Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19777


This item is only available as the following downloads:


Full Text

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados... y 8&000
Por seis mezes adiantados. 15&001
'. or um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
liOO
1200
*>AHTE OFFICIAL
ramo do Congresso Nacional, \.o projcclon.
, 16 A de 6 de Jullio, dosla Ciman, que consi-
. .-------_.,----s dera telegrammas olici es os que .erera expe-
Mtistcno m Industria, \iavao e didos pelas autoridades quo nelle se menciona.
A Commisso de Kinangas do Seudo, para
, .-. que innmeros abusos se lem dauo m uso
Pernambuco Ra way daquana da io:/9iiH)3, do lclecrapho.pelas autoridades da Unio cdos
gosnda pela respectiva juma apurador.i no l Estados
semestre, visto representar urna -le-pezajusu-j i>ara isso baseia sua argumentago em ms
licada e perieno-r ao anno anterior. I quadros e dado3 fornecidos, particularmente,*
Foram nomeados: Podio Avelina e I*uiz nUe pare
Peixoto para a commisso de obras do porto do >-;lcd(]a|
que parece, pela adnainislrago do Telegrapho
Kiilal, sindo esie para o lugar de alu-oxarife e
quelle para o de escr piurario.
_ Foi nomealo o engenheiro JoSo Thomaz
A!\ 'S Nogueira para fiscal de 3* classe da Ins-
p-.'Ctor a Ueral de Estradas de Ferro.
Questura Policial
Secgo 2.*N. 24.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 30 de
Janeiro de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filbo, H. D.
Secretario de listado dos Negocios da Jusliga e
Negocios Interiores.
Participo-vos que foram tontetn recolliidos
Casa de Detengo os seguidles individuos :
A,' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Malhilde Mara de O'iveira, como
gatuna; Jofio Francia :o de Mello, por embria-
guez e disturbios ; Margarid i Maria da Concei-
go, Camilla Maria da Conceigo, Maria Fran-
cisca de Oliveira, Maria Luiza do Espiri'o Sauo
e Olindina F.rreira Castro, por oFensa3 mo-
ral publica.
A' ordem do subdelegado do 1 districto de S.
Jos, Joo Alves de Predas e Justino Jos de
ani'Anna, como galunos.
Atile-hontem larde o individuo de nome
Joao Hibiiro Bastos fot i casa de residencia do
tenenie-coronel Tlieodomiro 'los Santos S;lva,
no i" districto de S. Jos e inlHulando-se era-
pregarlo di Compagina do Beberibe pr, curou
r ceber do ni esrao tenente-coronel a quania de
cem mil ris de multa que lile havia sido impos-
ta por aquella companma.
O subdelegado respectivo, lomando conheci
ment do fado, mandou recolner Bastos Casa
de Detengio.
Sade e fraternidade.
O Questor interino,
Jos da Cunlia Liberatj de Mallos.
C.-Sa tisfaga a
Mtreira
DESI'ACIIOS DA PltEKEITRA MUNICIPAL
DO RECIFE
Alb.no Joaquim Coelho Pac ieco.-Certifique
se.
Joss Paulo Bolelhi. -Deferido de accordo
ora o parecer do engenheiro municipal
Manoel Claudino dos Sanios. -Concede-se.
observando o parecer do engen'.ieiro munici-
pal.
Erancisco Habello Soares.-'fondo em vista
da informago da Coniadona.
Rodrigues Saraiva & C Concede-se, pagan
do o respectivo emolumento e os impostos do
exercicio correnlo.
Albiuo Jos da Silva.-Pague-se.
Antonio Joaquim Jasco. -Deferido de accor-
do com o art1 30 Me- limiiando-se aos Ira-
baliaos indicados.
Jos Comes de Amorim &
exigencia do engeuheiro.
icrdo L'iiz da GunUa, D. Carolina
de Araujo.-Averbe se.
Secretaria da Prefeitura Municipal do U e-
cite, 30 de Janeiro de i89\
O porteiro,
F. Xogueira Cabril.
DIRECTORA GERAL D THESOURO
Deyachos do da 3) de Juivrj de 1395^
Amalia Felicia dos Santos, Francisco das Cha
g;>s Monleiro, Joaquim Alves Meudes Guwuare
Cerlitque.
Eslrada de Ferro do Ribeirao a Bonito-Ao
porteiro para estregar ao interessado.
anoel Fereir ..eite & C, Miguel Jos da
Cesta M i a, LuU Ferreira Baodeira de Mello,
Jos Mariano de Azevedo, Lyra, Man >ei Fer-
r ra Leite & C, Miguel Jos da Cosa Moreirn,
J( aquina Mana dos Anjos C acn, Medeiro,
Lavmoc C, E-trada de l nambuco, a m sma-Informe o r. Subdirec-
tor da Contabilidida
Joaquim Teneira Peixolo e Motta & C., a
porteiro para entregar ao interessado.
Rosara II jdrigues da Costa Cabral Ao Ad-
ministrador da Recebedona pira os devidos
lilis.
Servinlo de p-otocolista,
Francisca MUilino Frrea a.
oSMSM MiM
c; olcgrammns officiacs
Tendo o regulamento dos Telegraphos, alte-
ra lo ;i: !' riiriament a disposigo da le n. 372 A
d<< 2 I Maio de 1890, cassado o direito dos gi-
remos esladoaes de usaram do telegrapho olli-
cialm 'Ole. a cooimisso de obras publicas da
Cmara os Deputados apnsentou o projecto
segninte, que foi remettido ao Senado, depois
de" lar_'o debate em que tomaram parte os de-
pulados Moraes Barros, C. Cintra, A. Olinlho,
Bricio e Anisio de Abrcu.
Pruiedo n. 10 B da Cmara dos Diputados de
1804, emendado pelo Senado
0 Congresso Nacional decreta :
Art. 1." Sao telegramraas oflices ou de ser-
vico publico, e como laes devem ser expedidos
pslos lelegrapnos da Unio. os dirigidos de au-
toridadesa autoridades federaes ou esladoaes
no exercicio de suas funcgOi s :
1 os que forera expedidos pelos presidentes,
e secretarios do Senado e da Cmara dos Uepu
lados da l.'niao e dos Estados, em objecto de
sefviQO publico;
2 os que emanarem dos givernadores dos
Estado?, dos chefes de seguranca, de polica ou
auestores, juizes e presidentes de (ribunaes ju-
diciarijs ou administrativos federaes ou esla-
doaes piefeitos 0U inten lentes e presidentes
de municipalidades; delegados e subdelegados,
ecmniissarios e sub-commissanos de polica e
commandantesde forga publica, esladoal ou fe
dera|,em exercicio, alimentes ao servir.) pu
blico. ,
Art. 2. Ficara desde j revogadas todas as
disposises.em contrario.
Cmara dos Deputados, 28 de Julho de 18U4.
O Senado lomando conhecimento desse pro-
jecto de le, approvado pela ('amara por grande
maioria, emendou o e devolveu-o Cmara com
o substitutivo que abaixo inserimos.
Voltando Cmara emendado esse projecto
acomnanhado do parecer do relator da commis-
Bao do Senado, o senador Oilicica, foi a com-
roisso de obras publicas que inlerpoz o longo e
desenvolvido parecer que em seguida publica-
mos.
N. 16 C1894
Emendas... (a)
Emendas do Senado ao projecto n. 10 B desle anno,
que considera telegrammas afliciaes os que forem
expedidos por autoridades federaes eesladoaes
no exercicio de suas fuucces.
Foi Uresente Cotninissao de Obras Publicas
e Coloiaco o parecer n. 97 de J2 de Agosto
finjo do Senado, attineute ao substitutivo sob
o n. 122 da CommiaSo de Finangai daquelle
A CommissSo de Obras Publicas tendo, por
seu relator, visto e examinado todos os docu-
mentos a que se refere a Coinmisso do Senado ;
e combinado as terminantes disposiees da le
n. 193 de 9 de Oulubro de 189, qwt autorisou
nicamente o augmento dos veneiruentos do
pessoal da Repartido Gem dos Telegraphos,
com o que se acha exarado no decreto de 30 do
Jan.iro, sob o n. 1GG3, que a referida coinmis-
so do Senado applaude no exordio das cousi-
deraces preliminares, para condemnal-o as
conclus5:s de seu extenso e bem elabarado ar
rasoado, passa a dar seu parecer.
A Commissaj d-. Finanga.s do Senado enceta
a serie de cmsiderayes que addu para expli-
car ou justificar a causa da approvac,o pela C-
mara dos S-s. D pula los do projecto n. f6 A,
duendo ter sido essa causa a medida prohibiti-
va estatuida n>s aris. 91 t e ICO do regula-
meiilo approvado pelo decreto n. 1C0J de 3J 'le
Janeiro ultimo expedido em curnprimenlo das
disposigOes da le 193 de 9 de Oulubro, citada !
Si, com eft'eito, o projecto 16 A dimana dessa
disposico, elle visa especialmente o reslabele
cimento do disposto em lodos os regulamenlos
do Ti'legrapbo Nacional, desde sua lundacao.
que garantiam o uso desse elemento poderoso de
udininislraQoa lodas as autoridades em exer-
cicio.
Si no rgimen decahido foi sempre nspei-
tadu o direito outorga lo to ias as autoridades
do uso. para tim oiticial, dj lelegrapho, esse
direito foi maniido e garantido pelo Decret) n.
372 A de z de Maio de 189', do Governo Pro-
visorio, que tem forja de lei nao procede
pjis, a invocarao, da le que apenas deter
milln o augmmto de vcncimenlo do pessoal
do teligraplio, para justificar as disposic:s
restrictivas do regulamento do 30 de Janeiro,
com ntanifesU knf-aeiko da de n. 372 A.
Nao lem fundamento, po tinto, a arfirmativa
a que acabo d; referir-me da commisso de
Fin.ingas do Senado.
No Decreto do Coveroo Provisorio se esta
le, consubsianciaiulo disposiyOS anteriores e
exparsas, que as despizas da construegao e do
cusleio das lin!>as telegrapliicas correrOo por
coma dos c fres geraes e dos auxilios qua os
governos dos Estados e das municipalidades
quizerem preslar.
O propro relator da commssao quand) diz:
ser de equidade a medida qu: propi qumdo
alguns Estados, lem consignado verba para
CODitraccao de llohas lelegraphicas. reeonhece
os sacrificios que taes Eoa los lizeram para o
desenvolvim-nio da re le lelegrapbica da Uniao.
Com elf.-ilo, si a rdj telegraphica da Unio
lomou o incremento que deu lugir a seu desen-
volviinenlo aclud, nQo poueo contribuirn) os
Estados com os auxilios que preslaram, quer
por donativos, quer pelos impostos c >m que
concorreraa para a reedita geral da Uniao.
Na posse, dos, de um direito que dimana
das conccssoe3 por elles feilas, para a cons-
truccao das linh s lelegraphicas, e reconhecido
por lodos os actos do poder publico, ratificados
por disposico expressa do decreto do Governo
Provisorio sob n. 374 A, citado, julgamos que
nao podiam os Estados da Uniao ser privados,
desse direito-tao brusca e inesperadamente
como o fnram-
Ailega-se, no parecer n. 97 a que allu lo, que
pelas informac;s da directora dos telegra-
phos, do se abusos que tendem a augmentar,
o qu- muilo prejudica o servgo regular do le-
legrapho.
Mas, a commisso de Financas do Sealo,
apezar de baseada em quadros arlislicamenle
orgaoisa los ma:s para armar ao effeito do que
para exprimir a ver-Iad<*, conclue de forma que
fot crer nao dar grande valor i suas propnas
allegajOes. Assira que indo de deduegao era
deduegao applaudindi a medida illegal, inju ta
e inconveniente ao servio publico Ja suppres-
so brusca desse diroito, conclue, recoutwcen-
do : que o regulamento foi excessivo na res
tricco fe i ta aos chamados telegrammas o9P
ci es ou de servigo publico ; e que nao justo
que os presidentes do Senado e Cmara dos
depulados, representantes das duas casas o
Congresso Nacional, sejam incluidos nonumsro
das autoridades que precisara de aulorisago
do governo para usar do telegrapho ; o mesmo
se d quanto ao3 governadores e presidentes
dos Esiados, as suas relajos com o Governo
Feleral ora 03 presidentes do Senado e C-
mara e com os outros governadores
E', pois, a propria commisso de Finangas
quera reconhece a exorbitancia das dispusieres
do regulamento em questao, cuja illegahdade
nao pod a ser meltior reconbecida do que o foi
por semelhanles conceitos alias demasiado jus-
tos, si bem que incompletos.
Proseguindo em seu pirecer essa commisso
diz: Nio licito admillir qie essas autorida-
des, pelas gran les responsabilidades dos car-
gos que exercem, pela respeitabilidade da alta
posico em que se acham collocados pelo crite-
rio, dignidade propria do seu nome, se pres-
lera aos abusos contra os quaes foi prsciso to-
mar previdencias em um regulamento; s'
mente o servido publico autorisalosha a usar
do seu cargo para expedir lelegrammas cora
essa nota, sentndoos da laxa, o qui nao
p le ser negado as c rcumslancias possiveis de
obrigal-03 relaces rpidas e urgentes de au
loridade a autoridade, pelo telegrapho !. .
A illustrada commisso do Financas do Se-
nado, porlanlo, repelle in liraine as insina
ges feilas as autoridades fe leraes de haverera
abusado de telegrammas offlciaes era seu ser-
vido particular:... E reconiiece a inrtispensa-
bihdadedo uso desse raeio de coramunicacao
as circnmslancias possiveis de obrigal-as a
relaces rpidas e urgentes de autoridade a
autoridade !
Assira, pois, nao se comprehende o intuito
dessa illustrada commisso quando, apezar de
taes conceitos, deraoradaraente aprecia os sup-
postos abusos indicados pea dirsclona do te-
legrapho da Unio !!...
Pretender o honrado r-.lator desse parecer
atlribuir esse allegados abusos smenle 3 au-
toridades estadoaes ?
Antes de perseguimos as considerajss
que semelhanie aecusaco nos suggere, devemos
diier, que no telegrapho s se pdem dar abu-
sos, pelo uso inievido do lelegrammas ofH
Ciae3, por incuria cu desidia da administraso
dessa repartijo, o que nos repugna admil-
Nem se pie couceber a existencia abusiva
de seraelhante pralica, quan lo terminanleraente
estaiuem os regulamenlos dessa reparliyao qua
No cempetindo ao lelegraphista exercer cen-
sura sobre telegrammas offlciaes, sero mensal-
mente rmetliJo3 os autograplio? a directora
paraos faier examinar c providenciar sobre a
ndemnisacao daqu-dies que n&? satislizerem as
exigencias do prsenlo art. (1).
Nao pois, crivel qu) taes fados tetiham ex-
istencia, como bem poniera o honrado relator da
Commisso de Financas, por quanto seriamos
forzosamente levados a concluir liaver negli-
gencia ou desidia no curnprirajnto dos deveres
por parte do pessoal dirigente da airainistraco
dos Telegraphos Nacionaes. Mas os fados se
teem encarregado de provar que longo de haver
neghgi-ncia, nica responsavel dis possiveis
abusos a que se refere a Commisso de Finan
fas do Senado, em seu citado parecer, nota-se
un cerlto autoritarismo da parte dos agentes
dos telegraphos, que, a despeilo de nao tereni
competencia para conhecer ou exercer censura
'Obre telegrammas offlciaes, tem devolvido os
enanadosdoSr 1" Secretario e Presidente desta
Cmara, al mesmos dirigidos a governadores
sob.-e materia de servigo publico urgenlissi-
mo!'....
A b>nrada Commisso de Pinangas do Sena
do onrica apreciago do quadro dos telegram-
mas oifiaes expedidos, e, depois de Tartas
consideragss do illuslre relator," conclue dando
a esse doctimenlo o nico valor que mere
cem... de conjunclos de dados curiosos.
Apreciando o primeiro quadro, nota-se logo
pelo tilulo, que nada prova, sino que os
telegrammas olliciaes das autoridades federaes
augmentaram com o desenvolviraeaUdas lindas,
e que mantera o crescimnto na'ui-al devido a
esse desenvolvimenlo ; apezar dos fados atti-
uentcs rovolia qu) assolou os Estados do Sul,
especialmente o Rio Grande, onde lavrou a
guerra civil desde '892.
Assim que todas as provi lencias da a lim
nisirago, e mais piriicularmenie as emanadas
4m r.parlicOjs da guerra, deven lo p lo/eu
caraeler de urgencia, ser transinillidas/plo
telegraph), conlribuiramnii) pouco para c/cres-
ciraento r> guiar qua se observa no tc/al dos
lelegrammas orTlciaes. /
Mintendo-ss a porcentagera sobre o/ suj i los
i laxa, em urna nudia de 14, .i "^para cada
auno, de modo algum po'.e ser /ousiderado
excessiva, mxima quando no anuo de 800,
em que se proclamou a mu langa di inslituigOis,
o telegrapho pre Irensmiltindo longos lelegrammas offlaes coo-
tendo actos do Governo Provir/rio qua d.-viam
ser conh:ci los com a precisa .rgeueia em toda
a Unio. /
Do quadro segundo, a que allude o honrado
relator da corairisso do ornado, resalla a
prova desle asserto. /
Observaudo-se esta tablla nota-se que no
anuo d; 189! a pasla podlica, a do Interior, 6
a qu tem maior porcnlagem no nuiuir) de
telegrammas e palavras, seguindo a da Jusliga
que tem uleira conneXo cora os negocios po
Uticos daquolla pasta. .
Deoois desses miiislerios vem logo o da
Guerra por onde curren! os negocios do exer-
cilo em operagos, c da i a neccssidaie de
coininuuiagis, Ido bem apreciadas pola Com-
misso de Finaagas do Smado, quan lo allude
as circurastaneias possiveis de obrigir as auto-
ridades a ter relagOes rpidas, urgentes de au-
toridade autonlade.
E essa circurastancia espacialissim qae
devenios altrlbuir o rese m mo egular dos
tel gramm 13 offlciaes e nj s causas que se
preten le.
E nao estarj incluidos nesse quidro os cele-
brrimos aisos desercigos, raeio pratico de evi-
tar a laxa dos telegrammas dos affilhados, a
dos e.npregado*. em su is longas palestras ou
podidos, transiuittilos pelo appirelno, com mi-
nifesto preju z) de lodos os servigos qu:r pu-
blicas quer particulares ?
Nao raro ver se essa abusiva pratica, cujo
nu.n:ro eleva lo d; taes avisos dt-v desprtar a
curiosidade dos funeciooanos dirigentes, nao
s pela quanti lade como tambora pelo avultado
numero de pilavras qus nelles se conim?
Seria curioso em extremo unii estatislica
desses verdadeiros lelegrammas a qua do o
o nome de turos deservido.
Em nenhum dos documentes exiblo3 pelo
director dos tolegrapbos ao honrado relator da
Commisso do Senado, se allude a abusos com
mettidos pelas autoridades estadoaes; d'abi a
nica concluso que se pds tirir que essas
autoridades iho commelleram os laes abusos.
Mas, nao parece ser transparente a pretengo
de apenas armar-se ao effe'lo, com esses alga-
rismos amontoados e quadros, para fazer crer
a necossi la le de manter se as disp.isig '8 abu-
sivas Coudas no regulamento de 30 de Janeiro,
disposiges inonv mentes que a propria Com-
misso de Finangas julg )U acertado condem
narf
Occorre-nos ao espirito tal duvla!
A exhibigo desses qua iros pela forma por
qu; elabjrou-os a repartigo dos telegraphos,
moslra quo defeiluosos sao, e quanto eslo
nal organisados os seus trabadlos ustalisticos,
quj em urna emergencia era que mister provar
as aecusages leias s autoridades estadoaes,
de teem usado do telegapho para seu servigo
particular, abusando da formula offlcal, limua-
se a amontoar algaiismosem quadros por mi-
msierios. sem ao menos discriminar os lele
grammas por autoridades !
Para se caegar concluso tirada pela non
rada commisso do Senado, era mster que com
a lgica dos algirismos, a estatisltca do telegra
pho deinonslrassb que os laes abusos emana-
vam das autoridades e>taduaes, laes e taes:
Mas como fazel-o si n*m ao menos u-na eslalis-
tica regular exisle des*.! servigo ? E a propria
directora, ante a difflcuiiUde de salisfazer essa
exigencia do Sonado, limiU se a dizer que os
dados concernentos ao numero tolal de tele-
gramraas e palavras expedidos por autoridades
estaduaes e a importancia da respectiva laxa,
nao podom ser ministrados com exaiidao, por
nao liaver discriminago enlre os servidos fe-
deraes e esladual, molivo p'lo qual a repart-
gao dos telegraphos s pode fornecsr os dados
por ministerios, C07BO o fez
Nao pote haver mellior defeza para as auto-
ridades esta lu es I
Si o propro telegrapho nao conhece nem ao
menos qua ;s os telegramm is estaduaj?, como
aliribuir abasos aos agentes do funccionalismo
estadual ?
Convera observar qae a repartigo geral, que
lo cara cusa a Unio, respon lera um requer
ment approvado pelo Smado Peder!, pergun-
tando quanlos telegrammas foram expedidos
Dlas autoridades estaduaes de 1889 a 1892,
dizendo nao sabernos, inaj, podis computar cora
mais ou menos approxiraago, admutindo se
como base etc :
Em urna questo to positiva em que sao ne
cessanos dados estaMscos carlos, completos,
merece reparo que urna repartigo tao impor-
tante conhecesse nao possuil os I
Em vista do exposto eremos ter demonstrado
que dos argumentos aiduzido3 pelo honrado
relator da commisso do Senado, e pelos do-
cumentos quo Ihe foram ministrados pelo di-
rector dos telegraphos, nao cabe s autorida-
des esiadues a menor respon^abilldade nos
suppo-tosabusos do emprego dos lelegrammas .
offlciaes em servigo de seu interesse particular. I
Ora, a ccmmisso do Senado acceitou todas
as auto ida les federaes e governadores del
que trata o projecto 16 A da Cmara, excluindo
apenas as esiaduae3 ; mas, o lelegrapho por
seu director, etlube quadros para mostrar qua
laes autoridades federaes, por ministerios, abu-^
saram da facultado de lelagraphat em objecto
de servigo eftkial; a conolusc, porlanlo, uni-,
.ca a que o horado relator poderia caegar, era
privar laes ^itori la des do direito de usar do
telegrapho ocialmenle.
UntretanldP'onge de chegar a essa concluso,
despresa, alias nui justamente, os documentos
que Ine foram exhibidos, e aconselha e exclu-
so das autoridades estadoaes .. accrescentan-
do que nada, prejudicar aos Eslados que
devera consijnar era seus orgameutos urna
quoli para poer ser paga a taxi de tih'gram-
inas expedidas, cabendo aos governadores
tiscalisar o use dessa laculdade !!..
jJjSemilhanlealvitre lembrado por lo emrito
cidado, nao aproveilaria mjlhor as instruc-
ges que deviksera ser expedidas pela directo
na do telegrah > a seus subardina ;o3 no caso
do cumpriraaio fiel de quaulo determica o de-
creto n. ilt ?
Nao seria 's equitativo e justo que se con-
linuasse a ".:WP"ir a lei nessa parlo, perraiitin-
do a3 aulon(flp-s estaduaes, as condig;s for
muladas pelo hnralo relator, para as federaes,
o uso do lelegrapho, qu-} antes um elemento
de adrayristrago do que urna foltte de renda ?
Parece que seria sso prefenvel humilha
gao qie se pretende inflingir a Eslados autno-
mos, equipratelo os s emprezas mercanlis,
para que posstin gozar de um abaliraento do
oO Y das laxas!
Ksiados que, acreditando na boa f das dis
pjsiges regulamentares, lano cooperaram para
?desenvolvuneiio de nossa role telegraphica
com os auxilioi pecuniarios e impostos com que
conlribuiram pira a ronda goral.
Em vista do exposto, e attendendo que no
projecto 16 A de 26 de Julho cadente, que rae-
receu a approvago quisi unnime ila Cmara,
eslo coudas todas as disposigOes concernen-
tes a facilitar servigo lelegrap ico entre as
autoridades federaes e estaduaes, som que dis-
so resulte prejcizo admmistrago publica:
Considerand que nesse projecto foram al
tendidas todas medidas de conveuincia publica,
pira qua o servigo administrativo urgente Ied3-
ral ou estadual, nao vesse a soffrer Dcla priva-
g> de uso do lelegrapho, eslabelecendo selec
ges de communicages a Iministralivas lo pre
judiciaos sua marcha, que por sua natureza
devera ter intima lii,'agao, como dos interesaos
da Unio, e nem pole ser nega to 3 com mu
nicages rpidas e urgentes quo forem de ma
ler axerem as autoridades enlre si.
Considera ido que a nudila propjsti no
sub-lilutivo doSeuido, acarrla o grave incon-
veniente de nivrlar os Estados as emprezas
mercanlis, a quera so eoncede igual abaiimento
de laxas, o que seria collocal-os em condigOas
humilhaules : ....
E, atteudendo que a dispasig.ao do art. V do
citado sub-tilutivo tender a perturbar o ser-
vigo lo movimenlo das vas-frreas, sujeitando
o traf.-go as coudiges do regulamento dos te
legraplios; o que importa a interferencia da ad-
raniislraco desta repartigt) nos servigo* que
por sua natureza peculiar seguranga do Ira-
lego e vida los passageiros, deve estar sob a
inmediata uin.'Cgo daa admiislragG;3 das
vias-ferreas ;
E, considerando man que cunslilue verda
doira no-idade, perigoussiina em seus desas-
trosos elfeilos se viera ler execugao, a dispo-
sico de semellianle artigo e seU3 paragrapnos :
TE. atlendeudo aindi que a materia do art.
8. e seu paragrapho (h d;creto do Governo
Provisorie, le e;n vig r, e quo, por consiqueu-
aa, dosne-essano e torna legislar sobre esse
ponto : a commssao de Obras Publicas e
Colunisago de p recer que as emendas do
S-nadoao projecton. 16 A, de i'i de Julhj ca-
dente. sejam rejeitaias.
A commisso, screditando ter interpretado
os seniimentos da Cmara dos Srs. Deputados,
aconselliando a rej'igo de taes emendas, jul-
ga que o projecto '.6 A, saiisaz, por suas dis-
posices, plenameme, as necossi lados urgente-
mente reclamadas equ: tendera a restablecer
a ordem ind spensavel nesse ramo da publica
admmistrago, cujo auxilio nao pode s;r nega-
gado emcircumsiancias emergentes, que ext-
jam commuincagOs rpidas e urgentes de au-
toridade autoridade 3-am gravissiuns inconve-
Sala das 33SS73 di com nissao, 5 de Novem
bro de 119.. -Coelho Cintra, relator-presiden-
te. -Junqueira Ayres. l'orquato Mireira.
Arthur Torres. -Urbano de Gouveia. Jos Be-
vilaqua.Cupertiio de Siqueira.
Emendas do Senado proposigo da C amara
dos Deputados que considera telegrammas
olliciaes os aue forera expedidos por autori-
dades federaes e estaduaes no exercicio do
suas funeges. .
Substitua-se o art. ." do projecto pelo se-
Art. I. Sao considerad03 o.fi:iaes para o
elTeilo de nao arrecadago das laxas na esta-
ces '.elegraphicas da Unio os telegrammas
que tratando de servigo publico forem passaios
por autoridades federaes, no exerciem de suas
l'uncces, quando autonsados pelos rainiitenos
respectivos, na forra i do I." do art. iOO do
regulamento de 30 de Januiro de loa*
|. S) igualmante considerados taes 03
aue. anda referentes ao servigo publico, forem
expedidos pelos presidentes do Senado e da
Cmara dos Deputados Federaes o pelos go-
va-na lores dos Esta los ao Govern) Federal,
presidentes do Senado e da Cunara Federaes
o aos 'overnadores dos outros Estado.
g i* Oa telegrammas das autoridades esta-
duaes sao considerados como privados com a
vanlagera da reduego de 50 |, na3 laxas or-
dinarias, quando aposentados por funcciona
rio esta ioal, habilitado pelo respectivo gover-
no, sendo o assuinpto referente a almtnistragao
publica. m
8 :). O governo autortsado a entrar em
accordo com os governos dos Estados para re-
gularsar o modo do pagamento dessas laxas.
Accrescenlemse os seguintes artigoi cora os
nmeros :
Art. 2. As linhas lelegraphicas das t esta-
das de ferro da Umaa, COIU) pane tntosrorop
da rede federal, faro seu trafego pelas disno-
sigoes do regulamento era vigor da Repariigao
Geral dos Telegraphos.
l. As tarifas lelegraphicas dessas estra-
das sero organi3alas pela Repartigo Geral
dos Te'egraphos e-sujeitas a approvagao do
governo.
2." 0 governo providenciar para que en-
tre os telegraphos da3 e3tradas de Ierro da
Unio, dos subvencionados e"a Repartigo C-e-
ral dos Telegrapms, so e3tabelega irafega mu-
tuo, sem prejuizo das reas propnas a cada
administrago. .
Art. 3o Para o ftra de estenderse a rede
telegraphica da Unio conlina en vigor a
disposigo do l.'do art. I. do decreto n.
46^,doi de Dazembro de 1870; para as
estradas que funecionam com concissaa ante-
rior aquella data, o governo solicitara o crdito
necessario para effectuar a3 coislrucgoos. as
condig5)sdo arl. 6.- do decreto n. l,io, ae
3) de Janeiro uliimo.
Senado Federal, 2 de Setembro de 189.
A iamira conformando sa com o parecer de
sua commisso regeitou, sem debate as emen-
das do senado por quasi unammi lade.
Devolvido o projecto com as emendas regeia-
das do senado e remeitido novaraenle a com-
misso ao Sr. Oilicica, ficou na pasta gualdo
com grave prejuizo dos Estados e do propro
servigo publico que nao pode prescindir das re
lacoes rpidas e urgentes enlre autoridades, em
icrcumslancias emergentes.
E' de toda urgencia que os eslados interessa-
dos fagam valer seus direitos, em Maio, conse
guindo que o Snado delibere a respeito, para
que seja lei do paiz a previdente disposigo
da Cmara dos Deputados que qualquer que
seja a votago >lo Ssnalo sera lei uii Unio at
tenia a votago com que a cmara suffrngou a
doulrina do parecer de sua commisso.
Se o Estado de Alagoas, como qu r o seu
senador, abre rao de m direilo de que eslava
de posse, e assim grava seu thesouro, cora o
onus que quer o Sr. Oilicica, quo u faga ; mas
sem prejuiso dos deraais Eslados da Unio que
n) podem se conformar com o sysiema adp-
talo, ao iu parece, pelo senador Alagoano de
trancar projecios na pasla por que nao es-
t > ao sabor de seu- paladar.
Esperamos que os nossos dignos representan-
tes no Senado, que tilo solcitos se lera mostra-
do em prnl dos inlere3ses deste Estado, se ex-
forcem para que desencalhe, em Maio, do novo
parrach), o projecto em qneat&o.__________
INTERIOR
Os laes OO:lSOSOOO
(Jornal do Commercio de 19 da Janeirc)
Estamos salvos I O Jornal do Commercio
ic usou a admiQ'.jlraga da Esirala de Ferro
Central do Brasil de ter encoaimeolado nada
manos de sesseuta locomo'was (i maior eocam-
raeuda des'.o genero qae jamis se fez em nosso
pin) a urna fabrica americana qu*, por melhor
qua sejam suas maclnas, pedio por tilas......
90i.305JOOO alais dj que cu-Uria n ideticas
machinas la fabrica qu?, na muiros anuos, sap
pre a Est ala, a coQteotameQt) eral de eeu*
direcio-es. A isio responde o Eogeobeiro Jeio
Jas Dias de Paria, oou'ora de Pernamboco, bo-
ie de Jacarep>U, qae elle toau a lotelra res-
paasabilidade do tolo ; e, com um rasgo de
verdadeira aDoegago, protege o Coronel Vespa-
siana de Alboquerqoe, ex-director da Estrada,
de qnalqaer co'p oa compra deltas machia.-s.
E' peaa, perii. para nos oatriboiQtes, que
este i'- Joo Jos Das de Faria-, nao tenha a
menor responsabilidad^ como Eogeobeiro, a me-
nor mpotabilidade para les'.Hnir as Thesouro
os 904 206* de que foi depredado ; pois a sua
def-8i da acqaisigio que fes das locomotivas
B>ock*, so mostra o cynismo a que nos trouxe
o es'.auo de sillo, e a posijio desesperada eii
qae se acha geme serii, a cootrioulate a qoem
o Tnesouro arranca o producto do suor ue seu
roslo I
0 Jornal do Commercio, p-e3umiolo que as
se.'senta locomoiivn qoe nos cusiaram mais no
vecen.oi conto3 que as locomotivas de que asa?a
a Eu-ada de Ferro sejam tao Doas, como aa no-
vas e oonca experimentadas macninas qae os
Srs. Parla e Vespieaao dascobriram, declaroo
qus bouve nisso esbaajaneoto proposita!. O
S-. Paria respoaie: I- que as michin?s Br-
oki san ptimas; 2 que as BjI.wii nao pree-
im ; 3- qua a casa BalJWio fc abaixoa o prego
d pois de (chalo o contracto com a BTOokS ; i"
q e os prfM dis B-oiln s) ba xos qoe os da
Bilawia em 1892.
Nao sa Jemos se vale a pena discutir com qoem
declara, como o S-. Faria, que esta a primeira
e ut.im vez qae vem a imprensi. T?l o grao
de cooflang que ee tem na sua cmsa qa- ate
s Jenorou a soa resDosta, como diz ago-a que
nia quer discutir. E' de cario o moto mais
comrnodo de na sajeiiar-se reprovago publi-
ca. Ma, cone, apezir dos elogios feto por um
Gavsrn) fracasa Sr. Carooel Veepasiaoo ea
outros, nos aiada temos coatiaoga oa noaeatl-
dde da adm nist-ago da nona t-a-ra, nos di-
rigiremos ao 3. Mialslro da ViagSo, exigilo
en ooma da maraiiaaaa ama synicancia com
plej delta coapra. Se o caoitribumie Brasi-
lero que aoonta ana deprelagSo como esta de-
ve conieotar-se com a resoo^ta qae um enge-
nheiro de=CJuriec:do e subalterno o responsa-
vel e aue nao di 82tisfag0es, eato Dajtfi lelo
baa claro para saber como baver-se.
No preaapposto, mo carectristicoe commer-
cial, de qae tratase de guerra s ocomo ivas de
Brooks e amitos das locomotivas de Baiawio
o qae em nosso ciso lo falso n' ai como
u'ouiro pooto,esta eminente autoriaade da
engenbaria do Sr. Vespasiaoo passa a defender
urnas com o fogo facticio do leiloeiro qae enea
rece o objecto ue mandaram apregoar; e o
atacaras oolras com o azeiume do advogaio
qae esta erapeobado em a casar a pane con-
traria. Natem bem es leitores qoe de um eo-
genh-'iro serio qae escolne eore doas objeelos
ue Ibe aftO offerecidos nlo se devia esperar es-
te caloroso ataque a um desses objectos,so-
oretodo qaaodo seu fabricante uia foroecedor
antigo e respeitave, pira dlzer o meaos. Den-
le vem todo esie eothusiasmo do Sr. Joao Jase
Dias de Paria pela Ulustre desconbecida, e fa-
brica de locomotivas Broc-ksT Boa ooma. a
lab-lea a qoe o 8'. Faria negoa faraecer le ama
uniCd. das 60 locomotivas qae de leve comprar tem
surrardo a todos os seaa antecessores na Ks
irada de Ferro Central do Brazil.-homens coma
Passoe, Peona. Ewoank, Nem-J^r, Caagas Do-
ri J Macoado B. teacoori e lamos ootros :
boa ooma, a fabrica 3aidwia Lo mmotive Wo ks.
de POiladeipbla, a maior fabrica de loeomiti-
vas do mando mteiro, sto ,nos Estados
Unidos, apezar de tola a enorme concurrencia
daqaelles ladnstrlaes e eogeoueiros lalelligen-
iea e sagacissiDOS. a Baldw.o atnglo a um la
gar sem rival, alli e co maalo lotero; boa oo
mi a casa Baldwin tem agradad) a tolos oo
Brasil : donde vera, pois. esta ateralfl delle aa
machinas Bald-wio, qne o obriga a pl-as na rea
da amargara, notaaio Ibe, at coma defeites, o
sao numero de eixos, como se ella nSo uzease
as macniraas segando as espacihcaces qae Ibe
ao eocommaadadas? Donde ?em esta raiva
contra labncanies conceitaadis(irnos no mondo
A reBposia uoica qae podemos aar,oj qoe
cliegamos a presumir, a conceder, qae as ma-
cninas de Brot-k sao lo excelleotes como as
de Biliwln, que toda a ditfl;al1ade
Sr. Parla fal qa1' sessenia
cuataMam 90..06 mais
aqaellaj qaa com lamanba
gda.
para mostrar como ea toda a argumentagao
desta uo aoililade da nosaa eagenharia vamoa,
uanscrever aqni a opiaio que soore o assatrp-
todeaaqaeie proveci ei-direcior da Est-ads
de Farro Ceolral do Brasil na poca em qae o
dar bolos em cidalos b azileiros na era pwe
qaisito para o cargo. O aoma do eogeobeiro
p-,^803 ama das glorias da sua classe, lsgea-
dario na E lirada de Perro Canlrale nenbum ex-
director ten mais autoridade do qoe el.e em lo
do o qae respeita 4 sna aiministrago. Escreve
o cosso representante qoe confereocion bootem
com o engenhei-o Passos :
A ad oinisiraga d* Central nSo devia rea
Usar a compra, qoe efactaou, das 60 locomoti-
vas de Bro k', a prego mais elevado do que po
da obter da casa Balcwir-, as mesmas condi-
cOes de peffeigio e aUudade.
S por Bnouncios conhece ai locomotivas de
B'ooki e nao tem noticia de qae sejam emp e
gadas naa estradas de ferro brazileiras.
Coonece. porm, com vaotagem. es fabrican.
'a Bildw.o, qae considera os primeres o
mundo e os qoe ln servido mais lealmeole ao
goveroo brazileiro.
destas ultimas nos
em eonta do qoe
entbassmo apre-
Sabe de doas fados, que confia mam essast
se gao. Una "z esses inlostnaes Bzeram om
coctrato nara forn'cer-ncs nm ceno numero de
locomotivas, levando em coota o prego dosfre-
les, qae era entSo muito elevado. Acontecen,
logo depois, qoe esse balxou e a casa contratan-
te, na Uqaidago de suas contas, aprrsentou em
favor do goveroo toda a economa realisada cem
a referida balsa.
De ooira vez, novo contrato foi feito, levan-
do-se em conla o* pregos correntas do material
a npregar. Logo depois deu.se na Europa o
kack dos meiaes e o cobre empregado bal-
xou ex'raordioarianeote. A casa BaUwn de
novo levou eisa dffereoga a favor do governo
brazileiro, que, desse modo, realizoo urna boa
ecoooxla.
Todo iaso demonstra qne eae3 fabricantes es.
forjavam.se por eervir-ooa com a maior amisa.
de, afim de assegarar a ooaea (re^uez.-i-fjHj.
uosem igoaldade de conilgoes.
Qier na Peiro II, qaer aa MiCah oo Paran
o Sr. engeobei o Passos leve occasiao de faTer
encommenlas casa Baldwin e empre as loco,
motivas vieram cuperioresjas coudiges da es.
pee Qcago.
O peso das macr.'oas icllac seb-e os prgos :
as mais pesadas contera maior qaaotidaae doma-
erial; porm, no nosso caso, este grande peso
6 urna condtgao de cferioridale.
A linha da Oent'al nao permit'e o trafego de
locomotivas pesada-, codo as que foram com.
pradas a Broiks. Trata.ge, pois, de um erro
ecooomiso em lodosos s olido?.
Depois qae delxou a administrago da Pedro
II, foi encommendada casa B?lawia una lo-
comot.va, de typo diverso dae adoptadas no ser.
v ga, qae era natavel pelo seo graode peso. O
resultado das esoenenclas, realisadas com essa
macbia. foi o mata desfa/oravel poeatvel, pro.
dallado estragos nos tuooeis e na linba, coja
conservagio, ahs, era a esse lempo bem feta,
o que boje, iofelizmeote, oSo aoontece.
Es abi a que rt -a redando o aTazoado do
8r Faria. O puMico e o fcoverac tm de esco.
Iber entre a opiniao desle engt-nbeiro desconhe.
cido, qae nos gasia mais 994:2054 s nesta 63.
comineada, e a do disllocto ebefe a quem tanto
de7e a estrada anda boje, e coja opmio, refor
gala por soa ulterior exper enca as estradas
do Paran, Macaba fe Campos, e Sapaeaby, nos
merece o maior peso.
Podemos accrescentar que do mesao modo
peusam qoatro oo cinco eogeobeiros proemi-
nenies qae Ooolem consaliaios, e cojos u mes
declioaremos se for necessario. Undellesfoi
chafe da lucomogo, oui-o sea ajudante, ootro
cnefe do trafego e outro eogenneiro oflicial do
governo, que leve multo que ver com as com-
pras destas locomotivas balawra : todos pea.
sam como o S*. Dr. Passos o qae mostra qoe,
j do aspecto tecbico. j do anceiro. o Jo!,
nal do Commercio andoo cerussi^o aes'a qoe?.
o.
Nem aprovrita ao Sr. Joaa Jos Dias r"e Paria
dizer qae fez contratos muiio exactos com os Srs.
Qjayle, Davidson de C-, para o tone i-nenio
oestas loe amoiivas Brooks: Do ba condigo al.
gama seria qae fosee exigida da casa Bald.
w.u qae ella nao acceilasse, a ;algarmos do ele.
vado concello qae merece. Os Srs. Qaayle, Da.
vidson (* C, sao sem doviJa muiu respelta.
veis ; mas infelizmente esta rasa iogleza repre.
eota aqu', dos E-lados.Unidos, a casa dos Srs.
J. C. ll. Pun & C, por meio da qual veio este
con ralo de locoajotivas ; e esta casa, preciso
que o denoociemos a meama qce 'o agente
do goveroo do Brasil para a compra da ce.ebre
esqaadra ame icana qae por alai anda ; a
me.-ma qae, comegaodo a comprar navios para
co. ob eve em pnmeiro lagar o El Cid aoje
Nitherohy por SoO0,000 (dollars) o qoe fez o
correspondente do Tirxe nos Eslados.Ualdos
(dietiocio americano, redactor do Poiladelpbia
Ledg". um dos priacipaes orgaos da impreo.
sa daqueilepaz) telegrapbar aquelle jornal qae
a opiniao ge al qae o El.Cid polla ser coa?.
prado por 2)0,000 (lollarn)pequea mnna.
ra de I 250:OOj# ae differenga !
Tai a recooimtmdagao do bomem do Sr. co.
ronel Vespasiano 1
Nao exacto, segando ioformages qae te.
mos ne ong.m official, qae os pregos baisos das
ma-.-nin s de Balcwin s iossem dados depois
que esta-a oliimado o contrato com a casa Broo-
ks. ti.' verdade qne, qaairo das depois dessa
data, isto a 3 de Jucho, Baliwioconcideu o
ulterior descont de 4 *> sobre teos pregos ja
bastante baixos : mas essts pregos eram conbe.
cMosajai e ha duvida serla fe o cxntrato foi
com effeito fecbado a 30 de Maio : acredita.se
qoe a da a anterior em que r almene se
nitmou o egocio. Demais, err r-ada apro.
ve ta esta data aos Se. Vespasiaoo e Faria : d)
qoe ehes sao aecusados 6 de lerem agadada
mente fecha lo o negocio com ama fabrica qae
naaca veo Je-a locomotivas a Estrada Central, e
qae agora contratava o fotnecmento de nada me.
no de eesseot .
2 i-*:,tj a coaiparago dos pregos Bilcwin e
Broiks, tomanda por nasa os de 1892 para as
priaaeiras e 18 ii para as segundas, orna nece.
dade para o mais rodimeotar estudaote di Es.
cola Polytecnnica, mesmo sappondoqae todas
as demais condigas sejam as mesmas.
Com estes e ootros recu-sos nao consgalo a
engeabeiro Faria deslaser nossa argo "ca de p. Poaco coi abalara qae eile oai
qaizesse vultar a impreusa, cerno declaroo, se,
como coatriboint.'B. tivessemos remedio. I a fe.
Iizmente, porm, nao vemos o Iro sero pagar
e uo bufar... E o Sr. Faria sabe disto e,
coufessemol.o, pode nr.se a solta.

i.
EXTERIOR
EROP/k
Alie usa nli
Os deputados eocialistas e o im-
peradorP-oposta do governo con.
i-a os mesmos e o projecto de lei
relativo aotocialiimo-Pocedimea-
lo dcReicbsug e contequencias pre*
sumidas externadas na imprensa
Atmospbera poltica ccrrpga*da
Vista retrospectiva Inaogoragio
do novo palacio do parlamento, a
aberlora deste, a falla do ibrooo
t i depetado socialista Lobknecbt
9 orgamentoO prin ice t'e Bis-
marek e a morie da princesaSer
sao dos socialistas Noticias di-
versas.
Os social elas do fteichstag recusaram asso-
ciar se aos vivas qoe (orara dades ao imperador
Gollberme-
Canside;ado o fado como desacato auges
lade do soberano, falln se em que o R-icLslag
promovera o processo daquel'ei depuudos ; e
o goveroo qae resolver ap-e.eaar aquella c-
mara orna proposia de le puoiti-a, j4 levou ao
Relcbstag om pedido de diligencias jodiciats
pelo crime ae lesa-magestde contra os depota*
dos socialistas, manlfeiUndo-se 'ogo a maioria
dos d-potados opp.ila a isto. sendo alinal re-
geltado por 168 contra 58 Vetos esie pediio de
diligencias jadiciaes, em coja discossSo p-caun-
cioa o depuialo Bebel nm violctwsimo dis-
curso.
A felaa official h < poaco aonanciando qae
o projecto de lei contra os planos subversivo^
I ~
L
-....i .-,>.Tll'nii >1 .i '!
" .,
}



Diarto de Pemambuco- Qninla-feira 31 de Janeiro de 1S&5

fora submtttdo ao Gonselbo Kadaral, coohecen-
se logj qae esse projeco introdflaia modinaa-
S5K8 essenciaei no cdigo panal civil, do cdigo
e justiga miMa- e oa le de inpreoBa ; e co-
nbecida a exleo que ba meses e-a o bjecio.ie tactos commen
taos e de taotaa nypotneses. apegar das indi-
caces vainas do Reicasaoieger, tiara tmbeos
explicada a demisao do cbaooe htr de Oiprvi
a a ronseaoeote saoitituigfto do ministerio pro*-
siaoo, minifeilando-ae qae o imperador estava
resollido a faie- adoptar melldaa de oao exces-
sivo rigor coil-a a p-opagaoda ralical, e qae
por eacoatrar o cuanceller de Caprivi ni seo diffi-
cuidares graves, ouo qolt trr solidario com as
imperiaes re-o:ug-a. e per laso foi afaitado do
poder.
Confo-m-s ex'ernaram o joroaes da Birlim,
eases projuc'os iteodiam a reprimir severamente
a propagan la socialista do exerciio, a estabele-
ce: dufarga arwi e a censu-a para a mpreora,
amplia do os poderes da polica com re app-eher.s o Jos joroaes qu: publiquen] arilgos
constderaJoa atientatorio> da orden legal -
A opp si'to prog'eajista declarava pelos seas
orgaos mais autorisados, que comba'.eria id rao
sigeotemeite ejses projactos ; e os nacionaes-
liberaes coaservavara-ae na eapectitiva, ao pas
so que dina as jornal roeoaao, oainsieger
como sabido Je p-saaoa o relajea eatreitaa
com o gab oeti civil do imoerador Guilber
me II, ju o p'hcipe de HoQealone s acei-
toa o logar de unan :--i!er temporariamente, para
apreieo ar ao RMcoatig oj project.s da mpoa1
tos e a le co itra oj rau*j>s rvola.:iaartos, dd
Borle que desembaraza o o terreno de taes ob
ataclos, celera o posto s pessoa ja deiigsada a
qae aaa sira uut.-a, no coa:euo da folba refer
d, seoo o coode Otto d'Euleoborg, ex-presi-
deole ultra-reaccionaro do ministerio pros
alano.
E' crto, todava, qu a sitaagao can'.inu a
a ser grave ; e ao punto a qae as coajas cb-gr
rar, nio ser! posaivel rceolvel-a ou disslmu
lal'a co mema termos.
O coaflxto entre o governo imperial e o Rei-
chstaz esta lawute ; o imperador julg se olan
aiao paiec deponaos socialistas, pede metos
para os castigar, o parlamento negi-ih'os ; e o
cbaoceller mostra-sa bastame e receloso, pare
cendo recoahecer-aa fraco para latar coaira 01
socialistas e ana-ebistas.
Para nao ioriag.- a coostitaig5o, o cbaocel-
ler, como o i3iparalor, aopella pa-a a- cama-
ras ; oao pete p.'ocassos, aem castigos, mts a
uieocia para a approvago de lea preveotivas
contra a a.itagao o :ialis;a e os atintalos aaar
chistas ; eo Relchaag oao approva a u-gao ia.
N'am paz, onda todo se fas mltarmen e, s'
a poltica ; oode o rbgimeo represeotaiivo tem
sido sempre lalssado pela vontade abiorvente
do imperador, ou do cntnceller ; onde o R-i-
cbslag careca de iniciativa, o acto de la eoeo-
dencia da m-ioni socialista pnmelro, depois de
toda a cmara, considerado como om rebel-
liao : pelo menos assim o qaer considerar e
tratar o imperado*.
As olbas mais antoriaadas de Barlim fanm-ie
ecbo do boato de qae o cbaoceller, menospre-
zando o voto parlamentar, que- persegair os di-
putados socialista*, sob pretexto de que a im1
mauiaade dos representantes da n-(ao sospaa-
de-se durante as lirias.
Ora, se o imperador ordenar a persegnigao
judicial cu militir, o conflicto estar terminado,
melb se com medo da aissotoeo. Sendo, porm, os
socialistas da cmara na ca maloria depntidos
dea diversos Estados CooleeraJos, a pertegut'
cao que contra elles se decretar, provocar* un
novo conflicto, pondo em risco as ton raiacfcs
entre os Etanos do sol da Allemaoba e a Par
eia ; e este conflicto oao sera nicamente polti-
co, mas tambern pessoa!.
O descontentamente que ba mallo lempo axis-
te as classes populares da Bavlera e do War*
temDerg reperemio-se as 'tts de Munlcb e
de Stuttgard, porque sao muiu intimas as rels-
ces entra as la-Lilias reaes e os seos subditos ;
e mesmo na corle de Carlsbae, apesar dos lacos
qae une d o rao-duque de Badea ao re da
Prussia, exiite essa desgosto.
m jornal imprtame ebega a diser :
O desgosto das cortes mendion; es tal que
transpira ja ao poblics, e Deus bem sabe m
que Ee^reio sa conservam sempra oa Allema-
ba estas bistorias f alauas. Dls se qu o rei
de Wa*temt>erg declarou ba pouco aos offiuacs
da sua casa militar qas se illalia sappoaJo se-
rem-lbe agradavets, fallsodo o dialecto berlins,
e que o gran-deque de Badn nao besitoa em
dixer perin asuita geni* da cd'te qae o impe-
rador estava segoiado caminbo errado, que po
deria ser fatal a todos.
Tambem ou'.ro jornal dos mais conceituados
maoiresta a opmiio de que se o imperador dis
solver o Keicbs'ag, danao asstm ama prova do
sea desagrado para con a cmara por baver
sido soliiaria eom a independencia da < locris
socialista, nao poder contar com a preiso offi
clal dos Edtd los Coofaderados oas novas e'et'
(Oes ge.aes, sendo ssstm mallo provavel que a
reores-'n'acao desses Estados seja abena e ac-
centoadamente boat I ao imperador.
A gravidade de talo isto nao se pocia Iludir
nem desfarcar, sendo qua tod03 estes *y opto-
mas de degosto oas alias espberas da confe lera-
cao, uaia-36 o odio dos raraes do sa<, a agitacio
dos socialistas nos centros iodustriaes e mioei-
ros, e o sordo trabalbo dos aoarcb stas, que ea-
tSo fatendo oa Allemanna ama propaganda te-
naz, perseverante e fructuosa.
Tu o teto que se esta vendo a moito que se
nao v, mas que 83 presente perfeltamente,
como o raido subterrneo que precede os gran-
des cataclvsmas; todo isto, qae esta oa Atlema-
nba e fura da Allesautoa imprimindo lio singa
lar carcter poltica interna dos diversos Es-
tados, quebrando antigos pactos, eatabeleceodo
antagonismos iosapersveis entre gove'nantes e
Kovernados, entre as dyaastias e os povos, p-eoc-
copa os borneas da ordem, e az-!bes -perguotar
anciosamente:
Para orda vamos ?
Oa cooaelbos provioclaes do imperio approva-
vam o p'ojecto de represaSo do socialismo, e o
partido ul ramootan > da Bavlera combatla-o com
o m de provocar a dusoloco do Reicbstag, *
que o gu-emo pelos seos joruaes inaioaava
como coiseqaente da rejeico do mcsiio pro-
jecto.
A cthmosrhera poltica se mostra carrpgada;
e que pbeoomenos prodazira tal sltuacao?
Em vista retrospectiva doa facto?, 6 fo-gs coo-
fesar qae a mob'ltdade seuao insiabida .te po
laica tanta actoalmeote qae vio-ae o pr.ncpe
de Hohe3lob?, nao obstante o graode peso dos
seos annos, ler urna ciogu'ar manera da tomar
posse da cbancelaria do imperio da Allemaoba:
voltoa as cosas a Berlim para urna faga a M--
nl~b, e d'obt parti a oespeiir-se dos sena adml
ni Irados em Strasburgo.
E' aseim qaa a opimao publica moatra-se in-
quie a e sobresaltada eom a c-iae piii'ica e com
as beaacOes que se esio manifestando, de modo
qu causn grande sorpresa o fado da ser no-
rceado miaistro da agrlcaltora H. de Haamera-
teio, cnefa dos agrarios e redactor principal da
Kojz r Z'ituog, ao qaal aioda oao ba mul-
to tempo o imperador fez cen urar speramente
ao -Reicbsausuiger,- combateado a sua elelcao,
e qae se fez notar na sessao legislativa, de
1892, pela sua ardente opoosicao ao projecto do
tra'ado de cnmmercio com a Rossia.
Estas e ootrai iocobereDCiss e traasigenclas
provam a iodeclsSo e a incerteza da euacao po-
lil.ca en Barlin, que em menoa de cinco anuos
dea doas crises de chancellara e seis ou sete
crises mlnisteriaes.
Os poneos, mesmo os mais goveroameotaea,
nao cccaltam o deacocteotameoto do puollco e
de groos polticos, sendo qae ate a proprla Na-
tional Zaitung,* (So respeitosa sempre dos prin-
cipios moaarebicoe, lameata que se uo tenba
seguido i/es:a criae, a praxe sexpre adoptada
em todos oa paitsa parlamentares, de todos os
ministros apres ntarem a sua demisso quando
o ebefe do gabioeta se ratira, e por certo para
reparar o facto dos ministros do gabioete ailt-
mao terem tocado depois de demittldo o cancel-
ler de Cspnvl, dando depois, eoccessivamente e
com pequeos utervallos, a saa demlisSo.
Os politices conservadores de Berilo, replican-
do agora is observares da National Zeitoog,*
dizem qae nao ccs.ume na Prussia demittirem
se colleciivamaote os ministros, qusndo se de-
mttte o ebe e do gabinete; mas a isto respon
den om pouco azedameate: < Timbe nio cos-
turne o Puasuos ministros demitiirsm-se 1
ordem d'am no em negro.
O O bomera negro M. Lucaaas, ebefe da
casa civil do Imperador.
Com enalto, os joroaes disseram qae M. Lca-
nos, eocarregado de anonadar a M. Scbelliog,
guarda-sellos, a sua demis:ao, quaodo chegoo ao
ministerio eslava o miatsiro a despacbo com o
ebefe de r> psrticSo; fe.-o cham >r e ap eseotoa-
Ibea ordem do imperado'-, M- ScQeliing oao vol-
toa ao gabinete, mandou reanir porem continuo
tofos os seas papise sabio ismsdiaumeote.
O ministro da agricultura, U. de H-yJen, re
ceben a .emissao por urna forma cunos*. lado
ao gaoio. te do priocipe de Hoieniobe pora o fe-
licitar, este perguoiou-llie logo qee elle entrou :
Bsrao, qu'r a -i e tar a pr.sideucia da pro-
vincia de Poseo T
M. le Hevden comprebeodea e sabio sem dar
palavra.
A proposito do novo ministerio prossiano, a
imprenss catnolica alterna reglsca, com grande
salisfacao.a oomeacao do ministro da J istlga M.
seboenstedt, que effeetivamente, catbolico;
mas a victoria nao completa, porqoe o novo
mifiistro casado com urna sen hora protes-
tante, e faz educar os seos filaos n'eate ultimo
culto.
No entretanto, en sea discurso de apreaeata-
co a dieti imperial o pnncloe Honeolobe disse,
que a mudaoca de Cbaoceller nao Impltcava al
ttracao de syalema ; mas urna aoalyse mais at-
ienta daa suas palavraa nao parece cootir-oar
olenanente essa asserco, e os repettdoa apptau-
aos qae emqoanto fallava, receben das bancadas
da Ex'.rfoia direila contribuem para corroborar
esta asserco.
O contraste mata f'lsante. comqaanto o5o ines-
perado, ent-e o C->ode C*pnvi e o Prioetpe Ho
beolobe evideocia-se da maneira io no tste al-
timo t-atoa da qoestao colonial.
A poli.lea do ultimo chnceller foi expressa
as aeguines palavras: Quan'o menos frica
tanto melbora mas o seu euccesor coositera
considera a raanaeocao das posses'Oes colo-
niaes allemSea como um legado da nossa hon-
ra nacional e om padiSo do nosso prestigio na-
cin il.
Ns qaeet8o de poiitica agraria, o prlnc'pe Ho-
benlobe preenchea as lacaaas da Falla do To-o-
ro declarando que. comqoanto campnria lesi-
nente todaB as oorigajes existentes, p'ocurar,
sem desprender a saa energa, ten'aodo solver
problemas imposstveis, ir ao encoatro dos dse
jos legtimos da agncaltira. O novo cbaocel-
ler nao dea, em verdade. infonmgai aiguma
,taoto oataress dos remedios qae tinba eoa
vista, nem, por oatro lado, externoa elle jaizo
Aiam soire a poltica econmica do seo preda
cea8or, mas o tom geral das sass palavras aJ-
xa pooca davia de que, oeste a;sampto tam-
bem, as suas opmiOas divergem das do Com
v n Capriv'. A pa*te mais ootavel do discurso
lo'p-toclpe Hobenlobe foi talvez a orac*o ter-
minal em qae elle f-isantemente se d rige *o
partido nltramonlano, e assega'ou-lbe que,
pelo qae lie dista respaito a elle, baviam ]a
possadoos tempo? do Goiiurkimp', e que elle
desejava promover relacas amigavais eaira a
egreja e o Estilo.
Este programa', porju* na reilidade es'e
discurso o foi recebilo nata*aloente com dif
rentes graos de entbasiasmo. O conservadores,
qae acre .uam qae entreveem a idade de oaro
das laia agrarias em um fotaro proxim-, e os
liberaes nacionses cujoa Intuitos coloniaes pare-
ce estaram em vesperal de realisacao nio fa-
zem segredo do sea contentamento.
O principe Hohanlohe alcaacoa, todavia, me-
nos xito com o partido ultramontano, cujas
boas gracas ella tentoa francamente aagariar.
O repeseo'ante des'e partida observan de-
pois qae, em v sta da oatabiltdade das determi-
nares bamanas. a do estado t-ansitir.o dos
ministros ena particular no momento actual, elie
e seas omisos esoerariam o qie t-ana o futuro.
Aproviitoa-se, todava, da ooportootlede para
lembrar ao novo cbaoceller qua as lea contra os
jeaal'as precisavam de ser revozadas.
Ove-eii-tum da esquerda pode resomir-se
as palavras do Sr. Ricbter.
Por mais largameo'e qae possamo3 dlffdrir do
prhc'p? Hobunlobe em aossas ccnviccOas pol-
ticas, devemoa confiar qae elle proteger os di-
re tos con-t tucinnaas da Allemaoba, porqoe
essa coodicSo indispenaavel para a cooperario
ot l dos partidos palltios na iateresse da pa-
tria.
O principio do conde d9 Ciprivi era aceitar
lodo o apoio na dieta imperial, de onde quer
que viesae, mas o principe Holealoae deseja
evideotem^nte formar nmi maiorla com os par-
tidos conservador, nacional liberal e oltramonta-
montano. Se ella o con seguir.o, s o foi aro o
podera dizer. Pelo qae diz respeito aos conse"
vadoreg, elle tem a graale vaotagem de baver
aaccetida ao oode de Csprivi e, comqa^ota,
com os ultramontanos, a legenda delles, medi-
da" e naa borneas provavel qu*, em cooslde-
raca deste facto, elles Ibe deixeoa respirar por
por moito tempo.
Iniogu ou se o aova palacio do Reicbstag,
aa-iat.ni os depatadas eatbollcos a Te-Deum
oa igreja de Santa Elwig's eos lai'eraoas
ceremooia religiosa na capilla da palacio impe-
rial.
O imperador Giilbe-m3, ai saa mensagem,
aoru i.-.iou diversos oroje -.tus leudo por ri-n es -
tabelecer molidas eapeciiea contra os partidos
revoia^tooinos.
Fa loo da necessidade da creagSo de am im.
po-t) aobre o fono ; assegcnu a mauotango
da ou e declarou serena boas as rel?c6es com o
exterior.
Lis'imou a morle do Carnal, victima da anar-
cbismo, e o passatempo de Alexaodre III, fajen
do sobresabir as provas de sympatbia universal
qae iaspirou suas martes, e notando ser isto
ama prova iadubltavel da frateraldade dos po-
voa.
Op-eaideite doR:icii8tag, Sr. de Lavetiow,
elogian io a obra realisala no antigo R*:cbstag,
dis qje os depu adoa coninuaraa abeja servir
i palr a no novo.
Em sassao poa'.crior o depatada socialista
Lubknecbi aecusou a mensagem. imperal de
ser a a lee.do de bypocbrisia-
E Reicbs'ag.
O projecto aobre o iipaila do fama foi
transmitido ao cansalbo federal, qae dar sea
parecer ; e ao Reicbstag eotroa em discusso o
de orgsuiento, ad Jicionanda navas medidas -
naaceiras.
A liacaas&o tem silo animada, acceotnando*
se a opposicao a quaiqaer augmento ce Impar
toa.
O S-. Boetticher, do correr do debite, decla-
rou que o go eroo fasia qaeatao da adopglo
d-88>s medidas e do projecto de lei imperial
contra as intrigas revolucionarias, e que se o
Reicbstag as -epellisse, appellana para a nacao.
Ent-etanto, nao se considera certa a dissolugo
do Reicus ag, oas condicOes em qae se deram as
ultimas elelcfies.
O o-gamemo calcla a receita e a despeza em
1.24? 236.953 marcos, cu ce-ca de 40.000,000
mar jos meaos do qae o ornamento pasoado, es
pe ando ae que as rece:tas das operagOea da
Bolsa e as dos Correios e Teg-apboa ap-eient -
augmeotoa de 16 OdO.000 marcos e de 9 000000
marcos respectivamente, so ra?sa qoe as coa*
tr baigoes miti-icdlaras mootam a 413.567.385
marcos, coaira 397.607.820 marcos para o cor
reata socio.
Ser uecesaario levantar am emp'estimo im-
perial some te da 4i 373.411 marcos, ao passo
qae no exerciclo de 18941893 foram neceasa-
rioa m.ia de 118.000 000.
As despesas do exeacito soffreram ama redac-
ta* de 6 000 000 marcos, comprebeodenlo no
entretanto multas verbas novas, entre outras,
mais um ped lo de 31,125 marcos para veloci-
pldes militares ; o que demonstra o considera-
vel deseavolvimeoto qoe tem liio esie ramo de
servico.
O orgameoto da msrioba, em compeosagao,
excede de 5.198 632 marcos o do aono passado.
sendo mala de metade desta somma destinada a
reparar navios e conservar ob arsenaes. Os no-
vos aogiaentos da marioba Iialtam-se a am c-n-
sador ae primeira classe, tres crutadores de se*
ganda classe, am navio deposito de torpedos e
oito torpedelras.
Na orgamento do mioisteMo doa negocios es-
trangelros pediram-se mais 75,000 marcos para
a nomeagSo de Domea competentes em agrien 1.
tara e cooservaejao das florestas, que serio ad*
didojs embalxadafl allomas em Loodres, S.
Pete-sburgo, Wasbiogtoa, Pars e Vienaa; e
com esta medida, qas actoalmedte nao passa
de orna experiencia, o mioism da agricultura
da Prussia, ao qaal deve ella orlgem, espera es-
tar sempre a par do progresao da agricultura oo
estrangeira.
Os Eobsidios qoe o goverao presta s adml
aistragea coloniaes, f 5o todas malores do qoe
do orgamento traosacto; e as verbas para a fri-
ca Meridional Occidental, a frica Oriental e os
Caua'Ga foram fu^mi-ntdas respectlvam^oii
de 700.000, S30.000 e 600.000 marcos.
O principe de Bismarck regressou a Prie-
drlcbstule, onde assistio 4 uoo-te la princesa,
cojo molestia, oe qoeba rxezes dra aceoaamet-
tila teve o desenlace progoosticado pelas m-
dicos.
Toda a familia ass'.stio ios seua ltimos mo-
mentos.
O imp 'Ollar m m^f^stou por telegramma ao
principe o seo ppzir; rauitoa out'Oi tale-
grammas de coaioleac as foram enviados a fa-
milia.
Ciusoo dolorosa imp easjo a co'.tca da mo'te
da re3peiavel aenbora, que co'itava 70 anaos
de idade, tende- e reallsada em F iedrichar-ib
as ex-qoas, aa qa>es asslio a familia da fuata, reoreseutando n-la o imperador Gn-
Ibe me II e o major Mol ka, e sendo preseates
multas commiaeOea cbaeadaa de Berlim.
O p in i e de Rismark, qne"jise acbava ioen-
te, pilaron com o sentimeoto da parda le saa
esposa; mis epezar ae gravo o estado do a-
cbao'eller, espe-a ae o sea rea a'elecimeata.
Da todos oa pontos da Allemaoba e de t.'d-s
as classes e corpo'agOaa do pova alt-* i So tem-
Ibe sid.i eaviados talegrammaa e manif stagOes
de pezar
O plncipe Dio tem querido recebar visitas
que a tolo o mim^cto o procu'sm. ssslm cooio
oao assistio as testas da abanura da ses-5)
pi-.rlamama, para qae f a c 11 id 'lo ; e em pu
bllcagaa pa a imp-eosa agradecen os pezaies
qoe loe foram eileregalos pela marte de eu*
esposa.
O principe esa mMrjo'; ni) ce8 a morle da esposi e diz que poaio Ibe sobrevi-
ver. No entretsota receoea o cbiHceller pin-
cipe da Hibenlo-r-.e, cojs visiia catrapa-ibe bom
tfleito. 1
a maios da
lab
dvarsas
sob-
E n D:ea1e realisoa se am
que se trato-i de pramiver des le
engir-se ama e.-tatua a Bismaik.
Abr-iram-se ioa nai.a.atn-nta
scripges
En tola a Allemanba tambem ireparams
graales festas para csieorar o 80 a/ia.versarla
nata icio do principe, qae, como s sabe, n.s-
cu a l de Abril de 1815.
A iaiciatlva parti da Uaiveraiiaie lim.
Fallase ja n'ama manifestagaa conectiva dos
alumnos da tolas as escolia soperiires da AMe-
maana.
4nnaicia-ae urna grande sdsao oas fo
cialistas taato em Berlim como m Paria.
Em Berlim como em Pa is divldiram te o
allemaolstss e os sacialistaa oartaaentarea, elt-'1
minan lo oa prlm?,iro3 oa segundoi sob pretax
to da que tendem a emburgaezar o partido.
Em Berlim Babel deaaocla Vollmar ao gru-
po bavaro em razo do aaa modaini3iio. re-
preasataodo Babel o oa sea3 amigoa do trtam-
virata a o-thj.'oxia socialista a doutrina pira
que nenbu na cons.deragaa de poltica exier-
ia poder dominar. Tam elles i opinlo de
qae o eeaaocial coiqutstar o oa'or numari
posaivel de adbereotes para o soculism >, ea>
bra saja preciso so P>ra traz algamas re-
viodicages que amedroatam e soaceptibillaam
as classes de traoalbadores, que necessaria
agrupar oo graode exercilo dos adversarios do
capitalismo e do individualismo lourgaez.
Ja na recente congreaso ao Praocfort e3ta
dapli tendencia se accealoou mnlto claramea-
te, mas a aasemala geral dos delegados do
socialismo resolvao p-udeaieneate oao dar ao
debate urna sauccao positiva, que fatilmente
laria em reaultado a exclasao de am dos dona
grupos pelo oatro.
N'ama coaiereacia que em Berl m fes ba pon-
eos das, Bibel detiaiu a sus altitud;, decla-
rando que o particalariam) da Vollmir ln-
co-i paiival com o Drinclpio socialista.
Existe, com eflalla ama scisao entra os so-
cialistas ; mas as o?m)6es mais aotbonsadas
tncllaam-se a acreditar qae ella lera tanta im
portanea camo as sciaea em tolos os pa ti -
dos burgueses, que le acDam senpre de ac
cardo, qoaodo se trata de defender os ule-
reases commoos,
O principe de Hibenloba, cbiceller do
imperio, qae segua pira Stut gart, aOm de
coofereociar com o rei do Wartemberg, ja esta
de volts, tenda Ibe o imperador ooto'gadocau
mil marcos por iodemnleagaa de saa muaaga
de Strasbu'go pa'a Berlia.
A impreosi aaa deixoa le commeotar a res-
peito desie acto Imperial.
DizoKoelOiS h Zeituo? que a Inglaterra,
a Frang, a Raasia e a Dinaqarca alliam-se em
bem da pas europea.
O mioiat-o de estraogeroa declarou qoe
a dim naigao de dlreitos de a'.faodega nos Ba-
lados Un loa para os aasacaras coostituia in-
fra gao dos tratados vigentes.
L'uss, depatado pelo Kinover, foi con-
demnaio a 3 aooos de prisa, por ter dado
jnrameoto falsa oo proceaso de livorslo da 'Jr.
Scbats, appellanda da santenga para o tribunal
superior.
Attnbue-se ao imperador Gailberme II i io-
tecglo do faier ama viagemS Italia no mez de
Margo prximo.
O imperaior ira Rima pin fizar ama Vi-
sita ao re Uambarto.
O mes no seanar asaistio em Kiel a ceremo-
nia da preatago de juramento de obediencia
dos navos rerrutas; e fez entripa em D.-asle
daa bandelras dos onze novos regimeotos do
exercito-allemia, havanlo grandes festas por
edsa occasiao.
Collocou se a p-imei-a pedra da estatu
de Gmtberme I no vestbulo do palacio do Ra-
cbstag.
Assistiram o imperador Gailberme II, tolo o
ministerio, autoridades civis e militares e mam-
broa do parlamento.
O tmperadar e a saa esposa laram acclama-
dos p.-la pova.
Inaagora-se igualmente a linda telephaoica
entre a cidade de Berlim e ade Vienna d'Aus-
tii,
As experiencias deram xito completo.
A impreosa bavara combatea reforma do
regularmente adaaoelro por vexatorii ao com-
mereio,
A imprensa bavara combata a reforma do
regulamento adaaneiro por vexatoria ao com.
merclo.
Foram presos em D.-esde os directores do
Verern Bank, por fraudes oa admiaistragao.
Om delles soicidoa.se.
Os alomos da e.-c;lo de arlilbaria de Hag.
deborgo foram coodemoados por insubordina.
gao a 183 mezes de prlsao.
Foi tambem coademoado a 60 dias de prifSo
o redactor do Daatacbe Zai ung>. qae publicou
um artigo em que era injariado o ministro do
eatrangeiros.
A< liqnl lag5ea de Desembro foram tempes.
iao3is na Bolsa.
Daram se conflictos e rixas escandalosaa en.
tre balsistas coobecldos.
O redactor do Boeraeo Z sitong foi espanc
do do edificio, por ter dirigido, ao qoe se dis,
iaaaltosaos especuladores.
Maltas pessoas tomaram o partido do jorna.
lista, baveodo por isao grave tumulto qae
tarminnn pala iaiorveogSo da poliola.
E' correte qae o arobipelago de Sama so0
lielton o protectorado de Allemaoba.
Grande incendio teve logar na cldadella de
Msoel em Koejigsberg.
O fogo deatroio oavloa e pontea, sendo atlrl
buido a urna explosao.
Cootam-se morios e feridos-
Fallecen o grao-duque herdeiro de Sixn-
Weimar-Eisanacn.
O goverao brasilei-o encommeodon em es.
talelros da cidaae de Kiel a conslracg&o de qua.
tro cruzadores.
O llosira professor Wircbcw fez urna con.
fe-enca exclusivamente sobre o tratamento da
dipbterla, rereriodo.se com entbasiasmo a me-
dicagao Bbering-R ux e preconaando-a.
Sabio de seo leito o rio Elbe, eobmergio-
do a campanba e parte das cidades de Hamba*.
go e de Anona, lazando estragos materlaes coo.
slderaveis.
Os prejaisos sio avultados.
Ihetea de bonde, conbecidoa peta deoomiaagao
IeSampaioi consta-nos que o goveroo do
Estado csolveu que fosaem taes blibete recebi-
, doB como passagens nos respectivos carros du-
ra nta tolo o met de F vo-er .
Consta--, o tambem qae os bilbeles remettidoa
peliICompaubia a Secretarla da Qoeitara a boje
vjo ger rissgtados o la rn sooa Coaioaab.
Servido authroponietrleo.Creado
como toi, por de-rmo u 18 oo ripirame m z
do Exm. S*. D Giveroador do Estad, o e-
vlgo aaibropometrico, qae lio bons auxilios tem
levado i polica e ijjostlga em toda pare ondese
acba em exeeugio, seoio de esperar qoe ornes-
ac-.oteg em Perambu o; mallo pa a luuvr
qu-* fosse oomeado, enno.-a interina nenie, para
ese-cer o cargo de ebefa do meamo servico o
illostrcdo Sr. D Jjaquim d'Albuqu rue B ir-
ros Guimarei.
Com ffeito, quando S. S. esteve na Europa.
entre 18)1 94, em commls-o Bcientitica di Fa-
culdade de Direita de Recife, da qaal orna-
mento, recebeo do Goverao Federal a lo umbeo-
cia da e-tular o asauni.-to da aothopjtneiria,
tbejrica e praticameate. vi itanio os estabaU-
cimentos respectivos dos diversos panes qae
tem faadalo o servigo aulbrooometrico-
S. S. pi-a esie tim, visitn a Frang, a Itt
lia. a B'leica, a Allemaoba, a Aast'ia, a Ing'a-
ierrj a Hespioha e Portugal, e adqii-io com
pleto onri; imeatos do servigo, conoensando-os
n'dm ootavel relaiorio, qae re oetieo ao G iveroo
Federal, e ao qoal apeosioooa ulanos e argu-
mentos para taes estabelecimeato pbotigra
obia dos presos, reguhm -oto do servigo en
diversos paizes e cidadea e maitos outres o.tj'-
ctos coaceroentes a materia que fora incumbido
de elocidar.
Ten, pola, S. S. pleno conbecimenta do as
sumpto, e tingue n palera, tSo bem como elle,
raeo'.iug era iniciar o servigo antropomtrico oeste Estado,
,ca de lymjjbaa mais o< ce^ e ^ pree3ch3
fallc-sa lambem livraqraieae, te (1t8,D3 *
assim ponde-o em bi va de deaenvolviuento,
sera aa tergive-facoos coatonelras dos qae ape/Nao faram meniuos que te mantTeram tlraes
pbirsica, e en basca de lympbas mais o* cre-
aos acreditadaa,
sjuveoecimeotos i ao compro'ados /and^-se
uualmeaie a procara de am eaollina/escoobo-
cido, de um ioigna lormidavel qae esfera a sua
soiagio, emoora na lofl illa escala 4os m-cos
cimo baj| om saocelias'. um principio, urna
ceilula qoe, 8cieajQ3am*n>, a< s x,-e 3 Pro
lo gar a existeacia; caba- a byiiei*, a ella s-
mente, a tarefa de iooiara-, se/posaivel, toda
so-te de uaol^iia
Observemos a menino no seo^senvolvimen o.
acompaabemol-o i escola e/offijina, s:gamo
diligentemente os seus paaso/i u adoleacenia
edo.moio pra a vida ooj* e a seguir ts sa-
bios precitos da bygiene; /xe'cemos urna seria
e sffacluosa vigilanc-a coca dm de providenciar
8 ore male* qu? possan/advir e pa-aly-ar os
tffe'toa deletario- a qneye 8' aa encootro com
a ni acurada vigilancia/ aojaremos f.om todo
esforgo logo oa teo'a ioade, a uposigia pbtj-
sica. /
A sociedaie rcoderoa tem gostis no'bo-os,
por exemolo, o de l#var es physicos aosi p'.lcos
e u'eilea tratar, e eo romance, divulgando orna
fel e flai poe.-l> sobre a toase na escarra-
"e'ins acensa, di Pioelll, de ter exigeado e
tangid moito espanto fallaud dos perigps a
qae vo !e econt-o ai vososs tilbes
Mis oia s/'Oerei respooier de ontra manara,
se^ao dizeoo-vos que iris'.e ver um oveoz-
nbo, no /espootar da vida, desparecer coito
om bellO'Ha de s.-.l, ao cabir da nublada estagao
triste realidade tata da vida humana! ..
Spji aosso coidado, e mi que nunca, o VM
pas ro'eger estes deagragado meninos; sai-
bam 'azei- os mesfes e es iodustriaes, i ebe-
f^a 8 fabrtcis e das tffici ias. Q laotas e q iao-
la/' paginas se poderiam escrever sobe O'
s/ff ioeutos dos meninos B'acuella idade ^m
-pe pidem esar a vir ude e 8 adn-gag6?8
ros flns
uas conb'cem pjr leitora ou ouvido servigos n
vos aioda o) de tod volgarisados.
Folgamos. por tsnto, cam o acto d i S-. Se-
cretario da J jstiga qu p^z a testa do ser"igoau-
throoometrico o 11 lastra Jo e dlstiacta Sr. O : B ir-
ros Gimires.
rheatro anta Isabel-En rsicta ex-
t'Boruoana repite b ja a compauOi qoe ira-
bralha no nasso tb<-atro o drami eoi 6 actos, o
Himlett aBm de satisfaier as pessoa qua nao
po le aaa aasistir a pnmeira repreaenugo em
virtade de ter-3e vendido pa-a aquella noite tod
a lotagao do tbeatro.
A pega nao ser mais repulida na actual tem-
.poraa e -osramos compannia urna enebente
\gaat a na noi'e de 2U.
[ Todo o desempeabo d'este drama de ShaKS-
P^rare Cibe ao talentoso artista Eirro Ccneo,
qu\no pipel de Himie' maat-ou exboberan-
temvte o profjndo estado qae tem fjfto para
aoreioentar o verdadelro tyjo do Pnocipa da
D.tiamarca, como o tmag noo o aucior.
A or'tuesta se far ouvir nos segaiotaj tre-
cboa:
.' AdSerFra Diavoloouvertara.
J- JizavCarmeaprelule n. 1 (la btblto-
theca d i tneatro.
3-W^oeVt-Tanobauaermarcaa.
4- Vardi-^igo'.etto qaartetlo (da bibitotbe-
co da tasatro).
5-_F-nz-V*ae em Mi. bemol (la bibliotbe-
Ca do ibalro).
Estrada de Ferro do Reelfa ao
Llmoelro baango daiaa fe-ro va uo prj-
xi no Duda aono de 1894, compirao com o de
1891, apreseota aa ssnointla resal'aioa :
Viajantes
Mercadorias
Bagageoa
A iimaca
Traaaporte por conta do go-
verao
323:361*861
i:U2:B53*700
38 830*380
21:54: J140
Armazeaagem
Mal as
Te ns especiaea
Telegr, pbo
Jaros
Rendas diversas
2io09*86
3:477*170
398*900
786*500
11:308*300
350*1X0
5:7S5*76'J
as tempesta'e, fortes as agooi 8 e reaist.nies
na dea-sperago ?
Em fraote as do.-og?, que sejoodem desen-
volver, o Or. Hrt escreve :
So ji naa doeogis da absorpgo ba um pe-
rga8a inlmgo pa-a o ooerano, aa io'.oxicag5as
deoeudentea de trabalbos iaiustriaes, sao anda
mais a temer-se, porque estas molestia?, a"
quaea, com piucas excepg6js ae ;miifestam
len<38, gradua'meate, oo f sao enlra tolas as
pro3siona>8 as mais frequentes (60 /) m!1
tamoetn teem am lado as az esnantosa. Entre-
tanto, tai is as oatrasenfernidadea profissioDaeB
feren hornete o iudividao que fe expfae a es
peetsesluflaencUa uquell.s uo- intaxicago po-
dem aasaltar nao e o individuo, mas toda a
familia, e r a ca geragi ioteira. E' cous
ocontrastavel que umi operarla grvida r, qnai
noexecicio de sea misier naoej materias ve-
n-nosas, eoveoena nao f a si mesma, ma-
tamoem o tracto que faz oo seio, o qaal vem
a nascer morto, o adventado, e o eaorme con-
tingente de moranla te na nade aoaixo de um
aano, demonstra a tnevitavel dert-a'gao da forga
vital do o'gsoismo, a qual ao exerce antea que o
menino venha loz .
O lugror mais fro do mundn -Est i
porta o laveroo I O ar em COBUCU) com a petle
comega a Drodazir aeoaagaode qu-imidara. Da.
qui a pouco temos a nevo, o gelo, o verg'as I
Pa'a nos conaolarmia. pausamos am poaco era
pobres (1 abos q e o desuoo coniemaa a vver
am certos luga-ea jo plaaeta, um pouco meaos
confortavela do qae eaie.
Ti-anspa'tejjo noa pula imaginagao a amena
localidad-^ da Sibaria Oriental, connecida sob o
noma de Wercbojantk.
Esta localidaie vedadeiramente eibeuana.
diz o Temps eai sitaada noa mapp'S no 67
34' da lattude Norte por 133 51' do lougnude
Eaie de Greeovricb ; a 8ua all.t-i le de i07 me-
t-ns acimi do nivel d i mar. O saoio profeasor
Wnd. de S. Paloraburgo teve a dedicagSa de ir
observar e notar a temperatura dorante um anno
intBiro.
Eis as medias que obteve :
Janeiro... 53M
a qae
i si na.
So nr .;-Mi i. nR|a nff rt.
Do Tejo a Paria E' assim qae se intitu-
la a asma vo a d D'. Osear Lai e de que gen-
tilmente nos fezefj- ta oe um exemplar.
N'es-^e trabaiim de 70 e algamas paginas, o
anco- ompeod'a na'aa ih vi.g m, que altima-
menia ez de Listos a Par s. notas f-jitaa ligel-
:3menie. de certo, e em eatfls atteao que a Isl-
ior saooreia gos-osimente.
O lur-j foi artinit-a-n)*r.--e feito oa typograpbia
Mioe.-vaGeai si, de Lisboa.
Afnlrcemos a cffjr.a do exemplar a qoe
aci-na oor r.ferimo?.
Revista Contempornea Publican*
ae o o. 2 u anno 11 deeea mina iliteraria, qoa
vi-it n<.
Club 33 -B uiu-8d boje is 7 horas d i nan-
c, u ra B rao da Viclo'li n. 25 l- acdsr pi-
ra tratar de diversos assumptos do presente car-
nava1.
Devoco da N. S. daConcclco-
Fc;0 asritu oganisHa a meaa regeuua da
Davogio da N. 8. da C -n :e gao, erac.a na g'e-
ja de s..rit H ti de Cisata p^ra o amo compro-
misa.I e 1895 a Isy6 :
Jaizlayis loinesSaraiva.
Sacretaio\r hur de Maraes Soares.
Taesoureif. Jos Antou'o do Minti.
Procurador geralM>o-1 do N.B'go Man-
tel ro.
1- Procralo-Qctaviaio A. Monleiro.
2- P ocu'ado- Joaqom P. de M Castro.
D lio'. iorc lale*, gatnatiio Lopes do Amsral, AlOioo N.
da Silva P^sni"bi> Joaqutm Rodrigues da Fon-
seca, Octivi n i G F oref.
JuizaD. Frncuca Honoin' dos Santoa.
A no-s- i -r a Telegraramas retid na \c ron-a; re-
tidos uo -.'egr-ibo V'Ciuual os sea:n es :
DsS. Lu :. de Qntande, para a oarcaga D*
Julia.
D Rio. para Jo Sai-es Sinza.
Do Rio. pira Dr. C siilha.
D' Mace para D\ Ot'ha.
D Pelo as, tara E n^ftj.
Da Parayoa, para Sioramento.
Da Ceara. pira E falo.
Joaq'iirr. Irna 10, <1 B*hia
Casamenio civilO escri\a de casa-
mentoa que funcciona noa aistrictoa do Recife,
Santo Antonio, S Jos e Afoga los affixou na
reparligo do registro, ra do Imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas 'e casa-
ineat03 dos seguintes coilrabentes.
Segunda publicgo
Alfredo Kliaa de Nascimenlo, natural do Rio
Grande do Norte, artista, com Elaiira Leopoldi-
na da Rocha, natural deste Estado, solteiros e
roaidantas na fregueziade S. Jos.
Prinaeira pubiicigo
Domingos Rodrigue do Lnm, arlista, com.
Bemviid Rodrigues de Luna, solteiros, nalu
rae deate Estado e residente na freguezia de
S. Jos.
Bacliarel Joao Duarta da Barros' natural do
Estado d- Alagoas, residsnte na cidade do Pila
ora ertruli'3 Alhiy le, natural deate Estado
residente na freguezia de S. Antonio, solteiros.
M-uioel Octaviano Manta, erapregado publico
rcsi lento na freguezia do Recifa, com Emilia
da Porciun-ula Senna, residente na freguezia
de S. Jos, solteiros e naturaea deate Estado.
Inspectora do *.* distriets mar-
timoUecife, 29 de Janeiro de 1894.
Bolttim metereoloico
floras. Term centi- Barmetro Tensdo do
Total em
Total em
(894
1893
Mais em l&Si
1:513:874*770
1:327:551*050
196:323*710
Despeza
Administragaa
Trafego
Locomogao
Cousarvacao da liaba
Telegrapno
Despezas jaciass
I opi tos
ODras oovaa o material
dae
Total em 1894
Total em 1893
ro-
106:457*500
2i6:13540J
388.681*680
181:522*530
2ti:J483;0
2:657*850
l'.650*00J
93:308*340
1:014:780*610
767:292*200
Mais em 1884
Em 1894
Em 1893
Minos em 1894
Salto
247.488*480
609:094*093
560:258*85)
51:214*760
A relaglo da despea pora a receita foi :
En 1894 66 S9 /"
Em 1893 7 79 /
No decurso do aono de 1894 o trafego foi
feito par 4:885 treos, com 75:407 vehculos, ef-
fectuanlo o percurso de 318: t33 kilomein.
Nassea trens foram transportados, aim dos
paaaageiros :
Mercalorias
Bagigeoa
Animaes
As mercadorias asslm te
Atascar
Alcoal
Al^Olo
Fa-iolia de trigo
Maleiras
Carne e peixe Solalo
Ca rogos da algo 15o
kilog
123:387.606 kilog.
962:806
22:80S
deacrimiaam
42:708:08.
3:012:414
7.55':86'
2:687:038
2:349:801
9:212:172
8 094:092
1:162:281
6.422:958
45:186:893
128:387:636
133:142:813
4:755:217
REVISTA DIARIA
Licenca-0 Sr. Dr. Sacratario da Joatiga
Negocios loteriores e Instrocgao Publica, por
porta-ia de hornera datada, conceden tres mezes
de liceoga ao jais de direlto do municipio de
Goyanaa Dr. Manoel Tablas do Reg Albnqner-
que e em cojo goso devera entrar deoiro d>
praso de 15 das.
Bllhetes de boad-Tarmioaado boje o
praso dentro do qoal de vem ser esgotados os bi-
Pedras
Cereaes
Diversas
Total em 1894
Total em 1893
Monos em 1894
Alfandesa-Foram renetiidos a essa re-
particao os molos da-aaso doa h;rdeiros do
c^nt-ibointe do Manwpio dos Foaccionarics Pa-1
bucos, Minoel Beo'O Alvos da S Iva, erprati-
cante da estrada de ferro Csntrai da Pernam
Admiiisitra9io dos Crrelos -Do
digno Sr. D". aimioutrador das corris rece-
bemos a segaiote ca'ts, em qaa S. S. noa com-
muoica e ao publico ama boa providencia toma-
da sobre a distriDuigSo da correspondencia pos-
tal :
Recife, 30 de Janeiro de 1895.Illuatreci-
dadao Radactor do Diario de Peroambnco. *
Rago-voi a fin-za de ooticlardes pela vossa
cooceiioada folba qae a disiribuigaa das corres-
pondencias por domicilios, qae at aqu e era
iff.'Ctoada nos dias otis, passa inr fe:ta tam-
bem dos domingos e feriados da Repoblica.
Assim, pots, sera eotregoe tola co-reapao-
deacia, cojos dajtiaa'a'ios forem encontrados,
podendo ser procu-ada nesia administragaa a
que se destinar a pessoas qae teobim de rece-
Del a em estabele:imentos pblicos oa partlca*
lares, que se acbem fachados nos referidos
dt s.
< Acettui, cldadio Redactor, as ezpreacOes
bem sinceras da minna distincta consideragao e
subida estima por vos. Vosso attenc oso cria-
do Manoel Duarte Pereira.
linio Typographica Pernambu*
canaEs U8ooieuade reuoese boje, as 8 bo
ras da noite, em sessao de aasembla geral,
aflm de eleger o delegado das oDlcioas do Dia-
rto de Paruanr u:o e tratar de diversos as-
sampioB de importancia social.
Os venenos vivos naa offlelnas
dos menores- A bygiene publica eitudao-
do e ap ofuodaodo a grave ioflaencia de tantos
venenos vivos, achou os aeus recaatos, e laven-
ton ob meios para deslroll-os.
O organismo humano deve modificarse com
a hyglene abra de qae possa resistir aos seus
disaolventes, sos parazas ; eis como o escopo
principal da medicina deve ser a bygiene
Pev.reiro.
Ma-go. ...
Aorii....
Malo.....
Jono. ...
Julbo... .
Agosto..... +
Sei'.-mbro.-.
Ootobro....
Noverabro..
Dezembro..
- 46*,3
- 44*7
- 15-.8
- 0.l
9*,6
13 8
'.",4
16
- 20-.2
- 43-,l
- 40,9
+
+
grado
25,'6
27,2
28/4
28,'7
28",3
femperatura
m-


t.
/a O)
758,-30
759,-31
757,-74
756,-Bl
757,-97
minima 25,00.
vapor
17,96
18,76
19,56
19,40
19,13
Humi-
dade-
7S
70
68
67
67
Thermornetro
Mlia de todo e anno 19\3, abnxa de zero 1
Nao ae poda o'x r de psrguntar com cata
ioquietagao da qae eue'Rii ftial sao dotados en-
te numauos que, depois de haverem sopportado
13-,8 da Clor no me* de Julbo, se veera eoO-
raenidoa em lioeiro e Fevereiro a (.-ios de 48 e
53 graos centgrados. E nos qoaixamo.aos em
Panz, qoaodo o tbermomeiro desee a 9 ou 10
graos aoaixo do zero .
Coovm recordar qae o clcalo indica como
zero bsolato do tbermomeiro a temperatura de
-273.
A 273 graos de Iri), oada contlioaru a vvej
oo planeta, ta-minanam as dilalagOes, as con.
t-ucg5es seria a marte de tolo qoaoto exi3te
sope-Bcle da trra.
E' privavelraeote assim qoe "Ha acabar.
A nev na Franca, Hespanha e
Austria-Por toda a parte o invern se tem
asaigjaiado com ama ru^e*a deaaoaladlisima.
E u Frooga a nev cil em abaadancia eoormu,
mterrompendo a ctrcalagSo dos comblos, em
manos ontoa. O rol das victimas ja um tan-
to ix'eoeo, sobretodo aaa povoagOes tu raes onde
baatante pessois tem morrido de fro.
N H apan&a a nevada tem sido tambem co.
piosivsima, mas at agora nio se registam inci.
ae es de grafidade.
Ni Aistria a borrasca foi tremenda. Em Vien.
oa na oolte de 9, cabio nev om tal qaantidade
quenas ras a clrculago fi:ou qcas nteira.
mente in'errompda. as proviaciaa meri lio-
mes da Aaatria, sobrotodo, succeleram por cao.
sa da inteosissima nevada, numerosos acciden-
tes. En matos p otos as commaaicagOas
acham.se de tolo interceptadas.
Novo e considera vel descobrl
mentV sciencu francesa acaba Ce fazer
aaoalda oovo e coosiderave1 descobrimento.
O consol geral, o Sr. de Sarzec, oaa excava
Coas qae fez em Teek exnumou urna bioiblic.
tben neira de archives, mais de 32 000 p-an.
sjorts ebeias de ins:rlpg3a. SSo actos aoihentl-
coa, teodo algans delles a assignatura e o sello
de rel.
Entre easa3 doc imentos, contam.se inventa,
ros elisias de offereodas. Hi tambem pro.
messas* e objeatos de arte aotiqoisaimos e de
grande valor arcbeolo?lco e artstico.
Grande banquete -D;samos ja qoe se
trata va de orgaoi3ar em Par um gran le bae.
qaete em noara de Pavts de Ciavannes.cele.
b-anio a cooclosao doa seos ootavels tr-balboa
decorativos na Sorbonne e no Hotal de Ville.
Ease oaoqoete effectoar.se bia a 16 do correo,
te o parece qae bi j nmis 500 adbeaOes a fes.
ia. Asaistiri o ministro de instmegao publica e
bellas arles, qae prooaocla' om discurao. F I.
laro mas : em oome dos artistas, Rodia ; em
nome dos prosadores, Jules Simn ; e en aome
dos poetas, C-atu le Mendes.
Eutte aa pessoas que temario parte no ban.
queie, citaiu.se Emile Zola, Aogoate Vicque.
-te. Crotos.Dtjrao, Armand Silvestre, Octave
Mirbeao, etc. .
Puvis de Gbavaooe8 receber ama medalga
de pata e am lbum especialmente collabarado
peloa priotlpaes poetas francez8.
Festividade religiosa-Val ser feita
com esplendor a festividaue religiosa do marty
S. Sebastii), na igreja do Pilar no Recua.
Ni pnmeiro da lera lugar o hasteameato da
bandera que ser acompanbada por criangas,
tocando n'e3ta occasiaa a banda do clob musi-
cal Rectense e a do 2- corpo nolJcial:
No dia 2 vespsra da fesla, cera cantada una
ladalnba, s 7 boras da noite e oo dia da fasta'
tocar em todos os actos a baoda do 2- corpo
de polica.
Gremio Tobas Barretto -Ease gre-
mio reooe-se boje em saa sede, as 6 boras da
lame, roa dos Pescadores o. 29-
Falleclmento -Fnou-se Dootem ao rr.eio
da a amigos pauecimeotos o arlista tvpograpbo
Gercno Tavares de Aiuioo,.
O finado coatava 45 aooos de idade e ba
26 qae trabalnava oaa Dossas officinaa, d'oode a
algara tempo se bavla retirado.
Paz a sua alm.
Tinta inalteravel.-O Sr. Diomedea
I Brayer Los offereceu-nos um frasco da Ti
desabrigado ao meio da.
Temperatura mxima 30,03 Ennegrecido
58,f0 -l'rateado 4*,*6.
Evaporago em 24 horas ao sol 1,1 a som-
bra 4,-2.
Chava nulla.
Direcgao do vento: N de meia noite ate o
h. da inanha; NEE at n. da tarde ; E at meia
Velocidade media do vento 3,-41 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,2.
Boletira do Porto
Pra-mar on Dias Horas Altur
baixa-mar ^
B M. 29 de Janeiro 7 h. 20 m. da m, l.Wo
P. M. de i b. 30 m. da t. ,"0oo
Expediente do Dr. Sxrelario dos Sejocios dtt In-
dustria, do dia 21 de Dezembro di 1894.
Officios : .,
Matadouro Publico -Forana abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 78 rezes
para o consumo publico de hoja.
Casa de Detenc&o Movimenta dos
presos da Casa de Detenco do Recife, Estado
da Pernambuco, em 29 de Janeiro da 1895 :
Existiara
Entraram
Sahiram
Existem
A saber:
Naclonae*..
Mulheres .
Eatrangeiros
Mulher. .
Total .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Louco .
Louca .
475
11
13
"473
431
17
25
0
473
428
404
22
1
1
428
lUUiuai uo iiiauiu.ua uno 001 uiuo- i -,! -- ------------------ ~. j___-. ......i
Eatude-se, embors, os meios pra carar Moaiter val tara marcar roupa de sea cempo
Total ......
Movimento da enfermara:
Teve alta:
Manoel Pereira conhecido por Manoel Flor.
Cemiterio Publico-Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Santo Amaro, no 28 de
Janeiro, os seguales corpos 1
Arnulpho Eatanislau AJ'onso, Parahyba, 13
anoos, Boa Viata.
Francisco Gongalves Muraa, Portugal, 45 an-
nos, viuvo, Graga.
Jos da Farias Machado, Portugul 48 annos,
viuvo, Pogo.
Antonio Pires da Cruz, Peraambuco, 43 an-
nos, solteiro, Boa-Vista.
Francisco Jos da Cruz, Parahyba, 21 annos,
solteiro, Recife.
Maria Amelia da Conceigao, Pernambuco, 28
annos, Affogados.
Emilia Maria da Conceigao, Pernambuco 43
annos, viuva S Jos
Manoel Antonio de Brito Lyra, Pernambuco,
27 annos, solteiro, S. Jos.
Ura feto do sexo masculino, Pernambuco,
Boa-Vista.
Anlouio Paula, Pertambuco, 3 das, Boa-Vis-
ta.
Manoel Virgino do Souza, Pernambuco, 3
dias, Boa-Vista.
Alexandrina Gonzaga de viberlo, Pernambu-
co, 50 annos, viuva, 13oa-Vista.
Genoveva Maria da Conceigao, Pernambuco,
19 aonos, solteira, Boa-Vista.
Dia 29
Honorina Altica Gongalves Lima, Pernambu-
co, 50 annos, viuva, S. Jos-
Marcolina, Pernambuco, 4 meze3, 5. Anto-
Jo'anna Maria da Conceigao, Pernambuco, 26
annos, solteira, Boa-Vista.
Joana Alves Galvo, Pernambuco, 22 annos,
solteira, Pogo. -
Um fto do sexo masculino, Pernambuco,
Boa-Vista, ,__ __ .
Um feto do sexo masculino, Pernambuco,
Boa-Vista.
Esther, Pernambuco, H mezes, Recite.
Amaro, Pernambuco, 23 dias, Boa-Vista.
Amancio Dias da Aievedo, Pernambuco, 7
meses, Graga.
Antonio da Conceigao, Pernambuco, Graga.
passageiros Cbegados do sul no vapor
nacional Una.
Frederico Jonatta, Rubem Das, L. Charbus-
kig, Symphronia Monteiro, Dr. Espiridio F.
Monteiro e sua senhora, Jesuino F. de Rasen-
de, Antonio Barbosa, Joo Jos da Oliveira, Ra-
ebel Maria Rosa, Jos Fernandas Guerra, Fran-
cisco Brtto e Rita Maria Conceigao. .
Salidos para o norte no vapor nacional Aia-
8Dr. Antonio T. Carneiro da Cuaba, Joo1 A..
de Atbayde, Francisco.P. Pessoa Jnior, Daa
i

':

.t
HJfJJrTI
. i .-' .-, i' j .v


1 ~r~r~


?"
I-
Diario de Pornambnco Ifciiiiita-feira 31 de R^neiroe 1 $95
M. da Silva, Francisco M- de Medeiro*, Silva
Netto, Leopoldino N^res, major Ernesto Pache-
co, sua senhora e i filha, Malinas 1. ele Almei
da, Joaquina Oiiveira Torres, Jos O. Viiiela,
Joao Francisco Fana, Germano Ignacio de
Araujo, Possidonio P. L. Villaca, Joanna P.
de Aliueida, David F. Porto Billar a sua se
B'iora, Honorio Oiiveira, sua senhora el fl.hos
Dr \ugu da Jos Bran laa, Eduardo Xavier de Araujo,
Mar'ia Alm-'ida e flllia, Vicente Ferreira, mv
jor Manool N de S-ltas,aua senhora e 3 filhos,
os alferes Raymundo Dl de Freitas e Preci-
iiano C da Cunha e sua senhora, Sabatine
Cont, Ales?andro Cont e l filho, fre Jos de
Santa Julia otelho, 1 praga.
CHKONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Mclcliisedccli de Albuquerquc
Lima
Da SI
1531 -D. Jj5o III, tendo nolicia que os
hespaniioes pretendan! eslabelecer-se no Rio
da l'rata e os Irancezes em Pernambuco, fez
partir de Lisboa urna armada sob o cominando
de Mar'ira \i' nso de Souza quj leste dia che-
gando as cortas de reniambuco.aprisionou Uina
nao francdza na pona de Olinda e urna outra n>
cabo de Santo Agostinlio.
1 51-Sclionenborch, Schkoppe e Haecx
assigna.o una circular aos governadores de ll-
mame i. Parahyha, itio Grande, Cear e Purgan*
do do Mmuntiu, iura fazerem entrega d-.'ssas
praxis aos nossos.
189$ -Toda tropa porlugueza existente em
Peraambuco embarca para a Europa.
1SSO-Fallece o senador por Peraambuco
Antonio Jos Duarte de Araujo Gonliin, ma-
gistrado.
18-9-0 exercto liberal acampa no enge-
nho Capibaribe, niea legua, s leste da povoaco
de S Lourenco.
Em vista disso resolveu a commissao reco-
mecr o trabalho, e como tenha de fazel-o bre-
uemente, julgamos conveniente dirigir aos nos
sos conc lala>s, porvenlura menos versados
em tal materia, os esclarecimenlos conti los
neslas linhas, esperando remover ou destruir
por essa forma, no segundo recenseamenlo
que vai proceder a commissao, o principal ob
staculo pelo qual nao p le o primeiro passar
da simples tentativa.
GA.LEPIN0
NOVIDADES OVIDADES
vol.
Imanackdo Pastor para 1895 l
l5oo
A. Plmentel -Netas do Pidre Eterno, i
vol ene. 1 J8io
FerreiraMachinas mixtas 1 vol. ene.
Gjlooo.
E. Zal-Lourds, I vol ene. (SJooo-
Caiel -Amor anliga, 2 vols. ene........
31Goo
Guioraar Torreso-Estaco de Paria,
esplendido jornal de modas 2 nnmeros de 20
de Ue/.embio, 1* e 2* edic. U-ioo.
Estatis
Duas palavras so3re
tica
A creaco de um t comnissri de Estatistca
ntrenos, lendo por fim, como o sabem iodos
os que conheceui o seatido que boje se altribue
a esta palavra, collier e concentrar em suas
mos documentos o dados exactos em relacao a
ludo quanto possa inleressar a vida da familia
pernaiubucana : estudar, 'coordenar e compa-
rar esses documentos e dados, tirando dalles
conclusoes que esclaregam o campo em que te-
nha de ser exercida a acefio da administragao,
ou assump'os sobre que versera qu.sl's scien
tieis ; a creaco de urna commissao pira tal
flm, dizemos, um acto do governo do Estado
9a:, tendeudo a suliffa/.er a urna das mais in-
uenles condices do desenvolvimeniu evoluti-
vo de Pernambuco, atteila, da parte do mesmo
governo, urna alevantada preoccupaco palrio
tica, e merece como tal, os applausos de todos
quantos se interessom sinceramente pelo en-
grandecimenio desta Ierra.
Com eli'eilo, acba se boje feralmente reconhe-
cida a necessidade dos osmios er-uusiicos
como elemento bsico de toda a orienlaco ad-
minis'raliva que corresponda &s circumsiancias
ambientes, e de toda a sciencia ou ordem de
ideas que se relacione CMB a econcraia .ioc'.I,
e tanto assim qne nao ha actualmente, paiz
algum que mereja o qoaliflcativo de civilisadn,
que nao possua urna ou mais comraissis de
eslatistica, ja as possuindo alguns dos nossos
Estados, como S. Paulo, Rio de Janeiro, etc., a
respeilo dos quaes ellas tm j colindo e publi
cado em seus relatorios, grande copia de uteis
informales.
Como simples noco e expresso numrica
dos factos e das cousas, a Eslatistica sera du-
vida coeva das primWras sociedades, e deve ter
sido instinctivamente pralicida desde os mais
remotos lempos ; a sua existencia, porm, como
silencia, moderna e data, eremos, do meado
do seculo XVI, e mais moderno ainda o seu
nome, cuja invencao geralmcnte attribuida
Acheuwal, no meado do seculo passado, sendo
que o seu grande desenvolvimento e a impor-
tancia que tem actualmente datara de cerca de
trinta anuos apenas.
E bem poucas sciencias tero melhores
ttulos justificativos de sua importancia, por-
que bem poucas podero offerecer um the-
souro mais opulento de preciosas infor
macOes ao administrador, ao legislador, ao
estadista, ao historiador, ao economista, ao com-
merciante, etc., a todos aquelles era summa, que
tenhain de referir-se, era qualquer sent 4o, aos
pbenoraenos da vida social, sob qualquer das
suas raullip'as relacOas. Sobre esse terreno,
que propiamente o seu dominio, tem a Esta
tlstica projectado a mais viv luz, ora dissi-
pando um erro secular, ora perluslrando um fa-
do ignorado, ora descobrindo. finalmente, en-
tre as variaces e a diversidode infinita dos
phenomenos da vida dos individuos, as leis ti
xas, iramulaveis, a que esses phenomenos obe-
decer na vida das colectividades.
E', como disseraos, nes3es ltimos irinia an
nos que a sciencia de que nos oceuparaos mais
se lem desenvolvido; e iao importantes tem
sido, nesse perodo, as cuncluses a que tem
chegado em rclaco economa social, que sein
exagerac.au pode-se dizer que poucos sio os co
nbecimenio3 humanos sobre os quaes aque las
conclusoes nao tenham exercido alguma in-
fluencia ampliativa ou rectificativa ( claro que
nao nos referimos s sciencias puramente ab-
stractas).
Para ter-se urna idea justa do que valera
as Eatatisticas, citaremos um fado, cuja i lo-
quencia tal, que nos dispensa de quaes
quer oulras considerac.es que ainda quizesse
mos fazer nese sentido. Acreditou se geral
mente at os flus do seculo passado que a emi-
gragao era prejudicial ao desenvolvimento da
populago ; a essa supposicao errnea Monles-
quien e depois Voltaire, dous dos raaiores ge-
Dios de que se honra a buraanidade, deram,
por falta de conhecimentos eslatislicos, a consa
graco de sua autondade, fazendo cora que to-
do o mundo a acetasse como urna verdade in
conlroversa; ora, concorrendo esse facto para
o triste abandono em que a Franga deixava o
seu vasto dominio colonial naque la poca e
para a especie de indifferenca cora que o vio
passar para o poder da Inglateira, de cuja ?ran
deza e podero elle constilue actualmente o
principal elemento, segu se que a falta da F.s-
tatislica concorreu forteraeote para a proauc
gao de um grande acontecimento poltico em
prejuizo de urna nago e em proveito de outra,
alterando assim a successao lgica dos fados e
o curso natural da historia.
Da ligeira exposigao que acabamos de fazer,
v-se, pois, nao smente que a Estalislica na
aclualidade urna condigao inilludivd do bem
estar de toda a collectividade humana, mas
tambera que os seus trabalhos smente no sen-
tido desse bem estar pode rao exercer alguma
influencia, sendo absolutamente irapossivcl que
delles resulte prejuizo de especie alguma para
quem quer que seja.
Cuoopre-oos agora expr qual o fim que te
mos em vista publicando estas linhas.
O recenscarcento da populago considerada
sob aspectos ou relages mais ou menos nume-
rosas, ou (Demographia) como o chamio actual-
mente, como se sabe, o ponto de partida do<
trabalhos de toda a commissao de eslatistica, e
a commissao creada entre nos assim o enten-
deu e fez, resdven lo, porm, com louvavel pru-
dencia, limitar o recenseamento populago do
municipio do Recife, afira de por esse mero pre
pararse para urna operago mais vasta.que
comprehendesse u populago de lodo o Estado :
Infelizmente, porm nao foi possivel chegar ae
a um.resultado satisfactorio em razao das difli-
culdad?s e embaracos creados pelas falsas
ideas da maior parte da populago, a resneiio
dos flns do recenseamento, deixando de ser
por esse motivo recentada tal vez mais-de urna
terga parte da populago do municipio, segundo
aecusa o confroQlo do algarigmo atliugido com
o do recenseamenlo de l7i.
L'MA CAIXA DE LIVR03 REBEBIDA HO J
Th- Braga-Diccionario de nomes pro
pr:03 e de baptismo. 4 vol. ene. IJooo
Sliaksp are -Othelo oa o Mouro de Ve
neza Ir id. de A. Freitas, 1 vol- ene. em per-
cal na ?oo.
As Mil e Urna \outes -Contos rabes,
nova edic. Ilustrada de umitas gravuras, 8 vols
ene em l\ ljooo.
G. uii(|ueiro A mesa em ferias, i vo
i can) ni-- ene 5-joo.
insitoabrevida e odditamento,
1 grouo vol ene. 5t$ooo.
Carvalho c Juo de Deus -Diccio-
nario prosdico Ja Imgua po tuuezi, ultima
edic < grosso vol. ene. em cobro ISitoo.
Oiiveira llartms Ii s mmanas 2
vols. ene Ig-'ooo.
Oiiveira Mar ins -Rgimen de rique-
zas, t vol ene. Gijiooo.
Oiiveira Uartins -Antropologa, 1 vo.
ene (jiioii
Kya de yueiroz Primo Basilio, 1 vof.
ene Svion.
Kea de Quelroz -Reliquias, i vol. ene.
8:5>000.
Kca de Queiroz -Crirae do Padre Ama-
ro, t vol. ene. 8iu> o.
Pereira -O mestre popular ou o francez
sem mestre, 1 vol ene. 15-i'ooi.
Pereira O mestre ingles ou o inglez sera
mestre,! vol. ene 15t5ooo.
A. Damas -O Coude de Mont-i Christo e
a Mo de Finado, 3 vols. ene. I5doo>.
Vctor Hugo-O homem queri, 2 vols.
ene. Ojuou
OrtigoA hjgienj d'alma, 1 vol. rica-
mente ene. 5 jooo
OrtigaoA Hollanda, navtssima edc. 1
vol. ene. ricamente ttiuoo.
Crespo Nocturnos, l vol. ene. fijooo
Crespo Miniaturas, 1 vol. ene 5Sooo
Mara Ainulia de Carvalho Muflie-
res e creangas. vot. ene. 5 jooo,
liara Amalia de i arvalho -Cartas
a urna noiva, t vol. ene. 5 jooo.
Hara AmaTa le carvalhoAlguns
homens do raeu lempo, 1 vol. ene. Gj'ooo.
G JunquciroOs simples, l vol.....
SdESoo.
G tlunqueiro Marcha do odio, I -j'8:o,
Obras de Paulo de Kock-Gustavo
0 eslroina, i vcl. broca, e illus.rado 4 Jooo.
Cerejinhai vol, broci, illustrado.......
5 jooo.
O Senlior Uupon 1 vol broch. e il-
lustrado, 5-juu.:.
A Douzellade Bellevile -1 vol. broc
e ilustrado, 5 jooo.
Itarbeiro de Pars1 vol. broc. e
Ilustrado, 1 jooo
A Casa Branca-1 vol. broc e Ilus-
trado, -i jooo.
Magdalena1 vol broc. e illustrado ...
4 jooo.
Mulher, marido e amante1 vol.
broc. ibustrado 1 jooo.
Padre Patricio -Sermes e trabalhos
oratorios, i vol. ricaraento ene O jooo
A voz do Fresbytero ou serm0e3 se-
lectos de Jos de Almeida Ribeiro, 1 vol. ene.
5jooo
Seruio da Graea, t folhetc. 3oo
reis.
Sermao de H. Pedro, 1 folhelo loo
reis.
.Ser mo para mor tes, 1 folhelo......
Goo reis.
Sermo da Coneeieo, I folhelo,
1 jooo.
c Lima -Diccionario da rimas, tltima
edic. t vol. ene. jooo.
Weueeslo d'lzeo -Maria hespanhola
ou a victima de um Irade, 2 vol3. ene........
lojooo
B bliothcca universal, a 8 o res
o vol.
Y ova Bibliotheca econmica,.....
9o i reis o vol.
Colleeco Antonio Maria Pereira
do n. la 31 1 j8oo o vol. ene.1
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DE
8 O U Z \ PAZ ti C.
81RUADO IMPERADOR81
Compra e vende livros no ros e dzados
Drogaras
Braga If Machado. Agencia de to-
las as especialidades pharmaceuticas,
tinta.*, drogas, producios cbimicos e ou-
tros medicamentos hoeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
aria Sorinho & C, droguistas poi
acad o. rea do Mrquez de Olinda n 14
Gvimardes Braga & C. Deposit
J Drogas e productos chimicos, espe*
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos Lo ecpaleos e tintas, leos, pin
ceis etc., ele. Ra do Mrquez de Oliu
da u. 60.
Occullstas
Dr. Brrelo Sampaio, oceulista, d
consultes de 1 s 4 horas no ptimeiro
sudar da rna do Baro da Victoria n.
51.
Bjsidencia a ra Uospicio n. 46.
Teloohone n. 3J5.
ODr, Berardo medico e oculista do
bospitat Pedro 2.* lera consultorio ra
do Bom Jess n- 9.1. andar. Residen
cia ra Real da Torre n. 29. lelophoue
n.366
I'isci-iploeio de I-aii'iiliaiia
Antonio Pereira Si/nes, engenheiro
civil, encontrado para mysteres de
sua profissao na ra do Vigario Teno-
rio n. 19, i." andar, das 10.horas ao
meio dia, nos das uteis.
BLISHES \ ftDIDI
grande embrulho em sua conta e nao riat&ente, como se fosse propr edada sua
convindo aceitar tal proposta, foi. o -
Alfuuilega
Bem profunda a magua que nos cau
sa o modo desabrido e ingrato pelo qual
o redactor chefa do Commercio de Per-
nambuco est pondo em pratica, urna ver-
dadeira campanha de dit'amaco contra o
inspector da Aifandega, porque acostu-
mados a presenciar diariamente a convi-
vencia amistosa em que o digno (raais in-
grato) redactor chef e vivia at certo em-
po com aquelle Ilustre funecionario, do
vamos pela lgica dos factos esperar que
S. S., quando tivesse motivos con/essaveis
de afastar-se do inspector e niesmj de
mover-lhe guerra crua e de exterminio,
trouxe luz da publicidade os factos, os
oreos ou os desvos de seu ex-amig> e
collega.
Entretanto assim nao acontecen, como
podar o publico vpr dos artiguetes di-
tamatorios que o iliustrado redactor tem
feito inserir em sua gaze;a contra aquel-
la repartijo.
Tudo declaniacao, tudo palavrorio
que nerasiquer tesa o ment de iUuJr
os inexpencutes; parque estes nxesuios muu,
conhecem j de longa data os habitos-J da peti?ao e seu respeitavel despacho,
atrabiliarios e o odiento metho> de mal- do que ficou sciente e dou f, e dei
s.naco d3 todos os versateis, que em contra f da peti^ao retro por me ser
nossa trra tem representado os mais tris- pedida e em f da verdade.
tes papis qxo. sua vida publica e poli-1 Recife, 26 de Abril de 1894O offi-
tlca- Icial do juizo, Antonio Carneiro de Albu-
O illustre lente de direito declama qnerqne.
Pagou da citafo 2%
novo agente joaquim Augusto de Al-
meida (hoje dispensado a bem dos in-
teresses da Companhia) habilitado a
chamar o Sr. Molinari perante os tribu-
naes para prestaco de suas contas, o
que deu logar a ser apresentada a pe-
tic5o que segu :
Illm. Sr. Dr. Juiz do CommercioD.
e A. como requerRio, 26 de Abril
de 1894AlbuquerqueA Companhia
de Seguro Mutuo Progresso, estable-
cida no Rio de Janeiro, quer fazer ci-
tar a Antonio Molinari Laurin, seu ex-
agente, para os termos de urna aeco
ordinaria em que se provar o seguin-
te.
I
que o supplicado est a dever sup-
plicante a quantia de ii:i03$700, de
aecrdo com a conta annexa sob n. 1,
que poder variar ainda, segundo os
lancamentos juntos nos livros da Com-
panhia.
II
que o supplicado retem em si os li-
vros da Companhia supplicada a saber:
um livro de registro de contas de Ja-
neiro de mil oitocentos e noventa qua-
tro, tres copiadores de carta numero
mil oitocentos e noventa e tres a mil
oitocentos e noventa e quatro, liv os
de talao de recibos, de propostas, c.a-
pas.
III
que o supplicado, alm de sernelhan-
te p'ocedimento, tornando-se agente
de urna nova Companhia de seguros,
procura desacreditar a supplicante dan-
do-a como quebrada.
IV
que obteve da supplicante ob e sub-
repticiamente urna quitacao, que est
desvalorisada pelo documento n. 2 que
junta-se com a devida reserva de s-
mente produzir effeito n'aquillo que
prova prejudicar o supplicado.
P. por toda a prova que for mister,
inclusive o depoimento do supplicado,
sob pena de confesso, sendo civel, cer-
ta inquisitoria por fim do estudo exa-
me de livros.
NF
P. que afinal, seja o supplicado con-
demnado a pagar o pedido e restituir
os livros e mais as perdas e damnos,
que occasionou supplicante e que sao
avaliados em 10 contos.
O J.Recife, 26 de 1894.
Certifico que nesta cidade do Recife,
na ra Mrquez de Olinda, no escri-
ptorio do supplicado, citei a Antonio
Molinari Laurin para todo o contedo
com as quaes tem enebido o seu volumoio
abdomen, e saciado a fome de seus ami-
gos.
Toda esta furia pode passar; sem da-
vida quer oSr. coronel, o governo para
si, e por isto ja se est justifica ido, di-
zenda que nao revolucionario, nem con-
tra o mesmo, a no duvido que j tenha
offerecido venda dos seas servicos polti-
cos, como costuma fazer a todos os go-
vernos.
A campanha de insultos e doestos,
que pela Provincia me atira o coronel,
com certeza nao me alcanzara, porque
deixo na poeira da ra, n3j me attingem
porque o mais humilde soldado d ^ran
de partido federal d'este municipio, tem
o orgulho de dizer que nao troca a sua
modesta bluza, plos mais larg s galoes
das fardas dos ofliciae3, de que se com-
p5e o estado maior do Ilustre coronel.
Grite, pois, bjrreS. 8., at aonde per-
mitiirem as forc.as dos seus roncos pul
m3es, porque nem ao menos de longe me
incommodar
Ouricury, 30 de D.zembrode 1894.
Honorato Mar i nho Falcao.
--------------^-------------
Pessoas devidamente habilitadas, se
encarregam, nao s de redigir publica-
c8e3 para jornaes, minutas de contractos,
eseripturas, procurases particulares, ce-
dulas testamentarias, como tambera se
encarregam de transaoe8 e negocios com
bancos e companhias, compras e venda-
tanto fra como dentro do paiz ; da revi-
sao de obras litterarias, e de requerer a
conceaso da soldco, pens5es, mon e-pos
priv.legios e quaesquer outros negocios,
perante as repartieses publicas deste e
dos demais estados da repblica.
Pira informasoes, ra 15 de Novem-
bro, n. 69, Io andar, frente,
-------------^--------------
Divertiineuto oiu Olinda
Com a realisa^o dos divertimentos
em Olinda, cuja temporada ternunou
27 deste mez, despendeu-se, conforme
os documentos, Rs. i:5i7$ooo, quantia
esta arrecadada por meio de subscri-
p?o (como consta das respectivas lis-
tas) para occorrer aos seguintes paga-
mentos :
Contracto da msica por
2 mezes i:coo$ooo
Dito da illuminaco dem IOOSOOO
Gratificaco msica no
dia 2% de Dezembro pp. 1678000
Fogo d'artificio do dia 6
deste mez. 2508000
aVorranima
Do hasteamento da bandeira e novenas
do Glorioso Santo Amaro das Salinas
Quint-feira, 31 do cor.ente pelas 7
1t2 horas da tarde, ser hasteada com
toda a soleranidade a bandeira do Glo-
rioso Santo Amaro das Salinas, cujo acto
ser o inicio de sua tradicional e pompo-
sa festa no corrente* anno, sahmdo da
casa da Exm.a juiza nossa digna irm
D. Adelaide Augusta da Silva e Mello,
ra do Visconde do Rio Branco, sendo
acompanhada por crescidissimo certejo
de gentis sen oras, trajando de branco,
e por innocentes creancas uniformisadas
para tal fira, fechando o prestito a ban-
a militar do 14 batalho, que durante
todo o itinerario far ouvir as mais im-
portantes peyas de s- u vasto repertorio ;
fendendo os ares diversas girndolas de
fogo do ar, sendo no final largado no es-
paso um magestoso balo e queimando-
se um pequen mais bem preparado fogo
de artificio.
No dia seguinte s 7 1[2 horas da tarde
ter coraeso as novenas que se prolongp
rao at o dia 9 de Fevereiro prximo vin-
douro, havendo em todas as noites, no
final do acto que ser abrilhantad 1 pela
referida banda militar, a ascensao de
erostatos e (ueima-se pequeuo fogo arti-
ficial.
A Mesa Regedora pede a todos os mo-
radores das ras do Lima e Luiz do Reg
o obsequio de no dia 31 do corrente illu-
minxrem as fachadas de suas casas, fa-
zendo igual pedido aos do Largo da Ca-
pell', para durante toda a festa, afim de
que tenha a mesina mnior realce
Consistorio da Capella de Santo Amaro
Jas Salinas, 29 de Janeiro de 1895.
]oaqtm Ilcnriqtie d'Oliveiya.
Escrivo interino.
Rs.
i:5i7$ooo
Collegio Sao Miguel Archaujo
RA DO V. DE ALBUQUERQUE N. 12$
As aulas abrir-se-hao no dia 9 do
corrente.
A Vice-directora,
Olyinpia Afra de Mendonca.
?----------
Aviso
Joo Antonio Pessoa Guerra commu-
nica aos seus parentes e amigos a quem
dirigi convites para assistirem ao ca-
samento de sua filha, que no dia 2 de
Fevereiro prximo se realisar o refe-
rido casamento em seu engenho Babi-
lonia, s 7 horas da noite.
Aviso
INDiCACES TEIS
Oculista
QDr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 i. andar.
Telephone n. 588.
Mdicos
Dr, Joaquim Loureiro medico partei-
ro, consultorio ra do Cubug n. 14,
resideucis na Casa Forte a. 5, casa de
azulejo, defroote da igreja da Campia.
Coronel F rederico ChavesHomceo-
pathia Ra do Barao da Victoria n. 37.
I.* andar.
O Dr, Lobo Moscoso d consultas em
mu casa ra da Gloria o. 39 das 10
horas da manh 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico oflerece-se
para acudir a quiuquer chamado com
dromplido para fora da cidade. Espe-
piidiade, operacOes, paites e molesliasc
de senhoras e raninos.
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz n.
6, d consullas uiedieo-cirurgicas todo*
83 dias das 8 meio dia, menos un
domingos e dias santificados.
Dr. Amaro Wanderley, Mulou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
o. 74 1. andar, onde d consultas de
11 horas, da manh 1 hora da larde,
Resideucia Ra Direita n* -41
Afoliados.
Dr. Vicira da Cun/ia medico da mu-
nicipalidade do Recife, contina a dar
consultas aos pobres deste municipio,
em seu con-.ultorio, ra da Aurora, n.
5, i." andar, das 7 s 8 horas da ma-
nh.
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefede
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
que o inspector da Aifandega, fazendo
violencia ao commercio obriga este a o
pagamento de taxa indebita d>. imposto
de sello.
Jdas pela imprensa se lhe 1 esponde cal-
ma, digna e satifaccoriameate, explican-
do a razao de ser do acto malsiuado e
adu'terado^aleivosamente pelo commer-
cio.
Desnorteado com a verdade, porm,
cheio anda mais desse odio proverbial
que nao canga, o redactor chefe cahe no
terreno das difarnacG.s vagas.
Replica S. S. como aquella bobo da
fabnla (com o qual entretanto S. S. s
tem sotneihanca quanto maldadej, que
o inspector da Aifandega obngou as (Ja-
patazias e classes annexas (sic \) a votar
na chapa do Governo, ameaendo com
demisso si nao fosse atteudido.
Mas o redactor chefe nao ahio des&e
estreito circulo vicioso. Nao indicou um
nome, nao mencionou especificadamente
um facto que o tivesse levado a iazer to
inepta aecusacio.
Clama contra os furtos de volumes na
Repartijn, accrescentando que providen-
cia alguma se tem dado no sentido de
evital-08.
Mas que deases furtos ?
O que sabe S. S. a respe:to ?
Indique o commerciante que foi pre-
judicadv, o volume que foi violado; mas
deixe de palavrorio sem iignificaco.
A inspectora da Aifandega alheia a
tudo quanto se tem publicado em sua de-
feza, nos o asseguramos
*
a rubrica
e da contra f
Machado.Oli-
Progresso
COMPANHIA DE SEGURO MUTUO CONTRA
FOGO PROGRESSO
A actual directora desta companhia
na ardua tarefa a que se impz na sua
reorgansaco, vio-se na dura neces-
sidade de tomar medidas rauto espe-
cialmente no sentido de obrigar a al-
guns ex-agentes prestaco de suas
contas, isto a entregarem as som-
mas que arrecadaram por conta e res-
ponsabilidade desta Companhia; este
facto infelizmente d-se com mais de
um, que abusando do direito e pen-
sando talvez que podero conseguir
desta directora o que conseguiram da
ante-passada, negam-se ao curnpnmen-
to dos seus deveres, com grave pre-
juizo das pessas que com elles fizeram
propostas de seguros, arrecadando as
respectivas importancias, sem presta-
rem suas contas.
N'este caso est o ex-agente Dr. An-
tonio Morinar Laurin, residente no
Recife, que sendo-lhes entregue urna
conta corrente das operacoes de 1893
representando um saldo a favor da
Companhia de I2:4I9$58q, sem incluir
seu debito de 1892, somente entregou
ao ex-director gerente jse Nicola Ca-
prio, a somma de 4:3968000 em Feve-
reiro de 1894 do que lhe deu recibo
com a sua nica assignatura ; ainda que
esse recibo tenha as palavra6 por saldo
de contas, elle s valido pela quantia
que representa, por quanto Caprio nao
estava autorisado a fazer reduccao
A 20 de Marco de 1894 aquelle ex-
agente escreveu-nos carta juntando
1$, e com
veira.
Este Sr. Almeida, depois da petico
feita e despachada pelo Exm. Sr. Juiz
do commercio entra n'um accordo com
Molinari recebendo d'elle letras men-
saes de 200$, na importancia de......
3:608$; destas s urna foi paga.
Para garantir os interesses da Com-
panhia ordenou-se ao Sr. Almeida, que
examinasse os seguros feitos e nos in-
formasse das condices em que se
achavam. A este respeito nunca nos
satisfez ; e nao fazendo as cousas a
bem dos interesses da Companhia, fo-
mos obrgados a suspender-lhe as func-
ces de agente e enviar urna pessoa de
confianca a tomar conta da agencia de
Pernambuco e fazer a reviso dos con-
tratos de seguros existentes, nao s
all como em outros logares, afim de
regularmos o servico e interesses da-
quelles que, de boa f, tomaram parte
no numero dos associados.
O motivo que nos forca a vr dar
esta explicaco em publico, ter esta
directora recebido varias reclamaces
e sabermos que o Sr. Molinari diz qu3
nao deve nada esta Companhia,
quando o contrario, como se eviden-
cia e havemos de provar.
Rio, 19 de Janeiro de 1894.
Dr. Jos Paulo N. dAraujo Freitas,
Presidente.
Jifa noel Fernandes Bar cellos i
Director-gerente.
Joao Jacintlio de Mello,
Director.
Nada despendeu-se com publicacoes,
visto que a mprensa dignou-se fazel-as
obsequiosamente, o que aqu vai de-
clarado em signal de agradecimiento
Recife, 30 de Janeiro de 1895.
A. Baudouin.
Lustroso para
tos
sa
pa-
Municipio de diamelleira
Pelo Dr. juiz dos casamentos do 1..
distrcto de Gamelleira, corre editaes
para o casamento de Olympio Francis-
co Lobo, solteiro, filho legitimo de Bel-
miro Francisco Lobo, e D. Anna Eu-
phrasia de Medeiros com D. joanna Isa-
bel de Medeiros, solteira, filha legitima
de Affonso Luiz de Medeiros, j falle-
cido e D. Anna Messias Isabel Caval-
canti.
Gamelleira, 30 de Janeiro de 1895.
Ourienrv
y
O Sr. coronel Elias Gomes de Souza,
falso propheta, mprefoito deste munici-
pio, e reconhecido transfuga de todas as
polticas, emprehendendo asua campanha
de odio adiffamacao, appareceu n* Pro'
vieta de lo do corrente, atiranJo-me um
pouco de lama do immundo charco, em
que vive S. S. atolado.
Affirmava, o cuio, aos seus asseclas,
que o sol de 15 de Novembro ultimo seia
o derradeiro para o governo do Exm. Sr.
Dr. Barboza Lima, eme ito e patritico
governador de Pernambuo ; mas... tris-
te da epeo atroz fatalidade I 0 15 de
Novembro irrompeu dan brumas do le-
vante al ivo e ma estoso, sorridenta e
bello ; em vez da lucta fratricida, do
horror, alen' surgi o sublime horisonte,
o grande sol da Repblica a semeihanca
de uma aurora boreal.
Corrido de vergonha, este inimijo da
Repblica, por fallecerem as suas espe-
ranzas, agora raais esfairaadoe mais cheio
de raiva, allucinado atirase coatra mim,
'iAcha-se a ven la a ra de Maciel Monteiro
n. 6, a (20 roi* a lata, em porcao abate-se \>
0|0, luslrre brillunU, permanente e flxo sem
sujar as caigas.
ATTESTADOS
A graxa confeccionada pelo Sr. Jos Carlos
cia pastosa, homognea e todas as substancias
quu enlraram em sua r.omposico eslao perfel
tamente misturadas.
Empregando-se esta (rixa pira o fim a qu-
eila destinada d um brilho perfeito aos cal
gados e perMtamcnte idntico ao que ella
destinada d um brilho perfeito aos calgudose
perfeitamenle idntico ao qu' da a graza viuda
do estrangeiro palo que pode-se sem raceio
enipregar a graxa preparada pelo Sr. Costa.
E' um bom preparado e n&o ha necessidade
de se importar do estrangeiro, quando o Sr.
Jos Carlos da Costa o fabrica com tanta peri
cia. \
Recommendo ao publico a graxa nacional do
Sr. Jos Carlos da Costa
Recife, :6 de Janeiro de t89o.
Dr. Martina Costa.
Subscrevo este parecer do Dr. Marlin Costa.
Recife, 26 de Janeiro de 1895.
Dr. Coelho Leite.
Concordo in lotura com o raeu distineto col
lega Dr. Uartins Costa.
Recife, 28 de Janeiro de 1895.
Dr Mello Gomes.
Joao Cavalcanle d'Albuffucrquc lem
a honra de communicar seus paren-
tes e amigos a quem dirigi convite,
para assistirem seu casamento, adiado
por forcea maior como constou do aviso
que em lempo fez pela imprensa, que
o mesmo casamento ser realisado no
dia 2 do mez prximo fuluro no lugar
e a hora designados nos alludidos con-
Tites.
Engenho Pitribu', 26 de Janeiro de
1895.
Subscrevo o parecer do raeu estimado
lega Dr, Martins Costa.
Recife, 18 de Janeiro de 1895.
r. Freitas Guimaraes.
col
Por ser a expressao da verdade subscrevo os
atustados supra.
Recife, 28 de Janeiro da 1895.
Dr. Barros Carneiro.
(Estao sellados e as firmas reconhecidas).
Jos Braz da Coneeieo Silva, pharmaceutico
pela Faculdade do Mediciua do Estado da
Ba ia, ele, etc.
Com applicago a estados e p.'atica das di-
versas industrial
Atiesto que exannncndo e uzando da graxa
preparada pelo cida l&o Jos Carlos da Costa
reconheci que contera os elementos proscriptos
pelos fabricantes de maior nota de fabrico de
graxa, de lustro ; sendo que excede por quo
alm do lustro brilhante que d ao calcado en-
Ua nella urna droga que mantera o couro em
boacoasorvagao : e como preparado daquclla
especie est com todas as regras de mxlo e
manipulago.
0 que digo fundado no conhecim^nto que
tenho das formulas de graxas de lustro que
aprend as obras scieuliticas.
Est porlanto a meu ver multo no caso e
ser exposta ao comtn irelo para consumo de
pre erencia a estrangeira de tal industria.
Recife, 28 de Janeiro do 1895.
Jos Braz da ConceigSo Silva.
Reflro-me ao cima atleitado.
Recife, 28 de Janeiro de 1893.
Jo? Francisco Bitlenconrt.
Do accordo.
Recife, 29 de Janeiro de 1893
Antonio U. Veras.
De accordo.
Recife, 29 de Janeiro de 1895.
Theodjrairo dos Santos Selva.
(Estavam sellados e as ftrma3 reconhecidas)
Atiesto que como comraerchnte pratico e cora
estabeleciraento de calcados a ra Dnque de
Caxias n. 9, que tend'o submittilo no u? >
de nosso ramo de negocio, a gr xi fabricada
por Sr. Jos Carlos da Costa,- qne a toda pro
va muilissiina uperfeigoada e de melhor qua-
lidaiepara uzo particuhr, estando na nossa
Professera
Dinamerita Constanca L'avalcante de
Albuquerque, habilitada no ensno pri-
mario, se orinece para ensnar meninas
em algum collegio, ou em casas de fami-
lia
A tratar com a raesm Sra. em sua
casa na estrada de Joio deBirros defron-
te do becco do Espinbeiro.
Devedores da firma A mu ral
Primo rt C.
O abaxo assignado, tendo arrema-
tado as dividas pertencentes ao espolio
de Antonio da Silva Castro, successor
de Amaral Primo & C, convida aos
devedores da mesma firma, a vrem
satisfazer seus dbitos no prazo de 8
dias, ra Duque de Caxias n. 91,
onde poder ser encontrado.
Recife, 25 de Janeiro de 1895.
Manoel Luis de Souza Sanios.
Companhia Promotora
de Industrias eMelho-
ramentos.
Pergunta-se aos Directores
dessa Companhia quando ten-
cionam pagar os juros das
300,000 obrigaces ao porta-
dor, que emittiram em 1893,
exija promessa de pagamento
deve se effeetnar em Janeiro
e Jalao de cada anno a partir
de 1894?
Oulrosim, quando pretenden!
fazer os sorteios para resgate
dos ttulos desse emprostimo,
que, segundo declarac feita
uos mesmos ttulos, devia co-
mecar em Junho de 1894 f
Um titulo de O obrigaoes
que possuimos est flrmndo|pe-
los Srs. Lima Duarte e llanoel
Biinleira e datado do Recife
em 4 de Outubro de 1893.
Respondam-nos, pois, esses
Srs., certos de que, se nao nos
respondereni satisfactoriamen-
te, levaremos o assmnpto ao
conhecimento dos Tribunaes.
'11.1 VICTIMA.
Recife, *9 de Janeiro de
1895.
ros.
tres relacoes de seguros, propostas cu- por ter perdido a sua nomeaco almejada'opiniios cima da fabricada por estrangei
jos premios e taxa sommam em....... de coronel, com a qual pretenda maia af-
7:934$700 e propondo-se a pagar em fectar a sua philaucia, e principalmente
prestacoes de 2008 a importancia que aporque recoia perder as grandes rendas
se disse ser devedor : havendo j d'este municipio, qua iurentariou summa-
Recifa, 28 de Janeiro de 893.
Ferreira Barbosa & C-
(Eslava sellado e a firma reconhectda).
Collegio de N. S. das
Meres
SEXO FEMININO
SOBa do HospicioiO
As pulas deste estab:lecimento Jo inslrucg
primaria e secundaria acha-se alerta desde
dia 7 do corrente.
Adrailte se alumnas internas, semi internase
externas.
A directora,
Afana do Carino Aseveio,
:

5


C@K3
\ \
.

J


r--
fc
Diario de Pernainbnco Uuiitti-foira 31 de Janeiro de l95
0 SONHO DE DURO.
3 e 5-Praca da Independencia-3 e 5
DE
mm && m
Neste estabelecimento encontram-se venda em grosso e a
retalho, bilhetes das seguintes loteras:
21:0008000 4. serio da 31.a da Bahia
20:000$000 17.a lotera de Alagas
Extracgo
Quinta-feira

31 do corrente

O SOMO DE OURO
PRACA DA INDEPENDENCIA NS. 3 E 5
Enderego telegraphicoSonho._____Caixa postal n. 8.
Companhia Ferro
Carril de Pernambuco
AYUNO
Para conhecimento do publico e nos
termos do recente acto do Sr. Dr. se-
cretario da Industria e Viacao decla-
ra-so -que sao os seguintes os princi-
paes caraci^cisticos da falsificado de
bilhetes desta^ Companhia Serie D.
Coupons cor de laranja" e amarello
nos falsos a rubrica A. Sampaio
que se l no verso, em uns litho-
graphada, e em outros parece feita
com carimbo de madeira, ao passo que
nos verdadeiros essa rubrica feita
com carimbo de metal um pouco gas-
to, o que deu lugar a sahir nelles dita
rubrica um tanto empastellada. Tanto
nos verdadeiros como nos falsos esssa
rubrica attinge metade dos bilhetes,
ficando a outra metade em outro bi-
lhete.
Alm dessas differencas notam-se
outras na face dos mesmos bilhetes
sendo as principaes nos arabescos dos
cantos e na assignatura A. Sam-
paj0) feitas em caracteres maiores
que nos verdadeiros sao.
Serie F. Os coupons verdadeiros
sao mpressos em papel branco, encor-
pado, chancellados nos versos, os im-
I Uns sao mpressos em papel branco gem sabr oj oatros preparado d\>Ieo de
I pouco encorpado com tinta preta no-jga-io de bacaihau nol hiividuoa de coc-
I tando-se visivel differenca dos quatro ituicSo fraoa e tamperament > Ijrmphat"-
cantos, confrontados com os verdadei-!o e especialmente m criaogas aflvotadae
notando-se mais, a primeira vis-,di raohitisxo, osteomatcci i e fcscropbu-
ros,
ta, que na palavra Serie F. adia-
se o F. afastado da palavra serie
e muito perpendicular, o que nao se
d nos verdadeiros.
Esses bilhetes tem parte da rubrica
A. Sampaio impressos em litho-
graphia, ao cumprido, com tinta um
pouco azulada.
Outros sao impressos em papel bran-
co, cinzento e pardojclaro.
Differem tambem nos desenhos dos
quatro cantos e tem as palavrasmeia
passagem e Pernambuco em
caracteres muito maiores que nos ver-
dadeiros. Esses bilhetes tem no verso
a rubrica A. Samgaio. em lugar
de A. Sampaio, impressa em li-
thographia.
Ainda outros impressos em papel
branco pouco encorpado, difieren) tam-
bem nos desenhos dos cantos. Na fita,
onde existe a denominaco da compa-
nhia, em lugar da palavra Carril, >
l-se Carrl. A rubrica > A. Sam-
paio, do verso desses bilhetes tam-
bem lithographada.
Finalmente, outros, impressos em
papel branco pouco encorpado, com a
mesma differenca nos desenhos dos
lis rao.
Jit Meo dea Nort*r.
Bauharel formado em Phib>op!iia e em
Medicina, e CirargiSo pl Uaiversidt.de
de C imbra, Socio Coiraspondente do lj
scituto de Goimbr, do Uetiro L/tbrar'o
Portugu a do Rio de Janeiro. Associad*
Provincial da Academia Real d- s Soiec-
cias de Lisboa, P/o*essor do L'oeu Nac -
oal de Vanea de Castello, Cimmendador
da Ordena de Nosea Seobora da ConceicSo
de Villa Vinosa, Fida'go Cavalleiro e
Moco Fidalgo da Casa Rea', com Bxerci
ci no Paco, Delegado de Saade do Dis-
ncfo de Viaona de Gaatollr, Medico de
partido da Cama a Municipal e do Hospi
tal da Santa Caea de I aericordia acata
Cidade.
Percambnco > eGaieta da Tarde provara o q'e
i liemos.
Nos casos de febre amarella o effeito e admi-
ra vel.apresentando pbenomanos lau mar vi b
10' que nesta cidade do R^cifo e no da Rio ne
Janeiro poaco recelo caa*a a feb-e araarrl a,
mesmo estando o doente cora vomito pretes-
sanguneooestes olumos periodos eut&o oe,
cesario a appicagaj em alta dos?, decir a ao
base annexa
Este Elixir a condecido do publico e de nm
grande nomero de d gnos mdicos aprese otado
oara combater os differen'.es inccmtnodos toaos
'.(les de caiacier febril.
Por moito tempe tivemos oceasiSo de 'ner a
ipplicacfco cas febiss erysipellosas e com tac
botu resaltado qne Bca-ros admirados de '.ao ai -
toa eCeilos.
Pela pratica ebegamos a conhecer qoe nos
atarees de feore erysipeliuJL. ..t erysipeiia como
valgamente se diz neessari j oso de 10 dlaf
lo Elixir.
Nos grandes locommodoe das senhoras mens-
trnscao, gravidex e oob casos de parto com fo-
bre de om resultado ora i > ce to e Bego'o e
a toa co.nposicao tac s jipies qne nao cff-rece
receio de applicar o Elixir nem iesmo em do ts
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos ditmis-imos medico? aoe deseja
rem faxer oso deste Elixir em sus canica au te
Bnjeitarem ncBsa prescripcao, mas sim faier i
a,plicacao em harmona com os casos qnedese-
jarem combater, certos de que o medcame; 'o
da composieso innocente para o organismo pt r
mus frgil qne Reja.
Modo de asar
A's crianfaa at om a ano 10 gotas de 2 era
boras em urna colber das de sopa cheia d ago
fru.
Oe cr auno i tres m goitas.
Da 3 a to annos em diante, 40 gottas etr.
Estas loses devem sempre ser appicaias en
agna fra.
Depoiittoa
Compannia de Drogas e Productos Cbimico
Recife, roa do Marqoex de OI:n1asn. 13.
Nacional Pbar .naca, ra Larga do Roaaric n
35
Pbarmacis Oriental, ra Efatreita do R^ssris
a 3
Pbarmacia Alfredo Ferreira. roa do BarSo di
/ictoria n. li.
Pharmacia Martins, roa Doques de Caxias n
80.
Pharmacia Ribeiro praga Maciel Pinheiro 21
Parmcia Victoriensn de Luis Ignacio de An-
rade Lima, cidade do Victoria
Para qaalquer informacSo ser enco
a imr na roa do Rosario Estreita n. 17.
O 003608 frascos sao qaadrados e cont go-
ta*. S'um lado teem gravadoEliy'.i ante-febri
i no OjiroManoel GardosoPercaaboco, e to-
los os orospsctca sao assignados por Mano >l
Cerdoso ianior, eodo falso os que nao forem as-
ttgOtOM.
inaesqoer moldstias da bexiga, entre ootrsa
a '-nmiuaria, oorinas doces e saogainoieotas
a emia, paralysia, erysipelaa, e inflaama.OrS
aas peroas e pi c-morrboida3, asHiaa, oyi o
;el!es, tumores, nevraigiap, e elcpbvtiais ao
morpha, as irregularidades dameostroac?o.
Prova se edm aqaelle namero de atistales j
publicados e os que existero em nosso pseer
arheacia des'e elixir n:i3 molestias indiojo-pf.
i:ncontrn se a venda ua Botica
do Rosarlo b. 33
A'rua Baro da Vicioria n. 37 so dar toda i
qoa'quer explicayao que for preciso acerca dest
preparado.
Colado fom ata falainFa^dea
Modo d
18
usar
Os adnUos lomaro quatro coiheres da-de
'opa pe nianu e quatro noite.
As criaugas lia i s 4 aoOM toaiarao urna co
iher pea manbS oatra a noite e as de 5 a II
tunos tomaro duna eotheiaa pea manb duas
uci'e.
le^io
S.-i nta
Llixir Anti-Febril Uardoso
SEG1NCO A FORMULA
de
Vlanoel Cardoso Jnior
Approvado em SI de Marco de 1890 pela i nape
ctoria geral da uigna junta de bygiene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre-
parado segando as regras pbarmaceaticas.acon-
selbadas pelos
oiu..0 ^i autorjs modernos e de recoobe
pressos em tinta preta com a rubrica cantos, tem a palavra >ene t, Wt capacidada scieatifi:i tanto no paix como
A. Sampaio por meio de carim-, impressa em caracteres muito maiores. aj tetrangeiro.
bo applicado uns ao cumprido e ou- A rubrica A. Sampaio desses b- E^te Elixir o prodacto nao s do grande es-
uo appiiwuu, una y ,. .,,. ilttnno._,nu:. todo das acefies pnysiologicas das sobstancias
tros atravessados. Um pequeo nume- lhetes e feita tambem por lithograpnia coll0lambem^pai,olo,icag6coa,oU[nbenl e 0 re
ro desses bilhetes, impressos com tinta
azul, tem no verso o carimbo da Com-
panhia em forma oval em tinta roxa,
com os seguintes dizeres ; Comp. Fer-
ro Carril de Pernambuco Recife, tendo
uns e outros dessa serie a numeradlo
feita por meio de carimbo metlico
manual.
Os bilhetes falsos dessa serie tem os
seguintes caractersticos :
em caracteres redondos e grossos.
Recife, 2 de Janeiro de 1895.
Felippe de Arajo Sampaio
Gerente.
1
Vianoa do Castell-, 15 de H
Ulna. Srr. Soott e
Td hi emprg-ido a EmulaSo da
com graode resol adu e nto manos
sai a 10 das immensas applicacoes nos diversos
caeos de febres de fundo palustre.
A applicacao deste Elixir na grande epidemia
' de bexigas de 1890 a 1891 mais orna vei de
: moostroo a saa eficacia ; pois 00 principio dos
1 orimeiros sympiomas a bexiga aborta, e m ca-
los mais adiaotado8 a bexiga passa a ser orna
io de 1886. loeoca febril vulgar apresentando pequeas lo
Bow iieiagOes que coma continuaco do Elixir de-
Si't
vaota-
aoMMEBnn
Bol?a cooinisrcisl de Pcraam-
bmmm
cotacobs OFFieiiBs a jBNTi os eaaaBTaKiia
lr*ca 4 Recite, 30 e Jinetrt ie 1995.
Nao boave cotacao.
presidente
Antonio Marques deAmorim.
O secretario
Mancel Gaocalves da Silva Pialo.
Cambio
Praga d Recife
Os Bancos abnram coma taxa de (0 18 as-
are Londres a 90 diar, reali*orto nnraute o oia
tigumaa trantaccoes a iO 1/8 tecbaolo o mer-
cado a 10 1|16. someote-
Em papel particular o banca-lo ifpaiiado
boove negocios regulares a 10 3|(6, com eotrega
em Fevereiro prximo.
< ola^ies de gneros
Pan otgrtculttr
Astucar
Usinas por 15 siles.
Criat&lliad i por 15 kilos .
franco, id( o ideaa. .
Smenos, I lem, Ideo .
Masca va do dem, id et\ .
Brota seer8 dem dem .
Boto melado, idem, idear
Relame, idem, idem .
6<003 a
54400 a
4ii a
37M a
2Sa a
tum a
it'B a
i #3N a
645*0
54890
5*hf
iiO
248*0
:420
14800
1459*
M. Lima A C, ii saccas c jld l.aiO kilos de
aleodio.
F. Leal, 100 saccas com 8,000 kios dealgoiSo.
Para O interior
No vapor allemao Macedoma, para Sal-
tos, cr regaram :
P. Carneiro & C, 323 saccas com 23 610 kilos
de algndao.
Vapor ioglez Sba'tegbory para Santos,
carregou :
Companhia de Est va, 1.700 saceos com 101 000
kilos de assocar oraoco e 800 saceos com 48,000
kilos te asBoc r mascavado.
No iapor cacioial Olind, para San'.03,
carregaram :
Pohtmao & ., 2,000 saceos com 110,000 silo'
de anudar ojascavado.
Para Rio de Janeiro, care^ao :
J. M. Ltite, 234 saceos com 14,040 kilos de
aaasucar mascavado
sa parecer sem todava aprasentar recelos de
pergo.
Os muitcs atteslados publicados no diariode
Alfiodio
Cetamos nominal a 114200 por 15 kilos sem
compradores.
Mlool
Por pipa de 480 nlrei 2504 venda.
AguardeBte
For pipa fie 480 litros 1454 venda.
Canroa
Seceos salgados na base de 11 kilos 660
venda.
Verdes a 430 ris, naatiaal
Carnauba
Cola-se de I2 a 224*00 por 15 kiios.
el
Por 1104000 nominal.
- No v.por loglex Stel'a-, pira Rio de Ja-
re 'o. carregaraui !
M. S. Miia, 5G0 saceos com 50/XiO kilos de
arsjear branco.
P. de Olivelra Maia, 10 pipas com 21,00) Uros
de alcool.
Gu maraes & Valeoe, 100 latas com co ve-
getal.
P.oio Ferreir A C 30 pipas com 13.959 litros
de alcool e 50 pipas com 2J,2. litros do aguar-
denie.
Nj vapor i.igle Cipaa, pi'a S:ntos, car-
rega'am :
peblman A C, t,000 saceos com 6;.030 kilos
de assocar miscavado.
M C B. de Mello, 30 barricas com 2,7t0 k de -siucar 'eaoa'io
M. S. Maia, 300 fa^os com 13COI kilos de
assocar branco e 300 saceos com 18.005 kilos de
aas-ucar mascavado.
Para Ro de Janeiro, carregiram :
Loyo & Moreira, 1000 SiCCos ce 60,000 kilos
d> asaocar braceo.
F. de Oliveira, 320 saccis com 19,200 kilos de
assocar branco.
M. C. B. de Mello, 200 aa'cos com 12,000 k los
de assocar mascavado e 400 saceos com 24,000
re;, k los de assocar branco.
Para Victoria, carretarom :
Pereira Pinto & C, 20 barris com 8.C00 litros
e agoardente.
Coapaobla ue Est va, 545 saceos com 32,700
kilos de assocar branco, 1,625 naceos com 97,500
kilos de assucar mascavado, 5 i> rria com 436
nina de alcool e 825 Dirris cata 54 575 litros de
agurdente.
No vaco* ogle S. P.-ioce, para Para,
Na Darcaca AieliBa. para N tal carrr-
garam :
Tavue) Lapa A G- 20 barris com 810 li res de
viiwe 15 calxas com 120 litaos de geoebrs.
Na barraca ParagoassH. pira Paraayca
cirregara*":
Coeibo Pinto A C, 25 caixes com 810 litros re
cidra, 22 caixas coia 1,126 luros de enebra, 16
birria com 1,1*5litros de vioagre, 51 barris cot
2.293 litros de vinbo de frotas, 4 caixas c-m 48
litros de cogoac.
na barcaca Uaiao SociaN, para Macelo,
carregaram :
Fooseca I-mos & C., 130 caixas com 2 215
kilos de sabao.
ftendimentos pablleoa
Mex de Janeiro de ti 95
Kl tandea*
llixir depura
ti vo vegetal
FormiiJa de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Approvad pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 2(
de Julho de 1887.
Esl 3 depurativo de grande eficacia as mo
estUs sypbiiiticasi pe imoreza do sangoe; assim
como em todas as molestias das senboras.
Tem curado radicalmente multas pessoas ac-
commettidas da terrivel molestia beriberi.
Rbeamatismo sypbillico ou goiozo, dr tica eropcoes de peiie, cancros, e cancros ve
nsreos, flores brancas, byaterismo, frooxirtio de
ervos, irites e ootras uilaromatoes dos olbo^.
molestas do ligado, escrontiaias, escorboUs
soffrimentcs de estomago, lceras, gommas, l,-
nlas, emping)* dos, aiiros, paonos e mancha;
di palle, bobas e boooes, sanas, catarrbos e
7 cargas com milho aecco a 200 rs. Ui'O
6 cargaa com (ei)ao a 200 rs. 1 i '
67 lugares a 200 rs. 134400
16 Suinos a 200 rs. 34200
12 comp. com aineiroa a 14000 124000
9 comp. com sc\z io^ '00 rs. 64300
10 comp. com fresBurn ~ '> '8. 04000
34 comp. com comidas a 70o rs. 234800
54 comp. com faxeodas a 600 rs. 3244 0
49 comp. com verddras a 300 rs- 144700
86 comp. com faroba a 4M rs. 31*40 >
47 comp. f-om talbos a 24000 944000
2914530
8.08M300
8 3754S0O
Colli
Curso |i*.uiarao e de
ruz
prrpara-
ia>rioa
75 .: i e auspicio -'5
(Jomiai so^ b .ii ercan des tbaixj rssigoa
dos e^tj estrbe.l- clmeu o de cu :itSo e ioa*roe.
ai pilcara a etuodana, pviuijooiin
lino, rojas to'as tOrir l-LSl 00 da 16 j
o r.nie.
Hcci be a'uxDiB :nterro?, neos persionisla?
n fxttrnos.
Ialarmaf,0es e estatutos ><'. 1 dado3oocol-
legio.
Ru. do Hospicio n. "5
Os direeio'es:
Joaqom Ag'ipmo He M-monga SimCes.
AOiooio da Silva Guims-a s.
Cura de tosse astlioiatica
com oPeitorai de
Cambar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Rcgo, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse astigm-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Ycitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimiccs.
^^ '; a-
m --.j- 1 a^Mr- %u
Esplendido sortimento, tera o
,'
Au l'aniilN den II.1 <*
*-
Rendimeato dos dta 1 a 28
Beoda geral
Do lia 2 a 29
dem de 30
(.189 9734472
85:428152
Renda do Es ado -
Do da 2 a 29 391.76046S6
dem de 30 9.7J94410
1.475:4014624
401:4704076
Somma total 1.876:8714700
Segunda se:gao da Aliandega de Feruampoco,
30 ae Janeiro de 1895.
O cuele da seccSo
L. F. Codecera.
O tesooreiro.
L. M. Rodrgaos Va I enea.
RECEBEDORIA DO ESTALO
Oo di 2 a 29 81:1074509
Ides de 30 11:7564219
Total 92:8654728
TABELLA. DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALGODaO
Mez de Janeiro
Bifcagas.....
Vapores.....
Aoimaes.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco. .
dem doLlmoeiro.
Somma.
ias
Asso-
car
Saceos
30 187519
0
a
a
a 30; V37
a
a
1
29 18742
29 117582
29 94817
1425397
Algo
dio
Saeca-
2650
598/
958
60
741
8960
19863
fixportaeo
Recife, 29 de Janeiro de 1895
Kara o exterior
No vapor ioglez Explorer, para Liverpool,
carregaram :
Delmiro Gooveia, 5 000 saccas com 350,000
kilos de careos de algodio.
V. Neeosen, 2 293 saccas com 160,510 silos de
carogoa de algodao.
No patacho americano -Mitey, para NiW>
Yo'k, carregon:
Aotcolo Xivier, 2,000 saceos com 150.000 kilos
de assocar branco.
No vapor allemao BabiloDg, para Lisboa,
carregaram :
carregaram :
Fonse:alrm5o9 & C.,503 caixas 6,500 kilo de
83Nov'a Mala t C, 600 ;a:co8 com 36,000 kilos
8ti"imaraes & Valente, 300 saccoi om 18,000
kilos de m-lbo.
a vapor nacional Alagoas, pira Manos,
(*u rriffftl*tfi*l
Amorim & Cardoso, 25 barricas com 2,155
k ios da assocar branco.
M Collago A C, 3 caixas com 36 litros de ge-
ebra, 1 caixa com 24 litros de vinho medicinal
e 10 barris e 31 caixas com 1,220 litros de vlabo
Mo-ir'a A Cosa, 6 caix.s com 54 litros de Rea-
re' caixas de conservas e 2 caixas com tonco.
Pestaa dos Saotos A C, 1 caixa com 3.0 kilos
P. Airea & C 160 saceos com 10,286 killoa de
assucar branco.
Para Par, carreg:ram :
6 Crrela & C. 10 barricas com 2,000 kilos
de assocar reflaado.
Para Ceara, carregaram :
Rossback B., 31 saceos com 1,860 kilos de
fe'iao.
No biate nacional Dos te Guie., pira Ara-
caly. carregaram : -
J. S. do Amaral C, 2 barris com 180 lit'os
de vinagre, 2 pipas cem 930 litros de agoarden-
te 45 earralftss e 30 ciixas com litros de ene
bra 44 barris com 1.800 litros de vinho de fro-
tas.! caixa com 40 l'tros de cidra e 1 caixa
com 24 litros de vioagre.
Do ''a 2 a 29
Idam d 30
RECIPE DRAIIUGI
Tolal
6:158 460
2:1584749
8:3174209
Muvimen.o do porto
Navio entrado oo da 30
Babfa e escala9 dlan, va o- nacional Marques j
de Caxiao, de 500 toadadac, commaodaaie
Francisco F. V.llela, equlpagem 29, ctrga
varios gneros ; a Pedro Osono de CsrquMM.
Halifax 35 das, palbabate ingle-. CUfiord,
de 139 toneladas, capilao B. L Culi. n. eqni-
paem 7, carga bacilbo ; a Blackburn & j-
Momovia (uiDeria)20 das, patacbo oorue^oeo-
se G-rarai, de 132 looelalas, caoltao Pef
ter A. Nuaard, eqoipigom 7, em laslro ;
crdem.
Observagao
Nio boove sabidas.
Ulereado HcnieipRl de s. .oae
O movimento deste mercado no da 29 de Ja-
neiro '01 o seguate ;
Entr.nm :
43 bois pesando 4.611 kilos
555 kiloa de peixe a 20 rs. 114103
4 compart. com mariscosa 100 re. 4400
3 ditos com camarfleg 100 rs. 4300
21 i/2 columnas a 600 rs. 184900
5 carga com galliohas a 500 rs. 24200
3 caasoaes com galliobas a 300 rs. 4900
1 cargas com milno verde a 300 rs. 4300
1 carga com cebolinbo a 300 rs. 4300
6 cargas com melancia a 300 rs. 14800
2 carga com bananas a 300 rs. 4600
6 cargas com diversas a 300 rs. 14800
5 cargas com lougas a 30) rs. 14500
1 cargas com macacbeiraa a 300 n. 4300
1 cargaa com gerlmoos a 300 rs. 4300
2 cargas com laranjas a 300 rs. 46OO
40 cargas com farinn a a 200 re.
\--voa do da :
Carne verde de 300 a 14 rs. o kilo.
Sumos de 900 a 14 dem
Ca-neiro de 14000 a 14200 idem.
Faricha de 700 a 1400) rs. a coia.
liitbo de 600 a 700 rs. a cala.
Fsiiao ce 14500 a 240C0 a coia.
faTlos esperado
Rio de Janeiro
Ligar ponuzoez Nova Ualj.
Paiacao nacional-Osear.
De Pelota a
Pu a.ho aaclonal Jayme
Patacho belga Emilia-
De Montevideo
Lugar inglez Cymric.
PdWcbo nolanoez Johanne.
De Caruit
Birca noruega Gadrun-
Barca noruega Bengal.
Barca inglea Culdoon.
Birca loglexa James Liversey.
Barca noruega V. da.Gima.
De Londres
Barca noruega K'omos.
De Terra Nova
Logar ingles Gjldrnbm/.
Logar iogle Tyree.
De Hamborgo
Patacbo ooraegoense Ew rd.
Bi ci allea.a Emma Baocl.
Vapores a entrar
Mea de Janeiro
.Agnamar, do sol. boje.
J. \V. T..ylor, de LiverDool'Aoje.
Cvrib Pnuce, de New Yoik. boje.
Mez de Fevereiro
Ioerla, da Eoropa, a 2.
Charante,da Eoropa, a 3.
iE-ia-tea, da Eoropa, a 3.
tTa?os, do bu', a 3.
Manaus, do nosle, a 4.
. /lile de Buen s Ayres, da Europa, a 4.
Bratili, do ol, a 6.
Nile. da Europa, a 7.
Atlieri.de Billlmo-re, a 10.
Luuria., do sal. a 11.
P^rtogoese Prloce, do sol. a 12.
Pernamboco do n irte, a 14.
Vapores a sahir
Mea de Janeiro
Rio e esc., tMicedonis, hoja, as 4 horas.
Santos Homnoldi, boje, as 5 biras.
Cear esc. .Bebenoe, hoje, a 3 horas.
Bio e Santos. Capaa, hoje, < 4 horas.
Santos e esc, Ollnda, boje, as 4 horas.
Sanios e esc., Pandora, boje, as 4 horas.
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambai-
Declaro que enancas d-? minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR^., de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[ Socio da firma Uauoci Joaquim M?
reir & C, do Rio de Janeiro.]
BILHA l
O superior panno e bollas, tem o
Au Para< des Dames
confeceo, o qual foi julgado bem ma-
nipulado e de accordo com a formula
aPresentada, tendo pago no Thesouro
do Estado, a taxa de licenca exigida
pelo regulamento sanitario vigente.
Inspectora Geral de Hygiene do Es-
tedo de Pernambuco, 18 de Janeiro de
1895.
Dr. Martins Costa
Inspector Geral interino.
Visto, 18 de Janeiro de 1895, Dr.
Martins Cosa.
Registrada nesta Secretaria fl. 3
livro competente. Secretaria da Ins-
pectora Geral de Hygiene do Estado
de Pernambuco em 18 de Janeiro de
1895.
O secretario, Bacharel Apollinario A.
Meira llcnriques.
Precos na fabrica: duza 2 5.->000;
garrafa 2$ 500.
mi XZ^^jA pessa que mandar...
mgk^CS^ 25#ooo aos fabricantes
**i3 recebe urna caixa com 12
garrafas do Cognac Brasileiro sem des'
peza de trnsporte, para qualquer pon
to do Estado, servido por caminhi**
de ferro ou martimo.
Ao livh'Ac
Ni cidade d-o Tiet, uroa dsa famAS
m-is numcr.sf, m s u ohecica e maia
a^inaa88 6 t m lia Sdveira, nAo laven-
do n're os tio'erisea di sca'ndn po-
toda parte q-iem .2 toohec* o sig tata-
rio da 0-1 ta i-, ra tTiit, 27 de N lien-
bro do 8L'3.Tendo cubudo doente, h
vi- 8' 4 n.i b com coi i'-c i-rocdo horri-
T'.\, qu 1 n-m bsi .xpnr, de em ha
ia-:a do .:(.!".(.. (Jiimplttmente in t i-.do
e.u nena afas'rea, re rbido eoo mu re-
ca.t.i, de reo-18 pa"*.i'i*.i'8 t- ut. g a, p rqoe
a mtd'.'.rs c!"8 ifiearan meu ico.mmcdo
e morte', bj, gragaa 1* -ii e a>,-.eu
irporuntissiiiio lisir M. Morato, c
ni
Vi viJr.s que tomei esto a bow coipla-
tarartotj r6t .hi-lee-d H >j-, folsiiente,
est) 1 triittc'o de mena f.faz<-rea e voltei
ao te o re BBrOa pareotea e an"t;03 com
a tisl 980 onsid-rai d -me |So. l o que
ee pln dssi- m loon'e iin-n'O railagrcao
do ecu Elixir M Mordi. P io facer des-
ttu ua i quo Iha coovier t-ibacr -mo
Oijx feita :8tinia e conaidera^ao. De V.
. amigo.
Joaqu'cn O-riei- d Mor 18 S v .
Eb\ reconlecdaa firma tei > o-UI ?.
ttbe liSo d< Tif, J-.a< BapL>L,k d 3 Ate-
edo M-rq- es.
AgeotCn :
ompaub-'a de Drigti.
Rus Marquet da O nda 2-1.
Peitoral de Cambar
Opiniao do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares,
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affecces pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e etficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro. (Parahyba
do Norte.)
O Bapniscr EstaCadiarel zo
LECCIONA EM CASAS PARTICULARES
Pode ser procurado
A ra do Visconde de Goyanna n. 43*
^/8- G>
oy^^&j^-i
2:000^000
de Fevereiro
Baenos-Ayrea e esc, Iberia, 2, a* 11 boris.
Buenos Ayes e esc, Bqoaleur, 3. as 12 horas,
oulbampion e esc, Tagos, 3, as 11 boras.
Buenos Ayres e esc, Charante, 4, as 3 norap.
Rio eesc, Mmaoe, 4, ai 4bosai.
Santos e esc, Villa de Buenos Ayes, 6, as 4 b
M.nins, e esc. Branl. 7, a 1 no'a.
Buenos Ayres e esc. N le. 7, s 11 horas.
Valparauo e esc L urii, 11, aa 4 boras.
Rio eesc, iPeroambocc, 14, as 4 hora?.
Do-se 2.ooo$oco em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentci-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
anda mais graves, dei-lhe entSo o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento
[S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] *
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos Ch micos
V*l fr"BaVBfe^fo^a/Wu^c) a
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a Influenza,
s Corysas (difluxos) acompanhadas de
eacco febril, brojic/wpneumona, cat/iar-
ro pulmonar com febre elevada, tubcrcu-
lose em segundo perodo com catharrhos
sanguinolentos, asthma, larangic, moles-
tias da garganta, iusomnias e osses sufo-
cantes cedem i:n mediatamente ao uso do
Xarop- de Lobelia nlata
Ellicr bronaado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de lto valor therapeutico,"ap-
provada pelaillustn inspectora de Hy-
giene do Estado, com o parecer do insig-
ne clnico r. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo Xa-
rope do Lobelia nflala, no tratamento da
Influenza podem sar attestados por cente-
nas de pessas da maior excepcSo, resi-
dentes n'esta cidade.
DepositoPliarmacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Teledhne n 398 Endereco tel
phicooevedo.
-l ll
Ricamente guarnecidos, tem o
tgia
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gc-men-
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Chimicos.
h Au Paradis des Dames
llb^----&C& -0^2 -%P? ^r-
Qy^gj^
SfOOQSaa'.os e eac, Athens, 15, a 4 horas.
la falln a imprensa, agora
falla a llygieue do Estado
(Copia)
Inspectora de Hygiene Publica do Es-
tado de Pernambuco, Recife, 18 de ]a-
neiio de i8g$.
Concedo licenca ao pharmaceutico1
Martiniano Veras, para expor venda exPomos
Pndola Prnambncaoa
MQIfliHIITMGLC-
5 Ra do Cabug 5
T p'roprietarios deste conhecido es-
tabelecimento tm a vantagem de orTe
recer nesta occasio aos suus disetin
t8Smos amigos e freguezes a mais ca
prichesa e elegante escolha de
do mais requintado gosto escruplosa-
mer.te compradas nos centros Europeus
por um dos seus socios.
Em joias "om brilhantes, pedras
preciosas e t 'a fantasa relogios dos
aflamados fab. cantes PATEK PHI-
LIPPE & C- J. LIPPETZWALTHAM
etc. em ouro prata e nicke para se-
nhoras e homens de urna delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
a admiraco de todos aquel-
i
V!
preparado Cognac Brasileiro de sua Ies mam i
.
{


[
i
*
_______________________________________________
iarlo de Pernambnco 4|uiiita-feira 31 de Janeiro de 1895
D1TAES
Alfandega de Pernambaco
De crdem do lllm. !?r. Dr. in pector
acha-se marcado o prazo de 15 das, a
contar da presente data, para intcripsao
do concurso qu e vai proceder-se nesta
Guarda-Mora, para os lugares de guar
das, o qual constar das materias se-
guintes :
Pcrtuguez, leitura, escripta e g-a.nraa-
tica, e da arithmetica operactSes fnnda-
mentaes sobre nmeros inteiros, fracco\s
ordinarias e system mtrico.
Os concurrentes deverao provar te- de
18 40 snnos de idade, ser bem pi-oce-
dido. e n5o haver conomettido pena in
famante, nao si.ffrer mulestia, e dispor
da robustcz necessaria para o ssrvico.
Guarda-moria, 24 de Janeiro de ifc95.
O guarda-mor, j
G, Malchcr.
EDITAL
O Y)e. Jos Juliao Rigueira Pinto do Souza, Juiz de Direito do 1.*
Disricto Criminal do Municipio do Rooife, etc.
Faco saber que tendo designado o dia 25 do Fevereiro prximo
vindouro, s 10 horas do dia para abrir l.'sossao do Jury, que traba-
lhar em dias consecutivos, e ha vendo procedido ao sorteio dos 36 jurados
que tem de servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da lei n. 15 do 11
de Novembro de 18J1, sahiram sorteados os cidados seguintes :
O Dr. Frsncisco ltino Correia a'Araujo,
j lis di direito da comtn ifaio dt ci iaHeo
( K .-fo, capital do EiUdo da Per-
n iiiK':.'j, em virtode di iei, etc. eto.
F*c/> Beber aos que o presente edital
vir: m cu delle n-.ticia tiverem, a qoem
intr-ssr cossa qi-e, de contorm dade
com o titposto ro a t. 1. do de) n.
3322 do 14 de Julin de 1*87, fija mar-
cado ( p i z ~ de oO diaj, c ntados da data
de parjCBja ri'ettp, par o co oirso ao
provimento vitalicio tos i ffiei >s di 1. e
2. eecrivSo do commeroo a'esle muni-
cipio do Ricife, o 1.* cretdo pelo dec.
n. 1".97 di 1.* de Maio de 185, o
2 creado pelo dec. r. 1710 de 31 de
Detembro ci > mesmo inno ; < s quaea tffi-
cioe ee a^harr vagos peKs fi'lecimentos
dos lespec ivos serventuar o* Manoel flu-
go'mo Pereira Girados e Antonio Joa-
quim Machado. Convido, por tarto, aos
pretndenos as serventas dos menc era-
dos oiSj'os, a se apreaant&ram dovida-
mente habi itade?, drntro do prso mar-
cado no supr'citad. deo. p. 3322, a na
"rrra do lo. n. 9120 da 23 de Abril de
1885.
E para que ciegue ao conhecimento e
todos, mxndci peaear o pretrita edital,
que ser publie do pola impr^iea e sffi
xado na perta dos audit ros d^sta eda
de, e delle extrahida urna c pia, queaoi
remettida Secretaria dos Negoci da
JustQa do Estado, par* o rim india*do oo
art. 157 do citado decreto de 28 o'Abril
de 1885, com a deelarac^o do dia da pu-
blicarlo o iffisi-cao do neimo edita'.
II.ci e Lsesado t,'esta C dad d> Rac>
te, Capital do EaU <> le Ft ; m vico, aos
23 de Janeiro de ',')>.
Eo, Antonio Augusto da Frota Menecer,
!. eecnvJo ioterino, o eacrevi.
Fracciace Altino C. a'Araujo.
Recife
Ignacio Pinto dos Santos Correia.
Joao Alves Pimentel.
Jos Joaqum d<; Souza Correia.
Jos da Costa Carreiro.
Sanio Antonio
Antonio Teixeira dos Santos Jnior.
Francisco Bruno.
Augusto Hermenegildo Fedrosa.
Anacleto Jos de Mattos.
Antonio Martins Saldaoha Jnior.
Jos Nicacio Alves.
S. Jos
Libanio Prezidio de Cirvalbo.
Joaquim Cervulo Vieira da Paz.
Beltniro Manoel de Oliveira.
Pedro Pinlo de Queiroz.
Porplrio Poppe Gyro.
Miguel Archanjo de Senna Santos.
Ramiro Antonio da Co3ta.
Lourenco Juslinianno de Suma.
Lucio Brazihanno de Moraes Pires.
Luiz Bezerra dos Sant09 Lima.
Paulo Francisco de Souza.
Amonio Soares Teixeira.
Saluslianno de Albuquerque Maianhao.
Afolados
Chrislovao Gomes Pe Irosa.
Erancelino Francisco Duarto.
Amonio Augusto de Araujo.
Henrique da Fonseca Coutinbo.
Dr. Manoel Flix Giliranna.
Antonio Luiz de Castro Mascarenlias.
Boa-Vista
Antonio da Costa Morelra.
Joaquim Martins de Mello.
Jos Joao de Amorim Jnior.
Joaquim Lopes Machado.
Jos Antonio Ferreira.
Graca
Elyseu Aquino Barbosa.
Henrique Jos Burle.
A todos os quaes e a cada urn de per si, bem como a todos os inte-
ressados era geral, so convida para que comparecam na casa do Tribunal
do Jury, ra 15 de Novembro, tanto no referido dia e hora, como nos de-
mais das seguintes, sob as penas da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos se passou o presente
Edital que ser affixado no lugar do costume e publicado pela imprensa
Tambem se remetteru iguaes aos Juizesde Direito e subdelegados
respectivos p^ra publical-os e mandar fazer as intimaces aos jurados aos
culpados e as testemunhas que se acham ern seus dislrictos.
Recife, 25 de Janeiro de 185.
Eu Manoel Bernardino Vieira Cavalcante, 2." Escrivo do Jury, o
escrovi.
O Dr. Francisco Altico Correia de Arar-
j", Juiz re Direito do C^mrotrcio desta
Cidade do Recii?, capital do Estado d j
Pernambuco, em virtade da lei, e c.
F.-.c. saber aos que o prese, te edital
virem ou a'elle outioia tiverem, que se ha
de arrematar em preya publica c este Jui-
zo, depois da respect va audiencia co dia
31 do correte es be 8 segnintes :
Urna mechioa a apor ausente oo er-
gecho Uainha do municipio de S Liu-
renyo da Matta desie Estado, bastante
usada com torga de 4 cavsllo, caldeira
bonaonthl avalada por 600^ e vae a pr*-
Qa por 4801 com o batimento legal e 2
Cvallos, aeaao uro preto an la. a ho re-
galar, avallado por 150 e vai a p--^
por 121S50O com o abatimento leg*l e
outro castanho pequeo, av&liado por 130d
a vai a piaga por 105(J3C0 com o abati-
mento legal. Ditos bsni vS- k 3 prag
pela qnantia de 7 U-S800, feto o b ti
meoto lega1, por acefto execativa que move
O Banco Enai-s t de Femare bajo contra
Jos do Reg Barros e Albuquerque, para
papamento da quai ta de l:6s7:j30 alai
dos juros e custas havidos e ptr tiaver.
Companhia de Servi-
dos Martimos de
Pernanjbuco
D' accordo com o que prereitua o art. 447
Begolamenio soDieaa eoctedides \Dooyaias, i
coas disposieao do Ss. ccloelttas oa'iede so-
cial, es segoiotes aicumeotos rela'lvos ao anoo
prximo psssado.
t Ccpta dos balancos.
2*. Copia da 'elacao nominal dos aerkn 8'a?.
3 Copia da lisia 'iieiaj ddarcOta.
Recife, lideJjoetro de I89i.
Francuco e A Csrdcso,
dirrcior adju^tr.
Banco da Repblica
do Brazil
Paca ee c quarlo di id o Baoco a ra: i de 6O0O p ir cal' ar;5o ncri-
da e 3*000 pela que e-t com BO O/i ralirado,
no escriptorio de Pen-tn fa-neiro & C. a rn
do Commerno n. 6, t sDdr.
Ricie. lo de Jieelrfl de 8S5.
oipaoia
Centro Commercal
l* chamida de carHal
Hivrnlo stdo | esoeoirij o decreto do Go
veroo Federal, concederd> auionsagao para a
cra'i:3a<_o d^a'a comp: nni, temo! a aatisfac
ae coovi .ar os Srs, s ;tico8 j^ .enlisnem oo
Sanco de l'eroaicbcro, oe^la capHal, aeotro do
pr d^-15 0/j do capital que Pohflcrever iosuyar<.&p a mpsoia companiiia.
Maie S ae Janeiro Oi oirrciorea
TlliorciJ A. de Carvalho.
B an ntuM da Axorim.
Pu iro d Almeida
SANTA ISABEL
lompaulila jOramatiea Italiana
Quinta-feira, 31 de Janeiro de 1895
OAMLET
PRECOS DO COSTUME
Bonds para todas as linhas e trem para Linha Principal voltando pela
do Arrayal.
Principiar s S horas
-CLUB
Jos 'Juliao i{egueira Pinto de Scuza.
Secretaria da Juanea, N eocijd loit-riorea e 1-u s-m i^ui qu- .iuv 11 ((
stroccao Publica do Estado de Peroambaco. ; pra. O eacriraj nletioo
Diertotii da Ja iici.I S.'C).=-Ea 2 Freir.
, au te E a oi-?u.
dj j.ry, Jos Mi'la
ce Janeiro de 1893.
hDITAL
Certifico que afxei hoj 1 hora da tarde no
logar do c>:ta re, o edual do S,- Dr. jan de
O Sr. D S cretano aa Jnstic^, Negocies Inte- direito deste mnal:ipi', poudo em concurso o
fiores e I ictrucca > Fut>lje?, em observancia ao;offijio de escrivo no jury o exe-'acO-'S enm
disposto co ari. oT di R'jcolament) aooexo ao
Decreto o. 4-'0 ce 28 de Aonl de 1885 minda
fazer publico o eiilal abano transcripto, pondo
em concurso, com u prazo de 30 da?, a contar
desta data, o ofH -io de eacriao da p-ovedona,
capellas e re.-iduos do monicipio de Gjjaana.
O director,
Alfonso V. de Mideirus.
O Dr. Kanot-I
E lital
Tobas do R'go
Alboqoerqae,
Dioaes d(g e mesmo municipio Uju f.
Goyauoa, 16 de Janeiro de i 895
O po-t- i o rio- au morios,
Aatoiiio Pe eua ce Qjeirox.
Edital
De ordem do Dr. Sub-Prefeito faz-se
publico a quera interessar, que no dia
sexta feira i de Fevereiro ao raeio dia,
uide Ateto do a ocicipio de Goyanoa," Estado r a prafa na porta do Paco Munici-
pal, para pagamento das despezas de
E nio haveodo aiiisitaoto que cubra o
o abatimento iegal,
prac* na quantia de
prec/i 712*800 ern
sobre o preco da 2
de Pernarxbnco, em vir ode da le, ele.
F. qi faber a a que o preseo'e edital virem e
delle liverem scieocia, que teod > em 2 de Agos-
11 do anoo piscado, affisadi edital, com o piato,
de 30 da3, contar da me^ma dati, pondo f m
concorso o provimento da se-vealia vitalicia d>
officio de escrivo da provedona, capellas e resi-
duos d'e&'.e mooicinio, que se ai.ba vago em
cooseqoencla do sertrntoario vitalicio Mamei
Edaardo Llns Wanderlty, cojo tfBcio foi creaco
pelas ordenares do Reino, e nao icolo sppare-
cido coocn'reote, esia alerto pela s-gunda vez
o coocu so do dito (llicio. com o prata de 30
das, cootar d'esta data.
O concorre ues deverSo iostroir saas petices
com os seguintes documentos : !, au o de exa-
me de folSciencia ; 2*. certiao de idade; 3 "
c rtidao ce examea de portogoez e aritbmetica ;
i fclna corrin ; 5.. attesiado medico de ca
picidade pbyiica ; 6.. pr^coragao, se requere-
rem por proccado< ; 7, finalmente, ouiros d -
comentes que forein convenientes para prova de
caoacidade jr. Ossional, lado nos termos do art.
2:0 do Decreto n. 9itu de 28 de Ab-il de 1885.
E para que ebegoe ao conbecimento doa mte-
AuJa de cbstetrica do Hos-
pital Pedro 2o
Avias-sp as pes^oas inleres8>as de qae aa
matrlrolae do orso de obstetricia abrem-ee oo
la 3 de Fevereiro, deveodo a pretendentes
ap esenUrem os tejs reqaenmeotos a'. o oimo
da do mesmo mez.
Sao cooii(Ses para p trat-icolj :
i* ser mator de 18 e menir de 40 at.nos.
2a saber ler e escre^er, ter co.-ta de systcma
meirico decimal e as qoalro coilas fuQdameo-
tapa da ariibmetica.
3* ter ba (ooducia eitfl e mo al e cao soff-er
moleetiaj coatagiosas.
Eat s cond c6ea deerao ser p'ovadas por
exame? praiicadoa aotes da maincoia cu por
bt;e;t -des de p'oissijcaes babilitados, seoo s
de cordocta passados por aotaridaJes c.v.a
p?cle8l38'lca8.
Hispital Pedro 2a em 1% de .'aneira Ce 895.
Dr. Igoacio Alcibiades VeiLso, director do
erygo saoitario da Santa G*a.
reasaiioa maodei pairar u psente, q e srr
ffixaio oo logar do cotlume e reprodozuo pela
imorensa.
de 7920 serSo os mesmo^ beos entregues Dado e passadoim-lll ciJade de G.yaoaa, b
a quem n>& o: lance cerecer em v ata de
quem
ser a 3 e ultima praga.
E para que chegue ao conhecimento de
todos maodei paa.a o prneotq edital que
lei publicado pela imprens% e affixado
noa lugares do c stume.
DbCO e pascado nesta Cidade do Reci-
fe, aos 2' de Janeiro ce 1695.
Dou t, s^bicreve e (.ssigno; o esoiivlo
interino.
Bacbarel Francolino r'a Silveira Machado.
Francisco Altino Cerria d'Araujo
dtal
Questura Policial
Constando que nao obstante as or-
dens expedidas por esta Questura, em
edital de 2 do corrente, relativamente
venda de bilhetes da Lotera Nacio-
nal, continuam a ser vendidos em di-
versas casas, e por particulares, bi-
lhetes da mesma Lotera, de ordem do
Dr. Questor, declaro que sero toma-
das terminantes medidas, e executado
enrgicamente o dispositivo do art. 2."
do Dec. de20 de Janeiro (de 1890, em
vigor, contra os que infringirem o re-
ferido decreto.
Secretaria da Questura Policial do
Estado de Pernambuco, 30 de Janeiro
de 1895.
|0 secretario,
Qaisiano Lopes
Alfandega
Aforamento ce terreno de mi
r.'nha
De ordem do Sr. Dr. inspector d'eita
Repartida" 1 se fas publico, qae tendo Jote
Rodrigues Pioto Ferreira, requerido .or
aforamento o terreno de marinha d voloto
anexo a sua fabricado rgiardent", rito
a rt da EsUc&o da fregoema de Alaga-
dos 'esta cidade, sao chamadsa nesta
-Aifa^dega as que forera oppostaa ao relo
rdo tforamento, afim de reqoererem pre-
ferencia cu o que j;'grern a bem dd scu
diieito no piaio de 33 dias, que Ihes fica
marcado, contar da publicado do pre^
sent ; fijando desde log> eoientes da
que, Bndo n mesmo prsaj neahuma ra-
clanacSo ser acceita.
3 SeccSo da A fndega_ de Peroam-
buco, 16 de Janeiro de 1*95.
O ch fi de sacio.
Clito Valtenoo Pereira.
le Jaoeiro de 1895.
Eu, Joe M.na Freir, eferivao interino do
jory o escrevi. -Uaaoel Tobas do Reg Albo-
qoerqoe.
Eei conforme com o proprio oricioal o vae
sem cooaa qun dovida faga : dou f. Era ut
>upra. O ec iaj iLtenuo do jo-v, Joe Mara
Freir.
Certifico qop aflisei boje i hora da tarde, no
losar do coa un e, o edital do Sr. Dr. jais ae di
reno de'ie maolcipio, pondo em concurso o offi-
cio de esc iv&o da provedorla, capellas e resi-
doos deee mesxo monicirio. Doa f. Govan-
na, <6 de Janeiro de lb95. O porte ro aos ao-
ditories, Aoienio Ptr.-ira de Qoti-cz.
Fe cetaria daJaet'ca. Nejto jb Interiores e
InairaccSo pab wa do Balado de Pe aamhoco.
D rectora da Justiga. i* seccSo. Km 29 de
Janeiro de 1695.
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Jasti?3, Negocios la-
tenores e lastrocc&o Publica em observancia ao
dispoeto noa t. 157 do rezulament' annexo ao
decreto n. 9,420, de 28 de Ab il d 1885, man-
da fazer publico o Edital abaixo transcripto,
pondo em concurso cora o prazo de 30 das, a
contar desta data, o cfficio de esrrivao privativo
do jury e execogis crimiaaes do municipio de
Govanoa.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
BOITiL
O Dr. Uaooel Toous do Reg Albuquerque,
jaiz e direito do municipio da G jyiao, Ej-
t-'.do de Peroamboco, em virtude da lei. etc.
Fac) sabe' aos qr.e o prsenle edital virem e
e e tiverem scieoii1, qae tendo em 2 de Agos-
to do aono prximo paesa^o, ee cffix do ediial,
com u prazo de 30 dio?, a contar da mesma data,
poodo em coacorso o provimento da serventa
vitalicia do cffi: o de escrivo privativo do u-y
e execocoes crimioaes des'-e mcoicipio, qae se
actia vat.0. coj) tli'io foi creado decoformi*
dade com a le de 3 de Dez rubro ce 1841, e
Dio tendo apparecido coo errentes, esta aberlo
pela seguoda vez o coicorsjdo dito officio, com
o prazo de 30 das, a contar desta da a-
Os concurrentes deverSo instruir saas pelicOee
com ca Eegoirt.'S docomen os:
1*, auto de exane de sufficleocia ;
V, certidao de idale ;
3 cerlilao de exames de.po-ioguei e ariih
mlica ;
4-, folba corrida ;
6-, altestado 1 edico de capictdade] pbyaica ;
61'procuajo cu rejaererem por prtetra-
dor;
7* flaalmeote, ooiros do^umeotos qcc forem
conveDieuies para prova de capacidade p-oris-
ional. indo nos teraooj do art. J10 do decreto
i!. 9 420 de 38 Je Abril de 1865.
E para qae ebegue ao coLhe -imeoto dos iotr-
refsadi.s, mandei pasear o presente, que eer
cffixado do logar do costema e reproduziio
pela imprensa.
Dado e passado nesti'cidade de GoyaoDa. aos
16 de Janeiro de (895.
En, Jos M.ria Frete, eacrivao interino do
jory, o e-cre'i. anotl Tobas do Reg Albu-
qoerque.
Egia cooform? asa o proprio original e val
apprenhensao, deposito e pregao, um
cavallo russo que foi apprehendido em
correico fiscal do 2.# districto da Gra-
9a* .
Dito cavallo ser j entregue a quem
mais der si at o acto da arrematac5o
nao se apresentar o dono para pagar
as referidas despezas
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recife, 30 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Joaquim os Ferreira da Roc/ia
Banco de Pernam-,
buco
De accordo com o Art. 16 do decreto de 17 de
Janeiro ae 1850, participamos aos S-s. ac rna-
las que se acbam na sede s e Baoco i soa
dispo.'cao 08 seguijtes docomerjios para serem
examnalos :
i Copia das balaceo*.
* Ro'aQo ? ,rxiaal dos accionistas.
3 Lleta das transferencias do aceces dorante
o anoo.
Recife, 19 de Janeiro de 1895.
Aalooio F. Pereira de Carvallo.
Dire.-.'Or aperetario.
^X**!
SI
mmim : m
E SE RE ALISAR A' NO
Dia 3 de Fevereiro de 1895
Norata
e
a
s
Pello
Natura
lid.
o
Cor da vesti-
menta*
Proprletarl**
i. Pareo-Heapanita 903 metro;Animaes de P'naxboco qae nao teabam caobo
preruio- nos Prnis do R-cfe, contando on pao viclona. Premios : 550*000 ao
1.", SOOOO ao 2. e 2oil00 ao 3".
DECLhACOES
Bai.co de Pernam-
buco
Sao coevidados o S-. accionistn a vlrro
rece er <.o da 1 de Fevereiro em liante o 10"
dividecdo d snas ac^O-s. na razo de 10 0 i ao
anoo, oo 20*000 por a cao. corresponder ao
2a aemestre ado em 31 de jz-m tro p ozimo
patsaoo.
Ricie, 25deJiceiro de 1895.
O recretario
Antonl j P. f. de Camino.
Banco Popular
Copia dos balancos, da relaco nomi-
nal dos accionistas, da lista das transfe-
rencias de aeces durante o anno findo,
acham-se, conforme manda a lei, a dis-
posico dos accionistas deste Banco
em sua sede onde podem ser examina-
dos.
Recife, 30 de Janeiro de 1895.
A Ibino Narciso Maia,
Director-secretario.
Companhia do Bebe-
ribe
Previoe-se aos Senhores
conces8onarjs de penas
ti'agoa, que nos termos da
nova di- do iegulamento das peunas
d'agua, eem vista da certi-
tdodaJun'a dos Corre-
ctores que declara ter sido
de 10 I[2 d por 1#000 o
cambio uaedio sebre Lon
dres, nos 30 dias decorri-
dos de 25 de Dezembro do
anno fiado, a 24 de Janeiro
do correte, o preco d'agua
s casas pelas peanas, ser
naiazao de 6#000 para a
taxa mDaa,444 rs. por
metro cubico de excedente,
no prjimo mez dt Feve-
reiro.
Recife. 30 de Janeiro de
;1895.
Companiia ledas nal rcraani-
btte^na
A admioistra(So desta compaobia convida acs
Srs. accionistas a fazerem una entrada de 20
0/) sobre o alor nominal ae as ar^oes o
lOiOO por cada aegao, al o da 9 de Fevcei'o
prximo, oo escripiorro aei Pereira Caroeiro &
C., a roa oo C->mmercij u. 6. 1- andar.
Recife, 9 de Jpelo <895-______________
Associaco Commercal
Benelicente dos Mer-
ceiros
A directora da Associaco Com-
mercial Beneficente dos Mercieiros,
avisa aos Srs mercieiros estabelecidos
no municipio do Recife, que as com-
missoes nomeadas por esta directora
para procederem a collecta do impos-
to de repartico para o corrente exer-
cicio (1895) as diversas freguezias, j
remetteram as respectivas collectas.
Aquelles Srs. Mercieiros que tenham
alguma reclamaco a fazer relativa-
mente as classificacoes feitas pelas re-
feridas commissoes as dirijam tua
da Madre de Deus n 28 no prazo de
cinco dias, contados da presente data.
Recife, 29 de Janeiro de 1895.
Manoel Joaquim Ja Costa Ramos.
Director.
Antonio Fernando dos Santos
2.' secretario.
Confraria de S*. Chrisp.m e
Ghrispiniaoo
De ordem da mes reg'fora.convldo aoa el a-
risircoi rrraos. a nomparec.e'Oai em nofso cen-
siotorio na aex'a-feira p-oxma vindonra pelas
4 turas da larde u sabbado palas 9 borati da
raaoti (1 e 2 de Fevere'rt) aflu ce enco pora-
dos aaixstirmx o actos da fe la de Nos?a Se-
chn'E da Loa.
Secretaria da Venera^el Confraria de 88.
Cbrispim e Corispiotaoo, 29 de Janeiro de 189o-
O secretario,
llotino Brrelo Silva.
Banco Popular
CiDVidoaos acciooistas deste Banco a virem
receber em sua ede a coaiar re 1 de Fe ereiro
o 7. divileodo de soas accoei relativo ao eo-
mestre fiodo em 31 de Dezembro a razio de
10 0, 0 son.
Recile: 29 ce Janeiro de 1895.
Albino No ciso Maia
Director secretario.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO VIOAEIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Baro de Souza LeSo
Thomaz Comber.
Jul.o Cesar l ate Barretto.
Prado Pernambncano
A directoria desta sociedade em sess&o
de hoje resolveu suspender os seguintes
jockeys : M,anoel Martins e Pedro de
Queiroe, por 3") dias c da ura, de accor-
do com o srt. 52 nico do cdigo de
corridas quando montavam os an'rxaes
Perylampo e Id> no segundo preo, na
corrida relealisada no dia 27 do corrente.
Secretaria do Prado Pernambucano,
30 de Janeiro de 1895.
Srvindo de secretario,
6, de Adren.
Nilo........ Mellado.....
Timb-j? t. jdstantio....
ir r nodio___
'".hale.ii D l-ir Rosso......
Utopista .... astaQLO.. .

Pernamb.- SI
51
51
51
a 51
51
Verde e amarellj.....
Encarnado e preto....
Azul e ouro......
VVd' e ama e lo.....
Encarnado e braoco...
Socaraaoo e atol......
M. J.
i'.ood. Arrayal.
B-azilioo
F. R. Rotas.
i. Cavalcante-
em.
Pareo-Italia -1.100 metrosAolmaes de Pernsmoocr. Premiof: 300^000 20 Io. GOCOO
ao 2.* e 30CO0 ao 3
Giholeto....
G)Eqai8lao
VlOBlOr,...
Ba bory
Koirebe.....
Ziino.......
Castaob*)-----
Rodado..
Baio........
Rodado.....
Pernamb..
50
EO
r>0
50
50
Atol e braoco........
Verdee rosa..........
Braoco e azul.........
Bocaroado e preto....
Olegario Coeta.
U. J. Miranda.
Jood. P riuense.
Cood. NiCioual
Azul e braoco........ A. Silva.
3.
PareoNew vorfc-800 metrosAnimaes de Pernambaco qu cao lenbam lido clatg-
Boajao dos s-riuua do Recite. Premios : 250*000 ao Io, 50/000 ao 2* e 25*000 ao 3.
1 Irmcci)-----
2(Seo bem-----
3 Tecbo medu.
4'Uu pista....
5jKu aco.....
6|8anqaeiro...
Caatanho....
Preto.......
Mellado.....
Castanho ...
Alazio
Pernamb.. 51
* 51
51
5
51
51
nuro e azul.........
Azol o braoco..... .-
loca nado...........
Encarnado e azul.....
franco eocarnado.
Eacaroado..........
Braziiino.
hatillo.
G. Cavalcante.
]. Cavalcaote.
J. Cavalcaote.
Coad. B. S.
i.' PareoI ag aterra-1.609 metros Handcap.Animaes de Pernarxbnco. Premios:
350* ao i.. :0*000 ao 2.* e 35*000 ao 3
I Prjiampo.
Pomaca 2
Tudo -----
PloiSo ....
aurilj-----
Rozilbo.....
Z1100......
Mellado......
B)dado ....
Casunbo
Pernamb
50
50
50
50
Pre'o e branco........
Ouro...............
Amarello e verde------
L airado............
Br. neo e azol.......
A. Silva.
J S. P.
J. Moraes.
Coon. Neraodio.
J. E. Ferrcir.
Qo.* Por^o A iemft.nn.a-! i 0 met'oa. Aoimae de Peraamb co. Premios: 300* ao
!.?, t0*000 ao 2. e 30*000 ao ."
Baralbo......
Galiolieto....
Gooq'iis'aoor
Ciogo......
Forinio.......
T<-nor 2.....
Abysmo.....
Cistanbo...
IZnnu......
IJaStaobo..
IPreio.......
Rodado....'
Alazo......
Mellado....
Pernamb. 50
c 50
8 to
c 50
50
< 80
50
Ouro e preto..........
Azul e branco ......
Verde e roa........
Oro................
Pre o e branco......
AZOl................
Braoco e encarnado..
Cood. Perdigao.
OleKarjn Costa.
M- J. M.
J. .. P.
G. C. A.
Maooel L. i!. JaLior.
O. G.
6.'
PareeFranca1 250 metros. Animaes de Pernambaco. Premios: 300* ao 1.*, 60*
ao i e 30*009 ao 3
Hiron delle..
Malaio......
Biija-flr 2o
Furioso.------
i'.iw-?.....
Tado.....
Castaobo
Mellado....
Rodado.....
Rodado.....
Caaiaobo----
Mellado------
'ernamb..
50
50
50
10
50
50
Azol e branco .......
Preto e amarello... .
Amarello e p eto.....
Braoco e amarello...
Amarello........
Verde e amarello------
J. Neves.
C. Campos.
G. P. deOiveira.
c". J. More ir;.
M L. M nado Jnior
J. Moraes.
7.* PareePortugal-1.0:0 metros,
no Derbv. Premios
M.scitte.....
ioc........
Vinganja
Camors......
Ci-60.......
Ga8tanbo.....
Balo........
U11830......
Oaslaobo...-
Preto........
Aaimaes de Peroamboco que nao lenbam caobo
60*000 ao 5. e 30*000 ao 3.*
Azul e ouro........Cood, Mcarcana.
Pernsn>b. 50
50
m 50
51)
C 50
Eocaroado e preto....
Prelo e stlmoo.......
Amarello...........
Oarn..............
J. Figoeiredo.
J. M. F.
M. L. M. Janior.
i. L. P.
Deixa de haver o pareo de animaes de puro san-
gue. por nao se ter reaiisado, apezar de chamado por
duas vezes, tendo apenas sido inscripto dous'animaes de
f^i^as desiguaes.
Tocando a peaages os animaes devarSo estsr jantes respectiva casa para
serem immediatamen'e ensithados e seguir ib para o barracSo no C8tro da raa onda
a pode. 3o estar os jockeys e os tratadoras ou criadoo 03 qoaea n5o poderlo ter c:m
municacSo com pesaos aigami antes de reaaar-se a corrida.
Continuam em vig.r todas as rtaolucSes at hoje adoptadas pelas sociedades
hippioaa deate Estado, coastantis doa aeua cdigos de corridas o instracgBea j pu-
blicadas
Dentro da caes das apestas, n sala destinada -renda das paules, nno tera
ingresso pessoa alguma alemda directora, oonam8s5o fiical e emprgados.
Oa Srs. juicos a terSo ingresso na sala oontigua a da venda de poules.
Os Srs. empregades devsm estar no Prsdo da Estinoia s 9 horas da manhS em
ponto, aob p6na de nSo serem admittidos no servico.
Chama-se a atteDcSo dos Srs. apostadores para o horario qce ier restricta-
mente obsrvalo, techando o 1* pareo as 12 horas em ponto.
Os forfails serio recebidoa at sexta-leira 1 de Fevereiro, &j 3 horas d tarde,
na Secretaria do Dtrby.
as poules que nao forem pagas no P.-ado da Ettaoaia no da da corrida 80
Bero pagas 3 das depois na Secretaria do Derby. ,
Os premioa serao pagos 48 horas depois da corrida na Saoretana do Derby
Club a roa Djque de Carias n. 20 1 andar. m
O expediente para eata corrida encerrar se-ha sexta-feira 1 de Fevereiro as 3
horas da tarde. ..... ,
f direetoria c^ama a at'.eroQ'o doa S s. propnetarios e jockeys para o f r; 21
e seus e o art. 4b" que sSo restrictamente obtervadoa.
Seoretana do Darby-Club de Pernambuco, 30 de Janeiro da 1895.
O gerente,
A A.Tforaes Peona,
-1
^vyuM.^si-V'liv*-^


.


Diario de Pernambnco Quinta-(Vira 10 ile Janeiro do I9O0
i




LOTERA
DO
da
Premio: 12:000j00 integraes
Extracto da 5.a lotera A
si: V l l-l III31A 1 de Fevoreiro s horas da tarde
E\ii'u-;i(i da .' lotera A eiu 5 de Fevereiro, s horas
tarde
As extraccos da outra qunzena sero
publicadas por estes das.
Brevemente serilo annunciados planos de ]kd ir
mniorde 15:000^000, 24:00. 30:0 00$ CCO c.
0:000$>000.
O i <\ I II \< I Wl i: i>i:si \ LOTERA pagou de
III Xilino ADIA.VTADOS E I'IIV.'*- I0:000-r OOO.
Bilhetes ;i venda na cautas lote-
rica* cnatliesouraria rna Larp
do Rosario n. O, 1." andar.
08 PEDIDOS DBVBRO SER DIRIGIDOS
O ESCABBE&ASQ DA EM-SSD
BEiHllilIO LOPES UIIBO
TEL^GRAMMAAlheiro CAIX4 DO CORUEO196
PERNAMBUCO
HIPDROMO
DO
Veneravel Confraria do Se-
nhor Bom Jesu3 da Via-
Sacra
De ordem da rce;a reg^do-a convido a todos
os D08808 irmaos, para en^orporados comparecer
rem en o dosso coueistcno, na 2 boras da larde
do da 2 de Fevereiro p-oiimo fotoro, para
acoropaobarmos a prona So da N,?ea Senbora
da Liz, para a qoal uvemos col vi'-e.
Recife, 30 de Janeiro de 1895.
MiDrel Odorico Doarle,
Ejfrh5o Giir no.
Teihjs de Segaros 1ritmos e
Terrestres
De accordo rom o d? posto no Art. 18 dos
esu talos desta compath.a serao vendidas no seo
escripto'io no da 31 do correo.e mez vln e
aceces de n. 61 a 83, pertencei e ao accionista
fallecido Aniceto agosto di Silva, crji venda
gira fi'iia por propos a en caria fechada pjr
tnier tredio de corre o-es geraes.
Re:''e 93 ne Juifiro de 1695.
Projecto de inscrip^o
Para a 27/ corrida a realizar-se no domingo,
10 de Fevereiro de 1895
1-. FAREO-Hlpiodroato do Campo rande-1.200 metros. Hndcap
Animaes da qualquer pan. Pbbmios: 3300000 ao primeiro, 700000
ac segundo e 355000 ai terceiro.
PeBOS=Gr'Py, 65 kilos; Dorotby, 57 kilos ; Ga&yanaz, 56 kilos ; Apollo, 52
kilos; Petropolis, 43 kilos; Radaots, 45 klos; os demah o mnimo
peso que conaegairem.
2.* PABEO-iO de Fevcrelra750 metros. Animaes da Pereambuco que
no teahaa obtido olass'fis.cSo nos Prados do Racie aontando ou dSo
victoria. Pasmos: 200/J003 ao primeiro, 40,0000 ao segando e 20$
ao terceiro.
Art. 5.'="amrs.
3 PAREO-Llberdadc -853 cetros =-inimaas de Pernambnao qoe cSo te:nm
gaobi no P.adj e n i Hippodromo, contando ou n3o victoria, Pbemios:
2505000 ao primeiro, 5050JO ao aguado e 250000 ao teraeiro.
Art. 5.'"""amare, T.moneiro, Gjod Mornicg 2.. 9 Balz.
4/ PAREOProgresa1.250 metros. Animaes de pjrambaco. PBBaaos :
3000000 ao primeiro, 608:XX) a osegundo e 300000 ao terceiro.
Art. 5 Nab bo, Aventureiro, Bismar.k 2.-, Triuropb eFani.no.
Pesos P-rannn e Piotfto, 55 kilos ; Pynlampo, 53 kilos ; Todo-- e li*, 51
kilos; os Jemais 45 kilo* .
5.- PAREOOrdem 1.400 metros. Handc.p. Animaes de Pernambnco.
pananos : S50I000 ac primeiro, 700000 ao segando e 35*000 ao ter-
ceiro,
Art. 5 Os do pareo Progresso e P^ramon, PlatSo, Pyrilampo, Tudo-, Camorf,
Maunty, Tarco2.', Ida. Fumaca 2.' e Hirondella.
Peses Ptchoo!y, MaUio, Berln, Oablio, 55 kilos ; Mscotte, Mendigo,
Garimpeiro, Beija-Flor 2.', Pirata, Ybo, Galett e Farioso, 52 kilos;
o demaia 45 kilos.
6.'PARO Experiencia 1 450 metns. Animaes de PernamLaco. pbe
mos : 3000000 aoprimeiro, 6.'9000 ao segando e 300000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.Os d> parao Ordem e Patchonly, Halaio, Berlim, Mendigo, Masootte,
Garimpeiro, Beija--lor 2.', Ybo e Furioso.
7. PARE3Censolac5o=l.200 metrosAnimaes de Parnanaboco, Ppbmios:
2500000 ao primeiro, 60|}000 ao segando e 25|000 ao tercairo.
Art. 5-')s do pireo Experiencia e Glkit, Dublio, Ally Stopper, Bathory,
Tapy 2.-. Palba^o, Vmgador, Pharise.o, Tenor 2. Dictador, Sana-
Soucni, H i?no te, Talioier, Conquistador e Fortalesa.
8." PAREOAnima rio 930 metros. Animaes de Parnambaoo. pbkhios :
25O0UJ ao primeiro, 500000 ao Bogando e 250000 ao terceiro.
Art. 5 -O* d pareo ConsolacSj e Malanga, Naroiao, To.ilon,CJar*>i>, Teimoso
Frjntip, Pctronolis'. Prassiaoo, Fjai'eiro, Gaholeto, Talispher, Ems,
Vioga^ie, Gingo, Pigmea, Qatuno, Mouro, Baralh^, GoBqaistador, Ti-
moue rj, Aoy imo, Fausti e Tiberio.
bserracoes
Os animea Jtrde e D ibiqua nSo poderSo ser inscriptos n os psrecsde an
mses de Pernamb'jco
S contarSo victoria os pareos Hippodromo do Campo Grande e 10 de Fe-
vereiro.
Para o pareo Hippodromo do (Jampo Granda aar considerado realisado exge-
se que se inscrevam 3 animtes de 3 propriitarios diffarentes ; e pa.a os outros que
se ioscrevi i e c rr.m 4 animaei de 3 propietarios difieran tef.
A inacrif ;So encarrar-scha na targa-feira 5 da Ferareiro i 6 boras da
tarde, na secretaria, ra Larga do Risario n. 16 1." andar.
Secretaria de Hippadromo do Campo Grande, 33 de Janeiro da 1895.
O secretario,
Augusto Silva.
CCMPANHIA DE SERMCO* MARTIMOS DE
PERNAMcCO
Aesembla geral
Sn convidados os S-s. a cloolatas a se reooi-
tem em afsembla (eral extraordiDsria, co eslao
ia Aseoc>ac.&o Csmmercil BeneSreale, me.a
ora di lare do da 15 da Feverfi-o vindooro.
fcfim de resolveren) cb:e nu.a pronosa para
alierego de alent ar.lgoa des or sos E a'u
r-Fv Em seguida te-a !_ gar a reoniao para a as-
eemblea geral ordinaria am de resolver tobre as
tolis relativas ao aono passaCo e o te atiri
aposentado pela directoril, procedende-se tp?
aelei(ao da nova \recoMa, ccn:elbo Bscal c
upplentpp, na forma dos Exlaictoa.
Recife, 28 de Jaoeirc de 1895.
Francisco >e Assis Carc'opo,
Director ad|onc(o.
Companhia Manufactura
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas
a realizarem dentro de 30 dias, a con-
tar da presente data, a nona entrada
de suas prestafoes, razo de 10 %
do capital subscripto, ou vinte mil reis
por aegao, em mo do thesoureiro, ra
da Madre de Deus. n. 18.
Recife, 10 de Janeiro de 1895.
O director secretario,
y. Pires G. da Silva.
Trasfei enca de testa
Da ordem da mesa regedora da i-mandaie de
Nopsa Senbora do Bjm P.rto de O inda, scienti-
ti o aos devo'os que, por motivo eoponor, flea
transferida n festa da Escusa Senbora do Bom
Paro, do dia i de Feereiro para o da J3 de
Margo do correnta arjoo.
CoGGisto'io da lrmaDda^e de Nossa Sennora
o Bom Parto de Olinda 28 e J^Dti'O de 1895.
loocencio da Conna Goyaina N.t o,
Escrve interTno.
CUUPaMHIA
De Servicos Maritoios
de Peniambuco
Dividendo n. 6
De ordfm da duectoria coovido oa Srs. accio-
nistas a virem receber, do dia i de Fevereiro
em diante, o 6' dividendo de sois accSes. na
rfiao delO'/o'iO aono, 00 S000 cada accSo,
cortespoodente ao semestre Ando em 31 de De
vrr.bro do atino oliimo.
Recife, 28 de Janeiro de 4898.
Francieco te Ae3is Cardoso,
Dir-'Clor adinnr'n.
Hipp^dromo do Cam-
po Grande
Assemb'ea ger&l orlinaria
Oa S s. accionistas sao convidados a reoni
rem se em ass-mbia ser^.l ordinaria, na qoita
reir 7 de Fevereiro. 6 horas d.i tarde, :&
secretaria roa Larga do Roserio n. 16 p-imei o
and3r, para ter lagar o campricieoto do g 2" o
Ar 21 dos eitatntos, relativo aoanoo social
nodo en 30 de Junbo de 1894, e eleger a coa,-
mi-pa 1 Dsral ca f~ma do i- do misxo artigo.
Recife, 23 de Janeiro d* 1895.
O societario
Aoeost > Silva.

Fallencia de Osear Ribeiro
de Carvalho
Os sbsixo asignados evodlcos nomeadr.s pa'a
arrecadarem e admloiftrarem a msssa fallida de
Osear Ribeiro da Carvalho, tstatelcedo nrse
povoado, avisam a qnem la cressar po?8t e ptra
ttdos os effellos, qoe e.-lSo no ejercicio de e&ae
finccOes.
RioelrSo, 26 de Jmeiro de 18?5.
Fraoci-co Diniz
Evergisto fiofianda Vasconcellca
COMPANHIA DE
Fiaqao e Tecidoe de Per
nambuco
Acb?m se a dispoaitao dos Sre. accionistis.no
fsirip'orio di cempanrjia, confo.me dispOt o
Arl. 16 da decreto de 17 ue Janeiro da 1890,
Copia d 3 balbogs.
Belja > nominal dos accionistas.
Liria das iraosfeieocias de ac(0es durante c
anno.
Rec fe ?8 de Janeiro de 1895.
O director secretario
Joe Joo de Amor im
HAftXTZMOS
rince Line of Steamers
James Kuott Vew-Castle-on*
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE CS
Estados-Unidos, Brazil e Rio da
Prata
E' e;pera o de
N w Yois at o
da t do cor-
rente, e seguir
no m e 8 m o dia
para
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
ato vapor t3) en'rara no porto
Tem ptimas accommodaeOes para p,ssa-
gelros e illomioado a los elctrica.
Para passageos, tratase cem os
Ccnaignatarioa
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commeroio n. 15
Sania Casa de Misericordia
do Recife
Collegio das oi-pbM
Pelo prseme convido os pareles ou pro'ec-
tor'B da menor Zulmira, li ba ae iJa;olini Vieira
da Paixao, para apre: entila no collegio drs
orpb&a, na p*.8i de 20 das, tlin de ser all
admittida oa >asa existente.
Secretaria da Santa Cana de M seri:ord:a do
Recife, 24 de Janeiro de 1895.
O escrivaoJo Hooor j B. de Meoexes
Rojal Ma Sin hm\ mm
Opaqnote
Tagus
Commandante Messervy
E' esperado dos portos
do sol no da 9 de F>v.?
ireiro, segolndo depois da
'remora de coetume para
Tcente, Lisboa, Vlgo e moa
(ha u->'on
O paqaete
Thamar
E-pera-se des portes da
Europa no dia 4 de Feverei-
ro, egoindo depois da de-
mora tnispeneavel para
Macei, Babia, Rio de Janei-
ro e Santos
O paquete
Nile
Commmandante J. D. Spconer
E' esperado da
Eoropa co dia 9
de Fevereiro, i e-
goiado derois da
demora iaJispen
s.vel para
Babia, Rio de Janeirp, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.^Previce-a aos Srs. recebedore de
Qj^rcsdorias, que a Conapanhia Mala Real Ingh-
za, contricin com aGencat Steam Navefaor
Compaanm servicoda vanores temanaes qne
paru 11 Jo de Bordeaox, Cognac, Charer te. devem
cnegar a Sooibamctoo a lempa de oaidearem te
tarcas aetinadas Am.rica do Sul para os va-
pores des'a compacbia.
Esta c-umpannia acceita po- p-pjes rafoavris
para Valfaialao at Abrl', pa a-u^eires rem este
destilo por lia de Bueuts-Ajrc-s e tutreda dos
Andes.
HTambem ?cceitB paseseeires para Ntt York
e Sootbamptoo, por especial arranjo feito con,
a Companbia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-se na Europa casi o deeeiarem.
RedaocJlo nos presos das pasmkecs
irfi Ida t volta
A Li boa i* cltPf 4 50 4 30
A'onlhamptonlciase 4 26 4 42
Camarotes reservados para 01 passagclroi de
Pernambnco.
Para carga, passageo?, mcommendas e di-
nbeiro a frete, tratase rom es
AGENTES
Ainorim Ir roaos Si C.
N. 3Ras n Bom JoansN 3.
CHARfiEDRS ~E[?IIS
Compauhia Fraaceza
DE
VaregtcSo a vapc
Linha rogular entre o Havre '^*i
Pernamboco, Babia, Rio t -.:.;
o Santos.
O vapor
Ville de Buenos-
Ayres
Commandante Praod
E esperado da
Eoropa s' o dia
4 de Fevereiro, e
seguir depois
da necesaria de-
mora para
Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
Boga-e? aos Srs. Importericres de car:a pelos
vapores desia llntia, qoeiranj soreseotar den
tro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
vareDgas qoalqoer reclaroacao concerrents a vo
lomes qee ior ventera leobam speoido para os
porto3 do sul. aJm de se podt.-tm dar a tempo
as providencias cecessariae.
Expirado o rerenco prazo a companbia cao re
rasp.'osailisa por extravos.
R. H. SlomanQ
Capua
E' eepera-se de Balt'mo-
re at o dia .. do corra-
le, seguido (lepols pa a
Victoria, Rio de Janeiro e
Santos
Para carga e pss^sgei es trata-ee cota es
AGENTE
Pereira Caroeiro i .
RLU DO COMMERCIO N. 6
1* andar
~~i TMiiiiflI-
irat^rcom o
AGENTE
R: cebe carga
Flix Bandeira
9Rna do Commeroio- 9
Prince Line fo Steamers
James Kuott Newrastlo-ou-
Tync
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil t Rio
da Prata
E' esperado do Rio de Ja-
Lcirc at o dia 12 de Feve
reiro e sabira depois da de-
mora oe esearia para o
Para e Nova- York
O vapor inglez
Portuguese Prince
Para oargas e eocommendas trata-as com es
C asignatarios
Johnston Pater O.
Ra do Co.i.merc;o n. 15
Compaobia fernambucana de Na-
vegado
?0RT0S DO SUL
Macelo, Pcnedo, Aracajo' e Babia
O paquete Una
Commandante Carvalho
Segoe no dia 81 do cer-
rente as 4 bo/as da larde.
Recebe carga, eocommesdas, passageos e di
nbeiro frete at s It boras da maobS do dia
da partida.
Cbama-ge a attencSo dos Srs. carregadoree
para a clausula 10* dos conbeclmentos qoe a
ee^olte :
No caso de baver alga na reclamado con
t-a a Companbia por avara ou perds, deve ser
feita por escripto ; o agente respe tivo no pon
da descarga, dentro de tres diae derois de tina
Usada.
NSo precedendo esta formalidade a Compa-
nbia Oca isenta de toda a responsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Companbia Pernambncana
n. 12
Lloyd Brazileiro
O vapor Manos
PORTOS DO SUL
E' esperado dos portos
do norte at o dia 4 de
Fevereiro, segoindo depois
para es portea do norte.
As encommendae serao recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Compuobta Peroambncacao. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencao
pi'a a clausula 10' Jos coabecimeotos qae a
segara te:
Mo caso de baver algoma reclamado contra a
companbia por avartes ou perdas, deve ser feita
por escripto ao agen e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sada.
NSo precedendo esta fcrjiaildade, a compa
obla tica i.-f n;i de toda a rtsponBabilidade.
AS pacspeeni) sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at as 2 1/2 boras da Lrde do da da satiiua
do vapor.
Para carga. past>3geo3, cncommenoas e Ti';-
res trats-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6RA DO COMMERCIO-6
Hamburg Suedamerikams-
che Dan pf_chiffahrts-Ge-
ssllscbaft.
O vapor
Babitonta
E' eepertdo do
Sol a t o dia f
de Fevereiro pro-
limo, e seguir
depois da demora
?(casarla para
Lisboa e Hambargo
Entrar do porto
Para pasaagens, carga, frete eelc, treta-se
otaos
Consignatarios
Borstelmann 8?C
Ros do Commeroio n. 18
1* andar
i .uando de Noronba
O paquete Jaboato
Craman anle Alfredo GutmarSes
Srgoe no di; 31 do cor
rente 4 boras da tarde.
Recebe carg- eocommendas, pasaagens e di-
nbeiro a frete .it s 11 horas da manb do dia
da partida.
Cnama.se a attencao dos Srs. carreeado-es
oara a clamla IO dos ccnbi:cimeDtos qne a
s gt-h;t- :
>o caso de have.r algama rec'amacao con-
tra a Cimpa, li :i, poravarii ou pe'da, deve ser
fita por escrir.to ao agente respectivo no porto
de descarga, eolro de tres das de;oia de tina-
lisada :
Nao prece-Jenlo esta formalilade, a Compa-
nata tica isenta de tola a resp josibilUade.
E3CRIPT3RIO
Ao Cae da Comoanhia Fernambucana
n. 12
Prince Line of Steamers
James Kuott, Newcast'e-
ou-Tj'ne
Linha regalar entre os Esta-
dns-Unldos e o Brazil e Ro da
Prata.
E' pperado de
Ntw York al o
rila 7 ce Feverei
roesabir depois
da demora cece;-
sar.ajp*ra
B>bia, Rio de Janeiro e Sontos
O VAFOR INGLEZ
Crele Prince
Tem ptimas accomodac.o'es para passa-
geiros o Iluminado luz elctrica.
Para cargas e paseagens trats-se com os con-
signatario
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Pacfico Sleam Navigalion Coro-
pany
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paquete Iberia
Espers-'e d a
Eoropa at o dia
2 de Fevereiro e
segair dencis da
demora do cost-
me para Valpar izo com escala por
Babia, Rio Janeiro o Montev.do
Para car a "asneos eocommendas e dinbel
ro a frete tr. tase com 03
AGENTES
Wilson, Sods i C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1 andar
Companbia Bahiana de Navega-
do Vapor
Maoei, Villa Nova, Penedo, Aracaj, Es>
taoeia e Baha
O VAPOR
Mrquez de Caxias
CuMMANDANTE VIELLA
Segpi para os portos
cima do da 4 de Feve-
reiro, as 4 boras da larde.
Para c*rga, passagens e dichelro a fi'ete, tra-
ta-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueira
Eua do Vigario n. 17
1." andar
B H
VAPOR
Charente
Commandante Bouia
E' e?peraio da
Eorora at o dia
3 de Fevereiro de
1895.
Babia, Rio de Janeiro. S-nto, Montevideo
e Buenos Ayrea
O paquete Congo
Commandante Rossignol
E' esperado aos portes de
Earoca at o d\& 3 de Feverei-
.ro Eegoitdo depois da cfmor
lOecessana rara
Babia, Rio de Janeiro, Mont
tevido e Buenos-Ayres
Este paquete iluminado lu elctrica.
Previne-se alada aos Srs. recebedores de mer
: a dorias que s se attender a reciamac6es per
fa!.as, qoe forem reconhecida" na occasio ca
lesearga dos volumes ; e qoe dentro de 481o
ras a contar do dia da descarga das atvarengat.'
devero (azer qnalqoer reclamaro concen en-
te a volumes qne porventora tecbam segnide
para os portos do sol, am de seren dadas t
t?mpo as procidencias necessarics.
Roga-se aos Srs. passageiros dase vprezenta
rem na vespera da ebegada do vapor para toes
rem as suas passageDS.
Para rt rga, passagen?, encommendas e dinbel
ro a frete trata- rom os
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO T0RRES-42
! andar
LEILOES
Sexta-feira. 1 de Feve.eiro, deve ter logar
o leilSo de 1 piano, movis, crystaes, ta petes d
sala e qoart s, espe b s, caodieiros, ja ros e
mais objectos de ca^a de familia, existentes no
l'ander do soord) da roa do Apollo o. 24.
JLeiio
De 40 grozaa de caximbos, 100 lobos branco-
para candi fes. I grora de argollas, 350 aras
obas de !a i p-ra caaalei'cs de gaz caroooico,
I gr-de cem 2.250 fjlh-s ie Dapel grande, azul,
II 1/icalxs c. m rS7 klos ae gomma atlemS
para engommado. 19 pa-es de botinas para se-
nboras e cridneas, 8 cbaposd lelTO e d palba
pura horren. 74 raoiollii ! 4 r loma- de ema. 40 formas para cbapos de
senbora, 25 chapeos para caos*, 20 globos de
vidros de Ores para as carbnico. 10 machinas
ticas para caf, 2 rrlogios i>mericaoos p ra al-
gibtira, ':8 docta" para algiben, 469 rosas de botes tinos de
08so pi>ra calcas, I importante vj;o..ip? e de 2
roas, divers. 8 esprlbos caricatos, i ligara com
movimentn, realejo graode com 2 i-yhudrcs e 1
miela com panoo.
Quinta-feira, 31 du corrente
's i\ horas
No armazem a i na do Mrquez de Olinda
n. 48
0 agente Gu-oio. auurisadp, far leilSo ds3
mercadorias cima n.en.::cnaj,'S rara
mente) de conta.
fecb'
Leilo
D.i excellente terreco na frrguezia da Varzea,
com 120 palmos de frente para a travesea du Sol
e 20 palmos para a (Stada de fe ro, soD 4C0
palm.R oe fon o, limit30Co-3e ao 'U\ cc-m t-rre.
no dealjooei Isidoro e ao nurte com terreno dos
berJeins de Varpj&o, tendo irvores fruct'feras.
Quiata-feira, 31 de Janeiro
A' 11 horas
No armazem raa do Mrquez do Olin-
da r.. 43
O agente Gusmao, auto isado per mandado do
Exm. S. Dr. joiz de direil: de o phes e a re-
querlmeuto do uve an.a'.e do-i e-pol:r t nio Leoo i J la Gesta a ^a mo.lier. fjra \ 'Sj
do terreno cima Dzen:ionadr, ouual poler ser
xamina'o pelos S-s. compraoor^s.
Agente feslaua
Leilo
De caleiras de axareilo, camts para casal e
mpnino8, 2 machinas de costara. 1 arm rio cn-
v.d'ag^do, 2 tiesas de pioln, 1 balanga centimal,
2 ciBBses para ctllegi-, 1 ara.cao de atrarello,
relogios, cadeias, roopas ft-ia?, costomes de
casemi'a e ootros uuitos objtctos qoe sei)
vendiios sam reserva de procos.
Sexta-feira i de Fevereiro
A'S 12 HORAS
No armazem a travessa do Corpo Santo
n. 27________________
jLeilfto
Sfe -feir, 1 de Fevereiro
CONSTANDO DE :
Um tapete avellodalo para foro de sala e
qoirtos, piano ferie, qaasi novo, 1 6ctraic, can-
dieiros a Raz. 1 H U, 2 consoles com pedra3, 2
cadeiras com bracos, 11 de goarolc&o, de faia
branca, 2 cadeiras de ba'aao, de bamb, 4
jarros grandts e finos. 2 ettageres, 1 e'pelho
dourado. graode, vidro Bizantei, 1 e?pelho rom
3 lacee, 2 cantouelras, liDdos qnadros.l buffet,
1 relogio de pedra e bronze, 1 Dicmbo e 4 tape-
tes de porta.
Urna cama de Erable com estrado de rame,
1 mesa de caira, 1 lavatorio, 1 commoda, 3 ca-
bids, colimados de cama, pannos de crechet e
columnas.
Um goa'da looca eifidracado 1 leo appare-
Ibo de porce ana para jaotar, 1 desser:, copos,
clices, g rrafi-s, cem oleiraf. 1 Bit o, centros
de mesa e cairos manos casetos de rasa de
familia, txistentes oo eegucao an.a do
Sobrado da ra do Apollo
n. 2ft
O agente Pinto levara a leilSo os modela e
mais objectos cima mencionados, ao ccr er do
Mltailo e sem reserva de precc.
EM TEMPO
O leilao principiara 9 10 1/2 borss cm ponto
para a' ib.r cedo e effdctnu-se a eotrega em
acto cjet :.uo.
Grande leilo
PARA
Liquida cao
D. mlodeis, perfarrarias, oijecto;- divereos
para presentes mesas de pbaniasia, taixas de
mu3Jca, cestas diversas, carnnbos, espelbo,
meias, collarlobos, boceas, Irqoes, botes, es-
covas, licoreiros, brioqoedos, bicrs, rendas, tras,
bijootenas, liobas, retroz, la para bordar e mai-
tos ootros anigos de arma inbo.
Sexta-feira, 1 de Fevereiro
A'S II HURAS
Roa t* de Margo n. 25
O agent Martin', antsrisado pelo proprietarlo
da loja A FAVORITA, lar leila de todas as
mercadorias exisienies em dito stabtlecimento,
em lotes a ventade des compradores.
Leilo
Da a-matao, mercadorias e ferramcnlas exis-
tentes na leja e officina de fondero sita i roa do
Visccnde ce Inbtcma o. 14, anliga lu do
Rangel
SEGUNDA-FEIRA, 4 DE FEVERFJHO
A's 11 hora
O agenle Gusmao, aotrisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. joiz de cueto de urpbaos, e a re-
gu imeoto do inventariant Aotonio Rayman.-o de Mirando, fara Uiiao da
irmacSo, nercadtii b e ferramenias extalentes
oa loja cima mtnciceada. Em om co mais lo-
tes, a vonitde dos compradores.____________
AgsirtB OTBra
Segnndo leilo
Da mportaote proprilado denomina !a Pr3ie-
re", sia co Estado da Pardtyba, compra tienden,
do 03 stos deneminadoe : Pt-ara Br.-nra, de-
marcado ; Patrimonio, annexo ao primeiro, de-
marcado.
Urna importante casa de vivend?.
Uxa dna ce taip:, coberla de lelbsf, inaexa
primeira.
Un lelbfiro defaztr fa'inba.
Sexta-fei;a, 15 Je Fevereiro
So armazem ra 15 dt Xo-
?embro n. 39
ASTIGA DO IMPERADOR
O agente cima, por macdaodo Exm. Sr. Dr,
juz de dir i.o do civel do rx ce ci pi oe Olinda.
a requerimento finado con go Dr. Josqo re G aciano de A-aojo,
levarJ a leilo em reu essnptoiio d.ta pioprle-
dade denominada Praz^re?. siteaa na ParabjDa,
pertencente au dito erpoliu.
Os S-s. prek-ndectes dtsde ja podeao exami-
nar a refeMda proprieda AVISOS DIVERSOS
bMMI-DJ flores, completo sorti-
mento, ra Estreita do
Poc;as Mendes & C.
Rosario n. 9,
V Europa ; a tratar a ro dajoledade n. 58.
__Yeode-se um terreno cem 120 palmos de
enle e CCO de finco, do logar de Sact'Anna ae
dentro: a tratar no Zomby com Julio Qune.
3:


iww \


4BMH
_M____________I


*-
Veodem se doas casas de lijlo, do Arria!,
junto a < siac&o da Gaea Amarella, oo correr di
iaveroa do mesmo ltalo ns. 2 a 4 ; a tratar com
Uveroa
O agente Pestaa.
Vende* e orna casa na roa da As^ompcao
D. SO, tratar na praca da Ijdepeodeocia n. il,
das U U i da Urde._________________________
Precisa te ae om cnaoo qoe d Bacca de
soa condocia. a rna do Hosplco n. 3.__________
precisa s*ber-se onde possa ser eocoutrado
0 Sr. Maooel Portado da S Iva, que en. algom
lempo teve oo trab*lhou em radaria, e qoe em
1888 fol a Portugal, d'onde j voltoo, a negocio
de interesse, na roa Piren d. 45, sobrado.
1 < Vende-se o en eobo Segaraic-'- margem
do'ale Taqoara, 'O mu.i'ipio de Qnipapi, com
proporgao para safrejar pea mil paes de aesocar,
momado com om bom vapore distillacSo; dista
a estacao Bar*a de Jangada, legoa e mei : quem
pretender entenda-se no mesmo engenbo com o
dono. .
"" Prtct'e d" aiQi pena euguminaeira
na roa do B-urn 62. I. (o-ia*)
Jos Antonio Pires da Cruz
Jos Btrna-d o Ferreira agradece do intimo
d'alma a todas as pessoas qu se digoaram as-
sistlr os Dltimos euflragios Cellos o tinado
sea ex-caixetro Jos Aotonio Pires da Croa e de
novo ibes rogs o obsequio de sesistirem a taina
de 7 dia, qne manda rezar pelis 7 boras da ms-
ct Ti do dia 4 i'e Pevereiro, os matriz de Sjqio
Antonio, e desde ja se contesaa grato por eise
obseqnm.____________________________________
Jos de Castro Ferreira
tMaia Gjmes ds ijio, agradece fo lot-
mo o'dltua as pv-b.-ous qte icompanbaram os
restos mortaes de seo marido Jos Castro
Ferreira, a soa chima morada e de doto
convida acs patentes e amigos rio m^smo oado
para asststirem as musas do 7* uia, qoe terao
logar ca tgreia de N. S. oo TVrco, no dia 5 de
Fevere ro. as 7 i/t hora ria manbS.
VtDde-se 6 vacias tjunuaa Iriieiras, I gar*
rota tcanna preobe de 4 para 5 metep, 1 nov*
lbo toorino, 1 cavalln andador de baixo. 1 co
cbu a e perteoces e 2 bois mansos de carro;?.
Todos estes objectos ven le-se a realbo oo por
juut ; a tratir na ra do Socego n. 23, casa
ierres.
t
Pedro
da Cim na cavalcante
Ai niversario
Feliciano da Cnoba Canteante, Rosa Amelia
Cavalcaole de Arro a Cmara e seos IIibof, man
dam rezar missas ro dia 4 de Pevereiro prxi-
mo fntoro, as 7 1|2 boras da maoba, na igreja
da Misericordia desla cidade, por alma de seo
sempre cborado pai, sogro e avd, Pedro da Cu
Dba Cavalcante, 1 anaiversario de seu passa-
ment, e tara este acto de religio e caridade
convidam aoj seos parentes e amigos, confes-
sando-se desde ja gratos.
Goyaona, 20 de Janei.o de 1893.
Laurinda Hara da Silva
t Francisco Daarte da Silva convida os seas
par ntes e amigos para asBistirem a mis-
qoe, por alma de ?ua finada esposa,Lau-
rinda M ia da Silva, moda celebrar
3 7 1/2 boras da maaba Je 1 de Pevereiro na
capella do Cemiterlo Publico de Santo Amaro.
Desde j i e confeeea grato.
Antonia Rodr grnes do Sacra
inento
JoSo Baptista da Rcsui eiclo, e sea familia,
agradecem a todos pareo es e amigos quearom
psnbaram a ua ultima morada os restos de
sua sogra, filba e av D. Antonia Rodrigues do
Sacramento e de novo convidam para ae mis-
858 do 7 dia a qu I lera logar no dia 31 do
correte na egreja ce S. Pantaleaono Mooteiro.
Amas
Precisase de urna copeira e de urna ama para
andar com nma neoioa de om anno, dormtodo
em casa dos patroea, a tratar na Capaoga, ra
Joaquim Na buco o. 61._________________________
QPa*a pequea familia, precisa-; e de urna sma
qne saiba cosinbar. tratar na ra da Matriz da
Boa-Vista o. 52, 1 andar.
Precisa-Be de orna na roa de S. Jorge n. 13.
Amas
Precisa se de deas amas, sendo ama para
cosiohar e ontra para engommar, para pequea
amllia : oa rna do Raogel n. 28, 1' andar
Ama
Precisa-se de nrra ama qoe saiba cosinbar
bem; a tratar na Soiedade. ra do Progresso
numero 8.____________________________________
Ama
Para cosinrare mala servaos de casa de 3
pessoas de familia, na ra do Livramento n. 7.
Precisa fe follar Sra. Margarida Diss Ramos,
na rna do Socegc a. 70, negocia de sen icie-
resse. ___________________________________
Para engommar e tomar cenia do servigo de
casa para nma pessoa preetsa-se tratar na rna
Barao da Victoria n. 23, andar.______________
Ama
Precisa se de urna para cosiohar para tres
pessoa, na retica,5u da ra do Roeario di Boa
Vista n 45.____________________________
Ccsinheira
Precise sa de urna cosinbeira ; a tratar na roa
da lmre atril n. 16, 1* andar._________________
Ama para cosinha
Precia se de orna ; s tratar oa roa do Prin-
oipe n 60.
ir
1-3-
Sai >
g*J
^
S-S5_
<3 o
- fcd
oSs
sS
I-H
*
O)
o
8
33
O
O "3
O <
a S:
8.1*
m
O 3
|
si v
6o
a a
c. es
w *j
oo
o a>
Is
1*5
II
o a
5
g *
S S
.2 S
f *
CO CU
u
c
p .%
C
o
o
s
Aos proprietaos de carros
Vende-se capim diariamente a 20 rs. o leche :
porto do capim da roa do Sel-
Ama de leite
A' rus do Hospicio n. 53, preclss-se de orna
ama de leite.
Apol
Do Estado, jnres
Lif ramelo o. 7.
ices
'/., compra se na rna do
Criado fgido
Desappareceu da residencia r'e Rodolpho Pea-
toa, no largo da Estacao Central de Carusr,
menor Antonio, pardo, de 9 a 10 annos de idade,
cojos signgei.sao : olbcs grandes, magro, un
tanto orelbndo, trajaodo calca escura, camisa de
riicado aior e chapeo grande, de palha.
O pai do mesn.0 menor acba-se nesta cidade,
que o tem proenrado sem xito algom e est se-
riamente desassocegado.
GratlOca-se a qoem o .'erar osqnella reiiden-
cia oo delle noticia der.
Receberam CONRADO AMU_o *
C, proprietarios da loja denomiuada A
BRIZA Bita Praga da tlodepeddorcia
os. 4, 6 8 e 10 os srt'gos baizo meocio*
oados para ca quaes cbamam a attencSo
doa acua inoumeroj e cmaveia fregueses.
MANUAES para miseas. de madreperola,
tartaruga, marfim e bano.
B1NUCUL0S de madreperola, tartaruga,
marfim e ebaoo cem triaos dooradoa e
prateado8.
UIQUISSIMAS costureiras com e sem
msica.
LINDAS arvorea do Natal para aereao
collocadaa as salas.
MARAVILHOSAS Unte-a aa mgicas,
com varias collecc.o'c'a de viatis
LINDI3SIMAS chicaraa e nqnisimot
TETEAS TT o pjrasllan fiii.
BONITOS eatojos para barba.
BELLAS bolsas piopn&a para senhoraa
JARDINEIRAS para enieite de sala.
BIJOUTTEBIAS com e sem pedrp, sor
timentovanadisBmo,comc ssja em gram-
f03,broch-s,pula 'iras, ch-ttlaines, tran
ce I nj, aneis e relogios.
RIQUISSIMAS bengalas com castSo de
.uro, alta novidade no meroedo.
PERFUMARAS dea melhores e mais
afamados fabricarles de Paria, Londres,
Berlim e New-York.
ARTIGOS DIVERSOS
Ronpaa brancas, espiobaa bordadas a
seda para mociches, gruratas, h ques, es-
pirtilhos, pnohos e collarinhos, peitilhos,
camisas bordadas, Lias e de flanella, cor-
dados, galSes e ete.
A' BRISA
PRAA DA INDEPENDENCIA
Ns* 4, 6, 8 E 10
Conrado \nIunei Ck C-
PARA HOMENS
Finos reteios, carteiras, oamiaes, ool-
larinhos, pnnbos, aberturas bordadas e
lizas, meias de seda, esoossia e algodSo,
completo aortimento. Leogosde seda,
inbo e algodao o qae ha de melbor as
melhores bengalas e muitoa oatros arti-
go
PARA OREANCAS
Carros de hx> para ptsseio, oadeirs
t/ime e de junco para jintir e muitoa ar-
tigos diversos que meos&lmente receberam
A bem conhe i & 1> j Nova Esperanzado
PEDRO ANTUNE8 & O.
63 Rna Dnqne de Casias 63
A LA GMN-VJA
S8 4-Uoa da loiperatriz S8-A
Otlion Silva 4* C.
Acabam de receber da Eurepa pelo ul-
timo paquete um esplendido sorimento de
fazendas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diversas
o ualidades e de maior novidade nesto ge-
nero.
Chiffonetes, padr5es lindissimos.
Cambraias brancas e de cores, o que
ha de melbor e variado.
Organdys, linons, percalines, cretones,
grande e variado aortimento.
Riquissimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melhor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros.
Leques de todas as qualidades e grande
sortimento.
Meias de 13, cruas, escossia e de seda
para senboras, homens e criancas.
Camisas de algodo, linho e seda lisas
e bordadas para homens, grande varie-
dade.
Collarinhos, punhoa e peitilhos, lencos
de linho e seda, casemiras, gravatas para
homens.
Costumes a marujo para crianzas,] ul-
tima novidade neste genero.
Casemiras pretas e de cores para coste'
mes e calcas, sortimento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricante, se
o novo Tnico Maravilhoso, grande
descoberta contra a calvice e a caspa,
ALFAI ATARA
Temos urna officina dirigida por um
hbil e intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimente
convidamos as Exmas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabeleciment p ortimento ane temos, certos de que en-
ontraro agrado, sinceridade e modicida-
e em procos.__________________________
FANTAZA8 t
' lindo e ortimento de tecidos aend
impossivel de se desorever a grande va
riedsde de tecidos de fanta-ia, sedas
ISs, nansook, cambraias brancas e de oc-
res ; pede-ae ao publico em geral e prnci
plmente aa Exmas. familias de visitaren
CoDgre&so das Damas
Carvalho & Almeida
RA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
_6p
o > '5
* ~3 3 a)
-- .O -O
ce 03 TI n
o S o o o
8 s | e.^p^
p.! S o. o
" w a -
3 o S 3 t.
So g .* I
3 O 01 U c O)
. oo Q> v <- _a
|2sgS*_s
~3 2 o
0 5.2
te
I
i
Pilulas purgativas D Guilli
Preparadas
Diario de Pernamlineo |uintrt-feira 31 do ofanoiro de 1^95
Cajurubeba
Este enrgico a prodigioso medicom90.
to, qae comecoa a ser vulgarisado em
1883, e qne tfio proficuos resaltados tem
produaio oa cara do reumatbismo, mo-
ostias de pella, euoorrheas, asthma, dos
loffrimentoa oocaaionaios pela impuresano
.mangue, e oas differentes formas da svphi-
Ks, estevepor algom tempo p aralisado por
circumatan jias imperiosas; e boje, porm,
reappareoa com todo sea vigor; a de
esperar qne oontinne a merecerdo illns-
trado pnblico a metma scceitajlo de que
sempre goson
Approvado pela respeitavel Jante Cen-
tral de Hv 'iene, por Decretos de 2 de
Junho de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
Cmposlfo
DE
Fumino ..andido de Fgaeiredo
PROPAGADORES
Baplisia & Figueiredo
A venda em qu Iquer Pharmacia.
com Extracto de Elixir Tnico A ntlflegmoso do D- Guilli
i?elo UoTitor r*a.ta.l Gt^VCiJS IF'illxo, Pharmaoeutioo da 1
PARS 9, RU DE ORENELLE-SAINT-QERMAIN, 9 PARS
Ola,
s 2
03 .S 83
3 h
Oa

MAIS DE TRES QU ARTOS DE SECULO DE SUCCESSO
demonstraran! que o ELIXIR do _T3r C3- TT T T T T TFl
era o melhor remedio contra as doencas do FIOADO, da PELLE, RHEUMATI SMO, GOTTA,
FEBRES EPIDMICAS, GRIPPE ou INFLUENZA e todas as enfermidades
causadas pela _3ilis e as Flegmaa.
As PILULAS DE EXTRACTO DE ELIXIR DE GUILLI
contm em pequeo volume todas as propriedades toni-purgativas do ELIXIR.
APPROVACAO OA JUNTA DE IIYGIENE DO BIO-DE-JANEIRO
BE SNCONTRAM A VfHDA BM TODAS A3 PHARMACIA3 ACREDITADAS.
sx
s
to_
a
o o
O fl .
a.g to
S 8.2
S<2
s o a
.2
e8 _a
._ -~ -3
O s>
fl"0
-3.5 *
o o m
oa O ce
* 03
03 O
O O. >
03 a "3
-3 O
3 2
.M*_
3 es
g-1
a
o a>

O s
a
< s
CS
_a
Oj *
eS
m
o
E
u
ti
CO ()
03
5.S
o
II
gS o
J- O S fl
SPS o
o a _'C
03 es
o S s g
24! >
ca
w T3
a
83
-3
O
83
3
Cf
<-3
.a
I
ea
O
-3
es
ro
o
3 S
^s
|l
t< _
^_ rn
O
O eS
. t-
oJ es
es
.* >
O es
03 *^
_-. eS
es eS
oa
a
B 03
. I 03
lis
O
8
o
a
83
83
s
03
eS
#fcO
"5
eo
T3
c
O
03
eS
60
C3
S
1
1*1
SJ5
O 1 S 8
- S e< g
a SSol 5^ -
lili
_ s1f
SeS 1
_ t3* o eS -43
H 'I w
2 ca SJ >.
a, jo 0 Z ? 08
03 t- 03 03 '> 03
O (_, fc, 03
S ,'2 O O ?
a S -O C .S
V O
-3
- S
ua *T3 C
CO
5 g
O CO
too
rt o O *
_2 oe g
ec -_
o a 5
o3 trj ti
2 03
o es 2;
n
Eco
CS C3
3
O
OS
eo
0-3 .
.
85 ro
,52
1 s o a es^
03 "^
85 <
S>J

1-4
s
03
CO
CT1
8
es
co
83
5*S -
- S *
03 Oi ec3
B H
es ~3 ro
c
03 .
p ;
es
m
S
tvj o
Cosinheira e criado
Precisa-se na ra doHoir-
picio d. 14.
Ao coiumercio
Amonio Fernaodes de Barros, faz setente ao
commercio qoe nesta data veDdeo so Sr. Jos
Mara de Soota, a eua tafeen a sita a roa Viscon-
rte de Innaoma d. 63, livre e defembaracada de
qoalqaer oon*.
Re fe, SI de J-oei-o de 139S.
Antonio Peroandea Barros.
--wmp"''' 1*1 i" *______f___-Waa
Vende-se
L'm estabeiecimeoto 0*6 moltiados com bdiar
majao de ama relio e bem local eado, tem com
uodos para familia, tratar na roa do Llvra
meoto c. 18________________
Empregaao portuguez
Offerece-fe com pratica de ccmmercio, tem
boa caliigrapbia, deseja se collocar em loja de
fazendas : para tratar, roa da Gloria n. US.
Vende-se om peqoeoo estabeiecimeoto de
melbaos, Da Estrada Nova de Caxang jnn'o
a estacao dalpulicga o. 35 A, qoe anda nao foi
\en ido.___________________________
Precisa-se de tuna boa eosi-
nheira e de um feitor portu-
guez, sem l'iiiiiilia. A' tratar
na ra do Imperador u. 50, 1 .
andar, de 1 s 3 huras da
tarde.
%'ender'Se
Dons caudiiiros de braco, para gas carbnico,
proprios para qualqoer estabelecjmento. Na
praca da Iodepeodencis n. 38, loja.
Casa
Urna familia peq ena precisa aluear metade
de orna casa a ontra, (al 40*000), na cidade :
qof m qoizer deixe caria nesta redarc&o a P- L-
Doenpas do Estmago, Falta de Foreaw,
Anemia, Febres, etc.
Vende-se
O estabeiecimeoto d<* molbados sito a rna da
Anrora n. 39, a tratar na roa da Imperalriz p. 76.
t1
Lembran^a
Pede-se aos Sn. Anionio O. de Azevedo e Sil-
va e Joao Cesarlo de bello, a boodade de vlrem
retirar seos docomentes, como trataran, na rna
da Aurora, do qne se agradecer.______
Attenco
Vende-se om gosrds loega em bom estado, a
tratar no pateo do Mercado o. 4, relojoaria
Dativa._________________________________________
Estatuas de marmore e eolou-
nasde ferro
Vende-se Cinco estatuas de marmore do ta-
manbo de orna passoa, assim como diversas co
lomeas de ferro, para ver no Prado da Estan-
cia e tratar na roa Oaqne de Cazias ns. 56 e
5^_____________________________________________
Ao commercio
O abaixo aseipoado participa ao commereio
qoe, desde o da 2 do correte mez, tem admt-
elo como socio solidario de seo est belecimento
denominado CHAPBLLARIA RAPHAEL ao sen
antigo interesado Sr. Horacio Joaqalm da Silva,
cootinoaodo dito estabeiecimeoto a girar sob a
mesma firma de Rapbael Das C.
Recife, 30 de Janeiro de 1895.
__________________Rapbael B. M. Diss.
Officina
VerjJe-se orna officina de ferreiro e cirplna
com pertence?, boas sccommodacOes e de alo
goel comxtodo; a tratar roa Vuconde da Al*
boqaerqae o. 131, laoerna oa Boa Vista.____
Sitio
alagar
para
Orn grande casa e cocbelra, piolada e rei.ova-
da, a prego commodo. no largo dos Remedios,
defroote da tgreja : a tratar com o commeoda-
dor Barroca, em Bemttca o. 40.
~*ZSzr
O MESMO
FERRUGINOSO J
Sveoo
^periodo
Bra"
gygiene
O MESMO
Chlorosia, Pobreza do Sangue, Debilidade, oto.
Lymphatismo, Escrfula, Amoiltcimento dos Ossos, tic, -.
Pri, 2f et 1, Bae Drouot rbvm.eiu
dires ou a insomnia occa>ionadas pelas nevralgias, a gota
as enxaqukcas, o cancaco do cerebro, a IRRITACaO .ner-
vosa, AS PHE0CCUPAC6KS, O CALOR DO CLIMA, A TOSSE DA
asthma, da dronchite, da grippe e proveniente de qual-
quer oulra causa.
O XAltOPE de FOLLET provoca um somno profundo
anlogo ao somno normal; com o seu emprego
nao se est exposlo a nenhum dos inconvenien-
tes do opio ou da morphina.
t a melhor forma d'administracao do
chloral; sua conservaco perfe'ita, e,
assim aconselliado, n'o irrita o esto-
mago. <> Formulaire Ae Thrapeutique.
O XAROPE-.de FOLLET se vende em
quasl todas as phannacias de todos os
I aizes e se prepara em Casa de
L.FRERE.A. dnmpijlT C-, Sif, 19. r. Jacti.Varii
!
I
Os PEODTJOTOS d*
perfumara oriza l legrand
--, i>Xaco d ID, iviaclelsine FARIB
antigamen SO"?, roa d Saint-Hozar.
T*scomo: ORIZA GIL ESS. ORIZA* ORIZA LACT CRME ORIZA
ORIZA YELOT ORIZA TNICA* ORIZALINE SABAO ORIZA
DEVEM O SEU GRANDE XITO BEM COMO O FAVOR DO PUBLICO i
1* Ao cuidado perfeito com que estSo sendo fabricados.
2* A' sua qualidade inalteravel e 6 suavidade do seu perfume.
MS,COMO SE FAZ CONTRAFACQES D ESTES PRODUCTOS ORIZA
com Mult o vivtr assim a cusa de Urna de que gozam,
pfimot de obreaviic os fregtiszes no fim que se nao deixe a engasar.
08 VERDAOEIRRS PRODUCTOS iE VENDE EM TOCAS AS BOAS CAZAS DE PERFUMARA E DROGARA
Manda-se Paris o C..^looo mustiado franco'niort.
IJiijecco Cade
SAIS COM
NO
Mundo enteiro
PARA CURAR
sem nenhum outro medicamento e sem temer accidentes,
PARS 7, Boulevard Denain, 7 PARS
Depsitos em iPernambuco : FRAN" M. da SILVA C'\ e nvs principa Pharmaoias.
ASTHMA & CATARRHO
Curados polos
CICARK9S
OPPHESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APPKOVADOS E LICENCIADOS PELA INSP*CTO!tlA GERAL DE HYGIENE IiO DHA/.II.
V*nda por atacado J. ESPIC, 20, roa Bairt-Lasare em PARS. Exija-te a Jlrma
' VOSITUB |M TODAS AS FAIN6IPAKS PHAUHACIiS O E VKAMCA E DO LXTAAMkAAU
*_
CATARRHO
TOSSE ANTI6A
TSICA
tm HaHAMUCQ:
Este remedio, em
granulos, nao tem
sabor nenhum
-
EM TODAS AS FHARKACl#
C* DE DBOGAS PaOfCTOS CBI-UCfl*
>h^ GRANULADO %g
^ FRAUDIN \,
infallivel contra
Dyspepsla. Oastralgla,
Platuosldade, Dysenterla,
X'larrheas dos plies qnentes.
Precioslssimo para a antisepsia
do tubo digestivo na
Febre Amarella.
^ \_| soase:
.^^k. 3 pza 6 colhcrkas (.las para
'V~^^k caf) por dU depols das
! Chegon !!
A Solufao anti-cancrosa, maravilhosa
descoberta dos pharmaceuticos Joao
Facundo de Castro Menezes & C. pro-
prietario da formula Alexandre dos
Santos Selva, e approvada pela Exma.
Inspectora de Hygiene do Estado.
Nao ha mais cancros, applicando esse
heroico remedio, que em poucos dias
acaba com os cancros mais rebeldes e
antigos, feridas, ulceras syphiliticas,
nao resistem a esse poderoso remedio.
Deposito em grosso.
Pharmacia Minerva de Alexandre
dos Santos Selva, ra Vidal de Negrei-
ros n. 12, [antigo Pateo do Terco) e
drogara dos Srs. Guimaraes Braga &
C, ra do Mrquez de Olinda n. 6o.
Vende-se em todas as boas pharma-
cias e drogaras deste Estado, do Sul
e Norte.
Prefo de um vidro 2$ooo.
Preco de urna duzia 20$ooo.
20$000
Psea se o ordenado cima s ama costobefra
para r,ru casal; a (rala: na roa da Aurora o.
13, 1" andar.
Hotel Reslaurant Po-
pular
EM
Garanliuns
Defronte da Estacao da Estrada de B$rrt
Sul de Pernambuco
O propretaro deste bem acredit ado
estabelecimento scientifica ao respei
tavel publico que acaba de fazer pas-
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contraro a qualquer hora tudo quanto
precsarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em fim convidamos aos Srs viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-.
rantindo-lhe toda urbandade no trato AgOSS e IIDlOliaUiS gSSOSSS dft
* modicidade nos precos. _,_s-_, ___!__.
Antonio Luis. tO'l S 8S qiliJll(la Seda water, ginger, ale, limlo, Uraoja,
caraca shacaxis, granadina, grosellas
fraiboisas, bsanilba, hortelS pimenta ete
te.
12-\=CAES DO CAPIBARIBE 12A
Fabrica de grelo
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applica-se ventosas seccas e
ajardas ; na ra das Larangeiras n. 14
-4 mOSPHHiDD
Para a quaresma
Sedas pretas, lindissimos padres
1S500 receberam :
LIMA COUTINHO & C.
Ra Duque de Caxias 11. 43
AO TURBADOR
Espartilhos finos estao venjendo
Lima Coutinho & C, por precos sem
competencia!!! Lindos tapetes para so-
ph, avelludados, e alcatifa.
Capas de seda
Receberam Lima Coutixho & C. me-
rinos finos, meias fio de escocia e oa-
tros artigos de novidade.
Lindos cortes de cachemira borda-
dos.
Ao Torrador
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Attenco
Madapolo fino 12S000. Pecas de
bramante com $7 jardas por 25$000.
S ao Torrador
Lima Coutinho it .
o Torrador
Os proprietarios deste muito acredi-
tado estabelecimento chamam a atten-
co do publico e das Exmas. familias,
afim de darem um passeio ao TORRA-
DOR que est queimando tudo por me-
nos 50 o/O que outra qualquer casa. S
se vendo, que se pode acreditar.
Recebem mensalmente grande vare-
dade de fazendas, como sejam :
Lindas sedas, fantazias, tecidos ar-
rendados e muitos outros artigos que se
torna enfadonho mencionar.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 43
Lima Coutinho i C.
Pernanibuco
Para vender
En om dos mais apreciareis arrabaides desta
cidade ba para vende- um cilio com grande
terreno, frnce.ras das celbores qaalidades, co-
qoeir. 1. baixas de capim, aprisco, coebeira, es-
tribara, casa de farioba, dependencias, qoatro
caas iodependentrs para trabalbadoret, orna
grande casa de vjvenda, mni'-o fresca; bem col-
locada e nova, tote perenne d'agaa potavel,
cacimba e moito prximo da Ilob frrea de Ca.
xang: os preteoden'es podem entender-
com d corrmendader Joao Fernaodes Lopes, e
roa do Commercio n 3i.
Aimazem
Traspases se a cbave de om sito no caes 22
de Novembro d. 10 ; a tratar na roa Larga do
Roeario D. 30^_____________________^_______
Ama de leite
QPrecita-fe de urna na roa do AragSo (Bca*
Vista) n. 19. Paga'M bem.
Attenco
0 aba xo asignado, constanJo-lbe qae sea
devedor ioao Coo^taniiDO Gorcalves da Siha,
pretende alienar seos baos em seo prejaizo, pre-
fine a quem interesear possa qoe ditos bens
estao sojeitos a orna sent^nca passada em jalga*
do, qae o mesmo abaixo asB.gnado obteve peran.
te o Dr. joiz de dlreito do commers:o costra o
dito seo devedor; por anto, nirjgnem f:ca trana-
aegao com o mencionado Sr. Joao Constaatlno,
visto ser aulla e para evitar davidas e qaestOes
totoras faz o prsenle aviso.
^Recite, 30 de Janeiro de 1895.
Amonio Soares Fernandos de Oliveira.
Aluga-se balito
0 grrnde sobrado
A margem do Caribaribe, junto ao Prado da
Estancia, proprio para collegio oa casa de peo-
-ao. a tratar oa Loja das Estrellas roa Doqae
de Caxiti nsr P6 e 58.
ma deleite
vrecisa ae de cma para criar ama criaoca de
tres mesee, na Vanea : a tratar na roa do Ran*
ge| o. 5, loja.
Ao commercio
Nos abaixo a. signados, declaramos ao com-
mercio em (eral, qoe lemos dissoWido a socie-
dade qoe tinh-mos roa do Amorlm n. Os,
e qoe girava so > a firn a de Josepb Bsnatj k
Pereira, retiraDdo-se o e--socio Francisco Jos
Diss Pereira pf go e satlsfe-to da seo capital e
lucros, ist acontar do 1- de Janeiro de 1896,
tieaudo o activo e passivo da dita entnela firm
b cargo e rica respons billdade do ex-soclo
Josepb Er'n ty.
Recife, 18 e Janeiro de 1895.
Josepb Escaiy.
Francisco Jos Das Pereira.

I
I
I

/



.-**.


I

iaravilkFcraiv^
DO CELEBRE
Or. Humphreys lie Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Scula
APPRCVAE A. LICEHCIAI'A
pola Inspeciorla Gernl do liygic-it. Je
Impeli de Brazil.
A MaraTlltaa Cnrotlr 6 remedio promptt
ponas Pisadura.', Machucaduras, CoMusp.3, Tor-
cedurag, Cortaduras, ou I.acerac v.
estanca o aanguc, luz parar a > riulu*
a inekaco, J ira descornenlo, e faz Mirar a ferida
como por encanto.
A Maravlla Curativa 6 i-illvlorromptoe
cura rapUia para '.ueauadurns. l jcaldacuras. n
uelmadura to bol, e superior ouuahiacruuiro
remedio.
A Maravilha Cnraliva Impasavel par
todas as Heroorriiaglas. seJadoNu i.
Cos Pu)n.flc. o Eatomago, ou a* IlcHicvriL
Alinorrelrauecurafceaipree nunca ral'ia.
A Maravllha .= Waumi.nivloprom! rc
n?a Dr de Denles, dcSuiiu^, ? Kaco.Inenac.iO
da Face e N'< vraljrla.
\Maravilh CnratlvaSorerse, prorapto
e precioso para Dores rhimwntlca Alcjao, uore
I\i-'de: as Juntas ou Pernas.
A Mor v"1 'iirollvn So rrande remedio
pura squ n.ncia. AnKlna. A:.iy'.:aia< incluuaou
Inammadas-sempre seguro, seinprc efflcaz.
A Maravllha Cnratlyni de -ato
romo la leivao para o Ocurro, = Lnieccr.>(-a ou as
Flores Brancas, c outios corrlmeutoi debiltame.
A Maravilha Ourntlvn -5 lmpairavci par
Ctos, Callo* rrlelras, Joaneteso i'umore.
/ Maravilha f roliva rem^foprompW
para DIarrhca simples, e de Dlarrhea clironlca.
A Maravilla Curativa excellente na
F.s.reirtaTe CaTaUarlca. P^rajorc^ura^ptre
Ptead Sspeciadaas do Dr. Hunphrey:-.
iteuedlos Espscifl.o-s,
UnEa^nto ^IamviJl-O.TCf
Rentadlos Sypblltlces,
Remedios Veterinario.
O Manual do Dr. Hmr*r^'" Pf "?nassobre.u
Entena (dudes e modo de cural-as se cagratls, pede-
M uo sea boticario ou a
Ii; MPHBEVS' MEDICINE CO.,
.,(,9 Faltn Street KEW YORK,
NICOS AGENTES
Para vendas en grosso esn
Pcriamiiuco
Faria Sobrinlio k G.
Diarlo do Pernafnfiuc, Quinta-fcir
Janeiro de 1$5
Cerveja Francskaner
A iiellior cerveja nllesna.
1 Juicos importadores: Cons-
tantino Barza, ra do Bom
Jess n. S5, 1-* andar e Coni-
panhia de Estiva.
Piano
Vendr-ie na pian do fabricante Erard ; Da
roa doH'Siicio d. 20. ________
Amas
Precisase de urna bea coeinheirs, orna pira
andar com cisnea; e onln Dar diverge ier-
igos a rna da Oncordl n 10 _^__
Copeira
Precisa fe >'p urna habilitada na ^aa Boque
de Canas d. 86 i* aoda\____________________
Attencao
' Uma fe3*"o"a c-mplMa ente habilitada para
ensinar p'lo>e;r.i8 le'rus e i-abalhos de agoiba,
prop6"S i a en mar enarcas de ambos os s< xo*
por pre;o analco ; a tratar na roa Aut-osta co
mero 145.
Cabriolet
Vende se oni dog-cart, de 2 roJas e & asaeo-
tcs, lodo refo'OUdo e piolado da boto, coic
arreio? para um csvalic ; expofto oa fabrica de
Crrrs da rea da Florentina : a Iratar com F. P.
Boulureao roa 1S de Novembro n. i6.
VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COM AS IMITACES 1
NICOS RECEBEDOBES
Guimaraes & Valente
N. 6 Largo do Corpo Sanr n 6
CcwinrSra e criado
Precisa bp na roa de Palma n. 40.
Para engoinruados
Precisa-se de uma ama para ir para
um engenho prximo cidade, a tratar
na typographia do Diario.__________
Precia-se de oro criado ; trata Ee na roa dr
Comrrercio p. 44^___________^^ ..
Oosinheira
So becco dc8 Ferrei.'os n. 6 p'eciaaee de orna
ti ama de coainba.
MMA P0MP1L10
Cirurgiao dentista
Continua com o sea consultorio ruu
Barao da Victoria n. 54.
Consultas e operajes das 8 horas da
manli s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais
demos aperfeicoados.
mo
OBO DE MCA
TRADUCClO
PARTE PRIMEIRA
iv
(Continuafao)
De bom grado applandiria... mas
nao me atrevo... Applaudindo, correra
o risco de despertar... e entilo, adeus,
m<*u bello sunho !...
A claridade das lampadas de prata ia-se
amortecendo, a msica cessou, as alineas
desappareceram a uma e uma, r% cortina
de gaze tornou-se sombra e o-reposteiro
retomou o seu lugar.
Acaso n5o ter desfecbo esta mgi-
ca que aqni representam em meu provei-
to ? Qual ser a conclusao deste cont das
Mil e uma noites, realisado expressamente
para mim ? Haver ama princeza B ibrul-
bador, urna rainha Aika, senhoras deste
palacio magicp, que queirara continuar
o encanto, viado afinal fallar-me de
amor ?.^.
Ifist ergueu sa' um dos reposteiros.
Acto continuo entrou no boudoir uma mu-
lber, vest da oriental ; em torno della
fluctuavam perfumes inebriantes. Occul-
tava-lbe parte do rosto uma meia mascara
de velludo preto.
EMULSO de SCOTT
<\ ^^-


. m E**
fimrni
A [LAwl
I'~^kn m~- fjui _
Ar S^^P I i BP
tbl ila^^ir l^^^^^fil
- "nffl!
! I'l!> m H.

i asH ^__._-; ^k--~'
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALHAO
cli
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
To agradavel ao paladar como o hite,
Approvada pela Junta Central de Hy
giene Publica e autoriaada pelo
governo do Brazii.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES
A venda as principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOVVNE, CHIMICOS. NOVA YORK.
.
1 BTO
caminara e ajlfai atara
15 Pa do Visconde de Inhadiua15
( 1 ntiga do ra do liangel)
Este novo estabelecimento acba-se sob a direccao de Alvaro Jos P^reira,
antigo e conbecido camiseiro n'esta cidade por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernarubucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, flanellas, ptimos
madapolSes, esguines, eutretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas Esta casa tarubem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e precos seguintes :
Duzia de 1.* cla-se com pnnbo ou sem punho 85(5000
Duzia de 2.a classe cora collarinhos 905000
Duiia de 2 a classe com punbi e sem punho 72S000
Duzia de 2.* classe com ollarinhos 785'(0
Duzia de 3." B com punco ou sem punho 60$000
Duzia de 3 a B com collarinbos 66/50 0
Duzia de 3.1 classe com pnnbo ou sem punho 48800O
Duzia de 3.a classe com collarinbos 54fi0-.0
Duzia de 4.a classe com pnbo e sem punho 423 00
Duzia de 4 com collarinhcB 488000
Em duzias fazeni-se bons descantas
Linda exposi'sao de gravatas, len90s, punhos, collarinhos, meias de 13 e
algod3o, para homens, senhoras e meninos; o que ba de mais fino em aberturas de
amisas. lizas e bordadas
A' frente da officina de alfaiaaria acha se um perito e hbil artista
19 Ra I/ de Marco 19
S*este acreditado estabelecimento veode-sek rendas
por menos 25 fo do que em outra qualquer parte.
E se io vejara:
G'retooes com 2 b*rr-s p*ra reposteiros a chambres com 1 metro da largor* a 800 te.
o cevado.
Nanzoki btWKAI com pialas e fLrea a 240 o cavado.
Brim para roopa a 6C0rs. e jesinet a 500 o corado.
Mantilbas di- seda a r nr.,
Ditas de clg dSo a 2d00 ii.-m.
MrdapoiSo americano mui'o largo com 24 jtrdas a IOS a peca.
C>chojniras para vestidop, faseeda de 15 por 400 w. o oo/ia.
C chas de tastSo brancas n de cores a 5$, 83, 155 e 205 amo.
Epri!hos do coir ca a 85000 uro, barato !!
C'irioadoa bordados pare cama e jonella a 105OC0 o par.
Liodas espilles com vea p ra noiva por 108 e 125 orna.
Crotones clarea e eso ros a 430 rs. o covado,
Setim branco M ca", para vest dos de noiva por 1500 o covado.
Tapates avellud&dos e alcatifa, grandes e pequenxs. .
Atoalbado branco e de cor para mesa a 3O0O o metro.
Luvas de ie'a pra tenhora e para menina a 15500 o par.
Peitilbns lizcs e com prega- para senhera a 15500 um.
(emizas de cormir para homem e para sech.ra a 65 um%.
Setim cor de roza a 15 covado.
Mene preto a 15, 1'500 Lerdos de cambraia de I nho para senhora a 125 a duzia.
Matas de 13 e seda para bomem a 45 o par.
Camisas de M- Iba de I?, p-ra boroero e p-ra senhora a 68 uma.
ortes e a caitao para vestido de 805 per 405 um.
Cortes do coeemira raer ana a 45000 um.
Ditjs de oosecira iogl;za a 85 oro.
S.y.ir et-.s liac, 'oda ai core ;- 600 rg. o covtdo.
Zepbiros com uintirinh s a 40 rs. o covsdo.
F ensilas pn vestidos e or iMoaisas a 361 rs. o colado.
Linn com 2 Urgnn a 503 s. o oni>rJn.
Sa-geliro hrasoa < di fdaa as at res 6 ) ra. o covado.
Vestuarn s d J rs y pan creftve, s 15 ir.
Caaac s do J*r: y v-r* irBtr>a* ?$ un'.
Eax>ve8 para L pt a.id.
'JoIsSps fra'C-z--, it- 8 j:;*:rn aire i'\n s.
Sobietulo, otpiiI.s. mm, !ei cr.R e g.-avu.F.
E maitos o*r s **' s Ibinu ^
5J e 58 Ra Duque de Gaxas 56 e 58
Resolvern! liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavam no Centro da
Mod
a.
A saber
P EHIDA S
pS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MACICA)
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
BnEUlMIISMO
E HEMORRHOIOAS
INCHAgOES
^
Ccsiuheiro
Preclea-re de ou bom cfinb iro ; ca roa do
Pfcyaodu' n. 19.___________
Opt'mo negocio
Vendc-ee oira importante rttjncao deas so-
ca', em om dot melhores Dair-oa do Recife, com
o movimeoto meo?al de oito a dei contos de
ris. Traia-se no arm.z(m e Tbomaz Tbimes.
larpo da Esiadioba d. 5, cum Antonio 1!. da
COili.
Modista
!
Madapolo para noiva a 4*503 a peca.
Bramantes de linbo de 10 palmes da largura a 3S0C0,
Cazemiras pretas e de cor a 38500 e 480 >\
Bramante de algodo com 4 larguras a 1S200.
Cretones francezes claros e escuros a 600 e 640 rs.
Cretones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de cores
Cretones de 1.* qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escosse;ase lavradas a 185'JO e SfOOO.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Pcrsia de 705 por 2"8000!!
Ditos andnesuk de 308 a 6800O !!
itos todos de renda de gripure vabnciane de 80f a 128000:1
Cachemiras escuras de 35 a 800 rs. M
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 28C0O.
Guardanapos duzia 38 e 45000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Calas ce casemira de 3')8 a 128 e 155-00.
Um completo sortimento de frak, de 100S a 58000.
Golletea de casemira de 128 por 4S00G.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, lits, cachera'ras, cretones, linons,
chitas, etc. etc
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabelsci
ment, afina de se convencer da grande reduccao de
precos.
.vi
Leja das Estrellss
56 e 58 Rna Duque de Oaxias 56 e 58
Telephone n,
v o allan Pinun G
i9--1aR.xja. r i33exvxjiB,ga2
Pelos buracos da mascara destacava-se-
lhe dos grandes olhos um brilho quasi
inverosimil.
Os labios rubros, entreabrindo-se-lhe
com um sorriso, deixavam ver os deslum-
brantes dentes.
A cintura delgada e flexivel, os bracos
rolicos e alvos, os hombros avalludados,
que parec,",m talbados em marmore de
Carrara, revelavam a mocidade em todo
o seu vico.
Quando entrou deteve-^e por alguns se-
gundos entrada. Dir-se-hia que hesita-
va, e que uma especie de timidez a impe-
dia de avancar mais.
Ora, viva Deus I exclamou o inglez ;
uma appari;&o divina Que necessidade
haver de que tudo isto seja um sonho ?...
Daria um auno de vida para poder trans-
formar o sonho em realidade... daria...
Nao teve tempo de concluir a phrase.
A dasconhecida da mascara de vellndo-
cuja indecisa) de certo cessara, atiaves,
aou o boudoir com um andar tao ligeiro,
que mal tocava com os ps o macio ta-
pete ; approximou-se do divn e pergnn-
tou com voz harmoniosa e em purissirao
inglez :
Como te chamas tu ?
O viajante estremeceu.
Que isto pensou elle. Falla me? !..
Deverei acaso responder-lbe ? Um dialogo
com um ente que nto existe evidente-
mente cousa impos8vel! Mal eu abrisse a
bocea desvanecer-se-hia a visSo... e isso
seria realmente pena.
Porque me nito respondes ? prose-
guio a mysteriosa desconhecida; s tu
meu hospeda esta noite, e en tenho direito
e vontade de saber a quein dou hospitali-
dade I Falla, portanto!... Respnde-
me. .. Que nome o teu ?
O viajante adoptara j uma reaolucSo,
e desta vez respondeu :
O meu nome Jorge Malcolm...
44-HUA 1)0 MR0 DO TRIJMPBKHU
Mchicas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Tiix^s tundidas e batidas.
T^ixas b tidas sem cravatjao.
radcs.
Maria Jete S:rr0S
Pjrc'pa as su;.-3 iv'-i z ?, qop eslan o S
fplsbplpti'fa. re/rFstmu a sna residencia rea
do Imperador n, le roniicua a tomar coala de
'qiau-r irabalbo a-"ici eul :i goa arte.
Padaria Nogneira
CaminhoNovo n.9l
Prvido este estabelecimento de um perito
confeiteiro, lem actualmente a disposicao dos
seus freguezes em especial e do publico em
geral os mais deliciosos producios de confei-
laria
Ahi os consumidores encontrarSo :
Desde o mais bem feito pao
de lol, rolladas nppelilosas
e bolinlios cm pequeas for-
mas, de tempero e sabor deli-
ciosos al os bolinholos de
differenles qualidades e for-
mas dislincias, rryslallisados
ou nao, cor natural e colori-
dos, para o servigo do cha.
Todos esses productos sao de ura tempero
que satisfaz ao paladar mais exigente e assim
se reeommendo ao uso das familias em suas
soires eoutras feslas intimas 'u solemnes-
A padaria Nogueira cr1, pois, preslar um ser-
vigo as familias pernr.mbucanas; as quaes pro-
porciona assim arligos mdispensaveis, bem pre-
parados, sempra promptos, e que alem disso,
feitos em cas, nao Ihe custariao menos.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, ocalos de
alcance, joias e todo e qualquer objectos
tendente a arte mechan ica.
yKua Larga do Rosario9
Telhas e sitio venda
Vendse Btra pi gao de Libas j servidas,
norm anda muito petav I para conertss de
rss^s ; o traiar no Cho-a menioo '. li, sliio
- cape Inba, o qu;.l tambem vende-se pela
malor criara.
Em O inda
Veade-se excellente doce
de caj secco; a tratar na
Ladeira da Ribeira n. 23.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 e
30, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio*
Quem os pretender poder ir velas ;
e para negocio deixe carta no escripto.
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Tambas eui salmo ura
Veode-:e do arredilad-) fabricante S A Silva,
rx-arra doos S. 8., viadas cucamente do Rio
Grande, ex cartelas grandes de 'eqoena notCie-
acao ; na roa Pedro Aff-.nso n. 66. amiga da
Prbia.
Jorge Malcolm
murmurou a des-
que ouvi j pro-
conhecida; parece-me
nunciar esae nome.
E proseguio em voz alta :
E's inglez?...
Sim, minha senhora... respondeu
o viajante.
E's fidalgo ?
Um dos meus antepassados comba-
tea ao lado de Hoberto Bruce.
Quando deixaste a Inglaterra ?
Ha pouco mais de dous mezes...
O que foi que te trouxe India ?
A vontade de meu pai..... Venho
juntar-me a ebe.
Como se chama teu pai ?
Mea pai sir John Malcolm.
Que posico a delle?
E' juiz supremo da presidencia de
Benars...
A desconhecida estremeceu e disse'para
coraaigo em voz baixa :
John Malcolm !... O juiz supremo !
O terrivel investigador Eu bem sabia...
conhe$o-o..
A este aparte da mulber mascarada, se-
guio se um momento de silencio ; em se-
guida proseguio :
Que idea fazes do que te succede
esta noite ?
Quer que lhe responda com fran-
queza ? perguntou o moco inglez sorrin-
do-se.
De certo ?
Pois ento dir-lhe-hei que faco idea
de que estou tendo um sonho adoravel; e
que dependera da senhora tornal-o mais
adoravjl anda.
Que praciso para isso ?
Tirar essa mascara que me oceulta
ao olhos maravilhados uma parte da sua
belleza ..
Como sabes tu que sou bella?...
O que vejo segura garanta do
esplendor ao que me oceultam.
Mas poderias enganar-te...
Nao, minha senhora, n8o me enga-
o. A senhora tem belleza bastante para
tentar todos os santos do paraizo Adivi-
nho-o pelacoramoco que me causa a sua
presenta !... Conheco-o pelo palpitar ac-
oderado do coraco !
A desconhecida mostroa um sorriso ver-
daderamente inebriante.
Do coraco repetio ella ; fallas do
teu coraco Est entao habituado a pal-
pitar tao veloz e to fortemente ?
Nao ; so a senhora teria o
poder d
o agitar assim. .
Naturalmente dizes isso a todas as
mulheres ? 1
Nao o digo a nenhuma, porque os
meus labios nSo sabem mentir...
Rnto nunca amaste ?
Jamis, sriamonte Nunca rae sen-
ti arrastado para uma mulher, como me
sinto arrastado para a senhora...
Tu nao me conheces...
Adivinho-a.
Jorge Malcolmnada nos impee ago-
ra de lhe dar o seu nome^erguera-se
pausadamente no divn ; tomou as suas
as duas mitos alvas, que a desconhecida
lhe entregou sem resistencia; approxi-
mou-as dos labios, e estremeceu deliciosa-
mente ao contacto da sua epiderme tepida
e perfumada.
Minha senhora, continuou elle com
uma paixo verdadeiramente irresistivel;
por quem tire a mascar !... deixe-me
vel-a.. admiral-a... adoral-a !
A desconhecida mostrou um sorriso, e
replicou com entouacao um tanto escar-
ninha :
Com o risco de perder os beneficios
da tua adorac&o, nofatei o que desejas...
n2o tirarei a minha mascara. 1
Porque ?
Porque nito quero I
Isto foi dito em tom firme, com voz
habituada a ordenar, e qua nao soffria
replicas.
Mas, como que para attenuar o que esta
resposta tivesse de rigoroso, accrescentou
a dasconhecida :
Jorge Malcolm, se a minha mascara
te nao amedronta, convido-te para ceiar...
Aceitas ?
Aceito... respondeu o inglez, sem
oceultar tal ou qual estupefacto.
Com effeito, esta nova peripecia da sua
incomprehensivel aventura, langava-lhe
em todas as ideas a maisc?mpleta pertur-
bado.
Dialogar n'um sonho era realmente de-
mais Mas ceiar 1 Nunca de tal resou
memoria de nenhum dormente ; nunca tal
se vira, e s as hallucinaco.?s do liaschisch
poderiam produzir tfto extravagante illu-
so, ae comtudo esta illuso se reali-
sasse.
Ora, Jorge Malcolm estava perfeitamen-
te certo de souhar, porque se embrava
maravillosamente de ter adormecido, des-
pedajado de fadiga, uo pagode do deus
Siva ; e tinha nao menos completa certe-
za de nio ter tomado haschisch sob forma
nenhuma e em qualquer dse.,.
Ao passo que o mancebo, lancado s-
bitamente n'ma stuaejio tao inverosimil,
e na apparencia tSo impossivel, deixava
fluctuar a alma no meio de um ocano de
pensamentos confesos, onde a razao va-
rillante perda p cada vez mais, affasta-
ra-se a desconhecida alguns passos, e ha-
tera palmas por duas vezes.
No mesmo instante entraram quatro
negros muito carapinhoeos, pouco mais
altos do que uma bota de montar, espen
dida e phantasticamente vestidos de setim
escarate e de brocado de prata, transpor-j
tando ama me3a baixa, completamente!
Jareiemro
Precisa-se de om jTdioeiro, prefprlndo-se es-
rangeiro; na roa do Commerc-j.o 4i.
Castanhss de c?ju
Comp'a-se teda qoantidsde teritteaca a sna
qoaliciale ; no larg 1 do Corpo S Dto 0. 15, pn
meir andar.
servida, e que collocaram no rr.eio do
boudoir.
Aos dous lados da mesa amontoaram, a
modo de assentos, os coxins dispersos pelo
recinto, depois os mudos sobremodo ageia,
desappareceram.
Jorge Malcolm, disse a desconheci-
da, vem honrar a minha ceia...
Ao primeiro movimento que eu qui-
zer fazer, pensou o inglez, tudo se desva-
nece.
Nao obstante, como uo podia hesitar,
levantou se do divn ; com grande sor-
preza achou-se firme as pernas, e co-
nheceu que podia, ou pelo menos que jul-
gava poder caminhar com fdeilidade e fir-
meza, como um homem despert...
A desconhecida pegou-lhe na mo e
conduzio-o para junto de uma das pilhas
de alraoadas, na qual o fez sentar. De-
pois sentou-se em frente dalle.
O inglez olhou curiosamente pava a
mesa, e sentio logo una sansae.lo de vio-
lento appetite. Offereciam-se-lhe vista
as mais saborosas iguarias e o perfume
pouquisaimo oriental das trufas confunda-
se com o fumo delicado das pejas d caca
primorosamente assadas.
A mesa estava servida russiana, quer
dizer que todos os pratos tinham silo
postos na mesa ao mesmo tempo, rodean-
do o dessert, composto entre mtras cousas,
dos mais bal los fructos da Eurapa e da
da India.
Os vinhos de Franca, de Hesp^nha, da
Rheno, acotovalavam fraternalmente os
vinhos de Chypre e do Cabo e duas garra-
fas sabidas das caves champanhenses da
Viuva Cliquot, gelavaru-se em baldes da
prata perfumada, cheios de gelo.
{Contina.)
Typ. o Giar* r. Daque de Caxiaa 42
--

-
I ."
1

v -1

aarwi'aW- +e


.i
1 man

wa*a"a^BBaajai
6l


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EEDY6O4QT_CW8E8N INGEST_TIME 2014-05-19T18:32:56Z PACKAGE AA00011611_19777
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES