Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19792


This item is only available as the following downloads:


Full Text
A
_
ASS* LIXII
Ter$a-feira 18 de I evercif de fi89G
\i ii i:ito 40
PBePBISD&SS Bi H&K6EI. 7Z69BIB6& 01 f&BIA & flLHeS
REDACTORES AXTOXIO WITKLVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCELLOS e MANOEL ARAO
P'IU A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por Ires mezes adiantados.
Por seis mezes adiaDtados.
Por um anno adiantado
Nuirro avulso do mesmo da
81000
15#000
30$000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLIGAgOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.*, residentes em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
Por om anno adiantado .... 33I00Q
Por trimestre vencido* 9#000
Numero avulso de dias anteriores. $200
Telegrammas
NICO PA3IISLAB 23 SZA2
Rio de Janeiro. iG de Feverciro,
s -| horas e 20 minutos 1a tarde (recebi"
do na Estacao as... e entregue s 8 ho-
ras e 4o minutos da noite).
=Foi oleito presdanlo do Eslado
daS. Paulo o Dr. Manoel de Cam-
pos Salios.
Foram reciprocamente removi-
dos as estradas de forro Central e
Sul de Pernambuco os engenheiros
Clodomiro da Silva e Carneiro, cha-
fes de linha.
O governo para manter a or-
dem na constancia do Carnaval,
punir com domissao do sorvico a
todo militar que tivor nota da poli-
ca como desOrdeiro.
Falleceu da epidemia reinante o
commandante do cruzador italiano
Lombardia.
Rio de Janeiro, 17 de Fevereiro,
1 hora e 15 minutos (recebido na es-
tacao as 7 horas da noite e entregue s
7 horas e 15 minutos).
Sabe-so a^ui que foi eleito o Dr.
Peixoto Gomide vice-presidente do
Estado de S. Paulo.
O carnaval tem estado anima-
dissimo.
Telegrammas de Cuba do no-
ticia de victorias obtidas pelas co-
lumnas revolucionarias compostas
de mulheres sobre os hespanhoes.
Continuara as devastagSes dos
campos, assim como as destruices
das vias-ferreas.
DA i 10 DE PERNAH8IJC0
K cbri^ragao irposta pela lei, de crearem 08
empri-gados am patrimonio, substituindo o Es-
lado a ioa previ'enca despreoccapac5o des
raesmos, urna destas providencias qu) muito
recoomenda-se pela utihdade, e o lira :-ocial
que ten 'e.
Par mu tos un constrangimento a priva
cao de gozarera de iodos os seus venciinen-
tos; mas deixam de ter ra/So, quando froiaui
rednzir ns suas despeas sem s ff imeiito ac
[tul. O Moota-Pio Tem regular esta ordem
de inleresses, em que faz ss mistar que o pre-
! sent sacrifique algoma cousa ai futuro ; e
este sacnticio nunca feito espontneamente,
e pencos compre^endem a necessidad-, ou
teem a precisa for^a de vontade para fazel-o.
A lai, porcm, para evitar certos inconve-
nientes, podia abrir alguma excepgaj em pro-
feito d'.que'le?, cujas condijias no presente
impe.ie G-nos de fazsr aulquer reserva nos
seus veccimentos, ou formar peculio que ibes
garanta a si e aos seus das incertezas do fu-
turo.
Ha empregados,_ cujos ordenados sao tao
exiguos, deficientesque nao podem occorrer
s hih indispen3avfis despezas, principal
mente i/ura lempo, em que todas as exigen-
cias da vida s por ura elevado prego podem
ser s-itiafeitas, attento o geral encareciraento
de todas as mercadorias, e de cousa< cujo uso
nao ple ter dispensado. Pelo que os ca*
pregado?, cujosor leados pouco excederem
quanlia de cem mil res, ou que no mximo at
lingisseni cento e cincoenta mil res no de-
viain ter descontos nos seus ordenados para
constituir o peculio do onte-Pio.
O sa ritieio em proveito do futuro nao deve
ser de lal m .do que aggrate muilo a situ ica>
actual de qualquer io lividuo, p-.rque ''ah
podem se originar males em prejuio deste
mesmo futuro.
A dissip gao, o luxo, a vnidade vao achar
ura freio, um lmite jucamente imposto.
Ha funecionarios pblicos qu, nao obstan-
te os g andes vencimeolos que teem, gas am
o duplo ou mais ; o dia de araanba para siles
cousa que nao existe ; e mudas vezes cerca-
dos de urna grande familia, de cujo f.turo de-
viam lembrar-se, esquecem se do dia em que
a terrivel Parca Dossa cortar-lhe o lio da pre*
Corrigenda
No ro?8o artig) de hontem d^u-s? um
'3p?o que c 'Dvcm corrlgir. Na 1* coluru-
eaterd e rcqu'.nta-se no egosmo do quai nao
pode fugir.
O bem presente, os gosos que p le -si nel'e
expe.imeoUr.eis ludo; somos como urna machi- ,Da 0Dle l;e : gandes s mmenlos e paizOea
na cujas cal leira3 prtcisam eslar bem provi- ,1a6 commovera e impressionam, leia a :
das de carvao para na> dmiuuir a marcha ; ( grandes sentmentos. e p,it5es, e s coujas
muito emb ra o maior consumo posa trazer a t1w commovera e impresMnnam.
falta do material combustiveJ, sem o qual ella
RECIFE, 18 DE FEVEREIRO DE
1896
O Monte-Fio
Foi Analmente publ'cado o regulamento da
lei que ceou oMinte-Pia dos empregados
pblicos. De iuconteatavel utlidade urna io*
stito'cao dista nalureza, a sua falta j se fazia
sentir.
A classe dos empreg 'os pblicos, era geral
pobre, tirando do seu eroprega o meto de sub-
sistencia e os recursos para o amparo de suas
familias, sujeilava-se aos azares de urna con-
digo precaria, pela imprelencia que geral-
mente domina entr n3, e propria do nosso
earaetar; poucos lembravanwe de fazer eco-
nomas, e suopon lo o futuro todo de rosas,
nio se p-eoecupavara cora elle ; as familias de
muito, aps a sua morte, ieavam entregues
ao derrapan e miseria, e a mesraa sorte
destinada s de mu I03 outros
Funccicnarios pubiieos de alta cathegoria,
magi'.rados, teem entre nos legado s lamillas
umi s tuago deploravel, e esta contraste en*
r- a po?igao que tinbam a a situagao em
qus dfixara as familias, era de certo modo
doloroso ; d'ah mais um contingenta prestado
m'ser -, chaga social, occasionadora de to-
dos us \ictos, e cujo3 prgressos convem por
toi = o- moirs combater.
ciosa existencia, deixando ao desamparo "
seras qm Ibes sao mais Ciros no mun lo :
Tem succedido fa lecerem algu 8 sera jdei-
zar meios para ejTectuarem se as despezas do
seo enterraraento."
Teem-se visto subscripgns ftitas por ami-
gos em favor das familias que parderam o sus-
tentculo que tinbam ; recorrer-se caridade
publica para beneficiar-se a esposa e Albos de
funecionarios Ilustres, bomens de raereci
ment?, que bons servigos prestaram sua
p itria.
E ludo isto 60 resultado da propria inercia,
do esqueciment-t voluntario de deveres 00 da
solicitude qne naturalmente deviara ter para
com os interesses daqualles quem sao li
gados pel03 mus estreitos lagos do parentesco.
Entre dos dilcilmenie faz se o que em ou
tros paiies feito espontneamente, e onde
ezisle um estimulo nata'al que entre nos fal-
ta. O espirito de aconomia cousa inteira-
mente fra dos mldeselos oossos hbitos e
costumes.
Somos disipadores sem generosidade: tu*
do faz se para a eat.-fago de um prazer, pou
coou oada em beneficio de outrem, ou em
proveito de cousas de interes3e commum.
A iniciativa particular falta em ludo, asso.
ciagOas para empresas de ioteresse geral quasi
que no existe.m O nosso individualismo
F0L3EIIM
26
8ca totalmente privada de movimenlo.
As casses destituidas de fortuna entre nos
ij tira lido esta preoccopgSo, sentido a necea*
s'dade de associages entre posoas da mes*
ma proflssSo, cm que, mediante urna joia ou
pequea mensalidade depositada por cala un
dos socios nos cofres da sociedade, pos3a es'a
soccorrer quelles dos seus co.frades qu; se
acharem em condigjs de merecer qoalquer
auxili) em difficeis cirrumslancias, ou dar
ama panso s familias dos raesmos.
Geralmente estes auxilios s5> exiguos, e
muilas vezes Acara a quem do que perm ttiria
03 recursos do cofre da associagac, devido ao
espirito avaro de directores, cujos senlimcntos
nao ideniifiearr.-se com os as humanitarios
que ella iCm era vista.
O Monte-tlo creaio pelo estado mais ou J_
menos ursa associago desla naturea, no vo-
luntaria ou expontanea, mas era virtude da
lei, que realisa pelo aeu preceito o que dove*
ra ser feito, amia que por outra forma, volun-
tariamente.
Os empregados pblicos nuca se lembra-
ram de crear um Monte-To e 1. que un fundo
de reserva fossa adqucridoemjprol dos seus in-
teresstB, e mesmo ura meio de auxilia s fami-
lias iiaquvlles entre ellas que cahissem na pe-
nuria por seu falleciraento.
E o que o espirito de associag) deixou de
fazer, le nSo o pode por sua negag naturtl,
deve ser feito pela iniciativa do Estado.
O Estado da remunerago que d quelles
que o servem tira um pequea parcella, coto
um tut r que prev a dissipago do pupillo e
na intengao de fazer-lhe um beneficio, formando
um peculio com o qual no futuro possam con*
lar.
Esta instituigao que j devia existir desda
longo tempo, e que j teria provado a su* uli.
lidade e produzdo os seus njelhores fructos se
mais cedo tivesse sido creada, est final-
mente fundada e s no futuro se poiei apre-
ciar bem os seus tffanos protectores relativa-
mente aos Inleresses sociaes qu: ella compre*
heode, se bem que restrictos um limitado
circulo.
Ha entrelacto umi causa propria da ndole
dos noseo3 costumes oucondigas polticas que
neutrali8am e>u parte os seus resultados.
O patrimonio resultan e do Monte-Po pou- '
CO desenvolvimenlo tara. j
A mobilidadedas situages 'polticas, as rea-
cgOes qua ellas trazem quando se succedem,
risca um grande numero da iodividuos do
qaadrodo funccionalsmo publico para substi-
tuaos por outros; os alijados volvem outro
genero de protissao se o podem fazer, ou vSo
arrastand- o carro pesado da miseria, e sem-
pre eternos prelen lentes dos empregos que
outros na occasifio mais felizes passam a des-
fruetar.
Ajfra em geral a nova instituigao vai en-
contrar um terreno agreste para que possam
medraros seus meihores fructos. Entretanto,
nao deve ser considerada planta extica, e
relativamente ella prestara alguns servigos, e
serapre tara alguraa utlidade.
O seuensaio va tar lugar felizmente, e a sua
razae de ser a amparar de qualquer intento
de abolil-a no futuro.
PARTE OFFICIAL
Goveroo lo abitado de Per-
nambuco
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho do dia 15 de Fevereiro de
i8q6
O engenbeiro Luz Courtad m. Como
peda.
Artonio Goo5dves di Az-vado.Io-
forme a 3.a D reetoris.
Augusto Xavier Carntiro da Cunha.
Informo a 3.a Directori*
Are Mas Mafra.
o PORTEIRO
d-:spachos da secretaria da justica,
negocios interiores e i.nstrucco
publica do estado de pernambuco,
do dia 15 de fevereiro de 1896.
Franci co C rreia da Mattos, pr, fessor
publico em disponibiliJarle fedn^o a
entres da documentos.S ai, medlaote
recibo.
Francisco Teixeira de Carvalho, Te-
n?nte-Coron l-Comaian 'an'e i i erino do
3.- Bata bao Estadoal pedindo pagamen-
to de ajuda de cust. Def-r d > Qua tur
mos do ifficio de-t* data ao Dr. S ere
tario da F z^nda.
Jos Luiz Pere r, conhe i 'o por J s
Ignaei, aent -nciado pdindo perd'a do
resto da pena.-Indafarido.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS
DIA 14 DE FEVEREIRO
DO
Femantes Juoi >r & C.a ped ndo pa-
gamento da quantia de 16$30'\ preve-
niente de f.>roecimeto de k-aros-ne para
illumina95o do quartel do 3." Batah?o
de Infantaria Es'a'oal. Dpfen'o nofl
termes d offido dest data ao .Secreta-
rio da Fazeuda.
Estada de F r.o de Pernamb co da
Recife a S. Franci co p-JinJo p gamen-.
t-> da quanti'. de ^1 G5550) provenienta
di transp r es dalos por co" ta do Es-
tado diraute o mez ce Nov mb o ultimo
Def rido, ros termos do offi lio destft
daU ao Sr. r. Societario d> razanda.
Estrada de Ferro de Pernambuco do
Racif ao S3o Franci co ped, do p g-
menco d quantia d 22iSl9.>, Drove-
ni-;n;e de tranporct s dodw a ofEcaes,
praj s de p>l cia e pre os por con'a da
listado e dur.me o mez ds Nov-mbro
ultiuio.-D f ndo, nos termos do fficio
desta data ao Sr. Dr. Secetario da Fa
zenda.
o PORTEIRO
C. 11 c raes.
AMEHTIIG DE PARIZ
POR
ziviiassOTSrra
JW.W-
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XXI
l(Centinuao)
Ao sair da igreja tomn am carro e
mandou toear para a ra das Pirmi-
des, ao escriptorio do tabelli&o, a quem
entregoa os ppeia do conde.
Voltou para almocar em casa e pen-
sou logo em desobrigar-se de ama visita
a prima Henriqueta e, por conseguinte,
GilbertRollin.
XXII
Gilbert, depois do armiaticio dei*ara
o guarda nacional e procur*va ganhar a
vidH do melbor modo.
A pequea sala onda vimos divfdindo
com Servis Duplat o dinhoiro da compa-
nhia, etava traasf.rmada em gabinete
de negocios.
Servia de secretaria urna grande mesa
cariegada de papis e cartees.
G-ilbert folheava um ma5o de papis
carimbados e Hmriqueta, sentada perto
delte, costurava um vestidinho de cria--
9a, quando e vigario de Saint-Ambroi
se batea discretamente porta.
A joven senhoraergueu-se e foi abrir.
Ao ver o primo soltou urna exclama9ao
de alegra :
Bal!...
Gilbert, com um sorriso ironlo, de-
xou os papis..
E mea tio, meu caro to ? prose-
guio vivamente Henriqueta. D-me no-
ticias delle, Ral...
Descanse, prima raspondeu o v'..
gario. G-acas a Daus nosso tio, est
vivo...
Louvado seja Deas! exckm;u a
rapiriga n'um tom de sincera alegra
E atirou-se ao pasco? ds Ral, abra-
cando-o.
OSr. conde da Areynes est fra
de perigo ? psrguntou Gilbert.
Fora de pergo, sim.
Nao ha re eio ue urna recada '
Ao certo nada se pode dizar... A
morte alastou-se do castalio de Fenes-
trangas, mas de am momento para outro
poder voltar... O primeiro ataque foi
medonho, e nao ha negar que mea tio
0S0 resistira a um segundo accedo.. .
E, tornou o ex-capito da guarda
nacional, nm pouco hesitante seria in-
-diacreg&o minba pergaacar o que se pas-
sou em Fenestrangis bmqaaato o senhor
la esteve?...
Abiolutameate nao...]
Quaodo voltou a Paris ?
Ha poucas horas.
Deixou o conde ?
Hontem noite...
Gilbert Rollin otfcreceu urna cadeira
a Ral.
Sente-se, meu caro primo, disse
elle e conte-uos o que viu em Fenes-
traages. Teaho grande interesse em
ouvil-o.
O vigario daSaint-A.nbrsise ficou em
p.
O marido de Henriqueta contiuaou :
Sem duvida o coade de Areynes
fez testamento...
Sim.
' Ta tamsato cujo theor o senhor
ignora...accreirten*oa Gilbert n'am
tom iroaico.
Eagana-se... replicou framente
R-iiil. Sei os trrmos do testamento que
meu tio f-z de aecrdocommigo.
Naturalmente foi para uso que e
maodou chamar...
Com effeito, e!ea siato qae elle nao
ouvissa todos os meus consa'hos...
ih! fez Gilbert int-rassado, fran-
z 11 io a tasta, elle disxirdou em alguma
coisa ?
Sim.
O que quer dizar que minha mulher
foi desherda-ia.."
Engana-sa completamente...
Entao ?
O testamento de mu tiocon'a
clausulas, rsatrioco'as, queninguem seria
capaz de alterar...
Oh oh !... isso grave '...
O que lhe digo que fiz tudo
quanto era possival em eco -interesse, e
aluta foi viva...
Sm ? exclaraoa Gilb rt.
Continuaco do Velatorio ctobre a adra!-
nistracSo da Jastica
innexo s. *
Proiccto de Regiment do Superior Tri-
bunal de Justica do Estado de Per-
nambuco
TITULO .
DA SECRETARIA E RESPECTIVOS FM-
PREGADOS
CAPITULO I.
Da Secretaria
Art. 25. O possoal da Secrelaria constar de
um Secretario, dois amanuenses, dois continuos e
um porteiro.
Art. 2G. O Secretario ser nomoado pelo Su-
perior Tribunal e os demas empregados pelo res-
pectivo presidenteLei n. 25 de i4 de Novembro
de 1891, art. 57.
Art. 27. A vaga do secretario ser annunciada
por edital e a nomeaco feta depois de quinze
das dentre os que a requererem, sendo cada re-
querimento submettido a votaco do Tribunal.
Art. 28. O secretario e empregados do Tribu-
na], quando perante este houverem de compare-
cer em servicojusaro de capa e vestuario preto.
Art. 29. A Secretaria trabalhar das dez horas
da manhan as tres da tarde ; mas havendo urgen-
cia, afluencia ou atrazo de servico, podor o pre-
sidente ou o secretario espagar a hora do encerra-
mento, ou exigir de qualquer dos empregados que
executem fora da repartico, ou das horas em que
ella funeciona, trab'alhos a seu cargo.
Art 30. o em pregado que faltar ao servico,
soffrer perda total ou descont em seus venci-
mentos conformo as regras seguntes :
1. O que faltar, sem causa justificada, pnde-
r todos os vencimentos ; e saosuativos justificati-
vos da falta:
1." Molestia ;
2." Anojamento ;
3.* Festa do proprio casamento.
2." Ao empregado que comparecer depois de
encerrado o ponto e dentro da hora que se seguir
a fixada para o principio dos trabalhos, nao justi-
ficando a demora, descontar-se-ha metade da gra-
tieaco.
3." Ao que comparecer depois das onze ho-
ras, anda que justifique a demora, ou retirar-se
antes das duas, embor por motivo attendivel,
descontar-se-ha tambem metade da gratificaco.
i." Ao que comparecer depois das onze ho-
ras, sem motivo justificado, descontar-se-ha toda a
gratificagao.
5." Ao que-sahir sem permisso do secreta-
ro, antes de terminar os trabalhos diarios, descon-
tar se-ha todos os vencimentos.
6." O descont por faltas interpelladas nao
comprehender os dias feriados : sendo, porom, su-
cessvos comprehender todos os dias.
7." As faltas contar-se-hao pelo livro do pon-
to, no qual assignarao todos os empregados, que?
no 1 quarto de hora fixada para o eomeco dos
trabalhos, quer depois que o secretario declaral-os
terminados.
8." O ponto ser encerrado pelo secretario,'
e sem sua permisso, nos termos doste Rogimento
nenhum empregado poder assignal-o depois da
encerrado.
9." Do livro do ponto constarao.es livros da
servigo a que faltou o empregado, que comparecer
ou retirar-se fora do tempo marcado, e do attestado
da justificacao o motivo desta.
1"\ Nao soffrer descouto o empregado qua
deixar por motivo do servigo do Tribunal ou da
Secretaria, do que baja sido competentemente en-
carregado fora da repartigao, ou para servir car-
gos gratuitos e obrigatorios em virtude de lei. %
11 As faltas por licenca sero abanadas nos
prec sos tormos do acto que a conceder.
CAPITULO 11
Da Secretario
Art. 31 Ao Secretario compete:
1." Dirigir os trabalhos da Secretarla, segun-
do as disposices deste Regiment e as instruccSes
do Presidente.
2." Oganisar o conservar na molhor ordera
o archivo e cartorio da Secretaria o a biblioteca do
tribunal.
3.* Mandar preparar palo escrivao os pro ees-
sos existentes na Secretaria, medianto (stampilhas
oxpedigao de guias as repartigoes arrecadadoras,
para o pagamento dos sellos, emolumentos e custas
de vid os ao Estado, nao dando a falta desse paga-
mento lugar a demora no preparo das causas cri-
minaos de accao offical.
4.' Fazer expedir todas as ordens e corres
pondencias do Presidente dj Tribunal e do Pro-
curador geral relativas ao servico publico.
5. Assistir as sessSes e conferencias para la-
vrar as respectivas actas e a ssignal-as esm o Pre-
sidente, depois de lidas e approvadas.
6." Lavrar as portaras, provisao e ordens e
escrever toda a correspondencia, que tenha de ser
assignada pelo Presdante.
7 Receber e ter sob sua guarda e respon-
sabilidade os autos que forem apresentados ao tri-
bunal.
8.- Fazer duplo registro dos autos recebidos
sendo o primeiro registro por ordem chronologica
do dia, mez e anno da apresentagao, e o segundo
por ordem alphabetica dos nomes das partes.
9." Apresentar todos os autos a distribuigo
na vespera da sessao que seguir-se ao recebinfen-
to delles, devendo os civis em que nao forem in-
teressados orphaos e outros a elles equiparados, s-
mento sor conclusos aos juizes depois de prepara-
dos.
O senhor, meu ca-o primo, est
aoffrendo aa cmsqquinsias de sea pas
sado... N3'o penne qn lhe estou fa-
zendo alguma censura ; o qm lhe digo
a verJade. .
Mas eu n3o ped cousa alguma E-i
nao ped o .us alguma exclsmou o ma-
rido de Henriqueta com urna altivez or-
gilhosa snb & qual advinhava-se ama
colera surda qua-i a expo lir.
Eotretanto espera va. disse Ral.
Pessilmente uada fgpero do con-
de. nada!... E para minha mulher
6 que obteve o senhor ?
Eu Ibes direi.
Henriqueta, trmula, nao tira va os
olhos do marido, visivelmente embara-
zada.
O vigario de S.int-Ambroie tirou da
bolsa da soaina a copia do testament >
escripia pelo seu punho e, entregan-
do-a a Gilbert, disse;
Quer Ui ?
Nlo ; lea o senhor masmo...
Certo os leitores nao esqueceram as
disposieoes t etamentariaB do conde Em-
manuei ; entretaotu, para maior clareza
do que se segu, recapitulemos algumas
dessas diaposicoes.
Sente-se, sechor abbadc- rep"tio
G Ibert impaciente. A coisa me parece
loog !..
Ral d'Areynes, nlo pastanejou Sen-
toa-ae na cadeira*indicada pelo marido
de Hanriqueta. Este sentou-se a seu
Udo.
O vigario de Sa nt-Ambroise cmi-
co n :
t Ea, Emmanael d'Arcynei, conde
d'Areynes o de Fen-strange com da
espirito; sao de corpo, deixe aqu mi-
unas ultimas vontadei...
As desea presado subrioho pen-
sou Gilbert.
O pad>e c mtiouou :
Pelo presente agto testament riol^go
minha sbrinca Mara Hanriqueta
d'Areynes e esposa de Gilbert Rolin m--
radi-r em Paris, o usufructo de um ca-
pi'al inalienavel de quatro milhoes e
quinhentos mil francos.>
Henriqueta e o marido tr<>caraa um
olhar.
Quatro milb33s e quinheutos fran-
cos m-Tmnrou o ex-

nacional. Somente o usufructo,..
Ral continuou :
... Em movis, immoveis e valores
diversos, cujas t tulos da propriedade
est&o dep)6tados no tabelliSo Pinguet
morad ir na ra das Pyramides n. 18,
em Paris, e prodazindo um juro liquido
de cento e setenta mil francos...
Cerdo e setenta mil fraucos de
renda... iaterrompau Gilbert.
Sim, meu caro primo, resp udeu o
vicario de Sain'-Ambroiae. Tal exa-
ctamente a fortuna do conde d'Arcy-
ces.
Continu fez o marido de Henri-
queta muito curioso, e, sobretudo muito
impaciente por conhecer todas as clausu-
las do testamento
Raul continuou a leitara :
Este capiwl inalienavel de quatro e
meio milhSas fica reservado para o flho
que deve nascer de minha sob inha Ma-
ra Henriqueta Rollin.
Um relmpago fulgurou nos olhos de
Gilbert, que nao p6de deixar de inter-
romper novamente a leitara :
O capital de quatro e meio milboi
para o filho que nascer ?
1
Sim; mas espere... Dexe-ma
continuar:
s O filho conebido, se viver, to
mar po-se desse capital no dia em que
completar seus vinte e um annos ou no
dia de seu cas.meut >, cuva a c ndico
expressa ueste ultimo caso, ds qua o ca-
samento ser precedido de um contracto
estipulando o rgimen de spanlo da
beus.
Gilbert fez-se paludo. O msculos da
seu rosto contrahiram-se.
Henr queta pareca dizer-lhe com o
olh'-r :
Contm-ta I...
Na verdade, elle se conteve a cusi 6
o vigario de Saint-Ambr ise continuou:
< No caso em que o filho de Mara
Henriqueta, ora concebido, na? viver
muito para gosar o usufructo do capital
de quatro mrbes e quinhentos mil fran-
cos, este capital ficar ualienavel e Mat
ra Henriqueta Rollin coutinuar a rece-
ber os juros at sua morte.
Se Henriqueta Roilin nao deixar ge-
racilo, o cap tal de quatro milhSas ser
dividido em q :art-j partes, a saber :
Um quarto para ser distr.buido aos
habitantes de Fanestranges, naturaea do
!of*r> 9,ue! no C8so de ser a Lorena an-
nefcada a Aliemanha, deixarem o p%iz
continuando a ser fraocezes.
Um quarto para os meninos deivali-
dos o departamento do Sena.
< Um qua>to para ta estabeleaimen-
tos de mead cidude do ddpartament; do
Sena.
(Continua).
Typographia do Dtario ^J
S
i
MuTUH


!
atarlo cr^l^evnimvbtieo ^Ter^a^feir S de Fevereiro do t^
10.' Fazera distriuuiQao dos feitos aos es-
crives, guardada a ordam das caseos ostaboleci-
das ne'ste 'Regiment, podendo os-escrives'recla-
mar perafite b Presidente contra a desigualdade da
distnbuigao.
11. Linear noS livros prtiprios a notar no
resto dos autos a distribuicao feita aos jizes a es-
criv&es.
| 12 Esorever nosprocessos de habeas-oorpus.
conflictos d"ejuriadiccao, prorogacao de praso para
inventario, reolamaQes dos juizesde Direito con-
tra a lista da antiguidade, concessao ou renova-
Qo de provisao de advogado ou solicitador e fian-
cas a que forem admittidos os reos no tribunal.
i3. Examinar attontameute, para ver se es-
tao na devida forma, os autos e mais papis antest
da distribuicao, quando delta tlepen.lo; e antes da
assignatura e do sello do tribunal, as cartas de
sentenca e mais papis nao sujeitos a distribuigo.
14. Dar a quem de direito for cirou n^tanc-i-
ada informagao das irregularidades que verificar
pelo exaine proscripto no paragrapho antecedente.
15. Prestar as partes interossadas, quando
solicitarem,' informales vertaos acerca do estado
e andamento dos feitos, salvo sobre assumptos em
segredos de justica.
8 1G. Passar por despacho do Presidente as
certides que forem requeridas dos livros e docu-
mentos existentes na secretaria, podendo os
autos pendentes ser passados independente do des-
pacho, nao havendo inconveniente.
| 18. Fazer sellar com o sello do tribunal as
artas do sentenca e mais papis que dependerm
desta formlidade.
18. Justificar ou nao asfaltas dos emprega-
dos da secretaria oom recurso para o Presidente
do Tribunal.
19. Velar na regularidadc da osenpturacao
de todos os livros e registros a que se refere este
Regiment, e dos mais que o Tribunal criar por
conveniencia do servigo.
20. Registrar e i'azer registrar pelos res-
pectivos escrives as desloes definitivas do Tribu-
nal ; e noticiar pelo jornal official a distribuicao,
passagem dos feitos e deeses proferidas-
21. Ter sob sua immediata inspeccao :
a) O livro da posse dosjuizes e mais funecci-
narios, que tomarem o compromisso legal perante
o tribunal, ou seu Presidente ;
bj O da matricula e lista da revisao de anti-
guidade dos Juises de Direitos;
c) O da matricula dos empregados da seccre-
taria;
ce) O do ponto ;
e) O da estrada e movimento de todos os
papis;
f) O da distribuicao ;
g) O das actas das sessoes ;
h) O do registro das sentencas.
i) O do cumprimento das ordens do Tribunal
edo seu Presidente, correspondencia doste, do3
relatnos e do Procurador geral;
j) Os actos a mais papis que houverem de ser
submettidos a despacho, ou em que-estiver fuc-
cionando na qualidade da escrivao no mesmo Tri-
bunal.
k) O do registro dos assentos das-daoisos pro-
feridas pelo Tribunal, tomadas para sarvirem de
no rma a jurisprudencia.
capitulo III
Dos Amanuenses
Art.
1."
32. Aos amanuenses compete : '
Servirem no impedimento ou falta do
Secretario por menos de 15 dias, guardada a or-
dem da antiguidade.
2. Auxiliarem o Secretario no seivico da
Secretaria, archivo e bibliotheca do Tribunal, con-
forme as ordens e instrueges que delle rece-
berem.
Art. 33. as suas faltas e impedimentos os
amanuenses serao substituidos por quem o presi-
dente .designar, conforme a urgencia do servico.
CAPITULO IV\
ji$&3?
D\os Con fin u\)s
Art. 34. Aos continuos compete cumpirem o
que a bem do servico publico lnes for ordenado
pelo presidente, juizes, procurador geral, secreta-
rio, amanuenses e escrives do Tribunal.
Art. 35. Em suas faltas e impedimentos, por
menos de quinze dias, os continuos serao substitui-
dos pelos officiaes de justica, mediante designacao
do Secretario.
capitulo v
Do P o r t eir o
Art. 36. Ao porteiro incumbe:
1* Abrir a repartico antes da hora fixada
para o comego dos trabalhos e fechal-a depois de
terminados.
2- A guarda, conservado e asseio do edifi-
cio e de quaesquer ino*veis nelle existentes.
3" Recebor os movis por inventario escrip-
turado em livro- proprio, com as rubricas de entra-
da e sahida.
4* Comprar todos os objectos necessarios
para o expediente, conforme as ordens que receber
do Presidente e do Secretario, prestando contas
mensqlinente a este, que a submettei com seu
parecer a approvago do Presidente.
5' Abrir e encerrar as audiencias e exercer
no que for applicavel as demais obrigacoes dos
porteirs dos auditarios de 1.a instancia.
Art. 37. as faltas ou impedimentos do portei-
ro por menos de quinze dias, ser elle substituida
por um dos continuos, designado pelo Secretario.
Art. 38. O porteiro ter as suas ordens um
servente para auxila-o.
(Contina)
ASTADOS D4 MU
SUL
Matto Gross
Qamd ) em oosaa edicao l id corr*nt
fritamos da coilectona da S. Miare!' o dii'e-
Oij8 :-Volv o Ge*eroo as -vistas par o *ir
6 Amazonafaca o accoro'antas que baju
algum de'rratrta'rTieat) d> sanead "n je ja pre-
viamos aleum faci d'atra-'avel.
O Sr. Dr. Correa, porm, que nao leo silo
sordo a a vates da Impreos*. nao deau ir-n oaa
Drovideocias porn - do ao governo do Am-JCis o accordo se-
gointe :
A arrecada-So de itnpostos na zana litigo-
ga 8r MU pe' eo'ilec'o-ia de Sauo'Aa'.oaia
eoo ici\ s do \~iaz)v9, <'i p-ddacta ti
quilo dividido ucalraeuie entre ambjs t>i Ba-
lados.
Os proJucloi qu* 'kerera para diraitos em
Ma-'tb-Grdsso lerj livre tritftifo oa forma do.)
arl. li n. 1 da ootuamao Feda-ai.
A* taxaa-de impd^s'serao as siesraaa, oaoi-
paranlo-e *a di Ma^t>-GroSi cofla *a atabe*
eci i -s p-i3 AmizoQS.
Eale accor lo dorara at a ftxiSo d* m'te%
pao-iiiporunia TJBt-nto por'par-e d aa.ia-SrOsw pre't'i'jcj
do Amaionas. >
A mes ai fltri odttcioo qu o Sr. Presi-
dente da Repuli-a tele^-plij'a a ej-ero-idoi
do Aiizom><,''ii-">io-inein^ spHs conretiieor
le acenar o sccdo al* ditaao ttfnl do pleito*
No eaunvj-u ftepuDliou 'pa'Bsoa1 o ee-
gDDie ari-go:
As ol'iaSa riotirla qos es chejado ao cu-
DfieetU)ea-o do' MbHee 'B'ir.re X9 o^carrencta!
navias oas lDcaltd:de.* .o Njrla,' oa-i o njsao
ioveroo crejn eata^S'^ ft*eiea-para a a-re-ndi*
jao dj* impostis de export-Cfio, saa din mais
desaKradaTli tfa-ao dovj matio-urojeose. ,
RelotaTos ao principio eW acreiiat m era-
cidade deltas, til a soa' erandade, tao grande
dos pireceo o a tentado o*ie volfrH) nao (
aos Loases dreiv-'S. como as ma:s comesionaa
regras de deferencia corleiia, que entre si
devem onmier s aoorldalea Asa diff'eotea
Estados da Uoio.
Consta 0'>s, por tfclpgramma reeetudo do Rio.
qne o gotefnado' do Aiiitonas man lou ata :ar
noesa forca policial, j.ae e iSdailO Sw Mi-
deir, p. das. 3
Bote fjoto aadaJld'aa rev-fa da na*^ ^lo cue-
te do grtveroo dttvilinti'o E-laio o de^eMC',"Ji
meato e- de^pfe^o 1aP co*ars egaitaa em lo-
do o ma:flo oiili>ao in'ia 'eolacj das
qoes'5-K, po- ra-H gr^sej qne Mjaas.
Jogar o governador do Amacooa^, que o
emjrc'o d. fjrga mate al ira p ir ven'tir* djr
mais evidencia ao di-et3i do- sw E.do ? -
Nao o sooDomi', an es o >8sa < laDtiatel
qoe esse procelmeoio cielito lerap'oupia
e de-vi r cor'ecS cono atter. atoio a federa-
qo, cojos pri"Cdios'a- ndsaa Gon^iiofcao sa-
Diamente p-ticoroo ea'antr, eraselece;do uu
arl. 66 n. 3, qoe ao* Estados e eVeWtO'fatar ou
declarar guerra entre 81 e liar de repVeaaliaa.
O acto, ponaalo, do goveroador do: Amazo
Das Dfio f6 urna )ffe::a a soberana do aosso
Griverno; WHfWHiitJ igaslTienta raanifesti
violaQo dos p-ece.!is consiitocionaes co;is -
Knados oa coligo fonlameolal di ua^o.
E38e"attentado, q i<- urna injoa a^.i-ada i
eiviiisacSo do paiz. am 'precelente faoesto,
cojas-graVigaioia* cjUietleaMa* oao po.leu
demr de cnamai a aitenaa dajVoroo Pede-
ral.
A fo-ga da ilSo reside princ.oalmente nes-
sa Harmona do^'elementjs CUtistRativoa do la
do, no mirba-regaur de todo o mecnanismo
poltico e so Ul. ^e i o a'.Hitow cn.ques que
eaumoa Dfflitmnie prewociaado.
Desde, popm. qao oa ovdaJo-es dos es-
taao8, esqbcen lo o etrea o oran elemen-
ta es qne loes pres reen a eoa posico social,
e a aouma das rtfsp-jrn bil iades qoe 1 es ci-
bem abanionam os mioa soaeorioa e reco-
rem violencia para dirimir os aeus di'eilos
o caso pa zb#, rfepabluano, qoe sonaamos
pa a tata ubii un Pposa le omtlaac&d
pro'goi:iartos,-aa fa-
ces peran a actos 'ae?, qde laato dapO^co o i
ira oa Qd"sia eosfumes, reco ti^ci iameots or-
diros p-jcitt3o*e te'mana b-ae/dleacia.
E e>(Dj cjitraa'e ebm eaao proce^i:oe'i'.o dj
Biveroador do rmn aa o qai '.-artiio o uo>
sj gioroo des le o ir-,io Hasta qnjlBtij !
Qie." oa-.tutt: p e-i i n'.j, aaer o sao an'.e-
c-sao-, ruidli^r-xn Jaiie a'i i-ta iagaa das ci-
letorias de S Manoel e i. Aitaoio da Rio Ma-
dera, a mal jMffatta corre.-ca) as relages
Com as aatori ladr-8 doi eladoa vizinDis.
Ad paft rea par aa/isefl remotos pontos o
desia :iim!Jtos le forca poilc.il, o ex p'esidea-
le ofB" o la aatindaaea doi erados lim.lro
pnes commanicaadj tal ficto e pelinlo a sua
proieccao e apolo para e-aaa ealacOaa creadas
. em Tl'tnle de aa'onsacao lagisla,liva esadoal,
em localidades coja posse at eatao nua:a li-
aba sido coolesiaia a Ma to G-osao.
&al#eroalf ore eaitldad* alle.-i', em uuoca imou food claro poailivo oa ooasoa direitos, tra
toa, porn, de enoiracar por ioIos os meios
ao sea aicmce a loatall cao daa estacSas fl<-
dea. h lem impedido at aqoi a arrecad igao
dos ImoOsios de erpjrtaci), ooruaiJo a inga
ment de noto* imposws os pro io tos p ovj .
oleles dest Eatado, cji gatas d colleou-
ra, d qtte manifesiamaute conlraro ao da-
msio no ar. II : I da'Oonatitacao daReou-
nfaca. qaa probiba aoa estailoa creares impos-
tis -oore os'orolocios oriaalos de oatros.
M.sas afiitravilades e v ciencias ao gv
'e"iado- do Amatnos anda mais se siiiea-
tm ap .n imeaio actaal com todo o rann-t de
T-rdi-leira oro'adade, sa alten termos a*
faci da una no oa 6 do correte mjz e Pr. si-
lente do Balado. 'e.-u'rtft)osta aoso(B;loa acom-
pinhalos da memoria do Dr. "apajot, prooa-
zj'a um accordo, am naidas lenit, ai qne
a f*itfta foj'se desdida polo Gioureaoo Peie-
ral, a tuj edaa-cimeato seria levado oppi:tu-'
-aman e.
A'oitieia dessa vlolencii do a-;tdal detentar
iiov>e*no do .-iatonas. sera d^viTamame
aprecala p>a oiuo, oada ce-tameota ir
e^bjar de lola mus lamerjtavel oi' os ore
dos da aiminisi'racSj dailioile E-tifo, dgo>,
setn davidi, da um chife qie tenia ; memo'
comorebeiso d03 sena deveres e qai estej ni
aliara da saa-mitiao'.sccial.
O ooo ma'to g oaseise, con icio de sen di
rttos-edesatiaio ba-a" am paellati, nSi accai
liria Iota oate terreno" h deixara' es^e go-
veroado: isolado na arena, eiposU 4 i-n-o
popalar e ao siverolalgim3nti da opioia po'
OllC'.
A mt'fni fjlha pailHa u ..e/ninte noticia -.
O >:-. D-. P-8lleate !o Estado acam da
r?ceo-r lele^fimni do alfe-ea Rlyaeo Pinto da
Anunoiacu, expadtti a JO do corrate do ev
lafai telegra-pnica Geae-al Ga-oeiro*, not-
cianio baver enont-a1o na m^ar denominado
Oiaiia oitema e tantos ioiios' entra1 bo oeo,
noliveres e cune a-, osajaies''8e'o al lealos
na imnadiapoaa da d^stacamentS ta farca. te
fiuna all exisi.aie, 'margem do r'fo dos Bar-
rci'vS atfdaa Girjas; 8eonl0 f- Qflais' oava-
oieote.
8Mi leguas alsm dos Bar-eiros ha lambem
rode al leamenio de indios, qae preteni*m
apTesBnt;rse. Sra distribuida a ferramenta
para a jam-mo. e enaa lomadas out'0 pri/videoclas
no 8 nudo i altranir para o er1 mo da civlli
sjCS e-ses salvagen.-, qielnsido a aqu
am emoacilns aooovoame'lt i de nossa trra.
Oxala poss*m e?ias tenl tivas produti'o rr.
sol ala qua deiln- se deve esperar, cbr'eipoa--
denlo aoa sac'icioa da dlmi lat'.'cSa ea en
pecfati.a de todos aquellas que almejam o pro~
gresso do nosso Esta lo.
Illa atiVo.Grossa 9
. cjaito provael qoe estas anno aejam ex-
partsdas pelo oosao porto, de S. Lola de Cace-
res, de 6 para 7 mil arrobas de' seringa, eegaa.
di oavimos de pessoa aotoruada.
Do Republicano* t'aoacrevemo3 o se.
ante:
Por caria parlicalar de pessoa fidedigna,
ewpta db'districto-dos Baba* e data la de 16
de Ootubro oitlmo, aaae.nos qne os eneros
"limosnees haviam aicaoca o em Sat'Annada
Pa-anaDvba pregos fabolosos.
A^sl'D, o toncinio v-sndia-se a 100 a arro.
ba ; o arroz a 834 o alqneire; o fejao e a 'n-
otia a 60t o dito ; o caf a 60,1 a arroba ; o as
sacar a 504 ; o sabio pre o a 14300 a lib-a e
asaim par diante. I
Quem cobb'sceo esaa trra to faria dos se-
eros de primeira eceasldade admira.se de
vel-a boje m 'uta com a caresta delles.
Como vivera ai a pobreta ?
Pela mesma carta sabsmns mais ha^er silo
all assa-smaio u;tim rellano Jos Passo igno ando se qoem tenna
sido u aotor do cima
pea noaso cj'resp >n leo e, que a Gra.Brelanba
aeelttn a e--c dhi do ab iro.
Se vanti: r Fe essa oo i "ia, e o D;. Pro lea.
te de Miraea. o com ellalto couvn-'do a er
abto eot'a a G a.dretanna e a Veaezueli.
pnva-i* istu o elvalo odceito ea que (ido
o noaso pra-ideo". aiola al4 pal a' poderosa aa-
ca i com a quil. ueste trame it toa .t-?mos orna
emt>nfa de ca-aciar ta oieliQlrosa', como a
di Tnndad'.
SeeaHame'otia disse ofef^rldo pnal.
Poiemis boje con4i-mir a no icil qae nos
i-aomiiuo o o-jsj crrespnodote 'de Niva-
Y k de haversid es'oioida o Sr. t)r. P-u-
renda de Ma s, ormlietd da fteoab'lija para,|
arhii'o na queiaeTJ-ao emr'a'-I.giatarra e a
R*paalicads (fenesuea .
acreacentoo na ma r rido'se a ease oosso tele<;ramda, o'estimado
cdega que clraborr noli d Dsea Jonyma de P.
na A Nticia ip ino.ss neatej ju-Us ooniei.
tos :
E'alimiote 'lisoojejnr pa-a o Braz a no.,
tlcia qae lo boj o Jornal do Gomalercio de
qir> o Sr. D*. Pro lente dfi' Martfes fJt es:olh .
do oeio gjtemo d*'V"eneael-'e'ceitb plode
fiS|late-ra, p.ra-amit-ro eni Tjrn-*i*id entra as
dttiaa;5dse aiada mais as c^rcutistiaias
.'i'iii m q ie ooa acHamos, tendo'por as.
sa vez lanbem ama qjes'.o com o goveroo
loe ez
B' qae jasiamaote da'an'e esta oasia qaas-
tao. t governo rdgles tem ti id'-occaso de ve
iBcr o espirito de jstic qij a alma o Sr.
'O'rtsldeate-aa'R-'piOll a, aeT.'rgial, embira cal.
ras o/cao do seu airiit, e a coragem cvica
.m que o sdstema em ciAiadislancias to dif
ri Ses, o qae aamrisi aaemeon el li'a a ice.
dita- que a ra s na o i mtacio o gaiar ai al.
gr diraitos-elatareass de tere-iros.
Bita p-ova de coariaoja timo mais oara
nota-, qua'ita nos'aiirora's pai& dafe?imen
nova, qbe tinto tem sido calumniada, qaa taj
b ti i a./a Jo tem sido na tii'oua, que 08 aossos
nomeas d^ g -v rn > .-Jo r-'iiii ;.-.m n:e lime is
la nnem aovas,- q ja 04 pou-o tuats ie um anno
sr notone'dsie qae c-cr/i o aome do Dr. P n.
dente de Maraea no Bazil qm pa330 a nos.
sis fronteiras, que o g.'Ve'OO r-pjblicaao e oa
seus ropresen!anie aia ia nao lm trad C&es, a
alo eer as-falsas e nouc-o liaoagaakis, qne a ca.
lumoia Ins empresta.
Para que. nestas con i ces, e em Telacao a
am' Ittiglo afoi, gracia a ef ocacao qu fez o
p-esilente Gle/eland da jou'.riua da Maoroe
e'm relajo a efie, ebegaa a m'aaca" a paz do
mando tmetro, tal prova df cenflantja eja dala
ao Sr. presidente 1a Repabhca, f*z.se preciso
qneeises govefnos teoba'm eito plana jastica
*e cnte-io com qaa tem p-wledldo o Sr. Dr.
Prad^rit de-Moraei- oa' sttaic* dlffi.llima em
que foi cbimado ao goveroo -
E n-,r flm coosigoou o qae se^ue, que ama
rcciin" aglj do faio, pjalo-d e'm seaa verda.
taitas termoa
Ni-t can nassot'legramma de N-jva-Yo'k,
pablicido "nt-j-noitem qae ejostaba emG ira-
cas, a capital da Veoetoela, qoe o r. presi
dente da Repblica ii*et*convidada, daa'cfio'r.'
do com a G-.BrTOoba, para ser arbitro na
qaes ao da inoemnisacio qoe esta pede pelas,
alleg.ds8ofIenaas a nbntis ugUzas no larq.
lorio do CJ-uao ou Yordao.
PeJimoa eorronoraca do tele^ramma, qae
ootHemos, coaao bontem publicamos. s
- i .i i i i
Podeis agora adiaoiur oa s^aiotes lacios :
Nao se trata de arbitramento". Da accordo
com o ioveroo de Wi8bingo i, o de Venezae.
la. qoe t n asas reia- s oom o da GrtYtreta
CAPITAL FEDERAL
9a veriadeira a not da telegrapbiea da
faoital da Ve ezoela qoe noa vena de Nova.
Yak (a oao temos razio ra-a david- rtella,
pois o isso correspondente abi e-i liaioa
urna casa qse lem avalladas 'ranaaceflea com
oaarciaes cim La^uay,-*), tera b-evemene o
p.osso govetoa razia deorgolhar.se de oai n.
comb3)Cia qae, sempra matto bonroa. ues
momento duplamente oobiiaria a Repblica,
d'i oa-oal da Gommercin.
Pa-e,e qrfe a Veaezaela o opoz a Q.-a B-eJ-
na saboeitar 14 arbitianento di omib rea-
jetado orasilt-nt?, o S*. r. Pradera de M).
raea, a qoeitooo in;iien e da U-uio, qj' era-
moa ser o da prirao de alguos eobdltos iog'e.
zes na territorio couteaalo par aqj lias im
potencia, e p la qia! a G a-Bfetaniia exige
orna indemnlsajao de. naece.coj, 10 000.
A' abt a noticia oada (era -e exi'ao-di ia
rio : e8te Goveroo mereceu sumir do 1i 7e.
eca, la as malorea provas de con-i e.-ac? e
nisade.
O qas empresta ao noaio teieg-em-m u n a
ractar de eicepcicnal importancia a qae. nao
fosie a foale oa que o recebemos, mal pal-
riamos ter cimo aulcirico, ofaeto, allegid.
oba loterrompidas ba oastante lempo, se mos-
trou desejaso que o nosao ministro em Londres
fosee aouiiaado palo Sr. presidente da Rep-
blica a prestar seas boai ofictor oas communi-
caedea qae se devem fazer agora di qaeslio da
dita re-imaca Yaruan.
O enverno Britanaico fol ba dias coou'italo
sbbre eita'escoltia emoat-oa.se maltosa i fa.
li em II ar com o repreeeafaote da pnm-i a
potencia americana, d'pns dos Balados Ua.-
d os.
Da ouiro lado, o general Gre;pa, preai lente
da Veoernala, deca-ara qoe nem da'ia instro.
ccoe3 ao o .aso mi:!ro, preferinlo que este
aiss3 com plena nberdada de a:caa,'Caso ac-i.
tasae a numbencia.
Nestd p eslo ?s comas, e parace-uoa qae o
S prei'deot-; da RepooliJi alada na i resol,
vea sa-.i.e o assasp o.
Cimo se v, nao se trata de a bitraffleo'o
oem de maiiacao A Venezuela oartendore.
93-otante em Lo vires oara iiqaiiora -acia,
macaj pede 03 boos cfliioa do oosao minist-o,
jaldo mato secuaauja pelo goverflb inglez.
M18 aem por ato se tratar do arbitra-r.en o,
foi a lembru'jca menos bonrosa- para o Brasil.
Por daceto da 6 do cor eotloram oomea.
dos:
Oa Hmeros escMpturaitas da Ifandega do
Ea ado de Santa Catiarha : Alvaro Gentil e
Artoo Ma.-eira de Barros Oliv Ira Lima, para
a lugares da coafereote da mesma alfaide
Aotooia Viirnvio de Medeiros 'para o logar
da V eacrlpturarto da fadega < cidaoe do
R;:.G.-aade, estado do Rio-Grande do Sai
*0 4- escrlptarano da atfsniga do Estado do
a>ra, Benev.mato de OHrei-e, psra o I8ar de
es -nptorar.o da alfaodega de Paranasua,
Estado do Paran.
Pelo ministerio da indoat-Va, vlacao e
fcras publicas reile'oo.ae ao minase-io da 'a.
enda o pedido feno pa^a o fcovernedor te Mat.
teGroaso pjra ceer renio a admiuisirscao
dos Co-reio,. ao ms.-wo- R-tnio, em qae ac'aal.
mente ee acba loaiaira'o o Lyce > Gsyabano.
Foi nomealo o cida ao Boaeoio Pln'o
Vieira para ezerce' o ra-go de rentador da n
rajctoria et-al da illiminaeSo da Capital Pede.
srl dorante o impedimento do reaptCvo func.
clonarlo.
Poram nem**!o par portarla de 7 do cor-
rete, o inspector gerai do trafego da estrada
'e ferro C.-n-a. de Pernambuco o ajada
1* clame e eorfenh-ro Joiio Antonio de Lons
i-olot Liclette e a ajalante da l' classe o eiige
tibvro Je s Saboya.
A No ICW anaiy a es enJi o-; .'.-;e j v5.
sendo at-'vseotad -* foirrra eleiQo prtbidea-
cial, e.-o Margo a-- 1898. E diz :
Ai# o momento peaeota, da-?e o S-. Q ala-
lino Bocajua como candidato ce:io do pa ti
lo repubktano federal, iodiC30do-se, como
condidam vce-n-esideocla pelo K-.-smo par-
tido, o Sr. Loro So ir.
Seria extraordinario, pois nao o que n.8
consta
Sabe n Jo-nal doGommarcio*, qoe o S'.
corte to-Parba'ea feehou* bootam o ronxnc.t
do empre-timo tuiDiiipal de li00^:00,|4'00.
Esse empreatldo pea raottdo com a reeei-
la do Irpporto predml, conforme cansa da 3
rriptara de p-im. l-u peobor, que for Uvrada e
asignada.
Sao principies garanlfdores do emprept'mo o
Banco ta Rt-pdbttca do B'axil, Banca acifial
Bratileirc, Banco da Lavoora e do Cammereto
do B asil, London and B-aztliao B-.nk, Braii-
liam'sch Baiik for DeertacbUnd, Hunco de Depo
sitos e Pscanos, Jofepb A. Ollv.r, Dr. Jjo
Telxetr Soifps-ao barS- de Aguas Cla-aa
A sobscrtpja publica dos liiulos 1 6 ? s-r
aberl-i em poucos dia< nos naocos da Repbli-
ca e Nacional ao typo de 90 |. podendo as en-
rutradas sar feilai em moeda co rente 0^ eoi
10 linea dn emprciiiuo de 1893 ao pr*go de
9804 cada u*.
Esliverara v.n dia 4 con o Sr. nresideme
da Repblica os Ss. Joan Silvand Oada], en-
viado particular do gover.ao d 1 Pd'jgay ; o bi-
rSo do Rofaiio e o*- Da. Eone3 de Sauza e An
d Cavaicaoti.
a No aalau do Padagog'um, re-Jlisoa-S) a
terceira confereora lineara.
Occooou a trinuoa, por eapaco de bora e
m.'ir, V-iHiiiim MugaibS^s. qu-, com tima natu-
ralidad^ cat.tivante eperfetu conb.-.rmeuto do
as8Umi to, eslodou a obra moeca de Raymoo-
do Cort o nossd dmiravel p .e:a.
Corceca o o-ador diteado qua' o sed escopo
nao exibT-ee, mostrar gal s de enjarcio nem
dotes de tnbjoa, mesmo porque os oao lem
para mostrar; mas aaic-itaente' coni orrer lam-
loem para despertar o publico da sda Ind ffe-
reoca pelas lett-a. agita;idj-o, chamaod -Ibe
a attencao pira bs esc ip'io-ea que dSo lastre
p.trla. Qie, nesias cooJicoe?, oqae ia l-zer
era urna deap'eoteociosa paiealra, em qoe ?
fallara do obi'ecta dell, len'io bflm oamero de
coanpdSicOes aos qaatro llvos do pdeta, para
qoe os seos ouvio.es ouiessen bem avallar as
qaalidades delle.' Qae escomer R.ymnodo
t-orra para asdmpto dadoelte cavaco ria:eio
po- d ma motivos : i.' par ser o poeta contem-
porneo que mcibor conbecta pessolmeme e
coma e8crlptor ; Io por conslderal-o o mais
c un-ileto o mal natavel dos aossos poetas ti-
voa i nao diz o mais inspirado, o milis imagi-
noso, o m'Ms briaante, mas a mais completo.
rf melbor dotado, porqad em Ravmuordo Cortea
se eocooiram, reooidqi em barmoaia' encanta
do-a.'ntn poeta, um posador e um artis.a.
Affirma, em segurda, qaa a laiSereoca do
poblwo pelas letras cala vez maio-. Payo
indolente, mal educado Si&tellectualmebtei nao
estuda, nao l, oa eacoatr* przer senaa a
politiOtyam, an^joga, aa datisa. Ebtrel*nio,
eaie pavo, tadado aa que pirece a destinos tor-
vo! e dolo'oeos pela ioferioridade de|8Ui8 o-i*
gaos, tem-p-adiftifia amias ezfaorlloa-ioi.-
Com-J- sphear1 este canos i pbeujmeao socio-
lgico ?
Temos poetas, romancistas, cri3dis; criticas,
pidto-e8,'eiOSlpt)res, tousico'a de dotavel ta-
leato.-ao pa*so qae paiies mais civililaos ma-
terialmente, com a Argeittna, o Cbile, o Oro'
uiy. a Nor'li-lmerija.' nao tem titteratora
uem re,- peio medoi tom a= pU|BacV latente
dos nosses.
AUriDue o decariacimeolo da costo pablca
peelas leiras Jo divorcio .oeatal eoire o povo
e oscrlpto-e. Estes acompanbaram a evalu-
gao coatemporaaea, segairam novas correales
villas do Naibralis'mo e da Poesa Social, em
P-acam Portogif'-, aqaeile Joo' estaciooario,
euOalaio o emDeveci o ao son de ve'Qas cao-
Uleaas. Pjr qaa nao so udaa Aluiaio Azve-
do eRaymaoio Cbrete, tif exemplo, 'como
eram Jantes Aleacar e Caiemlro de Abren?
Porqae o pervo, qaa eotanila estes, nao eoten-
de aquelies.
Hae fazir, eotao ? E locar o gasto- Ha -publi-
co, oa melbar. crear am paolico para os es-
Ciiptori: ea triistas em geral.
& para isso presli1 urual-as caheciJa ,
fazer o-propagaoJadas saaa obras, des- sena
oames, por mela, sobretudo. de codferenciaa
leves, duspret'ocloiai. em qae dr oradores se
se esforc*m por jrnecer de eada eecrlp.or a
idea mais cla-a e mais completa. E' o que o
caotereaie ia tentar.
Fai descrlpgao pbysico, moral retellectual
da poeta, am nervoso, dotado de excelleaies
quaiilade, uaa esqaecendo beneficios aem of-
se tsas, malaneolico, e, como toior os melan-
coiicoatfam 'ooico; am contemplativo e seis-
mador, seasivei oatureza e dotado de prodi-
giosa oteiorla.
T aerrtroldamjute a biograpbn da poeta,
comando alffmai aaecdoias aos seas lempos
acadmicos.
E eatra no estaio de eaa obra, estodando a
evoiaijo do estra potico di llvrc erd livro e
leoio camposigas de cada um delles: *Ph-
mairos eonnos, Symphaulai, Versos e VercOes
e Alela! 18*. .
Prova aseim qaeRaymvnto Crrala nao
um'poeta, amoroso, paiaonado, taas aim um
seasivei, tmcoatemplaiito e a 1 pbilosopbo,
emquem o seolimenta se volve em refiexao, ti-
rando da espectculo di oatureza e das paixes
bamaoas urna riralldaJe ; am iroaista trtsie e
as vt-iA amargo,1 um vouataoso tambera, mas
le ama voluptuosida qaa oa descamaa em
saoscliamo grosseiro..
E' um poeta ve:JaleiramanTe orlglml, par-
jas a aaicaHiriginiliada pdssivel'enlarie
-ja-forma : is Ideas, imageas, os motivos
a mspiragj sao oa meamos doa mais' remato
lempos, oo ba nada a crear, ne a a dizer ; s
o qae se pod mudar a expresio, segn -
do o poder genial, ia o creador, de ca a ar-
tista.
jra, Raym jlo Carreia aSo sa-Qiia a oennu-
uia escala, oao imita neobnm poe'a : inspira-
se em muitos, ms as estatua que lavra em
marmore alboio saa delle, revanTe gaardam a
marca da eut anbada genial.
Naafiua gruaae po-ta 00 prosador criioal
quinto a idea, porque estas sao do dominio
universal. Exempiici com o soaeto A3 Pa*-
Dis*. lendo as piucas liabas do p:oa em que
H.yiiUi-io se inspiroa e mastraodtfque, sea
ni naa d* R.y moa lo, uaa tai pouco de
Toeopna Gaotoier, ao pagas- qae o saae'o
do poeta das Svmpbonias.
Termiaou Vafeotim Migalbaes por dizer que
o sea sjeaejo-e empenbo tJcariam s^tisfeitos se
elle bouvessecoirsegtttdo dar queiles dos seas
muvmies que nao coobeciam bem o granie
poeta brasileiro, a coa?:ccao de que elle urna
gloria nacional, mais: urna gloria aiiiericina.
A eapello das torcas navaes argeatioas e
campa-aado ai com aa no^sas diz o Jornal do
C m ne co* :
Actu-se prompto, devendo em breves das
alir pa'a La Plata, 0 novo Cruza tur a-geutioo
BasnoB-Ayres,* cooairUo na Inglaterra, 00
tstabelecimento Armstroag e"cojos dados la-
chteos principies sao os seguimos :
Cumprimento 130 metros, deslocameato .600
toneladas,' fofea de macnioa 17.000 cavallos,
velo, ida Je 22,3 milbas ; tem' fortissima e na-
merow arlheria e luboa para arcar torpe-
dos. .
0 Cblle ia possaa um cruzador egusl Qbama-
l Blanco Encalada, coostroldo tfe mesmo
estalero, em 1893-e t8aoatro -mvmo typo
em onitrocco a OMtai Cas.
Com man ene poderoso vaso de guerra
Repblica Argentina pode formar segrate
fortiasima divisan de c azadotes aem contar es
cooracadoa aue jS pos*ue e omitas toroedel'as
e cjf,r-lorpao>i!aa dv typoa mais moderaos,
de que la'onem se acba prvida.
1.. erozaicr QariOildi,. de 6.840 tooela-
las, JO iwJnas 4* Ireirfede, forte arm
ment e coarto* di (iroteecSo.
i. cruzador Vire-e, etoal, do mesmo
typo do Ganbaldj.
3.*. Buen Avr, de 4.30) toneladas e
22 S minas de velocidade.
4, Nove de Jailio. de 3 570 toneladas
e it 7 miiba d.. v.;.' id ie.
3.. Vlota Citen de Mno. de 3 200 !tcela-
das e 22,7 niitbas da vei.tci .1 le
Como se t ama po ;eroi s ma divisa de
WoiodorM do t.a vr'em, ikpoodo leo dois
tTincipaes elementos h j par* o boto exiio na*
campanbas naca-s qu 8*0: a telocioade e a
artilneria
Tniret i:o. se reant-mos loda a ces-a fo*Oi
0vI Jicara aili, rotse v?e ve', nrlnssimo
abaixo smente dfssa parle di tarjaba Artren-
ttoa. A aosss marraba dispOa actualmente do
seBoiote:
1.". Conracada R'a--hielo, navio magnifico
no seu tampo. maz boje mu'ti secundario.
Tem 5.100 t ociadas de declocamenio, a velo-
Idade apeos de 17 m IbaB.e artilbena defei
tuosa.
2- Aqoidaban romo o anterior e em demO'
sda repaaco ,na Euroa.
3 Crua.o. fraandarfir, inda cooelaia
do-ae, coas ja a 1 iqnid.i. T-j 4.70i) loaeJada
Je desloe jim.0 e 17 militas spenas 'do velo
Cillde.
5- Raooblica. pequea catador le 1,300
to,ieUa--.s e 17 m-lbas aoenas ce selocidad-.
5- aTiraii ules ai la menor do qoe o ante-
rior, poi< te 80d .anelaaaa e apenas 13 mi*
ilus de tnarena.
Eia 00 que se r-8omj, acu-lmeo'e,-'o no---a
poder naval, pois o Beojamm ',ocst ul ne.-
vio escala e a Gust&viOmpaio,- pessimo Cica-
torpedaira.
ao pos-mimas deeae Qln 1 ty 10 ? navios,
tao uecasarioa em qualqner ia-niba, uem um
O. a
Estn transferidos na arma e artilbari ,
o lenkn e-ciroael J^- Zsui-oio do Costa, do
corpo dit BflUdo-tMior pa-a o 2- Baialbao ; o
corol Fruu ico XiVi-r B.ptisia desie oali-
Ibaa para o <) regltmeitio o 1 Me.)'. o-u
Ju8 A'ist iii-j Marqj-a Po to do 6* regimauto
para o co'im de e?i"Ja aniar.
O Jornal do Bm. o Sr. Juan S via.;o G day apte-ent.r na tu -
ii i 1-rt.a- ['i-i -uas ure teociaes de-enviada
especial do Pa'aguay junto aa Sr. presiden a
da Rrpuolia e que aoa-noUiem fra a.tre-
sentado aos me moros rfo una itorat* no pala-
cii> l'.amaraty. Acores euta o collega uu- a
mlisao do Sr. Godoy cjj: a das sega mea
qne8to-is : possioif-iade ne um cooflicio in
teroacio tai. a gurra entre o Cblle e a A.-g u
tina ; p-toido cooseqaeme de respe 10 e garan-
ta jj neoiralidad, araacdo-re o Paraguay e
organlsm lo se modernameu'n; formacaj de
am oxercim par: memo Diz alnia a all.idia aitici* que fo
rlRu oem aceitas as' propoatas Sa illostre eu-
valo o qae o Paragniy forma-a a sao p-i-
ia ra lida do aovo x2'Cita com otn redimen
meato de a'tilbana, cinco reKimemos de io-
faotana e dona regimeotos de cavafllaria.
O Jornal da Bria>l comprebenee qae no-
ti:ios dessa o*dem euvolvem rit-r ,-sjs ioter*
aacionaes e. dada a delicadeza de seu tssnmp-
to. devem ser coptalas, doaado, como neste
casa, carecara de faodamento.
O Sr. Saiviano Lopes oao e abso'arament
um eoviado lo goveroo do Paragtay acred-
talo junto aa trovero i do Brasil; se o tosa.', Sr.
Presidente da Repuolica tel o ha receido em
audiencia especial, hi g'ande sala do palacio,
com as f troja!!la les usadas entre os. S. Exc.
appenas trooxe pa-a o S-. Pm lente de Maraes
0 a ca-ia part-al?- do general Egasqaiza,
pret!deoie m. Repdbl'ca da Paraguay, oarta
gae Ibe pide dar di'eita a deferencias pea-
soaes da ebefe da Estado.
Por informacoea que ootiVemo" com conse-
garaoct saoemoa que a'vigem da Sr. Gadoy.
a esta cilade mera oente particular, pois que
S. Exc. vara tratar da pretengao de um Hlha
marecoal Solano Lipaz Ej*a p-e'encaa deve
ser baseada oa-allegacSo de qae perteicem a
berdeiros daqoelle marechil grande nesga de
t8r,-aa encrsalos ai no-te do Rio Apa, na
xoaa aotigameote contestada, rrae passou ao
Brasil depjia do trtalo de paz, terreos ases
que, sob a jurrsdlccao do Estada Je flaita-Gros-
so, fo'am cedidos por arrendamenlo tompa
alna Mite Larangeira, que explora os seas ri-
cos'baveres.
O Sr. Godoy j ouvio opiolSes sobre eisa
pretsoca e possivel que os pretenleoles i
poaee da* slidilas terral tntebtem accSo nea-
se sentido peraoie1 a jaatrea federal. S. Exc,
seado bomem Doliiica em seu p-iz, pade totv
canversado cora joroalistas, expoodo anas ideas
pTiicuiates sobre o pipel da sen pa*i oaeven-
tualilade de um cooficlo sul-ameaicano auaa
palavras, porem, nao polem ter tomadas como
a de um representante Jo governa paraaniyo,
mesmo parque se S. Exc hduvess srda eo-
carregado de ama misaao dessa imporfaocla
te'ia o coidado de nao 'fazer revelac&es, que
POttessem compramette: o exilb de seus traba-
Ibos.
ESCRINIO
A tocadora le guitarra
(anthero do Quental)
Tres cordas tem a gvitsrra,
Urna de ouro, outra de prata...
A tarceira, que de ferro,
Todos lae chamam ingrata.
Ningueni' faga ramil6etes
Com flores qaa ho de marchar.
Ninguem tenha cordas d'oaro,
Si as nao quar ver aatalar.
Daa tres cordas da guitarra
S a terceira d ais...
Bastou-ma- u'U amor na vida,
Um s amor e nao mais.
I li I aj
REVISTA DIARIA
no-
Inspectoresi escolaresForam
rdeaoob rnspe:torej escalares do:
S. diaticteilacbarel Lnlz de adrada.
3." disirictaBacbarl Luis de Fraoc Pe-
relra.
4." districlo Joto Trajano de Alencar Lima.
8." districto Cinloa Heraclilo Pelxoto e
Silva.
Escolas complementaria
Lingues
GoyannaSebastiSo Braad&o.
Gra Marta E-oestina Golombier, disua-
da da rama de 1891. Propagadora.
SalgoeiroMara Eugenia Teixeira de Arao-
jo, distiocta di turma de 1888. Propagadora.
Sciencias
Uaibematicas ^f
GoyannaAgostinba Ferreira do Amarale"
Silva, distiocta da turma de 1887. Escola Nor-
mal.
Ci-uatRita da Ca38a Honaeci da Mede.-
ro8, distincia da toTaia d 887. Escola Pro-
pagadora.
8algoeiro"-3diren de Mello Falco, 'dlstlacto
do lorma da I8al. Escola Normal.
GeograobiaeH eto-ia
GoyannaCan di Ja Rosa Cava'cao'.e- SimOes,
distiocta da'tarma de 1892 Propagadora
Garuar -Francisco Deodato Llns.
SalgoeiroJoto V tiente da Cr> Jnior, dis-
tiocto da turma de 1892. Escola Normal.
Sciencias nataraes
Goyanna Jalla Marta-Knlog'a do Carmo, dis-
trais'da turma de 1896- Propagadora.
Garuar Francisco Cordeiro Ponseea de Me-
deiros, distiocto da turma de 1888. Propaga-
dora.
Salne!ro=Hygino Esntniola da Costa Bello,
distiocio-da'Carma (fe 1893. Escola Normal.
i Foram Doeados;
Impacto &er*t da Isitroec&o Publica, bacba-
re Fellppe de Figoel icaria 8oorinbo.
Secretario, bacbarl Pergentino Saraiva da
A'-ii j) (iiivao.
1. official, Jo Bridsley Fox.
2.* otli tai a-ciiiviaia, Manoel Cavalcaote do
Mello Ptlbo.
3."" offi laos. Armando de Aloaquerqua p-
rafn ne niiveln e Abio Rosa das Mer.s
Jao.i-n e Jos P.o'o B.rbosa Lim.
Aiodanle do arrbivislt, Pedro Affooso Morei-
rs Temno'al.
Pr||>o M*ioe! Jiaiu'm de Avel!?r.
C. |ini- A" ton n lineadlo do Reeo Barmi.
Inirucco Publica Foi nomeado
inspector geral da InstraccSo Publica, o Dr.
Felippe de Fisoairoa Paria Sobrinho.
Ao nosso digno amigo apresenlamoa sioce-
ras e. coraes felicitnQes.
CarnavalCom manos brilho do que o
anno passado, como suopunhamos, mas com
animacSo que em parte excadeu nossa espe*
ctativa, leem corrido os folgarea carnavalescos
da qua luje o ultimo dia, e portanto o mais
animado, coma serapre costuma succeder.
No domingo-e esta noticia, ltenla ahora
em que escripia, s ple referir-se circum-
slanciadamenle a esse da -logo s orimeiras
horas depofs do meio dia, innuraeravel foi a
multidao de ttovo qua agglomerou-se as prin-
cipaes roas da cidade, e notadam inte as ras
Barao da Victoria, Imperalrz, Cabug, Con-
cordia, Imperador, Praca da Independencia e
algonsoutros pontos.
Na roa BarSo da Victoria, especialmente,
que se achava, como outras, lindamante orna*
meoUda, com b mita illuminacao note, a
concurrencia foi numeroslssima, sendo o transi-
to difficillmo.
Os clnbs carnavalescos a resentsram-se em
numero superior sete ta ; comquanto uns,
em grande parte, n&o m< regam m^neo, ou*
tros, se nao na altura do luxo e do espirito
que caractensavam, por exemplo, 03 Philo*
momos e o Trinta e t-es que constituiam a
ola (foijinaole do Carnavaltodava exhib*
ram^se com espirito, revelando goio em suas
criticas.
D'enlra 03 que deslarara defronte do nosso
escriptorio e que poderara ser contalos oeste
numero, citaremos, por nos parecerem dignos
de mengSo, os clubs Cana Verde, Caiadores,
tardas, Dezoilo de Margo, das Donzella?, das
Pnrleiras, d>is Ps, Vinvas da Epocha, Sal-
teadores da Calabria e Beatas do Recito.
Da mv^earada avulsa, rauitos apresentaram*
se cora espirituosas cri'icas e cora bonas
phantasias.
Muias sedes e associacoes carnavalescas e
nao carnavalescas achavam se liridamonte or-
namentadas e expostas s vista publica, e
d'entre estas, citamos de p- ssagem, o Atho*
nou Musical Paroambocano, Ncleo Dramtico
Pernambucano ,e a Sociedade Recreiati a Ju*.
vbnlude.
Alm destas associacoes, grande numero da
estabelecimeotos particulares apresentavam bo-
nito aspecto, Hluminand* a noife as suas ta*
cbadas.
Entre ludo isto, os confetti, e s'rpentinas
davam um encanto pa ticular ao movimento
animador e ininterrupto das principaes ruis,
especialmente as do Bario da Victoria e Im*
peratriz.
A' noite, houve bonitas illumioaces nestas
dnas mas, sobresaltado n'outras a illumiaa*
gao. caprichosamente taita, em as sedes da
algumas associagOes.
D'entre os bailes carnavalescos, citare-
mos, pelo excepcional brilho que revestiram,
os que deram > Club Dramtico Familiar,
e o Arheneu Musical Pernambucano, a cujos
saloea convergi selecto numero de cavalhei*
ros e senhoras.
No Club Dramntico, a maioria des socios e
convidados que compareceram apreBentarara*
se phantasiaios a capricho, lando as dansas
se prolongado com grande animacao at pala
madrugada.
No Atheneu Msica!, tambera, huveinte-
ressantes phantasias, entre grande animagao
a soire.
No sabbado note, veio tra2er-nos os
seus comprimenlos o club Bu. chii:ch, que
havk sahiio em pasaeiata pelas principaes
ras da cidade-
0 amavel cartao qae nos foi deixado, as*
signado pelos Srs. Aribur Soares, presidente ;
Joo da Silva Santos Jun'er, vice-dito ; Jos
Affonao Soares, secretario ; Jos' da Silva
Naclario, orador; Joo Alvares de Menezes,
thesoureiro, e Affonso da Silva Santos, dire-
ctor-fiscal.
Hoolem foram distribuidos dous jornaes
carnavalescos : o Calador e o Janola, que
trazem boas criticas.
Esperamos que boje, como dissemos, tenha
o carnaval maior brlha, como ultimo dia dos
folga-es.
Multas Pelo fiscal do l. disiriclo da
Boa Vista, foram multados no domingo, 16 do
crreme, em 228 cada um, 12 propietarios da
estabelecimeotos commerciaes, sitos ra da
imperatriz, por terem Infringido o diaposto na
le n. 52, combinada com de n. 74 de 5 e
31 de Dezembro de 1895 ; sendo o total das
ditas mullas 264f), que estao recolhidos ao co-
fre municipal.
Impostos eatadoaes Termina im-
pretenvlmente amauha, 19 do cor ente, na
Recebedoria do Estado, a cobranca bocea
do cofre dos -mpostbs de classe, constaatas da
relagao abaixo, do segundo samestre do exer*
cicio de 1895 a 1896 ; fiodo este prazo, paga-
rao com a mulla de 20 por cento dentro de 30
das.
Olasses :
N. 2. Armaxem ou loja de ferragens, mia-
dezas e machinas da costaras.
N- 7. Armazem de xa que em grosso e a
tal lio.
N. 10. A-mazem ouescriplorio da commis-
sOes ou consignagOes.
N. 45. Agentes de fretamentos de navios.
N. 11 Armazem iu deposito de recolaer,
alfandegado ou oao.
N. 15. Armazam de drogas e pharmacias.
N 17. Companhias de segaros e agencia,
comprehandi la qualquer pessoa que no car-
cter de agente da compaobia 'otracto
dessa oatureza, exceptuadas ,. companliiM
contracUntes do servigo dbh"b0e'r?-|eria,
N 18. Caas da vendar bilbetei de loteras.
N 9. Armaism de massames. -
N 12. Armazem de iuspecgao de algodSo.
N. 13. Armazem de compra e venda de al
godSo coohecido pela deoomioagao -Prensa
de a'godSo. a vapor ou nao.
Agua de mum e quina ^Por um
grabo de rapazes caracterisados, tomos obse-
quiados com um fraequioho de agua de rhum
e amina, uma das melbores prenaragOes coa*
tra as c.spas, quedas de cabelloiT e quaesqaer
oatrat eropsoes ao couro cabelludo.
I
\<


-
I MOTILADO


Oittrio de Per^ambuvo Tc^r^a-fetei^l h.^le Fvereii*> ito 1^00
**
3
.*
A
Ccraqonnio nao fiZ'fgprno.. uso do mesrao
tODCo,,cemtudo p>.dem08 ffl,mar que um
ptimo preparado.
aob no8993 leltores reeommenaamol-o.
Serenconir-do venda no toiUUo Venera,
roa o Iirp^rador.
Somos gratos commissSo pela gentileza
do ofiVreclm n o.
DiaMojlc i'ernanibuco-Alt-nden-o
ao pondo qt-e i o- fu> feuo pelo no-so p^i*oai
typperf>icoqu deseja tonar p;rt no folia-
re? fi <' n vu, deixa ho)e diiiave^ t-:ii> Iro
em D-9 offloi us, pelo que rSj ce amaima
pohlic* o o i-r <
i rmica perdidaA' 5 boma n mpia
da t8rd>> o tiu. iem, a .na do I >i erid r fo< eo
eontr d urea r anf do sexo niasco'ioo, de cor
br r.-, cahcilifl lioros e par cerni ier dol
tfs cono* de i'iidp. O. ff-os pse pnd'-m
pro n'>-' 4 roa (J:- p:iaj ADlooio de Lima n 6',
ID) S>P;'< AOJirO.
Tribuna MedJcaD'essa reviti quin-
zenal le m; lir.ina e Cirurgia que se publica,
na cnpiial f-deral, dirigida pelos Dr. Amarino
da Valga e Fernn Tern, recebemos o u.
1, anrv> II, que traz o spguinte siunmariq :
I. Tribuna Medica, pelo l>r. Amaneo Vciga.
II. Arngos originaos : Ubs.uvajo de om ta
go de t>aciura III. Memorial dirigido ao criada ^preiierit*
do conc'lho de Intendencia Municipal ptlo L)r.
Jaime Sil vado.
IV. Hevisla das Revistas : Vilor dhgnosiico
de certas particularidades da ltracao das al-
bminas unnarias. (Concla;ao) pelo proles-
sor Dr. ugu;to Rocha ; influencia do al ool
sobre a du'acao la vida Ilumina.
V. Rr.lelim de hy*.iene municipal.
VI. Notas theiapeuticas: Nrctramia Amara.
A Tnbuna Medica ao entrar no 8'U novo in-
no de existencia, motivo pelo qnal a felicita
mo3 eordealmente, cscreveu um artigo em au*,
enirp ?.3 r':l raiHS por que araba de pausar,
prometie manier as ragointea aeccOes :
1." Cora o (nulo Editorial, rticos consagra-
dos higiene publica, no ensino m-dico
defeza dus int-resses da classo medica ;
2* Artigo.' originan, versaodo sobre medi-
cina, ciu'gia, pharmacia, ele.;
3." Acias de aseociajOes medicas;
4.* Ccm o tiiolo de Faculdade de Medicina,
lic?F, memorias, relatnos, etc., de prefesso-
res;
5.' Na Secco n/fuial lei?, decretos, etc. que
ge retir a nt meuicina ;
ti." Na Secgo eslrangcira virio monogra-
phia?, ele, escupas por notabilidades d ou
tros pal zea;
7.* Revi-ta das revistos, Medicamentos no-
vos e Notas i h e r .*. pe u 11 c -i s;
8o Biblmgrophia ;
9." h ron ira.
Aliuina:-k -Poi-nos offeracido um exern-
plar ii.11iairi'-nio impresso, do almaoark para
para o eorraota anno, publicado pelo Brnil
Republicain, jornal fran'-ez, fundado em 1890.
K' esse xlrnanark una elegante brochura de
peno de 200 paginas, e alm de runflas indica
C6a u' ij, e-Ara as qua s urna exc-llente ta-
bellr. de < mino, traz urna primorosa parte lit
terana que por si s constituirla a mcltior das
recomnier;dis,es.
O Bret RtpubUcain que tao bons servicos
ba prestado ao nosso pata, prova ainda unja
vez o scu devo'amento causa d > Brazil cora
essa publu-acao, onde muitas sao as cousas que
leo relacao < moosco*
Suito pehorados agradecemos a offerta
d'e??e Ixm elaborado ulmanack.
Instituto Vaccinoiogieo do Esta-
d Itralisa-se no di 20 do correte, ao m-io
da, a inaugura ra do Iostitutoto Vaccinolo-
gico do Esiado.
O a to tara logar oo edicio situado ra
Fernandes Vieira.
P>ra astislir o mesmo. agradecemos o con-
vite qu nos fui eoderecado.
Santa Casa de Misericordia A
sesso iia Junta Adoiinistrati'a que tena logar
boje, Boa tn-nsferida para amanba, hora do
costume.
Tele^rammas retidos chn -?e re-
tido- na eslavo do Telegrapho .Vncional 03 se
guinie- telegrainma :
De 6'Ikm i. ira Lu z C -vaVante L-ma.
Do Rio, fa a Presidente Cj'IBO.
D Nlal, tara Ca.-eaira.
De Tn- e>.na, piraErn^-r-'o B =pt:sla.
i: H n DjI O'ivHira e Pio'o.
D Ma ancao, para L'onsr.-nie.
D A.a a-ante, para acadmico Anbnr Muniz
D V.-mio-Maior, p:a acadmico Felippe
Aievedo.
L'n Hio pira Marques.
Dj H o para Crnarto.
De Sobral; pira Uf-ncalves Gorrefa & G.
11 ^
i-oometidador Gtsixa. de
Cardo'o,'e Eopylenies otnmeodaaor ijs'aa. ae Pernamburo, urna lisia de nomes de, pes
rae* B s*ip |soas quo atteia,na*anU Lid* e 8pp-09a-|a a acta d seasaj ao ericr, | ibodo ; urna carta do vwtuoso oonego.r. Luiz
l moa ee cooti-eimeois do gegu.uie i Francisco de Araujo em que dizque o re.
Expediente : ferido methodo deve ser impresso a bera da
085-io Cria Joma dos Corre'orfcS oV- 28 -lo roocidade brasileira, cuja caria val publicada
Corrent.; "rrmeicdo 0 boll ^ <* c'' tOe^ junto ao Methodo e urai caita do lllm. e Exra.
realleada* teraote t f .Bf de SO u 25 Sr. Hars de Loe na, em que elle ngradec n
Para o r'h!o i dedicatoria a ellefiia do citado metnodo, u.
Foram alsiriboldoa a rubrica es segoiotes i ja caria val abaixo publicada.
Iiv-oi :
Diarios.De R->;p Vieira l. ('.. do Bj'i'O
Popular, de Aff n.". 1 tv^rJa & C e de Jo.
quin Porr i- t C.ina'.ho & C.
C)i!ido'Cf. de Rrt Veira & C., Ai.
fonso Tibor..a & C, le Lu-f Jos na Silva Gol.
m-rif* e ci :o6 de Joaquim Ferreira de Gir
valr.o & C.
Despiches
PeticOe :
He Dr.mioOB Coelh.i & Soares < S::ve iao
Mi-tins>& C. pedindo o arch'varo-n'o de aeas
eonlrarioa oc-aes M'0doo-89 ircriiva-
De Jos Lope da Costa 4 C, pe nodo, o a'.
ch:aujeoiq da prcrogajo de eeo coo'raci
ocla). Como rtqoerem.
He Exilio Dol, pediJo o registro da es
crptora do 'letrado aa eocl dad qoe r,.,- Ci'Oj o D-. 3* de Sa Pereira. eob a lima Sa
Pereira & Do p'a a exoloragao da usina Pe.
rjDP-y. Registre.se oa forma do pirece*.
Dos corretora Encardo Dubeaox e Antonio
Leoiardo Rodrigues, pedimio o regi.tro dos
onhenmenios com qo^ .po^ax bave- paco o
lmpo.-t,i rela'Wo ao aeoiegire do exercicli-
de 1895 a 1896. ni n-do>j.ce reg-strar.
De Pereira, Carreirj &C, pediooo o r eii-
tro da nomeacSo ee seu caixelro deepa"bate
Americo J cqajj de 01 veira.Como pedem:
Da Compannia Pe-namnuco P. wler F.C'ory,
ped o oo o archivamemo di>8 acias das ses-bH
iffcoada* em 23 oo iota piaado. Alteo.
dida.
D" Domineos & C, pediodo o archivaroento
da al'.er^gao feu em sen cojiracra .-o UL.
Como ped-m.
Nada mal havemo a (rsiar, o Sr. Pres.denle
en.-e-'Otj a ses>ao as l bo-as do da.
A grande extracro que ttm lirio o menr'io.
nados trabalhos me lm anima lo a publicar
outros o que. frei brevemeDle.
Recfe, 14-2 96
Pbilomeno de Lima.
Rio, 18 de Novembro de 1395.
lllm. Sr. profesaar .Philomeno .Raymund-o
Nu es de Lima. Recib a iu presada caria
de 26 do pasando e cora el a dous exemplares
de *eu Novo M-ibcdo de Leilura qne mos'ra
seu eeforco e appiicagao no defempenho dos
ardaos deveres do magisterio a que se cdr
cou.
Agrail5').lhj cordialmente, n5o ; a of rta
dos dous citados exemplares, se nao lambem e
principalmente a dedicatoria que me Caz ouma
ooa obra.
E' lo rara a gratid&i nos lempos que cor.
reui e lao pouco o que em se*u beneficio tiz
outr'or-i que yo passo deixar de desvanecer,
me dessa prova de sua delicadeza, que muito
prende o meu reconheciruento.
Dezejo que eja folia e fue continu a pres.
lar a ni.ssa trra oa s-us relevanits servteo'.
S o com sincera e^iima seu amigo adctilo..
so obrigado
Baria de Lureua.
-egWgfcqW .-QSVJ'vrii ^C^ay.H.fa*'
es;=s
o 5 g ?
o

<
00
s
fia es
m = PJ
e 3 3 z
."a o 7
-dea
-gg^xAt^s gu^ f^-^e^/**y=^.
Fapcl pintado
para forrar salas, quarios
dores; franrezea, inglezes
nae8. a presos uem competencia
8 .e correr 1,21.1
is e naci- }.,hora
tencia na { ) par-oi
Litirarln Contempornea
Ra 1." de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
A Hallaari JL urla
Em tempo opportaao.o pucii ;o de Per-
oambaco, viit d-s pruvaa .que serSo
Dr. Carneiro Leo
H-ed^ct) p*rt< ira o operador. Residencia
e O').nultorio ra do Livramento n.
31, 1. andar. Copsiiltas -de 12 s 2
da tarde, Especia-lidade: Febres.
08 e nvlestias de c iajicas (Jha-
jmadqa qualqjaer hora. Telephone n
o
que
IDICAQOES OTE
0
0
Lmhas, funeconando regn'armente para ful.
Norte e centro do Estado.
t asa memo el%ll- O escrivao dos casa
mentos da Boa-Vista, Graca, Pogo e Varzea
affixou na repariicaodo regist o ra do Im
perarfor n. 41, 1.- andar editai s de proclama?
des seguinles conir. henies :
1.' Publica peo
Aostricliolo Lins de Souza Oiiveira, resi-
dente na freguezia da Boa Vista, com Maris
Ferreira da S Iva, residente na fngueziadeS
Jos, solteiros.
Jope Brszil'ino de Scuzi com Josepha Ma
ria RosnlmadaSilva, solteiros e r -ilentes na
freguezia da Graca.
Cemiterlo Puhlieo Obituario do dia
15 de Fevereiro'de 1896
Jos Moreira da Silva, Portogal, 90 anno,
casado ; Boa-Visla.
Thomaz Uias Fernandee, Pernambaco, 45
anoos, solteiro; Poco.
Jos Haulode Araujo Lima, Alagas, 30 au-
nes, solteiro; S. Jop.
Manoel Pereira de Mello, Pernambuco, 20
anuos, solteiro; Boa-Vista.
Lucae Evangelista, Pernambuco, 6D anros,
TlBTO; B"a-Viela.
Manoel Xavier dos Santos, Pernambuco, 36
anno*, casado; Boa-Vista.
Manoel ( arlos dos Sanios, Pernambuco, 50
anoos, solteiro; Boa-Vista.
JoSo .rleo. Italia, 42 annos, casado ; (Iraca.
Pedro Jos dos Santos, Pernambffco, 23 ao
no?, -olteiro Santo Antonio.
i'assaseiros Chegados do norte no
vapor nacional S. Slvador ;
. joanna M. Lima, Henrique L- S Lima, Joao
R. Telies e Ji'&o Pinheiro, Manoelino Francia'
co Felismina Nina. Cario Biorid?, Dezenlhar
gador J. H. de Oliveira, sua senhora e aro*
fllhos, Albeito Pinheiro, Manoel Nascimenio,
Honorio JordSo e sua sennora, Agosiinho ||a-
tti'-ii?, .-'gostinho Luigi Joannete, Joao Pinhei
ro, Rosalina, Candida Manoel R Mello, Eroes
to Silva e Vicente Silva, Loureoco Araujo,
Joaquin Goocalves de Al'.uquerque Silva,
Francisco B. de Oliveira, Flora Rosado do
Nascimenio e 3 filios Mara, criada, Aotero
F. de Almerna, Manoel G. da Cunta e Mano I
A. da Tnndade, Jos Barra, sua senhora e 2
filho?, Jos A. M. Dantas, Clvthe T. .de Frei
tas, Emilia Baltr'e Zulmra Bailar, Augusto
Ba'.Ur e Anna Baltnr. A. Bailar, Antonio Bal
tar, Ada Bailar, Honorio Nina, Maria C. H.
Cavalcante, Patricio M. da Silva, Jos' Borgee
do -maral, Joaquina do Monte, Custodia M da
ConceicSo, Ai i pi Bailar, Antonio Ricar io'
Jos Ju-tiiio, l)r. Fraoci ro Xavier Monteiru
da Fr nca Jos Cezar de Vasconcelios,
Manoel Dantas, Maria Dantas e 1 menor, Anto-
nio ( a lito Swares e Dr.>Cruz( ordeiro.
Chega os do sul no vapor nacional Sen
telrxo :
CapitaoM. Monteira da Silva, trthur Vieira,
Mano l Gongalvas Ramo?, J.- M. Cbristinu.
RorrSo Torrear
cnegados do xorte no vapor nacional
Jaculiype :
Joao"Fernandes de Carvalho', Bente Pern'ant
des da Rocha, Bdaardo Ferreira Maclel.
BMMa^aaaHaHMriaMMaMBa
ne 0 Dr, Lobo Motcoso d consuUas em
horas da msuha 1 da tard*. Acban
do-se fra do servico publico offarece-st
para acudir a ijuaiquer chamado cot
proraptidao para fora da cidade. Espe-
ciaiidade, operacoes, paitos e molestias
de seuhoras e equinos.
Dr. S Pereira.rad da Iinperatriz o.
l>. da cousuilas medico-cirabieta t-doi
as das 8 tueio dia, monos DO*
(ioasia-ias e dia sautificados. .

Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 1/ andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.* 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clinica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, e
esidencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, occulisia.d
oisultrV} de 1 s -i horas do primeiro
aolar da roa do Baro da Victoria d
2-.
tjsidencia a ra Hospicio o. 46.
Teleoaoue n. 335.
Drogara
uuimaraes Braga C. Deposiloa
de Drogas e productos cntmicos, espe
cialidades Fiarmaceuticas, laedicamen^
tos homeopticos e Mutas, leos, piu>
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de lin
da n, 60.
Farias Sobrinho & C.a, droguista
por ata.ado, ra do lvrquoz de Uliuda
n. 41.
A. P. Braga Guimares Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos himicos e ou-
tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 'i.
Desembargador Joa-
quim Barbosa Lima
'""A famia do Desembargadur Joaquina
Barbosa Licia, viuva, filhos, genros,
irm&, cuchados e subrinhos, t anda rezar
urna missa ''e 1." anniverssrio, or sua
alma, 8 hor-as S& manha do dia 19 d
corrente, na 'grej do convento de Slo
Francisco.
1}
{}
{}
Novidades Iliterarias
Recebe por todos os paquet-s
Livraria Contempornea
2-Rua 1" de Marc,0 N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
}
8spps!ti as calfiiasilaitorfs
J. MPKLUTIKR, fabri-
cante em <'areota> ((signy-
Fran^a), faz sciente aos
seus amigos s freguezes
desta prpc,a que, conferme
o parecer da Jauta de Hy-
giene do Rio
abaixo tra scripto, a man-
teiga de si?a fdbrica^ao foi
recoohecida pura de toda
eh;b:d28 no proreisi or:c i !,
Comfa"h: iSw-Yrk Le In^uramr
iateutar cunta o r. M'lirt.ri, ter
rcniiSo te veri Seat o qu&!,tu s3o var-
diccs os e'ogitti, que a tid-ide (j,z
qnel.'e sfnhor.'
No poaee cena Wn^eceitar di cus3o
p ibi'ca 8(.br qaeaSo qu.-dewe ser jul-
ada pelo* Tnbuoi'es d) Pair.
Rio de J-ouiro, 28 co D zeiubro de
1895.
J S-nchta.
Dir-'Otor Gerul 90 b-i>->rUajn;o Hia-
p-no Ameriuino da N---W-Y .ick Xi'e In
ur^nce & ('.
UT4.0U KVI01
aerin ir.a-
pr> duc-E
tiva o a
que tem fii
cinfaa coma
nurca e
fa brica
E>' e'la 8 .perior a t Obteoj-se anente, diri^ads-ae a casas
e>p rtadora d> Hamburgc.
1 ::i:"ii rssrss c: csavss *
MEDICO HOMCEOPATHA
Consultorio rita Bardo da Victo-
ria n. 37, i\ andar
Da corjfultas da|ll horas da minlifi
1 da tarde ,
"SSS3i3^S3SSS?SSSSta*S;4Sal
Dr. Freiias GuimarSes
Participa as seus amigoa e clientes,
ter modado sua residencia para o Ea-
troncamento n 1, rlefronte da eatacSo,
aonde, pade ser. procurda a contina
dar cpnsultas das 11 1 hora da tardo
ra Larga do Rosario n. 20, antiga
onst^ltorio doDr. Ferreira.
Telepho-e n. 292.
substancia nociva e onfro
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das otis,
de 1 as 3 horas da tarde, ra 15 de ho-
vemtr (antiga do Imperador) n. 79,1." audar,
Chamados por ^scripio.
Telephone n. 2?.
Clinica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonc;a
Consultorio;: Ra da Imperatriz n. 8,
1. andar.
Consnltaa: de 1 s 3 da-tard->.
CHR0NK1 JDD1CIARIA
Junta Commercial do Recife
Acta da sesido de qo de Janeiro de
de jo
1896,
Presld -ocla do Sr. DepoUdpXomnienader Joa-
qaitfl Le pes'Bebido
SecreUrlo Dr. Joaqqit Tbeotonlo Soares df
Avetlar
A's 10 horas da manbO'ftrriovIe 1 etric-
ecband-ae prawaer eaiflaa. fteoaittosoro.
el FraociM flariel do AB>rt, e fiabnel
BLICACOES 4 PEDIll
Pesqaeira
AO cidadXo administrador dos cor-
reos DE PERNAMBUCO
O concelho municipal de Cimbres prjndi
cauo em seus ioteresses, vera perante os pode*
res competentes reclamar, contra os repelidos
abasos dos estafetas destinados a esta cidade
de Pe?qu<'ira, os quaes e locam n'e.'ta agan-
cia quaodo bem Ibes parece S boje, depols
da ouie das, ttvemos correspondencia, de sor-
t que papis importantes, coto sej;im copias
1 leitoraes. esto retidas falla de quem as
i'onduz..
Pede mais este conceibo como remedio ao
abuso dos estfela?, que o illutte adm nistra-
dor digne-se expedil-os d'orJr%n diaote por
S. aciano da Raposa, 14 leguas d'esia cidade,
e nao por i.'anhoilnbo, qu dista 22 leguas.
Espera ser attendldo em sua reclamac&o
que justa, exigida pelo publico em geral.
Peequeir, 12 de Fevereiro de 1896. -
Jos OuonCordero da Fonseca, sub-prefeito
em extreicio.Antonio de Mello Falcao, pre-
-i'isnle ao conceibo -Tmoleia Mooteiro Lei-
v, vice presidente.Thomaz d'Aquioo Almei-
di ilaciel, 1. secretario. Antonio Sancho
rdeiro. Manoel Feliciano da Silva.Jos
.1 "-gnea Pereira da Freitas Filho.Luiz Te-
i t 1 d'Albuquerque Filho.Zeferino Candido
. 1 To Filho, oficial archivista.
Sabe-.-e qua durante loogos annoa os
Jesutas nr nopolisa-am a qu;na, qua
vend ra a peso d'ouro,. quando mais
(arde Pelletier extraMo d Ha a qui na,
os medie s cons-guirarn c rar todas ai
febraa intor ri'entj8. e paioatre. Por nao
conhecer b9tn a eBca;ia da Quii a, o
publico restringe-se ao vinho quinado
ignora que urna Cupsu'a di Quinina Pe.
let er muito mis activa que um
granda eopo de Qa na ; segando o pro
fosear Qubl*r a Quinina constitue o
molhor toni:o.
Aos
Hv. Professor es de Per-
nambuco
Teodo feito diversos trabalhoapara a instru.
cfao primaria, venho pedir aos meas collegaa
que coniinuem a adptalos como tem felo a
inaiori dos raesmos. .
Os traiislhos saoos seguietes :
Caribes alphabetico para as cri angas nao
gastarem mu'tas 1 artas de A, B, C.
Guia dos ExBmes Tiaiarios io 1' e z grao?
par os alijamos ee exercilarem em todos os
pontos do programma ofBctal, sem, a menor
mortilicagao do mestre e sa- ikscipulos.
"Dito guia, serve nao s para o ao igo p 0.
grammuie exaeies visio este pedir o deseo.
matica. arithtretica, degeno e geographia,
e lodos, se acharem bem desenvolvidos.
Nos municipios que nlose adoptar degenho,
fcil ser deixar de dar tal materia.
Traslados Methodicos paraos alumnos se ex
arel rem nasiagras calhgraphicas com uai-.
facilidade, sem os profesores se imputa,
rem em raseuuriar escriptas, ou estorvar os
decuries com ta4 exercicio.
Meoc&o Honrosa.para premiar oa atamuos ap.
provartos e excitar o goslo pelo estado.
Certificado de Passagem para servir de titu
lo de'exame do X' e t graos.
ColleccMMe Nela para a Infancia-Escolar
afim de produzir a.amulagao, acceto epplica
Novo Primis Livro Methodico de Lelturaj
ou .Novo Melboo Facllitno de Leitora para oa
ahitenes tpreaderem a 1er 00 menor espaco
de tempo.
. Esta Metbodo tem em sea favor alm das ap.
E' nsuito 'acil explicar o phenomeno
da diges&o : basta por n'um vasj de
crystal a fama miatur-da com o sueco
gstrico do estoinago do carneiro, deno-
minado pepsina ; passado o temno ne-
cessarm, a carne se acha d ssolvida, pap-
toniiada, e dando o calor exigido. A -
sim succede no estomago dos aeres hu-
mauos, t mando a pois comprahenaivel
que, se faltar o sueco gstrico, a diges-
t&o nao podar effectuar-se, se as pess as
que pade rem de gastralgias pitutea e
out ai affecee3 do estomago nao toma-
rem o Elixir de Peps na de Grimault e
C.*, que iofallivel p assisilx^So dos alimentos.
1
Muita tese, escarros d sangue e fra-
queza pulmonar roffreu durante muitos
annos a Sra. L). Antonia F. Monteiro,
ra Grenera Cmara n. 182.
Curada c m 10 vidros do alcatro e
jatahy de Honorio do Prado.
Fu era assim
Alcatro e Jataby da Honorio do Pra-
do, remedio contra a. flaqueza pulmon-r
tosses, as;h'ma, etc., etc.
A^eitaao nica.
Nao fermenta.
Nao crystalisa ; ennta um sem nume-
ro de admiradores enthusiaatas, pelo seu
admiravel effeito ; e por iaso ha quam
j queira facer imitares em vidros cha
toa.
Pedir 8empre garrafinbas oitavadas.
marcadas p lo inv ntor-fab ica te.
O Charbon Naphtol Fraudin, preven-
tivo da Febre Amaralla, doptado pela
Gorpo Medical para assegurar a Curacfio
volvmeoto de duas-00 Uea pergnntaade gram^ das U100988 do Lstomfco- -e do lutes-
tino.
Meio de combater aa asTecrff**
imlmeaares
Ldboa, 1J de MaTeo de 1886.
Eu abaixo sabik1 ado Couto-eto medicina pela
Escola de Pars, Me >ico eff^ctlW) tfo Hospital
d" 8. Joe"des Lisboa, Official da Lsgiao de
Honra :
Certirtce aoe, algosas veas, teono tido oc-
casiao ae aconelnar a doentes da mioha clni-
ca o aso da-Boeolso- e leo de fi>a caloao lie 3cot', e eempre ccm bom resultado,
os .0 pirene -os eoeoiereeila ncotraB e
relo de combaer at iffecce* pulmoaire-",
ma alm dksa-u torasm stm j-epugoauoia o
estomago.
Proeora^oe da eeoveta. 18
BJW*"-^1^^
!-irjQ que reserva todos sea
direitos para proceder ju-
cialmeote e com todos os
rigores das Jis c. otra o?
calumniadores propalan lo
o contraria.
Arjalyne n. 1639. A
amostra foi a pres ntad em
uma= lata (Jetmeio ki!o, qo-
tando-^e sob e a trmpa os
seguiotes dizeres : J, Le-
pellelier Coren m prs
Isigay.
A analy^e rev^lou na
mencionada arjO>tra au-
senc a de substancias noci-
vas. Rio t'e J-ineifo, 18
de Outbro de 1895. (as-
signado)O ph co, Joao AI ves Haptista. E
eu, escripturario oo Labo-
ratorio, escrivi e ansigoo
(estava selladn.).
Rio de Jane roj 24 de
Oaiubro de 1896.O es-
cripturario^ Joao Alves Ba-
ptista.
MBDEIROS IIIHlOH & V.
Sao .'aulu
Ooube '>o E->co o> hfto .Paule, na*
m>gr8tas38 mattMHqM citc-Matia, B-itn-
cat, echar-es a u-aiot clisiiobeita deate
estilo.
O trabara, c e-toda e a exp .-rie tci.-,
d^raip em resaltado n daaeoberta de nm
vegeta! maravlbnso c/O) iue feg-se un
preparndo que cira rafiiam^Dte ,tcda a
de JaUe.rO "ypb1''8 t0d"8 es baos rea or com
um& f-cdid>de,eepari'o'.'a o th-'Um&tuinu,
por ob*Oaioo qne By, e cura a morphd
(ar o qne r.2) hasin r medio !
Tcvu o Eatado de 82o Paulo a d;*a e
forrec^r, i:a eus nb;r.ima- v geUcao, s
verdadeia felioidsda ds hun-.nid.d-.
Ca ae-so a dcsc bartav lixir de M.
Mrate, propagado p r D. Cirios, e vea-
de-se em Pernambuce na
Companh^a do Drogas---Ra Marque
de Oliftda 24.
CillaS
0< abaixo as^ignadoei
prevnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio.p^ra fazerem
Hpprehenrier onde farem
ch !- a cigarros de outra
fabrica com a maicacontra-
feita ou imitada dos seus ci-
arros
tamo na jo o tal ha
ou rotulo; e que
Francisco Pedro da Cunlia
Presdylero Secular, CavaJ/ieiro da Ordem
de C/iristo e Vigario Collado da pa-
roc/tia e cidade de Sao ]os desta pro
vincia decanta Cat/iarina, etc.
Atieso que teodo usa>io por viv.es o Peiloral
Citharinpnse de Rao I i veira XAROPE DE AN-
U O COMPi'STO t;0M TOL 'E GUACO, pre
psracao dos Ulms. rs pharroaceuecs Rauli-
no Horn & Oliveira, achei que esse x^rope de
benfico e prompto effeito as affecg5es dos or-
gaos respiratorios o que atfirmo in verbo sa-
cerdote.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive -
sos Estados do Urazil attes.am a eillcacia des i
grande medicamento.
Deposito
NA
Dr gana Bra^a
---------------?
Dr. Alfredo JGasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades da molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto) o
nalquer hora.
corno
esto-.dispstofl a proceder
contra ouem expozer ditos
cigarro* venda, com todo
o rigor, ae conformidade
cimas- penas* decretadas
por le.
Re efe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo C
Rheuiuatismo
Dec'aro que eurei-me completarrente,
do rheumat amo qun 8 ponto de < u i u i a r oe, temando
Liixir de M. MurHto, qua garant ser
um prodigi so boti-rhenmatioo e aoti-sy-
pViitcn. P..b'iqnu a bem d*s que sof-
freiu.
S. Paulo, 12. de Agosta de 1880.
Affj ao J. Bormann.
Agentes em Ferni.mb.:co-A Ctmpa-
uLi i de Drogaa.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio a ra Baro da Victoria n.
51, 1.* andar. Ex-chefe de clinica d Dr.
de Wecker, de volta de sua vagem h
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e das fru-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 entrada
pela ra da Saudade a. 26 Tele bono
n. 287.
i
EA D3 E3^ JSWS S. 55
{
{
{
Instrumentos
para banda de msica e orchestra.
Violinos, vioiOes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor-
tmenlo vem de despachar.
RAMIRO COS rAftC.
2-Rua 1- de Margo N.2
IAvtarla Contempornea
A bronchite que sobrevem a influ
tuza, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reacfo febril, broncho-pneumo-
nia, catharro pulmonar com febre agra-
vada, tubercuiose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,-
larangite, molestias da -r"*ganta, insom-
nios etosses suffocantcs celem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia In-
nata
a Ethftr bromado u
DB
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Us glandes resultados obtidos pelo
Xarope-do Lobelia Inflata, no trata-
[.ment da Influekna podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Raa do Baro ok Victeci* a. 87* aa
dar, sala posterior.
Peraanhco
Papclaria
objectas deescriptorio, papis e car-
toes de phaousia para participaSo
de casamento e:na9Cimealo, expel-
iente esculla na
Livraria Contempornea
2-Rua V de Marjo N.2
BAM1BO U. COSTa k. C.
\
8
Dr. Joo Paulo
U Especialista'em partos, moles-
^ tas de senhoras e de creancas
K com longa pratica nos hnapitaes
daPariz e de Vienca d'Austria,
d consultas das 2 as 4 horas np
Largo do Corp Santo n. 19,
1 .* andar e reside oa ra de
Henrique Das n. 2.
Telephonesns. 190 no consul-
torio e 467 na residencia.
^9sggwwgigBg8g-igesg3gaa8
Pocos le Caldas
Voltei de Pucos de Calas, onde fui 5
anaoa sacceisivos para tratar da urna
Feridas antiga* .
Curei orna t-nda de mais ie 12 anooa
qua era um verdad jira, tormento-, usando I enorme empigem qua a mtia temoo n>o
por atguin tempo do Elixir de M M- ra- 'oonsuaimia a pacieoais, a boloa e a
to, pre arado por <'. Carlos. Dau* que vida.
t&o ttlie chado. Use Cjmo / Tomando o Elixir de M. Morato, pro
pagado ptr D. Qtri s, Bare completa-
e direc-
recomp^nae
oonvier.
S*o Paule, 1. de Agosto- de 1889.
Wenceslao Vicente V eir.
Agont em Peroambuco A C^mpa
ohia de Drogas.
O advogado Hortencio Paregri- } i
no contina com o aeu .escripto- '
rio ma do Imperado? n. 54
eocerrega-ae tambeni de defezaa
perante o jury.
4
CONSTIPACSES 'W^' Peitotal Catharinense
DE KAULIVE1RA
UUOU1R11 HIIG.I .
Extrnalo 2 de Setembro
Curso primario a preparatorio sob a
direccao do professor Joaquina Pompeu
Monteiro Pessoa. .
As aulas come9aram a funceionar
desde 7 de Janeiro do corrento anno.
Ra D as Cardoso ( antiga do Calde-
ro ) n. 2, 2.' andar.
A publico* ae coBuraeo
O abat o a88iRnados declarara, qne se ten-
43 de=eocaastod ama letra de sen aaope,
da qoantia de tela 5-000:COO. aceita pelas Srs.
Moreira G., e enloesafla polis mesaos aca-
io N que oenOoma pta^oa faca traoacc8o
alguaia eoei a referida let a, sobre cojo des>
Ciminho ji avisraro os rtupectivod aceitantes
.pra o devido effito; pelo que protes^am sobre
qualquer tranaacefto.
R'CHf, It Fevereiro 1806.
Costa, Lima & G.
O .iveira
ft' o poilortl tatl effleaz, mais barato e de
costo mais agrwrWttasimo ; na Drogara Bra-
ga a em todas-as pfaarnwclas.
mente-e depreasa, observando
torios
Realmente enorme o saaeeeao ben-
fico que se obtem c m o uso deste pro-
digio aovo o Elixir de M. .tforato.
Pey a publicado, que ae tora)
virtude
S- Paulo, 9 de Agosto da-1890
thur da Cunba e Suva.
agentas em Pernambuco.A Cf)
ohia de Drogoa.
Bronchite x sthmatica
DR. COELHO LEITE, Clinioa da
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta oque o
Xaroptifc Lubeia tafia
DO
PHARMACTHX)
ILDEFONSO DK AZKYKJO
E' excel Lente ne tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Beposito:
Ra Bario da Victoria 37,1.- andf
Pharmacia Conceico
Pharmacia Alfredo Ferreira e era todaf
as boas pharmacias.
Pernambuco
*
DR. NUNES COIMBRA.Cliua
Medico Cirttrga. Consultorio, .rua
Mrquez de Qoda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades i Pebres,
partos, molestias de senhoras e
criancas, Chamados a qualquer hora
na sua re9idencia^na ra da^Sole-
dade n. 84, esquina da ra do Att*
hn ou no consultorio. :
Telephone n. 887\
|pp|
afaja
M0THA00
,::
i
-


\

Diario de Perimmlmco Ter^a-feira 13 e Fevereiro de 1SOG


.x.
Elixir H. llralo
![ D-p-.iB de muitc experiencia e
aour^do *-turlo obre o sea grande re-
med o Eiixr'to, onjo tenbo
miiiitrudo o a faospit ?s e em niinb-
cmh p. rtioular, resolv, de ujjordo
coui oa ojeos ilustres cellaj na, o Dr.
Alo. eiva, De. Lfesre, o Di. S M-r-
de*, .ppI'-o pela segcriote forma, sar-
do caso da syphihs inveterada, rleama-
ti8mo chtu' e houbaa. .
Techo tid'i o methor suceesjo com o
Elixir M b", e alguna doa ireos colle-
gas thanium Io cim r. z3o dj ta'va vi
das. 0 .cu remedio uro rd gicso
odco coroo a ti ayphilitico o acti-rheo-
matico.
Dr. J 5.. Pitta B z-;rra da Burcay.
Rio da Janeiro.
Agostes em PertfimbucA Cjnspa
nbia d i Drjga?.
Pharniacla Boa-Vista
PRACA MACIEL PINHEIRO N. 18
JOS' LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in-ugurar-se <'8te estabeleci-
cento dirigido pelo conheeido pharmaceu-
tico Jos Luiz da Silva.
Abre-se a qualquer hora da noite.
ser
i
1
Dr. Ai-I luir Caval-
canti
Participa seus clientes e
tangos ijii" muuu seu coosul-
lorio e residencia para a ruado
Barao da Victoria n. 46 1.' an-
dar onde contina a exerccr os
niv tetes da sua profissio.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
fife
E chcguei a ficar quasi assitn !!
cavel soube ganhar o elogios de varias Mr. A Hyjrino de Miranda
celebridades medicas e tantos-attestado* Medico pela Faculdade de Pariz, an-
de benemerencia por parte de numerosos Hgo externo dos Hospitaes, laureado com ", M! srtoso-PertaiBbnco nno c
m^:hbr^erfeitameate curado8 pel n-medaIha de bze da Ae8istecia ssss s se ;::::
maravilhoBO Elixir. Publica. f, c i
M sao cuadrados e cona g.- D _
lo ieem grvalo Birll Ule f nno gri-co
I nno o>r da vio o
su! tur .'.i ia
Zul fiQ
E vi to abordrteos este sssumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuyo, como o Eli- de 20 de JaoeirV
xirM. Morat sSo productos examinados Consultas de 1 s 3.
Consultorio ra 15 de Novembro
!* andar, onde residir a partir
e approrados pela Inspectora Geral d<
Saude, do Rio de Janeir >, e que a sua
venda foi autorizada ..elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que c se encontrare na flora de
Especialidades : partos, molesias das
8unJras e dos orgo: genitourinarios,
Chamados por escripto.
ift*rji PC
bOITAES
I
I 8
Advogado
O baeharel Antonio Toleatno Rodri-
giie*- Jaoopoa, procurador doa Feits da
Fc EUtado, p"d b era tea eCriptorio a ras 15 de Novembro
n. 75, d 10 huas da mecha" s 4 da
tarde.
----------------^---------------
Peioral de Cambar
fluir cura de broncha te
Applicado contra uma forte bron-
chte de que se achava atacado nm
filhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas.
Dr. Amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Raa do Bom Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da mana.
Recebe chamados por escripto.
Elixir II. llralo
Certifico em t de a en gr qe tmhi
empregadi em ole^tma Bypbiiiti cas
rhenaaa'icis o glixir M- Mr^to, propa
gado por D. Cil *, col tiendo sumpra oe
melhorea resultados. Dr. JoSo Alberto
de Medei'o e Ounha. (S2o Pul(>).
Ageotea en Parnambuca A UocopB-
nhia de Dr>gas.
RAULIVEIRA
TodCS os mdicos receito o Peitoral
Catliarinense como o nico medicamento
contra Toases e Bronchites
l>It(M. itt.A Klltt. I
Soffria horrivelieate dos pulm59S
mas grabas ao xarope de alcatro e
jatahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido
coneegai fcar asim !!
Mr. Fraucisco Leopoldlar-
especialidades : Febres, molestias de
nossoB ser.oe-, s serve para a cura mi- crianyas, syphihticas e da pelle.
racul sa da a turna, do cancro, das do-, Cunsultaa de 1 s 3 horas da tade
res rheumaticas, da syphiles, da terrivel ra do Mrquez de Olinda n. 38, i.
morpha. andar.
O seu seo-redo foi revelado, ha bastan- \ Residencia Pateo da Santa Cruz n
te teinpo, pelo cbefe de tima tribu de in- 72 Telephone n. 214
dios, cujo nome agora nos escapa, nasj Chamados por escripto.
que opporlunamdota deoignaremo?, p v ;
que este facto se prende uma nteres '
santa historieta, que vale a pena ser !
narrada.
O estab:lecimento do Sr. D. Carlos
EPITAL
Secretaria da I 8.a Di-eitoria
F'j-publ'co, pira cot.hec'me t"> drs
icteroftd a, que no dia 22 cto co mete.
a 1 herida t*rd<-, roc-sbeiu-se c:ta D
r^c* ri propostas em oartaa fth-.as,
cftvid'i.teiite seliodss, para s reparca e
que ceceas tasi : dtvartaa poatus du es-
oIrancj
! 8. rgeiiib de cor
Artigfs para frJaawoto
i Alamares garaec*, elicc^ej
tiS.s peq.ecos preus deiru
Bo'oei o ariperoia
os gr;d a d; EO?al p.ra
oalou
BoSs [e^ueiics de me-'.l pura
op-ly.s
B ;.- ta d? Eer?g> i. ten >
ir
:flM5iEB:io
Uol<-:i Commcrcial de Pernam-
buco
COTAgoES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Proca do Recife, lj de Fevereiro de l8g6
Naj biove cot cao.
O presidente,
Antonio L-.ij^rau Rdn^oea.
O secretarlo,
J ilo L en. Ido .o Reg Villar.
Canuo
Os bu o con abrir.m rom a hxi de 9 d, sobre
Londres a 90 d|V, s.-m ruostar oe> gco.
E paptl part;u-r (; CuOdcu utgo ir.
Coiares de genero^
'ara o agricultor
AsaftQu
Usin8. por 15 kilos.... 8J000 a 84700
Crysulisaio. "ira ideni 6O0O a 61800
Branco. por 15 kilos 6J600 a 74800
Someno?, por 15 k ios. 44600 a 44800
Mascavado, por (5 kilos 4 a 34800
Bruto, por 15 kilo.-. 34500 a 34800
Betames....... 3000 a 3420)
Algodo
NSo coosteu negocio.
Aleool
Por pipa de 480 litros 1854 nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1254 nominal.
Coaros
Seceos algados n as n> 12 kilos 14010 a..
1030 rts n>o3i e refug) 676 o kilo.
Verdes 600 rcis, ulnmo preco-
Carnaba
Cola-se d>> 284 a 384000 por 15 kilos.
Hel
Por 100f000 noralnal.
Es.portaco
Rscife, 17 oe Fevereiro 1896
Para o exterior
So vapor lotrlez Oibeos, para New-
York, carregne :
Rossbarb Bro'Se-t, 1,933 palles de cabra.
No vagor hijlez Hjijede e, para fl-.w
Tork, rarreearam :
B. WilliaS & C, 6 000 sacros coa 426,000
kilos de a?eocar m^A^avado.
Jallo & C., 380 sacc s com 28.800 kilos de
assucar mascavado.
fia ba-ca poriu/u?xa Tentadora, para o
Porto, carresaram :
Meades Lima & C, 1/52 saceos com 82,633
kilos de fariolta de mandioca.
Para o totcrior
' No vapor naconal Santelmo., para Rio
Grande do Sal, carregaram : < .
A. Fernandas & C 20 pipas com 9.600 litros
de aguar J--013 e 5 ditas com 2,700 ditos de al-
cool.
A. Morei-a a C, 470 saceos com 35,260 kilos
de assucar branco.
Nj vapor bllemSo Friederict., para Rio
Grande do Sol, carregaram:
P. Alv<* & C, 100 saceos com 7,200 kilos
de assDcar branco*
' = No vapor nacional ltanetna, para Rio
Grande do Sal, carregaram :
Loyo & Moreira, 600 saceos com 46,279 kilos
de assucar branco.
Para Pelotif, carregaram :
Loyo & Moreira, 300 saceos com 22,600 kilos
da asHcar branco.
Completamente curado e bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDroaria'Pacheco & C.
Andradas 59.
Vi uro 1S500.
PernamhuooPhnrmacia Ameri-
canaRa Duque do Caxias.
Salvacito
oalvene doa borriveu hamore py-
phihticoa que Be p: r-r--airr>m taoto
tt-ropo eoia o uso d^ Fli-ir h. Iforats,
p-opacado per D. '':!..
Mogy-m'rim.
Arthar Tf^Tas'-s.
Agaotea ct Prroo-abaco Cotcpa-
n! ia te ro^aJ
a----------------
Rotucat
Deve ser lida com interesse a saguin'e
noticia, que a Banfulla publica a pro-
posito dos productos me iicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazd, e especialmente este
florescenti.simo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinae. do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia
de estudos, que com o seu labor incans
Peitoral de C-arub
Caira* curas de tosse
Por mais de utnavez, pessoas da
tem urna importancia excepcional e pode familia do distincto pharraaceutico
competir com os raelhoras desse geuero,!-?1"- Ernesto Fernandes de Souza fize-
que se ackam as demais partes do ram uso, com xito completo, en tos-
mundo, jses e outras enformidades das vas
Asistimos ha algn; dins, prepara-, respiratorias, do Peitoral da Cambar d,
cao deste Elixir, acompanbando at enta- de Souza Soares.
mente tod. s o trabalhos, desde a tritura-
co d- 8 vegetaes at ao oncaxotamente,
ao qual se segu a expedicfto para a
miis importantes pharmacitsda Europa.
Alfm do curioso rocesso, sao dignos
de admirar a fiscalisajSo, plina qne r^inam no ampio laboratorio
do qual s hoje o Sr. D. Carlos comeca a
colher os frtict.>s, alias altament: ii>on-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuuiario.
O Sr. D. Carlos nao se de xa, poro-'.'
d.Tmir sobre os lour s, c gitaneo tem
pre em ampliar mis o seu estebeleci-
tOj estudando o pr cesso para o fa-
brico de outros product. s meuicinaea qti
serlo antes de t-^o, submettid-js aaua-
lyse dos mais no'ae>8 e intelligei t s m >
dicos.
Os nossos cumnrimentos a e~a fcc-niera
Ilustre que, ea B tucat, gosa d-? >era:
8 mpat. ia e ao qual desejain s prosp-.iros
neeoefoa.
t'-adn d^ O-y-mca. oreados eui rri^
7 4'5JUX>.
Au p-- p 8*8 deven ser ercriptss por
BX'enso, >ev> r:.s r, en m cioio de
qjolque? eapeee, seo o rejeitadna hs
quo Be rese t'rem dsa Mgotntea lcaa :
671
3
299
559
17
543
1.273
1.535
72
2.445
ia, psres
(2-
146
80
650
188
ueo s
du

O agente Companhi-i de Drogas.
Minia esperanza
R. Nic leme b Cr.j-s<. 14Vais ia hada
.i ea 1854,
Par i .1 Xj.r- u de 18*5 lis Sr.
A' ir, oFr-n-'is u i* Cru.Periambaco
Amiji", -. T :-ii presente o sen <
r i 7 le O: 'ub > p-o^ioio p
.., q,,. i vi- o prai r eeocont#or um
peal lo p-i I .- -i t ga ,.- Dito e.
'' ei : : ,i, ra i co.
L .' 0 ti Bt( O 20 :b i :
lado Com >.a-
r.iv.u pre i t, l i '.. e c o e da o fap
D'lceote piar o t u p. pe 11 ra 11
z- ro q i i I -" lou e re*
;lo vi poi (i i H i\ re a s. p;r em 14 le
De*, ilb 0 pr:!' 0 IQlQ'O.
S bem jissi vilo o mata c I
a. o'!?seria posi >-i : qu^ o jh p>pel
oa.-i te taz a i'eci e icia, e slm de f aoo"
si o, necessitaa o i o rabn o .. o ol
a Seai uotro i toiivo, pablen vo t,p caic sinre1
estioBsda V i "., ^rf!t;o moil t ato e
sraderPelo S o H._tcol e :.-.. I.-.r 1.
1.* Asque ezeedersa os
orvamtnto ;
2.a Aa qne nSo forera orgaoisaJ.s
ds esordo com u reaecte Edital ;
3.* As q'j- 8-j baa'.art'm t-n
de outras pro] i
4 As ur.-'ud-.B por patwoafl qno j
t;h*m opixsd. de compnr ....:.a.:: i
c-im esta Bepsrti(So ;
5.a A qae co -~ ,i ts gs
raotiu u qoalid*-3ea eaig J;.s _.
Edita'.
Iiave-:do i uas cu mais propostaa em
!g::-ldude de cobdi^S s, g'.i pr i- .',
do ooecurreate que nelhoree prova de
id )o* idade :. eoer.
A. B. Leinoie, 200 saceos coin 15,000 kilos
du afsuc.:,- branco.
L. J. S. Gum^rae*, 200 sac:o- cam 13,000
kilos de aesacar br Para Porto A'iji e. carregaram :
L iyo & Mor-i'a. S00 sic O! com 37,500 kilos
de assjcar branco.
A. Lelotf.', 10 saceos com 16.50) ki'os
de asaacar branco.
No vapor francs Ville de B-enoe-Ayrej
para Sao'Oi, carregaram :
Si va Goima es & C, 250 b.r'is com 21 730
Utos fie atrexr ieote, 25 pipas com 13,581 ditos
le Icaol r 1 000 saceos com 60,000 kilos de
asaocar branco.
A. Uo-eca kilos de assucar mascavado.
P. de Pli.eira M.ia, 400 barris com 31,899
ii'ros d- EKD^rdeoic e 20 pipas com 10.450
Jilos de alcool.
A. Fe'aories & C, 10 pipas com 4 9 0 lit'03
de alcool, 1,500 saceos com 90.000 kilos d.j
asnucar oraa-o e 1,000 ditos com 60,000 ditos
de assacar mascavado.
Silva Res & Rodrigoee,20J saceos com 12,000
'le aesnear branco e 600 dos com 36,000 d toa
de aesnear mascavado.
P--a Hio de J,i jto carregaram :
L. A <1a Costa, 63.600 cocos, fructa.
N. Gaho & G 100 saceos com i8 051 kilos
de algcao.
Ta-v^res Carni> ro & G, 50 pipas com 23.700
litros d-> agurdente.
Silva liu marai- & C, 25 pipas com 13,480
ditoe de al? ol.
P. de O.iveira idaia, 60 pipas rom 32.050 ti'
'ros de aguardte e 11 oa-ris com 990 ditos
de vinagre.
= Nj vapr'nacional S. "alvador, pra Rio
de J^ueiro. crregarara :
G. Fooseca & G., 50 xaccos com 3,000 kilos
de asaocar barnco e 450 dos com 27.000 ditos
de assocar mas&v-.do.
Poomal & Olivera, 700 saceos Cun 42,000
kilos de assacar branca.
Nova Maia & C, 1 caixa com 6 kilos de doce
e 6 grrafe8 com 6 litros de vi ano da caj
No va;.o- ingle Braaiiena g>, para
Rio de Janeiro, carreearam :
A- Fernaodes & C., 30 pipis com 21,000 lil-o <
de agurdenla e 50 ditas com 26,030 ditos de
alcool.
No vapor nacional Eira*, para Santos,
carregaram :
Mauoel Fran:lsco &Irmao, 18.800 cbapos de
carnauba.
no vapor nacional S. Francisco, para
Aracaj, carregaram :
L. Fe reir & C, 74 caixaaicom 1.850 kilos
de sabio.
J. de Macedo, 5 barris com 450 litros de vi
obo de (roelas.
Readloientos publico*
Alfandega
Met ae Fevereiro de 1896
Renda geral :
Do dia 1 a 15 1.113:7964383
dem de 17 h
Peitoral de Cambara'
linas curis do coqueluche
Em proveito das maes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
the, e, nao colbendo melhoras com o
ratamento medico, deMhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia ceda comple-
tamente.Marta Jos Rodrigues Bar-
ecllos. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.
Elixir OS. Horda
. .. teubo empregado cura f i z rebul-
tado em tod-48 es fcffeccStS syphiiitieas, o
Enxir M M>rato, oxaudtic'.e preparado
o Sr. Oa los, o q':g ^ffirmo com
juramento se for precioo. Dr. Eduardo
P. Quim-tres. (Rio dj J.neiro)
Agdrit"a em Poro.acDbi.C/ -A Ocropa-
nbia d-s Do 'as.
O
cmmision et Coneigna-
tioa
M. TRIES .El
! t eo-d< Gire d-i C- d<6bi, G nnf,
Ibecariion, li me, rop'ira, Sni>ei Rea
B US de !; !:<- f- U- 1>.; do Coa p e d vtLtt ft remisf p oopt^ffieota
teme
BASBODRG
Ai'emagoe.
I con ; .
idvneidade es;gi U para -
eaeSfl -s : rea, in iior o la
residencia.
henl ora o do r tete s
coccurren iia tea qae prove
' na Ti ; > B- ;.a ti
oto a qoautia de 37) y; <)> ,r rt ..,
e convidado ptra aasigaar o ocntrac o i
Btn sa re ia .
P'"4 bou pan i, da ex"Cic.5o do
oootra to, : pisita- o eontraot!
Theaouro <'-- Kstad-j no
previ*naente arli rad pr aata-Direo
ti r .
tirata BepartigSo sstarft disponjlo
ka Sr?. BODcarrealea, d..s 10 s 3
d* t-rd, o or carneo to e ae piaoUa res
pee iv-if.
Reofe, 8 de Peveteiro de 186-
A. Urbxn P. JV'on?eu<'gro,
D reet ijr-get I
MoTlmeufo do poro
N P.rafyoa1 da, v. 1398 ton-iad-is, cummaoiiaoie VV. Harrieso ,
equipacm 22. carga v.-rios gfaero-; ; a B -
xwll Wiil-aa 4 C.
Boeoos-Ay es e <*-cala10 dies, vapor ing'e:
Ni t-,. de 3360 louean s. commaodaite J.
D. Spoone eQuip^gm 157, carga varios g-
neros ; a Amonin I-mos & C.
Mooievicj7 dii,s, vapor americaio Eleo-
nor, de 468 to-ieadas, cemmanjante G.
Scoit, eqoipagerr. 59, carga mattmejtoa ; a
irVIlsoa Sons & C.
Navios BinHos 'o mein ) dia
Sjothamp.on e ejcalaVayur inglez Nile,
comoidodan e J. D. Spojner ; carga varios
gf-ofros.
S. Viceme Canb netra inglesa Njmpbe.
roniin -:i i-n-e G. Hunuogfiird carga nua -
cOes.
Rio de J-neiro e f>CUVapo- nacional S.
Sdvador > commaodanie Jco Maria Pesi.1;
carga varice gen-ro?.
Peitoral de Cambara
Cura de broncltite cha*ouica
Tenho a satisfaco de declarar que, racab'm-se. nes soffrendo ha 4 annos de uma bronchite tn, wrtl 6 fechada;
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abencoado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duza de frascos fiquei
completamente curado. ^Firma reco-
nhecida) Silvino Ribcjro (Tonente-co-
ronel cuele de contabilidade da Guar-
da Vacional do Rio de Janeiro),
O^agenteCompanhia de Drogas
Renda do Estado :
Do da 1 13 246:830*975
Idam de 17 40:1374291
286:988*266
Total l
J.* seccao da Alfandega de Pernambaco, 17
ds Fevereiro de 1866.
u cbefe da seceo
L. F. Godecelra.
O tbesoureiro
Lu 1 Haooel R. Va lenca-
RECEBEDORIA DO ESTADO
Renda de t 255:0024039
dem de 17 39:8864109
Navios esperados
De ll* ubu'gu
Brigue alk-mSo Otto Grat to Stalberg,
De Ntk-Y rk
Barca nacional Victoria.
De Gardiff
Barca noraeguense Winooa.
Barca ooroegoense Sala.
Barca norni'kio^nsfl Dacia.
Barca aoruegaense An-iga.
De Terra Nova
Lugsr lnglez.Heli!ra.
La^ar Ingtrz Emolator.
Lo^ar nglca Ma-y Claseeo.
Vapores a entrar
HEZ DE FEvERKIRO
Uonic* do sul, a 18.
Olinda do sal. a 18.
Cimocim' do sol, a 18.
ODbers* do sol, a 18.
Sao Fracc^co do sul, a 18.
Arcbtctet d-j L verpool. a 18.
M-gdal n da Europa, a 19.
Gario Prince de Nw York, a 19-
Cord.10.11. ca Europa, a 19.
Las Pa'ica do sul, a 17.
Ma daleue da Europa, a 19.
Cordoaan da Europa, a 19.
BeDenbe do norte, a 20.
Satelhtr no sal, a 23.
UaranbSo do norte, a 24.
Santos* da Europa, a 24.
Itapoao do Mil, a 25.
Rosario de Genova, a 26.
Braz 1* do o1, a 26.
Kxir Anfi-rebri] Cardosu
bEGrUND A FORMULA
de
Maaoel Gardoso Jurkior
Renda de 1
dem da 15
RECIFE DRAINAGB
294:8884148
4:54045911
6564797
I974I9I
Vapores a sabir
MEZ DE FEVEREIRO
Minaos e esc. Olinda a 18, as 5 horas,
Saotos e esc. Villa de B. Ayres a 18, as 4 h.
Bppnos-Ayres e esc. Magdalena a 1, as 2 b.
Santos e esc. Stefania a SI. as 4 horas.
Rio G e esc. Santelmo a 23. as 4 oras.
Rio Grande e esc. Santelmo a 23, as 4 horas.
San 03 a esc. Greole Prince as 24, as 4 b.
Rio e esc. Maranhao a 2o, s 5 boras.
Sacies e esc. Siotor a 25. as 4 boras.
Santos e esc. Genova a 26, as 2 boras.
Manos e esc. Brazil a 27, as 5 horas.
Sotos Ma Foso
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 2,000,000 O*, Od.
ondoa accumulados f 8,274*9/3,19,.0d.
AGENTE
P0LHMANN & C
Approva'o em 21 de M^rco de 18ie nela Ia-pe-
cteria G'ral Qa Jigoa Jaula de (jgieue do
Riode Janeiro.
Este Elixir de compopigo "oda vegetal pre-
parado segoudo as regras pbarmaceotica3.
acooselbaaas lelos autores rx-oderno* e de re
cootiecida capoCidade scientica tanto no pa
como uo eziraagelro.
Ete Elixir o provisto nao 6 do grande
estuao das aces phyioligicas das sods!33
ciifs como tambem patolgicas, como tambera
o resollado das tmuieosas apphcacfls nos
diversos casos de febres de fundo palostre,
A applieacao de Eete Elixir ua grande euide
mia de bexigas de 1890 a 1891 mais orna ves
Je i onsiroo a sua effieacla; pois no principio
dos primeiros symptomas a bexiga aborta, e
em casos mais aflautados a bexiga pa??a a
ser orna Icenca febril volgarapreseniando pe-
queas tomefec^s que com a co:itio.iaco do
elixir deBaparecem sem todava aprtaeotar
receles de perigo
Oe mutios atestados poblicados uo Dianc
de Peraamboco e Gazetada Tarde provam
oque dizemos.
Nos casos de febre amarella o effeito e admi'
ravel.apresentando pilnemenos tao maravilhc-
so? que nesta cidade do Recife e no do Rio de
Jatieiro poneo receio eaosa a febre amarella
nesmo estando o doente com vomito pretos.
sangnineonestes ultimo? periodos ectao ne-
cesario a applieacao em alta dose, despezan-
do tabella aanexa.
Este Elixir j cenbecido do publico de ore
grande nomero de dignos mdicos aprese-ca-
do para combater os diferentes acornmodos
todns elles de carcter febril.
Por mullo tempo tivemos occasiSo de 'azer a
applieacao as febss erysipellosa3 e com tac
boa: resaltado qaeficacaos admirados de tac al-
tos effe'.tos.
Pela pratica chegamos a conhecer que os
ataqoes de febre eryslpellosa 00 erysipeila
como valgameote se diz necessario o aso de
10 dias do Elixir.
Nos grandes incommodosdaasenhoraB raens-
roacSo, gravidez e nos casos de parto emo fe-
bre de 003 resoltado malte corto e segaroem-
a soa compo3icfio tao simples qne cao cffere'
ce receio de applicar o Elixir nem mesmo em
doses soperiores as indicadas na tabella icfrs.
Pedimos aos dignissimosmediecsaca deseja
rem fazer aso deste Elixir em saa chuca nao
se snjeitarem nossa prescripcao, mas sin fa-
zer a applieacao em harmona com ob casos
qoedesejarem combater, cortos de qae 0 me
dicameoto da composicSo innocente para o or-
ganismo mais frgil qae seja.
nodo de asar
A's crlancas at nm anno 10 gotas de 2 em 2
boras em ama colher da.de sopa ebeia d'agaa
fra.
De nm a tres annos. 15'gottas.
De 3 a 10 annos em uiante 40 goltas etc.
E3tas doae devem sempre ser applicadas em
agn
Bepoafto
Gompanhia de Drogas e Productos Ghimicos
Recife, roa do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, roa Larga do Rosarlo o.
Pharmacia Oriental, raa Estrella doRoeaorio
a. 3
Pharmacia Alfredo Forreira. roa do Bario da
Victoria n. 14.
Pharmacia Martins, raa Duque de Caxias n.
89.
Pharmacia Ribeiro, a praca Haciel Pinbeiro
*.* Meeeioi lrtctorlu da
atseiN laria da Iiistlca eloi
11 de Fetere-ro EOITAL
Di o-^em do Sr. Dr. SaereUrb d"
Jaat'c* fsj^o publ co qu-, com o praao
de 8 ci'.s, a comar d data diste eaiiai,
S cretris, ?;ro OStav
o Belladaa para e de-
neicnento de Ciooo mii metros d< i.lgodS*1
EBeaelado naoiooslj psru vea ti te nta dos
presoa pubrea d Cita de Detcr.j^o.
O direatar,
AfTonso V. de Medaixa -
L:m i.
O Dr. Lo?ino Vi ira de Macdo
jais oe direito do civel, da cidida do
Re:ifp, em virtade da iei, etc.
F*';o saber aos que 0 presente oiial
vreo e d^lio n t.cu tiv-^es, cjue por
parto do Dr. Caedi.no Mamede Ave*
Iferreira, me oi d rir.d* a pe!'9o do
theor segaiote :
Illm. Sr. Dr juiz do cive! 'Jec'aao
Memede Alvea Ferrera, b^charel em
direito, cidado braaeiro, com 45 anooe
de idade, ur.tural desta c dado e celia
morador, leudo cec^ssidade em sua vida
publica ds redua'r sen uoraa p=ra Ceci
liaoo Mamed", requer Y. S. qui dia-
tribuida a presente, se passe editaos, no-
tifio^ndo quem iat3iessar pessa t.l
uadanya ; fndo qae seja dito prazo, sm
opposic^So se jutgue por sentenca o p-o-
cura or, fiesndo pesim aaaddo para todos
os effetos jurdicos o nome do roesmo
u pilleante.
Nestea termos pede a V. S. deferi-
mentc.
Reetfe, 10 de Fevereiro de 1893.
Ccliano alameda Alves Feneira.
(Sstava dsvidara.nte sellada).
i\fada asa coatmba dita petijSo, na
qual profer o despacho seguale :
Distribuida e autoada, sim.
Reci'e, 10 de Fevereiro de 1896.
M. Lima.
E nada mais continha dito meu des-
picho.
Dopcis do qae se va a distribuios > do
theor seguate :
A. Cocha, H. Pires.Em cumplimento
do referido despacho, o esorivSo cjuem
fot distribuido, fez passar o presente
edital como o pr-zo do 30 das, pelo qual
notifico qaem interessar passa o cen
teudo da peticSo do auppiioante.
E para que chegae ao oonhecimonto
de todos, mandei passar o presente, qae
ser affixad 1 no lagar do costme e pa
bcado pela imprensa.
D^do e passado nesta cidade do Reci-
fe, capital do Estado de Pernnmbuco, aos
12 be Fevereiro de 1896.
Fiz escrerer, subscrevo e assigno.
Ea Pedro Tertuliano da Cunha, o es-
ere vi.
Livir_o Vieira de M. Lima,
1 Ht'll<8 borda os praia
Cbariateir a para r-.-obeoi
oaiforcot) parca
'C-treli.:8 ;' (. lina bo F'i >. uranca d 01- '' :,j me'ro
Kp's p>ra proc
K l l >r* ioeriores
K p's p^ra sarg nt-'s ajadi
K ~ -a sla ios
Ui s.:;s ds ea-11 r<.s
Pt!:-a dsi c.r^ e
i Plati : c de ,:.,:: a par s
iRa^fl eiros c 1 ua m d- B-
. u liioa
S r4t'jtes de met.l
Artice a dlvt.;03
Bondepu para
' [aerea <-ti 21 t. pura arpa
Oolberea co metal piri b:..
?oloerea de f rro pr 1 10:a
t; nch^-s d. pi r 1 irrioi 3
Ohiit ai b I
. ia de 1 .,.,' a
ce el
C ipadaa de m I j ra sa gei to
:,;c.. r.;e
ara kan z ni
I- cima 000a pr rile- pi ra nao-
i lias
1 preta, metroa
'' -i u>'i' r:'. Lo
N v;t
Prates faodoa e raaos de f '.,,
T Ihi i e 1 o b 'e ic. 1
se m -C;-..; > fie 08 O
Ti>lUi a folha b.2d
Terrina d- fero A(tb
i laseiro de la
Trufes-.' r.'S o'e c-pisi
Trarc1 Griega e n
Artigo p ra forro do gabiaefea
Ppel pegas 120.
Papel pir-i gaaroiyio p'-e-.3 14
< 'baei vrySes
Os p.-iponcctes depois tffl d< vidamenta
habililado, devarSo apret t r b suas
propobtas, vm duplcate, eom re'oreneia a
Oada cpecii do ari^o, indiuaelo da C88a
commereiai e declaradlo da aajaitar-se as
mcltde5 ). n. c so de reeuo r asi^nar
> contracto e da 10 [. e 20 de qua
trstem 03 ari;^ s 87 e 8 do Regula-
man'o em vigor.
Nfo sorSo ajeeitss ts propost-a qoe
nSi vierexn acimpaabadss des respecti-
va arriostrr.s, q-ta cSa trcserem no
8ubacrip'io o especej c'o artigo propjato,
o numero e marj* r'.s ateo..ras apreaen-
tadas e as qoe ;m.ii.oa >* uup-rtor
a 90 ds.
Para a acqiisSu rl.s pann s ci:zontos
gra .ce e flioeili gar^nee aSo se conce-
der nerihain praao e s ae eff etaar a
compra obngsndo-ae o f rueeedor a en
entregar de prompto toioe tres artigo-.
Sserntana do Arsenal de Guerra de
Pgrnambaoc, 17 de Feverjio do 1896.
Jos FranciscD Ribeiro Machado.
Secrslario
54
400
188
1.582
E63
3
2
49-1
2
41
2
4
33
3
112
20
8
5
20
16
1
2
2
2
430
4
1
1
20
59
4
6
1
1
6
1.214
Arsenal de Guerra
O Cjcsclho de Compras do Arsecal do
Guerra recebe propostaa no dia 22 do
correte s 11 hor.-.a da manha* para a
oompr* doa artgoa seguintes :
Fezendas
21
Algodao inttesado
Aoiagem
Brim branco trancado
Brim escuro trancado fino
Bramante de linho
Chita para calcas
Chita para colohas do Hospital
Chita para colchas de BatalhSes
Flanella garance
Flanella azul ferrete
Ganga usul turquesa
Merino aetim
Pbarmacia Vlctoriense de Luiz Ignacio de Madapolfio
Andrade Lima, cidade da Victoria. I U..T- J is
Para qualquer informagio ser encontrado o' J?" aa
autor na ra Estreita do Rosario n. 17. -ranao oaieato
metros
997
646
1.244
2.913
70
100
176
1.081
622
838
148
314
773
EDI1ML
De c^nvocagao
Os credores da C>mptnhia Promotora de
in^u-tr'as e Molaoram^ntoa, em IJ.
quidc5'j forgada, pare reunirem-se
na sala dos despachas deste juizo,
raa da Constituyo n. 47, no dia 20
do prximo m-:z de Fevereiro, ao
rr.eio dio, afim do verifij.reoi os cr-
ditos e, approvados, delicertrem so-
bra concordata, se f-.r eflorecida a
respectiva proposta, oo prosegair.se
C03 termos da liquida co dtfi -itiva da
mesma Cjmp-n'-'i?.
O Ur. Cietaoo Pi lo de Miranda Mon-
tenegro, j'jia da Cmara Ccmmercial do
Tnboual Civil e Criminal da Capital
Federal, cto,
Faz ssLer los que o presente edital
de convocado virem, que correndo por
esta Ceroara Ceaunerciel do Tribunal
Civil e Criminsl da Cspital Federal, car-
torio do e crivSo qua esta subecreve, o
processo da liquidt.y5o" fofeada da Com-
panhia Promotora de Jndoatrias e M<-
lhorameotcs, crs por par e doB syndicos
foi apresetjtada a peticHo do theor se-
guinte :
ilro. Gxm. Sr. Dr. Montenegro, jug
da Cmara CommercialDieem os Ban-
cos da Repblica do Brasil e Iniciador
de Melhorumentos, synicos provisorios
da IiquidacSo fergada da Companhia
Promotora de lodustriss e Melhoramen-
toi, que tendo j sido offerecidaa as ar-
recadeySea de bens e o examo e demas
trab.lhos coa senhores peritos, comeados
dor V. Exc, sSo os termos ccnvocar-ie
por editaos os credores para a reuaiSo
em qua se deliberar s i^ciducao, afinal
da mesma sompanhia.
Assim, requerem e pedem a V. Exc.
deferimento.
Ro 10 de Dezembro do 1895. U.ysscs
Vianna.Sancho de Barres Pimont-1.
E-tavam devidamecte inatilisad.s duas
estampdhas no valer total de 220 reis.
Sobra o qae profer o segointe despa-
cho :Convoquem-se os credores.Ro,
10 de Desembro de 1895.Montenegro.
Em vr.ude ds dito despacho sa passoa
o presente edital, pelo theor do qual sSo
convocados os oradores da Companhia
Promotora de Industria e Meihoramen-
em liquidac&o forcada, para reunirem.se
ha sala dos despachos deste juizo, ru-
da- ConsttaicSo a* 47, no dia 20 do pro:
zimo mes de Fevereiro, ao meio dia o
afim de verificaren} os crditos, e, apprc-
vadoB deliberaren! sobre coneordata, se
for cffereoida a respuotiva proposta, oa
prosegair-se nos termos da IiquidacSo de*
unitiva da mesma companhia.
Advertindo que nenhom oredor ser
105 admttido por procuracSo que nfio techa
612bod4i esBeoiaaa fiara o acta : on. a

MUTILADO
-
K



/
I


o -s rfev c^

procurcSo ato pode ser dida pessea
que Bja deve ra a meaa-a Compa-.hia
liquidad ; que precunclo pode ser
por i; st m n-j partoolar ; que um t
wividao jds rep-eentor diversos nre-
dor^a e. f't a'mcnte, qoe cao campare
o-.-nd > s-r ser cans d ralo adheraets
.e Q'O que tomar a maiom do
vc:<. Hos eredores qre cor* parece-
rem. urna v.!Z que sobre coocoria
ta represe i"1 ?itas dios tere--- do ve'kt
to er -os a ella eujeitos, tud<> d-
eonforosidade coa 6 er,. 179 do decreto
d. 434, de J*ilt do 1891, combinado
Cum o -rt. 842,2. p r.e, do Cdigo
Oo 1, liiodifioaJo pelo d-icrto n.
3 065, le* o de litio da 1882 o maia
di- p B .
Para c star fl c'iegar a notieia a t to a mais e di igual
tbeor, ,r p'bl:cdos o sffixa .
na fo-sia ca !ei de raja slxacSo o
t- r a iwmp ten
te (. U toa respective!
a.. ...
. iodo sesl C pita! Federal,
ao. 21 de Janeiro da H9o.
E eo Vio Lopes DoaiogCI, eacri-
N- revi. ':.; ."o R ito do Mi-
r. I
para es effeitoa deste liaoreto, o grupo. O Goveraadur do Estado rteoJve ap-jBe f- por mo dt.s qutt j f.ee.a chm
das ilha, timbea perteacecta ao aichi-pro*rr aa preaer.tes IoBtrucc.o'ea para! iradas
psMgo de'Fernando do Norocba. deno- eaecucSo dos arta. 69 e 74 do Regula-
mir.fcia :*R-.t,do Heio, Sal--, Gao-ta, I ment da Secretaria daFtz ndide 20 de
Rafa, SSo Jos e os dhja alli ex 8-
tertaB.
6/ P- r coota dea t,rreDttntes cor-
rerlo todas as desptasa com o ser-ico
Novemb.o ultimo.
U secretario do Etado oa Negocies
da Fazenda eania o tenba entendido a
laca, exaoutar A'ex-indro Jos Barbos
gOerno instituir jara fisea'iaar a I Lima, Pedro Jos de Olivera Pernam-

do
em 11
1896.
1.' Slrtfl orla
De or en do r.;r Dr. secretan* b-
tenoo doa N-g-.Jo* da lzi -.; ra .co
pnh' 03 p p i d*a asieas
BOt | GoTc'.io do Estado
s.. i timados t, dentro do praao d: in
ir desta ata, entrar para o
X m a qaaotia de treaeotoa ai-
re ,:; ), c rrespoodeate ao pr.l
meir-j s ;. ist ; do rrente anno, qu/- se
destn* ao ctgamaM o hJoor.*r-03 d.ss
engeabeiroa fiactes enearrogado* de
ini a po laa usinas, oonterae o dispos-
to 22 e 2i d > Rogalaaeate do
5 de Agosto da 189). e otaasalaa dos
resptct' o.
O direotor-geral.
JoSo Dt!e Ribeiro da O nh^.
Secretaria da Industria
1.a directora
Em 12 de Feveieiro
de 1F96
ra da Industria
> de Peroambu?o
de Fe ver. i re dej
i ao o .,
ex- cuc?o dos contrae os da arrendam*n
to, quar em Fotii-ndo, qaer no conii
nenie.
7.* O arre oda anotas sciSa intransf
riveis.
8* Tambem nRo serao ttetei as
propoata fi(oisda p*r etttrangsirjs, 16
podeado ooeorrsr a arrendameoto
oidadac braaileiroa natoa ou nati'r^s-
iloa ba maia do 5 b>ob< e, iluando enten
d do que U>d8 sa queatSea suscitad-.?,
auf ca esc-.lha d-a prop<'Bt8B, qrer Da
cxecRcSo fio contracto ao-So raaolvidaa
era dt-tJQ'tiva pela astortdade* bras^i-
re, importando caducidade i> oontracto,
sem dir-.to deir.n8-9?o ele especie
algum, o pppeo fei+-o por qualq'ier
trma ioterveeoSo diplomatioe ou ho
boos dffii ro ;u'oridadea estrangairas,
bea eomo qadqcer BS3oo do ora
CfSiioaa'ijB com fidadlea oo iaatitQ{8si
eafrarge'raa por instrumento pabiieo ou
partirala'.
Segoads
Sectetiria da asl^a, !%cgo
dos Inferiores e In*tr eo Pii lca do Estado te
Pereainiuec, 4 de Feverel-
ro de I860.
Directora Segunda Secj5o
Edltal
Da orden do Sr. Dr. Secretario
ft-co publico quo fica pberta por espaco
de 15 die a cootsr de boje, cor carreada
tm aertra aj-roseEtaaii propcatae,
em csrta faebads, para o f;>rcecimento
arante c erreste anno dos artigas
xi djdarados, ctxeaiarioa so espe-
diente e conaamo detta aecrotana e das
renertgoei da useama depeadentea.
A oool a 40
..aj'a da i gatba ara s Sus '
iitbHr-te gf' S o e fino
Clchete* de meUl
Copos di vidro fiao
8 i de eg thi
Co '.as de vime par papel
C.-r,i7et(js i< diF-ir-ntea qualidades
OaDeifia dem dem
Ektrelopee'braoeei da diff:rectes tam-
nhoB. format-is o qaadad'S come
sem iDacripySo para Ciitsa eofiicioa.
E- c- dernacSes
E Fer
Arjrendaiu n o de lotes di
ra fo Areh pelado t?e
ouuronhi.
Pr. eooheciasento uoa intera".a*do8,
fajo publico quo, es'aid^ o Sr. Gover-
nador do atado, autoriaado pela ei n.
12 J 3 de Jilho ultimo, i arrendar
a que.Q malborea ont>igeB offire^er ps-
quo-o= atea de terra no Arch'poH;.o de
Fernando da Noronh, e como quer que
neiiuma propotti taab sido apreaenta-
da na ooneorren i& aonanciada palo edi-
tal ^e 9 dc J^ceiro ultimo, neata Secre-
ter.a de novo ro^ebem-ae at e dia 12
de Marco V'ndouro, l bxra di tarde,
propo-taj i ra o referido arrendametito,
para a fur,ds.9"o de urna estacao de pese?,
de salga oa oona^rvavao de peixe para
a exportafi pesca de eap'cjia e outros
productos msr.nboe.
Aa propostaa deem ser cenvenionte-
aente aelladap, entregues em carta fe-
chada e c.onter em termos claros :
1.* O f roo do arreadamente de cada
om lote d-5 t-^rra.
2.a Iadica$ao da roaideacii dos con-
currentes.
3.1 Comprova$ao de idoneidale para
executireui eatrictamente os contractos.
Nao se? 2o ace.tas aa prop :ataa :
1.* Orgsnisadsa em ceaaucordo oom o
presente edital.
.a Breadas em presos
concorrente.
3.a F.r^adis por quena quer q e
tenha d-ix^do de camprir cont'actos ou
procetsoa de extractos celebrados com
qaa'q-ier ds extiectaa ou das actiaea
reparti^oaa do Estado.
4.* Q ro nao offerecerem as garantida
oquaUJa^ea exigidas no preaente edital.
5." Nenhuma prop 8ta aet ace'ta sem
qne o concurrente aprcaenta recibo, pro
vando haver depositado no The'ouro Ea
tadeal, tt veapura do dia deaignado
para abertura das prjpoetas a qaaotia
de 2.0005, que perder em beneficio
dos oofre do Estado, se, preferida sua
prop08;e, recusar >ae a propoaente a asaig-
nar'o oontracto reppctivo.
O c n.urrea'.es observaio camo Ihes
cumpra aa clauaulaa do decreto abaixo
transcripto, bem como aa demaia diapc-
sicfos kgaes vigentes, relativas a arren-
damecto de proprios estadoae.
Havendo duas ou mais de doaa pro-
posta3 em prefaita igaaldada de cendi-
c5es, BB' preferido o concarrente que
melhoies provas de idoneidade ofie-
recer.
O director-geral,
Joao Di. ia Ribeiro da Cunha.
ter- CJap^uador^s de pt-noa ou de palba
e 3
3 encarnado
de outros
1.'
me lo
cada.
2.1
DECRETO DE 27 DE JLHO
DE 1995
Clausulas
As propostas verearSo exclusiva-
ubro a industria aqni especifi-
Esoovbb para limper iesas
Fob do cores.
Furadores de ac
GoT.ma arbica liquida
D :a "m carngo
Jarra de b rio de differentes EniDl.a os.
Lp..8 pretoa de Faber ns. 1,2
Ditoi de duas coree, azul e em
Ditos da urna cor
Ditos de borrfccha, Fbber
Lacre vermelho Maaria
L'vroa em brtnco numerados, ce papel
pautado de differeotea qualidades e
formatos, contendo 50 a 500 toihas.
Ditos de papel de lioho, branco ou azul,
pautado, de 50 a 300 folhas nume-
radus
Pennas d'aj0 ^ ifferentea fabricantes
Pastas de oleado
Ditas de couro para conduc$5o de expe-
diente.
P de agatha para ciaco
P*pel roBado pautado, da differentes
qualidades com oa sem inscripclb
Papel branco pautado de differentes qua-
iidadea, oom ou aam inacripgao.
Dito almasao pautado para copias
Dito Bem pauta
( Dito branco pactado de differentes
dades, para mappas
Dito da meama cor, cartonado para pa-
tentes
Dito de lioho brano > oa rzuI, paataao,
com ou aem in-erip^ao
Dito de lioho ingles para tolos, com ou
sem inscipcao
Dito branco de differeatcs qualidades
para cartas
Dito prdo Quartmhaa de barrro
Ra?padeiraa de ayo coa cabo de marfim,
caso oa madeira.
Reguaa de bano chatas de differentea
tamanboa e qualidades.
Regadoros de flandres
Saiionetaa finoB e extra^fiaos
Tinta preta e de coros de differentes fa-
bricantes.
Tntenos do differentes qualidades
Tmpanos
Tesourns de E90 para cortar papel
Toalbas felpudas para maoe
V*38ouras americanas
O fornecedor, alem das obrigaQ5as a-
t.puladas na legialarao em vgor, ttoa su
jeito as segaictes :
(a) Oa pedidos serao promptimeate
aviados.
(b) Os artigos de que trata o presen
te edital deverao ser do boa qualidade.
(c) S se acceitarao ob objeotos qne
forem idnticos s amostras e padr5ea
presentados, os quaes ficarao archivados
buc.
t Inetruc^S'S a qie s* lefere o decre-
to anpra :
Art. 1.' O concurro pan os logares
ie i greaso naa ReparlioSes do Fuzej''i
tsei, dorante 15 diao, annun'iiaio pelo
Director Geral dj Sac.etaria respecriv,
de ordem do aecreiari, apenas se rarfi-
que vrgt.
Art. 2." O candidato requerer Boa
inso ipc&o provaudo ser maioi de 18
st, ter nioraliiiade e o mia que ju!-
gar a avor de seu direito.
Art. 3.' Soi) a preaid ncia do director
geral comecar oa e^arr.ea no ta dea;g-
r-ado, conttaLdo de leitura, analy-e
g-ammaticai, orth.ieiaphia, lingua fran-
1: z, hibtori* de Percembaco, docSub de
geogrphia, aobretuiio do Estico, irith-
mlica, algebra elementar com as suae
ppca^Ses ai commercio, cvj' especiad
dade a reduccSo de moedas, pesca e me-
dida, clculos d: descontcs, jnros eim-
c!ea a compostos, anortissao e tnnoid'-
ob, theoria de cambio 1 bubs applic^.cSea
e heoria de e^iiptnreQSo mer aa'i em-
pres'irEos e tituloa de divida publc.
Art, 4.' Oa programmaa e^rSo for-
mulados na occaaiSo pelos examina'eres,
noroeaa> 8 pelo secretario, em numero
fcuffio'.ente.
Art. 5. As provaa escripias de cada
asteria serlo dadas e concluidas no
uiesrso di.-, eem itterrup58 .
Ser inhbilitado o cauclid.to que nSo
tiver boa Idtra.
Art 6.* O mesreo ponto eer na pro-
va ebcnptc, desea'olvido por todos es
coDcurrentea, em papel rubricado pela
corTmisoao examinadora.
Art. 7.* Ser ptima prova qne
a!a de completo djeeavolvimanto, d5o
oontiver erro de espacie alguma; boa a
que, regularmente dtsenvolvidi, afta B-
tiver propriaine^te erroa, maa equ vi coa ;
siffivei, b que contiver erros de poue
impnrtancia e m a qua c< ntiver erros
grave.
Ar;. 8.' A provs o-aes serao feitas
por meio ie arguigao a cada examinande
de per si eobre pento sorteado, So pc-
dendo cada urguenta exceder de 30 mi-
nutos.
Art 9.- Cada examinador 1 ncar naa
provas escripias 8 notas que a seu juiso
merecerem, juatificand> sb quando hou-
ver diacortaic'a e escravol-as ha, bem
como bb noUa des provas oraes, em um
mappa fenecido pela repartisao, no q-ial
por 3 seao designad .8 aa cptimas, por 2
as boas, por 1 as foffriveis e per sero as
mss. A i.'Owa m nullifica o exame.
Art. 10. A prova escripta de arith-
me-ica conaiatir em reapostaa a 6 que-
aitoB, 3 praticoa e tres theorieaB sobre o
po to sorteado. Cad\soluc3o ter urna
bota fieorundo a media nos moppas
Art.ll. De um mappa geral consta-
r a media das notas de todos os exami-
nadores aobre cada prova, aerrpre que
hoaver grande divergencia, prevalecendo
a maioria no caso contrario.
Art. 12. Terminados os exarcas pro-
ceder-Be-h* claaaifiotsao da maneira se-
guate :
Multiplicados por 3 ob numero* que
(preaentarem as nota de arithmetic,
algebra, leitura, analyBe grammat:cal e
orthographioa constantes do mappa geral,
por 2 as de geographia o historia e por
urna as de francez, e sommados os pro-
ductos respectivamente a cada 1 doa
concurrentes, oceupar o primeiro legar
o que maior numero de pontos hoaver
ob ido e asaim por ciante.
Art. 13.' Dos exameB feitos no mea
mo dia se lavrar, em iivro especial, qoe
dever conter o que ae referir aoa con-
traosrip,;a,o da
Na b-sa da parte lavraia terSo v nte
centmetro de eaquadria, a.abande o topo
m pyramide de 15 oantsmetros de aiturae
da baae at a vertiva da meama.
Srao divididas em 2 claa a, dd8 ma-
deiraa srgaintes :
1 Aroreira, po d'sroo rox". bar n), pa i^rro s niaesferaiidub ;
.2* Sai.-acaia e espucairan.
III
T-dos 03 postes divem Eer p i.Lt. rootoa, aloe, seetci de bia co e
de ^ub^squer outr s dfe tus, como fet-
daa, i-i C.8iados et..
IV
O praao total pora o f< rnc'meso doa
p.ata d'.ide ^ mcrea a Contar da dt
da ; s-gnatura do contracta, regulaodo o
f ,' so aiea(| de 300 platea por me ;
;-enuo distribuido pelas repectives cov -
oa i pestes a ligar-so.
V
O ree.ebimer.to doa pontos ser feilo
|y.;o d- pota que estes furem distrihaidos,
e n.edicnt9 .viso do iospcOtcr, tiacal d"
f vico, o qnal pr< ceder a convenisnt'
v 1 ncasSo, i acceitanslo aquelies poste:
que estiverem una oondicSes di cl.i;auia
II.
|?I
O pegamen'o do p"stea sei sCeetas
do no tscriptorio do d striCto< a medido
qu t^ ra ebes recebidos e a viato do
atteatd presado pelo inspector fiscal da
servido.
VII
Para garautia da fi>l execcslo d^
rae--mo cor-tracto depiatar o co> trac
tanta oa c.ix-i da di.tric o om dinheiro
ou policca da d.vida pabhci n-cional,
um cauySo correrpx'derite a 30 *|, do
valor do respectivo contracto.
Eta easclo ad ser restituid, depoi
de oooc!uido todo o fornecimento, dea-
oo- tida aa malta em qua tivor incor-
idoomeauo GOBtraotante, em virtuCe
da cbu8alas.
Eicnptorio do d8t!cto telegraphico de
ferasmbaco 8 d-> Fa-'ereiro de 1896.
Annibal Azambujn Vucanoms,
Enaenheiro-chef-.
neata secretaria.
O d recto',
A. GomeB Leal.
c&raos a principiar pela ni|
preaentea ineracsSea ouia acta minacioaa
da qual o director geral enviar copia ao
aecretario, annexando a lista dos candi'
datoa com o numero de potitos obtidos e
ministrando informEc5es sobre o pro
co8so do concarro relativamente a tudo
qaanto posea intersasar eacolba cbso
duna ou mala doa referidos candidatos
tenham rido collicados em om b logar.
A> t. 14. Serao preenchidas pelos can-
didatos approrados no conenrao a que l-
timamente ae tiver procedido, na ordem
da claaiificaQSo, aa vagas qne no praao
de um anGO se verificaren a contar da
dat* em que houverem terminado os
respectivos exames.
Art- 15. Somante eagotado eBae praao
ou a lista dj meamoa candidatos proce-
der- s-ba a novo concurso, conservndo-
se entao, a disposicBo da art. 1*.
Art. 16. Revogadi>s aa disposicSes om
contrario.
O secretario,
Pedro Jos de Oliveira Peruambano.
g^Secretmu do Therouro do Estado de
Parni-mbuca em 7 de Fevereiro de
1896.
Servindo de secretario,
Epaminindas P. Bandeira A, de Vascon-
celos.
Capitana do porto ie Per-
namLnco
De .-rd-.-m do Sr. Capitao de Fragata
ot Partir GaimarSea, Iaapector do
Arsaij&l de Marinba e C*pitao do Posto
doete Ealado, fac aaber, a quem inte-
resear poisa que de contormidtide com c
Decreto 0. 1988 de 14 da Marjo do
1895 para evitar abalroamei t* no mar,
deverao observar as disposii;Soa doa 3 3
e 4 do art. 7.* do relerido Decreto.
3.' Oa barc:s de remos e de v!a
de menos de 20 toneladas terSo prompta
a maoama Untersacom um vidro verde
'oma daa faces e na ntra um vidro en-
carnadoa qual Bempre que"tae&bicos
se acbem prximos de outros nivios ,ou
embaroaySea, dever ser moatrada s
tampo de evitar abalroaoeoto, e de ma-
neira qae a lus verde nao ceja viata do
Bombordo, nem a luz enoarnada de
Boreste.
4.- As ei.barcac8eB, movendo-sa qur
a remos quer a vo!a deverao ter prompta
mao urna U-.te.na de lar bracea que
ser D,"r,*'da o tempo oufficionto parn
evitar o abalroamaeto.
Capitana do Porto de Peraambaco,
14 de Fevereiro de 1896-
Felippe Morillo Forreira.
Secretario interino.
Recebedora do Estado
de Pernambuco
E dital d. 46
O adminiatraaor fa publiio a qaem
ioteresaar possa que, no prsz3 de 8 diaB
improrogaveis cootodoB da data da pa-
blics^ao do presente edital, serio arreca-
dados a becca do cofre es impostos
abaixo decUrados relativos to 2.' se-
mestra do exercicio de 18-^5 a 1896.
Recebedora do Eatado de Pernambu-
co, 15 de Fevereiro de 1896.
O administrador,
(Assigoadc)
Affonso d'Albuquerque Mello Jnior.
INDICADOR COMMERCUL
DIARIO DE PERNAMRUCO
.
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Ra do Commercio n. 38.
Ra Bom Jess n. G4.
Ra do Commercio n. 40.
Ra do Commercio n. 6, !. andar.
Ra do Commercio n. 9.
Ra do Commercio n. 10, andar.
Ra do Commercio n. 13,1. andar.
Ra do Commercio n. 48,
Ra do Commercio n. 44.
Ra do Commercio n. 46
Ra do Torres n. 34,2' andar.
Ra do Vigario n. 31, L" andar.
Itua do Roiu Jess n. 41, 1." andar.
Ra do Commercio n. 15, i. andar
Bancos
Banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Furnandes ......
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tunes.......,......
Banco de. PernambucoGerente William M.
Webster........
Com>anhfs de %avegac**o
(CariocaAgentes Pereira Carneiro & C. .
iliargeurs Reunie (Franceza)Flix Bandeira
Comnanhia Pernambueanade Xaveguco a vapor
Gerente Coronel lisscs A.de Carvalho Caes da Companhia Pernambueana n. t
Gompanliia Messageries MaritimesAgentes H.
Burlp A C...........Ra do Commercio n. 42.
Lloyd BrazileiroAgentes Pereira Carneiro & C Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Pacific Steam Navigation CompanyAgentes
Wilson Sons & C. Limited. .
Red Cross Line o Steamers. Agentes Jobston
PateriG..........
Compach!as de Seguros
Companhia AmphitriteDirector Artbur Augus-
to de Almeida..........
IndemnisadoraGerente Jpaquim Alves da Fon-
seca. .............
PhenixPerna mbucana=-Administrador Gerente
Luiz Duprat..........
CouapaabJas diversas
rhe North brazilian Sagar Factores Limited
Gerente enrique Swales.....
Consignaces c commisses
Carlos Rabello & C. Casa de commissOes.
Joaolde Meira LiQS. aa de CmmiSSOss. .
Johnston Pater A CCasa de commissOes e
consignaces ....
Max Dreclisler-casa de agencias e commissOes Ra da Cruz n. 16 e 18,
Manoel Ferreira Bartholo"* C.-Escriptorio de
commissOes e assucar.......Ra do Bom Jess n. 4.
Silva Guimares A C. Escriplorio de commis- '
ses e consignages.......Ra do Commercio n. 5 l* andar.
Souza Pinheiro fecEscriptorio de commissOes. Ra do Bom Jess n. 7.
rueod Just=Casa de commissOes e represeu-
tacOes............Ra do Bom Jess n. 62,
Wilson Sons & C. LimitedCasa importadora de
carvo de pedia de todas as qualidades Ra do Commercio n. 101* andar
Armazcns e foja* de fazendas
Andrade Lopes & C. Armazem de fazendas em
grosso .........Ra Duque de Casias n. 32.
Andrade Maia & C-Armazm de fazendas em
grosso e a retalho.........Pateo do Livramento n.-22.
Francisco Gurgel modas ..... .....Ra 1 de Marco n. 20 A
Joaquim Luiz Texeira A C. Loja e armazem de
Fazendas das Estrellas.......
Rodrigues Lima A CArmazem de fazendas em
grosso.......
Vianna Castro A C. Lojade ferragens
nassames
Joaquim Alves da Silva SantosArmazem de
macames...........
Utograpliia
i. Purcell. Lythographia e Typograpnia a
vapor...........
Farlnha de trigo
Machado A Lopes.Armazem de lariuha de .
trigo. Importador........Caes do Apollo n. 47.
Armazem de bacalho
Seixas IrmosImportadores de bacalho Largo d'AUandega n. 3
Ftmdlcdes
Alian Paterson A CFundicao geral. Ra doBaro do Triumpbo n. 44.
Cardozo A Irmao Grande fundicao de ferro e
bronze.......... dem n. 104.
Luiz da Cruz Mesquita.Caldeiraria e fundi-
cao de bronze..........dem n. 66.
v_ Diversos negocios
esbach Broters.-R22Zem de couros, pelles _______ .
diversos gneros de expta.eo Ra do Bou> Jess n. o, 1-
Fabrica e lijas de caK--d>s
AUiino Cruz CBotina Maravilhosa -Loj
calcados estrangeiros e nacionaeS: .
Braga S & C Fabrica de calcados .
Fabrica de Chapeos.
rhapelaria Victoria Variado sortimento
Chapeos, para homens e senhoras. .
Serrarla vapor
Jos Rufino Climaco da Silva.Serrara a vapor Caes da RegeneracSo n. 24.
Armazem de fumo
Almeida Machado A C Armazem de fumos,
papel e outros gneros.......Ra da Madre Deus n. 36.
Hercearias
Pogaa Mende9 & C Armazem de estiva em
grosso e a retalho.......
Typographia c Litogrrapbia
Atelier Miranua Typogranhia e litographia a
vapor, pautacao e encadernacao -
Kerozene e cemento.
Fonseca Irmaos &C Grandes importadores
exportadores..........
'


:
fe
Ra Duque de Caxias ns. 06 e 08.
Ra do Mrquez de Olindan. 20.
Ra Duque de Caxias n. 113.
Ra do Vigario n. 8.
Ra do Mrquez de Olinda n. 8
Praca da Independencia a. 36
Ra da Penha n. 33.
Ra do Rosario Estreita n. 9.
Ra Duque de Caxias n. 37.
Largo da Alfandega n. 2 e do Barao do
Tnumpho ra dos Guararapes n.s6,
IMPOSTOS A QUE SE REFERE O
EDITAL SPRA
Clssse n. 6=Armzem de aasacar.
_ g__ c f madoirs, ser-
rara inclusive armazem de ms-
teriaes que venderem madeiras
de conatruCQEo.
19 = Empresas anonymas oa
agencias nao tr.butadas directa-
mente em seu ramo especial de
A cada arrematante fisam plena-
mente g*rtntdos: ) o direito exclusivo
qne
contracta r.
de explorar a industria
"por todo o prazo do arrendamento da
rea, o qa*l nao exceder em caso al-
gum o J5 annoB, contados do dia da
installacEo do servido; b) o direito de
prefercc'a em igaaldada de cood.'cSes,
caso tenh de sar novatsente posto em
concurrencia (Lei n. 124, att. 2o.)
3.a Escotado o praso de que trata a
clausula precedente, todos os edificios,
obras, machinas e qaaesqaer bemf;itorias
effectasdoB pelos arrematantes, reverterlo
para o Estado, sem indemniaacSo al-
guma.
4. A superficie rie cada um dos lo-
tes de trra, cajo tamenho, aecioJU) e de-
aarcaco serao feitoa a casta dos arre-
Edital
Thesouro do Estado
de Pernambuco
De ordea.do Sr. Dr. Director Geral
e ea virtude de autor.sacao do Sr. Dr.
Secretario da Fasenda, f.90 publico que
Be acha aberta nesta Secretan,
bo de 15 dias, a contar
negocio
23-Fabrica
de cerveja, limc<
nadas, licores, genebras e vi-
nagre.
24 c distill $ a o e
reatil!ac2o de alcool.
48-T-ivernaa. _____
(jipaohia
De SeiTi Pernambuco
Assemb'a erai ordinaria
De ordem da direcioriaconvidos Srs. aecto-
nictaa a 66 reonirem no ta ao da AseociagSo
Agrcola, eai as^emOla geal ordioaria, a 1
hora da larde do da 22 do mez vigente, afim
ae tomarem ronOecirnento do rolaio.io e con-
tas da direcioria e do parecer fls al. re'ativoe
ao anno ultimo e 1 receder-se & eleicao do covo
conselho fiscal para o uoqo corrate.
4a procorstOe deverao acr depositadas na
lde da Coropao'ia, 3 di.a antea a renniao.
Recif.'. 7 de "evereiro ce t896.
Francisco "e Assifl Cardoso,
Secretario.
Compaohia
p
er-
Con-
com o
desta data a
prso ae lo u.,----------- a*
inscripo para o concurso do cargo de
3/ oficial da Sub-Directona da Contabi-
li^ade deste Thescuro.
O. candidato, j^^**?
nreseatar buw petiS5eB at o da 21 do
c5 ente ae., devendo ser rigorosamente
observada, as' instrucSoes abaixo pabli-
instrucces para o projimento dos car-
da Secretario da Fasenda do -
Repaiticao geral des te
legraphos
Da ord.m do Sr. Director Geral do.
Te'egraphos, fa90 publico que no dia 20
do corrente, bb 10 horas do dia recebem-
ae propostaa em cartas fechadas e devida-
mentn nelladas, para o fornecimento por
contracto de 600 postes le madeira para a
oonstrucclo do ramal telegrapbicojde Pes-
queira o Buiqae, de accordo coa as coc-
dijSeB abaixo publicadas.
EDirAL
Instituto Beojamin
staot
Pelo aecretario do Instituto Beojamin
Conste nt e de ordem do Sr. Dr. Secre-
tario da Justige, Negocios Interiores e
Instraccao Pnblica sa declara que foi
prorogado at o fim do corrente me. o
praso p'^ra e matricula dos alamnoB dos
dous carsos do meamo Instituto.
E p*ra constar fia, de ordem do Sr.
Dr. Director, o preBente edital, qne va;
por mim assignjido. .
Secretaria do Instituto Benjamn Con-
stante, 15 de Fevereiro de 1896.
O secrafano,
Manoel Coelho Cintra.
De Seguros Phenix
namburana
Nos termos do art 147 do decreto n. 434 de
4 le Jnlho de 189I, ficarn a disposico doa Srs.
accioniHtaa na sede desta Gompanhn roa do
Commercio o. 46, a copla dos bilancos. a da
rtLcao nominal tran:f-reoclB8 das accOes.
Recife, 14 de Fevereiro de 1895.
Os administradora?,
Loiz Daprat.
M. S Maia.
Jo: Joaquim Diaa Fernandas.
COMPANHIA-
Usina Cansancao de
Sinimbut
Dividendo
8o conv^ados os S-s. accionistas a receber
0 p-imei'O dividendo relativo ao auoo findo em
30 rte Jnnbo de 1895 razo di 1OOCO por
acc&o correaoondeote a 3 (, soore o capital, na
roa Doque de Caxias n. 3i, do meio da as 3
ds 'arde.
Recife, 3 de Fevereiro da 1896.
Job Mana de Andrade,
Dlrer.ior thesoo'eiro.
Companhia de Seguros
Tethys
Em virtude da lei participamos aos Srs. ac.
riooii tas qne na e e da Compnobia se acbam
a sua diepoicao para eerem examinados os
seeuin'es doramentos :
Copla dos Balances, relsc&o nominal dos ac.
clonisia8 e lista das transferenrios de accOes.
Racile. 14 de Fevereiro de 1896.
Os directore?,
Barao de Scosa Leao.
Tbomaz Comber.
Julio C. Paes Barrete.
The Great Western of Bra-
zil Railway Company Li-
mited
Coccarreacia publica para a ronstrorcao de
om a-mazem no Brum
A Corepanrjia Great Western of Brazll Rail-
way Limited, recebe at o da 2 de Maco pr-
ximo vindooro propos'as para a consiraccao de
um novo 8rm:zem pata mercadoriasna esti2o
do B.u..
Aa plantas podem ser vistas tedos 08 das
uteia de 10 dc-as da macha at 4 horas da
tarde do escriptorio da admimstracao no Brnm,
onde umbtm ser fornecido qualquer cutra
iaformacao tendente a obra.
Escriptorio da admiD8tr;c), em 12 de Fe-
vereiro de ih96.
W. H. Scott,
Soperinteodeuie.
aa'Sntes, ser o numero de aetros qaa-lgos da
drados qaa for nesessario, segatdo o tdo. P-I .. .do Qoverno do Estado
;enero de trabalho. exigido, para cada L^7j^l^d. Abril de
exploracSo.
5.a Fica constituido om lote do torra, lo jo.
Cada propoBta dever vir acompanhada
de oa conhecimeuto de deposito da
qaantia de 100*000 feito na caixa do
districto, perdendo o direito de levaotal-a,
si preterida s proposta, nao for ella ai-
sigaeda psr qaem a tiver aqresentado.
Os postas terSo as segaintes dimen-
5e
Seis metroB e vinte centmetros de al-
tara, sendo om metro rolico e cinco me
tros e vinte eentimetros lavrados : a
passagea da parte rolica aqra a lavrada
Escola Normal
Pela Secretarla desta cacla e de ordem do
D;. director se fas pohlco, qoe "nodo a de
.ermm.cao ,0 Sr. Dr. s^.etano da ustica
negocios Interiores e inrtroccJo pobl a, 101
prorogada a mat icola at o dia 2 do orrenie
"ScrsUrt da Escola Norma! de Pernambuco,
15 de Fevereiro de 1896..
0 secretarlo.
Jallo Clementlno de Fin.
Gotupanhia
DE
Fiacoo e Tccidos de PerBambCo
Em virturie do a 1.16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1890. acoam-se a dispcsic&o dos Sre.
accionistas, to escriptorio da Companhia aros
do Bom JrO-. n. 42. andar.
1 Copia do bataneo.
2* Relacao nominal do acciodistas.
3 Lisia das transferencias de aeces do anno
Recife, 10 de Fevereiro d 4896.
0 director secretario,
Jos Joao de Amorim.
Indemnisadora
De sccordo com o art. 16 do cecreto de i7 de
Janeiro de 1890, pobre bacc a e sociedades ano-
nymp, acnart-ae dipposlca dos Srs. accio-
nista?, ao escrip:orio detta Ctmpanbia, 09 se-
Koiotes documeoios:
Copia des balaofos.
R-lacao nomioal dos accionistas.
Lista das tran-fefenrias de aecea.
Recife, 10 de Fevereiro de 18P6.
Jsaquim Alvos oa Fonseca,
D rector gerente.
Estrada de Ferro do
Recife a Varzea e
Dous Irmao Sa
Para facilitar o transporte dos passage ro
nos diaB 16 e 18 do correte, (domingo e terca-
feira) serao expedidos os segaintes irens :
Oo Recife a Ponte de Ucbda *
Da Poole de Ucfecu a Recife J-W>
Do Recife ao Cordeiro ***
Do Cordeiro ao Recife ,onBJ
14 de Fevereiro de 1896.
H. Fietcher,
. Gerente)

/
r
JHO

I MBIIUBO I


^T
i
-."-







O
CS?
Diario de Perownbca ltor?a-eira 1* ne Fevereiro de I fe SAO
Baned DIVfDENDO
So convidados oe Sr* accicniains, a viran j
reiet er o II dividendo i- ama aeches relativo t
ao semestre de Jollw a D zemb-o de 1893
t sao de 10 |. ao asno e ao mesmo tea po um
borU3 de (000 por aijao.
Recife, 28 de Jebti.-o de 1896.
O secretarlo,
Antonio Fraeeieco Perrira de Camino.
Banco de Pernambuco
De accor o coto o art. 15 do decreto de 17
de Janeiro de 1890, partuipaa-os aos Sra. accio
t'.s'oe, qoe so echam na sie deste Gincj
coa diBpo8'cao, os eegoiotes documentos para
aerem examinad :s :
1.* Coria dos balance?.
1* lH'glo nominal dos acci oiPt-9.
3.' Lsta di.8 iraosterenciaa de acgeB dorante
o anno
Hecite, 28 Janeiro 1896.
O secretario.
Antnr.ii Pranotnro Prei'a ri CarV''u^
Cii? panhia Auiphitrite
De iiCcordo com o art. 16 do decreio de 17
de Janeiro de 1890, Ocam a dlspoaicao dea Sre.
accIoLialai'no ecnpti.ri da Compona Am-
phitrlte a roa do Commeroe n. 48, a cof-la aoa
balaDgoa, reli{5o nominal doa acciuoutsa e Ii?ib
de transferencias de arcCea dor?nte o anno de
1895.
Rt-cife, 12 de FeverM-o de 1896.
O di eetores,
Arthor Aocoatu de Atmeida.
Jof Antonio Pinte.
Joao Jo d* Axortm.
S-coe para oa iQrfos cima o hjate DEls
TE GUIE. Recebe carga. A' tratar oa ra da
Mare de Dos n. 8.
Beolii Lise of Steamers
E'esperarlo do porto do Para
.al o d'a do corrente e aa-
,Wr4 depois da demora necessa-
ia*para o mesmo porto
Ovaporinglez
5EI10E8

hmk Pe^aaa
Gregory
Para cargas e paaaaireBS trata-ae cora ob
Agentes
Johnston Pater # C.
Ra do Commercio n. 15
carpmas
Para mira ebra impor-
contiictam-se pedreiroa e
carp
id as-; do
aes h
o
Re-
gerera^ao n. 30, 1. andar.
SEOUROS MARTIMOS U)NT.HA
FOCK)
Companhia Phenix Pernambu-
cana
ROA O COMMERGIO
bEGUROCONTRA FOGO
COMPANHIA
DE
Tecido de M lhas
Acbaro-ae a disposicaa dos Srs. accioni6taa
no eacriptino provisorio ron Marqoez se
Olm Ja o. 68 2 an 'a', d* coaformid Je coa a
le os sugo'riies d lurariilo' :
Io COjia do Bibnco.
2. Relacao ooniaai dos acrioniataa.
3." Lifa d.ia, tranaferenn ea di astfiBi do
anno flodo.
Re. ife, ii c'e Feverero da 1886.
J. C. L-vy,
Secreiario.
Wsmm Mutis
LINHA MENSAL
Vapor Cordouan
Entrar no porto
E'esperado da Estopa at o
(lia 1 de Fevereiro de 189*se-
goindo depois "a iemora pre-
__isa pa-a
Baha, Rio de Janeiro, Santo, Monte-
video e Buenoa-Ayrea
Frsvine-se indoso Srs.reeebeaores'de atrer
ca orias qce -6 ae atteoder a ractamasoea-per
tal aa, qa ferem reconheoida ca occasi&o ta
lstnrea doa volomns ; e qne dentro le 48 no
cas a contar do dia da descarga das auvare-ngafl,
Jeverao fazer qoalqcer reclamacio coacftTLen-
te a volumes qne por ven tura teoras si
pura oa portos do sul, afira de serem tiadB* a
tampo aa proyidenciaB aecoOTarir.
Rofa-se aos Sra. paasageiroadee? laninki
uva na veapera oa cbeiratt- . rna".T> aa snas pasaagenB.
Compadre
De seis let^ra. na importancia de......u.nto f-,,o An r^n;nl
18:2668890, dadas em penhor ao Ban-'taDte' f *ra da O^piti,
co da Repblica do Biazil, eucce-aor '
do Banco do Brazil, por Temporal
F.lhos.
QOARTA FEIRA, 19 DO CORRKNTE
Ao Dieio da
No 1' andif a rua d-i Vfgarie Tenorio
d. 26
O agente Pestaa vender por maniidj
e aeaiatencia oo Exu Sr. Dr. Jqiz do i'e"f-
me-cio e a reqoenmeoto ao Bio.o da R-pu
Mica dw brasil.
Urna lu-a sacada-por TVmpora! F Ihos e
aceel a por Manta1 de lieir. Lira, j vtnci-
ja t< mt-'-ou in a pre.'crttgSo, na imporiau-
el de 3::91J00.).
Urna oiia earada p >r Trmporal Fiih s e
acceJta por Mauoet de*Oiivaira Lto, ji vencida
e oterroropida a rresi'4!}faok ea lmporiticia
de 3:304#00O.
U ta oiu parada ror Temporal Filboa e ac-
cetta por io.-qu>'.n BrOt > da Coeta, ja vencida
e inip'-'i.m>i de 2:415*209.
Jia dita sacada por Temporal Filh a e ac-
cena por Francisco dfi Assia Pereira Lma, j<
vencida e interrumpida a preecripao, na Im-
portancia de 3:8a9*0J0.
Urna diia aaca
tila por Jof Wenceslao Affooso B. Pereira
Bastos, ja vencida e ;nt-r-i mrida a preBcrlj-
Qo. na imporiaocia de 3:773*020.
Urna dita svcada por Temporal Fhos e ac
ctita pe Maocel de Ohveira Los, ja ven< Ida e
imerromr-ida a preecripcao, na iiupor'ancia de
1:540*770; ertoaeoia litas aommam a im-
poruucia fie 8:266*890, aa qoaes atrao ver.*
di -as oo dm o bora cima meo'.lt'nados e pelo
maior prego qae tierero.
Para qoalqier nformasfies com o ageute
cima.
D: elififit necesshrla
Franciaeo Lopes da Silva Looa, declara qae
d'ora avante e por mo'ivDS iaiperlojos asaig
nar-ae ha Francisco da silva Looa.
S. Benedicto, 15 Ce Pevertiro de 1896.
Francisco da Silva Lina.
Santa Casa de Hiseri-
cordia do Recife
De ordem to Exm. cooselbeiro provedor,
se declara qne a Sfusao da jama a-iminlatratifa
qne deveria ter logar Ojaoha ierija'Mra, 18
do correte, fica i'tnsfeiia para o da segu.n-
V. qnaria'feira, bora do contme.
Secretaria na Sinta Casa de Misericordia do
BecU', 17 de Fe7ertiro (le 896.
O escrivao.
Jos Honorio B. de Maneiee.
Pera carga, oasaagoas, encommeadas e neiro a frete, trata-?e oooi
03AGKNTs3
H. Burle & C
A2RA DO TORRESr-42
1." iodir
ConiMBha P- Nav^gafo
PORT08 DO SL
Macei, penedo e Aracaj
O paquete
Jacuhype
Ccmmandante J. B>aok
Coxpsdre vor "iea me onde compra gene-
res para eoa despeaba ?
Ea-lbe nuo:
H moitos annos que compro em um ara-a-
'cu. e ra i me con >a qoi- moguem ceja maia
bero ervl ro i-b ootra rarte ; compro all, por
qap.eflientro e qoe preciso, den a oota e man-
ii.m m- todo a raen gome, ja v nesia coodl-
qo eaton raUslul o.
Em p ecoa nao ba qoem venda mais barato
a lodos os bp eres f>3o de priae ra qialidade ;
a boa ina: teite, o rom tb, o bom -qoeijo de
tiieroa pasiaatfMi o bom vinto-de mecada
Se-ra oa Estrella, o bom viubo do Porto da
m-i3 baixa i mais alta qn^lida^e, ca boos lUA-
rp?, o bum cbamp'gne, Onalmei-te 'o;o qn-nu
se podn deteja' p-ra urna b6a ceeieea.
Eepm taaibem.om copteo sorti. en'.o de
obras de vimu, como sjtui fs:** para com-
pras, ba'a o.< para pafe, rroreroa, berjoa e
linca ra'tet'ap.
Origado c(mpade pelo qi>e me diz, porqot
a vi a e.-i moi'o cara, ven mandar comprar o
qe preciar nease armazei).
Pola mande compadre qoe ba de car palia-
feio.
Olfie o aotleo armasem de
Pirnm Hundes A C.
RA ErttElTA DI) ROSARIO (JUNTO A
ISBEJA)
8p1 onde compadre
AYISQS DIVERSOS
A'cftt ae a ta-j D. 43 alta a roa Lu'z ss
Reg, com cotnmodoa para granee (amilva, akU
e gz eucaoajts, tr;.nde quintal e jaroim to
lado, reedincsta de novo, a i ur a ra da Im
peralriz n IB, loja.___________
Precie*.-.e un ooi leiio', a uaiar no cae--
de Capitanee na. 30 e 3?, Serrana Pernamfca
cana).
Pede-se aos Senho
res consummidores
m* mieraBafazer
jualquer communica-
qslo ou reclama^o, se-
r esta jetano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambem se r e-
ceberqualquer conta
que queiram: pagar.
Os nicos cobrado -
res externos^o os Mano el Antonio da Su-
ya Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Cafctro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
aem o que nao tero
yalor algum.
Samoel'JoDes.
Gerente.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
De Londres e Abe releen
Posic4o financeira
Capital subscripto t
Fundos accumulados Jfc
eceila animal:
De premios contra fogo
De premios sobre -vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
S?gue no dic
te, as 3 boraa da lar-Je.
Recebo carga, encommendaa, paasaeen3 e
dlb^iro fret^, at i8 10 duras da manba do dia
da panida.
Cbama-ae a mtencfto dos Sra. carregadOres
para a clausula 10.a aos coobecimento que a
aegotote :
No caao de baver algnraa recla-ra5o contra a
Companbia, por avaria oo perda, deve se fejta-
por eacrlpto ao agente respe-?ti?iv-rio pono da
descarga, dentro de tred--flB8 depois de uali-
aada. ^^^^
Nao prec*f ndo esta formalidade. a Compa-
Dhia Srja lsenta de toda a respoosabilidade.
ESCRD7TORIO
Ao caes daCempanhia Peroambcana
n. 12
Veone-se uai terreno ar)Ori?aio, silo
roa doa Con endas, e p ox'mo as et>s6J ^e
S. Jos do Mangoinho e oa Graga. A'irutir
coaiRo'rigj J Honte Vtlba n. i.______________________
Precisa-se de urna -mi pa
ciaa de rapazes eolteirce, dand'> Bador de aua
coodoct', traia-te na ra Imperial, travessa do
18 do corree- Raposo n. 31.
Liquidado
A loja Paria n-Amrica leu-
do de liquidar diversas fa-
..rnda* de modas chanta at-
lencAo de seos fregueses para
grandes ah alimentos de pre*
eos.
lina do B. da Victoria ttt
Pernambaco
TTI
A LOJA E ARMAZBM
f ni?
rince Line of St**aniers
James liiott !VeW-astle-o-
MPffJsj
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Inldos c o 8razii c Rio da
Prata
E*esperado de Nev> York
i e o dia 3 te M^rgo, e
aabiradepoia da demora ne-
cessaria para a
Babia. Rio de Janeiro e Santos
O rapor inglez
Crele Prince
Para aras e pa^sagens trata-e com oa
AGENTES
JoLnsto^ Pater & C.
Ra do Commarcio n. 15
Estrellas rVAmerica
fll-Saa 1- dearfo
Antiga do Crespo
MAROUES & LIMA
Agr4o n todos, ptiantazia em tecido de gorgo-
reo. l*lu O covado.
Sonbel cum tigo, pbanlazia, 1*100 o covado.
P- v, pbaotazia de lpicos de listraa e lavra-
oas, **00 o c vado
Sedas .<*u c-ea, Vaidozaa.
Ditas de Has, Suspiros qne v5o e vpm.
Cacbemirac de cores, Boxbardeio.
Pnaotazii, Smndinba.
Las com lisiras de kda, Afrlaide.
Ditas dem dem iiiers, Eivi'a.
Ditas iiem dem idpm. Maraco.
Caebetmra de (6r, Tenbo cinmea de ti.
Las com aalplcos, Os 3 Jacars.
Sedas,'padrees navua. Aa ogr.s.
Dita tecido gorgnrao, Hei de aai>te at mor-
rer.
CaebeaTlra preta decores. Nao qoero aororea
V-in preto para botinas.
Dito efe para babito.
Grande sortlmeoto de merino pretoa e lavra-
dos.
Os proprietarios deste moderno estabe-
lecimento, apresentam a admir? ^o dos seus
.ilustres freguezes e ao estimavel pubiieo
desta capital c nvidam a fezeremuma visita
aoseu estabeleci ment que encoalrro co-
mv especialista em cha yerde e preto, vinhos
do Porto, Jersej, Moscatel, Champagne,
Fasto, Collares genuino e j aamado
DORO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes. m-*nt8ga9 fiambres nomos, chocolate
menier, marmellada, passes, figos, castas has
e o mais que concerne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cer vejas inglezas e alle-
mes espeeialsando-se a celebre e afamada
Cognac, vermut?, whiskys de varias
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por isto limitrmo-nos a chamar a at-
ten^o do estimavtl pubiieo e dos nossos dis-
tinctis^imos freguezes p^ra turlo que acaba-
mos de narrai,afianc ndo a sua boa quali-
dade e presos exce^sivamente insignifican-
tes, recebemos eneomiiiendas de fructaspara
embarque.
3 -'ua Bom Jesusa 13
Boyal Hail Sti-ni P cita, GoHiuiy
O paquete
Magdalena
Commandante Jamas Pope
3K^..
*#;i
3.780.000
3-OOOo-
826.0000
208.000
155.000
liCAJTa^CCS
_ ---------------- ...........s
Para o- Porto
A BARCA PORtGEZi
Tentadora
A sabin'at o da 28 corrate, recebe inda
aljama cmga para completo do cafregimeoto,
trat.r com
AMORIM IRMA09 & C.
3-Roa do Bom Jeeus-3
E'esperado da
Enropa no d I a
co correte,
aegulrradepoia
da demo' indispensave para os nortoa da
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Bueaos-Ayres
RetaofSe BOM prevos des paBsagiein
Ida Ida e vola
A lAit-a* 1 ciaie i SO 0
A' SftBtbamptaa 1 eSsJBM Sn Ja
Camaroter ra.^rvados para ot pan
de Periiar-.BCo.
Para carga, paasagena, enebmmendSB c d:
nhetro a Irete, trata-se com oa
AGENTES
Aiiiorim irnlo & C.
om nsN. 3
FriBce Liae of Staners
James Kuol t IVewcastle-oa-
Tyne
LlAHA RE6UL.AR ENTRE CS
Estados-Unidos e o Br**il e Rio da Prata
E* esperado 4e New-York a'
o dia do crrpeote, e sahir
depois da demora neceaana
para
Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Prince
Tem Aptimi aooom64ai5es parp piada-
geiros e illaminado las eMOthoa.
Johnston Pater Cmp.
Ba do Commoroio a. 15
Bahii
Rae Daque de Caxi s Sfi S8 anati
Recebeu variadisse
mo sor ti Miento para
quaresia.
^Cachemiras pretoc
lisas e lavradas para
todos os precos.
Merinos pret\is lisos
tambem para t dos os
precos.
Etamines pretos de
algodao e la cou e sem
msela de seda.
Sedas pretas lavra-
das e cSiamak)ta4as.
Sedas pretas lisas,
gorgoroes, suraks ele,
etc.
Alem do que cima
ica dito, liquida-se tam-
bem por precos sem
competencia nina gran-
de quantdade de ma-
Idpoloes, camhraias,
fantazias, ete, etc.
LOJA DAS FSTB^LLAS
Boa Dnqve de Carias S(3 e 58
Ribeiro
Jote Abrtbao & C. rre,.end<-ndo e-iabelece-
rem-se oe.-ta cidade de Recito, veodem o seu
esarel-cimenio te aeero- e-moibadoe, do poleo
oa 1-fi't, un RibeirSo, a ra do Conamercio o.
(4 a listar na me.-ms ca-a*
Ao ccfmbercio
AWre ca ao corpa coameruel q:e i eia data com-
pnu aos S 9. _Sl!ya e Se uta osea estanelecl-
meo'u de molfsdoa alio 6 roa BarSo de Calara
o.46 co'r'ora roa o fJtl, em Ohnda, liv e e
deaembaracada oe o.ti.hjer onu
Olinda, 10 de Feyreiro-de 1896.
Ao coaacaercio
Silva & Sonta (ommopicam ao corpo rom-
onercla'l e a qfaem Jatereeiar -potsa que nests
pal tenderamao Sr. AltredO Tnacdoro Rodrl-,
gos Prcio, o .-eu eetabtiecimeoto de a olbados
SJte 6 roa Barao der Calar n. 46, coir'ora roa
do Sol, i em Ollnda, livre e deenlbarajado de
qaslasjdr onoj.jflcacdo todo passivo a careo do
aecjf HJaroel Procoplo da Silva, com qoem ae
podera entender qatm-ae-]olf(sr-cfedorda mas-
ms firma. ,, .,, ., 4 -.
Ollnda, 10 He Fevereiro de 1896.
ganda aortimenio cambraias bordadas.
Corles de vestido branco bordedoa, 18*000,
Veatidoa de cartee?, bordados a ada.
Linda ph ntazia. beijos de aaior.
Ficra de 1* 20*0U.
Pt-ilDcs de'inbo lisos e bordados.
Pannos decrocbel para aofa e cadelras.
Camiaaa bordadas para nonos.
Camisas brancas e de cOrea.
Vestiarios paira baptizados.
Bobretado de ana e doas vistas.
Fiaoella liza e de lisias.
Chah-8 pretos.
Cortinados de caa.brala e de crochet para ca
a.
Cortinados para janella.
Mantilbaa de s Ja de cores e pretas.
Ditas de algodao da corea e preta.
Camisas de '* para bomem.
CobertaB, colchas e cobertores.
Olios americano)', 3*000 om.
Rranaaus de linio ede algoJlo.'
LiadisIpad.Oes de-crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de aalpicos.
Caohioet de ada de-corea.
Vellodllbo de cores,
florgorao preto, diversos precoa.
8enm'de todas aa cores.
Meno'preio ravrado, 1*800 0 covado.
Las cpsa salpicoe de seda, Canr-inba verde.
Seda de lietra, Athayde.
Paletott folba de eda.
Csroraas de meia com Metras de corea.
Cachemiras pretas com aalpicos-d creB, Abra
a pona Siob.
BcfTalo.
Liodissimas casemtras de cores para boma
goslo espfxial.
Cones deos-Oes branco e de cores par OOlete.
Atoalnado de liebo e de algodao.
Panno da cota para .mesa.
Snra de todas as cOres.
Morim da China, 4*500 a pea.
Cretoc te barr om metro de iargoTa.
Cassa pabtlMa rioaV409 ria-o covado.
Baeta encarnada eaiol.
Dita dita, 00 ila o covado.
Gt?iia pcrfetia, 210 ris o covado.
E minias ontraa fazendaa qne imposalvel
ieecrever.
' RITA DO CRESPO- II #
EstreHas d'Arrrerica
Cal Branca e Vir-
g;em
de sJas-oaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
creos, sendo a unc?
exploradora deca bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae n9c
tem saecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro*
doctos se encontram m
seu armazem do
Caes do Apollo n. 73
Tatqjnes de ferfo
Compra-s tauquea do Ierro para deposito
de mal, a tratar do caes ao Apollo n. 47.
P.1STLLLI8I
Para os dias de Carnaval
AOS 100.000 FILHS
Alm do mais c mento eSaborosos e perfumados
BOLOS FIINOS
PASTIS PADLISTANOS
0 gerente da Paetellar a MELLO BISET participa as Exm s. Fnm'iiaa
e a todoa os que o honram com a sua freguezU que tem oreparado para o dias
da Carnaval um magnifico sortimento de bolos, bolinho, pastis, cxfeitrs etc. 9
desde j- aecsits encommeniae.
atro sim, no ntuito d& bem serv'r as Exmas. Familiqs que sadgQai-om
yis:tar o seu eetabelecimento tem preparado para easa fin, u-n sali no 1. andar,
onde ao par do rigoroso aceio e respeito have- modicidade de preso?.
Ra Larga do Rozario 40
',
Formulada e preparada
H
por
Jos Marques Ferreira
PH%RMACETI'-':0
::::l::i ::: A2SCCLA ss mitin i miwn u sasia
APPROVADA PELA INSPECTORA DE' HYGIENE
Esta Emuso faz expellir completamente em perneas horas os verme? iu-
testinaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser upara pelas
creancas sem repugnancia. Em sua composigo nao entrara substancias mina-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas colheres das d cha. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou raesni
com agua adobada.
liOOO
2$000
10S000
200000
R PHARMACIA FERRFT!\\
PERNAMBUCO
Praeo
1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 <
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praca MaciblPinhbiro".
44-RA DO BAiRO DO T^I MPHO-M
Maohifcas a" vapor.
Mcedas.
'Rodas d'agua.
Tabtas ibndidas1 e batidas.
Taixas b tidas sem cravatjao.


1
i
\
an
11 **
I JF



k
Witirlo le f4TiMimlm w
\
t
Ana* Idlio da Coaa Hnima-
1* aouiversarlo
Plseb Frsgoflo de Aibrqerqr>e, coa mo'ber
e 8oa cnnhad-, convuam a io rente e imlfi 8 pan agiWlrem a* m-na? qae
maodam oleo.-, r oo dia M de F.v. reiro c -
rente a? 6 1,4 da marina no coveoto, e as 7
K,,"o--.i8'l Canela, por .'ib.
Se'^Du p asada eoR-a > mst. i* anime-sarto de
A todos qn< compare-errm a pbUi acta de
reBlSo e laMdade, aiiecipam *eu p-oiQi-.il
t
Mara turen Bodrigrues ul a-
raas
Ma-ia Clem-ntina Rengue- da C uz. Beco
de Fe as Gu.rcaraes, dt-us fllhea e tetros coa-
vidam a todos os feos pa-miea e anuos pr
asssiii-em as misas que >or a\ca-i de ca pr.-
.aJa fllha, esposa, mai e soera "laodaai c-lo
brar na matrir i SaQto Amonio as 8 boraf da
manb do da 21 Jo correte, i* aoiveraario
de stu ralfeflluieoto.
Anieorpdaa' i! e &'ad?cem a tilos qae
corpareceea a etla actt de religtfea car
dadf.
Off rece-se .
Ut peesoa qoe corita tetn a Tanca i dea
boras-e tarde da t-es por oiaute, deseja eit- j
re*ar eseaa bar. a vajfas eai .-.Iguala occopa-
cSo, a tratar na rria Veina n. 48 oa Boa-Vista
oa eotao annoncie para ser procurado. '
Ccsinheira
P ecia-?e de urna boa cosioheira qoe (tiros
em casa dos panOes, pacanao-te bom ordeua-
no, oo ( accin.'io NuVa o. i20.
tj,
ttOUt
Ama
Precl8:>-e d^ m 'fcn para lavar e eofroo:-
mar para ceou*ifa fam'lia, Ir.tar na n <\-,
Co'ifordia n. 8o (Obrado-
A oas
Preci:a-se dui sai do: oaa rara cosi bar e
ooira pa'a rpeira. ifra 'ta de pooca familia,
paa-se btm ; airatat s tu* do Imperador n.
71, 1 andar.
Ama de ce, si o ha
P-cieu.se de tima oa ruael v. 19.
f
D. Felippa Francisca de McNqu.tu
laruoso
Tenao o ar oal conoelbo aavene^avtl :oafra*
r a de Santa Rl.a ie CissIj de mandar crlebrar
es su i:rea. oa qointa-ltira, S) do co rente,
elas 8 oras da m.Bh', asna missa re-a a ei
eaSraeio >!* lf do 80s tD" pr<""..ra09a '
desoala Irma D. Felippa F--*.mise ae Mt qai
la Cargoso |u da de dea nfaosto paas. mt,-.to
convida sos 8jos cbanasimo^ irmftoa, a Kxo.a.
familia e mais pireates ta H,Iada_a cumyarece-
ieni pira aasisltrem a relerua rnissa.
O actuai concelho d'1e j blpctlieca sea
grado a tedoa qa es qoe se d\n"ia- con'
ra:euer a 's-.e acto oe rfliiSo e cordaje.
CooalStorto; 18 d- F. vertiro ci 1896.
O Beeretario,
tieuel oo? Santo* Cos'a Jonior.
t
Felippa Francisca de iies|ttita
la ilusu
30 da de sen fliecimento
Fisncifco Antonio Cor-eia tdoso, eeus
filbos, ge o os o uttoa* agr.deceaa cordialmeaie
eos anegos e pa:ene^ q'ie ue- fiaera'.n o obte-
quiD df sPUtlr as oji3,js do 7o da na matriz
oo Corpo Sumo por alma ce soa IdOtttratra es-
posa mai, ?ogra av e de uevo ibes rog5o ae
assisiirem as mls-s do 3(j8 da que serio cele-
bradas oa igreja e Siau Rila, na quinta-felra,
10 do correte, s 8e 1|2 (oras da ma.ba e
desde ja ee coifess.m mal urna ves Rra-os por
e Dgommadeira
Precisa se de orna lavadeira e engommadeira
La Ceminho ovo o. 120.____________________
Companhia do Beberibe
Precisarse de officiaes d' serralbeiro, megos,
ene aprsenteos attestado de bi conduca, e
i re saiham ooc-s de aritbmetlca.
Cai eiro
F reetsa-se de nm menino para caixeiro, ftm
l -tica de taverna, na roa Joaquim Nabnco ?.
33, Capotea.
11V %J
Orar de tor timen to de meias proprii.
ara padres, conegoe o biepos.
UeriDa pretoa, superior qualidade mi
i. Roa da (mperatriz 5
ALBERTO CARDOSO &, C.
Cosinheira e criado
Preeisia-se na roa d Pay-
sand n. 19.
Ave do -*araizo
51 raa da Imperatriz 51
Becebem daa principase praear da Eu-
ropa, quinzonalmente as maia altaa No-
vidades eii fazendas finas.
ALBERTO CARDOSO & C.
Broches de coral tosa
Cbegar^.m linoos tirorhes de troncos te cora:
iliima Bpoda, receben a relojoana David, ru
do C'bog* D. !*.
P'fQO^ redotido?.________________________
prerisa-re de om para filio do commendader
Barroca, em Bonpflca, n. 40
Cabriolet
Vende-se om (araoha) por pfeco commodo.
iodo referaado e piolado de novo, com arrela
para om cavallo.
rcooitnona das qcatro ^essbs, tem dnaf
rodas e descoberio.
A ran una; e t*ata se erro "ono da me?ma fabrica
Aluga-se
oarmazem roa D. Mana Cesar p. 9, oovo eera
bom local para mercearia qoem pretender di-
nja-se i roa Morqoez de Olioda o. 55, armaz em
de mindeas. _____________
Dentes
Termina a r orrivel dor de dentes usar
de o ezcellente preparado de Manot
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid,
palos jornaee de maior circulac&o, attct
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Si
ra&c 5., ra do Marques de Olitd-
n. 23.
Pharmacia Martins, rea Duque d
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ra Estreita u<
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ra
. so da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lepes, ra Lar
Si do fiasario n. 13.
Tambas das Ala-
go as i
Vecde-se novas e gran-
des em quartoias e barrs,
gar antindo-se Laoestarem
sujeitas a seiem vendidas
a peso, na ra de Pedro
Aftonsc antiga da Praia ns.
7e5.___________'
Guarda hvros
Prepara-ee em tres meses, tratar do d. 6 de
becco ata Ftrrei'os, das 9 as 11 boras da ma-
Lba.____________________________^____
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
uoicas, applica-se ventosas seccas : a
ttr na rna das Laranceiras n. 14.
Na Fabrica de Teci-
dosem ^amaragibe, ou
'rua do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
Madeiras de construcqao a
n ateiiaes parae dificacao
A Gompaobia Exploradora de Producios Ca-
ca reos, vende em seo armaseis do caes do ai- <
Ion. 73:
Madeiras para coDst'QceSo.
Cal branca de agoaribe.
-Cal preta.
Cal virgtm para assocar.
Tijollos de ladrilbo e commoos
Tijcllos refractarios.
pras de can laria para soleiras,e etc.
Ourives Oc-
culista
Ti-EODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com officioa de oonves a te daf
Lareogeiras o. 1, avisa aos seos fvegneses e ar
respeitavei publico, qne maotm offlciae- babt
litadispimos para execogao de qoalqner trabalrn.
concernen ie a soa arte, especialmente cravacC-
para brilbaotes, ocolos, pencines, moDoco
los, etc.
Doura sa, prae!a-se qcalijne- metal, (oncer
tos em it qocs demadreperoia oo ootra qoalq u -
especie, aarantindo prec&s c odeos.
Raa das Larangeiras n. )
Chegou! Chegou
PARA A
AVE DO PABAI18
A mais alta phantasia d'eata esta^o
nndissimo chifon de seda Maria
Stuart1
Variadissimo sortimento de phantasia i
em lis, algodSo a seda.
AVEBOPAKAIZC
51RUA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoeio C.
Casa em Olinda
Alnga-s orna nos Mlltgres com frente rar-.
o mar, boos coromodosf ropra para qo o
oreclear osar de bandos aleados, a tratar ra
roa _________________________________._____ --------------------------------
Regulador aa Marinha
Concerta-ae relogioa de algibeira, pee
dulas de torre deigrja dhroometrb d'
marinha, caixa de musicca, aparelbuc
elctricos, oculoa, binculos, oculoe di
alcance, joiaa e todo e qvelquer ob^ecl.
tendete a arte mecbanioa.
UBa Larga do Rogari19
Sem*nte* de fyoitlica
D4 NOVA "COLHEITA
Conipeto'sort'meoio.
; RnaEitri
Pocas Menaes k C
SAUDE PARA TODOS.
1
UNGUENTfXH O LLOWAY
O Lnguento de Holloway i ura remedio infallive! pn.
antigs chagas e ulceras. E lamoso para a gota eoi.
se reconhe*.
Uta de perns-. e do peito ; tambem para as feridaa
o e para todas as enfermidades de peito nao
Para os males de garganta, broncv ;s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem scmelhante e para os membros conUahidoa e
juncturas recias, obra como por encanto.
Es 78, KSW OXFOED BTREET (anUa 533, Oxford Street), L0NDEE8,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
O- compracres silo convidados respeitosameute a examinar os rtulos de cada Caixa e Pote se nfto teem a diieccacs
^i. Oxford Street, sao falsficaroes.
- >* i -
1.
KEJiCAMENTO APPRO'JADO PELA ACADEMIA DE HEDICHfJ DE PARIZ
Os POS DE ROG sao o verdadeiro purgante das snihora.i,
das mancas e das pessoas de constituicao delicada. Com um vidro
de POS )E ROG, fcil a levar c-"insigo por toda parte, podc-se
preparar n.i occasio necessaria, uu>a limonada de gbstoagra-
davel e muito refrip/erante.
OsPSDEROGconservam-seinfinitamentesomseallerar.Em-
pregam-se' deitando o contedo do vidro em meia garrafa dagua,
aexando cm contacto durante uma hora.ou melhor da noitc para o
dia; rolliara garrafa quando se desejar ter uma limonada gazosa.
Nao se deve aceitar os vidros que nSo'tivevera
sobre os rtulos o etidereco: 19, ra JcrA, Pariz.
Fabrica e venda por atacado: CS L. FBEBE A. CHAMPIGNT eC", S'", 19. ra* Jacob, PARIZ
A VAREJO, EM QUASI TODAS AS PHARMACIAS DE TODOS OS PAIZES
Vinl
tutnt-:
peSSO Conservado pelo m&thodo Vas>teu-.
Receitado as Molestia jo estomago, Chlornse,
Anemia, Convalcscencii: este Vinho rocom-
ff-xf. v rcendado s"pessoS j iuoas, s jovens, uiulherea
__^3^- e s criangas.
'nsitosaa Pernambuco: C dltr-ijius e Productos Cu,micos; FABIA SOBRKHO i C'e dis riui'ipae. Piimss"'**-
rPILLAS DIGESTIVAS DE PANGRE&TIN1!
de
Pharmaceutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
i digestivo, que se conlieca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordnrosos, mas
I tambem o pilo, o amido e as fculas.
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracjo, ou
I ausencia de sueco gstrico, inflammac&o, ou ulceracOes do estomago," ou
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina deDefresne depois da c I mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por issoprescriptirs
[pelos mdicos contra as seguintcs affeccOes:
Falta de appetite. [Anemia.
Ms digestoes. i Diarrhea.
Vmitos. i Dysenteria.
Flatulencia escomacal.j Gastrites.
Somnolencia depois 1 comer, e vmitos
PANCn'EAT.f EFRESNE em frasquinhoscom a dose de 3 a 4 colhe-
radazihhas depois da ounnua.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, i em todas as Pharmacias
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do igado.
Emmagrecimento.
acompannam gravidez
Purgativo SuWew
CONFEITO VGrAL, LAXATIVO E REFRIGERANTE
contra PRIGO DE VENTRE
Appbovado pela Junta central de Htgiene publica do Brazil
Este laxante, exclusivamente vegetal, admiravel contra affeicSes "
do estomago e do figado, ictericia, bile. Sua accSo rpida e
benfica as enxaquecas, as inchaedes do ventre, provenientes de
inflammaco intestinal, porque nao irrita os orgos abdominaes.
O Purgativo Julien resolveu o difficil problema de purgar as creancas
que nao acceitam purgativo algn.
Deposito em Pars, 8, raa Ymesne, e as principaes Pharmacias e Drogaras
mmuii|ff
MED ALMAS de Ol'ltO
au ExpoaifSea 1'nivernae.n Paria 18TS-1889
DIPLOMA DE HONRA oa Expsito de 1882
RSSte
r

Desejam V. V. M. M. passar bem comei vos cada i .
dia Deliciosas Ameixas J. l'A'J
i TTiTTTTTTrnrTir?*"
REMEDIOS
LE ROY
Popatarea em Fnnem, America, Heepanha e
mu oolouiae, so Brazil, aoade suo aatorizadaa
palo Oouelho de Hyglena.
Vomitorio Le Roy
ltimamente preciado como prepa-
racSo para o aso do Purgant*.
PurgantesLeRoy
Sr*M donados coolorn a liadi.
Sdo proprios part qaalcraer doenoa.
Umt noticie, e..c.!K.:r- n*gdM oada f.m1t.
Vinho eXarope se Dusart
WITEmfi ; I^T T3CSPHAT0 di fiil
AppEovAOOa pila JUNTA d'HYGIENB
oo RIO-DE-JANEIRO
OLacto-Phosphato de cal contido no
XAROPEe do VINHO de DUSART
o mais poderoso dos medicamen-
tos reconstituintes. Ellb fortifica e endi-
reita os ossos das creancas Rachiticas,
torna vigorosos e activos os adolescentes
molles e lvmpbaticos e os que monstrao-
se fatigarlos pelo creteimento rpido.
As mulheret grvidas fazeodo uso do
VINHO ou do XAROPE de DUSART
supportao bem o seu estado, sem fatiga,
sem vmitos, e dao a luz a creancas
forte e vigorosas. 0 Lacto-Phosphto
di COl torna rico o leite das Amas e
preserva as creancas da Diarrhea verde
e das molestias proprias da poca do
crescimento. Pela sua influencia, a Den-
tic&o fcil e opera-se sem convulso es.
IptlDaPlRB.I.ritTIttuiiteaspTiEdi^
re---


U
Roy
.'"i lUmedhi liquido*.
JVivmvtii cada truca.
."'. i pll 5' O Iriaeo de 2S, 1'HO
_.._._ -,,i-ie das alsiftcacSes
S*2lCSU3E;AR-
jmalqoer Producto (u tia luar endo
'eoo da Fkamacti COTTII nro di LE 10
61, Rw da alna, M, mm Parta.
MPOaiTQS M TOBAg S PHA*tUt*jj)Rf
Xarope(fflE)Zed
Coqueluche, Bronehitea,
Toases,
insomnias
tu do Rosarlo n. 9
Companhia Exploradora
de Productos Calc-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
I Para o tabrico do assuear vende-se n
Companhia Explorador de Prodootos
eaicareos no Oses do ApoLlo n. 73.
\
iarope(E2i.)Zed
T nervosa do Tiiicot,
Insomniaa, CatarrhoM* sfcv
t ni 'irneyn
i
Ar^rovaao pela Academia de Madedna de
Pars. Approvado pela Junta
Central de Hyyieae publica do Braa.
0 Professor Hrard encarregado do
Relatorio Academia demonstrou t que
i fcilmente acceito pelas doentei,
bem tolerado pelo estomago, restaura
as foreas e cura a cMoro-anemia ;
que o que distingue particularmente
jste novo sal de.ferro, que nao causa
priso de ventre, a combate, e elevan-
do-te a dase, obtme-u dejecces
numerosas.
0 FERRO GIR ARD eir anemia,
cores pallidas, caimbras do
estomago, empobrecimento do
sangue; fe tilica os tempera-
mentos traeos .excita o appetite,
regulariza as regras e combate
a esteriUdade.
Depotito em Paria,8,raa Vltieiine
1 Hkt PRINCIPIS DROCAP.Ua t PflARaUAA3
DE
Campes & C
N. 35-RDA DUQUE DE CAXAS-N. 38
Em frente do Diarlo
Os propietarios oeste bem rr-edado.L.'.abs
iccitcecto previaeo". au respeitavei publico qoe
-ara bem ser vi i ars feus fregoeies teta do rt-
ferico eftabelt (iiceato om e?pleduo e varia-
do eortimento ne caten: iras p-efss e de cores,
o qcs ba de melnor em l, bros da poro liabo
le lodosos paiioeg. e doi- prppog raso-felj.
Po??nem bons criieta, pefo goe ae jul^am
-.abilliadoH a ssiisfster cem todo Rosto, tsmera
"erltigo ;-.o freatit-i msexigeoie.
Mj mesoia aifea'arl alagam-e casacas.
vtL.
Caixeiro
Precisa-se de uta caixeiro de 18 a 20 asaos
da idade, com pralica e que d fiador de soa
condoou : tr.tar na Mercearia Caxaoga, com
Gomes UeodOD.
Leite puro 500 res a^sr-
rsfa
Acba-se todcs'rs das das 7 s 8 1,2 hrts da
msoba em freoU ao esiabelecireato de mo-
Ihadoa do* Src. Ma-qoes Sobrlnho & C, roa
arga do Rosario d. 20. Garanta-se a Loa qja
darte, toa garrafa Ucrada.
Fabrica de bebidas
Veode-se ad= roa da Madre de Dens a. 10
e^om bom recoci, e o capital regola de quio*
e a viole coot,8. 'nJlca-se bom fa briantc.
PE1T0RAL 0 A'f HARI NBS'B"
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
C O M P O m 1 (,O DE RAI'LIVEIBA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposicSes.
Recommendado na dioica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, brouchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as molestias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso? Estados do Brazil, attestant
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLIVETEA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e drogaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guiriiares Braga & C.
Raa do Mrquez de Olinda u. <>
CAPPAR1NA
ESFECIFICQ :UT5AI72 E PSS7EH7a EAES7SIFELA
DE
H. ROUQUAYROL
itpprovado pela Junta de ygiene
A CAPPABINA, producto da flora uratlleira om remedio de tffeito prodigioso nao e pa.
ra a cora da E-ys pea como psra prevenir o k-u repjarecimeDto.
A CAPPAR1NA, alm destas proprkdades preciosas, i-m vaotagcDS sobre os demais rema-
dios acnoseiba^os at boje psra mesma flm, a de evitar a forrr.aciu de temores moito(requen.
les oa E vslpela, como tambem de obstar a dreformacao das diversas parles do corpo, taes co.
mo : os bracos as peras?, os escrotos, mokstia c nbeema sobre o ueme de Elepbaotiases oo
Eryslpela braoca.
A CaPPAKIN'a de igual effcacia para curar a Ljmpbalile.
N. B.Cada fraxco acompaubsdo por iostrorcOes e atteslados qoe sao ontrac lautas pro*
vas da verJadeira ifficacia aeele novo medicamento.
TEPOSITO
Botira Franceza
Ra do Bom-Jesus n. 22 (antiga da Cruz)
PERNAMBUCO
i ni SVNHIi U INliEi
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M.MOMTO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a s jphilis.
Elle cura o rheumatism?.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpba!!!
Procurar: ELIXIR MOR;kTOr pro
pagado por
DE.POSVTO M PaRKMBI]CO
A GOMPANH OH DB GAS 11 PRDOGTOS GHIMIOS
Ra Mrquez de Oluda 24
51 Ba da Imperatriz &1
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exntas Noivas.- Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de-seda re-
ebea a
AVEDOPARAIZO
GRANDE
hotll iwmm
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luso e commodidade n'um dos pontos mais hygieai-
cos da cidade do Recife.
Accommoda9oes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala e refeicea, a maior e mais arejada nesta capital
A C08inha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria.
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-ue acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou tora do mesmo estabelecimento. -JM
PRESOS HAS0AVE1S
FULi-SBBIfEBSBS 1BIB1AS
Ra Larga do Rozario n. 22
Fbrica de VIolduras
Eb ampas de tudas aafh>liades. Quodros. Sanefas para oortioados, oaa
dioiros, ckamias, pavios, xnoldurt-s para retratos.
Enoarrega-ae de retrato a crotn para o qae ha contratado um perito rtista,
a bastar,te xonhecido.
Proparasa qaalqaer socommesda com a maior brevidado.
Sincerrdade e preoos baratisslmo. .




''.!

MUTILADO
....-rtf.,-i. r


Diario de iPrenambnco ITer^a-feira 1 de Fevereiro de 180G
DOC
EM FAVO
-
DO


>'
PROPAGADO ,POR D. CARLOS
"V A. 1 3* C BS E R. T A B. TO i ME WA.
Eemedio sem rival para syphilis em todas as suas maiiifestacOes para o rheuma-
tismo e para morpha!!
/ ^p/
dr. bfzepr\ de bursay
Mostrado amigo e Sr. D-. Garu aDeOofB d>
tnoitts experiencias e tralo etudo soo-e o
seo gran j< remedio o Blixir M. Mrala.cojo
techo mioilrado nos io.p lies e eai miaba cli-
Liica pi rili Ular, reaolv', f a corlo ;m os meus
Itlaslrefl collejas, o Dr. HedHrot, l>- Lafr e
D*. S Meo Jes, appllcal-o pela S'-^uu e torta,
gendo cases de syphilia inve.erada, rbeurov.is-
mo cbrocico e bochas
Tenbo t do o melbor succe^sc com o elixir M.
Morata,-- algn* dos meos coilegascharoatc-
lbe com raza: de calva vida. O seu re
om p-edigio e ubico como ani ypbili Cj e
anti 'tii i; .c' i.
Rio de Janeiro. Marjo fe 1889.-D\ J. Pilla
Bexerra de Bo cay.
DDAS CRA8
Sr. D. CarlosAs mlnnas flirt: s Elvira e Leo-
Dor, stfforao) Distante tempo d,' humores, sol-
fjendo ama* floe dos o>s tica-, e oolra de molestia de pelle. Nada poope
para coral t", r-oim, sempre em va-. A -ab
finalmente deobt-r a cura dp aiucaacon o os'-
qoe flzeram do seoelixir M. Moratoe e tai
a mioba Kaiisf.sao com o t ffelio de tas bom mi -
dicamento, que Ibe escrevo esta coca o Boj m
elogial-o em soa descoberta.
Son com respi o e considerag-oAntonio Al-
Tes de Camargo-S. Pauio.
DR. EDUARDO GUIMYRA.E3
D'. Eduardo P- Goimares, frmalo tm med
Cioa pela Pacnl dade da Babia, e>c.
Aitesio n fide gran, que leobo 'mrregade
com telt re.'Dl'Biio em looaa a8>-.frYcc6e-- Ijphi-
lltica,oelixir M. Moralosxcellente p-epara-
do do Sr. D. Car'os oque afirmo cuido jura
melo se 'r preciso.
Rio de Janeiro, lo de Favereiro de 1892-0.*.
Eduardo P. Guimare?.
CURA DERHfcUtfVriSMO
Illtr. Sr. D. CarlosMeo Bli.o, de 21 anuos d>-
idade esleve qoatro mexes entrevado das per-
as e do? brajes comelo por eraos de ootr. a
ero um estado lalrooBo. Principian afazer
uso do-elixir M. Moralo-propagado por D. Liar
lea, e logo aos priroeiros vidros de cao. ,ev;n
tou le e oriocipioo a serv::- e de mi propras
mSos, E' uro verdadeiro milagre tese remedio
Basto.
Anienio Martina de Siqm-ir Saoa Rita de
Pasea Quatro.
1K Jl'Z.0 AKfWaUbKftU
Dr. Joao Nepomueeno de Oli'eira Bello, doo
lor em medicina p-la Fa.uidaie ''o Rio do Ja
neiro, cavalieiro da Ordtm da Roa, etc.
Attesoqoe teaho eoopre^ario es m'oria clni-
ca civil o elixir Moratopropaado pelu S .
D. Carloa. coro 'eaunu'ios vanta|P80B oas molo-
Has eypbiliticaa ebrooicas, acbreioflo no rb u-
matiemo cudeso. OquefBrmo aoDfdem.u
grao acadmico e c m o jorament ae ;6* prpcso
Campias, 20 de Fevereiro oe 1892Dr. Jjo
Nepoiuceno da Oliveira Bello.
CURADAMORPH\
Sr. D. Carlos-Depon o de -uitos, gr-iC/i .-.
Oeus e aiflrcndo ba lempo de morpha, tttavj
deseaperarto por nao acbar remed o" ene eo-
rasse, poia Itmei ludo que tfl'rectm pa a esie
nal; sr-c Providencia, rudeoMe' urna du
xia do seu elixir M. afralo, e em I5i Toa h tri
que me acbo coovalpsceodo. Oaboc-s..os-p'.
pareceram ; a g*ofaeira do rosto e das ina. a,
acab u-ae. a pelie tomoo a aua uevida tfl*, .
sobrancelnas ealo crescendo de novo, cooaide
raodo ru< p5t, e berta do aanto re i edio elixir M. Mora'o, que
6 a qocm dpvo a n nba stlvai.o.
Fde mandar publicar eeta para que que n eof-
frer, saiba que boje ae cura a morotia, lorcandu
elixir M. afo'aic. Deoa guarda a V. S.JotCj
rim da Sil P. DitE JACINTHO
O meo vieiabo Rjberio ias >:e Andrad^, ea-
teve en ermo cerca de um auno, p, eotanioeu
Como equuies que o t alaram, jelgaram no pe-
riodo por morpta. Derilludido pi r siguas 10-
mou com parcimonia o elixir M Mralo, propa-
gado por D.Carese sarco. Deoa me perce tm
dizer qoe ae cao fosse eu 'e-teojunra occolar
deate fado, po'-o-bia em duvida.
O elixir 3f. Mo'at", cora a morpha
Bemdita se ;hor, o Senb^rPadre Jjc tbo E.
TorreB -S. P.ulo.
DOZSANNOS
Fazl? mais de acze anuos que fra Tic ima de
om infame rbeomaiamo qup me U lbia par- todo
porm a cooeclbo ae meo c llega ojjr Moora,
de otar r'o novo medic^meoto ndice na cbama.
do elixir M. Moralo, fol o qoe me fez tirar orno
oniro era sao, -jh, njo e valeato e prompto
para iodo.
Recommendo quem precisar que tome, para
flear beo?, t elixir M. Iforaio, emais nada
Msjor Tilo Alves RamosRio de Janeiro.
DR. ANTO-MIO SEVERO
I)'. Antonio Severo Wenceslao formado em me
dicina pela Ficoldade do Ro de iane'ro, mc-
:diC9~aoiso.a do csplta! da Sjckdade Poru-
ge Z' de Bex8ci n a.
Atiero ob fe do u>eu K'a ', qoe tero^o aOTli-
'cao tm mloba clnica oEl-xir M. drate
pDp-^'.iu por D. Ca-lo, cem g/aoae prott-llo
dos ca'oa oH-ytMjl) larstarla psper.iilm^ote
qotodo Ciroolcs.Ur. o onioSevuro W n
!a..Rio d Janeiro, i : Ja .ero de I89.
I .o
CASO DS-ESPERADR
Jraa"s viveote al.ocu le- roff i o de ajrphis
H aua< con.-equrici'S como en, e aa b:uo iwb-
po que desejava a nnri", peU iaa at o; que i -
nbo levad'. Tu'o qoaoio na de sjpbiua pa e
quee-tava en mim. E t u n.;JH corado, e c r -
d > drveras, telo remeaio novo cbamado El ir
M. Morato.
Foi a Provirfeoia D vina qo^m fe;, d FObrii
es'e grande e migr;>ficodepu*..tiv Viei.r JjK-I
relies de Mata i .ade 'le ai o.
CURA DE FERIDAS
Foi roa o uso (lo Elixir M. iJjr to que ru*e-
me de o oa* fendaa ue mao carcter, ^oeilve
na muiio lempo sem poder oble DP'horan con
muitoa medicaroP'.tos qoe t- u-i. H >jp, grajaa
ao grande dppu a.ivo Exl M Mo atnpropa-
gado oor D. Cr- los que se venoe .n S. Pjr.lo na
< Peixoio Es relii & C a roa ue S. Beato.
II, eB oo compliarceMe com. Maniemiu I ca
e.^'a para b^m oa bumaaioaoe.F. de Auarade
Costa.Araas.
DR. MEDEirtOS E CUNIA
D,'. Joo Alberto oe Hedeirus e .uuna, D*. em
medicina pea FacuMaio do Ro de Jineiro.
cavaltieiro comm-uda-ior da O'de.m Militar
PoMuzufz de Noa-
ce Villa Vjo^, ex.
Certifico tm f m-u grlo que te nbo a^mpre
eerpregado em moleat -.- sypbihucasp rbeom--
licaaElixir M. Mo utip oiagdo por D. Car
los, colb.iido cem^re O; loeiorea rerultaoo-.
D-. Joo Alberto'e M-d-*:'03 e Caoba.r.iOUii
do Ebtado de S. Paulo I de Mirjo de 1892.
MAISPROVAS
llim. S*. D. Ca los. Seriao de S. Pelro do
Torvo. Oa mui!oa tlogioi qoe cuvi lazer ao
a^ uranoe deporaiivoo Enxir M. Moraiofex-
m-i l<-mb a- experimntalo >mou prelo de
oome Frli;p" Muiei, urpioleiro e meo va'obo
que n j carca] ie irt-s qoim viva da caruade pu
nlica p--li; ea es'iJo b 'dion lo <-e morpba.
Fste infeliz rDorav o aeu et-t .do todo* oa da,
por nao a-tder trab^ibar; poia que, foi s mpre
uooito l'aralhador a cooDeddo ; pj-etn romo
i'ifil, o s.-u estado borr> n io ua ui pii a alu-
eoiava a 'o ios e ao pe e ti. Man >ei ;iujca ,
:.- ti. p.e u. o^a porjao do seo t.ixir
M. Mo atoe 1A0 porque e-tei di q.e o jt-u >s-
tad ; grav- imo e adiantado exigira basliBte
medicamento.
E'exlraoriinariam nte admlravei o qun l:
comiru ii'-'o; o doen>-, urna vet p iucipindo i.
coraiiv. foi apre? itamio melbu aa leoiameute,
porpm, proKres.-ivameoie, a tal ponto qin ae
aba reatabelecido e irabalbando completamente
'ur un 1
Com a ida"e e a p-atlc que te- b) t aa viia, tac anio-i-ado a tfiter-lbe i^ue
j ina av.ln^fo o tffciio do graude p uiyate to-
-o remedio o-El xir M. Murato-qu1 vaeMIo
i m jtlga'-o des e n nodo, ou em <[)?.oj. Sa lo
e Providepclal linitivo pan filicidade da bo-
ii'ana'e.
k' pftfM>|cfl he -ia q"-e:i'reoa faxendci-
" t, a que conbeceram o miado do meu proie,*.n.o,
e queao saiierem do m:laeo^e'aJo celo fau'o
remedio, vieram ovaba ca a propositi-lmeoie
eartlfiear-M eo roodecer; m 5 vtlla Ca reaiida-
oe. E eo por mina vex Ibe digo que piles u>e-
ram rzio r,p efTimudecer, porque oElixir M.
Moralo h> raluras que o ex^liquem.
Q.e Ibe a ra esta e mais um ; libelado que
he tCerejo, e qoe i e cerutjque de vi8o qoem
precnir, para beneficio bomaoi'arlo.
Serlo oe S. ledro do Torvo.
Jo, Anionio de Oiiveira Marques.
DR G0D3FHED0 MilA
D*. Julio Oppas Godof-edo Msia. formado em
medicina eobsietncia pelo Uoiversiuade de Gies
sea (Qran D cate de H-s.-e) com diplomas de
babnuajao (heoMco-palica ue diversas oaj6es
gmericans ; ant go cirorgioTo'uniario da ma-
jinha e vxprcito oo B*i>8il r das Rppoblicas Ar
entina e Orim-al no U uen>y, ele.
Cerlilico que Unru> admnistrado em mipba
clini:aonovo prpp>radi de cri.em lodigena,
denominadoEIim- M. Mo-a op-opauado ptlo
Sr* D. Carlos, em d''e-so8 casos de sypriii* de
certa uravidade, lendo rolnido uiogoificoa reaul-
iidos desle poderoro aoii-typhilllico. O que a(-
rirmo oa f de mto gio,"o jurare! ae preciso
R:o ce J nei-o.
De Julio Oppas Godofredo Maia.
GRAVE ENFERMIDADE
Declaro qop fui mordido de orna cascavpl, co-
rei-me sem cpssa- mais de qoatro aonos. Han-
do-me ons bn-ac.oa chagosos oos ps ; ae sara
va om, abra outro inmediatamente, fleaodo
com paralysia em ama ua > dtfde que foi mor
dido : A cns.lbado a fazer uso "o novo rp-
med^o MXIR M. MORATO pringado p r
P. i'ar o-, lorrei-o baBlauf lempo e fiquei cono
oietaT'nie bom. A quem a'nda nao coabec? o
ELIXIR M. MORATO,eo declaro que este
r"-njp(iio 6 8ant>, porque fax milagrea.Acd
Borsy-Porto Fib.
D "IS ANN ti 1)S SOFFRIVJENTO ?
Illm. S Dr. CarksD'oa annos com um
: perua incbtda e ucua eraocio bumi 'a na me--
I m', com todos oa curativoa t teuspoa c or: s
I svm r ectir m> I -".eras ; para desco'PC11"- ^<"
peiimeotei o novo rem-dio iodigenaoELlXl
M. MORATOp op:gado por i. Carloa e >ea
tindo roeiboraa coniinuel aoaal-i a tija com-
plct.-m'Ote curado cemo atoa. Abei.jjido m-
iioaniaoia. i-d^ usar como con v;<;r De V.S.
Aogo to oaiheiroa de Miranda.S. Paulo.
DI. SA' MENOES
Ce:lico em l de meo groque tenho a*>pll*
cado em molestias yp'iiiiuc-s curoalcis o cc-
v, preprradoELIXIR M. fcORATOpropaga-
do por D. Carlos ontendospopreos melhoreap
mais eaiiafact'ros rpnltjdos. Dr. Alfredo
Alm de Si Meade?.Vaaaooras.
GRAVISMMO ESTALO
Sr. D. Carloa=Mi ba ma*. D. M ;ia Iioier ia
ficoo depoia ce dive'Bos incoma(ido^, cem a
morpba, ticando com o rosto agreiado em om
estado deplorave', a nonio de todo o mondo fu
ir delta, oi aoa. O-facolt-tivoa que maudei
"el-j, diaaeram-me que nao p-'deose iemno.
E-a om norror. Abaixo i e D.-o ao=ELIXia
M. MO"ATO=o'op'gado por V. S. qce devo a
v;' a minna me ooa a a ^atsi de volt, de via-
^em multo at-mora.a. ac<,dm so.a antika<
ami*as a ve!-a e a f l'dta'-i. Rronnijoiaro b =
preciso or qne =EL1XIR V. M0HAT3-- ur.
a mopa-F 51 o us que coovt;>=De V. S
F*ancia'-a E menia d Cooce'ja.=Bjlucai.
(URA DE RHEUM.-TISKO
Teodo ido a 'ojos de Caldas Oa aeia anoo
8egoidoa, pelo rheum*tlsmoe a prova do pouco
proveito a oec?ssid:ide ao^oai que l| me te'n
levado. Tome! agora 1 F-LIXIR M. MORATO=
oropagado por D. Cirios e din por lind* a v
8iia aa agoaa, porqoe c^'LIXlR M MOIUTO
= uroo me radicalmente. E' al a miuoa ea-
Uefaj'o quecff reg de motoo prop'lo eiteat-
tpa'ado reco;u.eo'do pelo iabe'liai=A'freao Ne-
bias da S 'vei'i = 'Jamotnaa.
FLIZ R. CITADO
M'oba liliia Itlmi Pr^epciu .1- Ctoottt, esleve
mu to ternpo ca npliam nte eitre.-.a u, pelo
heomatifl.no leuda aido tm. otate todo a u.e-ii
carnelo de que Unce! mao. Formal Jos wi**
d ns' sem loienni ojus do novo .enedic=
LIXIR Mi RATJ-.JOgalupor D. Ca los
qi>e .urr.Ti miooa ti.na o upltiaraem-' resta-
Delecida. It -coar.ejo como verda1el*o pro nelo
esemeJicamPU'.o n eaa=r,borcio P o&peru
de S iuxa.=R o de Jan i .
MAR'A ANTUNU
A' lores de hi untos aonos r perna e ro
b-ajo eaquiMo, e orna bo'a qoe tmba na barr
ea, p que todo enaloava remedio, mau nn -
goem turav ; saroo asrora con aleaos vidros
o remen. =Si.xl' M. M )rjt-=Dem aja ip o l-
veuto =Miria Aitoma de Saux.=hcareby.
GRANDE CURATIVO
I !m Sr. P. Cario =Logo qte ebegoe' da E2-
ropa, incbaran-me as peroas e appa eceo urna
cern dade continua e que era bo ida e esc m -
sa. com aggravaut. .Je ornas dores oos otos
ios ps e dao perna3 que me flze-*m fou* e-
itrozmente por mais de qoatro mezes. Fol i| -
'alo portre me i^os de nom ada, lendo deus
d-a'es prono8.icado a molestia de rbeom-1 cp,
a oulr:, pro.;oos i-o.=?cxrm>. fritaipcom
o to o cov.ado pelo tompo rfeferldo, i-eore-, sem-
p-e apeur do traiam^ito. p, 00 lastimoso estajo
em quej.xia. tizjoaia doa .res facultaiivos para
decid -e.r-me o resultado da jonta fui aconse.
Ibirem.me a entrar em um bospit Ipsrasoem.
me applicadas loject^s de morfina. Desa.
nime.i, e tinba raxo para ia,o. Visita.rae oes
ta o c-siao om amien e aconfelha.me a qne lo.
me ft*'>r!08JEIIXIR M yORATOpropagado
por D. Cirios, accede' p la tetma e elogio* fe.
10 aos prodigios dest remedio e om o uso e
2 Irascos aci o.me curado Siato alta aatiafa
jao em ommon'car-lheeata en a queacbei ma-
lavibo-a, e ai estar a multas pesreas qoe me
'0l S,e,T-v5ce sa,y'-me de mtre certa, grajea
ao-ELXIR M. MCRATO. Pa a beneficio da bu.
roanidooe m.nde publicar ene apestado -De V.
S.=FranciacoPreay HerreraS. Paolo.
c A fAl
&00 cbrigado prlo recocoecimeoto a vir o,
ciarar qoe liaba oreos filhoa nonliados pelos
moiius bomorea que atff iam e qoe eetava de.
a perada de le' a. p|: que accnselbavam, fe que nonca^re reaoltauo.
n je esiao mcoa fllhon, I:vrp de perigo e com
o torpo hmpo oe bumores, emfim 8aode pprfeita .
e xa o e0 aeon'eceo depoia de ibe far un r a'. I
g*" lempo o glorioso rpmedic=ELIXIR M. MO. !
A,0=prc>patado por D. Carloa. Bemoic o ae*
|a, tan feliz acbai!i=M.r Eteivini da Concsi*
jaoT-ftnby.
MAPIA DAS DORES
M'.nha meiber b. Mana d Do e?, es com-
pie a")eo'.;. orada ri.i terrivel molestia morpha
qu" si T 'uqua.si qoat o ; nnos, tomando mimos
r medios, o o 10 roeoiram^n o zu* ire deu a
OsUtB'C&o r^a a; ule e a f- lidiarle, chama-se
' Elixir Morato. ^ropa^a o por D C faz-r o uso eme convier. AaioL-io Goiart Qe Son
1.P ra^ij.
MILAGRE
Eu penspi qne morMa podre de tattos huT.O-
resque tolTri e dp fe;i las anilitaa aoe tantas ic-
res roe deram. Hcje grajos ao remedio lodlge-
n-< o E'lxir Morato, propagado pu D Calo?,
eg:on cralo e t-nao radc qo-faite .ara vi ver
feli*. Abenjoado lemeio o Kl xp ,V. Mo a'o.
Manuel da los a Abreu.Tauoa.e.
RHEMATISMO
SO sabe o que o meuu?-ti-aio quem o tem
00 tevp. e esses a-claro qi sotf.i II anno, e
ped: n D-os, a morie muias vezea. Usei o novo
remedio indgena o Elixir M Moraio, propagado
por O. Carloa, e estoo bem livre do per'go, de-
enno a vida exclusivamente a esse santo reme-
dio.iebasil&o Pertira de Aguiar.Campias.
ALBERTO DA MATTA
OS. A'berto d? Milla, ronbecido guarda -
vroa no Rio de Janeiro sifTia moiio e ba tetopo
Jelinhando a ponto Je julgaram-.o perdido. To-
mando o grande antl sypillltuo 0 Eli ir M. Mo-
rato, ficou robusto e lorie caoaaodo e.:t*anheza
aoa seo? amigos. Escotemoe. o que '.le oix :
1 m. Sr. D. Carlos.Emmagreci hi lem O a e*la
pait", e ato p*og es-ivarr,eo:e a ponto de pare-
cer um verdad-iro eaqoeleo. Perdido appetite,
a alegra na ur I e o consol \ aobresablodo cem
pe um c. to tu .-o "-ta-. Caucel de tratar me por
adi aproveit.-. T mei por ul'.iuoo com mu.ir
re':omm"ndajo o famoso deoorstivo lodige'a
El rir M. Moralo, e com espanto meu e de meos
am.'Oi, res abeleci a saode depauperada t Boje
;omo com appetite, ainto forjas, coragem. ani-
mo e apudao para o qoe lo* uj..-'e-. E a -ypbi-
lis que eu lua, no entonto que 1010a auribuiam
a ouira molestias, devido a vi ;a sedentaria qoe
leobo de escnplo'io.
Pj 3)-i)m poia bomaiJade pala feltriJade
qoe pooe boje ueuf u r com o appsrecimeoto de
aoberano depurativo o Elixir M. Moralo. pr, pa
g do po.'D. C ros. U o j M.M-___(tm .1^ .lar.piro.
ALBERTINA E ALICB
Illm. S* D. CarlosVenho ebeia de gratida ,
delatar.Ine q e muha tilua Aloertioa, sotlrih
aioi o do ve'.tre, te.oo orna bola oa bar iga
Com n.uiias c es, e doren agudaa na perua es-
qoe da e as cosas. A mana tilba Altee, sof-
Ireu sempre desie ciiaojn, de mullos humores
por todo o corpo, lendo Oe vex em quando lo-
n.m jOes na garganta Foi Oeo qoe fez V.
Exc. oeacob-lr o saoio remedioE ixir M. Mo-
atoMifi qo-" miohas tiliua uearam deile e a.-
aram. M.8 tanto remedio que gasiei t na vi-
sita, e ao o t-abalbo cem a D-tica iodo I01 moa;
o nico qce curoo a ambas, que al me pareo
ailage de Dea", foi o Elixir M. Morato.Eu
aero sel como posaa ag adecr a V S. e asalto,
como c pejo a D.-cs q e ibe d nvmtos aonos
de vida e s.lt po ler adiado lio grande cousa
oomo o emediosant El.xir M. Mo'ato.-D.
Elisa de Sooza Co'.eiro. -. PeU'.o.
A REALIDAOE
Cinco aQC08 de tratamento a3sidoo de orna
oleera na perna, no tive reaul ajo algom ape-
xr do dispeodio exlraord'.aar... Tes etezes
.'e I ctamento tx^lualvaiiient pelo-E'ix M.
Moralopropaga-Jo por D. Carloa, den em resue
udo tarar. PoJe.0-0 ex raor.ioario o depu-
rativoE'ixir M. Morato. Jo.Aives Pacneco.
--S. Pa lo.
MGRPHE'A
1 Irr. Sr. D. Carloa.-Foi depoia de orna e an-
de coosiipsjao que ae me deseuvi Ive.-am iodos
03 rymptoroas cossa horrorosa ebfermiaadea
morpbi, e a spexar 00 rgimen diettico, e ser-
le tractamenlo que cbaervei, dssenvoiveram-se
cem tnateaa da mmba pa ip, to os oa sigoaes
oarai teri^iicoa.
J vo'ado ao aoiquilamento pela socie.'a le fot
que oriccipiel a tomar o aea preparadoElixir
M. Moralo e, cem qoano a p-iocipio seuiies
melboras ipenaa Untaaeoie, vidade que com
a ccosiaocia do nso me acbo coupleumeute cu-
rarte.
Foi sem crenja qoelancei nao dts'e mn^ica-
mpmo, po* ter tom do taota couza.iofud fera-
mente,' no en tanto que buje declaro recoobejo
qoe boje cora se a morpba, otra vez qoe se
nse doEiirir M. MoratoRendo p'eito o r.o-
menagpm ao pofe^osoe portentoso oiedi? me-
lo, oElixir M. M rato.E' tal o pooer aaies-
tsiico do loccropa'a el d-pora ivo oEl xir M.
Moraloqup, se ba milagrea, eile milagroso.
C-ela-me sempre. etc etc.Aatonio Angoetu
de Almeida.Rio Claro.
I O PR&M PFFA
Illir. S-. D. CB'k-a. San u a moiber mera- i I ir. Sr. D. Carlos.Teu. esta o fim fe par*
i a i' qoemdei oElixi- M. M r...cprop^g.nicj llrlpa'-ll eq- e esiaoO ha den- aonos scffreodo
por V. S., e -ela eatraobeta do fa-;to, t:-m dooslca ler ivel o.ole3iia a morpba, tome; tofos 03
denotes mais a faxero'o e cu." pumas melbo- remedios ccnbecidca tem proveito nenhem e-
qutl compU tamerne d'seo ojeado, por
ra.- ji, aprzar do ;ou.o lempo anda que o :u
'ooa o. Que imnorl.ntp, qup bom que o h,n-
xlr M. Mo ato I T bu co Na6cimtclo. Am-
paro.
PAI E FILKO
Sr. D. Caries.M-o Biho Jos, esta corrplu!a-
mente sao da grossepi*. de rcsio e d.a Riaacbaf
do corpp, que todo diziam eer morpba. e, foi
f com o OfO do seo rera'dio o Elixir M. Moro-
toque msodet vir .0 fel-.cto Estrella & ("., de
S. P.ulo. tua de S. Ben uroa coi cescoberia este aanto remeaio, const
derado ctmo o melbor dos dept rativoa. Locs-
lantlno de Abren e Silva.S. Roque.
CHAMA SE
Elixir M. Morato, propagado por D. Carlos, o
remedio qoe cora a cjorpna ; este poderoso re-
medio de. c le to agera e cemposto com veg> tai
qoe (em wti.de r-xcepcionaes. e as curas que
tem fwo e esta fazendo todofl os diaa provam o
seo i fe to ceno.
O Sr Cusicuio Moladinbo, diz que tomando o
Blixi' M. Mora'o propaga lo p r D Carlos, sa-
roo, esperangaa qoe nao unha m.ia or ter sido
desengaoauo pelos mdicos.
Toda a peasoa atacada desla terrivilmal, e
morpba, sara (O opletameote tomando o grauda
remedio ago*a descobeno o elixir aj. Moralo,
propagado por D. Carlos.
IHEMAT1SM0
Declaro ter-me corado radlealaieota de forii8-
sliuo iCeomallsmo com o oso por aiuom lempo
do novo .-eme lo de propauaoo per D. Carlos, enteodendo eo que o
r.-fe -too medicamei to, o melbor aod rbeuuaatico
qoe exicte oo o ocico remedio qoe cora rtiec-
matiaa.r. E'yaiario Ga'CSo de Axese 10.Cap-
va y.
CAMPOS OVOS
De Ci'ipos Noves, o S\ Ftlizardo A. Maitos,
con.moo'ca-noa que ua ti ulher que s a aparta-
ja ba em.os por roorpbeuca, fez codo groo e
rej-.et-to novo o Elixir M. Morato, 1 ropagado por
U. Carlos, e el a nao saioa, cimoaiabade
i\ tur sh fto (i,rtriilt .
O Sr Feliza d. A. d-- Mal os, 00 PipOr as cir-
roaooci-'S, npar.de se de cm< maneira exiraor
imana a Vtor co remeolo que Ibe malvn a
traite*.
Tea. feto prodigio detspsot.resta d-scobe"-
ta co Elixir M. Mo ato, sendo ealmente igao
e todo o af>ejo.
U Sr. Feli*aroo diz mais qoe Jep-. ti de sea n o-
Iber aara*, J& tres pm-oas daquelle logar tem
apreseouuo mu ta melboras de morpba com o
oso do mesmo Elixir M. Morato.
F. PAULO
F.z.a moita tempo que soffria re sypbili?, e de
auas cousequencia?, eoiaiut II iu.cutu eia d<
veras 81 no, po qoe alm oo stlfrimenio fo'am
eexpre impoteates iodos oa medicamentos que
usei.
Experimeotei o remedio novo indgena deso-
mina Carloa, em to feliz momeo'o qoe a. ho-me com-
pleameaie corado E' olgna dos malares en-
comios a detCoie'iaextrairdtca-ia desle med-
camello, o qoal opea tSo .fcazmeute qou as-
somnra os qoe stffreram e esiavam descoroja
dos '8 00
Paulo.
eu. Paulioo Neves daRohi. s.
NORMALISTA
ll.m. Sr. D. drlos.- Remeti beje a V. S. o
alies ado qu prometti enviar logo qce saraase
Depoi8 doa vidro que V. S. leve a bondade de
mandar me, roaniei comprar anda em S. Pao-
lo mais seis virtro. que tomei Ufando complea-
mente bom da ferila da perna e do eucoa-'ao dos
ps. Nao mande! o atle.-t.do logo poique que-
na esperar para ver bem como paesava e feliz-
mente poaso dixer a V. S. que estou compleU-
meote bom.
Hoj-- posao caljar bou oas, o que nao fazia ba
mu o lempo.
Por eonsciho meo, diversas pessoas n feito
uso desBe Elixir M. Moraio, teodo maito boa
-esoltado.
Agradece, pois.a V. S. epe;oa que me coote
en re oa eos ciados.
De V. S. riadoe obrlealoinionio Farrani,
prcfeisor publico, Casa Banca.
FERIDAS
L'sei com reraistsocia do remedio indgena i
nomnado Elixir M. Morato por D. Carloa qoe
me corou completamente d cinco feridas 0 svsa
ver-me
laoiado, e tr.otto em vida. G gas a P o i 1, ncia
tive oube imento doeo remedio de oome Eli-
xir M. Morao e maoop buscar, fiz uso, o
que inda eslou finodo, .cNanco-mecLmpIeta-
cteote sao.
Nao eei como posaa agradecer a *V. S. o bem
que fez a bueaoisde com este re medie, porm
creio que [re consolo em er; ;.r Dem alio'que o
remeaio que co*a 4 morpba, e qu- e.6 agora foJ
tearoberio, chamo-s Elixir M. Mora te, pro-
pasado por D. Carloa
Aceite os proiestoa e esi:m--. I) v. g. c*iado
e obriga-x, Emygdio Peseoa.- S. J-. 1 .
FORMALISTA
Illo. Sr. D. Carlos.Sabindo me em ema per
na urna ferida. fiz OfO de diverers remedios para
rural-B, po:m sem resoltado aiiutu, Tomoi de
poia Elixir M. Moralo, propagado por D. Carlos,
e fiquei completamente b m.
Use V. S. deste cerno Ibe cenvie'.De V. S.
criado e obrigrdo, Ad onio Ferraoi, professor
duolico.C^ta lirat fr.
CUBA CERTA
Declaro que desde que vim ,e M laga Hes-
pa,n..) tenno sifo vi..i,n a do rbeomatismo por
ama fo>ma extraordinaria, Qcando por vezes pre-
so o leito em um estad,, issoj,.,,,..
fratet-oie com dootores ?m Cam' ioaa e era
S. Paolo, estando tala cioadp, per urna vez,
dos mezes em boa ital pago com assiaten.e con-
ttouo nunca apnveiiaodo em bentfir:o apezar
do nerio t-a'sjiemo.
H je eftio sao deveras porm M onicamente
Ci tu aproveltar os cons^ltua que me deram de
tomar o grande depurativo Elixir M. Morato
propagado po* D. C tos. Cinc meies sem in-
lerropjao ntei este meoic-oeuto ap-oveilando
seriamente seus Leo.ti os eff ios. Use como
convier.Joao Moalijo de Albugoerque.Soro-
caba.
RHEUV'ATI=MO
. Todos os ai nos tu tO wvji oevemezes,
pola que tres mezes p. lo meno tm cada aono
era para eoier curo aeu n-rimo rb< omallamoe
nassar com as juntas i ti. badas a cunto de inoti-
lisar-me pjr etse tempo. U jt cevtdo ao reme-
dio iodig-na Elxi. M. Jlorat., propagado
por D- Car!os, e-iou perle o e vivo os coze
roe es de caa -un ,c.ma acudo de ler a prova.
R' ridenrp. a :. tii.j medlCiUieOlosa do^Ehar M.
Morato.Cesarlo Roarigixs de Mendoija.
BragaOja.
D. ESCOLSTICA
V00 fallar-lbe do Elixir M. M rato prop gado
por D. Carlos, 0 maravliboso, o iocomparavel, o
santo remedio que me den vida depois de todos
me desanlmare-n e darem-me como sem cura da
paraiysia ne orna pern?, groaseira em todo o
corpo, moitas dorea no veotre e irreg larldade.
O que eo aoff-i sa Deo8 o eabe, foi de mais,
era de mala, e deu pa-a r, n -ar meos prenles,
qoe todoe julga-am nao ler cora aa minba8 en-
fermidades.
O graode remedio chamado ExP M. Mralo
propagado por D. Carlos foi o qne mp dea vida,
foi o qu me corooD Escolas ica Mara Pr-
petoa.-Iodaisja.
MUITO GRAVE
Atte8to qoe8fff-i por nuoito lempo o as dorea
agudas no-ossus qu- conforme o tempo se loca-
liaavam aqoi e i-lli, tinba om adori ecimento co
pe e mao eiqoeroa qoe reu-iia a multo reme-
dios sem proveito e ama irrtgulandade na bar-
r ta que era urna cousa por deroais. Cem es-
tes soffrimeotts, com mullos remed o: qne te-
me! e com a idea que me 1 e-ato, de gorda qoe
Btmpre foi flquei magra qce era ama tristeza ;
e depois om fastto qoe me eofraqoec- o a ponto
de quasi ticar eotrevada. Atiesto mais qoe to-
mei o Elixir M. Morato preparado por D. Carlos
e qoa sare de tado, Qeando como estou de com-
pleta saode, forte e robos a.D. Leotor A.
Visir.S. Paolo.
KILAGRE
Urna terrivel moltat a Eypbilit ca. icniilison-
me para a familia, para os"amig''8 e para a fo-
ciedade. Bcffrer quctidiano, lastimoso o dis-
penuioso.
Traiei-mecotr moitos especialista da cipitat,
bz uso das aguas tbermaes, e mi ca obegou a
v. z de otilisar o trat-mnio que nao prodozio
o t(Jeito dea-jado. Os coo8-hos Iheram-ma
li'5 r mSo do remedio novo o Elixir M. Morato
pr. pagada por D. Carlos e com certo uso effe-
ctiv-. sarei.
E' verdadi menle roiracolo^o esta superior
depurativo esua accoanti .-yphi ira : ui que
causa espanto a quem como eu ch-gon ao ulti-
mo estado desta enfermidade. Paaoimest
resolvldoqoe a impoleorla de tod-s os ;' ura-
tivos para as molestias de impureza oo salgue,
cessa com presenja do soberano an1! syphill-
tico. o infallivel. o milagroso Elixir ftj. Morato.
s l-as oue ba moiio tempe nao baoia qoe cora-! Para bencfi-lo d'aqoellea qu precisarem, auto-
de. Abeocoado remedio o Blixir M. M, rale j riso a que publiquem esta.JoSo Domingues Pi
Marcolioo Gispar de Oliveira.Taobal. lar.Campo Largo.
ajf ajj
Todas as firmas cima achmna-s reeoahtcidas xia forma da lei gao
de pessoas muito conhecidas e consideradas
ELIXIR M. MORATOy soberano remedio para as molestias syvhililicas, e rheu-
maticas, acha-se approvado pela Inspectora de Hygiene Publica do Rrazil,
autorisad e licenciado pelo Governo federal, e elogiado pelas entidades me-
dicas scientificas.
Agentes e depositarios em Pernambuco:
A Companhia de Drogas Ra Mrquez de Olinda n. 24
!-
\


an
.
MUTILADO
1 ,'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUT1ZIK9M_HOKMWH INGEST_TIME 2014-05-19T18:52:13Z PACKAGE AA00011611_19792
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES