Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19753


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Full Text
/
AX^-.I*X


l
Qiamta-feira 3 de Janeiro de 1895
\IMERO 9
PBOPBIS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. #; 8&000
Por seis mezes adiantados. 15|>000
I or um anno adiantado .... 30&000
B&Bl BZ HAH6EI. Xli&e& Bl f&81& & f XLB08
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE .
Ppr seis mezes adiantados. a 16|50C
Por um anno adiantado .... 33>006
Numero a val so do mesmo da. |100
Numero avtso de dias anteriores. J2Q0

*
A
AVISO
Aquellos dos nossos assign.intes que
desojarem abonar suas assignaluras do
anno vindouro, offerecemos um volume^
do cada uni dos romances abaixo indi-
cados, podcnro ler livre escolha.
Seientes de que procuramos o me-
Ihor posswei servir aos nossos bons e
sinceros assignantcs, proporcionamos
mais urna vez o cnsejode dar-Ib.es urna
prova. de nossa gratido.
Eis a lista dos livros que offerece-
mos a escolha:
Julio C. Machado=Contos ao Loar.
Gamillo C. Branco.=Ying;mca.
Gamillo C. Branco.-=Estrellas Pro-
picias.
Camilla C.
Dr. Negro.
Gamillo C.
Arcediago.
Gamillo C.
Branco.A Filha
Blanco.- =A Filha
Branco.==0 Sanio
do
do
da
Monlanha.
Gamillo C. Branco.=Scenas Con-
temporneas.
S. Power Poesas.
Casimir DcIavigne.=Don Juand'Au-
triche.
Casimir Delavigne.=Abel.
Alphonse Karr =Clotilde
Bibliolheca Universal. = Joanna
d'Arc.
Bibliotheca UnTersal.=Iraeema.
Oclavio Feuillet Honra de Artista.
Ifagalbaes Lima. =Pela Patria e
pela Repblica.
Telegrammas
;::-.;: mmm so l
Rio tic Janeiro, 31 de Dezembro, s
n horas da noite pelo Cabo Submarino
(entregue as 9 horas da manha do i. de
Janairo).
Fo nomeado cnsul do Brazil no Ha-
vre, Joao Germano Vieira de Barros.
Foi reorganisado o servigo dos por-
tos martimos, conforme resolucao legis-
lativa, sendo aproveitado o pessoal em
exercicio.
Rio de Janeiro, i." de Janeiro, s
3 horas e 5 minutos da tarde (entregue
s 5 horas).
E" destituida de fundamento a noticia
da nomeaco Ao Dr. ^urquin Werneck
para prefelto. Nao se cogitou nisto nesta
capital.
O estado sanitario 6 bom.
A situaco est consolidada.
Consta que o governomandou cum-
prir as disposiges do ornamento, suppri
mindo a directora da Norte Alagas, e
expedinJo ordem ao director da Sul de
Pernambuco para arrecadar o material
alli existente de propriedade da Unio.
INSTRUGCAO POPULAR
o; mises da sciu
POR
Gastao Tiesander
CAPITULO II
A CONQUISTA DO GLOBO
CHRISTOVAO COLOMBOFERXO DE MA<
GALHES DAVID LIV1NSGSTONE
GOTLHERME BARENTSJOHN FRAN-
KLIXRENE BELAOTRENfe CALL
MUNGO-PARK DRANTONFRANCIS
GARNIBR JAMES COOKLA PEROUSE
JACQUES BALMOT D'E.NTRECAS-
TEAUXTIIOMAS BL'RKE.
iContinuaco)
O illustre genovez dizia a verdade. Os se-
gredos deste mundo, as grande verdades da
sciencia, tm a sua origem do conhecimenlo e
estudo la natureza; e por isso que entre os
hornera mais dignos da nossa adrairaco e mais
credores do nosso respeito devem oceupar o
priraeiro lugar os que sacrificaran a vida pela
conquista do globo.
Etn ver.lade, quj exempli mais digno da
nossa a imfragao do que o do homein prodigioso
que, custa d'uma lucia consianle centra as fa-
talidades do destino e o prejuuos dos homens,
revelou ao mundo um eansplierio do osso pla-
Dota :
Christovao Colomho nasceu em GenoTa em
1436- Seu pai era um cardador de la, que leve
mais dous Airo, Bartholom pois de ter recebido em Genova urna instruccao
esmerada, oomecou aos quatorze annos a sna
aprendr/.2gi;m Da marinba.
Christov&o Colombo foi para Lisboa, onde ao
lempo vivia seu irraao Bartholomeu, que se en-
tregava industria das cartas de marear.
enhum paz do mundo podia quadrar-se me-
llior com as suas aspiraces e tendencias, visto
que havia mais de um seculo que Portugal cau-
sava o assombro do mundo com as descobertas
geograph.cas das seas exploradores. Na epo-
cha em que Christovao Colombo foi para Perlu
gal, efitava j all miiilo adianlado o movimento
martimo e o espirito de descobrimentoa inau-
gurado psla escola de Sagre.
A coDtrucgao naval aperfeicoava-se, a expe-
neocia da nave6aceo a corrigindo pouco a pou-
co as coDcepges cosmographicas, a idea da
descoberla da Iniia (omtgara a despoatar, e os
V

eipiritos erara allrahidos para o descobrimeoto
do paizes ignerados
Foi no meto deste movimento extraordinario
edtitas extraordinarias ideas que apparcceu
Colombo, civado da cosmograp-ia Iradir.cional
e das arrativas mais ao menos romanescas de
'lafint avrnturosas e de paizes descoohecidos-
E' indubitavel que o presenlimento de trras
occidenues b que as lendas referentes a paizes
encantados existiam j era Portugal. Antes de
Colombo ter formulado o seu projeclo de nave-
gar para o occidente em busra da ilha d pango, o infame Henrique linha mandado na
vios n'aquslla direcco (1431} e Alfonso V con-
suliava o celebre astrnomo florentino Tosca-
nelli (1474) sobre a passagera, por teste para o
paiz onde nas>em as especiaras. (<).
No cerebro de Colombo abripavam-se os gran
diosos projectos quedepois reahsou. Dedicou
se pois, ao estudo das rotas que os grandes ma-
rinbeiros tiilmii descobeto e percorrido, e d'ahi
Ihe veio a concepgao da empreza grandiosa que
liavia de immortaisar-lhe o nome.
Este prujecto nao era completamente novo,
como j disaemoB, mas Colombo dedicou-se
completamente a sua obra, convertendo-a no
fim exclusivo e nico das suas locubrages e
estudos.
Casara se era Lisboa, segundo os biosraphos,
ou na Madeira, a dar-se crdito as chronicas
lesla cidade, (2) com D. Philippa Muniz de Mel-
lo, filha de Burlholomeu Pereslrello e de sua
segunda 'mulher Izabel Monis. Bartholomeu
Perasirello descenda de um lombardo, que vie
ra para Portugal no reinado de D. Joao I, eque
tendo justificado a nobreza da sua origen, ohti-
vera um brazo. Bartholomeu Tora companheiro
de Zarco e de Tnsto Vaz, que tinham desco-
berto Porto Santo e a Madeira, e fra-lhe dado
defio1tlvament<* o governo da prim^ira destas
ilhas em 1 de Novembro de J446.
(I) Humboldl; Ex. c. sur l'hM. eleoota 18.
(i) Fructuoso, Noronha, Anony ; Ann. da Por-
to Santo, JUSS.
(Cintma)
MABTE OFPICIAL
Iho o capito
Fonseca.
daquelle corpo Clodoaido da
ACTOS DO PODER LEGISLATIVO
LE N 264-de 20 DE DEZSMBHO db 1894
Fixa as forcas de trra para o exercicio de
1895
O presidente da Repblica dos Estados-Uni-
dos do Brazil :
Fago faber que o Congresso Nacional decreta
e eu saneciono a seguinle lei:
Ari. 1.* As forcas de Ierra para o eserccio
de 1895 constarao :
Io, dos orficiaes das ditferentes classes do
quadro do exercilo ;
S z. dos alumaos das escolas militares at
1,100 pragas e de 400 para a escola d oiflciaes
iuferires ;
S 3o, de 18,120 pracas de pret, distribuidas
de accur.lo com os quadros em vigor.
Art. 2.' Estas forgas sarao completadas pela
forma expressa no art 87 V da Constiluigao
e Da lei ?,536 de 16 de Setembro de 1874, c ci
as modideages estabelecidas nos arta. 3 e 4
da lei n. 39-A, de :i i de Januiro de 1802.
Art. 3.e Oa voluntarios, emquanlo goiarm
dessa qualidade de praga perceberao, alm do
sold, urna gratiiicago diaria de 1*5 reis ; as
pragas que, Undo o seu lempo de servigo, con-1
linuarem as fileiras com ou sem engajarnento,
percebero urna gratificago diaria de 250 ris ;
equando tanto urnas como as outras forem es-'
cusas, se Ibes conceder as colonias da Uniao
ou as fronteiras, conforme preferirem os inle-
ressados, um prazo de trra de 1,089 ares.
Art. 4. Ficatn revogadas as disposiges em
contrario.
O general de divisao Bernardo Vasques, mi-
nistro de Estado dos negocios da guerra, assira
o tenha entendido e faca executar.
Capital Federal, 20'de Dezembro de 1894, 6
da Repblica.
Prudexte J. de Moraes Barros.
Bernardo Vasques.
Ministerio das Kela. -s Exte-
riores
Ao Sr. ministro foi dirigida, em data de 27
de Novembro a seguinte nota do presidente da
ConfederarSo Suissa :
S:nhor ministroTemos a honra de levar
ao conhecimento de V. Ex. que por nota de 8
do corrente, a legarao de Guatemala em Pariz,
dirigio-nos, em nomo do seu governo, a denun-
cia da convengo de 2) de Margo de 1883 para
a proteegao da propriedade industrial. Esta
resolugo do Governo de Guatemala devida
s grandes ditficuldades que embaragam as in-
dustrias oacionaes ainda em coraego, e que as
impedem'de supportar a concurrencia de outros
paizes muito mais adiantados.
De conformidade com os termos de art. 18 da
conveneo, continuar esta em vigor em Gua-
temala al lindar se um anno a contar do da
em qu; foi feila a denuncia, isto at 8 de No-
vembro de l89i.
Rogando a V. Ex. se sirva tomar conlieci-
menlo do que tica esposto, Ihe renovamos, Sr.
ministro, as seguranzas de nossa alta conside-
ragio.
Hm nome doConselho Federal Suisso, o pre-
sidente, da confederago. -E. Fenf.. 0 Chan
celler da confederago. Itinauy.
O secretado da Juslicn, Negocios Interiores e i reunir os requisitos exigidos pe C mstituico
ACTOS DO PODER EXECUTIVO
Slinisterio da Justina e ^legrocios
Interiores
Por decretos de >9 de Dezembro:
Foram nomeadns para a guarda nacional os
seguintes otliciaes:
istado de munoo
Comarca de. Uuricury
Commando superior Tenenle-eoronel chefe
do Estado-maior, Honorato Marinhc Falco;
Major-ajudante de ordens, Antonio Francisco
Granja;
Major secretario geral, Vctor Jos Modesto ;
Major quartel-raestre geral, Antonio Estolano
Mara Seixas.
129 batalho de.infantaria
Tenente-coronel commandante, Clfiomenes
Marinho de Siqueira Falcao;
Major-liscal, Severiano Rodrigues Coelno.
130 batalho de infantaria
Tenente coronel commandante, Hermogenes
Francisco Salustiano Granja :
Major-fical, Joao Francisco da Silva.
25 corpo de cavallaria
Tener te-coronel commandante, Antonio Jos
Modesto.
Major-liscal, Angelino Rodrigues de Oiiveira.
7?" batalho da reserva
Tenente-coronel commandante, Damasceno
Rodrigues Coelho.
Major-fiscal, Jos Manoel de Souza.
Comarca de Salgueiro
Commando superior
Cornel commandante, Romo Pereira Fil-
gueira Sampaio :
Tenen'e-coronel chefe do estado-maior, An
cilon Lopes de Barros e Silva.
Major secretario geral, Odlon de Barros
Alencsr e Silva.
Major ajudante de ordens, Urbano Gomes de
S.
12" batalhSo de infantaria
Tenente-coronel commandante, Manoel do
Nascimento Sampato.
Major-liscal, Antonio Rufino dos Santos.
i26 batalho de infantaria
Tenente-coronel commandante, Amaro Alves
Conserva :
Major-flscal, Jos Rodrigues Vieira.
75 batalho da reserva
Tenente-coronel commandante, Jos Mathias
Dantas :
Major-fiscal, Menandro Pereira Filgueira.
Ministerio da Guerra
Por decreto ds 24 de Dezembro concedeu-se
troca de corpos entre si aos capites Joo Bar-
boza Espindola e Wenceslao Dario de Oiiveira
Bello, este do 2!c batalno de infantaria e aquel-
le do 15 da mesma arma.
Foram transferidos :
Do 24 para o 5o batalho de infantaria o ma-
jor Felippa Bezerra Cavlcante e desle para
aquelle o m->jor Raphael Augusto da Cunta
Mattos.
Para o corpo do estado-maior de artilheria o
major graduado Eduardo Marques de Souza, do
5 batalho da mesma arma, e para*este bata-
Intrucgo Publica, resolve ~oornea- ocidado
Fabncio Ucnoa para exercer o cargo de z offi
cial da i' seceo da 1* directora desta secre
taria.
O secretario da Justica, Negocios Interiores e
histrucco Puiilica, resolve dispensar o Dacha-
rel Ernesto Vieira dos Santos do cargo de pro-
motor publico do municipio S. Lourengo, visto
ler sido nomeado i supplente do delegado do
1 districtro desta capital.Fizeram seas neces-
sarias communicages.
O Secretario da Justiga, Negocios Interiores
e Instricgo Publica, resolve remover o promo-
tor pub'ico do municipio da Gloria da Goil,
bac< cardo o de S. Lourengo, devende as^uinir o ex
ercicio dentro do prazo de lo dias.-'Fizeram se
as devidas communicacOes.
O secretatio da Just ga. Negocias Interiores
e Instrucgto Publica, ten le en vist i o reque-
rimento do professor Flix Joaqmm Fernira de
Carvalho, sebre o qual versun as infonnagoes
ns. 2', 42, 81, 85 e 131 das exmelas reparii
ges da InstrucgD Publica e do Tnesouro, ra
solve declarar o peticionario em disponibili la-
de, vi-Uc nao ter iio aproveitado na orgtnlsa-
go do magisterio municipal de Tacarat, a
ei n. 52 de 3 de Agosto de 1892, segundo se
verifica dos documentos que exhibi.
Oflictos :
Ao Sr. Dr. secretario dos Negocios da Fazen
da.Para os fins onvenientes comraunico vos
que nesta data declar;i era disponlbilidade o
proressor Flix Joaqaim Ferreira de Carval o,
visto nao ter sido aproveitado na organisago
do magisterio municipal de Tacarat e reunir
os requisitos exigido* pela Constituigo e le
n. 5i de 3 de Agosto de 1892, segundo se veri-
fica dos documentos que exhibi.
Ao Sr. Dr. juiz de direito do civel da capi-
tal.-Para fiel execugi dos arts. 16 r. la,
19 1, e U do regulamonto annexo ao decre-
to n. 6!6 de 29 de Dezembro de 1893, provi-
denciae, conforme solicita o ministro da Fazen-
daera aviso n. 38 de Agosto ultimo, de modo
que pelos servenluarios de justiga nao sejara
Javrados c intrads nem passados ttulos de
transferencia de estabeleciraentos sujeitos
imposto ou licenca para o coinmercio de fu.no
e scus preparados, sem que se marccioie a
qnitago dada pela autoridade competente, co-
mo se procede a r:speito de outros impast*.
Mutaiis matan Ala ao3 domis jaizes de
direito.
Ao Sr Dr. secretario da Fazenda. -v
munco-vos, para os devidos fins, que era data
de hontera rjassuraio o exercicio do cariro dt
juiz de direito do comraercio o hachar I Rm
cisca Allino Correia de Araujo, renuocunic
assim o resto da licenca em cujo gozo se acor-
va.
Ao Sr. Dr. questor policial Interino.Ec-
viando-vos copia j oilicio de 17 de Novembr
ultimo do directir do presidio de Fernando di
Njronha sobre a vin la para e:
sentenciado Antonio Pereira Rhn, recuninso
do vos que providenciis de rii;ido | que sej
dito sentenciado convenientemente tratado na
enfermara da Casa de Detenga11, urna vez qut
nao pode sel o na do Hospital M.litar. em face
do exposto polo general coiuimn imite do 2
districto militar no oflicio de o do corrente, U.L'-
bem junto por copia.
Circular:
Aos S-s. prefeitos dos municipios.lenietl-
vos tres exemplares imoressos do decreto de
11 do corrente, expe lindo instrueges para ai
eleiges a que so tei de proc;der para depu'.a-
los e senadores ao Congresso Legislativo do El-
udo.
Mutatis rauandis aos presidentes dos GOBM
Ihos dos municipios .
Cioverno do Estado de Pcrnain-
bueo
Expediente do Dr. Secretario da Justica, Negocios
Interiores e Inslrucgao Publica do da 13 de De-
zembro de 1891.
Actos:
O Secretario da Justiga, Negocios Interiores e
Instrucgo Publica resolve nomear o bacbarel
Uodofre lo Moscoso da Veiga Pessoa para exer-
cer o cargo de 1 ollicial da secgo do archivo,
annexa a esta Secretaria, ficando sem effeito
sua anterior noin :ago para o cargo de 2* olli-
cial da 1" seceo da Directora de Justiga.
Communicou-se ao Dr. Secretario da Fazenda.
O Secretario da Jusliga, Negocios Interiores
e Inutrucgo Publica resolve remover o hacha-
re I Amonio Coelho Pinheiro, promotor publico
do municipio de Alaga de Baixo para igual
cargo no de i.imbres, devendo assuuiir o exer-
cicio dentro do prazo de 25 dias, e nomear em
sua substiluigo o bacharel Augusto Silvio Bar-
retto, que dever assumir o exercicio no prazo
de 35 das.Fizeram-se as necessarias commu-
nicacOes.
Olicios :
Ao Dr. Secretario da F-izenda.-Communico-
vos, para os devidos fins, que em data de hon-
tera assumio o exercicio do cargo de promotor
publico do municipio de S. Lourengo da Malta, o
bacharel Ernesto Vieira dos S-intos, para o qual
foi removido do di Palmares por portara de 4
do conenle.
Ao mesmo. -Communico-vos, para os de-
vidos fins que o bacharel Luiz Cavlcante Licer-
da de Almeida, deixou no dia 7 do corrente o
exercicio do cargo de promotor publico do mu-
nicipio de S. Lourengo da Malta por ler sido no-
meado 1 offli'ial da Directora do Interior.
dem. Em face do oflicio do juiz de direi-
to do municipio de Itamb datado de 4 do cor-
rente communico-vos, para os devidos flus, que
na mesma data assumio interinamente o cargo
de promotor publico daquelle municipio o leneu-
te-corenel Francisco de Araujo Lima, por ter
entrado no gozo da licenga o etfectivo bacharel
Joaquim Velloso Freir de Mendonga.
Ao Dr. Questor Policial.Communico-vos,
para vosso conheciraento, que o Sr. Minitro das
Relages Exteriores, era aviso de 13 de Novera
bro, comrnunicou ao Sr. Dr. Governa lor haver
sido concedido expquatur nomeaco do Sr.
Adolpho Frederico Houard para cnsul da Gr
Brelanha neste Estado, com jurisdiego nos da
Paranyba do Norte, Alagas, Rio Graade do
Norie e Cear.
Igual aus Srs. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha, Arsenal de Guerra, Alfaddega e General
Commandante do 2 Districto Militar.
Ao Director do presidio de Fernando de
Noronha. De conformidade com o disposto no
artigo 9 g 8. 2* parte do regulamento annexo
ao decreto n. 9356, de 10 de Janeiro de 1885.
declaro vos, em solugo ao vosso o lucio de 27
de Novembro ultimo, que deveis remoller na
primeira opportunidade para esta capital, a fim
de terem o conveniente destino, nao s os sen-
tenciados a qa* allude o vosso citado oflicio,
bera como lodos os que se acharem de penas
terminadas.
Expediente do Dr. Secretario da Justica, Ne-
gocio* Interiores e Instrucco Publica do da 14
de Dizembro de 1884.
Actos :
O Secretario da Justiga, Negocios Interiores a
Instrucgo Publica resolve considerar sem etfei
to a portarla de 4 do correle que rumoveu o
promotor publico do municipio ae Cimbras ba-
charel Eduardo Agapio da Silva Ferreira, para
igual cargo no de Barreiros e nomear para esse
ultimo municipio o bacharel Silvestre da Itocha
Wanderley, que dever assumir o exercicio
dentro do prazo de 25 das.Fizeram se as de
vidas commuaicages.
O Secretario da Justiga, Negocios Interiores
e Insirucgo Publica resolve remover o promo-
tor publico do municipio de Cimbres bacharel
Eduardo Agapio da Silva Ferreira para igual
argo no de Bezerros, onle dever assumir o
exercicio no prazo de 25 dias.Fizeram se as
coramunicages necessarias.
Otficios:
Ao Dr. Secretario da Fazenda.Rogo que me
informis sobre o assumpto da inclusa petigio
do bacharel Arlhur Barbalbo Ucha Cavl-
cante.
Ao mesmo.Communico-vos. para os de-
vidos fins, que nesta data entrou no gozo da li-
cenga que Ihe foi concedida por portara de 10
do corrente, o promotor publico do municipio da
Pedra bacnarel-Esielita Carneiro Lins.
dem. -Communico-vos, para os devidos
fins, que por portara desta dala considerei sera
effeito a de 4 do corrente que removeu o pro-
motor publico do municipio de Cimbres bacha-
rel Eduardo Agapio da Silva Ferreira, para
igual cargo no do Barreiros, e nomear para sub-
stituido o bacharel Silvestre da Rocha Wander-
ley que dever assumir o exercicio no prazo de
25 das.
Ao presidente do conselho municipal de
correntes. Cora a copia inclusa do parecer n.
304 de II do corrente raez do Dr. substituto
do procurador geral do Estado, respondo con-
sulta constante de vosso ofBcio de z2 de No
vembro rindo relativo a eleigo para preenchi
rr.enlo da vaga de prefeito desle municipio.
Expediente do Governo do Estado de Pernambuco
do dia 15 de Dezembro de 1891
Decreto:
O governo do Estado attendendo ao que re-
queren o lente coronel Jos Ottoni Ribeiro
Franco, resolve provel-o na serventa victalicia
do officio de 2 escriro privativo do comraercio
desta capital.
O Dr. Julio de Mello Filho, sectretario da Jus-
tiga, Negocios Interiores e Instrucgo Publica^
assim o tenha entendido o faga executar. Cora"-'?
municou se ao Dr. juiz de direitodo commer'
ci.
Expediente do Dr. Secretario da Justica. Ne-
gocios Interiores e Instrucgo Publica do Estado
de Pernambuco, em 15 de Dezembro de 1894.
Actos :
Palacio do&vomo lo Eitado de Peraam-
b;u-o. H9 de .Hoveiuhi'O de 1HJ> 2
(Conttmtc.(o)
TITULO 3."
CAPITULO VI
Da sub-directoria da contabiliddde
Art 20. A sub-iirectoria da contabilidaile
o departainonto incumbido de escripturagjao 6 con-
tabilidado de todas as rondas o despezas do Es-
tado, da syndicancia moral e authentica do todos
os documentos a elles referentes.
Art. 21. E' seu chefe o sub-director da conta-
bilidade.
Art. 22. Todo o servigo a cargo d'este depar-
tamento ser desemponhado por quatro secQoes o
um continuo.
Paragrapho nico. Cada secQo constar do
um chefe, um primeiro official, um segundo e
dous terco iros.
[CAPITULO VII
Das secfdes
Art. 23. A' Ia secgo incumbe :
1. Tomar nos prazos marcados as leis e re-
gulainontos ou por ordem superior, as contas de
todas as estacos fiscaes, recobodoria, mesas de
rendas, collectorias e em geral todos os exacto-
res da fazenda estadual, procedendo com severa
syndicancia o exame moral o arithmetico das mes-
mas contas.
2." Informar olltcialmonte ao secretario do
Estado por intermedio do director geral sobre o
resultado da syndicancia ou exames determinados
no paragrapho precedente.
3." Requisitar as informacoes o documentos
que julgar convenientes para quo possa effectuar
a svndicancia destas contas.
' 4 A.' Calcular e ixar ao terminar esaa syndi-
caic'ia ou quando lho fr ordenado, o debito dos
encarrogados da cobranza das rendas publicas,
que nao estiverom em dia com a fazenda estadual,
tornando por base do calculo o termo medio da
receita liquida, obtida por cobranca do mesmo
encargo nos tres ltimos oxercicios, e qualquer
lau.-amento ou conhecimento que Ihe possa l'azer
carga ou aproveitar.
j .">. Passar quitac&o aos thesourciros, admi-
nistradores de mesas do renda, collectores, cobra-
dores e a qualquer outro responsavel pelaarreca-
daco dos dinheiros pubicos do Estado depois de
approvadas suas contas pelo Tribunal do Tne-
souro.
G. Proceder a oxame moral o arithmetico
as guias e outros documentos relativos entrada
do dinheiro para o Thesouro do Estado.
7." Preparar, com todas as formalidades, os
livros e conhecimontos que tenham de prestar-se
ao expediente de todas as estacos fiscaes do Es-
tado.
8." Fazer langamentos em hvros especiaos
de todos os livros o conhecimontos entregues s
repartieres arrecadadoras e dos recebimentos des-
tes livros e documontos quando os respectivos
responsaveis prostarem contas.
S, 9. Tur em protocolo a nota especificada
desses livros e conhecimentes, na qual ser pas-
eado o competente recibo quando entregues direc-
tamente, ou feitas, no caso contrario, declaracos
de que foram official mente remettidos, sendo ah
tambera lanzada a communicaco de seu recebi-
mento o a verba do recolhimonto rospectivo ( 8')
em descarga do responsavel.
10. Fazer lancamentos de approvaco dessas
contas quando houverem ellas sido prestadas e
approvadas.
Art. 24. A 2.* secr-ao incumbo em geral, a to-
mada de contas das despezas efectuadas pelas di-
versas secretarias do Estado e repartieres depen-
dentes, procedendo com severa syndicancia o exa-
me' moral e authentico de todos os documentos
relativos despeza do Estado e mais particular-
mente o seguinte.
1. Passar quitaco aos pagadores e a quaU
quer outro responsavel por bens ou dinheiros p-
blicos do Estado depois de approvadas suas contas
pelo Tribunal do Thesouro.
-2. Liquidar quando fr requerido a divida
passiva proveniente de despezas autorisadas, mas
nao pagas, quer no exercicio corrente quer nos
findos, bem como escriptural-a por conta corrente
em livro especial, levando-se ao debito a impor-
tancia a pagar e ao crdito a quo fr realizada ou
houver inoorrido em prescripeo pelo lapso do
terapo. ... ,
8 3." No primeiro mez das sessoes annuaes do
congresso legislativo organisar o quadro da .di-
vida pas3iva depois de liquidada c esenpturada de '
accordo com o paragrapho antecedente.
8 4." Rever os despachos de pagamento, let-
tras e guias para entrega do dinheiro do thesouro.
Are 25.No exame das ordens do pagamento
confiado a 2.a seceo attender-se-ha a todas as dis-
posices que a respeito dells estabelecem as leis
de contabilidade, verificando-se:
1/ Se a despoza est comprovada e pertence
'com effeito ao exercicio ao artigo e as verbas do
crdito legal a que vem referida, e so abrange
pagamentos relativos a mais de urna verba.
2." Si esto assignados pelos respectivos secre-
pelos funecionarios que elle
tarios do Estado ou
houver delegado,
3." Si tem indicarlo do agonto que ha de satis-
fazel-as.
1. Si esto de accordo com os ornamentos que
as acompauharom.
Art. 26.Sempro quo se forcar alguma verba
com crditos supplementares ou for autorizada
alguma despeza por crdito extraordinario verifi-
car-se-he a respeito de uns o outros :
1.* Si a verba votada para a dospeza de que se
trata est osgotada.
2.* Si esta despoza era to ingente quo nao po-
dosso esperar pela rounio do congresso.
3. Si a despeza foi efectuada e quanto se
despendou do crdito supplomontar ou extraordi-
nario.
4." Si quanto aos crditos extraordinarios a
applicaco para que forem autorizados est com-
prehendida as hypotheses previstas pelas leis de
contabilidade e para abertura dos mesmos cr-
ditos.
Paragrapho nico. O resultado desses exa-
raos servir de base paraos esclarocimentos o in-
formacoes que o comgresso legislativo julgar con-
veniente solicitar.
Art. 27.A' 3.* seceo incumbe, baseada nos
dados fornocidos pelos trabalhos do 1.' o 2." sc-
eles alm de outros esclarec montos quo julgar
conveniente requisitar, o seguinte :
1." Organisar os orcamontos de receita e des-
peza annuaes, os balancos monsaes, o semestral
e o balance definitivo de cada exercici", de modo
a serem presentes ao govornador do Estado, pelo
menos um mez antes da abertura do congresso.
8, 2. Escripturar os livros de contas correntes
o os auxiliares de operaces, do receita e desp* za
3. Fazer a inscripeo das apolicosdo anno
estadual e preparar as folhas de pagamento do res-
pectivo juro, escripturando tudo, o quo fr relati-
vo a semelhante servico.
4. Fazer bocea do cofre, com os seguintes
livros, a classifica;ao de toda a receita e dospeza.
a) Classificaco diaria da receita, modelo n. 1:
b) Classiiicaco diaria da despeza, modelo n. 2;
c) Classiiicaco das entradas/le deposito, mo-
delo n. 3 ;
d) Classiiicaco das sabidas de depsitos, mo-
delo n. 4 ;
e) Mappa domonstrativo da renda ordinaria,
modelo n. 5 ;
f) Mappa demonstrativo da despza ordinaria,
modelo n. 6 ;
g\ Mappa demonstrativo da entrada de depo-
sito, modelo n. 7 ;
h) Mappa demonstrativo do saldo deposito,
modelo n. 8;
5." Para execuco do quo dispe o paragra-
pho antecedente, designar o chefe da seceo dois
empregados, que permanecero na seceo da the-
souraria, auxiliando-se mutuamente com a deno-
minado de classificadores, um da receita e outro
da despeza.
6." Os classificadores com sua rubrica, indi-
carao que conferiram o trabalho dos escrives.
o que devora anteceder ao lancamento das quan-
tias entradas ou sabidas nos competentes mappas
assim como, que confrontara o total classilicado
cora os dos livros cargo dos escrives, e o d'a-
quelles que escriptura o thesoureiro.
7.* Os classificadores devero, quando nc
se conformarem com a importancia laucada pelos
escrives, tracal-a, e por cima della escrevor com
tinta rubra, a que deve ser como no caso em quo
a reunio dos parciaes derem raaior ou menor
resultado do que o total.
E nesse caso, para confirmar a emenda, rope-
til-a no caso de observaco, rubricando-a.
8." Aalteracode que cogita o paragrapho
antecedente, nao se refero ao total pago, embora
errado, por isso quo foi recebido pela parto.
y." O classificador da receita ter a seu car-
go a escripturaco dos livros a-e-g e das folhas do
pagamento de juros, para inscripeo e transferen-
cia de apolices.
10. O classificador da despeza far a escri-
pturaco dos livros e mappas, b-d-f-h.
11. Informar obre a conveniencia e oppor-
tunidade de qualquer op?raco de crdito que o
governo do Estado tenha de fazer.
Art. 28Incumbe mais e especialmente a essa
seceo.
1." Acompanhar cuidadosamente a arreca-
dago das rendas publicas denunciando as fraudes
e as irregularidades que poder observar, suggerin-
do meios de evitar taes fraudes e irregularidades
estudando os effeitos dos diversos impostes sobre
o desenvolviraeuto da riqueza publica e particu-
lar, a maior ou menor facilidade na percepeo
d'essas impostos, lembrando novas fontes de ren-
da quando por qualquer motivo devam ser aban-
donadas ou diminuidas as antigs o organisando
em summa projectos attinentes ao rgimen tri-
butario, mas exequivel e'compativel com as condi-
cOes locaes.
2, Solicitar das secretarias de Estado as in-
formafes necessarias confecQo do projecto de
ornamento e da despeza estadual annexa, e a or-
ganisago da synopse da receita e despeza*






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Diario de Pemmnhiico Quinta-reir 3 de Janeiro 3 I..8&5
Art. 29A' 4. socgo iracumbe :
1." Organisir as i'olhas de pagamentos raen-
sal dos. em pregad os pblicos activos, inactivos ou
emdisponibidailo, abrindo aos livros proprios o
assentamento de taes pagamentos.
2." Examinar e por o visto as folhas de pa-
gamento, relacoes de mostra, prets, e outras rela-
tivas fofea publica ordinaria e extraordinaria.
3.* Representar sobre as faltas de consigna-
res para as despezar, e.insufciencia das consig-
nacoes votadas, pedindo os crditos supleuienta-
res precisos quando estas despezas foram de natu-
reza eventual, dovendo acompanhar esse pedido
umademonstracao das despezas realizadas, le-
galzalas e presumiveis era relagao a semelhante
verba. ,
S -1. Informar sobre a possibilidade co se
adiaut ir diaheiro para qualquer despaza, bem as-
sim sobre a possibilidade da dospeza extraordi-
naria. ,. ,_ .
.")." Ejecutar o trabalho peculiar a liocile
Draynage Company.
3 CAPITULO VIH
Da sub-directoria do contencioso
\rt. 39. O trabalho poculiar do contencioso
oomprehondo B&a s os negocios judiemos que por
qualquei- f >r.na interessain Iazenda estadual,
como aquellos cuja deciso da competencia do
tribuaal do thesouro ou da secretaria da fazenda
do estado e quo precisim para o devido esslareci-
ment > do e reame e c mhecimonto de direito.
\rt. 31. A seceo do contencioso ica sob a
dirvcao erespjnsabilidade do sub-director do
contencioso que o pracurador-scal e tem por
especial incumbencia :
u Escripiura por canta correte a cada
devedor toda toda a divida activa do accordo cora
os ter nos do contractos, compromisos, cintas,
retecSas ou ouiros quaesquer documentos quo a
iustifiquom, qujr existentes no sen repertorio
I.uer minstralos por outras secews e estacaos
ompotmtes, deveado c alistar do assentamento o
titulo de receita o o municipio a que portones a
8 2* Remettor ao procurador dos fritas os cer-
tificados de que trata o 3. do artigo %' do decre-
to de 4 do Setembro de 18.)") o todas as coatas o
docume.itos relativos cobranca exocutiva, de-
pois di observada a condieco exigida pelo artigo
11 do mesmo decreto.
8 3." Passar as g.iias para pagamento as re-
particoes oo upotontes, dos sellos e emolumentos
dos contractos lavrados, e certidos passadas pela
S&CC&tt&S
dinheiro
jato das letras
finan-
seceo o para o reolhim
em virtade dos contractos e dos ttulos e
dado e u deposito para garanta da iazenda.
8 l" Lavrar os termos de arrematacao,
cas e contractos em que fur partea fazonda esta-
dual ou por algum modo interessado, extrahindo
copias para serem entregues aos contratantes a
quem dos contractos deve ter scioncia, menos com
relacao aos oontractos lavar-idos uas domis secre-
tarias os quaes dovera > apenas sor registrados na
sub-directoria do contencioso.
8 ." Dar, conforme o que constar dos livros
e documentos de sea repertorio, as certidos quo
forera requeridas ao director-geral sempre que nao
liouvcr inconveniente, salvo determinando^ de
director-geral ou ordenando-o o secretario
liouv
novo o
da fazenda do Estado.
8 (i. Creditarosdevodores da divida
;tivas coutas em vista
saldar as
iSIlO
dos
;tiva e
docu-
da do Estado e de sentonca absolutoria passadaem
}n S% 7.' Escrover e registrar a correspondencia
officfal do sub-director do contencioso. .
Archivar, segundo a ordem chr.nologica
as ordeus, intrucQoes relativas

e numrica,
.8
ao
c o la-
bora dosompaaho d.a s^rvico a seu cargo e a cor-
respondencia officUl que iho for dirigida.
5 'J" Registrar os pareceres dados poto s-u-
direotordo contencioso.
6 19 Fazer o ndice alphabetco dos devedores
da divida activa e dos resp msaveis para com a fa-
zenda estadual por qualquer titulo ou compiomi.
so de modo a saber-se fcilmente o hvro e i
folha
a entrada e sahi*-
desli-
era que est escripturada quaiquer obrigacao-.
11. Laucar no protocollo a <
da dqs papis que vieram para a succao o o
no ciue tiveram. ..
* 12 Dar nar osenpto as nlormacoes que to-
rera exigidas pelo director-geral e pelo sub-direo-
tor do contencioso sobre qualquer assurapto ela-
tivo ao sorvic a seu cargo
n Fazer assentamento das sontenc ts pro-
rdo com
floridas contra a fazanda estadual de acse
a communicago fflita polo pr.curador dos fetos.
8 14 \rcbivar assentencasde cspecialisacao
das oypothecas legaes dopois de inscriptas as es-
cripturas -lo hypoinecas convenciones dovida-
X^ta ,.,,T;c=h.9,las fazendo a competente nota ou
de responsabih-
declaracftu na margara, do termo
dade que lhos dissar respeito. en,n;A
% 15. Registrar os testamentos do conformida-
de com as disposicas vigentes.
8 16. Confeccionar o quadro da divida activa
referente a, exercicio anterior e organisir de cin-
co em cinco aun s um quadro garal dessa aesma
divida com declarado da que ior repu ada co-
bravol, prestando pira Isso o procurador do* teitos
as informacSas neoeasarias. ,.
\rt Para o expediente a cargo do sub-di-
rectr do contencioso Jiaver os segu.ntes livr ,s :
1/ De escripturacao de divida activa de con-
lormidade com o 1. do artigo 3L_______________
2.' De termos de contractos e flaneas dos ros-
ponsaveis com a fazenda estadual.
3.* De protocollo ge ral de entrada dos papis
na sub-directoria e de sahida para oatras esta-
cos.
4.* De escripturacis de hypothecas constitui-
das fazenda nacional.
5.9 3 registro da correspondencia do sub-d'-
rector do contencioso e de portaras, declarages
e editaes.
6.* De registro dos pareceres lscaes.
7.. De protocollo de remessa dos certificados
para os cartorios.
8.* De ndice alphabetco da divida activa e dos
responsaveis.
Art. 33. Alm dos livros indicados no artigo
antecedente podera o sub-director. do contoncioso
croar os rnais que lhe parecerrn convenientes par-
ticipando-o ao tribunal do thesouro,
.Art. 34. As cortidoes de que trata o 5. do
art. 31, serao passadas pelo 'einprega.lo a cargo de
quera estiverem os livros e documentos a que os
mesmos so rei'erirem e assignados pelo sub-director
do contencioso depois de satisfeitos os emolumen-
tos devidos mediante guia passada por aquelle
empregado. .
Art. 3"). O pessoal do contencioso constara do
sub-director, de u.n che fe deseocao, um priraeiro,
dois saguudos e dois terceiros otficaes e do um
continuo.
SEcgo 2.a
Art. 33. O procurador djs fetos o advogado
dos intoreases da fazonda do Estado no juizo pri-
vativo da fazenda e om todos os juizos em que for
a raosma interossada.
Paragrapho nico. Substiiuir-se-hao o sub-dv
rector do contencioso e o procurador dos feitos
Art 37 Ser nomeado pelo governador do Es-
tado e escolhido d'entre os bach iris ou doutores
em direito quo tenhain pratica conhecida dos ser-
vicos forenses.
Art. 33. Promover os interesses da iazenda
nos procesa )s era que esta for parte intoressada dos
qu ios tora visto ox-ollicio ou a seu requerimento
quando entender conveniente
Art. 39. Funccionar na primeira instancia
era todos os processos era que foreai propostas por
parto da fazenda ou contra ella at interposico
dos recursos das decisJS dofl.ntivas caboado ao
procurador geral do Estado aascar na segunda
instancia os mesraos recursos mediante as iaforma-
Cos que devoran ser prestadas pelo procur idor dos
feito, o documentos quo lhe forem pedidos.
Art. 19. Na> porceber vautagem alguma a
titulo do cuitas pelo seu trabalho como advogado
da fazenda alm dosou ordenado o da poroentagem
daarrocadiQo da divida activa, do rocolhiment >
da imp >rtaucia da tix i de trerancas e legados.
Art. Essas pjrcentagsns serao devidas no
acto do recolhimento da importancia arrecadada
estacao competente c a :> procurador dos fetos que
exer'cer essas funecos a esse tempe, salvo o cas)
de m ratera Dor nieio de lettras, n'esto caso a
poroentagem ser perce&ida por aquelle que esta-
va no exercicio do cargo quando foi firmada a mo-
ratoria no thesouro.
Art. 42. Nao sendo pagas administrativamen-
te as letras assignadas em virtude da moratoria
na occasiao do recolqiment depois de seren ac-
cionados os devedores respectivos a poroentagem
ser dividida em duas partes iguaes c ibendo urna
ao procurador dos feitos que houver firmado a
moratoria e outro que houver ultimado a aeco
executiva. .
Art. 43. Tora como auxiliares nos municipios
do iuter or os promotores ivspectivos que tcioa
a;u lanos do procurador dos feitos e na capital
dous s dicitadoros noineaclos d'entre os provisioua-
dos pelo supremo tribunal de justica e que tenhara
pratica adqurida nos etrabalhos forenses.
Art. 41. Tsrseb sua inspecci > os cartorios
da fazenda, sondo os escrivaes obrigados a pres-
tar-lhe todaa as informacSes exigidas, a conliar-lao
quaosquor autos de aeco pendente ou linda me-
diante recibo no protocollo.
Ait. 45. Tora do mesmo modo inspeceo sorore
autos p mdentes e findos em eartario de oualquer
juizo sampre quo a fazonda for intoressada.
Art. 10. Dever exigir dos escrivaes as cer-
tidos que Iho forem precisas para fundamentar
seu pedido em qualquer acc&o ou para opposicio
de circuuistancias que forera n'eilas allegadas po-
las parles contra os iuterosses da fazonda, certi-
dSea quo podero ser remcelas ndependonte de
despacho o serao gratuitas por porte dos escrivaes
mesmo quando se reliram a lapso de tempo inaior
de trinta aun os. ......
Art. 17 Promover a arrecadac judicial ua
divida activa dafazea la o.n vista de contas o cer-
tificados remottidos pela sub-directoria do contea-
cioso, na lhe sendo licito propor aecos especiaos
para defender os interesses ua iazenda sera autoa-
saco do tribunal do thesouro, mas contestar pe-
dido Jeito em aeces do semelhante natureza, scien-
tificando entao ao mesmo tribunal.
Art. 48. As aitribuicoes do procurador dos fei-
tos se limitara ao muinieipio do Recii'e, sondo fora
d'elle delegados aos ajulautes respectivos que di-
rectamente se dirigiro ao dito procurador sobre
os negocios judiciaes a seu cargo sempre que no-
cessitem.
Art. 49. As attribuices conferidas para co-
branca da divida activa do Estado ao procurador
dos feitos nunicipaos pelo decreto da 4 de Setembro
de 18991icam pertencendo aos ajudantes do pro-
curador dos fetos nos diversos municipios altera-
do assim nesta parte o mesmo decreto.
(Contina)
Exc. qooi tica tWH.
O Sr. Coelbo Cintra3 teleeraphiaia oca
empregado subalterno ao agente e a tabella o
equipara qoanto aos veoeimQto3.
Diz o nobre depetado jop o agente tem cafa,
criados e leona; mj g. gXc. nao q>eira re-
galar o serfijo dfs e-tagAas simplasmenle pelo
qne se passa Da Edada de Ferro Ceifai.
Retiro-ce aot (ovares o de os telegrapbislas
san emore^acios sabalte.oos dos -gentes.
O Sr. Los de Vasnoncellos-Ha logares, ba
esugoes em qoo o agente nccamala o cargo de
lePKrapbixta.
O Sr. Conloo Cita'.raSlrn seahor, oas e'ta-
gOes rte ultima ciasse. Os aelhores agentes
i_n sido os sjnldos da rlasxe dos lelei;ra:Sis.
las, aspirando a nromo;5o ao cargo de agente,
Oeram se no desempean de seos deveres, an-
te o natural incentivo de melhir rem nera^ao,
pelo recesao, so cargo superior.
Ni eatacSo ie Porto Nio, por exemplo, que
V. Exc. iroohece qne ama das mais importan
t-"8 da Estrada de Ferro Central, o sea aaeate
foi tMlographi-ta e um dos empreeados qoe po
demos cootd'ar como um modelj, ao (anecio-
nano enmondor de seas deveres.
O Sr. L'os de VasconcellosCito tsmbem o
Sr. Lacerja, agente da esUj&o do Engenbo No-
vo, que foi telegraobista e que dsvemoa tam-
oem oosiderar como um emoregado model*.
O "Sr. Coeltis Cintra-Anda mai3 me aja 1a
V. Ex:, na argu ueatagao que sa la estabele-
cen "o.
V portanto, V. Ex. qae os tel^grapbishs.
teoio asplr; ces a seren agentes e as;im pro-
movidos, expelientes servigos nodem prestar;
entretanto pelas tabellas di commis^ao, desap-
naree esea aioi-ajlo, porque sao elles equipa-
rados aos agentes, dando-se-lbea para esse im
um augmento que varia de 3J a 79 [., con-
forene u classe, so'ote o qae actuaimeaie per-
ceboat
Si j ao^menja^mos os telegranhisia com
70 0 qaanto d '3 u is auemeoiar aos chetes trem. aqaells empregados que mais se arriseam
io sersica de movimento la estrada de 'erro?
Os proprio defeosores dess enormes tabellas
ja reconberem amjastig com que foram coniec
dotadas e que-em emendal as.
V. port nt). V. Bate., qa. defendo a proooa
ta da comn.ssao. com a eua eme ida, que e quem
nulme'te de" exclam ^^oa.trar Cmara qu* ella ijusta nes.a
n%- -.i- ,) co, a8 consiaerifioes q
i a oamara. vn canfirmal-as e ooruar me a
H-r ,ir2aQ,7;t,smar a a^cao'jos collegas em
defea do interesses do Tbesouro.
na?cSdad!,h3ftGlQtPa- ceno que de
nos, ata d.stiQctissimo, diados or S. Exc
sSSSSS!srC0M "" oi*Te
ni m W',, "m qae S. Exc, conti-
s Exc est pleaameute niuJo.
on Vt laii" P-'W*.sa.aie lamentar
n ^' ?-"r4 .lisca.sao personalidades,
)a ;;o9:lao e l;-go de interesa p-ibli
trM lnt.u.Wa?0' raeoro ame.c.do de ou-
aaseSrl!" i81' Pf vsnl^a. a Cmara der sea
assentiraemo a este uj,, precedente.
mb?i? nf? -aue a'dJ 8a Ma'n maito com
o espirito de toier.acu B fi.v,g;no qae soa o pri-
meira a reuonecir Ju m-o i.iastra a^.^o. P
nni f-,*.c yaiCoucelic8- Raa fot o ^rimeiro
que fez ist-j ; fUi p-ovocado.
O. Cocido Ciotra- S. Exc. disse qae as
con8idersc<3es qae tii em relacao o crescimeoto
da ren ta brjta da Estrada de Fe ro, comprala
coai a deapeza, sSo Hlbas ie dj^.ameotos e iofor-
magOes aae me fjram ministradas uor Interesses
prvalos de eupregados que d^sejam augmento
de vencimsntos.
O Sr. Los da Vasconcelos No foi fanto as-
sim.
O >. Coelbo Ciotra E' a syotbese do que
V. Bxc. dis3e.
Nao tem fujdime .to seoielaa'.o aceusa^ao do
meo honrado collega, e nem et\ nos seas ba
Olios vir aqu abogar ouiros ateresses que uao
os do gervico puolico.
O que en di se j enmura dos D epatado?, coma
om trito le alerta, para despirtar a soa atten-
Ca. e pararmoi um pouej oese o-uri i j de t,-
'neo'.o de desjei?s, a lilao de esto ios e de estu-
an de iougos anuos baandjg em docamentos
offiMaes.
Aprecianda a EstraJa de FeTO Ceatral, Sr.
aauo d^ 1893 qae iem sido a oaadera para co-
O'ir aqui a caiga de difieren es abasos naquciia
Mirada, e anda mais pa a se-v.r de capa a
qua Tas preieacOes desarrazoads tentim Uzer,
tendeoes a augflnto de vea-imeatos pela for-
ma i. r;.j" se pretenie.
d>. preni lente, na son intenso aos augmemos
eqni'auvos dos empregadjs di Banda de ferro
C-atral, pelo contrario : quero qon se Ibes fac^
jastiga, mas desejo tambem ver geneasado esa;
logiueaio por oatras fa'ri-via* a Uaiio ; por-
que si os da Elstra la de Ferro Central do Brazil
preeUtm da aug aeato oe veajimeotos, para se
maater na cisa. cae atravessamos, por *er a
vida neeta capud mut'.o diffleil, os emu'egado.i
da Esiraia de Ferro do Rio d'Ooro timbem o'e-
n$aa e ralfesea leusldade decir umstancuK.
Os das Btiradas Ceotral e Sa: de Praim ia:o
os das Estradas da Bama, 08 dade Por o Ale-
are, a Uruguayna, no Kj G*aoie da Sai, Bala-
ril e Sobral, na Ceara, Bauo ASjuso, as Aia-
Sis...
O Sr. L'as de Vasconcellos 0 qne ve-dide
que estamos discatiudo um projecto que ee
a-ba aqoi na Cmara ha mais de d.-ns annos.
O S-. Caein.) Ciutra- ... teff en os me.'mj
males a privago-s a q;e e gaius a Cjn -al do Brazil.
Nj suDstilo ivoqae formulei e tive a hoo'a de
4oreseuta* a Cmara dos Srs. Depuiados, est.iui
d-llereates elwaaiad, marcando aa gova^no a
sua norma de conduca, nao e em relacao a ie'
lucgao do p-,8 ralas, como anida a probio cao absoluta de lar
emp gados extraordi arios (que disto uao to-
gii'ju o orejelo i'a banrada ComcaisaSo e Fa'
zanda), a timlo de aasaUnadus, nao t oos es-
cnp o.-os da luiba. loc.i em qua toaas m ou-
tras aivises da adaa uistracSj ccatral.
Or^, nos 82b?mos que ara vicio pa.Mo, po^
assiru dizer, o aesejo uu macla de ser eaapre-
do ounii o, urna :eode'ii;ia lameotivel da nona
. ociJada procurar coas.antemeate occcpsio
ao-< esuoelecune ios muoico. ..
O Sr. L'.ns de Vasconaellos E' o cficid do
brazileiro.l
0 Sr. Coelbo Cintra... por julgaem, como
mu t bem diz o n>bre depulido, ser e3^e o of>
ticio lo brazileiro roas o Drawleiro qaa desa-
nima ao pMOMlrc ooataculo da vida, ja coma
com om cargo p-joco obtiao pelo poaer do ein-
penbo.
Mas, Sr. presileci, para destruir esse vicio,
ieveiu^a lecer med das, qua teadam a coarctar essa fa
coldade das uoaais adninistrctes, de aD.-ir a
vlvula ao UvurtHSBBO, com a auapii gao do qaa
dro'da fa ccionli^m o que ee nao peda fazer
seno por act >s legislativos.
Convem fazer cessar ama p-alica abusiva di
adteissao de eaapregalos extraord.nanos, que
seacem salario', Beodo apaaas verdadeiros ar
oaiesros de casaca.
Nestas coaaifiOes, nao conven es'.abelecer
mesmo a laarcba, qae as taBaUaa apreseotada
pel bon'aua Cooamissao le Orgameato preten-
de eatanelecer na admiaiet'acio da Estrada de
tf-rro, creando cojo logares no quaaro da ad
DiaistMcao, os I gires de aJsitores, que, romo
/. Exc. sane, sio de li;re nomeagao dos eajj--
nneiros resideutes ou ebees do s-rvigo, pela
re3po:i8aD!idad.e mmediata qne toca a essea
funcionarios as cucamscrlpjets de saas attr:-
0dE-ies empregados jornaleiros edio contem-
plados no quadro, coma empregudos de veucl
manto, daaiu-se-ines ordenado e gra'icaga).
Atoaamiis na Estrada de Ferro, o cargo d-
telegrapaista un cargo de accesso ; os asluaes
ageoe3 de primeira ordem, aqaalles qu
sa distiagoem, foram telsgrapaistas
iuceotiTO necessano, excelieote
belecer o estimulo, na cassa
Questnra Policial
Secgao2'-N. 28.-Secretaria da-Questura
Policial do Estado da Pernambuco, em 28 de
D\2oetrooo,efr. Julio de Mallo Filbo, M. D.
Secreiario .le Ksiado dos Negocios da Jusliga e
MeCCios Interiores. .
ParticiiM' vos que foram hontrm rfcolhidos a
Casa de Drtaoc&o os seguales udividtros:
No dia 29:
V minha ordem, -loio Manoel das Candeiaa,
remeltido como criminoso pelo subdelegado do
municipio le Muiibeca.
Vocera do subdelegado 4a reguezia de
Sania Anio.no, Vicente Forreira de Paula, por
Offensas moral publica; 1-rancisco bornes de
Salles e Miria Romana da Couceicao, como ga-
tunos.
A ordena'lo snbrielegado da freguezia de
Panto Antonio, Mara Francisca da Silva, por
distnrbios.
- Ante hontem, por volta de 7 horas da
manh, o cidaMo Hedro de Barros Fragoso,
filha docapao Manoel Francisco Fragoso, e
morador no lugar liba do Hetiro pertencente ao
lslncio ria Magdalena, tentn suicidar-se dis-
-arando um revolver no ouvido direito.
O subielegado ntspertivo tomou coiihacimr-n
dew moradores da liba, tenhara boas en-
tradas de annos o qaa desejo. -Pedro de Bar-
ros Falco.
Communicou me o delegado do raunici
nio de Govanna, que no dia 24 rieste mez, em
Ierras do eigenlu Borges, Rosa Innocencia de
Arauio Maria, casada cora Joaquina Flix 08
Marta aproveitando a occasiao em que o ma
rido dorma, rieu lhe (!ois golpes de foice na ca-
becae no pescogo, ferindo-o mortalmente.
a delinquenle foi presa e contra ella procse-
se nos termos da le.
No da 28 desle mez foram capturados
pelo subdelegado da vilU da Bom Conselhoos
reos Luiz Jo3 Jatob e Martioho Bispo Dnso,
pronunciados no art. 294 combinado com o
i3 do Cogo Penal.
Entraram era exercicio as segrales auto-
ridades pol ciaes:
Celso Matlicus Ferreira, em data de hontem,
rio cargo de subdelegado do 3 distncto da
Joas Pereira da Silva, no dia I, do carpo
de subdelegado do municipio de a. Jos de
Belraonte.
Sade e fraternidade.
O Queslor nter no,
Jos di Cunha Liberato de Mi tos.
MUNICIPAL
EIRO DE
to do tacto e"mandou convidar o Dr. Carvalb. > DESPACHOs DA PREFEITURA MU^
\an aiiiz Pedro de Barros dr/.er ..-motivo que 89j.
n evarV a nr termo a sua e^stenc.a, e ap Bernardo Jos da Rocha.yEra vista das ofor-
a- hmitott se a entregar a autoridade a caria mi Siriote: 12 da ra d.x Assumpgo, e deferido quanto as
?Tlha 27 JeDezembro de 1694. ou'ras. f..-.j__
asminhas proprias mos. Jui0 Francisco de Azevedo.-Defendo em
Jacinth1 Puciieco Pontea, Vrsnciaau Luiz de
Franga e Fibio de Albuquerqui Gama. Conce-
de-se limitan lose ao requerido.
Maria Idalina de i:astro Limo, Augusto Jo.;
Rodri^uas, Antonio Jo^ de Sani'Anna, Paulino
de Oliveira Maia e Dellino Tavares dos Santos.
Deferido de accordo cam o parecer do enge-
oheiro municipal.
Secretaria da Prefeitura Municipal do liecife,
2 de Janeiro de i89o. ,
Servindo da portairo,
Innocencit C. iaia.
m A
policia,-Com
ponho trras 4 minha existencia.
. Ninsoem ro- aconselbou a fazel-o, porera
live razo paca assnn proceder-
Disponham do-taeu corno como entende-
v.jaotiUw
1 vista da informagao do enzenheiro municipal.
Auguslo Honorato de Miraoda. -Concede-se
de accordo com o art. 30 fifi i e da ki n. 4
tit 3o
i Laorentino Pires de Carvz'Lc. -?..'<:: i~, zl>
I servando o art. 44 da lei o. 4 tu. i*.
DiMCa de otemhro de 1893
Avgmento de vencir.ento$ dos embregados da
Central
O r. Coelbo Cintra : S-. presidente,
s pal>vras ijii acaoo de ouvi' do meu boarado
n i* diputado fiis Ca.ital F-deral, ob'kaa:-
me a .j ta- a triouna em sytootsgaa do emsu-
oliva qa- "vj a boara da aprtseoiar i co sid--
ag'o da C:mara. ,
En pniue.re ;iofjar reapondere. ao honrado
'epoliido pelu Re Gra ide no N>rte, relator da
Commisso de O-cmanif, dlzendoque S. Exc,
iaog-i de demvef-mi ; m so discnrso, idcb-
.ic-ie no espi-ito a n--fS8tdade da sos'enta.
jo 003 isHrastea da Toe-iuoro, tao grande
mate a>-ec:<'w R"m P'oiectad s tabel-
las qoes auna fU-- Ibempreg.doa aogmeo
ia 70 ,', Bem a ainuir eqodadi-, oreando assirx
om pecadentri, qo- lera infelizmente mniton
sas'eotadore- quando e tratar de oriRiaa oasses
de empregaaoa taoibaa patrocinadas e favoreci-
da* p^i" e^pirilt .je toiriraaa e uondadaqoe
-e v,:^ a-. < >'i a 'o i nt-e es fe^reaectaates da
uevodiz:r i casa qae os arumcn'os de S,
mal
e uto ua:
meia de eaia-
enos remnnera.
da, facilaado-se-lba o accesso, aoa cargas d
agMas68Sr p-esideote, o qae faz a honrada coro-
mi6sao? Bsqaecendo-se deste puocip'.o d aug-
meato gradativo, necesario para deseavuidr o
oslo e o tnoeoiivo aos eaapregados da bem ser-
vir no desempeobo de seas deve-es, eqaipa-
rou-08 aos seas saoeriores nierarcaicos.
O Sr Ne'vaAjoiado. Os da Babia precisam
tamoemmoito ae ^agmpoto, e o projecto primp
Ivo jastaments Ib'os offerecla.
O Sr Coelno Cntra Por consequencia nao
vejo razo para que S. Ec. e seus amigo?, que
defendem e=te projecto, ua queiram qae sojam
incluidos na cantemptagao desse favores os oa-
tros empregades dai diflerentas estradas da ferro
G0 Sr. L"P8 Trovao V. fic. pode mandar
urna emenda ne?t< sentido.
O S-. Coelbo Cintra O meo sobstiiotivo sa-
tlsfaa easa neceseidade.
Foi testa a razao, Sr. presidente, que me
obrigoa a vir tribnua. em defesa dessa clase,
de empregados da oiao, couprindo assim am
dever de jastiga chamando a attengao da jama-
ra para estes actos, aatorisando despezas coa
staotemante crescentes com augaaentoB de vea"
cimentos, qae o&o sa jastifl.am pelos principios
de eqaidade e jostiga.
Pelo sobstiio-.ivo qae ap-esentei chegamos ao
meemo lim, aotorlsando om justo aagmeoto,
s^m estabelecermos preferencias entre 08 em-
pregados de amas ferro-vi38, com prejaizo dos
de outras estradas da aiao.
Nessas tabellas eslabelece-sa om aagmenlo
de 70i. aos telegrapbislas. preterindo aasiu*
08 empregados de cab/egorla superior, os ageo-
. .. aun Rpus ebefes natarae3 as eB.a-
tes, porque sao seus ebefes natorae3
^Camprobende V. Exc. Sr. presidente, que o
ebefe de ama estagao e om agente respouaavel
pela adrxiaistragao, e o telegrapbista a elle esta
8TsQaL.ns de Vasconcellos-V. Exc. o5o
deve esquecer-se de qae am agente de estacu
tem casa, creados e leona ; tem casa, porque
mar na prapria esiagao, tem criados parque
elgons- empregados Iba aervem a leu lenna
porque o material da estagao lbe deixa lenba
6D0Cs"'Coelbo Cintra-Mis o qne pergooto
si telegraobista oo n&o u enp gado sobai-
teroD e sobordioado aos agentes nss respeaivas
"gN9rtariraoaieDko oem entro na apreciagio
desees aaesos, porque com elles n5o ba argu-
mento, oem Podem constitoir regra...
O 8r. Lins de Vascoacellos Perdoe, V.
O Sr. Lins da VasconcellosRio apagado; *
nnicamant? pira repara- am esqae.-imento.
O Sr..C'^lbo CintraE' por isso que propiz
o augmento no suD.'titu'ivo que tie a honra de
apreseotar, confeccionado sob bases raciouaes e
foni-d em Drjncioios enaltativoj com a por-
cen'agtra rehnva a imno.'taocii dos vencimen-
tos do i empregado Easa rnadida, sodo s-
t^nriila a tolas a estradas, tra' a Tanngem
de melbarar o vencimsn'o de todos os empr"g'-
dos dessai ontas -airadas, eem grande onus
nan o nesouro. Basta dtaer qia pelo cacalo
M o, o onas qne advira a Tbeaooro i?elo de-
s-nvolvimento das dif-en^es taoelias das se-
rias qoe periencen i U.nae multo menor; eer
tlvez a aniota pao da despeza que se p.-etenre
fazer con a Central.
N.'sjss con-i'gae, em nomn desdes emprega-
do qiiH tambem soff-eai privagfis. en nome
dos oiffareot's coliegas que ojeooam cagis
o--sis euradas de ferro, com arante preiui-
zo da una 3aad reobo peiir Cinara a equi
paragao ?os vencimeD'.os pela ba,'e qaa pro-
auz ao mea sao* i ativj, e caa o mesmo aog-
meato qae to-ventara ee tenna da f-zer ua
Cenual.
O Sr. Lias de VasconcellosE' o meio de
dar queda no m^o projecto, porqae isto im-
possivel e elle nt,> pa-aa-'.
O Sr. Coelno CiotsE' par laso qne eu da-
se a V. Exc. que, ou eefizesse am aat!ieoto g?-
ral, no aat'a:-no qoe a'orangssse tolas as es-
tradas de ferro da U ;,aa do nada se fizesse
Eatenda, S presidente, qae, oa e-te aa?
ment abranuer todos osemp-egad's das es-
i cas da UaiSo, oeaa cono aas faii^ioaanos
da Capitai Fe le ai, que tambe a sofT.-em priva-
,)'',. oa nada sadeve fazar.
O Sr. Lio? da VascoaeeJI 8Has V. Exc. n5o
ple, por 3xemplo, coaipara' a Estrada de
Ferro Ct-mr-.l com a d j io do Oaro.
O Sr. Coelbo C'.nt-aE' por essa razio qae o
iagmejio de veacimeutos lamb^m ootro,
qae e prjporciooal. lioda raai*: uo man sabs-
Inotivo marca o da i de Janeiro para eu.ra-
reu em exercicio mas essa1 tib-lhs.
O pedido qae hz a '.'amara pa a qoe o prc-
ject>, sem prejuizo da 2' discussa, voltasse
aCommtssi, .1 u 1.. .mestSa de qaatro on
cinco da, lempo es*e na essario para aerea)
maioor estola tari as taoe d-putii oor Minas 6artas; o Sp. Caoertiao de
Siqaeira, tomos encarregados de elabaar para
ijjas esaas pstrddas, porque como V 8xc. sa-
be, os -encimemos dos erapreaios de toias
a estradas de farro da Ua a sao inulto infe-
riores aos vencimentos do* emp egalos da Cea-
ral.
U Sr. Lins de VasconcellosMas tambam V.
Sxc. camprenende qua o trabalbo campleta-
.u.nii' iilTerente.
U S\ C)eino Cintra?jr es-a Sazio que
propuz um a gnaato p'oaorcioual e eqaiati-
fd, e 3jo essas ases <*-.i o augmenta muito
menor pa a]el|]8 oatrai estradas.
Ditas essas 'i.-iav.-as, Sr. presideata, crelo ter
respondida ao men uonre smigo doputada pelo
Di-'.r-;a Federal, a quem p-*go que nao conti-
nu a !o*mar o juio que infelizmente pairou
em seu espirito, de sqppor-me capaz da vir a
Cmara dos It*. depotados levantar ama que -
tao grave, gravissima camo esta, oaicameate
parj aervir a terceiro.
O Sr. Linsde VasconcellosPardaa; V. Ex .
ioterp-eaa mal as mianaa palavras. Seiii lo-
Cupaz de avanga' a taaio.
S-. Coelb 1 Cialra Vou mostrar a V. Ex:,
qae, de dats ama : oa V. Exc. uao leu as ta-
oelUs, '.a, si as leu, aiofomagaa que iba pra
taram uao ( exacta ueete ponta.
O Sr Lias de V-3coacelio8O mea informan-
te foi o S\ D Slares.
O Sr. Coelbo CintraDevo declarar Casa
ouvi collegas distinctiesmos ebefes de se v -
g 1 da Central e ao coatador, qae folio de.ua
t.-iDuna reaaer o preito de miaba admiragS ,
por ser um dos faaccioDarloj mais distmctoc
qae tem aquella estrada, e qae suma quaila
ana pjMgj uoicaraeata por seua esfo'CQs.
O ar. Los de Vasconcellos da om apirle.
O 5r. Coeih CiairaI?to orna segunda by
ootbess, V1.11 mostrar a V. Exc. qae na tabel-
la da commissao esa com usa-augmento de
6000OO.
O Sr. Lamounler GodofredoQaem nao ple
4 mais nao pode o meaos.
O Sr. Coelbo C ntraApoiadissimo; e is!
o qae eo qaero ; en qaero comparar todas s
tabellas, tonando por Dase orna da po-cema-
gem decr8scente do maior para o menor, e aj-
sim me parece que se ter chegado ao eside
ratum qae todos os defensores e impugnadores
deate projacta t -m em visia.
Na justo, s-nhores, que em orna Ejtrada
qaa ja pe psrqua, sendo o sea capital, segando os dados
ofRciaes de 150 OGO:030, e qoe, para sati'faier
os deaejos do mea amigo, relator da Camaais*&o
de Orgamento, de seguir 03 principios esiaoele-
cidos do decrescimento pel den-eciagao no rai-
t-rial dessa lustrada, redazl a 100.000.0J9, cap
tal qae represeuta o- emprestimosqoe o imperio
fai fargado a contrahir para lavar a effa to a
co Birucgio da Central, pas bem, seahores, os
juros e amortisagao d- to grande qsantia est-
pesando exclusivamente sobre as readas geraes
aa Uaio e, po* consegolute, soore tolos os Es-
tados.
Urna tao impo-tante viaferrea, qae dev a dar
um joro mnimo de 7 % sobre esse capital, ga
raotldo pala necessaria renda liquida, pesa aind-
aobre as rendas da Uai&a.
Estadaado se o lamo relator! a do M niterio
da Industria, v-se que o saldo liqaido das des-
pesas de costeic o anno passado foi apenas d
mil e poneos conloa I...
Ora, o anno passado, que foi apenas atingido
par tres mezes pela revoua e teve o principio da
Sitra, e o res o do anuo completamente Uvre,
onde poda pe-feitaraente desenvolver a renda
da Estrada, v se qaa esse tacto nao se deu,
apexar da tarifa movel que taoto eleva a renda
brota com a batxa do cambio.
De 1890 a 189' a despesa da Estrada qaasi da-
plicuu. Estes apaulamentas sao orados de di-
versos relatono-i da Seareta-u da Industria, qua
podem ser ex minados pela Ciuua.-.
Bis a razio par que en disse a V- Exc. qne
era occaa.ao de dar grito deo alarma.
Apexar dos 70 / em que importa a d Sarecgi
rf tabana movel, nos tinos mos ji no ann d
1892 apenas 3 l/l /. Aindi isso cololdo* "
dados liaiaes e qne, por coaeegaiote, nio-oop
dem sor toreados como dadas aaapeitos.
Sr. presidente, a Estrada de Ferro Central,
em todo o seo rolo aervico, tilno era parle daa
circamstancias excepclonaes >-m qae aos temos
acbado, ma em grande parte dos abasos qae
ea n&o comprebeoda a razio porqae se teem
pratlcado, 'alv z devidos a qoe seo haurado ebe-
fe oao teora conbecimento d'ellas, essa Estrada
de Ferro merece panicolar atteocto da Cmara,
porqae am das prinelpaea bena qne poaiae a
NigSo.
Devemos, portanto, nos esforgar e congregar
toaos pira a -eslsleocla, afim de faser com qae
aquella Estrada de Faro, loage de ser ama fon-
te de despezi para a U.iio, veoba ser orna
fanie de renda, qae posta em qualquer ene'gen-
cia a que a desgrag aas pocia coadczir, servir
de garanta para qualquer lenitiva de emprsti-
to qoe o paz preteoda fazer.
O Sr. Lins de Vascoacellos Mas isto acoo-
tecer* deste que tenna uiia boa admiaiatraclo.
O Sr. Coelbo Cintra Nio ha da -ida qoe ama
bi admtaistragao i Que extraordinariamente
para qae a surada veoba a aafenr a maior reo-
oa qae oosalvel, e asaim compensar sobeja-
mente, nio s as despetas do irafego, como
tambem f irne-er nteog para pagimemo dos ja*
ros da di7iia qoe foi tontraalda para aao desea*
volvinenlo.
Mas si V. Exc. considerar qaa por esli facili-
dade. q-e tem tido o rarlameo-.o, de se deixar
dominar pelo sentimentalismo, ela d>-iade,
qae o caracterstica do brazilelro. 91 V. Exc.
entrar na apreciagio deates tactos ba de ver qae
oeste parame ito mes-no foi ad vagada a cansa
la contesso do prulioearcento daqaelia celebra
estrala que vae ao Paty e i Estiva, ver K-ne.ro
polvo, ot-ando or seas teaucaloi toda a gran-
ae p-o-iucgo da Entrada Cmtrai, e qae dentro
em poaoo far co que o gaierao tenna necea-
s'-ia..e indeclisavel ae, on estabelecer, oncnr.ea-
cit com essa nova estrada, de den vacio da pro-
du:c > mioeira, o qae fai concedido pelo parla-
mento impensadamente, perar.tta-ie-aae a pora*
se, oa a Estrada Central nao poteri com ella
imaapetir. e sera transferida a essa feliz e cp-esa
ou a outra qae se formar e qae tenna tambem
patronos, porqae o goveruo nio poder maater
sem urives onus para o Toescuro Publico.
P ra evitar este desastre, a Commissio, da
qual tiz p veo. a proposta Duack-r, aliis em mullo me-
Itiores condigOes do qoe aquella que a Cmara
xp-orovoti. D'rqu?. si bem qae deaviasse da Es-
trada Cenrii, da soa principal rnmiU'agao, qne
a sede mioeira, e que mais coolribolna com
carcas para i-ssa p'oiectad*. li .fia, de ion nada
anxiar, oa oroponentes cffareciam ao governo
a coocessio de 30 ," la renla brota pira oc-
cerrer is despezas do tronco p-iocipal, o qoe
s^ria de eraaae vaiageai comD -se;:agSo do celeore polvo a qae veohi de refe-
rir-me.
Essa coniribaig'u vjrii dar maia? de amor
Usa* o caonal ejiran^"iro tonalo para coQ3-
iracgio a Caatir e a reala ueaessana ao ser
viga des juro3.
M is o parUmento repel ia e-.-a propo*ta e ai-
im bem poce.^ea; mas ja havia erocedido a
'eiizes emprenrios a estrada da M .n.u-ira i
Es iva e seus prolaaga nan'.os. qae c imo ve'd -
leiro polvo ba ae sugar tola a aeiva da Can-
.ral. por seos tentculos, e prolazir-im ruini
taevitavel, si :ued.d>s promotas nio lorem
adootidas.
E qaem ob.-erva est' acontacimento, qaem
e8tadj-o i luz dos fictos, om a calma do de-
ver, loapaiauado pelo ioleressa paolico, qaem
medita 8oare esses acn ecimentos oens *i io n-?
fu'.u'p dessa impo-une via-ferrea, nao ple
daizar oe nutrir as mais t-is'. 8 auprebe-nses
sobre seu fu'uro, qua de da em da mais so
^omorome'.ie por Carlos acU-= menos pandados,
que 3l>ctam o vilor de3Si grande jota de pro-
pronnedade da Naglo I
8r. presidenia, quem v a facilidade, permtt-
ti-se me a pbrase, aam qne se vem ao parla-
rneato propor um augmento sem estar basead >
na |aat*(a e oa eqoidaJe, nio pode de'xar de
assu3tar-8d e dar o grito da aler a, atix ae ver
se evita a seqaencia t taes actot.
A jusi'ga afkacM a ; oio pode ser relativa
a este va aquelle ":np-e O S-. Lias da Vascuncellca II om apaUe.
O Sr, Coelbo Ciol aA mal ga deve -er aosa-
laia; e si V. Exr. vem i Cacara levantar, em
titueo pesioal da E:trada Central, a defeza do
augmento de sens ven:im<>mon, alle^aolo a
exigoldade do que pe-cabern, vanho em nomo
dos ioteressea do prssoal das ferro visa R o de
Ou'o, Sol e Central da Parn.mbnco. alm de on
tras, imoetrar da Cmara p ra todos o maaoo
favor; poi3' a tolos ajslste o mesmo d're "o co-
mo empregado qua sin das eitradas d; L'aiia-
E, eatrataoto, neste pont > qae es amos di-
vergindo, e era V. Ex.:, aera sea digao colle-
ga quaretn a -ceitar o sub ti consideragio :.a Ca^aievando o bonrido re
la'or da C'-mm^a-fta sua intolerancia a panto
de pe 1 t a regeigio de miaba emenda.
PjIs, eenborf a, paro liando as palavrcs ae S.
Sxc. di re: espe-o di ju^tiga da Cmara d~s
Daputados, pelo direi'o qoe igualmanle assista
causa de todos estei fnnecionario* ana defe 1-
do, e tambem dos interesses do nossa depaa-
peraio Toesooro, qne seja approvada a eme-da
su>stitutiva qne suome ti consideraca da C-
mara. (Mano bem. ramio bem, maito bem.)
P
ESTADOS DA lIIAO
SL
in ji e a
Datas at 23 de Dazerabn *,
Procedente da HollauJa e cni destino
Java, chegaram 21, as fragatas hol-
landezas Van Speyk > e Johan W.
Friso
O Conselho Municip 1 da Cochevi-
ra concluio no dia 21, em plena paz, a
apurac<- da eleiglo dot. deputados pela
primeira circurasuripeo ; venfioaido *e-
rem sido e'eitos oito candidato federalis-
tas e quatro igueiros.
Talegrmma de Jos Gonjalves d
diplomados os candidato ligaeiros, psla
terceira, o que inteiramenta falso,
pois u resultado impossivel, atienta
decisiva naaioria do el Horado federalista.
E' ignorada a. apu aco daquella ci
dada.
Alasa
Datas at 23 de ezembro :
Ness dia 08 jornaea de Macelo toma-
rara ferias at to da Janeiro.
9 i racebidos, entretanto, nada publicara
dd interesse geral*
CAPITAL FEDEBAL
Datas at 26 de Dezembro :
L-se nO Pah da 26 sob o titulo In-
cendio : .
\ noita di Natal ao enye ae termi-
uar com a tranquilade da urna noitede
paz bblica, na serenidade de um co im-
maculo e azul bordado a criv > auritre-
muo dos astros, na quietule doa acon-
chemos doces da familia, reunida em tor-
na das arvores natalicias, techou com o
ruido estrepitoso das bombas, rodando
vertiginosamente peloa lagedos daa ras
ao siTvo das machinaa, ao ciaagor da*
sir.etas, e ao rubra clarao daa labareda*
de in incendio.
N'um dos pontoa mais centraes da ci-
dade, pelas 8 3j.4 da noita, manifestou-ae
incendio no deposito da Compan aa Al-
lianca Portuense, a ra General Cina-
ra esquina da ra Visconde de Itatnraby
g cujo escriptorio na prac* do Ooinmer-
cio n. 21, sendo agente oa bra. Cosu
Simties & C.
Este deposito de qae faluniM um,


I
iQnmi .. tt.
**tw;
1.
nar
^ ----------_____________1____ a



I
->
>

!
*lario do PornamliHoo ^ninte-feira 3 de Janeiro do 1 S5

T3B
c nstaote do iatmroa*eir .p F^
vavelmerato facili^u a acceleracio do st-
DBtro. ,
Nesse grande predi de dous andares,
com tachada de cantara; funccionavarn
agencias e escriptonos de vanas ompa-
nhias, como da Koyal alaill, no Io an-
dar ; The Mar ne Insurance, The Phe-
nix Fire, Companhit Fabril de S. Joa-
quim e escriptorios do corrector Nunes
de Macedo e de G Andersou.
Todas essas seccoes do edificio foram
presas das chamas e destruidas ou palo
fogo ou pela agua. O Banca do Commer-
cio qae fica contiguo apenas teve MI l as
paredes esquentadas
Funccionaram durante o sinistro o
bomban, sendo 3 da central, urna da es-
taco da Alfande; e outra da Gamboa,
dirigido o servico pelo coronal Abreu Li-
ma e major J rdim
Comparcceram ao local o Dr. Andr
Cavalcunte, chefe Ce polica: Drs. Mo-
reiraCanj e Barros Barreto, Io e 2 de-
legados auxiliares ; Leonidio Leom^e La-
zar. Tourinho, delegados da Ia e *' ctr-
cumscripgoes, e inspectores. Aux l.aram
o tr balho logo no conuco o tente da
brigada policial -Maga'.haes Couto e os
inspectores Vidigal e Joo Mlva.
O Sr coronel Travassos. commandan-
te da brigada policial, t mbem compare-
cen cm o capito Octavian > e teuente
Regua. i
O 1 delegado Dr. Leonidio Leoni abri
rigoroso inquerito para descobrir a on-
gem do sinistro, que por emquanto e igno-
rada n
O prejuizo do aposito dos brs. Uosta
Simoes & C. avallado em 1>:000.J.
A hora em que fechamos a noticia o in-
cendio par acia ter cessado.
Foram anda prejudicios vanes pre-
dios pela agua como a casa de -dirauda
Castro c ., na na Primeiro de Marco-
0 Droprietario do predio n. 2 da ra
Visconde da haboraliy o Sr. Jos An-
tonio de Souza Lima.
llouva no principio falta d agua e a
inspectora das obras publicas parecen
nao querer ncommodar-se com este ta-
cto repetido. ,
O bombciro Januario Thomaz halles
parti a clavicula ao cair. <
rui.iua, ignorando quo a pobre raulher mo -
i rea.
Entretanto chegara diversos carrotciroa tre-
quenudores da hospedara e a Tltenardier
manda a pobre Cosetta buscar agua no uiaito.
A pobre victima nao quena ir; mas, ameagada,
val.
Volla logo aeompanha la por Valjean, que,
por aca3o, enconlrou a no camraho. Valjean
mostra su coraraovido dos sod'rimentos da po-
bre menina, que elle reeonhece ser a filha de
Faniina, qu I prometteu poteger.
Vento os raaos Ir ilos, a que a pobre rosotta
e sujeita ; vendo lamnein que t a ambicao do
dinlieiro o ideal dos Thenardiers. Valjean
quer lomar cunta da Cosetta; porm os Th nar-
dit-rs, que sabern que podn mnhar dinlieiro
com aquelle homem, nao querem ceder, senao
com o pagamento de i,50J francos, que Val-
jean paga, parlinde em seguida cora Cosetta.
ACIO VI
Suprema sombra Suprema aurora I ..
0 pobre quarlo em que Valjean se tem retirado
Miro, salvo das barricadas peta herosmo de
Valjean, poiin inuilo ferido, quasi mano, ten
obtnlo de sen av a pennisiao de casar com
1 oscila.
Tnennrdier, que tcm descoberto o asvlo dp
Vaijean, qnt-r dwiheiro para con-ervar-se cala-
do, sobre aventura de Cos-itu.
Mario cli-ga em lempo de salvar o vellio loa
seus perseguidores; Valjean, abeng"anio a
unio de Cosetia e Mario, morre, temi pago
sua divida a sociedade.
No sabbado a grande pega -Tosca.
Havendo expira lo o contraclo que nos uu-
'lorisava a usar di tirraa Jos Joiquim Alves
fc C, da qual eramos os nicos socios respon-
savi-is, temos"reso'vido coiisliluir urna nova Ar-
ma social sob a razo de Alves de l'reilas Ir-
mos para a continuagao do cammercio de gene-
ros de estiva, em a niesma casi n. 69, a ma lia-
rao da Victoria, desta cidade, assuiuindo esta
lodaaresponsabilidade de activo e p.iss:voda lir-
ma extracta em 31 d; Dezembro do anno Un lo.
Solicitando de V. 9. a sua vahosissima pro-
tecgo para a nossa casa, teu.oi eontiunga que a
pranca e conhecimentos a:!quiriilos nesie rateo
de negocio, e os recursos de que dispomos, nos
habilitara a dessmpenhar salMfaetonawente as
ordens com qne V. S. dignarse de honrar nos.
Pedimlo a V. 3. a Ueta di la oar nota ie
nossas assignaiuras, somos cora sabida joiis le-
racio eestuua De V. S. tientos renara lores e
criados-Joo Alves de Freilas.Antonio iltlia-
zar AIvps ds Freitas.
Mortalidade-No cemitario publico de
Sanio Amaro forara sepultados era Deeuibro :
MUSICIAiNA
OS MKERAVE1S
A Companhia Modena qu -. actualmente Ira-
balba no S rala Isabel, representa hoje 0 (.ra-
ma le Vctor Hugo, de norae os-"M:scia-
veis.
ACTO I
O IH>po Myriel e o qal
Quarto da casa do bispo
Batlislina, irm do bispo, escuta a reina
criada Nagloira, que Ihe refere ler chegado ao
paiz um sujeito muito mo e pede para avisar
a seu irmao de nao deixal-o entrar no bispado
quando elle viesse pedir-lhe nospitalidade.
Enira o bispo, que tera consagrado toda a
sua vida verdaoeira beneficencia, e entre
tanto que preparase a ceia. aprsenla se 0
gal Valjean, que acolhido pelo prnaeno como
um irmao.
ACTO II
A tempestare n'um cerebro
O escriplorio do Sr. Magdalena
O vclho Faurhelevent recebe de sorr Sim-
plicio urna (ratifleacle que o Sr. Magdalen.
Ihe. da para que possa gatihar Honestamente a
vida.
Aconselhada por Javert entra I-anima que,
expulsa da fabrica, para viver e manter a sua
(ilha Cosetta, entregou-se a ma vida.
Surprehendida n'um baile quando allercava
com um scnlior. prela.
Vendo entrar o Sr. Magdalena e acredilando-o
a causa te todo o seu m .1. ella cospe-lhe o
rosto. Generoso at a exageragao Valjean per-
doa e ptomette soccorrer Fantina, e lazer-lhe
obler sua tilha. declarando inais queelle igno-
rara que ella tivesse sido expulsa de sua la
brica. ,.
lili-; fica salisfeito porque pode praticar o
bem mas, para inlerromper tanta Micida_de
chega Javerl, o qual vem pedir a sua demisao,
porterelie (Valjean) sido reconhecido como
um velhocondtmnado. ....
Porm convencido que o sr. Magdalena nao
O Joao Valjean, porque este ultimo esta para
ser condemnado pela corle de Arras, retirase
desculpaudo-se. .
O pobre Vahean, depois de urna lucta tre
menda, resolve salvar aquelle pobre homem
que est para ser injustamente condemnado
por assemelliar-se com elle.
Valjean conta ao bispo a sua historia : que
estanto para niorrer de fome( quebrou urna yi-
draca para .oubar um p&o; que por sso loi
prtso e condemnado a cinco anees de cadea, e
bor ler tentado fugir, por quatro vezes, teve *
ainos mais de cadea e ludo sso nicamente
por ier roubado um pao a um padeiro, que en-
riaueciase roubando lodos os dias a todos.
.Vyriel, commovio, acompanha-o a um
QUNao nodendo. porm, dormir, Valjean levan-
ta-'se e impellido nao pelo seu mo animo, mas
nelo vicio adquirido na prisao, rouba ao bom
bispo os talheres de. prata. Por ESO V.ljM
preso, mas o bom padre, que v o seu pro egi-
do levado para a c .deia, generoso aij- O mtimo
pro, nega o crime de que Valjean aecusado,
*' Valjean, cemmovido, chora pela sua m ac-
5o.
ACTO III
O proetsio Champnintien
Sala da justica de Arras
Oo>bre Champmatieu, carpinteiro, denun
eutlo por todas as testemuubas couio sendo
Valjean.
Toia a defeza .' intil-
Elle esui para ser condemnado quando che-
ca Valjean, que depois de rnuitas provas e lu-
clcis reconhecido por tres de seus compauhei-
ro-i de cadea, ser elle o verdadeiro gal.
xenlio feto o meu dever. Deus me jul-
gar :
ACTO IV
A marte de Faniina
Bala da enfermara do Sr. Magdalena
A tsica lera reduzido ao extremo a pobre
Fantuiu. Ella chama etn vao por sua ulna co-
SChea Valjean que, contra a expectativa du
todos, pude JVoltar a Mootreuille para CO*jr
dis sus negocios, antes de entregar-se jusn-
ex. No momento emque elle conforta Cantina,
So Javert para pren.lel o : porm, cora orna
jEd a mentira, a boa sorr Simplicia sal-
vt-o-
ACTO V
A hospeda, i-i doi Theiiardiers.-O menuda de Co
setta cu Valjean e Cosetta
Hospedara dos esposos Tienardiers
Thenardier que foi ao correio procurar urna
caria de Faniina, que ha ramios raezes nao pa-
5 peoeao de sua Alna, volta, nada eucon-
UAdmulber flea. un^aa, V^phema contra
i
GHRONOLOGA
COLLECCIONADAS POR
iMelehiscdccli de Albuqucrquc
Lima
Iia 3
1631 Os p.Tnamliucano? atacara os hollan-
dezes na lilla de Sanio Amonio, na occasio, em
que cortavam madeiri.
Os inimigos fugirara deixando mutos monos.
188!> Assurae a presidencia da provincia
o Dr. lnnocencio Marques de Araujo U'S.
HE VISTA DIARIA
Telcgramina ofHcial -S. Esc. o Sr
Guvirnudor do Estado recebeu unte honlem o
segrate :
Palacio Itamabaty -Ro de Janeiro i de
Janeiro 1895Ao Governador do Estado -ltecife
Dingindo-vos cordaes curaprimeiitos ao co
mec.-.r o anno de 189o, fago votos pela vossa Te-
licidade e pela prosperidade dme Estado sob o
rgimen fecundo da f;deracao. que a m lis se-
gura garanta da harmona permanente entre a
unidade nacional e a vitalilade e a expanso
das Coreas locaes. Prudente d?. Moraet.
- Do Sr. Ministro das Relages Exterijres
recebeu lambem o Sr. Dr. Governador do Esta-
do o aeguinte telegrnmraa :
Ro, de Janeiro-as 10 h. -10 ra. tarde.
Ao Governador do Estado Recife.
No dia consagrado pela Repblica a com-
memoracao da f.-atenndade Universal recebei
meas cordaes comprimentos.Carlos de Carei-
Eleivo estadoalDi Scretana da Jus-
tica, Negocios Inleiiores e Inslrucgo Publica
nos'remettem nara publicar o segrale :
> Ten 1o havido engao na puldicago. feita
por es>e Diario, da disposigao do 6o do art. 21
do regularaento de 11 de Dezerabro lindo, pede-
se a puhlicago novamenle para conlecimento
dos inleressados.
S 9." Cada eleitor depositar na urna quatro
cdulas: urna de 25 noraes para Deputados,
outra de 7 nomes para Senadores, a lerceira a
quaria de um nou.e cada urna, para substilui-
go das vagas de Senador existentes, de que
trata o g nico do art. S.
Uele^aci:& policial O Sr. Dr. secreta-
rio da JusiiC', Negocios Interirese Instrucgio
Publica, por" acto de 4 do corrale, e de accordo
com as propjsias do Dr. Queslor Policial inte-
rino, creou urna delegada no municipio de Pal
mares, denominada Preguica, e noraeou as se-
guintes autoridades :
Delegado, Francisco de Paula Cavalcante de
Oliveira;
1.* supplenle, Bernardino de Paiva Caval-
2" supplente, Joo Hermogenes da Silva Bra-
ga ;
3* supplenle, Jos Alves de Castro.
Subdelegado. Jos Pereira de Azevedo :
gupplenle, Luiz Francisco di Silva Nello ;
2' si'pplenle, I^iz Francisco G mes de Moura
3 supplente, Ignacio Rodrigues Leite.
Passamentrt -Na visinha cidade de Olm-
da, onde resida, fallecen, s 5 horas da tarde do
da 3i de Dezen bro prximo findo, victimado
por urna tuberculosa, que ltimamente seairgra-
var.i, otvpnHrapho Adelno Antonio Guunarcs,
laborioso operario das nossas officinas, das quaes
foi aprendiz, e oude trabalhou mais de 25
annos.
0 finado era maior de 40 annos ; e, muuo de-
dicado ao irabalho. bastante ratelligenle, e ha-
bilissimo na sua arle, lograra ser estimado por .
todos os seus companheir. s e pelos redactores e ,
proprietarios d :ste Diario, por forga do seu ca-
rcter Bjmpathico.
Tendo pirdido ha pou:os me/es sua esposa,
o desgosto de que se possuio aggravou-lhe a si-
tuaco mrbida, que o levou ao lumnlo deixan-
do orpliaos e em arande penuria os 4 filhiulns,
dos quaes e< a o nico amparo
O sen corpo foi sepultado no Cemiteno de
Olinda na manila do l. do correnle mez, sendo
acompanhado at all por mutos collegas e ami-
o0 p diversas irmandades que partencia-
A t'iiiao Tyoographica Pernambucana, da qua
era elle socio'tundador, suspendeu o seu *xpe
diente e conserva o respectivo pavilhao i meia
aRerouse sua alma no seo de Deu3, quem
oed irnos misericordia para os infelues orpuaos.
EsfMhamos urna saudade sobre o seu tumu.o.
Alfandefira-Ksta reparligo pagara boje
as seguintes lolhas:
Justica Federal, Kepartigo da Saude do Por-
to, aposeulados, capatazia, officiaes reforma
d4abstitul9% d firma commer-
ciai -Pelas seguintes carias nos foi coramuiii-
cada a substiiuig&o da anuga firma de Jos Joa-
quim Alves & C, pela de Alves de Freitas Ir-
mA"9iiova tirina desejamos todas as prosperida-
des da anti.'.
Eis a carias:
Pernambu:3,31 de Dezemhro de I89i.-
Illms. Srs. Redactores do Dirio de Pernam-
Tcuronrimos o graio dever de. communicar a
V S aue tendo expirado nesta dala o nosso
co'nirarto social, termina cora elle a existencia
da anuga tirina commercial deala praca Jo-u
Joaquiu. Alves & C, que subsl.tu.da pela de
Alvt-s de Frenas Irmos, a qual assurae toda a
responsabd.dade do activo e passivo da que hoje
86."Siendo a V. S. os obsequios e concurso
dispensados nossa firma, pedimos de dignar-
se de couunuar a preslal-os a nossa snccessoia
e estamos convencidos que corresponder per-
feta.nente a confianga com que a honrar
. Assignamo-nos iora particular estima De
V S alientos veneradores e criados-Jos Joa-
q%ArnamB&uco; i* de Janeiro de 1891-Illms,
a:g. Redactores do Oi'orto de Pernambuco..
Ibsen e Bjrn.sou, Tolsloi e Dostoieoski. Quera
coohece us uoraes de Webster a ie Cyril Toar-
neur, de Deklcr e de Heywoo I ? Ura lalv :z
entre mil dos meus leiiores o eu proprii os
gnoruva houtam anda e os ignorara hojo sera
matriz no dia Io do cor-
s-guintes proclamas para
De 1*^4 367 corpos
1893 3o7
I8!) 1% .
1891 2'Jt
1890 2.8
A media diaria dos sepullaraentos
em De-
Dembro prximo findo fji de li,S3 corpos.
Us das de maior nunuro de enterrainnetos
foram: 8e2i em quo liouve dezesete ; e 3)
era que houve dezussis. .
Os dias de menor numero de se ultaraeutos
foram: 4, em qu-? liouve oiio, e 5,9, !-', l,
2o e 28 que houve nove.
Foram sepultados no referido ccmilerio :
Em 1894 4 1*7 corpos
. 1893 4.07
. 1892 -.749
. h9i 3.H.9
. 1S.1J 5.718
As medias dia-iasdjs sepuUamratos foram
Em 18114 H,47 corpos
1891 10,57
, <89 10,97
. 1891 9 94
180 15,67
Isreja de Bsheribe -H -je, s 7 horas
da uuui:. sjr nasl -aia a bandeira da fesla de
Nossa Senhora da Conciigao,que se venera na
igrej i de Beberibe.
Caiva Eennamica c Monte do Soe-
curro -ss- steoelecnoanlo publico est ef-
f-ciivaiiieiite sendo transiendo para 0 predio n.
46 da ra do Bom Jera*: r"'l(> 'lue ,,0J('- ama"
nh& e no'dia 5 nao dar expediente, segundo a
declaraco do respectivo gerente, publicaua na
competente seec;io.
E' justo -Escreveram-nos:
Pega V. S. por intermedio de seu COOCai-
tuado jornal providencia a quera competir con-
tra o abuso inioleravel dos moradores do uns
cortigos existentes na Graga, nao menos de tres,
que lazerr. todo o despeja de lixo, d'aguas ser-
vidas e lanas outras irainundices pelas irarae-
diacOes de laes cortigos, d'onde exala serapre
grande ftido, inaxifne na quadra que atraves
sanios de calor ardente.com prejuizo da salu-
bridide da visinhanga.
Era taes cortigos nao lia apparelhos de Dray-
oage, ueio esgolos, nem raesnio c mdiges de
las e capacidad., roleiaetrica de ar correspon-
dente ao numero de pessoas nelles residentes.
A Intendencia com > a Inspectora de Hy-
giene te:n na le o recurso para acabar cora os
abusos dos cortigos.
Ponte la oa Vista -Grande parte do
clcameiilo d ssa ponte eareca de reparos que
nos parece inadiaveis, reparos qu i a seren adia-
dos tornaran o aenijoa ta-er niiuto maior.
Chamamos pola a atteftf&o dos poderes com-
pet:'.ntns para oassomnto,
club Muaical Rriclfense-Ee club
reone-se hoje era nesaao de ass-nibia geral,
as 7 horas da noi.e na respectiva sede.
O OecidenteOessa iraportmle revista
Ilustrada qua se publica era Lisboa temos a
vista o'n. 575, anno XVII que devemos ao oile
recimirato do Sr. Leopoldo A. da Silveira da
Agencia Litteraria.
O prsenle nutnro traz ni prtmfira pagi-
na o r.tr to o autor Tabirda e outras primo-
rosas aravuras.
Collegi p-,rticular=.X Exraa. &ra.
D Maria Coellio da Silva, baci'.arel era cien
cias iuridicas e sociaes, resolveu abrir, 3 7 do
crreme, na casa de sua residencia ra Coro-
nel Suassuna n. 76. ura enrso para meninas,
cm o qual alera do ensino primario e do traba- .
Iho deagulha, serio profesadas as segrales T'ie...pr'..?*r "?*
disciplinas : Porluyuez. Francs, Allemao, Gco-
gnptiia A:lUimaJtica, msica e piano.
No colleeio sero .idrailiid.ts aluranas inter-
nas, meio pensionistas e externas.
Conhacendo as habilagOes da Exma. Sra.
D Mana Ccelho da Silva, nao irepidamos em
recoramendar o referido eslabeleciraenio aos
paes de familias.
Theatro Santa Isubel -Hoje repre-
sentare o dramaOs Miseraveis de Vctor
Hugo.
A orch^slra execular :
Adara Si j'elai Roi, ouvertura (la bibliothe
ca do theatro).
Flotow -Martha.
Leoncavallo -I Pagliacci, grande phunta-
sia (da bibliotheca do theatro).
Verdi Olello-Ave Mara.
Os inaiores cneonra^adosOs mao-
res eucouragados conhecidos .-o o -Italia e o
Lepauto italianos.
Cada ura desses navios tem um de3locamen-
to de lo,90l toneladas.
Vem depois os grandes navio? da marinna
iritanica, pertencentes calhegoria do rtoyal
Sovereign. que tera um deslocamenlo de 4,150
toneladas. Mas estes encouragados serio ex-
cedidos pelo Magnificent e Majestic que des
locara i8,000 toneladas.
O maior encouracado da marinha franceza
actualmente o Alunrante Bandas doll.ouO
toneladas. Segue-se o Carnot cora 80 tone-
ladas menos.
Na Allemanha o Bandemburg, o maior
dos encouragaoos da marinha, que destoca 9,^4)
tonelada*. .
A Austria nunca construio encouragado. U
maior que possue 0 fegottliof de 7,0 (o-
nelaias.
O maior encouragado da Hespanha o Pe-
l go. de 9.9 H) toneladas.
Os tres navios de guerra de primera ordera
nos Esta ras-Unidos laucado recentemente sao
o Massachussetts, o Oregon e a Indiana
ile 0,296 toneladas.
0 Iowa em construegao ir a 11,296 tone
ladas.
O maior encouragado russo actualmente e o
Rur.k e ple considerarse o mais poderoso.
Este encouragado blindado excede de 10,900
toneladas.
Un inundo inexplorado Urna das
mais nteressantes emprezas de arte theatral
que funcciooaiu era Pars, L'Oeuvre, acaba de
oterecsr a um publico de homens de letiras e
de amadores escolhidos a representagao de uma
pega extraordinaria de litleratura ingleza do
scalo XVII, cujo titulo original Tis pity she
is a wnore, phrase que a mais vulgar uecencia
nos impede de Irastadar em portuguez
a traduego recera representada, o titulo f< i
substituido pelo nome de herona que se tame
Annablla. O autor John Ford pertenceu a
urna pleade de escriptores thealraes, con era-
poraneos de Shalvesptiare e cuja fama se acha
eclipsada pelo esplendor que irradia deste no
me. Parece, porm, ler chegado o momento
como chegou para o proprio Shakespeare, igno-
rado e depois escarnecido por loiooseculo
XVUI, era que esses grandes arlislas e poetas
vo r'eceber ila posteridad* o legiiirao quinhao
de gloria que lhes pertence. Trata-se, ao que
parece, de um mundo novo de arte e de genio
val ser revelado admirago dos coutera- cele a corapejenle^auloMaje
viitdouros ; e na Inglaterra arada, i Matriz.
Existiara
En ti arara .
Sahirain
Existora .
i saber:
Naclonae.
Mulheres .
Bstraniteiioe
Mulher. .
Total .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Louco .
Louca .
a leilura de um esplendido artigo de Maeter- frosma de Freita*.
linnk, o autor da Intrusa o da Pnncjza Ma-
leina o traductor da Annabella.
Eis os trechos verdaderamente sublimas om
que el'e nos'falla de lodo esse inundo inexplo-
rado o quasi virgam da arte uuiea.
Estamos jusiaraente no ceutro de ura dos
periodos mais extraordinarios da belleza lu-
raulluosa e doida como o mar. Trata-se com
eleito do mar e do mais vasto ocano de poe-
sa que jamis agoilou as penadlas mfornies da
vida qunidiana. Este ocano que 6 Ferdadei-
raineri:e o Mare poetarma dos raappa-raun los
espiri uaes, o mais poleroso mar que al agir
houve obre o nosso planeta, larra, quasi des-
eo:.hedido dos lelirados.
S Taiii-, quj percorreu tudo, la foi um dia e
llu reconheceu as costas mais prximas. Ra
gressou mais d^siuraurado talvez que das suas
grao les viagens aos pubes das obras-primas
sem macula. E'q'iisi .lesconliecido dos letra
uos esse mar, e to lavia, se verda la que ra-
telligeacias superiores nos coaieroplaui, deve
marcar aos seus oliares o lugar e o momento
mus largamente luminosos do nosso glob>.
E' ah que conviria transportar us anjos inquie-
tos que desejariaro sabor onde se acha o maior
reservatorio Je pjesia da alma human), ijua-
renia poelas, M nos Tiine, entre elles lioinens
superiores e o maior de lo.ios os artistas ue
uoui p.i!avras represent.arain alm'.s ; muilos
centenares de pegas e parto da cincoenta onras
primas que s.-culos oque povos nos offerecem
thesouros comiiaraveis a estes ? Mis um mar
lo sombro e Ira Chelo da tempestades, i|ue os
uliimos habitantes das suas margena mal ousara
appmxiinar-se das suasv.gas prodigiosas em
cujoseio Iransparen.e lorveliuhara sera cessar
tola as pedr.iriase todas as immun ticies.
Trata-se d'SSH enorme eyelo Shakeaaeararaa
que vai de Marlcwe a Oiway. gara como uma
coroa de primores selva^ens era torno da fron-
te do poeta d'HaiDlet e coraprehende todos os
que os inglezes denominara os Elizab.tliem
Uramatists
Formara elles urna legiao srdida e mi
ravilhosa, ebrios de forae, de vinho. de pai-
xOes formidaveis, de vin ra e de belleza, como
se nvessein Jescoberto ao inesra > lempo a nies-
ma nascente sagrada por onde a poesia brotou
ura instante das entraataa do globo
Das sera litantes, nao voltario la.vez nunca
mais e comiu lo taes excessos de po>-sh nerem
excercer iiiuencia ex'randa na historia des-
con' acida de nossa alma.
lista alma deixa de ser a mesraa dep .is de
os liaver vivido : pouco impirtaque o saiba ou
que o nao saiba, porque ella toma pane era lu-
lo que se passa ns reinos espirita***. Mis
taes delirios Irausfurraa lahio e pur tka-la
"io mais Cedo talvez do que est esenplo e eis
o motivo por que elles sao tao raros em todas
as litleraturas.
Materlinck cita era seguida as prindpaes
lessas obras forinid iris da genio e de po
leocia, Demonio branco, a Duqu'za d>- Mif
ti. a Tragedia do Atheu, o Vragador, <
de Webster e de Tourneur, a Pastora T.el
ie l'lelcher, Volpone, a Mulher Sil ramo-
sa, o Alohiraisu de B ra J-iluso >, a M>
nest Whore (a corteza hoaesia; de D -kker, o
Corago Desae lig,uti, o Sairilieo do
Amor, Perkn Warbeck, de John l'ord ele.
As Deroinas de l-'ord, Annabella, Calantha,
Peinlien, Branca, nomes a loraveis que recor
d .na, Miranda, Op elia, Julieta Cordelia, rev
lam ura profundo feniuisia, de uma delicadeza
tanto ma i s comino vente quanto forto o con-
traste dessas puras vises com a violencia das
-cenas era que se raovem
Duus mil por cento de dividendo!
Esiao chara ni lo a atteiigao de todos os bol-
sistas os resulla los extraordinarios da expo
ragoes de certas minas da Australia O espi-
rituoso escriplor Max O'Uell, ja varias vezes
citado nesia chronica, refere-iios curiosos por
menores a e^se respeito.
Se o diamante enriquece a Colonia rio Ca-
bo, o ouro a prata e a la lera sido al agora as
pnneipaes, riquezas ios australianos.
A cidade de Bendigo produzo era alguns
anuos rail setecenlos milhis de francos de
ouro, Bailara! amiou por muilo parto desia s >m
raa, iiroken Hih produz raais de trezentai mil
Foram I idos n'esta
rente mea de 95 os
casamento.
i* denunciagio
Pedro P-reira da Silva, com Mirgarida
Eu-
corn Anna Antonia
Nirberto Nicacio Nunes,
de Lima.
2* danunciagao
Ravmundo de Azevedo Souza, com Rachel
JolBiy,
Vaiioel Viftira Torres, com mbelina Maria
do Espirito S rara.
31 denunciagao
Jnfti i.'avalcante Pina, com Antonia Camino
dos S ralos.
Casa de Uetencao Movimenie dos
presos da Casa de Delencfio do Recife, Eslado
de Pernambuco, era 1 de Janeiro de i8*J.'
458
6
0
464
434
7
0
4G4
426
4)0
15
1
0
426
mari
arado
6 ra- B,5
9 27.9
12 28/ i
3 t. 2s,<8
6 . 28',0
"Tiperarara
759,-9
7MJ.-5I
Total......
Movimen'o da enfermara :
Teve baixa :
Joaquim Jos de Souza.
InspcelB|j3 do'-C.* districto
tiino^Uecife. 1 de Janeiro de 1894
BolttiiD uetereoloico
Horas. Term cenli- 3zro,
w
9
Si
75<,-6>
7-7.-76
758,"oi
rainiraa 26.03
desabrigado ao meio da.
Temperatura mxima 29,53
63, O-Prateado: 40,".
Evapnragao em 24 horas ao
bra 1,-1
Chava rolla.
Direi-.gao do vento : ESE ds meia noite al
7 h. 25 ra. da tarde; SE al 7 h.4* m.; E
al 8 h. ?2 m ESS at (0 h. i5 ni.; SE at
meia noite, 4 oras de calina durante todo da.
Veiocidade mdia do veuio 4,"i7 por se-
gundo. i.
Nebulosidade media 0,39.
Holetira do Porto j
Pra-mar ou Dias Horas Altara
balsamar
B. M. !0;de Janeiro 8 h. ra. da ni, 1.-8
P. M. de in. 10 m. da i. 0,-8
enso do aTwHw-
vapor dade
.9.04 73
19,87 Ti
20.05 70
20,2; 9
19,24 99
Thermomeiro
) Ennegrecido
sol 6,-4 i som-
O monte Morgan n colonia de Queensland 4
uma montanoa de ouro Para la procurar o
metal precioso, n'.o 6 necessarra cavar a Ierra,
basl cordal-a como se. corla uraa falla de quei-
0.
Quando a mina da Broken Kill foi deseo
berta ha uns nove annos, lormou-se uraa coin-
panliia que eratltio aeges a vrate e cinco fran-
cos (I liara).
Que '. erara a produzir essa3 aeges ?
Eis una historieta verdica que uol o vai re-
ferir.
Um negociante do Adelaida coraprou cera
dejsasaeges e presenteou com ellas sua mu-
lher Aqu tens isla, rain a querida, disse-
Ihe elle ; receio que sajara cem libras deitalas
ao venta ; mas quera sabe? O negocio lalvez
d resultado e se houver algum da um divi-
dendo ser para os leus a< Anales.
Acabava de retirar se dos negocios. Depois
ie haver vendido a sua casa, deizou. a Ausira ia
e parti para a Inglaterra cora a inteugao de
viver l dos seus rendimenlos.
Ao desembarcar era Londres, receb.ra a aot
ca de que o braco onde linha collocaio o sen
capital linha ido a pique. Nao soraente parde
ra o valor das aeges, mas como accionista era
chamado a pagar uraa quan'.ia que o arruinara
completamente.
Era novo ainda. Resolveu voltar para o com
mercio e sera tomar sequer o lempa da abrir as
suas malas, toroou a partir para a America
Chegado a Adelaida, infonnam n'o de que as
aeges de Brokin Hil.queeompr.-ira or vnite e
cinco francos, valiara doze rail Soa mull r,
a quera deu cera aeges da vinl e cinco fran-
cos, achara-Be de posseda uraa fortuna de p;r-
io de 51.000 libras. O nosso hornera realizou
essa fortuna, empregou-a em valores do Estado
e nao se envergonha era por sora.lras Ja vi
ver raje custa de sua mulher
Companbia Ferro carril-Por ter
chegado ao nosso poder j i em adianta la hora
uma declaraco la Uorapanhia Ferro Carril em
a qual veC'-n descriptos os carac.terishcos dile-
renciaes dos burieles eartoes falsificados das
diversas senes era circulagao, deixnnos de pu-
blical-a, o qu fareraos aman a
Ferlvnento mortalNi madragada do
dia 27 do mez tin lo, no losar di-uinnnido Bou
qu -irao do municipio de BoraConseino, o en
minnso de nome Antonio Alexan Ira conh C:do
p>r Amonio Tamandar, cora o intuito de
rouhar.penetrou eih casado craado Pirraino
Jos da Silva a quem tenu raorlalinenle.
Apoz o crirae, o delnqueme eradia se.
Ferimento grave -No .dia 22 lambem
ilo mez findo, no engenno rud1, do raunicioio
d-'G-oyauna, o individuo Joao (iuil'ierme feru
gravemen'e a Luiz Paulo do Nas^imento.
0 delinquente foi preso.
Assassinato -Nodia 17 do citado ra'Z,
f .i assassinndo com um tiro de bacamarle, iu
lugar Sisinlio do municipio de Tnumni\
quando regressava da povoagao de P.Uos do es
tado da Paraliyba, o cidadao Ma>ra^l Cvale nti
de Albuqueriue. sublelegado do 2 districto
d'aquelie municipio.
Segundo as diligencias procedidas o movel
do crirae bu o rrabo em visia de ter siena vic-
tims corapleiaraenu despo^da de tu loque le-
Tava ,. ii
Us criminososeva liram se e contra elles pro-
Loeria do Estado de
o Ra o plano desta lotera :
1 premio da
1 dito -la
1 dito de
1 riilo de
1 dito de
4 dilos da
8 ditos de
18 ditos de
2 approxirnages para o
1- premio
2 approxirnages para 0
2- premio
s approxiraagO:s para o
3 premio
9 premios para a dezena
do i premio
9 premios para a dezana
do 2- premio
9 premios para a dezena
do 3- premio
99 premios para a cente-
na do 1' premio
199 para a terraiuagao dos
2 algarisiuos finaos
do i premio
1800 para a terminagao do
ultimo ala-isiuo final
do I premio
200) para a terrainago do
uliimo algarisrao linal
do 2- premio
PeriiAinuu-
12:0d0000
l:*09jU(NJ
eooiitoo
30 )500 i
150 i 100
: Hu) mi
480ODO
640ODO
90*100
34lO0
GOCOO
30/O '0
305000
900O
MODO
GiOJd
41303
Domingos Chrissostomo de Snajai M"Ho, Per"
nambuco, 33 annos, casado ; Bna 'isla.
Um feto d> seso feamino. Pernambuco ;
Santo Antonio.
Joao. Pernambuco, 5 mezas ; S. Jos.
Octavio, PernamMlco. 9 m-ies; Graga.
Igrracia Apoloni, Perna-nbuco, 4tl annos.
tiara ; B>.t-Vista.
Cafloaa Mina da (.'pnceico. Pernambuco, 21
annos, Rodeara Boa-Visia
S'mpllcio. frica, 10) annos, solteiro; Baa-
Viste.
Syranhronio Nunes de Csstro, Pernambuco, $J
a- mis, ollatre ; Boa Vista
Manotil S jares ,ia Silva, Peni ara buco. 3J an
nos, casado; Graca.
l-otrria \acionrtl-n bilh 2I8."4S .la Qiaatdii botaria Jfoimal .li.S'ilal
extrahida no lia 22 d uVahra p:!iiialo
tomasortede M:W$mhi pago h ntm
pela ca/.a da Fortunt los Srs. Martms Kiata
& C. a ra '. de Margo n. 23 a>h i se era ex
posigao na ra-.-sraa casa o rfendo b'lhet<.
conunciDos
Canapan,lia Ferr Carril
E' necessaroprevinir o publica qu ni qii-M-
to de Ircos de bhetes de paeaaaaaa dos
bond*. o governo do Esiado lera ornea tata romo
Ihe cabe na espitara de suas altnnuices, ja
tomando medidas para que cesse o abuso da
circulagfio dos mesnns bilheies eeaee moed
crrante marcando, como lera marcado, praxos
repetidos para o respectivo reside n afinal o
leiinitivo e improrogavel qu: arre exajaaf na
fim do correte mes, j traland > 11 :: iraatir
os iiiteresses da Coinpan'iia qu- so it uxa de
ura grande numero de bilheies fjls >s. mas uq-
lo quanto possivel no sentido de salvaimirdara
boa f dos qUJ sao delles porladores e que pc-
lera ler sido Iludidos ; determinan o qiiui
se recuse o resgate dos que fur.ni evidente-
mente falsos, de modo visivel. Para isso 'i
foi nomeaia uma commisso cjinpi-'a de dou
lithographos designados polo tiscal lia iveraa
justo Companhia e um empreado .la Ques-
tura Policial, obrigand >-se a Companhia a pa-
gar uraa Barita quando impugnar billi-tes le
giliraos como falsos. A circulacodes.-es bilhe-
ies como moeda divisionaria a despeito de
dizerem elles que nao representara valor que
sirva para transaeces. nao pode com iustiga ser
imputada Companhia e si ella os da em troco
das passag.-ns nos bonds. nao s--v soasen
inleresse. mas ao do publico em razo da e3-
cassez de dinheiro raiudo ou de nikel: nao i-
justo portanto que ella fique abrigada a pagar
os que foram visiveimeiite falsos. Outras Com-
pan ias tem fe:to iguaes entissao de bilhetes e
astea nao circulan) como moeda divisionaria.-
Nao ha razo pois de culpar se a l'a'-ro i' irri!
pelos inconvmientes quj essa circulagio tem
determinado.
Emfim o puplico deve taaquillisar se *
IJO/jiaJO confiando no criterio di coramlssao noraeada.
600 0 P-' Gav^rno, que saliera acautelnr os interesj
ses do povo, concilianlo-os cora o legiiimc
direita da Companhia ; as desordens e arma-
gas que n-cessario evitar; sabido qu;
em taes occasies apparec;m sempre os ia*
sufladores das raass-is. contra os quaes o povo
deve estar previnido.
8U000
545000
54O0O
445*000
455000 8931500
35000 5:4005000
4,166 premios no valor de
350)0 6:0005000
28:8005000
li;-Vista Foram lidos
Dezembro do 1891
que se eocontra esse thesouro incoraparavel
E" extraordinario que no fim deste seculo de
curiosidade e de investigagio frentica se pos-
sam anda fazer descobertas desta otdem e que
na litleratura de um povo europeo, em uma das
primaras, seno na primeira litleratura do
mundo, haja anda desles cantos sombros onde
a lampada da critica e do exaggero nao proje-
dou o seu claro. A bera dizer, nao esle ab
solutamenie o caso em relagao aos escriptores
do eyelo Shakespeariano, que em Inglaterra
tm sido estudados por alguns espintos de
eleigao; mas o resto da Europa ignora-os por
completo, como em Pars ha vate onnos ignorava ves doa bauos.
Maria
do Espirito S nto.
Ravmundo de Azevedo Souza, cora Racnel
Joffi/y. ,
2" denunciagao
Joao Cavalcanle Pina, cora Antonia Carvalho
dos Santos. .
3* denunciagao
Francisco Jo5o di Amoriuj, com Maria Luiza
Fernandes Rib.iro.
Hortulauo Bispo d'Oliveira Costa, com Jose-
plia Mana de Araujo.
Joo Gualberto de Frjttas, com Carolina Al-
Esta lotera composta.de 20,000 bilheies a
240d era tergos de 80d ris. Caso sejam
iguaes as lerrainag:s simples ou dos dous al-
garismos tinaes passar a 4 ao numero inme-
diatamente superior. Os premio nao reclama-
dos prescrevem ura anuo depois das extraeges
eno sero pagos os defeituosos, cuja legitima-
de na i se possa verificar.
Ccmitcrio PuHliuo -Obituario do dia
29 de eaerabro de 1894.
Flora Caslelio Branco Pinieiro, Pernarabu-
c>, 31 anuos ; Srato Antoni>.
Joaquira da Costa (Ja npjj, Portugal, 63 an
nos, solteiro; Boa Vista.
JosSete, frica, 70 annos, solteiro; Ornen.
Ura feto do sexo feminino, Peruambuco, et.
Jos.
urea Mara da Conceico, Pernambnco, 4
mezes Kecife.
Joanna Maria da ConceigSo, Pernambuco, 23
airaos, casaila : Boa-Vista.
Leandro Gomes, Peruambuco, 2. annos, sol-
teiro ; Boa Visla.
Luiza Antonia liara da ConceigSo, ti annos,
solleira ; Boa Vista- 4
Benedicta Vieira, Pernambuco, 70 annos, soi-
teira Boa-Vista.
Ura feto do sex^ ferainino ; Graga.
Da 3)
Padra Francisco Amano de Souza Araujo,
Portugal, 58 aunos ; S. Jos
Joanna Hiro lides Giraboa Soaras, Pernam-
nambuc 28 anuos ; Graga.
Carlos AlTonso de Liiw Pinto, Pernambuco,
38 annos, casado S. Jos.
Felisraraa Maria los Pnzeres, Pernambuco,
33 anuos, solleira ; S. Jos.
Bernardino do Nasciraenlo Freitas, Bahia, ?3
annos, solteiro ; Recife.
Ura feto do sexo ferainino, Pernambuco; S.
Jos
Savermo Ferreira de Arujo, Pernambuco, i
me/. ; Santo Antonio.
Um felo do sexo masculino, Pernambuco ;
S. Jos.
Pretextaba, Pernambuco, 3 annos Graga.
Josepha Nuria da Conceigao, 50 annos, casa-
da ; Bja-Vista.
Malparida Anglica, Pernambuco, 70 annos
solleira ; Boa Visia.
Tiioma; ia Mana da Conceigao, Pernambuco
"o annos, viuva ; Boi-Vista.
Alexandrraa Marra da Anounc ago, Pernara-
bura, 70 aBnor, vrava ; Boa Vista.
Jos Ferreira da Silva, Pernambuco,28 annos
solteiro ; Boa-Visia.
Ar.tMiio Ba bo a Pernambuco, 40 annos, ca-
sado .B^-V' :
sabej da Concaig i, Peraambacog 8 annos,
SOIIjiiu ji' Ca-
D.a 31
Antonia iniz da Silva, Peruambuco, 48 an-
nos, solteiro ; Graga
Christraa Maria da Conceigao. Pernambuco,
10 annos B a-Vista.
I abel, P Mana, P rnambui'J, 8 ra zes; S Jos.
Luiz Ferreira Vianna, Pernambuco, 70 ann.03,
casada ; iloa-Vista.
Jos Ferrena do Oliveira, Pernimbuco, 32
ranos BiaVt-ta.
Deolin la Ferreira de Moraes. Rio Grande do
Norte, 3 airaos, casada ; lioa-Vista.
Joo M guel, Peraambuco, 2i anno=, solturo ;
Sant. Antonio
Justina alarla di Conceigao, Pernambuco, 55
anuos, sjileara ; Boa-Vista.
Hermenegildo Lu'Z dos Santos, Rio Grandei
do Norte, iy anuos, solteiro ; Boa Vista
Francisca Rosa de Lima.- Peruarabnco, lo
dis ; Gragi.
Mirra Innoceaea, Pernambuco,2 das Boa
Vista.
Da I de Janeiro de 1894
Thereza de Fanas, Pernambuco, 8 mezes ;
Sauto Antonio,
___ PERNAMBUCO ""
OrcamemtA Hnnieipal
Portara n. 106 Yre/cititra Municipal
do Recife, 31 de Dezembro de i^'JJ.
0 Sub Prefeito do municipio do H.-cife, tend
deixauo de fa/er publicar o orgtmento votad)
para o ejercicio finunceim de "*, resolve pro-
rogar o actual at que o (Joncelho Municipal se
pronuncie sobre as razes da nao publica-
gao.
Jote Marcelino da Rota e .Silva.
pliliiTlii \ pili
n -.
l< partido repablicaaafederal
O directorio do pnrtido republicano fe-
deral do 1.- districto dos Afolado, ter
mais os eleitores abaixo escriptos.
Afogados, 2 de Janeiro de 1895.
E.eitore
Innoeencio Jro da Motta.
Jos Pedro Baptista
Joaquim Dar d Perrier.
Antonio Perora, da Silra.
Manoel Baptista Rodrigues Netto.
Alfredo Roberto Lopes Lima.
Rufino de Azivedo Almeida.
Joo .Marjins Gomes Rago.
Joao Chryscstomo.
'antidiano de Uusmao Alves de Brittc*
Natal no Natal de Souza.
Argemiro Lindo]pho de Menezes.
Joo Francisco de Mendunca
Valentim Thomaz da Silva Gororoba.
Partido republicano felera!
O dire-jtori, do partido republicano
federal do 1.* districto dos A logados,
convida a todos os cidadis elettores
le-itu freguezia, e a cada tira de per si,
pira comparecer, uo dia lude Janeiro
do corrente anno, s 9 horas da rninh,
cada qual em suas resDectivas secfas,
afim de dar o seu honrado e valiosissim
voto na chapa apresentada pelo partida
republicano federal.
Afogados, 2 de Janeiro de 1895.
Theodomiro Thomaz Cavalcanto Pessoa.
Antonio Ferreira da Costa.
Luiz Jos Carneiro.
Antonio Gomes Cezar de Mello.
Ricardo Pantaleo da Camira t'antiago.
Jos Pereira da Silva.
Antonio Pereira Lago,
Antonio Gomes Grangeiro.
Antonio Jomes Machado da Hora.
A Itii 00 serillo -4
Debaixo da epi^raplia cima pubcou,
A Vrovincia de 21 do mez prssado, aua
aranzel de invtrdades e calumnias, cona
titulo de officio, assijrnado p lo bocal
prefeito deste muaiepio o Sr. Trapi
dirigido ao Exm. Sr. Dr. governador
do Estado.
Nao tquet pasmo ao ler essa calicata
pega,porque estou iem a-vwtama lo comas
b -avaas aleivosas e m ntirosaa do homem
que, alarde ndo nome de familia e pres-
tigio, offerece se a ser/ir de ioguete oas
mos de um juiz mentecapto e inepto,
assignanda inoonsetentemeute tudo quan-
to o seu bestunto concebe o elle escrere.
O Sr. de Trapia, dando publicidade ao
officio a que venho de referir-me, nlo fez
nem mais nem menos do que provar so
publico sensato a sua falta de senso a cri-

s\.
-ir-
\ \
i udm"]
* ^W^., 1 1 nllll I iiii*"



"'" -- ';


I
f.
1
^^^^
-
^
Mario de Pernambaco Uninta-feira 3 de Janeiro de 18
^rk>, firmando urna psca exdruxula e
mentirosa, cor* o fim nico da. qual ou-
tro Quoresma, tornar-se celebie e garbo-
so na sua predilecta arte 1
Descance, pois, o Sr. Trapia que nao
deseo de minha dignidade p.ira responder
i calumnias e falsedades dignas de ho-
nven3 desbriados.
Somos, nos ambos, bem conheciaos, ao
menos no alto sertab deste Estado
Continu, pois, S. S- na iugloria fai-
na de que usciro e viseiro, que eu ire
aa vanguarda dos bomena sensatos e cri-
eriosos cumprindo com os meus daveres e
esmagandi com o taco das botas as
riboras que tentarem morder-me.
Relativamente a quisto Gonealo di-
-ei apenas qu-, o j uiz amgo de S. S .
cslocou o dedo nao em minba garzanta
t'como mentirosamente disse S. S.) e
iim em suas celebras manobras de rata-
temas no estabalecimento do digno com-
aaercianeCurios Frederico, em Peaqueira.
Elle deslocou o dedo no dia em que
^caradamente surrapiou urna vacea da
blenda Yb, pertecente a Mariano Mar-
ttna e vendeu-a n'esta villa, enverge-
nhaado aos seus digaos irmos e cunha-
ios.
Oeslocou ainda o dedo quando abrir
ama carta a outrem dirigida e d'ella aub-
iTahio para si a quantia de 105000.
Deslocou outro dedo quando abrir a
riorteira do curral de Santo Anto para
para levar em sua companhia, como
mavel companheiro de viagem, um boi
nertencente ao capito Ludo vico.
Isto que e feio e vergonboso.br.
irapi, S. S. mentir e seu anup-o juiz
do 1. districto baixar cinco e levantar
xsis.
yuanto, porcm, ao modo d'elle caval-
-ar, eu poderia fazer referencia a pesoa
le S. S. a da Zote que mandou-lbe as-
signar o oficio em questSo. que sao bas-
ante aptos e geitOBBs para este servico,
mas nao quero... Quero smente dizer
que effectivamente elle cavalgou um bom
e bonito bucephalo, mas, pegado na fa-
Teoda SerraComprida (concra vontade da
su dono) e vendido por elle mesmo em
Oariry no Cear
E' bonito Sr. ex-tenente coronel pre-
cito de bobage, chafe do grande partido
d&...som6rasjfc. S. adulterar todos
os factos e seu intimo amigo juiz do 1.
districto deste municipio, Gonealo Al ves
Brandao faltar com o respeito at aos
Cara Compridas ?!...
Como humanitario deixo de enumerar
jiais gentilezas praticadas por este juiz,
*fim de nio deixal-o em dedoB.
Em concluso tenho a dizer que, quan-
do um Hulloso rafeiro .ladrar atirar-lhe-
bei um osso.
Cabrob, 14 de Dezembro de 1894.
Solonio Soares de Mello.
Est sellada e reconhecida a firma.)
Ao Belluino Trapia
Com a epigrap e A lei no Serlao vem a
Provincii de 2i de Novembro cora um ofQcio
batial dirigido aoExm. goveroador. ussignado
pelo mu cinhecilo e bobo Trapia no qual faz
referencia minha pessoa cara as mafs desca-
radas mentiras S venho imprensa para tirar
a mascara desse vellio. Diz tile ler eu tomado
banho escandalosamente nos fundas dos quin-
'aes. Sim. ttz um banheiro competentemente
tapado no fundo da casa do guarda-fio, com seu
consentiraento e nao contra as posturas munici
paes, (pois, se eslas existem, nunca niuguetn as
vio caso contrario, perguato ao typo, qual era
o maii escandaloso, eu ou a gents de seu amigo
Hvgino que lomava banho no misino banheiro t
Em oulra parte diz que fui autor de pasquins
dirigidos ao kuiiest' juiz, tendo eu declarado ;
nao tem pejo, voltio ? Estando em Belcm nao
devia assignar urna cousa que ignora ; encon
trou-se urna versalhada, e dous typos de igual
qul.te ao san, disseram ser eu o autor sem
cotiliecitnenlo da letra.
Diz que sendo intimado para desmanchar o
banheiro, desrcspetlei o eaiamra juizdistrictal ;
declaro que minha resposta foi a legBiDte :
proceda como entender.
Quaolo o mui digno delegado o prendeu,
muitos cavalheiros acharara se prsenles para
defera da enrgica autoridade, por ter sido ag-
gredida pelo afamado juiz, nao lendo sido of-
fendido physicaraente como diz jo bestunto Tra-
pia. O l-'uo Co^reia, s 6 boje desconhecido
de si, porque no I ie quiz satisfazer em sysle-
ma poltico como nao quiz satisfazer ao tal
Pedro Jorge quando Ihe pedio para njudal-o,
respondendo-lhe que nao poda ser poltico e
sim cumpridor de ordens como funecionano
federal.
A excepto dos qualro beociosque cita amea-
cados de morte, (inlame mentira), todo p>vo
desta villa me considera, como provo com altes
lados que tenho ; ancedem, purera nao mordara
os honiens cnteriosos e honrados.
Sr. Trapia, ha poucos municipios que vivam
em paz como este, e que lenliam um chefe
como o illustre major Solonio, que tolo povo o
estima e aconipanna. S seis ou oilo vboras
podem dizer o contrario, sendo cabeca o hones-
fi'ssimojuiz de direilo, perseguido pela alma de
Pianr.
Cabreb, 10 de Dezembro de I8M.
Mi noel Crrela de A mujo.
nonEBflo
o?a coimiie retal de Fariiain-
ttaco
COTACOKS OFFIOASS JUNTADOS COBBRTOR*
rafa do Rectfe, 2 ii Janeiro ie 895.
Sao houve calacaa.
areeideRte
Adiodio Ma-quea de Amorina.
e secretario
Maooel Goncalves da Silva Piolo.
CMBhto
Praca tacife
Os Bancos abriram com a laxa de 0 3i sobre
podres a 90 das, reallsaodo-se pequea* iraof-
acoea a iO 7,8.
De tarde o mercado moslroa se ceos nrme,
Jecando a 10 5/8 'rooxo.
Em papel pa.ti uar s bmcario repaasado
ioove negocios a 10 7(8 e 10 3/4.
Cota$es de {eneros
Para o rmtVr
AsHcar
fainas por 15 kilos.
Jnatulisado por 15Kilos .
Branco, ideu ideas.
Smenos, dem, dem .
ascavado, dem, dem. .
Brnle seceos dem ideas
Broto melado, idem, idea?
Btame, dem, ldcu
Attencuo
Nos abaixo assignados passag6ros do
vapor Columbiai vimos expor ao publi-
co o pessimo tratamento que recebemos,
em todos os sentidos, menoo oa passageiros
patricios, que viaiam em 3 ', e sao trata-
dos como passageiros de 1.* e 2 ciasse e
comem a mes- com os officiaes.
Ist defraudar a companhia e os
mais passageiros de 1 e 2.* ciasse que
comem carne podre e bolacha com bi-
chos, tendo osbeliches to sujos qus mais
servem para ninho de gado sumo do que
para gente, e quasi toda noute estao sem
Luz.
O medico nao tem valor porque vo
ehamal-o para visitar qualquer doente e
nao vai, como se tem dado, e com urna
mulher com 3 filhos que foi por 2 vezes
chamado, nao apparei.eu. Si ella mor-
rease quera o culpado ?! Quem tomava
centa d'aquelles filhjs ?! sem amparo
da m2e Culpado o medico. Todos oa
passageiros se queixam del'e. Agora
voltamos ao 'tratamento quando nao
podiam comer a carne podre era jus-
tamente quando o dispenseiro exiga as-
5*tM a
Booa g
44701 a
3170a a
J7 a
i *'.' a
U7u a
U300 a
5J70
5*V*
6D0
iOMU
1000
2*200
14800
I45J*
Algedo
Nao conitou aeeocio.
Por pipa de 480 litros 2554 Teada.
Afuardeale
Por pipa de 480 litros 15j venda.
Oonrar
Seceos salgados na base de II kiloa 650 rlw
MMl,
Verdes a 430 ri?, aoxinal.
Caraanba
(Jola-Be de iit a 124000 por 1S kilos.
el
Por 1154000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUOABE ALOODaO
Mez de Dezembro____________
Barcacaa.....
Vaporea.....
Animaes.....
tttraiia de Ferro Central.
rm de S. Francisca. .
; >o do Limoeiro. .
Somoia. .
Das
Asso-
car
Saceos
29 1465
29
7J4
173H6
127170
104223
40*503
AIRO
dio
Sacca>
1745
2833
689
5*33
470
8862
15535
I ni ortacao
New-York e encala, vapor oglez Bellocia
entrado do dia 16 e consignado a ti. Forsier &
e.
Amostras 2 7o1oieps a dlverfos.
A^oaraz 20 barra a M. J. Camooa.
Balacea* 1 caita a Carioso e Irmo.
Bren 800 barricas a L. Ferre^ra e C.
H .r.ha 100 barns a Fiiioe redo Costa e C.
Drogas 4 volomesa M J. Campos.
Fio de rame 200 rolos aos consignatarios.
Fariotu de (rito 3000 barricas aos cousignata
rio. 1500 a J. Pater e C.
Kerosene 3000 caixas a Companhia de Estiva
, LampeOea 1 barrica a Cardoso e rasaos, 32 a
D. Horei-a e C.
Kpt; d )ria8 diversas 2 caixas a E. Goetschel,
3 a aues Foaseca e C, 2 a Daarts eC, 2 a A.
C Ribeiro Campos, i a J. do A C- Sobrinbo, I
a M L-yne c C, 1 a Ramiro M. da Costa e C.
M^iiena 100 caixas a Figoeiredo Costa e C.
Pegos 100 barrleaa aos consigna tanos.
Pape. 1 calxa a Ramiro M. da Costa.
Pus de ferr 40 eise a W. Halliday e C.
T uo Lj 110 Ud.!< n Jj^liq Ferer d
C.n v>lho f C, 2j a Marqoee e Uoosa, 23 a Ao.c-
i k' Soares C, 160 A Compaobta di Eet va.
T- ci ler e C, 12 a Bernel e C, la. Rodrigues eC ,
ia.N. Mdia e C, 8 a oracm, lu a aITjusj Uaia
eC.
Traa 8 barricas a M. Lavaie e C, 18 a Ramiri
M. Vbllocipvoes 3 caixas a W. Hallidij.
Hare e Listoa, vapor Irancex Crdoba, wv
ir-ido em 17 do crreme e consignado a Au-
gusto Labilla.
Carga do Havre
Amostras 5 vcmujrn a aivernos.
A*>ua mineral 2 caixas a orderx.
Batatas <00 caixa i;omi a.'.hia de Esliva. 50
a Silva liar .oes & C 50 ao cooeiguatario, 20 a
Samo* da Fi^ueira.
Cysiaee 2 caixas a A. R.da C Oiiveira.
C'erva- 22 caixas a Amonio Soares & C.
Cnamp^ftne 9 caixas ordem.
Cacado 1 'Hixao a J. Pioeiro 4t C, 1 a T.
de Carvalbo & C.
Coaro l i-aixi'o a Gomes da Mallos Irmia.
Farloba lctea 5 caixas a I. B. de Carvalbo
* C.
Drogas 2 caixas a M. I. Campos, 8 a M. Ve-
as u C, 5 a F. F. L-sal, 11 a Ga'nDa'8 Bra
IC.Ja Faria Sob'inno & C 30 a Corxpa-
hadebrogaa, 3aF. U di silva, 9 I ordem,
4 a A. Mondonga.
FaTigens 8 aixas a Ranos 4 Geppe'i, 6 a
Uro ato Torres < C, 6 a AU iio Silva 6t C.
Looga l caixa a A. R. da Silva Olivfi-a.
Livros 1 calza a Hago C
Manteiga 40 harri" e 50 meios ditos a Lopes
Alhei-o m C, 45 e 70 i Comoannia de Est va,
10 e S a Abranies & C, 10 e8aJ F. Liosa,
30 e 43 a Joan F. d- Alm ida, 5 e 20 a Lope< &
*raojo, 20 e 20 Fraga Rocha 4 C, 10 e 30
Pereira de Cirvalbo 4 C, 280 e 503 a oraem
60 e 80 a Joaqaim Ferreira ce Carvalbo & C,
I5e 15 a GoogaiveB Rusa Fe'Qande?, 10 e 10
a Scota Agotar & C 20 e 10 a J. 1. Alvea 4
C 15 e 15 a B. Magainan* & C, 10 e 15 a J.
Silva & C, 50 e 65 a Cs;a Ra li >. 45 e II a
Fiajaei'eio Coala 4C-, 5 e 10 Goiroaraea A
Valente 30 e 50 a Castro Limos & C. 13 caixas
a J. 1. Ales, 15 a Pereira de Parias 4 C
Mercaaorias 1 volme a Maooel 4 t-, 1 r-
rx Salviginal, 10 a 1 R da Fonseca. 4 a Miran-
a & Sooxa, 6 ordem. 3 ao consigna ano, 2 a
F. Laoria 4 C. 2 a Mauos Caminba a C, 1 a
Cooceiro Irmos & C, 2 Frederico & C, 5 a H.
Rouqaayrol, 2 a A. de Aievedo & C 4 a Gomes
de Mattos Irraaos 1 a Medeiro* J ya-, 2
aN. Fooseca 4C, 2 a E. raiva 4C.,5i R. de
D'asiaa 4 C, 2 a Ramoi 4 Gipperl, 5 a A-
Camoo 4 C, la Lene Bastos 4 C, la Tava
-es F-eire. 1 a C. Ribeiro & C, 4 a Oliveira
Ramo.' & C 2 a J. C- de Albuau-rqu \ 3 a C.
FeroaDaes, 5 a Manoei Collaco & C, 2 a Rarai
-i M. '<-a Costa C 2 a Julia Silva 4 C-, 5 a
B. B.Ilion.
Machinas 2 caixas a (i. dos Santos Vital,
ProvisOes 22 caixas a ordem.
Papel l caixa a Prente V.aaca 4 C, 2 a F.
P. Booltt.eau
Qaeijos 50 caixas ordem, 11 a i 1. Alvos
4.0.
Roopa branca 1 eaixa a Ferreira & C
Trenos 4 jai xas a AfToaso Maia 4 C 2 a Gut-
maraes Lima di C, 2 a A. de Bruto 4 C., la
Olrara Jardim & C, 3 a Francisco Gurgel & Ir-
-nao. 1 a a. Vieira & C, 2 a ll'jd-igoes Lima &
C, i a B. de Azeveao.
l'iuua 6 oarricas a f- F. Leal & C.
Tyon 8 /-aixas a J. C- de AlboqoTqoe.
Vmbo 10 caixas a J. F. Lima & C, 2 a B de
Orosina 4 C.
Vidros 1 caisa a Braga & S, 8 a Rooqaayrol,
( a lUitaael Das 4 C-, i a D. Torres & C, 1
ordem.
Carga de Lisboa
Afeite 30 caixas a F. R. Pinto Gaimaraes.
Ltvro- 1 caixa a F. S- Qiioias, i a Meleiros
Jayme &J..1 aL. A- da Silvmra.
Vindo 8 pipas e 30 barril Companhia re
Estiva, 1 e 7 a Maia r Rodrigues, 30 a Lopes
*lneiro4C,l9 i ordem, 10 a N. Maia&C,
15 a J. Piobeiro 4 C. 15 a P. de O.iveira
Miia.
Pelotas, brigne hcllaodes Meeden, entrado no
4C
Xarqae 3021 fardos a diversos.
Torra Nova, lugar ioglez William, entrado
oo dia 19 io correte e consignado a i. Pt-ier
Ba a'hio 2.024 bjricas e 2.0?8 meias dita1
t o-d'Di-
Vi.por alien5o .luan:;, fri lado de N:.w-
signatura de como eratn bem tratados sob
pena de lhes nao dar pao, nem comida
alguma, e orno o dormitorio ruim e o
calor rnuito, os passageiros vinham para
convez toma- o fresco, eram molhados
pelo primeiro marinbeiro aem nos avisar,
isto devido a brutalidade com que nos
tratam.
Pede-se providencias a quam compete.
Antonio Manoei de Carvalbo.
Mara dos Prazeres Carvalho.
Domingos Sette
Jo Teixe ra Pereira.
Joaouim d'Oliveira Martin3.
Manoei Francisco.
Joo Gomes Bnto.
Manoei da Silva Ferreira.
Miguel Antonio Cezar Ozorio.
Antonio Alves Pereira.
Emilio Duarte Pedroso
Jos de M. Pinto.
Jos dos Santos Servo.
Antonio Ferreira do Paula.
Luiz Borges.
Ma oel Maria Marques.
Joaquim Pereira.
Manoei Mara Mendes.
Antonia da Gloria da Silva.
Alfredo Jos de Vasconcellos.
Manoei Correia.
Jos Goncalves Lima.
Manoei d Silva
Vicente Gomes duRocba.
Joaquim Tavaies Pereira.
Manoei da Silva.
Juan Manuel Snchez.
Joao da Cruz.
Manoei (Jarvalho.
Para deputados
Fernando Barroca, jOfaaHHU,
Liga Operara Peroambu-
cana
ELEirO EST1DOAL
Tendo esta asauc.ayao se dirigido a ciasse ope-
. ana aeroamboc na, abm de proceder i escolna
de un candidato a cmara aos depotado3 em
apurar io procedida em Ou'.uorn, foi esrolntdo
por maioria aDsolata o anisia ARTHUR DE MEL-
LO.
Confiado, commiaso executiva abaixo, o
pleno da referida candidatura, caoe-lbe, como
orieotajao ao digno eleitorado, pimicar o pro-
gramma traas.iorio aa Liga uperaria eroam-
oacaoa.
PR0GKAYMA
1- Reduccao legal do aia de trabalbo i oilo
horas para os adulto
Esta linrtsciio impoe-se, aflm de reitaorar a
sade e a eoergia ptivsn-.a ios operarios, atse-
garaado-lhes a possioilidade de om desenvol*
vimento iniellectaal, de relacoai soclaes e de
ama aeco palmea.
!Probiblgao do trabaibo, as officinas .arli-
colares, aos meaore* dn 14 anoos e 'eiuccao
do dia de traOaloo a 6 horas, doi 14 aos 18
8BQ03.
O meaor, cnademnado desde tenra idade, as
loriaras de 10 e 12 horas de trabalno oa ofoina
oa fabrica atad, mais explorado qae o bomem
e a molber
3-Vigilancia dos aprendizes pelas coaporacOes
operaras
A epreodizagerr- cooetitae para os patrOes om
Yo k. em i9 e Cj-s guaflu a Pmctra C.roeir. &.
""Varioba de tno 7000 barricas a Machado e
Lope#, zoo a Ailreao e Almeida, 1500 a J. BUt
eC.
Vapor ioglez Hilda.. eulradn de Montev-dj.
em 20 e con- iujo a Perna Ciroeiro e C.
Xi qoe 17:t7 fartio^ a M. S. Mil. 487 a Jos
Baiur e C, 69 a iova Kata e C. 645 a AaJurUi
Irmaos e C 274 aos couBigoaunos.
Ltt^r ingiez olu'ta. D ado de Terra-N;va
e'i 21 e coesieoado a Bltctooro e C.
Bi a hau 2110 oarricas e i60 uei.s ditas 1 or-
dem.
Barca ioglez' H.-leua Isabel, fnlrada de
Terra Nova em 21 e consignada a Blactboro h
C
Bicalbaa2545 barricas e 1910 meias das i
oroem.
Lagar nornegu8Q8e Nordij iold, entrado de
Ca oitT, em 21 ecoB"euaio a Wilsoo S;nse C.
Carvuo de pedra 1080 toneladas a ordem.
Vapor nicional Francisco* en'rado do?
ponos do sol. em i) e coasignado a Cempaobia
reroambocaoa.
Azeite 15 caixai f, 'jr.mpaDaia do Drogas-
Ar oz 350 nera a Ferrera Rodrigues e C.
Coaro es 1 caixa a Antonio da Silva e C 3 a
C. Lima e C, 1 a Azevedo C, 1 a Almeida M-
chaHoeC.
Cbaion 3 caixes I age' cia decbap:s, la
Sodzb Noaeaeira e C. 1 a Saiuarcos e C.
"Pomo 205 volames a R.ymoodo Seixas e C.
87 a Rusa Ba k e C.
Pareilo 237 accoa a Ferreira Rod-iga 8 e C.
La de cama 12 accos a M. de A, Lime, 12 a
D. J. Fe-reira.
Pell-s 9 faidos a Boxwsll William e C, 33 a
E Hat k.
Sola 749 l|l roles a C. Lima e C, 40 a L. J.
de Soasa.
Vi itto 32 barris a loaqum Ferreira de Carva-
lbo e C.
Vapor inglez cRaffir Prince entrado dos por-
to do sol, em 23 e consignado a i. Pater &
ComD.*
Amas ni 8 fardos a ordem.
Bataneas e egcovas 1 caixa a Borel4 C.
Charutos 27 Caixos a div> rsog.
Fumo 13 barricas a boel & C.
Farioha 35 barricas a H. Portier & C.
Fiu 50 saceos a R,mos 4 G'pper at C.
Mercaduras l caixa a Boretelmaa & C.,.2 a B.
de Drazina 4 C.
Mohilta 29 caixOas a Julio 4 C.
Pipas 50 a Pareara Pinto 4 C.
Rap a caixa a Borel & C.
Teciaes 31 fardos a Ferreira Irmlos 4 C, 11
a M D da Silva Goimaraes, 25 a R. de Carva-
lbo 4 C, 31 a M-cnado A Parir, \0 a A. Vie-
ra & C, 30 a D. Lcureiro 4 C, 10 a A..Lopes
& cump*
Vapor nacional Uoa. entrado dos portes do
norte, em 21 e coustgoado a Companhia Psf-
uamhocana
Aigodo 789 caceos diversos.
Amostra* 1 caixa a A. Atbuqoerque.
Guaros 62 a C. Visnoa & C.
Cbape.a 3 fardos a Manoi de Souza Franco, 1
a A. da Costa
iera (0 sacci s a P. Vianna 4 C, 10 a Maooel
de Sooza Franco, 7 a Giogalves Cunta & C
Cobre em folba 8 volames a Gomes de Mallos
Irmaos.
Carne 1 garajao a M. de Sooza.
Esleirs 34 pacoles a C. Lima & C.
Fazeoda 6 ratxas a ordem.
Mercaduras 3 caixas ordem 1 a Parete
Vtaona & C. 1 a G Fernaodo 4 C.
Pellas 12 fardos a E. Back, 33 a Boxwell Wil-
iam & G., 10 a Ross BcaX jroibers 4 C.
Qocijos 1 caixa a P Viaoo2 4 C.
Sola 30 rolos a E. Bti.k, 17 a Runos Gjppert,
418 a Gomes de Mattos Irmos.
Tinta 1 caixa a P. Vianna 4 C.
Vassooras 58 fardos a C. Vianna & C.
Lugar naciooal Zsqoiuhs, entrado do Rio de
Janeiro, em 21 e consignado a M. S. Miia.
Arroz 500 saceos so consignatario.
Farello 4 138 saceos a Pereira Carneiro 4 C
baiuoriaeo
Recite, 2 de Janeiro de 1893
tMra o exterior
- N-. vjp:r iglx tijhr, para L^rp'1,'
carre^u :
mel de ter trabalbo seta necessi la e de o pa-
gar.
O aprendiz, a qnom nada se enslaa, trans-
formado em creado, e ordinariamente emprega-
do nos ttaoalhos mais grossetros qae os opera
rio se recesara a fazer.
Em geral s qaaado Hada a ap-endlsagetn
qae o trasalbador cometa de aprender o sea of
Helo.
4 Igualdade de salario, em igal trabalbo, para
os trahalbadores dos dois sexos
NSo foi a falta do brago masculino qae provi-
coa a iodaatrjaliaagao da molber; foi. sim!
a amb'cu de obter a mesma sotnma de trabalbo
por om salario inferi-.
De modo qae a operara foi inventada, por
um lado, para augmentar o lacro e por oatro
lado, para redoiir tome o operario.
E'mible* acabar com semelaaste aboso tor
nando a operara igual &o operario e uLo a su-
concorreote.
Par- qae a molber seja p- libara de s me-ma
para qae recobre liber lade do sea corpj [fia
da qoat nao ba senao prostitnicao mtster que
ella encontr em si os meios de subsistencia in-
dependeDtemenie do homem.
o-l istrucgao sciea'.tQca e prossiooal de todas
as creancas
Do diretto existencia aeriva log:c direito ao trabalbo; e para irabalbar e preciso
saber e poder trabalbar.
O trabalbo do bomem e tanto mais produ-
ctivo qaaoto sua intelligencia fr cultivada.
A monomana do emprego .puoDco om re
saltado da falta de ensino prossionsl, ab.'or-
veodo a ma o- parle das recei as poblicas, pre-
cisamenio porque sao poucos aqcelles qae se
a?ham habilitados a trabalbar.
Nao basta s que as escola eosicem ale-:
mister tambem que ensinem a trabalbar. isto ',
que a par do pao de espirito, se ministre igual-
mente a todos o pao do corpo.
6."ManoteocSo pela sociedade dos velhOB e
invlidos do trabalho
O trabalbador pradaz mais do qoe conso
me.
Encarregando-se dos velhos e invadidos d
trabalho a sociedade nao faz oenao retribuir
aqollo qae Ibes df vido.
E' justo que aa. bomem que passoa a sua
vida a vest,', a caiga:- e a alimentar os seas se-
me'hantes e a constroir as suas babitsgoes. te-
cha tambem o v^staano, a casa e o alimento
asegurados, quando, em onserjaencia da idade
oa de qualquer enfermidade, nao se encontr
apto para o trabalho.
7.-Creagao de bilbetes de coitriboigao divi-
siveis e vendaveis como os sellos, para que
iodos possam opponaoameote compral-os do-
rante o acno e pagaren) assim a sua contri-
buigo.
Qjaado mnitas nao fossem as vaniagena des-
ta medida basta lembrarmo-nos de que em ca-
sos de retrahimeoto da moeda metlica divisio-
naria, o bilbete de cootribaigao sobstitoil-a-
bia.
8SnppressSo da divida publica
A divida publica d ao d'obeiro imo*odu>
ctivo o valor repoouctivo, pem qoe por sso baja
de correr os riscos e os t-anstoruos ioseparaveis
do sea emprego indosinal oo da asara particu-
lar.
A sua Bappresso alliviana a todos de orna
granle parte do imposto qae, actualmente, sao
obrigados a pagar e roan oira, por tanto, um
novo rendimeoio aonoal para cada familia e
para cada cidadgo.
A Liga Operara Pernambacana aprsenla
como oieio rara realizago deete programma
o-SUFFRAGIO UNIVERSAL.
A commissao execattv? pede ao eleitorado
pernarabncaoo o foffragio da presnte candida-
tara, qae far representar no poder legislativo
os interespes da ciasse ooerarla.
Recife, 29 de De-embro de 1894.
La z de Fraoga Prxedes.
P. da Si.vh Baslj, 1800 sacets com 112 500
felina drt assecar ci;. No vapor ingl-z ermeih, pera N-w
Fo'*;, (.arrp(i-ri>ro .'
P Carneiro & C, 1600 lceos com 11 ,BOU
kilos (1- assucar maeCavado.
Para o ioterior
No lugar noruegaeoee Nioa, para Cu-i-
liba, (arregaram :
E. L. B-li'o o IrmSo, 9^0 iaco com >4"00
ktiuK aa aasucar branco e 750 ditos com I0UUO
niPS rto <"to mas'av^iio
No vapor inglez Couoly A, para Santos.
;:ar-f.i'i:i :
P. Carneiro (kC, 25 pipas com 2,014 litro
de agoireoie.
No vapor allexao Santos, para Samos,
catrega'aaj :
S. Gaimaraes 4 C 1000 sarros com 60f00
Kilo de a6ocar Br^oco 1000 iloi com 60000
Utos e d't > oraa-avaoo.
Na vapor ooraegueose Niord, para San
(os, carregaram :
1. T. Caroeiro 4C, 103 taceos com 6,000
kilos de assucar hranco.
f. d.0liv''ira Maa, 200 sacros com 12,00
Kilos de assocar ht,oro.
%o vapor inglez arandenbu'g, ps-a Rio
&l Janeiro, carretraram :
P. Aives 4 0., 2,000 saceos com 1!0,00 kilos
de assucar miscavaio.
J. G. Valeni-, 100 sacco* com 6000 kilos *<
assucar oraoco e 900 -utos com 5.000 uno* de
lli.) marav.10.
No vaoor nacijcal Ilanema, para Rio
GraooedjSai, carreg-am:
P. da Silva Bastos, 100 saceos com 7 530 kilo
de ansacar m^S'-ava^o.
A. Irmaos 4 C, 5 pipas com 2.456 li.ros de
alcool.
Para Porto Alegre, carreearam :
Amonm Irmos 4 C, 5 pipas com 22J4 litros
de agurdeme.
rara Ro de Jaoiro, carreearam :
A.Costa & Fioza, tOOO saceos com 60,000
kilos ae as-ucar hraoco.
J. A, Birros, 700 saceos com 42010 kilos de
assucar hranco e 100 ditos com 6.000 anos d
dno mascavaao.
No vapor aualriaco Dea :k, para Victoria,
carregaram :
P. Alves &C:, CO barris con 48JO 1 tro3 de
agurdente.
Para Babi9, ca reearam :
F. Lemos & C fO latas com oleo vegetal.
no vapor inglez M. Prince, para o Para,
car-egoo :
P. ae Olivetra Maia, 7 pipas com 3675 litros
de al'-ool.
Nj vapor nacional Oinda, para Cear,
carregaram :
C. Pmto t C, 36 barris com 13S0 litros rtr
vioagrr e 30 caixas com 3C0 ditos oe coi-n^e
F. Rodrigues 4 C, 16 caixas com 480 tiioa
de doce
P. Pinto fe C, 6 barris com 528 litros de
alccol e65bairis com 5720 ditos de aguar-
dante. ,
A. IrmSos 4 '" 3 barris cem 270 litros de
alcool e 65 dit"8 com 5726 ditos de a0"rdeote.
40 saceos e 155 barricas com 12,015 kiloa de
assucar branco.
P. Alves&C., 1 barril com 96 litros de al
cool, 20 dito-i com 1920 ditos de agurdente e
340 vo'uojes c m 23i42 kilos de assucar b-anco
C. Pinto C, 10 barris com 8S0 litros de
agoardtnte, 5 barricas rom 4!0 k'los de assucar
hranco. 10 b^ris com 4'.0 litros de vinagre. 5
ditos com -25 ditos de vinho de froctas e 55
caixas com 460 ditos de diversas bebidas.
No vapor nacional Beheri3e, para Pene-
do, rarregasm :
D. Lyra, 2 tarricas com 120 kitos de asaucar
renado.
i. S. de Amaral & C. 6 barris com 540 litroi
ae viono da fractas, 9 caixas com 7i uilos de
genebra, 10 ditas com 80 ditos ae cognac, 26
ditas com 208 ditos de ciar* e 2 dtias com 480
dito de csNeja.
Para Aracaju, carregaram :
C. Pinto 4 u, 6 caixaa com 12 litros de
cognac
No biate Nina, para Aracaiy, carrega-
ram :
A. IrmSos 4 C, 30 barricas com 3150 kilos
de sebo.
No biate Barroso, para Camossim, carre-
goo :
Companhia de Estiva, 3 harricaB com 81 litro:
de cerveja, 2 bar.'is com 180 ditos de aguarden
", 5 ciixa com 40 ditos ae genebra, 1 barrica
com 105 ki's de assncrr brrr:o e 1 dita com
CoJIego Onze de
Agosto
As nulas deste estabeleciicento de educacSo
estarlo abertas do dia 15 do corrente em
dianle.
Sendo limitado o numero de alumnos, serao
as vagas prhenchidas pelos que primeiro se
apresenlurem.
AGENCU HUYAS
SERVIQ03 TELKGRAPHICOS
O Uirnclor da Agencias Havas Monsieajr
Gaelan Manuel avisa ao publico e ao commer-
ci em geral que o escriplorio da mesmn Ayen-
cia acha-se funccinnnndo ra Nova n. 21,
;ichanrio-se abrrto todos os dias das 8 horas da
manh s 5 da tarJe, excepto os dias de Do
mingo e san'iric.iilos.
Cranipr Frt'v Jfc C. iiur!'i-
piini no roiiiiiirrciD le.,ia pra-
ai. *j .o r- com it Intai tic Iioj
aIiii(tii*mii coma n co o ncii antigo collaliocadoc o
iatcrccM.sailo. o Ni*. Emilio Ams-
tein.
Pccaambut'0. I do laacico
O Dr. Lopes Pessa
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
ealo n. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso ;
[bern como na Phamacia Franceza ] a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bouibeiros do Recife ; que ser en-
.ontrado.
sanguinolentos, asl/vna, larangitc, moles-
tias 'a'ugar)..iila, insomnios c tosses suffo-
cantes ceciein immediatamente ao uso do
Xarop^deLobelianflata
Etlier bromado
DE
ILDEFONSO E AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico, ap-
provada pela illustm inspectora de Hy-
giene do Estado, com o parecer do insig-
ne clnico Dr. Martina Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo Xa-
rope do Lobelia Injlata, no tratamento da
Influenza podem ser attestados por cent
as de pess&s da maior exceptu, reai
dentes n'esta cidade.
DepositoPbariacia Francrza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephc.nen. 39g -Endcreco telcgra-
phicoAzevedo.
Irmandadc do Amaro dais Hu;,,,,*
De or.em duiroaj jui ( r.:-'ii.) convido a
Uitv ur- BtM*(M ir'! 0- O ufiare-eri-iu ,0. .
" cooio io, tioningj 6 do avreno, u-,ii- 6
tur.? .:a lirtH. aliin Oe MB Homero Idffal pr .^
derroo'aeie'ca'd >s novo- htneeKHia-ifr*, on-
teem de administrar esta i m n.i?de datante o
tono couiu-oii. i oh Coss'urio a Capeta Si. o -una-o ^as Sa
linas, I de Janeiro de IfW.
O ec-a in>"i"^.
Jo tpiim Ilenrique de Ole.ra.
2! 3:072 frascos doPei
toral de Cambar em
ous aunos.
Durante o anno de 1892 a fabrica do!
Peitoral de Cambar expediu para os
Estados do Brazil 8 379 duzias ou ...
100:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos officiaes em posso poder, que
pjmos disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetido destes
algarismos.
Esta a melhor prova da efficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se as
suas virtudes se nao evidenciassem nos
casos em que applicado, nao teria ta-
mul ha e to crescente acceitaco publi-
ca.
O agento Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chinacos
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a Influenza,
as Corysas (difiuxos) acompantWas de
reaccao febril, bronclw-pneuntonia, cat/iar-
ro pulmonar com febre elevada, tubcren-
lose em segundo periodo com catharrhos
JO uto* de dito rtoaco 1 cixa coa 2. kilo
ie sab&.i.
_ s-> i*reca Pirajoasu' para P.rabibi,
carregaram :
T. u-.p C, 7 barri* cjm l litro de H-
.Na baresca D. SiohS. para Nitai. care
gcu :
Corcpachu de E-'.iva, b cias cem 45 I uros
de cidra. n
Na narcaca Coveu Parahbano. para fd-
-nio. .:arre;*rm :
P. Va-te A C, 50 caixas con 03 lliris de
;tura e 100 catx.s tuu 6 l) UOi de aseoebra.
Rendimeato publico
Uet ue Janeiro le ItfS
A / andeoa
Rjnda eersl :
Oo dia l 3!:202*96
flvnis d Es ado : M,.m
Do dia 2 UWBtm
Totit '6: 30*793
Segund te;cSo Airanoen >"e reriiaoiiucj
2 e Jauero re 1895
0 coef- d seccio
L. F. Codecera.
'j iiiesoorMm
L. M. Rodrigue^ Valenca.
RECEBEDOHU DO ESTA' O
Do dia 2 75 *100
lastituto Periianilaucano
DIKE TOii
Bacharcl Virginio Marytm C. I.caj
63 Kua do Hospicio 63
TELEPHOXK 570
As aulas deite cstabclenimento de in-
trueco primaria e s*c.ind*i^ reabrir-sa-
bio no di 7 de Janeiro.
Um coiito de ris
D-se um cont de rcis em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha rilha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porcm, sem resul-
tado
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pcssa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de. Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fran-
cos, a molestia desapparecia comple-
tamente. iodo Antonio Pereira San-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
& C, do Rio dejanciro 1
JO agente Companhia de Drogas e Pro-
pidos Citicos.
Do dia 2
RECIFE DRAINAGS
Moviaien o do porto
Navios entrados no da 1
Rio Ol'oit, de 1999 loneuia" commaadaut* Ri-
bTt- R'piie ^qul^:aKerD 6T iMr0 ario3 ge-
oeroa; a Pereira L.arneiro & C.
(Xavios sahi tos no mesmo dia
Bahii e escalaV-"r "acional BeheribP, com
mandante Fabio Roo. carK varios geO-.*os,
JaujaiiaBarca sueca H.lda, capilSo .'. H Id-
beo, em lastro.
Navios entrados no da 2
H:mborfo ee^ala 18 dissVapor allemai San
tos. de (478 tonelaias, cotimaodaote J.
K'o B irsteimann ft C.
Havre e ee- al 18 das -Vapor (rancei Colnrr.-
bi deltOi tjaetada?, commaodante A. Viel,
eqooa-.-euj 40, carga varios cueros; a Flix
Bandeira.
Bjeno Ay es e escala 24 rasvoor nacic-
o\ ineira Nitr,aale. de 1138 tonelada?,
Commaodante W. Geddes. eqopanera 23, car-
gi varios hiito; a Wilsoo Soos & C.
Navioa sabidos no mestn dia
Macaos e es alaVapor nacional Olioda com
m-niaate Roherto R pper, carga varios ge-
nero?,
Santos e escala-Vapor inclos Coooty Antrin.
coxmaDdaote James Browa, carga va-ioa g-
neros.
Dookarl: e escalaVapor inglez Nitbsdale.
g)mm^ndant9 W. Geddes, carga varios gne-
ros
Barta^rsBsrca noruegoense WUiatc,* cap-
tao I. Listen, tm lastro.
t'rrrMto onlcipal de 9. jiote
O movimen 10 deste me.cacto no da 31 e Da-
sembro fot o segointe.
Entr^ram :
48 bois pesando 7.991 kilos
370 kilos de peixe a 20 rs. 7/400
8 compart. com mariscosa 100 -s. *s0
3 ditos com camaropa > 100 rs. iiOO
1 1/2 columnas-a 600 rs. J8J600
5 cargas com galliuhas a 500 re. 24500
2 casanaes com galliobas a 300 rs. 1I6OO
3 cargas com batatas a 300 ra. *900
2 cargas coa macacbeiras a300rs. COO
4 carga8Com melancia a 300 rs. IfMO
7 cargas com diversas a 300 ra. 2 lUO
21 cargas com farinha a 200 rs. 4000
3 cargas com milho secco a 200 tb. ie00
3 cargas com eijao a J00 rs. 0)
71 lugares a 200 ra. 14*200
42 Suioos a 200 rs. 8400
H comp. com soineiros a 4000 1U00
9 comp. com sen- i'us: ?0O rs. 64300
11 comp. com fregara. '* -i.
34 comp. com comidas a 70u rs.
58 comp. com fatendas a 600 rs.
'i comp. com verduras a 300 rs.
80 comp. com farioOa a 400 rg.
52 comp. r.om Ulbos a 24000
Reodimeato dos dias 1 a 30
64600
234800
344800
io4000
324000
1044000
596430J
8.7lt4iuO
9.0074700
R'ndtmnto de D z*m6ro 1e 1894 9:00"l"i>J
liem id.m de 189) 8:2994^00
D fTreoca para mais TO'SGO
Pregos do a :
Caroe veine de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 Mem.
Ca-aeiro de 14000 a 14200 dem. ,
Pancha de 700 a I 209 rs. a cnia.
Uilbo de. 600 + 700 rs. cala.
Ketiao 1 e 14500 a 24010 a coia.
%av3m esperado
Dr> R o de Jaotira
Galera porloeoeaAdierica.
i'atacoo naciooal use r.
T-atacho aH^-mSo H risoote.
Paiacoo belga Emine.
De Pellas
Loga- ail- nj Can.
L-Ear :ng e B-acil.
l'aiacho pOi-tufcO-x ^oci I.
D Buenos > y res
Brigoi hes|.aobo: G azu de Rota.
De CardiC
Barca noruega Frositk?.
Barca noruega luoia.
Barca ioglexa James Liversfy.
Logar oomegoens A'-ana.
De Hambargo
Ba>c 1 alleo & Emma Bajci.
raiacbo al'emao Toona.
De Liverpool
Logar iogli Facny.
Le Terra Nova
Luger inglex Tu-iy.
Lagar mrle G 'Idtohin^.
Lugar loglet Tyree.
Vaporea a entrar
Mea de Janeiro
Si', do pul, a 3
Sirabo. de Nev,-Tark, 1 3.
J iioiitio. do n ir f, a 3.
ilrenoqa- da Earopa, 4.
O---ana, aa Europa, a 5.
T-gtr. da Enroiaa, a 5.
"M rir.ar, de Liverpool, a 6.
Cole'i-ige, do rol a .
I'atioa, o tal. a 6.
acedonh do sai. a 7.
Eqoateur, do aui, a 8.
Madaleo, do fia1, 8.
Hallan P io.ee di Mediterrneo, a 8.
Siell,Sdo sol, a 8.
Daooht, da Earopa, a 10.
Alaoas de norte, a 12
Greciati P.-ioce, de New-Yjrk, a 12.
Ciy*>, do edI, iii-
Orelana, do ti. 19.
Vapore n aaklr
Mc de Janeiro
antos e esc, 3irabo, 3, a^ 2 horas.
Sanios e cae. Col nhia. 3, ."s 3 horas.
Caitos e esc, Santa. 4, aa 4 to*as.
Boenos-Ayres e esc remqae, 4, a 1 boa.
Sanios eesc, La Place, aoiaoh, as 4 hora .
Raen Ayres e esc, Orcana. 5. s 12 hora*.
N-w Yj s. Coleridgf. 6, as 2 horas.
Baeoos Ayres ee c, T'go?. 7, as 12 bcras.
BorrleBCX e esc, Ejnaieur 8, a I hora.
Southamotcn e esc., Malaleo* 8, s 12 b.
Bcenjs Ay es e esc, Danobe, 10. As 2 horas.
Sanio eesc, Grecian Pnu f 16, a< 3 hsn%-
Rio ee:c, Aaoas. 11 's 4 oras.
Siclnampion ese tdyle 19, t II h?rae.
L-verpool. Orrl"" <9 ** h"r-"
COMPANHIA TETHYSj Di SHAUKU3
MARTIMOS E TERRESTSES
EA DO VIOAUIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Souza LeO.
Thomas Comber.
Julio Cesar Taca Barretto.
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riaiiip,


1



:


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I
d^Pern
lotera nacional
Extracgoes diarias intransf eriveis
LISTAS NOS SESMOS DAS
PREMIOS INTEGRAES
rnamlnico Qninta-feira 3 de Jan
F 20."
K 10.
O (i.1
M 17.'
P 10.*
Q 5.
NAO HA
Lotera



SERIES-
'20:000g000
20:000S0OO
50:000$000
20:000S000
21:0003000
20:000,*000
[11.a Grande Lotera l()0:UOOS0O0
riimuKins a
por

c
c
<
1S600 hoje
1S500 ainanha
-1S000 a 5 de Janeiro
$800 7 c
3S000 8 <
$800 9
8S000 t 10
ersarfio sobre leitura e escripia correctai >a
Qgn? nacional e as quairo uperages fond -
Ufan le-n de Pernambuco
meotaes da Aritbmetira," acba-se desde j aber J Todos os fabricantes, administrado-
n'esta repartijao a inscrip^ao dos respectivo res de depsitos e mercadorias de fumo
candidato), qoe deverao provar, na forma do J
4 do bop'-referido ariigo, ter maia de 81 -
memos de 30 ancoj de eoade. excepto se j4 ti
verem exercicio uo crrelo ; gozar boa eaode e
ser vaccmalos e ter rom proceaimento.
As inec-ipc6ja serao fetas at as 3 Horas do
da anterior ao do concurso, e a claesiflcscao
qVsir obt da ser vaina rtivante seis mezea.
1.* esso da Ada'-ostjc&o dos Crrelos do
Salado de Pernao-bu c, 13 de D-.-zemtro de
1694.
O 2." OfficiM,
Joaguim Spenccr Lopes Kettj.
attencOo para cssos novos impartantissimoa
plano da
BILHETES A VENDA EM TODAS AS GASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a promptido
NA
CASA DA FORTUNA
%:i--Slim I." de Marea33
Fiuza
Martins
TelesrammaFe UZ A
k
Caixa do Correio-
1 55
Olympio de Olveira
i ira Jo Beitoral le Cambar
O Sr. Olympio A. de Olveira, sendo
atacado de forte constipado com tosse
desesperadora, so conseguiu restabele-
csr-se tomando ~) Peitoral de Cambar,
de Souza Soarec.
0 agente CoK.panhia de Drogas e Pro-
ductos C/iimicos.
0 S3. PAITAS C-CIUASif S
* Avisa a seus amigos clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n 0, antigo con-
sultorio do Dr Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 l hora da tarde
e reside no Cajueiro n 4.
Telephona n. 92.__________
1 ina jdiAlculdnde vencida
O sulfato de quinina, esseVemedio sera
rival contra as febres intermitentes, tem
um gasto amargo tao forte que njuitos
doentss nao o podem tomar, pois a re-
pugnancia que caasa tilo grande que
acaban por vomtalo. Esta grande dif-
culdade foi vencida desde que o Dr.
Clertan conseguio applicar seu systema
de capsulaco, nppravad pela Academia
de Medicina de Panz, ao sulfacto de
quinina. As Parolas d^ quinina do Dr.
Clertan encerram o medicamento era
um envolucro delgado, transrarente,
mui soluvei e do tamanbo de urna pllula.
D:estemodo toma-so o sulfato de quini-
na sem que se sinta o menor sabor desa
Cradavel.
tissimos amigos e freguezes a
mais ca
escolha de
O Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoi-ol de
Cambiar
Tendo empregado por varias vezes o
Pcitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enformaria de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano os da Cosa. [Belm do
Para. ]
GUIA
PARA
cossisuccao de ?s:::::
" PELO
BSGSSB2ISQ 0LI7EIBA CHUS
A venda as principaes livrarias.
gffrtUiUMjWifcilftif^^lg
C <;iinica medico-cirurgica
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,v
,'de volta de sua viagem, previne.
Saos seus clientes que reside e,
j tem seu consultorio aberto
f&ruaBaro da Victoria n. 61, L*i
pandar.
4$ D consultas de 1 s 3 horas
feda tarde. t
2 Acceita chamados a qualquer.
Sfaora para dentro e para fra da^
'acidado. i
prichosa e elegante
do mais requintado gosto escruplosa-
mc-.te compradas nos centros Europeus
por um dos seus socios.
Em joias com brilhantes, pedras
preciosas e alta fantasa relogios dos
aflamados fabricantes PATEK PHI-
LIPPE & C- J. LIPPETZ WALTHAM
etc. em ouro prta e nicke para se-
nboras e homens de urna delicadesa
ROVISSANTE o so>timento que hoje
expomos a admiraco de todos aquel-
es que nos honrarem com suas visitas
--------------^--------------
K' um meia fcil de administrar o
oleu de buoalhii
Rio Oe Janeir.. 26 NovemDro, 1887.
Illas. Srs. Snott .tBcwe: Tenboo prater
de taiisfaze-a V. S. raviaodo-lbes em poacae
palavra* a micb-t opio'o sobre a Emolsao a<
Scott. Do eonp'eo qoe teoho (eito de6te pre-
pirado, f teono qae rce louvar; alcaoeel sem
p e a qoe poda razcavalaiente esperar da su:
aomioisirata.. E' om aeio .'acil e agradavi-l d-
administrar o ole- de ligado d* oaalb?e ;
Emulsao Scott em gral bem supportada pe
los doeotes, adultos >- enancis.
De V. S. aU. V. O).
7 Dr. Carlos Teixeira.
PHOSPHATlNAFALIERES.Alimento.asCriancas
Major Fernando Lobo
Cura do Pciioral de Cambar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
Cara de rheanat mo
Etber-bromado
Illm. Sr D. Carlos.Mea fi'bo de 2[
nao de idde esteve qaatro mesea ino
revado das peroaa e dos bracos, comer
por mSoa d oiV.ros, em &m estado lasti-
moso.
Pnncipbu a fazer nao doElixir H
Moratopropagudr p^>r L. Carlos, e logo
sos primeiroa viaroa de nao, levanton-ae e
priocipiou servir se de suas proprias mSoa
' un verdadeiro milagro este remedio
Basto.
S. Rita do Pasea Qaatro.
Antonio Martina de Siqueira.
Agentes em Peroambcco: A Companhi;
de Drogas.
Ra Mrquez de Olinda 24.
KMTAES
#v:
!f'
CURSO DEFERAS
Dezcatibro a Fevcreiro
Geographia e Historia
PELO BACHAREL
Julio Pires Ferreira
RA 15 DE NOVEMBRO N. 42
1." andar
COLLSGIO 9 DE JANEIRO
13 RA 7 de Setembro 13
As aulas de te estabelecimento come-
cam a unecionar no dia 9 de Janeiro
vindouro.
y291294.
Edita)
O Doutor Jos Julio Rigueira Pinto
de Souza, Juz de Direito do i.dis-
tricto criminal, presidente da Junta
Revisora do Municipio do Recife,
etc.
Faco saber que tendo designado o
dia (7) sete de Janeiro prximo futuro,
ao meio dia na sala do Consclho Mu-
nicipal, para funecionar Junta Revi-
sora da inclusao e excluso dos jura-
dos, conforme determinam os arti-
gas 34, 35 i.-2. e 3.0 do Regu-
lamento de 23 de Janeiro do anno pas-
sado, mando que todos os nteressados
comparecarn com suas reclamacoes de-
vidamente instiuidas para seren toma-
dos na devida consideraco. E para
constar mando que se passe o presente
edital que ser publicado pela impren-
sa e affixado no lugar do costume.
Eu, Manoel Bernardino Vieira Ca-
valcanti, 2.0 escrivo do Jury, o escre-
vi.
Jos Juhao R. ^into de Souza.
Prefeitura Municipal
O disposto no art. I. ns. 18,
19, 20 e 2if urna limitacao ao di-
reito de propriedade, que a Consti-
tuicao garante em toda a sua plenitude
art. 129 19.
As casas 011 muros, que se acham
as condicoes dos cits., foram, ou
consideram-se, como tendo sido edifi-
cados de accordo com as posturas en-
to em vigor, precedendo a competen-
te licenca.
N'esta conformidade, s na forma
estabelecida na propria lei poder ter
lugar a modificaco decretada no sys-
tema de construeco. Coagir o pro-
prietario a isto por pesadas contribui-
Coes sophismar as garantas que lhe
sao concedidas por le ; attentar con-
tra o direito de propriedade ; violar a
Constituicao.
O 63 do mesmo art. que tributa a
razo de 40 res cada sacco de assu-
cir, algodo, caroco de algodao, car-
rapato, fardo ou atado de courinhos,
sola ou couros, pipa, barril ou ancora
de agurdente ou alcool etc ; tal como
se acha inscripto, sobre ser illegal por
incidir cm parte sobre mercadorias es-
trangeiras, destinadas ao consumo, e
sobre o transito de productos de ou-
tros estados pelo territorio d'este Es-
tado, a respeito dos productos d'es-
te mesmo Estado, vexatorio para os
contribuintes, desde que se attenda,
que importa a mesma' contribuicao
urna duplicata em face dos $ 63 e6y,
pelos quaes as casas de negocio de
taes gneros, j se acham sujeitas ao
pagamento de taxas municipaes.
A suppresso do lugar de advogado,
determinada pelo art. 2 25, sem que,
entretanto, o Conselho habilitasse a
Prefeitura a contractar advogado para
as diversas questoes forenses, em que
interessado o Municipio, importa
abandonar os interesses do mesmo Mu-
nicipio a revelia.
Ouando o Consclho com a mais fran-
ca liberalidade crea lugares superfluos
em sua Secretaria, onde j ha empre-
ados de mais, lastimavel, que, por
mal entendida economa ou capricho,
queira supprimir o lugar de advogado
da Municipalidade, cuja necessidade c
intuitiva, e com o qual dispende-se a
insignificante somma de dous contos
de reis annuaes.
Na disposicao do art. 2." das dis-
posices Geraes, m iteria estranha ao
orcamento, que una lei annua, que
desapparece com o exercicio, o Con-
selho determina que o Prefeito nao
mandar executar as obras municipaes,
sem que estejam approvadas pelo mes-
mo Conselho a planta e o orcamento
apresentados pelos concurrentes, etc.
Semelhante disposicao inconstitu-
cional por importar urna restrieco a
aeco do Chefe do poder executivo mu-
nicipal, a quem compete executar e fa-
zer executar as deliberacoes do Con-
selho, sem dependencia de approva-
co do Conselho para os actos de exe-
cucao de suas deliberacoes.
A respeito de suas funecoes, o Pre-
feito, no exercicio dos direitos e prero-
gativas do municipio, nao pode ser em-
barazado pelo Conselho e ficar sob a
tutela e dependencia d'elle.
Pelo art. 4.0 dos cit. disposicoes en-
tendeu tambem o Conselho nao votar
verba para occorrer as despezas da il-
luminacao publica, sob o ftil pretexto
de que os servcos de que trata o art.
95 da Constituicao do Estado, nao fc-
ram ainda entregues ao municipio.
Se certo que o servio da illumi-
naco publica est regulado por um
contracto legalmente celebrado, con-
tracto que nos termos do art. 10 n. 8
da lei orgnica municipal, Constitu-
Cao do Estado art. 120, deve ser res-
petado, tendo o Estado por outro lado,
aberto mo de rendas com applicacao
ao referido servico, nao' licito ao mu-
nicipio exmir-se d'esta obrigaco.
Por todas estas razes, deixo de
mandar publicir a presente resolucao.
._Recife, 31 dj Dezembro de 1894.
os Marcelino da Rosa c Silva
Sub-Prefeito.
em bruto ou por qualquer modo prepa-
rado devem, at 31 deste mez, vir ti-
rar a licenca para cada casa que tive-
rem empregado nesse trafego ; e nica
patente que lhes dar direito a esse
ramo de negocio.
Os infractores ficam sujeitos multa
de 100S a 2008000.
1.' Scelo, 2 de Janeiro de 1895.
O chefe,
J. Gomes da Silva
DTAlI
ecretaria da Qne?tura Poli-
cial do Estado de Periiam
buen, em le Janeiro de
I*..
De ordem do Dr. Ouestor Policial,
de accerdo com a clausula 11 do con-
tracto celebrado entre o Govcrno do
Estado e o cidado Jos Gomes Fer-
reira, Maia. e a requerimento deste,
fica prohibida neste Estado a venda-
gem.de bilhetes da Lotera Nacional,
sujeitos os infractores a multa e appre-
henso de que tracta o Decreto de 20
de Janeiro de 1890 em vigor.
O secretario,
Cassiatio Lopes.
Aforameuto de terreno de mcv
rinha em Santo Amaro
De ordem do Illm. Sr Dr. inspector
desta Alfandega faco publico que, tendo
requerrdo Carlos dos Santos Viilaca o
aforamento de um terreno de marinha
alagado, sito entre a ra de Luiz do Re
g, em Santo Amaro, da freguezia da
Boa-Vista, desta cidade, e o rio Beber i
be, medindo de frente setenta e cinco
metros sobre trezentos e dezeseis metros
de fundo, ficam intimados os foreiros con-
finantes e outros interessados para perante
o mesmo Sr. Dr. inspector, provarem no
prazo de 3) dias, o direito de preferencia
que por ventura tiverem com relacab ao
aforamento do mesmo terreno.
3* secao da Alfaddega de Pernambu-
co, 21 de Dezemb'ro de 1894.
O chefe,
Clito Va ltcrino Per eir.
Companliia Dramtica Italiana
HOJE-Quinta-fesra, 3 de Janeiro de 1895-HOJE
Recita extraordinaria
OS MISER4MS
Grandioso drama em 5 actos do immortal poeta
VCTOR HUGO
PRECOS DO COSTUME
Principiar s horas
llavera trens c bonds para todas as linhas.
VIDE O PROGRAMMA
OTERIA
11
Pernio maior O:000!>000
Estracgao intransferivel
DA 1. LOTERA A
Sexta-fe ra, 11 do corrente s 2 horas da
tarde
Bilhetes venda
Rosario n. 9, i. andar.
as casas lotricas e na thesouraria ra Larga da
Agri-
DEGLA&ACOES
Edital
Bacharel Francisco
O Director.
Lamenha Llns,
Pndula Pcrnambncana .
EIHJfilIHOmHlHK
5 Ra do Cabug 5#
Os proprietarios deste conhecido es-
tabelecimento tm a vantagem de offe
recer nesta occasio aos suus disetin-
I el 1 secretaria da Pr fritara Municipal do
Re-iH, se faz noblico, a q em interesar o ariu'
ii." Capitulo IX da Le n. i de 25 de Fevereiro
de M.
Artigo 5 Dorante o mez de Jineiro de c;...
a-...no. odos ra meuico?, cirargiOes, pbaruncea-
Ucos, drcgoiftas, pariei'os, i-aoerado'e*, rteri-
llstaa e veterinarios manarao Secre aria di
Municinalidaee a declarado deseot) nom-s e re
>ldeociar, atim de qne por esta si j'. pobcada e
lista de toi*S esses protierlonaet".
Par^^5''8p^o oqico. Os coat'aven'.ores serao
mu a 10000.
?creiar|a da Prefpnra Monlcipal do Recie,
em 2 de Janeiro de 1895.
O secretario,
Joaqutm Jos Ferrtwm da Rochi.
KoLTAL
De ordem do Sr. C.i'owel Dr. AlfoinUtratlor
e na foraii da regra i* do a*t. ".96 lo II gnli-
meoto do Corretos da Repnb'ica, qoe baixou
CLm o Decreto n 1692 oe 10 de Arjrtl do cor-
rtote anuo, fago publico que devena erTectaar-
se n'esta Adminlstracao, em 13 te J*ofiro do
P'oxtmo aoao de 1895, coacarso para preben-
cblmento de qoatrj logirea de C"'t^iro de 8.*
claase Ca mema AlouoUtracao, cojas provas
Edital
E. F. C. P.
Contracto para carga e des-
carga de mercadorias na
)Estacao Central
De ordem da Directora d'esta es-
trada, se faz publico que at o dia 3
de Janeiro prximo, a 1 hora da tarde
recebem-se na Secretaria, propostas
para o contracto de carga e descarga
de mercadorias na Estaco Central,
podendo desde j os proponentes exa-
mnarem as bases do dito contracto,
que se acham n'esta mesma Secre-
tara.
Secretaria, 26 de Dezembro de 1894.
Jos de Aniorim,
_^___^ Secretario.
Edital
Faz-pe pobl ci a qoem m eressar, qae doran-
te o mez corrente recebe-s- s^m multa o im-
posto de atenga d.- pesos. Dalaacas e medida
do3 estHbel"Ci(nrn:-.3 cimme'cues da 'freiroeiia
de Sip'o A romo, deht monicipio, ao paco do
Coocelbo Mu -.icpii das 9 1/2 da maaba s 3 da
tarde.
Paco do Gonielbo Municipal do Recifo, l de
itlro i) 1895.
0 gecre'ario
Jjcquim Jos Ferrara da Rocha..
Directora Oa Juatick2.* Seceso Se-
cretaria di Justic*. Ngocio8 Interiores
e I'istrucvfio Public do Estado de P nambuco, em 9 A -ir 1893.
EDITAL
De ordem do Cr. ur. Secretario da
J'i.-t r-i, fago publico qae fica aborta, por
dupigo de 5 d'aB, a cootar d*j [hoje, con-
currencia afn de seren apreaeotadaa
proprstas, devidrmete aelladaB, em carta
tecbad f-s de J*ueiro, Fevereiro e Marco do
>;orreote enno, dera^oise dietas sus pe-
sos pebres da Casa de DetencSo, median-
te as condigSea abano eatipuladus.
I.
O eontractante obriga ae a f.zer o for-
lecimentocom gneros sSos, de ba qu-
lidade e cr, meocionados oas tabella*
us. 1 c 2. de nccordu com o Regalameuto
da Casa da Detougfto de 18 ae Marco de
1875.
2
Tanto as rages om3 as dietas aerSo
entreguea na porta do eatabecimeoto a
110 emprega io ou empregttdjs, encarre-
gadoa pelo udmi' iatmdor de un reoeber,
ao sendo permifti u ao ocntraciaote oa
ios sena representantes tr iogreaso do
ectcbeleoimentu.
3o
O numero das ragSie e suas qnaiidadea
serSo ezigidxB do eontractante por meio de
nm valle assigoado pelo Admioiitrador, e
*a? d'etas por meio de um outro valle ai*
signado pelo medico.
4.a
Aa ragSoS 9 di- taa recusad dioO| por tua m qualidade BerSo de
primpto substituidas pelo eontractante.
s ib pt-na de urna malta de cem mil is
(O0(50()0), qaaodo n5oo f*ga, aendj n'at-
te caao a sabatitaigSo feita coa cuat*
palo Admimatrador do estabelecimento, e
descontado o seu valor alm da multa.
5a
O cootractant- obrigado a fornecer,
indep-edente de iodemnisag3o, o braban'e
aecesaario para formular as ratSsa de car-
ne e bacalh], torrador e mucho para
Bate.
6.
As rtc;o's e dietas doa presos pob.ea
de que ae trata, Uo podera > exceder de
aeiscsntoa reia (600) diarioj, con es*]
j'pgSo das tornecidaa aosnresos militares,
que serSo pagos, de conformidade com o
'isoato no ava> do Mioiaterio da Guer-
ra de 2 de Maio de 2858.
7.a
O eontractante ai) podar resebor .
i Ti'j:irtanoi* do torneciraonto feito no mea
D'erior, aeai que techa pogo o rsped, v
sello.
8*
Para garanta d.a multas a da boa exr-
cucau do con". ctj, qae ser aatigado
dentro de 3 dme, a ceutar d'aquelie eos
qae for acceita a sua proposta, o contra
ctaote rcolh'r aos e -tres do Est.do t
qaancia de um con tu de res (l:000QOO),
em d nheiro ou apoces da divida pabca
federal oa estadoal.
O director.
Aff.inso V. de Medeiroa.
Companhia Florestal
cola
Assembla geral extraordinaria
Sao convidados os Srs. acciooistas para ie
reooireio em asamblea geral exiroordioaria em
lO de Janeiro prximo vindouro, ao meic dia,
00 escriptorio ra o Mrquez de i.im ia o. i'.i
alim de deliberaren) sobre asHHBptos tiuanceiroK
a /o'xpanbi, dev^ndo os 8ra.aecloo sus depo-
sitar ai suas a t- no cofre aa C'mpsnb a cin-
co .nas ant- s, dc accordo com o art. 17 doa ta-
ta tutor.
Recife, 21 de D"mbro de 189i.
J'se Gsngalves Pinto,
Director presideoie.
Companhia Industrial
Pernambucana
AoH-mtiiii K*ml ordinaria
A aiimiDis rdcaj aesta Compionia convida
os seiinores acMa da Assocl 5S0 Omuierdal Benerlceote a 1 bora
da 'arae do da 7 le Janeiro prximo, pa';. 00-
vi'em a leitura do reltelo e do parmer Bscai-
deliberarem sobre o balanco e coota* epioce
derera em seeoi a a eMgao do roocetbo fiscal,
Recife, 21 de D zea oro de 18(4.
Companhia Pernambu-
cana de Navegacao
A Directora faz constar aos Srs.
possuidores de obrigacoes preferen-
caes que forao hoje sorteadas, para
resgate, as obrigacoes cujos nmeros
vo abaixo mencionados, pelo que os
possuidores das mesmas devero apre-
sentar-se com ellas na sede desta Com-
panhia a contar do dia 2 de Janeiro
vindouro em diante, para recebercm
as respectivas importancias e os juros
decorridos do 1 de Julho a 31 de De-
zembro do corrente anno, sendo que
depois dessa data nao vencerao mais
juros.
Outro sim, sao convidados os possui-
dores das diversas obrigacoes a virem
daquelle da em diante receber os juros
relativos ao mesmo semestre.
NMEROS DAS OliRIGACES SORTEADAS
S0CIEDADE
Refaaria e Destilac,o
Pernamoucaaa
Teado-se pmrei'do o sorteio de 40 deben i 1074
tares drgta sociedain. roaoe a g >r(e as dos no
meros aba possnidoreg oas 10 sma virem resgatal-ap a<
dia 2 de Janeiro p tiim em diaoie, sa nu>
depots desta data 5o co ,-erao irais joros.
Igualmente cocido o-< possuidores de deben
tares desta soct are a virem 'cebar os njroi
das mesmas r-Unvameme o 2" seaieet e <
correte anno, lo sea escnoiono a roa doCom
mercio n. 34.
12 127,163. 2i7, 232. 387. 421. 421 48!, 511
66, 149, 164, 2'9-310, 405, 421, 4)4 SOS, 3
78, 15U, 190, 250 312, 417, 422 468, 509 515
92. 461, 233 251. 38S, 418. 423, 4"9, SI0, 614.
Recite, 28 de Deiembro de 1894.
J. Goocalves Pinto
Presidente.
Rojal Insurance Company de Li-
verpool
CAPITAL. 800,000
A&EHTES--P0SL1UM :,
LARGO DA C0MPANIHA N6-
SEGURO CONTRA F0G0
"SEGUROS"MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Peroambu-
cana
RA DO COM MERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
132 139U 3084 4291 5185 6S8?
225 1667 3091 4322 5210 6656
8290 1691 3103 4365 540O 6710
445 1788 3158 4403 5/09 7060
509 2068 3401 4494 5887 7111
665 2389 3493 4560 5942 7122
980 2639 35i8 4653 5969 7237
1048 2666 3554 4695 6028 725C
1074 2684 3572 4699 6253
1180 2772 3918 4737 6315
1206 2798 4011 4765 6386
1283 2849 4127 4931 6573
1375 2946 4198 5069 6581"*
Companhia Industrial
Pernambucana
Asm-mbia gerul extraordinaria
r, aoministrago desta uuuipaotiia convida aos
Srs. accionistas a reonirem ae no galio da As*
sociacio Commercial B-n'lic-nia s 2 boras da
tarde do da 7 de Janeiro prximo, para delibe-
raren! sobre as novas ectadas de conformidade
com o artigo 6. dos estatutos.
Recife. 2i de Detembro de 189i.
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidos de Per'
nambuco
Tendo-S8 esraviadj > cantella o. 34, relaiiv
a 28 aceas d^sta rnmD-ob'a, perten'ente 1
Exina. Sra. D. Marta Caetaaa -'a Silva L'itao, do
valor nomin de 2'X)0t}0 cada ama, com 60 .1
realisados, HcarS a mesma de nenh m erTaito -
nao for aposntala no esclptor.o dacomp.
obla, dent do praso de 30 das.
Recife, 17 de Dsrmh:o de 1894.
Jos J0S0 de morim
Director stere irlo,
Companhia do Bebetibe
Prcvinc-se nos Si's. conees-
sionarioN do penas 9 agu. que
I nos termos da nova isposica o
do art. do regula monto do
pennas d u;iin o em vista da
cei'tidJEo da Junta dos Corre-
ctores que declara ter sido de
lO 3|1 d. por l&OOO o cam-
bio medio sobre a praca de
Londres, nos triuta dias decor-
ridos de 35 de \ovembro a 2-1
de Dezembro do corrente anno,
0 proco d agua s casas, pelas
pounasser na razaodeG&OOO
para a taxa mnima do -444
rs. por netro cubico do exce-
dente no prximo mez de .!;-
ueiro.
Recita, 2? do Dczenihro le
1 S 4.
Escriptorio do Recife, 28 de Dezem-
bro de 1894. BU-I
A. Ulysscs do Crvallw,
_________ Gerente.
CtaPANHIA DE
Trilhos Urbanos do Recife
a Olinda e Beberibe
Assembla em continuar-o
Em continuado a aasembla extraor-
dinaria, que teve lugar a 17 de corrente,
os 5?l. accionistas sao convidados a rea-
nirem-se no da 3 de Janeiro prximo, ao
meio da,, no saiao da AssociacSo Com-
mercial Beneficente, afra de deliberarem
sobre os assumptos da convacacao, que
sao: proposta de quitacSo de varios Srs.
accionistas em favor do ex thesoureiro
proposta da directora para urna emisso
de debentures.
Para tratar deste ultimo assumpto,
que s poderi ser resolvido achando se
representados dous tercos do capital so-
cial, esta a segunda convocaceo.
Recife, 24 de Dezembro de 8f4.
fientj de Magal/uics,
Gerente.
UMPANU1A
Pernambuco P
Factory
cr
wer
sa
Caixa Econmica
e Monte de Soscorro
de Peraambuco
iidanr de sede
De ordem jo conselho fiscal, faco robliro
Dlo p emente, que em virtnde da modaoca des^a
reparticao para o predij o. 46 a ma do Bom
JesoE, ca encerrado o sen expediente doran e
ja das 3 4 e 5 do correte.
Recife, 2 de Jan ir j de 1895.
O -ente
F-l ii'" D Ftrreira Co#lbo.
(ostitito trcfeeolgic# e tieogra-
pbi vi Peraanibacaati
Qoinla-feira, 3 1o correte, bora do cot 1
me, baver sesSo "'i-.na-ia.
Secretaria do Ias'.itn >. 2 de Janeiro de 183.
0 1- secretarlo,
Baptieta Kegaelra.
Q )-! to dividendo
Ds ordei da dirpciona, convido ios S'.
lecioaiu a rtCfbe em, do escriptorio tsta
compeDhi:,, p-ag do Commercio 0. 6, o di-
vioennr, d. 3 1/J 0 o, relativo acs qn^tro rr-efes
jh Setembro a O icaioro flnrto, 8-mdo 7Jii0 por
i-cao iaiearaii!>na e 5*150 por mcao a iniv-
rasar Os possoidares de a.cOeii io f^ra ii.
(a, qoelram ap'taot'al-as para t-er ooUoo e:te
paeameoto.
hecife, 2 de Janeiro de 1895.
A. I. Barbosa V -cna
___________________Secretario.
Companhia \ortli Bretish A~Mer-
cantil c lnsnranee
Capita. subscripto 3,00C,OC0 0* O
Fundos aecumuados 9,452,452, 18'1 5*
RECEITA ANNAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10 y
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
2.488.196. 12' Ud
N; B.A repartico de fundos aecu-
muados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabiliza pelas transaeces fei-
tas pela de seguro" sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
Banco Emissor de Per-
nambuco
6S0 c"mi lados os ressnidores de tpollces do
e )prest*m 1 Mto por este Baoco ao Estado e daa
tetras t'.yu ciaras emittldas pelo mesaao H u
co. a vi eoi receber os joros do Bimestre flilp.
Os coupoub serio dea:;,cado to acto do pati
meiio. r s
Recife, 31 de DeiertDro di* 1894
JtsHmo a 1 ves Ferncniei,
Director.
i



^4-
1



{\
L
6
M
n \ 7VK&F?
Otario de Pernambnco Qainta-feira 3 de Janeiro PRADO
PERNAMBUCAN
EM
Semnisagao do 7. Anniversario
NO
Domingo 6 de Janeiro de 95
ABERTURA DO TURF PE8NAMB00AN0
Terminando s 5 horas da tarde como
sorteio do importante Brinde offerecido aos
frequentadores, e das iO ricas Prendas Gf
ferecidas as Exmas. Senhoras.
Somti
5
i
Pelioa
Malura
lid.
Cor da veall-
Proprietarlae
i. PareoBar.
irrudn Bel (rao liCO metrosAnimaes de Pernamboco. Premios
e 30*000 ao 3'.
Conquistador
Dictador...
G.lioktie .
N'irci80....
Toalon. ..
t Tcoo; 2.'..
5 Castacho----- Pernamb.. 93
5 Raimo...... 5
5- Ziino...... B S
0 ]astanno ... < 52
5 Tordilho..... 52
0 .ilazao...... c 52
Verdee rosa..........
Knraroado e azul......
Branco preto........
Encamado e azul......
re;j e encarnado.....
AI................
Good. Vital.
D. P. Teixeira.
L. oe Fraoca.
.oud. Narciso.
Oes AC.
M L. M. Jnior.
2 o PareoImprenta Fcrnavbneana-1.000 metros Animaes *p Pernannoco. Pre-
mio* : 3U4U00 ao l.u, tOiOl) ao 2. e 30000 ao 3
Fazileiro.....
Campo-Al e-,
gre.......
Mauri'.y 2...
Abyaojo-----
Lucifer......
|Roy Be------
7
8
9
10
Pernamb..
a
astanho----- *
Miado.....
.idado......
Casiaobo ...
oaado., a
Alazo...... a

a
Ooaffi.
Piano......
G.oi-Mor
oieg 2.*.....
Vioganga ...
3 PareoDerby Club1.600 metrosHandcap -Animaes de Pernsmbuco.
500*000 ao |., 100* au 2.' e 50*000 ao 3.
54
54
M
H
H
Bl
14
N
H
ffl
Preto e rosa.
Verde e rosa..........
Verde e amarello.....
Eocaroadue branco...
\zul branco e ene ...
OU.ro e ;.zui..........
Ama-ello............
Encarna.o e azal ....
Encamado e preto...
Grenat e azu!........
Gond. Arrayal.
:oud. Vital,
i. P. 8 Maia.
0. G. Lu.
Coud. Oruieiro
Cood. Mouriscana.
C. Babia.
V. E. Teixe;ra.
F. R. R.
i. M. Ferreira.
Premios
iPiramoc.....
ai Ha.........
3!Torco 2....
4IFeoiaDo,....
5lTado-......
Slt^ynlsmpo..
7'Mala o. ...
SITriumpbo...
Casiaobo
Ro-Jdo......
Ai 'Z.I......
Rodado......
Mellado ....
Torailbo.....
ellado.....
Pernamb..
50
45
45
St>
48
48
52
Atrarello e branco ..
Aiul e orancoeno.i.n
G-eu..i ..za........
V-f Id t'e'.;< e martllo...
Preto 'i?>.........
S. imo e preiu......
Rosa e preio........
Co *. Rpl'-Vista.
COQ I i>UZPlro.
. D. Ferreira.
ad. v ui.
i. .ii aes.
k. Silva.
,. Campos.
Coua. Arrayal.
4.* PareoHippodromo do Campo tirande-1.400 metros. Animaes de Pernam-
duco. Premios: 300* ao (,', 60* ao 2* e 30*00j ao 3.*
Cingo......
aiury.......
Narciso......
Mendigo.....
Bxa........
Venador.....
Pjtrcpoiis 2
Zimo ......
Mellad.....
Gasianbo....
Rodado,
rtodaco.
Pernamb.
52
32
5
52
52
5
52
loro...............
Xadrez .............
azuI e encartado.....
Encarnado .........
Azul a branco........
uroe preto..........
Jfe al C. P.
>ud. Nacional.
J. Narciso.
0. M. E. Sanios.
ooaelaria Vital.
Cond. Poriuense.
Coud. Perdieao.
Companhia ladartril de
Chapeos
Juro* de ObriKM^oeo
Comido os S'h. poasoid.Ti s de tlluloa de
Obri$8o. dVsta Cjojpanhi-, a vtrem recefcpr
un Kea escriptono, roa Ma-ques de Oui di
b. 19, os joros das m^smoK ('oopon c. 1)
icrrt.tpondeips o setuestre ti do em 31 Qe
Dueaioro olt mo.
Ret'.fe, i de Jaoeiro dp 1893-
Jr Ginie.* Ginrbes,
Tuesoureiro.
Companhia Ferro Carril
de Pernambuco
YIS0
C'oiilornu a portara do Dr.
Secretario le Estado dos Ne-
gocios de Industria, de %? do
corrente, remettida por copia
pelo Dr. Fiscal d'esta Compa
nliia. fica prorogado at lt de
Janeiro prximo o prazo que
deveria terminar 31 de De-
zeiubro correte para comple-
to reeolhiinento dos bilhetes
tviilsos, eniittidos por esta
Companhia titulo de recibo
de passagens.
At cssa data serito diaria-
mente trocados em dinlaero
n'este escriptorio acuelles den-
tre taes bilhetes que nao forem
falsos e estes ou os que, como
toes, forem impugnados pela
Companhia, sera o emassados e
lacrados em envolucros cor-
respondente cada portador e
submettidos na Questura Poli-
cial a rigoroso exnme por parte
da C'ommissAo para esse lim j
uomeada pelo Cioverno, a qual
se pronunciar wobre a lalsii-
cactio; no caso afirmativo,
serAo os bilhetes falsos inuti-
lisados e ncnhuin dircito ter
Indemnisacaoolguiua o por-
tador d'elles; no caso negativo
a Companhia os pagar inme-
diatamente.
A Companhia anda avisa
ao publico que para/ comple-
to resgate de taes bilhetes, o
prazo concedido pelo Coverno
improrogavel e lindo o qual
nenhum valor lerna ditos bi-
Ihetes por verdadeiros que se-
jam.
Hecifc. 88 de Dezenibro de
FELIPPE D'ARAUJOSAMPAIO
Gerente.
rince Line of Sr,-amers
laes KnoU New-CaslIe-on-
VfoMJ
LINHA REGULAR ENTRE O
Mediierrageo, e o Brazil e Rio da
Prata
E' esjeratfo rl" Mediter'a
neo tt o d>a de Jinei
ro. e 8b.ra depois da de-
cora Lecesearla para o
Rio de Janeiro e Buenos-
Ayres
O vapor inglez
Italian Prince
Para oargas p encommendas trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater ^ O.
Roa do Commeroio n. 15
V
Seducfjiu uui j&jtia dua p
'-'-j
4 hUaom i cUu to
A'Soctaampton 1* ciasa i 9S
Camarotes reservaJot para o o3Raat-o*m
Pemamhoco.
Para car^a, paes?ens, encommendas e
nbeiro a Ireie, trata p i-mu os
AGENTES
Aiiorim
3 '"*"
rfoao*
ena
> *Jt 'OttO
2 30 -
e 42
de
di-
& C.
N 3.
TE para
npFies KintiiB
LINKA MEN9AL
O paquete Orenoqae
Commandanto Le Qall
E' esperado da Eurcpa
ste o da 4 de Jaueiro de
1895. spuuindo depois da
demora netesarh para
Baha, Rio de Janeiro. Montevideo e Bae-
nos-Ayres
Este paqoele liinminado luz elctrica.
Paquete Equateur
5* PareoPrado
pau
Periambacano- 2 000 roetes. Handrip -Aniaiae de qoalqoer
Premios: l:000*0u0 ao 1., 200*000 ao 2. e 100*000 ao 3.
Gypsy.......
Apol'O.......
Goayanz
Hetrupolls.
Kadames... .
Ooruiby.......
Alazo-
Ca8taobo.
Alazo...
Pre o------
Alaso...
I gliterra.
. da Prata
S. Paulo.
Pernam o..
e
Inglaterra.
60
52
52
50
45
t8
Encarnado e azul------
fretoe ouro.........
Doro e preto.........
Verde e ooro........
Azul e encarnado------
Cond. Nova.
Coud. Fraternidade.
oud. Floxinense.
Cond. Independencia.
Coud. Brasileira
Coud. Cruzeiro.
6 PareoVleeoode Goacalvea einto-1.8)0 metros. Handcap Animaes (*e Per-
namDucu. Premis: 500*000 ao i., 100*000 ao S. e 50*000 ao 3.
Pin 5o......
Feniano.....
Piramon------
Tnumrbi...
Turco 2.#....
Naoabo......
fusso......
II dia,i.....
..asuclu...
Mellado.....
Aiazao.....
Pernamb.. 48
50
I 48
8
44
c 58
L's'.rado.............
Verde e rosa........
Amarello e branco...
ttosa e preto........
(-ena: e azul. ......
4/ul, branco e encar
Cond. Nerondio.
Coadelaria Vital.
Coud. Bella Vista.
Com. Arrayal.
J. E. Ferreira.
Coud. Cruzeiro.
7e PareoF re de neo Loup -1.500 metrosADiroaes de Pernambuco.
ao i.\ 80*000 ao 2.' e 40*000 ao 3-
Premios: 400*
1
2
3
4
5
e
7
taa
Mendigo-----
Erna........
Berlim......
Ma8cotte...<
Maiaio........
Ally Stoper.
Pau-booly..
Castaobo.....

Zuo.......
Casiaobo...-
Mellado.....
Rodado......
Humo .....
Pernamb.. 51
* 51
52
51
ti
51
a 52
Encarnado............
Verde e rosa.........
Prpto e ouro.........
Azule ouro ........
Pre o e amarello... .
Preto e encamado....
Amarello verde......
D. M. S. Santos.
C. Vital.
A. Silva.
Coud. Mourlecana.
C. Campos.
Almeida & C.
M- PIoipoioI.
Commar. danta Lartigne
E't?pe'ado dos
cortos do sol,a!
o at dn Jur.ei-
o de 189 5, se-
ulnlo depois d
demora neeeHSifia para
Dakar e Lisboa
Este paquete Iluminado luz elctrica.
?revme-e anda aos Srs. recebedores de me-
a donas que -6 se aitender a rectamacOes por
((as, que torem reconbecltat, na occasto '.a
lesearla dos volumes ; e que dentro de 48 to
ral a contar do dia da descaiga das a.vareana-.'
leverao faier qualquer reclimayao concerLen-
e a volumes que porventura tenbam seguido
i>ara os portos do sul, atim de serem dadas a
ampo as providencias necessartas.
Roga-se aos Srs. passageiros de sa scresen.a
em na vespera da cnegala do vapor para toma
em as suas passagens.
Para carga, pa3 geos, encommendaa e disbei
ro a ele tratar com os
03 AGENTES
Burle & C.
42-RUA DO TORRES-42
1 andar
0 paquete po luPfiei
Peninsular
Esperare des portos do
sui ot o di 5 de Janeiro,
feeegoiBdo depois a 'emora
WftettBBUti DMECTAMEN
Lisboa
trata e com os cna-
Para paserget s e carga
g-gn:'taos
Silu Guimarss i C.
Roa do .'omrr.er-io n. 5
riaCathariaa Leonor de Sei-
bas Ferrao.
AH'JADO. 12 OE JANalRO DE 1893
Ao Keio dia
O leilao ter logar no ar-
mazem n. 39 da ra 15 de
Ncvrimbro.
0 agente Ma>- ios lovar ? WMh pela s ganda
vex, a rpqoeriroeotn i'o Dr. iveoianaB e dea
beos do refund, eeaolio, e por m^o do uo lm.
S.. Dr. jete de diivi c do civil -m fiia prpccur;,
o eosenno Ped?'aB)*, cola iu.*> aa leal 'erraa,
e'V|d5e8, car*r.*, ^ni^l^e^ v,' cem t avallar,
movis e forma perteocentee ao enpra^:to en-
grnbu.
AVISOS DIVERSOS
Para o Rio de Janeiro
PATACHO NACIONAL
Brazil
Este navio, qce ja tem engajado urna gran-
de parte de sen carregamtnto. segoe por estes-
dia- nara o porto sema, podendo aiatfa receber
alguma arca.
A tratar com a
CONSIONATARIA
Companhia Industrial e Com
mezclo de BSsilvn
Ra oo Amonm u. 58
Folhiohas de porta para
1805
VrDd s 'O p"-ri,lnr u ,, orarlo.
MAS. l*re>ei a-ae Je UIDi inri l:uu r-J
veo de cana de -lua pe a-*, p He ama mccl-
nb. pan trata' ileurracr'iiv,s|li.ngaDdo sai
coedoctas p a ira'ar n roa 1 i'Hmal o. l.4.
PecieS-a de bid al'le murado, com orna
peqaena HH e o"t>, na p.'imeira spccSo do
otoe s hond : a !':<(- r.a ra Ca Madiede
Dos n 10.
H.
Tocando a peaagem dos jockeys, oa animaes deverao eatar junto respecti-
va casa para serem immediatamente eoaiihados e seguirem para o barraco no oentro
da iaia onde popero eBtar os joekeys e os tratadores ou criados, e o juie do mee-
mo barraoSo, ob quaes nlo pod^rao ter commuoiaa9ao com ^essoa al gama antea de
roalisar-se a corrida.
A archibancada do centro, tica exclusiva-
mente reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares e imprensa
. Entrada para Senhoras GRATUITA
Os animees mecriptos para o 1- pareo deverSo acbar-se no ensilbamento as
9 Ii2 horas da roaiihS.
Osforfaits serao recabidoa at aabbado 5 do corrente s boraa da tarde
na Societaria do Prado Pernambocano.
Os jockeys que nao se apresentarero conveoientemenle trajados com as
cores adoptadas no programma por sous patres, nao sero adraittidos pesagen.
esero multados do accordo com oart. 51 do cdigo uo omrmw.
Previoe-se aos senhores accionistas de procuraren! os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz u. 26 1." andar.
A Directora chama a altenco dos Srs. propietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigurosamente cumprido.
Chama-se altenco dos Srs. propietarios, e |ockeys, para procuraren) os
seus cartoe*, e cadernetas na Secretaria do Prado atm de serem entregues aos
oorteifos no dia de corrida.
O Dorto do ensilbamento s d entrada as pesaras que vierem com animal
ATTENCAO
D-se como brinde aoa Sie. trequenudores, om lindo carro francs de 4
rodas com um tiodo caballo, complet*mente trreiado,
' Oa ioereaao par esta corrida terso 2 nmeros.
Preco 11000
Aa gentia senhoras qne, forem festa anniveraaria do Prado Pernambocano
receberSo na entrada dos port3 bilhetes gwtia, tfrmbem naaerido, 4e darlo di-
reito a 10 lindes objectos de paanUais, que ucham-ao em espoaiclo no Baaar da oa
Vista. .
.Oa i3gre808 acham-se venda res aegaintei lagares:
Sscreiori do Prado, ra da Itop^ratria n. 26, I.' andar.
Baaer d Boa Viats, roa da Imperatri n. 88.
L'Truria FrHnoeea, ra Primeiro de Margo n. 9.
Centro doa Fumantes, raa Primeiro de Margo n. 3.
SeoretoriB do Prado Petnambucano, 1 de Jaoe O secretario,
1/. Lentos. 1
Companhia do Reberibe
Previne-se ao publico que em con-
sequencia da retirada da circulagao
dos antigos bilhetes da Co.npanhia
Ferro Carril, e de nao serem trocados
dla mesma Companhia os bilhetes
destacados das cadernetas, a venda
d'agua nos chafarizes s podar ser
feita recebendo-se moeda legal, e
quando nao possa o comprador apre-
sentaro valor de cada balde d'agua,
ser-lhe-ha permittido deixar em de-
posito em mao do guarda do chafariz
urna cdula de pequeo valor para ir
tirando baldes d'agua at completar
a sua importancia, at que haja moe-
da divisionaria legal ou que outra
providencia possa ser adoptada.
Recife, 29 de Dezembro de 1894.
Graciliano O. da C. Marius.
Director gerente interino.
I Bl TJ MM~~
DE
rvossa Senh-jra do Ter^o
A mesa regeJora des'a irma->dade ag-adece a
todoa aquelles irmaus e devotos que cen orre
ram com suas esmr-las para a missa do rtal I.
uem como a distlncta bao a musical da soele-
dade Cjranita do He;ife, pelo sen comparecl-
meoio oa retertoa miesa, dan o aseim maior
esplendor ao acto, e scieoUBca que ssbbado 5
do cjrreute. pela^ 7 mis^a rezada em lenco d iodo SMltei qoe
coocorrerrm para o mesmo arto, e que domiogo
6, celas 4 1/2 da manroade, ha>era lambem
mlssa retada em honra aos tres Res do Orien'e
Secretaria da veueravel ir-rsodtde dei. S.
do Terco, 2 de Janeiro de 1895
O B-crc a-!0
M. J. Uapti9ta.
MUltu II El
Directo ao Rio de Janeiro
O paquete Jacuhype
Command&nte Libato
LEILOES
O leilao de movis, annonciado por uner-
vencae do agente P^oto, para Poje, 3 ie Jaoeiro
oevn ter logar na casa u. 34 da ra das Trio-
ebeiraa.
Leilao
Dp orna rnixa marca L M 4 G l n. 63981 cem
35 dozas de H:"o aa la variados u'. mar, ff.ados de HimDur;o peio vapor Cury;i-
ba, entrado em deaema-o pruxirau pasiado.
Qcinta-feiM. 3 do corrente
AS 11 HORAS
No armaeem a ra do Mrquez de Clinda
n. 48
O .-gente GnsnaSo, auionsado, 'ara leilao por
conta da compaobn de sega o* L Helv na em
San Gall, da caixa cima meaciouada, contendo
tiebua avariados._________
TsTerra
Vtrde ?ea Uverna om pjocncaplial, nmpria
para qoa'qupr ptio'MPianti', aa Et'ad- Neta de
Ca au :> n 51 refroni- d .-ti(;o i'i ZiQjbj,
O motivo da enoa a" di 4 ao ..o.prac ,.
Leilao
Segne no dia S do corren-
te is 4 boras da larde.
Recebe carga, eocommeedas, passagens e di
oheiro frete at s 11 Doras da maullado da
da partida.
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
De raobias de junco, qoadros, cortinados de
erttoBe, jarros, capitel, eeteiras e apeles para
forro de salaB e quartos, bracos a gax, 1 com
moda. 1 mala-, cadeiras de jnoco, copo, clices,
caoeiras de balacee, marqueie* e ootros mo-
vis de casa de familia existentes no
Sobrad da raa das Trnchei-
m b.
Agente Pinto
Qainta-feira, 3 de Janeiro
A'a 11 horas_____
Leiio
Da cerca de 40 calas com cerveja a lema
Se*.**, -feira, 4 do correte
A'8 11 HORAS
No trapiche Bailar, auligo irapicbe Gjer.a
Por luterven^o do agente
GasfflaO
icwP.it:]mccs
Companhia Pemanibucana de Na-
\ega^o
PORTO DO SUL
Directo Santos
O paqaai-3
La Place
COMMANDANTE l.'TFNEME VEP.ISSIMD
'"OaTA
Segne no dia 4 da Janeiro
as 4 Dcras da larde.
P.eteae carga encommendas, passagens e di
nbeiro a frete al s iz norss da macb do dia
da partida.
E9CRIPTJRIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambucana
o. 12
Escuna norueguense
NETTO
A fabir n'estes poneos dial para
PELOTAS
Para carpa a tratar coro
Vova. Hala *fc
largo do gorposanton.ii.I'Ahdar
Boal Mal sil Paclel eieany
O paquete
Magdalena
Commandante H. C. Hicks
Espera-ee dos
ponrs do >ol no
da & de Janei'o
vindouro, segoin-
go depuis da de-
mora neeefgjrU para
. Vicente, LUbca, Vlgo o oo
Hiamptoo
O paquete
lagus
Ccmaandante A. E. Bol
Espera-se c
Europa oo dia 9
de Janeiro vio
di O'O. seguin'Jo
'depcis da demora
ndcessaria para
Mace:of Babia, Rio He Janei-
ro e Santos
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
Agente
Leilao
Pacfico Meaiu Nav?gaon Coa)
BSIT
STRATTS OF MAGELLAM LINE
O paquete Orcana
Erp.""a-se da Europa at.-
o dia S .1 Jaoeiro i
1895 e seguir ae^-l? o a
demoia do costoire pa a
Va'pira'so com escala pah
Babia, Rio Janeiro o Montevideo
NSo receba passageiros de 2." clss-e.
Para carga, passagens eoiommeooss e dinbel
ro a frete trata-se com oa
AGENTES
Wilson, Sons C, Limited
10 RA DO COMMERCIO10
1* andar
De di rsos predios bem localisados e em
coas Iregoezias, etc.
Sabbado, 5 do corrente
A'S 11 HORAS
O agente Ollveira competentemente utoriaa-
do pelos proprietarios, vender em leilao uo da
e hora cima, liares e desembaracaoos de qual
qoer oous, os predios segulote8 :
Uoia casa terre> fita lua oa Cooceifiao n. 29
freguezia oa Boa-Viala, com so'a, Dastamts
ce mooos, eic.
Urna dita sita roa doa Pescadores n. 32, fre-
guezia de S. Jos.
Orna meia gua sita travessa do Fo.te n. Jt
freguezia de S. Jote.
Um sobrado de andares silo ra Mam e
Barros o. 8, freuoezia do Ree.ifp.em solo proprlo.
reodeudo anoalmpn'p 8404CG0. servindo de
bae a offaia fie 4:5C0*U00.
Os Srs. pieteodeo-.es arsde j podero exa-
miar ob ditos premos._______________________^
Grande leilao
De rooveii. espelhos, lostre de erjstal, regis
tro de gaz, tocanamento, arandelias. b neos
para jardim, nma graodo biDlioibecs, jar
ros, etc."
Sobado, S do corrente
Rra Direita n. 32. Io andar
O agente Pinia. aoioris.uo competenten-eate,
fsra leilSo "os m> vea da Socieaaie Recreativa
Commercicl,
A' 11 hora$
Vnp.qp j ToTlHl d'> Ri'Pl- ____________^^^__
Engenlio Penderama
SEGUNDO
LEILAO
Papel de forro
Para a Livraria Econmica na ra do
Imperador n. 73 acaba de chegar o que
ha de mais chic e variado nos padree-,
em papis pintados para forrar salas,
quartos, gabinetes, corredores, Ctc, ha-
vendo igualmente grande sortimento
de guarnicOes proprias para estes pa-
pis. Precos resumidos.
Recife, 29 de Dezembro de 1894.
Oestes
Termina a horrivel dor de tientes usan-
do o ezcelleute preparado de Manoei
Cerdoso Jnior.
As cartas que lhe tere sido dirigida
pelos jornaes de maior circuiac&o, attaa-
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de B'rancisco Maaoel da Sil-
va &. 5., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axias n. 83 .
Pharmacia Oriental, ra EstreiU do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
6 15o da Victoria n. 14.
i'harmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario u. 31.
MTOMPILIO
Cirurs;iao dentista
Contina com "o seu consultorio roa
Baro da Victoria n. 54.
Consultas e operacSes daa 8 hora da
manh s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas maia moj
eraos aperfeicoadoa.
"Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porc5es applica-se ventosas seccas e
zarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Ao cpmsiierco
Os ataixo afs gnados, lenco amigavtlmtn'e
dissolviio a socirtuade de compra o veooas de
fazenda e miudezos. ajee 1 ubam 01 ti'aie do
Limoelro soh a r*aj oci Lvra & Irmo. veem 81 ientflcar ao respettavel
crpo corom-rciai qoe nrsia Cata retiroa-se o
socio Firmino Lyra Fiflr, pago e salipfeito de
geu capital e lacros ; como tairbpm qoe o socio
Manoei Bapiista Lys B:a coot cuando a gerlr a
mema casa e reaponia el pelo afa activo pas-
Limoetro. 31 de D zembro de 1*94.
Manoei Bapusia Lvra.
K-rmino Lye PI6r.______
" Sitio para augar
Com grande cnaa, conbeira e estriba ia, prefio
a mmodo uo La-go dos Remedlts de fronte da
lzr.j4; a tratar com o commendador Barroca,
em Betica n. 40._____________________________
"Z"Vende-se om bol flwos iraoalbo e nma carroca de do:s rodas em boBl
-atado; a tratar ra imperial, Irav.aaa do
Lonreuco n. 44.____________
^"V^nde-se om piaoo novo vmd < ba ppeco da
Europa; a tratar 4 rm da Soladade o. 88.
Vende se m Timnaooa, a ro 15 de Barco
n. 7. ponto da fera, orna 'oja de Lamias mul-
to af'Huezada ; a tratar na ocesma ou uo Recite,
a roa Duque de Caxias n 48. loj*. __ _
"^-ITpessoa qoe acboo om ltro e apoota-
renlos da ccofr-na de I: Be"dnto ij II
qoereodo en'-regbl n, pooe o f >ier
ges. no escriptono do liaric,
p>n*artn. _______^__^
ao S'. U'
que rer recom-
K dia IO de Jaoeiro vindou-
ro, seguin o dep is da de-
mura ueceaearia para
Babia, Rio de Janeiro Mon-
tevideu e Buenos Ayres
(. B.Prevlne-se aos 8rs. recebedores de
nercadonaB, que a Gompanbia Mala Real inglv
ja, conlractou com aGei.cat Ste.am Naveganoi
Campanjum servigo de vapore3 semacaes qn
oar'.inao de Bordeaux e t ognac. vem ebegar 1
Sootnmptop a tempo de baldeia-em as carga'
lestinadas'a America co Sol. para os vapore
esia comDa.t bi'.
A Rea M"la a^eit* aor p ecos razoavels pai-
tageiros rara Valparaiio va Boenosj-Ayres,
estrada dos Anees.
Tambem acceita passageiros para New York.
va Soctaampton, por especial arranjo felto coa
a CompantMa Allemand Llovd, podendo demora-
em-3e na Europa cas; o deiejarem.
^enlio
Do importante e
Penderama, municipio de
Ipojaca, com tedas as suas
trras, servidos?, moente e
concite, com caca de enge-
nho, dita de f/urgar, distil-
laria e seus pereures, casa
de bagago, casas para mo
radores e ^rabalhadoies, for-
mas de ferro, carrop, ani-
maes vaceum e ca vallar, a'g
guns movis, tado perteu-
cente ao espo'io de D. Ma-
n C!ieSoa !!!
A soluco anti-cancrosa.
Maravilhosa descoberta dos pharmaceu-
ticos Joao Facundo de Castro M enezes
&i C, prop ietarios da formula Alexan-
dre dos Santos Selva e approvado pela
Exma. Inspectora daHjaaaM o Estado.
Nao ha inais caccros, applicando esse
heroico remtdio, que em poucos dias
acaba com os cancr antigs feridas, ulceras svphiliticaa, nao
resistem a este poderoso remedio.
Deposito em frrosso-
Pharmacia Minerva de Alexandre dos
Santos Selva, ra Vidal de Negreiroi
n. 12 (antigo Pateo do Te: 9) ) e Droga-
ra dos Srs. Guima aes Braga & C, ra
do Mrquez de Olinda n 60.
Vende-se em todas as boas pharmacias
e drogaras deste Estado, do Sul e do
Norte.
Pre90 de um vidro 2S0.O.
Pre?o de urna auzia 205010.____________
"^Siro^^ERCTE ESPECIAL
DE
tuve Rocha L.ea C
Garantido puro e escolhido pelo
Laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVS
ZAR AS REFEICOES para af
obter urna digesto sadia e nutriente!.
Encontra-se as principaes atv
cearias.
NICOS RECEBEDORES ^r^
GUIMAK-*ES & VAL.EIJTJB1
LARGO DO CORPao**tO fc
, j
'
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f aiIlM i
*>>*-
\ \
r
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PEEIDAS
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HAtfAtfELIS
DE BRISTOL -
AVELEIRA MGICA)
-,
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
ME0I1WI0
E HEMORRHOIDAS
INCHA90ES
$J
f
Antonio la Silva ltuiies
Antonio da Silva Rmos Jnior,
mulhcr e filhos, tendo recebido
Portugal a infausta
ment prematuro de
sua
de
noticia do falleci-
seu prezado pai,
sogro e av Antonio da Silva Ramos,
convidara os seus parentes e amigos,
para assistirem as missas que mandam
celebrar pelo scu descanco eterno, no
dia 3 de Janeiro, s 8 horas da manh,
na matriz de Santo Antonio, e desde
j confessam-se summamente gratos
aos que se dignarem de comparecer
a to piedoso acto.
JL
Dr. Lycargo de Ibupusrqae
KaioimcBo
2* snnivpr^ano de. e-u b'll'Cimento
Vic ite F. A N'SCtmeoto, D Orminda Ai)D(jnerque Cautir.ho. ama i'aia. s e ctmh .ag
man^i'm reza' missa a matril d Boa Vi^ta, n
Da & (i o cor ente', > 8 ioas la maohS po>
sima de seo rioaio <- ao"f:do liman Dr. Lycorfco
de A''-q.irou' ."' a melo, convidam seos
par s e aaue n : 1 1 i*pm "ie asa de
re.':y ;, pelo qe tkaiij eternamente adrada
cid os.
Cji-ci'I Oljr;i;.i Carnriro Leo
QenrioaeU A co-r.ja Caiceiro L'So,
sf-os albos. gen.o< e oras, ronvid;.m
os paren e-t e amigr-g tara a^.-tireo:
as missas de dia qu- tDmaa pir alaa de ?to prnado maride, pai e
Bagro, no da 3. as 8 horas da manes. Da tf'ej'
qo Carolo riesta ciir.de, e lo* eC'-r.ho- Mciite 8
S. Brax, ant"Cir>an q je co~ npr-Tfprr .

M.
O. FSura > k'c'5 Branca
'inu-iro
Daniel Francisco Pinri'O, sua filha ismesla
CsRifllo Bramo Pinbalto c sens parer.t-8 regra-
decen! 00 iutuoo ilMca as pessoas qoe acoro
panbarm o enlp'ro de sua pri-zada esposa D.
Fio' Ceatello Branca Piohei'O. 00 dia 29 .10
correntp, eeoav isa t B seas pi rnte* e amign.-
para Tirem a>-?is!'r aa mia*aa do 7 da i;u
mandam crlpbra* po" v non da rcaona de 3 "> Ja; elfo e 4895 ,sexta
feia) "s it'-pj 1 de 8. Pe ro *n larir*.
Aviso ao pi
A cae:, da rea do Principe d. 22 A tem emba-
race ; enguere se liota.
Amas
P'eei?3-se de cma raparig- pera coHar di-
duas r.. dcis. p de orna msiobelra ; a iraiar na
ra ['..- o ^ Victoria o. o, i.a aotiga ageocia
de muv. is.
lio
ingei.
Prerisase de cm administrador qce leobr.
Daatanie p-atica do cl-Etio de caooa e mosEu..
nsra ntc eogebo no r.orie, pert.j fio Recife, one
< fiadores cnnipn'o de c.i babi^cao e con-
ducta ; qapm preciar dlrlja-ae a vu Direila n.
431, 2- andar, das 6 Ss 9 aoras d maofca e tas
5 s 7 doras da cero.
Aula pa ti calar
A bacharel Marh Co^lho da Silva tendo revol-
vido aduir na casa d? sua residencia, roa
Coronel Suasjnna. amiga Augusta, o. 276, do
dia 7 do correte em iaotp, um numero limita
do d3 alumnas, inierna?, seaji-ioitrnas exier
lias, vem por este meio cfferecer seos re-viecs
aos Srs. pais de familia, garaatindo. a par de
ptimo tralameDlo, mc->'icidadeeai precos. Lac-
cicnar alera de loooocu'so primario mais as
segu'.ntfs otateriSB : porloeoes, fnoces, alie
a3o, geograpiia, lfciceira, an'.bme lea, msica
e piano e tocos os trabalbn* na igu'ba.
Recite. 2 de JaDniro de 1895. ___________
Criado
P-eci?a-se de cm criado do becco no Padre d.
28, hotel.
Precisa se de um
D. 22.
Criado
CttaOo a :ua do
Bom Jens
Atten^ao
Precisa-se de om col>el o, e tamben de om
criadj, tratar no palpo do Paratso o. 6.
Cozinheira
Precisa-se de urna r a pbarm:.cta e droga.ia
Oriental, roa Estrella do Rogarlo n. 3.________
ptimo negocio
Veude-se orna irnoortante rttinagSo de assu
cap, em um dos melbcres Dairros do Recife, com
o moviraeoto mensal di; olio a dez contos de
ris. Traia-se no arrriBZPra p Tboroaz Thimes.
largo da Eicadinba a. 5, com Antonio R. da
Cost^_____________________________________
Duas amas e um empregado
Precisa se de una cninheira, orna para aer-
vco- internos e om criado, 20 cnale delrooie da
igreja ta Graga.__________________
Governante e amas
Precia e de orna coverna-te e doasama?,
pare casa de om vinvo coro diva meuinas, i
ttaiar rna a-n da Vitoria P. S4.
Rectiicador brazileiro
Oestes impertantes e eco-
nmicos apparelhos acab
de chegar a esta cidade
nova remessa que se acha
depositada a ra J'Aurora
n. 81 para onde os Srs
asncultoiespoderao se di.
iigir

v'
W*
j
Diario de Pernambnco -* ftninto-feira 3 de Janeiro de 1995
PARS
6, Rut de Mi rengo
e em todas is
Pharmadas do Brazil.
SfiHPflLO BKETOWilEU
CONTRA :
BLENN0RRHA8IA
o todas as
BOLESTIAS da BEXiGA
Estmago,
Anemia,
Falta de Forcam,
6gU2 ,
FEO
J
ogshoso r
^sV^^/^VVV
de
... Chlorosis, Pobreza do Sangue, Debilldade, eto.
Lymphatismo, Escrfula, Amolccimento dos Ossos,e$C-......
Pai, i* tt 19. Bue Droiut e l'barmioiai
AVISO ^ OQNHEGEDORBS ^ ^ OONAB
r/a-s6 em cada lata
a Marca da fabrica abaixo
Para azer
preciso
Boa Cosinha
Boa M.anteiga
USAI, POIS, A
II PURA EDI
em VALOG1TES (Franga)
A MAIS IMPORTANTE CAZA DO MUNDO
Manteiga garantida absolutamente isenta de Acido Brico, Margarina,
7 v T".?
GRAN3E
.T ? ?. T.
tzeite e qup.Iquer corpo gordo.
PREMIO Exposigao Vnivcra.1 de Parir. 1SS9.
4.--S ii
< T T .i" T T T T T T T"T "-TTT 1- f
"EMAZIE^E
J^.EJPro'vacla.s pela Inepecrtorla d Hyfliena ci BBWti
IODURETOoe FERROeCASCARA
CASCARA
SAGRADA

PRISAOdfVSNTRE
Contra ANEMIA e GKL0383E
JT*>v pr*ff;Md o rr'.eiio ttf. Venrm

NAlirUAL
Deposito c"-' ; HHAaMACIA O. DeMAZltRC, 71. nenm ) vmi.r. i-Ar.ir, ^;
Km fmraimbuco : C* l SE'JOiS* PRDDt- miiini ii ii :''...,-.... "-c^
t*S.
-^yffl*"

OBREJAS
I TRfT3 PRETAS
D2 cosas
a Co/ia iia* i Fra
1
rtnvil.'it a:i* t-j* Main SdlcsBrV.u =.oH"Vj fsi.i,
Uf:-.-i:0;o:rij,'ii;S.v.L:;,i.(i.oi.M'.ui;;-,
Bajssmo aa Cop=s>., Oblatos, Alcatrao, le.
TODOS OS HKDIC^JSENTOS EX PO
|s. OSlRESr tVKla,U. na iTswU, ib Par*.- m*hi6(ioo : PSta". aa SCUfa fc
HOSTIAw
2*fea ^la'{/*3s*o
fxra Pban
EOBSIAi
rrabaftfaTiu
O MESMO
i BMiim
Cachorro bravo
C >rnp-'-.-e um de T^rra No^a ca Rio Grande
do Sol, i arxta se beiu fe for ma'.tj bravo na
rna Doq-' "- Ox's o 81
ED^eotio Goc.g'aQary
Vfode-g- o tRgenhj Gioe'C'ry, silo na co-
mrea ne K'oar 8fo\ e ai-tanie oa oiade d-
C'-nra qoairo le."oas, fppor'elras fechadas, corr.
-a''.-- 10 carcp'> para 2 0(0 fS-s, teod> fxcelleo-
b>* lerraooa oe plati.ac6--P e tapacid^de para
stfrejar 3.0U0 paea ; movido vapor e por um^
caloeira nova oom ftjrca de 16oavallos, rioa caja
*Keoaa, capella, fe., seodo todo as obras
e avenr-ria. om Irilboa ssepiailes para n por-
to de i-mbi-que de asto'.'.-ir e para rro ra-ttdo ;
ods finos p ra lavradorep, pxcel'eo e neslila-
q&", ven'en ''-se toda ak' Etp en.erho torna-se rccomti.endavfl por 'er
mofas pean mu oaJ<*areas. to imparlajMas que
na fes anD*g o ase a podra eratnlbucent- a
icPtr nn-ia f^brtcd* cal : tt-m tarcb'.'r. muitas
m 'e que oroecem lenba para o sen fabrico,
'ornes, ftC.
E-ta propiedarie t' m e'ca' fafrs, orna de
>nna- que DOSem ser moldas co vendidas t
Uiira T.mb5. e ro"a 1 c i; atra'ar na praga
. C ncord'a rs. 43 e 1K. _________________
Ama
Na Cananas, 'w das C'.eotlas n. 15 A, pre-
laa-sc d>> rrca mclbp- op mpia Idafl" par:-. rofC
par hia ce urna familia ; alem do t atao.eato,
pagase bem
Casas Venda
Vende se 2 pequeas casas, n. 28 e
30, na ra Real da Torre, com um
terreno que as separa, chao proprio.
Quem os pretender poder ir velas ;
e para negocio deixe carta no escripto-
rio dcste Diario com as iniciaes X. Y- Z.
i
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuate, da sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencic ,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
'vtw tB Pemambaoo: 6' de Erogariai e Proacta Cbaicos FABU SOBaiSHO 4 Ce ms iriacipsss Pairts'**-
resBVOBaBEnBaBmKMEaakiaME^
VINHO DO PORTO ADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
no-, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTKLLA COM AS IMITACOES !!
USICOS RECRKEnOP!'!
Guimarcs &- Valento
N. G Largo do Corpo Santo N. 6
Regulador da Marnha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igraja chronometros de
tnarinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binocuioa, ocalos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechanica.
9fina Larga do iiosario9
Criado
=5===i para
wmmsm

CIGARROS com PONT i^FERMEAVEL
nao podendo adherir aos labios
pars, Gastn d'ARGY & Cia, pars
Jnventoret e nico* Faorlcantes, Fo'-.ecedorea das Fabricas do Estado Prhle!adt
a. d. Harca decos.'.idi em Franca e no Eslran^eiro.
SENTENCAS OBTSDAS CONTRA A CONTRAFACAO
Franca : Paiis, Tribunal Correccional, -J3 de Novemb'ro i!o 18S2,
8.000 trancos. Contirmada polo Tribunal do AppelUtcSo em 2 de Maio de
1883, e polo Tribunal da BeiacSo 15 di Maio de 18S4. Paria, Tribunal
Correctional em 21 de Abril da 1888, 9209 fiamos.
Bsigica : Bruxellas, Tribunal de AppellacSo, 1 do Agosto lo 188B.
IVIA-XIC^VS DA BCB3MA CASA :
P^ PI^R ^RANCOIS. capa de Pergamlnho ; PAPIER JEAN. capa de Xadrez con a Dorda qommada,;
LE MTaOPOLITAIN. eczr. ;i Borda goramada: Lr. -ECHEUR. p-ipel rissado IwrjWI >~o- -pind pn.rtifmrNTr.
ulaiim aVaa>. importadora* ice o PAPEL ALAMBr.EADO ata fssMflratto e
tortv* ilo .tntiieritiu. Tricte. '*<-.. pbimo PAPEL FKANCEZ.
' | I----------------------------- I]
jelenca coutra um lalsicador : Par.s, T-ibunal Correccional, 26 de Janeiro dr 1893.
/.. fltuaMf oenhnra Confi-m-.io pelo Tribunal de AppeliacSo do 11 de ala'O de -35P3- t
Precisn-se
tratar ra
1
do um criado, a
do Puysand n.
A feira de estampas
O maior aarttmento em Pernnm
ataco
Ni fibrica de molduras a rna larga do Rosa-
rio o.ii.
Prfgpg sem pompetpncia
Oriario
W Precisa-9c do um criado de
12 a 14 anuos, na ra Duque
de Caxias n. 1. andar.
ESPECIALIDADES
JONES
fWKMTE DE PERFUMARA INGLESA
CXTRA-^INA
VICTORIA ESSENCE
0 perfame mais delicioso BO mundo.
Rema glande collec?5o de exiractca para o lenco
I da maazca qualtdadc.
LA JUVENILB
M sesa miat'.ira cbinica alfuma, para o rosto,
I adasreaue e &visivel.
CF.LAm CATIP
eoncarra-ae em todoa 03 climas; om ensilo
I tfsnonstrara saa superondarie soDre os oulrcs
i Cld-Creaica
AOVO *E TOUCAOOfl JONES
Tnnifi a iteai KatMUSafai cmi>\ u
I etcMuras de loxecos.
8.XIR FASTA AaOMTI
Desuiricio nusepuco e tnico. Br^wj-jcs
I tns 1 e fitrlifica as aeoxlvas.
' as, Besaaavaurtf d* najifammi, 33
PARCO
9W*eeV:*la#*1jetl
Bi
oa acquificao
Na Pa sagem d- Maijialpna alega se nma
cscfertavel rasa e g t.j, cem boos e ex-.elleDta
ac omraodagOei pata nswafnM familia, |pm
ua a encanados, quarto para criados
caixeiro, banbeiro e potras depeofleoc a"; o
aillo icd* morado, com diversa! fro teirae e
"ondorcSo ca pona : a tratar r. m joo Jos e
Ca-valno Uoraei. no t-3piohfl Bl*ho-a
Cal Braoea e Tir-
4MH de Jag^n-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendf) a nica
exploradora a cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
seaarmaziiio caesdo
Apollo n. 73.
AFFEC80E8
VICIOS DO SANGUC
Verdadeiros productos fcilmente tolerados
pelo ntomago e 06 intestinos.
Bxiglr ti Firma* do
V GIQERT de SOUTIONY, PhrnHcU::
Bece-.tados pelas cclebridadei meitcaes.
H.SC0'.N?!/I(-5E DAS HUTA(SU.
IScsiwureicao do Cabello o
ntorto da caspa pelo
icuzca is?Ln3:3
E-t prep-racSo tem m>i aodo restau-
radora c.br < o teoido ce u' r subcutneo
de orna >rScC'a extraer i n'-.ri para a
conservagSo do cabeiio, snpericr a qaa!-
qcer ontro tnico.
Vend'-se na
MARAVILHA roa Duque de Caxias n.
67.
NOVA ESPERAEgA, roa Doque d aCa
x>3 n. 63.
BRIZA Prajs da Indepenrencia ns. 4,6,
8 e 10.
3R_K-VIA ruad Ioaperstria n. 58
Movis austracos
Pi-dr-se a 10103 es fregneies qoe deram en-
fmo rnd s rpe.-e movis, o obsequio de tirero
o '; r ron' do*, mesmos, oue se ach m soa
isoos'ca as^irn como acf a se expos'o a veDda
(rraore e. vanado soriimemo deBle genero pdj
Bonillas eompletdS ou pegas svelaas, caa Rrto
' re'orgo de arpeos i ara liquidar : ca roa
M rae z de Oliona u 51.
AMA
Precisa-so de una, preferin
do-se de nieia idade o que d
boas referencias de sua eon-
duclapara cuidar d uuia crian-
ca : a tratar na ra do Pay-
sandu n. 19
| Galoes e Guarnico^s
Una vidrilho e sem vidriho acaba t
rejebor hndo sortimento o
t.,)NGHgSSQ DAS DAMAS
Bom negocio
Vpnde-8e o bem coQhecido e afreto'zado bo-
tel Nova Veaea, livre e desemharacad de
qu.i'qoeronos. na roa dcResia-ratao n. x. largo
do Arsenal de Marinba, e o motivo ter o dono
de se retirar pr.ra oso!.
Criado
Prf ri-c-?e de om a rna da Concordia n. 128
para servi.jo de fabrica.
Jardieniro
Preci3a.se de um prdioeiro, preferindo-se es
rar:gp|rO: na 'n do Commurrio n 4i.
Ama
Fenl;asp de nrra ama para cosinbar e que
more em can do? patries ; a tratar na roa Ja
Aorora o. 67. anoar terreo.
Ourives oceu-
lista
T&eodoro 4se Ua moa d elU
Eatielecidu com officioa i ourives a roa das
LaraDKetras n 1 avis^ aos se s fresoeses e so
re-pprael publico, qoe mantem officiaes bab-
litadiss.mog para txecn'.ao de qua.qner frabalbo
coacermrnie sea arte, egneciaini Die crava-
ctH t/ara b'bautes, ocelos, peocine:, monoco
los. ie.
Dfora-se pratela-se qoalqoBf metil. ncer-
to^ euj leqcis de madriperoia on outra gai oer
eap '-'', araolioao presos mdicos.
Ra das Laraugeira* d. 1 22 !Bua da Cruz 22
s sezoe, febres iutermi-
tentes, palustreso recitentes,
dores de cabera, nevialgias
as mais rebeldes sao cura-
das iufail ve 1 me a Le com as
plalas contra as sezoes do
Dr. Cosa Leite.
BOTICA FRANCA
3. Roiiv|Ua^rol
III^ARIl i: AltFAIATARA
15 Rua do Viscon ie de Inhada 15
( intima do ra do Rangel)
Este novo estabelecimento acha.se sob a direc^o de Alvaro Jos P^reira-
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por iaao scientifica ao respeiUvel pu-
blico pernanibacano, e a todos os seus freguezes tanto da pra?a, como do matto qae
alm de um bom sortirneuto de finas casemiras, brius, brsmantes, flanellas, optimoa
madapolSes, esguioes, entretella, cretones e etc., tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas. Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert da carnizas. Grande deposito de camisas da* qualidades e precos seguintes :
Duzia de 1.* clase com pnnho ou sem punho 8^5000
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Duaia de 2a classe com punh e sem punho
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Duzia de 3." li com punho ou sem punho
Duzia de 3 a B com collarinhos
Duzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho
Duzia de 3.a classe com collarinhos
Duzia de 4.a classe com punho e sem punho
Duzia de 4 com collarinho
lni duzias iazem-se bous descont*
Linda exposifo de gravatas lencos, punhos, collarinhos, meias de lSe
algodao, para homens, senheras e meninos; o que ha de mais fino em aberturas d
camisas, lizas e bordadas
A' frente da officina de alfaiaaria acha se um perito e hbil artista.
90*000
72SOO0
785!C0
6'fOOO
G64a0
4HS00O
54W00
424 00
433000
rdozo & Zsrxxxao
Ra doBaro de Triumpho2S3. 100 104
e ra do Viscon de de Jtaparea r e
COMMUNICAM a seus numerosos freguezes que tem um depj;:.o rece-
ben regularmente da Europa e Ama ica todo os machiaiimoa e ferragjos pfoiaaa
i agricultura ri'eete Estado como sejam
MACHINAS a vapor de forga de 4 10 cavallos.
CiLDclIRA muicitubiilares ae todos os ta-u-noos.
MOENDaS as mcia solidea da mercado e e difarenta *nhoa.
TA1XA3 de ferro batido e fundido.
RODAS D'AQUA.
RODAS DENTADAS direitas e angulares.
CRIVAQS de trro fundiio o batido.
BOMBAS de repucho de differeriias eystemi.
LCOMOVEIS de diversos tamanhos.
MACHINAS da deacarofnr algodo.
CANOS de ferro galvaniasdo, pintados e da chumbo.
ENCARREGAM SE de qualquer concert para o q'ze tam suas cfiiooaa
bem sront-daa e com baatanto pessoai e dirigidas por dous engenheiros bastante pra-
ticoa e co^becidos.
MANDAM vir do Europa aaofregam iae 3 montagem da Uainea e rea.
tiiUcSas, garantem sua boa qualidade e oacjtonimecto o^.0 provm coia aa di ver*
saj que te.n moetsdo.
VENDEM a praso ou a diinharo com descont e & prego i resumidos.
TA
Liquidado
O proprietario d'este estabelecimento re-
solveu liquidar todas as mercadorias existentes,
com grande abatiinento dos precos communs
entre estas mercadorias encontrar as Exmas.
familias e o publico, um magnifico sortimento de
objectos para prsenles, perfumaras, mezas c
estantes para adorno desalas, leques, meias de
algodao e lio d\ scossia, itas, enxovaes para ba-
ptisado, capellas para noivas, bicos, galoes oe
seda e de vidrilhu, collarinhos, punhos, peitilhos
e finalmente to-ios os artigos tendentes a urna
ioja de miudezas.
A FAVORITA
liua Io. de Marco n. 25
E DE PAIIS
U DO CafircA &. U
a

Fazendas finas, modas, confecSes e chapeos de
alta noviciado
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pefas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas ranas
bordadas.
Espartilhos de todos os tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodao e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Variado sortimento de guarnicoes para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cinta para homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPr-OS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom gosto escolhido por madame KOBCET
Paris.
A Ra do Cabur 1 A
Acaba de chegar para a chapelaria XT3NTDLA.Q
pelo ultimo vapor um dovo e comp'elo sortimento te
chapeos de feltro, la e palha para homens, senhoras e
criaacas.
R. MELLO & AZEVEDO
87 | Rna Doque de C1 avias87


Co

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eli\ iMtMOMH 'Jerol le lly*cac a-v
Ivpetta d BtM.
i Mf jdtaV Pisadura, Machucaduras, Couii>oc.. lo?
mniras. Cvruiimn.un Laiviac.**. AUtvfcvatute
a u intiie, taz rara.- a fi.(lainm.i..->lo. n>4u/
t. Indiano, ttaao descoraawmo, e fas sural a re la
como ,>r cacan o.
A .Uamvllua Curativa aliKioi>ro:npi<.:
n-r rpida l vuetma".ras. L--uIdadum:, .
.ju, in.aoura -" ouvR
A Mnrnvilliii OnrJitWa nraasav-t o-
>-oinag".ouaUl.-:n. .-rnoV
Hiwmiiinm immnil|X*n nunca lal^a.

SaFBcedSenMKkL ___ .
K&idoana Juntas ouIWnaa.
A Mai:.vha &^*l**Vg!*23;
oSt rE^otaScla, ? fina, A:.ivK.!lasi wluriiBcl
Mlanimadas-seinpi- seguro, sempre efflea-
t .lliirnvilka Conniva multo U
:,r ...^rmenles a.M.lttntaa
...^'""*^:.^:,,-. Apx.rnws.Pana.-
SlScaUos. RftSB Joiactcsi; Turnen.
ta. iras; K_,!u!ac!ura. Contu-A. Laccravcre-.
flil r.m*. a0 Dr. Hucsparej^
Krmrflioa Earrinco-.
cntfnvn frlaravilboso,
fiematfjo* (vpiilStraaw-
RemcAo* Vetertni-t-Jaai
* aunl o ur. Kuiapiu-rs K> ^^?*S"'
floaost-ti I hwK'itw ou a
ui aiEBciRi oo.,
IJTJ MM Street. REtV VOttL
UNIOS AGENTES
Fara vendan Pcra&Baboco
Faria Sobrinho i C.
PARA
uzivas s E.0.2QS
Guimaaos & Valente, continuara
a ter as mercadorias abaixo descri-
niinadas proprias para Uzinas e En.
genhos quo vendem garantidas e h
precos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocotfi. _, ., ,
leos americanos paraglubrincacao
Oleo de ricino. >
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato,
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, eai
xas e latas.
Formicida capanema para extinc^f
daformiga sauva.
1%'. G Largo do Corpo Santo M.
Ceblas do
Porto em res
teas e soltas.
A' ra da Madre de
Deus n. 28
Vende-se ceblas do
Porto em resteas e sol-
tas.
Farinha de mandioca
de boa qualidade.
Fe?jao mulatinho su-
perior.
dem para vaccas.
Pastas de carocos de
algodo, alimento milito
bom para o .gado.
Cautellt*lia do Monte 8oc-
corro
Obras de ouro, brilUantes.
outras pedras preciosas, soltas en ava-
das, compra-se pelo maior prego, sendo
de boa qualidade ou em obras aproveita-
veis Na ra Estreita do Rosario n- 1.
OFFICJNA.DE RELOJOEIRO
FOLHETIM
9
FUNDADO EM
CASA ESPECIALISTA EM GNEROS ALIMENTICIOS
O petit Armazem do Lima, convicto de sempre ter correspondido espectatva dos seus diatinetos
[ireguezes e do publico dsesta Capital, participa que receben do que de mais chic e bello em objectos d'arte e
phantasia,8 3 fabrica as principaes casas de especialidade em Pars, Berlim e Vienna, expressamente em
para as familiares testas do MATAL sendo admiravel a sua requintada escolha, a saber:
Ricos saceos de setim, Sobreiros, Kiosques suisso?, Figuras, Bolos de Reis, Mimosas caixas, Jogos
difieren tes, O arteiras, Almofadas, Bebs, Chapeos, chics Azafates, Castanholas, Machinas de costura, Carrinhcs,
Fauteils, Cofres, Jornaes, Taboadas, Telephones, Relo^os, Navios, Charutos, Garrafas, Tambores, Marmitas,
Despertadores, Escriptorios, Phoephoros, Tulipes, Manlin rouge, Barmetro?, Sinos, cestas com Champagne,
etc., etc., tudo mimos ament guarnecido dos mais apetitosos Confeitos c Ainendoas.
Colossal e variado sortimento em Bolachinhas, Doces crvstalisados, Marmelada em ladrilhos, Figos
turcos e portuguezes, Rainha Claudia, Peras seccae, Lindas caixas feom passas sur chotx, Tmaras do Egypto,
Peras e pecegos crjst^lisados, Ameixas, Ceiras com figos, Bonitas latas combiscuits, Sortido variado de confeitos
Ino-lezes, Taugerine, Amiseed, Caraway, Finest Caramels, Riffe Balls Swiss, Birds Eggs Confit, e os excellentes
C A K E S
Especialistas em Vinhos fiaos da Madeira, Jerez, Porto, Butellas, Moscatel, Arinto, Manzanilla,
Barolo, Pajarette, Bordeaux, Carcavellos. Sauterne, Chambertin, Bourgogne, Malaga, Barbera, Alimentar,
Malvasia, Pasto, Genuino Collares, Puro Alcobaca, Verde Genuino, e o afamado
BOUEOCLARETT
Novidades em licores e aperitivos sobresahindo-se o Punch e o Qaa^^iamarakiBa.
Variedades em queijos, conservas allemes, mantega, fiambres chocolate Succhard e Mnir, Cham-
pagne, eemeervejas llemes especialisando-se a celebre e afamada
FRANCISCANA d ,
Em todos os demais gneros enorme o sortido, por isso limitamo-nos a chamar attencao do estimavel
publico e dos nossos distintissimos freguezes para tudo que acabamos de narrar, afianzando a sua boa qualidade
e precos excessivamente insignificantes.
I Ra Baro da Victoria 3

JOS FERNANDES LIMA & C.
TEUPHONE 32!
0 MOKSO m M
ANJO
[POR
ADOLPHO D'KISNKRY
XXII
(ContiEtaQc)
A partida nao estaria perdida ; Germa-
na, pele contrario, teria todas as proba-
bilidades de engaar a mosa, arrependida
e humilhada, e eslava muito decidida a
fazw-lhe pagar o seu perdao o mais caro
possivel : sabia manobrar hbilmente para
chegar aos seus fins.
Em outros momentos a Sra. Courtenay
entrecava-s a accessos de sombro des-
animo e de raiva surda ; dizia que Branca
estava definitivamente perdida e a lem-
branca da pobre crian$a inspirava-lhe, nao
os temos pezares de urna mSi, mas o as-
pero rancor de um credor frustado pela
morte de seu devador.
Estava as peiores disposices de es-
pirito neste dia. Para se subtrahir ao
sen mo bumor, o Sr. Courtenay pretex-
tava negocios fra e se ausantava at a
noite.
Estava 8 com Valentina, mas a com-
panbia da moja que deveria ser urna con-
solacio para ella, parecia-lhe, pelo con-
trario, importuna.
Voluntariamente lhe teria exprobado a
perpetua melancola que se denunciava
em seu rosto meigo e, por outro lado,
soffria por ser obrigada a dissimular dian-
te della, porque sabia que suas preocu-
pa coes e suas recrimina9oes nao acbavam
cbo algura neste corago candido, em
que nao havia lugar senao para urna dr
sincera e bons sentimentos.
Sentada junto de urna janella, Valenti-
na entregou-se a um trabalbo de bor-
dado.
Algumas vezes a agulha parava ; seus
dedos se immobilisavam e ella contem-
plava algunB instantes atravez dos vidros,
os llocos de nev qe volitavam, como flo-
res brancas exparsas por sobre um tmu-
lo ; depois suas palpebras se baixavam de
novo sobre o trabalho, tmidas de la-
grimas.
Enterrada em urna conversadeira, ao
canto do fogSo, sua tali conservava na
m5o um livro aberto, que nao lia.
Esta lente terminava no meio de um
silencio penoso.
A noite sombra de invern espalhou-se
logo, augmentando a tristeza desta scena.
A criada de quarto acaba va de trazer
um lampeo, quando a campainba tocou.
Valentina estremeceu e a Sra. de Cour-
tenay, arrancada bruscamente de suas
sc8mas sombras, teve um gesto de im-
paciencia.
__ Bell! disse ella imperiosamente, nao
estou em casa para pessoa alguma.
Sim, minha senhora.
__ Se alguem que procura o senhor,
responda que nao sabe a que horas elle
est de volta ; eu mesmo o ignoro.
A criada de quarto mclinou-se. Alguns
minutos depois ouviam na ante-camara
com urna visita a voz da criada que se
elevava.
E' o Sr, d'Anconis, murmurou tmi-
damente Valentina.
E quando fosse elle diga-me a que
horas deve elle apresentar-se, elle mesmo,
como outro qualquer; lembra-te que sua
presenga t az-me recordacoes... Estou
desanimada com as pesquizas constantas,
intil que venha a todo instante juntar-
se eom os seus.
B?rt muito perturbada appareceu de
novo:
O Sr. Jorge d'Ancenis insiste para
ver a senhora... immediatamente... tra-
ta-se de um negocio muito urgente, pelo
qual a senhora o recebara immediata-
mente. Com certeza aconteceu-ihe algu-
ma cousa grave.
Valentina empallideceu.
Sua mSi ia exprimii-Ihe o espanto que
lhe causava a insistencia do visitante, mas
nSo teve tempo.
Contra as ordens da porteira, Jorge pre-
cipitara-se sobre os pasaos da criada da
quarto, sem esperar que ella recebesse
ordem de introduzl-o.
la offegante, agitado, fra de si, e o
transtorno de seus traeos nao permittia
que, k primeira vista, graca3 natureza
da violenta emoclo, se oceultasse sob a
mascara de urna grande felicidade, ou de
urna catastrophe.
Senhora, queira me desculpar, disse
elle com voz vibrante a sacudida ; minha
urgencia para a noticia que lhe t'rago nao
poda ser adiada.
De que se trata ? respondeu com
urna voz secca e breve a Sra. de Cour-
tenay.
Saiba, saiba que Branca, nossa que-
rida Branca...
A palavra dete-se um momento em sua
garganta contrahida.
Branca.....exclamou por sua vez
Germana. E' entao de Branca que se tra-
ta?... Falle depressa, accreacentou lia
m cumulo da agoalfe
........_ t__
Viva !... ella |viva, minha ae-
nhora l
A ra&i e a filha dixaram escapar um
suspire .. Valentina experimentou tal
commocjlo, que quasi a fez desmaiar... A
Sra. de Courtenay, toda trmula, tomou
as mSos do oficial, que apertava nervosa-
mente.
Viva 1 repetio ella..... Ser isso
mesmo verdade ?... Nao se enganou ?...
Como que o sabe ?
Ea a vi, respondeu Jorge d'Ance-
nis.
Quando ?
Hoje mesmo, ha pouco.
Est bam certo de que ella... nao
se deixaria levar por urna samelhana?...J
RntSo porque nao a trouxe ?... Oh fal-
le, falle!
Por urna contradiccao que explicava o
estado de seu espirito, achava que as res-
postas tardavam de mais, e nao deixava
ao seu interlocutor o tempo de formu-
labas.
Fique calma, senhora ; pode emfim
dizer Jorge. Ella lhe ser restituida ;
dentro de alguns momentos podem bei-
jal-a.
Tornar a encontral-a !... Tornar a
vel-a exclamou a Sra. de Courtenay, com
exaltao, dirigindo-se a Valentina, como
que para tomal-a por testemucha.
Tua irma1 foi encontrad?.
Sim, dissw Jcrge, sua mai a amou
muito e nunca deixou de amal-a.
A Sra. e Courtenay dizia baixinho
comsigo mesma :
E' urna salvagSo ; a fortuna que
noschega...
Levou a mao ao coracSo, e, vacillante,
deixou-se cahir sobre urna cadera.
Valentina, a principio, como que esma-
gada.pr urna emoco tSo forte, sahio de
o enchiam, deixou escapar esta exclama-
5o em que se rovelava a candura de sua
alma.
Oh Eu bem sabia que amava a
nossa querida Branca.
Senhora, disse Jorge, sua ,mai a
amava e nunca deixou de amal-a... o
esforco que fez para se dominar e 'sobre-
pujar sua dor, tira o peso mais oppressi-
vo ; quer urna melhor prova ?
A Sra. de Courtenay inclinou a cabesa
em signal de assentimento e agradecen
com o olhar ao moco leal qu-, engaado
pelas apparencias, achou de boaf ser o
interprete fiel de todos estes movimentos.
Por sua explicacSo espontanea, a aeces-
sidade de dar exclamac3o ingenua de
Valentina ima resposta direct* a propria
filha, por mais que se tenha ligado com
elles ; neees*ario que se inclinem du-
rante os direitos superiores da familia.
Bem, perdo, disse Germana cada
vez mais impaciente.
Tem ahi urna carruagem ?
Sim, senhora.
Nao percamos um minnto. E co-
mo apenas faltav-lhe por o chapeo e
abrigar os hombros com urna capa. Va-
lentina o fez apertando-lhe fraternalmen-
te a mo.
A mi beijando, na fronte, a Valentina,
que pedia para que a levassena, dlsse-lhe:
S razoavel, minha querida, pre-
ciso que fiques aqai para prevenir a teu
pai, se elle veltar, antes de nos : nos nao
tardaremos, vai 1
Venha. Sr. d'Ancenis, conduza-me...
Precipitou-se como urna tempestad
para a porta
Alguns instantes depois, a carroage -
rodavt pora a ra Francisco I, t2o ra
damente como o permittia o tapete de
nev que cania a o solo.
situaco de Branca ; conteu-lhe como a
moga, vindo, nao se sabe de onde, cahi-
ra quasi muribunda a entrada do palace-
te Maillepr, como em censequencia de
nma excitaco complicada com esgota-
mento tinha completamente perdido a
memoria.
Com esta revelajo, Germana excla-
mou :
Oh meu Deus I a desgranada est lou-
ca 1...
Jorge apressou-se em tranquillis 1-a :
explicou-lhe que, salvo esta lacuu da
memoria, Branca gozava da plenitude
de suas faculdades.
Alm 'isao sua saude era perfeita ;
deria sua salvac* aos cuidados inteli-
gentes e delicados com que a cercavam
desde o dia em que fra recolhida 4 casa
hospit-leira dos Mallepr.
Mas. objecin a Sra. Courtenay,
disse-me que ella nao o reconheceu; re-
conhecer-me-ha ?
Nao desespere desde j, querida se-
nhora. Talvez, pelo contrario, leva i
cura a menina Branca. Segundo a opi-
nio dos mdicos, urna viva emocio p despartar nella a memoria entorpecida.
Esta emocio sal atar a sua presen ya pro-
vocar sem duvida.
Ah I praza aos cos que o senhor
diga a verdade.
A corruagem parou ; tinha ehegado.
Queira annunciar a Sra. Courtenay,
ordenou Jorge ao creado que aa conser-
va va no vestitulo, no andar terna do
palacete.
(Continfia).
seu anniquilamento. Atirou-se sobre sua Durante o trajecto, Jorge acabeu da
ali a etm o pito lirr dae idmwi qp-*r* Sr*. *> cu~*0~<-t e*m?ti rl
ITvp. o Diaria, X. DaOS de Caxia, 4t.





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