Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19787


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Full Text
I
b
PARA A CAPITAL E LGAKES
v Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Nuo-f.ro avalso do mesmo da
Telegrammas
SOI30 PWTIflJLAS 23 SIAST
Rio de Janeiro, 10 de Fevereiro,
aos 45 minutos depois do meio da (rece-
bido na estacao s 3 horas e 3o minutos
da manha de 11).
PB0PBISS&91 B M&F0EL SXGVIiBeA BB FAMA & SLBEOS
REDACTORES ANTONIO [WITREVIO PINTO RANDEIRA E ACQOU DE VASCONCEIXOS e MANOEE ARAO
ONDE NAO SE PAGA PORTE
8&000
45^000
30#000
$100
SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.*, residente em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por om anno adiantado 331000
Por trimestre vencido..... 9$0flfJ
Numero avulso de dias anteriores. $200
Foi muito concorrida a romana que
teve lugar ao cemiterio em visita s
vctimas do combate da Armaco.
Inaugurou-se hontem a linha de
bonds de traeco elctrica do bairro
das Larangeiras, com extenso de 10
kilmetros.
Este melhorameato foi introduzido
noBrazil pelo Dr.'Coelho Cintra, ac-
tual prefeito municipal dessa capital.
Desmente-se a noticia da embaixa-
da paraguay, de que hontem deram
noticia.
Rio de Janeiro, 11 de Fevereiro,
1 hora e 40 minutos 1a tarde (recebi-
do na Estacao s 7 horas e 5 minutos
da noite e entregue >s 7 horas e 20 mi-
nutos).
Por lei n. 314 de 30 de Outubro ul-
timo foram confirmadas as cadeiras das
faculdades de direito do Recife e S.
Paulo e os respectivos lentes dos
quaes faz parte o Dr. Goncalves Fer-
reira.
Foi nomeado auditor de guerra
da guarnifo de Pernambuco, o bacha-
rel Jos Borgcs Jnior.
Consta a remoco da estrada Cen-
tral de Pernambuco para a Central da
Parahyba do engenheiro Clodomiro
Pereira da Silva, e desta'para aquella
a do engenheiro Luiz Gongalves.
Consta que foi dirigido convite ao
Sr. Dr. Prudente de Moraes para arbi-
tro na questo anglo-venezuelana.
A imprensa commenta o facto, e
condemna a aceitar0, caso d-se;
visto achar-se o Brazl implicado em
outras questes internacionaes.
Foram readmittidos matricula
da Escola de marinha os aspirantes,
que tomaram parte na revolta.
Continuam os desmandos na ad.
ministracao da marinha.
O Pas continua a atacar o mi-
nistro do Paraguay por enviar ao Bra-
zil embaixador em misso secreta,
para pedir auxilio na evontualidade de
guerra entre o Chili e a Repblica Ar-
gentina.
Por emquanto, porm, nao verifica-
se a exactido desse boato.
PARTE OFFICAL
ACrOS DO PODER EXECUTIVO
Estatutos para as Faculdades
d Direito da Repblica a
3ue mts refere o decreto 11.
.22C dcsta data.
Da orqanisacao scientifi'.a das Facul-
dades
CAPITULO U
DOS EXAMES
Secco I
Das pocas de exame e transferencia da
alumnos
Art. 32. Haver duas pocas de exames :
a piimeira logo depois de encerradas as aulas,
e a segunda qainze dias antes de comegar o
anno lectivo.
Art. 33. iNa primeira poc* smente serao
amittidos a exame os alumnos matriculados,
os quaes serao chamados por lista previamen-
te organisada e publicada em edital affizado
po-ia do eaiflcio em que funecionar a f cui-
dada e inseita no jornal de maior circulacao.
Art. 34. As incripcOoa para os exames d
segunda poca serio abertas a 10 e encerra-
das a 25 de Fevereiro. Os exames comeca-
rao quatro dias depus do encerrament da->
iiscri pedes e terminaro a 14 Je Margo. S
ele tempo for insufflciente, cantinuaro "S
exames eui horas que nao prejad quem as
ante?.
Art. 3j. Na poi a a que se refere o artigo
SBternr serao ailmiuidos :
a} o alu uno que ?ui quilquer das aul u do
aona que (requintar, coinprehaodidas as dos
Mrsos complementares, der 40 falta?, o qua
por i-sse motivo na > podera s;r admtlido
jame na p'imeira en oca ;
) os alumnos dos cursos particulares, cora
re-ndidos nesta classe todos os que nao
(eViu matriculados ;
s) ns rep orados na primeira p ca e os de
Ki fra'am os arts. 53 e 65, paga par estes
ra ta-.a integral ua.ru'Uricula ;
4) os alumnos matriculados, que per motivo
educado n.> tiveram feilo exame na poca
anterior ou nao o tiverem completado na forma
$art. 37. Sao motivos justificados molestia
prante o periodo dos exames e aesencia por
frea imperiosa.
l.* O exame na segunda poca versar
re pontos que a commieso examinadora
lar ao acto.
I 2.* Exceptuem-se os alomaos de que
trate o art. 35 d), os quaes serao examinadas
tabre os pontos que tiverem sido formulados
M primeira poca.
Ar'. o. Em nenhuma das pocis poder o
alumno ser examinado as materias de mais
de uiu anno.
Paragrapho nico. O alumno que tiver pre-
st ido exame das materias de um anno na pri-
niei a poca nao pusiera ser admittido a exame
das materias do anuo subsequente na segunda
poca, salvo o caso pre/isto no ari. 17 2.'
part.
Art. 37 As provis escripta e oral devero
ser feUs na mesma pora, annullando-se a
prova escripta, si por qualjuer motivo o alum-
no nao completar o exame
Art. 33. 0 alumno s poder ter guit de
urna para outra faculdade d.-puis de naver
prestado o exame do anno.
Seccv l
Da habilitacao
Art. 39. No da seguinte ao do encerrara en-
to das aulas reunir-se-ha a Congregarlo na>
s attm dejulgar as habilitaces dos alum 1 oa
pa a serem chamados a exames, mas jtambim
para designar os examinadores e ordein em
que devem ser leitos os mesmos exames.
Art. 40. As commiss'S julgaloras serao
constituidas pelos lentes calhedralicos do anuo
ou por quera os substituir na regencia d*s
cadeiras.
Art. 41 Cada commisso sera presidida
pelo cathedratico raais ant go
Att. 42. Tanto na prova escripta romo na
oral nenhu n lente sera obrigado a examnar
raais de uraa turma por dia, pdenlo, porera
fazel-o.si o quuer, a convite do director.
Art. 41. Paia os impedimentos q occor-
reren) no decurso dos exames o director de
terminar a substiluico.
Art. 41. Em falta de lentes, cathedratico9
ou substitutos, podar o director comear para
os exames os professores particulares que fo-
rera, uecessarios.
Art. 4>. O secretario remeter mesa
examinadora diariamente a relacao dos que
devam ser chimados de accordo com opre-
celto do art. 33 ; essa relaco ser acojipa
nhida de .utr.i suppiementar, contendo igual
nuttrro de nomes a seguir, afira de preenche-
rera as faltas dos que uo respooderem clu.
mada.
Art. 43. Sao prohibidas as trocas de logires
para ex.unes entre o< exudantes.
Art. 47. O exame oostar de du:>s pro as
escripia e oral, accrescendo apratica as
materias das cadeiras de medie,oa publica e
pralica fore se.
Paragrapho nico. A prova oral ser publi-
ca e a ftsCfipte feita a punas fecha las.
Art. 43. O exame comear pela p'ova es-
cripia, qual serao adiiii.li ios ex.iiiiiiun-los
par turmas, cujo numero se regulado tm-
do se em atteugo nao s a capacidad s das sa
las ee igeocias de severa iiscalisao, litMj
tambera e tempo necessario para ojulga
ment.
Art. 49. toda turma, porm, nao poder
ler raais de 30 alumnos, era menos d; 10.
salvo si for menor o numero dos tubiltados,
para o exame.
Paragrapho nico. O examinando ofto far
mais de duas provas escripias por da, obser-
vando se na chamada a ordem da oumsra^o
das ca lerus em cala anno.
An. 50. No da designado para a prova es
en ta coilocar-se-hS} em tamas urnas quantas j
as materia?, em liras da papel conveniente-,
meute dobradas, os numero* correspoo leut-s
no- artigos do programma das cadeiras sobre
que versar o exame
Art. 51. O primeiro alumno da turma, ti-
rando da urna urna lira de papel, a entregar
ao presidente, e este em voz alta leudo os nu
meros, verificar auccessivamente os corres-
pondentes arugos do programma da cadeira,
que lize- objecto do exame de tola a turma.
Ari. 5i- Os assomptos sorteados seio
transcriptos pelo lente da cadeira em urna la-
boa prea colloca la vista de lo os os exami-
nando?.
Ar. 53. Frito o sorteio, e chamado cala
examinando pelo presidente da mesa, este Ihe
entregar urna folha de papel rubrica la pelo
director da Faculdade, afira da oella escrever
sobre o ludo que tenha de dissertar.
Ait. 51. E' vdalo aos exarai aido* levar
comsigo calemos escriptos ou livros (salvo oj
volumes de legislac&o), e commumcirem s
entre s durante o trabJho das privas. No
caso de precisareis sahir da sala do exarav
podero fazel-o cora licenga do presidente da
mesa o qual os mandara acompaahar por
pes^a de contianca.
Art. 55. O trabalhodas provas escripias ser
feilo sob a vigilancia da m -sa, n u.nbio lo ao
director fiscalisar to las a provas.
Art. 56. O examinando lera duas horas para
as probas escripias de cada materia do anno ;
e concluidas esla?, ou no estado em que se
acharara no m do prazo. o examinando a
entregar a commisso examinadora.
(Art. 57. Em acto continuo passaro os mera-
bros da mesa a examinal-as. Cada un dar
p>r escripto o seu parecer e o assignar.
Paragrapho nico. As provas tero a se-
guinle clsssificacSo : ptima, bdi, soflivel e
m.
Art. 59. Sero co*3 que forem surprehendid >s a copiar a prova de
qualquer papel, livro, caderno ou objvclo que
levem ou recebara de outrera, ou nao esc-eve-
rem, ou o fiaerem sobre as ponto, eu cuja prova lr julgada m.
Art. 59. Dos que forera habilitados para a
prova oral, organisar-se-h* uraa lista, que ser
aiixada em logar conveniente e publicada no
jornal de maior circulac&o.
Art. 60. Terminaba a prova escripta de todo3
os exammandos, passar-se ha no da seguinl)
a prova oral.
Art. 61. Na prova oral, bem como oa pra-
t ca, que laabem ser publica, cada um 10*
examinadores argir o examinando durante
20 minutos no mximo sobre o artigo Jo pro-
gramma tirado sorte.
Art. 62. Os examinandos sero argidos
segundo a ordem da chmala.
*. 63. Argir em pnmei o logar o lente
cathedratico mala moderno, ou o substituto, se
funecionar.
Art. 64. O alumno que nao comparecer a
prova escripta flear esperado para a 2.* poca,
observadas as prescripeGiS do art. 35 d). Si
a falta se der na prova oral, ser chamado
depois de esgotada a lista e nao comparecen lo
ser equiparado ao de que trata o paragrapho
uoveo do artigo seguinte.
Ait. 65. Si o aluraao retirar-se do esajpe
escripto antes de tirminal-o, prevalecero para
jolgamento a prova ou provas que nao obstante
a interrupeo a mesa considerar cnnclui tas.
Paragrapho nico. Si a interrupeo se ve-
rificar no exame oral o alumno sera consid-
ralo reprovado, excepto si juitiflear paraote a
Coogrgago superveniencia de molestia e fr
aiten lide, sendo ueste caso readmiltido depois
de e-gotada a lisia de chamada.
Art. 66. A justitcace a que se refere o
artigo antecedente dever ser at o seguinte
da til apresentada ao director, que a submet-
t' a Congregaco.
Art. 67. i;ada turma de examinandos, as
provas oraes e praticas nao exceder de seis
alumaos
Art. 6S. Terminadas as provas de lo les os
alunos da turma, a conraisslo ju'gidora,
eadb presentes as proras escripias ds oes-
mos alumnos, proceder em seguida ao ju'ga*
melo, que se far por votago nominal e se-
paradamente sobre cada cadeira.
Art. 69. A qualicacaj do julgamenio se
far do seguinte modo :
1.', sera considerado rep ovado o que nao
liver maioria de votos favoraveis ; no caso de
empate dar-se ha o alumno como approvado ;
2.*, sci approvado plenamente quelle que,
lendo ubtido unanlmidade da voms faroraveis,
merecer igual resultado em segunda voiagao,
a que inmediatamente se pr ceder;
3.-, approvado com dislincco, oque f- pro-
posto por algUiU dos membros da commisso
julgadora e em nova votacao alcangar to los os
votos faoraveis Nos deraais casis de julga-
ment a nota ser ipprovado simpleraente.
Art. 70. O alumno approvaio simplesmente,
ni 1." poca, poder inscrever-se Je novo na
2" para o mesmo exame, que prestar na ul-
tima turma; mas a nota do segn lo exame
prevalecer, quer seja de approvacSo, quer de
reprovaco.
Art. 71. O resuliado dojulgaraento ser es-
cripto a assignado pelo3 m mb'os da corarais-
sao julgadora, e tudo sera re.lu.zi4o a termo
no livro compelen^.
Art. 72. As regras estab-lecid is nesta secgo
sero obsrvalas nos exam -s da 2* poca com
as restriegues constantes dos arts. 32 a 33.
TITULO III
DA DEFESA DE THESE6, DA COLLAgO
DOS GRAOS E DA HABILITACO DOS
DIPLOMADOS EM FACULDADES ES-
TRANGEIRAS
Capitulo I
Da defesa de tbeses para o grao de
doutor
Art. 73. O bacbarel em scitncias jurdicas
e sociaes por alguma das Faculda les federaos
ou a estas equiparadas que quUer obter o
grao de doutor, requerer ao director que o
mande inscrever para defender Ineses.
Para este lira 1 ,s ruir o seu requerimen-
to:
1.*, com a carta de bacnarel, cu cora a pu-
blica forma desu, jusuflcando a imposslbili-
dade da apresentago do original ;
2 o, com folha corrida no logar do seu do-
micilio.
Art. 74. Os diplomas de bacharel em scien-
cias jurdicas e sociaes, confer ios em qual-
quer poca pelas Facuhatea de Direito da
Repblica, habilitara io-icnpco para defesa
ds theses, bem como para cencurso.
Art 75. As defesas do ihes;s far-se ho
dentro dos pnmeiros 15 dias posteriores
ab riora dos trabalh>s.
Art 76. A respeilo dos doutorandos que
preienJam prestar a delesa de meses f'a da
poca mrcada no artigo antecedente, obser-
var-3e-ria o que fr resoivUo em Congrega-
gao
Art. 77 N> prmeipio do anco lectivo, o-
lentes em exercici 1 enviar.) a 1 director u ua
lisia conten Jo 10 questes sobre as materias
de suas cadeiras.
S Io E^tas qu-st5es, depois de approvadas
pea iJoogregago e laigaoas u 1 acia da ses-
so em que forem adoptidas, sero pelo secre-
tario numeradas e escripias em livro especial,
quesera emquJquer lempo franqueado ao<
candidatos ao douioramento.
g 2. O'enlre as Jilas quist:s escolhera o
doutiraudo aquellas sobre que preteaJa es-
crever as proposigOes e a disseriagfto.
Art. 78. O requerimiento para a ioacripco
ser entregue ao secretan.:, e este passar re-
cibo deil ao portador, declarando o uora-i do
pretendente, os documentos apresentados s o
lia era que forera entregues.
Art. 79. Feita a inscnpgo, o director mar-
car o da e a hora em que se Da de reunir a*
Congrgago, afira de designar quando deva
t*r logar a apresenugo das llwses e nomear
a commisso que as tera de examinar e app o
var, cranosla de 3 lentes.
Art. 80 As th:ses conustirao era 3 propo-
slge.% pelo menos, sobre cada urna das raa
lenas do curso e em uraa dissertago.
Art. 81. A omraisso a que se refere o
art. 79 dever, no paso de 3 dias, cootados
do recebiraei.to das Ineses, interpor e reinetter
seu parecer por escripto ao dreeior, atira de
que esie o faga constar ao doutoraoJo.
Art. 82. Si o doutoranto nao se conformar
com o parecer da comraiss), poJei recorrer
po meio de requerimeuto ao director.
Este uni'iiitam'U'e convidar os do'us
lentes mais antgos entre os que nao tiverea
feto parte da primeira c mraisso, e com
alies tomar conheciraeno Jo recurso, resol-
vendo a questo defiaaivamenta.
Art. 83. Approvadts as theses, sero ira-
presaas a expansas do doutorauJo, o qual en-
tregar ao secretario 50 exeraplares, no praso
de 20 das.
O frontespicio deve conier siaap'.esraente o
seu oiij'CO, tira e nome do autor.
A t. 81. Recebidaa as theses P'lo secreta-
rio e coraramicado por elle iratnediaiaraeute o
seu recebiraenio ao director, ser convocada a
Coogregago pira se proceder em sesso pu-
blica ao sorieio d >s lentes que devera corapor
a commisso examinadora.
Esta commisso constir do director, dos 5
lentes sorteados um de cada auno, e do de
me liuna publica.
Art. 85. Alera das theses, o doutiranio
apresentar urna diss-rtago sobre assurapio
importan te, sua livre escolha, de qualqu-r
das cadeiras do curs..
A dissertage ser lid l pelo douloraodo, na
primeira hora do dia narcado para defesa das
i .eses e entregue logo ao presidente do acto ;
e sobre ella arguii-o-ba o lente mais anti
Ser alm disto irapressa custa de mesmo
doutorando, no caso de ter sido approvala, e
distribu la por lodos oe leales antes do dia
da coilago do gro
Art. 83 O director da Faculdade marcar
dia ou dias e a hora da defesa de theses, cujo
acto presidir.
Art. 87. Cada exam mdor argir por meia
hora, comegando pelo mais moderno.
Art. 88. Si as iheses, depois de mpressas,
nao cjmOinirein era" doutnna cora o original
approvaio, o director nao consentir que se-
jatn defendidas e mandar mnmir o seu au
lor para reforraaLas, reinprimindo-a3 a sua
cusa
Art. 89 Si as alterages indicarem m f,
o director levar o faci ai coonecimeiito da
Coogregago, a qual, alm do que tica dispos
lo, poder resolver qie o doutorando saja re-
prehen ildo pelo mesmo director parante ella,
ou adiar a defesa das theses pelo praso de 3
mezes a 1 aaoo, conforme a natureza e grvi-
da.le das alteragoss.
Art. 90 Si forem dus oa mais douto-an-
das, logo que re concluir e sorteio dos lentes
para urgutrem o primeiro, procedr-oe-hn ao
sorteio para a commi'so examinadora do se-
gundo, oelo modo determinado nos artigos an-
tecedentes, e assira por diante.
Art. ai Concluidos os irabalhos leterral-
nalos n s artigos anteriores, o director man-
dar logo alSxar, no logar ao coslurae e pu-
blicar pela imprensa, edital em que se declare
o da da defesa das theses de :arta um dos
candidatos e distribuil-as por todos os mera1
Kps da comutssao.
S nico. A defesa das theses se far no
oitavo dia depois do soneio dos examinado-
res, cu no immediato, si quelie for feria-
do.
Art. 92. No dia e hora determinados para
a defesa das theses, os lentes que estiverem
em eff ctivo exercicio, precedidos do director,
se dirigirlo sala dos atoolemne?, com as
insignias 4o seu grao, e subindo ao Joutoral,
o director tomar o prmero assento siguin
do se os lentas calhedraticos e substitutos, na
ordem da nti6urdade.
An. 93. tugo quo os lentes liver m tomado
asseoto no domoral, o candidato ser ictrodu-
zido na sala pejo poiteiro ; e reeehJdo porta
pelo secretario, ente o acotnpanhar ao lugar
que lbfl sata, peto 10 douloral, onde estar urna mesa
convenientemente rnala, ir depois seniar-3e
no lado opposio, jun o Je outra ra sa, sobre a
qual llavera urna arapulheta de meia h>ra para
regular o tempo da argu uentago de cala exa-
minador.
Art. 94 Acabarlas as defesas das theses, sn-
blro da sala os doutorandos e os assistentei,
e, fechadas, as portas, o* examinadores, e o
presidente do aeio procedero ao julgamento,
por votagao nominal, cujo resultado o s icreta-
rio lngara no respectivo livro, p^r ter do, que
ser assignado pelos examinadores e pelo pre
sidente. Na declarago do resultado final, o
secretario usar sempre de umi des as formu-
las Approvado ora disihcgo -Approvado
pleuaraeutii Approvado simplemente Re-
provado conforme o numero e a qualidade dos
votos.
Art. 95 No dia seguinte i da defesa da-
Iheses do iirjmeiro iouiorn lo. ou no imme
dalo, si aquMIe lo: feriado, ser argido e ju s
gado o segundo, si o bou ver, e assim por dian
le, at o ul i rao observa ni o-se a respeito de
cada um as formalidades cima d claradas.
Art. 96 No aso Je nao ser u as tlieses a 1-
provadas pela commisso, ni ser o douto
raudo ad.ni't do a acto, sino depois de um
prazo de seis mezes a um anno, marcado pela
Coogregago, e mediante apresentago de no-
vas iheses que meregira approvago.
Art. 97. O dou orando que fr approvado de-
ver, antes de receiier o grao, entregar na Se
cretana da Faculdade 80 exeraplares impressos
de suas theses.
Art. 93. O director remetiera ao governo,
peh menos, quatro exemplares das duas the-
ses, e ou ni Facul lade de direito um nu-
mero suflicieute para que possam ser distri-
buidas por tidos os lentes, e fiquera alguns
exeraplares archivados na respectiva biblio-
theca.
Ari. 99. A approv gao simples nao Impedir
a coilago do grao. Fna, todav a, salvo ao
douloraodo a laculdade de apresentar novas
theses e ness < caso prevalecer a nota do se-
gundo julgamento.
Art. 100. O que fr reprovado, fomente p
der ser admillido a novo acto um anno de-
pois.
CAPITULO II
Dos graos conferidos pelas faculdades
An. 101. Aos que tiverem sid- approvados
em todas as materias do curso ser conferido o
grao de bacharel em sciencias jurdicas e so-
ciaes.
AN. 102. O grao de bacharel habilita para a
advocada, magistratura e oficios de ju-tica e
para os lugares do corpo dipiomat eo e con-
sular.
Art. 103. O distinctivo do grao de bacharel
em sciencias jurdicas e sociaes ura ann.l de
onro e rub: os hachareis podera usar de urna
beca, cujo tigunuo ser Jado por aviso de Mi
nisterio da Jusliga e Negocios Interiores.
Art. 104. Aos approvados em Ihises ou ha-
bilitados em coocurso ser conferido o grao de
douior em sciencias jurdicas e sociaes.
AN. 105. Os distinctvos do g o de douior
em sciencias jurdicas e sociaes sao, alm do
atmel Je curo e rub a bula e o capello. Po
dem lambem usar de beca, igual Jus hacha-
reis.
(Contina).
Governo do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTlCA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 10 DE FEVEREIRO DE 1896.
Augusto Jos'; Mauricio Wraderley, profes,
sor da au>a pralica annexa Escola Normal-
requerendo gralificag .Concedo.
tacnarel Francisco Botelho de Andrade, juiz
Je direito do municipio de do Brejo, pedind >
pagamento de ajuda de cusi Deferido, nos
termos do oficio desta data ao Dr. Secretario
da Kasenda.
Joo Theotonio de Almeida, preso na cadeia
do municipio de Liraoeiro, pediodo provideo-
c as no sentido de entrar era julgamento.
Informe o Dr. juiz de direito do uiuuicipio de
Taqearelinga.
Joo Gomes dos Santos, sentanciaJo, pedin-
lo perdo. -Ao Dr. procurador geral do Es-
lado para que se digne de informar.
EM ADDITAMENTO AOS DESfACGOS DO
DIA 7
Companhia Great Western ofBnzil Rail-
wv, pediudo pagamento de passageos cou-
cedidas por conia do Eslado. Deferido nos
termos do cilicio desta data ao Dr Secretaria
da Fxanda.
EM ADDITAMENTO AOS LEsPACH03 DO
DIA 8
Izidio Gomes de S N""a-s. alferes do 1-
batalhSo estadoal.-Deferido, nos teroios do
offlcio desla data ao Dr. Secretario da Fazea-
Joaquirfl Telles de Menezes, sentenciado,
pedindo perdo Attendido, por Decreto des-
ta dala.
O PORTEIRO,
C. Moraes.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia Jo de Fevereiro de
i8q6
Jos C'TlIlo Correa de Araujo Apresnte-
se a juma medica aflm de ser inspecciona-
do.
Angelino Bevilaqua.'pedmdo exonerago.
Como requer.
Amonio Pereira Braga GuimarSes.-Infor-
me a 2' directora.
Francisco Geraldo Moreira Temporal Ca-
rao requer cora os veucimeolos a que tiver di*
reito na forma da lei.
alaria Jos, viuvi Alvan Bavlon l'erreira da
Silva-Informe a 3' direcioiia.
Archias Mafra.
O PORTEIRO
Questura Policial
Secgo 2".-N. 32 SeGretana da Questura
Policial do Eslado de Pernambuco, 11 de Fe-
vereiro de 1898.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Jusllca e Negocios Inte-
riores.
Participo-vos que foram ho t m recolhidoi
Casa de Detengo, os segrales individuos :
A' ordem do delegado do 1. Jisincto da
capital, Anna Soares PavSo, Dergulina Mana
da Cocceigo, Joanna Maria Felsarda da Con*
ceigie Maria Magdalena da Conceigo, per
embriaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recif Antonio Jos Thnraaz de equino, An-
tonio do Nascimento e Eduardo Ke.iro Bezerra
de Menezes, come desordeiros.
A' ordem do subJrlegauo da freguezia da
Sanio Amonio. Manoel Vtuleiro, como ga-
tuno.
A' ordem do subdelega lo da Varzea, Eleu*
terio Henrique Jos da Costa e Elvsio Fran-
cisco Ouil' erme, por crime de ferim^nlos, Ma-
noel Jos do Nascimento, como desordeiro.
Saude e fraternidade-
O questor,
]ose F. Nery da S- Filho.
Auuexos
N. 1.Allocuco.
N. 2.Projecto de Regiment.
N 3. Iuformacoes prestadas ao Supremo Tri-
bunal sobre reviso.
N. 4 Accordaos.
N. 5.Lista da antiguidade dos juizes de di-
reito.
N. 6.Catalogo da Bibliothoca.
N. 7.Inventario dos movis.
N. 8.Estatistioa judiciana.
Annexo 11.' 1
ALLOCUCO
Mous illustres collegas E' esta a segunda
vez que por vos sou encarregado de presidir os
trabilhos do nosso Superior Tribunal de Justica.
Disse ento e repito hoje. Eu duvidaria de
bom desempenho do to honrosa missio. si nio
contasse com o leal concurso e complacencia de
to esclarecidos, distinctos e benvolos compa-
nheiros.
Por vos mesmos constituido o primeiro inter
pares, a nossa posico de perfeita igualdade pela
mutua benevolencia e pela conformidade de senti-
mentos entre magistrados, que sempre se mostra-
ra m compenetrados do cumprimento dos seus de-
vores e devotados a urna nica aspiraco a da
honra ; a um s culto o da justica.
J o disse alguem : Filha primognita da
razo humana, a jastica ajudou a levantar a chou-
pana do brbaro ; sentando-se a porta do pastor
e do agricultor, guardou-lhes o rebanho e a seara;
abandonando o campo, elevou cidades, constituio
Estados e entrou no Areopago. Prezide os comi-
cios, ora nos Congressos; e suas pelavras sao o
orculo das NacSes.
Em todas as epochas os magistrados foro
elementos de paz e seguranca. Nesta cidade,
onde existe urna Faculdade de Direito e tantos
cultores da sciencia dos Solons, dos Justinianos,
dos Fredericos da Prussia e dos NapoleSes da
Franca, nos os filhos de Themis, devenios contar
com os incentivos dos filhos do Minerva para o
bom desempenho de nossa ardua, porem honrosa
mrssao.
Devemos tambom contar com a coadjuvacao
da distincta classe dos advogados, to antiga
quanto a Justica, na feliz expresso do chanceller
Henrique d' Aguesseau Sao os cooperadores dos
magistrados na admnistraco da justica ; e de sua
sciencia, de sua probidade depende o bom xito
da judicatura. advogado sincero e Ilustrado
prepara pela discusso o que o juiz completa pela
deerzo.
Com to valiosos auxiliares e tendo em vista o
principio constitucional de que os poderes devem
ser inriependentes, mas harmnicos entre si, a ma-
gistratura ha de rovelar-se sempre um poder
eminentemente benfico e capaz de solver os mais
diffics prjb.emas da vida publica o particular.
Incu.noi Lj de dar a cada um u que de cada
mxisitwn cuiqu tribureo po'.jr judiciario
forma um dos mais poderosos elementos do ordem
publica Si a su 1 misso interessa grandemente a
sociedade, quanlo decidindo quost5es individuaos
estabelece a pnz na familia, milito mais se eleva
e se engrandece quando se interpe para salva-
guardar da anarckra e do despotismo todos os
cidad is. Qaaudoos detnais poderes se agito
para a offensa, o j**wttia se arge para amparo
e patrocinio de todos. .
Contrap mdo o Miwto .miKtar ao manto civil
dizia Nopoleo a Franswoo Tronchet, magistrado
francez : .As rirtudo arciaes sao necessarias
somante em circurastancias especiaos e momentos
perigusos; as virtaa :ris, que oaracterizo o
yerdadeiro magistrada, icfluem constantemente
sobre a felicidae pubhca.
Si povos anfcif sevarain ao apogeo da
grandeza, que se manisfesta nos monumentaes,
destrogos de Ninive a Palmira, as grandiosas
pyramides do Egypto, na profunda philosophia
dosGregosena sabia jurisprudencia dos Roma-
nos: tudo isso foi obra dos bons governos, que
outra cousa nao sao seno a boa applicaco do
direito, consistente na boa administraco da jus-
tica.
O estudo da historia e das instituigoes dos po-
vos, que mais progrediram na antiguidade, nos
convence de que a urna justica exacta e prompta,
neutralisando os elementos do inquietaco e dis-
cordia, origem da dissoluco dos poderes polticos,
devem elles a paz interna, do que gozaram.
E' pelo aperfeicoamento da justica pratica que
os povos modernos vo propagando a sua forca
civilizadora o concorrendo pira o desenvolvimen-
to e aperfeicoamento da humanidade. Sem a jus-
tica organisada a humanidade nunca teria sahido
da infancia.
Debalde os jurisconsultos curvar-se-hio ante
os antigos monumentos do d reito, investigando as
relacSes jurdicas para dictar luminosos preceitos ;
debalde os legisladores, adoptando esses preceitos,
confeccionaran! e promulgaran! leis equitativas :
tudo frustrar-se-hia sem a aeco dos tiibunaes. No
silenoio destes o jurista e o logislador trabalha-
rio em vo.
J o dizia o velho Lhermenier Le dro't e1 es i
la vie. Sim, o direito a vida, a viia dos indivi-
duos na sociedade, a vida da sociedade no seio da
humanidade. O magistrado imprimindo vida e
moviment as formulas abstractas da lei, torna-se
o agente complementar da obra do legislador.
O Estado a justica constituida. Si a lei do
mundo material o equilibrio, a lei do mundo
moral a equidade. Tornar o direito urna reali-
dade, a justica urna verdade soberana, sero os
meios polos quaes as sociedades modernas evita
rao as diss3nces e lutas, que tm ensanguontado
a humanidade, e se habilitaro a tornrarem-se
inteiramente distinctas das sociedades antigs,
convictas do |que a liberdade do homom a sua
vida ; de que o pobre igual ao rico perante a
lei; ede que, como j o dizia Montisquieu, nao ha
tyrannia maior do que a exercida a sombra disleis
e com os casos dajustica.
Tornando o direito urna realidade, a justiga
urna verdade, concorramos*todos para a iutegri-
dade do nosso charo Brazl, sob o rgimen das
instituices vigentes.
Qaul o brazileiro que nojse sent orgulhoso
ao contemplar a magistosa regio qne, estenden-
do-se do Aazonas ao Prata e das praias do Atln-
tico aos Andas, lhe serve de patria? Quem ignora
que a diviso a fraquoza e a unio a forea ?
Si a Franca gloria-se com o seu Matheus
Molo que na phr.ise do Plutarcho francez, apren-
der ros tribunaes a praticar essa coragem aus-
tera que satisfaz-se affrontaudo a morte para cura-
prir o I i ver ; si a [nglaterr 1 registra a memoria
de seu chancelle.- Thomaz More, como emblema
da c i-agem oivica, nao menos deve caber aos
braziie.ros, aos pernambucanos, comprazeiem-sa
com sua magistratura sempre devotada a causa pu-
blica ; e convicta de quo no paiz em que a justiga
mal administrada, nao se pode ser livro e estar
tranquillo. A m administrago da Justiga pro-
duz a principio o terror, depois o desanimo e afi-
nal o descrdito das instituigoes.
O direito a expresso da verdade eterna ;
a synthese do tilas as inviobilidades. A lei a a
expressa uo direito ; a relagao definida doa cida-
dos entre s o a sociedade. A justiga o direito
obsrvalo ; a lei executada e respeitada. E', na
expresso eloquente do immortal Vctor Ugo, o
equilibrio supremo ; a razo em toda sua profun-
didade; o resultado luminoso da consciencia uni-
versal ; o claro da etemidade alumiando a huma*
nidada.
Em urna palavra a justiga o pao do povo, a
maior gleria e a nica riqueza do magistrado.

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^. 1 .i 11.....



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RECEBEDORIA. DO BSTADO DB PERNAM-
BUCO
Despachos do dia u de Feveretro de
*896
..; j. rnncplrfto Fre lenco a. da Costa,
AffoosoBezScfv.lc.ote, Manoel Floreado
d Maraes H res, Jos V.ctor da Silva Pinjen-
fel Joao Lobo, Joao Alves da Silva, Adotpho
Solano Hamos e Silva, Carlos Claud o Trease.
Informe a 1 secgao.
inanias Gongalves Coimbra. Deferido.
Guilberrrioa Seraphina da Cruz.Deferido.
Eugenia Frers.Certitique-se.
Pelo porteiro,
Joaquim Ignacio (joncalves Lima..
Secretariado Industria-2.'di-
rectora
inspectora qeral de hygiene
Expediente do dia 10 de Fevereiro de
1896
FelisbiDo Augusto de Lagos, podiudo par
certilo o termo de seu exame prestado n'esta
inspectora.Cerlifiquj-se.
Joao Fernaodes de Alineada, pedio o para
mandar examinar caf.-Ao Dr. ajudante para
examinar. .
Forana considerados em conigOes nygieni-
cas pura sere.ra habitados :
Pelo Or. coramissario do 1. districto, o pre-
dio n. 15 da Travesa das Flores
Pelo Dr. cominissario do 2." distnclo, os pre-
dios ns. 18 do Boceo do Amaro e 23 da traves-
a do l'eixoto. ,. _
Pelo Dr. commissario do 3. .dislncto os
predios os. 7 D la travessa do Pnoclo, 51 d
ra de D. Vital, 25 da ra do Riachuelo e 43
da ra da laperatru.
Augusto Abilio da Silva, requerendo exame
para abrir urna paarmacia na cidade do Rio
Formoso.-Informe o Dr. commissano da 4.
circumscripgao. ,..-.
Felisbino augusto de Lagos, pedindo licenga
para abrir urna pharmacia oa cidade de Pes-
quera.-l'asse-se a licenga requerida
Pelo Dr. commissario do 1. distnclo, foi
multado o Sr. Manoel Ferreira Leile arrenda-
tario do 1. andar do predio n. 21 da ru* yum-
ie de Novembro, em 20j000, por infraccao do
regulamenlo sanitario vigente.
Pelo Dr. co:nraissariO do 3.' distnrtq, fot in-
timado o Sr. J Maria Carvalho com loja a ra
da Imperatriz para no prazo da 8 das mandar
remover as iraraundicies 'do terreno que pos-
sue na ra Riachuelo -esquina da ra do bo-
ceg, ficando rojeito as penalidades da le na
falta de cuuaprimalo da iatimagao.
Foraa considerador em coodigOea hygieni-
cas para ser^m habitados :
Pelo Dr. commissano do 5. distnclo, o pre-
dio n 25 da ra de S. Jorge.
Pelo Dr. commissario do 1." districU, os pre-
dios ns. 66 da ra da Palma, 14 da na 28 de
Selembro, o 2 andar do predio n. 31 oa ra
Quinze de Novembro, o 2 andar do predio n
39 da ra Duque de Caxias e o predio o 4 aa
ra de S. Bom Jess das Creoulas.
Secrataria da Inspectora Geni d< HJSieDe
do Estado de Peruami uco, em 11 de Fevereiro
de 1896.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
Desfaciios da prefeitura municipal
DO RECIFE, EM 11 DE FEVEREIRO DE
1896.
Santos Arauj J & C--Pr0*e Ia? al'?a;
Nunes Fonseca
nenio ao fiscal
"'capi'ulino 1 Ochoa de Gusmao-Sim, nos
termos da informacao.
Mchalo & Seixas.-Iudefendo
com a informarlo.
Amelia da Conccigaa R. Castro.-Sim de ac
ordo com o parecer. .... j _
Marcionilla Clara de Jess, Marte Magdalena.
e r. M.Manoel.- Sira. .. .,
Secreiaria da Prefeitura Municipal do Recite
11 de Fevereiro de 1896.
o PORTEIRO,
Nuno Alcet da Fonseca.
8c, C- Sim, dse conheci-
respectivo para os os conve-
de aecordo
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
I A recepgao que a cuua* de L'sraoa-fez aos
brioso* e valentes expedoaarios de Af.lca, a
ocarnm e eotbaai&eti-a ovagao cora que o paz
iateiru saodou os vencedores, UM no da wa
aoa r.,Pde coosaeragao ni -eal teatro det>.
Cario*, onde oa nws- caros aa-ea travistiros
lorBffl eaudados com uma expootmaeda-le, oom
( co.i uma coviec&o.qoe por i
uma ...
tarlam para a apoiheose do
ieaea eslrem cldog
exercito e da un.
em cldog
digoilade da nagaj
tinha p..rtogaez, cerno
flado-ei da honra e da
no'ti'Kueza.
No%e descreve o que naqualla ooi'.a se pas.
sou-m S. Cirios. .
El re que piraeiro cidadao e o pnmel-o
magistrado aa nagao, tete oaasiaa de raer
nhrcer com o pa.i Iva a ^coo*:ie1ia sos ,eas
deveres e o aestaoe imc-ita das soas glorias,
como se ac ca lo lb' e invocam as mais quendaa lorias da uafiaj,
as sympatbias e os affect. que tao sincera
meiie se dirigem IS. MM as raiabai. tao
devotadamente portuwez8, moondo.s ao res.
pello e ao recoohecimsato poblioo pelas suas
erel38 virtodss. .
A oite de 20 deve ter djixado sati'feitD o
co'racao do aogasto chefs do Eitto e estauos
ceos le que ella iba dei as bora* mais fe.
les do seu relaaio, to crualments aspen
mentado pala sorle adve-sa.
Hauve de cerlo al?ooa coasa que deve ter
imoressioaadoS.M. e qae pod-namjs por em
evidencia se qanessemos violar a .regua di
pat' qae os memoraveis saceasos aqoe te
da coosagrddo8, impuzaram a toda a familia
^A^a"' de cong atol goes. B' ehqoeate e
vibr nte a lic^o de patriotismo qoe oos di o
e7aoelho do dia. liso bast. .
SUloo-seei.re, a ratona, a augosta raiaha
,iUva mSi dos solJidog -como disas Ole.
roa das uli as baiala* de Alric-o exaroito
a aarinna, a patria; os letioaarios aeue-ndos
e talantes, qae por ella lajtaram e soffreran
todas as ^ritiges e fizaran) todos os sacrificios
e os qa-:!omo -dissa-na saa TrhT3e sneela e
eloqoente um obscuro mirioqelrctieram em
Alrica cumprindo o seo dever.
E odoisto n'om remitoapaixonalo, caluro,
so, vibraile, como nunca modernamente se vio
em Portugal 1
Pica memoravel a tolos os respsitos a noite
de 10 em S. Carlos. ,
G-cas a Dsas! Isto nao oa pU, mono 1
Ai'ei de resumir o qae se p*sson em
Lisboa etn honra do* bravos expelrciona los,
dejemos registrar qoe*m qaasi toda as le-
ras do oau > leem festejado com o maior ea-
tbusiasmo as fagaiOas daqaalles h^ e, lo
mando a academia uma parte lmportaute oes.
n> axpansfias patrtoticis.
Nao po lemos ejpe^ialisar as trras, oude el-
l s teem silo m-is raido*as( porqoe em toda a
par e o inbllo a fosero, e iodo -e tem feito
para significar o applaoso aquellas qua lao b^m
souberam defender e sosteot.r a hoara do no*
meporlugaet ea gloriosa oaodetra das qui.
Da?
Ea Lisboa titemos a cecemooia da distribu,
gao das medalhas ou antea aos lagos a qae cor.
respondem as medalnas, qae aluda nao siao
pro optas.
Esti ceremonia ;oi Imponente e emocionante,
retnando sempre a maior alegra e baveodo
por vezes calorosos vivas a lamilla real e aos
valente3 expediciunaries sern dlstlncgo de ar.
id a e em disiincgo de catbegorta.
Como sabido, a distribuigo venficoa.se na
vata sala do risco, leodo sido letaoiadj no
meto da mesma ala um throno cun docel des.
iioa4e*ft-S3. MM. e'aiendo a gnard de honra
naqoelle l^cal oerto do cem aiprranies da es
cola do exercito, qae se apreseuteram admira,
telmeote.
Has paredes da sala tlam se fitas de todas
as ordens e medalhas portuguezas e bem as.
sim a cjndecoragloUa Torro Espada am
mo elo da-medainaslaexpediento:oom a ffigre
de a. M. a rainoa.
A sala est.ti dccoroda cnm anniU aiaelaa
e aot.a m' teoipa com rao to gosta.
A coaoorreo u '-raacOMne, tanto oa salaco.
mo as re-ES, q:ie ttarfam- reprats
SS. Mt.^onnram os s*u loares .olbDBo,
qae-ih'-* estava re^er**d) o:oBpa'*do -s p l-
soi da sua wnifv i o.\ uj SBtatetros o lado eqoero opinan-
reaf; qa osu ni ante ue alesna tic u eol-
io s.lo <*in p* dir-ita de soa togus a ma-,
eram S 111 da tarde.
O .rime'r-trxpelic}OTa'l> ebaairij foi. ca-
m-i devU se-, o sympaihico e orav) coronel
Gilh-rd >, q'- ap-.nas snb^ o p-i ua -1 deeraj
do tbrona foi aecumalo peta mo tidao, a-s>-
cundo re El Re toa aogasu estaau com
palmas a e ti >xpasada entnasi Era o S-. minis'.ro da 'ierra que enreg-n
i r lobi la titu, que pstavam em aai sal de DraU, sattda pelo S\ Baptist e Aadrada
BepaH ne con le orado o co-oa i Giihsrdo'
pela u."i*t eo^ef!^na, sego*ram-se ot -cgola-
tes iffi ies:
Cap o Gasta, tnte Oroe lai : ofn laes de
minora: And-. Qaerio", Moraes e Sinia e
T ive-, depus oa (fia aes de enenoar a :
Ferrei-a de Ctro, Freir de Anlrale, pel-
pn,m Manteiri e Santn Viega'; oa da vi loa-
ra ooa. Michdo. Coa-etro, Ti 'ein Mona e
Lope-, em seguid i os de civalia-i-, dpi s to-
do* os dos bataibes da cagdores i ? 3 e oo-
al Igsj t'dos os do ba alao da iifan a la J.
O oabl C> faoloo tolos os cande-orados a
medita qoe el ea a aprox mavam do throno,
^c-m palmas o vivas, qo* ma'a sa ac nioa-am
om a pr-a>nca do 8r Machado cpitaes Mi
chado. Coa eiro e F.-ei-e de Anlrada e da le-
D^nt- Mil a e aifer sC Cono e-* qiasi imoossiv f, pelo tempo qae
is o leva-la. on'eco-a- c di ama das pr^g'S
o-esaa'e*. S. M. a Ramha coodocoroa am **'
nto. um canoe nm sida o da cala comoa-
ntiia oa s^egao ex-ilcunirla, entregmdo as
titas para os repecvos s rgeot >s tntregiram
as demns pragas.
Qaanlo a Imnente ceraaona la termaar
o n lo-ocoroael Gaina'o. dingtnio-e pa-a as
pragas "xpelictonaMas, exclamo i:
ofn la^ e o'a^as expe'icion.rias, estim-s
na f-enl- de Si. MM. e aga-a desoa de o -
decora os leva i eaos am viva a S. M. *''
Sr. D. Ca-los. a S. M. a Ramhi aSra. D, M \<
P,a, que;tamham eslava presenta, a S. A. o
priocipe 'eal e a faailia real portauela.
B'tes vivas lor-m correspoa Wdos com o
melhor enthasiasmo, assim coao oa oB'.ns
qae se levmtaram ao exercito, a rmala e aos
esned'cionaos. .
S. M. a Rainbatete oma palavra carinhasa
para cad. am dos coa Je-orados, felicitando- >a,
aK'adacendo.Irras oa serigoB prasradoa pa-
iriae rnaatendo-se sempre extremameu e ama-
va!.
Asslati-am contagenUe de todos ei coros
da gua-DtgSi, faieado a guarda de honra i
sda os a-ipiroteada armada e no arae-ia
regimanta de infamara n. 5.
SS. MM. forauu em lana d.scab'rta, 8*
pe to d?g qaatro horas.
Os na?8o o ierio8 que em toda a ceremo-
nia e oo aeode toda a alegria, ola esnoece
ram os bravos qa* all< oo poler m r.cetaa- a
detida re oapensa. logo que san ram o arse
nal, dinsiraa-Be aa hospital da Eairella. onde
cbegammaoca&tr da tarde.
S. M. a Raioia pe corren s anfermirlas on
de se achim os exo 'dicionanoa doea ei e de-
veras co amovida, mas apparentaodo a-r<-oUa-
d. dirigio-se a todo um por um, fzeado en-
trega das fli s e anima lo com palavas de can-
sol-g^o e loavo' a esae* qai oo Sel campria*o.
lo de boas sollados foram atacados das doen-
gat qne os pros u a qua os lohlne de gozar aa
maotfestages de regoai|0 e resoeito qae laem;
sido tributadas aos seos companheiros de ar
mas.
O carioho e o Inte-esae qae Saa Miges ale
reveloo, ampreeamou vivaarente aqaelles d*-s-
ventorados mina e, qae Ihe agradad m a
B*t recampenea d Seo Valor e coraem com
j-voz embrgala aela.ciimmogao.
Um a'elles- ftcou t4o eocaotaJo com o toa
amavel ecaMohoso da nossa estimada e queri-
da Ratona que v/idamoo:
B mals boa qae uma Irma de candada.
Palavras de boora qae s por amor d'eila era
capaz-de voltar amaoba para as fricas I.
O aspecto -las Uogas enfermaras po\oalas
de dorales offerecia am trlstissmo qaslro qae
Saa Mage tade a Ruoba vcio alegrar por mo-
mentos, ilinmiuaodo-a com todo o faigcr da soa
lma.easa bondad'-.
O Sr- Manoel Telles qae condazia a sal-
va de praia onde lam as ti as.
Esiao em tratamento n'este hospital 9d
expetieionarios, indo bs regios tlslUnies tam-
bem aos qaarics onde se acbam o alteres Al-
fonso Coler, de cagad-^es 3 e o sargeoio Go-
dinno*. cajo estado inspira serioa cuidados.
___Quaudo os aargeutos coaaegarai) a er
ohamadof, annarecendo prime.ro os de oaarl-
nna, o nrioctpe real qaz prendar as Atas 803
agraciados.
Anda oteotoo, mas como nao o-consegua
fcilmente, foi na augaeta mae qne coatinaoo
a nubiliseima t.refa- .
O jaatar offare ido por Soas MaMSlales
aoa offi;lae8 qae tomaram parte oa expedigao.
reahsoo-se hoatem n* Pago d'Aja'a, n:i sala
denominada ao bof- e, coja ltaminagaa produ-
cto maratlh080 efleilo.
No vaato aposento, foiam armadas parallela-
me ite as compri las mesas; com logar oa-a
100 pessoas cata ama, sendo collocada, n orna
sala contigua, nma mesa em qae tomaram lo-
gar mais 28 convivas.
O ia.itar com^gon as 9 horas e termioou uma
hora depoi, tocan" io loraote o acto a banda de
Infantera 7 o seguiota programma :
Tatli masobere, oaverture Cavallaria rnst -
cana, po'-poorrl : La feria, salte espagoole;
Veroeaa db la Piloma, pot-pourri; Jeuaesse
Oore, vaha; Papilloa blanc, pabia.
A sala nma das maii elegantes e ricas qne
ha no palacio. >Ao banquete asslsttram todos
os offioles do carpo' expedicionario, i exce-
oco do Sr. capuao Conce ro, qae mandoa dl-
zr qae eslava Incommadado. Aasistiram tam-
bem todos os offlciaes de raariaha e do exer-
clio qae coooBraram miis oa menos pan o bom
exio daijexoadigao, e entre elles o Sr. Farreira
de Almelda.
Viam-ae lamoem qaasi todos os mmb'0B do1
corpo dlplaoiat'ea e soas esoo^as,- todoa os mi
oistros, a excepeo do Sr. Joa Franco ; o Sr.
Jos Luciano de Cast'o e saa espoaa, toda a caaa
civil e militar d'el-rei, effeciivos e nonoranes,
minist-08, de estajo honorarioa, a* damas da
raaha. condeea3 de Bertianfs. Selsal, villa
Real, Alcagovas, marqnezas de Pajal, da Pala,,
de Pamba e duqaeza de Palmelia, presidente
da Cmara Municipal, etc.
O men* era|a sega nte -
Poiage o'orgej perl a la Reine
Consomm
Turoot 'Amiral
File da tceaf a, U Marchala
Qoa-tier de dalo ao ha seur
Pain de gibier oo belte-vae
Punch glac l'I uperule
Diudm rti la dami-glace
Salade ruase
Asperges en branebea a la crme
Gele a l'orange mandarme
Coope eu nougat la Cbantillj
Giaccs
Eslava imoresso a lettras negra? e douradah
sobre carto branco, onde tamnem se vio am
programma da msica. No ro,to o drago das
armas po tuguesas sastenlava, sob a cori real,
os brasOes d'Kl-Rel e da Raioha e o escudo
portaguez. .....
El-Rel presidia mesa da dlreita, tomanda
loger ao centro, dando a ireita a Sra. Doqoeze
de Palmelia e a esquerda a espoaa do Sr. Hiotzo
Ribeiro, aeg"inlo-se a esta aeuoora o mioiatra
da guerra. Em frente eslava Saa Magestade o
Sra. D. Mana Pa, dando a dlr.ita aa Sr. Ca
daat patriarcba a quem se segla a Sra. D. Eu-
genia Niza.
A' ootra masa, presidia 8. M. a ramba, ten-
do a saa dlreto a ospoaa do Sr. Pimeoiei Pin-
to. Bm frente, Tia-BO o p-lacipe real, dando a
direita ao S-. daque de Palmelia e a esquerda
a Sra. comeas de Saongosa.
Ao champagne, el-rel levantoa se, bem com
todos os aesiotea.es e, n'am eloqaeatrssimo Im-
proviso, dase:
Seohores e mena cama-adasE' com ver
Tivemedi benr nepfavnroflaBoto* armar-
ene e pre*ell>jos,-q<>e, Daus, tao dia8ipado.-. A vo< todos que, nao
movidos nortwamio jHfjater'cjb-if-vja Je
lona, as miaras o-l"*(.
Mullo de proiweKo quis u* awu lha asr-is-
(Use a asta fe-ta para qua aa-'endendo- coa o
aso exemplo e com ?aaaJIe t\a dgragada-
maule a nos re amiade etnoive, possa a din
ir oela oatria o^oe nos ladoa tenda etdo.
E'justig* naa eaqu>-cpr oa aoaaoias. Esae,
i quam iaf^lizaate a doeaga aoarton noje de
nos, am baneaanioqae nao dav-i-aer esqae-
CldO.
Oatroa soff-am taab o las fsores ijcleaau-
ea sea eases. nea os dem aasteotam liada o hnralo e giortoeo uome
portugus padem deixar de ser lemorad^s.
tdra ii-Josas mioha aiiacbss.
Aoa expelicionarios I
Aa palavrs do augusto uaoaareha oram C**
io-oiaae.its applaudiJas e cilaraa no auluaa
e todos.
Respoadea-lhe o Sr. corja-sl Galbardo qae
a^raJiceo a el-ral a ganliietacoo qae Uatia
o copo expedicionario que em Afnca desea
P' oa a molhor qae Ihe foi ui.iivel os sdua
deverea.
Terminoa por hvoiiar um briads a ei-rai,
.en cono a suas maganaiea as raiuhas e
phdcipe real, e tala ao Sr.. infaateD. Alon-
so.
O Te Dsaa f)i umi CaretooTs impo-
nente.
O templo eslava apaua- decoado com plan-
la.
Tambem era o iua filtava esaond'ar aqaa'lia
preciosidades ar.nu as sao danasaas anda
que cnamarrados i'oaro.
Cerca das iras horas 3ppafaCea a familia
real.
Gaapare:aram: talo o carpo diploman a,
iodo o ministerio, tela a cd le, toda a oBhialt*
dada de trra e mar e totas 08 expaJiciooa-
nos offioiaes e sal la 1.3. Enes forTm em com-
bolo especial.
As forgaa exoe"li:ioni-iaa li;arna na nave
-eatrai,atraalas disjldaiis e marloaeiros.
O Sr. commlsia-io r g a taaoa a.sentj en-
tre os Srs miulstros Ot gas-ra e da manan.
Assuliram todo* oa oreiilo3 que seeocoa-
t-am em Lisboa. Ollkioa 6 Sr. card.al pa-
tni'Cha.
O ieno>- Maraoni, n'ei do 89r j5o, canlou di-
vivamente a \e M ra d 6>>uaod.
O sermao, p-ega O pelo 8r. arce&ispo de
Evora, fo eloqaote : soore a Pama, Harqici-
dade da F, 00 dau a* mis bellas e seotrlas
palavras. A saadagao aos exaedicioaanos foi
tocante.
Sarsum corda, dlsae S. Exc. reverends-
sima. Elevemos os nossios cjragas, elevamos,
e que elles nao baixam da alara a qua eslo.
Numerosa ultidao se apinnava no largo.
Aada eata semana, segoado onvimos di
ter, se realisar a mis^a campal, suffragando a
alma dos expetlicionarios morios.
A esta miesa as laurao apenas coatingeo'
tes das diffarentes aoidadea que constitu am a
expedigao
A folb) ofScial pobll-ar no dia 27 o des-
pacho, pelo qosl foi c aferida ao Sr. co.iseloei-
ro Aoton o Enu63 a gra-jiuz da Torre e Es-
pada.
Soa magestade el-rei mandoa o seo ajudante
de cmoo Sr. Daval Talles a casa do Sr. com-
missario regio em Mogambtqoe entregar Ihe a-
asignias dessa me-g, acompiDuadas d'uma
carta autographa em qae o moaareba jaglameo-
te exalta os ser g as prestados pelo agraciado
dorante a sua estada na frica Oriental.
Eis ah u o acto a'el-re ao qaal se associa o
seo povd.
&' 00380 hospale o offi.al sanenor da
manaba Vazileira Sr. Artbur 1 dio do Brazil,
que vem Europa em mlsso do sea governo
pa-a esa nr e examinar os recentes imelnora-
m-atos intraiuz'los oos navas torpedeaos das
:iin -loaw man ibas do velho moado.
A b.rdo do B zil* chegoa a 21 o Sr
conseibeiro "Thomaz Ribeiro, representante de
Poringal no no de Janeiro e qae dalli regrea-
aou.
A 25 tma~se noticia de Lisboa qae ja
ebegara o Cabo da Boa Esperanza o transpor-
te frica, a cajo bordo vwm o Gimgaohana,
suas 7 malha-es, seu Bl'-o Gj lile e sea to Mo-
laogo.
Para-atlsfaier a todos empwza dar ama.
a::S a seKUOda reprnsentacao.
Temos assistldo a algaos eosalos do San-
gttio a podemos ssegarar que nma pega
o-eis de malta verva e na qnal seas autores,
ap eseota.n com malta felieidade g-.ad--n-i.
meros da fai'los orcorridrjg aeata cap ai y"
t o arma de 1895 e taJo isto sern a ie r a .
loeao cffengiva + qaem qaer queaeja.
Oa au^tore nij nos pe laUtaoi -menr'iorjaf
geut nomes ; apenas, reoat'm-s qae sao t"-
pernambaaaaos, qua muito pr&mettsm f-ze-
oarte oo oura-ro dos boas escriptores da b .<
na oraz.lei.a.
Os per~.n.ig-n3 qae entram na aSaagaNM
sao :
Sangaio, 95 Ba-ba-bi, Satanaz, Ralha, Pao.
dega, Mexe.ico, PoliUqaica, Trinta, Panga io,
Fno, Calor,Os ir-ares, Manbi, Naute, L^li^i o"
Oeota, gogrsxador, dilb?iteira. Criad .Padai.
ra. Lapr-osa, Progresso, Indastrla, Cam : ',
ca, Aari'ulla-a, Caoadocio, Mulata, i Inmala,
artista,'rtilontra, Bagante. J- e 3' polticos-
Poru os : A-;tona os'a. Kepablicano, Faler<'*
Dr. Hutlao, co oael Anacleto, (sertaoejo) E'
trada de Casanga, Estrada de Olada, Pasen.
da, Execntlvo. 1- i- e3 Bebs, Leader, D'.
Ismael Teixei'a, i- e i- visitantes. Cornelia.
Madeaa, Retltuaos, Wood.Tim.Tia.Cluo Dra-
mtico, Arcadia, Lo i, DaroiRa, Papi^ra,
Americana, Bluaa, Caaaca, Farda, Bailj, Val.
si, Colilloo, Soorl Hlpoodrom, Regata, Tro.
C^, Maxixe, Samba, a Liberdade. Cart-zans.
Damas Pavo, Ca oei-aa, etc. eic, Roz Boatos. PoiIGli Caroaval.Coof-'iti, Se-penlina,
Bstiao Empresarfr, I- J- e 3- baobisias, T1 o
Caico, Tu Beata Primo Lodo, Opimao pun -
ca, Celeb idads d'Arte, 1- 1 e 3 Calcreos e
o Peixoto.
Os trechos de msicas em numero deeln.
c, -enia, fo-am confiados ai.>s Srs. Diicbeso r,
Cielo, E. Poiupilio Naves S ix^s, Cario Fer-
naodes, Joao Aivs, Or. Aif alo Gama e o
tros e estao a.s.ui di-t-iuui los:
Coro dos Mioi-tros, CoM s de Satacar, Dao
da Rolos e d-i Pandera, Caulas 4o*aieriC,
do Bababi, Valsa di Politiqaice, Ce^Ua o 30,
Lund Jo Sangaio. Coro lafe-nal, GoiiUs, do
Saogaio. Coro dos M-ze', Valsi da Maah, C.
pas Jo Lsttelro, aa Devota, do Eagrax Oreado, do Bilhe.eiro, do Pide.iro, VaUa d^i
Imprenta, Qjartetto oo P-ogresso, I'dust-.a.
Ag'icoitara m Commercio, Valsa da No.t-f, & -
renata do Capa .ocio, Recita i to do Bil..tra
Coplas do Elegante. Cero da Poltica; Terotto
dos Partidos, Coplas da Fazeada, Coro dos
B4bs, Capias do B a o Tercefo do Carnaval
Se-penilaa e Confetti, Coras dos Banbistas.
Bailada< ^oi Paixaa, Coro dos Visitantes, Co-
plas do T-Mx-ira e dos Ravoitoso*, Lund lo
"Blm-Ttm, Filano, Coplas do Gab Dramtico
a da Aredl>, Go'O dos Capoetra*. Cangao la
Traga, do Samba. Lando, do Mixixe e dn.
can.
O espectculo comeg*" aa 8 l|i, bivenao
depois trena pa-a ulinla. APipncos, Vateea,
Caxang e boods para todas aa lionas.
Os bilbetas encommendados para a recita de
aaaaha, se a respailado? at hoja ao meio
da
A. Damas FiluoII > i-1 Rocbefort e<*
creve no 1 .ilranaigenal um iotereeaa te arti-
go intitulado Os doia Dama. Extrshimoe
desae artigo os seguales periodos :
O pie foi am pode oso invea or un gran le
ohaotasiata. O tiiha foi am raciociaador de
tal-oto qm sabia arrancar as aa^s pegas como
ju-ifl a-ran)ar a sua vida. iNa sua carrera
teva apeno ama trouvaille, mas essa sober-
na e genial, e Daml-tfoade*. Essa-descober-
la de un\ caada aicial alada nao claaalca-
da apalatra to verdadeira qua acaracterisa e
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
IS de Fevereiro
1854=sEffl Trieste vai scena a opera=La
/.ingara=de Balfe.
1857=No theatro Prgola, de Floreoga,
val scena a opera
lino.
Fi.muetta=le Maoel*
REV(STA DIARIA
Remeeo e noiuea9o-0 Sr. Dr.
Secretario da Juaiiga, por portara d 10 do
correte, removea o promotor aubllco, Bicha-
re Alolpbia Cjrlaco da Crax Ribeiro, do ma-
oicipio de Triampbo para o do ARlnbo e no-
meon, em ana sab8tnulcaa, o Bacharel Toemis-
locles de Paiva Martios, deveado ambos asau-
mir o exrcicio dentro do praao de 40 das.
consresso do Estado Nao hoave
oootem essao por terem comparecido apenan
os Srs. Bianor de Mediros, Radiigaes Porto,
Francisco Tiborcio, BarSo de Nazaretb, Taixei-
ra oe Sa e Regosira Costa.
A reoniSo foi presidida pelo Exm. Sr. t.
Francisco Tdlxelra de S.
Serviram de 1 e ae;retario os Sra. Re.
guetra Costa e Bianor de Maletros.
O 8r. Io secretario proceden A leltnra do se.
gointe expediente :
Urna commaolcagao do relator da commrsaao
elelta para dar parecer sebre a elelcao de Go.
veroaior e vice-Governador do Estado, s len-
ttlicaado aos >rs. Coogressistas qne hoje se
reaoir d'ta commtsso para colligir e ordenar
oa trabalhos concluidos, afn de ser elaborado
O'respectivo parecer.Iotei-ado.
Km Telegramiua -O Sr. Dr. Jal de Dlrelto
de Limoeiro e.ideregoo o Begoiote telegramma
a0 Exm. S-. 3r. Gova'nador do Estado :
Telegramma Da Sstagao de Limoatro
Exm. Govemador Estado Palacio Radie.
,Dei eeieocia vosso telegramma commercio
que sa is'eiio e confiante voasos esforgos moa.
ira-se agradeddo. Materno de Carvalao; Juiz
deDirelto. ..
Chavas- Hoot.-m, dorante quaal todo o
dia, foram extraordinarias as chovas qua des.
aba-a-n sobre esta cidade, acompanbadas *8
fortiasima trovoada.
Gran ie numero da mas Acaraos inundadas e
conservaram.se alagadas, entre cairos poatos,
aB mas da Concordia, Mrquez do Recite, Lar.
go das Cinco Poatas e parte da ru do Impe
rador.
Durante a trovoada qae daroa cerca de duas
horas, soonemos terem cabido falseas elctricas
n'am armazem da Altan lega, em Apipacos e
no --agiiao da casa de residencia do Sr. Dr. Jos
Mariano, no Pogo da Pioella,
Felumeote, porm, nao ba a lamentar ne.
nboma deagraga peasoal, e qner das chavas,
qaer daa faiscas elctricas, nao hoave senao
pequeos prejaizos materiaeg.
A hora em que eBcevemos, o temp.' tem me.
lbo adn, cessando completamente as chavas.
Falleeimcnto Falleceu hoalem nesta
ci ladeo cosbecido commerciante de nossa pa-
ja Antonio anea Vieira de Sonta.
Dotado de nobres qnalidades, coragao gene-
roso e altruista, soube o finad? cooqolstar ami-
gos e reunir em torno de si as mais intensas
sy npatbias.
Entre os membros le sua claase era justa
mease considerado pela standes de sen cara-
car e rectilao de seo espinto de qae, durante
a sua carreira, teva occaslao de offerecer as
mais I 'aoalaveii provas.
Acompanbando a sua Exma. familia na dor
rom qoe araba de ferll-a a mao da fatatlda'e,
sentimentiiisamos pela perda Irrepa.
o meio lao bomano em qua ae desoavolve a
peg fazam della o na obra prima, e a sua obra
prima.
A el'.ima p-odaegao de Damas qaa conse-
guiremns conhecer, sera o prefacio do llvroqu*'
Ronjoo, o aclnal' director de B-llaa Arles, deve
pooliaar em Janeiro prxima. Bss prafacio
om* especie de moaograpaia de D. Juan, taato
noo o atpjclo theatral, como sob o panoso -
pbico.
A cqrtldo de oaaciaMQto do recem falle-
cido Alexaodre Domas tem, eatre oulros os se-
guales dizeres:
...nascid a 27 da Jolno de 18ii, pelas 6
horas da tarde, no domicilio de sua mae, praga
d03 Italianos n. 1, filhs natural de Mademor
selle Mana Camarina ebay, coslureira, de 30
anuos de Hade, natural < B-use!U.
' Alexandre Damas s loi reaannecido sale ani
noa mais tarde, em 21 de Abril de .1831, por
geoa paas,
Dr. ArraJa BeHrao-Da capital fe-
deral c.negou aolenjutem o Sr. Dr. Aoaaio
Carlos de irrua Bait a>, enganbalro civil e
a-'tu il dlreear-gereate da Companhia Indos-
trlal Assucareira, a qual perteice a fumosa e
granie Ua.aa Baltrao, a maior refJuana do
Brasil.
O desembarque effectooa-se a 8 horas da
maoha no caes Ja Llogueta, oale esparavam o
*na cara esposa e fithos, alguna empregados da
companhia eg-anla numero de amigas.
Ea carros dirrgiratn-se todoa para a usioa,
que achava'sa lindamente 'decorada-
O Dr: Beltro foi racebido ao som do hy ana
nacional exacutado pela banda de musida do
U- batalbao de Infamara.
Ea seguida fot ihe otlereeido um opparo
oilmaate convidar o profe^sor Leonep, cosapa-
rcreb o nnssn rollecra Manoel Ara.
O municiplo-EBio pablrea ios oros, i'
e 3 o'tstr nena 'ico popular e literario qoe se
publica fm Jaboatto. sob a dlrecgSo de uto
Franco.
G'att'3 visit-'. ,
Club ciaraavaleseo Bacliueha -
gjie ciar qoe tem oa ra uo Lwramen o,
qae pretende HPllr cam aa banda musical
saobado a nonte .fim de c irarrimeotar &8 ie-
dcg^s da Capr.al e e hini -s" noa tres das da
carusnl km to-'.o o o-ihant'smo postvi.
orocedeu a eleigao d^ ua nova directora n-
c^ndo a asi a comoosta :
Pres-'en'BPas-hTl Jasse'y.
"Vtce-Presidente-L di P- Patieiro.
geefetar v^-lio ti* Carvairj' S&tdamia.
Vi' -SeeraurtoUls de P-ang^ Mootairo.
OradorHeonqi'e d S'lva Santos.
Vice-0-ador--MOJ l d- \ ryalno sal'aaha,
Tbe'ourelroManuel J:iaatm Pires.
Vlc.'-Thesoureiro Jaaqoii. R^ib.
FiscalD .mingos Ribero.
Comai^ao \* Bjadifn.-iaNioIo Mlqpe-
ine, (relator) Joao Anauerio Lapes e Joajuim
Mi'l'i'g dos Si' s ^
Arlhur ClrneViudo do Estada da va-
Mbja- e:o vugam de recreio, esteva entre r.03
em .aa da aduana paeaada, o eslimav-I artis-
ta cujo nnme;eQ'-lT;a estas linaas.
Cav.lbeiro le.fioa edn-agaa, de vast03 peo-
85meat.'S, o sjanaibicn a-tisla e um dos mas
bellos ornsraentus da ciaste de Guteberg.
A ca Bpanharam-n'j du'anta a saa estada
aqoi, os Sv. Presideoie da Oolao, 3* S-^cret^-
r'.>, 1 Procurador e di eraos cnmpaiheiros
o'arle.
Em cada collr-ga deixou o Sr. Ariao; Cirne.
sinceros amigos nue di-?em -e sentir jubilosos
eoa ter lo digno artista no (ata da claase.
O seu emoarque re.litou ss uo caes da na-
geta, sendo enormemeate BOoeorrMo.
Hoiig v utos o coa loaaa ao sea destino.
Visita Vtn lo- do sul da Rapublica, visi.
taram-.-os hontem o io^so co e'tidan Amaro
Barr-io e o d-auaclo prufessor de msica V.-
cenro eruic biaut.
8rato a-n.tb'iHadj --Caqu' rapetlaa3-lhe3
as n- '.3 -iner^s tinas vind t3
club Carnavalesco Reereativo
Baagraalinlias & se ciuo r*ai sa oo- pruxi-
m > 8 i io un 8-ro qae se fffectuara em bu
regoeeli.a aae.
Maito gratos somos flaeza do convite qoe
nos enviou pt ss atirmos referida testa.
Affuas Bellas- Eacrevem nos desea lo-
caliQi.n- :
CidaiSos RediCtares do Diario de Pernam
buco. O a-uinmento que trnmos-oa" VOBsaa1
(ala. naa hotae-Boa a vol'a moa novamente
pa'a taraos aUuma noticia acerca oeste mu-
niciuio.
Em p-imeiro logar camore-nos agradecer-
vas a oe iavo'encia cam que fomo.- i-eceotdos
em viaaas cooceilOaaa columnas e ootra caa^a
nao itbamcs a sp-rar de uma imprensa no.
n-su e mo-a-ada, que s inbalna pelo eo-
grandecimeeta e prosperi-t-ie de seu paiz.
Amia mais orna vez po-iemt.8 diae'-voi qa*-
a paz, a ordea e ra iqaillidada ge acnaan in-
alte'aver- no nO80 ma i 'PO.
llimaort itn a.ssi inos as fastas de Nasaa
Sennora da Coacelgao no povoado Pao Ferro e
obaervamos com praier a o-dem que reinoo
entre o naa-ro de mais de mil e qniahen-aa
p -.fsoas que ae reuoiram naquella pequeo pa
VOalO.
Te.-minoa a festa com o antigo bnnqoada a*\
Qaiioabo, o qaal concarrea para maior naaiaro
de povo,
O subdelegado d'alli, o Sr. lente Manoel;
Abilio Ramos da Va3Coacellns, ciladaa-uiaiio
morigerado e pacato, na) poapoa esfo-gas para
que a ordtm se t-oase vasas lnalteravel.
Em uma palavra, caaaoa-ooa a meinor m.
pres^ao a feata- daqaelle pequeo povaa-lo que
ha ires aonoi at'az era o foco de grande nu.
me o de faedooras coobec dos entre ni pela
lconba de cangaceiros.
Preale est a fenr-se o pleito eleitoral ao
d a 5 de Fevor-i'O e par certoser a victoria
do Partida R-mublicaoo Peder.I, qae o UUICO
arregimeatado no municipio.
Sa por um lado eatamoa completameate sa.
llafeitos, pelo ootro o ntsso prazer n5o pode
se' completo pois a freguezia aeda-se sem um
padre ha mais de quatro annos.
Assim, a pro veitamo.no 3 desta ociaalao para
pellrmos que das vossa? columnas fagaes ene.
gar ao coahecimento do Exm. Sr. Bispo as
nossas-quelxas para aae S. Etc. nomeiej e
ja pa'a dssa fregaezia am vigano.
Enorme tem sido o prejuizoqaa tee-a
tido 08 creadores desie aan'ciplo devido a fal.
ta de chovaa e, ae estas nao apparecerem ja,
por cera se acabar o gado.
Ate b-eve >.
Eseripto O Sr. capliaa Bellarm'no F.
da Caoba Alraei la Offere'.ea-aos ama copia
do eseripto que acompanhon o qaadro qaa, do
corpo de cavallana, foi offereclio ao Sxo. Sr.
D-. Goveroador do Eatado.
G'at03-
Flores do Outono A Exm. Sra. D.
Uarla Igaacia d'Avila, disttact orofeJaora de
iostramentoa da carda, neata capitil.teve a u
neza de ofiVeceraos um exemplar de urna
achottiscb, da ana compasigSo iatltulada Flo-
res do Ou ano. .,
Essa pega est e3crip'.a am agralavel e fac
tos e macacos, aos qaaca tasiaa respirar ar
carregadode paeira, e qnaem segu aa p-ona-
gavam oos seua campaobairua o ge. mea da
pa'te siberiana.
Tosas Slng: Un dos ra'os sobreviven'ea
da famo-a exo-digi so p&io oo'te, na celebre
J n iPitr, o cbioei de nnme Tong Sing, ac*
ba de n*r p-es-i em N-w Ya k tao a acensa*
cao-nier agg';d j,i a na intivi;ca, com o
S spoi -se de mil dola'?.
Tong Si.tg. qu" confo-me sa d', victima
de ama vioganga peaaoal, foi detila ni casa de
sea compatriota Chin Sing, Bujr.to de reoata*
gao equivoca e qoe pasa sai ter em saa resi-
dencia jagos pr-hioidoa peta le.
Tong ta 40 anuos de idaie, viole dos
quaes d-ii'aios ao servigo da martnna dos
Esta'oa O od os rio Norte, onde receben oa mais
rec-m oend-ves t-Restados da valatta e com-
portam"nta.
Ai.s a asaadlafta i;i J-nnnetie. Tong
Sing e -eos'oaoanheir >s percorreram betecen*
as milhas robra o gel), escaaanlo assim de
bao ni ata ce-la
Quan !o fal preao fazia ao paita duas meda-
lhas orna da ci aaWasHl i-elo d?pa'taaen-
ta da mari ha norte-aaericana oufa de era*
n confarifa pelo congre.'ao federal daqoella
paiz.
D* Oeolnda lloaraUm no- o colle-
ga oei -'-oa a pj^licsgo destas linhas, que
envi-*)1 :
Hontem fot o 7" da do falledmento da
illutre seobora que e n vida trouxe esae nnme,
BymnotIsicSo de virtudes t-:e-tia :veis ; e na
igreja de. Santa Toreza de'ta rt-.la'e re.zaram.
se mas s em ?offr; da ln-on:olael familia.
F^i um acto 'mponenle de solemnidade a de
dor, e ao mesmo tempo ama manifestacaoex-
pn-8 illostra Se. coronel Joo Rol gnea de Moa'.'>.
O espose extremoso a chora- a ne'na daqoel-
la qae na lat Ihe fora semorp o corifano e a
aleg'la, qa:- iti^ amnisnam a vida de lamem
laborioso ; dn-'s gentis donzell^s cocerlas de
d, qaa tu lala o n's'arfla-qa ibes ia o'alma,
orphafij'aa doi ca-inbos de nli ; o con'orso
le amigos do 1e-olado vinva, to.ias ajoelhsdos
pe-ante a r-uz de Cbngio a dirici'-iae preces
p-ia alma qae se acoldera ao sen seio amera-
val : todo e ta conjanclo formava um qua 1ro
birmon'.co de aeatimenta-', qua torna va n ac.o
majestoso de dor sinoeramente compariida.
Qjem t--ga estas Habas tinha bgar ooriga-
tona entre aquellas amigo; faltou oorn 4
6386 eervigo de amlzade por xu estado mr-
bido. Ma3 isto nao desabrga-o de aoj-agar,
como o f'Z e"ii,-iiualaeate, a> conaa'nado
amio, caas magoas comnartilaa com since-
rldade, a coja alma faz vo'ob para qae desga
a re*ignac5'.
Uospital de Santa gueda-O mo-
viraenlo leste hospital no da 9 de Fevereiro
foi o seguate:
Fanoa
Bxtstlam....... 94
Entraram....... 5
Existem em tratamento 99
Dm 11 =
Existiam....... 99
Entraram...... 3
Sahirara....... 14
Falli^eu........ 1
Existem era trat menta 87
Matadouro PublicoForam abatidas
Publico da Cabanga
rezes
p.o Mita louro
para o consumo de hoje
Suspensfto=P^a admrnl.'t'adnr-do Mer.
eatto w S i>- '' lu^o-nso p>" 8 lias, o ta.
Ifiaior Fra-cis o Mirai^s de Air^o, por lofrac.
. commtssn de snelhoramento do
Porto do aecife-Recife, 10 de Feverei-
ro de 1895.
el
BOLETIM METEOROLGICO
vaptr
Horas. Term. cent l. uaromet
nraio a 01
6 ra. 26,"8 758.-81
9 > 27'.8 759,-07
12 29,8 757.-53
3 t. 2,-4 756,-87
6 28,'7 757,-21
dade
19.05 73
19,86 71
19,62 63
21,43 71
22,41 7S
almoga em extensa meaa para 103 ulbar.s, eatjlo. deixando ver por-.anto, os contiecimeo
d'aqul a
ravel que acaba de soflrer.
dadeu7 commoco qVmeVvVnto para'nadir. Maagaioj-E' boje que oo Santa Uabal val
tm reun"I, os que voltam vencedores e co- i eu desejada revista escripia por lr
herios da gloria, onrando-se a si e onrando diajinctos Pejtm*'io8.
a pntrla, fallsea por se aaat*araai oatoe de Nem nm a4 Wlbete axl
mu Ulia, parlo da mm pali lnaloa. rli, iH tem ildo a procura.
Nem am a6 bliheie exista ,anal na bllhete-
proloogando'se a.l horas da tarde, tobando
aemp-e a referida Danda de msica.
Foram tocados diversos brindas, alientan-
do-s o do Sr. Lua Freir, que ea na bem
pronunciado dis^arso exprima parfeitamente
os sent centas de seus compaabelroB.
Terminado o almogo foram todos os presen-
tes photazraphadoa em grupo.
Foi uma bntbanie testa em qua mais ama
vez San em evidencia a esms e affaigo de
qae alvo o Or. Beltraa.
Diqai tambem camorlmeotamol-o.
Esmagrameato-Nj domingo ultimo, s
9 1|4 uoras da avan, foi bo'rivelmeaia es-
maga 1o pelo tren da vla-ferrea de Oiiada o
major Francisco Dionisio do Reg, falleceado
instaataneameate.
O ficta deu-se na o:c8o em qae o trem
parta da estagio 4o Varaioure e qae a victi-
ma proenrava aabir a um vagan.
Por diversas vezes temos reclamado sobre a
repentina partida dos trens da mesma via fr-
rea, sem qoe providencia alguna teoha appa-
re ida at esta data.
Nao hi millo tempo lamentamos umi des*
graga em cooseqoencia de semalhante abuso, e
finalmente aaabamo* de lamentar ootra.
Ser bom que o Sr. gerente da Companhia
providencie can toda a brevldade.
Transferencia de eaaameato
Por ter ad .ocido o comme idador J is Alvares
de Carvolho foi transferido o casamenta de
sua filtia D. Beatriz Augusta com o Sr. Alfre
do Pinto Goelho, que estava mrcalo para o
da 16 do correte.
Na secgao competente inserimos nma deca-
ragao oeste sentido.
Ao Sr. commendador Carvalho desejamos
prompto restabeleclmeoto.
Qae talDiz o correspoa feote de Pa-iz
para u Crrelo Paulistano :
Uorreu na semana passada, na idade de 8i
aonos, a Sra. Brice.
Nao tendo berdeiros, deixou la suas duas
creadas a fortuna da 6.000.000 francos, casas,
movis nqai88imos, quadros costosos dos an-
clares Baueher e Watteau.
Lj^-o que se soube serem as duas creada aa
nicas oerdelra8, tiveram eatas mais de triota
ped tos da casamento.
Professor Lennep -O diallncto cytba-
rlata aaaencaoo, professor Augusto J. Lennep, a
quera alia limos em ooaea ultima edirgio, rea-
iisou aate-hontem ne Hotel Commercial s 7
horas da oonte, a prlmeira audigao do excel-
leate phonograpbo de que acaba de faxer acqoi-
sigao nos Estados Uaidos.
E.ea pnmeUa exibigio deixou em quantos
assistlram-n'a, ptima impressSo que veio coa
tirmar ojolzo qne ja faziamos do professor
Le:;oep, a cojo mrito a imorensa do norte foi
unan'me em faxer a devida jaatlca.
O apparalbo agora exbibido pelo professor
Lemep admlravelmente aperfeigoado, accres-
ceudo a isto o sen vasto repertorio onde se
coatam trechos belllssimos e escomidos, que o
publico lera occaB.ao de apreciar na3 axibigoes
puolicaa qoe devar&o effectuar-se em breve.
A audigao de aote-hontem foi ofiereclda a
impreusa diarla d'asla cidade que fsi-se reare-
sentar em sua totalldade. i
?or este Diirloa a coja radaejo velo paa
tos de qae a Sra. D. Igaacla possoldora.
O trabaiha da iap!-ea nitidez, fot execntado na offi;lna do Sr. Mace-
do, ra de S. Fraacissa o. 2
Aos noasoa leltores recommendanos a mes-
ma ansies como uma liada e apreciavel com-
posigao.
Areadla Bramallea.-Eta promett^-
dora sociesade promovea ao omiago ultima
om bom e*pactacalo em beaeSeio do seas cur-
sos nacamos.
Levaa-se a scena o vaudeville en o acto*
a Ffdalealaba das Aaorei'a3, do celebre es-
cnptor Eduardo GaTrido, que em sua pega pa
rolln aMorgadiaha de Val Flor, da Piabairo
Gnagas.
Oe-pectaculo que-leve nma graade connr-
rancia-, reallsoo-se oo liado theatro do Clab
Dramtico Familiar.
Os papis p,'iociaaea foram diat'lbollos da
8egatnt forma :
Cinitao de policia refrmalo Saverlae Rsgis;
JoSo Fernandes, artista capillar, Lenidas de
Oilveira; P'd Igainha das Amorefaa, Antonia
Medeiroa; Leoaardo oastellelro. Garlos Ras-
sell; Maneta campooexa, Otilia de Oliveira ;
mal da lidilgumoa. Amelia ; Sacbristao, Pr-
xedes ; Ridrlgo, Alvaro de Castro Paschoal,
'otonioda Souza; pagem, 'Seixas magto,
Alberto Sangremea ; ta Moalca ; Lacia de Ma-
memoor.
O desemneobo foi ptimo salientanio-se es
Srs. Sevenoo Regs, Lenidas de Oliveira, Pra-
xades e a Sra. Antonia Medeiroa.
N) nter vallo do segunda para o terceiro ocio
o dlstincto actor o Sr. Gregorie G. Velloso e
sua esposa D. Pu'ilicacioo Cootreraa cantaram
no meio de estroodosos apnlaasos o Daetto do
Chaoo de Sol qoe foi bisado.
Foi orna festa qae mais uma vez altestou os
meredmentoa da Arcadia Dramtica Julio de
Sanl'Aona.
Cnmpi-lmenlamol-a.
Reetlflca9&o Em a noticia de ama ma-
nifestagaa publicada ea uosso namero de boa-
tom por engao eacrevemos Manoel Lopea
Vieira em vez de Manoel Jja Vieira, que o
oome do manifestado.
companbia Industrial Pernam
bacana- A ranaiao de accionislas d esta
Compannia coavocada para o dia 13 ^o corren-
te deve ter logar no i* andar do predio ma
do Gomaercio a. 6 e oo oa AssociagoCom-
mercial Baoefl^eote comn foi aonunciado.
Os apertos de mao.Na Rasla acaba
de er fumada ama sociedade que tem por fim
snpprimir os apertos de mao. Sob pena de
iocorrer n mulla de cinco rublos, prohibido
a qoalquer membro desta sociedade aportar a
oao de u o amigo em qualquer lagar em que o
encontr. .
O moval qu* guin os fundadores desta sin-
gular sociedade, uma quesiao de bygiene.
Ha motto qoe os mdicos protestam contra o
abuso dos apertos de mao, ato importado de
Inglaterra, e cojas effeitoa sao sobretodo no-
civos no verao, porque a poaira, vebicnlo
das mais perigosas epidemias, flea adnerenle
as partes bumidas da m&o e ae communica em
seguida pelo cootacto de ama para ootra pea
aoa. Foram eitas namerosaa .xparUMlas, Narte e c;itro do Estado,
entre ostras, pelo higienista Baobner, em ra-
Peroambcco 36 an-
Theomomtfos dea^brigados ao meio dia :
Ennegreiido : 61,p2 ^rateado : 11 8.
Temperatura mxima 31*,o0.
Temperatura mnima 2b,*.00.
Evaporage em 24 oras ao sol 4-1, a som-
bra 3,-0.
Chuva nulla.
Direcgo do vento
F e ESE alternados de meia noite at 6 h.
10 m daraanha.WSW at 9 b. 18 m. ; SE
at 9 b 45 m.; ESE alternadosat meia note.
Velocidade media do vento 2,-70 por es-
gando. .
Nebulosidade mdaa 0,37.
BOLBTIM DO PORTO
Pra mar ou Das Horas Alura
P M. 10 de Fevereiro 2 h. 40 m. da m. 2-.00
Casa de Dotenoo Movimento dos
orozos da Casa de eiougao do Becife. Estad*
d^ PernambHCO, 10 de Fevereiro de 1895.
Existiam 425, entraram 11, sahirara 1, exia-
tAm 435
A saner: naclenaes 39., muflieres 14, estran-
genas 27, muilieres O, total 435.
A.rracoados 385-
Bons 370 doeates 13. Ioucoj 1, loacas 1,
^SovSnto da enfermarla Ti v.ram alta :
Joaqnim Alves da Silva a Alexandnaa da Cu-
nba Cavalcante.
'Cemlterlo Pnblleo -Obtuario do dia 9
de Fvereiro de 1896. -
Mara do Nascimeoto Barros Netto, Pernam-
buco 60 aonos, viava, S. Jos. _____
Maniel Joqaim de Axevedo, Peraambaco,
37 aonos, casado. Santo Antonio.
Jos* Praocisco Marreiroa,
nos, csado, Boa-Vista.
Rosa aria de Lima, Pernambuco, 15 anno,
casada. Recite. ._
Severioo dos Przeres, Pernambuco, a7 ma-
" Arlindo, PeVnambuco, 8 das, Recite.
Etelvina Soarts da Cruz, Pernambuco, 2 dial,
'Um feto do sexo masculino, Pernambuco, S.
Go'rnelio Tnadica, Hollaoda, 24 aonos, casado,
Ros Vist*
Luiz Jos de Franga, Pernambuco, 60 aanos,
80pr0ci8Caa"Maria'da Cooceigo, Pernambnco,
30 anuoa, soltelra, Boa-Vista.
Candido Ferreira, Parabiba. 4o anuos, sol-
telFeix viei'rada Silva, Peroambaco, 45 laoos,
casado, Boa-Vista^ ^ ^ _
Jos Pedro MoreTra. Peroembuco, 43 anuos,
"Turt Amella da Goal. Freitas, Pernambuco,
28 annos, casada, Boa-Vista. ammltm H
Rita Ventara da Concelgao Grande do
Harta 32 aonos, eolteiro, Santo Antonio.
Angelina Rit* de SanfAnna, Pernambuco,
7 KaaBqaiaVdeVaria8 aves. Pernambuco
'^^AuSapiaYsilv., Pernambuco.
9 aonos, Boa-Vista.
Jos S Ivioo, Pernambuco, horas, S. Josa.
Ssvenno Gaetaoo dos Santos, Pernambuco,
,6M"irM8g1dr.;0o V8ieleKraminas retidos-Achar-so ra-
tid* na fsugao do Telegrapho Nacional os se-
gtt|arSrprPossidonio(mu8CO).
Da Baha, para JoSo 5>"to
De Jaragua, para Jas Pelado,
Da Pilar, para Cube to.
Be BarreiroB. oara Julio Rapbael.
D) Bio, para Autooius.
De Balem, para Panta.
D Natal, P> a Fausto.
Da CaBa Branca, para Alfredo Ciora.
De Rio, para Arceliua.
Linbas, funeconando regularmente para Sul
-
I
r
><
- ''
C3HO
^^wasta
SSW-K


Diario dc PeiMmeiiDuco |arto-rfeira 1 de?Ife*ei.eftro de 9 890
e
*-f
KSTAT1STICA R*8um > quimen! de estatifica demograplio-SOtlaria da eidada
Recita da 2. quinzeoa do me de Janeiro de 1896
CAUSAS DE MORTE
Febre nmarella.....
Febre typhoide-----
Vanla...........
Malaria...........
Tuberculosa.......
Sjphiles...........
Caucro............
O. mol. garaes..-
CoDvulsOis mining.
A pop oam-.l.cereb.
O. id il. do syst. nerv.
M.Carillo vasculares
Bronchite..........
Poeum., bron. poeu.
O. in. do app. respir.
Mol. do estomago...
Diarrhi, entente..
infantil, athrep.
Dvsintena........
Mol. do figado.....
O. m. doapp. digesl.
Mol. das vias unoar.
gvnecologi as..
puerperaes ......
.. da pelle........'..
de creanca.....21
Velbice............ ..
Suicidio ..........
Homic dio...........
O. morles vilenlas, j..
Outras causa?......I 1
IDADE
U
8 1..
1'..
Total
1 .
1
57 30 8
2

20
12
26
*3
2
1
4
7
0
2
4
1
2
4'
112
50 5
Nascidca morios...
Sornma toial inc'usive nascid^s m^rtos^
ESTADO CIVIL
co
3
4
17
5
5
1
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14
NACIN ALID.
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II.
1
20
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9
2
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1
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1 tos hainjjopatieos e_ tintas,-lfiuV pin> lente de-direito &,**mai~m*mdo- hou- \s pe
ce-ete. ele.- Rrra-rJtrMrqTjbZ de On\vr> m u, chegra !
da n, 60.
TOTAL
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2
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1
1
1
12
143
2
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14
17
31
2
11
2
3
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1
1
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1

13
5
4
1
126
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3
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27
2
3
5
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2
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4
1
1
o
5
t
1
5
13
269
17
286
Mxima diaria da mortalidade
Mnima diaria da morlalidade.
Media diana di mortalidade .
26
9
17,8
EXAMES ESCOLARAS
As 5 nal 00 mej ae F.-verfi-i>. na wli di
escola p- ti J'lar urxi*. a 'a, de PeKo Aflon<-o
n 60 rrf*ta "' a itrefnBsari O. Moettn bueii
a^ O vei 1 Lis, i>vs tetar *Xi m- extraordi-
nario ca alemu* Mana BflO tu Pereira i!e Sos*
a, h-biii na 11a- (a'..-i>s w-c cslitut-m O
3. rae deesluJoa p.-im.ir': .
A'- ti bc-r..s .0 di;-, p-etemea rr-nrarssro
exaaindora (DtS*Ol a Hoi-l' oittirtrio.
presicaPte 'o <: o t. |roaM>'0" puDllCO Dr.
Mauoti Hoo dr.ea, do examina or oomea
do o p-of. .0 Li:;z 'Ji. q-- fui ra a rt<
lessoia da caaatr, d>'i <:o "o 28 alo ti'.s que
comparecer aro iala,- d>u-se con> C" a;> '* e
rido exime, aaaarilBBN -s r 3. 71 a 86 d.
Reguaroio.
Depii de ve-B-3das ce proas e-criptas e
orae, (o: obudo 1 sexoinra rwaitado :
D. Mana Emilia pereira de Souaa, approvl
dj BDfl nisitnrcli.
E) *goi a ui eiitrcKue alumna o eeriifl-
caao de rsioc.'S pr ma.'io', nssi^nado pala coiu.
rri-.-,'i examinadora.
AuTnen'ou a mortalidade geral des'a quinzena, rela amen e a pausada elevando-se de
"10 a 286 o que denota um estado san tao pouco satisfactorio. Eis 9 proporcOe- das mo'es
tas zvKm'ocas desta pa-n a qumzena passada : Febre amarella 3:4; febre tjpnoide 6:3; va
rola 40-26 malaria 24:20; tuberculose 27:21. Forano era numro de olio os ac c'ios'oa que'addiGcionadoe aos s-te da 1" quiDieoa dao um tolal de quinze, nolavel aura duvida
Couscrvou-ae baixo o coeficiente de moruliiade das molesiia8 agudas dr> apparplho respira-
tori" 1716 ou seia 5 /. na preaenle quiniena. A morlalidide infantil de 0 a 1 auno aituigio
a 71 casoaou 25 % 4a moriaUdade ({eral. O demograpbista.-Dr. Octavio de Frettat.______
Ao juiz SigMiooo r Go ij; 1 ree :
O W.ioria Awii'lljnte Sdauoei Joaquim 'i'
San'.'.4ma. appoliaia a Jeutlca-
Appellaces civeis :
Dj SenieAppellant A oli-ho Diy^.-'pp-l
ladoa Fraa jco li*u .n Ligaritj e cua me"
Iber.
Ae Jn'z Guita 1 :
D) B f|u Ju-aa AuttD a J*o*\nni <- j ir<, >M>peNa
. o Aoiooi Fr 11 is '> A/aaa e *ut 4B*tber.
piel a^& coman rcial:
Ao juiz Costa Ribcirj :
DeQilpi.uA. en :..'.' f) Ciflta de SOI
z- L-aj Lwtia, .,pp-ta.i.:j '.j O.'. Jo at Sa
PiTrira.
En rroa'M i-eosaSe a l hra e 43 ie'uo
a t r d .
. Farias Sobrinho & C.*, dreguiata
por ata do,-roa do Mvrquoz de Olioda
n. 41.
A. P. Braga Guimares Agencia (Ifc
jodjs 9 leajwciaiidades-phaftiiaceutica,
tintas, drogas, productos chitnicos e ou-
tros oiejiicameoto hotnsopatlucos, rus
Larga do Rosario d. 34.
FllLHlACOK 4 flJWM
Caatos iuatu(ino
Preciso de esclarecer um ponto ob-
scuro.
Reduzi, como todos sabem, o Bal-
thazar Pereira, por elipse e aphrese, espirituosa phrase d' Ckdade mani-
Era o Jos faztoo da actualidade;
de modo que elle e a celebre criadi-
jiha,aquella que enxotou de casa urna
alta patente do exercito ; de maneir!
que, repito, os dous. davam. cartas e
jogavam de mo.
O Jos fazia e ella... baptisava.
Dsde-ento, elle habitaou-fse ver'
no dinheiro, a melhor- cousa do globo
terrqueo. digo desde entao.porque I
anteriormente, o rapaz era de urna
pobreza franciscana.
Nao quero escrever a biographia do
Sr. Martins Jnior.
J o Dr. Jos Mara deixou-a, em
diversos nmeros d\A Provincia.
Muito em segredo, vou contar aos
leitores "m facto, qua bem pode dar
medida oxacta do desprendimento,
que o chefe do partido remendao, na
palavrareir; mas nem todos sa- festa pelas cousas metallicas.
bem o que ella vale.
Sou interpellado, cada momento,
sobre a chrisma e corre-me o dever
de definil-a
Publicou elle, ltimamente, um bom
trabalho sobre Direito Nacional ; e,
antes mesmo que a Congregacao desse
opinio ou parecer sobre a obra, re-
Comprehende o leitor que eu nao quereu ao Ministro do Interior, que
mandasse pagar-lho o premio, a grati-
ficaco, ou cousa equivalente !
E esta ? !
O mestre capaz de ter netos, antes
de ter filhos.
Que sede de ouro !
HRONICA J0DICI1RL4
SS5SA0 0UD1SARIA EM ll DE FSVE-
RfiKtd UButttMS
PKEiltJB-SCU DO 8B. D*. FS&SCnSCO LXIIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelha
A's*c8 do coetaaje, p^soctea : Sr^., jai-
zes em numexo ..i f.jl e.o Dr. precoraaor na-
ral oo -Eai -.u, fe) iberia a stsfo, .ia e ap-
P'oadb a acia oa aeJMaeate.
Dialribuidoi-e -^asaw: e* fcitos. vieram-.t
oa aijiaujtea
j%ii.GAMr:Tu&
Recnrao crime :
Do HeciftHectr ente o joiu. reccrito Vi*
cenie Simplicio Fe aira. H l or o joii Oalfau.
AfljDoto oa junes Cjjia K eiro e SUi-iiicudo
GoDCaivrB.Ne^ou-.-e poviteiiio, maoii-t>'io*
se reg^ionsabilisai os rpocciuoariqs que c-erajj
causa a deraca do p-o..-s-u.
Aggravos de petijao :
Dj R^ifeAjgravautes C->e('0 I into & C,
aggravado .o Dr. AO'O 10 ue bellea S'D:=
Ponlef. Retato o jUU Alarida. A juntoa -Jl
juizca Carlos Vz e Go a Rtoeiro.Negoa-sy
provtmenio, onanimemtu e-
Do Rectle AgfravaLte Jtao Ca o too dd
flas imt-to gravada a F**nia uo Eitado.
Relattr o juta Almeida. Adju toa oa juize^
Galvau e Coala Ribeiro. Na i e toiuou o .De-
cimerto. ou ra o voto do w.s. Cesta Rtbeiro.
Appellac&eB civeis: _.
De O u-aAppellanie ErnRs'o AraeDuo ae
Ba roa Fraco, appellada a Cajopa'-bii T -.m*
U.-tanjs do Rec le a Oncda t ti ber >,. Rela-
tor c juiz C.6.a Ribei o. ttoliWM os |HH
Almeida eGrlua V*z.ro ami^ .*preo.8 o.-
emnargoa, conira o voto ao j z relator.
D-' G-VJiioa^Ap Plae a Fateada o Es
lado, appel"509?iKU'-;redo &1 :':.- RHamr
o juiz Costa fliDein Bevisorea os jaiiu Ai-
me da e Coa o Ri^eiro. Negou-se ^rovimeto,
unaoimemente.
Apnellajao commorci.l:
Dk> ReCieAp+ieilarneJoT Joi d Ab ev,
appeilado Maooel Machado Btelbo. Ue:htej
o ji'z Cosa Rioei.-o. Reviaort'8 oa ju^. a
mti ia e Ca'los az.-CjfiraiLuae s-...
$a, UBaumemeuie.
PAB8A6BN8
Do juiz G.lvao M juiz Co ti' Riaeiro :
Appellac.o crime ;
De P.lmaiesAppeliaHta vletcr Coidet-c
Ca^alcaote, appellada a juaUca.
Dj juiz Almeida ao jotz C :os Vax:
Apoela^aj civel :
DoR^ci(c-ippellaQl#Exlao Dol, apptl! '
da a Campatib a ludcstnai Mercintil.
D> juiz Carlas Vaz ao juii JoSo Cartas :
Appe>U0es civeis :
DeAfena-PreUAppel'ant- Jue de Mattos
Raogcl, appe.tado AatoDiO Ferrei.-a de OliVt-r
ra.
De-G-jasoaA-petlsDli M- o?l Igoajio Pea-
sos ,!e. Meilo, ippeliaao Jo X.fter Go rea de
Lima.
Embargos infnngentes:
De fuimaresJ cargante D. RoJaria Pe-
reira de Magalbaes Barloa, eu,nBigado Jj-
Victoriuo -e Pai, lotor doa meuo.e fi bus t
Ar toiiu Car.08 So ta ae Ateli.r.
UlSTKiBLUv'OlSS i
Recuraa crimea:
ao juiz G)lSe :
De Cannottnco-Recot.'fate ojo.zo; reeo-rldd
Jdaqut3)'*colaao:uaiila ejioiouto H:fcu'
lanj-aSilva
AoHii*. Coala Rjbeiro:
Dj K.:ife Rurrente o jaizo, recor ido
T. Vo B-Utiea.
Arjo<;8i|itoio--*Goas-lvei :
e OnudaRecrreme o joizo, recomi .ki*
eco Jj-^aeiglo iiajCoaia- *
Agerayo de peticao :
Aa^nli^jaoCaTloa :
Dj I>cipA|r*aa*4# Maooal Joaqo tu de
Soon Mona, aggravado Joao Godofrejo Pidi
Jooio*.
AppellacOea crimes :
Ao juiz Joao CarloB :
De Gaoieile'ra-Appellanie o promotor pu-
blico, appatfcd J(B Joiqu. Barbosa.
PEBIAHBOCO
Le ii. 13
O Conceluo Municipal da Palmares,
reaolve :
A t. 1.' Fica o Prefeito do Muo ci-
do autorizado a co-tractar com o go-
ver-o do Estado construeco da cadeia
publica de Palmare*, receb-udo a rea-
pectiva importunei* em. prosta^Oss c>n-
veuoV'nadas, da accordo i-oai no-mu
seguid em conTa^toa de igual nat'i-
reza.
Art. 2* Para este fim,podero Prefei-
to representa'rto Mnnicipi,-.orno-urna
d s jart-ij" contrajtanti-s, dar as garan-
tas preciza- para a fiel .exemc&o di>
co tracto a realizar, orna vez que estas
spj-m de*co-do comas preicripeSas da
le organice municipal 52.
Art. 3.' A faUtoi>8ac;V' dada ao Pie-
feito, na pre. ente lei, e aub rdinada ao
exame minucioso que elle far ou man-
dar fazer, por pessoa hab litada, do or-
camento e plantas do predio a c nstnir
de ra (! a .'< ei- o Municif>i) reali-ar a1
obra &em geav^meaos-seusioteresses.
Art 4.* EaV'gam.8e as. -Upos cS:s
em contrario.
Sala di Conrvilho MuDicipal de Pal-
mares, 3 de Ferereiro de 1896.
Carlos da Silva Faria, pea- dente.
F nelon Affonso Ferreira ,1- aeoretario.
B+nedicto L. de Albuquerque Sobieira,
2* secretario interino.
Fublique-se. P.'efitnra do Munici-
pio de Palma re 8, 4 de Fevereiro de
1896.
Peregrino Affonso F'er-reir.
Pcefeito.
- DlCiCOES DTE1
WHtUtm
O Dr, Lobo Moscoso d coasuUas ea>
tua casa xua da Gloria SU das 11
horas da njaoh 1 da tnie.- /kntofl"
dt>e fra do servico publico offereca-se
para awi'lir a quiaqae charaadfr'cott
pronaptido para fofa da oidade.' Espe-
,:alWsrde,0[)wa968v panlos-e motestias
! s isejhflras-e tr^uDOs.
Dr. S Perara; ra da Imperatriz n
t>, d coBsuitas. medico-oirurgicas-tedo
liias das 8 tueio da,-imanos.Do-
io|)Uigos das sottcados.
0e alistas
Dr. Fereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.' 63 1/ andar. Rezide em
Caminho Novo. #
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Poxtua,~-eX' dioica doprofessor Wacker, de yolta
da sua viagem a Europa sultorio ra Nova n. 18, I. adar, e
residencia em S.- Jos do Manguinho
a. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreta Saupaio, oettlista,
a>ujuila0 dffil s4 hwas o prinseirc
'Ktairr dto roay d^Ba*ty d Victoria o
sideum a ra TelnhoaB0.3o5.
,\ nrogana*
(juimardes Bragfi, C. Depsitos
j Drogas e-pro4*icloscBimicosr esp>
cialdades Pharmaceaticas, medicamen>
iria empregal-a, sem.que-tivesse razo
muito poderosa para fazel-o.
Poucos attenderam que eu, quan-
do chrismei o BaAthazar, disse que elle
era urna diarrhla de sabedoria.
Estava ah a decifraco do enigma !
Vao apparecer quatro diccionarios
conhecidos, todos ellas modernissi-
mos, e sobre os quaes j tive occasio
de fallar, proposito do verbosur-
prehender
i. -Caldas AuleteReir, substan-
tiva femenino. Diarrha, bacera.
2.0Grande Diccionario contempo-
rneo, publicado sob os auspicios de
Vctor Hugo Reir, substantivo fe-
menino. Dr nos rins. Diarrha
3.? Fre VieiraReir, substanti-
vo femenino. Dr sobre a rabadilha.
Diarrha.
4oRoquette. Diccionario Portu-
guez-JFrancez, ultima edieco de 1895
Reir, substantivo femenino. Di-
arrha.
Est, pois, provado e bem provado,
que o poeta das cousas sujas urna
diarrha de sabedoria.
Elle mesmo, com a modestia, que
tanto o recommenda, declarou-o ca-
tegricamente, dizendo, que sabia
onde tinha as ventas...
Fica descoberto o... .reir, e as-
si ra, apresentado ao respeitavel publi-
co, que saber dar-lhe, d'ora em dian-
te, o seu verdadeiro nome, aquelle
que concilia-se perfeitamente com o
seu alto valor moral e intcWclual.
Ainda bem o Sr. Francisco de Al-
buquerque Mello Guimares Peixoto,
ex-redactor d'A Provincia nao che-
gou em Macahyba, j aquelles que,
at hontem, offereciam-lhe a frente,
apresentam lhe as costas.. .
Alm de ingratos, sao bandoleiros
os grammaticos d'A Provincia.
. Melhor fra que SILENCIASSEM-
S sobre o caso, do que atacarem o
illustre mogo, ainda quentes as suas
cinzas polticas neste Estado !
Entrare em explicacoes.
a A Provincia de sabbado ultimo,
em artigo de fundo, e, sob o titulo -
Nao Repblica, diz que ella e so-
mente ella, est em condices de re-
presentar o verdadeiro rgimen repu-
blicano, porque em seu seio que es-
tao todas as cousas boas e limpas do
nosso Estado.
Acho que tem razao em dizel-o, e
nem eu vou censural-a pelo vitupe-
rio.
Continu sempre no doce e ledo en-
gao, certa de que presumpeo e
agua benta, cada qual toma a porcao
ou dse, que lhe convem.
Entretanto, ntoleravel que esteja
insultar os seus amigos de hontem,
s porque elles, arrastados pela fome,
que nao pai nem m|>e de ninguem, e
convencidos do nenhum valor do tal
partido democrtico, ex-autonomista,
procuram novas trras, onde possam
respirar outro ar, que nao seja o me-
phitico e assassino, que parte da fur-
na ou caverna, onde se vende a conscien-
cia dinluiro de contado, onde as mes-
salinas sao o typo da honra e da mo-
ralidade.
Eu quero dizer que A Provincia
de sabbado ultimo, fere grosseiramen-
te o Sr. Francisco de Albuquerque
Mello, dizendo que a Patria est en-
tregue aos urubs da poltica, que
devem ser enxotados, como os mer-
cadores do nome pernambucano.
Ora, a offensa est muito clara, des-
de que o actual Promotor de Macahy-
ba conhecido por Xico Urub, e
acaba de S3r enxotado da redaeco
d'A Provincia.
Em nome do Sr. Xico Urub, e aates^
mesmo de qualquer protesto do suji-\
dade Arthur, seu rm5o, ou reclamo'
d'A Provin"ia mais delicadeza e at-
tenco.
O Sr. Xico Urub que nSo ne-
nhum Xico Tripa,saiu d'A Provincia
entre outras muitas razoes, porque seu
illustre sogrofoi agraciado por ella ccm
o titulo deladro de cavallos ; ama-
nh sair o Arthur Peixoto,(nao o de
Alagoas) vulgo Arthur de Mello, por
que aquelle orgp.deletetio commetteu
a -leviandade de dizer, que o irmo
Xico era urub da poltica.
* EDgolem se reciprocamente, como
as cobras do Quaresraa
O Sr. Martins-Jnior nao rapaz de
brincadeira, em tratando-se de nego-
cios pecuniarios E' de um* sede, que
nao ha agua capaz de fartal-o !
To mocc e to ambicioso !
Tambera elle precisa *ndar na ulti-
ma moda e dar banquetes aos Ser-
zedellos todos da actualidade..
A Repblica tem servido muito ao
di&tincto professor de direito. .
Assim, at o Carlos de Laet capaz
de ser um republicano pur sang I..
Logo depois do advento da Rep-
blica, sabem todos que o rapas chupa-,
va por trez vias publicas, alm de ou-
tras particulares.
Era questor, fiscal do banco emissor,
grande*
effeos
At relaces ordinarias da vida social
sii multas vezea inteirompidas.por mui
paqueaos, f ccideates, luccedenia, amiu-
dadas vezes que um ou para ama reuoUo ou urna eu travista
para be ocios deixam de ser aceitos por
oausa de urna simples enxaqueca ou urna
nevraigia. Pois, sa certo qne consi-
deramos accidentes pequeos urna enxa-
queca ou urna cevralgia, nSo .podemos
ao contrario, dizer o mesmo das ddres
atrozes que ts acompauham. Oremos,
pois, opportuno dar a coohecer s pe9-
soaaque s3o sujeitas a taes enfermida-
des o sguinte meio qua t&o eficaz
qnlo in ff-nsivo e simples ; logo queso
declarar um i enxaqueca tomem-ss duas
ou tres perolas de essencia da therebin-
tina do Dr. Clertan e quasi aempre ha
de de^appare-er em alguns in stantes,
mais violenta enxaqueca.
Este romedio nSo ifallivel, mas, po-
demos affirmar qu em dez casos pode-
mos conseguir curaroit'> vezas.
As perolas d therebm\h'na do Dr.
Clertan vandera-se-em vidr* que con-
ten cada um 30 peclas : isto quan'-e
basta pa-a curar 10 enxaquec:s.
Muito depressa os .. .reirs d'A
Provincafaltaramao compromisso to-
mado !!
Que menti osos !!
Dizem ante-hontem, que sd recabe-
rlo o Tripa aos domingos, por
que tm freguezias certas ; e j hoja
dia muito til, mettem-se recebel-o
duas vezes...
Sao questes de sympatha...
Sobre o Marco Antonio, elles tem
toda a razo.
Nem.poderiam deixar de tel-a, urna
vez que trata-se de offkial do mesmo
officto.
Havia de ser urna cousa digna de
nota 'nao conhecerem os ... reiras
d'A Provincia o Marco Antonio da
Cleopatra, o mais bello, o mata valente,
o mais amante e o mais nobre dos ro-
manos !
Nem mesmo eu quero lancar con-
ta do typographp o erro cojnmettido.
Suppuz que Marco Antonio fosse
Marco- Aurelio...
Entendem, seus .reiras !
A' bom entendedor...
Ainda esto com a bocea amarga do
Richardet, onde dei-lhes um quinao
de mestre, e nao se eraendo
Cynicos 1
l rllieailu lo ptt~
lar. t
Recife, n de Fevereiro de 1896.
Dr sibelardo de Vasconcellos.
Nos Contos de hontem ha, feliz-
mente, apenas um erro, no caso de
emenda.
Na terceira columna, linha 57 em
vez de =estaccionar, leia-se esta-
cionar.
* Qitadrinhas
a moreninha galante,
Pr< dilecta dd meo primo,
E' mesmo um bij'oit, um mimo,
Uic anj.otie wlerespanta.
A' coquette earri lice
Qu no sembUnte ella ostenta,
/.junta um tura Je raeiguice,
Mixto de mel e pimenta...
Todo o da quando eu pasa?,
Do irem na veloz carreira ;
Arrogante a sobrancera,
Queraada pelo morraago ;
V'jo-a sempre debrucada
Ao peoril da jioella,
Langundo a rps8eada,
Sendo lanjada par ella...
A fltnha graciosa
Que Taz atada ao cabplh,
Nao se've > p'r# preolel o
L'om bregerice dengosa;
Serve tamoem de correnta
O de eu vejo por vomade
Irse prender muita gente
Amatite da liberdade.
Se entre os rapazeB la troja
Que pissa no trera das oito,
Algum lia, por raiia afoiio.
Que Itie queira Uzw mossa ;
Atreviraento tao chic *
No semblante ella assignala
Que esse que quer-debical-a,
cae sob o propno debique.
Qae elegante diabrete,
a predilecia do primo,
E' mesmo um bijou, um raimo,
E' mesmo um amo, ura pinete... *
F. de Paula.
lo Sr: Fiscal da Recife Oray-
nage
S. S. d um posseio pelas ras da
Palma e Mrquez do Herval, entre nesaa
occasaoe aigumas das caaas a C'me-
gar da do n. 35, e por certo sahtr
tonto do mau ebeiro que por all encon-
tra. S a.sim S. S. procurar atten-
der a s moradores d'alli do cheiro e bo-
frimpnti<8 que alliexpenmen'am, do pes-
simo servido da Recife jDraynage Com-
nh a.
Os moradores-
m -------------
Passamento
F lleceu na manhdell do core.te
mez, as 5 horas o moc 1 artista Alelan-
drino Marques da Uruz.
0 finado era natural do es'ade da Pa-
raHyba, vinde para este, com a idade
de 13 annos, onde conquiston diversas
sympathias. Deus, nao qu'Z que mais
viv.sse n'este muuHo cheii de- iUuies e
amarguras, e por isso chamou-o sua
boa companhia
Compauheir.', nao morrestes, porque
a tu* imagem. viva e vivar sumpre
na mam mo com a dr uo coracSLo pela
tua saudosa ausencia do seio de teus
parei.tes e de ten amigo.
Alex ndrina M. da Cruz! H je se-
gundo da do teu infausto pissamento
para a eternid de permita que deposita
em tei cepo ainda-que te um ramalha-
e de sincs'as s udades e urna sentida
Ingrima.
1 -tua alna.
Recif-, 12 d3 Fev:reiro de '896.
O collega.
Luiz Maano Crrela de tritio.
Transferencia de casamento
.Jos, Aueuto Alvaesd' Crvalho,
participa s p-issis das suas relagSes e
amisade qne, p >r mutivo de doen9a, dei-
xa de realisar-sa no prximo sabbado,
15 do crente o casamento re :ua filha
!> Baatriz Draloo com o Sr. Alfredo
Mattos Pinto Coelbo, cojio t;nha an-
nunciad, e, opportunameote levar ao
Ciuiecimento das m smas peasoas o dia
em que dever r-ali-ar-se.
OA
Teudo lido em una periodo da artigo
do Dr.iianel"Nicol4iy'obre a epigrsphe
ao raa e publicado no J.ornal do Recife
de hoje que eu lhe havia dito a manda-
do do Dr. Secretario dm Fazenda, que
nao suspendess o emprogado qui dera
c usa a sahiJa sem aia^gaataras de apo-
lices emiitidaa. para a-caasirac^o do
Psseio Ptrblico 13 de. M*io, .pe j per-
mi-s2o a S. 8. para dizer-lha que est
equivocado.
) Dr. Secretario pedio-me que disse^se
a S. S. que synd cas*e do facto a que ai-
luda e officiasse e foi exactamente o que
transmitti a 8. S.
Convem dizer que o Dr. SacreUrio
no podia declarar o nome do empregedo
qae commettera a falta porque sbente
em presenta da lista de destribuicSo das
apolices 83 poderia evidenciar o nome
dessa empregado e a alludida lista se
ac'iava em pode- do 1.* cffi:i: Adrio que est doeute.
Fago a presante declaracSo somante
para restabelecimentn da verdade.
Recife em 11 d Fevereiro de 1896.
Pedro Francisco Baptista,
Enalo Oe Seutc
. Rui u-, Uubvo, 15 de Oijtaoro de 188i.
Attesio It Hiup-egaao -cprn vaoteiJaus resal-
u us em-idoan5s :;? ha c ba ae emJ, a.E udJaao de Seolt de
tiico de o de bdjalbau com bypoitioapaltos
iie a\ e nona.
O referidj verla e e o joro ia H le me-
.iic.
D-..J. Tjvano. 17
A' urna semprevlva
I
.. lei de amar le sempre
Quam dra. .-v linda flor!
E' aenlimento raro,
Rarisalmo o amor l
I
II
Nieguam ple creal-o,
Nem mesmo que deseje...
E' urna planta fatal,
Onde quer que viceje.
111
Talve-frize8 -lerr.ura -
Tal vez digas -provera...
Mae nSo ira 1 uzea -amor,
Nem talvez onviira...
IV
Has j que a>8evens'e
A' uiinh'alma sempre triste,
Que u'ouira generosa
Sua lembrana existe,
Na minji'esciivaoinba
Ta terl o tea lugar.
At qu'a lei do lempo
Te veoba transformar.
Pedro Alejandrino Hucha il*
ao Dr. Manoel Aicolo Be-
queira Pinto do Souza.
Lendo no Jornal de Recife. e h^je
um artigo do Dr. Manoel colo Ra-
gueira Pinto da Souza no qual fazia a
exposicfto das causas a que attribu a a
ua dispen a do cargo- da director geral
do.Thesuu-o vi que meu nome era citado
como prot go ista di urna acca> muito
pouco lisoDgeira pari os raeus credi'os
de funecionari > e d cidvd&o.
O facto a que me. refiro e do qual
devo r-stabeler a verdade eos guinte :
Na occasiSo d-i.veudar .klgumas >po-
1 ees das emittidas para constr..,c5o do
Posseio Pub-lico 3 de- Maio, venfiquei
est rem sem assignatura.
Pr cedendo-seaindag-9io 'o nome do
empregado qm tinha deixado de assig-
nal-as, nao se pouie chafar ao reaultal",
porque, somen*e pela lista d d;stribnsi5o
das apolices se poderia conhecer a quem I
tinham Bido deatribuidas aquellas em
questSo e a mesma lista se aohava em
poder do 1." offioial do Contencios Au-
gusto Paulino que estava ausente e
neste sen;ido, i formei a requis cao que
o Dr. Manoel Nicolao me fizara e foi
esta a nica informacao que prestei a
rrspeito de semelbante assutnpto.
Pecu ao Dr. Manoel Nieolo que faga
nm appe lo a sua mem'ia e vera que
foi deste modo que se pssou o facto de
que trato.
Rscife, 11 de Fevere;ro de i896.
Pedro Alexundrino Machado.
II.
11-1-96.
Ibituzaingo.
-Hr-

rsm INCORRETA
Illm. Sr. pharwaceutico
Prado
Niosousupeto a respeito de elogios,
pois nao os dirij 1 seno sinceros e, ver-
daderos. Ora, em relaco ao vosaa xa-
rope de alcatro e jatahy, d-secommi-
ho um facto que nao poeso deixar de
trazer-v tid&o. .
Quatro dos meus filhos, depois do sa-
rampo, foram .atacados de, una tosse
horrivd. Aconseihado p r um amigo,
appliqu-i o vosso xarop ficaram de todo bons. E* o que yos par-
ticipo; daudo-vos os parabeos pelo voeso
bello preparado
Coronel Jos Lopes da Cosa Moreira
Capital Federal, 24 de^ Outubro de
1895.
Laigo de Catumbyn. 81.
C naiderava-se perdid^, tossia 3 ou 4
hoiai seguidanMQte, seatado na cama
8en%4oder dormir,, escarrando ia> gae e
inteirtnvnte desanimado, o Sr. Manoal
F. dAlmeida,.d*, ra da Lapa n. 80,
ctjrojt-ie com 2 vdrps de Jataby, de Ho-
Botneat
Deve ser lida conainteresse a segainta
noticia, qae a Ftfhfulla publica a pro-
posito dos productos maiicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, e especialmente este
florescentissimo- Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir, e de outras especialidades
m'fdicinaej do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidades a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia,
de estudos, que com o seu labor incam
cavel soube ganharoi elogios de varias
celebridades medicas e tantos atteatados
de benemerencia por parte de. numerosos
doentes, hojo perfeitamente curados pelo
maravilhoso Elixir.
JE vi to abordarmos este assumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuya como o Eli-
xir M. Morat-i so prodactos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeiro, e que a sua
venda foi autorieada velo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas.plan-
tas raras que "6 se- encontrara na flora de
nussos ser.Sa-, s serve para a eura mi-
racul sa da astbma, do cancro da do-
res rheumaticas, da sypbilesj da terrivel
morpha.
seu segredo foi rebelado, ha bastan-
te tempo, palo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome- agora noa scapa, n.as
aue opportunamente designaremo', por
que este facto se prende urna inters-
sania historieta, que vale a pana sar
narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia, excepcional e pode
comp&tir com os melhoras desse genero,
que se acham as demais partea do
mundo.
Asistimos ha algn* dias, prepara-
cao deste-Elixir, acompaohaodo atenta-
mente tod cao di s vegetaes at ao encaxotamente,
aq qual se segu a.expediao para as
m-is importantes pharmaciasda Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscalisacSo, ordem, disci-
Slina qne reinam no ampio laboratorio
o qual s hoje o Sr. D. Carlos comega a
colher os fructos, alias .al tamenta lison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelrj
pecuniario.
O Sr. D. Carlos nao se de xa, porm'
dormir sobre os lour-s, c igitando sem
pre em ampliar m^is o seu estebeleci-
meoto, eBtudando o processo para o fa-
brico de outros productos medicinaos qua
serao antes de tido, 6ubmettidos a ana-
lysadoa.mais notareis e ntelligents m-
dicos.
Os noesos oumprimentos a e illustre que, en B .tucat, gosa da geral
sj mpathia e ao qual desejam .s prosparos
negocios.
Fe rido s antigs)
Corei imi tanda ue maia ie 12 sdoob
que era um verdadero tormento, u^'-ado
por algum temoo do Elixir d
to, preparado por '. Carlos,
recompnso to telia.achao.
coovier.
Sio Paule, 1. de Agoe o
Wenceslao Vioante V'eira.
Agontes em* Peruambjco A Cvmpa-
nhia de Drogas.
M Mora-
Dea* que
]]i9 c mo
o 1889.
{}
I
{}
Navidades, literarias
Recebe por todos 03 paqaetvs a
Livraria Contempornea
2-Ra Io de Mar^o N.-2
RAMIRO M. COSTA &, C.
{}
i
Sao Paulo
Coube so Estado de SSo PjIo. ca
mgao*aa anattsa qa8*qirCBndai B^ta-
o^t,. achr-ae a n.aior dessoberta diste
seiulo.
U truballu:. o estado e ar experiencia
doram em resultado a descoberta da um
vegetal maravilhogo-c-m qna-fys-ga um
preparado.que Cira ra4-iianie,nte loda a
syphilis, todos os humores era ti
pa t.c-.ldada espaotasa o rhum^tisao,
por chrooieo que seja, e cura a mo'pr.a!
para o qae lo havia remedio !
Tew o Estado de SIo~Pfllo. di'a Ce
toraecer, na sua ubrrima v>=ga**5J0, a
verdadera- fajioidada- da. haaaaaid.ae.
C'ama-ie a deso.berta' haw de M.
Morate^ Kop,gadt.vporD..Cjrloi, a ven-
de-se em Peroambuca na
QompanhU de Drojaa-vJUra M-rque*
a Oind* 24. .
i


Diario de Pernambnco Unarta-fcira II ue Ferereiro de 1&9G
*


:{
Instrumentos
para baada de msica s orcbestra.
Violioo?, rioldes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor
tmenlo vem de despachar.
RAMIRO COSTA C.
2Ra 1" de Margo N.2
Lhtarla Contempornea
Pocos de Caldas
Voltei de Poyos de Caldas, ende fui 6
annos sacoetsivos para tratar de orna
enorme empigem que ba mais tempo me
oonaommia paciencia, a bolea e a
vida.
Tomando o Elixir de M. Morato, pr>
pagado por O. Carlos, sarei completa-
mente e dep'essa, observando o direc-
torios.
Realmente enorme o Baocesso bese-
fico qae se obtem com o aso deste pro-
digio novo o Elixir de M. Morato.
Pey a publicacSo, que se torna urna
virto.de
S- Paulo, 9 de Agosto da 1890 Ar-
thur da Canba e Silva.
Agentas em Pernambuco.A Compa-
obia de Drogas.
Dr. A Hyjrino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaes, laureado com
nma medalha de bronze da Assisteacia
Publica.
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 i.' andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgos genitourinarios,
Chamados por escripto. 3
NLUFENZ&
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanha- j
das de reaeco febril, bronc/10-pneumo-
nia, caiarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, astktna,
larangite, molestias do ff^ganta, insom-
nios e tosses suffocantes ce Jem immedia-
ament ao uso do
Xarope de Lobelia n-
flata
Etfaier bromada
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtdos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no trata -
ment da Influenza podem ser*attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Baro da Victoria n. 37, i* an-
dar, sala posterior.
Pcrnambco
Pharmacia Boa-Vista
PRAA MACIEL PINHEIRO N. 18
JOS' LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de inaugarar-se este estabeleci-
mento dirigido pelo conhecido pharmaceu-
tico Jos Loiz da Silva.
Abre-se a qaalquer hora da noite.
{}
E cheguei a ficar q-uasi assim !!
Soffriahorrivelmente dos pulmOes
mas grojas ao xarope de alcatrao e
j atahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido
consegu ficar assim !
Ppela ri
objectos de escriptorio, papis 6 car-
tees de phanusia para participado
de casamento e nascimento, excel-
lente escolha na
Lvraria Contempornea
2-Ra 1* de Margo N.2
BAMifiO M. COSTA & C.
{
}
Salvacito
yalci-me dos Lorriveis amores ey-
philiticos que toa periegoiram tsnto
tempo com o uso d Elixir M. Morate,
p -opacado por D. Carlos.
Mogy-mirim.
Artbur Travassos.
Agentes em Pernombuco Coropa-
nbia de Drogas.
---------------?'
Cliniea Medica
DO
Dr. Alberto de Mendona
Consultorio : Raa da Imperatriz n. 8,
1. andar.
Consnitas : de 1 s 3 da tarde
flOMiHEB'-O
Rolen Commercial de Pernam-
buco
COTA^ES officiaes da junta dos
correctores
Praca do Recife, 11 de Fevereiro de 18q6
Anoli''- Kerae.* jero 1 5 0 d; Mlor de rs...
l:000J-)O) P-*e d- rs. 918W0
N >ttf eniief'i : 20-pjlk.es geraes
do va o- ue rs. 1:00JOO.
O presidente,
Antonio L"""'"1 Kodyoes.
O secretarlo,
J.to Lseiwi'io 10 K^go Villar.
Cambio
* 03 bneos b:ir- Londres a 90 '/?, c n" odo no correr do dia
alguna ne.oe'os a 9 1,16. pazaiieoio prompto.
Em ieiira^ pjrucuiares uouve pejaenas tpao-
s?ces a 9 1'8
t'o'aees de gneros
Para o agricultor
A??ncar
Campletamente curado e'bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
Deposito Drogaria'Pacheco & Ce
Andradas 59.
Vidro 1$500.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das otis,
de 1 as 3 horas da tarde, rna 15 de No-
vembri (antiga do Imperador) n. 79,1. andar,
Chamados por escripto.
Telepbone n. 2?.
Elixir .11. Morato
Certifico em de rceu grao que tenbc
empregadu em tiolestias svphiliticas
rheamaticas o Elixir M. Morato, propa
gado por D. Ca he, colendo sempre os
melhores resoltados. Dr. J0S0 A'berto
de Medeiros e Ounha. (33o Paulo).
Agentes em Pernambuco A Compa-
ohia de Drogas.
Extrnalo 29 de Setembro
Curso primario e preparatorio sob a
direccSo do professor Joaquina Pompeu
Monteiro Pessoa.
As aulas cumecarara a funceionar
desde 7 de Janeiro do corrente anno.
Ra D as Cardoso ( antiga do Calde-
ro ) n, 2, 2. ander.
l imm fbsbeb'CO cbvss i
MEDICO HOMCEOPATHA
B
Consultorio ra Bardo da Victo-
ria n. 37, r. andar n.
D consullas das 11 horas da mantia ffl
1 da larde
aSSSS3SSSStS*eSa>*!S?i
Dr. FreitasGuimariles
Participa aos seus amigos e clientes,
ter mudado sua residenci* para o En
troncamento n I, defronte da estacSo,
aonde pode ser procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da tardo
Papel pintado
para forrar salas, quarlos e corre-
dores ; francezes, inglezes e nacio-
naes, a precos sem competencia na
Livrarla Contempornea
Ra 1. de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
nbeuiuatismo
Declaro que curei-me completamente,
o'o rbeumatismo qae s< ffria ha 8 annos
ponto de ousi ioutilis Elixir de M. Morato, que garant ser
am prodigioso unti-rheamatiao e anti-sy-
pbilit'co. Publiqao a bem dos que o-
tren.
S. Paalo, 12 de Agosto de 1880.
Alfonso J. Bormaon.
AgDtes em PernambucoA Compa-
ntia de Drogas,
DR. NUNES COIMBRA.-C/
Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de Olinda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, [molestias de senhoras e
criangas. Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dade n. 84, esquina da ruado Ala-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
COLLEGID DE N, S. Di PENH4
Ra da Imperatriz 2, 2.* andar
As aulas deste cel'egio principiaran!
7 do corrente,
Rcebem8e alumnas internas, exter-
nas e meio^pensionistae.
Directora.Augusta Cartieiro.
A applcajao de Este Elixir na grsode epide-
mia de bexigas de (890 a 1891 mais nma ves
lemonstron a sua effieacla; pols no principio
los primeiros symptomas a bezlga aborta, e
em casos mais adiantados a bexlga passa a
ner orno ioenca febril volgar apresentando pe-
qnenas tamef.-cOes qae com a contlnrta3o do
elixir desanarecem sem todava apreseotar
recelos de pengo
Os moitcs aiiestados* pnbcados no Diario
de Pernambnco e Gaxeta da Tarde provaip
0Q':e dtzemos.
Noscasc de fdbre amarada o edeito e admi-
ra ve,presentando pbenomeoos to maravilho-
-a qae nesta cidade do Recite e no do Rio de
Janeiro ponco receio cansa a febre amareis
nesmo estando o doente coto vomito pretos.
-antiilrieouestes clnmos periodos entSo ne-
cesario a applicac&o em alia dose, desprezao-
>to tioclla annexa.
Este Elixir ja conocido do publico de ai
grande onmero de dignos mediros presenta-
do para combater os differentes incommodos
todos e!lee de carcter feoril.
Por cuito (empo tivemos eccasio de 'aser <
pplicagao as febtsa eryeipellosas 6 com lc
baia resaltado qa3ficaosadmirados de loal-
to e.aeiios.
Pela prauca ebegamos conbecer qos os
ataques re fenre erysipeilosa on erysipella
como volgamcn'e se diz c necf3sai'o o usj de
tO dia; ao Elixir.
Nos grande incommodosdassenhorae mens-
ro^cBo. ravidei e nos cisos de par'.o croo fe-
ble de om resaltado mu:t>ceitoe segnroem-
i b cu.npoeii'ao tao sijiplesque nao ofiert*
ce recelo ce Explicar o Eliir em ueemo em
lo.-i'S uperioreB as indicadas na labella ufr.
Pedimos aoe dignissimos medie-* ue deseja
retn faier uso dente Elixir em sua citoica [,-<
e enjeuarom ossa presenpeo, mas sin fa
zor a arm'icasao em barmona coa 03 cesop
dtcamento .a comoosigo innocente uars o or-
eaniamo m*i-' -'rae-1 qne eea.
nodo de
usar
Dr. Carneiro Lco
medico parteiro e operador. Residencia
e oonsultorio ra do Livramento n.
31, 1. andar. Consultas de 12 s 2
horas da tarde. Especialidade : Febres.
partos e molestias de criancas. Cha-
mados a qualquer hora. Telepbone n
3
Bsina*. por 15 kilos. .
Cry'aliaado. """n Mas
Branro. por 15 ki'os .
Somenos, por i5 k'loa.
Mascavaco, po' 5 kilos
Bruto, por to WlO.
Retames.....
8 6 800
7*800
8000 a
6OC0 1
H/600 a
l'M a 4*8 lo
a 3*80ii
3*500 a 3*eOI
3*000 a 3*10
U. Lima, I sacco com 25 UI01 de Qo de al-
godo.
Azevedo & C, 62,000 mil cigarros.
N;> barca Poemx, para Maragogy, car-
refiaram :
Caldas & C, 2 calas com 40 Silos de sato.
Na barcada Constansa, para Uacel, car-
regon :
E. Silva, i5 000 litros de sal.
iia ha-oca Uamba do Sal*, pira Nal?!,
carregaram :
O'iv ir. & ','., 2 barriess co'J 1^6 liilos d--
a?8o:ar braoco.
Ni r>i'C carregaram :
Pondera 1-o.ao? & C, 120 crxaa com 2 760
k'los de sjo-10.
RendSaieaios pblicos
Alfandeaa
K.'t '.e Pdvereiro de 1896
Kida teral :
Do dia I a 10 6l7 0i'*83S
dem de i t 6*-80!M)
------------- 681:362*071
Renda do Ratado :
Oo -lia i ,(0 1R2:77.163
dem de H 10:598*213
ruaLarga do Rosario n.
Consultorio doDr. Ferr ra.
" Tlephoce n. 292.
20, antiga
Minha esperanza
R. Nicolla ?ai lo Crassnl. 14Slaison fjnda
da em 1864
Paris, 4 de Novembro de 1895 -Me Sr.
Antn o Francisco da Cruz. Penamboco
Amign e Sr. TVnho presente o seo estima-
do favur de. 7 JQ0I0 ao qaal tive o prazer 1 e eocontfar cm
pelillo de papel para cigarros, que maito e-
limei receber e a^radesa.
Lj.-o trate) de ent'egal-o ao fib'icante r
insiei para qae seja enviado com esmero e ma*
xima presteza, t-n)r.?e comprometlido o fa-
Orlcante a apromptar o si n papel cara os us
inste mez. Espero qne passa fa7er Ibe a re*
luessa oeio vapor do Havre a sthir em 14 de
Dezmbro p-oxio futaro.
Si bem despjasse servn-o o mais cedo alo-
a, n'aj seria possi'el, porque o sea papel
nao e-e faz com ao'ecedencla, e slm de papo-
silo, necessitando o seo fabrico de mnito cui-
dado.
Sem untro motivo, sobcrevo me cora since-
ra estimeda Vhdc., amigo moito Htenlo ve-
neradorPelo Sre R."|Nlcol'e'JO. Iitnizil.
Totl
165:373*676
815:285*748
II
Algodo
Cota-fe o de I' lorie a 15*300 os 13 kilos
valeo-lo 1*100 menos o medi.-no e 2/0'JO o de
2* swter
Aleool
Por pirta de 430 litros 85* r.om'.aal.
Agurdente
Por pi?a de 480 iitroi 12o* acafl}al.
Coaros
Sccos ralgadcs na as d 12 kilos 1*010 a..
1030 ris '>*) la e refago 676 o kilo.
Verdes 6C0 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
el
Por iOOfOOO nominal.
Exportaco
Recife, 10 8* Fevereiro de i896
Para o Interior
Na barcada HtOSstlia*, psra Natal, carre-
garam :
Fonceca IrmSos & C, 420 canas com 9 660
kilos de abao.
T. Lapa & C, II bTris com 935 l.trcs de
flaag-p.
Madeira & C, 2 calxes com mas a de to-
mate.
Na barc*ca Armando Silva, para as Ala-
goas, carrpgoo :
Joao A. l'oiisea, 200 caixas com 4,800 kilos
de sahao.
Na barcac Adelina Meodes, pa*a as
Alasoas, canegoo: .......
Casemiro P.-;roz, 10 ?accos com 280 kilos
de fio de algodao. .
Na biresca Francisca Leiie, para Ma-
celo, carrpgoo :
J. A. e AHuqoerqoe 10,000 litros de sal.
Na barcfpa M.rcelioc, para Porto uIto,
carregaram :
Focseco I'maos & C-, 6 caixas com 38 kilos
de sabac.
Azevedo A C\ 12.000 cigarros.
Na ba-caca Pilca dos Minie.', para Ma-
rifotli carregaram :
2 ge-ro da Alf^ndega de Pernamnoc
ie Fevre:ro de 8C6.
O c&efe da secfao
lj. P. Codecei.-a.
O 'r.eflooreiro
Lu'i Manoel R. Valen^a.
RSCEBSOOrtlA DO ESTADO
Renda de I
dem de 11
171:31-3*? 89
3618*527
173 0;2*U6
Renia de I
dem de 10
RECirB DSAINAGS
3539*260
*
3.569*260
MoTlmcoo do torio
NiVios intrads no na 11
Rio de iane rn5 dias vapor ingles Brnns
wicn. d 977 tooelsd88, rommaodane W.
Jjnes. eqopanem 29, cirga virios generoi;
a Amorlm Fernn es & C.
Ntw-Yo k22 dias, vapor ingle Ptolomy, de
86o toaeladap, con manante W. S. Bills,
tqaipagem 25, carga v ri.s gneros; a B!a-
ckoorn & C.
Navios sah d ,s 00 mesmo d'a
Santos e escala- V.pnr ahemao Patsgonla
commandante 6. Halten; carga vanos g-
neros.
B-emen e escalaVapor nllexo Salier,
commma :daute H. Ati-eis ; carga va i3g g-
neros.
Manos e esialaVapor nacional labnaiao,*
commandante Alf edo Gaimaiaes ; carga va-
rias geLero?.
Mercado Mnnieipsu de S.JuS
O movimeuto destu mercado no dia 10 de Fe.
vereiro fot c agolte *
Entrtnm :
41 bois pesando 9.964 kilos
250 kilos de peixe 30 re. 7*500
3 compa't com mariscos a 150 -s. *450
2 ditos com camares a 150 rs. *300
36 columnas a 900 rs. 32*410
1 r;rgas com ealluhas a 760 rs. *750
8 cassoaes com gailinbas a 450 rs. 3*600
2 cargas com milbo verde a 450 rs. *900
1 carga com ameadoim a 450 *450
3 cargas com batatas a 450 rs. 1 350
2 carga com macacbeiras a 450 rs. *900
I cargas com ceboltnbo a 450 rs. 450
10 cargas coa ^erimos a 450 rs. 4*5t 0
11 cargas com verduras a 459 rs. 4*5 0
1 carga cem canna a 450 rs. *450
4 cargas com laranjas a 450 rs. 1*800
2 cargaB com inbame a 450 *90.)
3 cargas com lencas a 450 rs. 1*350
2 cargas com melancia a 450 rs. *900
2 cargas com mello a 450 rs. *9!0
4 cargas com diversas a 450 rs l*SOo
30 cargas com farintia a 3)0 rs. 9*0 0
3 carpas com milbo secco a 300 rs. *DO<>
2 cargas cem feiao a 3 '0 rs. *6('0
id Seno- ai* rs. !0i'00
65 logare* a 300 ra. 19*500
12 comp. com -mineiros 1 I*5>0 18*0 0
9 co 8 comp. coas fresaoraa a e. 7*2 M
70 coma, com fazendEs ? "* 140*0:m
* c<.-mp. com comidas a 1*',5) rs. 2*05
49 comi>. com tf-rdd-as a 450 r* J2*1 5
106 rotnp. com fanoha a 600 rr, 634601
tki Gonp. com tainos a 3*000 144*001'
Re-.d'raa 1103 dos das 1 a 9
529*'50
4.1)60'9n
5.4S6* 50
Pracoa no dta :
Carne veide de 200 a 1*000 rs. o Kilo.
Suinc* dr. 1* a 1*200 idem.
Carneiro e 1*2>0 a 1*5'K) dem.
Pancha de 0)9 a 1*000 rs. a caia.
Uilho de 600 a 1*000 rs. a cela.
Feiao 1 e 1*200 a 2*000 a cma.
\avios esperados
Oe Ha-.bureo
Brigae allemfio Omo ral 10 ^lalerg.
N. k Y k
Barca oati: o.l Vntorla.
Dp Oirdifr
Barca porBegaose W;.-.o32.
Barca nom<-.a:t-ine Sala,
Barra nofot-gnend Dicia.
Barca noroegoense Auriga.
De Terra Nora
Logar tnclez Heidra.
Lu^r leles imulatir.
Lugar ngl z Ma-j Clisieo.
Vapores a entrar
MEZ DE FE7KRKIRO
Polfmy de Nevi-Yoik, a 12.
Monin dn gu>, a 12
BronkWi' k do sol. a 12.
Baan do sol, a 12.
S. Salvador Ville de Baenup-Ayp da Europa, a 13.
Olinda oo sol. a 16.
N le do sal. a 16.
Si'-tolmr in nol, a 16.
S -'.-ni lo u', a 16.
lberp do sol, a 17.
Ls3 PaiOia d el, a 17.
Ma-dal"n? da Koropa, a 19.
Ceol P-ioce -ie N-.w-Y-'k a 19.
Cordooan da Europa, a 19.
M-mnSo do norte, a 24.
Brazl do sol, a 26.
Vapores a sahir
MEZ DE FEVEREIRO
Santos e Maceo Ptolcmy a 12, as 2 horas.
Para directo Malelreane a 12, a*. 4 horas.
San'os p ts-. Pa'agouu a 12. as 3 horas.
Mar.mblo e esc. Una a 12. aa 4 horas.
H10 G. do Sal Tajqoelai a 12, a* 3 horas.
Para e esc. B'nnswi k a 12, as 4 bora\
Par directo Maleireise a 13, as 3 horas.
Rio de Janeiro e esc. 8. Salvador a 14, as 5 h.
Sootbompton e esc. Nlle a 10, as 12 hora?.
Mn's e psc. Olinda a 17, as 5 boras.
Genova e esc. Lis Palmas a 17, as 4 bo-as.
Santos e esc. Ville d-> B. Ayrt; a 17, as 4 b.
Bn nos-Ayres e esc. Magdalena a 19, as 2 b.
Santos e es:. Sie'anii a 21. as 4 boras.
Rio G e es:. Santelmo a 23. ta 4 horas.
Rio G ande e esc Siniel c( a 23, as 4 boras.
So.'os e esc. Crela P.-ioce a 24, as 4 boras.
Rio de Jaoeire e esc. Mareobao a 25, ps 5 b
Mantos e esc. Brasil a 27, as 5 boras.
i
}
O advog&do Hortencio Peregri- j
no coulina com o seu escripto- /
rio rna do Imperador n. 54 ; W
encarreg"a-8e tambem de defezas )
perante o jury.
VfiS--23--2?rS2:3S3:"S:S3:S3S!:23-"
,i
Dr. Joio Paulo n
l! Especialista em partos, moles- JS
K tas de senhoras e de cranlas f|
& com long-a pratica nos h> spitaes it
K dePariz e de Vienna d'Austria, n,
8 d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo u 19, ^
"i! I." andar e reside ca ra de a
fj Henrique Dias n. 2. $
> Telephmes ns. 190 no eonsul- M
K**torio e 467 na residencia. m
FBBC1 CAXAS
Os abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado !o Excm. Sr. Dr. juiz
'lo commercio para fazerem
apprehender onde fjrem
achados cigarros de outra
fabrica com a maicacontra-
feita ou imitada dos seus r-
tanlo na moital h;.-
A's crianras at nra son 10 golas de 2 em 2
miras em orna colher das de sopa chala dagou
fra.
Oe nm a trse acnes 15 gottfci-.
De 3 a IC annos em iarile 40 lO'tas etc.
Estas dosesdeveci setaore ser applicadas ei
goa
iieposilo
ComfMDOiS rif Drogas e f ro"acScs CbimlCO
Reeif, raa do Marques de dliirda 0. 23.
Nacional Pnartsacia, ras Larga de Boaarli o
35.
Pharmacia 0ren'3*, roa Eatre; a c Ro aorlo
o 3
Ptttrmieia A'Tredo Porreira. roa o Ba^So di
Victoria o. f.4.
Pharmacia Martios, rea Doauf de Caxias n.
M.
Pnarmacia Ribeirc. praca l>eifl Pinbeiro
2.
Pbarmaria ViCtorieose de Loiz Ignacio de
tn :,-aae Liioa, ernade da Vicioris.
Para quaUoer latormacio sera neontrade o
aalor na ra Bstretta do Rosario o. 17.
Oe no3f os frascos sao qoadradee. e coma g: -
10'.. N'om isdo tecm gravado Blurii ante <-
nril e 00 ortroMsnoel C3rdosoPertscbpco
^ lod"> o.-, prospectos i-So sssinados por Ma-
nuel Ciirdoso joior, 8eodo laisos o que o4o
(oreni siKnadcs.
Dr. Arthur Caval-
canti
Participa seos clientes e
amigos que mudou sea consul-
torio e re8idencra para a ruado
Barao da Victoria o. 46 1.* an-
dar onde contina a ezercer os
myj teres da sua proflssSo.
Consultas de 1 s 3 boras da
tarde.
TELEPHONE N. 430
isasSLsagssssssessassi
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatrit
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades da molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) a
nalquer hora.
---------------*---------------
llr. Francisco Lcopoldnr-
Kspecialidsdes : Febres, molestias de
criancas, svphilitic&s e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia Piteo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214
Chamados por escripto.
garr is,
como no rotulo; e qlit-
es to d8pcstos a procede!
contra quem exp^zer dito
ciganos a wen&9 com tocio
o rigor, ae coaformidade
com as penas decretada?
por le.
Eecfe, 31 d
1895.
Azevel
Agosto
o
Gi'
C
ia.
l .i-ato
tea excedencias
BHxJr
... D ip- s de mu
aoantdo estudo Pobre o se-i grande re
raediaoKIixr M. Mrat, C'j'; tenh"
mil .trado ooe buepit ea e eiu Bnh<
clicicH |nrt;pular, resrlvi, da ao:o;\
meus il ustres cr.!!-5 **, o Dr.
com os
Elixir r. lluraio
. tauho eoapreg^ o eoos f;liz resul-
tado cm todas ea bffeci'OcB eypbilitieas, o
Elixir M Morato, e& lea:e preparado
do Sr. a los, o quo .ffiriao com
j'irxmento se fr preciso, Dr. Eduardo
P. QuimarEos. (Rio de Janeiro).
Agente* ern Pcrnambuc> A Compa-
abia de Drogas.
Mrt. e'ros, Dr. L'-vr-, o
Di. S II -
de, zpplieal-o pela saguinto forma, sac-
io c.8oh di aypnihs inveterada, rbeuma-
tiBoio chronico e boubas. .
Tenho tido o m-lhor ancQe390 com o
Eli\ir Morato, e alguns dos meas colle-
gss cli&mum iba cm r> z\o da ra'va vi
das. 0 ea remedio am prodigios
aoico como a-ti sypnilitico o anti-rbeu-
matico.
Dr. Joao Pitt* Bzerra da Burnay.
Rio de Jai.eiro.
Agentes em PernambucoA. Compa
nbia da Droga
*3>
Dr.
Amaro Wanderley
MEDICO ,
Consultorio Ra do Bom Jess
n. 24 1- andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manh.
Recebe chamados_por escripto.
Elxir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvario em 21 de Marco de 18d9j-ela Inspe-
ctora Geral da digoa Joota do tiy Riode Janeiro.
Esie Elii'r de compopco oda Tegetal pre-
parado segouiio as rearas pharmawoticas,
arooselbadas pelos autores moderaos e de re
conbecida cap .cidade scieot'.lica lauto no paia
cerno o" extraogeiro.
Este Elixir o producto nao s do g'ande
esiudo das accO.a physioiuKioas das saosiaa-
cias romo tambem patolgicas, como '.ambt-m
o resoltado das immeoaas applicacOes nos
diversos casos de] febres de lando paiastre,
Importantes curas do
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vias respiratorias. .
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecco pulmonar :
Joao Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
os de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerqe.n
de urna tosso asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro,
de urna coqueluche de 2 mezes ;
Birao de Avellar Rezende, fazen-
dero em Minas Geraes, de urna forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commerciantej no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de 2
annos, com escarros de sangue ;
Urna filha do Sr. Joao Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago. Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de urna tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de urna bronchite asth-
matica de STiiezes;
Capito Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de urna grave tosse
de alguns annos ;
Olympio A. de Oliveira, do Socego:
Minas Geraes, de urna constipago
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de urna bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de urna pertinaz affecco pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercito, residente
em Jaguarao, de urna tosse asthma-
tica de multas annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado^ autorisado e premiado
com as medalhas de ouro da Expo-
sicao Brazileira-Allem, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencias Indust'iaes
todas de Franca, e com o premiro es
pecial da Exposico Universal de Chi-
cago.
O agenteCompanhia de Dogas.
Bronchite s( luntica
DR. COELHO LEITE, Clnica da
justa noraeada na cidade do Rej-.fe,
attesta que o
Xarope dflofeeia Infla
ro
PHARMACTICO
ILDEFONSO DS AZgYEflO
E' excellente no tr.ntamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Saeposito:
Ra Bar'o da Victoria 37, 1.* andar.
Pharroaoia Conceico
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todaa
as boas phnrinacias.
Pernambuco
CONSTIPACOES "^T Peitoral Catharnense
DE RAULIVEIRA
DIIOUIIIII UR4G
O liauliveira
E" o poiloral mais efficaz, mais barato e da
gos.o mai agra'iabilisomo : Da Dngaria Bra"
ga e b todas as pharaiacins.
itdvogado
O bacliarel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Foitos da
F^zeod- do Estado, pode ser procurado
em eu eccriptorio a roa 15 de Novembro
n. 75, des 10 horas da mr-uha- s 4 da
tarde.
Jornal do Commercio
RIO DE JANEIRO
Recebe-se assignatures e annuncios, &
rna do Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente nesteestado
Francisco Pedro Ja C.'1111 lia
Presbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de C/iristo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro
vittcia decanta Catliarina, etc.
Altes o qae teiuia asado por mes o Peitoral
Catharinense de Raliveira XABO E DE AN-
Gl O CGUPOSTO l OM l'OLU 'E GUACO, pre-
puraco >1o" lllnn. Sra pliarmaceuncts Hauli-
no llorn & Oliveira, achel quo esse x 'rope 6 de
onnrRcoe primplo effeilo as affe-rces dos or-
;io!< re^piratori03 o que afflrmo in verho sa
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cuuba.
Mais.de 50 mil pessoas residentes em dive
os Estados .lo Urazil allee'am a cfflcacia des e
Kraode mdJicamenio.
Deposito
A
Drng
ana
Brftgi
RS
5?.a >l-*^1.a lirecorla da
*ecr 11 de Fevere.ro o 1S96.
EITAL
De o-r'em do Sr Dr. Sacretario da
Jasticn f',o pullc qo!", com o preso
de 8 diaa, a coatar d da
recabem-se, tiesta S-oroliri, propoeas
em cartts fecbadaa e i-elladas para e Lf-
Decimeoto do C'ooo rr.ii metroa da clgodSo
mesclado naciooal, p.ra .testimeota des
presoa pebres da C*a de Deteiijo.
O director,
Affooso V. do Madeiros.
Dr. Barreto Sampalo Oculista
Consultorio ra Barao da Vic ria n.
51. L* andar. Ex-chefe de clnica d Dr.
de Wecker, de volta de sua v agem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dis ean-
ctificados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setemro n. 34 en'rada
pela ra da Saudade n. 26 Tela.tone
n.287.
EJital
Per eata repartijo se faz publico para
oonhecimeoto do todos q?e durarte os
tres dits do c^-aval deverfio ser obser-
vadas as pre8:rip?S33 Ncwtes, ueor
retido cb infr&ctoieB as po.- as do rr!. 135
do Cd. Pen.
1.a Fioim prohib'doa os baihs oar-
nnv:rtrjca a'm ds 2 Loras da madru-
2.a Nos meimoa bailes as p rgoai quo
estiverem com masetras dner3o tirai-aa
a meia noite e as ruaa s 7 horas.
4" S5o absolutamente probibidas as
al!u90)> tff4L6ivag, paitam ellas de mas-
earsB ijolados ou de clubs csraavalescoi,
qner s antondad.s, quor a partica-
Umi, ehs-ei ou corportcoes oivu ou re-
ligios es.
4.a E' txpresaamente prohibido oem-
prego defgi p eja de qne latarea
for a bem sssim de goma oo massa de
trigo.
Seorat.ria -i Qaaitara
Fevereiro d9 1596.
O qaest
J. F. Nery da Silra Filho.
Poiicial 11 e
MUTILADO
pHp^P^P^P^P^P^P^pH^
DATA INCORRETA


Piarlo de Pernambnco Quarta-feira* 1*4 de Fevereiro de 1890
5
~>
r
Secretaria da Industria
do Estaio de Peraambu:o
em II de Fever iro de
1896.
.' DI ree (orla
' De cr era do Sr Dr. secretario r-
terino des Negocios da Isdostria f*.c>
publica qxo os proprista os das usinas
subvencionad.s pelo Governo do Estado
aSo intimados a, daatro do prs&o da lo
dias, a contar desta data, a eatrar para o
Teaouro n-tta a qaantia de treseatos mil
reis (3)0 meiro s?. mostr d) carrate anao, que se
destina a:> psgamsnto ros honorar-os dos
engeaheiroi fiac*es encarregkdo-s da
inspecc'o das usinas, confirme o disfis
to nos art1. 22 a 2i d > Rsgaiamcnto da
5daAg>&t>de 1895. o olaisa'as dos
respectivos contractos.
O director-ge'al.
JoV Din.'a Ribero da O nh.
Avisu
Faz-so publico os oba>xo relaoionx-
doJ que, Ufado da ser ramettisa, D3 din
20 di correte, para cobranza eaecutv,
S conU de imi dabto-, relativa ao im-
posto de 40 r a o aos exj.raicios da 1894
e 1895, p derSo nos 8 dias antao res
faser o pagamente a b-cca do cofre, na
Contad-.r* da Pr.-. fe-tura.
Paiva V-.l-.te & U.
Ferreira R<> Iripu-ia C 0.
Quirearaes k. V-,tente.
Joaqui.n Farroira da Carvalho &c 0.
Ponstc Irrcaoa & C!
Figueiredo Costa & C'
Candido Ferreira CafesV*.
Comparta re Pao6caCo.
Alw.res da Car va! ha ($ C.
Coelho Pinio.
JoiSo de. Auumo For.sesa,
Jiari di (i ja des Vaeite.
Amorim Firnmes & G.
Bordes & C.
E. BSiao,
Paulo RI. Percira Mont'.o.
Dr. E. do Prado Se.xa?.
Barao de Fr*xifai.
Joequim Aivds da Si'.va Sl'os.
B. tc Siqoeira t-stro.
Bran Si v* & O.
Mane-I Lo^es da S.
SipUlit- :.
R. Dro na.
g8.
Dcate
2.a A> qu~ nao forera organisadts
de sobordo com u presenta Edital ;
3.* As que se bastarem em precos
de ootras propcatas ;
4a Astirmrd.s por passoas qne j
toham deixad. da enmprir contractos
c-jm esta ReparticSo ;
5.a A que nEo o'erecerec. as
runtiai e qnalidades exigidas
Edita1.
Haveodo cuas ou mais propostas em
igualdade de condie,3 do cot crrente que melhores provea de
idoneidade otiereeer.
0 concurrentes deverao, alem dessa
idnneid-tde ea'gida para -rcegao e oxe-
ooele d.is obras, inic-r o logar da su
residencia.
Ni-nhuin ocncorrente sera, admittido a
co;curren3a sem que proe baver depo-
bitsdo na Thesjorria deeta R^pa-ti
<;ao a qoaota o 3705000, importauoi--
jue perder s;, escoliida sua proposta
e convidado pr assignar o c ntrec.o a
i8t-i se recusar.
P-ra bo* gr8r.!i.i da ex?cocSo do
joi-tra to, dep'S'ia o contracUnte no
Tbeaoi'-o do Ksiadn orna caayo que ser
previ-.Kei.t3 arti rada por eea Direc
teria.
Nesta Rap-rtic3o rstarSo a diepo^.!
o.jS;a. cciicurienlvP, '-s 10 as 3 huras
d.i t'rde, o orf^mentj e os plaous res
pec'iva?.
Recfe, 8 de Fevcreiro de 1896.
A. Urbano P. Monfeuegro,
Director-geral.
David Fu.reira P B.lai-
Tbeo Juef.
Ouctadoria d^ Prcfiit.jra Maciopal do
Recite, 1 de Fevereiro de 1896
O contador
Genuino J-je da Rosa.
Fas meato
d'> chlq&men'o
de parte di ra da
Vid ria.
O Prefeito do Municipio do Rcife
manda tuzo'- publico aos jrprietcrir's da
gupracitad rus que no preso improrc-
gavel da 30 ,oiis, contados da dbta do
presente edital, deverao vir reoo'.her ao
c?fre jennic pol a importancia do ca'ca
aei-to eito, cfclcul'do na taiao de 15 "/
sobra o v|.r loaativo dos rtipoctivjs
predios de conformidade com o dispost
no 670, art. !.. do orcamen'o q\ 1835,
qaacuo fai feiio o_ rettrtdo calcamentj.
Kb. Nomes Importancia
Manrel Oonca'ves Mar-
ques Ferreir.' 595850
6 A Mftnoe! Tavares des
Santos 378O0
1 A L^uri-nn Albuquerque
Lino Burros 285350
IBA mesma 285350
1 C A rnesTia 285350
IDA njer.a 285350
1 E mesma 28S450
1 F A tcetma 2^5^50
1 Q Fabrica de camisas 568700
1 D. L*i:raoa Abjquer-
qde Liuo Birros 113$ICO
Reis 4875050


I
Cantad ria Municipal do Recife, 11 de
Fevereiro do 1896.
O contador
Genuino Jos da Rosa.
Recebedora do Estado
de Pernambuco
Edital n. 45
0 a .0 Idi poblro a qi>"C icte.'es"
sar possa, que ao praz d- 8 ras improroea*
veis con aljs da data do p-esen(e edital ee.-ftj
arreffaaa'Jo' a bjeca do cofre os n)posio8 Cei*
xo decla*ado. re!a lv s ao 2- tt-mesira do ex*
retelo de ifc?5 a 1893
Re 'Pti- Jo-i 1 10 Estado de Per.:aCDbo.'3, 8 \-
Fevereiro ;e 1896.
O :idminietrado',
(*3i/uao) ACfir.'o de A. M^o Jnior.
Itcpoe'.i.' a que se efere o e-ial anp-a
Clar-e 0. 2\rnme a oa liji de ter'agen?,
oioi'ias e macbloa de costura?.
Ue' ". 7\ra3am de xarque rm grosso
e a retuib).
Uem n. 10 ->.rm zem 03 e criptorios de
ComxirSe^ ou coninoac.e8.
Iiem u. 45 Apeales de freamentos de na-
VC8.
dem n. il-Arccazem cu depo-itj de re
COlb-r. a 11 u nao.
. fdera o. ioAruiazem de drogas e pbarma-
Cita.
Ider n !7 lotioanhias dj seguro? e agen*
ca coosp eane.'.jiiia qoaiqaer cessoa que no
Carcter d ag- nte da co-npaonia flier cont'ac'
to dessa oa'cr si, pxceptoadas as co nparjb'as
cont'a'tirit"-' \a eervico de bombeaos.
Idero n. 18 ^asaa de ven'er bilbftes de lo*
terias.
dem n. 9 Vurnem de macamei.
dem n. 12 -Arwazem da iosp9CsS3 de al-
gadao.
Iiea O. 13-A'nmein de compra e veodB
de algola, co'iti-iCido pela deaominacaj
P'fnfa de alji'tSo a apo' 00 ato.
" EDITAL ~~
Secretaria da industria
3.a Direitoria
Facp publico, pra oonhec:mento dos
nteresb&dus, que no dia 22 do corrente,
a 1 hor. da tard, recebem-se nesta Di
reotoria propostas em cartas fechada*,
devidamento selladas, para < s reparos de
qne eeceis tam as diversas pontos da es-
trada ds Or.yanoa, oreados em rais
7.415S100.
As prop.st&s devem ser escripias por
exfenso, tem rasura, emenda oa vicio de
qualquer especie, aen^o rejeiladas as
que se ressntirem das segnintes faltaa :
1.* As que excoderem os preces do
orjameuto ;
Sccretciria dos Negocios da
Industria
fta directora
Coccurrencla pahca para a
Estrada de Ferro do Recife
a 1 amb.
De ordem de S. Exc. o Sr. Governa-
d(r do Ei-tado, fz-se pubc que racc-
b-ia se nesta Directora at o dia 15 de
F ve.rti'O preximo futuro, ao meio di ,
proposita em cartas frebadas, de>id-
'octf soilada? c acsigaadaH, rotuladas
.x'ernam-'nie Propostas para a Estrada
de Ferro do Rf Gife Itamt .ara con-
tiu co da mesisa Estrada da Ferro,
nes'e Fs'ado com a extentSo total < i32 k los 500 metro? de liaba principal,
: m tod^-s suas dependencias, material
fix h rodante o da icatrdo oom as bases
i>eg-'ites :
Os pro-ponentes daten) declarar cm ana
propotta que tom^ram cenhacimanto das
cood^'Ses gera, especificacSes, orcamen-
tor, pl..nt(8, prtis e trojeetjs das obras
d'arto e edrfcios, e maiu doc-imentos or-
jauisados pe'o >'ngenheiro civil Jos An-
tonio Sbriva Jnior, j approvados pelo
Ekip. Sr. Givernedo: e que as acci-.am
iateiramante.
II
Ca.*a propocente taver dcc'arar iual-
meote :
1.* O praso do privilegio que solici-
tam o t o do o oual reverter a Estrada
sam indemoisacao algoma ao Governo.
2. Os prasos da ce-meco e conclusao
dts obtes.
3. A importancia da subre->c5o ki-
lomtrica em apolices do E-tado de
juro de 7 (.
4.a A i'jpcrt-incia do captol fixo
rsBtante para a censtruegao da Es-
trada.
5.* A taxa de juro que o Estado de-
ver garantir sobre o ref-rriia capital
Gx".
Dever3o igualaiente ajuotar documentos
camprobatorios de ana idoneid.de e ha
bilitayas para a cocstruccSo das otras.
III
Cada proposta deveri conter a indica-
cSo da residencia do proponente e ser
acarapachada r.'um cenhecimento de '"e-
psito a ordem do Ex-o. Sr. Governador
do Es'ado, pela quaotia de dea c ntos
de ris (10.0005000) em dinheire effeo-
t-vo r-.o Thesouro do Estado para garanta
da a'B'gnatura do contiacto, no caso de
3-r acceita sua propeata, e sem cojo re-
quesito nao sera a mesma tomada em con-
sideracSo. Esta caucSo sar restituida
aos proponentes cuja propesta n?o fr
acceita-
IV
O propocente que receber aviso offlaisl
p r es.-ripto de que sua propesta tora
acceit e rscustr-se essig-ar o con-
tracto dor.'r.) do prazo de 30 das da
data do rferide aviso perder ipso ficto
todo cireito referida quantia c' dea
eentoa de rit (10.000SOOO) qce ser te-
coidu aoB c'fres do Estado como receita
eventual.
V
Deitro dos referidos 30 das, o propo-
nente cuja proposta for preferida, depu-
sitar no referido Thesouro a q-?ajtia do
vitte contc-s da reis (20.0005000) prefa-
eecdo com a quaotia cima mencionada
de dez contos de ris (10.0005000) *
aucao totil de iiiola coctos de ris
(30.00f"50~0) para gar*ntia da fiel exc-
OU9S0 do co o racto.
O reorco da garanta poder ser
prestado em apolices da divida publica
do Est; do pelo seo valor n^minai.
O proponente coja proposta tiver sido
acceita e n8o effctufcr o reforjo da can
jil-j nos menoicoados 30 dias, perder o
direito tanto assignttura do contracto
como garanta de dez contos j presta-
da e o Goverao_fioar lvre de proceder
como entender.
VI
O Governo fica livre de acceitar a pro-
pesta que entender prefarival ou de n8o
acceitar neahuma.
VII
O oortract^ote indemrjsar o Gover-
no do Estado da importancia despendida
com os estudos, projectos, orcamentos,
e'c.
Achem se a diaposicSo dos intereesados,
para sorem examinados, nesta Directora
as plantas, perfis, projeotos e typoB das
obr<.s d'arte, edificios, etc. assim como sb
condicSes geraes, especificagSeo e mais
documentos constantes dos estados orgaci-
sados pelo engenhoiro civil Jos Antonio
Saraiva Jnior, e que servem de base a
presente cor curran ca publica.
Recife, 26 de Dezembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
- Diro-torgeral.
em prega pab'ija deste j uso os seguir...
tes heos penh r*doa por execugao da
Fasenda Municipal
Sito Antonio
A rniacSo e o bslcSo era bnm estido
de conservaySo, existentes roiioB-
r3o da Viotoria no e*t-belecin:ento de
B: rn-rdin > Ferreira da Aaavedo, t-.valia
des era l.CCOt). 0), perteoceotea ao mea
mo Asev do.
Utci relogio graade de cilumna, inver-
oisad' de prat,>--, em bm ostedo, pala
quaatia de 975200, feito o abatimento
legal, isto como esta a 3 a praga e
fra avallado em 120.J000.
ITma t^boleta invercipada pela quaotia
de 32$400, tambe,0 feito o abatimepto
da le.. Perteneca a Aodi Villa Verde
(& Comp.
A 5.a parte do obrado n. 12, ra
dkb Laraugeiras, teodo o pavimento ter-
reo 3 portas da frente, 2 b&Sjs divididos
por taboi, 1 quarto umeem de tabous
no fundo do 1." sa 2o prximo a port
qne d entrada p-ra os pavimen os eu-
paotaao,
periores e quint") murado : o 1." andar
com 3 porta^ da fe.te, veranda da leir<
corride, 2 salas, cesioha infera e q^ario
cocs apparalbo ; o 2. andar tem 3 jr-
nellas de f'ente varan 'a de ferro em
cada orna es tfto com omas^U e cjsc-ha
raede de frente 6 metr- 8 e 50 centme-
tros e da fondo 13 mitr-a e 70 ceotine
Ir-.s, avaliada d ta 5/ parte em res
1.00O50CO. Pertence a Francisco Mo-
rair F:goso.
O sobrado n. 24 no L-.r^o o Carmo
corn 2 p reas a 1 janelte de freot-.-, no
oaviroento icferit.r 1 porta co oitao, 2
skhs, 3 quartoe, cosinba ra e quictal
osurado ; o pavim -nto superior tem 3 por-
tas de frente, coa varando do ferro cor-
rida, 2 janelias no oit3o, 2 s 1 <, 3
quartcs e coainha (6i<>, modindo de
(rento 5 metros e 20 centmetros e de
tudo 19 met oa a 60 cantimefos, ava-
l>ado em 2.0C0.SOO0. Fe.-te ice a Fir-
m>no de Freita" Nogueira.
A tasii n. 48 na roa do Fo-g", cora
porta e jaselia de frente, 2 salas, 3
qosrtcp, co-sioba externa e quntrl mu-
rla, nedindo da frente 4 metros e 'b
ceotimetr-s e e fundo 13 metros e 25
centmetros, &VAliad em 1 600000.
Pertanc a Jaroaa Hara da Airoeids
Nogueire.
A c-asa c. 2 no 2 Bacao da Cmboa
do Orma, oom p:rta ejanoa de fraile,
1 sa a. 2 quartcs e osinha externa, me-
diado de fronte 3 metroa e 20 ceotimetro^
a de fasto 7 ra'-tros o 10 centmetros,
avJiada era 300$0:0. Pertenca a Ade-
iia Josepbina Frre'ra da Mira.
A caaa n. 26 roa do Corone' Suassu-
oa, c m porta e jauella de frente, 2 s< ap,
2 qusrtos. cisiona ex'eroa e quintal mu-
rad >, mediado de frenre 3 metros e de
tundo 14 metros e 60 centmetros, ava-
liada em 2.00)5000 Pertenca a Frar.-
ciaeo di Psula Paes Monteiro.
Urna mesa grande invernisada pela
quanta de 245300, feito o abttimento
igal por ser a 3.* praca, 2 bancas por
168000, taabem feiio o abatiuiento.
Dou8 cabidos por 85100.
Um candieiro por 8>100.
Pertencam a Antonio Tacares Caraeiro
e sa aoham roa da Asaumpcao o. 8.
E par.-, constar paasou-so _o edital na
trma da lei.
Dsdc o psssado nesta cidade do Re-
cife aos 6 de Fevereiro de 1896.
Eu Alfredo Diamantino de Torrea Ban-
dcira, escrivSo.
Marcos Tulio dos Reis Lima.
sem inecptj'.i
Dito branoo de diffsreutcj qualidadas
para cartas
Dito pardo oa verde para envoltorio
Quartinhss de barrro
Raspadeiras de ac oom cabo de marfim,
caso ou madeira.
Regoas de bano chitas de diffsrentes
tamanhes e qnalidades.
Regadores de flmdres
Sabonetas fios e extra'fiaos
Tinta preta e do cores d*e d ffareates fa-
briciotes.
Tmteiios de differeotes quslidadei
Timptccs
Tesours d? ico para cortar papel
T'ialbss felpudas p-ra mSos
Va^siuras umeri'ianas
O fornicador, alem das obrigacSas e
tipuiadus na legialacBo em v gjr, fio* su
jeito as 8-guictes :
(a) Os pedidos terfio prompt .neate
aviados.
(b) Os artigoa da que trta o p-eson
te edital daverao ser do boa qua'idede.
(j) S sa aeceita'So os objactos qne
forera ideticos s amostras e panroes
apresentdos, oiquaea fic-rJo archivados
neeia secretaria.
O director,
A. Gomes Lea!.
EDITAL
4lfandeg*a de
nambuco
rer-
O Dr. Maroo9 Tullio dea R-i Lim, noroeados pelo secretario, em numero Dito do linho branoo 00, aiul,
jnia de direito da Faxenda Munici- soffioiente. com 0Q gem n80rwJ0
pl do Rocifa. Art. 5.' As provas escriptas do cada Dito do lioho ingles para litles, 'oom ou
Fhb saber pelo presente que no dia 24 materia serSo dadas e concluidas no '
de Fevereiro do corrente anco se ^-io j mesmo dia, sem nLeirupca".
de arrematar por venda a quem mai* der j Ser inhabilitado o candidato que nSo
tiver boa lettra.
Art 6.a O meemo ponto fe.- na pro-
va esDript*>, <888Q-o!vido por todos os
concurrentes, em papel rabricadi pela
CorxmBi'ao examinadora.
Arr. 7.' Ser ptima a prova qne
slcn d completo dateavclvimeoto, nSo
contiver erro de especia alguma ; boa a
que, regularmente desenvolvida, nSo con-
tiver proprauseat9 erros, mas equvocos ;
eoffnve', a que oootiver erros de poaca
importancia e m a qua contiver erros
grave*'.
Ar 8.* As provas oraes sarao faites
por meio de arguigao a cada examinando
do por si sobro ponto porteado, nao po-
decdo cada urgueoto exceder de 30 mi-
nuto^.
Art 9." Cada examinador I-ccar nss
provas e:Cript3s os notas que a seu juiso
mere] r-m justificaod 1 as qaaodo hou-
ver discoi-dacc'a e cscravel-as ha, bem
c m fint-8 des ptovaa or-es, em um
rasppa frnecido pela reprtalo, no q'al
por 3 se^ So designad s aa ptimas, por 2
as boas, por 1 bj foffriveia ep>r lero as
mes. A no.a m nullifioa o esame.
Ar*. 10. A pruva iscripta da arith-
rre ir*a coosistii em reepostas a 6 que-
sitns, 3 pratiios o tros th<-.orie.8 sobre o
po to eorteaio C=d 8olc3o ter urna
nota figurando a media nos ir. posa
Art. 11. De um mappa g-rai consta,
r a adia das notas de todos os exami-
nadores sobre cada provp, serpra ue
luuver grsnde divergencia, pr^valeceudo
a mxiori^ no caso sootraro.
Att. 12. Termiuados os exatxea pro-
v-edor-ee-h- c'assific^gSo da maneira s->
goiote :
M .Itiplioadus por 3 os rumaroi que
tpresentarem as notna de arithmetics,
lirebra, leitura, analysa grammatcal e
onhographica const'tjtes do mappa geral,
por 2 as d' geographia e historia e por
urna ss de frencez., e sommdos os pro-
ductos repectiv*mentc a ceda 1 dos
conca'rentts, oecupar o priceiro I'gir
o que maior numero de pontos houvtr
ob ido e nasim por ciaote.
Art. 13 Pos eximes feitcs no mea
mo d'h se lavrar, em livro especial, qne
davar conter o qoe se referir aos con-
cursos a principiar pela traoBcripcad das
presentes iBttr c-;3o ama acta minucioia
da qual o director geral enviar copia ao
secretario, annexaado a lista des oandi
datos com o numero de pontos obtidoa e
ministrando nformpfSea sobre o oro-
cesso do concurro ral*tivmente a tudo
quanto posea intercasar escolha caso
duus ou mala dos referidos candidatos
lenhan cid) coscados em um e logar.
Art. 14. SerSo preenchidas pelos can-
didatos pprovados no concurso a que l-
timamente se t'.ver procedido, ca ordem
da claseifioacao, as vagas qoa co praso
de um anno se verificaren! a contar da
dv-t em que houverem terminado os
nspectivos oxames.
A-t 15. Somente esgotado esse praso
ou a lisu dos mearnos candidatos proce- [
drse-ha novo concurso, conservndo-
le entao, a disposicSo da art. 1*.
Art. 16. RerogdtfSaB dispoeiySes cm
contrario.
O secretario,
Pedro Jote de Oliveira Perumbuno,
S.c etii do Tnerouro do Estado de
P?rnambuco em 7 de Fevereiro
1896.
Serv'ndo da secretario,
Epamio^ndasP. Bandeira A, da Vascon- 1 fardo, n arca M P, numero 51 aj en-
ce||0g. I capada, marca O H e M, n. 32173, do
vapor allemSo Johsnna, entrado em 28
da D-sembr do anno prximo fi->do 5
caixts, sendo a primeira, marca A A Si 'l,
sem numero, a segunda da marca C TM
da todos os interessadjs, mandei passar o
presente, pata ser publicado pela im-
prenta.
Dado e paseado nesta cidade do Recife,
Capital do Estado de Pernambaco. aot
21 das de Janeiro da 1896.
Eu, Vi ente Ferreita Nobra Pal no,
eecrovento juramentado, a iscrevi.
Eu Fraoc sao di Si-pieira Cavalcante,
etcrivlo i ubscevi.
J s Juhao R. Pioto de Soasa.
Edital
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Da ordenado Sr. Dr. D rector Garal
e em virtud de autor sacao do Sr. Dr.
Secretario de Fasenda, faco publico qm
se acba abert- nesta Secretaria, orno
pri-.xu de 15 das, a contar de&ta data a
inEcripgao para o coecurso do cargo de
3." official da Sub-Dircctoria da Cuntabi-
li ade de*te Thesouro.
Os candidatos inecripcSo "deverSo
f-prcsentur bu-s peticSes at o dia 21 do
tOTcnte mef, devendo ser ngeroaameate
obee'vadiaB ss inatrucQSes bbaixo publi-
cada?.
Iostra?(,-5-8 para o provimento dos ca-
gos da Secratarn da Fasenda da Et-
t.do.
Copia Palao'o 'do Governo do Estado
da Paruambuco.Em 22 de Aorii de
1895.
O Governador do Estado rrso'ive ap-
prov r Pas presactes Iastruc^Ses para
exeouy'o dos arts. 69 e 74 do Regala-
ment da Secretaria da Fezandi da 20 da
Novimbro ultimo.
O secretario do EttaJo dos Negocies
da Fasenda assim o tenba entendido a
faca. ex33utar A'exaodra Jos Barbos.
Lima, Pedro Jos de Oliveira Pernam-
buco.
c InstruccSas a que so refere o decre-
to supra :
Art. I.- O concurso para os logares
de logrease as Repartieres da Fasenda
ser, durante 15 dias, annunciado pelo
Director Geral da Secretaria respectiva,
de ordem do secretario, apenas te ver fi-
que vaga.
Art. 2.* O candidsto requerer sua
nsc-ipjao provando ser maiot de 18
annos, ter moralidad* e o maij que ju-
gar a favor da seu direito.
Art. 3.* Sob a presidencia do director
geral c-.tnccs-rao os exames no 1 ia desig-
nado, o-K-stando -te leitura, analyse
grammatical, o:tb' sra^hia, lingna tran-
czs, hietorit da Pernambuco, no.8 s de
geographia, sobretodo do Ettaa'o, i rith-
me tica, algebra elementar com as suas
applicacBea ao commercio, c >tr espeoiali
dade a reduc^So de moedss, pesos o me-
didas, clculos de, desoontcs, joros sim
pies e compostos,
P r esta reptr ii,o se fas publi-
co que. dascsrregou de bordo do vapor
i'em-'.o <0oiityb, entrtdo em 15 de
Dcsemb-o do anco passado urna caixa da
marca lavoura, n. 3.437 com 125 kilos,
da b irdu do vapor ingles tScholsr, en-
trado em 3 de Dezembro d > anno pas-
sado 1 barrica da marca G H & C, nu
mero 10, c>m 308 kilos, de burdo do
vapor allemao S&lier entrado em 2 de
Janeiro do corre: t) anno, 1 caixa da
maca C L D, n. 151 com 150 kilos ;
da bordo do vaaor francs Vule da SS;
Nicola--, entrado em 4 da Janeiro do
correte anno, 4 harria pequeos m-rca
F R & C, de bordo do vapor ingle #Ta-
guE> entrado em nova de Janeiro do
corrente aono, 5 birria de n. 16 a 20,
marca F G & C, pasando o 1. 215 kiifB.
o 2 205 kos, o 3.- 212, o 4.- 215 ki-
los, o 4. < 215 kilos a o quinto 220 kilos;
outi03 5 da mar-a d'amant* t B & C
de es. 1 a 5, pesando o 1.' e o 4 215
kilos, o 2.- e o 3.- 210 kilos e o 5.- 220
kilos, e 1 caixa n. 6, marc* NOV oom
20 kilos, echando-se todos estes voluntes
lacrados o com indicie o'e fa'ta e avariae
pelo que intima-.e oa donos ou c naig-
natarioa dos meam.-s para requererom o
que for a bem da seus direitos no fim de
8 das a contar da presenta data
I.' Seceso em 6296.
O ohefe,
Mancel Alves da Silva
EDITAL
Alfandega de Pernam-
buco
Por esta repartiere ee f z publico qa-
descerregoa do vapor allemBo Corytiba
i entr-do em 15 de D^aembro do snoo
proxirro fiodi/ 1 oa-xi, marca R O, ro-
mero 25, do vspor allemSo Bueoos Ayres,
entrado em o da 1,* de Janeiro de anno
de corrente 2 caix^s, sendo a primeira,
marca J C R, n. 136, a segunda de
(marca O H e A em cima 3-10 e mais
O Dr; Antonio Jos Henriques Lima,
juis do 2.' districto municipal do
.Recife, Estado da Pirnambuooera
vir-udc da le etc.
Faz saber aos que virem o presente
edital que por ete juiso tero da sar trre-
roatado no i 17 do cerrante as 12 horas
do Cii na Bala das -ndiencios publisas os
bens peohurados Burnardino de Ase-
vedo por execncSo qoe Ih move Bairlo
& Almeiaa, cujos bens sSo os s-ijuintas ;
20 pee b de madapolS) sPur:8Smo
avalladas cada urna em 10)5000, as qnaes
podem ser vistas em poder de Alfrado
Ferreira Pinto, depositario, 4. ra do
Crespo n. 3;
Haver abate de dei p^r canto sobre a
avtl'asSo da mt-roadoria cima, por ser
etta a segunda pr. 5 t.
E para que ohegue ao Cinbea'mento
de todos mando ao porieiro do juilo
.fSxar o pres'.nti no logar do costme
passando-se a r-specliva eertidSo.
D-do e paseado nenie segando districto
municipal do Keeife, 7 de Fevereiro de
1896.
Aoton:o Horacio da Silvr, escr'vSo que
o eterevi.
Henriques Lima.

THEATO
1! i l1
r--'5!;f;?o e in..u
Secrete ra da lasca, nego-
cios Interiores e Instruc-
co Publica do Estado de
Pernambueo, 4 de Feverei-
ro de 1886.
Segunda Directora S- ganda SecySo
Edital
Da ordem do Sr. Cr. Secretario
f-c^ publico que fica aberta por espago
de 15 dias a cootar de heje, concurr acia
afim da serem apreser.tad^s propostas,
em certa fichada, para o fornecimento
o arante o corrente anno dos artigas
abai'xi declarados, necessarioa ao expe-
diente e consumo desta secretaria e das
repartieras da mesma dependentes.
A.icool a 4C
cac-a do tgatha ara nScs
Brabao t- grosso c fino
Colehetes Oo met^l
Copos da vidro fino
Cdoas de sg.tba
Castas de ime para papel
Caivetes de diffarentes qualidades
Caetas dem dem
Envelopes broncos da differentes tama-
itos, formatos e qua!idad*s com e
aera inscripyao para cartas eoffiajs.
E c-dorntJas
E-oura^eiras 3e agatha
Espunadorrs da penca ou de plba
Esoovas para limprr maesas
Fi'-s do cores.
Furadores de ac
GoTima arabio* liquida
D;ta em caroso
Jarra de b.rro de differentes amnhoj.
Lapts pretos de Faker ns. 1, 2 e 3
Ditoi de du3s coref, asul e encarnado
Ditos de osa 16 c6r
Ditos de bomcha, Fabar
Lacre rermelho Mauri 1
Livros em branoo ramerados, o pspel
pautado de cifferentes qnalidadas e
formatos, cont ndo 50 a 500 tolhas.
Ditos de pspel de lioho, branco ou azul,
pautado, de 50 a 300 folhaa mme-
radas
PennaB d'aco de diffarentes f.br.c antes
Pastan de oleado
D.tas ce cocro para conduccSo de expe-
diente.
PA d t cgatha para cisco
tVudl rosado pintado, da diffeientes
qualidades com ou sem inscripta 1
Papel branoo pactado de differentes qua-
lidades, oom ou sam inscripefio.
almassa pautado para copias
n. 39, a terceira marca ti ngulo MAR
no centro, ne 105, a quartr, marca dia-
mante G no centro, n. 47, a quinta
marca diamante M A R co centro, n.
108 e mais 10 latas, marca diamante, B A
no centro ,sem numero achando-se todos
estes volumes con indicios de taita e
avaria, pelo qoe intima se co donos on
consignatarios para requererem o qne for
a bem do seos direitos no fim da 8 dias.
1* StccSo em 8 de Fevereiro de 1896
O ohefe,
Manoel Alves da Silv*.
EDITAL
Alfaudega
Recolhijiento slaa esfam-
pilhas do imposto io
lumo.
De ordem do Ilustre Sr. Coronel Dr.
Inspector deeta Reparticao, transcreve
para conheeimento dos intereBsadoa, a
Circular ltimamente ecebida si bf o
recolhimento das ct-mpilbas do imposto
de consumo do fumo.
c Circular n. 5 Ministerio des Ne
gooos da Fasende. Rio de Janeiro, 13 coDfurmld;,de com o urt. 17 eos es ato'.os.
da JacBTo de 189o.Afim de evitar re-
des, theoria de cambio suas app'.ic-cSo.. i JJito aem pauta
e theoria de eaoriptnracao mer anti em-' D.to tranco pactado de differentes quali-
prestimos e ttulos de divida publica. dades, para mappsi
Art. 4.* Os programmas serio for- Dito da meema cor, oartonado para pa-
inaiados Da cccaeiSo pelos examinaiores,' tentes
Grande Successo
HOJE!
Primeira noite
DO
SAN6.U0
5') nomeros de msica!
Conds para tojas as li-
ohas e treixs para Cax li-
ga, A pinicos e Olinda.
As 8 e 1[4.
4.s encommendas s6 se-
rao respeitad^s ate hcjeao
meio da.
abo Tlegraphico
do Amazonas
Tendo-?e inaugurado
hoje a esta^ao de Manos
do Cabo Subfluvial do
Amazonas, a Companbia
Western and Brazlian
Telegraph KifLited aceita
telegramms para aquella
capital. ...
Recife, 10 de Fevereiro
de 1896
Banco de Pernambuco
DIViDENDO
Sao convidadas os S'f. acri^nisias a virem
re;ef-er o 13 dividendo d' sras argoes relativo
ao seaiestre de Jolbo a D zembro d 1895
1 i&o de 10 "i. -jo anno e ao mesmo lempo um
bo-u dp i jOOO por a'jao.
Recire, 28 de J.aero d^ 1896.
O secretario,
Antonio Francisco Vertir de Carvalho.
COMPANHIA "
Industrial Pernambu-
cana
Aseabla peral
A adm ni-ir.-caj desta Coxpaobia coDvida
os Srs. soetOBIia8f S reooirem-fe roa do
Commercio n. 6, tegon-.'o andar, 1 bora
da tc-rde do dia 13 de Fevereiro p-cxfmo, para
ouvirem a leitura do 'i atorio e parecer Uscal,
elitierarem scorn ss cooUs ds >rminisiracao
proceoerem i eleicao d coBselbo riscal, da
claraacSes quer da parte do commercio
desta capital, quer des Estados, declaro
aos Srs. che fes das Repartieres Subordi-
nadas a es'e Ministerio que i& marcado
o prazo improrogavei de 3 mezes, a con-
tar da data da publicacSo desta c rcuUr,
para o recolhimento das eBtampilhas do
imposto do consumo do fumo ; fiado o
qual nonhum valor miis terSo.Francis-
co da Paula Rodrigues Alves >
3.a SeccSo da Alfandega de Fernsm
huco, 10 de Fevereiro de 1896.
O chefe,
Maooel Leite Pereira Bastos.
O Dr. Jos JuliSo Ragueira Pinto d-
Sonsa, juia da direito de ausentes no
municipio do Recife, Capital do Esta-
do de Pernambuco em virtude da
lei etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, on delle noticia tiverem que, por
este juiao o a requerimento do Sr. Co.sul
da Suiss, oi arreoadado o espolio do
subdito de isa naoSo, Otto Bruphater,
fallecido ab infstate e sem herdeiros
conhecidos, co pelo presente chamados
os credores e herdeiros do roesmo rado,
para no faso de 30 das, a contar desta
data e perante este juiao, se habilitaren}
e xeqaoratem seos direitas.
E para qne chage ao oonheoimevto
Compaotiia
DE
Tecidos Paulista
Em observancia ao qoe prcceitf'a o arl. 16
do decreto de 17 de JinHro de 189', da lei e
rpeulameuto dos banco- e coclPiiades aoroy*
mas, a barje-ee a disnc.-ico dos Srs acciooie-
taa no escri. torro p-ovi.-orlo roa no Bum
Je.-us o. '., pavimento terreo, os seguales de-
comemos:
Copla do balaoco.
Helarao nomn al dos accioolslas.
Lisia ds trantlereacias de accOes drame o
aono fin 0.
R-.cife, 6 de Fevereiro de 1896.
J. A. Saraiva Jooior,
Direcor secretarlo.
Companhia
De Servidos Maritimos de
Pernambuco
AesembJa peral ordinaria
De ordem ria directora convido os Srp. accio-
ni-Us a te recoirem no ea 5o da AsaociacSo
Agrcola, em assembla ge.-al crdioaria, s t
Oora da larde do da 33 do mes visete, afim
de tomarem conbecimebto do relatorto-eron-**
las da directora e do parecer flscnl. re'ativoa
so anno oltlmo e r roceder-se eleigao do nevo
conseibo fiscal para o oco corrale.
As procorac0e3 deverao ser depositadas na
ede da Cororiannia, 3 dUs antes da reoolao.
Recifj, 7 de Fevereiro ae 1896.
Francisco de Assis Cardoao,
Setretsrlo.
y
i
i


.r*

Diarto de Peraambuco Qnarta-feira 1^ e Fevereir de 159G
EHHGAB8R GOMMEtUML
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Bancos
Banco EmissorDirectores, Drs. I. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandes......Roa do Coramercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tunes.......,......Ra Bom Jess n. 64.
Banco de PeraambucoGerente William M.
Webster........j .
Conipanhlas de Xavegacao
CariocaAgentes Pereira Caineiro & C. .
Chargeurs Reuniu (Franceza)Flix Bandeira
Companhia Pernambucana de Navegaco a vapor
floren ti, r.nrnnpl ITIrspu 1 de t^rvalhn
Ra do Conunercio n. 40.
Ra do Commercio n. 6, !. andar..
Ra do Commercio n. 9.
Gerente Coronel Clisses A.de Carvalho ." Caes da Companhia Pernambucana n. 1 '-
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burle A C. ......Ra do Commercio n. 42.
Lloyd BrazileiroAgentes Pereira Carneiro & C Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Pacitic Steam Navigntion CompanyAgentes
Wilson Sons & C. Limited......Ruado Commercio n. 10, andar.
Red Cross Line of Steamers. Agentes Johston
Pater&C............Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Compaahias de Seguros
Companhia AmpbitriteDirector Artbur Augus-
to de Almeida..........Ra do Commercio n. 48,
InderanisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44.
PhenixPerna nmucanaAdministrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46
t oiupauhia diversas
The North Brazilian Sugar Factores Limited
Gerente enrique Swales......Ra do Torres n. 34, 2-andar.
Couslgnaces c omnilsscs
Carlos Rabello 4 C. Casa de commissOes. Ruado Vigario n. 31, 1.' andar.
Joao de Meira Lina, tasa de CminissOss. Ra do Bom Jess n. 44, 1." andar.
Johnston Pater & C-Casa de commissOes e
consignaces .... .... Ra do Commercio n. 15, 1. andar
Max Drechsler- casa de agencias e commissOes Ra da Cruz n. 16 e 18,
Manoel Ferreira Bartholo C Escriptorio de
commissOes e assucar.......Ra do Bom Jess n. 4.
Silva Guimares & C. Escriptorio de commis-
sOes e consignares......Ra do Commercio n. 5 l- andar.
Souza Pinheiro CEscriptorio de commissOes. Ra do Bom Jess n. 7.
Theod Just=Casa de commissOes e represon-
tacOes............Rua do Bom Jess n. 62,
Wilson Sons & C. LimitedCasa importadora de
carvo de pedra de todas as qualidades Ra do Commercio n. 10 and ar
Arnaiens e lojas de fazendas
Andrade Lopes & C. Armazem de fazendas em
grosso .........Ra Duque de Caxias n. 52.
Andrade Maia & C.Armazm de fazendas em
grosso e a retalho.........Pateo do Livramento n/22.
Francisco Gurgel & Irmao Loja de fiendas e
modas ..... ... .
Joaquim Luiz Texeira & C. Loja e armazem de
Faaendas das Estrellas.......
Rodrigues Lima & CArmaaem de fazendas em
grosso............
Vianna Castro & C. Lojade ferragens .
iiiimuii
Joaquim Alves da Silva SantosArmazem de
magames..........Ra do Vigario n. 8.
LitographJa
3. Purcell. LUhographia e Typographia a
vapor............Ru* do Mrquez de Olmda n. 8
FarJnha de trigo
Machado & Lopes.Armazem de lrinha de .
trigo, importador........Caes do Apollo n. 47.
Arniuzt-m de baealho
Seixas lrmosImportadores de bacalho Largo d'Alfandega n. 3
FandU-es
Alian Paterson & CFundicao geral. Ra doBaro do Triumpbo n. 44.
Cardozo t lrmo Grande fundigo de ferro e
bronze............dem n. 104.
Luiz da Cruz Mesquita.Caldefraria e fundi-
rlo de bronze..........dem n. 66.
Diverso negocios
Rosbach Broters.Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportag&o .... Ra do Boa- Jess n. 5, r
Fabrica e I Jas de calcados
Albino Cruz CBotina Maravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e uacionaes .
Braga S C Fabrica de calgados ....
Fabrica de Chapeos.
Chapelaria Victoria Variado sortimento de
Chapeos, para homens e senioras. .,
Serrarla
Indemn isa dora
Da fccordo coro o ari. 46 do rer-teto dp 17 de
Janeiro ae 1890. sobre osi c s e sociedades ano-
nyay-f, ac!..*a -se i dispo* q&o dos Srs, acte-
melas, bo ecrippno de-t.. Cimpaohja, os fe
KUintes cIocitdi n'n- :
Copia di alargo*.
Rrlacao nominal do? a^cionMaa.
Listabas irao-fe d* ccOea.
Recifa, 10 de Peverein. d 18" e-i.
Jsaqrim Ai o- '14 Fmipcr,
Director geeola.
m 1 m
hamm Mariies
LINHA MENTAL
Vapor Cordouan
Entrar no porto
E'pgj-wdo da Etron* at o
da 19 dePavereirode 1896se-
goinrio lepla da demora pre
iHa rara
Babia, Rio de Janeiro, Santos, Monte-
video e Buenos-Ayres
Ra 1 de Marco n. 20 A
Ra Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Ra do Mrquez de Olindan. 20.
Ra Duque de Caxias n. 115.
Pede-se aos Senho
re3 consunamidorefe
me queiram fazer
jualquer communica-
restajeitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambein se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel intonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
Pravme-M alada aos ^rs-recebedorea c> me
. 1 teriaa que se. uiteader.a rectamavoe- ptH
al as, que torero remanecida na occasiso os
<8CTrg dos volumes; e que cetro de 4-1 bo
as a contar do da ta descara da> alvare-aga*.
lever&o fazer qoal';aer reclama.;^coa
e a volumes que porventura tentiaai rni^f
oara os portes do sul, ailm de gerem riadas a
1 aijooa providencias ne-t-ss.'iaii.
Ro^a-ee aos Srs. passagcros-dL-ae npjf^iBWi
atx> naraspera (La. c^.s,. .,u ovoor>para to-
ma em as seas passageus.
Macau e Mossor
Segoe p ra 08 portOs cima o by*te DEUS TE
GUIE. Recebe c die de Deop n. 8.
t
LEILOES
Qoio'a-feira 13 deva ter logar o leilo. *
coebeira, cavallca e a>ais perteucea da roa do
Socego o. 3, Pombil. ________^^__
Leilo
Para carga, passageos, eDOTcnendas e
oheire a frete, trala-se com
OSAOSMTCS
H. Burle & C.
42RA DO TORBE3-42
l. r-dtr
ti-
Prince Une of Meinrs
James Kuott Newcastle-on-
Tyne
LHJHA-.REtL,AR NTREOS
EsUdos-Uaidos e o Brasil e Rio da Prata
E' e!Mr?diO d Na*-York at
o da O do correte, e eaatr
deoo'.B da demora necesaria
p,.'a
Rio de Janeiro e Ssntos
o vapor inglez

Ra 1- de Margo n. 18.
Ra doLivramento n. 24.
Praga da Independencia a,. 36
vapor
Jos RufinoClimaco da Silva.Serrara a vapor Caes da Regenerasaon. 24.
Anmucm de fumo
Almeida Machado A CArmazem de fuios,
papel e outros Reneros.......Ra da Madre Deus n 36.
Slereearias
4evesPedrosa& C Mercearia......Ra daPenhan. 33.
Pojas Mendes & C Armazem de estiva em
grosso e a retalho.......Ra do Rosario Estreita n. 9.
Typograpbia c Litoffrapbia
%.telier Miranua Typogranhia e litographia a
vapor, pautaco e eDc:-4eroaco RaDuque da Caxias n. 37.
Kerozene e cemento
Fonseca lrmos &C Grandes importadores Largo da Alfandega o. 2 e do Barao
exportadores...... Triampbo ra dos Guararapes a.s6,
liii'ANhlA
Iodustritl e oitrre ci de
rao ser passados- em
talao carimbado e fir
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor alguna.
arrmel Jones.
Gerente.
Royal Insur^ice Gompanv
de hiver[f)o\
CAPITAL ,000,000 O, O
indoa acoumulados 8,274'9V3,19,.0d.
AGENTE
P0LHMANK & C
lA&EU^CIflPS
Estiva

Ex liqo'<1'o)
bs anugj i-i* t Compftiitii^, achanjib
a ezpos gao dos Srs. a':ci.-v.i<-ta? ,o bslaD$o,
CCDlae e mo nai qse .f*}a. reo ssario rara
qc;.*-i'.er Hilj'mif ?.
Rr-cite, 15 BfaJaneird ae. 1896.
Os liqm/Jaotet,
Joc J.aj ;m Dita F-'rn- ndes.
AngOJ to de Oliveira Maia.
O o o i panhia
DE
Flai't1 c Tccids te PtTMmbflco
Em v 10 'p do a 1.16 do,decreto e 17 de Ja-
neiro de 1890. ?ctarr-8f a (iiairaic."o doa Sre.
accioDisui-, 1 o aC'>piono da Companhia a rea
do B ! CcpiH do t al Dfo.
5 R' ifgo ooQji-i rto acciodiftis.
3 L'S a.das traBfi'ereoi'e.de.rgO-'i do noo
fin ''
Aec.ft. iOt Fe' ''io d.rl896.
O di.ecttr secMtario,
Jo p Jj< te Amo-im.
Barco'le Pernambuco
De ac.-or o rom o de Janeiro de 48 0, oarli. iiK.oa aos Srs. accio
niias, QUr1 y nai: oa t ie 'er:e Hanc i
tu da 14 cao. oswrfaiotM ouaectos para
ae'em >.\ .,-1 h :
1. Co"H,d \ n.o.
. Rp| Cl' BOOJl -I 1IM ?rC O'rt 8.
3 L na on mafia ni '-Sede c^cVe dorante
o armo.
Becife,28 Janeiro 898.
O ae. raiario,
- ionio Fruncico pprena o* 0-eFvath
Oompaahia
De Servias Markimos de
Pernaoibuco
No* t-'ojp* >'o U- <47.r'.o B*!?. sobre, as fo-
rl-oades aconym <*, ti -m na t e roclal a dis
porgao 108 Srs. a eicasss.
Copi doe baiaogo^.
D:i. da relac > ooa;loal dos acjone'ai.
D'a d? I'sta daMrH!;8ferencj8* de_ a>r{6es.
Recite, ll|e-Jao+iro de 4896.
Franrisio A. C4obo,
B ere U rio.
FOGO
Companhia Pienix Pernambu-
cana
RA 40 COMMBRCJO
SEGLTBOQONaU BOGO
A. II. F.
AtheneO'Jnical PepouBbBcaflo
mora ute
SARAOS CARNAVALESCOS
*EVKKElrtO DB
EM 16 E 18 DE
1896
D' ordem do ctdado presideota, convido
aos socios, qop rqonere-, tomar parta seases
saraos, a tirarem os.geus ingresaos que ee
H -om eaies pupr.ro es'rabir os coqvips, que
<(* diB'.ribuen. na sede social, todas as ooite*,
aas 6 1,2 9 bor.s.
Reci:e, 6 ue Fevereiro.-de 4896.
O p --pia'l da commif sao,
Antccio A'..ncacLco.
Assembla Geral do Banco
Popular
Convide oca 5rs acionis as deste Banco 8
se rPD0|'u> oq da 17 do corrente an meio da
.0 edificio di-AProtia^aoCcmmerclal Aercola,
atim oe tomarem eoonecimeuta mi coolas e
oalaBcog do aioo de 1895 e elegeram a nova
.uredo-la, ci ncelbo fiscal e scpplan'e?.
A procn'ceOes devem ser aprese otadas oeste
Banco tre oj i-aaie do designado para-a as
sembia, ^mo oe.ersiia o art. 30 dos Esta-
tutos.
Ficaro tu .peonas a? trae^ferenciaa de acgfies
oa (orma do art. 33 dos mesruos. Eaiatotos.
Recite, 1 < Eeeret'^ dfl 1896
A bii> Darciao Mala
Lire. 'or teiwfctarlo.
A' (f3.i. deCrr/. Arch.%
d-niv.'.
Sori.-. Cap.'. CocciliacSo.-.
AO VAL.. DA RUANDO CABUjA"
De ordem sope-ioc, covido aoRResp/i llr.-.
CCap.'. a ccmpa-er-;em 5^^elra 13 do crrante
Os 7 boraa da tarda oa f procedai-ae ele8o para D p.'. e Rep.-.. bem
.88im dns LLozo aaia GD g. para 8.896 5.897.
V. Costa 30 \
G- Se-et.-.
' OUMPANUCA
Impreza d Navegaco S. Pan lo
LINHA DO NORTE
O vapor
Baan
E* esperao
dr*'cr o-, 'sut
fi o sia 12 lo
taf a.:te,e Babfc-
ia depou da d
t-B'la para
Ceari, Maranho e Para
Para carga, a tratar com 03
AGENTES
M. BUAR04 JK UE HUIDO
A C.
Roa do Bom Jes-s n. 58
Boyal Hangrian M NavptiGD
CUBpaoy-At-if Ltd.
O VAPOR HNGARO
Stefania
E'esperado de
Trieste at o dio
16 do correte,
jsefcDlodo depois
'da JDdippeDFa-
>f I demora para
01 nonos da
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga,.passagens, eocorrmeodase di-
nhe'ro a .ret, <*ta-8e com
OS AGENTES
Henrv Eor&ter&O.
Ra do Cjmmereio n. 8
7 andar
DE SEGUROS CONTRA FOGO
$Q&Tttfi.fUi
oLondrea e Abefilaen
Poeigfto njianceira
Pa'pftaUnbfiCripto ., 3J3SQJ)OQ
FinfoB^accumuladoB 3^100 qq-
eceijta ,a anual:
t'fireniiof, CQntra.fogQ ^62B.Q00C
De premio! obre yidas c 208.00C
IH.W08 ltxOOO
Agente em. Pernambuco,
loxwelWilJiamtX
.CHAH.SUKS MEMIS
CVjmpauhia iErar>ceza
iLtiaveK^Nio vnper
Lint i-egolaiu entre: o-iaaro, Liar><>,
Peri(i;rabaco. Macei, -s :ic, Hio de Je-
te ro e Santoa.
VAPOR
Ville de ButMio^Ayres
Ccmoandectia; Bonn
F.8prira-?e
IS do co'ren'e, e seguir* de-
poi8 da o. cesraria demora para
ja, Rio de Janeiro e Santos
Roga-ee-ap Sra/ mpa-tsdoirs de-cwea-paloi
pre8 desta llntia, qoeiram ar-eects* osa-
V da 6 das, a contar do s-u&icawfi*- al
1 v.reDga qoalqoef reclanjacojjoncerperjtf
ornee flee-of vepUrra.'.eD&m seeoiSo p-,
:oajlp8nl/'4a^e sa-ptrdereiBtlar ti ....
ortdetiaa^ieoaeBBas.
expirado o retenooflfaae KetoftW*
aponnblllsa >qr aucavios
Este vapor nao recebe carga.
Flix Bwtera
9Rae do Commercio9
Babia,
Carib
ii'rince
Tem ptima a. j-13; niod?(;oes para paaaa
giiroa u illamiDiido loa eleotric-..
Para carga e ra.-ae com os
AGESTES
Johnston Patei* eComp.
Ru- do Cjmmoroi.j o. 15
De & carroe com a-n los lanternaf, C8vl'os
para os roesmos, farJarotnlcs e ms-is perteces
da co".neira da roa do Socego n. 3.
(No Fombal)
Qiinta-feir 13 do corrente
A's 11 hoteu
HA REFERIDA COCHEIRA
Jocob Alies Ferre'ra, leodo de faser nm
viagem, fai lellao por iblervencao do agente
Pituo da eoa cocheira da roa do Sj e(jO n. 3, a
qo esia irabalOando, e ja tem carros alugudbs
para o- cas 16. 17 e 18.
Garaote-Ee a ca=a oa ItLei-o qoe fornr-a a
coebeira.
SifOliyeira
Leilo
Da caaa com afli", ler'enos e moveip, perten-,
cerne.-' ao aceBo iovsaianado de Adolpbo S i-mb'k.
Co iftando ."
De 1 casa ierre .-com porta e 2 janellas de
freote, 1 sala?, 3 quintos, coriooa externa,
teodo nos ol 6" S portas e J janellag, e grande
sitio morado com i>ortoe ferro para a aira-
ra do Porto da Haaaira; hmiinno o fondo com
o rio Beberibe, em eolo proprlo.
Um lerreoo oo lega da BRaasioba em Bebe-
riba com orna caa de taipa 6tj solo proprlo,
medindo 10 metros e 90 ceoomenro de lar-
gara, e fuiJr al u viiUdo Jo esgaobo Sapo-
caa.
Um dito no logar Malombo ao lado ra ra?a
o. 7 com a freuie rrorafa, roriao re roader,
medin io 2t metros e 80 centmetros ue largura
e toado al o rio B-ro rice.
Movis; .existente* na oaa* o. 7 a:ima.
Mesa redonda, cor soloa. marqoesa, commo-
da, meta oe.jautar, cadeiras de b.laic1, ditas
para esciptono, laDieroas, candieiros, e=pelbo,
etc.
Quinta-feira, 13 do corrente
Domingos Jos de Castro e silva
A. J. Barbota Vltona e eoa familia, anda
p-ofonJaa-ea'e praaliaadoa .o*la allctaento
aefeaprcB.d, eucio, cor.&adre e amigo Do-
mp03 Jote de Castro e S'lv*,. ag'a'.^cem
todas petffoas que.aoxlliaram ao fa lecldo
riB.tU moleetia e Hremoaabarana aeos restos
mort-.e* a.' ceror.-r o pabluo, rogindo alada O
caridoso ob.:equ o t'e apirtwrm a mineas qae,
pelo descargo ce Mleco mandam rezar ao
da 13 do Mirrerb, na m = -riz de Santo Anto-
nio, as borae oa utn'.
Coovidam lambi-m a f-m I a Jo f-lleci !o e 28
i)6soas da enae ala{A#a^aua*tlraa a esse
acto, e -i to-ioa c qoe to... p.rierem asteci"
pam (8 >eo8 ag-dectmeotos.
Mara
t
das Graeaf Vilella da
Malta
Alfredo HoDnqoe da Mata e pens fllhos, Dr
Jcaqaim M Brono Vil-lia eoa mnlher e Blboi, Mana Mag-
dalena Bruno Vnella, Carlos Mru B-uoo
V lella, e roa muine-, Lec Mara Bruno
Vilella, Ma'ga'ida I. Bruoo Viie Ih, Herme-
aegilna Piobi-i-o da Ma?ta e-os b s e gen*
rop, Dcm'neoi roo peo? Qlnos e r-r-hricboB,
Alcino Bono, Fre'enco Brono soa roolter e
Hibos e Conslaniino B un<>, agratecem do lo*
timo d'alma i-oa auiwo* e prente.-, aeiiro como
ae d'gna? aescciacOes Congresso eCiu^ Dr^ma*
tico qoe acoropaDbarapj at a ultirca morada 08
ret08 mortaes oe soa loditora e nunca eeqae*
cida espora, nai, filba. ima, combada no a,
lia, eobnoba e prim- Mi'la d^s (k^ga* Vileilla
da Uatta, e de covo os cnovldato, para aielstir
as ajuma qoe a*1 'n de celebrar por soa alma
oa iereja oe Santa BlU s- 8 ticas da manba
dequir.ia le:m 13 do ccro<., 7 .lia de sea
p^8. ment, per.i qoe aiodu urna vea agrade*
cem mai< e te -co de reigio e randane.
f
O vapor Santelmo
' esperado rio* portoa
do .-o oo di 1* do cor
rente, e seiOira para o
ptrto? do
Rio Grande, Pelotas e Porto-Alegre
dtpots ae pequea neroora.
Para rar^a.paseageas e tocommendas trata-
re com es
AGENTES
Mor Caraeiro C.
6-RA DuC,i>*aii&:i\:6
1 I audar
Uo/i Brazilttr
OVAPOR
S. Salvador
Commandarte J. M. Pese6a
E' epperado dos
pontos oi> norte
no dia 1-1 do
cor'eote, e se-
guir para os
porto < o sol no oia eeguiQte.
As eacomraeda<- nero recebidas at 1 hora
d> tarda do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
"aes da Campanbia Petnambucana o 4.
O vapor Otnda
Commandante R. R per
E' esperado.,
d oe porto.- do
^s^^ eol oo tia do
corre: te, o s-
guiri para os
portes do oorio-.tio cia eegnitte.
Aos Sre.carregadoree pedimos a scaattergSo
r;-ra a-claufula 10 oa -conheaimintcs qoe e a
seglo te:
Wo caso ta-ha ver a Igoma Teclama^ao contra a
campaprna-por *?3ri8 on'frdaa,.ae*e aer f-i a
por eaerijtio ao.figen.e reopa tivo o-poMo ra
descarga, dentro d trep as depcis de fioali-
ada.
N& precedondO' es+-a toexaiidade a compa
liw beaisenta4e toCd> reap-riafeiHdade.
\a pas8)geo8 sao tiradas no^nesmn escrlpto
fie, stt&a 2 l^.bcras ta.larda do da da ajbida
o vapor.
Atien$ao
As paasageoa pagas a bordo custam
maia 15#/-
Para.carga, pajeen.", eoeomcceodaB e va-
loras tiaiaae ct-m os
OEMI8
Pereira Gar-neiro 4 C
6RA DO COMMERCIO-6
I. andar
4'sM horss
Na rara e Bitio do Matorobo no Porto da Ma-
dera onde tera logar tamhem o leiiao das ca-
sas e terrenos.
O ageute Onveira por mandado do Exm. 8f.
Dr. jo' Ca direilo da pro*edoris, leara a le
iao uo logar acim, a casa rom sitio, terreoc?,
moTe!8, ttc perleocentei ao cervo ae AjoI.
pao Sioliembit, podeudo, desJe ja, es Sre.
compradorec ex .anual ; s.
4ssociafo Portogu;z de Bene-
ficencia
Jas do infijo Veiga
Ccnvido a toaos os socios, prenles e ?m'gos
do roas' ti lado coosoco in de Ar; njo Veiga
paa a?8!8 ireai ?a issas que por soa alma
sero celebrada* os igreja do Ept'ito Sauto,
qo:rla lela 12 o corrate s 7 1)2 r.s da
m-nr>.
R-cfe, 10 de F^ertiro r1" 1896.
B Oe Aguiar.
S* /r^lano inrerinr.
t
AVISOS DIVERSOS
A'oga ae a ta-ia o. 43 sita a roa Lara'do
R-gc, com commodos para rao<)8 familia, avu->
a tu encviasoa, raime quicial e jaroim ao
lado.(reedificada de oovo, a t atar a roa aa Im
peratria n. 16, loja^______________________
Vt-ode se urna casa ce peora e cal, com
sr.io loio ruurado, cem por ao de ferro, lerreoo
pioprio, na .tavr's. do Rosanobo n. 5, a Iratef
na d"-jq cot o oroprietano.
Compra se urna casa nas seguales mas:
CoDCordia, Camt6i oo Carm., Flores, o a Boa-
Vista, loteodeoc, Soledade oo CaW-igao.
Dexe carta Desta typograpbia com as seKum
tes letras M. F. G._____________^__
Ao comoaercio
DecUro para todon os effditos por !ei-deler-
mnalos, qoe.eomprei em 8 io coreo'e, o es-
tabtucixenio de molbadua qoe ntnva spb e a
firma de Saoxa Nogoet* C, a roa Real da
Torre r. 25 A, e qoem ss jalear prejudi^ada
apreeeote-se no praso de 3 uias a couv.r da
publioacfio desta.
Recite, 10 de Fever ira de 1896.
Angelo Rcj.et Romano.
Chatie Crpir.a i
O abatxo aeiedado tenrio compra doa I v:
deseo>bar8ido ao Sr. Antonio FeliiJSeos
o eeo ertabaleeimeoio, r.esle logar v-ra pelo
frsente declarar a quem e jolsar -ireJo da
referida casa, qoe dentro co praso <.e irei das
contar'ilesiadaia.qaelra spretentar aaa.i con-
t8 lesallndas.
Cha de Carpioa, 10 de Foereiro da 1896.
Aotoaio ta'toio.
Marta de Hendonca Slneai
Juaqom Anoioo de Mendonga Sim'?, fcus
film ., toro et T ajano Anpio C^rva bo de Meo-
dD.; e bu a comer, T'ajaoo Alimo T.mnorat
ne Mtjndenca e i-o a.olner, J Xavier Car-
vloo de i.-0'iooca ( so e soa mulber (*useulee. a^radocem cordial-
aienie i-a pe.suas que ra digoa'm acompa' bar
4 u tima, moiaua sua extremosa espesa, mal,
Alba e irm, Mana de Mendonga SiaOes,
e de no>o coDidiin todos os seos pren-
les i' amigos para astostirem a mi-.-j de
7 da que tera logar nc da 14 s 8 eras da
manba, na roatrx d^ B-.a-V ata e desde j an-
ecipameasagradedruentos por mis este acto
de reigio e candade.
oyal Mus Ste-st P tKe, GomDaoy
O paquete Nile
Coatuaraaavianie J. Di Spconer
E' easeruAo loa poitos
do 8ol.po dii .11} do cor-
rtn e, seaoindo depois da
oeiuora Dci-peneavel
para
Lisboa, Vigo, Cherbourge
Souihampton
O paquete
Magdalena
Commandante James i Pepe
E'esperado da
Boropa do d la
1 do CQrer.|e,
i'aaguirra-tlepols
da demora todispeosatel para os Dorios da
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
RodnetpJo qm preooa daapaasaayssa
Ida Iiatvoa
A -rsbo if clasae SO i '.u
ritbainpton 4* clisse .18 52
taa-raaervadoa para os papetKsi.'n*
Cha de Carpina
O abaixo a8Sgnado tpndo vejuidoao S-. An-
tonio Crdoio. Uvre e desmbr8Cid de qoal-
qu1 r oqos. o seo "tobelecimen'o de laaeodH e
molh*du8, nes-e loKar, vem ped* pelo piys-rnta
a qoeB-*e rol|r sea c edor, qa-ira apresea'tr
oa? coota devidameote alisadas, deotro de
tres di s a coatar deate, qne ser saiisfei'o.
Cba deCarploa, 10 de Fe ereiro de 1896.
A')i Aluga-se
A casa d. 26 da Baixa Ve-de, a tratar na roa
Cabrrolet
Venda-aeooliodacabioletde-i roase com
4 axamtos, descooeriu.'comniaiameaia oovo.
com arrelos para um cavallo. propno par* as
folias carcavales'a.-. Inform>c.6%8 roa Ba'ro-
da Victoria D. 10, toja._____________________
\o publico e especialrnen-
te^ao commercio
Declaro que desta data em diaole deixa te
?er meo empregaio. por moiivoa justos, o S'.
Joe'Mirqo0 de MeHo, conhecido por Cswpoep.
OUnda, llide.PeveraKo de 1896.
. Joaona Fe reir Malta.
Gaixeiro
P echa Ee de om caixeiro com praf'ca de
molhados oa roa da Florentina n. 8.
CtaixdtrQ
Preciea-.^e de um< catueiro de 18 a 20 anoos
da idade, com aratlca e que d fiador de soa
coodDta : lr-fcr oa Hercearit CaxaDga com
Gome M" 'lonQ?.
Mooilit; r ca
Vende-fe por mdico p-ego orna mobilia de
Jacaranda, xnaasica, de flj ?, propria pava
gilo, composta ae ocn Sita, doiaCvUrtlaa com
OS tare pos de pedra, qua^o caoelraade brac 8
edetoitp ditas de .guaroigao ; prefenteiei te
dSo ee aaTimaigua+ por ciacu coioa ne res :
. tratar, na ra aUogaeira r. 7, (aoje Leo
Coreada) aas 7 aa 0 b*ra .1* mann, ou da? 4
as 8 d*'tarde.
Joao Lon Haoeilo, tendo cieocia ie que a
viota de ADlonio Fraacisro da Silva Vito), >-
sideate no B.Dito, prele de dar i ca.-cecaco
oo loventario. qce e val procedvr oes beod de
,-ea roa.i o, como pr'.encentes ao seo ta-ai,
rarte da proprledide Arxolar, que (oda du
abaixo peaianao, e parte da prop'ledad- Ga-
loDai,!qoe lamnem ibe perience, vm Pfote8-ig^^e(t,"elrV"A"ib8yde^
tar ex tempo contra f s e facto-^scandalPFO, a -
respoDsabillsaado-a por penas e damoos, dea-
de j dadara qoe fjr vale- os seus dlreitos de
piopriatano peaDta joaU^a-de sea paiz.
Doqoe ce C-xias e. B, loja rtasEsteilas.
Estrellas 'vAmeii a
fl3 -Rna 1 de Jflarf o a 2
Anilla do Crespo
MAQES.4iiltlA
Agrado a todos,.poaQtaiia em tea do de gorga-
rao, l^lUOo covado.
Soobei c.um tteo, pbaotazia, llOO o covado.
Pery, pbantaia de salpious de listras e lavra-
das .(#20T) c vado
Sedas ac c-a?, Vandolas.
Ditas-de utas, So.'piros que vao e em.
Cacbemlrae de coren,.Bo-i.bsrUtio.
Pbaotazia, StrandJDba.
Lis com listras de fda, Adelaide.
Ditas idea.idea idee-, Etvra.
Ditaa i tem i iem dem. Mt.racn.
Cachemira de cbr\ Tenbo ciumes de tt
Las com salpico?, O? 3 Jacaree.
Sedan, .paurOes i09'-*' A* aogne.
Dita teeido gorgorao, Hei -Joamarete- t>l cor-
rer.
Cacbemira prea de>cores. Nao quero amores
Merino.preto para bolinas.
Dito caf para habito.
Grande so-tlmento de ccerin pretos e lavra-
0oa.
V-eibotma de todas as cores.
iQande.8orttoeoto catiibrslas bordadas.
Cortes de vestido braoco Dordados,i8800.
Vestidos de cartfe,-bordados a B6J.
Liada ph-.niaiia. heijos de aa.or.
Ftjr.a de 1* a 200U0.
Peinlhos ae lobo luos e-bordados.
Pannos de crochel para sofie cadeiras.
Camisas bordadas para nonos.
Camisas brancas e de <( es.
Vestcatios para baptreaoos.
Sobretodo de ama e mus tiet!.
Flaotlla liza e de listas.
Cbalt-a preto--.
Cortinado? de caabrala e de crochet para ca-
ma?.
Cortinados para janella.
Mantiibas de fla de (ores e prelas.
Ditas da algodo de cores e preta.
Caoia de 'i p--ra bomem.
Cobsrtac, colchas e cobertores.
Dios amencenor, tfOQ om.
Drarr.antes de l.nbo e de algoiio.
Liodis fad-0t8 de crep fat coberta.
Crep preto.
Linos, de qaad'o a de salpicos.
Cacbiuet ce ?da decores.
VeHoiilho de cores.
SorRorSo preto, diversos prego?.
.Seum de todas ai cores.
Mene preto liiracuv l*80J-o covarJo.
Lia com salpicos de seda, GeonUba -vero*.
i-ara carga, passagens, encornna* e i
helro f reta, trata-se com os
AQBrITES
4moriiu lrmos A C.
M. 3Ro dnBom JeiaiN. 3
Ama
Pfc8a-i-dfli urna-ama araJavar e eog-om-
mr para pequea, fam la, a iralar na roa da
Coocorila n. 83. eobrado.
Amas
Preci.s-se dijas sai do:. onva para oaalonar a
ncra pata cope-ira, parausa de pooca lamillr,
pa*.a beoa;4 .;:tra roa'do'Imperaaor o,
7t,.lj.dar.
A.o dojinpnato!!!
AJugiovss IrjportaBtea e bows dcmfos ce
vellado preto na mi da Imaentaij o. 1!, al-
faUUria Noronba.
Paletoiet'olbade'fda.
Camisas de meia com llstras de c"fs.
Cachemiras pretas com-falpicor de c0re3, Abra
a porta Sinb.
Boffal.
Liurtjsaimaa casemira?. t'e corea para be roa
gasto espacial.
Cortes de,fcsatbrawo e de cores paira ruleta.
AUaioado fie-liebo # de s^odfto.
Panno da co-lampara mesa.
3nra.de todas as cOres.
urjm da CHlna, M500 a peca.
jjetoua de barra om metro de largara.
Casa pat>Uta fin*,-401> riao nevado.
B~eu -encamada raaxal.
Dita dita, 200 ils o cavado.
CCt Emolas ontra fawodaa.qoa *mpo8l7el 6
lescraver.
RITA DO CRESPO-12
Estrellas d'America
*-
-
i
X

I MUTIADO


i

.4
Otarlo d* Pernambac ftnarta-feira l^de Fevereiro de l*?M*
JrSJ iFw^fvtf
I M
jk * ^
*L*" ' .^*"** -
mi k *> t^t aafV af^-^sl
Compadre
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
new-york -
Livre de Exploso, Fumaca e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
zens de seceos e molhados.
Cosinheira
P ecisa-se de urna
e sinheira qw>, sejaper-
feita papacosnhar para
Uma familia de duas
pessoas na ra do Im-
perador n. 23 segundo
andar.
Attenditeet vi-
cete!
Jos Samuel B.iieho. fabricaste de bonqaets
ao oais opu^a.to homo, para casamento, bapti-
sado oa on'.ro qoalqoer acto. p6ie ser proce-
rado'a roa da Cr.deia D. 43, lo;a de selleiro.oc
na aoa residencia, rna da Coaceicao n. 3 Boa
Vista. _______.
S
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Coxpadre vot iia me code ectupra gne-
ros para f oa despri i a ?
Eu Ihe \eo:
Ha ooltcs aDDOS qon cempro en; nm a'ra-
teco, e d&o me coo ia qne ninguem feja mais
bem servido em cetra (arle ; compro alli, por
qoe em entro o que preciso, dea a nota e man-
d?m mu todo a meo goste, ja \ nesia condi
(o estoo ealtefol o.
Em p'egoe nao ha qoem tenria roais barato
e todos os generes ffio de primera qualidade;
a boa ao: teiii!', o bom cha, o bum qoejjo de
di'errta aotiidartes, o bem tinbo de meta da
Serra na Estrella, o bom vinl.o do Portj da
mais baixa rnai alta qasltna' -, rp, o bom champagne, nnslirer te todo qu-nu
se pode deseja' p-ra orna ba espeja.
E teem lambem om corpino sortti'en'o de
obras de vimp, coo?o 6 j.m fes'a para com-
pras, balaoB para papel, roote roe, bergos e
lindan cacel'ae.
Obrigado cimpadre pelo qne me diz, porque
a vi c eri mono cara, v u mandar comprar o
HM preciar nesse armizev.
Pois maDde compadre qoe ba de ficar satis-
(el o.
Oibe o sDtiso armaiem de
Pcrai Mendrs A C.
RA ESTfiEITA DO ROSARIO (JUNTO A
I6REJA)
Sfi code comp-dre
i
ERRO QUEVENNE
nico ttpprovao 1
peli ACADEMIA DE MEDICINA DE MUS A?
^.XIGIR O yRDADBIRO ^
14,Rude8Beaux-Art8,FABIS c?
ANEMIA, CHUMOS!
FRAQUEZA
POBREZA DO SAHUE
Rs. 25^000
E' qoanto 6e p3ga no Bciar de Afosados por
o:.a aoja qoe ssiba cctinbr bem, para casa de
borneo) tolleiro.
G arde eoTtimeiito de meJas propria
para padres, conegoe e bispoa.
Merinos pretos, superior qualidade na
c.. Raa da |tnperatriz &1
ALBERTO CARIX)8Q UA
Jornaes
Compra te rara embrulbo na roa de Hortas
o. 17r
fiecor. -.tituinte geral
do Sys'ema nervoso,
Meurasthema,
Phosphaturia,
mmn^mm^^D \^ Esta prepararo que se po'!e tomar sem nenbum
^u^^nuTrquc Inventada ha pouco temiio, dou j resultados uiaravilhosos como o certmoam miniares de attestaies.
Deposito gcral : CHASSAING e C-, 6, avonue Victoria, Paris, o em todas as Pharmacias.
%

Ccmpanhia do Beberibe
Precisa-se de cobradores para cbatarizes gi-
'antidos por flanco em dinbeirc.
Criada
Precisa-se de orna criada de idade para ser-
vi(o inte'oo de casa de familia de 2 pessoas, a
tratar Ba ra do Imperador c. 23, S andar,
pava-se bpm
ngommadeira
Precisa se ce um- lavadeiia e eogommadeira
na Caminbo rsovo o. 120.
Companhia do Beberibe
Precisa-re de < fficiaes d serralbeiro, mrgos,
i e aprestntem attes'ade de boa conducta, e
i ce saiham rocO a de antbmeMca.
Caixeiro
Prec sa-se de om menino para caixeiro, cem
pratica de taverna, na raa Joaqom Nabaco n.
33, Cspui ea.
lainhas dasAla-
g'oas
Veede-se dcvas e gran-
des em quartolas e bains,
garantindo-se r.aoestarem
sujeitaF a serem vendidas
a peso, na ra de Pedro
Afiornc antiga da Praia ns.
7e 5.
Criado
p-icisa-pe de nm triado no becco do Padre
o 28, botel.____________________________
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra de Pay-
u ml n. 9. ^____________
Ourives Oc-
culista
TLEODORO JOS' RAMOS DB MELLO
Estabelecido eom officina de-ourives a roa da?
Larangeiras n. I, avisa aos seos fregueses e so
respeitavel publico, qoe manlm offlciaes bab
lltadi?imo8 pars execocSo tte qoaltroer trabalbt
con:erneme a soa arte, especialmente cravagCef
para brlinaotes, oculos, pencinei/ monoco
los, etc.
Una-a ee, prateta-ireTjcarqoer metal, toncer
toe em trqoes especie, garantiodo pteges o? odeos.
R ua das Larangeiras n. 1
TfJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strucc^o.
CT W lIMP
51 Boa da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A 's Exmas- Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, yos e Baias de seda re-
ebeu a
AVE DO P4RAIZ0
Dentes
Termina a korrivel dor de dentes osan
de o excellente preparado de Manoe.
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid
pelos jornaee de maior circulac&o, atto
tam a efficacia.
Deposito
Drogara de Francisco'Maooel da SV.
va & C., ra do Marques de Olinda
o. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque d
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita uc
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 raa i
.. i&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, A rus Lar-
ga do Rosario n. 13.
C 1 i < V
PARA A
( If g( 13
OLEO
HOGGBHOGG
EjH
Ti
HTPOPHOSPHITOSiCAL
.d. SODA
UfMU nFIQAOOS FRESCOS
.. BACALHO
0 mti$ tetivo, tgra.aa.rel
nutritivo
ruuludo ka poto di lita ncmlo pilo
filatll llroi do moni.
Ontra u moleatlaa elto,To.Xnmor,XrrapaaadiUe,
(FrMCMTWANGULARgS) rarmaola HOOQ, 2. Rus Caatlgllam, PARS, a II
1 COMPA.NttJ\ el* DBjOSAS PHODOCTOS CHMIC08
Deliciosa reme de oleo de flgado
de tacalho de or to agradivel
ao paladar como o le te: ascrlancas
tomam-o com goeto.
CHLOROSIS
Cores Paludas
DEBILtOAOE
Consump^o
ACBRTADA PELO
S LICQB DELLAPRADE
" CON AltfifllNATO.DE FERRO
Empt-egtido em todos os Hospit&ea. o mellicr feri-nginoso para a
cura das Molestias da Pobrea do Sangue. 'N3o enegtece os dentes.'
p'ri? coulin c-. 49. um dc Maubcuae- e em as pnarmaclas
Kola-Bh-Natton
B'Gi. Blf CAPBINA, THBOBROM1.NA, TANN1N0, B MATERIA BNGARUADA DA KOLA {
TNICOS ESSEHCIALMEK7E REGENERADORES
lixir Se Vinho liola-Bli.IWatton.
extractos fluidos, Pastilhss, Pilulas. Essencia de Kola torrada
VniciT. prothictos experimentados com o maior xito aos hospitaes de P.iris, desde 1884 pelos '
Doutores DoJ* nis-BRAMKTZ, Huchard, Dcrias, Hali.r/., Monnrt. etc., na Anemia, Oblrosla, I
ttWauli ii i ii n rt.jinra.silllliceis. rebre (tjpboydis, taterBitiutM, atMatat).Dlarrbeaspertlnases, |
storla, Slabcteai Albuminuria. Phoapfaatnrta. Excegso de trabalbo pbyslco o iitallactul.
ARMACIA.'.o BANQLEiu FBANCE 25. raeCoqullllt' Partm. Em Prrnambueo: FRAN" daILVAAOu- ]
fTHAf
EPILEPSIA
HYSTEM
CONVLSES
MOLESTIAS
NERVOSAS i
Cura, quasi sempre!
Allivin sempre!
POrt MEIO DA
SOLDCAO AITIIERTOSi
Laroyenzie
VENDA EM GROSSO
PARS, 7, Boulevard Denan, 7, PARS
PHARMACIA DUREL
Depsitos em todas as pmncipaes Pharhacias do Brazll,
txxxrtxxixxxxxxxxxixxx*
MIDY
preparado com o celebre Sndalo de Mysore
Inoffensivo, supprimo a Copahiba, as Cubebas e M
Injecces, e cura em 48 horas lodos os corrimonos.
Sua efficacia universal mente reconhecida nai affecces
da bexiga, oa cystite do clo, no catarrbo vesical, na
hematuna, sem causar dores dos rins, que produzem os
sndalos impuros ou associados a outros medicamentos.
Cada Capsula hm impresso com lala pre o nome f/fDY
fkll DI PABA1Z0
A mais alta phanttisia d'esta etta^ao
Tudisaimo chifon de Beda A Maria
Stuart!
Variadsimo sortimento de phantasias
em la, algodSo e seda.
atsoopabaixo
51RUA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Carda ti C.
Vende-se
O importante tabeleci-
mento de padaria e venda, A
raa da Ponte d'Uchoa a. 59, a
tractar na aaesaia das aa
O horaa da asoah.
1.- de Mar* 8.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do asentar veada-ae na
Companhia Exploradora de Producto i
Calcreos no Caes do Apollo n
TnTi -tcxa.sk.tB
ELIXIR ANTDIERIOSO
POLYBROMURADO
da BAUDRY, Phac.oauoo da 1* Om*e
Approvada pela
JcMa dt Hygiene do Iiio-de-Jan*ir^
Numerosas experiencias tem con-
firmado a immensa efficacia destei
Elixir, preconisado pelo IV Charcot;
contra as Enchaquecas, as Agita-
96es nocturnas e as P alpitaces,
calmando immediatemente a excita-1
bilidade nervosa as senhoras que I
soffrem d'espasmos, desmaios e at- j
taques nervosos.
Este Elixir um auxiliar pode-!
roso da medicina imtra o hyste-
rismo, a epilepsia e a chorea ou \
dansa de Sao Guido.
PARS, 8, rae Vivienne
e em todas cu pharmaciat.
Pliaruiacl sim
.A,e...Aii..^.A..U
Medalhas m Ouro u ExposicSes Umversaes ?>
a Medalhas
MI
ptBfet
PARS '
88o a<
EiaAUD e Cta
Perfumistas
8, Re Vivisino, 8
PARS
A gaa de (gananga0
a mais refrigerante, a que mais vigor
d pelle, e que mais branquea a
cutis, perfumando-a delicadamente.
e aristocrtico perfume para o lenco.
abrilhan t a, faz cresc ere impide de cair.
abonktdt davel e macio, conserva cutis sua
nacarada transparencia.
SsigananfrESlSai
elegante cor mate e a preservao
de sardas. .......
Dtootito na principan Parfmarat.
T3 O
sS ~:
i
B "
PS B ?5-a
i!
SS 5
?a *>
*t m*
I 8 I
. DAS CRIANCAS E DOS COKVALESCEKT^S
Firasnlr.-iUtulr o chocolate, de digestio mullas rezes dtltlcil, e o care com leitc cujos en"clto debilitantes
Btejurllcain era extceao a sade das Se-ihoras, os Mdicos recommendam oaacabout dos amSfl
DeiiUFreuler, por sor um alimento leve, agradavel e mutto substancial; recclt:im-no tamben tf
Srlaiic;iK, i essoas idosas ou anmicas, numa palavra a todas as pessoaa que carecem de fortilleinWS
Maris 99. va* T*f iiiiia axwiiirrminiTouita Pu.m.nuino mmn TMal
68

o S 2 "
o 05 a
& B O 2.
o B
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B S3 2.
5 ^p-
S So
*M
>&
s-p*
>s
gc2.
H'
Liquidado
Jk leja Paria n' Imeriea leu-
do de liquidar diversas fa-
irndac de modas chansa at-
teiicao de seus freasiexesi para
grandes abalimeniosde prej
eoa.
Ba do B. da Victoria I
Pernambuco
Cal Braoca e Vir-
MII
de Jasroaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, s^ndo a unc?
explorad >ra de cal bran-
ca e. virgem, avisa nos
consumid jres q tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os vt-ruadeiros pro-
ductos se ene- ntram em
seu an azemdo
Caes do Apollo n. 73
emnte^ de hirrtaJic,-*
Dt NOVA C0LHE1TA
Coap'eto sortiaieoio.
Raa Estreita do Rosarlo n.
Poc?8 Hendes & C.
..... Ml^^
Ama de cosinha
Prtci.-a-ee de oma oa ra do Raogel o. 19

rUNDICAQ CBRAL
LLNFTERSON&G
44-RUA DO BARAO DO TRl .MPHO-44
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua-
Taixas tundidas e batidas.
Teixas b tidas sem cravat*ao.
SisT
Representac;es
Commissoes
62-RUA D0B0MJESUS--62
73.
Aluga-se
0 arrxsiem roa D. Mana Cesar o. o evroce
bom local para mercearU : qoem preteoder si-
rija-se a roa Marqoes tle Olinda n. M, armaxtin
de mlodesas.___________________________
Regulaaor aa Marinba
Concertarse relegios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mecbamca.
9fina Larga do uosari19_
Cosinheira
P. ecisa-ce de oma boa cosinheira qoe dorms
em casa dos patroes, pagando-ee bom ordena-
1 do, no Cmdbdo Ron n. tJO.
a
os
3
2 J.
a BOROKO* (FRANCA)
i Diooillot am tcdti s tinda de Comutlrtt. _a*
gfyfffffftftfttfffffty
Hjdrosudotherapia
J, a e Pe-so. Olivelrs, vo'Rarissdor da Hy
dr> O'n ih*-rup'a oo novo Oietbtdo de i-o*ar
atona* a> molei-'nsa. rom ezrlosao ?bgolota
de aiKiiCimemos e oper efies, resolveo ab'ir
oai rur.-o ond proiOt- ea CDfiosr as at pl' :>-
j6e8 i-estf sy'eroa para cala trole lia en
particular.
Praga r.t Duestte, aoiigo paleo do Cotle^ii
n 77 f andar.
Das H i/, a- 2 bo-.. ____
Leite puro 500 ri agar-
rafa
A'-hx-se tonos rs das das 7 a 8 til norss da
Dianha em frent* ea"php|ennento de m<>-
Iba 08 00f> Srp. W; iji Si hrii bo k C. 'Da
B'* re B'Bbru i >('. G i.p'1-fe a 16a qna
Inri O p' r(S '*' 0-.
RrotLes de coral rosa
Cpp> cr-m Hoaoi bre h> i **> tronco "e cora1
olnn k mo"a, rpcpreo a reoiiaria Davlo, rn
do C'boga o. li.
PrPC" 'rdoidof".
IVladeiras de construccao e
d ateriaes parae dificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em seo armaiem oo caee do Apel-
lo o. 73:
Uadeirae para constroccSo.
Cal branca de goaribe.
Cal preta.
Cal iiretm para assocar
Tijollos de ladrllbo e commons
TijcIIob refractarios
yras de caniaria ppra soleiras.e etc
Ave do r>araizo
51 roa da Impera tria 51
Recebem das principaes pra9af da Eu-
ropa, quinzenalmenteas mais altas No-
vtdades en fazendas fiB' s.
ALBERTO CARDOSO & C.
fi mm oo bovi
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de uteasihos para asinai
veLdendo sempre por precos modiros. ...
MACHINAS A VAPOR de differenies systemas e tamanbos de Robtnson e outros fabri-
cantes e de 2a 12 cavallos. .
CADE1RAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funccion^r com o rogo das foraa.
ihq a tachas
CALD1RAS A VaPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com leoba e bagaeo*
RODAS para agua.
BOMBAS de motn-rontinoo.
MOENDSe raeias moendas. garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de differentea systemas.
PRlVimP4^ nnrs fornuIhaB
MACHN 9 para descarocar'algodao de 14 a 50 sertas com alimentadores e empasUdo
i"83 ^dVSrtflMlScio de sua fabrica o 8r. .Dg.nh.lro AugustoClat^jnotjg.
mectoconhec.di dos Srs. agricultores pelos se.s trabalbos de montagem de grande nomero
oe sbbs funecionando deste Estado, incambem-se de mandar vtr e erigir garantindo a pro.
docc&o e qualidade do assu ar.
i APPARELHOS e meios apparelbos de vacoo. ___ ____...
DESTILLAQOE3 completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, pars grande.
""TlA BASA0l.0TIUUMrH0. M
GRANDE
HOTEL
Casa
,:
Al- Meor and r do predio u. 146 sito
roa ( oroD.1 Soasscna, rom c ma,odee para no-
m.roKa farrilia. e asna eocaoada, a tiaiar
roa de S. Gongilo o. a9.
AIJAIAWBIA CAZ!
DE
^;ropof & C
N. 38-RA DUQUE DB C*X5aS-N.3B
Ea Irent do Diario
Os Dr 'nstanos desti- bem mentado estabe
n-eta p' p-pviDem ao reste:'- vi tuolico qne
ooro aer vi, ans teos fregueied te> ai no re-
p>'auelerimeoio om esplend o e varia-
da xorumeoio oe caaeroiras p etas e ne cores,
o qo. t I meitior em ta, b las o p iro lio', o
i todos oe padroea,. to' preco ras^fsl.
Po:-' em Don artistas, palo qoe se joigam
iiar ados a Batisfaier com todo gosto, eamer'
. rr- ale" ao fresoei miaB exg"t.
h. mesm. allai.tarlB alogam-se casacas,
etc.
Ra 15 de Novembro 29
Eatabelecimento de primeira ordena.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais bygieni-
oud da cidade do Recife -
AccommndajSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSe*. a mai r e mais arejhda nesta capital
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um transes
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grandee luxuos estabelecimente tesdoa certeza
de aue com os elementos que cima offere-ss acha-se habilitade a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico cfferecendo-w para prer
banquetes, iantares etc., dentro ou tora do mesmo esUbelecimeuto. ^J
PRECOS RASOAVE1S
faLLA-JE D1VEBJ0S iDJOBM _
parar
;


Diario d Peraamharo Quaria-feira 1$ MOSQUITEIIIOS
56 e!>S ra Duque de Caxlas
lelephonen 210
americanos bran-
cos e.de cores,
de todos os l-
mannos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa coro c
[califas
al
para forro de
salla.
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos e qualida-
des.
oMANEQUINS
Casemiras pret^s e de cores de 8| a 40
covado.
Sarja preta fina, pura l a 5J500 dem.
Morim finissimo codo 24jfrdaa de 15$
100 a peca.
Dito francez de 125 a 85 idem.
Dito p ra noiva a 35500, 45 e 45500
>dem.
bretones francezes a 600 rs. o covado.
Algod&os nho T muito largo de 125 a 8
a pe$a.
Vferin pret-s, pura 13 de 25500 a" 15400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 25500 a
15500 o covado.
Cambraiaa brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de c6r, nc-
v dada a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhos de 800 a 500.
Surbats de ssda, todas as corea a 15500
e 25 o cvado.
'acbemira infestada de l'stas e quadros
de 25500 a 800.
Meias cruas, inglezas para hom 125 a 65 aduzia.
Cam sas para hornera de 805 485.
Atochado branco adamascado par mesa
de 45 a 25500.
(Juardauapos branco adamascado de 65 a
3300O.
Completosortimento de tedas brancas, capaila?, col-
chas e fronhas tudo para c^Famento.
Damasco, pellucia e reps propno3para resiosteiro
e cortinas.
Umaffrande quantidade de retalhos de
chitas, ere tones, cainbraias e setineta que se
vende por barato prec,o.
L0J4 MS ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Casias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sor tim uto de
tapetes de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todo
os tamanhos
cora ioscricOes e.lii c
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeleci ment, sob a direcc&o do sea hbil proprietari MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .atjrna, j pela promptido e aceie do servico culinario aduaneiro, j
tarrbetn pela posico hygienica do seu aditicio.
Depois de innmeras transfomacSes por qtw tem passado este Hotel, conse-
guio atinal o seu ncancavel proprietario offerecer hoje ama bospedagem que
deve sei preferida pelos illuatres viajantes.
HOSPEDARAS de 1" e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APBIUETFF08
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, eta., peixes ero
latas, queijos flamengos, suissos e do sert&o, dacess eecos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento devinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se >oiro,odoa recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores coadic5es do mercado e preces sem
competencia,
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
^*
21
JTOLSEXM
1MENDI61 DE FARIZ
POR
zavieb de miot
*.**
PR1MEILU PARTE
BISMARCK
XVII
(Ceatiaaac&a)
Ravaion Saloss e Pierre Renaud terao,
cada una, ctm mil francos... Os cam
mil francos restantes pertan :em aus oa-
tros.
Quanto ao seahor, meu velho amigo,
proaegmu o c eda dirigiodo-se ao dou-
tor, ale lho deixarei dinheiro, mas eira-
plesmeate sea lenbranea, ate anjl...
una jata de familia...
Tima da dado asolar un rio* annel
de feriflMMta aatrefeu-o ae medieo :
Aqui esta, caro Partuisst. .. Guar-
de-o eariufeosaaien; elle servir para o
eeHhar alo tsqutcer aquello a qaem
proloagei a vida e qae > amou tauto...
-*, Oariga, man velho amigo disst
Partajuit a lagrimas boj olhos Osri-
g*doJ
Ajjora, tarnoa a Sr. d'Arejnea,
agaflrl f rstfsa rar daa copias do tea-
Estado de Santa Catharina. Inspecto-
ra de Sygiene Publica. Florianopolis, 22
de Junho de 1895. Atiesto que tendo feto uso em
minha clnica do magnifico preparado denominado
" Emulsao de Scott" dos Sfirs. Scott & Bowne, chimicos
em New York sempre obtive ptimos resultados em
todos os casos de fraqueza produsida pelas molestias
do apparelho respiratorio, ou causada por molestias
longas cuias convalescencas sao demoradas. de prodigioso effeito na
athrepsia das crean9as. O Inspector deHygiene, Dr. Euphrasio Cunha.
As palavras d'este illustrado fa-
cultativo sao a *epercutigao fiel
das opinies expressas pelos m-
dicos mais proeminentes do mundo
inteiro* Em todo^ os casos de de- ^
bilidade, emaciagSo ou emagre-
cimento, seja qual fr a causa,
reconhecido que o oleo de figado
de bacalhau unido aos hypophos-
phitos de cal e soda preparado
como o appresenta a
Dr. Euphrasio Cunha.
Florianopolis, Sta. Cato., Brazil.
Emulsao de Scott
nao tem igual. D'ahi os maravilhosos effeitos d'esta prepa-
racao nacuradeTuberculose, Escrophulas, Anemia, Rachi-
tismo, Bronchite, Tosse e Constipages, &c. E excellente
para irritages na garganta e pulmes. Cura a Phthysica.
k venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitasdes.
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
CAPPAMM
ESFISII.CO :Ka!I73!P3a7STi70 DAEETSIPEIA
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de llygiene
A CAPPAPINA, piioto <\ ti >ra braibi-a dio rpine'io da elIeitD prodigioso dSo e pa.
ra a cora da E-ya pe-9 como pira preveur o eu ri'apa:eimfcto.
A CAFPARINA, aloi deatM prcpried, i^db vaniaRcns s.-bre os demais remi-
.Itts aconceita o a' hoje p-a r m'inii u, a de eUr a fo'oacaj da timo's rrjuifreqneo.
ea ta E'yslpels, como lamlvoi ne c>b*iar a it-efo-maiaj ca< divern^B pi-ien do c rpo, ties co.
mo : os bragas as pernae, os eecroloa, moleel a c, nhtcida sotre o Htme de blephanliases oo
Ery.-ipela b'anr-a.
A CaPPARlNx 6 de 'goal p(B-ai-la para N. B. Cada f aco accropjnbado por ostre-jts e attesiid.'s qoc s8o rntrai tantas prc-
vaa da verJade:ra trBcacia deie dovo med'eavrto.
Ef";iTo
Botica .Franceza
Kua do Bom-J^B8 a 22 (ant!ga da Cruz)
PERNAMBUCO
tamento : urna ficar aqu, em meu co-
fre. .. a outra Ral entregar, em Pa-
ria, ao meu tabeli&o...
O abbade d'Areyues preparou o que o
tio deaejava.
Este, com o auxilio do doutor, deseen
do leito e foi ne aentar a mea*, onde co-
piou, em caracteres grandes e firmes a
minuta do testamento.
Em baixo de cada urna das copias ac-
crescentou el e estas palavras :
t Feito no castalio de Fenestrarjgea,
aoa 20 de Satembro de 1870. >
E assignou.
As duas copias foram mettidas em en-
velopes ditTerentes, sobre os quaes, de-
pois de carimbados, escreveu elle esta
indicayo seguida de sua assignatura :
MEU TESTAMENTO
Ab exclamou e-guendo-se. Pa-
rece me que sinto o ccrac&o indis le-
ve !...
Abriu um movel, nelle collocoa t-s duas
copias e disse a Raal:
Quando chegarw hora, ja sabes onde
>sto, meu tilho...
Nessa momento entrava Pierrt Renaud
para annuciar :
A sopa est na mesa...
XVIII
Passaran-se quajt'o meeei.
Estamos a 18 da Janeiro 1871.
Desde o dia 15 de Satembro do aano
aa'enor que Pris foi completamente ai
tiada.
Era alguna p ntoa do territori* os sol-
dados frarrcezea obtivera decididas Vi-
torias ; mas o que isso ao lado de t5o
ainistras hecatombes 1 Os franceses fi-
nal suecaabiram sob aa garras da Alie-
manba. Fonatg esmagados pela nasaero.
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHvRM\CETIO
titulan rsuEsccLA n m::n i mimn IA 2AIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras 03 verme? in-
teatmaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrigag. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fm, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, poendo ser usada pel-s
cranlas sem repugnancia. Em sua composijo nao entram substancias mine-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criaucas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesa)
com agua adorada.
Preco 1/2 vidro 10000
1 28000
Duzia de 1/2 10000
c 1 c 205000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
Praqa MacielPinheiro". PERNAMBUCO________
"PBITORAL CA THARINBN8B
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
C O II P O N 1 C Q DE R A I I, 1 V K I R A
Approvado e autorizado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1.a classa em diversas exposicSes.
Recommendado na clinica medica de distinctos f-cultativos como grande
medicamento para combater tosseb, bronchites, astbma^tisica, coqueluche, rouqui-
dao e todas as mo'eatias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso? Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad".
RAULINO HORN & OL1VEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda en todas as pharmacias e drogaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Ra da Mrquez de Olinda 11. BO
A late o exercito de Bourbaui foi for-
cado a se refugiar Da Suissa.
A oeste o de Chanzy suecumbe.
E Paris, ignorando essas medonhas ca-
tastrophes, imagina urna saiia em massa
para se juntar aoa exercitos. cujo aoi-
quilamento nem suquer suspeita. x
No dia 18 de Janeiro Paris eatava no
seu vigsimo satina- dia de privacSes e
soffrimento8.
A populacS > parisiense experimentava
ha 15 das todos os horrores da fome.
A' margem esquerda do Sena os abu-
zes ptussianos crivavam ts tecos das
casas.
E, coritudo, Paris nao se renda I
Morria de fome, mas nao se entregava
ainda.
No dia 19 de manba, afnxava-se em
todas as paredes de todos 03 cairos a se-
guinte proclamaco :
< CidadSosO inimigo assa-.si^a nos-
sas mulheres e nassos filhos ; bamb -
deia-noa da e noite, cobrinloda matra-
lhas os hospitaea Um grito s ARMAS !
saiu de todos os peitos.
Aquelles dentre vos qua puderem dar
a vida no campo de batalha marchem
contra o inimigo ; s que ficirera aceitem
todos os sacrificios escolhendj outro meio
dse dcvotardJ) patria.
Sofframos, morram<>8, mas tratem >s'de
vencer !
Viva a Repblica !
Seguiam-se as aesignataras doa mera-
bros d governo, dos ministros e sec eta-
rios.
Acompanhava essa pr.oclamac.io urna
ordem geral o ministro da guerra.
Ao 1er aquellas pala vas Hicguem po-
da ter duvida : ia-se tratar o combate
defiaiUv.
Desde a vespera notava-sa grande mo-
?imeate de trepas em qaasi todos os pon-
tos de Paris; cruzavam-se batalhSss
caminho de Saint-Cloud.
No IIo disirict > 09 batalLSes de Baile-
villa, de Menilraontant, e os da Roquetta
e da Folie-Mricourt e6tavam em armas
deedd manh promptos a part r.
O 57' batallij fazia-je notar muito
especialmente por seu enthuMasmo, pela
impaciencia febril de tomar parte o
combate annunciad).
Gilb^rt Rollin, frente de sua com-
panhia, s esperava a ordem para se-
guir.
Passeava, calado, somb io, iodo e> viu-
do de uin lado para outro.
Servis Duplat, o forriel, dis ribuia
vivares aoa soldados.
Em toda a parte formavam-se grupos
de guardas nacionaes, de mamares e de
enancas.
Eram mSis, espoifcs/velhos e criangas,
que, de estomago vasio, plidos, anmi-
cos, vinham eic>rajaros futuros com
batentes, abragal-js chorando e Ihes di-
zer:
Queremos liberdade I... Viaguem-
nos !
A um canto da praca onde se acharan
reunidas dez compaahias, hoje prasa
Parmentier, tres pessoas formavam ua
grupo ieolad)
Esse grupo compunhi-ee de Paul Ri-
far, sua mulher e urna outra seohora
idosa, visinba dos Rivat, residente na
raesma casa qoe ell-s, na ra Sant Maar
157.
A pobre Joann tinha mudado muito
desde o dia e encootrara-se com Raymond Schless a
estrada de ferro.
As duas pnvacoes abrigadas pelo cer-
co, as fadigas resultantes de urna gravi-
dez de mais de seis mezas tinham alque-
brade a pobre rapariga^ que ehocava,
W05~
^ ESCOLHIDOS *
CO O CO UJ ce u. CO O Q < Ll_ L Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE LANMAN E KEP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dio a preferencia, o re-ceitam cada dia para todas as docncas Pulmonares, Escrfulas, etc., e 0 consideram 0 mais puro c rico em PODES MEDICINAL qu: SE APSSEMTA AO PUBLICO O 03 > CO 33 O O 03
$ E MAIORES 1i------------------------------ ^
fc A TOSSE E X
PEITORAL
< O M P O 09 DE o
ANACAHUITA t O K 1 00 a
O 0 2 (DEPARADO POR LANMAN E KEMP MSW YORK s M
(4 t 0 BALSAMO MAIS EFFICAZ
PRODUZ CURAS ASMIRAVEI5 E TEM ce
TRIUMPHADO EM MUITOS CASOS DE
PHTHISIftlfcU*CIPI.NTE.
* INFALLIVEL 2&i
Os proprietarios deste moderno estabe-
lecimento, apresentam a admira^o dos seus
illustres freguezes e ao estimavel pubiieo
desta capital c( nvidam a fazerem urna visita
aoseu estabelecimento que encoatrrao co-
mo especialista em cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jerser, Moscatel, Champagaf,
Fasto, Collares g-enuino e j aamado
D0R0 CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes, msnteiga, fiambres novos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, castanhas
exornis que concarne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas inglezas e alle-
mes especialisando-se a celebre e afamada
Dr?3R.J^3NrGXSG4 JSCJi.
Cognac, vermutb, whiskjs de varias
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por isto limitamo-nos a chamar a at-
tenc.o do estimavel publico e dos nossosdis-
tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, afianc, ndo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fruetas para
embarque.
3 Ra Bom Jess 13
Ra Larga do Rozario n. 22
Fbrica de Molduras
Estampas de todas as qualidadei. Qasdros. Ssnefas para corticadoe, cau-
dieiros, ohamios, pavioa, moldaras para retratos.
Enoarrega-ae de retratos a craion para o que ba contratado om perito artista,
a baatai te conheeido.
Preprasa qaalqeer encommenda com a maior brevidade.
SiDceridade e pref-s baratissimos.
apartando entre as saae as m&os do ma-
rido.
Entilo, Joanninha, o que isso ?
Bem sabes que vamos enmprir o nosso
dever... E' necessario acabar de urna
vez com a guerra... Vamos, filha, nada
de choro ; eu hei de voltar. Enxuga os
olhos, anda!
Joanna poz-se a solucar.
Como pjdes ta saber se voltas ?...
disse ella com a voz entrecortada.
Como? Ora, como... Sabendo I
Tenho presentimento de que hei de vol-
tar...
Urna coisa me diz c dentro que
n&o voltars. ,.
Tolice, Joanninha, pura tolice!...
NSo, nao tolice, nao Imagina,
Paul, o quB ser de mim, se nao volta-
rea !... Antes meemo de nancer, ficar
sem pai o nosso filhiuho !
A emocSo da pebre mulher communi-
cava-se ao marido.
Deixa-te disso, Joanna, fez el'e
apartando-a contra o peit >, n&o fale-
mos... Estas a pensar em coisas tris-
tes!...
Rivat tem razio, minha filha, ob-
ervou a velha, nioguem de saber o '
tturo I Elle j voltou urna ves e ha de
um covarde, um fujdo e tu nSo has da
querer que se diga isso de mim...
Tu nao has de qaerer que amanha todo
o mundo me aponte com o dedo : Aquel-
la sujeite nm mo cidadSo, nSo tem
sangue as veias, fugiu covardemente !
Oh meu Dus meu Deas repa-
tiu Jjanna torcendo as ruSos com deses-
pero Guerra maldita IEu bem sei que
devea cumpr r teu dever como os ouiros,
mas urna crueldade arrancar se assim
um marido a sua mulher, nm pai a seus
filhos... Para que, cSo me dirSo?...
E o futuro, o futuro dos que ficam 1 Nio-
guem se lembra dalles 1
Por favor, Joanna, nSo dias toli
ees I
De repente, Joanaa pareceu acalmar-
se.
Ha am meio, disse ella. Qnere
me fazer um favor ?
Desde que dKo se trate de depGr as
armas e desert r, estou as tu as ordens...
Obeder;o-te de olhos fechados 1
Nao... n&o... Eu n&> te pedira
isso, porqw seria debalde... O que es
quero ostra coisa...
-OqwT
E' um desejo que eu tenho...
Qmi1
Yaavs igreja de Saiat-Aabruis
ser pequea.. Viata e qiiatro Seahsra rizar
. tal vez... quarenta eoito horas... Sim ?
E b;a idea excla
mi missa per ti...
ou tia Va-
voltar ainda, se Deas quizer !
Ests oaviado, Joaona ? Fitas em Pedir *" w*18, ^Areynes. que nos
companhia de mat Vernica... ? de- eaiou,
mora
horas, talvez... q
tres diaa o mximo...
Eu, se fesse tu, n&o parta...
Oh, n&o, filha, isso impossi-
vel!.. .
Como impossirel ? j
Fiea, Ral, rica esm a taa mulherzi- i
aha 1 Eu te peco I...
Como queres que ea fique 1 Entt
hti de deixar meus companheiros e mi-' ------
ramea.
Paul
uhia oa
u-m rpido alhar compa-
'*
(C'*9IPMWMis
i]
I
1
m I

' aha espingarda ? Diriam logo que eu soa
. ra* uqaa iafcciai 41


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