Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19789


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Full Text
AIVKo li
Sexla-feii'a 14 de Fevreiro de $9G
XIHEBO 39

i

PR0PEIBB&BB BE M&HEL FI69BXB0A B F&SIA & FILSQS
REDACTORES ANTONIO JWITRUVIO PIXTO RAXDEIRA E ACCIOLI DE VASCOIVCELLOS
Pf\RA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anuo adiantado
Numero avulso do mesmo da .
8&000
151000
30000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Majence Favre & C.*, residentes em Pars18 ru de
La Grange Bateiire
M.V.XOEL ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. -. 6J500
Por m anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avnlso de dias anteriores.
331000
91000
$200
Telegramas
P'open4 tica.
Quinde- Napoleao, tendo subjugado a Eti'O-
pa, coriquistou a Pennsula Ibrica, expellio io
c-ssidade da vida americana e prcurou res-
trinfir-ae s impjsigda feitas oe'o momento
em que serlc interesses do novo continen'e
ssavisc pa.wjis co mm
Rio de Janeiro, 12 de Fevreiro.
Em vista da lei votada pelo Con-
gresso relativa ao augmento de ven-
cimento-, devem passar por altera-
cao as admin;stracoes das estradas de
ferro Sul e Central'de Pernambuco.
Para aquella est nomeado director
effectivo o engenhciro Machado Bet-
tencourt, sendo exonerado o enge-
nherro Soares da interlnidade em que
estava desse cargo.
Confirma-se a nomeaco do en-
genheiro Campos para o logar de d -
rector das obras do Porto do Re-
cife.
Consta que ser nomeado lente
da Faculdade de Dire'-to dessa cap tal
o Dr. S Antunes.
Foram concedidos 6 mezes de
licenca ao bacharel Fernandes, enge-
nheirn da estrada de ferro Central do
Brazl.
Madrid, 12 de Fevreiro.
Reina agitaco no populacho contra
os Estados-Unidos.
Acredita-se que o presidente Cleve-
land propoi Hespanha e a indepen-
dencia de Cuba.
O consulado Americano acha-se
guardado pela polica, afim de preve-
nir a eventual.dada de algum desaca-
to, a que possam abalancar-se os ni-
mos excitados.
Rio de Janeiro. 13 de Fevreiro,
s G hore4vtM**4recebido na Estago
s 8 horas e 15 minutos, e entregue as 8
horas e 45 minutos da noite).
Na romaria era festa aos bravos que
succumbiram no combate da Armaco,
houve o triste incidente da aggresso
ao tenante de marinha Eduardo Me-
dosi, que com ostentado passeiava a
cavallo, trajado todo de branco.
As consequencias, todava, foram
pouco funestas.
O carnaval parece ser de inexce-
divel enthusiasmo.
O governo estuda os meios para
manter a ordem, sem perturbaco da
tranqulidade, nem coarctacao da li-
berdade.
No policiamento tomar parte o
exercito.
Eiiboa, 13 de Fevreiro.
A Cmara Municipal da capitai tra-
ta dj erigir um monumento comme-
mor tvo da campanha d'Africa por
mcio de subscripco popular, aberta
em Portugal e no Brazil.
Madrid, 13 de Fevreiro.
O commandante em chafe de Cuba
prohibi a imprensa de acompanhar o
movimento das operacoes, asseguran-
do que empregar forcas compactas,
homogneas, para prompta extermi-
nado da insurreicSo cubana.
circuraatanrias pan con'eguirera a sua inde
pendencia, ou por nao quererem submitter sa
ao jug) napolenico. plo espirito de nacioua-
lidude, quando viam a Hespanha conqustala,
sublevaram-se, e podrram permanecer sob a
direcgo ile um govvrno proprio ; 03 eu* la-
eos dt; ligscao com a roetropole achav.ro 8
necesariamente part lo?. O governo hespa
nhil tinha dsapparacido. e o que Ibe substi
lua,o rei Joseph, nao podia eslender a sua
acc&o at a America, em vi lude do- acontec'
mentos complicados que delisavam-se.
Napoleao, Jepo'.s de ter esmagaio a Penn-
sula, que le foi a mais tenaz a ternvel ref-
tese a, 8 pie dominar a subU^ao gerl
que nelia se declarou, com o auxilio das suas
elborM tropas, cora 03 veteranos do exercito
do ItleiiO ; e conseguio ai.jal, di-pois das mala
crueis e sanguinolentas lu tas, que Foram urna
verdadeira devastujo, irapor silencio reac-
cao invdticivel em que a raga Qespaabola re
vclou o seu carcter iodomavi-1.
Formada urna aova culligar,ao, quando as
anteriores j tinham sido venrud-is, leve elle
de evacuar a Hespanha. Uestib;lerila a or-
dem anteii.r com a qida de NapoleSo, a
Uespaoha tentou reduzr as novas nactaoali
lidades ao seu ant go oa.iino-
As divrsas oages da Eu-opa, que por
muito lempo luctarara contri a ruyjluc&o fran
Ct-za, e depois contra o imperador Napolea-,
que d-'lla uti'a saludo, formaram urna colliga-
gao sob o titulo de liga da Santa Alhanca,
que p'opunhi-se a par4Ur e continuar na re*
acco contra o espi lio revolucionario ainda
oao destr.iJo, queren lo por uma vet apagar
a chamma que tiriti-t por tantos anins abrasa-
do a Europa, e que anda produza graves aba-
les no aoigo edificio poltico, preveodo a hy
poniese de que podara anda do tolo arru-
nalo.
Com eff:ilo, as ideas revolucionarias tinhara-
se propagado extraordinariamente ; os po os
mal supportavam os governos existentes, e as
ex'geocias de reformas por toda a parle eram
feias. Assnu os governos alliaram se conira
OJ povos ; e 03 diversos estados da Santa-Al*
lianca propozeram-se & inlervir ^f^l^^t^-"'^Vfa"l
internas de c da um delles, e concorn r
Continuarse do Relatarlo sobre a ailmi-
nstracSo da Justina
Fernando Vil, levan'ou o throno d-> seu irmao ;estavam compromeltido3; e o principio, abran-
Joseph, imp ato aos H^spanrioes ; a3 colonias gendo as circumsla cas do ca^o e da situacSo
hespanholaa na America, ou aproveitanJo M|"erieaDa em relaCao Jao anl.go mundo,
poda ser verda airo e Ugico, e formar a base
do direito internacional das novas nacin 1
I,da las que surgiam e tioham de levaotar-se
do embrvo em que estavatn.
Era absolutamente contrario ao direito, que
o peso da Santa Al'ianga no intuito da abater
a inpulsao revolucionaria da epocha, caisse
sobre as fracas colouius que quizessern sacu
dir o jugo em que estavam, emancipndo-
se.
Que a H-spanha empregassa as suas forcas
para chamar obediar.cia a3 suas colonias,
creajes do seu esforco e do seu trabaUo,
nada de mais natural ou aimissvel; mas a
coiligagao de [Quilas nsces poderosas para
contul-as, como todas as outras em cguaes
cooii\5is, era um facto que dev.a desaflar o
uiais vivo protesto d* todos os am.rica-
nec
Os Estados-Unidos, nica potencia america-
na, que n'aquelle lempo como hoje podia in-
funlir algum t-.-mor ou res.eito, fez-se repre-
seolan'e d'este protesto,-declarando em ter-
mos solemnes e graves, e com a sereuidade
de quem, alm da Cnsciencia firma e inaba-
lavel do dirtiio, tem a digndade precisa para
manter a sua effelivdade : qoe todo acto de
oppressao por parte das potsnefas, na viia inti-
ma dos p .vos do novo continente e compressivo
das suas legitimas aspiraras, seria considerado
como uma verdadeira aggresso ao governo
dos Estados-Unidos.
As colonias hespanholas tornaram so inde-
peu lentes, cada uma por sua vez.
A doutrina de Monroe eovolvendo as mais
compl cadas qnes'es, aeve ser comprehendi-
da dentro dos seus naturaes limites.
O p-oprlo governo americano nunca dcu-lhe
o uiaior desenvolvanlo, ou generalisoua
de modo a excluir a existencia de dominio
terntoiial da Europa na America.
E ainda mais; quan lo a ilha de Cuba com-
mette os meics sobrehumanos esbreos para
sacud.r o dominio bespanhol, e sustenta uma
Inda heroica, cao obstante todas as suas sjra-
|;it ias pelo povo revolucionado, a qu -m pres-
ta udirectameote os seus auxilios para deter-
minar o desenlace favoravel do grande con-
DA 10 DE PEBS4MIC0
RECIFE, 11 DE FEVREIRO DE
1896
A doutrina de Monroe
1' um principio boje estabelecido, orna bao-
icira sustamada pela mi vigorosa de .....
JO.O0O.000 individuos que conslituem a popu-
lacho da grande repblica Norte-Americana, o
que Monroe um da Vraou, quando um geral
Bnvriraento dominava o novo continente,
nacasanbelavim ardentemente pela sua
depende mil
Adoutrna de II nrae, tioha sido iaiciada
fr lefferson, e os seos tragos yeem j deo
krir 81 em Washington, e manifestouse como
a grito vibrante da autonoma ameiican-i, na
gao especial em que achavam ge es povos
tieanos, un ja iodependnlei, outres
para debellar qoalquer revolujao qu; se de-
clarasse. Tal combinavao favoreca o dominio
colonial na America, e respeito das colonias
exi untes linha applicagao as dsposies do
tratado,quando se revoltassem para obierem
a sua emancipando poltica.
Semelhaote orientdgao na poli ica interna
c onal nao deixou naturalmente de ferir o es-
pirito da Repblica Norte Americana,a uoica
que neste tempo po lia fallar, em nome dos
inleresses dos povos deste cont nente.
Seria injusto que, quando qualquer colonia
americana ccasm ttesse todos os seus esforgos
para quebrar os lagos coloniaec, ti e3se que
luclar nao s contra a raspecliva me treple,
mis com as domis potencias allialas ; os
Estados Unidos previrum o caso, o golpe que
ameagava o futuro do oo*o continente. A lo
Blalrra, em Jesaccordo com as deliberagOes
das aesmas potencias contra as colon as j
sublevadas, procurava crear Ibes embaragos ;
e communicou-as ao embaixador ameiicaao
em Londres. Monroe, era emao presidente
do^Estados Unidos ; Jelferson establece que
o fado de que se tralava era um acto de ver-
dadeira h)8liltdade aos dirit03 dos Estados
Unidos ; que o facto da interveogo nos nego-
cios de interesse puramente americano, devia
ser considerado como un acto de aggresso ;
pois a *meri a nao poderia flc-ir condemjala
por este modo a uma existencia inteiramente
colonial.
Monroe que tinha Jeffersjn por mestre, 9
coj o qual servir como embaixador na Eu-
ropa, receben d'elle a formula eoni que era
expressoo senlimenlo da nagao ; e dep>is de
algumas hesltacOes, apresentou ao Coogresso
a celebre mensagem goralmente applaudida, e
que tanto ruido e impressao causou, tornando-
se como um fo midavel escu lo que se inter-
punba entre a Santa Allianga e o continente
americano.
A Inglaterra applaa lio a theoria de Monroe ;
contraruv.i sua poltica econmica que as
potencias colli^adas agisem para vencer a
revolia das colonias bespanholas, nao > listante
possuir ella tambem a'gumas possesses na
America.
Desejava antes que ellas se les -nvolvessero,
que o seu commercio flerescesse, pois assm
mais coovinha aos inleresses do mundo, e por
consequeacla aos seus, e para isto era preciso
que passassem & coodige* de nages indepen-
denles, deixanlo de serem uma faaenda da
Hespanha.
Pois foi costra esta theoria de Monroe, qoe
teve o seu apoo moral a talvet p .t ella fosse
suggestiooada, pois Ibe coovinha fazer firme-
za na America do Norte conira a poltica in-
ternacional da Europa, que a Inglaterra vero
actualmente cbocar-se.
Indagando os fundamentos historeos das
quaes resoltuu a mesma theoria, v se que ella
foi concrslisagao dos actoa que oce^rriam
n>me do principio lirmada por Monroe, fa-
zenda marcha os seus exercitos em.defeza
da independencia cubana.
De sbito surge a mensagem de Claveland
na quesio anglo-vem-zuelano, sem qu'nen-
hum conlliclo ou guerra exististe entre uma e -
outra nagao-
Comcqueo governo de Washington at'ribue-
se a competencia de arbitro em todas as ques-
toes americanas.
Eis porque esta mensagem cau-ou tanta seo-
sagao no mundo, e abalou a Eur pa que cada
vez mais ioleressa se em manter as suas co-
lonias, e os territorios que ainda pissui na
America.
A' tneoria de Monroj foi dada mais latitule
do que originariamente tiuha. E nunca d'ella
foi tirada as ultimas con equencias, ou fez-se
at hoje applicagao pretendida p-r Clave-
land.
(Continuaremos).
PABTE OPFIC1AL
Governo do litado de Per-
na nil>neo
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DA 12 DE FEVEREIBO DE 1896.
Antonio Gongalves Lima, sentenciado, pe-
dindo perdao.Ao Dr. juiz de direito do mu-
nicipio do Buique para Informar, e mandar
juntar es documentos me iciooados no Drelo
n. 2.566 arl. 2, de 2i de Margo de 1860.
Antonio Joaqun) de Santa Anna, sentencia
do, peuindo coinmutagao da pena. -Volte a>
juiz de lireito o municipio de Correles para
mandar juntar os documentos mencionados no
art. 2.* do Decreto n. 2.566 de 23 do Margo
de 1863.
Joo Carolino de es Cavalcaote, ex-capi-
lao do 2." batnlbio de inf otaria estadoal, pe-
diodo certidio Comprela oesla Secretaria,
afim d? receber a f da officlo.
Antonio Franesco de Magalh&e- e Silva,
requerendo a entrega de decumeotos. Sim,
mediante recibo.
= 12 =
Antonio Salus ioo de Lem s, alferes do 2.*
batalbao le infantera esta i' al. Deferido,
nos term s do officio desta d ta ao Dr. Secre-
tario da Fazeoda.
L'.ur.ngo Quedes Akoforado professor pu
blico, pediudo para ser considerado em dispo-
nibilidade. Estando publicada a reorganlsa-
gao do ensino pu tico primario, nao tem lugar
o qi.e requer.
Vi gilio Ovidio Pereira da Cobta, pediodo
dispensa do pagamento de laxa, para poder
matricular-se no Instituto Benjamn Constanl.
Sellada devidameole a petigao, volte que-
rendo.
o PORTEIRO,
C. Moraes.
=i0=
8ECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho do dia 13 de Fevreiro de
i8q6
Antonio Alves Barbosa de Aquioo.-Inde
fendo a vista do parecer do Engenheiro Fiscal.
A re Atas Mafra.
PORTKIRO

Annexo n. is
Projecto do Regiment do Superior Tri-
bunal de Justica do Estado de Per-
nambuco
TITULO I
DO TRIBUNAL
CAPITULO I
Da organisa Art. 1 O Superior Tribunal do Justica tem
sua sede na capital do Estado e se compoe de sete
juizes nomeados na forma da Constituico, sendo
um delles o presidente oleito por seus pares.
Art. 2* Egregio o trata ment quo compete
ao Tribunal nos papis e requerimentos, que lhe
forem dirigidos ; e Dezembargador o que pelos
estylos do f jro se d aos juizes do Superior Tri-
bunal=Dec. n. 25 de 30 de Novembro de 1889.
Art. 3- A eloico do presidente ser feita no
primeiro dia til depois das ferias do Natal, por
escrutinio secreto e maioria de votos : e as suas
funcg5os duraro por tres annosLei n. 15 art. 4-.
Art. 4' O presdante eleito ou reeleito far pe-
rante o Tribunal a promossa de bein cumprir os
seus deveres, lendo a formula estabelecida no art.
121 da Con3tituico e lavrando o Secretario o res-
pectivo termo, que ser assignado por todcs os
juizes, que comparecorem a sesso
Art. 5* O presidente ter assonto no topo da
mesa do Tribunal, devendo oceupar a primeira
cadeira, a diroita, o mais antigodos outros juizes,
e a esquerda o seu immediato, seguindo-se aquel-
lo os de numero impar, e a este os de numero par
na ordem da antigutdade entre si.
Art. 6 No impedimento ou faltando pre-
sidente servir o juiz mais antigo do Tribunal ; e
em gualdade de condicoes o mais velho em
idade :
Art 7- O Tribunal s poder funecionar com
a maioria de seus mombros ; e na falta de algum
por mais de 30 dias ou no caso de impedimento
para o julgamento de algum feito, sero chama-
dos pelo presidente :
1- Os juizes de direito mais antigos do muni-
cipio da capital.
2* Os dos municipios mais prximos.
Art. 8- Aos juieea de direito, quando substi-
3m por falta os juizes do Tribunal compete a
jnnsdico plena dos substituidos,i excepto si a
substituido se referir apenas ao julgamento de al-
gum feito ou nao houver numero para o respecti-
vo sjrteio ; e em todo caso sero chamados tantos
quautos forem necessarios
Art. 9- O Tribunal reunir-se-ha extraordina-
riamente sempre quo a conveniencia do servico
publico o exigir
Art. JO O juiz do Tribunal, que interinamen-
te exercer a presidencia por mais de duas sess5e.s
seguidas, passar os fetos ao seu immediato.
capitulo 11
Das atlribuicoes do Tribunal
Art. 11. Compete ao Superior Tribunal proces-
sar e julgar em uma s instancia :
1. Os crimes communs ce seus membros;
eso at a pronuncia inclusive es de responsabi-
lidade ; e os communs e de responsabilidade dos
juizes de direito Const: Est. art 49. e 77.
2- Os conflictos]de attribi;ico e jurisdi^o en-
tre osjuizes de direito do Estado, bem como en-
tre as autoridades existentes no municipio da ca-
pital.
3- A reforma de autos que se extraviarem
no Tribunal.
4- As habilaces em autos pendentes de
sua decisso. .
6 5- As reclamaces de antigutdade dos juizes
de direito.
8 6' As representares para remoco de jui-
zes de direito por conveniencia da justica.
7- As suspeiges postas aos juizes do Supe-
rior Tribunal, juizes de direito da capital e escri-
ves que servem perante o mesmo Tribnnal.
8 8- As prorogaces at seis mezes do praso
dentro do qual, a requerimento do inventarame,
deve ser iniciado o inventario, havendo orphos
ou pessoas a elles equiparadas.
9- Conceder ordens de habeas-corpus ou a
soltura nos casos e pela forma estabelesida na le-
ffislaco em vigor. "
Art, 12. Compete-llie julgar em segunda e ul-
tima instancia :
i- As appellaces das sentengas proferidas
em primeira instancia no crime pelos juizes de
direito pelo questor e pelo Jury.
2- As appellaQes das sentencas proferidas
em primeira instancia pelosjuizes de direito em
causas civeis do valor superior a tresentos mil
ris ; e qualqner que seja o seu valor, as em que
forem interessados orphos, interdictos, auzentes e
a Fazenda do Estado e do municipio, inclusive os
inventarios.
3- Os recursos ordinarios interpostos das de-
cises proferidas pelos juizss de direito e pelo
questor em processo criminal.
4-Os aggravoso cartas testemunhaveis in-
terpostos dos mesmos juizes de direito
5- Os recursos interpostos dos despachos do
presidente do jury, da junta de reviso dos jura,
dos, as reclamaces e outros recursos especiaos
quer crimes quer civeis previstos as leis-
6 As appellaces dos juizes arbitros, si assim
convenoionarem as partes.
Art. 13. Compete mais ao Superior Tribunal:
1. Censurar e advertir nos accordos os ju-
2M inferiores e multal-os, conforme as disposices
vigentes. .. ., .
2. Advirtir os advgados e solicitadores,
multal-os as taxas legaes, suspendel-os do exer-
cicio de suas funcece at 30 das-
3." Remetter ao procurador geral as provas
que sirvo para fundamentar a denuncia, quando
nos autos e papis, de que vier a conhecer desco-
brir crime de responsabilidade, ou commum em
que tenha logar a aeco official.
i 4." Conceder proviso para advogar nos mu-
nicipios, onde nao houver mais de dois advogados
formados, o para solicitar no foro de qualquer mu-
nicipio, a quem se mostrar habilitado para o exer-
cicio da prollsso em exame perante o mesmo tri-
bunal.
5.' Rever annualmente a lista da antigut-
dade dos juizes de Direito e fazel-a publicar no
jornal official.
6/ Organisar e remetter ao governador, sem-
pre que for preciso a lista da antiguidade dos jui-
zes de Drreito, bem como di-s Bachareis e Douto-
res habilitados para dito cargo.
7." Tomar assento sobre a intelligencia das
leis processuaes e criminaespara servirem de nor-
ma a jurisprudencia.
Art. 14. Nos casos dos 1." e G do art. 11
o julgamento admittir o recurso de embargos.
Art. 15 O processo para remoco dos Juizes
de Direito ter a mesma forma do de responsabi-
lidadeLei n 15 art. 32.
Art. 16. Sempre que chegarao conhecimento
do tribunal achar-se algum juiz vitalicio imposi-
bilitado por informidade physica ou mora', do
continuar a exercer as funeces de seu cargo, ou-
vido o procurador geral, o far inspeccionar por
uma junta medica de sua escolha.
Art. 17. Veriticada a impossibilidade ser pro-
posta pelo Tribnnal ao governador a aposentado-
ra do referido Juiz, se a ella tiver direito, sendo
elle no caso negativo posto em disponibilidade.
GiPlTULO III
Das attribuices do Presidente
Art. 18. Ao presidente do Superior Tribunal
compete:
1.* Receber dos juizes eescrives do Tribunal,
dos empregados da respectiva secretaria e juizes
de direito do Estado a promessa do bem cumprirom
os seus deveres, sendo por eiles lida a formula es-
tabelecido no art. 124 da Const. do Estado.
2." Nomear osamanuenses, os continuos, o*
oflciaes de justiga e b porteiro do tribunal Lei n.*
15 art. 57.
3.' Nomear quem substitua interinamente
o secretario e mais empregados nos casos de falta
ou impedimento por mais de 15 das.
1.* Inspeccionar o servico da secretaria, dan-
do para elle as instrucQes necessarias, rubricando
os livros, assignando todo o exped ente de ordenso
correspondencia offic al a seu cergo e impoodo pe-
nas disciplinares aos empregados que se acharen
em falta ou omisso.
5. D.rigir os trabalhos do tribunal, presidir
as sesses e conferencias, propor aflnal as questes
o apurar o vencido.
G. Manter a ordem das sesses empregando
todos os meios suasorios, podendo mandar retirar
os assistentes que as pertubem, prender os desobe-
dientes elavrar o competente auto para seiem pro-
cessados.
7. Nao consentir que pessoas estranhas ve-
nham a sala dos despachos e conferencias do tri-
bunal, a nao serem chamadasOrd. Liv 1.* tit.
l." 15
8.a Distribuiros feitos pelos juizes do tribu-
nal e proferir os despachos de expediente, que nao
forem da competencia do relator.
9. Conceder at 30 dias de lieenca, com ou
sem ordenado, aos juizes e empregados do tribunal,
aos juizes de direito e demais funecionariosdejusti-
ca do Estado, nao podendo renoval-a seno depois
de um anno da ultma concesso o participando
logo ao Governador.
10 Expedir em seu nome e com sua assigna-
tura as ordens que nao dependerom de accordo
ou nao forem da privativa competencia dos juizes
relatores.
11. Receber e dar a conveniente direceo as
queixas, denuncias, provas collegidas e documen-
tos apresentados contra os funecionarios que sao
processados ejulgados pelo tribunal, concedondo-
lhes fianza provisoria ou definitiva si o requererem.
12.' Assig.iar as rogatorias dirigidas as Justi-
nas dos Estados ou estrangeiras: os accordos con
os juizes dos feitos; e com o relator as caitas do
sentenca, designando o que dovo assignal-as pelo
relator em falta deste.
13. Ministrarlpara nstrucQo dos recursos de
graca os documentos necessarios, quando os re-
corrontes, por sua pobresa, nao os tenha podido
juntar as suas petices, ou nao sejo encontrados
no cartorio do jury.
14. Informar as petices de reviso dos pro-
cessos criminaos, instruindo-os com os documen-
tos e esclarecimentos necessarios, na conformida-
de do disposto no art. 74 da Lei de 20 de Novem-
bro de 1894 e do art. 101 do Regiment do Supe-
rior tribunal Federal.
15. Justificar ou nao a falta do compereci-
ment dos juizes e secretario do tribunal.
1G- Multar os Juizes de Direito que, sem li-
cen^a, sahirem do territorio de sua jurisdiccSo,
tendo conhecimento do facto por participaco offi-
cial do governador ou por qualquer representaco
e ouvindo-os previamenteDec n. 4824,art. 85,
Reg. de 2 5 de' Janeiro de 93, art. 31.
8 17. ImpQr penas disciplinares aos emprega-
dos da secretaria e aos esenves, que faltaren! ao
cumprimento de seus deveres
18. Conhecer da exigencia ou percepeo do
custas ou emolumentos indevidos, nos termos do
respectivo Regiment
19. Rubricar gratuitamente todos os livros
necessarios prra a secretaria e cartorios do tribu-
nal.
2\ Convocar'sesses especiaes e extraordi-
narsas, sompre que o servico publico o exigir.
21. Alterar somonte a pedido o por accordo-
dos Juizes de Direito, ou em virtude de reclamago
fundamentada do procurador geral, a designa cao
d'aquelle que deve servir em cada districto.
22. Mandar proceder a matricula e preparar
a reviso animal da antiguidade dos Juizes de Di-
reito.
V
1
I

-V



tttart^*-Pe*ttttmhiieo-~ Seste-felaca-1-4 de Fevereiro de i*OG
5
I

-

23. Remetter annual-mento ao governadur at
o ultimo de Fevereiro um relatorio eircumstanciado
sobre a adrninistracfto da justica, acompanhudo
de um mappa geral des trabalhos judiciarios de
lod s os municipios e dos da 06 npotoncia d tri-
bunal.
24 Proseguir, dopais do resolvido pelo Con-
gresso a aceusacao do Governador erebeber o De-
creto da aceusacao, nos termos ulteriores da for-
inacao da culpa e julgamono
25 Sortear para esse fin, de ontre os 46 ju-
zcs inais graduados e quo estiverem no oxerccio
de suas funeces pelo menos um mez antes da de-
cretacao da aceusacao, um tribunal composto de
20 membros: o presidil-o Conet art. 09, Lu n
'148 de 24 do Julho do 1895.
20 Dar licenca a s juizes, esenvaes, seus
ascendenies, descedentes, irmaos, cunhados e so-
brinhos para so casaiem, nos casos o cora as for-
malidades do Decreto n. 181 de 24 do Janeiro do
1890.
CAPITULO IV
Das attribuicoes do Procurad r geral
Act. 19 Ao Procurador goral do Estado com
v'Ote; .. ,
1. Qfflcar parante o Superior tribunal en
sodas as causas crimes affectas ao onhecimento
deste, inclusive habeas-corpus e iancas, afim do
allegar e requerer o quo for a bem da justica
| 2- Ser envido as causas civeis que subirem
ao mesmo Tribunal o om que forera intoressada
a Fazenda do Estado ou do municipio e naquel .as
. em que algumas das partos se representaren! por
. curador.
3- Denunciar e promover a aceusacao dos
empregados pblicos que liverem de resp rader
peranto o Superior Tribunal por crime de res-
ponsabdidade ou coinmuns em que tenha lugar a
aeco official.
4- Promover a execucao dos mandados e
sentencas condomnalorias da Tribunal nos crimes
em que tenha lugar a accao publica e o anda-
. ment dos processos crimes em que deva ser ou-
vido. .
5'Requerer a priso dos criminosos, visitar
asoaaeias e penitenciarias, azylos de orphos,
mendigos o aleados, para requerer por elles o
que for a bem da justica. .
6- Requisitar dus juizes de districto, do
questor ou dos subquestores as diligencias neces-
sar.as a indagaco dos crimes e descobrimento
. dos delinquentes.
7- Fuoocionar perante o Superior Tribuna
as prorogaces do praso para inventario o era
todas as causas em que ferem interessados or-
phos, auzentos e a Fazenda do Estado ou muni-
cipio, as romoces de tutores e curadores, divor-
cio, nullidade e impedimento de casamento e as
de perdas e dainos contra juizes e empregados de
justica. .
8- Dar nstruccSes aos agentes do Mu s.eno
publico, que lhe sao subordinados, sobre objectos
do servico publico de sua competencia.
9- Mandar dennunciar pelos promotores p-
blicos dos crimes e contravences de sua compe-
tencia, que lhe constar houverem sido commetti-
dos.
10. Suscitar conflictos de jurisdicao o attri-
buicao que tenham de ser decididos pelo Tribunal
e ol'ficiar nos que nao houver suscitado.
11. Remetter animalmente ao governador
am relatorio minuncioso do novimonto o dos tra-
balhos do Ministerio publico em todo o Estado
dufai.te o auno anterior indicando as duvidas e
difBculdades encontradas na execucao das leis e
os meios mais convenientes de removel-as.
12. Inspeccionar es cartorios dos labelliaes
de notas, registro do hypothecas o deposito publi-
co, e mandar promover a responsabilidade dos
respectivos func.cionarios pelas faltas e erros de
officio que houverem commettido, quando da
omissao ou erro resultar prejuizo publico ou parti-
cular.
13. Rjquorerao Superior Tribunal habeas,
eorpus em favor do nacional ou estrangeiro que
esiver soffrendo prisao ou constrangimento ille-
14. Impetrar ao Governador graca em favor
de corrdemnados quando a condemnacao tiver
resultado de falsa prova verificada postenor-
i mente. ., .
15. Exorcer, alora destas, as attribuicoes
que olas leis antigs pertenciam ao procurador
da soberana e fazenda nacional, que nao sojam
contrarias ao novo rgimen,
Art- 20. O procurador goral do Estado, tem a
aroma:categora e foro dos juizes do Superior
Tribunal, deve sentar-so ao lado do mais moder-
no e usar da mesma beca ; e para suas faltas e
impedimentos ter um substituto nomeado pelo
Governador, ou ad hoc pelo juiz relator do feto.
Art 21. Officiarpor eBcripto om todos os
casos expressos na le, ou quando o requerer e o
Tribunal assim o resolver, podendo nos outros
-. casos dar o seu parecer ou fazer as requisitos
oralmente. ,. .
Art. 22. Pode tomar parte as discussoes de
todos osassumptos submettidos ao conhecimen-
io do Tribunal, nao votando, porm, em caso al-
rt 23. .Nosjulgamentos, a que assistir, po-
der fazer abaixo das signaturas dos juizes a
seguinte declaraco Fui presente e expressa
sal opinio ou requisicao, rubricando sua decla-
raco. .
Art. 24. Nao funecionara perante juiz, que lor
seu ascendente ou descendente, irmao, cunhado,
tio os primo, sobrinho, sogro ou genro, padrasto
- ou anteado ; e lhe vedado o exerc:cio da advo-
cada. ,
(Continaa )
He^iilameiito i Uonte-Pte do emprea-
dos do Estado de Peruambuco.
CAPITULO i.
DO MONTE-PIO
Art. i." O Monte Pi dos empregados do Estado
de Pernambuco tem por fim amparar o futuro das fa-
milias dos mesmos empregados quando estes fallece-
rem. ...
Art. 2. Formo o fundo desta mstituicao :
i." Contribuicoes mensaes ejoias
2 Emolumentos devidos por ttulos e certidoes
expedidos pelos repartieses estadoaes.
3. Importancias que forem descontadas dos ven-
cirnentos dos empregados por motivo de faltas, h-
cencas, substitu^es, molestias e outro qualquer ;
contanto que essas importancias nao tenham de re-
verter em favor de seus substitutos, nos casos esca-
belecidos em lei ou regulamento.
4. Producto de loteras que lhe for consignado.
5.' i o % sobre a importancia das multas e ap-
prehensoes fiscaes, menos na parte que pertencer ao
Estado.
6." Penses extinctas.
j. Ditas prescriptas.
8.* Ditas nao applicadas por falta de quem a el-
las tenham dreto.
9/ Legadas, doaces, subscripces e quaesquer
beneficios promovidos ou feitos pelos poderes pbli-
cos, pelos interessados ou por estranhos.
ID. Juros do capitil assim constituido.
Art. 3 Sao ob, igaJoi a contribuir para o mon-
te-pio os empregados activo; e inactivos que psree-
bo ordenado, sold mensal on penso.
Art 4.0 E' licito contribuir ou nao aquello em-
preado que j pertencer ao Monte-Pio Geral ou .ti-
ver seguro de vida.
Art. 5.0 Os serventuarios de Justica, do Estado
podero fazer parte do Monte-Po, urna vez que o re-
queiro.
Art. 6.' Sao excluidos e nao podem fazer parto
do Monte-Po
i. Os que nao sondo fuaccionarios effectivos,
servirom interina ou provisoriamente emprego ou
commisso ad tempus.
2 Os serventes, operarios e quaosquer jornalei-
ros das repart c5es e pracas do prct.
CAPITULO 2.'
DO EXPEDIENTE
Art. 7.' O Monte-Pio fica sob a jur siico do Di-
rector Geral do Tliesouro, e, em sua falta do Sub-
Director da Contabilidade.
As questes que nao poderem ser resolvidas
pelo Director Geral, principalmente nos casos dos
arts. 23 | 4 e 524, 25 e 26 ou as resolvidas por
elle que sejo contrarias s disposiedes d'este" regula-
mento; sera julgadas pelo Secretario da Fazenda, a
quem cumpete a direceo e a scalisaQao suprema.
Art. 8.* Compete ao Director Geral.
i." Determinar a inscripeo dos contribuintes e
de suas familias com as respectivas alterafoes de
conformidade com os arts 12 a 18.
2.- Examinar as contas.
3.0 Autorisar as despezas e as penso.s e fiscali-
sar a distrbuico dellas as condicos dos arts 17,
18, 27, 39 e 40. ,
4 Solver as duvidas relativas ncorporaco, ha-
bilitaco ou exclusao de pensionista nos termos dos
4 e 5 dos arts. 23, 24, 25 e 26.
5." Expedir ordens e adoptar medidas convenien-
tes ao servico.
Art. 9. O Sab Director da Contabilidadc organi-
sar um balanco de Julho a Junho, explicativo e
acompanhado de estatistica e o enviar ao Director
Geral.
Este, com esses dados, apresentara ao Secretario
da Fazenda at Outubro um balauco geral que ser
logo publicado.
Art. 10. A lquidacao das contas far-se semes-
tralmente em Janeiro e Julho
Considero-se applicadas as rendas, soja qual for
a procedencia, conforme o art. 2 desde sua entrada
emcaixa vencendo, como todo capital, o juro que
paga o Estado por suas apolices se o Governo quizer
lancar mo d'elle ; e no caso contrario far converter
em apolices do Estado ou da Uniao, semestralmente,
conformo for competentemente resolvido.
Art n. AS attribuicoes dadas por este regula-
mento e todo expedente do Moate-Pio sao onus do
empregado, sem preju zo do servico publico. O tra-
balho pode ser revesado pelos empregados, com os
quaes for compativel.
CAPITULO 3.
DA CONTRIBUICO
Art. 12 Os contribuintes concorrero mensal-
mente com a importancia de um dia de seu ordenado,
penso ou sold Os do art. 3- mediante descont
feito em f.dha, no pagamento de seus vencirnentos e
os dos arts. 5, 17 e 19 por meio de guia dos 5 pri-
meiros das de cada mez.
1." A contnbuico ser relativa ao ordenado,
penso ou sold integral ou a 2/3 da lotacao
2." Considera-se ordenado para 03 effeitos do
presente regulamento a parte dos vencirnentos que o
empregado tiver dire>to a perceber quando aposenta-
do, nao poclendo exceder em caso algum de........
5:ooo$ooo.
3 Os actuaes, quer activos quer aposentados
ou reformados que tiverem a faculdade concedida no
art. 4- devem fazer suas declaracoes dentro do prazo
determinado no art. 20.
8 4.0 Os que vierern a ser nomeaoos effectivos
o os effectivos que vierem a ser aposentados, s do
2- mez em diante soffrerao o descont para a contn-
buico ; attendendo-se aos onus que reduzem a me-
nos de urna quinta parte os vencirnentos do i* mez.
Aos que forem aposentados descontar se- no I
mez a contnbuico d'este e do Io. Nao haver po-
rem, o adiamento do descont, se a aposentadora ou
reforma tiver sido com todos os vencirnentos.
5.- A promoco ou o accesso nao se considera
nomeaco para os effeitos da 1.' parte do anterior.
6.a Para o des onto de umdia que aonstituea
contrib lico mensal, nao influem absolutameute as
faltas de comparecimonto ; e ser descontado um dia
em cada mez, ainda que o empregado nao tenha com-
parecido urna s vez, por effeito de licenca ou sem
ella.
Art. 13. As quantias assim deduzdas sero es-
cripturdas no Thesuuro em livro especial sob o titu-
lo Contnbuico para o Monte Pi dos Empregados
do Estado.
Art. 14. Alm da mensalidade correspondente a
um dia de ordenado, os contribuintes concorrero
nos 12 primeiros mezes com a importancia de 1 a 5
das em cada mez, a titulo de joia, da forma se-
guinte :
At 3O annos de idade.
40
50 .
60 ...
70
Esta joia ser objec.to de nota especial no livro
respectivo para os effeitos constautes dos arts. 33 39
e 40.
i. E' licito adeantar a importancia da joia, pa-
gando-a de urna S vez^ou em duas,tres,quatro presta-
ces ; mediante requerimento ao Secretario da Fazen-
da que poder conceder ou nao em face das informa
5es que possa consegnir.
Art. 15. O empregado que obtiver augmento
de ordenado proveniente de refoima das tabellas de
vencirnentos ou de accesso no emprego, embora te-
nha pago a joia da inscripgo, adeantar nos termos
do art. 14 l 12 prestaoes, sem prejuizo da contn-
buico mensal a que obrigado ; mas esse adeanta-
mento limitar-se-ha differenca entre a contribuido
correspondente ao ordenado superior e as 12 presta-
des anteriormente feitas.
Art. 16. O que for aposentado com ordenado in-
ferior ao que percebia, poder continuar a pagar a
a mesma contnbuico, para deixar a sua familia pen-
so mais vantajosa.
i." Limitando a contnbuico ao ordenado in-
ferior, a penso da familia ser na proporco d'este,
seia qual for a importancia com que tenha concorndo
durante o exercicio do emprego.
Art. 17. Quando o <:ontribuiente, depois de 5
annos de'exercicio, for privado do emprego por sen-
teacaou demisso, poder continuar a concorrer com
a quota como d'antes, afim de que, por sua motte, a
familia tesha a penso correspondente ; mas se aquel-
le prazo nao estiver vencido, ser-lhe-ho restituidas
as contribuicoes e prestaces da joia j percebidas
pelos cofres pblicos.
Se entretanto vier mais tarde a oceupar o-mesmo
ou outro emprego se lhe contar o tempo do exerci-
cio anterior para complemento do do sobre-dito
1 dia
2 das
3
4 *
5
prazo de 5 anuos, desde que reverto para os cofres
pblicos, de urna s vez,as uoatribuices e prestec5es
restituidas na forma cima.
Art. 18. Aquello que tiver de cumprir sentenca
por motivo estranho ao emprego, assim como o que
for suspenso por falta de exaeco, abuso de autorida-
de, prevaricaco ou concusso e nao puder durante
a pena concorrer com a quota, vqltando ao emprego
indemnisar o Monte-Pio por prestaces mensaes
correspondentes ao tempo di interrupeo do servico.
!. Si fallecer antes do satisfeita toda ou parte
da importancia das contribuicoes atrazadas, ser esta
descontada, na mesma proporco, de cada penso
mensal.
2.- Si fallecer, antes de v ltur ao emprego, sua
familia entrar m goso da penso que lhe competir
em relaQo contnbuico realisada ; mas com o des-
cont de um dia, em /-ada mez, durante tanto tempo
quanto tenha sido o da falta da contnbuico devida
por elle.
3.' As disposicoes d'este artigo sao applicaveis
tambem aos empregados que obtiverem licenga sem
vencirnentos.
Art. I9. O empregado que se demittir volun-
tariamente, assim como os contribuintes a que se re-
ferem os artigos 5 e 17. nao pagando sua mensalida-
de nos primeiros 5 dias do mez. podem fazel-o nos 30
dias contados d'estes a 5 do mez seguinte, contanto
que duplique a respectiva importancia ; perdendo o
direito, quando assim nao proceda, passados dois
mezes, em qualqner tempo e por qualquer modo, s
quantias com que houver contribuido e cessando por
conseguinte o direito de sua familia pen-o.
Art. 20. Aquelles quo estiverem comprehendi-
dos na hypothese do art. 4, devem communicar sua
deliberacq ao Thesouro dentro do prazo de 30 dias,
contados da publ cacao d'este regulamento ; juntan-
do documento comprobatorio.
i." A falta desta declaraco, pela forma cima
indicada, importa annuencia contribuco que deve
logo comecar a s
vel qualquer allegacao. Pode, entretanto ubter novo
prazo para juntar documento declaraco, contnto
que nao exceda de o dias.
Art. 21 Em regra, a mensalidade s devida
pelo contribuinte que pagar durante toda vida, com
a interrupeo, somente psrmitfida pelos arts 17 e 18.
nico. Contina a ser paga pelos pensionistas
nos casos previstos nos arts. 17 e 18.
No caso]em que a penso tenha de ser destribuida
pela viuva o filhos, a mensalidade ser descontada
someute na penso da viuva.
CAPTULO 4.
DA INSCRIP5XO
Art. 22.'Em cada folha impar do livro de que
trata o art. 13 haver o nome de um constituinte.
Na linha seguinte declaraco de idade e de joia que
tem de pagar assim como a forma de descontal-a e o
quantum de mensalidade.
A folha par fronteira aquella, ser dividida em
duas partes destinadas a i.' s oceurrencias relati-
vas ao contribuinte, a 2.' inscripeo do pessoal que
constituir sua familia para os effeitos do Monte-Pio,
e a- alteraces que na mesma se forem dando.
Art 23. No decurso do 1 mez de contnbuico
deve cada empregado ou contribuinte do art. 5 en-
tregar no Thesouro do Estado uma declaraco que
ser de seu proprio punho, em folha de papel almas-
so inteira, sem emendas nem entrelinhas nem resal-
vas nem cousa alguma qua duvida faca, assignada pelo
contribuinte em presenca do Thesoureiro que a ru-
bricar ; e testemunhada por dous empregados de
cathegoria igual ou superior do declarante, con-
tendo :
I.- A data de seu nascimento.
2. O oome da esposa em primaras ou segundas
nupcias, epocha e lugar da celebraco do casa-
mento.
3.- O nome de seus filhos e filhas legitimas ou
legitimados, segundo a legislaco vigente, com as
datas e indicaco do nascimento e baptismo de cada
um ; especificando os legtimos e os legitimados.
4. O nome das filhas viuvas e dos finados ma-
ridos com a data do bito.
5. O nome dos paes do contribuinte,. o lugar de
sua residencia e suas condicoes de validez e de sub-
sistencia
6. Os nomes de suas irms solteiras e irms
menores fazendo a respeto d'ellas as mesmas decla-
racoes exigidas para os filhos,,
7.- O nome dos filhos maiores e assim dos ir-
rnos, como elles, interdictos ou impossibilitados de
se majcrem.
F. Fica entendido que o contribuinte que ti-
ver esposa e filhos ou filhas (art 29 1.) nao far a
inscripeo de outros parentes seno quando venha a
perder aque'les.
O que nao tiver esposa nem filhos ou filaas or-
phos pode Umitar-se a declarar o nome dos pais,
sem exclusao de me que nao tenha sido casada.
E assim por diante, respeitada a grada ;o esta-
belecida e tendo-se em attenco as disposices do
art. 29.
8 2.' O contribuinte communicara, do mesmo
modo e para o mesmo- fim, as concurrencias ou alte-
races que se derera no pesssoal de sua familia que
tiver sido inscripto, como cima, com direito pen-
so, isto : seu asamento se houver se ins-
cripto como solteiro ; nascimento, consorcio, eman-
cipaco, terdieco e bito dos filhos e filhas ; bito
da esposa, das irms e casamento e viuvez de urnas
e outras ; e a interdieco dos filhos.
Estas declaracoes referir-se-ho smente s pes-
soas inscriptas na conformidade do 1. deste artigo.
3 .' As alteraces que occorrerem na ^familia
do contribuinte quando este se ache as condicoes
dos arts. 5 e 17 sero declaradas de conform dade
com o 1. ; mas em vez de testemunhada a assigna-
tura por empregados da repartico, sel-o- em carto
rio, por pessoas doeas, quando nao possa ser por
parentes do contribuinte, nao contemplados na decla-
raco ; e reconhecidas os firmas por tabelllo.
4. Todas as declaraces, depois de rubricadas
pelo thesoureiro, sero entregues aoSub-Director da
contabilidade qne rubricando-as tambem, as far re-
gistrar ; para serem archivadas na thesouraria da
repartico, com o numero de ordem, escripto exte-
riormente no alto da folna, pelo empregado a quem
couber esse servico ; o qual assignar cora a data do
archivamento.
8 5. As declaracoes feitas pelo contribuinte e
inscriptas no livre da contribuco, nos termos indica-
dos neste art. nao excluem aeco dos parentes que
observada a gradaco estabelecida, se considerarem
prejudicados ; nao sendo, nes e caso, paga a penso
seno depois de solvida a duvida : mas, recebendo-a
quem a ella tiver direito sem prejuizo do tempo de-
corrido.
Art. 24. Todas as declaracoes inscriptas no livro
da contribuico para o Monte-Pio, teem por fim evi-
tar que as familias soffro os embaracos a que fico
sujeitas, para habilitar-se a perceber logo a penso
devida por morte do contribuinte, ficando deste
modo aptas a entrar no goso da penso, indepen-
dentemente de mais provas, as pessoas qne a ella ti-
verem direito guardadas as disposicoes do art. 29.
Quando. taes declaracoes nao tenham sido feitas
de conformidade com o art. anterior, por morte do
contribuinte, sua familia ter de habilitar-se como
exige o decreto n. 3607 de 10 de Fevereiro de _i 886,
para entrar no goso de penso.
Art 25. Quer em vida do empregado quer por
seu fallecimento o Thesouro poder fiscalisar a vec-
dade da inscripeo, se constar que houve declaraco
indebita, ou omissao de declaracoes itevidas ou decla-
racoes occorridas ; e bem assim se constar que houve
casamento do empregado posteriormente poca em
que elle podara fazer declarares ou na hora extrema
ou que a viuva ficou grvida (art 29 1 n 1)
Art 26. A legitimacao dos filhos deve ser con-
venientemente provada.
Quanto aos casamentos e existencia das irms
que nao viviam em companha do contribuinte, pde-
se exigir, alm de quasquer pravas, documento com-
probatorio fornecido p^lo Registro Civil ou pelo Juizo
dos casamentos.
CAPITULO 5/
DA PENSO
Art. 27. A familia, pela morte do contribuinte,
tem direito a uma penso correspondente metade
do ordenado do qual tenhaosido descontadas as msn-
salidades e joia, guardadas as preferencias estable-
cidas no art. 29, salvas as excepces do art. 18.
Art. 28. Logo que fallecer o contribuinte, sua
fam lia tem direito a perceber a penso immediata-
mente (art. 34) seu esforco de provas (art. 2l) S-ilvas
as disposicoes do 5. do art. 23, 2.a parte do art.
24, 25, e 26 ; pelo que, feita a verificaco escrupulo-
sa a respeto, dentro do mez do fallecment o, siado
depender de aeco ventilada ou a v titilar do foro civil
sero extrahdos os ttulos para serem entregues a
quem de direito, cobrando-se de cada um a impor-
tancia fixa de 1 Sooo quo ser descontada, em favor
da Caixa do Monte-Pio, de cada p nso ou parte da
penso no 1 mez em que esta for abonada ; e mais
1 *[> da penso durante o anno, deduzidos na oc-
casio do pagamento.
Art 29. Entende-se por familia do contribuinte,
para ter jus penso a que houver sido inscripta
com as declaracoes por elle feitas, segundo as dispo-
sicoes do art. 23 tendo preferencia na ordem em que
vai declarada, e exclundo quaesquer outros paren-
tes :
1 A viuva, seno estava divorciada e viva
em familia ; os filhos menores de 2i annos se j nao
estiverem emancipados por qualquer dos meios legaes
e as filhas solteiras ou viuvas que vivio na compa-
nha do empregado, ou lora d'ella com o nsce sario
consentimento, legtimos ou legitimados, segundo a
legislaco vigente ; sendo metade da penso para a
viuva e a outra metade repartidamente para os fi-
lhos e filhas aqui indicados
1.. No caso de ter ficado grvida a viuva na epo-
cha do fallecimento do contribuinte ( rt. 25) far-se-
a diviso da penso contando com o filho postbumo,
cuja quota ser entregue a ella, emquanto o contra-
rio nao for determinado pelo juizo de orp.;os.
2.0 Se o contribuinte era viuvo, si a viuva estava
divorciada, si nao viva com o marido e os filhos, se
tornar a casar, ou s ver a fallecer, toda a penso
ser repartida com gualdade pelos filhos e filhas do
contribuinte as mesmas condicoes cima.
2. As filhas viuvas, filhos legtimos e legiti-
mados do contribuinte.
3/ A me quer seja viuva quer nao tenha sido
casada e nao tiver outro amparo e o pae invalido.
4. As irms solteiras exclusivamente quando
nao se der a existencia de mo ou pae.
Art. 30. Os filhos vares, invlidos ou interdi-
ctos, anda maiores ou emancipados, sero collocados
em gualdade com os filhos de que trata o art. 29
i- 2- e 3
Art. 31. Os pensionistas constantes do art. 29
i- a 4" podem receber mais de uma penso con
tanto que a importancia de todas nao exceda de.....
2:500Sooo annuaes.
nico. Se a viuva recebia mais de uma pen-
so, por sua morte transmitte-se em partos iguaes
aos descendentes constantes do i- do art. 29.
Art. 32. Extingue-se a penso e reverte para o-
Monte-Pio :
i." Com a morte do pensionista, excepto a pen-
so da viuva que fallecer havendo filhos menores ou
filhas solteiras ou viuvas as condicoes do art. 29!
I, os quaes sero invertidos na quota que a ella ca-
ba, hvr do onus do art 21 nico, embora nao te-
nha concluido o pagamento de seu debito.
2.0 Com a maioridade dos menores, salvas as dis-
posicoes do art. 30, e com o casamento das filhas e
irms do contribuinte.
Art. 33. O pagamento da contribuico e joia,
tendo sido esta recolhida adiantadamente, de accordo
com o i- do art. 14, dar direito penso desde o
dia do fallecimento do contribuinte.
1/ O pagamento da contribuico e joia, sendo
esta por prestaces regulares e exactas ( i- do art.
14) dar direito penso depois de um mez, contado
da realsaco da ultima prestaco da joia.
2.0 0 pagamento da contribuico, sem joia,
(art. 12) s dar direito penso depois de dous
annos contados da inscripeo.
Nao se inclue nesta disposico o contribuinte
que, nashypotheses dos arts 15 e 16, tiver concor-
rido com a primeira joia conforme o art. 14.
Art. 34. As pensoes d'este Monte-Pio nao po-
dem em caso algum soffrer penhoras, arresto ou em-
bargos, nos termos da lei n. 2813 de 27 de Outubro
de 1877.
Art. 35. Sero pagas as penses s propinas pen-
sionistas que estiverem emancipadas ou a seus pro-
curadores em presenca de autorisaco formal e satis-
fatoria ou de procuraco das mesmas, conforme o
decreto n. 498 de 19 de Junho de 189O.
Art. 36. Incorre em prescrpeo a penso que
nao for reclamada no espaco de 5 annos, observada a
disposico do art. 5- do decreto n. 857 de 12 de No-
vembro de 1851.
Desta prescripeo esto isentas as penses dos
menores, interdictos e outros que, privados da direc-
eo de suas pessoas e da administraco de seus bens,
estejo sob tutella ou curadora, como o determina o
art. 7 do citado decreto.
CAPITULO 6.
DISPOSICOES GERAES
Art. 17. Este regulamento comecar a vigorar
no dia 1 de Marco de 1896, procedendo-se d'essa
data em dante a arrecadaco das contribuicoes e
joias de accordo com as arts. 12 e 14.
Art. 38. As penses sero pagas nicamente no
Thesouro, observadas as disposicoes legaes, havendo
para esse fim lvros especaes dePensionistas do
Monte-Pio dos Empregados do Estado
Art. 39. O Director geral do Thesouro, no da
do fallecimento do contribuinte, quites da contnbui-
co mensal e joia, ou logo que seja reclamada, man-
dar abonar familia d'este a quanta de 200S para
funeral ou luto, ndependente da subvenco a que ti-
ver direito. .,
Art. 40. A' familia do contribuinte^ fallecido, an-
tes do prazo necessario para firmar direito a penso,
se abonar logo a importancia de que trata o artigo
anterior, alem das mensaldades e prestaces da joia
realsadas at o dia de sua morte que lhe sero resti-
tuidas, com a dedueco daqMantia recebida, no prazo
mximo de 8 dias.
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AGERAL DO THESOURO DO Pareira MaUofl, Chrjstovao AolouioJoa Santos,
m *"J^.r, ^xTiBi!rn Antonio Joaqmm Das e Francisco de Oliveira
ESTADO DE PERNAMBUCO Macahiba.-DeerHo.
Despachos do dia i\ de Oevereiro de Joaquim Hyppollto de Paula Rocha, Ricardo
ue>ru>.n w 3 Uosde L>ro de Saol'Anna, Francisco Janua-
f9u rio Antonio de Moura e Silva, Realriz Amalia Goaies Ferreira C.-Informe a 1.'Secgo.
da Silva Lins, Marques SoDrioho & C e Pa- Reis & C, Osear Gomes e outros, Adelino
poula Irmaos.Cerutque-se. Francisco da Cosa, Alvaro Arthur & Souza,
Antonio Maitms & C, Caetano Liberalino Francisco Quintino Nonato de Souza e Carlos
da Aaevedo Lyra. -Volte ao Sub-direc!or da;joao e Soma Correia.Deferido.
Conlabilidaie. t _,, Joao Foot.-.--Certifique se.
Carlos Perreti, Marinho Fulrao Francisca Joseptia Mara da Conceigao, Faostina The
Marearida daCunba Ccar, Manoel Clemenlino reza Leite e Francisco Ferreira Tavares. In
Correiide. Mello, Loursoco Marques-Pereir forme a 1." Secgo.
dos Santos. -Infoime o Sr. subdirector da Francisco Ferrti
Diarlo de Permiaitonco Sexta-feira 14 de Fevereiro de 1SOG
Mk
S-. Eoscb, lera de responder psrante a jostiga formas mllitre, o ene I W.vler 'ol nomei
n,T pala rr*-nn fin IfTDeClur da rm d,- lnfnnt ra n.sjan-1
Conlabilidade.
Manuel Jos de Oveira. Informe o Sr.
Dr. administrador da Recebeiona.
PfireiraCarueiro&t.-Informe o&r. Pro
tocolista- o
O mesmo. Informe o Sr. por eiro.
Acuello Honorio B. de MenezesAo Sr.
" theoureiro para satisfan-r o despacbo re-
Jo 6 Gomes Canches.- Inrorme o Sr. Dr.
administrador da Recebeiona.
Manoel Nunes Fouseca. Informe o Sr.
Subdirector da Contabilidade.
Baciiarel Joo Baptisla Co-reia d'Oliveim.
Informe o Subdirector da Contabilidade.
O PROTOCOUSTA
Francisco Militino Ferreira.
Qucstura Policial
Secgao 2'.N. 3 Secretaria da Queseara
Policial do Estado de P^ruambuco, li de Fe
vereiro de 1896.
Ao Sr. Corouel Dr. Julio de Mello Filbo,
digno Secretario da Jutiga e Negocios late-
pffMTfifl
Particlp-vvos que foram hoi tem recolliidos
Casa de Detengao, o* seguinles inoiviuuos :
A'O'OrUi CObU0ei-.-fiil0 0 t I81NCIO Ub
cap'ta!, juaioim Cesarlo do Santos, Jote Joro-
tv.no J-B.rrjs, Virfi-.io ae Mein e Jos ue
Sli. '-orno gatuuor ; Jote Marcelino aa Silva
Jofto L'i: Reg t Pafa averiguares poltciaes.
A' or.:eo' 'io r. celerado do SV nutricio
do capiUI. Maooel Teix.ua da bilva, por cri-
ne ce ft' ment. .
A' orsun da ubdeiegado da .orre. Jote An-
geiejo c. Oiiveim, v*r-> avuruoagOes poiioii.es.
Cjoimooicoome O delegada a polica oo
mu i too da EiCota, qo* uo oa 10 do corren
te mu, -ire os eunuco; Frexei.-as e Comeo'
da, do mooicBlo te Amaragy, deBaoj urna
barrtita aa eel.aJa oe leiro quanio por all
p>s P'j.tzudj Ibe a uicne luim^uiaurneute.
Aquella aalerldaat, lomeado coubecimento
lObcli), paceueeu i8 ntcensarias oiligen-
feulo A Pioviucia em e.ia edigio de 11 do
crreme n parlo rflulicia leiuuuo o fado
qce o piwoo o esquina uo beceo ao Fer-
reiro3, ua ra Flojos a, na eolio o 10. di
lando qu* a amondae nao bavia tema io co
Ebtiim..oU\ f^Co publicar o cllico oo D:. de-
leca o ao 2- coincto a cap ul, a uiim 'irig.-
do,cauoo, pa ULlo.desmen'.ida a ooucta aua
to.- Bqoeiia loiun.
DelegLiia de polica do 2- dist teto ta ca-
pital, e^; 13 de Fevereio ae it!96.
Ao eioaoao Dr Jof Ftlij-p^ iNery da Silva
Pllbo, d gii-iL'.o que\or do tstaau.
Comuiouicc-vo.' que oa ouiie ae iO do cr-
reme, uo hecco do Ferreno, esquina da ra
Frmese, Ma-i el Ttixeira aa Silva ferio vor
quet br piriuui rea a Amerito Jos Felicio, o
qoai tai levado paro a pbara>a< u ioc.Uu &
Vieiia, onde reLCDeo us p-in,eir..s medica-
BOOloa, e doee o u-iUdei transportar para o
bospual Pedro II.
prcceueouo iuwied:a:au;enie ca iDvetiijao'6
ifiuj ce tapiB'ar o crlmtooeo, pode, s 11 12
to-ae aa uoiie, preuiil-o e;u casa oo bouraau
cou.mertiaQ.e Jj oe Meir Lins, dodds elle
era empreado, o qtal u.e (raqueou mu ca-
valle:rottmii3 a ua ca: p-:iai proceder a
dita diligencia, e reme le o para a Cai de
Dettnsao, tu :e se acba recolbldo.
SaliUe o IraleruUale.
U deleg.do do 2- d s'.ricto,
jr.- ajiodo Pinto Juoior.
Saude e fraternuiada-
O qutstor,
Jos P. Nery da 8. Filho.
Seccao 2'. N. 43.-Secr-taria da Qutetura
Poli nal Co Es a o te Per mamoneo, 12 de Fe-
retro de t89o.
Ao S-. C-roael D'. Juno de Mello Filno,
digLn Secreia'io oa laaUfia e Netocic8 Iaierio-
m.
arlicipo-'os qoe foram no em recomidos
a Cfa de Detengo o Kgoiotei ii olviaujs:
A'urcem jo wodei gOOO da f.-egaeim do
Rstife, Manoel Couuntto des Santos e .-'lorisno
Fiantcj Beztr a. coxo deO'dotro, ; Jo^pna
Jotli ds NneiaenlO o 8l>iuoo An ooia dos
P..-SOS ptr oHcosai aoral pOblica.
A' ordom i'o uoeieiado do i diairido d
Iregoexia des. Jo*, Bern^.-Jino Auionu y.e
Fimo, para averigoagOes poli iaes.
A' traem do suo-ieiegauo ao 2- districto da
Bo-Vista .to Cbris^sicrx.o, touecido por
Dif.dtcbt, por en>brligoe> e .'iBtu.-bto..
A' or.'fcm do subdelegao do 3 duincjo da
Grta, Julio Madaio Soar=s, M uel Arcaarjo ;
ira Vital.Deferido de ac-
cordo com as inlorraacoS.
Pelo porteiro,
Joaquim Ignacio (ioncalves Lima.
ISTAliOS D4 MU
SUL
Capital Federal
Es o classica ios na< armas e eorpos abtl-
xo meooonanoe m onicinf oo exercito, pro.
movidos por decreto de 23 Co correte :
Arma de engenbsria1- baUlbo, i- teen-
te Maooel Liberato Blt'eicoart.
2* ^taibSo, p imeires teoentes Jonathas <1a
Cesta R^go MudUI'O, Jooaihas Borgea Fortes,
Jos Lau Fabrlcio Jnior e Joao Fredenco Ri-
bei'o.
A-ma de artilheriai- rfglrxento, 1- tenen-
te A'cbimtmo Piolo Amindo.
3- regiiaeoio, 1- ti nenie Joao Ba i lista Mou.
te.
2- batsIhSo, prioieiros lenentes Joao Baptieta
gonieiro e S.ocel Auklb'.o oe Olivetra.
Arrea ae infanUria 38- baialbaj, lente
A^'ipiano noc Siutos Fernn Ji a.
Forano nonieado para o Collegte Milita',
le acord rom a proposu ao commandante
do mesiuo Ctlleio:
Commaodanta de nT.a da< companhia?, oca.
niiao uo quadrj extaoomerar;o Altredo Fer-
n-nde da Silveira.
AKenl-s o 2- teoente de arliibaria Hcoorino
Anlunes de O vair.o.
Fol D^meaio acx llar ('a rapartigSo de
ajo ante general, o alferes do 27- ne in'ania-
riastldidoao 6- batalbao de artiiharla, Jos
Fracci'co ce Uaa itiodeo.
Se transferido o 3- escripturario Joa-
qnim de Ceraoeira Lian da alfanleusuesta ca.
pital pra o Tnesonra Feeral.
Pelo Miui-teno da Fazenda commoolcon-
se ao Mniisierio da Marmha qoe por telogram
uia da directo la je Contabilidarie do Toedooro
Federal foraui concedidos a Alfandnga de Per-
nambaco, na impo tjnclatctal de 271:820^60,
os crditos reg 8trado-< D'lo Tribunal de Con.
ia, Ocando, porm. dependentes de. esclarec,
meutos. e, po-tanto, seto o respef t-vo registro,
as rxpjrisnclsa de 9:0C9J0l8. 5 830*625.....
11:C07*936 e 1.715*581. re.fe'eot-8 ao materia.
dv8 rub'icaL'o-po de marinneiros nacooaes,
A'Se'iaes, Hospitaese veotuae?, que nao pu-
dem sr efcrlpiondos pe a que se declare a
corta de qoe cons'gnacJS deven correr as
despezas.
P o mjemo mi ate lo roncedeu si A .
fandega do t:eaa, por roma da wrlwtajt.
irados etu dispooiuilidane io Miaist-no tica e orcam-sui-i de 1895, t crdito Je......
35:836*112, para occorrer aj pagamento dos
ordenados des ancIsirH'OJ qu9 ee cbarem em
d'fpjn'.bilioale oeste E'tado, a coma- de l de
Jaueiro a 2i de Jolno do aono prximo fl.uo,
di^ anterior a dala do decreto pelo qual foracu
apes^ntados.
Fo ano propostos para servirem no eetado
maior do comman alferes Jcao Jos do Ovei'a e Guiberme Ce-
sa Sarupaio Lene, esle Cumo ajonante d or
deas >' sqoelie como ajudacte de campo.
Infcrmc6es t'igoas de l, aiz o Pa:z
nos aoto'lram a deciarar que caminb-.m cem
bastaLle activioa enlaDclala8 no estraiceiro para orna oper?{o
floanceira, qoe tjra por objectivo a vena da
estrada de fer o Sor.cabana e lioana, e, no ca.
ao de falhar esse uesocio, para um avultado
emprestimo deBtiaado a merma esua-a de fe.-
Qae 'B nr-gociB6es segtem bom csminbo
iueot) qoe tea lido as aerees da Compjnbu
Soro-absna, a3 quaes, cotadas alacia da poo'-os
srns: uxnxsrjss.r.'sr. ->2!--as >sl
100*.
sera de. 2 500 000.
Tudo i8io. porm, conrlos a mes i a folhi,
Todo is.o. portoi. fon;-1 "' Wario, desejav qoe se desse quelle gene
nao passa por euqniuione bo.t-s inconslsteo. Mconi)DC9 pntrBt,aQ,io.lbe
por este crime.
A B'ssaoda moolsjpalid de foi no dia 1 do
corrente multo temprfstoosa.
A qces'ao das acca'acOes.do Marqoes.de Oi-
brioana foi ainla levaaiad i e a dscnssSo foi
to viva qoe legeneroo em coi fl ct>>.
Dots coos-lh-iros moniclpaes agarra-am se
pelo pes ogo, seo io diffluil eeaaral.os. G acas
ao sangoe (rio e a modera^ao do presiden!", se
consegoio a or.em ser resubeieci^a.
A notlc a desio locldeote p-orluzo rc im.
peS-au na C:-p tal.
O gove-no tieroan^ol esta fi raemen'o de*
clrtido a centonar a reprimir, pot motos os
xais n "tices, a inforrelcao cnbana, anda
qoando o eenado americano ralificiese a rao-
cao conceroen'e doacobaoos e qoe Ibe foi apre.
seotata pela commisSo das rtlagOes ex'erio.
res.
O Governo j tem g;s'o om a guerra 20 mi-
IbOea de pesetas.
Val ampliar a cneracao de crdito com o
Banco de Franca para obter dinbriro.
Nao sao moito favoravels as notr.ias rece-
bi Jas da guerra c"e toba.
O ctbecilba Mximo Gmez, que tem desen-
volvido orna extraordinaria energa, consesolo
sudario ament entrar na prev ocia de Havaca
com u grosso das soas gu-rri ta-1, ap-ove'.
taodo- e ca diver So fea pelos insurgentes de
Maceo, e aesoorteando HBSim trop Del ao
eu\ a p ovmcia de Matanzas.
Os insurgentes deixa :\ atraz de si om raslo
enorme de fogo, qoe dest-oe aa plrnlacOa.',
constando que em perseemcao dos rebeldes
val o G?oe:al Martnez Campes com qoa'ro
colomaas Meis.
Os io8orgeotet laDcaram, no termo de Ca.
do Jomppctur da arma .- infaot ra, pissanio
depois para o cargo de captian-geoer I das Fl-
lippinas, onde comramiicu etn varios comot-
tes contra os moo-os de J.l.
Por o"easio do itieoiado aoarhist, em
Brcelooa, coMra a vlla de Martnez Campos,
foi nouieado capitfto-cetieral 11 Catalootia, pos-
to qoe drgem) oboo at ao a.
Hs aluda a acjiesceutar que o geoeral Wej*
ler procede do enlato maiur e qoe se tem di>-
iir>codo s'mpre pios sena g-aoies conh c-
men es tatticos^a arma de mf-niena. Uo^
d-s suas obras servio meamo de Oase ao Encado
maior sllerDao, pa'a a confeecv.o da laslici da
refsrlda arma.
r> n ral W.y-- dosos, desde de 1873, a
rp, e a de S. Hermenegildo, 4esde o ao a
rindo.
Q '.mos o conheren, consid-ram o genral
Wey er com om aoe ge.oeraea msis UloSfa-
dos do VVeyler emo un dos co-r-ea mais
illosirados oo ex :r:ito bespannol, e como
quelle quemis se tem distinguido p?la eaer-
gla de seu carcter.
ARTES E ARTISTAS
Songaio
Ante-hontan no Thaatro Santa Izab |I
levou-se & s-ena p-li prim ira veza
grandiosa revista pe nambucaaa Sangaio
maguey, dyoamite, a omcomnolo. que cenduza escrptJ pelos talentosos a couhecido.
"'P^'i" ""??" bcar"n eQlre B dCi' ltte.rat.-8 Euri -o Witruvio. Jalio Fal-
trocos das oarroageos.
A tropa fez fogo e poz em deband^da os cao e Domingos Margar nos.
orfil^nj A m-inQ /vises nAmt,n..'a ra
goerrilba?.
Avang a tropa pela provocla de Huan
para forma' om cerco.aoa gnerrllbas, que teem
avancade.
Na capital adoptiffi-se as mais rigorosas me-
didas : lores columnas eatao em avaucatai
para evitar actos salacosjs dos insogenies,
deilcando-3e enlSo o Sr. General jjarunez Care-
os a collocar a cidad^ de H-vuna ao abrigo d
qoalqne- tentativa dos insu-rectos.
O Gen-ral Prast avistoaeui Lammas, Gu^-
naj.y, 2.000 o^o'giotes do commando e Mi-
co. Mir Laya e iNunez: noave locta eacaroi.
ada que duran qaalro boraa, sendo anual der
rotad'-s.
3 ixaram no ramps 31 cavallos e 50 raudos,
en'-e os quaes o cabe^ilba Mir.
Jolga-8e que a partida se dirigia para a co3.
ta, arn de po'.cgtr o desembarque de bomens
e ixuqcOj'.
O coronel Molina sustentou peno dos momea
Manjuari lucta com os revoltosos, apoderndo-
se de sen a: i!'p menlo, das armas e dos va.
vallos e mt'-'iQ -s. As guerrllliaa forarn dis
per^a*.
Na Hava-.a renaacs a confiaos, oo bom exi o
das i pe-acO.-s militares.
Os paninos cubanos deram novas p oas d >
amor & Haspanna, reuniudo seno preoecupac^s
polticas oo Casmo Hespanool da Havan, pira
tratar de se opp- a i^a^ao dos iosargen es.
Noticias de Cuba partlclpam lerem os lo-
flarreciae expsymen a 10 oii revez perto le
C rado, depois da ultima derrju qaa j UbViam
soffriao.
O bando do cibec ba Maceo, qce eff^ctuav3
a sua retrala, foi 8>rprendida p r um troco
de fo*C/is legaes bespaanolas qae deirj'.araiu-
oe, matando 27 OBUrgeates.
Alm dis80, nveram os revoltosos um nume-
ro nao peque jo de feri os.
Dj parle dos bespaubjes bonve apeoas dons
mo'ios.
Oa elegrammas man recentes procedencias annuiciam aovas victorias das
tropos nespaobolas soDre os insorreclos. Ej-
tes foram conjuldameote deibaratados e Uve.
ram numerosos mortos.
Os combates deram-se em em Caanas e Se.
Oerocal.
Os fogillvos iosorreclos que escaparam ii
balas'bespanbolas lnceudlargm diversas ce-
Ibettaa.
Agita.s a Idea de manlfestcOes publicas
para se fazar pelig-'a, .flii de se poderem
x^^^rus~^~^^^-'^''~*'^'
le Coba.
Os jornae8 sao unnimes em jalear como
O concelo de miui-lros reuoio-se e pa.
rece que celle se manifestaran! serias diver.
Ao que nos consta, o ^P"""" ein '' J* MaTpsw atnUtro "os estraogelros era
ccnclou.se. no caso da co reallsar.Be a venda ,v de oploo que dem ser substituido o general
Martines Campos ; e o ministro da gnerra pelo
dos'bjos o Marcos Aulonio Ma.-oira Darvbi,
como urordeiros.
u Eooaelegao de Barra de Jangada remet-
leu bontem as eegoime- sroaai defesa: il fa-
cas ue pona, 5 puonaes e 1 pistola, apprenen-
didas em poaer ce diverso* uesordeiros
Asscairam o exirvicio dos cargos respecti-
vos a5 segointes autoiidades poltdaes :
No cu 8 deste mes 0 aliares Joajuim F ede-
iko Soaree, como delegado ae poluta do mu-
niciLio de Ca-ua, na quadauo ue 1- tup-
pie:.ie. .
(lo a 11 tambem deste rxei, o alfares nidic
Gcrxts eSa, como eobdelegac'o ae Barra ue
Jangada.
SvUde e frateroidadee
O Questof.
Jos Felippe Nery da Slca Filho.
Secretariado Industria-1." di-
rectora
Despaclws do dia 13 de Fevereiro de
1896
as petiQeB dos agricultores, de caf e
cacao, abaixo designados, solicitando o puniio
concedido pela lei o. 115, de 25 de Junro )
timo, foi laucado o despacho segumte : Coma
pedem, nos lermoi do oflicio d'esta data ao Ir.
Secretario da Fazenda.
Adriano Maia de Loureiro.
Ladislao Gomes dd Reg.
Luiz Burgos.
Trajano Jos de Goes.
Oiympio Elysio do Nascimenlo Wanlerley.
BCbarel Maooel Sebastiao de Araujo Pe-
dros 1.
Luiz Affonso de Oliveira Jardim.
Antonio Fernandos de Carvalho.
Joo Baptista Rodrigues.
Henrtque Pereira de Araujo.
tes, que carecen, oeeer confirmados.
Efecloou-se a anounciada reuaiao da eq-
loma pa'&eose, com o lim de promover copdi-
gna rece: cao ao grande patrila Veiga Cabral
nere do AmapA.
A reaniao p le.se considerar plena e pelo
eninosiasmo que reioou entre es presentes, po-
ie.Be garantir qoe uo Rio de Jaueiro a cnea.
dadovaloroso paraense se' om successo na
altara dos saus meresimeotus.
Declarados es fina da coovocacao, foi 00.
meada a eegointe commiSo eocarregada dos
festejos e que representar a coloaia na re-e.
cao :
Serador Manoel Barita, Drs. Agostinbo dos
Res, Abel Gama, Saturnino de Mallos, Emilio
Nioa RiOeiroJ Alberto Das, Fernando da Mef
lo, lenenie.coronel J1&0 Cajipbell, seeuudos ie-
neites Goiibe'me Croz e Augneto Fr.ire So-
brindo, Joao de Serzedello Co rea, Aiciaes
Babia eLuizde Alboiuerque FilbJ.
Anda oSo e.-ia compleiarnen'e resolvido o
pregr.miia eos l^Btejus-
Eoreaolo, sabemjs qoe a bordo sa encar.
regar da saulacao o Dr. Agotiobo dos Reis.
Alm das diversas lancbas qoe estarao a ais.
nosicao da colonia e dos seas convidados, lia-
veri especial da commisso, que serS como.
vemeotemeota oroameotada, condczi-a orxa
bauda de mosica e ost"otar desfraldados os
pavilliO-s ca Rapublica, do Estado do Para e
aym^clica da popuiacao braziletra do Amap.
Nest^ embarcacao uansporta' se-ha para ter.
ra Francuco Ve'ua CaDral, qoe ir residir na
casi da seu tilostre irmao o ca.ito Velga Ca*
ara!.
Foi asslgnado o decreto que d provileu.
c as s.bre faori;as de sssucar que nao gosam
de garantas de jos.
Foi nomeado o capilSo do corpo da enge.
ntieros Manotl U boi Ridrigoes, urector i<
obas m.IHares no EsUJo do Aaatoaas.
ral nova prova de contines, entregando-lbe a
gerencia da Havaoa e u andaedo se para o
commando das tropas os generaes Weyler e
Polavtja que partinam no lia do mez com
mais 25 000 bomens.
Em vida aislo o ministro pedto a sua eicneraco, segunco correa logo
depois.
o ola segcmie loroou a reunlr-se o canse.
Ibo, eob a presidencia da Rainb3 Regente. O
Sr. Cnovas del Castilbo expoz detidameote a
qoestao a questao de Cuba e ojpoz-sea qae
se desse a exooeracSo ao general Mariiuez
Campos.
Tratcu-se da necessidade de bloquear a cos-
ta de Pinar del Rio e de recursos urgentes
para susleotar indefinidamente a grerra.
Nao obstante a oplniSo do pMeldenle do
conceibo, conveio elle em aceitar anual a exo-
neracfto pedida pelo marecbai, sendo oomeado
para subslituil-o 09 governo da liba de Cuba e
>o commando em ebete no o gejersl V. Weyler.
A nomeacao bem acolbiua pela impeecsa e
pelo publico.
Autee general Weyler leve orna coaferencia
com o general C Polawej e foi depois deeta en-
trevista que le saber ao Sr. Cnovas del Cs-
iilie que acel'aa ser suectaso: do marecbal
Mart nez Campos.
-= Njb circuios militares sffirma se que o
teu n'e-general Weyaer. apenas ebegoe a Coba
reunir todas as tropas besnanbolas em diver
sos tronos, ao mando dos officiaes mais dlstin
co-, e em eegoida lorm gao desses gtupes
pemegoir sem ireeuaj e com a malar energa
os bamos revolt sos.
Dizem-que o novo co-rmandanle ebefe das
tropa* expedicionarias tenciooa empregar com
os insurrectos a mesma tctica que esies tm
at agora empregado.
O uovo governador de Caos, embarcau a 25
uo porto de Barcelona.
Grande e espontanea manifes'acSo foi-lhe
A muiicaque compO-se de 50 primo-
rosos num--ro8 producto dos Srs.
maestro Francisco Ducherter, Dr. Al-
fredo Gama, Novas Seixas, Macellino
Cleto, Elias Pompilio a Arthtir Lima.
A revista divide-sa em tres actos e
um prologo que est aidicionado ai
primeiro acto.
Ao subir o panno v-e o concelho in-
fernal reunido que esparto poderoso so-
beranos o velho Satanaz. Este mo-
mentos dep is chega, asoma o throno
e em seguida, dirigiudo a palavra aos
se:s concelheiros, d clara que d seja
mandar um emisaario fi^l e sagaz ct-
dade do Recife ; bella capit 1 da Vt-
nOza Americana. Para este fim toma
um cabello do cada um des membros do
concelh) e forma um utro Satn que
sen filbo.
Este novo anjo maligno que 8pres}U
ta-se no meioda relampag s recebe de
sea pai o nome de Sangaio e pe >
mesmo encarregade da viajar no Racifa
Eis era resumo oqua o prologo.
O mais urna revista um tanto phan-
taatica do factes occorridoa em Pernam-
buco durante o anno prximo fid).
O enredo da paca, esmo o de todas
desee genero, quasi millo ; nao h*
propriamente um fio conductor da ac-
50 : existe apenas um pretexto para
que aos olhos do espectador se desenvol-
vam os ridiculos, os cos'ume* e os defei*
tos de um povo.
Depois do prologo passam-sa era re-
vista, a imprenta, os polticos, os thea-
tros, etc. servindo tudo de pretexto
para urnas dantas e coplas que b5j ex-
traordinariamente agradaveis e de gran-
de efleito.
Os vestuarios em parte foram luxuo-
sos e as vistas perfeitamente pintadas,
salientando-se d'entre ellas as da ra do
15 de Novembro, da Praja d Indepen-
dencia, da ra 1. de Margo a praia do
Oarmo de liuda.
A concurrencia foi admiravel sondo
de notar que grande numero da pessoas
ficaram no exter.or do Teatro por no
encontrarem bilbetes.
Os Srs. Clitelli, Gonzales, Velasco,
Hernando e Fernandas provaram mais
urna ve que sao artistas correctos e me-
recedores dos applausos dispeaa^dos
po publico.
As Sra. Cntrelas, sahio-se ptima-
mente em todos 03 papis que lhe coube.
A Sra. Ism-nia conquiBtou frenticas
applaus.s da platea e cantou o mugun-
de um mido agradabilissimo qus levou
os espectadores ao delirio.
Note-se que esta parte foi, pedido,
can'ada trez vezes.
O Severino Regia, director da Arca-
dia, steve impagavel, sabio um matu-
to de truz, conquistando assim applau
sos e sympathiaB do publico.
o commando em ebefe do corpo eipedicloua- amador que da da val se tornando ae se0u.uie K
me tre, na materia a que se de-
um
dica,
Em summa, o desempenho foi ptimo.
Ao grande actor Velasco muito devem
os escriptores da pega, palos esforgos
que este artis'.a empreou para o bom
xito da mesma.
Hoja realisar-se-ha a terceira recita,
em beneicio do Theatrj.
Decl ra-se mais.que inda n foi recoltiioa
ao Tbesouro lo u a arreca>aco effeciuada no
mez passado pelas collectorias servidas por
estradas d- ferro, por isso que o fazemsem-
pre, de accordo com as InstruccOes em vigor,
at o dia 15 de ca a mez.
Quaoio ( deraais colleftonas, otetoftmem-
tofeilo Irimensalmeote, e a.-sim so poder
ter lo^ar ero Ab il.
Em relacSo a Re'ebj 'cia, O producto da ir-
recadiigjo reco bido scmanaluienta (aoa ab*
bados) ao Tnesooro.
11 A I P V .VI
Nota das apotices que j foram enjillidas em execucao da lei n. 112 de 22 de Jeni
de 1895 para a construcc-O do Passeio Putjlico 13 de Maio.

O
Fuloies
~
*
co
NUMERA CAO
Iinportond
95 000 10-1 rk A. Ns 1 a 95.000. 9 5009OM
95.000 100 B. Ni. 1 a 20.000-25.001 a 100.000. 9.5001000
65.000 100 . C. N. 1 a 10.000 15.001 a 35.000 -40 001 a 45.000-50 001 a 60.000-70.001 a 85 000 e 90.001 a 95.0000. 6.5001000
100.000 203 A. Ns. 1 a 100.000. 2I.000S008
45.000 200 B. Ns. 5.001 a 25 000-40.001 a 45.000 50.001 a 55.000-60 001 a 70.009-80.001 a 85.000. 9.000JOM
95-000 500 A. Ns. 1 a 20.000 25 001 a 100 000. 47 500JOOT
85.000 500 B. N*. 1 a 45.000-50.001 a 75.000 e 80001 a 95 009. 1 42.500JOM 114 50atOOO)

3.* S-ec5o da Sub-Directoria de Gontab hdade do Thesouro do Estado, em 13 dFa
vereiro da 1895.
O 3- Offlcial,
y os Peregrino C. Albuqiurque.
DEPSITOS

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Autor?dades pollelaes -.A-ftWBI
odta 8. o alteres OHBi*<*f**Z
coao delegado do municipio de Caroai, ua
qualidade .e i sopplenie.
No dia ll.o dieres Indio Gomes d Sa.
como subdelegada de Barra de J'""*-
Elei?ao enatonul
REVISTA DIARIA
Deelaracao offlcial -Em additamen*
to declaracao feila nontem pela Secretaria
da Faienda. publicamos hoje, alm da nota
disc-iminatlva das apohees enjillidas em fa-
Grande e espontanea rrsnues'acao .oi-me "" 'T PaVeio Pblico 13 de Malo, acompa
mu ua occasiaode seu embarque para Ha-] vor& d^Passe.o Fo 51^ .precisas, obah
Eibarcaram tambem a 28 em dlreitora psra
DtSFACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 13 DE FEfEREIRO DE
1896. .
Yiuva de Manoel dos S. Villaja.-Deferido
nos lernios da informaco da Contadoria,
Manoel dos Santos & C Como parece a
Contadoria. ....,.,.,
Secretaria da Prefeilora Municipal do Recife,
13 ce Fevereiro de 1896.
o PORTEIRO,
Huno Alves da Fonseca.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 12 de Fevereiro de
l8<6
Mara Virginia de Olvcra Fonseca.Aver-
be-se. _.. .
Leopoldina Francisca dos Sanios, Simpa
Mana de Souza, Mana Joaquioa da Paz, Rita
Alves da Costa, Izabel de Araujo Fonseca,
Balbina Pouciana, Henriqueta Francelma D.
da Conceigao, Delpbipa Maria da Conceigao
Aievedo.Deferido.
Francisco Antonio Areias, Antonio Luiz de
EUROPA
Hespanba
A r cepcao do da de R-18, no pago foi sum-
P Corre que o Sr. Sagasta, sob a forma de
coovereag&o pirticular com aleum joroalieta 00
conbecido influente polico, lar lmpjrtaoie."
declarage3 para apreciar a aciual situagac da
He D?iiha.
as centros poli i o? cneara-se com aspare,
a o pirudo conservador.
Foi bem acolfiid. a nomescao do Sr. EL
duaven nara a paita das RelagOea Eitenores.
0 Sr. Eld.iav*n j fes oarie do gabinete Ci.
novas del C tro do late lor.
O 8r. Cnovas del Ca&tilbo esla muilo o-,
cupaiio com o es'udo de um projecto de en-
prestimo de 60 mlc6Jb de pesets, o quil ser*
cobeno por novos impostos e servir para oc.
correr as despezas juigadas necessariaa pira
terminar a gu rra de Coba.
O presidente do conseibo snbmettera aos
seos cllegaa do gabinete esie projecto, logo
q je tiver terminado a sua eiaboragSo,
= 0 tribunal eocarregado de Instruir o pro.
ceseo contra o Sr. Boscb, ministro demlsslonj-
rio do interior, julgou improcedente a denuncia
dada contra este personageao, a:casado pelo
Mitrqoei e Cabnuana, de ler commettilo ac
ios reprebeasiveis, qoando txercia as foncgOes
ue alcalde deeti >ap tal.
A Imprensa, em eral, protesta centra a
seotenga pronunciada em., favor do Sr. Boscb,
antlgo ministro e alcalde.
O Mara de Cabriflaaa, reconhecido pelo
iiam.luy AU1UU1U atojad, nu-v>..w _
Araujo, Pessoa & Silveira, Vicente Gomes Fer- g usrqnei ue uaonuaun, rctuuuowuu iv.v
nandes, Joao Jos Ferreira da Silva, Candido tribunal como culpado de diffsmagao contra o
Havaoa -eis generaes Deapanr.oes.
Gbe>iarSo a Coba ao mesmo tempo que o
leme general Weyier, coinmandaute cuefe
das tropas em operayoe1, e irao servir sob suas
antea*,
Vai j4 a caminbo, poi?, di Paroladas An-
iiinas, aflm de substituir o geceral Miniuei
Campos no commando Reral das iropas bespa-
nbolas em operagOes em Coba, o tenente-geoe
a Valeriano Weyler y Nicolau.
W-yier natural de Palmas de Malorca
(linas Baleares) s bomem de cerca ae 30 an-
uos de idade.
Distingui se b.staole na campanba carlista,
na qual o sen arrojo (ol premiado com aaccei-
sivos accessos e com as numerosas condecora-
gOo- qae ostenta.
D.z-se qae durante a anterior guerra da Co-
ba, foi um dos eneres ..ue demonnrar^m maior
sevedade para cum os revolucin rio.', con-
tra os quaes electoou u na tenaz perseguigao.
Nasce^lesse fado a ceng de que elle om
dos par idarios mais decididos, dos act.13 enr-
gicos, sendo lambeta Indubitavelmente esse o
mouvo por que nsvameole enviado a ilba.
Weyler foi nomeado, em 1881, cipiao-gene-
ral das libas Canarias, captando all geraes
sympatbias, devldo, em grande parte, ao im-
pulso que t-oube dar s obras publicas, pes
lando assim importantes servigos a essus lba-
a contriboindo efficacmente para o seo desea-
volvimento commerci I.
Valeu-ine uso o ser nomeado Albo adoptivo
de Santa Croz de Tenerife e qne o pavo conse-
guiBse mais tarde qoe a corda o distinguase
com o molo de Mrquez de Tenerife. Tam
bem foi eleilo seaador pela provincia das Ca-
garlai.
Quande o general Casla inicion as snas re-
da receita e despeza do Thesouro do Estado
at bontem, pslo dual se verifica a existencia
ie umsldo a caixa de renda ord.ua la na
alo-do 207:5838092 e na de renta especial o
mporianc- de 82:7338028.
Mais avultado seria o saldo da cixada ren-
H, ordinaria se no livessesidu uecessano re
tirar dessa caia ha dias a qoant a de cem
nntos de ris para occorrer s despezas com
nna"ameiilo de juros das apolices emittidas
eiu lavor de usinas, cujos concessionanos an-
da nao os recolherara-
Por essa demora s5o os concessionarios
ohr ados aos juros da mora del loe**l-
ao mez obre aquella quantia, conforme a data
d" conceasao, de accordo com as leis em vi.
gNa caixa de dipsilos diversis, alm da ar-
recadacfto das rendas nao clasificadas das
Goilclorias, existe ainda a pr-noaa deivinte
e ntos de reis, proveniente do ; .docio do im-
oosto sobre hterias, afim de serem apphcados
i constru o de edificios destinados s esco-
laCoov*in mais declara-que, com excepgo dos
tirotea sores em disponihilliade, cojo paga-
ment, de accordo com a tabella do Thesou o,
dever efFecluar-se amanbS, todos os demais
funecionarios teem recbilo seus venciraentos
com mxima pontuolidade.
Eslstam j processadas com ordem ae pi
earaoto, espera tao somante dos oradores,
conus no valor de 33:9438556.
No gabinete do Sr. Dr. Secretario, aepen
denles de verlflcago e despacho, cootas mo-
dernas no valor de 115:8078713.
Pela verba Exercicios lindos, j tem sido
naga a quantia de 216:9458673, por coola da
de 450*000*000 votada palo Congrego.
Votos
1930
4.408
3 478
4179
4.488
1 DISTRICTO
Deserabargador Manoel Cal las Bar.
reto
2- DISTRICTO
Desembargador.Manoel Caldas Bar.
reto
3- DISTRICTO
Desembargador ;ManoeL Caldas Bar.
reto
4" DISTRICTO
Desembargador Manoel Caldas Bar.
reto
5 DISTriCTO
Desembargador Manoel Caldas Bar.
reto
RECAPITULACO
Desembargador Manoel Caldas Bar.
. 18.4oo
roifrcsso do Estado-^aj uoov.
n'iin Manoel J I? 11 uarlo MSSh TeiaV. de 8. Pereira
da S Iva Estelo Coioira, Ce'so de Souz-,
Leopoldo L>as, Regoelr* fio. Antonio Per-
SrniSco. Tooisa de Carvalho e Ermirlo CoU"
"Treodiao fo! p-esidida pelo Erm. Sr. Dr.
Francisco Telxeira de SI.
pes, fundamos cesta oata una ---;---. --. ma -se Maooei, ae o para auuo
girar sob a mesma firma RjiI %r "i"* cor branca, olbas zoes, cabelles r
C para cootiQoagJ do negocl de hnj" rld0Jt estante anem.eo, trajanla
em kvosso no eraoelecimeoto sita ra Duque J^ ...h.d
itTn.wan 69 e praca 47 0.0
d8rfoi d aoaY 8. ccoilnaara a dispensar-
no?a mema attensao qce at agora tem p-o
d?iraltodo*no3sa ttr*a social, corre-no. o
de?erdepfri disposigaj de V. 8. osnossoe
oreslimos de negocian es de4a praga em iuIj
qoanio disser respelio ao-interesse commer J.^^gidg,.
cal e p|rtlcalar de V. S.
Pe indo ine a fineza de tonar' nota de a 8ss ^saigoatoras, nos labscreve os com a mais
ubi fia estima e couaideaca de V. S. sai-
gos.a tectos e criados, Rodrigo Carvalbo &C
~ O -eco Rodrigo CarvalbJ da Conba asaigna-
r R.,-d--B > C'rvalb & C.
O socio Hugolmo Mj.haio da Cooha assig'
nar Rod-igo Ca'valbo & C.
O socio Alberico de Miranda RaJrigneg aa-
signar R -l-igo Car? Ibu & C.
Aggresso Ant- biiiiteio, cerca de meta
none. oepois ae ter deixado o trabalbo das
nossas officinas afim ue diMgir.se a so re-
aencia, toi o nosso empregado, lypog'aplio
loo Bjptita GaivSo, a^gredldo por qoatra
ragas de om dos cornos estadoaes, no mooiea.
lo em qoe paosava pe>a 'ua de Siuia Tnere.
Da parle do nusso alluoido embregado a.
nbom motivo boave qse jostifi'asse a aggrea-
"o, tendo apenas os Doliciaes inqoerido da.
quelle u logar de onde viona, o que fu peto
i e-m declarado, e lano bastn para que sai
driles Ibe desfecbass9 urna pancada n'um dos
onvid s qne derrama ainda saogne em vlrtode
li viieuca stfF ida.
Sabemos que taes Tartos nao s) auto'lsjlor
pr superiores e por i-so pedimos sve-a re.
pnmenda para aquel'.es qoe, tendo o cever d*
garantir o cidadao o espanesm.
Paul VerlalneFallecen ba dia eat
Pana o original poela Paul Verlaine, aos 5i sa-
nos de idade.
Muito jovea ainda, ^8ccrescenta oru seu bo-
g'apho, Paul V naine pro.'uroo collocar-se eo.
tre os pjetae que se iospiravam pela exceoxi-
cisde do estro e da forma potica. Primeiro
fiiloe-se entre os parnarianos, depois (ol
ootabilldade da escola symbolisia e do maule
Iliterario dos decadeoes, sem toJavia maoilas-
Ur no'.ca o velor real que ibe era eitriboids
pelos sena admiradores.
Torooo-se popular, 6 certo, tloba popaian-
da e Indulgente qoe Ib elavou o nome alga-
mas veres, mas taoto a obra de Paol Verlalne
co to a sua proprla vid* careceram de valer
de utilidade positiaas.
Passon parte da existencia 003 bospitaes w
0e9, e toi as condemjagOes soffrldas e m
miseria* Bopporladss qoe lie fojon termas
^a-a seta sergos e prosas.
E ira as obras qne publicoo, eocontramee:
Li Bjaoe, C0ao8on, Sagesse, Les poetas ms-
m#, Romaes saos Patulles, Mea bopitaux,
etc.
Ncleo Dramtico Pornamhmca-
nKssa as8o:iagao rruoa-ce no aia ti do
correte, e a sessao de assemblsa-ge'sl P
iratar d-f tmpw antes interesaos soase-es.
Menino fgido- Da subdelegaba de
Afogaios CJiimunicauj o seguiote:
i Exista em poier do subdeiegado.da l'e
bu-i* ce Afoliados um oieniao qoe se dn cha.
ma -se Maooel, de 8 para 9 anuos de idjua,
lutvos e cor-
ca-uia-dt
ciita' deb'ada. .
O referido menino di* qae mora no logar ua
cas e Rtaeoda e que dexoa.a.oompaoi*4a-.
m- smt-s, por terem aaenda dar.ine ama ora.
por ur o mesmo quebrad om arato. v .
Qoem liar direlto, qoe o procure em
:

i
'





, *& ?> ;'%?
Diario de Pernambnco Sexta-feir IJ de Fevereiro de 1 S9G
.
A Flor no Calix- Sob eita denomina.
gao allomas senhoras tondaram am Gluu aflm
tomarera parte ais folias do Carnaval.
& Installago teri logar no dia 17 do correo-
te em soa ste roa Vital de Neg-elroe o. (93.
Cara-aval- Pela P.efeitara Muaicpai do
Recite foi hxalo o eeODie edital :
D6 ordem do D-. P efeto do Municipio do
Recite, faz.se pobiico para conbeclmemo de
todos, o aisposto oos arts. 1 a 5 do ti alo 6*
capitula 1* da lei mouicipii o. 4 (Cdigo de
Postara.-) relativamen'e ao Carnaval :
Art. I*- Pica probibido aoasr qoalqaerpes.
toa cascarada as roas de municipio, anda
qae se)s vellida a carcter; os contraventores
paga a. 30*000 de malta e offrerao 8 das de
prieo.
Art. 2. A pr\.Dtbico do art go aoerior na
comprebende os tres das do Carnaval, nio ex.
eedendo de 8 boras da noite.
Art. 3. Fia prohibido ueste municipio o
briqneio do entrado c itancia, de qualqoer maneira qae fe empregae;
os infractores pagara a multa de 54000 e sof.
(rarao 24 boras de p-ls correclooal.
Art. 4. Fica prohib'd 1 venda de limas de
ctaetro, de r^a ou borrada ; os infractores,
al c de as p-Mereno, p-aro 44000 de multa.
uai.o E' permettil', po-em, dorante es.
es tres das o brinque lo com papel picado e
MMtgw.
A't. 5. Ficam prob b; las as Insignias oo
gymbol s, cojo a-o sej* p ivattvo de qnalquer
corp ragao ; os infractores serlo multados em
304000..
A Quitara Polica: tambem ffixou o se.
guite :
< Por e-ta Repart gao se fax pnbli ;o para c.o
nbeclmeno ae tolos qoe, duranto 03 t:es das
do Carnaval, devero s^r observadas as pre.
acripges eegoio'es incorreo 10 os infracto e=
aas penas do art. 135 do Cod. Penal.
t*. P.cam prohib los os bailes car aavalescos
alm das 2 bora- da madrugada.
i'. Nos meamos oaiUs a- pessoas qoe es 1.
verem rom moa ara deve noite e as ruis 7 h) as.
4*. S-ia absolutaoienli p-obibMas as aof's
afleas.vas, parlaoi ellas de maceras isolaioj
oa de clubs carnavalescos, qoer s au onda,
des, qoer a pa-ticulare?, ciassesoa corpirjges
Civie ou religiosa.
4* E' apresamente p-obibi'u o emprego
d'agoa, p atja de qae natu'ea fo-, e bem as.
slm de Romma 00 mas a de "igo
Cor? baaiina Olinlense -Pomos en
turnete ubsrqu ad<> com un* convite para as.
sistirnns as 6* e 7* sn"es aue es a sociedace
reasi nos uias 16 e i7 do c^ren'e.
G.-.toe.
Cabo Telegrapuieo do Amazouas
Tendi-3e loauxcraou d^sde o dia 10 do 0M
rent", a estago <'e Kanaoa do C*ha Sit-flu-
v al do ATi3nnas. a Comi'nbia Western bod
Brazada Tele^rapb Lraited. accelta tele.rara-
ma pva a rtfenda capita1, segaoio dtdaragao
qoe tm pu3l'""io.
Companhia de Trilitos Urbanos
do Recatea Olinda e BeberlbeEra
se-'P da directora n'eesa Compaubii fol re-
sJvtdo ^e^em elevados os pegos da3 8-rit-s
emtidas pela mema, at qoe baja alta do
cambio.
Do da 15 em diante, ronecar a vigo'ajao
qae feita n'oo'ra se?tao d'est^ D fio.
Estrada de Ferro de Idmoeiro -
Esea eat'sda receDe :<'. o da i do mea pro 1-
mo viodouro para a ccns.'ocgSo da um novo
armaaem paramercadori>s ua -^lfiao ,l0 Bruin.
As plmtas po'em er v st^s todos os us,
das 10 da m nn as 4 da tarde oa estaca> do
Brutxi.; nr'e sero fooecidas ootrS qoasqaer
itifoim-iOej.
Accidente-N>) dia 10 do correnle, no
niooicipio de Aiaragy,, eotre os ecgenbas F-^-
xeiras e Coniendas, na occas So em u.aa passa-
va pela errada de ferro de S. Francisco o in-
dividuo ce no e J.So ue Fraoga, sucje.ien de-
sabar sobre elle urna barreirj que p-oiiic-
lbe a mo te insat nea.
A autondade comptleote tomn cooheclmen-
to do facto.
FerlinentoNa dia a n.a referido, na
esquina da ra Formoza o'eata cidade, Maaorl
Te:xeira du Silva ferio por queetes particula-
res a A'D'-mj Jo- Felicia, qce foi ievedo pira
a pDaruucia de J e Ln.z .'c Vieira, ooae ece-
beu os prQ7eros curativo', sen o depois traL-
gportartt. para o Eoipttal Pedro 2'.
A aotorjvlade competente mandoo proceder
a iavesiigages arim de capturar o crimiooi-o.
foi eete peso te 11 1|2 horas da nonte, sendo
remetndo depols para a Casa de Detengo oude
se icha recoib'do,
BClub das Enxadas Esse Club carna-
valesco nao toma p-rte nos folgares carnavales-
cos, conserva, com udo, a sua fde aberta para
as vias das sociedades con 1 nere:.
Matriz daEscada -Ne ta matriz, 'olor
as quaru-feirfs a comtfiar da prxima, e a ier
mioar na semana santa, bav' r SJrmOes qoa
resmaes, sendo pregador o Rdvm. Miabionario
P*dre Jos de Harta.
wm
COHMEBCIO
BdIcu Commercial de Pcrnam-
buco
COTA50ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Prafa do Recifc, i$de Fevereiro de i8g6
Cambio sobre Londres a vita .8 7/8 d|8 per
1*010 do banco.
O presidente,
Antonio Leonardo R O secretarlo,
Jj8o Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a taza de 9 d, sobre
Londres a 90 d|V, naccaodo mais tarde a 9 1116
dinbeiro prompto, effectoandc-3e negocios li-
mitados.
Em papel particular na Constcu aegocic.
Cofaces de gneros
Para o agricultor
Aseucar
Usinas, por 15 kilos. .
Cryatalisado. >dem dem
Braoco, por 15 kilos .
Someooc, por 15 klos.
Mascavado, por lo kilos
Bruto, por 15 kilos. .
Relames.....
8000 a
6*000 a
R4600 a
4100 a
t a
3*500 a
8*700
6*800
7*800
4*800
3 800
3*800
A cura da ery 1 pella A meilcina re-
gistra mata urna ves orna nova coaioista, scien-
tiQca, devida i aeroterapia, e;s* admirael me-
tbodo de qae tanto se tem fallado ul'im;men e
depols dos trsblnos de Behring e de R)0X. e
qoe t un dos mais bellos iriumpbcs das ldjs
pasteu-iaoas.
Ts'8-se agora de molestia" devidas a um
mi'robio qoe os bomeoa a s enca deoonl
nato streptoc tea a qae proda om sem un-
m"ro de mal Nj pello d oogem e-y si pella ; no tecilo
cellolar, ao phleaman; e oa mulQer, em segui-
da ao parto, a h! jio puerperal, *c.
Bu urna pal.vra, o tal mictbio am ageDte
sceptico ao qual devida ama inflnldade d
casos de 1 rife-gao oa' mai3 graves # que cau-
sm ou Derosas victimas.
O medico aostrlao D'. Marmoreck, addtd >
ao laboratorio Pastear de Pars, e que des e
litan* aonos estuda o meio de combater o
streptococo*. parece ter ebegado emm a um
re'O'tado ebelo de promassas preiaraodo soro
de cavallo anloga ao antl-dipb c\za.
Aotps <:e-tp intamento se- pplicadj ao bo-
mem, o Dr. Ma-moreck fex numerosas expe
riencias em aumaes. Os resaltado fotam 1 m
iue se re-olveu tentar a experiencia no bo-
01*11,
As experiencias Mtas em erysipellatosos,
s: b a diracgSo da professor Cbaotemcsse, fo-
ram coodudentes e resum o se oestss palavras:
a rro'laii.la le, em c neeq icncia do trat ment,
diminuio 75 */ Q '- e importante.
O profeasjr CQanteriiessse espera no mes
crente expor ao mondo scientifico o n vo
metbodo em todas as suas par icularidade?.
Alexandre Damas Como se sabe,
w- o3i Je A'eaoire Dumas F1IO0, dix A. A. D>
Paix.
Contana qae, poa'as hor-s antes de exoirr, o
autor de Aal-aj disse coautor MoQd .
M-u filno, pas-a ama revista as m nnas
algibe.rjd e dix-aie qaanto la te bj em di-
obelro.
O Siac tbedeccu e volton cem eata respor-
ta :
Quarenta francos.
tira, a1 i tens tu t ex lamou o 11. rioinrl'.
Qamdo entrei pila p.imtira vex em Pa-ii, tra-
zia commiKO vote f-ancoa; morro aeixaod
egse capitil do^rado e diz-m que soa um pr-
dilarL I
Effe t VHtbeO'e, o grande ronanciMa nada
mais dtix. u em diabeiro de coLta.'c elm es
ees miseaveis dous l.ixes, que ine v-leram a
sua olii.ca pilheria ; entretanto, l eo depo's, o
riihi eodla por ana somxa cons le'avei. o
editor Micnel Uevy a propriedale de iodos 0-
romaoces do pal, ricaodo amia con o di t ,
noja traosmittilo aos seos bad^i'o?, d rebe-
ber treaceiimts por volutse de cada oo?a
. 10 que se Oieste.
Ciden^o aqujile eiitor, por urna qaaalia de
terminada, oimor parte dos direitos e ao'o-
b e aa obres p.lernas, A!exa Iho r>salvci para ol lodo o tbeairo e essa pro-
p ieixtie, qo- elle deisa gaalireote aos S'o
h riei os, rep'eeea ou (taranta 23 auuos urna
mia annail d 40 000.
"uista d-'x-r qu? a tfepiiee, fei'a pela Come
die-Frtmga'8e, do dra-t.a Hennqoe III e a so 1
" te, cujo rr-.nusc-ipto Id vendido por 6,000
faicosem 1839, ileueij H89 -to 50 aonis
dep i-, a b
tes de au'or.
E' 1'icjI.uUv I a fo'tuna que o autor da
Dima das Caoelias* anriju cm os seos ir**
balbos Imaginem qoe a ri'i'-lis-'.roa repri
itu do Amigo da< muln Tegj. nroa pega qoe
nassari quasi desapercebid- quaodo i<-n'-*cu-
tada D'l 1.* viz, metteo-ine no bol-o mus de
60,000 f ancis.
Os success s de livrar a nao Ibe fo-aro muila
fructuosos que os de tnealro. Os seus livro-
tiveram sempre moita extraegao, e 1 s prefacios
qae ele escreveu para cada urna das sjas p -
gis tes com que a venda crencesse extrao-dua-
neuia.ite. A Princexa de Bagdad, patea ia
ao ihestro, prnporciounoD-lhe na Iiv-ana, 60
r Imana, nm ganno de 30,000 f anos.
U 'idamente app recen no< jo na> s om t^'e
gramna dxeodo qoe a fortuna >"ixada por Do-
mas era calculada en 3 mi boes de f-aneog.
E'te calculo nao verlaiei.o. O pai e o flioo
represeotam a mais t rilturte foriona Iliteraria
deate seclo, o que qoer d zer de toios os te-
culos.
Depols de escipto o que abi Hca, cSo le me
dava de saber qoa-'to gaoboa com os -eas II-
vos e qoa i'o deix^u o oosso gran e Jos ae
Aleocar, que teve alguma colsa de ambos aa
Domas... Niegue n o diga, porque di-l-o s -
na desanimar os nossos es^riptores mais lolre-
pidoa e m-is desinteressados.
AudienciaO Br. Dr. jolz de direlto do
comme ce dar audiencia amauba 13 do cor
r-n'e a hira da c sisme
tMulla O a rri istr;dir do Mtrra'o de S.
Jos moiiuu em 30* o pombeiro Gaodeoci<
Ceiliano de Albcqoeroue p.ir e3tar venaeado
a
pelxe arreinado, de tocfdrm!dadec-.m o art. 1* L'cioio Crrela dos 8antos, Portugal, 18 an
oa lei 0. 58.
. Bata malta foi r< colbida aos cofres do Con.
ceibo Municipal.
casamento civil'O escrivao dos casa-
memos que fuacciona nos districtos do Recifa
Santo Antonio, 3 Jos e Afogaios. alxou na
repartigo do registro dos casameatos 4 ra
c!e Imperador n. 75 1/ andar,editaes de procla-
mas de calamentos dos ssgointes coatraben-
tes:
2 Publicaco+
Pedro Dacio de Barros" Cavalcante, resi*
dente na freenezia do Pogo, com Izabel Ma-
ra de Castro Torres, solteirus residente na fre-
guezia de S- Jos e n-iiuraes deste Estado.
.1 PubUcago
Francisco Pereira da Silva com En Barros Lobo, solleiros, oaturaes deste E tado
e residente na freguezia de a logado?.
Vicente Claudino Vives, resi lenta na 'ra
guazia de Santo Antonio, cora Mana Jos Ma-
chado, residente na Ireguezia da Graga, soltei-
rus e nitoraes deste Estado
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentas da Boa-Vista, Graga, Pojo e Varzea
aiHxou na repartig do registro ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguintes cnntr benies :
1* publleago
Fra icisco Villar Hirreto Coutinho, residente
no municipio de Nazareth .com Amalia de
Araojo Aira-ida, esidente na freguezia da B.
Viga, soltaros.
Jos Cecillano dn E-pira Santo, com Joanna
Mari do Carn, solteiros e residentes oa fre-
guezia do Pogo da Panella.
Julio Fere r? de Carvulho com Mara da
ConceigSo, solteiros o residentes na freguezia
da Graga.
Frederico de Paula Arr.ila com Antonio Oli
veira OuinarAes, solteiros e residentes na tre-
gula da B. Viett.
Vicente Clau uno Alves Filho, residente oa
fregu ia de Santo Antonio, cora Mara Jos;
Machadci, residente na freguezia da Graga, sol-
teiros.
2' Fuilt'cacao
J0S0 Gusm5u da Fonseca com Leopo'dina
Francisca da Silva, solteiros e re lentes na
freguezia da B. Vista.
Jos Joaquim Correia de Amorim. residente
na freguezia d-t Boa Vista, com Palmira Duar-
to de Fignendo, residente na freguezia de
S. Antonio, solteiros.
Manoel Francisco da Silva, cabo de esqua-
dra do 11 baialliao, com Philomena Leita Pi-
nbeiro solleiros e resi lentes na frvguezia da
B. Vista
Telegraminas retidos -Ac-ia -?e re-
'ido< na eslagfio do Telegrapho Nicional os se
guintes telegrainmas :
Di Hahu. p"* Aif-edo Fe'relra Almeida.
De Mjcao, par. Htn ique Faik.
Linhas para Norte eCentro boas. Pa-a o Sul
con ir 1 atrata w por h dev d^ a t'0 adas.
Commisao "> inellinramento do
Porto do ReelfoRscife, 12 de Feverei-
ro de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cenU. Barmetro Tentlo do Huni-
nos, soltelro, San'o Antonio.
Praocelina Mana Victoria, Pe-nioboc-, 46
anno1, casado, Rec fe.
Fraoowioa Lipes de Ollveira, Pernambuo.
40 snoog, casada, Boa Vista.
Miooei, Pjruamboco. 5 dias, boa- Vista.
Joa-o Rosendo Gomep, Pernaniboco, S. Jo;
Eloardo Gomes da Silva, Pern uiOocj, 4'
mezes, B01 Visto. 1
Elias Jos Moaleiro, Peroambaco, 20 anco ,'
satetro, Bja*Vista.
Antouia Mara da Cnceic&>, Pernarabuco, 30
annoa, solteira, Boa Vala.
Giilberm na Mara a Con:(iio, 65 aano3,
Boa Vista.
Tnom los Mirjuai, Pernambuc, 31 anuos,
caado, Graga.
Mara Heonquea Males, "aa'ij'oa, 23 an-
oos, solteira, S. Jos.
12
Adalberto Eugenio Goimares, Peruaaibaco,
9m3zes, Santo Aoioaio.
Ciarice do Reg, Pcr.iamOu-o, 2 mizas, Uia-
Vwla.
Benviado F-ancisco, Pe-namouc, 40 d;a ,
Boa Vista.
Trjeopnilo Lias ae Azeveu, Pernambuco, 23
anoo1, soltelro. Boa-Vista.
Jos Loiz di Cos'a Goes, Pornamoaco, 48
annos, csaco. Jimia.
Placida Jd Cjn:e:gaj Moreira, Per amoi o,
18 amo.', solie-o, S Jo=.
Jo< aIvps de 3n 'Ao-, Peraambu-JO, 26
aonos, .-olti-iro, Boa-Vista.
Antonio D.im '0^50 .loaos, viuv B.a-V la.
Saiero B-.rba.ioo Ly-i, Peroambaco. 70 ao
oo, cae oo, B'.-Vsta.
Jote B p na Xtfier, Pe-nambusj, 30 amos,
foitei.-o, boa*Vi*ia.
M 50 an-.o-, s i:.i-o, Bj^.Visia.
Joarioa B.'ptt-ia do Nanelueoto, P-yn-imiu
'.'0, 35 -i'w.o-, viflvs, Koa-Vista.
S.oii J^s i;o Kspirito Sal), 35 annos
R :t-.
Casa de Uctcnco Hovunetito dos
prezos Ja casa de ueicugao do Recife. Estad.'
de l'ernamh'ico, 12 de Fevereiro d 1895.
Bxisttam 47, euti arara 8, sahira.-o 5, exis-
te m 440.
A saner: nacl^naes 40J, mullinres 11, estran-
tii'us 26, muflid es 0, total 440.
Arralados 38o
Bous 375 doeute 11, loucos 0, loucas 0,
total 38J.
Movunenlo da enfermarla Tiveram baixa :
Jo? Gongalves de Souza, Pedro Alv-s de Sou-
za (coobecldo por Pedro Catle) e Mauoel Jua-
quiiu de Sunt' \nna e Souza.
Hatadtturo s*utlicoForano, abatidas
nu Mila looru l'ublico da Cabanga, 72 rezes
para o consumo de noje.
arado
a 0)
vap'ir
dude
6 m. 26,"0 758,-89
9 27,4 7W),57
13 29,-l 759-14
3 t. 2l,'l 757,-50
6 28'8 757,-46
20.V7 8!
23,00 80
21,59 72
21,59 72
21,39 74
3000 a 3J20J
Aigodo
Co!a-ee o de sorte a I5300 o 15 kilos
aleado 10OO menos o mediano e 2000 0 de
V sorte.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 125X oomimal.
Coaros
Seceos salgados na as' de 12 kilos 12010 a..
1030 res *roda refago 676 o kilo.
Verdes 600 rfts, ultimu prego.
Carnuiba
Cota-se da 28< a 38*000 por 15 kilos.
le
Por iOOfOOO nominal.
Impo laco
Hamburgo e Lisboa, v oor allem&o Patagc-
ola, entrado no da 9 e consignado a Bors<
telmaon & C.
Carga de Hi oburgo
Amostras 10 volumes a diversos.
Arros 15 s.ccos a Abrantes & C.
Agua mineral 30 calzas a Costa & Rocba.
Azul ltraroar 10 caixas a I. N. da Foo-
aaca.
Bombas 1 calza a Parete Viaona & C.
Batatas 50 saceos a C. a. Vender Linden.
Cerveja 1 caixa T. Iut. 25 a M. Soo'inbo
& C, 50 a Lopes Albeiro & C, 85 a C. Barca,
10 a Prente Vlaona & C, 20 a o dem.
Cbapos 1 calxo a A. Fernaodes & C, 1 a
Soares & C.
Coaros 3 ca xas orla n.
CapuUi i ciizas il B.r. Braga. da
Oval 1 6 D:'." >as a J. S. Amara1, 8 a Jjao
Rodrigues.
Coaservas 1 calza a C. Barza, 3 a brante*
&C
Calg-dos i caizao a Minoe, de Barres Caval-
caiie.
Drogas 11 volomes a G. Martina 4 C, 4 a
Gmmares B ai 4e C, 49 a M. J. Campos.
Ferragens ii volumes a J. R. F. Brag-, I ao
Club Ioternaciinil 10 Recife, 13 a Albino Silva
& C, 3 a Paren-e Viaooa A C, 2 a A. Pinta da
Silva A G, 1 a OliVeira Baatos dr C, 9 a Gomes
)e Millos lrmaus, 6 a Baga A Cast'O, 1 or-
dem, 7 a Miranda & Souza, 4 a Rabello & Soa-
z', 1 a J. Ferrelrs.
Instrumento de c'u-gu 3 caixa< a F. F.
Leal & C.
Lcuga i caixa a A. P. de Aievedo, 1 a C-atro
Medei-rs& C.
Macbioas de coalara 21 voiomcs a Vianni
Casto & C, 25 a Beato R beiro & J., 6 a A-
Pin;o da Silva & C.
M veis 1 caixa 1 J. E- aty, 1 a O. de Gas
ma < 2 4 ordem, 2 a J. R. N. da Silva, 7 esco-
la Fre Caneca.
Mercadorias 2 voiumas a Medeiros Irrxaos &
C, 1 a J. F. Silva. 4 a J. d Souza M*Uo. 20
ordem, 3 a A. Pereira de Aieveio, I a F. de
Azevedo & C, 1 a C. Medeiros, 2 a A R. da
Cuaba livt-ira, 2 a Max Orecbsler, 1 a C. Bar-
7a, 2 a O Bbtis& C, 1 a Rapbael D as & C.
1 a A. P- de Meoirooc, 1 a Mmoel Collago &
C 2 s O. Crneos & C, 2 a I. N. da Fot 8jca
2 a Gomes de Mallo- I mus, 2 a M noel Fran
co &I'mS>s, 6 a Braga & Cast-o, 2 a F. Mi-
noel da S Iva, I a Goima-Ses Cario o & C, 1
a T. Juet, 1 a Lei^e B-s os & C, 1 a M ra da
& SjO. 1 a F.-edenco & C, l a Tavar^s &
Freir, 2 a L. A. Sal z 1 Junio-, 25 a Antonio
Pinto da Silva & C.
Papel 1 cix i s G. P.meatel, i a Meleiros
Liyme, 9 a Azevedo & C. 5 a Alb no Campos
& I'O aos. 5 e 17 fardos ordem, 5 a Morelra
A C 3 a Fran isco Mmost da Sil a.
D to de impresaao 12 lardos uo Diario de
Peroambaco.
Papelao 1 (ardo a Mar.oM Licio Marques.
Por. elLna 1 caixa ao Club Internacional do
Re le.
Pianos 2 caixas a P.ealle & C.
Qaeijos 45 calas a Salzer Kauffnann & C,
15 a C. Barza & C, <2 a Miguel Crdoso & 0.,
19 a Affjoso Taboda & U, 30 a Jaaqaim Fer-
relra de Ca-valno & C.
notas 41 ba ricas a Gaimaraes Braga & C
50 a Francisco Manoel da Silva, 20 caix;s a
Guinaros Braga & C.
Te idos 2 volomes a A. Mirtina & C, 1 a
Miu-m Isabella & C, 1 a F. Nuoes & C, 1
Gangalves Cnob* & &, 7 a Meili Dielheim &
C, 3 ordem, 1 a Domingos Coelbo & Soare3,
1 a Macbado & Pereira.
Viar.'S 3 volames a G. Martios & C, 4 a C.
Halli laj & C, 1 a ordem, 100 a Martina Vlegas
& Filaos, 1 a Manoel M. Botelbo.
Carga de Li-boa
Fru.las 4 cuxas a Abrantes & C.
Magas 1 caixa a M. P. da Silva.
Viobo 8 barris ao mesmo 10 ordem, 6 a A.
Lepes & C, 5 a A. F. Flores, 4 a M- Soires
AUargua.
Exportaco
Rscife, 12 de Fevereiro de 1896
Para o exterior
NSo boove.
Para o interior
= No vapor racional Iianema,
Theomoraet.-o8 desibrigados ao meio dia :
Ennegreiido : 61,0' PraUado : 43,4.
Temperatura mxima 31,00.
Temperatura mnima 25,*.50.
Evaporagao em 24 oras ao sol 3-1, som
bral,-8
Chuva 3,-4.
Direcgao dn vento
E e ESE alternados durante todo dia
Velocidade media do vento 2.-50 por es
gundo.
NebulosidaJe Jradia 0,52.
BOLETIM DO PORTO
Das Horas
Aujra
Pra mar ou
Bafxa-mar
P M. 12 de Fevereiro 3 h. 40 m. da m. 2-.20
Ceniiterlo Publico Obitutrio do dia
11 de Fevereiro de I89
Aoiouio Aunes Vie a de Souzi, Perni-.mou-
ce, 58 annts, casaio, Boa-Vina.
A1 eno dos Sa itos Mire ra, Portugal, 34 an-
uo9, soliei<*, S. Jos.
Kellj'.a Mi-ia da C)a:eig5j, Peroambaco. 95
annos, sol eir, B a-Vi-ta.
Alexandnao Mi'qaes da Cru, Para moneo,
34 anoos soltelro S- Jas.
M-.ria Amella Gones de Sonza, Peroauba-
co, 4 annos, S. Jos.
A. Fernaodes 4 C, 203 volames com 8.O.J0
kilos de assucar braoco.
Para Pelotas, carregaram :
A. Feruaudes & C, 630 volumen com 59,030
kilos de assucar brsnci.
M. S Mala 257 couros espichados, pesiado
1,-99 kilos.
Mmoel da Costa Moreira, 500 saceos com
37,50 klos de assucar branco.
N 1 vapor nllemao Fnederick, para R'o
Graode do Sul, carre-uaram:
E. Carlozo & C, 80 saceos com 3.730 kilos
ne as8UC]p mascavaJo e 450 ditos com 33,750
ditos de assucar bmeo.
J. F. Manques, 500 saceos com 37,500 kilos
de asiucar branco.
No vapor ioglez Bran1enba-g, para
Rio de Janeiro, car.-earam : .
S: Gaima-aes A C, 25 pipas com 13,428 litros
de alcool e 1< ditas com 8,501 ditoi de agaar-
deate.
= Ni vanor nacional S. "alvador, para Rio
de Ji.jeiro. carregaram :
P. Ca'neiro A C. 50 pipas cam 25,000 litres
de alcool.
No vanor ioglez Mideirense, para Cea-
carregaram :
J. Pater & C. 15 saceos com 900 kilos de
(anuo de algodo.
Para o Par.', carregaram :
Fonseca imaos & C, 1,800 caixas com 23,400
Kilos de j.t.a'.
J. A. Fonseca, 800 caixas com 10,400 kilos
de sabio.
A. Costa & Finta, 600 barricas com 49.400
de aasocar branco.
= No vapor Ioglez Brnaswick, para o Para,
carregaram:
A. Fe candes & C, 20 plp s cem 10,800 litros
de al-ool.
No vapor nacional U33, pira o Para,
carregou :
C. de Drogas, 2 barris com 780 litros de a',-
cooi.
Pa-a o Ceara, carregaram :
J. -altar assocar mascavado.
1. S. d'Amaral & C, 5 barris con 440 Iflros
de alcool.
Para o Aracaty, carregaram :
J. S 'Amaral, 16 pipas com 7,680 litros de
aguardante, 30 caixas cora 260 ditos da cidra.
1 pipa e 24 barris com 1,310 litros do vlnbo de
f actas.
Para Mossor, carrega am :
Santos A-auto & C, 27 caixas com 621 kilos
de sabao.
Para Maco, Qarregiram :
P. ViannaA C, 25,000 cigarros.
Para o MaranbSo, carrega am :
P. Lemas A C, 15 caixas com oleo de rieino.
Na barcega tRiioha do Sal, para Natal,
carregou:
J i A. Fonseca, 40 caixas com 960 kilos de
sabao.
Para Macabyba, carregaram :
T. Lapa & C.,'5 birria com 165 litros de vi-
nagre. .
na barcaga Rainba dos Aijo -, pira Natal,
carregou :
F. Rosna, 1 barril com 85 litros de vinagre
a barcaga Nazinba, para Marangaape,
carregaram :
Oliveira Bastos A C, 4 caixas com ralgados.
Joven Axcencla,
rillLlCACOi k PEDIDO
Coatos matutinos
Os ... reiras d'.l Pnvincia sao muitos, e eu
sou um s, mas nao recuso a luta, e hei :e es.
magal-os cora a poderosa cla/e da ra'io.
Elles ladrara sem provt-ito.
Vou carro; e os rabugentos suppOam, quo
eu fago a viagera r ..
Nem eu consin'o qu o coclieiro btaos com
o chicote ; quero'os todos junto nnm, alim
de que possa dislrali r-me, sacudindo-lbes pe-
dacinho3 da couro cr...
Ho de raasligal-03 e remastigal-03 e afln-jl
ficaro moitos de farae. -
E' a victoria, que eu quero s bre el'es !
A' prop?slto da troca de nemes,Marco Au'
relio por Marco Antonio,-engao naturalisgi*
mi pela quasi semelhanga de nomes, para
quem escreva todos os das e s carreiras.
multas vezes, sem lempo da fazer urna rpida
letur, o ... reir, que fugio covardemeo'e
das Historias do Dia e mc-tteu se na secg 1
dis iNolici s para nao apsnhar p, e as.-im
aahir-Jhe a dse maia leve, entendeu que devia
abrir obra conhecida e copiar ipsis verbis el
virgu'is, ludo quanto encontrasse sobre o
caso; mostrando asent urna erudg&o pouco
commura, em lao verdes annos, vinte dos
quaes ao servico do exercito, no posto de ca*
dte v talicio !
O .... reir, porm, engulio tudo, e fez o
ditos com 30.00J
Amazonas, para
30,000 kilos
caixis com 1,800
Na barcaga Joven Axcencla, para as
para Rio i Alagoas, carregou :
G randa do Sol, carregaram : J. de Barros Crrela, 15 000 litros de sal.
Nova Mala A C, 137 saccoi com 10,27? Ulci I Na barcaga Mina Olvmpia, para S. Mi
assucar branco. gael, carregaram
A. Feroaades A C 6 caixas coai 48 litros de
cid a.
Na ba-ca Pbesx, para S, Luiz, car-
regaram :
aeto Ma'a & C. f>0 caixas com 1.10) k'lo-
de sano, 1 alia com 8 litros da cidra e li di as
com 96 ditos de genebra.
= Da 13 =
Para o extenor
NSo bonve.
Paia o interior
No patacho allemo Friederick, pira R o
Granle do Sal, carretn :
A. Taboma, 500 saceos com 37,500 kilos Je
de assicar b anco.
Nivapar i:g'e Piotomj, para Saatos,
cavegaram :
B t o A Irmio, 2.500 saceos com I
de assuea' mascavalo e 500
kilos de assucar branco.
Na 0arc3 niciooil Rio
R o de Janeiro, earrearain :
P. Alves & C.; 500 saceos com
dea-sucar mat- ido.
Gaimaraa & Valente, 50
kilos de oleo de ricino.
Na v carregaram: ,
C. Pinto & C, I barril com 88 litros di al-
cool, 6 dito8j:o:n 215 dit03 e vinagre e 10 sai-
xas com 52 ditos de cidra.
Pa'a Natal, ca-r^aram:
J. Salgueiral & U., 15 barricas com 1,047
kilos de assuoar branco.
No vapor iuglez Brunswick, para o
Para, carregaram :
V. da Silveira A C, 84 b rricas com 6,8So
tilos de asao^ar braoco
L. J. S. Uuimirae8, 200 barreas com 13,290
kilos de assucar braoco.
A. Fernaodes C, 250 barricas com 16.863
kilos e assoca* branec.
P. Carneiro & C, 200 barncaa com 12.70J
kilos de assucar branco.
No vapor Ioglez Madeiren?e, para o Para,
crregaram :
Silv GuircarSes & C, 1.000 barriras Com
72 276 kilos de assucar branco.
G. Fonseca &C, 00 barricas com 15 521
kilos de assucar braoco.
J. Bailar A C, 5 p'.pia eom 2 700 litros de
alcool.
Amorim Silva & C, CObirrlscom 5.760 itrao
ae sgoarlente.
Loyo & Filtu, 500 barricas com 35.450 kilos
de assucar branco e 100 ditas com 7,00 ditos
de assucar retinado.
No biate Daua te Goie, para Maco,
carregaram:
F. Rodrigues &C,5caixa3 Com 115 kilos
de sabao. _
Fonsec Irmos A C, 20 caixas cora 430 kilos
da sabao.
o biate Correio do Nital, pa'a Mura,
carregaram:
Nova Mala & Z., o09 stecs vi. ios pe ando
S30 kilo. u_, .
= Na barcaga Sanhos. para Macao. carre
garam :
G. de Mattos Ir?io, I volme com 80 kilos de
fumo e 3 saceos com 75 ki os da lio de aigodid.
Na barcaga CoQstiBga, pa-a Macelo, ca-
servigo tao mil, que niio consegaio boa di'
ge8lio I
Fof ass'm, que elle escorregou e deu com as
ventas na lama, affirmandu qae cleopatra
NAO TEVE COR-\gO PARA SOFFRZR A DER
ROTA DE MARCO ANTONIO NO ACTIUM, NEM
VIDA LONGA PARA ESPERAR O OUTRO
MARCO.
Ah, o ... re ra deu um erro de palmatori,
e eu quero dar-lhe urna licgao com dous ce
N5o exacio que a derrota fosse no ActiiiT,
meu .... reir empavonado e tolo, minha liii'
tura mater de pedantismo !
Perto desla cidade, esto Olinda, Jaboatao,
Luara8s e outros muitos raunicipns, em-
anara dalles r presenta o Recife I
Octavio ganhou urao victoria decisiva sobre
Marco Antonio, fERTO do Adran e nao NO
Aclium I !
Alm das mu tas lieges de portugupz, que
eu estou djr-te diariamente, toma l mais
esta de historia anliga !...
Peno do .... reir cs' sempre o Gonga'ves
Miia, al para venlicarem a cxcellencii do
phonogniplio Lnnep, que toca cytiiarra
com dous rr, mas elles tao sa confunden!,
ponto de ura querer ser o outro...
J entendes e ? !
Oremos piaraenie que a raga dos parvos nao
acabar nunca, dala Antonio Rodrigues San-
paio.
O .... reir voltr, ainda ante-lionlera, d ne*
gar, qu o verbo sorprender seja ura ar*
cbaisrao intoleravel.
J eu disse. quan'ura s-tis.
Elle lem muito prximo, dous protessores
de porluguez, donos de DMA s c;.dera no
Curso Annexo.
P.is bem ; se quolquer ura dees Ver im
prensa e declarar, sob a respoosabllida e de
sen nouie, que o verbosorprenderni 1 r-
chaismo icsupportavel, eu dlrel que o ...reir
lera razio.
Cu'ta pouco, e dizem qne a poltica lem exi-
gencias muito fatae*......
Emquanto os leus M. M. nao r.cu lirem em
defea do....reir, eu eslarei com todos >s
diccionarios molernos, inclusive Horaea Fre
Vieira, ultimas edicSbs, que mandara ver :
SURPREHENDKR.
E sobre o verbo- silenciar-se ? !.. .
Sei erro do lypographo I !
Flzeram ouvidos de mercador ao que eu dis-
se, sobre aquella BOBHiDADE, muito merece-
dora do quatro ('u/.ias de bolos, bem puxsdi-
nhos 1
Ellos sao dos parvos Je que fallava Jonv,
isto d'aqui-Hcs que gabera tudo, meaos o
que deviam saber....
O Ilustrado Sr. Prefaseor Fragoso, 1. Sncre-
t'irio do ("oncilho Municipal desta Cieiau'e, nao
podara apresenlar ura proji-cto na pri.meira
sess.io, pira que elles andassem cora choca-
lhos ao pescogo?
E' preciso dlslioguil-os dos outros animara
quadrupedes....
A Gazeta da Tarde d licengo que eu a
C-imprmente ex abundtnli.i coris t
Nao venho' cairelar polmicas com o cnlie-
cido orgo do piitidj remendso, na chistosa
ezpressao d'A Cidade.
Quera sou eu para acomp-inhar o Sagrado
Viati :o Cora de horas i.
Eu venho fallar, muito revemnt mente, so-
b e as appreben35es da Gaieta, qurato ;o
saboroso telegramma, que o Comincrcio pu-
blicra, nolicnoo a viuda de vasos de guerra
e de batalboes da guarnigao federal para a ...
posse do Sr. Cooselheiro Correa de Araujo,
m
telegramma que mereccu a minha atteogSo no
Conloa de lerga-feira ultima.
A cousa est, realmente, fedendo bode In-
teiro, e se os boatos alarmantes continuia,
sem providencias do goveroo, d'aquellas qae
toraou com o-f?uin/ico -de Barreiros, ea
raspo-me barra fra....
Nem eu, nem o Ilustre chefe espiritual da
Gazcla, o Sr. Dr. Martins Jnior, quer (pege
liceoga ao ... reir para lr o verbo 00 sin-
gular) negocio com fogo, essa materia corabas-
tivel, qui nao alteada ao corpo de bombeiros,
nem a berva cidreira, nem nada !..-
Diz a Gozr-ta. :
. Al que emtim soou a hora feliz de por
um paradeiro aos descalabros e s preten-
' ees audazes dos d-molidores da Repblica 1
(O poni de admiragao meu). O criterioso
Commercio diz que tera lalvez de vir para
aqui mais de um VASO ................
Al meu Dous!___
L rebentou-se.me
gostos...........
a pena, no raelbor dos
Recife, 13 de Fevrreiro de 189J.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
Nos Cintos d boa tem, em vez deu=tal-
gia,!eia-senostalgia.
Os ouiros erros ijfiogr.ipii.cn cara pira 03
....reirs.
J:
IZO
Antcro de Hedeiros ao
Ir. %?anooI Nicolao
Ii S**a-a S'iiiio do Souza e
au publico. (*)
A consideradlo e
publico, a aalisfacSo
rrsppilO da ininlia vida
mcela e sera arram --
11 respeito qua davo ao
qne 111- compre dap-lhe a
taboca al b( forga-mn a v.r refa-
de cera, 10 saceos coro 250 kilos de lio de alo-
Na barcaga arla dos Aojos, par Natal1
caregoo :
Compschl de E;Uva, 10 caixas com oO k-'os
de cera em vallas.
R3adate3*.o4 publfcoa
Alfa niega
Feverei-o do 1896
Maz de
R-"na i^eral :
Oo dia i a 12
dem 09 13
872.3'0562
88:937*2Gl
----------------- 961:1.7*813
lr ceitos tpicos do artigo de s. S de 11
do v gente nos qaaeg, j.r curan lo iesi lar s- da dpcenedo que expenmentOQ p-lo fac-
id d- te- si lo destituido d > cargo d Director
d) Tliesoara, por causas diversas daqoellaa a
que ;!lulio em seo lito arl go, e, aifastando-
e do pon'o principal da queslao, externa i
mfu respeilo eooeeilos inju t s e que tornam
bem patela o d-speitu de que S. S. se aclia
possa ido.
Para nao alongar-nic u.uit em mraha expo"
sigSo Iratarei somente dos pontos daquelle ar-
tico em que se cha envolvida a miuha hu*
uiilde personnlidade
Aberta a vaga de 1- oTicial da 4* secgao do
rhesoaro, pelo falieeimeolo do ra-ra ioiitoso
compan-eiro Dr. Jofio Thom o Exn. Sr. Dr.
Secretario .iaFaira 11 requisitoa ao es Direc-
lor a re .gao dos empregados qued: preferen-
cia dev ara s-r proraoviilos
O Sr. Or. Manoel Nicolao qu* no breve oa-*
pago de sua adininistrrgfio mostro-se desve
lado pelos prenles, collocando.os e interes-
sando se vivam-me, p ira melboral os dia
dia entendeu que por f.is ou por n-^fas ser*
vindi na de sua propria pbrase, a occasio
era oppoMuna par a a.-cencao de ura de seus
s brinbos ao cargo de l- otii.-ial, nao obstante
fazer agora ura anno que entruu para esta Re-
partigo.
Para a consecugo do seu Intenio fra mis*
te" erapregar o recurso de qu? S S. U--00,
pois, outio nSo lhe pudia suggeiir visto como
o primeire a jolgar me uno empugado hbil e
inteil gente, referencias honrosas que muilo
lhe agradego.
Era preciso, pois, destruir osses reqais;to3
e S. S. no encontrou embaragos era deseo-
brir um s<:naosinh que rae obstasse a pre-
ferencia, e assra e que, qualiurou-rae de de-
di.M'lioso no corapriraanto d is everes adstrlc*
los ao ra--u cargo e simpleamasta no in*
tuno de, de coiiio j disse, favorecer ao sea
sobnnho.
Semelbaote pracedimento n5o me parece
correto, mesmo porqui ttaiando fe da u;n ca*
valheiro qie exercia uro dos carg s mus sa-
lientes na primeira repartigao do Eslado, ce*
via nasle carcter ler precisa isengio de ani-
mo pura, cima de pequeos (otereflses eolio,
car a sua propria dignida le.
(*) Erte artigo de'xcu de fer publicado
boutera por uliluencia de i-ahalho.
Renda do Estado :
Oo da 1 12 |7o:69o,S805
dem de 13 23:19Uo9
198:8 3*335
Total I.i6;:l6t58
secgao da Allandega de Pernamcuco, 13
ie Fevereiro de i86.
O ebefe da secgao
L. P. uodeceira.
O thesoureiro
Lniz Manoel R. Valenga.
R?CEBEOUA DO ESTA!'.
Renda de 1- I9i:2l30i
l-iem de 13 59982i
Renda da I
dem de 13
RSCIFi DRil.lAUB
197:3ll
3.3'92>0
22978I
3.7990it
ragarara :
V Costa & C, 2 barris com 88 luros de al-
cool.
S Marques & C. 1 raixao 40 kilos de. doce.
Na barcaca F. Socledade, para Marao-
. I guape, carregaram:
I Manoel Collago C, 2 caixas com velas do
llovimeato do porto
Nivids sabidos no da 12
Maranhaa escala -V^po: uraiileiro Una,
commandaae A. Alou juerqae ; carga varios
gneros.
Mossor Lfuar nacional Olivia, capao II
C. Ha^ssen ; em lisiro.
NatalPatacho diaamarqnex Naaoy, capitao
H. Svsrrer ; em lasiro.
Ob:ervag5o
NSo boavo entrada.
X vio totr.iJo no da 13
Rio de Janeiro e e?:aiaVapor oornegu?n;-e
Baan, de 91 loueladas, cimmanlante 0.
Lanriation, eqoipauem 18, c rga vanos g-
neros; a Fel'X Baodfirn.
Nvo sanido o mesmi da
Pa- Vaoor nzlex dronwck, com-
L-aodau!e W. Jolines ; cargn varios ge;.-
ros.
Hercailo Haniipit>i de M.ie
0 mov-menlo dMta a c dia 12 d>>
vereiro foi o segoiote
Bntrsraa :
41 nolsjesando 8 769 'lio
300 kilua de peixe a 3' gxroo
: mparl coa- maneos a ISi> -s. 1*050
6 ditos com canardes a 160 ri. 9 0
36 columnas a 900 rs. 32J&L0
2 ca'gas com galMubc a 750 ra. 145U0
8 rassaaes com gailinhaa a 430 'a. 346H0
I rgaa com milno ver'e a 450 rs. 4900
1 carga com amendoim a 450 4430
3 cargas com batatas a 450 rs. 1350
1 cara cojo ffiacciiira a450rs. 4450
1 cT-gas com cebollabo 450 rs. 4450
3 cargas com feerlmns a 450 rs. 14350
19 cargas com verduras a 459 rs. 8abo 1
1 carga com canna a 450 rs. 4450
4 cargas com laraajas a 450 rs. 14800
i cargas era iabame a 450
2 cargas com tongas a 4-> s.
i cargas cora meiancia a 450 rs.
1 cargas com m-'.'o a 430 rs.
2 carKas com di versas 45" rs
68 caras com fariobe u 3 <<> rs.
10 cargas conj ooilr-T secco a 300 r^-
3 cargas cem fen-io a 3)0 rs.
13 Soiiios a 14 rs.
70 lugares a 3uU rs.
12 comp. com aioeiros a <45iX)
9 comp. cora scic i'o a 14060 rj.
8 comp. c^ra fresenra a 9in -s.
70 comp. com faxeiirtts a ?4 rs.
?1 comp. com comiaas a 14*>50 rs.
49 comn. com vendaras a 450 rs
107 comp. com fariaba a 600 rs,
48 comp. com talboe a 34000
4450
9(0
4450
4150
4900
294400
340UO
900
134000
214OOO
1840C0
94450
74200
1404000
224050
224050
644200
14.4000
5504800
ti. 0294-00
6.570410O
kilo
Rendmejtos aos das I a ii
?recoa do uta:
Carne verde de 200 a 14000 rs. o
Saines de 14 a 14200 dem.
Caroeiro de 14200 a 14500 idean
Pancha de 600 a 14000 r3. a cnia.
Milho de 600 a 14000 rs. a coia,
b'eijao ae 14200 a 24000 a cuia.
Xavios esperados
De Hamour.o
Brigue alemao Otra Grat iu Staiber;.
D^ Nek-York
Birca caci'jQ&l ViLtoria.
DeCTdiff
Barca noruegu?ase Wioooa.
Barca noraegoense Sala.
Uarca norueuuense Dacia.
Barca aorueguense Auriga.
De Terra Nova
Lagar iaflez Heldra.
Lu^ar inclez Emulator.
Lugar ingles Ma'j CMseoo.
Vapores a entrar
MEZ DE FE7EREIRO
Munin do sol, a 14.
Baan do sal, a 14. ,
S. Salvador de no-te, a li.
Ville de Buen r-Ay >g da Furop, a 13.
Olind 1 ao sol. 1 16.
>Nde lo sal, a 16.
Santelmo do sul, a 16.
S.efanii do cu', 16.
CmOL.ra do sol. a t(5.
lbers de sol. a 17.
Vap ..os a saltlr
MEZ t-.FEV.-RfllRO
Para directo Mafeireeae a 14, s? 4 borss.
dantos e es.-. Paagp.i a 14. as 3 boas.
8rrab5o e es\ Un a 14 ss 4 nors.
Para e esc. B'unswi k a 14, s 4 bora?.
Para directo Ma^etre 1 e a 14, as 3 horas.
Rio de Janeiro e esc. 9. Salvador a 14, as 5 h.
-Jouthomptoo e ese. Nile a 16, aa 12 boras.
M.ocs e esc. Olioda a 17, as 5 boras.
Genova e esc. Lis Paira? & 17, as 4 boras.
Sanies eege. ViHede B. Ayree a 17, as 4 h.
ba cos-Ayres c esc. Magdalena a 19, as 2 b.
Santo3 e esc. Stefania a 21. as 4 boras.
Rio G e esc. Santelmo a 23. as 4 boras.
Rio Grande e esc Santelmo a 23, as* 4 boras.
Sacos e esc. Crele Prince a 24, as 4 boras.
Rio de Janeiro e esc Maraobao a 25, ss 5 n.
Mandos e esc. Brasil a 27, as 5 boras.
-4

I
i

-1


Diario de Pernambuco Sexta-fcira 14 de Fevereir de 1&9G
*
/
\
A narrativa que venho de faier sincera e
iesapaixonada e do quites cora, a mi una con-
BCiencia sera rec-ilar o verediciuro da opimao
publica, pois, alera de nao lar o Dr. Manjal
Nicolao provu'i) o conceito que rceu raspe!
to externou o que nao conseguio e nam erase
gira fazel-o, acontece tambera que elle pro
prio se encarregra de rtiser a publico que n
eua iodicag para 8 preenchimeuto da vaga
para a qual coube rte a preferencia foi Dada
mais e nada meno3 qu o producto da mais
severa parcalidad-?, desde que, nasconsile-
rac^s fcitjs acerca do rairemineiito ios era-
pregados, ferio-me a repu'acao, descubri io
compatibili las para o Dr. Turlan > Carapelln,
moco dislincto talentoso e eslimado de loda
a repa tigao para d-'sta soria tirar provelto em
favor de seu prenle quera 3. S. pro.ege
Coga e desa^sorabradarae;ite.
.i que Dea exposlo o que resulla?
Que s. S. foi infeliz na apreciadlo qu fez
meu r?peito e s lenota que no acto de fa-
zela deixnu'se dominar p ir urna c rrenle de
odie e despeno qu a urna posica i susp-iita.
Q jamo ao caso das apolics sera asaignatu*
ra au motivo pura S. S. expuiJir-se d'
fjrma lacouvemanta porqaa acreveo, alteo-
den.lo'; ao pasado trabaiiio le tai'S asigna.
turas. E i i^'Ual falta i.icorrfu o Sr Dr Ha'
no-I Nicol nio > as apolices era quesio,
como tambera em tres analices do valor de
cont de rii ci la umi miUidas em favor da
Usina o de Sanjue e que deinrara de
ser emittiJas pelo fado de sua dispensa do
cargo .ie director.
Isto puslo. peigunto : Si por esse faci
mereco a qualificaco de desidioso? Digain
os que me leam.
Nto huso inquirir -las causan que levaram
o Exm. Sr. D*. Oov trnador 1o Estado a te-ii
tuir o Sr. Dr. Haooel Nicolao -lo cargo que
oceupava, mis, qu-'ro erar que nio loi o qua
comiingo se pasaou qm determlnoo tal deati-
luico e qu ? 8. S sscolhendo* me para alvo
de sua desuilYin'a nao f-z uns do que dea-
viar-se -tu pnocipal piolo do as'Oiap ".
Don por terminada a m n!a trela, crete,
entretanto, da que o S-. I) ttaneel Nicolao
poder cora a pojanca do seu tlenlo e a par da
illusliacio de que lisf-O?, falsear M rectos por
meio de engennosos argumentos; mas, nao
conseguir, estoo cario, upa rilho ada-
mant ni da ve da le aqu exposla e que irans-
parecer sempra em toda a sua uuicz.
E' qnanio inr.a dr-.er.
lij- -21898.
Joao Autcro de Medeiros.
O Ferro Bavais cumpre tuda qua dos cofres do Estado, se, proferida ana
promette ; assegura a cu-a de todas aa propos'a, recusar-se a propouenta a assg-
inolestias as quaes o ferro indicado, nar o contracto rerpaotivo
falta deforcis, auemia, chloro-aaemia,
p'ostacSo proveniente das febres dos pa-
ses qaentes. E' am des re-onstitueates
mais poderosos.
Pera as anas de leite, augmenta a
quant'dadee riquza doleite. E' o ni-
co ferro que n ica cansa o estomago qua
n&o o coas'i^ae que nao ennegrece os
dente.
Tomar o verdadeiro Ferro Bravais re-
ceitado e approvado por todos os profes-
a-res da Faculdada de Medida de
Pariz.
Ba-.tara quare- tu g ttas por dia.
Seguir o conselho d'um velho medico.
Dr. Cliavanon de Corbire.
O Cbarbon Naphtol Fraudin preven-
tivo da febre amarella, aioptalo pelo
CJorpo Medical para assegurar a Cura-
co das Doeocas do Estomago e do Iq-
testino.
O concurrentes obserrarfto como Ihea
cumpre aa clausulas do deoroto abaixo
transoripto, bem como aa demaia dispo-
983a legaea vigentes, relativas a arren-
damento do proprios eatadoaes.
Havendo duas ou ma.s do das pro-
postas ens prefaita igual Jada de condi-
y5es, ser preferido o concurrente que
melhorea provaa de idoneidade ofe-
reoer.
O director-geral,
J0S0 D;.i Ribeiro da Cunha.
DECRETO DE 27 DE JULHO
DE 1995
C 1 a a a a 1 a a
As Topistas verearSo exolaiiva-
s.bre a industria aqui esp-icifi-
!.
mente
C.da.
2.
t'riaiicn ooitt catharral
O idolatrado filhinho do Sr. Manoel
Ftrnanrle Mal->eiros, residente ra da
Luz n. 2^, foj atacado de forties ma
bronch te c tarrhal e curou-33 tom o al-
c-itrao c jatahy Pr do.
Ao ^r. r. Prefeto
Pjde-sa ao Sr, Dr. pref to do Beci-
fe pivvld -nci-as no se \'-.\\-- d fizar re-
tirar o esgoto qie vera di predio n. 34
ra do Torres, que despeja 110 de n.
36 da rcesrn ra.
Muitas 'i 8>do as reclamaco^s aos
figeaes da frguezia do Recife, e nenhu-
m* providencia a hje *e tonou.
O proprietario do referido prodio n.
34, ou o seu p-' curado--, concertando o
em Janeiro de 1895, o que faz or-culta-
tamente, peL faifa de autorisacX), le-
vantou cornija, conservan io, entretauto,
o esgot 110 mesmo estado.
Esperamos, pois, qua o Sr. Dr. pra-
feito,'providencie d> modo a desapp-ire-
cer este incj..veniente, couipallindo o
proprietario do j referido predio no qual
resiae, uo 3- andar, a lazar o
para a ra.
cSgoto
O lab>ratorio do a .bio Pasteo r e tod 8
os esta'ie ecimeat -s creados sobre este
modelo, -m Fros e no estrangeiro,
utdisHin pan as auas culturas a p^ina
mais pur qua a de Ohap teaut, da
qual urna olher de c'- representa 25
grammas d- carne de vacca de prime ra
qualida e, d gerida pela pepsina, a
meima que a ba-e do Vinho de Pept j-
na de C!iapjt*aut, recatado todos 03
dias pelos m"diMs p^ra 00 npleUr urna
aimautasio insufficiana, daspartar o
appetiii e facilitar .s digestSes laborio-
sas.
Emuiao de Sroli
Ro a-; i;:ei-o, 15 de uotooro de IS8i
Atte-o ir emp'egado cora van a-jsos resul-
tados eiu doeolaa de tooercolose pilmunar, en
mioSa c-sa Utt saole, a Enulso de Scoit -le
oleo de ra o de baJaiba j cooa byftibospcitcs
de Cl e ro ia.
O relsrtdJ ve*la eeojoro iania me-
dtei.
D'. J. Tavanok 17
Agradecimento
Joo Rodrigues de
Moura e suas filhas,
agradece-ai de coraco
penlioradissimo a todas
as distinclas pessoas,
que lhes fizeram o ca-
rdoso obsequio 3 te-
rem assstido as missas
do 1: dia que manda
rain celebrar por alma
de sua idolatrada e pre-
sa jissiina esposa e uii,
Deoliudd Morera de
Mend nca Moura; fal-
lecida no dia 5 do cor-
rente mez.
Recife, 13 de Feve-
reiro de 1 ?96.
O oleo de B^rth um re-sonstituinte
de pr-meira ordem, com bastante effija-
cia para fortaleser os individuos de con-
atituiglj dbil e de peito mal conforma-
"do ou delicado.
i Com o uso s?gnido e constante d'este
meiieamant, a robustez nio tarda em
substituir o emmagr cimento e o enfra-
qoecimen o. .
Teinbem oceupa logar i pjrtante no
tratamento das bronch tes chron cas e
do3 catb rros antigos ou drscu dados,
assim como tambem no traamento dos
tumores escrofulosos e infartes das gln-
dulas.
Segu o a prescripcT do medico,
empregar-38-ha ou o Oleo de Berth s tu-
pies, ou o Oleo de Birth.coin creosota
Alpha ; ou por ultimo com gaiacol Al-
pha, nos casos em que o medico julgar
mais tan veniente.
-------------a
MOLESTIAS DO ESTOMAGO. Vino Ctassam
ESGARROS DE 8ANGUE
O Sr. Zicariai Manoel Teixeira, resi-
'ente ra de Riachuelo n. 223, curou-
se de esetrr s de aangue, com o alca-
traz e jatahy, da Honorio do Prado.
iiiist:.
Carnaval
Ds crde-n co O', prefeito do municipio do
H-eif--, fat-ae potinco paM coohenoiento de ra
lys, o ittapoeto n -i ais. a 5- do tiu 5' ca.
2-ir. Ici mnnicipdl a. i (Cong) da Posiurae),
rciMivara nte ao Carnaval :
art. i tica frohlbi-lo anlar qaalquer p'-
sia nascara"a ns roas do uauicipio. unda
lv seji vestida a carcter ; os confavento-*-s
nafrarlo 30/ Je ranlU e tillre-ao 8 das ee
pristo.
A-t. i- A proh'b Qfio Do arfeo anterio* n5o
c^mp-^hende o? t'es sias de Carnaval, nao ex-
cenando ne 8 tior.is ra oolie.
Art. 3- Fia pri-nibl-to cs'.a municipio o
iiinrjoelo de entro io com ago oo oatra surt-
tancia, d qoa'iu^r rtarieira que se ernpre*
soe ; os infracto-es pagara a nula de Bp e
sfff ero 24 liaras de prisco correccio a^.
a.'i. 4'Fica i.roi:bi.'aa ven la de limis de
cheiro, de cea o-- uorraiha ; os infractores,
\T de as DTderera. pagar&o 4 de mona.
Ooico. E' permiitid.', po-n, drame es.
ss tres :iis o bri iquedo cora ppU picado e
bisoagas.
A t. 5 Ficam prohibidas ai icsienas ou
sy nbolog, roj' uso seja privativo de qo?lqaer
orpuracV); os if*ac:ore3 8i-rao mil ados eco
30.
aeoretaria da Prefeitora Haaictpal do R^ci*
fe. ex 12 de Fevereiro de 1899.
O secrc'sn?,
.'oiqoiB Jos Perrelra da Richa.
Secretaria da
do Estado de PernambuTO
em 11 de Fevereirc de
1896.
1.a Directora
De or em do Sr Dr. aocretario in-
terino dos Negocios da Isdoatria fafo
pnblico qua oa proprieta! ioa daa osinas
subvencionadas pelo Governo do Estado
sao intimados a, dentro do praao de ir>
dias, a cootar desta data, a entrar para o
Toesonro com a quantia de trezeatos mil
res (3300000), cjrreapondente ao pr.
meiro semestre do corrate anno, qua se
destina ao ^egam^nto r^os honorarios dos
eogecbeiros fiacaee encarregados da
inspecelo das usinas, conforme o dispos-
to nua arts. 22 a 23 d > Regalamento de
5 da Agosto de 1895. e clausulas dos
respectivos ecutrfctos.
O director-geral.
Joao Diniz Ribeiro da Oanha.
A cada arrematante fbam plena-
mente g.rantidos: e) o direito osclusivo
da expo, ar a industria que contractar,
e por todo o prazo do arreudamento d >
urea, o qual nSo excede; em caso al-
gum a 15 annoa, contados do dia da
loatailacSo do se- vico ; b) o diieito da
preferencia em igoaldade de condi^Ses,
caso tenha da sar novamente posto em
concurrencia (Lei n. 124, r.it. 2o.)
3.a Escolado o praao de quo trata a
clausula precedente, todos oa edificios,
obras, machinas e quaesquer bem U i ton a
e&eotusdoa pelos arrematantes, reverlerSo
para o Eat:do, sem indemnisugRo al-
guma.
4.a A Bup*rfiaie de cada um des lo-
tea de terr., cajo temoh., mecig&o e d-
marcsci sarSo fcitos a cueta dos arre-
o-a antes, ser o numero de metros qaa-
dradoi qua for ce^easario, segur do o
genaro de trabalhos ex'gidoa para cada
exploracao.
5.a Fica constituido um lote do trra,
para ob effeitos deste decreto, o grupo
daa ilha, tambem pertejeente no archi-
pelego de^Fernando de Noroaha. dano-
Min.d,.B : Rata, do Meio, Sella, Qeneta,
K,.zaf S5o Jos o os ilhos al ex s-
tet tea.
6.a P.r oonta deg arrenatantes cor-
rerSo todas as dcsp'sas com o servico
oue o goerno instituir para fisca'uar a
exccu9?o doa contrae os da arrenda men-
t, quar em Femando, qaer no conti-
nente.
7.a Os arrondamentoa serSo intransfi-
riveia.
8a Tambem nSo aerSo aceitas as
propostas rmadaa por estrangeirca, t
pidendo concerrer a esta arrendamento
cidadfios brasileros natos ou nataralisa-
dos ba mais de 5 annos, ficando enten
d do que t.dt.s aa questSas suEoitadas,
qur ra escriba das propostas, quer Da
execujao do cootrecto serlo resolvidas
em definitiva pelas autoridades brasilei-
ras, importando caduoidade do oontracto,
sem direito ndemnisacSo de especie
algorras, o appallo feito por qualqoer
forma interven$lo diplomtica oa aos
bons offieioa de autoridades estrangeiras,
bem como qualquer associagao doa con
cessionarioa com fidadSoa ou inatitui^oes
Industria e8trarSe'r8S por instrumento publico ou
I particular.
Aviso
Faz-se pnblico es abaixo relaciona-
dos que, tendo de ser^remettida, n-j dia
20 do corrate, para oobranea executiva,
a ooota de aeoa debito)', relativa ao im-
posto de 40 ria e aoa exeroioioa de 1894
e 1895, poder&o nos 8 dias anteriores
faser o pagamento a bocea do oofre, na
Contadoria da Prefeitura.
Paiva Valente & O.
Ferreira Rodrigues & C.
GuimarSes & Valente.
Joaquina Ferreira de C*rvalho & C.
Fonseca Irmlos & G.
Figneiredo Costa & C#
Candido Ferreira CaecSo.
Companhia de Panitcsyao.
Alvares de Car val ho di C.
Coelbo Pinto.
Joao de Aqnino Fonseca,
J.-aquim Quedes Valente.
Amorim Fernnie8 & C.
Borgea & C.
E. Bilian.
Paulo M. Pe re Ira Monteiro.
Dr. E. do Prado Seixas.
BarSo de Frezeiraa.
Joaquim Alves da Si'va Santos.
B. de Siqueira Castro.
Braz Silva & C.
Manoel Lopes de S.
Sipnritos.
R. Druaina.
David Ferreira P Baltar*
Tbeo Juet.
Cntarloria da Prefeitura Municipal do
Recife, 11 de Fevereiro de 1896.
O contador
Ge->nio Jos da Rosa.
2.a At que nSo forera orgaoisadas
de aooordo com u presente Edital;
3.* As que ae base arem em precoa
de outras propoataa ;
4.a Aa firmadas por paasoaa que j
tentara deixado de enmprir contractos
com esta ReparticSo ;
5.a As que nSo offereoerem aa ga-
rantas e qaalidades exigidas neate
Edital.
Havendo cnaa ou mais propoatas em
igualdade de condi(8-s, ser preferida a
do cor crrente que melhorea provea de
idoneidade oerecer.
Oa cononrrentes deverSo, alem deasa
idoneidade exigida para direccSo e exe-
cucao das obras, indicar o logar de sua
residencia.
Nenhnm concurrente sera, admittido a
coecurrenoia sem que prove haver depo-
sitado na Theaourp.ria desta Reparti-
lo a quantia de 370)5000, importancia
\ae perder s<, escohida sua proposta
e convidado para assignar o contracto a
isto ae recusar.
Para boa garanta da exacucSo do
Edital
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Secretaria da Industria
1.a directora
Em 12 de Feveieiro
de 1P96
4rrendam no de lotes de tr-
ra no Arcti pclagaj de Fer
nando de Vorotihii.
Para eooheciment dos interesados,
fajo publico qun, estando o Sr. Gover-
iador do Estado, autorisado pela loi n.
121 da 3 da Julho ultimo, a arrendar
a quem melhores vontage&a offareoer pa-
queaos lotes de trra no Archipala^o de
Farnando de Noronh, e como quer que
nenhuma proposta tenha sido apresenta-
da na concurren :ia annuociada pelo edi-
tal de 9 da Janeiro ultimo, nesta Secre-
taria de novo recebem-ae at e dia 12
de Marco vradouro, l hora da tarde,
propostas nara o referido arrendameoto,
para a fundac&o de urna estacSo de pesca,
de salga on conaervacSo de peixa para
a exportasa'), peaca da esponjas e outroa
productos msrinhos.
As propo8tas devem ser conveniente-
mente selladas, entregues em carta fe-
chada e oonter em termos claros :
1 O prego do arrendamento da cada
um lote de trra.
2.a IndioacSo da residencia dos con-
currentes.
3.a Comprovacao de idoneidala para
exeoutarei estrictamente os contractos.
Nao eeiSo aoe.tas aa prop "atas :
1." Organieadas a o tesaccordo com o
r-a-.nte edital
. B.-seudas era pregoa de outros
concurrentes.
3.a Firmadla por quem quer q"e
renb-t deixado de c mpiir contractos cu
proceasos de contractos celebrados > om
qualqoer daa etisctas ou daa actaaes
reparti(3es do Estado.
4.a Que nao offerecefem es garant a
e qualidades exigidas no presante edital.
5.a Nechuma prop ata aera aceita aem
que o concurrente aprsente recibo, pro
' vando haver depositado nu Thesouro Ea
tadoal, ate vespura do dia designado
para abertura daa propoataa a qoantia
de 2.0005, que perder em beneficio
Secretaria da Industria
3.a directoiia
Para conhecimento doa interessados
faco publico que no dia 3 de Marco
vra : um, a 1 hora da tarde, reoebem-ao
(nesta Directora propsataa em carta fe
ehada, devidamente sellada, para o
serviQj de abactecimento d'agua oidade
de Pj d'Albra, oreado em 35.249)5065
r As propoatas devem aer escripias por
extenso, som rasara, emenda ou vicio de
qualquer especie, sendo rejeitadaa as
que se resentiren das seguintes faltas :
1' As que excederem os procos do
orcamento ;
2* As q.a rSo foram organiaadas de
aciordo com o presante edital ;
3a As que se basearem em procos de
outras propostas ;
4* As firmadas por peasoss que j
tenham deixado de cumprir contractos
com esta ReparticSo ;
5.a As que nSo offerecerera aa ga-
rantas e qutdidadea exigidas neete
edital.
Havendo duas od m igualdade de ooadigSes, ser preferida a
" J'o o incurren te que melhores provas de
idoneidade offarecer.
Oa cootractantes deverao, alm deas
idoueidade exigida para a direegao e
execicSo das obras, indicar o logar da
sua residencia.
Nenhum concurrente aera admittido
i concurrencia aem qua prove havrr de-
positado na Tueaouraria desta Repar-
ticSo a quantia de 1.6008000, importan-
es, que perder si, eacolhida ana pro-
posta e convida o para assignar o con-
tr c o i* ictc ae recusar.
Para boa garanta da oxeeno3o do
en tracto depositar o contractacte no
Thasonro do Eatado urna caucSo que aera
previamente arbitrada por esta Dire-
ctora.
Neata ReparticSo estarSo a disposigSo
doa 3ra. oonourrenteB, daa 10 s 3 horas
da tarda, o orcamento e as plantas res-
pectivas.
Recife, 13 da Fevereiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Pagamento d'> calQamen'o
de parte di ra da
Victoria.
O Prafeito do Munic'pio do Recife
manda sser publico aos proprietan^s da
supraoitadn ra que no preso improrc-
;:avel de 30 aies, contados da data do
presente edital, deverSo vir reoolher ao
c fre municipal a importancia do caiga-
ment feito, calcnUdo na ia>3o de 15 %
sobra o valor looativo dos rorpectivjs
predios de conformidade oom o d.sposto
oo 70, art. !.. do orcamento de 18^5,
quaodo foi feito o referido calca ment.
Ns. Nomes Importancia
0 Manoel Grocra'vea Mar-
ques Ferreira 595850
l5 A Manoel Tavares des
Santos 375800
1 A Lauriann Albuquerque
oontracto, depositar o oontraotante no
Thesouro do Estado urna caogSo que ser
previemente arbitrada por esta Direc-
tora.
Noata Repartiera estarSo a clipposi;^o
dos Sra. concurrentes, das 10 as 3 horas
da terde, o ornamento e as plantas res
pectivas.
Recfe, 8 de Fevereiro de 1896.
A. Urbano P. Monteuegro,
Director-geral.
Lins Barros 28S350
IBA mesma 28350
ICA mesma 285350
IDA menea 1 E mesma 280350
288350
1 F A mesma 2*0350
1 G Fabrica de camisas 568700
1 D. LaorJana A'baquer-
qde Lies Barros 1138100
Reis 437,5050
Contsdcria Municipal do Recife, 11 de
Fevereiro de 1896.
O oontador
Gennno Jos da Rosa.
EDITAL
Alfaudega
Recolhicnento dan estam-
pilhas do imposto do
tumo.
De ordem do Ilustre Sr. Coronel Dr.
Inspector desta Repsrticlo, transcrevo
para conhecimento doa interessadoa, a
Circular ltimamente lecebida s.bis o
recoihimento das ojtampilhas do imposto
de consumo do fumo.
c Circular n. 5 Miniiterio dos Ne-
gocios da Faaenda. Rio de Janeiro, 13
da Jane;ro de 189i. Afim de evitar re-
cl&ma';"es quer da parte do commercio
desta capital, quer dos Estados, declaro
ai s S.-b. chafes das Repartieres subordi-
nadas a este Ministerio que flaa marcado
o praao improrogavei de 3 mecea, a con-
tar da data da publicarlo deata c roular,
para o recoihimento das estampilhaa do
imposto do consumo do fumo ; udo o
qual uenhum valor msis terSo.Francis-
co de Paula Rodrigues Alves
3.a ScccSo da Alfandega de Pernera
huco, 10 de Fevereiro de 1896.
0 chefe,
Maooel Leite Pereira Bastoa,
Dire^tor^^eral.
^DirAL
Alfandesa de Pernam-
buco
Por I repartidlo $9 (>t pobllco qoe devear-
ira lo Vapor allemao .Cuyl b.ealrsJo
am 15 :p O "OLbr;: d an o p iimo i lo dois
i o rrneiro a carca frica
BSG .: .. 795 e o seu do ma'fa Lavoo
r.. 1 3.7 s haniu.69 uJibos quebraiori; do
v..p,-i' Explorer, entrado emideJ..
nei-r di o r*\ to no tres c>ixai m rea fJTM
n 4 J 43 e 49, avari.-, as ; e da barca dinma*.
quexa Dana er.rafi en 33 de ezembro ajoal o cams coin a marca iSAF
Moradas con falta, pelo que Dtimja.so os
inop 00 cons g ata ioa dos volu.. i.-s acim 1
feridos para requererem o que for a tero de
sena fl i re tos no dm rte 8 das.
1.* Sec8o em i2 do Fevereiro de 1896
O ohefe,
Manoel Alvea da Silvr.
Elital
Por esta reparti^Bo se faz publico para
conhecimento de todas que durante os
tres dia do car- aval deverlo ser obser-
vadas es pras ripcSea segaiotes, incor-
re o ca infractores cas pecas do art. 135
do Cod. Pen.
1.a Ficam prohibidos os bailes car-
navalescos alm das 2 horas da madru-
gada*
2.a Nca mefm-,8 bailes as pessoaa que
estiverem oom masccras deverSo tiral-aa
a meta noite e cas ras s 7 horas.
4 Sao absolutamente prohibidas ss
sllusSes offeusivas, pa-tam ellas dems-
earea solados ou de clubs carnavalescos,
quer as autoridades, quer a particu-
lares, clasaes ou corporajoei civia ou re-
ligios s.
4.a E' expresa imente prohibido o em-
prego de egua p t>eja de qoe catorces
tor e bem assim de gomma cu massa de
trigo.
Secretaria da Queatara Policial 11 de
Fevereiro dg 1896.
O questor
J. F. Nery da Silva Filho.
EDITAL
Secretaria da Iadustria
3/ Directora
F^c> pub'ico, pira conhec'mento des
jotereaaadoa, que no dia 22 do correte,
a 1 ior.t da tarde, recebem-ae neata Di
reot-iria propoatas em cartas fechadas,
devidamente selladas, para a reparos de
que neoeaaitam as diversas pontea da es-
trada de Gcvanna. oreados em rea
7.4158100.
Aa propoataa devem aer escripias por
ex'enso, sem rasora, emenda ou vicio de
qualqoer especie, sen 10 rejeitadaa aa
que ae resentiris daa seguintes faltas :
1.a As que excederem oa precoa do
orcamento ;
Secretaria dos Negocios da
Industria
3a directora
rouoiirreucla publica para a
Estrada de Ferro do Recife
a I ainli.
De ordem de S. Eac. o Sr. Gove-ra-
dor do Ei-tado, faz-ao publico que reoe-
bem se nesta Direotoria at o dia 15 de
Ftvereiro proxiaio futuro, ao meio di-,
propottS em cartas fechadas, devida-
mr.nte selkdaa o assignadae, rotuladas
x'ernamente- Propostas para a Estrada
de Ferro do Recife Itambjara con-
ctru-igao da mssma Estrada da Ferro,
oeste Estado com a extenoSo total de
132 kilos 500 metro de liaba principal,
com toda suaa dependencias, material
rix > e rodante e de i.csordo oom as bases
seguales :
I
Oa proponentes devci declarar em sna
proposta qoe tomaram conhecimento das
condi8es geraes, especificar^Sea, orgamen-
tor, plantes, pares e rojeetos das obras
d arte e edificios, e mais documentos or.
ganisados pelo engenhero civil Jos An-
tonio Sarava Jnior, j approvados pelo
Exm. Sr. Governador e que aa acaeitam
inteiramente.
II
Caa proponente dever declarar igual-
mente :
1. O praao do privilegio que solici-
tam e fiodo o anal reverter a Estrada
sem indemoisacSo alguma ao Governo.
2. Oa presos de comeco e cocolusSo
d. 8 obi'BS.
3. A importancia da BubveocSo ki-
lometrioa em apolices do Ettado de
juro de 7 ).
4." A importancia do capital fixo
restante para a cenatrucgSo da Es-
trada .
5.* A taxa de joro que o Estado de-
vora garantir sobre o referid.) capital
fixo.
Deverao igualmente ajuntar documentos
comprobatorios de ana idoaeid.de e ha
b.lita(,o38 para a corstruccSo das obras.
111
Cada proposta deveri conter a indica-
cao da residencia do proponente e ser
acompanhada d'um cenhecimento de de-
posito a ordem do Exro. Sr. Qovernador
do Ea'ado, pela quantia de dea cutos
de ria (10.000*000) em dinhere effec
tivo t.o Thesouro do Estado para garanta
da a*signatura do contracto, no caso de
ser acceita ana proposta, e aem cajo re-
qaesito nSo ser a mesma tomada em con-
aideracSo. Eaia caugao sar restituida
aoa proponentea ouja proposta n2o or
acceita-
IV
O proponente qae receber. sviso o8$
?T esjrpto de qae ana proposta f6ra
eceta e reeas^r-se assignar o con-
tracto dentro do prazo de 30 dias da
data do referido aviso perder pso facto
todo r ireito referida quantia de dez
contos de res (1O.O00SOOO) qaa ser re-
colbida aos cofres do Estado como raceita
eventual.
V m
Dentro dos referidos 30 dias, o propo-
nents cuja proposta for preferida, depo-
sitar no raerido Thesouro a quaotia de
vkte contos de reis (2O.0O05OOO) prefa-
zeedo oom a quantia cima mencionada
de dez contos de ris (1J.000*000) a
aucSo total de trinfa contos de ria
(30.00f,*00) para garanta da fiel exo-
C119S0 do co racto.
0 re'orjo da garanta poder ser
prestado em apolicaa da divida publica
do Estado pelo aeu valor nominal.
O proponente cuja proposta tiver sido
acceita e nSo eff.ctu r o reforjo da cao*
(So nos mencionados 30 dias, perder o
direito tanto asaignatura do contracto
como garanta de dez contos j presta-
da a o Governo fijar hvre de proceder
como entender.
VI
O Gobern fica livre de acceitar a pro-
>0Bt- qaa entender preferivel ou de nSo
acce.tar nenhuma.
VII
O contractante inoemcisar o Gover-
no do Estado da importancia despendida
com os estudos, projectos, orcamentoa,
e-.o.
Aoham ae a disposigSo dos inte etaados,
para serem examinados, neata Directora
as plantas, perfis, projeatos e typos daa
obras d'arte, edificios, eto. assim como as
oondicSeo geraes, especificares e mais
documentos constantes dos estados crgani-
aadoa pelo engenhero civil Joa Antonio
Sarava Juuior, e que servem de base a
presente concurrencia publica.
Recife, 26 de Dezembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral.
Da ordem do Sr. Dr. Director Geral
e em virtode de autor sacio do Sr. Dr.
Secretario de Faaenda, faco publico que
se asha aborta nesta Secretaria, com o
praao de 15 dio, a contar deata data a
insoripcBo para o concurso do cargo de
3/ oficial da Sub-Directora da Contabi-
li 6da deste Thesouro.
Oa candidatos inacrpcao ~deverSo
apreseutar su^s peticSes at o dia 21 do
corrento mee, de vendo ser rigorosamente
observadas aa instrucySes abaixo publi-
cadas.
IostruccSas para o provimento dos car-
gos da Secretario da Faaenda do Es-
tido.
CopiaPalao'o "do Governo do Estado
da Pernambuco___Em 22 de Aoril de
1895.
O Governador do EUado resolve ap
provrr aa presentes Iuatruccoes para
0x000980 doa arta. 69 e 71 do Regla-
mento da Secretaria da Pazenda de 20 da
Novembro ultimo.
O secretario do E: tado dos Negocios
da Faaenda essim o tenha entendido e
faca, exaeutar A exandra Joa Barbosa
Lima, Pedro Joa de Oliveira Pernam-
buco.
a In8trucs838 a quo 80 refere y deere-
io supra :
Art. 1." O concurso para os logares
de ingresso as Repartieres de Fazeada
s >r durante 15 das, annanciado pelo
Director Geral d Secretaria respectiva,
de ordem do secretario, a^eaas se varifi-
que vaga.
Art. 2.* O caodideto roquerer aa
insc ipgSo provando ser maioi de 18
annos, ter moralidad* e o mais que jul-
gar a favor de seu direito.
Art. 3.* Sob a presidencia do director
geral comecarSo os esames no (ia deaig-
rado, c?netando de leitura, analye
grammatica!, oiihr.eraj.hia, lingua fran-
c, bistorii da Pernambuco, oco a de
geograph-.a, sobretodo do Estado, prith-
metica, algebra elementar com as suaa
appiicacSes a> commercio, ootn especali-
dade a redaegao de moedas, pesos e me-
didas, clculos de. descootos. jnros sim-
ples e compoBtos, arnortisagao e cnouida-
dea, theoria de cambio suas applicacSea
a theoria de escriptnrag&o rcer aa i em-
pre8timos e ttulos de divida publica.
Art. 4.- Os programmaa aerSo for-
mulados na cccaeiSo polos examinadores,
nomeades pelo secretario, em numero
sufficiente.
Art. 5.' As provaa escriptea da cada
materia serSo dadas e concluidas no
mesmo dio, sem iaterrupgS".
Ser inhabilitado o candidato qua nSo
tiver boa lettra.
Art- 6.* O mesmo ponto ser na pro-
va escripia, desenvolvido por todos os
concurrentes, em papel rubricado pela
commisaSo examinadora.
Art. 7.* Ser ptima a prova qne
alm de completo d^senvolvimento, nSo
contiver erro de especia alguma; boa a
que, regularmente desenvolvida, nao con-
tiver propriameote erros, mas equvocos ;
sofirivel, a que contiver erros de pouca
importancia e m a qua contiver erros
graves.
Art. 8.* As provas oraea aerSo feitas
por meio de arguicSo a cada examinando
de per si sobre pento sorteado, nSo po-
dendo cada urguente exceder de 30 mi-
nutoo.
Art 9.' Cad examinador hncar naa
provaa escripias as notas que a seu juiao
merec^rem. justificando as quando hou-
ver discordancia e escravel-asha, bem
c mo as notas das provaa oraea, em um
mappa fornecido pela reparti^So, no qual
por 3 serSo designadas as ptimas, por 2
as boas, por 1 ao coffriveis e por aero as
ms. A noi.a m nullifica o exame.
Art. 10. A prova escripta da arith-
rre ica consistir em reapostas a 6 que-
sitos, 3 praticoa e tres theoreas sobre o
po to sorteado. C^d \ solacio ter au
.ota figurando a media nos msppas.
Art. 11. D13 uta mappa geral consta
r a media das notas de todos oa exim-
nadorea sobre cada j^, S8rpre (|tf-
houver grande divergenoia, pravalecendo
a maioria no caso contrario.
Art. 12. Terminados os examei pro-
ceder-ae-ha clasBifooySo da maneira se-
guirte :
Multiplicados por 3 os nmeros qae
apresentarem as notaa da arihnietica,
algebra, leitura, analysa grammat:cal e
orthographica constantes do mappa geral,
por 2 aa d geographia e historia e por
urna 88 da frnncez, e sommadoa os pro-
ductos respectivamente a cada 1 doa
concurrentes, oceupar o primeiro logar
o que maior numero de pontos houver
ob ido e assim por diante.
Art. 13.* Dos exames eitos no me-'-
mo dia se lavrar, em livro especial, qne
dever conter o qne se referir aos con-
cursos a principiar pela transcripto daa
presentes metraocSea una acta minuciosa
da qaal o director geral enviar copia ao
secretario, annexando a lista doa candi-
datos com o numero de pontos obtidoa e
ministrando informales aobre o pro-
iiesso do cor/curro relativamente a tudo
quanto possa interessar esoolha caso
dous ou mais dos referidos candidatos
tenham cido co'licadoa em um b logar.
Ai t. 14. SerSo preenchidaa peloa can*
didatos approvados no cononrso a que l-
timamente ae tiver procedido, na ordem
da clasaifiaacSo, as vagas qna no praao
de nm anr.o ae verificaren! a contar da
dula em que honverem terminado oa
respectivos exames.
Ait 15. Somente agotado esae praio
ou a lista dos meamos candidatos proce-
der-sa-ha a novo cononrso, onsarvando-
ae entao, a dispoaicSo da art. 1*.
Art. 16. Revogada aa dispoi9oes om
contrario.
O secretario,
Pedro Jos de Oliveira Peruambuno.
Secretaria do Therouro do Estado de
Psrnambuoo em 7 de Fevereiro da
1896.
Servindo de secrotario,
Epamiacndaa P. Bandeira A, de Vi icon-
cellos.



r'^ir*/-
an



Diarlo de Peraamlraco Sexta-fer** 14 ue Fevereiro de 1596
t. fefoi. Directora da tro* e de fundo 7 metros 0
tro, Tlisda em aOOiJCOO.
Dr. Francisco de Paula
secretarla da Justlca Eaa
11 de Feverelro de 1SS6.
EDITAL
Do o-dem do Sr Dr. SaoreUrio da
Jnstica fajo poblico qa, oom o preso
do 8 dias, a contar da data deste edital,
reeebem-se, nesta Secretaria, propostas
em cartss fechada e selladas para e f.r-
neci ment de c'moo mil metros de algoda>
mesclado nacional, para vestimenta dos
presos pebres da Cssa de DetencSo.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
0 Dr. Joao Alvares Pereira do Lyra,
jais de diretto da fasende do Instado
de Pernambico.
Fas saber pelo presente qm do dia
21 de Fevereiro do carrete anoo se hlo
de arremattr por venda a qaem n.ais der
em praca publica deste juiao 03 baos se-
guintos penborados por execogSo da Fa-
z'rda Eitadoal.
Fregoezia do Recife
Um cofre de f-irro existente uo estabf-
lecimanlo de M*cbadi Lopes & C, ava-
llado om 590$000, perteurjente aos meB-
mos.
A cssa a. 6 a roa do Phsrol, com 2
postas de frento, 2 salas, 2 qoartoe, cosi-
cha externa e paqioio quintil cercado,
mede de frente 4 metros e 90 centme-
tros e da faodo 12 metr's o 40 centme-
tros, avaada em 6005000. Pertenoa a
Acto io Ferreira da Silva.
Freguasa d; Santo Antonio
A casa n 12 na Trav?ssa da Viracho,
com porta e janel1 de fronte, 2 sal,
1 quorto, cosi .-.La fra, mede de fronte
3 metros e 40 centmetros e de fundo
8 motros, 60 centmetros, quiutal more-
do, avahada em 8005000.
Perteoce a Aguida Amelia Pontes.
A casa a 21 ra do Coronel Susasn
ca, rom porta e janolU de frente, 2 bs1 1 quarto, cosinba fra, qaintal murado,
mede da frite 3 metroa e 10 oantim?-
trna o de fundo 11 metros e 70 centme-
tros, avadada em 1.500f,00. ferien-
es &o Dr. Minool Aatoaio da Silva
Rice.
O sobrado da 2 aoda-e3 n. 29 ra
Marquaa do Harval, teodo o pavimento
terreo 3 portas de frente, sendo tmi da
eacad*, no oitao 5 portas o 2 ealSes; o
1." andar 3 janellas de frente, veranda
de ferro e no oitao 5 janellas, 2 alas,
2 quartos e cosinha fon; o segando an-
dar 3 j*cellas de frente e 5 de oitSo, 2
asas e 5 guarios, cosinha dra, sotao em
aalSo, meie de frente 8 metros e de
fundo 19 ditos, avallado em l6.(KX)fO00
Per enea a EstovSo Cavlcanto de Albu
qerqae.
A ca* n. 24 & ru 24 de Maio, com
2 janalas e 1 porta de freote; 2 sal*s, 3
quartos, cosinha fra, mede de frente 6
metros a 55 centmetros e da fundo 12
metros e 80 csatiwetros, quintal murado,
avallada em 3.0003000. Pcrtenoe a
Alfredo Velloso di Richa.
A cas n, 33 ra o Marqnez do
HeiV-'I, com 3 andares, tendo o pavimen-
to terreo 3 portas de frecte, urna das
caaes da esonda, em talao ; o primeiro
andar com 3 j^nellaB de frente, varanda
de terr\ 2 sala, 6 quartos, cosinha fra,
0 aegur.do andar com 3 janellas do frente,
6 qu-rtos, cosir ha 'ora ; o tercoiro andar
3 jcellaB de fente, 2 salas, 6 quartos,
cosinha interna, mede de frente 8 metros
e do fundo 20 dit s, quintal narrado,
avaliado em 20.000^000. Pertence a
Deifica di Silva Duatte.
Freguzia de So Joi
O sobrado de 1 and; r n. 280, ra
do Coronel oaasuna, tando o pavimento
terreo 1 janella de frente e 2 portas,
aendo 1 da escada, 2 salas, 4 qu irtos,
cosinha interna, e o primeiro andar 3
jenellas de frente com varanda, 2 slae
3 qaartos, co6inhs, sotSo, 2 quartos, 1
aleta, mude do frento 6 metros e 40 cen-
tmetros e de tued > 2 metros e 40 caoti-
metros, quintal murado, avaliado em
10.0005000. Pertence a Evaristo Mon-
des da Ca ha Azeveio.
A caa de pedra e cal o. 1, na roa
da Victoria, com 1 porta de frente. 1 sala,
1 quarto o cosinha interna, mede de
frente 3 metros e 30 centmetros e de
fando 4 metros e 70 centmetro, quintal
inorado, avaliada ero 4005000. Perten-
ce a Lauriana de Albuquerpue Lina de
Barros.
A casa d* n. 2 a TraVessa dos Mar-
tyrics, com 2 portas de frente, 2 salas, 1
quarto, oos'nha interna, mede de frente
5 metros o 10 coutimetros e.de tundo 6
metros e 30 ceetimetros, avatiada em
5000000. Pertence a Franciseo Tavarea
Lima.
A casa c. 2 ra do Ipyraoga, com
psrtpeito, frente de azulejo, porta oji-
nel'a, 2 sales, 2 qurtos, cosinha fra,
mede de frente 4 metros e 45 centme-
tros e de fundo 18 metros, quintal mu
rado, av.liada em S.GOOfOOO. Parten
Ca a Jos Mara de Jases Mutis.
A casa n. 8, a roa dos Pateadores,
oom porta e janella de frente, 2 salas, 2
qnartob, cosinha fra, mede de frento 4
metros e 10 centmetros e de fundo 14
metros e 15 centmetros, avahada en
1.500S00O. Pertence a Irmandade de
Saeta Rita de Casaia.
Fregaetia da Boa Vista
O Bobrado n. 71 a ra da Aorora,
leo do no pavimento terreo 1 larga porta
a 6 janel.aa de frente, das quaes 2 com
grade de ferro, dividido em diversos sa-
fos, aaletss e quartos, cosinha e saguao
no centro, grande quintal murad;, mede
de frente 17 metros e 40 cantimetros e
de fundo 25 metr >s e 20 centmetros ; o
primeiro audhr tem de frente 1 isrga
porta e 6 janellas cem varanda de ferro
em todta, 2 grandes saiSes o 1 quarto
?ara toilet, avaliado em 30.C005000.
ertence a Mathilde Alves Querr.
Fregueaia da Grsca
A casa de pedra e cal n. 4 D, a ra
das Creoulas, com poita e janella de
frente, parepeito, 2 salas, 2 quartos,
eosinha lora, mede de frente 5 metros e
de fuedo 8 ditos e 20 c ntimetroi, quin-
tal cercado e escoba avaliada em
2.0005000. Pertence a Gruilherme Pe
reir Bastos.
Fi-egueaia da Varaea
A casa de taipa n. 1, no logar deno-
minado litis, oom 2 porta* e 1 janella di
reata, 2 salase 1 quarte, cosinha interna,
SO centime-
?ertence ao ,
Correia de
Araojo.
A casa da taipa n. 31 da Estrada das
Barreirjs, com porta e jane la de fren'e,
2 salsa, 2 quartos, cosinba, puchada e
quintal, mede de frente 5 metros e 70
ca timrtros e de fard) 8 metros, terreno
rendairo, avaliada e-n 1508Q00. Per-
tence a Agr.sti bo Fel x da lvjsirio.
K para oocstar pasar u se i edital e na
forma da lei.
Dado e passado cesta eidade do Recife,
aos 12 de Favereiro de 1896.
En A'fredo Diamantino de Torres
Baudeira, escrivSo o escrev.
Jo5o Alvares Pereira de Lyra.
EDITAL
Tres vit-llos tourinos, cinco
cabras^ dous cabritos e
um bode,
Paa-se pnbi co a quem interesssr que,
ao meio da em fiea'e ao paco maoicipl
ir5o on prsc> 2 vitellos tourinos servidos
n vaccinacSo, e 5 cabras, 2 cabritos e 1
b---de apprehendido vagando no 1.a dis-
trioto da Bda-Vhta, para pagamanto das
dacpez'B do dep s'to e multa, Bodo en-
tregues med:ante a ma:.or vB)t'&t Be for
aoccita pelo Dr. Prefeto.
Dastas aciuaea, os de dominio part
colar poderi ser restituidos a seas
dono, ee at o moaento da prec pro-
varem o sen direit^, pagando aquellas
despeas.
S.ere aria da Prefeifura Municipal do
Recite, 13 de Fevereiro de 1896.
O secretar o,
Joaqaim Jos Ferreira da Rocba*
qua foi do leilao
dito exeo talo,
Secretarla da lasilca, nego-
cies Interiores e Inatrae-
C$o PaiJlca do Estado de
Pernambueo, 4 de Feverel-
ro de I8.
Segund* Directora Segunda SecQ^o
Edital
Da ordem do Sr. Fr. Secretario
fajo publico que fioa eberta por espaco
de 15 das a contar de hoje, concurrencia
afim de seren apresep-taus proposta,
em carta fachada, para o fornecimento
aoraote o correte anoo dos artigoe
abaixo declarados, recessarios oo expe-
diente e consumo desta secretara e das
repartieres da mesma dependentes.
Alcool a 40 '
Baca da cgatba tara kScs
Brabante grosso e fino
Clchete de roetil
Copos da vidro fioo
Cocos da g..tha
Cettas de vime r?ara papal
Caivetes di; diffarectea qualidades
Caetas idem dem
Envelopes^brancos de differentes tama-
nbos, formatos e quilidads come
sem inscripcSo para cartas e offidos.
Eac^demscSes
Ecarradeiras de agatha
Espanadores de penna cu de palha
Escovas para limper mesan
Fios do corep.
Furadoies de ojo
GoTima arbica liquida
Dita em caroco
Jarra de b.rro de differentes am.nbos.
Lapes pretos de F*ber ns. 1, 2 e 3
Ditoi de duas cores, atut o encarnado
Ditos de urna ( cor
Ditos de borracha, Faber
Lacre vermelho Maorin
Livros em brsnco numerados, ce papel
pautado de differeotei qualidades e
formatos, contendo 50 a 500 toihss.
D.tos de pspel de linho, branoo ou fczul,
^Bpaotado, de 50 a 300 folhss nume-
radas
Peonas d'aco de differentes fabricantes
Postas de oleado
itas de conro pare conduccSo de expe-
diente.
P de agatha para cisco
Papel rosado pautado, de diffe. entes
qoalilsdes com ou sem inscripta >
Papel braceo pautado de differentes qua-
lidades, com ou asm inscripc&o.
Dito almassn paotado para copias
Dito sem pac >
Dito tranco pautado de differentes quali-
dades, p ra mappas
Dito da mesma cor, cartonado para pa-
tentes
Dito de linho branoo ou azul, psutsao,
com ou sem inscripcSo
Dito de linho ingles para litlos, com ou
sem inscripcao
Dito branco de differeutoa quididades
para cartas
Dito pardo ib verde para e.voltoro
Quartmbas de barrro
Riepadeiras de & caso cu madeira.
Reguas de bano chatss de differentes
tamanhos e qoalidades.
Regadores de flandres
SaLronetus finos e extraTfiaos
Tinta preta e de ceras de diferentes fa
bricantes.
Tmteiros de differentes qualidades
Tmpanos
Tesour-B de eco para cortar papel
Toalba felpuda psra mSoa
Va-8 >uras americanas
O fornecedor, alem das obriga cSes e
t'paladas na legislacSo em v gor, hca in
jeito as s'guintes :
(a) Os pedidos Berao prompt .aieate
aviados.
(b) Oa artigos de que trata o presen-
te edital devero ser de boa qualidadr.
(c) S se aeceitarfio es objeotos qoe
forem idnticos s amostras e padrSes
apresentados, os quaes fie rSo archivados
oesta secretaria.
O director,
A. Gomes Leal.
O Dr. Francioo Altino Correia de Araujo
juis de direit> do commercio, deste
municipio do Recife, capital do Es-
tado de Pernambaco, em virtude da
lei etc.
Fsco snber aos que o presente edital
viren oo delle noticia tiverem que, pe-
rente este juiao, correa uns antes de
ezecocSo de sentenc, entre partea :
Ezeqoiel N. Burck e executado JoSo
Goncslves Coimbra e que tendo-se feito
penhora na quantia de 2.000$000, exis-
tentes em poder do agente de JeiloesJ
jiede'de frente 7 metros' O 70 oentime.Xhomaa Jos de Gnsmao, encarregado
do estabelecimento do
foi a mesma penhora
aocdsada oa audincia de 6 do crrente,
pelo solicitador Custodio Moreira Dias,
procurador do exoquente, como se ve do
requerimento do tbeor ae^uints :
Requerimento de audiencia Aos 6 da
Fevereiro de 1898, nesta oidado do
Reci'e, capital do Estado de Peroambu-
co, em audiencia do Dr. juiz de direito
do ooromerc'o Francisco Altino Correia
de Araujo, ahi o solicitador Custodio
More.ra Das, por parte de W. Burck,
accjsou a penhora, que offareoaa, feita
em dDheiro perteoceote a Joo Goc-
calves Ccimbra e requeren que ficMsem
asaignados 6 das vo execotado e 10
ao credores incertcs, psesando-se editaes
na forma da lei : pena de lanoamento.
Dado o pregao uirgiera compareceu :
o juiz houve a peahora por feita e aecu-
sitda e es prases por dssignhdos e man-
den pasear os editaes tudc na forma re-
querida
E para constar fa este termo extrahido
do protocollo de audiencias ao qual me
reporto e juotei o mardado de penboa
que se s^gue, devidameatu cumprido.
Eu Gustavo Alberto de Britto, se
civSo o escrevi.
Em virtude de dito requerimento e sen
defer ment, o respectivo eecrivSo paseou
o presente edital, pelo thaor do qu .1
chanco, i-timo e hei por citad >s todos
es credores incertos do executado #o&j
Gonoulves Coimbra par,:, no prazo de 10
diaa, comparecerem ante este juiao, re-
querendo o que for a bem de feas direitos
sob pena de lancamento.
E para qoe obegue ao cochacimento
de tocos, mandei pausar o presente edital,
que ser publicado pea imprenr* e effi-
xado nolugdr do costume.
Dado e ppsjsdo aesta ; id.de do Recife
Capitel do i stado de Prnambuco aos
7 das do mea de Fevereiro de 1896.
1'. <'i s nos autis os emulumeutes e ee-
signatpra.
Eu Gustavo Alberto de Brito, escrivSo
o escrevi.
Francisco Altino Correia de Araojo
Tfaesouro do Estado
de Peraambuco
De ordem do Dr. Director ictaiino fago
pollico qua no da 14 do correte, paga-
se a clasae de professores era disponibi'
lidrtde.
Thosouro do Estado 13 do Fevereiro
de 1896.
O esc: i72o da despesa,
Alfrado Gibsofl.
Companhia
De Trihcs Urbanas do Re-
cife a OH oda e Beberibe
AVI50
Continu-n.'c a gr.nde b tem trasido serlos prej'iiz s a esta compsnbii
na iDpo tac*o de su mafvnal e combuttivel,
ful re lvido em tes-Sj di i i actor) icem
c Ipvj ios os precos d3a siriea emi tidts por
ceta er>mi (-oaniaotiia a qoo nsja alia no
camL.li', q-H poss c>)rrr 03 prejaizos causs-
dos a -un pansa,ao a eerem vn-i.i rips un cid-roelss, o diu 15 do Ojate em
fliaoe oa segbiute a / i :
i* CLaS?E
Para a-lr.lt', O b.iaeiea 184000
Di 60 dnoj 10*000
De 40 di oa 7#.:;oi.'
Tara meoores, ISO bilheles 9(0)
De C0 anos 5*000
S' CLASSE
Adu:t j, 24 b Ibetes
Esi^rioiono da Compa.QD.ia, 12 de Feversiro
de 1893
Beato Maealbes,
_____________________Gerente.__________
C'jnpanhhi Aniphitrite
De ;c-u.ilo ;cai o .1^1. 16 do decrelo de 17
de Jaueiro do 18.0, nsam a digpu8icao dos Sra.
sccloi islsi< oo escripiono da Comp nnis Ab
pbilnle S raa no Commercio n. 48, a copia uos
balai'COB, rela^ao oomi al dos aiciuoijtise lista
de iransferenc-as de 8cc5ei du'rrnle o anoo de
1895.
Recife, 11 de FeYerat* de 1895.
O di ectores,
Aribur AnOBto de Almeia.
joi A'iudo Pintr.
JoaoJot de.AiLOnm.
Assernbla Geral do Banco
Popular
Comido aoa rs a cicnia os deste Banco i
se rfOoi-Tii uo da 17 do cor-ent-j ao rxeio da
oo vdiDCio da Aesoclaeig Commerclal AgricoU,
diiiD de u marera CDei'ime^to oas contas e
oalaogos do amo de 1893 e eiegerem a oova
directora, cinctlbj Bacal e 8upi>ltn'e?.
As procnr;.6ps oevem scraprej^otadas neste
Baoco tres os aote* do de-i^oado para a as
sembia, como de'.ermica o ari. SO dos Ksta-
MMss.
Fi'Pra eu pnnae a? transferencias de 8C08
na (orma do ari. 33 dos me-iM-s E".aioioe.
Recife, 1 ue Fevereiro oe 1896.
Alo cu aruso Maa
Bire.ior tecrtlarlo.
Lompanbia
DE
Tecidos Faulista
Em cbserfaocia ao qoe preceit o art. 16
do oecreto oe 17 de Janeiro de 189 \ da le e
reiUlameDto dos ban-.o- e socfi.ades anenj-
mas, a bau-Ee diSDOtigao dos Sr- accionis-
tas no escritorio p'ovicorlo roa do Bom
Jess n. !, paviaieoiu terree, es segoiotes dt-
comentos:
Copia do bal-ngo.
Helarao nomiial dos acciorittas.
L'Bia' di'3 iraofereocis de aej6ts duraoie o
aooo 'j i o
B.clfe, o de Fee--eiro de 1896.
J. A. Bsralva Jnior,
Dirtcior s> c ttario.
r'isr
COMPANB1A
Industrial e Commercio de
Estiva
(Em liqoidacSo) .
na antiga fte de;ta Companhl, acham sa
a esposfiao doa Sra. accionistas o balanco,
conlas e lulo mais qoe seia necesario para
qoaeaqser infarmaefiea.
Recife, lo de Jsneiro de 1896.
Os liquidantes,
J.ce Jcaqoim Diaa Fem^ndes.
Anpnfto de Oiivelra Maia.
Gompanhia
DE
Fia^ao e Tecidos de Pcraamboco
Em Ti'toie do al. 16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1890, BCDam-se a dianesicao dos Sr*.
acciooistap, to efcnptorio da Companhla roa
do Bom lesai n. 41, 1 aBdar.
1* Copia do balrOjo.
2 R l;.gao nominu dos scciodist'B.
3 Lisia das traasferea^ias dearjOes do acno
fio 10.
Rec;fe, 10 de Feveruro da 4896.
O director secretario,
Jo Joo de Amonio.
Banco de Pernambuco
De accor o com o art. 16 do decreto de 17
de Jaoeuo de 1890, part.lpatLos aos Srs. accio
aislas, que ee acbam ns Bde deste Banc
oz dispos co. 03 seguimos do"atcett08 para
serem examinados :
1.* Copia dos balanos.
J. Relelo nominal dos acci oisUs.
3. L'sta das iraDsferenciaa de ecjosb daranle
o anno
Recife, 28 Janeiro 1899.
O secretario,
Antonio Francisco Pereira de Carvilho
Banco de Pernambuco
DIVIDENDO
Sao convidados os Sr\ sccliDisias a virem
re:eero 11 diidmdo de snas arcOes relativo
ao semestre de Jolho a D-.xembro dn 1895
i iSo de 10 |. ao anoo e ao mesmo lempo um
bous de 1/000 por a'cao.
Recife, 28 de Jilit-iro de 1896.
O secreiario,
Antonio Francisco Pereira de Carvalbo
Instillo Archeologico e Geogra-
phieo Pernambacano
< Sabbado, 15 do correte,- horado costu-
me. lavtia tdsao especial para a eleico da
mesa aoirtcislrativa lo crrente anno social de
1899-1897.
Secretaria do Instituto, 12 de Fevereiro de
186.
O 2 secretarlo,
J, D. Codecei'B.
Indemnisadora
De accordo com o art. 16 do cer-relo de 17 de
Jaoelro ce 1890, sobre bate >ee sociedades ano-
nymas, acnam-3e di8pcs:c&> dos Srs. accic
msias, no esenp crio deeti Ccmpanbia, os te
gniotes documentos:
Copia d s balancoa.
Rrlajao nominal dos a^cioniftss.
Lista daa traDferendaS de sc{5e8.
Recife, 10 de Fe?ereiro de 18P6.
Jaaqoim Alvos oa Fontecr,
Director gerenta.
Companhia
De Servicos Martimos de
Pernambuco
Aeaembla geral ordinaria
De ordem da directora convido oa Srs. accio-
nistas a te reooircm ao eb'&o da Asaociagao
Agrcola, em assemMa geral ordiosria,.a 1
Dora da urde do da 22 do mes vigente, afim
de tomarem coobecimento do relato lo e con-
tas da dlrecioria e do parecer flVal. re'ativos
ao anoo ultimo e croceder-se i eleigao do novo
conseibo fiscal para o cono corrate.
As p-curacCea deverao ser deptialtadss na
ade da Compaonia, 3 dlss antea da renniao.
Recife, 7 de Fetereiro oe 1896.
Frsneico de Asis Lardoso,
Secreiario.
MesigsriB hm
LINHA MENSAL
Vapor Cordouaa
Entrar vo porto
E'espersdo da En'ona ateo
dia de F..vtreiro de 1896 se-
enlodo depoia i!a demora pre-
_.^cisa r*''
Babia, Rio de Janeiro, Santos, Monte-
video e Buenoa-Ayres
Previne-se anda ao s Srs.recenedores de mer
ca dorias que > ae attender a reclamagOe pe
(al as, que rorem reconhecida= na occaeiao da
leacarga dos volumes ; e que dentro de 43 fio
as a contar do dia da descarga das alvareugae,
deverao (aser qualissr rec!aEiasaoCoQc;r.,i'u-
te a volme* -lae porveotara teahato aegaide
para 03 portos o sol, atim de serem dada? a
lempo cuj p;"ovidenciaa uecesaamg.
Rga-se aos Srs. passageiros de se preseiiia
.era na vsspera da chegao'u . ma em as snas-pasBagens.
Para carga, passagen', encorrmendas e i\-
abeiro a freie, trata-se com
08 AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO T0R3E342
*1.- snd-r
PriDce Lina o Meamers
James Kuott Newcastleon-
Tyne
LINHA KEGUt.Aa ENTRE CS
EstadoB-Uni5os e o Brasil e Rio da Prata
E' esperado de New-York at
,o da 19 do rorrete, e sabir*
j.deriois da demora necessana
*pora
Baha, Rio de Janeiro e Sntos
O VAPOh LNGLEZ
Carib *rince
Tem ptimas tcsomodacSes para passa-
geiros e Iluminado loa clectricH.
Para carga e paseageos trsh-se cem os
AGENTES
Jolmston Pater c Comp.
Ru do Uommoriio n. 15
Boyal Hangrian Sea Navigatioi
Company ria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Stefania
E'esperado da
Trietie at o dia
! do correle,
jsrguindo depol3
da indiapenfa-
vi-i demora para
o nonos da
Bah>i. Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encoormeodase di-
obeiro a fete, 'rata-se com
OS AGENTES
Henry Forter &C
Roa do jmtnercio n. 8
!andar
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pcrnambu-
cana
HA 00 COMMERCIO
SEOUROCONTRA FOQQ
Sociedade
*onte Pi Bom Saccesso
.* cr.DVo?.aQo
Di orlem con sso irmau director, convido
iodos os Sr assiciados a comparecerem em
ss-ml'a eral, boje, 14 do correte, pe'as
6 1|2 oras da um t, em noesa tele social. aBa
de tffectaarem a eleico para o cargo de ibe-
senreiro, por ter reounciado este referido cargo
o irmao eleito no acno prximo pasado.
Secretaria ceso, 14 de Fevereiro de 1896.
O secretario,
JiSj da Silva Saraiva.
CompsRuia P. de i^lavega^o
PORTOS DO SUL
Macei, Monedo e Aracaji
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
egoe nc dia 1 do cor
^" reir, s 4 botas ta tarde.
Recebe carga, eocom i.pndas, pas^ngens e di-
Dbeiro frete. ale a II betas da manba do
da da partir.
Cliama-se a attenc&o dos Sra. ca'regartores
p3rs n clansnia 10. dos renhecimentcs que a
segointe :
No raso de baver algoma reclamscao con-
tr a C'!tEpa3.'>ia, por avaria ra perita, tieve ser
feita po.-escrtpto ao agente respectivo no porto
da 'escarga.aentro de t es d'ae depoia de tina-
usada.
Nao preceden o osa formalHade, p Compa-
nhia lira iecn'a re loria a nsposabilidaQe.
ESORIFTOBIO
Ae Caes i!a (Jocspaabia Pero n-.bacaaa
D 12
COMPANHIA
E SEGUROS CONTRA FOGO
DeLondres e Aberdeen
Posiofto financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita annual:
De premios contra fogo
De premios sobre yidas
De iuros
Agente em Pernambuco,
Scxwel WUliaa U P
3.780.000
3.00 000-
526.0000
208.000
155.000
ftoyai Insurance Gornpsiny
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, Od.
' indos accumulados 8,274'9/3,19'.0,.
AGENTE
POtHMANN & C
ui&eme
os
Para
o
p
orto
A BARCA PORTUGUEZA
Tentadora
A f a'.jr al o da 28 correte, recebe ainda
algnma carga para ccmpleto do carregamecto,
i tratar com
AMOR1M IRMA 'S & C.
3-Rua aoBcm Jeiu^-3
CSfilSTuSiS
Companhia Fraoceza
.Wavegs?5 a vapor
Lint. regular entre o Hayre, Lisboa,
Perrambuco, Macei, tli'iia, Rio de Ja
te ro e Santoa.
VAPOR
Ville de Buenos-Ayres
Commandante Beven
Espera-se da Europa at o dia
IB do corren e,e seguir de-
oom da necesraria demora para
;ei, Rabia, Rio de Janeiro e Santos
Ruga-ee aos Srs. importadores de car a palos
vapores desta llnba, queiram apresentar den-
ro ds 6 diaa, a contar do da descarga das al-
varaogas qualqoer reclamacao concerceate a vo-
lumee qoe por ventura lenhsm seguido para os
portes do sul. sdm de se podsrem dar a tempo
is providencias necessariss.
Expirado o retando praxo s compannia aao se
responsabllisa por extravos.
Este vapor nao recebe carga.
AGENTE
Flix Baudeira
9Boa do Commercio9
Corapanhia de Navegado Carioc
O vapor Santelmo
fc' eBperodo dos portos
do oI oo dia 16 do cor
rede, e se. Dir para os
portos do
Rio Grande, Pelotas e Porto-Alegre
rjepois de peqneoa demora.
Para carga, passagena e encommendaa trata-
je com ca
AGENTES
Tereira Daraelro C,
6-RA Du CaJiriGj6
1 au.iar
Liofd Brazitiiro
OVAPOR
S, Sal y ador
Commandarte J. M. Posaa
E' esperado dos
portos oo norte
oo dia 14 do
ccrente, e 8i-
gair para os
portos co sol no dia Feoio'e.
As encommeoda jtro recebidss al 1 bora
di tarda do dia da aabida, no trapiche Barboea
aee da Companhia Pernambacaua n 4.
O vapor O inda
Commandante R. Ri;-per
E* esperado. A
dos portos d o
enl oo dia 16 do.
correr Ib, e se-
'guir'i para os
parles do. norte no dia seguiste.
Aos Srs. carregadorea pedimos a sna sitecjSo
para a ciaosola 10* dos ccabecimeotos qoe e a
oegoiQte:
Uo csbo de baver algoms'reclamacSo contra a
companbia por avarlas on nirdas, deve ser tal'a
per eacripio ao agente respectivo do porto ra
aescarga, dentro de trea das depois de fioali-
jada.
Nao precedendo esia (ormaildade a comp:
nbia tica isenta de toda a responeabilidade.
Aa pa8?geoa sSo tiradas no mesma escrlpto
lo, st ia 2 i/2 t:ors8 da tjrdc do da da sahldi
do vapor.
AUencao
As passageus pagas a bordo custam
iuais 15V
Para carga, pafageo8, rncommeodaii e va-
lores trata ee ctm os
AGEME8<
Pereira Carueiro k. G.
"6RA DO COMMERCIO-6
l. andar
Ss-iti-felra It, le^e ler loar o leilao de
csmaB de ferro, coliC*?, leoj^s, commodas,
mtbil'as de junco e ootros movis e rcioleas
no im^iem ro do Bcm Je?n n, 45.
Segnnda'feua 17, Itltlo da escoaa ?ltm3
G'^D' e sfiih ne-len^e'.
Agente Oliveira
Leilo
Da bone movis, piano, candieiros, 1 Impor*
lame prensa grande p*ra eapremer rncia,
locca?, vid-os, eic.
Coni-'aaflo:
De i moDil a de araranJa, 1 piano, i guar-
da ve8Udoa novo, i guarda roupa, i guarda
loaca, 1 eslan'e uoa oe amarelio com mesa, 1
dita com armrio. 2 oaqoezas da ama!iello, 1
mesa grande para jmtar, 3 cabides, 1 q-arti*
nbelra. 1 be'^o cem cpula, t Bleiro de ama-
rillo, I bidet, t duo. i lavatorio de amarello, 6
cadeiras de jonco. 6 ditas de tala, 4 ditas de
aroaello, i Importante e grande prensa para
espremer f cetas com todos os periencep, 2 ca#
deiras de bflango, t commoda de amarello, 3
apa-aderes, 5 Uogas para coruoades, 3 camas
de lona, i oita pura eassl, 5 qoadros dunraios,
t e?pelon doart-do, i duo, canuieiro btlga
perfeito, 1 alio mmor, i mappa gergrapbico
d Portugal, i bao a >om ga\eta, 1 preasa me*
ocr p;ra mes?, casticae^, la-jleroas. jarros, taxo
rte cobre, caldeiiO s, Ooies, marh'oa para caf,
ssaiieiraB, cl:aleir8, moioho, pra o-, te-ripas,
mante|goeira8. diversos eimpot.f.ts casaes
de canario o urp-rio rom bibts e cem files
e otiircs monos mo.ti-; e objtc'oa que esto
peteatea oo acot do leilao.
Sexta-feira, 14 do corrente
A's i{ horas
Na casa n. 8 sita traressa de S.
Pedro
O agente Oliveira, cmpe'eo'.emeote autori*
sado p r orna (asnilla cu rell a-ae para o io*
tarioi do Estado, levar a Iti ao todos es no-
vea stosa mencionados, ao cor.er do mar-
tello.
Leilo
Boyal Mhu Ste m UU GniBiy
O paquete Nile
Commmaodante J. D. Spooner
E' esnerado dos po'toa
do sol do dit 16 do cor-
ren e, eeeuindo depois da
deuora indi-pensavel
De I plano, rovo e forte, i morrlU de jonco,
2 qoadros graodee, 4 j rroa nara fljres, 3 me-
zas, 4 camas de ferro, 5 lavatoncf, i caoides,
14 cadeiras de goarnido, il citas edtofada^, S
camas de lona, I suarda tomida, 4 spelios, 2
comocolaF, 3 armarios, caudieiroe, e t-e-psiao
grande,
Sete icavisseiroa, 6 colxSes, 9 !encjes. t ga-
ltteie, lonjas, vidros, cry?tne.t, taiberes, co-
ineree, cbaleras, irem. de cosiaha, hacas, or*
o"i>, DDles, qoanioh -irai-.
Uo safa e 12 cadeiras nei's con pedra, I loilett-1, 2 baocxdas para
ciliegio, 1 balo, 1 lurfo d- ferro. I dilo
jaz carbooicr, t sllb&?, 1 bih de cooro, I re-
wolver. 1 caceira de piano, t cama pan meol-
lo e mnitoa ootros m'^ela novos e osados.
Se.ita-feira 1/ !o corrente
A'S 11 HORAS
Ageite Pinto
A' BA DO BOM JESU3 N. 45
Em continuacao
Hiodezaa e brinqueooa para o ca'nava'.
Leilo
oara
Lisboa, Vigo, Cherbourge
Southamptpn
O paquete >w
Magdalena
Commandante James Pope
*" -iv I
E'esperado da
Europa no d i a
19 do ccrrei.le,
esegnlrrdepoi8
da dembr? mdispensavel para oa portos da
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
RedaecSo nos precos dss passagecs
Ida Ida t volta
A jIsdo i* classe 20 i 30
A* SdKtaampton 1* classe 2 A 52
Csmarotes rassrvatfea para es otsuis'.tot
de Pe.'oambcce.
Para carga, paasagens, eocommendas a di-
obeiro a frew, trata-se com os
VAGENTES
A.morim Irnios & C.
. 3-Bb* 4o Boa JarsN. 3
da e8C0Da al'eni Gi-ainf com ca msstroF,
ancora-', correles ( bote e mai8 pertenie-i tal qoal ee icra accora-
da no quadro nactocal na Diurna licba rerto
da Cora dos Passaripb;!.
Segunda-feira, 17 do cor-
rente
AO MEIO DIA
Em frente a AssociacSo Commercial
Em cid (0 lote
R. Eckboff capio da oscooa allerxS Ge iQe
de lote 119 de registro cls"e 3|3 A con-
sirni'a ca Aliem.n'a e 1883 de madeira da
carvalbo, faz le lao com llcenja ro I m. Sr.
Dr. Inspector da Alfamega, em preseDca de
aen delegado, por ioterveofao do sgeo^e -into,
cem asaiaiencia do Sr. Coosul llwSo e por
conta e risco de qoeu; perencer do cateo, alas-
tro?, nmeB; vergas, snecra?, corrtntes, velas
(em ptimo estado) i bote e irris pe-t-n'es
tal qnal se acba ancorado neste porto ende foi
legalmen'e coniemnado, eier tendido ao mel
dls de segond -feira 17 do co re le em f ents
da Aso'i'.gao Commercial
AVISOS DIVERSOS
Alaga se a ca^a n. 43 Fita ro f-o'z de
Reg, coa commodos para graof e familia, agua
e gas encanados, ereode qointal e jaroim 10
laio, reedificada de novo, s talar ra da Im-
peratrlz n. 16, loja.____________^_
Veode se bartto urna niela commoda,
nova, moderna' e forrada, na roa da Palma
D.49_________________________________
Fabrica de bebida3
Veode-ee a da roa da Madre de Deas n. 10
e om bom negocio, e o capital regola de qoln-
e a vfate centoi, iadlca-se bom fabrttaut.
V

I
-':

-


.__,...

;-
'

Islario de JPeruambnco Soxta^ffeira 14 de Fevereiro de 18 *G

t
arla
SI
Amabilia de Heudon^a
'aasa
Joaqom. Alpino e Mnelo-xa SiaO^s, sem
filos, coro ti T atao AI>po C--vabo de Meo-
done; e sea nolbpr. Tolano AlM T moa-al
oeM^ndoncH e fO aolMr, J Xavier Car-
vaibo do U nanta (-ue:;ti) J l Das (.rile-
so e 8tu Qjuir'er (aoaaoteai a^radaceai cornal
med'- >a peatoaa qte :e tflgoawaacampa'ar
8 utima icora;a sua extremosa e.r-'sa.mai,
filtia e Irma, Mana ne Mentorca WinOaa,
e de no o coDfioaai iodos ve aii* para-
les p amigo' (ara ss-'Siuem a aalaa de
7* o-. ii t Mr iu. di-i i4 ai 8 duras di
meaba, na nutriz da B a-Vt&ta e (toda a n
eci ana cena ai r de i ai oiot. ptr mais role acio
de riigias p i*r",*dp.
A o publico e so corpo
commercial
Nos abatxo sssignados, e*tabe!ecid*s cem
ti ver oa sita a ra 'o Rosario da Bos-Visia o.
II, que grava eob'R a Smna d Sutita & Cuet,
deca-artos que Baila data digrosvertr s amiga
v'w> n'p 'tlia coindaoe, retirando sa o socio
Pedro de Soi'za 01 v-ira psg> e e*li:-feilodoaeu
caritai e loe oj, nc*Qdo o activo e paestvo a
cago uo focio ola di Ctata M- lio o Silva.
R'Cife, 2 de *fe:ero d i8?6.
Pei'o Sn>ia Oliveira.
JcSo C. M-ilo e Silva.
Na mesraa casa p ecisa-ee de um calza-
ra e um cnafo.
f
D. uaria Amellada Cuaba Freltas
Mino^l de Freas Bezerra e Irmas, sogr e
SJgro, agradecen! > todo* aqu lies amigos qae
acon)pso.-a'am aie ao rerxilerio aa realoa mor-
taes u> sua nunca e;qn*cli!a -auosa, Irma e
Dora, D Ma-ia Amella oa Caoba Pretia, e de
dovo >0 eoovidam para aaalaitr a o haa que po-
ena alma moda..' celtbrar.to da i7 <"< eve-
ro 7 dia do sea -.; armenio, pwa 7 borai
nao a (rejada Sao Crw, Oifaa-
do*w aovamedte
, co de ca i '''.
A o cooimercio
HercoLoo M-rque de L'mas declara qo"
Yeo*eu E"- oloo rfsaeirele &C. o seo
psiabeleclm^n'.n de moiha los sito roa do
pescadoras o. 43. live e des* mbaracadodetado
e quaiqaer onos ; a s- alguem Be julga' credor
qoeira apresect.r te para *er loaemnisado no
praio de 3 das, a rentar ce boje.
Recife.ii2-96
Hercolano M. de Lomos.
AocommercK
'.-.g'idecides jor ass este
t
Antonio dos Santos Korelra
Joaot-ia Francisco d Costa, Baria da ebria
Morena, Motes, e lote L- p laVeiw,
decm as pesoaoqMed*emcpo:paDB*r
a n\mh rntrada oa reaio moruea de nv nm-
rre lrmbr..co albo e Iranio, Ar.tor.io dos santo.
Moreir-.edenovo eoovidam e*B*s peaso.-s,
p r.nt s e amigos, a lesliUrea as ai-aaa qo^
maodam releo-ir na argaoda-lelra 17 do cor
reme, la 8 boraa d^> maona, ni igreja da sam
Cruz,"0 Ai s"u falUfimeoto.
Aoecii a lomete sg ''" m a clcen, c.'mpa-
fppp- q PHf
t
Antonio innes Vioira de Souza
A viuva. fiihos, genro. nr~, netos, ir-
mas.cuoLiadus e sobrinhoa do finado An-
tonio Annes Vieira de Scuza, agrade-
cen! d > intimo d'alma a todaa as pessoas
qua ac mpanharam at o Cemiterio Pu-
blico, os restos mortaea do aeu prez^dia-
simj e sempra lembr*do esposo, pae,
a gro, a*, irmio, cuuhado e tio, e de
novo as convidam, saina corno 09 de-
nais amigos a parent-a, para assistirem
sm.-8a6de7- di- q'ie serSo cel<-bc-
das na matriz da Boa-Vista, s 8 ho-
raB da manhS de segunda-feira 17 do
corrente ; confeasandi -se desde j agra-
decidos aos que comp*recerem a este
acto r ligio.=o e de caridnrl -____________
Actoolo Figueire^.. & C, deca a ao corr-
me-'lo e ao pob!i' o que oela data comprou ao
Sr. H^rcalano Harqw s ^:** Laicos o seu estabe
lecicento de molbados to roa dos Pescado-
-'8 0.43, Jiv:e e deiembarcarto fie qoalqcer
cnos ; e se algoem so juliiar frndor ta exitocts
fi-i a, qneira apn seot.r-ae o pr^xa Je 4 ias,
a (oot^r (cs'a date.
Recite, 13 de Fver?ro de (-96.
Antrni Pioelredo & C.
o publico e especialmen-
te so coDimercio
Declaro que cesta data em diaale eixa de
er rc-u ercprega'ic. per motivo? justos, o '.
Jos M irqu- s de Mello, conbecido por CaaOee.
Ollada, 11 de Fevereiru 1p 1898.
Joaona Fh-reir Malta.
Of
rece-se
Ucra pe5soa que conla com a rranba a' dei
horas e tarde do t es par diante, deseja err-
pregareaaas hons vaeao e*c 'cenia occopi-
gao, a tratar o? roa Veiha o. 48 na 8ea-Vista,
o BDto BODOOCle para eer procurado.
Cosinheira
P ecisa-=e de or>a boa ccsinheira qo? dorroa
era casa rfo* pan de?, pagando-se bom ordena-
do, no Camiobo Nova n. 120
Caixeiro
Pe Ib i bp de om de 14 a 16 aonos, com pra-
tica de molha'io, que eeja portogoex, do larga
do Paraso o. 14
Ao commercio
Vende-se orna importante mecearia, bem
afreeoeiBrta. na fregueiia oo R>cife, roa D -
rplnptipo J- o(i Ma'tini n 48 a Irstar na mprm-
^ttendite el vi
dte!
Jos Samot! Botetno. fabricante de bouqneie
ao mass apunado gotio, para capameoto, bapti-
sado, ooou.ro qualquer acto, role ser proco-
rado a roa da Oarteia n. 43, lo>a de. seiieiro. oc
na 8aa resideacia, ra da CoanccSa o. 3 Boa
Vista.________
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*^a g
s c a5 ? a" -
3 ^S _. 2"
* g s
|a!>]l1i:|
Ama
Precisi-ze de orna ama para lavar e engom-
mar para reaoena famlia, a tratar oa roa da
(".onrordia n. 85. sobrado.
Amas
Preciaa-se doas sendo: una para cosinbar e
ootra pa
paga-fe bem ; tratar ru* co Imperador o.
71, Io 8Ddar.
A o domin preto!!!
Alogam fe impora'.te* e noves dminos fe
voIioo preto na ra da lsperatriy n. 11, al-
a'aiaria NoroDba.
G rarrle sortimento de naeitu propri
para padrea, conegos e bispoa.
Marinos pretcs, superior qualidade na
m do mm
51 Ra da fniperatriz 51
ALBERTO CARDOSO ck O.
Gcmpaohia do Beberibe
Precisa-se de cobradores para edafariaea g^-
'aotidbs po- fiaDca em diobeire.
Cosinheira e criado
Precisa-se na roa de Pay-
sand n. 19. _______
Ourives Oc-
culista
Tt-EODORO JOS' RAMOo DE UELLO
Estabelecido cox omcioa de oorives i roa d?
Larangelras n. 1, avisa aos seos fregoexes e ac
resneitavel poblico, qoe mantm cfficiaes bab
litaa"is?imo9 para exerocao de qaalqoer trabalbi
concernen>e a sua arte, especialmente crava(,-
para brbaates, ocolos, pencioex, monoco
los, ets.
Doora ae, prateia-se qoalqoer metal, coocer
tos em li q8 de'madrereroia oo outra qoalqoer
especie, garantlodo preces mdicos.
?ua das Laraogreira n. 1
Criada
P.-eelsa'M de orna criada de Idada psra ser*
Viga iDie nu de casa de familia de 2 pessoas, a
tratar sa roa. do Imperador o. 23, 2 nsar.
Piga-se bpm
TUOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
51 Ra da Iaaaperatrlz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado aor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e eaias de seda re-
ebeu a
AVE DO P4BAIZ0
Fesias aos amigos
De om par fe rczetis rom 2 bnlbantes gran-
def, qoe oevia correr cem a olila a lotera dette
Etaio e deste n es de Fevereiro, flea sem
'ffeo visto que cao se patsa'am os bilbetes e
uem tai pouro se prororoo receber a im.or-
tanda da poneos qoe se p^s. arm.
Algom qoe fol psgo eer KBtitotda 8 irncr-
tapeta irnmeJiaiaaecte. ________
Cabriolet
Vende-se oml odocab iolet de 4 ro ss e com
4 asientos, aescoberto. compietameaie novo.
Piepara-ae em tres njeiea, 4 tratar no d. 6 dolcom irreos para um cavallo. prcprio para as
aJiecco des Fercelisi, dai 9 a 11 neraa da ata-}folias carca.aleecas. InformafiOea a rea Barao
coi, da Vatoria.n. 10, loja.
ngommideira
Precisa se de ora- lavadel-a e eogommadeira
ca CimiDio novo o. 120.
Companhia do Beberibe
Precisa-ee de cfficiaes d serralbelro, mecos,
qoe apreseBtem attestado de bdi conducta, e
qoe Baibam oocS-s de anthm^ca.
Cai eiro
Precsa-se de om raeoico para caixeiro, cem
pratica de taverna, na roa Joaqolm Naboco d.
33, Capu'.ea.
Tainhas dasAla-
goas
Vende-se novas, e gran-
des em quartolas e bar s,
garantind-se raocstarem
sujeitas a serem vendidas
a peso, na ra de Pedro
Affonsc sntiga da Fraia ns.
7e5.__________________
Guarda livros
--VINHO de'EXTRACTO e-FIGADQ oebACALHAO
nrincl-
Pbaroiaclas
t CrosarlftS.
Deposito ,.ai .
PARIZ ,
Faubourg Montmartre, 21
i
O VINHO de Extracto de Figado de Bacalhao, preparado pelo Snr. CHEVRIER.Phannaceutieo de 1ra c:asse,
m Pariz^ possue ao mesmo tempo os principios activos do Oles de Fijado de Sacalhat. e as propriedades .norapeuticas dos
preparados alcoolicos. E' precioso para as pessoas cujo estomago no pode supportar as susbstaneias graxas. O seu effeito,
como o do Oleo de Fijado de Eacalhao, soberano contra as Escrfulas, Rachitismo, Anemia, ?-hlorosa.
Brenchite e todas as Molestias do PeitOc
INHOdeEXTRACTOdeFIGADOoeBACALHO CREOSOTADO*
"Venda-so
en todas as principis PharmadAS
l Drogaras.
A CREOSOTE de FAIA suspende o trabalho destruidor da Tsica pulmonar, porque diminue a expectoracc
iesperta o a^petite, faz cessar a ebre, supprime os suores. Os seus effeitos combinados com os do Oleo de Figado de Bacalhao,
_em do VNHO de Extracto de Figado de Bacalhao Creosotado, de CHEVRIER, o remedio por
excellencia contra a TSICA declarada ou imminante.
O ALCATRAO de Guyot
Capsulas g __oox
Goudron
Qiiyot
2- B "
C_ m _" O _.
fr Sr mi
o que serviu para as experiencias feitas nos sete grandes hospitaes de Pariz contra as ConstipaqOes, as Bron-
i chites, a Asthma, os Gatarrhos do3 bronchios e da bexiga, as Affecqoes da pelle e o eczema Por sua compo-
sigSo, o Goudron Guyot participa das propriedades da Agua, de Yivhy, sendo no enianiu uiais tnico a. razSo
porque de urna notavel efAcacia contra as Molestias do estomago. Como todos sabem, do alcatrao medicinal
que se tiram os mais efficazes principios antispticos, eis porque durante os fortes calores e quando grassa qual-
quer epidemia, o Alcatrao de Guyot urna bebida preservativa e bygienica que refresca e puriflea o sangue. As
Capsulas de Guyot nao sao mais do que o Alcatrao de uyot puro, no estado solido.
j de esperar que esta preparaco seja, em breve, unlversalmente adoptada. > Pr;rorBAZIS, ledict do BupiUI S. Liii, 11 Pars.
ffeoi/9-e;(somo sene/o falsifcalo, qualquer frasco de AlCailiO 8 GyOl (Licor ou Capsulas) que nao leve o enderego: 9, ra Jacob, P&rz,
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SiAUDE PARA TODOS.
1
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constltucoes delicadas, e sito d'um valor incrivel para todas as enfermidades pecniarea
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para is pessoas de idade avancada-
a sua efficacia e incontestavel.
Essu medicinas sao preparadas sement no Estabelecimenlo do Profesor Hslloway,
79, NEW OXFORD STREET (antis 533, Oxford Street), LONDRES,
E vendenise em todas as pharmacias do universo.
V Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao tcem a direcoao,
533. Oxford Street, sao faUicagoes.
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x BP*S'
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S.2 -o 5
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Ol
S2.S
SAINT-RAPHAEL
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methcrclo 'r'asteur.
Receitado as Molestia Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencie ; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iaosas, s jovens, mulheres
e s criangas.
lMsita em Pernimbuoo: C" i Erogaras a Producto* Cuimico; FAE!A SOBRIHO iCiiu priucijiss Paitmici"
A. L_ HEINE DES FlaE^RS
Ramalheies Hoyos
L. T. PIVEem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHER
53
--.- i
Extracto de Corylopsis do Japo|
PERFUMES EXQUISITOS i
Eottquet Zamora -~ Anona du Bengale
Cydonia de Chine
Stephania d'Australie
Helrotrope blano Gardenia
Boucruat re I'AJtie"Whlte Rose of Kezanlili Folyflor oriental]
Brise de Nice Bouq-\iet de Reino des Prs, etc.
--------------------90G-----
ESSENCIAS CONCEK TAOAS CtfSD QUALIDADE EXTRA
T;9>et naa priacipaes i riumarias, Pharmacias e Calellereiros o> *----""
T'ode-ae preparar si mesmer
e com grande economa,
A AGUA MINERAL
anloga s aguas naturaes
com os
compressoTde vichy
GAZOSOS
Preparados
Icom os Saes extractos das Gelebresl
AOUAS DE VICHY
, j Fontes do Estado Franceij
* llIIUlUUi I TICI. P1I1S -UISSIHC lt. Pll
Em PCRHAMBUCO C" UNS i PlOltXTOS CIHCK.
.N.
aLFtIaSI CAZI2
DE
Campos &-C
35-RA DUQUE DE
CAXAS-N.35
Em frente do Diario
Os propietarios deate bem moaiado estaba
i cimento previoerjo ao reapeitkvel poblico qot
nata bem servir sos eens frepuezes teem do re-
ferido estabelecimento om e^pleodiuo e varia-
do porumanto de caaecoiras p elaa e de corea,
o 1e todos os padroes, e por prego? nsotvwb.
foesnem buna artietaa, pelo qoe se (oiKao.
billtanos a aaiisfater com todo go^io, t-^mer
a rerfeicao ao freeoea miasexigeoie.
Ka mesica allaiaiana alaKam-se raaacaa,
ele.
Liquidado
A loja Paria nAmerica ton-
da de liquidar diversaM la-
senda* de modas chama at-
Ceneilo de WU lreuee para
grandes a ha tmenlo de pre"
eoa.
Boa do B. da Victoria 1
Pernambuco
Ave do Paraizo
51 ra da Emperatriz 51
Recebem daa principaes pracar da Eu-
ropa, quinzenalmenfe as mais altrs No-
vidades em fazeadas fin-s.
ALBERTO CARDOSO & 0.
Che
g PARA A
BrocLes de coral losa
Cbepsram liDdcsbrodlee de trouers ele cora!
ultima moda, recebes a relojoana David, ru
do C-.bog d. 14.
Precoa redoaidoe.
Companhia Exploradora
de Producto* Caica-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A VOOO a barrica
Para o fabrico do aasuear venda-ae na
Companhia Exploradora de Productos
Calcaroof no Cata do Apollo n. 78.
A mais alta phaDt^aia d'eata e tacao
jindisaimo chifon de seda Maria
Staart!
Variadiaflimr sortimeoto de pbanttpiaa
em las, algod&o a aeda.
AEDOPABAIZO
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Lardoso rt C
Regulador aa Marinha
Ooncerta-ae reioifroa de alpTbeir aan-
aulas de torrr dfigreja cbrouiue.n. de
oiarinha, caish de muauca, aparelb.,8
tjleotricoa, ocoioa, binocuh oculos de
alcance, joias e twio e q. iquw obiecto
tendente a arta nn-chanica.
tRoa ijjut > *"l_
Ama. de ccr.>ha
P*esiai'4d da am-t ua ra do Haiel n. 16
Estrellas ('America
12 Bna 1 de Mareo 19
An'.ii-a do Crespo
MARQUES 4 LIMA
Agrado a todo?, priaotaiia em tecido de gorgn-
rao, iilzOO o covado.
Soobel com tino, pbaDlazia, ltOO o covado.
Pery, phantazia de salpicos de listras e lavra-
das, IflO o c vado
Sedas Je cores, Vaidozas.
Ditas de cillas, Suspiros que vo e em.
Cacbemirae de cores, Boaibardeio.
Phantazia, Sirsudioba.
Las com listras de seda, Adelaide.
Ditas idem idem dem, Elvira.
Ditas i lem idem idem. Maraco.
Cacbemira de cor, Tenho ciomes de ti.
Lia com salpicos, Os 3 Jacars.
Sddas, paorOes ooves. Aa aogras.
Dita tecido gorgurao, Hei de amar-te at mor-
rer.
Cacbemira preta de corea, Nao quero amores
Mi-'in preto para boliuas.
Dito caf para babito.
Grande sortlrneuto de merio pretos e lavra-
dop.
Velbotina de todaa as cores.
gande sortimeoto cambralas bordadas.
Cones de vestido braoco bordados, 18*000,
Vestidos de cartee, bordados saa.
Linda phaDtasia. Reijos de atuor.
Frns de l* 20*000.
Peiiilbos de iiDbo les e bordados.
Pnno8 de crocbet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para nonos.
C'dmi8aa braocas e de cA es.
Vestuarios para baptisadoa.
Sobretodo de nma e duas visla.
Flaoella liza e de Halas.
CbalVa pretos.
Co-imado; de caa.braia e de crocbet para ca-
aa.
Cortinados para janella.
Msriiiihas de seda de corea e prelas.
Ditas de algodao ae cores e preta.
Camisas de 'i para bomem.
Cobertae, colchas e cobertores.
Dos americano, 2*000 um.
Bramantes de iinno e de algoi&o.!
I, ndis pad'&es de crep para coberta.
Crep preto.
Lios, de quadro e de salpicos.
Cacbiuet ele eda decores.
\ iu nibo de corea.
Oorgurao preto, diversos preejos.
'cim de todas as cores.
Merm preto lavrado, U8O0 o covado.
Las com salpicos de seda, Cannlnba verde.
Seda de lietra, Atbavde.
Paletote foiba de teda.
Cmi8as de meia com listras de edres.
Cacbemira8 pretaa com salpicos de eflres, Abra
a porta Sic-ba.
Boffalo.
LindiBsimas caeemiras de cores para norn-nn
gOBto espr-cial.
Cortes de fostdes branco e de cores para coleta.
Atoalbado de liebo e de algodao.
Panno da ceta para mesa.
Sara de todaa as core.-.
Morim da Cbioa, ioOO a peca.
C'etooe de barra om metro de largura.
Caesa pabrUta Bna, 400 ris o covado.
Baeta encarnada e azul.
Dita diia, 200 rls o covado.
Chita perfelia, 240 ris o covado.
E molas outraa (alendas que impossivel
lescrever.
RA DO CRESPO-12 <
Estrellas d'America
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Aluga-se
carrxizem roa D. Ma.-ia Cezar r. 3, aovo > f a
bom lo ai para meneara qaem pretender di
tiJL--p? ? roa M.rqutz <.e Olinaa n. 56, arrxsz em
de miodezaa.
Madeiras de construc^ao a
uateiiaes parae difica^ao
A Compaonia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em seu armazem uo caes do Apol-
lo d. 73:
Uadei'as para copst'ucgao.
Cal branca de agoaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assucar.
Tijolloa de ladrUbe e cummuns
Tijcllos refractarios
pr^s de cantaria rara scleiras.e etc.
Sementes de hortalizas
Di NOVA C0LHE1TA
Completo sortimeoto.
Ra E-treita do Rosario o. 9
Pocas Mendos & C.
Cabriolet
Vende se um (araoba) Dor prego commodo ,
todo reforoialo e picado de novo, com arreio
para om cava!lo.
A' cooimoda doa e quatro pessoi>s, letn daai
rodas e descoberto.
Acba-se na fabrica de carr03 da ra da Fio-
rennna, e t'ata 9* <( on<> na mnsma fabrica
_____
Preciaa*se de om para ailio do commendador
Barroca, em Bemuci-, o. 40-
Caixeiro
P ecira se de pro caixeiro com prafca de
molhados Da roa aa Fioreotina n. 8.
Caixeiro
Preciaa-se de om caixeiro de 18 a 20 anuos
da idade, com pratica e que d fii dor de sua
condn'ta : trata' na Mercearla Caxang?, com
Gomes Me done?.
Mobilia rica
Veode-te por mdico p-ego nma mobilia de
Jacaranda, masme^, de flo--F, prcp a para
aa.ao, L-ompoaia ae om s a, doia oooai i.s com
os lampas de pedra. qoairo cadeiras de bracoa
e dezoilo ditas de guaroir,ao; pre.-enie.-.eute
na se (ai orna igual por cinco comes de iis :
a tratar na roa da Mangoeira o 7, (boje Leao
Ccoado) aas 7 s 9 boraa da maona, ou das i
a 8 da tarde.______._________________
Leite puro 500 ris agar-
rafa
Acba-se todos es das das 7 s 8 1,2 DOM s da
maob em frente ao esiabelecimeoto de mo-
lhadoa dos Sr?. Mrrqcc-s Sobrlnbo A C ra
arga do Rosarlo n. 2 Garante-se a tda qua-
darta oin ea-fa,<'"a->.
Atiendo
Tendo sido entregue cm
meu armazem por eigao
urna caixa com mercado-
ras sahida d'lfindega3
I que nao mr pe/tence, a cha
Cal Branca e % ir
gejn
de iasrnarilie
A Companhia Explora- se ella a disposi^ao de quem
dora de Productos Cal- P'Lar se! dno
careos, sendo a unic?
explorad jra deca bran-
ca e virgem, avisa aos
onsumdures que nc
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se enetntram em
seu arr azem do
Caes do Apollo d. 7S
Recife, 12 de Fe-
vereiro de 1896.
Theo Jut
6^aoooaai0^4ai;5.
*# Medalhas b Ouro m Exposices Univer^aes #*
-iiiii r%l mus O*
#a
Laaa^aaaaanaaf*
ftfffTTTTTfTTTfTTfffV


Diario de Pernambuco Sexta-feira 24 ele Fevereiro de 1MM
s mi mam m lili
E' A DESCOBERTA O
EiJXIIi M. MUKATi
PROPAGADO POR
calilos
Elle cura toda a hjphilis.
Elle cura o rheumrtisma.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
pagado por
DO CJ*RX,OS
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE PICADO DE BACALHAO
Com Ilypopliospliios de Cal e Soda.
Approvada pela Jjnta Central de Hy^iene Publica e autorisada pelo governo do Brazil.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos do Brnzi', Delegado de Hygiene d'csta
Cidade, etc. At'esto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado "Emulso de Scott" nos escio-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
as enfermidades que deixam em sua terminaco
um depauperamento das forcas. Alem do bom
resultado em scu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas criancas as mais
rebeldes medicacao. Pdenlo fazer, d'este o
uso que Ihes convier.
ii De V. V. S. S.
A
!A 08 DH GAS E PBDDCTOS
Ra Mrquez de Olinda 24
GRANDE
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um do pontos mais higini-
cos da cidade do Recife
AccommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSe, a mai'r e mais arejada nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialittas na ar-
te culinaria.
Os proprietarios d'este grandee luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de qne com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS KASOAVE1S
S.
iwebs;
QRA1TDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao do sen hbil proprietari- MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .nt jrna, j pela promptido e aceie do servico culinario aduaneiro, j
tairbem pela posicao hygienica do seu edificio.
B13?ABTAMgSiTS
Depois de innmeras transformares por que tem passado este Hotel, conee-
gaio afinal o seu ncancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
aove sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhoi
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familiar
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
1FEMTIS
POUR SE MANGER.Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e 4o sertj, docess eccos e em caldas, estran
geiros e nacionaeB.
ADECii
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro,odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importago, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs nissimos, que vende as melhores condignos do marcado e procos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
FOLHETEMT
23
A MENDIGA DH PARIZ
POR
ZAVISS DS vss&m
_^,vw-
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XIX
(CentiauaeSe)
Paal Rivat, Joanna e Vernica flgra-
deceram ao ecclesiastico que ac bava de
offi i-u e tomaram a direccao da des-
conhesia.
Eata retirou-se.
Joanna dirigiu-se ao guarda.
Eu desejava accender um vela...
Bes, minha senhora.
Quinto 7
Nada, minha senhora...
Como, nada?
Absolutamente nada... O Sr. ab-
bade d'Areyaes dotou a parochia erm
urna somma bastaste para que seas pa-
rochiaaoa, q nao So ricos, possam ao-
Cender velas grataitaaenta...
O guarda accendeu ama vela e eolio-
cou-a aa lado das ostras.
Os tres parionagens inclinaramse
iiante da a|4pr-r a sairan* da egreja.
Joanna pareca menos triste. Illumi-
nara-se-lhs a physon omia.
Paulo mesmo sentia-se reconfortado.
Fizeste bem nos trazendo aqu,
disse elle tomando a mo de Joanna ; a
gente como que acredita mais em Deus e
vai para a guerra cheia de f e com a
esperanca de voltar. .
A senhora desconhecida parava porta
da igreja a olhava Paul com atteuco
De repente, murmurou ella, dando um
paeso adiauto :
PerdSo, senhor...
Paul estacou, acoropanhado de Joanna
e de Verouica.
O senhor n5o do 57* batalho da
guarda nacional ? ontinuou a desconhe-
cida.
Sim, senhora.
Far parte da companhia do Sr.
Gilbert Rollin ?
Sim, senhora... O Sr. Gilbert
meu capito...
E o senhor vai part'r com elle ?
tornou a mulher, comprimudo es sa-
cos.
Sim, senhor, heje meimo.
Vai entilo bater-sa ?...
E vi luntariamsnte !... E' preciso
aoabar com isso tentar um ultimo ea-
i'orco em defesa de Pars !
desconhecida n&o pode mais conter
o pranto; torrentes de lagrimas reben-
taram de seus olbos.
Ah 1 senhor, senhor I disse ella
com a voz entrec>;tada e trmula ; n&o
sei qual ser a sorte de aeu capit&o nes-
sa aboininaVi-1 guerra, mas tenho certe-
za de que elle se sacrificaba.
Se De us proteger ao senhor, fazendo
com qne volts sao e salvo, e se aconte-
cer alguma o'isa a Rol in... eu lhe pa-
so, ven ha me dizer...
Anda n&o fia esta pedido a nenhum
gaarda aacional c >n naedo do ridiculo
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
Mocca.
Sao Paulo, lrazil.
O Dr. Jlnniz Ferreira
A Emulso Scott urna preparaco d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
la9o. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas ififluem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'csta preparaco, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affeccces da Garganta e Pulmes, a medicina nao cncon-
trou ainda nada que iguale a Emulso Scott
Vendp-s< om t.odao os pharmacias.Scott & Bowne, Chimicos, New York.
^
KPES P.CO COISfilTOIPSSTSSlTODABTSIPSlA
. ROUQUAYRL
H
Approvado pela Jimia de llygiene
A 'Af'P F'Na, ii ao xo 'i. n a ir zl .-a A sm r"L io ;/e efleHj prodialsBO na. e bs.
ra a > c '- E yj re s come n* p'Stesif o hi o rnpi a e p.< 11 .
A i AlPAr*A. "em dtiti- pM.prii-iii ee vp i *-,' fi ralsgfras flob>a o* Sttfs i> rfmr-
ii s .i- r.-i'l a os dos*1 P' io mei>iu i :v. a >ie evitar a foro $bo t UfflO' mi i o ('rqu-c.
'es i a E y-l.l ,'Tino u e r>s'ar a rro : es r- avos. as i eno-, o fserotes, molesta BoSfeeeisa so l re o ir mr i? ii.pn n :i?s cu
Ery-ipeli b'anru.
A CaPPAKIN dft ga>' fffi --fi pa'3 N. B. Ijaaa f a-< o accrr.p nh no por ineirccOi s e otli i.d e qac t&o i o'.r.'i !. lil 8 prc-
*as de lerlade ra ffici'.u set no\o me^ Ci'i lo.
DEPOSITO
Botica Fraiicozn
Ra do Bom-J-'sus n. 22 (snt-Va da Cruz)
PEKNAMBUCO
J

Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHRMaCEUTICO
titlaso "s:ssg:la rs mitin i nmm u sasia
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os verme' in-
testinaeB, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigae. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de n5o ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s
creancas sem repugnancia. Em sua composico nao entrara substancias mino-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colberes das de cb. Deve nei
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou raesm
com agua adocada.
Preco 1/2 vidro 10000
r 1 28000
Duzia de 1/2 <
c 1 <
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro".
10S0O0
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
stad
PBIT0RAL 0ATHARINBN8B
XAROPE DE ANGICO, TLU' E G0ACO
COHPOHI C: 1 O D E m U LIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do
premiado com a medalba de 1.a classe em diversas exposicSes.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchtes, astbma^tisica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil psasoaa residentes em diversos Estados do Brazil, atiestan-
a efficacia deste grande preparad \
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catbanna.
A' venda em todas as pbarmacias e drogaras
D E P O S I T A K 10 NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guinaraes Braga C.
Ra do Mrquez de Oliuda n. 60
Rcpresentapces
Commisses
62--BUA EO BOM JESUS-62
r! yu!.Via u? 7*
ri-'-^re-sguai
^3E-4T-'. *lT-> S3P.:,JT31JS-1 1' III I


W0S"
mmu\ mi
^ ACTIVAS *
PILULAS
DE BRIST0L K
SSk L J
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0 [ferriH H Q
H El >
QQ 1 N
H > VEGETAES H m
ASSUCAEADAS
* SEGURAS A
* INOFFENSIVO *
H > < P5 4 O GRANDE PURIFICAD0R SALSAPARRILHA DE BRISTOL CURA TODAS AS IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES H % > H < t r*
P EFFICAZ *
Contina a raanlor em seos depsitos completo sortimento de utensilios para asina
veidendo sempre por procos mdicos.
MACJ11NAS A VAPOR de differentes systemas e tamanhoa de Robinaon e outros fab i-
cantcs e de 2 a 12 c val los.
CADE1RAS A VAPOR moltitubulares de Fletcher para fonecionor coen o fogo das forna
Ibas s tachas.
CALDE1RA3 A VaPOR Cornish e tjpo locomotiva para fuoc ionar com lenha e bagaco
RODAS para nf?ua.
BOMBAS de motn-continuo.
MOENOASe meias moendas, gamntidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de diferentes systemas.
CRIVaCOES pira fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimentaJores e empastado
res a vonta ie dos agricultores.
Fazendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vaotajosa
merte confiecido dos Srs. agricultores pelos seus trabulh->s de inoniagem de grande numero
o- Oeinas funccionando deste Estado, incumbem s de mandar vir e erigir garantiodo a pro.
dueco e qualidade do assu ar.
APfARELHOS e meios aoparelhos de vacuo.
DESTILLA^OES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grande?
i pequeas fabricas..
52, RABARAODOTR1MPH0, 52
V-

CAO CUBA
44-RUA 00 MRAO DO TRpJMPHO
Mchicas a vapor.
Mceodas.
sobre minhas lagrimas ; ao senhor, p1-
rm, eu peco de joelhos, porque vejo qua
um bom h m-m, que acredita em
Deus... Tenha piedade, senhor, de urna
pobre mulher, que s falta eulouquecer !
Meu coracito est ebeio de presentmen-
tos horriveis !. .. Por isso lhe peco e ro-
go : se o Sr. Gilbert for ferido ou mor-
rer em combate, venba me dizr...
Ao pronaociar estas ultimas palavras,
a pobre senhora ergueu o veo, que lhe
cobria o roso de urna balleza admiravel
n&o obstante a pailidez que o emaciava.
Paul ttivat cmheceu-a. Por d versa
vezes a vira de braco cura ocommandunte
de sua companhia.
A Sra. Rollin!... exclamou elle,
saudaado respetosamente, e accrescentou
para a consolar :Nao se amofine, mi-
nha senhora I Isso de presentimentos n&
quer dizer coisa alguma, ainda ha pouco
acabei de dizer a minha mulher... Ha-
vemos de voltar sem um arranhao Tai-
vez mesmo nao cheguemos a entrar em
fogo...
A senhora vai ver...
Minha mulher mandou celebrar urna
missa, o que ja um preservativo para
as balas..
Eu tambera, disse Henriqueta, orei
por todos...
E ento ? Havemos de voltar, La-
vemos de voltar...
Sim, minha senhora, eu teaho es-
peranca... disse Joanna quasi alegre,
puz toda minha confanca em Deus, Deus
ter piedade de nos e consrvala os que
nos s5o caros I
Elle proteger meu marido !... nao
ha de querer que meu filho venha ao
mundo sem conheeer pai t...
Como a senhora, balbuciou Henri--
queu com um soluco, como senhora,
eu eatoa para ser m&i...
Rodas d'agua.
Tixaa tundidas e batidas.
T^ixas b tidas sem crava^ao.
E a prima do abbade d'Areynes n5o
podia onter as lagrimas.
Paul interveiu.
N&o pensemos em coisas tristes...
dis-e elle, isso me ataca os ervos, e eu
preciso de coragem... Fique certa a
senhora de que, se e capito for infeliz,
eu lhe commuoicarei... E' urna miss&o
dolorosa, essa ; mas, emfm, nSo ha re-
medio ...
Obrigada, seuhor, muito obrigada !
E Henriqueta eatendeu a mo ao guar-
da nacional.
Paul Rivat apertou aquella mao fria.
Daus o proteja coatinuou a rapa-
riga Mas, eu lhe peco, no diga ao Sr.
Rollia que me viu e fallou commigo...
aa igreja...
Sim, senhor, nSo direi...
Mas, m nha senhora, se veiu
igreja foi para rezar...
Henriqueta suspirn.
Que quer ? Meu marido n&o gosta
de igreja9...
E saiu abafando os solucos.
Pobre senhora !... disse Paul, ven-
do-a se afastar.
Depiis acompanbada de Joanna e da
outra voltou campanhia.
Urna ordem do governador de Pars,
trazida por estafeta, concitara o 57' ba-
talho a seguir immediatamente para
Saint-Cloud.
A aldeia de Boulogoe-sur-Seine ia ssr
o ponto de reuniao.
Depois de ter abracado Joanna e tia
Vernica, Paul tomou sua esping-rda e
entrou em forma.
Pouco depois o batalho marchara em
columnas cerradas para B>ulogue-sur-
Seiue, deixando atrs de ai mu.tos co-
ra c3es affl ctos.
XX
O da 19 de Janeiro de 1871 fot um
dos das histricos do cerco de Pars, e,
como rSo escrevemos um livro de histo-
ria, diremos em resumo os factos pria-
cipaes que en ao sa desdobraram.
A batalha comecou s 7 horas da ra*-
nha. Tiuham-se tomado t das as pre-
cauco.-s nonselha i s pela prudencia.
A fim d-5 melhor evitar que 03 alle-
m&es suspeitassem do plano concebido,
numerosos batalhoes da guarda nacional
permanente haviam se dirigido para
ste, emquanto durante a noite cento e
quarenta. m 1 horneas formavam a oeste
Os prussianoi illudidos com essa tact-
tica e vendo muitas tropas margem do
Mame, acredtaram n'um ataque imme-
diato e dirigindo-se pra esse lado, fize-
ram fogo vivo de artilhera
Infelizmente o tempo nao permittiu a
concentr9ao das forjas a efte*
A profunda escridSo o c humoso,
o terreno escorregadio, nio auxiliaram a
marchas das tropas francezas que, divi-
didas etn tres corpos, deviam, a mesma
hora, abordar as posicSes nimigas que
lhes haviam sido indicadas.
Deploravel contratempo veiu compr,,-
metter tudo.
As forcas da ala direi'a, commaodadas
pelo general Duerot, e incumbidas da
tarefa mais arriscada, nao chegaram.
Tendo partido de Saint-Denis deviam
travesear, mis q-ie depressa a penn-
sula de Gennevilliers. Em meto do ca-
minho, porm, foram surprehendidas por
um cbstacu'o.
Urna bater a p.-ussian montada era
Carrires-Sai'it-Denis, p?r conseguate a
menos de d is mil e seteceat* metros,
varna a estrada, e a artilhe ia fra'nceza
decampmha debalde procurou ver-Be
livre de'la.
Era impossivel passar sob aquella
avalanche de ferro e chumbo.
Entretanto nao havia outro geito.
Ouviam-se ao longe descaigas de fu-
zilaria e metralhadjras.
O coramando em chele mandou vir
urna locomotiva blindada e armada d*
possantes can lio js, cuj 1 fogo terrvel em
menos de urna ho a fez calarsm-se os
canhoas inimig s.
Estav desembaracid > o caminho.
Nossj soldados podiam passar ; mas
duas horas tinham sido perdidas.
A ala esquerda, composta de zuavos,
da um regiment de linh e de numero-
sos batalbSiS da guarda nacional, f z a
prodigios de valor.
As alturas de Montretont forara toma-
das igualmente com Saint-Cloud ; iize-
ram- e muitos prisioneros, alm de qua
o iuimigo perdeu onze canhSes.
O successo era grande, m s n&o era
decisivo.
Emquan*o a ala esqe dase apodjrava
de Saiut-Cljud e de Mootrctut, o can-
trj punha-se em mjvimdntj para atacar
as posi(Ses inimigas e encontrava como
primairo obstculo o pouao d. Fouilleiise,
situado entre Garcb's e o forte do Moa-
te-V'.leriapo oceupado.
Duas veaes nossas forjas investiram
contra esse obstculo c m urna furia ver-
drdeiranente g.ulezaduas vezes fo-
rana obrigadas a recuar.
Chegavam mui'03 batalhoes da gu-rda
B'eioaal, entre elles o 57, de que fazia
prte a compachia de Gilbert R >llin.
Nesse momento bradou um coronel :
A' bayoneta, meus filhos \ baya-
neta !
De todos os petos saiu o mesmo grito
mil veze* repetido:
A bajoaeta !
{Contina).
Typ. do Diario, roa Duque daaxia.. 48
--" i.
y *'


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