Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19771


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Full Text
1
>..
X

AXS.O LXXI
Quissta-fVira 3*4 \I III.ICO ?o
:'-
PS6PBIBBA9B BB BEABeBL f Z6f BiBOA BB VABU & flLHQS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. ;. 8$000
Por seis mezes adiantados. 15$000
I or um anno adiantado 30#000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre G &.*, residentes em Paris18 rae de
La Gnnge Bajre
PARA OS LUGARES ONDE SE |PAGA PORTE
. .: 161500
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da. .
Numero avulso de dias anteriores.
33^000
1200
Telagrammas
5237150 mmm 20 BIA&ZQ
Ro de Janeiro, 2-2 de Janeiro, s
9 horas Ja noute (recebido ia estaco
.s 3 horas e 40 minutos e entregue s
10 horas).
Foi nomeadq^ oommandante do brigue
Recifei o capitao tenente Gomes Pe-
reira (?).
Rio de Janeiro, 23 de Janeiro,
s 2 horas da tarde (recebido na estaco
s o horas e 15 minutos da tarde e
entregue as 6 horas da tarde).
Foram nomeados : director e subdireo
tor da terceira secgao do Museu Nacio-
nal, Francisco de Paula Oliveira e Hil-
debrando Tcixcira Mondes.
Buenos-Ajrcs, 23 de Janeiro.
Fci eleito presidente da Repblica Ar-
gentina Francisco Uribur.
Seu primeiro acto ser conceder am-
nista gcral.
O seu ministerio este :
Interior, Benjamn Zorrilla ;
Exterior, Antonio Bermejo ;
Guerra, general Winter;
^azenda, Romero Robledo ;
Instruccao, Benjamn Paz.
Lisboa, 23 de Janeiro.
Foram presos 14 republicanos, aecu-
sado~ de promoverem desordens aqui e
no Porto.
Rio de Janeiro, 23 de Janeiro, s
2 horas e 55 minutos d?i tarde [recebido
na estaco s 5 horas 55 minutos da
tarde e entregue s 6 horas e 5 mi
nntos da tarde).
O Supremo Tribunal Militar, em vota-
<;ao unnime, con iderou orno incluidos
no decreto de indulto os aspirantes da
armada, que, seduzidoi, tomaram parte
narevolta.
Rio de Janeiro, 23 de Janeiro, s
5 hera-. e 38 minutos da tarde (reeebido
na estaco s 7 horas 045 minutos da
noute e entregas as 8 horas e 5 minu-
tos].
Foram nomeados para formularem o
regulamento da lei n. i.o3o de 14 de No-
vembro de 1890, o bacharel Celso Apri-
gio Guimarcs, dese;nbargador Antonio
Goncolves de Carvalho, Dr. Affonso Lo-
pes de Miranda, Jo:o da Costa Lima
Drummond, ^Manoel Vicente Magalhaes
c Deodato Villela dos Santos.
Foi nomeado o Dr. Ariindo Aguiar
de.S juza para o servic.0 do bacteorologi-
co do Instituto Sanitario Federal.
Diz-se que o governo francez exige
o processo do almirant: JeronvmoGon-
calves e o coronel Moreira Cezar.
O cambio fechou lo 5/16 tendo
aborto em baixa. As operares foram
leit q asi todas aquella taxa.
I^TRUCCAO POPULAR
as ilhas Marianas, abordando mais tarde a ilha
Zeb para ahi abastecer de vveres os seus
navios.
O rei d'aquella ilha arolheu a expedicao com
provas da maior aft'abilidade. Magalhaes m-
pl.intou o chr9lianismo n'aquellas regin?, e
all edificou urna igreja ; mas corametleu o erro
de impdr o rei de Zeb como chele aos outros
res seus visinhos Estes, na sua maioria, re
pellirain com indignagao, as prelcngoea du es
trangeiro, e um d'elles, o rei de Malan, armou
u.n exercito de seis mil homens para resistir
aos europeus
Magalhaes quiz punir aquello acln, que enn-
siderava urna desobediencia culravel, e parliu
com um punhado de bomens para o lugar oade
resida o rei de Malan.
Encontrando a villa abandonada, mandou
langar-llie fogo. quan lo de npeu'.e viu chegar
urna grande multnlo le indios que se travurara
em peleja rom os hespanhoes, nttacando-oa pe-
drada e frechada. Os europeus resistirara,
mas a cada instante viam augmentar o numero
dos immigos, que recebiam reoreos.
Mag.ilhcs. frente decincoenla homens, com-
prehendU que tima sido precipitad? em ceder
to depressa aos arrebatamientos da sua cora
gem temeraria ; mas, sem perd;r o saogua fri,
deu ordem para retirar sobre a praia. Quando
estavam a ponto de alcangar os navios, recebeu
n'uma pona urna pedrada que o fe/, cahir. Um
dos indio- que vinha em sua perseguido, atra-
vessou-o com a langa (27 de Abril de ISSl).
Perofio de Magalhaes eslava morto, mas a sun
obra eslava concluida. O grande problema da
navegago volta do mundo eslava rasolvido (<)
A' medida que nos vamn aproximando da
eponh moderna, a Iradigfio d'estes primaroa
emprohfudimenlos mariiimos ae dundo o im-
pulso a novas operarios diligentes da civilis .fio.
As duas A meneas iro augmentar os domi
nios da aclividade humana ; d-pois, o imraen.-o
continente di Australia, as ilhas do lee. no, o le
recer-se-hao aos olhos a Imitados dos explora-
dores ; a frica myslerios'i, que tem despertado
a attengSo de tantos seculos, vai tambem por
sua vez abrir as portas a invasao Os n^goes ci
vllisadas, i.t que um da e os polos d > norte 9
do ral lij de resistir a este gran le inoviinento
de conquista, defendidos pelas im.ltr.ipassaveis
barreiras de g;Io cora que a niiurezi os res
guardou.
As regie3 polare?, que cecim as extremida-
des do eixo uo no-so globo, ass-s ex ten 6j
immensas de trra e mar, ond 1 o lioinem nunca
nunca p.netrou, ronstnu m o mds v^sto de to-
dos os campos acu ilme> te berios 1 explora-
gao. O polo norte, p incp lmeote, 6 que al
hoje mais tiin tentado u corage.u dos navega-
dores.
Alli, como por toda a parle afinal, ou anles,
alli, raais do quo em oulra qualquer parle, se
tem concentrado a maior energa dos estorbos,
e se os resultados d'estes tem sido ahi menos
importante do quj sobre os punios da Ierra, nio
pirque os sacrificios tenhara sido menores.
O caminho de gelo qui vai dar aos polos po-
deria estar ladeado pelos tmulos dos lie toes
que l tem morrido.
O primeiro norae a inscrever na longa lisia de
e-.ses raartyres 6 o do navegador Cu Inerme Ba-
renls. Barents era um observador exacto, e
um mirnheiro auJ*z, eple ser considerado
como o cliefe da primera exped gao polar ver-
dadeiramente digna desse noran.
Realisiu se ella i 4 deJuDliode io9'i. Ba-
renls chegou al a Nova Zelandia por 73u,!o de
latilude norte. Ualdai.amente tentou aunr urna
pa-sagemalraviz da raassa dasgeleiras polares.
N'uma outra tentativa, o navegador hollanlez,
effeduou urna das mais importantes viagens de
deCoberta, que jamis se lizeram na f ontera
das regies desconhecidas do polo (1596,'. Ba
renls e a gente do seu comm indo circu nnava-
garam a extremidade or oeste da Nova Z rabia
e offreram lerrivelmenle durante aquelle in
verno, o primeiro invern boreal que europeus
affrcntirain. Um do* membros da expedigSo,
Guerrit de Veer, foi o chronisla d'essa viagem,
e nao sem urna profunda coramogao que a
gente hoje l a narrativa d'essas priraeiras aven
turas as regOes do gelo, narrativa escripta
n'um eslylo simples e desprelencioso. Os cna-
riPheiroshollandezes viram se bloqueados n'uma
bahia a que Barenls deu o nome de Havre de
gelo, e foram obrigadoa a passar alli lodo o
invern em grandes frios, pobreza e miseria.
'Contino^
DES
ICHOS
Quistara Policial
Secgao 2.*N. 16.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, era 21 de
Janeiro de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Secretario de Estado dos Negocios da Justiga e
Negocios Interiores.
l'articipo-vos que foram rechinos Casa de
Detencao os seguintes individuos :
Andera do subd^gado da freguezia to^^**,?}
Santo Antonio, Antonio Pedro da Silva, por era-'
bnaguez e disturbios.
A ordem do subdelegado do Io districto d
S. Jos, Jos Ferreira dos Santos e Manoel Joj
'quim dos Santos, por disturbios.
A' ordera do subdelegado do 2o districto de
S. Jos, Jos Launano dos Santos, por crime
! de tcDialiv 1 de morte ; e Joao Jos de SjiH'1^
pfl
(I) Magalhaes, por
graphia gcral).
Ferdioand. Denis (B10-
VABTE OFFIIAL
OS UA&TTfiBS DA SCXBSCIA
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
CIIRISTOVO COLOM-BOFERNXO DE MA
CALHES DAVID LIVINSGSTONE
GUILHERME BARENTSJOHN FRAN-
KLINRENE BELAOTRENE CALL
MUNGO-PARK DURANTONFRANCIS
GARNIER- JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTHOMAS BURKE.
(Continuar'')
Magalhaes cominuou a proceder com tanta
eneran, unta autoridade e tanta resolu ao, qua
fez entrar oa obedienoia as tripolages revolta-
das dos dous navios, Vicur.o e Trinidad. Gas-
par de Quesada foi decapitado. Os corpos das
victimas lorara levados para a praia, e ahi um
oliciul leu urna seritenga solemne, que infaraava
para sempre a memoria dos traidores.
Bealisados estes actos d'uma just;ga rigorosa,
eindiscutivelraente necessaria,-mas que ainda
assira era para desejar que nao existissem na
vida do navegador ;-Magalh&es largou do Parto
de 3. JuliQo. Depois da revulla dos homens,
caba Ihe ainda luctar contra a dos elementos;
a frota foi acossada por ura temporal terrivel,
qu quasi a destrua. Depois de mil pengos,
de mil obstculos, Magalhaes chegou Terra de
Fugo e descobrio, emlim, a passagem cuja ex'ts
tencia previra, na ponta extrema da America
do sal. A expedigso sahiu do estreito de Ma-
galhaes a 17 de Novembro de 5?0, e voltou
proa para noroeste, no meio d'aquelle vasto
ocano, eniao rao calmo e ta& socegado que se
ficou chamando o Ocano Pacifico. Na longa
derrota seguida por Magalhaes descobrio elle
Governo do Estado de Per-
nambuco
SECRETARIA DA JUSTigA, NEGOCIOS IN-
TERIORES E INSTRUCgO PUBLICA DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia 21 de Janeiro de 1893
Joaquina Al ves de Carvalho Veras.-A' vista
Jo que informa o secretario da fazenda nao
lera lugar o que requer. A' supplicanle, portn,
cabe o dreilo de reclamar do municipio de Ga
ranhuns o pagamento dos seus vencimentos du-
rante o tempo era que, por nomeagao do respe-
ctivo prefeito, exerceu as funcg5es de prolesso-
ra do povoado de S. Jco.
Julia Silvina Josepha de Souza, Joaquim
Porapeu Monteiro Pcssoa.Informo o director
da Escola Normal.
22
Clotilde Maria de Lacerda, Maria Julia Cha
ves dos Santos, Claudina Pereira de Mel o.In-
forme o director da Escola Normal.
Cypriano Das do Espirito Sanio, sentencia
do, pedindo perdao.-Indeferido.
Francisco Bezerra do Nascimento, sentencia-
do, pedindo providencias atim de que os autos
de seu processo, em grao de appellagao, su-
bam ao Superior Tribunal de Justiga.-Informe
o Dr. juiz de direi o do municipio da Victo-
ria. -.,...
Jos Joaquim Alves, sentenciado, pedindo per-
dao do resto da pena que Ihe falta.-Informe o
Dr. juiz de direito do municipio de Pelrolina,
mandando paular os documentos mencionados
no art. 1 do decreto n. 2,566 de 28 de Margo
de t60. ,
Jos Ferreira de Mello, sentenciado, pedindo
perdao.-Informe o Dr. juiz de direito do 2
districto criminal, mandando juntar os docu
mentos a que se refere o art. 2* do decreto n.
2,566 de 28 de Margo de 1160.
Joaquim Francisco Alves, sentenciado, pe
dindo a sua guia de seotenga cora dedaragao
do tempo em que fra recolhido pris&o Ao
Sr. director do presidio de Fernando de Noro-
nha para mandar entregar ao peticionario a
certidao aonexa a este requerimen 0.
-Manoel da Hora do Nascimenlo corneteiro da
21 companhia do Io corpo policial, pedindo para
ser reformado.-Remettido junta medica, a
quem o peticionario se apreaenUr aflm de ser
inspeccionado.
Jacintho Alves da Silva, sentenciado, pedm
do perdao do reslo da pena. Nesta data me
dirijo ao Dr. juiz de direito das execuges cri-
minaes sobre o que requer^p peticionario.
Pelo po-leiro,
He*mtne)ildo de Siyueira.
na. por crime de morte.
No dii SO:
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Sanio Ant nio, Maria de tal, por embriaguez.
A' ordem do subdelegado do i districto de
S. Jos, Risa Maria da Conceigo, Benedicta de
lal e Isabel Maria Perdira Saraiva por offensas
moral publica.
A'ordem do subdelegado do 2 districto de
S. Jos, Prudencio dos SantoaCisla, por distur-
bios : Joo Correia de Souza e Joaquim Juven-
cio Moreira de Aguiar, por offensas moral pu-
blico.
A' ordera do subdelegado do districto do Pe-
res. Manoel Antonio Soares, por crime de fori-
raentos.
Hontem, por volla de meio dia, no lugar
denominado ("ahenga do povoado de Beberibe,
o individuo de nome Martiniano Balbino da Sil-
va, ferio no peito esquerdo, cora um caivete de
mola, a sua sogra Josep ia Mana do Espirito
Santo.
O sublelegado respectivo mandou transpor-
tar a ollenlida para o hospital Pedro II, alim
de ser tratada convenientemente e proced nos
termos da lei contra o offensor, que logrou eva-
dirse.
Pelo subdelegado da freguezia da Varzea,
foram apprehcndda3 e re rae l ti das a esta repar-
ligao i I facas de ponta, 2 compassos e 1 caive-
te de mola.
Sade e fratemidade
O Queslor interino,
Jos di Canha Libralo de Mallos.
Sscgao 2.aN. i7.-Secretaria da Questuia
Policial do E-uado de Pernambuco, 2 de Ja-
zembro de 1895.
Ao r. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, M.
D. Sccreiario da Jusiiga ejNegocios Interiores.
Participo-ras aue foram honlem recolnidos
Casa de DetetffB os seguintes itidividuos :
A' ordem do sublelegado da freguezia do Re
cife, Zeferino Candido da Silva, para averigua-
gOes polciaes ; Miguel da Silva Paz, como des-
ordeiro.
A'ordera do subdelegado do 1 districto de S.
Jos, Augusta Arceluia Wanderley Lima, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do i' districto de
S. Jos, Francisco Jo^ Gome*, por crime de
dfi ramenlo ; Manoel Joao Neporauceno. por
crime de tentativa de morte ; Jos Maria do
N isciraento, por disturbios ; Miguel Pereira da
Silva e Antonio Jos das Candelas, por offensas
moral publica.
A' ordem do subdelegado do 3 districto da
Graga, Joaquina Philouiena da Conceigo, por
cr rae de ferimentos.
A' ordera do sub lelegado da freguezia da
Varzea, Joao Antonio, por embriaguez e dis
turbios; e Antonio Severino de Oliveira, co-
nhecido por Cajazeira, para averiguages po-
lciaes.
Communicou me o subdelegado da fre-
guezia de Santo Antonio, que hontem, s 9
horas da noite, na ra da Rola, foram agre-
didos e feridos por um furriel e um cabo do
li batalhao de linha, os individuos de nomes
Manoel Ignacio do Espirito Sanio e Luiz Flix
de. Mello.
Da visloria a que se procedeu verilicou-se
serem graves os ferimentos de Manoel Ign ci
e leves os de Luiz Flix.
Aquella aulondad procede a tal respelo as
diligencias legaes e trata de verificar 03 nomes
dos delinquen!*?.
Sade e fratemidade.
O Questor interino,
Jos da Cunha Libralo'de Mallos.
Secg3o 2."-N. 18.-Secretaria da Queslura
Policial do Estado da Pernambuco, ti de Ja-
neiro de 189.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello.Filho, mui-
to digno secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores.
Participo-vos que foram honlem recomidos a
Casa de DetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cite, Jos Dias dos Santos, para averiguages
polciaes ; e Josepha de tal, alienada, com des-
lino ao Asylo da Tamarinaira.
A" ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Antonio CaeUno da Silva, por
disturbios. .....
A' ordem do subdelegado do districto
de S. Jos, Joao Alexandrino dos Santos, por
crime de ferimentos.
A' ordem- do subdelegado do 2* districto de
S. Jos, Antonio Aquilino Nunea e Joaquim Men-
dea da Silva, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do Io districto da
Boa VUta, Ulysses Tiburcio da Costa Mouleiro,
por crime de morte. ....
A' ordem do subdelegado do districto da
Magdalena, Augusto Dias Pereira, como vaga-
bundo.
Hontem. s 9 horas da noite, no largo do
Mercado Publico de S. Jos, o individuo de no-
me Joao Alexandrino dos Santos ferio com um
caivete a Euzebio Manoel d'Assuoipgao.
Contra o delnqueme, que foi preso em fla-
grante, procede-se nos lero-os da lei.
Sade e fratemidade.
O Questor interino,
Jos da Canha Liberato de Matos.
DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE
Lorengo Alves Salazar Jnior.Deferido,
8"ra Mafcel da Molla.Nao tem mais lugar o
que wpjer visto j4 ler pr. ?o mais que sufli-
cient¶ curaprira uiiimagaa que Ihe foi
feita
Luljp Maria da Conceigo.Deferido de ac-
4i da lei n. k tit 3- de-
8ugelar-je ao perrilamenlo legal da
ioGomeSTl Leal.-Junte o pedido da
1>ara fater a obra alludida.
I Jos Martina.Deferido em vista da
...o do Superintendente de Hygiene.
Joio Ignacio de Medeiros Reg. -Deferido
do cora o art. 37 da lei n. 4 tit. 3
b-ae ao perrilamenlo legal determinado
parligao competente.
ndadorLUiz Antonio deSiqueira, An-
aia & C. Deferido de accordo com a
ao di Contadoria.
da Silva Fer.eira.Indeferido.
^ a Maria do Rosario. -Indeferido por ser
co iirajso a lei.
I TrUTcicio Braga.Sira ropondo o leito da
rna rtp estado em que as acha.
Sama Casa de Misericordia. De-se a baixa
requerida em vista da informagao da Cont.do-
na.
J >fe Joaquim da Costa Pinto. -De-se a bai-
xa requoida em vista das nfonaagOes dos fia-
de Azevedo. De-se a
caes e^Con'.aiona.
Albieo Tavares Lapa
querida, depois de pagos os impostos
vos al o exercicio correte.
Maria de Oliveira.Concdese de
cora a informagao do fiscal e Conta
bai
resj
J
acco
doria
Lui(f Jacomo de Araujo.Concedo se mais
30 dial improrogavais a cantar da presente
data. ,
Francisco Muniz da S Iva Deferido de ac-
cordo com as informagOes,
L-iopoldino Jos Soarea.- Indeferido e.n vista
da infjKinng&o do engonheiro municipal.
Annio Bernardo Quinteiro. -Nao cogitand
a lei fe hypolheae de que trata nao pode
supplifante ser altendido.
Adjppho Angusto de Azevelo Sjve.Iode-
ferido.ra vista da informagao do fiscal e da
Superintendencia de Hygiene.
Freterico Ramos, Jacintho de Almeida Fer-
reira, Jos Ildefonso de Souza Rangel, Joa-
quim anoel de Oliveira, Augusto Souto Maior.
Deferido em visla da ui'ormac&o do enge-
n eiromunicipal.
A tnfraria do Senhor Bora Jess da Via
Sacra,,Americo Ovidio dos Santos. Concde-
se limitando se aorequ. rido.
Soma &C-, Joao Baplisla Peres y Peres,
Sebasllao da Cunha & C, Arantes A CCon-
cede-s pagando o competente emolumento e
imposto do exercicio correute.
- 2i -
Antojjio de Paiva Ferreira Deferido so
ment"fUJUio ao3 exercicios de 91 e correte.
Adolp o Augusto de Azevedo Seve.-Certi-
rique-sc-
CouiRuhia Ferro Carril de Pernambuco.
Deferido em vista da informagao da Secreta-
Joaquim de Barros Lina Wanderley.Defa-
ferido era vista da informagao do fiscal e Un-
gador. ., .
Bogeria Francisca de Figueiredo, Manoel
Francisco de Andrade Pereira. Concedo se
pagando os respectivos impostos.
Caries Halliday & C, Joaquim Alves da Sil-
va dantos.-Deferido de accordo coma infor-
magao da Contadoria.
Margarlda Amalia da Silva Rosa Pinto
Joaquim de Castro Me ieiros, Sebastiao
Machado Brandao.-Averbese.
Secretaria da Prefeilura Municipal do
clfe, 22 de Janeiro de 895.
Servindo de Protocoli-ta,
Innocenao Crrela, Maia.
Jos
Luiz
Re-
EXTERIOR
?
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO
Despachos do dia 23 de Janeiro de 1895
Jos Augusto Bastos da Cunia Figueiredo,
Francisco Joaquim Ribeiro de Brilto e Fran
cisca de Paula Gama.Informe a l* secgao.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
PUBLICA
Expediente do dia 23 de Janeiro de (f 95
Pelo Dr. comraissario do 4o districto foi in-
timado o Sr. Manoel Cavbante Colho para
no prazo de 30 dias fazer mais urna latrina a
melhorar a que ja existe em seu corligo silo a
ra das Pemamhucana3 n. 46 C, licando o mes-
mo Sr. na falta do curaprimeuto da intiraago
sujeito as pen.ldadea da lei.
Alves de Freilas Irmos, pedindo para exa-
minar caf.Ao Dr. ajudante do inspector ge-
ral para examinar.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco, em 21 de Janeiro
de 1895.
O secretario,
ApMinano A. Meira Henriques.
EUROPA.
Porta 1
O manifest do coneeineiro Fuacblnl e fu con-
ferencia e a do cooelbeiro Bernar-
riiuo Machado na L'a Liberal.-
Eipectaliva de nova lei eleitoral e
os seus molde?.Os decretos dic
tatoriaes.MeJidti do governo para
acqosao ue vasos de guerra.
Siioagio do A'garve e de Angra.
CoaunlssOes africanas. T^mporaes
no sol do reino e eeoa *ffeitosem
varias locahda1e.Esluldnles no
me:o provocados pelo lesaforamea-
to da pohcia.
O con'elbeiro Foscbini dirigi ama caita ao
tSecolo na qual fea poblie.o que continua a
acotnpaohar o movimioto libe-a', os homeB e
as iia que prodonrau o manileo da opposi-
cao acreace lado que ta> se deprebenda o con-
trario da falla da iua assignatora naqnelle docu-
meoio. Mis enteniendo qoe no momelo se
deveria oiser m.is alguma coosa ao piij, e, em
bora f, cumpra ease dever com a publlJag3o do
manifest que dirigi ao paiz, o SecuU pobli-
c^u e nds paasamoa a traoacrever aisuns tre
cbos por sua importancia po'i ica.
Dapoi3 de bisiori r a sociedaae portogoesa,
crise econmica porque ha 3 anno1 paaaa o pan,
a cordura do patriotismo popular e o proced-
meato do governo, ao qu 1 arg:e de ausencia de
digntdade e priocipioa na saaa maoifestagSjf
pjljiic^, e de piaooa e laaa n*. soa eolocao
io'ellecioal, trabiodo os toeesa^B da ptna, re-
oegsndo a Lberdade e liodiado coioi, as^m
se enuncia :
Queocbefa do Es alo e o governo oogsm
bsm : indiepensavel, em oome da mageslade
ds fon'gftsa tapreraia, que o primeiro exerc,
e da aeleiagao popolar, que o aegun .0 repre
eeota, necesearir, affirmunes nos, que o reg
men parlaaenla s^ja, majediataiDente, resube
lecido, seguido e acaiado coma a melnor forma-
la, at neje conhecida da democracia.
Se erros o manebiram, aejim esse erroa ex-
purgados. Se boOi'na o nnphisajaram, sejam
eisea bomena eliminados. O principio no reg -
men est betn cima 'aa paixOa?, como a virta-
d sobreleva oa vicios bomaoo. Naa insilioi
gea aoclaea os prioclplca sao a essencia, ^8 bo
mens o accidente.
Alteada o rei: ebefe supremo da nagao, por
vootade e delegagao dod, offeodel-o seria dea-
reepellar a soberana nacional, d q-.e Ibe de-
riva a magestade ; mas faltr elle, re, ao res-
peito pelas llberdales publicas tatnbetn menos-
cabar aquella soberan'a nacional, foate do seu
poder.
O re tem a cordi para garantir e assegorar
0 IlDerrimoex rcicio las fo-caa polit ca e ecc-
nomieaa da aagS". Existe e reina en virtude da
vontade p,'polar ; nto por dira.to derivado do
privilegio de anida ou revelagio divma.
O re re, porqoe aialm o quer a maioria dos
cidados e ae esta vootade cesaar, a forma mo
1 archica passara a bialoria como s.mpies periodo
da exiaUnoia do djvo portoguei.
Atienda o govero. : ae um da em Portugal
11 instittlcoea ae poderem, apena, mao er pela
fj'ga, o equilibrio aocibl ser! laetavel. Ora, oa
poltica, qoe e a mecbaoica daa sociedades,
tambes a instabilidade do equilibrio ba de aem-
pre teuder necesaria nente, para a eslib lilade,
que emlim se re tabeiecera. Esaa passagem
pode faztr se pela revolog&u, que 3 ove.uo in-
cita e que nos, os Uberaea sinceros, sabaremoa
evitar.
Escute*D03 a nagao : pe-ante ella prote3ta-
moa coa, os liberaea de todas as pioveotencias
reaoidoa no campo, qoe a todos commnm e
sagrado, da defeza da lei e das liba-dades pu-
blicas, beraoga gloriosa das geragO>aextiQlas,
qoe noa compre softenUr de defender, nao e
como beroico moiomento histrico, mas por
impreterlvel oeces'idade do progress'vo e paci-
o drsenvolvimento moral, lotelleciual e moral
da saciedade portogazi
Peraote a r,ago protestamos, porqoe oes'e
momei'.o, trls'.emenle histrico, a loacar dos
goveruintes nao posterga, apenas, as Iradigea
i") raes, nao ferp, e, as conviccfieB sioceraa de
um povo d gno e livre, pepara, sem davida, em
fa:aro prximo, violeotas commogea 00 orga
mamo econmico e b'niacelro do pan, mal con-
valeaceole aioda de temerosa crise.
Perante a aai.ao prjteslamos, porqa, em f -ce
da Europa, p-enbe de ameagadoraa tempestades.
aa poqoenas agOea perigam, se di8cuaaes iotar-
388 enf'a jaecera a sua cnica ; se a forga ma-
teri-;l nao poderem oppr a raza] do direito, u
forga moral, eeprema e decisiva, da Batisfago
rigorosa dos seos comprimissos, qoe a admi
nistragjO ioterna, cordata, liberal e patritica
pode garantir.
E, para corriglr to graves abasos, e para evi-
tar l) graneles m les, invocamos, apenas, a
opioiao e a propaganda doj liberaes. So com
llea veaceremoa. Centra a verJade e a razio
ro ideas lioeraes e democrticas oSo prevalace-
raro, duocs colligacOea reaccijoariap.
Nesle periodo acuvo de propag oda, em que
vamos entrar, coonamos oaqoellea cidados, es-
palbadoa pelo paz io'.e.ro, a qaetn noi llgam
oeste inataote solemne a meima creaga oa lioer
dade, a mesma eaperaoga no futuro e a me mi
a3)iragao para a gloria e lelicidade da Patria.
Em qualquer ponto, onde se encontr um li-
be-ai, aeja qual for a saa e pbera de acttvidade
dever eziaiir um conbaieote pelo i leal demo-
ratico, que eneneo as p.giaaa maravilhosas da
histrica do seclo XIX.
Nd sea gtonoeo crepascalo, a nos, a liberaes,
coujpre.oos muter otemerai; ease patrimonio
sagrado.
, o mermo cooaelbeiro fez ama con'erenci
ni Le a Liberal, tomanlo por ibema A trana'
formagaj necessaria dos partidas Uberaea*.
Foi ama ialeresBante prelecgo sobre o as-
eumpto e por concomiltiacia orna critica aos
a t ,s e planos do governo.
N ;s:a parte o S-, Fjacnini, depois de historiar
a vida do gabinete, syoib-tisou a soa pbaie
actual nesta pbrase, que a asseaib i applaadio
c lorosamente por a acbar flagrante : go la-oos urna ollgarcaia apolada em maiirecoan*
teu'f" ; e em aoaly.-e ao plano Uaanceiro do Sr.
raioist-o da lazeada, diz que ehe tem por baae
aooB m ra.-5ptl.0s (syslema dos panes decadea-
tea, 6 C006eanPnr. a do cog "aacnto do cru.l.t.i)
e ambos elles com subscripto.
O iduaire coni. re ite, fazendo o balango dos
part Job l.btraes, dorante os prlmeiros cincoeo'
la aono8 deste si culo, frisando o papel impor
tant que ellea desempenbaram, e poni a in*
lti.'iencia perante as neceBsidadea do actual
momento e daa forgaa ociaes qoe se est j pro
digiosimeote deaenvolvendo, cooc uem que elles
teem necessidade de se robustecer de noos ele'
memos, de crear nova eeiva, e esses elementoa e
essa seiva esl&o as classes operaras e no povo
qae irabalba e sjllre e qoe tem direio a ama
melbor distiiboigao das riquezas publicas, ac
centoando nao somente qoe om nevo panino so
poder! resolver os problema!, que se aprese--
tam m:msoto8os e imperiosos, raduaodo-se do
povo eapoiaodo-se a'elle, como tambem qae o
poro opionQa resistencia ao movimeoto reacio'
uario qoe vem de cima, de molo qae tolos se
aoam perante o pengocommam.
Nesta oriem de ideas, a.-oa.-e boa os seos
amigos a qae acompaobassem o Balotar roovr
mento de reaegao qoe se esta operando no paiz.
Sara aioda tempo de evitar a intervengan estrao'
geira, seDio a perda de oaciona ilade I
Tambem na mesma asaociago fez coofereoc a
o Sr. cooselnelro Baroard.oo Macbado sobre o
ihema A sltoigao poltica e a eoa soiogac, te-
chando o eeu discurso com a pbrase tanto mais
vehemente qoao o serenamente pronunciada
"Guerra ao bao dismo poltico* !
Ddoz da com todo o rigor de ama cooclosSo,
a tiolagao expressa na mencionada parase a
onlca.possivel, a om bomem de estado e o me
nos militante em poltica qae anilysa os facios
emergidos.
O qo dro qae o Ilustre confereote tracoa.
com orna elegante nitidez de contoroos e com
ama fiua sobriedade de tintas, jasuficou, real'
mecie, ease remate. Seote-ae qoe nao poda
ser 00(1*0, etoaagrac< 1 o con (rente foi em
Ibe imprimir o caobo de ama deiucgao lo*
gica.
Foi toda a eoa graga e toda a soa babilidade.
Mis a coofereacla foi anda sob ootroa tnuo-
iBleresciante e instractlva : o ex-ministro das
obras publicas exprimi oltidam n:e e.t coo-
cei'.o : earia o aiz coQang no re. E toda
a soa to distiucla e Uo espiritual prelaegao se
pode comer nesta summala : a rontianga do paz
no rei e a rmolao de todos os hom-ni de bem,
veonam d'oude vieren, porque de justiga re
coobecer que os ba entre os pol ticoa e loflaeti-
les mais multantes, terio camn cooeeqa ncia
immeiiata a regeneragao do paiz.
Este, diz o Jarnal do Commercio, esta deca'
bido, pareceodo mais ir morreado, que viven
do Ua, em verdade, poda desesperarle dos
resultados da lata ? .Sao. O paiz, atravz da
cris- que nos assoberba ba qaasi moco aooos,
tem honrado os seos cotnpromi-'803 no eatrau-
geiro. Nao tem elle, poia, elementoa p-.ra a sua
r geoeragio econmica ?
O qu falta ao paiz, aceres :enta a mesma ra-
lba, a moralldade no governo, a moralidade
oa sd moistrago publica. A liberdade e a le
glica le sao ama pefella m;siir)cagau. O qae
aos goveraa o despotismo. Urna faccao asse*
oboreoa-se do poder, (es o saffragio um mer
cado ae eacravalura, eBteodeu por toda a parle
os seas tentculos, e, apoiado nos loteresaes
mesquiubos dos partidos, cojas amb g-s satis-
faz a o pon o de distribuir eqaiiativameote,
por algaoa districtoa, a aatoridade por progrea
aiaia e reeierado'ea, impera com o maia po-
dre despo iimo. Mesas condigOes, satisfeitoa
oa partaos, a sua aegio pariameotar oulla, e
oa accordos que para abi se leem visto, e accor-
doa lameolavels, o demona'ram eloqueoie-
meote.
Do qae carecemos primeiro qoe todo, n5o
de leis. qie ee despretam e eopbijmam, de
morallaale. Safe ella, portante, no governo,
para o que ae devem associar todos os bomens
de inteogOes rectas e as classes trabajadora*-, e
o pala entrara oa soa vis de re{e:era(&o, im-
portan to primeiro, Do.'m, desofestal-a, uaodo
realidale a este grito :
Gderra ao baudidismo poltico 1 s
Creca o bo* eleitoral, asslgaalandc-ae qae ser redozdo c
numero de depuiado9, com remodelagio doa cir-
cuios e base do sutf a?io no ceiso, eem qae,
porm, consagre direito ao voto o fatlo excesi-
vo de ebefe de famllu e saber t- e escreer.
A contirmir-se o ooato, o seo proposito aao
outro seoao reduzir a representago da oppoa'
gao as cmaras.
Se- conaeqaencia do fado restrlogir-se muitc
o numero doa eleitores em Lisboa e Porto : pra-
gressistas e republicanos s;raa prejodicado?
como doas parados qae contara mais com c
pavo, maia com as claeses humildes ; e os ope-
rarios lero cercados os ssus direitoi-, de sortc
que as rejIamagOes eociaes, o> qoe ellas teerc
de josio e correcto,, nao poderao ter voz que as
repercuta.
Ne.'la circomstancla?, vai-se pratiea-' mai!
urna violeocia contra as llberdades e garaotia
populare-. Em todos oa paisas, trata-se de
alabar o sudra^i \ aioda qua nos qae mais
roidoa estao por pe'igosas Uas demolidorasf
em Potto^al ao coolrario p-ocura-se limtalo.
Nos coosilerandoB qoe encabegam os dec.etos
dictatorlaej acceotnoa o goveroo Ber sea desejif
continua' o rgimen parlamentar; mas com oax
parlamento, como o qoe seqoer fazer. nSo ba re-
gimen parlamentar, nao representado o paii :
e tea reprssenlago as classes que cao s5o c
povo.
Todav;a, diz-se que v5o ser representaloa a
commercio, indu-tra s agrku'tara ; e estas
classea jl o oSj sao t e nao ba oolras 00 paiz t
NSo, aquellia claasea nao ae-ai represen-
tadas.
As c-tea apenas serSo de -le:to. do gover
00, represen'anteB dos seus goveraadores civis,
adnioiatrauorea e regedorea.
A lei eleitoral tem defeito ; preciso corr'
giloa ; mas o que nao pjde fedr 83 na sai
base (un; mental e arvorar o cenBO em base um
ca do poder de vot>.
A n va lei eleitoral, assim modelada, ba de ser
orna r-i.-a 1, tamanba, como a daa incoaopatibi'
lidales: dos grandes escndalos mant-r se bao.
So ae peata sm coBsegair om parlamento qua
san -coie tolas as irrejalandade], que repre-
sente ama chancella, ao pasao qae o paiz ser.
laogado em novas excitagOet potincas, abnndo-
ae oa iocooveoieotes das lactas eleiio'aea aer
nenboma das saaa vaatageoa, e continuando
esmagur o paiz a qoealSoecdoomico-fioanceira.
Desde das qae se Carava em qua o gover<
no irazia entre raaos vanas medidas e providen-
cias aimioietrativas e economizas destinadas a
promaigagaodlciatorial, visto estar encerrad 1 c
parlamen-o, e procurando assim saporir a falla
desse importante e legitimo collaborador aa
marcha guvernativa.
R allano se o fado, e var.os decretos j vie-
ran a publicidade em nmeros de seis relativos
a con'.ribuigao industrial, A crditos extraoroX-
oinoa, s estrada-, aos empregalos pblicos, s
reinciden'.ias e a propriedade ndostnal.
O Joroal do Commercio qoe, por soa cordo.
ra, oo muim de qualiticagOes exageradas, da
qae sao por tal forma rmenlas e ra squinbsi
as dispcBgoia deeses dejreos, qoe anaiVaal-as
equivaleria a gastar cera com roios det'onctos.
acresceataudo que as do d-crelo referente aoa
emp-egaios pblicos eatao a pelir Trindade e
om digno oninuaior de Offeobacb .
E, por tirm. affirma qoe nao passam elles de
ara.9 simples mediaas reftimeoiares oa regata-
maiHUM, unoudoroadoa coa l.tulo de dOCrO.
tos.
O governo reaolveu applicar tolos 01 an-
nos ama verba de '.00:0001 para acquie gao de
novos navios de guerra.
Segn lo noticias telPt-rapbica?, a siipagiu
do Algarve e de \agra do Haroisno moito gra-
ve, teodo por motivo a primtira ae reclaigfie*
da contribuigo industrial e a segunda a questic
do milfo.
En Fro reina a mais caracterisada sgitagif
popular, pols cerca de S00 populares entraras
na cidade aos gritos e em atutude aggressiva
ameagaodo levar todo alale de si se n&o fa-
rem alteo lilas quanto ante? aa reclamagSss coa-
Ira a cootribuigao iadnsirial.
Pe isto o qae 03 cabegas do tumulto oitlda.
mente exposeram ao Sr. governador civil qoe
interveio para parlamentar com elles.
Qoanto a Angra do Herosmo, o caeo ; a ul-
tima colbelta do milho foi abundmte, agncalto-
-es e commerciaotes p-eenlem exporial-o, mal
o govtrnador civil qae nao Ib'o conseBt^. Cu
e outros, feriaos nos aeas iateressei>, e alm ais-
so irritados pela inexplicavel leimosia do refe-
rido faoccioaarlo, protestaram pe-ante o gover-
no, pedindo a demasdo do cb.fe do districto.
O conaeibo de mini.-ir. s reamo no gabinete de
ir. Hiotze Ribeiro, e como natural, oceupoa-
se deste negocio, coja importancia desaece-
siri encarecer, principalmente, porm, a agita-
g3o do Algarve que, na sitoaciio em que le ps
coDt a o pas, fcil conve tar.ae n'umi coi,". i-
gragio geral.
Depois de despedir- de S. M o rei, se-
zuio o Sr. cooselbetro Ao 0010 Eones no Sai
Express para Maraelha, onde devena embarcar
com destino a gamoique, sed lo acompaobale
dos S'.. Fre re de Andrade e db-al Coos^eiro-
o primeiro paquete segoira tambem para ;
delimiugao de S mica o cap o Elairdo Costa,
e lelpg'apbicamente foi crdenaJo ao governador
de Looreogo Marques para qae, logo qae ebegse
qu.-lla cidade, de regresan da fronleira entre 0
Siogoedzi e o Pafuri, o major Caldas Cor.eiro si-
ga para a frooielra da Senzilaolia, abra de col-
locar os respectivos marcos limitropbes, confor.
me o accordo leito entre Portugal e aqae'.le es-
tado.
Aa noticias cbegsdas do sol de reino sao
bem lamentavi-is pelos effeitoa doa temporaet
all bavidos, tendo n o Algarve cbovido torrea-
cialmente, eogrossaodo oa ros e os rlbelros e
inundando os campos qoe se acban n'um estade
deplofavel.
Em Faro cboveu durante ama semana coose.
cut vameo e, mioando a agua oa alicercea de al-
gamas casas qoe allulram sobre ado ao sitio da
Alcagarias e Pootlnoa. Grande nu.iero de ca.
sas terreas foram alagada?, sendo oecoasario
emprear bombas para o esgotamentr. Todos es
vafes e campos baixos dos arredores da cidade;
apreaeotam om aspecto desolador teodo a
cnuvi transformado em lagoa. Sao enormes os
piejoizos.
Em Tovira comegou a chova desde 26 de No-
vembro ; a ribe ra do Aeseca taosbordoa, attic.
giodo a) aguas grande altura, mandando o mer.
cado, a prag>, o jardim e mMa de 03 casas ter.
reas, das qaaes algomas desobaram, teodo aba.
tido tambem parte do editicio do ibcairo.
Sao iocalcalavdia os estragos caucados pela
agua.
A cbea, que continua a eng.ossar cora u
atraas que baixam da serra, corre com impetutr.
si la le. arrancando troncos de arvores e Jea'.rc
eos sem conta; e a ponte qae divide a cidade,
esta ict- ansitavel, nao ba vendo memoria oa pro*
vicia de to insistentes chovas.
Nos po j os oaixos da cidade aao ioca cuUveia
os prejoizos em mobilias e roopaa dos moraia-
re?.
No Suidioaa a:centua-8e a ebeia.
Por o Jo o seu perca so at Ms tola (em cb).
ido sem cessar ba 8 dias ; e a ribeira das Doet
ras tranabordou de molo qae o vapor Gomal
I, que fz a carreira do rio, mal poade agaea.
tar.se uas ama r s.
Re:eaie qae a ebeia augmente e tome aa
proporgdes de ba anco.
Entre Faro e Lou'. ao kilmetro 337, desear,
rlboa o comboio n. 3 por ler a agoa arranca
do os carne, o qae molvou o deecar-lamenti
i como se ?artis;em as correles qoe ligara
csrraageas, a machina e o tender separara
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Diario de Pefiambuco 4$uinta-feira $4 de Janeiro c3 fl*i#5
se dellts. indo enterrarse miis loase no terre.
no lodvn, Reuni cercados -e a**-
0 machioi-U, de nome Jos Lua Cosa, ua
toral do Birre.ro, casado e tendn Uloos meno-
res, morreu iosuo-aneameole; o fo^oeiro Jos
P,n o licou doraati seis oras, meio oierra-n-
no carvao e rodeado e agna, sendo sal?o pelo
aerralbeiro Francisco Pimenta e pjr ooiros po-
polares; e um capataz da lioba parti om bra-
50. As banagena soffreram fcaslante, e os pas-
saaeiros sabirara locolomes-
D:iem noa-de Faro que a liobi-rerrea eott
obiiroida desde a c dade at ponie de Marxll,
c Em La?os o nur mostra-se aitadls3irao, aen
do o veBio aoe eopra impetuoso e a cbuva qoe
cabe torren lal,
Vae grande cheia ni ribetra de Cobre".
O reboraior raj.-ei Ilarseot, fondeado na
hahi do Ligoa dorante a tempestade, desappe
rectu a ioiU arrebatado por om vapor descc-
nhecido.
E' oa verdadeiro arto de piratana.
Fizeram-se pesqoiz&s em iodo os pe-tos, maf
nao deram resor.alo.suppoado-se para o largo, saqueado e meitido a piqoe.
A imaginacao arden e da populado c-arii-ma
cooiir matlunio com cores vivas as roas cou-
iectoras sobre a desapparlgao do HirseU qoe
arrlboa a L'igos mrante a teapealade, rebocado
pelo vapor f-MMM Gomaiercio capitao Ciar
les Lgo-io. Uis ir-siaiem que o rebocada ineri-
cionaao, sem inpoiao'e1, foi levado por un va-
por qoe commetiea om acto de pirataria, ooiros
oot-os diiem qoe, fondeado ao largo, foi ao
fem.
Hi dovidas.
Foi grande tambera a abela na rata de Silves,
ficando pa.ie da cidala ioondad, e ainda a
chova contr.a a cabir.
No ma aroal.a-.te uas altaras do Cabeco da
Ervigeira, Setnbal, o barco de pesca Circo
Hermenia, morreado afogados Mauoel Costa
neu-e. Aotoaio Mina, Aotonio'Phoipboroe, An
tcoio Tocapapjd natoraes de galubal e casados.
O temporar em Pont Delgada destroio ore
enorme bocado da doca e metteo no fondo o li-
tan, i eoiodastep, a do:a fluctoaote, os wigon*
eo patacho allemao Adelheid, morreado dois
tripulante*.
As lentes do plarol fi-aram despegadas,
sobindo os prfjaizos a centosde cont?.
No domogo 6, por oVa da? 8 horas da
noi'e, es'avam aos poocosOde rap.zes jant s i
Doria do Ci'O Aorea, qoe aqoi pnto de reu-
niSo e palestra dos esludantes das Escolas, prin-
cipalmente de aspirantes de marliba e do exer-
cito. ..
Failavam sob-e os acDntecimsolos necorndos,
qoaodo o apoarecimento de om amigo e colleja,
sob'iibo do S-. Hiits* HiDeiro. os acirroa na
conversa, declinando para o sobrior.o as ovo_
ctivas que ce dirigiam ao tio ; m3 todo isto,
cla'o. com aquelle bom bomor com qoe a mo;i-
dade costo-na tratar estas cousas de poltica.
A om dos que mats indigoado se flagia e qoe,
por isso, rom mais piadas raimoseava o sobrhho
do Sr. presideute do coiselbo, disse-lhe um dos
qoe c ooviara.
__ Doo-ta un viQtem, se fo.-es capaz de dar
um viva R^pablica.
Cnega-m'o responden o brincalhao, m-
primindo a resposia, nesa* impolsao de bom
homor, o miis apropriado carcter fadistal qoe
a'pbrase implica
E o raiaz dea o vi.i, mas sordamaite ; nao,
porm, taato qoe o&o o oovisse am policial que
parto eslava. Elle esllmivel agaate de... des-
ordem approxima-se letflTel co revolucioaari
e brada-lbe.
O Sr. est preso!
Ab etoii I ? Poia passe mnlto bem I e
eatranio uo caf, sabio pela roa do Craci-
Sxo.
O bom do polica, dado esse luprodeote pasao,
nao poda reeuar, e entrn, a aeo torno, no eata-
belectmeuio em persegoic) do evadi.o. Asso-
maulo, na a la do bilbar, foi recebilo a patead?,
a vozearta e a... taco.
Di- be gis Ieritava om dos rapazea.
Carambola bem i -exbortava oatro.
O bo a do polic:a desprende se dos rapases e
veo para a porta, desata a apilar e n'om abrir
e fectiar de o'.hns, eslava o caf Inoondado de
polica, estiva a roa do Oaro coberta da mesma,
LU'ii d'J|ii*ilSO d mamcipal, e m..ia n maior lio-
iio Sarment, o capitao Das, os chele da ju-
dxiaria, p... qoem sabe se ordem para se p-
rem 8 fo'as de promptidao, sendo o qaarleir&o,
onde esta o caf, o cpalo militarmente.
C capiiSo Dhs, olhos iojectados e a saltare -
Ibe das rbitas, eatra u, caf e, com a vos de
Bte-tor, Rrltou :
Niogaem sabe d'aqui.
Mas como nao Ibe occorrea qoe ha ama sabi-
da ra*a a roa do Oociixo, por abi se pozeram
ao fresco qoant.s o quizeram.
Procurou-se o estudate do grito; mis delle
nem famaca mais. enlao o capilo Otas ordenan
do qae os esta iaates militares, oos oaze, o acom
panhassem ao goveroo civil, onde o'ama fala
adboc, intimoo os rapazas a que Ibe deooociassem
o criminoso. E'claro qae uada consegua, por-
que tratava com borneas de bem e nao cam
denunciantes, sendo qoe nesie entretanto o ma-
jor Koraees sarment confereociava com o mi-
nistro do reino.
Logo depois o capitao Das volta 6 ra do Oiro.
que eotao estava ecuvertida em campo de ma-
nobras : era um espalbafato bellic arebi-n-
coio.
Por den!- do urea viona o'om g'upn de es
todantea paisanos, o seguodanais a da Escola Me
dlra Sr. Ca-io- P ao(,a rapaz pouco mala qu ama,
criaoa e alm disso tnoito pacato; mas nem por
isso, desprovido de faculdade de se rir, qoaodo
se Ibe depara o ridiculo. Um sea compaabelro
cochicnoa-lhe qaalqaer coiss qas o fe rir, riso
qoe o rapit&o Das tomoa como urna troca
ama cbofa, um e.-c.-aea a soa pessoa. A? qo
o iuk-:omman4aote do corpo de seguraoc po-
blica do Lisboa, eardendo eoio por completo
a cabeca e esqueceodo se, nao menos por com-
pleto, do que se devia a ei como tomem e como
rmiiit.r e como fanecionario esbofeteou o pobre
rapaz t
A in sp" rada brutildaie da aggressio det-
xou os nircumstotes estupefactos, poia s a
isso se leve o nao se precipitarem immeoiata-
mente sobre o aggreseor quaat09 all se eacau-
travam.
O caf foi mandado fechar, por medida de
eegoranca, s* oto por arb trarledaie revol-
lant-, ni > verdade ? Eos oote presos fora u
solos, por assim o ordenar o Sr. ministro do
rea..
Como natural, am das se utimeotos que ma s
enoobrece a academia o da eolidarledal**, c
cao iadlgnoa profunJaxente os peln'antes t
moito especialmente os da Escola Medica, mal-
6;lidariesados pela circomstaacia do aggr.'di l<
pertencer qoelle etabeIecimeao; e assim
reaoiram estes a tari*- do diasabeeqoeite, para
;e desaggravarem da offensa de qoe foi viciim.-
sea camarada
AresJtaram-se varios altitres, aigans do
quaes, embor?. cjm carcter de blagoe aero
por iseo deixaram de exprimir nos qaanturc.
de proposito e justtza como, por exemplo, o d--
ser sajeito o capitao Das a exame de Lorm*'o
so, para claselQcar a que especie pa'.hologico
meotal pertense o aggressor do Sr. Carlos Frao
Sa, se i jo por ti sobro proposta de qaintaois*
ta Braoco Geatilr app-ovado qoe se dingisse
am manifest ao pas, narraoa os (actos e pro
testando contra o S*. capitao Olas, e bem aai.m
qoe elle fosae sobmettilo a um pro.essa psr
om aboso de autorzale.
O maaliesto nao se tex esperar, -bem api*
ms' ladostobo* sah'o elle e foi distribuida urna
edice' de 1000 exemplares em poneos mo-
mentos e as barbas da polica; sem ella dar por
Isso por urna pega qoe pregaram-lhe os esta i
dante?, e pro ra de estodaoles.
O protesto levado ao paiz e nao aos pode-
re ido Estado; porqoe diz o protesto, acimi
da massa deshonrada da dirigentes, ha urna (or
i que pre:lso respeitar, qoe se prepara, t I
vez em silencio, para escorrtcar com o latero
do despreso, manejado por maos calejadia p-lo
trabalbo, os bietr.Oes em prsca publica qu
nos te o levado a esta decadencia.
A Esco'a Polilecholca adherid e 03 estodantes
no difl.io do Lyzea Qseram urna reanio caja
dissr>to(ao foi intimada por om sargento da
guarda mun'clpai, e obedecida com calma petos
estadaotes, faienao odreaidtate da reuotto esta
deaafladora obser acao :
.Boje, sim, anda nos pdela dissolver;
mas.'qutndo eslier remida toda a Academia,
nem vj, nem todo o voseo regiment. >
Oatras escolas e corsos canfraternisirao coa
o movUento ; e das dlfferentei academias d
paz begam noticias de terem ai. e-i lo. 0 ,
meando comajistes para vir assistir ao graade
comicio qnn a cj Cirios Fringa apreseotoo ana qaelxa ao pro-
motor de jatici rxi itar, ete porem deixou de
recebel i por jul te o caoitao Dias em commis-ao ne servia nao
depeolentes do miois.erii da guerra.
GHR0N1CA
O J/ei ioro de Joo Cavalcante, uro livro de
estrea, constiiue um recaeil de versos que do
j idea iu figura qu: mais larde ha de oceupar
o joven alagoano na3 lettras patrias, proseguin-
do, corno estou certo, na mesma senda que vai
percorrendo.
.Nao tenho necessidaJe de esmerilhar aqui
defeitos que sao communs aos llvros de estrs,
c ;iquel'as que apenas combara a ensaiaro vo,
para mais larde, scindircm as espheras allissi-
mas e illuminadas que nem todos teera a for
tuna do percorrer.
A critica tem de obedecer cm'certos e deler
minados eaaot, a nina rbita restricta, e antes e
abrir o livro que vai historiar tem o dever de
alten Ier s circumstancias de diversas natura
zas em que se achou o auto \ ao atina a luz da
pubiicidade o fructo de suas locubncGes.
1-erlho asaim as seguintes paUvmsd prefa-
ciador cora que synlhetiso a rainba cpiuio sobre
o M'ii Licro :
Miis que admiragao, causa-me espanto, co
mo consegue um mogo, vivendo n'um meio as
phyxiante o absolutamenla anii luterano ab-
sofvente le todas as aspiracis de gloria, escre
ver Terso3 como os escreve elle...
* Nao quero dizir com isto que o poeta
correcto e linpeccavel; ao contrario seus versos
bellos e col indos, doc-.s e coremoventes, teera
aiuda incorrece^s de forma e deestylo .-
O que elle fa/., s o deve ao seu talento e (:
bera assiro qu-* se pode conhecer do seuvalor 1
Falla ao sonhador o artista ; odibante pra
cisa de lapidario
Perfeilamente essas palavras syn'.hetisara
rigorosamente tud) quinto eu poderla dizer so
bre o autor do Meu Livro, mojo de quera, a le
lura dos bons mestrea e a cullura de um meio
mais desenvolvido do que aquelle em que tem
arrastado os dias, faro de futuro um poeta
perfello, que para isto j tera alma.
Si tivesse de fazer urna selecro entre os
trabalhos enfeixados no Meu Licro, sera hesitar
apontaria para o soneto despedida, onde n'u
ma aloravel simplicidade da phra&es, n'uraa in-
finit-i naturahdnde, o p )eta diz nos quartoze
versos, com uma sentiraentalidade cincera tu
do que o possuiu n'um raornen'.o de despedida:
Vejam este quarteto :
Adcus i adeus disse ella entrestecida
A be ira mar. A onda e branquiada
Dizia serapre uma cango mauoada
Indo morrer na Draia enraivecida.
E depois comoell; termina, duendo qu3 vol-
ta e procurando esquecer lud> que llie dissara
o bera amado, fechando cora este terceto de uma
encantadora suavidade:
Porem debalde Um ocano mu lo
Ha na minh'ama lugubra e cliorosa
Onde o consolo modulo n lufraga.
M"us parabens ao poeta do Mea Livro, que
em breve desejo ver manejando a lyra cun a
correceo dos nossos bons poetas.
Termino brindando aos leitores como seguin
le soneto indito qie me enviou o sympithico
autor dos Polymorphos, um dos valenles rapazes
do Grremio Tobas :
A BORDO
Qunntasve7.cs doce luz da la,
A sa no toraba 1 I lio s horas quando
Roma o siendo a bordo em ti pensando,
Eu vejo junto a mim a imagem tua :
No delirio da febre que me estua
A louca phantasia me exaltando,
Julgo de encontr ao meu teu seio arfando
aos oalancos do barco que floetuo.
E si min'i'alma inquiro delirante,
Como qua longe esls e n'essa instante
1>: ver-te ao lado meu, tenho a ventura. -.
Do profundo recesao de meu seio
Febril, medroso e trmulo de anceio :
Trouxe-a comraigo-o coraeflo murmura
Arthur Ilahia.
Este bello soneto foi escripto na ultima va-
gem que fez o poeta Capital Federal
Manoei Ardo.
A aejao da Tosca que se pasaa em Roma
no anuo da (860, tara como personagens :
Floria, La To.ca. Srta. TIOZZO
Luciana, camerieira Traversi
Scarpia, diretloredi Polizia Snr. F Lolti
Mario Cavaradoasi, pittore Copodaglio
Angelotti CerrulJ
Colomelti Salvi"
Eu/.nbio, sagrestano Fonniggini
Gennariuo, garzone Colazza
Schlarrone Tovagliari
Ceceo Giglioni
Una guardia Salvarezza
So'dati e Gendarmi.
Desenvolve-su do seguinta modo
Em 1800, era quanto ltonaparte enchia a Eu-
ropa com o bi ltio das suas victorias, Bourboo,
favorito do Papa, escandalosamente abusava de
sua autondade, mesmo era Roma, e puma com
a forca e a corda toda e qualquer apiragao, por
mnima qu? fosse, pela libardade italiana.
O pintor Mario Cnvaradossi, filho do velho
patriota, cheg Roma segurado as pisadas de
sua bella enaraonda Floria Toscarcelebre
cantora.
Para dissimular a3 suas ideas e aspuac.!S
polticas e os seus amores, Mario obtem o en-
I" cargo da pintar urna capola da igreja de S.
ndr, e obtem-n'o fcilmente, por isso que
off Toceu gratuitamente seus servigos artsticos.
Chega a Roma a noticia da derrota de M
rengo. O clero rejuoila-ae, jesuticamente con-
vencido do se haver abatido o genio de liona-
parte.
Em quanto Mario est trabalhando, o pa-
triota Angelotti', fugi lo do cast-llo de Santo
Angelo com o auxilio de sua irm a marqueza
Ottavanti, aprsenla se a elle pedindo pao e
soccorro Mario, como dever entre nomerrs que
lutam pela mesma idea, lli'oa concede prompta-
inente.
Angelotti cinta-lhe, entila que a desprezi-
vel Erama Lyona, que por sua desgraca conhe-
ceu muito intimamente era Vienna, veio a ser
depois cmbaixatriz na Inglaterra e fel-o pren-
der. Sobrevera a Tosca que promptamente
chamada a corte para exhibir provas do seu
talento artstico em urna festa organisada pelo
seu inestre e admirador Paisiello, aira de com-
meraorar-se a queda de Bonaparte, sendo, pois,
forgada a deixar Mario que, por sua vez, pro
videncia promptamente para a salvacao de An-
gelotti, visto como j eslava de.-coberta a fuga
desle do caatello de Santo Angelo.
Era j lempo, poru? o director da polica de
Roma, baro Vilellio Scrpia, chega com seus
horaens e recolhe alguns indicios que levam
n'o a crer que Mario piestou auxilios a Ange-
lotti
Dirige se para a casa de campo de Mario, se-
iuindo as pgalas de Tosca.
Ah chegado, submeite a cantora a um inter-
rogatorio, crenio descobrir o escondrijo de
Angelotti.
A Tosca nega tudo, e, ento, Scarpia faz
lorlurar Mario, a tal ponto que elle, nao po-
dondo resistir a dores 15o profundas, denuncia
Angelotti.
Correr os guardas para cupturarem o fugi
tiro, mas era tarde.
Angelotti- furta se morte ignominiosa da
fora, envenenando se.
Mario e Tosca sao conduzidoa para os
carceres do caatello de SanfAngeto.
O feroz e libidinoso Scarpia, vendo Tosca
soffrer por seu amante, toma aa da capricho
por ella e, ento, para conspguila, promette
llie a salvago de seu amante Mario.
Tosca constrangidaraente acceita o paci
infame, mas despertado de novo em 3i o seu
amor proprio offendido, er ter achadoo meio
de libertarse do seu hybndo in'inigo e fugii
livre cora o seu amante Mario.
Scarpia promette a Tosca fazer fuzilar
simuladamente Mario, atim de apparento
mente, obedecer a ordem do governador de
liorna. Tosca, porm, engala, porquanto
Mano morto.
Tosca, presa de supremo desespero, ter
mina a sua vida cheia de tormentos.
MUS1C1ANA
LA TOS .A
Era recita extraordinaria promovida em fa
vor da sociedad avalleiros da Cruz, vae
hoje a scena no theatro Santa Isabel o drama
Tosca da penna de V. Sardou, dividido em
quatro actos e cinco quadros.
SarJou, Sarn, hoje esses dois nomes da vi-
da artstica franceza esli ntimamente consor-
ciados, inseparaveis u:n do outro.
O eminente dramaturgo escreve agora para
satisfacer os caprichos oriantaes da celebre tro.1
gica, que esl com a mana do esplendor sea
nco, quer surgir dianta do publico como urna
apolbcose do luxo, enriquecendo o guara rou
pa cora prejuizo rauitas vezes da vida psycho-
logica do drama, transparecendo, luz das
gambiarras, enlre a nevoa de ouro dos sonhos
inaravilhosos, como uma visio extra-munlana,
phautasticamente llumnada de aureolas e res-
plandores.
A cada nova apparigio da Sarn diante do
publico parisiedse o maior trabalho dos crticos
quasi que a descriptiva minuciosa, louvami-
nheira, das roupa rens que a judia veste orgu-
Ihosamente inebriandosa na uthmosphera de
luxo qua ella propria crea, com o concurso
dos m-Ihores aderecistas e de seu amigo Sar-
dou, que devotamente se presta no novo clob
artstico, imaginando os scenarios qua devem
servir de moldura 3 suas poses de mulher
vaidosa, adoradora do ruido n cantumaz do es
cndalo.
E nao deixa exercer uma grande fase nagio
sobre as plateas essa faustosa exhibigio thea-
tral. O publico quer alguma cousa capaz de
acudir-lhe os ervos com emogis novas, ar-
rebatando Ihe o ledio que o invade com a
contemplagio dos mesmos espectculos, das
mejinus scenas. As massas detastam a sun*
plicidade, querem sempre o complicado, o va
riegado.
Mas Sardou um meatrs, profundo conhece
dor da scena sabe fazer vibrar a corda sensi
vel do espectador, era seus dramas in um
pouco de tudo para os paladares mais desen
contrados. Ah 6 que est o verdadeiro segre
do do mgico dominio no thealro.
Elle nio como Dumas Filho um dscutdor
de Iheses, nao lira conclusojs um descrip-
tivo narra e pinta. E par 33o que Sardou
recorre scenograpnia: 6 preciso inspeccio-
nar o observador cora todos 03 lons da paiza-
gem que esboga, necessario ser colorista em
toda a extensio da palavra.
A nao ser em Thermidor. onde ha real-
meato urna tiles; poltica, these que determi-
nou a retirada da pega por ordem das autori-
dades france-as vi! se nos seus dramis o qua-
dro emocional dos sedimentos em|lula ou de
caracteres desenhados con habildaie, com 03
quaes prepara as siluages chocantes de suas
pegas.
A Tosca ainda nio a sua nova formula
dramtica do apparato, tem a vrtude primitiva
da succeasio natural dos lances, sem recurso
s tetas seenicas e a suraptuosidade dos ves-
tuarios. A Tosca o desenho da dedicagao
pelo amor; a dedicagiosem raas que vai da
caricia aumenta passando palo sacrificio do
criaii para salvar o objecto amado, provando
ao mesmo lempo a sua fidelidade, al chegar
ao desespero de ama leo* ferida, juntando se,
na morte, ao amante idolatrado que Ihe rouba-
ram ao amor e existencia.
Tudo aso meramente descriptivo, mas ad
mira vel mente descripto, e com uma incompa-
ravel nura de tragos.
op
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
lclchsedcch de Albuquerque
Lima
Dia 4
163S -Weerdenburg com .500 horaens
embarca em uma esquadra, de quatorze navios,
ommandada pelo almirante Thyszoon e no
mesmo dia deixa o porto do Recife. (Vid. Epli.
de 28 rt Janeiro).
1 ;: 1 -Reunidas as duas commissfies na
campia de Taborda, comega a discussio sobre
a capilulagSo. (Vid. Eph. de 13 de Janeiro).
Os hollandezea queriam qua a capituiagiofos
se decidida pelos respectivos governos, porm
nao aceitando os nossos tal proposigao, viram se
obrigados depois de previa consulla ao Conse-
Iho Supremo a decidirera-se pela capi'.ulagio
immediata.
i I67 -Assume o governo da capitana An
dr Vidal de Negreiros.
SIS-E' transferido o collegio de orphio3
convertido em Colonia Agrcola Artstica e
Orplunalogica Isabil, para a extmeta colooa
militar de Pimenteiras, na comarca do Bonito
REVISTA DIARIA;
>
Remoeao-J Sr. Dr. Secretario da josti-
gi, Ne^ooioa I tortores e iastraegao Pblica, por
portara de z2 lo andante, removej o promotor
publico bacna'el Joao da Matti RoCia Figue;re
lo, dj moaieipio de G.'.vat para o de Jaboa-
tio, deveodo s^umtr o exe.clcij dentro do pra-
zo de 15 lias
Secretarla dos j^eg-oc'os da In-
dustriA do Estado de rernambuco-
for (lortam do Dr. Secretario dos Negooioa (a
11 iust-iii, de i. .o correte, fo am concedidos
ao Dr. J.o Poataal Riogel, eommissario de
by^ieae do 5" dislricto, dojs u.ezas de liceaga.
sem veacimeoto pa-a t'atar de negocias de sea
iateresee fora do Eatado.s en lo nimeado p.ra
aobatilnil-o o Dr. Jos Ignacio a'Avila.
Por portarla de 16 do corrate fo a pe
lino, coos derado eem effeito o acto de 1 de
D sembr oltimo, pelo qoat foi nomeado o ci
di :io Pep o Jorge da Silva Ramos, ihesoureiro
,d 3'directora e njmeido iute-inaminta para
o mesmo lagar o cidadio RiaolpboGoxea Leal.
Por portarla dn 17 do correte foi nomei-
doo cliadao Bernardini Heoriqaes de Otiveira,
pa a exercer o cargo de de.-eabiata de 1* cUsse
da 2> sob-directoria da 3* directora da mesma
8 c etaria.
Telegraptto -Lformam-ncB da estag&a,
oesti ciaade, au Telegrapbo Nacional, qoe est
ter.ni: ada a coislrucgo, e ]a entregue ao trafe-
ga pnbii'p, a liona telegrapnici do R'cife ao Lt-
moeiro, sendo a taxa dos telegrammaB en.re as
duas cidades e a do Bom Jardim 70 ris por pa
li'ra,
A proposito da imagoragao dessa linhi re*
c-'bemos os secarales lelegrammae, o qoe agra-
decemos :
Bom Jrdlm, 33 de Janeiro.
Reaacgao Diario.Recite.
Communico a esa illostre red cgao qoe foi
ho;e inaugurada esUgao telegrapbica desta cida-
de. tl'-gosijo geral do povo. aatisfeito por (So
mporante melhoramealo que acaba de.eer in
irodmido aqai.
SaudagOes.
Presidente Concelno, Peeira Lima. *
Bom Jirdim, 23 le Jintiro.
Reaacgao Diarlo. -Recite.
Cheto Je eatboslasmo felicito essa redicgio
p la iniagaraco li-hi telegraphlca Bom Jara.m
R ,!c
Prouotor publico, Jos C.Ha?.
0Theatro Santa Isabel -O eapectacolo
que se reallsa boje no Thjatro Santa Isabel
eat refita extraordinaria offerecido a sociedad
benficeote Cavalielroa da Crcz,
O drama escolbido aTjscado dramatar-
go Vitoneo Sirloo, oude a Sig Tioxto fac o pa-
pel de protagonista.
T dos os bilbeus eitfto pissados pela socieda-
d, pelo qie de prever ama enchente red.
Tendo inultos delles sido acceitos por peisaa
qoe aoiualaiente se acbam fora da capital, h.ve-
ra coodaeco para Olinla, Appipocos e bonds
i'.o costme.
A oreieata dlridda peo maestro Suido, exe-
crara e proe amma:
!Silva AraojoHyuoo magooico.
2*darlos 6>meai! Gaarany sinfonta.
3---VtWiiRgol'to qaaMettn.
4-L. S i idoCava'le r, s da CuzMarcha
( x re a.mente esc ipta par.' es-e espectculo).
5-P"drottiTot'i in UancbfMsi.afoau.
Santo Amaro das Salinas -Hoje pr-
las 7 boras do da tera logar a bengo dt o-
pelli ii r da i--'j de Santo Amaro das Salinas
nresidindo oa'to o Rv.n. Sr. vigario da Boa
V sta, padre Augusto Frank i M reir da Silva,
que pos a refe Ida bengo, celebrar mlsaa no
aovo liar.
l'niai Typosraphica-Real zoose no
domi la nova direoorla dessa otll assoctagin.
E am dozea horas quando assamlu a presi-
dencia da a so-iago o p eside.no eleito, qu ,
aps od a.'.'so de agradeclmento, empossou os
limis memores da dir'loria.
Onrara dorante a aesrao- is Srs. Ao'ouio de
Millo, Jjs Cavalcante, Jio N^pomnceno, Gus-
tavo D-S), Eduardo Gainiaraea e Mraoel de
Oluei-a.
Terminada a ses-o, foi offerecido um m->-
desto copo a'goa a nova directorio, sendo tre-
caioe animadas sao Ugo-s.
A noite foi illi minada a farhada do edificio
em que foneciooa a U.i ), leudo silo basteado
O PRlan lartn noeial.
Revista ilustrada-R; roemos e ra-
gifltrainoa ura'os o n. 673 cono 20 J'es-a revis-
ta da Cipial F-rieral-
0 texto ed magnifico e na era rar e ilustra
Ja iriz a catastroph^ "a Barca Teieira.
Greni'o Tobas Barretto-Rmne se
boje, as 6 oras aa tarde, a ua dos Pescadores
u 29.
Emisso de vales ="iiega ao no3SD BO-
ibeimruto qoe alguna oegociganles de motha-
103, teem imroduzno oltlmameole em circola-
g4o nomerosa porgo 1e vales
E-aa medida qoe visa facilitar 03 trocoa pode
ccadonar prejunos a pesroas poaeatdor?8 df
aemelbaotes v p-ohibida, concorreodo alm de lado para que
comraue a meama especalago qu3 ee t^m posto
-m p-atica com as moedas de cobre e ni kel.
Faz ee preciso, pois, urna providenMa para
impedir a c.-culacio d'esses vales, qoe repet
mo3, polem occas'cnar prejuios ao povo.
Ferrovia da Varzea-laformam-aos qae
o irem, que partird da Vanea aso bras dama
una de bootem largon da.ll. complettmeate
e.-coras e sem o devdo pbarol aceao na Ireole
u ni ..'iii.ii como manda o regula lento da va-
fer-ea, e em verJsdeira teailada nio [a-ando
as -etagOes para recebe: os pas ageires.
Por essa motivo, na t-etago a Magdalene, la
ol' ea lo ama fjiniiia o maior de goato, se nao
fosse a coragam da umi seabo*a em tonar o
treno mesmo andando ; o que alias fot ceaaura-
do pelos passgeiros e conductores do mesm
tre ti ,.gSHD J>rO
No porto do Lasserre dec-ss o meamo caso,
com um p3*8*geiro, ebegandoo trera oo En'.ron-
cameato adiactado 19 minutos.
Para taes abusos solicitamos providencias do
S'. engenbidro fiscal da l'.oha cu qaem miis
competir.
Os dons presidentes -Sob este tiialo
escre ea e f-*z pablicar o Sr. Dr. /irglllo de Sa
Pereira um folhto poltico, em que procara tra-
gar os per'is dos aiareciaea Ddodo*o da Foose-
ca e Florlaoo Petxoto como presidentes da Re
publica, que foram.
E' om iiabalno resumido, mas feito com certo
eeito e srte.
Agradecemos ao aotor a aesa que nos diapen
oi. enviando-nos am exemplar do referido fo-
lleto.
Ferimento -A'itehootem, s 9 horas da
noote, oo largo do mercado de S Joe, Joao Ale-
jandrino dos Santos fer.o i caivete a Ensebio
Ma cI da Aasompgio, sendo presa ce flaeraa-
te.
Curso Annevn Facuidade de DI-
roitodit do Recile-s o resollado os
rximes feua booiem.
Historia Natural
Rjque Melchlades o S Iva, dlaiiacgSo.
Irin a Leitao Pesaoa de Alboquerque, plena-
mente.
Alvaro Ladislao Cvale inte de Albcqaerqoe,
dem.
Jo Pinto Made. sirapleamente.
E i nardo Borges Mmele, dem.
Gisiaa de Mtodonga V-s:oocell0P, idem.
Caetano Perrelra Pinto Mlbero, idem.
Termioa*am-se os exaoces preparatorios neate
Co'ao.
Semeates de hortaliza Para a cesa
dos Srp. Pogis Meodes & acaoa de chegar
trande sortimento deaeas sementes. conforme
diz o anooncio qoe publicamos na aecgao com-
petente e para o qoal chamamos a aiteogao dos
ocasos leitores.
UVandemburfj-Este magnifico vapor to-
rio illominado a loz elctrica e com laxocsis ac-
commodages para paesagwros, deve sabir aia-
nhS 25 do co'reote. pelaa 10 horas da manta pa
r? o Cear, Miranhao e Par*.
Telegrammasretidos Acnatr-se oes
ta reparugao es Begoiutes;
Da Parahyba para Pedro da Cro', do Para pa-
a D*. Eaeas Mariins, do Pilar rara Aatonio
lioogalves deAbrea, de Maragogj para Fraicl-
o Ma'qaes, de Taerezioa pa;a Archelau Men-
.Ips.
Carne corrompida-Pe'.a almioutra*
gao ao mercado te S. Jos, foi mandada laigar
so mar 135 1(2 kilos ele carne corrompida, per-
lencente a oi'ersos marchantes.
Multa -Pela meama admimstragio foi mul-
tado o talbador Victorino Alelxo dos Santos na
qomiia de 30*009 por cada peso qoe foi encon-
trado falsiifl ido, e mais 5",. do valor prim.vo
orefazendo tHo isso o iot As grandes eidades do mundo
Pelas ouimas est^tisiicas a uma cMade no mon-
do, Londrea. tem mai3 de quatro milboes de ha-
bltaues e uma s tambpm. Parlz, tem mais de
dous mtlhOes, Berlim. Cauta Chicago, Pnlls-
delphia, Nova York, Pekn, Tokio e Vienna ex-
cedem de om milhio e S. Petersbnrgj tem no-
vjcentosm'l. Qaatro c-dades teem 800.000, uma
700, ma 60J, nove 500, dezesele 400. onze 300,
quareota e uma 200 e cento e dezoito 100.
O algarlsmos relativos s oriosioaes cidades,
sao : na Borona, Loodres 4.2H.CO0, Parla.....
2.4.7.000, Berlim 1.579.000, Vienna i.364.000,
S. Petersbo-eo 929.000, Constantino da 874.000,
Broxeliaa 471.000, Compeobaeoe 375.SOO. Ma-
drid 470.000, Stoocko'mo 230.000,' Bokarest
2U.000, Amenas 107.000 ; na As a, Ptkin.....
65.000, Tokio 1.552.000, Bombaim 8"O.CO0.
Th ira o 200.030; na Afnra, Cairo 375.000; na
America, Nova Yjrk 1.515.000, Rio de Janeiro
500.0C0. SantisKO 200.C00, Montevideo 175.000
e Lima 101.000. _
Organisaeo do eosino na Tur
mis Aa escolas tarcas dividem-se em daaa
catnegorias t aa escolas publicas e as escolas
particulares.
As pobllcas compo'tam : escolas elementa
res escoiaa prim;rias(mekatib Istbjao) e col-
legios (mtkiblii.roschdie), 2o as escolas medias,
collngios superiores (mtkabit 1 yoadie), lyceos
(ucktbii I seltaue) 3 as escolia toperio'ese
jculdades (mi kabn i alie).
Pela lei e. colar cada co amona oo quarttro
deve poaaair ama escola elementar e o eoslno
primario obrigatorio de a 10 ancos para as
meninas e de 7 a 11 para os meninos.
O programma das escolas primarias alpha
beto, Alcorao, eoeioo rtligioso, escripia, calclo,
historia lu'ca, e geographla.
O estodo do Alcsrao objecto de cuidados es-
peeiaes, e oao raro ver meniaos de 12 anuos
recital o tolo de cor, sem com preen je: orna
palavra.
O cleeio obligatorio para as cidades de
mais de 500 casas. Q lando ba habitantes de
diversos coitos, cada coito dsve ter seo collegio,
ae se estoade a mais de 100 casas.
Os es odos doram quatro annos. as grandes
cidades ba collegios para meninas.
08 collegios superiores esli as cidades de
mais de 1-000 casas e os estados daram tres
auno?.
Qjaoto a Ijcens. f existe o de Coas tan tioo-
pl, fondado em 1868, e admilte externos, melo-
oeoaiooistaa e internos e da dlreito a certas
(o cgea administrativas.
As escolas superiores compreheodem as esco-
las normaes da profesacrea e proiessoras, as es-
colas especlaes de medicina, de agricultura,
minas, guerra, marloba e ouiras e as ualversi-
;;"'es. E t s teem tres facoMadealettras, dl-
reilo cieo ias. As ligoea &) dalas em iureo
00 em f aivz,
Nova locomotiva electriea Est
no eaial'iro de Boston ama locomotiva olectncp,
caraclensada pelo emprpgo, em Ingir de moto-
ras de movmeaio circolar, de un pistn e de
un i ylind-0.
O cylio 1ro muito maior qii nos ra loconi'va a vaoo- e leva para ointe.ioruna
serie de imana. O nielan .t-avessa couplet.-
meu e o iylin-1ro e ao'pseiia omi nroasa em
cala extremidale Comporta na pare .itua'3
oo cyolro uma se ie de armadera de cooetruc-
gao eip-ciii. '
O accomolsdo-as collacalos aob-e o eixo
das rolas motoras aervem para faier passar oe
intprrompjr a coTent".
O p-in:io'o da machina a almisf) da cor.
rwti nos lmns que goarnejem o cynd-o p
que por toa i ttrscao sobre as armadoras d i
t-onco d.' pistn de'.ermio m o movimento dett--.
E uli n da carreira, a correrle iraosfe'ido ao
noao at-az 'o pistn e este move-i- em sentido
contrario. Os nciomu'do'eB fazem 0 papel do*
exrentri:oa, dirigem as valvolaa ua lo;omotiva
a vapo".
Focinheira antisptica Lembram-
se os lenur-s di focinkein antisptica lemorrta
po: um oorio* f-aac^s qne po' aqu oaa.-ot
cjti mu lo ba-uino e moila confereucia t
Nijaal'e lempo n) houve noi^iarista o o
cnrmista hamirsaqae nao trogas3'. da foci-
ihei-a p, em-eiauto, a nooaa e*a bem lembrada
d ai certo pmo pjs3>"l. Seno leiam c qo*
nos diz oa folbs pirizi-ni:
N *B r>lioih-i3i Niioaal de Parlz, hi alguna
lias, os (requemado-e* da Moquita (sil< do tre-
oalno) ootava n com admiragSo que os exprega.
les da 81011010"% nonam o na-iz coberto cam
om app T'-Ino exqn-si'o e que nai o ti'avam do
raota todo tpmp) das conairlias. O mais en
Nebulosidad! rosta 0,?7.
Boleliin do Pe rio
Pra-raar ou Dias Horas
baixa-mar
B. M. 2 de Janeiro 7 b. CO ra. da m,
P. M. de Ib, 10 m. da t.
Alitra
|.-070
1,-95
Casa de Detencao Moviraente dos
presos da Casa de Detengao do Recife, Estado
de Pernambuco, era 22 de Janeiro de 1895 :
Existiam
Entraram
Sahiram
Existem .
A saber :
Naclonae*.
Mulheres .
Estranueiios
Mulher- .
i
Total .
Arragoados
P.003 .
Doeotes .
Louco .
Loucas. .
433
" Total......
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Jos Tavares de Sant'Auaa.
Joaquim Jos Tavares.
Esequiel Honorio Gom.-s Palmcira.
Te ve alta:
Jos Francisco do Nascimento.
.vlatadnuro Publico -Foram abatidas
no Maiadouro Publico da Cabanga 78 rezes
para o consumo publico de hoje.
glCeiniterio PuMico-Foram sepultados
no Cemiterio Publico de Sanio Amaro, no2lJde
riosoa p-o^iKa-am iofO'ma{,-)a e socoeram q e Janeiro, os seguntes corpos i
o apparetno e-a um caga-microbios naaal.
Pareen que mchenlo, rercechendo e facu'in-
do 03 !I>toj, os emp-egaios d biliolbeca fcziam
toar pjoira ralc-nbina que Ins enirava pelas
fjsaia nazae, farealo as nanoas grames dam-
nos. Adi'R'tor's cuosoltoa nm memoro da Fj-
i.ildade de Medicini e t.sie inventou logo o ciga-
inierOHOs nasal, cujo -ffaito fui prompt1*.
laveatno m do de dize*, oo-qae por aqu
ja no* tivemia a leabranga da fdetahatra inti*
rejtlcu.
CasBincmo civilO escrivo do casa-
menlos que funcciona nos aistrictoj do Rscife,
Santo Antonio, S Jos e Afogalos affixou na
repartigo do registro, ra do Imperador u.
75, 1- andar, edital do proclamas ''e casa
raentos dos seguintes coilrahentes.
Segunda publicagao
Joao Consta ilino Gongalvcs da Silva, viuvo
empregado no commercio, com Maria Gomes da
Ciu/-, soltera. naluraes desle Estado c residen-
te n.ifreguezia de S. Jos.
Joaquim Zloccowict', negocianlo,residente na
freguazia de S Jos, com Vicencia dosAnjos
de Araujo Motta, residente na freguezia da Boa
Vista solteiros e naturaei deste Estado.
Primein publicagao
AlfreJo Ilias de Nascimento, natural do Rio
Grande do Norte, artista, com Eluiira Leopoldi
na da Rocha, natural deste Estado, solteiro9 e
residentes na freguezia de S. Jos.
Inspectora do districto mar-
timollecife, 22 de Janeiro de 1894.
Boktira. metereolo2ico
Boras. Tcrm ceni- Bwometio Tensdo do Humi-
ta, O0/ vapor dade-
757,-92 20,48 781
758,-"l4 2,15 7ti
756,-95 2 ,39 74'
757,-74 10,"9 72
758,-61 20,21 71 |
rettperatura mnima 26,00. Thermometro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura maxiraa 30,01 Ennegrecido
59/8 -Prateado 42,'0.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,-5 a som-
bra 4,0*'..
Chuva nulla.
Direcgao do vento : NE de raeia noite at 9
h. manh ; ENE at 12 D. da tarde ; XE al
rneia noite.
Velocidade media do vento 4,-22 por se-
gando.
grado
6 ra 26/8
9 27/8
12 2*,7
3 t. 28/5
6 28^,2
L'opoldino Ameri.-o do Monte Lima, Pernam-
buco, 31 annos, solte'iro.Pogo.
Paulina Francisca de Freltas Tavares, Per-
nambuco, ti minos, viuva. Boa-Vista.
Francisca Martinha de Sooza, Pernambuco, 70
innos, viuva. Boa-Vista.
J.aquina Silveira Sacramento, Pernambuco.
38 annns, viuva, Boa-Vista-
Joaquim Severiano de Souza, Pernambuco,
2i annos, solteiro, Boa-Vista.
Mana Lv.lia, Pernambuco, 4 raezes, Boa-Vis
la.
JosdeSiuza, Pernambuco, 7 annos, Boa-
Visla
Um feto de sexo feminino,. Pernambuco, Afo-
gados.
Jos, Pernambuco, 2 das, S. Jos.
Joao Rodolphodo Nascimento, Pernambuco,
24 annos, viuvo, Boa-Vista.
Rosalina Mara da Conceigo, Pernambuco,
45 annos, viuvo, Boa-Vista.
Maria Quileria, Pernambuco, 26 annos, sol-
teiro, Boa-Vista.
Maria, Pernambuco, 10 annos, BovVsta.
Dia 2 -
Severina Mara da Costa, Pernambuco, 37 an-
uos, solleira, Boa-Vista.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, S.
Jos.
Maria da Conceigao, Pernambuco, 14 mezes,
Graga,
Jos Clemente Pontes da Silva, Pernambuco,
2 meses, Graca.
M.imwl de Figueiredo, Pernambuco, 1|2 hora
Boa-Vista.
Um l'jto do sixo fjminino, Pernambuco, Re-
cife.
Antonio Marcelino, Pernambuco, 7 dias. Boa-
Vista.
M;.na Francisca da Conceigo, Pernambuco,
80 annos, soltera, Boa-Vista."
Zulmira Joaquina Lobo, Rio Grande, 35 an-
nos, viuva, Boa-Vista.
Jos Ttnraaz de Oliveira, 48 annos, viuvo,
Boo-Vista.
Antonio Pedro, Pernambuco, 22 annos, casa-
do, Boa- Vista.
Anna Mar-a da Conceigo, Pernambuco, 22
anno3, soltera, BoaVista.
Evangelina, Pernambuco, 11 me/.es, Boa-Vis-
ta.
Romualdo, Pernambuco, 1 anno, Graga.
PERNAMBUCO
Coneelho Municipal do Recife
BALANQO DA RECEITA E DESPEZA DO MEZ DE DEZEMBRO DE 1894
RECEITA
Aferifao 27 74SS491
Baixa de capim 45 52S500
Barraca 49
Cornija "19
Cortijo 23
Cemiterios oS 25 e 26
Carrosas 33
Carimbo 37
Coqueiro 21
Curral e viveiro 47
Coreto e postes 48
Casas de negocio 68
Decimas 5
Divida activa 7
Divertimento publico
60
Eventuaes
Emolumentos
Edificaco
Estabulo e padaria 44
Espirito 64
Fogo do ar e vista 51
Imposto de 40 rs. 69
Jogos permittidos 5^
Jogos de poules
Limpeza 40
Mercado Publico 3
Matadouro 4
DESPEZA
Concertos de predios mu
nicipaes
579S810 Calamento e saneamento
I2$0O0
Multas 0> 9, 10, II e 14
Muro baixo 22
Mscate "45
Machina vapor 32
Predios municipaes 1
Solo inferior 18
Suinos 29
Terreno nao murado
Taboleta
Telephone
3.371*885
I.305tT50
2.657S975
2.536S9OO
S630
56S476
69S300
318500
768S957
174.236S737
6.123S796
630S000
119S600
1.278S162
752$910
66i$5o
152S25
998750
9.605S340
210S000
2.2I0$O0O
I4.322S923
9.223$rOO
23.564SOOO
937865O
II8550
218OOO
408425
843SI20
I.386SOOO
I23S2OO
2S887
268250
2.0l6i?000
CAIXA
Dinheiro, balanfo de No-
bro
Rs.
260.7748724
39.7168810
300.4918534
Antonio M. Pereira Vianna,
Thesoureiro do Coneelho Municipal.
O i. escripturano servindo de escri-
vo da receita.
Joao Antonio Monteiro,
da cidade 1.6368108
Desapropriages 14.155SOCO
Expediente da Prefeitura 269S140
Expediente do Coneelho 187S860
Eventual 1.1988870
Eventual dos cemiterios 2988410
Forca municipal 12.262S275
Impresses do Coneelho e
da Prefeitura 5878550
Illuminaco publica 2l.828$390
Instrucco Publica 21.274S000
Instituto Vaccinieo e Hy-
giene 1.6828775
Juros e resgate de apoli-
ces 6.620$ooo
Jury e eleices 409S000
Limpeza publica 6.729S780
Matadouros pblicos 3-3838950
Vencimentos do Dr. sub-
Prefeito 8338333
Vencimentos dos empre-
gados da prefeitura 25-911*341
Vencimentos dos empre-
gados do Coneelho 3.3508000
Vencimentos dos empre-
gados aposentados 7475633
Vencimentos dos juizes
districtaes 2.4008000
Obras municipaes 6588400
126.4358815
CAIXA
Dinheiro por saldo, Janei- *"&
ro1895. 174.0558719
Rs.
300.4918534
L
O 1." escripturario servindo de escri-
vo da despeza.
Marianno de FigueirSa Fari&r.
S. E. O.
Contadoria, 18 ie Janeiro de 1895.
Genuino Jos da Rosa,
Contador.
. v
Ir,
*.

i
\ \
&-


Piarlo de Pernambaco Qninta-feira $4 de Jfaneipoe $95
3
PllBUCOES \ PEDIDO
Acontecimentos de Pao d All
Sobre esta epigraphe e n'. Piotn'ncia de hoje.
vem o tristemente celebre tiesta ciilaie, Jos
Antonio Cesar de Vasconcelos, relatando os
nconlecimentos que se tem dado tiesta cidade
uestes ltimos das e onde elle tem represen-
tlo o papel de criminoso cvnieo e impudente.
Escripia c'om o tiui unico.de desprestigiar o co-
ronel Pinhoiro Ramos, (como si isto fossedado a
(luaiiiuer Cesar de Vasconcellos), aquella longa
Imita d'A Procitvcia, podia passar sem nenhum
reparo,se A Provine*' s fosso lida no municipio
de Pi d'Alho, o so todos os seus leilores es
ttvessem informados, do que do que val e
do que tem feito neste municipio, o infeliz mogo,
qud cahin lo todo o dia de descrdito em des
crdito tem descido at regiao ecurlssima do
crime, da mentira e da falsidada.
Verga lo ao peso do mendonha3 aceusaces
que nos Tribunaes competent-s Ihe lin sido
intentadas, ora como defraudador da Paseada
municip al, ora como autor e principal prologo-
nista dos lamentaveis successos que a 5 do cor-
rente tivernm lugar nesti ci lade, o signatario
da publicago d'.l Provincia, acucio em odios e
iras contri'o Prefeito desle municipio, coronel
Pinheiro Ramos, veiocom aquelle nunto do in-
famias (e outro nome nao eab ) trazcr ao co
nluciinento do publico qw.'. l A Provincia a
bistona triste de 5 de Jau-iro, onde a parver
Bidade sua fez cahir por trra ferido por urna
bala uiu velho pai uu familia, bemquisto e res-
peitado.
Eis em paludos tragos a historia do dia 5,
perversamente adultera la p 'lo juiz do Io dis
tri 'o, ragas a extraordinaria condescendencia
do Goncelho Municipal, pas com ura hoinetn,
sib lodos os pontos de vista incapaz e incom
plente para exercer tao alto cargo. Vasconcel-
jos liavia lomudo das antes um i faca da ura
preto que passava na ponle desta cidade, p I
simples e nica rasad do preto respon 1er Ihe
que vinha do engenho Larangeira do coronel Pi-
nlit'iro Ramos. Quatro dias .depois ojuiz do Io
districto encontrando-se na feira com o mesuro
negro, a quem bavia dito qu: nao queria ver
ruis na vista, a ello se dirigi exprobando-o
por esse facto, e nesga occasiao, sem nenliuina
razo que justiticasse o juiz Vasconcello3 tiran-
do do bolso um revolver S'U inseparavel com-
panheiro o apontou contra o pe.I), este vendo
Immiaents o tiro pode agarraodo-se corpo a
corno com elle suhjugal-o deixan lo livre a mo
e;n que eslava o revolver, neasa occasiio pas-
sando Antonio Francisco Furtado de Menlonoi
iniraigo declarado c conliecido de Vasconcellos
e que tinha como tem, o grande criraedeser
padrasto do Prefeito, ouve de Vasconcellos as
palavras ameagadoras: nao venha, que mor-
re e s":n que tivesse havido a mnima prova
cagao, parte o tiro, cabe a victima, inerme e
iudefexa. Preso em flagrante, O jai reo, pode
escapulir-se do lugar do facto e isto por aeredi
lar muilo na casualidaJe do facto, que vive a
apregoar. Preso em seguida e solt por flanea
concedida pelo Dr. juiz .d direilo, elle volta
todo o seu odio, toda a sua mi vonla le contra
o coronel Pinbeiro Ramos, cujas nicas palavras
no dia o foram : O hometn est preso, er.tre
guera-n'o Joslica!
Nao ha nesta Cidade, urna s pessoa das qu:
tcnbam assistido ao faci que possa dizer o con-
trario, e no entanlo 0 dislinda amigo da Provincia
que deve a vida taires, como deve o cargo, e as
honras que tem ti lo n'eale municipio ao Coro-
nel Pinneiro Rumos a cuj s pos viva curvado,
no lempo que nao era anda martyr, por isso
que se na occasiao dos successos do da 3 o Pre-
feito houvesse dado aquella ordem que com lo la
a torpeza e villana I e attribae, quera sabe al
onde teria ido ajusta inlignag dos lilhos e
amig s do velho Antonio He idonga, victima do
seu desmedido olioao irefeito e a lo los que
com elle so ligara ? !
Comega o muito celebre juiz Vasconcellos o
seu amontoaJo de mentiras, ;.tfirraando que na
occasiao do conflicto do dia 5, ia em compa-
nha do Dr. Reg Mello ; o proprio Dr Hallo
conta a quera precisa ouvir' cousa differente, e o
iroprio juiz em auto de perguntas nao falla que
osse acompanbado.
O proprio cidad) Ildefonso Carneiro cuja
benfica intervengo deve a vida como diz, nao
dir que o Coronel Pinbeiro Ramos tivesse dado
aquella ordem, que se tivesse existido, do pro
prio seio da niullido que cercava o ento
criminoso preso em flagrante, da propria torga
enearreaada de prender os criminosos e retira-
da j das ordens do juiz de districto pelo des
mandos que com ella fazj-, alera do desvirta-
mento da missj dos soldados, Tazcndo-os seus
agente* de compra de agurdente, seus catxei-
ros, seus criados, sahiriam ejecutores d'aquella
ordem que o Prefeito era incapaz de dar como
incapaz de qualquer acto vi dent, de qualqucr
acto arbitrario ou injusto. E' debalde que pre
tende pss infeliz attnbuir o fado do dia 5 a
mandato di Coronel Pinheiro Ramos, ha teste
munhas de todo o facto e o actual Prefeito desle
municipio tao incapaz da pralicar um a i i de
tal ordem criminoso, como desastrado o ho-
rnera qne querendo convencer aos tribunaes da
casualidade de um facto busca o tcstemunro de
pessoas que absolutamente nao viram o fado e
que pjr uraa perverso inexplicavel de carcter
prestam-se aos caprichos d'um insensato que
pretende esmagar a influencia poltica, o pres-
tigio e a propria pessoa do Coronel Jos Fnn
cisco Pinheiro Ramos, de quem os Vasconcellos
dse municipio esto tao longe que nem se en
xergam'.
Diz ainda o misero diffamador que o Prefeito,
armou soldados e paisanos para trucidal-o- E
esses soldados e esses paisanos porque nao o
fizeram Porventura aquelles nao sao creatu-
ras do Prefeito e estes nao taviara sido arma-
dos s para isto'.
Quem os deteve? A bravura do cidado
Ildefonso ? A aureola de martyr que cinge a
fronte do juiz Vasconcellos:' Diga, se nao
est propositalmentc esquecido, se na occasiao
da luda um dos soldados da feira puxando o
sabr nao deu ainda urnas pancadas no preto
qua o subjugava, mostrando com isto a nenhn-
ma ordem que houvesse recebido? Que diga
o honrado corara reante Julio de Carvalbo, a
Juera esqueceu no seu agradeciraento e a quem
eve a vida igualmente, quanlo o arrancou de
urna morte cer.a, que digam os cidadaos Seve
riano, coronel Barbosa, o Dr juiz de direilo
que cora o prestigio de sua aulorida le eviiou
os actos de justo desforgo que contra si que-
riam tomar os filhos da sua victima, e deu-lhe
todas as garanlias de seguranga, acompanhan
do o al a priso.
E' ced anda para dar se a ultima palavra
sobre estes acontecimentos, a causa pen le dos
Tribunaes que hao de proferir justa sentenga
contra o dsvairado calumniador, contra o in-
sensato que raordendo boje a m) que j bei
jou, procura cortal-a.
Poderiaraos fin iar aqu, fazendo ura appello
de honra para lodos os habitantes desta ctale,
para todos os horaens de bcra, para todas as
autoridades para que dissessem de que lado
esl a verdade, se do lado do criminoso que
procura, na calumnia, e na infamia armas de
defeza, ou se do lado do coronel Pinneiro Ra-
mos, iorpemente calumniado, mas que, espirito
superior, ti se ainda de tamanha desfagale?, de
tao deslvalo eynismo, mas o artigo da Pro-
vincia nos pr.voca ainda certas considera-
cOes.
E' precisa rauita ingenuidade para nao se
enebegar naquellas linnas o preparo, a base, o
alicerce de urna nova infamia posta era pralica
pelo infeliz parahybano. De facto nfio ha em
Pau ''Alho, quem, a par das aptides do ex-
professor primario, nao tenba conhecido a ra
zo da data de 19, posta ao alludido artigo.
Capaz de todas as infamias para fenr o ho-
metn que em m hora o elevou s alturas a
que tem cliegado, o ex-professor, o ex subde
legado, o juiz de districto, na note de O para
SI do corrente ideiou e realizou urna nova in-
famia, se nao fossefarga, para, como est nos
seus planos, mostrar se martyr, perseguido,
victima, eic.
Eis o acto. Na manh de 21 amar.bsceu
esta cidade de alguma sorte alarmada com a
noticia de que o juiz Cezar de Vasconcellos,
havla levado um liro s 3 horas da madrugada.
Com a possivel presteza foi a auLridade com-
petente, razer vistoria, autos de perguntas etc.
Chegada casa dasuppostajvicllma, sot.be delta
a seguinte e commovente historia : que abrindo a
torta da ra s 3 h. da manba para veiteragoa*
el o na ra e voltando sentara-se em urna mesa
da sale para egerever e que nessa occasiao ura
liro partido da porta da ra que por descuido
deixara aberta, foi emprogar se na estante col
locada sobre a mesa, ferinndo alguns livros e
poupando a cabega desuada por um providen-
cial desvio. Pergunta I > a quera attribuia esse
ti matutino tiro; respondeu que ao coronel
Jos Francisco Pinheiro Ramos, que facto per-
fectamente sabi lo achava-se no Recite, on!"e
fra ao desembarque do conselneiro Rosa e
Silva, e que no entanio desfechou, um tiro em
Pu d'Alho s tres horas da raa (rugada !
Quanta impudencia !
O piefeito de Pu d'Alho distante muitas le-
gua, no Recife, espreitava a hora em que o Sr.
Vasconcellos, nao tendo um viso proprio, abrin
do a porta da ra para satisfazer urna necessi
dada deixasse a porta entreaberta, e fosse es-
crever n'uina mesa. Semebante facto causou
wn tala cidade profunda irapressao de ridicu
lo, pofs nao bouve urna pessoa que acreditasse
na veracidade da comedia, posta em pralica com
um fim perverso de imputar-se ao coronel Pi
nheiro Ramos.
E se nao vej irnos : na occasiao do tiro ura
visinho recejando algura crime mesrao, dirigi-
se incontinente detonago, casa da suppos
ta victima, e ah encontrando as ponas facha-
das consegulo, olhando por urna fresta da por
tu. ver o hbil comediante passeiando pela sala,
arreciando uns ares le dosvairado, e esse raes
mo visinho batendo a pirta e oerguntando o
que baria succedido, ouvio ora remosta urna
voz de senhora dizer: raeu marido que est
doudo !
E assim de desvario em desvario, do queda
r-m queda, de crime em crime, vai o ex-subde-
legado de-^to municipio e pretenso chefe poli
tino, que j tevea a udacia de pren ler o juiz de
direilo. em audiencia, porque adiara urna inque
n;5o, se alolando cada vez mais no des -rdito
dos i omens sensatos, quando pens-i esmagar o
prefeito desle municipio que s tem un crime
e ser demisiado indulgente para cora as vi-
bras da reputago alheia, os detractores dos ca-
racteres que nao podem imitar.
Cumpre, em concluso, e para que o publico
era geral sab? o que se !*a feto por c, dizer
que as autoridades esto processando esses fa-
dos deponentes que a comedia do tiro ha de
sabir a lume, pois a victima de to lorpe impu-
tago acaba do constituir advogado, e quo ci-
ma das calumnias e do procedimonto infame
que tem tido nesla cidade o signatario do arti-
go de 19 da Prorincia, esl o conceito de que
goza entre os seus concidados o generoso ca
valheiro que a despeito da perfidia que foi es
paitada, das mentirosas historias cochichadas
aos eleitores desle municipio, vio o seu ame
ser o mais sull'ragado as eleiges de depu-
tados procedidas a 10 do c>rrente.
Aqu Andamos e bem po le ser que vollemos
ainda imprensa, caso nos convenha mostrar
bcra em publico a calva e as mazellas do cau-
sador nico do to las as pertu bagues que tem
bavido neste municipio.
Pao d'Alho, 23 de aaneiro de I8S5.
Cas'.ell* Branco.
A Provincia
Nos transes do desespero o orgo do delste-
rismo, na ausencia coraploia de motivos para
atacar o governo na pessoa de seus mais dedi-
cados agentes, recorre invengao do fados.
E' assim que boje a Piocincia appareceu de3
grenhacia, de chale a tiracolo, lamanquinho na
pinta dos ps e cora a navalha usuil procura
golpear o nosso distinclo amigo e correligiona-
rio raajor Tneo loiniro Pessoa, formulando u;na
conversa sobre oceurrencias dadas no becco do
Malunguinho em Afogados.
O Sr. major Ttieodomiro Pessoa, felizmente
no cargo de subdelegado nesla freguezia tem
se constituido o mais forto elemento da o-dera,
evitando que campeem itnpune.s;os desordeiros,
o isto justamente o que tem incomraodaio
Produca, rujo odio vai crescendo para Afoga
dos proporgo que au.menta o numero de ci
dalos, que por urna orienlago feliz, vo sin
ceramente alistand.-so no brioso Partido Fede-
ral.
Pobre Provincia !!
Esl sendo victima da propria decomposi-
go.
Afogados, 21-1-9::.
Ao publico
Nao pretenda mais vir a imprensa oc-
cupar-me da venda do engenho Ilha
das Flores feita por rneu sogro o Sr. Ba-
rao do Bonito a Antonio Bernardo Gomes
la Silva, e p r este transferida coco dias
depois a tneu con-cunhado o Sr. tenente-
coronel Jos Piauhylino Gomes de Mello
Provocado, porm, por esse Sr nao
posso e nem aero guardar silencio.
Do raesmo modo que o Sr. Piauhylino
oceupar-me-hei smente do histrico do
facto da venda daquelle engenho, expon-
do-o ao publico para que julgue qual o
verdadeiro e o cercado de phantasias.
Principio declarando ao publico que
aconselhei, na presenca do rneu advoga-
do Dr. Manoel Nicolao Regueira Pinto
de Souza, ao Sr Jos Piauliylino para
comprar o engenho Ilha das Flores, e
isto fiz porque assumindo o mesmo Sr.
Piauhylino a responsabilidade do paga-
mento do preco do mesmo engenho para
com rneu sogr garanta o direito dos
herdeiros e evitava questoes futuras entre
alies, quand) meu sogro viesse a fallecer,
urna vez que essa venda podia ser feta
por meio de titulos que representassem o
seu valor, porque *no necessitava meu
sogro de fazei-a a dinheirs por tar meios
sufficieutas para manter-se com digni-
dade.
Nessa occasiao mu advogado ezplicou
ao Sr. Piauhylino as exigencias legaes
para validade de semelhanta contracto.
O que, porm, no aconselhei ao Sr.
Piauhylino foi que concorresse para um
contracto olhos vistos simulado, rea-
lisado por meu sogro com Antonio Ber-
nardo Gomes da Silva por 60:0003000,
prego muito inferior ao do engenho, para
o fazer transferir para s cinco dias de-
pois por 6 :0008000.
Esta e a verdade do facto.
Nanea pretend comprar o engenho
Ilha das Flores e isso prova o facto da
venda da parte qua possuia na Uzina P-
drosa bituada naquelie engenho e de to-
dos os bens de raiz, semoventes e mo-
vis que all possuia.
O Sr. Piauhylino pedio -me procura-
cao para ser por mim e minha mulher
assignada a escriptura de venda que ll:e
pretenda fazer meu sogro do engenho
Ilha das Flores, e nao tendo eu manda-
do essa procuraco porqae nao sabia do
modo pelo qual ficava garantido o seu
preeo, o Sr. Piauhy ino entendsu que
nao tondo eu satisfeico de prompto o pe-
dido devia fazer o contracto simulado
pe'forma que fica dita, trahindo-me
com proveito no conselho que Ihe dava
na melhor boa f e confianca.
Demonstradas as circumstancias que
precederam a venda do engenho Ilha das
Flores, procurarei apresentar dados que
provam a incontestavel lesio de seme-
lhante con racto.
O engenho Ilha das Flores foi compra-
do por meu sogro por 30:0900000, como
confessa o Sr. Piauhylino.
Essa compra foi feita no anno de 1864,
e a esse tempo as propiedades agrcolas
n5o representavam o seu valor real, por-
que o prego do assucsr nao compensava
a despeza do seu fabrico e transporte
para esta capital onde Be apuravsf
NSoeramjior essa causa aproVeitados '
oe seus terrenos davidamente e as peque-
as safr s fundadas eram mal colhidas.
Os seus macha3mos n3o estavam aper-
feiccados como os de hoja, e por tudo
isso nao tinham os agricultores esperan-
cas de mudar de condicJo.
E n&o obstante essas circumstancias
o engenho Ilha das Flores foi vendido
naquelie tempo por 30:0005000, o que
prova que elle de p imeira ordena.
Construidas as estradas de ferro o en-
genho Ilha das Flores, como todos os per-
corridos por ellas, augmentaran! de va-
lor, principalmente elle, porque foi do-
tado de urna estaco em seus proprios ter-
renos com a estrada de ferro de Rbero
a Bonito. O seu valor, portanto aug-
mentou consideravelmente.
Conteste o Sr. Piauhylino esta ver
dade ?...
Quanto a avaliac5o dada ao mesmo en-
genho em 1889 no inventario a que se
procedeu por fallecimeulo de minha so-
gra, sabe o Sr. Piauhylino que valor tem
a avaliacao de bens inventariados paia
serem partilhados por herdeiros do casal.
Sabe que tae3 actos sao procedidos con-
veniencia dos herdeiros e que sendo a
partilha feita com igualdade nao ha pre-
juizo paia eiles em serem dados valores
de cincoenta a bens que podem valer cera
contos, porque cada herdeirj recobe o
seu quitiho em sua proporgo.
Em conclnsao o engenlo libadas Flo-
res tem o valor superior a cdin contos de
reis.
Foi nesse valor hypethecado ao Binco
de Crdito Real de Peruambucoparaeffei-
to de conceder aos concessionarios da
Uzina Pedroza o emprestimo por elles
pedido, o que prova a certido ababio
copiada extrahida do livro de notas em
que foi lavrada a respectiva escriptura.
E esse o minm") cL valor dado pelo
Banco de Crdito Real ao mesmo enge-
nho porque em taes avaliacSes do Banco
nao mtervem a pessoa que d o immsvel
a ser hypothecado, sendo esse valor arbi-
trado pelo avalador do raesmo Banco.
Accrescento esta circumstancia smente
para demonstrar que a parte interessada
niio fiscalisa taes avaliages de maneira a
i_bter maior valor, o que nao c nsura-
vel porque se ess i estabelcimento assim
nao p ocedesse poderia ter serio j emba-
reos.
A carta a que se refere o Sr. Jos
Piauhylino e por mim transcripta no
Diario de Pcrnambuco est no ''art rio
do Tabellio Carnero da Cunha por
quem foi extrahida a mesraa publica
f >rma, para que possa o Sr. Jos Piauhy-
lino mandar examinar e most-ar pelo
jornal as alteracoes queaccu a.
Est contestada a narrativa dos factos
expe didos Dlo Sr. Piauhylino no Jor-
nal do Recife de 12 do corrente. Pro
metto nao voltar a imprensa sobra o as-
surapto de que me oceupo, ainda que pro-
vocado pelo Sr. Piauhylino.
Nos Tribunaes do paiz serio opportu-
namente, por mim ou meus successores,
discutidos os direitos que nos assistem
como successor de meu sogro, e en tao
confio que as suas decisoes n&o ser&o si-
muladas como o fo o contracto de com-
pra e v.nda do engenho Ilha das Flo-
res.
Recife, 22 de Janeiro de 1895.
Snitberto de Siqueira Bar/cosa Arcoverde.
se prorar, nao estava armado n'aquella
occas o.
Ser crivel, pois, que nessas condicoes
fosse elle fazer exigencias ao Sr. Vasc on-
ce! tos ?
Ninguem pode cr-lo; e o que succedeu
de facto foi qne o carreiro pedio humilde-
mente ai Sr. Vasconcellos que lha res-
tituase a faca, que, como usara todos os carreiros, e elle Vascon
cellos enfurecendo-se, dsse lugar urna
altreselo, no meio da qual o mesrao Sr.
Vasconcellos disparou a arma.
3." Diz tambem o Sr. Vasconcellos que,
intervindo na contenda, o 3r. Furtado de
Mendonca procurou dominal-o, acto em
que disparou. casualmente o revolver, fe-
rindo-o na pama.
Entret nto o que nos consta por pes-
soa bem informada cousa bm diversa.
O Sr. Vasconcellos, que inimigo do ftr.
Furtado de Mendonca, vendo este cami-
nhar em direegao ao local da dispata,
intimou o a que nio se aproximasse sob
pena de disparar-lhe o rewolver ; e como
nao se intimidasse o Sr. Mendonca e con-
tinuasse no seu caminho, realisou a amea-
53, ferindo-o c5o na pernn, mas na r g'o
da verilha, prostando-o esvaido em san-
gue.
Ora, peguntamos quem conta inver-
dades taes, quem adultera assim fact:s
recentes, que merece no mais que es-
creve? que S^alor pode merecer o que
diz?
Fiamos que o pu' lico aguardar a con-
testflgo qua ha-de ser opposta ao libello
diffamatoro do Sr. Vasconcellos, que cer-
tamente ha-de ser punido pelo crime que
praticou, era 5 do corrente mez, em Pao
d'Alho, crian nao casual, como elle iu
sina o seu artigo, porm sm volun-
tarioso.
A Justina.
-------------^------------
A Proviucia
Adhr;ndo ao Partido Federal, sioto necessi-
dade de esquocer mo do empavonado Partido
Autonomista, e por isto deixo de ser assignan
te daquelle pas tanto tem rebaixaio a misso da imprensa.
Afogados, 31-95.
Francisco Bezerra de Menezes
Alfctudcga
Causas (Do 's.i o)
Na ediego do Diario de Pernarabuco de
domingo ultim 20 do corrente, appareceu
urna publicago sena e criteriosa, aeraonslran-
do pdo elemento histrico da queslo e detida
citago da legislago reguladora do assurapo,
a procedencia da parlara, alias transcripta na
dita publicago, exp di la pela insp-Coria da
Alfandega, no locante cobranga das taxas fe
deraes na vigencia do actual excrcicio.
occasiao em que tentava insultar-mi-, por. ami
gos que me acompanbavam, o Sr. Granja ainda
lima vez reedita a baixa e infame calumnia! los
dex contos de riai quanlia esta completa
mente imaginaria.
Mis, desprezemos ainda urna vez too baixa
creago de ura espirito ob3ecado e alheio com
pletamente s acg0;s de um initu go leal e ma
gnanirao.
Assim lambcm fazera todos os que me conne.
cem-
Adiante.
Diz o articulista (:) que at o dia em que ce
dou o ficto a que veuho de rafnS-OH uenhu-
ma intriga linbamelle e seu eunhado ornraigo
que tornei-me seu iniraigo, tio tendo sido pu
indo por aquelle crime.
Apczar da repugnancia que tenho a es-se
raonto le asneiras a que respondo, devo faz-r
neste ponte, ininbas as palavras do .Sr. Granja
De facto, por se adiar impune sru irmo Beln,
autor do assassinato de Chico (Jrosso em pleno
dia e n urna das ras mais publicas desta cida-
de, pelo simples facto de. ter a infeliz victima
manifestado ligeira suspeila de qu; seu prclec
lor e compadra o portuguez Fialho nao tinha
raorrido de asp ixia por subraers) e sim aj-
sassinado, por se acharem impunes o Sr. Gran
ja c seus co-nparsas nos desatinos que lm pra
licado, quj ess-s Sr?. se tor;:arara meus im-
migos.
Se o Sr. Granja tivesse ao menos um vislum
bre de conscienc a e rertedisse mais, vera que
perdpu urna boa occasiao de conservar-se cal
lado!
Os factos vo provando saciedade, quanlo
sao ordeiros os trabalhadores da U ina Piran
gy Ah esto os processos por crime de mor
le contra : Vcrissitno Ferreira de Araujo, Ma-
noel Fagun les, Antonio Vctor Cordeiro, An
ionio Jos dos Sanios e por ferimr-ntos os de
Luiz de Frange, Luiz dos Sanios o outros.
S;io desses innocenlts que apparec m nesta
cidade, como aquelles a quem seu chefe se re-
lere, os quaes apparec:ram no mercado vocif
rando e pronunciando as palavras nais obcenas,
nao respeita .do as familias que por all passa
van.
Comprelier.de se que, a vista do esposto, urna
autoridade conscia de seus deveres esi sera-
pre de atalaia contra urna alJeia como a de Pi-
ran 5 Ass.
Sr. Granja, a opinio publica o mais eleva-
do tribunal das sociedades civilisadas ; a seu
tverediclnm* s se submettera aquelles horneas
cujas inos nao so acham tintas de saugue de
seus sementantes e cujas frontes estao sempre
erguidas diante da jusiiya publica.
Os que assim nao preeaem vo para o tribu-
bunal do jury.
Reprimain o S". (ranja e sua gente os seus
instiudos e appareeam.
Antes que assim procedara, intil recorrer
para as principaes autoridades do Eslado, porque
essas conhecem b:m o recrreme e o recorrida.
Palmares, 23 de Jant-iro d: tt>9>.
Peregrino AfTon?o Ferreira.
de Correntes, ao acaso, co^lduado', por
um voto revolucionario que traga em
si a ponta que anciosamente esperam
galgar.
Correntes, 19 de Janeiro de 1895.
Pereirinha.
lo lllustrc CouselUciro l'raa-
cisco (lo Asis Rosa e Silva
O directorio do partido Republicano Federal
do 1-districto de Afogados. exalta de satisla-
go pir ver pisar o solo pernambucano, o
grande patriota mi1.gerrimo b illas'.1 ado .ci la-
tido Conselhi'iro Francisco de Asis llosa
e
Ficosassim pulverisada a censura descabida' Silva cuja gloria o alevantada posigo o paiz
do Coinmercio de Pernambaco,* em relato
Eis o documento a que me refer:
Manoel Joaquim Baptista, Tabellio Pu-
blico interino de notas n'esta Cidade
do Recife, capital do Estado de Per-
nambuco, por nomeaco legal, etc.
Certifico em virtude do despacho retro
e em vista da escriptura de hypotheca
que ao Banco de Crdito Real de Per-
narabuco fizeram em data de 2 de Marco
de 1893 a firma Arcoverde, Perura &c
Parizio e mais o Barita do Binito que da
mesma escriptura consta ter sido o enge-
nho Ilha das Flores hypothecado pelo va
lor de reis (Rs. 100:l00$000).
O referido verdade e a mesma es-
criptura me reporto. Cidade do Recife,
14 de Janeiro de 1835. Subscrevo e as-
signo. Recife, 14 de Janeiro de 1895.
Em testemunho de verdade- O tabel-
lio publico interino.Maaoel Joaquim
Baptista.
Acontecimentos de Pao d'Alho
O Sr. Jos Antonio de Vasconcellos
Jnior, n'A Provincia de hoie, publicou
um artigo em que procura eximir-se da
responsabilidade criminal em que incor-
reu por ter, depois de ameacar, disparado
um tiro de rewolver contra o Sr. Anto-
nio Francisco Furtado de Mendona, no
dia 5 do correntd, na pra^a do mercado
em Pao d'Alho.
Para architectar a sua defeza, o
Sr. Vasconcellos faltou verdade, com a
mesma desfacatez com que intriga no
Municipio, onde por desgraga juiz dis-
trital, e procurou causas remotas, falsas
e calumniosas, para tornar responsavel
por varios factos que se tem dado em Pao
d'Alho o distincto Prefeito do Municipio,
Tenente Coronel Jos Francisco Pinheiro
Ramos.
Este, natural, que venha imprensa
desfazer urna por urna todas as inverda-
des accumuladas pelo tresloucado juiz
districtal.
Emquanto, porm, nao o faz, sirvam
estas linhas de correctivo ao artigo do
Sr. Vasconcellos, para cujo julgamenco
pelo publico desde j offerecemos as se-
guintes reflexoes:
1.* O Sr. Vasconcellos no pouda to-
lerar qne um individuo delle desconliecido
andasse armado de faca ; e no emtanto,
mais adiante, no seu artigo,confessa que
anda armado de rewolver, arma mais
perigosa do que a faca de ponta.
Quem Ihe deu o dirrito de andar arma-
do ? Pois esse direito nao ser o mesmo
do tal desconnecido f
Demais, morando na cidade o indivi-
duo em questSe, cr;vel que o Sr. Vas-
concellos o nao con/iecesse, mxime ser-
vindo este da carreiro, ofiicio em que
pirito, diversoj engenhos prximos ?
2.' Affirma o Sr. Vasconcellos que, no
dia 5 do corrente, no pateo da feira fra
aggredido pelo tal desconnecido que Ihe
exigi a faca que Ihe fora tomada ; pelo
que elle Vasconcellos puxara do rewol-
ver que tinha no bolso.
O tal desconliecido, podemos affirmar, e
ao caso e ao raesmo leicp tornou-se patento
que aquelle orgo da publicidade nao pedio
inspirages na hypolhese aos legtimos inte-
resses do coinmercio; mas solicou somenle o
co.aselho, sempre pertido e desleal do despeito
mal coudo, cuja exploso era fatal.
AfBgura-senos urna queslo de interesae pu-
blico o deixar cahir em cheio um raio de luz
sobre o carcter e a acgj daquelles quo cha-
raararn si a elevada larefa de guias da opi-
nifio e por isso mesmo contrahiram solemne-
mente o corapromisso do seguir, com passo
flrra?, calma e serenamente, a vereda da verta-
le, sem vacillages, sera desfallecer pela ver-
tigeui do odio o da paixo.
A' imprensa, neutra e iraparcial, principal-
mente, tal qual se arroga ser o L'ommercio de
Pernarabuco, que cabe, luz de um criterio
seguro, examinar os factos e de luzir as su.s
consequencias lgicas.
Ora exactamente na especie que se ventila o
Coramercio de Pernambaco,* em vez de en
veredar pelo caminho de urna queixa razoavel
ou de tima controversia em bous termos, ag-
gride desde logo grosseirameote o inspector da
Alfandega, sem ao menos ponderar que, de|
gado ta Fazenla Federal, :umpre imperiosa
mente aquello alto fuaccionario, para corres-
ponder s graves responsabilidades, qje sobre
seus hombros pezara, dar, na solugo de ques-
les que se prendera interosses da Umo,
urna interpretagSo favoravol a esses raesraos
interesses, era caso de tuvida ; deixaado lon-
go espago aberto s reclaniages, que podem
ser inlerpostas perante a instancia superior.
Mas, no conceito daquelles que acompanham
com curiosidade as mutagOes muitas vezes ra
pidas, que so operara nos houuns a as cousas
de nosso meio social, erguera se sera duvida
impertinentes interrogages.
Porque o Commercio de Pernambuco que
vibrava de continuo encomisticos elogios
inspectora da Alfandega, at mesmo a respeito
de factos que s interessavara ecoooraia in-
terna da repaitigo, volta-se de repente, rao
Ihato em le, contra aquella inspectora?
Porque o illuslre redactor-cnefe daquelle
jornal, que priraava era ruidosas e expansivas
manifestagOes ao inspector da Alfandega, sem-
pre de p na estacada rebatendo os golpes des
fechados, por adverlarios desleaes, affeilo ao
manejo de todas as armas, sobre aquella fuac-
cionario, penetra to depressa na escura estra
da de Damasco converte-se de sbito f
da Igregiuha daqaelles mestnos adversa
nos ?
Ser esse phenomeno proluzido pela reper-
cusso da algura grito Je interesse ferido, ou
ser explicavel pelo mesrao mechamsmo que
fez o Sr. Dr. Pereira Jnior dormir tranquilla-
mente nos bracos d'.\ Provincia, at a noite
trgica de 18 de Dezembro e accordar logo no
dia seguinte, ajoelhado aos ps da Junta Go-
vernativa ?
Sao ingenuas interrogages, bem se ve.
nteiro admira e .pplaule.
Corapriineiitaraos a S. Exc e o felicitamos
pelas auspiciosas auras que o resliluirtn a
esta Ierra de seu berco, otile grande somina
de syinpalhia tem creado, j por seu lino po-
litio, j por sua acrysolada delicago ao bein
publico.
Acceite S xc. estas nosssas saudacu -,
como um protesto rlrne te nos-a considerago
e alto a prego s qualidades que o ornamen-
tan!.
Afogados, 13 de Janeiro le 18 o.
Theoiomiro Thoina/. (,'avalcante Pessoa.
Antonio Forroira da Costa.
Luiz Jos Carneiro.
Antonio Gomes Cezar de Mello.
Ricardo Pantaleao da Cunha S. Thiago.
Jos Pereira da Silva.
Antonio Perol.a Lagos,
Antonio Gomes Grangeiro.
Antonio Gcmes Macha lo da Hora.
---------------*--------------
autonomistas abracados
j bastante satsfito com o rcsul-
Anniversarlo natalicio
DAEXMA. SFU.
D. Mara Adelaide de Gusmo
Adelaide
Lobo
Digna fllha do tenente coronel Antonio
cindo de Gusmo Lobj
Gra-
SONETO
Ao nascer bellamente conformada
Logo ento-toda encantos-proraeltia
Que em belleza e virtudes bem seria,
A todo o tempo em geral admirada 1
E foi o que se deu I desde menina
E depois qu m lo moga em ludo ella
Sempre foi o que -gent 1 o bella -,
Qual urna estrella quo no Co reclina !
Que Deus a tenha por sua protegida
S'.ra que os malas a possam attingir,
E continu a gozar nsonha vida t
Caiba-lhe ainda, pois, melhor fruir
Cora os dotes de qu-) enaltecida,
Larga existencia e um feliz porvir 1
Reeife, 2i de Janeiro de 1893.
Os
N.
tado do pleito eleitoral, de 10 do cor-
renle mez, cuja maioria de votantes era
esperada ao lado dos autonomistas
d'esta localidade, seguio para a capi-
tal a apresentar seus reclames eleito-
raes ao directorio do partido Autono-
mista, o celebr secretario dos chefes
autnomos d'este Municipio.
Elle que S3 propuzera tambem um
chefesinlio para evidar com cores fixas,
os destinos de seu partido, mas Ihe
sendo vedado, alcan?ou porm, a secre-
taria das chefias, sobre quem recahe
paulatinamente, as conferencias par-
tidarias e os altaneiros motns da poli-
ticagem.
Como um viajante sem tino cuja pas-
sadas agitadas pela derrota esmaga-
dra de que foi victima o seu partido,
seguio como um mensageiro nocturno,
receber de seus chefes do Directorio,
um apertado abraco, correspondendo
ento com esperanzas vas, em um ou-
tro pleito eleitoral.
Attribuo que deve ter desemponhado
caprichosamente e alto cargo que to
merecidamente est oceupando.
Ainda mais o elevara altas nuvens,
as doceis palavras, que na Provincia
de 16, oceupou um reservado espaco
em urna de suas columnas !
A origem de tao esperanzosas phra-
ses, pronuncada, com grande affei-
co, por correligionarios seus, vira
plantar com raizes inundas, nos cora-
r-.5es dos autonomistas correntendes, o
maior privilegio, a mais subida honra
e eterna memoria.
A sentenga das urnas, proferida no
pleito eleitoral do dia 10, ferio com
langas perfurantes, a soberana rei-
nante nos autonomistas d'esta trra.
Entretanto o Directorio estava a
cada momento esperando pelo tele
gramma carregado de votos, em face do
juramento prestado e firmado no Es-
criptorio 'A Provincia.
Como nao teriam ficado em frente de
urna contrariedade to monstruosa ?
Sem duvida nenhuma, deve ter o ce-
lebre' secretario, (oriundo das aguas)
allegado em presenca de seus chefes,
as circumstancias
Palmares
Vem na Provincia de 19 do corrate e assi-
gnada por Antonio Granja urna lenga Unga que
passaria sem resposta se nao conttvesse revol-
tantas lnverdades que fcilmente podem ser
acreditadas por aqualle3 que nao conhecem o
celebrrimo autor de urnas certas facanlias.
Bem ao contrario do grande Epamioondas,
ue, nem zombando menta, o nosso hroe
e Piraogy, nem chorando falla a verdade 1
E*.assim que, depois de recordar o facto de
ser repellido um cargueiro de seu cuubado na
Conapanhia Ferro Carril de
Pernambuco
As cartas que publico afim de que
sejam conhecidas do publico deixam
fora de duvida que os biUietes em car-
to foram Iithographados no Atelier
Miranda, nico estabelecimento com o
qual a Companha Ferro Carril contra-
ctou a impresso dos referidos bilhe-
tes, que se comprehende todos as
series pelo Sr. Miranda especifica-
das.
Estes bilhetes eram impressos so-
mente em urna face para serem tim-
brados na outra por meio de timbre
mandado vir da Allemanha especial-
mente para este servico, que era feto
no escriptorio da Companha sob mi-
nha inspeceo, em presenca dos res-
pectivos empregados e na hora do ex-
pediente.
Os bilhetes falsificados esto Iitho-
graphados no verso ou grosseramente
timbrados.
Aprecie o publico a resposta do Sr.
Miranda que por sua vez prova a fal-
sidade das verses espalhadas a esse
respeito.
Felippe de Araujo Sampaio.
Recife, 16 de Janeiro de 1895.
Illm. Sr. Manoel J. de Miranda.
Dgne-se V. S. responder-me, permit-
tindo licenca para fazer de sua respos-
ta o uso que me convier, quantas foram
as series de bilhetes de passagem, em
papel cartao; que forneceu a esta
Companha para facilitar trocos em
seus canos.
Se alguma vez nesses bilhetes a ru-
brica A. SAMPAIO, que se l na face
posterior foi lithographada ou se todos
os bilhetes eram fabricados sem dita
rubrica, sendo esta collocada no es-
criptorio por meio de carimbos ma-
nuaes.
Ao terminar, queira V. S. declarar
se alm das series fornecidas para o
servico desta Companha, Ihe foi por
mim feita qualquer encommenda de bi-
lhetes.
Aguardando com mxima urgencia
sua resposta sou
D. V. S.
Att. Ven. e Cr.
Felippe de Araujo Sampaio,
Gerente no Recife.
Illm. Sr. major Sampaio..Respon-
dendo carta de V. S. tenho a decla-
rar que quatro (4) foram as series de
bilhetes de meia passagem em papel
carto fabricados em minha lithogra-
phia para a Companha que V. S diri-
ge e descriminadas pelas iniciaos A.
. E. e F.
Em todos os bilhetes dessas series
como nos das demais abaixo indicadas
nunca foi lithographada na face poste-
rior rubrica de especie alguma.
Alc'm das series referidas, fabriquei
mais os bilhetes das series B e C em,
papel encorpado e de dimenses mao-
res que aquelles e os pequeos libretos
de dez (10) bilhetes de meia passagem
no principio das emssoes.
Foram estas as nicas series de bi-
lhetes que forneci a essa Companha
por ordem de V. S.
Sem mais assumpto r rj V. S. uti-
lisar-se desta como Ihe rouver.
Recife, 17 de Janeirc j 1895.
De V. S
Att. Ven. e Cr.
Manoel J. de Miranda.
(Estavam reconhecidas as firmas pelo
tabellio Moreira Alves.)
Torpe vinganca
E" hoje facto consumado a deraisso de nosso
bom amigo (.'abril, do lugar de porteiro do
Conselho municipal do Recife.
Foi para nos grande sorpreza, porque apezar
de consiterar-mos o Conselho actual politiqueiro
de man, estranhavamos n'elle estes sentimen-
tos baixos e vingativos. Faltou este emprega-
do ao curaprimento do devar? Qual a falta al-
legada para sua deraisso \ Zeloso, como mais
seja o melhor erapregado qu-: possa ter o Con-
selho, foi elle sempre e disto do testemunho
as partes que tinham negocio a tractar na-
quella repartigo.
Mas o detuittido, commetteu o grande crime
de servir de -ecretario por parte do Partido
Federal, na 40.* secgo eleitoral e o chefe dos
ratazanas, nao per loa aos que vo o deixando
s, elle pansa ter sempre urna especie da fei-
loria, para os meetngs permanentes, de sorte
que sera elle, nao se pode adherir. pois o
caso de urna portarla : S se pode adherir com-
migo na frente ; fcam excomrnungados e se
tiverem algn emprego perderSo, os que adhe-
rirem s.
Resigne-se pois o demitttido, como paa de
familia, licou sem pao para seus flhinhos, como
c.dado cresceu na estima de seus amigos.
Terminando, dizemos ao Mustrc Dr. Prefeito
do Recife, vossa complacencia exceda espec-
tativa dos adversarios, muitos d'elles arrojara-se
a attribuir-vos timidez e na arma qua elles
tergam, V. Exc. Ihes leva vanlagem. Assim
pois, doutrinaodo V. Exc. como a sentinella
do Thesouro Municipal, tera necessiiade de
cercarse de auxiliares leaes e o rauuicipio 1 lia
far a justiga devida. Um Cabril no Conse-
lho, equivale, ( em represalia) aos Mellos,
Chrisiiano e Joos Frades, na Prefeitura.
Lembre-se V. Exea, que depois nao poder
dizer: Eu rao cuidei.
Reci'e, *3 de Janeiro de 1895
Um Republicano,
attenuantes a res-
Completa mais urna risonha primave-
ra a gentil Mara Adelaide de Gusmo
Lobo, filha dilecta do tenente-coronel
envolvido em ptalas de rosas.
L. F. F.
M. C. F.
A. CA. S.
secreta-futuro
as 1.a e 2."
n'esta villa ^cujos presidente, _
rio e membros, pessas de.criterio, os
votos suffragados em favor dos candi-
datos auoonomistas, foram mais de urna
vez, minunciosamente contados e recon-
tados pelos respectivos fiscaes.
Na terceira sesso no povoado de
Olho d'rgua de Goes, distante tres le-
guas d'esta villa, assistio all na qua-
ldade de secretario nomeado pelo ci-
dado Sub-Prefeito o nosso distincto
amigo jacintho Benigno da Rocha, que
severamente determinando os taaba-
lhos eleitoraes d'aquella seceo, cau-
sou em resultado um certo agradeci-
mento aos adversarios.
Portanto, appellem os autonomistas
Notice
The Annual General Meeting of
Subscribers to the Britsh Consular
Church and Cemetery of this Port will
be held at the British Consulate on
the 30 th instant at 2 O'clock p.m.
British Consulate.
Pernambuco, January 21 1895.
Arthur L. G. Williams.
Acting Cnsul.

1
tr
'
i
. ?


PQJtt|
Diario de Perimmbnco 4|ninta-fira 94 de Janeiro de I $95
Companhia Ferro
Carril de Pernambuco
AVISO
Para conhecimento do publico e nos
termos do recente acto do Sr. Dr. se-
cretario da Industria e Viaco decla-
ra-se que sao os seguintes os princi-
paes caractersticos da falsificacao de
bilhetes desta companhia Serie D.
a Coupons cor de laranja e amarello >
nos falsos a rubrica A. Sampaio
que se le no verso, em uns c litho-
graphada, e em outros parece feita
com carimbo de madeira, ao passo que
nos verdadeiros essa rubrica feita
com carimbo de metal um pouco gas-
to, o que deu lugar a sahir nelles dita
rubrica um tanto empastellada. Tanto
nos verdadeiros como nos falsos esssa
rubrica attinge metade dos bilhetes,
icando a outra metade em outro bi-
ihete.
Alm dessas differencas notam-se
Outras na face dos mesmos bilhetes
sendo as principaes nos arabescos dos
cantos e na assignatura A. Sam-
paio, feitas em caracteres maiores
que nos verdadeiros sao.
Serie F. Os coupons verdadeiros
5o impressos em papel branco, encor-
pado, chancellados nos versos, os im-
pressos em tinta preta com a rubrica
A. Sampaio por meio de carim-
bo applicado, uns ao cumprido e ou-
tros atravessados. Um pequeo nume-
ro desses bilhetes, impressos com tinta
azul, tem no verso o carimbo da Com-
panhia em forma oval em tinta roxa,
com os seguintes dizeres ; Comp. Fer-
ro Carril de Pernambuco Recife, tendo
ans e outros dessa serie a numeracao
feita por meio de carimbo metlico
SO .nual.
Os bilhetes falsos dessa serie tem os
seguintes caractersticos :
Uns sao impressos em papel branco
pouco encorpado com tinta preta no-
ando-se visivel differenca dos quatro
cantos, confrontados com os verdadei-
ros, notando-se mais, a primeira vis-
ta, que na palavra Serie F. acha-
se o F. afastado da palavra serie
e muito perpendicular, o que nao se
d nos verdadeiros.
Esses bilhetes tem parte da rubrica
A. Sampaio impressos em litho-
graphia, ao cumprido, com tinta um
pouco azulada.
Outros sao impressos em papel bran-
co, cinzento e pardojelaro.
Differem tambem nos desenhos dos
quatro cantos e tem as palavrasmeia
WiiEBfflO
Solfa Commerclal de Peraam-
bac
COTACOBS OFPIC1AKS BA JONTA BOS COBBKTORRS
fraga o Reetfe, 23 de Janetro ie 1895.
brifac6p8 preferenciaes TVcidrg de Pemam
jgco )uroo de 7 0|0 alor de JOOOOO ao par.
9 presideote
An'ooio Marqoea deAmorira.
0 secrelarit
Manoel Goncalves da Silva Piolo.
amblo
Praca do Rcife
Os Eaocos ibriram eos i taza de 10 1(8 sobre
Londres a 90 diai* sohindo segoidameo e pa
10 3|16,10 1|4e 10 5,i6.
0 m.vimenio fo regular, relrabiado-se os to-
madores ao fecba*.
Em papel parlicola- e baocario reprsaado boa
T3 Degocios a 10 I/i e 10 3,8.
Cofaces de geoeros
rara o agnculltr
AsEucar
Cainas por 15 kilos. 64000 a 6*500
alisad) por 13 k.loa 5*(U a 6*1
nco.idtn, dem. W8N a 8*70*
iienoa,! lena, dem 317W a 3*M0
avado dem, tde*. U5M a 2*70
fute secros dem idea. 1*0H a 2 JiiO
Bralo melado, dem, ideo l*70 a U800
Alame, dem, dem i30 a 1*5M
Algodo
Nao coostou negocio
tlcool
Per pipa de 489 litrea 2504 veoda.
Agurdente
For pipa de 480 litros 1334 veada.
Canrui
Seceos salgados oa base de 11 kilos 660 rla
?enda.
Verdes a 430 ric, nominal
Carnauba
L'cta-se de 124 a 224000 por 15 kios.
Bel
Por 1104000 oomioal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
8UCAR E ALGODaO
Mez de Janeiro
A880-
c*r
Das Saceos
Sarcacaa ....
Vapores ....
Aoimaes ....
Estrada de Ferro Ceotrai.jl
dem de S. Francisco. il
dem do Limoelro. .[1
Somma. .
Algo
dio
Saccas
1 a
a
a
l
22'143153 1400
221 2756
5065, 857
13498: 406
786831 284
"0965, 6633
311374.' 11337
Importarn
Papel 11 fardos a C. Lima & C, 9 a G. Mar-
tin* & C. 46 a Azevedo & C. 6 a Nooes Poo-
aeca & C, 21 volomes a M. da Silva Carvalbo,
176 e 9 caixas ordem, 4 a A. de Oliveira Cc-
imbra, 19 a Mancel GoIicj & C, 2 a Ramiro M.
da Costa & C, 2 a M J-yme, 1 a R. de Sooia
IrmaoB, 5 a Guimares C rdozo & C. 4 a f. C
de Albaqoerqoe Mello, 300 pacotea a Joao Fer-
Bandea de Alaeida.
ParaBna 7 caixas a C- Fernandes & C.
Pianos 5 caiies a H. Vogeley, 2 a Palle.
Pbof pb.Tos 15 caixOes a ordem, 10 a 'o. Lima
&C.,20a JoSoP. de Aimelda.
Qoeljos 86 calzas a Joaqnlm F.rreira de Car-
Taino & r"., 8 a Affonso Taborda & C. 3 a C.
A. Vander Linden, 20 a Ferrelra Rodrigues &
C
Rolbas 2 fardos a ordem.
Ratina 1 fardo a A D C. Viaona.
Tecidoa 1 volomes a G. J. Boriiv, 2 a Cramer
Fry & C, 3 a Nao' s Fonseca & C., i a Albino
Amorlm C, laDa Looreiro & C, 2 a Ma-
teado & Pereira, 3 a B. de Aaevedo & C, 8 a
crden. 2 a Honso Mai 4 C, 1 a F. de Azeve
do & C. 2 a Bernet & C, 1 a Moller & C. 2 a
G.nc Ivs Conha & C. 3 a Manoel da C nba
Lobo, 6 a Rodrigoes Lima & C. 2 a R. de Car-
valbo & C.
Tinta 1 caixa a Faria Sobrinbo & C, 2 a or-
iea, 9 a G. Viaona.
Vinbo 2 barra a ordem.
Vidros 1 barrica a T. Bentxe, 28 a orden, 3 a
passagem e Pernambuco em
caracteres muito maiores que nos ver-
dadeiros. Esses bilhetes tem no verso
a rubrica A. Samgaio. em lugar
de A. Sampaio, impressa em li-
thographia.
Ainda outros impressos em papel
branco pouco encorpado, differem tam-
bem nos desenhos dos cantos. Na fita,
onde existe a denominaco da compa-
nhia, em lugar da palavra Carril, >
l-se Carrl. A rubrica A. Sam-
paio, do verso desses bilhetes tam-
bem lthographada.
Finalmente, outros, impressos em
papel branco pouco encorpado, com a
mesma differenca nos desenhos dos
cantos, tem a palavra ^Serie F,
impressa em caracteres muito maiores.
A rubrica A. Sampaio desses bi-
lhetes feita tambem por lithographia
em caracteres redondos e grossos.
Recife, 2 de Janeiro de 1895-
Felippe de Arajo Sampaio
Gerente.
Fiscalisa^o de Enge-
ntaos Centraes
O Engenheiro fiscal do tv districto
de Engenhos Centraes e encontrado
ra do Cabug n. 18, sobrado, nos das
uteis, das 11 s 2 horas da tarde.
-------------^--------------
24.
Liaba, 3 de Ab-il de 1886.
Illn a. S-f. Scott e Btwoe.
Tenho aconselhado a maitoa doentep
de molestias anemios, e pr'ncipalmeotc
ascreancas rachiticaa e escrcfalcsaa o u.-<
da Emnlsa> Sjott, d> que aerapre tem
obtido o neihor resaltado.
Dr. Jos Pimentel da Silveira d'Avila.
Da Faculda^e de Mad cia, Orargia e
Obste rio:a da Universidrde Ctaolioa d
Belg'ca, e pe* Eicbol Medica di Lis-
boa, Srcio EflFectivo da Sjcied-.de dae
Scionjiaa Mediois, e da de Geogrspbia,
P>.y3icc-M6r Reformad da Provincia de
Argola; eto.
Ao publico
O abaixo assignado, pharmaceuti-
co pola faculdade de medicina da Ba-
ha, com longa pratica adquerida des-
de a poca de sua formatara, tondo
comprado a pharmacia Piuho, sita a
ra te de cujo reccituario j so achava
desde Outubro do armo 18'J3, o flore-
ce seus servigos Ilustre classe
medica e a todos aquolles que quize-
re.n honral-o com a sua confianca.
Recife, 22 de Janeiro de 1895.
Luiz Ignacio de Andrade Lima.
Viaooa Cietro & l'., 4 a M.ooel Collago Je C, 3
ordfm.
rlimborg1 e L'-ti, vapor IIjxrn Campias
entrado em 14 e conslgado aBirstelmaoo
& C.
Carea de Lis; .
Btalas 50 caixas a E- M. de B rro?, 50 a J.
P. Lima & C.
Vioho 30 oarris a I. F. de Carvalbo & C. 20
a M. 1. A ves RiDeiro.
Cirpa de Hamba'go.
Amostras 21 volutres a dive-po?.
Arroz 50 saceos a Silva Marque & C.
Barras de ferro 300 a Ca B. tancas 22 caixa* a W Halnoaj & C.
Cerveja 30 calas a D aa Feroand & C, 10
a Aimelda Ftrreira. 60 a Siizcr Kaoffmaoo &
C, 40 a t Ribeiro & C, 230 a Compaoba de
Bitiva, 30 a Pereira Carvalbo & C, 23 a ordem,
6 a A. d Olivelra Coirobra.
Chapeos 1 raixSo a Itipae' Diis & C, 1 a
B. da Silva Carvalbo & C
Cabos 29 volomes a J. Poo'es & C
Coaros 1 caixat a Br-g & S, 1 a Fredrico
& C, 1 p ordem, 3 a A. de Oliveira Coimbrv
Drogas 1 caixa a ordem, II a G. Martin &
C, 3 a Faria Sobrinbo & C. 24 a bttimaraes
Braga & C-
Eoxofre 100 barricas ordem.
Frascos 10 volomes ordem.
Ferrageo 7 volomes a Vianna Castro 4 comr.
29 a A. de Carv ID & mn-.p. 43 a ordem 33
a Albino Silva & comp. 20 W. Haidav &. comp.
4 a Leitao & Coata, 2 a Maioel CoIIbcj & comp.
I a Gomes de Manos I-mSos 8 a Viaooa Castro
& comp. 5 a J. dos Santos Oliveira, 1 B. Km-
tack, 4 a W. Hallid y & comp 26 a Miranda &
Souza 2 a 6. Viaona, 4 a Antoaio R. de sooia,
1 a J. R. da Fooseca, 10 a Cardlo & I-ro,p.
Movis 11 volomes a T. Beatie, 3 R. Fonaeca
& comp. 13 a ordem.
Macbio 8 de coa ora 2$ caixas a Oliveira Bai-
las & comp. 4 a A. de Asevedo 4 comp. 12 a
Suimaraes Cardozo & comp.
Hercadonos 1 volume a M. S. Fraoco, 1 a
R Das & comp. 13 a N Fooseca de comp. 3 a
A. Campos de IrmSe, 1 a A. F. Areiaa. 103 a
ordem, 12 a T. Ja t, 3 a A. J. C. Araojo, 3 a
tearo Antones A comp. 5.a A. R. de Lima, 2
a J. de Maredo, 8 a t'ralle fc romp. 2 a Freae-
rico & comp. 2 a Doarie & comp. 2 a Maooel
Coliaco A comp. 2 a Lite Bastos k comp. 6 a
J. K aose, 2 a R)d-igoes de Saoza IrmAos, 4 a
Maia e Silva, la A- Diois, 4 a J. Latbao &
comp. 30 a G. de Mattoa Irmaos, 7 a Gaima-
res Cardozo & comp. 9 a B. Ferreira & c mp.
3 a Sanios da Plgoeira, 5 a 1. X. da Foaeeca,
3 a T. G- de S. Lefio, 1 a B. K-nla< k, 14 a C.
Viaooa, 2 a Doarte & comp. 4 a A. de Azevedo
comp. 5 M. J. Ribeiro & comp. 10 a J. R.
da Fonseca, 2 a Micbalo & Almeida, 2 a C
Ribd'o & comp. 4 a A. de Uliveira Coimbra.
Oleo para machines 5 caixas a ordem.
Porcehaoa 3 volomes a O de Gusmao, 1 a
ordem.
EiporJaco
Recire, 22 de Janeiro de 1895
Para o exterior
.- Na barca americana Mattry, para Estados
Unidos, carregoo :
A. Ponies 1,000 saceos com 75,000 kilos de
ssocar maacavado.
Para o interior
No vapor nacional Humjoll, para Santos,
carregoo :
J. T. Csrreiro, 20 pipas com 10700 litros de
alcooi.
S. Gotmaraes & C, 2'00 saceos com 160000
kilos de assocar maacavado e 2,500 ditos com
150,000 ditos de dito branco.
no vapor allemao Catania, para Santos,
carregaram :
P. Ivs de c., 100 pipas e 509 barris com
96000 litros de aguardeot .
M. S. Mala, 2.00 saceos com 120,000 kilos
de ascocar branco.
P. Carnelro & ., 1200 saceos com 72,000
kilos de assocar mascavado.
S. Guimi-res & C, 20 pipas com 10,760
lit'08 de alcooi.
E. Kaotback & C, 100 saceos com 6000 kilos
de assuer branco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
S. Goima aes de C; 300 saceos com 18,000
kilos de assocar braceo.
B. Williams* C, 300 saccas com 21,660 kilos
de aleodao.
A. C. C. LeSo, 289 saceos com 17,340 kilos
de astocar branco e 111 ditos com 6,660 ditos
de dito maacavado.
B. Billn, 20 pipas com 11,940 litros dealcoo!
S. Goimaries dz C, 25 pipas com 13,021
litros de alcooi.
P. Carnelro C 30 pipas com 15000 litros
Je alcooi, 500 saccas com 31800 kiloi dealgodao
) 1200 saceos com 72000 kilos de assocar branco
Mara Francisca do Aniurnl
Francisco Marcelino do Amaral e sua
familia mandam celebrar miseas no dia 24
do corrente (quinta-feira), s 8 horas da
manli aa Igreja Santa Cruz, trigsimo
dia do fallecimento de fu prezada me,
fogra e av e convidam aos seus parantes
e amigos para assistirem a este acto de
caridade pelo que se confeasam eternamen-
to gratos.__________________________
Ao Piablico
O abaixo assignado, stabolecido
sob a firma de S. Pinho & C, com
pharmacia a ra do Baro da Victo-
ria n. 51, e com fabrica de vinhos e
bebidas espirituosas a ra Imperial
do n. 330 A a 33J D, declara ter ven-
dido a respectiva pharmacia ao Sr.
Luiz Ignacio de Andrade Lima, ican-
do o activo o passivo da mesma at 30
de Novembro findo cargo do abaixo
assignado que continuar com fabri-
ca de vinhos e bebidas ra Imperial
sob a mesma firma S. Pinho & C.
O abaixo assignado aproveita a oc-
casio para agradecer a illustre clas-
se medica e a todos os que honraram
com sua confianca a phqjmacia por
elle dirigida, e apresenta-lhes o
seu successor pharmaceutico Luiz
Ignacio de Andrade Lima seu, auxi-
liar desde Outubro de 1893 o cujo
cargo se achava desde aquella epo-
cha o receituario.
Recife, 22 de Janeiro de 1895.
Sabino O. L. Pinho.
Um cont de ris
D-se um cont de ris em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticdade do attestado abaixo :
Tendo sido accommettda de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depos do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. lodo Antonio Pereira San-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
& C., do Rio deJaneiro ]
O agente Companhia de Drogas e Pro
duelos Cimieos.
A. Costa k Fioia, 10 0 sacc 8 com 60,000
k'io.i de assocar braoco.
Ho patacno sueco Joban*, para Corltiba,
carregaram :
E O Bel rao Irmao 1,050 saceos com. ..
6 lo. 0 kilos de assocar branco e 6S0 otos com
3900 d:tof de dito rrascavado, 30 pip6 e 4"
oarris com 19,720 lltrcs de alcooi
no vapor ingles Draodemburt, para o
Ceari. cafeearam :
P. Caroeiro A C, 20 barrica! com 218 kilos
de assocar braoco.
J. Bdiar & i, 30 barrlca com 3.100 kilos de
aseocir braoco.
Para o Para, carreearam :
J. Bailar & C, 200 saceos com 8,800 kiloi de
arros em casca.
P. Caroeiro C, BOO barricas com 3750
Kilos de atsucr braoco.
P. de Oliveira Mala, 2 pipas com 1000 litros
de alcooi e 3C0 oarMcaa com 19300 kilos de
assoca* braoco.
L. M. de A-aujo, 603 b rricas com 4,26i
kilo- de assocar braoco
Galmaraes & Volate, 100 saceos com 5.800
kilos de milbo.
M. M. de Oliveira & J,, 50 pipas com 24060
litros de agoardeoie.
No vapor francs Ville de Mintevidc,
para B o de Janeiro carreearam
S. Guimaraes & L\, 2 barr e 50 pipas com
23,43} litroq de agurdente.
No vapor ingles G. Prioce, para Rj de
Janeiro, ca .-euoa :
Cimpanbu dejativa, 193 saccas com 14 791
kilos de uigoda.i.
No v-pjr ingles Ste'.'a, para Rio de Ja-
ne 'o, carregoo '
Rjstb 1 k K.. 2,503 saceos com 150 000 tilos
de aricar branco e 10C0 ditos com 60,000 ditos
de dito masuavado.
No vapor ingles D Prioce, para o Pa-
carregoo
V. oa Silveira, 100 barricas com 7,050 kilos
de aseucar raaco.
No biate oacooal Deas le Gaie, para
Aracatv. carreearam :
Compaobta de Es.iva, 30 saceos com 1,800
kilos de milbo.
J. S. do Amaral & C, 10 caixas com 80 li'.ros
de cidra, 17 sitas com 136 ditos de eenebra, 2
pipus e 21 narria com 2320 ditos de vlobo de
(rocas, 7 pipas com 3080 ditos de agurdenle
Na barcaca C. de Natal, para Natal,
carregaram :
S. Araojo k C, -80 caixas com 64.0 kilos de
sabao.
i. de Macedo, 6 barris com 540 litros de vinbo
de Ira tas.
Ni barcaca Itajaby*. para Parabiba, car-
regarpm :
P. Valenje & C, 150 caixas com 3450 kilos de
sab&o.
Na barcaca Amelia*, para Villa da Penba
carreearam :
P. Irmaos & C, 80 ca xas com 1840 kilos de
sabio e 2 ditas com 10 ditos de velas.
Na barcaca Mana Olympia, para Macei,
carregoo. :
Compa bta de Estiva, 25 caixas com 225 litros
de Cidra.
Rentl.meatos pblicos
Mes de Janeiro de 1895
Banda geral :
Do 2 a II
dem de 23
Al [aniega
1.036:49110
57:090^309
Renda d Es ado *
Do da 2 a 21 28t:2)89!8
dem de 23 15:2494162
1.098:5814329
296:4884090
Somma total
1,390:0694419
Segonda secsao da'Alfaodega de Pernamcoeo,
23 oe Janeiro de 1895.
O ebeft da scelo
L. F. Codecera.
O tbesoarairo.
L. M. Rodrigaes Valenca.
RECEBEDORIA DO ESTACO
0o da 2 a 22 55:1034232
dem de 23
Total
3:2664851
58:4704083
Do d'a 2 a 22
dem da 23
RECIFE DRAINAGE
4:23S;762
2244149
3 e 5-Praca da Independeacia-S e S
n
mm
Neste estabele cimento
relalho, bilhetes das seguintes lote
en cu nt raen se venda em erro? so e
a
jas
2t:000$000 3.a serie da 31.a da Babia
25:0005000 10.a O.1 de Minas-Geraes
20:000S000 15.' lotera de Maguas
25:0008000 11.a serio da 28.a da Babia
12:0008000 15 lotera do Maranbo
12:0005000 4." A do Estado do Pernambuco
20:000$000 16.a serie da 7. de Minas-Ge;aes
15:000$000 19.a da 27.a da Babia
20:0008000 16 a lotera de Alagas
30:0008000 4. serie da 0.a de Minas-Geracs
21:000S000 4.a > 31.adaBahia
20:0008000 17.a loteria de Alagos
Extraccao Quinta feira 24 do corrente
1 M
Sexta 25
Sabbado 26

Segunda -feira 28
28
> Terca 29

Quarta 30
Quinta 31

:oi W r\
TRACA DA INDEPENDENCIA NS. 3 E 5
Enderezo telegraphicoSonho. Caiza postal n. 8.
Profcssora
Dinamerita Constanca L'avalcante da.
Albuqnerque, habilitada no en i no pri-'
mario, ee otf;rece para ensinar medinas
em algum collegio, ou cm casas de fami-
lia
A tratar com a meara! Sra. em sua
casa na estrada de Joo deBirros defron-'
te do becco do EspinLeiro.
Olympio de Oliveira
Cura do Peitoral de Caiubnr
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipafo com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando ) Peiiora/ de Cambar,
de Souza Soarer.
O agente Ccti.panhia de Drngas e Pro.
duelos Chimicos.
j_ Movlmen o do porto
Nav.oB entrados do uia 23
Pelotas40 tia, patucio aliemSo Horiion',
de 161 toneladas, eiuip^en 6, capillo 11
Lir t-, car^a sarqae; a N M Para e escala -15 alas, vapor nacional Rio
Formn. de 415 lonelaaMj qu'p gem 25
commdOiaoie D. A. Fernandas, carga v.rioa
gneros; a Cotupaobia ji't-rnambocar. .
Votan 615 dia, l 260 tooeladas, e^uipage i. 8. capilao S.
PaDisem, ca'ga sal; H- Laodgrem.
Terra Nova-43 aiac. '^ar iotbz Tloretife >
de 197 toneladas, eqaipagem 6. capuo Fa-
ce;, carga bacaloo ; a J hnctoo Pater & C.
Obuirvacio
Nao bcove sabida.
Mete0 Hanleipal de ..*<> tf
Total
4 4601911
O movlmenio deste mercado oo dia
oeiro (o o aeguinte ;
Enir;ai :
48 hois pesando 7.(11 kilos
390 kilos de peixe a 20 rs.
3 compart. com mariscosa 100 rs.
2 ditos com camarSes 100 rs.
21 1/2 columnas a 600 rs.
4 carga com galliobas a 600 rs.
2 cassaaes com galliobas a 300 rs.
6 cargas com melancia a 300 rs.
5 carga com bananas a 300 rs.
9 cargas com dive-sa a 300 's
1 cargas com macacbeiras a 300 rs.
5 cargas com gertmoae a 300 i s.
30 cargas com tarinba a 20 > rs.
7 cargas com milbo secco a 200 rs.
5 cargas com fej&o a 200 rs.
67 logares a 200 rs.
20 Soioos a 200 rs.
12 comp. com aaineiros a 14000
9 comp. com sciQ' i-os '00 rs.
10 comp. com fressrjraa^ 34 comp. com comidas a 70o rs.
54 comp. com faxendas a 660 ra.
49 comp. com verduras a 300 rs-
83 comp. com farioba a 400 rs.
51 comp. r.om tainos a 2J0O0
22 de Ja-
7*S0)
4300
t*A>"
192.K)
24000
4600
14800
14500
24700
4300
14500
64-00
14400
I4C00
134400
44000
124000
64300
04000
234800
3244^0
144700
334UII
1054000
Rendlmeato dos da 1 a 21
2-44100
6.0314300
6.3254600
Precos do da :
Carne verde de 200 a 14 rs. o kilo.
Sninos de 900 a 14 dem.
Ca-ceiro de 14000 a 14200 ideo.
Faricba de 700 a 1400) rs. a caa.
Milbo de 600 a 700 rs. a cnia.
Feiiao t e 14500 a 2401.0 a cuia.
JSaTlos esperados
Do Rio de Janeiro
Logar poringoei Nova Ua.&o.
Palacio nacional osetr.
De Pelotaa
Pu acbo nacional Javme-
Paiacbo po-tagnez Soci I.
Patacho allemao Horlaonte.
Patacbo belga Emilie.
De Bnenos 4 y rea
Brigae bespaabol G-azia de Roa.
De Gardirj
Barca noruega Godroo.
Barca noroega Beogal.
Barca maleza Coldaon.
Vapore a entrar
Mea de Janeiro
Aguamar, do sol, boje.
Pandora, de Trlestre n je.
Toamer, da Europa, boje.
Capua, de Billimore, a 25.
Alagoas, do sul. a 26-
Hervellus de Nt w York, a 2d.
Cbinea? Prioce, do Rio, a i.
Olloda, doto-te, a 27.
Ssplorer*, de Liverpool, a 27.
J. W. T.jlo-, de New York, a 28.
Oiinda. da Europa, a 28.
Rio Formoso*, do norte, a 28.
Rosarlo, de Genova, a 28.
Tapores a sabir
Me* da Janeiro
Rio e esc, Hacedonia, boje, as 4 horas.
Saotoa e esc, Catania. boje, s 4 boras.
Buenos Ayres e esc, TQames, boje s 12 b.
Santos, llumbold 25 as 5 boras.
Sanios e esc, Pandora, 25, s 4 Horas.
Ceara e esc. Beberibe, 26, as 3 boras.
Rio e e8C, Hervelloc; 27, s 4 boras.
Rio e esc. Ollnds, 27, is 4 boras.
Maoaos e esc, Alagtas. 27, s 4 boras.
Sol, Rosario, 28, s 12 horas.
Bio e Santos. Cipaa, 29, s 4 borai.
Santos e esc Oiinda, 30, is 4 boras.
gaotos efsc, Capot,30 aiboras.
Deelaracjlo ueceasaria Q J). GeniIlailO COSUa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambara
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalment6 asthmatica Dr.
Geminiano Jos da Costa. [ Belm do
Para ]
linari Laurin al esla data
Recife, |0 de Janeiro de
1895.
O inspeclo'.
Joo Jos da Ciuiha Layes.
Tendo hontcm embarcado para a
Europa a tratar de interesso vital da
Ordem C irmellita do Recife o nosso
mui digno padre oommissario ge ral
frei Jonquin MaraGuarcli, cm sua
ausencia lica o abaixo assignado, en-
carregado da administracao espiri
tual e temporal da mesma Ordem e
com quem podem os inleressados en-
tender-se diariamente pela manba
das nove e meia al onze e meia e
tarde das quatr ) as seis horas
Cjnvento do Carino do Recife 22 de
Janeiro de 1895.
Frei Mariciuno Gordon
Presidente.
O Cognac Brazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeiro
porque tem o sabor da agurdente de
uvas, tendo mais a vantagem de custar
2S500 a garrafa.
O verdadjiro cognac estrangeiro dis-
ta 8S000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcooi, quando puro, c um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por inelhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de enancas e pessoas de-
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro-
Garrafa 2S500
Duzia 258000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem des-
peza.
Pedidos de IO duzas mais 5 o/O d
descont.
213:072 frascos do Pe
toral de Cambar em
cous annos
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expediu para os
Estados do Brazil 8 379 duzias ou .. .
100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos officiaes em nosso poder, que
pomos disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetdao destes
algarismos.
Esta a melhor prova da efftcaca do
Peitoral de Cambar, pois que, se as
suas virtudes se nao evidenciassem nos
casos em que applicado, nao teria ta-
manha e to crescente acceitacao publi-
ca.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
INSTITUTO PMMMATICO
RA DA GLORIA N, 33
Dirigido pelo
BacharelOLINTHO VCTOR
As aulas desta collegio estarSo abortas do
dia 7 do corrente em diante.
Ao pnblico
N'esta data tendo deixa-
do o Dr. Antonio Molinari
Laurin a gerencia da com
panhin cColombo, fie -m a
meu eargo tedas as opera-
coes da mesma, 1 spero que
o respeitavd publico, con-
tinu a dispensar a memia
confianza que at a prsenle
data, tei dispensado a mes
ma con panhia
Tomando a companhia a
responsabiliJade de todas as
operacoes efectuadas palo
mesmo Sr. Dr. Antonio Mo-i
COLLEGIO PAKTHBNON
3 Ra do Hospicio 3
Reabrir-se-hao as aulas d'este estabe-
lecimento no dia 7 do corrente.
Admitte alumnos internos, sem-:n
temos e externos.
O director,
Bacharel, Ovidio Alvf Slanaya
Companhia Colombo
Ao publico
Declaro deixar nes-
ta data a gerencia
desta companhia ; i-
cando todas as trans-
aeces di mesma ao
cargo do Sr. inspector
Joo Jos da Cunha
Lages, tendo me reti-
rado de commum ac-
cordo, por nao poder
attender aos trabalhos
da mema em virtude
de minhas oceupa^oes,
toman-loa companhia
a responsabilidade de
todas as operacoes por
mim feitas at esta
data, segundo recibo
(|Ue tenho em meu
poder.
Recife, 10 de Ja-
neiro de 1895.
Dr. Molinari Laurin,
Mais efficaz ainda do
lllliiiA que o oleo cr de
I ll I U Figado de bacalhau
De gosto tio agradaoei
que as crianzas
tomam-no com prazer.
NVIEN
'fZ *P!!0 rP *>nbjjj"tinjj
iaSojQ p BiqaadmoQ
: totftSy
&n9aB op i pfogijnd ooiao}
ioq ota q *i>a<]nqj 'spj
-omnq op jq3 bq bsdjooejtta g5cs tun
os 'oAoa BoeSipai oaijBJndBp mn ,33
oicjo u Ji^iia '
Collegio do CoracSo lOutha-
ristico
PARA MENINAS
N. 55Rua do HospicioN. 55
Este collegio abrir suas aulas no jdia
de Fevereiro.
V
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-
I
y
i
* >9>
T"" .------------

k-
--~
--------------


Diario de Pernambueo ftninta-feira %4 le Janeiro de 195
D1TAES
AI fndela
de
Janeira
Inspectora da
Pernambiic, SI de
de 1*95
N. 61
O Inspector dando execucao aos arts.
514 !' e 515 I.* da nova consol-
dacao das leis das Alfandegas, resolve
designar os funeconarios e negocian-
tes abaixo declarados para preenche-
rem, os quatro primeiros, a commisso
de tarifa e respectivos supplentes, e
servirem os demais de peritos as ques-
toes que se suscitarem na Alfandega
d'este Estado.
CoTimissao de tarifa
Antonio Leonardo Menezes de Amo.
rim.
Antonio Jos Gesteira.
Supplentes
joo Raposo Pinto.
Sebastio Antonio das Neves.
Peritos
Chtfes de Secco :
jos Gomes da Silva.
Dr. Luiz Frederico Codeceira.
Clito Valterino Pereira.
Conferentes
Adolpho Gentil.
Manoel Felizardo Freir.
Dr. Jos da Costa Carvalho Guimares.
Francisco J. de Albuquerque Mara-
nho.
Candido Augusto Bordini.
Jos Candido de Moraes.
Negociantes
Fazcndas
Commendador Jos Mara de Andrade.
Joaquim Olintho Bastos.
Carlos de Moraes Rodrigues Ferreira.
Antonio A. Vieira de Souza.
Manoel da Cunha Lobo.
Francisco Gurgcl do Amaral.
Eugenio Hacberlin.
Clementino de Farias Tavares Gon-
calves.
Calcados
Thomaz Ferreira de Carvalho.
Manoel de Barros Cavalcanti.
Manoel Lopes Ferreira.
Alfredo S.
Antonio de Paiva Ferreira.
Cesar Lopes do Medicis.
Francisco Ramos da Silva,
joaquim Pinheiro.
Ferragens
Arthur Gomes de Mattos Sobrinho.
Luiz Prente Vianna.
William Halliday.
jos dos Santos Oliveira.
Antonio Rodrigues de Souza.
Manoel da Cunha Reis.
jos Dias Alvares de Carvalho.
Jacintho Azevdo.
S. Directora da Secretaria
da industria
EDITAL *
Faco publico, para conhecimento dos
interessados, que tendo-se de substi-
tuir toJo o lastro da ponte sobre o ro
Duas-Unas, na estrada da Victoria, em
jaboatao, [conhecida por ponte da
Barreira), fica suspenso o transito de
vehculos e animaes nos dias 27, 28 e
29 do corren te mez.
Kccifc, iS de Janeiro de 1S95.
Jos Joaquim Rodrigues Saldanha
Director geral
Pass<-ios ou cacada
D-o'dem do D". BBt-D'efct fc*-* roblirc
t', ri-1 aecordo r...... dispone no art. !6 <#ap.
i t'. 3- da le n. \ (po-i'M tm tlf[< r) o*
aroprietaiks crs raa edificada* noperiie o
aci'iaie qu^ Dio i ti,-a put-t-ios OC oo:e o-
lenh o; e.-tuta o- fie m <.bMitd'jS a con-l-uili.-
id crrocerlai-o at o fice ae Feverei:a pioiiim
jiiitKu'P.
Seer a <'a PVHwi Mu'iicipa de Rci'e,
16 d J. .iir.i it IS'.'i!.
>) secrwario
Joiqu'r Jos Ferr. 1 a da It b.
Consc'ho Ecoaomk'cJa Kepar-
tiruo de .Uarinhu
De ordem do Sr. Cupito de Fraga-
la jos Pereira Guimares, Inspector
tiesto Arsenal e Capito do Porto des-
1c listado, faco publico que recebe-se
propostas em cartas fechadas no dia
29 do corrente mez, s 11 horas da
manila, cm urna das salas da Secreta-
ria da Inspeccao, para o fornecimento
de medicamentos Enfermara de Ma-
rmita e aos navios da Armada Nacio-
nal estacionados no porto deste Es-
tada, durante o corrente exercicio de
,j: servindo de base os precos do
formulario existente na mesma enfer-
mara, o qual acha-se exposto ao exa-
mo dos proponentes que devero ob-
servar as disposc5es dos artigos 176 e
178 e seus paragraphos do Regula-
mento que baixou com o Decreto n.
745 de 12 de Setembro de 1890 os
quaes vo abaixo transcriptos.
Art. 176. Sao deveres dos propo-
nentes :
i." Encher com precos por exten-
so e em algarismos a proposta mpressa
que Ihe ser fornecida pelo Secretario
do Arsenal, a qual datar e assignar
para ser apresentado ao Conselho Eco-
nmico .
2.- Entregar pessoalmente ou por
sen legitimo representante, directa-
mente ao Conselho Econmico no lu-
gar, dia e hora annunciados as propos-
tas.
3.- Exhibir alm da certido do
Tespectivo contracto social, quando nao
fr firma individual, os documentos
que provem ser negociante matriculado
C haver pago o imposto de casa com'
mercial, relativo ao ultimo semestre.
4. Sao dispensados da apresenta-
cao da matricula na Junta Commercial
as fabricas e estabelecimentos de in-
dustrias da Repblica e tero estes e
aquellas a preferencia sobre os outros
concurrentes em igualdade de condi-
rf>es e cirenmstancias devidamente pro-
vadas.
Art. 178 nico. Alm do prazo
estipulado os fornecedores continuaio
a supprir por mais 60 dias as mesmas
condicoes se assim fr julgado necessa-
rio e sem que isto constitua direito para
prorogaco do contracto.
In peceo do Arsenal de Marinha de
Pernambueo, 21 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Antonio da Silva Azevedo.
Chapeos
Manoel Licio Marques.
Bruno da Silva Carvalho.
Antonio Jos Maia.
Adolpho de Castro e Silva.
Augusto Goncalves Fernandes.
Raphael Marques Dias.
Manoel da Silva Carvalho.
William Christiani
Cera
Jos FYancisco dos Passos Guimares
Alexandre da Fonseca Fernandes.
Jos Duarte da Silva Papoula.
Drogas
Jos Francisco Bittencourt.
Francisco Manoel da Silva.
Hypolito Rouquayrol.
Gracliano Octavio da Cruz Martins.
Acfeo Soares Raposo.
Jos d'Azevedo Maia e Silva.
Antonio Martiniano Veras.
Alfredo Jos Ferreira.
Sabino Olegario Ludgerio Pnho.
joias
Agostnho Ferreira dos Santos,
joseph Krause.
A. Labert.
Augusto Goncalves de Barros.
Benedicto Goetschel.
Alfredo Cousseiro.
Cordoalha
Joo Goncalves da Fonte.
Joaquim Alves da Silva Santos.
Miguel Soares Moreira de Arajo.
Estivas
Manoel dos Santos Arajo.
Antonio Guedes Valente.
Joaquim Mauricio Goncalves Rosa,
joo Fernandes de Almeida.
Jos Ferreira Dourado
Carlos joaquim Goncalves.
Antonio Joaquim Goncalves Fraga.
Augusto de Figueiredo Costa.
Livros
F. P. Boultreau.
Joo Walfrido de Medeiros.
Jos Nogueira de Souza.
Ramiro M. da Costa.
Antonio Cardoso Ayres.
Joaquim Francisco de Medeiros.
Machinismos
Francisco Antonio Correia Cardoso.
joaquim Octaviano de Almeida.
Alian Paterson.
Joo Holmes.
Miudezas
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
jos de Oliveira Bastos,
joo Cardoso Ayres.
Francisco Lauria.
Manoel Collaco Dias.
Pedro da Silva Antunes.
Manoel joaquim Ribeiro.
Eugenio Pereira de Azevedo.
Bento Alves Machado Guimares.
Objectos diversos
Manoel joaquim Perdira.
Joaquim Jos Goncalves Beltro.
Augusto Octaviano de Souza.
Vctor Prealle.
jos de Arajo Veiga.
joaquim Lopes Machado.
Izidoro Pinto de Lemos.
Jos joaquim da Costa Maia
joo Cardozo Ayres.
Albino Narciso Maia.
Antonio Mara da Silva.
Alexandre de Souza Pere ra do C.
0 Dr. Francisco Altiro Correia da Arac-
j-, Jui ^e Direito do 3-mmtro desta
Cidado do Rente, capital do Estado de
Pernambueo, em virtude da lei, e'c.
F-c saber aos que o presente edital
vireto uu d'eile noticia tiverem, que se ba
He arrematar em prac,a publica deste Jui-
co, depoia da respect.va audiencia co dia
31 do correte es boa aegnintea :
Urna machina a vapor aesente 00 ec-
gecho Uoinba do mucic;pio de 8. Lou-
renoo da Matt- deste Estado, bastante
osada com forja de 4 cavrlos, caldeira
borisootal avalada por 6000 e vae a pra-
ga por 4891 com o abatimeoto legal e 2
cvallos, eenao aro preto ae taaaoho re-
galar, avahado por 1500 e va i a prac'
por 1218500 com o abatimento legal e
oatro cas'.i.nho pequm avahado por 130(5
1 vai a praga por 1050300 com o abat
ment legal. D:'os bens vS 3' praca
pela quantia de 7 l?$8G0, feita o abat
ment lega',por bcqSo ezecutiva que move
o B.nco Emiis r de Pernambaoo contra
Jos do Reg BarroB e Albuqaorqae, para
papamento da quartia de 1:6870230 alm
d'.s juros e costas havidose per baver.
E olo h-veudo solicitante que cubra o
preoo 7120800 cm o abatimento legal,
sabr o preco da 2 praya na quantia de
de 7920 serSo os meamoi bena entregues
a quem maior lance offerecer em vista de
ser a 3' e ultima praga.
E para qae ebegoe ao conhecimento de
todos mardei pasca- o presento edital qae
sei publicado pela imprens^ e affixado
nos lugar> do c tame.
Dado e paseado neata Cidade do Reoi-
fe, aos 21 de Janeiro de 1895.
Dou t, subscreve e sssigno, o eioriSo
icter do.
Baohrel Francellno f'a Silveira Machado.
Frrc:sco A'tico Ccrreia d'Araojo
O Ur. Sigifmando Antonio Gonyaly.-s,
iui dos fettos da faseoda do Estado de
Pernambaoo. *
Fea saber pelo presente que o sgente
Francisco Ignacio Pi t-1, no dia 16 do Ja.
neiro do corrente anoo, vender pelas 11
hoiai da rranhS na agencia rna aa
Ctaa a quem mais der em eil&> ca se-
uiotes bens re'jbi.radLS pela fisenda do
Estado.
A caes de o. 6 no lugar denomioado
Cordeiro, fregaezia de Atogados de pedra
a oa!, ca p^rta, e jmalla de frente, 2
sales, 2 q'iartos, sem cosinha, terreno
proprir, medindo de frente 4 metros e 50
cont moros e de tundo 12 metros e 50
cent'met os, avaliada por 3000. Perten-
ce a Aotonio Frarcec^das Cbagas.
A armagSo de picho pintado, bafalo,
terno de peaos e medidas existente no es
fabereciment n. 20 roa da Santa Toe-
res, fegueaia de Santo Antonio, perten-
oente Rodrigues dos Saotu & C ava
lia-aem 600000.
E para que ehegie ao cinhecimento do
tedos t.a8soo se o presente qae sar pu-
blicado e tffixado.
Dado e pass-ido nesta cidade do Rec f 1
aos 19 de Janeiro de 1895.
En, Jre da Costa Reg) L"ma, escri
vio, 8'ibscrevi.
Sigismundo A toiro Gonj-lves.
Alfaadega
Aferamento de icrreuo do mi
rinha
D-> ordem do Sr. Dr. inspector d'est
Heparii^S b f s p'tbhc, que ten 10 Jus
Redi iguea Pino Ferreira, requerid- or
aforamento o ter-e .0 de marinha d vouto
aacoxo a sus fabric d g isrdent*, rite
h r a da EsS cSo d f rginaia da At^g
dos d'eata cidade, sAo c'iamadcs neata
Alfadea as qaa forera oppottis oreo
ndo i flamento, atim de requererem (.re-
ferencia cu o qi'' j';g rea j s^o
direit / no p ato de 3) da?, que Ibes ea
maru-d. < contar da pubcay o do pre-
sente ; fi:;;o'o deed-) log i silentes de
que, ndo n mesm'i prazo noubuma re-
c!ana?3i) ser .'tceita.
3 SeccSo da A f nd^ja de Ptrnam-
buco, 16 de Janeiro de l>"95.
O (h f: rfelsccSo.
Clito Valteribo Preira.
Edital
Concurso para Guardas
De ordem do Illm. Sr. Dr. Inspector
e de conformidade com o art. 24 da
nova Consoldaco das Leis das Alfan-
degas, faco publico que se acha aberta
nesta Repartco, a inscripeo para o
concurso dos lugares de Guardas
que se acham vagos ; devendo os can-
didatos requererem ao dito Dr. Inspe-
ctor a mesma inscripeo provando ter
de 18 a 40 annos de idade, bom com-
portamento e nao haver commettdo
crime pelo qual tenha soffrido pena
infamante, assim como nao soffrer mo-
lestias e ter a robustez neccessaria para
o servco, sendo que no dia 8 de Fe-
vereiro futuro pelas 9 horas da manh
comecaro as provas do referido con-
curso, as quaes versaro, de conformi-
dade com o citado art. 24, sobre por-
tuguez ( leitura escripia e grammatica)
e arithmetica (operaces fundamentaes
sobre nmeros inteiros, fraccoes ordi-
narias e systema mtrico).
3.a Secco da Alfandega de Pernam-
bueo, 23 de Janeiro de 1895.
O Chefe.
Clito Va lter i/u, Pereira.
0 cd^dio Pr. nciaco A 1.0010 MlilaoT, >U.-pre-
le o em ese 1 io deale nuoir. pi -^e Cor-
renes, Estad) de Te oambuco, tm virio e d
le e c.
Pelo p-e.eite e;i si nan :a bta pellico aj?
baDii30te< dere muoiciDio e a ;,u b io'ere?3&r
ossa;qe teiflo -ido [e\o Conce bo Mouicipal,
vo tta a le ce o(,sd cao para o son. co reol
de 1895. c eodo pea pree lu a municipal ne
eaua a res ecivi ta ci, spr teja'ido ao
oescio conctfOo a- r-iOts po-qu; auKlm poce
dea, e como 'eiba i x.vido > praio da lei 6em
9er observada pe'o referido coocelno, aa medi-
das ueces^arias a re,e tj, esol'eu Que Bcass-
em exe.ucao corauli o co 'ent. exe c.:io de
1695 a ei maieip.>l n 18, ae 10 de Njvembro
e 1893.
E ps' a consta'-, man e faier o r sett e pu-
blicar ptla ijiprcnja para cbnbtci'uen'o de to-
dos.
Pefeor- MDti:-pai da V.I'a de Ctrreote,
em de Janeiro de 1895.
Ka. Jaoijiba B--. uno, sec-e aio, o esirefi.
F aDr,i-co An'iioio Uissaoo.
Alfandega de Pernambueo
De ordem do lllm. Sr. Dr. in pector
acha-se marcado o prazo de 15 dias, a
contar da presente data, para inscripjio
do concurso qu ewvai proceder-se nesta
Gu.rda-Moria, paa os lugares de guar-
das, o qual constar das materias se-
guixtea:
Pcrtuguez, leitura, escripta e gramma-
tica, e da arithmetica operaces funda-
mentaos sobre nmeros inteiros, fraccSas
ordinarias e syatem mstrico.
Os concurrentes evero provar ter de
18 40 annos de idade, ser bem proce-
dido, e nSo haver commettido pena in
famante, nao soffrer m-ilestia, e dispor
da robustez necesaaria para o servido.
Guarda-moria, 24 de Janeiro de 1895.
O guarda-uior,
G. Malc/ier.
Directora da Jaslica'. Sec-
cSo
Secretaria da Justiga, Negocios Interiores e
Inslrucgo Publica do Estado de Pernambueo,
em 13 de Janeiro de 89-5.
Edital
De ordem do Sr. Dr. Secrelario da justica,
Negocios Interiores e Insirucco Publica, sao
convidados os concurrentes ao lornecimeoto de
rsces e dietas aos presos pobres da Casa de
Detengo, a comparecerem n'esla Secretaria no
da 2i do corrente, a 1 horada tarde, atim
de assistirem a abertura das respectivas pro-
postas.
O Draetor
A/fonso V. de Mideiros.
Yo
08
53
53
53
53
03
6i
6
41
41
4U
39
39
39
39
0 pres dente da 38.* ?e d str co da paroebia ue A(ugid03 do muoiciplo
do Recite etc.
Fago publi:o que tu ele gao procedida hoje
oeeu tt'igaj para setia o..-- o duas vagas de
senadores e 'epatados ao Coogreso do iS-tado
obiivtTdOi votos os segamlts cidadajs :
Para senadores
De*embargador Fr^nciecoTeix ira de S
0 E1ordo Argoa'.o de Oliveira
Dr. Atotij Jo e ue Alieida Pernioibtico
D-. Hereataoo Haodeir. de SI.IIj
;i i J c a SllTa
ur. Cjuataocio dos Sant< s iootual
r. Loii Saiaiar M.^c.so da Veiga Pcsoa
Dr. Aulouio 'st-.vij de Olirei/a
Buraj de Cnar
Di-seKbi q tio= Perena
Corjiei CooBisni do R.dr.gues Li'is de
Altoqaerque
Dr. Fvjst'ioj de Uendonca Vofconctlios
D Joaquina Maia Carneiro Vileila
D>. L'jit emf rio Das Simoes
Dr. o a e ae Sa Pereira
Ur. Jo Vicente Mcira de Vaconcellos
Dr. M.l^is aq oaio Googalve^
l)r. Jo A,)Iodio d Pmno Borges
Fra icisco do Reg Barros de Lacerda
Dr. Heruio^tnes Sioc aleB lavaras de Va-
eoocellc
Dr. J i C.-irrbra
D<-i=eaiba-{dcr Adelno A t oio de Lui.a
Frene
Dr. Aristsrcbj Xavier Ljpes
Dr. Jjf Moreira Alves ua Silva
Dr. Joaqcim Tavare de U Coronel An Bula Gime correia da C'uz
Jov-cela Tdci.no Marit
Ni Coo.el S Iv,qu Guiioerme de Barros (3j-
rao de Naxaretb)
D-. Ser^-o Hygiro Dias des Sanios
Vigaro Jjao Ao.uitj Bezerra de Carvalu)
Generl L it Au.us o CoelD;> Cintra
No vga do Viscjod? de Tabating :
Dr. Joo Bsp i. la Ke/ocire Costa
Mejor Amonio Pereira di Cama a Lima
Ccrontl Francisco Vi al de Anuba Mocte-
negro
D-. Aoton o Pcei.-i S u 0-s
Para depotados
Dr. Joaqola P-reira da Silva Gaia 8es
Dr. Jj- M-r^e no da Rosa e S;lva
Dr. Jos da Caoba abtl o
Si
41
53
39
51
33
63
51
51
5)
5.3
N
5J
D Flanor d- M-inelros
Dr. Loo'enco Cvalcarj'e de Alonqoerqae
Dr. Lopol o Msru.bn le Paoia Lina
Dr. A' toolj Aogoito Pf-riira da Silva .
Dr. iffjoso de Barroi CiTilcaue de Al-
bnqne-qae
Dr. Celso Florentioo He riqaes de Soaza
Dr. Jotiiuo da MjtaSilveira
Dr. Affjnsc Gjogalv 3 Ferreira Costa
Dr. Antonio Viceoe Pereiri di AQdrada
Jan or
Dr. Estacio Coimbra
Jr. JlIi Aotero de Meeuos FuriaJo
Dr- F-anclco de Carvaibo Gjrtalves da
Ro ba
Md cel \ Jr'gnei Pa-to
C nl j F-aacisoo P.nb^iro Ramos
Corouei Francisco a.-. Assis Perdra Tejo
Craarisco Tiour-io Paulno de Mellj e Suva
Ur. Eipiaio de Aneo ixa Fuuiredo
Dr. Gofotreio Mcscoso da Veiea Peesoa
tauocl A Uni de Ai-vtu Ja~dim
Antonio Berlholdo G Ivao
Gaspa- C Vlcaute Pms Cmpello
T'.itnit- o-un I Francisco ae AfaujO L'nna
Cjroael ApoUioano Florentioo de Alou-
querque Maaobao
Dr. Jos Go^oy de v"as:o3vellos
c. JjIu pe- Ker'.-ira
Dr. Au. u-u ADel Pe xj'O de Miranda
H n que
Clemeuli.,o Beze'ra de Aloqae'que
D'. Do'Dia.oj de oreo Va-co-cMi.s
Dr. Bsie o Carneiro utvalca e de AjO-
querqu La e:.
Or. Fr ii i, j Ajiunii RagWlta Coala
0 F- ti iao And G mes
i)--. Frao i o Apollviu'O Jorge
)r. Joa de lia-r s de An iade L m
i'cDeu'e corouel Jjo Qu itmo de Mene-
zes Gdlbardo
D' J<>qoim Njrre de Lacerda
Jjs X"ier Cirnciro de Barros Crup Uo
r. Jj. T0ouQ*da C'inha Vasuoncelios
Dt. Lndolpbo ITsDelio Correia de Araojo
L.'urecgo de C^rvalno ce Araojo Y,.yrao Liorcnnno An oaio C zario d' Aievedo
U-. MauoelCa-tano de Albaqu^rque e Mello
Majar Uanoel I inoceacio M uj da Cosa
Miaoel Ma edo
ur. RayajOdi Pontea d.' Mi'aoda
Dr. Taoaiai Fe reir ele Ca.valno Sobr-
nio
. neu bila Artbur de Siqaeira Cava.cante
Dr. Apriglo de Miraura -astro
*ern.*,ndo Ba-roi'a
Dr. Lo z di- Caltas L;rs
Dr. Virgilio ue S Pereira
Dr. Tfiomaz >' Ca !a L'.us
Dr. Bipidlo I'.m-n ei
Vlga-u AotJio G-.cano de araojo Gua-
nta
Dr. Francisco Leopoldo Gomej de raojo
C.-i i'.ao Macoel J > da Cmara
Capiia. Ftdro Aiexandnoo de Souxa e Silva
Dr. Jjfe Aotoo'o te Ovti-a Mendonga
Dr. Jaaqaim da Cora Hibeiro lHM
Dr. Joaquim PeJ.o Civalcante de Aloe-
qoerque
ProfrS8or Maooel Roberto de Carvslbo
Go'marits
Dr. Victario do Nascimenio AcciolYL'Q3
Dr. Malaqoias de Quwroz Birros
Dr. J a j u i :n Lorenunj de Andri-^e
D He colano de O.ivelra Torres Gilliod
Dr. Loren'ino Ao-onio Moreira de Azevedo
Dr. Julio C-tar Fortado de Mendooc^
Dr. Maooel Maryn k Moa'elro de Aadrade
Dr. Praneisco Silverio de Farias
Dr. Jos de oa o Lima
Or. Olympio Freir de Carvelbo
Dr. An8berto Rodr gues do Paeso
Profesor Joi> Alves de Scoza Bandelra
Dr Maooel Victorlo da Cjsta Barros
Dr. Sal ador Felicio dos Santos
D-. Octavio Hamilton de Carvalho Barre'.tJ
Francisco Carneiro Rodrigues C mpello
Dr. Agoftinbo da Silva Leal
Pbarmaceatico Gracliano Martins Ssbrlaho
Dr. Argemtro Al es A'OM
Dr. Sawio de S Goozaga
Dr. Oswaldo Macbado Freir Pereira da
Suva
D'. Eaclides Bernardo Quinteiro
D-. Fabio Rio Jonior
Capl'o Joaqaim Q erlno Villarlm
Dr. Maooel Henrique WdOderley
Dr. Gervasio Fioravaote P.res Perreira
D- Jos Mauricio Borg^s Jnior
Dr. MdDoel Octaviano Gueaes Ncgaeira
D-. Francisco Pedro de A'aojo Fiibo
D Joao de C rvalbo Soares BrandiO
Cooego liahoo Fernacdes de Souaa
Coronel Joaquim Googalveb da Cjsta
L'ma Filbo
Tenente-corooel Antonio D as Alves da Silva
Dr. Valdevioo Demetrio aa Roiha Wau-
de'lty
Dr. Femando d Si e Albuquerqae
Co'oorl Jerooymo Tbeotooio da Silva
Loorelro
En Heoriqae Francisco de Moraes secretario
o f8*rei.
38.' se-cao eleitoral do 1* dittrido da narc
cbia de Afogadof, em 10 de Janeiro de 1985.
. a. de Nazareib
Presidente
Heoriqae Francia o de Moraes
Secretarlo.
83 Dr. Malarioias o Qj-ir i Boros
3,D". Olynpio Prdre d^ Ca'valho
Jos Alves de Souza kaodeira
Dr. Aiebrto Rodrga8 dos Pastos
Dr. Thoaaz Cal-i.s Luis
Dr. J de Suut)Lima
Dr. Manoel Ma ques M. de Andrade
D-. lati Cesar Fu-t-do de M ndo ga
Coronel La.i Aogostc Celo Cictra
Dr. Liareonno Aotonio Moreira de Aze-
fedo
Dr. Hacolano Oliv i a T rres Golinio
D Joaquim Lnneoioo dJ. AUirale
Dr Lau CdldanL'ns
V.gano Aotooio G a;:ano de A aoio Gua-
nta
Fernando Barroca
Cai'i ao J aqum Qjir-ao Villarim
Armar de Mello
Mantel Hiarlqae Wanierl. y
Dr. A-gemi'o Alv
Dr. Valdevioo D da Rocna W.Qderlcy
Para n. oes
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0 Dr. Maooe' dos Santos Moreira, presidente a
30 secgao e^eiioral do mnaiciplo do Recite
taz publico, qoe na eleigSo proced la boje
para deparados e senadores i biivera? fotos :
Para de.mtadoa
Vol
Dr. AffoDBO Goncalves Ferreira da Cesta
Dr. Jos Marcellino da Rosa e Silva
D Biaoor di. Medeiros
Ga par Cavalcante Peres Campello
Dr. Joaqu'm Pereira da S Iv. Guimares
Dr. Joe da Cunta Ribello
")-. Lourenco Cavalcaote de Albuquerque
Dr. Elpidio de Abreu Lima Figueiredo
Dr. Leopoldo Marlnho de Parola L'ttl
Dr. Antonio Aaft8to Pereira da Silva
Dr. Allonso de Barros Cavalcaoie de At-
baqaerqae
D-. Celso Florentino Heoiiqae de Souza
Dr. Justino da Mctta Silveira
D-. Anl no Vtente Pereira de Andrade
Jnior
0\ Godoftedo Moscosoda Veiga P.ssoa
Dr. E-ioc'o CoimDra
Dr Julio Antero de Medeiros Fartado
Dr. Francisco de Carvalbo Soares da Ro-
cba
Maooi R^drigoei Porto
Coronel Fnncisco d- Ass Pereira T-j<)
Francsco Tiborcio Pauliuo dt M lio i S.lli
Manoel Antonio de Azeveio Jar.iim
, n tolo Beriboldo Galo
Coroutl Jos Franc;aco P nh iro Ramos
T. nenie-coronel Fraocleco de Arajo Lima
Major Manuel lonocencio Meona da Cosa
D-. Tbomaz Ferreira de Carvdlr.o Sobriaho
Dr. M Jo.X-Vier Carneiro de Ba-roa Cariopcllo
Dr. Jos de Godoy e Vascoocel o
Dr. Jt de Barros de ADirade L'ma
Dr. Feltcisco And Gomes
Dr. Aprigio de Miravda Cas'.ro
Cori nei A o ioario Fioreatino de Albuquer-
que Mrdtibo
Dr. Docigo Abreu Viseen :ellcs
Dr. E t-vao Caroeiro Cavalcante dt A!ht>
qseque Lacerda
Dr. F.-unciaco Amonio Rgaeira Coala
D L'niolpho Hisbeilo Coneia ae Araojo
Or. Ryuuiido Pootes de Biracda
Dr. Augusto Abel Peixoto de Miranda
Hennqi ea
Dr. Fran.iaco Apolonlo Jo-ge
Tenante corenel JoSo Qi otiuo de Menezes
G Iharda
Dr. Jo 'qoim Carneiro N ore de Lacerda
Dr. Jos Tbomaz da C. V.sconctlios
Dr. Ju'io Pires Ferreira
Lourecgo Carvalbo de Arcujo lpiraB?a
Lau'entloo Antouio Cesario de Ateve o
Mano I Macedo
Taeopbilo A-tbur Siqueirs Cavalcante
C'emeutioo Beze'ra Alouquerqae
MBOI Riberto de Carvalbo GatmsrSis
Dr. Fraocisro Silverlo de Farias
Dr. Tbomaz Los Caldas Filbo
Dr. Francisca Leopoldo Gseies de Araojo
Maooel Jos da Cmara
Cipitio Pedro Alexandrlno de Souza Fil-o
D'. Jo! Antonio de Oliveira Mendcng
Dr. Joaquim da Costa Rioeirn Filbo
Dr. Joaquim Pedro Cava'.cmt) de Albc-
que-que
t. Viuiorio doN. Acvio.i Lias
65
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10
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10
10
S P
r. Antonio J.s ue Alarida Pernambueo
D Eluano A de 01.ve ra
Detemdar^ador T- xeira de S
Dr. C.osuocio rus Sao oa Ponmal
C-iLiteodiiO' A'biou Jote da Silva
D Luiz Sjia,r Mos:oeO da Veiga Pessoa
Ur. HdrculiO bandeira deM;io
B ro ie Caia'
'> Aniouio Estevo de O'iveira
D^ eiinarnaior Mt-lias Pereira
Ur. D met-'.o S n6rs
Ur. j .qu m M i.. Ciroe ro Viela
D Ftl somo de M D Cunstaiitin > K. La* ue A'buquerque
Ur- Coaioe de Si Peieira
: Vi;euie M. de Vaso.acel os
r- MiUquidS Autoui Gui gaives
Desea narrador H rmogeea S T. de Va3
^C'iiicellos
Dr. Joo Coimbra
Dr. Francsco do R. B. de. Lace-da
ur. Joaquim Tavarca de Mello 6rrttto
Juveucio Tciann Mariz
D-aemDa gado.' Adeliuo Antoolo de Laoa
Freir
r. Anstarcho X*itr Lopes
r. Jo Mr ira A ves a Silva
D Jos A. de Pumo B >rg 3
ooronel Aulomo Gomea Corr*ia da C az
Pura eeoado- na v.^a do Viscoode de
Tiba.ing
Voios
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toa
63
21
Dr. Joao Baptista Re,:oeira C ti
M j.- Amonio P. ua Cmara Lima
Coronel Faiiciaco Vidal Arauba Monte-
negro 9
para senador Da v Hattoa
Vetos
Coronel S Ivinn Gailh-'rmf! dj Barros
r. Sergio H. D ia d, s S .atoa
Vigario J o da Costa B-z-ra de Carvalbo
iei.er-1 Luiz A Coelno C ntra
En 10 de Janeiro de 195.
U p esidenif;
Moooei doa Sa loa Moreira.
O secreta lo,
Antonio Jorge G.eTC.
DEGUKACQES
OS PHL0M0M0S
REVISTAS DE HOSI It %
Segundas, qu rtas e sextas das 7 as 9
horas da noite.
Alerta camaradas !...
Perfilar arrras !. Direita volver... para
a gruta ruada Imperatriz n. 62.
Viva o Z Pereira I
O secretario.
_______________________Pif Paf.
Aula de cbstetric a do Ho-
pitai Pedro 2o
Avj.'-sp as fiesfoas inieresaadas de qae as
mairiiulB do orso ne cbsteuicia abrem-ve 00
>.ia 3 de F-'verelrj. deve.ido as preteodentes
p e-fnlirera os fes req.;er.nie'jto6 a: onliimo
I dia do mesma refz.
Sa coo^igfies para > rr-at1 rrl :
1 1* ser ruaior de 18 e menor de 40 ataos.
2" saber ler e escrever. ter rogSes de -val. n;a
i meirico decirri.l e as qoatro (O.las foodamea*
taes r*a arimrreiica.
3* ter boa condac:a chil e moral e cao soff-er
moleslias contagiosas.
Est s cond c6e dev.-5) ser p-ovadas por
examer pra'icados ante da m^trifola co por
ctett-dos de p-otissiouaes babilitados, sent .s
Ce co docta possaios por aotondaies civis
eselealstileaa.
H jspital Pedro 2* em 14 de Janeiro re 895.
Dr. IgDacio Alcibiade8 Velloso, director do
servico sanitario da Santa Cafa.
Companhia Nacional de Ca-
mis e Roupas Brancas
Os Sra. accionistas q e siada nao realisaram
as fU'ia entradKS at a seiima pr sticSo do ca-
p ti qoe 8ub3Cieveranj, vio convidados a fazel-0
irprorogavelmente al 30 no rorrele.
Recite, 14 de Janeiro de 1895.
O secreiario
_________________Cos'odio A. Guimara3?.
Compaa fodasral i'ernam-
bacana
A administracio desta companhia conv'da aos
Srs. accionistas a fazerem una entrada de 20
0/) sobre o -ilor nomioal de ;uas srcoes u
404(00 por cada accao, al o dia 9 de Fevereiro
prximo, uo e8cripiorio de Pereira CaroeiraA
C., a ra do Commercio n. 6. andar.
Recite, 9 de Janeiro de 4893.
Banco de Pernam-
bueo
De accordo com o Art. 16 do decreto de 17 de
Janeiro ae l8r0, participamos aos S-s. ac lois-
t-?qiie se acbam na ede dca'e Banco I eua
dispoti'cao os segu ites documentos para serem
examioados :
1 Copia dos balanco?.
2* RelacSo nominal dos accionistas.
3 Lista das transferencias da acedes durante
o anoo.
Recite, 19 de Janeiro de 1895.
Aitonio F. fereira de Carvalbo.
Director secretario.
Escola lioruiul de Pernambueo
MATRICULAS
De ordem do Sr. Dr. Director desta
Escola fac;o publico a quem iateraasar, j
que, a contarde 15 do corrate meav
at 3 de Fevereiro prximo, acham-se
abertas as matriculas para as aulas dos
tres annos do Curso e escolas arme-,
xas, no corrente anno, devendo os pre-'
endentes requerel-a ao mesmo Sr. Dr.
Director, instruindo a petifo com do-
cumentos, devidamente sellados, que
provem, quando for a matricula para -
primeiro anno :
I Idade maior de 17 annos, se forem'
xo masculino, e de 15, sendo do |QStUlltO AfCheOlOgiCO e GeOgTa-
Banco da Repblica
do Brazil
Paga se c quarto di vid ndo das arefies deste
Banco i raigo de64000 por ca arcao io'egra-
da e 34000 pela qae e-ta com 50 0/0 realisado,
no escripiorio de Pereira Carneiro & C, a rna
do Commercio n. 6, 1 andar.
Recife, 15 de Janeiro de 189o.
piuco Pemanibncano
Quima feira. 24 do corrente. bora do costu-
me, baver sesso ordioaria.
Secretaria do Instituto, 22 de Janeiro de 1895.
1- secretario,
Baptista Hegoeira
sexo feminno ,
II Isenco de culpa que motive a
perda de cadeira ao professo publico:
III Ser de bons costumes ;
IV Nao soffrer molestia contagiosa
nem ter defeito physico que osprivem!
de bem exercer o magisterio ;
doVre2;,se""ido ourevaccina-|Hippodromodo Cam-
VI Habilitaco as materias profes- JkTk Irailtif
sadas nos tres graos do ensno prima- f* 1*aIHll5
rio, ou as do exame que houver de! Asaembia geral or uara
fazer na escola. Os Srs. acclooislas sao ccovidados reauirem-
A iuizo do Director, as alumnas po-' e em assembla geral ordinaria na qoinia feira
j__mi.__ j_-**:^^ ___^...i :~An 1 de Fev- re o. i 6 horas aa tarde, ne secreta-
derao ser admittidas a matricula nde-
pendentemente da prova das condicoes
referidas em os nmeros II e III.
As petifes para as matriculas no 2
e 3.0 anno, sero instruidas com cer-
tificados de approvaco em todas as
cadeiras do anno anterior.
Secretaria da Escola Normal de Per
nambuco, 8 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Francisco Carlos da Silva Fragoso
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por (ra secretaria se declara qoe no dia V.
do corrente (qu'ola (eir) as 10 hora da manba,
e tara agameoto as ama* de criac ., em ama
das salas na anliga esa o expostoa-
Secretaria da Santa Casa de Misericordia ao
Recife, 18 de Jaaeio e 1895
O eecrivao
Jos Houorio B. de Meneies.
na a roa Larga o Rosarlo 0. 16,1 andar, Dar
t-r lugar o comonmento do 2- do Art. 21 dos
e-ltalos, relativo ao aaoo social linio em 30
de Janho de 1894. eeleger a commisso fiscal na
forma do 1* do mesmo artigo.
Recite, 23 de Janeiro de 1895.
O aecietario
Aogosto Silva.
tdippodromo do Campo
Grande
Em reuoiao la directora fordcn multados de
accordo com 3 do A-t. 51 do Cod. de corri-
das, os s^goicies io k ys:
Joao Cimpos. Deoliudo e Pedro de Figueiredo
em li 0 cada uno, sendo este por irrenlaridade
no 6* pareo, quando montava o animal Goyanaz
for; m approvadas as mul'as impostas pelo
jais do partidas aos jocseys Pedro Alexan trino,
Luiz Gomes, Jo. Marcelino eLois de Franja em
50*000 c,:da uro.
Recife, 22 de J.neiro de 1895.
O secretario
Augusto Silva.
LOTERA
DO
II if U tffili
Premio: 12:000^000 iotegraes
Extrac^o da 4.a lotera A
^illLlMI l-I'FIK i 'iS do corrento s 9 horas da tarde
As extraccoes da outra qunzena sero
publicadas por estes das.
0reveiueiite serffo nnnuiiciados planos de premio
maior de 15:OOOotOOO, 34:00>OOU, 30:000^000 e...
40:000^)000.
O i VI ltA< I \\t i: IH>!\ l.Olllllt PAGOU DE
iii:\i;nrio toiiMUMis i<; iia\<\. i o:Ooor ooo.
Btl lete venda as casa lote-
rica e na tfiesouraria rna Lai-sa
do Rosario 11. 99 I." andar.
08 PEDIDOS DEVBHAO SER DIRIGIDOS *
0ISCASSEUEO DI SMISSAQ
-i-



TKLiGaAMMAIheiro C4IXA DO COUREIO196
PERNAMBUGO

1 --
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xX

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^-i
rio do Pernamhnco Quiita-frira 91 tle Janeiro de 15Q5
THEATHO
SANTA ISABEL
Q
Comanhia Dramtica Italiana
G..M0DEM
uinta feira 24 de Janeiro
BENEFICIO EM FAVOR DA SOCIEDADE BENEFICENTE CAVALHEI-
ROS DA CRUZ
Programma
Ouvertura iiymno MASNICO
Grandioso drama em 4 actos, do festejado escriptor V. Sardou.
TOSCA
No nter vallo do 3.0 acto a orchestra executar urna grande marcha
composta e offerecida Sociedade pelo distincto maestro Smido, intitulada
Cavalheiros da Cruz.
Finalisar o espetaculo com a esplendida comedia :
ESTBEGiSIMGAELi ESTIBA BEY
Os intervallos sero prehenchidos pela banda do corpo de polica.
Os restos dos bilhetes, na bilheteriz. do theatro.
Trens para Olinda, Apipucos e Varzea, bonds para todas as linhas.
Paraso....... 1&000
1 > 8 horas eiu poni
A
CLUB
Prqjecto de inscripgo
Para a 2,a corrida a realizar-se no domingo
3 de Feveirode 1895
Encerrando-se s 6 1[2 horas da tarde
em ponto
ha930 metros. Aaiaipes
1.
2.
3.
4.
6.
7.-
8/
PAREOMepaaha930 metros". Aiwmi de Par^mbuco que nSo te-
nhaui gacho nos prados do Recite dotar do ou na> victoria. PrBMlOS
250J0G0 ao primeiro, 0C03 ao segando e 25/JOOO ao tercero.
Art. 5.*-Camow.
1 PAREOPortugal1.000 metros. Animaes dParnansbnco. Pasmos
3OO0UOU ao primeiro. 600000 ao segando e 30|000 ao teroeiro.
Art. 5 .Nababo, Bismarck 2. Aventureiro, Camor*, Triatrph, Piremon,
Feni.no, Pyriiampo, PlutSo, Turoo 2.*, Uaunty, IJa, Fumaoa, Hiron
dee e Tado .
' PAREOItalia1.100 metros. Animaes de Pernambuco; PRBMI08 : 3C0
ao primeiro, 60)5000 ao segundo e 300000 ao teroeiro.
Art. 5.'Os do pareo Pcrtagal e mus Be'ja-Flor, Malaio, P Furioso, Gil-tte, Dublin, Berlirn, Ybj e Mendigo.
'PARLO lllemauh.i 1.400 metros. Animaes do Peraamlnco. pbe
mos : S5C0OOO ao primeiro, 709000 ao segando o 350000 ao ter-
coiro.
Art. 5.=Os do pareo Portugal, Italia, e mais Taliapher, B*thory, Sana-Soaci,
ViDgador, Cingo e Ally Sttoper.
PAREO Jrazll 2.000 metros. Handceap.Animaes de qaalquer pas.
pbbmiob : 5v. 00000 ao primeiro, 1000000 ao aegundo e 500000 ao ter-
oeiro.
Pesos=Qipsy, 60 kilos; Dorotby, 56 kilos; Gotyanaa, 52kiloi ; Petropolia,
Eiffel e Apollo, 50 fros; iadatus, 45 kilos; Doaradilho e Rusticano
o mnimo do peso que obverem.
1 PASEO -laglaterra1.609 metros. Handcp. Anmaos de Parcambaco.
pkemios : 5C0OOO so primeiro, 703000 ao segundo e 350000 ao
terceiro.
Art. 5.' Nababo, Aventureiro, Blsmarck 2 e Tr'uspho.
PesosPiramop, 56 kilos; Feniaa, 54 kilos; Pyrjlampo, Idi, PlatSo, Famac*
2*., Torco 2. 50 kilos ; Malaio, 48 kilo*; e os domaia o mini-. o do
peso que \ btiv reta.
PAREO-Fi-an,a1.800 notrosAnim:o de Peroambuco. Paamos: 3001
ao primeiro, 600000 ao aegundo e 300000 ao terceiro.
Art. 5.'Os-do pareo Portugal.
PAREO .\ew-York800 metros. Animaes.da Pernambuco qoe nSo te-
nbam tido elass fiaacSo nos Prados do Recife. premios : 2500000 ao
primeiro, 500000 ao segando e 251000 ao teroeiro. <
Art. 5.-=
Observares
Nenhum dos pareo contar victoria.
A iuacripclo eocerrar se-ha impreterivelmente ai 6 12 boras da tarde de
ter 5 a-fe ira 29 do crrante, nSo sendo acceita aquella que nao vier acompanbada da
respectiva importancia.
O proprietario que fizer Dsorever seas aLimaes para as corridas do D erby
Club de Pernambaco, assim como os jockey], empregados de candelarias e mais pes
aoss que tenham interease as corridas, presume se que sSo conhecedoras das disposi-
S~js do cdigo de corridas e que a ellas se sujsttam, bem como s decisSes da Dire-
ctora.
$ Tocando a pesagem oa animaes deverSo estar junto da respectiva casa para
erem immediatamente ensilhados e Sagairem para o barrado no ce .tro da raia, onde
s poderSo eBtar os jockey s e os tratadores ou criados, oa quaes nao poierao ter com
munica5o com pessoa alguma anies da realisaroe a corrida.
4*--'-' Oa paieos s serSo'considerados rjalizadca tacrevendo ss e oorrendo 5 ani-
maes de 4 proprietarios diffe.eotes.
sTcretar:a do Derby Club de Pernambuco, 23 de Janeiro de 1895 .
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
Companhia Manufactura
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas
a realizarem dentro de 30 das, a con-
tar da presente data, a nona entrada
de suas prestacoes, razo de 10 %
do capital subscripto, ou vinte mil reis
por acco, em mo do thesoureiro, ra
da Madre de Deus. n. 18.
Recife, 10 de Janeiro de 1895.
O director secretario,
J. Pires G. da Silva.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
RA. DO VIGA.RIO N. 1, 1. ANDAB
Directores
Bario de Souza LeSo
Thomaz Cbmber.
Jul.o Cesar laes Barr
Gimnasio Pernarabncano
P la secretaria du Gjmo sio Peruamboca,
no. e de ordena do iiloatre cidadao Dr. rep, dor-
e declara aos pas de Tamil a e a qoezi ma in-
teei8ar possa,que a abertura solemob dtst<*
Instituto ter logar no : a 4 de Fevereo vin-
douro, achando ee ati-rta a matrirola do d a 15
do correte ato-31 de. Marco para aqaelles qce
qnizerem etodar g eetuintes disciplinas :
Lingoa oacioaal.
Dita latina.
Ota france;:1.
Dita in(leid.
Dita iial.sua.
Philosophia.
OeograpbU.
Historia do Brasil.
Dita Unive sul.
Arlthatellca.
Algebra.
Geom.tria.
Trisoonifl'.ria.
Historia N;lor. 1.
Fnysica e chimica.
EscripiDrajo mercantil.
Deseobo.
MuMca.
Instracco elementar.
Nechum alumno podrr mtricuiar-sf, de ac-
CirJo com a portar de 2 de Julfco de 189a do
Sr. Dr. inspect r ger.-l da iiisiroc&o publica,
sern qoe previamente exhiba al!ejtado3 de mo-
ralidade e conru:la escolar, Armada por pro
(essaores, cujas aulas frequentaram, 00 por pes-
soas idneas, urna vez verificada a imposaibili-
dade daexhbicao daqoetlee.
Os alumms pagsrao 6t0 de taxa dorante o
aono lectivo pelo es tu Jo de om f preparatorio,
9J000 pelo de deus e ItfOOO dabi por diante,
dr teimoB da le n. 1,311, de d Fevereiro ae
1879 ; os alamnoi d'acia pr.maria nada pag-
rao.
Continoam validan, para a matricula nos cor-
sos superiores da Repblica, os exames teres
no esiabelecimento, nos lemos do decreta n.
1,389. de 21 de F< colar do ministerio da jostica e neg cics inte
ores, de 28 de Fevereiro de 1893.
Secretaria do Gym..asio Pernambocano^ 11 de
Janeiro de 1895.
O secretario,
Celso Tertoliano Fernande Qq'nleDa.
Companhia de Servi
eos Martimos de
Pernambuco
De accordo com o qoe preceitua o art. 147 do
Beuolamenio sooreas 80t-isdi.dsg \00nyma8, ti-
con a disposioao do Srs. accionistas na rede so-
cial, os segotntes dccumeQtos relativos ao auno
prximo paBsado.
1 Copia dos batneos.
2-. Copia da relacau nominal dos accions'.a?.
3 Copia da lista da- transferencias daac(6cS.
Recife, 14 deJineiro de 1894.
Francisco e A. Cardcso,
directer adjunto.
Conipanhia
Centro Commercial
1* cbamada de capital
Havendo sido expedido o decreto do Go
veroo Federal, coocedendo auiorisacao para a
orpanisa(o dee'a compiuni?, temos a satsf. *.i
oe convi .ar os Srs, accionistas reallsarem no
Banco de Pernambaco, nesta capital, dentro do
prso da 25 O/o do capital qne sobscreveram, aflm de
iostallar-ge a mesma companbia.
Mace:. 2 de Janeiro de 1895.
Os directores
Tibnrcio A. de Carvalbo.
Buaveotara da Amorim.
Pedro de Almeiaa_________
Eseola Normal de
Pernambuco
Exame deadmissao
De ordem do r. Dr. director desta eico a, faco
publico a quem tn'ereisar que. de accordo com
o Art. 27 do regulamsato ,e 17 de Dezembro de
18b7, devera ter logar 00 dia 29 do corrente, as
10 boras da manba, o exame dos aspirantes a
matricula do 1 aono do corsi.
Secretarla da Escola Normal de Pernambaco,
32 de Janeiro de 1895.
O secretario
Francisca Carlos da Silva Fragoso.
Aviso
Trilhos Urbanos do Recife
a Olinda e Beberibe
Roga-se acs Srs. passaeeiros qoe viajam nos
trens de3ta compaobla com p:ss8 concedido pela
gerencia, o favor de os trazer comsigo, visto
que por ordem da mesma gereacia ser exigido
que eejam ditcs pisjrs apreseotados qoanlo for
oe:e!sirio, e isto devido a auerer algans pai-sa-
geiros viajarem allegando qae tem pasaa sem o
ter, e nao ser os conductores dos trens qaem
pode sauer ca-qae teem esse oireilo.
Recife. 3 de Jsneiro de 1895.
Beato MagalbSes
Giren te.
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Asaembla geral de poese
De ordem da directora, convido es memores
desta associacao para se reuniris em assembla
gersl no ala 30 do corrente, s 6 1/2 ora.- da
tarde, afim de ter tugar o acto da posse da nova
directora e approvacao das coctas do anuo
fiado.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechan i-
cos e LiDeraes de Pernambuco, 23 de Janeiro
de 1895.O l" secretorio,
Ignacio Lopes.
Il'ppodrono do Campo Gr.nde
Primeiro dividendo
Do dio 23 do mez corrente em diante, das
11 boras da manba s 2 horas da tarde, na Be
cretaria, i roa Larga do Rosarlo o 16 1." an-
dar, sera pago o primeiro dividendo, na raiao
de qaioze mil ris por accio, relativo ao pri-
meiro semestre do aono soiil de 1894 i 1895-
Racife, 16 de Janeiro de 1895.
O ibesoordiro,
M. Lopes Vielra.
Companhia
Tethjs de Seguros larit mos e
Terrestres
De accordo com o disposto no Art. 18 dos
es'atotos desta companbia serao vendidas no seo
eacriptorio no dia 31 do correo'.e mes vin e
accoes de n. 61 a 80, pertencea'e. ao socio fal-
lecido Aniceto Angosto da Silva, crja venda s;ra
(cita por proposta em carta fechada por nter
medio de corre ores geraes
Rejlfe, 23 de Janeiro de 1893.
Insurance Company de Li-
verpool
CAPITAL 900,000
A&EOS-PDSWAK & C.
LARGO DA COMPANIHA N6>
SEGURO CONTRA FOGO
wm
A '-r
COMPANHIA DE
Fiacao e Tecidoe de Per-
nambuco
Acbam-se a disposico dos Srs. accionistis.no
esoriptorio da companbia. conforme dispOa o
Art. 16 do decreto de 17 de Janeiro d e 1890,
Copia dos bal-nc-is.
Relac} nominal dos accionistas.
Lista das transferencias de aceces durante o
anno.
Heclfe. 28 de Janeiro de 1893.
O director secretario
Jos Joo de Amorim.
A. Gl.\ do Gr.\ Arch.%
do Un.*.
Ben.*. IoJ.*. .ap.-. Cavan. Crui
Val.*, dalmperatriz n. 2
Seas.*. Esp.*. de Eleic*. da nova adminis
traiSo em 5895 a 6898 V.-. O.-.", em continua
cao, domingo 27 no correle, fia 11 boras da
manba, u.u.1 dev.:n ser resentes ledos os
OOar.-.
Or. de Rec fe, aoa 22 das do mez de k-
neiro de 1893.
M. Martini gr. 18
Secret .-.
Associacao
Commercial Beneflcente
dos Mercieiros
Assembla geral para tleicjio
De ordem do Sr. presidente da assembla geral
da Aasocia(ao Commercial Beoeficente dos Mer-
ciei'os, ecieotico aos Srs. aesociados qae on
se teodo reilisado domiogo 20 do correte a
tleicao para oa diversas cargos, foi transferida
a mdsma pa*a sexta-fe ira prxima 25 do cor. en-
te, as 11 boras da manba.
: ala das seasOes da Asocuc&o Commercial B.
dos Mercieioa. 22 de Janeiro de 1895.
Antonio J. Mantos
________________1- secretarlo.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA-
FOGO
Companhia Plienix Pernambu-
cana
RDADOCOMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
MARXT3CS
BOlBllliloIRUFltUtlilipi
O paquete
Thames
Commandante B. G. Armstrong
Espera-ee des postes da
Europa no dia S4 lo corre-
le, segoin o dep is da de-
mora neceesaria para
Babia, Rio de Janeiro Mon-
tevideu e Buenos Ajres
N. B.Previne-sj aoa Srs. recebedore de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingh-
ia,contmctou rom aGeccat Steam Naveganor
Gompanvom servicods vapores aemanaes qne
part-n o de Bordtanx, Cognac, cbare: te. devem
ebegar a Somhamntoo a lempo de oatdearem as
cargas destinadas Am rica do Sul para os va-
pores desta companbia.
Esta companbia acceita po" precos rasoaveis
para Valpaialso at AVi', pa-a;ageirea cem este
deeiico por vh de BaeLcs-Ayres e entrada 63*
Andes.
Tambem neceita passageiros para Ntvr York
a Soutnpmpton, por e.'i-fci;l arranjo (cito coa.
Cempanhla AHemand Lloyd,podeudo demora-
m-ae na Ecropa cas) c deaejarem.
Redcelo- oes prejoa das pasonaers
1M Ida e tolla
K Lihoo* t* di 20 i 30
4'Sca!ba< sea a 58 42
GMMiotes raoervatioa pan e prnugt ce
Pernambuco.
Para carga, passagens, encommeodas e di-
nbeiro a frete, tratase rom rs
AGENTES
A.morii Irmos & C.
. 3Rn^ i?omn TesntN 3.
Gihhii Peffleoicaoo
PORTOS DO SUL
Directo Santos
O paquata
Homboldt
Commandante Monteiro
A-
Se^nc no dia
2 1 d> coreite
as 4 horas da
tarJe.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nbeiro frete at a* 11 boras da maoh do da
da partida.
Cdama-se a atteocao dos Srs. carreeadores
para a clausula 10* dos coobecimentoa que a
aaguinte:
o caso de haver lguma rec'amagSo con-
tra a Companbia, poravaria ou pe-da, deve ser
feita poreacripto ao agente reapectivo no porto
de descarga, dentro de trea dias depoia de na-
lisada :
NSo p'ecedendo esta fcrmalidade, a Compa-
nbia flea isenta de toda a responsabilidaae. *
ESJRIP10R10
Ao Caea da Companhia Pernambucana
B. 12
Hamburg Suedamerikanis-
ebe Dan pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Olinda
E' esperado da
Europa at o dia
S8 do corrente e
seguir depon
da demora ntes
earia para
Babia, Rio de Janeiro
e Santos
Este vapor illumir ado los elctrica
e offerece ptimas accommcdayoes aos
Srs. paaaageircs.
Qnaesqoer reclama6ea s sero attendidaa 48
bo-as depois da ultima descarga do vapor na
Alfandega.
Entrar do porto
Para passageos, ca/ga, frete e etc., trala-se
otaos
Consignatarios
Borstelmann Sf C.
Ra do Commeroio a. 18
! andar
Austrian Lloyds Steam Na-
vigation Gompany
O VAPOR AUSTRACO
Pandora
E' esperado d e Trieste
nestes poneos dias, seguin-
do depois da indispensavel
demora para os paitos da
Babia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passageos encommendas e dinbei
ro a frete, trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & G.
Ra do Cjmmercio n. 8
1- andar
Companhia Pernambucana de Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
ParabybB, Natal, Maco, Mossoro', Ar-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante 1* teneate Fabio Rio
Segoe no dia 96 doccr-
rente as 4 boraa da larde.
Recebe carga, encommesdss, passageos e di
nheiro frete at as 11 boras da manb&do dia
da partida.
rCbama-ee a attenco dos Srs. carregadreo-
para a clausula 10a dos conbeclmentos qae a
eegolnte : ,
< No caso de.baver alguna reclamado con
ra a Companhia, por avaria ou perds, deve sera
teita por eecripto ao egente respectivo no portj
da descarga, dentro de tres diae depois de noa-
iisada.
Neo precedendo eata formalidade a Compa-
nhia flea iaeota de toda a respansabilidade. *
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia Pernambucana
D. 12
Prince Line fo Steamers
James Kuott Xcuraslle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Inidos e o Brazi! c Rio
da Prata
E' esperado do Rio de Ja-
Leiro leo dia 1* de Feve-
reiro e sahir?. depois da de-
mora oe esaari para o
Para e Nova-York
O vapor insrlez
Portu^uese Prince
Para oargaa e encommendas trata-se com
Consignatarios
Jobnston Pater 4' O.
Ra do Coinmercio n. 15
C3
VAPOR
C harn te
Commandante Bouia
E' esperado da
Euror-a at o da
S de Fetereiro de
1895.
Para car2a para
Bahia, Rio de Janoim. Smto?, Montevideo
e Buenos-Ayres
Previne-se aindaaoa Srs. recebedores de mer
cadoriasqae-se attender a reciamac5es por
talas, que forem reconnecida" naoccasiaoca
lescarga dos volnmes ; e que dentro de 48 to
ras a contar do dia da descarga das aLvarsngat'
devero faicr qualqoer reclamacao corjceriien-
teavolume8 que porventura tenbam segnide
para os portos do sal, afim ce serem dadza
ampo as providencias aeceasarirs.
Roga-se aos Srs. p.issageiros de se prreieEa
em na veapera da ebegada do vapor para toma
eu as suas passagens.
Para carga, pas-agen?, encommendas edinbei
rj a frete tratar com oa
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TORRES42
! andar
Llojd Brazileiro
Vapor
Olinda
PORTOS DO SUL
E'esperado dos
portos do norte
at o dia 21 to
rorrete, segoin-
do depois paraos
portea do sol.
VAPOR
Alagoas
PORTOS DO NORTE
E' espe*ado dos portes
do ul at o dia 2t do
corrente, seguiodo depois
para es portes de norte.
LIAS enrommeedas sero recebjdas at 1 hora
da larde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companhia Pernambucana n. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencSo
p?ra a claosoia 10* Jos coobecimentoa qae a
agaioie:
No caso de baver algoma reclamado contra a
companbia por avahas oa perdas, deve ser fetta
por escripto ao agen'e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fioali-
sada.
N3o precedendo esta formaitdade, a compa
obla tic-a senia de toda a r.sp^nsabilic'ade.
As paes?gens eao tiradas no mesmo eacripto-
rio, at s 2 i/2 boras da Urde do dia da sabida
do vapor.
Para .-arca, passagena, encommendas e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO-6
R. H. Siomann
Capua
E* eepera-se de Baitimo
re at o dia S5 Jo corre-
te, segoipdo depois pa a
Rio de Janeiro e Santos
Para carga e passageios trata-se com es
AGENTES
Pereira Carneiro i C.
RUI DO COMMERCIO N. 6
1* andar
CHAEGMRS REUNS
Companhia Franceza
DE
-Vareg ?co a vapor
Linha r&gular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco,. Babia, Rio de Javeiro
e Santos.
O vapor
Ville de Buenos-
Ayres
Commandante Praud
E' esperado da
Europa at o dia
4 de Fevereiro, e
seguir depois
da ncese aria de-
mora para
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
Roga-ee aos Sra. Importadores de carga pelos
vapores desta liara, qoeiram apresentar den
tro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
varengas qualqoer reclamaco concernente a vo
lomee qoe por ventara tenham segoido para ns
portos do sal, a jm de se poderem dar a tempo
as providencias necessariss.
Expirado o reteriao praio acompala nao Ee
raapjnsablusa por extravies.
Recebe carga
tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Commercio-9
A racatj
Segoe para o porto scln-a o byate Dos le
Guie, recebe rs-g; I. ponto: a tratar na roa
da Madre de Dos o. 8.
Pacifico Sleam Navigalioa Con-
paoj
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paquete Iberia
Espera se d a
Europa at o dia
Tt dr Fevereiro e
seguir depois da
demora do cost-
me para Va'par iio com escala por
Babia, Rio Janeiro o Montev do
Para carga, passagens encommendas e dinhei-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Wilson, Sons I ('., Limited
10RA DO COMMERCIO10
" andar
LE1L0ES
Lt-nao re uu puno dn A. Heoe, amanba,
quinta feira, 24, no Mondego d. 161. pelo agen-
te Burlamrqo.
Sexta feira, 23, deve ter logar o leilao de
um va ado sorliment> de lindas amostras de
fazendas, miodetas e cbaroa, furtras, bcngnlas
e cutres arliges.
Leilo
De bor.s movis, piaoo, espelbo cal gande,
quadro?, lacgfcS pa'a corlinados. porcel.cas,
li ceas, vi res. vinbes do Porto e M-*daro.
Quinta-feira, 24 do corrente
4's \\ heras
Na rasa s roa da Aurcra n. IC9 E
CONsTaNDO:
D 1 aiobilia austraca tcm encesto de- palba,
com 12 cadetras de goaroico, 4 duas de bracos,
1 sefa e 2 consolos c< m ped-a, 1 excellente pia-
no allemao quasi novo e forte, 1 espeibo oval
graede, 2 quadros a leo, 4 jarros, 2 eecarradei-
ra3 de porcelana, 12 tapetes diversos, 3 langas
para coriinados, 2 candieircs grandes bel, as,
lu dupla, 1 jardiceira com pedra. I aluum para
retratos, diverso objectus de electro pla'e, i
caa de ferro com lastro de trame, para casal, 1
toilette o jaca anJ4 com eapelDO, 2 guarda rou-
pa, 1 goarnisao de po celaca pa'a lavatcrlo, 3
c-.mas de amarcllo para ciiaLja, 1 guarda louca,
2 aparadores com espelbca, 1 mesa e ssiica cim
7 taboas, 12 cadeirss, porcelanas e locc.a3 Para
a'mcco e jantar, copos, furnia6* clices, com*
potaras, talberea, cclber^s, galbeteiroa, licoreiro,
vinbes, mesaa para engommado e d sinba e
monos outres ob ectos de caea de anilia.
Oagenie Gosm5o, aulorisado pelo Sr. Alteito
Rodrigues B-anco, que relirs-se cem sea Exma*
familia para o Rio de Jacetro, fara leilao dos
movis cima mencionadoa.
JLeilo
De movis da amarillo, t commoda?, candleiros,
espelto?, quadros, trem de oeiobs, etc.
Quicta-feira, 24 de Janeiro
Ra das Tnncbeiras n. 43
0 Sr. F. Pimentel precisando detcecupar o Io
ndarpo* cima de etu estabeleciaenlo, eucr-
regou ao S-. Vicene FeroaodeB de vender em
lenao tedas os nevis existentes go dito so-
brado
AO CORREB DO MARTELLO
A's 11 horas da manba
Liquldsco mmtdiata. Veja o laical do
Reeifc.
Ageite Silveira
Leilo
De movis, loocas, espeltos, jrros e
quadros
Sexta-feira, 25 do corrente
A'S 10 E f/2 HORAS
No sobrada sito a roa ae S, Jo5o n. 63
Tres importaEtea mobiliaa de Jacaranda com
lampo de pedra, es.elbos grandes, 2 guardas
vettidoa, 2 toilettes com tampo de podra, 1 pia-
no, 1 cadeira para o mesmo, 1 cama f rancea, l
mesa elstica com 5 taboas, i guarda loucaa, a
aparadores, 1 guarda comidas, 10 cadeiraa de
amarello, 1 dita de balanjo, 2 sofs. 1 rspreget-
cadeira, 1 relogio de prele, 1 cama para sol-
teiro, 4 lastres, 1 mesa redoma de jucaranaa
com tampo de. pedra, 2 tapetes grandes, 8 ditos
pequeos, 1 dito para plano, 1 quartinbeira, i
alcatifa, 1 apparelbo de porcelana para jantar,
c. pos, clice?, garrafas, jarros e mais accesso-
rlos de caea de familia.
O agente Sllveira aotonsado pelo Illm. r.
Jos Ignacio Avila, levara a lei.So os l ovis
cima mencionados.
Leilo
De 50 lib-as de sa'ame, ICO ditas de manleiga,
caixaa com milbo em conserva, sopa cu caldo
em latas, ligado de gango com avaria e cetros
arligos
Sexta-feira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
Por occasio d8 om entro lei ao de fzendas,
miodezas e chapeos
A' FU UO BOM JESS N. 45
Leilo
De variado sortimento de ligaras, espelbos,
quadros, oculoa, peocioez, ligas, botoadoras,
nolsa8,eecovaa, correales para retogioe, euspea-
sorlos, grampos, moitas entras miodezs e espar*
tunos.
Ricas capas de sa rara senboras, vestidos
ira enancas, laca de sed?, bolsas, csrleiras,
broches, polseiraB, figuras, abajonrs, caljadoa,
veos e capellas para noitaa, bouecas, ilvros de
missa, objectos de charSo e madreperola, toa-
Ibas, vestuarios para baplisados, toaca?, palee-
ras, brincos, broebea e figuraa.
Sextafeira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
RA DO BOM JESS N. 45
Agente Oliveira
Leilao
De om importante sitio de trras proprias,
situado na estrada de Belem, por onde paseana
os trilbos da estrada de ferro de Olinda, fregne-
zia da Graga, medindo 50 palmss de freate e 400
de fondo, com diversas frocteiras e ca cimba
d'agca polavel
Sexu^feira, 25 do corrente
A'$ 11 hora
No armazem ra 15 de So-
vemhro n. 39
ANTIGA DO IMPERADOR
O ageute Oliveira autoriaado pelo proprietario
levar a leilao no dia e hora cima, o referido
Os Srs. pretendentes desde ja poderSo exami-
nar o referido terreno.
cism
\
f,




r


.__ jp|
l MjilWIpni'1 r
^>
4
Diario de Pernamhiico Qninla-fetra %4 de Janeiro de 1SH5
-tur -. "g^^g ^ !
Agente Burlamaqui
LeilaO
Sabbado, 26 do corrente
A'S It HORAS
na nma fatrici de cafe moldo e reflncgao a va-
por ra Marcillo Das d. 30, amiga D.reita,
bstanle afrvgoezada e coubecida.
0 se-Die cima, por mamado o asistencn
do Exm Sr. Dr. jo z do commercio, a reqoeri-
Djeoto da Companbia Indaetritl e Commercio de
Es'.iva, vender em lellao euo _m f lole, cim
Karana das chaves armacao completa, oiencilios de fabrica de caf
rxoido e retinaga.', urna mecbioa o fapor e todos
os pertences. moinboa, registros. 4 balaogas a
peso? reloRio, carteira, ccf e provade fogo, rep-
to de rafe e assuear, grande quaolidade de papil
de embrome-, cevada e mais otates perteucen-
tes a mesma fabr.ra, mdo pertencen'.e_ aos tu-
KDti a Joao Ribeiro & C.
Pa-a ioto^magoes o mesmo agente._________
Leilo
Da arrzagao, balero, pesos e medid-b do e-la-
b'-lecime io da ru de Santa Tbereza n. 30.
Di .asa do Cordeiio, freguena dos Afcgados
n.6
Sabbado, 26 do correte
A'a 11 hora
RITA DO EOM JSSUS N. 45
Veja-.c oa editaes._______ .
Segundo leilo
Di armagao, mercadorias, ntencitios e urna
cama para casa!, existentes na taberna roa D.
Mara Cezar n. 39, antig-i Sensala Nova.
Sabbado, 26 do frrente
A's 11 horas
O agente Guamao auloneaio ar leo da ta
berna cima mencionada, em
dos compradores.
lutes voo'.aJe
N.
ovo
LEILO
Do
Eogenho Fenderama
Ter^a-feira 29 do cor-
rente
Ao ncio dia
So armazem n. 3 da ra 15
de \ovcmlim
ANT1G* D) IMPERADOR
O agente Mariins declara
que por motivos imprevis-
tos transferio o leilo do
genho Penderama, parao
dia 29 do conente.
E
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AVISOS DIVERSOS
SEDENTES novas ('e hortalifia* e flores
ctropleto Foriimento, roa Eetreita do Rosario n.
9, Pifaf MfrdfB A C.
Treclsa-fe de nma ama para cosionar e
coomra', a tratar na ra das Trinch8iras n. 18,
BQPrao.__________________ u_________________
Vende-sa orna ca.a na roa a Agaas Ve--
ep, a tratar n* Drag da lodependencia n. 11,
as II borag a i da tarite.________________
__ Vende--e orna cata "e peora e cal, d_
mnio glida conettocsao- ponto desetao, afeoa"
Thada a moderni, em terreno proprio. travs
a ao Roearinbo ; a tratar no ponto do Serla)
ia^o, sitio do porto encarnado junto aji-
qoelra e cerca de rame*_______________
Precisa-se de dous caixeiros, de 12
14 annos de idade, com pratica de mo-
lhados : no Cordeiro, casa de Jos Pin-
to de Figueiredo. _________
Vtde-seom piano novo vindo ba pooco da
Europa ; a tratara rui daSoledaden. 58.
Vende ae ou arrenda-se a olarla da travs-
sa des Raraeiiios, dir-poodo esta de daremos
para lino e groseo trabalbo ; tem a vantagem de
embarque e desembarque a qualqueT bcra. E
mais ainda: quatto casas ao Beu lao, sendo
que urna celias presta-ee para negocio commer-
eial: tratar na meema com o r. F/aucisco
Borges Ucha.__________________________
__Precisa-se de urna eogommadeira somente
para roupa de seobcra e meninas, e de urna
multer para andar com orna crianga ; a Ira ar
na ra Mrquez de Olioda n. 35.____________
de nx fi-or e de om cosiahei
-oa Man u-z de Olioda n. 3o.
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Amas
Precisa se de duas amas, sendo nma para
cosiobar e outra para engommar, para pequea
amlia : oa ra do Rangel n. 28,1' andar
Ama
Precisa-se de usa ama que saiba cosiobar
bem ; a tratar na Soleoade. ra do Progresao
numero 8.
to
Precira fe fallar S-a. Margari-la Dias Rarxos,
oa roa do Soceg.- n. 70, negocia de eeu lote-
resse.
Cabriolet
Precisa-se
ro ; a tratar na
Veode-se um terreno com 1-0 palmus de
ente e 600 e funoo. no lugar de Sanl'Anna ae
dentro : a tratar no Zumbv com Julio Cirne.
Ferdeu-se a caderneta oa Monte Soccorro
o. 16,029, pertenceote a Jos Alfreda de Carva-
lbo, e ontra cojo numero 0S0 me lembro, per-
tenceate a D Mara Amelia de Carvalbo ; quem
acbou dirija-ae ra Vidal de Negreitos n. 9,
brad de cor azul, qoe ser gratificado, certo
o que a reparti.ao ja eet preveDUt para 5o
dagar sena) ao.i propreta ios._____________
Vendem se doas casas de lijlo, no Arrlai,
junto a isiacao da Gasa Amarella, 00 correr da
taveroa do mesmo titulo ns. 2 e 4 ; a tratar com
o agente Pestaa .
~^ Urna senoora moradora eao nm dos arra-
baHes dessa cidade que percorrido por bood,
habitando casa fresca recebe para ensino interno
at qoatro meninas, ensioa portogoex, francez,
coser, bordar, de.-de linba at tapegaria, veludo
e ouro, e tambem piano; quem de seo prestimo
ge quizer utilisar procure informicoes em casa
do Sr. Negrero?, rraga da Independencia n. 16
p.-ecua se de um bomem[para trabalbo em
om fitio : a ra'ar com o Sr. Valenga em Paraa-
meirim n 7.________________ ________
Amas
Precisase de urna copeira e de urna ama para
andar com urna menina de um auno, dormindo
em casa dos patroes, a tratar na Capuoga, ra
joaquim Na buco o. 61-
Ama
Precisa fe deusfa paracosintar.pago-se bem,
na praga Maciel Pinbeiro d. 19. 2 andar.
Precisa-se de nma na roa de S. Jrrge n. 13.
Oosinheira
Ho becco dos Ferreiros d. 6 precisa se de nma
a ama de cosioba.
Proftssora
Precis?-Ee de orna sencora qoe saiba bem.
pcr'.ozcez, rruaica e piano, para proffssora em
eocenbo do norte, prximo a urna es 1 agio ;
tratar na ra l* de Margo o. 17, 1 andar.
Criado
Precisa-re um i roa Larga do Rrsario o. 30.
^ende^se
Dobs caodisiros de brago, para gaz carbnico,
proprioa para qualqaer estabelecimento. Na
praca da Independencia o. 38, leja.
Ve.ide se om dog-cart, de 2 rodas e 4 assen-
tos, todo reformado e pintado ds novo, com
arreios para cm cavallc ; exposto oa fabrica de
carres da roa da Florentina : a tratar com F. P-
Boulitrean ra 15 de Navembro o. 46.
Ao commercio
Nos abaixa ai signados, declaramos ao com-
mercio em gerai, qoe temos dissoWido a socie-
dade que tinbamos roa do Amorim n. 52.
que girava boj afirma de Josepb Banal? &
Pereira, retirando-se o e_-socio Franciaco Jos
Dies Pereira p?go e sallsfe'to de sen capital j
lucros, ist' a cootar do 1- de Janeiro de 1895
ufando o activo e passivo da dita estiucta firma
a cargo e nnica respons billdade do ex-socio
Jjsepb Esoaty.
Recite, 18 de Janeiro de 1895.
Josepb Esoaty.
Francisco Jcs Das Pereira.
Gaixeiro
Um rapaz com r/ralica de molbadOB 1 fl-rece
os seos servigos a quem precisar, para fora da
cidade, tendo quem abone a sua conducta, pode
deixar carta neata lypograpbla com as Iniciaes
P. S-
Attenco
Desappareceu da ra da Aurora n. 13, primei-
ro andar, nma cadela preta de rag, acotllndo
pelo nome de Vesper: quem a encontrn, le-
vando casa cima ser .-ratificado.
Ribeiro
37.640
Chamase a atteogao do Sr. Joo Antonio
Guseode para o numero cima, a liquidar na
ra de Loiz do Reg n. 54 t, em Santo Amaro
das Sa'inas, padana.
Ama de leite
Frecisa-ae de r.m. para cria: asa crianga de
tres mezee, na Varzea : a tratar na ra do Ran-
gel n. 25, loja. __________
20$000
Paca se o ordenado cima a orna cosinbelra
para nm casal ; a tratar na ra da Aurora n.
13, 1 andar.___________________________
Casamento civil
(AVISO)
Jos Francisco da Cmara Santiago avisa ao
publico que encarrega-ee de preparar com prcm-
ptidao e prego mdico, papis de casanieotos
civil e ecclesiostico, podendo ser procurado a
qualquer bora, o* casa de sna reuidcDCia a ra
le S. Miguel n. 75 B tAfogados)- ^_____
av-
eriado
Precisa-se de nm oa roa do Bom Je sos n. 21.
Vndese
O pfqu'oo e tabelecimentoco logar fpotinga,
Est ada Nova de Casanga, junto a estagSa, n.
35-A : quem pretender dirija-Be mesma que
acbara cim qneoo ir .lar._____________________
Precisa-se de urna boa cosl-
nlieira e de una feitor porta-
guoz. sena ramilla. A' tratar
na ra do Imperador aa. 50, 1.*
andar, de 1 as 3 horas da
tarde.
pars
6, Ru* i MirMflO
e em todas aa
PharmaclatBOBrazll.
SflNDftlO BRETONNEflU
CONTRA :
ILENNORRHABIA
e toda as
B0LESTIlSdal_XI61
T>oen$a do Estmago, Falta de Forpai
Anemia. Fbrt
O HE5MO
rEBBUGIIBSI
rm
Debilidade, eto.
O MESMO
... Chlorosis, Pobreza do Sangue,
Lympbatismo, Escrfula, Amolltcimento dos Ossos, tic
Paria, SI t 19. Bue Drooot a P-_rm em. VALO&NES (3? ranga.)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, Margarina,
Azeite e que.lquer corpo gordo.
GRANDE PREMIO Expusi^ao Vaiveral de Parir. 18S9.
., ,T 'T f V ;T T- '
! i.' a. A- a A
CASCARA SAGRADA
Vr, dudeiro Itnnlii eontru
ERIAZIERE
-fk-BDro-v-stda-i I* Insjpeotoriat de Hyfliene do Bra_il
IODURETOoeFERROeCASCARA
Contra ANEMIA e GHLQ7.CSE
OF
VENTRE
HABII'Ll
KSo tpr#*>f* ndo a Priifto :'- Yentr<9
PHARMACIA O. DCMA-T.lfeRC, 71, ?rnuo *lo VIHiem, PARIB
Bm Pmrr.tmtuco : 0* BlBKWUIiPROD^rOS TfilMlCS
-4 PHSritT.n
t
Alfredo BllHd*-ra Bersiilhao
Jul'Sa Bandeira Me grlha (auseote), Ottivlo
Bandei a Me'gult o e Albino Amorim 4 C, pai,
irn. teira M-rgclbSo, ci n\idi-m ce euiigos i. aesisti
rem a mise d- 7- Qia do fllectn eMo qoe ser
qoicti-Mra i< deste mez, s 7 J/ fcorse, na
reja do E pirito Sicto.
Eduardo nantel de Souia
Frudlque
S-tiuiO (ti1
T-riuliuna Caoiiid- de Soczj Fradl-
que. Jos Aotcnio F. Fia qne, sunaa-
ment penborarlos i tedos es arxicos e
prenles que tizeram o c ridoso f vor
de acomponharem ao cemiterto poblio
o corpo de eeo sf mpre p ai.tesdo espesa e en-
tiat. EdoaidoDanel deSoSM Fradique, de
no'o convidm os mesmos a as-isiirem as mis
>.- de 7- na de seu pbssamento, qna p lo des-
cont eterno de sua alma mandan) rezar na
matriz do Corro Santo qoiniafeira 24 do cor-
rete, s > I/i horas da uaat pelo que desde
j antecipam sua gratdSo-
tai para seiem
'lima
CAPSULAS AZYiySAS E. mUU
OBREIAS
Lacre
TINTAS PRBTAft
i ds cosas
Colla Mt i Frit
vsLsrrr. _^_bdgp__a_d o
o., c*.
r-.-irtl.-w ec i! bf^s_ VAm os __. amistot s lites i R(i!lti,
tan-<: 0U_|FIk-9 5Bv:alh-o, Oleo M Bicin,
Bilaamo da Capaht... Opiato*, Alcatr.o, ata.
TODOS OS SfKDOAMENTO EM P
a. oeszanr *. m.* N, re i ittm. rw-i*- la A,-i_ait-3: rAjr- ts. fia r_. __

HOSTIA..
j*tfes ityww
fxr* Phtywurai
-C08TIA.il
F_n -____-_
Reoeberam OuNRAD ANTUNES &
C, proprietarios da luja denominada A
I3RlZAsita Praca da tlodepeddoccia
na 4, 6 8 e 10 b artigos baiso mencio-
nadoa para oa quaes cbam-m a attencSo
doa seuB innmeros e -maveia fregaeses.
MANUAES para miasas, de madreperola,
tartaruga, marfm e eb >no.
BINCULOS do madreparoU, tartaruga,
mbifiD e bano com triaos doaradoa a
prate&dos.
IQUISMMAS custareiraa com e sen.
moiica.
LINDA orrores do at;
collocadas o&s salas.
MARAVILHC'SAS lanteruaa magicaa,
: i m varias collecgo*--o 'la vistas
INDISSIMAS chicaras e riqu'simos
TETE A TFTE o porcellana final.
BONITOSeatojos para barba.
BELLAS bollas piopnaa para saohoraa
JARDINEIRAS para enfeite de sala.
BIJOUTTEftIAS com e sem podra, sor
timentovanadissimo.comc seja em gram-
r,oJbruch-s,puIs'iras, ch.Ltlaioas, tran
cf I n-, anreia e relogios.
RIQISSIMAS bengalas com castao de
.um, tita novidado no mercado.
PERFUMARAS d.a melborea e maia
afamadoa iabricarca de Paria, Londres,
Berlim a Ntw-Y'jrk.
ARTIGOS DIVERSOS
R upas brancas, espinhas bordadas a
seda para mociohas, gravatas, legues, ea-
pi rtiiht-s, punh'JS e collarinhos, peitilhos,
camiaaa bordadas, lizas e de flanella, _car-
dade-a, galoss e etc.
A' BRISA
PRAA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 E 10
Conrado Antunes O
f
SAIT-RAPHAEL
//m
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencie y, este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulhere3
e s criangas.
te-mUa m Pirntmbueo: P fia Troiarlu tttiMlM C-i-CM; riRIA SOBRDiaO l O" a a-s ritipei fhrait*-
AHERAMBR
Para
CIGARROS com PttUrA IMPERMEAViL
nao podendo adherir aos iahioa
Gastn d'i&GY &. '-f fj-f'os- do ItiijU P'O'l'tUtti
PARS,
brtntorts nico Ftbr;ctnta, Fe
g. d. g. Marca dapotiiadt esnjiFmuQfa *$ ttuwro-
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CCNTSAFACA.0
Franca : Paria, Tribunal Corraccioaai,'.23 &Q Noviobrudd'1S82,
8,000 francos. Confirmada pelo Tribunal du Appll_>> eiu 2 ttoJ>lW da-
1883, o pelo Tribiin.il da RelacSo 15 da Maio de 13*4- PwifV,Trrtwnal
Correctional om 21 de Abril da 1888, 92QS frau.i-0-..
3 slgica : Brusellas, Tribunal de ApfoH^vo, 1 la Agosto do. 1Hq3.
MAKCAB DA. IVIISSIVtA. O ilal ->' i
PAPIER TRANCOIS, c.pa de Pergaminho PAPIER JEAN, capa da -ta_r_*oin .Borita .oronu-la.; ____
LE MTBOPOLITAIN. com a Borda gommt; LE ->ECHEUR. p^pal riacado )vr3g^-^.tN0..Do !..
Ill.d. <,>iiiiii o r. Mmportailoire.it oik
ejp'di e o PAPEL ALAM8FEAD_>^-iy-Ui>l<-Mto
romo PAPEL FRAMCM
lente CoroneV los Bemiqae
de Manea Abren
G^rirodps Taeresa de Salles breo e seos
titi s J i Hennqae de S. Abren e Uan Accio y
de S. Abren, altamenie penhor_tici se confessam
a todos quanto acompenbaram o'.ttma mor da
os restos mortaes de eeu estreioeido e practea-
dc pai e esporo, Jof H^nriqne >.e Salles Abren
e astisliram as missas mand das rezar por soa
alma no stimo dia de sen fallecimento.
De novo encarece mui comparecimento dos
pareotes e amifros do fioado a=sist'.rem as
misBas qoe maniam celebrar no da 26 do cor-
rente, s 7 1/2 lloras da manbS, cO' de 6eo
passamenio. os matrizes de Santo Antonio, S.
JoF e Igrej da Penba.
Eternamente re o ibecldos, antecipam sena
cordiaes aeraderimentos.
J.io- uKi! Pedra da tonta Morcara
Jolia s:ei>pte Moreira cenviaa aos sens paren-
tes e amigos pa'a assisiirem aa miafas que
nana celebrar na mans da Boa Vis'.a, ? 8
ho-a8da manbS do dia 26 do corren'.e. pelo 1-
anoiverpario do passaaDenio de seo prezado
espr-so. r'eade j sp ronfes" ag-art rida.
E. Silvana Carolina Leal
O bacharel Joo Vicente da Silva Coe
ta e seus filhos, mandara rezar missas
as matrizes da Boa-Vista, desta cidade,
e Varzea, a,8 horas da man3 do dia 25
do crtente, por alma.de sua inditosa e
estremecida filba Silvana Carolina Leal,
fallecida a 19 de deste mez, e pedem a
seus parentes e amigos para assistil-as,
confessando-se desde j agradecidos aos
que corapartca-em.
PARA HOMENS
Finos reanlos, carteiras, camisas, ool-
larinbos, punhis, aberturaa bordadaa e
iizaa, meiaa de seda, esoossia e algodSo,
completo aortimento. Lechos de seda,
hnho e algodao o qae ha de melbor as
melhores bengalas e muitoa outres arti-
gos.
PARA CREANCAS
Carros de loxo para passeio, cadeirs
vime e de jan para jantar e mnitos ar-
tigoa diversos qne mensalmente receberam
a bem conbecHa loja Nova Esperanzada
PEDRO ANTUNE8 & C.
63 Roa Duque de Caxiss 63
FANTAZIA8
' hndo s sortimento de teoidos send
impoasivel de ae deecrevtir a grande va
riedade da teoidos de fantazia, sedal
lis, nansook, cambraias brancas e de eo
res ; pede-se ao publico em geral a prioci
plmente as Exmas. familiss de visitarem
CoDgre&o das Damas
Carvalho & Almeida
RA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telephone 196
"" Cf ~
Vende se genero superior a 1*700 o kilogram-
ma ; no largo do Corpo Satto o. 15,1- andar.
Castanhss de c? ju
Compn-Be toda qaanlid_de verificada a sna
qoalu.'a!e ; no larg i do Corpo SiDto n. 15, pri
meiro andar.
Nova seotenca contra am lalailieador ar. Tribantl CorrutM. 21 d, Jineko 181
n
.

ESPECIALIDADES
T. JONES
FMMCMTE DE PERFUMARA INGLESA
CXTRA-FINA
BSSENCE
M
VICTORIA
perTame insls delicioso do mundo.
_xm graaS collecgo de exU-ctoa pan o lonco
da meanna qu-lidade.
I_A JUVENILB
mistura cbimica alguma, para* rosto,
e m-isi vei.
CRE_AM EATIP
Consanasc eia Ha os cumas; tus ansalo
laannTn-' sua grjfr|Jorldado sobre os oulros
AOVA aSH TOUCADOB JONES
*sn-ea R_ra---aa E-naBeaM raam as
*^k^*mT*uamoHT.
n-BUrricio a&UaepUco tnico. Branqaes oa
e fort-Ocs as g_-lv_s.
23, Bomimnra **m r\aaordnn, 23
rArll-
En^enho GoQga^ary
Vende-3" o engenho Gong cvy, sito na co-
marca ae Igoar; 8En'. e aUHnte da cidade de
Olioda qoatro legoas, de porielras fechadas, com
safra no campo para 2.000 pa'B, tendo excellen-
tea terrenos de plan;agos e capacld'de para
safrejar 3.000 pes ; movido 3 vapor e por um i
caldeira nova com torca de 16 cavallos, boa casa
de vlveoda, capella, etc., sendo todas as obras
de aiveoaria, com trunos assenlades para o por-
to de embarque de assocar e para um partido ;
lona fiiios p ra lavradores, excellec'e destila-
cao, venden o-se loda aguldente na porta.
Este eneenbo lorna-se recommendavcl por ler
moa8 pedrelras calcreas, tao importantes qne
ba tres annos d-se a pedra gratuitamente a
quem qoei'a fabricar cal : Um tambem mu tas
m.itias qoe foroecem lenba para o sen fabrico,
fornos, etc.
Efia propriedade t*m dnas eafrts, orna de
canoas qoe podem ser moidas o vendidas
L'-ina Timbo, e ouira de 0*; a tratar na praga
da Concordia na. 13 e 15.
Mamadeiras assepticas
Alia a-avldade
Acabaram as molestias da bocea as criare/s ;
vende se mais barato qae em qoalqner parte :
oa roa Ncva n. 21, prego flxo.__________ __
Jarclieniro
Precisa-se de nm j>rdioeiror preferlndo-ae es
rangeiro; na roa do Commercio.n 41.
Cerveja Francskaner
A melhor cerveja alleiniK.
nicos importadores: Cons-
tantino Barza, roa do Bona
Jess n. 55, 1.* andar.
Conapanhia de Estiva.
o Grageas de GjJbert
AFFECCES 8yPHlLIIlCA$,_ MmMm
VICIOS 00 SANGU
VertUdetros pr,c_litos.fscllniepte toleradoa
peto an-SB-aae-e os lt-t*noa.
C OlWT^stJiOUTIOWY, MarmaM.:
SeetiUdot peULLceicbriiaiet mtiMOt.
DtaCONTl"-5I DAI l-ITAC*_>.
Anfli^DRi. MAQ^-L*yritTS. Piala.
A
Casa Deseseis de Ju!ho
Fuadada em la de Junio de 1S91
FERRARA e caldeirarik
Nesta casa encoutr.vse gradeamento. porlOes,
bandeiraa, varandas, chamices, crivaccee, boc-
eas de foroalha, torradores, ra-a'czo?, alaro
b ques, serpentinas, carapogas, pa=8adeiraa,
laxas fnndo chato e boleado para refloagao, r*
ha para banbo de cboqe, bombas, encana,
ment e f brica.ee toda e qualquer obra concer-
onte as officlnas de ferreiro, serralbeiro, cal-
deirelro e fondigSo de brooze.
EDcarregt-se "e masiar fazer trabalbos fra
em engenb08, usinas etc. para o qoe tem pes-
soal ha: Hitado.
Casa especialista oo fabrico (em grease) de
innome'as obras de ferro qoe se acbam a ven-
da Das lojas de ferrageos.
Ru* Pelippe Camaro (enliga da Fama
Telephone 681
t
redro d* Cnnka cavalcanlo
Ano versarlo'
Pellctano da Lucha Cavalcaole, Rosa Amelia
Catalcaole de Arro a.Camara e eeus Albos, mao
caas retar.miBsas no da a de Fevereiro prxi-
mo futufo, s 7 laboras da manbS, na igreja
da Misericordia desta cidade, por alma de seu
semp-e choiado-pai, sogro e sv, Pedro da Co
nba Cafalcantes. Io aooiversaDio de seu passa-
ment, e para es-acto, de religtSo e caridade
convida aoa sen*.-: paienles q amigos, confes-
sando-se-desde ja gratos.
fnyanna. 20 rl" J:'0"iro de 1895.
t
Libera. AnloiO Pinto
Os emiirtgados. da Caixa Ecocomica e Monte
de Soccorro, profoodajBente puogidos pelo in-
fausto passamento de sen companbeiro, LlDeno
Anisio Pinto, mandam rezar missas por sua alma
na matriz de Santo Antonio, s 8 horas da ma-
oh- do dia 25 do corrente. e pedem aos paren-
'es e amigos do Boado para astislil-as, confes
sando-se desda ja agradecidos. _____
Franciaco Bfedicla
30* dia
Jos de Mediis, Alexandre de Madi-
cia e Silva, francisco Mediis, Cesar de
Melicis, Lnti N. Aniunes e Antonia de
Mediis Antnr.es (aueenteB1, Alexandre
L pes de Mediis, sua molber e lhos
e tesar Lope3 de Medida convidam os peas
parentes e amigos para asBistirem as mlss-.s
que por alma de sen prezado pai, sogro e to,
niaedam rezar no da 25 do corren'e, Sr 8 horas
da manba, na Igreja do Espillo Saoto, 30* da
do tea infausto passamento, confeesando se
desde i&snmmamenle agradecida.
t
Gasa
Mobilia nova
Vende se orna linda mobilia rea com filetes
dcorados, com 19 pegas completamente novas,
por 700#, e tambem guards-v^sildo?, commoda
nova, gu rda-louga, t;xirbe-san bao, espelbo,
jard'oeira, quartlnbeira. 2 mesas e urna rica
cama de casal e 2 albuos de visJas ; em Olinda
Prala dos Milagree n. 25. __________
Armaco para vender
Vende-se urna de amarello envidra-
c;ada muito propria para qualquer ne-
gocio, e principalmente chapeos de
sol ou relojoaria, visto haver outras
de igual natureza por perto ; acha-se
collocada a ra Larga do Rosario n. 8.
Garante-se a chave, e alluguel com-
modo, a tratar na fabrica Tigre.
Copeiro
Preclea-ee de nm qne d flaega dei bm con-
ducta, I tratar na ruada Suledade o. 8, casa do
t. No: (8 Coi-obra.
Vende-se a caea n. 8 estrada de Joao de
Barros a qoal tem 2 salas, 1 a-abmete, 5 qoar-
tos, cosinha fora, cacimba, e sitio com monos
arvoredos de froclo e 1115 paimos de frente :
quem pretender dinja-se mesma casa qoe
acbar com qoem tratar._________ _..
Finissima gciabada
Esoecii doce de goiaba o Ceara vende-se a
ua Larga do Rosaio o. 30. ___________
Tainhas em salmonra
Veode-se do acreditad i fabricante Si & Silva,
marca doos S. S., viadas ltimamente do Riu
Grande, em cartolas grandes de requena nure
ago ; na ma Pedro Affonso o. 66, amigada
P'aia.
Fabrica de relo
Agnas e limonadas gasosas de
tod,s asqaalidades
Boda water, gioger, ale, limSo, laranja,
enrago, abaoaxis, granadina, grosellas
franboisas, baunilha, hortela pimenta et:
etc.
12A=CAES DO CAPIBAR1BE 12A
Ama
Prec'sa-ee de urna ama para coslnbar e en-
gommar para pequea fimiili : no pateo do
Carmo n. 3, andar
Amas
Precisa se de urna bea cosioheira, nma para
andar com ciiaogaj e ontra para diversos ser-
vicos a roa da Concordia o. 10
-------------------------------------------------..........---------1i-----------......si
Copeira
Precisa se ie nma habilitada na rna
de Caxias n. 86 1 anda'.
Duque
Caixeiro
PreclBa-ee e um na roa linio da Vrtoria
n. 17.______________________________
Attenco
O agente Martins gratifica a peafea
que descobrir onde pairam dous con-
sollos de Jacaranda com tampos de pe-
dra, que foram subtrahidos do arma-
zem do Sr. Burlamaqui a ra do Im-
perador n. 41.
Caixeiro
Precisa-se de um menino de 10 a 1, anno3,
embora sem pratica, qne d prova de bom com-
po (amelo ; na rna do Rosarlo da Boa Viata n.
11. laverna, preferin ySm0 iAMaA tWWm
Precisa-se de nma ama para comprar e cosi-
obar, e t.mar conta da casa de bornem solteiro;
na roa Barao da Victoria n. 6.
Cosinheiro
Precisase de pm que seja bom. a tratar no
escriptoiio de Amorim I.-raaos & C das 7 s 11
da manb, on eotSo das 3 s 5 da larde.
Guarda-livros
Prepara ae em tres mezes ; a tralar no n. 6
do becco dos FerrelroB.
CosdIis ra e criado
Precisa se na rna de Palma n. 40.
Hotel estaurant Po-
pular
EM
Granlauns
Defronte da Estacao da Estrada de Ferro
Sul de Pemambuco\
O proprietario deste bem acreditado
estabelecimento scientifica ao respei-
tavel publico que acaba de fazer pas-
sar o seu Hotel por grandes melhora-
mentos, entre elles o augmento do nu-
mero de quartos espacosos e bastante
arejados para os Srs. viajantes que en-
contraro a qualquer hora tudo quanto
precisarem alm de um completo e
variado sortimento de bebidas, doces,
charutos e cigarros das melhores mar-
cas etc.
Em fim convidamos aos Srs. viajan-
tes a urna visita nesse estabelecimento
afim de verificaren! o que dizemos, ga-
rantindo-lhe toda urbanidade no trato
e modicidade nos prefos.
Antonio Luis.
I t

.



(


1^^. i a ------|'l"" -1... -
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T*-


'

Diario de Pornamlmco Quiit&fcira S4 tle fmeiro de 1^5
JS

ESPECFICOS
DO 'EITTttE
Or. Humnhreys de Nova Tort
Rmiwi mal* da 9 aano, ahnjlftw, rgana H
tos. a v. nt'u uls Drogulaa o l*h r
iai-1 itMao loado
; Pelir<, DDafeMftO, liMl.imw.i "... ,
!. r.'bree Callea, causada por Lomtrl
j. c1ch, CltovoeliisoiiiBJaaaftl rlaacas
; liar ea de "Crianzas e Adulto......
'-. Ui-< inri in, XVri-s tic lEurrluu, Co'.kvtbr; .
Irriin, CMera-Hovbo, Vomito...
". *i': -.< '.!!*; ii'.o uo. KoaqUMBO, BroachM
r nc Denteed Cara, e or.
'. I)..,- ilc i'alii-cn, EnclKMnieCa, veril
'. >\ :..i:-, h.'-.-.-: .'i. l-rtettodo Venir.
i. -iiimmaa i*TTtit*i "eai ouo
','. i..-mi-
ron, i* "t-i.'onca. rimcn!(IiUcd*j Kc.-plr.;!
::> :*i ra, EryBipeJ*........
!j. kCiK'iii-.ic^iiid, Doresnwjmarlcw.
.' V7.fn>. :,;ll'i(:i. Ft'irr iii.irmillcntt-.
'7. lli lll.n i loilllis Al
oxl. riMS.MmpIt.' -ii .-. i:. :ri litar..
.. ,' :;.u=fmoisi; b*':."
;.; >.--. fw-V>Ol ebwiaieo. DsCU>.-
h. Sni-i'iir.t.iio dos Q* la. Surd5.....
?:. Vmi ratu'aa, Inchacoes e I'lcvnu ..........
X,. >>'.. :]U\ ule ur\iti. '"i physlen
'.'.. llylroBCl.AiTjiiulDciiosnild*.........
.i. Knj.io lie vafr, Guasea Vmitos. .......
:; Uoleotlasoariiiariaih Clculos os
.i.i Brsiea......................._ ,
ff liimoieucia, t*ehi!i'l".i!-' nervosa. acailml
.''. I'iiusaiaha aa ;:>, .. lm-ontieaeia ae llsriaa.Oanarira*a*
! uaa.......................
K M-. r,l:*i ,1 ii '"IitiiM!. YPi-lto.
iali -n.i- ;.< eracftaTPalpl
.-. .'..\ ; .i. Val ca ... -o. Qottacoral, Baueot
v :.......... .....
;i !>;. i.' i>c-l'in. M:i! rn:il 'a
l'obuei Chroalcaai Mr* abafa ..
v De.Homtifarexi '- na".^.ao -i*>
.........
B* 1EI1
....: CailaaOtcawtt Nivf i-fU^,
UNIOS AGENTES
Para vendas cm grosso eua
R*craambuco
Faria Sobrinbo I C.
As sezoe?, febres intermi-
tentes, palus^s5 renitentes,
dores de cabe^ nevralgiss
as mais rebeldes sao cura-
das infall velmen'.e com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
EOTOA FRANOEZA
H. Rouquayrol
22 Pa da Cruz 22
Para curar radicalmente a anemi
lorose, oa cores palidasj opilacSo fria-
dade, e todas as molestias qua tem sus
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr
SilvDO Cavalcante.
Formula approvada pela Illraa- Justa
da Hygiene de Pernambuco.
Presos de urna caixa 155C0
Meia duzia > 8J0O
Urna duzia 15$0O,
HtPOSlTO
BOTICA FRANCEZA
H. ROliaUAYROL
n Ra da Cruz n. 22
Cal Branca e Vir
g'ein de tf ag-na-
rifoe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes neot
agencias nesta cidade. e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontramen)
seuarmazemdo caes do
Apollo n, 73.
85
0 REM0B80 DElM
ANJO
POR
AOLPHO ENNEHY
EPILOGO
(Conciuso)
Antes de sahir de Plomeurs, quiz apro-
veitar-se da proximidade de Brest, para
que Martba e o seus hospedes visitassem
o Alcyon, o magnifico cour.yado que elle
- se orgulliava de ter commandado como
immediato.
Yves de Kerven foi da partida. Sob a
influencia do amor, elle tornava-se socia-
vel e cheio de enthusiasmo : a metamor-
phose prevista operava-sa j, apezar
de ser anda nicamente noivo de Valen-
tina.
Urna grande sorpreza que se mandara
preparar aguardava Martha a bordo do
A le yon.
Entre os homens da tripolacao que na
passagetn do seu chefe, formavam com
respeito, fazendo-lhe a continencia mili-
tar, ella vio um que nao lhe pareca des-
onhecido.
Era, como os seus galSes indi cavara,
um mestre timoneiro. A sua tez quei-
mada contrastava com os seus cabellos e
i barba de um louro queute.
PARS
IU D tLN L 1 A
??33XM m MMr\
Fazondas flnas, niodas. < o:iIV<;*'. o chapeos de
alta novidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas finas
bordadas.
Espartilhos de todos oS tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodo e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Variado sortimento de guamiles para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cinta para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPAOS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom; osto escolhido por madame KOBLET
Paris.
Catmg 1 A
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
DE
FIGAD0 DE BACALHAO
COM
HYP0PH0SPHIT0S
DE CAL E SODA.
1JA,TARIA
15 "u do Vi-cone de Inh&cDa15
( lulipa do ra do Raugel)
Este novo estabelecimento acl\a-se sob a direceo de Alvaro Jos Pereira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernambucano, ea todos os seus freguezes tanto da praa, como do maito que
alm de um bom sortimento da finas caseiniras, brins, brsraantes, flanellas, ptimos
madapolSes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropnado
para o bom fabrico de camisas Esta casa taaibem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e precos seguintes :
Duzia de 1.* cla-se com punho ou sem punho 8i|50CO
Duzia de 2.a classe com collarinhos 905000
Duzia de 2 a classe com punh e sem punho 72S000
Duzia de 2.a classe com collarinhos 78$ X0
Duzia de 3." 13 com punho ou sem punho 6 $000
Duzia de 3 a B com collarinhos 660OCO
uzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho 48$00O
Duzia de 3.a classe com collarinhos 5450-0
Duzia de 4.a classe com punho e sem punho 425 00
Duzia de 4 com collariuho 488000
Em duzias fazem-se bons descoutas
Linda exposiso de gravatas lencos, punhos, collarinhos, meias de 1S e
algodSo, para homens, senhoras e meninos ; o que ha de mais fiuo em aberturas de
amisas. lizas e bordadas
A' frente da officina de alfaiaaria acha ae um perito e hbil artista
Araba de chegar para a chapela ra XT3NTXJV.O
pelo ultimo vapor ura rovo e completo sortimento de
chapeos de feltro, la e palha para homens, senhoras e
crianzas.
d;
H. MELLO & AZEVEDO
87Ra Boque ele Caxias87
75o agradavel ao paladar como o leite,
Approvada pela Junta Central de Hy-
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazll.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
eomo nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS^E CRIA CARNES
A venda as principacs boticas e drogaras.
SCOTT & BOWNE, *% CHIMICOS. NOVA YORK.
GRANDE
AJ I
eAREMEfflE wmk

m-
-e*^' Ll3P_ s i 1 i o n d
' E5^nT^j3^ ^ eflo^as-de miudezasTe "moda;r^arniacJ3jLSS~~~^J
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccSo d* seu hbil proprietario MA-
NOEL (JARCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e aceio do servijo culinario aduaneiro, j tam-
bero pela psito hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transfornaaces por que tem pausado este Hotel, conseguio
afiual o seu incancavel proprietario otferecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida peles Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERITIVOS
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flaraengos, suissos e do serto, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
a iii:^ \
E'esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermcuth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, todos recebi-
Jos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao comrnum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importa$lo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, eu6 veude as raelhores condigoes do mercado e precos sem competencia.
' GRANDE HOTEL COMMURCIAL
]Rua larga do Kosario ns. 29, 31 e 33
A moca tendo o examinado com mais
attenjao, soltou um grito e parou...
O homem, por seu turno, frz um movi-
mento brusco, como para acercar-se della
e dirigir lhe a palavra ; mas retomou im
mediatamente a attitud* correcta exigida
pela disciplina.
Qualquer duvida j n3o era possivel.
Sr. Joo Joo Bodin exclamou
Martha.
Ouvindo pronunciar o seu nome por
aquella voz meiga, Joao, o filho da v-
bora, porque era elle, estremeceu e fez
um novo movimento que nao teve da re-
primir, graas benvola intervencio do
seu chefe.
Anda, disse Jorge, ad i anta-te e
aperta a mo de Mme. d'Ancenis.
Eu 1 meu commandante.....Con-
sente ?
Julgaa que foi sem motivos que te
procurei durante tanto tempo, que te col-
loquei a bordo do meu navio ?
Obrigado, meu commandante, obri-
gado! Ah minha senhora, que honra
para mim que alegra oue ventura !
Eu fico doido I j nao sai o que digo.
E balbuciante, suffocado pela emosSo,
o marinheiro apertava entre os seus dedos
rudes as duas mos finamente enluvada.*,
que Martha lhe estendra.
Um amigo ; o meu Balvador em urna
circumstancia terrivel. explicou ella s
tesfmunhas daquella scena.
NSo fallemos ui.-so, minha senhora,
interrompeu Joito : devo-lhe tudo que suu ;
se nao osse a senhora, nSo estara aqui 1
Era um vadio, um co sem dono, e tor-
nei-me um bomem til para qualquer
cousa ; era ura tno marinheiro d'agua
doce, e eis-me marinheiro do Estado com
galoes.
E urna bella promof&o em perspe-
ctiva, se continuaras assim, accresceutou
Jorgp.
Olhem I exclamou o marinheiro em
urna apostrophe enthusiastica s pesoas
presentes a mulher do commandante
nao urna mulher como as outras : um
unjo que desceu do co ; todos que se
approximam della sao felizes.
A L0JA DO I0READ0B
Vcele em grosso e a retalho
Pr j publico a eos notrero-o< f egoei*s e 4s Exmas. familias que aeabam de recebn
expelo sornrrKniu de fazcad s riaca o que i a de mais chic e iEU:'.emo.
A SABER :
Grande cnlioienio em selaa pa (5800, 23, i5C0 e 3$ o e.->'-a<1o. um comnlelo scrti-
mento de ar eodadi s Bnos 8O-t!d03 em r.crcs par* 600, 800 etje i iOO o coadc. Un espe*
JiJc o linelo ein madtilaa de sede e i;r;to, prciaj e de cores, e monos cetros arug09, oerrr
uejsm :
L'qces de peonas, o que ha de msi3 moderno.
Extrae os tjocs, canifas ae liobu para borneo', meias fi^as com seda prra bomens e
leoboru.
EsparM hos fino? a prec11* baraios, fiebs de seda cltiTa mola, coninades p ara jaoe'l 8
i tos para ra.ca o que lia < Ceiones i n i. r -, < .-- para i.-rio^ u:i bcoro s.irtimer.io de tape.ea aveladados e akati
'as, Jspel8 (OOi o ;'r no.v?8. birJados tioo-, vetuarioa para criar^a
Faz-se roopa oara homens pjr medida?, coaevando-e 8*u>i>re rm bem eortimeDto em
casimiras o que pode !javr de mtinor es.-oloa as prin".irajs fabricas (* Eu'opa.
F'iemoi' -ande? differp' cns em o-f$i. UadapoO'i p-{a Dito de I3 a II^Si', dito ie i\ .. 12o00. Enes pr-goa teem 14 por cealo de desconar em
pecas fecnadas e pfJ ce chita I I I
Brins de lioho, cobenorc e moitos oolros artlR s qoe ;e torna tofadonho menri
VEo de prefereo^ia ao Trrador, q>ii* 6 qoeo vcode na-ato sem compeiidor III
43Rna Du luede Caxias n. 43
x^xdcvxa. coxjxxDcsro^ca &
G.
Um anno depois, Valentina tirava o
luto de sua mi para vestir o vestido
branco de noiva, e ser a baroneza de
Kerven.
FIM
ODIO m BAGA
TRADCCgO
PARTE PRIMEIRA
I
Decorri a noite de 10 para 11 de Ju-
lho de 1830, quando um palanqun con-
duzidopir seis hinds, escoltado por igual
numeio de bahis, destinados a render os
primeiros de quaito em quaro de hora, e
precedido de um massalchi ou porta-ar-
chote, trepava vagarosamente os escarpa-
dos declives de urna cerditheira de mon-
tanhas rochosas, situada a meio dia de
caminho de Benars.
Ao lado do massalchi caminhava um
rapazito hind, quasi urna crianca, por-
que n3o teria mais de quatorze anuos.
Era de pequea estatura, de formas fran-
zinas, mas mostrava as fefoes admiravel
regularidade, e nos grandes olhos pretos
brilhava-lhe ainteiligencia. Pareca urna
de'no meio das ampias folhas espinhosas dos
cactus cobertos de flores purpurinas.. .
Os carregadores, offegantes, despeda-
cado peio calor e pela fadiga, com mrito
custo avancavam. Os clar5es do archote,
que de quando em quando o massalc/d
inolhava com oleo de akatro, illumina-
va vagamente o ves'.uario branco e os tur-
Neste personagem reconhecia-se 0 ca- bantes vermelh"8 dos ba/lis> e davam
delicada e engracada estatuasinha
bronze florentino.
Dez pnssos ptraz do palanquim ia um
personagem de original apparencia, mon-
tado n'um magro mas vigoroso cavallc do
paiz, e acompanhando todos 03 movmen-
tos da cavalgadura com extraordinarias
caretas e contorsoes.
racteristico inglez, na mxima pureza.
Referimo-nos ao caracterstico tradicional-
mente cmico, tornado popular em F.anca
pela caricatura e pelo theatro.
Basta cabelleira de um amarello-palha
sobrepujava um rosto purpurisado, cuida-
dosamente barbeado, e do qual se desta-
cavam escuras as sobraucelhas. A ele-
vada gravata branca, excesivamente tesa,
formava violento contraste com os tons
atijolados do rosto.
O trajo era inteiramente preto, mas
levava compridas polainas, que lhe che-
gavam aos joelhos. Um chapeo de feltrc,
de forma muito alta e abas delgadsimas,
inclinado para traz, completava o mais
estranho amantilhamento, e com toda a
certeza o mais improprio para urna via-
gem a cavallo sob o co ardente da
India.
O dia estava suffocador. A noite era
escura, comquanto fosse phase de la
cheia ; porque enormes nuvens negras lhe
oceultavam quasi sera cessar o argnteo
disco. Nem o mnimo sopro refrescava a
atmosphera : o vendaval pareca prxi-
mo ; o trov&o nSo ribombava ainda, mas
de minuto a minuto era o espaco Ilumi-
nado por urna claridade alvacenta, depois,
extinguindo-se completamente, deixav
reinar de novo as trevas.
O caminho escarpado, estreito, mal
conservado, descrevia numerosos zg-zags
por entre rochas amontoadas n'uina con-
peqiiena caravana aspecto phantastico.
O singular personagem, de gravata
branca e fato preto, fechando a marcha
empoleirado no seu cavallo de compridas
crinas, accrescentava mais urna nota
originalidade do quadro.
A caravana attingio o cimo da mon-
tuosa e penosa via que trepavam havia
mais de tres horas, e chegou a urna pla-
nura de certa extenso ; do lado opposto
a esta planura, distingtiiam-se vagamente
atravez da escurid imraensas profunde-
zas, estendendose em suca icos at s
planicies erogadas as trevas.
Estava terminada a ascenso, ia co-
mecar a descenjo.
Os carregadores pararam. As cortinas
do palanquim foram afastadas por raSo
enluvada, e ao mesmo tempo ouvio-se urna
voz sonora.
Kazil .. disse esta voz em inglez.
Chega aqui, meu filho, que te quero
fallar.
O rapazinho hind, que comparamos a
urna estatuasinha de bronze florentino,
approximou-se iminediatamente e pergun-
tou na mesma lingua com acecntuafo
levemente guttural, mas nem por isso era
despida d harmona :
Que quer o patro ?
Porque nao avancamos mais ?
E' porque a subida muito aspa-
ra .. parece que se respira chumbo der-
retido. os bahis estilo exhaustos... Es-
fc AGRADAVEL JT
< o UJ L H Iz -J < Se recomir.cnda conio o melhor remedio da sua classe a "n O 33 H n O > m m z o o za D >
4 EMULSAO -
LINHIN E KEMP COMPOSTA DOS MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES / combinados scientificamente c a todos os respeitos a melhor preparafo de OLEO DE FIGADO DE BACALHAO COM HYP0PH0SPHITOS
M DIGESTIVO 3L
C( sinheiro
Precisa-'e de oai bom crsicb'iro ; na roa do
Payandt' c. 19.
OptiiH) negocio
Vendc-se orra importi.nle nnostlo d<> a??%.
car, f m um ucf melluna Duros o Kecite, con
o moviraecto menfal de oilo a rfez erntesde
ric Traie-se no srn-c7.'m ;:e Thorraz Tlump.
largo da Escadma p. b, Cim Autiuicj R. di
C03'?.
Moc.ista
Mara Iris S a!8
Pj-ticipa as su.s f egeesis, qoe e9t=o.lo:&.
re-' belecila, rerf8Him a saa residencia arta
do Imperador n. i e roninua a loica coca da
Iqioaer trabilbo >--u-i ot a Instrumentos e msicas
Vtivo orllmento compela
Ni leja de Edoarao Cciva & C roa Bjo i
V.ci na d. 13.
Padaria Nogueira
Caminho Novo p. 91
Prvido esle eslbelccimento de um peritu
confjiteiro, tem actualmente a disposicoo dos
seus freguazes cm especial e do publico etn
geral os mais deliciosos productos de cenfei-
laria-
Alii os consumidores enconlraro :
Desde o mais bem feito pao
de lot, folladas nppetitosas
e bolinhos em pequeas for-
mas, de tempero e sabor deli-
ciosos at os bolinholos de
dilTerentes qualidades e for-
mas distincla, crystalli?ados
ou no, cor natural e colori-
dos, para o Bervico do cha.
Todos csses productos sao de um tempero
que satisfaz ao paladar mais exigente e assiui
se recommendo ao u?o das familias em sua*
snires e outras feslas intimas A padaria Nogueira ere, poi?. prestar um ser*
vico as familias prrnambucauas ; as quaes pro-
porciona assim arligos indispensave?, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alem disso,
feitos cm casa, no lhe custario menos.
__________________________fa
Regulador da Marn ha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, appu-elhos
elctricos, oculos, binculos, ocalos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechanica.
9fiua Larga do Hosarioc
Cop
Preciea-se de nm
JeeUS 0. 22.
eiro
copeiro ;
na roa do Bstn.
Precisa-se de um criado
Commercio n. 4i.
criado
trata se na rea do
Em Olinda
Vende-se excellente doce
de
caj
s^eco: a tratar na
Ladeira da Ribeira n. 23.
fue&o titnica sobre o dorso das col linas, t&o a descansar um instante...
Cosas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. zS a
30, na ra Real da Torre, com un
terreno que as separa, chao proprio*
Ouem os pretender poder ir velas j
e para negocio deixe carta no escriptox
10 deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Marciiveiros e tomei-
ros
Na fabrica de mnveis de Silva Ferrandes & C-
eon trata-se rti^ tss qoe eejaizi peritos.
Roa de S. J( 5o o. 48.
Ra Pa-ao da Victoria n.49.
Que distancia no3 separa ainda de
Baares ?
Seis horas de marcha.
Quer dizer que devenios chegar ar>
amanhecer ?
De certo, patrao, se comtudo a tem-
pestade nos nao detiver no caminho.
E jnlgaa que e-teja prestes a rebea-
tar a tempestade ?
Ueceio-o muito.
Exactamente no mesmo momen'o, coruo-
se a palavra do rapazinho hind, a queut
chamavam Kazil, tivesse evocado o demo-
nio da tempestade, rasgou ura inmensa
relmpago as carregadas nuvens encas-
telladas, qual abobada de bronze, e un
trov2o semelhante detonaco atroadora
de urna batera de sitio, resoou sbita-
mente e foi repetido lgubremente pelos,
chos da montanha.
A voz de Siva! murmurou Kazil,
juntando as luHos no peito, e curvan-
do-se.
Os demais hinds prostrarnm-se todos,
rojando o rosto pela trra, e o cavalla
magro, de comprida crina, dii um salto,
com o qual por um triz nao cuspij o ca-
valLiro.
O viajante estendido no palaquim, sol-
tou urna explicacao intraduzivel.
O patrao ouvio... murmurou Ka-
zil, ah est a tempestade.
Precisamos apre3sar-n'os... prose-
guio o inglez. D ordem aos carregado-
res que se ponham de novo a caruinbo,
sem a mnima demora.
Kazil pronunciou estas palavras na lin-
gua do paiz, e os bahis iam a obedecer,
quando urna nova toalha de luz meta-
raorpho8eou inteiramente o firmamento
em gigantea fornalha.
[Contina.')
Tvg. de P'triet r.Oaque de Cazias 4i
1
i MUTILAN ]
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