Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19785


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Full Text
O liXXIf
Domingo t> de Fevereiro lie 1896
33
rs'
t
x
PBeFEIEB&DB BB M&NI. SfSmBfBBA B fABMk & BUHOS
REDACTORES AUTOIWO iUlTRVIO PIIVTO BAXDEIRA E ACCIOLJ DE VASGONCELLOS e MWOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE gA0 N0SS0S AGMTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAgOES NA
Por tres mezes adiantados. 8&000 FRANQA E INGLATERRA
Por seis mezes adiantados. 0s Sr8# Mayence Favre & C, residentes ero ParisU
La Grange Batelire
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da
8&000
15&000
301000
$100
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por om anno adiantado ....
Por trimestre vencido.....
Numero avulso de dias anteriores. $200
i61500
331009
Telegramas
SESVISC MTICULAR 20 HAMO
Ri de Janeiro, 8- de Fevereiro,
s 8 horas da manh.
Fo nomeado agente do correio na
estacao de Santa Rita desse Estado
Antonio Justino Ferreira da Silva F-
dio.
Inaugurou-se hontern o Instituto
Kneipp.
A imprensa franceza noticia, que
o governo expedir ordem ao seu mi-
nistro no Rio de Janeiro para reclamar
do governo brazileiro soluco imme-
diata questo do Amap.
Rio de Janeiro, 8 de Fevereiro,
s 11 horas e 45 minutos da manh.
Na estrada de ferro Central de Per-
nambuco foram nomeados :
Inspector geral do trafego, o aju-
dante de 1.a classe Joo Loustalot;
Chefe de locomocao, o ajudante de
i." classe engenheiro Jos Saboya.
Mr. Lockroy, ministro da mari-
nha de Franca, declara ignorar o apri-
sionamento da canoa brazileira Vi-
dar, as aguas do contestado, pelo
aviso francez Bengali.
O governo hespanhol vai mandar
a Cuba urna esquadra de couracados-
DIAI0 DE PERNAMMC0
RECIFE, 9 DE FEVEREIRO DE 1896
llovimento perpetuo
A humanidade, na sua longa vHa sobre o
planeta,cuja formaco foi o resultado de
urna lenta elaboracao de milbares de seclos,
em que as forjas csmicas combinaram se em
um processo cbmico, duradouro, e quasi ter-
no,tsve tambeDQ abeito um iramenso carai-
nbo,pirond; todas as vicissitules irapuze-
ram-Be-lbe, como urna Decessidade da sua
existencia, como urna condi<,o absoluta para
a realizagao dos seus fios As ludas, as guer-
ras civis entre os povos ou BagOis, todo foi
tissimo sceoario em que as torgas humanas
deseQvol'cm-se cora extraordinario impulso,
una serie interminavel de luctas, uma multi-
plicMade de causas de antagonismo, o espe*
ctaculo o mais caracterstico da animal darte
em suas variadissimas rasnifestacis, o con-
stante desdobramento das scenas as mais
bedioo las, em que a cruel lade, a ferocidade e
os mais sanguinarios insmelos, revelam em
quaotos abismos Foi preciso a'profundar-se o
ser humano para chegar sua elevagao mo-
ral, e para da condicao do ser animal, revestir
os grandes caracteres da bumanidade. O es*
tado selvagem foi uma condicao necessaria
infancia da humanidade ; e o homem, apesar
de tod.Bos seus progressos, nao poude anda
de todo lioertar-se destes ferozes instinctos
que o caractersaram n'ura passado tao Ion-
ginquo ; as grandes e profundas modificacOes
por que Um pasBa^c, nao -importaram ainda
uma completa transformaba >.
No explendor da mais deslumbrante civi-
visagao, quandj elle eleva em torjo de si os
mais elevados monumentos contagiando as
grandezas do seu genio,- quando pela cultura
a mais desenvolvida penetra os mais profun-
dos arcanos da nalureza, nao pode deixar
ainda de cem vivos traeos pintar os hediondos
quadros da animal idade, e Apurar o aspecto
d'este pasado que elle atravesacn, quando
ainia no estado inconsciente em que achava-
se em relaefio a significajao verdadeira e mo-
ral do seu modo de existir, nao podia com-
prebendel-o como uma condicao inferior e de-
gradante, do qual s em futuro remoto podia
libertar-se
E' que o homem aperfeiQoando-se, elevan*
se, e digniflcando-se, jamis attingio o grao
mais elvalo de perfeicoamento.
Os vestigios d'este passado tao remeto, as
manifestagoes dos phenomenos das sociedades
rudimentares, esta contingencia primitiva da
natureza humana como expressaa dos seus
elementos fundamentaes ou orgauicos. nao po-
deram de lodo desapparecer, e aioda subsis*
teto formando um verdadero contraste com
a consciencia universal dos povos, e os phy-
eiologistas tm procurado explical-os pela le 1
da beredtanedade rsgressira, ou-o ata-
vismo.
Parece nao haver necessidade de uma tal
expheacao. O bemem pela natureza conserva
predicados ou qualidades que Ihe sao essen-
ciaes, e que sotTrem modiflcacOes provenien-
tes das ti fluencias sociaes, que conservadas
pela bereditariedade sao desenvolvidas pelas
influencias do meio, cuja reaeco torna-se me-
nos necessaria pela molittcajao porque pas-
Ha individuos, cuja vida mais prolongada,
nao obstante incidentes que advertem o seu
prximo flm, do que a de outros, Cuja coos*
tltuicSo vigorosa proraettia-lbes uma longa
existencia.
(Continuaremos).
* PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 4 DE FEVEREIRO
Abafzo assigoados de ee torea e prop ieta.
ros morder uo oiglrlcti de Juiy. o moil-
c:p o de I anbotlnho, rechmaorto cor la a pro.
videncia tomada pelo reipecuv > prefeito do,
municipio sospenitendo a Lei no ore mfntoque
ge acsa t-m visor para o crreme exerc io de
1893.Prfjcd'.cado.
&
Aba xo asalariados proprieta- i gcommerciao
les e fcleilO'es morador no oieldclo de Pal-
meira, do munl ipio do cootra a providencia tomada [pi lo prefeito
daqnelle mu icipfo euspeodaodo a lei do orfa-
neci mucic pal qoe se acba em vigor para o
correle-xercicio de 1896 Prejudicado.
Abr.ix^ asignados p opret irlos commercian-
tes e t-lpiturea, moradores no municipio de Ca.
uhotubo reclamando conla a p ovideocia do
prefe.to o'aqoelle monicipio suspeodeodo a
execofao da le do orcameoto moui pal qae
se acln em vigor psra o correte exercicio ue
1896. PrejOdicario.
Abaixo assleoados eleitores e residentes no
monicipiode GtubOlloba, recorre 110 da deli.
b-raci do roncelbo mnntcipai dsqnelle mo.
nicipiocor.l a o orgamenlo qu<> 00 crreme txerecio de a!96.Neg provi.
meo o ao p f sent recurso, a vista co parear
do S'i Dr. p'ocarador geral do EsUdo, datado
um resultado desti contingencia de o homem
nao bastar-se a si me3mo, e de estarem os[sou 0 8eu carcter, devida influencia egual
seus interesses sempre em conflicto cora os j experimentada por seus antepassados.
d s seus semelhaotes. ._ Has f a dos limites d'estas reacgOes e io-
O estado rudiraentar nao permiltia a buraani-' fluencias, a natureza por um processo ioteira-
dade lixar o seu modo de existir ; elle ficava mente orgnico, obrando no circulo de cou-
muito aquem das impulsOes ou das necessida-
des da sua natureza ; como uma forca, tinh*
de iigr, modiflcanlo-se, desenvolvendo-se,
cranlo e destruioio. A inercia era o que
lbe era impo-sivel. Assim como a vida ve-
getal ou dos seres inorgnicos e uma serie de
manfe^tates diversas, figu*a um movimento
continuo e eterno, e sem o qual a vida org-
nica cu dos seres animados nao ter-se-hia
pro iu'do, romo um dos pbenomenos do mo-
vimento universal; tambem a vida animal nao
deixa de percorrer a escala das formas mais
dlfFerentes, indo dos organismos mais simples
aos mais complexos, e exprimlndo o desea-
voivnnento das func^Oes, ou ai mais ampias
expiii^Ces do ser.
Xa ordem biolgica predominou uma elabo-
ra;ao de formas orgnicas, o engrandecimento
do individuo, passaodo por um certo numero
de transformares ; na ordem sociolgica,-
qaamo ao modo de viver dos individuos as
relacfs que devem manter entre si, subordi*
nandoa-i. uma regra fatal, que oao podem
fugir, sem chegarem 4 uma completa destrui-
gio, realiza-s idntico phenomeno. Nj pri-
meiro caso a natureza obra por meio de seus
proprios impulsos, cega e fatalmente ; no se-
gundo j existe o dominio da vootade e da con*
ciencia ; maa nem por isso o que d'abi resul-
ta,as arces humanas, os acontecimentos
sociaes, sao cousas purameote arbitrarias; uma
lei a domina, ainda que realmente o contra-
rio pareja.
Os tactos realizam-se fatalmente, sao iou-
tais todos os estorecs para impedir o sen des-
envolvimento. Apenas o homem como causa
fatal aperffia se, ioalrue-se uo meio dn des-
enrol.r dos acontecimentos, e d'elies tira
grande utuidade no immenso theatro das suas
ludas, depois memo ie todas as calamidades
qoe elle cria, e das sua* proprias rumas re-
surge revestido de uma nova forja, com quali-
dades nova?, que sao o aperfeigoamento da sua
'ntelligencia e d seu carcter.
As formas primiiivjg das sociedades, logo
qae lo-nam-se invtci-nles ou ua guardara
mais a devida pr i>. rc&o com o seo desenvol-
viroento natural, ^a 1 eiimuadas ;e esta elimi-
BSa 1 nao produt *e m que serias lactas
sejam travadas, p^.-.an.iu a ordem social pelas
mais vivas commojOe. E assim a bumanida-
ie como rasgando o mant> qoe a cobria, pro-
egoe a sua marcha levada pela nova correte
qae a conduz escabrosa trawssia do sea
destino.
E a bietoria das nacces ufo seno um vas-

de 17 de Janeiro flodo.
O PORTEIRO,
C. Moraes.
%

sas absolutamente natorae?, poda produzr os
bocs e os maus individuos; e em geral todos
os vicios ou defeilos do carcter humano, e- -
plicaves por causas inteiramenle pbyaiologi-
cas, vo se reproduziodo oos individuos, e p
dem dominar a maioria, passando a determi-
nar um estado social que lenba suas analog as
com as epochas primitivas; nao, representan-
do-as fielmente, mas todava paludamente,
em vrtude da intsrposicSo das reaejoes me-
sologcas, ou das influencias que finalmente
passaram agir como elemento physiolcglco
no typo dos individuos, e consequeotemente
na forma typica das sociedades, de cujas con-
digGes psichicas resolta a farmago do seu
elemento poltico, e o modo d'este agir, eu
dirigir os seus destinos, resolvendo todos os
problemas em que estao asseotados os seos
interesses.
Nacionalidade nov?, formada por racas dis-
tictas que fundiram se apresentando como
resultado total, um carcter iocerlo, e tenden-
cias ainda nao perfeitamente accenluadas,-o
seu movimento psiebico, as suas manifes-
tajOes moraes, correlativa phaso da ela*
boragao ethnica, que nlnguem dir ebegou ao
termino do sea processo naturale muito est
longa do resultado final, desde que conside-
rar-se que este ser a eliminaco da raja ne-
gra e indgenaj parcialmente fundida,em
virtude d'uma absorvco cempleta.
As phases de elaboraco orgnica ou cons-
titucional, nao podem offerecer producios per-
feitos ou caracterislico8 oa vitalidade de om
povo, firmaodo a propriedad^ das iustitoisOes
qoe possne, revelaodo sua forca ou prospe-
ridad e futura.
Nao a idade de mullos seculos que assig-
nala o perodo de decadencia em que uma
naco possa ler chegado, menos que de-
vendo ttr ella uma existencia pouca duradou-
ra, aquella venha aecusar o exgotamenlo da
sua forja vital.
as naces nSo teem idade ; enveibecem, re-
juvenoscem em phases peridicas ; e quando 00
periodo do sea ex6otamen'o parecem destina-
dun desapparecer, adquirem o vigor {e sua*
for^-ae, ene mirando na assimilac&o de novos
eleuieOlo8, o material com que florescem, e
educameu 00 m^io de novas expaosOes, fa-
ten do seo organismo
As suas qaedas terriveis, as suas constan-
tes vacillages. os seus desfallecimentos fre-
quentes, accosam multas vezesa applicagao ir-
regular das saas energas, as crises transito-
rias snecessivs da sua forca vital.
"DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia 7 de Fevereiro de
j8q6
B cbarel Benedicto Teixeira Parb, B'llar
aiDo Cesar Gondim e Luiz da Silva Gusmo,
bacbarel Maooel Tobias do R#go Alboqaerqne,
Jos Gomes Leal, Manoel Carpinteiro y Pe-
res, Medeiro Layme & C., o mesmo.Infor-
me o Sr. Or. 'Subdirector da Loniabilida
de.
Joaquim Dourado Fon les e Mara Joaquina* -
de Oliveira.Certifique se.
Jos Soares & C, e Se-aphi n Braz & C
Informe o Sr. Dr. administrador da R cebe-
doria.
Antonio Machado Soares Certifiqoe-se.
Jos Domingoes Codeceira.Certifiqe-
se
Bacharel Lourenco de Albuquerque da Rosa
e Joaquim Marilns Vital Certifique-se.
Francolina Mara da Conceigo.-Diga o
Sr Dr. Procurador fiscal.
Abllio de Maaalhes. Augusto Carneiro Mon-
teiro da Silva Santos, Jos Barbosa de Miran-
pa & S, Joaquim Francisco Dourado, coronel
Leopoldo Borges Galvfto Ucha, e Manoel de
Azevedo Soares.Ao porleiro para entregar
ao interessarto.
Coronel Jos Oltoai Ribeiro Franco, ba-
charel Manoel Caldas Barretto.Ao Sr. Dr.
Sub-director da Contabilidade para os devidos
fina.
Tnedomiro Soares de Olivfira.A' secgo
do contencioso para os devidos fins.
O PROTOCOLLISTA
Francisco Miliino Ferreira.
Superior Tribunal de Justica do Estado
de Pernambuco, 30 de Jaueiro de
1896
Exm. Sr. Dr. Governador do Estado
Em cumprimento do disposto no art. 38 da
lei n. 15 de 14 de NoVmbro de 1891 e 59 do res-
pectivo regulamento de 23 de Janeiro de 1893 ;
tao circumstanciadamente, quanto possive], passo
a relatar o que occorreu sobre a administraQo
da Justica do Estado no decurso do anno de 1895
prximo findo.
SUPERIOR TRIBUNAL
Por decreto de 31 de Dezembro do referido
anno, a podido, foi aposentado o Dezembargador
Manoel Caldas Barretto, sendo por decreto da
mesma data nomeado para prehencher o seu lu-
gar o Dr. Sigismundo Antonio Gongalves, o mais
antigo dos juizes de direito do Estado, conforme
a respectiva lista. Foi esta a nica alterado que
se deu com relaco ao pessoal do Tribunal.
A 8 de Janeiro d'aquelle mesmo anno, dig-
nando-so os meus distrinctos collegas reeleger-me
para dirigir os seus trabamos,na occasio de profe-
rir a allocuco constante do annexo n. 1.
Por suspeico dos Dezembargadores] Galvo,
Costa Ribeiro e Carlos Vaz e impedimento do De-
zembargador Almeida, foi convocado para com-
pletar o numero dosjulgadores da appellago ci-
vel entre partesappellante a Baroneza de Taca-
runa e appellado Florencio Domingues da Silva,
em 1. lugar o Dr Sigismundo Antonio Goncal-
ves, que considerou-se impedido por se achar na
presidencia do Jury, em lugar o Dr. juiz de
direito Joao Alvares Pereira de Lyra, que tambem
considerou-se impedido por ter dado a sentenca
da primeira instancia, e em 3.0 lugar o Dr. juiz
de direito Francisco Altino Correiade Araujo.
Foram celebradas 91 sesses, distribuidos 444
feitos e julgados 495, sendo ;
"Habeas-corpus......... 18
Recursos crirni-s........ 98
Aggravos de petico....... 86
Aggravos de instrumento..... 33
Cartas testemunhaveis...... 9
Appellacao crimes....... 78
Revista civel (antiga)...... 1
AppellaQesciveis....... 108
. AppellacOes commerciaes..... 25
Recursos municipaes...... 11
Prorogaeea de inventarios ... 3
Reclamacoas crimes....... 7
Embargos infrigentes...... 6
Que i xa........... 1
Denuncia.......... 1
Total.
495
REGIMENT INTERNO DO TRIBUNAL
Secretaria dt> Industria2.* di-
rectora
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Expediente do dia 8 de Fevereiro de
i8g6
Octaviaoo Augusto de Lagos, pedindo trans-
ferencia de sua pharmacia da Villa de Ama-
ragy pa-a a cidude de Palmares. Informe o
Dr. Commissario da 4.a circunscripgo.
Sebatio Lopes Gu maraes, pedindo para
mandar examinar o 2." andar de seu predio
sito a roa Duque de Caxias o. 39. Ao Dr.
Commissario do 1. districto para exami-
nar.
JSo Marioha Correia, pedindo por cerlido
o termo de spu exame de pratico de pharma*
cia.Certifiqoe-se.
Joaquim Ferreira de Carvalbo &C,e Vi-
ctoriano Silva & C, pedindo para mandar exa-
minar caf.Ao Dr. sjudante para exami-
nar.
Pelo Dr. Commissario do 4. Districto, Toi
intimado o Sr. Manoel Carpinteiro Peres, para
no preso de 30 das fazer uma profunda ca-
cimba at encontrar o leogol.d'agua perto do
cano de esgoto e collocar um ralo de rame
na bocea do esgoto atim d impedir a entrada
de materias eslranbae, ficaodo o mesmo se-
nhor ujeito as penatldudes da lei na falta da
cumprimento de Qtimag&o.
Foram consiarados em condigoes hygienl"
cas para serem habitados:
Pelo Dr. ('omtnissario do 2.- Districto, o
o predio o. 1&4 da-roa do Coronel Soassuna
Pelo Dr. i.omraieeario do 1." Dislriclo, o
predio n. 2 da roa do Major Agoslinho Ue
aerra e o 1. andar do-predio n. 12 da ra do
Cabog.
Secretaria da Iospectoria Geral de Hygiene
do Estado de Peroami uco, em 8 de Fevereiro
de 1896.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAIfc|
BUCO <4 ?
Despachos do dia 8 de Fevereiro de
i896
Mana Joaquina do Kspinto Saoto, Ep'pha-
nia M. te Oliveira, Po 1 peu nano de Sonxa,
Mana da Cosa MonUiro, Mara Mara Aochan-
ja Soares d.- M., Jos da Assurapgao 0. de Mel-
lo, Trajaoo, O. Gomes dos Sainos e Alvaro de
arvaiho & Defi-ndo.
Jesoino Jos Mnreira e Manoel Carpinteiro
P re. Informe a l.' st-efiao.
Major Galdioo Antonio da Co celtio e Souza.Deferido de
accorde com a intormagSo.
Jos Victorino Alv formagoes, nada ha que def rir.
Pereira & C, Martina & Rodrigues, Alfredo
Martins & C, Joao Pedro Gabriel a Costa e
Gulmaraes Lima & CIndeferido.
Pelo poiteiro,
. Joaauim Ignacio (ioncalves Lima-

Ainda nao se acba cumprido o disposto no
art. 8- I7 da mencionada lei n. 15 de 14 de No-
vembro de 1891, nao obstante ter sido por mim or-
ganisado e apresentado em Marco de 1893 um pro-
jecto que. com as modificac5es occorridas ento
para c, o constante do annexo n. 2.
SECRETARIA
O pessoal da [Secretaria o mesmo constan-
te dos meus anteriores relatnos e, attento o
zelo de todos os em pregados, o servicose acha em
dia, tendo sido expedidos 182 officios, 3 circulares
a todos os juizes de direito, 27 provis5es e regis-
trados 8titulos-
ESCR1VAES DO TRIBUNAL
Aposentando-se o escrivo Jovino Epiphanio
da Cunha, a 22 de Novembro ultimo nomeei para
: interinamente substituil-o o bacharel Joao Augus-
to Ferreira Lima ; ede conformidade com o de-
1 creto n 9420 de 28 de Abril de 1885 mandei affi-
xar edital para o provimento vitalicio do respec-
tivo cartorio.
PROCURADURA GERAL DO ESTADO
Na auzencia do Procurador Geral effectivo
4jDr. Arminio Coriolano Ta vares dos Santos, depu-
| tado ao Congresso Federal do 1." de Maio a 31 de
4 Dezembj-o do anno passado foi a Procuradoria
Geral do Estado exercida pelo respectivo substi-
tuto Dr. Jos Lopes Pessoa da Costa.
ADVOGADOS__________
Obteve proviso para advogar, pelo tempo de
2 annos o cidado JoSo Alves Bezerra Cavalcan-
te no municipio de Bom Concelho.
Obtiveram remoco de sua proviso para as
vagas, pelo tempo de 2 annos :
Olavo Correia Crespo .ios municipios de Ca-
nhotinho, Panellas e Quipap.
Juvencio Taciano Mariz nos municipios de
Caruar, Bezerros, Gravat, Altinho e Brejo da
- Madre Deus,' pelo tempo de 2 annos.
Joo de .Olivaira Valonea nos municipios de
-OGaranhuns, Canhotinho e Quipap.
Manoel Macedo no municipio de Nazareth.
" Francsco de Assls Borges da Fonseca, no
tvinaemo mun;cpio.j
K SOLICITADORES
Obtiveram proviso para solicitar causas pelo
praso de 2 annos :
Silvestre Pires de Azevedo, nos municipios do
Recifee Victoria.
Anto Borges Alves Jnior, no municipio da
Gloria do Goyt .
Fortunato Teixeira de Carvaiho, no munict
, pi da Victoria. '
Pedro Jos Bezerra Cavalcante, nos munici-
pios do Recife, Olinda, Jaboato, S. Lourenco da
Matta, Cabo e Canhotinho
Manoel Cabral da Silva Barretto, no munici-
pio de Goyanna.
Obtiveram remoco de sua proviso para so-
licitar causa pelo tempo de 2 annos :
Custodio Moreira Dias, nos municipios do
Recife, Olinda e Limoeiro.
Ricardo Henriques da Silva, nos municipios
do Recife, Olinda, Jaboato, Cabo, Escada, Igua-
'rass, Pao d'Alho e S Lourenco da Matta.
Lydio Alezono Bandeira de Mello, no muni-
cipia do Recife.
Diogo Baptista Fernandos, nos municipios do
Recife, Olinda, Iguarass, Goyanna, Cabo, Es-
cada, Palmares, Jaboato, Pao d'Alho, Limoeiro,
Nazareth, S- Lourenco da Matta, Gloria do Goyt,
Gameleira e Rio Formoso.
Deolindo Tavares de Gouveia, nos municipios
de Goyanna e ltamb.
Miguel Archanjo Fernandes .Vianna, nos
municipios do Recife, Jaboato, Cabo, Rio For-
moso, Escada, Palmares, Gamelleira, Agua Preta
e Amaragy.
Tranquilino dos Santos Castello Branco, nos
municipios do Recife e S. Lourenco da Matta.
Antonio Marques Correa, nos municipios do
Recife, primeira e segunda instancia e Olinda.
Justino Rodrigues da Silveira, nos municipios
do Recife, Cabo e Olinda.
Augusto Henrique de Albuquerque Millet, nos
municipios doRecife, Jaboato, Victoria, Escada,
Palmares, Agua Preta, Gamelleira, Cabo e S.
Lourenco da Matta.
Antonio Bezerra [Cavalcante de Albuquerque,
no municipio do Recife
Joaquim Thomaz Ribeiro Varejo, nos muni-
cipios do Cabo, Ipojuca, Escada, Gamelleira, Se-
rinhem e Palmares.
Cleto Marcelino Gomes, nos municipios do
Recifee Ipojuca.
Manoel Ignacio de Torres Bandeira em pri.
meira e segunda entrancia no municipio do Re-
cfe.
Florentino Cavalcante de Albuquerque, nos
municipios do Cabo, Escada, Gamelleira, Seri-
nhem e Ipojuca.
Alonso Jorge de Mello, pelo tempo de 4 annos,
nos municipios do Recife, Olinda, Jaboato e S.
Lourenco da Matta.
RECURSO DE GRACA
' Com relago a instruc^o dos recursos de
graQa, dirig a 24 de Outubro a todos os juizes de
direito do Estado a seguinte circular .
Tendo notado (que os escrives do jury a
pretexto de nao serem "encontrados no cartorio os
autos ou traslados, so eximem de ministrar as co-
pias necessarias para instrueco dos recursos de
graga, sobrecarregado assim os trabalhos dos es-
crives deste Tribuna!, cumpre que providenciis
de modo a ser por elles cumprido, sob pena de
responsabilidade, o disposto no art- 453 do Re-
gulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842.
REVISO DE PROCESSO
Com relaco a revisa dos processos, em ma-
teria crime ao Supremo Tribunal Federal tem sido
por mim prestadas as informales constantes do
annexo n. 3.
JURISPRUDENCIA
Do annexo n 4 constam os julgados de mais
importancia sobre habeas corpus, recursos, ag-
gravos e appellacOes, que p5em em evidencia
quanto o Tribunal se tem esmerado para profe-
rir com o mximo acert suas decisdes.
E' de sentir que neste como em alguns outros
Estados ainda nao exista uma Revista Jurdica,
que publique regularmente as decises do Tribu-
nal.
LISTA DA ANTIGUIDADB DOS JUlZES DB DIREITO
A listados juizes da direito do Estado pela
ordem da antiguidado at Dezembro do anno fin-
do, conforme a reviso ltimamente feita a con-
stante do annexo n 5.
LICENCA
De accordo com a lei n. 11 de Janeiro do anno
passado conced ao Dr. Jos Marianno Carneiro
Bezerra Cavalcante, trinta dias de licenga para
tratar de sua saude, o qual entrou no goso del la 8
dias depois.
BIBLIOTHECA
Para o regular funecionamento do Tribunal,
cuja blbliotheca (si tal nome se lhe pode dar) ape-
nas se compSe das poucas obras constantes do
annexo n. 6, da maor necessidade que no orna-
mento do Estado seja especialmente marcada uma
cota para acquisQo de obras jurdicas e conti-
nuaco da as3ignatura d'<0 Direito, suspensa
desde 1883.
Para a contnuaco da remessa das collecgSes
das leis da Uno, a 28 de Novembro dirig ao
Ministerio da Justica Federal o officio que se se-
gu :
Exm.Sr. Dr Ministro da Justica Federal.
Como da propria Constituico Federal se v
sao frequentes os casos em que os Tribunaes dos
Estados tm necessidade de consultar e observar
as les da Uniao. Entretanto, de 1893 parac nao
forami mais remettida a este tribunal as collecc5es
daquellas leis.
Assim, peco e espero que por vos sojam da-
das as necessarias providencias, afim de que con-
tinu a ser feita dita remessa a comecar do refe-
rido anno de 1893. Saude e fraternidade
Para os devidos fins transcrevo a resposta que
o Exm. Sr. Ministro se dignou dar-me : -
Ministerio da Justiya e Negocios Interiores.
Gabinete, em 17 de Dezembro de 1H95.
Exm. Sr, Desembargador Francisco Lins.
Attendendo a solicitaco constante do officio
de V E.vc de 28 de Novembro ultimo, tenho a
honra de offerecer *o Superior Tribunal de Justica
que V Exc. to dignamente preside, os exem-
plares juntos das leis e decretos del89el894,
bem como das decis5es do Governo Federal desde
15 de Novembro de 1889 a Dezembro Dev >. porem, communicar a V Ex- que nao
me poss.vel providenciar paia quo so ga re-
gularmente d'ora em diante a re-muse i o laes vo-
lumesde leg siaco, por Uwoquo *i Typographja
Nacional, repartico dependente do Ministerio da
Pftznla, ^rnente as furuece i>s fui.o -lonarioa e
tribunaes 1 s Estad.s, mediante 1 le ico.
Co averia ^s ueste s.-.....(jo.o uj ioEs-
tadodePema o- e LrigiaS J,uUle Minis-
terio
ARCHIVOS E CARTORIOS DO TRIBUNAL
Achau-se devidamenie archivados os livros
do expediento, autos e pipis, qup co..vem ser
guardavlos e conservados na Secretaria do Tribu-
nal ; e por falta das accommodacSes necessarias,
muito inconvenientemente tem os escrives os
seus cartorios era casas particulares, fra do Tri-
bunal.



.#(?#

%
Diarlo ae Pernambueo Domingo 9 de Fevereiro de 1 SOB
EDIFICIO ONDE FNCCIONA O TRIBUNAL
Insisto era dizor que de toda urgencia a con-
struccac de um forum, ou ao menos a acquiai^o
de ura edificio, com accommodacOes e era local
apropriado para os trabalhos do Superior Tribu-
nal, para os do jury, para as audiencias dos juizes
de direito da capital e para os respectivos oarto-
rios.
Abaixo do nivel da estrepitosa ra 15 de No-
vembro, no andar terreo do predio, que servio de
cadeia, dao aquellos juizes suasaudiencias ; no 1
andar funcciona o Tribunal do Jury : e no 2 o
Superior Tribunal de Justica do Estado de Per-
nambuco *
MOVIS
Sao os constantes do annexo n. 7. Smente
os da sala das conferencias do Tribunal merecem
ser conservados, sendo retocados. Todos os de-
mais devem ser substituidos por outros novos e
modernos.
E' demasiado vergonhoso que, a excepcao da
sala das conferencias, tenhara os demais compar-
timentos por mobilia marquezas e cadeiras velhas,
estragadas e at algumas j quebradas e sem con-
cert ; e nao se acharem ao menos esteiradas a da
bibliotheca, que serve ao mesmo tempo de sala de
espera ou rocepcao das pessoas, que vao aoTribunal.
ESTATISTICA
Convencido da transcendente importancia da
ertatistica judiciaria, dirig a todos os juizes de
direito do Estado a segulnte circular :
a estatistica jadiciaria que, cuidadosamente orga
nisada, fornecer esclarecimentos, mormente so-
bre a marcha do crimo e meios de combatel-o, cha-
mo a vossa attenco parr o fele opportuno cum-
primento do disposto no art. 38 da lei n. 15 de 14
de Novembro de 1891 e nos arts 282, 283 e 284
do Regularaento de 23 de Janeiro de 1893, expedi-
do para sua execuca-
conclso
Era conl'ormidade do disposto no art. 42 3o
da lei n. 15 de 14 de Navembro do 1891 (organisa-
ro judiciaria do Estado) e do art. 122 do respec-
tivo regulamonto de 23 de Janeiro de 1893, me pa-
rece que se aoham revogados o 2o do art. 13 da
lei n. 8033 de 20 de Setembro de 1871 e o 2' do
art 55 do Decrrto ne 4824; e que portanto, quer
se trate de crime afianoavel, quer nao, excepto o
caso de llagrante delicto, a priso somonte pode
ier lugar por mandado ou a requisicao do juiz de
direito, depois de confirmada por elle a pronun-
cia. Ainda, porem, nao seacha confirmada a ju-
risprudencia do Tribunal.
Sompre fui de opinio que pelo art. 18 2 da
citada lei n. 2033 revogado nao forao 3- do art.
253 do Cdigo do Processo "- o entendo que, se re-
vogado tivesse sido, restaurado se acha pelo art.
72 2- da ConstituicSo Federal. Neste sentido se
vao pronunciando os Tribunaes.
A re^ra geral que o ministerio publico pode
denunciar em todos os crirnes; e que os recursos
sao sempre voluntarios, quer se trate de pronun-
cia, quer de nao pronuncia. Somonte para maior
garanta do proprio offondido e da justiga publica
a lei os admitte ex-offcio e igualmente necessarios
era certos e determinados casos- O Tribunal, po-
rem, como se v dos accordaos de 6 de Agosto, 6
de Dezembro e 25 de Outubro do anno- passado,
considerou illegitima a intervencao do promotor
publico no caso previsto no art. 122 da Constitu-
cao do Estado.
Da confrontacfto dos arts. 78, 274, 275e 407 do
Cdigo Penal resulta, que a apreoiaoo especial do
citado art. 275 nao diz respeito aos casos especifi-
cados no art. 274, nos quaes tem lugar* o procedi-
mento official da justica. Como se v, porem, dos
accordaos de 28 de Setembro de 1894, proferido em
caso de habeos corpus, e de 19 de Fevereiro de 1895,
proferido era caso de recurso, vacillante a juris-
prudencia do Tribunalc
Me parece que nos casos especificados no G" do
art. 36 da lei n. 15 de 14 de Novembro de 1891,
podem as partes appellar para o Supenar Tribunal,
qualquer que seja o valor do causa ; e que ex-officio
de vera os juizes appellar quando proferirem sen-
tenca contra a Fazenda do Estado e do Municipio
era causa excedente da sua aleada, determinada
nol- do citado art. 36. O Tribunal, porem,
fundado no art. 72 do Regulamento de 30 de De-
zembro de 1893, que deu instrueces para o exe-
cutivo fiscal, decidi que tambem s neste caso
podem as partes appellar. Si assim ento o men-
cionado Regulamento exorbitou da lei; e alem
disto, com relaco aos effeitos da appellatjao se v
quanto draconiana semelhante disposigo.
No intuito de nao ficarem os municipios ou co-
marcas sem juizes de direito effectivos, por, delon-
gado tempo, da mais urgente necessidade que
seja reformada a lei n. 15 com relaco aos respecti-
vos preenchimentos sendo classincados- os muni-
cipiosou comarcas ein Ia, 2a e 3* entrancia sendo a
vaga aberta na 3* preenchida pelo juiz de direito
mais antigo da 2a; a vaga aberta na 2* entrancia
pelo mais antigo da l4; e a vaga aberta na Ia en-
trancia preenchida por doutores ou hachareis em
direito, que mais se tiverera distinguido as Vacui-
dades e no exercicio da advocacia e cargos judi-
ciarios, ao menos por um triennio.
Era urna palavra, a reforma que mais se imppe
a da federacao de toda a magistratura vitalicia.
O paiz um s e sendo urna so a legislacao crimi-
nal, civil e commercial, urna s deve ser urna s a
legislacao processual, urna s a magistratura vitali-
cia, inamovivel e de nomeacao do Presidente da Re-
publica. A federagao ou unificagao da magistratura
ser um dos mais fortes lagos da uniao dos Esta-
dos entre si; preciso que o congresso Federal,
quanto antes, tendo em vista o que se tem dado
em todos os Estados, liberte a magistratura da ac-
gao dos respectivos governadores ; preciso cer-
car a Repblica de todos os meios que a possam
consolidar, tornal-a inabalavel.
Saude e fraternidade.
O PRESIDENTE DO TRIBUNAL,
Francisco Luiz Correa deAndrade.
(Contina).
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DA 8 DE FEVEREIRO DE
1896.
Bacharel Francisco do Assis Pereira Rocha.
-Dirija-se ao Sr. Dr. Secretario da Justica.
Antonio Joaqnim da Silva Brilto.Informe
a Sr. D. Director geral.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 8 de Fevereiro de
i8q6
Fieldem Brothers Deferido nos termos do
efcio des'a dat ao Dr. Secretario da Fa-
aenda.
Archias Mafra.
o PORTEIRO
m*
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
O templo dosJerooymcs tinha a portada
tem grandes sao-fat pe;1, rematada* por um
tano, oroamjoti lo i-ora ama bella oarton-
tfee agoa-eilada, <|ue foi 1 tT-re i a pelos alum-
nos da Ac teraia das Be'as-A'tes.
5esie cartao a-ea a bella decida:
A vina a da de no)-5,
A viu ai que mal ~,
A vi la soarnra qm foze,
A vida aov-m que voi;
A vida 8033o iSj leve
Qih se desfaz orno a nev
Exorno o tamo se esva:
A vida du-a am momenra,
Mais leve que o pen*araento;
A vida leva-a o vento,
A vida folba que cal t
A imprensa offere'.jo urna enorme Ijra
apoiada sobre nm cavaiute a-tiatico, coberto
de velludo preto franjado de prala.
A rjra foi feta de flores arliflaes, sobre aa-
ciado as de campo, malmeqaeraveapionelroa,
marga-idas entra?.
roi feita na casa Latbelise.
Da base da lyra saben doaa largos fitas de
Btoire preta, tendo nos extremos a aevuiote
dedicatoria : A Imp-eosaA Joo da Dcu-.
Entre as cordas da ly-a ded cada pela ira-
prensa a Joao de Dos, o Sr. Paulo Plaotier
eollocoo ons peqoenrao^ bouqueta de belUs
rosas oaloraes.
As coras foram em numere considera
ve).
A do governo, grande coroi de violetas da
Sois a, no cima urna oomba b-anca com fo-.
Ketmeoot no dijo, taco de e'camilnas e Utas
grand-B oitomano preo.
A da Academia de Lisboa, g-andes itas com
dediclo -a. Franja de onro e a quadra :
Que vindes cJ faza-, mecidadef
Dd-pH ir.vos de mi : ? Qiaato vos devo t
Tambera levo de vos raut saudade
E, em cbagao'io oat-a vida... escrevo 1
Na ordem dos discurso proutnciados, tal.
Janean orirme ro loar o no orgo do gover.
30. o S-. Camoos H-0'lqaee.
Pe a He a sapulto'a que vii fecharse para
Mmord sobre o corpo .oaulmad> de Joao de
Dea* imp6e-se.nos a Idea de que, apexar de
estar nortj, elle aov domtoa aindd coau o sya.
bolo di wn coraco bondoso e de am carcter
dlamanltn3. Gnrfaram.o em vida eso elle
detconbecia o valor do sea e-nio.
Os eos versos s> ama biblia de amor e a
joaca tiini um %oe mereceu o amor aaj creanca-. E' por i-s
qurf ell nos d-ixa ama saudade eleroa como
eterna a* --e :ep a lembranca do sen esro.
$6 i.ercem i,.oosag''*c6>'* tao solemnes como
Bita, ho'neim como Vctor Hago, de estro im
mortal 00 Joao de D-os, lyra diviua. E' aqu
nos Jero ,y o t-, sqoi ao lado de Camoes e
Herbolario que fleam bem os restos de Joao de
Deas.
Como Vaac da Gam <, ella decobrio om 00
vo mando e lu.
Como Carnees, acboa o que na de melnor aa
prp-ia 11 ociar.
I JCom.< He cuiano elle liDbatum* consclencla
recta e um c ao e amor ao seo pali.
Dorme em paz, glorioso poeta, dorme em
paz, dolo ju-to de um povo loleiro *.
Sgoio, em nome da Academia Real daa
Scleociatt o Sr. Antonio Candido, o grande, o
gPBial orador que euroolreu oa soa palavra
Inspirada a (o*ma condigna de celebrar o no
me do poeta.
A alma na nacfio postrada reverentemente
ilia e dasse tmalo aserio, uve finalaante
>iu m ouu e t"i iui- toua a si. 1 r, toda
am rgura que oes e momento a invade
Meui seobores = A gio'ificagio publica de
um bomem de gei o semp'e om esn-ctacui >
que commove, unexeooplo oj'Je ed.fica, u os
licS'J q'ie se aproveita ; se essa glonUcac)
leda a quen eocarn >a emsi aiguma das turmas
B03--'. ij-ii da Do 1'da e da b -llea, entSo a
m>i~, n:.t iHs mo'es coosoiacodj que nojese
p 1 dar a alma iiumm.
O alti simo oo-ta, a q"em v;nbo traier. pela
Acade .ii Real d s Scleacias, a ul ima tiora--
u.gem da sua admiracao e do seo amo-, at na
o te c i.srrvd o augoeto carcter de uxa so-
berana espi'ito'-l'aade. A'oda depois de parti-
das as ori is de sua lyra e or >, e de paraly
dos o-" movimeatos ao sen coragao quasi di-
vinonmi sublime fiam ma se d3;ta de tu Jo
o 81U ser, e oos eovolve a nos n'uma espe :ie
de unr^ao my^tica, triste e cymp ihi-a. loio-o
sa e grosstaaa, verdadeiraTieale lodefiaivel i t
Gimo as plantas oleosamente aromticas que,
cortadas pela nao o nombra oa tombas pela
eniania, contiiuam a exbalar o seu perfume :
J0S0 de Deas, morir, enterrado on seo ciixao,
P'OXimo a vol <'er-ip n-.s r :ina< do p*, aia-
da, pelos altos entimeotos que saggere, a m*U
bella, a mais pura, a mas lumiaosa expressao
do iual sobre a nossa Ierra I
Os horneas nao veem ao mondo por decre-
tos nominativos le Ddus ; resulttra e uj-c-m
de toa litis Cimbinag&'s, caja le ser ete-na-
menie Lyateriora... Qj* coopesi cootribat-
Ciu de elemeutos qu (01 nrecna pira que eita
formosts ima alma desabrechas-e a luz, pir
ju este cerebro cense pe-feifiao das ver-
da (es mluiiivas, puraque este corago atlingts-
ae aqaella as ora irosa e^pontanedade no sei-
tir e 00 diz?-, q e, at oa nos-a -ag, urna
excapc&o e nma maravilla ? l
Dos grenles boma s que murre n dls-se,
qua'l aerapra, oa p Iraeira ho-a. qoe cato
o i-a se ibes lser o e o no, e qa-i a critica de
fluiiiv s mais lar le pode vir.
Bis abi o qae oai p>de repetir->e a respeito
d Jiao de 0 us. O me elle foi, ano o duulo
aspecto da sn inspirar;'10 genial e da sua ac-
g D-n. tcientisiioa, sabla-o toda a gente ; e
s elle O Igourava l
Fui, tal vez, o miinr poeta ly-i-o do seo lem-
po em todo o mando, e com certeza um dos
maij.-e.< que anda huave em Portugal, neua
trra bemdita em que s*mpre se produziram e
ibre.-'-er ,ra a par a Utavura e o amor, a epo-
pea e o iiyllio !
E-creveu se de Snakspeare, e d'oatros gran-
des genios, que lies e-ara como fo-ca da Na-
to **: deJao de Dus pode afflrmar-se que
(oi, eucantadorameate, orna das soas grasas
supremas.
O seu natorailsmo espiritualista, de que elle
teve a totuigao sentimental, educada e fe anda-
da .-nenie pelo estado de Camdes e pela le
tara da Bmlia ; a soa compreb-oao estnetica
do mando e da vida, a qae applicua as formas
de arte mala simples, mais ingenua-, mais per-
leras oa sua originaria espoolaoei Jada ; a sam-
an facilidade de seclir e significar vises da
phanibU u estados d'alma, qae a nos na pa-
reciam depo s lmagras a'umi naetanbysiea eu-
otil,en oala em nveos d'oiro, n'om stimo
i ; todo l-to ba de il 'ir na historia luterana,
para sempre, em glo ioso re evo, e o'um capi-
tulo a parte, qoe ao poder* ter por epigrapbe o
nome immortal de Joao da Dos I
Emquaoto oouver alma portoguexa, serft lem-
brada e seo'ida a palzagem Ideal, formoslsima,
ceada palo p >eta; paiiagem qoe elle teceu e
formou de lado qae a natarez* tem de man
bello e de tudu que ba de mala soi'e no "api-
rilo ; paiiagem qoe, em liona-, tenues 00 em
logues escudos, ptota, esculpe ou r-ecle o
firma ente viaivel com oa seos aetros lumino-
sos, as flores brotadas do campo com a soa co-
lativa, as aves Innoceates e amorosas, a rubra
alegra des alvoradas, a me'aacollca sao la-de
dos creposcolos, o aom loogioquo do mar te
lva, o vulto distante dos montes, por onde a
alma sube at ae infinito : esta paizagem deli-
cIosj, ineffavel e pura, que a tierna figura io-
spirauva da molber amada vivifica a todu o in*
atante, e que ten por cpula tntaogivel e por
nonsonte illimitavel, o profundo, e icameaao
mys'erlo de Deus!
Poeta oara lodaa as idades, desda a iofancia
qae ella soabe iniciar oa melod a do verso, a
P4R90 que Ihe la descerrando o eotendimeoto
par um processo prodigiosamente simples, aa
primei aa HcOes da leltura, at veihice, a
qaal f sempre doca rae rdar o que baove de
melbor, de mais otanaamante sentido, o'OQtr
dide feliz : Joao de Dana foi a ser, princijal-
mate, o poeta adorado da mocidadp. A rao-
lidade porlugu za ba de comprsbeodal'O sem*
ore e querer-Iba multo, peque ideallaou o
mor ; e porque, na idealisacdio d'este sent
neoto, qoe sem ser abstracto ficoo pnrlasimo,
o poeta, qae nao rol discpulo de naot urna es-
cola, nem imitador da modelos luteranos, na-
ora< 1 oa albelos, aervio-se do qae nosso, s
toaao, verdadelramente portugus : a tradicoao
DiBBoneaoa, a epoDtiDtldada popular, a un.
presAiooabiiiiade m-ysuca da nosaa .-.igi a a
vasta rqaeza de vida, de sonbo de luz e d
c' que .- Qa neste cantu do mundo !
A' sempre gneros 1 m v:\i\ le das escolas
de?eu elle ajusta g'ofifijacao do aa 10 pasa
do. Pol am bello e.-pe taco, inlimameute con-
solador 1 Njquella hora inspinCa, como aa
du camena- o de Cames. o geilo edeve ao de
cia ; e o que se celebra eolio foi ama das
rostas muximaa de espiritoalisrao do qosso
tespo.
Anda bem qae se nao esperua pelo momen-
to da mo te ura consagrar o BtQgU'ar merec-
ment u'eete no era, a qaem a* g ragea con-
eupo'aidaa deve-naj oeo:anto d'una posaia
racumpararvet, e a qaem gu-ag^s (ataras,
d vi-ro, .l- dis-i) o lOio-e-iavel tusoaro
)ae <-lie fabricoa pa-a as creaseis, sen amor e
sea eorevo.
HireJoSoda D ai a'ami bora de profuo-1-
coinraogao nacioaal, determ'Dada por grao'ea
causas; e es.a coraraj,aj, auapeaaa pela soa
morte, apossa-83 ootra vei de nj, veoca-aoa
aqai, a porta dente temulo, qoi o ra nanen'.o
dedicado is he-01 :> la'.i'-s e oenemereociaa da
nistoria, o angas o pairan d'am reioue que
nao acaoi. a homeuagera sublime da mais
grandiosa di- artes a mais refulgente das glo-
rias d'am povo eletto.
Os fdit03 rail 11-es le frica sacoiem, pern
de p todo o o guio da nossa raja; voltam
pelo Cimi iho do raa-, d'aqaelle mar, charas te
gloria, os valen te* -ol i ido da piiria, que 00 <
iraiem, com o sea ultimo tiurapao, a pnmaira
g-anrte conralag-.i, a rassi alma collectiva, ba
into lempo cu vada e entristecida, descrate
de si e incerta do fu'uro I
Na lyra do g-and; poeta 0^0 bavia a corda
pica ; m8 bavia ou seu curagSu pefeito a sea
sibilidade te am purratnuo vivo e serio, fdito
mais de affdctoi di q ie d: palav aa ; e anda
bao que elle teve a alicidado de receber oo
ouviio o o-lm iru eco das victorias africa-
0>a. Has qae cena, que immessa pea, a
de o per erraos agi'a, qaandu ama aragem de
iiua fortaaa nos vem de a'm mar, e qaaoao
parece que oos amaina mais nos aos outros,
e iodos queremos mais a esta a lora la pdt-ia
aua e ooasa, que s tarde, muitu tarde, ae Ibe
devia abrir em amo-ave! sepultan I
Piqoe na per- etua sao lade dos que elle
amoo. e respleoda oa gloria etrea, a me no
ria de Joao de Deaa. Nao falteo ao sea tma-
lo pledoaas offdreodas de fljrds ; e venbaa a
elle, em romagem coottnua, os poeta-, aa mu-
I rieres e aa creaocus...
E vos, mogos das escolae, que cora taoto ter-
ror o auciamastes, e com tao cora-ootido adi-
cto o seguiste* boje at aqu, vele, fixal
para sempre. t-aosmitti aos outros, a tolos, a
profonda sigaificiga j moral u soa rida e da
ua mor e.
E' a boadade, Canto 00 m.is do qaa ao ge-
nio, qae estas bomenagena se rendan; e o
adorado poeta, que entra oa tmmortalidade con
um s iivru de poesiaa eolias e com a simples
carillo lofaatll, prova que o Ideal* exista no
o*s > lempo, e que vale a peua procural o e
servil-o I
Este sobarbo elogio fuoebre do inolvide
v-I poeta, inapi'oa a Feraanles Guata, o autor
do Poema do IieaU, oa aegoiatea primorosos
versos, a Joo de Daos, depois de oavir Anto-
nio Candido :
Poeta I no ten eaquifa luminoso,
Tivexteas honras da maior gran lea I
Abrio-te aa portaa do fiaal repouso
A aguia da tribuna portuguesa.
Palavra* d'oiro, limuldas. vibrantes,
Cala ama das qaaea, qjaolo cabla
as las cinzas, anda palpitantes,
Era um beijo de luz e de harmona. 1
Po :ta, e s poeta I barailde e doce I
F r ira lea- faaeraes, de om rei antigo I
deviaa Eloqoencia debracoo se
Ab'iodo aa asaa sobre o tea jaslgo.
Foi dar-te a despedida derradeira,
Qaem fa, n'ootroa tempoa de mala f,
Na tribuna sagrada outro Vieira,
no palpito fraacez am Bosaaet.
E vio-se, oataoacenaria respienlente!
Qnndo entravas na loa do eterno dia
Bandado noa clarOea do sol poaate,
A Eluqoeacia saudando a Poesa I
Api profere commovido discurso o es tu
dante de Coimbra Alexandra Braga, que dia qaa
preciso perpetuar a alma da genial poeta e
qae desta maalfestacav saia am caloroso grito
a patria.
Era nome da impreosa falln Uagalbaes
Lima, qae profere aa seguntes palavras :
Veobo, meas sen horas, am nome da im-
prensa, beijar a mfto do meatro querido va
nbo celebrar um simples, um oom, am pia-
ban, e um humilde ; vendo srngsliraente, sem
porases nem 'roldo, diier un ultimo aleas ao
sigo das creangas o ao bemfeitir dos peqie-
ninos e doa obscoroa.
Elle foi um j- ato e am saoto.
O sen espirito sereno alaeoa-a do sund) e
a sua ida contemplulva isoloa o dos borneas.
poeta, cantea o amor; pedagogo,eosinou os
gnorantes ; apostla e evangelista, foi a p r-
ioniQcaao do altruismo e da bondade ba-
nana
Nunca aa grandezas o desvanecern) n -m
as pompas da (erra o sednztram. Amou o
munr'o oe qoe elle tem de amorav-l de bem
e de tocantet ou as estrellas do co, amou
as arvores, amoo as flore?, amoa a raiilner,
amia a creanga, amoa o seu paiz. EIU symoo-
1: ., em vida toda ama religiao a- paz, de con-
cor i*, de tolerancia e de frteruldade. e i>or
tase a saa morte, pondo o lato nos co agO s. roa
tronxe a este lugar, reunidos n'ura mesmo peo-
ame ii 1 e u'uraa m-'-mi aapirag&na aspira-
gao suprema de o imita- ca sua b ndade e oa
ua de lir-agao petos pequeos o pelos bumi:*
dea.
Sejamos, como elle mr-ui aenbor;s.
boas, tolerantee, amigo doa lnfelisea e amigos
da o isaa patria.
.-' o amor rasga a e s a hndanle ra*
ulme.
O S-. Jayme Rineiro despedio-3e do grao-
de poe a em nome da Academia de Lfeboa e
xal'nu h sua obra.
O S Luiz Os rio r^cltou este sentido ane'
em'que ha om coccdito d mais.fdliz opportoni.
i.t-i :
lomo adormece a peqcenioa av/s,
Poni a cabera Ideal d'baixo da aza,
Uraa rbea de luz, immensa, raa,
Du-raa o ten coraglo, meigo e suave.
Possa a tua alma, esvac n fn, grave,
as victos altivas desta casa,
Oogil a bem. no puro amor e b.-az*,
Q te e- a. em teu peito, a lumioosa chave.
Qstlaa de amor estes agr los po'trs,
Paire a toa alma pola nave imneos 1,
Ara -mae bem os mmos grandea merto?.
Sanri ;n -ra a loz des'a slvorada,
a-np-rera bem esls man a lotensa,
Dem-no* alma g-anae k f sagrada.
O Sr. Eduardo ie Smi?, eatudan'e da
Socola Medico-cirarglca do Po". 1, f 1 I em oo.
rae da Academia daqaella cili le.
Procura deHnlr o poeta, qae diz se- o poeta
la mocldale. M.s, tem a dizer, interp-etaodo
o 'mi. di s seas caraaraaas. qa a sua borne.
uagem representa um p o e- o, po-ioe a gora
-e Joio de D as se destaca no meio da aoaa
deeadeoda m>rai, e que a mane ra mais solida
eefHtaz de perpetuar a 15 > alta mean-lado
io era a qaem. tanto na vi la co do oa mote
aa tizerara aootbeosea qoe alada se nao vi am
em Ponogal, era adoptir a Carlha Mater.
nal.
Reciton depois doloridas eodeixaa o dir.
tinelo poeta agoriioo Aario Coben.
- Remata as desped 1 -b o S-. Alfredo Ser.
rio qoe se despedio nao como discpulo do
ra -are, mas como se de'osle ura l o de s u
pai, sendo assim esto ira i -r o que velo -c :en .
t iar um dos traeos to tyoico* d- pbysionomia
de Joao de Deas : a sua ioagaalavel bondade e
raeignice.
A morte do grande poeta, qoe foi ao mas
mo empo um oemfe'itor, veio abrir om triste
p.-eninese oaa mjnifestages da .legra geral
a p i psito do iU'cpsso d s a mas portugaezas
na frica ; e oa doas acoDt cimeotoa, um de
al gria e ootro de luto, ra-iinaram as colara
aas dos jornaas destea ltimos d aa, b miado a
raeaquioba e arengue ra poltica dos partidos
com que de ordina-io ellas oos eaclam.
O paquebote Reichstag ja desembarcoo
urna pa.-te dos expediciona-ios de volta deLou-
rengn Mirqaes.
O Zaire com um s-gundo contingente pa'-
-a-a ba deas oa tres das pelas libas de Cabo
Verde, e por tira o transporte Urca deixou
Lou-eag-o Marques, no domingo, conduzlado
resto das tropas qae se repatriara, bem como
Gangtinbaoa, Z chacha at G mnacientemeot
esperados e que aeran iaieroados na praga de
El vas, onde podero el les med tar a sua voota.
de sobra a ostabiltdade das graodesas em
geral e especialmente daqnellas dos res oe
gros.
Gangunhana, como rei de Gaza, teve todas as
b raras, inclusive a do interview ; e a eate de.
vemos poder dar alguna detaibea aobre saa
peseoa e aoore a mantara como ella compre
bendia a existen ca.
Cbeio do corpo. um poaco reforcado Gangu-
nhana um nomem eitremameo e vigoro o
multo ag I e de um exterior menos mal. mes.
mo no rosto qae, em vez do naris p de mar.
mita dos negros de raga inferior, oroado de
ara appeadice nazl oe um modelo acceitavel
O olnar vivo, expresstvo e iotelligen e.
GjiigaobOa passa por bora administrador e
possala riqueza consideravel, representada por
odas e boas libras esiernis, por martira.
pelos reoaobos, etc.
Era om baoil poltico e um diplon>ta pas-
sado jo no neahura ; qae corraoeneu J a com
-ara perspicacia, quando a cousa Ibe oieressa-
a, mas emoutava-se-lhe a ateiligeocia quan-
do outras erara as coodiges, e eniao acirra-
v.-se n'uma idea aosurda qoaiquer, contra a
qual nao tirava resultado a lgica mais carra-
da.
E' assim qae qaando quizeram caoveacer o
qosso noraem para deixar laogar om impostu
aobre as palnoUs de seos loni .tos, e aut
ruar a percepgao do raeamo, elle moatroo-sa
de accordo em p-tncipina, atontando, porem :
Va la, ea me encorrega-ei da percepgao destea
impoatos, e nao os crneos ; remettere meta
de ao re de Portugal, e goardarei a outra paa
mim, como de justiga. Ko: em vo qae pro-
cararam demonstrar-iae, que o exercicio da
soberana do re de Portugal nao se operava
po- iaiereeocao de um vassallo na percepgao
doaimpoatoa do Batato portugaei; Ganga-
nhona nao celia de aeu modo d3 comprehen*
aer o que era regalar, aia la qae eatava de ac-
co do parfeitameate em a aplicar o p-inciplo
em discussao a rdspeito dos propnoa vassa.-
los.
Tinha por cansa muio pratica adorar ao
raeamo lempo a Deoa e ao di.bo ; e bmqoanto
aBectava de portugaez e de iao bem amado
do rei D. Garlos, o astucioso negro uiaatioba
estrena relagea com >a inglezes, aos quae
eoviava aeireameule embaixalores. Dj son
que, quando am da as auto-id* les portugue-
sas appreueaderam um vaporaiabo ioglez ua
entrada do Limpopo, porqoe descobriram que
elle trazta 1,000 (aiis Manioi-Heary e maaices
para Gunganhana, eate Ungi igoo-ar indo ;
mas nao conseatio em recasar o preaenie da
rainha Victoria senao cora a promessa do en-
viar-lue o rei de Portugal 2.00) futs porta -
ga-ozes para compenaaf-o I
Gunganhana nao ura regulo da inatlnclos
sungaraarios, e tem sido calumnia lo, quaa o
o curaparam com o ex-rei do Dauomey sob tal
relago, porque elle olo ae eolregava, como
eate ul.imo, caraiQciaa fora de tempo ae
guerra. lato, porem, nao quer dixer que elle
levsae o escrpulo ao ponto de abser-sa de
enviar a am maado melnor qualquer qae o lo*
commodaaae aeBte suoianar; mas, fasiara do-
cemente, fazia ja ar o pobre diabo de qoe que-
na desembaragar ae pa.- meios tao discretas
quanto era posaivel, o veoeao por exeoplo, e
s mpre s albeiava nesaea ac-ildentes da qual -
quer intervengao.
Era sarama, usava de formas para guardar
as apoareocias ; o qae a parta de am rei, qae
se c currecio dansaudo litteralmente n dien-
te de seos gaerrelros, com a frunta ciaglda de
saa coa de plumas, realmente digno de
elogios t
Gtingunbaoa tem o defeito de beber, mas
nao se entregava aos praserea de Bacbo senao
depola de baver dado expediente aos negocios
paolicos, o que era o sea prtmeiro cuitado to-
das as maohas. SacrQcava tambera de boa
vootade urna diviodada do paganismo, a Ve!
nos ; e sob asta devogao onnservava am respe*
tavel aerralao, lendo em 1891 e 1892 oitenta e
seis compaoheiraa regulares, mas para variar
om pou.'o posauia tambem ama reserva da mol
taa duziaa de mulbama de axtraecao menos ao-
bre, qae nao habitavam oo sea kraal, m?s s
qaaea lancava o tango ao curso da soas ex'
corsoaa pelo reino, oo mesmo qae chamava a
Mai jacaze i vootade de anas pbantasias.
J O transporta Zaire condoiindo o grosso
do corpo expedicionario de LoareauO Marques,
ob vencedores, da Magell a Msjscais, da Coelel-
la e Chaimlte' ebegoa autaattndo um poaco a
bora espereda.
Llaooa do- la anda qaando a fragata D-
Peroando, ancorada no po't-o, deu oa res tiros
de canoa >, sigoal conveocionado para anun-
ciar a cnegada niqueles que se quana a-.cla-
mar ; e passado o primero mal; de nrp a*
ia, a fdllz nova espaih >o*se rpidamente.
Orna no-a mais tarde as Irooas da guarn'j&o
puan ira-.' em macha e o povo c megava a
drigir-se para o Tejo, para reeeber os bravas
rae foram a oatra ex emi leda do mando, son
um clima uio-tifero, tnoi raspeitar o pavilho
u Byaosa a boora e o passado glorioso da
rai patria, e qae regressavara da heroica cuar
panha cora as palmas da victoria.
Bem que ven.3ture, aao lamoem victimas
do dever, digno* mil vexes da8 acclumavfcs e
das pr.1v.19 di .-ympatbia cura qa^ Ins tem
eilo acolnn.aa falta ao puiz.
a'soafreoiemarssbava o''o-ouel talh>rdo.
o cummaadanie en cief 3 da ex.e igao e foi
nata-almente o objecio ao ovagos e .tbuaiesti*
es 8.
O dino iffi. al pareca coofun ii a enl a-
da triomphai qae se Ihe reservava, as-im co-
mo aos bom ns. qae consueam como oro
D u*, e e'ect ament ella fez milagrea em
Af-ica.
M.80 cjrooel Galharo, qui tanto tem de
modestia qaanl> ue n.-avur?, c simpieazen e
o seu deve-.
Honra 1 ee braco valorlo, do que a patria
8? o'gulna.
Ao con-eineiro An'onio Enn^s, o commlsa-
rlo real, loma igualmente orna larga parte aos
sur-e-gsos, (aeo paiz relebn neae mom<>n o.
Munidos dos oede-es m;-is ixienaos, foi o
org^nisador r^spno-avel di ca opanna que ac
ba de ter tao feliz xito, dando co.npleto 'fes*
raro'no as p ; i:gO s de desastre, fo muladas
ao* jernaes da mel opole.
O nnnR*lne;ro Antoolo Ea es thegoo am
n Z ir,, e partlhra i^aalmenie, com" o me-
raoe, di? fi-iiejes reaes e daa acclacago'.'
la moit'cao.
MUSICIANA
REVSTA DIARIA

EPHEMERIDES LYRICAS
9 de Fevereiro
176l=N iseimento do g-ande pianista Ladis
lau Duasek.
185l=Petrella fa/. cantar era aples, no
Iheairo S Cario,a>a sua opera='Marco Vis-
con
lS-il = Em aplas vai scena a opera-=
T'to Vziu=lo maestro Giovann.
Apparece no Scala, o=Falstaff=de Verdi.
Dia lO
1822'Rossin aprsenla na scena do theatro
S. Cario, de NaBoles, a sua opara-Zalraira.
1838 -O maestro Uazzucato faz cuntir em
Miotova, a sua primeira opera-Esmeral-
da.
1884 Cicon, profes or de canto, apresenta
na cidade de Spello a operaSal.
1894 -Apparece em Madrid oFalstaffde
Verdi.
ARTES E ARTISTAS
l.d Jacquerle
Na Opera Cmica, de Pariz, represen-
tou-se em fina do Dezembro, pela pri-
meira vez, a opera em quatre actos,
La Jacqiur, comegada por Calo, aacto
do Re d'Is, e terminada por Coquard,
auctor de renome entre os msicos fran-
ceses.
O assumpto, alias urna benaHd'ade,
tirado da historia da revolta dos campo-
nezes no secuto quatorze.
E' a histor a ds um pastor que ama a
filba de um senhor e para obter a
sua mo pratica loucuras.
No segundo acto a insigne cantora
Mlle. Dlma faz saliente panel que Ibe
tem conquistado estrondosoB applausos.

Acha-s-j *rabalbndo no Theatro S3o
Carlos, em Lsbo >, urna graule compa-
nb>a 'yrica cajo eleoco o segiiote:
Maestros directores de : osebestra
Goula Giovann e Pintorno Vincenzo,
Maeetro de loros, Giusti G'ustj.
Sopranos : iarcle Haricle, Bonapla-
t*-Bau, Carmen, Lab a Fausta, Stromfel
Kiamsinska, Alessandrina, Bignard Lina.
Meio sopranos contraltos ; rfant relh
Araedaa, Pagnoni 'esira.
Primeiros tenores : Marcoai Fraac-'s-
co, Prez Gerardo, Verner e Albert.
Primeiros barytonos : Blancbart Ra-
mour, M'>des Antonio.
Primeiros baixos ; Do Grazie Ginsep-
pe, Dubua Francesco, Rinaldi Egisto.
Dama comprimaria Castiglini Caro-
lina.
Tenores comprimarios : Roiz Giusep-
pe, BUnquer Bemardino.
Directores de scena : Magnani Luigi,
Salar ek Eugenio.
Sceaograpbos ; Maniai Luigi, Sama-
rana Angelo.
Ponto : Frangiolini Giaseppe.
Agente3 : Fano Alessandro, Zapperti
Francesco.
A orchestra composta de 60 pro-
feasores : os coros de 60 coristas e a
banda marcial de 30 ejecutantes.
Alm de outras, cantar-se-ha na pre-
sente poc ama opera de Wagner
ainda nao ouvida em Lisboa.
O corpo de baile composto de 16
bailarinas.
*
Brevemente ebegara ao Rio de Ja-
neiro o Sr. Hugo Bi radi que na Italia,
na Hespanha e em Portugal foi procla-
madoo nico rival de Frgoli.
Este artiata acaba de fazer extraordi-
nario successo no Chile, e actualmente
a acha em Buenos Ayres, contratado
pelo conhecido emprezario Ducci, que
Sretende trazel-o a esta capital em fas
e Fevereiro prximo.
Jornaes de Genova, Barcelona, Ma-
drid, Lisboa, Porto etc fazem os amores
elogios ao Sr. Hugo. j .*
* *
No Eldorado, em Bircelona, repre-
aentou-se ltimamente s zarzuelas em
um acto : EX Seor Barn, de Zebala a
O estudiante endiabrado de Vidal y Li-
moaa.
ESGRIMO
Datan quadra*
FERNANDES COSTA
Quando ella p isaa na ra,
Vo em grandes multidSes,
Traz della, pediado esmola,
Enlames de ooracSes.
Ella, ao ver tanta pobreza,
Encolhe oa hombros e ri-ee :
Ficava maia pobrd qu ellea
Sa a Unto pobre acudase.
Perdo O Ex ra. Sr. 3r. Go Vcroador do
Estado, por decreto e bootem, peroou ao
aeoleocado Joaquim Telles de Meoeiea o reato
da peoa a que foi coudemoado pelo jury desta
capital.
I.lcenyO Sr. Dr. Secretario da Justica,
por portara de 6 do correte, coocedeu ao
promotor publico do municipio de Panellas,
bacharel Joa Martina de Aadrade, 30 das de
LiceDca para tratar de soa sade, com orde- .
nado oa forma da lei, devendo entrar no goso
da mesma dentro da prazo d 15 das.
Concelho Municipal- Era aesaao de
bomem foi Bolemoemeote empossado no cargo
de frefeito do Municipioj) Esm. Sr. Dr. Jos
Cupertino Coelbs Cintra.
Fui lida apa o acto da pesse a regulte mo.
g5o :
O Coocelbo Mor.icipal do Recife, identifican,
dc-se com aa justas e exp ntaneaa pruvas da
apreso e duvlda ccasideragao que o brioso
povo pernaxbucnno preslou ao Exm. Sr. Dr;
Jos Cupertioo Coelno Ciatra, digno Prefeito
dea'.e Mancirio, por oecasiao de sea regresso
a esta altiva e cobre Ierra, vem boje, rendendo
preito e bomenagem a tSo egregio e patritico
eftfldfo, felictalo pelo esolealido triuacpbo
qae cbteve nai elelcfiaa de SO de SftsmDro do
anno passado, cas quaes, cao obatante terem
ddo disputadas com todo o denodo pela oppo.
bIc.5o, ccnaeeoio elle ser sasrado por deapro.
porcional maioria, ebefe do poier exfcotivo
tcunicipal.
O Conceibo Manlcipal do Rscife, confiado na
ta?ta luEiragao de S. Kxc, no seo acrisolado
patriotiamr, na una forga de vontade lnexce.
divel, e ca3 exuber selo da represen'ar,ao nacional, pelos negocies
deste heroico Estado, nui e a profunda convic.
gao de que S. Exc. sabe/ ttender as muiti.
pas necessldades desle Municipio, e ao bem
estar de seos babtaniea com aquella eollcitude
q.ie Ibe peculiar, e que reconheclda por
iodos qoanto8 nao se dexam desvai-ar por
merquinnes odios e inconf^ssaveis paixOas de
urna poltica abaetsrdada ; asseguraedo, desde
j, a soa Exc. a mais completa aolidariedade e
a mais perfeita ioa'ter&biildade doa lagos que
p-endem oa dous poiere8 Legislativo e Ete.
cutivo aa~.i:lpaes, afn de que coda um pro8lga
d aa8sombradameote oo caminbo dos deveras
qae era le Ibe eao tragdos.
Sala das sesEOes do Coacelao Municipal do
Recife, 8 de Fevereiro de 1896.
Joaqnim Alves da Fonseca,
Presidente.
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
i. Secretario.
Miguel de Abren Macedo,
J. Secretarlo.
Bernardo Damiao Cavaleante Pesao.
Herminio E. de Figoeiredo.
Alrxandre doa Santos Selva.
Marcos Joe da Silva.
Maooel Thomaz de Souza.
Luii da Veiga Pcssoo.
Pedro lveo ds Souza Brasil.
Maooel Joaqurm da Cuata Ramos.
Francisco Gurgel do Amaral.
Alfredo dos Santos Almeida.
Eleif&o senatorial Cbegaram-nos
novos reaultados dos varios districtos, os quaes
elevara a votagao j pub'icada do seguate
modo :
! DISTR1CT0
Desembargador Maooel Caldas Bar.
reto
2- DISTRICTO
DesembargadorJManoel Caldas Bar.
reto
3- DISTRICTO
Desambargador [Maooel Caldas Bar.
reto
4- DISTRICTO
Desembargaior Manoel Caldas Bar.
reto
5- DISTriCTO
Desembargador Manoel Caldas Bar.
reto
RECAPITCLAgO
Votos
1.83
3.KW
1.824
3.126
1.711
Desembargador Manoel Caldas Bar.
reto 12.W4
Manifcstafio de aprefoAote-hon-
tem o Exm. Sr. Dr. Jos ae Cupertino Coelbo
Cintra foi alvo de uraa maoifestagao de aprego
po- pirte do eleitorado da Magdalena.
Tendo.se reuoldo oa eleitores na residencia
do Exm. Sr. Bsro de Nazaretb d'abi dirig-
ram-8e com ama Daoda de msica a linha de
Caxaoga onde tomaram um trem esp -c ai que
o- conduzlo a Vanea, onde reatde o Dr. Cia-
tra.
Fallou o Sr. Barao de Nazaretb que em um
bem improvisado discurso salientou as b -lias
qoalidadea que ora in o digno prefeito do Re-
cife.
Em segoida oroa brilbaotemente o D-. C n-
trg, agradecendo a manif s'agSo e oovidando
os maoifestantes a st-rvirem-se de ura copo de
cerveja sendo por essa 'occseiao trocados di.
versos briodes dentre os quaes destacaram se
os segoistes :
Do Exm. S Baro de Nazaretb ao Exm. Sr.
Or. B'-nona Lima e a soa Exma. coosorte ;
Do Exm. Sr. Dr. Coelbo Cintra ao Exm. Sr.
Barao de Nazaretb.
Deate ao coronel Dimiao Ca valsante Pa-
80.
Por no'ca vez cump-imeotarao3 tambem ao
manif.*t4do, oosao dls'inetisa'rao amiec.
General Francisco Xavier da V.
Cabral- Tiveraos ooatem a roenra e aatlsfa.
cao ne receber a amavel viaila do bravo Govar-
nador do Amap, Exm. Sr. General Francisco
Xavier da Veiga Cabral.
S. Ex', passagr.ro da paquete Brazil e
acba-se era viagem para a Capital Federal.
Penboradi8sirao3 pela fineza deaejamos.loe
que tona ventos o conduzam ao aeu destino e
qoe cedo recupere a saude qae per leu no meio
de tanto i luctaa qae puzeam em evilencU a
sua bravura e n eu valo*.
Dr. Antonio Carlos BeltraoA
bordo do paquete Orellana da Companbia do
Pacifica, caega hoje da Capital Federal o Sr.
Dr. Aotonio Carlos de Arruda Beltrao. enge-
nbeiro civil e actual directorgerente da Oom-
paohia Industrial Assucareira deste Estado.
O desembarque efeciuar-se-ba as 8 horas da
manha no caes da Liogueta.
Os empregados da compaobia e alguna(ami-
gos irao recebel-o borde e da Lmmda
lutrao era 'carros para a usina Bellrao onde
Ibe aer oflerecidoum opparo almogo.
Nossa- MicitasOa. ao Sr. Dr. Arruda Ba Itrio
Festividades reUaiosas-Realizam-
se hoje aa aeguintea : __
De S. Franciaco de Paula, em Caxang, con-
stando o progrmala do seguate :
A'b 5 boraa da manba, urna salva, que an-
nunciar aoa fleta o dia da testa do glorioso
Dadroairo da capaila.
A'a 10 1/2 horas da manha, ter lugar a mis
sa cantada, officiande o Revm. conego LuJx
Francisco de Araujo, e pregando ao Evangelbo
conego Rangel.
A' tarde haver ladainha grande orebea*,
itra. ^a_
r
1
1
v

,.-
C".





/'
w~
IlUirlo de Permaintiuco Domingo 9de FeveraiiM de i^%**6
Dartnte lo4o o dia locar a msica do l.-(
corno de polica, e a noiie, coojunUmeoie, a
do-2 corpo. -
Aps ladaioba ser queimado um grande
logo artificial .
A coramisso da alluida fesla empeoba so
m dr-lh8 o nvixluo brilho .....
Tambem r*li-a-se doja a festmdade re-
ligiosa da ISossa Senbora das Fronter s da
Estancia. .. ...
H vera missa soleme *ll horas do da
orando ao Evangelio Frei Augusto da Imcna
calada Conceico ;el5 horas ladaioha, que
ser precedida le seritao.
Em todos os actos tocar ama banda mar
Clttl
Hecie Dralnog -N< serca^-Apedido
_o> ., ..o ..um^o e no tm l re urna re
.laro^ai sirul o flsc I R-cjfeDln.g>soD e o mo estado dos fpa-
reinos ua oa Vijoei do Herval.
Br'div.M mt a e-U ra laroaeao muaam-
00* o seo uta .
a reiJ.m cao f i a pelos ojo-artorea oa roa
UVaae ce H >l ;>e-ida a o>Rtru po te r
reira no cano (e-fcl fla Compaohia Recife
Dr-in-ge. une p^sfa pi-U aliaima ru^-, o qtal
provoca nj'b feridi B'saa riA ucces ao (requemes etn toda
citiide, n-viii itiffinnjeTftp ao raudj 6o en*
caoamtGto dos Bppareloos, que j sise
moito ittraal0, ne< easiUodo de oaia reno
v?co 8 mpie.i-.
C-mpf, enl e'ao'o, declarar qoo ]a riram
tcm-d-s as provdsor-iss uo eoiiu de se: des'
tbr nido relindo cuo.
Para 'i ora- da do ioterese qael tara to-
mado a aliaCo 4a Corap.otiu !>elo Oim es
urdo pnb'icn, t>s.-ta oiierqsees coe-tos man-
ales ii|H po .>rovm sobem ones-al
ro*u e -o nuxeo de 200 300. e qu teiu fes
at.n'^H n u :l)i io '- *' os apparei:o
Oop bhm >-> oi* raa a oidaje.
Afor >?* roOCVOOl a Corr-panhia exccuia
riqa- -a. Wlicladw por particular 8 Q.oe
cptri *o i U i'O di 500 a 700.
annem ir-oilas e.ea as obstrorcOes do
sDDa'Pih 8 .-ao .evidi. a filia oe cuidado do-
IcquiiMoa qoe dMp.jim ,s mesrxos m*i.-
nado?, 'o *, Piu 8, ef., cubforme se
teo vorifiia o. .
AiemdiHSo rtis^m rx,uilo5 encanan en!
t d-a casas anB eociiamen
Gre-
a
i 8 i!e
agoap 8 .vl"8s > V"
nel i* p'opriftarios
ItB da Cearanh a o qoe n ovo eonrorre par,
o mo rSCC!008lDBnm doa appareibos. de m>-
do que ne sexpre Bao jo-tas as retlamasOe
como parecFm
Eapectacnlo Hoj^, no theatro da Club
Dramtico, a Arcadia Dramtica realua um
bem oryaniaado esp-ctarulo em benefacio do
curso iocturno da mesma sociedade.
Levar-se-ha Bcena a appamlosa pega de
Eduardo Gairido A ridBlu-nha das Amo
reN?"intervallo do segundo para o terreiro
acto ser cantado o celebre Duettn dos (
pos de Sol pelos cympalhicos artistas
eorio Velaaco e sua eposa D. ; ontreras.
O n-sto dos bilheles achnm se venda
bilheler das 7 lionas ero dianie.
Dr. Serzedeile S guio hoitera para o
Eslailo do Para o Exm Sr. L>r. Serzedello
Crrela.
Baaviseem 6 qn"* desdamos Ihe.
Dr. Affonsn Bandlvira E^te dislin
Cto a-ivcgado na Capital Federal, que ha pou-
cos das acba-se en^re nos, veio hontem visi*
lar-no", pelo que Ihe somos grato*
LadftiHIm -Amanha tarde hnver la-
dainha em hiuvor a S. Braz, oa i**ja deNossa
S -nhora do Terco, sendo o ultimo dia de ben-
jao de gargantas.
Compantala M annfact ora de
Pliosporo-Reo t-m i-e u>ai ba cn a^- \-.
Di* e s- coropa^H* em te-so de aa-ero.
bli nirsoWBrt, para tra'ar acarra ne .p.
enurt re ir, po-a. a e d-interese da m m ri- panbiJ.
Slajor Mampato -E'.vi a n> s s o cariSr
de ui .lii'if Sr. ni JO" Flpete A'ao|.
Ssnp lo. ex-irereu e da Compannn Fn-ro Car
cil, que scgne para o R o ^e Jelrj ood? s-
deo' ra- aigcm 'mp '.
G'atcs.
Hospital Porngae-E' me Mora o y
sema.,a e9a 16 lu co.eutecS" AQ'UB'i
Go ClViS Perra '-.es
Ou:r -J'n : oe ora ta dtonta liavS'I mas
CorybaiitAa Oadcnse-'jflos mi
mose^iio-* cim uro CouffU* pira itiitrcios t
5' soJrte da u-ry.aotia- Olr.ideose q-ie leve lu
gar ho tero.
Penbca'of:, Be'a-acojo' mibilda-le.
erurso crime- Pelo D: Miguel B?r
na roo V na e Auo 'i Ii.ujs o -qoia-io-
cem n01 Vjlunoe de '8z 8 arre>-;oiarli pelo
merco doctor n'o o reeor.-o crime ao Tr buo>
de Ju-tga "o S. Pao o.
Ae'a'reriio*.
Porsrta Recebemos i:ro extmpiar linoa i.oe.-ia cfferni-a Exm. Sr. r. Jo
Coperiino Cor-lb i Co'ra po Sr. capnao B-l.
larrtiio F. C. Alftetua.
0>" Moa.
IldefonoTaTarc-Dep^sagerr. p'*
oaoi va Reooollca, irrtt uos o prater a<- Mi.a
vicila o Br. UdtfHKO Tava e-, r portar l'.a
Provinfia :o t'a- .
O Sf. Tjva.ta ma em tonca ue-ne i; ra-
para n' eude.
O Hydrophobo-S)bre a mesa de traba
llio temos, devido aoamnvel offeraiimauto dos
Srs. rtugo & C, um lvro a9im intitulado, de-
que au or o Sr. Faria Nev.-a Sobriniio.
Esse livro, que faz parte da CollercSo Ks-
meralda Iilustrnda de que os Srs. Hug sao
editores cuidadosa e luxu smente nupreso
e acompaobado o texto de tiniasimas grasu
ras o que censlitoe um allestad i da boa vi l-
tale que caracl. risa a me.-ma casa editora
coro relagSo aos autores nacionaes, cujas pro-
dueges lem se empenhado em d vulgar.
0 Hydroph bo 6 urna collecgao de alguns
cornos, varios dos quaes se nSo nos engaa-
mos, j dados e tamp na mprensa desta
cida'de, servindo o primeiro de tpi^mphe
obra.
Sem pretengSo de faier urna critica no rigor
da palavm, ao livro, de qoe apenas tzemos
leilura ligeira,- do que podemos 1er ni h de-
mo admente, -nos licito affirmar que os con
t e cnfeixados no Hydrophobo sao 80S'-<-|>ti-
%e:3 da agradar r tero msalo alguos tu dios
cuja belleza patente.
Uto coro impressao geral ; a critican) :n-
ciosa, todava, podar uesrobrir, qui e all,
ir.decises de estylo e, algumas veaeg, a Lu
do colorido indispensavel precisSo de uro o
oulro qundro que nos aprseme o autir.
Enlretanlo isio encontra absollgao plena
desde que o autor do lvro /ai anda em ro-
ruego de romaria Iliteraria, e a todos que co
megam so co-nmuns essaa vacil agrjfS do es-
plrtto, peccado8 que nao devem tomar vulto
em face da critica, e de qne'afinal sabem mais
tarte eximir-se os que procuram estu lar e
meditar sobre as bras dos mestres.
Acreditamos que o autor do Hylrophobo
est neste caso e que, portante, n u i a de suas
obraa em via de publicago, puder nos ha
a;-, "-sentar uro trabalbo, porventura mais me-
ditado e mais revela -or Oa urna indivi tullida-
de literaria.
Todos sabemoe como sSo boje apurados oa
proces08 d'arle. a si oa poesa a azigencia
grande, nSo o meaos no cooto: procurar,
pois, s-iru-r as pegadas luminosas dos mes
tres,' tal deye ser o escopo dos que se a pre-
sentara na cela, cotabater e atlnal vencer, como acreditamos
que po83ue o autor do Hvdrophobo..
Aos Srs. Hugo & C, editores, somos moito
penharados pela nueza da otferta do ezempLr
do atludido livro.
fnliumaffio provlaarla O Begumte
caso engragadissimo deu se em Antuerpia, se-
gundo narra o correspondente de Pars para o
Correio-Paullstaoo* :
0 cadver de um rico propietario, fallecido
na vespera, foi levado no eauao para a casa do
emprezsrlo da servicos fnebres,
Nesse da, jusiameole, elle dava um baile, e
quaodo este attingia o seu maor esplendor,
um cavalheiro em grande toilette, 4e sarao
en'.rou e reunio-se A bella seciedade. Baogou
com a mulher e filba do empraiario e dtver-
tio-ae a grande.
O dono da cas ao vel-o disae comsigo : en
ja vi esta cara : tlnha, porm, acanhameoto da
perguntar Iba o noi e.
Pouco a pouco os convidados rellraram-ae ;
e o desconhecido ficou.
Vou mandar buscar um .carro para V.
Exc, di sea o emprezaro.
Na", obrigado, moro Ba casa.
V. Exc. mora aqui ?
E' iropossivel que V. Exc. n&o rae co-
nhega. Sou o cad .ver que Ihe trouxeram esta
ddsdM.
Iroaginem o apuro 1o emprezario que, pres-
suroso corren *o deposito mortuario a ancn-
trou o caixao vrso I
Sua mulher e ra* fllba tinham dangado com
um defunto.
Naturalmente a axplieagaoseguio-se.
O capitalista tinha estado era lethargia pro-
funda, liona acordado de vez, ouviodo a msica
c luido da (langa.
Hornera de espirito, comprehendeu o lado
humoriAlico a aventura, sabio do raix&o e
com estava ero trajes proprios subij aos saldas
do baile !
L'niao Typogrraphica C nforme a
anoouc o uo val i-u'K.a-i. oa -cego compe
iei.ti*, lar. loaar hj- II har, em olti
roa roo0Ciigfo, a t-^eigao da nova directora
de-s* b-oeoien associi-cso.
S odera vo'r e se* vutaloj os Bocios
ajaiiaa p com os cofres sociaee.
Era Vova* R esoem m e reerstrato i>
gru. b u o. 5, aoao Vil, dasae p-noH;:o reli-
b oeo que se pibhca oasta cidate, aob a dir
cg ,io Ex.u vu-aro Au-.-osto P'aiklio.
D'ell'i rxt ihisoo. coro a levlda venia, bs.
eu nte n ticia, soD a e;i tra h-i P qu-a> se'
roma o :
O o. sno veiranlo bi pi O. Uaooal. ien to
erop-e a polla o bem esaintu i d"8 a dioc 8
a (jnal consaara <-a ec:al lerou a pa'er l, e
recoonei-eti ro a riecesmdade -ta pep'rstgSo d-
ollegio GHoeMaaa tfo s-raiiarij or,>prhroe-iti
dti, aflm de mas luiimtnie roiseg),r eate
eoi tti isslroos flos 8JC!aes, resol ven a altar o
faltoso off e neilli-t oa no ei.ti 'o de preparar os jovens as
piraotes ao aacerdori .
Asslm rawlwn tonif privsoriaroene ni
Moste ro Je S. Bjoto. em O inda, o p-qoeno bj-
mir-ario par* ftrncagai Telie os aoral essieo.
lira para p-Ho-r..gj dos aspcaoie a aora
gar o e3ado clerical.
Aht permanecen o piueoo em nrio at
;u<- s-j'-i po8ivel i '.staoral.o em e (i io ade.
qoado,. oj i dire^So srr a oflada a >s roesos
-ellKiosa qoe. coro aace dotes naciooaes, se
eocafegar&i tao.r.em do enamo.
.Nao poda ser me h: r o pena miento do dig.
n prel'do qe em toioa os s os actor, vi-a
s mpre o m>irr b'm espiritual, para os seo-
qo-rHoF dio pssdor ,
(Sociedade V'frllaneia eSegredo
Krsa s-ocp'jao b*-oeh en'e teltb-a oojn -ro
sua seje a u 1 i.p -- i--z, orna re.-B&o m i*
*na p-r. B a directo a teni.-e esf-gado rara oBVeeer
n= nvn' -o^'os i ma oompnsa fesla.
Silva Ollveira-A bordo do Brazil
situio homaro p r.i a Baha, onde vai conti-
nuar os seus estudos na Faruldadede Medici-
na, o nosso co-estadano S:lva Oliveira, nome
vantajosament>! coohecido as lett'as p trias.
Grat>s s despulidas que noa fez, des-ja-
mo* que pr aperos ventos con tuzara o (aleo*
t0o mogo ao seualmpjado desuno.
I mn ariosa cstatitlea 'r ba -i
apparecer em B-rilrn urna curiosa estatifica
autnoiogica : um resura > de t das as obras es-
cripias o^ste seculo, por aut rea cujos njmes
actum-se no Imxnack de Gotha.
Cada fragmento precedido de urna ligeira
noticia nographica do autor, redigida por
Georges Zimmermann.
Tnnia e seis principes estao ali representa-
dos ; citemos os mata celebres : a rainha Eli
zabeth, da Roumania, (Carmen Sylva), o duque
de Sixe Cobourgo, o principe George, da Prus-
sia, o rei Joao de Saxe (qua e3creveu sob o
pst-u lonyrao de Phllal. t.ies), e o rei Osear, da
Suecia.
Figura em pri.r.eiro lugar n curiosa colie-
cgSo o imperador Guilherroe II, cora o seu
Hjmno pr* logo depois o czar Alexao
dre III, cora as Souveoirs sur le sige de Se-
bastopol e o grao-duque de Coostantioopla
com diversas poesia< lyrlcas.
A casa da Baviera est dignamente repre-
sentada por quatro do seus Miembros. O fal-
lecido imperador da Allemanha, Guilherme I,
figura como prosador e poeta; D. Pedro de
Alcntara apparece como astrnomo e hornera
de lettras.
Entre os soberanos astticos, est o schah.
da Persi, Nasr Eidio, cora urnas traiucgSes
poticas.
S ro flauraro os principes africanos.
Il.tlao dirisrivel -O jornal A Provincia
do Para, de 21 de Janeiro ultimo publicou o
seguinte :
E' corrente que o Sr. Dr. Governador do
Esiado -esolvira noraear urna eomraisso com-
posta dos Srs. Tenente-Coronel Augusto ll-
neles de VasC' ocellos rnra oond, presidente,
t'apitao-Tenente Altino Correa, Engenbeiros
R-iymundo Tavares Vanna, Lucio Amaral e
Beuto Miranda, para examinar e dar parecer
sobre o plano de bal&o diiigivel do cidad&o
Manoel Vianna Coulintio .
Viasem ao polo-norte em balo
-Esta exp-digao, para a qual o re da Suecia
e os Srs. Ncbel e Baro Osear Dickon derara
180 000 Irancos foi definitivamente rganlsada
em Srai koline pelo engenhelro Andre. O ba-
15o tea 4 500 ineiros cbicos de capac dad e
lev-nr tres pessoas : o eogeoheiro Aodr, Ek-
holm e String berg. A consetvag&o do gaz no
balao um problema complemente resolvido
pelos constructores fraocezes. O balo ser
construido em Pars, costando nos ciocoeota
mil Irancos.
O consumo de champagne-Se-
cundo as uIiiums estausticas publica .as, pou-
dese avallar que a quanlidade de champa-
gne consumida no mundo intuiro aauende a
21.0 ,0.000 garrafas poraooo.
a Inglaterra o paiz onde mais bebe-se o
delirio*) vioho. A America vem era seguida.
> i.t .'ament a Australia consuma muito
Chaiiii>Hgne, porm, depois das ultimas mi-
ses financeiras por que tero passadoo onsu-
mo tem baixado consUe'avelmente.
Emflro, os franceses sSo, de lodos ea povos,
os que menos bebera champagne.
Matadouro Pun ico- Forana abatidas
nosse estabeiecimei.to, hontem, para o consu-
mo publico, 110 rezes.
Caaau.enio clwllO escribo dos casa
melos qu- fuocciooa oos districtos do Recife
Unto Antonio, S Jos e Afogados aflixou na
repartigodo registro dos casamentos ra
de Imperador n. 75 1/ aodar.editaes de precia-
isas de casaiuentosidos seguintes contraren-
les :
1 Publicaco
Jo5o Fernandas Baptist, natural do Rio
Grande do Forte, negociante, com Casemira
S.ntiago Ramos, naturaes de^te Estado, bI.
teiros e residentes oa Iraguezia de Afogados,
comiuistao de mcllioramento do
porto do RecifeBacife, 7 de Feverei-
ro de 1895,
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tento do Humi-
santa Casa de MisericordiaEis o
pessoal que no raez de Janeiro ultimo oceu-
pou os estabelecimentos a cargo d'essa pa
instituigSo :
Hospital Pedro II
Hospital dos Lazaros
Hospital dos Variolosos
Coilegio das Orpb&s
Asylo da Mendicida.de
Hospital dos Alienados
Caga do Exposlos
Em poder das amas
No estabelecimeato
789
53
92
193
249
302
93
217
1973
Z Telegrrammas retidos-coa "-;e re-
ido- na eslagao do Telegrapbo Nacional u
guintes telegrammas :
Di i^esqoara, para Carlas Machado.
D' Beiarn, ia-aLappin.
Da Pono Ci'vc, par. Paballo.
D R o, i a-o Octavlano Sqael*?.
Da Gaua-aioe pare F-ele Ico vieira.
D.-Ara.-; pira-Ebeilion.
De ViU .-Beii', para ioi-pe:U>r Margal.
Ltnhas, fuoccooaodo regu'armente para Sul
Norte e Centro do Estado.
Casa de Detencao Muvimeuto do
prozos da Casa de Ueleug&o do Recife. Estad.
u-. 'ernarabaco, 6 de Fevereiro de 1895.
Existiam 439. entraram 1, sairam 11, exis-
tem 429.
A 8aoer: naelenaee 39, mulheres 10, estran
eeuos 27, mulheres 0, toiai 429.
Arralados 389
Bous 372 doeuies 15, Iohco 1, ioucas 1,
total 389.
Moviraento- da enrerraarlaNSo houve :
Ceaatterlo Publico -Obituario do dta
7 de Fovereiro de 189o\
Mana da Grapa Vuelta da Motla, Pernam
buco, 25 annos, casado, S. Jos.
Domingos Castro e Silva, Cear, 48 annos,
soltero, Popo.
Momea Alexandrioa dos Passos, Peroam
buco, 40 annos, casado, Re ife.
Antonio Jos dos Santos, Portogal, 22 annos,
solteiro. Boa Vista.
Beroardioo de Oliveira Das, Portugal, 18
annos, solteiro, Boa Vista.
Mana Clara, Heroambuco, 18 annos solteira,
Boa-Vista.
Avelioo Maria Clemente de Barros, Para-
hjba, Siaouos, casado, Recife.
Miguel Archinjo do Nascimenlo, PsMUh
buco, 21 annos, solteiro, Boa-V sta.
Antonii Fnncisco de Lima, Pernambuco, u-
mezes, Boa-Vista.
Uattiilde8 Mana da ConceipSo, Pernambuco,
30 annos, solteiro, Bea-Visia.
Serapbma Mana da Costa, Babia, 60 annos,
solteira, Boa Vista.
Francisco Jos de Lima, Prnamfiuco, 28 an-
nos olteiro, Boa-Vista.
Hygino Accioly de Oliveira, Pernambuco, 33
anuos, solteiro, Boa-Vista.
Manoel Antonio Penetra, Pernambuco, 24
aonos, solteiro, Boa-Vista.
Uro feto do sexo femnino, 8. Jos4.
Benedicto X 48 a nos, solteiro, Recife.
Mana Joanoa de Macedo, Pernambuco,"15
dijs lioa-Vista.
PERNAMBUCO
Ocenllstas
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde, a ra do
mperador a.' 63 1/ andar. Bezide em
Caminho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
' 4- Consultas de I s 4 horas da
-de. Chamados a qualquer hora.
Or. Bnrreto Sampaio, ocuultsi.da
insultp- de i s 4 huras ot> primeiro
r-.idar ia rna -do Barao 'a Vicloria d
? jsideocia a ru Teleubuit u. 3.i6
t> rugarla*
uuimardes Braga C. Depsitos
Je frogas e producios cbtmicos, espe
iiifl'ies l'iidftoactulicas, raedicameriN
tos bomenpatieos e tiulas, oleo, pin
cais tti., ele. iiuu rio Mrquez de Olio
d o, 60.
Fariaa Sobrinho & C.1, droguista
por ata ado, ra do Mvrquoz de Olinda
n. 41.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
pi'lis as especial Manes ptirmaceuticas,
iiuias, droga^, prodocio* ohitnicos e ou-
tros Oiedicanieutos lrt)*Depathicos, ra
Lara do [tosario n. M
mLlCACOtf 4 fKDI
Municipio de Nazareth
Balando da receita b despeza do
4'. trimestre de outubro a
Dezembro r>E 1895.
RECEITA
Agua d* Bomba ('reudimen-
to d') 165A300
Armazem de compras 15O0OOO
Af ricao e revis&o de pezos
e m-didas 3253590
Bal- n{a do Ajougue >7 S8 )()
Botequim 67$i00
Bebidaa eapi ituosas 12580U0
Cocheira 55U00
Cemitiri^ (rendim nto do) 123540
Cereaei (.mpartasio de) 98900
DiatiliaSa. 657(5000
Divida activa (Cjbranca da/ 106(,84')
Decima urbana 2.1635240
H m iluinentos 7OU0
Fogoa artificies 53000
Fet as (rendimonto das) 860*620
Funileiro PfOOO
Hotel 78500
Indem^iaaco ^8000
Licencaa 1038050
Multas por infraccao do
Reg.- 63000
( mercado-
etc
Miudezas
rea de)
Mase-te
Padaria
Pbarmacia
Porta abarta
Rez abatida
Suinos
Taxa de 6 0q addicional
4 O10 .obre engenhos e
propriedades
Saldo do 3." trimestre
DESPEZA
Agua para a Cadeia
Custas Jui."ae3
Expediente
Ele 9808
Erencuaes
For% publica
Illuxinacao da Cidada
InstruccSo publi a
Limppza publica
Luz para a Cadeia
Magistratura
Prefeitura (empregado da)
Secreta-ia (idem da)
10 0(0 aos agentes cobra-
res
Saldo que paasa papa o
d? Ja-eiro de 1896
6
9
U
3
6
m.
nrado
24,9
27,3
29,'0
2J,'2
28,'8
a U)
759."33
759,-85
7; 8,-35
757,-37
756,-35
vapor
dade
16,92 7i
21,16 78
22,26 76
21,95 72
21,75 74
Theornoro-tpos desabrigados ao nrio d;a :
Ennegreiido : 63,'0 Prateado : 41 "2.
Temperatura mxima 31,00.
Temperatura mimm 24,#25.
Evaporacae eto 24 horas ao sol 4-1, som-
bra 2,-4.
Chuva nulla.
Direcjao do fento
E d; meia noi te al 4 h. 18 m. da maoha;
X at 5h. 59 ro.,NNE at 8 h 22m;Sat8
h. 35 m.; SSE ai 3h. 45 m.; E at 10 h. 10
ra.: Ee ENE al 1 h. 24 da tarde; E cora in-
terrupcoes de ESE e ENE at meia noite.
Velocidade media do vento 2,-35 por ei
gundo.
Nebulosidade media 0,54.
BOLETIM DO PORTO
Pramar oa Dis Horas Atura
Baixa-mar
P M. 7 de Pavereiro U h. 35jn. da m. 1'gS
1123500
3U8000
53000
UtuOO
33800U
3.2553'00
841*01*
3228020
2.3473000
11.1583260
43 8457
11.58S8717
978760
378000
154880()
3S060
318260
2.2973100
2l3860
4.427.321
164$780
24S90U
885S228
1.7448838
6138329
51 $815
11.2078751
38O096S
11.5888717
The.curara do C'ncelho Municipal
de Nazireth, em 2 de Janeiro del$96.
O prefeito.
Femando Barata da Silva.
O theaou^eiro.
Ignacio Visira de Mello
IBBICAgDES OTIS
Uedilco
0 Dr, Lobo Moscoso d consultas em
ua tasa ra da Gloria o. 39 das 11
boras da maoii 1 da tarde. Acban*
io-se fra do sai-vico publico oSerece-Sf
para acudir a quaiquer chamado cois
promplido para fora da cidade. HSspe-
ciadada, operacOes, paitos e molestias
de seohOFas e c~doo.
Dr. 4 .Perora, ra da Imperatriz n.
6, d ouaultas medicocirucgicas todo
13 das da.s 8 meio dia, menos no-
domiagos e dias santificados.
Cobm matutinos
Jstou tao cheio de novidades, que
nSo se, por onde comece e nem to
pouco, por onde termine !
As minhas notas do bem para mais
de cem Contos, mas eu esto desa-
nimado, sem saber em que buraco de
tat foi esconder-se o. ..reir das
cousas sujas.
A questo que nao me convem
bater em defunto.....
Estar o reir.....em preparati-
vos de viagem para o Rio Grande do
Norte ?
As cousas nao vo boas ; e j o pa-
trao queixa-se de que no pode dar
de comer tanta gente.
Quem quizer criar bezerro, corn-
pre vacca. j murmura, baixi-
nho, o g neral em chefe.
Tantos em cima de um s, nao
cousa que se possa supportar, por se-
culos, sem fimAmen...
Preciso entender-me com o Sr. Joa-
quim Elias, illustre poeta da Cidade,
de hontem.
S. S. ha de permittir que eu des
confie de um de seus Contos.
Nao entendo de historia antga, con-
fundo Richardet com Ricardot, e es-
tou pensar que metteu-me nos seus
versos.
Diz S. S. :
Canta ABF.LARDO sua amante,
gentis encantos de Heloisa, mais
tarde chora cada instante e dr
c immensa o martyrisa.
Queira desculpar-me o distincto
mestre ; nao escou cantando Heloisa
e nem a conheco pessoalmente....
Ha de ser engae de S. S., eu es-
tou todo babado do3 gentis encantos
do Balthazar, vulgo.....reir, e
a quem estou cantando em prosa e
verso, com msica de baixo.....pro-
fundo.
Julgo, portanto, de bom aviso que
reforme o seu juizo, meu respeto ;
substitundo aquella quadrinha, por
esta outra :
Canta Abelardo sua amante gen-
tis encantos de Balthazar; mais tar-
de chora cada instante, e dr im-
mensa o quer matar .
Eu estou mesmo chorando, meu
caro Sr. Joaquim Elias, a ausencia de
minha amante,- que, ha dous das,
anda, talvez, nos braQos do Goncalves
Maia.
Ainda hontem, encontre-os juntos,
bem juutinhos, cochichando doce pa-
lavras de amor.
O.....reir disse, ha tres dias, que
elle, o Maia, era seu adoravel amigo e
companheiro de todas as horas da
vida.....
Veja-se A Provincia de 5 do cr-
lente Historias do Dia.
Como Marco Aurelio, qualquer um
quer possuir o outro systema Cleopa-
tra, e depois.....morrer.
Entro, agora, em explicaces, sobre
a censura que fiz nos meus Contos,
de hontem, ao emprego do verbo-
sorprender na saudafo feita pelos
grammaticos d'iA Provincia ao Dr.
Pereira Jnior.
As palavras antigs, j nao usadas,
sao os archaismos, e elles nao devem
ser ompregados pelos mestres.
Consulte quem quizer os memores
diccionarios modernos, e verificar
que todos elles, sem excepeo, recu-
sam lugar ao verbo-sorprender-, que
perdeu-se as brumas de um passado
de mais de 50 annos, mencionando
em substituicao este outro : surpre-
hender .
Eu nao estou fallando para os gram-
maticos d'A Provincia, porque elles
nSo quererSo acceitar a licfo com
dous CC.
^Caldas Aulete, autoridade na mate-
ra, nao conheee o archasmo d'A Pro-
vincia, lembrando que as duas pala-
vras latinas super e prehendere sao o
pai da enanca.
O- Grande Diccionario Contem- j
poraneo, publicado sob os auspi-
cios de Vctor Hugo, talvez o melhor
da actualidade pensa do mesmo modo
e com elles muitos, entre os quaes
mencionare o Fre Vieira.
de affirmar outras barbaridades de
i igual natureza...
Agora mais urna advertencia aos
i mestres.
O empcego do verbo silenciarse
no carcter de reflexivo, um neo-
logismo intoleravel
Podero indicar-me onde foram
buscal-o ?
Est empregado n'A Provincia de
5 do corrente, logo no comeco do pri-
meiro artigo, sob o titulo : Lucta
de Gigantes.
F. silencou-se. O Dr. Albino
Meira poiera dizer-me o que acha da
invencao ? !
Sao, realmente, uns papalvos !
Estou assistindo, de palanque inte-
ressantes luctas intestinas.
Nao pense o .. .reir que esta ulti-
ma palavra tem ligacao comtripa.
O caso outro muito differente..
A Cidade de hontem lavou-me o
peito !
Sim senhor ; gosto de ver a briga
dos gallos da opposico !
Esto disputando urna nuvem, que
vai passando nos ares I...
Em seu numero de honteuiA Cida-
de, em apimentado artigo de fundo
pergunta : O que tem feito os grupos
da opposico >
Considera os douS partidos auto-
nomista e republicano histrico cri-
minosos, este muito mas do que
aqueile.
Brigam as comadres...
E concorda commigo em que o par-
tido do Sr. Martins Jnior nao vale
nada e s servio parS toqjar umUbmbn-
do no seu director o.
Logo o Sr. Martins Jnior est fu-
rado..
Mas onde A Cidade encheu-me
as medidas, foi no ponto em que de-
clarou o seguinte :
O que esperam os partidos da
o-.-posico com elementos, apenas
dentro dos respectivos Estados >
Vencer o partido official FORTE,
arregimentado, dispondo da forca e
dos cofres ?
Que pedacinho de ouro, cravejado
de diamantes !
Nao tem duvda ; mesmo assim,
como di/, o orgo insuspeito :o parti-
do republicano federal forte, arregi-
mentado !
A Cidade acha que a opposico
tem sido mentirosa e desunida, as
seguintes palavras :
Fallem os seus ce-religionarios
o linguaGEm da vebdade esquecam
discordias passadas, suffoquem um
POUCO DO AMOR PROPRlOetC .
Perfetamente !
Continu A Cidade na carreira
encetada.
Recife, 8 de Fevereiro de 1896.
Dr sibelardo de Vasconcellos.
I*in; ramma
Da festa do Glorioso S. JrancisCo de
Paula em Caxang
No dia 9 de Fevereiro prximo ter
lugar no aprasivel arrabalde do Casan-
ga, a festa com t.da a pompa do Glo-
rioso S. Francisco de P-ula, cujo prr-
gramma o seguinte :
A'e 5 horas da maoha do dia 9 urna
salva annunciar a-a fiis o dia do pa-
drieiro da capaila
A's 10 li2 horas da manh ter luga-
a missa can ada, oficiando o Rvm. co-
nego Luiz Francisco de Aranjo, sendo
acompauhadj por dous religiosos fran-
ciscanos
Pregar bo Evangelho o Rvdm. co-
neg Rangel.
A' tarda ha ver ladainha & grandeor-
ebestra.
Haver antea da missa das 10 1/2 urna
outra -na 7 h ras d* manba, durante a
qual ser dada a communhSo diver-
sas pessoas.
Durante todo o dia 9 tocar a
ca do 1. corpo de polica, a
al O pateo da capaila e todo o p voado
esto embanderados e illum picho.
Depois da ladainha aera queimado um
rico fogo de artificio preparada pelo h-
bil pyrot^rhnico Tito.
Recife, 7 de Fevereiro de 1896.
A commisso.
Aviso til
E' digno de reparo a grande propon*
sao que se manifesta actu-lmente em
tod-s, de querer 1er a explica^&o da
todas aa coisas, exurniraadq-as era su*
baae, e indobitavel que *-sse espirite)
de inveatigayo vae m-i principalmente
tudo quanto diz reaptito a doenjai.
Nao havemos e censurar certamente
eBsa tendencia, nem to pouco que mu-
tas pessoas tratera de avengu*r-e M
caimbrus do estomago de que s ffrem,
j ou < s demaiea, eu as arTrontasSas d
que ao accommettidas da repente, pro-
1 vm t!e qualquer affecco do sysioma
nervoso ; porm, consideramos que
muito mais pratico e da rateresse pri-
mordial pa>a essas peeso*s que ellas
tratem de conhecer o meio de jcurar
essas. doenya--.
Nenbum m.is #ficaz do que o aso
das Perolas de etber do Dr. Oleran;
par* o que -deveriam ter eempre mo
um frasco d'ellas, e que poraer bem pe-
qu-no podem te naalgib^ira.
Bast* 'ornar duas ou tres per las logo
que ^e se it-mos primeir a sympt mw.
O Dr. Cl-rtan assegura que a preas.
do ether empregado em suas Perolaa
urna das principaes n>20es daefH ac'a da
seu preparado.
Quand > as rapa- igas sao paludas 9
trisiea, de estomago doentio e dgestes
labori sas ; quando oa rapazas soff.-em,
du arre a adolescencia, de fraque 9
que a fadiga do estud oa debilita a
prostra, p>ie-se estar certo qne o asedo
Pho8phat> de Ferro Soluvel de Liras,
iin haute urna agua mineral natural,
porm mai- activa, tnuinphar de tolos
estes inc mmodos.
O Rauliveira
E" o poitoral mais efficaz, mais barato ed
os.o mais agraiiabilissimo ; oa Dr.garia Bra-
ga e em todas as pbaraacias.
Francisco Pedro da Cunda
Presbytero Secular, Cavallieiro da Orden
de Chsto e Vigario Collado da pa-
roc/iia e cidade de Sao ]os desta pr#
vincia deSanta Catharina, etc.
Altes o que tenio salo por vezes o Peitoral
Cniharinense de Raoliveira XARO^E DE AN-
OILO COMP'STO lOM TOL 'E GUACO, pre-
piracao dos lUms. Srs pharmaceuticos Hiali-
no Horn & Oliveira, achei que esse xrope de
benelicoe prompto efTeilooas affecces dos or-
gaos respiratorios o que affirrao iu verbo sa-
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Jolho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Maia de 50 mil pessoas residentes em dive *
sos Estados do Brasil altes am a etflcacia des*
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
\ -
Dr. Arthur (".aval
canti
musi-
noute,
Participa seus cuentes e
arcigos que mudou seu consul-
torio e residencia para a ruado
Barao da Victoria n. 46 1. an-
dar onde contina a ejercer os
my. teres da sua proflsso.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
I
Festa em Scberibe
Devido a grande concurrencia que
dever affluir amanh por occaso
d'aquella festa, a Companhia de Tri-
lhos Urbanos do Recife e Bebenbe,
expedir durante o da trens extraor
dinarios para aquella localidade, que
segundo directos para all voltaro ao
Recife ; alm dos que forera precisos
para depois do fogo. ..-,,_
Escriptorio da Companhia 8-de Fe-
vereiro de 1896.
Bento Magalhaes.
Gerente.
Alcatrao ejatahy
DE HONORIO DO PRACO
D. Feli O idsde Silveira.
Cj lgado incuravel.
50 ino F. Testa.
b> triz 41.
w a do Dr. D. Lima
Pan;dy, j
Victo
Imper
E.-po
D. M.
de-Cor O eirode Cantagallo
dos R Hia Oliveira,
Soffria h
D. Antooetsade
Pedro da S. M.
pindamon
D. Irene
aatfena de 10
> 12 annos.
co J. da Boa Vista
H orree, da
K angaba,
S anzon',
> nnos.
Huera assim
OSr. Maneel F. de Almeda, resi-
dente na ra da Lapa n. 80, toeiia
^^^x^^UgHmmams'^^V^^ hon. aegndament,, sen-
\A Pr?vStat^5Sto ap^drinhar-se tado na cama, sem poder *tomir. es-
'JT iilVnr,P, Irimeira edi- carrando sangne e urteiramente desani-
I i
Dr. Alrredo GasparMedico Goa-
sultorio e residencia ra da Imperatoria
n. 71, 1' andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 aa 10
da manh. Chamados (por escripto) a
nalquer bera.
n---------------
Or. Francisco Leopoldina
especialidades : Febres, molestias la
criancas, ayphihtieas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
roa do Mrquez de Olinda n. 38, 1.'
andar.
Residencia Pd-teo da Santa Cruz a.
72. Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio & ra Baro da Vic'rria n.
51, l.'candar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua v agem a
Europa, d& consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias sao-
ctincados. Telephone n. 285 Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34 Jen'rada
pela ra da Saudade n. 26 Telepfcone
n. 287.
O depuratvo maia prompto e mai
inoffens vo para as cranlas o Xiropa
de Ribo Iodad) de Grianult & C,
bem conhecido para combater o lympha-
tismo, a flacidez-de msculo*, efl croa-
tas de lerte, a inflammaco das glanda-
lss do pesooco, etc. En virtude de su
.fficacia, o Xaropa de Grimault &c C-
foi inserido no Codex i^ncez e seu em-
prego autorisado sia, na Italia, na faapuiha, em Porta-
gal, no Brasil e outros pitis.
Bronchite 'sthmatiea
DR. COELHO LEITE, Clnica da
justa nomeada na cidade do Rey fe,
attesta que o
XaropfteLoiveta Infla
PHARMACTICO
IlDBPflNSO DI AZETO0
E' exoellente no tratamento da uK'JN-
CHITE ASTHMATICO
Deposita:
Ra BarSo da Victoria 37,1.- andtr,
Pharmacia Conceioo
Pharmacia Alfredo Ferreira e em teda*
as boas pharmacias.
Pernambuco
cora com o verbo'- Moraes primeira^d
cao, aqueile que tem a infeliz lembran-
ca de dzer que abas de chapeo UM
CIRCULO MGADO A-COPA, QUE SE ER- J^^^^ JSLd
gue ou se abaixa QUA1T0O EMBICA e Depdsito, 5 roa doa Andradas.
sangn
mado.
Carou-se com 2 vidr-s de ali rio de
COHSTIPACiS *& eitatal QatluriMMi
de rauliveira
drogara brag
s

I
I
11
D
V.


Diario de Peraambuco Domingo 9 de Fevereiro de
W^MM
.X
JOS' DE ALMEIDA RABELLO,
declara ao respe tavel publico, e ao como
mercio nacional e estrangeiro, que tend-
entrado como socio da lojade ferrageus
da ra do Bario da Victoria n. 6, que
pvrava sub a firma collcctiva de Rab lio
& Souz, sen contracto nem registro da
Bociedade ; retiroa o sea capital e lu -
cros havidos a' o um do mea de Janei-
ro ultimo, fijando todo o activo e passi-
vo da referida firma, cargo e aob a
nica responssbilidade doSr. Jos Car-
neiro de Souza, representante da espin-
eta firma.
Recife, 5 de Fevereiro de i896*
?------------
O verdadeiro Sealrtz Granulado Pur-
gativo lefrescante o preparado por
Cb. Chanteaud pharmaeeutico de pri-
meira classa, 54 ra des Fran.s-Bourg1.
Pars, antigo socio do Dr. Barggraeve
e fundador da Pharmacia Dosimtrica.
Acautelar-se contra as imitaefas, exi-
gir o envoltorio anarello do inventor
h. Chanteaud
Emulado ale Seott
Rio d- Jii-eiro, 15dt OoloDro (le 1884
Atiesto tir nnpregado rom vbdibjos-.r resol-
tados em doentes de tooercolose polmona-, en
miaba c sa de saude, a Emuiso de Scolt de
oleo de ligado de ba;albao com bypoi nosptitcs
de cal e cda.
O re(trd) verJade e o joro n fl le me-
did.
D'. J. Tavaoo. 1"
RAULIVEIRA
TodOS os mdicos receitlo o Peitoral
Catharinense como o unioo medicamento
contra Tosses e Bronchite
IMKM. \II> V BRAGA
M1G1 Cla
O. abaixo assignados
previnem a quem coDvier
que estao munidos de man
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio para faz-rem
apprehenier once ijrem
achades cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garrjs, 'anlo na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proce ler
contra quem expozer dito
cigarros venda, com todo
o rigor, ce conformidade
cem as penas decretadas
por le.
Rec;fe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo C
COBMERfin
Bolea Commercial de Pernam-
buco
COTAgES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, S de Fevereiro de i8g6
Nao bouve cclacao.
0 'residente,
Anlooio Lfooardo R idrigoes.
O secretarlo,
1 ao Leop ido do Reg Villar.
canb.o
0' bancos sbMram com Uxa de 9 !/l6 sv
b-e Loodres a 90 d/', sera constar trnsatele.
Em papel particular nao cjobxu nego:io.
Cotacea de genero
Para o agricultor
Atacar
Jos Basilisco chan-
de -se restabelecido,
continuar a disposicu
dos seus amigos e cli-
entes no seu gabinete
a ra da Imperatriz
n. 1.
Advocado
O hachare! Antonio Tolentino Rodri-
gue! Jampo, prooorador dos Feitos da
F-seode do Estado, pnde ser procurado
em sea escritorio a roa 15 de Novembro
a. 75, das 10 horas da manhB a 4 da
tarde. _
Jornal do Commercio
RIO DE JANEIRO
Recebe-se asignaturas e annuncios,
raa do Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente nesteestado
Usinas, por 13 kilos. .
CryjUlisado. "lera idem
Braoco. por 15 kilos .
Somenop, por 15 k ios.
Mascavado, po' 15 kilos
Bruto, por 15 kilos. .
Retames.....
8*000
6*?00
7*000
4*600
9*000
6X800
8*00O
3*000
3*800 a 4*00('
3*300 a 3*900
2*S00 a 3*0JO
Algodo
Cola-se nominal o d? 1* serte a 15*200 os 15
kilos alendo 1*000 menos o me Juno e 2*000
o de 2" sorie.
Aleool .
Por pipa de 430 litros 185* Domlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 lu os 120* nomimal.
Conros
Seceos salgados na bas- de 12 kilos 1*000 r;s
Tenia e re fugo 666 o kilo.
?erdes 600 ris, ultimo preco.
Carnauba
Cola-si. da 28* a 38*000 por 15 kilos
Hel
Por lOOfOOO nominal.
ImportacSo
Portos da Earopa, vpor ioglez Clyde. en-
trado em 6 do correte e coneigoa Irmaos & C.
Amostras 57 volumen a diversos-
Batatas 40 caixas a branles & C. <
Biscoutos 3 C'Ixhb aos mesmos.
Cb I volme a A. Vea & C, 10 i erdemj
10 a Joao F. de Almeida.
BUaco 2 ca*s; s a Braga &. S.
Lelle coodeosado 15 canas a Castro Lemcs
& C
Mercaduras 2 caixas a A. F. A-eias. 2
ordem, 2 ao* consignatarios, 1 a Ctlas C.
Prov30J8 18 caixa3 a Goncaives Rosa & Do-
mingoes, 1 a Antonio Soires & C., 5 a bran-
les & C.
Papel 3 farJos a Abran'e' & G.
Q jejos 11 canas a Pe'eira *e Parlas & C.
UaWsPolrcsa & C, 18aGnees de Arao-
jo & Fllhos, II a J. B. de Carvalno, 35 a Joai
SV3 &. C, 55 a Amorin Fernandos 4 C, 11
a Lopes A'bMro C. 10 a H. Lipes 'e S, 13
a Joao Fernandas de Almera, 6 a J. F. L 22 a Coa a & R cha, II a A. de Freitas & Ir-
maos, 12 a Anl/oo Soa-e & C.
Tecidos 1 volme a J. Mel ciare. k, 18 a A.
Maia C. 8 a Gera & Fernindes, 5 a A.
Amorim & C, 2 a Perelra & Magalhaes, 4 a A.
Lopes & C 3 a J. F. da Silva Pinto, 1 a A.
Marti os & C. 5 a a. L. Gaima-aea, l a A.
Vieira & C, 5 a J. Qjncaleg & C, 1 a Fer-
reira & C-. 1<> a A- d" Bf,Uo & C-. 8 a Rodrl-
gues Ltma 4 C, l a B. de Carvalbo & C, 10
a Meili Dielbelm, 5 a L. Ma & C, 1 orde-n,
10 a Be-nel & C, 1 a Goncaives ooba & C,
1 a M. Roii -u-s iC.la Affonao Mala & C-,
8 a Macbado & P^reire. 1 Oilnto Jardim & C,
2 a Maooel CoiUco & C, 7 a Moller 4 C.
Vldroi 3 b;>r.-ias a i. A. Miia e Silva, 3 a
branles & C.
Carga de Lisboa
Ceblas 150 cv.xas a Ferrtira Rodrigues & C.
Minha esperanza
R Nicolleru? de C'aaaftl, 14Maisoo fjida
t ero 1864
Pa-is, 4 de No?emtvo do 1895 -Me Sr.
An'.en'O Fronlsco da Cru."ernambo'3
Amigo Sr.TVnb i p-e^ea'e o sea e-lima-
do f.or de 7 le 0;iub o p'Oimo oasado;
jnnto ao qo%l tve o prae?r e enconl'ar imp
pedo de p^nfl para cgarroe, q^e luuito es*
ijirei 'W*6er e gral-c).
Lj;otate. de eot-egal o ai fib i'-snte e
inriei para qoe stja eB'iada com esmero e ira-
xima pret'-i, t n*'.*s c-MDO-omeiHd-j o la-
itrlcaste i apromptr o fio patel r^-a os fins
t-Bt o(z. Sapero q:iepi:;-a f^rer Ibe a re-
me8M e:0 vapor ir Havre a unir etn 14 de
Det-mbro p exi o iu'o o.
S ln-co doafj>ae wrtH-o o anU c-do aln-
a, ai.) seria p.n-i'el. poique o een ppel
p.ai i-e lax com avece-iem-ia. e sim de p aoo-
st'O, necessilaad o seo fabuco de muito cul
dad--.
Sod outro BMivo, o^erevo roe eam sin-'e-
r tpnm:na w,, amigo mniciUen'o ve-
oera'MPelo Srel'. Njcollerb. lgL.t;!.
Dr. Amaro Wandcrlejr
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
as 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manba.
Recebe chamados por escripto.
P-lota', patacho ro-ci Emil:e, e.itrado no
d'a 4 do correrte e consignado a Njva Uaia
& C. meTfe^toi :
Pa'elj 915 tacos.
Graia 181 oipas.
Mj-.-* 3'8 t xas.
Seu 6(2 b.irlo.e aos consignatarios.
Mn'evido e escah, vapor noruegceone
N:ord, entrado no da 4 do correte e con-
siiudo a M. S Maia., mnii'e :o'j :
Fia 100 sac o' a C. ferna'icee & C.
Pips.3 2U0 a Pe era Pio'o & C.
.'.Tecidos 14 rardo-i a Pioto Al'es & C, 5 a A
Man & C -8 a D;a< Loo-eio <6 C.
Xirqoe 4.631 lardos a dive-su?.
Portos do sol, vapor nacional Jacuhyo-',
eDirado em 4 do corr'rte e con-ifjoado a Coa-
panbia Peroambocana. maoiles oo :
Barris 1.485 a averos.
Barrlca 33 marrafos i ordem.
Fumo 40 par O'* a Moreira & C
M.mia de toma'e 3 caixas a C. L-ms & C,
34 a Gd maraes & Valeote, 32 a Joao Fdmanle-
de tlmtida, 30 a J. Racao.er.
Pipas 25J a Pereira Pinto & C.
Tooeis 10 a M. 3. Mua, 50 a Mitue) de Jou
lo Meei'08.
Rio de Janeiro, ba'ca portoguen tTuntadora.
entrada no da 3 do cojreote e consignada a
Amorim Imaes &. C, wioifestou :
B ris 150 a Pe eir Pin o& C.
Cognac 10 a xas a A- R- ua Costa.
Farelo 7 300 airen a Silva Gaimaries & C
Pipa 5) h Pereira P.n o C.
Vmbo 148 barns a Amonm Fernandes & C,
75 e 50 Ciix.s a Ferreira Rodrigues 4 C, 30 a
A. R. >a Cota.
Vinagre .30 barris a Amonm Feracnles &.
C. 10 a Ferre.ra Rodrigues & C
New-YorkWmt Ingles Greclai Prlnce,
entrado oo da 5 da corralo e coosigoalo a I.
Pater *; C msn tesiou :
Araxe 50 rolos a A. P. da Silva & C. 50 a
fabello & Soon.
Agoa-ras 12 c ix^ o Moreira & C
Bren 100 barn- s ordem.
Cerveja 15 eaixas i o'dem.
Ktteir*8 10 rolos i M. L-pes M. Ritos.
-'.'KOs da Oioi 30 smo rados a Caulas c C.
K-"0?ene 2,608 exas orrdem.
Kaririha de t-igo 10 barrica ordem.
Ferrageus 5 voium.es a Aatono P.n'o da Silva
2 a Rahello & Souia, 16 a oruen.
Grax 3 bajdeas i o-dem.
Lona 3 fa d< s a jiao Pin o.
Morilla 1 c.ixSes a A- Mila & C.
Muize^a 70 aixi a Dias Fernandes & C.
M rcadortas 3 lo ne* i o-d?rp, 15 Gome?
de Mil'fs I-mSos, 5 a P aa i;co Manuel da Sil-
va,, 10 a Abraot-'S & '.
Oto 55 barns a Mi'anla & Sooia 50 a Com-
ii.ntiia de FwcSo e T--idi?, 15 a Guimaraes
& Valecte.
TeciJr." 2 caixas a Matto< Ciclaba & C.
T ocmb < 20 har-H a M. J. C Ramos.
Vi iros 24 caixas a A. J. de AzeveJo.
Portes do sol, vaoor na:lonal Ali:e. entra-
do em 3 do co rao'e e^consgoado a Amorim
Fernandes fe O.
Alica.es de (erra 1 ca;x> a Miranda & Souza.
Brabante 7 caixas a diversos.
Cbapeos 3 caixas a J. Cordeiro.
Caf 45 sacaos a Castro Lmos & C-, 504 a
Amrrim Fernn s & C 139 a Joao Fernn les
de A'meida, 150 a Teix.ira de Miranda, 53 a
Coda & Rgci.
Fio 6 farJos a BeHrao & I m5o. 6 P. Olivei-
ra 4 a Ju'io & C, 5 a i M. A I mos, 2 a Aa-
tonio M. Moreira.
Pbospbo "8 200 lataas a Silva Goimarae) & C.
Tecidos 2 volomes a A Maia & C. 12 a Joa-
quina Goncaives & C, 24 a Silveira & C, 16 a
Agoatinto Santos & C., 31 a Macbado c Perei-
ra, 16 a g. d' Cqr?albo&C, 18 a Rodrigues
Lima *C, 64 a A. Lopes & u., 22 a Goerra &
Feaaades. 27 a Dias Lourem A C, 6 a Olinto
Jardim & C, 10 a Goncaives Cuoba & C, 8 a
R. de Carvalbo & C, 8 a Albino Amorim &
U., 1 a L. Mala & C, 3 a AIIooko Mua & C,
4 a A. Maia &, C, 22 a N. Maia & C, 19 a A.
de Brillo & C.
Toai la 8. a S Iva Goimeraes & C-, 33 i or-
dem, 2 a Kanthaik & G-oner.
Viag e 20 barril a Lopes Alheiro & C.
Exportaco
Racife, 8 ae Fevereiro do 1896
Para o exterior
No vapor inglai Actor, para Liverpool,
carregaram ;
Peitora' de Camba
Outra cura de coqueluche
Urna filhinha do ntelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, rest abe-
leceu-se promptamente com o uso do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas
Pharmacia Boa-Vista
PRAA maciel pinheiro n. 18
JOS' LUIZ, VIEIRA & COMP.
Acaba de in ugurar-se '8te est*beleci-
rxento dirigid pelo conhecido pharmaceu-
'ico Jos Luiz da Silva.
Abre-se a qualquer hora da noite.
i lili ASS1H
E cheguei a ficar quasi assim f!.
Soffriahorrivehnentedos pulmSes
mas grojas ao xarope do alcatrao e
j atahy, preparado pelo pharmaeeu-
tico Honorio do Prado, o maia po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e" rouquido^
consegu fcar ar>sim !!
Completamente curado e^bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
Deposito-Drogara Pacheco & Ce
Andradas 59.
Vidro 1S503._____
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das atol*,
de 1 as 3 hora3 da tarde, ra 15 de No
vemr (anuga do Imperador) o. 79,1." andar,
Chamados por escripia
TVIei-hone n. 2?.
RuB'O-k'o ruiuers, 1,180 coa o e p criids1,
pe-ai'dn 8 050 "o
B. WH'ia \if C, 400 bros com 70.870
kilos de alado o 36,270 kus ai carogo de
ald...
P.ihlman & U 1,M53 ki es de cacao.
JuHo & C, 101,500 'iilos da carecos de l-
gida?.
Lot.. & Filno, 4,030 sacc-i8 era 75,0)3 k o
de a8ucar ma^cavaio.
Par, o lutnat
= No v?pop raiional Ianems, para Rio
G-ande do Sol. carrejaran) :
ova M^ia & C, 413 saceos com 30,975 kilos
de asquear brjnco.
No pjU.bo nacional R val, para Pe-
lles, carregaram :
A J R i i- os. 2,000 co -os f actas.
jpaiacbj bespanbol Ryuoodo, pira
Porto Alere, carrejaran! : .>
C. de Olive ra A C, 1,003 saceos com 75,00."
k los de as?ucar brmec.
Loyo < Filbo, 1.000 saceos com 73,000 kilo:
de asso'ar br-nco.
= No vapor nnroegaen-e Nlorel, pira Pa-
raoago, carregoo : ,,.,
A. Inaos & i". 209 aceos com li,<;00 kilos
de aisocar uiabckio e 170 utos com 16,203
dites de assocar braoco.
., No vapor fraoce Ea'.re-Ro8, pan San*
to?, rarregaram :
f. Alves & C 3? p'pas com 16,310 litros de
al:orl
Pa-i R-.o de Janeiro, carregaram :
D.Gouseia. 400 s*ccos coa 28,i38 kilos de
algoto.
J. L Barro 2,003 manga, frocU.
E. Si vi, 2,000 mangas, ffo:ta e 6,000 coco?,
fruct.
Nj va 'o: oacioaal R-atil, para Kd de
Janeiro carrezi-am :
G. Focsei- & C 207 saceos com 2 420 k'lof
de *ss car banco e 293 Jitos com 17,880 kilos
de'aesuf"*' mase*vado.
Para V c ci-, ca-regarona :
P. Ciraeiro C, loO saceos com 9,000 kil s
de iBsasir inuscavado.
Ni bares atcional Ria Am.-tonas, para
Rio de sneiro, carremara :
E. C.irnozo 4 ('.. 40J saceos com 24,000 kiiOJ
de assuear i, -.
A. B. L-i-f'e, 500 acci3 com 30,000 kilos
de assucar mascavado
Cumo-nraia oe D:os cem 1.200
litros de oleo de ricino e 119 cusas com 337
diioa i!e viabo med mal.
8j vap.r nclo;ial Uj3, para Cears,
carreear.m :
i.'. P n'o & C-. 3 btr is cora 430 lro' de vi-
niere, 125 oaisB eom 1,000 litros de genebra
e 40 di'as enn 210 dnos ie clra.
Na vapo- naioaal Planeta, para iaoos,
carregaram:
P. Pinto &C. 1 ba'ril rom 87 litros de al-
eool e 110 Darls c.m 9,57U ditos de agur-
denle.
Maooel F. Loile & C. 35 barricas com 2,640
kilos de aaiU'ar braoco.
A. I mi & C, 40 barris com 3,510 litros de
agurdente e 40 barricas com 2,960 kilos de
assocar braoco.
Para o Par, carregaram :
J. Bailar* C. 150 oarrlcas Com 4 717 kilos
d ssucar brauco. ,
A. Fernandes & C, 100 barricas ou 5,534
kilos de 8S8o<-ar braoco.
P. Oveira & C 1 caua com cslcado.
No vapor oglex M&deirensu, para o i a ,
carregou :
J. Gtoson K- l'e-, 20 pipas non 10.830 litros
de agoardeo e e 75 barricas con 5,615 kilos de
assucar braoco.
= No v.por nacional Alice, para o Para,
carregaram :
Miranda Lima & C, 200 barricas cota 13.40o
kilos de assocer Draoco.
Esnav onteiro &C. 100.barricas con 7,016
kilos de assocar braoco.
Borel & C. 2 catxOes com 101 kilos de ran.
No vapor nacional laboatao, para M-
naos, carregaram :
J. S. o'Am:-ral & C, 10 caixas com 80 litr.ia
de geoebra e 23 ditas com 200 ditos de gene-
bra.
Para o Par, car-e ram :
J. Bailar & C 130 cocos, frucla.
C. Piolo & C, 102 barris com 3,825 Hiros di
vioagre.
No hale D. Antonia, para o A'acaty,
carregaram :
Flgueiredo Cesta & C, 1 barr.ca com 60 kilos
de assocar brauco e 1 barril com 40 litros de
el.
Peitoral de Cambar
Outra cura de bronchite
Apolicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado nm
filhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa
enfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas
DR. NUNES COIMBRA.-C/hw*.
Medico Cirurgica. Consultorio, ra
Mrquez de OliDda n. 64, 1* andar,
onde d consultas das 12 s 2 horas'
da tarde. Especialidades : Febres,
partos, molestias de senhoras e;
criancas. Chamados a qualquer hora
na sua residencia, na ra da Sole-
dado n. 84, esquina da ra do Ata-
lho ou no consultorio.
Telephone n. 387.
CBUECiifE l! S. Di'PEIHt
Ra da Imperatriz 2, 2.* andar
As aulas deste col egio principiaran!
7 do correte,
Rjcetem-se alumnas interna8, exter-
nas e mei-pensionista.
Direct ra. -Augusta Carneiro.
O advnr>ad,> Hortencio Pe-egri-
n.) cou'jn* com o seu escrip'o-
rio roa do Imperador n. 54 ;
encar e^a-se tatnbem de defezae
perante o jury.
llr. A Hy^ino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, en-
ligo externo dos Hospitaes, laureado com
ama medalha de bronze da Assistencia
Publica.
Consultorio ra 15 de Novembro
n. 32 andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
ConsnltaB de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos org&oa genitourinarios,
Chamados por escripto.
----------------------->--------------------
Peitoral de Cambara
Cura de bronchite chronica
Tenho a satisfacao de declarar que,
soffrendo ha 4 annos de urna bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abenfoado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida) -Sik'ino Ribciro (Tonento co-
ronel chele de contabilidad da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Drogas
II
Peit ral de Cambara'
Datas curas de coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
che, e, nao colbendo melhoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cavilar de Souza Soares, e em
poneos dias a molestia cedia comple-
tamente.Maria Jos Rodrigues Bar-
ce/ios. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.

Gr. Joo Paulo n
w Especialista em partos, moles- '-3
fl tias de senhora e de creaDCasi ||
K com longa pratica nos h spitaes |t
R dePariz e de Vienca-ad'Austria, \t
S d consultae das 2 as 4 horas no g
^ Largo do Corpo Santo u 19, j^
S 1." andar e reside 1 a ra de /3
f Henrique Das n. 2. $
Teleph cesns. 190 no eonsul- |lj
w torio e 4o7 na residencia.
NLFENZ4
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acomp>niha-
das de reaeco febril, brontho-piuumo-
nia, cat/iarro pulmonar com febre gr -
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias dr "--"ganta, insom-
nios e tosses suffocantcs ce lem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobeiia I?i-
flata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
i
i
Na na ni Mircetic, pa aporto (.alv.-,
". rre^^rm :
8. M do- S.-nlo? 4 catx<8 coa) 92 ^li. 10,000 ciKtfrws e 1 la a coa. ot>-o e
iD^ibona.
F R d< S Iva, i caiti ecos .acales
Pooseca Ir.iiaos A C., 10 c*Ua= cora 4'J0 k,lo
fe 8jna'. ,
A. Fenl'il!'- ft '., 1 bimci coro zi htros
1p i--r .eja e 2 Dftrnca com 18 kiloj de assucar
renado. _.
T. L p & C. i ba-i com 70 lros de vi-
Qulu fi-.s Valeote, 2 c-.lias om 4b Kilos
C. "f -b Si, 2 -aixn eom 4G kilos de -ab". .
Ni lau o:i -aoirrp-, oari Fo-io da Pe-
tras ca'riiararjn :
C^tro Mua & C,i raisas com 42 kilos d-
sabo.
Na laacbi .IoJ-Ci'e!, pira Slie.o. car-
:'- bou :
|KBei i de Ci-falao. 10.000 1 -fos ce i!.
Ni barcaca CoObUDS, P"* Mace ca--
re|"n o^Araujo 4 C, 50 alxtl coa I.U0 Ulpi
i*, xanao e 10 dttaJ f:oui 10J di oa lie eaDao.
Ni baruca -D. Julio, pira S. Luis, car
ofl/jn *
K Siva, 2!) ca'xa* om 160 itros de g-oebra
Na barca Pndaix, p-)ra Miragogj, car-
reearam :
A^eio & C, 11.10 > cigarro'.
a oars-i 1 ajsny, pan Parabyoa, carre
^Vcaroel'o & '.. 600 pec..s de madapoiao da
Fabrica de CamaraRib?.
Na ba CbC 0j 8 ira)-, P"a Pjrto
U*C F C8c4oVc*ix "m 9! kiloa de Fab6
Ni baroafia D ja, rara CaJjaraglbe. car-.
j-eei-s'.-O :
. to!..' sabao.
Ni bircaca Pior de M.rir, pira Maman
guape, carrega-ai.-i:
Birboza & C, 12 ciixas e 4 ar al i com
87 litros de Bt-nebraje 2 b.r;s oom 80 aros do
viobo de frootas.
Nibarjag Usllo M nle', pa'a as
Alaeoas, carregoo :
' Cftlbo, 8 caixas com ICO itros de cer.ejs.
PAUT.l DA ALfcVMDHf-.i
VALOiF,S DA.3 MERC\i)OKlAS N*'.10SaE5
SUJ1Ta8 A DIHEiT iS E EXPORTAg0
Semana de 10 a 15 de Feverciru d 1896
Aguaraeme, cacnag litio.........
Dita de canoa id^-m ............. 320
AICtiOl. litro.................. 43*
Uodo em rama, l-io.......... 9
D-to em caroco, dem...........
araroia (rariaba)kiio.............. 470
Arrc com casca, un..............
D lo sera casca ou pilado, dem..... 00
Assucar brance-, i em............ 455
Dito maicavrto idem.........* 233
Oito re'inado. dem............... 515
Axeite de co;o, litro ............. 500
Bapaco* ce carocue de al^oiae, kilo 040
Borracha, teite de. icaugabeira, idem 1560
Bo-ini?, p r .................. 6*000
CU, Ulro....................... 0}"
Cacao, idem..................... 910
Caf noto -iera.................. '*8uo
Dito ordimrio, dem............. U300
Dito torrado ou moido. iem...... 200
Garae ecCH (xirqoe) idem ....... 480
Ca-oco-< oi\ aementes de algodo, dem 0.0
Carrapaleira sementfs dem 180
Cedro em prioctoas, grossura por
(j-081...................... *0.)
DUo em irfboas at 40 milimgr., omi lO
Cera em lellas. Wll J............... WMJ
Carnauba kilo................... U0
Uerjeja. lro...............' *'{
Otarais, cenia.................... 2*0
Gicarroj, idem....... ........ *w
0ouro3 seceo espiebados, kilo..... lilao
Ditos seceos ealgadcs, iaem......... 4*0^1
Ditos ver-iea, dem.............. .--.-XX
ourinbo, ceotj................... 'Tin
Lilra. litro..................... "
Cblnellas, par..................... 10
Cognac, litro.-................. *
apil e eores, litro............. 1 *000
Cocos seceos com casca, cerno...... 7*XX
Ditos dllos sem casca, id m....... 10*500
Coco?, kilo...................... J**30
Doces.kilo...................... {***>
Eacbans, um ................... 02*2ix
Eipa- dores de peona (grandes duiia 36/500
Ditas ^e dita (peqoeoo)idem....... *?**SS
uitoi d paisa, dem............ MiOO
Formula de alto valor therapeutico,
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
(Js grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobeiia nflala, no trata-
mento da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoas da maior
excepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Baro da Victoria n. 37, l* an-
dar, sala posterior.
Pcrnaiubco
--------------------?-------------------
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Kua da Imperatriz u. 8,
I. aiuiT.
Consnius : de 1 s 3 da tarde.
Ss'elos. ou)...................... 13O0U
Ks e; 'aa proprias >ara lor,o 1 e liVi
de n.v!c8, tenlo.............. 3 E'o- a uaiiooal. klo...... ..... ,'*'J
F-noti-i e maodloca, lilru......... |"-'
Da :e mil o, dem..........
Keiia ', llem...................... 3UO
Folb s inpiif.inseB de quilqcer qua-
iidaie. klo................... 450
Fumo em foiria, noui, kilo.......... oi-
D.t-J tf OHO tir.it!.ari-, ::euj........ 4*0
Oto em rolo bol, WcD. 8ri
OHo *e dttoiMinarlo, :dm .. ....
DitoemU', bom leo.......... "-'0
D-iO em lata, ord-.oa-i', .eia...... 5H
Dito picado oo deett*4o, jlam.......
Geoi-nra, lifu.................... 4W
La ite birriBUda (yal'io Ko...... 4'U
Looro tan taboaj te iO m'm gro?su-a
aoja........................ 7I00
jf.el n taoqne oa aj-lacf), litro..... Ibrt
Dito de abilbas, idtm.............. 900
Minio, kilo........................ iM
Palna decaroafjoa, dem ........... "du
Pao Urszil. uetni.................. 0V
Peda de reboto, umi... ......... WM
peLUH* de ema ou p-vo, kilo..... odaUO
Pno-pna o de cal, tooel.ida......... *2*
Polmno (omra de tnau 'loe) kilo. 140
Poaiss cu chilres de h-.j \a cum. 3MU
Pellet de cabra en eabellOi ceoto.. 17' 00i)
Ditas ce Cd'ueira, idem.......... 1?*"^
P,rfurjarH8, klo............ ;a00
Queijas de qulijuflr qu.lidaia, silo 1#W0
Hip, idem....................... un
Ripai de qualquer qu ilidaae, cuta.. 4to
Saoao, kilo..................... 3^0
Sobo ou grax3, kilo .. ........ /.O
Seno em veiaa, kitd................ 'w
SUopira em o^ras re-.xos par- car o-)
rj.jf .......................... viV.i)
Tabaco em p, kilo................ **;-;
Tapjca, kilo.........>........ ,w
Taboa"1-1 t19 amarello.du;ia......... IfcOOt'O
Trates'oe hoba Me 5 m iros de com-
pnmeDto, ui a.........1 m..... r*"00
Di'.98dom?i8de5;4ill metros, orna 2.U 0
Ditas de maia de 11 metros, uma... ^000
Va-nspura eacou ama........... WO
Vaagnr s ue.arnKJ doKa..... I^OU
D'aideei=s?ava, dem.......... -o
O tae de lior-o, id^n.............
Vi baitra (em i-ost.diono) por (,"J54 ZJS'tuo
Dita (em pranchOi* i;o- L-OSl----- 12*300
D o cm labo.s at 40 tr/m gio-ora
urna........................... ,n
Viono de qualquer qualiJdde, litro... 3U0
Vinagre, llem................. *-
flznia&eato* psahco
Alfatiilegn
Uez -e Fev.-eiro di 1866
Kenda geral :
Do dia 1 a 7 4W 899*?3-j
dem de 8 106:234*859
----------------- 573:1349i
Renda do Estado :
Do dia 1 & 7 12!:74R*55S
dem de 8 Z4:9i593
____________ 147:66i5
Total 722:795*915
1. se-.co a Alfsndeg de PernaiDoo>, 8
de Fevereiro de 1S26.
o coe'e da eeccao
L. F. OOtecel-'a.
O ieaoureira
Lu i Manee! S. Yaleo-.-a.
RJCSBSDOittA l>') ESTAD >
dem de 8 _^?_L__
- 139:212*121
iiECIFS DftlNAQ
Renda de 1 311*30.
Mem de 8 -*
311*304
Hovlmeate do porto
Nivios entrados no da 6
Rio de J.neiro8 rijas, cannoneira irg^eza
Nymptie, de 1140 onehdas, rommaDciante
cjpitao lenen'-e Ge'jrge HjQtlogfard, eqop-
gem 148, carga mumeoes de goerra; i or-
aew.
Rio Grande do 8ul-52 d'ap, D"cbo laglfi
Biwird E. Hutcblogs de 260 'ouglaias,
espitao J. J. Warrer, eqoipJgem 7, em i.s-
iro; a E. S. Levy.
Saa'.os21 dias, patacho dimmarquez Nu-
Peitorfcl de C embira
Outrai caras de toarse
Por mais de uma vez, pessoas da
familia do distincto pharmaeeutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tos-
ses e outras eflfermidades das vas
respiratorias, do Peitoral de Cambar,
de Souza Soares.
O agente Companhi 1 de Drogas.
Extrnalo 29 de Setenibro
Curio primario e preparatorio sob a
(lirecc3o do proessor Josquim Pompea
Monteiro Pesea .
As aulas c rrecar&ni a funceionar
desd- 7 de Janeiro do corr'nt" anro.
Ra Da' Cardlo (-litiga do Calde-
ro ) n 2, 2. lid r
ccsssiLr;-E2Eaco chaves 9
% MEDICO 1IOMCEOPATHA
K Consultorio ra Baro da Victo-
ria n. 37, /-. andar
f D confU'itfe das 11 horas da tnantia
h a 1 da larde
Dr. Carncro I^eo
rj.edicv> pururo e operador. Ueaidencia
e oonoultori & rua do Livrarnecto n.
31, 1. andar. Consultas de 12 s 2
horas da tarde. Especielidade : Ft-bres.
paros e in lestias de c ancas. Cha-
mados .qualquer hora. Telephone n
3
lr. FrcitasGuiuarites
Participa a s seus m\^a e clientes,
ter mudado suh residencia para o Ea-
tronce ment n i, defroute da estaco,
anude pide sor procordu e contina
dar cneiiltas Jas 11 1 hora da taro
ruaLarija d Rosario n. 0, antiga
Consultorio do Dr Ferre.ra.
T COMPRIMIDOS oeV.CMTde FDIT

feitorl de Cambar
Cura de uma t.*9e rebelde
Cheio da mais viva alegra e grati
dAo venho declarar que em menos de
dous mezes minha esposa restabele
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam-
bar, da Souza Soares, de uma hor-
rivel tosse sec a acompanhada de
dores no peito, t ndo antes, durante
o espaco de dous ann->s, empregado
sem o menor proveito, um grande nu-
mero de outros remedios. Joaquim
A,ves Qavalcanti vFirma reconhecida
O agente Cct,.pauhia de Drogas
cy, de 22. to a -8 cao^ H. A. S-ar-
re-.' iq. >'a< m 7, m lastro ; crdtm.
A 'C.ij V.ic.r n/t.....bi Jacobfpe lomnran-
Nv-o- ^a'i d s oo rjsp^mo d-a
danta Joto M. B sch ; crga varios gene-
R n a' lir.'ir > e escala ~V.ip"r naconal ra-
ll.a c'0 raa"di"ie Aolooto F. da Silva ; car
va'iii- w a*oa.
P.r^ e ai V'ir- ni'inil A:e, erm-
rj rj i i- Hao h GotO'i ', ca'ga va'los ge-
i .
p ri_H'-:< BO'Oteu-n-e Valho^rine^, fa-
nitn H P-i'e-feu c; ra -ri b een^ron.
P a Vup r ni i >m I Planeta, eoflO
a>bDlaala Manuel luflt de AioteJ'J ; car^a
canos g'eros.
Mercnilii Mnu!-:;.! de M *
O njovmeiit; desu? rxe;csoo no dia
erriro 'o' o S^oiii!'
En ir i.m :
38 bol oesj-ido 7,651 kilos
4.0 kilos ae peise 30 rs.
25 i'0r i-u't com mariscos a 13o "a.
4 dito com c^tlar0e8 a i5-) r*.
3>i columnas a 9 rs.
1 cargas com ^allinbas a 7JO rs,
JO casso-ies co;a aallinllM a 480 -b.
2 cargas io:n m:ho vi-r-'e a 450 rs.
i carga cora amendoim a 45H
3 cargas c^m batutas a 45'' ?.
2 cam com macaedeirM usa rs.
I carges coro cebollobO > 450 ra.
4 cargas ct m yermos i 450 re.
15 cargas com veruras a 433 rs.
1 carea cem cauca a ^50 m.
3 cargns com ltranias- y 4*0 re.
2 carcas cora lobame a 450
3 cargas rom loutas a 450 rs.
2 carg? cote melancia a 450 rs.
2 ca'^s rom meio a ISO rs. 9C0
4 carges com diversas a 45*0 ra 1*800
s3 caria, com (arfaba > 3io rs. i US}
6 rargas com niilr.o snoco a 300 re 1J800
1 carga! cem feiao a 30 rs. *300
9 Suinof- a i rs. 90OO
67 lugares a 300 rs. 20l00
12 eump. com sUiriBiros a !*5>0 180C0
9 como, coa ?c:. l*o ( l#"W rs, 9*430
coa.(. coai Irwnrai a 0 > a 7ti)0
70 com.'<- cu'L ?aieda3 a ?t "a 110*000
jl coi comMaa a ltSOrs. 32*050
10 Wat. fem vordij-as a 45;) ti S2*H50
108 cornp. coa raricna & 600 rs. 641000
138*000
ose
7 de Fe.
12*300
3*450
*600
32*410
*750
4*500
*900
*450
1*350
*90O
;5o
1*8 0
7*200
*450
1*350
90J
1*330
iO --. con talboa s- 3G00
Randimsitos des dias 1 a 6
335*400
3.297*000
~c
3.833*100
Preces do dia :
Carne vetde de 200 a 1*000 rs. o kilo,
Suiuo8 de 1* a 1*200 dem.
Carceiro de 1*2 K) a 1*500 dem.
Pancha de 600 a 1*600 rs. a cola.
Milho de 600 a 1*000 rs. a caa.
Keiiao ce 1*200 a 2*00U a cota.
Xavios esperados
De Hamoorgo
Dri-: Bilemao O'-m rtrai u *'taiberg.
D-i Net-Yjfk
Barra d^coesI Victoria.
Vapores a entrar
MEZ LE FEVEREIRO
Oreiaua do sol, a 9.
Pt Saltera do bj>, & 10.
. P.d-my de New-Y.nk, a 10.
S. Salvador do no-tf, a 13.
Ville de Baencs-Ayfs da Ecr^a, a 13.
0!.p,d o sul. a 16.
N le Jo sal, j 16.
3i3telmc do sol, a 16.
Vapores a sabir
MEZ DB FEVEREIRO
Miocs e esc. Jaoaatkoa a 9, ;s 4 boras.
Sanies e ace Greclao Priice a 9, as 3 boras.
Piymouti) e e3c. Orelaoa a 9, as 12 horas.
Santos e Ua:e;o Ptoiemy a 10, as 2 boras.
Pa-a directo Uadeireaae a 10, a 4 boras.
Bremeo e e-s. Si'ls' a 11, as 3 horas,
tao'os -, t Patagonta a 11, 8 3 bo.as.
Mar-mbio H eac o-1 a 11, as 4-boras.
Hio G. do Sol T-yieta a 12, as 3 boras.
Pa' direcii Miieireise a 13, es 3 horas.
Ro de Janeiro e esc. 8. Salvador a 14, as 5 b.
Soothompton e esc. -Nile a 1C, as 12 boras.
Mir-s e esc. Oliada* a 17, as 5 boras.
/
I-
1
< -
i

I


Diario de Pernambuco Doiuiugro > de Fevereiro de %!>>
5
r

Elixir Anti-Febril Cardso
8EGUND0 A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvarto em Si de Marco de (899 pela Iaepe-
ctoria Geral da digna Jaota de 8j Riode Janeiro.
Este Elixir de cimposicSo toda vegetal pre-
parado egiiudo as rearas rbarmaceolicas,
aconselbadas relos autores moderos e de re
condecida ciD.cfdade scientica Unto qo paiz
cerno on exiraogeiro.
Este Elixir o prolneto nao g do g'ande
estado da aec" s p'ij-Kicas das aabataj-
ct?8 romo tambem p-MoloRicas, como tambem
o resellado das tonmeo^as applicaces nos
diversos rasos de febres de fondo pa'ostre,
A applicacSo de E-te Elixi- na g-anie epide-
mia a, engas de 890 a 1891 oai* ama ves
demoos'rou a sua etficacla; po:s no principio
dos pnmeiros symptomaa a liexiga aborta, e
em caiis raais adiaou -ios a bex'ga pa.-sa a
ser orna 1oena febril vulgar aprevenanlo pe
quenas to nef. -co>s que cota co-itioiaeio lo
elixir desaparecer aera toiav.a aprsenla'
recelos Je perico
Oa tnoitcs atiea'itiC pabticados '>o 0!ano
de Percdojocco e Gaceta da Tarde provam
o ice izemos.
Nos casos da fdbraataarella o effeito e adir,
ravel, a presentando ocenomenos to rnaravno-
eos que uela cida/ie do Recife e oo 3 Rio de
Janeiro poaco recaa m'i a ebro amare! a
mes-nc estando o do?nte cvn vorto pretoa.
sarjfculceooestes altimos periodos eeulao ne-
cesario a apolicat,aj era alta dose, desprezac-
do tabella annaxa
Eite Elixir ja ceoneddo do publico a de ux
grande numero de dignos mdicos aprsenla
do pora combatir os iifferectes ncommodoB
todos elles de csrsMer febril.
Por moiU1 empo tiveinos oecaafao de 'iirr
apphcatao as leona erysipellosas e cora tac
boa: resolusoqM&ciaao admirados de ioa>-
to9 efleuo*.
Pela pratica chegainoi coabeoer que ou
ataques d feo'a erysiueMosa ou crysipelia
como vuigarseate se diz 6 neceasario o uo de
10 ila? iu Elixir.
Nos gra'udes lucoarootios das seihoras m^n?-
ruacSo, eravidet a nos cisos de pa<;o cujo fe-
bre c de ora reuitad i ma'f ce to e seguro en-
a e ccvsposicao tao emplee qne nao olTen*
ee-receto di suplicar o Elixir, nem tuesmo ere
rieses lopertorea U iadicadaa na tabella ofra
PeJimcR soadigatssimos medico* oae dse}!
rem buer uso desie Elixir em ana clnica na.
ee aaieiiarem oosaa prescripc&o, tn;s lim a-
ie- v i iplicacio aa armoaia c-.-a os c
Ojete dse)arem combatir, ce-ios de que o me
dlcameto :a comoosicao innocente vara o ef
{amputo tD'i- f*adrl we sr-ia.
l3odo de usar
rido o meaaio contraotaote, em virtude
de olaaaolai.
Eicriptorio do diatricto talegraphico de
Pernambuco, 8 di Fevereiro de 1896.
Annib! Azamojj* Vuoaaom,
Engenheirc-ohef*.
aa aso-i'.m
O
cidadio capit&o Leopoldo Guede*
Alcof rado, presidente Ja tiesa elei-
toral da trigsima quaita secjSo
deste municipio do R oife em virtu-
de da lei etc.
Fagosab-r a todos 03 cidadaos que
na e!os5o aqui proced da de um Senador
Estad al qus ter de substituir no Se-
nado deste Est do o Dr. Herculano
B nd ira de Mello ele to e reconhecido
dapu'ado a Cmara Federal, o res litado
foi o soguinte :
PARA SENADOR
Votos
79
A'l enancas at om ano o 10 gotas de 8 em 2
bora em taca colaer das de sopa cneta d'age*
fna.
Oe iioi a tres sanea 15 goties.
De 3 a 10 acnos era Unte 40 pollas etc.
. devem aecaore ser applicadu eni
agua
Reposilo
omp ooia de urogas eProdoetoa Ghimicop
Recjfi, -iia :lo Marquex Nacional Pbar naca, roa Lar^a do Rosarle u
35
PbartEacfaOnei t s^:*.: a da ?q- ao-:c
D 3
Piccocia Alfredo Parreira. raa de; Baro ts
VI tor :. o. 14.
Paarmacia Msrlios, ra Duque de Caxias o.
83.
Pharrxacia Ribeiro, praga Maeiel Pinbairo
13
Prarmaf ia Victoriense de Loiz Ignacio di
AD trade Liia, cidade da Victoria.
para qualqoer InformapSo s^rs encontrado o
actor ns ra Estrella do Rosario a. 17.
Cs nosfes frasees sao cuadrados e conta g -
tas. K'um lado teem gravado Elixir ante-fe-
bril e ro entroManoel CardosoPsrcambuco
e todo? oc prospectos eo assi.nados por Ma-
noel Uardoso Jouior, sendo falsos 03 que nao
fcretti 3sgcadcs.
Repaiti^o geral des te
legra phes
Da or ra do Sr. Director Oeral dos
Xe'egraphoa, fajo pnbO que no dia 20
do conente, aa 10 'iot-s do dia resebem-
se propostaa em cartas fechadas e devida-
ment^ selladas, para o fornecimento por
costra'-to de 600 postes :;e mEdeira para a
constrocjSo do ramal tdegraphicojde Pes-
queira o Buiqoe, de accordo com as con-
dijo.-s aba:xo publicadas.
Cda propoata dever vir acompsnhada
de um conhecimeuto de depusito <'a
quacii de 100^000 feito na caixa do
distr !tO| perdendo o direito de lavauta'.-a,
si preterida s proposta, nV> or ella M-
sigu-ua par quem a tivor aqraaentado.
Os pcBtes terSo ss eeguiates dimen-
s5es:
Seis metros e viute ceutimetros do al-
tera, sendo om motro rol'50 e cqcj me-
tros e vinte eentimetroa Urrados : a
r- passagem du parte rulj. aqra a a?rada
se fai por m.io dus qu-.t > f cj.b c'aam-
rades.
N1 bfss da parte labrada terSo v nte
centimetri de esqnaina, ajaband? o topo
em pyramide de i5 contsmetros de ai'ura
da 6m6 at a ver.ivo da mesmn.
S?' divididas em 2 c!as?s, d.s ma
dairas eeguintes :
1 Aroreira, po d'arco rov. barma-
ns, p5a ierro s masstrandub);
.2* Sapocaia e aapuc^irans.
III
T/dos os postes devem ser perhita-
meLtc rentos, bfios, iseotog da braceo e
v de qu--esquer outros defeitos, como fec-
das, tos caaeados etc.
IV
O prtso total pora o foroeci menso dos
postes girada 2 mezes a contar da data
da assigeatara do contracto, regalando o
forcecimeutij de 300 pnates por mea;
sendo distribuido pelas respectivas ccv-s
entre oa 2 postes li^r-so.
V
. O recebimento dos pontos ser feito
logo depois que estes forem distrihaidos,
e mediante aviso do inspector, fiscal dv
servij ", o qual prccede-i. a conveniente
) verinciyao, t acceitundo aquelies poate
que estiverem as oondi^-Ses da clausula
II.
^ fVI
O pfgamenio dos postes aei effectoa-
l do no esoriptoo do distnoto. a medida
qu9 orem elies reoebidos e a visto do
Atentada passado pelo Dspeo:or fisoil do
/ servido.
VII
Para garanta da fiel exeooco do
meomo contraoto depasitar o oootrac
tanto v cixa d diatrto'o em dinheiro
ou apcli:es da d.vida publica nacional,
urna caujlo oortespaudente a 30 *|, do
valor do respectivo contracto.
Evta oac^So t aera reatitoid^ depois
de co cluido todo o torneoimento, des-
contadas as multas em qne t>'ver incor-
Desembargador Manoel Caldas
B rretto
Ca'itfto Leopoldo Gue^es Alcoforado.
Prsiddnta
Kecebedora do Estado
de Pernambuco
Edita! n. 45
0 a immisi-aor las punii o a quem Istires-
lar posaa. quj na prau de 8 Jias improroa-
ven kv. adjs da data do presente Sditl, ero
arreca^aio a b I) decla-ados. rea I e ao 2- .emestre uO ex-
nrcico de I89S a I89i
Re 'eDrCona o Ei a o de Per:iambu:a, 8 de
Fevereiro oe 18J6.
O administrado^.
(\gr igualo) -Affjiao ue A.. M-o ionior.
Imposto a u'i" e efere o edilal snp'a
Cate 0. S l'mazeu ou loj de ler-ageas,
ii-iu :i zis e maubloa de Costura?.
Iieru 11. 7Vrmaxem de xarque em gro>so
e -tuitao.
ileiu n. 10Arm zem ou e c iplonos de
comcaistes ou consigua^Ocs.
1 .em u. 45 Ageutrs de (remenlos de na*
rl< 8.
I'om n. 51Armatem ou i coib-r, aifiOiiegado iu nao.
fjeiu n. 15Ariuazcn de drogas e pbarma-
Cc8.
Ido- n. i7 -'omoaonias ds s-'gu-o-i e agen-
cia cutfiprea.V'rriida qua'qae* tesso qui no
ar t ir d> ig. nte fa oapautiia Bier contras'
l> Seasa na'ur. si, excep.uaJas as co upaob as
com a^taoiei lo terv ;o da bjabeos.
Id m n. 18 Uasas de ven-'e* bilbles de lo-
teras.
Id-m o. 9 Arramem 'de msS'imes.
Ii<-ain. 12 Aroi^zuui de Lspecjaa de al-
gi I .
I en n. 13 -Aimzsm de compra e venda
h algoi^j, coiib'oiio pela 'ieoomiu2&a
P:. n? de *lgniSo a vapor 00 nso.
O De Fchcoo Altillo Uorrea de Araujo
jiia de direito do commeroio, de8t9
municipio do Recife, capital do Es-
tado de Pernambuco, em virtude da
lei etc.
Fc^o sfcber aos que o presen'e ettl
vire ou dille noticia tiverem que, pe-
rente e t> juizt>, correm una autos de
execuc&o de seoleoca, entre partes :
Ezequiel N. B irck e ezecu'ado J1S0
(ro i .ive Coimbra e que tesdo-se feito
penLoia na quait a de 2.000OOO, eais-
entes em poder do agenta de .'ei oes
Tbomas Jos de G amlo, ecearregtdo
qus foi do leil&o do estabelecimento doi
dito esec.tao, foi a meama ptnbora
accuBada na aadinca de 6 do corren e,
pelo solicitador Cust^io Moreira D aa,
procurador do exequente, como ee e o
requerimento do theor seguinte :
Kequerimento de audiencia Aos 6 ds
Fevereiro de 1896, nesta cid-do do
Rci;e, capital do Es'ad de Pernimbu-
00, em audiencia do Dr. juiz de dir o
do coramerc o Francisco Altino Correia
de Araujo, ahi o solicitador Custodio
More ra Dias, por parte de tf. Bur-k,
atciaou a penbora, que offerec^u, leita
em dinheiro pertenoente a Joo Goc-
ijal.es Ccimb.-a e requeren qus fciasem
saaignados ti das ao ezecutado e 10
aoa credores incertcs, pas^ando-se editaes
oa forma da lei : pena de iancamento.
Dudo o pregSo Lirgiem compareceu :
o joiz heuve a penbora por feita e aocu-
s>ida e cs presos por sssigni-doa e man-
de u paasar os editaes tudc oa frena re-
querida.
E para constar fia este termo eztrahido
do protocolo de audiencias ao qual me
reporto e junte? o mandado de pt-n'-.oia
qus se segu, devidameatu cumprido.
Eu Gtavo Alberto de Britto, se
civao o escrevi.
Em virtude de dito requerimento e sea
defer ment, o respectivo escnvSo pastoa
o p.-eaente edita!, pelo ihor do qual
obamo, intimo e hei por citad a todos
i.s credores iocertos do ezeoutado Jc>&
Gonyalves Coimbra para, no przo de 10
dias, c>n)parecerem ante este juizo, re-
q.,er.-ndo o que for a bem de seos diroitoa
sob pena de lanya-rento.
E para que chegue ao conhecimeuto
de todos, mandei passar o presenta edita!,
que ser publicado p8a impreaM e fffi-
xado no lagar do costume.
Dado e ppsiado nesta cid.do o Recite
Capital do Etado de Peirnamu^o aos
7 diaa do mea de Fevereiro de 1896.
4.Pgoa noB autes os emolumentos e as-
signatera.
Eu Gustavo Alberto de Brito, escrivSo
o escrevi.
Francisco Altino Correia do Araujo.
Earo. Sr. Givernador e que
inteiramente.
II
Caia proponente dever declarar igual-
mente :
1." O praso do privilegio que eolici-
tam e fiodo o anal reverter a Estrada
sem indemoisacSo elgoma ao Goverao.
2.a Os prasos de cometo o cocclusTo
dts obias.
3. A importf-ncia da subfen^So ki-
lometrioa em apolica do Estado de
joro de 7 !.
4." A i'pcrtmcla do cap ttl riso
restante para a ceastr-tcoSo da Es-
trada.
5.* A taza de juro que o Estado de-
ver garantir sobre o refer 1) capital
-fizo.
DeverSo igijalneote ajutitar documentos
comprobatorios de tna idooeid-.de e ha
bilitac,*3a para a corstruc^So das obras. .
III
Cada proposta dever.' conter a indica-
9S0 da residencia do proponente e ser
r-companhada d'um cenheciroento de de-
posito a ordem do Exa. Sr. Goveroadcr
do Es ado, pela quartia de dea c ntcs
daris (10.000(5000) em dioheire effoc
tivo r.o Thesouro do Estado pira garanta
da b'8g*natur4 do contsc-o, no caso de
ar accei'a sea propoatu, e sem cujo re-
quesito uSo'serc. a mca.xa tomada em coi-
8der85So. Esta caugSo ear restitaida
aos propoceotes cuja prop .-sta n?o fSr
aoceita-
IV
O propopeite que recrbr, aviso (ffla-al
per es;ripto ds que sub p-opoBt l5ro
acceita e re; usar-si assignar o con-
tracto deii'r 1 dj praso de 30 dias da
data do rfe ida aviso perder' poo fjeto
todo cireito r :feriia qa-anti^ contos de res (IO.O00JOO0) que sr e-
collida aos cafres do Estado como receita
eventual.
por editaes os credores para a reunlKo met"* contistir em reapostas a 6 qoe-
em qus se de iberar a liquidas*?, afial, sitos, 3 praticos e tres theorieas sobre o
ado. Cadi soIjco tsr|uma
da' mesma sompaohia.
^jAssi, requerem e pedem
Secretaria dos Negocios da
Industria
3a directora
Concurrencia publica para a
Estrada de Ferro do Recife
a 1 amb.
De ordem de S. Exc. o Sr. Goveroa-
dcr do Eatado, faz-se publico que rece-
bem se nesta Direotoria at o dia 15 de
F.-verei o preximo futuro, ao meio di ,
propoitts em cartas fechadas, debida-
mente selladas e assignsdas, rotuladas
externamente- Propostas para a Eatrada
de Ferro do Recife Itamt ara con-
tru 9&0 da meama Estrada de F. rro,
neate Eatado com a exteneSo total e
132 k los 500 metros de iinha principal,
-(m todas suaa dependencias, material
fizo c rodante e de accordo oom as bases
aegui.ies :
Os proponentes devem declar- r em ana
propoata que tomaram conhecimento das
coadicSes geraes, especificares, ornamen-
to plantas, perfis e ^rojnotos das obras
d'urto e edificios, e maia documentos or.
ganisados pelo engenbeiro civil Jos n-
tonia S.r*iv Jnior, j approvado pelo
Dentro dos roferid is 30 dia, o propo-
nente coja propesta for preferida, depo-
sitar no referido Thesouro a q-iaotia de
victe contcs d^ rea (20 OOOJOO) prafa-
sendo com a quantia cima meicionada
de dez contos de ris (U.OOOiJOOO) a
eucSo tctil de tiijfa ccctcs de ris
(30.00-r,i>0~0) para gartntia da fiel txi-
cucSo do co tracto.
O refors da garaitia poder ser
prestado em apocss da div da publica
do Eatado pelo seo valer nominal.
O proponente c ija projost^i tiver ti do
scceita e uSo effQtutr o reto-50 da co-
9S0 nos menciooados 30 dia<, perder o
direito tanto aseignbtura do contrct>
como garanta de dez contos j presta
da e o Govir.10 fi:ar ivre de proceder
como entender.
VI
O Governo fica livre de acceitir a pro-
poata que entender prefsrivel ou de n5o
acceitar neobama.
VII
O cootracUote iodemmsar o Gover-
no do Estado da importancia despendida
com os eatudos, projsctos, ornamentos,
etc.
Ach;m se 8 disposicSo dos interesados,
para serem ezaminadoa, nesta Directora
na plantas, perfis, projestoa o typos ds
oras d'arte, edificios, eto. assim como as
condic5eB geraes, especificis s o mais
documentos constantes dos eBtudos orgaai-
sados pelo engenheiro civil Jote Antonio
Saraiva Juuior, e que servem de base a
preseote correurreocta publica.
Racife, 26 de Dezembto de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral.
O D.-; Antonio Jof Henriques Lima,
juiz ^do 2.' districto nauaicipal do
Recite, Estado do Pernambuoo e n
vrtude da le eto.
Faz saber aos que virem o presente
edital que por este juizo tem da ser trro-
matado no i 17 do cor ron te aa 12 hi ras
do di t na sala da? ..udieuci.is publicas os
bens peohorados Bernardioo de Aaa-
vedo por execucao que lh move Bmrao
ic Almeida, cujos bena sSo os suintd8 ;
20 pfc b de madap 15) Piinssimu
avalladas cada urna em 10f)000, as quaes
podem ser vistas em poder de Alfrjdo
Ferreira Pinto, depositario, ra do
Crespo n. 3;
Haver abate de dea por cunto sobre a
aval aco da mercadoria cima, por ser
ett a Eegunda prty.
E para que chegue ao cont amento
de todos mando ao por.eir Qo jaiLO
affisRr o pros -nta no loga do costum
passaodo-se a rtsoec'iv.i oertidSo.
D do e paasado neat.e segundo districto
muncipal do tfecifa, 7 de Fevereiro d>*
1896.
Auton o H-racia o ercrevi.
Henriques Lima.
EDITAL
De convoca ^ao
Os ere-ores da Companhia Promotora de
In-'u-irias o M^lboramentop, em li-
quidi-^So forjada, p~-i reunirem-se nont-d'a
na sala dos despachas deste ji.iso,
t-ua da Constituido n. 47, no dia 20
do prximo mea de Fevereiro, ao
r..tio dia, afim do wsrifii-ire.a os cr-
ditos e. approvados, deliaerarem so-
bra concordata, se for offereo da a
respectiva proposta, 00 proseguir-ae
nos termos da HquidecSo difiaitiva da
mesma C jmp n'.ia.
0 Or. Ceiano P lo de Miranda Men
tenegro, j'a da C mar Commercial di
Tribourt' Ovil e Criminal da Capital
Federal, etc,
Faz sfcLer aos que o presente edital
de coevoc^o virem, que correndo por
esta Cmara C^mmeroinl do T.ibunal
Lp'u e Criminal da ap tal Federal, en-
tono do e crivSo que este subscreve, o
pruceaaT di 1 forosda da Com-
panhia Promotora de Indnstrias e Mc-
Iboramen < s, ta pr pare dos ayndicos
toi spresentada a petijSo do theor se-
guate :
lllm. Ezm. Sr. Dr. Montenegro, Ju *
da (Jamara CommercialDizem os Ban-
cos da Republioa do Brasil e Iniciador
de Mtlhormentos, synaicos pro-r-
da liqddac:> f. r;ad da Com,.
Promotora de lodustrias e Mehoramen-
tos, que tendo ] aide eflorecidas ai sr-
recad&(Ses de bees o o ozama e demsis
trabtlhoa da senhores peritos, nomeados
por V. Exc, s2o os termos convocar-:o
V. Ex?.
diterinonto.
R o, 10 de Desembr? de 1895. >sses
Viuooa.Sancho de Barrea Pimont-1.
E tavam debidamente i n o t i 1 i a d -. 8 duas
eBtampIhas no valer totel de 220 reis.
OT o que prefer o segoiote despa-
cho :Convoquem-e os credores Ro,
10 de Dezembr.) de 1895.Montenegro.
Em vir.ude do dito despacho se pasin
o p.-eseute edital, pelo theor do qual sSo
c neceados oa crotores da Companhia
Promotora de Industria e Melhoramen-
em liqoidaQ^o torga a, para reunlrem-se
na asa dos despatthos deste jnizo, ru-
d Censtitu^So n- 47, no dia 20 do pro.
zim<< mes re Fevere'ro, ao meio dia
afim de ve^-ificarem os crditos, e, appr -
V'dos delibsrarem S'.bra 1 oncordata, se
for offrocida a respe.oti a proposta, ou
proaeguir-se nos t-.rmos da liqoidsXo de-
finitiva da mesrr.a companhia.
Advertindo que nenhum oredor ser
adnuttido por procuracHo qua nSo terha
poderes e.paciaes para o acto ; qne a
prucurfccSo nSo pode aer dada a peBSoa
que seja devedora i mesma Compaohia
liquidando ; q:e a procurcglo pode ser
por lustrunvnto panicular ; que um s
individuo pode repesentor diversos ore
dores e. fi.a'.mente, que n5o c c-r-d > ser ser oonsid.-ra.io adherents
reaologo que tomar a maioria do-
votoa doa credtrea qne con pireee-
rem, urna vea que sobie concorda
ta iepreetn estas dous tercos do valor
tot-1 aos crditos a elle eujeitos, tudo de
conformidade com o ar,. 179 do decreto
n. 434, de Jolho de 1891, combinado
cm o art. 842, 2. p^rte, do Cdigo
Commercial, modificado pelo decreto o.
3 065, de 5 de Man de 1882 o mais
dispusieres.
Para coastar e ebegar a noticia a todos
mandei passar este e ma:s dous da igual
theor, que ser < p iblicados e afBxados
eu forma lei de cuja affixc.3o o 'por
teiro d s auditorios luvrar a como-toa
te certdSo pi.ra ser jinti aos respectivos
auta.
< ado e paasado tiesta Capital Federal,
aos 21 de Janeiro a 189o.
E cu Acooio oopes Domiog'S, escr-
vSo o subacre-i. Jaotano Piato de Mi-
randa Montenegro.
Edital
Thesouro do Estado
de Perainbuco
De ordem do br. Dr. D rector Geral
e em virtude de autor s*c3o do Sr. Dr.
Secretario du Fazenda, fa^o publieo que
sa acha aberta nesta Ser: taris, cm o
praso de 15 diaa, a contar desta data a
inscripcSo para o concurso do cargo de
3." cffiuial da Sub-Directoiia da Contabi-
li 'ado dete Tbescuro.
Os candidatos iatcipcSo deverSo
preseot-r sus pet^Sss a' o dia 21 do
o:rente mea, devendo ser rigorosamente
b-e v&d-a as ir3truc^?3s abaizo publi-
cadas.
Instr 1 v"es pira o provimento dos car-
gos da Secretaria da Fazenda do Eo
t.do.
CopiaPalasio rdo Governo do Estado
de Pernambuco.Em 22 de Aoril di
1895.
O Governador d Eitado roeo've ap
prov r ^as preseotes IustrucySa para
execuyBo dos ar s. 69 e 74 do Repula-
ment da SecieUria da Pazenda da 20 de
Novembro ultimo.
O aecretario do Eetado dos Negocies
di Fienda .saim o
la(.a. exd3ufar Aexandr Jos Barbos
Lima, Pedro Jos de Oliveira Pernam-
buco.
InsiruojSos a que So efere o decre-
to supra :
Arf. I.- O concurso para os logares
de iogresso as Repartieses de Fazeoda
ser, durante 15 dias, aonunciado pelo
Director Geral d Secretaria respectiva,
de ordem do secretario, aceas te var.fi-
, ponto sortt."
nota figurando media nos meppas,
A,-t. 11. De um mappa geral ooiatr
r a media das nou"-s de todos os exami-
nadores sobre oada prove, serrpre que
heaver grande divergencia, ^revalecendo
a mhioria no caso contrario.
Art. 12. Terminados os examfli pre-
ceder se-hi c'assifio'sSo da maneira sa-
g'ainte :
Moltiplioados por 3 oa nmeros que i
(presentaren! as notaa de arithmetioa,
algebra, leitura, analyse grammat:cal e
orthographica constantes do mappa geral,
por 2 aa de geographia e historia e por
urna as de francz, e sommados os pro-
ductos respectivamente a cada 1 dos
concurrentes, oceupar o primeiro legar
o que maior numero de pontoa bouver
ob ido e assim por diante.
Art. 13 Dos ezames foitos no mes-
mo d'a se lavrar, em livro especial, qne
dever conter o que se referir aos con-
cursos a principiar pela transcripto das
preientes icstraccSes orna acta minuciosa
da qual o director geral enviar copia ao
secretario, annezando a liata doa osndi
datos com o numero do pontos obtidos e
ministrando nformscSes sobre o pro
cesso do concorro relativamente, a tud>
quanto possa interessar escolha caso
d-jus oa mais dos referidos candidatos
tenham -ido cocheados em om s logar.
Art. 14. SrSo preenchidas pelos can-
didatos approradcs no oonenrao a que l-
timamente se tiver procedido, na ordem
da olssiiifi38c3o, as vagas qno co praao
de um anno se verificaren) a contar da
data em que houverem terminado os
respectivos exames.
A't 15. Somente esgota'o esse prazi
ou a lista dos meemos candidatos proce-
der-se-ha a novo concurso, conservndo-
se entao, a disposicSo d art. 1*.
Art. 16. Revogadaaaa dispoaifSsB om
contrario.
O secretario,
Pedro Jos de Ohveira Perasmbano.
S 0retara do Tberouro do Estado de
Pernambuco em 7 de Fevereiro de
1896.
Serv'ndo de secretario,
EpHtaimndaa P. Bandeira A, de Vfcacoa-
celloe.
Tinteircs de d.fferenles qualdadea
Tiapsnoe
Tesourrs de tyo para cortar papel
Toalhas felpudas p.ra mSos
Vatsouras americanas
O fornecador, alem das obrigacSes e
t'poladas na legislaclo em v'gor, fioa 10
jeito as s-gnir.tes :
(a) Os pedidos serSo prompttnenta
aviadrs. ,
(b) Os artigos de que trata o p-esen-
jte edital devero ser do boa qualidade.
(c) S sa acceitarao os objectos qoe
forem idnticos ia amostras e padroes
apresentados, os qoaes tic rSo archivado
nesta secretaria.
O d rector,
A. Gomes Leal.
EDITAL
\lfandega de
nambuco
rer-
EDITAL
Abertura de urna fabrica
vapor de olees ve^etaes
na /ua Imperial.
Bernardo Fredenthal & Comp. reque
reram a abertura de um-. fabr'o*. & vepor
de leos vegetnes na casa n. 161 da roa
Imperial; de acco.do com o dlsposto no
art. 2, cap. IV tit. II da lei o. 4, quem
se julgar prejudicudo com a pretendi
dos requeroutea pode repreaentor ao Dr.
?reteito no prazo de 8 dias, a contar de
hoje,
Sup rinteudeocii deHygiene Municipa
7 de Fevereiro de 1896.
O secretario,
J s Bonifacio de Mnndonc^ Ribeiro.
Secretaria da Instca, Nego-
cios Interiores e Instruc-
co Publica do Estado de
Pernambuco. 4 de Feverei-
ro de 18BG.
Segunda
que vaga
Art. 2.
O candidato requerer sua
inac ip;3o provando ser maioi de 18
annos, ter rooralidade e o mais que ju'-
gar a favor do aeu direito.
Art. 3.* Sob a presidencia do director
geral cumecarSo os examea no ^ia deatg-
ado, constando do leitura, anly=e
gammatical, ortboeiajbia, lingua fran-
Direetoria Segunda Seceso
Edital
O ordem do Sr. Dr. Secretario
fago publico que fica aberta por espaco
de 15 dias a contar de boje, concurrencia
afim de serem apreseatauas propostas,
em oarta fachada, para o fornecimento
curante o corrente anno doa artigoa
tenba entendido eJabaixo declarados, ceceaiarioa ao expe-
diente e consumo desta secretaria e das
repartieras da mesma dependentes.
Aloool a 40
Baca de sgatba para bSos
Brabante grosso e fino
Colohetes de metal
Copos de vidro fiao
Cocob de sgatha
Caitas de vime para papal
Caivetes dg differentes qualidades
Caetas dem dem
Envelopes brancos de differentes tama-
nhos, formatos e qualidads com e
sem inscripcSo para cartas e oficios.
E ic-dernacSes
E.car.-adeiras de agatha
^apaadores do penna ou de palba
Escovaa para limper mesas
Fios do cores.
P r esta repar:ic,o se fas publi-
co que; doacarregou de bordo do vapor
aHeao 'uriiybi, entrado em 15 de
Dosembro do anno passado orna c.aiza da
marca lavoura, n. 3.437 com 125 kilos,
de b)rd-i do vapor ingles Scholar, en-
trado em 3 de Dezembro d > anno pas-
sado 1 barrios d marca G H & C, Hu-
mero 10. c m 308 kibs, de bordo do
vapor allemSo Saler* entrado em 2 de
Janeiro do correte auno, 1 caiza da
ma ca C L D, n. 151 c m 150 kilos ;
de bordo do va^or fi-nces Villa de Sao
Nicols, entrado em 4 de Janeiro do
aor F R & C, de b .rdo do vapor ingles cTa-
gus etrado em nove de Janeiro do
corrente anno, 5 barra de ns. 16 a 20,
marca F G & C, pesando o 1. 215 kiles,
o 2 205 kilo, o 3.- 212, o 4.- 215 ki-
los, o 4.i 215 kilos a o quinto 220 kilos;
outios 5 da ruarla dismanti G B & C
de cs. 1 a 5, pesando o 1.* o o 4 215
kilos, o 2.- e o 3.' 2.0 kilos e o 5 220
ki'.cs. e 1 caiza d. 6, maro* NOV com
20 kilos, pchand* -so todos estes volumes
lacrados e com indicio de falta e avarias
pelo que intima-e cs donos ou c nsig-
natarios do3 mesmes para requererem o
qoe for a bem ce seus direitas no fim de
8 diaa a contar da presenta data.
1.a Secsao e m 6296.
O chtfe,
Mnncel Airea da Silva,
EDirAL
Alfandega de Pernam-
buco
O Zi.
hiitorii d3 Percamb.ico, nocSoa de ;Furadoree de ajo
geographia, sooretudo do Estado, pritk-
meti.-a, algebra elementar com as suas
appca^Ses aj commercio, c>lt>. esaeciah
dude a reducoo de moodas, pesos e me-
didas, calcui- de descantes, joroB sim
plea e compostos, amoitisagSo e ennuid.-
des, theoria de cambio Bas appUcacoe
e tbeoria de ecriptnragS 1 mer an'i', em-
pces'imoB e ttulos de divida publie*
Art. 4.- Oa programmas scrSo f >t-
muiados na oocasiSo pulas ezaminaior^s,
pelo secretario, em numero
suficiente.
Art. 5." As provas escripias de cada
materia serSo dadas e concluidas no
mesmo dia, sem iaterrupgS.
Ser inhabilitado o candidato qua nao
tiver boa Itttra.
Art 6." O mesmo ponto ter na pro-
va escripia, desenvolvido por todos cs
concurrentes, em papel robrioadj pela
CommisaSo examinadora.
Art. 7.* Ser ptima a prava qne
aitn do completo daseovolvimento, nao
contiver erro de especie alguma ; boa a
que, regularmenta desenvolvida, nao con-
tiver propriame;ite erros, mas equ vecos ;
aoffnvel, a que contiver erros de pouoa
importancia e m a qua contiver erros
grave.
Art. 8." As provas oraes serSo teitaB
por meio de arguigSo a carta examinando
de per si sobre ponto sorteado, a5o pc-
dendo oada urgaenta exceder de 30 mi
10tOB.
Art 9.' Cada examinador 1 .ngar as
provas escripias sa notas que a seo joisi
meresrem, justifioand) as quando hou-
ver discordancia e escravel-asha, bem
c mo as notas das provaa oraes, em um
mappa forneoido pela repartilo, no qual
por 3 serSo designad ,s as ptimas, por 2
as boas, por 1 as soffriveis e por sero aa
ms. A r.rjia m nullifica o ezame.
Art. 10. A prov* escripia do arith-
Go^ma arbica liquida
D.ta em carogo
Jarra de b.rro de differentes am ihos.
LupiS pretos de Faber ns. 1, 2 e 3
Ditos de duas coree, asul e encarnado
Ditos de orna t cor
Ditos de borracha, Faber
Lacre vermelho Maori 1
Livros em brnco numerades, o ptpel
pautado do difarentea qualidades e
formatos, contendo 50 a 500 tolhas.
Ditos de pape! de lioho^branco ou azul,
pautado, de 50 a 300 folhes nume-
radas
Pennas d'ajo da ciifferentea f.bricantes
Pustas de oleado
Ditas de couro para condocsSa de expe-
diente.
P de agatha p;ra cisco
Pipe! rosado pautado, da diffeientea
qialiludes com ou sem inscripsS
Papel branoo pautado de differeotea qua-
lidades, com ou asm inscripcSo.
Dito al manso pautado para copias
Dito sem pauta
Dito trauco pautado de differentes quali
dades pira mappus
D to a mesma co', cartonado para pa-
tentas
Oito de lioho brnoo ou sal, paasoo,
com ou sem ir.ecripco
Dito do lioho ingles para titules, com ou
sem inscripcuo
D to branoo de differeutot qualidades
p.ra cartas
Dito p-rdo cu verde para e-voltorio
Quartmbas de barrro
Riepadeiras de aro com cabo do marfim,
caso ou madeira.
Reguua de bano chatas de differentes
tamanhoa e qualidades.
Regadores de flandres
Saonatas finos e extraTfiaos
Tinta preta e de cor :s de differentes fa-
bricantes.
Por esta iepartigSe ee faz publico que
desearregou do vapor allemSo tCorytiba
entrado em 15 de Dezem'oro do anao
prozimo fidu 1 ca x, marca R G, nn
mero 25, do vapor allemSo Bieoa Ayres,
entrado em o da 1,* de Janeiro da anno
corrente 2 ca:xas, s'ndo a primeira,
marca J O R, n. 13o, a segunda de
marca O H e A em cima 3 110 e mais
1 tardo, n arca M P, numero 51 a 1 en-
capado, marca O H e M-, n. 32173,. do..
vapor allemSo Jchanns,. entrado em ,28
da Desembro do anco prximo fiodo 5
oaixas, sendo a primeira, marca A A & C,
g numero, a segunda ds marca C TM
o. 39, a terceira marca triangulo MAR
no centro, ne 105, a quarts, marca dia-
maute G no centro, n. 47, a quinta
marca diamante MAR no centro, o.
108 e mas 10 latas, marca diamante, 15 A
no centro ,sem numero achando-se todos
estes o'u-ires con indicios de falta e
avaris, p.lo que intima aa ou donos on
consignatarios para requererem o que for
a bem de seus airelos no fim do 8 dias.
1 Seceso em 8 do Fevereiro de 1896.
O-chef.*,
Manuel Ai ves da Si!v2.
EDITAL
Secretaria da Iadustria
3.a Directora
Fa$o publico, para conheemento dos
interessadoB, que no dia 22 do corrente,
a 1 horada tarde, recebem-se nesta Di
rectora propostas em cartas techadas,
devidamente selladas, para < s repares de
que ceceas!tam as diversas pontea da es-
tr.da de Gcynna, oreados em reis.
7.4i5$l00.
Aa propcslas devem ser e?criptas por
ex'ensu, sem rasura, emenda ou vicio de
qaalquer especie, senao rejeitadas as
que se reseutirem das seguintea faltas :
1/ As que ezcederem os prejos do
crcameuto ;
2.a Aa qua nSo forera orgaoisadas
de icjordo com o presente Edital;
3.* As que sa basearem em pregos
de outras propestas ;
4a As firmadas por passoas qne j
tiham deixado de enmprir contractos
com. esta RepartiySo ;
5.a As que nSo offereoerem ea ga-
rantas e qualidades ezigidas neste
Edita!.
Haveodo Casi ou mais propostas em
igualdade de coadicSes, ser preferida a
do cor curente que melhores prov- s de
idoneidade oerecer.
Os concurrentes dsverlo, alem dessa
idoneidade ezigida para cirecjSo e exe-
ut&<> das obras, indicar o logar de sua
reBideocia.
btcnhum concurrente aei admittido a
cor curren ia aem que pro ve ha ver depo-
sitado na Thesoureria deata Bapaiti*
y3o a qnantia de 370)J0C0, importancia
iue perder s;, eicoloida sua proposta
e convidado pera aasignar o oontracto a
ist-i se recusar.
Para boa garanta da excugfio do
contra to, deposita o eontraoUnte no
Theso o do Estado cata cauySo que ser
previamente arbitrada por sta Direc-
tora.
Nesta ReparticSo- estarSo a dieposioSo
dos Sra. ocnourrentes, das 10 as'3 ^forta
da trrde, o orcamento e as plantas res
peotivae.
Reofe, 8 de Fevet-eiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.

ya


*
Otarlo de
Domingo 9 e Fevereiro de 1S&G
BECURACES
a
TABELLA das sabidas de Bordeaux. dos vapores postaea da
Companhia des Measagerie* Mari times para o Bra-
sil e a Plata durante o a nao de 18SB.
Un 01 ui
NIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BUCANA
Ultima eonvoeaco de
Kiei^ao
D. jr (id do Sr P esideuie convido a tcdcs
re sra. MM s e no p'tx-mo ouojioo 9, as li Do-
ras lUb.M-, atiin ue le- loear a tle^ao da
iiov directora de* a snedade.
Secretaria da Uniao Typograpbica, em 7
de Feve'elro de 1896.
0 1o Secretario,
J. Cavalcanti.
Junta oommercial
Pela Secretaria da Junta Commer-
cial do Recife te faz publico, que foi
registrada sob o n. 363 a escriptura
ante-nupcial celebrada entre Jos de
Souza Campos e D. Belmira Maia de
Freitas, com assistencia de seu pai
Joaquim Simes de Freitas, estipu-
lando-s na me ma escriptura o se-
guinte:
Nao haver communho de bens en-
tre os conjuges, por isto os bens que
cada um d'elles trouxer para o casal e
os que adquirir na constancia do ma-
trimonio, sero do dominio exclusivo
do adquirente e nao estaro sujeitos a
divida de outro conjuge, qualjuer que
ella seja
A esposa D. Belmira Maia de Frei-
tas entra para o casal com a quantia
de 10.000$ em dinheiro e diversas
ioiaS do seu ornamento, que ficam
constituindo dote seu, e, como tal su-
jeito as le:s reguladoras d'esse institu-
to jurdico, sendo, porm, adminis-
trado por seu esposo e seus rendimen-
tos applicados aos encarges do matri-
monio!
No caso de fallecimento do esposo,
sem deixar prol, a esposa receber
nao so o dote, ora constituido, mas
tambem a terca parte dos bens que fi-
carem por morte d'aquelle. No caso,
porm, de fallecer a esposa, sem pro-
le, o dote ser entregue aos herdei-
ros d'ella pelo conjuge sobrevivente,
salvo disposico testamentaria.
Secretaria da Junta Commercial do
Recife, 3 de Fevereiro de 1896.
O secretario.
Joaquim 7/ieotonio Soares d'Avellar.
Junta Comino cial
Pela Secretaria da Junta Commer-
cial do Recife se faz publico, q uo du-
rante o periodo de 16 31 de Janeiro
ultimo, foram archivados os seguintes
documentos :
Contracto de Joaquim Ferreira de
Tarvalho. Carlos Joaquim Goncalves e
Manoel Soares? da Silva, sob a firma
Joaquim Ferreira de Carvalho & C,
para o commercio de gneros de esti-
va, no armazem ra .Variz e Barros
n. 11, desta cidade, com o capital de
300 000$, sendo a sociedade em nome
collectivo.
Foi prorogado por 3 annos o con-
tracto social de Braga & Castro, esta-
belecido com armazem de miudezas e
ferragens, ra dn Mrquez de Olin-
da n. 52, desta cidade.
Foi distractada a sociedade com-
mercial que nesta praca gyrava sob a
firma Jos Theotonio Domingues & C.
pelaVetirada do socio Jos Theotonio
Domingues.
Acta da 2.* sesso ordinaria da
Companhia Destillaco Fragoso, reali-
sada em 18 de Dezembro ultimo.
Registro de firmas.
Foram registradas as seguintes fir-
mas :
Franco, Lopes Sr C. ; Santos Moret-
ra & C. ; Reis, Vie ra & C.: Manoel
Lopes de S ; Machado & SeixaS ;
Antonio Jos Marti ns ; Affonso Ta-
borda & C. o Joaquim Ferreira de
Carvalho & C
Secretaria da Junta Commercial do
Recife, 3 de Fevereiro de 1896
O secretario.
Jcaquim Theotonio Soares d'Avellar.
NOMES DOS VAPORES
TOCANDO EM
PERNAMBUCO
NAO TOCANDO EM
PERNAMBUCO
SAHIDAS DE BOR-
DEAUX
La Plata ,
Equateur .
Chili. .
Brasil .
Equateur .
La Plata .
Portugal ,
Chili .
Brsil .
Cordillere.
La Plata ,
Portugal
Chili .
Brasil .
Portugal .
La Plata ,
Portugal .
Chili .
Bresil .
Cordillere.
La Plata .
Portugal .
Chili .
Brsil .
1
1896
5 de Janeiro-
20 dem.
5 de Fevereiro.
20 dem.
5 de Marco.
20 dem.
5 de Abril.
20 dem.
5 de Maio.
20 dem
5 de Junho.
20 dem.
5 de Julho.
20 dem.
5 de Agosto.
20 dem.
5 deSetembro.
20 dem.
5 de Ouubro.
20 dem.
5 de Novembro.
20 dem.
5 de Dezembro.
20 dem.

res externos sao os Srs.
ttanoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta eaipreza deye
rao ser passados em
alo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao terao
valor algum.
Samuel Jomes.
Gerente.
ompanhid de Navegando forioc
O vapor Santelmo
' esperado rto portos
do nl 00 dia 16 de cor
rB(e, e se.uira para os
pcr'o? do
Rio Grande, Pelota e Porto-Alegre
depoia de pequea demora.
Para carga, passageas e cncommendaB trte-
le com ob
AGENTES
FerwM Carneiro k (i.
6ROA Dt CiLctu6
4 o andar
deira onde era logar tambera o.|
jb e terreos. w
0 ageute Ollveir por -randado do Exm. 8r
Dr. jan de direilo d* provedor, leara le'
180 no loeur acia, a raga com aillo, lerreno,
movis, etc., perlenaeotea ao cervo de Adol.
pbo Stoiiembak, podendo, desde ja, ca 8rB.
compradore* xaojioal-is.
AssembJj Ijrerdi do tacico
Popular
Convido acs Srs. 8CCtt>ci*Us defte Banco a se
em i etu no da 17 10 corrate ao mel da do
ed Beto da A*socUc&o Commercial Boeficeiite,
atioj iial.nc.oa do anoc de 1895 e elegerem a nova
directora, ccncelbo fiscal e suppien'e*.
As prororacDeH devem Br apreeentadus oeste
Baoco tres di 8 ames do devanado para a as-
srmbla, como determina o art. 20 jos Eeta
lutos.
Ficm euapensas as lrpn.-fpr na ferina do ni. 33 dos ai' mos Estalotos.
Recife, le Feve>ro de 1896.
Albii o Narciso Maia,
D redor seitr^ta'io.
a
Entrada de Ferro do Recife
Varzea e Dous InuSos
FESTA EM CAXANGA'
No D ming.i 9 do conecte tarde os
tr ns des a Cjmparbia para o raroa; da
Virzct serSo expedidos pela tabelia Be-
euinte:
IDA
D Recife a Caxaner b Va z-a 12.00
12 45, 2 10,3 10, 3.43, 4.12, 4.57,
5 30, 5.55, 6 35, 7 5, 7.55, 8.12,
8.45, 9.40,10 5 e 10 40.
VOLTA
Da Va zea ao Recife 1 3 e 1.55.
Do ''axang ao Re-.if- 3 7. 4.6. 4.36
5 0, 5.50, 6.20, 6.50 7.20, 7.46,
8.0' 9 5, 9.40, 10.33 e 11.3.
Da Varzea ao Ci>xa g 3 0, 3.50,
4.20, 4 5', 5.20, 6.01), 6 35, 7.25,
8 00, 8 3t>, 9 20,9.55 1. 30.
OSs. p ss.a.eiros no rnmal da Var-
xea bal eiam un C-xang quer Da ida
q-ie- na Volt* com exc^pcao d s trena
10.4) d.i uo te, e 1.3 e 1 55 da Varzea
ta>d*.
E-cr pt rio da Cinpanhi 7 de Fe-
?rre ro de 1896.
H, Yletcher.
G.re te.
Banco de t eroaubaco
DIViDENU 1
Sio conidado8 os rt-. 1 a vtrem
re:e-eroS ui-iii nd> r- c'" s relativo
ao semfsire da J1M < > f> <> :'- 1893
1 Io j" 10 '. ao Tio > r. iropo om
10 q ci i' nu ror gao
Recife, 28 o* i bel O d IK9H.
I) -H |0,
Antelo Foi'i-f ir de '"ar"lbo
Har.co de Ptrncimbuco
Di -x o: o rom o a'X 15 do decreto de 17
ijfj.f 1 de 18 0, nart loa >- Sr. aecio
uis ai *u e acDaiu oa aae trte.'Bi.nci
vr? r* r*o m -'.v f 1 nu u. eLtos pra
ja:
l. Copla do bnli,n;0B.
2." Ri-lECAo DOffilC! doo icct Olfl 3.
3. L'Bla das irawferencus de iCfiOea donle
o aooo.
Recife, 28 Janeiro 1896.
O secretario,
Ao ton lo FiBDclico Peieira da Camlh
Ben,-. L y. Cap/,
Cavallelros da Cruz
EleigSo
Por ordem do V. o.\ cenvito os OObb'.-. do
Ojoadre, para a Sess.\ 'elelfiSo das Lijas.*, e
OOfT.-. de?ta Loj para o noo fe 1896 a 1897,
tteeoodc-feira 10 do crreme, as 7 boraa da
" Or."\ Recife 5 Fevereiro de 1896.-. E.\ V.\
O tecT'i.'.
Marlins, 18.-.
Companhia Mannfaetora d"
Phosphoros
A requerimento de accionistas re-
presentando numero legal, sao convi-
dados os Senhores accionistas para
urna assembla geral extraordinaria
que ter lugal ao meio dia do dia IO
de Fevereiro prximo no escriptorio
dos Senhores Lopes Guimares IrmSos
a ra tCompanhia Pemambucana n.
2, afim detratar-se de assumpto re-
ferente gerencia.
Recife 31 de Janeiro de 1896.
Sebaslido Lopes Guimares,
Director-Presidente
i.Ubf'.uMllA
industrial Pemambu-
cana
Asrr.b'a (eral
adm ni irscj de^ta Compiohia convida
os Sre. secioolai, a ronirem-e no sa'ao di-
A?8T"iacaj Comrae'ca' Re teente, 1 Pa'
da tira> do ia li 'e Feviv^iro p-eximo, P''-
ouvi'em a leitira o elatori') e parecer liBca),
celiPera^em sonre 3 coritas da rminisiracll"
proceaereip el^ico rto ronselho fis'al, ae
01 f rmHade com o 1 rt. 17 os eelaiato'.
~8EGUROS MARTIMOS CONTRA
FOK)
Companhia Phenix Pernamhu.
cana
HOA 00 COMMERCIO
SEOUROCONTRA FOGO
Braz, Silva & C
So^edade em commandia p r scsOsb
Sao ccnvidaco.* os Sr?. assccisulos a U^rm
V e ultima eniraoa de seo capual s rsio ae
20-i. no escrl: t.irio da sociedade a roa do
Coinoer.-lo d. 13, andar, denl-o de 30 das,
cornados de boje.
Recife, 9 de Janeiro de 1896.
i- ai Silva & K
Sociedade
4onte Pi Bom S ?cee*so
Da ortem do irmao director, convido a tdjs
os ara. asociados a comp-reierem em aBem-
ola teral 00 domlnRO 9 do ci.r-en e, em nota
sJe social afim de effe:toarem a eleijo para
o ca'BO de tbesioiirp, por ier o i bd eleiio
em Deiembro prximo pasado reooocado o
referlco cargo.
O t- secretario,
Jcib da Silva Saraiva.
uuafAJiuiA
Industrial e i omirercio de
Estiva
(Em liqQ'rtscSo)
a antiga if oe-ta Companhia, acbam se
a expos'cao dos irr. aedaolstu o balango
conlas e lo^o mais qcs seja nec ssario rara
qaiicaq icr ioforma6:s.
R#cife, 15 de ifura ce 1896.
Os PqoidBntes,
Jos Joaqun) Das Fernsndes.
AnpnHo de Oliveira Kaia.
4theneo Mosicnl PeiMambac;m
SARAOS CARNAVALESCOS KM 16 E 18 DE
hEVbrtEIO DE 1896
Di ordem do cioadao pft8i(ientpt ccnvldo
aos focos que qouerr >i lomar pirte nesses
saraos, a lirarem os seos opresos que se
acbam na roso do cld&iao thcoure 10, afim de
aom esiea p->-iprera ex 'ariir o convites, qoe
se di8'.ribueu' i a sede aocial, lonas as noiie,
!3 6 1;2 a- 9 he r 8.
Rece, 6 ce Fevereiro de I896.
0 sece'arii da commiesSo,
Antonio adg:,... ga;'.
MLlaBJSIieC
s
Royal Insurance Gompan>
* de Liverpool
CAPITAL 9,000,000 O, Q\
' indoa accumnlados 8,274'9<3,14J'.0'j.
AGENTE
POLHMANN & C
ONFRaKIA
De Nofsa Sen hora di Luz
blocao
De ordem do ncia-o i mao jolx e em obser-
I vancia ao arl. 20 do dosso com> romlssn, cor.vi-
do a lodos os cariss-imos IrmSos para compa-
recerem em nosso consistorio, domogo 9 correo e, pelas 10 hous da manba, alm te
reunaos em mesa geral, p'oceder-se a eleicao
para os fuoccioo8ri?8 ave ln de reRer etta
contraria nu auno efnvrcB&'Ssal de 1896 a
1897.
Scrttaria da Contraria dr N)-8a Senbcra da
Luz, em 7 d Feverei'o dt 1E96
Artonio Brardao,
O p ret-no
DE
Tecidos i'aulista
Em ebeervaocia ao qoe pieceitj o arl. 16
lo oe-.reto ae 17 de Janeiro d<- 189.\ da Iti e
reunlameuto dos banco- e tocieuadts ancej-
-ras abaoc-se d'Bpocao dos Srs. afCioois-
tao ou escrl torio p-ovisorio roa do Bun:
Jefos n. '., pavioientu terree, os segoioteB dt-
comeri'os:
Copla do balanco.
^elerao oomiral do? acc'o*ila8.
L-sia* d?b trans^reacls'B de accCes dorante o
aono flo o.
R-cife, 15 de Fetereiro de 189o.
J. A. Saraiva Jontor,
Di'ec or BfC-etarto.
Companhia
De Services Marilimos de
Pernambuco
ob t?rmos.do art. 147 do R>c. sobre as so-
ledades aounymKS, B.-am na E:e social a dis
poHfao ios Srs. accioo stae.
Copla doe balangos.
Dn* da releBO oominal dos acelonisias.
D:U da lifta daB traosferencia ce a^Ooa.
Recite, 11 de Janeiro -e 1896.
Francisj o A. Lardoo,
Secretirio.
Aug/.
e Resp.
Cap/.
Loy.
VIGlL^Nfl B SKGRE'O
Sena.*, para laie.. Do mgo o do
ciirrenle. ao meio lia.
O Ben.*. e *.*. Ir.*. Ven.*, vetfe
o compare cimento de todos oa
Obrelroa do qmara.
O s*pret.. Ini.*.
M,s T.s *a c*. 1S."
JU1Z0 DO* DISfllCTO MDN1 IPaL
0 D-. Uituei ft d Mulla Juqio- oars ar-
d!eaci:i8 as terjit ir?, ^ 11 co'av do nlr, no
cuMorio''o res.ei'itvo cscri ao, ra do bi'ffl
JcBus n. 24 Io en ar, oode tambero dtepachirS
iiiiirt--men Companhia
De Servidos Mari timos de
Pernambuco
A--ppmtila geral ordinaria
De or em da directora coodooe Srs. acoo-
ni-us a re reonirem no sa ao da AsBecogaa-
Ab- rojB. etu assemui* ge al craioana, 1
.. a di nrJe do da 2J do m,.fOiP, jmv
r.e tMarem ^oaeclnoenio do rolam lo e (oo-
a^ da directora e no pa'ecer Os al. re'ativo-
ao aono oltimo e iroceder-se a etelcao do novo
couselbo fiscal para e uto correte.
As procora0eg deverao or depositadas na
de da Coropannia, 3 dial antes da reonito.
ReciL, 7 de Fevereiro ae 1896.
Franeiico de sala Cardoio,
Secrelario.
Pede-se aos Senho
res consummidores
me queiram faze
jualquer cohimunica-
go ou recamacao, se-
r esta jeta no escrip-
torio desta emprezr 3
a do Imperador
55yOnde tmbm s re
cebera qnalquer conta
que quirm pagar.
Macau e Mossor
Sene p ra 04 portoa ac m o byate DEli TE
^Ul. H-'cebe carga. A'l-aia i.a rna oa Ma-
dje re Dpop o. 8.|_________________
-ffiiriei Mariies
LINHA MEMSAL
Vapor Cordouan
Entrar do porto
E'esperfdo da Eo'OP'' at o
da 19 de fevereiro de 1896 se-
i cuioui) depois da demora pre
_^Cisa |a-a
Baha, Rio de Janeiro, Santos, Monte-
video e BuenoB-Ayres
Pr e ?ine-se ainda ao s Sr.-i.receDedores de mer
;a'iorias qce o se aitandera a rectamac^es por
!a! aa, ae forem recoubecida" na occasio da
teacirga dua volomes ; e qoe dentro le 43 ho
T-.s a oonlar do dia da descarga da;- alvarengw.
evo"o fazer qiialqoer reclamaco concerneu-
e a volumes qae porveclura tenbaai seguido
para ob po?tos do sol, afim de serem dadas- a
lampo a3 providencias aecrss, I
Ro.^a-se sos S'8. paa3D(!eirc 3 d se apreatm a-
respera Sa ede^ac^ ..^ nepor para fe-
ma.vsi aa enaa pasagena.
Para carea, passagens, eccomrceadaB e 4i*
nheiro a frete, trata-se coni
OSAQWNTES
P
vv
42-RA DO TORRES42
i. sn'ifr
Pscilic Stea Naviptoi (ooi-
STRAIT8 OF MAGELHAN LINE
Opaquete Orellana
E-pei-a-se d O
ROlaiodia9de
Fete airo, e ee-
ieui-s depoiB t
Memora do eos-
ame para Liverpool, com escala por Luto?, Co-
rona e La Pa'.lice.
Para carea, paesagens, encommendas e d!-
obelro a trete trata-ao cem os
AGENTES
Wllson, Soqs IC, Limited
10RA DO COMMERCIO10
J. andar
lviso
Os vapores d'esla compaa a em viagem para
a Eoropa tocarao d'aeora em diante no porto
de Corona, e de 18 de t'QO em diante alero
a'aqoelle porto, tocarao maia no de Plymtui
toroando-se 'amb'-m a vi eem mais rapia que
oatr'ora fa>enic- em 14 das.
"AVISOS DIVERSOS
A'oga se o andar terreo do toorado do
caes 00 G-iomeiro n. 3, cero agaa encanada,
appa't Inii, i salas 3 quartoe, a iraiar du praca
doHerv>l a. 3.
A'oga se x ta<* o. 43 sita roa Luiz ao
Reg, com rom modos psra araodfl familia, asa
e gas encanados, crsnne quintal e jardim ao
lado, reedificada de novo, a t atar a roa da Im-
prratriz o. 16, foja.
Precisa s- de om Onm fetor. a tratar no
rae de Oplbaritie dj. SO e 31, Serrana Per-
nembucaDe.
Precsa se de ora piloio r.aut copara o
pa'ai ho bespaobel R ymuoda com cesuoo ao
R o Grande: para u.tr, abordo, cem o ca-
piao.
Nrddentscher Lloyd
O yaoor Salier
E' esperado dos portoB tu
fui al o dia IO de Feveeiro,
e seguir depois aa oemora ne-
cessaria para
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Este vapor illuminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
g3es aos Srs. passageiros.
Para
000a o
Ama
Precisi-se de urna ama para lavar e en geni-
mar para pequea fam la, a tratar oa roa da
Concordia n. 85. cobrado.
Ama
Precisa-se de nna p-rn cosiobar, para urna
familia de tres nesecas. paga-se bera. no largo
do Parado o. IV
Amas
. Precua-se duas ee'do : una parroslo bar a
eo'.ra pa a copeira, ora casa de pouca fa milla,
paga-se bem ; A tratar a ra 00 Imperador n.
71, 2 sudar.
__^~- ^^~
t
h
Precisa-se da urna. e*ra rasa de f^mll ia, i
roa Co*onfrl So-ssona n. 278.
CosDheira
P ecisa-se de urna coMobelra qne Btja per-
feta p ra cosi.-'har para urna taoilli? de ceas
pessoas. oa roa do Ixperador 0. 23, 2o andar.
Precisase de nm crifdo al 18 annos de ida-
de pa a faier camp'sa n eervir ae cepeiro
orna fumiba de >.u-s pessoas na m ao impe-
rador n. 23, l andar.
^.^_ nv .j*-- B. Burle &
Gliiil
m i w
PORTOS DO NORTE
ParahybB, Natal, Maoo, Moesi.ro', Ara-
caty, Cear, Cunucm 1 MaraohSo
i) paquete Una
Commandante Aladea Albuqaerqoe
Segco no dil 11 do cor-
rele, a i bo: as oa tarde.
Recebe carga, encommeedes, passaeeos e d
aheiro trete, at s il Doras da manb do da
da partida.
Cbsma-se a atteocao dos Srs. carreeadores
para a clausula 10 dos coubecimentos que 8
seguiote :
ao caso de baver algoma recamacao con-
tra a Compaunia, por avaria ou pe-da, deve ser
lefia por escripto ao agente respectivo oo porto
ia descarga, dentro de tres das depois de fina-
lizada :
Nfij precedendo esta formali'lade, a Compa
nbia fica lsenta de toda a responeabilidaae.
E8CRIPT RIO
Ao Cae da Comvanhia Pwnambhcana
o. 19
CHAHCims mm
Companhia Franceza
*aTeg?i*?o a vapor
in'.-a tbgular entre o Havre, Lis!*.,
Perr itibuco, Macei, *!> tiic de Ja*
re ro e Sautoa.
VAPOR
Ville de Buenos-Ayres
Commandante Beven
Ecpara^se ca Enrora at o dia
15 do ccren e, e seguir de-
pois da ntceafaria demora para
Macei, Bnhia, Rio de Janeiro e Santoa
fluaa IB coa Sra. imporaiicres de carsa pelos
njwrea ^esia llnba, qaeiram t den
o ce 6 cas, a contar do da descarga das ai
areni{aB iua!qner recismaeflo CeweriJBBflB a ve
umee qoc ner ventora lenbam Besxido pera os
oa o -jI, ajm de & poderem dar a tmpo
ai orovsdenciaB necessanae.
Espirado o re'erido praxo a comparta <;5o se
8op nFicil'aa per extravos
Eale vspor r:So recebe carga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio9
passagecB, ca.a, f/ete, etc., trala-se
AGENTE
V. Neeseu
Ce8 do Ramoa n. 4________
Bamburg- Suedamerikams-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Patagonia
E' esperado.,
da Eoropa at
o dia 9 de Fe-
vereiro, e segui-
r depois da de-
mora necessana .ara
Rio de Janeiro e Santoa
Qoaefqer reclaronges : eero attendlda;
a. *8 btras depoia aa uHima descarga do va-
por na Alfandeg?.
Este vapor illomicedo luz electrice
s oFerece optimaa Lceonimcdac^B aoi
Sra. paaaageircs.
Para pa8sagens, carga, frete e etc., trala-se
com ca
Consignatarios
Bcrstelmaon &C.
18Swn do Commercio18
1- andar
Soya!BigiiiuSeaNavigatios
Conipanv Um Ltd.
O VAPOR HNGARO
Stefania
"^ E' esperado de
Trieste at o dia
16 do correle,
segotndo depois
da indlspeova-
v 1 demora para
o porios da
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a freie, rata-se com
OS AGENTES
Henry For&ter &C
Roa do Commercio o. 8
1'andar
I"
Autonio ilv.s de Miranda Cai-
ma rae a
Simplicio FDFeca, sor mclbe- e tlhcs. Vir*
. i i > Crrela de Albelda e /.Kre J1 de Miranda
FigoM-e:-. aerauecem "".ointimo u'^iita as pea*
sorjf q^e nro.'iip-obaram ao cemiteno pabllco
os restos m riaes do 8u McUirado segro, pal
e tvO Antooio Aives de Mua-i u Gain.a'3es a
convidan secs pireuies e aml:ose a.' do fin*
do para oovirem as misis que mandam cele*
brar na matrl da Boa-Vista, 7 1|2 t cas da
u aura do dia 11 do correte, do sen falle*
C'mei to, apiecioarifio aos qoe comparecerem a
este acto de religiao e caridade em eie-na gra*
ti ao.
t
Prince Llne u\ Steamers
James Kuott IVewcastle-on-
. Tyne
LNHA REGULAR ENTRE CS
Estadoa-Unidoa e o Braail e Rio da Prata
rs'tsr k
E' esperado de New-York at
o dia 1 do correte, e eabir
[depois da demora necessarta
para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Carib Prince
.. optimaa aooomodacSea para passa-
udiroB e illuminado loi eleo'rioa.
Para carga e pasiagena irata-ee cem oa
AGENTES
Cienaentino Pbllomeno Hcnriqucs
de Soasa
I f Affonso Baodeira le Millo manda rezar
ora mi.-a por cima de sen sea.nre lemhrado
padrli Sooza, amaoh, temata-ftl-?, 10. as 8 norae,
11a mut'iz Ja Boa Vista.
E' o b m-i de seo fallecimeolo.
f
Deol lorefra deHcndonca
loara
LEUDES
Leilo
De ronpas, vps'urics, vistas, rorsica? e mala
periences rara tbeatro pTopries para o carna-
val.
Em om en maia lotes a tofilie .oa ccii-pia-
dores.
Ter^a-feira, 11 do corrente
4's \[ Um
Ageiie finio
A' HUA l0 BOM 1BSUS N. i8
UStl
Leilo
US limeOS CODradO- rm do Commsreio n. 15
Da casa com aillo, terrenos e motete, perten-
cenes ao ace o invtbtariado de Atforpbo 8tol-
zembik.
Coasta n do :
De 1 casa terrea com porta e 2 jaellas de
freme 1 ealae. 3 quarlc?, cotinoa exterBa,
tendo nos of 6pb 2 porras e i jaoellas, e grande
atio BjO'atto cem portao de ferro para a aira-
da do Porto da Maaei-a, limitando o fosdo com
o rio Beberibe, em solo prcprlo.
Um lerreno no legar da aguasinba em Bebe-
riba com oola casa de talpa m Bolo proprlr,
medindo 10 metree e 90 centmenlroa de lar-
gura, e tondi a' o vailado do engenbo Sapo-
/aQ
mdUo no lORrMator1>o ao lado da ra a
n. 7 Cut a f-.cine morillas peTtao ae aa*ra,
medindo 21 rxttrrs e 50 cenlltcelros ce largu-i.
e fuedo at o rio Beberloe.
M.veis: existentes na c8< a. 7 a:ima.
Sfsi -(-duna. c'boIos, tcarqneaa, -'flttfa-.'
da, mera de jartar, cadelran d balarlo, ditas
para dciptario, lanleroa.omdleiros, espelbo,
ic.
Quinta-f eir, 13 do corrente
4's II lloras
Na casa e litio do Matambo no Porto da Ma.'
J So R"dripu?s d- Mi u a e u^s filhas. Aoo*
ni* tic M-r doi.-ca. Law Ma ia Rineim Gn ;i ..raes
e so mniner, Riu Fra olioa de M ora Gil*
m. fie', F.-ar.c-l'.no Rod igoes de Mcura <; sua
familia (ozeu'e-), agracecern oolntur o n'alma
a tolas as peesuas de tu i t a izase, que Ins
flzeram o c i oso inc.lvidt.vel obsequio de
cocaoxir a uli ma morada a sua eerr p-e pran*
leada e ^rezsdifslma moiner, ai', tilba e cu*
nbaca, Deolioda M:ireira oe Mendcrfia Moura.
De novo is co,ivi..-m e aos desala amibos,
Dar taze e:n o f..v.r de ;saa do
7" da, que f.i ern reaadas pela alma da falleci-
da, na igreja de ^anla Thereza do Recife e
lambem ra do Carrxo em Olmda.
Sendo qoe estas mU-as, serfio celebradas na
manba de terca-fe; a, II do correte rcez, aa 8
bora- em ponto.
Desde ja a tedas as d stinctas pessoas qae
comcareceram a es!e Bule ue reilg^f, i jpo'.he-
camoa os oessos eternos reconneimenios.
Cabrtolet
Vende se om l'ndo rab iulet de i ro as e com
4 asBeotOf, desoooerio. lompietarteate noao,
com arrelos ti--a om ca-rHo. propro para as
foliaa ca*na".ales-8i'. Informtes rea BarSo
da Vict'irl- o. 0, lojs.
Joao Lu'i RaueUo, lendo .cien'i'a e que a
tiuva de Antoaio Faiei-ro da Silva Vital, *e-
sideoie o Buoito, pp^tf re dtr c-re^aco
oo loveo'.nrio, qne fe vai proieder a'.s tiens de
seo mar i'O, como p neo entes ao seo casal,
pane da propriid^de Amalar, que i.ida do
abaixo asignado, e pi i dj prop'leial-- Ga-
loode, que lamnem !be p-rience. vem protes-
tar ex teropo contra is e f '.loe-oafd.le?o, e
respooBabisardo-a por ri r s e ian:i -. dea-
de declara qne fjra vale* os seus dlreitoa da
proprietano ptame a jqatlca de sen pala.
LTJZ
DIAMANTE
LONGMAN k MARTNEZ
NEW-YORK
Livre de Explos5o, Fumafa e Mao
Cbeiro A' vendo em todos os arm-
zens de seceos e molhados.
i
.
"
c







-" ;
. -t
Otarlo de Pernamlr neo -* Domingo 9 de Fevereiro de 199G
0 nico remedio
Par i EXTINGUIR PULGAS, PERSE
VEJOH, TRAQaS, BI HEIB S etc.
Brazilin com Seringa
insecticida
Privilegiada na AHemaoba, na Belgi
ca e registrada em t dos os paizes da
En-opa.
Privilegiada co BRAZIL SOB ^0
1577.
Na Repblica Argeotina sob o n.
1377.
Nao ha MAIS PRECISAO d'uroa SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZILIN o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e reata sib gt.ranti-
MOSQUITOS e os insectos cima mena
cionados.
Prico de cada Seringa c-.-m j 5C0rs.
Encontrase em TODAS as Pharma-
cias.
Por htacado as Drogaras de GUI
MARaFS bRAGA & C. COMPA-
NHIA DE LROGAS E FARIA SO
BK1N HO & O
Jornaes
Compra fe ara embrolbo Da roa de Hor as
n. 17r__________________________
Criado
P'tcisa fe de o a: cr alo no becco do Pa-ir
n *8, botel.________________________^_
Cosinheira e criado
Preeisa-ae na ra de Pay-
and ii. 19.
Aviso s MSlis de Familia
ms
LCTEA
N.ISTL
Ex.
o alimento o mais completo nao precisando seno aeua
para a sua preparaoao. c""
o alimento o mais nguro para facilitar o desmamar
o nico alimento recommendado pop todos os mdicos.
igir o nomo NESTLE sobre todas as cauciona*.
GONDENSADO
Vordadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
Exigir o ninho de possarinhos obre toda* as caixinba.
Henri NESTL em Vevey f ^n)8r^,^ c^oTlVrlet E.-o
Acta se no BRAZIL em todas as Fharmacias, Drogaras, Casas Importantes de Especiara a Armuens d Cha.
Attendite et vi
dte!
Jos Samuel Boteino. fabricante de bouqm'te
oo o.ais apurado torio, para ca?amento, bapi'-
gado. on oo'.ro qnalquer ano corte ser procu-
rado a roa da Csdeia o. 43, loja d* eelleiro, o:
oa soa residencia, ra aa Com-cicSo n. 3 Boa
Vista
a
o
Boa
9
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S6
3 a 8.
5^
ID
9
O"
B '5.a
I


Vinho de Janipabo
FPPECIaLIDADE)
^Veode se a 33^000 o Darnl e C, roa da
Madre de Deas o. 10.
Cas i em OJinda
Alaga-se ama Da praia dos Milagrea com
Irene par o mar, boas commodoe, a tralar na
roa do aboga n. 18.
Aproveitem!
Vende-se um importaD-
te piano completamente
novo, a tratar n roa da
Imperatriz n. 68 loja.
Protesto
Mancel An'odo Perreira, residente do sillo
Vertente da Titara, do moolclpio de Grav t,
Tm protestar rootra orna demarcacao (eita por
seu coobado MbdccI Rodrigues Alves no dito
sitio, sem ordem e formla de jnio, demarca-
cao que iDutHisoo e dmclflcoo orna planta de
cafeeiros, do signatario, o qoal em lempo cp-
porluno far valer seos direitoa e exigir a
mdemolsaclo pelo damro cao'ado.
Grvala, 3 oe Fevereiro de 1896.
____________Manoel Aotono Ferreira.
Companbia do Beberibe
Prec isa-se de cobradores para cbafariies gi.-
rantides por fianga em dinbeiro.
Criada
P ecUa-se de orna criada de idade para ser*
vic) interno de casa de familia de 2 pessoas, a
tratar na roa do Imperador n. 23, Io andar.
paga-se bem
Ourives Oc-
culista
T^-EODRO l&SBf RAMOS DE MELLO
ErUitbelecid j com ctlicna de oorives a roa ds-
Laraogeiras n. 1, avi* aos sub fregueies B i
resneit^ve publico, ane oa^tm cfSciaes bab
'ladtsimoi para eze-ncSode qualqoer trabal!'
:.onrerneoe i sua ale, especialmente cravagO -
tan brilba:'tcv, cculo?, peDJioez, mooocc
los, etc.
Ooora sa. pratei-^-'e qrjalcoer metal, oncer
tos em t sjms e tn::rfrerero!a ou entra qoalqne'
aspecle, garantindo prp h p-oaicos.
Kua TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commereio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
~WWvm~
51 Ra da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A V Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
ebeu a
AVE D0P4RAIZ0
Dentes
Termina a borrivel dor de dentes usai
do o escolente preparado de Mano-
Dardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid,
pelos jornaes de maior circulacao, at:
'am a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Si.
ra& C., ra do Marques de Olind-
n. 23,
Pharmacia Martn?, ra Duque i
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ra Estreit:-. <
btosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 ra t
. 6o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar-
sra do HoBario n. 13.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Gal Virgem de Jagaaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do asanear vende-se tu
Companhia Exploraacra de Producto
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Chegou! Obegou
PARA A
A mais alta phantosia d'esta e.tagao
Tindissimo chifon de seda 4 Maria
Stuart1
Variadissimo sortimento de phantatias
em las, algodao e seda.
AYECOPABAIZO
51RUA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso *t C.
Cosinheira
P eciss-ie de urr-a boa cosinheira que derma
em casados pan Oes, pagando-ne bom ordeua-
do, no Caminno Nova n. 120.
Aluga-se
o armaxem roa D. Mana Cezar o. 9, novo e em
bom local para mercearia quem pretender di-
rija-Be roa Mrquez ue Olinda o. 55, armazem
de mtudezBB.
Vende-se
Engommadeira
Precisa se de oru la>adei a e engommadeira
na Camiobo novo o. 120.
Gosinheria
Precisarse de om< boa cosinheira, ao caes
do Caplbaribe n. 36.
Ave do ^araizo
51 roa da Imperatriz 51
Recebem das principaes pracat da Eu-
ropa, qninzenalmente as mais altas No*
vidades em fazendas finas.
ALBERTO CARDOSO & 0.
Broches de coral rosa
C begaram lindos oradles da troncos de coral
ultima moda, recebes a relojoana David, rn>
do CabugA n. 14.
Preco" redozidos. ____________________
Aviso aos amadores
Esta expoato em casa de Jb Glrard, roa Nova
b. 3, um vaso de Sevres o que ha de rico e au-
tigo.
Casa
Alugase o 2* andar do predio o. 140 sito i
roa Coronel Suaiiona, rom c mmodea para nu-
marcsi familia, e tgoa encanada, tratar I
roa de S. Goncala n. x9.
O Imprtante estabeleei-
mento de padarla e venda, 5
ra da Ponte d'Uchoa n. 59, a
traetar na mesma das fJ s
O hora* da naahi. on na
rna 1.* de Marco n. 8._______
Caixeiro
Precisa-Be de um menino com pratica de mo-
ltiadcs, prefere-se portngoes, i tratar & roa do
PaysBsnd n. 2, (Chora menl o.) ________
Attenijao
Vende-se nm terreno na Boa Viagem com
00 palmos de (reme e 500 de fondo ; o terre-
o tn- S'tlo : a trs'ar p ro nos Osbos n. ?C.
Engenho
MEDALHAS de PRATA. de PRATA DOURADA e de OVO
Academia de Medicina Pars. 2de Asisto 489S. Academia das Sdencias Pars, i de Abril 1891.
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contra a PRISO de VENTRE
O tralamento pela Cascarlne nao impoe a modiflcaro dos hbitos de cada
um, e pode ser seguido por todos em todas as occasloes.Cura radicalmente:
A PRISO de VENTRE CHRONICA. i AS DOENQA8 DO FIGrtDO
A PRISO DE VENTRE das Mullieres A ATONA DO INTESTINO.
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S.GOu Crneos. Confirmada pelo Tribunal de Appoa^lo ein 2o Maio de
188 !. e pelo Tribunal da Rei.-itfRO 15 de Maio de 1S-4. Faris, Tribunal
Correctional om 21 do Abril d.; 1888, 9209 rVaneoa.
Balgica : linixollas, Tribunal do ArydUelo, Io do Afrosto de 1883.
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.,' ur.o ono. pn ( ra o*lBar 8 fcopllca-
oes oesta e<] i a cada c i i a oa>
irticaiar.
P'aca de D>i l -.otlgo paleo doCollexio
u 77 {a-dar.
Ps 11 i/l, 1 nota.
ran

Cal Branca e Vir^
de tPagruarbe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes neni
agencias nestacidade, t
que os verdadeiros pro-
ductos se ene n t am em
seu aroiazem do
Caes do Apollo n. 73
Compadre
Compadre voc niea-me onde compra gene-
res para roa despensa 7
Eu lite tllo:
Ha anillos anno< qae compro em aii a"? a-
zem, e nao me con ia que nictruem eeja uvb
bem "ervi'io en potra rarie ; compro all, por
qae encentro o que p-eciso. drn a nota e man-
dm rn" todo a mBu godt-, ja v nesia condl-
co Pitn atisf-i o.
Em pecoR nao na qoem venda mais barato
e todos os gere'os >ao de primeira qrjslidade ;
a bea ma: teles, o bom < b, o bom qu-ijo de
literata qoaliades, o bom viobo de mera da
Serra ia Ertrella, o bom vinbo do Portj da
mi8 baixa i mais alta qaalidane, ob boos lied'
'?, o bom champagne, Hnalroet'te 'ooo qatnu
86 pode desejar pi-ra urna boa Cespensa.
F, teem t^mbem om co" pelo sortin eo'o de
ob"as de vime, como s-jm eetai para com'
oras, bala os para papel, roopeiros, bercos e
lindas canel'as.
Obrigado compadre pelo qoe me diz, porque
a vi a e.'i mono cara, veo mandar comprar o
qoe precaar neBse armazen.
Pois mande compadre qoe ba de flear calis-
fei'o.
Olbe o Dtts?o arm=x-m de
Po^as Mcadeai A c
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IGREJA)
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Sem^ntes de hortali^a^
DA HOYA C0LHE1TA
Completo sortimento.
Roa Eetrelta do Rosarlo n. ^
Pocas tiendes & C.
Limmm cazias
DE
Campo* & C
N. 35-RA DUQUE DE CAXIAS-N. 38
Em frente do Diario
Os propiietariOB deste bem montado estabe-
it-cimento previnem ao reBpeltsval poblico qoa
ara bem servir aos seas fregueses teem no re-
crtdfl eetab6lecimeoto am esplendido e varia-
dr onimanto de easemiras p-etas e de corea,
o o. ba de melbor em la, briae de poro linbo
de todos os padrfies, e por precos raso.- yel .
Possoem boos artistas, pelo qoe se jolKam
bilitados a salisfaxer com todo goi e perfeicSo ao fregoei mas exigente.
Ma mesma alfaiatarla alaeam-se casacas,
Ks. 25^000
E' quanlo ee paga do Bazar da Afogados por
ama ama qoe aaiba cosiobar bem, para casa de
bomem eolteiro. ____________________
Aluga-se
A casa n. 26 da Baixa Verde, a tratar na roa
Duqoe de Caxlas c. 56, loja das Est ellas.
AO CURO
Q ran de sortimento de meias propria
para padres, conegog e bispos.
Merinos pretos, superior quaiidade na
te do mm
51 Roa da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO Se O.
Regulador aa Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro de
marinha, caixa de mneicca, aparelhoa
' tricos, oculos, binculos, culos de
aicanrx, joiae e todo e tjoalquer objecto
t pdente a arte mechamos.
9fina Larga do osario 9
Ao commereio
Cosa Lima & C. participan para lodos oa
efleltoo, qoe nesta data dispensaran! de seos
s'rvicos o sen empregado Diogenes da Costa
Ramos, cojo comporlamenlo eempre foi cor-
a to.
Leite puro a 500 reit^agar-
rafa
Acba-ee todoa oa das das 7 s 8 lil boras da
maona em frente ae eBiabelecImeoto de mo-
Iba'ioa dos Srs. Ma'qoes Sobrlnbo di C, 4 roa
ara do Rosarlo d. SO. Garaote-se a boa qoa
ldade, cm garrafa lacrad.
:

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covado.
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Morira fiuissimu cora 24 jrdas de 15$
10)5 a pega.
Dito francez de 120 a 88 idem.
Dito p ra noiva a 38500, 48 e 48500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o colado.
Algodos nho T muito largo de 128 a 86
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Merino preta, pura 18 de 20500 a 18400
o covado.
Orepons de cores, pura la, de 285C0 a
18500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, nt-
' ? dad-> a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhos de 800 a 500.
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e 28 o c?vado. *"
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NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua arebitectura
e altura .eterna, j pela promptido e aceie do servijo culinario aduaneiro, j
tan-be en pela posiyo hygienica do'sea aditicio.
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Depoia de innmeras transformares por que tem passado este Hotel, conse-
gaio afinal o sea incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
3eve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER.Salpicones, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes ero
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
aui](;a
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se 6oiro,oos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs fnissimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMERCIAL
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19
AMEHDIGA DE PARIZ
POR
ZA7IER Di MOHIPIN
PR1MEIRA PARTE
i
BISMARCK
XVI
(CODtiDUaCSo)
O abbade e o Dr. Pertuiset trocaram
nm rpido olhar.
Nao precipitemos as coisas... re.
commendavam os olhos do medico.
E os de Ral respondiam de um modo
nao menos claro : -,
Deixemol-o fallar...
O 8r. d'Areynes continuoa :
Anda urna vez, Ral, devo pensar
nos meus negocios. Se ha qoinze d eu hoavesse morrido, a miaba fortuna
n2o teria sido partilhada conforme os
meus desejos... Quero legar essa for-
tuna a qaem me parecer...
Esta no seu direito, meu caro con-
de, inteivew o D.-. Pertuiset. Mas tra-
ta-ie de ama coisa muito seria, que de-
manda reflex&o e para o bom xito da
quai nio seria innttl um conselho...
Certament* foi para isso que mandou
chamar seu sobrinho atravez de todos os
perigos.
Bastara escrever n'uma folha de pa-
pel um testamento olographo, ou mandar
vir um escrivao... Mas o abbade d'A-
reynes chegou. Aqui est elle e anda
ha poaco o senhor dizia nada fazer sem o
consultar... Nada de prevenc5as odio-
sas n'um memento como este, mea con-
de...
O Dr. Pertuiset tem razao, mea
tio exclamou o abbade d'Areynes.
O medico continaou:
Farei o que bem entender repli-
co u o conde. Minha conseienjia est
tranquilla I
O tom em que foram ditas estas pala-
vras nao admtia replica. O doutor e
o abbade comprehenderam a situacao e
calaram-se.
OSr. d'Areynes continuou anda :
Minha fortuna attinge importan -
ca de quatro milhoes e qainhentos mil
francos, inclusive a casa da ra Vangi-
rard e as trras de Feuestranges. Os t-
tulos que representan! esta fortuna, mo-
vel e immovel, estao depositados em Pa-
rs, no ec mides o. 18. Os juros montam a cento e
setenta mil francos. Aqui esta, o que eu
resolv Miuha vontade, a qual darei
forma legal, mea caro Ral, que so-
jas meu legatario un rereal.
AgraaVco profundamente, mea caro
tio, eacimuuu o vigano de Saint-Am-
broise, ms recuso.
U conde *- mmanuel mearon o sobrinho
com assambro.
Recusas 1 Tu recusas Nao pos-
sivel !
E' possivel e certo, meu tio I
Mas por que ?
Porque seria um crime aceitar a
totalidade de urna fortuna cuja metade,
se o senhor nSo uzease testamento, com-
Pafa as (reancas.
TenhVfeto uso constante do seu preparado Emulsao
de Scott com grande aprova^amento para as creancas
e pessoas com estomago delicado, cujo estado de saude,
necessita o uso do oleo de figado de bacalhau. O seu preparado
excellente. Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Inspector de Saude do Porto do Estado do Rio Grande do Sul. Presidente do Conselho
Municipal da Cidade do Rio Grande. Delegado de Hygiene publica. Ex-interno do Hospi-
tal de Misericordia, do Hospicio de Pedro II e da Casa de Saude Calta Preta no Rio do
Janeiro.
^A Emulsao de ScotUde oleo de
figado de bacalhau com hypophos-
phitos de cal e soda especialmente
adaptada para as creancas. Os hy-
pophosphitos fortalecem o systema
osseo e a combinaco com o oleo
de figado de bacalhau nao tem rival
para eliminar os germens das escro-
phulas e outras enfermidades para
dar vigor e rebustecer e para pro-
teger os corpos das creancas con-
tra os ataques das numerosas doen-
$as a que a infacia est exposta
Em todas as epochas dajHrida a
Dr. Manoel Antonio Alfonso Res.'
Rio Grande do Sul, Brazil.
Emulsao de Scott
produz forcas e carnes. Desterra as impurezas do sangu&
Cicatriza as les5e-pulmonares. Cura a Phthysica.
A venda em todas as Pharmacia. Exija-se a legitima. Recusem Imitacoes.
i Scott & Bowne, Chimicos, New York.
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.. M
ISPS&II.C0 CSATITfl P3S7SSK70 DAEE7SIPELA
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H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Ilygiene
A CAPPAFINA, prodo to d* fivra braaild e e -jed ivn-e'-io de elle t> p:oliio?o nao e pa.
ra a cora o B js pea como pr* prever ir o son r*ipafeaaertj.
A CAFPABNA. alm d<-Us proprieda u-s pre i st?, "m vaniagt'ns 8(bre es dt-njiij rt in-
dios acnoseila Os a' kofe pva c mi'sro i, a e evif a foraacan d umir.-p mi i'.ofreqotP.
es Da Ey;ipel?, como lamb-m (e or>iar a rifo-maia* da- diversas p mo : es bracos as perua?, os escrotos, molesl a c. ciiecioa .sui re o n.inc as nippcmiases od
Kryalpela branra.
A CAPPARIN\ 6 de 'goal effi'aria para co'ar a Ly rphali'e
. B. Cada Tauro acemp^obado por i08tror6es e atlesudoa que sao cotrac lanas pre-
vs da vtrJade ra tfficacia deele dovo meo ctm-ito.
I EPniTO
Botira Franceza
Eua do Bom-Jesus n. 22 (ant;ga da Cruz)
PERNAMBUCO
FML'LSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHiRMACETICO
TITULADO PSIAESCQLA1121WL E PSAEMACIA DA 2AHZA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os verme? in-
testinaea, conhecidos vuljrarmente com o nome de lombriga?. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empreados para o mesmo rim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe-s
cranlas sem repugnancia. Em sua composic&o nao entram substancias mine-
raesc que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianzas eolheres das de cha. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesm
com agua adocada.
15000
25000
10S0O0
20)000
!" Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO__________
PB1T0RAL 0ATHARINBN8B
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
COMPONI t.tO DE RillIVIIHA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygieae do stad
premiado com a medalba de 1.a classe em diversas exposic/^s.
Recommendado na dioica medica de distiactos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, astbma^tisica, coqueluche, rouqui-
dao e todas as mo'eatias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diverso? Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLIVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
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DEPOSITARIO NO ESTADO DE PEENAMBUCO
Guimaraes Braga i C.
Roa do Mrquez de Oliuda n. SO
Pre^o 1/2 vidro
1 f
Duzia de 1/2
c 1 e
DEPOSITO GERAL
PRAQA MACIELPINHEIRO---"-
peteria por le a alguem quesoffree que
precisa mais do que uu ..
Tu prima Henriqueta tornoa o
conde Emmanuel com ironia.
Sin, a prima Henr quota. .. que o
senhor educou como flha... A aversao,
infelizmente legitima, que lhe inspira o
marido della, faz com que o senhor a es-
quega, e eu nao quero ser taxado de es-
poliad r, nem que e diga que influ pes-
s.almente em uaa dispoaiQSes testamen-
tarias.
Tal suppjita seria urna infamia !
disse o conde.
O vigario e Saint-AmbtoiBe conti-
nuoa :
A necessidade e a foms sao mos
conselh ros, meu tio, e Henriqueta e
Gilbert es ao passando fome 1 Eu sou
rico, urna vez que tenbo com que mino-
rar as dores alheias I que me falta? Na-
d* quer i de sua fortuna, meu ti >, nada ?
Renuncio a tudo am favor da Henrique-
ta. .. E la est n'uma sitiuxo pungen-
te...
De quem a calpa? pnrguntou <>
Sr. d'Areynes. D> uih hvI -jue nos eo
ganou e d* qu--iu eu j dnsc Desse Rollin que bin| u o dote de tua
prima, lev n lo una exiateoAMi vnrj? nhosa I Que e^ e >' i jne hu entrey-u-
essejogado -- I >bocnd<>, um pa^t**
da minh-i f-rni !Jo I na,, K ui 1
Mil vezas na N^ provanimiis tmur
de Henriqu-'-- i d*. wn
contrato est pul ado separaefto re bu
lhe pe mittiam v ta a mi^viri Eli >
n&o e quiz I Firam latelo tudas a pr--
caa;3es... A' hypuoriiittn de Gilo'ert
Rollin preval'-crram contra ou nos*
couselhoa... Tamo peior pam ella Atii
esto as consecuencias de sua loucura !
O joven parocho toroara-se triste. Sea
grande corscSo padeca. Ministro do Deus
de ptrdfio, elle projectav levar ao fim
sua obra de misericordia
ante a
, mas,
resistencia do conde, via tudo perdido.
Nao desaminou, porm.
laso mais que severidade, meu
to 1 exclamou elle ; crueldade !...
E elles nao foram crueis para mim ?
murmurou o velho fidalgo. N5o me de-
ram tanto desgosto ? Falla !
Ch isto perdoou a seas carrascos
0 PI.MHSS0 GERTUL
Os proprietarios deste moderno estabe-
lecimento, apreseiitam a admirac,o dos seus
ilustres freguezes e ao estimavel pubiieo
desta capital c; nvidam a fazerem tima visita
ao seu estabelecimento que encontrrao co-
mo erpecialista em cha verde e preto, viohos
do Porto, Jersej, Moscatel, Champagne,
Fasto, Collares genuino e j aamado
D0UR0 CLARETE
Variedades em queijos, conservas ale-
nme?, nunteiga, fiambres novos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, casta has
exornis que concerne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas ingle zas e alle-
mes especialisando-se a celebre e afamada
Cognac, vermutb, whiskys d varias
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYGIM.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por isto limitamo-nos a chamar a at-
ten tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, aianc, ndo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fruetas para
embarque.
3 Ra Bom Jess 13
fc

O
3
FEBIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHAQ5ES
^5
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t
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INOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOR
S&LSAP&RRILHA
DE
BRISTOL
CURA TODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
EFFICAZ
H
H
<
Ra Larga do Rozai io n. 22
Fbrica de Molduras
Estampes de todas as qaalidadei. Quedros. Sanefas para cortinados, can
dieiros, chamins, pavios, moldaras para retratos.
Enoarrega-ae de retratos a craion para o que ha contratado nm perito artista,
bastar, te conbecido.
Prepara se qaalqoer encommenda com a maior brevidade.
Sinceridade e pre c s baratiasimos.
tornoa o vigario de Saint-Ambroise. Por
que nao s guir o exemplo de Cbristo ?
Admitamos que o aurido de Henriqueta
nao lhe inspire nenhuma piedade; o
mesmo nao acontece com Henriqueta, a
quem o senhor tanto amou e talvez an-
da ame Ella, coitada, nao responsa-
vel pelas press5es exercidas em sua fra-
queza por um homem que a fascinava,
que a dominava como o magaetisador
domma o hypnothisado E necessario
er indlgeme pa a esses pobres marty-
res do curHco, meu tio Henriqueta sol-
fea Henriqueta precisa de seus auxi-
lios, tanto mais quanto vai ser mSi...
Ao ouvir estas ultimas palavras, o
conde Gmmonuel sentiu forte abalo.
Que ests diz^ndi ? b albuciou com
<>s labios agitados por um estremecimento
Digo-lhe a verdd.
H or quxta mi ?
Sel-o ha deniro de algosa me-
zas. ..
- M* repHfu o c<>ude tocado de
mocil, H'uriqufti vai sr mS II...
Si n, meu to .. A 11 a de deixar
i' ira eu tul vel-a h, a-i dizer-lhe que O
sechor e.uva em p- i* de vida, ella
te ve urna dor profunda... Chorara e
Buluuava como ama crianza... Quiz vir
cun mitro para lhe p^dir pardSo de suas
faltas, mas naqaelle estad.', era impos-
sivel, e eu aconselhei a que ficaste...
Seria ama imprudencia, um crime, con-
sentir que ella viasse aoffrendo as fadigaa Nesse caso, porque hesita ? Deixe-o
que nos eoffremos, eu e Raymond, arris-
cando a vida do filho !...
Emmanuel d'Areyaes curvou a cabera
e repeta pela terceira vez :
Mai 1! Henriqueta vai ser mSi I..
Ent&o, mea tio,continaou o ab-
bade com animacao, anda quer desher-
dal-a? jcba que eu, que sou padre, po-
deria consentir nisso?... Acha que eu
devo aceitar urna fortuna que nao me
pertence ? Comprehende que seria urna
espohacao indigna de mim e de meu
tio I. ..
O Sr. abbade d'Areynes tem pero-
las na bocoa, mea caro conde, exclamou
o Dr. Pertuiset. A eitaaco agora ou-
tra realmente... Oque o senhor nSo
quera fazer sua sobrinha fa$a-o ao fi-
lho qae nSo tem cu'pa dos erros de seus
pas.
Mas, murmurou o conde tudo quin-
to eu desse ae filho, Gilbert Rolliu gas-
tara, dissiparia, esbanjaria !...
PJe-se evitar issa, aecudia o pa-
dre.
Como 1 pergantou o Sr. d'Areynes,
cuja severidade, gracas ao vigario de
Saint-Ambroise, cornee^va a fraqaear.
XVII
Meo caro tio, disse o abbada d'A-
reynes, permute que en relija um pro*
jecto de testamento ?
O conde Emmanuel heaitou na respoi-
ta.
Tomou a palayra o Dr. Pertuiset:
O Sr. vigario a sabedoria em pessoa,
mea caro conde ; ama vez qae o mandou
chamar para ouvir-lhe os conselhos
porque tem absoluta confisnea no abba-
de...
Ah cortamente exclamou o con-
de.
redigir o projecto de testamento... Se
approvar as clausulas expostas, na i tem
mais do que aasignar... Approveite o
ferro emquanto esta quente. Cre > mes-
mo que ama vez assigaado o testamento,
a convalescenca marchara depressa, tal
ha de ser a tranquillidade de espirito re-
sultante do beneficio realizado...
E' bem provavel que nao tenha
aqu papel carimbado...
Eu tenh) em casa e me incumbe
de o trazer...
Esta dito, meu velho amigo 1
Dito... respoudeu o conde es'en-
dendo a mo ao doutor, Bal faz de mim
o que quer I A' noite leremos o testa-
mento.
At logo!
Pertuiset apertou a mo do conde e
fez signal ao vigario da Saiot-Ambroise.
para o a?ompanhar.
Urna vez fra do quarto, disse elle ao
abbade :
O senhor um digno sacerdote,
mea caro um grande coracjlo Prepare
depressa o testamento, afim de que o ho-
mem possa copiar e aasignar boje mes-
mo... Nao que eu preveja alguma
desgrana, nSo ; mas infelizmente pie
succeder!
E despediram-te.
O abbade, dpois de ordenar que Be-
naud osse fazer companhia ao conde
Emmanuel, entrou em seu aposento afina
de preparar e acto testamentario.
Esse trabalho, se nSo era muito gran-
de, era, no rntanto, muito difficil e elle
dar-se-hia por feliz se o concluase na
volta d doutor ao castello, trazendo,
como prometiera, duas folhas de papel
carimbado.
{Contina).
Typ. de Diario, roa Duque deOaxiaa AA
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