Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19765


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Full Text
I
/iXMOLXXI
Quinta-feira 11 de Janeiro de 195
MU1IERO 14
PS0PBJS9ABB BB BE&H6BL PZGVBIBeA Bl W&m& & PILSOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados ,; 8&000
Por seis mezes adiantados. s 15000
lor umajinp.adiantado .... 301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire

PARA OS LUGARES ONDE SE :PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ,; 161500
Por um anno adiantado 33^000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de dias anteriores, y |200
Telegnammas
8*7150 PABTIWLAIIO12ABI3
Rio de Jaueiro, 16 de Janeiro, s
7 horas e 30 minutos da manha [recebido
na esuco s 9 horas o 15 minutos e
entregue as 10 horas).
I *
Ficou scm cfieito a convocagao da as-
sembl 1 geral do Lloyd Brazileiro para
ele i cao.
- O governo Uruguay} troca por ttu-
los definitivos os boncls da sua divida
ao Banco Hypothccario do Brazil.
Pars. iG de Janeiro.
car-
Sr- Casimir Perier renunciou o
go de Presidente da Repblica.
O Congresso foi convocado para reu-
nir-se aman ha em Versailles afim de re-
solver sobre a renuncia.
Rio de Janeiro, 16 de Janeiro, as
2 horas e 5 minutos da tarde (recebido
na estaco s 4 horas e 42 minutos da
tarde e entregue s 4 horas e 50 minn-
tos).
Foi dispensado do cargo de director do
Diario UfficLl Joo de Aquino Ribei-
ro, passando esse cargo a ser exercido
pelo administrador da imprensa nacio-
nal,
Falleceram o juiz dedireito da co-
marca do Carmo, Dr. Joao Jos Andrade
Bastos, e o engenheiro Augusto Alberto
Guimores de Azcvedo.
_ A taxado cambio foi 10 3/8 d. por
i,}ooo.
Lisboa, iG de Janeiro.
Deu sua demisso o Ministro da Man-
aba, que foi substituido pelo comman-
dante Ferreira de Almeida. _
partido alentados do esperanzas insensatas, e
vollanJo doentes e alquebrado?, queixavam-se
anwgameute d'aqui-lle que liles fizara oonceber
o ;^b da riquezas imn rasas. Onde eslava
esse paraizo encantador, essa trra ca promisso,
da forluua e dos thesouros ? Eui lugar de pros-
peridade, es exploradores nao lintiam encon
ircdo seno trabalhos ; o que ellos tinhain para
contar era os cmbalos contra os naluraes, a
narraco das fadigas e das pmaces soifridas.
Em vao lentou Co.ombj reacemlcr o euthuiias-
ino : a cinza cobna o que fora uai fogo ardenie,
e admiraco uccedia o desprezo.
Os*monar Iriwnte com interosse, mas nao sem uina certa
frieza. Quando Co omba propoz que se tentasse
lercelra expedicSo, najlbc passttu,de6percebido
que a iniuisadesurda, a intrigaT>ai*% invejosa,
comee-vam a persrguil o, como essas divindades
maleflca dos lempos heroicas.
A 30 de Maio de 1498, ease hornera (Turna
vontade incompiravel, animo irap ssivel que
nada poda quebrantar, e a quem nos veremos
que o infortunio dava unida inaior vulto, partia
outra vez com seis navios para continuar na sua
gloriosa trela de descobnr novas ierras. D'esia
vez descouriu a Trindade, abordeu ao continente
da America, recouheceu o golfo de Paria, as
lillas da L'onceico c da Assumpcao. Teve,
porem, de suffoear insurreigO^s e rovoltas d'a-
quellcs que deixara em S. Domingos, e no meio
de desgostos sem numero, de hostilidades inces
sanies da parte dos seus compat iotas niandou
para Hjspanba cinco navios com cartas em que
expunha ao rei as suas queixas c os seus ag-
riaros. I or eireito de intrigas da corte, Fer-
nando fez partir ptN S- Domingos, nao um
funecionario que all lo^se como juiz, como pe-
dia Colombo, mas um algoz, dou Francisco do
(tonadilla, munido de caitas patentes que o
nooK-avaui governador das Ierras novas e Ihe
davam urna aut-ridadp absoluta. Chegando
S. Domingos, Bubadilla, procedendo como se-
nlior absoluto, in tallou-se na propria casado
aira ranle, e deu-lhe conlu-cinicnio das caria que
Ihe conferiara a autoridade de governador. Km
seguida, sem interrogar o almirante, sem o
acensar, sem querer ouvil-o, manduu o preso
para urna fortaleza oin seus duus irmaos, qun
all luiham ticado. Bomuadilla pacarregoa um
ollicial chamado Alon-o de Viejo de conducir
o almirante aHeepanha. Cfaristuvao Colombo
submt-tteu-se aquella humilhaco sem |iroferir
urna qu.ixa. Elle e seus dois irmaos, alhema-
dos cuino criminosos, oram conducidos a bordo
d'uraa caravella que d'ahi a pou o se fez a<,
mar. Villejo, ccnduido da sorte de ( olorabo,
quiz tirar-lhe as algema?, mas o almirante nioo
cunsenlio, dizendo-lhe : Quero conserval as
como urna lembranga da recompeusa conferida
aos meus servidos. (I).
(Contina)
Secretaria DA JUSTINA, NEGOCIOS In-, deducir a parte oferente ao quinhao do Estado i Reilisando-sc o resgate da estada do Recife pao, distante 40k,7000 da barra do rio Gen-
era capital como accionista, parte que repre In l'almares, esto vencidos todos os obstculos de.
senla & JfcS87.
Asstm, po8, da renda total t-..
Deduzida a-pane que corresponde ao
capital do Estado
108:283
2i:87
Fica restando a somma de 83.-695
que**a renda liquida pela qual se deve fazer o
re.-gate.
. lias a'companhia deve a tere uros 264:100
e ao E
reng, 'de l 340303 ou, em vez da companhia
repor a dita diffarenca, deduzd a da parte do
capital a ella pertencente.
A reducto seria esta :
Capilal perlencente a companhia
DilTerenga a repor
1.314.49
340.363
teriore3 e instrucco publica
do Estado de Pernambuco.
Despachos do da 8 de Jancii o de 893
Antonio Pedro dos Santos, couhecido por Ma-
noel Dorja, sentenciado, pedindo perdo.-lnde
ferido, a vista do que informa o Dr. juiz de dl-
reito do municipio de Gojanna.
Francelino Ferreira Crespo.Deferido cora
ofcio desta data ao Dr. Secretario da Fazenda.
Manoel Joaquim Peroira, sentenciado, pedindo u Estido 400:000
perdi.Ao Dr. procurador geral do Estado para j B^as du-is contas se podera liquidar d du-
que se digne de informar. ziodo.se em favor ('.a compaa das 4'. 0:'J0O
Bacharel Joaquim Alcebialc* Tavares de a3 *11:627, pelos quaes o Estado 6 responsavel
Hollanda, juiz de direito do municipio da Boa- corBalgacc ooista, repondo a companhia a dilfe-
Visla.Juole procuraco.
Joao Pereira da Si.va, sentenciado, pedindo
perdao.Ao Dr. juiz subsiitulo do procurador
geral do Estado para que se digne de informar.
Antonio Joaquim de Barros, sentenciado, pe-
dindo perdao do resto da pena. Ao Dr. procu
ralor geral do Estado para que se digne de in-
formar.
Porfirio Poppe Giro, major fiscal do 1 corpo
policial. Deferido com ollicio nesta data ao Dr.
Secretario da Fazenda.
Jo Leandro da Silva, sentenciado, padinlo
perdao. -Indeerido.
Dia 9
Francisco Bezerra do Xascimento, cabo do
corpo policial, sentenciado appellado, pe lindo
perdi.A' vista do parecer do Dr. substituto
do procurador geral do Estado, indef rido.
Galdino Biplista da Rocha, sentenciado, pe-
dindo perdao. -Ao Dr. procurador geral do Es
lado para que se digne de informar.
Joaquim Flix da Silv sentenciado, pedindo
p ira que llie s-'ja entregue pelo juiz de direilo
do municipio de JaboaiSo as pegas de seu pro
cesso n is termos do d.-creto n. 2)66, de 28 de
Margo de 1860.Curapra-3e sera demora.
Pelo porteiro,
Hermenegildo de Siqueira.
Paris,
16 de Janeiro.
O presidente do^Rcpublica Franceza,
Mr. Casimir Perier, apresentando a sua
renuncia fundamentou-a na affirmac'.o
(t) Barth. Las Casas,
i80.
Hit Ind. raanuscripto
PARTE OFFICIAL
(memo to Instado do Per-
nanibuco
K1PEDIKXT8 DO DIA 7 DE DfZEUBRO Di I83i (#
r'xpedienle do Sr. director da 1.' direeloria da se-
'ilnriii da Jaslica,
Offlcios :
Ao Sr. Dr. Queslor Policial Interino O
r n a:a~ ^-.r ,-r.Hliin nll.il,r' Secretario da Juslica Negocios Interirese
de que fora ludido, pois acreditara que|lstrU(...0 ,,ublca mari(f
todos os republicanos se unissem no prc- e possivel
, .. __;,4t a^ p h'grainma annexo ao vosso olIK-io
psito de prestigiar o presidente da Re-
publica contra a lucta dos partidos
pela liberdade.
a declarar-vos que nao
allender ao pedido constante do le-
n. 661 de?.
INSPECTORA GERAL DE KYGIENE
PUBLICA
Expediente do dia 10 de Janeiro de 1895
Mallos Camiuha ft C, pedindo para exaiui ar
cal.Ao Dr. ajudante do inspector gertl para
examinar.
Zulraira Adelaide Ranleira do Mello Biz-_t,
pedindo para mandar cerlifiear se o predio
sito ra Larga do R>sario n. iO esl em con
dicOes hvgieuicas. -Certifiqne-se o que cons-
tar.
Secrelaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Eslado de Pernambuco, era 16 de Janeiro
de 1895.
O secretario,
Aplinario A. Mena Ilenriques.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO
Despicho do dia 16 de Janeiro
Manoel Gonjalves Ferreira
que-se.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimarae?.
de 1895
Costa.-Cerlii-
Lisboa, i6 de Janeiro.
A demissao pedida pelo Ministro da
Marinha e concedida pelo Rei foi moti-
vada pelo (acto de ter sido absolvido o
capitao de mar e guerra Augusto Cas-
tilho.
C] Ao mesmo.-O Dr. Secretario da Justina
Negocios Inteiiores e Inslruccao Publica, man-
da remetler-vo?, para os deridos fins, copia do
otlicio n. 102 de 26 do con ente do comandante
do i corpo policial.
Ao Sr. Dr. director geral da Secrelaria da
Fazenda.-De orden) do Sr. Dr. Secrelaria
da Jusliga, Negocios Interiores e Injtrucgo Pu-
blica, coinmunico vos que fu rara norarados para
os lugares de serventes desta Secrelaria Jos
Francisco Barthulomeu de Mello, Wenceslu
n**!
FRAI
W> GRANULADO %^
^FRAUDIN
t.,c. v ; ,.,it ... ni I i-'
Infallivel contra
I>ygpepia, Gastralgia,
Flatmosldades, Dysenteria.
Diarrliea dos palzes quentes.
Precloslssiiiio pira a iintisepsia
do tubo digestivo na
Febre Amarella.
DOSEB :
3 para 6 colhcrailas (>las para
caf) por a Jepoi d.is
refct^cB.
";
de tR)5^
W
^
INSTRUCCO POPULAR
"OIASITBES DA SCIEUCA
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO II
A CONQUISTADO GLOBO
CIIRISTOVO COLOMBOFERNO DE MA-
GALHES DAVID LIVINSGSTONE
GUILHERME BARENTSJOHN FRAN-
KLINreN BELAOTRENE CALLE
MUNGO-PARK DURANTONFRANCIS
GARNIER-JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTHOMAS BURKE.
(Continuaco)
Colombo vollou Hespanha em '496. Ti-
nbara com elle 2f5 tripulantes e 30 indios. Este
rearesso eslava rauito longe de se parecer com
odaprimei'a viagem. Os hafpanhois que o
acomp.nhavara vinham desanimados e abatidos
e raostravatn-Ba irritados outra elle Tendo
Barbosa da Silva, Joaquim Mauricio Wanderley
Pililo e Joao Pedro da Silveira, e para 03 de
correios Samuel Pimentel e Macoel Carneiro
da Silva, que serv m independenle de titulo
n''S lerm s .10 art. 21 do Uegularaento del do
corren te mez.
Expediente do Dr. Secretario da Justiga, Nego-
cios Interiores e nstrucco Publica do Estado
de Pernambuco, em 28 de Desembro de 1894.
Acto :
O Secretario da Juslica, Negocios Interiores
e Inslruccao Publica resol Te nomea- urna cora
misso coraposla dos empregados desta Sacre
tara Bacharel Luiz Cavalcante de Laoerda de
Almeida, Francisco Geraldo da Silva Barroso,
Munoel Cavalcante de Mello Filho, Joao Pereira
Reg e Jos Odilon Annes Jacorae Pires, afim
de dar pirecer sobre as propostas apresenladas
por Medeiros, La y me & C, e Francisco Pedro
Boulitreau, para o fornecimento de objectos
necesarios ao expediente das Hez Secretarias
de Eslado.
Offi ios :
Ao Dr. Secretario da Fazenda.-Communico-
vos, para os devidos fins, que, era data de li
do correte mez a9sumio o exerciclo do cargo
de olficial da Secrelaria da Junta Commerclal,
o bicharel Joao d'Alcntara Panas, para o qual
foi noaieado por portaria de 6 do referido mez.
Ao mesmo.Communico vos, para os de-
vidos fins, que era data de 19 do coi rente assu-
raio inierinamente o exercicio do cargo de pro
motor publico do municipio de Alagoa de Bii-
xo e cidadao ManosMlumos de Mara Gomes
para o qual foi Horneado pelo respectivo juiz
de dreiio.
\o mesmo.Communico vo, para os de-
vidos fins, que em data de li do corrente a
sumi o exercicio interino do cargo de juiz de
direilo do municipio de Buique, na qualidade
de juiz do l districto respectivo, o cidadao Joao
Olavo de Ssuza.
Ao Dr Secretario da Industria.De novo
solicito que providenciis no sentido de ser
fornecida ao facultativo do i# corpo de polica
aquantidade de lympha vaccnica que for ne
cessaria para ser "inoculada as pragas do mes-
mo corpo. visto ter augmentado o numero dos
que foram accommetlidos de varilas, segundo
comraunicou me o respectivo commandaute era
oficio de hoje datado.
Ao presidente da Junta Commercial.
uomvea que providencies alim de que o ama
nuense nomeado por portaria de 21 do corrente
para a oecrelaria dessa Junta, E'ydio Cavalcan-
te R be ro Pes*oa. apre ente o titulo de nomea
cao na secretaria a meu cargo, afim de ser re-
**.
o Director da 1' Direeloria da Stcra-
taria da Justiea
co:
ao presidente do conselho munic bal de Ga-
raohuns.De orsem do Sr. Dr. Secretario re-
meti vos copia da circular, a que ee refere a
vo8so otficio de : 2 qo corrente mez, que asiim
fica respondido.
() Repetimos esta parte 'do expediente po
er-so dado erro na compesicio.
Rcsgate la Estrada de Ferro
Recife ao S. Francisco
(Concliisao)
Em 1855 o governo entrou em novo accor io
com a companma e as estipulacOes resultantes
constam do decreto n. 1629 do ll de Agosto
deste anno.
No art. 2." do citado decreto se estabeleceu
o seguinte o 3." do art. 23 do decrete n.
i039*de 7 de Ago=to de 18P2 ser entendido do
modo seguinte :
A companhia receber do governo urna
somma em fundos pblicos que de igual readi-
menlo, descontadas quaesquer quanlias que
dada a bypoihese do resgat-, possa dever era
virtude da obrigarao que Ihe 6 imposta pelo i
i. do art. (o do decreto n. 12i5 de i3 de Outu-
bro do 1653 (I) e as de amorlisagao que tiver
recebido por c'unseniimento do governo ou que
haja de receber na occasio .
Pelas clausulas (2) do accordo de 20 de
Agosto de 1870, a taxa dos dividendos para se
apurarem 03 excestos e redu. ida 6 1/2 por
cento e se modifica a distribuigao dos taes ex-
cessos.
A parte dos excessos sobre dividendos que
ha de concorrer para o resgale, sob a f jrma de
descontos, a qu lera de formar o fundo de
amorlisacQn, nico valor que ser reduzido do
prego do resgate.
O resgale se deve fazer por ttulos pblicos
q e deera urna renia igual ao renJimento li-
quido da estrada.
Esse rendimento nao oulro si nao o equi
valente renda liquida efTecliva completada
pelos juros de garanta prestados pelo Estado.
EfTecluado o resgale por essa forma, evi-
dente que o capital addicional da segunda ga
raolia (3) continuar a vencer o mesmo juro
que dailles.
O resgale pela forma estipulada se traduz
em perfeito emprestimo, e para conlrahil o'
necessaria autorisaiao legislativa.
A media animal da garanta dos juros pa
gos pelo Estado no (decennio da 187J-188H)
orcou por 5~?3.32:$378.
Tomndose por base do calculo a media
do quinquenio de i879-lt83, v-se que o Es-
tado fez a despeza aouual com os juros garan-
tidos na importancia de 552 9738841.
> O Estado recebia da comnanhia animal-
mente :
Como accionistas, pelas suas ac-*
efies I3:5i9 (media do quin-
quenio 1879-1881)
Como credor de 400:000 (a
7 % 28:090)
Capital restante 934.131
A este capilal assim reduzido, guardada a
devida proporcao, correspondera a renda de
i 61.127 pela qual na figurada hypothese seria
leilo o resgale ('*).
Parece que no resgate da eslrala esse deve
ser o alvilre adoptado, menos considerar-seo
Ipreco, pelo qual elle tem de ser feito, a renda
liquida effeclivamenle proiuzida, com o com-
plemento das quanlias pagas pelo governo por
virtude da garanta.
U resgate da estrada de ferro d) Recife ao
S- Francisco urna medida aconseihada por
grandes ioteresses do Eslado, quer financeiros,
quer administrativos-
Slo laes os onus que pe;am sobr o The-
souro e laes os inconvenientes de diversas na-
turezas que embaracen) a publica administra-
o, com relaco ao regular desenvolvimenlo
da viago frrea de Pernambuco, onus e incon-
venientes devidos as condicVs em que aquella
empreza se mantera, que,'lindo o prazo, nao
deveria o Gorerno adiar por um s dia a en-
campano dessa estrada-
Anda feito n-is conditjs as mais desfavo-
raveis de quad>a linanceira e 'le inlerpretayo
das clausulas que terao de regulal-o, o resgate
irar inmediatamente um immenso allivioaos
cofres pblicos e a inteira solugQo de giand^s
embaragos, ora que nao tem cessado de lutar
o Goveruo desle os primeiros das da exis-
tencia da companhia. (5).
O rescate conveniente, necessarlo e ur-
gente. Sao de sobra, as rav.Oes que o aconse-
Iham. (6).
Fazendo-so o regale, o Governo poder com
facilidade uniformisar o plano de viagao do
norte da Repblica, plano que traduz urna as-
pirado dos habitantes daquella zona e a que
se leu) referido documentos officiaes.
< Ksluiando se a posigao relativa dai estra-
das-de Ierro do Rio Grande do Norte, Para-
hyba, Pernambuco e Alagas, v se immedia-
lamente a facilidade com que se pode ligar
todas, consliluindo-se urna rede de viaco
apcrfeigoala, abrungendo as quilro provin-
cias.
EfTectivamenle as liuhis de Limoeiro e S.
Francisco, pariindo da cidade doR:cife, esten-
dem Mi cuini dous grandes bragos ao noite e
e o gsverno ple, cora despezas relatiramente
pequeas, regulansar as hullas frreas daquel-
les estados.
As outras quesles, a que se refere o projec-
to n. 6, consultam interesses de ordero eco-
nmica e administrativa, e raerecem toda a at-
tengao ca parte dos poderes pblicos
A fusao da3 estradas permute a simplifica-
gao do servigo, a reduego da escripturagao e
do pessoal, a supressao de varas despezas e
troca completa do material rodante.
A muliiplicidade das adminislragOes dos ca-
mullios de fer.o apreseniam numerosos e serios
inconvenientes : impede ou torna difflcil o es-
tabeleciraento de tarifas communs de irens di-
r ctos, de fcil er rpida correspondencia.
As estradas de ferro devera ser consideradas
corao instrumento de prosperidade geral e nao
refractnos a lodos os iiDlhoramentos do servi-
go publico.
A estrada do Recife ao S. Francisco conslitue
urna das grandes arterias das vias da commu-
nicago que tem ,4e ligar o interior do Brazil
a seus porlos de mar e facilitar assira a expor
tago aos productos ferteis terrenos por onde
tem ella de passar.
-Na sua direcgo geral, alem de estabelecer
aqu-lia estrada conimunicagao directa do Reci
fe com todo o valle do rio S. Francisco, sem
duvidj ura do3 raaiores e raais productivos do
nosso paiz, alravessa cerlamente terrenos fer-
teis ; o ser para o futuro urna communica-
gQo inlerna pira o Rio de Janeiro por Minas Ge-
raes.
Islo basta para dar urna idea inmediata da
grandeza de semillante empresa (9).
A sua receita vai se augmentando considera-
velraetite e o engenheiro fiscal j em 867 nre-
yia o futuro importante dessa via frrea (IO),
importancia essa que se ha de accenluar quan-
do ligar se a baca do Tocantins com o S. Fran
cisro.
Paraavaliar-se o alcance desse corara?tlimen
10 rasta citarse o summino do tragado pro-
jectado para a comrnunicago das bacas nave
gaveis do3 ros S. Francisco e Tocantins pelos
vales dos rios Grande, Prelo e dj Sorano :
a. foi do rio Sapao o ponto de partida es-
colhido para a projectala estrada de ferro que
lera de ligar a navegagao do rio Prelo cam a do
rio do Somno.
Pelos dados segrales ver-se-ha qual acon-
digo technica da linha frrea :
Eslenso dos ali-
nharaentos
13Tk,30J
9k,003
5k,t00
1/k.iXO
l>k,0i0
9k,000
8k,00)
90k,0J0
Total... Mik.JOO
Rara pas as
cendentaes
i 1113
Nivel
llfc
Rampas des-
cendentes
1.333
1147
1.931
1 138
1543
O grande
142:900*115
248.892*000
JtaJatiArpemniida das provincias de Ala.Oas
Paraliybi.
De Macei vem ao encontr do brago do sul,
pelo valle de Mandah, a via frrea Imperatriz,
e approxima-se do brago do norte ; a da Para-
hyba, pelo ramal do Pilar.
Caminliandn era sentidos oppostos e quasi na
mesrna dirergfio, at linhas do Rio Grande do
Norle e Parahyba, mais parecen) dous trechos
do nusnio tronco destinados a ligar as suas
capilues, do que realmente
les.
A extensao das vias frreas construidas e
em Irafego actualmente as quairo provincias,
sobe a 72k,l>7, sendo I70V64 pertencentes ao
Estado e 5.k,323a cinco companhias estran-
geiras, todas de capilal garantido-
As do Eslado lm at agora nbsorvido cerca
de 17.765:000^ e as das companhias 37.948:00 $,
representando todas o capital de 55:7i3:i U0*\
proximamenie. (7).
Por c rata lo Es lado ncham-se em constru
go e quasi concluidos mais 85\ 36 no prolon
gamento da estrada deS. Francisco e Da de
Caruar.
A companhia da Estrada do Limoeiro obteve
concesso do Governo Geral para o prolonga-
m-nto do ramal de Na-areth a Timbaubas com
i,1, lili e :i da estrada da Imperatriz, em Ala-
goas. o prclongamento do tronco na extenso
de 3i'k,e prximamente, da cidade da Impera-
triz a villa da Lago, alem de mais dous ratnaes.
No flra de pour.o lempo teremos assim.....
88 k,483 em irafego, porcm, destacados em qua-
iro grupos, do modo seauinle :
i. Rio Grande do Nor-
te jEstrada do Natal a
Nova-ruz 121.0M)
2. Parahyba do Norte:
Estra la do Conde d'liu 12'.539
3 o Pernambuco : Es-
trada do Limoeiro S6.055
Prolongamento do ramal
da mesma, de Nazareln a
Timbauba (contractado) 45.100
Estrada de S- Francisco,
pertencente a companhia
ingle 124 739
Prolongamento da mesraa
construida pelo Estado H1 904
dem em coiislrucgao 42.096
Estrada de Caruar. (do
Estado) 67.930
Prolongamento da mesrna
em construegao 43.040
4." Alagoa : Estrada
de Macei a 4fflperalriz 8-009
Prolongamento da mes-
rna 30.000
Somma 391:792*115
* Al o presente a estrada n) tem dado
renda liquida igual renda garantida. Portan
to a renda que ha de servir para regular o
prego do resgate a que corresponde ao total
d js juros garantidos. A estrada nao tem tido
renda etfeciiva igual ou superior a essa.
U capital social a que o bstado presta a
garanta de juros sobe a 1:865:000.
Deste capital cabe ao Estado pelas suas
13:549 aeges o quinhao de 380:492 e aos ac-
cionista?, que forraam a companhia, o de......
1:304:494.
A renda liquida annual da companhia, apu-
radora na lrma cima declarada, anda por
108:133.
(1)0 decreto n. 1629 de 18 de Agosto de
1855 allerou os decretos ns 1030 e 1245 de 7 de
Agosto de 1852 e 13 de Oulubro de 1853.
(2) A clausula 10* do mencionado accordo
diz : O governo imperial, sem prejuizo do
que te aefia estipulado nos contractos anterio-
res, ficira exonerado da obrigago da garanta
do capital addicional de libras esle linas......
485.66 ', no fira de 30 annos Accordo de 20
de Agosto de 1870.
(3) Clausula 10* do accordo de 20 de Agosto
de 870.
g_* No caso de resgate, dessa renda se ha de
Navegagao do Rio Grande, da
ci lade da Barra barra do rio
Sayo
Pr.ijee.la la estrada de ferro da
barra do rio Sayo barra do
rio Preto
Da barra do lio Preto abarrado
rio do Somno
403 k,000
93k,000
2371c,'00
(II) 93 k,00
O ro Grande tem, termo mlio, 106 metro>
de largura, 3,6^ metro9 de profundidade e
navegavel por vapores de pequeo calado da
sua fozal a villa de Campo Largo na extenso
de 397 kilmetros em que completamente, de-
sembragado de obstculos ; d'ani aoLimo:iro
na extenso de 13 kilmetros i aindi navega-
vel nao obstante os rpidos em alguraas curvas
do rio.
O rio Preto navegavel at a foz do rioSa-
() Relatorio apresentado A assembla legis-
lativa provincial de Pernambuco no 1 de
Abril de 186O.
(10) Nao ligo grande importancia queslo
de prazo, porque teoho aniais robnsta convic
cao, que a garanta cessara dentro de muitos
pouc >s annos. (R dalorio do engenheiro fiscal
da eslrada de ferro de Pernarabuce, em 28 de
Fevereiro de 1^69 )
(I ) Estudos de linhas frreas e de navega-
gao as bacas dos rios S Francisco e Tocan-
tins exerutados pela Publie Works Construc
estradas difieren- tion Company, de Londres, limited. Engenhei-
ro en c efe James Donlis, 187-5, pag. O.
55.95i
118 000
882.',9 3
Para ligar os quatro grupos visinhos bastar
construir 110,0 kilmetros, sendo 50,0 kilome
tros, entre os porlos terminaes das estradas do
Riojprande Co Norle e Parahyba, 4,0 kilme-
tros prendendo os ramaes do ilar e Timbauba,
dafcstradas da Parahyba e Limoeiro e 30,0
kiuJielros, da villa de Lage,*one breve deve
chegar a eslrada central de Alagas, a encon-
trar o prolongamento da S. Francisco, em Per-
nambuco ().
(4). Consulla das secgOes reunides do3
Negocios da Pazen la e Imperio do Conselho
de Estado sobre o resgate da Estrada de Ferro
doR.-cife a S. Francisco, 30 de Oulubro do
(5). O resgale da Eslrada de Ferro do Re-
cife a S. Francisco, pelo engenheiro Arislides
GalvQo de Queiroz, 18*4, pig. 3.
(6). Foi. cit. pag. 23.
(7). Bolelirn do ministro e secretar o do Es-
tado dos Negocios da Agricultura, Commercio
e Obras Publicas, 1890, pag. 99.
Esse plano de viagao tem tambera cm seu
favor a conceilua la op nio do Ilustre gene-
ral FranciscoGlicerio, que manifeslou-a na pag.
Do do sea bera elaborado relatorio.
"(8) LigagOes dos estradas de ferro do Norte,
projecio apresentado ->o governo pelo
Mi* da Suva Coulinho em Ou'ubro de
banhado onde nasce o rio SapSe
fica smente em urna altitule de 264 metros
cima da barra do rio Grande e 463 cima d
nivel do mar.
Em Porto Franco o rio do Somno tem 70 me-
tros de largo e em alguraas curv 13 mede le 108
a 130 metros, sendo bastante fundo nos logares
em que a corrente nao forte.
Ha pontos em que a largura do rio fica redu-
zida, formando um canal cora oito ou nove me-
tros de largo e a corrente das aguas, que an-
tes era violenta, all torna-se quasi impercepti-
vel.
As erabarcages que fazem o commercio para
o interior pelo rio Tocaolis sanen) do Para era
Abril e Maio e fazem a viagem redonda era cer-
ca de 12 a 13 mezes, sendo nove a dez mezes a
subir o rio e dous a tres descer.
Alienta a escassez de numerario em Goyaz,
quasi todo o commercio feito por meio de per-
muta e lao lucrativo, que o negociante qae faz:
cinco a seis flagras a salvo pde-se retirar do
commercio e viver de seus rendimenlos. Os bo-
tes ebegam al a cidade de Palma.
A extenso da estrada que pode porem com-
rnunicago as bacas naveaaveis dos rios S. Fran-
cisco e Tocantis mede smente 293M)J0, nao
o tTe recen do na sua constru'gao a menor diicul-
da le.
O ponto terminal das projectadas de Pernam-
buco e Babia Bja-Vista e o Joazeiro, que dis-
tara approxiraadaraente aquelle 726k,00i e este
528,ku00 da villa da Barra, no Rio Grande ; era-
quanto que a distancia entre esta e Pirapra
de l.036k,60) de navegag&o, o que demonstra
qu; o tragado pelos valles dos ros Grande, Pre-
to e do Somno, encurta consideravelmente 1
coramunicagio com o litoral.
Pelas estradas da ferro construidas e projecta-
das a distancia entre o Joazeiro e Baha de
534,Ok.>0 e entre Boa Vista e Pernambuco de
73i,k0J0 (a onstrucgo da eslrada de Pernam-
buco mais barata do que a da Baha), eraquan-
to que de i'irapra 30 Rio de Janeiro lit
1.048k,000. (12)
epois de feito o>resgate, (13; ligadas ns es-
tradas do norte de accordo com o alvitre j
apresentado, mInorada consideravelmente a
exploragao, realisando-se notaveis beneficios
para o publico, poder-se-ha avahar o papel que
est destinado estrada do Recife a Palmares,
principalmente qu indo forera postas era estreitz
(12) Ob. cit. pag. 106.____________________
4
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9
886.
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lliaria de Pernaiiabiico
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Quinta-feira II de .Janeiro
de
5 S* 5
comrnunicaco (pela linlia frrea, da una exten-
85o apenas da 93,1)00), as bacas do S. Fran-
cisco e do Tocantins.
Em condusao, a cono nissao pensa que o pro-
jecto o. 6'>, de 189-, est no caso do ser appro-
vado, nao s por consultar os interesses eeono
micos, pela execugo das leis n. 3.397 de 2. do
J que fallo em sangra boro qu sous
lein.r ;s sajan iofiarOMu dos facto, qu i M
laratn nos ultimas das da duui.nio llto, qu>, aioj .do r.os quaitos Ijjxjs de li.i-
maraiy, disgoveraou -Jala pas, a sombra do
inareciial Pcixoto.
Entre outros fados citarei o* das remessas
ressaca que reina temparal de noroe-sta, "-. dattoslitu ges p.- a neniares o a'j ,n g i.a igualdades ta le d-<083, arpera-asim nos s *#
bam passivel que muilos cadveres desaa vic-
lunas srjain levado* barra-fra l...
O giverno havia, usando da atlribuicao con-
funda pelo congi-esaa, iniciado nagociagea para
um empreslnno, cujo msd[ dor foi um syndica-
conflicto, ueal su asiste aiaJa s 'a ix 1ag5o
3it 4>opno cavaros, a m-ai-na o o p-e-i-
rfatB da camarvires entila les disiioct.s n'aan
aierda*nra o givefoo, para qjera auaci
ptaooa a radunr-se a ana cono qie isbaga. de
lurec, sobre a qual ella se prj.3 eierciiiT a
14 0 contos.
Mas pen-a tambara, que canvenieittc que o laqoeile inesmo custoso Eslado
Execulivo examiaa aiitiuciosaitienle as clausulas para o mosrao fin !
dos contractos, accordos e todos os documentos i Desta taita, porin, houve mus cnierio. gra-
exigientes entre o Governn e a companhia de cas a uai anima funcdoiiario qua levan'.ou a
estradas de ferro Recife ao S. Francisco, alim de duvida de falla de. crdito ; a quaiili i nao foi
MU condiges expe.ida, porque oSr. Rodrigues Alves, l eiv
segrate
que o resgale nao se faca sino
estipuladas uos contractos vigentes.
mAJm dtsso, a coramissao insista no
ponto, a que ja se lem referido :
-. A garanta de juros nfio p le ser imputada
na renda liquida da estrada para servir ao cal-
culo eventual, sobre o qual deve assonlar o
resgate em a[iolicc3 da divida publica, par
qu-nto, o Estado, anadeando o juro, assagara a
empre/.a, durante o tempo do privilegio, o mi
nicno de randa, obrigan lo se a pagal a por in
teiro, caso a estra la no pro lina roo la alguna
ou a fazel-o supplemenlarinente, caso a randa
seja insuficiente. Si a nanea de juros pudes-
se constituir renda, ento nos casos em qne o
custeio absolver a receila da estrada e mais
anda a mesilla garanta de juros, casos esses
quejase teem apreciado, o Estado deveria
eleval a ao duplo ou mais quanto necessarra
para fornecer (crear) renda liquida aos accio-
nistas.
Para se avaliar bem o fundamento desta opi-
nio, basta refUctir-se que si o resgale ge ope-
rar depois de lindo o prara da garanta de ju-
ros, elle lera por base smente o rendimenlo
dos u'tim .s ele anuos, pois o resgale pode ter
logar, por exempio, 8 anuos depois de odo o
alludido prazo.
Supponlia-se, por oulro lado, que O resgate
tenha lu^ar seteannos antes de dudar o rele-
-ido pra/.o, o Estado, que tinha de pagar s-
mente por seta annos a garanta da juros, no
to lo ou em parte, teria qua ftcar pagando a
mesma laxa durante 40 ou >0 annus, isso mes-
mo saponado-s qua as apolices sejam amort-
zaveis e nao perpetuas.
Deraais, si uniformemente se tem entendido
no Brasil, as relaj ;s das companhias de es
tradus de ferro com o Governo, que as palavras
rendltneoto liquido signilicam a renda que
as estradas de t -rro produzera depois de de
duzidas tolas as despezas que de direito se
impulam ao custeio,. como que as palavras
rendimenlo liquido, de qu; usa o n. S da
condifiao 25.* do decreto de 7 de Agosto de
i85i, que repele o art. 16 do dacreto n. IH5
de 13 de Outubro de 1*53 podem comprelien
der, podem inclnir a garanta de juros 1
fe. Que randimento liquido ?
E' aquella que as estradas produzem, depoiB
de deduzdas todas as despezas do custeio.
Fortanto, 6 sobre elle tmenle, sem addigao
de mais nada, que se devera calcular o prego
do resgate.
Sia eslraia produzir randa inferior ao m-
nimo garantido nelo Estado, essa e a base do
resgate ; si porra ella r.o produzir renda al-t
gama, eu'.o o rsgite ser regulado por arb -
tramehto, emausencia de alguma clausula que
outra cousa determine.
E' mister examinar si o Estado lem recebido
dividen lo de suas 13.5.9 aeces ou se tem feto
os pagamentos annuies conta de garanta de
juros, deduzdas as importancias deases divi-
dendos, o que alias 6 mais pratico, devendo-se
observar a mesm. cousa em relaco ao< juros
do emprestinio de 10 '.0 0, o qual pagamento,
segundo pareep, flcou a cargo do Estallo.
Em lodo caso, na hquidacao final para emts
sao e entrega das apulices dever.ie-hao lerar
em conta os dividendos dUs 13 619 aecea e o
seu respectivo capital, o emprestimo de------
40J.'K)i>, capital, juros, amortuaco e qualquer
commissao que o Ef ido, pirveniara hauvesse
pago, alera disso : ludo em favor do Estado.
Tambera convra que o Estado verifique bem
qual o capital da e'trada sobre o qaal tem
feito os pagamentos por conta da garanta de
juros, alim de ler execugao a le citada n. 19
A de 30 de Setembro de 1893, que ja autorisou
o referido resgate.
Sala das commisses, 20 de Setembro de
189..Arlhur Torres, relator.^C. Cintra, pre
sidenie. -Urbano da Gonva.-N. Paranagu,
com resfreles.Junqueira Ayres.i'orquato
Moreira.J Uevilaqua.
(13) Reputo da maior vantagem para o Esta-
do o resgate de arabas as estradas da Babia t-
do Recife a S. Francisco. Relatorio do Ministro
da Agricultura de 1875. p.ig. 209). _____
COSRES PONOENlI^
to le p isse da pacta da fazemla, poz embar-
gos a ligeireza A na b;m.
Desarevar a serie de abasos pralicalos nesse
sentido seria um nunca acaba.
Aqu raesmo mandouse, n^.ssa da 13 de N>
varo to. distribuir aos olciaes q le lomaran]
pafte na parada em honra dos rientaes,
uo da anterior segundo cns, duzeii'os mu
res ; e segundo outros quinli.'ntos,. por te-
rem mollialo os uniformes, durante essa pa-
rada !
Felizmente o boto Ministro aaGuerra, scioso
das ira ligue* de nosso gioroso exercito, v.u
corlando todos os abusos, e procurando levan-
tar os bros da classe as ahur* em que dr-vein
pairar. Fazgoslo enlrar boj; n > Quailel Guie-
ral ou na Secretaria da Guerra !
Nibura militar ahi recebido sem que es-
teja rigorosamente unifonnisado G proprio
aju Jante general, o S-. Conrado de Nyemeyer,
('; o primeiro a Oar o exemplo.
coaira no gabinete seno em rigoroso
Brign ai comadres e.....apparect a ve:
dale I Mas nua e crua, do* escndalos ensata-
dos, no Banco di Braz I, para acquisigao
do Jornal do Commercio a bom march !
O Sr. Feli'b'llo, ex minisiro da Fazenda,
protogomsia naalf alto negocio e nos ce
lebras quaslis da lotera Nacional, continua
em, estira los arligos, a justificar se. Dellc e do
sr. Rangel Pestaa, celebridades polticas nes-
la quesillo do Jornal, raa oceuparei na seguinie
missiva. -
Ninguem o en
costme
mil lar.
Os ot&ciaaa sao ahi racebidos e trtalos
como irmios de clasae : acabou-e com a
CLASSE DOSiSUSPEirOS, e com a distriboicao
das propinas aos que se chamavain parliJanos
da dictadora.
Reina a maior harmona ntreos militare'
dirigentes e evolaramse lo las as esperaogaS
aos agitadores, os celebre .jacobinos, ?crdv
deiros demagogo-, de pertuibago da ordara
publi'-j, para asim podjrem, livrem nte
i-iar seu ganancioso odio ao pacato
portugus.]
A bngada policial, Torte de tres mil liomens,
sob o coinmando do Intemarato coronel Tra-
vassos, auxiliado pelo bravo coriuel Paira
Osario e outros, est perfeitameota disciplina-
da ; e nida deixa a las jar em bravura o cor
reego.
R:ir-> plena paz.
DiscussOS mais ou menos acaloradas, enlre
os diversos grupo* quj disputara a eleigao mu-
nicipal, altegaadO-se de parte a parte, as estafa-
das arguigOes da frauJes, intervengo s a vio-
lencias fasem suppor quesera tempestuosa a
appuragao dos volos obtidos pala chusma del
candidatos.
N'u.n elot->rado de perto de 4'l mil votantes,
corapareceraiii apenas mis o mil. Houve granle
abstengo na forma coslumeira, as fregaezias
urbanas as suburbanas, porin, quizeram sup-
prir a falla dos votantes com o bico da penna
e houve. grossa pancadara, especialmneote em
Campo Granle.
Apresenta-se candidato pelo i." distrtcto elei-
toral o l)r. Serzcd :11o Correa, ex-companlieiro
do Sr. Custodio de M dio, e qua lomou parte
apparente nos acontecimentos de 23 da Novem-
bro, contra o golpe u*listado. Digo apparente
poque esse bravo ex-Tenenta Coronel, n'ai, lelle
raesmo dia 23, lisia a seus companbeiros que
era remala la loucura ir para a ciuale lomar
parte na lula!
Realm -nte era bem mellior gosar o fresco da
\ manb no aprasivel bairro de S. Clemente, do
elemento que arriscar o pelego a levar alguma pilula co;n-
blain!
S -us amigos contam seguro o triumplio de sua
can iidaiur.i, que alias patrocinada pelo Sr.
Glvcuno e ouuos chefes republicanos.
;aEiiviando a seus leilores mullas sau.lagOes
pela euirada do uovo anuo aqu lago ponto.
[j Corrcpondenle.)
no Diario le Peraambnco
Ro de Janeiro, 8 de Janeiro de
i 895
J passou ao julgamento da historia o anno
de-18a4.
E quando o historiador dos acontec me ntos
hodiernos liver de enlrar as tristes narrativas
dos actos de feroz selvagena, praticados nesse
anno, tera muilas vezes de re.uar apavorado
diante de actos de crueza inaudita!
O desdobramento dos acontecimentos qua ti
veram para theatro, a pequea fortaleza de
Sania Cruz, prxima cidade uo Desterro, n
Estado de Santa Caiharina, e que sao hoja du
dominio publico, pelas discripges fetas por
va-ios orgos da iraprensa desta capital, con
stituera um borro de sangue do feroz crueza
nos fastos Ja historia patria 1
Ninguem avalia ahi o que toi essa tragedia
sanguinolenta, que tepe por prologo o encarcera
ment nos cubculos da detengao de mais de
4i0 cid-ados, que anda hoje ignorara a causa
dessa intil violencia; e para epilogo os as
sassinalos premeditados, suraraarissimos, de
prisionairos e feridos, em norae da lega ida
de Tuno isso em execuco de orJvns trans-
miUidaa do centro., n'um conciso talegram
ma, em que apenas se 10 a orrtvel palavra
fuzile-os!!
A' proporgJo que taes fados vo cahiado no
dominio publico, a opinio vai apavorada, ana-
tbematisando os protogonislas da to sanguino
lenta tragedia!
O senador Bario de Ladario, emuma das ulti-
mas sessOes, requeren a relagao dos nomes das
victimas dessa hecatombe, e apezar da opposi
gao que encontrou no seo da cmara alia, logrou
ver seu reguerimento approvado. Vamos pcis,
ter confirmada a noticia dada pela iraprensa
desta capital, attinente aos crueis assassinalo
praticados pelos agentes do poder publica des-
te pobre paiz !
Din detsaa assassnatos vai nos custar muito
Carot
O ministro da Franga insiste reclamando pe-
sada indemnisagao pelo fuzlamento do enge-
nhei'o Biuell, daquella nacionalidade !
representante da Italia faz reclamagao se-
mellianle era favor dos orplaos v.uvas da
subditos do rei Humberto, victimados pela tal
LEGALIDADE, bem parecida com a deque
usan na Zulutandia em casos taes, os naturaes
daquclle paiz.
Os inglezes, acosturaados na orgulho a Al-
bion a ludo monelizarem, querem tambera
indemnisagao pecuniaria pala morle dos ofli
ciaes da Srius, despedacados oa explosao do
Maltoso: querem reduzir a moeda a perfidia
com que procederam as aguas do Guanaba
ra, auxiliando a rerolta, como aqni se afQr-
mava ent o.
O crilerioso e Ilustrado ministro das relagoas
exteriores, lem procurado, par todos os meios
de que dispOe seu bellissimo talento, conjurar a
crise, evitando assim mais urna terrivcl sangra
ao nosso depauperado thesouro.
De urna poliiez extrema, o conselbeiro Car-
vallio, ti m na ma+jla da palavra luente, alisada
a un cavalheirismo correcto, o mais poderoso
elemento para domar a diplomacia dessas tres
nages, meliodrada pela GAUCHE-RIE deseus
dous ltimos antecessores I
E' de crr, pois, que consiga vencer as resis
tencias desses tres erabaixadores com a habili-
da le que todos Ihe reconbecem ; e aasina evi-
Com tSo seguro e poderoso elemento de ordera
vai o novo cliefa de polica, r. Andr i:aval-
canti, correspondendo a coniiauga que nelle de-
positaran os Loros protectoras do ministerio.
Felizmente pode se transitar com segurauga pelas
ras desta capital sem receio da ser-se asfalta-
do, tara dar DisiitiHo, a horda dos pic-pokei de
que se servia a polica valladina; quando nao
se tiulia a vbntuba de ser condusido pelo cele
bra Chata, personagem grata do famigerado
Valladao, a alguns dos cubculos da Correcfol
A isso que os engrossadores chara ivain ter
um b-miste de tamaa classe, erabora a victima
ficasse sepultada uessa nova liaslillia.
A proposito; nao sai porque os chamados pu-
ros, republicanos sem jassa, como o Sr. Costa
Ferraz, por exemplo, nao mu laram p n une do
bairro de Calumby para FLORIANGPOLIS;
era mais justo do que irein por siiuilliante noine
na cidade do Desterro E" pena ; foi urna injus-
ti a de que jamis o engrossaraento se lavar.
Nao sei inesmo porque o impoluto tribuno, como
ahi chamara, ou (rimad fugitivo, como dizia o
Sr. Tolentino, nao leve essa feliz lembranga,
quando tanlo frequentava os escuro* departa
ment* do Ilamaraiy Ingratos que sao \ Nem
ao menos essa lembranga surgi de algum dos
ESTiLH.vgos, do gaiiii-nho posta, nos lelncas mi-
mantos em que ludo quena destruir, de mos
dadas com o nao menos celebre tribuno dos ca-
tas/
O Ilustre ministro do interior mandou prose-
guir nos processos era que eslao ira' licados os
csdaios qua tomaram parte, directa ou indi-
recta na revolta de 6 de Setembro no intuito
da serera punidos os culpados, ou juitificarem
se os ionocen es. Essa ordem, expedida aos go-
vernadores de Santa Calhanua o outros lista-
dos, urna consequencia dos habeat-corpin con-
cedidos pelo Supremo Tribunal, aos presos ci-
vis que forara subjeitos aos tribunaes milita-
res.
Abi rauito se rail- da epidemia: qua dizera
aqui reinar, e o; passageiros dos paquetes que
|>or alii passasn, fallara, assombrados, das uvdi
das rigorosas ramadas pala hygiene peroambu-
cana a bordo de um cslebra lazareto fiuluante.
Mas. ludo o que a|ui se sabe a respailo dessa
gr-inde epidemia, nao passa de urna nuvem de
mdicos, que as eslages da estrada Central
continuara a infeccionar as hgaseos dos inc tu-
tos passageiros '. Para isso oaam de uns certos
lquidos com que borrifara objectos de viagem
e os propros passageiros, que nao fcam cono
olphato muilo amenisado com tal odor! TuJo
isso feto sob o pretexto de atFugentar a som
bra de um cholera qualquer, morbus, nostra ou
que melbor r:orae tenna I
Acredito antes, que a supposta epidemia ataca
le prefereacia ao thesouro ; que, realmente
deve ter ti lo boas sangras preventivas a som-
bra de um cholera bem lucrativo para os rae
dicos!
Nao levar rauito que o digno Ministro do In
terior baixe um decreto desinfectando o thesou-
ro des-se microbio-viro-.'L*., prespegando Ihe um
poni final.
O Apstol) e o Jo.-nil do Brazil, continuam
as narrativas pungentes, qua se prendera aos
fu/.i I amentos dos nufragos do ranos.
A imprensa tara rauito glorado a apparigao de
Jos da Patrocinio, que davain corno liqudado
na praia de S>'petiba Esse eminente juinalisla
entretanto conserva-se silencioso.
Estamos cora um novo Prefeito. Depois de
varias conferencias com o Sr. Mi.iislro do In-
terior, foi o Sr. Glycario incumbido do persua-
dir ao deputado Wemeck a aceitar es e cargo.
S. Exc, nao vera reluctar conveio em (tafear
se noraear e assim satisfazar aos desejos da
seus amigos.
O Dr. Wemeck um clnico da granle no-
meada, e muito unilo, pelos lagos polticos, a
bancada pernambucana.
Gozando por suas ligagis polticos de gran
de prestigio ; sera no desempenho de seu car
go ura excellonte auviliar do honrado Ministro
lo Interior. G novo Prefeito entra no exerci
co do cargo animado dos melhores desejos de
rcorgaoisar a anarchica adrainislrago munici-
pal. Ja pela escolta de seus auxiliares se
pode concluir de seu firra; proposito. S Exc.
escolheu pira a ger?ncia das obras municipaes,'
o provecto engenlieiro Delvechio ; e para di
redor da Faenda Municipal, o Sr. Ewi-rton
d'Almeida, ex-dlrector do Tribunal de Contas
Sao duas noraeages felicissiraas pela especial
competencia dos nomeados.
Esla capital, desde hontem, est profunda-
mente emocionada pela horrivel catasiropbe de
que foi theatro a babu de Nictlieroy.
Urna das barcas que faz o servigo diario en-
tre esta capital e a cidade visinba, in:endiou-se
ao sahir de S. Domingos. Os passageiros at
terrados ante o espectculo da morte pelas
chamas boscaram salvago atirando se agua
onde perecan)! Os poucos salvos dessa hor
nvel catastropSe contam horrores! Mis de hO
passageiros psroceram nesse sinistro, a poicas
bragas de ierra sem que promptos soccorros
amuissem ao lagar do sinistro i A bomba
Uucluante que tanto dinheiro nos casta, eslava
desarranjada A barca qu vino* de Nictlie-
roy, e que poda ter recebido todos os naufra-
go, afastou-se rpidamente do lugar do sinis-
tro por medo!
Triste e horrivel scena fo; essa, allnmiada
pelo clarao das cbamas que envolviara a barca,
onde se vam dezenas de pessoas, em al ios e
lancinantes gritos de desespero, a pedir ura
soccorro que s tardamente chegou :..
Enlre os morios cootam-se um capitao-to
BUR9PA.
PoriHgal
O e cerraoj^a odas c tes e seus
reeuliadosReaoiao da oopos:gau
clligadaO protesto dos depuia-
dosOs comicios de Lisboa : do
PortoAs mcgas voladasA ira-
jreos* a sen coaceitos sobre a
BituagUna declaricao Jo con*
s.Oeira A. Serpa OJlelacs ir
moertalos por com f. a aceren aos
comicios e o que diz a impreosa a
reapeiio Nome.gao do conseibo
de guerri p p tao de fragata AugQ3to Ca tubo.

te-nos mais um desar, dos muitos queasitoa- netlte d'armada, cuja senhora elouqueceu, dei
gao passada preparou-nos. xando na orphaodade duas criancinhas i Con
1 linuara a apparecer cadveres, mas, com a forte
a'on'.fc canti qae con^titae a ordea do
di', o assuiop o de quj se occuiaai osjunaes,
a inania queslo de eoce-rarneuto otempe--
tivo da tesao narlamenar ; e ato tuenjs tara
oem o procedimeoto couseqaoQie da opposigto
coalli8ada, cojo movimealo de p otearas se ac-
eeuiua ae illa m Jia e cala vez mil-.
Pares do reino, denotados, reprentantea do
cimmercio edainuitria reuoiram-se aluma-
e-iii.-, em casa do cada progressista, o cante-
U'tro Jis Lucanj de Castro, e ahi decidirn)
a '.iioii'i.i de una commissao central de re-
liateai.ia o da delegigoaa pira representar a op-
.lo-igj liberal uoserats, qa^ deverj rea-
Miar se em tolos o.- pontos do p 'guilmen e oa execagao de conferencias pallu-
cas lanra en L sbea como aas p oviacias, coto o
>ia de espjloar na maesa popular o conbeoi-
m-ato dos seus direitos e J. s libena.es qie
i'eiis la decorre^a.
Uu.roa concilibulos de ideidca natoreza se-
guiraoo se.
Ki praga do Carneo Pejneio leve logar na di.
9 un comicio, coja concurrencia e boa ordam
sao de alta signricagao e demoostraa qa o
pa z porventara comega a deixar a apuhta.
Repah::cauos, progresis a', mamaros oa L ga
Moeral do S-. Kaacblne e amigos da Sr. Vai
Pre'.o, fo*am os seos promotores, associaa ra-se
s estes os representantes das a3sociag0?s dl>>
saividas e alada negociaat?s e ia :utria-?, t d s
os siga^ar os eaim, do manifest .Ao paiz
publicado em (olas os jorobes opposicioaibtas e
profesamente espa hidos.
O deputado por Lisboa Gomes da Silva, p-,/
poc p a p-eildeote da ma'a o coaselneiro uei
rao, nqaelie qne no paynenlo proeatara coui
energa cootra o novo regments da cmara, e
por caisa de caja altituJe a propria camira fo
vuleiita _e te ucerraJa, acolhendo a maltdSo
o sea oo ne com enlbusiasaio o com o me- n
eetbusasmo applandio as pilavras coa que e-
abri o comiera ao diser qu-i a imponencia de sa
assembla moslrava que aioda viva o velo.
Portugal e qu a alma do briosa povo portogaei
palpitava sempre com a mu viva re ao piino-
tismo e na noerJi le.
'.ilirira eniao os de.io'a'03 Jos Mara de
Alpolra, proiresalsa, e Eduardo Airea, repi
blicaae, amOos com grande calor e violencia de
Obrase, cnugaado o ppmetro b incitar o povo
revolt, a exemplo do que. dtasa elle, so:cedera
ao priuciplo d- le scula qjan io os so.Jal >-
estrangeiros piaavam o 90o portugaez, e do um
ao outro exireno do pi.z nao se ou'laeeo!
este orado : Esta a patria em pe-lgo ; e em
aega.Ji o par do r-ioo Perelra de M randa, que
lem R.-ane prasiigio no commercio, porqa-
tambem o'gocitnte, e um dos memoros dj
pa'iidj p'OgressitU que gota de mais c edito e
le mirar concailo.
Outro orador que falln com grande ectha-
s'.asmo e impeto, como costana fallar e <& n; na 0 aanos, ne-tes parUm-ntos popalaet,
como elle ibe cbim, foi Mi ;i aies L- ma, ajar
j-.l un republicano, que tem mala ay npaibias
m Portagal, o director do pipla isaiao jorual
O Seculc>, que atada nai d"scaagau um no
nauta da cruza 11 qae tem sasteatado coaira a
noaarehia e esprialmente contra os goveraos
monarcbleo do seo paiz.
Carao delagado aas co-pcagOes commerciass
e iudualriaea fallou P.nriei o de Mello, qae era c
preridente da extracta associagao dos logistaa e
laufMa logiata, genio que tolos os orado-e*
eam nais oo meaos eloqaeicla ataci-aa vigo'
rosamente o governo, e accaearam-a'o de esma-
gar a lioerda le e de violentar a ca-ta coostitu-
eiooa!, at(ribaiodu-lbe tola a respoctabilidaite
la crise mi qae se debate o piiz, taoto no lo-
terior como ao exterior, e ao me mi empo pro-
teataado contra a violenta disaolajao das asso
ciages Coarmerclal de Lisboa, lodnstnal Por-
tuguesa eComnercial dos Ligiitas e cintra o
eocerra-i.ent.i das cnes, qaa causide.-ava n aa i
conatitacioakl.
Oe t iios os oradores o mais violent) nao foi
um republicano, (o un progresaiata, o mencio-
nado Dr. A paim, qae eacerroa O sea diBoreo
com a (aosa e ravolacianaria pirase te ao
lutalur da democracia : Qiaido a reaiateacia
aa dlrelto, a resistencia um ever. *
Tola esta resittacla acoaselbada e toda este*
protestos fo-am pelos varios oradores redolidos
t mog-s, votadas por acclaxajio, ao pa da toios os lados se oi.vum viras i liberdade,
i patria e ao povo, seado qae ao terminar o co
mlcio eram dist-ioaldos pela maltidao e laaga-
dos dos camarotes maitos milhares de inpressas
com a lettra do byanoda Mara da Poo'e.
No domingo seguate igual coxicio tffectaoa-
se ao Parto,
Naate mavimeoto preceder o protesto doi
epatados, o alerta levntalo na qaeaido da
su'pHisao dos trabamos das cortes sobre fuada-
nento de qae a minora eslava comprme lalo
a digoldade parlamentar.
No protesto dos depotados, subscripto por 53
.'estes representantes, acceniua-que qae nao I
ndo I
E estas accen!uig3s enm affi-nilai nestes
tragos hiara i;os :
Na cama-a da digns pare via-^e ja obrl-
gajo a aceitar omi propos'a qi?, acimpaabil',
como fji, dos nuil aggras.Mvjs commealarias
era ana bamilbaate eiia'.o-. ."-j.
Na dos dapa ajos e.icoatrava-}3 .a necessi'
dado de recnar os do-uneotes pedidos pela
'tipasig&j.e de so or a n r-se a .- Igumas das gravea
n: -roed.:,O s euuaciods. Sabia que estivam
in aia-n.ea gravi-.si.nai accusaOes a algaaa
dos miuistros, fu liadas e docameotoa qae
am-'.agavara nao enea miolsiros, oaj a pro
pa exis'.eicia do eoverno. Senta mais, qae as
grandes propasias saUaloras, jue ap-e'ea'ara
eram iuconsi-teote<, augneotar.a n, te cn-gas
-en di'caisaa, o de crdito mtoistertkl e se*
iiim assim o epitomo coademu&to lo d ama
dictaica da 15 mezas. ab3olntnmeate estril,
assign lada ap as p.li utm?ci! das neo
iagc8 relal vas a lvida puolica. CompanaU
Real dos Ciooj da Perro, e s obras do porto
de Lisboa, a.ravz de incileotea desairasas.
atada u5o de todo conbecido-,jorumi refo-na
de polica, molllplamente inconstitucional, e
pelo do oroso conflicto com um pavo Irmao, o
Brazildictadora ers< qoe o governo corooa
arriando peU sua prrana mao a baodelra par-
toguaza na bsbia de Kmnga I
A cmara qoe se ai>rir i em i de O jtabro e se
consti.uio a 17, oatava apenas 5 ses 6;s,
joandoioi ilictdlar.ameaia eicerraJa. D'.duzi-
das 9 da ];.!'. p eoi ati-ia. veo a foneci nar
-o.!!! r.n anl- s.j s5-s. cm q e se disccliram
a resposta ao discuto da cora, excepcionaloea
tegrae pela esime Jas re3>oosatililaieJ coa-
eiiiuoon-.es do g.b note e p ratVIsz referen -.a
'ei a naq elle discuto a uoaa ..-osa armla,
a mierpellagao s.-b.-e a expul-io o'am esirangei
illostre, i s questOcS levaaia las a p-upj.-uo da
alieoago e troca d c um predio Jo esta tona ci-
dade do Pono, e sobre o (relmante do vapor
Caz-raga, em que o governo e vio uorigado
a recoobecer a neces3idaie f.'a n inioento, e ti
nalmeme c projecto saote o iast tuto bdctereolo-
gico
as 26 seaaSrn, qoe decorreram desde 17 de
Oatabro a 28 de Nueabro. nao poderla taivez
exiglr-se mais producivo traaaiho, se se alten-
der a qae a mi-slo i-ts cimaras oaj 6 t fizer
l-.s, seuio tj'i-be o ,i-cr.iijr os acto) goverja-
tives.
Uas como nao as mineras qie pertence o
direegao dos irabilaaa p:ilimen'.iire3, se etes
cao correraa mus aulmeuie pira o pa z, ae?e
eisa caira laogar-e aconta aa maioria e de
governo, qae poiara fazer discutir os asfamo
los qae se loe artgo asstm de maior interesa, e
encerrar as discus.- s quando o jolgassem con
venieata..
Esie direiu oonca a mmoMa Ihe conieatoa.
M.s que i upa t.niea t.-aoi n i- estavaca coa-
cloidos e peparados rara entrar em discnsso?
Os nicos pa'ecerej da cora ai-soes publica
dos, eram : sobre a coniribngo de registro,
dist-ituido em 8daNnemba; soire o real
benepl.ctio para o da de S. Jo^ er declarado
da sanio de guarda, d slriuuuo en 10 ; sobre
a ce.gao, oo cooseloo de Ferreira de Zazare, de
um edificio pu ilico de tabel.ij de natas, da
trioullo em 17, e sobre a dcima de JOToa, e
i iipos o predial disuibui lo em -. i
O cairos projectos do goveroo, os mais Im
porua.es, os do mauopoiio do alcool e dos phos
lio os, eo do emprestimo para a manchi. Leu
seqoer libaos alcaugaJo parecer dis respeciivas
co.iimis-;s qae se eacontravam pe'plexas pe
rante es-es paaalasmag in oj y rojee, js de sal-
va;ao paOlica, cojo effeito seria agravar pro-
luudameaie a siiuagSo loexbansti cjnlribainie
e a eiooomia uaoioial.
Tres manilestos viera i a pob i:: la le e o ulti-
mo destes docaaitentos-polticos, 8 nao pode-
mos reprodazir tm tolos oj sos de'.aibes, res-
tringir-aoa hitaos a un meigii qaaliflcativa
aima.esmeaia por alto ; e esa :
Redigido em termos eo^rg CJ3, ryatheliza a
sftirmagao de que oda m 8 pe miuido contar
com o cueto do Balada pua oblar = ..is'.ga a
v.otagaj ,aas lea funJaaeataes dj p.:z, uem
para reclamar o resuDeiacimeato das garanas
libaraea ; e os seas signatarios naoifesta o que
alo veea outro mel, em taes cOija-.araa, sa-
naa MU appello ao pava, para ana sologo
cise loaapponavel qua opprima a atgaa e pro-
mai.e agxravar-se de ora em bora.
O con co uo Pono etectaca se sem ir.cilente
leagrdavel, no taeairo do P.icipe Rea' da-
qaeila cidade, teado tilo lomeasa nea'e coacor-
rilo, de modo qae grabae muLido, que nao
podera locasar se no eJ:licia, ei.aciooava as
portas do edificio.
A mesa era constituida palos 3r?. cons-lriciro
Cosa e Alme. da, presdeme, can Ja da Samo-
daes, D Njoh da Poaie, tei Aadrewsa re-
presentando o commercio, e Jjnqnln Vjatara
rapreseataadj a iaJasria, secreierio*.
O Sr. Costa A.meida lembra a assembla, que
o comilo tem por Um fazer triu ap-i-r as Uae
llberaes.
Fallam, vejenantes cjaira o govarnj nao oc
altando os seas reseatimej oa ao poder moae-
rador, os Srs. P.-aocisco Beiro, Gjn?s da Sd-
va, Oiiveira MjQ'eiro, Piobeira de Millo, Ales
Crrela, Gaipar Qaeirjz Ribatro, de Vil a Nova
da Cerveira e Jos d'Alpolm-
0 Sr Veiga Bsi-o lerniaa sea disca-so com
pedido formal de persistencia a-1 protesto.
O Sr. Gomes da Silva, agad-ciado a recej-
ado qae teve, diz qie o Pj.U, eim a maoites-
lagao qua ibe faz acaba, cama L abo, da o ele-
er depatado. DacUraqoe o repoblicaaos na
querem agora a repiolioa, mas s faser entrar
o pas oa saa vida normal, accrescaouodo qae
uao in eniiigigao parilaaria, ma3 nacional ; que
.j'suu nao davna, sea a mnima idea de nu-
uilbago, poJ: aux.uo ao Pr.O na Jefe a das
lloarantes.
Diz o Sr. Alvas Correia qaa preciso qaa o
gave-ao se abuet'a voniada oa n.;a quan-
do adirmidi nos comicios pblicos.
OSr. Q-jeiroz Ribeiro ilirraa que tolas as
locaiidaJas dj uo- e jo p iz ac-jaipaaiiaro L>is-
ooa e Portj ao sea protesto.
O Sr. Jos d'Alpoi oj sei violento discur-
so, termiaa pediido ui a son ama bandeira, a
da democracia, e propda qae as mogdes fossem
approvalis por acclamagaj; e qoaalo iarefe-
nr-se en seo dscarso deslavara e nenie ao Sr.
Jjj irroyo, uouvc p tjala e palmas.
O '. Maaud Vieira Borgea pelio a palavra
a- ja estiva encerrado o comino; e por isso
a a luida esteve para baver desagtalo aire o
raasmo Sr. .Mna;l Vieira J-gis e o prejilente
S-. Costa e AlmeiJa, visto aqa^lle jalgar-se
aggravado por nao Iba teren concedido a pa-
lava. O Sr. Casia e AlmeiJa, paren, nao sa-
mo pela porta da palco, eviiaado o escaalalo
provavel.
Koran val idas pie acclaniglj as seguale
mojei :
Dj dr. 0ivei.-a lnateiro-di cildas da Par-
to, reunidos em coaicio pab.ico, aailos na sen
tmenlo commum de amor pela patria, qaa de
mos, e de f na lber Jale, qae pan tolos, e
recannaceldo qae s a constante observancia
da le pote dar asagiinga nlispmsavel ao
Irabalbo naciaaal, alli-ma a necessldade de
allende* de promptorestabelecimento do impsrio
da legalidade e adoere por coapleio as delioe
rag.as tomadas no grande comicio de Lisboa,
realisado oa da 9 do correle.
Da Sr. Gimes da B.iva3 Porta denonrati
co, alli-maodo o sao respeita pela liberdade de
aegao de todos o partidos 4qae camoitan a-
taalmeote pelo restabalecimeato das leis viola-
das, julga chegado o momento, mas qae oppor*
tao, de pugnar peto imperio di raaralidads e
pelo alargameato do exercicio de todas as lioer-
dades publicas, empregaodo para esse m le-
dos os meios saaccioaados pela aaprema aeces
sid -ide da silv-gao publica.
Da 8r. Piobeiro de MelloA assjmbla, eo
obediencia aos principios de fOdarielade, qae
determina os actos levantados e dgaos, reeu-
abece a justlca das classes conmerciaes e in-
dast'iaes do pas, ai suas reclamages contra o
lora a miaori qua compronsttera a digQidadeletdecroqoe maolem os aggravameutos e des-
p-oiestos contra asafinotas (le copal eragei
qu tem recebido do kovarae, a .itea e depu di
diasolugio des anoOagfies de Lisoaa.
Reiisira aa patriticas deelarsgOes de que oa
cont'iOaiQtea 83 nao eximam aos eacrificiP,
qae na devida preporgii Ibas fossam exigidas
comtaato q e ai economas, o moralidade, o
respailo lutemerato s lea e boa admicUtra-
go sejam aa ooro aa do governo.
Adbere incondi iooatments a megis ap-eeen-
taCa em nome dos commeroianies e lodoatnass
no comiera realizado na oraga do Cimpo Peque-
o na capital, no dia 9 da correte, e rec m
menla a coDtraoagao Veste movirrento de p'O
teste legal, at se c nseguir a justa la.Ufagao a
qae o pa;z tem direito.
Nesse itli iflinf a forga pab'ica esteve larga-
mc-ate represe.tada, e nao sabio do sen papel de
mantenedora da ord-tn.
Nesta situagno os jo-nas f ancamente go-
varnamentaes alai a n es p-ogreieistas, argolado-
ities o facra de d^rem o brago aos republica-
nos no p-o'.esto cin ra as violencias do gover-
no, e al cbeitam a ioiuiaar qae e o S\ BJaar-
do a'Abrea qiera diiigo e comoromette o parti-
do p-ogressnia, como se v Jeaie trecha do DL-
iio IliQ.-t ano:
Dcp.is des fa:los mn; traja o a toda a luz
qae o partido srogressista foi iastrumento lo Sr.
Ao eu coniiaua- a camaradicem de tmoos na
papelada Ns ctrru'ares, mrnifes^os, pruiesios e
rep-esent3g5es.
. Ao 9wno associa-3e o E raDomisia, que j
s-'gaiada-lhi as ages, oi.ta que o partido pro-
gresfista ligou-se com o partido repablcano,
po qu? essa era a tenaeneia da parte ma'.a irre-
|uieia Q'esse partio e porque i vo nessa li
gagan o meto ae eviur a morte mmeda a qM
be tranam aa diaseogea internas e ?b assiina-
la.ias dsrrr.U8 parlamentares que soff'ea. Mis
amia oesse acto se ;r:va u fatatid.de que o
persegu, porque. Imaginando talvtz salvarse,
s apresioa a sai ruina
Tambem o Correia da Manha jnsiitican-
lii o acta do gaverno fechando o paramen
to abroptamenie, o faz oestas s nzulares as-
sercOsa do iniuoru imp.- maioria em qoesto
da voto :
O- depotaios da opposigao, vilenlo a lettra
expr> ssa da Cooatna gao. e pratuando ana d-
ciadura odio*?, ira adran o presidente de di-
rigir os tuo.ltios mpediram a maioria de fazer
sen ir e re^peitr a soa vo .taje.
Ora essa maioria repreaeolava a ma:o"la do
povo portuguez, e desacatar as aas declfes
era desara'ar a voUe da malaria do pavo, de
que eram representantes e pelo qaal tobara sido
eleitoa.
Nao polendo o pa lamilo fuoccionar p*la iti-
ctacara igoob 1 da unraoria, Uve o governo d
ser o exe otor di vor-.tide da maiou, vontade
qoe esla b--m elaraneota maoife->i>u m reonio
i ::;\ i''.-ii,i-t-iina que crleDroa, encer aiooo pav-
amanto, qne rao poda func-ioaar livreneut-,
aie se ler a cit tt de que volt ira u ju za a meri-
te dos reivairados, e de qne o pa Umtoto pede-
r faaooioaar, cono a Casutuigaa exige qa-
elle raoociose.
E, te b via outo modo de sihir d'eti situa-
gao pereiamenie anmala, os jorna;S opposi-
ciouisias qae o digam.
A isla, porm, o Coneio Nacional como qoe
responde u'um uo.avt-l arug.-, em qoe deixa
perceber osteuivi,ra-a e qne a responsabilidad*
da sitoago pesa eoore os regeneradores.
Diz elle:
A maio ia e a oresdancia da Cmara pod.an,
tr evitado a tormenta do segundo dia de con-
flicto. A;sim nos in talado mea broa illusires
lo parudo reK-aj,rador. Estav teita a paz
com os prog'e'sisiai. O Sr Ecuirdo Abreu
quera descomool-os or esse boto. Saoia-se
4io, coDprebendia-e qae o desabafo era ob-a
de om momelo, via-ae bem qae a'abi nao viria
mal ao mundo e mu lo meaoa aos regeaerade-
res. E oo entretanto foi negada, contra o di-
reito, a palavra, com a previeao fcil de qae a
teoipe.-t.de troar.a de novo.
Nsae mesma dia os regeneradores toma-am
lamoem sobre ai .espootabiliciade de ama vo a
gao tumultuaria, para alierur o regiment sem
consltarea as minoras. A vougSo nessac
condiges n8o podia eer fonle de le, porque o
direito oio p.-de oasetr de urna trovoada paria-
me.oiar em que a luz dos re mpagos ca f-A
sufficiaote para mostrar qae bouve a deiiso de
miior numero. Nao se poda tamben, por oa-
iro lado, em aasampto de lamaeba importancia,
piEsar por cima do direito qoe a maoria nana a
ser onv da. Ro animo d'eila estava, de mais a
mais a canvlcgi aaiiga de qne devia ser altera
do o regiment. Langa-- mao da forga para im-
pr essa alleagao, s m a'te.itar criterio
albeio, ara evidentenenti ura abaso.
Aoosa foi tambem a provileucia extrema ds
qae o giveroo tomoa a respoosabilidad^. O
miolsteno iaveatando o poder earerrador, des-
conianctco a cldadella da le.
Un regene-ador, raioutro da Estado hnnora
rio, declaran ba pouco, ebeio de ufana, qae a
scena pirlameuiar ea'.ava p-emelitada palos seos
para se cb.eear ao co ibecido d sfecho- Seria
iodecoraso duviJar de om testemacnj laa aesi-
goalado. Ahi temo, portaoto, maie nma res
poasanilidade para os regeneradores.
O 11 istrado publicista cooclae o sea atigo
com estas pilavras 8gai8cativa8 :
Nao se imagra". infelizmente, que esta resol-
vtdo o conflicto. Foi adiado simplesmenle. te
nao hoaver cousa alguma f:a do parlamento, o
qae sera um bem, allissdeseocadeara fatalmen-
a procella com maior ibi-osidade. Se eoto
bouver mais un atrpelo da conatltolgao, ro po-
der, maior ser necessariameuie a agiiaga ex-
terior, p ra desgraga da patria.
Temos realmente ama quesia palitica no mei
de nos. Vraba de longe, emboa mana. Ae-
gravoo-3e com os ltimos acomeclmeotos. Tor-
oarae-ha deaveoterosamente aguda no prximo
anno, se satas se nao adoptar umi solugao pa
cilica, reclamada pelos summoa iateretses da
patria.
A historia ter de ser iraplacsvel coatra o.
qae nao qaizerem arredar essas oavens eicas-
telladas na horiaaate de nessa vida poblca.
E' siagalar a siaagao qae se caracterlsa por
ama desorieatagra incoxpreheasivel.
Si a coilliaao UD'Tal daoota a firme vootade
da ir al an extre o em aaaa reivindicagea, o
Koverno por saa parte nao parece menos deci-
dido em opp'-se ao mavimeoto de resistencia,
e acabo de pablicar auna serie da decretos, coja
looga e symptomatica exposigao de motivos, qus
o* pieceie, nao promette nada maao3 qne revo-
laciooar o paiz aob aa reiages poltica, Qoan-
ceira, econmica e admiolstraliva.
E daodo-se e3te fado em vesperas da abertura
oorm 1 da parlamento, d logara poder affir
mar-3e desde ja, qae a laacgurag o da nova
ses-aa parlamentar nao se e'actuar na dat.
propria e sien anana depois, formando se a'ah a
creog na dtsjolugao, cajo boato circu a ji a
pa da la.
Partiado do priocipio de qae o governo psn|
sa erice ivanente em di-solver as cortes, o
Commercio de Portugal langa eslas canside-
ragos iaterrogativas e coac-eiiua oa seus resul-
ta i js deste modt :
E em t.-es circamstmeias, o que faro a;
oppjsiges clitigadas ?
Aceitam o facto na dissaloco. como o do
resUbelecimento do imperio da le', e vo la*
Nao aceitan e vai igualmenteupntar a elei-
gao ao governo ?
Nao aceitam e resol ven a absleogo ?
E em algama dessas tres ypo'hesf g, pode
dar-se a raptara da calllgagan, oo ella manten-
se em qualquer do* casos ?
as vezes en qaa os regeneradores es'.ive-
ram colligados com os migaelistas, nao se dea
caso igual a esse de qae nos temos occapado,
e nao ba, portaoto, precedentes qae p^s-am
gaar o partida] baje eveatualmeote unidos;
mais isso miis 03 obriga a meditaren) e a re
flecaren, no q.\e mais conven, qaando se
realizar o baaia da disso'ogia da cmara.
O governa tamben, pelo seo lad deve pen-
sar no qae vae faze.-. antes de ati-ar con mai
esse repto aos borneas iberaes de todas os pir
tidos.
A respelto da situa.o, caostoa cm slgffm?
reserva, qae o conselbeiro Antanio Serpa, che-
le do partido regenerador, declarara ao con-
selbeiro Hiotze Ribeiro que retlrar-se-bia do
partido, caso o parlamento oa fosse aberto no
da S de Janeiro prximo. Esta noticia acaba
de ser publicada na imprensa, e nao foi con-
testada, aoexar de representar aa Tacto de alta
imoortancta poltica.
Qae imp evio ter o pa z de presenciar an-
da ? I
Por lerem aislando ao comicio foram td-
. moBatados pelo minisl/o da guerra, 'res ofSoi es
ido exe-c qt fta deputaddV.
Encampaudo o acto, qae letan'ou cenvras
na rapres-', dirse a Tarde) qne par. Mear
cooe.-eoie com o seo moda do. ser au erior, o
Sr. Pineal 1 Pinto, dSj poda Jelxar de procc-
dar assim cois (eado, at sgcrVa, osado do u-
tr*n igente rgarcaracom aqailies qoe por-
ve-uu a re afa?i..r .un do cmi."j oa legallJade,
serle miquo qae fecbasse obstinadamente os
ohios qua ido sa trata de inoiv'.daot q_, por
s rem depaiaJo, nao abdicar m, de cerio, das
suas regalas e devees de olli iaes do exe-cito.
fia jo-ticigao do acto .eco rea ao trigo
39 da novo regutameuta discipiiuir, qae impe
aos militares o nev.- de nao promoneri-m nen
lotserem parte em qcaesquer maniesiag'es pn-
ii'.ici:8, sulvo ao exercicio de faocges pria-
meaurea; maa e te rega ameoto ilifgnl e naa
pi" nvraeer respeilo a ninguem, n5o t por
ter sido proaulgado como babeado u'ijrna aa-
tjrn gn legi.-iai;vi ea^otaca pelo regaiamen-
lo disciplinar de 1875 e porania caJuca, comj
tambem por lufrmgir os pndcipioa da caria
co'ioiiacional.
De mais a quallda.te de repre-enLols da nr.-
gio coieire se eunquon'.o o mndalo da a a qaa-
i.daJe de militar, 83 ieia eseeciaea que a ea-
tes ee appluam en circomstansiaa nj'iaaes
ceden as rehilas qae a carta cociere ras de-
putado-. A preteaaao de iopor-se u u membro
do governo acs r.-pre eaan'es do povo, srapoQ-
dv-:oea absteago qae ueabama le aatorisa,
om aito exoroita te, me.-mo criminosa.
Desde qe a le permute qae 03 militares em
tffseiivo serviga sejam dtpu'.aJiif, iimgaem
p e loloer-tOee o dirrito de se BasKiarcm a
Udas as aaaufestagSes l.-ga-s em que ee3 qai-
zerem lomar pa le. T^em o arelo auipltssi.
ra de ce a,-r. s--:.ta-. ; nos comicios pooiicoi
fe i, srao e.-8e o ceu dever; pois que (olo o
depuUoo est. mjraimdat' oonga Jo a dar con-
ta dos actos que p'atica coa seus cou:iiados
den e os quaes lem obriagao de desenvol-
ver o seu programos polico e de expender li-
beriimaa.ei.te as suis opioies cobre todas as
qoetes ee adaioiatragio.
A.-sIa cemo uo padaaatata om alteaa, quo
Be ja depatudo, poce censurar u inraiclro da
guerra e al propr can', a C3te msoist-o una
aceuaagao crjmiu*!, a.-sin tamoem me-ma mi-
litar to o uir^-ito plenissimo de oterflr as
luiiS palmeas s--m qae possa por es:e facto ser
censurado no Jizi-r da /aagua-da'
Em tace sa lAgiatagao ponogaezi ecla a
raoa dau.riua, a atiica aceiiavel.
O cense.bo ae usrra que ha de julgar o
cs.puj le (ra meiro teoente Prsacraca Anoio l Ovi -r, par
causa doc ulumo-- aconteciaientos ao Brasil, j
f ji uomeado, e compc-se dos Sra. contra-i.i-
.-.nir- jjie lieajai de Mea longi Cysoei:os
Parla, prvstdaai, aoi aes de mar e gue;ra Aa-
ouio Dua le P aro-o, JSj Mi la Esteve3 de
Preitase Antonia Jar Alvares Rjdngu-8, C-
p le da fragata Victorino M guei d;3 haga--,
Saqu-itee llumciie.ilda Curies de Billa Ci-
pello.
O s '.-[: 1- n.i can os Srs. (oulra-liuiriDle
Crias Aagasto ae Soasa Falque Possolo, e ca-
pio fe mar e guerra Aniooio 'eriiuuJes ta
Caoba.
Ja lamente cora es Srs. Ci3tilho e *!ivier
respoiuem o segundo morioueiro Joiquim dos
Santos Parpblria, e o- pr.mei os grumetes ida-
noel Auonio e Antonio Te.xeira. Estas tres
:- c s fisiam parta da guarnido da carveta
Hiodello.
O Sr. D Sarment Ozario remet eu ioga o
proesso a a vretideta da onseiho da guerra,
qe fizar o da do jalgameoto.
CHRONOLOGIA
::.::::-:::: :sn:'::^:;
COLLECCIONADAS POR
Meleliiseilccli de All>uqucz>tjuc
Lima
Dia 17
167-1-D- Pedro de Almaida empossa-se
do gnvi-rno da capitana.
ltt!>7 -Carta regia ordenando que a chega-
da das esquadras em fernambuco os liomens de
nfigocio escolhessein dous toncados para laxa-
rera os pregos dos assucares e no caso de nao
haver accordo entre os toncados a questo seria
levada ao governailor, bispo c ouvidor, e dado
anda o caso de discordia enlre estes, seriara
sommados os tres pregos e a terga parte seria o
prec' do assucar.
1799-Carta regia determinando a sepa-
rago do Cear e Parahyba da capitana de Per-
narabuco :- Revetendo Bispo de Pernambuco,
do meu conselho e mais governadores interinos
da capitana de Penarabuco: Eu a rainha vos
envo rauito saudar. Sendo-nos presente os in-
convenientes que seguem tanto ao meu real ser-
vigo como ao bem dos povo3 da inleira depen-
dencia e subordinagao em que os governadores
das capitanas do Cear e Parahyba se acham do
governador da capitana de Pernambuco que
pela distancia em que reside nao pode dar com
a devida promptido as providencias necessarias
para a mellior economa in'erior d'aquellas ca-
pitanas principalmente depois que ellas tem
augmentado em povoago, cultura e commercio:
Sou servida separar as ditas capitanas do Cear
e Parahyba da subordinagao inmediata do go-
verno geral de Pernambuco era tu lo que diz
re peito a proposlas de olciaes militares, no-
meagas interinas de oificios e outros actos de
governo; licanuo porem os governadores das
dias duas capitanas obrigados a executar as
ordens dos governadores de Pernambuco no que
ior ncessario para a defensa interior e exterior
das meesmas capitanas e para a polica e segu-
ranga das msmas : Igualmente determino que
do Cear e Para yba se poS3a fazer um com-
mercio directo com o Reino para o que se esta-
belecerao era lempo e lagar conveniente as ca-
sas de arrccadagSo que forem precisas e se da-
vam as outras providencias que a experiencia
mostrar seren mais uteis e adequadas para faci-
litar e augmentar a commumeago inmediata e
o romtnercio das ditas duas capitanas com este
Reino, o que tos participo para que assim o fi-
queis entendendo. Escripia do palacio de Que-
luz aos dehsete de Janeiro de mil setecentos e
noventa e nove.O Principe.Para o bispo de
Pernambuco e mais governadores interinos da
mesma capitana.
1819-Sabendo Luiz do Reg que alguns
moradores da povoago do Mimoso haviam des-
respeitado um policial ordenou ao tenenlecoro-
nel Victoriano Jos Marinho Palhares que cer-
casse a dita povoago e trouxesse presos todos
os moradores, sem excepgo de quem quer que
fosse.
REVISTA DIARIA
-
Telesramma -S. Exc. o Sr. Dr. Gover-
nador do Estado receben o segrate :
< Rio 16 de Janeiro
GovernadorRecife.
< E' destituido fundamento telegramma do
Oano sobre cholera.
Estado sanitario capital ptimo.
c Continua epidemia circnmscriptss aUumas
localidades interior Estados Rio, S. Piolo, Minas.
Saudo-vos.
Minittro Interior.
Elcico -Addiciooados ao resoltado j pa-
bllcado os votos dos mooiclpis de Nasaretb e
Bom Jardn, temos:
Votos
Para a chapa federal *S'iaI
Para a autonomista 'i?
Pira a histrica -900
FallecimentoNo dia lado correte, en
Portaleza, falleceu o respeitavel msjor Garaldo
Correia Lina, av do Exn. Sr. Dr. Barbosa Li-
na, governador do Estado.
Depatado a aesembl'a provincial da antiea
provincia do Cear, no biennio de 1840-42,
era o tllostre tinado justamente coD-iderado como
bomem poltico, pela loquebrantabllldade do
seo caracte-.
Era natural do Aracaly, do Estado do Leirt,
onde era estima''Iseitno pelas notares qnalidades
moraes qoe faziam-n'o um bomem estimavel a
distincto.

i

\ \


PBHHaWPW1***1'
4
*
Diario do PcJhambnco f|Hiulu-fcim lo JtaiioBroo 5**:*
-1 'PL i!.

APfccianic-oca 4 luf.a magoa qie punge a
S ExttB familia u'. qui Ihe entupo* os ao<-
i pz c?,e3peciila.ente to EiY Sr. gover-
Ha) rtf*E->ade.
Un modela da polticos-M-. Ru--
deeu i ndenle da mamara ooj deputidos frac-
Cez,-tOJ: faileclmecto nos uniuncioo a i?!e
erspb'oan'e hornero, pide ijr apre-en aio com
exemp.'o do que poden a IntelligeD:ia ai x liida
pelo sab?r e trabalho obitiuaJo, a iiconeu-e
probidade poMlca e pitada, e a dedlcaga.) pj-
triotica 8 uxa caosa e a om piii.
Mr. B Tieao correo acs qnarcuta e tres an-
uos, o foi o pre.ddecte rxau noto qoe ten ti do a
cmara francez1, con ex-.epjao de Giiobeita,
quj foi eleito presidente contando spnas qui-
reot;\ e u.u ai: o .
E'3 amigo dea nomina de negocio e do? csui-
iHgH mala cpu'e3tc8 da Franc, i; iiik-i a sus
honradez, que tocava 3 raas o pnrianisrai-,
Imfie.ioo de chegar a riqueza. Morr.>u lao pj
bre ane uas o t m-s horas di vida a sua gran Ir
MCPdf4e fot o fotorj de tres hlrJ09 que dexa.
N> Un u tranquillo s^oSo depoi* que o presi-
de ile da rer-nnli a, Mr. Perier ao v;9iial-o, tn
preaietieajiemoameoU em-arregir-33 deseo
fiihjs. e Ine Jtu a cua pilavra da qae nada lhe.
fallira.
S.ja di'o P i-.t.:vr vai ap'n-anti: ao--irldmno mu pro-
jtc'.o e 1 i 'ooced-ndo 4 viovj d' M'. Bu deas
non pe isSo anao-il de dez m-1 f ao'-as.
t :. oobrtzi a ecusa da mo"te a'-s'e hornera
pan' o.
F li> i:o.-thon:o Je om laseiii e una c ata
reir, fomegou cj'do ap.-eidz ama faortca df
seis o Lylo. Os piucos nina! s qa- li
detxBvi Iire o seu trabalbo na ofB:iQa, empre-
gara a na Bt9da .
A f re d; r>r; -veranc e Jc. apolicsg-.o, con-
aegiv. ohter matricida grawaa pira o bien
rehu. Aos aor.tore aoa -, i dar i^O s gSBbi-
va \ mil francos por auno, coz os qmes auslen
lava mae e tro- rmia.
Dsoois 'ol para, onde se lice-icma en cboso
pbia e letras, e ob-tpve un lagar da pofesso'-,
as provine as pineiro e mis tard-* no Ly eu
Ldu's-!-G au1. Fol Dea'e inet tira de encino
q*jn iravoa conbe'iraenio coa Mr. Pial Reri, o
qaa!. preciauda s-os exceacioara 'lo'es de la-
leoto e bos'ades, o eksniaa para rt-fu do tea
gabinete quii'o fai ncmeado miai.t o da ia-
8tnc;.i i publica.
Pui'fre o d.raeg3 da carreira polilla de Mr.
Bu-'i ai
M,:s, atoda deocls rie eonqolatar b-a !'(?jr a
poli tica co- liaooo a traba'bir .-em deacanco,
ronbic-to hora? de sonno e eH'.rfg;i,d -je a Ira
b Ih intellectoaPi peaadia^imoa.
U a loa Ir mi bavia fallec .o d-ixaodo dividas
de ruira imoortaoela. Mr. Ba'dean tonon
8pu rei o palvar a noora da hm lii pagai'lo
aquell.'.s dividas, e pa^a laso Ira ozia Speoeer p
Scooaeoh aer, e rieticea-ne a escr'ver artloa
nari a Reeue Philosophiqne 8 para a Revue des
IJeiix Mondes.
fcVte t s pb o de lrao".:hi pobre o q jg j aa*ia
minado a >ua J-jeutode acibou d snniqrj'IUI-o,
e f i ppnu'i'in a opiaiao dos medico?, o qi.e o
Itvou sppoilur..
Por ccca8o d tu rra franec-prussiano, Mr.
Bsrdfao foi aiiaudi no exordio de La8ie, f i
ferro nn cembite e i>.vado p.ra a A'lemanha
Ccido pruioneiro. Ao wes-r do c p iveiro,
fol c edecurado peo Boa b~\lo proreumen'o p
volteo a rpg" n:oi'-tafflente a cideira cae aates
occopava z* Escola Rorreal.
A viova de Mr. B rdeao chilena.
Gremio Tobas Barralo-It>aif-3*
boj sao renlo as b : ras a larde, a roa doy
PrPC "toros n 29.
Zaira Tiozzo Foi psclendlda a fotla
ante-n 1'teoi reaiuada ru Tneairo Sania Isocl
em bei lio de-sa ditinctus.oaa artista da
C'mpaobia M -dtna.
F.i n s, palmap, uaj delirio 'e apolao^os coroc-
r3m i bi'netiui'da ao d:a, qu v;o muig urna ves
a coisaeratc- do sen ttvejavel 'aleau>.
A Impreop, a qu3) foi cff) e'.ida a f-sts,
f-i se rppresentir por lod;s is joroaea diarios
op.-ti cisade, tenso orna commisp) da lasia
cfferecido a Z.ira Tiozto nm bonito pre en'e.
Em tomo dessa couirLi-sao, crea o nosso ool-
lefo do N'ovkJades, FeroaDdo B.rro.-a.
O Potteo e Julieta, peca eacoicida para
eppa hta, teve o oais irrprebeasivel ae?e ape-
nhc, en qce aloda urna vea deblicut-se, aim
da iiereri.iada, o laieotoso .rUa(,o Sr. Csoao,
farab as a distiacta arlis a.
RelatorioRecebarnos e reliramos g a-
tos uto sxeaapiar do relati :o da dire.to'ia da
Ccmoanhia Pernamho"o P, wle- F.-ctory spre-
feo'alo assembia &-rA de 30 de Navembro
do vmo oapsado.
Slarinha francez.a -P.lo plaao olima-
men e ju i; d para a recuas r: ru da armada
fr:n ea, deem ser coostoiics :
N.9 arseoaesuo eocaursedo le esquadra
que cosiaii 27 33.33S fr*Q<:o:a e .ir.-ri em
aervigo pm <900 ; om visj de eslsgao avaludo
em 2 i 7.IH8 fraacis.
EicooDiuendados a mdoalrla piriicolar, deas
crorsiorep-corsirio- ( ypo novo) cada um por
18.369.130 francos e que esa'a> promptos em
1839: um cruzador de 2* cla-se (Descarte. mj-
diS.a k ) qce costara 8.133.125 francas e ser^
eolreje cm 1893 : dous cruzadores de 3' ca s
pan e'tage3 'oiRioquis, p>* 4.307.403 fraaeo
t que se'-'o nireaues em 1897 : chk-o to-peiel-
ras Ce l' Claese va' "i -n cada oxa 415.014 f-an-
cos a envegar em 1896 : rioeo lorpedeii-as para
embarca', destiladas ao crozdo" pora-torpedos
la Foudre, v. lendo cada um 133 C03 (.ancos e
a PO're:ar em 18'.
Qaacdo essrs navios esllverem compcido9 es-
tarao nos estaleiros a serem postos a nado e em
experiencia 84 cruzadores de combate, a saber :
9 enronracaios de e?q'ia?ra, 8 en o rafidos
guarda costas, 8 cruzadores oe 1" otan*, 10 >e
2*. 5 t'e 3*, 1 crrzsdor porle-'O'pedos, I croza-
der to'pedeira, 2 avisos torpedeira?, 2 avisos, 1
canboneira, 7 torpedeiraa de alto mar, 26 torpe
d< iras de 1* classe, 8 para embarcar e 1 torpa-
tieira submarina.
D.-t-'S 84 navios 26 ept!>0 00 e-tira i n is rs
talair. s do Es ado os oolros, eotre esles as 41
tomedeiras em eslaleircs parle li-e.".
Deve-ae accrescentar que st 31 da Djzembro
fitida 49 dessas ooidades de combate deverao
estar em servtgo, oo faz n i j as ollimaa expe-
riencias, Hcando apenas 31 nos (sUleiros, em
coo;lrucao.
Nj correte anuo seri deepeadldos, pa ? ar-
mada a tildo de ceastroccoes navaes, de art Iba-
ra p d^ torpedos 86104.519 francos.
Travcssia de frica-O explorador al-
IcLu'to o teneni cunde de Gj zn ccaba de rea'i-
xar mai< orna vlagem e travessia de Af ic, de
leste para oes'e, lendo rariid) de Pan ni ni
cosa fronie ba de Z mzibar e ebe^aod j a B i
nana na bocea do Z i e leoois de ter felo a ex
plcracao dos montes ifombi-o, eiioados ao sai
do laqo Albero Eduardo e de'coberto os Jagos
Uxb'jr.-e. Monazi e K n o qoal parece se; l'ibd
lario il". TiQgair.a que Ibu lies a saes'.e.
O illa tre exol rador reccobecaii tambam i
corto de um novo r o, o Lwi, tllljnte do alto
C30go e a parte superior da hacia bydograph ca
do Cigera, g-ande t'ibotario dj lago Victoria.
A exploragaj do VirunrfO, grande vul lo em
activiiade e que arece estar ligado coriilbei-
ra d-s Mitomba que to dej '8 lagos Albarfs,
Kion e T.oganica, iambem un dos passes mil-
irxporU'ates des'a notavel exploraba>. Passaias
aa zonas dos lages, o inleress* di vlagem m-ai
to meacr porqoe foi feta em barco desceeda o
Pao de madeira -A' a^jra appeivn
ee a madei-a a dif-reot^s osos, mais a oiogooi
ch-.goi a occorrer a il^a d a o Iltaa orno al-
menlc, po*a jolear d-m.biaao iiiiges'a.
Pois a-toaimeoie existe un Be-lio oms fabri-
ca qaa proaoz *jJ qoiataea diarios de pao de
maneira.
fara cooseglr ile tta fax se fermentar a
terralara de madeira p, depois diversas ma
nipulaQ38 cbimica', mistaran? com farioha de
ceo'.eii oa p--oparfiao de um terc e sobaeite-se
a coccSo.
Actoalment* oliliia-aa o dito pao para alimen-
tar caval os gmente ; mas bi cjuem affirme que
com llgeiras orodiBcace, pode eervir tambem a
bamaoidide.
Nao davwamoa que possa- amvir; aai ineli
namo-nog a acrotar qae o pao de marteira ac
om excelente oeio de suicidio s?m recorrer aoa
procesos volgaris.imoa qoe hoje s? actram em
BJBK
Autoridade poilolal- 0 3-. D\ S-re--
lan^ da Jusiij;. Mckoci. s I itenorcs e lost-u ga >
Poblica, nomeoo, por acto de 14 do correle, de
aecorde com a Droposta do Dr. qn^Ptor pol cial
interior, Romwldo Cavalcanie de Albnqoerqne
Moti^n-gro para ..;eto-de C* supplente de
ibioegadJ (fv/Torr-.
Coiufrvanhla Feaa*Carril-No di. 31
do corrnm rinda o p o recolnimevo das bilQt;s, em pipel cartao,
dessa Companbla.
Da accordo con o cto d) Exm. S-. Dr. Secre-
tario da ludnalna e V arao, es'e oltima prsi > e
mprorogavel e Bolo elle n nbom valor t*ao
ditos bilhet-i.
Ama gitana-M.ra Romana da Coce'-
cj alogoo-se como ama em ca*a do S*. Manoel
Gansea da Cista, a ra da Rada a 56. no come-
e-a do Borroate m z. Na da 13, ti ando e em
casa de seus p l 6cs, fartoo vari a o jacios de
oo'oe al.un roupi, o tratou da evali:-e, nd
abrigar s u'ami ci.6i encostada ao caes do
Gapibaibe.
Avisado o fur o o Sr. tu'-dcle ado a paro
cha di Santo Antonio agio por tal modo que,
lescobindo o piradeiro da patona, fe'-a arpre-
nende- e uoove lodo o cervo do fono, que foi
*iiireene to S\ Man;?' Gomes da Cos>a.
Escala da ra do Calaboueo -Ama-
nbecju tiuntem r. uu i > ngsa e^cuu. s g-uu
nos arrumbaram-n'a e dcih carregaram 1 mesa,
3 <*>de ras, 1 qna-ilobPra e 1 relog'.o.
O Sr. subdelegado da paroebla de 33nto Aato-
nio ebrio oioeriin a respe lo.
Vapor Pandara -S"S vapo- 6 esperado
le Trie- e h o da 21 s-*galndo de os para os
portos da Bihl, Ki.> d< Jaoa>rj e Sinto'.
Almanak Illustrada-V l.encia Llt-
lera-H Mgoa e-8i A>a>aa co.'.esponcnie ao
13 .nao o eren/ene a-a que corro.
E' u n b lio prodono raonco, dgn de pos
sur so o ruja acioisicSo p3de fsser-se na referi-
da Agaocia.
Aj diga) propietario ce3ta, Sr. Leopoldo Sil
veira igra tocemos o exampiar qie nos offe-
rereo.
v Eumeno Chaline -Recebemos om r-ros-
>ee;o jo ar. Eiijeui Cnnllns, ac'oalmente com
es-ripiarlo travesea do Girpo Siata a. 23. em
qaa o mesmo S-. anuncia qae, en correspou-
dosla coca diversas casas de commissao em
Pars, pnearre,'a-pe da execaco de telas as en
coromeaias oaco.-oemes a meallurgia, machi
113 a vapor, ral--nal e accessonos pa'a cami-
-bvs da ferro etc. e ea:omxe ilas de qmesqne-
out-oa g.-nproj, mullanle eoBamtasto diniu'-i.
O i"sai Sr. representante! ueste B-iado d.
SoeleM Ma'uelle de Paol.cil* de Pars e An-
naano CoaaoaereKI e Iidostnal Fraaco-Br.z le
ro, DflBeada em Pars.
Vapor Brazil -S se ptqaets lenio3ahi-
ba do G ara 16 lev. ri ebe^sr aqu' :>manh5.
Gracas P riai agraciados por S. i. Ptde-
!i-8iiu loiu os hbil a d bralo o negocian-
tes desta pcaei 9ra> i)s B aardtoo Marques de
)lv.i a Sob inhc- h |i z aal*Wtfl.
As recordacoes de Hespanha
(U:intr^.t/z:i) -l' i o mus me aelxo a rg
at.r p--i. iuiim piixaa psycbolOiica, mus pro-
peado a fazer-7s oiia l.c) de p-y:rjjlogia que
s-ria aqai a <;e lugir e de umpj
To'ncm )s pota aos ucaps H?spanh;s.
Qj.inio eu vi-ro uqd pn< polaprioaaira vos,
vou loso a igr.ji princical e ao mere d) par;:
i^raiar de ua golpe a qa-si a vd> a'igu-.a .:s
dous pilos da vida hcnc-ai1, o u.ariS-njivel e o
palpavel, o Babada dj den $ o do real; o tam
po ood se rea e ae espera, e aozahaem
qoe si c:me.
As vezes este d;c3 polas esle- visi'ibis, e
mu tas cuT'S ucai disiaaps, e pelas canitiiios
gue atr-ivesso, oos i-noibni>, qoi bjnd7, e
as loja', colho uca feixe ds ob3-;r?3s5ei qaa
levo para a c?fa e con qne procuro aaeobar
a p: ynonomia daqielle pova qa: re:a e come,
se move e parla, compra e ve.ide de om mod
todo B-.u e diversa da iod.s os pavos.
Eu vi qqasl todas as IfCajOJ de Hc = pr,;ia
mas em oeohomi me a hel em om momento
mais orparicna do que na rathedr;.| d Birce
looa, e ni seat! todo o roano ujystL-isoio. toda
a floqueo n do fro silenios1. mica es im,>
aetrafeia e obscuros mysterios do eentloieato
reHfloao dsqoel'a gente.
T-evas co-npiriai e profundas, qu rompe a luz aq i e all palas raas poivorMia
a n.ul ic:re; "as ampias jmellas poliCVouas,
8,lencio-os arc J eaoooieoa >uviaiveis qae olncavam dentro do
coro.
Gal mas ",oe 89 pe'iiam n's abobadas, aem
principio e lim, |0-quj as t.evas occaltavm a
soa Dae e o seo cima.
Nihuma caleira, nenhum bacco, e a primei-
a vi ta en tan'a ohscoridadfl neohuma o-ea'ua
viva oqarll- deserto leaeb oo, cheio di siiea-
oos ma;s tenebrosos iata. S d-pa de pas-
siao lkiom tsmpo. foi qae eu pude ver os de
vetos, os qaa; s prostrados jaatos dea altares ou
ictco'ados oos contissionsrios ou en ra os ao
galos das colamnaj caoelada3, parecaos e.-ti
ubjbi de santos oo de miriyres, nao c;e>iuras
vivas.
Para vel as mc-ver foi-ne pr-ciso apprcximar;
me della', cii-*gar a local-as com os ns e as
va eoi) absortas com o rosario entre as man
em um xtasis acretico. S n i cm arrepio pro-
fu ido, qu-- ni' to-nou ao mesmo temso lam -en
asceta e cararaoviao e a ler palpi'.jjftas de co-a
gao ; meditava em ea;rever un livro : A Poy-
silcgia de D db>.
(Jo oltima ralo de sol pi-siva atravez de om>
vi 1-0 amareiio e caba em cheio sob-e un eoor'
me pulp to gotbieo co modo'0-o; era to
grande qae pareca om maosol) ; e sobre
aquella pulpito urna cabeca p Hida de padre
sobre a qaal argntea, nivea apparecia a alva
bacca
Pergebi como Santa Tiereza devia te- nascl-
do en H'spaoba e a iaquisigao falto naada'
aq-i^lie pnz de POOtKbo, com) Pizarro e Goriez
com c u-i fana ismo tizeram da coz de Ch'isto
um instrumento de cara .iq e as de redeur
pc5o.
8im, a Hespanha mystica maia qae religio-
sa ; s e i-:a as que crea'e. Tambem em
Inglaterra o senttmeato divino c p-.i'uaio e le'
D.iz, reina soberano sobre os costamos e a por
tiei ; mas i itei'amsnte diverso do .-etli n > o
my8'.ico do: Hsspia!>>s
MU a t rgida de qaem leva a'm do t-
mulo a; iojosticas des'e mundo, para qae s]am
apagadas ; a f Iluminis pela critica ; um
i'acnobb do pso-amento e do coracSo. Nj
Hespanha a religio u n mysierio, que ua e-
aiseote, mis se *e .'.e que absorve lodas a,
sensualidades orientaes e as veste de viogaacis
iii-rn-: e de orna apaealytica fantasa.
03 aliares das irejss ti 'spinnolas fi cober-
oi de ex-voto coma em oeaboo oa.ro paiz.
a tambem os Iadr6es tsem om C insto dcplo,
qne os pro.ege, e cujos cbifes-origantes trazem-
j'o sobre o peiio
A my bologia indiana erigida de monet'cs e
de aventoras ebrias tem om echa ni Hs-paoba,
que cathuliciss ma e qae nao alca eir nuuca
a negaga do sobrenau a1, pasando pela irans-
aeco lo prct'.siantism''. A Hespanha sera my -
tica oo atnea e nao leva a jamis (ao meaos
oia8s o faeno da critica.
Um erro jad clnri: Em Oberegg (.
Gal') ha qoatro aunas, por occasio de o as
ea^ua'n, a v z aaoiiea denunciuo oaao cuto-
um tal N., qae fot jalgado pelo tribaml.
Antes daoriso oaaapoato as3asri3a foi d
a' porte espaacida pela pcpalsca ind goada,
que a carae do c;rpo Iha caUo sai pe Jacos.
Apeza- de que SBtenta3ja semp'e com B-
raeza lar innocente, fo' toda-ia coulemnido a
pena de aeoltea e leclnsao.
D ca-aaacs depois da sa soltara, morreu de
doaoc da cor^co.
A sua fam lia exi velo ago a a saoer se qae un tal S..., de Gbe-
regge. coatessoo no leito da mar e, ter commet-
ilo ouitas mines, eo're as qaies a pela qaal
jonhreN... 'd a coodem ado.
Hy^iciic das familias Pharowa
rarai .s ni l Jes o mals aa vezes intil ter
ama pequea prja maca na propria casa, ota'
no campo, aCiiiotameote necessa-is. Ridnzi-
remos os remelioa aos mais ne-essarios, qie
sao precisamente < st-s:
iIpec .quaDha ttn p, 10 papis de SO ceo-
tigramuiaa ca;a am, em vaso de vilro, fachado
esmeril.
2-Mistarda em p, 400 grammas, en vaso
de viaro, fechado a esmeril.
3Ludano. 30gramxa.
4 AmmoaUco liquido, em vaso a esmeril, 30
gramoaas.
5C iio-o 'y is, om fraaqoiobo.
6 -Oi>o de ricino, meii garrafa.
7Sologaa da perrhlorareto d^ fer o a 30,
grammas 3J
8Un rolo de ry ichilao.
9-Sulfato de qoialno, 4 grammas em capan-
laa de 25 centlgrammas. Tafeta loglei.
*"
Comenta peque ia batera pbirmsca'.i a se
pn-to anm Um greara galante-A ooeoa pissase
oa pr-.tora d'om ooboroiifde Pa, A qoeixosa
a viova Da'ondird. O q.'-cflsdo.c typogidyibo
Legaillard, san gearo.
ioiz ao accusiloRoe.onbec-i vaa culpado
por ter ofTUdido a Sr* Dsrandar', clamando-a
Camello na o-esenga de on'.ras pessoa? ?
AcensadoE' p >8ii-*l. T-sntn sempn m
noces o aane dos animaes, porqaa eo es'od-i
zaolo'ia.
-'o a -B -m. D'qsi em diante teode cnilado
de n^.o osar ral d.i eem?lhaati33 exoresrOes.
Por esta v multa.
Accu8adoA' abi posto ea, una sanma
qce p^ga de boa vuntada.
A saber :_.;
INaclonaes.
Mullieres .
Elpanaeiios.
Mullier. .
Total .
Arracoado8 .
Bons .
Doentea .
Loueo .
Louca .
432
15
24
O
471
434
4 8
22
3
i
434
Total ....
Movimento da enfermara
Tiveram b-iixa :
Jos Quirino dos Santos, ou Antonio Quinno
los Santos.
Jo z irritada; Se vas agrada, nada t-aho em i Carlos Severino la Fonseca Carvalho.
Te ve alia
Anlonio Lourenco Carneiro.
Hollioranienlos
contrario
Accosido (volta se eD;4o para a queixosa, e
Ihe fa omap'otonda corten )Ssanara, tiaha
a carra do vos torear a ve'.
A fogra ^ahe da sa'a, t-nlo na ma no cha
peo de dol em a.-to ameag> la1-, enire as risadas
lo panli o e nquanto qne Legsilla d cor e jan-
tsmen e com os seos Ctll-g s casa de pasto
raa" p'oxim.
Desearrcgador authomatico de
correntes elctricas ) n ave d<.-
triois a D. Krao.i-cn Porrer Gioduxer casct-o
en Ba cellaai en 7-59. luiau con as maiorea
nfficallades para eeguir una carreira, peque
era ext en reme psore ; mas esta laa o e n il-
vrjs empresa-Ios tiai Mu o bseao, eon^-gilo
ana somn-di canhe^imeatos verdadeira-ner.-
te excepcional, sea lo admralo p^las o'jfasso-
rea pela eoa perspicacia, ouvioda o con upan
ta exf- novas theo'!!<-, mus rauioaaea o me-
Ihor den 081 a Jas qaa o textos.
E-creveu em Cuna e paoilcoo bl,an< traba esforcos para ver na vanguarda
oanos, mas de escripias uisauo a lavaotos.
Eis nms relaca emCra ia;jmpieu oe suas
inveoees :
Uu regola 1or rainometrico, qoe t u par Oo
graduar e man er a n preio casstinie. segun-
do as oeseaidjdps d.. trabalba, os lluida, ga>
zea uu liqut Ijs cootidos em vaso) feebados :
applloavel as caldotraa do vapor para eeooo-
q sa- conoustivel e O'ttr p-es;5as qije exce-
da a a norms do trabalbo, as eoniios d^
agua, prosas r-y Iraul e-.s, e>zo cetros te.
Un aneiomi'tra registrador authan tico precio
sa i.p.ia-elno des n.idj acs observa ores me-
eoroiogicoa e cuja fita inscruvsr e rcitrar
ictam.t!cam;3te os de alh^s dj ve ito soa di-
inoago, (iHclin-gj oa recurso c m COJO ip
pareluo tica) pereilaients r.-p e-j'utolas as
carrea'.es, t?ta oeceaantido di presenga do cb-
sr?aio-. Un Indicador de v-laciaie muito
pimples, que aprsenla senp-e e em todos os
teaapas o ndie-j ds vel icidade* o en qua uc-
toa un alio em renuevo r3g' iranio ao
loes-Dj teapo. casase qa.si.-j as voltas e os
ij'.ocs: aplieavel aos oamnae (todoo indi-
le as v Ij iaies indi'p-nsive ptn seu
aoa faaccioaaraoat ) aos ferrt-carrii para a
lomalilade de sua mircui, das aavtoi, tac.
Una P'rfu adora el ct-ica aaihomatea, com
dsposigaa qui permite t-nb Iba.- cam ba'ret
ris em seutida esptierieo cuja enirada se re-
lala ecui<'Oa r8ta:it di termao e qae
pjla c.->mai.nagaa dis seuj mavimemos oto pote
nana ricar mut i'eaia, as neeessita a p-esea-
(,'a da hotaem quin la trajiHi, *. sen esuita
la s oerii-a i.us os parfac*toroa can i i
tas. Unmitadcr olbooiaiica tbornoasetrieo.
Un r.ytronet'o de earvj para metioralagia.
Ud feo aatnomatica.
Un regalador Je va'ocilae para fabrica; e
.fliiinas Pagos ;si pa-a qaeunar alcatra, os-
tralea liquido e ostroa comaostivels seinelhu-
es, con rrgolaridale aatanatici Ua vei>-
fana accatlCO aripa-elho de alarme nara ferra-
Barra, Cirro--, v-loci >e ie3, e'.c. Un a;csa?j-
elctrico, seas c.-b-a oen cadene, passivel.
.-^ctuimeite oicaoisso inver.ga de nmi
basaola para os naviis ie ferro, qua se conser-
ve oeitia dos d.-svioB pir i-i-lacgi do casco
macb'nas elctricas e m .ssas de farra, p'ool.-
ma de g anle ac muda le.
J P'ino.pal. poro, e o miia njavel dalo
dososs'os inveatoio le un dajcarn-ga-lor
ao'onitico da correntes eleetrjuas.
Sab-3e o p?rig qae correm os tele^-anhi-
tas en recaoer urna desear?! da eleclitilad
da a'.onosphe-ica em das da t-tappatade.
Este apparelho orna bobtni, coja e.ixa on
ncleo se co iverte em mao a o .ssag^m de mt
carrente qualoasr qus plofii dainel'a de-
ojberta, circule e com o camoa m^gaeico de
am electro-imsn proptrcianal a carrete eEl
taiora, qaer dizer qa-i Intercalado eet< em um
circolo qualqaer. deixar passar aquellas cor.
rentes deaeie, cuja iuteasidade na bas e pa-a
adranir a arana lu o, quaes sai --s que se ere
pregan oas communicagOss t;legrapb!C!.3 i t;-
lepnonics8.
Se ida pom mais enrgicos e paranla pe-
rigisas paraos ap a'elbjs, a g.-avidade da r-
o-idcr' e di placa qae e^ xa, vencida pela
attr gio do el-rt-o a sejaraaa pntioto a pa
ca do coaiaeto. qie o do receptor, ca este
isolado, desviad o se na eotanta a c-a.-reme
nara a t rra pelo extremo epaosto da placa ci-
tada, qae se pOe nataralneote en communi-
cag^o con o Ka da trra emplmalo.
Escasado dizer que apeoas easa a escaj-
za, a plica falla de attrago, volla par grav -
dade a occopar o sen lagar, poeo novcimeota
en linia o apparelba. caj ioierrapgj da-a
s o lempa da pasaig-m da exi.l-.gaj: aio
am iastaate
Njs Estalos Uiidos foi roicedida com elo-
gios paten e di loveogio a esse inventas bem
asslm a Fraoga, i II i-aia e (u'-as a goes.
Casamento civilO escritaa de casa-
mentos que funcciooa nos Qi3trictos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Afralos afflxou na'
reparligo do registro, ra do Imperador n.
75, I- andar, edital do proclamas ''e casa
mentos dos seguintes coilrahentes.
Segunda puble go
Anselmo Francisco de Salles Dulra, jorna-
leiro, com Mara Pinheiro Sallas Dulra, sollei-
ros, naluraes (leste Eslado o residentes na fre
guezia de S- Jos.
Henrique Miranda Fragoso, comnercianle,
co.n Mara Eugania Carneiro Machado Rios, sol-
tairos, naluraes deste Estado e residentes na
freguezia de Santo Anlonio.
Primeira pnblicago
Minoel Argemiro >do NascimantOj, artista, com
Ignacia Sancha Rodrigues, naluraes deste Es
tado, solteiros, esidenle na freguezia de Santo
Antonio.
JoQo Constantino Gongalves -da Silva, vinvo,
erapregado no commercio, com Mara Gomes da
Cruz, salteira. naluraes deste Eslado e residen-
te nafreguezia do S. Jos.
Joaquina Zloccowich, ncgociantP,residente na
freguazia de S Jos, cora Vicencia dos Anjos
de Araujo Mola, residente na freguezia da Boa
Vista e naluraes deste Estado.
Inspectora do dtsirleto mar-
timoKecife, 15 de Janeiro de 1894.
Bolttira metereoloffico
Horas. Term centi- Barometio Tenso do
arado G,-l
6 m
9 ?7,'5
(2 > 19,1
3 t. 28,'5
6 27",8
Humi-
dade-
76
71
71
71
71
fa 0"1 vapor
751,-9? 19,36
759.-2 19,87
757,-70 20,73
758,-48 20,39
758,-72 19,87
l'e r.peratura mnima 2i,00 Thermometro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 31,00 Ennegrecido
61,0 -Prateado 43,c2.
Evaporagao era 24 horas ao sol 6-i som-
bra 4,-3.
Chova nulla.
Direcgao dmenlo : Eduranta lado dij.
h. manhi ; ESE ot 9 h. ; SE at raeia noite.
Velocldade media do vento 3,-74 por se-
gando.
Ncbulosidadc inedia 0,"14.
Boletim do Porto
Pra-raar ou Dias Horas Altara
baixa-mar
B. M. 15 de Janeiro 8 h. 10 m. dam, 2.-15
P. M. de 2 h. JO m. da t. 0>25
lint id.uro Publico -Foram abatidas
no Maiadouro Publico da CabaDga 8J rezes
para o cons-imo publico de hoja.
Casa de Detenco Movimento dos
Sresos da Casa de Detengao do Recife, Estado
e Pernambuco, em 16 de Janeiro de 1895 :
Existiam ....... 467
Entraram....... 9
Sahiram......, 5
Existera
471
Toda deferencia devemos tributar irapronsa
quanlO desempenha a sua sublime e nobre mis-
sao de elucidar as quasles de lnleres9e pu-
blico.
Sctdo nosso arrente desojo envidar 03 maiores
do progresso a
patria po.nambucana, folgamas sempre era en-
contrar colaboradores e campanheiros qua le-
nham a raesma aspiraro.
E a illustrada rerdaccSo do Jornal do Recife
sera duvida mais do que um cornpanlieiro, um
guia e um eonsellieiro idneo para dirigir e in-
dicar n'allura a que pode subir um inestre o que
neoeasario anda fuz;r, o qua precisa correcijo,
o que convm accrescentar ao pouco e de del-
cente que temos em materia de meihoramentos
e de leislago.
Felizmente o nosso Ettado, Deus louvadoj
respira largo, sabido do desflladeiro em que es-
tova metlido, gragas a energa e civismo que
soube desenvolver no prximo pleito eleiloral
Iranjcorrido.
E nos dou3 a lre3 ennos de governo do emi-
nente pernambucano que se uch a frente de
Estado,man laa justigareconhecer que si em sua
fronte brilha o esforga o o justo renome de de
fensor intrpido dos foros e da dignidade de
povo pernambucano, cerlo qua par outro lado
nao menas esforgado ella tem sido era intuitos
operosos e uleis para a sua larra, dotando a de
servgo3 e rael oramenlos redamados por nosso
eslado de civilisagSo.
Veio agora porm iembrar a illustre redaego
do Jornal do Recife que urgente e inadiavel
rever a legislagao processual de que as ser-
vimos.
Neste ponto diz ella que nos adiamos era um
labyrintlio em qae al os mais doulos se per-
dem, urna vez que ainda nos regetnos pelas veihas
ordetiagas e mais le$s da antiganijtropole, pelo
regulamenlo de 1830, por lais e regulamentos
hypolheearios, como sobre fallencias e at sobre
o casamento civil; faltou ciiar o regulamenlo
para divisa) e demarcago de trras particula-
res para augmentar o elenco.
Incita os pode-es do Estado a seguirem o
exemplo das nagOes da Europa e da America
na tendencia a coditicarem as suas leis e que
ella"chima irrcsistivel, dizendo qao por toda a
parte aos cdigos preceiluaes vo seguindo ou
acampanhando os processuaes, e aconselha que
aem embargo de nao termos ainda um co ligo
civil, com algura esforgo poda se elaborar j
entre nos o processual.
Porera que nao sendo isso agora absoluta-
mente possivel, alias considerando um grande
beneficio aos litigantes e no menos aos juizese
advogados que mal se eatendera oesta Babel
que se levanlou no pai/. pelo podrido de legis-
lar a smo sera competencia e sem orienta-
gao (?)... ao menos que... se faga urna conso
lidago cnteriosa das nossas leis processuaes.
Ora somos dos que mais respeilara e se incli-
nam alta competencia da Ilustra redaego
uestes importantes assumplos.
Sabemos tambera qua sem duvida direilo
de cada Estado legislar sobre o processo.
Mas permita nos o Ilustre contemporneo
urna ligeira e humilde observagao.
Fazercodgo3 de processo de ante-mao para
esperar os que comprehendem a materia sub-
stancial do direilo a qua elles dao a forma e o
modo do julgamanto censinta que lbe digamos
que nao s mpossivel agora coma na hora em
que estes ainda nao existiris.
0 contemporneo mesmo o disseque nesses
paizes da Europa e da America a que se referi
aos cdigos que chamou preceiluaes seyuiram
03 do processo.
Si nao t'rao3 cdigo civil (e a respaito ob-
temperamos ao illuslre contemporneo que nao
tero fallado pora isso ampenho serio, mas obra
que precisa ser original e de um systeraa scen
tfico pcrfeita), si o cdigo penal vigente vae
servindo como remedio dos tristes, que legisla-
gao processual se poder fazer com alfana ou
com nimio esforgo?
Consolidage3 existem quer as das leis do
processo civil quer as do criminal, salvo as al-
teragoes da lei judiciaria do Eslado sitia melho-
dicamenlc; traduzidas para o respectivo regula-
menlo e si ha outras leis espareas cada urna tem
0 seu escdpo definido. (
Dissesse o illustre contemporneo qua era
urgente retocar essa lei judiciaria ingada de
gravissimos defeitos at le redacefio e de lacu-
nas para nao attnbuir-lhe at os mais rematados
despropsitos, asslm como a lei orgnica dos
municipios e estaramos de perfeito accordo.
Em todo acaso Acaioos esperando pelos pon-
tos sobre os quaes proraetteu chamar a attcnco
d03 novos Lycurgos do Eslado na doee craa<;a
que dts3i nutrir de nao terem elles sido eleitos
somante para fazeram js ao subsidio a... abri-
Ihantarera o reinado do actual Governador.
Acreditando que o illustre contemporneo
nao sentir o menor desgasto pelas observogoes
que de animo o mais cordial offsreceraos ao sea
artiga, peimo3-lhe encarecidamente que prosiga
em suas indicagSas e conselhos.
* E' obra de patriotismo elevarrrros o nossi Es-
lado altara de respeitabilidade qua elle pode
tar pela excellencia de suas nstiluigOes.
1 Vale.
PERNAMBUCO
Sociedatte Rofinaria e Deatil-
Licito Pernanabiacaua
Balanco em 3i de Dezembrode 1894
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EmbarcagOes 4:140 00'
Almoxarifado 77:4085330
A A. Portella Filho (con-
ta de Usina) 5.-240S 130
Oaixa 58^250
Binco Popular 13:1125250
Caujes 0:01; 80 0
Alugueis 1:6>'100
'.'ontas correntes 12:5398333
-------------
639:18255 Vi
PASSIVO
Capital
Cau9&o da Directora
Fundo de Reserva
Ttulos de Obriga2(jes
Juros de obrigaces
Ami>rtisa5ao de ObrigagOas
Joo Fernandes Lopes
Letras a pagar
A. A. Portella Filho
Uontas Correntes
Credores Geraes
Dividendos
Lucros suspensos:
^nldo em 3 da
Junbo prximo
passado 69:4093624
Lucro neste
semestre 30.905j5S50
160:0(03000
3 ):000S!)0
27:38 8778
120:0008000
4:430$ 00
8:0008000
31:709044'-
52:9578140
21:9133730
62:0933730
19:870*240
40(15000
100:3758474
639:182*32
S. E. O.
Recife, 15 de Janeiro
de 1895.
Conidio Gonveia.
Guarda Livro.?.
Oaixa Econmica e jUonle de Soc-
cihto de Pernanibuco
Balando ena 3ti de czeanti-ro
de t84
CAIU ECONMICA
Activo
\lfandega de Te-namooco 4.937:J|^2C0
Moa e de-Sicorrory de passagern n.3iei70
Caixa 83:39.^000
4.975: '.20i30
Pdsiro
Depsitos em conlas correntes 4 975: 1043O
MONTE DE SOCC'ORBO
Activo
Empre3timo3 sob e penliores 12.:5i7|7lti
Movis C:I26627
Apoliccs do E-tado l:000lKXI
\ naotaaontos 8.26 )'0
Caixa econmica c/de '.'eposit s ",?5)
Caixa f
ltW:88IJD33
Ui:--3jl
9:7i9672
(4 i 6,5171)
16t>:88U3.>3
Capital
Saldo de penhores vendidos em
leilao
G ix. E;onam:ca e/ paca?em
S. E. & O.
O gerente,
Felino D. Ferrara Coelbo.
PBBLICACOBS i PE PIDO
Aviso
Joo Cavalcante d'Albuquerque
comuiunica a seus parentes e amigos
que, por motivos de forca maior, foi
seu casamento transferido para dia,
ainda nao dosignado, do qual tero
previamente aviso os mes.nos paren-
tes c amigos.
Engenho Pitrib, 15 de Janeiro de
1895.
Municipio de Bom Jardlm, enge-
nho Machados, de Janeri de
Sr*. red'aetores.-Teniolido no Jornal do Re-
cife urna necusagao as autoridades desle mu-
nicipio, envolvendo o meu norae, assignado
pelo Dr. Jo Vicente Mera da Vasconcel-
los, e instruida cora cartas oaiidas pelo capitao
Joao Guillierme de Moura Coutinno; jolguei
de meu dever vir, doja to da imprensa dar
urna explicago s primaras autoridades d;
Eslado, e ao publico, a respeito da rapulagao
qua se me faz, oriunda nica, e explusivamen-
le da raa vonlade gratuita que rae tora o ca-
pilao Joa> Guilherme.
Este Sr. desde muttos annos insinuando-se
amigo de. meu venerando pai ten rale Joo Al-
ves Cava cania de Araujo Pareim, contrario
com esle, por si, e seu pai, difiranlas empres-
timos de dnheiros, e obteve gratuitamente
patente de capitao.
Passados crea de 10 annos, eja montandos
03 empreslimos a quantia superior a qi'.alro con-
tos do res, cora a astucia que Ihe peculiar,
conseguio da meu venerando pai acceitar um
sitio qua seu pai comprou por dous coutos de
res, em pagamento de lodo debito, e pela ms-
ala quanlla por quanto foi comprado.
Na occasiaa de ser passada a cscripiura da
ven la, meu vene/aodo pai fe/. cessQo da venda
mim, a qiem foi passada a escriplura, per
doando-me o resto do dehilo.
Logo o capito Joao Guil errae, pedio um re-
cibo de saldo de conlas a meu venerando pai,
e esle o passou- ..,.
ImmeJialameote o capitao Joao Guilhorme,
foi com esse recibo denunciar ao colleclor que
o sitio havia sido vendido por valor superior a
qualro contos de reii e que meu venerando
pai havia mandado pasear a eserlptura pela
quanta inferior para exirairae ao pagamento
da ciza, e o colleclor exigi o pagamento do
excesso do valor, e meu venerando p i, satis-
fez para evitar qaestao. .
-pz isso, o capitao Joao Guilherme nsufiou
os foreiros do sitio que vendeu-ma para nao
pararera-me foro, arraticou as portas, e janel.
las da casa do sitio, e appossouse, da ludo em
norae de seu pai.
Esse procediraenlo deu lugar a que eu pro
puaesse accao conlrn seu pai, como vendedor, e
que n.o dispoe da forca aecessana para conter
seu ffllio, e sendo meu advogado o Dr. Jos
Chmaco do Espirito San'o, cunhado do actual
Dr. iuiz de direilo d*ste municipio, o capitao
Jo5o Guilherme, man lou assassinalo, o que
nao realisou-se por nao acharsa cm casa o L>r.
Jos Cliraacoo
Tomando as autoridades as providencias nej
cessarias, foi capturado um dos assass:i03, e
co.fesouo faci, e o D.\ Jos Climico o pa
blicou p la imprensa, eu leni em meu po-
der o auto.de pergunlas procedido no assas-
sino. ., _
Retirndose d'aqui o Dr. Jos Climaco, cons.
titui outros advogados, o continuei cora a qi es-
to, que acha-seetn appcllagio 00 Tribunal Su-
perior de Juslira.
djannlo ao focio qae e me impu'a. o iIocb-
monto infra prova a sua falrdade.
Se cu tivesie a ndole qu me quer empres-
tar o capitao Joao Guilherme, por cerdo qne a
exerceria contra si, de quetn, eo, e nwu vene-
rando pai, tamos soll'ndo loda sorle de perse-
uiges, araaagas, e insultos, e nao contra un
seu cupan^n.
E a prova esl era que, ha mais de 10 annos
que me foi vendido o sido, elleapoasou se, com
os foros para si: e eu espero a decis&o da
causa, soil'rendo prejuizjs e despjza*.
Do exposlo, resumidamente, vera as pri-
meras autoridades dj Estado, e o publico, qaal
o carcter do cnpilo JoSo Guilherme, e (iuj
este a ongem de lodo.
Vorao e Dr. Jos Vi nte, e os illuslres cida-
daos que responderam as cartas do capio Joao
Gui'herm que foram, Iludidos por esle, aquel-
la na exposigo que me foi l'aila, e est^s no
aurir dizer.
E a polica desle municipio conocedora do
capitao Joo Guilheime, e certa da lalsidade da
impuiae) adreda fea a mim, nenhura-i provi-
dencia linda tomar.
A-juilino Al ves de Moura.
Docomnto
Illm. Sr. escrivao da subdeleracia da Sorra
Verde
Aquilino Alves de Moura, a bem do seu d-
Kilo precisa que V. S. me cartifique verbo ad
varbum o iheor do auto de pergunlas failo a
Anlonio Malinas Barbosa, conhceido por Anto-
nio Rogerio. -li. R. M.
Jos Pereira de Albuquerque, OsCrivao da
sub-del-gacia da Serra-Verde, em virlude da
le ele.
Certifico que o auto de pergunlas de qu;
falla a pcligSo supra, do llieor seguinte: Auto
da pergunlas Mo a Antonio Malinas llarbosa,
conhecido por Antoiio Hngirio Aos dezeseis
dias do maz de Uezembro d mil oilo centos
noventa e quatro, neste lugar Sarra- Verde, em
casa do sub lelegado do dislnclo, capitao Josc
Gomes de Moura, qua se acnava prsenle, com-
raigo escrivao da seu cargo abaixo oomoado,
ah estando Anlonio Malhias Barbosa, pelo dito
subdelegado foram fetas as pergunlas seguin-
tes : Pergmtade qnal osea nome, 'dade.oatado,
tili.-igo, noluralidade, prolisso e residencia ?
Itespondau chamar-se Anlonio Malhias Bar-
bosa, conhecido por Antonio Rogerio, com dez
oilo annos de i dade, solteiro, lii o de Anlonio
Malinas, natural de Fagundes, agriculloi o mo-
rador em Machados desle dislriclo.
Perguntado como se passou o faci que deu
lugar a ser ferido ?
R'isponduu que no dia quinta-felra, qumze do
me passado, achava-ae caiiibilando cannas
pertencentes ao lavrador Lueianno de tal, mo-
rador do capitao Joao Alves Camello de Araujo
Pereira, para o engenho ; que pelas quatro ho-
ras da larde d'aquelle dia, pouco mais ou me-
n>p. voliava do engenho, e ncliava-se tambando
canoas, quanilo inesperadamente vio Jos An-
tonio de tal morador em Machados a fallar cora
Jos Martins que tambem eslava cumbilando
c ninas de seu pai ; vendo elle respondenle que
0 dito Jo? Martins anonlava para o lugar eul
que se achata elle respndeme ; vendo mais
quj. o dito Jos Anlonio se diriga para o seu
lado e approximava se armado de nm clavinole
rena e urna pistola, fol dizenJo para Lueianno
qu- a sahindo do canavial--Vosse para quera.
01 a senhor (latonado, a botando Ihe a rena,
Lueianno correu.
(bagando peno de si o dito Jos Anlonio,
exigi dalle respondenle ama pstala a urna fa-
ca, cuja faca o reppondenlejenlregou recelando
aserrar, nao entregando a pistola por estar den-
Iro de um saeco que linna ao lado.
Estando o referido Jos Amonio a exigir a
pislola, e em alias vozes maltrnl.indo a elle res-
pondenle, acontece que era cerla distancia v-
nfia chegando o S-. Aquilino Alves de Moura,
o qual ouvindo a vozeria de Jos Antonio, foi
dizendo do logar em que eslava : voces que-
rem brigar ?
Nesla occasiao Jos Anlonio volla-se para o
lado d'oode vmha a voz, e elle respndeme
proveilando aquella dislracrao, ligeir mente
o ao sacco onde tin a a pistola de que cima
fallou, e liando-a desfectiou um Uro era Jos
Antonio, pois que se assim nao f.ze=se sera vi-
ctima do referido Jos Anlonio, que por diver-
sas vezes prolestou raaltar a ella respndeme.
Que, cahindo Jos Anlonio com o tiro que s f-
freu, rpidamente se levanlou, e elle responden-
te lugio com medo, a nao obstante foi alcanga-
do por um tiro que Ihe deu o referido Jcs An-
tonio com a arma rena felavinote) que traba
em si, sendo elle respndeme ferido pelas cos-
tas com a munigao da arma da qual soffreu o
Uro, quo felizmente nao o maltou por ler sido
alcangado em grande distancia.
Perguntado por que causa pretenda Jos
Antonio tomar a laca e pstala delle respon-
denle?
Respondeu que no dia em que se deu o con-
flicio e tiros na fera de Machados, Joao Tei-
xeira atirando p< linlia corasigo por achar se desearregada, elle
respndante langando mao de dita pistola, e
per ordem do raesmo Joo Tei xeira, que in-
spector de quarteiro, lendo carregado aquella
arma, teve 'le dormir algmras noites na casa
do mesmo Teixeira qua reeeiava fossem 111 it-
lai o, sendo es'.a a causa por que Jos Antonio
sendo intrigado com Teixeira, pretenda lo-
mar aquella pistola que se achava em poder
delle respndeme.
Perguntado de quera eram as armas com que
andava Jos Anlonio?
Respondeu que a pistola era delle proprio,
reas que a rena era putaeante a Antonio Ca-
nuto, de quera Jos Anlonio era guarda costas.
Pergumado sa rouve testemunhas que pre-
senciaratn o faci que acaba de relatar?
Rospi.ndeu que o Sr. Aquilino Alves de
Moura vio todo baralho, pois achavase em
distancia de cerca de 20 bragas; que Luciano,
do qanr cima fallou, depois de ter corrido de
Jos Antonio, parou em distancia de M bragas
mais ou menos, e d all presenciou o facta : que
duas mullieres, Gerlrudes e Faustina, lendo vis-
to Jos Antonio de embscala, sem duvida vi-
ran) tambem o conflicto.
E par mais nada ser perguntado, nem res-
pondido, deu-se por Ando o presente auto, o
qual vui rubr cado pelo subdelegado e assigna-
do pelo mesmo, assigmn.o pelo respondenle,
por nao saber lr era escrever, Donario Nunes
Pereira, do que tu lo dou f.
Eu, Jos Hereira de Albuquerque, escrivao
que o escrevi.Jos Gomes de Moura, Donarlo
Nunes Pereira.
Estando rubricado a margera rom a rubrica
Moura.
E por ser venale passei a presente cerliduo
oor me ser pedida e d<>u f Serra Verde, 17
de Dezembro de 894.O escrivao da subdele-
gada de Serra Verde, Jos Pereira d'Albu-
querque .
(listava reconhacida a firma).
Brbaro nsrsassiaato
Victima do bacarnarte de assassinos
brutaes suecurobio no lugar Sosinbo da
cidade do Triuinpho o prestimoso cidado
Manotl Cavalcante de Albuquerque.
Autoridade policial, perseguindo aoa
tnalfeito es, ara por esses odiado, e no
satisfeitos com o roubarem-lhe a precio-
sa existencia, roubaram-lhe tambem em
dinheiro que elle conduzia, mais de um
cont e 8eisce*os mil ria.
N* qualidade de seu prente e amigo
envi a sua desconsolada familia miabas
sinceras condolencias.
Fiquem, porm, certos os faciaoras en-
tra Os quaes aponamos algumaa pessoas
da familia do Sr. Podro, conbecido por
Pedio da Ladeira.. que mais cedo ou maia
tarde ter&o a paniego de seus perrersos
instinctos, e do crime qne acabam de
praticar.
Pe4a minha parte, mesmo onde ma
acho, distante, naa pouparei esforcos para
auxiliar a desaffronti que merece to au-
dacioao attentaio.
Taquaretinga, 11 de Janeiro de 1895,
ioSo Isidoro de Albuquerque.
-i
*
l




<..
>
1 Itffltl 1-




Diario do Pornambuoo Quinta-feira 1? lo Janeiro do I $95
Festa de Sebastia na ma
tria de S. Loureneo da Matta.
E' depois de amanha, 20 do corrente
mez, que se realisara a tradicional fasta
do glorioso martyr S. Sebastao.
0 proo-ramma da festa o seguinte :
As 5 boraa da manb do referido dia
20* subirlo ao sr urna salva e divergas
gyrandol3, annunciando que chegado o
diR da testa do glorioso martyr S. Sabas
As 7 boras da manha celebra? se-ha
Tima missa na intenjSo de todos os devo-
tos. .
As 10 1 2 boras, depois que a banda
de msica da sociedade Cantuaria hou-
ver executado as melbores pe9as de seu
repertorio, entrar a missa solemne
grande orchestra regida palo professor
Tobas, sendo o celebrante o Fevui. pa-
dre Yilella, digno vigario "da freguezia
Ao Evangelho occupar a tribuna sa-
grada o Revm. conego Rangel, que far
o panegyrico do glorioso santo.
Fiada a festa subiro ao ar outra sal-
va e diversas gyrandolas.
As 7 boras da noite celebrar-se-ba o
le-Dcum grande orcbestra, sendo o
orador o mesmo da festa.
Em seguida ser arreado o estandarte
do glorioso martyr S. Sebastic, que se-
x solemnemente conduzido por senboras
para a casa da juiza, queimando-se em
seguida um mag ifico fogo de artificio,
feto por um babil artista pyrotecbnico.
A igreja acba-se-ba ricamente deco^
rada.
Em todos os aclos tocar a msica da
sociedade Cantuar a.
Para maior coramodidade dos devotos
que forem assistir a festa, o diguo supe-
rintendente da estrada de ferro do Recife
ao Limoeiro, solicito em concorrer para o
brilbantismo da mesma fasta, far partir
da estaso do Recile para a de S. Lou-
ren90 um trem s 7 boras da noite, d'a-
quella para a do Recife s 10 1/2 horas
da noite, tocando em todas as est c<5es.
Diversos mocos da comarca, prepara-
ran! para as 4 he ras da tarde, urna es
plendida cavalhada ; bavendo tambera
as 6 horas da tarde urna bella berme-
se organisadas por distinctas senhoras
a'aquella localidade.
S. Lourenco, 17 de Janeiro de 1895.
Companhia Ferro
Carril de Pernambuco
vaso
Para conheciment do publico e nos
termos do recente acto do Sr. Dr. se-
cretario da Industria e Viaco decla-
ra-se que sao os seguintes os princi-
paes caractersticos da falsificacao de
bilhetes desta companhia Serie D.
Coupons cor de laranja e amarello
nos falsos a rubrica A. Sampaio
que se l no verso, em uns litho-
graphada, e em outros parece feita
com carimbo de madeira, ao passo que
nos verdadeiros essa rubrica feita
com carimbo de metal um pouco gas-
to, o que deu lugar a sahir nelles dita
rubrica um tanto empastellada. Tanto
nos verdadeiros como nos falsos esssa
rubrica attinge metade dos bilhetes,
ficando a outra metade em outro bi-
ihete.
Alm dessas differencas notam-se
outras na face dos mesmos bilhetes
MMHEMIO
Bolea commsrclal de Poraato
COTAQBS 0FFIMA.BS M MSTA OS C0MITSRI8
Frag* it Reet/e, 16 ir Janeiro de lt95
Cambio sobre Loadret a 90 d|v 19 1|2 por 15
do Baoco.
presidente
Antoaio Marques deAmarim.
secretarte
Manoel Gjngiives da Silva Piolo.
Oambio
Praga do R;cife
Os Barcos encfctaram boje toas traosarcOes a
10 7,16 Bobre Londres a 90 das, ptlo meio da
leaiisaram-se algamas traisarjeg a 10 l|2 e
depois baizaram para 10 7,16 e 10 3|8, tornaodo-
se geral a laxa de 10 7|i6, ao fechar.
Em papel particular e bancario repassado noo-
ie pequeos negocios a 10 9,16.
Cota^es de gneros
I-ara 0 agncultir
Astucar
i'iinas por 15 kilos. .
Criatallaad i por 15 kilos .
Braneo, id(o, dem. .
Smenos, I lem, dem .
Mascavado.. dem, idea?. .
-uto secrus dem dem .
roto melado, dem, ideo?
Relame, dem, dem .
sendo as principaes nos arabescos ds
cantos e na assignatura A. Sam-
paio, feitas em caracteres maiores
que nos verdadeiros sao.
Serie F. Os coupons verdadeiros
sao impressos em papel branco, encor-
pado, chancellados nos versos, os im-
pressos- em tinta preta com a rubrica
A. Sampaio por meio de carim-
bo applicado, uns ao cumprido e ou-
tros atravessados. Um pequeo nume-
ro desses bilhetes, impressos com tinta
azul, tem no verso o carimbo da Com-
panhia em forma oval em tinta roxa,
com os seguintes dizeres ; Comp. Fer-
ro Carril de Pernambuco Recife, tendo
uns e outros dessa serie a numerago
feita por meio de carimbo metlico
manual.
Os bilhetes falsos dessa serie tem os
seguintes caractersticos :
Uns sao impressos em papel branco
pouco encorpado com tinta preta no-
tando-se visivel difierenca dos quatro
cantos, confrontados com os verdadei-
ros, notando-se mai,'a primeira vis-
ta, que na palavra Serie F. adia-
se o F. afastado da palavra serie
e muito perpendicular, o que nao se
d nos verdadeiros.
Esses bilhetes tem parte da rubrica
A Sampaio impressos em litho-
graphia, ao cumprido, com tinta um
pouco azulada.
Outros sao impressos em papel bran-
co, cinzento e pardojelaro.
Differem tambem nos desenhos dos
quatro cantos e tem as palavrasmeia
passagem e Pernambuco em
caracteres muito maiores que nos ver-
dadeiros. Esses bilhetes tem no verso
a rubrica A. Samgaio. em lugar
de A. Sampaio, impressa em li-
thographia.
Anda outros impressos em papel
branco pouco encorpado, differem tam-
bem nos desenhos dos cantos. Na fita,
onde existe a denominadlo da compa-
nhia, em lugar da palavra Carril,
l-se Carrl. A rubrica > A. Sam-
paio, do verso desses bilhetes tam-
benVlithographada.
Finalmente, outros, impressos em
papel branco pouco encorpado, com a
mesma differenfa nos desenhos dos
cantos, tm a palavra Serie F,
impressa em caracteres muito maiores.
A rubrica A. Sampaio desses bi-
lhetes feita tambem por lithographia
em caracteres redondos e grossos.
Recife, 2 de Janeiro de 1895.
Felippe de Arajo Sampaio
Gerente.
Ao commercio
Faco scitnte ao commercio quo o Sr.
Germano Gizzi entrou em minha casa
como socio, e que de hoje em diante a
firma commercial ser Helraan &, Gizzi
Recife, 16 de Janeiro de 1893.
Adolpho Helman.
---------------?---------------
Aula Primara
A rna 7 de Setembro n. 8
Laura Galvo professora publica
em disponibilidade, participa aos
paes de seus alumnos e aos que lhe
quizerem confiar educaco de seus
filhos, que no dia 16 do corrente
pretende dar comeco a seus traba-
mos escolares.
Aviso
JoSo Antonie Ptreira Guerra, comrnu-
nica aos seus.parentes e amigos, a quem
dirigi convites para o casamento de sua
filha, nj dia 19 do corrente, que em vis-
ta do encommodo de que inesparadamen-
i ycommettdo, nao pode realizar- gf!f' !?*^f^^^:"",Cl.^ r.p''l"m'ar.'iT Uh'\elevada' 'ercu-
sferi
se o retendo casamento, ficando adiado.
Engenho B..bylon;a, 14 de Janeiro de
1895.
y ocio Antonio Pessca Guerra.
riniiu falsificada
SANTOS BRANDO & SIQUEIRA
Uzina Estrelliana
Chegindo ao nosso conhocimentD
que alguem tontou abusar do nesso
crdito por meio-de una lettra apre-
soutada ao Banco Popular para ser
descontada, ondo foi descoberta a
illegitimidade de nossa firma; em
tempo prevenimos ao commercio e ao
publico quo nao acceitcm como va-
lioso qualquer titulo sem previo aviso
desta empreza, cortos de que nao te-
mes compromisso desta especie.
Previnam-se, portanto os nossos
cominittentes afim de evitar futuros
prejuizos allegando sua ignorancia.
Recife 15 de Janeiro de 189")
Por Santos Brando & Siqueira.
A. Qaldeira Lima
Guarda-livros.
Dcsapparecimento
Iiontem, das 11 horas para maio
dia, desapareceu na ra Direita urna
egoa e um poldro de menos de um
armo, assim como o menor eme esta-
va com elles, por nome Eduardo.
Pede-se a qualquer pessoa ou auto-
ridades policiaes que souberem man-
dar dizer Travessa das Cruzes n. 16,
mercearia Ribeiro.
n-^ Yo LIL^O"* Qf*C tjfc-^' 5-1203
499 a
i*5J a
3*691 >
2-15U0 a
20M a
17U0 a
1*300
siseo
SCU
3/710
2*788
:*ie
1*800
1*5N
Algodlo
Colamos a CTICO p ,r 15 kilos sem constar
negocio.
11
Por pipa de 480 litros 250* venda.
Agurdente
For pipa <1e 480 litros 140* ? eoda.
Conree
Seceos salgados na base de 12 klioa 65 rls
Tenia.
Verdes a 430 ri, encinal.
Carnauba
Cota-ae de 12* a 22*000 por 15 kiioe.
Mel
Por 115*000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SCAR E ALQODaO
Mez de Janeiro
Bircacas ....
Vapores ....
Animaes ....
Estrada de Ferro Central
dem de S. Francisco.
1 Jera do Limoeiro.
Das
15
Somma.
1 a
1
1
1
1
Asso-
car
Saceos
111392
15!
16 3421
16, 9320
15 5X81
14*
!
45040
32235o
imporlacao
Liverpool e Lisboa; vapor ioKler lerchant
estrado do dia 13 e consignado.a Blatkburo &
C.
Carga de Liverpool
Arroz ICO saceos a.crdem. 10) a Salter KiuiT
mana e C.
Agaa mineral 60 caixas a Max Drecbsler, 0
ao London Baok e C.
Biacontoa 15 calxOes a Joao Peroasdes de Al-
meids.
Batatas 120 caixas a Salier Kicffjjaon e C,
(0 a Abraotes eC.
Bar-Hlia 60 lamberea a L. Ferreira e C.
Ciacuo 325 uarncas a ordem.
Coapas pera f gao 80 a A. Piolo da Silvae C.
Coa 5 vulames ordem
Calcados 2 ca xOes a Minoet de B. Cavalcante,
1 a R moa e Gejpe t. 2 a i. L. Olivera.
Coore 24 volumen a Vilaga e Irmang.
C dra 200 ca xis a Companhia de Ealiva, 50 a
Lopes Aiheiro e C.
C-jrvej' 33 caixas a ordem; 30 a JjSo F. de
Aimeida, 30 a Ferreira R Jdngaea e C, 25 a Cos
a e Rocba. 20 a J. R. N. da Siiva.
Cnumbo 60 barricas a Antonio Pinto da Silva
eC.
Drogas 5 volamea a Gaimaraes Baga e C. 8
a f. F. Leal.
Be8iQfcctaote8 1 caixa a ordem.
E xa-las 10 barricas a Alb:oo Silva e C. 33 a
Antonio Pioio s!a Silva e C.
Encralo i caixt W. H llidaj e C.
Eatopa 47 farJoa a urdem
EnUiobo 4 air.CJS a Miranda e Sjoz'.
irrigeos 2 velamos a ComDaobia de Droeas.
I a Brava e La-lro. 53 a W lli I cay e C-, 6 a
Nanea F ngpca e C 93 a Mirauda e Scoca, 2 a
Oiiveira Bistos e C, 109 a Albino Silva eC 418
a Viano* Cart.-o el', 54 a Gimes de Mallos Ir-
mais. 28 a Amonio Floto da Silva e C ; 82 a A.
de Carvalbo e C.
Fanntia lctea 20 ca xa- ordem.
Ft lia- de Fiaodr-a 250 caixas a A. Pinto da
Silva e C-, 110 a Vanoa Casiro eC.
Formas para aaeaci.r 14 gigoi a Ccao e Ba -
Do aa.
Lene condeaisado 5 caixis a Silva Marqoes
eC.
L"rga 68 gigos e 1 barrica a I. de MaoeJo.
Liona 26 caixa: a ordem.
Maoteiga 26 caixas i ordem.
Mvb n ;mja 1 ca xa a Companba de Fiac)
eTeclJOS.
Mdrcaaorias 3 volames a Braga e Castro, 1 a
Compinbia do Beber:be, 2 a j. A doa Santos. 6
a A. Bustos e C. 18 a A. Caoba e I-rnos, 145 a
ordem, 3 a Manoel da Cunna Lobo, 24 a Gomes
de M.no- I-maos, 2 a BjxwII WiHiaos e C, 2 a
Migoel Iaabella a C 2 a omiaabla de Fiagao e
Tendo*. 2 a D-mingos Joe F-'reir.-i, 2 a Viova
Aievedo, 4 a Krt-ie i :o e C, 18 a Gnimars e
C, 21 a Albino C-o* e C, i a Maooel Ci) lago e
C, 2 ao barao do Soagsaoa, 4 a Ramos e Fele*
rico, 13 a Vi'tor Neeseo.
Materlvoa 62 volames O'dem, 6 a Cjmpa-
nhia 1 dontrial Pernambocana 5 a Compaobia de
Trcid.e Pan iata. 4 a Eatrada de Ferro Central
de tvmj buco, 15 coa H^rdeiroa Buwuan, 4 a
4 a Boxwell Wiiliam e C, 110 a Great Weslero
ef B azil Company.
Uleo 25 bar:ii a Compaobia de Droga?, 5 a
A'bir.o Suva e C
Papel 2 caixas a Companbia de Droga?, i a
Braga e Castro, 1 a I. E. Pj'uel.
Dito de embrulbo 100 lardos a J.&J F. da Al-
na da.
Pipas 43 a Amorim I x'o; e C, 500 order.
ProvuOes 7 caix s a Das Fe-nanies e C.
Pesautos 5 caixas a Solzer Kicffnann e C.
Pa-sas 5 caix s a Lopes Albeiro e C.
Pas de ferro 20 fexes i Miranda e Souza.
Tnlbos de ago lito a F. R. Barros de Lacer-
da.
Tijolos para limpar facas 25 caixas a Guedes
c Araojoe F.lbos.
Tec!do8 2 volomes a A. Viera eC, 6 a A'
(onso Maia C, 33 a Ridrigaes Lima e C, 8 a
Uatto8 Ca ioba eC, 10 a A. de Bntto e C 4 a
iacbado e P reir, l a M. Lopes M Ramos, 24
a GoncalvesCo ba e 0., 2 a Silveira e :., 2 a
Olilo Jardn e C 2 a M. Oliveira e C, 2 a L.,
Maia e C. 5 a J. Goocarves e C 7 a Albino Amo
nm e C 2 a B-.-net e C, 2 4 ordem, 1 a Souia
rvoguera e C.
Tancmbo 2 caixas a Solzer Katffnann e C.
Tintas 4 caixas a C -mpanbia de Drogas, < a
Braga e Castro, 250 tambores ordem.
T apos 1 fardo a W. Halliday e C.
Vidros 45 caixas ordem.
D o para vidraga 20 caixas a G. Vanoa e C.
Wo >ky 50 caixas a odem.
a
rt e C3 Q
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a. a
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"^ a t- s s
03 r. ^
'& * -*!
ru E M
\i^ 9 ^ WJuJ \J^ \Os B *l^ U VLs *T KJta^ fJJ
Assoeiactto Commercial Bene-
fleente dos Hereieiros
A directora da Associaijo Com-
mercial Beneficente dos Mercieiros de
Pernambuco, scientifica aos Srs. Mer-
INFLUENZA'
A bronchite que sobrevem a Influenza,
s Zorysas (difluxos) acompanhadas de
e accao febril, broncho-pneumona, catliar-
Recife, que
edital sob o
de
n.
conformidade com o
3, mandado publicar
Eugfne Chaliae
Tem a honra de partici-
par aos Sr. corara.3iciaote8
e ao publico em geral que
abri o seu etcriptorio de
Representagoes travessa
do Corpo Santo n. 23. Re-
cife.
Caixa do Correic29.
no jornal official, pelo digno Dr. admi-
nistrador da Recebedoria do Estado,
vai-se proceder a distribuiccao do im-
posto de repartico, relativamente a
mesma classe, para o exercicio de......
1895.
Para tal fin, foram nomeadas as
commissoes abaixo mencionadas; as
quaes, sem perda de tempo, devem
dar principio aos trabalhos as respe-
ctivas freguezias.
A directora pede encarecidamente
aos Srs. mercieiros para prestarem as
commissoes, os esclarecimentos que
estesjulgarem precisos, afim deque,
eom justica possam fazer as classifica-
coes.
Certos de que no caso de recusa, as
commissoes procederao de conformi-
dade com a lei.
Commissoes
Frcguezia do Rec'fc
Antonio de Mello.
Albino da Silva Britto.
Abilio Rodrigues de Aimeida .
Santo Antonio
Joaquim Antonio Chistovao.
Antonio Joaquim da Costa.
Jos Fernandes de Crescendo.
Sao Jos
Jos Anacleto do Nascimento.
Jos Gomes Ferreira.
Boa-Yista
Lino Fernandes de Azevedo.
Joaquim da Rocha.
Francisco da Natividade Saldanha.
Afogados
Jos Custodio Loureiro.
Urbano Jos Carneiro.
Jos de Medeiros Carneiro.
Graca
Severino Martins.
Julio Jos da Costa.
Poco
Manoel Pedrosa dos Santos.
Lino de Abreu Cerqueira.
Warzea
Antonio Gomes de Mendonca.
Joaquim Gama Filho.
Joo Carlos Pereira da Silva.
Sala das sessoes da Associafao Com-
mercial Beneficente dos Mercieiros de
Pernambuco, I4de Janeiro de 1895.
Manoel Joaquim da Costa Ramos.
Director.
Antonio Fernando Ver eir.
2." Secretario.
Joaquim Antonio Chistovao.
Thesoureiro.
lose em segundo periodo com catharrhos
sanguinolentos, astkma, larangite, moles-
tias da garganta, insomnias e tosses suffo
cantes cedem immediatamente ao uso do
Xarops de Lobeha Inflata
Ether bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico.
Formula de alto valor therapeutico, ap-
provada pela illuatn inspectora de Hy-
giene do Estado, com o paiecer do nsig-
:ne clnico I r. Martins Costa.
Os grandes resultados obtdoi pelo Xa-
rope do Lobelia Inflata, no tratamento da
Influenza podem sar attestados por cente
as de pessas da maior excepgao, resi-
dentes n esta cdade.
DepositoPliaruiacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tleplicneu. 38 -Endereco telegra-
pbicoAzevedo.
Major Fernando Lobo
Cura do Petoral de Cambary
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos anuos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Pcitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
Dr. Bastos de Oliwcira avisa que
mudou seu consultorio para o La-godo
Corpo-Santo n. 15, 1." andar, onde d
consultas de 12 s 3 horas da tarde. R-
sidencara co Hospicio n. 4(3.
Telephone n. 365
C ollero Santa Gruz
Curso pr.'mario e de prepara-
torios
75-Rj. t ti unci75
ColivJ a0 a ui e.gao dus a!>aix> rsaigoa-
ios e-i* tiiibeletimeui de eo:fi&4 e lOB'rae*
.,i p icaria e tiLUUMa, pn-a O SlO B&tCO-
hou, (0]i8 fii'j hbnr-se*li&) oo oa i6 o
co t ru.
Recebe a'ui.003 tolerno?, neos pensioiistaf
- ixurnos.
Iafjivattfi s e teu'uijj serio daioa oo col-
ieio.
Ru- do Hispido n. 73
Os direcioei :
Carga de L'sboa
Ana de tidago 4 caixas a Silva GjirDaaes
eC.
Ateilc95 caixis a Comoaobia de E (iva. 73 a
Ramn e Gepoen, 75 a Silva GuiaarSej e C, 10
birrls Cnmpiob'a de Estiva.
Batatas 50 caixas a J. P. Lima e C, 60 a E. U.
de Barro?.
Ceblas 10 caixas a Santos ds Figaelra, 71
Companhia de E-uva.
Ce* (00 barricas a Lopes de Araujo, iO a Coim
Ora G liroaraps e Sibrlobo.
Ccneervas 8 csixis ordem, 121 a E M. de
Barros.
Carapaus 6 barris a Companhia de Ealiva.
Caailsas 1 caixa a Olinlbo Jardlm e (J., 2 a
Manos Ciminha e C.
Cominbo 20 saccis a Companhia do Estiva.
Castaobas 5 accosa Companhia de Estiva, (0
caixas a J. P. de Aimeida,
Hervadoce 45 sacros Corapanhii de E.'liva.
I:up'e?ios 1 cuxa a L. A. da Silveira.
Palba de milbo 1 rd j a Compaobla de EUi
va.
I! Ibas 10 saceos i ordem, 2 a J. S. do Ama-
ral.
Sardinbas 53 btr.1l a Companbia de Estiva,
50 ordem.
Tomate em cooservas 102 barra i Companbia
de Estiva.
Vinagre 5 pipas e 23 barris a E. M de Barros
3 e ?5 i ompmbia de Estiva.
Vmno 23 barra a E. M. de Barros,II a D- P.
de Mello, 20 a Lopes Albeiro e C, 5 a A. Lopes
e C., 20 a ordem, 5 a Vdomo Silva e C 30 a
Coimbra G itmaraeo e Sobriobo, 30 a Cotopaobia
de Estiva, 10 a M. da Cooha.
fexportaco
22.
Porto, 29 de Abril de 1838.
Illms. Srs. Scotl e Botone.
^a minha opinio, o preparado conhe-
cido pelo nome de Emulso Scott urna
uniSo feliz de diversas substancias de que
na clnica todos os mdicos costumam
tirar bons r sultados. E' por isso que o
tenho empregado frequentemente, sem
que at boje tenha mttivo para lhe reti-
rar a confianca.
Francisco de Souza Oliveira .
Medioj-cirurgio pela Eschola do Porto.
Mecife, 15 de Janeiro de 1895
rara o exterior
S) vapor inglex Mdrioer*. para Liver-
,0)1, carregaram :
B. Williamii & C, 54 sacros com 4,050 Jke
de assucar mascavado.
Para Estados Uoidos.carregoo :
A. Pontea, 600 saceos com 46000 kilos de
assucar miscavado.
rio vapor ogle Hirrox, para Estados
Col ios, carregaram :
Poblman & C, 6000 saceos com 373,C0J kilos
de assucar mascavado.
Ho vapor iogles Heanelb, para ralos
Un lo-, carreeiram:
P. Paes Barreo, 1.500 saceos com 105,000
kilos de aesacar mascavado.
No vapjr ingiez Piorer. para rltw^atk,
carregaram :
H. Fo'f ler 4 C, 350 saceos com 26,230 kilos
de assucar mascavado.
Para o Interior
no vapor nacional iiaioa, pira Rio
Graade doiul. carregaram :
E. C. Beltrao & Irmao, 1000 saceos com 75000
kilos de assucar tranco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
J. F. Marques, 322 saceos com 1^,320 kilo
de asEDcar mascavado e 678 riitoa com 4.,80
ditos de dito branco.
P. Pinto 1;, 5J pipas com 25,850 lit 03 de
agurdente.
M. II. da Coat', 300 latas com doce de caja' e
8000 mangas f.-ucta-
o vapor noruegueae Sif, para Paran
go, carregoo: '
O. Central. 1(0 caicos com 6.003 kilos de
as-ac'r branca e 100 ditos com 6,000 d tos de
dito mascavado.
Para Rio Grande do Sal, carregaram :
A. B. da Silva Galmaraei, 00 saceos com
37,500 kilos de assucar branco.
F. de Oliveira, 60 barricas com 5513 kilos de
assucar mascavado e 250 ditas com 26,500 ditos
de dito brinco.
o vapor allemSo Cimpioas, r ara Sao
tes, carregaram ;
8. Gunrwaes & C, 1000 saceos com 60 000
kilos de agjQca m^ncavado.
No vapor inglex G Prince, para R o da
Jaoei o, ca'rgoo :
Ro.s-rurk B. 1,008 meios de sola e 1000 saceos
com 10,000 k'ios de assavr braaco.
No vapor cazonal Jacablpe, para Rij de
Janeiro, car eearam :
A. Costa &F oa, 500 saceos com 30,000 kilo8
de assooar branco.
P. de Oliveira M lia, 50 barris com 4,400 litros
de mel
C. de D-ogae, 20 latas com 300 litros de c;e>
de ricino
A. Costa & Fiuia, 330 saceos com 19000 kilos
1e assocar branco e 700 ditos com 43000 ducs
de dito mascavado.
C. de Droeas, 40c&ixas ota 600 litros de oleo
de ricino e 2 caixas com vi ido med cinal.
No patacho bollaodez Margaretba, para
o Par, carrejaran :
P. Carneiro *, 600 barricas com 39,400
kilos de assucar or. q-o.
D. Ljra, 2 pipas com 490 ltres i" alcool.
P. Aives & C 50 pipas com 21000 litros de
agurdente e 6U0 aa-ri :as com 40,824 silos de
assucar bran -o.
No hlate Victoria, para ossor, carreeou
C de Estiva, s sac os com 120 kilos dn asso-
car branco 1 barril e 10 caixas com i?5 litros
de genebra e 5 ditas com 40 ditos ds capil.
14. Viegas, 45 ca'xas com 313 litros de gene
bra e 2 barra com <8C diios de vinagre.
Para V'lla ce Tooros, carregaram :
C. Lemos & C, 8 caixas com 64 litros de
gecebra.
Para Haco, carregaram :
Barbosa & 'J.. 3 cuxoa com 36 litro 1 de cognac
e 6 ditas com 70 ditos de genebra.
J. G. Pinto, 6 caL.s com 120 kilos de abao.
C Pinto & C, 5 caixas com 40 litros de gene-
bra e 6 bar is com 225 ditos da vinbo de fm:tas
Na barc*(ja iMiria Jos, para Mcete-,
carreearam:
A. H. Maifos, 30 caixas com 690 kilos de
ea bao.
P. IrmSos & C, 10 Clxas com SCO kilos da
atrio.
F. Irmas 4 C, 30 caixaa com 600 kilos de
eabSo e 20 ditas com 200 ditoi de saboaetes.
Para Pi'ar de Alagoas, carregaram :
A. M. Madtlna. 100 caixaa eos 2,3 0 kilos de
aab\'.
J. K. Fonseca, ICO caixas com 3450 kilos de
cabio
Ni barcji Janira, para Macei, carrega-
ram :
B. afaga'bi-'S & C, 10 caixas com 80 litros
','e cidra.
No vapo: ingiez Iadiao Prince, para Uro-
gnayana. carreea-am:
Rodrigu s & I-maos, 2 caixas com 80 kilos de
Joce.
Para Snn'Atina do Ligamento, carregaram :
S. Gaimaraes & C, 12 pipas com 5604 itroe
de acurdente e 10 barris con 4Jo ditos de
alcool.
No legar porteguex jliaho, para Santos,
carregaram :
A. limaos C, 2000 saceos com 120,0^0 kilos
de assucar branco e 2000 ditos com 150,000
ditos de di'.o ma.-cavalo.
Joaquim Sgripn o U M
Autouio da S'.oa Go'ma
no'.ga Siaei.
a s.
O Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o l'eitoral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que soffrem de bronchi-
t3, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano os da Costa. [ Belm do
Para ]
Um cont de ris
D-se um cont de res em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
} Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessoa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. iodo Antonio Pereira San-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
& C., do Rio deJaneiro-]
O agente Companhia de Drogas e Pro-
pactos Cimicos.
Pndula ^cruambiiraEa
llt!lllMIfij,ti
5 Ra do Cubtig 5
Os proprietarios deste conhecido es-
tabelecimento tm a vantagem de o fe
recer nesta occasiao aos suus dsetin
tissimos amigos e freguezes a mais ca
prchosa e elegante escolha de
do mais requintado gosto escruplosa-
me'-.te compradas nos centros Europeus
por um do? seus socios.
Em joiat -om brilhantes, pedras
preciosas e a fantasa relogios dos
aflamados fal cantes PATEK PHI-
LIPPE & C- J. LIPPETZ WALTHAM
etc. em ouro prata e nicke para se-
nhoras e homens de urna delicadesa
ROVISSANTE o sortimento que hoje
expomos a admiracao de todos aquel-
es que nos honrarem com suas visitas.
COUEGIO PARTHBNON
3 Ra d> Hospicio 3
Reabrir-sc-hao as aulas d'este estabe-
lecimento no dia 7 do corrente.
Admitte alumnos internos, semi-in
temos e externos.
O director,
Bacharel, Ovidio A Ivs Mana ya
t
liem (le 16
24 2864368
Kcmma 198 561*415
969:719*534
16
Segn 'i e :c.ao a- Aifandega re f'ernamt uco,
e Janeiro e 1895
O obei*- 'la seccio
L. F. Codecera.
O tueaoureiru
L. M. Rodrigues Valenca.
RSCBBEDORU DO ESTA' O
111a ,lii:i(jiiiiifi da i miha Gil i
mu v &*.'<*
Francisco Lopns GuimaraS, Sebastio Lopes
Goiaures Frunci.co Marcelino do Amara! e
suas familias e mais sobrinhos, alna iccem do
intimo d'alma a lodos os amigos e parantes que
ilignaram-se aconipanhar ao cemilcrio os resios
morlaes >ie Boa iitolauaila to, Anna J. da Cu-
nta Guimares, e rogam-llies o obiiquia de as-
sislirem as missas que por alma da mesma
mandam celebrar no dia 19 do corrente, (sab-
bado) < 8 oras da manila na igreja da S na
Cruz, pelo qua se confessam eternamente gra-
tos.
O Dr. Lopes Pessoa
gJAvisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
calo n. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso ;
[bem como na Phamacia Franceza ] a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bourbeifos rio Recife ; que ser en-
contrado.
54 comp. com fazendas a 600 rs.
M comp. com verdinas a 300 rs
8 cemp. com farioba a 400 rs.
49 comp. r.om lalbos a 2*000
Rendtmealo dos dia 1 a 14
32*400
15*300
32*000
$8*000
288*5(0
3.958*600
'IO 1!t 2 a 15
:dei< b lt>
30:045*355
3:780*289
Total 33:826*644
RECIPE DRAINVGE
Do ii 2 a 15
dem da 16
Ta'.al
1 429452)
119*768
1:559,291
Hovlmento do porto
Navios entrados no da 16
Santos e escala-10 dias, vapor taioo Las
Palmas, de 1222 '.oneladas. cj.xmaulaate M.
Mj'.'a. '-qoipagpm 58, ca-ga varios gneros;
a Blaikjorn & C.
Ciar e-real7 da--, vapor Eaciooal ta.
de 268 tjreladai commandante Fraociaco K.
de C-ir alho, equipagem 30, carga arios ge
teros; a Compohii Pernaabacana.
Bania e escaia6 lias vapor nacional Beberi-
be de 392 tooeladss, commauddOte Fanio
Rioo, eqopagem 30, carga varias gneros ; a
Cjmpanbia Pe nambocana.
navios sabidos no mesrno dia
G-nova e escal. V.por italiano Las Palo\B8,*
corra-n'arit-' M Mofa, carga varios ger.eros.
Macpj Vapo' inc'en Morir". commandante
O. Wi'liam0, carga va-lcs geoe(-o?.
Santo, e escalaVapor ailena Canplaae.c
commaodaaie A. Simosseo, carga varios g-
neros.
Birbidos Pa'acho ioglet Edwird E. Matcboep
Cpitao J. J. Warner, em lastro.
Barbados-Lugar dicamarqufz Fredansbarg,
caoiia. I. L K'eby, em lastro.
Rio Grande do NorteHyate nacional Victo
ria, mslre Francisco C. 0 ivtlra, carga va
rids gneros.
Pregos do da -.
Carne veide de 400 a <* rs. o kilo.
Salos de 900 a I* idem.
Ca-oeiro de 1*000 a 1*200 idem.
Pancha de 700 a 1400J rs. a cnia.
Milbo de 600 > 700 rs. a coia.
Feijao ce 1*500 a 2*010 a cuia.
aavlos esperados
Da K o de Jsneiro
Pataciio nacional oae r.
De Pelotas
Pu a:bo nacional J-yue.
Patacho poi-tugu^z Soci I.
Patacho allemSo Hruote.
Patacho be'ga Emife.
De Boenos Ayres
B'igu; bespaobol Grazia de Roza.
De Carditj
B Birca ooroega Beogal.
Barca agleza Coldeoa.
Birct lugleu James Liversty.
Baca noruega V. da G w.
De Hamoargo
Ba-ci aliena Bmaaa Baici.
Paiacba al'tmao Toona.
De Liverpool
Logar 3glez Fanny.
Ue Terra Nova
Lngar ioelez G ld:nia.
Logar ingiez Tyree.
4 247*100
RcndiiBenios pblicos
Mei de Janeiro de 1895
Al/andega
Beoda geral
Do dia 2 a 15
dem ce 16
717270*749
43:887/418
Renla d Es ad? .
Dj da 2 a 15 174.2754017
77i:lE8*177
ereKdo Hnnlelpail de jlea
O movimen'o deste mercado no dia 15 de Ja-
neiro foi o segointe:
Entrfram :
40 bois pesando 5.816 kilos
580 kilos de peixe a 20 rs. 11*600
8 compart. com mariscosa 100 -s. *800
4 ditos com camarSes 100 rs. *400
1 1/2 columnas a 600 rs. 18*900
5 carga com galliobas a 500 rs. 2*500
2 cassuaes com galliobas a 300 rs. *6X)
, 1 carga com batatas a 300 rs. *300
2 cargas com genmuns a 300 rs. *600
1 cargss com macacbeiras a 300 r?. *300
3 cargas com melancia a 300 rs. *900
2 carga com bananas a 300 rs. *60O
1 cargas com leugas a 300 rs. *30t>
8 cargf s com divereja a 300 ra. 21400
* 35 cargas com farlnha a 200 rs. 7*000
3 cargas com milho pecco a 200 re. *600
3 cargas com feijao a 200 rs. *600
68 logares a 200 rs. 13*609
14 Suinos a 200 rs. 2*800
12 comp. com aoineires a 1*000 12*000
9 comp. com sb3' i*oe: ?00 rs. 6*30(
10 comp. com fresaara.: rOU b. 0*000
34 comp. com comidas a 70o rs. 23*800 1
Vapores a entrar
Mcb de Jaoeiro
/Ule de Mmtevido. da Earopa, bcj.
Shartesbuiy. do norte, bote.
Peroambu o, do norte, a 18
B-andeoborg, do sal, a 18.
Ciyif, do eoI, ala.
So-ata., do etil, a 19.
Brasil*, do norte, a 19.
\i mia-e, do tul, a 20
Tnamef, da Europa, a 23.
.Chflese Prjoce., do R;o, a 27.
Rio Formoso, do norte, a 28.
Tapores a eafcr
Mei de Janeiro
Artcij e esc, *'na, hoje, s 4 horas.
Santos esc. Campias., n<'je, 8s 2 horas.
Rio ee^-c, Pernambucj, 18, 38 4 horas.
Mo e esc, Macedn!., 19, s 4 boras.
Sanios e esc, "aiani 19, s 4 borasn
Juntos e esc, Vnle de Montevideo. 19, s 4 h.
S lutnampton e esc Clyde. 19, a-, l horas.
L'verpool, Sorata. 19, s 12 boras.
Rio e esc, B-aziU, 19, s 4 horas.
Buenos Ayres e esc, Tuames., 23 s 12 heraa.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
nothehn
De Londres c Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
Receita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente era Pernambuco,
Boxwell William &C


3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.00G

-
h
->,
{
l
m 1 unir* ni" l ni inmaill lf-.ll a
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+JB*

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*nm

*
\
Diario do Pcriiainluico Ifeiiiiitti-

do Janeiro de I $95
3 c S-Praca da Independencia-^ c S
m i
DE
Neste estaoe.ecimento encontram-se venda em grosso e a
retalhc, bilhetes das seguintes loteras:
s 100
12:000*000
25;000$000
O;:COO$fl09
20:0 0000
20:000*00 i
l-2:000-000
15:0005000
1->:000>000
20^001000
24:OM$000
23:0005000
20:(!Ut)000
12:OOOSOOO
25:0005000
12:000$000
20:0005000
15:CO0S0O0
20.-0005000
3 :0005000
2-1:0008000
20:000*000
2." serio da 31.* da Baha
13.a lotera do Maranhao
15.' serio da 0." de Minas-Geraes
1.a grande da Baha
13.a lotera de Alagas
l.").a serie da 7.a de Miuas-Geraes
3.* lotera A do Estado de Pernambuco
18.' serie da 27.* da Baha
11.a lotera do Maranhao
de Alagas
3.a serio da 31.a da Baha
G.a 0.a de Minas-Geraes
15.* lotera do Alagas
4.* A do Estado de Pernambuco
11.a serie da 28.a da Baha
12 a lotera do Maranhao
16.a serie da 7.a de Minas-Geraes
19.a da 27.a da Babia
16 a lotera de Alagas
4.a serie da 9.a de* Minas-Geraes
4.a
31.a da Baha
17.a lotera de Alagas
Extracro Quinla-feira 17 do corrento
*
Sexta-feira 18
Sabbado 19
> i
Sogunda-foira 21
Terga 22
> a

Quarta 23 >
Quinta 24
>
Sexta 23
Sabbado 26


Segunda-feira 28
> Terca 29

Quarta 30
Quinta 31 >
01 [TRO
Secretaria da Justiea. !%'ego-
aelas Interiores e lustrnccilo
Publica do Estado de Per-
nambuco.
Directora da Justica. 7.a Seccao, 15
de Novcmbro de iS'gj
EDITAL
3 ordem do Sr. Dr. Secretario da
Ju-tica, Negocios Interioras e Instrucca.
Publica, faco publico para conhecimento
dos interessadoa, o edital a aixo trans
cripto, chamando candidatos ao lugar
vago de Juiz de SeccSo do Estado do
Amazonas.
O Director.
Affomo V. de Me-ieiros.
EDITAL
De ordm do Sr. Presidente do Supe-
perior Tribunal Fedaral se faz publico d?
couformidade cora as disposicoes em vigor
que estando vago o lugar de Juiz de
f'oate, 2 aUr, 1 qa rto, o siaha interna,
in-iinda d trea'e 4 so a 3'J coat, e de
fundo 4 antro e 70 cents., pela quaotia
(eico o nb.titneato le^al, e esc a 3.'
praca. Pjrtenoj a Miaoel J laqaim da
.'o ti C-rvibo.
A c >^a de taipi o. 262 B i raa Isperul
coaj porra e jan 1L da trente, 2 sala*, 1
quart", oob n ti lotera, meie de frents 4
a 70 cuota. e de tundo 9 ra e 80 centF.
qiii.til em abarte, pala quaotia da 16&
fe>t > o abatiaen'. > lega', visto como toi
v lia U em '0)3 e esta a 3a prayj.
P^i'enaa a Gjralio Anconi.) da M>tta.
A C'-sa de pedra e c I 1. 114 ra
Imperial com 2 p rt s e 1 j-nella da fre.-
td, 2 salas, 2 ouait meie de f e ite 5 m o 80 cot?. e de fun-
d > 9 m e LO oe-its., qamul marido do
!ad e, p<3lu qazntU de 450$ feito o abati-
iient'-i legal, ?i to como ioi avadada em
50\Seeit a 2.a praca. Pertonce a
?ecco do Estado do Amazonas, se acha jF,aneisco Martms das Ciabas,
marcado o prazo de 30 dia>, para seren
apresentados, na Secretaria do meamo
Tr.bunal, as peti^es dos candidatos de-
vidamenUt instruidas c comprovem os seus servi.os e habilita-
coes, e nomeadaraente as cond5oes de
idoueidade, exigid s no art. 14 do dec.
n. 848 de 11 de Outubro de 1890.
O secretario,
jfocio Pcdreira do Celtio Ferias.
PRACA DA INDEPENDENCIA NS. 3 E 5
Enderezo telegraphicoSonho^____ Caixa postal n. 8.
213:072 frascos do Pe
toral de Cambar em
ous anuos
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expeda para os
Estados do Brazil 8-379 duzias ou ...
300:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos ofnciaes em nosso poder, que
pomos disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetidao destes
algarismos.
Esta a melhor prova da eficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se as
suas virtudes se nao evidenciassem nos
casos em que applicado, nao teria ta-
manha e to crescente acceitacao publi-
ca.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
811ra Frelas
Illm. Sr. D. Carlos. E'com a m-
mt satisfacHo que lie dirijo es presentes
linhss, tfim de levar ao eonheoiment do
V. S. es resultados a beoefi'ios que obti-
?e, cem o sea preparado jd^nominado
Elixir M. Morato propagado por D.
Carlos, de mm j bem conhecido. II
Q'>:'s fla um aono que bUna ornas ulcerts
venoucsas e ta r.bem mais alguus polmSrs,
todo ti calo a m.te-ia sypbilitica que por
maitss venes es iva com pavor do mea es-
tado, e um da me veio na ideia de tom;r
.1 ji vidro desse afamado preparado qao co-
Ihi bom resultado que me aoao boje bom
e sSo para sempra. Coavindo notar que
lgastei 2 vidrcs de tal preparado Au
ctcrisandc-lbe a faier desta o uso qae en-
tender, e ou s fico luuvando a giande
detecherta^de t2o emoas remedio.
Subcrero-me como nm dos mais atten
ciosos creados de V- S. etc eto.
Jote Quiotico da Silva Freitas,
(Botocafuno).
Mocees, 22 de Abrd de 1894.
Agentes :
Compatihia de Drogas.
Boa MarqueodOlieda a 24.
Olympio de Oliveira
Cara do Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipaco com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando ) Peitoral de Cambar,
de.Souza SoareF.
O agente Companhia de Drogas e Pro
ductos Chimicos.
Ao commercio
David F. Porto Baltar
communica que mizdou o
teu escriptorio para o Lar-
go do Corpo Santo nt 15
1.* andar.
Ao publico
N'esta data tenodeixa-
do o Dr. Antonio Moliari
Laurin a gerencia da com
panhia Colombo, ficim a
meu eargo todas as opera-
res da mesma, espero que
o respeitavel publico, con-
tinu a dispensar a mesma
confianza que at a presente
datavtem dispensa Jo a mes
ma con panhia
Tomando a companhia a
respoisabilidade de tolas as
operacoes effectUddas pilo
mesmo Sr. Dr. Antonio Mo-
lioari Laurin at esta data
Recife, 10 de Janeiro de
1895.
O inspector.
Jodo Jos da Cunha Lages.
.o :s. ::,:::s s:ii's:'.s
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario a. 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n 4.
Telephone n. 292.
Cognac B azileiro
OpiniSo da Imprensa Pernambucana
Do Diario de Pernambuco
O Sr. ph;rJi8CeBtico Auto -
nio Mariiiii ido Veras, slabele.
H'io a roa Doque de Caxus o
57, lUiaouou-ncs com atoa
fcar-afa de Coguac B azileiro,
obdo por 3. S. do alcoot 1 e
canoa, per om proceso deeaa
iDteicar.ievid.meoie desinfec-
tado.
taperor a toda* Agua* de Co-
Iodiii a le^iuma Afjna Florida de ur sy & La.-
mop. C ffipo -a- da rtisullag) perltia das
m h rlciB llorfs do Trpico c.lhidas em tola
8na lou; ni?. Para o baooo e toocidor oao tu
oada i^Ool. A leciilma lev< ao deredor do gar-
?alo di garraa orna lira branca m qoe appare-
cem eravada8 em a> a.^ palav as Marca Indus-
trial e o facsmile ta ft-rxa de seis uoicos pn-
pri> t"ios, Lanman & K-imn, Nrw-Yirk. 5
DITAES
Passeios ou calcadas *
D i ordem do I)'. Sob-p'efeito faz-se publico
oue, de accordo nom o disposio no ari. 16 cap.
1- ir. 3a da le n. i (po-taras tm vigur) os
proprietarios das caas edicadas no perire o
3 costo &) os da c'd,le Q0" Do '""ham paRseios ou que 0<
mtsoius do Cogn.c estraogei- "M*"? etragaeoj. ficam obriesdos a com trullos
ro impo-iaio : mas o defab'i- 0D concertal-oj at o um de Pevereiro prximo
cacao no Sr. Ver l Ibes leva a i ******* D u .. .,
grande vaotagem de ser om! ..Secre'a'is da P-e'eltora Municipal do R:cife,
preparado simples, lem ci-
nbec'd.4 e iooroo. ao p>sioque
o que importado, saje Deas
qae ingreaie: tes entram no seo
prepa'O.
Dao besiUmos, pois, em acoa-
selbar aos que fss^m uso de
tal bebida que prtQram o Co-
gnac Branleiro de Sr. Veras i
luJot- os la portados.
Ao Sr. Veras agradecemos o
mimo.
16 dfl Janeiro de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos Ferrtira da Rocha.
Di o-dem do D-. Sjb-prefeilo fas se pu-
blico qu'. par nao se (er realizado no da 15 do
correle, lies transferida para o dia 22 s dca-
noras da tarde, a prac- do forneetmento das
pecas de fardaruemo da guarda municipal, conf-
iantes da re!aii lof-e.
Os oocurrenta fleve'S^ acr^seotar euas prc-
pestas em carta fachada devidamen'e estamof-
lna 1 s. bem romo amostran des obje-nos que
preuiid-rprn f.iroecer, de ositando or cof e mu-
n cipa: 500^000 u q e ti arSo em caocSo do-
rante o texpo do roatracto, como garanta do
mesmo.
B'os g de b'in paido.
D 'as de panno sol.
Gs'cas de brim pardo.
Do Jornal do Recife
O Sr. Aa onio Martiniaoo
Veras, proprielario da pbar-
macia Americana, i rus Doqoe
eCxia8,offdrecea-oos booiem
una gamita doCogoac Brazlei Ditas de panno sul.
ro, por elle preparado com o al B .-tinaR,
cool da canoa desiofect do e B ne s de paooo.
porcm proceesu especial da I ii -vatas ne coarr.
qaelle ph^rm^ceulco. Secretaria da Prpfeliara i.'uiicipal doRicife,
lisie Cognac puramente 16 de Janeiro de 1895.
O recretarin.
J aqum Jone Ferrelra da Richa.
igual om aspecto e gusto ao
que importamos do estraogeiro.
Deve, por alo, merecer todo
o apreco, e^pecialmeme por
ser um producto nacional.
Rocommendaa o'-o ao
apreciadores e au Sr. Vera
agradecemos o ofFerecimei to
......* ...
Da A Provincia
Tem sido muto apreciado
eval adquirlodoa mais aospi-
EDITAL
De ordem do Dr. sub-prefeto sao inti-
mados os proprietarios de casas no per-
metro da cidade, a encanaren), at o fim
de Fevereiro prximo vindouro, as aguas,
servidas de ditas casas para as galeras
publicas da esgroto ; na falta destaa para
os apparelbos da Companhia Drainag,
cioifama"oCogoac~Bazireiro,lprecedendo accordo corr o encarregado
peparado pelo Sr. Marlloiano
Veras, pbarmacectico e pro-
prletano da Pnarmacia Ameri-
cana.
Provando o bsatem, gr.-cas
Bnrza lida para comoosco
P'h fabricante, que nos ofTe-
recea urna garrifa do sen pro-
ducto, acbamoloexeelleote.
Rtvaliea em appa:ecencia e
gasto com os Cognacs estrao-
geiro?, mala batato do qoe
estes e liberado de elementes
noc ios sade.
Por tu lo ieto justif-a se s
procura qoe tem uio'e quf
ctrtamrnte ba d umeotar.
Do Commereio de Pernambuco
O habilisBimo pbarmaceuti-
co S-, Martioiano Veras, pro-
piciarlo da importante Paar-
ruacia Americara, envlou-nos
amostra do C por elle preparado com o al-
cool da canra des o fe
mediante processo stu.
0 Cognac Brsiilelro rene
cor e ao sabor do melbo'
Crgcac estraogeiro a petfei-
to e pureza do fabrico, livre
ae compos^Oes occiras 6
taode
B'om preparado de pr.met-
ra ordem e qoe merece ser
recommendano ao publico.
Qaalquer pes^oa que da Capital ouiequal-
mer ponto do Estado, servido por camlnio d
'erro ou martimo, remetter 254<03 aos fa-
brican les, receber, sem mais despeza al/nma
ama caixa (12 garrafas) do Cognac Brasileiro.
pri gos
Duna.....
Girrefa...
(Ni faorica
25^000
2/JSM
Eacontra se em todcs o H.teis, Cafes, ele.
do servijo desta companhia, e onde nao
houver galera de esgoto nem apparelho
da Companhia Drainage para reservato-
rios ou sumidouros feitos nos respectivos
quintaos, conforme preceitua o art. 6o e
seus do tit, 2* cap. Io da le n. 4-
Outro sim, ficam intimados os proprie-
tarios de predios que n2o possuem, por
otia colloca^So fra do permetro da
Companhia Drainage, apparelhos dessa
compan a, a construirem, dentro de
90 das contados desta data, sumidou-
ros para as respectivas latrinas, com
syph&o, de accordo com as posturas e
typo em vigor.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 16 de Janeiro de 1895.
O secretario,
ioaqulm Jos Ferreira da Rocha.
Afuramento de terreno de mcv-
lnlia em Santo Amaro
De ordem do Illm. Sr Dr. inspector
desta Alfandega faco publico que, tendo
requerido Carlos dos Santos Yiilaca o
aforamento de um terreno de marinha
alagado, sito e-itre a ra de Luiz do Re
ge, em Santo Amar, da freguezia da
Boa-Vista, desta cidade, e o rio Beberi-
be, med^ndo de frente setenta e cinco
metros sobre trezentos e dezeseis metros
de fundo, ficam intimados os foreiros con
finantes e outros interessados para perante
o mesmo Sr. Dr. inspector, provarem no
prazo de 3) das, o direito de preferencia
que por ventara tiverem com relacSo ao
aforamento do mesmo terreno.
3" seceo da Alfaddega de Pernambu-
co, 21 de Dezembro de 1894.
O chafe,
Clito Valtertno Percira.
Da orde a faz-' pnhlicu a quein [Ova ni-rss r, qo- no
'la 17 do correLte, so meto oia. Ira eai prpgi
po- preio, na o na 'o edificio mooiefpal, orna
cat-ra qoe vagava Bol* dfi to :a fretonn
da G-8C para pag-men/o dis de^pezas cm o
deposito, nilti p tre^ao. davru o spt eotregae
a qu-*n maif rfTrec,r, se at" antes da pr.ica
n8o for reegaladj pelo dono, pagn to a- ees
petas.
Secreta ia da Prefeiiora M<.nict) I do Re:ife
lo de Ja-ieiro ce 1895.
O rre''io,
J aqoim Jo> F.irra a da ll,cr,
Arrendameot do sillo do
Pe xinho
Faz-se publico a quera interesar que, da or-
dem do Dr. Sub-Prefaito em exercicio, ir em
praca no dia 17 do correte, as 2 horas da tarde,
o arrendamento, p>r 3 annos do sitio Peixinho,
sobre a b.ife de 550OdO i ja com abale da ';>.'
parte; prego do ultimo arrea lamento, devendo
cada prelendonte aprescnUr tiesta secretaria, a
hora indicada, sua proposta em caria fechada,
devMaracnte cstampilluda, com indicacao de
seu fiador, que sera responsavel como principal
pagador at o fim do arrendamento, e declara-
o de se obrigar a realisar os concert* preci-
sos dentro ao '. trimestre, para ser preferido o
que maiores vantagena orT-recer
Secrelaria da Prefeitura Municipal do Recife,
15 de Janeiro de l89o.
O secretario,
Joaquim Jo* Ferreira da /loc.'ia.
EDITAL
3.* Directora da Secretaria
los negocios da industria
De ordem do cidado Dr. Director
Geral, faco publico que no dia 25 do
crtente, das IO as 2 horas da tarde
recebem-se propostas em cartas fecha-
das, para a reconstrueco de um trecho
de 36,inoo de galera de esgto, ra
do Nogueira no cruzamento com a ra
do Padre Muniz, na importancia de....
j.5:766$6q4 reis.
As propostas devem ser competente-
mente selladas, asignadas pelos licitan-
tes com as firmas reconhecidas e devero
declarar o preco pelo qual se obriguem
a executar a obra como o local de sua
residencia e as habilitacoes que possuam
para dirigir os trabalhos, as quaes se-
ro abertas ao meio dia em presenca
dos proponentes.
Havendo duas ou mais propostas em
completa igualdade de condicoes sero
chamados os proponentes para decla-
rar quaes as modificaces que fazem
afim de celebrar-se o contracto com
aquelle que maiores vantagens offe-
recer.
Nao sero acceitas as propostas nos
seguintes casos:
i. As que excederem dos precos do
orcamento.
2.- As que nao forem organisadas de
accordo com opresente edital;
3.0 As que nao ofterecerem as ga-
rantas exigidas;
4.' As que se basearem sobre os pre
eos das propostas dos outros concur-
rentes ;
5. As que forem apresentadas por
pessasqueja tenham^deixado de cum
prir contractos celebrados com esta Di-
rectora.
O orcamento e mais condicoes do
contracto acham-se nesta Secretaria,
onde podem ser examinados pelos pre-
tendentes.
Para concorrer praca cima, de-
vero os solicitantes depositar na ves-
pera do dia da arremataco, em mo
do thesoureiro desta Secretaria das IO,
s 11 horas da manha quantia de......
7888334 reis equivalente de 5/0 do va-
lor do respectivo orcamento.
Secretaria dos Negocios da Indus-
tria do Estado de Pernambuco, em II
de Janeiro de 1895.
Sub-director.
y. y. de Mello Cah
O Dr. SigismuoJj Aotonio Gja<.alvea,
ju'z de Direito da Fasenda do Estado
de Pernambuco etc.
F 1 saber pelo pre^nte qae no dia 25
de Janeiro do corrate anno, so hSo t
arrematar por vend a quem mais der em
praga pub.ica deste j aw, os seguintes
bees 1 enhorados p >r aseej^ao da fseiid
do Catado.
R ci
O s br*j da 1 andar osotSon. 1 Pra
ca de Pedro I tendo o andar terrea 2 portac
de frente, seudo ornada oseada omaalS^oo
andar Bupenor 4 janellas detrent', laala.c
qatrtos. o sotSo com 2 salas, cosi ha ir-
torna, madi,-do do frente 13 m e 80 cents-
e de fondo 8 m e 75 oetti., pela qun-
tia de iS^Otf, f^ito o abatimento da lei,
viito como fjra avahado Jem 6:000(5 e
esta a 3 a praca. Pertenca a Joaquim
RodrigaeB Duarte.
A casa d<> pedra e oal o. 1 B, no Largo
d'As3embl, com 1 porta de frente em
aaI3o, meuSde frente 6 m o 90 osnt?. e
de fundo 3j m e 10 cent?., psla qaantia
9 0005 frito o abatios* -to legal, visto como
fui avallada em 10:0"03 e esta s 2.a
pr <'. Pertence a Jos da Sil/a Liyo e
Albor.
S. Jote
A esa de pedra e ca! r. 223 ra do
Aaroaac) d miie^ra de louro e ba'-
c5-> ptatudu a .lio, pxistoute na cas* B,
7 raa da Cadea Ko?, pala qaantia co
365 faito o abWasooto legal, visto orno
ora.-n av. 1 -du em 403 o estia2.a
oraoi. Pertenoa a J0S0 Pinto & 0.
A armkcl auvr^cada o env*rotsada
d> ruad ir da amarelli o o 1>*Iq3o exitt :n
ttru^Vd*lde NigreiroB a 29 ptl-.
qa^rtia de 36 i-j '* '.a o abatimento lega),
vist" como fji avaiiad em 40C1 e eat*
a 2.a proyi. Pirteace Altredo H, dos
dos Sontos.
A casa de padra e cala. 152 i ru,>
Warquez do Hir*rl c m 4 j mellas de fren-
e e 00 oitto 4 dit'8 a l porte, 8 salas e 1
iribioeie, 6 qiart s, cosinha lora com 1
s de u do 17 me 8) c^nta., quiotal mura-
portS > ao lado de m-i la r.-, em bom ea
taio de conservaba), pal qj-.ntii de
6:480^ faito o abatimento legal, visto como
f Tt avallada em 8:0Q0f a esta a 3.a
praca. Prtenos a Lat Ferreira d'AI-
roeida.
A casa n. 10 no Bdcco di filacedo com
por:a e jotila de frite, 1 sal', 2 quar-
toa, serd 1 um destes a cosinha, meda de
trente 6 metros e de f jodo 4 m e 5U cents.
pe quaotia di 243$ teits o abati rento
logol, visto como fo: a /aliada em 3005 e
e Gines de S Lit3o.
Boa Vista
A Casa n. 161 Ana ra da Aarora
com corta e 2 janallaB di frente, 1 sala,
1 qorrt 1. edifisadi em um grande teireno
todo murado com p >rtSo da madeira na
trente, medioao dita casa 14 a e 60
cents e de fundo 4 m e 40 ceols., pela
qc>>ntia de 4:500^ feit) o abatimento le-
ir1, visto como hi avaliada em 5:0000 e
esta a 2.a praga. Peiteiice a IziJoro
Bastos d'liveira.
Afjgaijs
A Cisa de pedra e cal n. 7 na Imbiri-
beira com porta e janella de frente, 2 sa-
las, 1 qatrto, aoSiaha esterna, m .de de
trente 4 ai e 10 C8ot. e di filo 7 m e
40 cents., pela qutn'U de 90f, visto
com' fii avallada em 100 5 feito o abati
ment legal e esta a 2.a praca. Per-
teaoe ao -r. Miguel Joaquim de Castro
Masoarenbcs.
A casa de taipa com porta e janella de
frente, 2 salas, 1 quarto, cofi ha interna,
mede de trent? 4 m e 20 oents. o de
tundo 11 b e 10 cents, quintal em abor-
to, carrea > forero de o. 4 raa do Cas-
tello pela qaantia de 72$ feito o abati-
mento legal, visto como tora avahada em
80(5 a esta a 2.a praca. Pertence a
Juanna da Pos Varella.
A casa de taipa n. 137 na estrada do
Geqai a Jab^atSo om 3 portas de freo
te, 2 salas, 3 qaartos, cpslIi', mede de
frente I m e 20 cents, e de fundo 9
m o 20 ceatimetros, quintal em aborto,
pela qaantia da 180$ hito 9 abttimento
liga), vieto como foi ^aliadu em 2000 e
es a a 2. praca. Pertence a Antonio
Joaquim da Silva.
A osa de taipa o. 210 ua estrada do
G q- i-i a Jaboat&o oom 3 portase 1 ]
ae 1* de frente, 2 salas, 2 qaartos, cosinha
mede de f.-ente 7 m e 10 oents. e de
fundo 8 m e 10 ernts. quintal em aborto,
terreno foreirc, pela quantia de 13')$.
utra dita n. 212 no mesmo lagar com
2 qaartos, 2 sa'as, cosinha interna, mede
de frente 4 m e 10 oents e de fundo 8
e 70 cents., quintal em aberto, porta e
janella ae f -ente pela qaantia de 90j,
tai o o abatimento lega', visto oomo fo-
ram'avalladas a 1.a em 150$ e a 2.' por
IC05 e esta a 2* praca. Ptrtenoem a
Joanna Maria da CoriceicSo.
E para eonstar passoa-re edital na for-
ma da lei.
Dado e p siadu nesta Cidade do Rec fe
aos 14 de Janeiro de 1895.
Ea Jos da Costa Reg Lima, tBcrivSo
sabscrevi.
Sigismundo Antonio Goc.a'vps.
De ordem do Sr. tenante-coronel
Dr. Joo Claudino de Oliveira e Cruz,
Director das obras militares e encar-
regado das de fortificacao do porto
d'esta cidade, fago publico quo 00
dia 22 do corrento mez s 11 horas do
dia recebem-se, n'esta repartico (ra
Riachuelo 18) propostas em duplicata
e em carta fechada para o l'orneci-
mento de materiaes s obras milita-
res d'este Estado durante o exercico
vigente. Os concurrentes encontra-
ro na mesma repartico o arrola-
mento dos materiaes que houverem
de fornecer e junctaro as suas pro-
postas attestados ou informacoes que
abonem suas habilitacoes e capaci-
dade moral bem como prestaro iian-
ca idnea por occasio do celebrar-
se o contracto, tdo como determina
o art, 43 do regulamonto em vigor.
Directora das Obras Militares em
8 de Janeiro de 18.15.
Tenante. Pretxtate Maciel.
Engonhero auxiliar.
p.'tia de, realiada a ven-a, 0S0 se al'eaj-r i
reclamao lgoma.
Armazem n. 4
Marca Gongalves Canba & G-, om paete n.
2?, viLdo ae Hoatbaonun no vapor ingles T -
gas, de3Sarre cooietiao amostras e consignado a Goncaivis
Gunba & G.
Marca Cempanbh I. e C. de Eellva, om di'-o n
S6J. Mem, i>i-m, coasigosdo a Cjmpaahia I. e
Gomm^rrio de EiMva.
M.r a R C C, eoatra marca i !, um dito n.
C02/1 viido ao Hivre no vapor fraocez Cor*
rieotec, desea-regalo em 11 de Noveaibro de
1891, conteodo aaustra e CJD3i.oado a li. Ja:-
valtio & -
M rea Rodrigu-a L'ma & G.,am pcete n. 2ti,
vindj de L'.vefpool to vpor i&glez Laplace,
deacarealo em i de Jmei'o ae i89i, conendo
oit-; camisas Oe meia e om ko de 1 na e amia-
t -ir. euii.H K'utf 8 li Liui & G.
Marca Uliuio Jaidioi & U., om pa:ole a. 5,
da mesma p-oceaeocia e 00 mesmo vpor, con-
ten io amoiras e eoasignado a l ntj Jardiui
AC.
Marca Eetiva, tima pig n. 551/600, iJem,
dem, contedo u Kilo de loo(a o. 1 c consig.
nado a Compr obla I C. de Estiva.
Mr rea A L A C. uo pscot. n. 4i', ir. Hirn-
burgo no Vdjicr allemo T joc?, decarregalo
tra b de Janeiro de 18^3, cooteodo imostrai e
coosignac'o a Aalraae Lopes & C.
Marca G U & C, um ano n. 4S, dem, dem,
consignaJo a GoD Mirca M G L nu d to n. itJ. id .i'itciio a A. Stctti mtiaek.
Marca M un dio n. 33, vindo do H.vre no
vaiior francs Pa:anago, descarregado a 8
di i02iro dd 1894, coueaao amojlris e eooslg*
nado a Maiuiel Ccl-co & G.
Marca J O &-C, om dio 0. 19 de Hambor?o
00 vapor A-ifii!n-i, desjarregado em li do
mesmo wtz e aaao, cocteudo amostras, coai*
aao a J, G-ovaiVts Si C.
Mirca S fe G, um dito te.n nuxero idem
dem., coosi^naiio a S. K .utl.ai & G.
Maro'i R. ne U oziaa, um Oj o sem Qflmero de
5outbuipiO do v.'pu- kI-i *Tag0:>, em 15
1o d.to mez e anao, me:-mo conttfiio e coasig-
nado a R. Mtrca Narciso Maia & C, um rtilo n. 13, c"a
uCiini proceceo ;U oo vapor T ea descave-
gddo em 18 do 01:0 mes e unco, cooieudo amor-
tras c con?ignatc iuj'a;a^.
M xa o. 321, de Himburgo no vapor A gentos,
descarregaao tm IS de Janeiro deste aouo, coo-
teodo 12 tanafas in:tira3 e li meias de cne-
la, pesaoao 14 kilos, coos'gaada a J. F. Lima
& G.
Marca Andrade Lopes & C, coas pacotes os.
103 e 93. de S utbampun no vapor inglez
Tren, descarriado tm 18 de Janeiro deate
aono, coQieodo amostras e cooslgnados a An-
drade Lopes & C.
Marca B. Su ssaoa, im pacote n. o. da
mesma proee>ienc:a no vapor Tiurce, em 26
de Jaoeiro deste a:no, cooteodo amostras e
Ci iirigiiaoo a 6. Soasfuja.
Mana M L S, urna cj:xj n. 241/243. de Li-
verptoi do vapor lacles Scholsr, tuj :9 do mes-
mo mez e 10 o, cooteodo una lata com oiscud-
los com tres kilos e atn, ejosigea a a Maaoel
Lopes de S) fe U.
Marca G B fe (J triarjgulo. om paco e ?. 105,
do ivre uo vapor francs Colambu*, desear*
regado em 6 de Fevereiro de 1894, conteni
amos.ras e consignado a GuimarSes Bastos
& G.
Maca Cimas Mallos e Irio, urna caixa o.
34, de igual procedencia, 00 m.-smo vap^r e
data, cent-alo 32 veatarolas de palb?, nao 101-
staoao do m niteeto a consignacac.
Marca J > M, om oacole sem ucmero, de Ham-
bjrgo 00 vapor U Oga-; em igual daia c. ir
teodo amosuai e coosiguado a J. de Souza Mel-
lo fe C.
Marca M J R fe C. om paco:e d. 40, iem,
dem, cooteodo anas duzias de meias de sigo'
oao, consignado a M Marca E-t va, om gtgo. a. iii, de Liverpool
oo vapor Ingles Actor, em 9 de Fever'iro de
1894, c nieodo S kilos de louca, seo jo 4 de p. t
el aen. 2, consigoado a Gcmpaub.a I. C. de
Estiva.
M.n;. FL, 1 pacote, sem numero, de Him-
D rgc no vapor Sanios, em i3 de Fever-i'0
deste anno, rontendo amostras de bijouteria,
cooBign-i 10 a Francisco Lauria e G.
Marca D L e G u aa caza >em ensero, da
New Yok, 00 X*9t Asialic P.ioce em 15 de
Fevereiro deste nn, etntendo amoetras, con-
signado a H'O-y Fostcr e G.
Marca G D P G, otra caixa, n. 24 do Rio de
Jaoeiro no vapor mglcz Babiiougaa, em 16 do
inesmo a ez c anno, contendo cartazes para au-
nuncios e loa.-inac-s ignorada.
Marca Ferreira Barbosa, um paco'.e, em nu-
mero, 00 Havre no vspop Parabvba, em 19 do
dio mes e nno, cooieodo amostras e coosigoa-
do a Ferie ra Barbeta e C.
Marca F G e G Dina taixa, n. 26|40, cociendo
doos kiies de bise utoe, vinJa de L verpool no
vapor Editor, desbarretado em 20 .0 dito mez
e anno consignada a Figueiredo Ges'a e C.
Marca triaogolo. AB n centro, om pacote, o.
97 ole, de II mborgo no vapor Amazonas, coc-
iendo amos.tas e consignado a Aives de B.itto
C-
Marca triaognlo, M C e C 00 centrp, nm dito,
o, 3, de Liverpool do v.por liandel, tu 23 do
dito aez e idoo, nao maaifestado, comendo
amoet-as.
Masa Ferreira Goirra-es e C. um dito, sem
aumero, contendo om kilo de brabante, vindo Ce
SoDibamptoo do vapor inglez N'.le, em ignal
d ta, consigna 0 a Frederico Cosa e C.
Marca Gotsep^e S^ppante, ua.a calza, em nu-
mero, cooteodo um kilo de licor, vinda da Eu-
ropa 00 vapor austraco Nagy Lagos, em 26
do dito mes e anno e eooeignado a Gnieeppe
Sappante.
Armazem n. i
Marca '.Manglo A B e G no centro, doas gra-
des, 08. i e 1 viodas de Ntw Y^rk no vapor io-
glez Scotscb Prioce, deicarregado em 10 di
Abril de 1894, consignados a ordem. contendo
36 a prime.ra e 39 kil s a segondi de graxa li-
qui la para sapato'.
Hwca triangulo, A B e C no centro, contra
marca 3058.11 caixas. i-s. 1 a 11 da mesma pro-
cedencia e co mesmo vapor e descarga em igual
data, a mesma consigoacSo, cooteodo as de os.
1 s 3 48 k los cada orna e as de ds. 4 11, 176
kilos de macMnas paracosiora.
Marca triaogolo, A B e C no ceDtro, cootra
marca 649, 3 aliados dem, idem, conendo 36
tilos, cada urna de mactiaas para costara.
Marea C B, ama caixa, o 55950, vioda de
Hambargo no vapor Patagonia, era 28 de
de Abril deete aoDo, coosignado a o dem, coc-
iendo i 4 kilos de obra3 nao claseiticadas de
norracb?, tecilos da liebo e mangasira.
Al'anaega de Poroambuco, 28 de Dezembro
ee 1894-
O inspector
Alexsndre de Souza Pereira do Carmo
DECLARARES
Alfandega de
nambuco
Per-
EDiTAL N 61
(Prazo de 30 das)
?Ai ."rspeclod.! da Altaudega ee f.i pa'ilicc
igc co dli 29 do m z viodooro e o veodllas,
em hasta publica, po-ta de3la rep;rt;c8o, as
mercadoriau ataixo descriptas, qae oSo foram
despachadas por a u; doco^ ou coD3 goatarios
no prazo legal; 0 aulo ccarcio o p tzi ae 30
H ppodromo do Campo Gr nde
Piimeito divideedo
Do dio 25 do mez correte em oante, das
11 toas da manta As 2 loras da L fe, naie-
cretatia, raa Larga do Rizarlo n 16 i. an-
dar, sera pago o primeiro dtvidsndo. na rn&j
de quiose mil res por accSo, relativo ao pri-
meiro semestre do anno social de 189. a 1895.
Recife, 16 de Janeiro de 1895.
O Ihesoordiro,
M. Lopes Vieira.
3 oacl SaaBsuEaoom p- t e janella de'di *, a coftat oe ta dad, para ib retirs.-em, eo^
S. R. J.
Sociedade Hecreativa
Juventude
Professor de danta
Esta Eociedade creca d> um professor de
fa.'ga \ qaem jalgar-se babllitado, dirija sors
prososta9, em caria fecnsd, fi secretarla deste
ioriedade.
Secretaba do conseibo F. de Rezerva da "ocie-
ia-< Recreativa Joventude, 14 de Janeiro ds
11895.O l- secretarlo,
M. J. Bsp'.Eta.
i









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o
Diario de Pernambuco -* ftnirata-feira 11 de Janeiro de 1595
Bl
Socedade dos artistas
Mechanicos e Liberaes
SessSo cm Assenibla i-eral de
deleito
De ordem da directora, convido a
todos os socios effectivos desta asso-
ciaeao para se reunrem em Assembla
Geral.no dia 20 do corrente, s 11
horas da manha, de conformidade com
os preceitos dos Estatutos a respeito,
afim de reunidos em Assembla Geral
proceder-se a eleico da directora que
tem de funccionar ro corre ite anno.
Secretaria da Sociedade dos Artis-
tas Mechanicos e Liberaes, 14 de Ja-
neiro de 1895.
\gnacio Lopes.
i. secretario.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Declaro de ordem do Sr. Dr. director
geral desta repartido, que do dia 16 do
corrente em diante paga-se das 11 s 2
horas da tarde, os iuros das apolicea da
divida publica do Estado, relativos ao se-
mestre rindo em Dezembro ulcirao.
Tbesouraria do Thesouro ao Estado de
Pernambuco, 14 de Janeiro de 18',i5.
[O escrivo da receita.
Paulo Vcrcira Simes.
Companhia de Serv-
aos Martimos de
Pernambuco
De accofdo com o que prpceitu 1 o a-'. 447 do
Reaulamtn'o sole a,- soi33;d'< jYooi.ymas, ti-
cou a disroMco do* S-s. aeciOEielai na 1 ede so-
cial, 3 segumles ueurn nlos reia'.ivos ao anno
prxima paseado.
1 Capta dos balancos.
2-. Copia da telacao nominal dos aceten s'a?.
3-. Cjpia da lisia da, transfen-neiafl do accOes.
Recite, 14 de Jjpeiro de 1894.
Franc'sco e A. Caldoso,
director adjunto.
Companhia Bfsnrafl Italiana
Quinta-feir, 17 de Janeiro de 1895
LMAMTON CMPMM
PRECOS DO COSTUME
Priucipiarii s S horas
Haver trens e bonds para todas as linhas. _____________^_
LOTERA
DO
j un
remio: 12:000^000 integraes
Extracco da 3.a lotera A
?S. R. J.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deva
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum.
Gerente.
Edward Collire Leigb.
Noclcdude Recreativa Ja-
Tcutnde
Siro bimestral em 2 de Fevereito
Corivit-s neaa secretaria, inere?soa em mao
do tbesourelro, oo o recibj do niez de Fevereiro
Previne se que uao sao aumisiveis iggre-
gados.
Secretaria rio r-onpplr.o adninitralivo, 14 de
Janeiro .-e 1S95.-O Io s creta lo
Jise oo* S-titos A'anjo
P la secretaria co e de ordem do illostre cidaaao Dr. reg dot-
se dei-lara aos pcis de fan il a e a qceii mais in
tere?ar possa, que a abertura solemne dfsle
Instituto ter logar no ri'a 4 de Feverero vio-
douro, acbaodo-se aberta a matri ola do d:a 15
do correUe at 31 d Msrco pira aqnelles qce
querem eetodar -.9 acgwntes disciplinas :
Lin^ua nacional.
D.t latn.
D ta raccea.
D: r. loglea.
Dita Itahao.
Fbilosophia.
G-cg'apbia.
II taa i!o Brasil.
Dita Uoivcaal.
Aitbtnetica.
Algebra.
Geom.tria.
T i.iiomotria.
H -loria Nilorcl.
Pbytca e chimic?.
Escripturajo rxercaoti!.
Desecho.
Mufica.
laairscco elementar.
.N-r.r.um alumno pcdfra matricular-??, de ac
Ctr^o com a portana de 2 de Julbo de 189a do
Sr. d.-. iaapeeUr geral da iiiBtruc(,o publica,
3f*r. que previamente exhiba afetanos de roo-
ralidade e coT'u:ta escolar, firmada por pro
fes*sores, cojis acias freqoeotaram, ou por per-
soas idneas, orna vet verificada 3 impossibili
dad.- a exh'bicao daqoetles.
i Os ainm-tis pagaro 6G0t) de t?.xi doraste o
annr lt-r.ti?o peloettudo de om preparatorio,
900O pelo de deus e M-fOCO dahi por diaDte,
z>* te-mos da lat o 1,311, de 4 d Fevereiro de
4879 ; os alumnos d'ala primaria nada paga-
rao.
Continuara validas, para a matricula nos cur-
sos stpaMares da Repblica, os exames fetos
do estabelecimfoto, dos le. moa do decreto d.
1 389. de 21 de Fevere ro de 1891 e aviso ci:
colar Jo ministerio da joslica e negocies inte
riores, de 28 de Fevereiro de 1893.
Secretaria do Gym.iasio Pernambucano, 11 de
Janeiro de 1895.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernande Quintera.
TERC'A-FEIRA 83 do corrente s $ horas da (arde
As extraccoes da outra qunzena sero
publicadas por estes das.
Brevemente serio annimeiados planos de premio
mnior de 15:000^000, 4:00^00. 30:000t000 e.....
10:000^000.
O CO\TBlCTA^TE lSIVS \ LOTRRIi PAGOU DI3
ICI \l I < l<> ADI.4TADON K FI.IAC .1. 180:000^000.
liillietee venda ua casa lote-
ricas e na lliosouraria s*ua I^arg-a
lo Rosario n. 99 1. andar.
08 PEDIDOS DJSVEKO SER DSSIDOS
Q EirCBSSUDO DA EMISSAO
IBIIA1III0 LOPES AUIIM romi)ailhia Macufaclora
TILIORAHMA-Alhciio Um DO G0RRE0-196 pompanhia Manulactoia
PERNAMBUCO _
S. B. dos Machi-
Santa Casa fe tVlisericjrciia
c^o Recife
Coegio das orrbSs
Pelo pre.-roti.' convido aos partntes ou prot^c-
Itnres das monona aoalxo Diojprxdas psra apre-
Isental-aa no colleg'o das orphas, a t Odia SO
'd correte :-fiai ue serem ni admitUas, visto
' etarera prximas a comr.letarem a idade ce sua
a 11 islio no ctlle^io.
Secretarla da Sano Casa de Misericordia do
Rea.'e, 10 de JaLeiro de 1895.
i scrivo
Jo: Honorio B. de Menexes.
Ollniioa, filba ue Aaoa i>o i ts de Carvalbo
Araoha.
Ertacionaria. Hllia de Marii Antonia da Con-
cefj;ao ___________ _
Escola \orniul de Pornaiulmco
MATRICULAS
De ordem d > Sr. Dr. Director dcste
Escola faco publico a qatrs IntGSQMW,
que, a contar de 13 do crtente o?et
Com mis sao das
Obras do Porto
do Recife.
De oriem do Sr. Eage-
heiro Chefe, fa^o publico
que absolutamente pro-
hibida a amarrac/ao de alva-
rengas ou quaesqueroutras
emba'C^^oes naa v-gas das
pontes Buarque de Mace-
dr, Santa Isabel e Boa
Vti.
Os infractores ficarao su-
geitos as penas da lei.
Secretaria da Commissao
das Obra? do Porto do Pe
cife, em 16 de Janeiro de
1895.
O Secretario ir.terino.
Joaquim de 3/edeiros Raposo.
Kecife Drainap^e
A Compona fas nblico, pSra cochec^rteit
dos (nterfssanos. Qne colloccn no mez de Se
zembro prximo paesade, o apparelho abaixo
declarado. __
Fre^U'xta da Bo -Vista
Pna Dsetebarsadnr NO8 Macnado o. 33, ap.
rarelbo I*.06t.
Pecife, 15 d, Jacero de 1895.
J. F. Maikiolofb,
^SEGUROS MARTIMOS CONTBA
FOGO
Companhia Phenix PernambU'
eana
RA DO COMMEUCIO
SEQUB0 CONTRA FOGO
at 3 de Fevereiro prximo, acham-se
abertas as matriculas para as aulas dos
tres annos do Curso e escolas anne-
xas, no corrente anno, devendo os pre-
endentes requerel-a ao mesmo Sr. Dr.
Director, instruindo a petico com do
cumentos, devidamente sellados, qu-
provem, quando for a matricula para e
primeiro anno :
I Idade maior de 17 annos, se forem
do sexo masculino, e de 15, sendo do
sexo feminino ;
II Isenco de culpa que motive a
perda de cadeira ao professor publico:
III Ser de bons costumes ;
IV Nro soffrer molestia contagiosa
nem ter defeito physico que os privem
de bem exercer o magisterio ;
V Ter sido vaccinado ou revaccina-
do recentemente ;
VI Habilitaco as materias profes-
sadas nos tres graos do ensino prima-
rio, ou as do exame que houver de
fazer na escola.
A juizo do Director, as alumnas po-
derao ser admittidas matricula inde-
pendentemente da prova das condices
referidas em os nmeros II e III.
As peticoes'para as matriculas no 2 *
e 3.0 anno, sero instruidas com cer-
tificados de approvaco em todas as
cadeiras do anno anterior.
Secretaria da Escola Normal de Per-
nambuco, 8 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Francisco Car/os da Silva Fragoso
SOCIEDADE_________________
Companhia Nacional de Ca-
misas e Roupas Brancas
Os Stb. accioDiaUa qoe ainda nao realisaram
aa fu-i8 entradas at a seiima pr atocao do ca
pital qne sub3Cieveram, *%a continados a fazel-o
ijjprorogavelmeDte at 30 do orrente.
Recife, li de Janeiro de 1893.
O secretario
Cuftod'o k Uuirrar'?.
Ccnida-?e os soci'-s ra soriedade cima para
je reoirem na quinta fena M do corrente. U 7
ho's da notf, pa>a ta a -?e t"e negocios de
tniiiv.rt. r.c;a da mesma sici-'ilade
Kecife, lo e Janeiro de t895
O secretarlo
Cr>pn-no Vilas Boas.
Companhia
Centro Commercial
l chamada de capital
Hivendo sido i excedido o decreto do Go
veroo Federal, coocodopd autorisacao parto
organisao dffta comp: ntiia, temos a sallsfso
oe coovi.ar os Srs, acucniB'as realisarem no
anco ce Peroamcoco, netta capital, dentro do
prjao fie 30 .lias, 1 pnm. ira entrada na razao
da 5 O/o slo capital qne eoh3crever;m, aflfl de
icst-.llar-sc a mesla cumpanriia.
Mace % de Janeiro 'te 1895.
Oj airectorea
Tincrcio A. de Carvalho.
Baaveotnra da Amoriro.
Penro (le Almeiria.
Banco da Kepublica
do Brazil
Pagase o qoaro divid-ndo das bccOp deste
Bao(o 4 ra>J ue 000 par ca accao Intgra-
la e 3OO0 pela que efla com 80 0/0 realizado,
no P8crip;orio de Peri-ira ("a-neiro & C 4 ra
do Commercio n. 6, 1 nd;r.
Renfe, 15 d Jue ro rtf 18!5.
THS immi ZVSVSAKS CDttAOT
uuns
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital l,o,000
(Rs *4,000;00<11000)
BEQBA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA 0 FOGO
7AIXAS BAIXAS
PKOMPTO PASAMENTO DE PBEJOIZO
Sem descont
Agentes
MOWXS C.
do Estado de
reinsmbuco
Recebe ioria
?
Tendo sido designado para proceder a collec-
ta des impostos eataduaes oasfrpgoeiias de Sar-
to Ao cnio e Peco,reiattos au exercuio de 1895
e constantes da le do orcamento n. 64 ds 6 de
Abril de 1893, qo* seaba de fer p.orogada. pre-
?tno aos &'t. or.trlboo^e8 para qce na occasiD
da codela ezbtbam cb ceos docoseotoecemnle-
'amenl letblisados, am de eviiar reclamares.
i Sejn da Recooeiofia do Eitado 00 Per-
namtaco, li de Jaaerj de 1895.
O lanjadcr,
Walfr.do Dttreltj de M-llo R*go.
Companhia lndutrW de
Chapeos
Jaro* de ObrlsttCfieo)
Convido fes S's. pansiduns de ttulos de
Obrig-cSo. dVMa Gxupanhip, a virom MOtfcM
m ea oacriplono, a ra Ma quea de Onda
a. 19, ea juros j meamos (coopon r. i)
'crrfccpoodentes ao semestre Hado em 31 de
D--zembro oltmo.
Rectle^S Qe Janeiro de 1895.
Joi GTi:e. Gaocbes,
TDOSOoreiro.______
Aula de cbstetric a do Hos-
pital Pedro 2o
Aw-?p s pestoas iolereoaados de que as
ma'.rlruU rto-creo de okateiricsa abrem-fe cu
la 3 de Fevereiro, deveodo aa p/oteodeirtes
ap etentarea 01 teja reqoenmentoi al o uJtirxo
da do mesmo me.
S&a ccnsioOee pata r matrieola :
1* ser maior de 18 e menor de 40 amos.
2' saber ler o esweer, ter roffiee de i-yattma
mtrico decimal e aa qostro coalas raodamen>
tjps da aritbmetica.
3> ter boa coadoeM eiwi e mo*al Dio ecff-er
molesliai contagiosa?.
tat 1 cono tooa dev.ia) itt p'ovadss por
exime? pra,ieados antes da matricula en por
(jiiiipuia i a 1 ii s ral nnm
tam
A admioistrocao desta companhia copv da so?
Srs. accionistas a fazerem oaa entrada de 20
0/j sobre o valor nominal de suas acc,Oei ts
40(00 por cada aficao, al o da 9 de Fesereiro
proxtxo, no escriptono ac Pereira Carnotro *
C, rna do Commercij n. 6. andar.
Befe, 9 de Jopi'O d (895.
Companhia Xortii Bretish & 91er
cantil c Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 O- 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
RECEITA ANNAL
De premios contra
Fogo
De premios sobro
divida .
1.495.418 10* 9
992.379 6 ld
de Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas
a realizaren* dentro de 30 das, a con-
tar da presente data, a nona entrada
de suas prestacoes, razo de 10 '/
do capital 'subscripto, ou vinte mil reis
por aeco, em mao do thesoureiro, ra
da Madre de Deus. n. 18.
Recife, 10 de Janeiro de 1895.
O director secretario,
y. Pires G. da Silva.
' llecebedoria do Estado de
Pernambaco
Tendo sido designad > para proc der a ct liecta
dos iirpostjs ettata s nes fregueiias de S.
Jos e Graca, r. latiros ro exercicio de 1895 e
constantes da lei co o^ime to n. 64 de 6 de
Abril de 1993, que scaCa'te ser prorogada, pre-
vino aot S-s. cootribolotes para que na occasio
da collecta exbibam os seos documentos, coa-
pete;,temente legalisadjB, am de evitar recla-
macoes.
1 secc5o da Recebeioria do Estado de Per-
nambteo, 12 de Janeiro do 1895.
O I ngudor
Iiidoro T. de Mallos Farreira:
InsiUuio Archeologico e Geogra-
pbico PerDambacano
Quinta feira, 17 do corrente. ora do costu-
me, baver sessao ordinaria.
Secretaria do Instituto, 15 de Janeiro de 1895.
O 1- secretario,
Baptiza Kegoeia.
V Gl.\ do Gr.\ Arch/.
do Un.'.
Ben.*. Li j Vap.-. Cavall. a Crua
Val.-, da Imperatriz n. 2
De ordem do Resp.-. Ir.\ Van.-, convido a
todos 03 caros II.'. de-te Beoem.'. Quadr.. a
serem presentes Sess.-. Esp de Eteic.\ das
LLos.'.. DDigo.-. eOOffiv. para a admlnitlrago
no prosima anno unc-n *. de 1&95 1896, a
realisar-se em .1 do correle, segunda-leira
proxim, a hoa reeimeotal.
Or.-. de Rec fe, aos 13 diaa do noei de Ja-
neiro de 1895.-E.-. V.-.
M. Martinj gr. 18
Secret. .
Associaco
Commercial Beneficente
dos Mercieiros
V Assemb a gctal
'.,_... 2* convocajo
De ordem doSr. p'esldeotede asaemb'age-al
a Asociaco Comoerctal B. 00 Mercieiror,
cieoiiOco aos Srs. associados qu nao se tendo
reunido no domingo 6 lo corrente numeto legal
;fim de qoe titease logar a elejcao para es di-
versos carges de que se corrpOe a adminietr;co
itesta 88sociacao eSo de novo convIdsdM reu
iilrem se 1 omingo 20 do corrente, s 4 horas da
larde, na: e social a rea Baraa da Violera
n. eo.
Sendo esta a 2 ccnvocacao' ama bcra depots
da marcada, fnncciona' com o numero dos Srs.
so J8 que comparecerem.
be:reUiia da aemila geral da Assaeisco
Coaimeicial B. dos Mercieiros, 16 de Janeiro oe
1895.
Antonio J Martics
1- secretario.
Lugar Margaretha
PARA' EM DIR T\iA
J tendo parte de sea carregamt-to engodo
egulr oesl s p.ucos d'as, poder.do recober an-
da algema carga : a tratar com
Pinto Alies & C.
Bc?ai M M ;it.n (mu
(> piquete
Clyde
Ccmmatdante A. E. Bell
Espera- e des pelos i'o
fl'. at o d;a I do corren-
te, FepuiGdo aepois ca :e
u.ora iniispeoFavel para
Lisboa, Vigo e Southampton
O paquete
Thames
Commaudante B. G. Armstrong
E^pera-se des poftes da
Europa no dia S3 lo corre-
te, eegoin o dep is di de-
muta neceesaria para
Baliia, Rio de Janeiro Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Previce-sj 103 Srs. recebedore de
merradorias, qae a Companhia Mala Real ingli-
za, eonuactou com aGenoat Steam Naveai Gompanvpm Bervi<:ort9 vapores semanaea que
pjrtiDdo de Bordf acx, Cognac, ibare-.ie, devera
ebegar a Son'.hamiton a tempj to oaldearem ta
cargas destinad; s Amrica do Sul psra os va-
pores desta ccm.'iaDbi.
Esta cempaoma ac eita po- p-eces rasoEveis
para ValjsaialM a' A!)-t!, pa a'ageires com e.-te
destilo por via e Bnencr-ajrea o entrada ujj
Andes.
Tumbem acceita pas?apeircs para NrW Yjrk
via Scnthrmpton, por esiccial arranjo eilo coa.
a Cooipar_ba AemsnJ Lloyd, podando ttmett-
em-3e ua Er.ropa ca 1 o deteja?es).
Ruduc^So nos pnooa dais pasrat er s
;':-. Idaetolta
k Lisboa 1* cinsE* I M i 30
a,'Soaihamptcn t* claaso '
Camarotes roservadod para o passageiro de
Pernambaco.
Para carga, passapens, encommendas o di
ahi'iro a frete, trata "e com os
AGENTES
Amorim i
K. 3Rn o
Priace Line fo Steamers
James Kuoll IVewrastle-ou-
Tync
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil t Rio
da Prala
E' esperado do Ro d Ja-
Lei.-o it o da 2 9 do ccr-
r nte e sal;lr depoie da de-
mora ne es-aria para o
Para e Nova Yoik
O vapor intrlez
ClihieG JPni s i
Para cargas e MMomocBdca Mm t
Johnston Pater e Cup.
Ra do CoiumerciO n. 15
hm -N 3.
jora
Austrian Lloyds Steam Na-
vigat-on Company
0 VAPOR AUSTRACO
Pandora
E* esjerarfo de Trieste
it o da *l do correne,
b g indo arpes da indis-
p^us.vel demora para os
i.v'ps da
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Para carga, pa?saee.'sencommendas e dinbei-
ro a frete, trata-38 com os
AGENTES
Henry Forster & C
Ra do Cimmer'io n. 8
1- andar
Gmeaui PurmliiHffl fie H-
L!yd Intld;
PORTOS DO SUL
Vapor
Brazil
Commandante A F. da Silva
E'esperado dos
pcrios de norte
, al o flia 19 do
j corrente, tegoio-
do depols para o
sol.
As encommendas sero recebidas at 1 hera
da larde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Comp..rihia Pernambuca'ja n. 4.
Aos Srs, carrepadores pedirroB a era jengfio
pera a claustra 10a o cjabectrneuto^ qoe a
egatote:
No caso de bsver algoraa reclDmagao conlra a
coxpaohia po: avarias ou perdis, deve fer feita
cor esenpo ao aten e respectivo do porto da
descarga, de:trj de tres das depois de finali-
zada.
Nao precedenlo esta forjialidade, a con:pa-
ob'a fit-a iBeoia de toda a r.-sp-nsabiliade.
As paF8Peert9 so liradas r.o mesmo eecripto-
rlo, at s 2 i/2 bcras da Urde do da da sabida
do vapor.
Para .arga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro h C
6BA DO COMMERCIO 6
Pacifico Steam Navigatiti Coe-
paoy
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paquete Sor ata
E?per.i-Fe do
sul at o dia 19
do crreme, se-
guindo depots da
demora do cosla-
3 e para Liverpool com escala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
Para carpa, passageos encommendas e dnbei-
roa frele trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons & C, m'd
10RA DO COMMERCIC10
Io andar
Cear, Maraoho, h\i\ e Sa-
naos
Vapor
PORTOS DO SL
Directo Santos
O paqu-j ::
Homboldt
Commandante Monteiro
inglez
2.4g8.196. 12- lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nSo
se responsabilisa pelas transacoes fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
Se2nc no dia
2 1 d> rorrete
is i horas da
larde.
Recebe carga, encommendas, pacBceol1 e -
nbeiro frete at Si 11 bora3 da maoba do da
da partida.
Cbama-se a attenco dos Srs. carreeado'es
para a clausula 10 dos conbecmentos que a
saguiote: ,
< i>o caso de baver algoma rec ama cao con-
tra a Campauhia, poravaria oa pe-da, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
de descarga, entro de tres dias depois de bna-
lt*3(3 "
NSo p'ecedendo esta formalidad?, a Compa-
nhia fica lsenta de toda a reBponsablidaoe.
ESJRIFIORl
Ao Cao da Oompaob-'a Pernambocana
*, 12
Brandembnrg"
Este rragnifico paqnele
de l' ciaste, com esplen-
didos retialo- para pas-
sagtirca, esperado do
Rio de Janeiro at o dia
19 do torrente, segulndo depois de pequea de-
rroa para os portes cima indicados.
Para carga, pasaagens e diebeiro a frete, tra-
ta-se coi a
CONSIGNATARIA
Companhia Industrial e Com-
mercio de Estiva
58-RUA DJ AMOBIM-58
].P.ZTZICS
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
nialquer communica-
cao ou reclama^o, se-
jaesta feita no escrip-
, ttfct.dca de p'otis8ionao8 babilttacos, seaao .8 | I
^ce0ai;s.^^88ad08 por antord'a" Cl*i8 00 torio desta empreza a
Hjspital Pedro em la de .'anetro de 89. 1 -. T j
Dr. Ignacio Alclbiades VelLio, diractor do fUa O lmperaOr n.
ser vico sanitario da Santa Casa. I
A racaty
Segu para o porto cima o rjate Deus le
Guie, recebe cs'g-. J. ponto: a tratar na roa
oa Madre de Deus 0. 8.
ompanliia ttob. 91. SIoms Line
O vapor Catania
GompanHa Pernambacana de Ka-
vepfli
PORTOS DO SUL
Maceio, Penedo e Aracajii
O paquete Una
Commandante Carvalho
Sfgae co di? 1 do'coi
rente as 4 toras da larde.
Recebe carga, eonorrmendas, psapapena e di
ohtiro frete al a it buras da mandado da
da partida.
Cbama-se a atlensao dos Srs. carregadreo-
para a claoeula 10* dos conbectmenlos qne a
"Ho caso de baver alguxa reclamacSo con
ra a CompsBbia, par avarta ou perd, deve aera
leita por escripto ro eginte respe ttvo no port.
da descarga, dentro de irea diae defo'.s de fina
lisada
Nao precednio esta formalilade Compa-
a Oca iaenta de toda a respinsabilidade.
ESCBIPTOBIO
No Cea da Companhia Pernambncana
n. 12
LEILOES
Rio de Janeiro
portos do Sol se-
toindo depoi dt
ie mor a etee :a-
iiap-ra
e Santcs
Para rgi, passagena e encommendas trata-
AGENTES
Pereira Carneiro C. ,
Baa do Commercio n. 6
1.andar
Sexu-feira, 18, deve ter o^ar o leilo dos
bons mereis, qoadros, espelbos, jarree, lenca e
vidroa e mais objectos de c?si de familia, no
sobrado da prsca Maciel Piobei-o p. 12.
A) meio dia, leilao ce orna linda arma^So e
baicac.
A' orna bo*a leilo de vaccas (enricas, em
frente do mesmo sobrado.__________^^^^
Agente Pestaa
Leilo
De ckvalles e corridss para carrejas e
um burro
Quinta-feira, 17 do corrente
A'S 12 HORAS
A' sombra das arvores eo caes da Lingceta
O agente Pestaa vender por conta e ris:o de
qoem pertencer os cavallos de corridas Erna,
Campo Alegre, Zg Zg, Trsne. orte, Begedor,
Timbo-Asf, Foaileuo e Trlcmvirato.
TeSTao"
Di movis, placo, esprlboa, qoadros, los^e,
porcelanas, loecas, 1 faqn?tro de prala, de di-
verfos movis paracollegio
Quinta-feira, 17 do corrente
A's \l Um
Nj
Escuna norueguense
NETTO
A sabir n'estes poneos diai para
PELOTAS
Para carga i tratar com
Xot Mala 4t .
LARGO DO CORTO SANTN. 11, i.'ASD AR
andar do acbradn ra da Itrper;rii
u. 15
COisSTANDO :
De cma naobnia de junco erm eDcosto de pj-
Iha ci-'tr pleta e com ampo de pedra, 1 piano de
Han-v Herz, 2 tfpelbos ovaes, 2 quadros a oleo,
2 quadroa donrados com p nori.s noaa, & fjga-
tb de bronxe, 1 cestoreira de cbarao, 3 cadeiras
dooradas com mgico, 1 convereadelra ferrada
de velludo bordada, 1 porta flores de dito, 2 co-
lumnas para vaos, 2 escaradeiras. 4 jarros, 1
iDstre de cryatal para gas carbnico, 1 cama
para casal, 1 toilette, 1 guarda vestidos, 1 mar-
queiSo, 1 la?a'o io, 1 commoda, 1 mesa para
jamar, i guarda lonja suspenso, 2 moblliis da
Jacaranda completas, S aparadores, 12 cadeiras,
9 classes para coil g o, 6 bancos compridos com
palbirba 8 bancos com ps de ferro, 3 tribu-
nas, 4 pedra- para cootas, 3 estrados, 1 Besa
de amarillo, 1 rico docel para cama, copos,
cliz, garralas, coxpoletras, talberes, colheres,
porcelanas par almojo e jantar, louess e mnitos
oalros cbjcto?.
O ageute Gasmao, aotortssdo, f ri leillo dos
objectos cima mencionados perteacette a caa
de familia e de collegio.

\



i
"


Piarlo de Pernamliuco ftainta feira 11 de Janeiro de 1995
Leilo
Da bons movis, qnadros, espf'hs, looca?, vi-
tiros e muoe ou res ex veis de casa
de familia
Stxte-dra 18 do frrente
AS il HORAS
Agente Pinto
No sobrado Ca p-sga Mar:d Pinbeiro d. 12
Im coniinuacSo
No pavimento terreo do ineimo sobrado
Urna licd i armeta-j etuidrsgada e envern:za-
dp, de m L'cm uif; it pedra.
Abada un cont.nosj'io, urna vaca lou'ina e
orna r o'-! h i.
ao conirjfercio
O. tbaixo 3"ig;nadpa declarara qoe *. com-
muir acci rd dMsolmraai a soci-tode q-ie e -
rta o.-sta arafa so a lirira social de Maga-
ibaes Cerrjo & L., retirando ?a o sacio Abii o
Fer reir Pioto de Maga'baea paco e salisfeilo de
8(U capital e lacros. Bcando o socio Cerejo res
ponsavel pelo activoe pjssivo dg mesma Arma.
Recife, 16 Je Janeiro de 1895.
Ablo Perrein P. de Magalbfles.
Adicoio T^ixeip Cerejo.
A'isjiliFsira
Leilo
Da dive 82S amostras de mprcadoris existen-
tes no eecrtptorio si o & ra Mar,.ax de Oimda
o. 51 1* an lar, p rteccectes ao espolio do Loa-
do AdolpJ S'olze La b
Sexai'eira, 18 do co/rente
As i[ berts
Na rna Marqccz it< Olinda n. SI
O aicen'e Olvtira, por Bao :ado do Exm. S".
Dr. juiz ie ciroiio da prov-doria, e a reqoeri
ment lo '.aventaran e des b n*do flaaio Adol-
pbo Stolzembacb Ic7a- a iei;a diverjas aoa-
tras, acamas (Meadas, etc., j rteacao*BS ao re-
ferido eradlo, os qaats estalle patentes no >c4o
do le a..
AVISOS DIVERSOS
Caaaii -88 a ti enga dj pubco e do S.\ D*.
QicbIk Policial pin toma- prov're3cias ees
\2ii r/oodis de nones Mcela a Z feria- qoe
anda; faieoij baraibo, boje 13 id Janein n0
bo'.el do Sr. capito Aibini, que deram pre
joiio ie mais ue 3.10/000, taa.be_) deu orna f *
cida ero um r-paz SDb.el'gjdu Dio oca p-j.i o S-. D\ Qiesto- d a i>ro sacias preciqu0
Reo-fe, 16 ae Janei-o de i8.'o. sas
Um dos seus amigos.
Kuilier rTreaa-se de urna muin-r
bonesia e traalbsdeira para tratar ele meninos
e despensa, e que eutenda t c uirra ; a trstar
do raes co Hamos n. 3, defroale no (raplcbc
da. CoD:pi.nh'a ( e Mt-lh.iran;p'!loa de Porto.
PftE HA-^Edeuu;a ama par cosinhar^e
de am copeiro a tratar ca ra do Commercio o.
M.___________________________________
PBECISA SE ae u i ciado a tratar na ra
a lperst-'z d. 17 3# cotia*.
Precisa-se de dous caixeiros, de 12
14 annos de idade, com pratica de rao-
lhados : no Cordeiro, casa de Jos Pin-
to de Figueiredo.
1 V^ide-se om ptoBO novo viudo ba preco t'a
Europa ; a trat-ir i ra da Soladade n. 58.
Preclfi-se ue cma t copeira ; a tratar na ra da S l.d.-di n 8!.
Precita se comprar 00 alegar orna casa
peqaeoa. om aiita ou > n qui .'al e porl&o ; na
>rime tj se ca do treai ra boun ; a Tratar na
io da Madre i'e Deas r.10.
Pre'isa te de om caixero dalla lia- nos,
rom p-atira de me- ludo- ; a tratar na roa de
Payetni n.9. _____
Vnde-se o estabeleomoto de mobadop
silo roa ta Anrora n. 39 : a tratar aa roa da
Imperatrlz n. 76.
Vndese a casa v. 5 do caes do Gazo
metro co-n 2 salas, 2 (toarlos, qaiolal morado,
reade 16/0C0 meofae?, e vende-se por 900*000
pjr B'eciaar de pequeos concartos ; a fallar
com L. U. P. Valfnc^. __________________
iidkitiiX-wttAi
Precisa-se de ama ama que siba c sinhar
beca ; a tratar Da roa do Livrameoto c. 24,
fabrira deca ado._______________________
Precisa te oe aux> anas ama paracosiobar e
cetra rara lavar e enommar em casa de om
casal sem Albos; n? :i do Soceeo n. 70.
mas
Precisa se de duas amas, sendo ama pa-a
ccaiobar e out-r para en^omtrar, para pequea
amiba : na roa do Rangel n. 28, 1- aoJar.
Ama
Precise ne de urna ama para o servigo domes-
tico de orna casa coco peqaeaa familia : na ra
da lm e-ai-ii n. S&.
iVma
O 3
r-j 03 tD 3 C8 ,2
.So %%
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S&.S2--I 1
'o o cu O P ao
-_ a es b_i c .i_ =-
^I2||i-|i
Irs ili
,>o es
^-S
lr.
r_u. Kaiariuus de
Sonsa Leao
Primetro anniversario
Erolhi ea C s'.ro de Scuza Lea) e
seus li'his to i'iJaiD aos sena parlotea
e amigos e os do seu fallecido marido
e ra D Fraocisco Magannos de Soaza
Lr>, para a-s'siirem a missa qae fia 8
bo'as da mam a do da 19 do corrate 1- acoi>
versarlo 00 sea falle-iment', mandara celebrar
na itr.ja matiz da Boa Vista, e desde jfi se
coofessam agradecidas a aquelles q:e se digna-
rem comparecer.
t
a" Precisa-se deurra ama qoe saiba cosinbar
bem ; a tratar na Soleoade, roa do Progresao
Damero 8.
Ama
Precisa-se de orna ana qae saiba cosinbar e
comprar, pa-a casa de una s pessoa ; a tratar
Ba roa do Lmameoto o 34, toja.
Criado
Precisa-se de om criado ; no becco do Padre
Q. 28, tu le
Rndese
A mercearia sita roa de D. Mara Cesar n.
_L em om r.n mals lote?.
Cosinheiro
Precisa se de pm que seja bom. a tratar do
escriptotio de Amorim Imaos & C das 7 aa 11
a manba, en entao das 3 ai 5 da tarde.
Ao commercio
Jjaqoim Antonio da Costa, sai molher e B
loos, Jos Mara da Cos'.a e J ao ADtomo da
Costa, t-Dlo recebido a Infausta r oticia ter
fallecido em Portogal sus idolatrada _', sogra
eav, Miria Bosa de Jesns. convi lam os seos
prenles e amigos para assi-lirem as musas que
por ra alma Berso celebradas oa matriz do
JrrooSin'o, 00 dia 22 do correte, (terga-felra)
8 8 boras da mata ; por coj 1 acto de candada
e relig'Io se confessam elernarreote gratos.
D. .*m
t
lia IVobre de i-iumao
Ayrea
O abaixo assignado declara que ven- a 2-/g*J^.J? <*& fi/S
deu aos Srs. Lima Coutinho & C. o matriz de Santo Antonio no Bectfe, g 8 borae
estabelecimento de fazendas sito a Ra, da uianbS, algomaa m esas do dia 19 (bbado)
Visconde d'Inhauma n. 31 A, livre el30* dia li08eo ala, pedem fis p88oaB de
desembaracado de todo e qualquer
onus, cujo estabelecimento girava sob
a firma Barretto & C.
Recife, 14 de Janeiro de 1895.
Joo Jos de Abren
Caixeiros
Precisc-se de dooB caixeiros com pratica de
molbadoa e faiendes ; em Gamelleira, casa de
MaDoel Alves & C.
Cosinheira e criado
Precisa se oa roa de Palma n. 40.
Cosinheira
Precisa-Be de urra perfeita cosinheira no c do Capibaiibe d. 36.
Escola mixta e particular
Oliodloa T. doSacamento, participa aos paes
de seos alomaos e ao publico eaa geral qoe re-
abrir sua escola no da 21 do correte, sita
ra Marcilio Das a. 43, 2' andar, onde coot:-
noa a lecconar aa materias de soa prefistao e
oatras mata a cargo de outros meatres._______
soa tii Zide
dade.
co_paregam a e-ieu acto de cari-
Terreno na Torre
Yecde se om terreno na Torre, contiguo ao
cbalet pero da eetagSi do bood ; a tratar oa
casa grande jnnio a igr>]a da Torre.
Criado
Precise se de osa criado; na roa 1' de Marco
a. 17, toja._____________________^
Mamadeiras a?spticas
Alia, atavldade
Acabaran as molestias da bocea nasenaocsa;
vende se mala barato qoe em qualquer parta :
na roa Hotc-a. 11,*<>C* xo.
VINHO DO PORTOADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTRLLA COMAS IMITACOES 1!
UfllCOS BECEBEDOBES
Guinaaraes ti Valente
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Jardieniro
Precisa-se de um jirdioelro, preferlodo-se es
rangeiro; na roa do Commercio.n 44._______
Caixeiro
Precisa-se de om menino de 12 14 anoos,
gom pratica de padaria ; na roa Vidal de ne-
cretroa o 40.
Marcikeiros e tornei-
ros
Na fabrica de novela de Silva Feroabdes 4 C.
contrata-se artistas qoe sejam peritos.
Boa de S. Je 6o 0.48.
flua Baria da Victoria 0.49.
Rooeberam CONRADO ANTUNES .
C, proprietarioa da luja denomiaeda A
BRIZA Bita Praja da iladepeddercie
na. 4, 6 8 e 10 oa .rtigoa baiso mencio-
nados para os quaea chamam a attencSo
dos s'.ins lonameroa e amaveia fregaeB98.
MANUAES para misaas, de madrepercla,
tartaruga, marfioi e ebmo.
BINCULOS de zuadreperola, tartaroga,
merfim e bano cim triaos doaradoa t
prateadoa.
lilQUIS^IMAS custoreiraa com e aem
ronsiaa.
LINDAi arbrea do Natal para aerea
coloc.das pss salas.
MARAVILHJSAS lanternaa mgicas,
com varias o. l!'U(,o a de viatsB
IKDISSIMAS chicaras e 1 iqu ti mei
TETEATPTE-e porcelana fiaas.
BONITOS est.^joa pa barba.
BSLLAS boleas piopnas para Eenboras
JRDINEIKAS para eneite de sala.
BIJUUTTEftIAS com e sem pedre, sor
timentovaciadissimOgComr ssja em gram-
fOjbri'ch-a,pula :irap, ch.tthiceB, trau
crin-, anreia e reloeios.
RIQSSIMA8 bengr;lca com c?-atao de
.uro, bita r.r,virada nc este fio.
PERFUMARAS d'a meihorea e mais
tfamadoa rabri- Bt-.oa de Paris, Londres,
Berlim e N-w-York.
ARTIQOS DIVERSOS
Riupas brancas, opiubaa bordadas a
aeda para mocinhas, gravatap, loquea, es-
pirtiffcos, pauhos e collarichos, p-itiihos,
camisa b rriadiis, l.ass e de flitellp, x>r
dadea, gal5?8 e etc.
A" BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
' Na. 4, 6, 8 E l
Conrado Antuncs tt C-
A Nova Esperanza
63 Ra Duque de Caxias G3
Cbama as amaveis leitoraa a pobtus afim
de munirem se do que mais precisaren! e
embrames um.. honrosa visita para admi-
raren] o variado aortimento do fm do
anuo. A!m re outruE lembram'S s'gms
artigos. Bonitos esto jos obj< c'os de prata para presentes. Ele-
gantes estejos com ricas escovas. B ai-
taa telaa para adorooa de aelas e quartos.
Finas chicaras de porcelanas com bonitos
deaenhos. .Bonii. s guarni^Sas Tete a tete
psr* 2 e 4 peesoas para presentes. Um
todito mauual para missa e codb&So. Es-
tojos ffr barba e vagens. Variadisai
mo so.timento e bonecas e calaogas, pia-
aoB, mobilisp, ap, a rclbos de looge, talhe-
rss de fao metal. Ricas joiaa de ouro
romano com pcdraB finas, o qae ha de me-
Ihor. garantidos por 10 aunoa. Finos cor-
tiaadba para j&nellaa e camas, braocoa e
de co-es o qce ha de goato.
PARA HOMENS
Fines rela-.'io?, carteiras, camiasa, co'-
.'arinhos, panhee, abertarsa bordadas e
izas, meiaa de sed?, eaccaaia e algodao,
completo Bortimecto. Leoaoa de seda,
linbo e algodao o que ha de melbor as
meihorea bengalas e muitoa outrea rrti-
goa.
PARA CREANCAS
Carros de lux- para psBseio, caders
vime e de janeo para jantar e moitoa ar-
tigoa diveraoa qae meoaalmente receberam
a bem conbe:i'ia loja Nova Esperangade
PEDRO ANTUNES & C.
63 Roa Duquo de Caziaa G3
\ Galoes e Gurni^oes
Com vidrilho e aem vidrilho acaba de
reoeber lindo aortimento o
GOXGRKSSO DAS DAMAS
Lt ques de Gsze e Peonas
!^>maa novidadesde 5 Paria recebeu v
Congresso dasDam as
FANTAZIA8
' lindo s aortimento de tecidoB sena
hoposaivel de se deaorever a grande va
rieJade de teoidoa de fantasa, aeda
ISs, naoaouk, cambraiaa brancas e de co
rea ; pede-Be ao publico em geral e princi
plmente aa Exmas. fmiliaa de visitare
CoDgresEO das Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABUGtA' n. 8 e 10
Telephone 196
Instituto Escadense
De instrnegao primaria e secundaria, dirigida
pe o professor particular provisionado Joa-
qoim Porfirio de Araojo.
As ulas deste estabelecimento abrir se rao a
17 de Janeiro do anno correte.
Admittem-se alomos internos, seml-icterno
e externos.
O pa gimen lo ser feito por trimestre s dia ota-
do, e nao se far d- scod'.o de ferias nem de
faltas dadas pelos alumno:.
pars
6, Rus de Mirengo
e em todtu as
Pharmiciit do Brull.
SNDALO 8RET0NNEAU
COSTRA. :
BIENNORRHABIA
e toda as
MOLESTIAS da BEXIGi I
Ioencas do Estmago, Falta de Forras,
Anemia, Febr*
0 I
FEQBQGIHOSI
O MESMO
Chlorosis, Pobreza do Sangue,
HYgienede^eri0
de y O ME8MO
Lymphaiismo, Escrfula, AmoUuimento dos Ossos, efe, -.-?I | 1 i! U I fi 3 IfllJ
PsrU, 31 et 1), Buc Drooo e I'barBielu

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AVISO^GONHEGEDORES^DONAS^AZA
Para teer. Boa Cosinha
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A mu, M, rt il TMfU, ib JParim. *-aiiaiio3 I FP_aJf SK. a BKSjVA A a*
aoaaa
>* caa aQB>naaii*
Carolo de algodao
C:mp*a se na ca do Brea c. 2i, e fornecErse
ecos pa-a o me^mc._________________
IMiir de M. Morao
E' o reme do g-ando remedio desea
berto agora para corar 3 morptie di-
btllar todo 0 virua syphilitioo composto
com amtegetal cuja descobarta o maior
pafBo dtda e: boj) ca medicina. Mor-
phctica de 5 r.rr. p, tem itte:.tr o a cura
com o oso tcElixir AI Morto pro-
pagado per D. Caries, caras estas que ao
espersvom mais, por descarec/ados com
tantoB cut-os remedios.
A' vista de tantos atrestsdos de dientes
, corados, j muitos mdicos diE.tir.ctos es-
[tlo Fceeuando esse iifl!ivul remedio,
qaer em casos de fy>bilB da qualqaar na-
turca, quer em rheomatisma, qaer na
morpba, pois o Elixir de M. Morato, nao
faina. AcoD&elh^mcs com toda a serie-
dade e debaixo de enrrmes fittestados, a
que toda pessoa syphitica, rbeamatica e
morphetic, tstaedo mesmo a moretea
desc- volvit. de qrlqrer forma, a qae
U8em do Elixir de M. Morato, pera cu-
rtrem-se em poaco t3mpc daqaillo qae os
atormenta.
Eet-) remed) ttm prodigio qne nin
gaem jmai? espern o necntra. A In?-
pectona Geri.1 d3 Hygieno, approvoa e
laureou este grande remedio e o governo
central tactor sou-o.
A,n;e8
Ccmpacnia de irrogas.
Ra Mrquez de Olidda 24.
ELIXIR M. MORATO
Certifico em f do men gri qae tenho
epplioadu em molestias syphili cjb chro-
I nicas o novo preparado Elixir M. Moiato,
prcpi.g-do p.r 1). Carlos, obtendo sem-
. pre ca melhores e maia satisfactorios re-
soltados.
Dr. Alfredo Alm de S Mondes.
(Vassouras).
Agentes :
Companhia de Drogas,
Ra Mi-rques de Olinda n. 24.
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia* do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencis _; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulhere3
e s criancas.
ftntsitoe em Parnambueo: C* de Drogaras i Productos Chimicos; FARIA SOBRISHO A C*e us >cjs Pirnu'"*-
Ao coiimercio
Os abaixo asstgoados fazem publico qae ven-
der? m o sea pRtabeleciment roa de Hurtas 0-
52, aos Srs. H. Rodrigoea Saralva & C. livre e
desembarazado de todo e qoaiqner cempromieso:
qnem se jolgar com direlto a qualquer reclama-
gao faca a 00 praso de tres diae
Recife, 15 de Jaaeiro de 1895.
Francisco Msia & C.
PAPIER AMBR
CIGARROS com PONTA IIWE.MEAVEL
nao podend adherir aos labios
pars, G-astan &LB&X & CT8, pars
m>ntOfes e utilcts feor.iantts. Ftrrmedor* t/n Fabr.tit to Evado Privilegiad)
* i- t. g. ttarc* dDos:*6J.i em fringa ro Ewtrafi^eiro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A GOWTRAFACO :
Franca : Pari.s Tribunal Oorrucronal, 23 8,COO francos. Uonrinsiln polo TritmniLl de ApncJlfu-ao em 2 de Maio de
13*1, e pelo Tribunal da KelA<,ao 15 da Mnio <1 1S4. Paris, Tribunal
Correctional em 21 de Abril de 1S38, 9300 francas.
Bilgica : Bnncellas, TrBaiial de AtipeHaoSo, 1* de Apesto de 1883.
TVUL.TZGAJa X3-\. IVIS:31VIjA CASA 3
PAPIRR FP.AWCOTS. cipa de Pergam:ntio i PAPtER IBAN, capa de Xadres com a Borda fommada,;
?.E IHTftOFOLrTAnJ. com a Borda gomraada ; LE ^ECHfiOR, papel riacado rerpe> Ar.orvoswoo pcrfcitahfntc.
m *tm. /mfwrtudorr ./11 e o PAPEL ALAUBF.r.AOO em* ej-pnli.-t fio* porto* *# .ufw#r^lB, Trtrmf*. *'tr.. t'*tuti PAPEL FFtAtCEX.
1
Nova eontenca contra um Ijlsilicador : Pana, r.-jouea/ Corrtcnonei, 26 Oe Jantlro da -SB93,
Pardal e torneos e fnnhor?, Confirmado peta Tribunal de AppW/aeip tfo ff Os Bfjg de 19QM.

*!i

ESPECIALIDADES
aa*.
T. JONES
FaMBCAITE DE perfumara inglesa
BXTRA-FINA
VICTORIA ESSENCE
perfume mals delicioso do mundo.
ama grande colleccao de extractos para o tonco
da rntunn* quaUdade.
LA JUVENILE
PO sem mlBhira clmica akiima, paraa rosto,
therenllalslwel.
CRE4I IATIF
em toocs os climas; om ensalo
sua superiorldade sobre os outros
Crame
AOVA *9B TOUOADOH JOAS
Tanies a nfratnaala EaneUsBis roaeni as
pacadriras de lonectos.
BI.IXIK PASTA SAMOMTI
rMBUfrlCaO anUapUco a lotilco BraoqBea oa
aeBtas e fMtttV as geoglraa.
83, Baatavarsi daa Oafcafial, 83
PARS ____
Aviso
O abaixo assignado decla>a qae tesiamen
eiro e inven arlante dos bens co finado Adolpbo
Stolsecta k. cosa qaem se deverao tntrnder
interesaados. Recife. 9 de Jaaeiro de 1895.
An'onin I)-7P'ra CavalrsotR de AlboqoeranF
Criado
P"rif-se dem na roa 4o Bom Jesos d. 22.
Casias Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 e
30, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio*
Quem os pretender poder ir velas f
e para negocio deixe carta no escripto.
10 deste Diarto com as iniciaes X. Y- Z.
Precisa se de orna ama para cosiDbar; a tra
tar aa Praca da Independencia os. 27 e 29.
Gostureiras
Precisa-se de costureirrs ; na roa Novan-
15, I* andar.
Criado
Precisa-se de om criado ;, na4rua Larga
Rosario o. 30.
do
Guarda-livros
Prepara aa em tres mezes
do becco dos Ferrelros.
a tratar
no o. 6
Em Olinda
Vende-se excellente doce
de caja* secco; a tratar na
Ladeira da Ribeira n. 23.
e Grageas de Gibert
AFFECCEt SYPHILITICAS
VICIOS DO SANQIK
Verdadelros productos fcilmente tolerados
pelo iitomajo e os lntaMlnoa.
En/gir aa Firmal do
] D' QIBERT de BOUTIQN Y, PlirBMiaUco
Scecitados pelas celebridades meiieats.
DUCOWFl/A-81 DA* UCTAC6U.
Pian.
Ao commercio
Os abaixo assignados declaram, que
compraram ao Sr. joo Jos de Abreu
o estabelecimento de fazendas sitio
ra Visconde de Inhauma n. 31 A, li-
vre e desembaracado de todo e qual,
quer onus, cujo estabelecimento gi-
rava sob a firma Barretto & C.
Recife, 14 de Janeiro de 1895.
Lima CoutinJw dr C.
Amas
Na 'apanga, rna das Criou-
lns n. 1. A, preeisa-ee de tima
boa cosinheira. unta ama para
lavar e engommar e ama ama
para meninos, dormindo em
casa dos patrdes,
Cabriolet
Vende se nm dog-cart, de 2 rodas e 4 asseo-
tos, todo reformado e piolado ds aovo, com
a>reios pata om cavailc ; expoeto oa faonca de
carres da na da Florentina : a tratar com F. P.
Htulireao roa 15 de Novembro n. 46.________
UMA SENHORA com pratica, of-
ferece seus sorvicos para leccionar
primeiras lettras e trataHios de agu-
lha, em algum engenho ou arrabal-
de, a tratar na ra do Visconde de
Albuquerque (antiga da Gloria) n.
125.
Caballo
Vende-se um cavallo melado, anda-
dor de baixo meio, a, tratar na es-
trada do Rosarinho n. 13, com Joa-
quim de Barros.
Ceneja Francskaner
% niellio- cerveja allemS.
' nicos importadores: Cons-
tantino Barza, rna do Bom
Jess n. ..- 1.* andar.
iCompanhia de Estiva.
Regulador da Marinha
Concerta-ae relogioa de algibera, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculoa, binculos, oculoe de
alcance, joiaa e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechanica.
9Roa Larga do lioaario9
MU M 1
LONGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK,
a Livre de Exploso, Fumaca i Mo Chnro
3 A venda em tod /S os
armazems de seceos e mo
-UEIHiniSim!
Licj depurativo vegetal i'odado do me
dico Quintea
Este ootabilissimo depurante que vea
precedido de to grande fama, infallive)
na cura de toda as doencas syphiiiticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pollo, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorragias
gudas e chronicas, cancro s syphiliticos,
inflammacoes viceraes, d'olhos, ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pello, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turaco mercurial*
Do-e gratis folhetos onde se encon-
trar cumerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos atlestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
BARIA SOBRINHO & C.
Ra do Mrquez de Olinda n.
i
Ressureictto do Cabello e
morte da caspa pelo
I0EC0 __v" iabs:
Esta preparacSo tem orna accBo restau-
radora aobre o tecido celul ir subcutaneo
de orna efficsc.a extraordinaria para a
conaervacSo do cabello, superior a qual-
quer ontro tnico.
Vendr-ae na
MARAVILHA roa Daque de Caxiaa nt
67.
NOVA ESPERAKgA, roa Dnqne d eCa-
xiaa n. 63.
BRIZA Praca da Independencia na. 4, 6,
8 e 10.
GRAN-VIA ruada Imperatria n. 58
Fabrica de gelo
Agnas e limonadas gaso:.a:>
tod. s as
de
Boda water, gioger, ale, limSo, laranja,
cara?o, abaoaxis, granadina, groaaaa
franboiaaa, baanilha, hortela pisnenta eto
etc.
12A=CAES DO CAPIBAMBR 12A



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i|M a
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Islario de P^rnambaco

MARAViLHA CURATIVA
DO CLETE
O. Hiimphrnys de Nova York
A tfe.dade-ra Varavilha do Seo 7
APPKOVADA E LICENCIADA
>eln luspecjo^a Grral do 11 vale .10 a-
laipcito da Rrcail'.
, *ltr> .vllka t'uim.ru rmrdk> i>roniiM
'va nr l'lsadura*. Mp.ch upad uros, Contusoes, T^a
.-, o rt:i'iur.. iCOM. AUlvi.--.aaat
est mc o = i&Stie, CK parar a fi.;!aMma';o. redm
-- tncha^fl >. t-ruo ocoramento, efazi*r&iaf.'i*
. bk .vrruiano.
A >Iur;vil.a t'uraNva alll^loprompMj-;
aru vu<''lllml'jra*. Jv^'al.Iaduraa,
.'u<'lm.". tvwedto.
A ;-.! :ivil!i!, Carattra imjmgVi'i M
'(il:isasl'ri..i.irluii;i:is, t-'jatloNariz, JaGn
'i..-. riuiH.i.s. do Ki tomago, ou ^.- HcmonticJoaoi
tlmum iziiacurasompreo nuuc lalha.
CSfaaraC ".';
t.'. v
A Mnruvlft aU*oKa
. I r*J o pon 1"*9 fteOTCbiCS, il
I .ir Um uas Jimia* uu rVrnas.
A DUtCtbu Cnruliva *orte >-0;.~-
, r. Esquinencia, Arpia, v.nyKdrlaiir;cril>':,5
'xillammadasseinpr? wguru eempre eSBcaz.
A Maravilla rurr-Iiva multe iw
...," -i> i-. rio pan o Cetarrft a 1-oKcorrhoa ou 3
- Bn,...;., ..utros i'orrnentasueblIltai!.
Mnr.- .i pm
. ... ,. ... iga sotlgM. Aio.Jcnias. I'aiia>
B Tuir.orc8
A MnraTllif. C-a-lira frmod!>.pr'^ .
yura Dburbes simples,oda Warrhca <:hronlLa.
A rtl.irmilbn C'orutlva iccHente a.
r.:;r.i. : ..,Ilar!<;R-M.am l'OP/stlurss, !>**-.
Pteadanst EafotedursSooota &% I-aa-ravo. tv
Sspe;iaidade3 do Er. Sumprcr-
Jiiai:-iliu Kupccicat,
,'nirnono :V3n:*a\ibwM
BeffimliON >rp,i:frcoH.
IPBBi2o VdtTiWMrCS
'_' >anva'/!0 Or. Humptu'ey H4p . 'mntcfcj ?-miHk)'isciiwl3i>eoiieratl5,ik<;
36 io si m i >uticaTiO ou
^ ; r'oiU'J Strret. KV.; Vtiik.
NICOS AGENTES
rari vendas esar grosso aa
Pcraambuco
Faria Sobrinho C.
Engenho Gongac,ary
Vfcde-gp o ecenho G^ne c3,y. >'o ra co-
marca de Iar:s.-o\ e oi-tfn'e da oiaade d-
Girada qoalro leeoas, tafra no campo psra i 000 '1*8, tend fxcellen-
tea terrem* de pljo^to"* e capacidJ'e pa^a
f-afrejar 3.000 pes ; movido i vapor e por um
caldeira nova cotj tir^z de 16 cavallos, Doa ra
de viveuds, capella, etc., 8eo>io tods as obrap
ce aivenaria, rom inlhog asseDiadea para c por
to de embarqoe de asnear e para rm pa'tido *,
toos ftos p ra lavradorpp, excelleoe destiU-
o, veo Jen c-se ma agoardenie na porta.
Este enier.ho tornase recommendavcl por te'
rcui'as pedn i-s calcreas, tao roponaotef que
faa tres anoos d-s8 a pndra ratnitaasent- a
quein qseira kbTKd* cal : Uva tambem mu tas
macas qoe foroecem lecbi para o t en fabrico
forno8, etc.
E-ta piopriedade trm deas safrcp, orna dp
oanna^ que podero ser icoidag en vendidas
U-i"a Timt 5. e oo'ra de el ; a tratar na praga
d3 Concordia os. 13 e 15.
Papis de casamentos
Jis F ancisco i-a Cmara Santi?go avisa ar
publico qne eicarrepa s? de preparar com
prompt riao e pr^fo raroavel papis de casa
ment? civil e ecclesia?ti"o, podendo se' ncon
ralo a qoalqncr hora. Da casa de ?ui residen
ra a roa dp S. M'nel n. 75-B, Afncados
C sa Dese-eis de Julho
Fandada rm 1G de Juiio de c s j
ferrara e caldeirarik
Nesta ca9a encontrase x'adeamento. por'Oes
bandeiras, varandas, chimica, crivaccee, boc*
cas de fornalra, lorradore^, pa a'izos, alam
b qops, fprpfmioag, carapogas, pasadfiras
uxis footo chato e holeailo pira refina^ao, r-
1 3 para banbo fe cboq e, bombas, er-n.
melo e f h-'ca.sa 'oda e qcilqu-r ob'a concer
d nte as cl'ina8 de f rreiro, serralbeiro, cal-
t'eireiro e fond^o de bro zp.
En a'reg.-.-e e DMiff *arer trabalhoa frt
em engenhos, usinas etc. para o qne tem pes-
soal haritada.
Casa especialista no fabrico (jm groase) de
innome'ao obras de ferro qce se achara a ven-
da as lojas de feragpns.
Pna Pel:ppe Cam^rao (enliga di Fa'ma
c. 97.)
lose 68.
Felepli/
Cop
>eiro
Precia ne de um copeiro ; ca rea do B.n
Jeeue o. 1i._________________________
Criado
Precisz-se ce um cri.do ; tratase na r.a di
Corjimerclo n. 4i._________________
Atten Precisa-se comprar urna casa que
ienha accommodafes regulares, com
agua e gaz e quintal em boa ra na
Boa Vista. Querh liver, dirija-se
roa Formosa n, 33, que achara ; om
quem tratar.
Tainhas em salmoura
Veode=e do acreditado fabricante S & Silva
narca dooa S. ., viudas ltimamente do Re-
Grande, eai cartelas grsndps ce reqoena notie
racSo ; na toa Pedro A Sonso n. 66, amigad,
Praia.
79
0 REM0RS0 DE M
ANJ0
i
POR
ABOLPHO B'JKNNERYJ
XoX-
(ConJii:u.cf()
r r:
Trata-se, repito-o, de gravissimoa
interesses, que nao poderiam ser tratados
por cartas.
< Em raz&o de circumstancias ex-
cepcionaes, meu promettimento tem, eu
convenho, na turma, alguma cousa de in-
slito.
Queira desculpar-me, esperando as
raesmas explicacoes verbaes.
Aceite os protestos da minba mais
completa consideraco.
Hubet de Maillepr.
P. S.Terei a honra de lhe apresen-
tar um estrangeiro, meu amigo .
Com a leitura desta carta, Germana
presentio logo um perigo imminenta;
mas por um esforz de vontade sobrehu-
mana, ebegou a dissimular sua perturba-
9S0, e seu marido pode attribuir admi-
ja9io que ella senta, como elle, o movi-
mento nervoso que, sob o imperio de um
terror secreto, fez tremer sua mito e des-
figurar seus trajoi.
EMULSAO de SCOT
inla-feira 11 de Janeiro de 1^05
de OLEO PURO *
DE
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
7o agradavel ao paladar como o lette.
Approvada pela Junta Central de Hy-
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brasil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS
RACHITIS, ANEMIA, DB-
BILIDADE EM GERM.,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
orno nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS^E CRIA CARNES.
A venda tas principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWNE, .->--. CHIMICOS. NOVA YORK.
AME DE PARS
m d cisr& l i a
MM
Fazendus Anas, modas, coufeedes e chapeos do
alta noviciado*
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e# camisas finas
bordadas.
Espartilhos de todos o3 tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodao e de seda.
Leques de phantasia, de madrepercla e tartaruga.
Vanado sortimento de guarnices para vestidos.
Fitas, rendas, gales de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cinta para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPr-S e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom gosto escolhido por madame KOBLET
Paris.
putos usan lis
1 A Ra do
Caijug 1 A
A FAY
mu mmm
O proprietario d'este estabelecimento re-
solveu liquidar todas as mercadorias existentes,
com grande aba ti ment dos precos communs-
entre estas mercadorias encontram as Exmas.
familias e o publico, un magnifico sortimento de
objectos para presen;es, perfumaras, mezas e
estantes para adorno desalas, leques, meias de
algodao e lio d' scossia, filas, enxovaes para ba-
ptisado, capellas para noivas, bicos, galoes de
seda e de vidrilh, collarinhos, punhos, peitilhos
e finalmente to ios os artigos tendentes a urna
loja de miudezas.
AFAV
ua Io. de
:^MM(MM3
PJjjjS ttaiUd rcoThpn^ ej tkfljjfgg ;,.-
l -^r^ l-igxp^'sition^cje Ch$l^g^^ ^P
L
* ErTcpfn?arsT''_vetnd'a'nos princpa"es~escriptqrToa
e'-l^as^de rnnj^ezasre'm'od^pJtarma^3A.cA
de Margo 19
Este aceditado estabelecimento continua a liquidar
muitas de suas mercadorias por pelos que admira.
Contendd:
Zepbiros maito largos com listas e qaars p'.ra vch idos e rouca de cresn
jas fszecria de 4'jOrs. por .40 rs. o covsdo prn scsbar.
Chitas americar.na e nansurk finas a 320 o cov-do.
CasioetiB e brim para roupa ;e homem o creanjas a 500 e 600 o covado.
Cocheroiras c>m urna largura, para festidop, a 400 reis o oovadC)
Med-ipoi8o americaco enm 24 jardas a 10$ e 12(J a peja.
Braroa<>e de linbo 4 largura a 30G3 o metro.
Cortes do cam-mr a finas a 8000 iiib
ColaSes tranceaes para c*ma a 15JC00.
Mosquiteiros americanos a 150000.
Merii preto e I so e l&vrxdo muito fino a 10600 o covaio.
Sarja prtt pura roopa de homem a 20500 o uor&do.
Capellas com veo para noiva a J25000.
Espartilhos 4e coi r g a 80000 e lt SOOOuro.
Velludo muso padrSea medernos a c-00 reis o covado.
Cortinados dp crochet par* cama e jucella a 120OOO o par.
Ditos de ci-mbraia para cana e janelia a 100 o par.
Atoalhao bordado para m'Ba a 3000 o metro.
GuarDiySes de crooh-t .ara s< f i o cadeiras a 100000.
Brim branoo de linhi a 28 a vara.
Aventaes para meninas e mogas a 10 e 18500 um.
Setim c r da resa a 10 u covado.
SeticeUs de toda" a* cores a 600 ra, o covado.
3 muitos ourca art'gos que t se vendo.
193RXT.A. X* X3De3XaJK.RtQa59
Telephoue 61
A SAHIR
de iii;
ri
v
EntSo Que pensas tu dis o ? per
guntou Courtenay.
Nada comprehendo.
Este proced ment com effeito ex-
quisito, e o proprio duque tem consuen
cia disso, tanto que pede desculpas.
Suas desculpas nao s5o razoes. Para
que este mysterio ? Que estrangeiro c
este que elle nos qner apresentar?
Pens, accrescentou ella, que sua vi-
sita se prende a algum projecto formula-
do durante a estada de sua lha em nossa
casa... algum casamento em que este-
jam interessados, quem sabe ? Hs nao
nos deverxos prestar s suas combinaedes ;
j demais terem guardado Branca por
tanto tempo.
Decididamente, disse Courtenay, tu
nao podes gostar dertes Maillepr. Mas
quaesquer que sejam as suas intengoes, o
melbor meio de saber o que elles querem,
consentir na entrevista.
Como 1 exclamur Germana, consen-
tiras ?
A carta do duque das mais corte-
zes ; parece-me difficil reoponder-lhe cora
urna negativa.
Alm disso, confesso-o, sou mais cu-
rioso do que tu. Aceitando, demais, nao
nos comprometteroos em consa alguma.
Ficarao com os gastos de sua visita so-
lemne...
Tomava a cousa em tom de brincadeira
sera desconfiar que estava infiingindo i
sua mulber urna horrivel tortura.
O criado apresentou-se de novo :
Esqueci de preven!l-o, senbor, de
que o portador da carta tinha ordam de
levar a respoita, caso o senhor julgasse
conveniente fazel-o logo.
Que tal I exclamou Courtenay, o
duque como Lmz XIV, nSo gosta de es-
perar. Seja .
D-me com qne escrever.
E rapidnmente, no canto da mesa, tra-
9011 este bilhete :
O Sr. e a Sra. Courtenay terSo a
honra de receber amanha, quinta-feira, o
Sr. duque e a Sra. duqueza de Maillepr,
acompanhados de seu amigo.
Aproveitam a ocas'So para apresen
tar-lhes a expressao de sua mais profun-
da consideraco. Ray mundo Courte-
nay .
Est be:n assim, nao achas ? inter-
rojrou elle, assigr.ando o bilhete, que fra
lr-ndo em voz al a, proporco que ia
escrevendo.
Germana contentou-se em manifestar
sua desapprovag.l) com um gesto, e le-
vantou-se da ruesa para se retirar ; por-
que, apezar dos seus hbitos de diesimu-
lagao, sentia-se cada vez inenoj setibora
de si mesma.
Seu marido, porm, a deteve.
Va I disse elle alegremente, este
pretendido mgocio grave nao tem prova-
velmente nenhuma importancia pranos.
Da que serve estarmos a martellar a ca-
bec;a?... Vamos, subamos para vera
nossa Sranca, isso te tirar o aborreci-
mento.
Passarara cora e.Teito urna parto da tar-
de junto da convalescente; mas cousa
alguma pode dissipar a nuvem que cobria
a fronte de Germana.
Courtenay marcara a entrevista para o
da seguinte. O lesenlace estava entSo
prximo e ameagador.
Como snbtrahir-se 'i Como conjurar o
perigo ?
Insistindo por obter de seu marido urna
recusa no pedido do duque de Maillepr,
arriscr-ria a tr. hir suas inquietagces;
'procurando agora furtar-se, acontecera a
niesmrt cousa.
A sorte estava lancada : s bavia um
rueio de sabir victoriosa desta terrivel
ANNUAEIO COMWERCIAL E INDUSTRIA L
FRANCO BRAZILEIRO
Publicado om Pariz.Iascreo gratuita: hoiucm prois-
sOes.I'irma social endereco.
Basta maudar estas inforniacd~es ao agente
CAIXA DO CORREIO 229
Os niiuuncios pagam-se soiuoate depoisile puUlicados, e a
apreseutacao do
Ultimo prazo 25 de Janeiro de 1895
prova : era encarar resoluta e audaciosa-
meate o inimigo.
Tomou, pois, o seu partido, mas nem
por isso deixou de passar a noite em tran-
ses crueis.
No dia seguinte, horaconvencioaada,
um' andan de cor sombra, puxado por
dous cavallos pretos, de arreios guarneci-
dos de prata, parava dianta da casa dos
Courtenay ; desceram tres pessoas : o du-
que, a duqueza e o inspector.
Urna quarta pessoa ficava no fundo da
carruagem, era o padra Bonfant. Tinha-
se combinado que elle s se apresenturia
no momento decisivo e esperara que o
chamassera.
Havia alguns instantes, Courtenay e
era mulber estavam no salao e fcil
adivinhar em que estado de espirito se
acbava esta, embora concentrasse toda
a sua forca de vontade para fazer boa
cara.
Ao ruido da carruagem, ficou lvida e
seu coragao quasi deixou de pulsar ; Ray-
mundo, porm, nao notou a sua emogo :
approximou-se de urna janella, cujas
cortinas levantara, afira de olbar para a
ra.
Sao elles, mnrmurou tranqailla-
mente, voltando a encostar-se ao fogo,
emquanto Germana, com o pretexto de se
garantir do fogo, approximou um ante-
paro do rosto, afim de dissimular a alte-
rncao drt seus tragos.
O Sr. duque e a Sra. duqueza de
Maillepr... annunciou o criado.
Houve urna ti oca de saudacSes cere-
moniosas, seguida de um silencio ger&l.
Courtenay dera alguns passos ao en-
contr doa visitantes, Germana continuou
sentada, sen'indo que soava a hora fatal ,
prestes a desfallecer, mas sempre procu-
rando tornar-se forte.
Ergueu-se a meio e saudou, com um
movmento de cabega, affectando urna in-
dfferenga altiva, mas seu olhar obliquo
encontrn o da duqueza, implacivelmente
fixo sobre ella.
Houve como que um desafio nestes dous
olhares carregados de odio e de colera.
O inspector conservou-sd a principio no
segundo plano.
Sr. R... meu amigo... tenho a
honra de apresental-o, disse o duque,
evitando com cuidado declarar o emprego
e a qualidade de seu poderoso auxiliar.
Ao mesmo tempo este se adiantara para
o meio da sala.
Apenas se acbou diante de Germana
quasi deixou escapar um grito, to grande
foi a sua sorpreza por acbal-a to pouco
mudada pelos annos.
Conteve-se, mas a expressao de sua
physionomia, que o Sr. e a Sra. de Mail-
lepr observavam com anciedade, signifi-
cava claramente.
E' ella mesma !
Confirmou alera disso a sua supposigo
por urna formula conveucionada, cujo
sentido s elles podi&m comprehendor.
Tenho a honra de conhecer a se-
nhora, ha muito tempo, declarou elle.
Talvez se engae, senbor, replicou
seccamente Germana, nao me lerabro de
visto era parte alguma.
Effectivamente, minha senhora,
possivel que n3o me tenha observado;
mas eu, tenho a certeza, vi-a em um in-
cidente que j vai longe.
Que incidente ? interrogou Germana
inquieta.
Urna restituigao que vou fazer-lhe,
lhe avivar a memoria...
Urna restituico ? !
A duqueza que a muito custo se conser-'
vava senhora de si, esteve quasi a deixar I
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A TOSSE E
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DE
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DO
PRtPARAO. POR
LANMAN E KEMP
KIW YOKK
0 BALSAMO MAiS EFFICAZ
PRODUZ CUI*S MWWrVPl E TEM ,
tr:i;v.?ma?o EM UUITCS CASOS DE
PMTH1S.CA INCIDIENTE.
5.j~iNFALLlVEL ~\j\
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porces applica-se ventosas seccas e
jarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Ccsinheiro
Freciss-te de cm bom cceinbdro ; no rn do
PiVaDtu" n. i9.
Opt'ino negocio
Veod-pe ama importsnte redoa(So (Ip asso-
car# edi om des melheres bair.-os to Recife, coa
o movmento mensal de cito a cci rentos da
rie. TrtE-se no armaz>m ce Thcirras Tbimes.
largo da Eacadmba r. '>, com Aotcoio R. da
Cojif.
odista
M">'ia Je-." S n (
P^rtifp 8s suas fregnene, w es'snluii
eftabilecils, rer*'SBi;u a sua residencia 4 ra
di I -pecador n. 4 e rcnu ua a torra coota da
'qioor t-v lr) a-riPH'-. nt a ^ra a'te' .
Instrumentse msicas
>i.o Kartimpdlo oomp'cto
Na loja de Edui.iio Piva & C rna Bario ii
Vict na n. 13.____________________________
Bom eBijheg) de afi
Vende se a importaoio casa grande e oova
toa de pedraeca, ende fancciona o uaico
eaiabelecimcntj que existe m> Colccia Subsana.
Urna grande coebaira, ifalltob*1ro r. mas de-
pendencias, e cm tiiij arbons do. Logar de
grande futuro por eatar junto da Usina Progres-
so ColoDial j fonccionancio. com re.mal da es-
trada de (erro de Jaboa'&o a C loni*.
A casa e sitio esiao alos"ado e reodem....
40r00 rts mensaes,
O motivo da venda rSo desagradar : a traUr
na cHad de Jaboatao cem o propruia*jj J. P.
M.ntessoy.
__________________________________ '^um
Padaria Nogueira
Camicho Novo n. 91
Prvido este estabelecimento de um perito
conf nleiro, lera actualmente a disposicao dos
seus freguzes em especial e do publico em
geral os mats deliciosos proJuctos de confei-
taria-
Ahi os consumidores encontrarlo :
Desde o mais bem feito pao
de lol, folbadas appelito?as
e bolinhos em pequeas fdr
mas, de leinpero e sabor iJel-
cios js at os bolinholos de
difiranles qualidades e for-
mas distinctas, ciystallisados
ou nao, cor natural e colori-
dos, para o servico do cha.
Todos esses productos sao de um tempero
que satisfaz ao paladar mais exigente e ass:ru
se recommendao ao uso das familias em suas
soires eoutras festas intimas iu solemnes-
*A padaria Nogueira er, pois, prcslar um ser
vigo as familias pernambucanas; as quaes pro*
porciona assim artigos mdispensaveis, bem pre-
parados, sempre promptos, e que alera disso,
feitos era casa, nao lhe CtistariaO monos.
Vende-se
Urna caca em bom estado, carreg?nc'o 2 ?00
tijolo8 : qnem pretender deixe caria nenia '.ypo-
grapbia com as inicia esR. M A.
Externato Acadmico
Rna 4o L'abng ti. II, l- andar
As aolas deste e-tafcelecimenio ce eriaesgao
prlrra-ia e secuedaria sesbrirSo no da 15 j
correte.
O" directores
J s Ferrci a Munit.
Jnvcnrio Costa arito.
AM
Precisa-se de una que que*
ra ir com una faniilia para a
cidade de Timbauha para an-
dar com urna crcanca; a tra-
tar na ra do Paysandu' n. If>.
das IO horas da manlii, s I
da tarde.
expiodir em urna apostrophe violenta,
sua alegrie e sua colera : sua alegra por
encontrar sua filha, sua colera por ter de
supportar a presenga da infame ladra;
mas um olhar de seu marido iropoz-lha
silencio.
Em sua sabedoria, o duque havia pre-
visto o caso e pedira por favor a sua
mulher que lhe deixasse' inteiramente a
direcgo da entrevia^ afim de poder, se
fosse possivel, molhop-confundir a impos-
tura e nao comprometter o successo da
experiencia cora manifestacSes anteci-
padas.
Por sua vez, indicando cadeiras aos vi-
sitantes, Courtenay demonstrou por sua
attitude, que esperava urna explicagao.
Senhor, disse o Sr. de Maillepr,
nossa vinda aqui, eu o comprehendo, deve
parecer-lhe um tanto extraordinaria ; mas
quando me tiver ouv'ido, reconhecir. que
ella se justifioa por motivos de umi gra-
vidade excepcional.
Confesso que at agor a sua visita
inteiramente enigmtica para mim, res-
pondeu Courtenay.
Estes motivos, replicou o duqu,
vou expol-os cora rapidez; s expore
factos precisos.
Ha perto de dezoito annos, fomos fa-
ridos por urna grande desgrac, a Sra.
duqueza e eu : nossa filha, nossa uuica
filha desappareceu.. .
Germana, em face do inimigo, arroou-
se de sangue fro. Apezar da tempestade
que rugia nella, ficou impassivel, com as
palpebras baixas, como oue para se reco-
Iher e melhor ouvir.
... Todas as pesquizas, continuou.
o duque, todas as buscas no deram resul-
tado, e, desde esse dia, nossa vida ten
sido apenas um luto continaow..
(Contina.)
fjlh S Smrio% i. Duque da Caxiaa, 42.'




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