Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19788


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Full Text
ANUO LXXII
Quinta-feira 13 de Fovereiro de 1396
VI Hi:itO 36
,/
PERNAMBUG
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA ACCIOLI DE VASCONCELEOS e MAXOEL ARAO
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adianlado
Narrero a?ulso do mesmo da
8&000
(5#000
301000
8100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAC0ES NA
FRANCA E INGLATERRA
OsSr?. Mayence Favre & C.*, resnentes em Pars1
La Grange Batelire
-18 ru de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por nm anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido j ....
Numero avulso de dias anteriores. !
PARTE OFFICIAL
ACTOS DO PODER EXECUTIVO
Estatutos para as Facilidades
de Direito da Repblica a
ue se refere o decreto n.
.3S6 dcsta data.
Da organisacao cientfica das /^acui-
dades
CAP1TULOI II
Da collado do grao de bacharel
Ari. 103. Publicada na Secretara da Facul-
dade e pa imprensa a relagao das pes-oa?
que tiverem de tomaco grao de bachrel, cora-
parecerao ellas no dia immedia o, s 10 horas
da raanha, Da s ta desti >ada para a collaga >
do grao, oa quai sero admtttidas pelo secr -
tario, que Tara chamada de todo1, declarando
os oomes dos que se acharem preguntes.
Art. 107. Est acto ser presidido pelo dire-
ctor, a quem compele conferir o grao na p-e
senca de todos os lentes, revertidos das tari
guias doutoraes, e na do secretario, que li
vrar o competente termo, o qual ser assi-
gnado pelos ditos lente?.
Art. 108 Feita a chamada, o graduando mais
an'.igo, ac rpanhado do secretario, pedir ao
director, em seu unma e no dos oulros gra
duan los, o grao de bacharel, promeltecdo cum-
prlr os deveres inherentes ao nnsmo grao..
Cad ura dos oulros, pela orieio dos actos
do ultimo anno, se approximari da mesa em
que estiver o referido livro, c repetir a se
guinte f rmula:Assim prometi.
Arl. 109. Em seguida, o director charair os
graduandos e Ibes conferir o grao, pondo so-
bre a cabega do primeiro n. borla da Kacullade
o usando da seguinte formula :Em virtuie
da autoriiade que m concedem os Estatutos
desta Faculdade, confiro ao Sr. F. o grao de
bachard em sciencias jurdicas e sociaes. Cha-
mar depois o segundo e os que se Ihe segui-
rem, al o ultimo, e collocindo a borla sobre a
Cab 5a de cada um d'elleg, dir :e ao Sr. F.
Art. 110. Frita a collago do g'o, um
dos graduamos, que houver sido escolhito
por eeus corapanh^iros, recila' un discurso
antlogo solemoidade, o qual dever ser pre
viara ule apreseatado ao director, que s con-
sentir na sua le tura, si nada ti ver de incon
veniente. A este discurso responder o dire-
ctor em ama breve allocuga > e dar por ter-
minada a ceremonia-
Art. 111. Ser permittido aos graiuandos
mandaren], a expensas suas, ornar a sala do
grio e collocar bandas de mu-ca na mesma
sala e em suas immeliagSes.
Art. 112. Durante a collag&o do gro, os
lentes e os espectadores cousarvarse-liao de
pe e guardar1) o inaior silencio.
Art. 113. A) bachardao lo, que o requerer,
allegando motivo at endive, ser conferido o
grao inmediatamente depoisU approvagao.
Nesta lypolbese, a collago do grao far-se
ha, sem sulemnidade uem discursos, na pre
senga do directo- e do secretario.
Art. 114. A collago do grao podar tam
bem realuar-se sem a presenga d Congrega-
gao ou qua'quer oulra solemnidade, quando o
director assim o julgar conveniente..
JCAPITULO IV
DA COLLAGO DO GRAO DE DOUTOR
Art. 115. Na collago do grao de doutor
observar se-huo as seguiotes formalidades :
Art. 116. Designado oda pelo director, se
dar aviso Coogregagao e aos doutorandes, e
se expedirao cartas de convye aos doutores
que constar exitirem na cidade, aos cliel -s de
repartibles e pessoas gradas, para que compa
regam a esta solemnidade.
Art. 117. O doutorando escolher um lente
para Iha servir de paraoympho, o qual oacom-
paahar em todos os actos desde a sua c lie
gada.
Art. 118. Ao rhegar porta principa!, ser
O doutorando recebido pelo porleiro e guardns,
que o 'Companbaro at urna sala, onde espe-
ra i pela bora marcada para a collago uo
grao.
Ait. 110. A' hora designada dingir-se-ho
para asta sala o director e lodos os lentes,
precedidos do secrttario, porteiro, e guardas
da faculdade. O doutor ndo os vna encon-
trar porta e ahi reunidos seguiro para a
sala uos graos. Nesta sala haver no logar
que for mais conveniente, urna masa e citleira
de espaldar para o director ; ao lado esquer-
do seio collocada8 duas cadeiras, sendo urna
pira o doutorando e outra para o puariobo, que
lbn ''ara sempre a direita.
A'l< lO. Os doulores las faculdades fede-
13m eO a estas equipa adas, das academias e
universi lates estiangeiras, que compir.cerera
om as respectivas nuignias, tonaro assent->
promiscuamente logo aaixo do lente substi-
tuto mais moderno, si eaire elles nao bouver
algum ou alguos que s jara lentes de qualquer
das facultades ; estes os precedero eerapre
guardando entre si a ordem da respectiva anti
guidade.
Art. 121. Na mesma sala, alm dos bancos
ou cadeiras para os esiudantes e espectadores,
bavera asseotos especiaos para os convidados.
Ait. 122. Tendo todos tomado assento, far
o secretario a leitura do termo da approva*
gao ; em seguida o d rat-.r-nJo recitar um
discurso aaalog) solemnidade e terminara
pedin 10 o grao que Ine deve aer conferido.
Este discurso ser previamente apresentado ao
director e a sua leitura s poder realizar-se
depi.'is d> julgada conveniente.
Arl. 123. Findo o discurso, o paranjmpbo
alo doutorando o apresentara ao director. Este,
depois de ouvir a promessa constante da fr-
mula annexa aos presentes estatutos, Ihe or-
nar o dedo com o anuel competente e Ihe
conferir o grao, poodo-lbe a borla sobre a
cabega e re eslinde-o do capello. A frmula
a collago do grao de doutor ser a mesma
qe a 1o grao de bacbarel, com differ.nga do
nome do grao.
Art. 124 Em seguida o doutorando cum-
primentar o direct r e iodos os lentes, e ir
eotar se logo abaixo do lente mais moderno
paraoyrapDo dirigir lhe-ha um discurso con-
gratulatorio pelo resultado feliz de g-.-us esfor
eos, e moslrando-lhe a importancia do grao
sjue acaba de rsceber e o uso que na so leda-
de deve fazer de suas lettras.
Art 125- Concluido este discurso, o dire-
ctor declarar Gnda a ceremonia, e o novo
dMtor ser acompaohadj at a pona do edift-
aio da Faculdade pelo mesmo prestito om
a.o tiver ido da sala de espera para a nos
graos.
Art. 126. Da todo este acto se lavrara um
taro, que ser assigoado pelo director, pelo
paraojra. ho do doutor e pelo secretario.
Art. 127. 8er permtttiio aos doutorauioi
andart-m, expansas suas, oroar a sala do
grao e collocar ban tas de msica na mesma
ala e em suas immediajoes.
Art. 128. S concorrer mais de om douto-
rando no mesmo dia, serio todos receidos
Ea mesma maoefra que o primeiro, na sala
spera, proporgo que forem chegaodo, e
ai irn jumamente para a sala dos graos.
Art. 129, Neste oto o discurso de que ^re-
ta o art. 122 ser recitado pelo doutorando,
que para esle fim for escolhido p los oulros, o
qual pedir o grao para todos os graduandos.
O mais aotigo fai a promessa por extenso,
dizendo os oulros siroplesmente -A-sira o
prometicomo se maada praticar ua co/la-
gao do grao de bacharel, e o grao de doutor
ser conferido successivamente a cada um
d-lles pela ord;m da anguidade da defesa
das the-es.
Art. 130. Dada a hypothe3e dos artlgos an-
tecedentes, proferir o discurso de que trata o
art. 124 o paranjmpbo que for escolhido pelos
oeotoraBdua.
Arl. 131. K' solemnidado da collago do
grao de doutor sao applicaveis as disposiges
dos arts. 113 e 114.
<:aPITlO Y
DA HABILITAgO DOS GRADUADOS OU
TITULADOS POR ESTABELECIMENTOS
SCIENTIFICOS ESTRANGEIR03.
Art. 132 Os formados ou diplomados por
inslituigO-8 estrangeiras. reconhecidas pelos
respectivos governos, s poder > exercer no
pai profis>5is, cargos ou fuocges que depen-
dan) do g''j de doutor ou de bacharel em
sciencias jurdicas e sociaes, babilitaudj-se
previamoote perante algunas das Facul iades
da lepubh a.
Io Para as que tiverem o diploma de doa
tor, a bybihtagao consistir na defesa de the
ses, nos termos do capitulo I de mulo III, ve-
rificando se a collago do grao na confu alida-
da do capitulo 17 do mesmo titulo.
2- Para os hachareis ou pos3Uidor diplomas anlogos, a habili ago se far me
dianie a presiago, em das succeasivos, dos
exames das materias do curso, observadas, no
qua for applicavel, as disposig0s destes Es-
tatutos.
Art 133 Para serera admitlidos ioscrip-
go em ambos os casos do artigo anterior de-
verSo os candidatos apreseotar ao director os
;o 'uraer.tos seguiotes:
1- Diplomas <>u ttulos originaes, e,na
falla destes, devida a m>tivo de forga maior,
justificado perante a Congregago, docamento.'
authenlicos que tries sejura equivalentes.
2- Prova de itentidado de pe soa, foita
por muo de documento lirmado pelo Qoverno,
pelo mini tro ou pelo cnsul do pau a que per-
tencerem.
S 3- Hrova de raoralidade.
$ 4- Os litu'os ou documentos que exbibi-
rem os caudidatos devero estar reconheeidos
pelos representantes do Brazil no paiz em que
tiverem sido passados.
5- A falta desse recoDhecimento poler
ser supprida por informages offi :iaes dos
agentes diplomticos ou consulares da respec-
tiva nngo, residentes no Brazil, declarando a
legalidaie e o valor dos ttulos exhibidos.
Art. 131. Recoonecida a authenticidade do
titulo e verificada a identidade da passoa pelo
director da Faculdade, o secretario passar
guia ao pretendmiera pa o pagamento da res-
pectiva taxa; sntisfeiia esta, o director marca-
r dia para o exame, oas pocas proprUs.
Arl. 135. Nao se admitlir exame feilo por
intermedio de nterprete, oem podero os leo-
tes examinar em liogm e>trangeira.
A't. 138. Os candidatos comprehen^idos nos
artlgos aniece lentes pagaro por serie de ex-
ame a mesma laxa que pagam os alumnos da
Faculdade
*rt. 137. Os candidatos, apezar de repro
vados por u.ais de urna vez, podero ser ad-
mitlidos a novo exame, sempre qu* o requere-
rem, p-igando a respectiva taxa de accorJo
com a piimeira parte do arl. 134.
Art. 138. Aos candidatos que forera nppro-
va los se passar carta, como aoB alumnos da
Facultada. A carta ser registrada em livre
especial e ficara sujeita ao pagamento dos
meamos direitos a que esto obrlgados por seus
diplomas os alumnos da Faculdade.
Art. 139. Tanto no caso de approvaco co-
mo no de reprovago o director de urna Fa-
culdade communicar immedialamente ao da
outra o occorrido, papa seu couhecimento e
governo.
Art. 140. Os professores effectvos ou jubi-
lados de facutiades ou escolas de sciencias
jurdicas e sociaes do estrangeiro, reconheci-
das pelos respectivos governos, e os simples
diplomados ou titulados por taes Faculdades
ou Escolas, que, a juito da Coogregago de
urna das Faculdades jurdicas federaes, goz-
rem de merecida fama de saber e se tiverem
tornado recommendaveis por trabatbos impor-
tantes na especialidade que professarem, po
derao ser dispensados de qualquer prova de
habilitago
Paragrapho nico. A dispensa ser conce-
dida por acto do governo federal, mediente
proposta da Coogregago, de que sero pagos
os emolumentos correspondentes ao liiuki e
de que trata a tabella -n. 2 annexa ao Cdigo
do Ensine.
TITULO IV
S 2. Todos estes trabalhos sero impressos
e publicados depois de approvados pela C>n-
gregago, quo para aquelle fim os reraetter
ao ministro.
Arl. 149. O lente que for eleitj redactor da
Memoria histrica nao poder, salvo caso de
forga maior, recusarse a acceitar esse encargo,
nem dei-ar de apresental-a, sob pena de ser o
facto levado ao conhecimento do Governo.
Art. 150. Os actos do Governo e os da di-
rectora, no qua diz respeito parta econmica
e administrativa, nao conslituem materia da
Memoria hwtorica e sero suppriml las quaes
quer considersges que neste sentido forem
inseridas pelo redactor, ant.-s da remesaa a
que se refere o art. 118 2.-.
TITULO V
DISPOSIGES TRANSITORIAS
Art. 151. O certificado deestulos ou o titulo
le bacharel a que se refere o art. 16 d'estes
Estatutos s ser ex gi lo para matricula nos
dades, sem que teobam sido approvados as
malarias correspondentes ao curso de scijocias
sociaes, e vice-versa.
Art. 160. As mesas examinadoras sero or-
ganisadas cora 03 lentes que houverem leccio-
nado as materias sobre que versarem os exa-
mes na conrormidade aos arts. 153,154. 39 e
segrales.
Art. 161. Os lentes das cadeiras 'xlin.tas e
os acto es sub titutos sero transferidos para
as novas cadeiras e para os lugares d substi
tatos, creados pela le n. 314 de 30 da Outubro
de 1895, precedendo proposta da Gongregago
respectiva. Os acluaes professores de philoso-
pn.a e historia do direito e de direito nacional
cootinuaro a exerc-r: o primeiro, a cadeira
de pftilosophia do direito. e o segundo a de
historia, especialmente do direito nacional.
< '"
Ia--agrapho nico O lente cathedratico que
0S0 fr aproveitado ficar, todava, gozando de
todas as suas regalas, al que, vagando qual-
quer cadeira, seja encarregalo do ensino da
materia nella comprehen tida.
Art. 162. Emquanlo o Poder Legislativo nao
curaos de sciencias juddicas'e sociaes no ano* '"solver sobre a reorganisago doi cursos an-
do 1898. Al essa poca os preparatorios ins nexos s Faculdades, sero observadas as ais
CAPITULO 1
Da revista
das
Art. 141. Ser publcala em cada ama
Faculdades orna Revista Acadmica.
Paragrapho uni. Esta Revista ser re-
gida por urna commisso de cinco lentes, no-
meada pelo Coogregago oa primeira sesso
de cada anno.
Art. 142. A Revista se imprimir em oi-
tavo francez, com o numero de paginas suffi-
cientes para formar um volurae de 400 pag -
as, pelo menos.
Art. 143. Cada numero ser publicado an-
nualmente.
Art. 141. A commisso de redaego noraear
entre si o re i actor principal. A aceitago
d'este cargo ser obrgatoria.
Art. 145. A commisso de redaego se en-
tender com o bibliotecario da Faculdade.
afim da enviar a Re ista s redaeges dos
peridicos da mesma oatureza oa Europa e oos
Estados da America, academias scieotiticas
mais importantes e receber em troca as suas
publicages.
Art. 146. O prego da asignatura para os
alomos ser de melado da qoantia que for
estipulada pelo director da Faculdade de ac*
cordo com a commisso.
Paragrapho nico. Cada alumno Do poder
tomar mais de ama assignaiura.
Art. 147. Todo exerapUr leal na lo a alum-
no da Faculdade ter o nome 'este.
CAPITULO II
DA MEMORIA HISTRICA
Art, 14). Na sesso de abertura dos trao 1 -
poca os preparatorios
dispensaveis sero: portogoez; fraDces
inglez ou allemo (i vonlale do candidato);
latino ; urithmeli-a ; algebra; geometra ; tn-
gooometrii; geograpbia, especial nente do
Brazil; historia universal, especialmente do
Brazil; elementos de physica e chiraica ; ele-J
memos de historia natura'.
Art. 152. Logo qus forem publcalos estes
Estatutos, as uragregagis trataro d orgaoi-
sar tolos os programraas e instruccss e pe-:
ciaes necessarias para a bi execugo das -s-
posiges dos meamos Estatutos.
Art. 153. Os cursos especlaes abolidos pelo
arl. 3.- da le n. 314 de 30 de Outubro de 1895
continuaro o de sciencias jurdicas por mais
tres aonos, o de sciencia sociaes por dous a
o de notariado por um, si nelles houver alum-
nos matriculados e que pretendam concluil-os.
Art. 151. Nesles cursos ser observado o
rgimen estabelecilo nos presentes Estatutos.
1.* Os horarios das aulas sero orgauisata]
dos de modi que attendam, durante os perio-
dos mencionaos no artigo aoterior, a Ira'
quencia dos alumnos dos cursos especiaes
provisorios.
2.- Para os exames desses alumnos have-
r bancas especiaes, effectuando-se o paga-
mento das laxas de inscnpgo respectiva,
assim como a das de matricula segundo o
plano estabelecido 110 artigo quu se segu.
Art. 155. O plano de estuios de que trata o
artigo aotece tente ser o seguinte :
Cuno de sciencias jurdicas
I. Os alumnos da 2.' serie cursaran succes-
sivamente oos anuos de 1896 1898 as ae-
guioes cadeiras :
A) direito romano, direito civil, commarcial
e criminal, 1.* parle.
B) a parte da medicina legalna medicina
publica, direito civil, commercial e criminal,
2.* parte.
C) direito civil, 3' parte, theoria do proces-
so civil, commercial e criminal, pralica fo
rense, historia do direito, a parte do direito
nacional e scieocia da administrar o e direito
admini tralivo.
II. Os da 3.a serie era 1896 a 1897 as se-
guintes ;
A) a parte da medicina legal -na medicina
publica, dir-no civil e commercial, 2a parle, e
scieocia da administra gao e d relio adminis-
trativo.
B) direito civil, 3.a parte, theoria do procesos
civ 1, commercial e criminal e historia do di-
reito, oa parte do direito nicianal.
III. Os da 4 a serie em 1898 as seguintes :
theoria do processo civil, commercial e crimi-
nal, pralica forense, historia do direito, na
parle do direito nacional e scieocia da admi-
nistrago a direito administrativo.
Curso de silencias sociaes
I. Os alumnos da 2.a serie cor>aro soccessi-
vamente nos aonos de 1893 e lo97 as seguiotes
cadeiras :
I. O* alumnos da 2.a serie cursaro successi-
vamente oos amos de 1896 e 1897
A) direito internacional publico e diploma-
cia, economa poltica e hvgiens publica-
corno parte da medicina publica.
B) sciencia de a lrainisiragao e direito admi-
nistrativo, scieocia das fioaogas e cootabili-
dade do Estado e legislago comparada.
H. Os da 3.a em 1896 as seguintes : scieocia
da admiuistrago e direito administrativo,
sciencia das flnaagas e contabllidada do Estado
e legislago comparada.
Corso de notariado
Os alumnos deste corso frequentaro as au-
las de t;i joa do processo civil, commercial e
Criminal e pratica forense.
Art 156. Na conformldade do artigo antece-
dente sao a -pltcaves aos alumnos dos cursos
transitorios as disposiges do arl. 36.
Art. 157. Os alumnos dos cursos especiaes
que por qualquer motivo, nao os terminaren)
dentro dos periodos de que trata o arl. 152,
ficaro sujeitos a seguir o plaoo de estudos es-
tablecido oo art. 4* pela forma abaixo pres-
cripta:
I No curso de sciencias jurdicas :
A) Os alumaos da 2.a serie se ioscrevero no
2." anno, presttudo previamente oa respectiva
poca o exame de d reito romano.
B) Os da 3.a serie se inscrevero no 2." e 3.
aonos para cursar as cadeiras de direito inter-
nacional publico e diplomacia, economa poli-
tica, direito civil, 2.a parta, e scieocia das fi-
?angas e cootabilidade do Estado.
1 ) Os da 4.a serie se inscrevero oo 2.*, 3.0
a 4." anuos para cursar as cadeiras de direito
internacional publico e diplomacia, <-con)D>a
poltica, sciencia das flnangas e contabilidade
do Estado, direito civil, 2.* partp, theoria do
processo civil, commercial e cnmioal e medi-
ana publica.
Esjes ltimos alumnos eslo isenlos do car-
so da cletra de direiio civil, 3.a parte.
II. Os alomaos d > curso de sciencias so-
ciaes, quer os da 2.a, quer os da 3." serie, se
inscrevero no 2. anno, prestando previamen-
te na respeciva poca o exame de dlraito ro
mano.
III. A ordem de estados estabelecida oeste
artigo servir tambera para os alomos dos
corsos especiaes que preferirem de ora em
diante seguir o curso geral.
IV. Nenhum alumno de qualquer serie dos
corsos especiaes ser ohng.do a repetir exame
de materia oo cadeira que j teotia feilo, qual-
Ihos acadmicos a Congregag normar um qoer que seja a diversidade decollocago dallas
ote ajue apresentara na mesma data do ao io
segotota urna Memoria histrica em que e
relatera, os aconlecimentos notaveie do anoo
acadmico.
1.* Nesta Memoria ser especificado jo
grao da desenvolvimiento a que for levada
oesse mesmo periodo a exposic&o das dou-
trinas, taoto oos cursos pblicos como nos
particulares e para isso cada lente dar ao
relator da Memoria histrica as informages
precisas acerca da materia que tiverem eosi-
oado, afim de seren appensas a mesmi Me-
m lia.
entre o programma actual a o anterior; flean
do dispnsalo dos eximes das aovas cadeiras
creadas por desdobrameotodos antigos em que
jt lenha sido approvado.
Ait. 153. Ser permittido aos acluaes alud-
aos dos cursos de sciencias jurdicas e sociaes,
que quizirera adaptar o oovo rgimen, pres-
iago de exames, em qualquer das pocas, das
materias distribuidas pelas serles anteriores,
si assim o requererem.
Art. 159. Os hachareis em scienrias jurdicas
nao podero ioscrever-se para defesa de te-
las, oem eoacorrem ao magisterio das Facul-
posiges dos arts. 4.5 e seguintes do regula-
meato n. 1262 H de 2 de Janeiro de 1891.
Art. 163. Ficam revogadas as disposiges em
contrario.
Capital Federal, 1 de Fevereiro de 1893.-
Dr. Antonio Goncalves Ferreira.
FORMULA
Para a collago dos graos de bacharel
ou doutor
Promette comprir fielmente os deveres irr
aereles ao grao de bact.arel cu doutor em
sciencias jurdicas e sociaes.
Modelo dos diplomas
Db doutor
No alto^Em oome do Goveruo da Rep-
blica dos Estados Unidos do Brazil.
Mais abaixo Faculdade de......."da ci-
dade de.....
No corpo 4a carta -Eu F... (o nome do
director e seus ttulos), director da Facul-
dade :
Tendo presente o termo de aptido ao grao
de doutor em sciencias jurdicas e sociaes,
que obteva o Sr. F... natural de...., filho
oe. nascido a.....e o de collago do
grao qae receben no da. de ....de...,
depois de ter sido approvado declarand >-se a
nota da npprovag..; em defesa de theses ; e
usando da autendade que me co ferem os Es-
tatuios desta Facul lade, n.andei passar ao dte
Sr. 9.....a presente carta de doutor eta
sciencias jurdicas e sociaes, para que possa
g' zar de todos os direilos a prerogat vas con-
cedidas pelas leis da Repblica.
{Sello).
ASSIGNATURA DO DOUTOR,
O PRESIDENTE DO ACTO,
(Assignaiura)
O DIRECTOR DA FACULDADE,
(A88ignalur.)
O SECRETARIO DA FACULDADE,
(Assignaiura)
(O diploma ter pendente o grande sello da
Faculdade).
DE BACHAREL
Os diplomas de bacharel sero passados oos
mesmos termos dos de doutor, routatis mu-
tund.*, e supprimidas as palavras : depois de
ter sino approvado em defesa de theses.
Capital Federal, 1 de Fevereiro do 1896.-
AXTONIO GOSCALVDS FERREIRA.
Governo do Esttsdo de Per-
nambuco
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO, EM 11 DE FEVEREIRO
DE 1896.
O Govemador do Estado :
C.n-idera de que oos municipios do inte-
rior e principalmente nos do s nao redu-
zi-simo e iosufliciente o nnmero de escolas
primarias criadas pelas Municipilidades ;
fon- iderando que, lm do nao peqoeoo nu-
mero de escolas primaria* cread s ptla Mu-
nicipalidade da capital, existem u'esla moitos
estabelecimentos de eneino particular e por
isso maior e mais fcil dirTuso da iosiruc-
go;
Considerando oa avultada despeza que faz
o Estado com o grande numero de professo-
res pblicos em disoonibilida le sem a com-
pensago dos servigos que Ibes incumbe pres
tar ;
B atienden io urgencia da organisago do
ensiDO primario esta loal taoto mais imperiosa
quaoto mais patentes e deploraveis sao os re-
sultados da deficiencia de recursos dos mu-
nicipios e cooseqoenle desordem na tastruc-
go a cargo das Municipalidades ; .,
Decreta :]
Art. 1. Ficam desde j creadas na sede de
cada um dos municipios excepgo dos da
capital e ('liada duas escolas publicas de ins-
truego primaria, urna para cada sexo.
Arl. 2o Ficam (ambem creadas escolas
mixtas de iostrucgSo primaria em todos os
municipios do Estado, em numero e nos lo-
gares constantes do quadro junto.
Art. 3." O Governo prover de professores
a essas escolas segundo as prescripges da
lei n- 92 de 8 de Juoho de 1895, e respectivo
regulameoto de 23 de Janeiro do conente
anno.
a
05
O
0.
3
s
I
ce
4
X
2
a
5
u
a
Cfl
Recife, sendo em P.
F-ei Pedro Oon-
galves do Hecfe
Santo Antonio
S. Jos
Graga (Capunga)
Boa vista
Suburbios da :
Magdalena
A fegados
Campo Grande
Varzea
Caxaog
Pogo da Paoella
Arrayal
Api pucos
Espinlieiro
Torre
Bezerros
Caruar
(sede)
Camoclm
(sede)
S. Caelaao a taca
Carapatos
Tacait
2
3
5
5
6
2
4
2
2
2
M
2
2
1
2
2
1
2
1
1
1
Grvala
Victoria
Escada
Cabo
Gamelleira
Palmares
S L'oreago da
Matta
Quipap
Caabotiobo
Garaahuas
Pao d'Alho
Nazareth
Jaboato
Limoeiro
Timbaba
Prazeres
Oliada
Cimbres (Pesquei
ra)
Brejo
Taquaretinga
Bom Jar lira
S. Beoto
Bom Conselho
Altiobo
Correntes
Barrelros
Rio Formoso
Ipojuca
Serinhem
Panfilas
Amaragy
Agua Preta
Bonito
Goyanoa
I tamb
Gloria de Goyl
Iguarass
Aguas Bellas
Al goa de Baizo
Boiqoe
Boa-Vista
BelmoDta
Cabrob
Florts
(sede)
Urug Meirim
Russintia
(sede)
Pedra Branca
S. Joo dos Pombos
Tapacar
(sede)
Frecheiras
S. Jos de Caipi
(sede)
Nizareth
Ponte dos Carvalbos
(sede)
Ribeiro
llha das Flores
(sede)
Calende
Muluns
Marayal
(sede)
Luz
(sede)
S Benedicto
Barra de Jangada
Jurema
(sdf)
Palmeira
Paquevira
Jupy
(sue)
Brejio de Santa Cruz
Sao Joo
Sobrado
(sede)
Carpina
(ste)
Tracunhetn
Alaga Secca
Vicencia
Anglicas
Allianga
(s te)
Tigipi
(sede)
Pedra Tapada
Malhalnba
Cedro
(s le)
CruaDgy
S. Vicente
(sede)
Mu'iii.ca
(s.le)
S
Rio Doce
Bebenbe
Maranguapa
Paratibe
(Sede)
Alagoraha
Pogo
Cimnres
Salobro
(Sede)
Bello Jardim
Jaiob
Santa Cruz
Mandagaia
S. Antonio de Jacarar
(Sede) {i
Vertenles
Santa Croz
Oibo d'Agua da Onga
(Sed.)
Surublra
Queimadas
Serra Verde
Bizarra
(Sede)
Cachoeiri&ba
L gedo
(Sede)
Prata
Barra do Brejo
Taquary
(Sede)
Bebedouro
(Sede)
Olho d'Agua do Ges
Lagoa do Emygdo
Angelim
(Sede)
Abreu de Una
Campo Verda
(Sede)
Una
(Sede)
Nossa Senhora do O'
Gamella
(Sede)
Santo Amaro
Barra
(Sede)
Lagoa dos Gatos
Quelmadas
(Sede)
Primavera
Cort^z
(S*)
SeriSnzraho
Campos Frios
Ctoz da Matt-a
Grvala
(Sede)
Canelleira
Lage Grande
Capoeiras
(Sede)
Areas
Tejocpapo
Ponta de Pedras
Nossa Senhora do O'
Goyanoinba
(Sede)
Camutanga
Caric
(Sed-)
Cb de Alegria
(Sede)
Ipapis-uma
Tres Ladeiras
Maricota
Pilar
(Sede)
Assurema
Mucambo |
(Sede)
Juriaca
Laraambaia
Quitimb
(Sede)
Gamelleira
Santa Clara
Carneiro
Mundo Novo
(Sede)
Caratiyba
Formiga|
Jaiob
l(Sde)
g- Francl-ca
Terra Nova
j9de)
Belm
oquei Se
Oroc
Penha
(Sede
Carnabyba
8. Cae la 00
8. Seraflm
felona
Floresta
Granito
Ingazeira
L>opoldiaa
Ouricury
Pedra
Petrolina
S. Jos do Bgy
pto
^200
Riacho do Navio
Peoha
Caigana
Quitaba
Cede)
Ex
Tabocas
Bom Jardim
(->de)
Afogados
Espirito Santo
Varas
(Sede)
Brgida
(Sede)
Serra do Arapu
Serra Branca
S. Goncalo
Sitloa Novos
Campioas
(Sede)
Tara
(Sede)
Santa F
Cachoeira do Roberto
Caboclo
2
1
1
l
1
2
t
1
1
X
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1
1
2
1
2
1
1
1
1
1
S
1
2
1
1
t
Villa Bella
Triampbo
(Sede)
t. Pedro das Liges
(Sede)
S. Jos do Barro Ver-
melho
(Sede)
Sana Cruz
Santo Antonio
Geric
Matia Redonda
Periperi
Gamelleira
Tacarat (Jatoba) (Sede)
Tac rato.
Volta
Espirito Sanio
Erna
(Sle)
Serrioba l
O Dr. Jolio de Mello Filio, Secretario da
Justiga, Negocios Ioteriores e Iastrucgo Pu*
blica, assim o teoha entendido e faga execu-
tar. -Alexakdre Jos Barbosa Lima.
Salgueiro
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCAO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 11 DE FEVEREIRO DB 1896.
Sancho de Araujo, sentenciado, pedin-
do perdSo do resto da pena. Volte ao
Dr. Jusz de Direito do 2* districto cri-
minal para informar
Manool P.nlioo de Moura, sentencia-
do, pediedo pprdSo. Volte ao Dr. Juiz
de Direito do 2- districto criminal para
informar.
Alexandre Sodr da M^llo, preso na
Casa de Detenjlo, pedind providencias
no sentido de entrar em julgamento no
raunicqio de Muribeca. Aguarde reqai-
sico do Juiz de Direito do mu i-, pi de
Muribeca.
joo B zerra da Silva, sentenciado,
pedindo perd&o do reBto da pena.In-
deferido a vista do parecer do Procura-
dor Graral do Estado.
Bacharel Antonio d'Albuquerque Mel-
lo; promotor publico comeado "para o
municipio de Villa B lia, pedindo pro-
rogaco de pr .so.Como requer.
Bacharel Fiacrio de Oliveira Souza,
promotor publico de S. Lourenjo, pe-
dindo 30 das de lcenga. Sm, com or-
dena o.
Kinpeza Telephonica Bourgard, pe-
dindu pagamento da quantia de 448000,
as ignatura de 3 mezes d> apparelho
telephonico, a servico da Repart95o d
Polic:a Martima.Deferido, nos termos
do cffioio desta data ao Dr. Secretario da
Fazenda.
Vctor Marqaes Santiago, requorendo
j stificacao de faltas. Deferido, nos
termos do officio desta data ao Sr. Dr.
Secretario da Fazenda,
J0S0 Jos Barbosa, conhecido por
Joo Balbino, sentenciado. ped ndo per-
uo do resto da pena. Informe o Dr.
juiz de direito do municipio de Bom
Jardim, mandando juntar os documen-
tes mencionados no art. 2." do decreto
n. 2.566 de 28 de Margo de 186P.
Manoel FigueirSa di Faria &c Filhos,"
contractanteB da impressao da biogra-
phia de alguna Pernambucanos illas-
tres, pedindo pagameoto do tr balho
feito constante da cunta.Deferido com
officio de boje ao Sr. Dr. Secretario da
Fazenda.
Compaoh'a de Fiacio e Tecidos de
Pernambuco, recorrendu do acto da col-
Iect* do orcameoto municipal compra-
hendido no 6.- da T&hella E.-Re-
mettido ao Dr. Procurador Geral do
Estado para qne se d gne de informar.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DIA 8 DE FEVEREIRO
Clementino da Albuq'terqxie Mello,
sentenoido, pedindo certidao. Ao Sr.
Dr. juiz de direito do munic pi da Vic-
toria, para attenderj
EM ADDITAMENTO A08 DESPACHOS DO
DA 10
Ramiro M. Costa & C. pedindo paga
ment de contas de livros que forneeram
a Bibliotbeca Publica e Escola da En-
genharia.Deferido com officio da hoja
ao Sr. Dr. Secretaria da Fazenda.
PALACIO DO GOVEBNO DO ESTADO Dg
PERNAMBUCO DO DIA 6 DE FEVE-
REIRO DE 1896.
Abaixo as signados, com xer antes,
moradores na cidade do Beieros, tb"oT'
rendo contra urna deliberacSo to Con
ceibo Muaicipal.Dou pr.vimenti *a
recurso palo motivo exposto no decreto
desta data.
POBTEIRS),
C. Moraes.
-*
i*;
,-3i


O7
ar-
Diaria te Pwmmbnm Juinta-elra 18 de Fevereiro de 1
s
RELATOR! prna-ted* "***' ?!'
Goveroador de. E-HmIo de Per.aseaba-
c pe. Rlrectw da liodt ld*Hal
Fre Caneca, engenhelro AaWeatao
H^.fcuRw Uaba. Cav/alcaate
PBKNABfBUCO, 20 SI JANEIRO DE 1896
PRIMEIRA PARTE
(Gontinuaco)
Batanete da Reeeita e Depea
RECEITA
Saldo daudministracao anterior
Subvenco do Tliesouro
Emprestimo do Banco Popular
Renda arrecadada
Deposito para o cofre de Benefi-
cencia
Deposito para o peculio de alum-
nos
Vendas de assucar pelo corres-
pondente
Somma
despeza
Cusleio geral (pela Caixa)
Peculios e pensSes (dem)
Gontas antigs (idem)
Contas antigs (pelo Banco)
Diversas despezas pelo corres-
pondente
Saldo em Caixa
Saldo no Banco
Saldo no Correspondente
OSBERVASES
6:795$644
60:000&0!'0
189:0001000
36:1775683
464156
28&200
109:158^680
401:624^363
344:2115845
1:1145230
0:2915080
16:318740
26:0775210
394:0135105
1:5935358
2688200
5.7495700
401:6245363
V-se por al que a despeza total cora o custeio
do estabelecimento foi de 370:28(95055, o que d
urna media mensal de 46:2865132.
Alm do saldo cima indicado, na Caixa ha al
acces preferenciaes da Companhia Pernambucana de
Navegaco na importancia de 10:2005000.
lluvimcnto da Caixa
MEZE
Maio. .
Junho .
Julho .
Agosto .
Setembro
Outubro.
!Sovembro
Dezembro
Saldo para
ENTRADAS
SAH1DAS
Janeiro.
5:1365409
34:4345856
47:978565
45:5625135
53:6905194
48:7805502
G0:624S619
57:0035140
4:5925510
26.2645991
28 5185744
48:4685130
50:4645096
55:3795462
74:6228184
63.-307S138
1.-593S352
353:2108507
FEOVPKIENCIA DAS ENTRADAS
Saldo recebido do administrador
Do Thesouro do Estado
Do Banco Popular
Do Correspondente (vendas de as-
sucar)
Arrecadado pela Caixa
5:1275488
60:0005000
145:4135060
106:0005000
36:6705039
353:2108500
o
fp
588
a t* =2 S58
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8
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M
C5>
Renda arrecadada pela Caixa
KelacAa daa develares
OUEGTO DA DIVIDA
ffsoeo Popolar. .
Lavradore. .
ioB Oas da Silva.
Descontos de ordenados
Cofre de lienecencia
Peculio de alumnos
Yendas de agurdente
Vendas de mel
Vendas de aasnear
Renda do Alraoxafado
Renda das Oficinas
Renda da Botica
Foros e alugueis
AcfQes da Companhia Pernambu-
cana
Vendas de alambique velbo, co-
bos, etc.
Somma
Correi"poodnU .
Companhia Pernambura-
na de N. Vapor .
Deposito ....
Adiantameatei .
Safra da proprled a e
Fervcdor.....
Vendas de assucar
51 aceces e juros. .
importan
qia
2:4735931
4645156
285200
5:3435020
14:7055000
3:6285040
4:4268638
6775300
2145100
1:0348300
1:0248000
2:6511354
9681200
8:776442
8:817#246
') 29:0308410
10j506#000
57:1988293
nn recretamo da FA- oaario eovitoeipectmeas goperor* a 7 800
DR.BECRETAWO DAFA jgcoii0 teroj ^ of| inaeB pfl1e e0.
IA 11 DE FEVEEEIRO DB cont ^ ^ MlUo.ar0g|Ot qw d4o (leila de
DESPACHOS DO
ZESDA DO DA
1896.
Joa Gomes GancHeB reclamando con
tra una engao que diz tsr dado a R-we"
bdori*.Iuforme o 3r. Dr. Director
Geni.
Manoal Nunes Fonaeoa ped ndo paaa
pagar,decima indepeodente e multa.
Inforoie o Sr. Dr. Director Geral.
O Esiao incluido 23:2398710 de 780 saceos j remeitinos
em fioj de Dezembr 1 e de que anda no recebi aviso Wvaada.
RelacSa dos eredores
NOMES
I OBJECTO
I
DO CRDITO
Cardusu Albino Silva & C.
Joao Rodrguoa de Moura
Kecife Drainage & C. .
Francisco Pellegrino.
Joaa Leite.....
E. F. tful dePer.aaibuco
Affonso Dua'te &
Banco Popular .
C.
Reparas na Usina. Forne
cimento de ferragens
Fornecimento de farra-
gens. Untas e lubrifi-
cantes
Panno e aviamentos para
U dameLtos
FornecimeDto de appare-
lhos e eocanameutos
Mem de taboas
Vend de 4rezes. .
Transporte de canoas em
Ouiubro e Novembro.
Fornecimento de papel
Emprestimj
IMPORTAN-
CIA

17:9438470
4:8878320
4 1808000
37628500
7021000
4008000
1:0231530
48000
200:0008000
232:9428810
Banco Popular
CONTA DE DEPOSITO
Ao Dr. Eduardo de Oliveira
o Sr. Thomaz Ramos
Ao Sr. Augusto Labille
Ao Sr. Antonio Wanderley
Ao Tliesoureiro
Saldo
27:0005000
8:0005000-
3:8i8S748
4:5005000
145:4135060
2685200
C/
c.
189:0005000
Dr. Eduardo A. d'Olivelra
Outubro De-
Debilo:
Saldo da adminislracaoanierior
Dinheiro era Julho ,
dem em Agosto
Vendas de assucar.
zembro i
Total
Retorno de contas
Crdito:
Compras e despezas em Maio
dem idem em Junho
dem idem em Julho
dem idem em Agosto
dem idem em Setembro
dem idem era Outubro
dem idem em Novembro
dem idem em Dezembro
Dinheiro fornecido em Novembro
dem idem em Dezembro
137:8535720
132:1035020
1:6685230
22:0005000
5:000$000
109:1588680
137:8265910
26S810
directora geral do thesouro do
estado de pernambuco
Despachos do dia 11 de Fevereiro de
t8q6
.-.Afra Maria da llosa & C.-i4' secc&odo
Conteucioso para fazer as notas deviias.
Antonio Peregrino C de Albuquerque, Edu
ardo Oadault, Pedro Footej Sotta. -Informe o
Sr. Dr. sub director da contabilldade.
. Juliao Lumack de Hollaoda Cavalcante. -
Certifique se.
Liosujida Correia de Castro.informa o Sr.
subdirector da contir.ililale.
Da 12
Antonio Jos Moreira, Jo5o da C. Soares
Guimares, Companhia Pernambucana, JGs
Macedo, Francisco Aloes de Sauza, Jos Hono*
rio da SilVs Ferreira Coelho & Manoel G.
da Cunta. Soares Lima & C; Igreja Evang-
lica, A. Visira A C -A Vieira & C Infor-
me o Sr. sub'direclor da con abili lacle.
Antonio Bezerra U. da Albuqu^rqne. -Cer-
titique-se.
Alfredo M. Jeronymo dos Passos, Alexan-
dru,a II. da Conceico. Antonio Ferreira da
Silva, Joanna C. de Araujo Figueiredo, Manoel
F. dos Santos. Julio Oezar Falcao e Pereira do
Carueiro & C Diga o Sr. Dr. procurador fis-
cal.
O PROTOCOLISTA-
Francisco Militino Ferreira.
----------------"--------------7~
Secretaria dt. IndustriaS.* di
rectora
inspectora geral de hygiene
Expediente do dia 12 de Fevereiro de
l8g6
Oclaviano de Lagos, pedindo licenfa para
transferir a sua pnarmacia do municipio de
Amaragy para a cidade de Palmares -Con
requer, em visti da i iformagao, pugaodo, por
m, nov* henea.
Fiuueirdo (osta &C, e Lopes Alheiro &
C, pedindo para mandar examinar caf Ao
Dr. ajudaole para examinar-
Foram considerados era coedices hygienf
cas para- serem habitados:
Pelo D,- commissario do 4- diatricto, o pre-
dio n. 3 da ra do Coronel Apolooio.
TeloDr. commissario do S- dislricto, opre-
dio n. 141 da ra Imperial.
Pelo Dr comnuseario do 3- diatricto, o pre-
dio n. 18 do Pateo da Santa Cruz.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernamliuco, em 12 de Fevereiro
de 1896.
O secretario interino,
137:8535720
2:0805608
3:6923870
14:4505300
3:1285000
858000
5088340
705830
1:5655000
70:0005000
36:0005000
132:1045020
Miguel Nunes Vianna.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 12 de Fevereiro de
1896
Marceilino Jo Gomes, Francelino Jos
Gomes, Maria Clara de Jess, Francisco Ri-
beiro & C, Manoel Francisco Alves.-Iororrae
a 1* seceso.
Antonio Joaquim Moreira Sampaio.-ertt-
fique-se.
Antonio de Moura e Silva.-Sellado volte,
qoerendo. V ia
Antonio Ceiar de Mello Falco Gerlirl-
que-sa. .
Anna Victoria de 9 e Alboquerqne, Jos
Luiz Salgado e Gustavo Gabir.-Informa a
1* seceo..
Pelo poiteiro,
Joaquim Ignacio (joncalves Limi.
Saldo que dove
Valor de 7801
saceos que<
tema vender I
5:7495700 em 31 de Dezembro
23:2805710
29:0305410
Usina
FABRICACO EM OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO
Despeza:
Cannas de lavradores e fornecedores
dem de fazenda (i)
Transporte de cannas, lenha e as-
sucar (2)
Combusvel
Lubrificantes, luz, gachetas, etc.
Conservacao dos apparelbos (3)
Salarios
Ordenados
Tolal
Reeeita:
Importancia do assucar consumido no
Internato
dem idem vendido no armazem
dem idem idem pelo correspondente
dem idem em poder do correspon-
dente
dem idem em deposito
dem do mel em deposito
Somma
Lucro 73:0725473
Por tonelada de canna
19:2925796
37:7628776
6:7705000
1:9025000
3:7445600
2:6005000
12:2638275
2:1005000
86~4355i47
5608000
3:1105000
109:1588680
21:3398240
9:8605000
15:4805000
7595*07^920
Desfachos da prefeitura municipal
do recife, em 12 de fetereiro de
1866.
Paulino de Svelra Pinto, Julio A. Be-
z^rra, Mri P. dos Prazeres, francisca M.
dos SaotoB. Adolpno de Castro e Silva, J >s
M. do Nascimento, J0S0 Araojo Maia, Antonio
de Almeida & C, Joanna M da Conceico,
Jos P. de Amarase Joao Ramos Deferido.
Gimes Ferreira e & CComo reqoer nos
termos de informagao da Contadona.
Araujo Silva ..Como parece a Conta-
dura.
L. Ferreira & Ce-Nao tem lugar.
J. C. Vasconcelos &, C. -Sim, nos termos
da inforuiacSo.
Secretaria da Prefeitnra Muoicipal do Recite
12 de Fevereiro de 1896.
o porteiro,
Nuno Alees da Fmttca.
SUL
Despeza
Reeeita
Lucro
135633
258158
115525
Por sacco de assucar
165020
295565
135544
la-
Notas :
(1) Estimativa pelo prego que se pagou aos
vradorese fornecedores.
(2) Estimativa pelo servico de trafego durante a
moagem. .
(3) Estimativa pelo servico da omcina, s du-
rante a moagem.
Animaos comprado
36:6708039
at
o
HEZ ES Rels .s8 0 a a JO 3 O S V B IMPORTANCIA
a 0 oa
Juobo Jolbo Agosto Sttembro . 4 32 16 85 9 1 2 1 " 4 3 *~20 WJ0I0O3 3:7261000 3:1821500 3:1551000
cotubro Novembro. Detembra ~23 7 "4 1 " 2 2:384*500 939S500 14^0671500
A pagar . 4 4 00000
tl 13 5 7 2 14:467(500

Ualto Grosso
H alRBm lempo om grupo de padres sale-
slin 18, dirig lo pelo llost-ado saco.'dote Aota-
nio Mlau, t ve a bella inaptrago ia faidar a
co'onia Tnereza CbrUt o*, em Matto.G osso,
d simada a dar trabaino a pobres eelvicola*,
arredalos da civisacso, e ensmaoJo aos fi-
Ibos, por meio dos bons exemplo e da indis,
pensavel lnstroeclo, o camiono da honra e da
vlrtode.
O santos missionarios do bem consegu ram
os eens desej s, e boje a colonia por elles fun-
dada bons :ructos tem dado, caropensaado
largamente 08 estoicos empregados, pois, se
nao tem ella prodai'do resaludo-i materiaes,
dgooa de mbncao, cons*gnto nelo menos tra.
zer commonnao social grande nnmero de
brazilelroa, descoafiecedores do espectacalo
moraliaadcr qoe Ibes oflferece vid* nova a que
roje cnsagraai a sna actividade.
Desenvolvida a c tecbese com tolo o amor,
entre os pobres Indios que as f-onteiras da.
quelle Estado eeeotregavam aind* s sceoas
selvalicas dos lempos (rimttlvoe, O', dignos
padrea aalesianos tm levado aos arraiaes em
qua at agora s tem imperado a desciinBar-ci.
o temor e a Igaoraocta, as oocoes msts com.
Dietas da mlsBio do bomem entre es seos pa-
res, de modo qua, aora, san graGde es'orco,
cju8egoemeUea trazel.oa ao meio sacial e ci
vil'sa lo em que vivemos.
Tao frtil de bons resaltados tem sido e si
propaganda, que boje, oa pela conHanca qoe
Ins luspiraoi oa Rvms. missiooarioi>, oa or no-
iicas qie reeebem dos eos amigos comp
naeiros, a vardaJe qne 880 os p-oprtos indi.
gi'nas os prlmelros a procurar os seas doolri.
nadorj, segoiudo lb cegamente.
Por este modo pnderam o* gene'oaos sale-
sianos trazer ai campias Ma to.Grosseoees
randa numera desies iadlvnuos, tuja sope
rio.es a 500, e 03 quae3, fazendo o seo aprea
zalo, nao podem por emqoanto senao asa-,
retar despeza aos Bea3 prole:to'e8, como elles
pobres tamben), e que nao contsm com ontro
auxilio qae nao aeja o djs no3aos compa'rio.
taj.
O governo do EUdo de Matto G-asso com-
prometlea.se com aqnellei Rvms. mi8tonario8
a car comida a 300 indins eot-etanto o nome.
ro aelles vsl a 500, tendead.) atada a ogmen-
lar. o qae occastooa grandes rspansab Itdadss
ao di-e:tor da eiiecbeie, Sr. Antn o Miln.
E' preciso tater notar atnda ^ae entre o di.
g os sacerdotes qoe fazem parte dista misaao
algons ba, verdaleiros sabio', qoe aoicopam,
as boraa qne ibea sobram da asa saota pere-
ariOJCao, 00 estado das belleas nataraes da
nossa trra, faieaiodellaa valiosa propaganda
00 e8twngetro.
Enfe elles ett o Rvd. padra Nicolao Badi
riofi qae, as anas excoreaas tem dotado a
ttgrtcijliora a as icUociaa natarau-i can estu.
dos da gwnde valia a qoe mui o ooBa&rofttta-
ro. com a propaganda aae defles esta atenio
ai Earop. .
Para Tari reoreaeot-r om dob sarvico prstalo 00 noaao
Felta a Ctecbeae por aste meio, dirigida por
apostlos eminentes de rellgifio e da acieocta.
nao se Ihe deve negar o conco-so qae memee
seaielbinte obra de candade e "a patnottai
mo.
Estveram ante.hootn camnoaco dota desas
distinctos aacerdot-'s : os Rois. padres Anto.
nio M^lan e N eolio Badenot, para pedir a 11.
tervengSo d.i iornal do Brasil perante 03 nos.
sos compatriotas, aflm de qa roooorram elles
com o qae pa te em para qae possam tevar a
termo a obra civllisadon a que 8e consagra]
raro.
Qualqaer objecto, rcapas, iostraTientos de
traoaloo. di'ineiro, etc., tarto, eajflm. quanti
posa con-o-rer fiar* f Uileotar a 8*nta instttoi-
Cao por aqcelles miSJlonarbe fondada, sera por
eW di inelbo vontade aocelto.
Assim queiram ledos cootriouir para tao me-
ritorio bm. .
Rio Grande do Sal
Nafa i- ebegou a Porto.Alegre o general
Joao Taonm de Caotaarla.
Fot eepe-alo pelo Dr. Ja>io de Cistunos, se.
cre'anoa de Estado, mallos offlciaes da gaar.
nloao e raode numera de rapreaeatante8 do
mando flical ri.i-graoisDse.
Ao com-naniute Jo distrieto foram presta-
das as bonras mitita'es cievidas ao sea alto
cargo.
O scolbimen oa S. Esc. por parte da im
prensa foi o mais cordul.
Depois do deeemhuque, o general CaotoarM
ao lalo lo Dr. GuslilUo-, corona Flores-e ami-
tos ofDJlae', diriglo-se pira o commaado d.
gaarnicao. .
O general foi cooprimen ado pela ofncialida.
de da guaoicao, s-olo ii.te.-prete dos seeti-
memos dos eeoj camaradas oe araias o co 0.
uel Lulz Ceteaiioo de Castro, comman-lante aa
eactjla mi tsar.
Eule oot-BS coasiderac5e3, S, S fltsse qoe
a gaaroicao esperaba onentagio do Su vena-
ran lo ebefe.
O enera' Cantoaria, reapondendo, declarou
qouoaa trazia proramma seo, mas aoicameo.
te as ordena do Sr. presiden.e da RepuDUca,
ns a^ntida de cumprir a iodo o transe o c.nve-
sio Ancresjeat* S. Eic.com grande convfca)
e apfJaoeo dos seos com ^anDeiros, qoe o cm.
bio, as fi aoca-i. o crdito do Brazil e a eetabt-
lida.e das laailuifiOes r-paoliciuss depeodiam
oa roa plata euVnvliade da piriflcagioe qui
os olhorea do estra-.geiro v.lvtim.se ancioO
para 0 Bi .Grande.
Nao sabia qoe pttdaaaa oopor-se a p inca-
q4o, e itO'Que motivo, di.-s-i aloda o general
Ca-tu ns, qua termioou de lar.nlo queconla.
va com a da olma e o patriottemo do exercw
para a
As palavras de S. Bxc. foram multo bem re-
ceb'daa pela officialidace da eoarnicao.
O corooel Toumaz Flores ioi muito felicitado
pela forma po-qa? dsempeoboa interinamoa.
ie o cargo de coaaaiaodante de diatricto mlli-
Consta qae o geieral Cantoaria vai no.
mear orna comroissaa para ir a Saoi'Aona 10
LivrauifUU) ajid.car das denuucias contra o
tena te-coronel Fracclaco de Paula Cistro, com-
maodaote do 18" batfctio de infantaria. e o
nefe Joao Francisco.
O Jornal do Commercio, a Hepnbl.ca
e o Mercantil, ata am diariamente a militan
sacio tstadoal orgao'aada pelo p'esldeate Ca--
ulros. o que revea on plano eai compelo
desarcordo com os pnn> uios reooblcanos e ao
me*mo lempo com os ioiuitos ds ampia tote,
rancia por parte do Goveoo Federal.
Cuntiuuaodo a etrewa noticia d< crea-
cao de ama divl-ao do Etadi, eoD o commao-
3o do Gcner.l Hjppulito com as brigadas de
Paotaleai, Telies e Santos Fllbo, poso tffirma
que sao *em sido aBgoeoUdo o efectivo da
brgada rciittar, que apenas tem addido om
eerpo praaorSWi para p.iltctar a fronteira.
__ A. RepuOlica pabltcou os segaiates te.
le Teodo sido recra'ado na Conceico do A",
rolo, Jeronymo R'.ba8 para fazer parte da bn
nada esiedoal, sua mai, Maria Bita dos S.ntas,
Impetrca ordeai de nabeas-sorpus, qae ne
foi concedido ama lomiaosa sentenca p-ofen-
da PJlo ais aa comarca.
JKordam, porm, foi deaobedecida pelo com-
m- graptioo ao presidente polindo as devidaB pro-
videa las.
De U nsoajanna cotteiam :
Violentamente foi reaaovido para o Pas30
Fondo pelo facto de esta' em deeaccordo com
a poltica do Governo do Estado.
Net-ta data pasaei ao precidente Csstiloos o
-eguinie tetegramma :
Tend tiontem recebido telegramma do vos-
so Sfcetaro AObot commonlcando-me a mi.
oba reuiocao para Paaso Fuado, o qae coosi.
dero orna puaicSo, pelo tacto de baver mam.
testado desacord com o vosao Governo por
principios fuodtuelaea d* poltica, curto de
que be.i 8empra procedido com o mimo es.
oraarJA rectiaao e jastic, sem siqaer de leve
ter ferldo os tnteresses da causa puoltca, certo
ainda de qae o vosso aCio nao raoreaenta con.
veniencta dos logreases da joatica, mas sim
uai rastigD poltico, peco inmuno ote a mina-
.emi8sao. O promotor publico, lo Caplido
A vtm. ...
fu dia 3 seglo para o intorior o senador
Piobelro dacbado.
Diiem qoe val em cammissio poltica.
a prafia do coamercio de Pelotas fot dt.
rigido o Sgaiote lCBco pela commisaao eleita
em renaio popular em S. Gabriel, para tratar
de promover a constroccao da estpada de ferro
desta cidade de Sjni'Aooa.
A coramizaaj abiixo assigoaJi. incumbida
em reaniSo poDalar, de janto aoi poderes com-
petentes trabilbar pela controecSo da 18 rada
de ferro desta cidade do Livramento, tem a
donra de vir pedir a essa llostrada e epe-osa
assocacao o sen concorso para a reasacao de
am melboramento tSo importante e de grandes
vantagenB para as pracas commerciaes do sol
do Estado, segando prese a
esta commisslo.
Ld-se no Diario de JaguarSc, em seo
nuojero de 18 :
Alguna de'nosaos coapanMns federaes,
residaotes nesta cidade e mooiatp'a, ba poneos
diaa a ena parte torearam a emigrar para o
pais v.zlnb?.
Sem qaaaoobsaseaos o qne bavla dado lu-
gar a esa, aova em'sraco de federaes, qnan-
do esta comarca se acba tranquilla, nao nos
deixoo de ooaar nlrsobesa.
Traamos de Indagar da facto e s boje Mie-
mos coohecimonto qae dea cansa a isso (erem
sabido deeta cidade os Albos e gearo do Sr.
Ente-.ao de Siqaeira, capttaneaodo om gropo
de 10 oa 12 borneas, todos armados a fiemio-
gtou, e qoe as- un percorreram a campanba. .
A AXio'ega da cidaie de Porto Alaer6 ren
dea. dorante o mez fiodo, 1,385:011*498, e a
do Ric-Grode dn Sal arrecadoa, florante o
me^mo periodo, 984:000'.
Em igoal mes d a .00 (indo, asa ultima Al-
fandega renieu 1 150 eonios.
S. Paulo
O dnontaio federal Moreira da Silva pohll-
con a 5 orna catta cir*eolar dirigida aos mem-
ores do partido demcrata federal do Estado
de S. Paolo, na qaal dis qae instigado pel03
directorios manicipate, cb rios daqoeiie partido a pronouciar-se sobre a
eleico presidencial, o faz 1 or esta f ma, vista
a imposibllidade de o faxer em corresponden-
cia intima.
Pelo one diz o Dr. Moreira da Silva nesae ex*
eri-o docum*oto politicoc e apara qoe esae par-
tido nao deve abs'er-ie de entrar em Incta.
Dlsque, ee a cbea do Estado premio a
conferir ao maia e*-forcado paladino de urna
propganc!a vencedora, a eleioao presidencial
en* feita. Campos Salles o presidente de S.
Paulo.
Se a eleicao algama vez envolve Idea repa-
radora da injusttca3 a orna oatra circonscri-
pgao territorial, a do Sr. Francisc.: touiide
para vice-p-esldente do Estado de S. Panlo,
a; b yaa para nos o comeco de j jb ica ptrs
oa monicipioB qae demoram dent o >o Es ado
em orna e (Otra margem do Pa-a >. p.n r"-.
A"!ces:eiia qoo, se tit*8emus entre os
membros ostensivos do oasc nte partido dem-
crata federal doos cidadSos ao que po!e-;t3
orapetir com Campos Salles em servic/js rele-
vantes deiu.crscia e outra com o Dr. Peixot)
G)inide, em effeicao eervlfial zona em qae
viva a nossa obnuaca serla sosteutar -R saas
candiltoras a presidencia e a vice-presideacia
do Eataao co toda- as ve aa de nossa al-oa,
Assim nao acooteceodr, e te=v.rt!;alo como
eatS o maio poltico, o noeso dever dar ex-
preeso numento as cajdi.lauras qoe ras-
gm novo-i norizonteB para os noasas iieae.
Era somma, di essa carta, a miubJ Oioio
qua o part "i demcrata federa! coaco-ra 3
oruas no dis 5 do carente mes, para presti-
giar com os seas sacnftcio, aluda ba pouco
no merodea 8 nomes de Campos alies e Pei-
xo'o Gomide, para presidente e vjce-prestdente
do Estado. .
Por decreto de 4 foi designado o D Tao-
mas/Ivas, joii di di-eno da primei'a vara
civil desta cidade, para director do Foram da
Capital, do-ante o carrale anno.
O D-. Baroardtno de Campos retr.baio no
M 14 do torrente a vista do ministro (ran-
ees.
Na R)tiS2aMe o Sr. Wiener cflerecia ama
tac* d* camaagoe ao Uluatre presidente co Es-
tado, irocando-se nessa occasiao uiversas san-
daoc6es.
Em seguida o Dr. Brnar3no de Campos
,-oovitoa o aii iist o fraa ez a vuitar os prin-
cipaes edificio* estado.oj, cea lo a:oaapiunado
pelo cnsul Sr. Ritt e outraa pessois.
Amanba o Sr. Wiener percorrer a cidade.
A Compjnb'a MoKy>'ia rol.cltoo autorisa-
cao do Governo para couatroir am ramal, qoe,
jartindo de Sapocsbye passando pelo Espirito
Santo. Btataea e Ca-mo a Franc, va at
Sana Rit- do Paratzo.
No juno federal foi inicia a aegao centra
Fa-ondes Compane!-n por biver tradostdo em
portaga-z a obra de Kieinp sobre a cora pela
agua sem aatonsasao do meamn ou dos seos
represemantes no Brazil, Srs. Mey*r & C, de
P^rto Alegre.
Estes exig'em o descont de om uiloei o nos
llivro vendidos.
E' a prlmeira qoeslio neste f0:o sobre pro-
priedada luterana.
Facnnles & C. declaran* no di 4 por am
jornal da larde nao pre'enderern prejadicar a
propriedade ll tarara do padre E ie:pp.
Dizam que asseota-am em nao continuar a
pablicac) da obra l-adoxida depais do prova-
do que offandem direttris adquiridos.
Em flas-ao da Csmaia foi lldo 00 dia 4
0 proje:to auiorisando o loteudeote da jastica
e polica abrir concurso para a coosiro gao do
tbaatro com commodidaies aproprladaa a re-
ce >er cmsaBbia8 de prlmeira ordem, tendo
s etc., ie-4 lagar no dia 7 a ciara-'S&o.
Cuasia qne oSr. Carlos Garca candila-
toa vaga deixala oa cmara moalcipil pela
soa renuncia.
Contmoam os alrazcs de trena da Cen-
tral ; e por isso na noite de 4 os vendedores
de ]orn es fizeraa 6'.gnirt:a iva e piiberlca ma*
nifesi.i.a> de desagrado a Central.
Perante concurrencia extraordinaria de
possoas da icelbor sociedade, boave no dia 2,
no saino da Assocacao Commerclal, orna mag-
nifica festa ccnalando do annonclado leito de
uvas e conferencia sobre vinicultura.
A sessao foi preailida pelo Dr. Bernardino
de C locucao, ando aps a palavra tos Drg. Barre-
lo, Joao Uooleiro e Campos da Paz, qoe dia-
correram com proficlencla
Drpois procadea-se ao leilSo de ovas, qoa
correa com entnusiasmo, aondo arrematados
cacbos a.6 a um con o e seteceotos, tendo sido
aparada somma superior s trila e um conloa.
D. Verediana Pralo, proprletana da chcara
onde foram cultivadas as ovas, foi quena pro-
moveu a importante festa, oHerecendo o pro-
ducto do leilio para a Santa a Casa e institu-
cao das crecb.es, dando om cont e dazeatos I
Poiyclioica.
Foi iido am telegramma de coneralolscoes
do Dr. Oljntbo ao Dr. Baruardino Campos.
1 Encerrada a sesBao, o Dr. Bernardino Cam-
como a
do Ltvra.
re
mezes
Como eabeis, o Coogresso altimameote^ex. ^(Qa de.Uroa qae o governo lem na maior con-
* sideracao o enaioo agrcola, bavendo j om
corso creado na Eac.la Polj-:ebnira.
E' digaa de fraocoa eacoratoB D. VerIJiana
Prado, qae pralicca ama actao atiamenle pbi-
laatrapica e prestoa assigualado aervigo ao nos-
so Estada, pateaieando mais ama face de seu
adiantamento. ,
A D. Verldiana Prado foi conferido pela
Liga Portogoesa do Rio o 'diploma de socia
protejt-.ra a oeaemeria, com o gr30 de cruz
da leglao de honra e trabglbo.
Minas tieraes
O resoltado coobecido at 30 do corren a da
eleicao senatorial da ao Dr. Fernando Lobo,
S6.319 otos ; e ao Dr. Virgilio de Millo Pran-
Cl-'aaH>arecea em Oaro Prelo o orgao
poblicaoo T iuspaodera a sna poblicacao.
1*0 seu artigo principal e;aras as seguntea
liaba, qae denem a aaa altitade politiza :
Soaws cooservadore* na Repablica, apelo
prestigio da le e da autoridad?, o fioeao Vtulo
o diz, o nosso paseado o jo: t boa, e o fotoro
nao sera para nos mais do que assomo da
esforcos, vitando o mesmo Bm, procarandj In-
crustar no nss o meio poltico essaa idea por
mais ele urna propagaoda, na medida de uossas
forc8 c eoergi*. das vantageus ndiscatlveis <
da forma repoblicaaa.
O seu corpo de redaocSo composto dos srs.
Dr. Polio Rlbairo. redactor coele, Gao"*
Rabello, S. Terra, Tb. Btbeiro Juolo-, Falicio
Maldouada, Codomiro de Olivetra e Au4usU)
Malbelro. ,
- RealUoa-se no dia 3 a 2" sessao da as-
sembli maotcipai, sendo approvadas1 jimi-
tas d* cmara moatcipat e dos eonselflas dis-
trPlIHA
Foraoi presenten duas reclamacoes, qoe ge*
rao enviaoas ao oongresso miaeiro.
Koraa iaaalmenie approvados votaa aa>lou-
vor ao ebefe do axecotivo a presidenta da ca-
10 Ao'enaertar-B a aassii. o depalado Goocal-
vea Rasaos, taambro da aasembla, pupos
ama macao aa protasto contra o acto da ca-
sara da Ooro Prato appiaaoiado a (sopalan-
da monarebista e propox aa presiaaBta <# as-
.ambles telejtapbaaaeeasea noaia atnrasl-
assasfilooo, no V diatricto, o iadifldo> ao^ flen,t di Repuhiica e ao presldtQta do gatada
ne Aaselmo.
tinguio as comml8s5i8 qae esmdavam os doua
trecbos da via-ferrea que, partindo do Livra-
mento termioavam um no Saycan e outre em
S. SebastiSo, eobstitolndo-os por um ramal aa
d- B3g a Cacequy, partiado de S. Gabriel e
tendo no ponto terminal a cidade de Saota
A commisaao oao se demorar* em demoi.
strar as vantagenB da prlmeira eonstrocsao
desse ramal para e commercio do sol do Esta-
do, de preferencia ao trecho de Saycan, e,
acreditando qoe deveis estar convencidos de
iai oliiidade. por vossa3 esclarecidas obaerva-
coes, solicita votsa valiosa imerveocao junto
s autoridades competentes, par qae em bre.
ve entre em via da realisacSo am empr
meato de demoueirada magnitade,
estrada de fe.ro desta ciiade
mTenlBiudo. a commissao sprovelta a occa.
siao para slgotficar-fos toda a soa conside.
racAo.
Saade e fraternidade ___ ___
_ O ccncelbo municipal de Pelotas foi con.
vocado extraordinariamente para tratar do te.
cbamento das portas de casas de varelas aea
domiagos e das amtlficados.
O coucelbo mantcipal de saota a w
reoreseoioa ao Governo do Estado penado
qae Saeiu comarca seja elevada cateagoria
dei* rGassuda Maaha de Bag publica o
segolote lisoogeiro artigo sob-e a compsobia
Iadastrial Bageose : .
A Compaoaia, cojo nomeeoclma estas li.
obas. acaba de iotroduzir rnoito^. melborameo.
tos par o preparo do xarque, qoe j na
prseme safra p6 a ser aprsente*) pelos sys.
temas nacional e platino.
Antanormente s era esoe prodocto prepaFa.
do como so coattraia nos esUbeleclownlos con
i-eneres do Rio da Prata.
Acioalmeute a CompanUia prepara xa rqae
pelo Bjstena nictooal, e eHe t*m ttdo Ue
graode acceitacio qae ferasn eaporladaBioos
os da priaeira maiauca sem peder a latfnatrial
satlsfaser todos os pedidoa qae 'w0eB_V.
A RepoUltc reeeoea eoosmoaioecaa
de S. Borja, duenuo qoa a tapont *a gaarea
nacioaal Bpaminwias de (
\
1
I

!
Vi
I

I
I
I
I
I
I
1
MUllUDBj


..


Eiarfio de Ferwani8>oco Qulata-feira 13 de Fevereiro de ISS*G
3
tBnifesa) k-tar,oc4o foi rrnito .ppaadida e obfve
manan-approawao Bsode levantados vtva
i r* >ldIic peks raembroa da .aaeab! a e
fi, povj qu* eaihu as galeras oa cmara.
_ Reaiisou-se em Ja x ds Fo'a a loaogora-
Cooffi'^l dase-ca o pb-inoloiica, foud.d
j A-yui Jaaa Eii'i o pela AssiMagaa Protec-
lora da Pobreta.
Nst< s-ngao, qe lu'.c lena j ha mpxei*, sob
a die^a> o mad e Ge ilu ue S. Loiz, exu
tera 14 -a-oiis debatida, que receoera a pre-
cisa H lovti) e 'J~l''cgkJ.
__Pul n-m-.-ada |nu uastititn oe Crar-gal-
o D loao Pt ato Matiiinaei de OiiNa, t odo
sida exonrala, a sea pedid, o D. AHpo
F e re de Satis*.
Ao-r d^ ter o temoo merarrao do da
2 era luole, oe e cttttM ertm sera nter-
lerrop &>. >ecu3 o ni o d^sm i'Oii.ime los, l
nm doi qae,*aira TnpJ&J Sa'anjenoe, no
na ramal esta op! a', fa: >ffl ViC.ii.aj l-es ira-
baitudats i a i%-D*es,
M. rea ora dele-, d mme R-gltaldo Gan-
cahea, que "ierra i ngo le;rp> soe-r;d i. o M-
date- e o feriaos fonal recol -idos a G sa te
Mise'lc< roa.
A buha da e;trdi de fe--o Oot-oi, no
ki metro oi> autte i'ipuy e Bongo ilva,
aihj-ji* ern .u o n talo, ae'dj j cnavus que
all o.tDiiiM.t- citiiram. Pjf e;aa ui i iro
lera navido bal na).
E- tarnbwn i--ier* >rapMa a l*e*t*s em e s
neta ,oes de H.na-n B calilo p l aoTi.
w eigeo eiro fDfrf d liona vera a esta es-
pital e ''D "a poder reatabeie.-er o irafe Ira e S ii cu eetsem b cno a;.
MSICIiLNA
T.iesvs-o, pira dV i
8f BfCO"
Junta do Tlies-ra-o e nrarodoii tas do Revua.
uinnio d*bU BflWHM de 10 de NuvemD-o dajesp c> v esoriptara e-deraais acias con:er-
11 tlr"- jueote-'a ella. Ora, oao aeuuo de let exsre'fa
Oitrosim, recomai-ta )o qio proldeorjis no m!"ba comrieteocia nara faaer bb ditas -bc ip
anillo "e c -i extr-bir cheques 1e molo a i !n"a8 q"e rao tu bi m ?aoe o S\ D. Dl'ei
tito paitamea o se t Hi';u-; a 1 ,0') em ""d d^ja proid.nc ar para o
O SANd.WO
Irabslha no
recila a no-
/ cnmpanhia que ac'ua'nianle
Sar.ti Isabel, da i je eia segunda
va r viata aitg*loi
D'untra os t echo? da peca destaca se a
narrijao do sertaoejo Jeronymo AnacUto,
faz>-n luiro qua ha inais de viole anaos lo vera
a prca, felfa ao Dr '
95.
N4o inore dotjlft eu faU
Eu nao go?to de eonu unpuiada
E pin Isso vou logo du
'Javaeiro que faz cavateda.
Sou na tuto upois* venho fio malo
Dos 8r&o U de riba do Et,
E m cha o Jerorao Necrlo
Por arcunha Secreto l'er.
Essa arcunha 15o fel que eu lenho
Fol p' t no terreiro cralo
Dois per que uiandei ao compa'lre
D'uma vez qua sahio-deputado
T mbem recommii'1:nr--e o ^drordos Vi.
Bitaut: eo sjo do r. Israael :
Qnanlos qu:idro3 de valor !
Que sublime galera,
lito be;r que denuncia
O tali-nlo do douior.
lu em materia de ih'atro
Suu luruna, sou art ta
E se pinto o diabo a quatro.
E' poique sou reforaista.
Dar lu'io pela reforma
Deixar me de velharia
Foi logo a minha norma
QU'n Ha linda a d'^cripcuo q'ie Anacleto faz no
3- ac'.o :
Hoja em dia malute nao pode
Vir na praca que nem viro agr,
P> is matulo nao que pi mode
Esu cous.1 nao aeja caipora.
Seu ?out a mu era do droga
Me ''i.-ii'u no lugar lo maxixe
E afinal quera saino de Queiriga
S fui eu que nem nada le iixe
A tnni emhru; ne cum dengo
Imbru rae cum seu remechido,
Quasi. quasi qua fui dereng'
Pois liquel oiusmo muito cahido.
ARTES ARTISTAS
A CABULA
No di 6 d > corrate a Capital Fede-
ral t ve lugar o ensai i fre-al da opera
cmica A Cabula, tr.nlucjilo dos Srs.
Drs. Fi^neir do oioibra e Morera
Sampaio.
O maestro Roger o autor de toda a
msica que lindsima
N'est pjca ba n u brilhante duetto
no 1 acto e alguns couplets, de admira-
?el efFeito.
A sua primeira recita realisou-se no
dia 8 e foi em baneficio da Sr* Elodia
Mila'
No thea're D. Amelia, em Lisboa, a
zarzuela La viiella del vivero tem obtid >
grande suca sso. N'es.-a partitura ba
um qitint3tto\dos mtsicos e uro. tercttto
dos. canarios, muit** engracados e que
todas as noites slo bisados.
* *
A nova opera de riinskyIlrsaluf
A noitc de Natal produzo um grnde
charivari no theatrp ImperiHl de S.
Pet-eaburgo.
N'essa para, e^tra a impera'v z Ca-
tbrrina II; e, como tal, a direcclo dos
theatr s pedio licenc.a ao ministro, para
a represeut c_.), o que foi concel du ua
boa f.
Na note da primeira rec'.ta, qoanrln
o Gran-Duque da Russia vio em bc." :*
a Imp ratriz, retirou se di tbea'ro man
dan '.o" immeatamenta prob bir a con-
tinuaco do espectculo.
C*l. ulero os leitores a tempestado que
rebentou quando se enteneram o mi-
nistro, o ins ector do theatro e o em-
prezario.
A Noite de Natal foi condemnada sem
appellayo ; e na podia de deixar de
ser.poie, ella eiibe a paixo de Catharina
II por tea favorito, o principa de Potem-
~REVISTA DIARIA^
Declarado offlclal- Pela Sec eiaria
de FcZecda o E t3de se declira que a de.
pena de 9'. Miaoal NlaolO Reoeira Pn'.o de
Souza do cargo fo; motivada pela falta de camprlmento de de.'
veres inherentes auneile ra'gp, conforme pro.
vara os documentos aba xo publicados e ootos
que o ser3u opportanamenlo.
Secretaria de Estaco dos negocios da Fa-
xend, Pernam joco, J de Ab-ll de 1895.
Sr. Dr. Director Geral. Tendo cbesalo ao
meo roooecimenio que a falta de elaicacao
lmaedisia de cheques pagos bootem prodnilo
a irregnlandade d nao pode- 89r boje effe.
ctoado o pagamento dos veoclrnentos doB
faorclonrioB etermlnsdcB na tsbelli exltten.
te do Tbegooao, por ne- que 6 demasi d'.
mete U'defj-am tannuid a i 8ob-dire:toria
de C ntabllldade os docomenlo consiitotlvos
da rectlta e despea do da aatenor, recom.
mendo vos qoe d'ora em dtttrte dio mandis
encerrar o expediente da Repariicto a voseo
cargo sera qoe tenba-se oo ntesmo da feita
toda clasalricaco da despeza raalitad, eonfor.
toe preceitaam as iaatrDCfiOa expedidas pela
qm o r^.p. t o naamea o
oras da ia-de o aos fanccionarion qoe es'b.
ren coroprenenidos na* citases a qae se re.
'o e a Ilud la laD ll<, bot n-na e per Ja d<
g'a'i -acSo nif8,rl por parte d) eiBore^ala
qae roa or-er OVeeta oa ladireciionente para
v-oi.'Q'o da prevente ordm.
SuiIm e fraiersi a '. Ped'o Pernambu'0.
Nao obstan eo offioio anraa o fa to aina
eprei z-'c-;e po" divosa.' vez^a. coijforme te
ver li a u doccme.lo lofra.
Sjb-iireco ii da Contabilidad de Tne
SuU'o io Batatfo de f'ernjtuDaco, em 7 de Fe.
ver-uo d ft*9 i.
Illuj. e Exra. S. Ciramcnico a V. Ex-,
qae fiesta rfara i Igi ao Iiim. Sr. Dr. Directo*
G".-l o i cIojo cilicio i provid icias .o tanies do mearao nfcio.
N)enreao'o e V Ezc. nota- qnalqi.e- h.
coove?ieote n 'ate mee pro eli iiento e- o i
prorop o a retirar o preseot:-.
I lat. e Bx i). Sr. i)-. Pedro Jo da Olivei-.i
PerDaa.bQ.eo, J. D. Seereiario da Fateada. O
Sob-dire;tor, Jo: Aouslacio da Iva Gjirxa.
'a. s.
Sob.dire:tori3 da CtolabiliJade do faa.
fOUro o Esl-'to de Peruambjca, era 7 de Fe.
'e-eiro de 1896.
Illra. S iNSo me heito para b; Ivaguar.
dar a Uiiuna respousab'liia e para regular! late
(eixar ae lear ao ciobeciajeoto de V. S. que
as desperas dos tfptis Uai aotertoes nao fo ro
anda remetiidas a esta Sob.directora pa-a o
rfSi'Pttivo exarn '.
Serxeftiaoie f.il a fere abertamente o dtapostj
o -rt. (>3 io Regjlameuto da Sec-etada da Fj
xerda qub ttruii' at.teraenle d'spoe qie s
lepo a qee es'tjatu examinafias sa coi.-
tas do da an'erao' p'da cjmraissJ ce que
tfi ta o art 62 do m--uio H-ulojeut; podar i
a maionrarM aaTectaar operaiOes de receita e
de.j^iez .
Para eae fado concorrem os pagcrj-'Dtiip
effeituj'o sem observancia d.laoeiUepj
-p *>ate: deem alera daj :u-b b iras da ta- le
Nao s-nJo es'a a primera \ez q e a iliri o
'jrov iea las a Sruiein- te re;peto co dio qu-
'.. S. nao consentir selecta de novo da oecor
ru na c n"nmcj :'.e tal priCP'itme'ito.
Por apia remet) ao Exm. Sr. ]). S aje-
larte da F ajada o presente.
Illrr. Sr. D. Maooel Nicolao R gan ra Pinto
de Souz^--M. D. Director Gerai aa Sicretana
da Fazeod.
O Sub-Dtrecior, Jos Anatacio da Silra Gai-
Ba'fcao,
S'Cre'a-ia de Estado das Negocios da Fa-
serda e i Pe'0aral)n Reafrvado S-. Tbesoure ro do TneBauro dj
Retado.
Teodo ch'giio ao roen conhpclmeoto qn" ss
.)pj!ice8 emitii'ibB em frvor *a8 U ra^' al^m
,e i,ao e-em ent-e^aei b'eese oept-tameiito
Sii o ee, n>-ai por ios. nem pelo vosso li-l.
i s coDcessionarios, e spbo ese facto alti-
ui-'n e ceneuave1. eapero qoe me dara's, c.oj
ore.vii'ade, laforratces a resjieiu dessa ire-:c-
laria e. alim de providenciar conforme no
caso caber.
Saue e fralfrnidadP, Periro Pe-namhuci\
ThPscu'Bri do 'Uesouro E la3o ce
Pemauboro. 10 de Janeiro de 1896,
Illm. e Em. S-.
Era cumpriraei tj a orlera de V Ex' c?nti-
da do fQ 10 le 9 o co-ren'.e a esta Thejco-
r*rla, tenno a aixer qj- reslraenle -8 apt-licen
mi'tidi" em favor da* Usloas.no tn si o en-
tresnes oeste departamento por m m oa po- tren
rlt-l e aira pela liiecioria qoe deptls d" ex'ra-
bir d.ias apolices envla-^e os respectivos t-
les para et-nm guardados.
Saude e fra-erm a 'e.
Ilira. e Exm. Sr. Dr. Pedro Jas de O ifer
Pe naiubuco, U. O. S-cre'ario da F^zenda do
EsU'o de Pernambuc.).
O Taesoureiro iolerino, Pedro Alexandrino
HtcbadO.
Sicreta'ia de Estado dos Negocios da Fa-
zenda.
Pti iiambuce, 8 de Fcve-ei'o de 1996-
Sr. Dr. D re;ior G ir 11 iterino do Toescoro.
Reservado.
Ora d-
avorar a roim esse tra.:aino que de lempo
Imroeno !e< tem ai oexe:uiiio p^lo me-mo
ex-D:rec'or ; e tlodi que exp')fi*n-ameo'P eo
q-i-sse locornt) rme de'Be servien nao o p>
deria faaer vi.-to como nao liaba conrieci uenio
qoe" ifficiil ajaer pa'ticolar da remo-8a da*
referidas co laa il coo'raclo ao ex-Directo
que aprrssava-se em fazer as copias de e-c-iu-
in-a C entre^al-as : s parte*.
Sa^e tolo pes-oal Jo tb<*oave qu o ex-Di
recto- sera an prevenir e eea ter o ro"o ce itt"
cimento r-*meUia oara o ca-torio as eco i
escr ptu-a, ir. baPra -ue Kostosninante fjiu p
nao ha quera ate a tenba oovido ae-vn nize'
que oeati lera elleoanito arijcmsol'o
qae CoaJteoa a Ihi byi>o'.he- Ij 8ate or^aui-
f es'-.-ip'o'as! I Derals -o nao trab> oDrr
h-ac) :e dar copia ue ess-ipto-a e nunca fe'
prucartdj :>o- nechora conct'gsi'.raario de otioa
para f ixe.- <-8-e servic". Todoa e les 6 se -o-
U>Bdtan C3i o bachare MioupI N ee \ coro
V Ev. leve 05C8iio de ve ih'car algam** e-
zes, o qu* nai falaai se nao f:8en as e-'cn-
ptarar-. E' ve-dade q e u bacna'el Maooel N
to' > poiic"ui>) cor aljumia vates que eu des-
p cnisje o o p'estza alito'is procesados UsinaB p qaasi seaipre-aie i rocarava ou o*cr^
Tu para sodicitar'me que eo assign m coro
bre'idade as Bpoi'ea* qae iam per emitiidas
favor das ieh.'.ui:.b Usioas ; e, quando por ;!
flaencla de tab>lbos ea me demo;. va, o ex-
Director nao occoltava o seu resentime-Mo,
ensoracdoiue acremrrte aos emprales do
rbesur.
O que B:a ab' exDoeto ea1 lio ror to'os.
fo era t a ratm qu1? o bacbarel Mano I Nio-
lo aoressava ca a-signatura 'la. apolir>. A
toivsqu'i nter; cb^m no precoen de U leas
oo ua entrega d^s a-poes o ex-Director rxtgw
orrvidade.
Qiamo a tr'liaia na 'e do offi n nada pissj
dier p>r nfto ter coanectmeu'o.
Recite, 12 de revereiro te 1896.
O Procurador-Fiscal,
Ma'i'il aos Sootoe Morcirp.
rtesvvadaIuf. rme o Sr. Sa.-DirncV
M.O"'lJ s le CiipotB-rboaa s^bre o lucido
eservaio oo Exb. Sr. D*. Scela'b i Fa-
ze.idi.
e
D're:;!o is G-ral do Tneiooro da Entilo
P. r i- tony >, em II ee Fere eiro de 189.6
Servi'i'10 Director-G?ral, Jote Aaatacio
da Si va Gmma'es.
Em >o opri'O-n'o do de?pacbo sopra do S".
Dr. Di ector eu ivamente aa reservado do Exm
Sr. Dr. Secretario >a Fazeia de 8 da corren-
te, eoopre-iae dizer qae na qoal'oade e che'e
Ja 4* ae'caa di Son D:-e loria ("a ontapiliiJa-
de recea po: mtij de di triDulcao at Sr. D-.
Sub i eclo- da mesma Contaoilnlade os (ro-
(-es3io- feferenti a Co.'ice-i-jB de U com os despajos do Sr. Dr irerto- G-r..l no
aeo'ldfl de iav a--s as portaras de deoiio e
crdito do beou-eiro, eno^d'-odo por ore-
s>.) desse expediente, o mesreo Sr. D D
re-to- maooar rec.< t-meotar loda a b -rvid.de
na seu p-eparo, >. logo qae e eflectuiva vi-
nos o (ontinoo oacartelro, de eca ordem, bui
car ese BXpeaaeote pa a a Directorio Serai, e
multas vi z; o prtp io Sr. D-. Di e .tur.
Qaanto a Llti-a.i pirte, as dema s BeiCJe.-
doveai fallar r^lativarasute ao que a cada iicn
:ompetir, cojfor.e amioreza de ssu expe-
dien e.
ero a confe c5'500 r. deveria str aM:nadi pelallm.S.
J > G.iuc-:v o Fe.r-e:r. da t^os '.
Di ocente de(li'cao o dir c Itloa. Sr.
Dr. 3et-r-t:.'to f.t-r o iso quj lie ai p oo .-.
R fe, 10 :e P^vere'ro d- 1896. A A. Bir
b>sa Pmi.. Co'iie lesiemanbae : Ea-"-o Al.
mrtid-i P-1 .1^,1 A'gi-t> Pt i a 'a Coila
Passelo Pnblie 13 de Salo Pela
Secretarte da Fazenda se decan :erem sido
om tudas al ao dia 10 lo correte em favor
do fasseio Publico Treza da Maio apolices re-
presentanlre a quantia de cenio e quarenta e
qua.ro contoa e quinhentos mil ru da qual
loi despendida ap as a de cent) e dieseis
contos e novecentos e seis mil e qu itrocenlos
riscomo segainles servic^s.
lim 21 4 Uezerabro do 1895 ao Sr. J. E.
Porcell pela impressao das apol ees enlregus
a quantu de tiez contos de ris.
No raesmo dia ao Banco de Pernambuco
para pO- a dispasicao da LtRagao Brasileira em
Pariz, a quantia de trinta nove mi francos para
realiwco da 1' prestago por Pierre Coarta ion. contactante das obras
do Passeio Publico 13 da Mil o, afini de fa/.er
acquisicao da ..bjeetos precisos i '-onsirucca.)
do ref>pclivo ji din o que em maeda nossa
nnportou em 4O:9!)6S400.
Eai 7 de Janeiro un mo ao Sr. J. E- Pur
cel pela impregau e entrega de tnais apoli
ees da & p-estacao, tre contos de iis.
Em 16 da Janeiro para a compra do gradea-
ment io Pas eio, Irinla p trez contos dn ris.
Em 23 le Janeiro ao S'. Pel.-o Jo Pi ito.
com Tiiesoureiro da couitnissao executiva da
const'ncgao do Passeio ublico, para occorrer
ao pigamento dos terr ni perteuceoles a fa
mili'i tiel ir nta e quairo cntos.
Era 6 de Fevereio ao Sr. Pu'cell pala ira-
preBsao das apolices da 3' prestac&o tres con
los.
Do ex0--t) verica-se que ainda nesta cai-
xa xi-ta um -aldo de- nit; a le cotilos qui
ali"nlos e neventa trez mil e seiscentos r s
DecUr.'se mais qua iinlinin .valor trn as
apolices etuittiuas qu" sem assignalu a dos
empregadoB do Thesour i por ventura forera
encontradas om c rcu aguo, deveado qu-m as
pofuir tiestas cond gOes traz'l-as ao Ttiesou*
reiro do Estado aon ie s cas respectivas e lomidas aa proviieocias de-
vida?.
Elei^o enatorial Dos novos re-
sultados que nos cbegaram, elevase a votagao
coohecida ae segumte algnri-mo :
l- DISTRICTO
R-rattteodr-vos to." cooia a Parlara rest-r-
v.a que em 9 oe Janeiro ultio'O dirigi ao Toe-
sonreiro cessa Ratartiga) e a )or ell me f i pre-tada eoi 10 desre oaez, re-
cammeido qae procedaes a< sjoflican is qa^
julgaMes necesfa-las SJbre o facto iue foi irf-
ido ao meu cothecimeco de serem o docc-
meotoa refere .res s conce?fes de osiuas oe -
S'ia'mnte entregues pelo ex-Dlector Geri
'it-ssi- Tnesooro aos respctizos fancc>oor: s,
aguardando as mezu u'ertes aa mf rm>gi*
e preparo dos papis, lev.od-os (enca para o
seu Gabinete rnde elle p oprio fazia tn'r?ga
dis npoiic- s aos concessionarias das memas
usina?*
Iifurmae Igualmente se esse modo de proCL*<
i"- estendia a oclros rssump'o .
Si-'e e fra proidade. Pedo Pernambuco.
Directora Ge-al da SecetarU di Fxeaia do
SjUdo dt Pernarubaco, em 12 de FVL-retro de
1696.
I-im. e Exm. S-.Torno a V. Ex?, o iaclaa.i
ofB i rei-e v.da. que me fol por V. Ex:, at-
ngide, anomranhBlo das informagbes miau-
iradas sobre oassumpto, por oivereos faoccio-
'..i i s deeta R-pa-tign, cumpriodO'me ac*
>reacenlar o sacile :
Qae por diversas veres fai ressoalmea'e a
ha Daaca' de trabalbo, o Sr. Dr. Maooel
.\ i R gJEi-a into de Scuzs, pediodo roe
para apressar a assiguatura de apolices, qo-
y o ser emittida em favor de (J icas. Qae
no- ui'j de un ves receb carta do mesmo
em i-.-a, a qual acom. aobava om ou mais li
ves de apolices ainda para o ta de assig
n.-l-js e isto me mo em du de dumingo.
Qae qoando diverga do seo moio de en-
ea. *er. como aconte:eu em reltgaj a elevagSo
do aexiHo da Usina Caxaog que ao mea v r
devia scoopaobar b Uva carao fol decidido pela dov a oficial
.r o seu u odo de entender diverso. Qiaoio a
ultima parte negalivameote.
Sade e Frateraldads-Ao IIIt. Sr. Dr Pe-
dro Jo 6 de liveira Pernambuio, uu: o digno
Secre:ano da Fzenda.
Serv,odo de Director Geral, Jote Anaslacio
da Sdva Guimaraes.
Reservado. laforma o Sr. Dr. Sub'Dire
ctor do Contencioso sobre o iaclaeo re-ervado
io Exm "Sr. D\ Secretarlo da Fazeo la.
Dtrect na Ge al do rneaooro da Es ado de
Peroarabuco em 11 de Pevcrelro ce 1896Si-
a Galmaraee.
Informando sobre o assomrto do incioao
i.i o do Exm. S-. Dr. Secretario da Pazeoda,
ca > me dizer sob a mioba f de fuecciooario
:o o seguate :
L 'o ce.pois de a;srm:r o exer'l ia do mea
cargo, o Goveroo do Estado oo loovavel e pa-
t'iotio lutoito de proteg-r e impulloaar a
agricoltara, caica fon'e de ao'sa riqo-i, e ai-
te deudo aas jdstos pilidos de ilgons p-oprle*
tarios agrcolas, depois deeeuneitce- os meios
para plena gar nlia dos ioleresses da Fateo :a.
coacelea-!bes o aoxilio de qae iratam asais
que regem a e p?cie.
Como Proctra tor Fiscal cabia-me o dever de
Jar meo parecer sobre os pedidos da cauces-
sao, asigaar as escrlptoras de bvpoibeca e as
apolices que im ser emeit|1as.
Todas as eecriptnraa foram coofecclooaia?
pelo ex-Directtr qae cbmia a si esse traba-
Ino.
K' verdade qae > lei cao me m nda fazer es-
ctiptorai e sm liscalisal-as de nodo a serem
garantidos os oteresses da Pazeoda. Mas, ae
algoto foas ioaarto poda fazer e;se servigo
nao era de celo o ex-Director e s.m aqoelle
que explosivamente representa a Fazeada em
todoa os cooiractos eom o Estado.
Ora. as sendo en obrigido forcecer copias
de es ripiara e nao tendo neobam lateresse
em facill'ar e proteger dessa modo as pares
nao devia scb-ocarregar-me cem um irabalbo
qae moito aprasla ao exDlrecor, qae o de-
sempsanava como represen ante da Fazeada.
So tiltiunmeota cbegaram ae mea conbtc-
meato as censaras qae me fatla o Bacbarel Ma-
ooel Hicelao Regoelra Pinto de Sonsa qoe oo-
boq due- qie faxla o aervlco de Procarador
Fiscal confeccionando enripiaras de bypotbe*
ca I
Sibe 7. Exc. a ameba de im proceaBado
de coaeessau de Usinas: Pella a conca>aao
aviada copia de coatraclo ao Director do
Su'>-Di-' ta-la de Coaubilidad, en 11 de
F<-verei-o de 1895.
Servmdo de Sub- i ector o ebefe, afiOOSl
lose de Campos Baraosa.
iafo me o Sr. ebefe da 3* sergai da Sao-
Directo ia de UontaOilidade Saore o meloso
resfriado do Exn. S.-. Dr. Secreano da Fa-
xenda.
Directora Ger^l do Ttiesaoro do Esiado de
^ernamocco, em li de Feverein de 1896
.servioao de Director Geral, Jos Auaaia i;
da 8;la Cuimarres.
Sobre o atsumpto dos ofH ios annexos do Dr
Se re.rio da Fainada teirba a dlzer-vos, que
'gomas veses receci ordens ve-baes oo D-.
lairecio-, Mmoel Ni.ola Regoe.ira Paito ue
Sjozi pira passar pananas de entrega de apo*
Uses eroi'tidaa *m favor de U tcixei da cum.arir, r.oufo'me itii decUre, par
com^eur a 4* secgaa da Sob Direcioria.
P r uuaa ou tres vtzes que dir gime ao ga
bineie ao mesmo Dire-to-. jIIi eoeootre o -ju
daaie dos esermaes fazeedo o langamro:o oa
entrega de apogees, em preega do respecti
vo cuacesoio'iano, e orna vez o mesmo aja*
daote pr > uou me para cnsul ar se de va fzer
o latigmeoio e extrabir o ca qae para ento-
ga de lente porua, uaia vez que o De. Di ector Ibe
ordenara, ao que reapan-ti-llie nao dever cuu-
p ir semelbante o-dem.
* se^gao da Sau-l)'rectoria de Cootahilita-
se do Ti]e:-oc.ro. em 12 de Fevereiro de 189.
O chele, P<)dro Fronci-co de P. Bapita.
Resrvalo ;nforme o Sr esenvo d
'peeua Paolo Pereira SinOes sobre o meloso
ofB ao rese-vado ao Exu. Sr. D-. Secretario
d. F Z'oJa.
Directo-la G ral o Tbtiooro do Estado, em
11 de Fevereiro de .696. Serv.da de Direc-
to* geral, Silva Go maraes.
Deserabargador Manoel Cal las Bar.
reto
2- DISTRICTO
Deserabargador Manoel Caldas Bar.
reto
3- DISTRICTO
Deserabargador Manoel Caldas Bar.
reto
4" DISTRICTO
Desembargaior Manoel 'Jaldas Bar.
reto
5 DISTriCTO
Desembarga !or Mauoel Ca las Bar.
reto
RECAPITULADO
Votos
1930
4.408
2.432
t
3.769
3.276
c\) Exm. Sr. Dr
Informando sobre o Reservado incluso,
camprr-me d'zer qae : per algamas vezes, na
mmna mesa de irabalbo, eatreguei ae que se
acbavam competentemente aatorlsado e depois
ae feitos os reepectivoi langamentos, apolices
exitliiaB em auxilio de nzioas.
Sei porm, qoe na sala da Diredo'ia desta
repartigao foram eatregues algoas desees tita
los. sem scleocia, como oivi dizer, do Sr.
Tnesoarei o, aa occas'aa.
E" o que me compre lufjrmar.
Tnesouraria do T.iesoo-o do Estado de Per>
oambuco, 11 de Pateelro de 1896. O eccriv&o
da re-;eita, Paulo Pereira iims*.
Reservado."Informe o Sr. ajudante des
cec-ives sabr o incluso oficio Reservado do
Exm. S*. Dr. Secretario da Fax ea^.
Directora Geral do TOesooro do Estado de
Pr-mimba o, em 10 de Fevereiro de 1896.
Silva Galmar&es.
Prestando nformrgSo sob'e o caateio do
nelu-o uffi;o do O:. Secretario da Fazenla,
de 8 do corrale, aproas poB30 dizer que, al-
vumss vezes, fui chamado oelo Dr. Manoel N.
Rgaeira Pialo de Sooa< para fazer, ao llvro
competite e media te apeser.tagao das devi-
sas porianas. o Uagamenio de entrega de apo-
lices ercitiidas em favor de atinas, no gabinete
do mearco Dr. em ana presecca 8 aa dos coa-
ees iona-103 de (aes fabricas.
Depois de verificar, em vista Jas citadas por-
taras. exactictao da q'iantidade de semeibau-
es ttulos, cotava-os do talo compe ene,
dava-os ao Dr. Madoel Micolo qae dtzia aos
conce8stooartos : o racebessem e cuntassem.
Unaoccasiao, spo'o chamado para este tira
e uai undo em asea poder as portarlas d qae
j 'alie!, o qaa coromoa qaei so Sab-D rector
da Coa ab lidade, Dr. Jos Aoastacio da Sava
Gui aaraes e ebefa da 3* secgao Pedro F. da
Paula Bip'.i'ta, deixel ce realisar a ectrega
d r apolices no mesmo da pa fazel-a no ee-
gainte, qaanjo estivesse de posie das msaa. s
po tira?.
Nada ma's lenbo a dizer.
ToeOii-arla do Taesoaro do Estado de Per.
namba o, 11 da r'everelro de 1896.Jos de
Pau'a Baplista.
Sobre a em ssio das apolicej para o Pas-
selo PoOlico 13 de Maio Daslaro qae ba otas
teodo o Jornal A Povlncif dado uotl-la que
um dos seas as gaantss ibe bavia remeitido
doas apolices sem as?l/nalarap, qua raras
emlttdas pelo Tnesooro do Erado prao em
p-esiima aatorisade pela le a. ilt de 12 de
Junio do aano passado, aoressei rxe era levar
ao ccahectxeato do 111. Exm. Dr. Saaretuio
da Fasanda, pedinda.lba qae providenciarse
aun de qae nao se reproiuaUse ectifala. e
como fosse oecessarlo conoecer se laes apoli.
ees eran realmente das qoe foram emitudae
pelo Taesaaro, o Sr. Dr. Secretario pedio me
que aa procaraase vel a, o qae fiz, ingindu-
me ao Illm. Sr. Dr. Miaoel Caetaao, redactor
daqa' lie jaraal que me mostron deas apalicfte
dis forueoidas ao Tnesooro ama da lorie A
do valor de 100 rs. e outra da serle A do valor
de500 rs atacas sem assignatoras o vei ao caobccimenta do Illm. Sr. Dr. Secreta-
rlo da Fazeada, veriOcaodo.se eotao qae a pri-
meira de o. 1391, deverla ser asignada prto
Illm, Sr. Dr. Maooel Nicolao e qae a entra de
Desembargador Manoel Cadas B.r.
reto 15.885
Congresso do Estado.Nao nuuve
b nieui setsau par erena ouma e^ido apenas
os Srs. Teix"ira de Si, Alnioo S Iva, Calaaar
Mo8*oso, Biri de Nuareth. Celso de Suuz.
Beltb Ido G IvSi F'aneisco Tibn-cio, Antonio
Pern-mnnc-.i, AffonBo 10 Bagros Apolllnario
Mornohao, Bian'r deMeieirta R)d ioes Por-
o IVoheirn Rimo, Mat'a Sdveira. Leopoldo
L'"s, JalicAnt"ro p Jiaqutm Gairnraps.
A reun ao foi presidida ft'
Francisca T-xei-a de Si.
Nao r.ouve exnedieo'p.
Bn ReD'da di.sol-eu'Be a rfuniSa.
IMcen^a. -Por portarla de II do correrte
do S'. Dr. Swsretario di Jo^t ga foram ''ooce-
dldns O das ie liceng aa oa barei Flacrio
de Ol'eira SoBZi, promo or pai.licj do mam-
cip'o de S Loa-eoc'). para tratar de sua sanie
onde Ibe eonviT.
Proroff.i9&o de prazo ?or portara
de igual da a foi prorogauj por 40 dia o prazo
marcado ao bach el Antonio de Alboqnerque
Mello, oara ass'imir o crgo de po-ro.or pu-
b c> de Villa Bella, para o qual foi comeada
em 1" de Dezembro oHimc.
g^rcs!o=Ante-h03terjri,cercadelO l|i
boas a a u o le, vinlo ua freguezia do Recife,
ao j'assa* p.do p tea do Livr.m-aie, foi o S".
cap aa Francisco de Ass Maga'hae-* igg-edi-
do por ciu.-o nilvilooa algoas djs qaaes se
acnasam c;n farda militar.
Um oVases individuos ao approximir pe o
capillo Mai-slbes. epenas mqiirlo Ibe a'..n :e
vmba, teputs de mandar f zer alta; em segui-
da vib-ou-lb'S orna fo-tissima caeelada oa froo-
te, deli-n lo o por trra, sob'.raiu Ibe a quantia
de 60*0H qa trasia na bolso.
Nao s.tofltj c.im isto, o mesiio individuo
i losigagao ae om dos seus companheiros,
proenrou ferir com oms faca ao aggredido, que
por inaudita felicidade consegua e-.cipar aas
j8oa dos seos aggreseores.
E' mailo poBtlvel qae se trate de gatunos
qae abasara da farda pa a meihor illodtr os
trinseunie'; e esta auspelta ainda mais con-
flraaa o facto O'esse ndivluo ogir-ae de aa-
lorHade. .
Coaaamos em qne sfjan tomadas providen-
cias no lotoila de lescoirlr e severamente oo-
nir 'is anc'o'ei de nervB-'Hades de tal ordem.
- Faculdadc de Dircit Coao-m
edi'Hl .flixaio palo Dr ai-eator ia Fa;or.iade
de D re o ^eu ci ia te, sabemos que a >s exa-
Lues da seguida poca, isla de Marga, se-
ra admittidos os acadmico qae deix-.ram de
fai>"l os era Noverobro oltiiDO.
Estaco de Cinco Ponas -Mallos
passageiro- da Es'rada de Ferro de S. Francis-
co nos tem pedido afl*a de que fac*moa sentir
ao S-. gerente Ja companhia Fe-rc-Carril para
a nece.-e'dade naiptaote. esoechlmeate, agora
qaecomegaae:tii.aoda8 cbuvas.que lia, de se-
rem coliocados dois boads* de espera, em
logar de om, para transportar os passageiros
qae cbrgm do iateriur oos treoj ae 10, JO", e
5 .20*.
EnVcvameDte ha moito se faz sentir essa
ir.soffi:i?ocla, e ai'ida aBte bonten, por occa-
sto das g'aodei chovas cabidas n'esta cidade
pula manbS, foram moitas as familias qai fi:s-
am ab-lgalaa naEs'acSo de Cinco Paahs par
nao baver logar para t>dos no toad.
Agora, ,como disseinos, vae entrar a estagao
chovasa, e si nao for tomada urna provldenea
em tal sentido, estes factes terao de reoroda-
lt;--e com g-ande3 atropellos pera as pe-oas
qie viajam ua allodlda via-farrea. A'n d'.sso
aera em favor do prop-lo lateresse ds Compa-
nbia Fe ro-Carnl, lomar essa medida qae, ao
inesma tempo, livrara os pissagetros d'aqaell*
via-ferrei. de constantes vexanes.
Salo Braga-Essa importante casa que
pr) ua no s ueaiu em ter haoili a lls-i oo pes-
soal para os mistere do sso traba ba come
tambera em pcssur sempre aitranentes novtda-
das qua cada dia Ibe angartem maior numero
de rregaezes, acab de re:> ber bi sysibema lotelrameate oovoeiocoateslavelmeo-
tt sup?rtcr ao qae conmans nen'.e vesdido no
aoso merca 'o.
O Saiao Braga fez-nos a off-.'a de orna d'as-
s;u bisaagas e de qae Osemos exnerieacia.
Alea de ais rouomi.as, pois pode o s-.n
contedlo aer^enovaio a voatade, tm a vaota-
gem de poder ser commolameate conluzida na
Igioaira e de ser asada eom toda a prompti-
doc, basiaado para i=ta orna simples ped;
ao apparelbo.
igradecen-io ao Sallo Braga a graciosa of-
ferta, recomraendano3 ao patuco as alludidas
Disnagas.
amconaria-Foram eleitoa 48 Coas gran-
tesnigaidades ai Ordem da Maconana B-asi
leira, coofirme leieg-amma qae aos mo3troa o
pre-i tente de ama Loja deata cidade :
O Dr. J >aaim Antonio Mseedo Saares qoe
obteve 3,467 votos para Grao Metre e o D .
yeroaodo UneOBerlo 3.36 para Grto Mestre
nteres* i j te Sil uxo original e eciea-
lia i oei'H-.c i ie amor :
E I- Mmna senbaa, V. Fxc. a ES'rella
da oeite.
Eii-i : o senbar a p itrelri p ?ca qae m'o
d z :
Ene : Nes:e cao, quero faaer valer os m as
direo. ramo .trooome...
El : Caco &ssoi ?
El e ; unido o uicu oou e ealrena jue d-"s-
eob-i
A eervej.B-Qi.l stra a origen da ce--
te|< qi.e a- :oiis. erave imn r aMi-p adqai-
rio co consoma daa oebidas alcoollcas ?
Imoossive itlruainal o. N Ioglalerr?, Al-
iii.anba e A'l'la, os ren'.lBDraijs da* ce v
v-ja-in dei -ram *oa so s llvrarlafl. c.iropu'-
-a'-m manos -ripio no tid m llocaa*,a*W
frariu papj poivern e: tos para de cob.-i-
ub oriaea 4* fa' fea de carveja.
Kscrev^Hra-ie gr a-os vjlaaies re'i.iivi
raen e a sea inilKOiJade e a sta n yibaioga
H-an'nao O que a ,1 rcpeito nio.eraiij os
e, y-. :i:>i. ur^tio3, romin<8, flameagos, kl'e*
!*, laglfte* e f.-.oc.zes, isuiaaoa umaeoo--
a- nblo'C'Ca.
D lir. ijop dees'mi anoas ame de Ctirislo j o
e^yp io< '''.'D.-'.ecait a ce1 vejo ; o rei 0tr.s fu
0 -hodi ino ins cervtjeiro* cypcioa, e a n-
i "u Pelosa, |;elas cerv-jaribB. e a a Mun k
di por.
A caspa-^ont a eits nal rp-eseatamos
iob 008j> leiores o fpgonte recei a biaiii-
-' ia o.. Rio de jir-e ro t S Pacta :
Tamem s^ 100 g'amraas de irano oe vacca,
50 a H.eio t-gWB, 30 de eo. buodia de gai'i
a, 10 'e tiaol em iiO, 5 e lartro e^ieiuo,
* s ouperva de rosas e 2 te olej (henean.
Ue'.ra-sp lai'i a' far ar n a massa bem :or-
i 6 pn*ctsa ponna bh um pauco de se ao d-
i u e is>roBr en' ei>8rD''Tf"n.
Multas-Pelo adninlstrador do Mercado
e S. Jo e to-r'ii m ':a ? os talbadores Su<;\
Goinaa-aes, Lmz Alves e Fraocisco Barbosa po-
in'r-rco do a t 3, a-.4 da lei n. 4.
Estrada de ferro de S. Francisco
O i ol'itu a' 8-a esl i naniote u anua de
895, ""!i!"n-f.e "* f-Sll iri-^a qae re corre
rara 06 273Il 848 .
fra>nUrai 724 3i0 anoasp'-os : 112 630
1 -i Be 701. 231, 5 i i* claaw.
TrmBDOrtoc-3e 142.334 volura0 de bags-
geos e eacemnendas. pe *n*o 3 8 770 tlia
21 aa ro* i->-ci "> 101 OJO kilos ; 9.938 an
dhhs e 165 6S1 349 ki .:'Huiuaas ue diveraas
mercado i. s. nas qu. es o lia mclaias.....
69.103 7*2 knos >'e aspucar.
O mi'*i'ueaio Qa*nceiro i.V'- p rio lo foi:
Receita 1 959.661 #958 .
Despeza 1 643 29892
S.io a36 369*060
R.>!>(,a> entre a desp za e a reorlla 87.7S .
O iraprsto de transporte produzta a q>ant*a
de 46.H2l#5ro ; e tr^nsmitnrara-se, por canta
de pa.tical.re.-, 25.3 5 lelegrarxma.'.
A c.o'i3*-rvacao da l"ba du-ant- o anno exi-
g a -nbsti'.u'cao ''o sega ni-* m te-ial: acuna-
sones de tnlnos 17.161 ; a^ubas9; ior.c6s-
3; dorm?ctes 16-199; pi.svs 'elegrpb <<>*
11; iso'aorps 1.200; fio elpg'apbico 32 010
mel'os rarrpnleH ; iriinop 16.13? 'I 03.
Carne imprestavel -Peto Bical do t<>
di8tnc o da (r.guezia da Bj -Vi n, foram man-
dados laucar -.oje n ma 70 k ioj de carne
erde aprehend os nos ac iogus do me mo
dl-inrli iKirtencan'es dive-""? m-rcbaaln>
Vaccina9o em Ipullnga (JS-.
D A aaru- ue Meu iuuCaa "Ji -jIb^i-io ce ny-
giene do 5' distrita sanuaia no da 15 Jo
c reate fara um sessaa vaccnogeoici em
fputio ta.
A seseo s^r rta'iaada en csaa i*o professor
Ca"!, 'las 9 -s 11 .raras da ma'hS.
Usina* subvencionadas Chara-
moa a auenQao 'os pn pne'a'ioB das usinas
que So sobveacionadas oelo Gove no do Eft-i-
do p>'a o edital, qoe vae publicado na secg
coi.Patate na eBCM*trla da tnn",ria.
t lub carnavalesco Carvoelros -
Sioiub loformadus de nue e-8e. c'uo .arujva-
les o, que tem a sua sede i roa do P*bo da
Patria, tomara p irte :;os f lga-s can^Vaiescos.
as8im como p.ojecti ornamentar a ra de sua
Bd alio 'i '8.
Instituto Archenlogico Geogrra-
phico PerniimbucanoN) a a 15 do
crrenie bavera D*e3aa io'Mo'o 8fs,-ao pspe-
cial pa-a tleicAo da sua cova mesa aJminitra-
Candidaturas presidenclacs
N'um j'i.ai tliun uee A Notieu ic-ee em
su., edwcae de 4 e 5 do oomnte o egatoie :
Anda f.ltim mal de doorannos para as
elHicOas preside iciaes, e, entretanto, o poblie
j f.z conjecluras sobre os caudidaios prova-
veis. A lepodacfifto dfssas cooject:rss pe
ler ctr o interease, qiantio ta^is na seja o in
teressi de corpon-a'-is era latir reden ia.
At- c mora mo psente, da-e3 o Sr. Qamti
no B cayuva rorao cmlldaio ce-to do partido
repnblioao feJeal, inli.audo-sa coaao raod:-
dato vice-preideacla, p;io ntesmo partido, o
Sr. Loro Sadr. Oatroa ditera, porra, que3
caoal talara do Sr. Laoro Sadr eLCoot-a iaa
fo-tes elementos de apoio, gue talez veoba a
ser S Exc. o Presidente aa Repblica, at pela
circamstaocia geograpnica de v;r om represen-
lante da norte occapar a p-lmelra mag'.sntu-a
di nacaa. actn.lmeute o:co(.ada por um re;rt-
ee':ttiie do sol. ,,,
Fa!la->e taranem ua candidatara no Sr. li si
e Suva un A vice- preseucia, ootros pre-
sidencia. Se prevalecer a cradl'atura de S.
E con rcOes da vida pi lica da limare pernam-
bocano, babltoado a ser o pnmus ioterp -
f*pgs>
Tambera se falla mnita em doas candiiararae
solistas, a do Sr. Alfonso Peona, reraromenia
da peta so a aammiairaco era Mo.s, e a do Sr.
Campos Silla*, o raiaistro da ju^t'ga do gover-
oa o'O'iso io, e qae va ser eleili presilene
de S- Paul'. D z-81?, P ;n. que a contlnaida-
de d piBlisias oa a .minislrncAo do Esl.do po-
dpr caosarcerto cime as oolraj drcamsiri-
tcOss braileiras ; e dii-e maia qae a ca di-
dalura Affjoso Panoa encentra, alm dia ryra-
palb'ai rameiras, a mais alia syaapatbu...
Por uIi:do assegora-ie qae granle naroe-o
de amigos do Sr. Roy Barbosa acham oa opi
nuo elementos suffi;ieuies para ap-esenlacao
da sos candidatura,
Em reumo : Bao 03 spgoio'.es os cooea dea<
tre os qaats pa-ece qoe sabira e Presidente da
Repblica no quai-ieonio p-oximo-S3ado qoe
os nemes vao por ordrn fclpbab-a'.ica, para ex-
cluir a idea de preferencia?, qae aliasmodes-
tia pa i" neobam valor tenam : Anonso
Peno Campas Salles, Laaro Sodr, Qarali.o
Boc'vova. R-ss e S Ua, Ruy Barbosa.
Profe-isor Lennep-0 eximio artma,
Sr. nr,fe8s;r Lsiraep, cou.efia hoja a exhibicao
pobli'-a do seo exceilante pbacog-apho,em sea
sOes que comecario ai 3 horas da tarda e te-
mioarao as 9 horas da no e.
Bssas eessOes terao logar na ant ga Pnoiogra-
ph a Da.-.sbte 'm do Barfto da Vic'oria.
E' de crer qn? o publico nao perca eccastao
de aprecaro vasto repertorio do pboncgr^pbo
d<> orofesor Lennep.
Vapor .Wlle. TelegrsmTa recebido
oeia aijeo la da Ma'a Real Ingleza d;z qae o
vapor N I sabio no da s 11 boras da
xanha do R'.o da Janeiro.
Telezrapbo NlaelonalO servlca pa.
o aul e norte multa at atado e mesmo ttn
ftanaiti E i spgonda recua val boje a
*ceiu no T leairo Sn a l*. v si a Sano i j que e.ia mo:!aa cea lodas u
rxlgeor-us,
A hera m qaee-acrpteor's (10 la noite) o !
esocciacolo pa rore-jo c m rauMa aoirns-
C*oi-H:odo o th-atro .e ler-io e uctaodoseno
exen.r do m so r nde numero de pesraaa
qa- ebtre ara eo!ra4a'.
H'p provavrt que haj, reanhanH pnchea
le m i .j do c-ecc ;o uamero de b.|Cet->8 vea.
Idos.
Toobo --diu h-vrafin p a Oiiuda. Ca-
xaag Va re, Ap,,w,s e brads para tolas
S8 liona
Carne ao oar -J?ol9 filmo Ocal da
r-e^ueu. da Bo-V,,- t* maadada lancir ao
rao' orna gran je qunn i !xle de ramea reiaa*
ca-.?vi'T'*6*"*'3 a'Tt0(" 0i> u^'} u ai d<>
E'|ctV a qu- m a*onar|naos qae caol na- a ara-ader
do xea.-am ra do. c
uilenciRs do juiz.i dos ieitoa
niii.nc.p-.es .sh ,,rt,,llU quea..vui
w luga- ua- dtaa .7 a 24 ... f0 eote terao
lugar nos dtat lo e 2ir a ora e ioe*r do co
'orne, vhio s"r,,u aeattitea dua f-iad >s
Ksei!a Vormal -S xa eira i'ocor-
rpule, i-, so lugar oo ex ras ?p d m i a ) para
os candi :a-os a BSatrlcolj aa i- ar,na d. cj-so
d?fsa es'Ola.
Casamento civil -o oscrivaodescasa-
(lientos que fuocciotia no3 dietrielos do Recife
Snnt. Antonio, Jos e Afoga los afiixou na
reparlicao.io reglslro dos casara-a'.os ra
do Imperador o. 75 1.* arrdar.editaes de precia-
osas de caeamenlos dos seguimos co*rtranea-
2 PuJfeaco
Luiz Pedro de Alcaratara, a> lisia, cora Luiza
Mana .la Iranc Geralda, solieiroe, oaturaes
desie E talo e resideolo na fregu:zia de S.
JOSc
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentes da Boa-Vala, Graca, Pogo e Varzea
ataxou na reparligao do registro ra do Im-
perador b. 41, 1.- andar dilaes de proclamas
dos segrales c ntr hentes :
2 rubUr/ifo
Pedro Dacio da B-.rros Cavalc>nle, resi-
dente na freguezia do Pogn, com Izabel Ma-
rta de Castro Torres, solteiros residente na fre-
guezia de S. Jos i naturaes deste Estado.
Cama de Detenco Maeimenio dos
presos .la uasa de Deiencao do Recife. Estado
av. Pernambuco, 11 de Fevereiro de 18!5
Existiam 415, entraram 9, salura-o 7, exia-
tem 43..
\ saber: oaclsuaes 397, mulheres 14 estran-
geinir 26, muliiei-pa 0, tjtai 437.
Arracoado.- 387
Bous 37 doenie8 11, louco3 1, loacas 1,
total 387.
Movuuento da enfermarlaNao hoave :
Hi&LICACOM i PEDIDO
coos-qoeic-a de baver deleito as iiobss devl.
da a trovoada?, entro bom.
Toatlnesra do Molnlio
O namem de votos recolhidos era todas as
Lojas da FederaBto foi de i,ttS.
Pela
Ag-ocia Litierana do Sr. Leopoldo A. da,Sil-
veirafox.s cb^qulados com o 9 tamo det a
oara de Emilio Rcheboargs, om dos -awis con.
ce-toa o? e8Cpiore8da Europa.
uratos '> S*. Slveira.
cinb Secreto Wagneriano-Cooli
nuatu.pmso o vxpjdleoie deite clob por es.
tir sua sede si ff- ndo slgons reparos.
Premio aos agrien!torea de cafa
ceaeao-Braouiro logar novamente pnou-
camoi nm qiado o'gmia-io pea Secietaria
da Industria e para elle cbamamoa a aiteccaa
de auem iateressar possi, relativo ao prem'o
conferido pela le n. 115, d 25 de Joabo niti.
mo. oj a rxultores qne ptovarem possalr
mais de 10,000 ps de caf lructicaodo, ou
8,000 de caf, aas mesmss condifides.
Coosta.nos qoe o Sr. goveroador tornera den.
tro en breve efectiva a disooslcao da citada
lei. maolfeatando a sim o real interesse que ii.
ga ao daseavolvlrneato da agricnltara deste
BiUdo.
Contos matutinos
Por urna falta ia lesculpavel, deixei de dar
a resposta i imediala f da offlcio, qaa
o .. reir publicou ha das, n'A Provincia,
para prava de seu vasto engenho e vastssima3
habililacOa, mraislrando lh, lambem, lofor-
raacOis sobre o meu passado glorio-o.
Sou muito contra urnas tantas exhbigOes
mas 6 precise, qaa eu tambera faca val r os
raeus titulas de aob'ez sannlTica, alira de
que o ....rein reconli'gi, qua trata cora am
proflssional, seu senhorsob iodos os p ratos da
viste, men s, talvez, era saogue, pjrqua en
teolio orgulho da confessar, que sou deseen*
dente da dou> mulatos velhos, verdade, mas
perfe ta e corapleu encarnago da bonri e da
dlgnidade.
Eu oao conheco a lrahagem di ..rei a ;
mas eu creio2que s >mos de idntica natura*
za ; brancos tolos, perqua esciparans da ser
prelos...
Sabr marililada, que cu p(jo a palma
ao .. .reir, e lenho ca as mioaas razOs par-
ticulares para olhal-o mu' o de cima para bai-
xo......
J disse qaa, nao tendo-f de oficio -nao
possa publicar una certidao igaal do....
reir ; farei, entretanto, a minha biographia,
deixanio os tlacuraratis comprobatorios do
allegado na muito coohraida loja de fazendas
do Sr. Antn o Birnardo da Silva Santos,
ra Duque de Caxias. All estarn elles al o
fim do correte miz, s rleos 4a todos 03
....rei-as d'A Provincia, sera excapcao de
am .-.
Farei ura resum dos pontos ou fatai maf
importantes as miaba vid, aflra da n&o lor*,
oar ui! enfadonho.
Fui do tempo dos sita peparatoriosfraa*
cez, inglez, lalim, geograpbia, rhalorica, geo-
metra e philosopbia. Era todos fui approva*
da om distincgao, m;nos em geographia,
onde obtive apnas pleniflcagao, porqu3 ioi*
migo de viig-ns, deixei propositalraanta de
fazer urna, por mar, qua o lenta erijio de
mira, allegan lo falta de ci-fao-, bordo do
vapor, e queixanlo me ao mesmo lempo, de
urna reir, que poz me quatro longos dias de
calcas na raa>, da sala para a privada .....'
Matriculei-ma na Faculdade de Oireito do S.
Paulo, em 1853, no t. anao.
Era 1862, era bachare em d relio, c;m 20
anuos de idade, pleoi&cade al o 4. anao e
appro ado com distioccao no 5. e ultimo.
Dos raeus mestres recebi as maior s proras
de consideracao, senJo-me agradabilissimo de-
clarar em publico, que, ao recebar o grao, fui
felicitada e abracado pelo lente, que m'o con-
tarlo, com a declaragao solemne de qae eu
valla pelo talento e pela nubreza de cara*
cter.
Em 1853, z urna viagem de recreio Eu-
ropa, percorrendo diversos paiz s de primeira
ordem, formando em todos elles um cabedal
de conbeetmentos, necessarras a todo boraem
de lina eiucaco. Dous annos depois, estava
en de rolla minha trra natal, abrindo es*,
cripto io de advocacia, juntamea'e cora um
i
Ilustre brazileiro, aue faz, hoje, igura saliente
aogoverno doSr. Prudente de Moraes.
Acoaselbado e instado por muitos amigos
defend Ibeses em 1863 e fai plenamente ap-
provado. Foram tao grandes as miabas
theses (nao conheco o superlativo da palavra)
que os ....reiras todos d'A Provincia to*.
riara orgu'bo em possul-as, como um penhor
de belleza.... 0 adjactivograndeest em-
pregado como syoonimo denotavel...."
Exerci, depois, diversoa carga pblicos
todos importaatas, enlra os quaes o ds dir
ctor da Escola Normal e secretario do Governo
de S. Paulo.
Em sua ultima viagem
M. o Imperador assislio
que tiz no vasto salao de
Presidencia, dando me
aquella Estado S
a urna conferencia
nonra do Palacio da
ua forte apoto da




mi pelo triumpbo obtido.

*Ju^..
rBn
i*l


m
Biario de Peramnbaco Qninta-felra 13 ci Fevereiro de 1S9G


Dissertel sobre o caf o soa cuitara.
Fui chmalo em 1885, ao Rio da Janeiro
pelo entaa Ministro da Jastiga, tendo sido
por elle convidado para seu cfflcial de ga-
bnete.
Racusei a bonra. por motivos de csrac er
purauaen'.e particular.
Filbo deste glorioso e heroica Estado, onde
o borne o bello daase as mos em doce
harmona, nao podia esquecel-o um so mo-
mento. De longe tombem se ama e eu ama*
va*o muito, ama va o loucamente.
Tinba exteto coobecimeoto de tudo quanto
selle se passava pela constate leitura de to*
dos os jornaes e inda uaais, pela comauni-
cacSo Immediata com muitos dos meus co*
estadanos, que -So ter aquellas l.nginquas
trras.
Um da, atacado de urna terrivel ustalgia,
eu disse minha mulher : Nafci em Per-
nambuco e em Pernambuco devo morrer.
Partirei ne.tes pouc.-s dias, sacrificado os
meus melhores interesses.
E o que disse estava dito.
Aqui chfgue em flns de Dezembro fiodo ;
o qne fcil de verificar pela lista de passa-
geiros, publicada nos jornaes desta cidade.
Cbeguai e pus a minha peona, a penca de
homem de bem, a disposijao de um partido,
que me pareceu o nico capaz de salvar o
meu Estado da aoarebia viva de que me da-
vam noticia os jornaes e amigos, implantada
por meia duzia de arruaceiros a disposigao de
om pernambucano, a quem os reiras in-
sultara lodos os dias, verdade, mas bem
conliecem o seu alto valor moral e intelec-
tual.
Nao preciso declinar seu nome...
Eis o minha f de offlcio, sen ...reir.
Desculpe se nao est de seu agrado.
J vou tao extenso qe devo fazer pento
por boje.
Vai,ap:Ba*, pa-a finalisar, urna citac o de
le, mu o necessaria, em addilamento, ao que
escrevi hontem sobre a Tome de dinheiro do
Dr. Martins Jnior.
Diz o art. 83 do Decreto n. 1232 de 2 de
Janeiro de 1891 :
Qualquer membro do magisterio que es-
crever tratados, compendios e memorias so-
bre as deatrinas ensinadas na Faculiade ter
dheito impreisSo de seu trabalho por co.ta
do Estado, SI PELA CONREGACAO DA
MESMA FACULD\DD FOR CONSIDERADO
DE UTILIDADE AO EN3IN0 e approvado pelo
Couselho de Instruccio Supeiior. Naste caso
ter tambem direito a um premio at a quao-
tia de 4.0008000 couforme a importancia do
trabalhe.
O ebefissimo nao conb cia esta dis;oi-
gao legal.
Curiosidades g
Diz A Provincia de hontem fallando do
illustre Dr. Cupertino :
> Organisaiaum museu zoolgico do quai
farao parte o eco Curuja, o Teixeira de
S, o CHICO L1Z e cu tros curiosos speci-
mens.
Diz A Provincia detoje :
A leitura da informaba-) do Ilustre pre-
sidente do Superior Tnbuoal, publicada no
orgae cfQcial et'. .
Bem eu digo que os elogios do jornalco
immundo v lem tanto quanto ai censuras e
vice versa !
Empero a cada momento um elogio quil-
qu Has elle nao o quer.
Recife, 12 de Fevereiro de 186.
Dr. Hbelardo de Vasconcellos.
Nos Ccntos de hontem, em vez deelipse
; leia-se-ellipse ; e, em vez defeme-
nino- leia-se feminino.
O Dr. Uanoel .\icolu> ao pu-
blico
O artigo publicado io Jornal do Recife de
boje, pelo Sr. Dr. Manoel Nicolao Riguer
Pinto de Souza, obriga-me a vir a imprensa,
para restabelecer a verdade adulterada, natu-
ralmente pela impressao que o Sr. Dr. Ka-
noel Nicolao experimentou, pela dispensa do
cargo d9 Director Garal da Secretaria de Fa-
zenda deste Estado.
E' saina que dz elle, Ibe haver en exter-
nado o ^guinte juizo em re-cao ao 2* ini-
cial Joo Autero de Medeiros ser eile hbil,
masque uao lioha assiduid^de no servigo e
que nenhuin* impnrtamia hgava ao enmpri-
min'o de seus deveres.
Nao nao exacta semelh; nte proposlgao.
Por ecc siSo da vaga aberta do 1- official
da 4." secc&o da Sub-Direct ra da Caotabili-
dad-, em consequ-'ocia de fallecimeiito do b un
funccionario Dr. Joao Tho. 6 Araripe da Sil-
va, limitei-ine em cumpnmento de ordem, a
mandar crganisar uma rehc&o dos segundos
e t^reeiros officia-S na ordem de antiguidado,
remetiendo-a ao mesmo Sr. Dr. Manoel N co-
lo. Foi a semelbante resp ito, tao somante
0 q le Fe pa (juando poriu falleceu, muito anteriormente
o 1- offirial da 2' secgao da Sub Directora
da ront'bilidade, Pedro Barbosa de Araujo,
fiz por escriplo a indicag&o dos foDCeiw ario
qne e tend lerem direiti a accesso ioiicagSo
que muito me ipraz declarar, loi acceita, pela
promogao dala 'te accordo com ella.
Eiu ronvers'igao porm cora o Sr. D-. Ma-
noel Nicolao, e hljurs corapanheiros de repr*
liga, siatiiBOS, e aos quues nao pod a deixar Ce al*
tender em taes occisin, pivsidiram a orga-
nisago da proposta que entilo fizo iiereri-
memo dos tmpregados e a conveniencia do
servigo poblico, e que di-ase modo na.) pode-
rla, era de vera concorrer de manera algnrna
para o accesso do Sr. official Joao Antero, que
n&o se achava em igu-ildade de condigOe^ a >e
que indiquei, ja eff-ctivamente era referencia
* assntuiJade e j em relag&o ao cumprimenio
de 6PU3 deveres.
E devo dizer, que esse meu procedimento.
procuran lo para o merecimemo do funccio-
o.rio, a verdadeira recompensa despertou no
animo do que se julgou n'aquella occasiSo pre
terido, mais dedicagao ao servigo, melbor as-
siduidade em seu compirecitnent > a repart-
gao e meltior execug&c tambem ao trabalho
que Ibe ira distribuido, o que com certeza
cencor eu para a sua proraogao agora.
Diz ainda o Sr. Dr. Manonel Nicolao que
por quitro empregados da Sacre tina Iba foi
WIMERWO
Bolea Commercial do Pernam-
buco
TOTAgoES OFFICIAF.S T)A JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 12 de Fevereiro de l8g6
Nao buuve cotago.
O presidente,
Aatooiu Leonardo Ridrigoes.
O secretarlo,
J ao Leopoldo io Reg Villar.
Cambio
Os bancos abrir-m cem a Uza de 9 d, ssb'e
Londres a 90 d|, e dav.m de tarde a 9 1/16
paradinb.io prompto apparecendo tjmadores
de qnaoties insienicaiite.
Era paptl particular naj consteu oego;lc
Co(ac5es de gneros
Para o agricultor
Aseucar
Usinas, por 15 ki 1 os. .
Crjialisado. idRm idee
Branco, por 13 kilos .
Somenop, por 15 kvlos.
Mascarado, po' 15 kilos
Bruio, por 15 kilos. -
Retamea.....
8000
6 000
64600
400
I
3*o00
30OO
a 8700
a 61800
a 74800
a 44800
a 3800
a 34800
a 3410J
Algodao
Cota-se o de 1 son a 154300 os 15 kilos
vilendo 140O0 menos o mediano e 24000 o de
1* sor te,.
Aleool
Por pipa de 430 litros (854 nomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1254 uomimal.
Coaros
Seceos salgados na has- d> 12 kilos 14010 a..
1030 r!3 ;eo la j refugo 67d o kilo.
Verdes 600 ris, Diurno prego.
Carnauba
; CoU-se de 284 a 384000 por 15 kilos.
el
Por i00*000 nominal.
impQ.tacso
Porti do Sol, vapor nacional Placeta, en-
trado en 7 do cor-ente e consignado a Pereira
Carnei o & C, manifeston :
Arma-iobo 1 caixa a Bage Bacba.
Caf 10 ea:cos a V. Sila .'., 151 Joo Per-
nandes ce Almeja, 15 a Goimaree & Valente,
230 a Jj.qaim F. rreira de Camino & C.
Chapeos 1 cixa a Companhia Induililal de
Chapees.
Calcados 1 ca'xo t J. Dis Gomes, i a M.
Carnero, 1 a Paiva Oliveira & C.
Cha-utos 27 eix s ordem.
Cerv, 11 20 caixa3 a Amonio Soares da Silva.
Chambo 60 cr.s.^ a A. de Carvalho & C
Drog8 1 calxa a J. A. Haia e Silva.
B'partilbGs 1 caixa a Cavalcaote Peasca.
Fio SO saceos a C. Fernandes & C, 100 a
Yin va Soares Leile.
Fumo 15 voiames ordem.
Cyrlo em p 1 calxa a Borel & C
Llvros 3 caixas a Ramiro M. da Costa & C.
Merrao-lJi- 5 y lames ordem, 1 a J. da
Cost- M ia Silva, 3 a Paria Sob-inho & C-, 5 a
F. P. Booiitreau, t a Borel & C.
Sag 5 barricas a A. Fernandes & C.
FITecdos 73 volomes a Rodrigues Lima & C.,
183 a"A. Lopes &jU., 52 a Machado & Pereira,
42 1 Uves de Brillo & C, 10 a A. Haia C ,
5 Pereira & M'gilbSes, 34 a Olio'.o Jardim
6 C, SaO. Bastos & C.
Portos do norte, vapor oacional Brasil, en-
trado em 7 do correte e consignado a Pereira
Carneiro 4 C, manifestoo :
Barrls 600 a Pereira Pinto & C
Cbaratoa 3 caixas a ordem.
EsparUlboa 2 caixas a H. M. de Oliveira.
Garrafas 6 barrleas a J. de Ollver.
Pipaa 100 a Pereira Pinte & C
Sabio 101 caixas a 3w doa Santos Aojo.
Seraeti^s 35 aaocoi a J. G. de Amorim.
Tupo.a 10 en paios a A. R Costa.
TbMm 65 volomes a Mala & C, 20 a N. M .<*
& C, 15 a A. ,-auio. & .;., CO a Joqr-lm ioi
t.'V s .. C, 31 a Affjoso Mii & C, 66 t Gao -
r. & Fe Bandee, 5 a/. F. S. t'iato.
Yiur.o 2 Darris a A. Pia'oBAlve'.
Himbrnt>,i:sr all?mo Woilhemme, en-
trado em 6 do crrante e conugoado a Joao de
Aqu.no Foeca inaoife^ioo :
A iut-l.!8 e a. es 1112 voIuoj a Peros raba o
P.w er Factjry.
AWaiade 20 arricas a A. de Carvalho & C.
Cimente 100 ca-r cas aos romoi, 200 i or-
dem, 130 ao .or;8igna aria, 350 a Aloieo Silva
& C.
Frisos 40 ca^xi a Ceibo Pinto & C. 93
a Baibosa & t.. l.OO a Madeira A C, 7 or-
dem, 319 a Jase Sacres do mi ai.
GirrafOce 500 a ord-m 203 a ferreira Rodri
goes & C.
G"oeDra 20 oaxas a Calcas & C.
Iiopres* s 1 ana a ordem.
L ug> 3 volumcB a A. R. C. O.lveira.
Lpgome* (5 ca xas a Lopes Alneiro & C.
rapel 510 puCui.s a Cartalbo & C. 400 a J.
da Costa.
Piraaeotas 20 -ac-os a Figaeiredo Costa & C.
Pnospboros 20 caixas Parent* Viaona & C,
i a Banloa da Figoeira & C, 10 a Pereia de
Carvalno & C.
Presos <5 caixas ao consignatario.
Soda 400 raarricas ao mesma.
Toceif 30 a o;dem.
Velas 2 cixa a Lopes Albei o & C.
Vidros 12 volumeaaJ.de A. Veiga &C..10
a J. de Macedo.
Exportaco
Recife, 11 de Fevereiro de!896
Para o exterior
Nao boav?.
Para o interior
Na escuaa p-arta^uza AU'ora, pa:a Por
lo Alegre, carreeoa :
M. 8. M-'ie, 100 saccas com 7,5J0 kilos de
assucar b>aoco.
No patacho hcspaahol Rajuado, para
PeloUa, carreeoo :
U. S. Haia, 150 saceos com 11.250 kiloi de
asquear branco.
= u v :por allemSo Patagonla, para San-
tos, ctrre aram :
P. Carueiro & C, 1.0C0 saceos com 60,000
kod ;'e assucar mascavade.
P. Alves & C, 1 000 saceos cas. 60,000 kilos
de aasucar mab.vdo.
P. de Oiiveira Mata. 10 pipas com 5,400 litrca
de alcool.
Para Rio de Janeiro carregou:
P. de Oliveira Maia, 10 pipas com 6,400 litros
de aleo!.
No vapor noruegaense Niorel, para Pa-
ranaga, carregaram :
A. Fernandes & C, 60 saceos Com 3,000 ki os
de assocar branco.
No vanor inglez Mideirenae, para o Pa',
Cirrcgarum :
Amorim Cardcza, 400 barricas coia 28,613
kilos de as.-nar br neo.
P. de Oliveira Mala, 30 pipas con 14,300
ITjs de agurdente e 10 ditas com 5,400 ditos
de aisool.
E. Kinibach & C, 75 barricas cora 5,350
kilos ue assucar branco.
J. Gibsou K?ller, 153 barricas con 9.600 kilo3
9 assucar branca.
Na vapor nacional Jaboalo, para Mi-
nios, carrejaran}:
E. Kantoack & C, 4 barris com 384 litros de
alcool.
Para o Par, carregaram :
Jos Bailar & C, SO saceos com 3 000 kilos
de milbo.
Para o Ceari, carregaram :
J. B:ltar 4 C, 10 saceos com 750 kilos de
assocar braaco.
A. Machado 4 C, 98 volumes com 4,000 kilos
de fumo.
No vapor nacional Usa, para Ceari,
carregarsm :
J. B.ltar & C, 40 barr.cas com 3,480 kilos de
assacar branco.
Ponseca I-m as C-, 300 caixas com 3,900
kilos de sabio.
Pilrao k Mata, 1 calza com calcados.
J. Salguelral & <)., 80 barricas cem 4,409 kilos
de assocar retinado.
JoSo Rodrigues, 40 caixas com 300 litros de
cidra e 75 ditas com 1,500 ditos de car veja.
exigida verbalmente a in'ornmgSo que devia
prestar de ordem do Dr. Secretario da Fa*n-
da sendo um d'elle* o propri) Sr. Dr. 811ra
director da Contabilidade Jos Anastgci* da
Silva Guimares.
O que te den a semelhante respeito foi o
que passo a esp- cora a maior sioceridade na
parte a mira referente.
Fui no da 7 do crrante chamado pelo
Exm Sr. Dr. Governaior a quera me diriiri
inmediatamente, recebendo ordem n'aquella
occasido para fazer seguir a inf >rnaago que
devii ser prestada em reago ao faci das
apolices de que irala o alludi Jo artigo, em
desempenbo da qual, procurando o Sr. Dr.
Secretario da Fuzenda, e fazendo-o sciopte oa
ordem que havia recebide, fui p r elle en'ar
regado de traosmillil a ao Sr. Dr. Manoel
Nicol ', que bastante inflaramado respondeu-
me estar procurando salsfaziI-a.
Tendo finalmente informado sobro o Tacto a
qu* veoho oa refenr-ma o da cmso de
apolice, sam as ignalura do empregado a
qu-m foram -lstribu'd.i?, nao po?so absolu-
tamente deixar d oppor a niais fo-mal ron
testago a declarig9o, qu fio Sr Dr. M^
noel Nicolao, quaodo diz que eraqu^nto se
preparava n aa informagO-8, o Sr. Dr Secre-
tario recommendava que nao inenconasse o
nome do 2 ofcial Joao ai.tuero
Nao, pssa di-clarago inleirament; Inexa-
cta, o que affi1 rao ,sob a responsabilidade do
cargo que exergo.
EotenJendo nao me ser licito uardar silen-
cio sobre os factos a que v -nho da referirme,
fago o presente or amor a verdate como
cima disse, e na pait*? a mira referenlee
Eui 11 de Fevereiro de 1836.
y os Attastacio da Silva Gtiimarass.
Agradecimento
Joo Rodrigues de
*! ura e seas filhas,
agradece u de coraco
penhoradissimo a todas
as disUnclas pessoas,
que lhes fizeram o ca-
rdoso obsequio ds te-
rem assstido as missas
j 1: dia que loanda-
rarn celebrar por alma
de sua idolatrada e pre
saiissirna esposa e oii,
Deolinda Morera de
Mend nca aMoura; fal
lecida nj dia 5 rente mez.
Recife, 13 de Feve-
reiro de 1996.
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CONSTIPACOES "9^" Peitoral Catharinense
DE RAULIVE1RA
DROUARIi lilil.
Para M.eJo, ca rejaram :
Fjnseca Irin-as & C, 30 calas com 690
Kilos de sofcSo.
Sainos Ar*ujo & C, 10J caixas cora 2,300
kilos de eabSo.
Das Pe.-oiudds A C, 8 caixas coa '92 k^io-
de aa'aio.
Co8U Ra'h & C, 1 barrica cot 90 kilos de
im-ocar ret' a lo.
J. Salguelral A ., 31 barricas cora 2,121
kii s 'ie astsacar oranco
Oliveira Bastos & C, l sacco cora 23 kilos de
algodao.
Jaftj Santos, 7 volumes com 410 Hilos de
(uno.
Costa & R.caa, 2 firdos cora 20 kilos de
fumo.
Para Moso 6, ca'reaaram :
A. Feroaoiiea & ';., 1 barril com 45 litros de
vraagre, 5 caix'8 cora 40 diios do cidra e 2
ditas com 4S duos de cerveja.
A. Cruz & C. 2 caixas com ca'gat* s.
Santos Aojo 6c C, 330 calas cora 8,050
kilos de ab&o.
J. Siiguiai & C, 16 barriopsom 1,160
kilos de assocar refloano.
Para o Aracalj, ca-rf giram :
Pootual & Oliteira, 20 barricas com 1,4 6
kiloR de asf ncar branco.
Pa-a Par byba, carrega-am :
E. Samico, 1 caixa cam 30 kilos de perfa-
marue.
Mancfl Cill g& C, 1 cUSo cora 103 kilos
de phospnoros.
I'ara MaraahSo, cirregaram :
C. Pinta & C, 20 caixas com 160 litros de
genetar.
PilrSo & Mala, 1 caixa cam calcados.
Na niate Deas te Gaie, para MacSo,
carregaram :
Fieueireio Costa & C, 2 caixas com 16 li'.rcs
de cidra.
Para Mostr, carreearam :
A. bernandes & C, (5 caixas com 120 litros
de cidra.
Na h a'e D. Antonia, para o Aacaty,
cairegaram :
F. Radtigaea & C, 10 barricas com 8;.0 kilo?
de assucar branco.
Na barcaga Mara dos Aojos, para Natal,
carrecaram :
A. Fernandes & C 25 barris com 1,350 litros
de vinba br.nco.
Fonseca Irmaos C, 0 ca'xis com l.IoO
kilos de sabSo.
Na bsreaga D. Anca, para villa da Peona,
carregau :
J o dos Santos, 10 barricas com 630 kilos de
fumo.
Na barraca Naxinba, para Marangoape,
carregaram :
A Fernandes & C, 1 barril com 45 litros de
viobo de caj.
Na baruaga D. Amelia, para villa da
Ponti. ca-regaram :
A. Fernandes & C, 2 pipas com 960 litros de
agurdente.
Na barcapa F. Saciolade, para Maran-
goape, carregaram:
L. Ferreira & C, 120 caixas c m 2,640 kilos
de sabao.
Na barcaca ^empre V.vj, para Porto
Calvo, carreu ram :
Azevedo & C, 24.000 cigarros.
Nl barca PbeBtx, para Maragogv, car-
regaram :
Santos 4 C, 48.000 ciearros.
Rcudlmentos publico*
Alfandega
Mex de Fevereiro de 1896
Renda ger;l :
Do dia 1 a U 681:361*072
dem de 12 95:4744710
Renda do Estado :
Do dial U 163:3734676
dem de 12 12:323*130
872.310*192
175:696*806
Total 1.048:007*298
2.* secgao da Alfandega de Pernambuco, 12
de Fevereiro de 1886.
O ebefe da seccao
L. F. Codeceira.
, O thesoureire
Lula Manoel R. Valeraga.
RECEBEUORIA DO ESTADO
Benda de 1 175:012*116
Idemi.de 12 17:210*186
192:112*302
Recife, 11 de Fevereiro da 1893.
Hygiene
NSo ha quem ignore a hygiena pu-
blica c ma a bygiene paiti.ular sera pre
fu Miia assumpto de somenos importancia
at bem p uco tempo.
Os paderes pub-os n3o t mavam na
debida conaidarac&i essa necessidade
palpitan'e que permaneceu d-^cuada a
2 hnnoa pa-sados quanlo o Gaverno do
Estado resolveu ampliar o servij" de
I-ygiene de accord coin um Regula-
meato, fruct dj mais loavavel empe-
nho em beneficio daasd publica.
At lioj -* nao tena sido possivel, em
vista da exiguiJade do tempo, ebellar
as diversas epidemias que da qi >nJ > em
vez, arpare "em, nem collour esta ci Ja-
de, sob o ponto de vi ta bygisn cr, ua
al'.uraa que ella tem direito.
Nao se pode exigir do pv'ssoal incum-
bido da exeeucjb desse Regulamento
naais do que tem sido fe to, attendendo-
se que a maioria da popuh cao, piesa
s prrc nceitos e a erros,, recusa todo o
a xil o s autoridades hygieicas nSo se
submetteodo a rcvaccinaco e mesmo a
v-cc'oacJLo, cousa indBpensvel para por
term > ou cttenuar a epidem a de va-
rilas que graesa actoalmen e.
E' v rdade que neta occasio n5o
somante entre nos que reina tro cruel
epidemia. Em todo o lit ral do paz
princ palmenta no Rio de Janeiro e Bd-
lm do Para, a oespeit' do ze'o e dedica-
r%o cas autoridades aniaria?, consi-
derrtvel a c fra de mor alidade superior
a que ge nota rqui.
governo do E:tado sati-^f zenlo s
justas reclama^ojs mandou construir ura
carro especial pa-a o tnn>por'e de va-
riolios para o hospital de anta gue-
da, gratuita e p Eo'.r'tauto, a desjieito diut-a e dos
des-e'os p estados ao.s dnea-es naq-iel'e
ho pital, tem sid > diffi il conseguir
renaofo da decima parte doa indi-iou s,
atacados pela repugnancia que lte3 ins-
pirara aiju-lle estabslecim-nto.
As febies palustres se tm desenv 1-
vido de um modr inquietador devido ao
exagero do calor qu nos tem perse-
guido .
Pantanos nao ae sapprime.m 'era se
dissecam pr'motamente. Apfzir dist ,
tem se feto n-stes ultmos 15 mez*-s o
que dentro de 20 anno^. nlo se fazi* :
aterra do pantano re F.mandes Vieira,
da C: binga e do H sp c o. que em br--
ve ser transformado n'um j-rd m, c 1-
locac^o de m foreo de incineraco da
xo que prximamente tara funecionan-
do.
O sjrvijo de limpez* publica tem
ido feito como mximo cuidado. Ainda
nao faz um anuo quw o governo mandou
des bstr tir as galeras de agua pluviaes
trabalho qu' nto e fazia ia 50 ann"s,
sendo ret-rados 5000 net-ras de lama p-
trida, ..a exteusSo de 9 kilmetros : o
xo que sem.-ra f i d- positado no cento
da cade boje conduzido par 1 garas l
remotos quando era acumulado ros
quit-es das casas, f cto .ue n5a se ob-
serva mais com a -^reacio des jommissa-
rios de frygiene que era suas vi-ita do-
miciliarias nio perioittem taes abusos.
Apezr dos mu iplos e constan ea es-
foryos com que a Rpartic4o de Hy ene
p ocura tornar era cmdicO-s f<7oravc8
a uoasa constitui^ao medica, nao pos-
e vel evitar totalmente o apparacimeuto
de focos infecei sos cujas exhalafjes me-
phiticas trazem o germen d-j iupalu-
di nao.
P rtano, era vita da intensidade do
ca or que influindo d modo desfa,vora-
vel aebre as p sas e o solo tem p o-
duzido a d vulgnco de f br s ptlustres
que tan as victim.S tera futi, urg
qua s auto.idudes *anitar a< rel'brena
de esforcos n-a santi'o de attecuir ess-s
males.
( Do Estado).
Merecinaento ronl
O conhecido e d .-ti cto f^r J. M
Fausto, do Jornal do Commercio, tos-i -
incessantem nta ha deis? mez-a, s-nu dor-
mi;- ; r'cou curado c^ra as pwmeras c
lheraias do alc.ttr e ja ahy. do phar-
mac:utico Qoaoo do Pr do.
. al mu^ fiuiT
A gentil ni-id mcis^ll- Autoa'etta, fi-
lha do Ilustrado poeta mi-ero Si vhu
ta bosa. residen'e em S. J'iao -ia Bia
Vist'.S. Paulo, carn-ae de ethma,
c m alcatra e j itahy a Han ario do
Prado.
Rpnl da 1
P.gCI'K DRAlNat
3.5-:.9260
*
3.569 160
Mercado Mnaienai >le S.J-.s^
O ai ir i -i- ks.'-ivi radia 11 do F.-.
ve'^rd ?o! o se{ointa
Bu ra i. :
40 .os Besa ido 8 991 tile*
tO ti'.o? de peixe a 30 ra. 2*i00
4 comea" cor; mKrHroe 150 "8. .6'!0
3 ditos com ciraarOes a 151 rs. *450
36 columnas a S )0 re. 32*IU)
3 cargas coa.- galltahas a 7-'i re. 2*290
8 mssoaes cora (ratlobae a 45' re. 3*6oo
2 cargas cora mllho verle a 430 rs. *900
* carga com amen 3 (.'ritas cora batatas a 45<> re. 1*3-50
2 cares caui macacneira* a 45-' rs. *9JU
I carcas cora c-ebolintio a 450 rs. 245 >
5 caras cem fcenmas a 450 rs. J*5o
15 csrgss com verduras a 459 rs. 6*75')
1 carca com canoa a S50 '8. *450
3 ,:argas cora Uranias a 450 rs. *9l)0
2 caras cora inhame 450 90
3 cartas cora loncss a 45 rn. 1*35 '
2 caruas cora melaocia a 450 rs. *9iiO
2 cargas era meio a 4iO rs. *9C0
2 caras com diversas a 43') rs. *90j
26 curgas i-ora farinna 3 rs. 7*80 i
2 cargas cora milao seeeo a 300 rs. *tto
2 cargas C6m feao a 3 "0 rs. 6-0
14 Suinos a 1* rs. li*O0
69 lugares a 3G0 rs. 2o*70
12 coran, cem iotnelros a 14530 180 0
9 comp. com saia-i'i a 1|;50 rs. 9*45t>
8 corap.com Tressorati a 9 X! -s. 7*2JU
70 com a. com faaendas a 2* re. 140*000
?1 comp. cora comidas a 1*U5) rs. 22*05*
49 como, cora verduras a 450 rs- "i 5
10a comp. com fariona a 6-X) rs. 63*000
49 comp. com tainos a 3*000 147*000
Rr.d1mo:atos des dis 1 a 10
533*050
5.496* 50
6.029*,00
.'rasos do dia:
Carne verde de 200 a 1*000 rs. o kilo
Suinos del* a 1*200 dem.
Carneiro de 1*2)0 a 1*5)0 dem*
Pancha de 600 a 1*000 rs. a cuia.
Milho de 600 a 1*090 rs. a cuia.
Feiiao < e 1*200 a 2*000 a cuia.
Navios esperados
De Ha uourno
BriRUe cltemo 00 Grat ta Sialberg.
D* Ntk-Y.ik
Barca naciiusl Victoria.
Vapores a entrar
MEZ DE FE/ERIfIRO
Uunin do sol, a 13,
Banan> do sai, a 13.
S. Salvador, ao nortp, a 13.
Ville de Bovanoc-Ay-es da Europa, a 13.
Ollnda do sol. a 16.
Me. do sol, 16.
8a'.taime do enl, a 16.
8 elania do tul, a <6.
Oibers. do sol, a 17.
Las Palma;, do r,i;l, a 17.
Va daleoa. da Kompa, a 19.
(Crole P-ince de N-w-Yo-t, a 19.
Gordouan da Earop. a 19.
y-iranbao do norte, a 24.
Lf-.i 1. do ol, a 26.
Vapores a sahir
MEZ DE KEVEREiRO
para directo Madelrecae a <3, as 4 ho- ?.
Santos e etc. Pa'agor.i a 13, ? 3 ii:
MaraQiiSo e esc. Uoa a 13 ;m 4 norns.
Para e esc. B-uoswk a 13, as 4 hora-.
para directo Maletre-ipe a 13, ?s 3 hora?.
Rio de Janeiro e esc. 8. Salvador a 14, s 5 h.
Soothompton e esc. Nlle. a 16, as 12 horas.
Manaes e esc. Olia:'a a 17, as 6 horas.
Genova e esc. Las Palmas a 17, as 4 bo'as.
Santos e esc. Ville de B. Ajrcs a 17, as 4 h.
Bu nos-Ayres e esa Magdalena* a 19, as 2 b.
Santos e esc. Stefania. a 21, as 4 horas.
Rio G. e esc Santelmo a 23. as 4 horas.
Rio Grande a esc. Santelmo a 23, as 4 horap.
Siotos e esc. Crele PMoce a 24, as 4 horas.
Rio de Janeiro e esc. Maranbao a 25, es 9 b.
Maos e esc Brasil a 27, as 5 horas.
A EcdoIrSo de S ott Ooota ura B?m nn-
oaero e ad a-rad >r.;s f. amigos pof toda .
parte e iorgo-o <^ coat'es-sjr q-i "os seus
murit 8 tornaai u'a .- e'.-.n {< h h re mt
poblico ele que t^o aai^e ssloaeote g-
O beinourhecilo *oattativo da > a
Federal da Bapablioa dos Sitados Uad>a
do Bra?-il 'Z :
A Ej>u1o da Sjctt, de oleo e fl-
gido do ba.-ah-u, eon bjrpopboaphitos t
Oaleio o Sodio Vtio jjreheccber ama 1*2J-
>a na noasa fcaarapeati a, paia que.v iaraoi
dos nauitcs vezes etabar-a^adoa p*ra fa-e-
oa noasoa doeutea ingrrir e oca naia
iMipp >rtar uor tilgaii tampo o oleo da fi-
gado de b-cnhi-j Bata (acuna troawa-ae
osia sentvel jaaad-i a<; ir-tav^ do cri^n-
c s P-, b*n, Iva h-j-a depoi' o in-
Mrir*>-q a prim-r* doaa di EraialsSo, pe-
am mata e pToleram-.' s veses, ao
dore. Os ssus r su t^.dcs thnrapeiitiaos
b5o sop-:ri. ra-t to aleo de ligado da la^s-
ih dos bjpapboiphiea, t3i n c-siari'S oa
cnangua. Era s-b na da verdaie pa-.so
prestante e a<8 gno.
Capital /'edrtr^l, & do Boto abro d:
l890
(Awuroad.) D-. LVila A'v^s.
A casa n 21 ra do C >rooel Saaasu-
na, com porta o jinella de f.-c-ot, 2 l-s,
1 qoarto, cosida (ora, quintal murado,
nuda de (rente 3 metroa e 10 oaut.ffi'-
tma a de fuudo II metros e 70 ceotime*
iros, avahad* ero 1.500(00. ferteu-
c* ao Dr. M-r.oal AfltBBto da Silva
Kioe.
O sobrado de 2 ana-aj a. 29 i ra
Maniiea o Hrval, te ido o pavimento
terreo 3 p -r?* do r^iti seao am* da
aseada, bo I.* aod^r 3 jaoeHas de foute, firanda
de farro e no o:t&> 5 jnelU, 2 salar,
2 .u-*noa ooaioiu t'r'.; o eguodo ao-
a 3 jafietfaa <~e Ireut e5 dt^oiiJo, 2
4"a, lotao am
me'.r. s e 'e
e 5 qa.rtoa, (osiba
rrito 8
ahilado em l6.0J0$-0
tllo, me a c
?u'i! '9 'i on,
Her es) a E t- vao Cavrloaata da Alba-
qaerqoe.
A ca- c. 24 u- 24 dn Mnio, cm
2 j;oe!68 h 1 purta dn trente, 2 sal-e, 3
qu>rt<>a, Ooaiuha lt*, meia de tro ita 6
metros-9 5 cen'.ime ros e da toado 12
metroa e 80 centmetro, quintal mur.do,
aviida em S.Oi^dO. % Partaoea a
Aiirdo Vel <-' da B'cb1.
Ana d 33 a r-a to Parquea de
Herval, c n andar to terr%i 3 partae d; Ir ctr, uas d.s
^/aes da isc. andar eom 3 vnHiaa de frente, va-oda
df. irr '! Batan, 6 qnartoa, oo i ia j'a,
da andar c o 3 j-.'- 'lo fre j,
ED1TAES
Carnaval
Djor!em do 0r. pr.feito Beeife, fas-se pabuco para coohemtDto de 'o
MS, o '1lsp)5t0 nis a is. < a 3- rtn lii. 5- ra -,
2-da Ifi mooiCrpul n. 4 (Galgo da Postara.-).
rejalrvaai ate ao Carnaval :
Art. 1- F'Ca proOJbiJ anlar qialoe- p'.'-
saa macara a oas rus :o raaanicpio. .-nuda
noe pt-j> vM.ima a carcter ; os coatr;>eo'.jrea
(n ri) ; >ie tfiul.a eull-eSa 8 das ae
p-tsao.
A t. 2- A proh b gao rio ate' aotero' n&e
como i nende o< t es dlaa ne Carnaval, luj es
cedindo ie 8 tior.-s na no te
Art. 3' Fia p'oOibtao cesto naunicifiao
;,iinaeio t: eotroo con as;o oa outra sa!)-
uocia, d^ qna :u r ita e ra ajan se eajp'e*
aoj ; os lofraelores pagro a mu' a de f e
ion e'So 24 tioras de P'isVa co-recelo a'.
art. 4* Pica i.ro ;-i a vaoiadelim s !-
c.'-ir-, oa cea o-. norrabi;n< lari. tires,
-.,( o neta a-rderea, pagario4J de m.-a.
tnico. E' p>rmiUilp, po- o, iluraoie es.
s'i cea di ia o h iaiuedo cojo papel p. ia io t
biaoafcsa*
Ai. 5 PiJim probibidis a? iasifia< oa
sjriblo-, cojo us> e>;|a privativo de sjoalfoat
u-oorrfCSo ; os ii.f-acu-ei s rio mil Idos ea
30/.
>-c-etara fta Prefaora Miai.lpal do Raer
fe, em 12 d Fevtrairo de 899.
O sesre'ari',
2oiqoim'Jrse P-r-elr R'Ci-.
EDUAL
Alfandega de Pernam-
buco
Por esta repartico e f^i P"b!ieo qaa desear*
regaram dn vapor all. oaa Caryt bi e tr 11
em 15 de Dexembro d i ano p oximo fi ido do:s
volomes, tendo o primeiro a ma'C^ AriR
BSC a o o. 795 e o se^c do a marca L vo-i
ra. n. 3437 ;.(hanao.se a.xboa aeabrados ; do
vapar iirikz .Eup'.o-er, entrado em 4 d* J .
oai-oda (Otp! te ?n:,o irezc-ixasm rea CTM
n 43 48 e. 49, avariaaas ; e da barca iiia. m .
inea Dana estrada em 23 de .'eierchro i.,
nno oassado, q>i l'O caitas com a marca JS5tIf
quebradas e com f-.lta, pelo qu-1 Btlmam.ae os
d >nos ou cons g a a ios dos voluc-s cima re.
ferldos para reqoere-em o que fo- a tem de
seos riireitus no Qm de 8 das.
1." SeCQlo em i2 do Fevereiro de 1896
O chef^,
Maaoel Alves da Silvo.
0]Dr. JoSo Alvares Pereira de Ly.-a,
J jais de direito da fitenda do Erado
de Pernambuco.
'","-Fas saber pe'o [resee qaa no da
21 da Fevereiro do correte araoo oa b5o
de arrematar por wenda a quem n-ais der
em pray* pu lica deste juiao oj boos se-
ijuintoa penhorados por execu^.j da Fa-
zenda Estadoal.
Frogizia do Recife
Um caira d farro existente uo cstabr-
lecimenlo de Machado Lopes & C, ava
liado oa 5'.)0$000. perteuieate aos mes
mes.
A cusa n. 6 a roa do Phsrol, com 2
postaa de ireote, 2 talas, 2 qnartos, oosi-
nh externa e pequeo quintal ceroado,
mel do frente 4 metros o 90 oentime
tros e de fundo 12 -etr a e 40 cntimo
tros, avadada em 600 A-ito o Ferreira da Silva.
Fregueuia da Santo Antonio
A o ana u. 12 na Travesea da Virar;Bo,
oom porta e jaaella de fronte, 2 aahs,
1 qaarto, cosicLa fra^mele de fronte
3 metroa e 40 centimetraa e de fundo
8 metroa, 60 centmetros, quintal mnra-
do, avaliada em 8000000.
Pertaoce a Aguida Amelia Pontea.
o re.
6 qa.rfos, eeaii ha i ; <> lereiro ander
3j lias de frente, '! Beles, 6 q artos,
aj .' oterr-a. raede de f-ente 8 metroa
fendo 20 dt nuinul t r-io,
lado ara 20.0 0Xs). Perteeea a
Delfiea <- 8 :.* Da a t .
Pi gi i z n d H o J
O sobra. o l andar 28), raa
do Cortnl >a>auaa, tendo o pavimento
terrao 1 jaoalla di freota t> 2 prta,
teado l '
raba mt rn -., eo primeirJ odJ* 3
jen Iba de tracto 8om varania, 2 s-ia,
1 qoertoa, oostaha, sotXo, 2 quaKoe, 1
si tiraet-oae da ta di 2 metros e 40 eeat>
m-tr', qiintal murad") a-a i8do em
10.0005000. Parience a Evariat.. MB
des da Cuaba Aajveto.
A oaaa da pnlr* e cal o. 1, raa r;aa
)b Vlo'oria, cora i psrta ds rete. I sata,
i qoarto e cosioba atero*, moie da
freaie 3 metroa e 31 centoetroa e da
fiado 4 aactroa e 70 can'.imetroa, qaiatal
morado, avaliada en 405000. Porten-
ce a Lauriaua da Albuquerpua Lina de
Sarros.
A casa d n. 2 a Traveesa dos sfar-
tyroa, oom 2 portas ds freat-s, 2 sdas, 1
tiaarto, aos:nha interna, ined" di freute
5 roetr.s e 10 caartiuaatrea e.'d tundo 6
netros e 3J Ooetinutroa, avatida em
5'JOOOO. Portejoj a FrUotO Tavares
ii ra.
A oaaa n. 2 ra do Ipyrang, com
p.-.r-peito, fronte de 8fu!ejo, pota e ja-
tela, 2 6alas, 2 quartos, cosiah^ a,
meda do rent9 4 nactroa o 4o ceat'.me-
tfOi e e uado 18 metroa, quintal mu-
rado, av.ada oca 3.UOfiOl. Parten-
C a Jos Haia do Jes&s Mu'ia.
A cisa n. 8, a raa dea Pescadores,
com aorta e jaoea do trente, 2 salas, 2
qcartoi., coviiha fra, modo de frente 4
m9'ro* e iO centiaetros e de faodo 14
metros e 15 ceotimstros, avallada en;
1.5^OS00O Pe.-teaoe a Iroidade de
Saata R-t de Casia.
F.-egaesia da Bi Vista
O sobrado n. 71 a rus da Aurora,
teo-'o no pavimento terreo 1 larga corta
o 6 jantlias de frento, das qoaes 2 com
grade de ferro, ividido em diveraos aa-
13 s, aa'ctis e qaartoa, coainba e saguSo
no centro, granla quintal murado, meda
de frente 17 metroa e 40 o-ntimetros e
da funda 25 metras o 20 cent-metros ; o
priuaeiro aadnr tem ds freat? 3 itrga
porta e 6 janellas c va varanda da ferro
em tod-.s 2 graod-.e si.Sos e 1 qaarto
para toilet, avaliado em 30.000/5000.
Pertenc3 a oathilda Alvea Guerra.
Fregueaia da Qrt ca
A casa de pedra e cal n, 4 D, a ru*
das Oreoula^, oom poita e jnnella de
frcn'e, parepeito, 2 salas, 2 qnartos,
oosinha fra, mede de frente 5 metroa a
de funda 8 diles e 20 o-ntimetoi, quin-
tal cercado e CMHba avahada, em
2.0003000. Perteaje a Ouilherma Pe-
reira BsStr.a.
Fregueaia da Varzea
A casa de taips n. 1, no logar deno-
minado liba, oom 2 portas e 1 jane lia da
frento, 2 salas e l quaro, cosinha intern,
mede do (rante 7 metros e 70 centme-
tros -s da fondo 7 metroa e 30 centime-
tro?, avalada em 2000000. ?ertence ao
D-. FranoisiJ da Paula Corris de
s\raojo.
A eaaa da taipa n. 31 di Fstrad-i daa
Barreiraa, com porta e jane la da fien e,
2 salas, 2 quartos, eoainbu, puchada e
quintal, mede de frea'e 5 metros e 70
ceetimricroB o de farda 8 metros, terreno
rendeiro, avalisda em 150J0OO. Per-
tence a Agosti?ho Fel x do oaario.
E para constar pasin se c edital e na
forma da le.
Dado e passado nesta oidade do Recife,
aos 12 de Fevereiro de 1896.
Eo A'fredo Diamantino de Torrea
Bsudeira, escrivSo o escrevi.
Jlo Alvaros Pere'ra do Lyra.
Secretaria da industria
do Estado de Peruazubu *o
em 11 de Fevercire de
1896.
1.a Directora
De oriem do Sr- Dr. secretario ic-
trico dos Nug-cio3 da Iedostria fco
pnbltco qaa os proprieta ios das us::as
aubvenoicnad^s p.lo Governo do Estado
sao intimados a, dentro do praao de Ift
dias, a contar desta data, a entrar para o
Taca .aro oom a qaaatia de treaentoa mil
res (3000000), c rrcsponteate ao pri-
meiro aemeBtre do cerrante anao, que se
destina ao pagamento coa honorarios dos
engenheiroa fiscaos enoarregadoa da
mcpacgSo daa usinas, conforme o diapoa-
to nca arta. 22 e 23 o Regulamento de
5 do Agosto de 1895. e claasulaa dos
respectivos contractos.
O director-geral.
Joao Dioia Ribeiro da Canha.
/


i<



tv
Diario de Pernambaco Quinta-feira 13 de Fevereiro de l&IMI
5

Aviso
Fax-se publco aCB bbaixo relaoions-
doa que, teodo de ser remetti da
20 do oorreute, para cobranza executivh,
a coota de satis debito, relativa ao ira-
posto de 40 r e aos exeroicioa de 1894
e 1895, podero nos 8 da* anteriores
f*ier o pagamento a b.cc* o cofre, oa
Contadoria da Prefectura.
Paira Valonte & C.
Ferreira Ro-lrignea & C-
GuimarSe &, Vlente.
Joaquil Ferreira de C-rvalho & C.
Fooscc* Irrf'SoB & 0.
Figoeiredo Costa & C-
Candido Ferreira GacaV.
Companhia de Paoricc6o.
Alvarea do Carvalh- & C.
Coelbo Pinto. u
JoSo de Aqumo Fonaeca,
Joaq-i m Guedea Vaieite.
Amoro Fern n es & 0.
Bordes & C.
E. Biluo.
Paulo M. Poreira Mooteiro.
Dr. E. do Prado Soixas.
Bar2o de Fr*Xf rus.
Joequim Alvas da Si'va Smtos.
B. de Siqneira l<'*stro.
Braa Silva & 0-
Mano; I Lopes do S.
Sipuritcp.
R." Drosina.
David Ferreira P Saltar
The> Juat.
(Xotadoria da Prf-iitura Mam pal fio
Recifc, 11 de Fevereiro de 1896
O cantador
Ge mine J;s da it:=a.
d' c lc,imen*o
d t i ua da
Pagamento
de parte
V'C. ria.
O Proteio do Montepo do R-cife
ma-.dH fa*a? publico tos j.r .prioarifs da
apracitach ra* que :o {.-nao implore-
gavol de 30 oiai, contados da data co
presente edital, aVerlo vr recolher bo
cfre monieipai a importareis do ealga<
mecto feito, ealooludo n= lalo de 15 %
sobre o valor loca'ivo dos respectiva
predios de conformidad* cm o d.spoat--.
no 70, art. 1.*. do crcacnecio dv l8--*5,
quacao f-ji feito o referido caleament--.
N. Nomes Importancia
$ Manocl Gocca'ves Mar-
ques Ftrrera
fi A Manoel Tavares dos
Santca
L>urinQ Albuqu:rque
Lino BirrcB
A mesroa
A rseassa
A nsestLa
A meema
A n es re a
G Fabrica de camisas
D. Lt.it ana A'b-iqner-
qde Lino Bjrrs
1 A
B
C
D
E
F
595850
S7800
285350
28.5350
284350
28(5350
288350
2^50
565700
L138400
Koia
427,5050
CooUdiria Municipal do Becife, 11 de
Fever iro dj 1896.
O eontidcr
Germino Jos da Rosa.
"'EDITAL
Alfandega
Recotiniento da estam-
pihas do imposso do
lamo.
De ordem de Ilustre Sr. Coronel Dr.
Inspector dee'.a ReparticSo, tracscrevo
para cucberi rento dos interessadoa, a
Circo;-r cimamente recibida s- bt* a
reeolhimento das o!t;mpilbas do imputo
de cersumo do f Jto".
c Circular n. 5 Minutario dos Ne
gocir.B da Faz?nd. Rio de Janeiro, 13
de Jato ro de 189;. /.fian de evitar le-
clamare* q- er da parte do cammeroio
desta capital, quer dos Estados, declaro
acs Sr chics das ReparticSes subordi-
nadas a este Ministerio que Asa marcado
o praso improrogavei de 3 meses, a con-
tar da data da pub!ic;8*o desta c rcuhr,
para o reeolhimento dt-s estampilhas do
impeato d i consamo do fimo ; fiado o
qcel cenhue valor nuis terao.Francis-
co de Paula Rodrigues Alves
3.a S.ccSo da Alfandfga de Pernsm.
huco, 10 da Fevereiro de 18J6.
O ebete,
Mainel Lete Pereira Bastos.
"litaT
Per cata reporticSo se fas publico para
eoabeeioento 'o todos q-.e durante ca
tres disa o chaval deverSq ser obser-
?adas ea presripsoaa seg&iate, incor_-
ren o i s inliactores as penas do art. 135
do C d. Pen.
1.a Fioam proh.b do3 os bailfs c r-
nava'esocs a'a das 2 horas da madru-
gada
2.1 lis metmes bailes aa peasoas que
estiveem cm m!6Caraa deverSo tiral-EB
a me i uoite e ra ruaa a 7 horaB.
4 SSo rbfolutauieote prohibidas aa
allt;; tff- .61 vas, pv^m ellas de roas-
earsf iol d s oa de clubs carnavaleados,
qoer
2.a Ai qos nSo forera orgaoisadtB
de tciordo cora l- presente Edital ;
3. Aj qa? ae baucarem era preyo
de outras propcst.,t ;
4 a A*rirnida por peasoas que j
tcham deizado de cnmpnr contractos
com esta Reparti^So ;
5.* As que n?o offerecerea ea ga-
rantas e qualidadca exigidas nttto
Kdiul.
Savaado cues ou mais propeetas em
ignaldade de cndilo' B, ser preferida a
dj coecurreute que meiborea provss de
idoneidades olereoer.
Os concurrentes devrSo, alem desse
idneid ouySn d-a obras, indicar o logar de sua
residencia.
h :nr>um concurrente sera, admittido a
cor curren sta sem que prore btver depo-
sitado na Tbsaiur^ria desta B-pa ti-
co a quaut'a do 370)5000, iinportauoi-
(Ue per Jira s:, escol lila aua propost
e convidado pira asei^nar o o^ntrcto a
isti se recusar.
P,ra boa garar.tii da exccurEo do
oostra to, depisi? o coorsct*nte no
Theaoi io do E'ad' urna caoyJo que aera
ptevisoMote arbitrada por e6?a Direc
toria.
N-ta Repartido rst^rSo a difpooi^io
doa Sre. cimcuneaie?, d^a 10 as 3 h;r.8
da trrde; o oicmeatj o aa plaat-s res
pe! ivp?.
Recfe, 8 de Feveie.ro d* 1866.
A. Urbano P. Vtonieuegro,
Direct r-gertl.
So
1 3, qoer a part ja-
lar??, el s e.; o? |j8ai aria ou ra-
ligi.;?. t.
4.a &' czpraaa nenio prohibido o ero-
pre; e Pgna f teja de one calureaa
icr t rn aasim de gorrraa cu maaaa de
trigo.
Seci r da Queatira Policial 11 de-
Fe? 1-98.
O qnestor
J. F. Nery da Silva Filbo.
~DTAL
S '.ra da I&dastria
&.' Directora
F 5 ,.ub!ico, p.ra conhecimento des
inte 'a ja, que no da 22 do corrente,
a 1 orada tarde, recebem-ae nesta Di
raotoria proposas ca cartaa fechadas,
devid,-cente selladas, para que r.3.tara as diversas pontea da es-
tradr, da cyanna, orgados em raie
7.4'58100.
As propestfes devem aer eecriptaa por
ex'enso, sem rasare, emenda oa vicio de
qualqner especie, sen'o rejeitadaa as
Secretaria dos Negocios da
Industria
3a directora
Concurrencia p*IIca para a
Es(ralade Ferro do Heclfc
a I amb.
De ordem de S. Esc. o Sr. Qoverna-
dor do E*t*do, hZ-se publie que rece-
bem es ne&ta Directora at o dia 15 de
Fi v-.-rt-Ko prximo fdtaro, ao meio di ,
pro^osUs em cartea fechadas, duvH; -
mrnte ee-das e p s'.-^".-ds, rotulttd>s
t x'ernam-ne Prop* staa para a Estrada
de F--rro do R^cife It.mt ara con-
stru c*o da meaiaa Estrada de Ferr,
nfse Fb 'do com a extentao total ->e
132 k los 500 raetr.e da linha principal.
son tud b bubs dependencias, matentl
fix> e rodaste e de .cjcrdo com aa bases
segoiatea:
Os propnpentee dev&a declar r era sna
propona que tomarara conhec.o a
condieSea geras, espcclficac5ea, or^amen-
toe, pl>.nt a, perfs e jrojictos das obra
d'ene e edrficios, e mait doc t; sois a-'i a po'o engenbeiio civil Jos n-
tooio Barniva Jnior, j approvados pelo
Kui:. Sr. G^vernador a que aa aceitara
nteiramante.
II
Ca -a proponerte devora declarar igual-
mente :
l.8 O praeo do privilegio que selici-
tom e findo o oual rvortcra a Entrada
sem ind< raoidaco alguma ao Governo.
2. Oa praaos de tcmego e cocclus?o
d s obvae.
5. A import acia da subve-cao bi-
loaaetriea em apoliao do Etado de
jaro de 7 *|.
4." A iojp'rt-incia do cap t-1 fixo
escaato para a ccns-ruccSa da Es-
trada.
5.* A taxa de jaro qae o Estado dj-
ver garantir sobra o refjnlj capital
txo.
DeverSo igualaente juntar documentos
comprobatorios de ena idooeid- de e ha
bilita^Sas part a corstrcccSo das obra?.
III
Cada proposfa deveri conter a indica-
da residen ia do propocente e ser
.-.c > rapan hada a'um ccalecimeoto de de-
pisitJ a ordem do Ex-n. Sr. Qovemadcr
do Esado, pt-11 < de ia (10.0005000) era diebeire effeo-
t:vo ro Thssuro do EsUdo p: ra g-rantia
da a 8'goatura do ecuticto, no ca^o de
sr acceita sua prepoetr, e sem cujo re-
queaito cSo ser a mesrea tomada em eon-
sidertQao. Esta cau^So ser restituida
aoa proponentes cuja propvsta n?o (or
aoceica-
IV
O proponante que receber, aviao cfflsial
p r eaoripto de que eua propoata lora
acceita e recue.r-89 aasgnar o con-
tracto dec'ro do prazo de 30 diaB da
data do rrfecide aviso perder ipeo facto
todo tireito referida qu-ctia c'e c'ez
centoa de rie (10.0008000) qce ser ra>
colhida aos obren do Etado como receita
aveotaal.
V
Deatro doa reerid. a 30 dias, o propo-
aenti coja propostfl for preferida, depo-
sitat no referido Thesouro a qna.jtia de
viote contoa do roia (zO .0005000) prefa-
aendo com a quantia cima mencionada
da dez contoa de ris (10.000)5000) f
pugHo toUl do trila contoo de ris
(30 00^)50 0) pf-ra grntia da fiel txo-
cucSo do co racto.
O re.'orgo da garar.tia peder ssr
prestado em apocea da div.da publica
do Etttdo ce'o sea valer Ci-mira.
O propasante caja propjita tiver tido
acceit- e i'8o effecturr o retorno da c-.u-
el ros mencionados 30 dia^, perder o
direito ta'ito aesign-^tura do contracto
Ciao gorantia re dez oootGB j presta
da e o Goverao fi:ar livro de proce ie
como er.teader.
VI
O Goveroo fica iivra de acceitar a pro
posta que entender pr ferivel oa de nSo
acceitar ehorra.
VII
O cootriotan.to iu'etJ-iB-r c G. ver-
r o o Eatado da importancia despendida
c~m os estados, projectoa, orjamente
e c.
Achamse adiaposigodos intez-eesados,
para serem examinados, nesta Direct-n
aa plantas, perfia, projectoa e typog das
obraa d'arte, edificios, etc. aaaim como ae
condicBeo geraes, especificaf5es e mai
docameutoB constantes do eatadoB organi
sades pelo engenheiro civil Jet Antonio
Saraiva Juaior, e que aervem de base a
presente concurrencia publica.
que ae resentir.' das segaintea faltaa : Beoife, 26 de Dezerabro de 1895.
1. As que eacederem os precoa do I A. Urbano P. Montenegro,
orcameutoj Direitor-geral.
Editsl
Thesouro do Estado
de Peraoibuco
Da ordem do Sr. Dr. Director Goral
n em virtade de autor'sacao do Sr. Dr.
Secretario da Faxenda, faco publico q>je
ae aoba aberta nesta S'-crotarie, com c
praso de 15 das, a contar deata data a
inseripc&o para o coccarso do cargo de
3.* tffioial da Sub-Direotoiia da Contabi-
li 'ade da.te Thesouro.
Os candidatos icecrip^Io "deverSo
apreseutar bu"-b peti^Ses at o dia 21 do
iorr.-nte mea, devendo ser rigorosamente
ibeervadaa aa instruccSes abaixo publi-
cada?.
Inelrucc.5oS para o provimento dos car>
gas da Secretaria da Fazenda do Et-
t*do.
CopBPalac'o "do Governo do Estado
de Peraambuco.Em 22 de Aoril de
1895.
O Goveroauor do Etado reEo'.ve ap-
prov: r as presentes Iustracc;8-?B para
xecucSo doB arta. 69 e 74 do Reptil:-
ment da Secretanu daFcZend-i de 20 de
Novembro ultimo.
O aicet8rio do Etta-Jo doa Negocxs
da Fazeuda aseim o tenha entendido e
laca, txacutar A'exandre Joe Barbos
Lima, Pedro Jobo de Oliveira Pernam-
baco.
t Iaetruecfas a que a<> lefere u decre-
to sopra :
Art. 1.- O concurso para oa logares
de i"greaa n*B RepartijSes de Fnzeada
eor, durante 15 dias, annunciado pelo
Director Geral da Secretaria respectiva,
de ordem do secrGiaiio, apena! se vsrfi-
que Vga.
Art. 2.* O caodidto reqoerer ena
iaac ipjSo provando Ber maioi de 18
annos, ter morahdade e o mais que jul-
gar a iavor de seu direito.
Art. 3.* Sob a presid.-ncia do director
geral oom6carao o* exames no ia desag-
rado, constando de leitura, anuly-e
grammatieal, ortkoprapbia, lingna tran-
ctza, hi-tori' d3 Peraambuco, DOtS.s de
geograpbia, sobretudo do Eetado, frith-
metioa, algebra elementar com ts Bas
apphca^-Ses ao commercio, ccr eapeciali
dada a reduccSo de moedas, pesca e me-
didas, clcalos de, descontcs, joros sim
plea e coenpostos, aoiortisa^So e enneid -
des, theoria de cambio Boas applicacSea
e theoria de e;eriptnrac8o mer an'i', em-
presMisrs e ttulos de divida publica.
Art. 4.- Os progran?m"s eer2o for-
mulados na cccaeiao pelos examinadores,
nomeadoa pelo Becretario, em numero
sufficien'e.
Art. 5.' As pro vas escripias de cada
ater serSa dad-e e c-inoluidas no
nesmo dia, tem intrirup^S".
Ser inhabilitado o candidato qu- nao
tiver boa ltttra.
Art- 6." O mismo ponto cera na pro-
va eticriptp, desenvolvido por todos os
concorrectea, em papel rubricad-) pela
Cjn.miscSo examinadora.
Art. 7.' Ser ptima a prova qne
alea de completo dusenvoivimeoto, nSo
contiver erro de especie alguma ; boa a
que, regularmente desenvolvid, n8o con-
tiver propriamente erros, mas eqmvccos ;
grffrivoi, a que coutiver erros de pouca
importancia e n a qua contiver erros
grf.ver
Art. 8.* Ai provas oraea serlo fetas
por meio de arguigJo a cada examinando
do per si sobre pento torteado, n5o po-
dando cada urguente exceder de 30 iri-
nut'-b.
Art 9.- Cada examinador linear nss
provaa eteriptaa ea oras que a sea juiao
merej rem. juotificandj as quando bou-
ver discordacc;a e escravel-ao ha, bem
c mo aa notas das provaa oraea, em um
mi-ppa fornecido pela repartido, ,no qual
por 3 sei So designad s as cptimas, por 2
as boas, por 1 aa toffrm is e por aero as
ms. A no.a m nullifica o eaame.
Art. 10. A prova tscripta de arith-
me ica consistir em respostas a 6 que-
sitos, 3 praticos e tres theorieas sobre o
pojto sorteado. Cad ^ solucSo tora urna
i.ota figurando a media nos msppas.
Art.ll. De um mappa geral consta
r a media das notas de todos oa exami-
nadores sobre cada prova, searpre que
hoaver grande divergencia, prevalecendo
a m>iorift no caso contrario.
Ait. 12. Terminados os exsmea pro-
ceder-se-hi c'asBificocSo da maneira bc-
guinte :
Multiplicados por 3 os numeroa que
presentaren as notaa de arithmetica,
alt'obi, Isitora, analyse graromatcal e
orthograpbioa consta-tea do m3ppa geral,
por 2 .b d" geographia e historia e por
uu: ca de freccez^ e soramdoa os pro-
ductos respectivamente' a cada 1 dos
concuirentes, oceupar o primeiro logar
oque maior numero de pontos heuver
ob ido e naaim por oante.
Art. 13.* Doa exaraee feitos no mes-
rr.o dia *o lavrar, em livro especial, qce
devora coater o que se referir aos con-
oorsoa a principiar pela traDscripSo das
presentes iLi-truCcSea aaia acta cineciosa
da qial o director geral enviar copia ao
secretsrio, onnexando a lista des osndi
ditos com o numero de pontos obtidoa e
ministrando informases sobre o ro>
cesao do concarro relativamente a tndo
quanto posaa intereesar eecolha o so
dv>ua oa m&ls dos referidos eandldatoa
tenbaaj rrido col'cadoa em um t logar.
A't. 14. ScrSo preenebidas pelos can-
didatos epprovadcB no concurso u que l-
timamente se t.ver procedido, na orden
da claasifiseslo, as vt gas q^e o praao
da um anno ae vericaiem a contar d>
dt- em qae hauvercm terminr-do ob
respectivas xro.?.
At 15. "Somonte esgota^o esse pr. o
ou a liau u a meamoa can-idatoa pr-'Cs-
der-e ae entao, a diSjc:ic;S do art.. 1*.
Art. 16. Revog^di aa disposicS^B cm
contrario.
O accretsrio,
Pedro Joe de Oliveira Perusmbnno,
Secretaria do Thercuro do Est to de
Psrnambuoo em 7 do Fevereiro de
1896.
Servindo de secretario,
Epamiaindaa P. Bandeira A, de Vsscon-
oellos.
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01
*.a Hcc^o1.a lreclorla da
Secretaria da I>-stlca Em
11 de Fevereiro de 1896.
EDITAL
De o-dem do Sr. Dr. Sncretnrio da
Jastica fajo publico que, com o praan
de 8 dias, a contar d data deste ediUi,
recebem-fle, nesta Secretaria, propostaa
em cartas fechadas e selladas para e for-
necimento de cinco mil metros de algodS^
meaclado nacional, para vestimenta dos
presos pobres da Caea de DetecsSo.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
Secretarla da fusllca, Nego-
cios Iisferiores e Instruc-
co PnMlca do Estado de
Pcrnambueo, 4 dj Feverei-
ro de 1886.
Segunda Directora Segunda Sec3o
Edita!
Os ordem do br. Ir. Beoretario
fajo publico que fica liberta p^r espaci-
de 15 dias a coat r de naja, eoncorr Mi
afim de aercm apresactavusa propoataa,
cm carta fecbada, para o fornecimento
oarante o correte anas dos artigo
abaixo deelaredes, necesmios ao expe-
diente e consumo deata oecietiaria e do
repartieSeB da mearas dependentes.
Acool a 40.8
aui de gatba rara ;. S s
3rabante grosco c fino
Clcheles de metal
Copos de vidro fino
Cdcos de ag-.tba
Cestas de vime par papel
Caivetes do, differentes qualidadea
Caetas idem idem
EQvelopes*brnooi de differentes tama-
ntios, formatoB e qaaiidad'B com e
sem inacripcSo para cartas e officios.
E .c -'.rr.. ^o.-a
E c.-.r.-a'eiraa de agatha
Espanador< s de penna on de palba
R'scovr s para limpr mesas
F b do coree.
Puradores de ac
Gomma arbica liquida
Dito em caroco
Jarra de b.rro de differentes aminhos.
Lapes pretoa de Faber ns. 1, 2 e 3
Ditoi de dees core?, azul e encamado
Ditos de usa ( cor
Ditos de borrbchs, Faber
Lacre vermelho Maoria
Livrcs em branco numerados, ('e papel
pautado de differentes qualidadea e
formatoe, contendo 50 a 500 ro:his.
D'oa de papel de lioho, branoo ou tznl,
pautado, de 50 a 300 fohts turne
r--dh8
Pencf s '90 de uiffirenteB fiibricantes
Pest a oleado
Dita de cooro para conduosSo de expa-
diei tt.
P de agatba para cinco
P;pel rosado pautado, da d-ffe e 'e?
qaulidsdea com 00 sera insc-r p "
Papal branoo pautado de differentes qna-
iidadei, com ou aam inacripcao.
Dito almuijBO pautado para copias
Dito sem pauta
Dito 1.raneo pactado de differentes quali
dades, para mappua
Dito da meama edr, cartonado para pa-
tentoa
Dito de licho braneo on aiul, pautedo,
com ou sera insoripoSo
Dito do Hubo inglea para litlos, cora on
sera i&iCjip$So
Dito braneo de differentes quslidades
para cartea
Dito pardo ro verde para envoltorio
Qaartinbss de barrro
Raepadeiras de ac com cabo de marfim,
csso ou madeira.
Regaaa de bano chatas de differentes
tamanhoa e qualidadea.
Regadoros de fiandres
Sabonetas finos e extra fi ',:?
Tinta preta e de.oaraa de differentes fa-
bricantes.
Tioteiros de differentes qualidadea
Ti/opaecs
TeEour.-s de reo para cortar papel
Toalhas felpadas pera mZoa
Vasi>aras 1 meri :-n b
O fornecder, alem das t.brigacSaa e
t pilladas na legislacSo em v gor, ic su
jeito r-B 8'jruii.tea :
(a) Oa pedidos eerSo prompt nente
aviados.
(b) Oa arri joa d3 qoa fr-.t>i o presen-
' edita* deverSo ser d b a quaMdade.
(') H a" Booeitario '8 objectfis qne
terem ideo icos s hnx ttr a patirSes
i.reaantdoa, o quaes ic r''> > rebivodos
seata secretaria.
O d rector,
A. Gcmea Leal.
Repan
te
ti gao geral des
legraphos
De ordem do Sr. Director Oeral dos
Telegraphos, fajo puo'ico que no dia 20
do corrente, aa 10 horas do dia rectbsm-
se propoBtas em cartaa fechadas e debida-
mente selladas, para o fornecimente por
contracto de 600 postes Je madeira para a
conatruCjSo do ramal tclegraphico'de Pe-

^--..-----tr>.----,--- -U- .---:.


.J* -


o
Diario de Pcrnambnco Qninta-feira 13 de Fevereiro de 1S

qoeira o Buique, da acaordo cotn as con-
dic,5es abaso publicadas.
Cada proposta dever vir acompanhada
de om conhecitneuto de deposito da
Jnantia de lOOtfOOO feito na oaiza do
iatri :to, perdendo o direito de levautal-a,
i preferida e proposta, nao for ella ai-
igurda psr qaem a ttver aqreaentado.
Oa postea terfio as segaiates dimen-
3es:
Seis metros e viute centmetros de al-
tera, sendo om metro rolico e cinco me
tros e vinco eentimetros lavredos : a
pass;igia da parte roliga aqra a lavrada
e far por rano das qiutro facis cham-
fnda*.
Na b:sa da parte lavrada terSo v nte
cettim slr de esquadria, ajabande o topo
m pyrsmide de 15 cantsmetros de aitaree
da basa at a vertive da mesma.
SerSo divididas em 2 clases, das ma-
deiras segaintes :
1.* Aroreira, pi d'aroo rox<\ barsu-
*?, pa trro s maesaraadub;
.2* Supucaia e sapucairana.
III
Todca os postes devem ser perieita
aacLta reotos, bIm, isentos de braceo e
de qa sqjer outns dtetosj como ten-
das, r.i caaoadcB eta.
IV
O praao total pora o fernecimeoso doB
postes s*ide M me*ei a contar da data
da a-aigav- ura do coutracto, regalando o
forcjimeotj da 300 postes por mes ;
sendo diatnb udo pelas respectivas covss
entro os postes ligar-so.
V
O re. cabimento dos pontos ser feito
logo d-pois que entes forem distribuidos,
e cediute aviso do inspector, fiscal do
ervic", c qnal preceder a conveniente
?erincrcao, t acceitt-ndo aqael'es poste*
que estivercm nal cocdicSes da clausula
II.
VI
O pagamento dos postes ser effeetoa
do no esenptorio dn distncto, a medido
qu-; for-'ia elies recebtdos e a visto do
at testudo paseado pelo inspector fiscal d
ervi',0.
VII
Parft garanta da fiel esecucSo do
mesma contraoto depositar o contrae
tanto cu cixa d distric o em dinheiro
ou apoILes da divida publica nacional,
nmi caucio corrcrp xidente a 30 '[, do
valor do respectivo contracto.
Esta carcho 16 ser restituid-\ depois
d: concluido iodo o forneoimento, des-
eo todas aa multas em que t'Var incor-
lido o rcesso coatractante, em virtuae
de clausulas.
E-ciiptono do districto telegraphico de
Pernscabuco, 8 d* Favereiro de 1896.
Annibtl AzamOnj* Vucaeora,
Engenheiro-cnefe.
mandei passar este e biib doas de igoel
theor, que ser > pablicadoa e affixadoa
na forma da lei de ouja sffizacSo o por-
teiro doa auditorios lavrar a competen
te oertdSo p.ra ser junta eoa respectivos
aotca.
Lado e passado nesta Capital Federa),
aoa 21 de Janeiro de 189o.
E eo Antonio Lopes Domingos, escri-
vSo o subsorevi. Jaetano Pinto de Mi
rauda Montenegro.
DECLAhGOES
i:om?anhia
Industrial e ommercio de
Estiva
(Em liqotdec'o)
na sntlga fie deta Companhia, scham ee
a zpostcao dos Sra. accionistas o balaoco,
comas e ufo mais qoe seja nec fssho rara
quaesqoer ino-micO s.
Recite, 15 Oa liqui?n'.e,
JoB kaqotto Diis Ferondes.
AngoMo de Oliv ira Maia.
THBATO
HOJE
de
Quinta-feira, 13
Fevereiro
Successo Garantido!!
Segunda norte
DO
Bonds para todas as li
nhas e trens para Caxn
g, Apinncos e Olinda.
EOI'IML
De convocado
O; eredopea da Cmpanhia Promotora de
In norias e Malboramentos, em li-
quidbcSo toreada, para reunirem-se
na sala dos despachas deste juizo,
ra da Constituiofio n. 47, do dia 20
do prximo mas de Fevereiro, ao
meio dia, afim de verificare o os ore-
ditos o, t-pp-ovados, delioerarem so-
bra concoro ta, Be for offerec da a
respectiva proposta, 00 proseguirle
nos termos da !iqaidacSo dtfioitiva da
mesma Corop n >ia.
O L>r. Cuetano Pi lo do Miranda Mnn
tenegro, j-.ii da C mar omtsercial do
Tnbuuai Civil o Chuiinal da Capital
Federal, ete,
Faz sfeer aoa que o presente edital
de coavocaclo virem, que correndo por
eata (Jamara Cemmercial do Ti ib nal
Civil e Criminal da torio do e crivio que este subscreve, c
processo da liquidu^So forjada da Com-
panbia Promotora de Indostrias e M-
lbcramentos, era por par e dos syndioos
foi apresectada a peti^So do theor se-
guinte :
Illro. Exm. Sr. Dr. Montenegro, juii
da (Jamara CommercialDiaem os Ban-
cos da Bepublisa do Brasil e Iniciador
de Me.'hon m-nios, aynaicos provisorios
da liqaidayfto feriada da Companhia
Promotora de Industrias e Melhoramec-
to, que tendo ] sido offerecidas as ar-
recad i3es de bees e o ezame o demais
trab ihos dos senhores peri'oB, nomeados
dor V. Ese, eSo es termos convocar-ie
por edities os oredores para a reuoifto
em qua ae deliberar s tiquidacSo, fiaal
da roeEma sompacbia.
Asaiui, requerem e pedom a V. Eso.
deferimanto.
Ro, 10 de Dtfembro de 1895. Ulyssfs
Vianna.Saccho de Barros Pimontel.
E avam duvidamecte inutilisada8 dus
estampabas no valer total de 220 reis.
So 'r* o que prefer o seguinte despe-
cho :Convoquem-se os credores Bp,
10 de Desembro de 1895.Montenegro.
Em vir.ude do dito despacho ae paseo :
o presente edital, pelo tbsor do qnal a2o
oonvecades ca ere lores da Companhia
Promotora de Industria e Melhoramen-
em liquidacAo toreada, para reunirem-ae
na sala doa despachos deste jnrso, ru-
da ConBtituicSo i- 47, no dia 20 do prc;
zimo mes de Fevcre?ro, ao meio dia o
afim de verifioarem os crditos, e, appr -
vados del'.b- rarerr* e< bre concoidata, ae
for tffereci la a reepeotiva proposta, ou
proieguir-ae nos termos da liqnidtc'o de*
finitiva da mesma companhia.
Advertindo que nenhum creder ser
admittido por procuracao qua oSo tenha
poderis especiaes para o acto ; qne a
procuracSo nao pode ser dada a pesaoa
que aeja devedora i mesma Companhia
liquidanda ; que a procarB$lo pode aer
por instrumento par icular ; que um s
individuo pode representar diversos ore
dores e. finalmente, que nSo compare
sendo ser ser considerado adherente
i, reaolaco qne tomar a maioria dos
Tctos dos credores qne oomparece-
rem, ama ves qne sobre concorda
t representa estas dous tergos do valor
total dos crditos a ella snjeitos, todo de
conformidade com o ar,. 179 do decreto
o. 434, de Julbo de 1891, combinado
com o nrt. 842, 2.a per te, do Cdigo
Commercial, modificado pelo decreto n.
3065, de 5 de Maio de 1882 e mais
djsposi Para contar e ebegar a nolicia a todos

abo Telegraphico
do mazonas
Tendo-se inaugurado
hoj a esta^ao de Man-38
de Cabo Subfluvial do
Am&Zv-jits, a Companhia
Western ni Brazilian
Telegraph Kimited aceita
telegramms para aquella
capital.
Recife, 10 de Fevereiro
de 1896.
Banco de hernaoibuco
DIVIDENDO
Sao fonvicT'djs os Sr.". accluolsins a v'rem
re;e<-ero 13 di<>Id>ndo d anas srces relativo
ao semesire de Julbo a D-zembro d** 1895
M i&o de 10 i. ao amo e ao mesmo tempo um
bo m de lU00 por acao.
Recite, 18 de Jctlro de 1896.
O secretarlo,
Antonio Francisco Pereira de Carvtlho
Gotupanhia
DE
Fiafo eTccidos de Proambuco
Em vrimp do a 1.16 do decreto e t7 de la-
oeiro de 1890, acnam-se a dijfcslcio dos Srt.
ccirniaiaf, t o etcnpiorio da Compsnbia ra
do Bota J'foi n. 42. andar.
1* Copia do t.si.-nco.
2 R"Ic5o nominal do? acclodiglsg.
3 L'3ia das transierenj deacjoja do auno
Qndo
Reeife, 10 de Fevnuo d 1896.
O director fecretario,
Jo^ Jjo de Amonui.
Babia,
Banco de Pernambuco
De accor o com o art. tS do decreto de 17
de Janeiro de 180, part laau os aos 8rs. accio
oisias, que se ixbam oa sie decte Bsnc >
-oa discos cao, oa regmotes do. napLtcs p^ra
serem examioades :
1.* Copla dos balsncoa.
i.* RelEcV.) notuiriai dos acci nlsfs.
3.* L'.sta das iraDferenciaa de ec6es dorante
o anno.
Heoife, 28 Janeiro 1S96.
O eei-relario,
AntT F-annaro Pere-ra rfe Carvilh
Instituto Archeologieo e Geogra-
phieo Pcrnaaibocano
Sabbado. 15 do correle, hora do ccetn-
me haver sessai especial para a eleic&o oa
me--a aftarioistrativa lo crrenle anuo social de
1896-1897.
Secretaria do Instituto, 12 de Feereiro de
1896.
O 2* secretarlo,
J, D. Codeceira.
Companhia
DeTrilhcs (Jibanes de Re-
cife a Olinda e Beberibe
AVISO
Cootioo^odc a gr.nde ii.ixa do cambio, que
lt o trasiio serlos prejmz s a esta compantia
"a ienportacao de s>u natertal e combDetivel,
f.i revolvido em sesaao d i-actoria serem
elevados os precos das series emi tids or
esia mesm coaaiiannia a< que naja allano
cambio, q 8 possa cobnr os prejoizos causa
dos a ski: passarao a eerem veaaMaa as ee-
reg cu cad -roelas, do di:. 15 doilueoteeo
dianie na segoiote razao :
1* CLaS?E
Para adolt?, <2 i hilnetes
D 60 daos
De 40 di os
Para menores, ,20 bilbetes
De CO anos
2' CLASSE
Adnlt), 24 bilbetes
Es riptono da Companhia, 12 de
de 1893
Bento 13 salriae?,
Gerente.
CvQjpanhia Amphitrite
De icooido com o art. 16 do decreto de t7
de Janeiro de 1890, ficam a disposicao dos Srs.
accinela? oo escriptorio da Comp obla Am
phitnte a roa do Commerc o o. 48, a copla oos
balaocos, relajo nominal dos acciuci.-t^s e lista
de transferencias de eccOes dur;nte o anno de
1895.
Recife, 12 de Fevereiro de 1896.
Oj di ectores,
Artbnr Aq^dsio de Aimeida.
jote Antonio Pinte.
Joao Jos ds Axorim.
4 8 000
lOiOno
7*500
9*000
50t0
2*200
Fevereiro
OJiUUKO MAKlliMUt (.UiMitA
F0G0
Companhia Phenix l'ernaniliu-
cana
ROA 00 COM HERCIO
SEGUROCONTRA FO(JO
Assembla Gera do Banco
Popular
Convide aos -''3 scionisas deste Bneos
ee rfunlrtm no da 17 do correte ao nceio da
no edificio da As-m m^i Commercial ARricola,
atim de tomarem <:Lbe''ime:!to nas con'as e
caanlos do aro de 1895 e eiegerem a nova
directora, coocelbo fiscal e snpplenies.
As procnrg6e8 devem ser apresf ntadaa neste
Banco tres ui.s antes do designado para a as
sembia, como determina o art. 20 dos fctta-
tuto?.
Ficam tu penf8s as transferencias de acc.'s
oa forma do art. 33 dos meemos Eialotos.
Recite, t ue Fevereiro de 1896
A'bifo NarcisoMaia
Dir ior tecrelarlo.
A! Gl.'. do Gr.\ Arch.\
do Univ..
Sub.*. Cap.-. Concil9c3o.*.
AO VAL.. DA RA DO CAPUiA'
Da ordem aoperior, convido ao? RResp.*. Ilr-.
CCap.-. a compa'ecerem 5* fera 13 do correle
as 7 boras dn 'arde na sede social, aflm de
proceder-se elecao para D p.-. e Rep.\. bem
B-iai ds LLoz e mais DD>g.-. do Sob.-. Ctp -.
para 5 896 a 5.897.
V. Costa 30 \
G- Seet.-.
UUMPAJNtlA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
XOlVTUEtW
De Londres e Abcrdeeu
Posicfto fnanceira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados JE 3.00 Oqq*
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
2oxwel WilliajQ fe C
COMPANHIA
Industrial Pernambu*
cana
Assembla ^eral
A adm ni':rc,a< de.^ta Compsnbia cenvida
os Srs. accioni"ios, a reaoirem-se roa do
Commercio o. 6, cegon-o andar, 1 bora
da tarde do dia 13 de Fevereiro p-oxlmo, para
onvirem a leilora do 'eiatorio e parecer fiscal,
deliberaren) soore as cent, da admioistracao
procederem a eleicSo do coeeelbo fiscal, de
co: LfQ,i ::de com o art. i7 os es atutos.
Ivmm Mri'fls
LINHA MENSAL
Vapor Cordouan
Entrar no porto
E'Mse-sdo i> Eo'ona at o
da i de Fevereiro Je 1896 se-
eoindo iFpols da demora pre-
sa ra-a
Rio de Janeiro, Santo, Monte-
video e Buenos-Arres
Ptenne-at anda tOE rs.receuedores de mer
oa tortas (se ae -'.tendera a reciamasea por
taras, qne forem recoiibecida na occasio da
eacarga dos volames ; e que deDtro e 43 bo
as a contar do dia da descarga das aivarenjaf,
leverao faier quakjuer reclaraucao coaetrueO'
e a volumes que porventsra
p-ira os portos do sol, 3;in le \ .'-y a
lampo
P.0j;a-8e aos srs. pasaageiros do ee aereaenta
om na vespera da ebegaa- ..o vapor para Ir-
ma cb 8 anas D'icsagecB.
Para carca, cassagen, encommendas e ^i-
obeiro a freie, trata-se coii
OSAGtiNTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRE942
l.' sr>d;r
Princ Line. f M('-iiiDf;rs
James Kuott Xewcastle-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTP.E OS
Estados-UciGca e o Brasil e Rio da Prata
E' esneredo de New-York at
,o dia I do correte, e sabir
depois da demora necessarla
'para
Babia, Rio de Jnreiro e Santos
o vapor inglez
Carib *rince
Tera optim&s ec3omoda^Ses para paasa-
geiroa c illuminsdo las elcctrioa.
Par;; carga e pascaeens ir; t>se cem os
AGEflTES
iohnston Pater e Comp.
Ru? do 'Jommeraio n. 15
touipantiid (ii^iavegacuo Carioca
O vapor Santelmo
E' esperpdo dos portos
do rol oo di 16 do cor
rente, e se, oir para os
por'os do
Rio Grande, Pelotas e Porto-Alegre
depois de pequea aemora.
Para ""ga, pasaagens e encommendas trata-
se cornos
AGENTES
ereira Carsero t
6ROA Do C&iMutCu-i
i andar
Lo]d Brazileiro
OVAPOR
S. Salrador
Commandante J. M. PessGa
E' esperado dos
portos do norte
no dia 14 do
correle, e se-
Kui.- para os
portes < o sal no dia t"e< in'e.
As encommeodas sero receidas ale I bora
da tarda do ula i'.\ sabida, do trapiebe Barbosa
\,ea da Companbia Pernambccana n 4.
Boyal HoDgrao Sea Naviptioa
Compaoj Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Stefania
E'esperado de
Tiwte aleo dia
1A do correle,
segDlndo depois
d a iDrilspeopa-
rvi'i demora para
os nonos da
Rio de Janeiro e Santos
Bahi
ia
Para carga, passagens, encommendas e di-
ebeiro a frete, trata-ae com
OS AGENTES
flenry Forter & C.
. :,.j uo
Cj^iraercio n.
'andar
IEHHS
Companhia Franceza
Cici-.a regular entre o Qavro, Lisboa,
Peroambaeo, Macei, iaoia, Hio da Ja-
re ro e Sai'tos.
VAPOR
Ville de Buenos-Ayres
Commandanto Beven
Espera-3e da Eoropa at o da
1S do corren'e. e segnir ce-
oois da ntcesearia demora para
ahia, Rio de Janeiro e SantoB
lata irafinnroe, 6 colxOea. 9 lengoes. i ga-
Ui-e, Ioocb, vioros.cryst.es, laiberes. co-
Iheree, cbaiei-as, irem ce cosiaha, bicias. o.-f
dp, ooles, qoa-iiDb-iraa.
U n fef e tS cadeiras ce jacarando, 1 jardi-
e1iCO1^,?', clieglo. 1 balcao, 1 fuyao d- ferro. 1 dito
g^z ra boicr, t ,jiba\ 1 b;-b de conro, I re-
w.dver. 1 deira de-pisno, 1 cama para menl-
'a e mnitos ootros mjveis oovob e osado s.
Se.ita-feira 1/| Jo corren le
A'S 11 HORAS
Ageaie Pinto
A' BA UO BOM JESU N. 45
Em continuac,ao
Micdeas e brioqoedos p,ra o ca'oval.
Leilo
Macei,
ftoga-se aos Srs. miportadore? de carsa ptlot
'aperee desta l:nna, qoeiram HiroseBtar den
-o de 6 das, a contar do da descarga das ai
arengas aualqaer recia&scao concei-neote a c
lomea qoe por ventara ieobam seecido para w
portos do sal, a.im da se podercm dar a tempe
as providencias necessanas.
Expirado o referido praio a companbii oo re
reaponsabllisa por extravos
Esle vapor can recebe ea'ga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Ras dn Commercio 9
da escuna al eni tG^siot com es nr.stro?,
ocorav, correntea (tm eirelleot-* esudo), 1
nole e mais perteii(e> ijl qnal se tcha ancora-
da no quadro nacional os ultima lioba rerto
da CorOa doa Passa-ioh r.
Segunda-feira, 17 do cor-
rente
AO MEIO DIA
Em frente a Associaco Commercial
Em nm ro bis
R. Erkboff c^prao j escoua allema Ge ine
de lote U9 de regislro ci-s-e 33 A cor-
strnii'a ra Ai>emnia e 1883, de mai-ira de
craino, faz le ISo rnm hceig :'o IHm. S'.
D.-. lo-pector da Aifio-iega, em p-eseoca de
seo delegado, por interveujo do geo'e mo,
cem assisieacia do Sr. CoufOl allerrSo e por
e^cta e risco de qoej per eucer do casco, mas-
:ro-, rtm;8, ve'tas, .nans, correles, velas
(am o-timo estado) 1 bol* e m;8 perUn^eg
iil qn^l S acba aocora'io neste perto. onde foi
leguliceo'e condemn&dn, p teri vendido ao mt'.o
d;a de segnnd -fe|ra 17 do core le em f ente
ia Aa8o<'icao Commefrtr.l.
I
EILOES
'} Qain'a-feira 13 dev ter legar o leilo da
rxcbeira, cavalti'S e mais perteuces da roa oo
gacegd d. 3, PombaL__________^__^_
Seiti-felra lt, deve (er logar o leilo de
ramas de ferro, ruliOee, lengs, commodas,
mobiliaa de junco e ootros movis e mindeas
no am-z-i da ru do BGm J.-s n, 45.
Segona-reua 17, Itiao da eacuoa sllema
G33tne e seos pertences.
Leilo
DE
Tecidos Paulista
Em cbservancia ao qne preceita o art. 16
do decreto de 17 Ue Janeiro de 189.', da le e
revnlamento dos bamo- e Eocleoades ancoy-
mas, a bam-ee a disnoeioo dos Srs. accionis-
tas no escri torio p*ovisorio roa do Bote
Jess o. !, pavitoeoiu ierren, os segointes do-
cumentos:
Copia do balanco.
eiarao oomi al dos accionistas.
Lista das tran^fereacs de aegoes durante o
anno fin o
R.clfe, 5 de Fevereiro de 1896.
J. A. Saraiva Joolor,
Direcior secretario.
Indemnisadora
De ceordo cem o art. 16 do eecreto de 17 de
Janeiro de 1890, sobre bar.cise sociedades aoo-
-------- oymaP, acnaa--e dispos!cai dos Srs. accic-
1 he Grreat Western of Bra,D1B,aR'no e8cr,poriodec,i CtmP8DD. a ^e-
guiates documemos
O vapor Olinda
Commandaote R. Ri- per
E' esperado.-
dos portos d o
buIoo die 16 do
corret te. e se-
goi-a para os
nortoB do nene uo ola segntEte.
Aos Sr?. carregadores pedimos a soa a'te^cSo
pera a clausula 10* .103 connecioieatcs qoe 0 a
segcioie:
Pi caso de baver alguma'rec!amec;3o contra a
companbia por avahas oo perdas, deve ser M a
per escripio ao agente respectivo do porto < a
descarga, dentro de tres das depois de Qoali-
itda.
Nao precedendo esta formandade a compa
ubia tica .isenta de toda a respr>neabilic!ade.
As passsgens sao tiradas no mesma escrtptc
rio, st s S i/2 boras da urde do da da sanld
1o vapor.
Atiencao
As passagens pagas a bordo custam
aaais 15/
Para carga, paissf eos, encommendea e va-
leres truta se cim os
AGE." TES
Pereira Garueiro & C.
6 RA DO COMMERCI-6
De 4 carros com arrelos, lanteroas, cavallos
para os mesmos. fardammtea e rusia perleoces
da o.beira aa roa do Socego n. 3.
(No Fombal)
Qaifiia-fera 13 do correte
A's 11 hora
NA REFERIDA COCHEIRA
Jocob Alv>8 Ferr ra, tendo de fazer uxa
viagem, faz leilo por iiterveccio do sgente
Pinio da sua coebeira da ra do Socego o. 3, a
anal este irabalbando, e ja lem carros alogades
para o*' siai 16. 17 e 18.
Gaiaate-se a casa oo teltei'O qoe forma a
coebeira.
AfSiltl OllBlTd
Leilo
D
Aoga se a Ci' n. 43 Pita a rna L u z do
Reg, com commodos para rao^e familia, ama
s rz encsnaJos, traaoe qcinal e jardim io
lado, reedificada de novo, a fatr a roa da Im-
peratriz n. IR, loja.
Vende se urna casa a p?dra e cal, erm
sitio tolo morado, cem por 5o h ferro, terreno
piopno, na iravesa do Rosannbo n. 5, a iratar
oa mesm-i, com o nroprietario.
Compra se urna esa nas tegotntes roas:
Concordia, Csmi 6a oo Carm Flons, na Boa-
Vista, Iniecdencia, nledade co CeoeeijiO.
De xe cari negt lypograpbia com as seria-
les let'as U. F. G.
f
Domingos Jos de Castro e Silva
4. J. Barboza Vhnna e eua famia, anda
profonlmeme penalisaitos pilo fallecimenio
de fea nresidj Bocio, coa-padre e amigo Do-
minios Jof de Castro e S Iva, sgraecem H
todas t pessoss que auxiliaran) ao fa'lecldo
tm -ua molei'tin e acompaobaram seus restos
mort-ea a cemiter'o pobliec, rngsndo ainda o
carid(8c obeequ o de assutirsm as miesas que,
pelo deeraico do f-lleeido. maod3m rezar co
da 13 do curre! K na m> riz de Sanio Anto-
nio, as norar da atati.
Convidm tambem a f.m la do fallec o e ib
Dessoas de suas n la^6^s a assisiirem a esse
acto, e a tolos os que coi parecerem a:teci-
pam os seus sgradecimentos.
t
si
Da casa com siti", terreos e movis, pert^a-
cenes ao ate eo lMOBlanado de Adclpbo S.ol
zembk.
Coieundo :
De 1 casa terrea com porta e 2 janellas de
freole, i salas, 3 qaartos, cocinna eztema,
tendo bos ci 6*8 S portas e S janellss, e grande
sitio mu'ado com portSo de ferro para a s ra-
da do Porto da Maaei-a, limitando o fondo com
o no Beberibe, era solo proprio.
Um terreno no legar da aguasioba em Bebe.-
riba com orna casa de taipa em eolo proprio,
medindo 10 metros e 90 cenumen'ros de lar*
(gu/a, e foudo a' o alladj do eogeobo Sapo*
caia.
Dm dito un logar Malembo ao lado da casa
o. 7 com a frente mura.ia, portao de madeira,
inediodo il metros e 50 cectimelrcs de largara
e fundo at o rio B -D-noe.
Movis : existentes na css< o. 7 a:ima.
Mesa redonaa, consolos, marqueta, comino-
da, mera oe jantar, cadeiras de bulanco, ditas
para escnp'orip, laniernas, candielros, espelbo,
ele.
Quinta-f eir, 13 do correnfce
Marta Ainab-lia de Mendonca
'anea
Joaqoim Acr'Dioo de Mendonca S>m63s, sea3
fitiic-, curo el T ajano Alip:o C ^v.--, ti > de Men-
donc> e soa mulher, Tra]aoo Alilo T-mporal
: ce Mendonca eioi mclner, J.i Xavier Car-
vaiho de Memonga (-osete) J a& Das Csrdo-
so e soa mulher (osentes, agradecen] cordial*
meca as pessoas que e dignaram acomparbar
n lima morada sua extremosa esposa, mal,
filba e irma, Mana de Mendon;a Sim6es,
e de do o coovldam iodos os eens paren-
tes e amigos para assistirem a mista de
7* dia qoe ter logar no da 14 as 8 boras da
mania. na matriz da Uoa-Visla e desde ja an-
ecipam seos a>>raderimenl08 por mais eele acto
de "t-inr'So e raridad.
Mara
t
das Gracas
Hat tu
Vilella da
A's II boras
i. andar
zil RaiIway Compaay Li-
mited
Concur. eaciannbca para a eonstrcrco de
om srauzeen no Brum
A Compana Grsai Western of B-asll Rail-
way Limi'ed, recebe al o da 2 de Ma co pr-
ximo viadoo o propos as para a ccoBtrarcao de
um novo Errcazem para mercadoriag oa tstacio
do B um.
As plantas podem ser vistas todos os das
ut-is de 10 boras da manba ate i, boras da
tarde co escriptorfo da admlnisiracao no Brom,
onde tambem sera turneado qualquer ootra
informacao tendente a obra.
Escripto'io da administra c'), em 12 de Fe-
vereiio de ifc96.
W. H. Scolt,
Sooerinipnden'e.
Copia d s rala: eos.
Rclacao nominal dos atcionistas.
Lista daa transferencias de ncc6es.
Recife, 10 de Fevereiro de 18P6.
Jsaqoim Alvos oa Fonsec,
Director gerente.
ia
boiiipauhi
De Servidos Martimos de
Pernambuco
Assembla geral ordinaria
De ordem da direcioria convido os Srs. accio-
nistas a se reonirem no sa'ao da Associacfio
Agrcola, em assembla geial ordinaria, a 1
Hora da larde do da 22 do mez visete, afim
de tomarem conbecimeoto do ralatorio e coa-
las da directora e do parecer flscsl. re'attvos
ao anao ultimo e proeeder-se a elelcao do novo
conselbo fiscal para o anno conecte.
As procBiac,6e3 deverao ser depositadas na
ie Ua Companbia, 3 diai antes da reomao.
ReciL", 7 de Fevereiro de 1890.
Franeisco dn Asis Cardoso,
Secreiarlo. -
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 3,000,000 O*, Oj
-ndoa accumulados 8,274'9/3,19,.0d.
AGENTE
POLHMANN & C
Para o Porto
A BARCA PORTUGUEZ*
Tentadora '
A-sabir at o da 28 crente, recebe anda
algoma carga para completo do carregamecto,
A tratar com
AVORIM IRMAOS 4 C.
______ 3Ra do Bom Jetas3
Macau e Mossor
. Segu para os portos cima o byate DEU3 TE
GUIE. Recebe ci?ga. A' tratu na ro da Ha-
d.e deDeor n. 8.
Boyal Ma Ste
O paquete Nile
Commm andan te J. D. Spooner
E'es serado dos portos
do sol no dis 16 do cor-
rene, segeindo depois da
!j3$ d fe tu o r a indijpensavel
para
Lisboa, Vigo, Cherbourge
Southampton
0 paquete
Magdalena
Commandaote James Pope
E' esperado da
Eoropa no d i a
! do correte,
eseguirr depois
da demora Indlspensavel para os portos da
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Rodncclo nos prejoa das paasagena
Ida Ida e volta
A Lletro Ia classe 20 30
A' Sontbampton i* classe S -Si 4 52
Camarotes reservados para os pessegsirc-
de Pernamboco.
Para carga, passagens, neommendas d-
nboiro a (rete, tratarse com os
AGENTES
A.morim Irmos A C.
V. 3-Rua do Bom Jesus-N. 3
Na ea?a e elllo do M^tumbo no Porto da Ma-
del a onde lera logar tambem o leilo das ca-
sas e terrenos.
0 ageute lneira ror mandado do Exm. Sr.
Dr. ju z ae direito da provedoria, legara a lei
tao no logar cima, a casa com sitio, terrenos,
movis, etc., pertencentes ao acervo de Adol.
pbo Stolzembk, podeodo, desde j, es Srs.
compradores ezaminal-is.
Agente Oliveira
Leilo
Da boas movis, piano, candielros, 1 Impor-
ftn'.e prensa grande para espremer (roelas,
Icngas, vid-o, etc.
Coosiando:
De 1 momia de Jacaranda, 1 piano, i guar-
da vestidos novo, 1 goarda roopa, 1 guarda
lom.a, i estante oova ds amartlio com mesa, 1
dita com armario, 2 L'arqoesas de amaretlo, i
mesa grande para notar, 3 cabldes, 1 qearti-
nbeira. 1 berco com cupud, 1 ttleiro de ama-
rillo, I bidet, i dito, 1 lavatorio de amarello, 6
cadeiras de janeo. 6 altas de faia, 4 ditas ce
amarello, 1 Importante e graode prensa para
eapremer f-cetas com todos os penencee, 2 ca'
deiras de balance, 1 commoda de amarello, 2
apa-adores, 5 Iocas para corneados, 3 camas
de lona, 1 dlts para cassl, o quadros doura ts
1 espelbo dcor-do, 1 diio, 1 candielro belga
perfeito, 1 alto menor, 1 mappa geograpbico
d Portugal, 1 bao a nor para mesa, casticaes, la; temas, jarros, tazo
de cobre, csldeir6-s, bolee, machina para caf,
assadeiras, cbaleir.s, moinbo, pratos, terrinas,
maoteigoeiras, e ootres mallos movis e obje*
nios qoe estSo patentes oo acto do leilae.
Sexta-feira, 14 do corrente
A's i\ toras
Na casa o. 8 sita travessa de S.
Pedro
0 agente Oliveira, compeentemeote autori-
sado pir orna lamilla qne reli.a-se para o in-
terior do Estado, levar a le.So todoa es mo-
vis cima mencionados, ao correr do mar-
tello.
Alfredo Honrique da Ma ta e seos lbos, Dr.
Joaquim Mana C-roe.ro Viltlla, Joiquim Mara
Bruno Vil-lia soa mulher e ho>, Maria Mag-
dalena Bruno Vuelta, Car'o* Maria Bruno
V Ma, e >oa muiner, LDo Maria Bruno
Vilella, Margarioa I. Bruno Vite la, Herme-
negilda Pioheiro da MaUa bfos filbos e gen-
ros, Dem'ogos i-rono seos filbos e sobrinbos,
Alomo B'uoo, Freierico Bruno sua moibere
filhos e Constantino B um egpadecem do in-
timo d'alma sos am-eos e parale?, afsim como
as dignas asecciac6es Congresso e Club Drama*
neo qoe acompaobaram at a ultima morada os
restos moriaes de sos inditoea e nonca esque*
cida esposa, ? ai, filbe. i ma, eos-bada no a,
lia, sobnnba e prima Maria ss Gracas Vilellla
da Mdlta, e do novo os cnovidam para sfslslir
as mimab qoe b<- leu d<' celebrar por soa alma
na igreja de Santa Rita aa 8 horas da manbi
dequir.ia te:ra 13 do orenu-, 7 Jia de sen
p:;s-i mer.to, pelo que aioda urna vez agrade-
cen) mais e.-ie acto de reiigiao e canda, e.
Cabriolet
Vende-se om lindo cab iolet de 4 ro :s e com
4 asseDtoB, descorjertu, compietamejie novo,
com sirelos para um ravollo. orcprio para as
folios canavales'-as. luform c.6,8 rea Bario
da Victoria o. 10, loja.
4o publico e especialmen-
te ao commereio
Declaro que desta dala em diaote deixa da
ser meo empregaio. por motivos justo, o Sr.
Jof Mirques de Mello, cjohecido por Carji69.
Olioda, 11 de Fevereifo de 1896.
Joann.i Ferreir Motta.
Gaixeiro
P eci a se de om eaizeiro com prat>ca de
molhados na roa (
Leilo
De 1 plano, novo e forte, 1 mobia de junco,
2 quadros grandes, 4 j sas, 4 camas de ferro, 8 lavatorios, 2 cabide,
14 cadeiras de goarnicao, 11 ditas estofadas, 2
camas de lona, 1 guarda remida, 4 espedios, 2
commodas, 3 armarios, candielros, e 1 espelbo
grande.
Gaixeiro
Preci83-?e de om caixeiro de 18 a 20 aanos
de idade, com pratica e que d tidor de su
c ndu la: tr.tar na Mercearia Casanga, com
Gomes M done.
Mobilia rica
Vende-se por mdico preco orna mobilia de
Jacaranda, massica, de floi's, propria para
ssl&o, comoost de om s:fa, dois cenaolos com
os lampos de pedra, qoairo caaeirae de bracos
e desoito ditas de gnarolcao; preentementa
dSo se fas orna igual por ciucir cuntes e >is :
t tratar na roa da Mangoeira n 7, (boje Leao
Coroado) uas 7 as 9 boras ds manda, ou das 4
as 8 da tarde.
Leite puro 500 ris agar-
rafa
Acba-se todos os das das 7 as 8 1|2 horas da
manba am frente ao esiabelecimeoto de mo-
lhados dos Srs. Marques Sobrlnbo k C, i roa
arg do Rosarlo n. 20. Sarants-se a b6a qoa-
1 dade, am garrafa lacrada.
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Otarlo de Peraambaco '-* Qninta'feira i 3 de Fevereiro de 18% O
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a-H-s-ll
Cojopidre vo( oa te onde compra gene-
ro* para aoa despega ?
Eu Ibe do :
Ha moitoa annos que compro pe uti a-osa-
em, e oa me coo
bem perdido em ootra i arte : compro alli, por
que em entro o qoe p-eciso. din a nota e man-
*.m me ledo a mfu gotir, ja v neeia condi-
go estoo taUsfel c.
Em p ecos nao ba qnem venda maia barato
e lodos 08 geoeroa tio de prirreira qjlidade ;
a boa ma: teU?, o t'oni diferas qcmii laes, o bem viubc de meta di
Serra oa Estrella, o bom vicho do Pcrtj di,
maiflbaixa maie alia quilla"*:, 8 booa li.' res, o bom champtRQ'', tinulo ef-te tono qosnu
se podr dejar para orna b6a desrer.ea.
E teem umbem om completo soriiueato de
obras de ime, como b-j pras, bala ob para papel, roope-roB, berjoa e
lindas cadelra?.
Obrigado compadre polo qoe me diz, porqo<
a vi a eri mano cara, v u mandar comprar o
qae prec Pois mande compadre qoe ba de flear eaiis-
frl o.
Olbe o solleo trmaiem de
Pocaa HBJes C.
RA ESTBEITA DO RoSAtUO (JUNTO A
IGHEJA)
8ei tnde oorrprdre
Rs. 25^000
T u 9
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CQ Ompatibia do Bberibe
Pe is '-e de cobradorea nara cnafa'izes g.-
(Mtidca pa- fisni eui ditib'iro.
Criada
P eeife de orna criada de iduda par.i eer-
vig,- lotf do de c:!8a de hvflia de 2 p-esoss, a
tratar oa ra do Imperador o. 23, 24 anoar.
p?be ?" bm
ngommadeira
P'to/.sa se de om. la'aoei a e eDgommacielra
oa Ciminbo ovo p. 120.
Coiupanhia do Beberibe
Prtcisa-pe de efijeiaes d serralbi'O, mesos,
qae aprcseniem attesiado de r; conduca, e
qoe taiiism r-oc6j "fe ariibow'ilca.
Gaiv&iro
Precsa-Be de ern menino para calsoiro, cem
prat a ac t^verna, na ra Joaquina Nabuco n.
33, Cspai ea.
Tainhas das Ala-
bos
Vende-se aevas
des em quartolas e batrs,
g. rarttiDdo-se t ao e^tarem
sujeifa? a eerem vendidas
a peso, na ra de Pedro
Aftonso antiga da Praia ns.
7 e 5.____________________
PARA A
aiE DO PiMSZO
A mais alta phatbBia d'eata ektac^o
ndiasimo chifon de seda Maria
Stuart 1
Variadiasimo sortimento de phantaaiaa
em l, algodao e seda.
E' qaanto ee r-agj no tazar de Afogados por
orxa sosa qoe atiba cciiobar bem, para caea de
bomem Folteuo.
G raede gortimecto de meiaa proprie
para padrea, coneg^e e bit-pos.
Murina pretos, superior qualidade ni-.
te D9 mm
21 lina da mperatriz Si
ALBERTO CARDOSQ & C.
Criado
p-'d^ase de om erado no beceo do P r*
n 28, hotel.
Cosinheira e criado
Precsa-se na ra de Pay-
Nand n. 19.
Ourives Oc-
culista
TEODORO JOS' RAMO DE MELLO
Eetabelecid com officioa de oonves roa da
Laratigeires o. t, avisa aos boos fregoezes e ti
remella vfil publico, qoe ma im offlciae Pai
litadissimos para esecogao de qaalqoer trabaln.
"oocern'n para brilbante, ocolos, ptncinez, munocc
loa, eto.
Donra aa, praleia-se qoalaoer metal, ooncer
tos em laques -e msdreteroia ou cotra qtalj-
especie, garaiitiodo preces ofiieos.
RoadasLarangeiras n. 1
t
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto tardoottC.
Cha de Carpina
O bbaixo cB9gnido tendo veaaidoao Sr. An-
tcoio Cirdoio, livre e desemboscado de qual-
nof-r onus. o seoetabelecimemo de fazenaas e
mclhadoa, nes e logar, vem pedir pelo presante
a auem ee iolgar sea c edor, qo-ira apresen'ar
?ua? conta.- devidameote UgaliBadaB, dent-o de
tres di s s coatar des-e. qne eer satisfeiio.
Cha oe Carpina, 10 Je i-e ereiro de 1896.
Antonio Fehx rtf Senna.
51 Ra da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A 'j Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
eben a
AVED0P4RAIZ0
Aluga-se
A Osa r. 26 da Baixa Verde, a tratar na roa
nqoe de r.jxias o. 86, lo; daa Eat ellas.
Caixeiro
P-etisj Be de om de li 16 annos, com pra-
tica de molbado-, que seja portogoez, no largo
do aras i o. IV
Ao commercio
Vende-se orna Importanta mercearia, Pem
alregoeada, na fregtezia oo Rtcife. ra D
mtl fvep J f M-'tina n W Irat^r n mnm'
Dentes
Termina a korrivel dor de dentes oaar
do o excellente preparado de Mano.
Gardoeo Jnior.
As cartas que lhe tem aido dirigid/
pelos jornaee de maior cirealac&o, attee
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil
i ?a & C., i ra do Marque de G"lind>
a. 23,
Pbarmacia Martina, ra Duque d
aziaa n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita df
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a ru i
; sfto da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar
gi do Rosario n. 13.
Ama
Precisa-ae de orna ama para lavar e eogom-
mar para peonen fanrlia, a tratar na roa da
Concordia n. 8o. pohrartn. ^^________
do Entiiingo, Jtuita
Anemia,. JFebres, t
jF&fQH&f
""WuT
ET T- r C! <* I U ft l f*"....." Ciovosis, Pobreza do Sangire. Debilidad, ato.
f ti K II n I I \ I fimpbeiiswa, Escrfula, AntolUcimenlo dos Ossos,*k.-
I L t ii U l J U : iris, a 18. Bm Drou FItmIm
O IttESMO
O ME8MO
CAPSULAS AZYAS E. @QHUN
OSREAS
Maere
TINTAS f RETAS
c oa C0U3B
Cos ifuiUFri*
JPXBVT:XJr3C3-lA.X)0 3. <. 5>. Os
t*> tmu 'i; <;.> t!n BilcawatM mita tir, ii.
iu bc: OIo di Flgk J te BM>e. Oleo t Bicir.a,
lilumo o Sopahrfta. Opiato*. Alcatrio, f*.
rosos oa jrEEiOAaiEHToa em po
S,fcoaaasa-a.wttt,U,natM,mFariM.- % oaB<:* ***YA ****
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LEZA DE ATKINSON
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J27 verdadeira222e2ie a znelnor gue seja fabricada
ET mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qxialidade allemS.
Senrir-se nnicamente da de ATKINSON | Acautelarse das falsicafes e mitagoa
A. verdadeira tem como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escudo, e a
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or.^fdffcf'nMArn < Granulada DALLOZ
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DlLA TAyAO to UmALAL, w diadasiudicaces na dose de2 colheradaa(das para cai)
CANCRO do ESTOMAGO. \ autos ou depois de cada refeico.
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Aluga-se
oarmazem roa D. Hara Ozar o. 9, n evmoe
bom lo^ai para mercearia qaem pretender di-
rija-se roa Marqoez be Olinua n. 56, armazem
de miudezas.
Casa
TIJOLS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
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dade proprio para con-
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's. HIOLESTIAS Infectuosas *\0<
%-." curada ou i|f Si
fr*^if? prcvenldaa ^a^a^a^^^l
SM
^RAINS
de Sanie
dudocteur
FlaMBK.
Exigir -'-S'j
o rotulo Junto
EM 4 CORES
GRALNS
de Sanie
dudocteur
Franck.
rpV EM 4 COHEB O^"
e o SELLO da UniSo doa Fabrloantea.
i ---------
Em PARIZ. Pharmnela LEHOY.i n todh raiamom
rCJ FR
^ NiS
IULAD0
UDI
Pharmaceutico. PARS Boulogn*
Adoptado pelo corpo medical para assegurar
a curtefio das Doeitcas do estomago.
Dyspepsin, Flatuosidades,
Diarrheas dos paizes guantes, etc.
Preoentioo da Febre Amarella.
Depositarios no PERNAMBUCO
G" ie Ongu e Fnos Sala*1
de F
Amas
Preci aae doas sendo: oaa para rosiobar e
entra para ropeira. nara casa de pooca familia,
naga-se bem ; i-atar ra do Imperaior o.
71, V> andar.______________________
Ao domin preto!!!
Alogam-se importantsa e noves demins ce
\ellodo preto na roa da Ixperatriy n. II, al*
aiataria Noronba._____________________^
"'FilATaBli CAZIAS
DE
Campos & C
N. 35-RA DUQUE DB CAXI4B-M. 15
Em frente do Diario
Os prociifc'arios deate bem montado eslabe
lecimento previcetr. aa raspsiuvel publico qo
psra bem servir aos feas fregueses teem na re-
ferido ertabelecimento om espleodioo e varia-
do sorumnio de caasmiraa pelas e de cores,
o qoe ba de malbor em la. brina de poro linf o
de todos os padrees, e por presos rasot-vd).
FosBoem bon artistat-, pelo que ae lal^am
habilitados a satisfaier com todo go*lo, eBtnerr
e perfeicao ao freRcez miasexigeate.
Ms meima alfata'arla alogsffl-ie casacas,
etc.__________________________________
Brocbes de coral rosa
Chepiram lindos broches de troncos de coral
oliima moda, recebes a relpjoarla David, ru
do Gabai-a. **
Precos redosMos.
Compauhia Exploradora
de Producios Calca-
reos,
Gal Virgem de Jaguaribe
A 9^ 000 a barrica
Para o fabrico do assnear vetade-se nc
Companhia Exploradora de Producto
Calcareoa no Caes do Apollo n. 73.___
Sementes de hoi-talic,*-*
DA NOVA C0LBE1TA
i mpleto sortimento.
Roa Estreita do Rosario n
Pocas tiendes & C.
Ama de cosinha
Precisa-ge de ama na roa do Rangei n.
19-
Ao comaiercio
Declaro para todos os effeitos por !et deter-
minados, que comprei em 8 o correte, o fg-
tabel^ciaeoio de molbadts qoe girava sob e
firma de Sonza Nogool-a & C, a ros Real rit
Torre r. J5 A, e qoem se altar prejodra.
apresentese no prso de 3 das a contar-o a
poblicpgao desta.
Ricife, 10 de Pever iro de 1896.
Angelo Riib^et Romano.
Regulador aa Marinha
Ceneeirta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro d(
marinar*, caixa de muaicea, aparelhoe
aleetrieoB, oculos, binculo, oculoa de
alcanc*. joias e todo e jualquer obiecto
tendente a arte soechamca.
8Ba Larga do Baearijft
Cosinheira
P-eclsa-Be de ama boa cosinheira qoe dorna
em casa dos paltes, pagsndo-ie bom ordena-
do, no Csmiiibo ova -Litio.
Vnde-se
O Importante estabeleoi-
mento de paularla e venda, a
roa da Ponte d'llchoan. 53, a
traetar na mes ni a das as
lO horas da maiilift. oa na
roa 1.* de Marco n. 8._______
Cal Branca e Vi r-
treiii
de lagrnartbe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran
ca e virgem, avisa a 05
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu ariazem do
Caes do Apollo a. 73
f*\t* e rorf
* ANEMIA-CHLOROSE
O FERRO
BRAYAIS
Experimenta rio pelos primeiros mdicos do Brando,
passa immediaUniente na Kconomia sem ocasionar
1 intommodos. RcftUtae au sangtie a sua cor, lecoos-
f liluindo-o e dando-Itie o vigor necessario. j
Desconfiarse das Imitafes e FalsifieagSes. '
Tend- Mf litado en Paria,40 & 42,Rue St La^gre
E EM TODAS AS PaUUUOIAS
Liquidado
h. loja Paria n America ten-
do de liquidar diveroaa fa-
cendao de modas ehama at-
teneSo de seos fregueses para
grandes a batimentos de pre
eos.
Ra da B. da Victoria 1
Pernambuco
Madeiras de con8truccjao e
nateriaes parae difcat^ao
A Compaubia Exploradora ca reos, vende em eeu armazem oo caes no Apel-
lo n. 73:
Uadeiras pnra ronstrafcSo.
Cal branca de -agoaribe.
Cal preta. -
Cal virg-''D nara iBaocsr
Tijollos de ladrilbo e commons
Tijcllos refractarios.
pras de 'fl'r:<.e ftc_______
Alega se o 2* nocir do predio u. 146 sito?
[roa Coronel Sosanos,com c -mmoaos para no-
[merosa familia, e aoa eocacada, a tcMM
I roa de S. Gong^lo o. 9.
Estrellas ^'America
3 9-Ra 1- de Mareo 2 9
Antiga do Crespo
MHOiiS & LIMA
Agrado a todos, pbantazia em tec'do de gorgo-
ro. USOO o covado.
Sonbei com Iiko, pbantazia, IJIOO o covado.
Peiy, pbantazia de salpico de Ustras e lavra-
das 1420 o c vado
Sedas dt cores. Va:dozas.
Dlt88 de (idas, Su-piroa qae vio e tem.
Cachemira; de cores, Boubardeio.
Pnactazia, Sirtndinba.
Las com llevas de ca, Adelaide.
Ditas dem inem idem, Elvira.
Ditas iaem idem idfm. Maraca.
Cacbemira de tr, Tenbo ciames de ti.
Las com salpico?, 0a 3 Jacars.
Seda, pauOes novos. As sogrts.
Dita tecido gorgar&o, Hei de amar-te at rr.Gr-
rer.
Cacbemira preta de cores, Nao qoero amores
Merino preto para botinas.
Dito caf para babilo.
Grande sortimento de merino pretos e lavra-
doe.
Velbotina de Indas as cores,
.mande sortimento cambraias bordadas.
Cortes de vestido branco bordados, 18*000.
Vestidos de cartee, bordados s ja.
Linda phiOtazia. Beijos de acor.
F(cfc8 de U a OOOO.
Pfcitilboa de nbo luos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e csdelras.
Camisas bordadas para noivos.
Camisas brancas e de co es.
Vesinarios para bapiisadoa.
Sobretodo de ama e doaB vista?.
Flanella liza e de listas.
Chales pretos.
Cortinados de cambraia e de crocbet para ca-
mae.
Cortinados para janella.
Manuia8 de eda de eflrea e pretas.
Ditas de algodao oa cores e preta.
Camisas de Cobsrtts, colcha e cobertores,
Diioa americano?, S4500 om.
Bramantes de liobo e de algoiSo.l
Lmdcs pad'oes de crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cacbiuet de seda de cores.
Vellodilho de cores.
Sorgorao preto, diversos prejos.
Seum de todas aa cores.
Merm preto lavrado, 1*800 o covado.
L5a com salpicos de seda, Cannlnba verde.
Seda de iistra, Atbayde.
Paletots folba de eda.
CEroisas de meia com Btras de cOres.
Cachemiras pretas com salpicos de eflrea, Abre
a porta Sinba.
Bllalo. .
Lindissimas caaemiras de edres pars homma
tost eapf cial. ,
Corles de fosoes branco e de cores pars colele.
Atoalbado de Imbo e de algodao.
Panno da co?ta para mesa.
Sara de todas aa corea.
Murim da Cbina, U500 a peca.
Cretona de barra om metro de largara.
Caesa pabtta fina, 400 ris o covado.
Baeta encarnada e axol.
Dita dila, OO rls o covado.
Chita perfeita, J40 ris o covado.
E molas ootraa fazendas que Impossivel e
le9Cre"r' RUAD0CRESP0-I1
Estrellas d'America
1
Cha de Carpina
1 0 abalxo acaigdado tendo compra dea Iivre
-"sembaragado ao Sr. Antonio Flix de Seaca,
o sea ertabelecimeoto, oeste logar vem pelo
[ reente declarar 4 qoem e jolgar credo da
referida cbbb, qae dentro do praeo te tres das
* contar deata da;a, qoeira apreaenlar suarcon-
ias legasadas.
Ca de Camina, 10 de Fevereiro de 1896.
Antcnio Ca-dose.
Ave do '"araizo
51 roa da Imperatrix Al
Becebem das principaes praja da Eu-
ropa, quinzenalmenfe as m-iaalUsNo-
vidades emr fazeni'as fin s.
ALBERTO CARDOSO fe C.
Hjdrosuditherajii^
Joto e Petaos Oliveira. votariesdor da Hy
dro8Hd-nh rapia tOyimvo n^tb do de orar
todas a- mokte i ,8. com ex-loeio afjBoluta
de me c memosfi < per Qb'f, rra^lveo abrir
om cu* o, onde p'oiOoea fiipinar as arpllca-
cOes 'este ay-'erB para cada molejtia em
par ti colar. .
Praga e Drtea. t-, ant>go paleo do Collegio
D-77, l'aodar
Das 111/1, da J bo'as.
rElixir Digestivo^
de PEPSINA
a MIMAW.T A V, nanUMatlMB aa PARS
i
Deliciosa preparajao tendo a propriedade de
supprir, no homem, a falta de sueco gstrico,
elementuindispensaveldadigestio.CirMiiU:
Ms digestoes;
Nauseas e Azia;
Gas titea e Gastralpriaa j
Enxaqueca,
Vmitos;
Diarrhea;
Caimbras d'Estomago}
Embara908*gastriooa;
Molestias do ligado.
Combate os vmitos das mottaaraa
pejadas, e tonifica os velbos os con-
valescentes. .
Em PARS, 8, Rae VMenne
na* PatNaw.M VAwmAmtmtr


V
aa- f^T.

MU1ILMI t
fOSBBaaaaSaHiatjnsSaaaabKfiaai


'iS*'*

jarlo de Periaamlmc Qainta-feira 13 de Fevereiro de l&OG
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
TSo agradavel ao paladar como o hitd
Approvada pela Junta Central da Hy""
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brasil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES
A venda as principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWWE,
CHIMICOS.
NOVA YORK.
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao do sea hbil proprietari MA-
NUEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .atjrna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja
tairbetn pela posic&o hygienica do'seu edificio.
Depois de innmeras transformaces por que tem paseado este Hotel, conse-
gro afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hospedagem que
deve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jamares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes ero
latas, queijos flaraengos, suissos e do serto, docess eecos e em caldas, eatran-
geiros e nacionaes.
aih:c;
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos % a se doiro.ooa recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importaego, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores condic3es do marcado e procos sem
competencia,
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
GRANDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais higini-
cos da cidade do Recife.
AtcommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a mai r e mais arejuda nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria.
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offerese acha-se habilitado a satisfazer aoe
mais difficeii dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS RAS0AVE1S
FALLA-SE DI?EBSOS IDIOMAS
F0LHETM 8S
___________________________________*_____
AMESDIGA DE PARIZ
POR
SA7IES DE U3ISPI3
-~stfA,tr
PRIMEIRA PARTE
MEU TESTAMENTO
XVIII
(Continuado)
Teremos tempo ? perguntou elle.
Ojiando vais partir ?
Nao sai.
E' bom perguntar ah a alguem.
Nesse momento o forriei Duplat cha-
mava, com a ca voz aguardentada :
O gaarda Paul R vat!
Esto t chamando, disse Joanna,
trema! a.
Paul Rivat repetiu o farriel.
Paal sproximou-se dalle acompa-
nhado de na mulher e de Vernica.
Presente, ferriel I...
Onde esta va mettido. Ha mais de
ama hora que a hamo Anda a taga-
relr com ae tMlheres em vez de estar
na forma paoa raeeber o seu fref J
Ih 8 dena a etapa ?
San, forriei.
S tem direito a dois dias de sold.
Aqu estSo tres francos...
Obngado... Agora quero lhe pe-
dir urna coa...
Que ?
Urna simples p-rgunta...
Diga !
Quando partimos ?
Se lhe pergantassem, o que que
diria !
Ora que nao sei!
Poia eu estou no mesmo caso...
Quando chegar a hora se saber...
E' que eu quera me ausentar um
momento...
Ausentar-se ?
Apenas um momeuto...
Para que ?
Quera ir igreja de Saint-Am-
br.-ise
Duplat sacuda os hombros.
Ab ah I ab fez elle com inso-
lencia igreja de Saint-Ambroise !
Quer osenhor recebar a beDcao de algum
ratao antes de ser deg lado, hein !...
Faco o que me con vtn Is >
commigo respondeu Paul impaciente.
De certo I Eu tambem faco o que
me convai, e m convm negar-lhe per-
toisao !
Paul tornou-se paludo de colera.
Recusa ah I recusa I disse elle,
erguendo a voz.
Nesse momento preciso, Gilberto Rol-
lio, que escutava alguna paseos o relato-
rio de um tenente da companhia, vol-
tou-se, ao ouvir a discussao entre Duplat
e Paul Rivat.
Que aso la ? perguatbu ello.
O forriei qiria tomar a palavra, mis
Joaona adiantou-se para o capitao :
O ana ha iato, eeohor... Mea
rido, Paul Rivat, perguntava ao for-
riei se podia chegar at & igreja de
Saint-Ambroise emquanto nao se ptzea-
Ifllf
K 8 ti

-f
l^liili
S'iSgl! gj
' 1Ml~tf if i U iiffiM
W0F*
E" A DESCOBERTA O
EIJXIK M.
PROPAGADO POR
Elle cura toda a bjphilis.
Elle cura o rheumatism?.
Elle cura a astnma.
Elle cura esnoros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
pagado por
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DEPOSITO EM PEi\N\MiH3CO
li Dtt DB BS. H PBUDDGT08 GHIIIOS
RuaMarqnez de Oliuda 24
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MIFUG
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferretea
PHiRMACETICO
TITULADO P37.ASSCCLA S2 NSBICIHA l mULV BA SASIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expedir completamente em poucas heras os vermes in-
testmaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada peLs
creabas sem repugnancia. Em sua composicao nao entram substancias mine-
raes< que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeaa eolheres das de cha. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesm
com -agua adocada.
15000
28000
10S0O0
20WOO
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 c
< 1
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro".
PEIT0RAL CATHARINBN8B
XAROPE DE ANGICO, TULIP E GOACO
COHPOS1 t}\%. O DE 11 1 I I. I \ i: I II \
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalba de 1.a classe em diversas exposicSes.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater toases, bronchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
d8o e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso); Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad .
RAULINO HORN & OLIVEIRA, Hnicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as phurmncia* e drogaras
DEPOSITAR IO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
ana do Mrquez de Oliuda n. 60
1IDIC10 PlflF
Contina a manter emseus depsitos completo sortimento de utensilios para nsmas
veLdenrfo spropm por presos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differentes systeoias e tamanhos da Robinson e catros ab:i-
cantes e de 2 a 12 en vatios.
CADEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcber para funecionor co.n o fogo das forna.
Ibas s lachas.
CALUE1RAS A VaPOR CornUb e tjpo locomotiva para funcionar com leona e bagaco
RODAS para agua.
BOMBAS de motun-rontinuo.
MOENDhS e meas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de differentas systemas.
CRIV^COES para fornalhas.
MaCHINS para descarocar algodao de li a 50 serrag com alimentaJores e empastado
re3 a vontade dos agricultores.
Puzendo parte da direccSo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vaotajosa
raer te coohecido des Srs. agricultores pelos seos trabalhos de wootagom de grande numero
ar Usinas fnnecionando deste Estado, incumbem-Sd de mandar vir e erigir garantindo a pro.
ducco e qualidade do assu ar.
AP^ARELHOS e meiosapparelhos de vacuo.
ijESTILLAyOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grandes
e pequeas fabricas.
52, RA BAR0D0TR1MPH0, 52

<
L
H
>
x
AUGMENTA
t
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO
*
PERFUMA

o

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O
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J
D
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ce
J
Q.
AGUA
FLORIDA
*9\s
e .3
PURA
RICA
"'i'"
SEM
RIVAL
sgp
LASMAM
Mantem sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
imitacOes.
33
m
-n
m
en
o
>
2
H
m
m
DURADOIRO \%i
"*9M

f
CAPPARM
SSFEC LEO CUSAIIVO E PSEVESIIVO DAEB72IPELA
DE !
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de IIygieiio
A CAPPAF1NA, preda to da flora orii .i.-a om tpidco ce tLTeito prodigioso nSo s pa.
ra a cora da E-ya pela como pira prevfcir o reu refpia'eciaenlo.
A CAPPAP.INA, alm dests preprieda^es pre ioss?, t^m vsntagtns sobre es drmaij rfms-
'irs nconci|-a'0 ai hoje Dir o mem.> fia;, a de evitar a fo'nacSo drf ttma.'f rni.iofreqaeD.
es ra E falpeb, como U'!..h m de ubetar a 'ti sforroaao r'ai diversas pirie.-= So c rpo, t'es co.
mo : es bragos. as cerDa?, os escretos, molest a cpnbecia sobre o uime de Llepintiass on
Bryipela b'anca.
A CAPPARIN* de 'goal eflhara para forar a Lyrxphat:ie
N. B. Cada f.a**o act rop.-nbado por instrorcOes e aitcBttdrs que bSo cu'iaf l<>i;Ue prc-
38 ta triadera tfeacia aeete novo mencampnto.
DEPOSITO
Botica Franceza
Ba do 6om-Je8Us n. 22 (ant>ga da Cruz)
PERNAMBUCO
se em ma-cha a companhia. O forriei
negou licenca brutalmente e o insul-
tou !... O senhor bem sabe : nos temos
noesas crencas... Isso nao faz mal a nin-
guem... Mea marido vai partir... yai
combater 1 Antes de eutrar em fogo, eu
desejava que elle fosse commigo eccender
urna vela a Nossa Seabora, na capaila
onde nos casamos...
E onde, sem duvida, vai ser bapti-
sado esse que abi trazes no bato, regou-
gou Serais Duplat, indicando o venire
da rapariga.
Nao estou me dirigindo ao senbor !
disse Joanna, laucando um olbar de des-
prezo ao forriei. Estou fallando com o
capitSo... com o capitao de meu mari-
do 1...
Deixa-a fallar, rapaz ajuotou tia
Vernica. Ninguem o quer ouvir Todo
mundo o conhect bem no bairro de Saint-
Ambroise, Sr. Servis Duplat I Sabe-se
o que o senbor vale, e muita gente se
admira como que lhe deram os galops
de forriei f Faja o seu serv'co, rapaz, e
deixe os outros -I
Raga de baatas exclamou Du
plat.
Tia Vernica nao tinha, como se eos-
tama dizer, papas na lingua.
Beatas como nos, valem m*is do
que a gente da sua laia respondeu el-
la.
Silencio ordenou Gilbert Rollin.
Va onde qaer ir, Rivat, accrescentou elle
dirigiado-se ao marido de Joanna e con-
sultando o relogio. Partiremos ao meio
dia. Sao dez horas. A's orze e meia es-
teja aqui.
Sim, meu eapit&o. Obrigado...
Obrigada, senhor..., agradeceu
Joanna dando o braco ao marido.
Nlo foi preciao a ana ipermissao, Sr.
forriei*.. murmurou Vernica.
Daplat reamoDgava injurias, mai a
presenca de Gilbert Rollin nao o permit-
tia fallar mu to alto.
D'ixe a sua espingarda, ordenou
elle a Rivat.
Paul saecudiu os hombros e depois,
sem responder, dirigiu-sea um grupo de
guardas nacionaes, pedindo a um de seus
camaradas que lhe guardasse a arma.
fc'm seguida voltou para junto de sua
mu'her e da tia Vernica, e os tres diri-
girn}-se a igreja de Saint-Ambroise,
cujas torres esfuracavam o co escaro de
Janeiro.
Servis Duplat eabocou um mo sor-
riao.
Havia qualqaer coisa de feroz no olhar
desse homem cuja pbysionomia sempre
repulsiva torna-se as vezes medonha.
Hypocritas dsse elle, mostrando
o punho fechado.
E dirigindo-se a Gilbert :
O que admira que o senhor o>
proteja I Nem lhe fica bam isso, capitao !
Vo nao gosta de Paul Rivat...
disse o marido de Henriqueta.
Eu detesto essa gente que anda a
rezar Padre-Nosso, oremus e confteera...
Aquelles, entao, sao dos taes 1 casaram-
se na igreja Oh! isso at urna ver-
gonha para a Repblica !
E' um hornera corajoso...
Ha muita gente de coragem !
A pobre mulher est grvida e re-
ceia nao tornar a ver e marido... E'
urna coisa mui'o natural. Minha mulher
de manha estaya como a mulh-r de Ri-
vat, e acha-se cas masmas condicSes que
ella... Tem chorado muito, a eu at -
quei commovido...
Ent&o viva tu! capitao Ainda
nao encontrai mulher que me fizessa cho-
rar !
E depoia de ter feito om cuwprimemto
militar, o furriel dea meia volta e afas-
tou-se de Gilbert,
Represenlacoes
Commissoes
62-BUA DO BOH JBSS-62
nm\m csral
LLN m BRSONS Q
44-RUA DO JBiRAO DO TRpJPHO-M
Mchicas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agna.
Taixa8 tundidas e batidas.
Tsixas b ti das sem crava^ao.
Que mo homem aquelle Duplat I
dizia Joanna ao marido.
Um patife o que elle murmu-
rou tia Vernica.
E os tres chegaram igreja de Saint-
Arabro:8e.
Quem primeiro entrou foi Paul Rivat,
indo direito i pia d'agua ben'a. Todos
tres fizeram o signal da cruz.
Tu tens com que mandar dizer urna
missa ? pergjntou Ral a Joanna.
Tenho Bim...
... DepoiB mandamos accender urna
veila.
Bem como quizeres...
Dirigiram-se sacrista.
O sactstao f i-lhes ao encontr.
De. ejam alguma coisa, minhas se-
nboras ?
Queramos fallar ao Sr. vigario...
respondeu Paul Rivat.
E' impossivel.
Por que ?
Porque c Sr. abbade d'Areyues est
fra de Paris...
Ah I exclamou Joanna desapuntada
Mas, tornou o sacristo, se para
baptisado ou casamento, a ausencia do
Sr. vigario nao influir... Eu tomarei
nota.
Queramos mandar dizer ama mis-
sa.
Quando e a que horas ?
J.
Muito bem, minha aenhora... Vou
prevenir o Sr. coadjutor, pois o proprio
Sr. cura anda visitando as ambulancias
do districto. Qoeiram me eompanhar i
a a cr istia.
Poaco depoia acbavam-sa todas em
pre.enea do coadjutor.
8r. padre,- disse Joanna, eu deae-
java ama missa em inteng&o de mea ma-
rido que vai ae bater com os pruaaia-
noa...
Estoa disposijao, meus filhos,
respondeu o padre.
O Rvdm." pode dizer missa na
capella da Vrgem, onde fomoe casados
pelo Sr. abbade d'Areynes ?
Perfeitamente...
E' que nSo somos ricos, Sr. pa-
dre. .. murmurou tia Vernica.
Isso nao quer dizer co sa alguma j
a igreja nao exige nada, minha senhora,
absolutamente nada... Aqui, na paro-
cha de Saint-Ambroise ha um servico
gratuito de missaa para os pobres... foi
o Sr. abbade d'Areynes quem teve esta
idea... Qu?rem ir capella da Vir-
gem ? Vamos...
Paulo, sua mulber e Vernica dirigi-
ram-se para a capella indicada par Joan-
na.
No fim de alguna minutos o padra
suba ao altar acompanhado pelo aco-
lyto.
Cumecou a missa.
Nesse momento urna mulher, com o
rosto velado de crpe, ajoelh u-se na ca-
pella.
Paul Rivat olhou-a curiosamente.
Certo nao era a primeira vez que a va I
Terminada a missa, a desconhecida er-
gueu-ae dirigadu-se para o logar mala
escuro da igreja, oade a esperava urna
senhora da cabellos brancos. As dual
trocarataa aayaam palavras. A senhoM
idosa timoa una vela, aceeadeu a e tal-
locou-a ao lado de outras que haviana
sido daaaatlBNlaa) aaa aireada.
{Ctmina).
Tjp. de Dtr, roa Dnqae dCxia 48
-
wmn
Ymm


Full Text
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