Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19755


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Full Text

X.
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AM0 I-X
-T3F^-~4
\
Salsbado 5 de Janeiro
o de 1

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7"
r'
895
XI UERO f

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&000
Por seis mezes adiantados. .151*000
* or una anno adiantado .... 30&000
el m&wmm& be w&m& & fideos
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
La Grange Ratelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16$500
33000
1100
1200
VISO
Aquellos dos nossos assigmnles que
desejarem abonar soas assignaturas do
anuo v'mdoi'.ro, offerecemos um volume
de cada um dos romances abaixo indi-
cados, podendo ler livre escolha.
Scientps de que procuramos o me-
Ihor possivel servir aos nossos bons e
si ceros asignantes, proporcionamos
mais una vez o cnsejo de dar-lhes urna
prova de nossa gratidfto.
Eis a lisia dos livros que offerece-
mos a escolha:
Julio C Machado==Coolos ao Loar.
Gamillo C. Branco.=Estrcllas Pro-
picias.
Gamillo C. Branco.=A l'ilha do
Dr. Negro.
Camino C. Branco.=0 Sanio da
Montanha.
Gamillo C. Branco.=Scenas Con-
temporneas.
S. Power =Poesas.
Casimir Dcla\igne.=Don Juand'Aii-
Iriciie.
Casimir Delavgnc.=Abcl.
Alphonse Karr =Clolilde
Bbliolheca Universal. = Joanna
d'Arc.
Bbliolheca Universal .Iracema.
Octavio Feuittet -Honra do Artista
' Magalhaes Lima. =Pcla Patria e
pela Repblica.
Telegrammas
mW ?ASIICLAS JO SZ Rio de Janeiro, 3 de Janeiro, s io
horas e 25 minutos da noite, pelo Cabo
Submarino.
Nao exacto que estejam comprehen-
didos no indulto de ante-hontem os aspi-
rantes de marinha implicados na revolta
de C de Setembro de 1893.
Rio de Janeiro, .4 de Janeiro, s
7 hcix 1 da noite (recebido na estago s
8 horas e 40 minutos e entregue as 9
horas e 20 minutos).
Foi nomeado o cngen'iciro Constanti-
no Rondelli chefedacommisso de obras
do porto do Recife.
Foram nomeados pira a guarda na-
cional do municipio de.Alaga de Baixo
em Pernambuco :
Coronel commandante superior, Ma-
noel Ignacio da Silva Azevedo :
Tenente-coroncl chele doestado-maior,
Francisco Gomes da Silva.
O governo nao nomear por ora
commissario de emigraco em Portugal
para a Italia ser nomeado o Dr. Pedro
Luiz Soares de Souza.
O governo nao pensa em reformar
fi Uanco da Repblica.
O general Leite de Castro despedio-
sj hojs do Sr. Presidente da Repblica,
a seguir para a Europa no desem-
pj jh 1 di sua commisso.
O.1 operarios das ollicinas do Engc-
nho do Dentro, na Estrada de Ferro Cen-
tral do Brazil, declararam-sc hoje em
grv exigindo augmento de salario-
(iracas aos esforcos do general Jordim
voltaram, porm, ao trabalho, sem maior
no-idade.
A taxa do cambio, mais firme, va-
r*.ou de 10 5/8 a ion/16 d. por i,ooo.
INSTRUGCAO POPULAR
05 SSnBBS DA SCIENCIA
POR
Gastao Tssandier
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
CHRISTOVAO COLOMBOFERXO DE MA
GALIIES DAVID LIVINSGSTONE
GUILHERME BARENTSJOHN PRAK-
KLIXREN' BEI.AOTRE; CALL
MUNGO-PARK DRANTONFRANCIS
GARNIKRJAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'ENTRECAS-
TEAUXTHOMAS BURKE.
(Continuaroj
Ha uma tradifo que nos diz que Colorabo
recolhera indicios mnis ou menos vagos sobre o
Novo-Mundo, mas que assevera que Ihe fra
dada a carta nutica que o guiou no seu desco-
brimento, tradigo que por ennsequencia da a
outro navegador a pnoridade da descoberta. A
tradigo a que nos referimos a segrate : um
navio, acossado por urna tempestade que o ai
rernessa-a oslas mais tarde descebarlas po
Colombo, abordou Madeira, onde ao tempo
este resida. Colomb > receben em sua casa a
inpolagfio do navio, composta ae quatro ou cin-
co homens, alquebradissimo da lucta com a
ti'mpi'Stade, e quas moribundo?, o piloto sen-
tindo a mora approxiraar se, c querondo re-
compensar quem o acolitara com tanto carinho,
dru llie as cartas as (uaes tura nponlndo as
trras desconhecidas e Iol.os os pormenores da
sua iag>m.
Este fado !oi muito disentido e acabou por
ser lanzado conla 'as fbulas inventadas para
diminuir a gloria de Colombo : mas certo que
ja d'elle se nconlra noticia nos escriptos Uos
seu* contemporneo*. Kssa Iradigo ji era po-
pular n.> tempo de Oviedo, isto no lempo do
proprio Colombo.
Alera d'isso, um outro contemporneo e imio
de Colombo, possuidor dos documentos d'este.
Las Casas, affirma que o celebre navegador re-
cebera de pilotos portugueses indicios sobie
aquellas descubiertas, os quaes o eslimilaram
anda mais no emprchendiraenlo dasuaviagem
(l) frcqnenles nuevas se tenan cada
da de los descubrimientos quu de nuev ae ia-
cian y esto parece aver sido el modo y occa-
Bion de la venida de Cristbal Colon Espaa
y el primer principio que tuvo descnbrimento
de este grande orb'i
Vid (jallo, P. '.olorabo, (jomara, etc.
(1) Foi nesta ilha que resida poralgans lem-
pos o grandd jhrisiovo Colimbo. genove.
Aqui eontraha mninmmio com I) P ilippa
tilha do mencionado liarlbolomeu Preslrello
pnmeiro donatario, e herdeiro 'io seu mesmo
sogro, os manuscriptos deste e de oulros nave-
gantes pnrtugue/.s, dellea o referido Colombo
urou os principios para a grande descoberta do
novo mundo com a qual iaiinorlalisou o seu
nome. .
Annaes da il!ia do Porto Santo. MSS. d'Aze-
vedo.
(Contina).
0ARTE OFFICIAL
ACTOS DO PODER KXKCUTIVO
DECRETO N. I926DE 2J DE DEZEMBRO
DE I894
O presidente da Repblica dos Estados Uni-
dos do Brazil.
Considerando que urge reabrir a Escola
Naval
Resolve revogar o d ?creto de 13 de Dezem-
bro do ar.no passado, na parle que determina
lirarem suspensas as fuseges da mesma es-
co'a.
O almirante Eliziario Jos Barbosa, ministro
de Estado dos negocios da marinha, assim o
faca executar.
Capital Federal, de Dezcmbro de 189i, 6.
da Repblica.
Prudente J. de Moraes Barros.
Eliziario Jos Barbosa.
Ministerio ilu Fazenda
Foram expedidos os seguidles avisos :
Em 24 de ezembro :
Koram hoje publicadas as (eis ns. ifio e 266
que orean a receila e fizam a despeza para o
exercicio de t95.
No empenho de cumprir a promessa de fisca
lisar o mais que fr possivel a arrecadagao da
renda e o lea enjprego, a sim como no de re-
duzir os encargos pblicos arim de operar por
meio da mais rigarOM economa o equilibrio
da receita com a despeza, tem o governo pelo
orgao de seus agentes superiores encaminiiado
um serie de providencias tendentes a diminuir
toa* responsabilidades no exterior e a suprimir
*ericos que podem ser dispensados no paiz,
sem prejuizo do seu desenvolvimiento, e a fazer
ob-iervar as disposiges orgamenlarias com a
mais rijioroa exactidao.
As lieparligOes de Fazenda podem auxiliar
muito eficazmente os intuitos do governo, sug
gerindo-lbe providencias que teniiam por iu a
reducco da despeza e o crercimento da runda
na circurascripgao em que funecionam, como
relarem cora solicitude e severidade no cuin-
primento da le orgamentana, de modo que
nao sejam por forma alguma excedidos os ere-
ditos votados.
As leis de fazenda consagren) preceitos que
nto devem absolutamente ser esquecidos pelos
auxiliares da adminislrago incumbidos de ex-
ecuial-as.
E' com a sincera execugao do ornamento que
o poder publico *e fortalece e prestigia, inspi-
rando contianga ao paiz e fi^aado o seu cr-
dito,
Nao devem as repartirles subordinadas a este
ministerio, como nao podem os ordenadores de
despeza de qualquer nalureza perder de vista
que i podem ser pagas despjzas previstas na
le do orgamento dentro das (oreas do< crditos
concedidos, que sao prohibidos os transportes
de verbas, ass'iin como que nao licito imputar
a qualquer verba do ornamento despeza que
nella nao esteja comprehen iida, segundo as
tabellas explicativas da proposla do governo e
alterages nella fe tas pelo i'o I t Legislativo.
Da exacta observancia destes preceilos ex-
parsos na legislaco de fazenda e lembrados
em ordens reiteradas deste ministerio, c.hegar-
se-ha verdade do ornamento, maior anhelo da
administraco.
A le que oiga a recita para o exercicio pr-
ximo d ao governo no arl. 3." a faculdade ex
traordinaria de reduzir as despezas votadas
para os diversos ministerios, como julgar con-
venanle, coa poderes para supprimir servidos
que a seu juizo poderem ser dispensados, des-
pedindo o respectivo pessoal.
Tao ampia autorisaco explica por si s o
elevado empenho do Poder Legislativo em di-
minuir os encargos pblicos, que eslo recla-
mando do coulrihuiiile tao pesado volume de
impostos.
Chamando a aliengo dos cliefes das repart
CJ5--9 desle ministerio para essa automacio, de-
pois de recommendar com o mais vivo interesse
a observancia rigorosa das leis que acabara de
ser publicadas, espero de sua solicitude pelo
servigo publico, que, com a maior brevidade,
me habililem CODj as informages necessarias
quanlo :
Aos encargos e servigos da Uniao que, na
zona do vosso conhecimento podem ser suppri-
midos sem desvanlagetn para a adrainistrago e
bera geral;
Aos empregos e commissOas que podem ser
dispensados e as providencias que devem ser
tomadas para o tira de ser activada mais efficaz-
mente a arrecad^gao da renda.Francisco de
Paula Rodrijues Alves.
Era 24, Circular:
Declaro aos Srs. chefes das repartges su
bordiuadas a este ministerio qu;, emquanto nao
for feita a distribuigao de crditos dos ministerios
das Relages Exteriores, Marinha, Guerra, Jus-
tiga e Negocios Interiores, Industria, Viago e
Obras Publicas, para o exercicio de 1893, con-
tinua a vigorar a distribuigao aulorisada para
o exercigio de 189., ailendidas, porm,
ragesfeitas pelos ditos minislerios e
hendidos os augmentos de vencime
lados por le.Francisco de Pauta
Alves.
gues
Em 27 :
Determino aos Srs. chefes de repartiges
i subordinadas a esto Ministerio que providencien)
para qu-', no prazo de 60 das, coota los da da
la era que tiverem conheciment) dasta ordem
pelo Diario O.'Iicial, se apre entera noThesou-
ro Federal os erapregados ltimamente nomea
S Paulo e Juiz de Fra e que anteriormente
everciam empregos em outras repartieses, de
Fazenda, aos quaes pela circular n. 't del i
de Agosto ultimo mandou-se dar exercicio as
reparlgOes dos Estados onde se achacara ; np
se corprehende.ido, porra, nesta derramar)
os que esto addidos Alfandega da Capital
Federal, T-esouro e Delegacias Fiscues de S.
Paulo e Minas U-^raes. -Aos addidos empreg-i-
dos icam os referidos chefes autonsados a
abonar passagem at esta capital.
Determino aos Sr cn.eles das reparticoea
subordinadas a este Ministerio que aos nipie
gados iionieados para as alf-.ndegas de S. Pau
lo e Juiz de Fora. que antes dessa nomeagao
perienciam ao quidro dos amoragados de Pa-
leadas, e aos quaes pela circular n. 33, de 14
de Agos'o ultim mandn se dar exe;cicio na.s
repartiges era quj servan, snspeniara, a par
lir de 1 de Janeiro vindouro. o pagamento dos
veacimentos marcados provisoriamente na ta-
bellas annexas ao decreto n. .7-i deSdeJu
llu desle anno, abonando Ihes os seus lagares
anteriores.
Recomiendo aos Srs. cicles das reparli-
g s SHDor imadas a este Ministerio qu: ao te
rea conhecimento desta ordera pela sua puhli
cacao no Diario Oficial, fagam Cessr o exer-
cicio era que se acham os empregados nomeados
para as alfandegas de tj. Paulo e Juiz de Fra
que anteriormente a essas QomeagOes nao per-
teiiciam ao quadro dos empregados de Fazenda,
suspeudendo conseguinlemente aos mesinos o
abono de vencimenlos que actualmente perce
bem, ale ulterior deliberagao deste Ministerio.
-- Em 8, circular:
R.'commendo-vos providenciis para que
seja remeilido, com toda urgencia, secreta-
ria de Estado dea'e ministerio, o orgamonto da
despe/.a com a reparligo a vosso cargo, liara o
exercelede 896, atira de incluir na proposla
da orgamenlo geral da Repblica, que tem de
ser presentado aoCoogresso Nacioual ua sua
prxima reunio. t
Exigindo, porto, as actuaos circurastancias
linanceiras do paii a mais severa economa na
appheaco das rendas publicas, conven) que na
organisjgo do mesmo orgamenlo objerveis a
mxima parcimonia nes respeclivas despezas,
dotando as diversas consignagOescom as quan-
lias stri< lamente indisuensaveis ao iieseinpeiiho
do servigo.
Saude e fraternidade Gongalves Ferr ra
la torio ds Justina e Interior
Foi expedida aos Governadores dos Estados
a seguime circular:
ikiraraunico-vos que opportun^menle, na
forma do decreto legislativo n. 26, de 3 do
corrente, sero restituidos a esse Esta lo os
seus sentenciados presos em Fern nido de No-
ronha.aude e fraternidade. Gongalves
Ferreira.
Foi expedido em data de 27 de Dezerabro
seguinte aviso :
Sr. Ministro de Estado das ReJagas Exte-
riores. Accuso recebidos os avisos u,.85-tle43
de Uutubro e n."03 de NJvembro uftiinos, fio
rimeiro dos quaes o vosso antecessor, re fe
rindo-se ao aviso que por esta reparligo li.e
fra expedido era n daquelle inez de Outubro,
lembrou qm em n de Malo de ib8i,o Ministe-
rio dos Negocios da Jusuga concordara cora o
das Relages Exteriores, era relagao a cartas
rogatorias civeis, quanlo ao facto de fleaf sup
prida a falla de legasagao consular pela re
messa de taes documentos, por va diplomtica
com o visto dessa Sjcreiaria de Estado.
ContirmanJo o expendido pelo meu anteces-
sor era ti de Uutubro, julgo ndispensavel a
legasagao consular, pois que, instituida so-
lemnemeate pelo aviso de t de Outubro de
1847 sem dislincco de paizes, foi expressa-
inenle generalisada a todas as nages, nelo avi-
so de ti deNovcrabro de 1865, al.n : que a
circular de 5 de ezembro de 1892, impondo a
referida foriualidade para as aliudioas cartas
que daqui vo para o estrangeiro, tornou a exi-
givel como dever de reciproCiaade, as que
vera para Urem cuinprimeuto no Bra.il, e nes
te sentido lem-se manifestado a pralica em
harmona com as decises do Uoveruo.
Entretanto, occorrendo ponderosas razes de
alta equidade em casos especiaes, nao est o
Goveruo inhibido de dispensar, como excei>gao
de bem merecido favor, a con.ligio da aullien
ticidade pelos cnsules, e foi naturalmente esta
hypolhese que deu lugar ao aviso a que alludio
esse nnuisieiio, de 5 de Maio de i88i.
Nestas circurastancias, se por qualquer mo-
tivo acontecer rapossibilidade de ser preen-
chida a mencionada coudigao, con vira qui o
facto conste de declaragao dessa Secretaria de
Estado, as Carlas rogatorias viudas por va di-
plomtica.
Quanlo remessa de autos jodlciao) a part
calares residentes no Brazil, certo que o (jo
veroo nao latervinba, principalmente depois
quj deixou de ter ingerencia mesmo as sen-
tengas eslrangeiras, por desnecessario o exe-
quatur. Actualmente, porm, em vista das ni
novages do arl. t % i." da le n. 221 de 20 de
Noverabro ultimo, nio duvido acceder ao dse
jo da legago da Austria Hungra, relativo
uiterveiigo das autoridades administrativas ou
polciaesda Repblica, na entrega dos alludi-
dos autos aos destinatarios, quando nos res-
pectivos lugares a legagao uo dispuzer de
agentes consulares do seu paiz. Saude e fra-
ternidade. Gongalves Feri eir.
----------------.-------------_
Ministerio A.x Industria e Vi:;t!>
Foi exonerado do cargo de secretario Ua
Estrada de berro Central de Pernalubuco, Jos
Auionin, e nomeado, de conformidade com a
proposta do respectivo director, Antonio Gon
galves Ferreira Jnior, empregado da referida
Estrada.
Foi dispensado Antonio G acindp de
Gusmilo Lobo do cargo de agriraensof pralico
da Delegada de Trras e Colonisagao,'. no Es-
tado de Pernambuco.
Em 28 de ezembro foi hontera expedida
a|seguinte circular aos diver-os Ministerios :fla
Estaoelecendo o arl. 102 do regularaenio
da Repartiyao Geral dos Telegraphos, appro-
vado pelo decreto n. 1,663, de 3d de Janeiro
lo crreme auno, que nenhum funccionario fe-
deral deve expeair, como odiciaes, telegram-
mas que tratera de assumptos alheios s suas
atlribuiges legaes, e nao tendo sido rigorosa-
mente oDservada essa prescnpgo por paite de
al^uns funecionarios uuonsad s a fazer uso
ofticial do telegrapho, vnnho le;nbrar-vos a
conveniencia de serem expedidas por esse M
nisteno ordens terminantes no sentido da ob
servancia da referida disposigo.
Francisco Paulo Mello Figueiredo e ou-
tros funccioaari03 da Reparligo dos Telegra-
phos que liveram boaras de oiliciaes do exerci
lo, pediram ao Sr. Ministro da Viago que pela
Cooperativa Militar les fo3sera fornecidos os
respectivos l'ardamentos, mediante pagamento
era prestages, e tiverara indeferimento
Foi dispensado Adolpho Felippa Barbas i
de Oliveira do cargo de escripturario da In
spectoria Geral de Estradas de Ferro e nomea
do para o referido lugar Jos Marlins de Oli-
veira
Ministerio das ilelacoest Exte-
riores
Foi promovido a enviado extraordinario e
ministro plenipotenciario de ca se na iioli-
via, o i* secretario da legago em Berliiu, ha-
chare! Henrique de Miranda.
Foram removidos :
Para Vlenna, o enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario da i* classe, no Per,
bacliarel Pedro candido Alfonso de Carva-
llio.
Para o Per, o enviado extraordinario e mi-
nistro pleaipotenciario de 2* classe na Bolivia.
bacoarel Brazilio Iiibir da Cunta.
Declarou-se sera effeito a nomeagao do ba-
charel Guido de Souza para o cargo de 2 secre-
tario da legago em Venezuela.
Foram removidos os I" secretarios: Jofio
Marques de ("arvilho, de Montevideo para Bu:-
nos Ayres; Graccho de-S Valle, de Bueuos
Ayres para o Chile e Angosto Cockrane de
Atenear, do Chile para Montevideo.
Foram nomeaaos:
O Io secretaria era dup mibilida le .fos Cor.
de:ro do Reg Barro.-, para exercer o seu car-
go junto Santa >: Osear Teff' von HoonhoUz,
pura o cargo de u secretario da legago era Ca-
racas.
Foram enviados :
Para a legago em Berlim. o I* secretario da
de Santa S, bacoarel Luiz Rodrigues de Lore-
na Ferreira.
Para a legaefto era Londres o V secretario da
de S. Petersbrgo, Luiz Ferreira de Abroo.
O ministro de Estado das Relages Exte-
riores, em nomo do presidente da Repblica :
Atiendendo a conveniencia do servigo publi-
co e firmado no art- t* do decreto n. 802, de
28 de Abril de i89i, determina que sigam para
os seus destinos, al o da 5 de Janeiro prxi-
mo futuro, os seguidles senhores que se achara
nesta capital :
Prnneiros secretarios hachareis Graccho de
S Valle e JoseCordeiro do Reg Barros.
Segundos secretarios hachareis Bento Korges
da Fonseca Fillio, Carlos Magalhes de Azere-
do, Frederico Belizario Siaresde Souza, Luiz
Ferreira de Abreu e Alfredo de Barros He-
rvir.
Cnsules geraes de 1* classe Manoel da Silva
Poutes e Antonio Fontoura Xavier.
Cnsul geral de 2' classe Ernesto Machado
Freir Pereira da Silva.
Capital-Federal, 28 de Dezembro de 189i.
Carlos de Cirvalh i.
officio desta data ao Sr. Dr. secretario da la
zenda
Jeronymo Jucundo da Silveira Mendonga, em
pregado" aposentado da exmela secretarii do
govern >, pedio io seis mezes de prorog igo
para exhibir prova de servigo prestado fra do
Estado afim de ser computado na sua aposenta-
doria.Deferido com officio de boje ao Sr. Dr.
secretario da fazenda
rsula Cezelioa de Andrade Lima.Entre-
gese mediante recibo.
O porleiro,
E. C. Cinlra.
Questura Pulicial
Secgo 2.*N. 3.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 4 de
Janeiro de 1895.
Ao Sr. corouel Dr. Julio de Mello Filho, M. D.
Secretario de Estado dos Negocios da Jusliga e
Negocios Interiores.
Participo-vos que foram hontera recolhidos
Casa de Detengo os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Sanio Antonio, Chrispim Manoel Sevenno, para
averiguagi'S policiaes ; e Henrique Alexandre
de Jess, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do i. dtstricto da
Boa-Vista, Antonia de tal, alienada, cora desti-
no ao asyio da Taimrineira.
Coramunicou-iui! o dalegano do municipio
de Goyanna. que DO dia 28 do raez lindo effec-
tu.u a captara do reo Manoel Fernandes de
Araujo. que esl pronunciado por naver no dia
15 de Mugo de 1885. a mandado de Antonio de
Araujo Aluquerque, con >ecido por Tota, espan-
cado brbaramente a Joaquira Antonio da Silva.
Sade e fraternidade.
O (jueslor interino,
Jos di Cunlu Liberato de Mallos.
Ministerio da Guerra
Foram nomeados : .
Director do Laboratorio de Microscopa Cl-
nica e Bacteriologa para o servigo sanitario do
exercito o tenente-coronel medico de 2" classe
Dr. Francisco de Paula Oliveira Guimaraes.
Auxiliar techmco do mesmo laboratorio o
major medico de 3' classe Dr. Ismael da Ro-
cha
Ao Sr. d rector da Cootadoria G ;ral da Guer-
ra foi dirigido pelo Ministerio da Guerra o se-
guinte aviso:
Deaccordo com o qm propondes em officio
ue 22 do corrente, declaro-vos que para a execu
gao da.ru n.." de >5 deste mez, na parte re-
lativa etapa para os otHciaes do exercito, de-
ver ser observado o segrate :
Ser calculada semestralmenie pelo valor das
das Dragas de prot n\ Capital Federal e nos
Estados, para vigorar em suas diversas guarni-
ges. A lteselo no pagamento da etapa de
urna guarnigpara ouira comecar da dala da
apreseniago do ofticial respectiva autonda-
de militar
Est revogado o g 2o do art. 14 das instruc
ges de t de Novembro de 890, conceiendo
mais da metade ou dobro da etapa nos Estados
do Amazonas, Para e Ilatto-Grosso. visto ser
csia vantagem calculada presenleraenle segua
do as condiges do mercado de cada Estado.
Oulrosim, vos declaro, com relagao ao paga-
mento do sold, qne os oiliciaes refonn dos e
, honorario* do exercito devero receber quando
erapregados em servigos que compelirein aos
officiaes etfectivos e da tabella n 1 da lei n
1 247 ac raa citada. Fra deste caso ser abona
da aos primeiros o sold de suas reformas e
109 segundos a da tabella de .890, excepgo
feita dos reformados compulsoriamente que te
rao sempre o sold de sua reforma. Qu.nto
etapa, ser para uns e outros a da lei n. 2.7 .
RECEIJEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do iia 3 de Janeiro de 189.',
Angosto Labille, Clotildes Pinheiro Neves e
outro.-Informe a 1* secgo.
Sociedade Retinara e Distilago Pernambu
cana.A' .* secgo para os devides tins.
Cavalcanlc &. C, J. Almeida & C, A. O. Ac-
ciolv Ramos, Flix Bin teira, Deodalo da Silva,
Jos Joaquim Das Ferreira e Rosendo Aze-
zedo.
Pelo porteiro,
Joaquim Ignacio Goncilves Lima.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DE 4 DE JANEIRO DE
J895.
Marcolina Paschoa dos Santos Bastos.Defe-
rido quanto ao 2." semestre do anno prximo
lindo
Maria Thereza Romero. Junte o requeri-
raento, ou faga nova petigo provando o que
allega sem o que nada ha que deferir.
Maria Augusta Pereira Magalhaes.-Certifi-
que se.
Francisco Soares de Farias, Coronel Joo
Paulo Carneiro de Souza Banleira, Amalia A.
da iJosia, Joaquim Liurian i Ribu'ro, Dr. Cons-
tancio dos Santos Pontual e Olindina Litis do
Reco. Averbe se
Manoel Nunes Xavier.-Deferido deaccordo
cora a nformago da Contadoria.
Lopoldino Ainenco Monte LunaConcede-se
pagahdo os respectiva impostos.
Maria do Rosario Pagos os impostos faga-se
a transferencia.
Leonardo Francisco de Sjuza. -Deferido de
accordo com as informig:s..
Jos Ignacio de Sjuza =Em vista da nfor-
mago do engenheiro municipal concede-se ob-
servando o peticionario o alinhamento da es
trada.
D. Anna de Souza Lima.Era vista da nfor-
mago da secretaria nao pode ser teita a aver
bago como a requereram
ervrado de porteiro,
Innocencia C Uaia.
ministerio da Harinlia
O Sr. ministro da manaba exped Conta-
dura o seguinte aviso:
Declaro-vos para os devidos effeitos, que de-
I ve cessar o abono de gratiticages especiaes de
: campanha, a contar do dia 15 do corrente me,
'devendo se de enlo por dante abonarse aos
oiliciaes e pragas da armada o sold de que
traa a lei n. 2i7 daquella data e as gratitica-
ges da anliga tabella, sendo que a diff.-renga
entre estas gratiticages e a graliticago au-
gmentada da etapa estabelecida por aquella lei,
ser indemnisa la logo que estivere/n organisa-
das as novas tabellas indepenleutemeiite de
! noua ordem-
-?
Cioverno do Estado de re. nana-
buco
SECRETARIA DOS NEGOCIOS DA INDUS-
TRIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Despechos do dia 3 de Janeiro de 1895
Augusto Souto Maior, propneiario do predio
ra do Dr. Fetosa n. 21 pediodO para que seja
retirado do I* andar um dos apparelhos da Cora-
panhia Dravuige-Informe o Dr. inspector da
Hygieue.
I Duarte Anionio de Miranda, pedindo p ra que
se Ihe d baixa de dous apparelhos da Compa-
; nia Recife Draynage, existentes no quadro l a
1 ra da Conceigo u. 24. -Indeferido, vista da
inlormago.
Sociedade Monte Po Popular Pernambucano,
pedindo elimiuago de dousapparelDos da Cora
! panhia Recife Draxnage existentes no predio
[n. 26 da ra de Dr. Tobias Brrelo. -Informe o
Dr. inspector de Hygiene.
I O porleiro,
Archias Mafia
SECRETARIA DA JUSTI;A, NEGOCIOS IN-
TERIORES e Instrucco Publica
do Estado d* Pernambuco.
Despachos do da 3deJaneiio de 1895
Cezario Peixoto Catuaba, sentenciado, pedin-
do pe do.Iodefisrido-
Joo Henrique da Silva, sentenciado, pedindo
perdo.-Volie ao Dr. juiz de direito do muni-
cipio de Agua Preta, para satisla/.er a exigencia
constante do officio aouexo do Dr. procurador
geral do Estado.
Jcsc Bezerra de Oliveira, sentenciado, pedin-
do perdo. -Volle ao Dr. juiz de direito do mu-
nicipio de Agua Prea. para salisfazer a exigen
ca constante do officio annexo do Dr. procura-
dor geral do Estado-
Manoel Bernardo Severi?no, sentenciado, pe-
dindo perdo. Indeferido.
Bacharel Sebaslio Ildefonso do Reg Barro.',
juiz de direito do municipio de Buique.ped.ndo
justidagao de fallas.-Deferido nos termos do
o/
Sesso em-lde Dezembro de 1894
Aoerta a sesso Iida e approvada a acu da
aaterur passou-ie a ordem ao dia.
ORCAMENTO DA VIACAO
Depois de algamas oose-vages do Sr. Nilo
Ptcauoa occopa a inoooa
O r. C*elhu cintra:Sr. presidente
veano a iriDo"a flesempennar-me de om com
promisso lomado com os liust es amibos qua
coosiimem a repreaeotagao aas Alagoaa nesta
casa, como oiliksj este tan o mais penoso para
mim quaoto ienn>de eof-eaiar coa o illusire
depotado que eneelou deoaie oesia qiejto,
sosteniendo o acio qae den uovj ajaiai-tr.-gao
,os rauiaea e proioa ,-o Sul de Peroamooco
Por esse acto passaram a ser subordina tas
denominada None-Alagois, o ramal de ligagio
da Miagas de Glyjerio a da U-iio, da AlagOdS
Haiiwiy Company, e todos os outros qoe e fu-
turo fos em coosiroidoi no Estado de Pernati.-
ouco, com man festo prejuiio das convenien-
cias 'adminisiraiifase desp eu das dispjjiges
le.aes.
Antes, porm, d de'empinnir-me deste cjm
promiSJj, permit a Cmara que me dirija
nonrada Commissjde 0-(;imen(o e me felici-
te fehcltanao-a, por ver qoe. tomando em con-
sideraco o estado pooco llsonue'ro das asma
Unancis, 'eselviu ent-ar resoiatameote na sen-
da das economas, cortando despesas inleira-
raente Improdocuvas. e adiaudo oottai que po-
dem esperar melnores lempos.
A cooiiits-), Sr. prestdeate, por sen honra-
do raUtM digaa dos maiorts encomios por
esse seo proceditneato patritico de eo.'reatar
resolutamente o problema das economas, em
urna quadra de t-ndencia9 exlreais para o fa-
voriii-mo. (Apoiados.)
A co-imieso asslm proc^deado. Sr. prest
dme, veio mostrar a repre3entag3 nacional
que ella tem bastante pat-iotisms para po-
ra exeengo a norma qoe a ei tragn, ao ence-
lar os seus tMbaltios de qo para oem enm-
pnr o seu dever na coofecgo dos o-g.meotns,
gaiar-se-bia pelos ditam^s de sua couscunaia,
dcixaodo em casa o corago
E' verdade, Sr. presidente, que. quando se
descro o orcamanlo dj interior me dirig aos
mostrea amigos qae coortitoem a Coajmissao
de Orgamenlo e Bi-lhes sentir signos reparos
teodeniei a mostrar qoe baviam dormado, e
se deixado do^iioar em om ponto pelo senti-
mentalismo reinante e feiio ceras concesses,
coa as qoaee nj me conf irmava.
Bairetaoto hoje. Sr. presidente, me felicito
p.ir vir desta tribuna reoder o prelio das mi-
nbis himen.gens aoi dlstioctos cavalbeiroa
qu coasutuem a primdra cosmistao do cao-
gre33j NiC.ons', oorqu aqaea que entra e
^ui os loieressos man v.taes i.a Jagao, que se
tillan as altribuiges do Poder legislativo.
Eatre os membros da Commiosao de Orga-
meuto um dos que mais se tem dis-ingoido pelo
u aoeudradi) pa'noii'fflj sea daila o 11*
iotre relat r da recetta, que foi demasiada-
'uente solicito em pro:uraros meios de ac*
dir aos pesad*! eocargos do orcanentj e bar-
monisar as despesas sempe cres:e tes danos-
sa admioi8iraga, com os recursos ae que po-
demos dispor.- -
Sr. presidente, dito isto em relagao ao hon-
r do relator do projacta da receita, tao distrae
t > por seus merecimento8 e to competeote pe-
los seus estudos, que, a despeno de certjs rea
cemimeotoi, alias muito josi g, e qoe deolo-
ro terem-se dado, deo salienta* quj esta Ca-
mbra, po: orna maGifestagao solemne, protes-
tan o seu reconb>-ci(DeGto aos patrio.ios se:-
v g is qoe prestou S. Exe. ao pas no exercicio
de soas fooigdes. (potados.)
Sr. presidente, si asim me pranunc'o em
relagao ao nobre delatado pe? Para qae (lo
dignamente se desempenbou do bon'oso en'
cargo que Ihe foi condado, nao posso deizar
Je tributar as mesmas referencias ao honrado
cnefe da baacada baniana, relator da Commis-
so de remenlo, ua parte atttnsnie a ttaflt
porqne & .Etc., leadj em vista exclusivamente
o niereste p blico, resisti a certas .-.Oioida-
des amistosas com manos dos ceas collegas,
para bem caraprir o sea d ve-.
Sr. presideaie, entre as diversas secgos do
que in compoe a administra.> publica, oceupa
sem duvida o primeiro lagar aquella que coa-
teode cj n todos os elemeutos de piosperid*.
e do paiz, aquella que contente com os serv
gos atinentes ao Uinisterio de Viago compre'
nende V. Exc. que a este ministerio se acham
presos todos os nteresses lodispeosaveis ao
>esn?olvimeoto e ao progreBso paiz. Moilo8 devem ter sido os embaragas com
que o iilosire relator leve de se encooirar para
poder Dea comprls e seu dever
S. Exc. orgacisou om trabalbo, que apre-
enton contideraga da C.mara, .jue lornoa o
digno de admirag&o e reraeito, qje taatas ve-
zes Ihe tem silo man estado-, e anda mais da
gratidSo daqnelles qoe amer-m os nteresses
aa patria as pequeas quesids de nteresses
o.'.ies. (Aponaos.)
S. Exc. pas ando em revista todos os ser-
"gos a cargo do Mioisterio aa .ricoliora e
Viifio [rocoroo reduzir as despozas ao mini-
uo que era possivel.
Pci assim que. eafreotaido com as divarsas
reuartiges dependentes oaqoeile ministerio,
repi-t.^Oes meramenie de commis-io. S. Exe.
?io davidoa corlar todos as despezas iaaprofl-
cuas ou adiaveis. procurando o meio h.rtno-
'iico de dar ootra .recc) aos s^'vigos admi-
nistrativo; dasemloadss < qc, sera o centro
antooomico e commum, jamis pQoeriam com-
pensar -:S despezas que acarrelam Ha um
aparte.)
Ais.m como eu renlo bomenagem a fio di-*>
tBCtocavaloeiro. outros ha que, tal vez por ma
ortentago pilme, o teem censurado per actos
que ee lomam dignos oo* encomios desta C'
mar, como oem disse o nobre collega em apar*
le. (Apoiados.)
O mostr redactor da commssao, enfr otan Jo
com o magno problema sobre a coloaisago, foi
fetidsimo, suppritaindo verbas qoe nao ttem a
menor suuiriMgl>; e se esse teto de S. Ezc.
f jase passivel de censura, seria talvez por nio
ter cortado todo qaaoto era possivel uessa cao*
da immeosa espaibada pelos Estados e que coa-
tt'.-ne o desorgaoisado ervigo de medigOes.
Eu todo cato S. Ezc. cousegaio faie* na Ter'
ba Colonisagao immigrac)sem d sorgaoi
sor a menor parcella da adninislrag), <6.*ts
cjasidera/eis qu-, junt a ou ros fe.os em va-
nas verbas, cooseguio eleva' a etouoibU reali-
zida importante somma de (9 OOOrO'OJOO.
eu om orgamenlo pedido de IzO.OUUtOOlMOOC
prximamente.
Estas verbas, Sr. presidente, o honrado rela-
tor da commisso, levado pelo seu zelo. qae son
o primeiro a loovar de.-ta tribuaa, querendo al'
guma coasa conseguir e veado talvez que en*
freutava com graodes nteresses. melindrados.
que seriara fendos oela suppresso de todas
-ssas verba*, que do em resaltado avallada
somma, sem vaotageos rea-s, pro oroa S. Kzc.
o meto termo : fez conciliar os ioierenaes de
nosso depauperado Tbesooro, com as vaotigens,
qne poderiam aufe'ir os differeotea Estados
Assim foi que coas-guio ebegar a realisar,
sem grandes attrictos, a eco omu da somma a
qae veobi de refertr-me.
Para quasi todos os nossos Estados pede
a p oposla do orgamenlo verbas para colora.
sagc.
Estaa verbas que sao do mnimo de 8:0004
at o mazimo de 4Si: mostram bem a sua
inconveniencia, porque, comoreb-rade V. Ezc.
que com 80004, por ezemplo, na se pode co-
gitar ao meaos de nteresses de colonisagao em
qualquer Estado. Outros com 30:0004 00, al-
toas com 66:00040J0. ootros com 18:0.04000
ai 23:0004000, nao poderiam jimais tentar
qualque. coasa a respeito de colonisagao, ou
nesmo de peqaenos uacleos, simples estele-
cimeutos coloaiaes, que se pndessem manter.
Elias verbas indicara apenas a necessi iade de
manter as localidades um funccioaalismo, qae
uao ie u a menor jastiticago.
Cus-. DeoutadoApoiaio.
O Sr. Coelha Cintra O honrado relator da
comm sso de orgamenlo penetrado destes sen-
t oeotos que ihe e > peral are^, e em qoem a
Cmara est acostumsda a ver sempre o desea
volvimeoto do patriot.smo era tod* as manifes*
la.oes do sen espirito esclarecido (mu ios apoia
do.-/, procurou dar o germen para regulansagio
de >ao importante rano da publica adrarais
traga.
Mas, como em algons de'ses Estados n&o era
possive a transigi inmediata, tem eie-or-
ga-i>a.3 do servigo, S. Exc. eatrou em aesor*
do om os represjoiaotes desasa Edades, coa*
8eguio dotar aqnelles para onie afilie maior
crreme de mmigrago com verbas qoe eervis-
sem para auxiliar a admioislragao estadoal
ne-se importantisslmo trabalho.
Em outros, como em S Paulo, onde nao ba
colonsago e para onie afflae em masss a m-
migrago, a commisso ltmnuu-se a manter os
contractos existentes.
A simples enoociagao dos servigos prestados
p?io Inorado relator da comraireo e a aceita-
go una lime do sea padecer pelos oigoos mem
oros da commisso de crgameot>, sao a maior
garanta da coriezta com qoe S. Exc. orocadea
ne te ramo o servigo publico to momento30.
(Aooia os.)
Sr. presideale, se nao foi possivel commis-
so de o-gara-nio cooitmpisr para tedus os Es-
tados as ve-D.;s pedidas p-los meos hnralos
collega ella aao eaqae^eu-se de contemplar os
s-.-vigji qae at ento estavam orgamsados.
(Aooiadog.)
Se pj8sarmo) da colooisagSo, Sr. presidente,
para os servigos de importan.ti mxima, co.mo
os que eotendem com a navegagao e meloora-
mento) de portos notamos aioda que o honrado
relator foi de toma correegao digna em tolo- os
Beo.idos, dos mais elevados elogios. (Apoia-
dos.)
Sr. presidente, qnando nao tinhamos grandes
e esperaculosas repartigOes com om grande
pessoil incumbido do servigo dos portos, tluba*
moa -nossos portos mais ou menos reparados ; e
os servigos importantes qoe neiles se aziam n-
nbam o dse n volv memo compativel com aa
verbas qae Ib-a erara votaJas pelos par.m ra-
tos.
Assix Sr. presidente, que referIndo-rae es-
pecialmente ao mea Blado, ffjoic0-0 m,i







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i IttHE >
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^ T r, v--------rr--------------;
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lliario de I*era
v-'-tar-,
Calillado 5 de Janeiro d 19*95
que o importante porto oo Recite petera ae da a rogaste a le
Ola, o com esiraoliea qoa vejo perdorar o | eai
effe'iios de o contracto feto com orna oerta
companhia pj' oa melhors mentas daqu-lle por-
lc, e que bara josto asm mamai-a companfcu
de pe:oram-bt; ; porquaoto, servico toi cuutracud i cohj seaelbaote enpre
aa, le ido-ce apeuas flaaao o praxo para o hic!o
dos trabaL.oa, e se oavenao, por esqueeimento
naturalmente, iteixado de consignar connig'o
da cadociuade no cas da praiyaaga das oD-as,
esBa empresa, raiciaado as. deixou-as banao-
nadas eo pono de dw ada peiora pet sedi
meotgao dos 1etn loa arrastados pelas agoas e
em fospeiiaao nos Ojdi e renuxos das mares.
Um Sr. Deput-do-Ku j* apreseutei um pro-
iecto par* resc-a dea:>" coalracto.
O Sr. Casino unt-aDiz o bourado depotado
que ]i apreeutou antete para essa resctso ,
mas, se o governo de mea pan, aa em iao boa
hora loi coptUO ai caes dos patrilas qoe ora
dingeLu o* > oos i mc>> n>,r em conside-
ra gao os ioieresaea vitae do grande e heroi.-o
Estado e Pr.nacaooio, eslou Pena Certa qoe
nao levara muito q m oa> 8")a de retad* a cada-
cidade de 6eicelbante contacto ; porqa-! s as
slm poerem:is ter os njelOtramentos iodiane .
saveis jaelie yorw d Brasil, qae uuios e iao
grandes, se-vig^s p ea'.a ao comineado e ao de
envalviineuto da grana? navegagio, e da de
cj-
de 1852 e iodos os acto de: a 'esnes de Pe-oanbnco, e qu acomp.ooaremo* estra a sol de Pernatnbam com seus 200 kilo-
inf, o .
Ajui est este mappa {mulranio; p'r oade se
que a-> estradas corris paraUela nenie, e qae
0 c njanct '1o ana da Rol e do qae ae p 0-
t; a for.ii.am OD !ier(Pll0 Z
Dito uto S presidente, e tend esclareci a
qos as quinto julga7a nees*ario restanv pe-
nr a id^os -mnigos a Granra, decapa do
'e--lhe lamido i tj umpocon esas ranflas
atosp'etroeMean ooserv tssego-a- ft'ilos'.re orneada ai'go.'na que esta-
tor p-onptos a coacorra: ora os nanos voo.
pi a lado qi uro p im lot-ressar o pragresso
lase* Inatenta le s-u e-ta! i; au, nao po-
le os jamis ouucof'e- pa'a o suriflnlo do* 10-
; rsss poluicn i edOOomisoa 10 lorilo Pe--
lanOM. i':i ameaeatfo p-laa diiooiifm *j
:naie nado d.C-e(o de 30 le Ab:l. Aspira
le.aiucj* ooooa votus ^ tunelas HMr*nifU
le meas iMu- t es >. ep3-ajios que a Cmira
r-jeif.aio as -n in'entia a p-opos la de -in;- wn o, vi i ;aa no moides da maiar
1 tica.
T'O'.io "ontioilf. (v)jKo tiem, mailo oem. O
orador eamprianauio pjr al^aas S-s. depu-
ra O).
O S. ClmnwilTOo M n^ V'-gj a palavra.
botaaem n lus reae* serv cua qoe aroiam.
OS-. Tuleutmo de CiralOJAjaelle pjrtc e
infeliz.
u Sr. Coelho Cin'.ra... e dos quaes tu
rnuidJ a ii r.n. (.ne dos recurso que
Inejc ladWpeMM a pumVa.a4inuitra$B-..
O S-. Tdioa'ino ae C.rvlio-Mesmo pu ser
Peroamtiuco pnaeiro porto era que locan io-
dos o* pajaeles U^os da Europa.
O Sr. Cotillo CintraE lamDem parque, como
diz o r.oD-e .lepuuao, sea lo PernaojbuC) o
perlo aa;s oneotii da America do Sal, se Detn
que sej* o oriicei-o onde tora a navegagao da
Eoropa, nao seo duvida o p-imeiro qaaa'.o
aos melaor neatos ae qae Unto neueus.ia.
Apartes conrm? Tem oavido, como poa Jera o mea lllostre ca
estadano, um certo esquecimeoto, oo antes am
descoll, veriadeira aedia por parle desr-a
compaooia de pei-aaieutos para execogao do
?eo coairacic, e oo pouca ne(?ligeiiCia de seus
fisca;-. (Apilados.) __
E'ie:npi do o/a-na da Uaiao, tomindo-.em
eonaMer*cia os -ande* interessea alli compra
mettidos declarar caduco o co itracta e maoa-
cnmpnr a > l-Risiativa que desdo o
aoQo passa-o, coaced-u verbis para dra^azem
e ootros ojelliorameutos inoispensavpis ao por-
to, desde que fosse rescnido essa contracto.
O Sr. Eoa Martius-Ma 6 un perigo para
os coles punlicas o t*o?oroo cbamar para si
e=se seric-> "m -esciso do contracto.
A culpa de qu-m fez o .ooiractu.
O Sr. Coelno Cintra-R^spoodo ao aparte ao
sobre aeputedo, a quem os lagos da a-ais lobe-
ra sj p. m a me l^aui, e a qu.'m tnbato adJJi-
TC^ telo fea betUfimo talento.
Nao se traa de resciso de contracto, on de
ordenar o erraego de traoalbo com o coutra-
cto sub-sisteote, tra.a-se de accnselnar ao aover
no a soaresis. p.ua poderem ler execogan
por admioutragao os irablLos deste melaara-
Bjeoto. ,
O Sr. Eo as UartiosNao neg, mas pre-
ciso evitar o periga que pode resultar.
O Sr. Coe.no Cmrd Qsatquer qae seja a
diffl:uldade que posaa appareeer naexe-ogao de
ouanto det-rti.ioou o C .agresso na seas iodo
anno pascado, sera mullo inferior as diftcnld
des rescltautes do aterro do porto do Recite.
(ApoiaGof).
Os sacrificios que'advirao do mo servigo pres-
tado pela empresa'que tumoo a si as ooras do
pono de Pernamauso, virao reflectir rotorM
rendas (ta Un o, <* aggiavar enormemente o fcs
lado, prejodi-aodo-o em seas crditos e reodas
qner estadoaes quer geraes. Apoiados).
O Sr. Eneas ila.-tins Apezar de tudo Per-
nambuco nao se pode queixar de omissao bo or-
camerjto de laclo, orque os seos s-rvigoa ro-
ram todos ai^odido-, e at para os melboramed-
tos do purt lia urna verba larga.
O Sr. oelbo Cmlra O qoe e*t coosigcaio
ne3ie urganenta pi-a PernaiDDuco encootra-ie
no anea o-nto i2-nie. ra-s essa verba nao fji
pplicia pelas arcatnsiaucias que ba pou:o
expeiii'.
O S-. Er?s Mrtins Nao ccoteslo que o
poriode Pe-namnu-o precifl desse raelbora-
melo, ..s o qa- i ao ratoavel qoe con-i e-
re-se iipiu Irgam ate a nos e parcamente a os-
tras tonto?.
O sr. Coeido Cintra- Sr. presidente, passo
Tespondetider ao mea bo rado amig.', depai-do
por Alagas, coja IulD agao do sea eUlOtlmo
lalesto a Cmara leve o c^siao de ipraiur na
ultima sesso em que S Exc. illasiroa os nos.
sos debates.
Onobre depotado, censurando o o'ccedimen-
'.o da cotnrciSKo, enfreotou a qaestao qoe jalea
va magna, dizend i que nao p da concordar com
a suppreesao dos paragrapbos da tabella do go-
veroo que canleodiaui coa os servigos creado?
pelo decreto de 30 te Abril, dese anua.
Eotrelanto oesta qoestao, pega veoia aos dis-
liot-tos amigos para coctesial-os e dizer aue
qo-.esqaer qoe sejam as expres-es de que eu
pcaea oe?'e debate, traiaado de urna qoesio de
inieresse vital, qoe coniende com a ordem pu-
Dln-a do meo Estado, e que paregam, ma s ou me-
ros speras...
O S-. Ciementioa da Monte- NSo acreditamos
qna o feca.
O S'. C-eldo Cinra ... qcaesqoer nae seja-n
as palavras que l'ae soem mal aos ouvidos, oo
yejam oellas o menor sentimeolo de paixaa ou
de m vontade a Ss. Ejr.cs.
Sr. presidente, quando o poder legislativo em
i8ai corando dos r lerr-sses magnos de nosa
patn'i er t^laio na pimeira le qoe decreten ao
estradas e Ierro para o p.iz a< coodigoes com
qaed-uam ser celbralos os contractos para
consecogo desta podero-o elemento de prospe
ndade, e tanelecu no de-sa lei, que fosse
conft'utda orna cessas estradas de ferro da ci-
dade do Rscife, canital de Pemam oco, as ro>-r-
gens do S. rrauoMer, no ponto em que fosse
mais conveLiente.
Org:msada a Companhia ingleza que tratoo
(3 pxcngSo dessa ertrada, roram ap. rov-d 'S os
estados no tre-m da licha qae cansttoira entao
a p-imeira secg&o d-sa estrada, que boje fo-ma
o que se cbama Estrada do Recife ao S. Fr0-
cis'O p-opriamente dita.
Eecutada essa secgao. porconta das mgleze^,
subvencionada pelo goverao do Braz.l, e at o
aano de I87 nao tendo dado desenvelvimenio
ao systema de' viag^o aoe baia contraciado, e
por or-seqoeocia in.-orrido nnrua das clausulas
de cadccicade do seo cuniractj, o parlamento
brazileiro decreloo, pea le de 5 da Ooiobro de
4872' o tega-ote (l) : ____ ,
Em vis'adeita disposigaa leelslaliva.br. pre-
sideate, foi promulgado o deceio n. 19S3 ae 17
de Oo'ubro de 1872. Nesie decreto foram esta-
toldas as clansolas para o estodo deste croloo-
ganaento, e posierto* mente ap -rosadas par acto
do governo de 9 de Mato de. 1873.
Por esta le do paiz. e pelo contracto de 17 de
Ooiubro de 187z, emanenie de disposigOes ler-
aainantes desta lei foram fetos os estados do pro-
longamen o da Estrada de Ferro Pemamboso,
de Palmares, que era o ponto terminal da estra-
da ingleza, [ate Villa Baila, i margem norte do
rio S. Fra.cico.
EsIps estados, Sr. presidente, approvados por
aclo do Poder Exeulivo de 9 de fcHie ae 187S,
constitoiam o qaa se cbamava estodo do prolon-
gamenta da estrada de ferro sul pernamoo-
Em vlriade de^sa terminante dieposigao legis-
lativa e des ac.03 ccnseqoentes essa le, dec-'e
comecr- a const'OfcSo do proioneamento da
Estrada de Ferro Sul de Pernamboco e foram
contratados JOO e tantos kilmetros at o logar
denominado Agaa> Bellas.
Encelados os irab.lhos, e qaaodo j iam bem
desenToividos e acdaodose na pasta da an-
coltora nm distiauto pernambucaBo, porque
embora S. Exc. dtrtgisee a Diredo-ia Geni das
ODras Publicas, era oovjdo em todas as queste-
perlinentes a viagao poolica do paiz, e con;!e-
qofnlemen!*, pela eo* competencia, S. Exc.
influa poderosamente sobre a deliberigfio dos
ministros d eotso ; oe^sa occasiao, -s 8gr:cal-
tores de PjroaaDoco, da parte central, levados
pela n-cesstda e que tinbam de s.moltaceamente
gozarem da- raesmas viotagens de transpo-ie
fcil que tmbam os seus companhetros da tmb<-
do l, re^lama-am e obtiveram do governo qoe
este cooir.cio fase dividido em doas secg5es,
termioindo orna em GiraubU, e coostitnindn
ntrfiH, ..m-. uevaestradaija- i" ^..oiuuj Kecife
.a.ru, fea qoe Isto, de forma aigoma, der
O Sr. Rocba Cavalcaale di um aparte.
O Sr. Caeloo Clatr=V. Ex?. diae qoe coa
a verba do proloogame lo constroio- e oo'.ra
ea Mas qaem coaiptteote, Sr. p-esldente, par*
dispor das rendas di Ua ao siao o Coogr aso
oo o antlgo parlamento ? Pas aaa foi o i*ar!a>
ment de oosso piz qoe por lei drteriDinoo
qo los* i- ustrcida a e.^rada de Oa-ua O ? 1
O Sr. Roana C i aleanteNSo estoa cont-stao-
do, eslcn alnMijaado.
O Sr. Cot-lno C otraNaa ba, prtanlo, a me
or ceoso-a, nm pro eiencia oa aceoagao que
V. Exc. fez, dize.ado, qaacom veroa oo proloa-
gamen'-o foi folia oolra esuaia.
O Sr. R ba Cavalcatilu di am aparte.
O Sr. Cjeino CiatraAcataei de ler a Cmara
a le de 18a que estabeieceo perfeitamene a
directiz da estrada tie fe ro Sul de Pera imba o,
Dem tomo acabji de lera dato dos altos, que
paraexteagao desta le, foram promulgados pelo
Poder Executiva.
Nentiom destes actos, S-. p'esl lente, alteroa
eem le ueoa o dec-eto que app'ovoa os esta-
tice da entrada de ferro da Palmares aa ma geus
ao v. F.aooiaco.
O Sr. Clmnfl.itiao Mone5o2reu all-ragOes
qoaoti eslradi de Giratibuns a Agaas B-rllaa.
U Sr Co.'lho Cintraas leu e pieaa ser
destruidas por actas leg slaivos. e nesae tJM
nao na acto legialilivo darogan lo eaa le, uao
snb.-iste o arnuoento do nobre dc-potad".
O Sr. Clemcot.no U.>nteu oncare o acto-
O Sr. Caeliio Cialra l'roseguiaaa os trabalaus
da estrada Sai d- Pemimbaso, e la eetrada
ceotr.l, teoao o noaso prioasiro Cnagr-seo vota-
da as ve.-Oas para o p'Okiugamealo oa< estradas
de P mamoneo, o governo resolveu fazer a liga-
gao as d.nVrentes estraias ae ferro, qae p*r
liado das cap taes des qutra Balados do norte
se dirigiam au interior dos mesmos E-ladoi".
Nessa occasiao maodna-je estolar alUagai
da estrada ingleza Alagoa Ri y com a estra-
da de f rro mcioaal que re caama a olougamea-
lo sol de PernarcUuao.
Ejtabel ciaas as condiges do estuda, venu
cado a meloor tragado, oo loi esi o a.coito
uo'qo? o ministro ae entao, levado por ou sea-
ti reoto anas oaoito loovavel, mas e,u-< etn ques-
ies que e-condena com o uteresse pun'ica em
ueral uao pode roerrce- este quiiiticativo, leva
do pelo seotimeoto do bairdsuao mandoa proce-
der a novos estados que tivessnm eiu uaira n&> a
simples ligagao de doas est-adas, mas iai um
proioogsmenta oeutr*r no que nanililaase, eua
futuro n-o remoto, & peceo 'o do Estado de Per
aaiuboco, %fim de, como o vcrdadeiro polvo se-
gar cm as seca teaia:ulJS tola selva e vitaiid.-
de do interior do meo Estado. (Ap'i dos).
O Sr. Clemeotiao Uoo e -E' o Casa : dura antas
qae ea te otga.
O S: Coelno CinraComo tia'ava-ae. Sr. pre-
sidite, da llgsgao de doas estradas embara c^ua
om tragado oessimu, com coadig^s tecbniras
caodemnaves, com om peqoeou ir- lio de 40 e
poneos kilo netros, que pojando ser locado, e
construaos com declives mnimos e curvas
grandes, o qoe ib? dara exeetteoO eoadig-aec
t-cnuteas, dr-ixoo de sel-o. porque o obj-ciivo
era curo e assim foi cansiraido em psimas
condiiCcs tech 'icas. (Apotados.i
Peronbcco em todo ca-o a\leadendo a con-
veniencia de sai- um ramal d-st'ui .o ao que se
dizta, a orna Imba de simp'es hgafiae e naa que-
rendo entrar em litigio con o sen viobo Estado,
nao tomn em grande ennsueragao e=t fseto
que ora se v ter sido pre:o-sor ae um esbaino.
Foi entreunto, Sr. presidente, sorp-efietidido
com a precipitoso coa qoe foram fetos estesj
t-abain.s Itiios ae modo a oreesrem verdadei-
ros eaoaaiameates a.:s dicheiro* oua.icos.
tata para prova deste a e: o d:zer a Cmara
e aqaell.si qa-a conbecem estes servigos de estra
la de fe-ro, que teado sido transpirado os tn-
Ibos e materlaes da va parmaneota Dar Palma-
res em Pernamboco, pagan io e freas e tudo
mais. foi por ordem do governo reexoort do todo
este material para A tgH e dihi mndalo no-
varrente para a estagai da UaiSo da AUgoas
Riw y, onde devena terminar o ramal Ja Sai
Je Pcruamouco !
O a7,)djmm4o foi ta! qie nSa baa1 esiropo
o e aio!i.J menos crite-iosa deMti-r-gaa tus or
no-sos aaiigos volando taes me-luorauemo pe<
ta *se EUdr. (Aootaios).
Mas, aosalatameoie, n2o podemos convir que
o oofS) n-.-oi o Peroamos'-'. tiqoe e -m su ia es
irada e prolongara'tilos subordinado* as admi-
uislragas resueotes em ootro EsiM), enm pre-
|0!zo manifest do servigo. (Vultos auoi4a*),
Sr. Prisidente, depois das cao-ldenrO -< jae
acabo de fjzer, -enoi rt mo-t-ar a Onua-.i
qu o decreto o. 1705 e 30 Je AOrts, oo ron -ol-
a absolutaneute a menor ri< a ira aira ma
tragao, devo uizer qoe a executar se aqaele l-
crelo elle traria ao Toewaro un uravame i
qoatro mil e tsntoj cantos, simil-s eoU) oa**
se poder roanmr doas-a ImiuisiragOs* se n ue-
cessidaae. Ti bamo? aaaa aimiuuirsga > qu-
era sollioienie a ge i todas ai estradas ia Ua a >
em Pernamouco : aiviiiram oaa em daas e ao-
ro em qoatro si [asse pos-iv^i v garar someibau
te dr-cieto I
Semeibaute acta se podes^em perdurar se^
elle.tos, acarrelaria ao erario puo'.lco a despezi
lootil no i 40 ': Pereunto, o Tueiooro comporta Sfmeliaan-
desaeza I
Creio que nineuem podera aprei'nlar om ar-
gumento, ueste itr.-eaa, qae jusalijan aam^man-
le neto, (\paiadas;.
S Presiden e. alejase qa Pernamboco,
neo qae qoer o pr jecio em ui-cnsaAo, impor-
ta niaa menos do que oreicnder e irasurpcio-rco
uomica do estado de A'agoas. Has, si cocsite-
rarmos, S presidente, aa coaaig-s e o.ou-
'as nessa estrada oe fe-ro, si cuiistd-r^rmo i
helo oaiurali*8.raa eai lodas as vu* terreas ae
O S Ren C vai>-.ane:P O S. Cioatoaia Bag quer o eacerra i"0'o la aisusc.
Con-uitaJa a cama-a re?olve pela afBrmattva.
Procaa*-ie a votagia das emendas sen'
ap> ova-las as acetas p>"!a OOUMDtSKftO de orgt-
aeoto e -e aaa* toi'as as outraj. pr.'cert^c-
.ni mi a vat. g ta seguate emenda do S C: -
a proio'gii pro'nra seina.'rf o tfaje:tu mai<|menii o Mo u- n o ro*, sati-e a conservagao da
curto e mais Barato coaipreu-ndi s>- desJe loco I ruhiica "N ''te Alagoas, fo; esta r o absu'io de semeir.au e pruposigo. A es-', iU3 votos :outra 11.
teogao das estrada- de forre Al-ioaa esa m i Rqieodo --oastnaiva : Sa'stitoa-re o tr?-
nnm um alfcres e auniro soldados mandados,
nelo c iinle de Bagouolo, p ira calherem infor-
miic;-.
16510 m:sire decampo Antonio Dial
Cirtioso com 50 hoRRO deixa o Arrayal Novo
da Rom Jess e dirig; se ao rio S Francisco
am de :ijti tur os mor.i lores a baterem os liol-
BfNlezee que da Rcile Imviam saludo em urna
wtquadrilhu. Esta, a-isida da marcha de Das
Carnoso, ornou pira o Recife.
165 1 A o.squadra do almirante Mngnlh-s
desembarca iropB e mniiu;0;s, ao norte de
Oiinda, pira auxiliar o s.tio do Recife
18 -Fallece na cidado ti.- Lisboa, Anta
nio HoiwffRM Uacisl HeMietro, barfta da ttam-a-
raca, naiu mI da Peroaiiiiiuco.
l'.n presl lente da cmara dos depuiailos, mi-
nistro Je i;str.in 'iros do gabinete de 9 da Se-
ii-riibro, illrcclor do corso jurdico le Olmda e
liiialmeiile ministro piearpoteaCiarle Jo Brazil
s cortes de Lisboa.
Era um tioinem de grande illustraco e a sea
re pella ilissa 0 !)r. Ajirigm Guimares : Os
q sos n los estndando a historia de lioje acha-
rto enira os mais distinatus : na liaba dos ora-
dores parlamentares, Sfactel Monleiro; na linlia
los mdicos, M. Monleiro ; na liona dos poetas,
dos jornalisius, dos diplmala?, M. aioalono!
S :iii|ire granil--! Ue cada vez urna gloria immor-
radura para feniuaihuoj e para o Brazil!
Ral de ("reilas Alvares Quental. idrm.
.Segunda feir.i 7 no c .rrente funecionarao
as bancas examinadoras de Geometra as 4
horas da inanlia e de Trisonomeiria as 11 ho-
ras, iisriiii como a de Prancez, ultima cha nada
as 9 horas.
(entro L. R. Nnaareno-No dia 6 do
crtenle esU socu-dade dar em seu Iheatrinho
um ospai-taculo, levan lo a suena o drama de
T. Espiuca : Os voluntarios da honra, e a co-
inedia Mu i;i quem pode-.
Una iioil'; alegre qoa o Dentro offerece aos
seus convidado-
Entradas de a sacar e alsodo
Por mar e (erra eutrarain ho merca la do Kecife
em Duaembro :
Asme ir
raiao de om para daus cual as ae Peroainnu,:..;
ao p830 qoe a estrada de Aaoas .em 80 k:>o
raelro, a -te Pnrnambuco teu yerto ae 2u0. Por-
ta lo este argumenta ni resiste analyse. pi's
qoe a proiocgao ao Alago'S leHi de aadet -ie
pelo cam'noo mais curto aae na por certo a
uno1 rtivisit! 'io n. 10 do proj*co at a3 pa-
l*vrs aeguial-.sit. SopiTimi-^e pe'o u. II
ta propa.s a do r.,eo-' noi tariDOt della e com
a ve-toa rori'iiini 'a pa.-a o-< -ervigi. da esl-aca
de f'rro no l-das Alagoas, na impur!aoc;a de
1.83S:0 8*'ii..
REVISTA DIARIA
UUSIUANA
i _
mas ..dministrat'vas para cnHracgao d* seme-
Ihantees rad?. (Nao apoiadas. A miado?.
Caostroido este raxal, Sr. prndente, em pe-
simas condiges tecbnicas, p lo que bem te
pode chamar urna lint provisoria, com a exleo
g co-: este nes^nvolvimeato. procorou se exienler
a liaba ceotril; e lauge de >-ooUnuar a execu
tar o qoe a le eslataio em o o qo^ as disnnsi-
goes sobseqoeo e' foi reiterada, com se e f-
cilmente dos esudos apor.'vados e qua ..gararr
em todos os mappas daquelU estrada, come o?
mets honrados colegs polem verihear po
estes (mostrando os seos map-ias inicioo o go-
verno orna serie de novos estados para o fina de
desviar o poato inicial do trcl mgameato do Sul
de Pernamboco de Garantaos nes;a Estado para
om ponto qoalqoer da estrada de Alagoas.
Camprebende V- Ene. que haveado urna es-
trada perteoeente a lo uom vento e "a*-o
k'iometros. j t-afagada con as soas offi^OM
de ra ;irgo montada ?mrim con lodos req-ie
sitos indispenraveis aera urna admiolsirago le
estrada de ferro e tendo um ramal de 4S k'io-
metros, nio bavia razio para ^estacar-s* do
tronco principal oesta ioha o seo natural p-o-
looiiimento, para qoe fosse in nado em ua.
pomo de seos pequeos ramees, em Aleg',
sem naa acto legislativo que Ui auto-isasS'*, 1-
coottitoir-se ma s ama especia :u osa kdainls
uagao de estrada de ferro p*ra om pe^aem tre-
cho, como o de que ma oceupo, com om ooico
m, aoqae parece, de ter-se urna administragic
fe rea em A'.agasl
Eslava em Pernamboco quando se fez a pri-
meira teotativa nes'e seattdo.
AUr nadas as pocolages vbrtaiu a estrada
de ferro, dtri muntqu i me qae o fado nao tinha jastiticag^o
leja!, e que era indtspensavel que a oem da o -
asm publica fosse cumprida a lei.
A respas'.a qae tive foi qae naqaella dua s^
tiiita expedido contra ordem e que as coosa
contluoa'iam coma d'an es de accrJocamoale
a que ha poaco me refer.
Marchavam os servigos da E-trsda Sul de Per
nambur-o com toda a regoJardade, os direitos
dos E.-tados recor.becidoi pelo poder execotiro.
qni-n i'> fomos sarprehendidos tres das antes d?
abertura do Coagresso pelo dec. n. 170o de Abril
de 894.
Ne-te decreto se diz : (15).
Art. ; tica Dividida a administragao da Es-
trada de Ferro Sol de Pernambnco em daas can-
stnuiodo a primeira o trecho compreheodid
entre Taimares e Garanhu as com sede em Pa-
liares e com a deoomioag&o de Estrada d-
Ferro de Pernamouco e a s^gooda m reono-
da Paqaevira a Oniio e da Barra do Canbolo .
Aga*8 Sa-las, com s te em 'Toiio e com a de-
nomirjaa de Estrada de Perro Norte ae Ala-
ga-*.
Paragrapho onico. Todo o prolongameoto
ou ranal qae de fato-o diriva da E-irada de
Fe-ro Sol de Pernamboco para o sal hcara
subordinada i admioisirago do Norte cas Ala
os I !!... ,
Ntfste proorio de:reto se recoaheceu o direito
outorgado ao mea BstaU pela le a qua techo
me referido, qu ndo se diz : ramaes que de fu-
toro derivaren da Sal de Pernamaocop ^eu
prolongameoto serSo geridos pela Norte-Ala-
gas >.
E* laraentavel qae tenhamos de cricar e.ite
aclo do governo, qoe se nao ]nstin;a, pnaciaal-
mente em nma qaadra em que estamo3 a bracas
com orna c.-ise Baao:e:ra e em qua precisamos
por todos os meios ecanomisar-
Acto tanto mais insosteniavel quando delle re-
solta a creagao de mais urna no^a admiaistra-
gao, qoe teria a 'Jmlo de m.D'er com o sacrin-
cia intil de doreatos e noventa e olio contos
ino.aes, verba despendida em pora perda, e
desnecessaria po-que rara administrar uxa 11-
nfia de 48 k lometros nao era preciso orna adral
nistracSo especial. (Apoiados .
Para dar urna idea ntida do que se fez b3Sta
lemtirar qae seria o mesmo aoe, si po rexemplo
qc:zerm:s amanbfi prolongar a noa de Sant,
Uroz ramal da Central do Brasil, Itagoaby e
vir depois pedir urna admoisnistragao especial
psra esse trecho, destacando o da central e ei-
taiaiodo que lodos os rsmies que cesta se con-
strotssem, fossem subordinados i nova direc-
Devo declarar Cmara, em nomo de meus
ompacbeiros de bancada, qoe.nio fazemos a
i-eoor questia a qoalqoer piano de viagao qoe
iLteraase Alagoas, seui prejulzo dos Tities mts-
JOS'JA
Vai hoja a scena essa pace de Strdou divi-
dida em quaHV) actos e cinco qoadros.
iardou, Sariii, lioje oses dais nomos da vi
da artstica Iranoma eMa intimamente censor-
ciados, icaaparav is una do oulro.
O eminente dramaturgo escreve agora para
satisfazer os cap1 icnos orientaos da celebre tr-
gica, que esl com -i mana do esplendor sce-
iiico, quer surgir dianto do publico com > urna
apotheose do luxo, enriquecendo o guarda rou-
pa com prejuizo raudas vexes da vida psych >
lgica do drama, traiisparecendo, i lux das
gambiarras, entre a ueToa ii ourodos sonnos
maravilhosos, carao urna visa axtra-mundan>,
plianlas'tcametil-.' illuaiinala de auraolas e res
plendoras.
A cada nova apparigo de Sarali diante do I
publico parisiense o mator trabalbo os crticos,
quasi que a desrnpliv 1 ininumosa, louv.uni
nheira, das roupagens que a judia Testa orgu-
Ihosamonte inebrian 10-se na ailunosp era de
uxo que ella propiia crea, com o concur
so dos inelhores adereeistas e de seu amigo
Sardn, qua devotamente se presta aa novo
club artstico, imaginando os scnarios qu
devem servir de moldura as suis poses da mu-
Iner vaidosa, adorailora doruido.e contuma-
do escndalo.
E nio deixa exoreer ama grande fascinscSo
sobra as plateas essa fauslosii exlnngia thea-
tral. O publico quer alguina cousa capa'. saccudir.lhe os ervos com emog.s novas, ar-
ivUilando I e o tedio que o invade com a
coiilemplago dos mesmos espectculos, das
amas canas, as Mesas detestara a snn-
plicidade, quarera emp.e o complicado, O
ranegado.
Mas Sardou um mestre. profundo coniece-
dor da scena, s ba f.zer vibrar a coma sensi
val do espectador, era seu-* dramas ha um
pouco de tudo para os paladares mais desen-
cofrados. Alu que asta o verdadeiro segre-
do do mgico ilominio no t cairo.
Elle nio como Domas F1II10 um discutidor
de dieses, nao tira car.clusis -um descrip-
tiva narra e pinta. E c por isso que Sirdou
racorre scenoyraplna : preciso inspeccio-
nar o observador com lodos os lons da paisa-
gem qu esboga, e necessano ser colorista em
tola a etenco dapalavra.
A nao ser "em Thennidor, onde ha real-
mente urna th-sj poltica, llnse que iietermi-
nou a retirada da para por ordem das autori
dades francesas v-se nos seus dramas o qua-
dro emactnal d03 sentimenios era lula ou de
caracteres desenliados com habilidade, com os
quaes prepara as situages'cocantes de suas
pegas.
A Tosca, ainda nao a sua nova formula
dramtica do apparato, lein a virtude primiti-
va da suc essao natural dos lances, sem re-
curso s telas scamcas e a sumptuosid .de dos
vestuarios, A Tosca o desenlio da dedica-
gio pelo amor, a dedicago sem rahs que vai
da caricia ciumnta passando pelo sacnlicio do
crtrae para salvar oobjtcio amado, provando
ao raesmo lempo a su tidelidade at ohegar
ao desespero de urna leda ferida, juntan lo-se,
na morte, ao amante idolatrado que Le rouba-
rara ao amor e existencia.
Tudo isso meramente descriptivo, mali ad-
miravelmenle desenpto, e com urna incompa-
ravel linura de tragos.
A accao da Tosca que se passa em Roma no
anuo de 1860, tem como personagens
Era 1800, emquanto Bonaparte enchia a Kuro
pa com o brilhii naa su.is victorias Boorbon,
favorito do Papa, escandalosamente abusava de
sua lUioiidiide, in-su:0 em Boina, e puna com a
(urca e u corda toda e qualquer aspirago, par
mnima qua fosse, p-la liberdade italiana.
O pintor Mario 1'avara tossi, lilho do vtllio
patriota, ebego n Boma Reguindo as pisadas de
sua bella enamorada l-'loria Tosca, celebra
cantora.
l'ara dissimular as suas ideas e aspiragiS po-
lticas e os seus amores, Mario obtem o encargo
de pintar urna cipella da igreja de S. Andr, e
obteu-n'o faellmante, par isso que bBsreeea
Lr:atudamente seus Sirvios irtistu-os.
Chega Roma a noticia da derrota de Maren-
go. O clero rejulula-si-, jesuiticamenie coaven-
cido da se befar abat o o gmio de Bonaparte.
Emquanto Mano esta trabalbaodo, a patrila
Aomsiolli, fgido do eastello de Sanio Angelo
com o auxilio de sua irm a marquesa Ottaranli,
aprsenla se a elle pe lindo pi e soccorro. Mi-
no, como dever entre homons que lutam pela
mesiua idea, lia os concede pr impamente.
Angi-lottt i-nnta-ihe, enlio, qtfft a'dspnzi-
ve I Eramu Lvona, que por Ba desgraca conhe<
ceu mudo ndiioamenle em Vienna, vuio a Ber
depois embai\atn na Inglaterra e fel-o pren-
der. Sobreven] a Tosca que promplameate
chamada a corte para exhibir pravas do seu t-
lenlo artstico em ama fasta organisada pelo ssu
mestre e admirador Pakiello, ati-iu de conme-
morar se a queda de Bonaparie, sendo, pas,
forcada a dmxar Mario que, por sua vez, pro-
videncia pramptamaota para a salvugo de An-
gelo.li, visto como j eslava descoberla a fuga
deste do eastello de Sanio Angelo.
Era ja lempo, porque o director da polica de
Boaia, bario Vilellio Scarpta, chega com seus
horneas e recolhe alguns ndicos que levam-n'o
a crer que Mario presiou auxilios a Aogeloltl.
Dirig.-se paia a casa de campo da Mano, se
guindo as pegadas de Tosca.
Ah cnegauo, submette a cantora a um inter-
rogalorio, crendo dscobrir o escondrijo de Au-
gelotli.
A Tosca nega ludo, e, ento, S:arpia taz
torturar Mario* a tal poni que elle, nao podan-
do resistir a dores lo profundas, denuncia Au-
geloili.
Currem os guardas para capturarem o fugitivo,
mas era tarde.
Angelotli irta-se mora ignotninjsa da
forca, envenenando se.
Mario e Tosca sao conduzidos paraos car-
ceres do eastello de S.int'Angelo.
O f-aroz e libidinoso Scarpia, vendo Tosca
soffrer por seu amante, toma se de capricho por
ella e, enio, para couseguil-a, promelte-lhe a
sai vacio de seu amanto Mario.
'.'osea constrangidamenta acceita o pacto in-
fatno, mas despertado de novo em si o seu amor
proprio offedido, er ter adiado o meio de i
bertir-se do seu hybrido iunuigo e fuyir livre
com o seu amante Mario.
Scarpia prometa a Tosca tazar fuzlar
simuladamente Mario, atim de upparenle-
mente, obedecer a ordem do governador da
Boina. Tosca, porm, c engaada, porquanto
Mario morlo.
Enlio, a pobre Tosca, presa de supremo
desespero, termina sna vida to cheia da tor-
mentos.
Floria, La Tosca
Luciana, cameriera
Scarpia, direttore di Poluia
Mario Oavaradossi, pittore
Angelotli
Colomelti
Euzebio, sagrestano
Gennanno, garzone
Schiarrone
Ceceo
Una guardia
Soldad e (ieiidurmi.
Disenvolve-se do
Srta. TIOZZO
Tratare!
Sor. F. Lotti
Cotilo
Cerruti
Salvi
Formiggini
1 o,a/., a
Tov-igli.-ui
Giglioni
Salvarezz*
Bey.erros -A) Ex;n Sr. Dr. Governador
do Ivla lo fui dirigido o segunde telegramas ;
stradade Ferro Central do Pdrnaaboeo*
Telegrmma a. (3 Iransmlttido de Becerros no
da-ll do Desantbtde 1891.
Ao Exm. Sr. Governador do EstadoBj-
Cife.
Participo a V. Ene. que acabo de ebegar
Irem lastro a esla ciliado.
Congratulo me com V. Bxc. pela realisa-
jSo de mais este grannu milooraosento. Siu-
do-vis Paulino da Cruz.
.'floeilsts le mckel. Consta-no?, com
hotis fundamentos (fue, alm dos 20 cotilos de
res om moeas de nickel, remellidos para este
Estado pelo Extn Sr. Mun-tro da Iraaen-ie, m
virtude de reqosico o Kxm. Sr. Governa-
dor, dev.T.i ser li "estes poneos das enviudo
quanlia sanerior d'eSsa rooeda. I
Com tsaia providencias acreditamos que!
mudo se aun ir.iao as illli.-ul ladee sentidas
por 10J1 a popalayau un relajao a irocos miU-
dOS.
Tumbara n is a^scgura pessoa compet"nle
(uro 1..'linio Federal, altaiid nido que ai
moedas mudo coiicarrem para p pulariser e
perpetuar ;.< instilufgbe-, vai mandar, com to
da lin-w ia le, ^roi-i-di-r a cunhagem da inoeias
de pequeo raw por um lypo que mais sj ni
bol s i n svsl ma da g v.ni 1 a loptado pelo paz
estabel iceBd 1 praxas curtos para o recolhi uen
lo e t-M-ii das medas i-ini'lulas.
Sendo postas em piatici isses andidas, con
1 rme cr nimen lar, por ler ido ao encontr dos re
clamos de toda a popolagco do paiz, solvendo
una das mais diiliceis crises aciuaes.
Li'ii-'s laicbera merece o digno Sr. Dr.
Governador do lisiado pelos ratn- um prego
ios penni o Governo Federal para apprcssar
a soiugo in lo gravo problema.
TheatrniSIsabelPelo distinelo maes-
tro Snico, a quem erna con dada a direcgo d .
oicheslra do Ibealro S. Isabel, nos foi enviado o
novo rapi'ilorto que, apreseotado a Inspactona
dos Tbeatros, S. s. exhibir este anno irisas
pactaculi'9 na temporada de Janeiro a Juoho.
proporcionada pelas conrpanbias p irnandes de Camino.
Servindo se das pecas qu<- possae a B.bliolhe-
ca do iheatro, S. S. com o raeraciinento reconha
cio, icslrumeuur as demas, deaccordo com
o pessoal nstmmcotisla de que dispozer.
Assim a Inspectora los Tiie uros encoulrou no
me-stro Smido um excelleote auxiliar para a
realisagao da medida que tomoo, isto fazer
executar be-. mu-ica.
1 repertorio escollo.In e nelle Sguram pegas
das mais novas producgOes e atn ia nao execu
tadis entra nos.
Eis o repertorio :
Carlos Gomes-II Guarany, Sinfona, biblio-
th;ca do theatro.
Car'us Go.nes-I! Guarany, Bailo e Mmica,
da bibliolheea do theairo.
Carlos GomesSal valor Bnsas, Sinfona.
Cari >s Gomes -Mana Tudor, Preludio, da bi-
bliolhe?a do theatro.
Carlos (jomes-Maria Tndor, Sarabanda, da
bibltolheca do theatro.
Caries Gentes Mana Tudor. Danza Burlesca,
da bibUotheca do theatro.
Beetboven Symphonies ns. 1 e 3.
Cbopio Valser ns. 3 e 7..
Sun lelssohn Sinfona.
Ver ii-Anla, Marcia e Inno.
VerdiRigoleltO, quarteito, da bibliotheca do
theatro.
Verdi-Othelo, Ave Maria.
VerdiFalsiaff grande phantasia.
Wagner Tanhauser, March.
M'verbeer-Dinorah, Val.ur dcllOmbra, da
biblllheca do theatro.
Meyeibeer-rfon >di, Canzoae Militare.
Myerbeer Profeta, Marcia.
RossiniBerbiere di Sivlglia, Sinfona, da bi-
bliotheca da Ih-jalro.
Etossiai -Guglielmo Tell, Sinfona, da biblio-
theca do theatro.
Massanel-Tbais, i'relude.
liassaoetLe Boi de Lahore, Symphonie.
iassioel-Le Ro de Lahore, Marche Celeste.
li.ini/.ettt Lucia de Lammermoar, Lavatina.
da bibolhaca do Theatro.
Cnamioade -Tarentelle Ponchiel 1, Gioconda,
Danza deil'Ore.
Gounod-Paust, Valsee del Gioelli, da biblio-
taa 1 do metro.
Bizel-Carmen, Prelude.
Biza -Carmen, Habanera, da bibliotheca do
theatro.
LeencavalloI. Pagliacci, phantasia.
M .rkevoslci -SpanischeTan/e.
V7eber -Invilaiion la Valse.
Gottchalk-Badiens!, grande valse de con-
C rl.
Golischalk-Tareniella, da bibliotheca do
theatro.
Ma/./.a-Camp-inon-, Sinfona.
Thomaz Hamlat, Ballabilc.
lcita Melis'ofele, Sabba.
l'ucciniLe Villi, Pezzo Sinfnico.
Puccmi-Elgajd, Preludio.
1[.oinpunliia Undena Um excellente
speclaculo realisa boje a companhia 'ali na
iModena em 6." recila de assignalura com a
representaste do drama de grande espectacu-
loso escriptor V. Sardou.
La Tosca que um destas dramas que, si
n.o arranca lagrimas do espectador, como a
Hara Anlonielta, deixa-o de espirito contur-
bado, oclas scenas de grande agilagao que des-
pertaai profunda impressao moral : nao faz
cnurarcausa aflligao, exaspero e tristeza.
a inabalavel calma do cruel e libidinoso
Scarpia ; a lucia tremeoda de amor, que
uosamen'.e se (rava no corago da po-
dre Tosca, que quer salvar o amante e nao
perder Angalolti a di qual, por din, vic-
tima ; a dedicagao imcouiparavel do honrado
Mana, que paga cora o martyrio e a vida a
nobreza de seu carcter ; o trgico tira de to-
dos estes revolta, angustia, entenebrece.
Has um triumpbo, pois, deve conquistar a
189, IM: 28 saceos
Q .13 .'i' i
92 3.9228 .
91 37-' i i >
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18K 16:600 fardos
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91 23 733
90 2i 917
As enlridas de De/embro utlinio assim se
descriannaiL : ItMear
Saeeee Porceala^em
Por animaos ":8 8 1,74
vapores .__
balearas 171H T 38, :l
ISr.pfltral '. (Limoeiro o IS. Francisco 9.03 4,44
113:873 93,f
IM.4A 3", 13
Em Dazembro va 4'9:ti8 110,00
93 .13:513
M.;s em 91 38: A diflhrenoa pira Tiais i-tn D zemiiro paoxi-
mo tin.lo ri'pi'i'selll 1 f.li: das entradas de
Dezeatbro d I8M.
1 //'*'"''
Fardos Pnrcentaqem
Por animan 739 IV.
vapores --.si! 17.IH
barcaias I:9U 11.71
.1 ~ Central 938 :.::
' limoeiro 9 l'.".7 3s, li
(S. Francisco .:.! 2J
Em DezembroSH 16:803 l'O.OJ
93 fca:|M
Menos em 9i 17:899
m Dezantere pro
das oulra las da
CHHONOLOGIA
segninte modo.
s?hsmse:ss. rsanmems
COLLECCIONADAS POR
Melehisedech de Albuquerque
Lima
Da 5
1837-Os hollandezes raatam no cam'mho
Ao Nazareib o capitSo Maaoe'. Yiegaj e apnsio.
companhia na node da boje.
Finio o espectculo os habites encontra-
rao condueginnas va-frreas de Olinda, Api-
pucos e Casanga e nos carros aa Ferro Carril.
a orchestra cuja direcgio contunua sob a
halula do distinelo maestro Sraido, executara
os seguimos trechos :
1 c. Gomos-ll Guarany, sympbonia (da
bib iolheca do theatro a pedido.
2-G- Verdi-Rigoleto, quarteto (au biblio-
theca do theatro;.
3-Bizet Carmen, preludio n. 1.
iVerdi-Bailo ni Maschera, invocazione,
(a biblioteca do theatro).
5=upp-Le Poete, et le Paysan. ouver-
lura .
Cura Annexo a Faculdade de
Direito do Kecife=Ets o resultado do
esames fedos liontem :
Porluguez
Alcides Padilha, simpljsmente.
Harrrtindo Martins Monte, idera.
Jos Joaqun) Gomes da Luz, dem.
Jos Soares de Oliveira, idera.
Fraucisco Tilo de Souza Res, dem.
A differenca pira meos
xuou Un 11 r presenta ti .' 6
Dezi-mbru d 1 isa:t.
-,ost
radores da Ra de lioria*, pe l.u lo n >s para
qu fagara w chegar ao contiecim mi 1 i n t MI-
plenles anioridades as n- -Iam n O 'iu-- fasam
primero s dnv a falta .do seguraoca ae ha.
na iin-sm 1 ra, esjof morauores leen sido
lonstaulemente viciiinas dos galun'=, mi
sobre as condicgOiS ihiuco hygieniws da mee-
ma ra, cojos apparellws all colloi-ados pala
compnnbia Draynage estao todos -.n pessimo
estado.
Soore esta dopli reclamacS, ciiam nos os
nos* informa iics diversos lados sobe os
1111 es -a 1 impreacindiveta protieeocias qua ;ul-
gamos mu justara me solicitadas.
E' de esperar, pois; e cram >s qae as aatonda-
di'scompetentes loinalasliao om bem dos re-
clamamos.
A l-e taraTemos visia o 11. 2:1 I
excellenle niagazine que (levemos Agencia
Li Iterara.
A L nira annuncia par este anno sor-
prebettdenlea novidades idlerarias, o que de
crer suceedaem vista do brilbanle prujra:n:n
que losa desenvolvido.
Agradecemos a reiuissa.
A L'mai Desse orgSe da classo lypogra-
pbiea acha se publicado o ii. 2 que registra-
mos gratos.
!;>:.ny os da ordem- O Sr. suh lei'-.i-
do do Recife premlcu uiilelioiitem os Iulvi-
duosKm lio lella-iino l'err.-ira por crime de
feriraento, Kanoel Dommges dos Santos. Jone
Rad no Torres, J0S0 Raptista i'ereni e Mauri-
cio l'ai-s da Lyra, por disturbios tfcaaai a rao-
ral publica. _
Vianna Castro A. C. Esss honrad -
eommercianiea de ferraawM o astaaanaa,
ra Duque de Casias n. ilo, raandaraiu arran
jar, para ofTerocer aos seus fiaajpusM, urna to-
ihiuha de desfolhar, em lir.ito chroino. i>ara
1895 ; e tiveram a gentileza de nos off;rtnr um
ejemplar ; ao que nos confesamos petihora
Ri da PralaForam publicados no Rio
de Janeiro osles telegraminas :
Uw.ii'S AyrtM 97.
E' inexacto que aqu se houvessem dado ca-
sos do cholera
Garante a assietencia publica que o esiaua
sanitario 6 bara.
Os mdicos que virara os doenlcs suspeitos
de cholera dizera que se irata de Atonta
aguda. .
Annunciam-se casos novos de cholera 110
Rosario. As autoridades cstabelecenm mais
um hospital para receber ss enfermos da epi-
demia. ...
Estao sendo igualmente qucimados todos os
casebres nao s nos pontos infeccionado*, como
tambera lodos que nao estu em conelcOes hv-
Annun iam-se casos suspeitos de cholera
em Estero e Crdoba.
Buenas .lyrcs, 2".
Esli oilicialmonte declara lo que o cholera-
morbus grassa as cidades do Rosario e >anta
P.
iMUflUMM, t8. ,
Sabe-seque durante a eleigao de senadores
o .leoutados ao Congrcsso Nacionr.l houve des-
orden em varios pontos do Paraguay, conlau-
do-se m-rtos e fandoa.
Buenos Aures, 8.
Est verilicado, apezar das negativa otb-
ciaes, que os cas M de molestia suspoda aqu
havidos foram realmente de cholera.
Estao se adoptando rigorosas medulas para
extinguiros toro* de infecgo, tendo ja liavido
nutras casos na Bocea do Riachuello-
Foi publica la a declarado de >verno que
reconhec- a existencia do choleraniorbus aas
cidades de Santa Fe. Colast.ne e Rosario.
Outrosim pubHcaramse as insUu-c6a* soiir
medidas de propbylaxia defensiva e declara
rara so fec ados os portos argentinos as proce-
dencias infeccionadas.
Ha anda noticias o casos suspeitos .lo cho-
lera era varios pon'os da provincia de Buenos
\vres e na cidade do Paran.
_ Bateram-se em duelo o Dr. Lucio v cenle
Lpez e o coronel Sarmiento, sendo gravemen-
te ferido o pnraeiro no venlre.
S -ue para a luropa commissionado pelo
governoBpara comprar armamentos o general
i.unin<*(is Viejobueno. .
Devimios acc. escantar qua todo o material
bellico de que dispe a Repblica esla sendo
reformado. -.-
MontiiJeo, 28 de Dezembro.
Por causa de uma publicado houve um duei-
lo 1 n. Br I ucf Lopai, licando este gra emente fe-
ido noC ventr^ Os raed.cos dec.arara ser pro-
Va!r\?dreclor,de bactereologia comprovou ser
cholera a molestia de que foi cado um in-
dividuo em Buenos Ayres. Serao tratados em
una casa especial as pessOas accommettidas
ae molestias suspeita?.
Montevideo, *9 d Dezembro.
i) enverno argentino declaran existir o cho-
lera fn Sania V, Rosario. Colast.ne eout.os
pontos da provincia de Santa Wt, fechou es-
seS_PAJunla de Sade Oriental reunise,
aonslando que alguns membros propuzerara o
rechamento ,lo porto de Montevideo entrelan-
o a quarenlena foi augmentada para 20 das-
'*,, cruzadores- torpr-delra -
Jnlgaraos inieressante a publicacio de alguns
daios relativos aos cruzndores-torpedMras ul-
timameote encomraendados peto governo a so-
ciedade .Sch.tTund Maschinembau-A. t.en Ge-
fellschafi Germania cujos eataleiros se acham
no corto de Kiel na Alleraanba-
ses tres cruzadores-torpedeiras. lm as



{ lana 1
-*r-\..
T^d^v-, '1--
*


>



iiW

llimrio i!o B*ornamlii*o Sabhado 5 fio lasteiro de I 5
seguiotes dimenses principis : Comprimen-
(0 total 79", 30, (tilo entre perpendiculares -G-,
bocea molfluda 9-, 40, pontal i, calado BSdio
;,' t" calado a r nao deve exeder de 3", 70,
ele-documento nesie calado, completamente ar-
mad croi 100 toneladas de carvo as car-
vdraa t.<-30 toneladas.
O rasco destes navios todo (re ac da me-
lh> r qualidade sera revestimento aera embono
exterior.
As machinas e caldeiras s5o protegidas no
coslado por chapas dobradns de 17 raeiros de
espessur a desde o convez superior al 6 0 md-
limetros abaixo da linha d'agua ; e pelo con
vez superior, cujas chapas de ac > lento mil-
mimelros de espes-u-a, salvo na logares ein
que trshalha a artilharia onde e3t. uiaior.
Tem duus mastros militares e duas cha-
mins.
Por ante avante do mastro de proa e junio a
rile acha-se a torre do commando e overno do
navio; as chapas que revestem esta torre sao
da espessura de A l abaixo da linlia d >gua esta c mocada a
machina a vapor para govsrnar a ein c.i.nmu
nicaro com una roda do leme que se ada oa
torro do cominando.
0< masiros militares possu^m plataformas
nara os Indophotes.
Por ante a re do mastro di pri esta a casa
do Bawguefto. ,
Tres iubos nara lancamenlo d,; torpedos,
acham-se: um na roda de proa por baixo do
2*envz e dous na tolda na altura da I tili
min, sendo uui a bo:u bordo a outro a boro-
ACtp
Os navios sao propulslos por duas h-dices
movidas porduas machinasveiticaes de triple
expansao com quatro cvlindros systema Ser-
mana.
As hlices sao de tros a/.as, e os eylindrns
tm respectivamente o dimetro de 7:0m/ni,
1.13" 1.20o.
A par-cada ou curso do embolo de 560 m/n.
As caldeiras eni numero de cinco s ?*}'>
locomotiva* Iraballiain com a presara rte 15
atmosi dieras e tirag-m toreada do systema
.Gjrraanla-; a superdeie total d > aquecimeno
das cinco caldeiras de 1.230 metros quadra
dos. m
O armamento dos cruzadores consiste em
dous eanhoea de tiro ranido da iOj cent-me-
tros r-olhcalos em plataforma u:n a re e ooiro
a proa a meio-no ; d- seis culros contraes de
lirorupo de 57 cenlnwtnH convenentemen-
te dislnbuidos ao longo do convev. sanrrior.
sendo 3 a twmbordo e 3 a noreste e luialment.-
\ metralbadoras, 2 a r, no passadico e urna
em cala mastro militar. ,._,!
A velocidade testos navios s-.-ra de 20 knot
com liragem natural, e knots com uragem
forrada. .
O consumo de carvo nao devendo exceder
de 380 kilos por hora.
Sao agentes dos constructores, a sociedade
tGermania, nesta cidade, o Brs. Fogg & C.
Os novas eourj$ail<3 Oa dous navios
blindados que o Groverno braitleiro encommen-
dou aSocit des Forges el i.hmtiero de la
Mediterrneo, cin l.i ri-.yne, parto de ioul >n,
por intermedio do almirante J. de Proenca,
tem as seguintes dimen-5es : 2i>7 pos e (i |ol-
legadas ie eoraprniwmlo, '.topes n pol.egidas
delargo e uma'di-sloeicao de 4.lt2 toneladas,
calando 13 ps e 2 pollegadas.
Os planos silo do Sr. Lganos director do
estaleiro de -La Seyne*.
Com o calado natural machn as desenvol-
ro ama fbrea de .ijjO cavados e urna velo
cidade de t3 nos; com Ungen forcad, deoeii
volverao urna torga de 3.VJ0 cavallos e mili ve-
locidad- de 11 nos-
Cada um tera duas lorres e o seu armamen
to consistir de 4 CanliOea de retrocarga de ca-
libre 94 pollegadas, 4 canhiS de tiro rpido
de calibre 47 polUgadas, hoortzer*. raa
dos ou uiorteiros longos de ."9 poll.-g.idas; .
canhea de tiro rapi'io de : polieyalas; 4 ca
nhes di tiro rpido de calibre de 2?4 polle
gadas, e 2 canioes revolver com calibre 1
pjllegadn, com mlios de lanca torpedos.
Terao urna conraga espes>a de afio ; o con
vez protegido por ayo, e couraeja pesada as
torres. ,
Invejavel ciiladc -A pequea cii.ide
de Orb. '-ni bperaart. na Baviera, digna de
seriovejada.
A su a populago, de cerca de 3.0'O almas,
nao paga impostos muuicipaes, nem dislrictaes,
excepto u:n impo-lo sobre caes. i
Todava, ap -zar desie ficto, no nm de cada (
exercicio ha sompre uci grande saldo nos ro- >
fres da municipalidade.
renla da cidade provm das suas fontesj
salgadas e das suas floreslas.
As autoridades de Orb vao agora abastecer
dagua a Cldatfe e iltuminal a a luz elctrica,
atin de empregar os seus saldos ; e otl'erecem
tambera coinpanhia que quizar construir urna
estrada de ferro a Orb os terrenos e os trunos
necesarios livres de onus-
AlfumlesaEsla repartieo paga boje a
segumtes f.dtias ,
Arsenal de Guerra;
Consignacoes;
Colonisato de Ierras;
Congruas;
Pessoal da S.
Os paga teios sero feit03 al 2 I/! horas
da larde.
Club 1 de Janeiro -liste Club em
reunio do dia l.- do torrente me/, pioce-leu
8ua eleico, sendo o resultado s^gumte:
Presiden'cManoel Calalo,
Secretario Jo 6 Vctor.
Orador Alfredo Elisyo.
ProcuradorH-'inoiofio Sampaio.
FiscalJos Mariano
ThesnureiroEugenio Sampaio.
A poise so realisjr amano* as 4
tarde.
Eleino de innandade-Amanh pe-
las ti lloras do "lia, proceder selia, no consis-
torio de Nossa Sennora d> Ouadolupe .leOlia
ca, eleico dos novos funecionanos nue tem
de ri'gela n anno comproinissal de if9).
Titulo de ptsentadoria-A Alfan-
deg receben hontem o l.tulo dtdaralorio de
jnacvidade na impi.rtancia de 800' 00 anno-ies
que compete a Marcos EvangWist Corra, apo
uenledo por decreto de 1 de Agosto do anuo
passado o i lugar ue rae^lre de msica do Ar-
dfiiai de Guerra.
Crmp:inhiadc Trilitos UrJ:nos-
A Ctiip.inhia de Tullios Urn.ns do K-iCile a
Olinda e Beber'tbe tsl pagando juros das de
bentures emillidas. lodos'os das Uteis, das i
horas da inaah ka i da larde.
Gracde lotera da llahia Corn-
hoje a lot;ria da Hahia i oa iJ, sendo u pre
mo grande 5i.':(!tlOO00 ; aaha.se a venda na
cata Sondo de Gar, prapi ,da Independencia
n. 3 e 5.
Bibliolhsea Publica do Estad.-
Frequ-uiarain esia reparliciio durante o niez
prox un lindo, t,'n leitores que coiisultar.m
to; obras em t,*39 voiumes, distribuidas pe-
las materias segumtes :
sidade e mais instituise3 de ensino. Por or- Jo'-pli N. Z'ogli, H>0*8I Bouglianen, Abra-
d -m e*presa do Ministro do Interior foi admit hin M > louar, Migasl Bonhetiano e sua senhon,
ti lo na E-cola Normal Superior, na secgao de Luiz Borgis, Manoel la Silva, Manoel S. frimo
nialhemilicas, com dispensa dos ex ames ohri- e Joaqaim T. l'erreira.
gatonos, un moco de li annos. Admissao to Chegados da Europa o vapor allcmo San-
excepcional nico nos annaes das gran les tos.
escolas de enslno superior de Franca. Reihard Jager, Cari Halkar, Ruhard Eye,
O alumno que merecen esse favor oxcepcio- aiiiib Bofer, l'hili pine Klang*.
nal, cama se Paulo Vernier, lilho de um res ( Snhidos para o norlc no vapor nacional 0-
peitavel medico de Lyon e. considerado por lo- linda.
iios como verdadeiro pro ligio. As fohas frau- Dr. Joao de S Porto, B-'rnariino de 0i
cezas rel.ito o caso assun : veira, G'-orse Bram, Joaqaim Miranhao. Augus-
Ha muilo tempo alguns membros do Inslitu- to T. de Lyri, alfrez II ielonso Monleiro,
to e proi'essores da Sorbinna recabiaa memo-, Emilio Grinelli, .lames Smith, Henque Jos de
ras sobre quest:s de m itliematicas extrema-1Qqsiroz, FraDseo Liprovitera, Braa de l-'ran-
quest.-
mente diflicw*, memorias em que o seu auuir
inosirava qualida les puueo communs de orudi-
goe ile invenco O mesmo corresjondenle
remeltia a revisla sc.entilicas e assiduamuntu a
soluco dos mais dilftceis p-obleraas.
Aluuns meslres da Escola Normal escreveram
esse inalhernalico desconhecido e soubcram
entao quem era. I-Vi s->bre proposta do Sr
Panivela, profesaor da calculo integral e diffe*| da Silva, Manoel Jos Rodrigues. Sebasiiao M.
rencial naSirbuina e de accoado com os Dais. R. dos Santos, Manoel S Primo, Manoel da Sd
illaalres i.ofessores da escola que o joven Pau-1 va. Joaquim P Pern-ira, Leoncio Tyre, Luiz de
ciscn, Minoel L. Velloso, Edmujiio (ioyanna,
T. Goyanna, llenrique Mel-tlnad ts, Izidoro Bekr,
i'ercival Uigliman, Ernesl Kilin, Viceni'ia A.
Alvarenga e i io, Dominico Sloxin, Adolpho
Dmullv, Antonio Barsoulia, Minoel Lima, An-
tonio R Mello, llr. Gustavo C. F. Verai", P.
I Alves, Ifaosel S. Rmgel, Manoel H. Oveira
Campos, Sheoplulo S. Botellto, Francisco M.
horas ta
lo Vernier foi admitido matriculaj sem exa-
119.
o Or. BteaoaMM -O Dr Siemens, o cele-
bre electricisa de Uerlim, mora om urna casa
qus descon'"'ti I a em toda a Allemanha orno
a Maravilha de Wetisee. Est toda appare-
Ihata, desle o ie:to at os alicorees, de eU-ciri-
dade.
A sala de jantar, a cozinln e a a lega eslo
ligadas entre si por urna ,-jmuscula esiraJa de
f rro
Paa passaras cousas de u:n aposento para
ou ro, basta collocur o objeclo em um vagone-
te de estrada de ferro, calcar sobre um b ito, e
oviionee parte inmediatamente para o seu
d i-tino
A Biblia em chinea-E-r; as dadivas
0 .erecidas a Imperatnz Viuva da China, p >r
oecasiiio do seu sexagsimo anuiversario des
tacava s um Biblia em lingua chineza, pela
nual a Imperatnz raostrou-se muito agradec
da, prometiendo l-la. V se agora d i nm te-
legramma deTlmbrin pra a Central lews,
que o Imperador muidou um dos seus prinei
paea funeciooanos ao deposito da Bible So-
ciey comprar u:n exompiar de.s Sagra tas Es-
crituras i.'.'iiai ao ort'ereCida a Imperatnz.
loiata ricas-i)iz uini correspondencia
de Compenhagoe que or. Zeingner, joalhei
ro naqaePa ci tade, leve a eiicom ue ida para
entregar no mez de Muco de um diadema de
diamantes do valor de i 1000)05 da Dbasa
moa I" o A-, un colar de p Tolas do valor de
cerca de 70 l:;'0>000.
Essas joias foram encommendadas pelo novo
1 aperador da Rnssa Nicolao II pira presentear
a sua joven esposa.
v pUpelailsEm minacioaidale duno
radas e importunas a admimslracao franceza
nao tem multo que lnvejar a nossa. E' assim
,jee o Gaulois, de Parta, nos conla u na
o lyossa de japela la para a acquisico de um
revolver regulameular por um oificial do exer-
cito :
Fa le O Gaul lis :
O revolver regulamentar do exercit j foi mu
dado.
m de nossos amigos, ofttcial Ja reserva,
receben urna carta na qu-l a adininistracfto Ih;
pergonlava se ineria comprar a revolver de
novo modelo ou trocar pelo qu-ja poisuia.
Oolliciil respondeu que preieiu comprar o
ll'VI). _
A administrarn p.-dio-lhe entao que me re-
inettesse um vale do Correii de 35 francos.
O alucia) remellen os 3> francos
A '.diiiiiiisiracjio ped )-lhe ainda que acensas
se a rece ocio do revolver a lies da remessa.
0 official aecusou a recepca
Avisou-o depoia a ailminisir-igo que o revol-
ver nnha sido entregue na estrada de ferro.
A compinliia da i-stra la de Ierro por su i
vez escreveu ao official, avisaiidoo de qui o re-
volver eslava oa eslagio.
l-'inalmente o rev .Iver foi enlregus ao ofli
cial, ipie t.ve de assignar o recibo.
Anida O&o acabou.
A aimiinstrac) mandnu ao offlcial um nocir
nimio de coniabilidade que elle leve de a--sig-
nar e devolver.
No lodo sete cartas ou documentos e entras
tantas resposlas -
Casamento -IvilO escrn&i de casa-
mentes que funcciona nos oslrictin do Recife,
Santo Antonio. S Jos e Afogaios alflxou na
repartiyao do registro, ;'i ra do Imperador n.
75, l andar, edita I de proclamas 'e casa
meatos dos segumtes coi trbenles.
Segunda publie Qo
Pedro Paes de Figu -iredo, artista, com Arse-
lina M nqoes de Figuemd >, solteiro--, naturaes
deste Estado e residentes na freguezia de S-
Antonio.
Hortulano Bispo di Oliveira Costa, msico do
2o batalbao de mfanieria, residente na fregUazia
de S. Jos, com Josepli; Mina .ie Ariujo, re
Bidente na freauzia da loa Vista, solteiros e
naluraes deste Estado.
Jos Braz da Cunha, nataral desle Esta lo,
artisb. re.ii lente na freguezia de S. S tuto An-
tonio, con Elvira lilezin a de Araujn Lona. OS-1
lural de Ala^oas. residentes na freguezia de S-
Jos, solteiros.
Primeim publicaco
Antonio Jos de Oveira Jnior, artista, re-
sidente na tr-guezia de Santo Antonio, com
Elisa Rosa da Cunha, residente na fn-guezia
de S. Jis, *olieiros e naluraes deeste EsUdo.
Pedro Peretra da Silva, escriv residente na
na fregu/da de S Jos, com Margarida Eulro-
sino de Freitas, residente na freguezm da Boa
Vista, solteiros e naluraes deste Estado.
>nt*dinro eubllco-Foram atialidas
no Maiadouro Publico da Cabanga 79 rezes
para o consumo publico de hoje.
Casa de lietenea Mov mente dos
presos da Casa de Detencao do Recife, Estado
le Pernarabuco, era 3 de Janeiro de 189o -
Oliveira. Luiza Machado e i fi'hos
sp\> r
A vida sportiva
No domingo prximo 6 lo correte fl ori em
n )---~ ralos a orimavera di v i soO'iiva.
D^poii das ferias, depila dsssa piusa d
ta f pernaocbo aoo, despena ele, vi-ejao'e *
cueto de eacanio-, en mei> de urna lesia aa
invernara, qao Ine (Osmemoro o ajuicio e
as?ignla-ltie o ^pleoario de vid' qne-ompleta
Por sua vej no doningo os sportsmm O'
aiaiort-e dos d vi-niioeatos bitxiaufl unrS
l.irn';m ole a ndales qoi coru-im dor;ote
sse eclipse turti'o; onsen se' l o-vm n com
Sir Argus, que oe Jornal do Brazil diz, qa <\<-
uIoj os dieriimefitj4 aqaenra qu-) mata >pr-
cu, mais Ib-i r p viro, mas o pnxnnai e
:n .3 sensaedes Ib-) cansara, -a-i aa pu :n po
tiva, as lut< hipptCfci oa'ie se e'i'enclacn <
f r;i do c v Ho e -t psr ca di jo k y.
Estes die-timmtoa no ar livrr-, m pleno
campo, onie a ^enie disrane o espiri o a rev.
o-a o co'pn, t"in a raue votige^ de o o
'azer esquecer, ao menos por ora da, todos o-
aoorrecimeatos, tolas as pequeuloas contra-
re .ales que aqu, u> centro da ciJal", a nda
a no-a, nos e Nos :i:.i.i i i-oii s lu'o nos diverle, todo nos
fax w\ a carani^nn* iii qi ve o aa-mal em
que jog>i], n'a-aa bagigem t iste. o soiriso do
nue aDis ol>u go*a pouie, o corjifin,aTi''nlo
do propri-tano^coiQ aoiraal o^ieve o roo'o
iriuniho, o de8e.ps-'0 aj que veo aen tiuse
pQiio de-r,.u lo...
Tado nos alegra, tud-j nos fiz so*rir.
Qianlo percoQ" as arcnibanentas da biopo'
drvmo, feja fs, coa loillet-M claras e ekj?-es, rindo f*ai;
cacale, eoujieotiodo o pareos, fuS'iMu
aoo-ta?, go mj o de gara hilas ar^eo k,as, e
lud isto me uitrale e lado islo rae captiva.
Voa ao easiinament''.
Un p-oo-ieiari'j gordo, I)U"0. todo vestido d-1
biio, da ai a Vo h or ib o jortl y e vo iar
Q'-jie para os am'ifos lizj'ies
A' l a, ueus caro^. E' la pona a D0it*>.
E eo 30"rio]'f, oorqm aiwiano uraa derrota
se u e orna p:ibe;ia oja deai?.
Aqu?lle borooriano. aqa-lia mata* de povo a
foriiiii^ ea in*ssmins idas e v,n1n Oee"-
JO, aaciosa luforaoacOs e araan lo pr na
c ilnar ue lulgara iaiciaJos nos my teri> s las corridas ; o
cavallos lozdos, co;n as criaas peateada c-^
urunjsaraene, oi'seinlo gartios-'S raonuio^
Dor Jo keys luznte nis sa vari* l-.e, oos seas c-ljO^s de palii de f>*f
as eua? Hutas oe lOU'o encrasado col att^'
cioao eui alo, uloisso rae az adorar asco
rutaa.
Sitas diverse' lea) tambem a sea no a triste,
paa nao taadrem a le na'oral das c.u.ias qse
manda q>oe oo Oaja l--g-ia enmaleta.
fe' o c,)gi para eot'isiecer qu'.o lo ve-aos cahir
ora joi k y, lija a M esendido no meio da raa, e
er aarregado em Dragos pa'a o eosdriamenio.
Mas esses facii.s i, felizmente. r?rt..
Os oos os jo k -y sao era eral mnito boos
avaei-os, metojres cavalielros mesmo do que
j"- ksys.
sai
co J
Jornaes e Revistas
Direiio
Liiteratprn
LegisliCo
Heligi&o
Medicina
Lexicoirraphia
Mai he manca
Alrcanack
Historia
Geographia
Botnica
Manuscrito
Voluntes
ioi
60
4
M
21
J3
6
3
i
2
I
3
i 239 i
Bxistiam
Eniraram
Sahiram .
Existera .
A salier :
Nacionaes.
Mulheres .
Esiranaeiios .
Mulher. .
Total .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Louco .
Louca .
7
i
458
42s
7
23
0
4o3
4-2U
11
15
1
t
42J
Tolal......
Movimenlo da enfermara :
Tiveram b lita :
Manoel 15'iit.i da Silva.
M ith -us Jos Fernandes da Silva.
Inspeelorta du %.' dsn^to inari
timoItecife. 3 de Janeiro de *89i
BoltUra metereolo^ico
floras. Termcenti- 3ar?metro Tenso do Hmi-
grado
6 m 2'V9
9 * 21*..-
i 28.7
1 t. f**S
6 27',9
1 1 eeperatura
(' aaiwr iMi!*-
757,89 yo.33 77
7^8.-51 20,i 71
757,-71 20.39 7i
7.6,-8'. 19.9J l
758,-!>i ki.s; 7!
mnima 26,00 Thermomeiro
Santa Casa de lliserleordla do
Recite -Eis o pessoal que no niez de DeaVm-
bro uliimooccupou os eslaboleciuienlos a carg
d'es.i a
Hospital Pedro II 7 8
rios|)ilal dos Lazaros 59
Hrospital dos Variolosos 43
Colle Asylo de Mendicdade 2 4
Hospital dos Alienados 277
Cosrt (Un Ex:>osto<
Em poder das amas 'GM
So t'Stabelecimenlo 5'~
Total 1815
Um aso sinprBlar-tiin'Phriz a grn'rj
escolar estuve o m um caso extraordinario, nunca visto na Univer-
<
desabnsrado ao meio dia-
Temperatura mxima 30,0) Ennegrecido
62,0-Prateado: 43,6.
Evaporacao em 24 horas ao sol 7,-5 i som-
bra 3,-.
r.huva nulla.
Direcgao do vento : ESE e S! alternados
de meia noite at 0 b. 26 m. manlifi ;ES '.
o al 8 li. W ni ESE e SE alternados -al 0 l\ 33
datai-de; KBM ai h. J7m.; sEai3h.n
m.; ESE ate 6 b. 06 m ; SE at 7 ii.--":G n ;
SE com ioterrupe-s de SSE al h. 2 s:i.;
|E com interrupi,:s de K e SE ale mam noi-
Velocidade media do vento 4,-i'i por se*
gando.
Ifebulsldide medra C,4l.
fcoletim do Porto
Pra-raar ou Das Hora Attbra
baixa-mar
.'M. 3 deJaaeiro 9 h. 20 m. :\ n\"v>/jj
p. de 3 n. 30 m. da
rtjsSelrv>s -^-Cfiegudos da' BuVopa no
vapor fraucez 'Colombia'.
PIHLHIK08I i fHHI
l t Ss t ra t i ra
Smeate ag-ora, me foi dado lr no
Diario Official O presente da estas
do Exm. Sr. Presidente da Repblica
os magistrados em diaponibilidada.
Allulo a Menaag-em, negando sanc.o
? o projecto de lai que, sobre aquella olas-
se, digna de toda consideracio e respbit,
foi apresentado no Senado e, afinal, ap-
provado uas duas casas do Parlam'ooto,
por quasi unanimidade de votos.
Abstendo-me de analysar os motivos
de n.lo sane?-*-), lembrando, apenas, que
a interpretaco dada pelo Dr. Prudente
de Msraes ao art. 5' das disposisoaa
transitorias da Oonstituico Federal tere
de frente o art 7 da mesma Constitu-
5o.
J discut largameute a quast5o na im-
prensa, demonstrando com clareza e l-
gica, qu-i as palavrasat aerara apro-
vei ados nSo podiam referir-se ao ter-
mino da orgHnisa4o judiciatia da Uui&o
e dos Estados, por;ue o nico limite do
prazo e de 30 annoa de exercicio tempo
da aposentadoria.
Entretanto, vejo cora pezar que o Exin.
Sr. Dr: Presidente da Repblica entende
que os magistrados nao aproveitadoa at
-gora, perderam o direito disponibi-
lidade que a dit>posi(o transitoria Ibes
garanta at serea aproveilados
E nos motivos de nio saneco apparece
a CHAPA da offensa aos interesses do
Thesouro, como se 03 velaos magistra-
dos f.vessem culpa do modo palo qual foi
organisada a nova magistratura !
Xas duas casas do Parlamento, com
espacialidade na cmara baixa, o projecto
nao s ricciouado teve valentes advnga-
dos, eutre oa qi:aee eitarei, de momento
os rs. Di-s. dessmbargador Triudade,
Benedicto Lstto, Anizio de Abreu, Mil-
ln e Luiz Domingues.
Nao ha duvirla, dase notavel p rla-
mentar, que a Constitirco quiz favore-
cer os magistrados e nao castigal-os, por
que nao menciam ca^ti^i, por culpa que
nao commetteram.
Felizmente a causa, meu ver, nao
est per.lida, desde que ha ainda o ra-
en rso do poder moderador.
Nao posan erer que o Goverao 'f.aa
questo pr.tca d. approvaco da rseu
acto, vetand-". o projecto.
E' uraa questito aberta, na gyria-par-
lamentar.
E, sendo assim, 'ratando do as urapto
que interessa governiBtas e oppofeicio-
uistis, porque, como muitD beiu poOile*
rou um dos alludidos advogados da infe-
liz c asse, nao podemos saber, se tere'
raos ou nioterceira, quarta e quinta or*
ganisar/ilo no Estados, d' suppor que,
approvado pbrdous tercos de voto -dito
projecto as duas cmara*-seja elle pu-
blicado, -como lai. hos termos da Consti-
tu ci.
Permittarn tis rfteus tlVuatrea- collagas
*m d;ebomblidade, que" en4nmfe-M-
tre de rennirnl'se, pfa ssnAfpto''t4<>
'momentoso e que tanto interessa a nossa
classe ; pa ecendo-me acertado qua, an-
tes da abertura do Gongresso, em Maio
oroximo, eej di-igrdi a cada ura dos
Srs seundores e deputaaos um memorial,
pedindo-lnes justica para os perseguidos
de todos es tempos.
Entre ontras medidas, que curtamente,
nao escaparan aos Ilustres collegas, en-
tenda muito conven.ente aquella que veio
de apontar, muito usada uo foro, e que
tera produz .0 sempre muito b.ns resul-
tados.
Defendamss o nosso direito, certos 's
que a v ctoria ser-nossa.
Aos b ms e nota veis i-dvogados das -'uas
ca3a3 do Parlamento, algaus dos quaes
ja dec ins seus noraes, confiamos a nos^a
causa. l)a ura lado, a justica, o direito
a razi ; do outro, a tyrannia... repu-
blicana.
Iguarass, 3 de Janeiro de 1895.
Francisco Xavier Paes Brrelo.
MESSAGEM
Sr. presidente do Senado Federal. -
Noe termos do art. 37 1. aa 'onstifai-
co, devolvo Cmara, de que sois di-
gno presidente, um dos autographos do
Congreso Nacional qua determina que
continuem em dispombilidade os jnizes
do direito e desembargudores n&o con
templados na orgauisacao'da magistratu-
ra da Unio ou na dos Estados e qusl
neguei sinccSo pelos motivos constantes
da ;xnosicio que tambera vos en-io.
Capital Federal, 18 de Dezembro de
1894, 6o da Republic*. Prudente J. de
Moraes Barres.
Neg saneco ao proje to de lai a que
se refere, a maasagem desta data, nao s
por jnlgal-o inconstitue.ional na materia
da a.nbos 03 seus artigos, como con'rario
aos interesses da N c3o.
dJispondo o projecto de lei, em seu art.
Io, que 1 os magistrados nao conlera-
piados na orgauisacao judiciaria da
Uniio ou d';S Kstados o>tinuarao em
< disponibilidade at seren ulteriorraen-
te aprovetados ou ap-isentados com o
ordenado proporcional, ai o requererem
ou cahirem ra invalidez evidentj-
mente fere o que estatu a 3l rarte do
art. 6o das di posicoes transitorias da
Constitui^ao Federal.
De (acto, nesta disposico se preceitu
que os magistrados na organisaclo judi-
ciaria federal ou estadual surao :
a) aposentad jo com todos os venci-
mentos os que tivarem mais de 30 annos
de servicos ;
b) postos em disponibilidade at seram
aproveitados ou aposentados cora o orde-
nado correspondente ao tempo de exr-
cicio, os que tiverem menos da 30 auno*
Assim, para os magistrados que ainda
no teem 30 annos de exarcic o se esta-
bele-.eu urna alternativa entre a dUponi-
bilidada e a aposentadoria, e desde que
se ultim-.ii a organisacio judiciaria da
Unio e dos Estados cessou a elternativa
era qua o exto constitucional coll con os
magistrados do antigo rgimen : aquellas
que n.ao foreu aproveitaiios na organi-
sacao terao de ser aposentados, indepen-
deutemente de requerimento, cora o or-
denado correspondente ao tempo de exer-
cicio, pois para elles findou o dir te
disponibilidade que a disposico transito-
ria Ibes garanti at serem aproveitados.
De outro modo, e desde que a disponi-
bilidade nao exclue o magistrado do qua-
dro da magistratura, acont nuaco della
indefinidamente, como quer o art. 1. do
proiecto de lei, alm de ser inconstitu-
cional, como j fieOQ visto, noteria outra
consequa cia sinao onerar pesadamente e
por longos annos os cofres pblicos c >m o
pagamento da inactividade desses magis-
trados, que, recebendo o ordenado inte-
gral, sera prestar o men ir servico publi-
co, continuaran! ainda a contar temp
at que pudessem pedir t mbara a griti-
fica^o.
A offmsa dos interesses do Thesouro,
sem compensacaio alguma pira o servico
publico o apenas em beneficio das vanta-
gens pecuniarias dos magistrados nao
aproveitalos, nio pode ser mais evidente.
O art. 2.' do pro jacto de lei fere
io-ualmente a referida dUposicao transt<-
toria, ampliaado os favores ex pcionaas
nel'a contidos at onde indubitavelmeute
a Constitoicio nao quiz chegar.
A disposico dasse a<-tig> do projecto
de lei equipara aos magisrados do antigo
rgimen, para osaffeitos do art. 6-. daB
disposieoes transitorias, osjuizes nomea-
dos pelo govern fedaral depoi. de pro-
mulgada oa Coustituico. Oa que eram
jutses vitalicios antes da Constitui53o e
j perderam os seus cargos, ex vi da 'nova
orden) de cousas, tem perfeito direito a
urna compensaoo das vantagens pecu-
niarias de que ficaram privados, e que a
lei lhes assegura aa
A esses sraente se refere o art 6.'
das disposicjs transitorias, garantmdo a
1 aposentadoria em fiaeo de u aproveita-
ment.
! Os que foram noraeados depois da Con-
st tnicao e consequeutemente depois de
entableGdo o principio da dualidade de
magistratura sabiam qua podiam perder
ia seus lugares, nv- sendo aproveitados
' as novas orr'anis*c3es Nao soffrerain
su'rpreza, nto teem direito a reclaraa9oes,
pois lhes eram bera conhecidas as conii-
95es em que foram Borneado .
1 Desse modo, a dispo:cao do art. 2.'
do projecto di lei, ampliando inconstitu-
conalmeute o estatuido no art 6. das
diaposicfles trans torias da Constituyo,
vera ainda concorrer para augmentar a
despeza considaravel e improficua que
para o Thesouro acarretana a antiguo
do quadispoe o art. 1- do pr .jecto de
lai-
Por estes fundamentos, devolvo o pro-
jecto de lei Cmara em que elle ci'-u, nos terin 8 do art. 37 g-
ConsttuicSo.
CapitaP "'doral, 18 de Dazembro de
1894 -Prudente J.dc Moraes Barros
r.ictenslicos de tal falsi lade com cujo proced
ment ia coihe ido incakulaveis vaotageos em
-prejuizo do publico qu na boa f e a Suu.bra
ros poderes pblicos recebia em troco aqu-lles
bilheles-.
rt a falla d 1 conhecimento das condicOes em
que foram emdidos laes billieles pe deter-
ininir semelhante a-sercao.
Km meu artigo le hantem fiz senlir que emit
lindo a i'ompjnhia esses bilhetos (alias Armado
em condic&o expressa de seu conlraelo) insano
n-lles a dV-eUraga-i de serem-sem valer para
troco -, d claraco que reproiuzo em avisos
publcalos nos jornaes.
Como meio apenas de nfio causar difficnlda-
d.-s ao publico que enio nao d.spuuha de moe-
da divisionaria infeliz e ioipatrioticainente reti-
rad 1 aos poucos da cireulaco, foram emiltidos
taes bilheies desuados sonwnK a l'acililar pas
sagens nos carros da l onpanliia, sei a obnga-
cao-de serem elles irorados por moeda.
Em taes cim ligues faliava Companhia od>-
ver de elfecluar esse troco, cumorindo lile ape-
nas, osando apresenlados em >eus carros, rece-
bel os como paga da pnmgam.
Mas essa otVtgacfcS de receOimenlo nao se e<-
tenda mesmo iquelles que, prmlucios d'um en-
me, eram postos em cireulago po p-rvevws
falsii-adores que ni imilago de ta;s bllntes
visaiam e c egaram a con-eguir um meio de
aci'umniarem naveres embora com preiuizo
d'aquL-lles em cujas laos iam ter taes bd tu-
les.
Ante tao perversa falsiflcacao, como rliss;
em meu artigo de hontem, a C >mpa:i!iia ;i ii-
cou de bracos cruzados : levnu o facto ao co
nhecimento da polica que sobre elle abriu ri
goro-0 inquerito. instaurou se proo-sso Contra
aqulles ein COJO po ler foram, em busca ef
f cluada, encontrados alguos sil heles falsos,*,
para coniiecime.iio do publico. Di publicar u
exame judicial en'o sobre esses bilheies pro
cedido
E'claro, pois.de vdr que, nem os bilhat^s
emitiidos pela Cimianiua tran itram com'
mili, sao a i d 1 Gjverno, nem a Compiiibia
deixou de faTer o qu; eslava a eO alcance para
descubrir e fazer punir os falsificadores nem
deixou de dar pubhci'la le ao exame procedi-
do, nao I e cumprin lo por motivo algnm de
ordem moral nem legal, resgalar ou aceitar
bilheies falsam-nle enii-.tidos.
Em meu artigo de hontem allud aos tnccei
sivos prasos marcados para o recolliimento dos
bil eti's, i-mli'.ra foss-'in files, note se bem,
sem valor para troco, o queja constitua mu fa
vor de nao pequea valia
Mas ess ; prazos nao podem ser prorSfaOOs
ind.-liiii lamente, mxime traiando-se de bilbe
les qu-i eonseguio-se falsiti--ador : quantis pro-
rogaces mais houverem. mais com ellas loera'
rao os falsnicadores a queo, a-siin,se pr.ipor
lonar o ensejo de au.'in 111.;n-111 a emissi;
de bilhetes falsos
Proseguir! aman-.
Recife 4 de Janeiro de '!)>.
Felippe df Ara ti jo Sampaio.
Gerente.
KA
II
KxpoMo como licoo, em MW argo-de tion
tem, o uecottrrto at rgna coro reA-WhiMa a.;"
bilhei-j< de. pussag-n, .:8mp^-ni.\ CHiO pro-'
metri. .ipreolarlioj os repims ou iCU^oei"
fjilas s iiedtda>- Wliirtafueiito-'temidas a tes-*
Pe>*-sirqiie-^-i eomriachth nbr^^tta n rer.gata
eKet'i Birfieles,'lleiva s^nnnj mf,'ti*vW'l
so; rgcosaiaJOlpirgaririitrportancia delfes, Seu
nuiica ler orientado 0 publico dos signaes ca
ompanhia teiro
Oarril de Peraambuco
AVISO
Para conhecimento do publico e nos
termos do recente acto do Sr. Dr. se-
cretario da Industria e Viaco decla-
ra-se que sao os seguintes os princi-
paes caractersticos da falsificaco de
bilhetes desta companhia Serie D.
< Coupons cor de laranja e amarello >
nos falsos a rubrica A Sampaio
que se l no verso, em uns litho-
graphada, e em outros parece feita
com carimbo de madeira, ao passo que
nos verdadeiros essa rubrica feita
com carimbo de metal um pouco gas-
to, o que deu lugar a sahir nelles dita
rubrica um tanto empastellada. Tanto
nos verdadeiros como nos falsos essa
rubrica attintje metade dos bilhetes,
ficando a outra metade em outro bi-
lhete.
Alm dessas difi\3renr;as notam-se
outras na face dos mesmos bilhetes
sendo as principaes nos arabescos das
cantos e na assignatura A. Sam-
paio, feitas em caracteres maiores
que nos verdadeiros sao.
Serie F. Os coupons verdadeiros
sao irtipressos em papel branco, encor-
pado, chancellados nos versos, os im-
pressoS em tinta preta com a rubrica
A. Sampaio por meio de carim-
bo applicado, uns ao cumprido e ou-
tros atravessados. Um pequeo nume-
ro desses bilhetes, impresos com tinta
azul, tem no verso o carimbo da Com-
panhia em forma oval em tinta roxa,
com os seguintes dizeres ; Comp. Fer-
ro Carril, de Pernambuco Recife, tendo
uns e outros dessa serie a numeraco
feita por meio de carimbo metlico
manual.
Os bilhetes falsos dessa serie tem os
seguintes caractersticos :
Uns s&o impressos em papel branco
pouco encorpado com tinta preta no-
tando-se visivel differenca dos quatro
cantos, confrontades com os verdadei-
ros, notando-se mais, a primeira a vis-
ta, que na palavra Serie F. acha-
se o F. afastado da palavra serie
e muito perpendicular, o que nao se
d nos verdadeiros.
Esses bilhetes tem parte da rubrica
A. Sampaio impressa era litho-
graphia, ao .cumprido, com tinta um
pouco azulada.
Outros sao impressos em papel bran-
co, cinzento e pardo-claro.
Differem tambem nos desenhos dos
quatro cantos e tem as palavras -meia
passagem e Pernambuco em
caracteres muito maiores que nos ver-
dadeiros. Esses bilhetes tem no verso
a rubrica A. Samgaio, em lugar
de A. Sampaio, impressa em h-
thographia.
Ainda outros impressos em papel
branco pouco encorpado, dirTerem tam-
bem nos desenhos dos cantos. Na fita,
onde existe a denominaco da compa-
nhia, em lugar da palavra Carril,
lse Carrl. A rubrica A. Sam-
paio, do verso dessas bilhetes tam-
ban lithogra'phada.
Finalmente, outros, impressos em
proel branco pouco encorpado, com a
mesma differenca nos desenhos dos
cantos, tm a palavra Sene F,
impreca em caracteres muito maiores.
A rbrica A Sampaio desses bi-
lhetes e' feita tambem por lithographia
em caracteres redondos e grossos.
Recife, 2 da Janeiro de 1895,
Felippe de Arajo Sampaio
Gerente.
diocesano, pedir-lhe providencias netfftcas.
afim de que a nossa religiao nao fi,jU- aVpre-
ciada por esses qae proclama-e seus mrais-
iros.
%Eis o facto :
Tendo ido no domingo .10 do me que termi-
nou propisit.lm-iiie a S. bour-nco d Multa
com o tim de banttasr urna enanca, 11 ontre
na matriz, pela. i0 horas da m,nha. uiu.Us oa-
tras para o mrsmo din. notando bao o mado
des silencioso e brusco qne usara o vicario com
aquellas pessoas que o procuravam para o roa s
sagrado dos elevares, eumo saja u de lazer
clrrisiaos a pobres viv.-ntes.
0 vigarfj no auge de seu fu-or por ir exereer
o acto mus sublime de nossa sania rli"iSn
adiava os baptiraaoo para s rmrw da lrde
deixando esialanlo d- fn.ne Bobr-s matmo<
liieviunom ue be, long, p,ra u.n mvs.eno
Uo sanio e sublime como s*>a ess.Ulvna
nnmeiro da religiuo do Calvario.
Nessa dolorosa ai!u-ten om qne tambem me
aciiav.a, hz sentir ao Sr v.jrario coro loda a
cortezia de que sou auucado. a irregularidad:,*
de si-u proccdnnenlo, sondo aso muito bstan-
le para que elle se o rfu-ecesse e I >rnar-<- .-f-
lecliva essa sua caprichosa resolucdo. tazando
rae eovarlemente e na ausencia de n/.'creado
ou ras amab.li lades, qu.- devolvo niUcUa ao
br vigann, porque s elle digno debas
Ao passo que as im proceda o Sr vi'"trfo
era caininho ore repre -andido por pessoas do
novo, p.- entrar em casas que n-. propriasoan
um sacerdote *
MaN larde sojbo tamb.-m que no m^z de No-
vembro passado o Sr. vi-ano m>i*j rom
tola a ganancia o producto dos 1.....aM
adiantadamenie, e d -pois de os I.-, m* 1
les o adiameuio do costume :..
i'ive de voltar de 8. LWTWIICO da Nafta *?
r realisado o biptisado da a/His .- .-. a aU-
ida de couvulsDiS e qne se. acha -mu pena sj
da acarretando o Sr. vigario soa a responsa
Hdade de sua morte sem o bapiismo, to re-
1 amen lado p.b, igreja, que leve a mfeiicida-
le de gear um hornera sal contlices do Sr.
vigario
imrante o resto do dia, lodo aziago qua pas-
sei ein S. Lour-neo da Malta, foi pouco par
onvir narracot-s as mais torpes e nietas prati-
ca las por esse degenerado ministro do altar
que vive na mundo para faier penar as al-
mas. F
Devassides e lorpezas as mais vis se-
gundo con Informado, o que co.islilue'a vida
puhlici do Sr. vigario de S. Lour neo da Matta,
que muito ganho em nao querer saber de 3fi
nome.
Tado islo 6 um horror!. A lehgio cathe-
lica nao |>o le ter em seu sei" "emelhante en-
ramoso, e por isso mesmo pedimos prcvidi-
eias ao illuslre pr.ncipe da igreja pemambuci
na, e e de es pe ar qu 1 ellas ejara dadas
Itecife, 4 de Janeiro de I8f) >
l'L-dro AkjiuIu di Sdra Pr'.i.
----------------^----------------
CuMailo cnm cll...
Cegou oara a cidade de Olinda a ra do Ara-
pnro um potentado... grarde como urna ga-
lera e pelo seu monstruoso lamantio. posiro e
Violencia, alaea a qualquer p-ssoa, lano pela
:na -orno lamb ui no Iatartsr de ansa casas, ar-
mado de ccele e dizendo : que quau lo f r SS-
tondade n-sla torra subjugara a lodos. E*
nreciso lomal-o em considerico pira na.i dji-
xal o passar do n. z-ro, em vista di f .rraa que
procede e a meara que faz ; e dpois de
agredir ainda vae a autondade pedir que pren-
da o pobre a^grelido, do contrario iraqueizar
se ao Queslor.
Temos o mundo as avessas. O potenland;
qu: inlormo e provo, chamas: Fre l-nco Llv.
le
c,
VI
bi
co
ses de Almeida Albuqu-rqu-
Olinda o de Janeirode iMf-f,
Ao Exm. Sr. btiin dtoeesnno
Nao o grito do vinganya rw comcfioe nem ifio p-mc. oswiio insaciav.d-que
m-i f.^x i'serevjr e#t-is IMkat; pedind>>o Kim.
Si- bispo ilioirsano pyoviiie-.H-.ias contra um
vfl-daneiro- inimgo-da relig^o aivsiadj m
ntfnwiro do aliar.
" Hiform* vete* nfi".
Ofliett flm rid r*(n-*nfi! U;**unv.iel.V'cri.
mmoso pratieatlo pelo vigario de S ^;ur.-nSo
da Matla ao cootL'cimento do Exm sr. oi Domino II >dru'u<-s da Silva.
---------------a>---------------
HCIK'llO
Nos abaixo assignados passajreiros d-J
v.apor Goljmbia vimos expor ao publi-
co o pessimo trataraeuto que recebemos,
em todos os sentidos, menos os passagei-
ros patricios, que viajara em 3.' e aa.
tratados como passtigeiros de I :* classe e
comem a mesa cora os oftniaes
Isto defraudar a companhia e 03
raais paBsageiros de l.1 classe que comem
carne podre e bolacha com bichos, tendo
os boliches tao sujos que mais servem
para ninho de gado suino do que para
gente, e quasi toda a noute estilo sem
luz.
O medico nSlo tem valor porque v)
chamal-o para visitar qualquer doente e
nSo vai, como se tem dado, e cora urna
mulher cora 3 SIlios que foi por 2 vezes
chamado, nao appa^eceu Si ella mor-
rease quem o culpado?! Quem tomava
conta d'a melles filhos?! sem amparo d-i
mae I Culpado o medico. Todos os pas-
sageiros se queixara d'elle Agora vol-
tamos ao tratamento: quando nao podiacc
comer a canta podre <*ra listamente quan-
de o disp T.seiro exiga assignatura de
como erara be 1 tratados so pe^a da
lhea nao dnr pilo, nem comida alguma, e
como o dormitorio ruim o o calor muito.
09 paasageiros vinham para o convez to-
mar o fresco, eram mol hados peio pri met-
ro marinheiro sem nos avisar, isto devido
a brutalidade cora que nos tratam.
Pede se providencias a quem competa.
Antn o Manoel deCarvalho.
Mara dos Prazeres Car val ho.
Domingos *'ette.
Jos Teit.eira Pereira-
Joaquim d'Oliveira Martins.
Manoel Francisco.
Joito Gomes Bento.
Manoel da Silva i^erreira.
vgiiel Antonio Cez*r Ozirio.
Antonio Alves Pereira.
rinili Duarte Pt>dro30.
Jos de M. Pinto.
Jos dos Santos Servo.
Antonio Ferreira de Paula.
Luiz Borges.
Manoel Mara Marques.
Joaquim Pereira.
Manoel Mara Mandes
Antonia da Gloria da Silva.
Alfredo Jos de Vasconcelos.
Manoel Correia.
j*os G mgalves Lima,
vfanoel da Silva.
Vicente Gomes da loo'na.
Joaquim Tavares Pereira.
Marroel da Silva.
Juan Manuel Snchez^)
Joo di Crnz
Manoel Carralho.
Eleica
Dosjuizes e mais devotos qu: tem-de fes-
tejar o Glorioso Martyr S. Scbastiao i,i
matriz da cidade do Cabo, no anuo di
1*95
JUI7.ES IX)R ELEigA
Os IUms. e Exms. senhores, Dr.
Francisco de Assis Roza e Silva, ca-
pitao Jos Felippe Alves da Silva.
JUIZAS POR ELEICO
As.Esmasvsenhoras, esposa do Exm.
basto de Nazareth, esposa do coronel
Manoel Olympio de B. Costa.
JUIZES POR DEV09A0
Os Films. Senhores, Drl Jlo Ma-
Tirrtk- dos Saitos Xftvaloanti, major
Thom Joaquim d' Oliveira, coronel
Israiel Carneiro Lins e Mallo, coronel
I
\
-:
I alBBH 1
a*
^-v-*J
Uya^i*' *-
I i-
'r-^rr:
1



Llafc-----


4 .
Diario de Periiambuco Sabbado 5 de Janeiro de
Gratuliano dos Santos Vital e major
Julio de Mello.
JUIZAS POR DEVO^AO
As Exmas. Senhoras, esposa do Co-
onel Dr. Julio de Mello Filho, "D.
"rancisca do Reg Barros, esposa do
Dr. Manoel Bandeira, esposa do Dr.
Emilianno de Britto, esposa do Dr.
Luiz Fernandes d' Oliveira.
JUIZES PROTECTORES
Os Illms. Senhores, Manoel Cysnei-
ros da Costa Reis, Dr. Abdias Salles,
Fraterno Gil Ribeiro Varejo, capito
Braz Olavo Carneiro Leao, Dr. Jos
Rufino Bezerra Cavalcanti, Dr. Felippe
Augusto Rodrigues Carnpello, capito
Francisco Al ves da Silva, Dr. Pedro
Jacques Wanderley, Dr. Marcionillo de
Barros Lins, Emilio da Cruz Azevedo,
Manoel Pinto do Amparo.
JUIZAS PROTECTORAS
As Exmas. Senhoras, D. Maria Cle-
mentina dos Anjos, esposa do Dr To-
bas Gabriel de Oliveira, D. Lucia Lui-
za Ferreira de Mello, esposa do cida-
dao Manoel S. de Almeida, D. Mana
Augusta Pereira de Magalhes, D. Joa-
quina Cordeiro, D. Roza de Barros
Feii, D. Anna Campos Jack, esposa
de Jos Cysneiro Cavalcanti d'Albu-
querque, D. Cecilia Nogueira, esposa
de Jos Avelino de Paiva, esposa do
Sr. Ignacio dos Santos Cah.
PROCURADOR ES
Os IUms. Senhores Benvenuto da
Silva Myra, Florentino Cavalcanti de
Albuquerque, Joo Alfredo Capiba-
ribe, Francisco C. da Silva Taboca, An-
tonio Tolentino de F. Lima, I-ran-
cisco Carnpello Lins, Joaquim Maccdo,
Lourenco Cezar.
F.NCARREGADOS DA FESTA
Joo Rufino Ferreira.
Joo Silvino Cavalcanti.
Cabo, 29 de Janeiro de 1895.
[ Assignado) vigario Jodo Baptista de
Arajo.
Instituto 19 de \bril
Ruado Hospieio n! 53 .
As matriculas para as aulas desta collegio
estarao abertas desde o da 7 do corrente.
As aulas comecarSo a funccior no da la.
Recite, 3 de Janeiro de 1895.
0 director,
Luiz Porto Carreiro.
Brtish Consular churcli
Evensongon Suntav January blb.will ne
at7iS.pm.
Gaol'i Sacred Cntala The Holy City vill be
unir at this Service by tile Choral Society.
COMERCIA
de Pcrnam-
Bolf a cenmerclal
buco
COTACOES OFFIOUBS M JONTA. B0S COMBTORM
fraca do Recife, & de Janeiro de +896.
Nao bou ve cotacaa.
presidente
Antonio Marqoes 0 secretario,
Mancel Goncalves aa silva Pinto.
(amblo
Praca d Recife
Os Banco* ab'iram com as laxas de M 5,8
UU1I6 sobre Londre a 90 das, batxando de
Urde para 10 1|1 e 10 9|1. baveodo peqoeno
movimeo'o.
En oapel pa-Mellar e baora-io paseado M-
liiaran-se peqneoas transares alOJ| e 10
H,I6.
Cotacies le genero
Para agricultor
Asucar
Griatelisado por 15 kilos .
Branco, ideo dem.
Someoos, dem, dem .
Mascavado, dem, idea?.
Broto seceos dem dem
Broto melado, dem, dem
Rtame, dem. dem
801 a
iilJ a
.1'( a
2*5t a
ijm 1
4#70 a
i4301 a
r>*00
VM
3/8*0
2*70
1JS
1/80U
iiu*
AI godao
Foram vendidos algaos loies a 9*800 por 15 ki-
Aleool
Por pipa de 480 litros S65* venda.
Agaaardeate
Por pipa de i80 litros 15J* venda.
Canroi
Seceos salgados na base de ii kilos 650 rfa
venda.
Verdes a 430 re?, aar.iaal.
Carnauba
Cota-ae de 12* a M 000 por 15 feiios.
Hel
Por 115*000 nomioal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALQODaO
Mez de Dezenibro
Eleigo
Dos devotos que tem de festejar o glo-
rioso martyr S. Sebasti&o, qne se ve-
nera na Egreja de Nossa .-enhora do
L vrarnento na povaclo da Varzea, no
dia 10 de Fevereiro do correnta anno.
Juiz da fasta
O Exm. commendador Francisco Ma
noel da Silva.
Juiza da festa
A Exm/ esposa do commendador Cuper-
tino Guimares Basto".
Juizes por devoco
Os Exms. Srs. :
Henn Fletcher.
Dr. Francisco Pereira da Silva.
Dr. Hortencio Peregrino da Silva.
Dr. Francisco Altino Correia d'Araujo.
Coronel Manoel Bastos Mello.
Coronel Joo Rodrigues de lloara.
Coronal Antonio Machad > Pereira Vianna.
Coronel Joao Silveira Carneiro da Cu-
nba.
Jo3o da Cunha Magalhes.
Francisco de Oliveira Cunha.
Jos Candido de Moraes Filho.
Capito Adolpho Silva
Capitio Theobaldo Saldanha.
Capito Joo Francelino do Nascimento.
Antonio Gomes de Mendonca.
Juizes protectores
Vigario Augusto Adolpho Soares de Ku-
sewetter.
Major Jos da Costa Reg Lima.
Manoel Carneiro da Cunha.
Manoel Alves Lessa.
Manoel Geroncio da Silva.
Manoel da Silva Gregorio.
Negociante Manoel Goncalves Estella.
Negociante Joo Joaquim Ribeiro Cam-
pos,
itonio da Silva Ramos
Angosto Goncalves de Barros.
Major Jovino Epiphanio da Cunha.
Jos da Silva Rodrigues.
Jos da Silva Nunes.
Henrique Augusto d'Oiiveira Rodrigues.
Professor Ernesto da Silva Miranda.
Juias por devoco
As Exmas. Sras. DO. :
Francisca, esposa do Dr. Joo do Reg
Barros.
Thereza, e3posa do Dr. Ignacio de Bar-
ro Barreco-
Esposa do capito Leopoldino C. de Son-
za Moraes
Esposa do Dr. Joo Vicente da Silva
Costa Jnior.
Esposa do Sr. Manoel Martins Tavares.
Barcacas.....
Vapores.....
Animaes.....
I airada de Ferro Central,
tem de S. Francisco.
dem do Limoeiro.
Somma.
E d igual mez de 94
Mais emi894
Meos em 1894
A8SO-
car
Das Saceos
1 a 31 171177
1 a 3<
1 a 31 7808
1 a 31 19936
1 a 31 136334
i 1 31 113873
449128
Algo
dao
Sacra*
1945
2833
79
958
473
9657
16605
413513 41494
35615
2789
importaeio
Vapor naciooal Brasil, eotrado doa porlos
do ful. em 23 e coniigaado a Pereira Carneire
& C, mam festn :
Cdarotos 8 CJixas diversos.
Chapeos 1 caixao a J. de Carvalbo & C.
Caf 19 saceos a Pereira de Fanas & C, 6 a
Paulo Jos Alves & C
Cbon.bo de mooicao 6i caxas a A. de (.am-
ibo & C. _
Fo o 15 volomes a Almeida Macbado C ,
5 4 Comoaobia de Estiva, 4 a Figoelodo Cosa
6 C. 15 a Pereira de Parlas C, 8 a Ferreira
Rodrigues* C, 8 a Costa Lima fcC, 50 a Are-
veto & C.
Fio 20 saceos a A. de Carvalbo 4 C.
Mercadera 4 volomes a ordem.
Mobilia 4 volomes a P.nlibo de O. Mala.
Papel 5 caixas a ordem-
Tedios 4 fardos a Macbado ft Pereira. 12 a
L. Maia & C-, 10 a A. A'torim & C, 25 a 0.
Jarrtim t C, 5a A Oliveira C, 5 a M- Mala
& C-- 18 a A. de Brillo C, 10 a Goncalves
Cooba & C, 20 a Albino Amorim & C 20 a
. M .u & C, 10 a A. Vieira C, 10 a Gaar-
3 & FerniDio, 10 a Ferreira Irmaos 4 C, 10 a
. Maia ft C, 10 a L. Maia & C, 76 a Rodrl-
oes Lima & C.
Lugar alleroao Sthwan, entrado de Ham-
i)ori loo :
Alcstrao ?0 barris Jcao Foatea 4 C, 2 a T.
Jnjt
Briij- i? r-'Y-* -i r a. fJf*tOt ro. 2 Bar-
bosa & C, 474 a i. >- Auniiti.
Balancas 2 calxas a Viaoua -i-u 4 C
Cimeoto 200 i.rrfeu a altaras de Crvaibo
4 C.a 300 a Aotonio P. m Silva 4 C 350 a J.
de M. celo, 209 a O. d: Ga>-mao, 350 a Hirauda
4 Sooza.
lierveja 50 caixas a Costa 4 Rocha, 30 a Pe-
ro'a do Carvalbo & C, 50 a F goelredo Cos
4 C, 70 ordem.
fispoii-tat 1 caixa a O. Bailo1 C, 2 a N.
Fonseca ft C, 4 a Vanna Castro 4 .
Fai-na.s 5 caixas a F. Launa 4 C.
Frascos 5(H) caixas a C. A. V- Llndon, J7J8 a
Cooibo P.n'o 4 C, 200 a Tavares Lapa & C,
lio a Soares do An ral, 600 a orcem.
Fovos de osla.? 1 caixa a ordem
Geo^b-a 30 eslsts a M. L. de S, 30 a Goo
ca^os Rosa St Dommenog, ?5 o-Ceru.
Licores 1 caixa a Fraocis o Lao'ia 4 C.
L lug 2 coixus aos meemos, 100 a J. oe Ma-
CP'l'i.
Miodeta8 15 caixas a F. Laorii 4 C.
Marmore 30 crapas a ordem, i a Barbosa
& C.
Capel 200 nacotes a Man'el L. de S, 178 a
Gj05.lv- Barros, 250 a Poreira de Carvaiao
* -., (0! a li-eira b.sioa & C.
Pregn 120 caixas a Viaona Castro 4 C-
Pbospbo os 5 caixas a Companbia de Estiva,
20 a laitus Cimlnba ft C, 10a Joaqom Perro -
ra de Carvalbo 4 C. 10 a J. R. N da Silva, 20
a Figaoire.to Costa 4 C. 5 a Nunes Fonseca
4 C, 25 a ordem.
Obras de vilro 3 caixas a F. Latra & C.
Rolbae 4 saceos a C. A. V. L ndeo.
Vellas 10 grades Campanbia de E.tiva.M 4
or itm, 10U cjixus a Fraga RocDa 4 C.
Vapor nacional Itanema, eotrado dos po'
tos do s. I, em 24 e consignado a Goedts Pereira,
m-nif-stou :
Aniagem 5 fardos a D. Looreiro u C, 11 4
rdem. 22 a J. A. C- Vunua.
Azeite de pelxe 5 Darrie a Lopes & Araojo.
fiarr's 50 a darbosa 4 C, 250 a J. S. Amaral,
500 a poreira Pinto 4 C, 1130 ordem.
C.f 50 saceos a Pereira de Carvaln^ & C, 35
a Gaima-aes 4 Valento, 50 a Coimbra G01 uares
& Soonnho, 245 a Joaaoim Ferreira de Carvalbo
& C, 136 a Cosa 4 Rj;ba, 60 a Ferreira Ro
drigoes 4 C, 40 a Feruaoa s JuliSo & C. 377
a Juan F. de Almeida, 100 a C. Lomos 4 C, 1
a A. H. da Silva Gairoares, 15 a V. Silva
4 C, 513 a Companbia de Estivo, 40 a F. Coua
ftC.
Chtpoa 1 caixa a A. Fernandes 4 C.
Cotratos 10 taitas a A. Uacbado & C.fl
Enilbas 10 i-accos a Gotmares 4 Vilente, 10
a H. Burle & C
Espa'tilbos 1 caixa a Rodrigues de Soma I-
m4os.
Cerveja 3 barricas a A- Taborda.
C'iorcs 2 '-a x.s a G- de S. P-ixe.
Pomo 235 fardos a irdem, 70 a I. Loa dos
Santos. 20 a Pi lo Alves.4 C.
Fi 44 sacas a J. F. Lene.
Fazeodas 2 caixas 4 ordem.
Livros 1 caixa a Sooza Paes.
alobilia 18 caixas 4 ordem.
Peixe 18 fardos a S. da Figoeira & C.
Papel 1 farjo a Santob da Figueira & C.
Picaretas 9 amarrados ft estrada de ferro Soi
de Fero.niinuco.
Pipas 125 4 ordem.
Tamao Maga'hSes.
Tambas 35 barricas a M. S. Mata.
Tecidos 121 vo:umes a Rodrigues Lima & C,
5 a Kooza Nogoeira & C. 10 a M Oliveira & C,
5 a L. Maia & C, 20 a A. Maia & C, 10 a Af.
fooso Maia & C, o a Albn Amorim &C. 10 a
Silveira 4 C, 12 a M. D. da Suva Goima-aa-, 5
a A. Mala 4 C. 10 a R. de Carvalbo & C.
Sardinbas 43 caix's a M. S. Maia.
Vapor ioglez Civde, ntralo dos portos da
Europa e consignado a Amonm Irruios &C,
manifeatoo:
Conservas 30 caixas a ordem.
Cb4 4 raixas a Joao F. de Almeida, 2 or-
dem.
Cabos 3 rolos a Companbia Peroambncana.
Drogas 2 caixas a Santa Casa de Misericordia.
Ferragens 26 cauas a A. de Carvalbo & C.
G-axa 25 raixas A orltm.
Le e conde, sado i calxas ordem.
Lmba 3 caixas 4 ordem.
Mercadoriaa 1 volomes a F. Mirqoes & Santos,
1 a B. de Azevedo & C, 1 a Rodrigoes ft Iraakas,
1 e Julio Silva & C, 1 a Ju i* Diederiein, 1 a
North Brazil ao Lugar Factorie, 6 crJem, 1 a
M. G. Campos 4 C
Macbioas 3 caixas a Matcel dos Santos Vil-
laca.
Moviis 1 caixa a Parete Vianna St C.
Oojpctos para escriptorio 2 calxas a ordem,
8 a Ramiro M. da Costa & C.
Presooto 5 ca xas a J. F. de Almeida, 2 a or
dem.
Qoeijos 28 caixas a Goncalves Rosa & Dorcin
gees, 17 a i. Silva & C, 13 a Jlo Fernaodes
de Almeida, 28 a ordem, 95 a Companbia de
Esti,g, 22 a Joaqolm Ferreira de Carvalbo & C,
Tecid.s 1 caixa a Francisco de Azevedo & C.
39 a ordem, 10 a Rodrigoes Lima & C, 7 a Af-
ronta MMa&C, 8 a Olinto Jirdim & C, 2 a
P ie''s ft M*flir.ae* 2 a A. Amorlm & C, 2 a
A. M.ta & C 2 a Macb de- 4 Pereira, 10 a J.
Eugenia, esposa do Dr. I indolpho H.
Correia d'Araujo.
Anna, esposa do capito Joo Carlos Pe-
reira e Silva.
Emilia, esposa de Aureliano Philalelpho
da Silva.
urea, filha' do Sr. Joaquim Goncalves
Coelho.
Mara, filha do Sr. Manoel de Souza
Baptista.
Beatriz, filha do major Joo Benigno da
Silva
Maria Augusta, sobrinha do capito Pe-
dro Rodrigues Soares-
Maria, esp ;a do Sr. Joaquim Alves da
Silva Santos.
Leopoldina, esposa do Dr. Telasphoro
Fragoso
Irma do Dr. Manoel Clementino de Bar-
ros Carneiro.
Juizas protectoras
As Exmas. Sras. :
D. Francisca Cav.lcante Bezerra de Le-
mos.
Esposa do Sr. Antonio Pedro da Costa.
D. Cecilia, esposa do capito Miguel Al-
ves Macedo.
Professora D. Leopoldina R. Mendes Gon-
calves.
Esposa do ^r. Eduardo Das.
Esposa do Sr. Francisco Antonio Areias.
Esposa do Sr. Domingos Jos Ferreira.
Esposa do >r. Manoel Vieira Neves.
Esp"sa do Sr. Antonio Pacheco Soares da
S.lva.
Esposa do Sr. Joo Rodrigues Baracho.
Esposa do Sr. Joo da Souza Bandeira de
Mello.
Esposa do Sr. E-uno da Costa Guimares.
Esposa do Sr. Trajano Rodrigues Lam-
pallo.
Esposa do Sr. Joo S-mue! da Costa.
D. Mergarida Marques.
Mordomos e mordomas todos os devotos
e devotas do glorioso martyr.
Comrn?8o encarregada da festa
Capito Julio Cezar Falco.
Antonio Pedro de Alcntara,
Abel Olympio Ferreira.
Jos Amancio GuimarSjs.
Joao Joaquim Alves.
Agerico Correia Gomes.
Capito Aristide8 Jos de Oliveira.
Joaquim Goncalves Coelho.
Jos Luiz Alves Vianna.
Capito Justmiano C. A. Bello.
Jo? Cursino de Paula Ferreira.
Alexandrino Correia Gomes.
Varzea, 3 da Janeiro de 1893.
Maia & C, II a Guerra 4 Fernandos 14 a A.
i Bruto & C, 2 a Mann.* ft C. 2 a R. ue Ca -
valbo & C 6a Bo'net & C. 6 a A. Viei.-a ft
C, 5 a A. S.ntos & C, i a M. lis & C.
Ca ga de Li.-bia
Anua mineral 2 caixis a Rouqaav o'.
Batatas 61 Caixas a Silva Gdimarai-s & C.
Ceb >las 125 caixas aos meamos, 100 a Fer-
reira Rodrigos & C.
Castaohaa 2 ca xas a Costa ft Fioxa.
Macas 5J c-ixas a A. d- Carvalh & C.
Smenle* medlcinaes 2 volomes a Kouqnayol.
Viobd 10 caixas a Fraucisco Maaoel na S.iva.
Va or ao'triaco Da.k en-radn de Fime e
escala. ni 24 ecooaigoanu a H. Fi'Ster & C
Ac>. 70 caixas a Albino Silva 4 C, 50 a A .
D. C. Vianna, 120 a orjun.
D'oeai 1 caixa e ordem, 70 Companbia de
Drogas.
Fj ion te tiigo 500 birricis a Machado &
Lop'B. 4(9>) a orrtem
Marmore 22 caixas a ordom.
MiOiltas 4 caixas a Carvalno Jnior ft Lei'e.
Fa.ei 12 Crfixag a Cotnoan'sia de Euia, 7
Lopes Alo'iroft C, 13 a Jj-q\im Ferreira do
Carvalno & C. 41 a ordem, 5 Companbia d-
Drogas, 1
P888 1 caixa a C. Lima ft C.
Pianos 3 caixes a H. Vogeley.
Qiadros 1 caixa ao Ke^. paare Caflaoo.
Vermootb 65 calxas a ordem, 25 a Ciria 4
ilordeiro.
Vinn 1 5 DiDas a Manoel Garca, 40 e 1095 bir
-is a Compaonia de Estiva, 4 e 1210 a ordem,
4 e 115 a Alb-iro & C. 5 201 a Guimares &
Val ot, 50 a Mta Limi ft C, 100 a A. Barro-
2 calxas a ordem.
Vapor nacional Pornambnco entrado d s
cortos do or e, ejj 25 e coufignaao a Pareira
Carnei'o 4 C-
l Tris 73 a Agencia do L'oyd Brazileiro, 2(4
a M qjpI M. Cit 200 eaccoe a ordem.
Garrafas 0 Barricas a Fj-tudato Oliveira 4 C
Mercadorias 21 vclnmes a diversos.
Pellas 1 fardo a Delmiro 4 Gon*eia.
Pipas 20 a Amonm l.-mftos 4 C
Tecidos 16' fardos a Alves de Britto 4 C 9
R de Carvalbo 4 C 10 a Rodrigues Lto* 4
.,5 a Maia Harte 4 .
Taooas 2 duziis a N. da Fonseca 4 C
Tapioca 2t) paoeiros a Farmodes ajiiu % C.
Renillmenlos pblicos
Mez de Janeiro de 1895
Alfandega
Mira Freltas
Ilm. Sr. D. Carloa. E" com a nuxi-
ma satisfacSo que Iba dirijo va presentes
liohse, afim do levar ao couheoimeuto do
V. S. 01 resultados e benefi'ios que obti-
ve, como sea praoi-rada denominado
elixir Id. Murato propagado per D.
Carlos, de miin j bem coohecido. H
vanocosaa e taibem mais alguus pula3fs
tudo tocado a m!ei syphilitica qoa p muitaa veaes a iva com p->vor do meu es-
tado, um >-a ma voto na ideia de tornar
um vidro desse atarm o preparado qua o-
lh boas resultada que ma acno boje bom
e sao puro s impra. C.'ovicdo n:tar que
c^stei 2 vidros de tal preparado An
otcrisnd(.-ltie a f*?.r doaia o uso que on-
teoder, e ea s fico luuv.ndo a g-and;
detcuhertii de tSotffij-z remedio.
Suooure'o-ice como nm dos u.aia atten-
ciosos creados d<; V. S. eto etc.
Jn l^qiolioo d* Suva Freltas,
(8ooca*uri()
Btoeoe", 22 de Abril do 1394.
AgDteb :
CoiispHohia do Drogue.
Kaa Mrquez de O indi 24.

NACIONAL
Renda geral
Do da 2a 3
dem ce 4
71:3291511
92:3l0i674
Renda d Es ads
Da da 2 a 3
dem de 4
35:4111021
25.9214633
16.';6i0/285
60.2(2X687
Somma total
223852*97*
Segunda seccao da Alfaadega ce reruamLaco,
4 te Janeiro ne 1895
O ebefo da seccSo
L. F. Codecera.
u toesooreiro.
L. M. Rodrigoes Valeoca.
REEBEDOHU DO ESTACO
o Ola 2 a 3 1:386*59:
Iden e 4 593*100
Total l:979*i91
REGIFE DRAIN1G8
Do i t 2 a 3
dem oa 4
91:743*949
11 749*163
Total 109.493; 112
Hfuvlmenio do porto
Navios entrados 00 da 4
Bordeaox e escala 14 das Vapor frasees
Orenoqoe de 2037 .ooehdas, commaodante
A. Le Gall, eqolpagem 122, carga varios g-
neros ; a H Burle 4 C.
Santos e escala, 11 das Vapor porlogoez
Peoinsular. des 1891 toneladas, commaodan-
te J. Butencoari, eqcipagem 60. ca'ga varios
gneros; a Silva Gomara?- & C.
Natal. 4 das Hyale nacional Bom Jeso de
60 tomeladas, mestre Manoel F. de Mello,
eqopsgem 6, carga varios gneros a Manoel
Joaqoim Pessoa.
Navios sabidos |no mesm: dia
Boenos Ayres e escala Vapor franres Oreno*
qne*, commandaote A. L. Gil!, carpa varios
genero?.
E.xtrac$des diarias in transfer veis
LISTAS NOS MBSMOSDtAb
PREMIOS INTEGRA ES
NAO HA SERIES-
Lotera ."n^.oosnO1)
20:OODSOOO
2 hOOOSOOO
t 20:00DS000
11. Grande Lotera lHOinOOSOOO
R 11.- 20:0005000
O
M
P
Q
0.
17."
10.a
por
c
O 7.
>0:000$00

<

-1$000
J800
31000
ssoo
81000
11500
19000

<
10
11
12
hoja
amanbJ
9 de Janeiro

fuaiuamus a alasar-ilo para cssos uovo iui[)oi>taiil. plano da
fina wm\)i
B1LHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
t^agauenio dos premios com toda a prou piidao
NA
Peitoral de Cambar
Opiniao lo Di*. Ci'uz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares,
um excedente balsmico, e como tal o
tenho emprogado nos doentes de bron-
chites e affecces pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz.; o
que affirmo em fe de meu grao. Ur.
Antonio da Cruz Cordeiro. (Parahyba
do Norte.)
G0LLEGI0 PAETHBNON
3 Ra do Hospicio 3
Reabrir-sedio as aulas d'este estabe-
lecimento no dia 7 do corrente.
Admitte alumnos internos, semi-in
temos e externos.
O director,
Bacharel, Ovidio Alves Manaya
Collejrio de Itosna Senhora da Pe
nlia
Ra da Iinperalriz n. 2
As aulas dasle collegio principiaro a fuo-
ciotiara 7 do csrrenle: recebenive alumnas in
lernas, externas e meio pensionistas.
A instruego cottfla de priraeira lettres, por
tufiuez, francez. inglez, geograjilii msica,
piano c desenlio.
Santos e eacali V.ipo-' aileiuo Sanio-, c jm*
luan'iaute J. K o;er carga var'08 genero.
Rio-e J nairo e escal, = Vaoor ogl-z B'-an-
Demo rn, commanjaui- S. O. Cciltou, vur 0-
gfnsrop.
Pjro*ga'" LuKar no agense Nln?. capi-
to A B nlzeo, ca-ja v^r M gen-ros.
a.n,w_ i a :-cti.. irgvz D.wi*, cap taj l. G.
H Wi-ell. na'Ka Varios j-aueros.
Pd.'ui yia B-ikrue dnama-qoes Catnenoe
cpiiio L. Haiieeo. em Ustro.
Hrrfsvo anlelpa.l de Jo
O movimeoto ursic me.cado 00 ma 3 ue Ja-
neiro 'o: o scgointe :
En'r-ram :
36 hois pesando 5.89 kilos
510 kilos oe peiye a JO rs. 10*200
2 compart. com manscoea 100 '8. iOo
3 ditos com camarOes 100 rs. 300
1 1/2 coloronas a 6'JO rs. 18*600
1 ctirga com galliobaB a 500 rs. *50u
5 cassoaes com gailiobas a 300 rs. 1/500
carga com cebnhobo a 300 rs. jlJMO
2 cargas com Iiiran;a8 a 300 rs. *600
2 carcas com melancia a 300 rs. /60
3 cargas com loocas a 30 rs. *9>x
2 cargcS com diversas a 300 rs. bOO
27 cargan com farinba a 200 re. 5*i00
10 cargas com milho saeeo a 100 rs. M00U
6 cargas com fejSo a 200 rs. 1 zO)
62 lugares a 200 ro. H*40U
11 Soinos a 200 rs. 2i00
11 como, com .-.oineiros a 14000 HOXiO
9 comp. com scia i-u8 '00 rs. 630t)
11 comp.com fressoraio- '. -s. S/606
31 comp. com comidas a 70o rs. 23*800
56 como, com fazendas a 600 rs. 3316' 0
51 comp. com verduras a 300 rs- 15*00
75 comp. com fariona a A> r8. 30*01)0
47 comp. r.om talbos a 2*000 9.*(X0
CASA
Martins
TelesrammaFIUZA.
UNA
Se MarfilMI
za & C.
Ca i x t.i o Co rre i o I 5
A larvimite e o PeitoraCuradetosseasihmalica
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmen-
soro, medico da armada, certificou que
urna pcssa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabelecju-se com o
uso do l'eitoral de Cambar, de Souza
Soares.
com o Peitoral de
Combar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, d.i Baha, que sof-
fria de urna incommoda tosthma-
tica, que resistir a cinco anuos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
O AGENTE Companhia de Droga Cambar, de Souza Soares.
Productos Chimicos.
Rendlmento dos dia 1 a 2
278f00
oii*9uu
S2JP0
Precoa do da :
Uarne veide de 400 a 900 rs. o kilo.
Solos de 900 a I* dem.
Ca'oeiro de 1*000 a 1*200 dem.
Faricba dp 700 a U20J rs. a csia.
Milho de 610 a 700 rs. a coia.
Feijao te 1*500 a 2*0CO a caia.
SaTlos esperados
Dj Rio de Jaaetra
Galera portogoea America.
Paiacoo nacional ose r.
De Pelotas
Loga- alkmi Clara.
Ligar -.ogiez Brasil.
Patacbo portuguez Soci I.
Patacbo allpmao HoMsoGte.
Patacbo belga Eml-e-
De Bueoc8-*yres
Bricoi besraabo! G azia de Roza.
De Cardui
Barca noruega Franzlfk.
Barca noroega ludia.
Birca ingleza James Liversey.
De Hamborgo
Ba-ci alienta Emma Baaci.
Patacho ai'emao Toona.
De Liverpool
Lugar ingle Fanny.
Ue Terra Nova
Loger inglez Trusty.
Logar inelez Gjldrntiin.
Logar inglez Tyree.
Vapore a entrar
Mes de Janeiro
' Sir, do sol, boje.
oStrabo, de New-York, brje.
Jalioatao'. do norte, boje.
Oreaos*, da Europa, boje.
Tago*, da Europa, boje.
M riner, de Liverpool, a 6.
Coleridge, do sol. a 6.
Iiatlba, do eul. a 6.
Macedooia, do sol, a 7.
Equateor, do sol, a 8.
Madaleoa, do sul, a 8.
Lailn p.ioce. dJ Mediterrneo, a 8.
Stella, do sol, a 8.
Daoobe, da Europa, a 10.
Alagoas. de norte, a 12.
.Greciaa Prloce, de New York, a 12.
..Campias, da Europa, a 14.
Clye, do eul, a 13.
Orelaoa, do eol, a 19.
Vapores a ah?
Mei de Janeiro
Santos e esc, Strabo, boje, fts 2 horas.
Santos e esc, Colombia, boje, s 3 horas.
Santos e esc. Li Place, boje, s 4 hora .
Para e New-Yjrk, Moor;sh Pnnce, 5, as 11 b.
DlMas Ayres e esc, Orcana, 5, as l horas.
New Yort, Coleridge. 6, s i horaf.
Bosoos Ayres e esc, Tigos. 7, s liberas.
Birdeox e esc, Equateor. 8, a hora.
Ecs'bampton e esc, Mazdaleoa, 8, as II n.
Collegio Snota iruz
Carao primarlo e de prepara-
tsros
75 Ba: e n o. < io 75
Omi < "ira e-tS" Sos -ti-ix< ?8 dn --ti ri>tabeieeiai*<>io ,4, o'i''ana e eciOda*ta, n-r.. n sexo roasiu-
ii i, rujas bu 'di aD'lf-ae-liaJ uo ma Ib o
tOrrente.
R-Ten n n cnos interpon, n:e os peastocistas
e e<" rnos.
lotiruiarO-8 e esti'uios eerSo dado* nocoN
legio.
Bu. de H -picio n. 7o
Os dif'Ci>'p>< :
Jiarjulm Krioifo do Mantfonca Sia 5e3.
Antonio d Suva fio""-a s.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos C: i mices.
AGKNCU IUYAS
SERVIC03 TELEGRAPHIO is
O Dir.-cior da Agracias EtavM Mn-i ur
Gaelan Manoel avisa ao paWieo ao foinnier-
CO en; sural que o escriptorio da aaWl AgMf-
ca acba-se ruiiccionanm ras Nova >. X.
achando-sa ab*rto ti'dos os iliis da< 8 oras da
nnnh s 5 da larde, excepto os das do Do-
mingo e santilicadus.
Priso bb,P(J Lazativa aVichy
Iriiinndatlo do .loriooo Simio
imaro daw Malinas
De oricn do ira 5j lu (iot--'ino) contiloa
toii'i o liosos irmaos k o nn-ire'ertm em oo-
so coosicto 'o, <-omingo 6 lo 'Orrente, pel8 6
h,tr8 a la-lie. atim de em nnmero legal proce-
'a p a eie'ca M nov tuncciooa'io, qoe
2:000^000
Dao-se 2:OOOSooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de tjem de adrain strar i m w* doiante o
^a^.. -,*.. oono coiiiii'ooifaali de '895 a lt-9t>.
pengosa pneunomia, que cedeu a atu- Coflf,..Crlo ,a CailPlh flf s,,,,,, rtmar0 Sa
rado tratamento medico, continuando, | |jn,g 2 de joneiro de 1H95.
porm, depois a soffrer de urna tosse j
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condic;oes
ainda mais graves, dei-lhe entao o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento Larga
[S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos Chimicos
O PMVIM Jo qiiim ihnnque de Olivara.
Collego de N. S. das
Mercs
SEXO FEMININ'O
Hu do HospicioSO
As aulas deste cstab:lecimenlo Je ir.slrucco
primaria e secundaria abrlr-se bao no dia 7 do
correnle. .
Adrante se alumna3 inlerna, senil internas e
externas.
A directora,
.1/ana do Carino Azevedo.
INSTITUTO PHII.IMATICO
Dirigido pelo
Bacharel-OLINTHO VCTOR
As aulas deste coll'gio estarao aberlos do
dia 7 do corrente em diante.
COLLE&IQ DE laA WBi
Para o sexo femimno
Ra do Padre Nobrega (antiga do
Alecrim n. 4)
Fundado em 1885
No dia 7 do correnle reabre-se este eslabelo-
citr.ento.
Er.s.naportuguez, francez, Inglez, aniltme-
lica, ueographia, historia, desenho. trabalhos de
a}ulho, flores, papel de arroz, ele.
Recebe-se alumnas internas, rneio-pensionis
las e exlernas.
Bncarrega se do leccionaraento das materias
cima em casas particulares mediante ajuste
previo.
A directora,
.lima do Reg Barretio d'Almeida
Coqueluche
Caras do Peitoral de Cambar
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restable-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBARa, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma Manoel Joaquim Mo-
rena & C, do Rio de Janeiro.]
--------------?------------
Instituto Pernaniluicano
DIRECTOR
Bacliarcl Virginio Marques C. Ledo
63 Ra do Hospicio 63
TELEPHONE 570
As aulas deite estabelecimento de in-
truc$ao primaria e secondaria reabrir-se-
hlo no dia 7 de Janeiro.
G01LKGI0 91 JANEIRO
13 Ra 7 de Setembuo 13
As aulas de te estabelecimento come-
cam a funecionar no dia 9 de Janeiro
vindouro. .
291294.
O Director.
Bacharel Francisco Lamenha Lins
.0 ib. ";::: guhsass
Avisa a seos amigos e clientes, que
mudou o t-eu consultorio para a ra
do Rosario n 0, antigo con-
sultorio do Dr Ferr ra, onde contin ua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajaeiro n 4.
Tolephone n. 292.
EDITAES
Edital
O Doutor Jos Julio Rigueira Pinto
de Souza, Juiz de Direito do i.dis-
tricto criminal, presidente da Junta
Revisora do Municipio do Recife,
etc.
Fat^o saber que tendo designado o
dia (7) sete de Janeiro prximo futuro,
ao meio dia na sala do Conselho Mu-
nicipal, para funecionar Junta Revi-
sora da incluso e excluso dos jura-
dos, conforme determinam os arti-
gos 34, 35

i.2 03. do Regu-
lamento de 23 de Janeiro do anno pas-
sado, mando que todos os interessados
comparecarn com suas reclamaces dc-
vidamente instiuidas para serem toma-
dos na devida consideracao. E para
constar mando que se passe o presente
edital que ser publicado pela impren-
sa e affixado no lugar do costume.
Eu, Manoel Bernardino Vieira Ca-
valcanti, 2.' escrivo do Jury, o esc re-
vi.
Jos Julio R. Pinto de Souza.
Edital
Pe'a secretaria da Pf. fritura Municipal do
Recite, se faz noblico, a q em inte*eeao artigo
5 C-ipituio IX da Le n. i de 25 de Feverelro
de 1893.
Artigo 5 Darsnle o mes de Janeiro de cada
anoo, tocios ca meoicos, cirargifies, pbarmaceo-
ilcos, drrgnistas. parteiros, raoer.do'es, den-
tistas e veterinarios mandarn Si ere aria da
MooiciDaldaee a drclaracao de seos nomes e re-
sidencia?, atirn de qee por esta stj poblicada a
lieta de torcos esses uroi.Sf mnaes.
Paragrapno onico. Os contraventores serio
mu lados em 10X000.
decretara da Preciara Manl-ipal do Recie,
em i de Janeiro de 1895.
O serr*trlo,
/fasta Jos Ferrara da Rock*.
Kecebedoria ao Estado
de Pernambuco
EDITAL N. 1
O administrador da Recebeaoria do Es ad
fax pobl:co para conbeciraento dos iot-res?al s
que, dentro de 30 das uleii' imnrorog^.ea fon-
taCo? de 7 do corrente, ser* receida rocca
do cofre, a qoola devida por pateot-? pra a
poder realhsr aoardecte on slcool qner po'o.
qaer transformado, nrg etlbelerime .ius do ma-
otetpio do Recife, relativamente ao cxe.ccio em
vigor de 1895.
Pela taita do pazamento 00 allodid. pr. 10 1:-
rorrer o contriLolote na mol a do dobro da re-
ferida quota, conforme o an. 46 8 parte do Re-
gulaa.ento detde Malode 188".
Recebedona do Estado de Perraabnco, 3 de
Janeiro de 1895.
Affaoso de Albjquerqce Mello Juolor.
r

:*0mm-~r **fjt !**'-"- 4
{
^nr
*.i ... -a
T-T'




Pcriiamtonco Sabbado 5 de Janeiro Ic* 1895
Recebedoria do Estado .
de Pernambuco
EDITAL N. 2
O administrador da Receb-doria do Estado,
de ordem do Eim. Sr. Dr. Goverocdor faz pu-
blicar, pura coobecimeoto doB respectivos agen-
tn o' regulamento abaixo alterado pela le n.
fii de 6 e Abril de 1893, que determina dj
D. 10 doart. a*. queseja de 2% e nao de
i/i o imposto cobrado sobre o producto de
quaiqoer ieila de movis ou mmoveis e aemo
ven'' s.
Recvbedoria do Estado de Pe-Datibuco, i de
Jantiro d* 1895.
Alloeo de Albu?uerque Mello Juaicr.
obtitutd.>s pelo oontractante,
a de ama multa de cem mil res
(IOCJOOO), quando nSo n jqb, aendj n'-je-
te Cio a Bobsituig) frita saa suata
ps!o Adaiia'&trbdor do eatsbelecimerun, e
descontado o sea va'or a.'a da mu'.
O Pesideole da Provincia resalvo que na ar-
recarifcao do imposto de mel por cerno eobr o
predu i.) de cada l-il", coa: ex<-r,c5o dos ju-
diciaes ierre ado p-u g 30 lo arl. 40 da le pro-
vincial n. 510 le 12 de-Juubo cliimo se observe
aeSQ'e : REGULAMENTO
Art I O iimiosio d meio por cento sobre o
producto fe c .la It-USo, con excepto dos ju
tic ai era pago ro>lade pelo comprador e un-
ir meiV-ie pelo vendedor.
A'i. 2 Os agentes de leilao, ficam reponsa-
v is pe a meta le do dito imp sto e, portoio, au-
i rlsad a ex g la don ciQijiboiDtes, Bulos que
setaui es MiOee, alada qnaodo forem feiios a
crecto; uao pod.od.), anteB de sea pagamento,
entregar os objecin arreuntaos.
Arl. 3.' Para previo lanca-rentj da renda de-
vida, reretteroo ao Coufuado Provincial, moco
ibs depois de ccncluio cad; leilao. ama non
da dala e.o que 'oi reaiisado, quatua^ "os re-
spectivos cbjectos e impo'iaocU produzita.
Art. i. Ncs dez das suDeQO>-nies a entre-
ga desta no:a, reC3:li.rao a referida est pie
areiiia que oevem ler cobrado, cuja la por-
taccia sera >eriB:ada pelos respeciivos laaca-
menu. .,
S 1 Ni '!ta des'.a entrega no referido p-az.
eiiran.r o Coceulado orna coota da qoaolia de-
via e i remetiera aTQesDurana para ser cobra
da execonvamenle.
2. Nao aymvti^.r em jutzo o agen e a
allrgacao de cao ter receido dos conl-iomo-
tes. producto do imposto, nem rut'o qubI
qier que nao seja coi sisteoie no coabe cimen-
to do respectivo pagamento remetido pelo Con
guiado xo procurador Bees!.
Art. 5*0 admioistrador do Consolado pote
r mandar assistir aos leils por om empre-
ado de toa repartiera, ao qual dir o agen-
te as notas e esclarecimentoa, que exigir para
as OfCesdsrlas ti-calis. r8.
Art. 6. 0 metmo administrador tambem no-
dera reqoerer ero juito competente a exhii>i-
cao do* livroe qoe os ageotes sao obrlgados a
ter, na conformidade do art. 71 doCidigo
Criminal e do art. 28 do Realanieoto oe 10 de
NjvtmDro de 1851, mano.aa observar Desia
praca pelo decreto o. 939 de 20 de Mareo de
1852, para que na presenta do agente, cojo
leilao for oeceseario liscalisHr, e de ota empre-
ado do Consolado se proceda as averUuagses
que se julgsr convenientes, observan jo so os
caso de recosa da parle do agente a if*MMleiu
do art. 357 do Regulamento a. 737 de 25 ue
Novembro de 1850
1 Se por tsta averlgsagCes verificar s-
eoue notas remettuas ao Consulado e os
iaeganentos dos reftndos livros. ailLreogas
que po->8m prejudicar a fazenda, serio redo
zidas a termo e este assignado pelo |o z que
presidir o acio e pelas parte; e testemnnbas.
Este termo feri por Intermedio da Tesou
raria reietudo por copia ae procorader Bacal
pan proceder judicialmente contra o ageo'e,
e promover pelos meios execovos cobraog
da renda devioa, coja conta Ibe sera umbem
remetuda.
2. Igus! procedimeoo se ter com a agen-
te qu'i. por ooolsfo oo relotancia, deixar de
remeiier as notas ao Coosolado dentro dos cin-
cj das que Ine sao mar:ades
Arl. 7" Os arremataotes do referido impos
to ficam subgaaos dos direlios e acgSes da
Fazenda Provine al, e aos agentes corre a obri-
gagao de cutapnrem para com elles as qoe Ibes
sao imposiaa por este regulamento.
Art. 8." O inspector da Tnesooraria Previo
cial providenciar sobreda eacripioragao, qu?
deve ser observada, beru como sobre a coor>n-
ga da renda do menino imposto devida pelos
ieiloe9 ja realisado no correte exercicio.
PalClo do Governo de Peraambaco. 15 de
Jubo de (851/.ntonlo Marcelino Nones Gon-
galve?Conforma. Antooio Lei'e de Plnho.
E01TAL
DcordemdoSr. Corouel Dr. Administrador
e na forma da regra i. do art. 496 do Regola-
melo dos Crrelos da Repblica, qoe baixoo
com o Decreto n 1692 de 10 de Abril do cor-
rete anao, lago poblico qoe devendo effeetnar-
se nYsta Admiaisirago, em 13 de Janeiro do
prximo anuo de 1895, coscareo para prebeo-
cbimeoto dtquatro logares de ctrteiro de 2.*
classe da mesma Admioistragao, cojas provis
versarao sobre leitura e escrlpta correcta da
iioga? nacional e as qoatro operages fonda-
mentaes da Antbmetica, acba-8e desde j aberta
n'esta repariigao a oscnpvao dos respectivos
candidato*, que tevero provar. na forma do
4 do sopra-refendo artigo, ter mais de 21 e
memos de 30 aoco3 de edade. excepto se ja ti
verem exercicio no correio ; gozar boa saodee
ser vaccinados e ter boao procejimento.
As ioscripgOes serao fetas at as 3 horas do
dia anenor ao do concurso, e a classiBcsgao
o'este obt da ser valida dn-anle seis mezes.
1.* sesso da Adminisiragao dos Crrelos do
Estado de Peroambo.o, 13 de Dezembro de
1894.
O 2. Ufficial,
Joaguim Spenccr lapes Netto.
Ed.tal
CFaz-se pobl'co a qoem inieressar, que doran-
te o mez correte recebe-se eem mol'a o i
poito de afe.-igto de pesos, baiaogas e medida
dos estobe'ecimeuios commerciaes da freguezia
rt* Snc'o Antonio, dest 4 municipio, no pago do
Cmcelho Municipal das 9 1/2 da manb s 3 da
tarde.
Pago do CODcelt o Municipal do Recifo, 1 de
Janeiro de 1895.
O sfce'ario
Joiqu.m Jote Ferrara da Rocha..
O oontractante obri^ado a fornecar,
independe ate de ipdemoiSdgS.o, o brsbun e
; aecessari > pira iormalar as rt,5es de car
ne e baealk), torrador e ctinhu p r -
cat.
6
As rc$5*.B e dietas oa presos pobres
da que 8e trata, i So poderSo exaader d-;
8eioC3ntoa reis (600) d.arios, com e-
o P5':j das iornectdaB a^.SDresos gji itursi,
q;e sarSo pago; do cooto'ooidade com o
dispoato no vis i do Mioisterio da Gjor
r& de 2 de Maio de 185S.
7.
O cootractante nao pod-sr recebera
iaportaaioia do fornecjmoato foito no mes
anterior, bcoi que tonda pxgo o respcct.vo
se lo.
8*
Para gerantia d- s onuta e a bo exe-
cngS'i do eor.t acto, qao ser 88 ig dentro de 3 ti"f, a Oootaf d'aquelld em
que 6? acceita b sua propoita, o contra-
cipote roi_o hr aos ores do l-t-i'iu a
qi-ancia de ava corto de reta (l:000(!O),
m d nheiro ou spocea da divida pub ic i
f ;derl ou es:dcal.
O director.
Arlonco V. de Medeiro.
Ifuramento de terreno de u:-
rinha em Santo Anaaro
Te ordbm do Illm. Sr Dr. inspector
desta Alfandega faco publico que, tendo
requerido Carlos dos Santos Viilaja o
aforamento de um terreno de marinha
alagado, sito e itre a ra de Luiz do Re
go, em Santo Amaro, da freguezia da
Boa-Vista, desta cidade, e o rio Beberi
be, medindo de frente setenta e cinco
metros sobre trezeotos e dezeseis metros
de fundo, ficam intimados os foreiros con
finantes e outros interessados para perante
o mesmo Sr. Dr. inspector, provarem no
prazo de 3) dias, o direito de preferencia
que por ventura tiverem com relajao ao
aforamento do mesmo terreno.
3* BecQo da Alfaddega de Pernambu-
co, 21 de Dezembro de 1894.
O chefe,
Clito Valtcrtno Percira.
EDITAL
cretari da Qnestiara Poli--
eial do Estado de Peruana
lineo, em 58 de Janeara de
1N95.
De ordem do Dr. Questor Policial,
de accordo com a clausula 11 do con-
tracto celebrado entre o Governo do
Estado e o cidadao Jos Gomes Fer-
reira, Maia. e a requerimento deste,
fica prohibida neste Estado a venda-
gem de bilhetes da Lotera Nacional,
sujeitos os infractores a multa e appre-
henso de que tracta o Decreto de 20
de Janeiro de 1890 em vigor.
O secretario,
Cassia?io Lopes.
DECLECOES
Di c; or a Jastic'.' Secglo Se-
cretaria da Justina, Negocioa Interiores
e Icstracg-'o P biic* do Eatado de Pj
nambuco, em % de Jar ira 1895.
EDITAL]
De ordem do Sr. Dr. Secretario da
Juatic?, fago publioo que fica aberta, por
eapsc'i de 5 d-as, a contar d [hoja, con-
currencia sfin .de serem apresentadaa
propts'as, devidrmente selladas, em carta
i'ecbada, pira o forneci ment, durante os
nies^s de Jaueiro, Fevoreiro e Marco do
corrento anco, de ra^o se dietaa aos pe-
bos pobres da Caaa de DetesgSc, median-
te as condicSes abaixo estipuladla.
1.a
O cootractante obriga ae a faaer o for-
L3cim.-nto com ganeros a2os, de toa qoa-
lidade e cij, mencitnadoa cas tebelias
na. 1 c 2, oe *ccord com o Reg'ilamento
da Caaa de Detengo de 18 de Marco de
1875.
2.
Tanto as ragSes eomo as dietas aerao
entregues na porta do estebelecimento
um empregalo oa empregados, encarre-
gados pelo administrador de aa recebar,
c2a B9ndo pertniftico ao cootractante 00
aosaelia representantes t.r ingresao 00
estbele cimento.
O nnmero das rag5je e snas qaalidades
BarSo exigidas do contractente por meio de
nm valle aasigoado pelo Administrador, e
das dietas por meio de um ootro valle ai-
B'gnado pelo medico.
4**
As rag5o 9 dietaa recnaadaa pelo me-
dico, por ana mi qualidade aerSo de
\
o
;
Reparti^ao das Obras do
porto d Recife
De ordem do Sr. engonheiro rhe'e, fago pu-
bl coQue de conformid^de com o 5* doart. 18
'lo regulamento, ow baixou coto o decr-t' n.
1,109. de 29 de Nosembro de 1890, 00 lia 8
ae-te mei, ao meio dia. na respecia reparii-
gao receberase propostas piri foroecirrento dos
.-f guirit s ma eriaes e roa s objectos, dorante o
prirceiro emeslre do correte auoo, oeceaaa-
'los ds o v. s a careo da mesma repartiga", seb
as segaintes ctndigOes :
1.* Os proponentes devera apreBeatar ae
so a ero. o^ia? em cartas tecDadaa, al a bora
cima indicada.
2.* As propodtas dev-ao ser feilas em du
plicaia, sendo urna d'ellas compelen-ecenie es-
tampilbada.
3.* Os p>-opooente9 devarao apreseatar as
amostras dos objectos que propoterem-
4 As p-cpostas deverao ser Litas segn 'o
a ordem alpnabeuca, sysiema de peso, medida?
quaotidadee qualidade de accordo com a red'
ca > io(ra.
5o Os popooeoies se obrigarSe a forneeer.
dentro de 24 horas, o objecto pedido, sob pena
de mol a de 20 pjr cento sobre o valor di pe-
dido.
6. Os proponeotes se ebrigaro a entrega-
os objectos pedidos dos lagares qoe Ins lorem
.nsigrjadrs.
7.a As cuntas serao tiradas meofaioceate. e
entregues na repart gio at o dia 15 do msz se*
guile ao do rorn^^iuiento.
RELCO DOS OBJECTOS
Agua raz, litro.
Atoar-.lia, k'lo.
Alvaiade ie 7nco, dem.
Arabem, idem
Azeue doce, litro.
Aieiie de carrapito, dem.
Az^e de peix*-, dem.
Azul ol'ramar, kilo.
li iIJ's ferrado-, um.
Dito de (erro galvanisado, om.
B indura nacional de 2 pac nos. ama.
Br=o, kilo.
B'im, toem.
Brochan. 8, urna.
Dita peqoeoa, Hra.
Cabo Ue linbo, k o.
Olio ae manilha, uem.
D'to de cairo, ioem
Cardeoaea brooteados, polegaa.
Dito de cYliooro, 'ie ji
Cubroe de qoaliciade, metro.
Caldeiro para varoiz e alcatro, um.
Cal prta, litro.
Cal Dranca, litro.
Calque em pauoo, mitro.
Dito fta papel, idem.
C'.aneas, urna.
Cantaelras de (erro sortldc, k lo.
Carvo Ntw Casi le, kilo.
Dito de cock, dem.
Dtlo de 1 ardiff, idem.
Cera amarella, dem.
Cimen'o Pjrilaad 'nglez. dem.
Dito marca .omccr, dem.
Cbambo em leogol, idem.
Cobre para forro de canoa, idem.
Colla da Babia, dem.
Cimento Porilaod marca Pysama, dem.
Couro ero, om
Corda para aodaime, pega.
orreia de sola inglea singela, metro.
Dlla de dita idem dobrada, idem.
Correles de ferro, k lo.
Bofelopa pequeos, caixa.
Dlfo para offiolo, cento.
Escala de madeira, urna. ,
Escapla do ferro. oem.
Esccva tcglez. orna.
Dita para luoo. laem.
Esqnadro de fala, c>.
E-nopa de algo ^0. kilo.
Di tu delinbo, idem.
Dita deembiriba, idem.
Palelcb?, dem.
Peltre, idem.
Fio de aigoddo, idem.
Dio d? I?, ideo.
Dito de vela. dem.
TVqeta r>e ferro, ona.
Gata 'e ferro singei j ,- dobrado, um.
tinui'iid aribte*. rasen.
G'aixa d'i Hie Brai'dn k lo.
Jarn rt-! madeirj lerraJa, ana.
j LajBpeir, om.
I. 11 h ue nona na, duna,
i) t > (i p. 2 oores Mam.
L'ma .'ia, ioli*g'da.
I la t jiifcui.', iii' m.
IJ ti DJjrg i, irerJ?.
Ltma'do los^z, m-m.
L'Qfea ataairotda, kto.
Di a oe Parca e ioo Lisa a %,ro patel. fina.
Diia de esmeril era panno, blba.
Lito ru BraoeA oapel almasso p;u'.3do de 50
a 200folh;B un
D.io em dito, im-iu idem, Carr de SO a 200 ditas
idem.
L na 1 glea de qualidade. melrc.
Me al coiopo-tg:io m fulti?, k'io.
M aliar alciiro.nr., k 1 ,
Dio bran:r, ideal.
a"oi!6e? bro;.>e.!do?, pclegarta.
D 10 ferrado, ideo.
Oleo ..i lioCaca, litro.
Pa de ag.', o^a.
D la tte le tj pateot v-. o iateirc, nma
Paiba ae cometi, ceow.
i p lio, r< ib .
Pjpel scuj Bn, peg?.
oiio tn 1 a bonao. folb.
Dilo ata ro pastado, recaa.
iiil'i. oarau pautado, resma.
ilo rrT'S, fo!3.
D to Ja f Iba.
Par lellioSpedoi de gran.to, ot..
Persjvrjo, caix'.
Pea d-. caora, om.
Peonas defary. caxa.
Diiaa rie.MalIat, caixa.
Ottaa li;ian ra deseubo, ca xa.
Pas?'.va, Ifilo.
Picarrk, rima.
P preto, k.lo. Jr
P',11 hiVsuepnho daSaecia0e0-0 Qmetro.
C'-'t.'i'i Cibraea grandes c piqaenos. Kilo.
Dtios de frro ba'fi grundes e pequeuos, kilo.
D tea trancesea. kio.
Ditos de liaco, k lo.
Di'os ripa^:, k lo.
moa d<-> cib t. oatel grandes e pequeos, tilo.
Pre Rro-eto Gurni, oro.
R-pi d.' fe'rc, OflB.
rta-1! a^eirn He cabo re osso, urna.
Reblas, k lo.
!eoa ae 'ala, orna
fterr.o "le f.ii*. metro.
Roso terr., k lo.
Sapat Isa, urna.
Ser-ante fezes ru'0 klo.
D to f. IIac. k o.
Sola lagl.'S', tu.'.
Tjt as de aiatllo de 0,126 de groscura, metro
I tiea'.
Dito 'le pao carga de 0,mJ25 de gratara, metro
linear.
Dito de riinho :e>in so, metro linear.
Dito de cedro, metro linear.
Tax* de cobre. vilo.
Tapete para e3caller, metro.
T.jollo fraocez para limpar amarel'o, am.
Tijollo de i-ITeuaria banda, rr.iltieiro.
uno de ri:to grosso o'^goa < ie, mllbeiro.
Teibas de barro naciooal, raiibeiro.
Ditas de zinco oudoladaa k lo.
T'Soara. urna
Tinta braoca ora majsr, kio.
I) ta verde em dito, ideiu.
Dita caru.im. frasco.
Oita preta giepber:, to'ija
Dita nacooil, idem.
T'oteiro de Vld'O, um.
Trrave ce tucnpira verdideira mptro linear.
Dita oe erubeMoa oreu Di'.a D ta fe dita ne 12 a 14 metros, dem.
Trado de colbe-, i'Ollegiid.
Dita de rosca, idem. <
T*boz. Tena de ag u, urna,
Dita de fin. Idem.
Dita de ferro. dem.
Todo de vidro pa'a nivel d'agaa, ora.
Dito de dit<> para taoo de caldeir>, nem.
II upeuia, urna.
Vasoora de plausiva, idem.
Da de timti. dem.
Verde caomo, k lo.
Dito fraocez id Verme bS), idem.
Veroiz -te teairao, litro.
Dito de gaz. idem.
Zirro ioglez kilo.
Zinco em folia, iiem.
R- a-ugo dac Onras do Pjrlo do R-.C'.fe, em
4 de Janeiro de 1895-
0 secretario interino,
J-;aquim de Medeiros Raposo.
Couipanhia to Reberlbe
Previne-se ao publico que em con-
sequencia da retirada da circulaco
dos antigos bilhetes da Co.iiparihia
Ferro arril, e de nao serem trocados
dla mesma Companhia os bilhetes
destacados das caderneas, a venda
d'agua nos chafarizes s poder ser
feita recebendo-se moeda legal, e
quando nao possa o comprador apre-
sentar o valor de cada balde d'agua,
ser-lhe-ha permittido doixar em de-
posito em mo do guardado chafariz
urna cdula de pequeo valor para ir
tirando baldes d'agua at completar
asua importancia, at que haja moe-
da divisionaria legal ou que outra
providencia possa ser adoptada.
Recife, 29 de Dezembro do 1894.
Graciliano O. da C. Martins.
Director gerente interino.
__JTM s,um L
Companhia Dramtica Italiana
HOJE-Sabbacto, 5 de Janeiro de 1895-HOJE
6. Recita de assignatura
fOSG
PREf OS DO COSTUME
Principiar s S horas
llavera trens e bonds para todas as linhas. ^^^^^^
COMPANHA
Pernamb jco Powe?
Factory
Quano div-dendo
Di ordem da directora, convido aos Ira.
accIjMRSS a rcebeerr>, oo eacritto-io esta
companhia,, p-sci.i Com-rerc'o o 6. o 4- dl-
vi.ienac.d- 3 i/2 O/o, relativo aus aul-o -nezes
de Stembru i zriaoro fln lo, s-irdo 7"0O por
a-gao lotfftrailsaoa e $tm por acgo t iota-
gralisar Osposaaidorea oh acgSes in pgra'fta-
dae, qoeiratn ipreaoc'.ataa para ser notado este
: aiamentii.
ecife, 2 de Ja&elro de 1895.
A. Barbota Vaona
erret i-'p.
LOTERA
Pernio maior 12:000*000
ztrac^o intranserivel
DA 1." LOTERA .1
Sexta-fe ra, 11 do corrente s 2 horas da
tarde
Bilhetes venda- as casas lotricas e na thesouraria ra Larga do
Rosario n. 9, l. andar. _________________
Rerby Club de Pernanibuco
Previne-se aos Srs. possuidores das
acQ5es preferenciaes d'esta Sociedade
de ns. 38, 32, 21G, 217, 25, 28, 135,
148, 149, 145, 142, 137, 138, 139,14G,
147, 199, 161, 165, 109, 209, 211 205,
162, 213, 198, 212, 163, 200, 234, 40,
37, 29, 210, 231, 106, 108, 114, 111,
110, 126, 237, 39, 230, 2-16, 44, 57,
52, 235, 45, 53, 51, 46. 30, 239, 250,
56, 222, 226, e 227, que tendo ellas
sido sorteadas para serem resgatadas
podem vir rooeber o respectivo valor
certos de que fico suspensas os res-
pectivos juros de hojeem diante.
J Secretaria do Derby Club, 19 de
Dezembro de 1894.
A. A. GomesPena.
Gerente
Banco Emissor de Per-
nambaco
Sli coovjiado8 os cossoidor-s d? npolicea do
emprest m 1 f-ito or este Banco ao Estado e das
letra bypoibecarias emttidas relo mesmo Bao
co. a vi.-em recber os jo os to semestre Hado.
Os coupoos se:ao dastacaaos no acto do paga
manto.
Ret-ie, 31 de D-zeunro da 1891
Jesuino Aires Fernaodes,
Dire"or.
4.
Projecto de inscripQo
Para a 1/ corrida a realizar-se no domingo
13 de Janeiro de 1895
Encerrando-se as 6 \\i horas da tarde
em ponto
1.- PAREOAo Diarlo de Pernambuco1.600 metroa. Haodicap. Am-
maes de Pernambuco. prsmios : 5005000 ao primeiro, 100(5000 ao se
gando e 505000 ao terceiro.
Pesos=BBmrk e Aveotureiro, 56 kilos; N.bbo, 58 kilos; Gimors, 54 ki-
los ; Triumpbo, Piramoo, Peniaoo, Pyrilampo e Plat2o, 50 k'los ; Tor-
co 2.' e Tudo 43 kilos; Fumaga 2.*, 45 kilos; Maanty, Ally Sto-
pet e Pygcea 40 kilos ; e os demsis 38 kilos.
2. PAREOAo Jornal da Mee fe1.303 metros. Aaimaes de Peroambaoo.
PRHMioa : 3J0i5Ob\. ao primeiro, 60|>000 ao segundo e 30ij000 ao ter
oeiro. _
Art. 5 Bismarck. 2-., Av*ntoreiro, Nab*bi, Camors, Triumpho, Piramon, Fe-
ni^no, Pyrilampo,PlutSo e Turco 2.'
3.. PAREO-A A Provincia-1.150 cetros. Anitnaes d Parnarobaso. Premios :
3006000 ao primeiro, 605000 ao segundo e 305000 ao terceiro.
Art. 5.*Oa do pareo Jornal do Reoife e oais Hirondella, Mascotte, Ida, Ber-
liro, Malaio, Dablio, Toalnn, Pirat-, Patbohoaly, Yb", Garimpeiro,
Cmgo, V.ng4dor, Faoso, Tad.-5, Fam.ca 2. A ly Soppe.-, Pyg-
meu e Maurity.
PAREOAo Coanerclo de Peraambaco- 1003 aaatms. Animaos
de Pernaombuoo. PRBHI08 : 3005000 ao primeiro, 605000 ao aegao-
do e 30000 ao terceiro.
Art. 5.-Oa do pareo Joroal do Recife, A Provincia e mais Tapy 2.", Palhaco,
Gallet, Dictador, Teimos.i. Prontio, Teoor 2.', Regente, Patropolta 2,
Galante, Viva, Piano, Monruoo, Talicier, Vtngano, Gtuno,^ Mouro,
Beiia-F16r, Oarao, Narciso, Groa, Batnry, Goloaso e SnsSoaoi-
PASEO-A Gazeta da Tarde 930 metro. Animaes de Parnambaoo.
prgMios 300JOOO ao primairo, 605 ao eegindo e 305 ao tercro.
Art. 5-Os do pare3 Joma! do ecife, A Provincia, Uommaroio da Paraambnco
e mais Saepticismo, Taliapher, Malango, Bocaacio 2.-, PjnUb'e, Fu-
eileiro, Praasiano, Enireb, Phartzen e Bar*lho-
PAREOA XovIdades-800 matroaAcimaea de Parnambaoo qae nao te-
nb--m tido cla^aiScacao noa pradoa do Rao fe prsmios : 300300 ac
primeiro, 6040G0 ao aeguudo e 30O0Q ao tar ceiro.
7-. PREO--A Can'ern Mgica 800 metroa. Aaimaes de Pernambaco
qae nao teabam giaho nos prados do Raoife, contando ou nao ict)-
ria. Premios : 3005000 au primeiro, 605000 ao aegando e 05000
ao terceiro.
8 o PAREOA Jldado 1.033 metros. Animaes da P-irnarcbaco qua nfio te-
nham g-tnho no D.rby. PREMIOS: 3505000 ao primeiro, 705000 ao
aegando e 35$000 ao terceiro.
Art. 5. Hiroodelle e Fumsca 2.
Observacoes
O aeioaJ Oamora s puder ser inscripto nos pareos dos animaos de primei-
ra ordea.
Nenbom dos pareoa contar viotona.
Oa pareos e aerSo cooaideradoe reaheadoa inscrevando se e oorrendo 5 ani-
maea'de 4 proprietarioa difTereotes. ,*,. j j j
A inscripslo ancerrar-se-ha mpretenvelmente s 1,^ horas da tarde de
terca feira, 8 do crrante, nao Bendo aceit* aquella que nao vier acompanbada da
respectiva importancia aeodo chamaio os mesmoa pareos para aerem completados.
O propietario qae fiaer inscrever o seu animal, recabar no dia da corrida
5 bilhetes nameradoa que darSo direito aoa premies offerecidos.
O proprietario qae fiaer ioaorever sem animaea para as corridas do Derby
Club de Pernambuco, eaaim como oa jocheyj, emp.egado de coudelarias e inais pe-
aots que tenham intere^se as corridas, presume se qua s2o coohesadoras das disposi-
cSas do cdigo de corridas e qaa aellas se sejenam, beaa como a decisoes da Due-
ctoria. .
Tocando a pesagem oa animaes deverSo estar junto da reapectiva casa para
aerem inmediatamente eaa.lhados e Seguirem para o barracao no centro da raa onde
a poderlo estar os ockeys e os tratadores ou criados, os quaes nao poderBo ter com-
municacao com pesaoa alguma antes da realiaar*se a oorrds.
^creara do DerbyClub de Pernambuco, 3 de Janeiro de 18i5 .
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
5.
6.
Companhia Industrial
Pernambucana
Asaembla (eral extraordinaria
& admioitracao desta Compaubia convida ao-
Srs. accionislus a rponir(m-8e no H8lao da Ah-
aociacio CommercUl B^neflcinte as 2 horas A*
tarde do da 7 de Janeiro prximo, uara deiibe-
rarem eobre as nova? entrada* de con'ormidadt
cra o ariiio 6. m est-lntos.
R ec le, ti de Deientro de l9l.
Companhia Pernambu-
cana de xNavegacao
A Directoria faz constar aos Srs.
possuidores de obrigafes preferen-
ciaes que foro hoje sorteadas, para
resgate, as obrigacoes cujos nmeros
vo abaixo mencionados, pelo que os
possuidores das mesmas devero apre-
sentar-se com ellas na sede desta Com-
panhia a contar do dia 2 de Janeiro
vindouro em diante, para receberem
as respectivas importancias e os juros
decorados do i de Julho 331 de De-
zembro do corrente anno, sendo que
depois dessa data nao vencero mais
juros.
Outro sim, sao convidados os possui-
dores das diversas obrigacoes a virern
daquelle dia em diante receber os juros
relativos ao mesmo semestre.
NMEROS DAS OBRIGACOES SORTEADAS
132
225
29O
445
509
665
980
1048
1074
1180
1206
1283
1375
1390
1667
1691
1788
2068
2389
2639
2666
2684
2772
2798
2849
2946
3084
3091
3103
3158
340I
3493
3518
3554
3572
3918
4011
4127
4198
4291
4322
4365
4403
4494
4560
4653
4695
4699
4737
4765
4931
5069
5185
5210
5400
5709
5887
5942
5969
6028
6253
6315
6386
6573
6581
6583
6656
6710
7060
7111
7122
7237
7256
Escriptorio do Recife, 28 de Dezem-
bro de 1894.
A. Ulysses do Carvalko,
Gerente.
Compacihia lodattnl de
Chapeas
Jarea de Obrisu^Oe*
Coov'dn -13 8. po-s-.; r 3 *e iltol"? de
Obnirco d'-.-i;. C a.i.-.iihi-, a v;,-e,-D re fter
m feu eiriptir ', ra si;-, ana* ae 0'i:da
n. 19, os joro-: djs meamos (.-oop.in r. I)
Mirreapoodeoiea ao sexes.re lido em 31 ae
D'Zemttro flt En.
Rezife, 2 de Ja-jeko ri 1895.
Je.Gi Ttiesoorei'i-.
Companhia Ferro Carril
de Pernambuco
Yiso
Conroriuc n poicara do llr.
Secretario de lOstado do \e-
^ociow de liidiiwtria. de 'i do
correute, remullida por copia
pelo Dr. Fiscal d'ewta C'oaaapa
nliia, fica proro^ado ale 31 de
Jaiaeiro proxinao o prazo que
deveria Icrniinar 31 de Ifr-
zciakro corrale para coaiaplc-
lo reeolhiiueiilo dow bullacic*
uvuIwon. eiuiltidoN por es la
Coiiapaiilaia ululo de recilio
de passagcns.
At essa data serito diaria-
mente trocador em dnlieiro
ii*este escriptorio n<|aaelles dcii-
tre taeshilJietes t|uc uito lon-m
Talsos c estes ou om ijiae. como
laes. Torciii iiiipiignadoM pela
Coaiapaaihia. Mcrlo eimissatlos e
lacrados cni envolucrow rnr-
reNpoiidciite a cada portador e
submettidow na Qjicstura Poli-
cial filil-oso exaiue poi* pai*te
da t 'omniissito para esse lina ja
iionicada pelo Governo, a qua I
se pronunciar sobre a flwifi-
caeiao; no caso ali-malo.
sei-io os bilhetes falsos inuti-
lisados e aaeaahuna direito ter
indeninisacaoaIfjaasBMI o por-
tador d'elles; aiocaso aie^ativo
a Companhia os pagar irnnie-
diatanacnte.
A Companhia anda avisa
ao publico que para o coiaaple-
to resgate de tacs bilhetes, o
prazo concedido pelo Governo
improrogavel e lindo o qual
K-11I111111 valor lenlo ditos bi-
lhetes por verdadeiros que e-
jam.
Recife, 1894.
FELIPPE D'ARAUJO SAM PAO
Gerente.
COMPANHIA DE "
Fia^ao e Tecidoe de Per
nambuco
Tendo-ae estravlado cantella e ^ 34 relativa
a 28 accOes desta como nbm, pcnnceote a
Exina. ra. D. Marta Castaa ''a Sil- L rao, do
valor nominal oe 200*000 cada ama, com 60 o rj
realizados, Hcara a mesma de oenbom effaitj ae
nao for a presentada no egcrlptorio da com a-
Dbia, dentro do praao de 30 diax.
Recite, 27 de Oezemb o de 1894.
Jos Jlo ae Amorlm
Director a^nrelario.
Caixa Econmica
e Monte de Soscorro
de Pernambuco
odaaea ale sede
De ordem do cooaelbo bacal, faco publico
pelo presente, qae em viriode da me Janea desa
reparuco para o predi} o. 46 i roa do B iq
Jess, rica encerrado o sen expediente doran e
oa das 3 4 e 5 do correle.
Recife, 2 de Jan iro de 1895.
O gerente
Fel nto D Ferretra Coelbo.
RHA\I>ADU
DE
rossa Senhora doTer^o
A mesa regedora desia irmandade agradece a
lodoa aqnellea irmiua e devotca qae cen.^orre-
ram com anas e.cmMas para a miasa do .>al.(,
em como a distlncta bao :a maalcal da aocle-
dade Clfaranira do Recife, pelo seu comparec-
ment na reteriaa missa, dan o aseim maior
esplendor ao acto, e scieatlBca qae sabbado 5
do correte, pela? 7 1/2 oras da manba bavera
missa rezada em tengao de lodoa aqnellea qae
concorreram para o meamo acto, e que domingo
6. pelaV 4 i/2 da maorugade, rever lamben
missa rezada em boora aoa tres Reta do Oriente
Secretaria da veaeravel irmsodsde dea. 8.
do Terco, 2 de Janeiro de 1895
O secretario
________________________M. J. Bapliita.
Companhia Florestal Agr-
cola
Assembl* peral extraordinaria
Sao convidados rs Srs. accionistas para ae
rennirem em usatmoia geral exiroordinana em
10 de Janeiro proxia.0 vindouro, ao meto da,
00 escriptorio ra to Marques de Oada n. 19,
arJm de detiberarem sobre assumptoa hoanceiroc
da eoxpanbia, devendo oa Srs.a clon sus depo-
sitaren! snas ac(0e8 no cofre aa cempanb a cin
co das antes, de accordo com o Btt. 17 dos es*
tatoles.
Recife, l de Dezembro de 1894.
J s Gsnalves Pinto,
_____________ Direcior prealdeme.________
Companhia Industrial
Pernambucana
Aawesabla geraal < rdinar'a
A adminis'racSo desta Comp?ebia convida
os senbores accionstas a reunir m ee no aaio
da AsaocirfiaoCommerciat Beieticente a t bora
da Urde do dia 7 le Janeiro prximo, pa'a on-
virem a leitora do relatorio e do parecer fiscal-
dellberarem eobre o balanco e contas epicce.
derem em segoi "a a elugo do cnocelbo fia cal,
Recife, SI de D.ierxbro de 18V4.
I
a
I IHflH I
t / >
.
J



k


I
o
1
Diario de 'penmn^ffl ... ahijado 5 de #anesr de
PRADO
g&Assga gasiaio
Solemnisaco do 7. Anniversario
NO
Domingo 6 de Janeiro de 95
ABERTURA DO TURF PBBHAMBCANO
Terminando s 5 horas da tarde como
soreio do importante Brinde offerecido aos
frequentadores, e das 10 ricas Prendas cf-
ferecidas as Exmas. Senhoras.
Extr^ccjo pela machina Derby-CIub
Soiaei

Pellos
NMnrs lid. 5 a

i Parpo-B irruda BeltrSo-1 JCO oetros Arirns de Pernambuco. Premios :
L'WX) ao i, 60JU00 ao i' e 30JC00 ao 3*.
^onQOi^ador
Dictador.....
G.I;okt!e -
Narciso......
Toclon.....
Tenor 2.V..
CMtaaho___I Pernsmb.
R.itnao......!
Zuo ....
jastaobo
Tir Aturao....
f-2
52
S2
52
5
52
Verdee rosa......
Encaroaco e azul..
B-aoro prelo------
Encarnado e azul.,
freio e eucarnado.
A:ul.............
>od. Vital.
D. P. Teixeira.
L. ce Franja,
.oni!. Nirciso.
>iz 4C.
H L. M. Jcoicr
_. Pareo-lnsoien remavjsnuca-ft-4.000 metro? -.ntmaes ** Pc-mrnnoco. Pre-
mio.- : JCOUOO ao i.". COOOO ao e 30*010 ao 3
10
Fozileiro....
Campo-Al e-
gre.......
Wllj 2...
*byiLu------
Lncif-r......
Ruy Bt....
Gis.....
Piano......
G o'- Mor
i'sgl*.....
Viuganca ...
Rodado...... Pernaoab.. H P.eta e rosa
C39tiinho-----
Mellado.....
rt .lado......
Caiianbo
Horiado......
\,:.t:.:i......
ftOI'SO.
S4
oi
oi
54
p
54
H
5
Verde e rosa........
Verde e atnarello...
Encarnado e brtBCO.
IasoI braD"0 e ene .
i'uro e azul........
auia-eilo.........
Encarna jo e aznl ..
Encarnado e preto.
Grenat e aza!......
Goad. Arraval.
Cot.
I. F.
D G.
oed.
Oood.
C. Ba
f. E.
F. R
J. M.
Vi-a!.
S Maia.
Lu.
cruzeiro
Muuiicaoa.
na.
Teixe ra.
R.
Ferreira.
3. ParooDerby Cl-4.600 metrrj-Handcap -manea de Pernombuco.
MWPMD ao l.v 100* .o 2.' e 50*000 ac 3
Premios
{i^iramoc.....
a lia.........
3I Tarca 2....
4 f^riiarm,.
5|Tjno-......
6 pyrilampo..
7 dio. ...
SJTriumpbo...
Casianho.
R riado...
\. /.:.<...
Rodado...
Mellado .
To -.lilbo.
vlelladu...
Peroamb.
50
4>
45
5t>
41
4S
52
Amarello e branco
Azul e brsiicjer!' a
Greuat etizu.....
Verds e rasa.....
e .. e amarello
Cflii t- rmt......
$iuii ...iCoud. Bpl'a-Vista.
n oo-t. Cruzeiro.
.. !!. I. K'-rreira.
...JC <'- V t.
. .'j. Momea.
...iA. Mlv.1.
IG. Chojco?.
Pacilico ieam Navigaiion Com-
pany
STRATfS OF MAQELLAM LINE
O paquete Orcana
Eepera-se da Earopa at
o da 5 d Janeiro d e
1895 e seguir e^ls da
(U-mora do costme pa a
?*'paraso cora escala pela
Bahia, Rio Janeiro o Montevideo
Nao recebe pasageires de 5.* clss-e.
Para carga, passageas entommenuas e dinbel-
r0afretelrata6eTGESTES
Wllson, Sons 11, Limiled
10-BUA DO COMMERCIO10
Io aniar
Llo|d Braieiro
O vapor Manos
POETOS DO SUL
E'esperado des
por!03 do eui
at o riia se'
-Ud !n no uu iru-
ujediato ao a
cbeeaUi. para
Parahyba, Natal, Oar, Ama ragao, Ka-
ranh5o, Para, Obidos e Manoa
O VAPOR
Alagoas
PORTOS DO NORTE
..H E* e^rerado (ios r>ortos
' do ric-te al o da 8<-
(oindi' t>o oa injaicilu'.^
ao da becada para
Macei, Baha, Victoria, &io
de Janeiro
As encominrndas sero feeebidM as 1 heri-
da tardp n da *a .luda, no trapiche, Barbos-
Caes da Gouspaiihia PeroaasbocauaQ. 4.
Aos Srs, car'eca-t-)-es petfTSO a sua at'encS-
psra a claosua l* oi cjbecimentOi iioe
eeeo'.qie:
Mo caso de tnver algoma rec.aniasao contra ?
compaohia por avants 00 perda. deve ser fe;ta
por eecnp'o ao hgen e nspectivo do porto da
aesrarga, deDtro de uee ias epcis de Bnali
sada.
Nao prerelpnlo rsa for-unndade, a compa
ub'a tii/a IMtt de toda a r. *piQaabill('ade.

As paFgeep" So tiradas no mestno escriptr-
rio, atA as 2 1/2 huras da lrde do da da sabida
do vapor.
Para jarga, pas9agens, enconunendas e valo-
res .ratb-se C003 08
AQH.JSTKS
PeTeira Caroeiro c C.
6-ROA DO COMMERCO 6
hiT&
e Nnvi York
O vaoor inslez
Chinea \ \ .
Para carg1 < iw jiw
Johnstun Pater e Couij
Ra do ''otumercm n. 15
amburg -ISuedamerik^ois-
che Dj-n pf-.ch'.ffahrts-Ge-
ssllschvft.
O VAPOR
Campias
E' esperad.) da
Europa at^ o da
14 do aneo ee
|>egoir depoi?
as deico'a 111 c a*
, Be-cp.torias, aoe a Compenrun ii>-'a Real togh-
za, otro'ractoa roto aGencst Mt&a Naegm)D
CoiDraa^ toa uervicod raoores semauaes qm
___ <^gsr s
... > ) <*&*ifrafz v :-., ,;
. I
3 5aeB8MAfrcB,
Mirada Ja AMi ;.
T-irohenj Receta psRsaeeiros para N-ir Y:irk,
'a SoatnaBpton, por wpeeitl Brraalo fs-ito co
kGxDpSDbM AMeniBOJ Lloyd, po.lfii.io dt-mors-
rem-3e na Er.ropa cas o dee)are(ri.
odac^au ,;i;i prunos da la-jsjL srn
Mi (otte
^ Liruca t* clusa 3: a 30
V >' a .v di ton i'elMifc 18
SaniaratM PMtmndMt pan nmt0Kft de
Pe'ouabnco.
Para carga, pasa^gens. eoronirii'Ddas e di
nbeiro a Irete, trat "> wp ^s
AGENTES
oaria pira
riaCathariaa Leonor de Sei-
sas Fenao.
8ABBAD3. 12 DE JANEIRO DE !893
Ao mm da
O leilao era logar no ar-
Kszem n. 39 (3a roa 15 de
N< vfmbro.
0 afete Marins l?a-S a lei!2) pe s randa
vfi, a rpqnerimento ('o Dr. inwarlac e dea
: bens do referido espol:o, e por njU ado de Illa.
S Dr. jcl <1e tt\r-< o do vil rm fea prerraca,
o eutenno Pe.der-T-, coa IMW *8 sua* tr 11,
e'vic6-s. ra'ros,; ni nes vaccuai e i avallar,
novi'i! e formas, portencentes ao sapradilo en-
trofeo.
Aooorij
i 3
IS
lrraao Se
-N 3.
Baha,
Rio de Janeiro
e Santos
Eate, vapor ilhmirado inz eeotrica
6 oTrece optieja cccooomodajSes aos
3ra. pssagerc:.
Qnaesquer re^larrscoe f6 Re rao aitendidas u$
bO'as deoola da ul'.imi cesca:(.,a do vapor i...
Allaadega.
Entrar Da porto
Para passageos, carga, frete e etc trata-se
cornos
Coas'gDaterioa
Borstelmann 4r C,
Rut do Oommercio o. 18
1* andar
?i?>aB
Directo ao Bio de Janeiro
O paquete Jacahype
Comaiacdante L>bato
Leilao
D: 25 caiSF era AS4C coa viabo
CfeMlb*rMi
Ter^a-feira, 8 do corrate
v 11 horas
No armazem o na do Afarquex de Olinda
n. 48
Por eccas o do lfilao de app"re!hos de por-
ce Hoa par roe a lavaicrio
Por interven^ao do agente
Gnsmo
S g^e r.o di: do forre-
te la 4 horas da (arde.
Recebe carga, enco'emPDdai;, pasteos e di
Dh-iro freie at as it boras da maob&do da
da pCftna.
FSCRIPTORIO
No "es da Companhia Pernambucan
ii. 12
leila
ao
Para Santos
O LUGAR PORTUGUEZ
M1N HO
A -ahir nestes poucosdiaH para o porto cima
ndiCdao, teai i O 'a prega p^ra tm resto de car-
ga : a tratar o n
&.moTm Irios & O,
3Ra da Bom Jeaus3
Escuna norues;uense
NETTO
A rabir n'ettes poneos das para
PELOTAS
Para car-' tr sr criro
Xovn. Ulala de .
LftRGOOOCOIlPOSANTON.il, I 4 DAR
Grande
De importantes e nr-n movis piano, cry-
!>e* e po'celaoax. no i solar do sobado i raja
do Imperador n. 4t, resm^iicia -o illa:. Sr. Mt-
n.cl Lope de S. m; aio Harinbo, que re ir te
para [r-t Sabbado, 11 do corrente
Por iQtencnfiltt do igeaie
Em tempo ^ahra o atitiuncio detaital-raent*.
AfISOS DIVERSOS
Folhinhas de porta para
1S95
Ven* s o e-ir.""' >'o D,a"'o*>
LEILOES
Rosa aNit.........'Cia. Arrayal.
4 ParfOHlppodroma do Campo Grande-i.400 metros. Animae3 de Peroam-
uco. Premio: NV0 ao I/, do* ao 2 e 30*000 ao 3#
Ciogo......
Va^cisu......
Mendigo.....
Bb........
ViEtsado'.. ..
Pjtrcp'otis 2
5 iZiino------
5 M-iiado
5 |Ca9iai:bo.
5
Rodado.....
.i oda to.....
PernaB>b.
52
52
55
52
SI
5
52
Ouro............
Xadrez .........
azuI e eocartado.
Socarntdo ......
/eme e roa......
Azul e branco------
uro ep-reto.......
Jave si C. P.
d. Niciooal.
C. 'Narciso.
O. M. E. Saoto.
ouaelana Vital-
Coud. Porioense.
Coud. Perdigo.
5.* Pareo-
Prado Penaaibucaao- 2 C00 metros. Handcap -Animaes de qoalquer
paii. Premios: i:'J00*u0 ao t, 200*000 ao 2.' e 100*000 ao M
Gypsf.....
Apol'O
Guayan
Petpolis
Radams..
Do.-ctby....
Alazao...

Castaobo.
Alazao...
(>re o
Alai...
I'glaterra.
?*. oa Prata
9. Paulo.
Peroamo..

Inglaterra.
60
52
52
50
45
18
Encarnado e azul...
freoe ouro........
Ouro e preto........
Verde e ouro.......
Azul o encarnado...
Coud. Niva.
Cood. F-aternidade.
Coud. Florinenee.
<:ou'.Io(iereoden:ia.
i'.rui. Rrasiletra
Coud. Cruzeiro.
tepanhia Ho&. 5!. Sloinans Lioe
O vapor Catania
E'< aperado dos
portes ao Snl a'e
19 do correte,
s-coiodo cepoi"
da demora atie-
sar a pira
Rio de Janeiro e Santos
Para oa'ga, passageos e encommendas trata-
se com os _^
AGENTES
Pereira Carneiro 4 C.
Raa do Con>m;rcio n. 6
1.andir
PateoVliwondc ocalven loto-i 8*0 metros- Handcap-Aoimaes (*e Per-
-mtiuoo. t'.euio,,: 500*000 ao i., 100*000 ao i.' e WMWW ao 3.'
Plu 5o .....
P^niaoo....
Piramon....
Tnuuj' h ".. -
Turco 2*....
NdDaS......
'oflso
Rdido...
oslando..
Mellado...
Alazao-..
Pernamo.
48
50
43
8
44
58
L'itrado. .#...........
Verde e rosa........
Amarello e branco...
Rosa e preio........
Greoat e azul......
4ul, branco e eocar
Coud. Nerundio.
Soidettna Vital.
Coud. Bella Vista.
teta. A'raya 1.
I. E. Ferreira.
Coud. Cruzeiro.
-. PareoFrcdcrtCo Lnp i.500 metros-Anima?" de Pernambuco. P emioa: 4C0*
' a0 I.. 80*000 ao 1 e 40*000 ao 3"
Vlendigo------
Erna........
Berim......
Mascota-----
Maiaio........
Ally tocer..
tw.hooly^..
Castanbo.

Zuo------
Gastan no.
1-llado-.
Rodado...
Rn*n ..
^ernamb.. 5!
52
52
c 5i
f2
c 51
f 52
Eocaroado.........
Verde 6 rosa......,
Pr-to e ouro.......
Azule ouro .....
Pre o e amarello...
Preto e encarnado.
Amarello verd..
D. M. S. Saetas.
0. Vital.
A. Silva.
Coud. Hoartscant.
C. Campos.
Alm-ida St C.
M- Pimon'"!.
rince Line of Stvaroers
ismrs Knot ttm w-Casllc-ca*
Tyne
LINHA REGULA* ENTRE O
Mediterrneo, e o Brazi e lie #;
Prata
E' esjerato i" Mediterr-
neo i-t o d>a S de Janei
ro. e Sih.rS desos da de-
mora r.e.'es8arlu para o
Rio de Janeiro e Buenos-
Ayres
O vapor inglez
Italiau S^rioce
Para oarga pncoromendas tra'a-se com os
Cjoagoatarioa
Jobnston Pater 4 ^*
Ra do Comm^roio n. lf>
SaDoB'io, o, deve 1er lni<*r o irllau oe es-
pe'bns grandes doorados oae e Qu-",radu-\ 2
lustres a gaz, de nysial com 4 biccs, 2 es'anteg
gandes eDvidr.giab8. rugera, quadn>?,4dc-
si=n oe cade>r-fi de ^nnco, 1 mobiha < e jooco,
cadeliaa de balando e uilllos i u ros tttfwt*.
Leilao
MAS. Precita se oe uma pra todo re-i
v co "e cas de dua pe-s', de ni mect-
nbd para trr.ta' de on~a cMaaCjaeAa*C*VNi toas
conduelas e a traiar r. roa Imperial n. IS4.
P-eClf-Sa de oni 11 > l o morado, tu [OI
pequea ca*a i" rortSi), na nrioelra sercSo do
otne s boods : a nter la u ; ca Madre de
Dees n. 10.
Papel de forro
Para a Livraria Econmica na ra do
Imperador n. 73 acaba de chegar o que
ha de mais chic e variado nos padres,
,em papis pintados para forrar salas,
De 7 ca.xis coro epparelhoK linos de parcelaDa quartos, gabinetes, corredores, etc, ha-
par- mesa e lavatorio vendo igualmente grande sortimento
de guarnieres proprias para estes pa-
Terija-teira, 8 do corrente
A's 11 horas
Ha armazem ra do Mrquez de Olinda
n 48
O agente Gosmao, U'Orlsado, (ara leilao p r
conta e risco ce quem prtencer, de 7 calxas
rtm aopareinos de porceinoas rioa pa-a mesa e
'v.iuri js naes serSo veooioos ero lote
vo:tadedos i'< mpradore?. ________^^
Leilao
Para o Rio de Janeiro
PATACHO NACIONAL
Brazil
Este navio, qoe ja tem engajado urna g'an-
de parte de sen carrernm-nlo, aegoe por estes
dia- uara o porto ac-ma, podeoao oiuda receber
algoma Baria.
A tratar coro a
CONSIONATAKIA
Companhla Industrial e Com
mercio de Estiva
Rita do Amoro u. 5S
Tecavido a peaagein dos jockeya, oa animaos doverSi estar junto respecti-
va caB* para reiii immediatameote enailhadoa e aeguirem par i o barrcSo Dj centro
da Mil ende >6 pop^rao ea-.ar os jotkeys e oa tratadores ou criados, e o juis do msi-
tdo b-rracSo, oa quaes no pod.rSo ter communaaaso com ensoa algana antea de
realisar se a corrida.
A arch^bancada do centro, tica exclusiva-
mente reservada para s directoras congneres,
autoridades, civis e militares e imprensa
Entrada para Senhoras GRATUITA
Os RditMea inscriptos par o 1- pareo deverSo aohsr-M no ensilhamento as
9 12 hor8B da nv^bS. A
Qiforfaits ser3o rec^bid-'s at sabbsdo o do cerrente a 3 faoraa da tarde
BeSectet^riado Prado Pernamjiioano.
Os jockeys que nao se apresentarera convenienteraenta trajatios com as
cores adoptadas uo programma por seus patrs, nao serao adiulltids a posagetu
e sero multados do acecido com o art. 51 do cdigo .o oothus.
Previne^se atis seuhores accrouistas le precurarem os seus ngressos na se-
cretaria do prado ra da Imper.itriz u. 26 !. andar.
A DireC.brta chama a attenca .ios Srs. propietarios e jockeys para o art
21 e seus e ort. -46 que Borto restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se altencao dos Srs. |>roprielarios, e lockeys, para procurarem os
seus earUto. e cadwaBtaa na Secretaria do Prado alim de seren eutregues aos
noiteiros no dia de corrida.
O'pQft&'j o cnsitbarwpnioa D-eecomo brinde ao Sie. flre^iea'i Joes, m liado carro francs de 4
rodas cor* n> rdo caralio, compli>t*rt'iebte> larTiado.
' Os io&rtBe8 par* "ata corrida terao- 2 naoWft*.
Prego 1*060
A. eentis senhoras qna forem fe8tanniw*t*ria.do Prado Pe*oaboabo
receberSo oa eot^d, por:3-s bhetes gMtir. -bel. rrtteerlo, que -feri d.-
rtit o 10 lindes obj ctoa de phsntasis 0^0^sham-se im epeaiSoW) B*nar da. Baa
Oa ijgwOOs aoba-3e 4 ^er.rla r,M seguinte nagare:
-Sdtttirt'ifl rtd Prarlo, fu* da Imperara n. S6.l."rlar.
' fcl-r d ftr/s /fjfte, n>- d loapiri-tri p.^8r>.
Lii-rira Fr^roesa, rui Pr^eiio d Margo n.- 9.
Oerod.- F-manfee, r i Pnineiro de M*rf*Tn S.
WMsfcrt do'Pradl Pert^mbibaiof i-* Jae*rb-de Sltfo.
O tecrfeiartir,
ti. Lemos.
Emoreza iintaa h Mwm
0 paquete poriugoez
Peninsular
mam
Paquete Equateur
C. mmsrdar.te
Lartigoe
E'fc*pe'ado drs
rurtos o sol, a'
o ate S i" i*r.e\-
o de, 1 o, B -:
guindo depc-3 t.
TE para
Espera-'e des por'os Co
sol i-t o d.a 5 de Janeiro,
fegoindo depois fa lorr-or
DKstaiia EIBEtTAMfcH
Lir boa
waii e com os c n
demora aeceps Dakar e Lisboa
Este paquete Iluminado & le elctrica.
Pre*!i,e-se liada aos'Srs. recebedores de me-
adonagqoe'-6 8fl aticndera rectamacoes par
latas, qoe ror8m recohbcUJa* fia occasiaora
Hsoarfia doE^otomes ; e que dentro de 48 no
** a iiontar do da da descarga das i'.vareaKaf
leverao-razer qnilouer roefanacao coneerLeo-
e a vlume8 que porventura renharo seguido
oara os pottos do sal, atina de seren dadas s
nAno as provldenciao" tirtcesmnas.
Roga-se aos Srs. passageires de se oresenta
pa vespera nm 18 sois pa isagetvs.
Para crga, oasageor, encommendas ediBhei
te tratar ^mn os
OS AGU5NTKS
H. Bajfle & C.
42RA DO TORRES-42
De urna parte da casa terrea (chalet1 silo no
lunar oeuo:i,ioado Bn no, em Caxao^, coro 2
salas. 3 qna'tus. cosioba externa, com urna nu-
cnaua, 1 qoarto fra, per-eacente a in*nor Mj-
ia, rilba do Ii !* J, EI:siano des Santos, oa
im'onaocia oe 678ii2 sobre a ivaliag^o ae...
t:500C{000, erviuaode cu.-e a o."ta J:(!O0lO>.
rer^a-feirr, 8 do corrente
AOMEIO DIA
No armast-m ra do Maracaes de 01 n-
da n. 48
O agente G'ai So, aoturuado por mandado do
IRsra. S". )r. jo z e direito de orpn*u e a re-
-. rr-!e-:'o Co Sr. carador geral. fara leilao cot
oi.t--.'; 10"Z?".-"3 ciz da parte da caita acuna
(fa^lK^aa*!. ____
AP
JLeio
Para pa 8 gaos e carga
signatarios
8ha Coima rites i C.
Ra d> ("omwereio n. 5
I
Prince Liae of Sltwmsrs
James Kuott, Newcastle-
cu-Tyn*
BJi:ha regular arp os Es*-
d*-Uaidus co Bazl e llio da
IPrata. _
E' esperado f1"
Cear tt-% o oa
d eorreiie e fi-
nir cepo, aad
more necessana onra o
Rio de Janeiro e Santos
0 VAFR WQBZ
Greciaa c^rince
Pa'E cargas e encoamen,*a8 traa se com es
cobsunaiano
Johnston t*ater e Comp.
ua do Cororoercio n. 15
________________________________________ i*--------
1*1-1 rice Line f> Steamers
JaneH Kutt Xo\vrastle-ou-
Tync
LISHA REGULAR ENTRE OS
Estados indos e o %m\\ c ii<
dafnia

E' esperado do B o de-a-
:.eiro al 0 dia 97 C(r>Cof-
r me san Ira epois di a> -
ora ecewiv fri o
mm m m\ lu!
O^aqaote
Magdalena
CoraroanHRtite H. C. Hicks
E^pera-se dos
porir* do ol no
da 5 de Janeiro
ivindonro, segoin-
co epois da de-
mora OMesiwia pura
. Vicente, I^sbsa, vgo e so*
aa.'nsT**ii
O paquete
Ta^us -
n.martdarte A. E. Bsll
Ecpera-se
RiKopa oo di
de Jjoeiro viu
dt>u:o, eegtiiiidc
iCpole da iiemor;.
Mace Babia, Rio <*e Janei-
ro e Santos
Ci p'^qaute
Da nube
COItlUfTOASTt O M.H1' 3
g*r.o'ii:-se'd'ifi>ro-i' pe
rtia l'O de Jar'eiro v-nrn-
n, efi-lo o dep-is d-l de
nw-ra uecwsaria para
Baha, Rio efe Jarterr-'Moii-
tevideu di&twt Ayres
H. B.Prevlte-n aos Srs. recebedores a
De div ros p'cd'os bem locahsados e em
i-osa ireiioezias, etc.
Sobbado, do corrente
A'S It HORAS
O agente Olivetra compeieiuemenle futorisa-
do pelos proprietaiios, vemer em iwlo uo da
e bora cima, livres e desembaracaoos de qual
qoer onus, os predios segunu-s :
(JiE.i casa ierre< sita rea a Coocsicao n. 29
fregoezia oa Boa-Vista, com so'a. oaststs
co modos, etc.
Urna fliin oiia a roa doe Pescsdares n. 32, fre-
coetia de S. Jos.
Urna mei* -^gua sita a travesa 1o Po.te n. it
fregoezia de S Jj .
U u sobrado de andares silo i rna Maris e
Barros r. 8, froKoezia do Heif-. -fu so o proprlo.
rendei do acnoalnnenio feiOCt 0. servindo de
Da,e a c&Vrta ce 4:5C0W00.
Os Se. p-eieooen:es desde j poderao exa-
ttiOHr ci di'n* predios.
C^rande leilao
De movis, espelbos. lestre d-- crvtal, rrgif
tro de z, frcanameno, arandeiiae, b nets
para jarJiui, una giauoo biDlioiCtcv, ]a~
ros, etc.
S^bbao, II do corrente
B> a Direita n. 32. Io aodar
0 agente Piolo, aoioriido ro'i'potorterren'.e
fara leilao eos movis h Sowda-e Recreativa
Coaiaitrciol.
A's 11 horas
Vejase o ..'o'nal do Recite.
Eogelio Fendv^rama
SEGUNDO
LEILAO
Do importante e^enh0
^eederama, mncipio de
Ipojuc?, com todas as suas
trras, servidoes, moente e
coneite, com cana de enge-
nho, dita de purgar, distil*
laria e &eus perreu^e?, casa
de bagado, c^sas para mo-
radores e 'tabalbadores, for-
mas de ferro, carro, ani-
Ciae;; vaceum e ca vallar, al-
guns movei*? tndo perteu
cente ao espo'io de D. Ma-
peis. Precos resumidos.
Recife, 29 de Dezembro de 1894.
Deutes
Termina a borrivel dor de denles osan-
do o excelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tere sido dirisrida
pelos jornaes de maior circulacao, attda-
tam a emeacia.
Deposifos
Drogara de Francisco Muioel da Sil-
va fie C, ra do Marque* de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ama Duque da
axias n. 88.
Pbarraacia Oriental, a ra EstreiU do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
_> ;o da Victoria n. 14.
L-'harmacia Virgilio Lopee,rua Im*
Rosario u. 81.___________________
Mffi^POMPlLlG
Cirurgiao dentista
Continua com o sen consultorio & na
Bario da Victoria n. 54.
Consultas e operac;5es das 8 horas da
manha as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
eraos aperteicoadoB.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applica-s; ventosas seccas e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
_ y de-*- mi ui-iiu uovu t.u na ii- t-.ai oa
Europa ; a traa* i rm 1 Siladai'o n. 58.
- Vende se -m Tim'.aaoa, a ro- ?5 te IParfo
o. 7. ponto da feir. ama 4ja de f^zinda^ rost-
i a!rguetda a traiar oa (D-estna 00 oo Recife,
a ni Dnioo de Caxin n *8. luji.__
~^- A prseoa qne achon om livro e apon'a-
(Eel.toa da BpUlrlMa de S ae--dlllo o.) Recife.
qoer-ido eo'reg-l o, p"* o f-W ao S'. I*'
es. co escnpiono do liarn:.. qu^ teta recom-
pensado. ____ _______
vhoCaAR'ii'E" ESPECIAL
DE
tuvo Rocha I.eil* 1 C.
Garantido puro e escolhirio pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVfc
UZAR AS REFEIQES para s<
obter umadigesto satliae nutriente,
Encontra-se n;is principaes me-
cearias.
NICOS RECEBEDORES _____
GVIMARES & VA1.EXTB
6.[,ARG0 DO GQRP" a' *-'TO N. ,
Baixa de capta c sitio
Arreoda-se reonMo ou MpMMnc : ama
grande b*na deapii. o quil esn ?m p M ne
ser cortado, e om oo-u sito r. m boa as^< m __
venia, s'ii 00 cos mobi'H ; > __av^M
em Tam*-""--.vsnd *' VeM ______
~"Precisa-se de dous caixeiros, de 12
14 annos de idade, com pratica de mo-
lhados : no Cordeiro, casa de Jos Pin-
to de Figueiredo.__________________
casa dos patropfl.
O advogado Joao Teixeira. tem o seo iscri
ptorio ra Estwita do Rosaro n. 36,1.* in-
dar, onJe ser encontrado das 10 roras da ma-
nila is \ da tarde. ___
Amas
^a Capunga. r da* CrlMf
las n. 15 A, pppia-*c de
boa oosiniteira, urna m para
lavar e e"i-r e *
para' menino, dorml-da esa


1

r
I
-U-A.
fe
\ \




i


1
Dlare de Pcrnambnco Saljhado 5 do Janeiro de l^ffo
Manuel Oljmpi > rnrnriro Lefto
m Heonaaea A'CQ: ja Cameuo La\
jl. srus BlCoa, gearos e oras, convidan)
^^^ <;s pnrpn'es e sno'g'-s r-ara assitirt-ir
a m'ssas de 7* dia quj mandila r^zat
jb p ir alma de na presado mriii>, p i c
sofr/c, ao da 5, as 8 tiuras ta maoM, Da rgreja
do Cii-ow desta cimde, e tos enafcbi-- Moule i
S. Brar, en'.-'toando eius a uaeci-neutoa cb
oop ptwecwwB.
FERRO |&
N N E
PHOSPHO-GLYCERATO DE CAL PURO
TJnico approvado
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PAII8
JXICIR O VsRDADEIRO
14,RuedesBeaux-Arts,PARIS fc
ANEMIA, CHOROS.
4* FRAQUL'ZA.
POBREZA DO eVANflUE
l> F!i ra Cf sello Bra:i?>
rinix ir
Daaifll Pili ci> o Pinh-1 o. soa Ulna [smecla
Caatelio Brauro Pinheiro e seu* pareles agra-
decer oo ititirno d'ltia s pescoas qce arom
pacha.-m o enterro de sua prezada mspos* D.
Flora Camilo Branco l'iutiei'O. no dia 19 uo
correte, econvifam aos bpos p.rate" p amigo-
para v-n-m as-stsi'r as rxi^as do 7o d:a c.na
mandare celebrar por ren descanso et?rni, 8
horas da roann de 3 de i' ero de 1895 sexta
feia), na igreja de S. Pe.ro do Recite.
Praiede* Isnoeenclo fu::?:
tROsa Rabel de Alnuq' erque ; oeei e
seo* rillua convidara a icio* o s-'cs pa-
rentc e amiRre ci-.- seo aeopre leuwi'do
eepuso fl pai, Paxee I'OWeocio roggi,
i asstotirem a ni;-::a qv tn: n am retar na n>
tris a 8 bom da mar ha 30* da oa seo pasa-
mento.
., _- NEUROSINE-XAROPE
Pnospnarur/a, K* B** nsim3>i*e-i-i-(jlh *;j io>irs-33*;u;
___pfeparacao que se po ie tomar cm ncnhnm
perigo, oiubora que Invenala ha pouco (sapo, de'u j resuiados maiavilliosos como o certincam miniares Deposito geral : CHASSAING e C*.(| renue Victoria, Pan. Depsitos cin Pernambuco : C* de DROGAS & PBODDCTOS CHIMOS e em todas Farmacias.
)
Vis; .i rio padre Kror.rro Aniano
le B)*>flSM Araojo
David Araojo p oiu griseta *i intime d'rflma
as Irmaodadei que BpooiaoeBBDPOie rizeram o
obetqui e sssisttrem dI'oim 8i.fr a;:ioa ne
sen seEpre leoihri.de i:o. vicario paore F-ao-
Cisco A'iar.o de Sonsa Arrojo, e ie novo roc-
ina *s mc-mas e oa qoe rtexarm de compre-
cer, e a peoa sDler', rra agsiaifrem a orna
das a'Uaa qa ae \So reaar sasrado 5 do cr-
enle, s 6 buras da BfanM, nj R:Jja de N. S.
daPenha, na 8 i/S na igr-ji de N. S. dos Mila
grer, Da c.tdade de Onrta, e dese sei'.n-
fesfa rala por So im: orta> te acto de candade
e rN***0 H^p n-oatirn ao rr.Pi fl->ado lo.
.4I3Jfi^*.- ,.'-
tMaria Ut belina Mata Geimaraea con-
v.fia sos m'Koa do sei fallecido mam o
Dloo'lio da S Iva Goimaraej, para as 9
^, heraa da manba de foje acarupannarem
ao c-nsitero pobllcu o reatoa monapadeseo
rffe'i- o rnari'o. qce re acrcm dtpo-:tadj8 na
Or.ieii; 3' de S PriociMO.
Aviso ao publico
A rc
r!Cf ; i irt ti^n? ae ilioia.
Movis austriacos
Ped?-fe a 10A03 r8 fre^ueieg qoe deram tn-
CcniT'-nd-a 'eme moveie, o obs-qo'O de virem
loo r conta doa mcfOioa, nue j se ach m sua
dispo.- ifi i, as.-.im corto acba ib expoato s venda
grande e variado soriimenio deate (teuero en?
mobiliaa compleus ou p^cas avolsaa, ioe fro
deredoccSo de prec;ns ta's liquidar : na ro^
Marqoei de Olinoa o 5*
Amas
Prectaa-se de cma rapariga para cei:'ar do
doaa enaocaa. e de urxa eoeiobeira ; a iraiar na
roa Ra'o oa Vicioaa n. 5i, na aoiiga agencia
de DJuVelS.
Engeitho
Precisa se de nx Kdrnna'raror qoe lenba
baatan'e p-atica do plano de caDna e njoaceii'.
p?ra ou eneenho no norte, perto no Reofe, qoe
d rhdnrer. a c n en o de aai babllijseSo e con-
deca ; queai precisar dl:ij>>e a ru Dlre.ta n.
131, 2- andar, das 6 is 9 turas l ruatCi e tas
5 as 7 tioras da noite.
Aula pa t; cu lar
A hacha re Mara Coelbo da Silva leado resol-
vido adffir oa casa d; sua reBideocia. roa
Coronel SaaSfUna, antita Acgosta, n. 276, do
dia 7 ero corrente era diante, om nnmero limita
do de atumnas, inlernae. pe.-DiiniernaB e exier-
Da?. >eoi por este meio cfferecer seas terviecs
aos Srs. pala de familia, garantfndo, a par de
optin:o tratamenlo, mo^icidale em preces. L-t-
cionarS alera de iodo o corso primario mamas
eeeu'.cKs materia : portuuei. francez, ae
m&o, Reoprapbia, geomer a, anthme ica. msica
e piano e tocos ca trabaibo? *e golba.
Recife, 2 de Janeiro de i895._____________
Criado
Precisa-se de um criado no becco ao Padre o.
28, bote!. ______________
Criado
Predsa-Be de om criado rea do Bom Jess
n.22. ______________________
Alten gao
Precifa-se de om caireiro, e tambem de om
criad.', tratar no paleo do Paraso o. 6.
Cozinheira
Precisa-ee de urna na pbarm.cia e droga,ia
Oriental, roa E^treia do Rogarlo n. 3.
Criado
Precif-se de om a roa da Concordia n. 128
para servico de fabrica.
Eneenho Diogo
Venderse a parte do ecteaho Diogo. na co-
marca d t-'ooito, pertecneote aos rilnos de Ma-
noel Cavalcacle Birrt-to Lina : qnera pretender
dirija-se ao engenbo Maneoeira na cidade da
Eacada, qoe acner coro Vende se doas carrecas com arrelos e
nt>tra caiallo p-ornos para as mesmas : a
tratar Da roa de S. Miguel n. 136, em Afoga-
dos.
Can
as
Compra-Ee deas cacas que carreguem t ,500
lijlos ; oo aaes do Apolla o. 7o, 'Jompanbia
Calcrea.
AVISO
Pre::sa se comprar em torco mecbanico qoe
posea trabalbar se a ai' oo vapc ; qoem o
tuer qaeira dirigir-se a Companbia Trilbo Ur-
bana do Recife a Olinda e Bebertbe, on aise
pelj Diario p ra ter proca'aio.__________
Ccsioheiro
Precisa se de om bom coeinheiro
paysando' n. 19.____________
na roa do
Precisa-se de um criado ; trata-se na r:a do
Commerno n. 4i.
Amas
Precisa-se de doaa amas, para cosiohar e
engommado, pira ra-a de pjoca familia ; na
ra da Scledade o. 74:_____________^__^_^
ao commercio
Os ahaixo aaslenados p-evioem aos Interes-
sados oce o estabclecimeato r. 33-A da roa Detenr,&), qoe sira^a seb a fi-ma Co ta & C ,
perteoce actoalmenie ao3 ab-aixo assi. nados,
qoe eo oa nicos responsaveis pelo pa-sivo do
mesmo estabel cimenlo.
Recife", 4 de Janeiro de 1895.
SsVza 4 g.
VINHOdeBGEAUD
toNI-NUTRITIVO|
:rT"-""' .mi":
LCOM OUINAj
il CACAO,
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
(Ilustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza,DOENqAS
do ESTOMAGO, CONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Roe Boarg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PBINCIPAES PHAHftACIAS
Cachorro bravo
Can pni-fe om de T-rra Nova oa Rio Grand.
;o Sol, i aan in se tiem ?e for ru tj bravo na
113 DOOOe "P C,;x :-8 n. 8S
LEO
de
de FIQADO FRESCO de KkZMKM,NATURAL e MEDICIHAL (Frascostbiajtouiasb^
vul) PROPBUTaIO: XXOCrCr, 2, ROJ Ca*tlBlloue, PAHIS, B KM TODAS AS PHtRMtCtiS.
UOBPOULDW HSA i.JHOIOIU JEHAK. DE HTOIRUB DI! RIO DK JANEIRO.
Aparientes; JSstom&chicos, Pargativoa, Depurativos
Contras l'alta do appetlo, a Q'osraccao, a Eii^ueca. asVertljens
as Contestaos, etc. Dose ordinaria: 4,t a 3 grios.
Desconfiar das faisicac-cs. ESigir o rotuiO junto impresso em francez
TSrfdUffianWfl.f^ da Untitojtas Fabricantes
Em PAEIZ. Z'bff.rmaoUi iBBOVi e em todas as ?neruaca

\ % CATJIR3.HO,rs
Curados pelos ^f ^^IB^-ilG "" ^1
OPPH.SSOES T0S3E DEFLXOS NEVRALG'.AS
APPROTAOOfl I LICENCIADOS PLLA UfAFCCfOHlA OERAL !>' RYOIBStK p0 BRAEl!.
V*n--:a por at-Ki-io J. ESPIC, 20, ra Suirt-Laz^re cm PARS, Ejrtya-sc ./ Jtrma
>ST,,s KM TUDAM A PJtlflOlJPASS rUARMACUb 1> t AfM *' "O kXT#4AN'*KI
K^Dgenho Goigatjary
Vende-sp o regrr-ho Goni;rc'ry. silo na cj-
i; rea t'e lanar s.u', e oi-tante da cidade de
mr a qosiro leiroas. de porielraa fechadas, core
afra no campo pora S.Oi'O [Sts, tendo ?xcelleo-
ipa tentoas de rlaolac'-P. e capacld'de para
tt e|ar 3.000 pes ; movido vapor e por ums
aldelra nova dom forja de {6cavallos, bea casa
e vi\eut,capella, etc.. sendo tedas as obras
e (enfria, com irilhos asaeoiades para o por-
to ce rab'a ore fi'.io." p ra aviadores, excellente deslila-
.':i', vendeo ce loda apcardente i a porta.
Bate en.erho '.orr;:'-se reromrrendavil por er
uvas pedrdra? calcreas, tfio imponantes qoe
a tres aoooB dase a podra pratniarrent-' a
lOein (o:i^a fabrica' cal : trm t3mbenj muitas
;n : as qu3 foretcem lenba para o sen fabrico,
'(vnps, ftc.
Eta p'Op'iec'ade tim deas eafr.s, orna de
'tooaf qne ocierp 6er >oidas ca veDaldas
Uzi^a Timc. e co'ra d. el; a trtlar na pnca
li Concorda rs. 13 e <5.
Na Caoonca, roa das Ceoslas o. 15 A, ere-
;sa-8e de crea raulbe- da meia idaan par;: rox-
paiibia de orna familia ; alcm o t atamenio,
paga-ee bein
a "Pkosphatina Falires'
alimento o mais a-rradavcl o mais recom-
nieiidado para toa cri 1:1 di sde a idade de 6
para: mezes, sobre u lo na poca do desmamar
e durante o | eriodo d i crescimenta
FaciliU a dentioao, assejrura a boa formacao
dos ossos, dte e batorvaos defeitos de cres-
cimenlo, impede aiarrheataoiequc-nleeiitre
as criancaa.
Pars, 5, Aveniis flctsrb o cm tote m piiarmacias.
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 e
30, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio.
Ouem os pretender poder ir velas ;
e para negocio deixe carta no escripto-
rio deste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
Jar ieniro
PpciFa-ft d? ura prdioelra, pref^^'niio-ae es
rargeiro; ca rea do CunimerLio.n 4i.
"epositos as principces PharmaciaB,
/j
Nova formula V ~,^%
efllcacia certa : supprime %\A
t^ oCopahueoCubeba
^^ c cura radicalmente, sem
ni perigo de rcluddencia, pela sua accao
esmulaiitee antisptica.
FAZ-. .. OH 1"
W Medico*
fdos Hosi'ilaes de
I'AIUZ
confirmarlo a
|po.!cwSi ercacia
dos
FE1TORAB*
k de Kaf
liaste e JCarope]
de Naf de^
DELANGRENIER
PAmz
I 53. Ru Vividme
S* ocht venda em
toda as Pbarmaclas.
Costra :
a Tosse, Grippe
Ii)(1u'Dza
Bruii chites
Coqueluche
|lrri[acOesdoPeito|
da
Garganta
As sezoe*, febres intermi-
tentes, palustres, renitentea,
Cores de cabera, nevraJgias
as mais rebeldes sao cura-
jas infall velmenie com ss
plalas contra as sezoes do
Dr. Costa Lee.
DEPOSITO
EOTIOA fraweza
H. Rouquayrol
122 Roa da" Cruz 22
^m%
on Juntamente com a
\
^-JECCO VERDE
%.
Exi:r .7 ESiMtura to Fabricante
D wi I:..RSON, i'i." >" '*
31 r-, ru os Rosierm, 3"-
PARS
/
;r
""A
**Z^**^
Para ter a Verdadeira Agua de |
V1CHY
O FERRO ,
I retweerrta exacUmen'c o ferro conua
'naeconomla. Espenmentado pelos
Btpaes uticos do inundo, pasea
uud^rSatamente no sanp^e, nao oocsrj
I oca priso de ventre, nao cansa 01
estcrcaTO, au ennegrece os dentes.
vaOut em todas asPluumati.
, PoMaw:*0&%2-i-.St-Saza?eJPct*.
e nante
(FRANCA)
Fomte aabrt o Letrrnt
(TVaptmla.
AtcS8v
RAMDE-GRILLE.-1^^
HOPITAL E9tom"EO
Ter o cuidado de designar a Fonti.
Elixir M. orat-j
E'um d ?)or8*7o indgena boto
arca accS<5 anraowoea na owa
ros. rhumi.t m><> e morpha.
tnico puntluadfr do sangue.
Agvatea :
t'ompsnhia d-; Drogrs.
Ra Marques d> Oii:da 24.
com
d* b'-mo-
O me.bor
Depsitos em P-'r-cmbuco- AOG. LABILLE; -- MARa d
SILVA JOMIO'a c us ^iariima Ptumuias Ilnjcariu.
Opt'rao negocio
Vendc-ae orna importante retioacao de assn
car, em om dos melhores bairros do Recife, com
o m'ovir.-.eoto meoeal de cito a dez contos de
ris. T'a:8-8e r.o armazem ae Tbomaz Tbimea.
largo da E^camba r. 5, com Antonio R. da
COSU._____________________________________
Deas amas e um emprega :o
Precisa se de una cofinhelra, urna ptrs ser-
vito inlprnos e om cri ao, no chalet cie*ronle da
igreja da t'aja. __________^_______
Governante e amas
Precisa se de rma coraros le e deas sajas.
pare casa oe or. viovo corr: dpas meninas, 4
Iraiar ra Haro da Victoria n. 54.
"Criado
p-ecisa-se deum cri do que f Boji de
condneta ; na ra Pedro Affonso n. 66, aronateB
de xorque.
t$3t*MMJlMM A*
Precisase ce nma ama para cosnbar, para
nma familia de duas peasias, pngaseb iratar na rus Larga do Rosario n. II, segoddo
andar.______________________________
Rectificador brazileiro
Destes importantes e eco-
nmicos apparelhos acab
de chegar a esta cidade
nova remes3a que se acha
ositada a ra J'Auror-*
n. 81 pafa onde os Srs
agricultai^poderao se di.
rigir
Curso p^marl e gceoidirifi
As polos e=ie fsi^.bpip. imeoto abnr-se-bSo
nodia 7 co rarrM(>g!l>ll.
los 'Je Soina Cordeiro Sirrecs.
Aulapricula^
Paseo to Carino n. S6, I andar
E'trt lula airir tf-oa nu di 7 do crroie
3-1-93.
Anna Theodora Simoes.
Ama
F.ec^ase de orna ama para cosinbar e que
more em cusa Co patries ; a tratar na rea ja
*oro'a o. 67, andar terreo.
C riado
Preciaa-fe de um criado que d fianga de sua
centocta ; na roa do Hospicio n. 3.___________
^-~Comp'a se cm eaii peqrena qce ilrra
psra pescara ; na rus doMotocolomb n. 65.
rima
i.
Frcisa-89 de orna ama qoe Baiba cesichar e
omprar, para casa de orna s pes^oa ; a tratar
na roa do Livramertj v. 4 loja.____________
Mancel Ma'iin8 Pires, iberoore'ro dos Cor
eio* oeste Eslaao. ignoraodo a resideocia do
Sr. Francc-lir.o Feraa des da Silva, convida-o a
oroparecrr nesta tbeaooraria, ahm de tratar Ihe
acerca de um vale procedente do Rio de Ja-
oeira.__________________________
Amas
Precisa-:e de orna cj^iDbei'a, urna eogomma-
lei'a e ata lavadeira ; ca roa do Hospicio
Tornero ?0.____________________
Elixir 11. norato
Atiesto que teaho eropregarfo em miuba
clnica civil o elixir M. Moratc, prepara-
do pelo Sr. D. Gerlo, com resaltados
<"aoti>joBoa as molestias eyphiliticaa ebro-
nicas, Bobretadc no rheumatismo goltoao.
O qoe afirmo sob f de mea grau scade-
mico, e com o juramento se f6r preciso,
Dr. Jcao Neiomucero de Oliveira Bello.
(Campias).
Agentes.
C >npkr.a de Drogas.
Ra Marque de Olinda 24.
Cajuruheha
Este enrgico e prodigioso rredic;nip
to, quo ccQif.gori oer vu'gsi-isa^o em
883, e qr>e l proficuos reeultdoe tcm
prdriaio ca cara do raumathiMBO, o. -
8et:s de p -lio, eucorrh*a, astkm^i, d: a
lotn-lmeatcs cccasiocaicspela Bipuiesano
a'ngne e ras d fforootes lorroee da syjhi-
lis, estevepr algcaj tempn parilioado per
circumst:ic:ia3 mperioBas; e boje, perra,
reapparrea com tedo aau vfgor; 6 de
eaperar que csntinae a mefcerdo i'lus
trao publico a mesma cceitt5Jo de qi ,'empre goge. o
Approvado p:'u respeiteve! Jjnta Con-
tra.' de Hv iene, por Decreten de 2 d-
JunL-o de 838 3 e 18 de Abril de 1885.
.'22pos3t?o

DK
tltmm PROPAGADORES
Baptsta & Figueiredo
A veoda a au-lqner Prarrecia.
A Nova Esperanza
63 Ra Duque de Caxias 63
Cb&ma as maveis leitoras a pott.a Mi:a
de munirca ae do que mais precisaren] e
lembromcB ama hverosa visita para admi-
rdrem o vp.riado sortimer.to do tico oV
auno. A!m de-outo3 lemraaa a u'g -as
rticos. Bonitos est(-jo cora diversos
objeexs de prr.ta psra pr?Bentos. Ele-
gantes estejos com r;c8 escovas. Bjai-
tas tetis para acornea de srlaa e qaartos.
Fio&b chicares de pcr^elacaa oom b.citoa
dcaenhoc. Boci; s gaarnicSes Tete a tete
p r. 2 a 4 ;jts.o..s psra presentes. Um
coaita maoaal para miass e coefseao. Es-
tojos para barba e vegens. Variadissi
?o acrt'mento e bor.ecas e catangas, pia
eos, mobias, npprreihos de Icac, talhe-
res de fino m-.-le.!. K -j s joias do ouro
romsno con podras fifias, o queba do me-
lhor" gTsriaos por 10 Snucs. Finos cor-
tioados para janellas e camas, braucos e
de c6'es o qi.e ha de costo.
**~" "~PARA HOMENS
Finos relaeos, carteiras, camisss, co!-
.'annhoB, pnnb<.s5 aberturas bordados e
lizes, meias de seda, eaoosaia e algodSo,
completo acrtimer.to. Lecjua de seda,
isnbo e algoduo o qoe ha de muir or as
melfaorea bergaisa e muitcs outres arii-
goa
PARA CREANCAS
Carras do luxo para pesseio. cade-iras
viroe e de jnnno para j mtar e mntios ar-
tigos diversos que. mensatmeriia receberaro
a be.ra conheni-a lj< Nova Esperanjade
PEDRO ANTUSE8< C.
63 Ra Duqu-j de Caxias (33
^1 F E S I D A S
Huuuu
QfiANUOS E DE < ORES
<

iE"LI!IIGl;-^
Roiolpho Antones
&C.
Ceseiro
Precisc-se de um c:-;x'iro com pratica re
taberna, de idade de 14 a 1S anuos ; a iratar
na ra de Snto Amaro d. 5-A.
Criado
dep
Precisa-se de um criado, a
ra:25- tx ra do Paysand n.
19. ____________________________
feira de estampas
O raasor es t'-ni*ntn en ?'sftsan'
Xtnco
H f.bncade v.o aro tsrga do Rosa-
rio o. 2.
Pr5 a ?e33 con petenfU
C;riaio
Preeisa-9e de un criado de
1' de Caxias n. -19. 3.* andar.
AMA
Precisa-se de unta, refern-
do-se de inein idade e que d
boas referencias de sua con-
ducta para cuidar d'uma crian-
cu ; a tratar na ra do Pay-
sandu n. 1
Ceblas do
Porto em res
teas e soltas.
V ra da Madre de
Deus n. 28
Vende-se ceblas do
Porto em resteas e sol-
tas.
Farinha de mandioca
de boa qualidade.
Feijo mulatinho su-
perior.
dem para vaccas.
Pastas de carocos de
algodo, alimento milito
bom para o gado.
Para a^ testas do Natal
Adbo Bom e Res
Receberem CONRADO ANTUNES &
C., proprietaiios da loja denomiaada A
BRIZA sita Praca da t.Iodepeddeceia
ns. 4,6 8 e 10 os artigos baixo mencio-
nados para os quaea chamara a attencSo
dos seos innmeros e amaveiB fregueses.
MANUAES para miseas, de madreperola,
tartaruga, marfim o eb'ino.
BINuCLOS de madreperoli, tartavuga,
marfim e bano com frisos dourados e
prateados.
HIQUISSIMAS cuBtareiras com e sem
msica.
LINDAS arvores do Nata', para seiei
colloc* MARAVILHISAS lanternaa magices,
com varias ccllect,r3-?s do vistss
LINDISSIPiAS chicaras e riqui bbjoi
TETE A TFTE ce porcella na finas.
BONITOS estojes psra barba.
BELLAS boleaspiopraa para renhoras
JAR^INEIRAS para enteite de sala.
BIJ0UTTERIA8 com e tem pedn>, sor
timentovariadiseimo,com( seja em gram-
pos.brcbrs.puls-irae, ch tel.ines, tran
celn--, aneis e rcloeios.
RIQUISSIMAS beoRalas com castSo de
uro, bita novidade no mercado.
PERFUMARAS dos melbores e maie
afamados tabri, arica de Pan, Lcnires,
Berl;m e Ntw-Y-.-rk.
AUTIGOS DIVERSOS
R upaa brancas, cpinhas bordadas a
seda para mociohae, gravatse, leqses, ee-
ptrtilhos, pochos e collarinhos, peitilhos,
camisas b rdadas, lzaa e de fhnella, a;jr-
dadcB, gulots e etc.
A' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 E 10
Conrado Antunes C-
X
HAMAMELIS
| DE BRISTOL
(At'ELEIRA MGICA)
UNGCEJTTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
MEM1TISI0
E HEMORRHOIDAS
pi
INCHApQES
a.
H
^
PARA
:::::: ss:::::::::
Guimaaes & Valente, continuara
a ter as mercadorias abaixo descr
minadas proprias para Uzinas e E
genhos que vendem garantidas f
presos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos paraTlubricafo-
leo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linbo.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extincV
da fdrmiga sauva.
V. 6 Largo do Corpo Santo 6
CallSrancae Vir-
fom de as na-
rilie
A Companbia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgen), avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontrara em
seuarniazem do caesdo
Apollo n, 73. ____
Fabrica de s^eio
s
4gca e limonadas gMirn de
tc s 3 qaulldades
Ceda wnter, ginr^er, sle, limo. laranja,
rarafa, sbacaxis, granadina, groseras
franboufes, bannilha, hortela pimenta etc
12A=CAE8 DO CAPIBARIBE 12A
VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores. -jt- ,,
CAUTKLLA COM AS IMITACOES !!
RICOS KKCRHEDORE3
.uiiiiMi-ffes A Valente
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometroe de
marinha, caixa do msica, apparelnos
'elctricos, oculos, binculos, ocelo? de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechamca.
1 9Ra L.arga do ttosanoU
FANTAZIA8
fi' lindo 3 sortiment-i de tecdos seo i
impoBsve de se deecrever a grande va
ria'isde de tecidos de fantsaia, sedas
13b, nessouk, cmbre-ias brancas e de co
res ; pede-ae ao pobiieo em geral e princi
plmente as Exmas. familias de visitaren
Corgre&so das Damas
Carvalho & Almeida
RA DO CABUGa' n. 8 e 10
Telepbone I9fi
Licor depurativo vegetal iodado do m
dico Qtiintella
Esle Dotabilissimo depurante que veo
precedido de lo grande fama, infallivel
na cura de toda as doencas sypniliiica,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co
rao tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorrogias
gudas e chronicas, cancro s syphiliticos,
uiflammaQes viceraes, d'olhos. ouvidos.
gargantas, intestinos, etc., e em todas ai
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as desecas determinadas por sa-
turarlo mercurial
Dtne gratis folhetos onde se encon-
trar cumerosas experiencias feilas eom
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-so descont em casa de
BARIA SOBRINHO & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. 1
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, c
lorose, oa corea plidas, opilaclo frial-?
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaa que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illm*' Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Preyos de urna caixa
Meia duzia 8*00C
Urna duaia ^0
BOTICA FRANOEZA
H. ROliaAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
lanti l
Jl.
+r~4k,
k.. t*r fc- *
" ili ..l|.. .^.
.'fjnr-
- \
\ -'-' ^ '



'

/
I
8
diario de Pernambuco Sobado 5 de Janeiro de 18
mmm gurati
DO CEIXT.BB
Di. Humphreys ts Nova te
A. V6.dad8ira Maravlha do Sec.">-
APSOVADA E LICEKCIAEA
>rln InspccTO-ia Goral te llyeii
Imperto 1 ISii.fci*-
, "ttiT-vilha l'm v..vh l'emedlnnn
.rj'nr Plsadun, Mhciupaclu'i's, Colima
as, Co.-luiuras. ou Laccr-^.Vs.
. ;:z pane ^ Mhu
ai.-So, rlrao dascora^.emo. e fa sarai u le i
pjc tucn o.
A It!nr.-\viH.a Curativa alllvlopromnio
v pura ^HU'iiuavlura. E*5calilaui
uueiinauura do '^1,0* ujiertor aqual^iyjrour
A filarar-.lha TnraSJva inipmisvn pf
asBe-orrli.
J, l'uin>%.j. do Eiloniago, o as H.in.rrhoUwf.
Anorr-_ inaacura senii-reo nunca ;Jha.
A KarnvWbe ''-*.*o MBbW:
. 1 recloro ikii- i>swrSsin5ieJ: 4^x.
"' ; uos Juntas ou Pense-
SSESSw5 aOKfro. acmprecffica:
(Inr-ivilln CPVr.liva -w multo-----
..... 55 jo .cTiusor*
SSSJ i-Ufoi.i.luras'.connr acs.l-a.v-a.,
SsperUS&aes to Br.lfefflSSscyv*
Jtrnirdios EuprcK-r'.
iiiKnpnio Slaravlaojo
Bei^ivi S.-p^.iSeK*-
acmcoVctcijrtii>-
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26S guita Street, HEW VQBS.
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Icaria Sobrinho & C.
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corrn
Obras do oaro, brilhantes. e
outras pedras preciosas, soltas ou clava-
das, compra-se pelo maior prego, sendo
de boa qualiade ou em obras aproveita-
veis. Na ra Estreita do Rosario n- 1.
OFFICJ-NA. DE REL0JOE1R0
Galoes e Guarnicoes
Com vidrilho e sem vidrilho acaba t
receber lindo sortimento o
GONGftKSSQ DAS DAMAS
Sitio para alujar
Com grande casa, co^heira e estribara, prego
commodo no Larco dos Remedios ce'route ua
lgr-j*; a tratar com o comiuenuador Brro:a,
MB Berufica n. 40- _____
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0 REM0E80 BE M
ANJO
POR
ADOLPHO DENNERY
-XoX-
(Cor-timia^So)
CASA ESPECIALISTA
O pet' Armazem do Limp, conTcto de serapre ter correspondido espectatva dos seus distincto
ireo-uezes e do publico d8esta Capital, psrticipa que recebeu do que de mais chic e bello em objectos d'arte
phantasia,se fabrica uas principaes casas de especialidade era Pr, Berlim e Vetma% expressamente em

e
X

para as familiares testas do MATAL sendo admiravel a sua requintada escolha, a saber:
Ricos saceos de setim, Sobreircs, Kiosques suisso?, Figuras, Bolos de Iteis, Mimosas caixas, Jorros
diferentes, Carteiras, Almofadas, Bebs, Chapeos, chics A^afates,Castanholas, Machinas de costura, Carrinhcs,
Fauteils, Cofres, Jornes, Taboadas, Telephone?, Hellos, Navios, Charutos, Garrafas, Tambores, Marmitas,
Despertadores, Escriptorios, Fho>phoros,Tulipes, Mandin rou^e, Barmetro^ Sinos, cestas com Champagne,
etc., etc., tudo mimosamente guarnecido dos mais apetitosos Confeito e Amendoas.
Coiossal e variado sortimento em Bolachinhas, Doces crvstalisados, Marmelada em ladrilhos, Figos
turcos e porluguezes, Rainha Claudia, Peras seccas, Lindas caixas com passas sur choix, Tmaras do Egjpto,
Peras e pecegos crysUusados, Ameixas, Ceiras com figos, Bonitas latas com biseuits, Sortido variado de confeitos
Ino-lezes, Taagerine, Amiseed, Caraway, Finest Caramels, KiflFe Sals Swiss, Birds Eggs Confit, e os excedentes
C A K E S
Especialistas em Vinhos fimos da Madeira, Jerez, Porto, Bucellas, Moscatel, Arinto, Manzanilla,
Barolo, Pajarette, Bordeaux, Carcavellos. Sauterne, Chambertin, Bourgogne, Malaga, Barbera, Alimentar,
Malvasia, Pasto, Genuino Collares, Puro Alcobac.a, Verde Genuino, e o afamado
DOKOGLARETT
Novidades em licores e aperitivos sobrsahindo-se o Punch e o Qaas. Variedades em queijos, conservas allemes, manteiga, fiambres chocolate Succhard e Mnier, Cham-
pagne, eemeervejas allemes especia!isando-se a celebre e afamada
FRANCISCANA d t ,
Em todos os demais gneros enorme o sortido, por isso limitamo-nos a chamar attenijao do estimavCL
publico e dos nossos distintissimos fregtezes para tudo que acabamos de narrar, afianzando a sua boa quahdade
e presos excessivamente insignificantes.
i Ra Baro da Victoria 3
JOS FERNANDES LIMA & C.
TELEPHONE 525__________

__ Asenbora (designando Germana),
conservar-se-ha de costas para a porta e
fino-indo folhear o lbum que est sobre
esta mesa..- Apenas sua filna entrar,
vohar sa-ba bruscamente... e do cboque
que resultar do encontr dos dous olha-
res, da surpreza sbita, da profunda emo-
eao que nao pode deixar de se produzr,
brotar, espero-o, a scentelha que lhe de-
ve restituir a memoria.
__ Far-se-ha como o diz, murmurou o
duque. Q
Estou prompta, declarou a bra.
Courtenay, tentando firmar a yoz e reco-
brar seu sangue fri.
A duqueza chamou orna criada de
quarto :
Onde est a menina i
__ Em seu quarto, Sra. duqueza.
_ Previnaa de que a esperam aqu.
E sobretudo, accrescentou o doutor,
nada de commentarios, nenbuma palavra
de mais !... E' muito importante isso.
Corao-em, senbora, disse Jorge de
Ancenis Sra. Courtenay.
Germana nao tinha necessidade desta
exhortaco, recobrava pouco a pouco seu
aprumo.
Alm disso tinha confianca no aconte-
cimento, e difificilmente admittia a suppo-
sic3o de que Branca deixasse de reconhe-
Tomott a posi^o que lhe aconselhara o
medico, com a cabeca inclinada para o
lbum.
Ao-ora sua physionoraia j nao expri-
ma o terror, mas, pelo contrario, a ale-
gra antecipada de um prximo triumpho.
' Depois de tantos mezes passados na an-
ciedade de urna ruina prxima, ia timar
a encontrar Branca, leval-a para o tecto
paterno, envolvel-a com sua influencia,
for$al-a a realisar esta promessa feita, em
um momento de angustia e desespero.
Nada quero desta fortuna que meu avo
me legou... dal-a-hei toda inteira a mi-
nha irm !..
Era finalmente o successo dos projectos
que iulgara para sempre aDniqailados.
Contava os segundos pelas pancadas
de-seu corceo.
Km breve Branca appareceu.
Sem desconfian5a, pensando apenas na
duqueza que a mandara chamar, a moca
apressou-se em correr ao seu encontr.
Minha filha, disse-lhe a Sra. de
Maillepr com urna voz trmula e doloro-
samente commovida, ha aqu urna pes-
soa... que tem rauita vontade de vel-a...
de... beijal-a.
A mim V pergantoa Branca, ad-
mirada.
que petrificada ; suas pupilas se dilataran!,
seus traeos physionomicos se contrahiram
com violencia, como Be alguma cousa se
despedacasse nella.
Tento'u fallar; mas nenhuma palavra
sahio de seus labios.
Levou as maos cabeca como que para
arrancar urna lembranya dolorosa, depois
deixou cahir os bracos, alquebrada, anni-
quilada.
O veo que cobria sua memoria .se des-
pedacava, ao mesmo tempo que se lhe
despedacava ocorao.
Seus lhos desmesuradamente abrtos,
iam alternativamente da Sra. Courtenay
Sra. de Maillepr !
Mamai mam^i !... exclamou ella
com ternura, olhando para a duqueza.
__ Minha... minha mai I disse com
una voz dolorosa, olhando com terror para
Germana.
__ Ah I eu bem sabia que tu me havias
de reconhecer exclamou Germana abfin-
do os bracos.
Mas, em vez de atrar-33 nelles, Branca
recuou alguns passos.
Agitada por om tremor convulsivo,
com as maos cruzadas sobre o peio offe-
gante, era presa de una terror indescripti-
vel: desejaria fugir, e sentia-se fascinada
pelo olhar felino de outr'ora.
A Sra. Curtensy enganou-se a princi-
pio sobre o verdadeiro motivo deste grito
de terror e deste movimento de recuo ;
attribuio-os ao medo que ella, arrependi-
da, experimentava por terem de lhe ex-
probar a, falta grave que commettra,
deixando a casa paterna.
Por isso tentu acalmal-a a tranquilli-
"- "u-"-." latite ^IT^^'IZ:
ciou a Sra. de Maillepr, desigeando Ger-
mana com a mo.
Esta levantou bruscamente a cabeca.
Qrjando, de improviso, Branca vio-lhe o
rosto, ficou a principio mmovel e como
__ Vem, minha filha, lhe disse ella
com urna voz que se esforcava por tornar
acariciadora e meiga, vem, nada tens a
temer... Tudo est pardoado, tudo est
esquecid^, quasi te acho...
Branca trema cada vez mais e conti-
nuava sarda ao seu chamado.
Porque nao me queres responder ?
continuou a Sra. Courtenay.
Entretanto bem mereconheces, nao
verdade ? Tua mi que soffreu cruelmen-
te^com a tua ausencia, que tanto tempo
chorou por ti...
Vem, quero beijar-te, quero aportar-te
contra o mcu coracao, querida, querida
filha!
Ao mesmo tempo adiantou-se com os
bracos sempre abertos e, pousando as
rulos sobre os hombros da moQa, procurou
attrahil-a a si.
Mas, a este contacto, Branca, trmula,
atirou-se para traz com um gesto supre-
mo de agonia, como que para libertar-se
do contacto de um inimigo.
Toda a sua existencia de outr'ora, to-
dos os seus soffrimentos, todas as suns la-
grimas, todos os seus remorsos, e a mal-
dico pronunciada por esta mai, a quein
odiava, voltavam-lhe memoria...
E, debatendo-se com violencia, arran-
cndole da9 maos da madrasta, articulou
com voz estrangulada :
Nao, nao posso.....eu....'. nao
quero !
Depois encolheu-se, carabaleou, e, es-
gatada de forcas, incapaz de continuar a
sustentar a luta que acabava de empenhar
contra si mesma, cahio nos bracos da
Sjt-a. de Maillepr.
Entao, desnorteada, irritada, furiosa
com esta resistencia com que nao conta-
va, Germana mudou de tom e desfez-se
em lamentacoes amargas.
Desgrasada filha exclamou ella, tu
me repelles, a mim, tua mai !... Per-
destrf ento de todo a razo 1... Sim,
sim ; deve ser isso mesmo... Louca I
Entregam-m'a louca l
Os quatro peronagens que assistiara a
prevista, olhavam-se entre si, com pro-
tunda estupefaeso.
A principio, quando Branca, recobran- .
do a memoria sbitamente, reconhecra. Courtenay, disse:
Em todo o caso, o medico ceuiprehen-
deu que era seu dever intervir n'est cir-
cunstancia e, dirigindo-se a Si a. de
sua mai, sua exclamaao espontanea acha-
va echo em todos os corasoes: a figura
do Dr. Calvet illuminou-se com um sor-
riso que exprima o legitimo orgmho do
sabio.
O successo completo daprova que tinha
querido tentar, nao era a brilhanta reali-
sacao de seus prognosticos, ao mesmo
tempo que um grande beneficio para sua
doente, cuja cura ficava assim completa ?
Jorge nao podera deixar de ir testemu-
nhar-lhe sua gratido, aportando-lhe a
mao r o raio de luz que acabnva de ex-
pellir as trevas do espirito de sua noiva
reflectira-se, por assim dizer. nos olhos
do official.
Quanto Sra. de Maillepr seus nobres
e generosos sentimentos haviaiu suffoca-
doas seus pensamentos dolorosos.
J n*o lhe pertencia d'ora em diante
aquella a quem se habituara a dar o doce
nome de filha e que a chamav?. de mi!
Mas o uando vio o modo estranho por
que a moca acolheu a Sra. Courtenay, a
primeira impress-io foi substituida por
nma admirado profunda.
Como se explicar que, tendo reconheoi-
do sua mai, era um terror invencivel e
nao urna alegra immensa o que Branca
experimenraia? Por que se ftutava s
suas caricias ?
Nao podia explicar esta anomala, e a
decepsSo do doutor era graade, verifican-
do que se os resultados physiologicos da
experiencia correspondiam s suas pre-
vis3es, os resultados moraes eram abso-
lutamente contrarios s suas esperan-
cas.
A commocao cerebral trouxera a_ me-
moria ; mas isso pareca ser mais um
Senhora, cocsinta que lhe recom-
rxende brandura e calma ; sua filha tem
aiuda muita necessidade de grandes cui-
dados .
Depois, dirigindo-se a Branca em um
tom paternaL, accrescentou :
E a menina tranquilize ee, a Sra.
sua m.".i ama-a, s desoja beijal-a, per-
doar-lhe, m tem alguma falta a lhe ex-
probar...
Nao... nio... impossivel I repeta
Branca com urna teimosia feroz, ernquan-
to de seu lado Germana, em vez de se
acalmar, continuava:
Vem bem'que ella perdeua raxio.
Engana-se, senhora, disse por sua
vez a duqueza; o passado pode ter des-
apparecido de sua memoria, mas a razj
nao.
E, voltando-se para a moca, murmurou
cora a sua voz doce como urna msica
celeste:
Querida filha !... tua mi... nio,
sua m abre-ltie os bracos e deTe...
Mas nao teve tempo de concluir ; Bran-
ca, deixando e ngulo do aposento para
onde a levar o terror, voltou para ella
seus olhos chsos de ternura e da lagri-
mas e veio lancar-se em seu* bracoi, as-
sim como nm passarinho amed ontado
que se refugia so o a aza materna, e, mui-
to baix nho, murmuriva, por entro o
lucos :
E's t a minha mam s t s. .
sempre t... sempre t I...
Era de mais para Germana.
{Contima.)
esta scena, to commovente, auanto im-'mal do que nvn NO.
Ttp. a #**#>* r. Du .. .,
l mfitm i-
\
r>
4L^K>- i ,^-^CJtCi

\ \





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