra da Rutea ama-obra monumental que
faz boora engeubaria braileir;i, e aos dignos
coJIegas que se encarregaram daquelle traba-
Iho, que s por si valebem o importante traba-
Ibo da Grota Funda de S. Paulo e os tramen*
sos trtbalhos de arte fetos na serra do Mar
da estrada de Corytiba.
Todas estas obras, de alto valor, trabalhos
custossimos, contriburam para elevar o custo
kilomtrico dessas estradas, que ainda mais
foram sobrecarregadas cora o onus de pessoal
numeroso all manlido a espera eme o gover
no central resolvesae sobre trabalhos que
aguardara cerca de daz anno?, para terera or
dem de proseguir.
Addicone-se a essa .belleza adrainistrati
vaum contracto feit com fe'iz'is erapreit-iros,
sem que os agentes do governo pudessein amr
convenientemente, e terseha a causa do dis-
pendio das si ramas extraordinarias alli de-
pendidas, muitas das quaes eao sera razo le-
vadas a conta do custo dessas estradas.
Si o Poder Central houvesse procedido sem-
pre em relago s estradas do norte, com o
mesmo intere3 e solicItuJe que dispensara s
do sul, csrtaraente ^ae outro seria o des
envolvimsoto da viagao feita dos estados do
norte. (Apoiados).
Muito menos nos teriam custado as obma
all feia, se as providencias administrativas
fossem promptas e tivessem o cuaho da con-
tinuidade ao necessario s deliberagoes do
governo.
A plataforma das linhas frreas constru das
pelo go-erno, em meu Estado, especialmente
da linha centra', esliveram por muito longo
periodo de lempo expostas aegao destruido-
ra das ebuvas torrenciaes da zona do norte, a
espera qne o Governo resulvesse o asseota-
ment da va permanente Essa desidia pre
judicou enormemente o desenvolvioento de
oo'sas estradas, que levaram anoos sem que
fosse assentado, um kiloraetro! de trilbos!
(Apoiados).
Smente depois qie tomei a deliberagao de
inlervir junto ao Ministerio da Viagao para
que fosse expedida ordem nesse sentido, pois
proseguiamesses trabalhos, mesmo assim fo-
ram necessarios dous longos annos da insis
lentes pedidos! Toda essa delonga por-
porque no ministerio s: tioha duvidas sobre a
conveniencia de fazar o servigo por adiarais-
tragao ou per contracto l
Tive, por solicitagoes de amigos do Estado,
de p^dir insistentemente aos ministros, desde
1833, solugao essa questo, e, confesso Sr.
presidente, j eslava desanimado quando foi,
ha um aono, expedida semilbaotej ordem, de-
pois de succederem nada menos de tres mi-
nistros da viagao 1
Durante esse longo periodo nao se assentou
um onico trilbo na linha central; entretanto,
lodo pessoal em exerclcio durante essa espe-
ctativa eslava vencendo, como era de direito,
e essa despeza bem como outras occasionadas
por desidias semillantes, erara levadas acon-
ta do custo da estrada !
Sr. presidente, tudo isso prova a falta de
urna organisagao administrativa, onde, a par
da competencia esteja a aegao, para, agindo,
conforme as necessidades publicas, tomar as
medidas adequadas prompta solugao dos
negocios tecbuices, que correm pela pasta da
viagao.
Para mostrar a V. Exc. como Jos trabalbos
se desenvolveram aquella estrada depois da
entrada do honrado minis tro da agricultura,
que actualmente dirige aquelle ministerio,
bata dizer que, tendo-ae em Fevereiro con-
seguido que S. Exc. mandasse proseguir
oesses trabalhos, foram elles encetados com
tal celeridade, que j foram entregues ao tra-
fegomais 62 kilmetros, concluidos dapois
dessa salutar proviieocia, e em 1 de Dezem-
bro deverao ser mais inaugurados 22 kilo-
metros, ficando por consequenca toda a linha
central de Peraambuco com o desenvolv-
meato de 161 kilmetros, o que importa dizer
que em nove mezes de administrago do hon-
rado Sr. Dt. Antonio Olynlho a estrada andou
tanto quanto nos 10 annos anteriores, e lud.
isto porque S. Exc. compenetrado da impor-
tancia de seu alto cargo de ministro, procur..
dar solugao s differentes queslOes pendentes
e resolutamente enfrentar o problema do de-
senvolvimento de nossa rede de viagao, au-
torisando as medidas indispensaveis ao pro
seguimento activo desse3 trabalbos.
A falta do material rodante nesta estrada^
de tal ordem, Sr. presidente, que tive occa-
siao de observar-que 68 wagons aguardavam
rodas encommendadas ha tres longos anBos!
Mas, infelizmente, ao que parece essa encom-
manda nao passou da secretaria Todos esses
vagos que tanta falta fazem ao trafego eres-
cente dessa estrada jaziam expostos acgo
destruidora do tempo, por falta de *coocluso
dos galpOes necessarios guarda do raateri
rodante.
A commiesSo ncarregada da compra desse
material, e que tao caro nos custa, ou por nao
ter recebido ordem ou porque n5o Ibe ossem
dados os crditos necessarios, [ou ainda por-
que nao se desse pressa acquisigao deste
material, aio envin para aquella estrada ao
menos um jogo de rodas, que servlsse para
attealar sua solicitude neasas incumbencias.
Ainda hoja continua a falta abs.luta de ma-
terial rodante indispensavel ae trafego ordi-
nario da estrada.
Tive occasiao de acorrpanhar o digno di
rector daquella estrada e o nao menos digno
e d8linct88mo engenheiro, o incansavel e
benemrito Dr. Jos Pernambnco, que lano
se tem esforgado pelo desenvolvimento da
viagao terrea daquelle Estado, al a eBtago de
Jaboato, am de visitar as oficinas, sendo
acompanhado nessa visita pelo ex secretario
e official de gabinete de um dos ex-ministros
da agricultura, e que segua para a Europa em
commisso do governo para acquisigao de ma-
terial ; all tive occasio de mostrar a esse
fbnecionario os effeitos de desidia adminls
trativa do centro, nSo cumprio'0 as consigna-
gOes orgamentarias e nao dando os meios ne-
cessarios para que aquella estrada pudesse
progredlr; mas infelizmente S S.que tanto
prometteralogo que ebegasse Europa fazer
enviar para o Brasil as differentes encom.
mendasque la tivessem sido feitas, deixoo
aquella commiseSo sem ter se deeempenhado
do compromi8so contrahido.
as difflculdadas por falta de material ro-
dante s5o crescentes n&o s na estrada cen-
tral, como na do sul.
Sem quao governo mantean as providen-
cias at boje tomadas e com a eoergia neces.
saria faga convergir para aquella estad o
material encomraendado, e faga distribuir o
crdito volado pelo Parlamento, jamis se
conseguir tornar urna realUade o trifego
las duas estradas com a reguliridade pre-
cisa-
Diz-se, Sr. presidenta, qoe e!aa3 estradas
sao foates perennes de di*cJ o que serio ou-
tros tantos onus aos futuros orgamentos, si o
governo, desde j nao abrir mao d'essts esta
belecimentos da Uciao, iransferindo-os aquem
melhor posfa exploral os.
V. Exc, Sr. presidente, tralacdo da questo,
provou exhuberantementa a inconveniencia da
explorago, da venda d'esses estabelecimentos
mxime em urna qua Ira era fue todas as dif-
ficuldades se antolham marcha do governo,
e quando no proprio relatorio do ministro
vem a ioformagao de que estas estradas sao
outras tantas fontes de dtficn$ pra os nossos
orgamentos.
As palavras que V. Exc. enio proferio,
condemuaarlo a autorisagao exarada no pare-
cer da commissao, esUo confirmadas idas pa-
lavras do h orado ministro da agriculura no
seu relatorio, quaodo S. Exc. diz (l):
Em ura paiz como o nosso, onde os *api-
taes n5o superabundara e encontrara appfca
gao fcil e fartamente lucrativa era numcrosi8
ramos da industria nascente, nao ?e pode de.
xar as grandes obras, a nomeadaraente a va
g-i publica, entregue aos recursos exclusivos
das emprezas particulares.
Taes emprehenmentos, mesmo quando re-
presentam a npplicagao segura dos capitaes,
nao lera parafelles os at'rativos que ofierecem
outras emprezas de renda immediata e igual-
mente certa.
Desbravar as maltas para substituir o si-
lencio secular de seu abandono pelo rodar in-
cessante da locomotiva, transformando o de-
serto em centro de populago e actividale,
para arrancar do solo os recursos quasi ines
gotavefs de sua uberdade, nao obra que
pos-'a tentar o capital, sem que teah elle bem
garantida sua applicago contra o fracasso que
tem sido o epilogo de alguraas emprezas mais
audazes .
E' o proprio ministro da ?iag8o quem assim
se expressa, condemnanJo por tal modo a au-
torisagao que a comraisso ie org ment pre-
tende outorgar ao Poder Executivo.
S. Exc. coaclue eBte trecho de seu relatorio,
d zendo [l):
Aos poderes pblicos seimp6e tambera o
devar de estrellar as relagOss dos estados da
Repblica, facilitan io entre elles as comrau-
nicat6e8 e os transportes que geram os inte-
resses reciprocos-a mais solida argamassa
com quo a federago ba de levantar muralbas
para resistir ao sopro da disaggregagao, do
desmembramento .
E-tas palavras criteriosas do honrado mi-
nistro das obras publicas, 9Sd o melhor argu-
mento. Sr. presidente, que poderiamos invo-
car, paa condemnar o syslema que a com-
missao de orgamento, por seu relator, indica
verdadeira panacea, para confirmar o dficit
orcamentario pela alieaago das ferro-vias da"
Unio, to malsinadas rea commsso.
Mas, si ellas actualmente d8o fe/tai. a cau-
sa, a razio principal, j foi por V. Exc. per*
feitamente attmgida, quando diss- que essas
estradas nao chegaram ainda a seu termo, e
ifira luctado com grandes dilficuldades pela
desidia da administrago central; e que, logo
que attiojam o termino de sua construego, te-
rao seu tra'ego augmentado pelo desenvolvi-
mento da produego de zonas feracsimas, e
consequentemente um augmento de receita
que chegar, sinao para cobrir as despezar de
custeio e dar saldos, ao menos para minorar,
nos primeiros lempos, os gastos de sua explo-
rago. .
O honrado Sr. ministro de viagao compene-
trado sem duvida d'essas vantagens, diz em
seu relatorio {l):
Nao sao menos valiosas as razOes de or-
dem econmica que aconselham os paizes no-
vos a fazerem todos os sacrificios para desen-
volver e aperfeigoar o seus meios de transporte .
Sao palavras do honrado ministro da viagao
e obras publicas. Sr. presidente, que perem-
ptoriameote condemnam o parecer que a no-
bre commissao de orgamento emita Bobre as
estradas de propriedade da Uoio.
Ontra vantagem que as estradas pertencen-
tes Unio trazem ao paz, e qoe qualquer
empreza nao poder n'esle ponto cora ellas
concorrer, que todas as tarifas das estradas
da Unio sao extremamente mdicas, facilitan-
do assim e movimento de cargas e passagei-
ros, e consequentemente accelerando o desen-
volvimento material das localidades por ellas
servidas.
Ao passo que vemos estradas exploradas
por companhias estrangeiras e mesmo naco-
naes, competlrem com os meios de transporte
ordinarios anachroocos que tem i paiz nas
zonas servidas pela3 estradas da Uiiao, esses
meios desapparecem iodo os bragts n'elles
utilisados, dedicarse industria agrcola.
Este facto que se observa com o desenvol*
vimento das estradas da Uniao, nao seda com
as trafegadas porfj companhias estrangeiras,
que alm da garanta de juros que o gorerno
Ibes outorga, vo tirar do productor, que
aflnal quem paga, todos os exceseos de despe^
zas.'por meiode tarifas excessivas, e eontribui-
ges extraordinarias que, longe de "acilitarem o
desenvrl-imento das localidades, atropbiam
quasi sempre o movimento progressivo do
commerclo e induBtria das zonts por ellas
servidas.
Citei ha pouco o fado da estrada do Limoei-
ro, poda citar o do Reclfe S. Pranciaco, o
da Babia Alagonha e outros, para mostrar
que a base adoptada para coofeegio das tarifas
d'essas estradas injustiflcavel, e por mu.
la complacencia tem sido tolerada.
Basta dizer que essas estradas cobram por
percurso kilomtrico por paasagelro dobro
da Central com sua tarifa movel.ttfBB
^ As tarifas das estradas da Uni obedecem
um syslema racional e sao extremamente contrario, a commissao antendeu que nSo de /(a de iodeclinavel de ura cerpo technico para bem
auxiliar o Ministerio da Viagao nos mltiplos
trbbaluos de viagao. Refiro-me crcagSo da
Inspectora Oeral de Estrada de Ferm.
Esta Inspectora cuati m>s 558 Contns aa-
nualroente ei nos tivessemos junto a rada
urna das estradas de ferro um engerir ro de
i." classe gnnhando 12 coritos, e naqu-'llas de
melhor tr f^go mais iraportant s, mais um
un i i' gauhando 10 crnitos, fariumns ape.
nis um:i despeza de 316 coatos, baveodo por
i-o.- quencia orna ec nomia de 212 cootosi
No eomp'eiKTii'o \i.) tamo com n faz
protectoras da industria agrcola, ao passo que tomar conhecimento della, porque o governo
as emprezas dos estrangeiroB veem explorar a anda nao tlnha antorisago.
O Sr. Coelho Cintra=Mas na proposta en-
globa-se todas as estradas ; desde que a com-
missao d autorisagao simplesmente para
aquellas que nao teem valor, a proposta rao
pode ser attendida, porquanto faz questao da
Central para valorisar as outras.
O Sr. Coelho Cintra=Sr. presidente urna
outra providencia tomada pelo illu*ire ministro
da viagao e que seno qua producir os seus
efttito-, aquella que norraalisou o servlo da
Elraia de Ferro de Uiuguayana e que muiti
fo'garei que seja extendida s do norle.
A approvago desse acto de S. Exc, pende
de tere ira diecosso, e j a Cmara acceitou
a emenda que apresentei eslendendo a medida
s estradas do n rte.
O quadro com as tabellas approvadas para a
Estrada de Ferro de Porto Alegre Uru-
guayana tem a grande vaniagem de reduzir o
pe8osl e de augmentar os vencimentos de al-
guna dos empregalos que teem necessidade
desse augmento, tanto mais justo, quaodo o
governo e a Cmara j reconheceram essa ne-
cessidtvde.
A medida qu; apresentei snpprime lugares
oossa industria de viagSo, e assim gravar as
localidades por ellas servidas em buica de
novos lucros.
Si houvesse necessidade da venda ou do ar-
rendameoto dessas eBtradas era necessario va-
lorieal as, fazer um coojuncto de todas com
aquellas que dSo rendimento, e apresental as
a concurrencias de companhias, ou de indus-
triaes que pretendessem exploral-as.
Mas, longe disto, a honrada comraisso se-
paran certas e determinadas estradas, corao
sendo factores de dficits, e destacou outras,
que deviam figurar na mesma lista, entre
lauto por crcumstancas que direi occasio-
tfaes.
Assim que separou, por exemplo, das es-
tradas qoe do dficits, a de Porto Alegre
Urugoyana.
Nao ha razo justificativa deste acto da
commissao.
Si V. Exc. observar o relatorio ultimo,
apresentado pelo chefe de-ta estrada de ferro,
encontrar que a receita foi de 1.384:0008 e a
despeza de 1.327:0008, havenlo um saldo de
36:0008000.
Mas nesta receita est incluida nicamente
inutei?, e a verdadeira praga de auxiliares que
por jogo de escripta a quantia de 430:000f de .infestara as estradas da Unio, de modo que
transporte ofilcial por conta do Ministerio da
Guerra.
Desde que deduza-se esta verba ficticia que
figura na receita, ficar ella reduzida a.....
964:0008, e portanto um dficit, de 400 e
poucos coatos.
NeBte ponto a comrr i3;uo nao foi feliz quan-
do separou esta estrada, que, seja dito de pas-
lagem, urna das melhores administradas que
tem u Unio, e cojos trabalhos fazem honra a
seu digno director.
Si a commissao quizesse enfrentar o proble-
ma ea venda ou ahenago das estradas que
parteacem Unio como meio econmico, te-
ria vattagem, como disse, em grupal-as, reu-
niodo eoto todas ellas a Central, porque seo
do certo que a Central tem augmentado a su*
renda bruta, tambera certo que ella lera aug-
mentado a eua despeza por urna forma extra-
ordinaria!.. .
S com o pessoal, Sr. Presidente, a despeza
da Central tem augmentado, desde a ultima
reforma de 1839, at a elaborada pelo honrado
ministro da viagao, de um modo assombroso
em cerco de 12.500:0008000 !
S a despeza votada pela Cmara o anno
passado, e que tanto comba, d nm augmento
calculado pelas ultimas tabellas para a Cen-
tral, com relagao ao pessoal de nomeag3ode
4.180:5008500! I...
Si Inclurmos todo o pessoal, esse accrescimo
de despeza se elevar a 6.500:0008000 !
Esta reforma passou aqu contra o voto do
impossivel poder a adiinistragojlocal guiar-
se pelos principios de economa e de ordem
administrativa.
O Sr. ministro, attendendo a esta necessida-
de, j providenciou a respeito, e eu folgo de
render-lhe desta tribuna as raeus cumprime
tos por ter, s cora m didas complementares,
economisado nas adminislragOes das estrada*
de fe ro de Pernambuco mais de 200 contos
annuaes.
Entre as medidas qua apresentei figura a
passagem da Estrada de Ferro do Rio do Ouro
para a Entrada de Ferro Central.
Est impres9o e n.i crdem dos trabalbos da
Cmara um projeclo da commissSo de obran
publicas, que aconselha o governo a lomar a
istradi de Ferro do Rio do Ouro como un.a
verdadeira linha auxiliar vendo-a como fr mais conveniente, pelo valle
do Parahvba, dotan! -a dos elementos indis-
pensaveis a um systema de viagao. m is nper-
feigoado, de m> do que possa vaotajosamente
auxiliar a Central edar combate s influencia
de particulares, qua a todo o transe e porjtodos
os meios, procuram sugar da Central a :ua
seiva vivificante, inutilisandocada vez mais es
esforgos da administrago, e dimionindo a sua
renda.
Refiro-me estrada que o Congresso, tai-
vez mal Informado, fez a concesso para de
Estivas, prolongar-se at encontrar a rede
mineira de ura metro de bitola.
De Estivas essa estrada desenvolve-se pelo
esia dedugo, quando a commiss i; a pri-
m-ira a proclamar a n-v^-v, id de de tar
despezas inuten faz'-r -coiiom'HS, s* DB que
ser impoosivel equilibrar o i rgamento.
Prnpuz tambera urna emenda, Sr. p-n-iden-
te, na ilemonsirngao 13, uppressiva da erba
destinad* a concerios e reparos das .'ilerias
de esgotos da ridad--.
Como V. Exc. sabe, pela organirago de
Districto Federal, esias obras pertfR m ex-
clusivani'H e municipahdade ; nao 6 justo
portento qw a Unio seja onerada ci m i ver-
ba d-- 108-9038 para reparos d-ss.is gal ras
que devem pasear administrag ilion. pal.
Na. rubrica 20 pr.-puz a passag-m desta
verba para a rubrica 24, por ser este BervgO
de natureza congnere ana de que Be trata
ne*ta-iabella.
O servigo do abastec
Rio
uto de agua
de Ja eiro obra paramente municipa .
Si actualm-nte uu ('uvera a sua pasgem
definitiva a intendencia Municipal, d-vemos
eooaerval o i a rulnic- 21, nde ea'o servigos
congneres, como illuinniacSo publi a e es-
g.jtus da culale, qu sendo mun!ci|iaer; aiuda
sao costeados pela Unlao.
Sendo assim, leiiams de dedu ir no orga-
mento a verba imprtame d 2.832 coates.
Sao estas as observages, Sr. presidente, qua
entend tax*r em jo8tifiea(&o das emendas
qie tive a honra de ameseutar con-idera-
gao da casa.
NiOdesejafl'O que se prolelie o debate, a
acquiesceodo ao desejo geral de ser hoja en-
cerrla a discussao, limro.me a estas obser-
vagues,aguardando.me i-ara em ocias o op-
poriona, na dueasso do parecer sobre as
. menda?, completa as considerages qu- jnlg
ainda de meu tfetei fazer. [Mulo bem, multo
bem.)
CO^RESSO O FST LOO
humilde orador que ora se dirige Cmara,
nao obstante foi applaudida e acceita pela
maioria, sob o falso pretexto de que o aug-
ment de despeza era apenas de..........
1.400:0008000!...
Foi urna questao apenas de transposigo de
algarismos, a que talvez nao attendesse o fi-
lustre relator da commissao ; era vez de..-.
4.180:5008, foi tomado o alarismo de.....
1.480:0008000 !...
E' exactamente este grande accrescimo que
faz com que o governo, que o anno passado se
limitou a pedir 25.000:0008 para o custeio da
Estrada de Ferro Central, venba este anuo pe-
dir 30.000:0008, que cora os crditos que es-
tao na ordem do da e deapezas pedidas, se
elevam a 35.000:0008 aouuies!...
V, pois, V. Exc. que urna estrada que
podia ser urna fonte de renda para a Unio ,
por circumstancias, quer de administrago,
quer de favoritismo, urna fonte de dficits,
e nem por isso a commissao [a Incluio no rol,
daquellas que do-deflct e accnselbou a
sua venda.
Si a commissao tinha em vista allivar o The
souro destes onus, devia englobar todas as
estradas, pois a Estrada de Ferro Central va-
brisarla todas as estradas, to depreciadas e
ainda mals desacreditadas pelo parecer da
commissao.
Comparando as estradas de ferro da Uniao
com as estradas exploradas por companhias,
nota se que todas ellas pesara sobre o Thesouro
com quantias de juros. O Thesouro paga por
essas estradas cerca de 10.000:0008, alm das
verbas que ellas vo buscar ao productor com
as suas exageradas tarifas, gravando a-sim a
produego e impedindo o desenvolvimento das
localidades.
Almdisso essas enormes sommas represen-
tara capal que se retira da Uniao, porque sao
distribuidas pelos accionistas, que em regra
geral sao estrangeiros domiciliados na Ingla-
terra .
S no Estado de Pernambuco onde as estra-
das de ferro garantidas pela Unio, auferem
qaant osas sommas a Ululo de garantas de
juros pagos pelo Thesouro Nacional, elles ar-
recadarn receitas que excedem de dois mil coo-
tos, contribuigao que annualmente pesa sobre
a lavoura.
S urna dessas estradas de ferro aufere na
quelle estado 2.300 contos, entre oque arre
cadam e o que lhes paga o thesouro.
V V. Exc., que Isto se uo dara se j ti*
vase feito a encampago dessas estradas pelo
governn da Unio, pois que esses capitaes lon-
ge de sahirem do paiz aqu ficariam.
Era este um ponto que devia ser acouselhado
de preferencia pela commissao, porque assim
evitaramos o mal que esta continua passagem
valle do Sant'Anna.e abre seus bragos sobre
toda a rede mineira que, como V. Exc sabe,
urna das raaiores suecursaes da Estrada de
Ferro Central.
Desde que a rede de Estradas de Ferro mi-
neiras seja ligada, com uoiformidade de bitola,
estrada que parlindo de Estivas vai at
Comraercio. e portanto Serrara ter des-
apparecido completamente a fonte de renda
que alimenta o ramal de Porto Novo, e tanto
contribue para o trafego rendoso da Estrada
de Ferro Central.
Essas estradas sao de bitola eslreita e en-
troncara na Serrara, valle do Parahybuna e
era Porto Noo do Cuoba termino da Central,
onde ligase linha mineira na Leopoldina
com um desenvolvimento superior a 2.000 ki-
lmetros.
Si, pois, o governo permitlir por medida de
tolerancia, que essas estradas se liguem, por
uoiformidade de hitlas, outra, que parte da
estago daMangueira, e pretende vir ao litoral,
a nossa primeira via-ferrea estar completa-
mente prejudcada em suas rendas e por con-
segrante ser um panto perenne de defiets
orgamentari08.
A Estrada Central deu o ';anno passado um
dficit. Observando-se o movimento de
trafego do ramal de Porto Novo, aatea a depois
da ligagao da linha do Sumidouro, ramal da
Leopoldina, notou-se que essa pequea linha
da rie mineira Cantagallo, conseguinte-
menle a Nllheroy, contribuio nao pouco para a
diminuigan do transporte de cargas e de pas-
sageiros da linha mineira pelo ramal de Porto
Novo.
A commissao de obras .publicas cogitando
de garantir Central e impedir que o seu
desenvolvimento soffresse com o crescimento
desse ver adeiro polvo, que pretenda cora os
seus tentculos suggar-lhe toda seiva, apre-
sentou medidas conducentes a fazer'parar si
nao a desapparecer todo3 os males com que se
ameagava, em futuro to remoto, a primeira
das vas terreas da Uoio, pelo menos a ga-
rantir-lhe urna zona de defeza technica.
Si, pois, for adoptada a emenda que tive a
honra de apresntar, pasaando a Rio do Ouro
a ser urna linha auxiliar da Central, ficar
esta como um escoadouro natural de todoa os
productos que affluirem estago de Entre
Ros e de umitas outras eslagOes intermedias
para o porto martimo, sem haver necessidade
dTaccumulo de cargas, dificultado por con-
sequenca ainda mais o servigo na Estago
Central e dep'ndencias, cuja capasidade Jest
provada ultima evidencia ser demasiado
insignificante para o movimento que tem a
central.
Outra medida, Sr. presidente, que propuz
foi a suppresso de verbas que esto no or-
de capitaes para a Europa faz ao movimento gament, e que nao teem razo de ser.
cambial do paiz. Contempla a commissao em seu orgamento
A Commieso tem em sua pasta, segundo : nada menos de 13 estradas de ferro, cujas
etou informado, um trabalho importantizo,' trabalbos nem ao menos foram iniciados. Nao
que offerece alguna milhOas eaterlnos, se me comprebendo a razao po-que se aggrava o
nao falha a memoria, pelaB estradas da Uniao orgamento com a somma importante de 630
indurado a Central, formando esta proposta! contos, consignando verbas para estradas de
um todo harmnico. Pergunto t tomou a com- i ferro das quaes algamas dentro em p^uco
missao coihecimento desta proposta ? { sro declaradas caducas.
Foi baseada oella, eu em rlude de alguma I Si deduzir.se, portanto, essa verba destina-
de suas disposiges que a commissao teve esta da garanta de jaros de estradas de ferro,
ficar ella reduzida a 13.518 coatos.
Nao compreheado tambera, que vantagem
tem trazido fiscalisagao das estradas 1 de
ferro a organisago que actualmente tem, que
Alba, como j tive a honra de dizer, do fa
infeliz idea da venda das estradas de ferro do
norte T
O Sr. Joo Neiva=Para vendel os aos ingle-
ses provavelmente.
O Sr. Jo&o LopesAbsolutamente a propos-
ta n&o servio de inspirajao commisSo, ao' voritismo, com o flm de te llludir a necesslda-
2. SESS7VO EM 17 DE JANEIRO DE 18D6
Presiden-ca do Exm. Sr. Dr. Fiunciscsj
Teixeira de S '
Ao meio dia, feita a chamada, verifican-
do-so estarem prosentos os Srs. Baxo da
Na/.,iroth, Teixeira do S, Constancio Pou-
tual, Reducir Costa, Albino Meira, Albino
Silva, Solazar Moscoao, Ermirio Coutinho,
Eduardo de Olivoira, Antonio Pernambuco,
Velloso, Rodrigues Porto, Pereira da Sil-
va, Joaquim Guimares, AITonso da B-irros,
Manool Jardim, Estacio Coiinbra, Loopol-
do Lins, Araujo Lima, Atfonso Costa,
Motta Silveira, Celso do Sousa, Aoolina-
rio Maranlio, Gongalvos da Rocha, Ju-
lio Antero e Elpidio Figuoiredo, o Sr.
Presidento declara aborta a soss3o.
E' lida e subraettida discussao a acta
da sessSo antecedente.
O *r. \lhino Metra (pela ordem):
Sr. Presidento, V. Exc. acaba de subraot-
ter approvago da Casa, a acta da ses-
s5o anterior.
Eu pens que, segunde a doutrina lion-
tem firmada, a Casa nao est era condiQes
de deliberar.
V. Exc. que hontora firmou-so no'Re-
gimento interno da Cmara, quanto
questo de numero para apoiar um roque-
rimento, nSo pode deixar do lirmar-sa
n.esse mesmo Regiment quanto ques-
to de numero para approvar a acta.
C A par tes).
Mou ponsamento esto: V. Exc. fir-
mou-se hontem, de preforoucia no Regi-
ment da Cmara para resolver as ques-
toes de numero... [Contmuam os apartes)-
Portanto, devendo ser applicada sempre
a mesma doutrina, deve V. Exc. firmar-sa
sempro nosse Regiment toda voz quo
tiver do resolver urna questo idntica.
Ora, assim sendo, V. Exc. cont, o veri
que nao ha numero de diputados para da
liberar. [Cruzam-se muitos apartes),
O Sr. Presidente:Eu submotti i
discussao a acta da sosso do hontom a
mantenlio o que j resolv quanto diver-
gencia entre os Rogimentos das duas Ca-
sas do Congrosso.
Segundo o Regiment do Senado l-so a
approva-se a acta.
Na Cmara nao havendo reclaniaco 80,
bre a acta, d-sc por approvada.
Entro as duas praxes rogimentaes, se-
guida quo me pareceu mais favoravel s
deliberaces do Congresso.
Encerrada a discussao, approvada a
acta.
O Sr. Presidente doclara que va-sa
proceder & eleico da Commissao a que so
refere o art. 9 da Lei n. !)2. [L).
Devem ser eloitos cinco membros quo
devom compr o Commissao quo tomar
conhecimento dos protestos, operando a
somma de votos, como do ordinario, pro-
codam as mesas eloitoraes-
Dopois que a Commissao concluir o sou
trabalho, submetter & approvacan do Coa-
gresso o seu parecer.
O **r: Albn Metra (pea ordem) :
Sr. Presidente. V. Exc. aeaba de suscl*
tar urna questo do ordem, e deu-lhe urna
soluco com. a qual nao me posso coa-
formar.
Por isso que pedi a palavra pola or-
dem afim de appellar da dociso do V. Exc.
para a Casa. 11
Quo o ponto duvidoso, prova-o o facto
de V. Exc, som uenhuma provocago tra-
zel-o discussao, defendondo logo urna
das opinies quo sobre o assumpto se po-
deriam levantar.
O Sr. Ermirio Coutinho :Previno.
O Sr. Albino Meira -V. Exc. Sr. Pre-
sidente, ouvio soar que no espirito de al-
guem pairava duvida sobre o ponto ; o ao*
tecipando aparou o golpe, antes que elle
fosse doscarregado.
Tratando-se, porm, de urna intorpreta-
cSo de lei, eu nao posso submetter-mo
decisue- exclusiva de V. Exc. e pego que
seja o caso aubmettido deciso do Coa-
gresso.
A questo saber, si, na eloigo da Com-
missao quo vamos proceder, deve ou nao
ser respeitado o principio da representa-
q-Jo das minoras.
V. Exc, diz, que exclue positivamente a
representacao das minoras na eleigo da
Commissao que tem de dar parecer sobre
a eleico do Governador.
Quando eatudei diroito, ou acostumei-ms
a ouvir dizer, que urna lei diz positivamente
uma cousa quando ha alguma palavra nella
que assim disponha.
Quando, porm, aa le n8o se ancontra
urna palavra sobre o ponto, sempre ouvi
dizer, quo o caso ento duvidoso, e que
deve ser explicado e interpretado...
Ora, justamente esta ultima hypothese
que se verifica neste negocio.
A lei ao diz absolutamente como essa
*
-[
i.
:*


I MUTILADO


Diario de Pe mam buco Domingo 23 de Fevereiro de ISIIG

1S
Jo'
u-
da
(/ir
eleigSo devo sor feita: cumpre ao Con-
gresso esclarecar esse ponto.
A loi diz simplesraetue, que o Congresso
oledera urna Commissiio, e uiais nada.
Ora, purgunto eu : oudo ost oa le, que
esta Commiasao se dove eleger votando
cada congressista em lista completa r
A le nao Ata, si dovo ser completa ou
incompleta a nossa chapa.
Vamos vor qual o sentido qua se deye
dar a esta passagem da le, de quo modo
olla devo ser entendida, para vei-mos quo
devomis votar om chapa incompleta, basta
nuo confrontemos esta lei cora o espirito e
as disposicoes de loi que entre nos, como
om toda parte, rogom esta matona.
(Aliarles). ., ,
V Ere. -.abo, Sr. Presidente, que nao so
no Brasil, mas em muitas sociedades cul-
tas, tero-se desenvolvido um respoito, qua-
si religioso, pola roprosoutaio das mino-
A nossa logisla^o consagrou expressa-
meiuo, o olovou esse principio altura de
ama disposio&o constitucional.
[Trocan te uparle*).
E c >rto qu Constituidlo refore-so as
eleioOes estadoaes e municipaes; mas nao
Menos CPtO, quo o principo da repra-
aenta;a"> das minoras om dogma, una
idea fundamental da nossa organizao&o pa
litica
Desde pois. quo a lei nao o excluid posi-
tivamente, nos dovomos applical-o A elei-
c5o da Conmisslio a quo vamos proceder.
V. Exe. sabe, Sr. Presidente, quo, mesmo
tratndose di nomeaeao do omuiissdes
do Cougresso, ha una passagem om que a
Constitu ;ao muida oosoryar o principio
da representado das minoras : o qua ido
se tr ita d> eleger a CommisBo especial, a
Commissio Mixta, que tom de resolver os
conflictos entre a Cmara e o Senado.
Pola importancia dessa Commissio, raau-
dou o legislador, quo a sua eloigio se faga
por voto incompleto, adro, de quo dola
possa a uiinori i representar.
O quo devenios, i>ois. pensar quo assira
so devo fazer toda voz, quo tonhamos da
eleger um i Commissio de igual ou maior
importancia.
I Ora nao so podo negar quo seja da mais
alta importancia a commissao que vain
olegor, porque tom de iulgar da valida
ou nullidade da eleigaa dos primearos m
gistrad >s do Estado, isto da oleigao
seu Oovernador e VicoGovornador.
lerri*
4o sei porque nao so quer interpretar
o disposicSo da loi do accordo com o art.
17 da Constituido, quo manda observar o
principio da representac&o das minoras.
quando se trata da elei$ao de urna com-
missao i uportante...lfu'" de resolver este caso de um modo contra.
ri < a --pi.-te de nossa organiaagio po-
ltir.i.
A 'i. que rogo os trabalnos ua apurao&o,
diz no art. 10 : [U
Em tudo que nao estiver previsto na
presente loi, so observar o os principios
constitucionaes.
Ora a lei nao prerine absolutamente o
modo cono dovo ser feta, a olaig'io desta
Commissio; logo dovomos rospotar o
principio constitucional da representando
das min trias.
Si esse principio dovo sor obsorvado em
toda- as eloigdea do Estado, em todas as
do municipio, o at na do urna das com-
missd is d > Cougreaso ; nio sei p->rquo nao
o deva s r tratan 11 so da eloicjo dd urna
commissio importaatissima,como a vai organizar.
(Cmzi.n-se apartes.)
Urna voz que nao est previsto na loi,
respoitemos o principio da Constituic&o.
Eu. pois, requairo, qua soja submettido
a deoisio da C isa ate ponto: s, na esco-
lha da commissio, qua tom de dar parecer
sobre a eleioio do Severo ador, dove so
rospoitar o principio relativo representa-
,:O das miu tras.
OSa. Erjurio Coctinho :Muito bera.
O Sr. esdenie: Respondo ao no-
bre Senador qua absolutamente nao fa.-o
questo da intelligancia dada ao artigo da
leieleiioral; at acho que a questo nao
traz utili lade alguma.
Sappondo que baja irrogularidado na
elei fio da Coinmisaao, desdo qua esta nao
proiudica o acto do Congrosso, est visto
que o Congresso sanecioua o niodt por
quo se elogou a Commissio.
N i i lem rasio por outra parto om citar
as disposicos da Constituic.io referentes a
organizaos > das commissoes, (uo decidora
os conflictos das cmaras, porquo nao ha
analoga entro essas comiuisaoes o a do
que se trata.
(Api ia>iot.)
Quando a loi dispe to claramente, quiz
que so seguissa o principio ger tmente ado-
ptado de rospoitar o seu precoito ; pois que
tratando-se de um modo oapecial do orga-
nizar urna commissio, era pr iciso quo a
lei o deflnisse, polo priiicipi) do direito....
O Sit. Albino Meika e oltuos Skmio
res do apartes.
O Sr. Presidente : -Da licon a !
Quando a loi diz urna commissio do
cinco membros, especifica que a commissio
se compOe do cinco membroa; nio deter-
mina que olla sjjaoleita, observado o prin-
cipio da representadlo dos minoras :
accrescentar isso a le nao acho necessa-
rio.
(Aparte*). .
A Commissio quo vai sor oloita aua
decide, d apenas o seu parecer.
O Sr. ALBINO Mkih.y d un aparte.
O Sr. Presidente :-Vou consultar o
Congresso.
Si elle resolver quo so observe por qual-
quer modo o principio da ropresantago
das minoras, resalvo benignamente, o at
pode is^o sorvir de prova que sua intenoo
dar todas as garantas parlamentares
opposigo.
( ipai U -
E" mes no da sua competencia fazal-0
porque se trata de urna questo relativa
ordem dosseus trabalhos.
O Sr. F.tpili de Figueirerto :
Sr. Presidente, ouvi as poudoragoes feitas
polo nobro Senador o Sr. Albino Moira,
depois as palavras proferidas por V. Exc.
e julguei-mo na obriga;5o do dar tambem
minba opiniio a respoito do assumpto que
os debate.
A ii > quo nio tom nenhuma importancia
a quostao levantada pelo Sr. Senador Al-
bino Mcira sobre ropresenlago da minoria
porquo nao a Commissio que vom resol-
ver sobre a validada da oloigao; mas desde
que o nobro Sonador, procurando basoar-
se na Con.~titui.jio do Estado, pousa quo a
minoria evo sor representada na Commis-
sio, que tem de dar parecor sobro a oloi-
co do Governador e Vca-Governador,
entendo quo o Congrosso nio dovo fazer
questo sobre isso, e assim apresento o
soguinto roquorimonto afim do sor submet-
tido aprociagio da Casa. (L).
N i requerimento que offoreyo, fica con
signado o meio pratico de ser a minora
representada.
Aclio que votando cada Congressista em
tres nomos a minora licar representada
om dous mombros dos que compdem a
Commissio.
O.'l'erego, pois, a apreciago da Casa o ro-
quorimonto o espero qua soja ello appro-
vodo.
Vom Mesa, sendo lido, apoiado e posto
em discussio o seguinte requerimento :
Requeiro que na elei;io da Commissio
veriicadora de que trata o 1." do art. 9.
da lei n. 93, cada Congressista voto em tres
BOOMS.
Sala das SessSes do Congresso, em 17 de
Janeiro do 1896.Elpilio Figueredo ,
O Sr. Estaeio lolmbra -.(Sao devol-
veu o seu discurso).
Encorra-se a discussio.
Procedendo-se vtago, approvado o
requerimento.
Em seguida procede-se votagio para a
Commissio e tendo ido recebidas vinte e
seis cdulas apuradas deram o seguinte
resultado:
Elpidia de Figueredo 19 votos
Etacio Coimbra..... 14
Julio Antero...... 12
Baro de Nazareth .... 11
Salazar Moscoso..... 10
Albino Meira...... 3
Apolinario Maranhio ... 3
Ennirio Coutinho..... 2
Leopoldo Lins...... 1
Pereira da Silva..... 1
Lourengo Cavalcante. ... 1
Alcibiades Velloso .... 1
O Sr. Presidente proclama eleitos os
cinco Sonhoros Congressista* mais votados.
A propo< to o Tinaja publicou uaai carta perniciosa qae coolrahio na expedlo coiwa i donc s n^or x a oaru impedir loip>rU$a0
da i^odeefa de Wa-wlcq. que dlui-se de oas- -
ama das prefessio lai jeaolbe da
EUROPA
Inglaterra
Cono j eaoaeci i > Dr. Jame?on, rom
usa colooDoa deaseotnreiros d" Coupanbia
Son'b Atnca, caoUadj alvez com o anoi d
goveroo dC.Da, BOM da p-rp:ia G i-
8 rt.ioD. pascan a f ou tetra do T'suav.i, e
ter.tm iotatir o tsrrjioMo da repoDiica Sai
if-icias. Ssbio-le ao encontr o K*ne-al
loaoer', coramaud mte ds furgas iranavallao-n.
qo^ rrot)o o especulador da Cooopaabia
Sjab Afnca, fjiea lo o pr u-loaeir a elle e
IDO103 dOJ >rU*.
O g-iverrio brit.n'ic), qae DT'eifU lozo ?s
lifn (ladea qae Ine oi-riam ad- do !'
dito Mfeiimeato dd agenta oa S ulb A(-.c*,
aaresa Dita revivar a sea re^ponaab lida e.
decia'andj qui a B Jimosio oio '6 a hq or*
nado a dar eojKlbjnie p,J9), e enviando em
seo Jegoiii-n o ems-^rio pa~a o det-en na
aaa mir ba e f..ierc(n retrtioea'er. Sflictiva
inent', oa 'as em asa'iua eocooraran o av-n
inreiro i un miihas du rio Gin;mia o Dr
J mvon prj-egoij ni sua omena, quj teruir
non hd un tra nenio deaast.a, com a iaa
dt amas
Ora, apezar de estarpin bas'ante alastado' a
o-rigo-" iDm'iil a, re-uitan'e di eoaflicto
filtre a Iaglati 'i e a Ail^aiaana. a propod'.o
lean aaaaei8siSH e inauita teniaiivj, e i8io.
t'tfu llr Rnmolici no Trau-vaji. e ao procediman^o
cj reco do oe;no b'iiann.co, alad a opima
paclica ae acna mono obre alta .a tant), e i o o no ein oat'o p>z, uo seo 1 j oculto p ra
xtranuar. qne de om m-'tDHo para oatto
)0; 'a a questo asfonir ma'or gavdnia.
0$ aaitfdJ ddJ joruaei In^lezss ata-anio o
i.'cp-.rai-.r da AHj'^auna po- -taaa da em no-
i i a presidenta Krnge-, ta-tn ciosado grande
-it-gSo nu imperio, co i o en iit* prejOcoir ; a
lato pite se v r U aegoiute tre :S. d" un do8
pr ncipa?s )o mea ae Landres, o Glae, que
di una idea do Qeor desses artitoj, o jisnca
a r 3Co0 dos alietua-8 :
A' Inglaterra oinpeU dar naja rasos-
ti ana) ai a:to de arrogaucia. O TanValoo
lolKfcendente, e a o p esuenfe K'jger Om-
a tirar partido da timaca- pa-a faie." valer
ixa i>r<-ieocao absurda desae genero, fl.:ira
onnecondo a d Berenga q ;e tai en>re eanagar
o peqoeno banda pelo na i ero, e oppr se ao
p il>r i), inpe lo britanmco.
O pequeo bml', isto as fo-Caa do D
J mesn em de 800 nimens, 9 pecas Misim
e 4 cannoes da nova fysleru^. Em fenle de
KenKe*dorp deo se o prlineiro ;onbate contra
l.oJO ooers, coja posiao era fortissctma.
Jinesoa quitoruear a policio mas ttv de
par^r e i Dow k>p, o le ee falo o segoodo
cimba e, qae fui re'.'h;Jo. Os mglesis, tundo
lana de vveres e os cavalha .-m mai estada,
d ei-air-e depos de p-r erent 80 morios e
erero 50 le-idoa. Eore eetes fogiram 08 Banr*
iwt G y e Coiveo'-ry. Nos p-isioin-iroa, qoe
to 6.0, eostaOMM um dos don* m.--Jores Wb'-
i-, limos de lord Aabaljr, e > m jar Widonguj,
oco Laudante em chele das irjpa> da co jpt'
onu brit'anolca eui-africaua.
Ja.iaau declarou que ra lsalo pelos
tas compatriotas de Jhooesboorg, e pelo re
c io de uoe ellea correasen penga, especial-
anea'.e as mnlbe es, qae emprebedeer* a mear*
sao.
Oa jatna"B lnglezea aBrna r que esia teruj.i
ada a crlse do Traaav1, esperam qae o i
e adir Guilerme reno iciara as anas pretal-
.' s jgg'ea 'vas, e epetem qoe a G & b-ea*
a mantea tolos os seos di eitoa de auie.-a-
nu sobe a Repujli.-a eu -africana.
roa va, as caus.a i riacipies do Cdudicto
boer mlz ci parece qae poisam consiierr
se ufaeUdaa par completo.
A rcaclospo attriboida ao p-e idete K Dg-r
de realira--se allomas reform-s ua seo ido
e dar maiores garantas aoi eslranKeiros.
em claraneme i idica qu^. ae se evfluo mu.
ota mao armada, nSo se evilou, couitndoi
|ofl a qoestso da principios agitada no sol a' ,
cano fasse re-raa da tela da discussio, e ao
t.-a ia se aligara qae nunca ella estuve iao
uatneoricameote posta.
Mearoo as iosiduhs fallas na im.rpo*a
leera da vigencia pleua da coavercaj de 18^4.
ardor cem qae o Foreign Oifije affirmoa
desa- lago que quena iictaa direi>o siare o
Traosval era uoici e exclusivamente a laglaler
;, nidicim ao meno< perspicaies que por parte
lia Aliemaiba etalvez mesma i-eoutas gran.es
o encas, ba a Inteocao oo o desejo de tase-
gu-ar par coxpleU a mdepeuJeoca da repa-
anea sul africana.
Nao admirar oad? se alaglatsra acceitar
:; principio a dlscusso dos seas d.reitos de
icie aoia do Transvaal, para, sombra das
ennre i-Oea qoe faca oeste terreno, obter ootrcS
aa't .:-ns pira o su ext uso jodqdo colonia,
oa Af ci i o Sol.
O Timesa diz qae o t-. legramma do im.
ertdoi da Ailemantaa ao presiaente Kroge-
hupo'ia o reconbecimento detinliivo e sem re.
- v di repobca Sal Africana, como estalo
: u'o umo e livre.
Ess ae o parece Iba bostll para a Inglaterra.
O Mrni, per sai vez, ebee-va qu'
nao pas:i"el, qae a AUenanb e de per ai
uosaa atacar a Iuglaterra, mas ter, aen duvl.
13, algn alhav.'O un v3ta.
A er.dateiN re*pos:a ao ttljgrasma da Im-
raor Gailhrrue, diz aquella folna, a iasecfto
i; e-qsaira do Mediterrneo com a da Mincha
acescentando qua creaodo urna asqueara sop.
i laaenur, o governo inglti moitrou ae mua-
lo qae, con quinto a Inglaterra ame a piz e o
, cn-rc'o, tsti prompta para defender a tu
n ora ; ou guen qoer a guerra, mas desda que
! r.,x-. caram os a-aiaments toaos os iuglezes
re'pirm mala dvremote.
0 Standard, orgai do goernc, diz que oa
iaj.-i costomam elevar demasa Um'i t a
i e niDgui m ob era deles ciU3 alguna di-
i o.se-tnes bumiidtment ; o Imperad '
o a itnuiciar a snxeraoii mglea Boare o
T i BvaaJ visto qae iisd Ibe da geste, mas nena
nor ;'' a Ioglate ra deixar de a cea i er a to-
di o nse.
O : y Newt entenle qae o re ntido da po.
lit a dd imperado- Gcnlberme Mi crtacao de
umi e8quadra oante que p otegera es alees-
ges i igietei em Lou-e .c;o Marqaes.
sir H-rcu.es Rob'Oson, goveroador do Ci,
bo, t'l>-erphou ao mioutno das colonlaa, di
tendo qae o p-eai.ente Kroger, em resposta
ao t-legramma di Ninba Victoria, Ihe decla-
oa qae era aua laieufifta entregar o Or. Jane-
ea e os outros pnsioneiras as autoridades io-
lezis, pa-a aerem julgaios pelo tovemo ia-
gles.
O p-esidenteK-oge- accrrsBecta qae far co
ibecar a 6ua deciso deflaltiva tau depessa a
orden a traoqaillidade ect;jam restabelecidas
en iob^nnsburg.
o Sr. K'oger termina, agradecendo a raloba
Victoria o seu l. legrammi e declara que pro
clama a amnietia para todos aqatlles que, a ex.
C'p;ao dos cnetes, depuierem as armas em
Joannaborg antes da uoile de 10.
E om deapacao do cooeul da R.'poblica Fran.
"ii en Pretoria anunocla que urna parte dos
habitantes e Jobanoiaborg ingleis (w.lian
ders), que bavian pegado em armas, da com-
Oin-c'o com o Dr. Jimeson, p-ovavelnenle ae
renderam dis; icio avm coudic6es, constando
j qae o desarmameoto ae eff-ctaon nem as.
na m incidente ; entretanto, do da 19 tinbam
sido presea 22 nema os da junta daa reformaa
por crine de alta traicSa, e uondoxldoa a Pre.
toria; e entre as pessoas presas ensontrise o
corone! Rnodes, pal do Sr. Cecil Rbodeg e o
Sr. Drammood Oaabar.
Os ltimos membros presos da juata das re
formas serao Jntgadoj pelo alto tribunal de jas.
tica do Transtaal.
Varios memb.os da jauta coaseguiram fo.
sagen, .
alta 8ociedade brltanoica, escreve tex mi
mente :
a Com> pote peai-ar.se u o Ins'anH ee'ea-
D->Qi- ua poasibilidadd de una exeiu.o dein.
gletea peit s bae-s I
Seeise ba-ba'os fo:an acamiar ooT.-an<
v a', Bimple^meote roque I glaterra ni
qnix qae a r.gi oeg-a faese enxova'na ta e rr-
dozlda a escravidao por aquella oooa S- Janeson e os sos valorosos compaobei-
roa (que flte-am o qae todo oioglex, dieno djs
te ame deve f ize ) forem fallad >b pelo baca
a repoolica adminiatadH peos seas assa-^sioos
deve de apparecer da frica au tral 1
Poa o importa a ioia-veoeo da Allsnanba >
da Fracca I
&' uua vergonba pa-a a imprensa ing! r
pflqoec-' a este ponto ai (radicosa a* Iginier.
'a, e dhentir a eventolidide de um< uxecocao
e geotlemeai qae sao tratados c.mo piratas
e flb is piros 1
E' inseasat* I
Em virtude de recommendacao da .-J-ltisb
Soatb Af'Ca Company, S:r Hercuita Rob o oo
ove na lo e n&o coomissano da Colonia d
Cibn, pabiisoa ama proclamar} exonerando n
Dr. Jamesoo daa fuaccOes de administrador da
s!"-riooila d.
0 me*me Roverojdor aceioa a rt^ii rodo
Sr. Ce il Rbudes, qae a pedir com instancia,
lo cariio de prive ro mi nstro, n meando pira
o suostitulr Slr Joa Gorloa Sptlgg, thesoorei.
ro da c loma.
A-aegura se qae as au'orl ladea da Ra-r
blica Si Africaoa pissu'-m documentos pro.
vanlo que sa desirlens occorrilas en Pre'o.
ua e Joli >a 'sou-g taran -eo lado d um com.
piola, t-mdeule aaaaexaQio da rtepaaiiCa uos
damiuios ontannicoa.
llardos me obras da governn, lord Hamil.
toa. n 'u ni ilcjrso receaiemau'e p ooaoci em Criawltk f<-a sua affima.ao de algam mno
extraordinaria.
0 honorabl a sscret rio de Estado anean
clon p>ra breve a soluc*) conciliadora do con-
flicto anglo-imerlcano a p'cpositc da qoestao
dos 'imites de Vcemela, meditle a seiiulnl-
condijo : -a Ingiaterr.. ae respeltar a doutri-
oa de Moiroe para a America far respeitar a
mesna onatrina as saaa. colonias, noneala
mente na Af lea do Su'.
O qae quer diier lord Hamdtoo, interroga
um es:rt''tar po tagnes, que ai inos^ra inpr^B
sionadu ?
Qaer nter qae a laflaterra defender < on-
trsocra inieundade dos seus dominio col-
aiaes ? Ds certa que nao, porque esse o seu
simio e ese o aeu dever.
Qier diser que a Iiglat.'rra reserva para 8'
e Arrie i do Sal a qu nao admit'.u que ue
oh 'mi potencia se Ihe nterponOa ?
Qier dixer que a Iiglate -a qier ter um di-
rei.o aos.la'-o de presamocaa uo sol-africauo,
de nodo que o seu donlnio nao siII a iulerru-
pcogs i
C*emas nio se.- preciso graodo esforco para
compelienier >iua o qoe lord Hrniituu quiz
affi-mar foi eate oll'nao asserio e isso mal vem
ref irgar as apprehenso-a e rec ios qae 003 dis-
p-rtau o alti uo Incl lente a p-oposito da Tran-
svaa1.
JaiKsmo; qoe nanea a no-si possea-Sa de
Lon-poc > Mirques esteve tSo arrscala coma
agora. B para lamentar qu* en semelbaote
coojonctura, coja gravldide aana dr-soe^e 8a-
rlo occolta', os negocies diplome liaos ds Po-
togai em L nl-es, caotioum c imptame te
abandonados.
Nem o dis'u-so de lo-d Hami.tiu lograr ac-
cordar a nossa cbincelliria ?
Espaibou-se em Loaarej, qoe a Inglater-
ra llalla comprado a Portugal a oabta da L u-
reoc Mirqoea. O Sr. Cbamberlatn, sacrelarlo
das cuionias, ffz loo desmeatir a notica, que
ni) ten (aidanento algom cono (abemos.
A rainba Victoria, ae na oc orrer algn
sne,:ni-o extraorlliarlo, teocio a partir para
Nice no da 9 de M-rco prximo.
Seguoi o taadar baseando se em
telegramma de e-l m, Dome uxa troca laipor.
taut-i de cartas eot-e a raitiha Vn to ia e o im-
ppraor Gailberme a respeito da Tranavaal,
s-n.-; o tom do impe ao- conez e ctieio de d'leeocla.
i) Foreign OD ca deameat-, rea fo*ma
man ca begonc qu- as relajCa enUe a Ia-
glalerca e o 8 ziI sejam nese mumeno me-
uoi co'dlaas do que ooj annos precedpotvs.
E's.bUo qie un le'egramma do R a de Ja
Detro lava como im minea te o -omp ansio ec-
t*e as anas nacos--, loado o Braz.i exigido da
l glaterra a immediaia revereo da liba da
T-indale e encado para a li um coa-acido,
attm de fizer a reoccupacSo viva forja ae
fo-se otees'ario.
.Y. rjjj i. embira u em Saubamploo,
con destmo a Cape Town, a comnisaao de in-
quer.t sobre a vlolaiao o territorio da Rep-
blica it-i Transvaal, p-io D-. Janesou.
Caegaa a capital u Sr. Cecil Raode', mi-
aistro ^os negocios indgenas, demssianano
da Colonia dj Cjbo.
C-.m a ebegaaa des'e Importante paraona en
eep-ra a inpreosa oot-r ivos esclarecimeatca
sobro a qaesiaa do Transvaal.
M*is o Sr. Cei il Rocdes nao leve lempo de
satisfazel-a, pois no da 10 enbarcou para Cape
Towa ; catii dirigir se-a para Macb.oa Land,
ondd vai oecapar-se dos irabalbos das liobas
tereas em va de constroccao.
0 Sr. Ceoil Rnodes regressar a Londres em
Janbo prximo, para assiatir ao procesao ao
D Jimeson. o .nven>or do territorio do Tran-
svaal.
Teve lofcar a reabertura da Cmara das
C>mmans oo da 11 d correute.
A fall do trbono censura aeveranen'e a cua-
dui a do D Jameson, invadiado o territorio
da Repblica da Transvaal; e aunan ia qae
serft procedido rigoroso inquento sabr o
ca9'>- n
A mensagem dlx qua espera qae o Sr. Paulo
Kruger. Pre.-ideote da Repblica Sul-Afrleaoa,
cirrespooder aos ped los leeitimos dos es-
iraiuelroa residentes naqaeila Repblica e qa?
Ins coacedera os dhenos qae reciamam.
Acerescenta a menaagem qus a v.sta da sl-
luaca actual da Europa, do toda necessida-
de qae a Inglaterra aogmeale as soas drspe-
zis pela consiruccao de novos navios de guerra
ni a a sua esqaaara, devealc-Jd auxiliar tam-
ben ss pov. ag09S agrcolas.
A mensigen oao fez aeannna referencia a
poltica exterior do pa, nem s qunstOes pea
deoles na lagiaterra con s ouiras naco s.
O Sr. Wili a a Veraon Harcourt em discurao
que proounciou depois da le.tara da Falla do
Toron,crUica a Msasagen e a CimiradoaLirds
oole Lard Ros-bere i.mbem atacou Lord S-
ilabU'j, por aua poltica exterior.
O Pe-ideis do Coa tina re3poodeu a Lord
Ros-.'be-y jas.-,a:aado se.
Oa orgaoa llber^ea ref-rem-se paramente
faua do mroio. Os represeoiaaiea do partido
nacanar< ds comnans vaa conbatel-i.
Deixa a dirocto do p-r;ido irlandez c
Sr. Jastia Me CnlOy, depotado por Lang-
urd.
O Sr. Tnomaz Sextoo recosen ae a acei r a
direceo do mesma partido, qae Ibe foi offere
OHs.
Lord Cbif Jusllce, Rt. Hju. Lord Ra-sell
of Kllijvrea, coallrmoa a aentenca ce exirali:-
cio pronaaclada pelo Tribu .ti da U,w Strej.
contra o corrector Anbou, extradiccao pedida
pelo Goverao Fr acez.
= Teleg-anna de Cape Coast Caaall aonan-
cla qae 8ir Fran:is Seo l, cnefe da expedigao
militar idglesa contra oa Acbaotis, cojo resal
lado fot a completa aubmiso&o dessa pavo af-i
cano e a tomada de Caumaasle, capital de sea
pan, sen) faxer aso d armas. Nao leudo ea
os Arcbantea.
T idos, ot navios da mirinha de eoerra e da
marinoa mercaule ngl-za, assin como t"doa os
navios eair.iaeeiri'8 ao.atinente faaddados n*
nagn fica bihla de SpUbeal bastearJo a bao-
delra em f mural quaa to entrn no pari o
croziJor qo- levava a sea borlo os res os
moBiaos d> pria:ipe.
Raliaario con grande inpor ancla na
igrpji de WappiQgQan as exequias do mesn >
Pnncpe Hnriiii3 de BatienOe tr.
O cooselbo do il ni-an'alo propo: a coa
strocco Inmediata de qaairo co9'aca''d"- '-
cruzi lores de l. cl-ssse e 60 aci-to-neipi- l
Tolos estes navios lnportar&o n 10 :iln5es
glerlinos e o c n elno da arm rantad^ julgi-os
}""i a lis p.ra nnter a sapreraicia da 11-
gl t-"-- a nos ma es.
A^ auio'ilai"* ainitu-hs lonam oriv-
te gado enfermo procedente ta Repblica A -
ge"tma.
Neaies r.liimos das os losDer.trea enea'--
reg-los df8se ervic 'n rejeilido centenes
de an'naes ataoadas de epizaotia.
O mlaia ro o Par gu y apreseotau baja
as as c-e;C' es a Rnoha Vicio-i.
T-leurannas de C p< Tvn ooticiam que
'iinecoij en i>.-i;oria, capiul :a Rppahiiea lo
Trauswi.l, o o owssa loi revoltosos implici
dos na inv^a d' J nanisoury
A aoeasacao .apitali o caso coma itnt.t v,
de daoosii,ao lo n .ve'no < Repblica.
O Sr. Cbamberiain M nis.ro ias Coloniu
pro jos ao goverao da Rspaolxa di Tr*'-fWaa'
ds conceder ios residentes do Huid a nono-
u i,ia l'teal.
*"m viulsnio U"ea^" de'Tivio em gran le
D REVISTA DlAKlA
RectUica^u-Da Secretaria do Gav^rno remettem-oos o seguate
PREgo
No termo medio de dez horas por noita o
preco ser de 320 rei< (ouro) por lampeao por
Doli c m um c nsumo de 101) litros por hora
isto com om poder Iluminante de 10 velas.
Lamp.'es com mais do que um bico ter&o
urna reducc&o neste pre(o da 10 res >or bico,
por noite al 4 bicos. Por m .i de 4 bicos,
isto mais de 4) velas de poder lumin-mtp
o preco sera regilado por acoordo especial. O
preco para es particulares ser calculado na
mesma conformidale do da illuminacao pu
blica, contanto que nao exceda, em caso al*
gum, o preco deata.
Sendo a ililuminacSo publica de 1,500 lam.
pailas :
i'.mso di illuninsca de seis horas.
Lampada d 16 velas 30 ris-curo
dem de 16 ditas 46
Aro da 2.000 ditas 320
por bira
Ca30 da illuminac&o por dez horas :
Lampada de 16 velas 27,5 risouro
dem de 25 ditas 43
Arco do 2,000 ditas 300
Sendo a illuminaco de 1,500 a 2 500 lam-
padas de 16 velas ou seu equivalente :
Illuminaco diana de 6 horas.
27,5 ris ouro
43
300
de 10 horas :
25 ris-ouro
40
280
Lampada da 16 velas
Il-m de 25 dits
Arco de 2 000dHas
Illuminaco diaria
Lampada de 16 velas
dem de 25 ditas
Arco de 2,000 ditas
Sendo a llluminng&o de 2,500
Lampadas pata cima.
Huminaco de 6 horas :
Lampada de 16 velas
hl-oi de 25 ditas
Arco de 2,000 ditas
Illuminaco de 10 horas :
Lampada de 16 velas
dem de 25 dius
Arco de 2,001 ditas
25 risouro
40
280
23 risouro
37
25'3
Alm desse prego offerece 10 / de abali
ment aos consumidores conforme os nmeros
de lampadas e de horas da illum naco, de
accordo com urna tabella ai huc previamente
organisada e revista da anno em aone.
PRE0 DA UNIDADE (CALCULADO)
Da 4g000 por oilava de ouro de 22 quilates,
ou pela laxa de cambio entre o Brazil e a In-
glaterra por saquis bancarios vis'a, prova.la
por ceriidao do Secretario da AssociagSo ("om-
raercial ou em falta d'aqualles por certido do
gerenta de um banco ing ei, tendo casa filial
em Pernanbuco, sendo essa taxa a do dia do
pagamento.
Os contractantes receberao para aeu paga-
mento urna quantia em moeda correte equi-
valente em valor divida em ouro, ou rece-
berao saques bancano3 sobre um Banco es-
tabelecdo em Londres, pagavel vista.
Os dbitos dos estabeleciinentaa pblicos e
paiticulares sero p.goa era moada corren e
brazileira e oa contractantes podero reduzir
ou augmentar este prego quando *sii moeda
corrente nao tiver maa ou menos valor do
que o ouro, nos termos da clausula anterior.
ir
nativos, regressar brevemente a Inglaterra.
Foi decretado o protectorado da logia erra.
Em Importante ducarso que profana uo
dia 31 do paasado, disse uar,d Salisbory, que
julga fr respailado estrictamente a doot.ioa
de Monroe, aa qaeaiaa com Venezuela.
O prineiro ministra coaQ-mou mus que aa satisfaremos
(Para illuminag publica)
Urna vela e por hora 3 ris 2, ouro.
O m
(Para illuminago particular)
sxo prego.
Para as lampadas incandescentes.
Por urna vela e porjhora conforme o cass :
De 1 real 87 a l real 43 -ouro.
Para as lampadas de arco :
De 0 real 160 a 0 real 0 real 125ouro.
Por assignatura.
Di 1 real 65 a 1 real 43-ouro.
Peto consumo pago ao cantador 580 ris-
curo por Kilowat .
rALRO MONETARIO
PadrSo curo.
Komeacae sein elleito -Mr pona-
ra oe 21 ao correle, do S Dr. Sectario da
Joeliga, foi considerada le neobom effeito a de
10 do mos'no mez, qae noneoa promet' pu-
blico do mu.iciio do Triumpao, o bacnarel
Tnemistocles de Piva Mirtias, e nonesda para
o mesmo carao o bacaarel Baclides Diocle-
cuoo de Carv.lbo, que dever assomr o exer-
ccio dentr> 'lo nra^o 'ie 40 da-.
Autoridades polielaes Ei.raram
em -xtrcicio :
O teueoie Bm'lio Ferreira de M.-llo na dia 19
c rao sabdeL'gado da f egueiia de Sioto Ao.
lon'c, na qoa'i lade de 1- sapplenle.
No me-ma da, o claado Luz crancisco
Gomes de Monra, cono sabdelegalo do man.
cplo de Preguxas, na qaaLdade de 8- sup.
P'eote.
Impostos Eatadoaes -Tarmlna den.
nitivam.-uie uo uia 23 do correte a cobranca
qae, idepeodnte de mol-, esta proaedeulo a
Ricebedoria o Estado dos impostos abano
mencionado', relativoa ao 2- semestre do ex-
ercicia de 1895 a 1899.
Clasae n. 6, armazem de assucar.
Ciai8en.8, armatamds maiei.-a, serrara,
iuclusivs armazea de natenaes qae vea:erem
madeiras le -.ooBtrocc*'-
Ciasse n. 19, emprez^a anonymas ou agen-
cias na t ibu-adas directamente em sea ramo
especial de negocia. .
Ca se n. 23, fabrica ae ce-? ja, limonada?,
licores, geoebras e vin.go.
Clats n. 2i, fabrica ue desflUcaa e rattU.
IscSo (le sl-ooi.
Classe o. 48, ta vareas.
Alfandcga= 'o gabinete da ospeclo'ia
daqoeili eparfcao remetteram.nosi para pu-
blicar o telegramma aoaxo, que ao Sr D'. n.
spector loi dirigido pelo Em. S-. ministro da
*V"ro 21 Fevereiro 1896. Iisnectar da ai-
randega'. Rwfa.-?rorogaao at 31 Marfio pri-
setespacao msrcidoiis enbarcad.s a' di
Dszemb-o 1895 =-Rjurigces .Wse, ministro da
tazan 11 .
erro-Effeclaou-se bantem pela ma
nba, o BUMjrrsmenio do iuditoao ei con situado
artisti tjuograpb de no:sas Lfn:iaus, hilas
Vieira de Mello.
ao ado. conpareceu grande numero de pea-
soas gradas de nossa socledade qae assim
presta am om merecido tribato a memoria -
distiocto artista qae tanto soube luciar.
Era oam- dos seus collegas de classe, f.llcu
int'pretaodo ob seDtinentos desla p typogra-
pho Ga!lh0.rme Patricio que em palavraa cuelas
de sent meuto e eloqoencia, pi em relevo as
qualidades do morto.
Ain la u a vez asaoclamo-noa s justas mi
ai[e8iag5,S de p:sar p.esladas ao indi oso ai-
lista qoe tinto bonroa a eoa classe.
sport nte motor=Plo S-. Paulo A.
da Aimeila represenunte Ca casa Browas e C.
Uaia, O-UI laaoi uou u alujan. na, .wu^v wu- uo ...*.-- --*"------ ___ na.mia
coutradoos ioglezes re^isiencia por parte dos fonos gentilmente convidados para 'ernos
ama
a Tm portante motor fabnaad pelos
C owley Brothers Limited, em Londre8.
So maso prokino namrro daremos
de-icripiao do referido motor.
Ao Sr. Paola de Alneida aomos-gratos pela
gentilea do convite, ao qa.l opportuBamente
WBIl ou.*.--
Coisipnhia de liada Devido ao
xcessivo aamento de prreas das passattens
os passagelroa destiesfaia acban-33 em g e-
j paciflj.
Todos os viajantes da prinelra dase passa.
ve
questo do Oriente, a Inglaterra acba se moo
tente para regalar s a surte da Armenia. B
que portaoto, precisara qoe as outr.s poten-
cias ss onissem para por fin as sisarlas de
tantos cbriB-.aas, por urna aceto comnun e
sobre todo mata enrgica qae a prinelra contra ram agora a tranaltar em carros de 8e.goQJ*
o Sultao, para obrigal-o a execatar reformas de sarta que a compaubia a aoica p
conbecidaa em seo imperio.
Cbegon oa manna de 4 em Portameutbo *ow" i^ -------- -
corpo embalsamado do prlucips H.nrlqae de gos pregos ja eram um tanto 8er.aa "P^
Baitenberg, fallecido ea ccuseqaaucia de sbre lo noto regiment torna imposMei a oauoe
Mas surge auparargS', on c^to Moler, jo*
ven de. fit!-(S e-prrito, are coaugi'u 'ama
iioerra declarada oontr>. u sjrd co de ala.
Q >e juig-is que t.-z mas All iiiar a oupos a0G^seom MnHer, e qotl oaloralmente fldca
itmwdo as tanioB da s/odicj.
Mas eis qoe e lfa-i a um ooire. Es^e era
u ii i.amnrado amo-eso da rjndica, e tornado
ny.irooho o pelo seu csaraento, orgaoixaia a
p oa gao o coili cou-se a sua reote.
A ey ira e-i ja p^ra reeo-rer aquella bab
lidad- rarsnn qun dru boa prova pelo paasa-
io e o-p-'avi rfdniir as nii,i8 suaves prepos-
ta o contendor, quando-----obngada a dar
ui om meamo: e qh< e-e aecntecimeonj
u-vara-se e param na munb-oB do Concelbo.
As i u-a* "s'So neBte po' to.
carne imprestavel-Pe o fiscal do i.*
tis'rcio a B.-Vi-i f.ram maa-ados linear
a n are 12 k lo< de oa ae ve-e por seu mo
estado, e qa j- : ha va oo (albo n. 2 aia 4
prava ae M-clel Pi beiro, de propriedade do
ma chante Araojo
Telesratuinasretidos-4cna -sere-
do na esiacao do Telegrapbo acional os se
UHHe- lelegramraaa :
De Cima*, para Ky i-.
Do R o, para Dr. Coi Del o da Fouseca.
Do Ro, para Dr. Leoaoldo Mor. tra.
De S^iohaeru, para laocliiao' Flix.
Un aviso para Pr ucisio de Soun Naves.
Def^ilo n>g Linha? pa^a Sol alen da Babia.
Casamento civil-U eacrivao o-js casa-
nienios que luncciona nos districlos do Recife,
Saot.) Antonio, S Jos e Afogaios. affixou na
repartigo do regislro dos casamentos ra
de Imperador n. 75 l.- andar,9ditaes de procla
usas de casamentos dos segrales contrnoen-
tes:
1 Pufcltcofdo
Alf edo Hanriques d Siiveira, solleiro, na-
tural de slagas, negucanie, cora ideofila Mo-
reir Lisboa,viuva, natural dpste Estado e resi-
dente na freguezia de S. Antonio.
Manoel Jo? de Miranda, natural de Portu-
gal, neg iaoirt, coro Thereza ^nucala da Sil-
va, natural disie Estilo, solteiros e rn-
denles na freguezia de S. Antonio.
Carlos Emig.lio Fernn les, oiturai do Per,
empregad i na esiradi de Ferro Central, com
Anaulas Luiza Carneiro, natural desle Estado,
solteiros e residentes na freguezia do Re-
Cife.
- O respectivo escrivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Poco e Varzea
alxou na reparlic&o do registro ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos segrales cn.tr tientes :
1." Publcaco
Joaquina des Santos con Prescilla Henri-
queta dos Smtos, solteiros e residentes na Ira-
guezia da Uraga
Jos Carreira l''ilgueiras,| residente na fre-
guezia de S Jos, com Anua Gabriella Fer*
reir 'llaves, solteiros e residentes na fregue-
zia iia Boa Vista.
CominiSN&o de raelnoramento do
Porto do RecifeRucife, 21 de Feverei-
ro de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
"rado a (J) vapor iade
6 m. 27,"0 758-66 19 38 73
9 > 27'.6 758,-05 20,52 75
12 29,"4 79.-21 2,47 74
3 t. 39/4 757,-62 22,47 74
6 a 28,-7 757,-56 21,90 75
pas'ageiros, a vigem em estros ue prime!ra
cl8:e.
O S-. renta cu qcen competir deve resol-
ver esia questo de modo a aallsfazer o poblie
co que seoip e tem se mo8trado prolector d
todas .s emorezaa e camaanbias e pr a .to .
onare'vdn' de algunas attenc6s.
Lanterna Mgica -Est publicado e
boatam prop ciooou-uos a sua desopilante vi.
lita,a n. 483 esse psriodico Dunoristico qae
se poblica oas'-a ida le.
O presente come-o esta palpitanta de acta.
Iidade.
Matriz do Corpo ja comrgarao baje e cootinoarao por lodos os
de mingos, a pratlcas quaresmaes que all sao
annualmente feitas.
O acto qae realisar.se.ha s 5 hora da tarde
asoz a exolicago do Catbecismo as creangaa,
taruamar sempre com a beoco do Santiss-.
mo Sacameoto.
Serino quaresmal Hoje, s 5 horas
da ta-iie, prtgara oa matriz da Bja.Vti 0
Rvrn. S conego Jn da Oliveira Lopes.
QUuiao Typographica Cantarme o
.urauuc o qae val uooh ado na aeccSo campe
tentr, ter. logar haje, s 11 hora-, a posee da
da ouva directora ae3sa beoemerita assocla
gSoque iSo bons servigos ca prestada a classe
q.;e repre8nta
F-z-se myster o comparecinento de odas es
aseociados.
Multa-Fo: muitado em 30* o vendedor de
peixe Atitunio Ja Alpbyerre per infr.cgio do
art. 3- da lei 0. 58.
Es a multa foi recomida aos cofres do Coacel
Ifin Moni mal
Hospital PortuguezDorante a sema,
na ..e 23 10 correle a l ae Marco sari mono,
mo oo Hospital Portugaez o Sr. Damiogos Gon.
galv-a V'l'a-Verde.
Grande inero=Eatrou hootem no Mer.
cado Puo c i de S. Jos, um grande mero, pe
eamc 85 kilos. _
Este mon^iro foi pescado confronte a Casa
de Binaos. _
B' com o flsoal d Arralal=Peem.
nos para chamarmos a attenfiao do Sr. hscal
do A-raial para una grande quan idade de II.
xo pal ido que existe no quintal de um case
bre na t-avessa de S- Jao daqoella loclidade.
Affirxa o nossa Informante que e tal o feti.
do desprendido da alluiida Immondice qoe to-.
oa.se imaossivel a babilacao nas circumvisi.
ntiai g.s.
Deve-se providenclarcom tada a presteza.
Reunies Reanem-so boje :
Em ^-sso de assembla geral, o Ncleo Dra-
mauco fernamoucano, para tratar de varios as-
somptos ao seu nteresse.
Monte-piodos Operarios Cigarreiros, para
procaaer a eleicao de sua nova directora.
A contraria de Nossa Seobora da Luz, para
en mena geral, proceder a eleicao doa fuocclo-
narios qne tem da regel-a no anuo compromia-
sal de 1896-1897.
Aa.ctedada Segredo e Amor da Ordin, em
seiso especial de ele!&o. ,..,..
O Cloo Agrcola oe-Gamelleira para t^ata^
de assuropto im .ortaute.
As malheres-En Dakotado Narte, pre-
cisamente na commooidade de Keymasn e
fex a experiencia do direilo coacedldo^a mu-
Iberes de laxerem pane dos negocios admi-
OIAsamube-es da communidade ds N.wmann
apenas poderam dispOr-do voto oundaram so
Cancel.o Cjmmuoal urna adfogads, miss Al-
Deaie personagem os jornaes dizem qus ti-
oba sabido grannear uma-granaa ctleDrdade
oo exerclcio dofdro.
M..b Alien soube assim bem ondoair-se
com os membros da Conveasao, que M elevada
a spprema dignidale de syadca.
Theomom tro desabrigados ao meio dia :
Ennegreiida : 6I,'0 'raleado: 40 "9.
Temperatura mxima 3l,00.
Temperatura mnima 26,*.75.
Evaporagao em 21 oras ao sol 6-5, som-
bra 3,- 3
Ouva nulla.
Direcg&o do vento
E e ESE alternados
Velocidade media
guodo.
Nebulosidade media 0,40.
BOLETIM DO PORTO
durante todo o dia.
do vento 4.-16 por es
Das
Horas Aiiura
Pra mar ou
Baixu-mr
P M. 21 de Fevereiro9 h. 50m. dam. 1-80
B. 4 n. 00 m. da t. 0-,70
Hospital Pedro IIO movimenlo des-
se estabelecimento a cargo da .>anta Casa de
Misericordia do Recife no dia 20 de Fevereirro,
foi o segrate :
Entraram..... 35
Sahiram..... 10
Falleceram .... 4
Existem..... 806
Foram visitadas as enfermaras pelos segabl-
es mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
nh e sabio s 8
Dr. Malaquias, entrou as 9 1|2 di manh a
sabio as 10 Ij2
Dr. SimOes Barbasa, entrou as 11 lj2 da ma-
nb e sabio s 12.
Dr. Berardo entrou a 111|2 da manh e
sabio s 12 1/2.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 1/2 da ma*
nha e sanio s 12.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/2 da ma-
nh e sabio as 12 1/2.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 da
manh e sanio s 11 1|2.
Dr. Carneiro da manh e sanio s9 3, l
Dr. Jos Avila, entrou aa 10 1/4 da manh
sabio as 12
Dr. Alfredo Costa, entrou as 9 da manua
a aabio as 10.
Dr. Jo&o Marques, entrou as 9 1|2 da manba
e sahio as 11.
Pbarmaceutico, entrou s 9 da manh e
sahio s 2 da tarde.
1- Ajudante do pharmaceutico entrou as
8 da manh e sahio s 4 1|2 da tarde.
2- Aldante do pharmaceutico, entrou as
7 1/2 da manh e Baha as 4 1|2 da tarde.
A8sislente entrou as 9 1|2 da manh e sa-
hio ?s 10.
Matadouru PublicoForam antidas
no Matadouro Publico da Cabanga 93 rezes
para o consumo de hoie.
Hospital Santa Agueda=0 m v,-
mento desse hospital no da 21 de Fevereiro
foi o seguale:
Varilas
Exi3tiam.....
Sahiram.....
Falleceram ....
Existem em tral menta
Cana de Uetencao Mavloienio dos
prezos da Casa de Detenco do Recife, Estado
d^ Pernambuco, 21 de Fevereiro de 1895.
Existiara 435, entraram 7, sahiram 10, exis-
ten 432.
A saber; naclsnaes 388, mullieres 16, estran-
genos 28, mullieres 0, toiai 432
Arracoados 382
Bons 367 doeutes 13, loncos 2, loucas ,
total 382.
Movimenlo da enfermarla Tiveram alta :
Jos Googalves de Souza, Jos Quirino dos
Santos ou Antonio Quirino dos Santos e Nico
lo Principe de Meira.
Tiveram taixa : Fausto Francisco Duarte,
Jos Flor da Silva e Severino Gangalves da
Silva.
98
6
3
89
PMLICMiuS 4 PDU.
Causas motoras do floresei-
uieuto de torrentes .
III
Eat* municipio de tantas grandezas
physicas da peregrina,' multiforme e
inexhausta natureza, no que dis resteito
ao de8caroamento de algodo, possue
alem das 9 grandes fabricas descriptaa
no art. precedente, mais 223 m .chinas
impulsionadas a mao.
O num ro de fardos de algodio que
annualment exportamos^ com grandes
dispendio em costas de animaea para .
esUgSo de Augelm, con destino a o.
i
(
y



i

IMario de Pernamboco Domipgro 3 ci Fevcreiro le 191M
cerca
menos
dide de Maurica (Maurites'aud) attinge
1 0-0 farios, de 75 kilos cada um.
CANNA DE ASSUCAR
A canna de assuc.r, esta P" <*
t amiba d. gramneas, oriunda da I odia
naturalisada^na Amere e as Autilh...
n'flste slo uberrim digna de tota,
nfapeU productividad- qur pela
Juperioridade da parte saccharma.
Para o fabrico do acucar, contamos
51 estabel^cimentos, a saber : 4 enge-
nbos de 1. ordam os quaes prparam
da 12 mil pues, pnuco mais ou
em cad* sa'ra ; 15 e 2.* e 32
n'-oca est.s, f zetn 2.250 c*rg
de raspaduras, aquellas 40 mil pasa de
assucar a giramante en cid anno.
Ex vi dos dados que vimoi de exter-
nar, podamos dizer-Correntes, pi-sue
tambera ama zona assucareira.
FUMO
O fumo, est planta denominadaT -
baco__bbc n'rad. pU pnmei a vez pelos
Hespanhes em urna cid-de d'America,
se cultiva tambam nes a nesga do Cru-
leiro com ingente animosidade tanto
assim que, a coLeita annual j& excede a
90|000 kilos
Dizer-se que a qu 1 dada do produjo
eptima seria por dt-maia ucioso.
A cultura da farinfca de mand- ca, do
feijao a do mil.o extraordinaria ;
qu* fallen, por nos, os mu ,c pos cir-
cumvisinho* e o num-ro iiicalculavel de
taooos que co-o laes geuoroa exportam
para a capital d.ste Estado.
U trigo, o caca., o Ihlbo a b*t ta
gleza be adaptas, peritamente neste
Se a cidada o Djuro em Portugal
tem bo;s uva?, Currantes as tem Um
bem dul i simas.
O que as ilhas Phi ippi-as constitue
para os pro: rielan,.* urna das prmo.paes
footes de riqueza, .03 psennos em
rr.nde quaatiJsde, queremos foliar dos
oqueiros. tataa arvores esguiaa que im-
pav das .outemp am as intemperies d*
tempn, ,
Se Clieb'rgn cidade courass?ns
pr ma polas frucias, >s as temos em
bbundai-ia e si-borosas.
S a Amenos do N rte consag-a um
dia to anuo para a p!ant o-r,g4 na
das a vores, nos tem s as noss.s flo-
res-as, arvorea s.calares o gigantescas
anda virgos ao instrumento ce faite d
lenhador. .
A tere* parte da trea Corrent^nse
dedicada a vida pastoril, nel'a a criado
medra a olhos vistos.
Correntes se elev* por uns 80J metros
pouco mais ou menos do nivel ao mar.
o seu clima tanto tem de agradavel e
aprazivel, quanto d s.lubr- e puro.
Os Correntinos sao de indo e paci
ca, o vento do progresso oscula as i
L goa do Emygdio, Olho d'Agaa de to qne devo renootir n informa co a
Qoes, Oampo-Aljgre, Cangih, Pao malevolencia de quein pmco escrupu-
losa em fazer re lame.
Nao po sivel qve o info mante ignore i
o que ae passou e una deslealdade o
8eu silencio. I
Amarello e Pocp Comprilo sSo ca povoa-
dos de prmeira classe.
Areia, S. Francisco, Lagv d'Oii o,
n-
Mendes, Capivara, Pao Fe-ro, etc. etc.,
sao sitios ou lugarcj plano secundario.
Oculto divino tea 7 jgrejai, sendo a
principal a que 83rve de matriz sob 03
auspicios de Nossa Senhora da Concei-
c&o.
Eis, em paludo esboco tragado o qua-
dro deste operos> Municipio, conseguin-
temente as suas f.mtes de riquezas qie
const tuem junto orno a creacSo de urna
estrada de ferro e outros rnelhoram ntos
de orden* ioidiavais, a causa moto'a do
seu florescimento.
A causa que esposaraj (n> ba ne-
galoj visa o amor pelo (atarease c mmum
visto como, tem por objectivo a reiviu-
dic>igo ao tragado" de fer ova pira
-8ts paragens, curap e pnis que 03 60-
carregad s de nossos destinos amparem
n'a coinme il faut.
Ou 1 C rrenrea oh ter. a fdrtilissi-
ma Oh Correntes trra d gna de
inelhor sorte, ergue-ta altiva deste abati-
mento atrophiante e longo, abre es !eus
ol^os humed-Cidos a turvos e fixa-os at-
tontamente na cupola ailada n ste pe-
dag> do ceu Amn icano, que nao mu
PODge surgir eorridente a estrella pjlar
quH conduz r-te-ha a gloria.
I ento por esse tempo, t ver*, de
m lado como por encunto o b ac forte
do lvrador, revolucionando os teus cani-
p s anda buje incultos para dar passa-
g-rn a alouradas espigas, lveos, ama-
i-ellecentos e esverdeados fructos.
Move raas um pisso a f ente, no cen-
tro ou co.-aca> desta Villa, que tu encon-
tras hnjrt sera o movimento e os attra'ti-
vos das grao es (.ragaj ergi3r-se ba a
estatua di> Pugresso u em torno ao seu
pedestal esculp--sH-bo bt lettras de
ouro oa nomes dos que coopararaiu para
o teu fl>r-'3jimeato.
Que o qm vim< s de expende- em pro!
de Correntes sa confirme em factos posi-
tivos eis o qiid de v ras alme ara>s.
Frarcisco Martiniano de Oliveira.
R-icifrt, 23 d* F^veroiro da 1896.
Luis 3ose Rodrigues Pin'uiro.
I IR
fimju
Justa reput-c/i) t^ra adqu rido o Al-
catrSj e Jitahy, do phrmacaut;co Ho-
norio do Prad >. A Em*. Sn. D.
M-na Isabd de M de ros Sloar^, em
Ctaguaz^8, soffria de asthma e bronchita
hav i mi s de 10 anuos, ebegando a
julgar-se mcuravel ; esta rr-s^abelecida
-om o uso d" p jucos vi iros de-te mila-
groso preparado.
Pratieagetii Ia Barra
A0 PUBLICO
No tinha intuito de vir por mim
mesmo desfazer intriga do informante
Ho Jornal do Recife e d> Diario de Per-
nainbuco, qundo no numero de qu nta-
feira ultima assegurou que eu tinha t>ido
suspenso do cago de ajudant da Pra
ticagem da Barr- p lo Sr. pra tico mor
por haver eu infringido disc plina di
mesma Pra icigem.
Aguardei dura .te dous das que o pro
frones rijameate procurando, descarte, prio informante se incumbis e de rectifi-
demolir a baslba pardacenta do atraz-
que ainda infelizmente sxiste de p.
Correntes entrou no reisado de vida
au'onoma emancipando-se da tut-lla de
Garanhuna ha 2 an os 1 mez e algnns
da r i
Dms sao os ros qua banha parte
dos seus domiaios ; Correntes e Manda-
h. M .
Em alguns anuos trasa -tos eite Mu
c;pio arroluu 24,000 alma*, boje tem
numer3 superior a 30.000.
Elle cont* mais de 6.000 fogos.
E' dividido em 3 distr.ctos munici-
O commcrcio estavel assas animado.
Sua sede pela posigo topngraphica
prima pelo quadr> magestoso que offe-
rece s vistas di observador.
car a noticia.
Mas vista d seu silencio, vejo que
estou em frente de um desaffecto ou des-
peitado e apres>-me a restaurar a ver
dade.
Eil-a :
E' cert>, que o Sr. Pratico-Mr, Di-
rector iuteriuo da Praticagern da Barra
me suspendei do carga que cecupo na
mesma R^partigSo no dia 18 do correne
Mae tendo se dignado ouvir as razes da
minha defeza e cedendo k procedencia
dellas relaxou a suspensSo. reconsideran-
do atisim o seu acto no mesmo di, incon-
tinenti, to relevantes julgou os motivos
que apresentei.
Ha muita differerga entra o que eu
affirmo e o qua disseram o Diario de
Pernambuco e o I orna l do Recife e repi-
r.QHMEnr.I(i
Bol^a Commercial de Pernam-
buco
COTAtJoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 22 de Fevereiro de l8g6
Nao neuve cotacao.
O residente,
Antonio Leonardo Rodrgaos.
O secretarlo,
Joao Leopildo Jo Reg Villar.
Cambio
Os bancos sbrir.im cora a tixa de 9 d, sobre
Londres a 90 d|V, realUtnc-.e negocios tosig-
ni9:8Dtes. .
En papel particular n) cona'ca opgoilc.
Cotace de gneros
Para o agricultor
A.-sucar
siti?. por 15 kilos. .
Cry'siiBcdo. "ipm irtera
Branco. por 15 kilos .
Someno--, por 15 k o'.
yaji.'avado, po'- 15 kilos
Bro'o, por 15 kilo
8*000 a 8600
6400J : 7I00M
V*000 a 80
4U0 a 4*800
* a 3*801
3*400 a 3*e0J
Retarces.......3*000 a 3*i0J
Alffodo
Foi negociado o de 1* son a 15*300 o 15 k
ios alendo U000 menos o medi-no e 2*0J0 o
de 2" sorte.
Alcool
Por pi>3 de 430 litros 85* coa'.aal.
Agurdente
Por pipa de 80 uuo 125* nomirnal.
Couros
Seceos salgados na bae* dn 12 kiios 1*010 a..
1030 ris '-nda < refago 67 o kilo,
verdes 650 ris, ul'imo prego.
Carnauba
Gota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
Impoifaco
Portna da Europa, vapor francs Cordomo,
entrado no da 20 e coneiga^do a H. borle &
C mantfestoD :
AtPite 1 calza a Mainel Josqa'rn Ribei-o 3 a
H Sobrtobo &C, 1 a Welles Hood.
Dito e eardlubas 15 taiXoS a Das Fcrdandes
& C.
Albos 194 canaatras a Goedes de Araujo &
Filos.
Basas 5 calzas a Amorim Feraaoes & C,
3 a Fuoeireo Gjela & C.
Cifres 2 caixas a PaoliLO de Oliveira Maia.
Carvo (0 barricas a i Salguei al.
Cognac 25 calas iK. Erneal, 25 a Das Fer
nandes & C.
Champagne 6 calzas a Courtadorj.
GoDte;aB 17 calzas a Das Feraicdes & 1C.
Feijao 240 saceos a Goedes de Araajo & Fi-
lbos.
Ferrageos 2 olas a Res & Satas.
Livrcs 1 calxa a Medelrcs Lavme & C.
Licores 10 calzas a D.aa Peroaadea & C.
f- Mercadorua i calza a R miro Me da Costa
& C
Rolbas e etiquetas 1 calxa a E. Dnbeanx.
Slxi(6 nui FerofndP8 & C.
Sardi has 81 barricas a Ferrel-a Rolrignei
& C. 154 ordem, 250 a A j.oritn Feroaades
AC.
P lo Costa & C.
Tecidoj 1 caixi a E A. da Almelda, 1 a J.
G. de A.aRcon,,ell('S & u.
Viobo 12 lipas a 36 narria i O'd m, 1 a A.
S. Pinto, 8 a Rimiro M. dj Costa 8 aa cjnejo
Jos Vas (ioiinrres, 15 a P<3g>s M-odaa & C ,
12 a A. il. S oa, 1 a Djmiugos VjZ Ribeiro,
13 a E. de Carvalno G., 11 a Max De bsle',
3 a F. I. L. B-.i^, 1 a Manuel Jcaqoim Ri-
Oeiro, 2 a Jof LU'-iro Maia, 20 a J. S M-l!o, 1 a Sohmari
ue Te'egrapb Gampaoy. 6 a J. C. de Va?con-
cellos & G., 1 a A. Malio 4 0,1 a G. Du-
lia.,ux, 2 a J. G. Pin o, 200 caixas a ordem,
1,370 a Arxorim Feroaodee & G-, 100 a M. Lo-
pes de Sa
Ntw-Yj k, vapor Inglez Caribe Priice.
ntra Paler & G-. manlfetoo r
Ara-e 100 -ol.is a C Halilday 4 C
B Bicalhau 2,765 iiaT.cas e 2.77J meias ditas
a. s Con'igQaiaric.
Cerveja 3 calza* a E P. Alves.
Ferrai^ns 7 viiornes ordem.
Ditas e vi irog 8 olumes a G. He'liday & C.
K-tjsone 5 000 i-aizts oriem.
M^rcsdorias 2 caizai) cnem, iiL. A. 8a-
latar Janior 5 a H. Porsie.- 4 C, la I. Fjd-
feca, 1 a M^deiros L^yne & C.
Papal 13 arloB a brante^ & C.
Movis e velocipedes 2 uaizag a P-oto Micba-
do & G.
Toacinho 10 bari ordeti-
V olio 7 erizas i Deolato Torres & C.
M^utevi io e encala, vaojr noraegneQS9 Mu-
niota eat-ado no du 18 do correle e cdos:-
gaado a M. S. Miia, manifest:
Barra 1.100 a dlvtrsos.
Fumo 299 volomes a Aievedo & C.
Pipas 365 a diver-os.
Tecidos 6 volumes Caodido Ferreira Caacao,
10 a Lima M) tea 4 G., 10 a A. Mala & C.
Xi qae 199 fardos a los Bailar & G 200
a Amorim Irmaos $ C., 5.303 ordem.
Exportaco
Racife, 21 a Fevereiro de 1896
Para o ezlerior, nao bnove.
Para o Interior
gj= No vapor francs Ville de Baeoos-Ayres,
para Santos, carregaram :
Pontual & Oliveira, 500 saceos com 30,000
kilos de atsacar mascavado.
Para o Rio de Jaoeiro, carregaram :
M. Lima & G.. 100 saceos com 30/03 koa
de essucar mascavado
J. Gumes 4 Rodrigoes, 800 saceos com 48,000
kilos 'e asacar branco e 200 ditos com lz,0J0
dit ;s de assucar mascavado.
No apor ingle B-anderbog, para
R.o de Janeiro, carregiram :
L. A. da Cesta, 40,400 conos, frncta.
L. J. S. GaimSries, 500 saceos com 30,000
ki os de assocar mascavado.
J. 6. de Amorim. 1 caita om 300 litros de
perfumara.
no niite Crrelo do Natal, para Natal,
carregaram:
P. Oliveira & C, 2 caixa) com calcados.
Oliveira & C, 3 barricas com 3 3 kilos de
assocar branco e 10 ditas com 1,102 ditos de
I assocar retinado.
No biate Deas te Guie, para Mussor,
carregaram:
13 iiis>reza de illii-
IllilliH'ilO ** CrttiC
do llecife.
Sendo vista publi-
cada na evista Diaria
di Diario de Pernam-
buco de boje, a ctmpa-
racao dis proprsta-
apres nt das para a
illuminaqo d'esta ci-
dade. e notando o mis-
sao e erros que alt-3-
ram profundx.nenta a
pr pasta apresentada
por est i Em jreza, re-
quer certido de am-
bas as propostas, aim
d?]que feitas as cor-
recto es necessara^ e
espccialmsnte sobre o
pregjpor nos pedido,
s passa compralo
devidameQte com o
da ontra proposta.
Recife, 22 de Fe ve
reiro de i 896
Samuel Jones,
Gerente.
dioica Medien.
DO
Dr. Alberto de Mendon^a
1.Consultorio : Ra da Imperatriz d. 8,
andar.
Consultasj de 1 s 3 da tarde.
Compaobia de D ogas, 1 barril com 90 litros
de alcool.
A. Faroaades & C, 15 calzas com 1!0 Iiir s
de clrtr.
= Na Da-rsca Saoboa, para M*cu. carre
ga-ar :
A. Croi & i-'-, 1 ca xa com calgidos.
Pa- Moso- carrea:aram :
A. Ciela da Silva, 10 b.rncas coa 200 litros
de cervpja e 30 caioa com 270 Qit de cidra.
Oliveira Basios & f, 1 calza com 27 litros
rte pfrlamanas.
Na barcaga Maria dos Aojos, para N.-
tal, cairegaram :
a. Macoado & C., 16 volomes coa 800 kilos
de fomo.
Na barcaja UalSo Sa:'.al, para Parahyaa,
carreKaram :
F. B'-rboza & C., 1 raixa com calgados.
Ni ba-cag Mina Oiyjipia, pira S. Mi-
gue', rarregaram :
Madei a & Q., 12 caitas roa 93 litros de ge-
,i-r-r o ni. s com 53 diioj de cidra, 1 dita
com 40 ditos de massa de tomate e 83 barra
com 1,692 d tos de vinb}.
I'a-a Macelo, carregoa :
Vi aii id M'ir, 103 cania de barros e 17 enr*
toneles.
Si i)rcaga ^axaraglbe, pa-a Macei
carrfgiram:
G. Peroanle3 C 10 caixas com 140 kilos
e ellis de cera.
Dia 22
Para o ezterlor
Na vaper inglez Arcbliect, pa-a Liver-
pool, cr pgarm :
B. Wiiliims & C, 600 firdos com 106,305
kKos de algidao.
No vapor oglez Felbrldge, para Liver-
pool, carregaram :
J. Puer & C 9,020 sacro3 com 675,000 kilos
assucar ma^. i Jo.
N: va or ogle Elba, pira Sjutbamp-
ton, carregoa :
C. D. Cime, 19 caixas com plantas vazias.
= No vapor fr>0C6z Cordouao, para Moa-
te Video, cariegaram -.
Bors elman & C, 150 ba-r.cas com 15,750
kos de afincar branco.
P. de Oliveira Maia, 1,000 coco.', frncta.
Para o loitrlir
N > vapor Saatelruo. para Rio Granle do
Sal, carregaram :
A. TaboMa & C., 650 saceos com 48.750
kilos de assacar branco.
A Marera & IrmSo, 280 saceos com 21 000
iiius de assocar branco.
P. Ga-uelro C, 50 accoi cam 3 750 kilos
de assocar branco.
Para Porto Alegre, carregaram :
Domiogos Meades, 500 saceos com 37,500
kilos de assocar branco.
A. Costa & Fiuza, 869 saceos com 65,175
kilos de assocar baroco.
G. Faaseca & C. 400 sicoj com 30.000 kilos
de assucar braaco.
P. Caroeiro & G., 350 saceos com 25,250 kilos
de aisucar branco.
Para Pelotas, carregaram"
A. Taborda&C, 850 sacos com 26,250
kilos de assocar branca.
G. Fonseca & C, 500 volomes com 46,100
kilos de assocar branco.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
A. Morelra & Irmao, 200 saceos com 12,000
kilos de assucar br.nco.
Compaobia de D.ogas, 3 caixas com medica-
mentos e 53 ditas com 159 litros de viobo me-
dicinal.
Na vapor nacional Itana, para Pelotas,
carre.aram :
J. f>. Mirqaes, 500 saceos com 37,500 kilos
l de assacar braaco.
ADVOCADO
O Bacharel Pedro Alexandri-
no Machado, promotor publico
de Muribeca, advoga na sede
do mesmo municipio, com as
instrucQoes inherentes ao seu
cargo.
noasos ser.5es, s serve para a cura mi- oiympio A. de Oliveira, doSoceffO"
racukaa da asthma, do cancro da do-|Mna8 GeraeSi de uma constioaro'
res rheumaticas, da Bypbilea, da tenivel lcom toSe desesperadora ;
morpha. A esposa do Sr. Joaquim Soares
O seu segredo toi revelado, ha bastan- Gomes, cnsul de Portugal e Franca
ie tempo, pelo chele de urna tribu de id- ,q, d--------\a d------1 jn____.
A o commerciD
Ba'Osrdl o J sA O'ivpira Campos e Alb'-
no dt Oi-i-'r.i Cmroi>,Oaizosas-goaifo', fea
c--:e -p, om-1 dow .- : u (."om nerelO ouf
ib data Ce 31 ie Dr;u ivo Je 1893 dis-o'-e-
a d BWiji'avc liDi'Q;e u -, c> la ie ijue sob a fl''
rna de O Ive'S Ca -. & G t'Pliao no Es a*
b lecimeoto ro I* d M co n. 31, retira i -
-io*3- o wcla Bernj'dioa Jo- de O vera
^aiup s p-,o e 8 i iifs e cea rapi'.al e lu*
"', e nyre e dMemb>racaria # ,juilio-*r rea-
on-b n. e ot- a ;i,u .'a.Sa do Activo *
i- s ivo da rr!e-i la H-ro >. -;ue ti a a crgo do
loeio \liini de Din- ira campos, nico res*
' v>l.
(t re 15 da Pefe-eiro de 1*96.
B A '' Crv lia C m
O Liauliveira
B' o noilfral naais effica, mais barato e d
ios.o ajai uru labiliasimo : i a L)r ga-ia Bra-
1 0 ein loda :is pbarikaCloS
-----------X---------
Smaaa Santa
Poim.a e lrjmbfftusoa ao respnilVtl
vigvrio a o oii d t;aa ra.aa o"iiil d
\'.,i r\-.-\ Irruand-de do Saatisiiaa S -
crameoia d: 8 n'-< A.itonio, que tintes e
tto imrjor a.-.t-ia ib vh ram< otos t'-m oito
: iOa? matriz qu- tj bo* contra t'ni
dado de si, palo t 11 e dediosci >, n"o
i ndo BaotificK'H paira o britbaniiaaia
do domo to bello ta^rp'o, na> com bo
u-a Bsfarg t'-tba-ho e dtligeasia no
i i e d c labrar e^te a-a) os aetoa *>
l'.sizsa Aa "iraiana uta, qie ha tsoto
', -m o nBo aRo fsitoa ahi, toraando-ae
agora rna s faoil p-ir tr-rso 03 fr*des de
S3u B-.'i'o, S^leai:\no8, C*rme '.k-j c
8 8 eecu.'arrs qu* sao ta*x '"
tioo-i auxilMie* pi-ra rataridoa ut s
A8;-n i> -p-ra.i, pois ooa^anoa oirr.
a hpnueuci- o bisa dosej-)* 'i morado-
t-: da tre^u z a povu OathoCO,
Moi'ot irnaSoi.
dios, cujo nome agora Dos escapa, 1 as
que opportunameute designaremos, p >r
que este facto se prende uma inters
santa historieta, que vale a pena ser
narrad".
estabeleciment do Sr. D. Carlos
tem uma importancia excepcional e pode
competir com os melhoras desse genero,
que se acham as domis partea do
mundo.
As istimos ha algun: ds, prep ra-
Co deate Elixir, acompauLando at enta-
mente tod b o1 trabalh-s, desde a tritura-
cio des vegetaes at ;o encaxotamente,
ao cual ee segu a expedigio pira a
mis importantes pharmacitsda Europa.
Al- m do curioso rocesso, sao dignos
de admirar a fiscaIisa9So, ordem, disci-
plina que reinum n 1 ampio la o atori .
do qual s hoje o Sr. D. Carlos coneja a
coller os Eructos, alias altamente isoo-
eiroa, tanto pelo lado moral como pelo
pecuniario.
O Sr. D. Carlos nao se de xa, porV
dormir sobre os Loares, c gitando era
pre om ampliar mis o s-.-u estebeleci-
me.to, estudnndo o pr cesso pra o fa-
brico de outros product s medicinaos qu
serS-.i, antes de t do, subia.-tt'do-t aau?
ijaedoamais nu'acs eictelligcLt sin-
aicos.
Os nossos cumorinientos aos.. homena
Ilustre que, en tucat, goaa d; > ra
a oipatbia e ao qual desejames properos
negocio-.
SoJuciit
D,:ve ser lida com intaresse a seguin'e
noticia, qua a Fanfulla publica 1 pro-
posito dos productos maiicinaes, propa-
gados p?lo Sr. D. Carlos :
Todo o Braz-1, e especialmente este
ftorescenti simo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
madicinaei do Sr M. Morato, mas nem
todos conhecera o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do preua-
rador desses productos, o Sr. D. Ca los,
que um joven cheio de intelligencia
de estudos, que com o seu l.bor incans
cavel soube ganhar o elogios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
m ravilhoso Elixir.
E vi to abordarmos este assumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morat-j sSo productos examinados
e approvados pela Inspecioria Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
venda foi autorisada t elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que cO se encontram na flora de
P. AUei C, 300 barricas cam 30 928 kilos
de assocar brai co.
A Taoorda & ^., 1,030 coco, fraeta.
= No vaoar oa:iooal I aaema, para R o
Grande do Sol. carreg< am :
V. ua S:le r 6 C, 2-j0 saceos com 15.000
Kilos de assii a* branco.
Pata Pelota', Cirregararu :
V. da Silvei a & C ISO sachas com 11,25)
kilos i'e asquear branco.
Para Porlo AleM. carrega-am :
V. da Silvrilra & G., 120 saceos cam 11,230
kilos dn aes^car b'aoco.
Beltraa & I -ai.), 500 saceos Ci>m 37.5)0 kioe
de asentar braacc.
No vapor inble B-andarbur^, pa-a Ri-..
de Jaieirp,'c'!rre>ararjrj :
/. Feroandea fe G 50 p'pa^ com 14,150 l;iroi
de agoard'nia.
P. Pioto & C 50 pipas cois 24,850 litr.s de
auoa'denle.
Aa rim Se Gard 10, 1.OC0 saccas coffi 60.0CO
de assucar Dranco.
PAUTA DA ALFANDECA
VALOiiKS D.\S MERC\DORIAS NACI05HB3
SUJKITaS ,\ DlftEiT )S DE EXPOST'.g^O
SamaQa de 11 a 29 de Fevereiro de l9t>
Aguarleuie, cattigu litio........
Dna de cao na. i Jera ............. 320
Alcicl. litro................. i-i
%lKOdo em rara?, k o.......... 953
D to tm ca'co, dem............. 103
Araruia 'ari.itn)kiio.............. 470
Arroz com casca, iti ............. 130
Dito sem casca ou pilado, dem..... 200
Assacar brance, 1 em.......^.... 450
Dito mascavai'c liem............ 230
Dito reaado, dem.....,......... 516
Azeite de coco, litro ............. 500
Bagacos de carocos de alga-lar., kilo 040
Borracha, teite de.mangabeira, dem '.oto
Bouois, pir .................. 6OO0
Ca', litro........ ............... 015
Cacao, dem..................... 980
Caf bom, dem.................. I 800
Dito ordinario, dem............. ItSSOO
Dito torrado ou mado, dem...... 24*00
Carae secca (xarqae) dem ....... 480
Carocas ou semeutea de algoao. dem 050
Garrapaleira (semenies. dem .... 180
Cedro em pranctOss, grosanra por
0-.081................. ..... U200
Dito em laboas at 40 milimgr., ama iit<00
Cera em velias, klla..........>.... 1*650
Carnauba kilo................... 2JI00
Cerveja, litro .................. 420
Charol ;s, centa.................... 2W0
Cigarra*, dem.......... ........ tj.'it)
Coaros seceos espichados, kilo..... ll'l
Ditos seceos ealgadce, idem......... liOio
Ditos verdes, idem.............. 600
Conrinbo, cento................... 177*500
Cidra, litro..................... 420
Chlceilas, par.......i............. U60O
Cognac, litro................... IU 0
Capil e iKorea, litro.............. 1*000
Cazos seceos com casca, cen'o...... 7*200
Dita 1 ditos sem casca, id m....... 10*500
Caca?, kilo...................... 1*250
Doces, kilo...................... 1*300
Eocbams, nm ................... 3*510
Espaoadores de peona (grandes daila 36*500
Ditos e dita (peqaenae)ldeT....... 18*200
Ditos ds palba, dem............... 4*i00
Estelos, om...................... 13*000
Esteiras proprlas para forro ou estiva
de navios, cento................ 13*000
Estopa nacional, kilo............. 140
Parlnba e mandioca, litro......... U0
Dita de mllho, dem.............. 200
Feijao, idem...................... 300
Fploaa medicinaes de qaiiqaer qua-
Importa tes curas d >
Peiioral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vas respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives 11. 41,
de uma rebelde affecco pulmonar :
Joo Coelho de Ouciroz, da cidadt-
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 anuos ;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande o Sul,
de uma tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerqe
cn.cerciante no Pilar das Alagoas,
de uma tosse asthmatica de 4 annos ;
Uma fiihinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro,
de uma coqueluche do 2 mezes ;
Barao de Avallar Rezende, fazen-
deiro em Minas Geraes, de uma forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commeiciante no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de uma tosse de 2
annos, com escarros de .-angue ;
Uma filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de uma tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de uma bronchite asth-
matica de 8 mezes;
CapitSo Jos J. Augusto da Fun-
seca, de S. Paulo, de uma grave tosse
de alguns annos;
^BBHMl*aBHi**aMMiVaiM>HBBaHMBJBaiJPS
em Parang, Paran, de uma bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de uma pertinaz afieceo pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercito, residente
em Jaguaro, de uma tosse asthma-
tica de muit s annos.
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
com as medalhas de ouro ta Expo-
sicao Brazileira-Allema, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia d^s Sciencias Industriaos.
todas de Franca, e com o promro es
pedal da ExposicSo Universal de Chi-
cago
O agen'eComp .uhia de Dogas.
--------------.^-------------
ra do astluna !
O Sr. Pedro da Silva Maia Torea,
i c-no era Pindamonhangaba, S.
Paul", soffria, fit dov sm os, deast/nm
a "ur mi Be com quatr > cidros de Xi 1 pe
Icatrdo.e jataby, de Honorio do Pra-
do. <> S.-. Mi:.'. T; rea esa actualmen-
te nesta C-p tal, na ra da H menia
n. 63.
Seria loneora n gar ,s mcravhas da
t rapeotica qu n lo tantos axemploa te-
mos vi-ti. 1? d'eutre 00 ras o q :e foi
ob ido por Griinault, da Pari, que con
aegaio combinar com absoluta, perfei-
gio o 1 irj, il atento d > sanjua, como a
.jii.na, torj eo |> reto sacia, no seo Xa-
r pe de Qnioa Ferrayinoao, receitad por
tod s os mlicos da '..-i- contra a gne-
in'a, a ehlo.'ose e p>br za d > sa gue.
Estn Xarope, fac menta digerive de
agadavel sabir, tem l>i ita cor rosea
que o distingue das ontras pr^paracSes,
i ramente elaboradas sem encrupul-, 9
qu nao off^receill 1 adiuiravel liflt|>idez
d'st.
Sv
i-.-, df eoaabater utfecei*
Iiulitioi-.ic es
L po, de iarga de 1886.
En abis 1 011'1 .;. u II 1 .,, pela
i rj. pri*, M ic stT itio di- H s^ital
1 .S. J dea LbOo>, Olficial 'a Li'i;.i0 de
B. i;--!ti n toaea? a ha 1 lorntes di nrnoarjil i-
1a< n-o dj EDian p. o'eo da li ah. ^ S u!, e -e o c :n bom lewltado,
nao 0 oirQoe c fli';i|j< u-Ha ei.ui .110 o
m io 1 comh n- ff'f(6es palmon-ire?,
ras al.Ti n?o a tmi'ti sem rtput'iancia ;1o
eatemage.
P-t rro Ji- de Giuve s.
18
Papel pintado
para forrar sala?, quarlos e corre-
dores ; francezes. ui}lezes e nacio-
uaes. a precos sem competencia na
Livrarla Contempornea
Ba t. de Vareo N. 2
RAMIRO M. COSTA. & C.
{

lldade. klo.................... 450
Famo em loloa. bom, kilo.......... t5"
Dito de ano ordiaario, dem........ i^
O o em rolo boa, idtm.....-. 880
Uno de dito ordinario, Ideo ....... *30
O;lo fin Uu, bom, iaeu........... 830
Dito em tala, ordioa'i:, -arta...... 58n
uno picado oa destlidd, .em....... B00
Geuebra, litro..................... W)0
La de barriguda (oalea k'o...... 4J
Looto em labeaj aie iO ai'ai gro"au*a
oica........................ 7*100
el de tanqof, oa raflag, litro..... 16U
Dito de b'liiis, idem............. 900
libo, kilo........................ 00
Paloa decaroaba, idem ........... 030
Po Brsiil. ec-.................. OiO
Ped-a de re'.-ol', uon............ 4*500
Peanas de erna ou p fa, kilo....... 85500
Phorptiaio de cal, tooeldda......... 1*
PjIvQj (uoiiTa de miniijc?) kilo. 140
Poous ou cbilres de mdJ va:com. 3AWiu
melles de cab- :,m isb^llo, ceuto... 17")00
Ditas de ca'oeir idem ......------ lofliOo
Perlarxarias, k lo................ -500
Queioi de ao-.UU'r qn.lidaie, klla liijo
Kap, Ueoj....................... #400 .
8ipa^ de qcalque qu-flidade, tntia.. 4C0
Sai.ao, kilo..................... ^0
Sjco 00 graxa, kilo .......... /'O
Seoo em vidas, s.Ij................ "00
sioopira em obras ('ellos pari carro.1)
p*r .......................... 6U10
Tabaco em po, kilo................ itiO)
Tniifia, kilo................... 180
Tabeado d3 amare!lo,du:3......... 1800L'0
Tr-iv-d 00 lir.bas ate S ai:rus Ce com-
p-imeoto, ota.................. 900 >
Di as dfl uiis :le 5 at 11 mel'O?, urna 2~>t0 0
Di.cs de mai3 de ll mos, uma... 42.O0O
Varia para eaoOas, ana........... lu
Vasaoar b de caroiia", dalia..... 1*i00
Di m de p\; sjava, dem ......... 24500
L;tas de limo, dem............. 22:i0
Vinhaiico (em coUdiobo) por C-034 2i000
Dito (em praueboe. no' C_0l.... 12*300
Di o tm lauo s al 40 m/m gro.-sura
orna ........................... 16/C00
Viano de qolquer qaalidade, litro... 300
Vinagre, Uem................. 1*0
Kcmi*,fleces8rii
Fraocisco Lopes na Silva Loop, dec'ara
qoe
assig-
Heatl3aieatos pubSJci*
Alfundega
a b'jverei-o de I8S6
Henda geral
Do dia I al
Uem de 22
1.576:491*454
998004790
Renda do Estado :
Do dlall 4*1:14,3*541
Idsm de 22 33:73S*6.7
1.670:332*244
454:880*188
Total 2.1Sl:232*i3!
2. aeeeto da Ailandega de Peraambuco, 22
de Fevtreiro de 1SC6.
O coefe da eeccao
L. F. Ooiecelrt.
O ibesoureiro
Luis Manoel R. Vaienca-
RBCEBSORIA DO KSl'ADt)
Renda de ( 380.-225*831
dem de 22 26 907*422
407:133*273
Renda de i
dem de 21
RECIFE DRAINAGB
6:540*826
*
6.540*826
d ora avante e por motivas mporlo
car se:tia tuoweo m Kiita Lnoa.
S. Benelcl, lo rfe Fevereiro de 189o.
Francisco d Silva Lunp.
Mercado Maniipi tleS. Jus
0 rooviieuio oeste mercado 00 dia 2t de Fe*
veruro foi c segninie
KnirKrm :
29 bois pesando 6.433 titea
bbO kilo ue pene a 30 rs. 16*800
23 compari com taansui.s a 150 >;. 3J450
4 ditos com camarOeE a 150 rs. 600
37 colorcoas a S'O rs. 33/3CO
2 cargas con galuchas a 7O rg. *500
7 r-js^raes com galliorias a 450 r.i 3*>30
2 cargas con milbo verde a 450 rs. *900
1 carga cora aroendolm a 450 /45o
3 cargas com batatas a 45ft rs. 1/350
2 carga co.u macacrieia? a450rs. 1900
1 cargas coro cebonbo a 450 rj. 3450
10 cargas cem Benmos ti 430 rp. 4*300
15 cargas cero veraras a 453 rs. f 5750
1 carKS com canna a SSO rs. 450
2 cargas cor Isranias a 439 rs. *90)
2 cargas com inbain a 450 *900
2 cargas com loores ^ 45'! rs. ;900
4 carcas com melancia a 450 i. 1*800
2 carga com melSo a 450 re. *9C0
4 cargas cora diversas a 4o) rp 1*800
80 ca'-gi? com farintia a 3 >0 rs. 24*0:0
20 cargas com tr-ilbo secco a 300 rt 6*0(0
2 cargas esm feiio a 3TO r3. 600
12 Suincs al* rs. l?*0OO
65 ligares a 300 rp. )9800
12 comp. con a 1 MBJO 18*0C0
9 coa;p. ectr. Ki3 8 comp. coas Freseorai a 9 W -g, 7*200
70 coma, coo bteodas ?* rs. 110*000
l cfmp. com comidas a l*t'5') r?. 22*050
49 eomn. cora verduras a 450 rs i 2*050
103 eomp. cl tanona z 600 rs. 63*400
40 eomp. cota talucs a 3*000 120*000
Rwr.dlmeatos dos di?s 1 a 20
5.6*5C0
10.950300
11.495*800
.'recop do dia :
Carne verde de 200 a 1*000 rs. O k!lo.
Snlnos de 1* a 1*200 idem.
Caroeiro de 1*200 a 1*500 idea?4
Faricba de 600 a 1*000 rs. cala.
MHno de 600 a 1*000 rs. a coln
Feti&o 1 e 1*200 a 2*000 a cois.
Navios esperados
De HaiuDurgo
Brigee allemSo Ono Grat ra .-Kalberg.
De Ntk-York
Birca naciDl Victoria.
De Cardiff
Barca norueguense Wioona.
Barca nornegeense Sala.
Burea notuegoease Dacia.
Barca aoruegaeuas Auriga.
Vapores a enerar
MEZ L'E FEVEllilHO
(Camodm do sul, a 23.
Benerihe do cor.e, a 23.
Salelhl /.o atl. a 23.
iE.De do sul, a 23.
M;r.>nhtj do Dorie, a 24.
cSantos da Eoropa. a 24.
tliapoan do sal, a 25.
Rosarlo de Genova, a 26.
Vapores a sahlr
MEZ DE FEVEREIRO
Santos e esc. Stefania a 23. as 4 horas.
Rio G. e esc. Santelmo a 23, as 4 boras.
Rio Grande e esc. Santelmo a 23, as 4 herag.;
Soothampton esc Elbca a 23. as 12 boras.
Sinos eoc. Crele Prince as 24, as 4 b.
Rio e esc MaranbSo a 25, as 5 boras.
Ssctrs e esc. SiDtO a 25, as 4 boras.
Saotoi e esc. Rosario a 26, as 2 boras.
I Mansos e esc. Brazila 27, as 5 borie.

/
1 M )


filiara I Pernambne
r
*
erelP

^



\
Instrumentos
para banda de msica e orchestra
Violinoc, violos, flauta*, eaixas
da musir e realejos, grande sor
tmenlo vero, de despachar.
RAMIRO COSTA fc C.
2-Ra l'de Marco N.-2
L"ivtarla Contempornea
I
.
(.] triial do Coiuiuercioi
Da 8 2(5 de Novembr de dei89 .
Recebe 3 .'os Srs. ^nc-lves & C
urna garrafa
B azilaii, fa-
d C g ac
brica-" em Pernambaco po'os ^rs. II,
Veras &. C E=te cognac, cuja materia
prima segundo no diz"m,t"da n tural.
est milito bom fabricado e toi premia-
do na expoStfo Universal d 1 889.
O PaizB
Da ni ma data
Os Sra. Goncalve8 & 0., envia-am-
dos mu amorfa do c gnuc Brasileiro,
(abiic 1 no Estado de P~ lam acpelos
Si. A. M. Veras c C.
Provenios es-a b id preparad- por
ndu naos bmzileir ; e po !. irnos garan-
tir a pureza do p- duc > iraeiBnaT, que
deixa, utivismo p.rte, a perder de
vist i a i gnac.i eetrangatroe.
Recommendamos ana apreciadores d
cog:;. easa nova mar a, que p e s-'r
enct'-ada na ra '-.'o.-.-io n. 82, asa doa em 'tt nt s, b q eso g aloca-
mos a erntcsa.
Para qne os itores avaliem do m-
rit> resse producto nacional, diremo-
que ll foi premiad n expoaic&o uns
versal <1 i8r>9, em Pariz,
Jornal lo Bj*azil
Da 23 de Novembro.
Os ir-. Goncalves c C, mimosear ni-
os c urna garrafa do Cognac Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paz, fi.b:icd pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Ptrnambuc'.
O tUognso B azib o nem em are-
senta,IV>, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao estrangeiro.
As.-ira o julgaram ta ubein entendidos
na Exposioao de Pariz, em 18*9, pois
premia am- .'o com meac&o honroaa.
Cazcta lo .Vticas da Babia
De 23 de Margo de 18'J5.
Da acreditada fab ica d s Srs. A. Ms
Veras & C *, de Prirnambuco, re-'ebemo.
urna ga rafa de Co;n;.c B as leiro que
achamo excellente, jugaudo-o superior
a muitas marcas que noa vin do est an
geiro.
Foi p rtador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d a mesmos fabricantes.
Agradecemos.
Correiodo noticias da B. liia
Da mesma cata.
D'est conceituada casa commcrc;al,
es'abeie ida ra Duque de Caxias, em
Pernambiico, recebe.ni' b amostras de um
tCognac Brazuelo, qu o Sr. phsrma-
ceutico a. M. Veras tabrica no ttabele-
cime to que hbilmente dirige.
Recommondamos esse producto da in
duBtria racional, quo aln de se- apre-
ciavel pelo cuidado re seu fabrica, de
prego reduzido e relativamente muito
meiLor do que outroa expostos venda
em ncsso mercado.
Ao Sr. Lyra, agente da fabrica e dro
garia, agradecemos.
FALLE
Pharmacia Boa-Vista
prac;a maciel pinheiro n. 18
JOS" LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in ugurar-se tste estabeleci-
mento dirigido pelo conhicido pharmaceu-
tico Jos Luiz da Silva.
Abre-se a qualquer hora da noite.
i IP i
E chcguei a ficar qoasi assim !!
SoTria horrivelmente dos pulmOas
mas grabas ao xarope de alcatrao e
jataliy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquidao
consegu
ass:m
I!
Cemplotamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ria HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
Deposito-Drogara Pacheco & C.
Andradas ">9.
Vidro 18500.
PernamhucoPharmacia Ameri-
canaRa Duque de Caxias.
Elixir Aoli-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
RALLIVEIRA
TcdOS os mdicos receito o Peiloral
Catliarinense como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
DltUUllInt HlllUl
I)r.
Amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 4-1. andar Consultas de 12
as 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 a 9
horas da manb.
Recebe chamados por escripto.
II
{}
1
Xiividadcs Iliterarias
Recebe por todos os paquetes a
Livraria Contempornea
2-Ra Io de Marr,o N. -2
RAMIRO M. COSTA & C.
KDITAES
IlYGIgNE DA BAHA
(Copia)
Usar.dodasattribuii.Ses que me sao con-
feridas pelo iegu'.amento .an'tarb em vi-
gor e tendo em vista os documentos >.pre-
tentados comprovando a analyae ea licen-
ca concedida pela Inspectora Geral de
Hygiene do Estado de Pernambuc con
cedo licenca ao Pharmaceutico Antono
Martiniano Veras para expor a yenda
neste Estado p preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua coateccSo.
E, parac nstar passou-se o presente que
pagos i<3 emolumentos e assigu -o, se re
gistrar para os devidos effeitos.
O inspector.
(Assignado) Eduardo O. Cosa.
Secretaria da Inspectora de Hygiene
de. Babia, 12 de Julbo de 1895.
O secretaria
F'r. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilbas) de 4$400.
N. 2.872 -Rs. 53000.
Pag u de emolumentos na Recebedona
da Babia O fiel .
(Aisignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Babia, U
d'e Julho de 1895.
(Assignado) Dr. Mums Barreta
/larrafa" 2*500
DUjia 25^000
EDITAL
O Dsem'aargador Francisco Lois Corre
da Aodrade, Presidente do Superior
Tribunal de Juatija do Etado de
Perrambuco.
F5o asber aoe que o presente elital
virem e a qnem nter-, aiar pes a que, d
OOBtorJiidada cem o diapasto no art. 22
4 das Ia8'rucs5c8 de 4 de Dezenbro de
1894 fo:. deeignado o dia 26 do crrante,
as 11 horas da mana em a cata onde
faocciona o Su per or Tnbinai do Jnatic,
para coruegarem os trabklhoa da spuraglo
ger iagi em o dia b* de.t mez.
O presente editd ser ffflado ca
Thasonro do Estado ama caucao que ser
previamente arbitrada por eita Dire
otoriu.
Nesta Repartirlo eatarJto a dspesiSo
dos 8r8. oonoarrentes, dau 10 s 3 horas
da tarde, o orcamento o ea plantas iea-
peo'ivas.
Recife, 13 da Fevereiro de 1898.
^53 A. Urbano P. Montenegro.
Diio torv.a'al.
Capiiania do porto Le Per-
na moneo
De erdem do Sr. C Jos Pereira Guimaraea, Iaspector do
Ar&e. al de Marioha e Cupit&o do Posto
dotte Estado, fago saber, a quem inte-
I reBsa.- posas que de coaformidado ocm o
' Decreto n. 1988 de 14 do Margo de
) 1895 e para evitar aba!roana( t > no mtr,
devcrSo observar aa djapoBt<;3ea dos 3
e 4 do art. 7.* do referido Decreto.
3." Oa barcoa de rerma e de ve!r.
de menos de 20 toneladAa terso prometa
a m5oamt knter&a com um ridro verde
n'uma dos faoea e na ostra am vidro en
osrnadoa qu-1 aempre que taes barcos
Bd achem prezimoa de outroa n vios ou
ercbaroagSea, dover ser mostraba a
teirpo de evitar &blreaneato, e de ic*-
i:?ira que a luz verde nao seja vista do
Bombtrdo, nom a laz euoarcada -de
Borestte.
4.* Ab embsrc6r8-8, mojando se qur
a remos quer a vo!adeverSo ter prometa
mo ama laiterna de lar brai.o* qu
cera mostrada a temf o Eufficiente para
evitar o abdro&meeto.
Ospitania do Porto de Pero&mlmco,
14 de Fevereiro de 1896-
Felippo Morillo Ferreira.
Soertt'.rio interino.
sigOas legues vigentes, relativas a airn-
damooto de rroprios estadoae.
Hdvenio duai cu mas de das pro-
postsa em prefeita igusldade de condi-
gSea, ser [raf>*rido o concurrente que
melhorcs provas de idoneidade ofle-
recer.
O director-geral,
JoSo Dn ia Ribeiro da Cunha.
DECRETO DE 27 D JULHO
DE 1995
C 1 a u 8 u 1 a a
As propostaa venaro ex'.ui.vi'
sjbre a iudustris cqai
1.'
mu i; te
oda.
2.
rae: te
espec:?.-
0 Dr. Levino Vieira de Macedo Lima,
.z de d:reito da vara cotmercial,
com eaercioio na vara cival desta ci-
dade de Rt-cfe, em virtade da le ate.
Fkz saber a quem interess r posBa ou
fica m rc= o o prazo de 30 d88, na for-
ma i o Dr&to u. 3.322 de 14 de Janbo
de 1887, pura o concurso da serventa
vitalicia do cfficio de tubJliio de notas
^esta capital, creado por lei do donata!io
Ddirte Coelho e subdividido em quatro
pur le provincial n. 335 de 25 da Abril
de 1854 e vrgo pelo faeeiaoeato do 8er-
ventusrio, Joi Bonif ci dos Santos Mer-
gulbSo, dove-do ot pretondentes aprc-ey-
Ur ?e.ua requerimentoa ante este ju z> ou
na Sccr^tana du Just 5 dentro o prazo
cima indicado a c.n.ar desta data e di-
vinamente instruidos na forma doa art.
210 io Rfg. que baixou com o Dec. n.
9420 de 28 de Abril de 1885, art. 14
do Dec. u. 17 de 30 de Azeato d*
18l, art. 133 do Deo. n. 5.831 de 27
de Fevereiro de 1875 e arte. 11 a 12 do
Dio. n. 8.276 de 15 ae Outabro de
1881.
l'j para que ebegue ao coDhecimento
de todos, mandei lavrar o presente que
ser t frisad o no lagar do costme e
publicado pela mpren**.
Recife, 17 de Fevereiro de 1898.
Ea Florencio Rodrigues Miranda Fran-
co, escrivSo do j'-ry, aabscrevi.
Levino Viera de M. Lima.
Certifico ea abaxo sssigsad), poiteiro
d( b auditorios desta cidade do Recife,
que por ordem do Ezm. Sr. Dr. juia do
commcrcio cam exercicio na vara oivel
ffixei na porta do edificio das audier*
cias o edital marcando o prezo de 30
diaa p-ra o concareo da serventa vita-
licia de tabol 13o publico desta capital,
vago pelo fallecimeoto do major Jos Bo-
oifaeio daa Sintoa Mdrgulh&o, oajo prazo
comer, a contai-je de boje na frma da
lei.
O referido verdada, don f.
Recfe, 17 de Fevereiro de 1893.
O porteiro,
Francisco Macoel de Almeida.
A cada ar-ematacta ficam piona-
g rantidta : f) o dreito eacluaivo
ds ex>lo a? a indastria que crntractir,
e pnr todo o prazo do arrendaineoto d
f.rea, o qual nao escsdei ora Bato -1-
gum a 15 aones, contados do da da
instalLcSo do ee-vico ; b) o diieito de
prefereuc;a en igualdade de CJiidvSes,
caso tenhi da ser noviirrente posto em
o. ncnrwrca (Lei c. 12-1:, art. 2.)
3 Escotado o prazo de que irata a
clautala precede to. todos os ediGcica.
obras, maebias e quaesquer bemfitorU'B
edectu dos pelos arremitantea, rever!er8o
p-r.i o E-t-i : >, aem iademii3b9So al-
guma.
4.a A superficie de cada 'um dea li-
tes d& trro, cijo tamenh., roeiiclo e f
itarc: ro serSo faites a cinta doa arre-
u-a arica, cera o numero da mttroa qua-
dra 03 qus for te ess-no, segar do o
genero de traba'boj ex gidos para cada
expl 5.a Fica constituido um lote do terri,
para es effait ib deste decreto, o grupo
dss iiha", t-imbem perte.'Cotte ao archi-
p :!(.() de,Fornando de Ncroahs. deno-
miot.a3 : Ratn, do Moio, Sed.?, Genfta,
Kaza, SSo Jote e os iih.s al ex s-
tert' s.
6.* P> r conta des srren&tantes cor-
rerSo todas &s despista com o servijo
que o gorerno instituir para fica'Uar a
ezecoco dos contrae os de arreadamen-
te, quer em Fernando, quer no conti
nente.
7.* Oa arrsndament;a aerSo intransfi
riveis.
8a Tatnbem n3 > serSo t.cti s as
propostas firmadas por eatrangeiroa, t
podebdo cincorrer a esta arrendaoiento
cidadSoa braiiliroB natos ou nateralis*-
doa ba mais de 5 am. 8, ficando en'en
d do que todks as questoes suscitadas,
qtr ca escolha dss propottae, quer na
uxocucSo do contracto aerSo rsaolvidas
em detin:tiva pelta auturidaHea braBilci-
ras, ioiportando caducidade d. oontracto,
sem diraito iodemnis (lo de especie
algum, o e-ppallo fei*,u por qaalquer
trma alerveocSo diplomtica oa sos
boos tffiiijB de Eutordadea estrangeiras,
bem como qu.lquer associagao doe con
CfSJoaariuo com fdacSos oa iaBttaic,5ea
estrarge'raa por nstramento publico ou
particular.
0 Dr. Francisco A'tiio Cjri-eia le Arioj'1, j 1
de dirnto docommercio da cidade do Reci-
fe, oiital do Emdo de Pernamboce.em
viltide da le ele.
FcoraDer ais quo o prese.te edital sirena
ou deiie noticiis vereo', a quem 'nteressar
p 83f, aoe por parte da Corapiotih N cional de
Ca-iii.s e Rup-s R aicas, me foi dirigida a
Migio do iheor se/oiute :
' Iilfn. Sr. Dr. jo 1 de direito do comme-clo.
-a Gomf.a: b;a N-ciooal.de Carnizas e R -opas
Branra3, qaerendo vemier tm leilao pobhco
.3 a:jo-s dos accluoisias adiante nomeados e
,8 d: xasm ce efifectuar eoirds, reqoer a
V. 8. se dliine ce es mandar Do'iScar, me.
aiam? aua mimacSo jo.ii. I, publicada por
des veas dtrante um mei em duas f jibia oas
de ma!or circo!ar;So LesacidadP, como pe
c itoao ar!. 33. de 4 de Jolbo da 1891.
EsisaccioQs'as sao : Anioni) Jo Mo'el.
ra,80 arcOeset* 2C0* cala Dffl?, I4:i00 ej
usados; AntoriD Goilbermlno coa Saoion, 20
accOes iom 3:6!6; AMmlo Ffrrl-a de Ate.
vedo. 10 arebescom l:6l0, Isidio Pi de Oli-
veira, S accOes com 6018 ; Jcaquim Perrira de
Frea^ 5 acr;6fe?, c< m 700^, Jos S*toa Sr|
v 5 ccOes coi. 8O0, Jollo Poliuo ta Siiv?l
25'accfiee ctm 2:C0J, M*ooel Clemeniloo Ri-
..________________.-------------------- ----- beiro 20 acc6*8 rom 2:000, Miaoel Pires
Secretaria da Industria "fR-.S?*?.WTS
o i-iaso para o re olbimeeio da de-
. *o na proporcSo
raz-se descon.. t- r *
portancia do pedido.
da im-
1
I i
Papclaria
r,bjec(03 de escriptorio. papis e t
toes de pbani>?:a para particBagl
'!e casamenio e nascimento, excel
leDte escolba na
porta o mesroo Tribnoel.
Recfe, 22 de Fevorei:o da 1891.
O Secretario do Tribunal.
V'rgi io de Gusmao Coelbe.
Francisco Luiz -orre* de A"drede.
Secretaria da Industria
3.a directo? ia
' Para conhecimento dos interessadoo
faga publuo qne no da 3 de Marco
vmi uro, a 1 hora da tarde, recebem-ao
tiesta D rector a pr'patas em carta fe
chada, devidamente sellada, para o
serve) de abaette ment d'agaa oidae
de Pao d'Alho, oreado em 36.249006o
r'S.
Aa propostaz devem aer escriptaa per
extenso, eem rasara, emenda ou vicio ae
qaalquer especie, 8endo rejeitad&e sa
que se reaentirem das aeguintea faltaa :
1- As que excadsrom es prejos do
orgamecto ;
2* Aa que 1 So ferem organisadas de
ac.ordo com o preside edital ;
3* As que se basearem em presos de
outras propostas ;
4* As firmadas por peasoas que j
techaa deixado de camprir costrnctoa
com esta Repartirlo ;
5.a As que nao cfferecerea as ga-
rantas e quElidades eligidas ebo
edital.
Havendo duas oa mbi propostas em
w
II
m
Dr. Constancio Pontual
Avisa aoa seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das alais,
de 1 ae 3 horas da tarde, roa 15 de No-
vsmbr) (antiga do Imperador) n. 79,1. andar,
Chamados por escripto.
Telepbone n. 27. i
-inferid* a
provas de
Livraria Contempornea
2-Ra 1 de Margo N.-2
RAMIRO H. COSTA k C.
igaaldade de co'-idgSes, aera
ao concurrente que melhores
idoneidade offerecer.
Oa contcactantea deverSo, alm dessa
''doneidade exigida para a direcc&o e
ex.,Cac* dai obras, indicar O logar de
sua *.:8idenc'- ..,
NenhuJ1 ooncarrente ser swminao
ooncurreoi^'en qas prove baver da-
positado na 'i>esourara desta Rapar-
tigao a quantia de 1.6001000, importac-
c.a, que perder ai, esoolhida sua pro-
posta e convida o para aasignar o con-
tracto a isto se recusar.
Para b8a garanta da oxecagBo do
centrado depositar o contraotante no
1.a directora
Em 19 de Feveieiro
de 1896
irrendam a o de lotes de ter
ra 110 iftrch pelago de Fer-
nando de Veronha.
Pera conhecimento dos interesados,
faro piblico qu", escando o Sr. Gober-
nador do Estado, autoriaado pela lei n.
124 d* 3 de Julbo ultimo, a arrendar
a cueza meihores vontageca offsreoer pa-
auUoa lotea de trra no Archpe!ao de
Fernando de Noronh e como qaer qae
Eeahama p-opost tenha aido apresenta-
de. na concurren ia annunciada pelo edi-
tal s e 9 de Janeiro ultimo, 1 esta Secre-
tar. de novo rejebem-se at e dia i2
de Marr;o vindouro, l hora di Urde,
projottas para o referido arrendamento,
p^ra a funda$So de urna estacao de peaca,
de 8lga oa conaisrvagao de peixe para
a exuorb^a1, pesca de esponjaB e outros
p-odustos marinhoB.
As propostas devem ser convenante-
mente selladas, entregaea em carta fe-
chada e conter em termoa claros :
1.a O preco do arrendamento de cada
nm !(.te de trra.
2.a Iodicacllo da residencia dos con-
currentes.
3.* ComprovBcSo de doneidada para
executareta estrictamente os contractos.
Nao setSo aceitaa aS propostaa :
1.* Organisadaa em desaccordo com o
presente edital.
2,a Baaeadas em presos de outros
concurrentes.
3.a Firmadas por quem quer q tenha deixado de camprir conti actos ou
procesos de contractos celebrados com
qaalquer das extiectas oa das actuaes
repartieses do Estado.
4.* Qae po offerecerem as geraotu
equalidad.es exigidas no presente edital.
5.a Nenhuma prop sta ser aceita sem
EDITAL
Instituto BeDJamQ Con-
stant
I Pelo teoretario do Instituto Benjamn
Comtmt e de ordem do 8r. Dr. Secre-
tario da Juatica, Negocios Interiores 6
IStruccao Publica si declara que foi
t.'rogado a'. o fim do corrente mea o
pr*Eo pira e matricula dos alumnos dus
dous caraos do mesmo Instituto.
E pa constar fia, de ordem do Sr.
Dr. D.rector, o presente edital, que ve;
por mim Melgando.
Secretaria do Icstituto Bsnjamn Con-
stante, 15 de Fevereiro de 1896.
O secretario,
Mi 01I Coelbo Cintra.
O Dr. Ftcisco Altino Correa de Araujo
juiz de direito do c>mmercio do mu
nicio c'o Reeife e c-.pit 1 do Estado
de Peraambuco em viitude da le
Fa o saber ais qae o presente edital
V>rem ou delle notcia tiverem que por
parte de Companhia Fabrica de Vidr-.s
de P.-rcambuca me t'ci diiigida a petiyao
do theor segninte :
Peticao
II m. e Exm. S*. Dr. jaiz (?o oom-
nercio. A Companbia F^bi ca de Vi-
dria de Pei-Lambucu querendo vender em
leilo publico as ac.Ses doB tcc:onB>:as
adiarte nomeados e que deixaram da
eSectutr a stima enir-.d* de dr-c por
oento requer a V. Exo, be <'igne de
ns.ndur noilictr. mediante ir.tiniv*.o
judioikl, pnblic-iia por 10 vez^8 duraaie
um me* e-n duas fo!ras d>a do raaior
crcul el > nesta edade, com: proce taa
o ar'. 33 do decreio n. 434 de 4 de
Julho de 1891.
Estea sctionittt a a5c<: B neo Eo>ia o
de Perna*nbuco possu>dor da 4.2CO
r o" a, JA:i L z dus Santos posBuidor
da '0 tegries e D. Plau d Pinvo d-J L^-
moa, viuva de C^rlus Pito de L"dh.
prssuidora de 400 hC^Ses, todas j com
60 por esoto realubdos cojo valor no-
mint-1 lOOOC'O.
Ndctes termos Pade deferimento
E R. M.
Recife, 21 de Jaaeiro de 1896-0
dvojaco Aotonio Minervino de Moura
SvDria (sellad.)
E m&is se nao contioba em dita p-3-
tiao, na qoal profer o despacho do
theor Bcgniote :
D abacio
Detribuida como requer.
Recife, 21 de J4n=iro de 1895Altno
de Araujo.
Nada m8 so c n'irba em dito despa-
cho, proferido na mesma peticao que
teve a deatnbucSo segniute : A' Brito.
Olireira.
Em virtuda do despacho aqui transcrip
to o respecti;o ta.r.vao pasaou o pre-
sente edital pelo tte notifcrdos ; os accionistas suprs decas
rados, para v ram depoia de 30 da-
contadoa da publ c 9S0 deite seren ven-
didos em leilao publico, por intermedio
do agente norce.do por este juiao, as
respectivas accSea, em numero a oop* c
quant s realiaadaa declaradas na petigSo.
qae fica transcripta, nos .termos da lei e :
de cor>frmidede com o requerido na
mesma petictto por mim deferid.
E para qae ohegae ao conhecimento
de toooa e especialmente dos referidos
accionistas, maodei paasar o presente
qae ser publicado pela aprensa e tffi
xado no logar ao costume.
Dado e pasaado neata cidade do Recife,
Capital do Estado de Pernambaco nos 23
das do mez de Janeiro de 1896.
Pagos nos autos oa einoluaoctos da
assignatora.
Eu Gjatavo Alberto de Brito, escrivao
o encrevi.
Franeisco Altno Cu rea de Araojo
Marca C FUrna caixa co tendo a^e-
re^os e obras semeihantes de vidro, pe-
sando broto nos envoltorios 15 Hlo-
gramma?.
Marca MOL 1404Urna dita coi.
tendo 12 d IJMI.
Marv'a O t em cima B C em baixo
Urna dita continuo 50 fraacos com licor
medie nil peai>ndo liquido legal 16 ki-
b grimmss. Ciiendo mais 6 kiK grammas
liquido legal de pastilbas medcinaes do
qu Iqnej especie.
CoDtenio mais 750 grammaa, liquido
legal de pi 1 las medioioaes de qn^ljaer
especie.
1C8Urna ceixa contendo 3 kilcgram-
maa liqido real de lamparinss de vidro
n. 1 de lV.
Contendo mais 9 kilogramm.s, l'qaido
real de obras do vidro nao c'.ase fic^idas,
de cor (gtobob).
Cn'.ado meis 25 kilogramo] s, liquido
real.de ebras de vidro n. 1. (Cha-
mins).
M-rca O iSc I em cima B C Urna
Ciix* coutendo 100 frascos com \inho
medicinal nSo nap c fi: do, pesando li-
quido leg.il 44 kilos c. 2.
* 3Uma dit.. (Mateado 2 latas com
pgoa disti!l-da de Eres de larangeira,
p^aundo liquido legal 46 kdoa.
< 4 -Urna dit* com '41 irascos con-
tendo egea distilada d; fl r-.a de laran-
geira, peB&ndo liquido leg-1 20 kilc-
sjramvav*
c 4 bis- Urna dita contando 31 kilo*
gr&n mas liquido I- g-1 de pastilh^a me-
- cmaes sendo 24 porfeitos e 10 em
estado iiuperfeito.
C Ftendo ms's 100 gramma3 (jobo
b utj nos envr>!t 4bB3300 grsmmES broto nos
euv<;ltorioa do vkicaturios de qualquer
quahdade.
Marca Carimbo 30 em cima T F em
biix.-Ursa caix* contendo 10 kdo-
rrmroaa liquidas de chai b de rer-d* de
soda com msela da algodao.
Contendo a8 21 kilogrammAS de
chales da rli de a)g"d2o.
Marca douB triaojiuloa R. S: no centro
20Urna caixa eontecdo obras nao cas-
s fidas de vidro n. 1 (Ohaminc^ pe an-
do !i jiudo real 55 k'logrammsB.
21*Tma dita contendo obras nao
elaai f.'-.das de vidro n. 1 (haimut)
peaindo liqnido real 45 kilrgrammas.
c 100Urna dita contendo obrsa n5o
c'aBSifioadaB de vidro n. 1 (Chamic*)
peaardo liquido leal 40 klograimas.
P ltaadega, 22 ae Janeiro de l896.
O inspector,
Alexindre de Sonaa Pereira do Carmo.
teren na'o .
cima p'eslaQo, de iO -|., cnciue.se djs qon-
tia3 realiadas palos mtn-inaado* ecclonistas
qaae aa presUces que ede deixaran ae re
iiear.
Pede a V. S. defenmeolo e R. M.
Recile, 15 de Janeiro de 4896.
O dvukado.
D'. Ollvei a Fon-era.
E mais ee n!o eontinba em dita pttigao na
a al proteri o despacho e toi larjja'd a dista
to ao d.f tarores sef.u ntes :
Despacho : D. Bitn.
Retile, 17 ea ^ctno de 1896,-Alliao de
Di9tribo!c*o : \ Walarer Oliveira.
E ex ^riutedo despacho ;qai traoscripo
o resp'Ctivo escrivao pa- son o petn'e edita
nelo iheor da qoal h3i por notificados es ac
cea lats eurra declarados para, virem deptis
,e 30 dias conta.1< s da pobllracao deste eerem
vendidas ex lena) publico, por Intermedio de
aaecte ooaendo por esle juio, a refpeclioaa
a-coa? em r.uanero e co as qnv Has'ealtea.
das, declaradasua peticao Que ca iranscripia,
nos termos da lei e de conformidie com o re-
qoaMJo em dU petigae.
E para qoe cheKae o coobectmen'.o ae 10
dos e esiecialnva'.e dof menciona'os acc;^.
nietas, se'o presente tubllcado pea mirea.
ea e atfixado no lugar 10 cosame.
Dado f passado esta cHde do R^'e e\
piHl ao Bs'aio de Perombaco, a.s 20 e JJ.
neiro do anao do naacioicnio de Nosio Seor.or
Jesns Chr-Bio de 1896.
Pagos nos oa'.os otmo.amea.o da esaigna.
lEa BosUqoio Csvaicsnte Lins Wailacer, s-
envo o pobscre7
Fren ideo Alllno Ccrrea de A-aojo.
Allandjga de Fer-
nambuco
Edital n 12
me o concurrente apreBente recibo, pro
vendo haver depositado no TheJouro Es
tadoal, at veapara do dia deaignado
para abertura daa propostas a qoanti
do 2.0000, que perder em beneficio
^ cotres do Estado, se, preferida sua
propi-
nar o c
O* oon.
ta, recusar-ae a proponente a assig-
Secretaria da Industria
do Estado de Pernambu'o
em 11 de Fevereiro de
1896.
1.a Directora
Do orJem do Sr' Dr. aecreluio in-
terino dos Negocios da Iudcstria ffC)
publico que os proprietaiioa das usinas
^/encionadas pelo Governo do Estado
aSo intimados dentro do praao de i>
das, a contar desta data, a entrar para o
Thesouro om a quantia de tresentos mo
res (300(5000), correspondente ao pr
meiro semestre do corrente anno, que se
destina ao pagamento oa honorarioa dos
engenheiros fiacaes encarregadoa da
inspeocao das usinas, conformo o dispos-
to nta arts. 22 e 23 do Regulameato de
B de Agosto de 1895. e clausulas dos
>ntrcto respectivo,
.urrentes observarao camo lhes (respectivos contractos.
clausulas do decreto abaixo
S."P"1i>,--i'di""-
director-geral.
JoSo Dinio Ribeiro da Oinh.
Pela inspectora da AUandega te fae
pibico qu-.i no dia 8 do futuro mes
de Fevereiro aerSo vendidos em hasta
publica as 11 horas a porta deste
Rspaiticao aa mercad, ras abaixo men-
cioneda, one rSo foram despachadas
pelos seus donos ou consignatarios no
praso legal, coa quaes fiea marcado o
praso < e 30 di. e para aa retirarem aob
peca ds rualiaada a venda nSo se atten-
der H reclamactSo algama.
Armasem n. 1
Maroa dona tringulos R S no centro.
Urna caixa r. 10 contendo obra de vidro
n.l de c5r(Candiein ) pesando lquido real
30 k logrronlas e mais cbra3 nao claasi-
ficadas de c bre e au&a ligas, pesando
bruto 34 kogrammas.
e N. 102Urna dita co. tendo 75
k'logramxai de ebras de ferro fundido
nao cUflbitcadoa e pintados
c 103Uma dita contendo obras
nao classicadas de vidro n. 1 de cor,
pezando liquido real 30 kilogrammra.
104Urna di.a contendo obraa nSo
cl&ssifbadas de vidro n. 1, paru outroa
osos e de cor, pesando liquido real 24
kilogrammas e mais nao claatifcad.s de
vidro n. 1 (Chamic*) pesando liquido
real 20 kilogrammaa.
, lUrna dita contendo obraa cao
claasificadas de vidro n. i de cor, pesan-
do liquido real 19 kilogrammr,?.
1(6Urna dita contendo obras nao
claaeifijadaa de vidro n. 1, de cor, pe-
sando liquido real 3 kilogrammaa.
107Urna dita contend obras nSo
clasBifhadas de vidro n. (Chamin )
pesando li .uido rel 44 kilogrammaa e
mais 10 knogr-mmas de obraa de vidro
n3c ckssificadaa n. 1 de cor, pesando
liquido reel 10 kilogrammas e ainJa
maia 8 kilogrammas da torcidaa para
lampeac simples.
Marca quadrado B A no centre-Urna
caixa contendo 44 dusas de colUrinhos
de algodao para camisas, n. 38.
Marca P & G em cima C N C em baixo
11862Urna dita contendo tecido de
ponto de meia pesando liquido real 60
k.logrammas. *
c 11863Urna dita contando 82 ki-
logrammas liquido real da mesma fa-
lcada.
c 11864Urna dita contendo 28 ki-
logrammas dem idem.
O Dr. Antonio Jos Henriques Lima,
joiz do 2.* diatricto municipal do
Recife, Estado de Pernambaco em
virtude da le eto.
Fa a*ber bob qua virem o presente
ediUl qoe por este j-iiao tem de ser arre-
matado no dia 27 ao correte aa 12 horas
do dia ca sala das audiencias, oa bens
penhorados a Berrardino de Asevedo
por exeeucSo de BeirSo e Almeida, os
quaes s3o os aeguintea :
20 ?ec}*8 de madapoi> com a marca
Purissimoi, avahada em lSOOO cada
urna, aa quaes podem ser vistas em poder
do depositario Al rdo Fereii-a Pinto,
rus do Crespo, n. 3.
D.tas pegas de adapo 5o team de ser
arrematadas c m 20 -\. de descont por
ser esta a t retira praca.
E para que chagua ao conhecimento
de todos mandei paasar o presente e
affixar no logar do costme, paseando
o porieiro a respectiva oertidao.
Dado e pasaado neste segando distrioto
municipal do Kecite, 17 de Fevereiro de
1896.
Ea Aotonio Horacio aa Silva, es.-rivao
que o eecrev.
Antonio Jos Hanriqnea Lima.
O Dr. Antonio Jofc Henriques de Lima,
juia substituto do commercio, do
munioipio do Recfe, capital do Es-
tado de Pernambuco, em virtade da
le, etc.
F^co saber aoa que o presente edital
virem ~u dolle noticia Uverem e a quem
nteressar possa qae se acha deoretada a
fallenoia dos negociantea Joao Goojalves
Ooimbra & Comp., repreaentadoa boje
exclusivamente p>lo socio Joao Q. ngal-
ves Coimbra, pela aentenca do theor se-
guate :
SESTEb'QA
Vistos estes tutos etc. Em face de
que consta do8 a. tes, da reclamagBo do
tolhaa 16 e do psrecer de folhas 37 e de
art 120 do Decreto n. 917 de 24 do
Outubro de 1890, deiego a homolocagio
do accordo exirajudiciol pedido fo-
baa 16.
Pelo que eem vista do art. 125 do
mesmo Decreto 917, declaro aborta a
fallencia dos negociar tea Jo2o Gongalves
Coimbra & C.a; representados hoje exclu-
sivamente pelo socio Joao Gongalves
Coimbra datar de 7 de Agosto de
1895.
Nomoio synd coa para arre cade gao e
adminiatragao da massa falbda os ortdc-
res Banco de Pern>mbujj e Antonio
Lopes Erag*, credores Cvnstautes da
lista de folhas 5, es quaes asaignaiao
termo de fiea depositarles. P. esta ra
m&o do eacrivSo e mando qae se ffise
oa editaea noa logares do eatylo, qaanto
ao mais compra o escrivSo as di'igercias
legaes.
Recife, 17 de Fevereiro de 1896.
Livino Vieira de M. Lima.
Nada mais se continha em dita sen-
caga, proferida polo Dr juis de dreito
substituto reciproco do commercio, a qual
mandei dar execuglo pe'o despacho do
theor seguate :
DESPACHO
Cumpra-se-Rcife, 19 de Fevereiro
ii 18J6.Hanriques de Lima.
Nada mais se continha em dito despa-
cho aqui fielmente copiado, em virtude
do qual o escrivSo competente paasoa o
presente edital, para conhecimento de
todos, e qae ser pnb'iaado pela imprensa
e affixado nos lagares do costme.
Dado e rtsaado neata cidade do Recita
Capital do Estado de Pernambaco aos 19
de Fevereiro de 1896. .
Eu Gustavo Alborto de Brito, escrivSo
do commercio o escrevi.
Antonio Joa Henrqoes de Lima.
I

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1


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P^"
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i
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l
Otarlo de Pernamboco Domingo 3 ii Fevereiro del
3FXLARAC0ES
_, Sa g.
UNIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BCANA
Posse da nova Dircetorla
Conv.do* todoa o S'8. socios a UBisltr a
pofse da nova D rectora desta Sociedade, baje
13, .-i (i lio-as da roaona.
Se, ru M.rcii'*) Da n. 32 i- andar
Secretaria da Unio Typographica, em SI
de Fe ve elro de 189(5.
01.' Secrelario,
J. Cavalcant.
" TBBATRO
SEDE-1118 DRAMTICO
Ra de Pedro Affonso
COMPANHIA HESPANHOLA
DIRECgO DO 1RTISTA
GREGORIO VELASCO
Hoje -DomingoHoje !
A lindissima zaranda em 3 actos.
ANNEL DE FERRO
Depois do espectaoul> haver bonds
para udas as linbas ra Duque
Caxia .
de
SIMO DO CIM IVTOMCIimi.
Torea-feira, $3 de Fevereiro, s
H hora 3 [4
. CONCERT
Dado pelos Maestros Vincenzo Cernicchiaro (violinista) e Amaro Barreto
(pianista) com o gracioso concurso
da dstincta cantora Mrae. Marguerite Telle e do Sr. Candido Filho
3PD.a ooa A.XWXIWX a.
PRIMEIRA PARTE
1. Beethoven Sonata em f, n. 5, para piano e violino a) Allegro
b) Adagio o) Scherzo d) Rondo.
a) Th. Dubois Par le sentiermeloda.
b) Leo DelibesJeanne de Neville melodia para voz de mezzo
soprano (Mme. M. Telle).
a) Cernicchiaro Premier Regret romance!
2.
3

b)
)
Para violino.
Bilhete
Theatro
Principiar aa 8 1(4.
PRECQi
Galera de 1. e 2.a ordem
Cadeira de 1.' dita
Idein de 2. dita
venda na bilheteria do
45000
3SO00
20000
Guarda nacional
QiarU'l Jo commando do 3- baialbao de reser-
va do inuDX.'pio do Recifo, 21 de Feveieiro
de 18i6.
Urdem do dia d. i
Para ccmprir o que me foi determinado pelo
Excn. Sr. Dr. coronel commaoda'.ie interine
aa guarda ai ional, em cfcio de 19 do andan
te, abitxo uau-iCripto, compre que os Sr,-. offi-
ces electivos, addidos'e aggregados deale ba
taibo, apr-'Stnttm-me euaa patentes no praio
de cito dir.
Qiartel do commaado superior da goarda
cacicoal do municipio do Recife, 19 de Peve-
relro de 896.
Sr. ieneot*-:orooel Joaqnim Alves da Fon
seca comnr-an'iante do 3o batalbo de reserva.
E' prense qie me remetaos, com a possi-
vel Previ a le, urna relscfio oomical dos offi-
ctaes do bailbo sob vokbo commando, allm
de ter execuc&o o an. 30, e 2\ do regu-
lamenio prccesBual, c lmi. al militar, conforu e
requWitou. em tiiio n. 129, de 22 de Janeiro
ultimo, o coronel commandante na guarnido
ne te E-tado.
Saie e fra'eroidade.
Jolio de Mello Filbo,
Corone! commandante superior interino.
Joaqnim Alves da Fonseca,
Tenente-coronel.
Banco de Pernambuco
DIVIDENDO
Sao convidados os Sre. acclonistss a virem
re:eher o 12 dnid-ndo de anas aceces relativo
ao semesire de Jolbo a D zembro de 1893
i'iao de i i. ao anoo e ao meemo lempo am
DO'U* de 1 000 por a Recife, 28 ne Jbetro de 189G.
0 secretario,
Antonio Francisco Pereira de Carvalho
Crupanhia Amphitrite
De i eco: do coro o art. 16 do decreio de 17
de Janeiro de 18S0, fi-.-am a dtsposicao dea Srs.
acciocisla'- no escnptorio da Companbia Am-
Ebitrite roa do (.'-mmercio n. 48, a copia aos
alaojos, relsc.ao nominal dos accionutaB e list:
de transferencias de ECQCe durante o anno de
1695.
Recife, 12 de Feverei'O de 1895.
0< di eclores,
Artbar Auausto de Almelda.
jote Autonio Piole.
Joao Jos de AtLonm.
Banco de Pernambuco
De aecor o com o art. 16 do decreto de 17
de Janeiro de 18*0, part,ipanios aos Srs. accio
Distas, que se acDam na .sede deste Banco
sea diB: os gao, os seguintes documentos pata
seren examinad 8 :
1. Copia dos balances.
2.' Reltclo nomioal dos acci uistas.
3.* Lista das iraosferencias de seces durante
o anno
Kecife, 28 Janeiro 1896.
O secretario,
Antonio Francisco Pereira de Carvalho
Companhia
DE
Fi9f o e Tecidos de Pcraambuco
Em virlude do a 1.16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1890, acnarc-se a dispesicao doa Srs.
accionistas, noe-'cnptorlo da Companbia roa
do Boro. Jeso' D. 42, l* andar.
1* Copu do bataneo.
2* Relago nomino i dos acciodistas.
3o Lis'a das transferencias de argOes do anno
finio
Rec.fe, 10 de FeverMro de 1896.
O director secretario,
Jo-iS Joao de Amonm.
Compaiihia
De Seguros Phenix Per-
namburana
N03 termos 4 de Jolbo oe 1891, Acama disposgao dos rs.
accionistas na sede des a Companbia a ra do
Commercio n. 46, a copia dos balancea, a da
reltgao nominal os axicnistas e a luta das
trancfereocias aas acgOes.
Recife, 14 de Fetereiro de 1893.
Os cdaiinifltradorep,
Lniz Ooprat.
M. S Maia.
ior Joaqoim Diaa Fernandes.
CUUPANHIA
Usina Cansan^o de
Sinimbu1
Dividendo
Sao conv dados ob S'B. accici.iii-8 a receber
o primei o aiv deodo relativo o auno rindo em
30 de Jonbo de 189S a ratao a 1OO1O por
aegao corresponderse a 8*u-o>re ocipiUI, na
roa Duque de Caxiaa n. 51, do meto dia as 3
da larde.
Recife, 15 de Feverelro da 1896
Jcet Mar:a oe A'drsde,
Direcior 11 esou'eiro
coNfraba
De N^sia Senhora da Luz
Mesa ee-al
De ordem do poebo ira ao juix, convido a
todo? os irmioa para cemparecerem em nosso
consistorio, domingo 23 do crreme, pelas 10
lloras da manb, aflm de, reunidos em mtsa
gfr^l. proceder-se a ele gao para ob foocciona'
ros que teem de recer esia confrana no anno
compromissal de 1896 a 1837.
Em ibservaocia ao 1* do art. 17 sera consti-
tuida a me.'a per?\ com o numero qne compa-
TP'fT cw ser 8 segunda convocaco.
Secre-;-ri da Conf-arlade fiosta Senhora da
Lu, em 21 de Fcvertiro del89,e.
O secretario.
Antonio Brando.
a) Chopin Notl
b) Chaminade
cj-ubinste-in "
Para piano.
Faur Berceuse
Cernicchiaro Tarantella (
(Sr. V. Cernicchiaro)
4. Gounod Le Vallon, meditaco potica de Lamartine para basso
(Sr. Dr. A. C- Beltro).
a) Chopin Notturno em r bemol f
prece dans le style ancien<
Valse caprice (
(Sr. Amaro Barreto).
6. Cernicchiaro Andante com variazioni e Polacca di concertpara
violino (pelo autor).
SEGUNDA PARTE
7. Grieg- Sonata, op. 8, para piano e ;violino a) Allegro b) Andan-
tino e c) Presto.
(Sr. Amaro Barreto e V. Cernicchiaro).
8.1Saint-Saens Duas melodas para flauta.
(Sr. Candido Filho).
9. A. Maillart Les Dragous de Villar-aria para mezzo soprano.
,..* (Mme. M. Telle).
10. Beethoven Sonata, op 27, n. 2, para piano-- a) Adagio sustenido
b) Alegrette c) Alegretie e presto agitado.
(Sr. Amaro Barreto).
11 a) > Cernicchiaro Preludio.
b) Vieux temps Fantasie Caprice para violino.
(Sr. Cernicchiaro).
12 C. Gomes Salvator Rosa. aria do Ducas d'Areias para basso-
N B. Findo o concert haver trens e bonds para todas as linhas.
MA.RI-TIM0S_ 1
B?ill3iiStemPcl[gGipaii7
paquete Elbe
Com mandante H. E. Rndge
E' e8nerado co sal at
o di SS 00 corren e, se-
eoinoo of poiB aa deoiora
inci ni;b-el fsra
os porpes de
Las Palmas, Lisboa, Vigo
Southampton
O paquete Cljde
CommandanteF. Messer^y
E' esperado
doaporio8tiosol
fi o dia i de
Ma'co, segumdo
aepois dademo-
ra iD.iispeuaavel para
8. Ticeote, Lisboa, Tigo, cher-
honrg e niaam .iu
O paquete Tamar
Commandante T. Constantine
E'esperado d
Europa n o dia
* de Marco, -e-
guindo depois
da demora ne-
cessara para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e SantoB
Danube
RIJIHS
Companhia Fraaceza
fHayega^io a vapor
LicLa regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, rtasia, liio d Jace ro e
San toa.
O vapor Campana
Commandante Voiaiu
Espera-se da Europa at o dia
4 de Margo, e seguir de-
ooiB da otcesearia demora para
Kio de Joneiro e Santos
Boga-so aos Srs. importadores de car ja pelos
vapores desta liona, qoeiram apresentar den
ro de 6 dias, a contar do da descarga das al
arengas qualqner reclamagao coBcernente a ve
lumes que por ventora lenbam seguido para os
portos do sol. am de se poderem dar a tempo
as providencias oecessarias.
Expirado o relerido praxo acompala nao e
responsablliBa por extravos
f
Moraes
irandollna doa Sanios
l'inlieiri
No roaverta do Carmo do Recite, s 8 boras
do da 26 ao corrvnte mes, celeb-a-se por alma
de Miraadolioa eos Santos Moraes Piobeiro,
nma missa em cnmorlmeoto do legado deixa-
Jo ao ttesmo convento ; espe-au oa religiosos
o coa>psreciroeoto dos iraslos Wrceiroe e dos
psrentes da finada.
f
a tratar com o
AGENTE
yRecebe ctrga:
Flix Bandeira
9Ras do Commeroio9
,.;
A.' Gl.'. do S.\ Arch..
do Uo.#.
Sub.-. C?ap.*. Cavalheiros
da Cruz
De ordeui do Sap..
Ir/. Arth*. convido a
todos os CGav,\ deste
Sub.*. Cap.. a se reu-
nirein na sede do mes-
mo, s 6 e meia horas
da tarde da prxima
segn da-fe--ra, 24 do
andante, afin de se pro
ceder a eleyau das
LLuz/.e mais DDig.-. que
tm de funecionar no
prximo anno niac.^de
58U65897.
Or.\- do Kecife, 21 de
Fevereiro de 18 96.
ii-.V..
Eduardo Gongalves 18.
Gr.\ Secret'.
Pernambucana de Navega-
gao
D ordem da directora fajo miente aos S*s-
accioni.-tas qu- na cede d sta CompanbiB ee
acbam a Ba uisposicao p--ra serem eiamina-
das a copia oos o.-lai c s d03 semeetres de Ji-
aeiro a Junbo e de Jumo a Dezemb'o do anoo
oe 1895, a lisia dos acci nisias e a reUc.ao das
iC^Oes irausendas.
Eocnp ono no Recife. 20 de Fevereiro de
1896.
A. Uijsses de Caivalbo,
Gerente.
Indemnisadora
De sccordo com o arl. 16 do lerrelo de 17 de
Janeiro de 89U, copre oancise sociedades aoo-
nyms, acnaa-je dlapoa.s) dos Srs. accic-
nisias, no escrip ono deti Cimpanbia, os te
guiles docomenios :
Copia des Dalaoos.
Rrla{ao nominal dos accionistas.
Lista das traoferenclus de ccoes.
Recife, 10 de Fevereiro de 18' o.
Jsaqoim Alvo.: ua Fonseoa,
D redor gerente.
Escola Normal
Pela Secretarla desta'e- ola e de ordem do
Dr. airector ae (as pubiuo, qoe Begoado.a de
lermin^gao o Sr. Dr. S'C etario da josiics,
oeeocios lmerlorea e lnstrucgao publica, fci
prorogada a mat.cela at o oa 29 ao correte
mes.
Secretaria da Etcola Kormal de Peroimbuco,
18 de Fevereiro de 1896.
O secretarlo,
Jolio Clemeouoo de Fina.
Segredo e -imor da Ordem
Eleiao
essSo especial de eleicao a nova adminis-
tracao tara o anno de 1896-197, na qimu-
felra, 26 do mes torrente, as 7 horas daaoite.
Secretaria, 17 de Fevereiro de l-fi.
O secretario,
J.M.F.
CUMPAKrilA
Tecido
DE
de
MUlhas
Acbam-se a dUpoaicSa dos Srs. accionistas
no esrriptono pr.vii.orio ra Mirquez Ce
Olioda o. 68 2* amar, de cootormidade com a
le or segnintes documentos:
1." Cjia Uu Balance
2.a Relago noooioal doa accionistas.
3. Meta das transferencias d.s aejos no
anno findo.
Reate, 14 de Fevereiro de 1886.
J. C. Levj.
Secretarlo.
demora
Bahia,
COfcMANDANTE G. M. HICKS
E' esperado da
Europa no d i a
4 do Margo, se-
guindo depois da
lndispensavel para
Rio de Janeiro, Montevideo e
Bueaos-Ayres
Rodoo^So nos pre$oa das pacsagens
Ida Ida e volta
A biscos 1 casse 20 t 30
A' SoaUaniptcn iJ casse 28 i 52
Camarotes reservados para o pasasge'-fO
de Penambaco.
Para carga, passagens, encommendas e di
oheiro a frete, trata-se com 03
AGENTES
Aiorim irmo^ & C.
H, 9U-Kea da !om 3ma N. 3
inusi o m
Pede-se aos Senho
re3 consummidores
me queiram fazer
pialquer communica-
(jo ou reclama r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambemse re-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, HermiQo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaqnim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
rince Lineof Steamers
lames Muott New-CaslIe-on-
Tyae
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- Unidos eoBraziie Rio da
Prata
E'esperBrio de New-York
a o dia S Ce Mrco, e
sabir? depois da demora ne-
cessaria para a
Bahia. Rio de Janeiro e Santca
O vapor inglez
Crele Prince
Tita excellentes ccmrxo'os para passage'-
03 e nl'iOii u lo a los elctrica.
Para cargan e pa^saeeoB trata-ue com os
AGENTES
Johnsto-* Pater & G.
Ra do Commercio n. 15
Royal Insurance Gompanv
de Liverpool
CAPITAL ,0OO,OOO0, Od.
andoa accumolados 8f274,9Y3lT9,.04.
AGENTE
POfcHMANN & C
OOMP mivA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Abrdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.00 Ooo"
eceita annual:
De premios contra fogo (S26.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel Wliam 4t O
Liod Brazileiro
OVAPOR
Maranho
Commandante G. de Cxstro
E' esperado dos
portos do norte
no dia S6 do
icorrente, e se-
guir para os
nortus co sol no dia seguinie.
O vapor Saltellite
E' esperado.,
doa portos d o
8oloodia?fido
correde. e se-
golr directo
para o Rio de Janeiro depois de pequea de-
mora.
Aos Srs.carregadores pedimos a soa.atteogao
para a clausula 10a dos coobecimentos que e a
jegolaie.
o caso de baver alguma reclamado contra a
companbia por avarias oo perdaB, deve ser fel
por escripto ao agente respectivo do porto a
descarga, dentro de tres das depois de iioaii-
sada.
Nao prdeedeedo esta formaudade a compa
cbta tica isenta de toda a responsabilidade.
As passagens sao tiradas oo mesmo escripto-
rio, at && 2 i/2 horas da tarde do dia da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15 Za-
para carga, passagens, encomrxeadao e va-
lores trata se cem os
AGEMES^
Pereira Garneiro h C.
6RA DO COMMERCIO-6
\. andar
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernanabu-
cana
ROA M COMMERCIO
SEGUBQCONTRA FOGO
Pacific Steam Navigalion Coai-
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete
Iberia
Espera-se d a
Europa at o dia
do corretee
seguir depois
da demora do costme para Valparaso com es-
cala por
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
Nio (em accommodacoes para paisagelros de
2.a claase.
Bouth Line of Steamers
Pedro Hollfliidt Cuvalcante
Pessoa
Joaqnim Jos Ramo, Oifiupia Cavalcsnte
Ramo, cnanado e irm, do intimo da alma
ag adecem ao crande nomero de prenles e
amigo qoe se digtaram acompaobar os restos
mortaes a sua ulna a morada, especialmente ao
Sr. major Tbeodomiro Tbcmaz Cavalcante Pea*
Foa, onde lalleceu, e de novo os convi .am
para assis'irem as missas de 7* dia que por soa
alma maodom reza- oa ig-eU matris da Var
sea, segunda-letra 2i ao correle, pelas 8 no
ras do da.
f
a**'T
E' esperado do porto do Para
at o da S3 do corrente e sa-
ir depois da demora necesea-
ia para o mesmo porto
O vapor inglez
Gregory
P*ra cargas e paasageas trata-se com os
Agentes
Johnston Pater # C.
Ra do Commercio u. 15
^Ufarla Aqgusia da silva Freir
Ji ao AoKnsto da Silva F tire, soa mulher e
blbos, convidam ais seos pareles e amigos
para ssist rem ls missas que mandam resar,
na Or: m 3* de S. Francisco, a- 8 boras da
manba do ala 2i do correte, por aima de cua
presada irma, coobada e lia, Maria Auusia da
Silva Freir, .rige.-iu o oia do seo ralletimeoto.
Desde ja agradecen] ss peoas que se dig-
na>em a comparecer a esie acto de el g ao e
caridade.
t
Norddentscher Lloyd
o VAPOR
Habsburg
E' esperado da Europa at o
dia t de Marco de 1896 e se
-Boira depois na demora ueces-
___Jrcisa pa'a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor de 1 .a classe e offereee
ptimas accommodacoes aos Srs. passa-
geiros.
Para [passagens, carga, (Me, etc., trata-se
com o
AGENTE
V.Neesen
4Caes do Ramos4
D. Joanna Hara do Bego nieves
A familia da tinada D. Jjanua Maria do Kego
Nevei. corlealmeme grdete aos parenes e
pes.->oas de toa anrisa e qne se dignaram acem-
ptnuar ao cmiieiio punlico os presadisim s
Iresios mortaes da me.'u^a, e ttndu do mandar
celebrar misca^ pelo stu deecsngo eierno pelas
7 boras oa maoba do da 24 ao correrte, na
matriz ce Sdoto Antonio, pede-Ibes anda o
caridc<-o obsequio de assislil-as, antecipando-
lbes os seus agradecimentos por mais essa
prova de misaoe, religiao e csricaie.
GNEIH MlUlUlli i Ha-
Corr: estar para alagar nm pequeo
rompartimenio da esta n. i roa de BemBca,
Magdalena, proprio para iUro e carnes verdes,
Daroeiro, eapateiro, e;c, a tratar 1 o a. 6, mtr
ceana.
Precisa-fe oe om cosiDbeiro p ara hotel,
em Macei. Traia-se aqu na iu> do apollo
32, andar.
f
V
PORTOS DO NORTE
Parabyba, Natal, Macao, Mossoro*, Ar-
caty e Oear
O paqnete Beberibe
Commandante Carvalho
Segoe no dia do cor-
rete, s 2 boras oa tarde.
Recebe carga, eocommendas, passageos e d
nbeiro frete, at s 10 coras da manbS do dia
da partida.
Cbama-fe a attengao dos Srs. carreeadores
para a clausula 10* dos coobecimentos que s
seguiote: .
i\0 caso de baver alguma reclamacao con-
tra a Companbia, por avaria ou pe-da, deve ser
feila por escripto ao agente respectivo no port..
da descarga, dentro de tres dias depois de na-
lisada: _
Nio precedendo esta formalidade, a Compa-
nbla tica isenta de toda a respoosabilldaae.
ESCRIPT }BlO
Ao Can da Companhia Fernambvcana
n. 12
QUE PEIHINCHA I Este Ululo ae urna
rifa que uoba de cor.er 28 de Fevereiro, per*
tencente a Va-roocellos & Cbagas, foi transa*
ida par.. 31 ce Maco, em vista de baver mni'
los billetes.
VMjE-*3 um piano asado, u a.- em bom
estado, a tratar na roa Impenel, travessa do
Rspcso n 49.
LEILOES
= Terci-ftira 25, leilo de movei, rames
de ferro, qoadios e outroa artigoe, no armatem
da ra do Bom Jeso o. 45.
=- Quiota-reira 27, o de fasendas, mindezas,
perlnmanas e roupas fallas.___________
QuaTia-teira 26, leilao da loja de miudtzas
da ra oa Imperairis 0. 6.
N. Caabi doCa-mo.
Unce vaes to vexado 1
Ven aqui >o A*ara.
Qoem te monea?
Minba tegra.
B m, toma l mens par.beor e diz l
aquelle panzudo qoe qoem te manda l o Jo
Magro da garapeira ; qoe te sirva bem : e 88
elle oso se lembrar diz que foi aquelle que es*
levedancanoo nc Cidd dis Caladores, na terga*
leira do caroa-al.Adeup.
Na rra do Livromeulo 0. 7, pretil a-se de urna
para <(..-nbar e mus a gu'.s terv.g.s de (.asa
de ecu-1 o f.-m i:-.
AMA
Prer-isase de urna ama
la na "n l"m rtn Ro <" *>
para cosinbar, a Ira'
9. 'Pinina*'*.
Ama
Pierisa-se de nma ama qu cosinbi bem,
para casa de peqc-na fan.ili>, a tratar na rui
da Concordia n. 85, sobrado.
f
h
Precisa-se de orna que saiba cosinhar, na rna
de H >ria>- o. 17 veoda.
ABA
Precisase de urna coflcbeira, tratar roa
Ba-9' na Virto-ia d. 6. V andar.
Ama
Precisa ie de urna para ees. de pequea fa-
milia, a tratar oa praca M.-ciel Piobeiro n 10.
Das (azendas e min lesas
Imperairiz o. 6.
Leilao
da toja da rna da
Em um s loto
Quarta-feira, 26 do corrente
A's 14 horas
Agente Pinto
Garantice a cbave da casa ao comprador
das (azvndis e miudezas.
Bataneo em poder do agente Pinto.
Preci-a-se de nma am:> para cosi bar para 3
peesoas, a tratar na roa larga do R sario n.
22, ou na fortaleza do Buraco, com o major
Cardim.
xC^b A tK JL Cato
Precisase de urna para cosinbar, a tratar na
roa M-t Iz da Boa-Vista n. 52, Io andar.
Preciea-se rna ao Jardlm, S. Joa, n. 32.
Leilao
De trovis, qnadros, carteiras, toialette, 1
repartimeolo ae esc ipiorlo, 1 mala, camas te
ferro, mtz>s e mindesas.
Ter^a-feira, 25 do corrente
's 11 horas
Agente Pinto
BOA 00 BOM JESS N.
A.'
45
AVISOS DIVERSOS
=- feclea'ce o. -jUJ caiseiro Ua renuaria a.
rna de S. Jorge n. 118, que c< nanea sua cona
docta. ___________^_
Para carga, passagens encommendas e di.
nhalro a frete trata-se cornos
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited,
10Ra do Commercio10
1/ andar
__Alaga se a ia-a o. 43 sita a roa Lniz oo
Reg, com com modos para grande familia, agua
e gaz encanados, grande quintal e jardim ao
laao, reedificada de novo, a tratar ra da Im-
peratriz n 16, loja.____________________
Precisa-se de om leitor, e de orna engom*
madel'a para roepa de sennora. a tratar no
Caes de Cspibaiibe a. 30, Serrarla Pernambu
cana._______________________________'.
Aloga-se no Caes to Gasmetro n. 3
Bm da roa de 3. J< au, o sobrado de am andar e
solio, com accommoaacOna para grande fami-
lia agua encanada, quinal, tanqoe para lavar
roepa, etc., bem como aluga-se |mnem a loja
do mesmo sobrado. A' tratar na Praca do Her*
val n. 9.______________________________
Vende-se o estabeleclmento de molhados
n. 32, rea da Florentina : o motivo da venda
se dir eo cenprador.
Compadre
. Por ser multo preciso e da justlca o pro-
pietario pede a qoem cempe Ir que baixe urna
lei especlal.qne ob'igue o inquiliso a conser-
var a casa catada, pintada e asieiada, como por
lei especial em vigor a entregar o propietario
e nao empcrcalnar e estragar como ccslnma. I
Compadre voc dicame ende compra gne-
ros para pa despensa ?
Eu Ibe di.o :
Ba moitos anoos que cempro em nm arma*
zem, e nao me con ia que ntoguem teja mala
bem servido em ootra i arle ; compro all, por
que encentro o que preciso, den a nota e man*
dam me ludo a mu go-n-, ja v nesta condi*
gao eston eutif.i o.
Em prego.- nao ba qoem venda mais barato
e todos os gneros cao de primeira qaalidade;
a boa mar telga, o bom iba, o bom qneijo de
di*erras qca.icades, o bom vinbo de meea da
Serra da Batrella, o bom vlnoo do Porto da
mais baiza mais alta qnalidade; es boos licd*
res, o bom cbampsgne, doalmette todo quanto
se pode desejar pra urna boa desperrsa.
E teem tambem um completo sorti i en'.o de
obras de ime, corro gijam gestas para com*
pras, halaos para par el, rcnpeiros, berros e
lindas caoei-a?.
Obrigado cempadre polo qoe me dis, porqne
a vi a est mono cara, vio mandar comprar o
qoe precisar nesse a-mizex.
Poia mande compadre qne ba de flear salis*
fei'o.
Olbe o antleo armasen) de
Pecara Meadea A c.
RA ESTREITA DO RoSAtUO (JUNTO A
IGBEJA)
Sei onde comprdre
Declara Qao
O abaixo assigoado come p-ocurador da vis-
va do copselneiro Qnintino Jos de Miranda,
totora de sua Hlba D. Maria da Cooeeico de
Miranda, lendo se ext'aviado a apollce da di-
vida publica deste Estado, de n. 3,258. de pro-
f rlidade na totelL :a e do valor de 1:000*000,
apolice qoe tinha sido trspassada ao Sr. Luis
Maria Ruoeiro Goiroares, mas a cojo nome nao
bavia alada ido averbada, fas publico para oa
devidos tffeit,a>eaa extrao, rogaodo ao mes-
mo tempo a pesca que acbou-a o obsequio ua
entregal-aaosopradito 8r. Luiz Gulmarait, a
roa da Imoerains d. 42.
Redle, 21 de Novembro de 1895.
Emilio de Miranda Rosa.
_

1 )


i
Diarlo de Pernambaco -* Oomingro 23 de Fevereiro de l96
ATTWO
A LOJA E ARMAZEM
DAS
Bu Duque v ecebeu varadiss*
dio sor ti ment pa a a
quaresma.
Cachemiras p re tas
lisas e lavradas para
todos os precos.
Merinos prelus lisos
tarabem para t dos os
precos.
Etaoiines pretos de
algodo elco__ e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e ciiamflotadas.
Sedas prelas lisas,
gorgoroes, suraks ele,
etc.
Alem do que cima
(cadto,lquida-setam-
beui por precos sem
competencia ua gran-
de quantdade ma-
d poloes, cambraias,
fantazias, etc, etc
loja das mam
Roa Duque de Caxiss U e 58
Cosinheira
Precisa-Fe de urna peii-
ta cosinheira para casa de
familia de duas pessoas.
A tratar na ra do Impe-
rador u. 23, segundo anda/.
Cosinheira
Precisa-fe de otra boa cosinheira que dorma
em espa don can Oes, pagando-he bom ordena
do, do Camiono Nova n.,IJ0
Ama
Precisi-se de ama ci_a pera lavar e ergerr-
mar para peqoeoa faoa'l'a, a tratar Da roa da
Concordia n. 85, cobrado. V
Amas
..Praei a-se doae gecrio: nica para coslnbar e
ootra pva rcppira, .ra rasa de pooca f&rr-ilh,
paga- 71, 1 andar.
Ama de cosinha
prpci?a.pe de nma oa ruael o. 19.
Criada
Precisarse de urna
criada para servico in-
terno para casa de fa-
milia de duas pessoas.
A' tratar na ra do Im-
perador n. 23, segundo
andar.______________
Casa no Monteiro
Aloca- se orna casa do Mo9teiro, rom seo,
ai, moit> perto do rio e coro comodos para
orna familia jegolar, tratar roa 1 de Margo
D. SO, A.___________________________
Amas e criado
Pre^sa-se de doae amas para coeinnar e en-
gommar e de om criado, oa prajada Boa-Vista
d. 9, andar.__________________________
Atiencao
Precisa-se fallar rom urgencia coro, o Sr. Pa-
rido de Albofjoe'qoe Cardcao, do engeobo
: noa Grande, comarca do Rln Formoso, na roa
'qoes de Olinda o. 2, armazem de fazendas
Cosinheira
Precisa-se de orna perita coeinbeira, roa
ova, 50, 2 andar, iooltl seapiesentar qoem
o estiver as coi:dic5es.___________________
.aixeiro
Prensa-fe de om com pratiea de laverna e
aue d Hador de eos conduca, oa roa oo Pays-
sand d. 33 C, entraia do Hospital Portugus.
< aixad'agua
K Companbia do Beberibe- deeeja diepor do
edifi io que servio de catxa d agoa a iua dos
E' orna excellente sitoaco para edificaeao.
Ao eommercio
Jco Lobo BCentifica ao eommercio e
4 quero, interessar presa que vendeu,
ivr* e desembarmjado de qualquer onus
ao Sr. Manoel Moreira Reie o seu esta-
belecimento de alfaiataria e bem como
todas as fasendae existentes no mesmo
estabelecimento s;to a nw do Imperador
hoje Qudzo de Novembro n. 26, pelo
que, qaem se julgar prejudicado, apre-
sente-se no prazo de 8 das a cortar pu-
blicacSo desre, que Ber promptamente
aatiffeito.
Recife, 20 de Fevereiro de 1896
Joo Lobo.
Vende-se
Urna casa de peora e -al. coa sitio arboris^
terreno proprlo, a tratar na
do, todo morado,
roa da Floren ioa
D.
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra de Pay-
sand n. IB.
El
G rarde eortimento da raeias propria
para padrea, coneg<>8 e bispoe.
Marinos pretos, superior qualidade Dt)
ate D3 mim
51 Roa da |mperatriz 54
ALBERTO CARDOSQ & C.
Denles
Termina a i crrivel dor de deutea usar
do o excellente preparado de Mano..
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid-
pelos jornaes de maior circulaciSo, attet-
!am a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da B!
va & C., ra do Marque de Olind
n. 23,
Pharmacia Martine, rua Duque ti
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita n
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra i
!&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
Si do licsario n. 13.
Madeiras de construccao a
n ateriaes parae dificaca-
A Con-'paobia Exploradora de Productos Ca
(-.reos, vende em sea armaxem do caes do Apt>i
lo n. 73:
Maderas para consi'uegSo.
Cal branca de'goaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assocar.
Tijollos de ladrilbo e cummons
TijcIIob refractarios,
pras te cantarla para soleiras.e etc.
Chegou Chegou!
PARA A
Af I DO PlBlilO
A mais alta pbantsia d'esta eetacao
jindisaimo chifon de seda Maria
Stuart!
Variadissimo sortimento de phantaaiaa
em las, algodSo e seda.
AYE0OPABAIZO
51RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso t C.
Importante negocio
Vendee o enligo e bem afn-giWMdo esta-
be I emento de moinados a roa do R. .ar io da
B6a Vista d. 51. Garante-se a cbave da casa.
A' tratar narnaoo Imperador n. i*-________
Copeira
Precisa se de orna, qae sala a roa. para caa
de familia de coas pewou e qoe alttate a Ma
condocta, a tratar na ros da Imperatris n i,
1* andar.
Regulador aa Marinhs
Cencerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro df
marinha, caixa de musicca, aparelhot
elctricos, oculos, binculos, oculoe d-
alcanct, joias e todo e quslquer objecl'
tendente a arte mechanica.
tRa Larga do RosariQ9
Semtntes de hoitali^ai*
DA NOVA C0LHE1TA
CoDjpleto sort-aenio.
Roa Eetreita do Rosarlo n. 9
Po cas Meo des & C
Li^lLmiL CASIAS
DE
Campos & C
N. 3-RDA DUQUE DE CAXIAS-N. 35
Ero frente do Diario
Os proprletarios deste bem montado estabe-
lecimento previneo; ao respeitaval poblico qnt
para bem servir aos eos fregnexee teem no re-
ferido eetabelecimeoto om esplendido e varia-
do sortimento de caeeroiras p-etas e de corea,
o qoe ba de melbor em la, briBS de poro lin- <
de todos oa padrees, e por precos raso' toi).
Poesoem bons artistas, pelo qoe se juir-r
habilitados a satisfaser com todo goeto, eemer
e perleicio ao fregoet mias exigente.
Ma meema alfaiataria alogam-se casaras,
etc. ^^_^_________________________
ffl rtMS
51 Ba da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Extnas- Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, veos e saias de seda re-:
ebeu a
AVE DO PARAIZO
Grande liquidacjio
ART1GOS PARA SAPAIE1RO E CORRlEIRO
Manoel Jcaqom Peretra, liqodaiario da firrr..
Alfredo & Fernsnr'.es, faxsciente ao respeitsvel
' oblico em geral e seos numerosos fregoez' s
qoe tem grande sortiGiento em exposlgo e a
di?ros-cao de todos os eegoiotes ar igos:
Bezerros.
C'oro de lustre Coroellos.
Carnetros de lastre.
Beserros pintados-
CbagriDS
Vaquetas da Rassia.
Mootons.
Sola de lastre.
Sola branca.
Cbarlote verdadeiro e mitac&o.
Tapetes de diversos padrOes.
Marroqoins braocoa e de cores.
Enfi dorts dedivenas qoalidades.
Elsticos.
E mftitOB ootros arllgos attineates a aeme-
Ibaoie genero de Degocio, todo por precos sem
cotnretfncia,e bem as m carMnhos para me-
ninos, oWfti'bein feita e acabada com eeme,
perfetc5o e solides.
Roa de lgarco n. 16.______________
Aviso s lV_ais de Familia
M ja ^% mi j o melbor alimento para as crianzas de tenra idade.
r r\ IX II IH i #% o alimento o mais completo nao precisando seno agua *
LCTEA para a sua preparacao. JJ
Nmf n ab o alimento o mais seguro para facilitar o desmamar. b>
K GP I k d 6 o nnioo alimepto recommendado por todos os mdicos. I "
Exigir o Dome NESTLE sobre todas as caixinhas.
LEITE CONDENSADO
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
-Exigir o ninlio de pa8arinbo8 sobre todas as caixinhas.
U aiCTCTI ^ Km PARS, 16, Ru du Pnrc-Royal.
rlENRI NEO I em VEVEY Em LONDRES, 48. Cnnnon Street, E.-O
Ach te ao BRAZ1L em ludas as Pharmacias, Drogaras, Casas Imporunles de Especiaras e Armazena de Cha.

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.**"?_ RS5''" S'B "
j^"a
X
B
Cogommadeira
Precisa se de om i la*adel'a e engommadeir
ca Camiobo ovo n. H0-___________ ..
Terreno murado
Veode-se o grande terreno morado, situad--
Da esquina da roa de 8. Jlo, qoe sarvio de
armaxem da Compaobta do Babefibe, e qsw
presta-sea edificante de mnlUs casas: 4 tra-
1 ar na Ccmpiobia do Beberlbe. t-_.
MEDiLHAS de PRATA. de PRATA DOURADA e de OTTO
Academia de Medicina Paris, 12de Juohn 1893, Academia das Sdencias Pars, 1ra de Abril 1891.
rl&CMtlNE UPMHQg
a^^r VEHDADEIRO ESPECIFICO ~ w^
contra a _R.I*3Ao de VENTRE
O tratamento p>lacaiie_rlne n3o impoe a modlflearao dosnabitosde cada
um, e pode ser seguido por todos em todas as occasies.Cura radicalmente:
APHISO VENTRE chronica AS OOENCAS do FIQADO.
A PRISAO DE VENTRE das Multieres A ATONA DO INTESTINO.
que esto plidas ou dio de mamar. i AS HEMORRHOID AS, as mas digesles.
UKA 00 DUAS PlLULAS A KOITK OU AO JAMAR (reia-19 0 Prospecto)
INVIA.8E QHATUITAMtNTE A AMOSTRA
Dirlfrir-se oa esaever : CASA M. MPaiHCl, Pharmadeo a Bourgea flfance).
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s. g. d. g. Uar^a depositada em Franca e no Bstran^elro.
S-NTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACAC
Franca : Paris, Tribunal Correccional, 23 de Novoinl-'ro de 1882,
S.000 francos. Confirmad!, polo Tribunal de AppeacSo em 2 de Maio de
188 I, e pelo Tribunal da Retablo 15 de Maio da 18-54. Faris, Tribunal
Correctional em 21 do Abril de 1888, 9209 trauco.
Blgica : Brusellaa, TribfUU de Am>ellaciio, r de A-rosto de 18S3.
MARCAS T*A. TV-I-STVXA. OA.SA. :
P^pn.ji rrtA 'COIP. cnp.i de Pcrgaminho; PAPIER JEAN, capa de Xadrez com a Borda com.nada .
LE MTAOPOLlTA.... ..ojl a Borda gummada : LE --CHEnR. pipe' nscado rverqo. r.DrNDiNPO fi:... ,
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Nova senienca contra um talsiiicador i Hrlt. T-Inuntl Cornccionil. X de Jintlm Jt lo3.
Peitfa : iamnrs e pcrthira CinHrm:do pilo Tribunal de Aoptllaflo ao H rf 'O .rfJl8___^
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iodo reformailo e pintado de novo, com arreio
rara om cavailo.
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eitioa, e t-an-se com doi 'a me^ma fa brica
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(ica de taverna, A roa Doqne de Casias n. S,
dando fiador de sua coodofa.
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cara nd, om grande esprlbo oval e um optlmc
guarda vestidos, a tratar na roa da Madre de
Dos n. 10.
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veiro, etn Dnarle Coeibo. e nona casa noa Mila-
grea em Olinda, de talpa, coberta de ralba
Tanques de ferro
P AT'"8' ^aa das Larangeira8 n
Compra-se lauques de ferro
de mal, a tratar no caes do Apollo
Pedreiros e
carpinas
Para urna tbra impor-
tante, fora da Capital,
contractam-se pedreiros e
carpinas; no Caes da Re-
fere racao n. 30, 1. andar.
Ourives Oc-
culista
T-E0D(RO JOS' RAMOb DE MELLO
Estabeleiido com offietna de ourives i roa das
Lirange -as o. I, afflaa aos seos freguezes e ao
re-peii >\ pnblico, oe a>a tem officiae> tiab
lltad'sslmos para exe^nclo de qoalqoer trabalb
concern" ) a suaartetespecialmeniecrava6se
para brilbaotas, oculo-, pencines, nooocu
los, el"
Donra sa. praiela-se qoalqoe- metal, oncer
tos i* qoes de madrepero-a ou ontra qoalquer
especie garantindo presea r> odeos.



de Pernamfrnco Domingo 23 de Fevereiro de 1MM*
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypopliosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyo-ene Publica e autorisada pelo governo do Erazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
prepara^ao. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos do Brazi', Delegado'de Hygienc d'esta
Cidadc, etc. Atiesto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado Emulso de Scott" nos escro-
pliulosoa, tuberculosos, rachiticos c em todas
asenfermidadesque dcixam em sua terminacho
um depauperamento das forcas. Alem do bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as mais
rebeldes medicacao. I'odero fazer, d'este o
uso que lhes convier.
De V. V. S. S.

O Dr. Mmz Ferreir.i
Dr. ANTONIO MLNIZ FERREIRA,
Mocee a,
Sio Paulo, Brazil.
A Emulso Scott urna preparac/io d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
apparencia agradavd e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
\ Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta prepara^o, augmentam as
9 j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
^ cacos de Thisicq, F.scrnfulas. Anemia, Chlorose, Rachi-
4Jsmo, Affec^es da Garganta e Pulmes, a medicina nao cncon-
trou ainda nada que iguale Emulso Scott.
Vendc-se em toa.3 as pharmacias.Scott & Bowne, Chmeos, New York.
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nnos e qualida-
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covado.
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ilorim finissimo com 24jsrdas de 15$ a
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Ditofrancez de 12)5 a 88 idem.
Dito pra noiva a 38500, 48 e 48500
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Algodaosinho T muito la-go de 12$ a 85
a peca.
Merino preta, pura U de 2(5500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 2$500 a
1$500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, m-
v dada a 500 rs. o covado.
Foulardine.lindos desenhos de 800 a 500.
Surhats de seda, todas as corea a 18500
e 2$ o c vado.
Cachemira infestada de 1 atas e quadros
e 2)5500 a 800.
Meias cruas, icglezas para homm d
12$ a 6$ aduy.i.
Cam sas para homem de 80$ a 485.
Atoalhado branco adamascado para mesa
de 4$ a 2$500.
Guardanapos branco adamascado de 68 a
3&000.
Completo sortimeoto de teclas brancas, capellas, col-
chas e fronhas tu do para casamento.
DamaFco, pellada e reps propnospara resjosteiro
e cortinas.
Uffiaerrande quantidade de retalhos de
chitas, eretones, cambraias e setinetaque se
vende por barato prego.
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56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpo.
COMPLETO
surlim uto de
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tifas e \ellndo
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SOF' E PORTAS
CAPACHOS
decoco de todo
os tamanhos
com ioscrices e lis c
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30
A MENDIGA DE FARIZ

' POR
' ZaVIEB Di lISSIfHT
-----SVA.-.W
PRIMEIRA PARTE

MEU TESTAMENTO
XXIV
(Centinuacao)
I
t*-
Eu farei as despezas...
E saia.
XXV
Qiando Paria soube da assignatura da
convengo que punba termo ao sitio de-
pois de quacro mz8, a populacho come-
c/u a respirar, ^aquce.ido as angustias
por que passara.
Hav a urna como eensac&o de liberda-
de:a delicias sansacao de captivos
que veeoa se abriram as portas da pri-
bSo.
Eaperava-ae o futuro.
Ah !
Todas ai augustas, todos os sofiri
meato, 'am instante erquecidos, de-
viam porm, dos mezes m-is tarde, re-
A louca e infame revolta de 18 de
Marco rebentava, sobresaltando Paris.
E'-nos do'oroso recordar trgicos e la-
mentareis acontecimentos; mas somos
forcados a isso.
Urna imprudencia do governo determi-
nara quasi bruscamente a erapcao do
vulco insurreccional.
A gaarda nacional de Paris quera
conservar sua artilheria at que os prus-
siancB evacuassem o slo da Franca.
Apezar de todas as promessas nesse
sentido, houve urna tentativa de retirar-
se a artilheria acampada em Montmar-
tre e Belleville.
Foi entao que explodiu a revolta.
O comit central mstalou-se na casa da
cmara e seus delegados apoderaraji -se
de todas as administra jes do Estado, da
prefeitura, etc.
O governo retjrou-se para Versailles,
as tropas regulares o acompanharam,
assim como todos os funcionarios, e P#-
ris ficou entregue a revolta triumpha
te.
Entao ceme$ou um perodo de bar*
baria, ao mesmo tempo grotesca e me-
donbaespecie de carnaval sanguino-
lento, com seus grandes homens e seus
generaes improvisados,
Prende-se, assasaina-se, massacra-
e.
Os padres sSo perseguidos com ani-
maos ferozes.
As grejaa sao transformadas em de-
posito de viveres e municoes, ou aervem
de ponto de reuniao dos ciaba communis-
ta*.
Reboam blaephemiaa em auas naves ;
desrespeitam-se as coisaa sagradas.
E' o reinado, o dtlirium tremens de
partido poltico imbuido de utopias
MERC1AL
^os:p:b:d^;rxa.s
Ra Larga df Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a directo do seu hbil proprietari i MA-
NUEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .a! urna, j pela promptidSo e aceie' do servi^ culinario aduaneiro, ja
tairbeoa pela posico hygienica do seu edificio.
BP&ST&i&SBSETQS
Depois ae innmeras transfonaaces por que tem pausado este Hotel, conse-
gro aual o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
deve s preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade do> Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliario, onde podein ser realizados jantares
banquetes, a contento dos Srs# pretendentes.
POUR SE MANGER.Salpicos, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes ero
latas, qneijos flamengos, suissos e do serto, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes. *
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro,odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados cointnikeutes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem setnpre graude deposito
de bebidas de sua importaggo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precos sem
competencia.
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coiiPONitlu i i; it i i i. i \ i: i u \
Approvado e autorisade pela Inspectoria Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas expsitas.
Recommendado na clinica medica de distiactos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as molestias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso. Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
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Boa do Mrquez de Oliuda n. BO
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nascer amda mais pu gentes a horriveis. idiotas, ao qual ae vem iunt-r urna tur
. la car o dom n:o da Commona. ba ignobil o* ^srSea, da reos de poli-,
cia, emfim, a escoria de urna grande ci-
dade.
Todos esses bandidos esperavam o mo-
mento de se atirarrm guela da Franca
para a estrangular e apoderar-se della.
Era chegado o momento-
Servis Duprat estava em aeu elemen-
to. Possuia todas as qualidades nega-
tivas que o recommendavam benvola
attencSo do partido da Coromuna.
De simp'es forriel que era, fora pro-
movido a oapitlo e ostentava, orgulho-
so, seu uniforme ridiculamente agaloadu
de estap u sinistro.
A gente honesta fugia delle, esa seu
bairro. Tudo quanto era homem .valido,
alie recrutava para engrosar os bsta-
IhSss insurrectos, ameacando-os de mor-
te.
Era o mesmo regiment do Terror de
93.
O abbade Ral d'Areynes nao conse-
gua ficar em seu posto: a igre* de
Saint-Ambroise como as outras tornara-
se propriedade da Commiina.
Mf s, Bao menos corajoso que o arce-
bispe, elle se recusara a deixar Paria,
nao quereado abandonar seus pobres e
protegidos. Alm disso a idea de fogir
ante a ameaca, de curvar a frolte ante
o iuault", revoltava o aeu velho sangue
de fidalgo.
Constantemente ameagado, porque sea
carcter de padre fazia delle objecto de
odios, nao deixava de sair em aoccorro
dos neceeaitado!.
Precavia-se, no entanto, para nao se
ezp >r muito. Costamava sair & noite
para cumprir sena deverea.
Eatava-se a 15 de Abril. Havia j
u mez que Pariz partencia insurrei-
(lo que ae defenda contra as tropas de
Versailles. Estas tinham pomlro prin-
cipal a porta da Passes, artilhada do
meraio modo que o forte d'Iasy.
Ral d'Areynes nao voltara casa de
Gilbert Rollin e de Henriqueta, impedido
pelos acontecimentos.
Tendo enviado tres mil francos a Hen-
riqueta, elle nao se inquietara com as
difficuldades materiaes que pudessem
sobrevir.
Mas, cenheceodo Gilbert, tinha outras
preoccupBc5e8 mais graves, receiaodo
que elle se atirasse ao movimente revo-
lucionario e arrastasse comsigo a mulher
no meio de todos es perigos que, cedo ou
tarde, deviam reeuIUr da insutrei^So
destinada fatalmente a ser vencida.
O vigario de Saint-Ambroise, vend > a
direccap que aa cosas tomavam, resol-
veu acompanhar os pasaos de Gilbert, e,
no ca^o m que ella qu'zesse se c.mprj-
metter, dissuadil-o de qualquer louca-
ra.
Por outro lado Ral tivera noticias de
Fenetanges e quera trausmittil-as a
Henriqueta.
Ao oair da noite sala em direcc&o
ra Sarvan.
A easa hora os bairros de Saint-Am-
broise e da Roquette estavam relativa-
mente calmos e es transentes nao sa
acotovelavam as ruta.
Entretanto, alguna veadairoa viram o
joven padre e murmuraram :
entao ? O vigario nao tem me-
do!... Passeiar assim de batina, quan-
do todos oa outros desappareceram,
mesmo urna loucura 1
Quando ella trenos pensar, est segu-
ro pela gola !
Quem que nao sabe que elle gos-
ta de fazer bem aos pob es T Era pre-
ciso que hcovease um commandante
muito bebedo para o prender 1
Ral d'A-eynes pas?ava, calmo, sem
se preoecupar com aa r^iexSas de quam
quer que foasa e sem ae inquietar cem
oe perigoa que o oercavam.
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E MAIORES
&
A TOSSE E
PEITOEAL
DE
AUACAHUITA

LANZAN E KSMP
Hsar york
0 PAISA* 0 KAIS EfFiCAZ
IUWD8 E TEM
TRIUMPHAOO EM MUITC5 CAOS DE
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INFALLIVLi-
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CAPI'AIIN
m:m :miimmnmw da!ets:pela
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Juilu de nygicne
A CAPP^FIN^, piodoito flora Dr-ilar' um rj:. 10 ce tffeito prctloso dSo 6 pa.
ra a cara na E< js re'a como para preve ir o ff u Tap. are imi-c-t-i.
A CAPPAH1.SA. ;-'m ttim propriedadea pratioi?, ^m vj-nisgrs s. bre es drmsii reme-
'ea ra E-ysipel-, iv.mo lambera .-e < r?ar a drfforroaiSo a- diver8?s piMf? cfo crpo, tses co.
ico : es b-acos as peroa?, o escrotos, molestia coobecida sobre o uom- t.9 Llepbsnt'ssrg ou
Eryslnela branca.
A CaPPARINA 6 de igual efficacia para rorar a Lya ph?llle
N. B.Cada -aaeo accropaobdo por iastraccOes e attesUdiis que so cnir-u tedas pre-
das da vtrrJade;ra efficacia aetla oovo coeTem^nto.
DEPOSITO
Botica Franceza
Ru do Bom-Je8U8 n. 22 (ant'ga da C
PERNAMBCO
ruz)
GH4INDE
C08
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
da cidade do Recife.
Accommodacftes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refei$o"e, a maior e maia arejsda nesta capital
A cosinha acha-ee a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francei
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te Culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que ecima offere-Be acha-se habilitado a satisfazer aoa
maia difficeie dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento. j^B
PRESOS RASOAVE1S
SED
%-.;..
VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH.IHMACEUTI :0
:::::::: telasscqu es mitin s mimiL u um
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas heras os vermes in-
testmaes, conhecios vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nSo ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creansa8 sem repugnancia. Em sua composic&o nSo entram substancias mina-
raea que de mandem de cuidado ou prejadiquem ao orgaaismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianzas eolheres das de cha. Deve aer
tomada pela manha bem cedo, pura ou 'misturada com caf, leite, ou meam.
com agua adobada.
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 *
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro".
10000
25000
10000
200000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBCO
Chegou ra Servan. Nada Ihe an-
teceu. En caminho, algunj gaardas na-
c naes o cumprimantaram, rapzes de
educa$ac envolvidos na C mmuna. Lem-
bravam-se de que o vigario de Saint-
Ambroisej lhes havia socorrido as mu-
lheres e os filos.
O abbade d'Areynes subia e tocou.
Foi Gilbert quem veiu abrir.
A' vista de seu primo, o ex-capitaV) do
57 aao poda reprimir um movimento de
admiraco :
O aenhor em Pariz, Sr. abbade !...
E de batina I
Mandou Ral entrar.
Por que eat anha a miuha p asen-
ta em Paris ; perguntou eBte, aorriudo.
Por que?... Ignora, entSo, que
oa padres correm perigo aatualmeute ?
Ha ordem para os prender a at para oa
matar !...
Bjm sei, bem sai...
E anda se expondo ?
Que quer o primo...
E nem ao menos ue diaprea?...
- Nao...
Crea qua admiro tamanha cora-
geni Isso arriscar a vida 1...
NSo tem da que se admirar, pois a
minha conduca muito simples. Fi-
quei em Paris, porque meu dei tr con-
tinuar a aoccorrer es p;.lr'a.,,' T'ago
mea habito, porqae t di orfml'.j em o
trazar!
Javiuosolda' \fcut eu uniforme
no momento de pango ? Tanto peior
para oa que pensam que um padre um
inimigo... Diz o sanhor que eu arrisco
a minha ltberdada a a minha vida...
Que importa ? Minha vida a D ;us per-
tence...
Gilbert cerrara a porta.
Que motivoa o trazem aqui ? par-
guatou elle. Receben noticias da Fe
aaatrangas |
Sim... ha dois das...
Como vai o conde Emmanuel?
O melhor possivel... Vim commu-
nioar-lhes e assegurar-ma de que o se-
ch'jr nSo fez causa commum com a re-
volucao...
Absolutamente n2o..,
Felicito o. Come vai a prima ?
H nriqueta est um pouco fraca
Aproxiraa-se o termo de sua gravidez"
3 Ella ea' em casa ?
Sim... Es^ repouaando na espre-
gu9adeira...
Poaso vl-a ?
Pos nao.
E, abrindo urna porta, Gilbert intro.
duziu Ral no quarto de Henriqueta.
Como dissera Gilbert, ella estava mui-
to fracs, e, eem mudar de posic&o, as-
tendeu a mao ao primo que apertou-a e
sentou-se pe to da chaiselongue.
Henriqueta estranhou, por sua vez, a
presenta de Ral em Pariz.
Eu nSo quiz fugir, dissa elle, a
fuga me paracia urna deserto.
Tu corres perigo...
Confio em Deus que me proteger,
a sinto-me feliz, sobretudo, por me ha-
ver retratado ; pois fiz mo juizo de tea
marido, prima...
Mo juizo? repetiu a joven ae-
nhora, olhando Gilbert. Nao compro-
bando...
O abbade d'Areynes tornou :
Eu me explico :auppuz que,
n'um ccesso da febre revolucionaria,
dessa febre ep deanca qua reina em Pa-
riz, elle houvesae pactuado com os metn-
broa dos Comit central, eom esses loa-
coa malfeitores, que, se pudessem, asphy-
xiariam a patria em lama e aangae.
(Continua).
Typegrapfiu do Diario


L,


Full Text
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