Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19773


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Full Text



axxoi,x:g:i
Sabbado SO de Janei ro de 185
>
! NUMERO *

-f
PB0PBI1SABS BS H.&N013L flOTIIB5. BB *Bi* & fl&BOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaDtados 8$000
Por seis mezes adiantados. 15$000
l or um anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PufeLICACES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em8aris18 rae de
La Grange Batere
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16550o
Por um anno adiantado .... 335009
Numero avulso do mesmo da. #100
Numero avulso de dias anteriores. |200
Telegrammas
lJSa753MII5!IliAa'D3SIAair
Rio de Janeiro, 25 de Janeiro,
s 3 horas da tarde (recebido na estacad
s 4 horas e 50 minutos da tarde e
entregue as 3 horas e 40 minutos da
tarde).
Consta que o Congresso Nacional ser
extraordinariamente convocado, afim de
re olver sobre alguns assumptos que
delle estao pendentes, inclusives diver-
sos crditos.
Diz-se que certa a viada ao Brazil
do couracado italiano Liguria, sem ca-
rcter poltico todava.
_ E' falso que tenha havido ante-hon-
tem em Montevideo m-niestagocs hos-
tis ao Brazil. nao obstante a reprovaco
do Manifest do Governo do Uruguay.
Alguns grupos se reuniram, mas fo-
ram dispersos, sem chegarem Lega-
c5o c Consulado do Brazil.
As relaces entre os dous paizes sao
ptimas.
A populaco -ensata de Montevideo
reprova a tentativa burlada.
Rio de Janeiro, 25 de Janeiro, s
6 horas e45 minutos da noute [recebido
na estaco s 8 horas 2J minutos da
noute e entregue s 9 horas e 30 mi-
nntos !)
O governo respondendo um oficio do
commando superior da Guarda Nacio-
nal pedindo honras de posts do exer-
cito para os ofliciaes dessa milicia, de-
clarou nao poder fazel-o por impedi-
mento dalei.
Parece que a convocaco extraor-
dinaria- do Congresso ser para 3 de
Abril.
No lugar Inhauma foi assassinado
um homem morigerado, de nome Joa-
quim, chefe de numerosa familia, por
um individuo que era seu compadre, c
ha pouco tempo, concluir a pena que
fora condemnado por crime de morte.
, mesmo conseiho, de 23 do corrente ; re-
sol ve determinar qne para regular o
ejercicio do officio e pharmacia, no in-
terior do Estado, por quem nao saja phar-
maceutico diplomado, sejam observadas
ditas InstrucOes, abaixo transcripta?,
assignadas pelo Dr. Rodolpho Galvao,
Secretario de Estado dos Negocios da In-
dustria, que a&sim o tenha entendido
e faca excutar.
Atexandre Jt,s Barbosa Lima.
Rodolpho Galvao.
Para exercer a profssao de pharma-
ceutico no interior do Estado onde nao
baja pharmaceutico diplomado, sao exi-
gidos os seguintes requisitos :
Artigo 1."O candidato requerer ao
Inspector de Hygiene exame de habilita-
5I0.
Aitigo 2.-3 exame de habilitaco ver-
sar sobre materia medica no que diz res-
peito a pharmacia, pharmacia galnica.e
posologia.
Artigo 3. O examj corutar de duas
provas, escripia e oral.
Artigo 4.-A commisso examinadora
ser constituida pelo Inspector de Hygie-
ne, como presidente, e msis dous mem-
bros, sendo um mdicos outro pharma-
ceutico, nomeados pelo inspector.
Artigo 5.* Approvado o candidato, o
inspect jr lhe mandar passar a licenca re-
querida.
No caso de inhabilitaoo, o candidato
so poder requerer novo exame sin me-
zes depois.
Artigo 6.'A inspectora de Hygieue
ter um livro para o registro das actas
exame.
Secretaria do Estado dos Negocios da
Industria, 24 de Janeiro de 1895.Ro-
d Ip ho Galvao.
Conforme. Maroel Stlveira.Confe-
re. -Josde Ges.
O secretario de Estado dos Negocios da
Industria, r-solve noraear l. officiaL (contador)
la l. Secgo da 1/ sub-directoria da 3.* direc
DA INDUS-
NSTRUCCAO POPUlAR
04SI78E2 DA SCIEUCIA
POR
Gastio Tissanilier
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
Negocios da Indus-
CIIItlSTOYO COLOMBOFERXAO DE MA.
GALHES DAVID LIYINSGSTONE
GUILHERME BARENTS JOHN FRAN-
KLINRENE BELAOTRENE CALL
MUNGO-PARK DURANTONFRANCIS
GARNIERJAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTHOMAS BURKE.
(Continuaco)
Em principios do seculo XVII, oraarin'>eiro
ingle?. Henry Hudson, a borlo d'uma pequea
euibarc-go, arrojou-se ao largo Ja costa sta
.. .,ni.:ii.dia, descobrmdouma parte doSpiz-
|)-i< cu T- ra Nova, enmo elle lhe chamou. Na
A r-prr.i spientrional Iluison descobriu o rio e
a baha que hoje tem o seu nomo. A sua mor.
te foi trgica u Horrorosa. Acabava elle de pe-
neirar no meio de urna nova baha as regios
do noite da America; mas, ao cabo d'uma ex
pedigo lo demorada como perigosa, faltaram
os vveres; a tripolago revoltou-se e o desgra-
sado apiae foi aban lonado com seu tillio a
bordo d'uma pequea chalupa, em meio das on-
das. Desde essa occasio, nunca mais se ouvio
fallar do desventurado navegador", que, assim
tiahido miseravelmente, enconlrou, cogi Ba-
rent?, a mora no thealro da sua propna glo
ria. (1). I
Entre os dramas do polo norle, nenhum ha
que "uupressione e commova to profundamente
como o da morto do capilo John Franklin,
cujo nome jamis ^apagar da historia da geo-
graphia. U' diieil enrantrar-se carreira ma-
rtima mais nnllianlemenle desempenhada do
que ad'esse no'avel navegador. Enlnndo para
a m*rinlia Ingleza em '8J0, Franklin ssistio ao
combale naval de Nelson em frente de Cope
nhgue- Toraou parte n'u.na viagem de expo
rago Australia, escapou milagrosamente de
um nauiragio em 1803. Entrou na batalha de
Trafalgar, oude se tornou notavel pela s\ia bra-
vu' a.
Em 1804, foi ferdo no cerco da Nova Orleans,
que Jackson defendeu com herosmo. A parli-
de 18'8, John Franklin apparece na secna das
viagens polares. Em 18 9, acompanhado de Ri-
chardson, Hood, Uack e Hcpburn, percorre a p,
cusa de solfrimenlos inaudilog, o litoral
norle-americano, e procede ao reconhecimento
d'essas regies, n'uma extenso de 900 kilor
muiros.
(Contina)
(') ViJe AppenJice, nota A.
PABTE" OFFICIAL"
Go\erno do Instado de Per-
nambnco
Palacio do Goveruo do Estado de Per-
nambuco, m 24 de Janeiro de 1895.
O Governador do Etado, de aecordo
com o artigo 51 das diaposigCes geraes do
Kegu la ment de 23 da Outubro de 1894,
e tendo en vista as instruccSes formuladas
pelo (joaselho de Salubridade, qneacom
panhargj ao officio do Dr. prndente do
SECRETARIA DOS NEGOCIOS
TRIA
Erpcdientt do da 30 de Xovembro de 1894
Olficios :
Ao Sr. Dr. S:cictario dos Negocios da Fa-
zanda.Enviando, em original, o requerimento
e documentos annexos, em que a Estrada de
Ferrodo R:cife ao Lira>cro e Timbaba soli-
cita pagamento de passagens concedidas em
seus carros durante o ih/. de Outubro ultimo,
por conla do Estado, rogo-vos digneis de infor-
mar sobre tal prelensao.
Sr. director da Escola Industrial l'rei Ca
nsca. -Rvcommemio que entreguis, a quem
com esta se aprsenla"-, o menor Francisco de
Salles, que Picar excluido de.sta escola, inde-
pendentemenU de qualquer noutnbuico.
Expediente do di i de Desembro de 1891
Expediente do Dr. Governador
Decreto :
O Governador do Estado resolvj nomear o
bacharel Joao Uloii Riheiro da Cunha para ex
ercer o cargo do director da 1 directora da
Secretaria de Estado dos
tria.
i O Dr. Rodolpho Galvao, Secretario d j Estado
dos Negocios da Industria assim o tenha enten-
dido e faga execular.
O Governador do Estado resolve pomear
o Dr. Jos.Joaquim Rodrigues Saldanha Jnior
pira exercer o cargo de director garal da 3' di-
rectora da Secretaria da E tado dos Negocios
da Indutria.
O t)r. Rodolpho Galvao, Secretario de Estado
dos Negocios da Industria, assim o tenha enten-
dido e faca execular.
O Governador do Estado resola nomear
o e.igenheiro.les Joaquim de Mello Cah para
exercer o cargo de sub-director da 3" sub-direc-
toria da 3' di ecloria da Secretaria de Estado
dos Negocios da Industria.
O Dr. Rodolpho Galv&o, Secretario da Eslado
dos Negocios da Industria, assim j tsnha enten-
dido e faga execular.
O Governador do Estado resolve nomear o
engenheiro Eu alio da Costa Victoria para ex-
ercer o cargo de sub director da :* sub-direcio-
ria da 3* directora da Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria.
O Dr. Rodolpho Galvao, Secretario dos N.-go-
cios da Industria, assim o tcnlia entendido e
faga execular.
O Gov:rnador do Esja lo resolve nomear
o cidadSo Manoel Joaquim Silveira para exer-
cer o cargo de chefe de secgo nica da 1 di-
rectora da Secretaria.de Estado dos Negocios
di In lustra.
O Dr. Rodolpho Galvao, Secretario de Estado
dos Negocios 4a Industria, assim o tenha en-
tendido e faga execular.
O Governador do Estado resolve nomear
o cidadao Olyrapio Vaz da Costa, para exercer
o cargo de chefe d-i 1* secgao da 3* diricloria
da Secretaria de Eslado dos Negocios da Indus-
tria.
O Dr. Rodolpho Galvao, Secretar o de Estado
dos Negocios da Industria, assim o leoba en-
tendido e faga execular.
O Governador do Estado resolve nomear
Pedro Jorge da Silva Ramos para exercer o
cargo de tliesoureiro da 3* directora da Secre-
taria d Estido dos Negolps da Industria.
O Or. Rodolpho Galvao, Secretario de Esla-
do dos Negocios da Industria, assim o tenha en
tendido e faga execular.
Expediente do Dr Secretario
Portaras :
O secretario do Estado dos Negocios da
Industria resolve nomear primeiros ofliciaes da
secgo nica da l* directora da secretaria a seu
cargo osciladaos Aldolpho Curio de .arvalho e
bac arel ernado Jos da Gami Lins.
O sacretario de Eslado dos Negocios da
Industria resolve nomear segundos orficiaes da
secgao unic da t* directora da secretaria a
seu cargo os ci iadaos Tito Franco de Mendong 1
Mendonga e Bacharel Miguel Nunes Vianna.
O secretario de Eslado dos Negocios da
Industria resolva nomear terceiros ofliciaes da
secgo nica d 1 1* directora da secretaria a seu
cargo os cidadfios fJaTharel Sa.nul Ramos de
Parias, Alfredo Lucio de Castro e Josa de
Ges avalcanli.
O Sjcretario de Estado dos Negocios da
Industria resolve nomear o cidadao Archias
Lindolpho da Silva Mafra para axercer o cargo
de porteiro da secretaria a seu cargo.
O Secretario de Estado dos Negocios da
Industria resolve nomear o cidado Francisco
Nogueira da Silva para exercer o cargo de
continuo da i" directora da secretaria a seu
cargo.
O Secreta io de Estado dos Negocios da In
duslrii resolve nomear correios srvenles da
1* directora da secretaria a seu cargo os cida
daos Julio Pimental, Jos" Francisco do Reg
L/rg Jnior b Jos de Fanas Nunes.
'.orla da secretaria a seu cargo, o cidado Leo-
nel Augusto da Costa.
O Secretario do Estado dos Negocios da
Industria resolve nomear seeuodos officiaes da
* secgo da i* sub directora da 3* directora
Ja sjeretaria a seu cargo 03 cidadaos bacharel
Francisco ds Athayde Mariins Ribelro e Abdi
sio de Vasconcellos
O.secret-vio de Estado dos Negocios da
Industria resolve nomear teredros oiHcaes da
1* Sec;o da 1.a sub direcloria da 3.' directora
da secretaria a seu cargo os ciiados Josa Si-
meano das Mercs Proto e Antonio Florentino
de Figueiredo Lima.
O secretario de Eslado dos Negjcios da
Industria resolve nomear para os lugares de
confnuos da S;ccao da I." sub directora da
3.' direcioria da secretara a seu cargo os ci-
dadaos Thora iz Carneiro da Cunha e Jos An
Ionio de Lima Freir,
O secretario de Estados dos Negocios da
Industria resolve nom.-ar 2 oflical da t* sec-
go da 2.a sub directora da 3.a directora da
secretaria a seu cargo o cidadao Josa Marceli-
no da Silva Braga.
O secretario de Estado dos Nigocios da
Industria revolve nomear o".* offlcial da 1." sec-
go da 2.a sub direcloria da 3.a directora da
secretaria a seu cargo o cidadao Francisco Ge-
raldo Moreira Seraporal.
O secretario de Estado dos Nigocios da
Indu ira resolve noraear Francisco de Moraes
la Mi'Sijuita Pimental para exercer o cargo de
desenhista de 3a classe da 3a directora d'esta
secretaria.
O secretario de Esta lo dos Nego-.ios da
industria resolve noraear conductores de l,a
secgo da 2.a sub direcloria da 3a liredjria da
secretara a seu car^o, oscidaios Miguel Au
gusi.o de Olivejra e Angelino Bevilacqua.
Osecrelari) de Eslado dos Negocios da
InduUna resolve nomear auxiliares de ftscali-
sagoda '.a Secgao da 2.a sub directora da i *
directora da secret ra a seu cargo os cid.idos
Antonio Cadena Banleira de ,M =11 o. Fernando
Uarbosa de Carvallio e Luu Ferreira
de Mello.
O secretario de Eslalodo3 Negocios da
Industria resolve noraear Joo Francisco da
A ni 1 i 11 Lima para exercer o cargo de dese-
nhista de 2.a classe da 3.a direcloria da secre
lana a seu cargo,
O secretario de Eslado dos Negocos da
Industria resolve nomear chefes de dislriclos
da 3a directora da secretaria a seu cargo, os
cldados Emiliano Brilo le Araujo Tavares,
noel Peretra Brando Jnior, Antonio Jos
L"opoldino Arantes e Antonio Urbano Pessoa
Montenegroe
O secretario de Eslado dos Negocios da
Industria resolve nomear auxiliares da a secgo
da 2* sub-directoria da secretaria a seu cargo
os cidadaos Ponclano Augusto Heurique da
Silva e Rodolp o Gomes Lea',
OrBcio:
Ao Dr. Secretario da Fazen la.Solicito vos
a expedigao das nacess iras ordena no sentido
fo Dr. Secretario da Fazenda. Comn.ui>
co, para vosso conheciraenlo e devidos effeitos,
que, segundo rao informou o Dr. directo- geral
das obras publicas em officio n. 16, de hontem
datado, era 1 do crreme foi expedido ao^n
tractaate dos reparos da estrada de roda^'erJFde
Olinda, Nicas da Silva Gusrao, o certificado n.
8 para pagamento da ultima prestago de seu
contracto na importancia de 6 296*149.
Ao m^srao.EnvianUo-vos, em original,
os dous otficios de 28 de Novembro prximo
lindo, era que o superintendente da estrada de
f ;rro do Recife ao S. Fracsco pede pagamento
das quantias d; 7:* 20 e 112*3-10, importancia
de Ira.'iortes leitos por couta do Esta lo, rogo
vos dignis de informar a respeito, teado em
vista os documentos e conlas aunexas aos raes-
mos.
Ao m93rao. -Remetiendo-vos, em original,
o officio junto, n. 181 de o de Novembro ultimo,
era que o engenheiro director da entrada de
ferro Paulo Alfonso pe le pagamento da quantia
de 2JC*1L'0, importancia de servigos execuiados
por conta deste Estado na mesraa ferro via du-
rante o trimestre de Julho a Setembro, rogo-
vos dignis ae informar a respeito, tendo em
vista es documentos juntos que vo annexos ao
citado officio.
Ao Sr. cnsul d03 Estados-Unidos do Bra-
zil era Vigo (Hespanha)-Accuso o recebimeiuo
da vosso officio de ti de Outubro ultimo, ao
qual aeorapanhou urna proposta do Sr. Mmiel
D. dos Sintos para o contracto de inlroducgfio
d, inmigrantes agricultores oara este Estado.
Era resposta vos declaro "que Pernambuco
nao tem ainda crganisado e3se ramo deserv
S'), e, pois, deixa de lomar era con3derago a
raesina proposta, curaprin lo que ao governo fe-
deral se dirija o Sr. Manoel D. dos sanios para
o fira de ser satisfeito, conforma juigar conve-
niente o mesmo governo.
Expediente di Dr. Secretario dos Negocios da In-
dustria, do da 5 de D:zembro de 1891
Ofhcios:
Ao Dr. Secretario da Fazenda.Remetiendo,
em original, o oficio a. 1,09'*, de hontem data-
do, era que o direct >r engenheiro chefe da es
Irada de Farro Central de Pernambuco pede o
Bindeira ,' pagamento da quantia de 333*:60, rogo vos di-
gneis de informar sobre o assumplo do mesrao,
tendo em vista os documentos que o acotnpa-
nham,
Ao mesmo. Solicilo-vos a expedigao das
necesaarias ordens no sentido do ser entregus
a Francisco Antonio Torres a quanlia de......
3.970, importancia das despezas feitas com o
lazareto do Pina, conforme se venlica dos docu
mantos juntos, e de aecordo cora o que solici
tou o Dr. inspector da sade do por-to era
officio de hontora daiado.-Communicou se ao
Sr. Dr. inspector da sade do porto.
Ao presidente da Junta de Correctores do
Reeife. -R>go vos dignis providenciar no sen
(ido da; ser remedid j, coma possivel brevida-
de a esta -iecrelana, urna relago das cotages
bat-arias.n) me de Setembro ultimo, equiva-
lente nao s ao cambio vista, como a 90 dias
sobre Londres.
Ao Sr. delegado da inspectora das terra3
e colonisago. -Accusando o recebimenlo de
de serem pagas Companhia Pernambucana de1 vos ollicio de, 30 de Novembro Ando, sob n.
Navegago as Gontas jumas, provenanlas de W^ v3 declaro em resposta, que deixa de ser
satisfeiio o p;ddo que se contato em o mencio-
nado officio ; por isso que osla governo nao te-
ve ainda conhecimento official da permuta a
que alludio, e, pois, cuiapre que. seja aguardada
es3a dommunicago, sen lo que, s enlo sero
dadas as necessaaas providencias.
------------- a
i innjiini lf Superior 1
Quartel do Cimraando Superior da Guar-
da Nacional do Municipio do Recife,
21 de Janeiro de 1895.
Ordem do dia n. 43
Para que se d a devida execusao fa$o
publico Guarda Nacional sob rneu com-
passageus concediias por conta do mand0 que, por portara de 16 22 do
(corrente mez, designei o.' batalho do
expe iigo das serv?0 a reserva e o 5 de infantaria,
asaras orneus uu seiuiuy de ser entregue ,, /. _____j ___,_ _
Tbaaooreiro da Commisso Viago Frrea P" a elles carem aggregadoa, sendo a
este o tenente da 1.* companhia do d da
mesma arma do municipio de Boa Jar
dim, Affouso Celso de Souza Travassos, e
aquelle o capit&o da 5.a companhia do
13 do mesmo servico do de PaneJas,
Francisco Theotonio Pareira da Co ta,
ambos deste Estado, visto teram satis-
feito o disposto no art 45 do Regula-
mento u. 1130, de 12 da Margo de 1853.
Julio de Mello Filko.
Coronel commandante superior interino.
transportes feitos por conta do Estado, em seus
vapores.
Ao mesmo. -Comniunico vos por copia, o
offi io do Dr. Director Geral das Obras Publi-
cas; sob n. U de bonlera datado, era origi-
nal as 42 contas a qui o mesmo allule relativas
quantia de li:0i*40, que recebeu di Di
rectora Geral da Fazenda, o Engenheiro Aju-
dante Jos Joaquim d; Mello Cah, para efi'ec
tuar o pagamento da 2.a quinzena do mez de
Agosto do corrente anno.
Ao nissrao. -Afira de que vos digneis de
informar a respeito, remello V03 o raqieri-
mento e docum ntos annexos em que Pereira
Carneiro & Companhia, Agentes do Loyd Bra-
siloiro, pedem pagam-nio da quana de
tOa*JOt>,
Estado.
Ao* mesmo.R^go-vos a
necessanas ordens no sentido d
ao
do Eslado a quantia de ( 8:0 U*0I0 ; oito con
tos de res, afim de serem pagos 03 vencimen-
tos de diversos erapregados e liquidadas todas
as contas da mesma commisso, conforme sol-
citou o Dr. Engenenheiro Chefe em officio de
27 de Novembro lindo, sob 0. 51, sendo que
pelo referido Thesoureiro devero ser opportu-
namenie prestadas as devidas contas.
Ao mesmo.Euv ando-vos o incluso reque-
riraento, em que a South American Cable Cora-
p*ny Lunied pede o pagamento da quantia de
3: 9*390rtis, rogo que vos digneis de infor-
mar a respeito, tendo era vista os documentos
annexos ao mesmo requerimento.
Ao mesmo. -Soliciio-vos a expe iigo das
necessarias das necessanas ordens no sentido
de ser eltectuado o pagamento da follia remet-
tida pela Inspectora de Hygiene Publica e qus
vos envo em original, bem como as comas
aqu juntas, relativas as despezas feitas com o
expediente da mesma Repartigo no mez de
Novembro prximo findo.
Expediente do dia 3 de Desembro dt 1894
Actos :
O Secretario de Estado dos Negocios da In-
dustria rosolve dispensar, a pedido, o cidadao
Francisco Cintra Luna do cargo d Fiscal do
Governo junto Companhia Ferro Carril de
ratela rio de Estado dos Negocios da In-
dustnaresalve nomear o Bacharel Antonio Jos
d'Almeida'Peruarabuco, para exercer interina-
mente a cargo de Fiscal do Goverao junto
Companhia Ferro Carril de Pernambuco. -
Fi?.i\aiu-se as necessarias comraunuag.
Offi ios .-
Sr. Dr. Iospector da San le do Porto.- Era
resposta ao vosso officio de lioje datado, tai h)
a dizer-vos que permanecanlo ainda as causas
qu: daterminaram as ultimas medidas quaren-
tenarias, continuam ellas em pleno vigor.
Os vapores naciouaes devero permanecer no
Lamaro em obserrago, durante o temp> que
permillirem as cond-.gOes do navio a o tempo
da viagem. 1
Este governo acaba da providenciar no sen-
tido de ser estabelecido-nm lazareto floatuante
para onde devero ser remetttdos os passagei-
ros, que tem da fazer a quarentena, logo que
termine o praso de bservago a que Picara su
jeitos os referidos navios. _
O Sr. Agente da Polica martima tica, n'esta
data, encarregado do transporte de passageiroi
para o bordo do Lazareto fluctuante.
Quanto aos objectos a que vos refers podis
entregil 03 na Inspectora de Hygiene, que vos
pausar o neccssatio recibo.
Exped en6 do Dr. Sxrttario dos Negocios dt In-
dustria, do dia 4, de Dezembto de 1891
Oficios:
Ao Sr. Ministro da Justiga e Negocios Indus-
triaos.Tenho a honra de aecusaro receblraen-
to de vosso avi30 sob n. 9,670, de 21 de Novea-
bro uiti/iio, ao qunl veio annexa a portarla da
mesma data, conceden io ao Dr. Epaminonias
CGEuBSSO MCICNm.
3.
Ri'l'iir.n 1 dos Correios
Contnumio na sesso de 20 de Oulubrq a
..a discusso do projecton. 57 A q o governo a refirmar o Regulanunto di Ripar-
tigo Geral dos Correios, o Sr. Deputadooe
Ino Cintra apresentou o seguinte substitutivo
que foi approvado pela Camira e reraetlido ao
Sanado.
N. 57 B- 89i
Redxcco final do substitutivo ao Projecto 57 A,
do crrente anno qui declara de nomcagdo dos
administradores dos correios nos retpectivos
Estados e Capital Federal, os ajenia de 5.a e
4 classes.
O Congresso Nacional decreta :
Arl- 1 Fica o governo autorizado a rever o
ragulammio approvado pelo decreto n. 1691 A,
de 10 de Abril ultimo, para exscugo da tai n.
i9i, de 11 deOuiubbro de 1891, obs;r\y*lo,
alm das base3 estatuidas nessa le, as owpo-
siges seguintes:
1." Conferir aos administradores da3 corraios
aos Estado i, e Capital Federal, n attribuigo de
nomear e deraillr os empregados seguintes:
I.*, amanuenses, praticantes, carteiros de *,
2.a classes e ruraes e de agencias, collectores,
carirabadores, continuos, portairos e ajudan
tes.
%.; agentes de 2.a, 3.a e classe?, seusaju-
dantes, ibesoureiros e fles, fleando ao director
geral a attribuigo de nomear amanuenses,
praticantes, fiel do almoxirife, porteiro e con-
tinuos da directora.
2.* Ser de l.vre escolha do governo da Uni-
o o provimento dos cargos de director geral.
subdirector, administradores, seus ajudantes e
contadores dos correios. 1
. Fica extincto o cargo de thesoureiro da
directora geral, competindo ao almoxarife o
venciraento .le seis conlos annuaes.
2.* As licengas, apojentadonas e montepo
dos empregados da R-parti^o Geral dos Cr-
ralos sero regidos pelas dispo3ig0 ^s vigentes
para os funecionaos do Ministerio da Indus-
! tra e Viaco e pela lei de 4 de Novembro de
'192.
3." O3 caucursos feitos para a pnmeira en-
Jacorae, ajudante da inspectora de sade do '. iraocia sero validos por um anno; e bem assim
oorto deste Estado, quatro mezes de licenca,! os que forera prestados para os cargos ae i
com ordenado, para tratar de sua sade. officiaes na directora geral, e adra iiistragoLS
Prevalecendo me da opportunidale, apresen- de 1.a claaae, ?. as adrainislragOes do 2. a 1.
to-vos os meus protestos de estima e considera-. classes, e offlcial as de 4a.
gao.-Commuaicou se ao Sr. Dr. inspector da Art. 2. Revogam-sc as disposigoes em con-
side do porto. irario.
Sala das comraisses, 25 de Outubro de 1894
Te.ido, porem, sido emendado alguns dos
nu eros do projecio da amara, qua nao alta-
ram em substancia o disposto n'este projecto,
pelo Senado, voltou elle Cmara que negou
approvaco a taes emendas por grande maioria.
Voltando ao Senado o projecto foram sustenladas
' as araendi3 alimentes a redago por dois tergos,
I e aceita a deliberago da Cmara que rejeitou a
emenda substitutiva ao n 3 do 2. qua esta-
! belecia concurso para preenchimento das vagas
I por accesso. Tara, pois, esse projecto de Tofiar
i a Cmara pira proferir seus veredictum sobre
i essdS emenda3, que nao alleraro as disposgOes
nelle consignadas. Se for o projecto approva-
do por dois tergos de votos ser le, tal qual
esta redigid).
Nao oblendo esse3 dois tergos de votos ainda
ser lei cora as modificages do Senadoque
se limitam redago.-
Era Maio, pois, Severa ser posta era execugo
essa reforma que muito melborar a nossa ad
ministrago postal actualmente presa a urna
central sacio asphixianle.
O Sr. Coelho Cintra respondendo ao Sr. Gly
ceno c outros Deputados que pediam fone ge
neralisada a reforma proposta proferiu o se-
guinte discjsso:
O Sr, coelho Cintra Sr. presidente,
a commisso de Obras Publicas, cujo orgo sou
neste momento, sendo chamada a esludar a ul-
tima reforma dos correios, autorisada pela lei
n. 194, de 1 de Outubro de 1^93 leve neces-
sidade do confrontar as disposgOes exagera-
das no regulamauto approvado pelo decreto 11.
1.892 A com os preceilos legaes, decretados
pelo Poder Legislativo.
O histrico de serailhanle regulamenlo, Sr.
presidente, demasiado interessante para
que o ruga a apreciago da Cmara dos Srs. De
potados.
Para execugo desla reforma, qus era recla-
mada era nomo das conveniencias do servigo
publico melhorando se esse importante ramo
da administragi, o S-mado raoditicou o projec-
to da Cmara, e confeccionou um substitutivo
que foi apprjvado o boje cooslitue a le citada.
Mas, j havia a commisso do Senado, de-
pois de ouvidos os rnais competentes empresa
dos do correio, elaborado o projecto de regu
lamento que sob o n 37. acomponhou o projec-
to de lei que ento fora sujeito discuaso.
Entretanto, a urgencia do servigo e as diffi-
culdadas quj nos lias do anno cadente, asso-
berbaram o Congresso, levaram o Senado a
modificar, lalvez, seu plano de reforma, de
Gratando smenle as bases deste, para coraetter
seus detalhes e e desenvolvimento regulamen
lar ao Poder Executivo.
E quando todos nos esperavaraos que fosse,
de alguraa forma, ace to o projecto elaborado
pela commisso do Senado, qje nelle dava os
delineamentos do projecto de reforma dos cor
reios. foi, cora pasmo verificado pela corarais
sao de Obras Publicas, que nao s o regula-
menlo promulgado atf isla se completamente
dessas delineamentos, como transgnde da no
do lamentavel disposigs "xpressas da lei de
cretada pelo Corpo Legislativo (Muitos apoia
dos.)
Assira Sr. presidente, que tratando a lei di
garantir os direilos adquendos pelos emprega-
dos do correio, procurando manter na admiuis-
trago a competencia, afim de ler*i>s urna re-
forma salutar, on le os servigo3 fossem melho-
rados pelo aproveitaraenlo dos bons e zelosos
empregados, e no intuito de evitar que fosse o
co-reio um ninho de filhotes, estabeleceu, no
art. 2- 1- que as nomeages a fazer se cora
a prsenle reforma, seriara respeitados os di-
retios adqueridos pelas acluaes empregados.
Esta disposigo nao foi cumprida, e muito
menos acatada a respectiva lei.
Promulgado o regulamanlo, Sr. presidente,
foi ello dividido em duas partes: a primeira
conten acolificago de todas as disposiges
anteriores, de aecordo cora a Convengo Pos-
tal.
Resetitera-se, entrelanto, essas disposiges
de (altas que convem cirrigr, enlre outras, por
exeraplo, as dos arts. 35i e seguinte, on le nao
esto incluidas as condigOes estabelecidas pela
Convengj Postal, atlinenies ounigo dos fal-
sificadores das marcas a sellos.
O art. 133 estabelece medida que nos parece
inconveniente a do serios perigos na praliea.
Estabelece que as agencias do ia e aa classe
possam erailtir vales postaes embora no ma
ximo de 50*.
V. Etc queconheco a dir^uldade que ha
no interior do paiz, paa obter-se pessoal ido
neo e que offerega as garantas desejaveis, cora-
prehonde os perigos que dimanara da pratica
de lal disposigo, pelos abusos que sedariam e
consequ3Qtes prejuzos por emisso de valles
por agentes nao afiangados.
Na parta attinente a penalidad 3, tambem
mi3ler substituir os arts do cdigo citado, para
licar de aecordo cora a legislago penal vigento,
e da que possa ser decretada.
A sega ida parte desse regulamenlo, reren-
te ao pessoal, sua categora, divores e penas
disciplinaos-constitue a organlsacad da re
pa-tigo.
Sr. presidente, es abusos foram taes, a tan-
tos, introduzidos no regulamenlo dessa repart
gao, depois da proraugigao do dicretoquio
approvou, que livemos duas edigOes desse es-
tupefaciente regulamenlo!
Eslou informido, senhores, de que depois de
tero ex-ministro da Viago elabirado seu pro-
jecto de regulamento; e o subinelti lo a appro-
vago do chefe do Poder Execulivo, foi lal re-
gularaento emendado e aturado de modo a ser
feita essa reforma antes por conveniencia de
occasio, do que para execugo, da citada lei.
Forana assim desprezadas as emendas da
Secretaria de Viago e enxertado o regulamen-
lo das disposiges que approuve ao honrado ai-
reclor geral e que haviam sido sustentadas por
um celebre officio desse funecionario !
Por esse modo conseguiu-se, nao a reforma
legal, com ura director geral e um admnistra
dor era cada Eslado "com autonoma ndispen-
ve pira gerir adrainislrago a seu cargo, mas
uina organlsigo demasiado centralisada com
ura director geral omnipotente, armado de ple-
no arbitrio para agir como mellior lhe aprou
ver. ,
A lei era seu art. I4 clartsslraa a este respai-
lo.
Entretanto no regularaento.quando se traa das
atlribuiges do director oral, incluii-se dis
pasigo que nao se enconlra no projecto do re
uulamento do Senado, e nao tem assento as
Terminantes disposgOes da lei. Por semalhante
accrescimo o director geral pode hitervir as
administrages sempre quo juigar conveoicn
le 1
Componenda V. Exc. quo islo bastante
para nullilicar toda e quilquer reforma, acaban
do interamente com a autonoma das dff-ren
tes adininistragos dos correios da Repblica,
suporirainio o "prestigio de que devem ser re
vestidos os administradores, tirando Ihos por
este modo o diroito que a lei Ihe3 outorgou
quando conferiu Ibes as attribuiges de admi
nistrarem suas repariigO.s.
Os pideres que por este regulamento o hon-
rado Sr. director dos correios a si reservou
collocara no em posigode ser nao s o arbitro
como o administra lor supremo de todas as re-
parligOas do correio da Repblica, intervindo
directamente as administrages dos Estados e
do Distriecto Federal.
E" o meio pratico de plantar se a anarchia
era um servigo que de'va primar pela compe-
tencia na acgo, pela ordera na execugo e
pela pruiencia e polidez eui todas as relages
com o publico.
E nao ser poi certo por esse modo que os
cheles de tal servigo daro 6xemplo a seus su-
bordinados da maior correcga as sua rela-
ges para com o publico, que se ulilisa dos ser-
vigos desse ramo da adrainislrago
Mas, infelizmente, Sr. presidenta, como j
viraos pelas que.xas trazidas a este recinto, o
honrado director geral dos correios nao toa
sabido eximir-so de aecusages demasiado se-
veras, trazidas ao seiodo parlamento pelos dig-
nos srs. deputados qua teem tratado de assump-
tos pertinentes ao correio.
Vimos ha das nesta casa as aecusages feitas
pelo honrado deputa lo por Minas, que nava
siCo tratado por aquelle funecionario com des-
corlezia coodemnavel.
Ainda hoje publica a folha official urna serie
de exonerages de empregados do correio e ou-
tras tantas aposentadoras pelo honrado dire-
ctor conseguidas, e que foram decretadas con-
tra expressa delerminago do lei. (Auoiados)
Sr. presidente, o arl. 7o da Constituigo diz :
(l).
Entretanto, publica se hoje urna serie de apo-
seutadorias de empregados dislinclissimos e de
competencia admiravel, sem que tenhacn pre-
cedido a9 formalidades legaes. Nenhum des-
ses empregados victimados satisfaz as con-
digoes de incapacidade physca exigidas pi las
terminantes disposiges constitucionaes. (Apoia-
dosl,
Nao quero crer, Sr. presidente, quo esses
actos diclaloriaes do honrado c efe dos cor-
reios nacionaes tenham sido impulsionad ta por
outro sentimento que nao o arbitrio; pois
corrente que laes aposentadoras s liveram
por fira abrir charos para seren preenchidos
por protegidos do Sr. director geral. (Mutlos
apoiados).
O honrado chefe dessa importante reparligo
e8quece-se de que, alm da competencia que
lhe fallec, tem o solemne dever de raanterse
sobranceiro a arranjos condemnaveis de po-
lilicagem local, e jamis prestarse a instru-
mento de pequeas paixes partidarias !
O Sr. Lir.s de Vasconceilos -S ;r ao menos ura
homem justo-
O Sr. Coelho CintraS. S., no dia 30 do cor-
rete mez, para salisfazer ao que parece-a con-
c .avos de cubculos, para alimentar pequeninas
paixis pirtidarias, tornou'se consciente ins-
trumento de politicagem a servigo dos tiooe-
do Recife.
Sera que um motivo de ordem publica o exi-
gisse expodio ordem por talegrararaa ao chefe
de secgo da administrago do correio do Re-
cife que assuraisse a direcgo da repartigo,
sem que precedesse a esse aclo a menor conr
raumeago ao digno contador o Sr. Deodato
dos Santo?, que eslava era exercicio de adminis-
trador !
Este acto extraordinario, exigido aqui por
pretensos cheles polticos, foi praticado pele
Sr. director geral, e logo em seguida transmil-
tido talegraphicaraente aos orgos dos partidos
violo e au'onomisla, que nesse mesrao dia 30
deram noticia no Recife da demisto desse ze-
loso fanecionari--, dous dias antes de ser aqu
publicada, pois o aclo da demisso tem a dati
da hoje! Anda, hontem, procurando nfor
marra; dessa incidente, tivo certeza que 0
acto havia baixado dz Itamaraty depois de 5
horas da larde, quando os jornaes oppocionistas
do Recife, para arranjos eleitoraes, noticiaran
essa demisso dous das aules :
Por consequencia esse Sr. director entrou
nesses pequenmos conchavos, improprios de
alto cargo que exerco. (Apoiados).
Sr. presidente, este fado est alm do mais,
revestido de circunstancias muilo graves, por-
quanto o empregado de que so trata, lera 23
annos de seivigo, devia nos termos do proprio
regulamento formlalo pelo Sr. director dos
correios, ser ouvido sobr.e qualquer aecusago
que sobre elle pezasse, aflra de se defender, ou
justificar se de qualquer falla grave ou nao, que
porventura lhe fosse imputada. (Apoiados).
E' esla a disposigo terminante do art. 386 :
Nenhu o empregado pode ser demitlido sera
que tenha sciencia da aecusago; para este fira
Iha sero dadas copias autenticas de todos os
documentos ou pocas de aecusago e marcado
o prazo de 10 dias para apresenlar sua justili-
cago ou defeza a contar da data em que rece-
ber as copias de taes pegas e documentos.
Como V. Exc. acaba de ver Sr. presidente, o
honrado director geral dos correios, n) se em-
baragou, era ao menos cora a disposigo do
proprio regulara;nto que havia confeccionado
ou eslropiado, era desacord com as disposi-
ges legaes.
O Sr. Lin3 de Va3Concellos -Qusr una prova
do criterio desse funecionario ? Entre esses em-
pregados aposentado-, ha alguns que foram pro-
movidos na ultima reforma.
O Sr. Coelho Cintra -O facto que V. Exc. aca-
ba do narrar, vera perfeitamente coraprovar a
falta de criterio e mxima incompetencia do di-
rector dos correios.
Si ao 111 .-nos esta funecionari era sua longa
aprendizagein, si houvesse compenetrado 'de
que o primeiro dever de um chefe de servigo
recoraraendar-se pela competencia e criterio,
eslou certo de que nao teriamos de lamentar o
descalabro que vae pela reparligo dos cor-
reios.
Ainda mais, Sr. presdante, alm do artigo
flagranleraenta violado com esse acto de
supino arbitrio do chefe dos correios, temos o
de n. 335, que estabece a pena do demisso, os
casos em que devem ser applicada, e em ne-
nhum desses casos se acha disposigo que auto-
rise o director dos correios a demitlir discri-
cionariamenlo qualquer de seus empregados.
Eslou certo de que si o honrado director ge-
ral dos correios, tvesse ao menos meditado nc
acto que ia pralicar, nao se abalangaria a indu-
zir o nobre ministro da viago, com quem techo
a salisfago de entreter as mais amistosas rela-
ges, a commelter um acto injustificavel, o que
eslou convencido, logo que S- Exc. tenha delle
conhecimento ticar magoado ; porquanlo, nao
creio que o honrado ministro sanccione |s .'me-
diante acto sem que tenha sido iludido por seu
subordinado.
Si S. Exc. quizesse mostrar seus altos senli-
raenlos de justiga, teria no disposlo no n. 12,
do arl. 345 do citado regulamento, o meio de
corrigir os aclos praticados pelo director dos
correios, que nao resistero a menor analyse
sob o ponto de vista de criterio e competen-
cia.
O S-. Franga Carvalbo -Nao tenlio ouvido a
aecusago de V, Exc, raas o director dos cor-
reios ura funecionario distinctissirao.
O Sr. Coelho Cintra-Mas V. Exc. nao pode
negar que lli falla competencia administrativa
e que pela exarceb gao de seu espirito, parece
que soffre do urna especie de nevrose anarchi-
ca; o meu Ilustre collega pela Capital Federal,
que medico, me relevar o diagnostico.
O Sr. Lins de Vascoecellos -Pois bem.
O Sr. Franga Carvalho Nao apoiado, ara
cavalbeiro muito dedicado.
O Sr. Jos Carlos(Ao Sr. Franga Carvalho).
Comoaquestao de conferencia medica, eu
prefiro opinio de V. Exc, a opioio do meu
collega do deputago que medico.
O Sr. Coelho Cinira-Essa a opinSo de to-
dos, do Amazonas ao Jaguaro, a respeito dos


1


r
"*. ,
111 n 1
\ \
_ ;
__


Patrio de Pem,aniiii i
aetorarbitrartos do Sr. director dos carrejos, publica pala base, foram
que 9e esquece Rf publica sSo aonelles -ios piovocaraia desnaoralisacao do sy,t;Hude- -todos ases que: eslo no dominio publico mos
,ocratico queiaesirege. trara simp'eeHiente aos olha* do povo admirado
Entretanto, ao paseo que puna empregafios: que ao a Immielratio", a 4ueni falla compelen
orno o dislincto e digno conlalor dos cerreios ca, fallacein Ihe os predicados iniispeosavels
le ,,;rna!buoortHie jeja 23 annos de aervico par, com ente 10, genr o alto cargo que l e foi
em macula, de urna cofafTlencia -lorl-\ ra.ro va.' conliado e onde a jusltca deviu ser o apaaagio
j. Exc. nomeia aqui mu seu ex-criado continuo |-t> -;J^.ns.seU8 actos.
e envia-o para a Europa cora licenca. Tenho coMMtao. "'!ai; bes^, uiiuto bein).
O Sr. Franca Caivalhe da uin par le.
O Sr Coellio CintraIsto takez urca ques-
tao de temperamento que nao como o do no
bre deputado, clioio de docuras e de blandi-
cias.
Mas asseguro qu? nunca venlio aqui citar ta-
ctos que nao sejam a expresso da verdade, e
com o inaior co^Uangi ramio que venho levan-
tar aecusaces a uin funecionano da Repblica,
estando iiiteiramente convenc lo de que o meu
honrado amigo o uobre presidente da Repblica,
e o >r. ministro da industria, viagQo e obras
foram inteiramente Iludidos dan lo o seu ass*n
timento a aclos que ferem o art. 75 da ConsWui-
co o proprio regulamento formulado p^lo Sr.
Demostli.-n-s. ,.
Sr. presidente, "ao lia nada qui jusl-fiqne
estas demonstraos a de prepotencia qoc o di-
rector dos correios Uin revelado por todo;
aqu;lles lista los que pii ventura teuhuin incur
rido no desagrado le cellos politicos ; a urna
ye- que nao posso me dirigir nem ao >r presi-
dente Ja Repblica, nem aa mera Inorado ami-
go o ruiuislro la industria, venho daqui dizer--
llies a verdade, chamando a allant-a de Ss-
Excs para esses aclos.Mao direi ds raaldade,
mas de supino arbitrio que estao sendo empre-
ados, contra um peasoal dcil e habilitado, uni-
ramenie para abrir vagas para os enjrossadores
da epocha
MUSICIANA
HAHILKTCUNEO
N5o seria um erro aflirraar que a tragedia de
Shakspeare-ouvida-eai una dessas noutes era
njsso ilieatro, piilotwphica de raais para o
palco.
E por raais que tenha si lo repetida era nos
sos scenanos, e por artistas de primiira or
dem, esse typo de tlaralc que tanto tora desa-
fiado o espirito critico, se nos anlolln exque
sito e enim lito.
A critica requintada tern de certo modo con-
currido para isso e ape/.ar de ntfirmar serapre
na lo por deawii metapuysico.
A aus-.-ncia de compretienco I lera levado a
procurar nioalliologia a exulicaca d:sla con-
otpgte grandiosa ; e d'atu essa acinhada cri-
tica que tena enxergado era Shakapearo o crea j
dor svstematico de lypos pathologicos.
Temos, uiau urna a externado aaw o modo
da comprehenderraos a cancepgo dos dramas
do grande poeta inglez.
Un drama de Sliak.spiar.e 'o.complexo
quanlo o t a alma humana, do conjuncto da
loactns cerebraes, do consenso moral, tjua i
O Sr.
Lina de Vasconceos-Recebl cartas de\ nossa* melhores eraoces re alura ful^nles de
empresa los que me annuuciivara que lara ser
aposntalos e pediara meque evitisse isso.
( Sr. Coelho Cintra-Assim que emprega
dos aposenta ios boje foram promovidos horitem
por S. Exc. por seren dignos desse acc.-sso;
nao se compreliende e menos se juslihcara es-
ses actos menos pensados, que alem de pre.judt-
Cirem o servido, pa-a o Thesouro augmentara o
onus, que sobre elle j pesa, das claoses inacti-
vas. ,
Isto sSo felos que nao se commsntara. sun
nlesmente se denunciara porque estou certo a
eparaco sera iraraedial-. li pergunlo: pa;a
que esta desorganisi;o, de um servico que es
tava lo b-un regulansado, as veceras do ter
?lino do periodo presidencial e quando vai pas-
aar o poder a oulvo governo e depois da orga-
nisaC&O da reparticao feita sob a propna direc-
t:ao do i-hefe dos crrelos ?
Si esies empregados nao convinharn a repar-
tirlo, se erara desidiosos, para que os promo
v i* n ?
Alm destes fados, Sr presidente, peculia-
res a intervengo nt politica-em de i ernainbu
co, de que o Sr. director dos correos foi talvez
ora instrumento inconsciente; temos anda a
demisso do agente do correio de Nazareth e
de um outro na i menos distinelo de (ioyanna que
sendo zelosos etnpregados nao deram motivos a
taes exonerac6es,as quaes foram dadas por cxi
cencas da polibca local, desla politicagem cora
que se pretende galvanisar cadveres pojilicos
que ha mullo jazera no necroteno da irriso po-
pular. .,
Terminando esla digressao, Sr. presidente,
peco desculpas cmara por ler basado por
alguns mora ratos de sua bondade e vott dizer o
que pens sobre o projecto em liscusso.
Qu ando era dias pascados tive a honra de me
dirigir a esta augusta caara, justificando o
projecto ora em discussao, que unicamante por
,-notivo de urgencia, e por couv8iiiencia de, des
deja, acrulir a urna necessidade de servigos
prejudicaios pela centrilisacao desmedida i
regulamenlo dos correios, que confere todas as
altribuicOs por menoros que sejara, ao dire-
cto-, o qual pelos fados qu: Urano enumerado
bem se podia chamar dr.orginisador geral dos
correos ; Sr. presidente, a commissao, esludan
do devidaraente este regulninen o, pensou em
a presentar ura projecto cora este nico artigo
fien rerogado o decreto tal que reforman os cor-
reioc, ele, porque, Sr. presidente, diante da
monstruosidade deste regulamenlo e diante dos
tartos abusivos que forara pralicaJos era sua
confeceo, pareca raais justa e equitativa essa
derro-acao. A mau ver e3te regulamenlo com
as dispo'icries illegaes que tem e a execuco
que Ihe foidaia, nao passa de um elemento de
deslruigo d03 credilos dos correios e de nrn
meio fa-il de encartar afil ados; tanto assiin,
que aqu mesrai no Rio de Janeiro com prete
riejo te lireitos de urai inrintlade de etnpre
ados (apoiados) forara encartados s do linado
Tempo It empreados; alm de outros... que
tambem fizerara os bons proventos dessa bella
organisaco
Hosso allirmar a S Ex-., entreunto, que na
contagem destes atilhidos assiin encartados
ch-.ga se ao numero avultado, ao passo que os
pobres emprega los (iverara de solfrer preteri-
JO'S por eses felizes !
O Sr. Jos Carlos -Que desgrasada heranca
para o governo que ha de vir !
poisia, na inleu;idade que a ndole da arte
compovlo.
O drama reprsenla no rramirn que sent,
pansa e a-ge a esj ncia da humanidade. Ss o
drama de Eschylo uiflaramava de patriotismo a
alm da O recia, anda aquec da das glorias de
tanlhoaa e assobjrbava-lhe a conscieiicia de
seu valor, Orego, orgullioso de sel-o, vibrav de euthu-
siismo bellico os seusescuJos, a nalureza hu
mana revese grandiosa nos dramas do Snaks-
peare, e o hornera orgullia se na cousdeiioia
ideali ada de s Nao pois em l> sublime espelho que se
reftfccleiu as nossas lraquaas mrbidas, nao
nos tragos brilhantes do.genio que nos en
gMUMteea, que baveraos de tr a diaguose da
nos a decaden ia phy>ha e moral.
Shalcipeare nao.leve a preocupaclo de typos
uein de sentimentos isolados ; ptmcflalWMMl
coraco alaos seus alieirees egoislicos, con-
templa Ihe .os confitaos e faz desponlare.n
mais bellos, como as constullates do ea era
noute eicura, os saus ncleos diamantinos.
E' esss o concetlo que fazeraos das obras de
Shakspeare.
A tragedia que agora nos prende, Hamlet,
lalvez a que mais tem desaliado a requiulada
critica.
Tem se visto ura lou-o em liamlei, e dessa
cab.ca leffi rumo fuera Sh ikspeare o org&u de
suas mediiacoes pLilosophicas, lem se iradu^;-
do ilamlet por ura hyateneo, isto uro fraco,
para encorporar o que forte na voniade,
grande no pens-mento e sublime no amor e
na veneraco.
Superior ao meio em que viva, modelo de
todos., sia alma forl lecida nos sonhos cava-
Iherescoi", congr.egava todas as maravhas do
curaca humano.
E o assira que pujan'.e de amor, de hones
lidade o de g^nto, essa nalureza travara se de
Ineta com aquella mes.ua de onda avia ema
nado ; na lama do meio. polluira-sj a fonte de
seu ser ;e era ura circulo de trevas, emoldu
iuva-se a sua propria almi, a rraagem de seus
raais sagrados aliados.
Sagrada, na veneraco filial, a alma de Ham-
l.;t comprima em um reecesso do dor impla
Cavel o lado raais delicado desse affect't.
Tolo esse conflicto humano, tao bera eslu
dalo em lodos oa seus lances, explica lodos os
desvos appa entes do cerebro de Hamlet- Ella
rasolve vfngar o crini! ultrajante, nvis no
conflicto nffectuoso sent fraquejar a aeco,
isto sobro a brilhante cor da resoluco- pro-
jecta a reflcxao do seu lvido raio.
E no meio do afecto as.-im dilacerado, o es-
pirit perscrula era dubia philosophia os arca
nos dos nossos destinos.
E' aqu qu se levanta o conceito de que
Hamlet a encarnagao da duvnia.
Sel-o-hacotn effeito?
Ser um louco?
Ha uin faci nico qua denunciara o delirio
em Hamlet., a aJluci.nac.ao, mediana a ap
p irigo do espectro do pai; mas esta, tiveram
n'a tambem os co.'op.in'.eiros.
Partindo da relalivioade da loueura segundo
a poca, devera js crr que a allucmacao con-
sliluissa ura phenoraano uo te upo.
Julgaoto pelo texto, Hamlet umlouc
depois levados aos por era evidencia a verdadeira vocacao drama-
tica.
O S g. Cuneo interpretaos quaala.a nos, com
delicado goslo; podera^hafer divergencia quan
lo ao modo de interpretar una ou outra scena,
mas, no conjuneto, dea-nos o artistas principe-
da Dinamarca como |M>swal imagi al o.
O Hamlel umad'ass pegas do que o in-
dividuo que a assiste antrejiiuita vea o receio
de dizer que gostou ; nos porm dizemos des-
assorabradamente que agradou nos o Sig. Cu-
neo.
As scenas capittre3 forara exhlltdas com
grande engenho.
E' sobre o monologo qua os crlico3-mais ns
seuuui a mfio; mas pe rara mos queo Sig. Cuneo,
nao se dever muilo a receiar de que Ihe en
trem por oasa e o perluibein natlilude pensa-
dora de Hamlet.
E insistimos por isso queo publico dcixou-
se silencioso dianle d'elle : verdade que u.lo-
se traa de um trecho propnaraente dramtico,
arrebatador.
Nao basta que o artista inlrepreta bera o poe-
ta, preciso uin la que a inspiracao d'este saja
apta a fazer vibrar a alma popular.
E no proprio Shakspeare, quantos sentirse
hD ernoemados deante d'essa duvila, d'essa
philosophia estril de eaperanca eileconfoi-
lo ?! -
E' preciso sentimento para o vulgo, .embora
mal expresso. E basta ver quantas >iradas ba-
gaes tem abalado a nossa platea, tao indine
fenltt agora diante do monologo de Hamlet.
Nao 8accede.u assira na scena entra Hainlet
e sua maa, era quei o artista Cuneo couquisiou
em applausos a recompensa .de -.seu brilhante
Ira bal lio.
Esta pas9ag^m com eff-ila o que o thea
tro nos poda otfenecer de mais dramtico.
Todo oactouocemilerio foi bellamente inler
prptalo.
O ara ir por Oph da, disperla-se na alma de
Hamlet em urna explosD de sonlimeato, era
que o poeta lraduio-nos o vendadei'O e subli-
ine concei'o da dor.
Uevemos lerrainar re 'endo o devido preilo
ao artisla Cuneo, tanto mais quaalo toda a cora-
pmliia qua loraou parta oessa jeneflcio, relu-
zio se a mera espectadora de seu trabalho, lal
foi a tioieza do concurso e indiferenca de lodos
os demais papaei?.
O beneficiad) esteve s e Unt mais realca o
seu mrito.
Louvamos enkrolante a actriquj fez a Ophe-
li i pelos esforc>s d: boa von'.ade a ao peso de
laininhi responsab li lade.
Res;):itando qu'iesquur motivos que tenham
impedido a |iriiueira atriz da companhia de en-
cirre^ar-se d; tao uelicado papel, agradecemos
a Sig. flossi que uao perraitlio urna mu'.-laga)
uiaior da sublme pega:
O DOMINO' COR DE ROSA
Sobe boje scena esla comed;*em.3 actos,
de Heunequin e Oelacour, representadla prt-
meira vez no tliaalro francez,Viudeville, em
1876.
A pega gira naa leru de urna ssrie de aqui
pro-quos.
e esquecida, como se nunca houvera sido com-
melUda.
II. Tambera serao comprehendidas neste
accordo todas as nagdes de qualquer qualidade,
ou religio que sejam; quo a todos perdoain
pjsto, iajam sido rebeldes -cora de Portugal:
e o inesino concede, no que pode, a lo los os ju
deus, qua estao no Arrecife e cidade de Mau
rica.
III. Concede a todo os vassalos e pissoas
que-estao debaixo da xibedienciu dos Srs. Esta-
dos (ieraes, ludo o que for de baos raiveis, que
actualmente estiverem possuindo
IV. Concede aos vassalos dos Srs. Esta
dos Geraes, que llies dar de todas as embarca-
ge.3, que estao dentro do porto do Arrecife,
aquellas qu; forera capazes de passar a linha,
com a artilheria que ao Sr. Mostr de Campo
(eneral parecer bstanle para a sua defesa, da
qual nao sera nenhuma de bron'.e, excepto a que
se coiiceJe ao Sr. Uenaral Sigismundo van
Se koppe.
| v'. Concedo aos vassalos dos ditos Srs.
Estados Geraes, que forem casados com omitie-
res portugueas, ou nascidas na trra, que sejara
tratados com> que se forara casados com fran-
cezas e qua possara levar comsigo as raulheres
poriusueza3 por sua venale.
VI. Concede a todos os vassalos anima re-
feridos que-quizerem licar nesla Ierra debaixo
da obediencia as armas porlujueza?, e no qu3
toca a religio viverSo em a conformidade em
que vivero, todos os eslrangeiros em Porlu..;al
actualmente.
VII Qua 03 fortes situados ao redor do Ar-
recife i: cidade Maurica a saber : o forte das
Cinco Puntas, a casa da Boa-Vista, e do Morteiro
de Santo Antonio, ocasle.llo da cidade MaurcCa,
o das Tres Punta?, o de Bruin como seu eJuclo
0 castello de S. Jorg, o caslell > do Mar, e as
f mais casas fortes e bateras, e entn-garao todos
la orxlem do Sr Meslre de Campo General, loao
Os personagens sao
Giorgio Domenil
Paolo Aubiel
Beabuispon
Enrice
Filippo
Germano
Prnneiro Camcriere
Segundo Caraeriere
Tarceiro Caraeriere
Margheiita Domenil
Angela Aubiel
Siguora Beabuispon
Ortcnsia Caraeriere
b'edora
CUNEO
Capadagio
Lotti
Grassi
Cerrut;
Salvarezza
Alroldi
Vanni
Giglioni
TIOZZO
Traversi
Bossi
Colazza
Valli
O Sr."Coelho Cintra S. Exc. foi para o meu
Eslado e l nomeou para praticantes to los os
meninos que acrarena era ura jornaleco ou
pasquim que se publica no Recife, sob o nome
de Gazeta da Tarde.
A commissao pir n, n^o queren lo apresen -
tar O projecto com simp'es arligns, a que ve
nho de referirme liraitou-se a formular ura pro-
meto alterando todos os arligos que Ihe pare-
daa vasados no3 moldes de raais supino arbi-
trio
Foi assim que, qu>rendo restibalecer a auto
nom'a das diversas adrainistrago.-s dos correos
sslioacs, ella allerou diff;rentes artigos do
(toeroto que refornuu os correios, e eslabeleceu
os-correctivos necessarios para corrigir os alm
sos que porventura emanassem da repartieao
ceir I.
Assira, Sr. presidente, a commissao peasava
en'So apresenlar un projecto cim&ra e iudi-
tar os pontos que devessera ser corrigidos, e
transferir as duiVrenles adrainistragOes esla-
doaes o direito de ncmear os seus erapregados.
A coiniuisso, porm, hesilou era fazel o, por
que linha urgencia que fosse adoptado pela ca
mar o projecto alimente a agentes de e 4a
CUsSOth
Mas, depois das palavras proferid-i? pelo hon-
rado depuiado por S. 1'anlo, o nosso dislinclo
chefe o Sr. alicario, a quera a commissao, ren-
deado o preilo de sua li imena^em, procura
sempre ouvir e regular se pela indicago lumi-
nosa com que S. Exc. sabe gerir os Irabalhos
rj.'Sla cas;' ella pensou, e. ao meu ver bem, era
aceitaras ideas que S Exc. apre enlou, e for
muI-'U ura projecto quesera ura substitutivo do
<|ii ora se discute.
Realas condicfles, a commissao enlenie que
desie araanu'iise, praticantes, carleiros de 1* e
i' classes, carteiros ruraes, collectore3 e todos
es os demais empregados, as aub administra-
,;0es os agentes de 3' a 3" classes deviam ser
nomeados pelos respectivos chafes.
Mas, como nao dudo na 2 diwrassao apre
sentar o substitutivo, limito me a apre eu^ar
estas ideas geraes, comprometiendo-me na 3"
discurso apresenlar, de accordo com rseus
co'lugas de' coraicisso, ura substutivo que,
expurgando este regulamenlo de todos estes ar'
ligos e pa agraplios que outorgam arbitrio
supremo ao director dos correos para ameni-
sar, p>>r assim dizer, a sorte destes infeirzes
empreaados que hoje esi&o inteiramente expos-
tos a esta nevrose anarebica de que ha pouco
falla.
Ek Exc. ponco se preoccepa com direilos ad-
quiridos, e a prova nos temos-visto no fado
pralicado era Pemambuco e no factoque hoje o
Diirio Official publica de aposentadoras, em
que- fossem pedi.tas a sem que^e prooedessem
os requisitos legues.
Anda ha dias-se deu o ra6smo no-correio de
Minas, que goffreu-Hra grande golpe, sendo ati
rados p ira a miwria urna infinidado de pai9 de
familia, simplesmenle pelo facto de S. Exc. al
tribuir de seren perigosos'ou iaimigojda8e
publica 4!
Eat facaos em Minas e ero toda a parte como
que jeahiram f-m ridiculo; pots quan-io-se diz
que um individuo perigosoflepubltca, ja
isso provoca o risa E^ealmente'que'trBh\dores
a Repblica sao esses pobres empregados que
vivera :dos exigoos venoime otos que -Ins paga
o Eslado em troca do Irabalhos que-eHes pres-
tam? ..
O que nao serSo aquelles cojos precedentes
accetando golpes de estado que feriara a Re-
Duas jovens senlioras, para experimentar sem
maridos, ajustara ir ao bule da Opera e de
dar-Ibes ah rendez-voni por interine lio de
cari is anonymas. dictadas Ope/a, cadaff
umaapolerar-se-ha do mando da outra e suc-
ceda o que succeder.
Para uielhor movm mo dar pega os seus
autores cogilarara em por em scena um outro
domin cor de rosa (porque era a'ssim que as
duas esposas deviam apresenlar sa mascaradas'
e esta terceira pessoa nao era mais nem menos
do qua a criada de quarto de urna das senhoras,
a qual, sabendo que sua ama ia ao b,.ile da
O.lera, nuttntl o no domin cor de rosa, dos
bailes dos annos passados, e convidou para
acompanhal-a um joven primo, a quira e la de-
seia fazer conhacer o mundo.
O embroglio gira se-bre os equivocos que este
tercairo domin provoca. A criada v se corta-
jada ora por u.n, ora pelo oulro dos dous mari-
dos, e comoulla iasuole desambaragada.deixa
as cousas irem ura pouco mais longe. As duis
raulheres, que nao suspei'.am da pilheria da
criada, 80 intrigara seriamente; cada urna si
imagina : que sua amiga enganou-a, que e la
fallou ao que ficou convencionado, que ella
prestou se raais do que devia s emprezas ten
tadas pelo seu cavalheiro.
Os roarid >s licara da rnesraa frraa furiosos
na hora das explicages, f izendo o ajuste de
contas sobre o que ura fez com a mulher do
oulro
Umqu;rlo par, composto-de um verbo lio ri
cago e de ura cocola, inlroraelte se na accao
e coraplica-a toda ; a tia tambera se acha iaci
dentemente nella coraproraeltida.
Ella confiara ao joyen primo, o tal da criada,
um bracelete para mandar concertar; o primo
ornou cera ella o brago da criadinlia e esta bra
clele foi visto manejado pelos dous adoradore3
do domin, cor de rosa rays.euoso. Elles tiraain
a pait rsconhecel-o e pelo bracelete mesmo
saber o tira da intriga. Justamente ura los raa
ridos consegue sublraliil-o ; nao se traa mais
seoao de saber a quem elle pertence para ser
desroascarada a herona.
Entra logo a velha tia, Mrae. de Beaubuisson,
e seu primeiro movhn^nto 6 gritar :
Aqui tem meu bracelete :... Horror! era,
pois, ell i quem se deixava beijar ternaraanle
entre duas portas, pulaudo de ura gabinete par-
ticular pira outro I
O rosto consterna Jo los dous maridos, a ale
gria loucaolaj duas .raulhires, a iulignagao da
velha.devola, que nunca poz o p na Opera,
este^"rauriTo o FimTar da eterniSe">m seu furor com aaallusOes de que era alvo, for-
luara o qnadro mais cmico.
Ah! rae toraaes por urna cocotle! oxelaraa
ella. Fioalmante, a peg pregada pela criada
de quarto descoberta e da a ultima palavra
sobre o qui-proquo.
simulado ; e esludando o proprio lypo essu a
verdade, por isso que pouco valen os signaes
le ioucura dianle do que a de enrgico n'a-
quella espirito, d; profundo e de cilanoso.
Nada era ilamlet, denuncia a subordinago
do objeclivo ao subjeclivo.
Do outro lado, esse cerebro, no ponto de
vista da evolugo, segu a marcha natural, da
duvida theologica para, a eoi>vicc&o scientitica.
A duvi la de Hamlet era a.Shakspeare/ era
a philos phia da poca.
Desarvorado das crengas raedievaes, o espi-
rito humano tacteou fatalmente na luvida.
As luzes do ceu, qu; j bruxuleavam, e os
primeiros clares da sciencia, que ressurgia,
deixavam o cerebro humano n'essa claridad
mixta, em que a vista perturbada desenliava no
espago as phantasmas dasupeisligo.
Uesabata a leuda que a Religio Ihe levan
Liva no dogma medieval, o coraci v se ao
descimpado ; e se o espirit na calma das suas
eoglages, chega a duvida e a usseveracoes de
appirencia convicta, chocado com o senlimento
lem na exallagao dos sentidos a contra-prova
d'essas affirmages vGs. Hamlet monologando
nao er que viajor algum tenha ultrapassado
para
quanlo que elle mesmo, em urna exallagao erao
uva, v e ouve o espectro do pai.
Hamlet anda re usa crr n'ess*apparigao :
seria bem o demonio desfarga lo ?
as pocas de supersligo, que a dunda ge
rou, o demonio substituto Deus : a demono-
mania apoJerou-se dos espiritos; Luthero dis-
cuti cora elle proprio; e Goethe canlou n'elle
a incorporagao da propriu duvida. Entretanto,
no meio d'essa agitagao mental, oesperilo leode
para a sciencia, cuja gaslago dolorosa; era
quanlo que o corag.ao confrange-se sera anda
as lirmes couvicges queo amparara, Hamlet,
apezar de ludo, tenia urna prova positiva, hu
mana, uraa experiencia emfim era que clareic a
consciencia do lio. E, emquanio que as sua.-.
cogitagOes, entregue a si mesmo, elle, revol
vendo 03 deslieos hnmanos, estaca deante do
ser ou nao ser, era face da realidade, de un
simpl s craaeo, externa o conceito claro, po3i-
livo do nada humano ; o circulo das trai^for-
mague; da materia se Ine desenlia no cerebro,
con a inluigao clara do genio, que, de lanos
secut, procedeu a biologa positiva.
Pela estrada da duvida a humanidade carai-
nhou do ceu pira a trra, procurando euvsi
raesrao a fonte suprema de novo confort e de
novas esperancas.
a ordem do Sr
que acaberem de firmar este accordo e assenlo,
com a arlilh'Tia e raoaige3 que tem-
VIH. Qao os vassalos dos Srs. Estados
Geraes mor .dores no Arrecife e ci lade .urari
cea podeo lear as dilas praga', no lempo de
tres m.-zes coratanto que eotrecerto logo as
armas e han teiras, as qu es se matlrrao em um
armazem, .1 ordem do Sr. Hestre de Campo Ge
neral, durante os tres mezes, c quando se qui
zerem embarcar (ainia que seja antes dos
tres mezes) Ins daropara sua d;lesa. E logo
unt-imenl* cora as dtaa'forcea entregar 1 o
Arrecife o cuate Mauri'a e Ins concede que
possam comprar aos portogaevae as ditas pra-^
gas, to lo* os mantira:ntos, qus Ibes forera ne-
cessariS para leu sustento e viagera-
8 IX- As negociages e alimiges que os
ditos vassalos fuerera, emquanto durarem os
ditos tres mezes, serao feilas na contormiiade
cima referida
S X Que o Sr. Meslre de Campo General as-
sistir cora seu exercilo onde Ihe parecer meu
llior: mas fara que os assalos do Srs. Estados
Geraes de nenhuma pessoa portuguesa sejam
molestados nem vexad p, antes sero tratados
eom muito respeito e corlezia, e llies concede
que nos ditos tres mezes qu; i de estar era
ierra possara decidir os pleitos e questOes que
liverem uns cora os cutros, diante dos seus rai-
nislros dejusliga.
XI. Que concede aos ditos vassalos los
Srs. Estados Geraes levem t dos os papis que
liverera de qualquer sorte que sejara, e leven
tnibem todos os bens movis que Ibes tem ou
lorgado no terceiro artigo o Sr- de Carnpi Ge-
neral.
XII- Que poderao deixar os dilos bens
movis, acuna outorgaios, que liverera por ven-
der, ao lempo de sua erabarcagao, aos procura
dores, que nomearem de qualquer nago que
sejara, que liquem debaixo da obediencia das
armas portuguesas.
S XIII. E llies concede tolos os mantimen-
tos assira seceos como molbalos, que (iverem
nos armizeus do Arrecife, e fortalezas, pira 9e
s:rirera delles e fazerem sua viagera : largin-
do a >s soldados os que elles necessilarera para
seu sustento e viagem ; mas nao Ihes outorgt o
mcame para os navios, porque prometa dar-
Ih'o's apparelhados, para quando partirera para
a Hollanda.
XIV. Qoc sobre as divids e pretengoes
que os ditos vassalos dos S-s- E- Geraes pre
tendem dos moradores portugueses Ihes concede
o direilo que S- M. o S-nhor Rei de Portugal
Ihes decidir ouvidas as parles.
XV- Que Ihes concede qua as embarcages
perten-emes aos ditos vassalos que ch;garem a
este porto ou fra delle, por tempo dos prira.i
ros quatro mezes, sem ter noticia deste a?crdo
que possam livremeote voltar para Hollanda,
seinjlas fazerem molestia alguma
S3t"vi. Era concelho a>s ditos vassalos dos
Srs. E- Geraes, quepossam mandar chamar seu?
navios, q>ie trazem Resta costa, para que deste
poro b Arrecife, sa possam tambem emba;car
nelles e levar nelles os bens movis acuna or-
ih argados.
XVII No que toja ais que os ditos vassa-
los pa lem, sobre nao prejudicar este concert
e assento a3 conveniencias que poderem estar
Mus entre o S-. rei de Portugal e os Si* B
Geraes, an'es de chegar noticia do dito concert,
nao eooeede o Sr Mestre de 'iamoo ^-General,
porque se nao introraette nos taes acerdos, que
os ditos Srs tiverera feito, porquanto de pre
sent lera exercilo, e poder, para conseguir ludo
quanlo emprehender era resuluigo tao justa.
XXV. Qua emquaato estivarem os solda-
dos do Sr. General Sigismundo vin Schkoppe
em trra, nao serao molestados, nem offendi-
dos, de passoa algumi portuguesa. Em caso
que o sejam, ou Ihes facara algum#mole3(ia
se dar logo parte ao Sr..'Meslre de Campo Ga
neral para castigar a quera Ih'a fieer.
g XXVI No tocaole a irerajunlo3 com os
sol lados qua hoje estao no Arrecife, os que se
venderam e apnsionarara ante3 deste acord,
nao concede o Sr. Mestra de Campo Geueral
pirque tem dado j comprmanlo ao que com
elles capitulou sobra sua entrega.
XXVII, O Sr. Mestre de Campo General
conceda perdo a lodos os rebeldes, especial-
mente a Antoii) .Vendes e mais judeus asl-
tenles no Arrecife a lorro3 junto a elle. E da
mesuia maneira aos mualos, negros e mame-
lucos : mas que Ihes nao concede a honra de
irem com armas.
XXv III. Que lano qua forem assigna las
as ditas capilulaces, se entregado a ordem
do Sr. Meslre de-ampo Generalas pragas do
Arrecife, c lade Miuriea e todos os mais for-
tes e re ludos, qua estao ao redor das ditas
pracas, com sui arllherui, trera e uiuiiices.
E que o Sr, Meslre de Campo General se obriga
a dar guar'a necessaria para qie no aloja-
raento las ditas praga, esteja cora segnranga
a pes-oa do Sr. General Sigismunlo van Scli
koppe e raais oiciaes, e ministros, duranle o
lempo concedido.
S XXIX. E sobre todos C3te3 captulos e
condicOes cima :ontratad03 se obrigara os
Srs. do Conselho Supremo, residente 00 Arre-
cife, a entregar lamban iosio, a ordem do Sr.
Mestre de Campo General as pragas da ilha da
F rno de Xoronln, Cear, Rio Grande, Pa
raiba, tilia de Itaoiarac com todas suas forgis,
e artilheria que lem. e tinham at a chegada
daarmida portugueza, quo de presente est
sobre o Arrecife e cidade Maurica. Mas que
o Sr. Mestre ae Campo General ssra obrigado a
mandar ao Cear ura 1 nu, sufi;i;n'.e parase
embarcar nella a gente, assim mor-idorea como
soldados, vassalos dos ditos Srs. Estados Ge
rasa ora os referidos bens : a qual nu levar
mantimentjs para sustento da viagem das di-
tis pessoas que se erabarcarem do Cear. E
qu: todos os navios o emharcag:s que estiye-
r m naquelles postes do Rio Grande, Par.iiba
e ilha de Itaraarac. capazes de poderem pas-
ear a linha, mas conceJe o Sr. Mestre de Cara
n > General, para sua viagem etrespisso de
seus treus; In'as qw afta levaran artilheria de
liroiiie, mus que a di ferro necessaria para
sua defesa. Feito nesla Campeaba de Taborda
a i de Janeiro da 1654. Segunda foira pelas
II horas da nout'.
Francisco Barrado.
Schon o n
Andr Vidal de Negrei
greiros.
Alfonso de Albuquer-
que.
Manoel Gongalves Cor
rea.
Francisco Alvares Mo-
re ira.
161!-Francisco de Brillo Freir, toma
posse do governo da capitana.
Presidente,
borch.
Gisberl de Wilh.
Villem van le Wa'l
Waulier van Loo.
Huybrcht Bie-t.
Henlrich Iliecx.
KEV1STA DIARIA
CHRONiJLOGIA
. COLLECCIONADAS POR
Melcliisedech de \lbuqucrquc
afjkVBBaftQ
Di a se
Por raais que se tenha aflirroado era contra-
rio, a arte nao comporta em sua verdadeira in
dol a missao da critica : so as pocas era que
urna certa estabilidade de senlimenios e eren
.;gas Ihe perraillissem sentir p'ofnndamante,
para bem idealisar, I e forneceria uin dig:.o es
ti mulo.
A arle moderna leve forgisamante da eivar
se do espirit negativo, sanlitKlo profundamente
o descalabro d'essa phasa^ngusta, templo ina-
geetMO era quo tantas esperungas se abngarum.
E essa duvida que se revolve no cerebro de
Shakspeare, cresce, avulta, al que ella mes
ma decantada nos poemas de Byron a Gce-etOe.
Shakspeare pois, nao creou em.o hystarico
nem o louco nem cantou a duvida idealisou a
alma humana no que. ella tero de nobree ele-
vado, pairando, sobre o abysruo da revolugo,
que ella raesma emita evoJagao cavara.
Revoluco de crengas e de precooceitos: tudo
esta conlido n'esse poema.
Abordando a exhibigao do drama, devemos-j
considerar o Hamlet um typo proprio para
1SOO -S guiulo narra o historia i ir hespa-
nhol Herrera foi neste dia que Vicente V/iou
Piatcaa eseusobrinhj Arias passaram pilo cabo
de Santo Agostiiilm a que deram o noma de
Santa Maria de La Consolatioa.
Tanto o padre Ayresdo Casal como Varnha-
gem negara que Pinzn tenha descoberta o cabo
d Santo Agostinlio, opinando este que-elle des
cobrira a Poma deMucuripe e aqueile o Cabo
Norte.
iGolr-Depois anda, de uraa longa confe-
rencia que prolongou se at o anoutecer assig-
nou se a capitulago- .
Assenlo e condicOes cora que os Srs do
Conselho Supremo residentes ,no Arrecife, en-
tregara ao Sr. Mestre da Campo General Fran-
oi8co.Bartetio, Governador era Pernarabucp a
cidade Maurica, a raais forjas a fortes junto
deltas, e mais pragas que tinham oceupadas na
banda do Norte, a saber: a ilha de Fernanda de
Noronha,. Cear, Rio Grande, Pasahyba, ilha de
Itamacac : accordalo lulo pelos coraroissarios
de urna e outra parte abaixo assignados:
I. Que o Sr. Mestre de Campo General
Francisco Barretto d por esquecida toda guerra
que se lem coramaitido, coro os vassalos dos
Srs. Estados Geraes das Provmcias-Unidas e
Companhia Occidental contra u nagio Portugue-
za, ou seja por mar ou por trra a quaUer lida
ARTIGOS MILITARES
XVIII. Qie tedas asoffensas a hostilida-
des quanto aos Srs. U- Geraes e vassalos, que
sa lem coiumsitido, se esquecera na conformi-
dade cima referida.
8 XIX. Que o S-. Meslre de Campo Gene-
ral concede, que os soldados assi.stanles no Ar-
recife, e cidade Hraea e seu3 fortes, saiham
cora 3U.as armas, mecha accesa, bala em bocea,
bandeiras largas, com condigo que passando
pelo nosso exercilo portugue?, apagarao logo os
inurres e tirarao logo as pedras das espingar-
das e davinas e roettero as ditas armas na
casaou armazem, que o Sr. Mestre de Campo
General Ihes noraear, das quaes elle mandara
ter cuidado, para Ihes entregar, quando se em-
barcaren!, e s ticaro com ellas todos os otli-
ciaes de sargen:o para cima. E quando se era
barcarera seguirtio dire:tament a viagem que
pe lera aos port3 de Nan es, Arroc ella ou ou
tros das Provincias-Un las sera lomarem porto
algum da corda de Portugal. Para firmeza do
quo deixaaoos vassalos dos ditis Srs- E. Ge-
raes um refens, tres p:ssoas a saber: um oln
cial inaior de guerra, oulra pessoa do Concelho
Supremo e outra dos maiores vassalos dos Srs.
E Geraes E que os offlciaes dejuerra, sol-
dados desta praga do Arrecife juntos a elle se embarcado todo MTitos, em
coraDanhia do Sr. General Sigismundo van Sch-
koppe om condigno que se rntreyrQ-nuraeiro
ao Sr. M*lre de Campo General, s yagas e
forcas do Rio Grande, Parahyba.FIlamaraca,
ilha de Ferno de Noronha e Cear; p/a cura-
primento de tudo o referido nesle capitulo, del
xando as pessoas que se pe de na em refens
XX. Qua concede ao Sr. Segismundo von
Schkoppe que depois entreguis as ditas pragas
e forga3 cima referidas, com a artilharia que
tinham, a' a hora que ciegue a armada a vista
do rrecife; leve vinte pegas de artilharia de
bronce, sonetadas de quatro a dezoito libras,
atui das pegas de ferro, que serao necessanas
para defensa dos .navios, que forma era sua
companhia, com as-quaes Iba darao suas car
retase munigOes necessnrins ; o mais trera se
entregar a ordem do Sr. Mestre de Campo Ge
neral.
XXI. Que o Sr. Mestre do Campo General
Ihe concede as ^barci^as n'ecessarias para
a dila.viagem na conformidad! cima referida.
XXII Que o Sr. Mestre.de Campo Gene
ral.Ihe concede os raanliraeatos, na conforrn
daue que estao concedidos no capilulo'13 aci
ma e dado o caso que nao bastem os ditos
inantimontos, o Sr. Meslre de Campo General
proraelte de4he dar 03 de que necassifem 03
fXXIII Que o Sr. raestre de Campo |Ge-
neral concect ao Sr. General" Sigismundo van
Schkoppe que posa* poasuir, alimar e embar-
car quaeaquer-bens.moveis e de raz, que tem
no Arrecife, eos esofavo3. sendo seus. E que o mearao favor concede aos
ofliciaes de guerra, e que possam morar as
ca-as era que. vivem,Al a hora da partida.
XXIV. O Sr. Mestre de Campo General
concede aos soldados doentes e feridos, qua se
possara corar no hospital em que* esto, at
que tenham saude, para se poderem embar-
car. *
Autoridades polieiaes O Sr. Dr.
Secretario da Jusliga, por acto de 2t do corre-
le, da accordo cora a proposla do Dr. qu;stor
policial interino, nomeou as seguintes autorida-
des.
Subdelegado de S. Joao, do municipio da
Garanhun--, o alfares Fabiauo Peixolo Villala ;
Subdelegado lo l.- dist icio do municipio de
Floresta, Mano I Joaquim de Si Novaes ;
Sub I alegado do 3- districlo do raesrao mu-
nicipio, Thoraaz Pereira Barbosa ;
Supplentes :
!. Manoel Gongalves dos Sant3 ;
2." Pedro Nun-s 'La Silva Barros;
3." Francisco Gomes dos Sintos ;
l. Supplente do delegado do municipio de
Garahhuns, o tenente Jos Jorreia de Araujo ;
Subdelegado do 3 districlo do municipio
de Pau d'Altio, Fernando Antonio Vieira de
Millo ; ....
Subdelega la de Sitios Novos da municipio de
Ouncury, Apolinano Alves de Souza ;
1 Supplenle do sub lelegado de Serra Bran-
ca, do municipio de Ouncury, Aurehano Jos
Rodrigues Coelho ;
2 Antonio Francisco da Silva ;
3. Binasio Xrancisco do Xascimento ;
i." Supplente da subdelegado do l districlo
do municipio cima, Othon Targino de Alen-
car ;
. Themistocles Octaviano Granja ;
3. Francisco Geraldo di Carvalho Filho-
Lieenca-1'or acto de 2i ao cor-ente, do
Sr. Dr. Secretan 1 da Justiga, foram concedidos
tres mezes de licenga ao ajudante do adminis-
trador da Casa de Detenga*, Antonio Pedro de
Azevedo, com os vencimentos a que tiver di-
reilo. na forma da lei, para tratar de sua sau-
de
Festa no Cabo -No domingo prximo,
27 do crrente, ser celebrada, na malriz da ci-
dade do Cabo, a j Iradiccional festa de S. Sa
baslio, a qual constar de raissa solemne s
11 horas, orando ao Evangelho o Revm padre
Velloso; pr>ci33o larde, e Te-Deura s
7 1,2 horas da noute, preganJo o mesmo sacer-
dote. ,
Depois do Te-Denm sera arretada a han
deira do Sanio Mirlyr, scguindo-se o queiraa de
ura bora fogo de artificio.
Alera dos ordinarios, haver trera especiaes
entre esta cidade a a do Cabo.
rociaco Coinmcrcial Bencfl*
ente dos Mercieiras -Essa associagao
procedeu a eleigi para 03 funcionarios que
tm de servir no corrente anao, dando o se-
grate resultado :
Directora
Director -Joaqnim Antonio Ctrrist)v5o.
Vii-edirector-Manocl Simao Sautos da Fv
gueira.'
( Secretario-Polibio Oliveira Pinto.
2 SecretarioJos Bernardino Marques de
Oliveiat. _
Thesotyeiro -Manoel Joaquira Pereira do
Reis.
Consl'io deliberativo
' Presidente -Paulo Jos Alves.
Vice-presidenteAntonio Joaquira da Cos-
ta
t Secretario-Jos Gued s Correia de Mel-
2 SecretarioJos de Souza RoIrigue3.
OraJir-Miguel A. Senna Smtos.
CommissTda contas-Joao Alves de Frailas.
Minoel Jos Viaira, Gomes Augusto Gato de
Miranda.
Theatro Santa Isabel -O programraa
que a or diestra executar no espetaculo de lio-
jei-Pedrotti-Tutti in Maschera -sytnp o-
rti
V-Thoraaz Hamlet. marche danoise (da
bibliotheca do IhajUro.) .
3 -Frita- La Prado, valse caracterutique
(da bibliotheca do toeatro). ___
4_G. Verdi- Un Bailo in Maschera, invo
cazione (da hibliotlwca do ilieatro )
Club 33 -Esse club reuoe-se as / l|3 ho
ras da noite a Ra Barao da Victoria na sede
da Associaco dos embregados do Comraercio.
A Uniao -Est publicado o n. 5 do arnio
IlVesse peridico, org da classe^ typogra
p iica.
Elelcao do irmanaaucAmanha, s
10 horas do da. devem reunir se os raembros
da devogao de Nossa Sonhora da Conceigao da
igreja do Carmo para procederem eleigo da
sua nova administragao. ____
Recreativa 3 de Jnlho-Essa so-
ciedade offereea hoje aos seus membros um
recreio duplo. > ...
Cavalheiros da Crua-Essa sociedad.-,
beneficente funeelona amanha, era asserabla
geral, s ti horas do dia, para cleger os novos
lunecionarios de sua administragao.
Gremio Seientiflco e Luterano
Tobas Barretto-Esse gremio rennioi-
iMienooiem im sessSo ordinaria eob a presid-n-
ia Jo-Sc Manoel Arto, se-netarudo peles Srs
Sdnardojrfe \lbaqoeqae e A'iptc yy
Foi propisto e acea eocto o Sr. Benedicto
Ascandlco Correia de t'es. ,,_,.__.
Hi pa'esira Iliteraria, leram t'abalbos de sua
lavraosssclos Elnanlo-de AlDaqae-qia e Ati-
plo de Meces'?. _.^
O socio Dr. Lata Gimes fa loa UManvoie
aob-e a these ) direito orna faoccSo "a vida
nicioa.irasponlealo eo con'.estasao o socio
S 1 a 011 eha qje tbicbem fallen longamedte
8, .re o d.-so;ii|.'.u.
A> nc rra- a f sata o S-- presidente sean"
Cioiqu- na p'ox'uia- ee-s.io ex'u msiu'iJa a
qui tai da el.ninc.o oe diversos socios que
em a-e de ni^pusiiOes da coostiraicSo social
nii poliam contmtar a pr;en er ao gremio.
Sebs o assanpti r o vido o conselho snpre'
n 1. p-e .&> la a dencucia 4a orador da casa.
Foi ma-c-ids n v. .-s-.j para a prxima
qolnl fe .
Embarque-"lo paqne n:cional A'a-
goas, e io.it) Para o Sr. ra j ir Mn el Nonato Neves da
Sena, que do 2 batalSi de inf.maria foi
transferido a ej p-Jido .ara o 'vi' da ursina
a-fia.d- gai'n'Qo naq-i-lie fiuaco.
i- ios a tinaz. qti-" nos di8pin.ou o S\ major
Seixas viudo d-i-p-n.-ss de ri, des jiraos-lhe
(li* vi.gt'n e 'oas as feMcst.
O Piinp.\o-Pdraa \<- ca Litteraria.4 mi
t. 1 Marco o. tO (-.nesrani os D>. I,it3t
MU rsp peno neo iiu 111 J'lstlco por u.uez.
O Otfiloiite -Reeeuea a meama ag^n-.i
i 1. 5 .'7, oo 18 anoo, ci"repoadeote 45 de
Jneirj cj-reni^. dessa excel ente re/lsta illas-
.-ala. qua se pebc em UstMe;
V3i ni porara-to os iatereijalos.
Ferimeiito le eNo da 20 lo crrante,
1* i Oo-as da uroe, em letra3 do e.ngenaa Ca-
raettaba dj maatciplO de a. : y i inlivi-
dua aoiooio BaoOB, coro ama caceti ?, feria
levemente a Hnvel VeHoaj dai S ntjs.
O tclioqaeate ealio 3e e c n-.ra ele proce-
de se.
Ollnda Essa piqu-te-lo L'iy : B-atilelro
qoe to:ou n Par.-'hypa hanlero, deve- toja
aantheena no aoesa porta.
Alaffoas Bese o-jqueta ; li i boitam ao
xeii uu 11 Bini-i, peU que devari tacar baje
r 1 Macei o amn 5 aqoi.
Le seaie de la in sdc D3s ira por-
:ant |j nal damo-ies p.n-id isea temoi vis-
ta o n. 49 Jj aano V q-ae iras esplendidjs ti*
gaflaoi
Saraos grat>s pela ejnt'iii da ofTs ti ao Sr.
L-opotio .lvcin, gerente da Agaoen Littc-
raMO.
Gatuno -Ante-ha.ito foi preso pelo Sr.
-ubi lea 10 da freguezn de8. la-tVe tutano
e non-i M noel L.iz B tuo ni ocoasio era
que condozia um acci :- aaiscar. q-e se
c ia em tfopesMO ati n de s?r eattegae ao cara-
iiHt'-nte aeoi.
Instituto Arclieola^ico Genera-
piaii'i Pernambueanu i sea kwuoiacao
nu a a (lat'- Vlirvo B es O. OBagDI
q i-ia le realiiar no oii 27 do corrente.
Uniao Comincreial R . rop r .. mra auianii ama reu ,i) familiar, aoa
:hu socios e ca 1 Jadjs.
Es at-ta dos o-'o gis rie feas directores de
esoa una doma neru.isbe'issioia.
Tribunal do Jury do ftecifePro-
Cfdeo-aaatoteas ni iMeetfaoea Hoaneipal ao
10 doa 36 io.-a ios nae tes o.da ssrvir ni 1"
sessSo ordinaria d ste T.ioaoal, convcala para
.1 a 25 ii. Fe.ereiro prximo viuCouro :
Fo ara o'trtjjos os otdaattaa seguales :
Recife
I i.; c o P.nio des Sanios Correia.
n Alves Pimental.
' Juaquira de Soaza Cirreia.
j-. di Costa Correia.
Sa" 10 Antonia
Uonio Tetxeira aoa Ss^tos Jonor.
F-i'.i 3:0 B ano.
Aagosto tlerjieaeg.l.lo Pdrasa.
Aoaoleto J.s tfe Mutios.
aotnaio linio i Saldaotia Juaor.
Jj.- Nicacia Atvts.
S. Jos
Uibamo Pre^io d- C.rviiae.
Ja.quim Servlo V'i"ira 'a Par.
Bel uuu Miooel >1e Ointira.
pelro P oto l" Q-iiroi.
Porfirio Poppe Hu'uri Ar.UinjD d-! Senna Stotea.
R miro A inio da Goal .
Loorengo Jistinlac; Oe e.'.n?.
!,uco Brutoa na Marees Pi-fs.
Laia Bezerra dos Sanio- Lima.
Piuio Fran-isco de Souia.
Antonio Sjares Toixeix..
Saiusdanj Albuqa-'qa- Maranaa.
Bi-Visti
Antonio da Costa Moreira.
Jjqaim Mar ina de Mello.
Jos J ao da Amorta Jonior.
J 1Q01111 Lepes Micb-ito.
Jo Antun -s Ftrretra.
G e$a
Biizio 'quiso Barbasa.
Heonqie Jjj Burle
Alsalos
Cnrlg'ova; Gises Peoroea.
F.-aoceiioo F.-aaci.u Duarte.
Antonio Augusto Araoj i.
He r.qoe ds Fonseca Coutioho.
Dr. Miooel F..II G t-aoa.
Ant -mo L"iz da Castro Mascarenhas.
Club earnavalesco Apreciadores
do Bello-Sexo- Ssss clob procedu a elei-
Cra da su. nova directora, que Uc:u assix cr-
.Dsi 11 :
Jo5o F tit s de Souza MaealhSes, presidente.
Jo P.tit48 de Souza Mig.lbSes, vica-presi-
nente.
lose Meta G mes da Siva, i fecretario.
imcel Carvalno, 2C secretarlo.
Joaqnim C rvao, orador,
iind.oj. Ca<-valbo, p-ocorador geral.
SUalibO Gusmo, Io procurador.
F-anciscoDiogeOrS de Paula Malfgueta, 2o proco-
rartnr.
O ultimo invento de Edison-O pe-
ridico americano Toe NVorll noticia um
aovo descobriraenlo de lidison que, a ser intei-
ramente verdadeiro, n3o s del xa a perder de
vista lodos os outros descobertos .do Ilustre in-
ventor, seno uraa das maiores, para naa di-
zer a inaior maravilha da nossa idade
Tem se faliadS recentemente de urna torca
mysteriosa, a telepathia, que consista na facul-
dade que possuem certas pessoas dotadas de
scnsibilidade excepcional de se communicarera
A distancia por meio do pensamenlo At ho-
je nao se havifio adduzido provas positivas.des-
sa singular faculdade. nicamente se ctavo
casos isolados que podiara ser considerados
como u n indicio e pouto de partida para mais
minuciosas investigagoes.
- A invencao de B-aiso conforme o citado dia-
rio americano,'c urna appligo da telepathia.
O apparelho de que se serve o'celehre inven-
tor d. Meuls Park um lelephonio de algibi-
ra, semelliante a uraa caixa de relogio- No
Aios^ador lia uraa agulha que obedece a urna
hollina collocada no interior.j
0pparelho perraitte a communicacao a qual-
quer distancia com outra pessea eaunjda de
uraa machina semelhante. Segundo o illuslre
elettristii araencano, o pensamento de vm in-
dividuo s pi'r si basta para produzir urna cor-
rente eletnca capa/. djapor em movimealo o
apparelho e de effechiar a transmissao. Edi-
son assegura que se trata de um phenoraeno de
sympathia- eletnca, qae se pode considerar
como absolutamente provado.
A' primeira vista, a descoberta de Edison pa-
rece o nec plus ultra da novidade ; mas
comquanto seja elle extraordinario, j encontr-
ramos francezes u 11 precedente as obras de
certo jesuta lorenez que escreveu no secut
XVII com o pseudonyrao de Van Elten.
Acreditar-ara alf-uicns pessoas, di/, este au-
tor que por meio de ura raan ou por outra pe-
dra semelnante se poderiao communicar a? pes-
so-s ausoles. Por exemplo ; si se aclrarem
i.'laudio en Paria e Jofio em Rima, e arabos U-
rerem uini aguiha anetada com alguma padra
cuja virtude seja lal que, a medida que se mova
una agu'ln em Paria e outra su mova Igual-
mente em Roma, seria possivel que Claudio e
Joao se pudessera communicar, tendo previa-
mente combioaJo a hora de so fallar. Van
Hitar terminava a explicac/o deste extraordi-
nario phenoraeno cora uraa declarae&o de sep-
licismo. A invencao 6 forraosa, dizia elle,
mas naocreio que naja imn que possua esta
virtude.
Outros en aios anlogos se fizeram em po-
chis em que hiviamais f do que hoje as pro-
priedades occaltus'daa coasas, mas nenhum se
assemelha tanto ao invento de Edison como
aquella que descreva Vanta Etten. Onde^ po-
rm, se encoitram testemunhos da crentj*
possibilidad#de se oomrannicar por meio
pensamente no folklore de todos os povos.
Nao ha paiz'em que nao exisiao numerosas
leu las e fbulas de amantes separados por loa-
gas distancias ecujos espiritos se eonamunicam.
Entre elles nao serve de intermediario aenu^

na
do
I
-.


V
.
-:
*v--------i
\ man >


-***
Diario de Pernambnro Sahhado 9B do Pmiiroe t*95
i
ma anana nenbum app^relho ; uraa flor, una-' exnl .r-r o -X'P'do Oriwite, cono ] i
SOS
i mas v. iwiv ......-.-, i" <
conccrna a insirucco dos
que ti quasi intil fallar
espolho entregues pelo ausente a sua
axada revelam de varios modos as vicissitudes
dinuelleem longos ierras.
0 inventa de Edison ja tem a sua Icnda nes
tas poticas fbulas de rutra idades. Se se
confirmar era verdale, ser a maior das inven-
rOes deste seculo, diante da qual o lelegrapho
e o lel-plione pareceram antiquados proprios
d i-pavos que se ahao na infancia da civiliza-
ca".
O daciue de Nortliumherlanda.
O duque de Nortliumberlan-.la, nao obstante sua
'.ni usa fortuna, lera hbitos de simpTieidade,
miriramenle curiosos.
\ lija so prt era t^rceira classe, com grande
indignaeQo dos empregados das estratas de
ferro.
Nesles ullircos lempos, querendo darllie urna
licc&o, os ompregados izeram subir no compa--
tim-nto onde se achara.o dores de channos, estregando seus pouco aevia-
dos utensilios.
Na primeira eslago era que parou o Irem, o
duque descu cora seu dous cotnpanheiro?, com-
prou dous billietes de primeira classe at o des-
tino dos linipj lores d-chamin, 9 installou-os
em dous compartimentos de primara classe
com seos Utensilios, rollando a occupar o seu
lugar na lercei'a classe.
E' bom inglez ?
Observatorio lo Vaticano -A direc
cao do Observatorio do Vaticano raga pela
morte ds Dema, foi confiada :io i>a< re Lals,
alumno do celebre aslronom) l1- Secan.
Com amorta de Danta neraeram a Italia e a
Bdencfaum grande sabio,tora dos muaaolaseu
sabios do seclos XIX. Os sena astados sobre
a estrellas cadentes sao coriheei los de todos
os Bate* T1P se omipam u:n pouco de plieno-
men>s celestes lf'jram rouilos os seus traba-
llios astronmicos, ultimo foi a Nota so
ta sobre a* manchas solares em 1*93 quj leu na
sessao da Academia Pontifical de 21 de Janeiro
de IS9i.
ProMina ilifllc -(Ccrdelia; exlra-
hido del regno delta onna).
Na educaceo da menle e do coracao dos nos-
os lilhos deremos seriamente pensar, a assim
como muitos sao os caminhos para ebegar a
e-te escopo, com frequencia rica-Fe embancado
na oscol a. Naturalmente se as mais podessem
educar e instruir os seus lilhos, sena a cousa
mais bella do mundo ; mas ludo difflcU, prin-
cipalmente no que
rapases, de muiaira
sobte o assuujpto
E' certo que boas escolas nao taitam, mas
qual escolner ? Oeve-sc preferir a escola ou o
collegio? Eis urna questo que enmarara os
pais c os torna multas vezes indicios sobre o
caminho que devem seguir.
Oulrora se man laram os meninos aos con-
ventos, donde, a dizar a r ;rdad, reeabiaoa urna
educaco incompleta, sahmdo d'alli cheios de
pr juizos e de 1 leas pequeas que hoja senara
iocompativeis com o progresso dos lempos.
Abolidos es convenio?, surgiram os collegios
em Brande numero, e em certos casos eu os
acno atilissimos para os filhos orphos e aqu-.il
les cujos pais sao condemnados a urna rida
noTada. .
Entretanio pira os filhos de carcter m lo
mito, o collegio nao o melhor local para edu-
cal os. .
I'riuieiro de lulo se a mente pode ah ser
beni Cultivada, na> o seria cerlamsnta o cora-
cao. Entre as paredes do collegio os alleclos
domsticos sao desconnecidos: ahi que os
moninos derramam lagrimas que nao sao enxu
tas pjlo arajr materno 6 ahi que esquecem os
nomes mais sanios, os affectos mais verdaderos
e entrelanlo apren leai urna bi,a d$e de Intri-
gas 6 eminaces.
Nao se calcuhm quantas ponas do charuto
se escondem muilas vezes dehaixo das bancas,
as palas dos collegios, quantos livros menos
raoraes passam de mo em rao e s) lid os
com aridez !
Emquanto s raparigas, quando saem do col
legio e entrara na propria casa, algumas estao
embancadas como se riessem do mundo da
la; de gorernar a familia nao conhecem nem
mesmo o A li C; se alguera Ibes dirige a na-
lavra enveraonham se e nao sabem responder.
Outros, positivamente por nao quererem pa-
recer collegiaes, caem no excesso opposto ;
nprendem logo a viver era sociedade, raas da
vida de familia teem sempre urna idea inteira
mente falsa.
m pouco de escola siqaer, e tanto os meni-
nos como as meninas 6 born ahi mandal-oa dos
seis aos done annos; primeramente porque
naquellaidade precisara de ter companheiros
aos seus jogos infantis e de gorgearera alegre-
mente sem sujeigao.
Sao to innocentes, que nao corrm algum
perigo no viver era coramunho, era quanto
que pelo conmrio chelo continuo de pessoa mais velha, corre-
riam o risco de vir a ser horaens serios antes
do terapo, a ser daquellcs meninos velhos, que
constrange o coracao ver, qua fallam de si,
com bom senso, raciocinara ao ponto de sur-
prehfT.der, mas crescem fracos, definhados,
teem urna cor terrea e causam compaixo.
Logo, estaraos entendidos : escola todos,
at aos doze annos : depos, os meninos na-
tural que prosigam os seus estudos as escolas
mais serias, como os gvmnasios, os Ivcos e
semejantes ; para 03 que devem viver entre
ex-
P .r
p .ir-voi o B'anlf Tntai essa faqnad-ilna
p t ni o piloto aa logles chimado Adama.
19 < cinco nivijs fahidoe da H-llanda, s u n
:re au ao Jipo e n^et aeh-V'-83 Adam3 Os
janonpzeii aprisionaran a trlpoUc&J, mas e 1;
6C9 o M kiao, coobeceodo em Aiaintomo i
lelttgeaca soae-ior, aml ij-o pj sua corle. O
oilotj ingles t)-coo-se em ponto lenpj u
p rscaaicem, ensiooo sos laprnesea a arlo .'>
construir navios da m : lelo eorop'o a to-noa-
ae to ot:l que naj Ihe peimilti'am voIt a>
tea pi z
Ap'Si- de ca^aio ni Inglaie-r?, cssoc-3'
com un japjarzi e morreado dividi os aval
lados beos qu- a:eunui-.ra ootre as suas dua-
MPOM8, Foi, pois ess m d'lo do* u.tHdot
or partilaa dobradas a verdi't-i-o c-ea!o- mirir.tij j-.pjo. z de que tant) ee falla b 1 me-
llani i do furtoSao conh1 idos os tss-
803 de rniQi* Jo lurio e.n que ligaram seotrjra*
de bja eiac-.gio, de respeltavel coa liga e W-
gumas at epuleDtas. A ecleach den at m-
me eai ia a essse veso di haver a ben3 Ih'i >i
00 sexo femraino, masataioi a-eJoioier-ror1
aiiiti das (leptomiQtaca8 n.a-i 1'- tj'av .--.-> qss
cajaa de razenus. d^ m)Ias e de armariotia.
O caso q'.f lemas agora en fo'ha fraaoesa e
iQ:e.res Um mol:ier foi lerida ao trltoial do Sana
por ful .a bMntoaea oajdereiias e ne-n >e
oojectoi ie a t', m-s de sarbHMMK Apoi
d,.nda bujea aaoas^ di r ene mirjn twir. aeoc-
: loriados aa ia uvn d- 2.600 BxeblBbOide
tolas x* formase de lodosos :3mar.hjj. E-
a j ta .si] frmalo a aoam d-s cbaro arias- de
que e a man* a 1 ra-ni ?,>.
X embriaguez -Qjasi por tai* a par
Cimefia-M oui -beQier qui a embr;au-!i p
urna donc; tae oeeestario en ar.
Ha Ioglotfrra. nutaotaiiu Dio rnente 09
douios alcoelicos mas laracem 03 lod viraos
a'.aca'ot >ie matejttaa dj li^,io, do rins oo 10
coraeto, debidas ao alcool
E a franja, o conselb) g'ral do Sena reso'-
veu >-r. ar o jj :3j'o e3pa-ij| paa 03 alcooliccs
cerebraes.
As im ver-'v-ba realisado o dexpjo Je mai'o-<
mdicos que d-jihravam a aaeaauJafao, oor
Mjlos de Sainte-Anre de V ll";ui', de tiosdoe
a verdd tarros Ionios, de alccol'coa siuple, qj'
coafa!idd)s na ;iulild> Ce loocoa communs,
nao rereoiam 03 ca dados esBectaei qce o s astado estia,
Ni t:p'gi:a, por tolo reme lioso se neo 1
ireo ate agera o diraito delicecca jm Dao di
minoio r d 'a des mh itaootieor.
Ceiniterio Publico-Poram sepultados
no Ceiniterio Publico de Santo Amaro, no 21 de
Janeiro, 03 seguintes corpos i
Jos Antonio Ferreira, Portugal, 61 annos,
viuvo. Sanio Antonio.
Elvira, Pernambuco, 8 races, Afogadosa
Eielviua de Lima Medeiros, 2 anuos, Uoa Vis-
ta.
Porfirio, Pernambuco, 2 anuas, Boa-Vista.
Jovino, Pernambuo, 2 boros, t. Jos.
Hara Francisca Ja Cooceigao, Peroamboeo,
40 annos, solleira, Bja- Vista.
Augusto Marques H itor, Pernambuco, 32 an
annos, solieiro, Boa Vista.
Albertino Miguel, Pernambuco, i annos, Boa-
Vista.
vof.
ene.
Oliyeira Kartlns -Antropologa, 1 rol. A'r.jcqoajqce Barro, epptliado Diuiel M rara terrogafoes muito parecidas com aquel-
las que fizenam empallidecer e a cuja
resposta fugio cautellosamente.
De resto fique certo de que apezar
de suas confrontaces inopportunas e
odiosas e de quaesquer outras provo-
cacoes, o honrado Inspector da Alfan-
dega, surdo ao immenso clamor dos
interesses feridos pela sua moralidade
ene l> jitoo
Eya de Queiroz -Primo Basilio, 1
ene S-iooo.
Oca de* Quelroz -Reliquias, 1 rol.
Kea de Queiroz -Crirae do Padre Ama-
ro, l rol- ene. S-j. o.
rereira -O mesire popular ou o francez
sem mesire, I rol ene 15j!oo:>.
Perelra -O mesire inglez ou o inglez sem
mestrp, l vol. ene ldlooo.
A. Duinas-O Conde de Monta Christo e
a Mo de Finado, 3 rols. ene. iS'uo >.
Vctor Hu^ii-0 hornera que ri, 2 rols-
ene. ;j'>>
Ortiifo v hvgien: d'alma, i rol. rica-
mente ene. SJooo.
Ortigao-A Boll&nda, njvissima ele. 1
vol. ene. ricamente Tooo.
cresp> Nocturnos, 1 vol. ene. lioxo
Crespo -Miuiaturas, 1 vol. ene Sjooo
Alaria Amalia de Carvalho-Mulhe-
ras e creancas. 1 voi. ene. 5ano,
liara Amala de carvalho -Cartas
a una noiva, l vol. enr S^aon.
Kara imal a ilc carvalho Mguns
hora:iis do raeu tornpo, 1 vol. ene. o-Joaa.
Ci JuniueirjOs simples, '. vol......
8 G lunquelro-Marcha do odio, |.Sn.
Obras de Paulo de Kock-Gustavo
o eslroina, 1 v I. broca, o tllus.relo 4oo.
Cerejinlia1 vol, broca, Ilustrado.......
OOO.
O Senhur Oupon -I vol broch. e il-
lustrado, Ti j 1i> t.
A Uouzcllade Bellevile-1 vol. broc
e illostrado, iam.
Barbeiro de raris-1 vol. bioc. e
illustrado, 4-oito.
A Casa Branca -1 rol. broc e Ils-
tralo, I-j o .><
Hasda ena i vol broc. e illustrado----
-l'000
.llulher, mar'do e amanteI vol.
broc. e ill ustrado -1-iooo.
, LIV1UIUA ESCOLA DO POVO
DE
SOOZA PAZ C; C.
81RA DO lMl'fckAliOR Si
Compra e vende livros novos e azados
d 1 C al
Ao Juiz Galvo:
De Gojar.oaAppellacle o juixo, appellaio'
L.Goa & (j'i'-deiro.
Ao joiz Costa Ribeiro :
Dj N za'p.hAppi-1! me Jo5a doOHvira p
Silva apailijiio Jos Feveira dos S.ntaS.
Embargos infnogentes:
/.o jcizi'.arlos Vi a :
Dj Recif^-EmarBanl Pan-lsco Antonio >
Alboqnpr.iueu-.iln, trLn?rKJdo Mm Rodrlfaes
Je Moara.
Eacprrou-ie a ses>a) I h >'a la tarde.
Entretanto indo a TracunhSem na noir
te do da 16 do corrente, com surpreai
deparei com a casa da minha residencia
aber.a por um des oitSes, invadida por
P-dreiros, construindo paredes, rasgando
e reduzindo janellas porta, e assim os
meta movis, livr s, roupa e louc>a ex-
postos aos eff*ito Ho trabalho da obra a
aos amigos d.> :.iliio, que bem podiam
administrativa, insen ivel s bajula-1 entrar a qualquer hora do dia ou da noi-
coes de hontem e indififerente aos does-
tos de hoje continuar, calma e serena-
mente o caminho de seu dever.

as lucias do mundo melhor que se habiluem
de ante mo a isto e comecem a esludar a so-
ciedade sobre as bancas da escola. A3 horas
depois da tarde e os dias de ferias passados e
familia, serao mais que sufficientes para que a
sua alma se ennobreja e se aprendam os af-
fectos demeslicos: se pelo contrario perraanc-
cessem m casa lodo o dia, seria fcil que cre-
cessem debis e effeminados.
Para as meninas, a cousa diversa como fa-
remos ver em o artigo a seguir.
Casa de Detenco Moviraente dos
Sresos da Casa de Detenc5o do Recife, Estado
e Pernambuco, em
ASSOClACUtS
Instituto Ai'choologco e <-tv>-
^raohico Pernamliucaiio
.SLSSO EXTRAORDINARIA DE 9 DE JA-
NEIRO DE 1895
Presidencia do Sr. Dr. Cicero Peregrino
A urna hora da t rde presentes os
Srs. Desmbargadores Luna Freir e
Francisco Luiz, canselheiro Pinto, Celso
Ucha, Martina Costa, Baptista- Reguei-
ra, 1 secretario, e major Codeceira 2",
abri-se a sesso.
L'da a acta da antecedente, foiappro-
vada.
O Sr. Dr.
guinte
t* secretario menciona o so-
Existiam
Entrarara.
Sahiram .
Existem .
A saber:
Nacionaea.
Molheres .
Etraneiios
S
Iher.
Tolal .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Louco .
Louca .
i't de Janeiro de 1895 :
476
7
8
47o
439
10
26
t
475
4J7
406
20
0
1
~427
Expediente
Um officio do director da ReparticT
de Deposito Reparto y Canga de Mo jte-
video, offertando ura almanak geral do
Urugaay prra 1895.Responda-se agra-
decondo.
Um dito do Exm. Sr. Dr. Antonio
Gon5alves Ferrira, ministra do Interior e
justija di 27 de Dezembro, aecusando a
recepcSo e agradeceudo o seu diploma
de socio honorario do Iu8titta.=Intei-
rado.
Ofrfertas :
Pela Sociedade de Geogi-aphia de Lis-
boa, utn numero de seu lioletim.
Pelo Sr. Jos Remedios Monteiro, um
folheto intitulado t lnaugurajo da Bi-
bliotheca Publica Municipal da Feira de
Sant'Auna. Acta e discursos.
Pelo consocio B llarmino Carneiro um
v lame encadernado da obra Historia de
la guerre del regno del Brazile, por P. F
GiiMeppe de St. Tereza Carmelitano
Scalc.0.
Pelas respectivas redacto b diversos
jornae- deat e de outros Estados.
Mandou-se archivar e agradecer as of
fertas.
Foi lido e remettido a commisso de
contas para dar parecer o balancete da
receila e despeza do Instituto no trimes-
tre de Outubro a Dazembro ultimo.
\ Foram propostos e approvados para
socios correspondentes os Srs. Dr. Jos
Gomes Villar e Jos Antonio Ism el Gar-
ca, director da Bibliotheca de Nova Goa,
na India Poitugueza.
Entrando no obj cto para o qual fora
extraordinariamente convocada a presen-
te sessao, resolveu o Instituto nao cele-
brar no dia 27 de Janeiro a sua festa an-
niversaria, contra os vetos dos Srs. Ba-
ptista Regueira e major Codeceira.
Nada mais bavendo a tratsr-se foi le,
vantada a sessao.
Oculista
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 i. andar.
Telephone n. 588.
Mdicos
Dr, Joaquim Loureiro medico partei-
ro, liOHsuliorio ra iu ti&bvg ^1,
reaideDcis oa Casa r'orle n. 5, casa dr
izulejo, defroul- da i^reja da Campir.,,.
Coronel Breierko Chaves- -Zlomoso-
pathia Rua do Baro da Victoria n. 37.
I.- andar.
O Dr, Lobo Hoscoso d cousultas tm
ioa casa rua da Gloria q. 39 das S(l
oras da mauh 1 da tarde. Achan
lo-se fra do servico publico offerece-si
para acudir a ijuiquer cliamado (cu
droraptidflo para fora da cidade. Es.
plidiadc, eptrracc;;, parlas e 'jolesliasc
le seahoras e r"nino^.
Dr. S Pereira, rua da Iuiperairiz d
i), d cousultas medieo-cirurgicas tod-j-
2 das das 8 ocio dia, menos o*
lontagQfl e (lias saiitilioados.
Dr. Austro Wanderley, Muiou o
eoosBitoria para a rua Buque de Grata*
a. 7i l. andar, onde d consultas de
!1 horas, da niaah 1 hora da tarde,
Residencia Rua Dircita 41
fogados.
Dr. Vicirada Cunha medico da mu-
nicipalidade do Recife, contina a dar
consultas aos pobres deste municipio,
em seu con-ultorio, rua da Aurora, n.
5, i." andar, das 7 s 8 horas da ma-
nha.
O Dr. Pedro Pont nal,ex-chefe de
clinica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio rua Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Ao
do
-Total
Movimento da enfermara :
Teve baixa :
Francisco de Figueiredo, condecido por ca
bellao.
Matadoaro PublicoForam abatidas
no Maladouro Publico da Cabanga 85 rezes
para o consumo publico de hoje.
Inspectora do *.* dls|rleto mar-
timo Kecife, 2 de Janeiro de 1894.
Boktim metereoloico
floras. Term centi- Barmetro Tenso do flumi-
grado 6.-4
6 m-
9 > IV
12 > 29,f4
3 t. 29,r8
6 29,2
vapor
19,69
2 ,0
J ,43
ti,'5
21,18
dade-
77
7ri
71
ta
9
Thermometro
Ennegrecido
la. O)
758,-45
759,-26
757,-87
7 6,-59
757,-85
remperatura minima 26,00
desabrigado ao rae o dia.
Temperatura mxima 31,5)
60/4Praleado 4e,'8.
Evaporaco em 24 hora3 ao sol 7,-5 som-
bra *,-4.
Chava nulla.
Direcao do venlu: XE de raeia noile at 6
h. da manha ; E at meia noile.
Vetoeidade media do vento 3,-93 por se-
Nebulosidade media 0,44.
Boletira do Porto
Pra-mar ou Das Horas Altor
baixa-mar
B M 2k de Janeiro 3 h. 33 m. dam, 0. 41
P. M. "de 3 b. 45 m. da t. 2-20
Marinha japoncza-fif- asir, qoe
a marraba japoueza ama de 1597, bodo tm
qoe os uolsntfeaes sratrlO'ama eeqoadrllba
NOVIDADES
NOVEDADES
Almanackdo Pastor para 189o l vol.
ltSSom
A. rtmentel -Netas do Pidre Eterno, l
vqi. ene. ltfSoo.
FerreiraMachinas mixtas 1 vol. ene
6<&ooo.
E. Zola-Lourds, I vol ene. 6ooo-
Caiel -Amor a antiga, 2 vols. ene........
3-iUoo.
Guiomar Torreso -Estaco de Paria,
esplendido jornal de modas 2 mimaros de 20
de Desembio, Ia e 2* edic. 3$ooo.
UMACA1XADE LIVROS RECEBIDA HOJE
Th. Braga -Diccionario de nomes pro
prios e de bapti?mo. 1 vol. ene. l^ooo
Shaksp are -Olhelo os o Mouro de Ve
neza trad. de A. Freilas, Ivol. ene. em per-
cal na ooo.
Asi Mil* Urna \outes-Contos rabes,
aova edic. Ilustrada de mullas gravuras, 8 vols
ene em 4*. IS^ooo.
G. <>unqueiroA mesa em ferias, i vo'.
ricamente ene. 5ooo.
xsfio ahreviadi e odditauaentor
1 grosso vol ene. Bdooo.
Oarvalho e Joo d Deas -Diccio-
nario prosdico da Jinguai pologueza, ultrma
edic 1 gros8ovol. ene. eoi'.couro-fS'dooo
Ollvtra Martina-Rjcas tamaas 2
vols. ene lo-iooo.
OtivelraMarslns-Rgimen de" rique-
zas, 1 vol. ene. Gooo.
Sopeilor Trlbonal de lustiva
SESSAO ORDINARIA BM 25 DE JANEIRO
DE 1895
PRESIDENCIA DO SR. DR. FRANCISCO I.U1Z
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's heras do cosiume, presentes os Sr., joiie^
em numero legal e o Dr. procarador gt-rai e
Esi do, foi aberla a sespfio, depois de lldado
apopovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-ae
03 segrales
JDLQAMENTOS
Appellacao crime :
Dj Bjuj ConsolajAppellanle Maaoel Btz; r
de M.um Poro', ap^ellana a justijji. Relator o
juz Costa Ribeiro. C otlrmoa-se a senteoca,
noeniiLemeo e.
Appel a.aj commercial:
Do Recife Appellanle a Cimpanhii G >ral de
Meltirameotos ae Psrnomaaco, sppellado Dr.
Gervasio Goacalves da Silva. Relator o juiz
Carlos-Vas. Revisores os juies Galvao e Cosa
RiDelro.Foam despresadoses embargos, con
tra o voto do juis Gnlvao.
Provno de solicitador :
Ly lo Alerauo Baaleira- do M ilo -Couodeu
se a r PASSAQKNS
Dj jaiz Gilvo ao ja z CobIi Ribeiro:
Appellacao civel
DoltecileAppsllan'e Msnoel Jjaquim Por
:03, spp Hada a Intendencia Uaoicipal. -
Dj juz C;s:a Ribeiro ao juiz Caldas Bar-
rito:
Appell cao crime:
Di EscaJaAppellanle Agostiobo Jjs dos
San .s. pablada ajusiga.
Appellacao civel :
Do HecTteV-Aipellante Hfmtero Viia' d
Negreirjs exoaro, appe.la'a Mana Frau i-.cu
dos A|jyjQra>lo.
Do jfc'mUas Brrelo a) juiz Alarida :
AopnajBo crime:
De G>aatlAppelliate Jeaqaim A i'o 'o dos
anus, appellada a juslifia
AppellacO'S ciis:
De G.-.-v liAppellanle Jjo Frauci.-cj de
Olivelra, appellado Laorentlno Jas Feror.
D: OliDdaAppellante a Baronesa de Tea-
runa appellaio Fiorejcio Djmln.joas da S la
Dj ReoifeAppellantes Francisco Jjse da S I-
va GuimarSej e C^lerino do Re o B puat >, ap
pellados os mesaos.
Do jaiz Crirljs Vas aojoil JoSo Garles;
AppelUc6rs civeis :
Do ReciteAppellaotj aCjmpsnhia Reeifense
c- PiDiflc'ga), app-iUta a Fazonaa M-J'icipal.
Da B. BentoAppeilotj o Qneelho' Maarc.-
pal) appeludo Jo Jas Jjs Ferreira.
distbjboicSes
Reccrsos crime a :
Ao juiz Juao Carlos;
Di Llmoeiro-Ktorrente o jallo, recorrUc
Isaas i Ao juiz Galvao: .
Do Recife Recorreote o jalso, reeorrldo
Alesandre Jos Dtrbesa. Jk
Aggravo de peticao:
Ao juis Costa Ribeiro i
Da RecifeAggrayaote Coole fe Gvtjn, ag-
gravsda a Baronesa da Vara Cruz.
Appellagoes 3rttoes :
Ao jaiz Cuidas Barreto :
Do Recife AppoMante o 2* promotor publrco,
appellado Aoloeio de Agoiar, qua d;z cbami--
St Antonio da Cosa Ca lm.
Ao ais Ahneida :
'Do Keeifr Appellanle o 2* premit^r publico,
sppellado Joe Henriqoe UsrdJm.
AppellaOes civeis :
Ao Jiiiz Jo Carlos :
Da Victo iaApptanie D. Juia Beserra de
Uroganas
Braga $ MxchaAo. Agencia las aa especin!idades pharmaceulteas,
tfola, drogas, producios rhimicos e ou-
tros medienmeotos ho^opathicos, roa
Larga do Rosario n. 34.
I1 aria Sodrinho & C, droguistas poi
redo, rua do Mrquez de Olinda o 14
Gvimares Braga & C. DeposiU
J Drogas e producios chimicos, espe-
cilidades Pharmaceulicas, ruedicaruen
los lo..-eopalieos e lilas, leos, \w
ceis ele, ele. Rua rio Mrquez de Od
da o. 60.
Ocrnllstrss
Dr. Barreto Sampaio, oocnUsta, d
ooDsutas de 1 s i bpra ao prinuic
ladaf da roa do Baro da Victoria u.
51.
PjsideL'cia a rua Hospicio n. 46.
Tetonhone o. 35.
ODr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2.* tem consultorio ruu
Jo Bom Jess ir 9.1. andar. Residen
ca : rua Real da Torre u. 29. lelephuae
o; 966
JEseriptorio de Engeoharia
Antonio Pereira Simes, engenheiro
civil, encontrado para mysteres de
sua profissSo na rua do Vigario Teno-
rio n. 19, i. andar, das 10 horas ao
meio dia, nos dias uteis.
Exm. Sr. Covernaclor
IMado di PernctiiitHU'o
Desengaados, nos agricultores, de
obtermos providencias, no sentido de
melhorar o servico da Estrada de Ferro
de Ribeiro ao Bonito, por nos recla-
madas diversas vezes pela imprensa,
vamos hoje appellar para S. Exc. o Sr.
Governador do Estado, que tem se
mostrado assiduo a attender s suppli-
cas do povo, que nao pode mais sup-
portar as visiveis irregularidades do
servico dessa Estrada, cujo material
rodante c o peior possivel, e deficiente,
causando grandes prejuizos com djmo-
ra militas vezes de mais de um mez no
transporte de mercadorias, como o as-
sucar, que, como todos sabem, qual-
quer demora, damnifica-se, alcm de
muitas outras irregularidades que siria
enfadonho enumeral-as, mas que estao
ao alcance de todos.
E porque ainda confiamos com al-
gum fundamento no actual governo
deste Estado, pedimos a S. Exc. que
se digne lancar sua preciosa attencao
para essa Estrada afim de evitar quan-
to possivel enormes prejuizos que o
seu pessimo servico est causando
agricultura.
Bonito, 22 de Janeiro de 1895.
Milites agricultores.
&& a^e^A^afe-^xis^-
'X. ^ n -
- ** ~ 3
a s a l
r
V
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I 5
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- ^ ~ *
g& 8."
5 2
S s > t. *f *
i> -r. 2 =
a/Tg.-ife^fe^yirVd oyTgxA/^)
CooMsda Alfande^a
(Do Estado)
A proposito do artigo por nos lanca-
do sob esta epigraphe em nossa edi-
cc5o de.23, surgi hoje.o Commercio
de Pernambuco tomando a arriscada
posico do imprudente que provoca a
luta e logo descobre-se, para ser mor-
talmente ferido ao primeiro golpe do
adversario.
Depois de pallida e fria affirmaco
sobre o objectivo da questo que le-
vantou, a saber o modo de cobranca
das taxas federaes, em vez. de rebater
victoriosamente em urna replica bri-
lhante, a cabal justificativa do proce-
dimento do Inspector da Alfandega,
contida em publicaco feita no numero
do Diario de Pernambuco de 20 do
corrente, O Commercio de Pernam-
buco, corrido e humilhado, bate em
retirada vergonhosa, e deslocando a
questo do seuverdadeiro terrenp,
va em um salto mortal para urna ac-
cusaco leviana e banal, referente sup-
posta intervencao do Inspector da
Alfandega no ultimo pleito eleitoral.
Mas, para por em evidencia a im-
procedencia d'essa covarde arguico
alias desacompanhada de prova, basta
reflectir que a propria imprensa poli-
tica, altamente interessada no assum-
pto, nem se lembrou de formular se-
melhante aecusaco e s o Commer-
cio em sua gravidade cmica, envol-
vendo se em urna densa nuvem de ri-
diculo, dentro da qual ninguem j o
avista, arroga-se o direito de exigir do
benemrito Presidente uuia explicaco
acerca da attitude, por elle attribuida
ao Inspector da Alfandega.
Entretanto se esse orgo de publi-
cidade, est inteirameute convencido
de desempenhar altivamente a sua
missao, erguendo a sua accusac5o, por-
que s o faz depois de quinze longos
dias aps a eleifSo, tendo guardado
impenetrayel silencio durante esse pe-
riodo ? .
E' evidente que a febre de espirito
faz delirar o cerebro- fecundo do reda-
ctor ene do- Commercio,
Pa-lmai'CM
um embuste que nao pega a noti-
cia dada peVA Provincia de 22 do cor-
rente, sobre a oceurrencia que teve lo-
gar por occasio d'uma predica na igre-
ja matriz desta cidade.
l. o caso que o muitj conhecido Sr.
Arthur Henriques da Silva, urna ver-
dadeira precocidade nos disturbios, ap-
parecendo n'aquelle logar, de chapeo
na cabeca e fumando ostensivamente,
quando todo o povo manifestava a
maior reverencia diante do altar e do
pregador, foi advertido varias vezes e
por muitas pessoas para que se desco-
brisse.
D'entre essas pessoas achava-se um
moco que nao conheco e que repenti-
namente foi aggredido pelo mesmo Sr.
Henriques que oameacou d'um desaca-
to que se teria realisado se nao fosse-a
minha prompta intervencao, nao so-
mente para evitar um conflicto m-
nente como tambem para admoestar
Sr. Arthur Silva.
Segurei nos bracos do Sr. Arthur e
observei-lhe que seu procedimento era
incorrecto, pela desobediencia que os-
tentava. Eis o occorrido.
Agora o publico forme o seu juizo a
respeito das aecusacoes s autoridades
de Palmares.
As qualidades que a noticia empres*
ta ao Sr. Arthur. Silva s fazem provo-
car o riso.
Morigerado e de costumes serios!...
Palmares, 24 de Janeiro de 1895.
Francisco Xavier Cavalcante Lita,
Miaba bella
SONETO
Oh I briza oh'fagiieira briza
Que raeus ais veos escular :
Vai junio de minha bella
Vai com ella suspirar...
Vai suspirar junto d'ella
Vai contar-llu a minha dr,
\ aiJjeijar-llie j oue to pjsso,
0 seu roato encanlador l!l
te pel.t jan'lla rasgada do oito sem
porta assantada; tudo da ordem do Sr.
r Suriano, nao obstante lhe haver re-
commendado o venedor da casa, na oc-
casio da venda, que se eutendesieiu
commigo sobro 03 ineus movis na casa.
Muito extranhei o procedireento do Sr.
Dr. Soriano, cuja qualificacfto submetto
a apraciaoo do. publico e protesto pela
indemnisac1) do desappareci ment da
qualquer objeeto, o que nao pude verifi-
car na occasio da rpida mudana que
fui foryado a fazer, para o continua-
ren os matta movis, como estavam, ex-
posto a tudo.
Afo ados, 20 de Janeiro de 1895.
Marceno Ferreira Lima.
Merece providencia
Pedc-se ao Sr. Subdelegado de Santo
Amaro 2.- districto de Boa-Vista ou a
quem competir, que lancem suas vistas
em urnas orgias qne constantemente
ha, no logar denominado Pombal, rua
da Miseria em casa de urnas mulheres
meretrices, que alli tem.
Nao obstante incommodar o silencio
e como ha palavradas e nao respeitam
as familias que ha, e constantemente
estao se dando roubos em gallinhas de
visinhos, como se deu antc-hontem em
casa de um, alcm de muitos outros ;
suppe-se ser o mesmo coito. Pede-se
providencia.
--------------._-------------
Dovedoresi dn firma \niara 1
I'riiHo iV C.
O abaixo assignado, tendo arrema-
tado as dividas pertencentes ao espolio
de Antonio da Silva Castro, successor
de Amaral Primo & C, convida aos
devedores da mesma firma, a virem
satisfazer seus dbitos no prazo de S
dias, rua Duque de Canas n. 9r,
onde poder ser encontrado.
Recife, 25 de Janeiro de 1895.
Manocl Luiz de Sonsa Sanios.
Recife, 21 de Janeiro de 1895.
Illm. Sr. Manoel J. de Miranda.
Queira V. S. declarar quantas foram as
Chapas de que se utilisou para o fabrico
dos bilhetes da serie F, emittidas por
esta Compauhia, diguando-se juntar
sua resposta urna prova.
De V. S.
attento venerador e criado
Felippe ctAraujo Sampaio.
Gerentt no Kecife.
Illm. Sr major Sampaio.Em res-
pjsta a carta supra, declare a V. S. que
a nica chapa de que me serv para a
impre sao dos bilhetes da serie F am pa-
pel cartonado e a qne por prova junto a
esta.
Recife, 22 de Janeiro de 1895.
Manoel J. Miranda.
Reconh950 as assignaturas retro sob
fe.--Recife, 24 de Janeiro de i895.
Em testemunho de verdade, o tabel-
lio publico.Manoel Joaquim Baptista.
Estav urna estampiilia ae- 500 rs.
Fiscalisaco d
nhos Cent
O Engenheiro fiscal d
de Engenhos Centraes e
rua do Cabug n. 18, sobrado, nos. dias
uteis, das 11 s 2 horas da tarde.
Enge-
i districto
encontrado
52
l'araliens
A sua bo. unia R>?a Ramos a
g Ferreira Lima, por completar hoje, g
g no rol de ioa preciosa exislencia, s
comprunenla, 8
mais urna priniavera,
# #
Recife, 26195.

taivez tenhamos de dirigir Htras in- tra.
33" aiaja2)S2)23a!B3H>*as
Atteno
Residindo na povoaco de Traouohem
e paasando a festa e feria em Afogados,
Buccedeu, no dia lO do corrente, no trem
da via-ferrea do Liraoeiro, recebar por
intermedio do major Hugolitw Machado,
urna car a do Sr. Dr. Jos Soriano de
Souza, dizando que tinha comprado a ca-
sa de minha residencia, e que estava nu-
la,--faznco obras exteriores, e padindo-
meique coma maiorrbrevidada desse or-
dem, a remover os meus trastes ou depo-
sita!-os em qualquer parte, que nao fal-
tarla.
Respoadi e pedi ao major Hugolino
que dissesse ao Sr Dr. Soriano, que, no
fimdo corrente mez, se antes nao achas-
"se casa para mudar-me com os meus
a quem trastes, os depositara em qualquer oor
J fulloii a imprensa, agora
falla a Hvsiene do D'Stad
(Copia)
Inspectora de Hygicne Publica do Es-
tado de Pernambuco, Recife, 18 de ]a-
fneii o de 1895.
^Concedo licenca ao pharmaceutico
Martiniano Veras, para expor venda
o preparado Cognac Brasileiro de sua
confeceo, o qual foi julgado bem ma-
nipulado e de accordo com a formula
apresentada, tendo pago no Thesouro
do Estado, a taxa de licenca exigida,
pelo regulamento sanitario vigente.
Inspectora Geral de Hygiene do Es-
tedo de Pernambuco, 18 de Janeiro de
1895.
Dr. Mar tais Costa
Inspector Geral interino.
Visto, 18 de Janeiro de 1895, Dr.
Mar tas Costa.
Registrada nesta Secretaria fl. 3
livro competente. Secretaria da Ins-
pectora Geral de Hygiene do Estado
de Pernambuco em 18 de Janeiro de
1895.
O secretario, Bacharel Apollinano A.
Meira Henriques.
Precos na fabrica: duzia 25$O0O;
garrafa 2$500.
-^r-------l^p^-A pessa que mandar...
2 5$000 aos fabricantes
l^j"Js"^ recebe urna caixa com 1.2
garrafas do Cognac Brasileiro sem des-
peza de trnsporte, para qualquer pon-
to do Estado, servido por caminhos
de ferro ou martimo.
Collegit SAO Miguel Vrelian.o
RUA DO V. DE ALBUQUERQUE N. 12$
As aulas abrir-se-ho" no dia 9 do
corrente.
A Vice-directora,
Olympa Afra de Mendonca.
C oilegio Santa (?ruz
-Corso primario e de prepara-
torios
7o-Raa i*^p:cio75
OB'.ina 3wti*i erco dcaDaixJ fssigna-
dos ?t*fehbeleaMBeoio de encic6ot e icsroc-
raipinaMa e ooiHarr, pwa!sr-KOOif*a-
iioo, rojas satas Ebnrse-fea) no lia 16 da
torr.nle.
Re^eft-* n'BDnDMlctefixr?, ttecapess otitai
e esiprDO.
laforma^es e csta.olss e io:j09 ro :cl
'eglo.
Ruu do Hospicio o. 75
. Os-directores :
Joaquim Agnploo dll:r^w^a SiaCei.
Aoloaio da-Silva Gulmai s.

MUTILADO
r
nBgm
i



V \


.^tft
Mario de Porimmbuco Salihado 95 de Janeiro de 1995
o no DE OH)
3 e 5-Praea da Independencia-3 e S
DE
bato i ra rao
Neste estabelecimento encontram-se venda em 2rro?so
retalho, bilhetes das seguintes loteras:
e a
Notice
The Annual General Meeting of
Subscribers to the British Consular
Church and Cemetery of this Port will
be held at the British Consulate on
the 30 th instant at 2 O'clock p.m.
British Consulate.
Pernambuco, january 211895.
Arthur L. G. Williams.
Acting Cnsul.
O Bacharel Estanislo\Ca.rdozo
lecciona em casas particulares
Pode ser procurado
A ra dQ Visconde de Goyan"an. 43.
25:0005000
1-:000S000
12:000$000
2):000$000
15:000S000
20:OOO$OfJO
30:O0OS000
21:0008000
20:000S000
11.a serio da 28.a da Bahia
15 lotera do Maranho
4." A do Estado de Pernambuco
16.a serie da 7.* de Minas-Geraes
19.* da 27.a da Bahia
16a loteria de Alagas
4.a serie da 9.a de Minas-Geraes
4.a 31.a da Bahia
17.a loteria de Alagas
Extracco Sabbado 26 do corrente
>
Segunda-feira 28
28 >
> Tenja 29 >
>
Quarta 30 >
Quinta 31 >
> >
O SOTNHO DE 01JR0
PRACA'DA INDEPENDENCIA NS. 3 E 5
Enderezo telegraphicoSonho._____Caixa postal n. 8.
Conipanhia Ferro Carril de
Pernambuco
As cartas que publico afim de que
sejam conhecidas do publico deixam
fora de duvida que os bilhetes em car-
to foram lithographados no Atelier
Miranda, nico estabelecimento com o
qual a Companhia Ferro Carril contra-
ctou a impresso dos referidos bilhe-
tes, que se comprehende todos as
series pelo Sr. Miranda especifica-
das.
Estes bilhetes eram impressos so-
mente em urna face para serem tim-
brados na outra por meio de timbre
mandado vir da Allemanha especial-
mente para este servico, que era feito
no escriptorio da Companhia sob mi-
nha inspeceo, em presenca dos res-
pectivos empregados e na hora do ex-
pediente.
Os bilhetes falsificados esto litho-
graphados no verso ou grosseiramente
timbrados.
Aprecie o publico a resposta do Sr.
Miranda que por sua vez prova a fal-
sidade das versees espalhadas a esse
respeito.
Felippe de Araujo Sampaio.
Recife, 16 de Janeiro de 1895.
Illm. Sr. Manoel J. de Miranda.
HOMMERCIO
Bol?a t'ommerclal de Frrnam-
tmc
COTAQOBS OFFtCI AES DA JUNTA DOS C0BBET4RKS
Praga do Reetfe, 25 ie Janer de 1895.
Jao couve uolugo.
% presidente
An'.onio Marque* deAmorim.
0 secretarle
Manoel Gonjalves da Silva Piolo.
CJaMblo
Praca du R>clfe
Os Bancos inira-um boje eca* opf rag5ea a 10
5,16 sobre Londres a 90 (llar, baixiado pelo
m io da para lt 1,'i, na'isaodo-se negocios li-
mitado?.
Em papel part uLr Dio heuve negocio.
Digne-se V. S. responder-me, permit- phia para a Companhia que V. S diri-
tindo licenca para fazer de sua respos- ge e descriminadas pelas iniciaes A.
ta o uso que me convier, quantas foram D. E. e F.
as series de bilhetes de passagem, emj Em todos os bilhetes dessas series
papel carto; que forneceu a esta' como nos das demais abaixo indicadas
Companhia para facilitar trocos em nunca foi lithographada na face poste-
seus carros. I rior rubrica de especie alguma.
Se alguma vez nesses bilhetes a ru- j Alm das series referidas, fabriquei
brica A. SAMPAIO, que se le na face mais os bilhetes das series B e C em
posterior foi lithographada ou se todos papel encorpado e de dimensoes niaio-
os bilhetes eram fabricados sem dita res que aquelles e os pequeos libretos
rubrica, sendo esta collocada no es-'de dez (10) bilhetes de meia passagem
criptorio por meio de carimbos 111a- j no principio das emissoes.
nuaes. I Foram estas as nicas series de bi-
Aojterminar, queira V. S. declarar lhetes que forneci a essa Companhia
se alm das series fornecidas para o'porordem de V. S.
servico desta Companhia, lhe foi por- Sem mais assumpto pode V. S. uti-
mim feita qualquer encommenda de bi-lisar-se desta como lhe approuver
1:5000000
lhetes.
Aguardando com mxima urgencia
sua resposta sou
D. V. S.
Att. Venf e Cr.
Felippe de Araujo Sampaio,
Gerente no Recife.
Illm. Sr. major Sampaio.Respon-
dendo carta de V. S. tenho a decla-
rar que quatro (4) foram as series de
bilhetes de meia passagem em papel
carto fabricados em minha lithogra-
C/Ofaces de seeros
Para 0 agrtculi or
Aaiucar
Uiinas por 15 kilos. . 641 ) a 64700
Crutalisaih por 15k les . 54700 a 60
Braaco, ideo, dem. . U8iij 6*0"t
Someeos, 1 lem, dem . 34709 a 4*0*0
Maacavado idem, He ir. . 246V a 24809
B-nta seceos dem Uem > 1*000 a ;*9
Broto melado, idem, idem 147U0 a 14800
Rtame, idem, dem . 14300 a 14519
Algodo
Foi vend;do alguna lotea deste producto a....
04600 por 15 ki'os-
aloool
Per pipa de 489 litrw 2504 venda.
Agurdente
For pipa de 480 litros 1404 venda.
Couruc
Secros salgados na base de 12 kilos 660 rls
eoda.
Verdes a 430 ri?, nominal.
Carnauba
Cota-ee de 124 a 224000 por 15 kilos.
Hel
Por 1104000 nominal.
T&EELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SCAR E ALQODaO
Mez de Janeiro
Btrcacaa.....
Vaporea.....
Animaea.....
Estrada de Ferro Central,
dem d S. Francisco. .
dem do Limoeiro. .
Semina. ...
ASSU-
cr
Diaa Saceos
1 a 24 179721
1 a 251
1 a 25 5675
i 24 14748
1 a 23 9107 J
i l S3| 79697
371920
Algo
dio
Sarcas
1650
4465
924
406
60 a Pedir di C./?albo&C, 40 a A. F. r-
mSoa. 86 a P. Cora & C. 138 a Ferreira Ro-
drigues & C 50 a Ctstn Lmos & 6.
Fumo 4 v lomes a F. Costa & C, 18 a CiB'ro
L-rxoi & C, 5 a A. J Silva & '*.
Maesas 90 ca as a J. I. da Ca tu Lace.
Perteocea pera fosao 15 volomea a Albino
Silva & C.
Palito* 1 caixao a ordem.
Teoeis a ordem.
Rio de Jiceiro e escala, vapor nacfaral Pe -
oamb co, ent'ado em 17 e consignado a Pe-
rei'a Ciroeiro & C.
C*6 l& eaa os a Compaabia. .de Esiia.
CivIIus 6 a F A. Gardoer.
;caroto- 6 cali* a rrdem.
Cnapos 3 caixOes A C)mpnhia Nac'ooal Ia-
du-i lal.
Foeio 1 caixo i ordem, 2 a A. J- da S.lva,
5 a Jj quim Daarte.
Gr-\at.s 5 caixas a diversos.
Tec!do< 2 caixa a ordem, 20 a M. Dias Suva
Golmaraes.
Portos do norte, vapor nacin I Brai,l,eo-
iradoem 18 e consignado a Pereira Caroeiro
6 C
Camario 2 encapadoa a Lopes Albeiro & C.
Cal 5 saceos a Rossaback B'otbers & C.
D w Sialxaa a I. R. doa Reis.
Po 90 sacaos a C. Fernandos & C, 25 a Mat-
tos Cammba & C.
Garrafas 75 barricas e 2 ipas a ordem.
T. boas 40 i'ales A. Kmtaik.
Tapioca 20 encapado a Fernanles Jal ao &
C, 61 a A. R. da C sta.
Te idos 5 fardos a C. Peres & C 33 a P.otj
Alvee & C, 28 a M. Crsaih i \ C-, 5 a Alves
de Bruto & C, 4 a B xwjil Willlam & C, 17
a R. re C.r?aitio & C, 21 a lUdrigaes Lima &
., 20 a AffjLSi Ida a & C
*h,ii)oreo
KPii'e, 24 de Janeiro de 1895
Fara o exterior
Re vapor allemao lampinas*, para Ham-
borgo, carreearam :
m. Cammba <*. C., 1.200 kilos de cera ve
fetal.
P>ra o interior
Rival
para Pelotas,
saceos com 22500
para Pelo-
No patacho nacional
carregaam :
Amj-im Irma3^ & C, 300
kilos le asKOcar braoco.
No vapor allemao Macedonia
tas, carregaram :
M. S. Mau. 30 pipas com 13 800 litros de
agoardeote, 125 barricas com 13.125 kilos de
a.-suc>r braoco o 10 di:as com 1,093 ditos de
dito masca Para Porto Alegre, carregara1 t
J. Bollar ft C 300 saceos com 22:00 kiloa de
asaacar braceo.
Companhia de E.-.tiva, 160 saceos com 12009
Recife, 17 de Janeiro de 1895.
De V. S.
Att. Ven. e Cr.
Manoel J. de Miranda.
(Estavam reconhecidas as firmas pelo
tabellio Moreira Al ves.)
CoHegio do Coraco Eacha-
riitico
PARA MENINAS
N. 55Ra do HcspicioN 55
Este colle^io abrir suas aulas no da
4 de Fevereiro.
E. C. Beltrao & lrmao,*000 saceos com 60,000
k los de astu:ar braoco e 7 0 ditos com 4100o
d.to- de di'o aaacavado.
Ho vapor lugle tShoflesbory, para Sin
tos, carregoo :
J. J. Moreira, 260 saccas com 19,171 kilos de
algod&o.
No vapor allemao Capna, para Rio de
JaDeiro, carregaram :
P. Caroeiro & C, 442 sacras com 28637 k'lor
de slgooao.
No v. por ingles Sle'.'a, para Rio ce Ja-
re ro, carregaram .
Companhia de Estiva, 10 pipas com '-80
utrta de alcool.
C. Expjrtaiora, 33 pipis com 13,800 li;ro-
d alcool.
C. de Melboramentos, 35 saceos com 2100
kilos de asiO'ar mascavado e 746ditos com....
44760 ditos ce dito tracen.
no vapor ingle Branlemborg, para o
Cear, carrega am :
P. Carnero it C. 31 barricas com 2010 kilos
de asucar braoco.
Para MaraobSo carreearam :
1.9. Ma ques, 25 oanicas com 9638 kilos de
a-sucar braoco.
M. S. Mala, 45 bnrricas com 4748 kilos de
assucar braoco.
P. AI ves 4 C 6 pipas com 28S0 litros de
alcool.
T. Lapa 4 C, 30 caixas com 240 litros de
genebra.
Para o Para, carregaram :
Goimaraes Valente, 100 saceos com 12,000
k.ilv.8 de ambo.
L. J. S. GnimarSe, 400 barricas com 26,850
kiios de assucar iiri.no.
E. KaoiQ.ck 4 C., 500 saceos com 3750 kilos
de assucar braoco.
F. de Ollveira; 300 saceos com 22500 kilos de
arsocar braoco,
No vapor nacional Biberlbe, para Cear,
carregoo :
J. M. M. Jnior, 220 barricas com 13669 kilo.
de as-ucar braoco e 100 ditas com 8780 ditos de
dito refinado.
No oate nacional iarora 2a, para Macao,
carregaram :
J. Salgaeiral & C, 12 barricas com 720 kilos
de assucar refinado e 8 ditas com 562 ditos de
dito braoco-
C. L?moa C 5 ga ra'-s com 13 litros de
genebra, 5 caixas com 115 kilos de sabaj e 2
Darrtcas com 120 kilos de acucar refinado-
-- Na barcada D. Sintia*, para Natal, carre
garam :
Ollveira 4 C, 10 barricas cem 636 kilos de
assucar retiuado.
C. de Estiva, 2 barricas com 180 kilos de
assucar refinado.
Para Macao, carregaram :
i. Salgoeiral C, 10 barricas com 694 kilos
de assncar Braoco.
14198
importa^o
Carga de Lisboa
AUns 10 paneiros Companbia de Estiva, 6
a Lopes Albeiro & C.
Aseite 3 caixas a Gongalves Rosa & Domio-
goes.
Cal 50 barricas a Mirsnla & Ssnia, 58 a Gai-
marSes & Valente.
Cobertores 2 caixas a Machado & Pereira.
Cublas 25 caixas a Gaioaar&es & Valente, 60
a Companbia de Estiva.
Roop branca 1 caixa a S. No^oeira & C.
Sardinbas 30 caixas a Lopes Albeiro & C.
Tomate 67 barra a Companbia de Estiva.
V.nbo 3 barra a A. de Almeid>, 50 a G- de
Araojo 4 Filbis. 1 a J. da Silva Carr-lro, 17
orde.u. 6 a Lopes Albeiro & C, 4 a A. Costa &
Fmia. 10 pipas a Joaqalav .F. de Cirvalbo 4 C
8 e 22 barra a Companbia de Esll a.
Rio de Janeiro, vapor ioglex Brandeoba'g,
entrado em 21 e consignado a 'Jomoaoba E<
Uva.
Amostras 3 volumes ordem.
Barris 200 a Madelra C 500 a Pereira Pio-
lo & C. 2S0 a j. S. Ama ral.
Caf 5 saceos a GulmarSas & Valente, 191
Joao F- dn Almeida, 559 a Companhia da Es-
va, 262 a Joaqoim Ferreira de Carvalbo & C ,
334 til js de assocar branco.
6419 p. Carneiro 4 C. 900 saceos com 67500 kilos
de assacar braoco.
J. M. Marques, 50 barricas com 5,513 k ios
de assucar mascavado e 350 oitas com 36,750
ditos de dito branco.
M. S. Mala, 500 sacc 8 com 37500 kilos de
assucar braoco
Para Rio Gran ie do Sol, carregaram :
P. Caroeiro & J., 600 saccas com t50)0 kilos
deassaezr braaco.
Para camos, carregaram
- S. Rea 4 Rodrigues, 40 saceos com 7200 kilos
de assucar maacavado el20 ditos com 7200 ditos
de dito braoco.
L. 4 Moraes, 415 saceos com 23100 kilos de
assucar oraoco.
P. de O iveira Mala, 500 saceos com 10,000
kilos dd assucar mascavado e 600 ditos com...
360JO ditos de dito braoco.
L>yo & Filbo, 1003 saceos com 60,000 kilos
de assucar mascavado
H. Bu le S C, 254 saceos com 15000 kilos de
8ssocar braoco a 750 ditos com 45 0C0 ditos de
di o maacavado.
M. S. Maia, 10 pipas com 5970 litros de
alcool.
No vapor nacional Camoclm, para Sao
tos, carregoo :
Cimpanhia de Estiva, 30 pipas som 10,800
litros de alcool, 500 saceos com 30 000 kilos de
assucar branco e 500 ditos com 30,000 ditos de
dito maacavado-
2 No patacho sueco Joban, para Coritiba,
carregaram :
Kenillaenlos pnblleoa
Mex de Janeiro de 1895
Alfandeg
Renda geral
Do da S a 24
dem de 25
D-se esta quantia a quem trovar a
nao authenticidade da declaraco infra:
Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
de lancar mais de meia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperancas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consderavel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuafo do remedio, os
soffrmentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido. Joao Jos Ze
bendo (Lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteCompanhia de Drogas e
ProSuctos Qihimicos.
^
Professoro.
Dinamerita Constanca Cavalcante de
Albuquerqu**, habilitada no en.-ino pri-
mario, se ofhrece para ensnar medinas
em algum collegio, ou em casas de fami-
lia.
A tratar com a mesmi Sra. em sua
casa na estrada de Jofto deBsrros defron-
te do beeco do Eepinheiro.
---------------?
Ao publico
Na cidado de Tiet, urna dea familias
maia comorosas, ma a conhecidaa e mt>i*
ea'inaiaa a f-milia S Iveira, n8o baven
do ntre os tietensea di semint das po-
toda parte quem 1 So conheQa o a'gaata
rio da certa infra. tTjjt, 27 de Novem
bro de 893.Tendo o quaai 4 aonts, com um inoommodo h>rri-
vel, que nem aei tipiar, da asma b
meia de anno. Completamente i ni t lia d>
em meua afea rea, rerabido eja mea rc-
oanto, de meos pareoteae amigos, porque
a medicoa clnBfict de morpba, h importhntiaaimo E ixir M. Morato, cea
liArvidros que tomei estou bom e coiLple-
mmM^^fmmmp~^-SB>
Uovluien o do porto
Navio entrado do da 25
Liverpool e esra'a 20 >>ias. vapor ioglez Ex
plorer, de 1304 lone'adas, cummanduo e li
H. Joner, eqopavem 28,cana varios genero*;
Blatkbo'u 4 C.
Navio sabido no mesmo da
Para e escalaVapo' irglea Brandebcrg
c. remandante O. S. Ool 00 ; carga varios ge-
ntros.
Mercado nnlclpal de M.om
O movimento deste mercado 00 da 24 de la-
nairo tol o aegoiole
Entr:rm :
44 bois pesando 6.811 kilos
72a kiloa de peixe a 20 rs. 140J
4 compart. com mariscosa 100 -s. 40t
2 ditos com camarea 100 rs. 20ti
SI 1/2 columnas a 600 rs. 19*200
5 carga com galliDbas a 500 rs. 2J50O
3 cassoaes com gallinbas a 300 rs. 900
5 cargas com melancia a 300 rs. I 500
3 carga com bananas a 300 rs. *9 10
7 carg?s com dite^aas a 300 rs. 24 00
2 cargas com loncos 30 rs. t\ O)
2 cartas coa macacbeiras a300rs. 600
5 cargas cora rimaos a 300 rs. UoOt)
40 cargas com farintia a 200 rs. 80 0
2 cargas com milbo secco a 200 re. 400
3 cargas com fejao a 200 rs. 6(0
68 lugares a 200 re. 132600
11 Suioos a 200 rs. 2200
12 como, com saineiros a i 000 I2000
9 comp. com seto i-or '00 rs. 630
10 comp.com fres8uraBi uu '8. 000c
34 comp. com comidas a "0u rs. 23800
54 como, com rateadas a 600 rs. 32V0
49 comp. cora verduras a 300 rs !4700
83 comp. com larioba a 400 rg, 3320 >
47 comp. f.om talbos a 2000 94000
tamanta restb>-leoid>. H>ja fiiismente,
eatou tratacr'o de meua afaseres e voltei
ao te o da mena parantes e amigos fjjpm
a tistacSo 03neiderand<'*me |3o. lato que
se poda diaer 1 ra acon'e im-r/o milagroa<.
do seu E'ixir M. Morato. PJe fhier dea
ta o uso qae Iha convier. Subacrevo-me
coax lta estima a oonsidera^So. De V.
S. amigo.
Joaqum C rreu de Mor Eet reconleedas firma pelo ac'.u.l ?.'
ubeiSo do Tit', Jtao Baptiua da A.e
"tdo IVfarquea.
Agentca:
Companbia de DrogaB.
Boa Marques de Oliada 21.
19.
Baroda ItaUa Baccllai
Parecer sobre o Peitoral de
Cambara
O eminente clinico paraense Exm.
Sr. barao da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o l'eitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias do appa-
relho broncho-pulmonar.
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos Chimicos.
2
) iabS 7 d'Abri! de 188.
II'mr'B. Sis. S;ttt e Bowic.
Teobo eapregado (ta arga escala, &
EmalsSo de ce itt, e te8ho obtido ezo-llc-D-
tea resultados nca doeitea eierophuloacs e
ao- micos, sendo miio bam tolerado pelop
eit m*g B debis.
J-iB- Ignacio Mirtina Lavad".
Medico-C rurgiSo ptla se ia Medico
Jirurgioa de Lab6 .
O Cognac llrazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
28500 a garrafa.
Terrivel tosse secca
Cara do Peitoral de Cambar
O Sr. Joaquim Alvs Ca^alcanti, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel toSse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas e
Productos Chimicos.
BITAES
Garrafa 2S500
Duzia 25S000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem des-
peza.
Pedidos de IO duzias mais 5 0/0 d
descont.
Bronchite asthmatica
Curada pelo Peitoral de Caua-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-tas-
ta 8SOOO a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, qtiando puro, c um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro conten essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de enancas e pessoas de-
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro-
Couselbo Economice da Itepar-
ticto de llarinha
De ordem do Sr. Capitao de Fraga-
ta Jos Pereira Guimaraes, Inspector
deste Arsenal e Capitao do Porto des-
te Estado, faco publico que recebe-se
propostas em cartas fechadas no dia
29 do corrente mez, s 11 horas ed
manha, em urna das salas da Secreta-
ria da Inspeceo, para o fornecimento
de medicamentos Enfermara de Ma-
rinha e aos navios da Armada Nacio-
nal estacionados no porto deste Es-
tado, durante o corrente exercicio de
1895 : sefvindo de base os precos do
formulario existente na mesma enfer-
mara, o qual acha-se exposto ao exa-
mo dos proponentes que deverao ob-
servar as disposicoes dos artigos 176 e
178 e seus paragraphos do Regula-
mento que baixou com o Decreto n.
745 de 12 de Setembro de 1890 os
qtiaes vo abaixo transcriptos.
Art. 176. Sao deveres dos propo-
nentes :
i." Encher com precos por exten-
so e em algarismos a proposta mpressa
que lhe ser fornecida pelo Secretario
do Arsenal, a qual datar e assignar
para ser apresentado ao Conselho Eco-
nmico.
2.' Entregar pessoalmentc ou por
seu legitimo representante, directa-
mente ao Conselho Econmico no lu-
gar, dia e hora annunciados as propos-
3.* Exhibir alm da certido do
respectivo contracto social, quando nao
fr firma individual, os documentos
que provem ser negociante matriculado
e haver pago o imposto de casa com-
mercal, relativo ao ultimo semestre.
4. Sao dispensados da apresenta-
Cao da matricula na Junta Commercial
as fabricas e cstabelecimentos de in-
dustrias da Repblica e terao estes e
aquellas a preferencia sobre os outros
concurrentes em igualdade de cond-
Ces e cirenmstancas devidamente pro-
vadas.
Art. 178 nico. Alm do prazo
estipulado os fornecedores continuaio
a supprir por mais 60 dias as mesmas
condcoes se assim fr julgado necessa-
rio e sem que isto constitua direito para
prorogaco do contracto.
Inspeccao do Arsenal de Marinha de
Pernambuco, 21 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
. B^Wg
Rdodlmeoto dos dia 1 a 23
2 06GO
6.0800
Precos do da :
Carne veide Salaos de 900 a 1 idem.
Ca'oelro de U000 a i 200. idem.
Paricba de 700 a U00J rs. a caa.
Milho de 600 a 700 rs. a cnia.
Feijo ( e 1500 a 20t0 a cuia.
6.907iO
1,144 95164l
66:130*538
Renda d Es ado
Do da 2 a 24
dem de 23
306.083*424
22:0644427
1,111:10.179
328:14784l
Somma total
1.539:230*020
Segn la .eccao da AHaadega de Pernamboco,
25 ce Janeiro re 1895.
O ebefa da scelo
L. F. Codecera.
O tbesooralro.
L. M. Rodrigues Valeoga.
BECBBEDORU DO ESTACO
Do da 2 a 24 dem de 25 62:527*241 2:378*040
Total 64:905*281
RECIPE DRAINA0E Oo Total o:3934072
navios esperado
D Rio de Janeiro
Lugar porineuez Nova U j a j.
Pa'ac.io nacional Oac r.
De Pelotas
Po a-lio rjaclooal J yroe
PatacDo poi-tugooz Soci I.
Paiacbo belga Emin.
D- Montevideo
Lagar ioglex Cymrlc.
Patncbo bolsoset Jobaooe.
De Buenos A y res
B.-igu: bespaobol Grazia de Roza.
De CardiO
Barca noruega Godruo.
Birca noruega Bengal.
Barca cgleza Coldoon.
Vapores a rntrm
Mea de Janeiro
Aguamar*, do sol, brjp.
Pandora, de Trleatre Doje.
Capua, de Bjllimore, boje.
Alagoae, do sol, bola.
Herveline de New York, boje.
Olioda, do no-te, beje.
Bplorer, de Liverpool, a 27.
Cbioesi Prince, do Rio, a 27.
I. W.-t.ylor, de Now Yo-k, a 18.
Oiinia. da Europa, a 28.
Rio Pormosoa, do norte, a 28.
Rosarlo, de Genova, a 28. -
Una, do sni. a 28.
Jaboa'So, do norte, a 29.
Cilifc Prrace, de N w Yok, a 29.
Vapores a sahlr
Mea de Jaqairo
Rio e ese., Hacedonla, bpje, a 4 horas.
Santos, Homboll boje, as 5 boras.
Sanies e ese., Pandora, boje, s 4 boras.
<>ari e esc. Beberlbe, bdje, Is 3 doras.
Rio e esc. Olioda) hoje, s 4 boras.
Manaes e etc., Alagtas 27, ia 4 boras.
Rio e ese, Hervelio?; 27, s4 toras. .
Sol, Rosarlo, 28, ie 12 boras.
Bio e Sanios, Capas, 99, < 4 boras.
Santos e esc. Ohnda, 30, s 4 boras.
Santos e es:, Capas-, 30 g 4boras.
*
2:..:,:::r.:: ::::: s::::::::::
Esplendido sortimento, tem o

O dezembargador Francisco Luiz Correia
d'Andrade, Prezidente do Superi r Tri-
bunal de Justica do Estada de Pernam-
buco.
Faco saber aos que o psente edital
virem e a quem interessar poesa que, da
conformidade com o dsposto no art. 2
4.' das Intstruccoes de 4 de Dezembro
ultimo, fica designado o dia 30 do cr-
lente, s 11 horas da manh em a casa
onde funeciona o Superior Tribunal para
comecarem os traballi03 da apuracao ge-
ral das eleicoes de depntados e senado-
re1, que tiveram lugar no dia 10 deste
mez.
O presente edital ser affixado na por-
ta do Tribunal.Kecife,'4 de Janeiro
de 1895. O Secretaria do Tribunal Vir-
gilio de Gusmao Ctelho. (Assignado),
Francisco Luiz Correia d'Andrade, presi-
dnte.
Decima Urbana
De ordem do L)r. sub-prefeito, faz-se
publico, que termina amanh (25) o pra-
zo de 3 ) das uteis para pagamento do
imposto de decima urbana, dos predios
sitos as fregaezias da Graca, Poco,
Varzea e Afogad Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, em 25 de Janeiro de 1895.
O Secretario.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Edital.
Au Paradis des Danies
INSTITUTO BaiIaPIATIGO
RA DA GLORIA N, 33
Dirigido polo
BacharelOLINTHO VCTOR
Ab aulas desta collegio eslaro abertas
dia 7 do corrente em diante.
do
Peitoral de Cambar
Parecer do Dr. Francisco Sil-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado pm muito pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res. Dr Francisco Augusto da Silvei-
ra (Recife ]
o '-----------
Collegio de N. S. das
Mercs
SEXO FEMININO
SORa do HospicioSO
As aulas deste estabelecimento de instrucc&o
primaria e secundaria acha-se atera desde
da 7 do corrente.
Admitte se alumnas internas, semi internas e
externas.
A directora,
Marta do Carmo Azevedo,
De ordem do Dr. Sub-Prefeito sao
convidados os proprietorios de rebo-
cadores, alvarengas, lanchas, canoas e
escaleres ou botes, a virem pagar na
Prefeitura Municipal, das 10 horas da
manha s 3 da tarde, o imposto de que
tratam os 33, 34 e 35 do ornamen-
to vigente.
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recife, em 25 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da RocJi Q
Edital
De ordem do Dr. Sub-Prefeito faz-se
publico a quem interessar, que no dia
29 do corrente ao meio dia, ir'a pra-
lea na porta do Paco Municipal, para
pagamento das despezas de apprenhen-
sao, deposito e piego, um cavallo
russo que foi apprehendido em correi
cao scal'do 2.- districto da Graca
Dito cavallo ser entregue a quem
mais der si at o acto da arrematado
nao se apresentar o dono para pagar
as referidas despezas.
Secretaria da Prefeitura Municipal
do Recife, em 25 de Janeiro de 1895
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Pocha
Passtios ou calcadas
DiO'demdoD-. Sob-p'eftito fsz-se roblico
ooe, d? accordo com o disposio 00 art. 16 cap.
1 ir. 3- da le r. 4 (polo-as tm vie r) es
proprietaiios tas caas edificadas noperiie'o
1a ci'aie qoe n5o terbam paspelcs 00 qte 03
enb. m e-t'agaios, ficm obriidos a comt'tjilos
cu cnncertal-oj at o Gm de Feverei'O p'oximo
indoa'o.
Secrr'a'la da Prefeltora Moniclpa do Recife,
16 de Jiotro de 1895.
O secrel8rlo
Josqaim Jos Ferreira da Rocha.
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'"V-
aaapjhjg I
l"BaaaBlsBV
Diario de Pernambuco *a libado *<; de Janeiro de I95

Iioa^' Ferreira dos Saotoi 6ilvo, pre3l
deoie da J* scccSo eleitca da freuueaia de 8-
Fre Pelo Gmcalvea do R ele, f poblico qoe
m elaico que ae procaiea boje,
pa'a gf oidores e diputados ao CjJRresao deaae
t.-iaJo ae Peruimbueo, o iviToj voloa os te-
gulLtea cidadaoe
Para a naderes
de Albuqu'rqoe
DSfmbsrgador Laiz
Marlios Pe'eira
Rarao ce Calara
D-. Ao'onio SstevSo de Olivelra
D Peh-bioo de M ndo-ja V-acoocellcs
Dr. Jo quim Mara Carn-i'o V le a
D Laiz !) i e.n. Das Simeg
Coronel C;asUotho Rolriguea L'ns de Al
bnqrtr^oe
Dr. EJujrdj Augusto de Olicei-a
D\ Autonio Jos de A-raeida Pemambaco
Dr. Lu z Salaz3r Mseo j di Veiga Pea-
g^a
Dr FrancUco Trixeirade S
D\ t/io-tuncio d.s Sanios Pootaal
D- H-rculano B.Ql'ira de Helio
Comme.ndador Albino Jos da Silva
Deiemda'galo- Ad-llio de Liaa Freir
D-. Ari tirctioXt te- Lipes
Dr. Jos Moel a Aves .na 3 Iva
Dr. Joaquim ovares ce Vello Barr 19
Dr. Jos Actocio de Piuho B rges
Co'ooel A'mod) Gitj s C>rrea di Cruz
J ivpncm T- taBu il r z
Dr. Frannujo dj Rgo Birros de Lacerda
Dr. Coae la Si Pd-eira
Pira geia'io' oa vaga ao D*. Mmoel G.mes de
Mattop :
Dr. Ser* i< HyinoDi'S do Saotos 2i
Cj'OqpI SiIviq-i Giiloe m; de Barros (bario
d Niz re) iS
Geoeral Aj.ostj C' Adolpbo < Si
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P^ra senador oa vaga do V,s;oQde do Taba
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Antonio Perora ^a Caros-a Lina 2
D JoaoBaptUt R'ifoelra CjbU 1
D AotQlo Pe.eira SlD 038
Para demtad03
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Teneol'-'orcnel JjSoQjiono de eotzes
Ga'^ardo
I) J >a ue G doy de Vascoocellos
D Julio i:ea Ferie ra
Cor. t.l arohoario Flcrn!iao de A'bu-
qce-qu a'annro
Dr. Augusto Aoel Penlo de Mi'sn la Hn-
rique
Dr D ainos Aprende V-scoocellos
Dr. Apr'.Klo de M rarH Castro
Francisco Aotooio de Rjgieira Costa
Dr. Es eva Ca.i eir.. L,avalcule de Albu-
qceiqje Lacerda
D.-. Fr-mciec- AfO'ioario Jirg?
Dr. Jof le Birros de Aniraie L D'. J laqnim Oarneio Nibre de Lacerda
Dr. J^tTnorca da Cuma Vaacoocellos
D\ L-aiiolph.i Hybellu Correa de Araujo
Dr. Mmcel C eiauo de Alooqoerque Millo
Dr. HjBDdo Pooles de Miranda
D'. T.iomaz Ferreira de Carvalbo Sob"i-
nbo
Jote X vier de B.rros Campfllo
D Ci< Oifn ino Deterra u Alour.oerqne
M j< r Vaio-Hino eoio M)QQj da Cosa
D-. Pe;"!o' Aid' Gimes
Li.-. L'n.rfuc Civ.iira'HH de A'.buqaer^ue
D-. J s la Ciana R;bl:o
Dr. Biodo- de Midewca
Dr. E pidi de Abren L'tna Figoeiredo
Dr. Ceiso Florentino Henrlqae de Sooza
Br. AutooiO AagUito Pereira da Silva
D-. Jas'ino da tolla Silveira
Dr. Gouofredo ocoso Veiga Pessua
Dr. Estacii- Coimh-a
Dr. F ancisco de Carvalbo Gonj-lves da Ro-
cba
Lau-ctiao Antonio Soareg d Azevedo
Theo hilo Artbur de S qneira Civalcante
Corcnel Loa eogo de Carvalbo Araojo Y,i-
ranga
Coronel Jos Francisco l'inb iro Rceos
Miouel Macedo
Teneotr-coronel Francisco A-anjo Lima
Dr. Gspar Cavalcanle PereH Campello
Dr. AoIolo Beriboldo Galvao
Mao el An onio de Azevedo Jardim
Dr Francisco Tiborcio Paalioo de .Mil o e
Silva
Francisco de AFgls Pereira Tejo
Dr Manoel Rodruoes Peno
D-. Aitonio Yiceote Pereira de AndradeJa-
bo-
Dr. AlIviHO Ginjalves Ferreira Costi
Dr. Jalio Amero de Medecog Portado
Dr. Le 'po'il i M'riobo de Paula L'ns
Dr. Joaqo m Pereia da Silva Goimarea
Dr. Jo Mircel.ino da Rosa e Silva
Dr. /.ff nsu de Bir;os Civalcante de Aiba
qcerqae 19
Dr. Mauo'i Vicior no da Costa Barrog 9
Dr. Fanio Rio Jatiior 9
Dr. Mmoel Henr qes W^nderlej 9
B'. Manoel uttaviaDo Goede Nigaeira 9
Dr.Virgilio Aogusto de Sa Pereira 9
Cooegc Idalinu Fernandes de Souza 9
Dr. Gervasio Fioravanie Pires Ferreira 2
Dr. Salvador Felicio do- Sanios 8
D\ O: arto Hamilton Tavares Brrelo 8
Frajoisco C r.ifiro Rodrigues Campello 8
Dr. Agosliobo da Silva Leal 8
D". Argemiro Alves Arcba 8
Dr. Sal'io deJS) Goo'aga 8
Dr- 0:W IdoM.cbado F P. Silva 8
Dr. Envidra Bernardo Qi nteiro 8
Dr. Jote Uaonco Borges Uiniz 8
Dr. Francisco Pedro de Araujo Filbo
D'. Joao de C.rva.ho Soares Brandao
Dr. Waldevioo Demetrio da Ro.ha Wander
ley 8
Dr. Femando de Si e Alboquerque
Coronel Jeroyma Tneotooio ua S. Loa
reiro 8
Antonio D. Altes da S Iva 8
Coronel Joaquim Gjoalves da Ci s a Lima
Fimo 8
Capilao Josqaim Qoirioo Villsrim 8
Pharrcaceatico Graeano Martios Sobr -
nbo 8
Fe nando arnc 2
Dr Loz Caldas Lins i
Dr. Francisco Le*pollo G meg de Arauj) 1
Dr. Francisco de Araujo Lima i
Artrn- de Mello 1
Dr. Jnlio Furlado de Mondonga 1
Eo Josino Pereira da Silva Brilo, secretario
da mesa eleitoral flz e assigno.
Ignacio dos Sanios G;lvao
presidente.
Josino Pereira da Silva Brito
secretario.
D'. Augusto da Co"8 G mes.
Je F.-ancisco de Paula.
Fraociaco Pedro Cavalcanle Ucboa.
O Detembarg der Frao'isco Tcix?n de S,
presidente da 21* aec(,ao elei.oral do muolcipiu
do Kerir--. faz publico qoe, ob iveram votos, na
eleicio piocedida neje 10 de Janeiro dt 1895,
para deputdog e s -n-dor.-g ao (.ODgresso deste
Ettido, os :eguicl 8 (idadSos :
ftt
Para d-'pu-adog
Dr. Affonso Goncalvts Ferreira ucst?. 92
Dr Jos ino oa M tta -ilveia 90
Dr. Anioi io Vicente Pereira de Andrade Ju
nior 90
Dr. Gcdofred Moscoso da Veiga Peesoa 90
Or. Estado Coiiubra 90
Dr. Julio Amero de Medei-oe ForUdo 90
Dr. Francisco de Larv!bo GoDal?e8 da
Rocha 90
M uoel Ridrigcfg Porlo 90
Coronel Jos Piancltco Pini-eiro Ramo8 90
Corouel F aociieo de As i= Perel a Tejo 90
F-anci co Titurclo Paulloo de Mello e Silva 90
Manoel Antonio de Azevedo Jardim Vo
Amonio Benbol o GalvSo 90
Gaspar C-.v. icsnte Peres Compeli 90
Dr. Joaquim Pereira da Silva GoimarSes 90
Dr. Jos oa Ccnba Rabello 90
Dr. Biaoor de Uedelros 90
Dr. Loorenco Cavalcane de Alboquerque 90
D\ Blpidio d- Abren Lima Flgueiredo 9u
Dr. Leopoldo Ifarinbo de Pau'a Lina O
Dr. Allomo de B-^rroa Cavalcanle de Albo-
qoerqne 90
Dr. Celso Florenlioo Henriqoe de Sooza 90
Tenenie-coronel Fcucislo e Aracjo Lima 90
Dr. Antonio Auguro Pe-tira da Silva 89
Dr. Jos M rcelico da Roaa e Silva 19
Dr. TOomaz Ferreira ne Carvalbo Sobrmbo 15
Coronel Ap ilinario Florentino de Albnqaer-
qoeMaraotao
Dr. Augaa'o Abel Peizolo de Miranda He-
rlqne 14
D'. Apriglo de Miranda Castro
Clememioo Bezerra ue. Alboquerque
Dr. Domingo^ de Ab eo /acootelloa
oesta aecgao,1 Dr. Batevio Caroelro Catalcantd de A'bu-
qoerqor Lacrrla
Francisco Arjionio Re oelra Cista
D-. Feliciano Andr Gomes
Dr. Francisco Apo Isoio Jo ge
Votos Dr. Joi de Birro* de Ao irade L'mi
Te:.entf-:ornel Jj.- Q o'ino da Menezes
GalbaNo
Or. J s de G diy Vafc:n3illos
D-. Jn-qy m Cirn ro Nobre LaerJ:>.
J X Or. Jos Tnom z da Caoba Vascoacellos
Or. Julio Pires Ferreira
D-. Lhdelpbo H'sbilio Corroa da Arruj)
Lou eoco de Carvalbo Araoio Y-iranga
Laureoiino Aiooio Cesan de Az-ve 'o
D Vaooel Caetaoo de Albuqaerque Mello
M j..r I Inocencio Ferreira Meon* da Costa
Fbeoobilo Artbor S queira Cavalcanle
D t y.'oanto Pontea de Miranda
Manoel de Macedo
Vilano AqIoqo Graciano de Araojo Gua-
nta
D\ Francisco Leopoldo Gimeg de A'aujo
Dr. Lu t Cildas L'os
Cap:'S) Miooel Jos da C.mara
Cip ta > Pedro Alexand -ino de SouZ' e Silva
Or. Jos Antonio de O ivei-a M-ndODi
0 Jiquim di Co^'a R beiro Fi'bo
I) Jj-qu m Pedro Civalcinte de A'Doquer-
I que
I P.otesaor Manoel Roberto de Cir?albo Gai-
maraes
Dr. Tbooiaz L*ci Caldas Filbo
0-. Viciorio do Ng^lmemo Acciclt Lios
0.*. Mal quijs de Qaeiroz Barros
Or. J -i ,u oa Laureuno d- Aodrade
Or. He colanode Olueira Torrea Galliodo
D-. L-U"en Dr. Jalio Cw Furia di de Meodonca
D'. Manoel M^y iocb M o'eiro de Andrada
'<-. Frauclseo Suvtrio de Faria
D Jtt de Souio Lima
Dr. TnoojfaC I as'Lioa
D O'ympio F.ere de Carvalbo
Votos Dr Ansoeno Rodrigues do Passo
Pofeggor Jos Alves do Souza Baodei a
D'. Laiz Angust Ceibo Cia'ra
Femando Barroca
Capuao Joaq .ion Qit no villarlm
D Mmoel Vutonco da Costa Barros
Salvado- Frllcio dos Sao'os
D-.O t vio Himiiton T.v.ros B rretto
O.-. Agoaioro da Silva Leal
Graciiiaoo Martina Scbrj ho
Dr. A'gemi'0 Alves A'xa
Dr. Si vio de S Goosaga
Or. Oswaldo Freir MacnadoP'relra da Siva
Dr. Eocl.des Berrardo Qiiolei 0
D Pahio Roo Jnior
Dr. Manoel Henriqoe Wandorl-y
Dr Gervasio Fioravinte Pi'ea Ferreira
Dr Jo-. Ma i io Bo-ges Jaolor
Dr. Licio Octaviano Gaedes Ncgufira
Dr. Francisco Pedro de Araojo Filbo
D-. Amonio Aogu-to Ferreira da Silva
Dr. Joao de C.rva'bo Soareg Braodo
Cioeeo I latino Fernandes e Souza
Virgilio Augusto de Sa Pereira
Coronel Joaqaim Goo^alves da Cos'a Lima
Jnior
Teoenie-coronel Antonio Das Alteada Silva
D-. Valdevino Demetrio Rocha Wandelej
Dr. Fernaades de Al uqaerque
Co-cinel J-ror,ymo ToOtooio di Sllv Lia-
reiro
P ra enadores foram voladoi
Dr. Franci-co Telxeira de Si
D-. Eiua-ilo Aueudto de O.iveira
Dr. Anlomo Jos d Almeida Pe nambuco
Dr. II -rculano Bandeira de Mello
Cioataocio dos antoa Po.tual
Dr. Lntz Salasar Mi coco da Veiga Pessoa
Albino Jos na Silva
Dr. Ant nio EitevSo de OHveira
BarSo de Calar
Coronel Cooslsniioo Lins de Albuquerqne
Dr "il'Ebino de Mendooa Vasc. ncellos
D Joaquim Mina Cirneiro Vilella
Deemba-gador Laiz de Albaqoerqa i Mir-
tina Pereira
D Lu i Demetrio D. SixOes
Dr. Malaqu as Antonio Gonilvea
Dr. Cname de S Pereira
Dr. H-rmogeoes Scrates Tavares de Vas-
concellos
D-. Ju- Vicente Meira de Vascoocellos
Dr. JoSo Coimbra
D aemba'gador Adelioo Amonio de Lana
Freir
Dr. A-Ma-cho Xavier Long
l)-. Joaqoim Tavares de Mello Barretto
0-. Jos Moreira A>ves da Silva
Dr. Jos Amonio P abo Bo-ges
Crooel Amonio Gomes Correia da Croz
Coronel Joveocio Taclaao Ma-u
li
14
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7
7
7
7
7
T
Para seoalor oa vega
tioga :
do Vlacoode de Taba
D-. JoSo Baptiata Regaeira Costa
Major Antonio Pereira da Cmara Lima
Coronel Francisco Vid. I Ara:, ti a
g"
Dr. Antonio Pereira SixQea
Voloa
90
13
Monteoe-
6
2
Para senador na vaga do eenador Dr. Gomes
de Mattos :
Votos
C rtnel Sil vino Guilberme de Barros 88
Dr Sergio Hygtoo Dias os Saotoa 14
Vigar o J ao da Coma Bezarra de Carvalbo 8
General Lmx Aogosto Coe'.bo Cintra 2
Sala da 29* seccao eleoral do municipio do
Recite.
O presidente
Francisco Teixeira de S.
O cid ado Fr.ncisco Amonio MiS'aoo, iui-pre
(e o em ene 'io deste maniepio ?e Cor-
ren'es, Estado de Pe nambuco, em virlu e da
le etc.
Pelo prereite etli al aaBla faier pul lico ais
habtame] deiie municipie e a c.uam in'erejssr
ossa, qce ledo eido lelo Conceibo Municipal,
toada a le oe or^aiieoio para o anni co rente
de 1895, e sendo pela prefe tu-a municipal ne-
gaaa a resoeciva taofcao, spreteatando ao
rxesmo concerno as raaes porque asslm proce-
den, e como tenha expirado i prazo da lei sem
ser observada pelo relerido conceibo, as medi-
das necessariaa a respe to, resol-eo que Bcagge
ero execucao drame o co-rente exe ciclo de
1895. a 'el municipal n 18, de 10 de Novembro
de 1893.
E pa'a constar, maac'ei fazer o irsect'e pu-
blicar pela imprensa para conhtcimenio de to-
dos.
Prfeitura Moti^ipal da Vil'a de Crreme,
em de Janeiro de 1895.
Ka, Jacrolhj Be:eo, spr-eaiio, n escreti.
Francisco Antonio Miseaoo.
Alfande^a de Pernambuco
De crdem do lllm. Sr. Dr. n pector
acha-se marcado o prazo de 15 dias, a
contar da presente data, para nscripcSo
do concurso qu e'vai proceder-sa nesta
Guarda-Moria, para os lugares de guar-
das, o qual constar das materias se-
Iguistes :
Pcrtuguez, leitura, escripta e gra.nma-
tica, e de arithmetica operares fnnda-
mentaes sobre nmeros inteiros, fracc5es
ordinarias e systema mtrico.
Os concurrentes deverSo provar ter de
18 40 snnos de idade, ser bem proce-
dido, e dSq baver commettido pena in
famante, nao sofFrer mtilestia, e dispor
da robustez neceslria para o servico.
Guarda-moria, 21 de Janeiro de 1895.
O guarda-mor,
G. MalcJur.
Alfandega
Arremaafo de eavallo*
De o'dem do Ra. Sr. Dr. inBpec'cr faco
publico que no dia 30 do co"eote, as 1 borae
da manli, ser&o vendidos em basta publica fin
frente do qaariel do contingente do 9* regtirea-
lo de cavallaria, 7 cavallos prleocentes ao
mpsrno cootiageoie.
3' serc&o da Alfandega de Peroarabuco, 22
Janeiro de 1895.
O ebefe de secc53,
C'ilo Val:er:oo Pereira.
O Lr. Sigifmando Antonio Goncalv,
uii doa feito* da faaenda do Estado de
Pernambuoo. *
Fas saber pelo presente que o agente
Francisco Igoacio PLt-, nodia.i6 ^e Ja-
neiro do crrante auno, vender pe'aa i I
borat da iranbS na agencia rna oa
Oras a qiiem maia der em ie&o os se-
eiiotea bens peaborades pela fnenda do
b tasto.
A oasa de n. 6 ro lugar denominado
Cordeiro, freguezia de Amgados de pedr
e oal, cora pnrta e janeila de frente, 2
talas, 2 qaartoa, sem cosinha, (orreno
proprio, msdindo de frente 4 metros e 50
centimo'roa e da fundo 12 metros e 50
cent'met es, avallada por 3uC)$. Pertec-
ce a Antonio Francisco das Cbagas.
A acma^o de pinho pintado, balcSo,
terno de pesos e m" i 1.-.s existente no es
tabeleciroen.o n. 0 ra da Santa Trie-
res, fregaesia de Santo Antonio, parten-
cente Rodnguea dos Sxntoa & C ava
liada em 605000.
E para que chegite ao conheoimento do
tedoa pasaou se o presen e que ser pu-
blicado e tffixado.
Dado e pasatdo nesta oidac^e do Reo aos 19 de Janeiro de 1895.
Eo, Jea da Costa Reg Lma, eacri
v2o, subscrev.
Sigiamundo A toino Gong-.lves.
Alfandega
Aforamenfo de terreno de
Marinha
De ordem r/o I lm. Sr. Dr. Inepector desta Ri
rariicio fa'gi publico qno tendo requerido Josp
Vid I d Piobo o aforameota do te-reno de ma-
rinda silo a ra Oiieota e N-ive, da freguezia de
S. Jos de?ta el lade, no qlal est editijada a cs-
sa numero 98 tiram int.oiados os foreros confi-
nantes e ootros lnteressados para perante o me?-
mG Sr Dr. Inspector provarem no prezo Je 30
diag, o dlreito ne preteeocia, qoe por ventura
tivercm com relaco ao atoraminio do mesmo
tenenc.
3* Setcio <'a Alfandega de Peraanbuco, li de
Janeiro de 1895.
O cLefe de seccSo,
Chto Walterioo Pereira-
3.a Directora da Secretaria
da industria
EDITAL
Fac;o publico, para conhecimento dos
interessados, que tendo-se de substi-
tuir todo o lastro da ponte sobre o rio
Duas-Unas, na estrada da Victoria, em
jaboatao, [conhecida por ponte da
Barreira), fica suspenso o transito de
vehculos e animaes nos dias 27, 28 e
29 do corrente mez.
Recife, 18 de Janeiro de 1895.
Jos Joaquim Rodrigues Saldanha
Director geral.
DECLARARES
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Aseembla te-al de porse
A crdem da di-ectorii', convido es membrrg
PStt issociatao para te reumrem em aseembla
ge'al 00 lia 10 do corrente, s 6 i/i boia> da
larde, afim de ter logar o aclo da potse da nova
directora e approv'^aj dea cocIs do auno
Godo.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechani-
'DS e Liueraes de Pernambuco, 13 de Janeuo
de. 1895.O 1 secretario,
lM)-r"o Lnneg.
-^
Companhia de Servi-
dos Martimos de
Pernambuco
De accordo com o qoe preceiiua o aM. 147
Bexulamemo eotie as socisdid^s \nonyaias, Q
cou a disposicao do? S a. a cionimas oa eie so
cial, es seguu tes J cum ntos reia ivos ao i-ncc
prximo paesado.
1 Copia dos ba'sn^na.
2-. Copia da eibsu. uominal oa acclm s'as.
3 Copia da lala da l u.-tVr i.e.a d- v *
Recife, I i d> J.rei o di 189z.
F'fc.'tro f A Tardogo,
director adjnnto.
Banco da Repblica
do Brazil
Paga ee o quar!o divid ndo das ac(6eg deste
Banco a rai) de 64000 pir cal arc&o i o' p k r ;> -
Iae3j000 pela que e-t com 50 0/0 realizado,
no esenptorio de Pereira Carneiro & C, a ra
do Commercio n. 6, 1 andar.
Recife, 15 de JiLeiro de 1895.
tai.co de Pernam-
buco
Sao convidados os Ss. accionistas a vlrem
rece er 1 o da 1 de Feere|ro em ciante o 10-
dividendo de saaa ari,0-. na razo de 10 0 J ao
enoo, oa SOJOGO pir agio correspondente ao
2 semestre fiado em 31 de Dez miro posimo
passado.
Recife, 25 de J.:eiro de 1835.
O secretario
Antn!; P. P. de Carvalbo.
4* /.
sop-.
lloiv.'.
Ard.-, do
. Concilia(.So ao
o Cabog
Benem *,Loj.'. Cap
val. da ra
De ordem do Pod.-. e R?s .-. IrT-. Veo.
convido a todos o* OObr deste Qiart.- a
comparecerem a sessio de terca feira 29 do cor
rente, pelas 7 boras da ooote, atim de eleger-se
a administracao de 1895 a 96.
Secl.-. da Ben.- Loj.-. Cap.-. ConeUIC),
em S3 de Janeiro de 1895.E. .V.-.
Z.-. A.-. 18.-.
Sed.-.
PernambDcanG
Banco de Pernam-
buco
De accordo com o Art. 16 do decreto de 17 de
Janeiro de 18:0, partierpamoa aos Srs. ac lonls-
tas que se acbam oa sede drste Banco a eoa
dispos cao os gegoiatee docomemog para aerem
examinadoa :
1 Copia dos balances.
S* Rela(io n.'minal dos accionistas.
3 Lista das transferencias da arcOeg dorante
o anuo.
Recife, 19 de Janeiro de 1895.
Aitouio F. Pereira de Carvalbo.
Director secretario.
Companhia
Exploradora de piodactos
Calcreos
Chamada de capital
Por dellberacao d assemnla seral extrordi
oa ii boje reuoila, ronvido os Srs. accionistas
amo na prlmeira como da gegonda serie do
capital, a laaltsarem 10 O/o ou J^JIOOO por acs
to, dentro de 30 das, a contar de r.oje. no
pRcriptorlo oa companoia, no eses do Apollo n.
73, das 10 as 2 boras da terde.
Recife, 28 de Dezerobro de 1864.
Ro inuuPa Carvalbo
Secretario.
Aviso
Trilhos Urbanos do Pecife
a Olinda e Beberibe
Roga-se a s S s. pss reros qoe viajam nos
(reos desta compaobia com p sse concedido pea
gerencia, o favor da os irazer comsigo, visto
que por ordem da mes na ge eicia sera exigido
que fejam ditos p.3us apresentados qa?nio for
oe e s^rio elsto devido a ocerer aleona pacsa-
(telroa viajarem atlegaodo qae lem passe s?m o
ter. e dSo ser os conductores dos ireos quem
pode sa er es qce teem f sse n cito.
Recife. 23 de J:neiro de 1895.
B to UagalbSes
Gereote.
Companhia Nacional de Ca-
misas e Roupas Brancas
Os Sr?. accionistas qoe aioda Do realisaram
as 8D88 entradas m a stima pri-aUcao do ca
pitil qce subscieveram, fio convidados a fazel-o
improrogavelmeote at 30 do rorrele.
Recife, li de Janeiro de l&G.
O secetario
Custodio (ioinar 'g.
Gyffloasio
f P la secretaria do Gima sio Peruambnca,
' no, e de ordem do illuatre cldadao Dr. reg dor-
1 se declara sos paia de familia e a qoem inals In-
tereisar poesa.que a abertura solemne destd
lustituto ter lugar no da 4 de Feverero vio-
douro, acbaodo se abena a matricula do d a 15
do corrente at 31 da Margo para aqaelles que
quizerem estudar vS segoinles disciplinas :
Liogoa nacional.
Dita latios.
Ota francei?.
Dita ogleza.
Dita italiana.
Pbllosopbla.
Geograptiia.
Historia do Brasil.
Dita Universal.
Arllbmetica.
Algebra.
r.epm>tria.
Tigoometria.
Historia Niur 1.
Physica e cbimio.
Escripturacao mercautil.
Deseobo.
Msica.
In8trac(So elementar.
Neobom alumno podera m' tricular-pf, de ac
ctrdo com a portara de 2 de Jolbo de 1894 do
Sr. Dr. inspector geral da ingtrucc.ao publica,
se.-n que previamente exbiba atiesados de mo-
ralidade e conducta escalar, firmada por pro
fe8ssore8, rujag aulas frequentaram, ou por pes-
soas idneas, orna vez verificada a impossibili-
dade da exhjbicao daqoeties.
Os alumnes pagsrao 6*000 de tsxa dorante o
anno lectivo peloettudo de om f preparatorio.
9*000 pelo de dous 12*000 dabi por diante,
ojh termos da lei n. 1,311, de 4 d Fevereiro de
1879 ; os alomos d'acla preara nada paga-
rSo.
Continuara validas, para a matricula nos cor-
sos soperijres da Repblica, os exames fciies
no estabelecimento, dos le: moa do decreto o.
1,389, de 21 de Fovere ro de 1891 e aviso cir
cular do ministerio da jostica e neg cios inte
riores, de 28 de Fevereiro de 1893.
Secretaria do Gyajuasio Pernamoucano, 11 de
Janeiro de 1895.
O Eecretarto,
Celso Tertoliaoo Fernaude Qalnlella.
Escola Normal de
Pe/nambuco
Exama deadm ssSo
De ordem do it. Dr. cirecior desta esco ftco
puDlico a quem in ereiear que. de accordo com
o Art. 27 do reeuUm-a'o e 37 de Dezembro de
!8o7, devera ter logar no dia 29 do correte, Pa
10 boras da ruamia, o exaue dos aspirantes a
matricula do 1 anno do cursi.
Sellarla da EscVa Normal de Pernarrbuco,
82 de J^ceiio dt 1895.
O eeretario
FrancisC) Carlos di Silva Fragrgo
-
Aula de cbstetric a do Hos-
pital Pedro 2o
Av?,--?p as pessoas ioteressadas de qae as
matrii uUe do orso de obstetricia abrem-ce oo
ca 3 de Fevereiro, deveodo as preieodeotes
sp eter.t rern os fes reqaerlmeotos a'. o ultimo
da do mesmo mea. *
Sao coniic&es para 9 matricula :
i* ser malor de 18 e menor de 40 at.nos.
2a saber ler e escre?er, ter ro^oes de systema
mtrico decimal e as qoatro cojtas faodamem
taes da ariibiretira.
3a ter boa conducta mil e moral e nao soffrer
molestias contagiosas. *
Est a cond (Ca deve:) eer provadas por
exame? praicados antes da matrirnla ta por
attestados de protissionaps habilitados, sendo ts
decordoefa paesados pjr autoridades civls
:clesisatlcas.
Hospital Pedro 2* em 14 de Janeiro de 895.
Dr. Ignacio Alclbiadeg VelLao, diractor do
servifio sanitario da Santa Casa.
Companhia
Centro Commercial
1* cbamada de capital
Havendo sido j expedido o decreto do Go
verno Federal, coocedendo aulorisacao para a
crganisa^o desta compiubia, temos a satisfaci
ae convidar os Srs, actlonistas realisarem no
Banco de Peroamboco, nesta capital, dentro do
praso de 30 das, a primara entrada na raza
de 25 O/o do capital qoe eobscrevercm, aBm de
icstallar-se meama companhia.
Mace 2 de Janeiro 'le 1895.
Os directores
Tihareio A. de Carvalbo.
Bjaveotura da Arsorim.
Pedro de Almeida
A.G1.'. doGr.-. Arch/.
do Un.*.
n-n.-. Ii J.. Cap.-. CaH. fa Crua
Val.-, da Iuperatriz n. 2
Sess.- Esp.-. deEleic*. da nova ar'minis
tratao em 5895 a .f898 V. 0-. em cooilnua
gao, domiogo 27 no corrente, s 11 horas da
matiha, qu 1 devin ser (regentes todos os
OOor. .
Or.-. de Rec.fe, aos 22 dias do mez de Ja-
neiro de 1895.
M. Martin, gr. 18
Secret ..
Sociedade B. 23 de Ji lho
o e-reto duplo
Em 26 do corrente
Convido aos Srs. socios e soas Exmas, fami-
lias para sssisiirem a ole recreio, e de ordem
do cidadSo presiien'e, f.^co scienie que deixa
de bave* recreio commum no dia 27.
Recife, 24 de Janeiro de 1833.
O director
Cervaibo Joolor.
Compaa IbiIusT al Feraam-
bacar
A administraco desta compaobia convida sos
Srs. accionistas a fazerem urna entrada de 20
0/) sobre o valor nominal de soas arc,0es .u
4*l01por cada sccao, at o dia 9 de Fevereiro
proxin, oo escrlptorro de fereira Carneiro 4
C, a roa do Commercio n. 6, 1-anda-.
Recife, 9 de Jmei'o de (895.
miiuS!
Companhia Oramatiea Italiana
II. Recita (le assignatua
Sabbado 2t>, de Janeiro de 1895
j fAn un
PREf OS DO COSTUME
Principiar s S horas
PRADO
ERNAMBUGAN


QCJE SE REAL1SARA.' NO
Dia 27 de Janeiro de 1895
As corridas terminaro as
5 horas da tarde.
Somfi
s
R
B
Pellos
Vsttnra
lid.
5
Cor da Teajl-
menta
Proprletarlas
i. PareoConnrolaco 800 metroeAnimaes de Pe'aamboco que nSo tenbam panbo
premio' no Prados do R-ofe, cooUnio ou n5o victoria. Premios : 250*000 ao
l., 5OJ/00O ao 2. e 25*100 ao 3\
t Cbidb te..
3 Cbateaabriao
3 Haojilde....
4NHo........
5Tap-lo|e....
6 Candade....
7 OtapiBla ....
Mellado..
Ronflo....
Oastanbo.
Mellado...
Alazao...
e lado.,
ij-isiaoro.
Pernamb.
54
54
64
54
3i
54
54
Encarnado e preto...
On-o...............
Encarnado e braoco-
A.zol ebraoco.......
Encarnado e branco-
Cood. Arrayal.
R. F. Rosa.
J G Reg.
J. F. Moreira.
G. C. Ferreira.
J. A. Ferreira.
J. Cavalcanle
2.* Pareo-Iliapodrom do Campo Grande-1.200 metrosAnimaes de Pernam-
boro. Premios : 300*000 ao 1*. 60*000 ao 2 e 30*000 ao 3.
Tado-......
Fumaca.....
Ida........,
Pjrilampo-.
Baio------
Zuo-----
Rodado..
Tordilho.
Pernamb.. 52
52
bt
52
Verde e amarello
Ouro.................
Encarnadoe branco...
tr*nco e prelo.......
J Moraes.
Javeral L P.
Coud. Cruzeiro.
A. Silva.
Pareo-Ordena-850 metrosAnimaes de Pernambuco. Premios: 250*000 ao Ia, 50*000
ao 2. e 25*000 ao 3.
Dictdor------
Gatuno......
Viogaca.....
Piaoo ......
Tenor 2......
Tiberio .. .
Pbarisea....
Rjsilbo.
Pedrez..
Rosso...
Alazao.
Rodado......
Castanbo ...
Peroamb.. 54
64
54
54
56
c 54
c 55
Encarnado e azul.....
Ouro e preto..........
Branco e azul.........
Encarnado e azul......
Azul.............
Branco encarnado....
Azal erosa.-.........
0. P. Teixeira.
Coud. Fraternidad?.
1. M. Ferreira.
F. C. Rezende.
VI. S. U. Jjoior
J. F. Neves.
J. Miciel.
4/ Pareo~li
ipienaa Pernambucaaa -1.6(9 met'os. Animaes de Pernambcco.
Premios: 400* ao 1.*, 80*000 ao 2.* e 40*000 ao a."
Patcbooly.
Mjbci tte..
Hanrily...
Furimo.....
Uaiaio......
Uenaigo...
Pernamb.. 52
52
a taobo....
51
eliado.... c 5
Castanbo...- 52
Verde e amarello.
Azul e ouro ...
Verde e rosa......
Azul e ore'o.....,
Amarello e preto.
Verde e amarello .
M. Pimeotel.
Cood, Mourncana.
ondelaria Vital.
J. Morei.
C. Campos.
D. M. Procopio.
5.* PareoPrado Pemamburano 1.609 metros Handcap.Animaes de qualquer
Apol'o.......
Giayanz....
Radams... .
Qyps.......
Pelropolis...
paiz. Premios: 600* ao 1.-. 100*000 ao 2.* e 50*000 ao 3
Alazao.
Castanbo
Pre:o........
Alasao.....
Alazao......
R. da Prata 50
S. Pauo.. 50
-ernamb.. 40
1 iglaterrj. 6D
Pernamb. 40
Preto e ouro.
Ouro epreio.........
Verde e ouro.......
Encarnado e branco.
Verde e amarello
C. FraterBiade.
C. Fluminense.
Coud. Braseira.
Coud. Nova.
CouJ. Iudepeadencia.
6.* PareoDerby club1.150 metroa. Handcap.Animaes de Peroambuco. Premios:
300* ao 1.*, 60* ao 2 e 30*003 ao 3*
Ida........
Pi'jlampo.
NaDabo....
Triutnr bu..
Rodada......
Tordilho.....
Alazao......
Mellado......
'ernaib.
45
45
60
56
Ene, branco eazul.,. Coud. Cruzeiro.
b'anc.j preto......A. Silva.
Fncarnado e tranco.. Coud. Cruzeiro.
Eacaroado 6 preto. ..Coud. Arrayal.
7 PareoIilberdade-8.0 metros. Animaes de Peroambuco. Premios: 250*000 ao
1., 50*000 ao 2. e 25*000 ao 3.
Ballsa.......
Fuzleiro.....
Caico........
Fortaleza....
lamroAlegre
Pleiade......
Rozilho
Rodado
Redado
Mellado
Rodado
Rodado
Pernamb. 54
c 54
66
54
54
Si
Encarnadoe preto ...

Azul e branco ......
Branco e encarnado.-
Verde e rosa........
J. Ferreir?.
Coud. Arrayal.
S. G. Medeiros.
Joaquim Cavaicante.
Cond. Vital.
C. Beleo.
tttotrafws
-
Tocando a peaagem dos jockeya, os animaes deverao estar junto respecti-
va casa para aerem immediatanjente enailhadoB e seguirem para o barracao dj centro
da raia onde f poperao estar oa jockeya e ob tratadores ou criados, e o jais do mes-
mo brracXo, os quaes nio pode rao ter communicacSo com pessoa algama antes de
re&lisar ae a corrida.
Oa animaes inscriptos para o 1- pareo deverSo acbsr se nc ensilhamento es
9 Ii2 horas da nDb3.
Os forfaits serao recebidos at labbedo 2o do corrente, s horas da tarde,
na Secretaria do Dcrby.
Os jockeys que nao sa apresentarera convenientemente trajados com as
cSres adoptadas no programma por seus pairos, na sero admiltidos pesagem
e sero multados do accordo com o art. 5t*do cdigo uc oMTioas.
Previne-se aos senhores accionistas de precurarem os seus ngressos na se-
cretaria do prado ra da Imperalriz u. 26 1. andar.
A Directora chama a altenco dos Srs. propietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Cbama-se altenco dos Srs. propietarios, e jockeys, para procuraren] os
seus cartei, e cadern'etas na Secretaria do Prado atim de seren entregues aos
aorleiros no dia de corrido.
O porto do ensilhamento 90 d entrada as pessoas que vierem com animal.
AVISO
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Presos
Entrada geral. 1$000
Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado Pernambucano, 24 i& Jaceiro de 1895.
SERVINDODE SECRETARIO.
C. Abreu.
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Diario de Pernambnco Sttbliado 90 de Janeiro de 1S95
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Aula pratica.
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s 10..
10 s 11..
11 s 2..
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1.a cadeira.
3.a
Calligrapf>ia.
1.a cadeira...
6.a
1.a cadeira.
8.a cadeira.
2.a
Calligraphia.
3.a cadeira...
8.a
6.a
Calligraphia
1.a cadeira.
i>
6.a
MSICA
Qnintn-feira
De 9 s 10......... 1." anno.
Dj (0 s 12......... 2." anuo.
De 12 3 2......... 3. anno.
LOTERA
DO
Premio: 12:000^000 i ntegraes
Extracto da 4.a lotera A
SEGU* I t-l'FIRI 28 lo corrate s 9 horas da tarde
SaSc
As extraccoes da ontra qunzena sero
publicadas por estes das.
Brevemente seno nnnnnclados planos de premio
maior de 15:000^)000, 4:00$000, 30:000^000 e..
-it:ooo-rooo.
O (OVIHilTAVIi: HESITA lotera paoov de
BENEFICIO 4DIMT.4DOSE lii\(i. 190:000^)000.
Bilhetes venda nai casa lote-
rica e na tliesonraria rna Larg:a
do Rosario n. O, 1. andar.
OS PEDIDOS DEVBRAO SER DIRIGIDOS
O EUEASEEMO DA Et5S0
TKLEGRAMMAAlheiro
CAIX4D0G0RREI0196
Santa Casa- de Misericordia
do Recife
De ordem da Mima, jama administrativa da
Savia ''asa de Misericordia, fjro publico qoe,
i rate a mesma joma em se?ao de 29 do
< rrenle, 6 3 oras da tarde, se reeeberao pro
poetas em caria rochada, para o a'reodameoto,
por tre1 anuos dos rmaseos, om com freaie
para o caes o A?ol'o, receotemeoie co ist'uido,
e oui/o para a roa Domingos Jce Mantos, em
construrco, e qa sera conloido dentro de
poacoe mrzes.
As proposiM apreciadas devem campreben-
der ambos os referidas rmameos, por estarem
em dependencia om do outro, e indicara.) o
ador. q e ter a con ento d. junta.
Secretaria da Santa Cas. de M serkordia do
Recife, 23 de Janeiro de 1895
O escrivSo
Jos Hoaorio B. de Mene:es.
MA5JTX16CS
PERNAMBUCO
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco, 15 de Janeiro de 1895.
O Secretario,
Francisco Car/os da Silva Fragoso.
DEH
CLUB
DE
raa 11
DE
Proj
1.
2
3.
4.
5-.
PERNAMBUC
1
A
uo
>jecto de inscripeo
Para a 2,a corrida a realizar-se no domingo
3 de Feveirode 1895
Encerrando-se s 6 \\ horas da tarde
em ponto
PAREOHespanha930 metros. Ammpes de Pernamboco qne nao te-
nham ganho nos prados do Recife contando ou nSo victoria. Primos !
250JOLO ao primeiro, SO50OO ao segando e 250000 ao tercero.
Art. 5.*-Camora.
PAREOPortugal1.000 metros. Ammaes de Pernambuco. Fbemios:
300,5(XX) o primeiro. 600000 ao segando e 30$000 o tereeiro.
Art. 5 .-^Natnbo, Bismarck 2.-, Aveotoreiro, Camors, Triarrpho, Piramon,
Fenno, Pyrilsmpo, PlatSo, Turco 2. Maanty, Id, Fumaca, Hiron-
delle e Tndo 6. _rn-
PAREO Italia1.100 metros. Animaes de Pernambuco. PRianOB : lAW
ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao tereeiro.
Art. 5.-Os do pareo Portugal m is Beija-Fior, M.laio, Pohouy, Maecotte,
Furioso, Qtlette, Dublin, Berln, Ybj e Mendigo.
PARLO lllemanh.i 1.400 metras. Animaes de Peroamluoo. PBB
moa : 3000000 so primeiro, 6-8000 ao segando e 300000 ao ter-
eeiro.
Art. 5.*=0s do pareo Portugal, Italia, e mais T*lispher, Bithory, Sans-Souoi,
Vingador, Cingo e Ally Stteper.
PAREO razll 2.000 metros. Handooap.Animaes de qnalquer paia.
premios : 5v.00000 ao primeiro, 1000000 ao segundo e 500000 ao ter-
eeiro. ..
PesosGhpsy, 60 kilos; Dorotby, 56 kilos; Gotyanaa, 52klos ; Petropolis,
Eiffel e Apollo, 50 kilos ; Udaois 45 k los; Douradilho Kuticano
o minimo do peso qne obtiverem.
PASEOInglaterra1.609 metros. Handc*p. Animaes de Partambaco.
premios : 35C0OOO ao primeiro, 70f 000 ao segundo e 350000 ao
tereeiro.
Art. 5. Nababo, Aventureiro, Bismarck 2 e Triumpbo.
Pesos Piramon, 56 kilos; Feniane, 54 kilos; Pyrilampo, Ida, PlotSo, Fumacp
2.-, Cunen, Turco 2.-, 50 kilos ; Malaio, 48 kilo; e os domis o
minir o do peso que chtiverem.
7.-PAREOFrailea1.800 ir**os-Animaes da Pernambuco. PbbmioS: r5C|
ao primeiro, 700000 ao gando e 350000 ao tereeiro.
Art. 5.*O do pareo Portugal.
8/ PAREOMew-York800 metros. Animaes da Permmbaco que nlo te-
chan tido class fio .co nos Prados do Recife. premios: 2500000 ae
primeiro, 500000 ao se^imia e 25&O0O ao tereeiro.
Art. 5.'=Camon.
Obserragoes
Nenhom dos pareo] contar victoria.
A inscripcSo eoeerrarse-ha impreterivelmante i 6 lj2 horas da tarde de
terja-feira 29 do crrante, nBo aendo acceita aquella que nSo vier acompanhada da
respectiva importancia.
O proprietario que fiaar insorever seas atimaes para as oorndas do Uerby
Club de Pernambuco, aasim como oa jookey, empregadoa de condelarias e mais pea
M.t que tenham interesse as corridas, presume se que bSo conhacedoras das disposi-
j5jb do cdigo da corridas e que aellas se sujettam, bem como as decisSes da Dire-
ctora.
Tocando a pesagem os animaes deverlo estar jUDto da respectiva casa para
serem izumediatamente ensilhados e Sagoirem para o barraoSo no centro da raa, onde
b poderSo estar os jockeys e os tratadores ou criados, os qnaes nBo psderlo ter oom-
unicajao oom pessoa alguma antes de realisarse a eorrids.
Os pateos s serlo oonsiderades realiaados inscrevenda 89 e correndo 5 ani-
maei de 4 proprietarios diflFerentes.
^oretaria da Derby Club de Pernambaeo, 23 de Janeiro de 1895 .
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
RECIFE AO S. FRANCISCO
AVISO
FESTA DO CABO
DOMINGO 27 BO CO'{RENTE
A!m d<>s trens ordinarios *lc passageiros havera o
seguintetiem especial entre as esta^oes das Cinco Pon-
tas e Cabo.
Trem especial
Compaa Peroanbncana de (te-
\ega^o
P0RT0S DO NORTE
Parfcbyba, Natal, Maco, Mossoro', Arr-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Commandanta 1* tecente Fauio Rio
Segne no dia SO do cer-
rer.'e i 4 no ae da larde.
Recebe carga, eacotnmpcdas, passagens e d
nheiro (rete at a 11 boras da maobado dia
da partida.
Cb&ma-se a atipn^o dos Srs. carregadreo-
para a clansola 10a dos Cnbectmentos qne a
ee^nirite :
No caso de.baver algo ia reclatcscSo con
ra a Comp r.hia, por avar:a oa perds, deve sers
teita por eecripto eo cf.uio respe, tivo no port >
da descarga, dentro de tres diae def os de tina
Usaste.
Nao precedfndo esta formalade Compa
cb:a Oca Uenta de (oda a r*-.-n rs ibilidade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Ida (tarde)
Cinco Pon tas (partida) '. . 12.
Afogados . 12 10
Boa Viagem . 12.20
Prazeres > . 12.3)
Ilha . 12.50
Cabo (chegada) . . 1.
Cabo, 25 de Janeiro de 1895.
Yollu (noite)
(partida)
I
Cabo
Ilha
Prazeres
Boa-Viagem
Afogados
Cinco Pontas (chegada) .
Wells Hood.
Superintende,
10 30
10.45
11.05
11 15
11.30
11.40
6.
Companhia
Tethjs de Segaros Marit mos e
Terrestres
De accordo com o dspoeto no Ar>. i8 dos
est tolos desta cotnpannia serao vendidas no sen
escriptoMo no da 31 do crreme mez vm e
acee de n. 61 a 89, pertenceme* ao accionista
falleoiao Aniceto ftnewto da Silva, coj teada
a/ra (eita por propnsa en caria fecbada por
tnier medio de coneo'es (erses.
Fefcife.- S3 oe Jioeiro de 1893._________
Santa Casa de isericordia
do Recife
Collegio das orph*
Pelo pre?6Tle convido es pareles ou pro pc-
torf s da menor Zalmira, ti'ba ae Carolina Vira
da Paixao, para apreteni^la no collegio dts
orpb&s, no prasi admittida na vaga exicteoie.
Secretaria da Santa Casa de Miaericord a ce
Rtcife, 24 de Janeiro de 1893.
O esc-ivao
In' Honori B. iff M'ifte.
Il'Isenfo de culpa que motive a
perda de cadeira ao p rofessor publico :
III Ser de bons costunaes ;
IV Nao soffrer molestia contagiosa
nem ter defeito physico que os privem
de bem exercer o magisterio ;
i V Ter sido vaccinado ou revaccina-
do recentemente;
VI Habilitado as materias profes-
sadas nos tres graos do ensino prima-
! rio, ou as do exame que houver de
fazer na escola.
I A juizo do Director, as alumnas po-
' derao ser admittidas matricula inde-
I pendentemente da prova das condifoes
referidas em os nmeros II e III.
As petifes para as matriculas no 2 *
e 3.0 anno, serao instruidas com cer-
Aievocao
e N. s. da rontetco a carao doa
arimt*, erecta no convenio de N.
n. do Carnao do Becire
De ordem nonosso irmfto joii, convido a lodos
os nosB0scaristni08 irmaos a comparecerem em
Bosso coDsisttiio no domiogo 27 do correte. a
10 boras da manb, aflu de proceder se a ele g^o
dos funecionarios qne teem de rejrr a me^ma
evogao ni asno compromitsM de 1895 a 1896
Consistorio da devoc j de N. 8. da Conceigao
a cargo dos artillas, erecta no convento de N. S.
i Carmo do Recife, 14 de Jateiro de 1895.
O feereiarlo
Aftreo L. dsCoeti
08 PHILOMOMOS
lll\ IS I AS DE HOSTRA
Segundas, qu rtas e sextas das 7 as 9
horas da noite.
Alerta camaradas!...
Perfilar arnras !. Direita volver... para
a gruta ra da Imperatriz n. 62.
Viva o Z Pereira I
. O secretario.
Pif Paf.
COMPANHIA Uta
Fia cao e Tecido? de Per
nambuco
Acbam se a dieposiclo dos Srs. acoionfstiB.no
s' ip'orio da companhia, conforme dicpOa e
Art. 16 do decreto de 17 de Janeiro di 1890,
COpia dos balaceas.
Relago nominal dos accionistas.
Lista das iransferencias de acjOes durante t
anno.
Heclfe. !8 de Janeiro de *895.
O director secretario
Joe JAa de Amorim
Escola Aormal de l'ornam buco
MATRICULAS
De ordem do Sr. Dr. Director ddstc
Escola faco publico a qaot atwesatr,
que, a contar de 15 do correato mes
at 3 de Fevereiro prximo, acham-se
abertas as matriculas para as aulas dos
tres annos do Curso e escolas anne-
xas, no corrente anno, devendo os pre^
endentes requerel-a ao mesmo Sr. Dr.
Director, instruindo a peticio com do-
cumentos, devidamente sellados, que
proven, quando for a matricula para
primeiro anno :
I Idade maior de 17 annos, se foremj
do sexo masculino, e de 15, sendo do
sexo feminino;
tincados de approvafao em todas as
cadeiras do anno anterior.
Secretaria da Escola Normal de Per
nambuco, 8 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Francisco Carlos da Silva Fragoso
ftompaiihia Manufactura
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas
a realizaren dentro de 30 das, a con-
tar da presente data, a nona entrada
de suas prestares, razao de 10"/.
do capital ^subscripto, ou vinte mil reis
por ac?5o, em mo do thesoureiro, ra
da Madre de Deus. n. 18.
Recife, 10 de Janeiro de 1895.
O director secretario,
J. Pires O. da Silva.
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfichiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor O inda
E' esperado da
Europa at o da
* do corrente e
-egnir depoi
ea demora ntc s-
earia para
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Este vapor illominado luz elctrica
e offerece ptimas accommodscSea aos
Srs. passageiros.
Qnaerqoer reclamagOes e serao ittendidis 48
bo-as depois da oltima descarga do vapor ca
AKansega.
Entrar no porto
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
om os
Consignatarios
Borstelmann SpQ.
Bn& do Cemraercio o. 18
1* andar
Messasoris H
VAPOR
Charente
Ccmman ante Bouis
E' esperado da
Eurora at o dia
8 de Fevereiro de
1895.
Para carca para
Babia, Rio de Janeiro. Sintoi.'Montevido
e Bnenos-Ayres
Previne-se ainda aos Srs. recebedores de mer
. adonaa qne e se attendera a reclamages por
(alas, qne forem reconbecida9 na occasio da
lesearga dos volumes ; e qne dentro de 481o
as a contar do dia da descarga das alvarengas'
deverao fazer qnalqoer reclamac&o concernen-
te a volnmes qne porventura tenbam seguid o
pera os portos do sol, afim da serem dadas a
empo as providencias necesarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla
era na vespera da ebegada do vapor para toma
em as anas passagens.
Para carga, pas^agent, encommendas edinbei
r. a frete tratar com os
OS AGENTES
H. Burlen & C.
42RA DO TORReS42
! andar
Llirjd Brazileiro
Vapor
Olinda
PORTOS DO SUL
E'espersdo dOB
portos de norte
al o dia ?6 do
corrente, segoio
do depols para os
portos do sol.
~ COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Liondres e Aberdeen
Posic&o financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Receita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Borwell William &0
VAPOR
Alagoas
PORTOS DO NORTE
mm
E* esperado dos portos
do ul al o dia S9 do
torrente, segnindo depols
para es portes do norte.
"As encommendas serao receidas at i non
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Companhia Per osas bocana o. 4.
A01 Srs, cardadores pedimos a soa at(en(3o
para a cutasnla 10* Jos ooobeetmeotos qoe s
aegointe:
No caso de haver algoma reclamscao contra a
compaobia por avarisa 00 perdas, deve ser falta
por escripio ao agen'e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depois de Anali-
zada.
Nao precedendo esta' forarjai'dade, a compa
obla b\-a Isenta de toda a n.sp osabiiic'ade.
As passagens ato tiradas no mesmo escripto-
Mo, at s 3 i/9 boras da tarde do da da sabida
do vapor.
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6-BUA DO COMMERCIO-6
(HifflRS DEBUTS
Companhia Fraceza
DE,
!aTcg?5o a va par
Linha regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Jaceiro
e Santos.
O vapor
Ville de Buenos-
Ajres
Commandante Praod
E' esperado da
Europa at o da
a de Fevereiro, e
seguir depois
da necf sraria de-
mora para
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Ruga-se aos Srs. imporladoree de car?a pelos
vapores desta lioba, qoeiram aoresentar den-
tro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
varengas qoalqcer reclacoacao concerrente a vo-
lomes que r>or ventara itobjrn s-coido para os
portos do enl, a jm de se poderem dar a tempo
as providecias necessarias.
B:. pirado o reterido prazo acomparnia nao ee
rtsp;>nsabtli8a por extravie?.
R. cebe carga : i tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9-Roa do Commercin 9
Austrian Lloyd3 Steam Na-
vigation Gompany
O VAPOR AUSTRACO
Pandora
E' es jeratfo d e Trieste
nestes pouros dias, s-guin-
do drpois da iadispensavel
derxora para os pi-tos da
Babia, Rio sle Janeiro e
Santos
Para carga, passagens encommendas e dinbei-
ro a frete, trata-ae com oa
AGENTES
Henry For&ter & C.
Rus do Cjmniercio n. 8
1* andar
Pacifico Steam Havigaiion Com-
pany
STRAITS OF MAQELLAM LINE
O paquete Iberia
Espera-ie d a
Europa at o dia
* de Fevereiro e
ar-finir daocis da
demora do cost-
me para Va'.par iso rom escala por
Babia, Rio Janeiro o Montevideo
Para carga, passagens encommendas e dinbei-
ro a frete trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons I C, Limiled
10BA DO COMMERCIO10
Io andar
Prince Line fo Steamers
James Kuott Xevi'rastle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil e Rio
da Prata
E' esperado do Rio de Ja-
neiro sto dia 1* de Feve-
reiro e sablri depols da de-
mora ne-essaru para o
Para e Nova- York
O vapor inclez
Portuguese Prince
Para oargas e encommendas trata-se com 09
Consignatarios
Jofanston Pater fy O.
Ra do Commercio n. 15 _____
Prce Line of Steamers
James Kuott, Newcaste-
ou-Tyne
Linha regalar entre os Esta*
tos-Unidos eo Brazil e Ro da
Prata.
E' esperado da
Ne* Yoik at o
da 1 e Feverei-
ro e ssbiracepois
_______ da demora ctcei-
sariSjjMra
B bis, Rio de Janeiro o Sectcs
0 VAPOR IKGLEZ
Crele Prince
WB
Tem ptimas ac3omoda{8es para passa-
geiros o illuminedo luz elctrica.
Para cargas e passagens tra's se com os con-
sIcnatarioE "~\.
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15_______
*'rince Line of Steamers
James Kuott UJew-Castle-on*
Tyne
LINHA REGULAR NTREOS
Estadas la des, Brazil e Rio da
Prata
E' esperado de
N-w Yo' aleo
dia dD cor-
irenie, e ppgoira
_______ no eesn. o dia
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
Este vapor oSo entrar no porto
Tem ptimas aeeommcdscCes para p:esa-
gelros e illominado a Inz elctrica.
Para passagens, trata-se c.m os
Ccnsignatarios
Johnston Pater e Comp.
Rna do Commeroio n. 15
1

\
t~
T7^

-U^.


f
I -
Diario de Pernambnco Sabbado SO de Janeiro de 1SQ5
R. N
Siooiann
Capua
Victoria,
E' eepera-ee de Baltlmo
re al o dia .. do corre-
te, segoicCo depols pa. a
Rio de Janeiro e
Santos
Para carsa e psssegei re trata-se ccm 08
AGENTE
Pereira Caroeir 1C
RU DO COM.ViERCIO N. 6
! andar
G'iawuii rifunuiu u 1-
PORTOS DO SUL
Directo Saltos
O paqa-y-.3
Camocim
Commandane Alfredo Monteiro
II
Sabb
Jo,
-Leilo
26 do
Seoe no dia
80 d > co 'rene
as 4 doras da
larJe.
Recebe carga, encommendas, passaens e di-
nhelro frete ai 11 ora3 da manba dj da
da partida.
Cbarua-te a a'.tencSo dos Sre. carreeado'es
para a clausula 10 do* coobecimentoa qae a
Bdguiote :
,\o caso de hav=r tlgnma rcc amaco con-
tra a Compauhia, por avaria oa pe-da, deve ser
feita por escrinto ao a,o- te respectivo no porto
de descarga, dentro de tres das depoia de Bna-
lieada: _
N8o p-ecedentlo esti fcrtnalidade, a Compa-
nbia Bca senta de toda a reepoosirbilldaae.
ESJBIFOBIO
Ac Ca:s ca (Jompai'hia Peinan'oucana
D, 12
Bob Muil sia fian laum
O paqaote
Tagus
Commandante Mesaervy
E' esperado dos portos
do fu; no d;a de Feve-
reiro, segaiodo depois da
'i emora de costucae para
S. Tcenle, .Lisboa, VIgo Son
i i :mo ou
O paquete
Tharaar
Eipera-ae des portes da
Europa no dia 4 e Feverei-
ro, eegoiodo depois da de-
mura iodispensavel para
corrente
Roa Eteia do Resarro o. 15 f andar
A's 11 horas
AO CORRER DO MARTELLO
Da movis, qoadros unos, espelbos, caodiei-
ros, lencas, urna :oleta completa, propiii pata
casi de l.milla.
Veja o 'Jornal do Reoife._________________
Agente Burlamaqui
Leilo
Sabbado, 26 do corrente
A'S 11 HORAS
De orna fabrici de cae moldo e reBnacSo a va-
por i ra Marcilio Oas n. 30, aotiga Diretta,
bastante afregoezada e coubecid?.
Oagn'.e ucima, por mamado o aseteocia
do Exm Sr. Dr. joiz do commercio, a reqoeri-
mento da Companbla ladustritl e Commercio de
Estiva, ve.idera em leilo em im e lote, com
aranlia das "chaves do ealabelecimeLlo, orna
araapocjmlea, oiencilios de fabrica de caf
rxoido e remcar, urna mtcbioa o vaper e ltoe
ja pertencea, mointos, registros. 4 batanea-
pesos, relogio, ca letra, cof e provade fogo, Mf-
10 de caf e assuear, grande quantidade de paptl
te erobrnibo, cevada e mais ot j Ks perte es a nesma ab'.ia, indo pertencenies ios so-
zf mes Joao Ribeiro & C.
Pa-a informages o mermo agente._________
Leilo
Da artragao, balero, pesos e medidis do eta-
bf-lecime io da ra de Santa Tbereza n. 30.
Da casa do Cordei'.o, freguezia dos Afogados
a Sibbac, 2G do correte
A'a 11 hora$
RA DO BOM JESS M. 45
Veja-sc os editara. _________^__________
ilo
Mace; o, Babia, Rio de Janei-
ro e Santos
O paquete
Nile
Commm9ndante J. D. Spcontr
L' eepersdo da
Europa no da i
de Fevereiro, te-
guiodo depols da
demora indlspen
Segundo 1
Di srmagao, meresdoriaa, utcncioa e urna
rama rara catal, existentes na taberna ra D.
Mana Ozsr n. 39, anuga Sental.a Nova.
Sabbado, 26 do torrente
's 11 horas
O agente Guemo autorieado far leilo da ta-
berna cima mencionada, em Mes l vontade
dos compradores. _____^_
Agente Brillo
Leilo
De um bom placo, espelho oval e moos bons
me veis
O agenta arima autorsado ptlo IIoj. e Rpvm.
cenego Ac Verde, vender tonos os oojeros
que pertenciam ao collegio da Magdalena, e lo-
ram transferidos para a casa n. 11 a ;ta da ma-
triz da Boa Vir'.a.
Sabhado, 26 do colente
A'S 10 E 1/2 HORAS
P.,r seiem n:titos os lotes
Novo
LEILO
Do
Engeuho Fenderama
Ter^a-feira 29 do cor-
rente
Ao geio di
ao armazem n. 39 da ra 13
de Novembro
ANTIG4 DO IMPERADOR
O agente Martina declara
que por motivos imprevis-
tos transferio o leilo o En-
genbo Penderama, parao
dia 29 do con ente,
sle Olieira _
Segundo leilo
Da mportaoie proprilade decesaloaJa Prsae-
re~. si'a do Estado da Portbyba, comprebenden
do os 8 tos denominados : P--ara Branca, de-
marcado ; Patcimonio, annexo ao primeiro, de-
marcado.
Urna imprtanle casa de vivenda.
Urna diia de-tafp?, coberla de telbaa, smexa
i primeira.
Un telneiro de fazer farlnha.
Sexta-feia, 15 de Fevereiro
So armazem ra t & de So
.vembro n. 39
AT1GA DO IMPERADO?
O egenle cima, por mandado do Exm Sr. D',
inz de diui.o do civel do ccoaicipio de Ollnda
a requerimento '0 invenariante do espclio do
enado ron go Dr. Joaqum G aciano de Araojo,
levan a leilo em reu esenptorio dita proprie-
dade denominada Prazere?, sitoaoa na Parabjoi,
pertencenie ao dito espolio.
Os S s. pretendeotea desde ja podeao exami-
nar a referida propriedade.
AVISOS DIVERSOS
SEMENT
LeiluO
Sabbado, 26 do corrate
A'S 1C HORAS EM PONTO
De 21 tamborea de barrilba avariada d'agua
do mar e descarreda do vapor inglez Mercbanl
em 12 de Jaoeio, marca LF&C
No armazem ra f 5 de no-
vembro n. SO
O agente Ma-tins fa- leilio por conta e ri?co
de qcem perten er, dos tambores de barrilba
aeima, no estado em qae se acbam e p.dem ser
exaojloados ra Imperial n. 212.
evel para
Babia, Rio de Janeiro Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Prevlae-sa aos Srs. recebedore de
mercadoria8, que a Companhia Mala Real ingl;-
za, contractou com aGenuat Steam Navegator
Companvum servico da va ores semanaes que
partindo de Bordeaux, Cognac, Cbareate, devem
cnegar a Sonihampton a lempo de baldearen) as
cargas destinadas Am-: rica do Sul para os va-
pores desta companbia.
Esta corxpanbia acceita por precos rasoaveis
para Valparaso si Abril, passageires com ete
destino por via de Buenos-Ayres e entrada aos
Andes. .
Tambem acceita paaaageiros para New York
e Soutbampton, por especial arraojo feito com
a Companbia Allemand Lloyd.podendo demora-
rec-3e na Er.ropa casi c desejarem.
ReduccSo nos prego* daa paae&aD8
]M Ida t volta
A Lisboa i cirsse SO 30
Leilo
Terca-feira, 29 do corrente
AO CORRER DO M*RTELLO
D3 obiectos pe teaceniea a fabrica de cigarros
denominaba Amor
Roa Larga do Rosario o. 8
Agente Martns
Veja se o Jornal do Reti'e.
Leilo
i 42
A'Sonthamptol'C.cse 28
Camarotes rsservados para os pasaafreirof de
Peroambaco.
Para carga, passagens, encommendas o di-
nbeiro a frete, trata-ae com os
AGENTES
Auj orina Irmos & C
8. 3Bus* do Bom JaimN 3.
novas e hortalizas e
flores, completo sorti-
mento, ra Estreita do Rosario n. g
Pocas Mendes & C. __________
rrec'sa-ie de urna ama para coeinhar e
comprar, a iraiar na ra da Trincbeiras d. 18,
sobrado._____________,____________
Vende-se oma caia na ma atAgoasVe-j
dr, a tratar na prags da loaependenLia o. 12,
das II horas aa 2 da larde.
V. uOe-se om piano nuvu vhiOj ba puauo ua
Europa ; a traUr a mi da Soledade_n. 88.
Vende-se um terreno com 120 palmos de
' ente e 600 de fcoao. do lugar de Sanl'Aona ue
dentro: a tratar no Zumby rom Julio Gime.
Veodem-s duai casas de lijlo, no Arriai,
jonto a i 8tagao da Oasa AmareHa, no correr da
taverna do mesmo titulo na. 2 a 4 ; a tratar com
o agente Pestani._________^______________
"m ea.rangeiro solteiro precisa alugar
dous qcart.-s as.freguezia ce Santo Antonio
oo Boa V.'s'b. coj.s commtdos tejam muito
limpo8 e arejartos : quem tiver dlr j i Jar ti p ra
ca aixa ne rorreio n. t(J, com as imr.la'8 M. M-
P.ecita-se de um bonem^para traoalho em
um eitio : a tratar com o Sr. Vaienca em Parda
meirim n 7.
Precisa-se de om criado;
. 18
na ra di TJ-io
De urna terga parte da casa terea de pedra e
cal na cidade de Olinda roa 27 de Janeiro n.
5. amiga ra Barao da Tacaruna, no valor de
833*333.
Terca-feira, 29 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n.48
O agecte GosmSo, autorlsado por rraodado do
Exm. Sr. Dr. jola de direito da provedoria e a
requerimento de Leocadio Alexandrino ello,
inventarame dos beos oa Bnada D. Joaquina
Marta da Silva M^tta, far leilo de urna terca
parte da casa cima men'iooada, no valor de
833*333. podendo ot compradores examinar dita
EM SEGUID*.
Urna casa terrea 4 roa do Jardim n. 13, ir-
gcezta de S. Jos, edificada em terreoo proprlo,
om accommodacoes.
Precisa-so de una boa cosi-
nbeira e de um feitor portu-
guez, sem familia. A tratar
na ra lo Imperador n. 5O. 1 .-
andar, de 1 as 3 horas da
larde.________.
loogutm Pedro da Cunta Morer*
Julia Siei pie toreira ccnvioa os seas ptrn-
les e amigos pa*a assisirem as missas que
nanda eelebrar na matiti da Bo8 Vis a, r 8
bo-as da manta do dia 26 do crreme, pelo 1
aooiversario do passaienio de tea prelado
e pogp. e piarte ft t? ronfeaa ag'i cida.
t
LEILOES
II, ] deve er lugar o Ullao de amostras de
fazendae, oaiodeiis e chapeos, em contlnuacao.
Terc-i-feira, 29. o lellao de bons movis,
dos c:y.-tae, ricos qoadros. espelbos e mais
objectos em ptimo estado ie eonservac&o, na
casa em que residi o Sr. Mancel tfsrtias Alves
de Olivelra. qae val a Europa.
Leilo
De variado sortimento de tgoras. espelbos,
quadros, ocolos, peocoez, ligas, betoadaras,
bolsas, eecovas, correa'.es para retegics, suspen-
sorios, grampos, moitas entras miodeas e espar-
tilbos.
Ricas capas de sa rra seotioraj, vestidos
tiara enancas, IscO'' de ed?, bolsas, certeirae,
brocbB, pol8eiraB, figuras, bajoors, calcados,
veos e capellas para nnhaa, bonecas, livros de
missa, objectos de chafio e msdreperola, toa-
lhas, vestuarios para baptisados, touca?, puleei-
ras, brinco?, broches e Hgoras.
Um eetraogeiro repreteaten'e de urna casa da
Europa, retirndose desle Ettdo. (ai leilo por
intervencao do asen e Pinto de 14 malas cem
mlodezas, joias, ores, cnafaie mais objectos
cima mencionados, por amostra?, ao correr do
maitello.
Em continuacao
Qoatro pecas de caseTi.aa de la pretal e de
cores, SO dosias de lee ce, 100 ce lebas brancas
e de cores, brias e aigodfip.
Hoje
26 do corren fe
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
RA DOBOM JES8 N, 46
1 ttoilu ]
De bons movis, solidos e qua*i dovos, espelbcs.
lindos quadros, jarros, lou$i, vidros, crystaes,
objectos de electro pate, cortinados, Bgurss e
plantas,
A SADER:
S la de vieiia
Um P!ano forte e novo de Herlx, 1 cade ra
oara o mesmo, 1 mobilia ccm 1 sof, 2 consolos
com pedras, 2 cadeiras de brfiOB, 12 de guaroi-
,So 2 lindos espelbos deuradoa sendo 1 oval,
can'dieircs de etwpentfo, 8 lindos jarros, 2 porta-
dores, 5 tapetes, 1 eacarradeiras, Unjas e cor
tinados.
Qu?rtos
Urna cama (raneis, cpala a colcho, 1 mesa
de cama, 1 lavatorio com pedra, 1 toilette, !
gua'uicSo, 1 comanda 1 cadeira privada, 1
esa com gavetas, cabidea, escarradetrar, l
cama para menino, 1 marqueao, 1 machina de
costura, 1 cortinado paraesma, 1 mosqonetro, 1
mUmaecama (ranceaa de Erable, l dita de (erro
com asir.) de rame, commodas.
Sala de jantar
Urna mesa elstica com 6 taboas, 1 guarda
lonja eovidracade, 1 goarda comida, i isoara-
dor! 1 relogto, 1 mesa p lo;nM(dnn3' ?"['-
nneir 1 sof, l cadeira para menino, Icnfl*
ro de snepenSo, 2 ettagers, 2 apparelbos para
cb e ranta-, copos, callees, aarrefas, compotei-
ras de UnoB cij^ae. galbeteiros, centros de
meaa. talberee, eolbaree, bandejas, qoadros. ca-
deira de jooco..
Meeas de eoainba, trem'de cosioba, flandre*,
iarrus. ferros de engommar e meis-^Djectos de
cas de -iHU ...^
Um carrlobo para rxenrno e plantas.
No 2" andar do sobrado da roa do Appollo
n. 24,-Reelfa
Terca-feira 29 do corrente
MnoTl Mrtir Alves de Ollvetra. tendo de
ensenar osa visjtem aEorop, fax ^lao^r
uterf lc5o do ogeBte Pinto, eos aiowiii -rrtK
obTecto^ext-tentes a rasa de ,ia residencia*
tos do AdboIio o. 24, 2* andar.
Os reerUcB movds e mais objectes sao de
eosto e esta > em opitao estado por seren qoaal
D0Uilao prlncipUri 4fl 10 lobosas, orrm
BPitOIM'hrtM.
Pedro da Cunta Cavalcanto
Auntverearro
Feliciano da Lunba Cavalcante, Rcsa Amelia
Cavalcaole de Arru a C*mara e seos Albos, man
dam rezar missas no dia 4 de Fevereiro proxi
mo futorc, e 7 1,2 boras da manba, na igr.ja
da Misericordia desta tidade, or alma de seo
semp-e chorado pai. eogro e av6, Pedro da (.0
nba Cavalcsnte, Io annivereano de eeo pasaa-
memo, e i ara ests acto de religiao e candade
convidam aos seos pareles e amigos, coofes-
aaodcse desde ja gratos.
Goyiona, 20 de Janei o de 1895.
sSB*EE'/2aS3i
Itarao de Murlbeca
Jos Caetor de Alboqoerqoe Miraahao
convida oa seos amigos e pareles e aes
do Barao de Un ibeca rara a 8 slirem a
msaa cui por alma dfSte msnda celebra-
na rm>trii da Boa Vi-t-, a 9 horas da manba rio
dia 28 do corrente, aniversario do sea falle
cimento, e anteripa os seus agradecimentos.
t
Amas
Precise ee de ama copeira e de orna ama para
andar com uaia rrenina de nm anno, ormmdo
em casa do* patrOes, i tratar na Capunga, roa
aoaqoim Mabocii n. 61.________________
~~ Ama
Precia se de ua paraeosirbar,p3g!:w-!e bem,
na praca Maciel Pinoelro d. 19. 2* andar.
m
Precisa-se de urna na roa de S. Jorge n. 13.
iflllJrVAw w
p-eri: a:e de umz ama p&ra eos nbar em caa
de bomem solteiro ; na ra Viaconde de Inbau-
ma n. 68, kja de f zendas^______________^
Amas
Precisa se de deas amas, sendo Hma pa'a
cosinhar e oot''? para eogoaimar, para pequea
amilta : na roa do Raagel n. 28,1- andar
Ama
Preciaa-se de urna ama qoa Jaiba cosinhar
bem ; a tratar na Soledade. roa do Progresao
oomero 8.
km
Precisa fe fallar a Sra. MargarHa Dias Ramos,
na ma do Soceg" u. 70, negocio de sea inte-
vise._________
&ai
Venderse a caea..D. 8 estia .de JoaJ de
Barro3, a qoat lem 2 salas, 1 abmete,5 qoar-
tos, cosinba fora, cacimba, e sitio com monos
arvoredoc de (meto. elt&B pi'ttos de frente :
qnem, ;pretendB^.dlniafle i a.bar*, com queantraUr.
r -
TflCO
ANALPTICO
RECONSTITUiNTE
O Tnico
mais enrgico qve devem
em pregar os Convalaseentes,
a$ pestoas idsas,
as Mulheres, as Crianzas db$
e as Pessas
tracas da Constituico.

una
COMtXUTNA
SUMO DE CARNE
PHOSPHATOd.CAL!
Comporto
com Substancias necessiris
e indispensaveis na
formaco e no desenvoMmento j
da Carne
muscular a dos Syslemas
nervosos s ossosos.
OVINHO DE vial eaAssoclgao feliz 'los Medicamentos m.ils activos, para coinbater a Anemia, i
a Clorose, a Tsica, a Dyspopsia.as-iiasLralgl.is ou Gaslritas, a Uiarrlia atnica, a lila'le critica, a
FEOUiidao geral, as tongas Convalesctncias, ele, Km una palavra, todos guelles estados de Lan-1
goidez, de Eiiimagreeimenlo, Ue Ksgolameuto nervoso, aos quaes os temperauiautosde boje esto
fatalmente predispstos. Em l.yon, i'harmacia J. VIAL, ra de liourbun, 14.
ewsitos em Pernambueo : FRAN" M. DA. silva & C" m Ma as Paanucias e Brogarias.
'-^C

fifi iimimiHirta Bil OaW I-' 14 Z>i,ipz.-.x* e fotim; 13 m*'fritT" da Ouro e 6 Medelhav da Prut*. ^f.
A l&h 1 i^S iwfcd 1 Lfc@
c-jxa si.szi t naas esx; ^
' o DMSttMi! alimento para as cri^ucas de Uaira icroxj. SnpprejZ
msi;fi!cien u.o Uaj lia diarrnia riera vojuilos esua igesto iacii e ccD.p'.cta. ^
mpt&gft-ia tambem mntejosamenta oomo alimento pera t \
Adultos e Convahicenus qua tm estmagos delicados. fa*
?erdadeiro fEITE P5SO Dli VACCA3 BTJZS3A8 tendo conservadaseu arciua bB
ptodS6suas aualldadSAutritlvas. Alern- Has arandus tro-Tic/M-que esta conserva prest Frota,Tj
fao Eiecllo e aos Hospites, ella icm gaahao su*pc"i(,o na aUmeaUcao des parueu.res,^p
ao luaes ella asseguia um lelte agradavel, saudavel < natuva!. g^
::;r s Rrst: UOrBX VEUBT&ta a Hatea f FaMca : mutuo aa ritSSAatOrf.
. A casa Henrl uestl nao tem jials, como ontr'ora. um onlco agente para o BraiU ; jH
seui productos acnam-se as principies casaa loiportadoras, drogaras, pharmaclas e tojas
%TmeNESTL, em ^EVEY. { U3Stft&*'*
VINHOdeBUGEAUD
Armazem
Trasrasea se a chave de om sito no caes 22
' e Novembro n. 10 a tratar na roa Larga do
Rosario n. 30.
Cosinheira
Precisa'se de urna boa
cosinheira paga-se bem; pa-
teo da Santa Cruz n. 2, so-
brado.
Oosineira
So becco de 8 Ferrelroa n. 6 precisa se de BOU
t -i ama de co.-inh.
Profe8sora
Pieciep-se-de uoia senbora qae saiba bem
portugus, moaica e piano, para profesaora em
"ueobo do rorte. prximo a ama e^agao ; i
tratar na ra 1* de Margo n. 17, 1 andar.
Criado-
Precisa-fe um roa Larca do R sario o. 30.
fondease
|TONI-NUTRITlVUi
[COM OUINAj
lO
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
illustrados facultativos de Parts, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza,DOENtJAS
do ESTOMAGO, CONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHABMACIAS
OLEO0H0GG
>-i'- FIQADO FRESCO de BACALHAU,HATURAL e MEDICIHAL (FraseosTXZAxrou&ASaa}
v.-i PBOS>Bi*T4JUO; HOOO, 2, B05 Caatlllone, 7AXIS, K KM TODAS AS paABJUCU*. .
I) "tis candi uros de braco, para paz carbnico,
prornos oara qulquer estabelecimento. Na
praca da Independencia n. 38, kja.
bu
dlegio mixto do iviuo
Espirito Santo
Ra da tala a. na Escala, dirigido pela pro-
ftssora JeronYaia Francisca da Rocha Paula
Recebe penaionistas e alumnos externos por
mu molino prtQt e arante o aproveltameoto.
Caf
Venda se genero superior a 700 o kilogram-
ma ; no lar^o do Corir SaLto n. 15, andar.
Ama
Prec'sa-se de urna ama pan
s^mcr para pequea f.mi [\
Ca-mo o. 3, andar
coslnbar een*
: no pateo do
COBA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Mvdilltt d Prstt na Expotifo Unirtnal dt Barcelona am 1888
Msdalha da Ooro, Paria, 1885. Diploma de Hora, Paria, ItM
eIujecco de
KAV3\ KAVA
DO DOUTOR F0URN1ER
BLENNORRHAGIA8
SPERMATORRHSAS, CY8TCTE8
URETHR1TES, CORRIMIENTOS
Estas nfermidades, receces ou antigs, curarn-ae radicalmenta em alguna dias,
a asgrado, am rgimen era tisanas, a sem cancar nem perturbar os orgios digestivos.
Matija^a aoor cada pilnl*. aobi^ eada eaixm.. uobr* oada rotulo,
a nsaionntura Kvm-StmtnUmt
FABZS, 22, Praca da Kadeiciae, 22, FABZS
V1NH0 QUINA PVRGPHOSPHATQ FERRO
ZIMCAGIA. ROBI
MEMORO DA ACAPEMIA DB MSPICIKA DE PABJZ
Esta reDaracao pr.volrosa s Cimnm* fracoa e raihiUeas, e favorlsa-lhcs o cresri-
inenlo- conveii tambem s Setihoras /hiow ou anautieaa, as quaes facilita a
truaco e previne as imcutoadea Ua idaile erUcnr, activa o msttibelectineuto da
. eaile^epots (lo parto. Keswbelece a /oren viril dos tiomens enfraqueeidos e faclliti-llies
as JW Dreuaraeoes, jiio d logar a prisao de veotFevdiarrrica ou failiga do estomago.
E1 por sto que deve ser considarado como o melhor Regenerador do- sanjue.
Allm a eriur s InitaeSe e Valaifieaete fraudulenta, eii/t-a a 4*VfMtea
d IIKHHH, nica tucesor de Bmbiquet 4 I.rvussi-tir
PIXABMACIA ROBIQTJETi 23, ra de ka Monnaie, PARIZ
Deposito ai Pmambuco: O* de OBvCAl A. PRODUCTOS CSIMICOS.
CosdIis ra e criado
Precisa se na roa de Palma n. 40.
Hotel Restaurant Po-
pular
EM
Oaranhiius
Defronte da Estacao da Estrada de Ferri
Sul de Pcrnambitco\
O proprietario deste bem acreditad*
estabelecimento scientifica ao respe!
tavel publico que acaba de fazer pasK
sar o sou Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contrarlo a qualquer hora tudo quanto
precisarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc
Em nm convidamos aos Srs. viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificarem o que dizemos, ga-
rautindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos precos.
Antonio Lias.
ELIXIR M. MORATO
. .. tenho applicado em minha clictioa
Elixir ni. Morato, propagado por D. Car-
los, ccm grande proveito nos casos de sy-
p ilis-terciaria, especialmente qcando ebro-
cica.
Dr. Antonio Severo Wenceslao.
Rio de Janeiro :
Agentes :
Companhia de Drogas.
Ra Mrquez de Olinda n. 24.
Ama de leite
precisa se de nma para criar urna criarla d
trpa mep. na Varzea : a tratar na ra do Raa-
e|0. 25, foja.
ASTHJWA & CATARRHO
Curado pelos
CIOARKJB
o VO
OPPH.ESSOES
APrnO^ADI-HI E t.ICKNCIAIiu
Vnaa por atacado' J. ESPIC,
t'iSITuS KU .TUCA*
- TOSSE DEPLinCQS NEVFMLGIAS
:.A IKSPBCTOniA ttCItAL DK HYOIENB 'O BKAZ11.
toa Smrt-Laaare em PARS. bxya-ie a firmn :
PHARMACIA O rH4(i E DO HIIU"'
20,
PlUUVlP-'.lttl
CASA PINETr MARGASSIN, FUNDADA EM 1853, PARIZ
EXPLOTnCftO GSRAL do CAUTCHUC
POR "S1EIO DE NOVOS PROCESSOS APERPECOADOS
Especialidado- om lastrumentos do Medicina o Cairurgia
Tobos bicos de mamadeiras colchoes saceos para yaz
fundasalmoadaa. injectadores orinoea peetsanos, etc.
.ESPECIALIDAe em BEXIGAS ie BORRACHA
PARA FUMADORES
Envio-ae os Catlogos franco.
F0URNIER & PUJALET, SUCGES
34, ra Turbigo. PARIZ
Fabrica : Aux Lilas, pbrto db Pariz.

** DELAMGRENIER
DB PARS
(iclo m ttmt unirt'lrt
mnm flloae/j c*'ia
COMTl AS
%_
BR0NCHTE8^^ INFLUENZA |
^ 6 ai Irritifei as Peit a do Gargutl.
\
Seca opio, morptalna nem co-
del na, sao rece) lados com s,
ptimo xito e seguranca
> s crtancas padecendo T<
TOSSE m COOtKUJCKE *
As nicas Verdadeiras Pastilhas de
VICHY
sao aa
PASTILHAS V1CHY-ETAT
Vendidas em caixinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio ~ 30 de Setembro.
a^B
s Phai1
Depsitos em Pernambueo- KM. LAB LLE; MAR A Si
SILVA JNI0H e ua principal* Ptarm as o tingara*.
LINIMENTO SNEAU
SPPRESSAO
|do FCOO
e aa
QUE1VA
UAKCA
Para 9 CAVALLOB
SBSTITL
> FOGO
a
ndoj as tiai
do PELLO4
, APPLIC-.vOSS
A cura fax-se com c meo em 8 r.inuto,
sem dor e sem cor -r, m.a raspar o pello.
Pharm' GENE* U, 275.Rua St-Honor.PARIS I
K KA TODA -3 >BM.I
Fabrica de relo
Aguas e limonadas gasosas de
lod! s as qiilidades
Seda water, ginger, ale, limao, laraoja,
ouraoo, abacaxis, granadina. proBe.Ias
fraoboiaas, baunilha, hortelS pitnenta oto
etc.
12a=CAE3 DO
Casamento civil
(AVISO)
Jof Francisco da Cmara Santlaeo a'isa ao
ourilicoqceeocjrregase de preparar com prom
Dtliiao e prec^ mo(ii"o, papis de casatriento
c 'il e ecclesistno. odendo en procurado s
quelijujr no'a, m C3ga le ?. Migflfl n. 75 fl eAfoarado-).________
Vende-se
O Dfqtieno e taholeeimealoico listar pntioga
Fst-ada Nova de axsoRS. jonto a estacSj, 0.
:'-a : qoem pretender dinja-se anm que
afead com (jupau mtaa.
Atteneo
Desappareceo da roa da Aurora n. 13, primei-
ro andar, uma cadela preta de rat}9, acodnde
pelo oome de Vesper: qoem a encontrn, l-
venlo ras acim s' ratificado.
2(^000
Papa se o ordeoado cima a urna
nara nm.cacal; a tratar na roa da
CAPIBARIBE 12A 13, 1 andar.
cosiobeira
Aurora n.
4i
Precica-8e de nm criado
Commercio o. 44.
trata se na r:a do
Ama de leite
A'ra do Hospicio n. 53, precle-se ce urna
srca ce leite.
Falleocia de Osear Ribeiro
de Carvalho
Os tsixc c?fiendtf iyDdicos Lorcfadrs para
sr.ecadarem e admlnlitranm a mrsea fallica de
Osear R'beiro da Carvalbo, istabeleeido ueste
povoado, avissm a qoem interessar poea e para
todcs os eff Ls, qae e.to co ezercicio de s mu
f.nccCest
Rioeirso, 26 de Janeiro d? 18P5.
Francisco Diniz
E\ergisto Hclienda Vasconctlfcs
Piano
Vende-fe um piano do fabricante Erard
ruadcHcspicio o. 20.
na
Movis

Boa acqnls'ao para queai precisa mentar
casa, vende-se o soguinte :
Um ptimo plano.
Urna mobilia de acarrada.
L'xa cama de Jacaranda.
Um grande espelbo oval para osla-
Um t-ilete ccm espi Iho grande.
Um bom guerda-roopa.
Vende-se em om s lote, e lambem 83 per-
nota por oma caea na Boa Vista oa Graga; a
tratar na roa da Uaire de Deus n. 10.
Cosinheira
Prec'isa-se de urna, ra
da Uniaoo. 39.
Pagas<> bem.
ELIXIR M. MORATO
... Depois de mnitas experiencias e
aturado estado sobre o bou grande reme-
dio o Elixir M. Morato, cojo tenho minia-
dado nos bospitiea a em m>nha clnica
o rticalar, resolv, de accordo com os
maus illast es collegas, o Dr. Medeiror,
Dr. Ltevie, e Dr. S Mendes, eppli*
cJ o pela seguinte forrar, sendo casos da
syphilis i vetarada, rheurcatiBmo chro- ico
e boub-s.
Tenho tido o melhor suaceseo com o
Elixir M. Morato, e sigues dos mena ool-
iegas chamam-lbe com raiSo de salva
vidas. O sea remedio um prodigioso
ua ca como anti syphilitico e anti*rheoma
tico.
Dr. J. Pitta Beaerr* da -Bornay.
Rio de Janeiro.
Agentes:
Oampanhia de Droap.
Roa Marque de Olinda 24.
?


{
p,-,., _, ^. .
J
u
_ \



*fc
Diario de Pcrnambuco- Sabluiilo O de Janeiro de 1$G5
especficos
DO TUBM
Dr. Humphreys de Nova Yor
F.m mn mals de SO annoo, almplrs, sr-iruroR. pM
me Iiam.**. A vcmlu na* Drogaran t- l'har
uu-las prii:.-li'..'i- o mais imruuti l*s do Mundo.
Ka (IBA
I Fphrr. OttnMBtaOt luflamr.iaces.. ......
K'lu'i' p l'oliracausada tiorLonrorf^as
b' 4. marrara deCriam^ae Adultos........ ..
[>v.iiiifrln, D6rw de Barrls. Clica bUIosa
6. olciiu', Ci.liTu-iIo-.-bO, Vmitos....
. Temor, "onwlpaco. liouquldao, lipinchit-
p |i,iril>' lii,nteMcde<'ara,Svralgia
9. !>,.! de (nbrcii, Kiichaqueca, Jertl^-m.
n. I>i .priwilli ImlIgMto, j'rlsoiloV litro.
U- lilil [TllT dn Itrgro.. acaosaoit MebO
ru.ia...............................,
E. l.pin-iirrheat Floros Orticas, Hcgia iiioftni
ia {'iiiiii, T(~soRonca. Dlffleuldadeu Keaplrai
vi. Mcru-s, Kr'ipvOca.Erysipela.........
tbeumati*! iv.r.s rWomatlcis. .
;S. SczCH, Maiclia. Ft'irc In.crinllU-lUe.....
17. Ilciiiorrlistdna, Almor olmas. Interna or
r-xtrmasMinlos on sangrentas. 4
M. L'l'-MirTWfoJoUj^OfcWIMOOjJ
a* i':iuelaci
91. .-ni.-. P"V~y>-~-
l >-iiir.iirisiio do* O.flemBar!
'*'. i-Ni-fouas, InchaCoes e Ulcerai:..........,,.
1!. Opl.lt4 ide Kcva, ou physlca..........
il v lro|i"iu. Ari-mularoos fluidas...... -.-
1 .nioo 1.- Har.'ansoB.Tomltoi......-..
?.. Mrle-lnisonrintirias, C'alfukwoulif*.
na Bcxlca............................. v .'
2P liuixitpni'iii. Uphllidado nervosa, semtnul
*s. 4:liiii.n.nlit un Jlmca.oa Apiita.....
21 Yacnutipencia de Ouriua.urinrj*-i!i
Cania ..............v- i?..........
.. .len-iriiiK.r.o dolorosm Vrnrlto......
.;. m!i-ti::. ('tinao, Palf.ltacWj, etc
'. I-i i'!. I i't-ria. Miilmalign de iareauta.....
. oi-t st-ee Cbrauipu, DordtCabeca
Ido M ii.iiii ihmro "-' pagloao >*>-
*- ,, .ij. >.-i_,. -.: -.....~. -.
. : .1 I
,tf (alten Street. l* V9&&
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso a
Icrfteu!uro
Faria Sobrinbo C.
1:
Engenho Gonga$ary
Vendf-38 o fEgentj Gooe cy, sito ra co-
marca de Ioar 8rn', eoitnieda eidarle de
C'nda qoatro leiroas, de portetras fechadas, cok
safra do campo para JOCO pfs, leodo excelleo-
tea terreno de nlaoiBjcOeg e-cspacid^de para
sfrejar 3.000 pea i^ttovido vapor e por um
caldeira nova coit forga de 16 ravallos, boa casa
de vivende, capella, etc., seo 1o todas as obrar
de alvenaria, com trilhoa asseo'aJes para o por
to de emba que de assocar e para ro pa'lido ;
tons fitios p.ra lavradores, excel!en-e deslila-
gao, veo leo o-se toda aguldenle na porta.
Esta eniienho loma-se recorcrreodavel por le'
muitas pedrdrag calcreas, tao importantes qu
ta tres annos da se a pedra gratnitarcent"
qoem qoei'a fabnc- cni : tem tarebem mu tap
mallas qoe foroecem Ir .na para o feo fabrico
Tornos, etc.
Erta p'op'ie'iade Um daas safr, ?, orna de
caona? qoe podem ser moldas oo vendidas i
Urina Timba, e oo'ra du c 1 ; a tratar na praga
da Concordia os. 13 e 15.
Copeiro
Prer'ea-ee de om que d fiar ja do soa con
duela, a irat'-r na rea da Suledade n. 8, casa de
Dr. oCCB Ccimbr?.
Cerveja Francskaner
A melhor cerveja alleml.
nicos importadores: Cons-
tantino lar/n. run do Itom
Jess n. 55, 1.* andar e Com-
nanhia de Estiva.
Casa Deseseis de Julho
l'oadada em 16 de Juin de 1691
FERRARA e caldeirarik
Nrsts C3S3 eocoritr.ae gradeameoto. porifies
andei-as. varan Jas, chamioa, criva$cee, boc-
eas de foroaltia, lorradorea, pova'ozo*, alam
b qoea, Eerpentioas, ca'apufas, passadeirac
laxas fondo cb^to e boleado p*ra r(fl acaj, r-
i '5 para banho te cboq e, bombas, encuna
ment e f brica.H tod* e qoalqner obra coocer
c-c.e as cffi iru8 de f rreiro, serralbeiro, cal-
ileiAtro e fundido de bro zo.
Encarreg-se 'e ma? r fazer trabalbo3 fr
em eogenhos, osinas etc. para o qoe tem pet-
goal ba.Hilado.
Casa especialista no fabrico (em eros'ci d.
innmera!' ob'aa de f>rro qoe se acbam a veo
da as lojas de f-r-aeen8.
Boa Feppe Cam.rao (tDliia da Fuij.
D. 97.)
iooe 681
Teleph
Amas
Precisa-so de cma boa coeinbeio, un pira
miar com enancas e oolr* para oiversts aer-
w ce i roa da Concordia o. 10
Copei
Precisa se e om
de Caxias n. 86 Io anda'.
ra
habilitada na ma ba^
Alten^o
O agente Martins gratifica a pe9ica
que descobrir onde pairam dous con-
sollos de Jacaranda com tampos de pe-
dra, que foram subtrahidos do arma-
zem do Sr. Burlamaqui a ra do Im-
perador n. 41^________________^^____
AtteDQao
' Urna feifco-a c mpUtan ente habilitada para
enB'Dar primeras leras e irabalbos de agulba,
prore-S" fi enoioar criarcas de amb03 os sexos
por preco mdico ; a tratar na ra Aogusti oo
mero 145.
FOLSETIM 3
00 BE MCA
TRADCgO
PARTE PRIME1RA
(Continuagao)
II
No teropo do seu esplendor, segundo
dizam, cerca de um secuo antes da poca
ero que comees o drama a que vamos fa-
zer assistir os leitoras, oceupava o pagoda
de Siva, celebre em toda a India, consi-
deravel espaco iva planura do monte Beo-
mak, e ergui'a orgulhosamente para o co
as suas cpulas e agulhas.
No tempo em que lhe transpomos o li-
miar, ja o sanctuaiio nao exista.
As cpulas fondidas deixavara penetrar
o sol e a chuva at ao deteriorado a des-
nivelado lagedo. As mil plantas parsi-
tas da flora indiana cresoiam livremente
por entre as pedras derrubadas, e coroa-
Aam cora os seus pennachos de verdura
os gigantes desmoronamentos.
Dava accesso na ruinas, do lado por
onde chegavam o Kazil a os dous ingle-
es, um prtico sobremodo bem conser-
vado.
N&o foi, porm, pequeo o trabalbo que
tiverem de abrir passagem por entre o fe-
chado sil vedo qualhes cortaya o caminho;
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
7o agradavel ao paladar como o Uitt.
Approvad pela Junta Central de Hy-
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brasil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES.
A venda as principaes boticas e drogaras.
& BOWNE. CHIMICOS. NOVA YORK.
\
C VM1SAIU 1 : VLFVIlTiHIA
15 Bu a do Viscon Je de Inhaoia15
( Aiitigu do ruado Rangel)
Este novo estabelecimento acha-se sob a direceo de Alvaro Jos Pereira,
autigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientfica ao respeitavel pu-
bl ico pernaibucano, e a todos os seus freguezes tanto da praja, como do matto que
al m de um boro, sortimeuto de finas casemiras, brins, brsmantes, flanellas, ptimos
madapolSes, esguines, entretella, cretones eetc, tudo o que lia de mais aproprlado
para o bom fabrico de camisas Esta casa tambera se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas da* qualidades e precos seguintes :
Duzia de 1.' ciarse com punho ou sem punho 83iS00O
Duzia de 2. classe com collarinhos 905000
Duaia de 2 a classe com punh a sem punho 72$OO0
Duzia de 2.* classe com collarinhos 785X0
Duzia de 3. B com punho ou sem punho 6 8000
Duzia de 3 a B com collarinhos 6650C0
Duzia de 3.a classe com pnnho ou sem punho 48S00O
Duzia de 3.a classe com collarinhos 5450.0
Duzia de 4.a classe com punho e sem punho 425 00
Duzia de 4* com collarn 0 488000
Em duzias faze m^o bons descontos
Linda exposico de gravatas, lencos, punhos, collarinhos, meias de la e
expos^ao
algodao, paVa homens, senhoras e meninos;
amisas. lizas e bordadas
o que ha de mais fino em aberturas de
' frente da officina de alfaiaaria acha se um erito e hbil artista
SCOTT
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
lua Larga do Rosario ns. 129, "\ e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direcc3o di seu hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela proinptido e aceio do servigo culinario aduaneiro, j tm-
beos pela posico hygienica do seu edificio.
S1PA1TAMIEIT0S
Depos de innmeras transformagoes por que tem pausado este Hotel, conseguio
afinal o seu ncancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illusties viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
erdem e aceio, a vontade dob Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetee, a contento dos Srs. pretendentes.
APEMOTCS
POR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijoB flamengos, suissos e do fertj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA ^
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, todos recebi-
Jos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm du que destinado ao commura do Hotel, tera serapre grande deposito de
bebidas de sua importajilo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
fin8simos, que vende as melhores condicoes do mercado e precos sem competencia.
GRAN DE HOTEL C0MM aRCUL
|Rua larga do Kosario ns. 29, 31 e 33
fc
FERIDAS
! HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
^
UNGENTO- EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMaTISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHA?ES
Q
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te
D
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El
Ccsioheiro
Precisa-ce de od bom coeinhuro ; na ra co
Pay?aodu' o. i9._______________
Opt'ino negocio
Vende-se urna importante n lio:,t,8o deas sa-
car, em om doB melhores bairfos do Recite, com
o movimento mensal de oito a dez cootos de
rie. Traia-se no irmtBHB de Thomaz Tb'mes,
largo da Escadioba v. o, cem aludo It. da
Con.
Contina a manler em seus depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura uv
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de dilTerentes systeraas e tamanhoa de Robiuson e outroa fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavallos
CALDEIRAS A VAPOR moltitubulares de Fletcher para funecionar com o ofogpas or-
nalhas das tachas. .
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lecha e bgajo
RODAS para agua:
BOMBAS de mo t un-continuo.
M0ENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e balido, cravadas e caldalas.
ARADOS de dierente3 fystemas,
CRIVACOES para lornalhas.
MACHINAS para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimenladcres e empastadores
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vanlajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seu3 trabalh03 de monlagcm de grande numero de
zinas fnnecionaudo ueste Estado, iacumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a prodcelo e
qualidade de assucar.
/.PFARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLACOES completas para alcool e agurdente a vapjr e a fogo n, para grandes e
pe menas fabrica.
52-RUA BARAO D0TRIMPH-r2
A OTRK DAME DE PA
iiEIoKS. U
Fazendas linas, modas, confcc9es e chapeos de
alta novidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas
bordadas.
Espartilhos de todos os tamanhos.
Meias de fio d'Escoca, de algodao e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Variado sortimento de guarncoes para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cinta para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPcOS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom gosto escolhido por madame Koblet
Modista
:aD"UBET CH1HAGQ lffiS
=e^a;Lfix>pASUi.0nj.de Chgg~g5&> 9
cortTFa^^>vn-aa:no8 princTpa^STesJnpnrngS
^l^a^miudfizj^jrmdi'pbaoriiciasASi
mas emfim coiiseguiram o intento e acha-
ram-se no interior do pagode.
A chuva continuava a cahir em torren-
tes. O vento soprava enraivecido e fazia
oscillar a chamma do archote resinoso,
que a tormenta nao craseguia apagar.
Aquelles clarSes intermitientes davara
aspecto estranho s massi9as columnas
ainda de p, e cujos capiteis lavrados no
granito com a frnu de cabecas de eie-
phantes, j nada supportavara.
De instante a instante dissipavara gran-
des relmpagos a massa das trevas, e en-
tao urna claridade branca dava fugitiva
apparencia de vida s estatuas grotescas,
s figuras moustruosas, deitadas por um
e outro lado, em mortalhas de triste ver-
dura.
Kazil achava-8"} evidentemente domina-
do por violenta coramo^ao. A tez broa*
zeada tornara se-1 ha quasi branca ; os
olhos pretos rubios velados pelas compri-
das pestaas recurvadas, que qualquer
mulber teria invajado, expressavam a an-
gustia e o teiror.
Com toda a certeza o radiazinho espera-
va ver a SGrnbra gigante do deus Siva
surgir ameacadora do roeio das ruinas, e
fulminar os insensatos qua llia nao r s-
peitavam o sanctuario.
Stop nao pareca mais t anquillo do que
o rapazinho hind. Esforja7a se por se
mostrar socegado, mas as ampias faces,
de ordinario coloridas, de purissimo ver-
melho, tiebam erapallidecido notavel-
mente, e o continuo piscar das palpebras
denunci claranente a pncente icquie-
tacio qco o dominnva. lelanceava a
vista reda de si, coma quera se julga
rodeado de diadas, a a quera a pr^penya i
muito provavel de ninvgos invisiveis
causa afiiictivas preoecupac s.
O inglez a quera viraos viajar no pa-
Ianquim e a quem ouvimos dar o trata-
ment de vos/a honra conservava a mais
perfeita tranquil.idade ; com a luneta
assestada, examinava o interior do pagode
com urna curiosiilade reflexiva e manifesta
pac dez.
Tracemos rpido e3boj deste perso-
nagem, que deve ser o ere da nsssa
narrajSo.
Era um mancebo de vinte e oito a trin-
ta minos, de estatura mais que mediana,
e um todo de irreprehensivel distinegao.
Coroavam-lhe a fronte ampia e intelli-
gante, bastos cabellos louros, natural-
menta encar*cohtdos.
Emmolduravam-lhe o rosto de umaal-
vura baga e lelemente rosada, illumina-
ila pelo olbar franco e firme de dous
grandes olhos azues, sedosas suissas da
inesma cor dos caballos.
Esta belleza tal como a descrevemos,
teria podido parecer feminina, se n&o fra
a eXfjresso d^ resoiuc.to e energa que
Um brilhava na physionomia.
O mogo inglez traj*va um fato com-
pleto da linho manco ; e este linho col-
lado ao corpo pelas torrentes de agua que
o inundav.im, d-eenhava-lha formas ao
niesmo terapo esbeltas e vigorosas.
No momento em qu os tres persona-
gens entraram no recinto do pagode, eu-
virara por duas vezes successivas o grito
do mocho, partindo de urna das extremi-
dades dai ruinas. 1
K*zil estrem-cau visivelrnente e curvou
a cabeca como quem escuta com atteuco
e espera ouvir da novo o ruido que j
ouvio.
No deconra ainda meio minuto, re-
sooii pela terceira vr>z o gr.to do mocho
em duas d re"$5js diffsrentes.
Kazil rea*sumira a sua immobilidade.
Baixava es olhos e os labias marmuravam
b.iixinho :
Os uossos irmos eato alerta...
Quer-me parecer, exdamou rindo o
inglez, que muito insignificante o rea- '
finas
Mara Jet SnOts
Participa as suas f egoezLS, qo" es:anloj
restabeleciia, rereBBLu a soa residencia roa
di I operador n. 4 e roniu.ua a torxa coota de
fqiquer trabalno y -te'i:eGt a soa arte.
Padaria Nogueira
Caminho Novo d. 91
Prvido esle estabelecimenlo de um perito
confeiteiro, tem actualraento a disposifao dos
seus freguazes em especial e do publico em
geral os mais deliciosos proiuctos de Cjnfei-
taria
Ah.i os consumidores encontraro :
Desde o mais bem feito po
de lol, folbadas appetitosas
e bolinhos em pequeas fr*
mas, de tempero e sabor del
Closos at os bolinholos de
differenles qualidades e for-
mas distincias, cryslallisados
ou no, cor natural e colori-
dos, para o servico de cli.
Todos esses productos sao de um tempero
que satisfaz ao paladar mais exigente e assim
se recommendao ao ujo das familias em suas
t soires eoulras feslas inlimus ru solemnes.
A padaria Nogueira cr1, poi?, prestar um ser
vico a3 familias pernr.mbucanas ; as quaes pro-
porciona assim artigos indispensaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alm disso,
feitos em casa, nao llie custario menos.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objectos
tendente a arte mechanica.
9tua Larga do Rosario9
Paris.
1 A Ra do
Cabug 1 A
A LOJA DO T0RKAD0B .
Vede em grosso e a retalho
F?z publico a seos numeroso* f-egoeifs e as Broas, familias que eeabam de recebei
completo Bortimento de fazendas tiocs o que ta de mais chico moderno.
A SABER :
Grande fortimento em sedas pira 1*800, 300 e 3/ o covalo. om completo sorti-
mento de ar eodados tinos so^tica em cores para 600, 800 e it e *00 o covado. oq esplec-
iJo fotimenlo em maatilaaj de sede e liobi), pretai e de cores, e monos cutros artigos, asm
juin :
Lqces de pennas. o qoe ha de mais moderno.
Extrae os oos, canifas oe lloho para horneo?, meias finas com seda pira bomcDS t
senhoras.
Esparti hos fios a precns boratos. Orbes de seda oltirxa moda, ro-tinados p ara anell 8
d ios rara cama o que ba de meibor, merios com seda de cores e moderno?.-1
Cretor.es ainacianos para vestidos, om booi o sortimento de tape.ea avelodados e aleati
'as, oapeilas rom vio para no.v38, birJadoe flno, vestuarios para criaocas.
Faz-se rcopa tiara bomeoe pjr medidas, cooservando-se sempre om bom sortimento em
casimiras o que pode ^aver de mi loor escolba as prio-ita-'s f.ibnras da Eoropa.
Fazemos andes difiere' gas em reg*. Madapoiao. pega de 20 varas e 12/ alO/SOO.
Dito de 13* a ilS5= 0. dito de i.J 12*500. Este; prtgos teem 14 por ceoto de descooar em
pecas (cenadas e pee8 de chita !
Brins de linho, cobertores e mnitos outros artig s que fe torna enfadonbo mena
YSo i* prefereo'ia ao T-rador, que r quem vonde Darato Bem competidor III
43Ra Duque de Caxias n. 43
Cosinheiro
Preclea se de pm que seja bom, a tratar no
eecriptoiio de Amorim I n.a b & C das 7 is il
da n anha, oo cotao das 3 aa 5 da lame.
Em Olnda
Vende-se excellente doce
de caj' secco; a tratar Da
Ladeira da Ribeira n. 23.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 e
30, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio-
Quem os pretender poder ir velas
e para negocio deixe carta no escripto.
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Tainhas em salmcura
Vetde-se do acreditado f.brica te S & S iva,
marca doos S. S., viudas ultirrameote do Rio
Grande, em carilas grandes de '-equena norie-
ajao ; na roa Pedro Alfonso n. 66. amiga da
Pr3.
peito das aves nocturnas pela solido do
lugar sagrado !
O mocho, patrio, respondeu o Kazil,
a ave do deus Siva !
O mocho um animal maldito bal-
buciou o Stop com voz trmula ; a ave
agoureira Detesto semelhantes animaes !
Quando por acaso l entre nos elles se re-
anem, durante a noite, nos velhos tulla-
dos de Ayesbury, pego na espingarda e
dou cabo delles com um zelo com que
sempre me dei bem Quer-me parecer
que a velha cantiga delles nestes velhos
sitios no pode annunciar-vos cousa boa...
Vamo-nos d'aqui, meu senhor... e vamo-
nos quanto antes...
Sabes, meu pobre Stop, replicou o
inglez rindo, que nao passas de urna
gallinha enxarcada ?...
Nao sei S3 sou gallinha, murrourou
dolorosamente o criado, o que sei que
ostou molhado como se tivesse mergulha
do, inteiramente vestido, no Tamisa.. o
que, seja dito entre parenthesis. mals&o
no mais elevado grao, crivar me-ha de
rheumatismo na flor da idade. e ainda
darei grecas a Deus se me fi';ar s com o
rheumatismo !
E's um poltro, nao fazes senSo tre-
mer 1
Poltrao, nao sou, meu senhor. Nun-
ca, nunca!
O que s entilo ?
S tu nicamente prudente ; e de bom
grado daria um anno de ordenada para
que vossa honra o fos3e tanto como eu.
Bem... Bista de dar lingua,
amigo Stop, e procuramos um abrigo nea-
tas ruinas, porque me parece que a tem-
pestada recrudasce. Com effeit, os dia-
bos me levem se ella nao recrudesceu
ja t "
A, meu senhor, me 1 senhor... ex-
clamou Stop cambaleand > ; pelo amor de
Deus, Dio falla do diabo neate lugar mal-
dito Probabilidades de que elle nos
[appareca de um momento para outro, j
nos temos de mais. .. e, ollia... Vala-
me Deus!
Pronunciando estas ultimas palavras,
com voz entrecortada, soltcu Stop um
grande grito, estendendo a mo para a
esquerda, e recuando ao mesmo tempo,
como quem encara de repente urna visao
medonha.
O moco inglez olhou na direccao indi-
cada pelo gesto de Stop, e n3o pode ab-
ster se de rir e de encolher os hombros,
vendo o objecto que causara ao criado to
prodigioso susto.
Esto objacto offerecia verdadeiramente
certa analoga com Satanaz das legendas
populares, tantas vezes reproduzido pelo
ingenuo cinzel dos fazedores de imagens
da idade media. j
Era a estatua infernal e hedionda de
alguma divindade indiana, com cabega de
touro, n'um busto apenas esbogado.
Entao, entio..... balbuciou Stop ;
que diz a isto vossa honra ?
Decididamente, o medo transtorna-
te o juizo... replicou o viajante... Per-
raitto-te por isso que saias das ruinas,
porque do contrario endoideces, e que
voltes para o palanquim.. .. Ficarei b
com Kazil...
Stop fez um gesto de indignago e res-
pondeu :
Vossa honra sabe muito bem que
por cousa nenhuma deste mundo me affas-
tarei do meu amo no momento do perigo !
Se o diabo levar vossa honra, levar-me-ha
ao mesmo tempo a mim Iremos para o
inferno de companhia !
Entao deixa-te estar, e cala-te !
Calar-me-hei, de certo, para obede-
cer a vossa honra; mas parece-me que
nao disse tolices...
O moco inglez tirou o archote da mao
Jardieniro
Precifa-6e de om jrdineiro, preferiodo-se eso
raogeiro; na roa do Commercio.o Vi.
Castanhss de caj
Compra-s toda quantidde erilicada a sua
qoallcale ; no la-g < do Corpo S.nto n. lo, pri
meiro andar.
de Kazil, e poz-se em accao de explorar
as ruinas.
Depois de ter percorrido o pagode em
quasi toda a sra extensao, abnndo custo-
samente passagem por entre as moitas es-
pinhosas, e as plantas gordas de folhas
cabelludas, achava-se j com desejo de
renunciar a continuar por mais tempo in-
uteis investigacSes, porque o tempo pa-
reca ter consummado desapiedadamente
a sua obra de devastaeao, e os despojos
das abobadas desmoronadas juncia vara
por toda a parta o solo, quando de sbito
lhe sahio dos labios urna exclamacao de
sorpreza.
Descubrir meio oceulta por movediga
rede de Hexiveis cipo" a abertura de urna
pequea constiuccao outr'ora pertencente
ao pagode, e que formava o que se poda-
ra chamar capella lateral, se acaso se tra-
ta8se de um templo christao.
Affastou os cipos e achou-se n'uma es-
pecie de cmara circular, cujas paredes
todas ornadas de relevos, conservavam
ainda vestigios de cores vivas, araarello,
verde-claro, ouro e vermelhSo, com que
tinham sido outr'ora Iluminadas.
A cpula intacta perseverara aquella
recinto das intemperies do co.
As lageas, perfeifamente seccas e co-
bertas de p finissimo, pouco avariadas se
mostravam.
Victoria exclaraou o i .glez ; glo-
ria a Siva O deus do mal presta.-a esta
noite a hospitalidade de um moto verda-
deiramente benfico, o qi:j merece os m-
ximos elogios !
( Contina.)
I
*



Ijff. de fcm* Daque de Caxiaa^ 42
i
H^
fwa
11 ioji
r
J


Full Text
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