Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19729

Full Text




v"^-
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes abantados.
Por seis mezcs adiantados.
Tor noxe mezes adiantados
Por um auno adiantado
TcLEGftAlBMAS
I

81000
151000
22&500
30*000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS D^E PBLICAC0E5 NA
FRANCA INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C, randeotet em Pars18>ae de
La Grange Blere v
*"**
Por qm anno adiantado
Por trimestre vencido .-
Numero avolso de dias anteriores.
33*000
9*000
*200
SLTigo PAanwwa la subi

R io-de Janeiro, 3 de Agosto, |s
4 horas e 16 minutos da tarde, receBido
na Estaco as 7 toras e40 minutos da
noite e entregue s *7 horas e 50 mi-
nutos.
O Sr. Nilo Pecanha entregou para
imprimir-se o projecto que.reorganisa
a guarda nacional do paiz.
O Sr. Gaspar de Drummond pe-
dio a Cmara que foBse felicitado o go-
vernador de Pernambuco por haver
inaugurado ahi o rgimen da paz, ao
que oppoz-se o Sr. Glycerio sobre fun-
damento de importar o facto censura
ao ex-governador.
O pedido nao teve appravacSo.
A taxa cambial continuou a os-
cillar em 9 51.16 e 9 318.
*
Pariz, 3 de Agosto.
Um meeting que hontem tejre aqu
logar, tgrminou com vivas e um abai-
xo ao Senado.
D1AH10 DE PERIttMDCO
RECIFE, 4 DE AGOSTO DE 1896
Besolncito nao sanccioaada
Acaba o Prosidento da Repblica do ve-
tar a resolu-So do Congressi quo transfe*
ro ao dominio dos Estados os trrenos
marinaos e ribeirnhos, comprehendendo-
os na denominacao de devolutos.
Esta resolucao era eminentemente des-
organisadora, e prova que nao precodeu-a
a mais dctida refloxo, sendo de estranhor
que. no proprio Senado, nao tivesse-lhe
sido foito o devido reparo, como era de
esperar do urna Cmara encanecida pelas
luzes da experiencia, o que tera tomado al-
guraa dianteira escudando muitas vezas in-
teresaos da ordem publica, offeracendo a
necessaria ponderac&o para que o mecha-
nismo da3 novas instituices n&o va irre
gulirisando-so de todo no sou movimento,
na quadra difflcil e agitada por que desdo
al-'uus annos temos passado.
quasi inJifferentes ; nella9~ul) OVt
grandes virtudes, e vicios ou defeiios quo
jbes attribuem, e antes procedera elles da3
condigSes que as detearainam, ou em vir-
tude das quaes ellas existom.
Para prova do que, bosta ennunciar-se ou
poder verificar-se a soguinte proposito :
A federagao e a autinoni 1 local, ou o
self governmen nSb s3o cousas que se
identflquom. Podo haver at completa in
dependencia nos Estados que formara a
federado, oa a dependencia reduida ao
mnimo grao perante o poder federal, sem
que isfo prejudicjuo a existencia do autori-
tarismo local entregue aos seus proprios
caprichos, sem sentir a prossao das forvas
ou a iufluencia dos poderes que represen'
tam a uaidade nacional, e assiin realizar-se
urna especie de dosnacionalisacSo, e, por-
tauto, a desintegradlo do Estado, quando
o ofiaito contrario o que se deveria es.
perar da pralicu do systoma, a ser real
a theoria, segundo cujos preceitos elle rir-
mou-se.
Atravessmos j a primeira phase do
federalismo, na qual elle passou per cora*
pleta absorpcjio, determinando fados que,
mesmo no rgimen unitario, podiam ser
evitados, donde originou-se a couflagraco
que tamauhos males occasionou.
Pereorremos agora asogunda, em que a
tendencia manifestase para prestigiar a
autonoma dos Estados, e eufraquecor o
poder federal, afim de neutraliaar a sua
orientagao no que ella tiver de opposia
que pred 1 minou na phase anterior ; appa-
rentainento as duas tendoneias^se diifereu-
ciam, sao divergontes; mas no fundo
ollas sao perfeitamente coherentes. |
Procura-s3 ampliar as prorogativas dos
Estados levando-as ao ultimo extremo; e dis
to docuuionlo oloquento a rosolugo de
que tratamos, e que nao podia deixar de ser
vetada, comj realmente foi, obstando-so
mais oste salto dado sobro a constituicao,
que precisa sor estrictamente observada,
para que, as relatividades do rgimen qe
ella consagrou, nao criem-se eiubaragas,
polos quaes o desequilibrio dos poderos
constitucionaes manifeslem-se, ou as rela-
gdes dos tuteresses locacs com o intoresse
da collectividade nacional nao perturbem-
se, petrificando o organismo poltico ou
nullieando o rgimen. E um passo dado
para resultado semeltiauto era o facto ten
tado de subtrahir do dominio nacional gran
as de todi o'd-nn/aio torrtoriral, reduzia-o a v* conee'er Ihe ami ftcencade qaatn metes do sido ferldo no municipio de S. B^nio, com
urna eotade ab
parte, o Analmente
ma. Evidentemente o veto opposto reo- rara-se as necassartas commuiiacocs
S.
tracta aue est em toda a -Iafl* ''' fc,a- de 8aa "-ude, percebeo lo mi orna pun alada o cabe de esquadra do 2- ba- e'le comparecer.Sun, para o da 10.
carnate crsoldo na forma ao tt. 35 S ldo tjlao Alexan're Moral abral, all destacado, Cecilia Maria da Miranda n (.,,
ite nao est em parte algu- R,.gtlUmeoto a mesraa Compannta Kl*e- pelo individuo Zeferino Jos So,r-s. recom* publica ~,:- F
lugao, fundou so no3 mais ponderosos mo'
IV03.
PARTE OFFICAL
GoVcrno
do Emtsd
nainbuco
o de Per-
EXPEDIENTEDA 1.' SECCAO DA l." DIRECTORA
da Secretaria da Justica. Ssoocios In- ^rectora
TERIORES E iNSTRUCgXo PlLICA, DO DA
30 DE JDLHO DE 1893.
Expediente do Exm. Sr. Conselhei/o Go-
vernador do Estado
Acto : ^
O Goveri^dor do Estado, tea4a em conside-
OfHcio:
Ao Dp. director geral da 3." dlroctoria
AOtoriao'Voi a effecia- oa r^p;iro8 de que
oeceaailam os Iree f>rntilh0 exiatente na rs
Irada de Rimadcs, de accordo com 'o orja'
ment, nella data, pprovado, ed*voldo,
qual acvtpptihoo ao orBcio aobn. 426, d 28
jo corriBtf, cumprlndo qoe aega^ aoafdo ae-
jam publicados e liises camando CJicarreo-
t-s pi a eiecocSo das alludi laa obras.
Expediente do Dr. Director Getal d*
Offlcios :
ra^ao as razos apreaeniadas pelo Deeoibar tiis da tratar da toa e ule, percebsodo un
cmpnte o sold cantarme pre -citu i o art. 33
g 1. do Rpgulamealo d'a retunda cmpin u.
Ao r. director g-*ral da Seeratarit da
Pazenla.-O Sr. Di. gbveroador doE^talo,
maulla cumroonicar*ios, que nea a .lata, eia
rou o ae^ointe despotio na p-'iigao e o, que
Amonm FeHiaodes b C, solicitaram que ma-
sera ralirados das casis n*. 51 e 56, a raa do
des extonsdes de territorio do paiz, que
sempre pertenceu-lhe para partilhal-os
pelos estados, concedendo nagio apenas a
Alm de inconstitucional, a pratica da parte do territorio que forma as suas frou-
resolugao vetada seria mais urna investida t0Pagj e qU0 s0 por exCepgao foi excluida,
do movimonto desorganisador, que Anal' mesmo por S3r absolutamente imp03sivel
mente, como que collocaria o Estado fra que tai na0 f0330 admittido.
do seu proprio territorio
Est bem claro e manifest que, para
. loal.Trod em CoaalderacSo o qoe repre-
seniou o joix de direlto interino de Granito,
em oflicio de 3 do corrente, recommendo-co) ^"Vclarar qpn s 10 horas da minha,
qu. mandis substituir o destacamejto daquui- ,,0 ma daclx-pad^ a este portj do vapor Tha-
Os terrenos de marinha foram conside*
radoa devolutos como os rebeirinhos,
fina de interesse geral, como a defesa na- para assiin Acarem pertencendo segundo
cional, communicagSes entre os diversos jo art. 64 da constituido ao dominiodos Es-
Estados, e fundagao de estabelecimentos tados. A resolugo fere pois directamente
agrcolas pode precisar a Uuiao de dispor
de territorios em que achainse elles com
prehendidos ; faculdado esta que nao podo
ser cerceada, ou limitada como prejudi*
cando o dominio de cada um delles.
A pratica, independentemente de consi-
der.v;es theoricas, revolara eloquento
mente os zrovos inconvenientes que d'ahi
procedera r, e collocaria o Governo Fe-
deral na mais completa dependencia dos
o mesmo art. 61 que faz a precisa descrimi-
naQo entre as diversas especiAcages dadas
a estes territorios Transferindo elle ao do-
minio dos Estados asierras devolutas, ex-
ceptuou por este simples facto, as de mari-
nha o ribernhas, que sao outras especies
de torritorio do dominio publico.
Como sempre se comprehendeu e est os-
tabelecido pelo direio constituido e pree-
xistente constituigao, as teeras publicas
governadores dos Estados, obrigado a pro- coraprehende as de marinha, ribeirinhas e
psito do q uilquer medida de ineresse' devolutas, especies que sempre se differen.
geral, o pa-a a qual fosse preciso a occu- ciaram Estabelecida esta categora, at
pagao do territorio, entrar em contractos n0Je QSo contestada, impossivel, in-
ou solicitar concessoss, que sao outros terrpetaudo o art. 61da constituigao dizer,
tantos obstacnlos creados ao livro exerci- que referindo se aos trrenos devolutos
ci da sua actlvidade, ou plenitude de que elle transferlu aos Estados, compro*
suas attribuiges. I tienda as demais especies do terrenos pu*
O grande perigo da organisagao federatl blicos' desde 1ue os Revolutos sao a espe*
va, coasiste na tendencia para a desintegra*.cie de 1ua ^ genr(> os frenos pubh-
cao nacional. As circurastancies histricas'cos* A*im* n3o podia, sem infligir a le
da nosaa vida politice, que fariam arredar' constitucional, transferir ao dominio dos
ttm tal successo, s&o ossaz modiAcadas Estados os terrenos de marinha, reserva-
pelo temperamento nacional, que caracte dos ou ribeirinhos e accrescidos.
risa-se por urna certa exaltagSo, d'onde' PE n4 1uiz tal transferencia fazer o legis-
procide urna ospecie de novrose poltica lodo1, constituinte, attendendo aos gravis-
quo tudo impelle pora as condiges extre- 8rU0S inconvenientes dahi resultantes. Se
mas, de todo incompativeis com o regular a muit0 P* concedido pelo novo rgimen
funccionamento das instituig5es, dfficilmen- aos atados, para que privar-se a nagio do
te capazas de objectivar-se ante as difflcul- 1uo lhe foi reservado pela le orgnica que
dados do meio, ou da falta da sua exacta reconheceu a necessidade desta reserva,
comprehenso. Nellas, realmente, est a aJo Pastante tor querido dar federagao,
origem do mal, que so pela sabedoria de om toda a sua PleQtude' as condijes jul*
um governo, cujas vistas sejara firmes o Sadas precisas para que o seu mecanismo
seguras, imprimindo a sua autoridade era movesse-se livreraente ?
todo o paiz para a exacta execuoao das* O dominio do territorio, em rigor, s
leis, pode ser neulralisado. Pode pertencer ao Estado. E' antes o uso
quo so faz d'elle, os flns quo se tem em
A consislencia de qualquer organisagao
poltica muito depende do seuso pratico,
da ndole ou do temperamento das nages;
haiendo, porm, esta difTerenga, que urnas
mais do que outras, exigein as qualidades
superiores que formam os caracteres das
ragas e que menos precisara dos ensina*
mentos da experiencia, e das modieagdes
que a grande lucta pola vida realiza, re-
gindo contra os erros e- os desvarios do
passado, que vm a er corrigidos pelo
effeito dos grandes males que produiiram.
Em ai mesmo, aa formas de governo sao
vista, utilisando-se de qualqner porg&o de
territorio, que descrimina o que se chima
diversas especies de dominio publico, se-
gundo tem-se em vista interesses particu*
lares esta ou aquella circunscripto, ou
que sao referentes oomraunhao nacio-
nal.
Os territorios exceptuados na transferen-
cia feita pela Constituigao, sao por sua na-
tureza, destinados servaos de ordem ge -
ral, e nSo podiam deixar de ser enoravados
no dominio nacional
A' resolugo, deixando o Estado privados
gador J oaquim na Celta Ribtiro, seguodu a*
qoaaa se julga impOKtiD.IIUlo da rresidir-OJ
traoalhos da commiiaao acarragada de pro*
ceder ao co.-.curao a que vao ser submattidos
oa candida os ao prjviment.o dos cargos d
joizes de di ruto, reaolve dispeosxl-o des-
sa ii carabeada e oomear para suhstnu l-o
i juu do Suo-rior Tr-bunnl de Juntia, Ue*
semoirgador Uauoal do Nasciments da Pon*
seca Galvao. l'ueram'se as necaesa as c m
muoicacOa.
Expediente do Dr. Director
Offlcio :
Ao Sr. O'. Director Geral .da Secretaria da
Paseada. oraroouico'vos, de ordem Sr coiielh-i'O Gjvb nador lo 8-taio, qu'-,
oo 1. do corrente, o ci :a naco ee Carvaltio, na qualidnde de miz do 1.*
nstrirt aasu i io o exarcicio da vari de di-
ciie uo luuiiicip e de Gr*oilo, s -guuJj .par-
ticipou per oficio da mrsma data.
Expediente da 2.* seccao da 1.* directo-
ra DA SECRETARIA DA JSTIQA, NEGOCIOS
INTERIORES E INSTRUCgO PUBLICA, DO
DA 30 DE Jl-LII O DE 189.
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro Go-
vernador do Estado
Oficios :
Ao sr. tenste-coronel commaodaMe ion*
'loo do 1 be taina j de ta'anieria E-t*dual.
Tendo sido aggradido por urna praca do ba
tilhao sob vo88o Ciuiiiaudo destacada na Es
B la In i u a i r i -> 1 Fre Caneca, o ebefe da esia*
.d-i da Jaqueira, da Batrna 4a Perro Sul de
l'en.ambuco, segundo represeoiou o director
engeohelro cnele da mesm* estrada, em ofJu-
ciu de 24 do corrale a. 509, recomm-ndo- fu-
que mandis ubtlt'uir a retarida praca, cum-
prinuo que ao regresssr capital s-ja ella
seveaioenle casi gada pelo seu crirai .use pro*
cedimento.
Ao Sr. .teaeate'coroael coannaodaotq.
niterioo do 2." baialhio de infantera Esu
Ao Dr". questor policial.O B'. Dr. gover-
nadar do Estado manda coaimunicar para
vqsso ronhecienrat) que, por acto desta dala
resolveu conceder a JoOq, Taypto Lugao, te
nenie coarijovante da cempaania de iloiabei
ros do Ricife, uma li:enja. Je qua so ra-zs,
m^ndo-vo- qua j)rovidaoc:eis afl o de que, AffiaraV > ra(nrma
ciivo delegado, ajara tams a ddi- i Aeaarae. reforma.
pedindo prorogaco de praso.
da CompMhia Drsin-n nell-s exi v-ntes seo
tlu 3 ou prlmeiro e 2 io seguolo :
Coto rtsqoerem ,
Ao Br. director geral da 3* directo*
na.- O Sr. Dr. gavi-roadcr do Ett man la commooicar vol, que oesla dita, m-
roo o se-uinle deapactu aa patifSo de Am i-
nrn Pernaado.< & C, di que trata"o vojsj Mli
co o. 431 de 25 do, crenle, que flea assira
respondido:
. Como reqa rem qiaato aos aonarelho<
do predio a. 59 visto amo os do o. 54 j fo
rara elimioados em 14 d; Junho do aoao pas-
sado.
Ao raaamo. -O Sr. fV.- govrflaOord
Es alo, manda comraaoicar-vos que em 23 do
-orrente, auiorisou o pagimeat da quaAtia de
61Jo30 a Corapanbia Greit Western of BraCil
liaiiwav Liraited, pelas pusageos concedidas
por co ta do Estado durarte o mes le M-iio
ultimo aos funcclonarios d; directora'i yosso
cargo, era servico publico, devendo cerrar, a
despesa pelo art. 2 2i 11 da rei do
o'Camenip era liquidacao.
ao mesmo. St. Dr. gtvesoador do Es-
tado mura ()tnanicar*vos, para os devo.
rie, que nesta dsna deferfo a peiijao em que
\uiuoio Aureliaoo fereira, cootractanta di
ons ruejao do ediAcio desuado a escola pu-
blica do municipio de Booito, sol citou uma
prorogacan, por quatiomazes, do preso ealipu
lado |iarda coocluao dis obras.
Ao Dr. dlreitor da 2.' directora.0 Sr.
Or. goveroador do Estado manda recomraen-
iar vos que provia-encies no sentido de serem
convidados lodes os m.dicoa ommissarios de
nyalene desta pipil 1, aflu da comp-neceren
aiunha,ao oio dia em e edificio i j palacio
do Goverao.
ao ir. gerente da Estada de ferro do Li-
moeiro.- O Sr Dr.governador do Estado manda
aecusar o re ebiraento do oficio dehootem da-
do errent1'.
Expediente do Dr. Direetor
Offlcios :
Ao Sr tenente ceiooel commandaole iole-
nao do 1* batalho de iofaoteria csjadoal
O Etm. Sr. Conteltinir> Goveroador do Es
do mana communi ar vos para os devid's
fns que m requerimento do capitao do bata*
Ihao sub vosso c minando Jos Pranctsco do3
Santd, exarou noje o seguiota despa:b ):
Seja subm-tudo a inspeccao meJica mili*
taraos t-rmus Jas o-dens em vigor.
>.o Sr teaeote coroa l-commaxdaote io*
leriaidoS b .talno de infantera estad jal.
0 Ekra. Sr. i'oosel|*airo Governador do
manda coramuiiicarrtjv era reaposta ao ofi
ci o. 1493, de 25 do corrente, qae'prov laa-
cinu afira de que o deleg4o do rauaicipio d-t
Villa Bella proceda noa 'erraos da le contra a
prsa do destament) de Leopoldiui que ao
Amorra-, fregus) d-> Recifa os 5 apnaralhas pastar por aqueste awaeiff*- fsri auritst'
le uiuuicipio.Commuoicou'se ao Sr. jutz de
direito intenso do municipio de Granito.
Expediente do Pr. Director
Oficios :
ao Sr. eogeoheiro encarregado do servido
Jk nurainajao elctrica da Casa de Deteocai-
Ci m o presente oficio vos ser entregue, de
ideio do Exm. Sr. Cooselbeiro Goveroado
do Estado, um caixao viudo de Hamburgo uo
vipur -Montevideo cootendo objecios para o
servico da llumioaco elctrica da Casa de
Detenge.
ao Sr. director eogeoheiro chele da Ea-
tr-da re Perro Sul de Pernambuc .Com*
rautnco-vos que o Exm. Sr. Ceoaelbeiro Go-
veroador do Estado, tea to 'em con que representantes em oficio n. 503, de 24 do
corren'e, providenciou oo sentido de aer sub-
. um :a uo desucamenuj da Escola Industrial
Pre Coeca a praga de quem o meocionado
iflii-io traa e determinou que fosee lia se*
veramente castigada pelo seu criminoso pro-
cedimen o.
ao Sr. tenerte-coronel ccmmanlaole iota-
iao do 2.- batalcao de infjntena Estadual.
O Kxin. Sr. i oaselbeiro Governador do Es-
tad, manda rommunicar-vos que na petifao
io soldado da 5." companhia do b.naltiao de
v eso commando Affoaso lote d* Silva, exa*
roo, boje, o segoiot* despacho : Seja sub*
raetndo mapecg o medica militar Dos termos
das ordeoaem vigor.a
2* DIRECTORA
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro Go-
vernador do Estado, do dia jo de Ju-
Uw de8g6.
Oficios:
/.o Dr. Questar Policial interino.Con-
v'm que expegaes ordem ao salegado da po-
lica de Lagoa de Gatos do muaicipi j de Pa-
nell s, recommendando-l' e que proceda as di*
bgeacias precisas oo seoiido de deacobrir-se
0 autor ou autores do srrombameoto leito na
c>sa de resid-nci do cidado Manoel Aure*
liano dos Passos Hours, e da qual foram sub*
i rali dos diveis s papis inclusive o livro de
pressoca deeleitorea e o de actas da elei^a >
realisada aa 2.* secgaa daquelle municipio, ao
dia 10 do corrente para preeuchimento da va-
ga de um deputado a Cmara Pederal; con-
forma deu-me se enca ojos do 1.* dislrlcto
em oficio, coja copla vos remetto de 26 deste
mes.
Aojuizdo 1- districto do municipio de
Paoellas.Aflm da lerem o coovenieale des*
ilno, recommeodo-vos qae reu-ettaes a este
Goverao o processo relativo ao < xarae e mais
iiigencas que proesdestes oo sentido de des-
cubrir se o autor ou autores do arrombameoto
(rito na casa em que reside o cic'ado Manoel
Aureliano dos Passos Mours, e da qual fot-ara
rubtrahtdos diversos papel', inclusive o livro
de preseuga dos eleitore e o e actas da
eleicao realisada na 2.* serjao desse muoici*
po o* da 10 desta mes para preeuchimento
da vaga de um deputado Cmara Pederal.
Assim flea respondido o vosso oficio de 26
do mesmo raez.
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro
Governador do Estado
Dia 30 de Julho de lig
Acto :
(O governador do Estado, alteodendo ao que
requeran Joao Taypto Logan, tenente coad
juvsote da compaonia deombelros do Recife
1 tendo em Tilla o atteslido exhibido, resol
geodas noces arias para a captura e punicAe Antonia Veicoaa de Carvalho Ta*
do cr.ralnofo. Migael da Rocha Carvalho, e mis
Ao Sr. tente coronrl com oindante io- do ex-.rvanin An *t ___ j ^^
rino lol batahao de iofanter.a estad .al.- *,*! jf p d" 3* corpo wdodf
Approvoa deliberaga. que lom ates com re- o,a it Kocp* CarFalh", fallecido a
fnrencia a dqu'slcao de uma carroca, pelo, ^4 de Maio ultimo, paJinlo pagamento
prego d*.400f, para o ser#ico da li.ope'.a d>,de24 das de aoldo a aue tinka dir^ird
quarlcl da -ompanhla de cavail la ; deveido tn fallecidj filhr. *-*---- a k
oreapectivo pag.mrato ser effaetaado P*1'! J, '^ 1 Sr- Dl"
forma alijada em vosso ofli*io n. 774, de 30 TWX1T v,aral da bacretana de Fatenda.
O porteiro.
C. Mor a es.
DIRECTORA GERAL DO THESORO 00
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia 1 ds Agosto de /8p6
Maue-1 Jjs d Cmara, Vicente Mir-
tina Pereira e Aotoaia Soares Botelho.^
Haja vista o Procurador Fitcal.
Innocmcio A'vaa Aroxa, Cillector da
S. Lourenjo, Fraaoisco Antooi. de O.
Sb> tos, Capitjtiliao Jf. Falcio. Amelia
Rosa de BraSl e Aona Placida P. Passi.
Ioforme o Sr. Sab-Director da Coa-
Ubitidasie^
-3-
Manoel Birbosa dos Santos, Ait-ni
Cadena Baudeira de Mello, F.-aociaeo I.
PintoAoEim. Sr. Dr. Governador
do Etado.
M-sdeiros Layan ck C_, O mesmo,
Antooio de Barros V. Cavilcante.^Ia-
forme o Sr, Sub-Director da Contabt-
iidala.
O protocolsta,
Amaro A. Baudoux.
mente um individuo.
Ao .< Teoeote-Coronel commandante in-
teriao do 1. bataliao de infantera estado I.
O Sxm. St. Conselheiro Goveruador do Estado
m nda t'ansmittir vo, para os dividos flns.
CTpia do offl.-ij n. 1493, de 25 do correte do
comtmndanie do 2.a batalho de InNotena
estadoal e do t-legr ,mmi a-esta dirigido pelo
sargeoto commaadaote de destacuneate de
VM a*-Helia, denunciando tar ai4 > raorulm-rat
f-rilj ara indivi tu "pjr urai prigi do desta
c ment de Leopoldioa ; e coramunicar-voe q'ie
proVideae.iqo, ara de qae o Delegado d'-qu-lie
afuoicioio proceda aos termos da le contra a
ri'erida" praja.
I 2.* directora
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro
Governador do Estado, do dia 31 de
t JuHto de i8q6.
OfTr ie:
- Ao Director Geral da Se r tuia da Paseo
da. Comuiuoico-vos para os Uas con venientes,
que, tendo prorogado por seis m zas sem or-
denado, a liceoc, conceJi la ao 1.* fflcial da
J. Seccao da Directora da Secretaria da
Justig, Negocias Interiores e Inst-uccSo Pu-
blica, bacfiarel Joo Pa<:heco le (Jueirog, com-
pete ao 3." o:B lal <3i in-siu s-ego A.uguso
da Rocha e Silva, veicimentos iniegr-aes cor-
respondentes a este ultimo carg>, turante o
irapadimeoto daquelle funcionario a coalar de
21 do corrente.
Secretaria da Industria
E/*p*Ji+Mt* J* Sr. Dr Quvcinmmiff Je
Estado do dia 31 de Julho de i8g6
Oficios :
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Fa
senda. Auioriso-vos a mandar entregar ao
tliesoureiro da 3. Directora da Secretarla da
Iniusina, raajor Anfra Pdreg loo Caval-
canie de Alnuquerque, a quantia de 7338200,
para occorrer ao pagameotj do pessoal mu-
pregado durante a ultima semana do raez que
boje ttnds, nos servigos abaixo de-Una ios,
devenda essa despea *ser assim de-crimi-
nada :
A-t. 2." g l." n. 16 da lei orcamentiria vi-
geote (Repares ao Palacio do Governo) 1180.
Art. 2.* t n. 52 da mesma lei (Reparos oa
Casa de Deleoc&o) 1013 v 0.
Art. 2. S 2.* n. 31, -inda da mesma lei (Re
paros o 1 quartel de cavallana) 54SOO0.
E np-est rao aulorisado pa'a Ki n. 112 da 22
de Junho do anno pasado 4S|tO0
Credit) de 2 de Junho ultimo, aborto em
virluds da le n. 160 de 15 da Ma o. tambera
ultimo (Conifuego dos fornos o iaciaeragao
do iixo 413S30.'"oramunicou-se ao Dr. Do-
ctor Geral a 3.* D r doria.
Ao mesmo.Aurarisi -vos amolar pa-
gar a Compaahia do Bebeiibp, empresaria do
abaateciraeati d'agua desta cidade, a quantia
da 161S230, pelo foroecimento d'agua a diver-
sas dependinc 3 da 3.* Directora da Secre-
taria da I dusina, conforme s coni s e docu
mantos junios, deveodo corrfr essa despena
pelo crdito supplemenlar de 2 de Junho ulti
mo, abe to em virlude da lei n 167 da 30 le
Maio lambam ultira >, ao art. 2. 2.' n. 10 d
lei orcameotara em lianidacao -1 ommuni-
coo-se ao Dr. Dir-clor Geral da 3.* Directora.
Ao mesmo.Autoriso vos a man i r pa-
gar a Companhia do Beberibe, empresaria do
abast' cimento d'agua a esta cidade, a quantia
de 378300, a que lem direito, pelo fo necimeoto
d'agua a Inspectora de Hvgieoe e Instituto
V.iccioico aos m es de Abril a Junho ult'im,
conforme as cootas jomas, deveodo correr
essa despaza pelo crdito supplementir de 20
da Marco do corrale anno, aberto ao art. 2.*
g 2. o. 5 da le ornamentarla em liquidigSo.
Ao Prefeit do Municipio de Palma-es.
Permitti que vos reitero o pedido constan e
do oficio sob n. 1071 de 23 de Maio ultimo,
ao sentido de ser respon lldo, com a possivet
brevidade, o questiooario que acompaohou a
carta-circular da Directora da proj-ciada Es-
trada de Perro ''o Rio de Janeiro ao Recife.
Mutatis rautrdis ais Prefe tos dos Mu
nicipios de Gamalleirs, Bonito, Agua Prea,
Caruai, Barreiros a Victoria.
Expediente di Dr. Director Geral da
/.* Directora
Oficios :
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Fa-
zenda. Traosml io-vos lodoso, para 08 davi-
dos fias, o ponto dos empregados da Directo
ria a mea cargo, correspondente ao mes que
ooje fiada.
Aos Agentes do L'oyd Brazileiro. 9 Sr.
Dr. Governador do Eat-do manda aecusar o
recebimenlo do vosso oficio, em o qual com-
munic.es que o vapor nacional Pernambuco
tendo chegado hoja, s 11 horas da nuonS, dos
porios do sul, seguir amaoha, s 5 horas da
larde para os do norte. Cdaimunicou-3e ao
ir. Director Gera' da Secretaria de Estado dos
ego ios da I dUJtria, Vi-c5o o Ob'a.i Pu
blicas.
Secretaria de Estado dos Negocios
da Industria
Despachos do Exm Sr. Conselheiro Go-
vernador do Estado,do dia 1 de Agost
de 18g5.
F. P. Boulitreau, ped ndo pagamen-
to da quantia de 90JOO0rs. ( oventa mil
reis). O supplicante exija da commis-
s&o, que encommendoo os convites 9
pagamento que ae jolga cora direito,'
F'ancisco Ribeiro Peasda, pedindo pa-
gamento da quantia de (razacontoa oitc
centos e aessenU reia, (13:8665930 rs )
Ioforme a 3.* Directora da Secrataria
da Industria. .
O PORTEIRO,
ArcAtas Mafra.
mes recebara em a casa de sua resi leocia,
ao Sr. engenreiro Charles Neale, flc.aio aa-
sim satiefeiio o pedido consl Bte do citado
ofic'o* .*
Aos ageiles do Lloyd Braztlei'O. O Sr.
Dr. govarnaaor do Esiado manda acensar o
receb melo .e vosso oficio, desta data, em o
qual coramurjeaes que o vapor lioets, ten-
10 chegado rootem s 3 t-J horas da tarde
dos portos d Norle, segu boje, as 5 horas
do tarde, paraos do Sul.Co muaicou-se ao
Dr. director taral da S-cretarla d* Estado do<
Negocios da Industria Viajio e Obras Publi-
cas.
Expediente as.1 Seccao da i," Direc-
tora da Secretaria da Justica Ne-
gocios Interiores e Instruccao Publi-
ca do dit 31 de lulho ie i8g6>
Expediente o Exm. Sr. Conselheiro Go-
vernador do Estado
Oficies :
Ao Sr. gereile da Companhia Pernambuca*
oa.Hor c ovmiencla do servifio pub ico, pro-
videocae OO siotido de ser adiada para o dia
10 de Agosto prximo viodouro, a partida do
vapor Una. com destino ao presidio de Fer-
nando de Noronba. -Fizeram se as usesssa-
ras cumraioicaje8.
Expediente do Dr. Director
Offlcios: .
Ao Sr. Dr. mi de direito do muoictpio de
Qopap.-0 Sm. Sr. Conselheiro Governa-
dor do Estado, recommeoda vos que devo vaes
o reqoerimeoto do seateaciado Man el Seve-
rioo da Silva a que se refere a cerlidao que
acompaohou ao vosso offlcio da 27 deste mex,
A.0 Sr Dr. Director Geral da Secta-
ria da P zenda.De ordem do Etm. Sr.
Uonselhe ro Governador do Estado communi-
co'vos pura os devidos Has que o Bacbarel
Jos Felippe N*.ry da Silva Fiibo, julz de di-
reito da Caohotioh passou no da 23 do coi*
rente o ter icio do referido cargo ao seu
substituto logsl capitao Pedro Agnptno de Al-
camaraJuia do 1* districto do mesmo munici-
pio, por se achar doente, segundo pirticipoj
era offlc.o,de 24 deste mes. .
_ Ao mesmo.-O Ex*. Sr. Conselhe r
Governamr do manda communicar*vos, para
os devidos fi :s, que em 27 do corrente o juiz
da direito do municipio de Timbaba nomeou
o Dr. Francisco Silvano de Parlas para exer-
car interinamente t ca'g-i de promotor pub 1
cod'aqoelle municipio, segundo parlicipou em
oficio da mesm data.
expedienie da 2.' seccao da 1." directo
ra da Secretaria da Justica, Negocios
>NTERIOflES E INSTRUCgO PUBLICA.
Em additamento ao expediente do Exm.
Sr. Conselheiro Gover nadir do Esta-
do i dodia30 de lulho de l8g6.
Oficio :
Ao Sr. D'. Questor Policial Interino.Ra-
metto y0 copia do oficio 0. 1499 de 2d do
corrente do comraanlante do 2* bat.lhao de
iofaoteria estadoal e do lelegararaa a este dr
rido pelo sareeolo commaadaote do de taca*
ment de Villa Bella, deouoclando si 1 >
m rtalraenla ferido um inlividoo por um>
praca do destacamento de Leopol una4atira de
que rccmmeodeis ao delegado daquelle mu'
oiciplo que proceda nos termos da lei contra Despachos do dia 1 de Agosto de
a referida praCa. ,5^
Baobarel Eduardo Correi* daSlv,
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro p.n0 etn v8j% 8eu estado de eafle
Governador do Estado qU8 ^^ adiado o concurso para o pro-
nffl.iol. 1 vi mea*, o aos cargos de Juisea de D reito,
Ao Sr. Dr. Qa.star Policial Intarino.-Ten- llfta de podar coo caudidato iu^ripto'
Queslura Policial
SeccSo 2.'-N. 164 -Secretaria da Questora
Policial do Estado de Pernambuco, 3 de Agos-
to de 1898. *
Ao cfdado Dr. Joaquim Correa de Araujo,
mui digno Governador do Estado.
Part)cipo-vo8 que foram recolhidos Casa
de Detocao os segoiotes individuos :
No dial.-:
A minha ordem, Praoclseo Joaquim de
Arojo, cerno desertor do 2.- regimeato da
ariilheria federal e Joao Baptista de Snota
Anua, orno alienado, ute qas 0039a ter o con-
veniente destino.
N> da 2:
A minha ordem, Amando Diog) da Costa e
Cbrisiovao de Souza Leal, como desordeiros.
A ordem do subdelegado da Torre, Podre
de tal, como alieoado, ai que possa ser re*
m ivido para o azjlo da Tamarioeira.
Era oficio desta dala comounicou-me o sub-
delegado de Afogados que hontem a tres ho-
ras da tarde, no lugar JordSo, do mesmo dis*
tricto, foi assaasinado a tiro o individuo Cae-
t.no de Bal.
A me?ma autoridale mandn transportara
caiaverpara e cemiterio publico de S>ate
Amaro, aflm de ser vistoriado e inhumado, a
tica proceden lo as necessarias diligencias,
aflm de descobrir o autor ou autores de se*
malhante irime.
Coinmunlcou.ras o delegado de polica do
1.- districto do municipio de Palmares, m
oficio de 1 do corrate, que appareceu morto
em uma casa sita 4 roa do Cemtterio daquelle
dist icto, um horaem de c- prela.
A mesma autoridade convid u o Dr. Ismael
la Crux Gouveia para vistonal o.
Rste declarou aer causa da rao-te uma lesao
carJiaea, depois que mandou Inhumar o ca-
dver.
O delegado de polica do municipio de Bota
Jrdim, comounicou-me em offl.io de 28 a
mes passado que oo eogenbo Mira tor porteas,*
ceuta ao mesmo muoicipio, fo: brbaramente
aeaassmado com um tiro da emboscada o iu*
dividuo ds noma Josa Vicente Par aira.
A referida autoridade mandn vistorar o
depois inhumar o cadver, o prosegae nos di-
ligencias legaes aflm de descobrir o erlmt*
noso.
O delegado do 1.- districto da capital em
oficio de 1 do correte, communicon-me qae
00 dia 31 do mez prximo nodoaunifestoa-se
inceadie ao predio n. 1 sito a ra Madre
Deas, onde sao estabeleeldos c .m rmaseos
de estivas e bebidas aleojlicas us Srs. Aoto*
oio Soares h ('.
Compareceodo ao lo Jal o mesmo dt legado
acompaohado da ama forca do 2. balaltre
Estadual e bem assim ou.ra do esqoadrao d
cavallaria, onde se acbava a Ooupaoliia io
Bombeiros o um p'quete do 14.* batalbao io
infantera.
Corapre-me declarar-vos que a Companhia
do Bombeiros port>a-l3 coa galhardia, resol*
laudo sahir molestado ama das rospeetraa
pracas-
Aquella autoridade prosegoe as preciso*
diligencias, aflm de v-r.rtoar se foi on Mis)
casual o di ti incendio
O delegado Je polica 11 mooicipio do 'a*
ruai. ro nraunicou-me que oo coopaoQia ao
Dr. promol r pohl"', isitoa 4 cadei retasar
uva onconli'auJo >i ,ia a Un prssos .
nove sentenciados, sete indiciados oo en
diffeentes o sete appe lados
Foram remettidosao Dr. iroraolor aoMtea
do municipio de Onda os autos do pergoa-
tas e da corno de delico folios a Fraaawes
3eraardiao da Silva.
Saude e fralernidade.
O Qoe. tar,
Antonio Pedro da Silva
V^- V--




Kegufomento orgnico do cnsioo publico
estadool
Gontuofao da n. 174.
TITULO II
atoa iaapeefAa da eonino
CAPITULO NICO
DOS FNCCINABIOS A QUEM INCUMBE A INSPKCCAO
Art. 38. A suprema direccSo da instrueco- pri-
maria cabe ao Governador do Estado* que a exerce
por intermedio do seu Secretario do Interior e ns-
pector geral, decidindo os negocios que Ine. cooape-
tirem por lei e pelo presente regulamento e deter-
minando a adopco de quaesquer medidas que se
lhes nao opponham e torem reclamadas pela regula-
ridade e exigencias do servico.
Art. 39. A immediata inspeccSo do ensino in-
cumbe : 4
I Ao Secretario do Interior ;
II Ao Inspector Geral da Instrueco Publica ;
IH Ao Conselho Superior da Ins*Tucr;o Publica;
IV Aos delegados do ensino.
SEC^XO 1."
Do Secretario- do Interior
Art. 40 Ao Secretario do Interior, como auxi-
liar do Governador do Estado na suprema direCQo
do ensino compete :
i,' Communicar as nomeaces das commiaspes
examinadoras dos concursos, feitas pelo Governador.
2 Referendar os decretos de nomeaco dos
professores das escolas complementares e das pre-
liminares e os de jubilaco e declaradlo de vitalicie-
dade dos qua tenham direito.
3.' Referendar os decretos de remoco de P'o-
fessores por qualquer dos motivos que a podem de-
terminar, os de licenca a todos os funccionarios _aa
Instrucc5o Publica e os de concesso de gratificacoes
especiaes.
4.' Ser intermediario das propostas de orea-
ment das despezas coma instrueco publica, que*
ao Inspector Geral compete annualmente apresentar-
lhe para que faca parte dos relatorios annexos men-
sagem do Governador do Estado.
5. Tomar conheciraento dos relatorios que
Ihe forem annualmente apreseotados pelo Inspector
Geral, procurando mais especialmente acompanhar
de perto o resultado da misso dos delegados de en-
sino.
6/ Ser intermediario dos resultados dos con-
cursos que, como base das nomeaces para o magis-
terio publico, incumbe ao Inspector Geral apresen-
tar ao Governador.
7.' Receber os recursos sobre os julgamentos
proferidos pelas coagregaces do Instituto Benjamn
Constant e Escola Normal, e apresental-os ao Gover-
nador para julgal-os.
8 Resolver sobre o assumptos administrativos
a respeito dos quaes for consultado pelos Directores
das Escolas Normaes e Instituto Benjamn Constaat,
ouvido o Inspector Geral da Instrueco Publica.
SECCio 2.1
Do Inspector Geral da Instrueco Publica
Art. 41 O Iirspectbr Geral da Instrueco Publi-
ca, como chefe do servico da instrueco no Estado,
o funecionario encarregado de executar as delibe-
races do governo e do Conselho Superior.
i. Sua nomeaco da competencia do Gover-
nador do Estado, perante quem prestar o compro-
misso legal e tomar posse do cargo, que exercer
emquanto bem servir.
2.0 Poder ser nomeado para exercer o cargo
Hft Inspector fsral qualquer ciiiaUSo, v.oniaruo quo
seja ti tul do por qualquer dos cursos superiores da
Repblica, ou que tenha exercido cargos no magis-
terio primario ou secundario publico ou particular,
e se haja distinguido em estudos relativos instrue-
co.
% 3 E' ncompativel o cargo de Inspector com
qualquer outro remunerado ou nao.
4 Ao Inspector Geral sao subordinados to-
dos os professores e directores de escolas e colle-
gios pblicos e particulares, e quaesquer funcciona-
rios da Instrueco Publica e bibliothecas estadoaes.
5- Compete ao Inspector GeraL inspeccionar
e fiscalisar por si, pelos delegados do ensino, as es-
colas, collegios, casas de educaco e estabelecimen-
tos de instrueco quer pblicos, quer particulares.
6." Regularisar o ensino publico, expedindo,
com approvaco do Secretario do Interior, as nd-
cessarias instrueces.
7." Proceder ou mandar proceder quaesquer
exames ou .diligencias precisas para a adopco de
providencias tendentes ao mclhoramcnto do ensino
e boa execuco das disposices que o regulam.
8." Ouvir o Conselho Superior nos casos de-
clarados neste regulamento e sempre que o julgar
conveniente.
9 Presidir as sessoes do Conselho Superior
da Instrueco Publica e tomar parte em suas deli-
boraces, tendo somente voto ae qualidade aos ca-
sos de empate.
10. Regular os trabalhos e discuss5es do Con-
selho Superior e mandar proceder s deligencias ne-
cessarias s suas deliberaces.
ii: Remetter ao Secretario "do Interior, com
informaco sua, os pareceres do Conselho Superior e
suas deliberaces, nos casos em que necessitem de
conrmaco d'aquella autoridade.
12. Presidir os exames e concursos para o
magisterio publico e conferir titulos aos approvados.
13. Organisar, mediante audiencia do Conse-
lho Superior, o regiment interno das escolas e dos
estabelecimentos de instrueco publica, submetten-
do-o approvaco do Secretario do Interior.
14. Adoptar, fazer substituir ou rever os com-
pendios e livros para o ensino as escolas publicas,
ouv do o Conselho Superior.
i5.*Fazer organisar e remetter aos professo-
rer pblicos, no principio de cada anno, urna relaco
dos livros e compendios adoptados.
16. Expedir, depois de ouvido o Conselho Su-
perior, o programma de ensino das escolas primarias,
regulando as lines, exercicios, horario, exames e o
mais que convier, podendo esse programma ser re-
visto quando for necesaar o.
% 17. Autorisar, a titulo de ensaio, o emprego
de qualquer novo methodo ou systema recommendado
de ensino, acompanha-ndo, por si ou por seus agen-
tes,'o segui ment das lices e verificando o grao de
aproveitamento dos alumnos.
18. Visitar as escolas, bibliothecas e quaes-
quer estabelecimentos litterarios do Estado, quer p-
blicos quer particulares. |
19. Deferir juramento aos chefes de estabele-
cimentos litterarios do Estado, professores de instrue-
co primaria e secundaria, ao Secretario e aos de-
raais empregados da Inspectora da Instrueco Pu-
blica.
20. Marcar aos professores nomeados ou re-
movidos praso no qual assumam o exerccio de suas
cadeiras, attendendo s distancias e nao excedendo
de 60 dias.
21. Abonar e justificar, at oito, as faitas dos
Diario de Pernambaeo Ter professores pblicos primario e dos empragRos da
Repart i q3o- da.Instrcele Publico.
22. Rabrcar os atteatados de exercicio dos
professoraa de instrueco primaria, para que possam
receber oaveatimeatos, urna vez que taes attestados
eatejam competentemente visados pelos delegados de
ensino.
23. Impor as penas dos artigos e firmar, para
que possam- produzr o- devtdo efifeito, as que aos pro-
fi* ffef
24. Propor ao Secretario do Interior, ouvido
o Conselho Superior, cuio parecer annexar pro-
posta :
I. Os individuos habilitados para o magisterio
publico.
II. Os professores pblicos que deamterac-
cesso ou remoco nos termos deste regulamento
III. A concesso de gratificacoes extraordinarias
de que tratara os artigos....
IV. A jubilaco dos professores que estiverem
as circunstancias legaes de havel-a e a demisso
dos effectivos que a tenham merecido.
V. A transferencia, suppressao ou encerramaato
de cadeiras de instrueco. publica.
VI. A: adopco do methodo ou systema de ensino
a que se refere o 17, quando praticamente reconhe-
cida sna conveniencia e. vantagem.
VIL As alteracoes que a experiencia aconselhar
no rgimen technico, disciplinar e econmico das es-
colas e estabelecimentos da Instrueco Publica.
25. Confirmar as nomeaces de professores in-
terinos, quando feitas pelos delegados de ensino, nos
termos do art. ... si entender que os nomeados sao
idneos, e demttil-os quando as conveniencias do en-
sino o exigirem Si os.deleg?.dos de ensino nao fi-
zerem em tempo a referida nomeaco, competir esta
ao Inspector Gi)ral
26. Fiscalisar o expediente e tocios os mais
trabalhos da Reparticao da Instrueco Publica, auto-
risar as despezas com o servico d'esta e das escolas,
quanto ao fornecimento dos objectos que lhes forem
necessarios, e requisitar o pagamento da Secretaria
da Fazen'da, por intermedio do Secretario do Interior,
a qual o satisfar toda a vez que Jse cao der excesso
das verbas respectivas da lei do orcamento.
27. Suspender do exerccio. e vencimentos,
at 15 das, os empregados da Reparticao que com-
metterem faltas no cumprimento de seus deveres.
28. Apresentar ao Secretario do Interior, at
o dia i." de Fevere'ro, um relatorio do estado e mo-
vimento da Instrueco Publica e particular do Esta-
do, no anno anterior, com todas as^.ndicacea Jcondu-
centes ao progresso e esenvolvmento d ensino, que
a experiencia e o# estudo lhe posssm suggrjr, add-
cionando :
I. Um quadro estatistico das escolas e estabele-
cimentos de instrueco ; e
II. O orcamento das despezas a fazer-se com o
pessoal e material do ensino publbo
29 Exercer todas as maisfuneces declaradas
as leis e regulamentos, e quaesquer outras, concer-
nentes ao servico sob sua direcco das quaes o eu-
carregar o Secretario do Interior.
30 Providenciar sobre a publicaco de urna
revista mensal em que os professores sejam informa-
dos a respeito do progresso do ensino.
31 O Inspector Geral ser substituido, nos
impedimentos temporarios, pele membro do Concelho
*que fr designado pelo Governador.


SeCc;o j."
D Art. 42. O Concelho Superior da Instrueco Pu-
bulica ser composto dos seguintes membros ;
I. Membros natos:
O Inspector Geral da Instrueco Publica ;
O Director da Escola Normal Ofnrial;
O Director da Escola Normal a cargo da Socie-
dade Propagadora da Instrueco ;
O Regedor do Instituto Benjamn Constant ;
o inspector de rlygiene ;
O Director de Obras Publicas :
II. Membros eleitos ou nomeados :
Um professor primario de 4/ entraicia eleito
pelos professores do Estado;
Um professor eleito pela Congregaco da Escola
Normal;
Um professor eleito pela Congregaco do Insti-
tuto Benjamn Constant;
Um membro do magisterio particular, eleito pelos
seus pares ;
Um membro do magisterio publico superior elei-
to semelhantemente ;
Um cidado d'entre os que se hajam distinguido
as lettras ou no magisterio publico ou particular,
nomeado pelo Secretario do Interior, sob prooosta do
Inspector.
Art. 43. Os membros eleitos do Concelho ser-
viro por dous annos, podendo entretanto ser re-
ele itos.
Art. 44. Os pareceres do Concelho serlo presen-
tes ao Governador, que com elles poder conformar-
se ou nao.
Art. 45
parecer;

sino.
Ao Concelho Superior competa emittir
i. Sobre raethodos e systemas praticos de en-
2/ Sobre adopco, reviso ou substituico de
compendios, livros, objectos de ensino, bem como
sobre o modelo de mobilia escolar
3.' Sobre o programma das obras elementares
que o Governo pretenda fazer compr e imprimir para
a instrueco publica e merecimento das que, compos-
tas segundo o programma, forem submettidas sua
apreciaco.
% 4.' Sobre o rgimen interno das escolas e de
quaesquer estabelecimentos pblicos de instrueco.
5.0 Sobre a necessidade de transferencia e sup-
pressao de cadeiras.
6. Sobre programmas para provas oraes, es-
criptas e praticas dos xames de habilitaco e dos
concursos para o magisterio publico, bem como sobre
o merecimento das provas produzidas em todos esses
actos.
7* Sobre os exames dos alumnos das escolas
primarias, sendo-lhe submettidas as provas escrip-
ias, bem como copia dos respectivos termos, para
consultar sobre sua regularidade e sobre o' pro-
gresso apreciavel, em vista dessas provas, do ensino
dado as aulas publicas, podendo propr que sejam
punidos os professores que nao observarem os pre-
ceitos regula mentares e o programma de ensino, bem
como louvar quglles cujos alumnos maior aproveita-
mento revelarem.
8. Sobre vitaliciedade accesso por antiguida-
de, remoco disciplinar, gratificaco extraordinaria
e jubilaco dos professores do Estado.
9. Sobre as infraeces disciplinares dos pro-
fessores pblicos de instrueco primaria, secundaria
ou especial
10. Sobre elaboraco de bases para qualquer
reforma ou melhoramento de que carecer a instrueco
publica. N
11. Sobre qnaesquer outros assumptos littera-
rios ou de intere9se para o ensino publico, a respeito
dos quaes o queira ouvir o Inspector Geral ou o Se-
cretario do interior.
{Contina.)-
SSCEBBDORIA DO ESTADO DB PfeRNAM-
BCO
Despachos do dia 3 de Agosto d
iSg
Mam Emilia Fearairs, Margarida
Mulier, Antonio Carlos Ferreira da S'v*
Iaforme al.1 Ssec).
Jalo Antonio Francisca Alvas & C,
Ernesto de Vasconcello*, Joa d'A*8Utn-
peo Olivara, Joo Francisco S*raira,
Silia Fernandas cfc
seccSo.
Elizio Mu ais de
a 1.* Saccao.
Custodio B. da
C-^Iaforai> al.*
Grvalbjo. Informo
O porteiro,
Silva Quintar ces.
EXTERIOR
EUROPA
Ilespanha
Po'e-fe (firmar qo* o. Biriido libn'al vj
tur da ttitode cUtOeuaoli .eapacuU 1B'
mantea desde 88 manfettacoes carura os
B-'u.oa-'niJoi". Cerno -ae- aalie o gib'nele
prtf&atdo pelo Sr. Uaaavas del i'asirtlo lera
s do apolado na qaesiaj de Coba pelos llne-
raes. ^ae entaoelecsracn esse assaoipt > cono
pj o extra partidari e de n-ro O'riotismo.
4 iillioaidadea eniootradas pe 0 uveruj
ecuservador na qnestao cattaoi, as responaa-
blidadea qne ebe-n na solo;;) da fcae-ra.
ser.fem da exasplo a iodos os pitt da< cen
titoeiootee de oppoatclo poaca nmgem loe
ts pjitica, porqae oeobaon dones quer o
go-e 00.
Aicn qa a titulo de pal; iosmo, forsm
iauaa ao- koto'OJ lo la* as rxe ndaa qoe r-
Cl jfrou e que, para olo provvc-ir ora 1 r %-
miDlaterisl, sa t-m cAiJ,o.,1 ?,;jj p.-oje;to
do sovemo eem Iota pa lamealar.
Naa i* qiar o pode.*., e.-o cago,
E como pieciaj evitar qne se teoba de
maisr de goTeroo, samara-ss o qieeait 03
peder.
Esta polaici seguida na pe o Je ato ano
tem todava, o iocoavooieut de elimioar ama
.1 ja (ere- da nafao, o aijr da sai represea-
UC'o elerta.
A l tes b--apaD0olas effeetlTatneateViv
raiicc'onido todos os actos do tnicn.-t-.-ii Ca
no as e satlsteito oiot os eeaa deeeior,
A Hinaco b je toraa-;e, todava, owerta,
p>- Uso qne >s n'^cSe-t entra a H--paona e
.1 8s adoa.(Joidas se ooverieram o'a'ua ea-
p-c*stlvj qoepa'aljsi toda a acca do ro'emo
besasano1. que. cootinaanda a guerra aa tr. n-
de Antuaa, nao re in a w-.ta dj repaolica'da
America do Norte.
A poltica interna da Hespauba, dads e^tis
cIrcaDMtacrtias, n&i pode aoodeeer a ralbes de
ordem exie-na.
No exterior ta'o qaaatj pj-si sobrevlr est
previeto, e tara qoe ser exeonttdo, porimpo.
eicao pooolar, re.a qosm fj- o goreioo.
E ta am maejae nao tem coQtraylicta > rivei
A razio desaparece, o govlrao eli nma-se
para sxoento surgir o seatiaarnto pa'rio 1:0.
A apreeentasao do-i p-ojecics Hn-ncroa do
govsrao Oaoovaa del Cantillo deixoa oifi'-
madas pal v-a< aqoi pabltcodas suks o a^-
S'impn : oa liberaos, can-ad a de esperar,
lariua de ama poeiclo am que so po lem obier
o 1 sqofC'men'.o doa seas oorrligijoart93,
rompom fogo coUra o gover o na que'ft) ri
naaceira qa- desaoja vno anoa.icsr.
E ro 0 j os cjnaervador-a em lodo 0 casi
codiam c-m a ma oa das cor es, a opooslc^o
impotente para deitar s projectoj p >r t r- ,
v i comedir a fster obi'roccao presentando
pr>icto-3 e prolongando aa dis-os oes.
E' cara que ama crise mioisterul nSo a
cooseqoeLC'a da iuterveacao parlamenta* oppoeico. Someote eesa iaterveugao mostra
qu*. os lib^raes oo sentem a necessidade do
poder o pe-d?ram os recelos qae at agora us
tem conservado looge-do cjnsalno da mi
nisto*.
So o presdante do cooselbo Cnovas fosee
soba itnt io;;pai i S:. Siga*.*, a p Juica inter-
na aeria modificada de accono com o pro
gritmma lioeral, mas a externa sena maotida.
A Cambra dos Osootadoa aioptoo, por
203 votos contra 77, ama indi ajao pedindo ao
Governo pa.a adberit a a liaaca fraaco-rassa.
Ji o Sr. SagasU lamenioa o4alimeat) dat
Hessaoba oo aeio d-s potencias eu'Opas;
em conversa cam am jornaliata soore a sitoi
ago actual ao piii
0 S-. Coa Gayn, Ministro do 11 erio-,
dec'aroa 13, na Cmara dos Depotados, qae.
a Beepanba nao abandonar ama nnlca par-
celia de sea territ rio para contratar qnilej'ier
alliaocja e qae qae to das reformas z
oa liba de .nba sera reolvia qaaodo a
gaerra esliver terminada.
For sna ves, na sessSo de 15 o Sr. Cana-
via del Castillo, P eaidente do Cooaelbo de
Ministros, pronnn:ion om dlscorso do qn -.1,
raferindo-se aos negocios da liba de Coba,
disse qae as reformas resta relativa se-io
decretadas lod'0 que se botrver obtldo a pici-
CCii da liba.
A sitoacao de Cnbx e 3 fa'u 'o da gaerra,
porem, continao sendo o poeto caimioanta
de todas as coa versacOes, o problena anda
iode ifravel para molt gente.
Pooco se aane oa nada do qae se ;asea em
Cata, pota qae as noticias miadas d'alll con-
tinoao sendo jotiradas polo Gaverao, qae so
derza pabllrar aintllis qae Iba agradSo.
0 general Waytat, eoDta, caco o reforjo de
cem mil borneas, podar pacificar a liba oa prl.
mavera de 1497. segando consta de boa foote,
Ma-tiner Campos assema qua ser preciso am
reforjo maitisstmo malor e qae aem em 4898 a
gaerra estar terminada.
0 modo de ver de Martnez Campos aai
harmnico coto a oplotlo gera', mais loops-,
cial.
.0 gomia fceapHlel aprovoita a actoil ai-
taacao d#atattT*tattw pira lavar a cabo
projecios qae osa oaira CMjuactara levanta,
rlam seria resistencia.
Analco, o pedido de fcidos, bycothecando to.
dos os rendiusnlos do mes'uro, e talves ap
privado, lano no senado como ao coogresso ;
alm d aio, o governo pretende adquirir todos
os navio de gnerra dttponivels qae se eacon.
trem nos anease* estranaalros, de modo qae
em Ma go prximo poasa ter esa liaba 18 oa.
viosde primelra ordem, qae possim fazer fren,
te oa impedir qualquer acto bostil da parte dos
Americanos.
No prozimo mez de Agosto, manbaro de
He-raoba, para a liba da Cat>a, aBm do refor.
car os corp s de exerclto em operacoes, cer*
ea de 0,000 borneen, sendo 35,190 de infaati.
rn, 467 de cavilUrla, 7,181 da artilsna e
1,619 de eogenbaria.
Vao cerca de 700 officiaes. Em Deiemb'O
rao mais aos 90,000 borneo?, jalgsodo o ge.
aeral Wejter poder qae esses reforcos empre-
ar acfio decisiva,
Bm conaelbo de ministros, tratoo.se da
qcestao de Coba, apresantando o ministro di
gue-ra nos qaadros grapbicos respeitaotes a
inotalldade doi soldados all, qaadros enviados
pelo.inspector de saade, com relscio sos qaa.
tro prlmelros mezas de 1876 e 189o.
Por elles v*se qae o nam-ro de bitos no
anno crtente tes augmentado.
Traton.se tambera da qoesto dos o-camen.
tos. O governo pretende qae as cmaras appro.
vem os ornamentos extraordinarios, aBn de ter
elementos para poder goveroar efecbar as c-
maras, se isso Iba approuve-, sem se importar
q.-ia os orcamentos ordinarios sejam oo ci
disentidos.
AopposicSo liberal, pero, parece naavestar
da accordo.
Oa ltimos telegrammas recabidos de Ca.
ba annaqclam reinar, grande desanimo nss fi.
leiras dos revoltosos, em consequeacla dai vic.
tortas continuas das tropas legaes beapanho
las, qae ibes Inflingen sriis perdas em lodos
os encontros qae com elles ten.
As mesmas aclelas dtsam qae se acceata
cada tea mala a discordia otra oa principies
ebefes, qae te diipatam a presidencia do go-
verno revolucionario cobaoo.
H R'-'Pondenio oa cmara dos depotados a
accaiafioei qae tm sido levantadas na impren.
sa a ao parlamento contra o governo. o Sr. U.
nares declaroo qae os paqueaos atrasos de pa.
gamento de Nido as tropas em oparajOei oa
nba la Onoa Hito a.uipiaeioaaia auyi mt t ir.
ti al lides qa' ten ttda oj poiere uaolicos da
remellar as Importancias naceaauia) a nao a
falta de meiis pecoalanoa aa A leiH'a.
Dix.?e, cnw a jaata revolaciooa'tacuia.
na, em Noaa.Yirk resol' organisar da-ao.
te o verlo expedig9<8 di flibaateiros, co:n bo-
mena e matarla oegue ra ; a tent o Sr. Co .
Gijoo, ministro do governo, em resp ?ia a
urna perguala qoe 1 !8 I.A fatia na cam ra do
depotados, dissa qa^ o gove'oo conbece per.
Canamente tolos o* man-ios dirig los con*, i a
Hsspanna palos lioo-teiroa d. Acrnri a de or*
te, ma qaa os tnbnnaes fiaploiioas con tona-
ra i a fazer raspeiUr a jurtica.
0 i Imiraota i. Ba-enger-, ninistr> da ni-
rioba, val pedir as cortas um c-ed to le ISO
miinOas de pselas para m'ino'S neni> do ma.
lerial da isqoadra baspintiola, eawnlo in lai.
dt nene cred,to a verba oecessaria para a
compra de t ton e qoa'.o novias aoi com.
tracteres genovai3s.
0 Sr. Mateo Sigasta, leader do par Ido
liberal, recebenCo os namaroio* 'epatados qae
foram conprineotal-o por seu 6J aanlve'raio
aat.lico, digo qae se os moderados, qae sao
reaponsave's da saac) poltica actual, sa re
tirarem do poder, os liberaes acbacn.se prump-
toa para assomir o poder.
0 S-. Caoovaa del Castillo, presidente d)
conseo ie mtuistros, resolvea maotor lodos
oa prejectos Qa.neeiros propostoB pelo gaoi.
ue .
A opDosicaa liberal as corta esta por .too
lado mais decidida qae oaoca a combate.' pa-
toio o meios caaes pnj-cioc, esperando.sa
po.'taoto viva e lona discasso pa laaentar
por elles provocada.
= Corre qae o general M de AjCirrag., o
actual ministro da gaerr?, substituir na pre
aideocia do coaselo de mlaistros o sr. Cano.
vas del Ca-tlllo.
Nacaiiur', o depaiado Cirli-ta disse qa
o goveroo dos Sstaioa.Uildose qae bavia re.
eiam-io da Haapaoba o cbamado do comman-
laat-1 do erando- Jo i-ie del 'enadito*.
almirao-a J. Beranger, mnist o-da ma-i.
aba, tomindo a palavra, repltcoo qae easa
eonama-'dao.e casara a saa loenndale, mas
na bavia sido destituido.
Cootinaoa noseaado a diecaseAo eo:ets>
la do projecto c acede:lo sobveoc3ea as em
presas de estradas de estradas de farro.
A oplnio libera', preos, ua.u do manejo
parlamentar da oostrueco, pronuncia alo qa>
si mk-raiinaveta diconos para prolongar o
debate.
Na ra-sna casa das cortes, a setsao ie zi
revisti granaB importancia e correa aacna.
itissrma.
A proposito de ama propoaa pedindo a c~tir
tinaicS) do proceaao m'lttar contra o general
Borrero po" cans do iu: den e nuldo com o
ma-tchai Marnez Cinrpo?, empenbiao-.se vivo
deoale, em qaa toxaram pa*te mu-toa erado.
rea pro e contra, pronaQClindo todos elles di o
corsos vebes>ntes.
O senador X'mono inte-pilion em seguida o
governo sobre a compra qua fasia a Ha-paob.
en Genova de navios j i vendidos a Repablica
A'gentma.
Declarou o Interpelante qae os contracto.
re3gencvezes lavo'am a reacisSo doscoitrac.
toa com o governo d'aqueile p4z. para veo la
rem os navios man caro a Uaapaaba.
0 clarante J. Beranger, ministro da mari
aba, tomando a paiavra para roaponler a lo.
te-, e:a,ao do 3'. X'tneoo, deca- ,u qae ex-
plicara ao seaado tu 10 quanto ba com referen.
cia a compra dos navios em qaestao depois de
te-minado o negocio entebolado com o cou.-j
t-octores.
Depois dessas explIcacOes do ministro da
manaba, o senado encetou a dis:aaso do pro-
je 'to cancedeado abonos as emprezae de estra-
das de fe ro.
Nos circuios pollMcos e militares desta
Capital dizia se qua o governo bespanbol, ale da. compra dn deus couacadas ca-a Ansa -
do, de Genova, est reaolvido a'aagmentar ain-
da mais a soa mariaba de gaerra, adqai'tndo
dous craza lores a urna casa de coostrueces
qavaea de 11 la trra, para o qae deven ser
estabelecidas orevemente nego^lac/iss di'ecas
entre o rtferido goTerao bespanb.l e s ilud la
e*e->.
LformacOea colbi as na mesma foote disem
qua se eat tratando da compra de 10 mil ca-
ra-binas Mauaer, qae ser&o e itregaes ao go ve-
no bespenhol em diversas rsmessae, a med Ja
que forem a.-nio fabricadas. *
T mbem dizi-se, qae aero entregues, He -
oanba, em 19 te Peverelro prximo, pelos ea-
talelma i.aliaaos~de Genova, deua ccoragad
le que o governo etTa:tuoa a compra.
Igaa-a-ae, oas negociscOes qae ogoveroo bes-
panbol leve direc amante aozn a casa Aasaldo,
consejlo obter ama redaeco do prego primi-
tivo pedido pelea coostractores. que era de 35
cotlboes de pe-4las pelos don mvios, deveado
o pagamento ser felto em ooro.
O governo nao approvoo, que as autor ida
jes de Crdoba o do Parral asseataassem a nota
da amanea visita dos marlnbeiros franceses
oaqaelle porto, pota a cossidera anti poli
tica.
Nao obsisote. reallsaram-se oa terga-felra, U
de Jttibo, em Madrid, brtlbaotes banquete ei
nonra"Jda marinba francesa e dos quaes foram
pronunciadas allocacOea realisacio da allian-
a fraacj-hspanu-russa.
Taaibem boave em Cdiz grandes- festss era
boora doa m:rlaberos franeezes.
Brllbsnle concert esteva orgaaisado coto
parte integrante do prograama ds manifea-
taooes da sympatbla.
Varlaa bandas de msica 'elvis e militares
pe-correram as ruis da cidade, tocaudo a Mar-
seibess, no meio da vivas entbasiasticos ido
pavo.
Reafizoa-se a 29 no palacio real, em Ma.
dril, a lmpo8lcSo de barrete C8rdlaaltclo ao
moosenbor Cretoni, nuncio de S. S. Lelo XIII.
Asslstiram o corpo diploma Ico e toda a cote.
Bm breve? das parte para Trieste a com-
misBio de peritos pira inspeccionar os doos
cruzadores de combate, qae o goverao pretea
de adqalrir.
0 numero de.presos subojettlsos Jorls-
Hcco miliUr em consequeacla do atteutado
anarebista da roa de Cambios, em Barcelona,
sao SSl, laciniado 4 enalbares. Ni fortaleza
de Mcntjbtcb esto ja encerrados 119. No nu-
mero dos encarcaradoi ltimamente figurara
os celebres amrcbiatas .Ib.-egas, Abaya, Rug-
giord e Procos.
0 )-ervs-se absolots reserva acerca do aum-
marlo .iostroldo por caasa do monstruoso cri-
se. O ebefe de polica Sr. Freix dirlgto-ae no
d,a 27 a Lagaa, ponto oa localidade infeccio-
nada pelos elementos exaltados.
Os agen es da polica efeetnaram ama mina
ciosa visita na administragao da revista anar-
ebista La Ciencia Social, apoderndola de
todo o material all exlstante.
0 general Borrero aoresealoa-se ao dia
17 o Sr. Ministro da Gaerra e ao comraandan-
te do prlmei'o corpo do exerclt). O general
reaueren pasaaporte para Padroneras (Coeaca).
A ratona regente Marta Cbrlstlna, o re
AtTooso XIII e os Infantes, acompaobadoe aa
toda corte, parttram para a residencia real de
8 Seoistlao
A queeto entre o afarqaes de Mocbale?, p-e-
sllente da commiseo do orcameoto, e o Sr.
Unis, delatado liberal, foi reaolvido amiga-
velment. Os pdrlnoos daa pires coatendoras
declararam, de commum accordo, qae nio ba-
via motivo para daello, poia nSo boave aenbu
ma lntengao de offansa por parle ios dona ad*
versarlos na dlscaasat) viva qae tlveram sobre
ama qaeaiio de economa poltica.
Por decreto real a ralnba regente Mara
Cbrlsiiua conceden boolem Indulto a Si dos
individuos presos ltimamente em Barcelona
como complicas nos alternada anarcblstse qae
all se daram em principios de Jaabo, cansan
do tantas infelices victimas.
Ente acto da clmeosla da raioha regente de
He?paoba est sendo festejado pelos aoarebis-
tas e pelos sociillstis be ram cam grande conteanmento a medida real
tomada para com oa seas correligionarios.
A approxirnagao da Inglaterra com a Ita-
lia, e, portante, com a triplica alllapca oa
gu rra de frica, pds de sabr aviso a Franca
e a Rsala o auxilio da Haspaoba, segando ae
deprebende isa melbores informagosa de quem
as receje daa caaecallarlaa, a visita daesqoa-
dra francesa aos petos da flespanba obedece a
esse Dm; fcil de prever qae dado o caso da
alllanca entre a Hespaaba e a PraBca e Rsala,
eaiaaauaa nacoas esuriam ao lado da Raspa-
aba contra oa Estados-Unidos, qaa damais 0|0'
po lem cootar co1 *-bt* TieHaie da l
que anda na esqaecaaa aaaa alo Va
O cari istia flaarasa etajnalantivao aaas)t-
fea cas de apreso e yaaaifeaa ao prtaoa
D. J jas de Baartioo, na alia 25.
Naihurn locideate daaagraalafel aa alea aa>
correr dVasas mi ni fe tace.
Tan-se daaeacalaaaak taawatada*
al,:aas paitos la peotoMis, eaoaaolo a-**daai
de vtdaa a importao'ea preratsoa) m*'*"*'
Em Haala (Caeoea). as lo'saeo'as a sr mia-
se de idioti atrriora. As fawawaJ a*trl*
C'SjirJzeram tres victimase oa camawa estaa
a rmi;,; ai chela leo arrastalo aaatM
aaicoaes domesteos; oa trilbos da ra*ferren
torim lavan a ios pola rbuta, fl:aodo \ntn-Tom-
pida a c rcaiacSo de comboioa e as ataeaa e-
etncas tm cansado mutis dacno.
Barcelona n deas circoaviioaiojas Iraram
comDleta'Btnta ;d -.alalas.
S> bastante avallados os eat-ag** aaava*
rises 'eitos pelas aguas, qae e*'rao*aaB *
tas mercadura* doa a coaaeos oo lo aaaaaJraaB
a agaa.
As recolta a do Tboaooro do-aoto o saaraj
n-imei-os mosss do anoo foram de 7I7IIBIPB
pesetas. Hiova un aagment) 1-> 2,809 Mal
sob-e o pariodo correspoadeo'e da eae-riraa
anterior ; as despesas elevsm-as a 731 9K.SP
pesetas boa*e .ogaeoo de 23 614 90
REVISTA DIARIA
Dr. Cornelia fiama ^ bo-
quete Magdalena* regrasaoai hoaxeae, o i.las-
tre Sr. i)r. Coraelo Ja Ponaeci, oosao apre-
ciado collaga da Cidade.
O deaembarqoedo illoatre pernambur-ano ai
concorrido por crescido nmeros de aaaa ami-
gos e ap ciado-es.
Oo logar do desembarque foi S. Esc ana-
demente ocompmhado at a estacio ate Re
do Sol, ond tomn tram do Casanga aaao
condau >-o a Aoipocoa oodo rooio.
Apresen'amoa a S. Ese. as oo*ea* asois t
deus saadacoea a boas viudas tem aatai
que tanto o estremece.
Concert Frase Coevaeaoaa R w-
iisou sa oo sabbado ultimo, Doo saK-a 1o
Club In'ernaciooal, o e oerto p'omov to p '.'
dstmeto artista Franco Copp-ila. cajo oaero-
cimento conbece bastante o publico dce'a ci-
dade.
O progrmma foi eumprido i riacs, oso I-
vando em coa a doaa iransposices ae trabes
na 1 e 2.- partea.
Todos os nmeros foram oerfaitam'-it -n-
cutado?, merecendo do selecto au!itorio aa
mais justas e mereeidaa palmas.
Todava deitacaremos o soio para piano. te-
cutado pela Exma. S-a, O. Goilhorns'oa Car-
valbo ; a gavotta Pondr et Moajche, toa
caja execuci tomaram parte o coneer'ietaa
Sr. Elias forapilio e ootros, e a Varelre he-
roique, pelaExcma. 3ra. D. Marra .relia
Marqnes.
A disttnclo Sr. Praneo Coppola dafoi re-
novamos os noasos ramprimeotis pelo resl-
talo auspicioso de saa festa artstica.
Measacerieo artatsaaM Doraote
o mez corren e, partirSo de Bordeaas oa aa.
guint-a- vapores dassacompinbia :
0 vapor Portugal* oo dia 5, f/an') pr
La Corosne, Lisboa, Dakar, Rio de Janeiro
Montevideo e Buenos A y re.
O vap >r Chile oo dia 20, tocando em Visa
Libboa, Dakar, Pernamboco, Bat a, Rio de Ja
neiro, Montevideo e Buenos Arres.
O vapor Ohareole, tocaolo em Paaaaaaaf
Vigo, Porto LesOes, Lisboa, Pernasabaei, Ba
bia. Rio de Janeiro, Santos, Montevideo o Bje-
nos Arras incidan embole. Rosare.
acompala Soasa Baataa -Na sex-
ta fera ul ima foi lvala a acea o ibeatra
Santa Isabel, a revista do eostomes pnrtagse-
zesl'ira timfi.n de socalo do coooec.dci ea*
criptor tbeatrai Soasa B*s(os-
A concurrencia foi espantosa : camarotes,
cadeiras, plataaa, torrioha, apresentavam aaa
bello aspecto e verdadeirament anim do- para
urna co np-ohia ; mas foi de nota- -<. y os*
pect id ires, quaai lo los, oram do tavo masca-
lino.
0 Sr. 9onza Bastos oa eoafoecao de aaa al-
tima evista snbstitrjiu amas oito *cena a
veiho e appladi j rim lio por lira im par
outras na maiorla peiores do qae as ob-Utar-
da?, ficaalo a mesma muica e qnarda roaaa.
O resollado fcil de Imaginar : a >9aa da
seculo* ricoo ama revista inferi- o tina tato,
apezar de aer qaaai igual,
Nao obstan e lato, < pnnlici ap laodia %
rreaeticamaoto, sendo algaas trechos bisa lea.
0 Alfredo Car valbo e o Ce-ar de Lian, aa
primeiraa ligaras da compaoh a, ti iballiiisaTl
com correcc i; este oo papel de Cijiaaes) a
aquel e oo da Lacas ; ambos eseelleatee ar-
tistas, mas o primeiro pode aer meetre do aa*
gando.
O Sr L-roy t'nsbem patente o grande vasar
artstico nos papis qae los coaberaaa.
A Fontaoa, Cecilia e Eatep-aoia Pialo sa*
hiram-se regula-menta.
A Sign. Belligrandi oao pitia trabolaar
melbor, porqoanto foi a primeara vez qae aa*
tron na peca.
No sabbado e domingo foi repetida a mas
revista, rom a mesma coocorreueia.
amphlon-Cbegou aos o a. 13, -an
19, da Ampbrioo co i".eitoda revista ill
trata poriogaau da msica, itieatro e r>- las-
artes qae se publica qninienalmente em Lia-
boa.
Traz este amara am aaa proaeira pag'aa
retrato do maestro Johannea Brabma, cotavei
msico allemSo.
Eis o samarlo : Biograpbia de Johsoaaa
Brabms, par AtTooso Vargas, Cbroniea qnia-
zenal, Affonso V., Curiosidades, a rnasica ao
tberapeotica, folbetim, galera de artistas ka*
bianos e oat-n artistas brasileiros, i. B.
Aviz, Celebridade lyncas, tbeatros, ootlcia-ia,
correspondencia, Illas racoas.
Agradecidos pela visita.
Ferlmentoa e aaarte Anto. oate -.
a 3 boraa da tarde, oo lagar Jo'dia da) f*
dtslrtcto de Afralas a prximo Boa.Tu
foram en con raas oa indi ido. a
tal e Conrado Folismino Gee es,
morto a tiros e o segaado gravemente fertde a
facadae e tlrae.
Igoora.se a cansa do occo-rilo e qjiea ea
criminosos.
O subdelegado de Afogados, rr-ajor T
miro Pesso, fez eoodazlr o f-rldo para*
pital PeiroII e o morto para o ea-ai'eno pa.
ollco de Sanio Amaro, onda foi aaaaajaitdB a
inanoiado.
A mesma intoridade diligeocia acNvaraeata,
aBm d esntarar os amores do erime.
O aenlo m Moda Pela L'va-l i Lea.
pol io Suveira fot.oes oflerecldo o o. 86, aaaa
VI do Geolo da Moda, importante revista pe.
risieotede modas.
O prese ate numera trag fleta ilaaa gravara
coloridas sobra os mais elegantes vestidos fe.
mininos, ltimamente adoptados a aciaa
moaio.
Graioe.
roaqalm lira- Boje, s 9 1/2 botaa
da manua e aa lgre|a matns dsoaate MTaia,
serio celebradas mtasas por alma da fraila
a-tista portagoes Joaqofm Silva.
A Empresa Fernandos Pinto dt C, aaa I par.
tencea por mat j temoo Joaqaim Silva, preaaa
mais orna asta bomaoagea ao finado.
Satisfaremos ao eoovlte qae a direetarta da
Compaooia Scoza Bastea eavloa.ooa pan a,
sistirmos so seto.
Porelaaeala.Com a anor aja la la a
devoco celebrou-33 aa Igreja de Njjbb
ra da Peona, ao dm S do correte SBoa, s
lemildade do santo jubileo da
1111 aillo 1 aqaisicio daa indala
oome-o le tieis, prlaiaoao os irnatoe o
da Orlem 3a da Pealieacla de Sao F-aoedeeoc.
Assis, qaa desde 3 boraa da tardo do ala Ia at
ao por 4o sol do da Bagante, ni rasBaaraa
de realizar aa visitas Igreja, cendleau exi-l-
da alera da ccnBaato e comnaaaai
locrarem as referidle Indolgeactas i
plena U por cada visita, apoiiea*i' tal
almas do pargatori), aoa
te
As coaflssoea foram lananeraa,
s comoaunfies a qaaai aail-
S. Exc. Ravdm. o Sr. D. Joaaais is
visira, dignisairao bispo da diocan e Cesara,
iue no da 2 asiava-sa de iriraagaai par osan
sapJtal, digaoa-n, a convite doa Reaa. pa-aa
capacoloboa, celebrar o aaato aaauiltle da mtr
sa a 7 boraa da manb iia,aalla aia, dlatrl

*





Diarla de Peraambuco Ter^a-felra 4 de Ag-esto de 1806
botado neasa occailo^o Pi EsctaarlaUco a,
man de lemenias pesso*. Fiodoa-se a ao-
iexnltsds cora o caato do cTe-Dasm asaca-
tadopeai devotas Irma caatorai da Peab,
a 8 i ,5 doras da Urde, e com a beucao do
8antigtimo Sacrament*.
i ns solemne. Hiera? ex o o 3;
Tuve lux ir au.e-aonl* o pelas 9 oras da
mmii na capella doa o-vicoa a urasa solem-
ne, en Q)ora a gionoslsln Sio'Aaaa.
Celsnroo o saoto e memento saenfl io, ara
re idioso da Ordem do Carolo, acolylado pelos
Redus- Simao Rivera e Carmello.
Na occasiao do Bvaugelbo oroa o eloqaeate
Cs:wo Dr. Jos Antonio de Oiivelra Lopes,
qoe cera a su palavra fcil e psrsmsivj, pa-
tecleen as acrjaoladas vlrtades da gloriosa ma-
trona e soa buoildtde.
S. Ilavdm dspois de coatir parabo'a do
pablicaao e do potrlsen, parbola esta do ln*
vino llestre aos seas discipolos, qae coaln a
lic;ao mals perfeita e solida da twmlldade, fes
nm appello aos Hala qoe apreodessem na glo-
riosa Sanl'Anoa, para asslm pedtrem gmb.r
O presto de vida eterna.
A referida capella esleve repleta de fiel?,
abindo todos edificados com a palavra do mi-
nistro do altar.
SA o'coe ira es'eve boa. a- soa regencia foi
coefilia ao orgausta professor Joao Poly-arpo
Soarss Rosa?.
Oa solos d partt'ora. foram canudos pelos
profesores Taciaoo, Joao Rosas e o arilsta
Jobo Machado.
A oecorscao do templo eslava fel'a cem es-
mero, sobfesabindo o aliar da glorio-a saita
Ha ocosvao de sor enioado o Gloria, foi
arremessada griode quaotidade de flores por
cima doa fiis que asaistum a lao soblime e
Jmnruote clo.
Club Carlos ornes.No da 8 do cr-
reme na a-ao ano Ca sssociacao.
'director dse mea o Sr ,-Eogenio Carioso
Ay f.
Compnnhia de Tecidos de Ma-
lln Aiu-oa remera-se u* acciooisias aissa
compaobia, as 11 boas da manta, no e lindo
da A6sociscao Commercial Benecenle, aflm de
elegerem a na i. va aire torta.
Assembia sreral.A sociedade dos
Ans a o Mecbauco e Liberaos mantenedora ao
Lv-ec e Artes e Odien s reooe-se amaobi, as
6 1,2 boras da tarde, em cea-So de assembld
geral orillea la covisponae -te ao mes Qodo t
que t .r=cur-s*ba com o camero qae compa-
lecer
Estildantes de DlrelloOs bacba-
relao 18 aoconente anno, reunidos bornea
em urna daseal-s da oossa Facoldade, resolve-
ram reieber o grao colleciivimente e com toda
a sulearaidade permitisda pelos estatuios oa
mesma Facoldade, e para este nm preceden
se a eleicao de paraovmpbo, orador, tbesoo*
jei'0 e diversas rommiatOee.
O resoltado desia eleic.o fui o tegelnte :
pa-srymphoDr. Jiao Ejsio de Castro Fon
MCt%
Or^uu. Artbor Mans.
ThflSiureiro-Heraciyto Vas.
Con.misao de convite:Artbor Monis, Jcao
MoriBiOD, Daniel de Mello, Rtda-lpb) Lactrda e
Joij i.e Meudjoca.
Comuiseej de festejosAtchelin Meodes,
Sev. r, Cban pesas, Arnemlro Itajab.' Aman-
eo Babeilo e Jos Pedro.
Coo mia.-ao de recep(,SoEpaminondas e
Barres Filbo, Heracljto V*, Jiao Morlsson, Pe-
dro Al- xaodrino e Severo Cb mpenx.
Soeledade macalves Das-ltec*
ci se dD'e-boalem ets* corporasao sod a pre
aititncia co Sr. Fonieca JblI r.
>o expediente fot lldo ao cfficio, ccmi'e dos
alomos do corso anexo a Facoldade de Dr
relio pora a (esta commemoraliva a dta 11 de
agesto, sendo para correspooder ao convite
cuneada ama commlstao : Dr. Joao Morieeoo.
01 vt i e Gaivao e Footeca Joolor.
iSa palestra liuenria os Srs. Pedro Cirne e
Altare Maia, ciecuUram sobre o ti.cm.-Quai
a nektor forma de governo ? o Sr. Sor auo
deAlbnanerqoe, flissertoo a tbese A molber
pirante a eociedade; e oSr. 8ooia Sanios,
agrtdi ceo aos arecciados as provas de coosi-
derc9n qoe Ibes dispensaran) per oc;aciao do
fa lecinei. o de o* presada mal.
A otitra 818:5o teta ligar lo prximo do-1
BDinsjo.
I. com a esapreza teairal t
crecen-oos:
Agons babltsnteB dos arrabaldes paraoode
cau lia i-rm e nem boo-is, peJsm a distiucia
empresa Feroandes Pinto o obaeqaio da kaaa-
ferir os pipeciatolos dos domingos, d;s8t|X
para & 6 Doras, co entao dar nm espcdacolo
as 4 i|l boras na tarde.
tert.s de terem atundidos, desde ja se
cenfe--. m agradecido*. >
Objeeto perdidoNo da 27 do mes
fioau, ua eatrada da Poote a Ucbo*, entre a es-
trada aa Torre e a capelia de 8. Jo- do lian*
gotoho, foi eucontrado nm otjecto qoe seseba
depositado oesta redaego, attm de ter entre
goe a .p-ra qoe delle dr sigoa-s xactoi.
Estabelccimente deealcsdos-
Sr. Lit.o cbagas, proppietaru do oem moma
do fcs.r.i-lfctixtoto de calcados i roa a Im-
peratriz o t, ac ba de receber do Rio e Euro-
pa i:m grande sortlmento de raleados.
Aos D08B08 leilores recommendanios s laja
do Sr. Lioo.
Assassinato brbaroNo Cia 28 de
Jolbo ultime, tm trras (o eogeobo Mirador,
pertencente ao mantcipio de Rom Jardim, fot
brbaramente assaselnado o indlvidoo Joe6 Vi-
cente Ferrei'S.
A aotoridace iceal procede as necesarias
diligerrip, t6m de descobrlr o criminoso.
PnbllcacesRecebemos ss segointes :
Brszil Medico, o. 28, anno 10, revista de
medicina e clrnrgia que se publ.ca na Capital
Sum ario :
Clnica Peditrica :Da antero-colite.na
priinei a infancia, pelo Dr. Benjamn Mosr.
Chuica Obsttrica :A presen tago d- era
neo.Procedencia do cardao ombelical e do
brajo direito.ApplicasScve frceps, pelo Dr.
MaJeber Serzedello.
Cliuica Opbialmologica :Sobre os resulla
dos mmediatos e remotos da extracc.au ca
catara ta, (conclu-ao), pelo Dr. Gnedes de
Mello.
Notas Tberapenlicas:Tratameoto de febre
tjphonle, por N.
Boleiim da Semana :A mamfestego djs
estoiantes de medicina ai Dr. Fort, por B. C.
Forma ario Pralico :Tralamento das con
YOJsoes.
Bolelim Democrtico : Segauda quinzena
do me. de Jonbo de 189S.
CbroDica e Noticias.
Li Repobliqne Cobane, o. 26, anno 1."
O Occidente, n. 632, anno 19, por inter-
medio da Livraria Silveira.
O presente Homero dula importante re-
vista portuguesa est perfeitaaseote racoro
meo lave', nao so pelo t :xto como pelas gra
taras que sao excelleetes.
Agradecidos.
IIj ;iene mnniclpal Foram bontem
Urgidos o mar 186 kilcs de eiroe verde qae
oD. saperlnteodente de9jfiene municipal
ecceot-oo imprecareis para o consnmo pabh
Cu "O M-rc.do de 8 Jote.
Yu-etnayes-Ni laten lela Moolcip
comecou bjRtem a ser feto diariameote o ser.
ft(o cz, vaccinaQOej entre 10 e 1S boras da
sjatoM.
QCoinaaahla de 17 om bel rosO ser
vi(o desta coujpanbia para noje e o seglo.
t:
Estiidc.mator o i- sargento almoxarife lau-
rino ad oo.o de Sonsa Baudelr.
D!a a compaobia o cabo cele de turma lo.
te-' o Mdnoel Mactado dos flaotos.
Goa da do qoarlel a prsca Antonio Martin
a Sha.
Gua-da para o tbeatro Sania Isabel o cabo
ebefe le bombaTbom Alvos Ferrelra.
^ Un I 'rane tj. 3.
Telteajrraanniaa retldes -Acbam-se re-
tido'- ria-eetacao do Telegrapbo Nacional os se
ge Inte' telegraramas:
De Camaregibe, para Jacintbo Fonseca.
Do >Rto Formoso, para Dr. Jos Caldas.
CDo T-lnuobo, para Enfraila Roaa- da Coat.
De Largo Machado, para Scsrmm para
Loe bel.
Da Habla, para Custodio Pessoi.
Do Rio, para Veras.
De ij.yaoua, para tsoenta Tbeopbllo Oli-
felras.
L olas fonecianando regotimento par Nor-
te, Sal e Centro.
Porto
de 1895.
Ao al* uaelboraaieato lo
do Reelfe Recite. 2 de Agosto
BOLETIM METEOROLGICO
caraoteristfoameate* no Csdigo criminal
CDrrespsndenj as dafasas igualmente pre-
vistas e assignaladas na mesma le, do
modo que pode nos dizar que aa ultimas
sao outras tantas excap^das e tanto pode
figurar uma saladamente, contrapondo.ae
flora, rerm. *n(f. Barmetro Tenido do Humi- a Ofta ou quolla ao^ao, oomo padem acou-
'mular-se diversas defesa3 ou excep;5es aj
vado
6 m. 22'9
9 > 23,9
12 > J4,*6
S t. 25/1
6 24,"*
a O)
762,-00
762,-25
762,-00
761,-00
761,-00
vap^r
18,76
19,81
19,96
19,50
18,88
dad,
91
83
87
81
81
Temperatura mxima 25*,00.
Temperatura mnima 22',40.
Evaporacao em 24 boras ao sol 1",4 a som-
bra 1- 4.
Cbova 21,-1.
ireccao do vento
SWdameia noilo at 8 h. 58 m. da ma;i
na, WSW al 9 h. 42 m; S al 10 b. 10 m.
ESE at 10 b. 29 m.; SE l
ESE e E alternados at at 9 h
urna so acoSo, menos quando s5o antagni-
cas e repelientes entre si.
Em direito criminal as aooes respecti.
vas presorevem conforme o praso deinido
por le, nelle anda sao imprescriptiveis as
excepQdes palo principio : quoe sun (m-
poralia ad agendum perpetua sun ai excipieif
dun. *
Se a defesa ou excepgo am direito cri-
minal se reduzisse a um s typo e padrio
para todas as aegos, o Cod na opini j o do
fromotor publiao, teria creado nos arta.
7 a 35 e 42 verdadeiras inutilidades.
No ciVel accumulam.se acQdes e exca-
pjOes, no crirae, pelo contrario, a cada at-
de ; ENE al 3 b. 00 m*., S\V a 4 b. 08 m ,
S at 4 b. 48 mv, ESE >t 5 b. 18 m.; S at
6h.03 m., 8 at 6 h. 45 ra.; SE al 7 b. ; SSK
at 7 b. 39 m., SE al 8 b. 32 va., S at 11 b.
e E at meia noite.
3 boras de calma pela manha
Yelocidade media ao vento 2.-56 por se-
gando.
Nebulosidade media 0,91.
11 I). 33 o,l tentado corresponde uma accao delimitada
04 ra. da la que nio exclue defeaas accurauladas.
BOLBTIM DO PORTO
Das
Horas Aujrs
m.:-1.-75
t. 0-95
Pra mar oa
Baxa-mar
P. M 2 de Agosto 10 b. 40 m. da
B. M. < 3 h. 20 m.
Casa de Betencao Movimeaio dos
Casamento esv/ll O esenvSo dos casa
melos que (uneciooa nos listrictos do Reelfe
anoto Antonio, S. Jos e Afogalos. affixoa na
reparliyao do registro dos casamentos rna
de Imperador n. 75,1 andar, edilaes de procU
mas de casameatos dos seguales coulrabeo-
les :
l* Pubhcacdo
Joao d Silva Saraiva, artista, com Carolina
Gomes Bandeim, solteiros, naiarses Jeste Es
[.lado e residen es oa freguezia do Reelfe.
Casa de Oetencu Moviraento dos
presos aa Lasa de Deteuvao do Recite, Estad<
de f ernambaco, i da Agosto de 1896.
Exisiiam 3-3, eutraram i, sabira-o 0, exis-
te ra 3(6.
A saoer: nacl3naes 357, mal Iteres 8, esl-ran
eeuos 31. mu11 i-res 0, total 396.
arracoados 3i9-
Bou8 319. doeuies l, loucos 4, loucas 0
total 34--
Movimento da enfermarla Ni i boae.
Marjoel de Arajoo Gooc3'* Gasrra, Aoto.
nie Gomes da Silva e Scratira Miguel Corren.
Da confusas da coraparagio dos proces
sos, ou por nfto saber prooesso compara-
do, foi'que nasceu a sorpresa do promotor
publico, alias inspirado pelo horror trans
mittido pela novldade Alo caso que nunca
se deu no foro ttliutrado de Granito 11
Figuremos o caso do menor do 14 a-
nos que mata um hornera que penetra a
noite em sua casa, para deflorar-lhe a ir-
m&, e abi, repellido pelo meara o menor,
foi por este morto em legitima defosa-
(Juid inde ?
tos com urna fouce deu neile tes-
nha. uma-panoada.
A oitava testeraunha drz a as, 37:
va em casa de Ananias, ao receber o re- i _^ m._-. ~^ .
cado, lanoou mo de ura chapeo de sol e -'* ******'* da Suva com pratica aasj
! cora elle sahio espanoando o menino era Clnicas de Whecker e TJlHf^lt. d
Uue canheoia Antonio d>s direccSo casa ao denunciado (dep. da consulta de I's
bantos o o tinha como um ho- a. 25, 30 o 38).
mem cpaz de toda hrta, desde' Ao chegar Antonio dos Santos em
que se lhe offerscessa eewsiao, J frente do estabeHecimento do denunciado
elle,
e q nonio dos SaoOB aaxilou a
para mandar dar
Joao
Paulino
uma surra no egooiaute Helio
doro Gu3des.
Ficau, portauto, provado dos autos que
Antonio dos Santos era homem, cujo tem-
peramento ardente, gonio irrequieto e ven-
tado soberanamente desptica aSo rece-
nluciara limites.
(Contrariedade, fl9. 62).
Qua muito era que o appellado Daniel
Campos, tendo deante de si um individuo
era taes condiedas e armado*para o sacri-
ficio da existencia alheia, peraesse a calma,
atropellaudo-se todas as suas faculdadss
psyehicas, a ponto de fioar completamente
privado dos sentidos e da intelligencia ?
Se quaiquer ura de nos recerer de um |
homem calmo e pacifico o ariso de uma
entrevista para o mais melindroso negocio, j
nossa. posicSo ser igualmente pacifica e
calma; se tiverraos, porra, a certesa de
que um turbulento ou desordeiro, com!
factos provados
e onvindo qae este fflrmara que
Antonio dos Santos, n5o sustentava em
sua prewenga o que harvia dito, asseve-
rau que tanto dizfa all como na casa de
Anaaias (dep. a fls. 20 v.,'25 v. e 27 v. e
33 v.).
Desta resposta de Antonio dos Santos
nascerara trocas de palavras entre os
dous, dirigindo se entio Antonio dos
Santos para a porta de Daniel (dep. a
fls. 27 v.) puxando uma arma (dep. a fl9.
38 v.) que parece ter sido uma faca de
ponte, visto como era poder dolle, depois
de morto, se encontrn apenas uma bai-
nha (dop. a fls. 19, 2f 25 v., 28, 30 v., 33 e
e 35 e porque era costume delle andar
sempre armado de faca de ponta (dep. a
fls. 37).
Nessa occasiao chegando-se o denun-
ciado junto porta que d comraunica-
cfio para a sala de sua residencia, lang ou
mo de ura clavi.ioto o com elle atirou
era Antonio dos Santos (dep, a fls. 22 e
consso do reo a fls. 43).
o individuo
Appellaco crinie
Appellante: O Promotor Pu-
blico de Goyann
Appellado: O CapittEo Daniel
Pereira Campos
rasoes do appellado
Egregio Tribunal de Justica
O art. 14 da Lei n. 15 do 11 do Novembro
de 1891 declara que das decisoes do jury s
aabem dous recursos:
Appellaco e
Protesto por novo julgaraonto.
O priraeiro s poder ser interposto pelas
partes e nos seguintes casos :
1." Se a sentenga .for contraria a lei ex*
pressa, nao impondo a pena decretada.
2.* ai nao for proferida conforme as ros-
postas aos quesitos:
3." Se for contraria as provas dos autos.
4. Por preteri5o das formulas substan-
ciaos do processo.
Cabe-nos agora examinar se o promotor
publico fundaraentou o seu recurso legal*
mente. .
Nao podendo de modo algum atacar a jut
ridica decisao do fl3, que respeitou a lei
penal em seu contaxto, o promotor publi-
co lanoou os alicerces do sua construc;o
em terreno intoiramente falso, porque em
materia de provas no jury, o systema da
conviegao natural dos jues o verdadei-
ramente admittido.
Ahi, dit Paula Baptista, o grande nu
mero de votos, a incertesa das pessoas
sorteadas para julgarem naquea occa-
siao, a qualidade de simplices cidados,
cuja posigSo obriga os sorteados a conci-
liar os interesses da ordem publica com
< as sympathias devidas ao aecusado, a li*
berdade_de se recusar um certo numero
de juize's, sao garantas porque as leis
procuram assegurar ajustiga das deci-
808.
E a decisao do jury foi tanto mais verda-
dera quando, de accordo com as provas
dos autos, estas muito influiram no animo
collectivo dos juize3 de consciencia, como
sao os que julgaram o Capitao Daniel Pe-
reira Campos. .
Na trypothese vertente, de puro direito
criminal, nao se podia nem se devia exigir
que os juizes de facto estivessem adstrictos
ao dominio da sciencia e aos.principios de
responsabilidade singular.
O contrario disto seria desvirtuar a
essancia da lei que deu origem a instituigo
do jury, na qual figuram juizes que nao fa-
zera profi3s&o technica da sciencia do di-
reito.
O promotor publico poda e devia na
aecusagio apreciar o valor jurdico das pro.
vas, devia e podia desenvolver a mais ve-
hemente dofosa dos interesses sociaes que
elle representa.
Quando, porem, o jury proferlu o seu ve-
redictuT, nada mais restava do que O res
palto sentenga.
O promotor entende a seu,jnodo que nao
dovia o Capitao Daniel Campos sec absol-
vilo por ter coufessado o erime. Mas, se
a ooutissao de Daniol era o seu direito de
def .i encarada sob o trplice aspecto da
eou rariedade de fls, .para que o silencio, a
con u lacia, abdicando o appellado o doini.
nio de vordade tao eterna a absoluth, como
o dirolio de defesa ?
As tesiemunhas provaram o facto, que
Daniel confessou: logo o jury nSo dovia
tel-o absolvid, diz o promotor publico. .
O nosso argumento, de accordo com o
texto sacratissimo da lei, inteiramente
diverso e pode ser concebido na aeguinte
formula:
Daniel Campos, tendo confessado o lacto,
que a lei nio reputa criminoso e achando
se meaino provado em todos os seus requi-
sitos por todas as testemunhas do summa-
rio, devia ser absolvido pelo tribunal do
Dizer que a sentenga de fls nSo est de
accordo com as provas dos autos, sem
descer ao exame doa depoimentos, sem
pesar na balanga da justiga o valor moral
de cada testemuaha; atirar proposigao era
tal sentido e nao gerar no animo de nin
guem o menor vislumbre de conviogao, o
meamo que pretender aclarar o oaminho
trevoso da aecusagio iujusta com a fulgu
ragAo de ura relmpago, fossa esto muito
embora de pura eloqmnaa fortm a juno dos
peritos interessadot.
O promotor publico extranhou que
fossem propostos quesitos do Tribunal do
Jury as hypotheses do fi 4." do art 27.
art. 32 82." e art. 35 $ 1.' do Cdigo Penal;
mas nao attendeu a amplitude da defesa,
ignorando ao raesmo tempo que cada um
dos trez advogados nio -estava obrigado a
mesma unidade de vistas ; pelo contrario a
defesa devia ser feita de aceordo com a ex-
tenao que a lei d pela multiplicidade dos
meios. A'a aeges penaos determinadas
Como quer o promotor publico, a defesa
consistena apenas na menoridade, na en-
trada a noite em casa alheia ou na legitima
defesa; nanea, porm, nos tres factos cu-
mulativamente, de tal modo que, se o ad-
vocado requoresso a inserg&o de quesitos
para as tres hypotheses, o juiz, por alus-
trado, s podei-ia incluir o quo dissesse res'
poito a uma deltas, restringindo assim, at
oontra a lei, o direito de leghima defesa,
t5o sagrado quo o proprio delnqueme nSo
pode renunoiar.
Um dos advogados do appellado capitao
Daniel Pereira Campos provou parante oj
Jury que se constituinte hava praticado
o facto delictuoso as condiges aponta-
das no g 4." do art. 27 do Cod. Penal; isto
, em estado de completa privagao de sen
tidos e ntelligoncia, para o que requerou"
ao presidente do tribunal que formulasse
quesitos a tal respeito-
O segundo advogado, por sua vez, mos
trou que o appellado havia, mesmo pri-
vado de sentidos, coinmettido o crimere-
pellindo o aggrossor que tentara entrar
a noite era sua casa, de accordo com o S
1." do art. 35 do Cod. Penal, sendo tam-
bora formulado quesito na segunda hy*
pothese.
O tercoiro advogado, sempre no campo
da defesa,' dernonstrou com as provas dos
autos que o appellado nao era um crimi
noso par ter praticado o facto, do que era
aecusado, em sua legitima defesa, justifi-
cando cada ura dos requisitos constituti*
vos, era virtudo do art. 31 do citado C-
digo.
Tendo o conselho de sentenga do profe-
rir sua decisao, podia de accordo com sua
eonsciencia inolhor esclarecida e por isto
mesrao nicamente aompetente, acceitar
oa quesitos sobre as tres hypotheses, ac-
ceitar uma ou duas dallas, rejeitando as
outras, ou rejeitar todas para declarar o
appellado criminoso no rigor da palavra,
caso assim o entendesse.
O conselho em sua maioria, porm, ac
ceitou duas das hypotheses, a primeira e a
terceira, rejeitando a segunda.
Vejamos agora luz da sciencia so fel-o
legalraonte ou so eraantagonia aos princi-
pios do direito criminal.
llavera antagonismo entre a loucura o a
legitima defesa ?
O promotor publico aassvera a afirma-
tiva sam entrar na prova, e procedeu bem
para nao chogar forgada conclusa o de
que ura louco nao capaz de direitos.
Por mais qiie reflectissira03, por mais
que pensassemos, nao encontramos anta*
gonismo entre os dous pontos de defesa, o
que nao deriva de nossa posigao geogra*
phica, pois nao so tora memores ideas por
causa da diversidade do foro; tanto em>
Goyanna carao era Granito a lei o o direi*
to sao os me sinos.
Figuremos dm individuo no segundo pe-
riodo de embriaguez, considerado furioso
e. portento, irresponsavel, oonforme a
classificaco do alionista Legrand du Sal
le, o qual sendo aggredido violentamente
por um outro individuo ou mesrao amoa-
gado de niorte immlnente, para salvar-se,
s tove como recurso matar o aggrea-
sor.
Pergunta-se: nao pode esso individuo
allegar em seu favor alm da privar o da
ntelligoncia o sentidos, a justicativa da
legitima defesa?
Nio ha quem era boa o pass-i negar.
De facta, a perturbagao de intelligencia,
a privag3o dos sentidos por mais comple-
tos que possara ser nao excluem o oxtin-
cto de conserva ,-a.o, nem fazem perder os
direitos que cada homem tem de accordo
oom o seu patrimonio natural. E a nao
ser assim choga-se & conclusao de que o
louco e o embriagado, parante o direito
devem crusar os brajos deante do seu ag-
grossor, e esperar a morte sem o medo que
o doudo nunca perde.
Se a lei assim o determinasse, teria tra*
gado norma de conducta a quem por cau-
sa physiologica est privado de quaiquer
norma de direocBo.
O tribunal do jury, raconhecendo om fa-
vor do appellado a justideativa do 4." do
art. 27 e do g 2. do art. 32 do Cod. Penal,
nao pratioou ura acto contradictoria, autos
inspirou-se na harmona de vistas, creada
por lei e seguida em sua obediencia pelos
tres advogados, decidindo ao mesmo tera-
po de accordo com a prova dos autos.
E, quando mesrao os dous casos de justi-
ficativa fossem incompativois, a decisao do
jury nao fica por isto sujeita ao recurso
de appetlagao, por escapar disposi^ao do
art. 21 da Lei n. 15..
Os recursos sao inc* j'urw e ninguem,
neta mesmo o Promotor, os pode croar A
vontade, porque seria collocar a ordam
publica sob os caprichos de quem quer
quefosse.
de violencias e criraes, I Agora pergunta-se : o individuo de ge-
vem nossa casa, nao para urna ontres- aio ardente, irrequieto etrefego, que, de*
ta, mas para satisfagao de urna vinganga pois da dirigir epithetos injuriosos, de-
mosquinha, na qual praticar toda e qual- j pois de seguir-espancando ura menina por-
quer violencia, nossa poalgao ser inteira-, tador do appellado, vai at casa deste,
moute diversa ja pe*(a defensiva, jpela in- contina ora novas agresses, puxa de uma
fluencia deprimente do terror.
O appellado Daniel Campos eslava em
sua casa na noite da dia 10 de Janeiro des-
te anno, quando depois de ter recebido di-
versos recados nsultuosos, vio Antonio
das Santos Medeiros de Agular dirigir-se
para sua casa, aonde tentou penetrar, ser-
vindo-so da arma de que se acktava muni-
do.
Daniel Campos,-cuja paciencia j estava
| arma, lovava ou nao um designio crirai-
.noso quaiquer contra o appellado?
Que outro meio, alm do que enipregou,
tinha o appellado para evitar a consum*
. maglo de um crirae contra sua pessoa
dentro do sua propria casa ?
Que respoiiaara era sua consciencia os
homem de bem.
Respondam aquellos que nSo tm ne*
oessidade de oxplorar o infortunio alheio
esgotada, deanta do offensor de sua han-1 era proveito proprio, apparentando sonti
Goyanna, 29 de
ra e cora o terror da penda da propria vi-
da, nao pouda absolutamente por era pra-
tica a aog3o da propria razio, j.no podia
fria, calma e lenta e que pa-r
isso jA nao existia, como pansa Carrara,
porque ludo o que trapelle o homem a
obrar cora precipitago, Iha tira a calma e
o tempo necessarlo para reflectif madura-
mente, privando o assim momentneamente da
vontade.
Phon j o tinHa presentido quando dis-
se :
Dimidtatun videri facinus cui non access.it
lonja dtlib'aiio.
appellado que se
O appellado Daniel Campos em taes con- curso interposto
dfges chegau ao estado mrbida que, sentenga de fls, o
tirando aa hornera a faculdade de conhe- de
cer as verdadeiras relages do suas aeges'
com a le, o leva a violal a sem ter a con.
sciencia vio facto que praticau.
Mas, apezar disto, o appellado pratcou o
facto ora questao exarcondo um direito, o
de legitima defosa.
Anda que so conteste quo Daniel Gam-
pos cominettesse o ficto para salvar sua
existoncia, ha de se atflrmar forgosamento
que elle na pratica do mesmo facto estove
na defesa dos seus direitos, e portanto ex-
erconda anda a legtima defesa nos termos
da segunda parte do 2- do art. 32 do cod.
penal ;
A soguranga individual, a involabilida.
do do lar, a simples tranquillidade, a pro-
pria fortuna, sia outras tantos direitos que
a lei garanto da mesma forma que a vi-
da.
Ante as pravas existeatos nos autos, o
consolho de sentenga, embora j tivesse
reconhecido a justicativa do 4* da art
27 do cod. penal, n6o podia dexar de re-
canhecor em favor do appellado Daniel
Campos os requisitos da legitima defesa,
mencionados no art. 3\ do cft. cod.
meatos s pePfilhados pelos espno de ekv
cao.
No processo. de que nos oceupamos,
evidencia-se:
a." Que a sentenga absolutoria est de
accordo cora a lei;
2. Que foi proferida de accordo cora as
respastas ao quesitos;
3. Que est conforme as pravas dos au-
tos;
4." Que n5o foi preterida nenhuma for.
mua substancial.
Em vista do expastb, o do mais que po*
der supprir o Egregio Tribunal, espera o
negu provimento ao re*
para ser confirmada a
quo constituir um acto
4 da tarde a na do
mperador n.* 63 i. andar. Reside esa
CarainLo Novo.
Telephone n.*'58&.
O Dr. Pedro Puntual, mr rssfo de
nica do profeasor Weclcer, de roita
de sua viagem a Europa, tem seo coa
roltorio ra Nova n- 18, 1. andar
Residencia era S. Jos do Maaguioa
n. 4. Consultas de I as 4 horas da
trde. Chamados a quaiquer hora.
Drogaras
buimarts Braga C. Deposites
ie Drogas e productos cbimicos, asye*
cialidades Pharmaceaticas, rae. Ira non
ceis etc., etc. Ra do Marque* de CMia
i o, 80.
A. P. Braga Guimard-s Agencia de
todas as especialidades pharmaceuti-
cos, tintas, drogas, productos chimi-
caseoutros medicamentos homeo-
pticos, ra Larga do Rosario n. 34-
PERNAMBCO
Justifa
Julho de 1836.
CHROHICA JDD1CIARIA
.Iiuilii Coosmereial do Rccife
ACTA DA SESSO DO DIA 16 DE
JLfK) DE 1896
Presidencia do Sr. deputado commenda-
dor Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Joaquim Tbeotonio
Soares d'Avellar
i.-
AGGRESSAO ACTU4L
Dos dapomentos de todas as testemunhas
vertlca-se que Antonio dos Santos, depois
de ter mandado recados iosultuosas ao
appellado, dirigi se & casa deste, armado
de faca, cuja balnha lhe foi encontrada no
coi do caiga a all, rlnaois de ter repetido
os raesrnos Insultos e injurias em altas vo-
zes, disse anda ao appollada que ts dar-
lhe nm ensino, e nesse proposito foi se ap-
Sroximaudo Irapectuosamente, exeluindo
o animo do appellado quaiquer duvlda a
respeito da uggrossao, cuja actualtdade na
forma dalo nao era mals de duvldar.pela
vehemencia e instantaneidade do seu pro
cedimento ; tanto mais, sendo Antonio dos
Santos comprovadamente violento e inca-
paz de reflexao ou calma.
IMPOSSIBILIDADE DE PREVENIR OU OBSTAR A
ACCAO OU DE INVOCAR E DE RECEBER SO-
CORRO DA AUTOR1DADE PUBLICA.
O appellado achava se no seu estabele-
cimento oamraercial, cam todas as portas
abertas e, portanto, de fcil acoesso a en
trada de quaiquer pessoa e nao poda por
modo algum impedir que su aggressor
puzesse era pratica o projecto criminoso
que o havia irapellido.
E uein ae diga que o appellado poda
fuglr, porque quaiquer tentativa neste seu
tdo sera apressar anda mais o encontr
com seu aggressor.
O facto da nstantanoldade e violencia da
ataque basta por s s para mostrar que
era irnpossivel invocar e receber
da autoridade publica.
Banco Popular
Capital lo Banco 1.503.0OOIO0O
dem realisado 7d0.000f000
Fundo de reserva OO.OCOfOOQ
Balando em 3" de jolho de 1896
ACTIVO
Accin stas 750.0031000
Letras descontadas 2.529.785120
Emprestimos e caujaes 4.23.2.2#650
Adiantamentoa, ordenados
315 990S330
3).0J0|0KJ
pen8oes,*etc.
Caucao da directora
Fundos pblicos
lobilia
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas contas
L3tras a receber
Caixa :
Em moeda corrente e
em conta corrente
nos cutros Bancos
5!J &15|:3
H.839W00
2.912.08776Q
6 221.3751750
143.571*17.)
2.431.682*8*0
1.232.5721070
Rs. 20.904.762I20
PASSIVO
Capital
Fundo de
reserva
L u ero s
suspen-
sos
l.OO.OOOfOOO
5.0.C000OO
69.5278520 569.527350
soccorro
Demonstremos que a decalo appellada
nao esta em desaccoedo com as provas dos
autos.
A segunda testemunha, era seu depoi-
ment a fls. 21, diz o seguinte :
1 Que Daniel Campos atirou em
Antonio dos Santos com medo,
c julgando quo este entrasse em
sua casa para o offonder.
Diz ainda a fls. 22:
a Que Antonio das Santos era
homem que por quaiquer cousa
c resingava e quera dar pancada,
nunca ouvindo dizer quo o reo
fosse hornera turbulento; ao
contrario, conhece-o como paci-
fleo e ordeiro.
A terceira teatemunha di a As. 26 v.:
r Que nao abe de neniium facto
praticado por Daniel Campos que
mostr ser eUe um homem des-
ordeiro; antes sabe ter Antonio
dos Santos amoscado algumas
pessoas e que este havia sido
processado neste municipio, era
consequencia da raerte de ura
Soldado.
testemunha diz a fls. 31 v. :
< Que Daniel Campos hornera
morigerado e que nunca provo-
co u desordene.
A sexta testemunha affirma a fls. 33 v.:
c Que Antonio dos Santos, pelo
< seu genio violento, gostava de
fazer perguntaa, e que conheoe
o reo oomo homem ordeiro e
bom pae de familia.
A stima testemunha diz a fls. 35 :
Que, estando elle teoendo um
curral de Antonio dos Santos e
00rao o oordao nSo fleasse bem
feto, o mesmo Antonio dos San-
3.
EMPRBGO DE MEIOS ADEQUADOS PARA EVITAR
O MALE EM PROPORQO DA AGGRESSAO
Para fazer retirar de sua casa o tenente
coronel Antonio dos Santos, homem vio
lento e de raaus precedentes, homom de
quem todas as testemunhas sao accor-
des em dUer que nao vaclllava uo emprego
dos meios para a pratica dos actos aggres
fivos nao havia outro recurso senSo o de
que o' appollado, por Imperiosa necesslda-
de, teve de langar mao.
4."
A quart
AUSENCIA DE PROVOCACAO QUE OCCASIOXASSE
A AGGRESSAO i
Pelas provas dos autos v-se qus a pro-
vocacfto parti de Antonio_ dos Santos,
nSo s mandando racados injuriosos ao
appellado, como indo propositalmonte ag-
gredil-o em sua casa.
Para prova de tudo quanto fica escripto,
basta transcrever fielmente a parte do
despacha do pronuncia que historia o facto
e toi proferido contra e appellado pelo
juiz formador da culpa, e em que se faz
referencia expressa a todas as provas con-
stantes dos autos.
Diz eese despacho a fls. 46 :
. o denunciado, na qualidade de credor
de Antonio dos Santos, mandou no dia
10 de Janeiro levar a este a respectiva
conta dentro de um enveloppe com o
endereceSr. Antonio dos Santos. |A
conta, porm, foi devolvida .pelo deve-
dor, que nao a quiz receber or nfto fi-
gurar no endoreoo eptente de tenente-
corouel (dep. a fls. 29 v.).
Hevamente o denunciado remetteu a
eonta por um menino, que encontrou
Antonio dos Santos no e3tabelecimento
de Asanias da Costa Lyra. Recusou-se
Antonio dos Santos a reoeber do menino
a conta que levava, e nessa occasiao di'
rigi palavras indecentes (dep. a fls. 25,
30 e38 v).
< Tendo o denunciado sciencia do ocoor'
rido. fez voltar o menino, afina de Irana-
mittir a Antonio dos Santos os mesmo)
insultos que elle havia dirigido (dep. a
fls. 25, 30 e 36 v.).
< Antonio dos Santos, que ainda se acha
A's 10 boraa da maoba fo aberta a Besaao,
estando preseotea oa Srs. Oapalados leneote-
curoael Gargel do Amaral e coronal Rodrieuee
de M;nra, e aappleaie leoeaie-coroDel Aftoo-
se Tdbard?, fallando com participes? o aop.
pente commendador GuimarSia Bastos, e de-
potada Gabriel Cardoao.
fcla a Iciiora ua acta da ses.'o aote-ior, -a
qual ol approtada, passoa-se a tomar coube.
cimento do legoinie
EXPEDIENTE
OfBclOT :
Do Sr, Di'ector da Secretarla da Josl'ca, Ne-
gocios literiores e Instru^So Publica, datado
ae tu ao correle, commaoicaado. para os tiis
coavesieates, qae por portarla da mesma data
o Eira. Sr. Uoruelbetro Gavaroador do lisiado
noiDi-ou, em uia da pruposia da presi enca
desta Joola, o cidadao Octavio Alaoslo C.val-
cante de lbaquerque, para eiercer loierloa.
meo'e o caro de 2* offlolal da Secretarla 4a
mesma Junta, durable o impedimento do Sr.
itivo. bacbarel aonso de Rarros Cavalcaule
ie ADuquerque, qoe se seba etu goso de dona
meses de liceoca. lote.rio.
Da Dr. Director Secretario da Junta Commer
cial do CearS, do 1 10 mes pastado, enviando
a raiacao doa crame rean es matriculad ts aa
mesma Jauta, 00 semeit-e ae Janeiro a Jonha
*o correte anno. Accose se orecsbimenlo a
arebuve-e.
Da Juma dos Corretorer, de boje datado,
remetteo 10 o bo'e ira das co'acoea officlaes,
realisarlas duracte a semana de 0 a II.
Parara distribuidos a rubrica os segara lea 11.
vos :
Diarlo de Javencio de Olivelra Frange.
Copiador do mesmo.
Foram dsspacbadas as seguintes pei'gO s :
De Toeooaldo Ab'lio Montetro Saldaob, es.
tabelectdo com hotel em Caxaogi, para o re.
gist-o de na firma comrae-ciai.Deferido.
De Manuel da Silva Ramos para o registro
da p'ocoracio -qae lhe fdra p;saada por D
Olvmpla Amella da Silva Ramos.Regislre-se.
Ds Slmea & AlmrUa para o archivaaeDio
do seo disiratlo eocial, viste tersm aatisfeito a
x'gencla da Me-tiissima Joo'a.AUeodldoB.
Da Mi noel Teoo'io Doramgos Amcrm, so
lo comcooeote da firma Tenorio de Amono)
& C, para o arcblvameato doces contracto 61I.Seja d'Chivado.
De Joio Poate, es abelecido com armazsm de
macacei, pedtado pira ser reglstado o crenic
martimo qae joo'-s.Somo pede.
De Praocisco Paosiioo de Brillo & C, para
o registro de soa firma socialReglura se.
Da Javencio de Oilvelrs Franca, ealabelecilo
ra de S Pedro Maatyr o. 3i da cldade fie
Ultod, pa-a o registro de ua firma commer
eral.Jomo reqoer.
De Madelra & C/pa'a o arcbivamealj do seo
dratracto a.cial.ArcUe-se.
Di Praocisco Vctor de Carvalho e Benjamn
Franeiscu BraadSo Joolor, sccios coauonen'es
rfa-drma BraB ao & Vctor, para idetico ar.
chivamento. -S- a arcbhrado.
Pelo administrador do trapiche aMandecado
deaomloado Livramecto foi apresentao o map.
pa do mevimeoto do dito trapiche doran e o
semestre de Janeiro a Jenoo do correala anno ;
rnappa qoe contare com 0 do semestre ante,
rio'.Arcuite.se.
N'id man 1 vendo a tratar.se, o Sr. Presi.
ente encarroa a eesalo ia U boraadama.
nha.
Depsitos :
Cantas cor-
rentes de
movimen-
to 2.017.0765350
dem com
aviso
dem de
431.361*670
2.322.775S600
peculio
Letras a
premio 4.974.473S320
Diversas garantas
Depsitos voluntarios
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos :
Saldos a pagar
9.746.197*440
5.940.97 64VJ60
310.3991603
91.09930>0
2.731.313390
15.229S100
Rs. 20.904.762*250
S. E- &'
Recife, 3 de Agosto de 1893.
(Assignado)
Gustavo da Silva Anlesnes.
Gerente.
Manat C Leal.
Contador.
Caixa Econmica e Monte it Sos-
corro de Pernamboco
Bal anee tes em Sf de Jalho
de t9
CAISA ECONMICA
Activo
Alfandega de Peroambnco sti^l^t2
Monte de Soc ;orro el d paasagem 58-6lW
Caixa 7:tlOW00
Medicas
DR. JOAQUIM LOUREIRO medico
e par tetro, consultorio ra do Cabug
n. 14, i. andar, de 12 s 2 da tarde ;
residencia em Sant'Anna.
Dr. $, d consulta edieo-druriicM 4ock
das das 8 meio dia, menos uo*
iomingos e dias santificados.
OeevHstas
DR. BARRBTTO SAMPA10 Oc-
listaEx-chefe de olinioa do Dr. We-
ckar, d oonsultsa de 1 a 4 horaa na
ruaaaSarSo daVittoria n. 51, 1; an-
dar exeepte nos Domingos e dias san ti fi-
cados.
Residonoia raa da Saadae n.^25,
Posico
Depsitos em contas correntej
MONT DE SOCCORBO
Activo
Emprestiraos sobre penbores
Movis
Apolicesdo Estado
Despezas geraes
Aliaalameotos
Caixa econmica c/ de depsitos
Caixa
5 301:iJ
5.301 :J91*W
U:3i*7IS
a.7M777
1.0MMOO
I6:U7M
7:O0O*JO
l:5St#D0
168*1
M9-.SU4873
Posttro
Capital
Fundo ds reserva da Caixa Ec:-
ooml a ____
Cala Econmica c/ de uatiagem
Saldos de penhores vendidos em
leilao
Lucros e perdas
Joroa
lO:00a#6M
M634J8M
58:64840
IS:5S7U
3*170
9M4U730
J89:n3Jt7J
Peroambnco, 3 de Acoalo de 1896.
S. E. O.
O gerente, >
Felino D. Perreira CoerboJ
riLiGAijois k mm
r.
Deputado
Gitl
Ja a luisa
'3
A Escola nio
o tem profanles sxn-
vem ao sant j ocio s ss ra
riisimos alomos SMlncala-
dos nao assasarscsai ss U-
(Oas, estando as.
tai.
Dsputado
re$.
Ja/moitrei qne ba na Esssis UO
internos freqarectando as offlcanas.
Es'as 120 aloircos internos a
tara01 frequantam Ufflbw as satas.
pon, a.aa a freqaeecia da 138 al|
dMlrlsatdoa:
na 1.a serie oo 1.* grao da aula primar*
28 2* &*
45 3.* *.
17 as anisa do 1.* anao, prtpsratarit.
6
S. 138 sm todas ai aslai.
Si V. Etc. por vaatara dtrvidar aa
dio do qaadro qoe abi ana, na s ss

ii


Diarlo de Pernambuco Ter^a-fefra 4 de Agosto de 196
^~^- -.-------------
ir



car de qm a expraesao da feriada viado
tiiilir o eitab lecimeoto.
Jas eolio dgame como po lorio assim oa
a qua oao sa ple conseguir am determinada
praio.
Qoaoto ao seca a do, tambiffl ha de concordar
roressores vivar em lao'o ocio T Como poda* qaa nao sa pode eaainar aeiea laa concretas
rio tiar deaerlai as au'as ? ; aam o em prego de modelos a apparelbos, que
Km qoa se faodou V- Eic. para t cilidade assacar, em plena sesaao da Cmara,' casa. Precisando o enaino techoico de un
lio lemsrarlaa assergOea laborat)'j da chimica, am gabinete da phj-
Aeba taso proprio de-traoeavalbelro do qialjnca, om laboratorio de s>otogia e botaoica, cao.
V. Esc, e oioguem poda esparar le vianda* um imoseu de collecQes da miorrae-, plantas, t A Usina se achava na mais deploraval <
modiloa da m-'h iaa, etc.; tuda isso exige jiuacao, caldetras Intil salaa r raairioisrooi
ora vast eapac a boo'rect s^aqaa*, qta (profundamente avinados ,- era esta.fO tropos"
nao encontr! e ao qm oao poda anda prover. sivcl Ja fa raciona-. Naces-ario fol Luer-
Monstruosa conatrictor que a-phyxia os pul-
mO-s do Estado 1
val moral e submettalos s normas da boa
con-uct, quantocuidar em abistecar ucata-
balacimeoto de material pira as sola a te j Como pode pesar tanto sobre os cuf-es [
gneros par* a alimeotaca e v-'Sttmsn'a do bucos am estabelecimentu om orna usina que
meamos educaados. Is em ara* safra pequeoa renden cerca de....
Aa Oficinas se ach.vara despravldus de 320:00380 para o Tnesauro do Estado e que
uuterias primal e de.ferraraaola para a- ex' i randera rauito u.ais de ora em dame daade que
cucao das obras a que deviara dar exped
das taea ?
Fscilimo Iba taxi verificar que actualmenla
a frcqoencla das solas 6 superior que havia
ae lempo loa reveremos capncbiniioa ; n'easa
lampo moitos dos educandos passavam das e
Besanas destacados em varios servio >, o que
Ibes vedava o comparecimento a lices (ser*
vicos de corneta, porlero, de limpezs, da re-
Quanto ao tercairo, V. gtc. bam v que, nao
haveado oo interuato educandos sufilcieate-
mente preparados para o astado das scioocias
(d'aquellas qaa ancontrel, apenas am limita-
disaimo numero estavam adintadoi na aula
feitorio). Naquairada safra, eotao era de primaria) rdra precito, para loiciar o curao
regra deizaram elles aa aulaa durant meses
Dteiro8.
Hoja, sti o servieo sendo executido da
moas que oenbam alumno deixa de ir regu-
larmente s salas, como moslram as cadene-
tas de comparecimento, qaa ponbo disjosi-
c>de V. Exc.
E posso assavarar que todas as aulas sao
bem frequentadas e os professores trabalham
assiduamente : as licoes sao diarias em todas
u discipllcas e alguna dos prolessores dao 2
horas de au'a por da.
VI
Dos professores contacta-
dos na Europa, s restara dous
e os outro se retiraran) por
varios motivos sobretodo pjt
falla de lumnos
Debutado Joaqun Gutma*
raes.
5 V. Exc estudar as questea de qoa se
cespar na Cmara do mesmo modo que quan-
to a Escola Industrial Fre Caneca, pode ter
a certeza de que andar sempre errado.
Con tanta levexa nao fica bem a om mera
|>r do poder leglalaiivo do Estado portarse,
a Aventando imfavidament-j a verdale po ral*
saa 80ai<5'8, para desprestigiar um astaBe
lee ment publico, que nao conbece absoluta-
aaent .
Si V. Exc. nao fallasse de ouliva sobre a
EsceK saberiaqo- estao anda aqu tres (e
aao doo ) d s proftssoros contracta los na
Europa. 8aberia mais que os que se retira-
rm assim proceleram por nao poderem se
acchmar na localidade e nao por falta de
alumnos.
' Sabana emfim qae os qae aqu se acnum
aetaa ment, tmbalbam dous nos mistares da
asa profiasao de sgroaomos e um na de cria
slor- veterinario.
ti Estes ditioctos praflssionaes (Dr. Steinne l,
8r. Lner e Sr. Tripa) prestam servicos rele-
vantes no esto lo etoer mental (pratco) de
joestScs qna muto iiteressain i lavoura e
triaca o en; tudo que perteoce a esta especia
MMA
Oa Srs. Steinriede e Suer traoalham diana-
BKOte no campo de expenenciis, faiendo en-
saios peculiares s plantaco>s de canoa, caf,
algodao, tt Em seus trabalhos vao reunindo
j importantes resultados, qae bao de 3 r op
orlnnamaote dvalgados.
O S-. Tripa ccooa-se com o tratameoto dos
aidmaes a inspecciona o sarvige de criacSo,
hiendo ai mesmo lempo estados de laOorato
o muito ialcressantes para a descobeita de
Bwios elficates para a cara de molestia* qa
aqni frequeatemente aticam os aaimaes.
Erela-'a aioda dijer qui elles nao limitara
eos estu los na rea d > Escola ; tem folio et
sarsOes de grande proveito a varios poooa do
Sst do, at o sart&o.
E' ceno que anda n5o lecciooam, mai iseo
aao era posstvel mesmo agora, que fai tmenla
ana anno qoa cnegaram e qundo anda cao
bllam c urentemente a lingua do pait.
O corso pr .fisional a qae pe-teoeem aa
adalras deases professores nao poude aia la
ser Inaugurado por varios m -tivos : o primero.
ase que j refer, isto a eece sidade dos
professores, se acostumarem ao aso do idiumi
oaeonal ; o segando, a falla de accommoda-
saento para a conveniente installaco d s ga-
binetes exparimentaes ; o i-rceiro, as difilcul-
dades de ordm extrnseca, qaa impediram a
ardmisso da alumnos externos preparadas para
rreqaeo'ar o curso prolissional.
BQoan o ao pnmeire motivo nada pol>r
y. Exc. objactar; de immediata intuic.ao
sjoe ailomaea recem-ebegadoa nao podem lec-
oi M antes de previsoente adqa riren o
coohecimente da lingua qne fallara os alumnos'
technico, admittir alumnos externos que ttvas
sem alguns preparatorios; mas como fasel-o
si no esUbeieciraeato nao oavia accommoda-
cGes para elles nam no pequeo povoaio ai
lado da Escola, casas que ellas quizesseni aiu-
gar para babitagao, afim de poderem frequeut.r
as au'as ?
Tivemos naeessidada de preparar alumnos
para o carao profls lona' e at o fim d'aate
anno on principio do oo ro inaugurar irnos o
novo curso que pede- tambem ser Ir-quen-
lado por externos j havendo antao a corarao-
d'CQj para elles.
Acredite V. Esc. que, anteriormente rai-
nba ebegada, era to deficiente o eosino as
aulas primarias que os educandos que sabi m,
dspo a de terem completado a idade regala-
mentar (21 annos), nam saam siquer asaignar
o oom, o qae nao aera ditfl il a V. Etc. vri-
ficar. Necasssrio fo-, pols, reformar aa aulas
primarias em maneira a obtir urna regular
transraisso do eosino elementar.
Vil
A Sacla Iadustrial Frei Ca-
neca ins.clavsl sangoesaga do
ornamento, minolaurg destnalo
a devorar eoormos ammas, mon-
struoso con trictor qua aspujxia
os pulmO a do Estado.
D putado Joaqun Guimares.
COMBERCiO
Kol^a Commercial de Peroam
buco
rrAC;5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRKeTORES
Frota do Rectfe, 2 de Agosto de i8g6
Bao boove cotaclo.
O presidente,
Antonio ueooardo Rodrlgaei.
O secretarlo,
Jjao Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abr-ara com s taza de 9 IV
obre Londres a 9J d|v, sem qae apparecessem
timadores.
Lt-l-aa part u'jrea e banca-ias repassadas
t.teram se pe^aeGos negocios a 9 3,8 e 9 5|16.
Cotacdes de seero
Para agrkaUnr
Assocar
S rtni, por 15 lili os. . 1 1
CrfstaliMdo. dem dem . . i a 74000
Braoce, por 15 kilos .. . 54000 a 64000
inenos, por 15 kilos. . . 440JO a 44100
Uascavado, por 15 kilos . . 34000 a 34200
Braio. melado .... . S4C00 a 24100
alado....... 4 a 4

AlOUO
Cots'se nominal a 134500 ee 15 k los, veo.
ikdores retraSidoe.
Aleool
Hr pipa de i80 litros 180/ oomtaal.
Agurdente
fr pipa de 480 litros 115/ nomimal.
Coaros
Soceos salgados na basp delS kilos 14021...
rtia nominal e refago 680 o kilo.
VerdesVJO ris, nominal.
Carnauba
ota-fa da 264 a 364000 por 15 kilo?.
HeT
for 1001000 nominal
Eiporaco
Raclfe, 3 de Agosto de 1896
Para o exterior
No vapor francs Santa F, para o Ha-
W, carregoo :
Rossbacn B'Otber, 383 conros salgados p-
smalo 4,396 kilos e 4,459 ditos verdes salgado
acaDdo 91,8i9 -.itoa.
N > vapor laglet Usgdaleaa, para Lisboa,
earregon :
ID. M. Victo: P.lbo, 1 caixa com 38 kilos de
par.
Para o interior
No vapor nacional S. Salvador, pa>a
!llo de Jane ro, carregaram :
I.GiU Ptozi,800sa:cos com43,000 kilo-
ala assucar braoco e 4'W ditos com S4.00J dito
ale assuqar mascavado. .
,f. FrincBCo de Carvalo, 5,000jc0:o, frnctl
X L fai A C, 66 k 'os de oe.a.tes de sfgo-
|B. /
V. Kxc. eslava com certeza sammaroanle
irritado qoando recltoo o sea infeliz discu s
dodi 12d-jJuiho ; de ootra so'ie nao se
explica como fol levado a arremetter arsim
contra a Escola Induatiil Fiel Canaca ; a
verdade nao tem es es a-es.
Espero qui a leitura dos p-ecedentes captu-
los d s mlnbas bumiliesexp io>(o*s Lborios.-
mente accomuladas, tenha daspa'tado um<
rescato contraria oo espi-ito le V. Bxc a
convencerse de qoa foi cramenia injusto
para com um estabelecimento destinado a
prolunr par< o Eui.o una profu a mease de
Daef|.:l08.
Q ere-do disaipa' d.finliivnraen o aaiti-
patnia de V. Exr. para com a Bacoli, pisao
tiral-o Jo asaombr era qai se acba (agora tai'
v-z menor) por causa di verba da>tmala ao
cuatera deila, j que leve a inf<-l iciude de
succeder & Coknia de saudosa memoria.
Nao conteso que sejtra em si avllalas as
vi-rbas fita as no ercamen o do exercicio lia
do e do vigente para a Eiola Frai Caneca.
R conbegoque sio grandes as deapzis fetas
com o esiaueleciraeoto.
Mas em termos, stoiam-se dalo oo ioi-
co da organisacSo do novo instituto a teohi
0m funladas espera "{is de vel-as conside-
rnvelm-nte redazidas a partir do prox miex-
erc io. chegaoJo m sido mis lard, se nao
me fai harem os clcelos, oa nao advieram cir-
urna aociaa excepcionaes, a com.ur equi-
librara despaza do eatabelecim rato com a
soa oropria reedita e dispensar assira qualqaer
subvenco lo Tnesouro.
E' nconteslavelraente moilo diffl-.il che-
t^r a t I resultado, oo atliogido peloa reve-
rendos ajochinhjs era iong> periodo de an-
nos ; j demonstra! i socio Ja la que nunca
elles dispeoaaram as sabvencOia do EUado e
da [Julio, apesar da propar-se que to arara
a meta da prospenda te da sua Colonia.
Mas el V. Etc. se d-_r ao trabalno (fastidi -
so, 'erto) de lero meu relatuno j ci al",
lera urna rallida i aia do eahos que en on-
t ei com O nome de Colonia Isabel. Saber
qo i Uve de rrmoutar todas as depeodeneas
do estabelacimeoto, urna por orna, radical*
mele.
O Interoato eslava lio relaxado na disci-
plina, quanto desprevenido de mate 1*1 e de
meies de subsistencia para es cbamadoa edu
cando, s ndo oecessari) levantar-lnes o ni-
ibe importantes concartos e sobatiiuicl) de
cu tos 18 pecas.
A Via frrea eslava reclamando reparos de
grande ra nta assim na vi* permanente como
no material rodante.
A aveura spresenlavs triatissim? asp^ct',
do abandono em <\ dlS8ima.
Nessaa con icOj.', nai ma era poaslvel dei-
zar da pedir ao governo recursos em qaanii*
dade elevada piralevtntar da roais o v--*
Ibo casco que recabi cora destino fon Uc/m
do novo oatuuto.
S-r a posalvel aha>lecer despansa, ro,jparia
do intrnalo, prover offio oas, reparar Je
fond eo corable a Usina, resubelecer va-
frrea, faser planticdo* vtsta?, era umi pata*
vtj, reorgsnisar coinn'e'am rate aqutilo qne u
tluna em canta ene ratrar em perfelio estado,
s m despende- quanilas avu"a tas ?
O primeiro ann < qua aqu te hn p tem sido tado consagrado a mnumeraves con
celo', qn- agora vi) 8'0 io concluidos e
dehura algu oa margem para novas install*'
(6's. ou pira m-inoram m''* funda nentaes.
Tanho a hoje co'sumidotola a mmba acii-
vida le e oa neus b raa co npanneiro, app
cando iodos sreursos qut o g vt*oo tem
foroecido ao fim de po' o est belecmento oo
p em que deveria se acha si t vase ti io
sempre a boa direccSo qaet-Vd oulr'ora a des-
apparecera com a retirada (erro fatal !) do ve-
oar-radu fon iador.
Sira, asa neta tl'ani'a qae tanto trabalho e
tanlo d n-ieiro lem abrarvido ainda nao est
terminadj, continuar mais por algara lero-
no ; tarefa ingraU que nao pode ser devda*
menta apreciada p >r quera, de longe, pro ara
somente lobrigar ara tsbanjaiaeoto no m II'.jr
designio de de>pza.
S ra, nao cora luxaosas instillc^'S, nem
c >m pingues or.'ena loa que se tem g ata
aqui 3 duairo do Estado. Ten silo com
obraa coatsas teniente* a restaurar a alar,
gar o qu? oa ex-Lolooa exista de bom a
til.
Para Baha, earregon :
A. P. L< pi. 10 a xas com 210 kilos de doce,
= No vapor aliemo Oltoda, para Saa-os
carre/aram :
raaooel Franco & Irmio, 15 mos de sola e
30 coo-mbos.
A. C. da Silva. 10,000 co:oe, froct.
Para 0 Rio de Jaoel-o, Car eou :
A. C. oa s.la, 11,000 >0 os. fracta.
No vapor fraaces Parablba, para Siotos,
corregoa:
J. T. Carreiro, J saceos com 15,030 kilos de
assocar braoco, suO ditos com 30,000 airas de
aseocar mascavado e 10 pipas com 5,330 dio<
de ico I.
No vapor nacional Coxeti, para Santo',
carregaram :
Silva Goimar&es & C, 800 aacc js com 48,000
kiloa de a-sacar mascavado.
Para o Rio de Jane ro, carretn :
C. A. 6. de Castro, 1,350 saceos com 81.030
mos de aaaocar mascavado.
No vapor oacloaai ?ernamboc, para
Maoaos, carregaram:
P. Alvea & C 30 barra com 1,640 litros de
seaard^oie e 135 barricas com 1,347 kilos de
atisosar braoco.
Para o Ceara, -arregaram:
P. Csroairo & C, S barricas com 405 kilos
de careao ailmal.
Nj vapor loles Boorboo, para o Pa ,
carregaram :
A. Feroaodes k C, 50 barra com 4,350litros
de moardeota
Na barcaca regon :
J. de Macado, S barra cem IKO litros de vinbo
de cajo e 1 calxa com 9 litros de licores.
itenJimen'oft pablicos
ALFANDEGA
Mes de Agosto de 1896
geral
Henda
Oo da 1
dem de
75 3384707
56:663*874
Renda do Balado :
Do da 1 21 9894601
Idam de 3 J.6634107
32;00z458l
24:6534108
156;6554689
de Peroam naco, 3
ToUI
1* scelo ds Alrsndega
da Agosto de 1896.
O coe'e da seccao
L. P. Codecetra.
O tnesoareiro
Lais Maooel R. Valenja
Renda de i
dem de 3
RaCEBSOORU'OO ESTADO
1:J3J4130
9:5594*3.
Renda de 1
dem d 3
Total
RECIFB DRAISAGB
10:8524400
144814
4
Total U4824
PAUTA DA ALFANDEOA
VALORES DAS MERCADURAS NACI0SAB3
SJ8ITAS A D1RB1T0S DE EXPORPAgO
Semana de 3 8 de Agosto de 1896
Aguardante, cacmga litio........ 2(0
Di la de canas idea.............. 320
Aguar Jeo;e deatlllaia oa aleool, litro 38i
Ugodo era rama, kilo.......... 830
D tu em caroco, dem............. 105
traruta farianajkilo.............. 470
A*ro com cacea, n.....-........
D lo sem c.sca Oa pilado, dem..... 200
sacar braoco, i em............ 340
se Um melsnrsdo coo8idara*lraanta aa macni
o votra de cnnas, facihlado em alto grao'os
transpones, pe* rec' n'struceo da via farrea ?
Bsaa bjmbaatica expresaio que denota a mus
descompoaia amipathia ao estabeiecimeo o,
lera digna e solemne respasta era praio nao
muito longo A successo natural dos lacios
ge encarregar disso.
V. Exc. se assusiou com o pedido de urna
verba d 530:0003000.
Pois fique 8benlo qae a prozima sifra da
O loa annexa i Escola avaliadi em 15.003
rceos, e sa o prego do ssucar for egoal ao da
aUima sufre, pro luir urna renda de perto de
6OU.03OS00O assim norme acnlicio do Ba
lado iiiu CQegai a 53:030]030.
CONCLOSAO
A longa exposic&o que veaho d fazer, deve
ter convencido a V Exr. a ao public, de que
a Eac la industrial Frei Caneca ura eatabele-
ciiuenlo de real uulidade ; qu", lando aprovei-
tado os bons elementos da ex C donia, alargoU
de raoito as vantagens do primitivo instiiiito,
vantagena presentemente asseguradas e aceres
cidaa com nutras nteiramente novas.
E julgo ter provado que urnas tantas balelas
tmiidas ocr V Esc. ao recinto da Cmara no
P'ssam de clamorosas invernadas; que o seu
receij de bmcaroia lo Estado por causada
Escola, uraa bolba de sabio.
Termioo, envicio de que V. Exc. reformar
o bhu iuizo a respeito d Escola e p nho sua
dlsposlgi todos os elementos qnajuigue ne-
cessanos a roborar o que tentio expendido
Como coHiestatao ao seu inveiidico discurso.
E cabe-mo mais urna vez repetir : A Escola
Industrial Fre Caneca, obra o omnente p.-
triotx pernambucano Dr. Barbosa Lima, um
nstHuio de inoiicul ive ut hdada e nao se de-
mora: raultj am pro'uzr seus fecuo les ra-
saltaus.
Eaco a Industrial Frei Canaca, em 25 de Ja-
Iho de 18 6.
A. B. Ucha Cavakanti.
D. Bdibalia I^meoia de M.ttos Lima.
E'nusa da Sr. c uuel Sanios Mas.
K p,s. jo S-. cor on I Ma ael Toom de OH
teia.
gsjosj o Sr. coronel ^Francisco dai Cbiga^
Onveira
Espjsa do Sr. coronel Siviano M.rea da Sil
a.
E'poia do S'. corooef J.'t Fr,n; seo ie Ar.-L-
da Falcao.
Raposa aoir. najor uecaiio Altea -Pooioll.
E posa do Sr. Sergio niz ua Moa a M.txs
Ju.l i-. |
Esposa do ir. Francisco D.olx de Muor. Mat-
tj/.
Btposi do Sr. J i He-mma Pontatl.
B p>ra du Sr. Jos Weacedsj ds Cot Pa
seres
cap to Aolonio Fra)'S:j ce
Esposa do Sr.
Araujj Cosa.
Espesa do -
E.-po.-is do S .
E-pos* do Sr
Joaquina u Saotoa Lj?a.
Joae fedroso le Car va bj.
Auto jIO Uraucj ue Meuoi (i.
Esposa do 8*. cspltio Autoj.'j J^ciuIOj Pr a ra
da CosU.
Eapoia io S-. Javeot oo M elrj de s-v i .
E-posa no Sr. Dio il.-lo Vi<:eule de Qi>iruz.
Bspoa diS jjjiiie-.i laior Jos Pareira ue
Ait| i.
Eapota du Sr. tcutLl Haoo io Tratas o S nbo.
B po a do Sr. ca la j Puf to de Andia:e Li-
ma.
la,Oa oo Sr. A.-0'Jio T^bus V eir< : Sal-
a.
Raposa do Sr. lener.le Abli.li Ferrol-a Loio.
Eipo.-a oo 5-. Ah-Jij Fr.ncia o un Cost.
Campos
i.o Fraociscu da Costa Cam-
Bsoura do S
pos.
Espesa do 3
10 Los.
Esposa do Sr
cap aj Miuo-I Cavslcai'e Bare-
cip ii Ma cdiiu i Pe ag'iao de
Audraic Lima.
Eso- ra do Sr. major P nu Velloso Fei--.
BspOaa 80 Sr. CK>.Utl i.ii Oe li.nOi Slia.
E posaaoSr. leuet a..o-i Piucia o u
StO-S e S lv. .
Eapo-a oo S L i as Cv lsaulas de B la.
i Bsposa do Sr. teue.t- J t M.rquea ia Silva.
Esposa do Sr. Joiqo ii Mi qu>s >ia Suva
tapo9a U Sr. Ueruieu-rkildo It .Os ue Htil .
uusj i Blaulluu ) K<-go HartM
a..l'ij Jij S.u-.uj oo CaSl-
Eleijo
S agora, depois de colioCar o e-tabeleci-
ment antigo era so verddeiro p, depois de
ter restaurado a Usina e a va frrea e de ter
devidamente organisado aa lavouras, qu- vr-u
comegara faz:r novas insla'latOes, a'introdu.
zir os melhoramentos Indipeoaaveia pa-a que
esta instillo veo a a ser ama verdadeira Es-
cola pra i a ae Hgricultura.
Nao aprsenlo a V. Eze. urna demonstra-
cao minuciosa pur aigaristaos do que a abo
de expor, po qie oo tenh mo os dado'
precisos. Kniretano, dentro da pouco terapo
ser i ublicado o b a-ico a qu' se esta proca
dando em iodo o etabelsrimenio e por elle
ver V. Ezc. que Itie tenbo dno a verda.
de.
Vou a dizer e pro'ar ju o emrma sacn.
flcio do Eataio nao exceJe de cerca de du.
zentos ront s era quatorts mezes.
Teodo c imecado em Xaio do anno passado
a organisavo da Escola, tem o Ttiesouro or-
necido :
No exereicio de 1834-1335 60: 00S000
. 1895-1336 445:6908 H.0
Somraa......503.60J030
Ora, desta somma praciso deduzir as sr-
guinies quaniias :
Dmtieiro da salra recolhido ao
Th-souro pelo correepoidente
daOsina.......125 711S100
Importancia aproztmada do 5." do
addieooal fizado pelo orjamento 138:0035000
u .
Dr
U .
u
Samma.
305 7 US 100
Feita a deduccSo, resulta que a qutntia eflfec-
tivamante despendida palo Estado com a lis
.ola impo ta em 20088JS300, o qne d orna
media de 14:319(135 por mez, isto durai.t- o
penlo de mais trabalhos e maior-8 despezas
d- reparos e iua al a^ s.
Dito mascavado dem............ 160
Dito reuado, dem.....<........ 400
Azette de coco, litro............ 500
Bagados de carolos de algole, kilo Oto
Dorracba. teite de maogabeira, dem 14*00
Bo'ioa, p.r .................. 640i0
Cal, litro....................... 025
Cacao, kio...................... 9^
Caf bom, dem.................. 4200
Dito resto I no, dem.............. 14000
Dito torrado ou mjido. dem...... i'i)
Caroe secca (xsrqoe) dem ....... 500
Carocosou sementea de slao;o. dem 04')
Carrapalelra sementes dem .... 00
Cedro em pranctOas, groaaora por
0-081,011.................... 430
Dito em taboas at 40 mltmgr., om i 14 ih)
<:era em vellos, kilo............... 14650
D a tvegetal em j uto co preparada..
(kilo) WOO
Carnauba kilo................... 24<0O
Cerveja, litro.................. 440
Charol os, ceDU.................... 24500
Cn pjs de palba de carnab om.. 500
Chocolate. kUO.................. 140;HI
Cigarros, cent..................... 660
Couros ceceos espichados, kilo..... 14100
Ditos seceos salgados, dem......... 850
Ditos verdes, dem.............. 6oO
Courinhu, am...................... 24200
Dto de earoeiro, am .............. 24'JOO
cura. litro..................... 410
Cornelias, par..................... 14600
Cognac, litro................... 1*250
Capil e ll~o-es, litro.............. 14100
Cocos eeccea com casca, ceno...... i 14500
Ditos ditos sem casca, id.-m....... 114503
Cocor, kilo...................... 14250
Doces, klo................ ..... 14300
Eocbas, od .................. 34>nu
Bepaoadore8 de peona (grandes dosla 364500
Dil.s edU (peq:ea)8)idera....... 184ito
D (08 da palba, dem............... 44-00
Bs'.eioi, om...................... 13/030
Bs'.ei.-as propnaa para forro oc eativa
de natos, ceoto................ 134000
Estooa oaciooal, kilo............ 150
Parraba e mandioca, litro......... 110
Dita de mil'JO, dem.............. 2o0
Felj.idem...................... 320
FuibiS meJlcioaes de qualqaer qaa-
ldsde. klo.................... 480
Fumo em lolha, bom. Kilo.......... 860
Dito de dito ordioaru, dem........ 480
Dro em rolo bom, tdem......------ 900
Dito de dito ordinario, Id im....... 440
Dito em lat, bom, dem.......... 860
Dito em lata, ordioario, '.dem...... 600
uno picado oa desliado, dem....... 810
Garras d>- ccoro.................. 380
Geoeora, litro..................... 400
L de barriguda (paloa kilo...... 4W
Louro em taboas ate 40 m'm grossu'a
urna......................... 74100
Mel de tanqoe oa melago, litro------ |6o
Dito de abelbas, dem............. 900
Mtlho, kilo........................ 123
Palos de carnauba, dem ........... 030
Pao Brasil, iiem.................. 040
Peda de re'jolo, urna............ 44503
Peanas de eraa oo p 1 to, kilo....... 8450o
Pnor-pnaio de cal, tonelada......... 11400 1
Polviibo (gonn-a de maoilocs) kilo. 140
Pooiss ou cblfrea de gado va:com. 34500
Relies de cabra em cabello, cento... 1054000
Dltaa de caraeIro, dem............ 904001)
Perfomaris, k lo................. J4500
PranCLOss por 0,081 mil-metros 134000
Qoeijos de qoaiqaer quelldale, kilo 14600
Hap, dem....................... 242d
Ripaa de qualqcer qmlidade, dazia.. 400
Sabo, kilo..................... 360
Sebo oa graxa, kilo......... 710
Seno em velas, kila................ /OO
Sementdecarnsa, -tilo...... JOJ
Suoptra em obras fexos para carros)
par "l...................... ... 64100
Sola, mei .............. ........ 64000
Dos devotos qae b8o de coocorrer para a fe de N.ssi Seuhora t Sacada, to correute
son ae 1896
Julz .'or eleico
OExm. S-. D Ma ciomlio de Barrot Liu.
J-jiM po eletcao
\ Ei m Sra. B. F auc.sci D.as de Arroda
Faico, esposa da Sr. Or. Ge 01:10 D.a de
A ra a F*i- j.
Jaizes por devecio
Os Iiims. Sr-. :
Z ooftio Ma quts Los.
Jos Mar a da Ractia Carvalho.
J.iaqM'O dos Sa loa Le-sa Jo ;lor.
Jj.-iuim Pe pj-.
Ca.t .1:0 oe Q inroz Mo teiro.
Dr. Jo- Alves ue Olivtira.
Dr Jo Ca 10I lo Dla<>.
L^-'Oardo de Aiouqoerque '.atalesnt'.
Dr. J aq um Samuel Ca neiro L oc.
I. Aqu liQc Gomes Pal).
D Davioo do Saoto-1 i-ocIoj'.
O Manoel D as PoOtOa1.
Oq. arau'l d .- Sraloa P.ntaa .
Dr. Ral Aze.do.
Dr. Ssrttta Hy Das do< Santos.
Hr. J ir F. Ii pi M rques L oa.
Dr- Paolo Mooteiro.
Dr. Pablo Velloso da Silveira Ba-ros.
D Lu z de Calda- Lio*
Urjj Atfedo Co'-ea de Olitelre.
Or. Ka Aou 010 de Mello.
Dr. Ai.taoo Ai es .e Araojo.
Dr. Ja- Francisco de Paivs.
i>r. A< tinto Hermenegildo ae Castro.
Dr. Aot.oio Jos de Macedo.
r. iose Augusto P re.'a de Modoiga.
Dr. hu B ptista d<- Luna-
ir zas p r atfoe
A4 Ezma Sraa.:
B rudeza de S Jo.- u
B.rvbesa de P.exetraa.
Barooeza ae Coo'.eUar.
B.rooeaU de A iras
D. Carolioa ue Caldas Lins.
D Jo.quina de Sities S n .
Tabaco em p, kilo................ 24-'00
Tapica, kilo................... 180
faboadu de ama re lo, duna......... ISOOt'O
Travs 00 liobas aie 5 m uros de com*
p-imeoto, o ua.................. 9400
Di as de mais de 5 al? II metros, ama 2 340 0
Duas de mai3 de II metros, ama... 41-000
Varas para caudas, ama........... i4UJ
Vaasoor s de caroias -, dosla..... <4>00
Ocaa de plasaava, dem.......... 24500
1 tas de timio, dem............. i\:
Vi:.banco (em coatadlono) r.n- C-Joi 2:40 it)
Dito (em praocnoes; po- O-OSI.... 14500
..m tabo-s at 40 m/m groasara
orna... ....................... 164000
V1000 de qualqaer qaalidade, litro... 3 Vinagra commom.............. 140
lluviiiicnto I porta)
Natos entrados no da 2
ordeasx e asala -Vapor francs Co-d I e-
rs, de 24i3 tonelada?, commaodante A.
Baue, eqopaeem 156, carga varios gneros ;
a H. Borle & C
La Piata e asr-ale9 lias, vapor ioglez Magda-
lena,* de 3056 toneladas, commandanla Ja-
mes Pope. eqa'pH'em 142, ct'ga vario 1 g-
neros ; a Amorim I 015 s & C.
Po'to-tlegre e e*cala-23 da-, vapor nacional
Iiatio?,. de 503 toueladar, commandanl-
Jos G. M-t'o", eqopagem 25, carga varios
gneros; a J. I. GaeieePereirs.
Navios sabidos n 1 mesmo da
Santos e escala Vacor allemSo Olrad ,. com-
maodante J. Brobaoa; carga varios gene-
ros.
Ro de Janeiro e eac.-laVapor naclnnal 3.
Saltado coamaodaate J. M. Pea:Oa; car-
ga va'ios genera*.
Li Plata e escalaVapor francs Cordillera,
commandaoteBaole; carga varios generes.
SooibaT.p on e eacaU--/apor Ingles Magda-
leo, commsodaote J. Pope; carga varloa
gneros.
--, Navios entrados DO dts 3
Mootevldo-12 das, vapor braitleiro Come-
ta. de 7.8 toneladas, commaudaote Daniel
Ogkr, eqoipagem 29, carga varios gneros ; a
Pereira Caroeiro &C.
Siotos e eacslaVapor franca S*nia-P de
168v toneladas, comaiand.ate J. Daniel, equi-
p.gem 38, carga varios eneros; a Flix
Biodeira-
P.r e escala14 das, vapor brssllelro Alt-
ee, de 952 oieladas. commaedants Edoa--
do Mxelra, eqoipagem 34, carga varios ge
eros; a Amorim Keroaades & C.
Bamoorso55 da^, barca ooroeocDseSple'o
de 435 toneladas, capilo S. Haoseo, eqaipa-
gpm 10, carga varios gneros; a Tbeo Jos,
& C.
Navios sabidos no mesm odia
MjcjoPata no bollan les Va'garetna, cap',
ido B J. Patheas; m lastro-
Terra N ivsL(ar loeiez Rosina, commaa.
dao te L?vi N w warinv em lastro.
Mrreado ani*ipsU de m. Jote
O moviraento deste mercado ao da I de
Aeosto fol o segoiola.
Entrsram :
. 60 bois penado 12.972 Ellos
75 tilo da petxa a 30 ra. 24260
5 compare com mariscos s 150 's. 4930
6 ditos oom camaroes a 150 ra 4903
35 columnas a 600 ra. 3145i'0
4 cargas com galnbas a 750 rs. 34000
II cassoaea com galnbas a 750 rs. 449o<
A rs-ir? rom mlliio varoe a 450 ra. 34000
1 carga com amendoim a 450 4450
3 largas com batatas a 450 ra. 24700
4 ot'gas com bacanas a 450 rr. 148 0
2 car 1 cargas com ceboliaftu a 450 ra. 450
4 oargaa com gertmas a 4S0 ra. 14800
21 cargaa cem vet doras a 400 ra. 94000
r JMaaf r
B i oa ao S-
espo a do Sr,
cab si.
Esposa do S .'os Cavi>aiU Bar,-, t j L na.
U:ur que B.'-t i L' i.
A lt"i,|o B rrati Los.
carjuel Benr.qua de Birros
a^oaa do S-
Estosa do S
E-pos do Sr
S 'vi.
Esposa do Sr. V ceote B^rtbiline.
m. on o- S D Vi-ior K ojjcaa.ks-.
Espora do Sr. Candido Piuueiro. i
e.ijOit do Sr. raua te ti raame Saucho o -
ze.'a C 'ai Sil-.
E pos. uo Sr. major A.ri ;u L n-.
i-p.-ea do Brai C.v I ,n* L ua.
-UJ-a iljS .'eJ'O i-S. ,i- O 'S.
Eapoea iiu S Frsoci o J .-? Auceo.
Bapoaa uo Sr. Frao^s o PVn-a de Ba roa e
su.a.
Spoia do Sr. Uaciarjiu Bi r,-'o Loa.
Eapoa i'o S Jo- Al e.a le Oli-eira.
\> a o i -. Lour otji Cv i-cu Oa.-aic^nt-.
BtSfhttt "O S J S f.U;i5O ic ii,' .
E-posa Uo Sr. J jJ i le Suata dar. .
Pr kU.-i ior,s
Ni cidade, oa cuom-rri-. ama :
J ise Wcu, eaiao Ja tflata Praaare-.
Jo-Qolli Loiz oa Co ts R "-IO.
An: -no F a cis:o nr Araojo Co t .
au om > Fe.r-t;,ri L o.
Jot-Oi 10 -'o-eira o s.oza.
Jos Marqoes U SiUj.
Muo rio Travaasi Sa iuho.
Candido Pianeirc.
Apoioaio fo ua, V eir de Sooz.-
Alfredo Uoeoea Alcuforalu.
Jos Jojquim d- Q el o.
Artahald-e rgrcbo )
Arip.bJaVjn;:u de Mello e Sergio D. le Ma.'
| Juii r.
L i. => ermen gi o R.moa de Mello.
B i.ue Jo e Al.es e W .o.-ii Joa^uim P. dos
.--a o toa
Ll u ,elroMaooel Fraocieeo de Seooa a Sil'.
P;exei asA tu iiie Almeoa Bastea.
Jan I a-M no ai-mes o Aoaral.
-ua Serapaico Ja.qom doi Santos.
Mi po Arialile 4>aoel dos S.uljs.
Mas-.ussB& e C. Tapa laKanoei Iguajto.
Norcegs 'o <1 art*i istlVa.
Di .<- eos de CimaJ.io de Souzi fi>brai.
VilettAogusto.
AmvaJV-Padre Vi:trioo a ana dJ*-
de Paita.
M.noe' Ka og'o da S-lva Velfea.
E loarlo da Ca'taih Vlia ais S-xaa.
Ja'z oarpaiooC p'tio H-'?> L>s#.
T e lort-iro e dKr- ti- ala f-sla tu.rw sla
liaaasMaa*.
Roe s >tor de man iaresB-aa alt'
oa e?m>>*.
A tea a s-a no dooMaga a"ix S8J
Ea:ids, 2d d Jalao de |89.
O .Uarlj.
Pranci'eo Raynoi io d. Cania Paslra.'
asm am
llltatsj. Srs. redsaet*rei ala
Cli*rla> ate rerntsasakasr*
Pefo-vos que chamis attenfo das
primeiras autoridades do Estado, afim
de lanzar suas vistas para am tal
Manoel Grande, o qual coastituiu se
o terror dos moradores do manioip.o
de S. Lourenfo, tanto assim que,
achando-me no domingo ultimo s 4
horas da tarde em trras do enge-
nho Ouizanga, em companhia de ou-
tras pessoas, chegou o tal Manoel
Grande, o q tal sem lar satrsfa^es ar-
remessou contra o individuo po rei-
to Adelino, dan lo-lhe algumas bofe-
tadas, e em seguida saccando de urna
faca, atropellou-o at certa distancia ;
vendo-so despersuadido de sua presa
voltou ao lugar onde estavamos e es-
bordoou com bofetadas aos trabaja-
dores Cosme, Joaquim ustodio, Fran-
cisco Ricardo, Manoel Cari >8 e An-
tonio Alves sendo o ultimo desfei-
teado com nvirros e ponta-ps at
urna distancia de cem passos.
Admoestado por mim ainda assim
qtiiz aggedir-mo de faca em punho,
p ;lo que vi-me forcado a queixar-me
ab juiz dislrictal de S. Louron o, o
qual fez-me acompanhar por duas pra-
vas com ordom para prendeI-o,as quaes
tendo dado a ordem de priso ao cajo,
este negou-se a cumpril-a intimando
os sohia los que trataro de evadir-se.
Portanto senhores redactores, com
a publicaco destas inhas estou cor-
to que o Dr. Go ve mador do Estad)
saber chamar esta fra ao cumpri-
mento de seus deveres.
Tima, 1 de Agosto de 1896.
Alberto Jahn.
ei \\\ \ssin
OS*. J.'s de Araijo Uo, da brin-
da policHl, a ntu dores no p'tt->, toe)
e oio pila reapjrsir ciradi c>m o \l-
c.tro e Jataby da Huo io do Prado.
Si qu-rj-8 comhu r c>ra et ti' certa
as Fab es, a Anamia, a C lo oe, mi I)i-
g;*i< ilitiicia. etc., tona ii a ii o
dpoia de cala co oda aa op m do
afamado viob d Qiina-Larocie ( ,oa-
rdocra un, Recompensa di lrj 6(W
fr., e de 7 \I i. 1 haza de (Juro pelo Go-
verno Fraucez.
2 sarita cem canoa a VSU ra. *9J
2 cargas com iaraojaa a 43U ra. i* 0
1 cargas com inhame a 450 4><
t cargas com loacas a 46 1 cargas com melaoeia a 450 ra. i50
I ca'gss com meiao a i'U) todo
6 cargas com diversas a 4-5'1 2a7
2 cargaa com ranaca > 3 H) rs. 74000
10 cargas com miit'O ;t--to a 300 r 31000
6 cargas com feiio > 3 0 ra 1 8do
lo Sainos al* rs. I0*0 1>3 lagares a 300 ra. 33J903
U com., com saineiros 1*50) ihO 0
8 corap. coa soin.i ve alli'iU ra. 8A4UO
8 comp. com fressoras a 9 W s. "i 'M
64 comp. com fasendas a 2/ ra i ssiooo
2 comp. com comidas a 1 #05-) rs. i a 00 J
49 comr>. com terduraa a 45) rs 224 50
121 comr. oom farioQa a 6'H) -g, 7216'JO
04 -orar, com talboa a 34000 1924010
5784700
fWndlmejto do; Ha i 6194050
1 2J7473J
"recua do da :
Uarne verde de 400 a 142-u ra. o kilo
Saraos de 14 a 403 dem
Caroeiro de 14200 a 15 u llera,
Pancn > dp 600 a 14003 ra > cois.
aiilQo da 900 a !4'-H> rs. i cu
Ftaio do 1420) a 22200 a ca Xavios esperados*
Do Rio de Janeiro
Logar portogoei Costa L- bo,
D j Rio Grande do Sol
Patacho bespaabol Admiral Tromp.
De Ha i burgo
Logar allemio Spind.
Lorfar francs General Berge.
Do Memel
Sirca Dcrnegaense Ssgi.
De Ntw Yoik
Barca nacional Victo- r.
De Ntw Port
Burea ai'em KI'S! L-rck.
Uarca inglesa Emoaa Tayuot^______________
Pedid*
Pede- e a ps-.-a qae tchou nos sjs>
breludo co- de caf no tren de 2.a rl. ssj
qun parti da eatacao das Cinco P ntaa
s 3 h ras e 20 ni utos do da 31 ae
Julho ultimo, o fav r d<> entregar n-< 8JS>
t ja do Cabo que .-era rrcompenaadu.
Rec f^, 1 da A/osto d 1896.
De Car di II
Barca Doroesoeoaa Auriga
larca UO'bt-tf ,i6f acia.
Barca nurofgaei8e B-lj.
De Terra Nova
L'Jgar ingles Mnoi.
De P-lota*
P tubo noro-'gocaa-- Olser.
Paiacno dioamarquea C ara.
Logar oaciooal stajPJfa.
L'ai ir ponure ii.
Sacona inglesa \V nnr.
Eraiina Haliaos Knsal.a.
Pa arao inglrs SupOic
Vaporea as entrar
MEZ DE AGOSTO
Pnelo do a 4.
Pa-?ny>a, da Gorop, a 4.
S. Saltador, do no"e. a 4.
Wo'dtWartb, de N wYork, a 4.
Saeal Isttvan. deT-ioa'e, a 4.
Toaraes, da Eimp-, ai.
() rada, do sal, a 8.
Eo'M d, dr. Livorooo1, a 10.
Santos, da E ropa, a 10.
Ga it p me, i N w-York. a 12.
luneta, lo sol a iO.
Alagosa. d, orte, > (i.
Bras- 1o sol, 16.
Alaca 10 sel, a 17.
VnpiMea m ssaklr
MEZ DE AGOSTO
8 a esc. Jacohvps* a 4, ->s 4 doras.
Rio e es-. Word wortb.-a 4 a* 3 Ocras.
H tre e esc. Santa P, a 4. ai 4 horas.
Ha-dos Ajrs a tvsc Taames, a S, aa t. *
Santos e esc. Paar.jba, a 5, as 4 sjavaa.
linios e bc. Sieot Siiva-, < 7, a< 3 corar.
Uautos e eec O inda, a 9, s 5 tnra*.
Santos e e-c Saolus, a 12, aa 4 no-as.
R o p esc. A'agoas, a 14, as 5 b>'a*.
ft o G. do Sol e es Csala, a 16, aa 5 boraa.
Geoota e (se. ALcita, a 17, as 4 no-a?.
f
Aiieoradoui'o Interno
<
a
3
9
N4.CIOXALI-
DADES
HOHBS DE EM-
BARCACAO
PROCEDENCIA
. Francs
gjVapsr Nacional
Barca Ingiez
Escuna
Lugar
Noruegueo8e
> .
N iroegoense
Portuguesa
All-raao
Nacional. .
Ingles .
Palbabota Porlugaez .
Patacho Nacional
Allemao .
I allano. .
Hol'aodet .
Portugus .
Belga .

Hespanhola.
Santa S .
. Cumsia. a
l'at b i .
Alice. .
Uo. .
S. Francisco
Aguamar
Delambro .
Lloyd i:ijda
Kong Orear
, Peseldon .
. Holdem .
. Osmond .
, Mana Emilia
He'ene. .
. axel .
Stell'i:. .
Abtel Abbot
Roaina .
Fontbell
Tres amigos
Jayma .
Falke .
Annettina .
Margaretha.
Joven Irene.
, Emilie .
Sueceo Zeas
Marielltaa.
. Santos e escalo
. Parlo Alfg'a
. Porto Alegn
. Para e escala
Aracaj SfC .
, Ueara e escala .
. Rio e eseda
. Anfuorpia .
Sw-anaca .
. Cardifif .
. Cardiff .
Cardiff .
. Cnrdiff .
. Rio de Janeiro
Palotas
. yaco .
Trr. Nova .
New-York .
. Terra Nova
. Pelotas ,
. Pelotas .
. Pelotas. .
PelotaJ i
.
. Pelotas. .
. Pelotas .
. Pelosa .
. Rio O. do Sul
. Montiv.deo .
CONSIGNATARIOS
F. Pandefrae .
. P. Caroeiro & C .
, I. G. Pereira -
a. Fe nanJes & C.
C. Pernamoueatia .
m > ,
P. Carnpiro & C. .
Ra kborra & C. .
Lopes G- Irraao. .
Lopes G. Irmaos .
Wilson Sons & .'. .
Wilson S na & C

Amorim Irmaos & C.
M. S. Vaia .
Manoel '. feaada .
Mandas Lima &
Fooseca Iruato 4
H. J. Penosa
M. S Maia & C.
Nova Maia & C .
Rosa Carvalho &
Nova Mata & C- .
S. M. Mala .
Rosa Carvalho & C.
M. S. Maia .
. Amorim Irmio & C.
M. Maia
, Jus Bailar &C .
CARGA
CarTio.
C.
C.
Rio
Xarqna.
Sal
Bacalbo.
Keroieoa,
Bacalhi>.
Ueoersc.
Xarquo.
Genaros.
V



-

5 -
I

Diarlo de Peroambuco Ter^a-feira 4 de Agrosto de l*!M>
S
Viva quera teas blgoile, quem
teas c*vai$no por que
pode ?
NSo poseo charoa fregaba>a de xa<- de
voe diz r aljama cousa relativamente a
noute do Bap lista ; erara 4 horas da
tarde do da 23 de Juaho quando fui
dispertado por grande nuuero de senho-
ras e cavalleiros, que me cinvidavam,
para ir paisar a noute di B

certo arraba'de becn perto da capital:
ropus aa minhai deaiulpas e aece.--si-
de que tinha em nao me afFa.tar di*
Castellu funeraria do Arara, po'm aada
d'iato foi attendio, dobalde forarn todas
as|mioha razo-js,i-me ob gado a resol-
ver dar aro s u ; i 8 hor a da noute,
me achava asseotado a cata; ira d'uina
grande meza, repisen de tudo quaato
poda desejir, a minha panga, langa-
ratn--ue urna ca je la d 1 flores naturaes,
sobre minht cabida, e toca a b incar a
comer, a beber e a tirar sortea do Ba-
ptiza a vista d'ist >, di-tsi com o* dhuj
( isto que vida ) e fiual de ontas.
quaudo despertei da Catanga erain 5
horas da mauhi, p edoamente dicpe-
di-nn do bello sex 1 e d-n cavalhairos ;
e vol'ai ao meu p> to da b ara no (Jas-
tallo fuotrario do Arara.
E quando eatava b-^-n d-acaoaado, s
4 horas dd tarde, volt* d oo"o toda
rapazeada, e levam-me em charolas,
como q-iem leva o verdadeiro paasaro
Arara, s 5 1(2 horas, ouvia cao icos
ao Baptis'a e fesiim ent e as mogas, ah
fomos par. a meza, e coactara os bnn
des e salas, 1H gritav*m, viva o Ara-
ra, outros bebo sade d) Arara, e outros
enthasUstnadame te coresp 11 cul ;
qn-indo chega a mim urna commi sai de
seiih iraa, com lindos bouquets de flores
naturae.', pedind>-nn pra que eu pr -
tella a minha viagam de re;reioa Euro-
pa, pa-a o auno ie 1897, agora sim
fiquei eota'ado, ( e responda-me aos le-
tures e qui fazer T ) ni pude deix>r
de acceitar o pedido d s senhoras, q ie
aps fui 1 >go vict triada com mais de 3
mil p lmis, reinava os regosjos, em
todos o coracSe aiaraio os v vas, viva
o Joo Arara, viva o p^o ector da pobre-
za, viva o invjjavel Arara, e eram vivas
por todoi os cantos; i quanio chega
um velho ca :aa pjria e bat-s palma*
da en altas vize< (o Arara tem mii
um viva ), e as-i n charos frejuezes
aqu me tena a voss -s orneas, no Castello
Funerario do Arara, uo Pateo do Carino
n. 13, das 6 h iras da maah, s 6 da
tard & visude tolo cjn'.elo o A ar ,
reaviza, que pas?a passsporte, a mao e
nao ca ro.
Viva o dia 4 da Agosto.
Ao commercio
^u maraes Braga e
d^Iaram que por
motivos ponderosos, o
Sr. Arlhur Nasclmento
deixou de ser sen em-
pregado desde o dia 6
de Junho passado.
Recife, 13 de Julho de
1896. .
thenmatismo
Declaro que carel me completamente,
do rheamatiamo qoe s< ffria ha 8 anoos a
pooto de eui ioatiliaar-me, temasdo
Elixir da M. lorato, qoe garant r aer
uo prodigijso nti-rbeamatico a anti-ay-
philitico. Publique a b?m, dos q "<'
fren.
8. Psot, 18 de Agosto de 1880.-
Affoiso J. Bormaon.
nico deposito Drogara Braga de
GuimarSes Barga A C- Rus Marques de
Olinda n. 60.
Agencioslo
Acha-ae resta cidade agenciando pea-
sol para o Corpo de Bombeiros e os dois
Corpoa de Seguraoca Publica do Estado
do Amazonas, o teaente do Corpo ie
B mbeiroa d'a^uelle EaUdo, Teophilo
Gcmes de O vrira.
Aquelles que qui'rem contrtetar-se
com este destino, dnijamse Compa-
nhia de Bombeiros do Recife, onde o
ncootrai&o todoa oa das.
Despedida
Jao Joaquina de Freitas Henriquea e
sua esposi, segundo para a capital Fe-
deral b>rdo do p-quete Olinda, e nao
pdenlo des^edir-se pes8linota da
C das as pessas qun o h >nrara com sua
amisade. o faz^m pelo presente, off^re-
endo-lues alli oa seis iiniiad.a presti-
mos.
Recife, 1 de Agosto de-1896.
Despedida
Embarcando boje para Europa no pa-
\<\ ti Magdalena e nlo toado sido pos-
ivel des^edir-me peasoaimente de to-
d-a ae pea oaa cjm quem mantenbo rc-
ai3- s de amaade, ama vd que faltn-
me temp preciso para faael-o, pe'o pr> -
aeote despee j-me, offirrCeodo Ibes mena
peqaenoa preatimoa em Pars.
Recifo, 2 de Agosto de 1896.
frranesco Gurgel do A mar al.
Mudamea
O abaixo assignado previne ao com-
mercio e ao publico, especialmente aos
seus amigos e freguezes, que vai mu-
dar o seu estabeleciment para o n.
61 na mesma ra, esperando conti^
nuar alli a merecer a mesma confian-
za que sempre se dignaram dispen-
sar-lhe.
LOJA D'A PEROLA j
Recife, 16 de Julho de 1896.
Domingos Fernandes
jOia datada, de i 2 de Novembro de 1888,1 metroa ea
a vagas pelo falleoimeoto do retpeotivoj jgDe|[aa ,4e
QVoltei de P. coa de Caldas, onde foi ssrventoaro Candido 9onryalvea de O-
eooa soooenivos para tratar de mau fira, pelo que na forma do decreto n.
ooorne empgem qoe ha maie tempo me 9,420 de 28 de Abril da 1885, mandado
Tonsommia a pacea, a belga a obsorrar peo artigo 62 da le o- 15 de
,j. 14 de Novembn di 1891 convido aos
I Toaando o Elixir deM. Morato, pro- preUadentaa aerrentia vitalicia de taea
pagado por D. Carla,;sarei completa- ^'fisio* apreaenUiem dentro da praao de
tteote e depreaia, obaervaodo oa direc-,30 aliaa, sotUr dest> d*Ur mus reqo<-
toriot.
Pocos de Calda
CONSTIPACOES V?* PeiUral Catharineme
DE RAULIVEIRA
III1>(. 1IIB \ BROA
Elixir II. Morato
Certifico em f de mea grao que tenhc
nprogad m Molestia* ajphilitieaa e
rheumatiess o Elixir M. Morato, propa-
gado (,or D. Cail ii, colheodo sempre oa
melhorea resaltados.Dr. J0B0 Alberto
de Mzdsisos e Cnnhv. (SSo Paulo).
nico deposito Drogara Braga de
GuimarSes Braga & 0. Raa Marduei de
Olinda n. 60-
l'ma lagrima sobre o tmulo
de Hita Marques de Ah-
drade, querida fllha de lli-
tin'l de Azevedo Andrade
Faz hoje trinta dias, queja nao pul-
sa teu corafao de anjo ; est fri,
inanimado e teu corpinho gentil; a
morte ceifou tua existencia tao que-
rida. Nao sao smente teus paes que
gemem de saudade e dr.
Eu tambem compartilho, e venho
derramar sobre o teu tmulo urna sen-
tida lagrima de eterna saudade.
Recife, 4 de Agosto de 1894.
B. C% A,.,
Seis oriaacas com coqueluche
Foram uarxdtsem cisa do dr. Maaoel
Joaqun d* Silva Jnior, dignsimo es-
crivo di 5.* pretjri*. com o alcatrSo e
jatahy, Prado.
?Aviso aos leltores
0 P de Rige, approvado pela Aca-
demia de Medhin, mais agradavel
dos purgantes, o que neltior coav a<
Benioras, s creancaa e s pjssoai de
compleicjto deletda.
O P de R>g pola, en qunsi todos
os casos, substituir oj o .tros purgan-
tas (Rpertoire de Ph.rm*c--). Jui-
dado com jb produi:oa similares vend-
doi com ji iom9 q'ie s r ca isa da coa-
fus&o.
Nao se deve aceitar os vidros que
nSotiseren sobre os r .tul >s o enierect :
19, ra Jacib, P.riz.
Peitoral de Cambar
Otitras inportantes curas
Urna -essas terriveis tossos que
nao deixam de martyrisar pacien-
te um s momento, accommetteu o
Sr. Capito Jos Joaquim Ayres da
Fonseca, que com 2 frascos do Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
ficou completamente restabelecido.
A Exma. esposa do Sr. Joaquim
Alves Cavalcante, padecendo duran-
te 2 annos de urna horrivel tosse sec-
ca, com dores no peito, s conse-
guiu curar-3e com o uso do mes.no
remedio.
Um s frasco restbeleceu o Sr.
in.ijor Carlos de Alencar, fiscal do
1. regiment de cavallaria, no Rio
de Janeiro, de ama tosse pvrigosa
que o affiigia dia e noute.
As filhas do advogado Sr. Dr. Joa-
quim Epaminondas de Arruda cu-
raram-so em poucos dias de tosses
pertinazes que haviam resistido a
outros muitos remedios.
A Kxma. Sra. D. Concedi Viei-
ra,;irm do Sr. Faustino Vieira,
atacada ha 2 mezes de fortissima
tosoe o rouqudao, restabeleceu-se
apenas com 2 frascos.
Dia e noute atormentada por urna
tosse desesperadora, a Exma. espo-
sado Sr. major Antonio Simos Pi-
res, curou-se com o uso de 3 frascos.
Quatro frascos apenas restabele-
ceram o Sr. Manoel de Almeida For-
tes, de urna grave tosse secca que ha
dous annos o perseguia.
Pessoasda familia do Sr. Jerony-
rno Acacio de Souza Correa, ac-
commettidas de tosses agudissimas e,
aem terem allivio com o uso de di-
versos remedios, restabeleceram-so
prompamente com o Peitoral de
Cambar.
OS AGESTES,
Guimares Braga Se C.
FhtrDscia da 6oa Vista
PRAGA DB MACIEL TlaBIRO N. 18
Este eslaoelecidiento
avia receitis a qualquer
hora da noite.
f hamados:
Ra Velha n- 67.
Kua da Intendencia
n, 16 (anligo beoco do
Talbia,.
O pbarmaceut'co.
Jos Luiz da Silva.
Compram-se
Duas casas que sejaias sltact<
das no Cantioho Aovo oa im-
naediaeSes, conti^uno e de ae-
commadacSes regulares, com
quintal extenso.
A entenderle na redacits
deste Diario, das 11 horas
do dia por diante.
ospital Portugus de Bene-
ficencia
PREMIO A VIRTUDE
A Junta administrativa do Hospital
Portugaez de Beneficencia, tendo de
adjudicar o premio de 500000 IIha
ou filho familias, natural da cidade
do Recife, que pelo seu trabslho hone-t >
lv^r concorrdo effic>zmeote para sus-
tentaf&o deaens paes. ou assiatido a seu
pai ou mi com v rdaieira dedicajao e
amor filial durante doeoca grave e pro
longada, premio que fui instituido pelo
fallecido commendador Autoni j Jos de
alagalh&es Bastos, chama s pessas
que se julguem no caso de concorrer a
esse premio a apresentarem at 39 de
Agosto, na Secretar a deste Hospital so
documentos comprobat irioa de sua pre-
ens i, os quaes d-vem declarar n >me,
e.-tado, profssio, idade e residencia, e
provar ser natural desta cidade e hav r
preenchido o> requ sitos exig;dos pelo
testador, sendo p-ra este fim mdispeasa-
vel urna exposicao dos factos em qua
fuudam sua preterjcSo,
Secretara do Hospital Portuguez, 16
de Julho de 1896.
Antn'o Jes/ Martins.
1/ secretario.
elixir M. Morato
... D-spcie de maitas ezperienciaeo
aoarado eatado sobre o aea grande so
medi > o Klix r M. Morato, oujo tenbe
mioiitrado os hospiUes e em minha
dioica p. rf.cular, resol vi, de aosordo
oom os meua ilustres oollegas, o Dr.
Sdeceiroa, Dr. Lfevre, e Di. S Meo-
dea, applic-il-o pela aoguinte forma, esodo
oaoa de aypbiha inveterada, rhmatismo
uamo chrooio e b)abaa...
Tenho tido o melhor anooesao oom o
Kinir Morato, e alguna dos mena oolle-
gaa cbamam Iba oom raalo de aa'va vidaa
O sea remedio um progidioao naioo
oomo aoti syo'ritico aoti-rhe jmatico.
Dr. J Pitia de Euiyen.
Rio de Janeiro.
Uoio deposito Drogara Braga de
i'marica Brga dt C. Raa Marques o
Olmda n.60.
A f Emnlalo de Sccott Figura no For-
mulario do H spital da Misericordia do
Rio do Janeiro.
Um remedio que ha tantos annos sos-
tenia a repatsclo de que gosa a Emulsle
de Soott, a deapeito daa numerosa' imi
tacfjr-s que slo offereoidas ao publico dis-
ii mete, parees dever merecer o aoolhi-
meoto g'irnl do publico.
Pecam a Emalalo de Soott.
O atteatado qoe em agaida pjblioamoa
do Eso. Sr. Coocelheiro Dr. Augusto
Ferreira doa Santos, digno Chele da Di-
rectora Qeral de Saude Pobl'Ca, ama
aotoridade medica, e direotor do Hopi-
tal de Miaericordia do Rio de Janeiro.
c Certifico que o preparado medici-
nal deaigoado sob o como de t Emlalo
de Soott* tetn aido empregado por mim
com grande vantagem, o repato o medi-
oamecto de valor isia elevado, a pon'o
de fas6l-o figarar no f rmolario deste
b.-aoital (3* edicto-1889)
Sauta Caaa em 22 da Janeiro de
1891.
(Aaaignado)
Dr. Augusto Ferreira doa Santos.
Director do Hospital de Misericordia do
Rio de J-neiro.
O Dr. i-id. > Benioio de Mello aoffreu
broocbite chronica e curou-se com o ja-
tahy, de Honorio do Prado.
Orillan antigs
Curei orna feida de maia de 11 anos
qua era um verdadairo tormento, oa^ndo
por algum temp j do Khx r de M. Mora-
to, preparado por Dr. Carlos Deas que
r compense to felis acbado. Use como
o ovier.
To Paulo, |l. de A?cs'o da 1889.
Wenceslao V ente Vieira.
nico deposito rogaria 'Braga de
Oamsrlea Braga c C. Ra Morquea de
Olinda c. 60.
Realmente enorme o socoeaao bene-
foo que ae obtem oom o oao deate pro-
digio novo o Elim com M. Morato.
Pey a pub icsxir de ae ao .torna urna
virtude
8- Paulo, 9 de A?oato de 1S39Ar-
thur da Cunha e Silva.
nico de ponto Orogra Braga de
O iimaraea raga & C. Raa Mrquez de
uada n. 60.
--------------as--------------
[Elixir H. Morato
. tenho empregado oom filia resul-
tado em todas aa affeccSea sypbUicas, o
Elixir M. Morato, ezoelleote preparado
do Sr. D. C loa, o que affirmo com
juramento ae fr preciao. Dr. Eduardo
P Guimaroos (Rio de Janeiro).
Uaioo psito D ogria Braga de
Quintarles 8iaga & h ia M^jsz de
OH da p. 6)
6
Dr. JoAo Paulo
Sapaoialista em partos, moles-
i tias de seohoras e de creancas
com longa pratica nos hospitaes
dePariz e de Vieona d'Austria,
d consaltas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo u 19,
1.* andar e reside oa roa de
Henrique Dias n. 2.
B Teleph* nes na. 190 no eonsul-
j torio e 467 na residencia.
<$iSSSiSSlS3i33iSi3S!i*<'
ir. Francisco lieopoldinr-
Especialidsdea : Pebres, molestias de
criancas, syphilitiaas e da pelle.
' Consultas de 1 s 3 horas da tarde
rna do Mrquez de Olinda n. 33, 1.a
andar.
Residencia pateo da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
i cdaSsSL rfificaa-cc csavss
MEDICO HOMCEOPATHA
Consultorio ra Baro da Victo
ria n. 37, i', andar
da mnh
rimontoa datadoa a aasigoados por ai ou
por legtimos procurrd.trea aoompanba-
doa de esame de auffijienoia e eartidfio
de exme de portuguea e ariibmetioa,
fjlba corrida, cartidlo de idade, atiesa-
do medico de oapaoidade phisica outros
dojumentos exigidos palo artigo 210
a sena paragrap os do oitado decreto n.
9,420, todas em*original, pideado, en-
tretanto, na falte de cutida) de bapt s-
mo, aer provada a idade por oatro qaal-
qaer meij legal.
E para que chegae ao cjn be cimento
de todos maadei passar o pre*ente edital
que serl kffixado no lugar do costume e
publicadu ps'a imprenaa da capital iu E-
t,do.
Dedo o paasado neata cidade de lea ro-
b, ao 1.18 diaa do mes de Julho de 1896.
Ea, Julo Barbas, de Souaa eacnvSo
inferiro do jury eaorevi Lourenco Be-
zirra Vieira de Mello.
Certifico qoe rftei hoje s 10 horaa
do dia na porta do Conceibo Municipal o
edital do Sr. Dr. Jais de D reito, poado
-m concu so os offioi s de Justina deate
municipi >: don f.
Icamb 18 de Jolho de 1896. O o'-
ficial do jaatica Berdolino Ferreira da
Silva.
E nada maia as ejotinha em dito edi-
tal e oeru'dao aqu fiel meo te copiadeg doi
oropriua originaea ao qua me reporto e
don f.
It mb, 18 de Jubo de 1893. O <-s-
orivlo interino do jury, JjIj Barbosa^de
Soasa.
D
consultas das 11 horaa
orna da tarde.
SS^tSWiS
LDITAES
Paalo, nai
oircamdam Bota-
maior deaoobarta deate
Advogado
0 bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador doa Feitos da
iFazenda d> Estado, pode aer procurado
em sea e8";riptorio r.ia de 15 de NV-
vembro n. 75. daa 10 horas da manhl
s 4 da tarde.
Sao Paulo
Coube ao Estado de Slo
m*gratosaa mattas qoe
oat, acbar-se
sealo.
O trabslho. o estado o a experiencia
deram em resultado a deaooberta do um
vegetal maravi'boso com qua fes-se um
preparado qne cura rpidamente toda a
syphilia, tedoa os humores, cara com
nasa faoilidade espantosa o rheumatiamo,
por ohronioo qne aeja, e cara a morphal
para o qoe nlo havia remedio I
Teva o Eatado de Slo Panlo a dita de
tornecer, na ana ubrrima vegeUcBo, a
verdadeira felicidade da homanidade.
Ctama-ae a deaoobertafelixir de M.
Morato, propagado por D. Carlos, a vea-
de-ae em Pernambuce na
Uaioo deposito Drogara Braga de
G-iimarles Braga & C. Ra Marques do
0:nJa r. 60
to
Salvaco
Salei-mo dea horriveis humores
pi-il ticoa que me presegairam tena
tempo com o us do El'Xr M. Mora't
prop.gadopo* Dr. Callos.
Mogy-mirinr.
Unioa dopoiit? Drjgcrij Braga de
Guimares Bra^a & C Raa Margues do
Olinda B. 60.
EmulsSo Vermfuga
Tendo feito spplieaglo da Emlalo
Vermfuga preparada pelo pharmaoeutioo
Jus Marques Ptrreira, eatabeleoido i
Praga Maciel Pinbeiro do Eatado de Per-
1 smbuo, em varias pessoas de miaba
familia, obtive opMn-o resoltado^ pelo qne
oooaicero um remrdio effioas e ds pri-
meira qnalidade.
Capital do Eatado da Parahjbs, em 6
de Julho de 1896.
]oaquim e Souza Coel/10 Maia.
Gabinete Medico-Cirur-
gico
O Dr. Aluebiadea Velloso, mudon sen
Consultorio para a Ra Estreita do Ro-
sario n. 17, 1.. andar, onde podara, ser
proou-ado de 1 s 3 da Urde, para os
mistares de sua profisso.
Contina a residir na Ra do Capito
Lima n. 1, Santo Amaro
Secretaria da Industria
3.* directora
Pur esta direotoria se f<>s pob'ioo qae
no dia 10 de Agosto prximo, l hora
da tarde, reoebem-se propostas, devida-
mente selladav, para os reparca de qne
necesaitam irea pootilLSes existentes na
eatrada doa Remedio', aaber :
1. Ponth&o (a partir da Magdalena)
oreado em 36285;
2.* Pontilbao oreado em 1:7290025;
3." Poniilhlo oreado em 2:9970245.
As propostas pdem se referir a diver-
sas oa a c ida ama deaaaa obras o devem
jer es.riptas por extenso, aem rasura,
emenda oa vicio de qoalqaer especie,
sendo regeitadas aa qae ae reseatirem daa
aeguintea faltas :
1.* As qae nlo forem cr nitadss ds
aeoordo oom o presente edital ;
2.* Aa firondas por p>ssos qae te-
nhsm deixado de camprir cantract-ja jom
esta repartilo.
Os concurrentes dererlo, alm a do
neidado exigida para a direoclo o execa-
olo das o oras, indioar o lugar de s-a re-
sidencia .
Pera ser admittido a concurrencia, de*
poaitar oada proponente no Theaoaro do
Estado quantia oorreapondente a 5 /"
do Valor da obra, importancia qae ae tr
eaoolhida ana pr^poata, foar como cau-
1 u para garanta do contracto.
Perder o di reito a eaaa c< ucSo o c ex-
tractante preterido qae, convidado para
asagnar o Contracto, a iato ae recusar.
Nesta repartilo eatarlo a disp-iaico
doa seohores oonourrentes, daa 10 da 3
horas ds tarde, os orcamontos reapsoti-
vos.
Ricife, 31 de Julho de 1896.
O direotor,
M. Brunet.
Secretaria da Justiea, Nego-
cios Interiores e Inatrue-
cAo Publica do Estado de
Pernambuco Directora
da J us t i ca1.a SeccSe E111
5 de Julho de 18
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Cmielbeiro
Governador do Eatado, o em observan
oia ao diapoato no artigo 15', do rego-
lamento a qae ae refere o desrato 9,420y
de 28 de Abril de 1885, faeo publico,
para oa devidoa effeitos, o edital absixo
transcripto, poodo em concurso, oom o
piaso de trinta diaa, na officioa de eaor-
slv> de orphloa e ausentes, Capelina e
Residuos o 1* tabellilo do poblioo judi-
cial e notaa do uinnicipio de Itamb, va-
gos em conasqusaoia d> falleoimento do
respectivo serventuario, Candido Gal-
ga! vea de Ohveira.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
O Dr. Laureoco Beierra Vieira de Mel
lo, Jjb de Di reito do numeipio de
Icamb, em virtade da le eto.
Fas saber a quem intereaaar poasa, que
esto em concurso os officioa de eaorirlu
de orphloa e aaaeoter, Capillas e Rtsi-
dacs, 1 tabslhlo do publico judicial e
notas e offioial do registro gerol de by-
pothscss deste municipio, criados aquel-
loa por decreto da 30 de Janeiro de
1831, e o ultimo transferid} do cartorio
do o.vel para esta em tirtode de provi-
ao do Exm Sr. ^resideute da provin-
Secretarla da Justiea, Me-
s;ooos Interiores e Instruc-
oAo Publica, do Estado de
Pernambuco Directora
da Justiea1.a ser-cSo Em
S8 do Julho de 189.
EDITAL
O Exm. Sr. Conaelheiro Governador
do EaUdo, manda faser publico, para oa
derdo* effeitos e em observancia ao ar-
tigo 25 do regu.'f r- 'Lto de 23 de Ja
neiro de 1893, p..a exeeocto d^ Le
a. 15, de 14 de Novembro de 1891, qae
ae acha vago o cargo de Jais de Di re 11
do maoicipio da Taoarat, em ooaae-
qaenoia daremiclo do magistrado qae
o ooeapavs, bacbarel Bel I armio Cezar
Gondim, para o de Baiqae.
A vaga de qae ae trata, aera praenchi-
da pe 1 Jas de Direito maia antigo den-
tro oa qae reqae er-.m remoclo no prs-
so de 60 di<, contar da data da pu-
blioa^lo do presento edital; li oenhom a
requerer o provimento ser feito pala
forma determinada no artigo 21 do oi-
tado regalamento e de ancordo com o
acto e ioetraocoes de 12 de Agosto do
mesmo anco.
O director,
Affonso V. de Medeiros
Secretarla da Justiea, \ego-
cios Interiores e InstruccSo
Publica do Estado de Per-
nambucoEos I de Agosto
de I996-1.1 seertto 9.a di-
rectora
EDITAL
Fago publico para o coohecimento dos
intereaaadoa qae o Exm. Sr. Conaelhei-
ro Goveruador do Eatado, attenaendo ao
qae reqaereu o bacbarel Eduardo Cor-
roa da Silva, candidato inscripto ao cor-
carao para u provimento doa eargea de
Joises de Direito, resulveu por acta de
boje, adiar para o dia 10 do correte o
rtiendo concurso.
O direotor,
Affonso V. de Medeiros..
terreno proprie, 1 ontae2
frente, J porta e 1 janella
no oitlo, l aala, 1 gabinete, 2 quartog e
cozioba externa avahada em 600^000 ae
exucaolo oootra Senborinha Igaaoia do
Pro-tas.
O predio n. 3 sito a Eatrada di \ca-
de, frsgueaia do Po;o, mediado do frea-
te, 3 metros a 85 oentimetros a de fon-
do 5 metros o 20 oentimetros, porta e
jaoelU de freatt, 2 aalaa, 1 qaarta e oa-
sinba (ora avaado em 3")0)J000 aa sxv>
OU9B0 oontra Manoel Severiao de M* O predio n. 49 sito a Estrada do Aga-
de, fregaeaia do Poga, mediado de fren-
te 6 metros e 35 oentimetros e de fun-
do 5 metrag e 95 ceitimetro 1, 1 parta s
2 janellss de fr-snto, l janella m oada
c:t3o, 2 siUi, 2 qnartos e c-.ainha ex-
terna svaliado em 3000900 n* execnglj
oon'ra Maaoel Alaxandre.
O predio n. 12 a Estrada do Agude
fregaeaia do Pog<, mediado de frente 3
metros e 70 ceotimetros a da landj 6 me-
tros e 30 centmetros, porta e jaoclla do
frente, 2 salas, l qaarto a ca inha inter-
na em eatado ne ruinas avliada em... .
60J00U na exeenplo contra Manoel Chris-
piniano de Arroda.
O predio n... sito a Estrada de San -
t'Anna de Dentro, Ir gaeaia do Pogo,
mediado de freote 5 metros e 60 oenti-
metros e de fundo 7 metros e 40 coat*
metros, porta n 2 janella* de frente, 2
aalaa, 3 qaartoa, oozioha ora e quintal
ceraio avaliado em 1:0004000 aa exe-
ooglto contra Sabino Antonio Corris.
E para qne chegae ao coohecimento
de todo) maadei pascar o presente qoe
ser panucado e affixad no lagar do
costme.
Dado a passado nesta cidade do
Recife d 1 Estado de Pernambuco, aos 3
de Agoso de 1896.
Eu, Jos L'i-i da Costa Racha, es-
orivlo o sobsorev.
Marcos lullio dos Reis Lima.
Secretaria a Iadustria
3- Directora
Para eonheoimento dos ioterassalos
fugo publico, qae no da 8 de Agosto vin-
dooro 1 1 hora da tarde, reiebem-ae pro-
poat-is debidamente sellada, para o for-
necimeoto de objeotos de eicriptorio, no
enestre vigente.
Os artigoa aer5o de prime i-a qnalids-
de deveodo no acto da concurrencia aer
^presentida amoatras daqoelles qae dis-
so forem susoeptiveis.
Os pregos daa propoatas serlo escrip-
to* por extenso, aem rasura, emenda oa
vicio de qualqaer especie.
Para aer admitlido a concurrencia, de-
pos tr oada propooente no Tnesoaro do
Eatado a qoaotia de 2005000, impor-
tancia qae, ae fr escolhida aot proposta,
ficar oom} osnSo para garanta do con-
tra oto.
Perder! o diriito quelU qoaotia o
oontraotante prefsrido qae, convidado
para aasignar o c ntracto, nlo o fiaer
dentro do praao de quatro diaa, contados
da data do avis > qae para tal fim lbe tr
expedido.
Todas as informagSes preciaaa aerlo
prestadas- na p-imeira aeoglo desta di.
rectora, onde ae encontrar tamber. s
relrgto doa artigoa a forneocr.
Recife, 30 de Juina de 1896.
O director,
M. Brunet.
Edital n. 6
De ordem do Sr. Dr. administrador
faco publico qoe esta repartilo vai pro-
ceder oom o augmento de 10 '\. a dia -
triboiglo doa impostoa das claasea 21, 25,
27, 34 e 45, visto como aa aeaociagSsa
a quem foi encarregada dita distribnigSo,
olo apreaentaram no prazo marcado por
le, bem asaim o da classe 22, por ter
aido devolvido para aar reformado pela
Sooiedade dos Artiataa Meohanicoa o Li-
beraea por con ter contiibuintea estranhos
a esta repartiglo, afm de aer por ella
feita a referida diatribniglo com o au-
gmento de 10 1. na forma da le.
1. aesclo da Reoebtdoria, 31 de Ju-
lho de 1896.
O ebef<\
Frederico Quimaraes.
O De. alarcoa Tuiliu aot ttea I,im,
Juz de Direito doa Feitos municipal
deala cidade do Recife do Eatado de
Pernambuco, eto.
Fgo aaber aoa qae o preaente viren
qae em praga publica deate j-n'i j no da
14 do corrate se ba de arrematar para
pagamento da mesma faaeods.
O predio n. 5 aito a raa da Casi For-
te, fregaesia do Pogo, mediado de fren-
te, 13 metros e 23 ceatimtros o de fun-
do 20 metros, 1 porta e 4 janel aa de
frente, 4 ditas no oit&s, 1 porta o 2 ji-
nellas no centro, pa'amar na frente a noa
ladoa oom varandts de f-irro e grad 1
at o jardim, 2 s.Us, 5 quaitos, ooaiahn
(ora, quarto para creado, banheiro o ga-
linhairo, aval4do em K:000WO0 na ex-
eougBo esotra Trujano Este vio aa Pro-
videncie.
O predio o. 69 ito a raa Imperial.K-
goesia de S. Jos med nlo de frente 5
metras e 90 oentimetros e de fundo 1
metros e 20 oentimetros, 1 porta o 2 ja
aellas de frente, 2 salar, 1 gabinete 2
quartos, sondo a a de taboa, ooaiuha in-
terna e quicial ea aberxo avahado em
1:2009000 na exsooylo oontra Manoel
Joaquim da Silva.
O predio o. 3 sit ne Qoadro marao
do b 000 do Arr-yal, fregaesia do P051
medindod* freate 7 metro 1 e 2) ceoti-
motios e de fundo 4 metros o 20 oenti
O Dr. Benedicto Teixsira Palha, Jm'z de
Direito e do Cjmmeroio do municipio
He Timbtba, do Estado ds Pernam-
buco, eto.
Fago aa-er aoa qae o preseate edital
de praga com o praao de oito diaa uteis
virem, qoe por este jaiso, serlo levadas
a teroeira praga por venda a arremata-
glo, no dia 14 de Agosto da 11 horas da
manhl e aporta dos auditorios desta ci-
dade, os seffoiotes bens, com o novo abi-
timentj de 10 /* nos termoi do artigo
21 do regalamento n. 9,549 de 23 de
Janeiro de 1896 :
Urna p*rte do eogeaho Unido sito oes-
te municipio com suas torras e bsmfei-
torias, avallada pir 9:937 valor total de 30:0001000, redoaida por
esse novo abatimeoto a 8.049$726, e 1
machina Vapor de fon,a de 4 oavkllos,
engrenagem, c-lleira multitubuler e seus
respectivos accesorios, rido engeobo, qae lbe serve de motor,
avadada por 7:000)9000, redosida por
ease novo abatimento a 5:670$000, todo
conforme o arbitramento e ca'caius exis-
teotea em poder e cartorio do esorivlo
abaixo aomeado.
E nlo havendo licitantes qae cubram
oa pregos qae aer7em de btae nesta pra-
ga a arremitaglo ae far nos termos do
sapra citado artigo 24.
E psra qae chegae noticia de todos,
maadei alo t' :avrar o presen'.s que aera
af&sado co Ingsr do costme pelo pottei*
ro deate juise, qae a certificar, como
tambem oatrj de igual theor que aera
uub'icado na imprenaa da capital.
Dado a pasaado neata cidade de Tim-
rabd, aos 31 de Julho de 1896.
&:', Satoroiao Frauosoo de Sonsa o
?ilva, escrivSo do oommnrcio o es?rev.
Benedicto leixeira Palha.
O Dr. Fraccisoo Xvier Paes Bs.-retto
Jais de Direito do civil do municipio
de Olinda, pela lei eto.,
Faa sabir aos qae o preaente edital
virem, ou delle noticia tiverem, qae ae
ba ae arrematar em praga depoia da rea-
pectiva audieacia no dia 5de Agosto pr-
ximo o bem segninte :
Propriedade Agas-Fria de Beberibe,
com casa de vivenda de tijollo e cal sob
o 5 na Estrada Agua-Fria para Beberi-
oe com 3 aalaa de frente r com 3 de fon-
do, oom 6 quartos e 1 deapeoaa, c-iinha
dectro ao lado de ama daa salas, tendo
& referida propriedade, trras propnaa,
oom a frente ao nssoente por onde limi-
te com a dita eatiada, mediado de fren*
te 30J bragas pouo maia ou manos, li
mita-ae ao uorta oom trras dos horde-
ros de Henriqoe Gibaon, po poeste
oom a estrada da Mmgabeira onde alar-
0 maia e mede cerca de 500 bracas a
oocontrar-se oom trras de Jos Joaquim
Antones; pelo sal divida com torras dos
herdeiros de Franoiaoo Raposo, tendo do
aundo oeroa de 600 bragas, ocm bastac-
tes arvorea da fruoto, mattas, com
dorregoa, e psalo por dentro da re
1

I



57
-.


I I
I


I





l|
15
Diario de Peruambaco Ter?a-feira A de Agosto de 1S9G
vC propriedada 2 ronos; aliado por
2:000#00')>
Dita pro.jriedade vsi a praca para pa-
gamento da esecacBo que moren o her-
O'iiroi de D. Aroalina Xavier Carneiro
Rodrigae Compeli aot herdoiroi do oo-
rwel Hemateno Joi Velloio da Bilvei-
ra e sna mulher D. Anca Joaquina da
Eflfaj.
E nao hijeado lancador que cabra o
preco da araliaolo, a irremataolo aera
kjta na aaiienoia aegirote oom o abat-
ment de 10 0/ de acoordo oom o arti
go 24 do regalamento de 23 de Janeiro
d 1886.
para que cHegae ao eonheoimento
do todos, mandei paaiar o preieate edi-
tiil qne ser publicado pela imprensa e
aJSxsdo no lagar do costme.
Dado e paseado tiesta oidade de Otada
o 10 de Julho de 1896.
Ej, JtSo Theodomiro da Costa Mon-
tsiro, esc nvto o osoreTi.
Francisco Xavier Pae Barrttto.
_DITALN.8
Receledoria do Estado de
Pernamboco
De cretona do Illm. Sr. Dr. adminis-
trador, aoientioo oa senhores contri-
buiatas dos impostos de indaatria e pro-
aaSo comprebendidoa as oleases na. 42,
44, 37, 15, 14, 3, 11, 20, 48 o 2
da tabella annexa a lei do orcamento em
vigor, qae se acham olleoUdaa pela
fiema constante das relajo abaixo, qae
nos termos do 2. do artigo 1. daa dispo-
icSes geraes da mesma lei, Ibes fica mar-
nado o praso de oito diai improrogaveia a
(Kintar da data do presente edita I, para
npreaentarem no Tribunal do Thei30.ro
uuaesqaer reolamacSes ou recaraos.
Primeira seoc&o da Reoebedoria do Bi-
nado, 1 de Agosto de 1896.
O chete,
Frederico Guimaraes.
Palmeira dos Sanios. Boa Vista,
Joto do Rege n. 40 D, dem 7894472
Nanea da Silva & C\ Saolo Aoto-
mo, Herval o 57, Idam 7894472
Bento Mandes a> Ca, G ica, Eo-
eaoamento n. 113, dem 789**71
IGLASSE N. 4. Rebocadore.
Pregoaiia do Racito
Cootnbaintes QaoUs
Conpanbia de Sai-Ticas Martimos
de Pernam juco. Caea da Con -
piobla Peroambscaoa, (Vapo-
res, Amadeo 3.1504, Moleqaa
1.880*, Armando 2504. Per-
nambucaoo 750/000 a Braz I...
8O80J0 7.60C|O0j
rVlleon Sona e C. Ras do Com-
merclo, ( a*or Esperto)....... 3.500*009
Compaobia Se-vicos de Po-toa,
Roa do Coinmercio, (Vapor Per-
namboco. 1.5004000
Joto de Aquino Foosecs, (Vapor
Neo) 1.5504030
Morelra Silva C, (Vapor 24 Se
MiK) 1.2504000
CLASSE N. 42-Padarias 30.0904000
Fio-
Gal-
Baa
3,4*
Tooi Rodriaes da Conba.Poco,
Katrada de Sant'Aina :, Ia divi-
san
loaqo-m Roli'uaea Beirio, Graca,
Joaquiu Nibaco o. 3o, i Jeto
?rancois Lostaa, Graca, cra-a'as
n. 37, idean
i;noel Jo- Domingos, Poc, Es-
trada do Arraval o. 40, dem
.'dio Cavalcanto de Alboqaer-
qoe, Pogo, Moatetro o. 4 A.
dem
Rana BaceMar a'Ohveira, Vanea,
Estrada de Caxang o. 2, dem
Munoel Lalt da Cosa, Vares,
liba d. 6, dem
Domingos Prreira da Silva, Var-
es, S. Joto n. 13, i leen
Luis Mi'biio B.t-io'. Grac,
Campo A ere o. 3, Ueo
M.iooei de Mo ra e Silva, toga-
dos, Ttgipi n. 262, dem
Joe Rodri^oes i'.iraujo Pelrosa,
Boa Visto, 5;cego n. 42, 2* divr
gao
Atare" lia-ion, Pc3, Casa Forle n.
1 A, icen
Hjiarioo R drigues Saraiva, Boa
Vista, C. L raa n. 30, dem
Praociaco Quinao de Mello, Gra*
i;a, N. MiCbido n. 22, dem
loaqcim dos S r tos Coelbo, P qo,
C. Acode n. 25 B, 3* divtoio
Castor Pi-es Rodrigar?, Graca,
P. de Ucbca o. 57, dem
Flix Mendooca. Recite, D. Mara
Cez r 0.30, dem
Antonio C"b'j Manetes, Recite,
D. Jos M. r.ins o. 96, dem
Fign-ir-do & Heoloi.ga, Boi Vil-
la, Largo da Sania Croa n. I,
Idtm
Marino Rod'igoes Saraiva, Santo
Antonio, Bario da Victoria o. 47,
loem
Jo : Emydto Ferr; -a Lima, Santo
Antonio, Co-ooel Suaseaoa o. 5,
idem
Maximiano Franjee* Neves,
S. Jos, Vidal de NegreiroB n.
153, idem
lote Martina Riberro, At.gados,
Dlreua o. 27, i en
Ncberto Rodrigues Barroso, Afj-
gados. Nova Descoberta :, dem
loaqolm Aoionio Pereira Baatos,
Graca, Nanea Macbado n. 20,
idem
los Coa odio Pereira, Atogados,
BemBca o. 0, idem
Jeam Meier, Santo Antonio,
reotina :, idem
Vlcaote Carlos Peres, Poco.
dereiro b. 46, idem
Adolpbo Maceado Botalbo,
Vista, Princexa Isabel n.
dlvisao
Joi Avps da Carvalbo, Boa Vista,
Lois do Reg n. 54, idem
Maooel aa Rocba Sonsa, Sanio
Aotoolo, Lirga do Ruarlo o.
16, dem
Cialodio Feroandes dos Santos,
Santo aqu o, Direita n. 67,
idem
Maooel Goocaves Uarqaes, S.
Jos, Vidal da Negreiros n. 10,
idem
Jos Antonio Morei-a, S. Jos, Vi-
dal de Negreiros n. 40, idem
Gentil Diamantino, S. Jos, Padre
knmx n. 39 idem
Jos Martello Pido S. Jos
Roa 89 n. Ou, idem
Jos C. de Qoelrox, Atogados, G
qai a J- oatao n. 121, idem
Mucez s & Silva, Atogados, Estra-
da Nova :, dem
Joaquina Gmcalvea Coelbo. Var-
e?, S. Joo o. 2, dem
Compaobia Retense Panificado,
S. Jos, -8 > i. 147, dem
Artbur Pe eia d< Mendooca, Boa
Vista, Impeatnx o. 66, 5a di vi
Bao
Jo* Francisco de Fsoeiredo.
Boa Vis ii, Miciel Piobeiro n. 14,
Idam
Ficoeiredo & Mendooca, Boa'Vta-
a, Santa Cruz n 3, Idem
1. Albnaoerqua MaranBio, Boa
Vista. iTtperal u a. 41, dem
Jos Nogoei-a da Silva, fo Vista,
Conde da Boa Vista o. 91, idem
Murciano J BiptH'a, Boa Vis-
ta, Tra?;ss i do Giriqnlli n. 9,
dem
Sumpato i. Ir icio, Boa Vista, Ger-
vasio Pies d. 45, tdem
Boi'So & 4ijjsida, Santo Antonio,
Doqoe d>s Callas o. 20, idem
Zlllmin de M. Bwet, Santo Aato-
ni Larga do Rosario o. 40.
Idem
Alfredo de Alxeida, Santo Anto-
nio, Marcilio Oas o. 2i, idem
Pise te & 8H73, Santo Antonio,
Pedro A Jo. ao n. 49, dem
Martios Ritteiro & C, S. Joa, Vi-
dal de Ngre-ro n. 147, tdem
los Exy i a i Fd-reira Lim, Sao-
lo Anta lio, Viscooae labaama
0. 9, Iddm
Ar'co Taimo da Rocha Batos,
ado', Direita a. 66, dem
Alselo de 3a Paixoto, S. Aoto-
n.i E-i'-eiiu do Roserio a. 13,
Idem
Lila da Fojm Ollveir, Recito,
Largo do P lar o. 16, Mea
Jarlas Rjlngoea Amada, Ato-
ijaioa, Rio ii. 14, 6 divlMo
1974368
197 5368
1974368
1974)68
1974363
1974388
1974388
1974363
1974363
1974368
296^032
2984052
2964032
2964052
3914736
394736
394736
3914736
3944736
3914736
3944736
3944736
3944736
3944736
39*4736
3944736
3914736
3944736
5924104
5924104
5924104
5924104
5924104
5924104
5924104
592410'
592410a
5924104
592410*
592410.
69JX791
6904792
6904792
6304791
6904792
6904792
6904792
6904792
6P0479-'
6904792
6904792
6904792
690479!
6904792
6904792
6904792
7894472
CLASSE N. 37.Tabella A, Lojas de *livro e
papis comprebeodidas aa respectivas ofi-
cinas de eacaderoac&o e impreasSo d'eniro
do estabelecimooto.
Ramiro V. Costa e C, Santo An-
tonio, 1.- de Marco, o. 2 1.0094000
F. P. Bonlitreao a C, Santo Aa*
dio, roa 15 de Novvembro, a.
48 e 50 7:04000
Medei-oj L-yne e C, Saoto An-
tonio, 1.- de Marco, n. 9 7501009
Noguel-a elrmao, Saoto Aatonio,
roa 15 de Nuverabro o. 67 500*000
Francisco Njgneira Irmao eC,
Santo Amonio, roa 15 de No-
vembro, o. 73 5001000
Hago e C-, Sasto Antonio, idea
n. 79 50340)0
H. de Manoel C. C. Arreo, Reci-
to, raa Ma-qoea de ilnja, o.
38 4004000
Armar de Mittos,. Recito, idem
o. 37 4004000
Soasa Pasa C, Si oto Antonio,
15 de N.vemoro n. 81 200*000
Meleiros a C, Saoto Antonio,
tdem n. 69, 1. andar 15040J0
Leop-Ido Sllveira, Santo Antonio,
' raa Duque da Caxias n. 32 1504000
Candido SimOea, Saoto Antonio,
Travtssa da Congregagao 1504000
Frota e C, Sanio Antonio, 15 de
Novembro o. 52 150*000
Aatooio Helio Costa Ollveirs, Re-
cite, roa da Croa 1254030
Avelino R. de ijalva, Sanio Anlo*
mo, roa Estrella do Rosario 1254OJ0
F aocisco Soares Qnnias, Saoto
Antonio, raa lo de Novembro
o. 77 1004000
Haooel Afitonas 'Ragneira, Santo
Autonio, Largo Bario da Lace-
na 504000
CLASSE N. 15Drogas e Pbamarcias.........
20.00.14000.
Frederi o Cbaves, Saoto Antonio,
Boa-Vista o. 37 684863
Agoauobo Joe Soares, Santo An-
tonio, Pateo do Carmo, n. 3 684860
Vicente Aran]oe C, Santo Aoto-
no, roa Marcllio Diai 0. 9 1204520
Anoa Ruta S. Ttreaa, Atogados,
roa Dlraita 1208510
Jote Bras de C. e Silva, Saoto An*
tomo, Vlsconde Inbaama n. 62 1574000
Alfredo Jos Perreira, Sanio Ao-
tono. Ba&o da Victoria a. 14 1724160
Silva e Soorinho, Gaga, Joaqaim
Nbaco n. 27 1724160
Aolonlo S. A, Miranbo, S. Jos
rea Harcillo Das n. 135 241*000
Oliveira e Irm&o, Racif-, ra do
Bom Jeaos o. 2i 241*000
Ouveira e Irmio, Recito, Bom Je-
aos o. 24 2414000
Jos Marques Fe-r- ra, Boa'Vista,
Praga Maciel Plnbeiro o. 19 292*680
Blpldio Barbosa, Saoto Amonio,
Pateo do Liv rama oto, n. 37 2924680
rxeodomiro S. Selva, S. Jos,
roa M-rc io Diaa o. 139 2924680
Victoriano Ebia, Samo Antonio,
Vlsconde Iibaoma o. 34 314*320
Antonio Goecalves Braga Gaima-
raes. Santo amonio, raa Larga
do Rosario o. 34 344*320
Dr. Samno PiObo, Saoto Antonio,
roa B.rio da Victoria o. 43 3964*000
Jo- Antonio da Costa, Santo Aa-
tooio, raa Larga do Rosarlo n.
35 39S40O0
Lo't J. de Andrade Lima, Santo
Antonio, raa do Bario da Vic-
toria o. 51 3964000
Rocba Farlaa e C, Recite, raa do
B ,uo Jeaos 464*843
Joto Macado, Boa-Vists. Impera-
lino. 43 4641810
Alexandre dos S. Selvs, S. Jos,
Pateo do T -rgo n. 12 464*810
Jes Laix Visrra e C, Boa-Vista,
P'aca Maciel Piobeiro a. 18 516*.80
Ildefonso de Axevedo e C, San.
lo An'.ooio. raa do Bario da Vic-
toria o. 25 516*480
Arttror de SI, Boa-Vista, Praca
Maclal Piobeiro o. 22 516*180
Antoolo Martiolaoo Veras, Santo
Amonio, Doqoe do Caxias o.
57
Jos de A- Mala e Silva, Santo
Antonio, raa Larga do Rosario
o. 28
G. Martios e C, Santo Antonio
ru> Duque de Uaxias o. 88
H- Hooquayrol, Recito, raa do
Bom-Jesa>, o. 21
M. J. Campos, Santo Antonio,
D Faltosa o. 3
F F. Lal e C, Recito, roa Mar-
qoez da Oiioda n. 65
Fansa Sob'inbo a C, Recito, idem
n.41
Gaim&raes Braga e C, Recito,
idem o. 60
Compaobia da < roeas e Produc-
ice Cblmico?. Recito, idem n.
21
CLAS3B N. 14rmate b 'de vender
e-M" oa oairas matarlas lnflammaveis......
200004000.
Contribointes Importancia
Recito
Joio de Aquino Fonsaca, C do
Brom 8:713 400
Fooceca Irm&os, Bario do Tri
anpbo
Costa Lima & C, dem n. 37,
6* dlvialo
Lopes Albei'o & C, Travessa da
Madre de Deas n. 12, 11 di-
viio
Joio Silva, Idsm o, 16, 3' dN
TlslO
Flgoeirado Costa & C idam o.
18, 26- dlvisao.
Costa & Rocba, mo-im o. 43,
7 dtvlsao
Goedss da Araofo & Fimo,
Idea o. 45, 5* divislo
Caldas C, dem 0. 47, 11
di visto
Sonta Agolar & C, idem n. 49
2a di visto
Jorge Diss, idem r. 62, 4a di-
fisto
Pwalra de Fariaj ft C-, idem n.
66, 4a divlsto
Antonio Rodrigoes da Costa,
M. Barroso. 12 2a divi-io
Soolaer Rotfanan. Marqoes de
Olioda o. 36, 7 diviaio
Osvaldo Gosmto. dem o. 48,
! dlviato
Joto Boger'o N. da Silva, 3 di-
visto
Francisco M. de Barros, Ia di-
visa o
Morelra C, Ia di visto
90:0004000
CL4SSB N. U Tabella A.Armasem oa de.
psito de recolber cu oto 20:0004
Recito
Affjoso Ferrelra Bailar & C,
Amorim & IrmSo, Largo da
Compaobia Peraaabncana os.
6,2 e 6
Aotoolo Monis Macbado, La-go
do Corpo Saoto e Compaonia
Pernambocana, ne. 11. 2 e 4
Trapiche Livramento. dem L. da
da Aseambla os. 7 e 13
Fonee:a Irmaos de C, Bario do
Trlamobo os. 6, 8 e 16
Marcos & C, Vi gario o. 1
Jos .Antonio de Matice, Ccmier-
co a. 17
Compaobia Pernambocaia, Caes
da Companbia Pcrnambu-ana
os. 16,18, 20 e 22
Joa Mam, idam e. 2 A
liba do Noguera
8. Jos
Vasco Patricio do Reg Barro?,
Santa Rita ni. 9 e 11
Recito
Miebado & Seixae, Vigtrio o. 5
Joio de Aquino Fonsaca, Bario da
Trtompoo o. 25 e 54
Santos Lima & C, Caes da Com-
panbia Perdambocana n. 24
Vmva Marqoes, idem o. 26
Viova Albaquerqae & C, Apollo
n. 51
J. A. Cont Vianna, Compaobia
Pernambncaoa as. 10 C e 12
Manoel Silveno F. Bastos, Caes do
Apollo o. 59
2:700*000
2:7004000
2:7004000
1:5004000
1:500*000
1:500*000
1 200*000
1:0004000
9004000
8004000
7004000
6O0;OT3
5004000
5004000
5004000
4004000
3004030
2 20:0004000
_________-i ------ -sfl ^am
ASSB N. i.E npre-ss soonymas oa agen-
cias oto inbuiadas directamente em sen
ramo especial de negocio.
5164U0
5854340
5854340
6884640
9294660
9294660
1.72146C0
1:8934760
5:088*8C0
kero*
Prado Pernimbocaao, A Tozados,
travessa do Locas, L* divlsto
Darbj-Qiab, Graga, M. Dlaa, idea
Hippodromo do Campo Grande,
dem, E. de Belem, idsm
Compaobia Promotora de lados,
tria a Melbo-ameotos, Recite,
Commerclo o. 42 Z'divis&o
Empreu de servico do Porto, dem
tdem o. 15. dem
Conpanbia Explora dora da Preda-
otos Calcreos, idem, Caes do
Apollo n. 73, 3a di visto
Truh os Urbaoos do Recito a Oiinda
a Bsbanbe. Boa-Vista, V. do R.
Bramo n. 81, 4a dividi
Campaabia Geral dos Me!hora.
melos em Parnambnco, Rscife,
Vlsconde de I.aparica o. 8,
dem
Compaobia Coapsllaria Norte Ii.
duaina da Babia, Santo Antonio.
Duque de Caxias a. 41, 5 d .
visto
jompaoba de Pselo e Tecldos de
Pernamboco, Atogados, Rio,
6a diflato
Fabrica de Tecidos Camaragibe,
8. Loorenco, ommercio, idam
Companbia de Tecidos Pao lis la,
Oliuda, Bom Jasas, idem
TrilQos Urbanos do Recito i Ca.
xaogi, Sanio Antonio, A. e Li.
a, 7a diviso
Compaobia de Beberibe, Ideo,
15 de Novembro o. 71, dem
Compaobia Toe Nortn Braaiiian
Sogar Factory Limitad, 8. Loa-
renco, Commercio, dem
CLASSE N. 2. rmaseos oa iojas de trra
geas, anu leas e macbioas de coslarss.
11:2864609
20:0004000
CLASSE N. 3 -rameos de vender gneros
de estiva em roaso 93:0004000.
Recito
Coolrlboiotes Qiotas
Antonio 8.rea & C, Mal-a
deDsos a. 1,7a di visto 1 932*976
Jos da Maced", idem a. 3, 4a
divieto 976*438
Frag. Rocba & C-, idem o. li,
IXa diviaio 3:580*456
Mano l Joaqom da Costa Ra-
mos, Idem o 28 6a dlvlsio 1,617*480
Nu Coimbra & C, dem o.
34 4" -livleao 976*438
Ja G c .ives da Costa, C. da
AlfaaoVga o. 2, 6a divisio 1:627*480
S Iva Marques & C idem n. 2
A, 4 diviaio 9764188
Thiu-aa Tims, Ces da Altan-
doga o. 5, 2a diviaio 488*2ia
Perreira Rodrigoes & C, Madre
'le Deus as. 12 e 14. 18a dl-
?lo 5:533*432
Ca "u Lemos & C, Traveasa da
M ir. de Daos os. 3 e 5, 13a
divisio 3:905*932
daoosa de Carvalbo, Idem
n. 15, Kdivisao 325*496
G> paites Roaa & Domingo,
idem ns. 17 e 19, 4a divieto 976*488
J Ao Feroaodva de Almelda,
i >m o. 21. 16a divisto 4:8824440
Dhs Fernaodas & C, dem o.
23. 4 di visto 9764486
Aiiorim Paroandes A C, Axo-
rim o. 58, 86a divi-io 27:6664516
Joaqom Farreira Carvalba &
C, idea ni. 33 e 35, 22 di*
?tato 6:8354416
Contnbn ntes
Artbor Undoso & C. S. Jos, 01-
teata e Nove n. 213, 1.a divi-
sto
Angelo iesar & C, Santo Aoto-
oio, travesea da Concordia o. 9
d.ta dita
Soares & C, Sanio Antonio Vis-
conde Ianaoma n. 58, dita
dita
Jos Baserra da Costa Goedes,
Santo Amonio, idem n. 24, dita
diu
Foroeeea c Soasa, Smto Aotoolo,
trav-wa de S. Pedro n. 1 A,
dita
Silva & C, Boa-Vista, Visconde
de Pelotas n. 30, dita dita
Jos dos Santos Selva, Saolo An*
tonto, Vlsconde Inbaama n. 30,
2.a dita
Lopes Fonsaca & C, Santo Anto-
nio, i lasa a.44, dito (MU
Manoel Clemenlino Kibei-p, San-
to Aotocne,- Mar cilio Oas o. 33,
dita dita
Padro Alejandrino Pire', 8. Jos,
Vidal de Negreiro3 o. 18, dra
dita
Moscarelli & C, Boa-Vista, Impe-
ra! ni o. 58, dita dita
Gsldino Pimao el, Boa-Vista, idem
o. 41, dita diia
Jo. Amonio de 8oasa, Boa-Visto,
Imperatris n 12. di:a dita
Vicente Gaimartta A C, Santo
Anonio, Cabagi o. 2 D, 3.
dita
M-noel Hacbado Botelbo A C,
Saoto Aotooio, Bario da Victo-
ria o. 33. dita dita
G spar Augusto Soares Lelte, San
lo Antaoio dem n. 26, dita
dito
Jo- A. A. de Carvalbo, Santo
Antonio, Daqoe de Caxias n.
III, dita dil.
Aotonio da Punaeca e Silva, Sal-
to Antonio, dem u. 72, dita
dita
Gatiaa 4 C, Saoto Aotoolo, Cabn-
gt o. 7 A, dita.diia
Agr & Sant Auna, Santo Antonio,
idem n. 16, dita dita
J. Almeida & C, Santo Antonio,
dem n. 5 A, ana alta
Domingos A. Gaimarta?, Boa-
Vista, Imparatru n. 65, dita
dita
Albarto Teixelra Bastos, Boa Vis-
ta, idam o. 80, dita diu
J.iaqolm Perei a de Freitag, Boa-
Vista, idam o. 82, dita diu
Hilante Msia, Boa-Vista, dem o.
20. dita dita
Usba Fragoso & C Boa-Vista,
idem n. 43, dita dita
Gomes' Vianna, Saoto Antoo'o,
Larga do Rosarlo n. 50, dito
dita
. Nereo Maclal, Santo Aolonlo, Bo-
1,627*183. qoa de Casias a. IOS, 4.* dita 360*000
I Joaqom G. Caacio, Boa-Vala,
leapvvtii n. 75, dits dita 3604000
3:231*980 Costa Reta & C, Saoto Aotonio,
Bario da Viciorlo n. 15, dita
6504991 dita 3604000
J- B. da Costa Perei'e, Santo An-
8:1374100 tolo, Cabogi n. 2 C, dita d ta 3604000
. Felinto C. A. Los, Boa Vista,
1:9524976 Imperatris n. 6, dita dita 3604000
L-ite & Coala, Smto Aotoolo, Da-
1:301*984 qae de Caxias o. 90, 5.a dita 4634000
Candido Uedeiroi & C, Smto An-
3:254*930 ionio, idem o. 101, diU dita 465*000
Almelda Gomes & C, Samo Ao-
488*214 ionio, idem n. 80, dita dita 465*000
Rodrigues & IrioSo, Boa-Vista,
9764188 Imperalrlz o. 18, dita dita 4654000
Fraoc'S'-o Mariins Gomes, boa-
9764488 Vista, Idem n. 86, di'.a dita 465*000
Francia.-o Lima & C, Recito,
488*244 Marques de Oiinda n. 11, d ta
diia 465*000'
1:95:4076 Manoel Vieira Neves, Santo Ao-
toolo, Daqoe de Castas l. 113,
3254498 6.a dita 530*000
Conrado Animas & C Sao'o Ao*
6504992 tonio pr gi Iadepeodeacia a.
8 a 10, dita dita 55^*030
3254196 B-aoio & C, Santo Aotoolo,
3154196 Daqae da Caxias o. 4, dita
diu 5504000
Barbosa Lima e C. Svnto Anto-
nio, dem o. 65, dita d.ta 5504000
Rloelro & Almaiaa, Samo Aato-
tonlc, Bario da Victoria n. 23,
dita dita 5504000
Beato & Macnado, Sanio Antonio,
dem o. II, di a dita 530*00u
M. Gomes da Sirva "ti C, Santo
Aotonio, Uoqae de Castas a.
45, d.ta dita 550*000
Doane & C, S'nto Antonio, I.*
da Margo o. 7, ara dita 556*000
flennqae de S Lauto, Santo An-
tonio, Harto da Victoria n. 20,
dita dita :3U*ooo
Viuva Eugenio Goncalvas Cacto,
Rente, Marqati de Oliada n.
46, 7.a dita 600*000
J Salgado A C, Boa*Viala, Im-
peratris o 84, dita dita 600*000
Biroosa & Sautos, Sanio Antonio,
Daqae de Caxias n. 103, dita
diu 600*000
Cast-o Madelros & C, S.oto An-
tonio, Bario da Victoria n. 24
diu alta 600*000
Arsemo C. Ribero Cam i os, San-
to Antn.o, Unqna de Caxias n.
77, dita dita 6004003
Caaado & Ollvetra, Saoto Anto-
nio, Idem o. 109, dita diu 6004000
Constantino Rlbe ro & C, Snto-
ma, dem o. 97, 8.a diu 7504000
Rabetlo A Soasa, Sanio Antonio,
Bario a Victoria o. 6. dita
dita 7504000
Eugenio Pereira de Axevedo, San-
- to Antonio, idem n. 22, una
diU 7504000
L. A. SaUtar Jaolor, Recita, Mar-
ones de 01.nda a. 53. dita dita 750*000
Bodulpbo An orocs & C, Santo
Antonio, Daqae de Caxias 0.
67, diU d.ta 750*000
Pedro Antones & C, Santo'Aoto-
nio, dem n. 63. dita dita 7:0*000
Braga A Castro Recito, Marqnex
ue Oiinda n. 52, dita dita 7504000
Rodrigues de Sooia Irmtus, Reci-
te, dem o. 32, uiu dita 750*000
Domingos FerdandaB A C, Boa*
Vista, Imperatris o. 78, dita
dita 750*000
Antoolo D. de Lima & C, Saolo
Antonio, Bario da Vctor lo o.
32, dita diu 750*000
Manoel de Sonsa Franco, Recito,
Marques de Olioda o. 28, 9.a
uita 1:050*000
Madame Jalla Dorderlim, Santo
Amonio, Barao da Victoria c.
65, dita diU 1:050*000
Antonio Rodrgaos de Soasa & C,
S 0004000 I Santo Antonia, Daqae de Ca-
sias o. 78, dita diu 1:0504000
Jos se Soosi Agolar, Saoto An-
tonio, Bario da Victoria 0. 35,
dita dita 1:0504000
Alfredo Gauches & C, Boa-VlsU
Imperat-IS n. &8. 10' dita 1:350*000
Miguel Isabella A C, Saoto Aoto-
nio, Livramento n. 16, dita
dita 1:350*0.0
Jacmbo Aievbdo AC, Sanio An-
tonio, Dnqae de Caxias n. 74,
dita dita 1:350*000
Mala e silva & C, Santo Antonio,
Idem n. 91, dita ana 1:350*000
Rala & Santas, Recito, Marqoes de
Oiinda n. 56, dita dita 1.-350*000
Gallarles Cardoso tdem n. 40, dita dita 1:350*000
Silva & Santos, Smto Antonio,
Doqoe de Casias n. 79, dita
dita 1:350*000
Anooip Pereira de Aievedo, Re-
cita, Mirquex de Olioda n. 67,
li* diu 1:400*000
Alomo Campos A Inraos, Saoto
Aatooio, Doqoe de Casias n.
99, dita dita 1:4034000
Manoel Joaquim Ribelro & C,
Santo Antonio, idem ns. 93 e
95, dita diu 1:4004600
Francisco L.u-ia A C, Recito.
Mirqoes de Oliada o. 39, 12
dita 1:8004000
A. D. Caroelro Vianna, Recito,
tdem n. 4, dita dila 1:800*003
Ram-)s & Geppert, Recito, idem n.
21, dita dita 1:800000
Viaena Castro & C. .Santo Antoolo,
Daqae de Casias n. 115, diu
I diti 1:8004000
1504000 .Miranda A Sons?, Recite, M.rqoex
5 de Olioda na. 64 e 66, 13a diu 2:550*000
Carlos Halliday A C, Recito, dem
o. 14. dila dita 2.5504009
Albino S ivi A C-, Rici'e. idem o.
42, diU di a 2:5504000
Aivarea de Carvalbo & C, Santo
Amonio. Doqoa de Caxias o.
86, 14a dita 2:8004000
J. Rufino da Fosseca A C, Saoto
Antoolo, idem o. 68, dita dita 2:8004000
Nones Fooaecs & C, Saoto Anto-
nio, Vis:onde Ionaoma, 45a diu 3:1004000
Parete Vianna & C, Recito, Mar-
ques de Oiinda ns. 57 a 59,
dita dita 3:1004000
Manoel CoiDco & C, Sanie Anto-
nio, Larga do Rosario a. 32,16a
d.u 3:400*000
Antonio Pinto da Silva & C Santo
Antonio, Doqoe de Casias na.
6ie 64. dita dita 3:4004000
Oliveira Bastos A C, Recite, Mar-
ques de Oiinda ns. 15 e 17, dita
ta 3:4104000
Gom*s de Mutos Irmaoa A C, Me-
ato, dem 08. 23 e 25, 17*
dita 3:8104000
Tbimas M- Uood, Rscite, Bom Je-
ss o. 62, 18 diu 4:0004000
6004000
6004000
6004000
1:1004000
1:1004000
1:900*000
COMPANHIA
Santa Thereza
Aviso aos caosommidores d'agoa
Tendo-se demitildo o amigo cobrado1' da
Companbia, Joaqom R-ymando Pereir* Bello,
est ocarregado da cobraoca de boje em
diante o Sr. Horlencio Tolentioo Farreira Bjk-
son.
Fasendo semeibaote commaoicfcio ios Sr?.
conaammidores comprs-me lembrar ibes o e.
gainte artigo do regalamanto Bacal da Com-
panbia: jg
O pagamento da importancia da punna
d'agoa (ornecidaem cada rxez, se tari na prl-
meira qoiosena do oes segolnie, e oa taita de
pagamento poder! a Compaobia lnter.-omper o
eopprimemo o'agoa.
Bscriptorlo da Companbia, 1 de Agosto de
1896. )
O director-presidente,
Eagenbelro-civll. Antonio Pereira Simpes.
Companhia centro Com-
mercial
1. DIVIDENDO
&Bsta Companbia paga o 1* dividendo na raxao
de 15 a/( oa 30*000 por aceto, do ola 3 do cor-
rele mes em diaote, oo escripiorio da meema,
em Jaragol.
Mace i 6, 1 de Agesto de 1896.
Oa directores,
Tiboreio Aivesde Carvalbo.
Boaveotora Aooorim.
Pedro de Almelda.
Cl) Internacional do Re-
cife
Assembla geral
De ordem da Directora convido os Sr. 80-
cioa a reonirerx-sn em assembla geral ordi-
naria, conforme precelifta o art. 33 dos Batata-
tos, no prximo domingo, 9 dn correle, so
meio di na sede do Unb, afino de ibes seren
presentes o relatono e contas do anno social
de 1895 & 1896, asslm come o parecer da com-
missto fiscal, e em s Cto da Directora e da citada commissto para
O anno social de 1896 i 1897.
Recito, 3 de Agosto de 1896.
J. Salssar V. i essos,
8ecretsrio.
Companhia do teuenbe
P.-evine-ae ao**Srs. coacesalonarios de peonas
a'agoa que, nos iermos da aova dlspcsicSo do
ari. 56 do regolamento de peonas a'agoa e em
vista da ceidlo da Junta doa Correteras goe
declara ter sido de 9 7/12 por 14000 o cambio
media sobre Londres, ooa innu diaa decorrl.
doa da 25 da Joubo a 24 de Jaibo do crreme,
o r-reco a'agoa ae eaBas pelas peonas ser na
raito de 64060 para a usa mnimo e de 44
por metro cableo de excedente no proximo.mex
de Agosto.
Boyal Hangrian Sea Navigalioo
Gompany Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Szent Istvan
E'esperado de
Trieste al o dia
4 de Agosto,
segnindo Pepois
da )ndispena-
vel demora para
o portos da
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para| carga, encommenoas e diebelru a toe-
te trata-ee com
OS AGENTES
fleury Forater &C
Bna do
Commercio n.
1*andar
Florestal Agrcola
De cantormldade com o qae determina a lei
das sociedades aooojmas, ca a dispotteto dos
8ra. accionistas, copia do balaceo e mala dcen-
semos, no escripiorio desta Compaobia, I roa
do Apollo o. 21 1* andar, relativo ao ano so-
cial flodo em 30 de Junno ultimo.
Recito, 27 de Jolbo de 18%.
Jo- G. Pinto.
Preeideme.
2-0004000
2:500*000
2:6034000
2:6001000
2:6004000
3:5004000
3:500400
3:500*0DO
XinVlUEIVN
DeLondres e Abordene
Pasic&o -financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.00
eceita annual:
De premios contra tog-o 626.Q0O0
De premios sobre Tidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuoo,
Boxwel William te <*
Qootas
1504000
1504000
1504000
150*000
150*000
250*000
160*000
250*000
250*009
2504000
2504000
2504003
3004000
300*000
Companhia *
Exploradora de Productos
Calcreos
No escrlDtorio desta Compaobia, ao Caes do
Apollo o. 73, acnam-se a disposico dos Srs.
accionistas, o balaoco e sais documentos de
qaa tra'a a le das Sociedades Aoonymas, refe-
rentes ao aoao social flodo em 30 de Jonbo
prximo paseado.
Recite, 29 de Jolbo da 1896.
Lino L. Hegallo Braga,
Secretario
Kio
Hamburg Suedamerikaois-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellscliat.
Oyapor Santos
E' esperado da Europa at e
Ha O de Agesto, a seguir de-
poiB da necesearia demora para
de Janeiro e Santos
Entrar! oo porto
N. B.NSo se allender mala a nenboma
reclamado por tollas que nlo torem commu-
nicadas por escripto I agencia al 3 das depois
da entrada dos gneros na Altsodega.
No caso em qae os velo mes sejsm desrsrre-
.ados com termo de avarJa, oeeessaria a pre-
enca da agencia do acto da abertura, para
poder verificar o prejuizo e faltas se as boa-
ver.
Para paisagens, carga, frete e etc., trato-ge
com os
Conaignatariso,
Borstelniaan &C.
18Ra do Commercio18
Ia andar
Boyal MaiiStoaiPcBiUoipi
O paquete Thames
Commandante James Brander
Ikfnfe?
E* esperado da Europa em
5 de Agosto, eegolndo de-
pois da aemora iodlfpeosavei
para os portes da
Segur* Coilra Fogo
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 2,000,000 O, Oa.
Fondos accumulados 8,572,386,19'.04.
AGENTE
PQLHtiANN &l g.
Banco de jfernambnco
DIVIDENDO
"So convidados os Srs. accionistas i virem
receber do dia 22 em diante, o 13* dividendo
de 8088 aecoaa, oa raxao de 10 */o ao anno, oo
24000 por aceto, correspondente ao 1* semes-
tre Qo^o em 30 de Jaobo prximo passado.
Recito, 21 Jolbo 1896.
AntODio F. Pereira de Carvalbo,
Director-secretorio
3004000
3004000
3O04000
8004000
303*000
4004003
3O04OO3
DECLAhACES
Irma idade do S. Bom Jess
das Chagas erecta na
Igreja de N. 5. do Pa
raizo,
Dj ordem do I mto Provedor de nevo con-
300*000 vido aos rosaos Irmaoj para aomparecerem
as A bares da tarde oo'dia 5 do carrale em
3004000 nosso consistorio aflm de em reunito de As-
sembla Oeral traur-se de negocios abem da
300*000 Irmaodtde, servlndo esto de aviso at qae w
effectoe a precitada reanito.
300*000 Consistorio da Icmandade de S. Rom Jesas
drs CQsgas, 2 le Agosto de 1896.
i O secreUrlo Interino,
3004000' Ladfero Lepes Lima.
Companhia
De Tunos U-baos do Re-
cife a Oiinda e Beberibe
No escripiorio desta Companbia acbam-se a
diaposiciu noe 8' accionistas, copiado balao-
co, lista dos axiooiatta e mais demooalralivos.
refereotea^o anno social Ando.
Rtato, 1 de Agosto de 1896.
Rento dacalbtes,
________Qereote.______
Club Carlos Gomes
/ocios para
Familias., o sarao
pelo
Convido o S
com anas Ezmas.
de sabbado 8 de Agoste,
tecipo agraaecimento?.
O director do mes,
Engento Cardcxo Ayres.
abrllbamarem,
daoai*nte
qae desda j- an*
Companhia
DE
Tecidos de Malha
A Directora convida aos Srs. accionistas
pira renoiiem-ie no flia 5 de Agosto, isli
coras da awnbl, no edificio da Assoclacto
Com marcial Rtneflcente, aflm de eleger nova
directora.
Reate. 1 de Agosto de 1896.
.*i A directora,
J. C. Levy, presidente-interino.
Jo* Boarte da Silva, ibeecureire-interino*
Francisco de Senas Nogoelra, secretario*lnte
rio.
Babia, Rio de Janeiro. Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Badnoglo nos preyos das pasaagena
Ida Ida t volt a
A Llsooa Ia ctoase i 20 4 26
A' Soetbampton i ciase* 28 82
Camarotes reservados para os passagairos
Pernambnco.:
Para carga, 4>asBagens, eocommendas a d-
abeiro a frete, traU-se com os
|A.GENTES
Amorim Irraos & C.
W. 3Ros do Bom Jesos N. 3
npcoo
PORTOS DO NORTE
Parafayba, Natal, Maeao, Mossoro', Ara-
caty e Cear
O paquete Una
Commandante Bartholomeu Bosoh
Segoe no dia O do cor-
recto, as 4 boraB da tarde.
Recebe carga, eocommendas, paBBagens e di
obeiro i frete at as 11 Doras da manbt do dia
da partida.
Cbama-se a atiencto dos Srs. carregadores
para a clausula ID dos conbeclmentos qoe a
segalnte :
Mo caso de baver algoma reclamaclo con*
tra a Compaobia, por averia on parda, deve ser
feiU por escripto ao agente respectivo do porto
da descares, dentro de iros das depois de Qna-
lisads.
Nto preeedendo ata tormalidade a Compa-
obia Oca isento de toda a responsabilldade.
E8CRIPTORIO
No Caes da Companbia Parcambncana
u!2
LEILOES
Socieaaue dos Artistas Mecbanicos e Liberase
Mantenedora do Ljceo de Artas e
Offlcios.
Asreasbia geral ordinaria
De ordem do lllm. Sr. dirtelor desta Se ci-
dase, convi30 aos Srs. socios qoe esilverena do
geio fe seos dlreitos, s se reunirm na nde
social, qoarta-toira 5 do correte, s 6 1/2 be
ras da arde, aflm de ler legar a ses ato da as
sembla geral, correspondente so mes prximo
patudo. Stndo esta a segonda convoca (lo,
hr-ee-ba com o Dumero qne comparecer.
Pernamboco, 2 de Agwto de 4896.
O 2* secretario,
___________Jos Taimes Pereira Jnior.
Indemnisadora
ata (tornneohia est pagando aos Srs. aceto,
niaus o 2a dlvldeado de 8 deceonlo, na raxao
de 104000 por acete on 10 */. ao anno, relativo
ae semestre de Janeiro i Jonno alllmo, no es.
crlptorto da mesma Coaaanhlt roa o (rn-
amelo n. ik 1
A's 11 boras de lerca-toira 4, lei lio de 1
plano toite, servlndo de base a ierta jt ob*
tida.
Ao meto dia, toilio em conticaecc, de 9 ca-
valles para sella e carros
Lelo
sV8 11 HORAS EM PONTO
De 1 piano de Benjel & Oerodt, perteneente
ao espolio do sobdito portogaez Jos Botelbo
Tavaras.
Ter^a-feira, 4 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
NO ARMAZSM DA BA DO ROM JESOS
N. 45
O agente Pinto, levsrl a toilio, eorvnde de
base a c-flerta jt obtlds, o referido piano, As 11
lioias em ponto, por ter da eftoctaar om oatro
leilao de cavalloe, ao meto ola.
Leilo
T De 9 cavallos para sella e carros, (parte-dos
39 perieoceotes ao ex eaqnadrao de cav laria
deete Estado, aos qeaes ja foxam vendidos 30.
co toilio de da 30 de Jotoo.
TeFca-feira, 4 do corrente
Ao Helo Ha
No quertel da cavallsria, no largo
da Repblica
O sgenle Plato, levart a leilto 9 cavalies,
(parto dos 39) os oases terio vendidos na por
nm s sntregoes em acto cominos.
A
m


T~7jt!K-
Otarlo de Pernambnco Ter^a-feira 4 de Agosto de 1996
Leilo






O- 1 soDrado grande de sale] > ea blo
n-oD'io, rom B'nie teeoo, na Itfca do Mi-
ro Pasagem da Magdalena, com a trante para
o rij Caplnaribe, paasaudo o mesao rio pelo
fu"'io no sillo.
Urna cia terna n. 10, coa aotao e quintal
murado, tao b-.m em frente do CaplbarJ.De.
Terefeira, 11 do correte
A'S il HORAS
NJARMAZiMA'RA DO ROM JESS
N. 45
O agenta Pinto, liwt a le* iwr N-rJ de
UceocTdoIU,.. S-. D-. Jota de dlre.to da
ProTeior, ea virloe do requerimeolo de D.
Lo ana de Jet R*M'w. InmUrltole e
leatameoieira doa ben* d Izados por sen marl-
do Joao da Silva Regadas.
OsiajmoveiB aclaia meociooados censtm o.
do g'aade sobrado da lid do Retiro n. J. coa
Brandes accomaodajiSe, qurtoe fora, "
tes e oo rae dependeociaa e sitio grande bem
cerno i ca ledo morado, ttdo ea cnao proprio, roaeodo
ferem desde ja examinados pelos que roa
pa ecerem *o 8do do leilao, lereafeira H
eme, b 11 boras. g
saca,
t
Derlondna Ferrelra aisnelda
Aitonio do Carao Alnelda, Jos Rsrnardlno
Perreira e toa moQref' Anna Marta Ferrelra,
convidara seos songos a ami.a* para asslsti-
rem misa qne man^m tuv lo dia 8 do
correte, pelas 8 hora da maoba, na greja da
Ssota Croa, por alma de soa deoditosa esposa
Oiba, I) tlondina Fe-relra A'meid, 3 aet de-
lta fillf rirant). by -clbeeaudo desde ] a iodos
joa gratdao.
' FERRO QUEVENNE
POBREZA DO SAMNff
fXIOIR O yRDADBIRO
14, Rae da Beaaz-ArU.PABISt C
t
AVISOS DIVERSOS
Precisase de laa criada para arruma
ODarlos e lavar aigum roopa de crlaccss, oo
Cass do Caplbarib>M>. 30, serrara._________
"ZTveode'ae c bypotbaca se oa doa so-
bradiB n?. i oo 3, a esculha, do Cara do Saio
metro, m fa roa de S. Joao, proprios para
moraiia, armasem oa fabrica, com as trentes
para o -lo. ea coja margem se acbam edifica
dos. Tratase a Prtc* do Hervel o. 3, arma-
iem de materiaes.________________
Vende.se portas da ferro de 6 a 11 palsioe
e grabes de ierro para cima de moro, terrado
iardim. peoacos de grades,, bo-a de feoo, pes
de banco, baoJelras de fe-ro, ferro'bo de se.
gnraica. oa tenda de ferreiro defrome do ror.
te daa Claco Pon'-s.___________________, _
" Precisa-se de nm fetor oa jardloeiro e de
na copeiro do Caes do Capibaibe n?. 30 e 31,
serrar a._____________________________
_ Vende-se om guarda roopa coostroldo de
bo:e oadelrss da amarello quemado, ranUsto.
do, com almeladas de eralle, ror 4'0<000;
Ci marceoana a roa da Concordia o. 37.
"Despedida
Aoior.io OiUlUBllM Oliveira, rerando-se oo
vapor 3. Sal'alor para o Rio de Jaoelr e nao
poden Ja despedir-se pefsoaiaeote de todas
13 pe sosa con quea teve re!ac5es coromer-
ciaes e de aaiade faz por este aeio ouere-
cendo os seos prestimos ^aquella capital.
Reeif?, 2 de Agosto de 1896.
Aotoaio GoDCileB de OM felfa,
Icf Rodrigues Ciomesi Villa* Chan
Franc sea Joaqoloa da Costa Rosa, V Villa-
Cban Jaolor. amuel, Germano e Qaerobioa
Villa-Cban, Joaqnim Rodrigues da Fooaeca e
silva e soa molber e Fr-mcis o R sa (ausentas).
Alfredo Roa-i, aaa molber e Uloos, Josepbioa
Ros>, Efoardo Po'o Ferrelra e Fraodaoo Pia-
lo Ferreirs. profoodamenie comaoridos agra-
decem a looas a peeeoas qo se digoaram
acompaobar A saa olttma morada oa resto*
oortaea de seo P'ezaio georo, pal. CdDbado e
>io, Jas Rodrigues Gomes Villa Cbaa e de coto
conv aaa a todos seos prenles e amigos para
a:eiiiirem aj mis-as que te'o eterno repooso
de eos alma aandam celebrar os igreja do Es-
pirilo Sanio qoiota Tetra 6 o correte, pelas 8
borsa da maobA, 7o i ;a do eo db.amento, pelo
qoe desde |a se cosfeRsam aomn a a-'Dte gratos
Medicamentos Dosimetricos do Dr BRGGRAEVE
PHARMACIA UNIVERSAL DOSIMETRICA BURGGRAKVIAHHA
Numa CHANTEAUD e C
21, place des Voages, PARS
nicos preparadores autorizados dos verdaderos Grannladoa
e das Substancias Dietetioas do Doutor BURGGRAVE.
SEDLI Z efervescente
BlJHGGHflEVE-ftwirCtlUlTEilIll)
O meltior purgativo salino pata combater
a Pritbo di ointre e lodo* at Oiuigat inammattrias.
PEDIR o FRASCO QOADRADO, ENVOLTOIUO c6b di LARASJA
Depsitos em todas as principaes Phaniana,
Exigir sobre auaiquer frasco ou caixinha o retrato do Doutor BURGQRAVB a d'um sello da garanta.
r-ZV
SAUDE PARA TODOS.
A* cofflmmG t ae poblico
Madelra & C*-6hraa sos eeoB aalgos, ao
commerojo e ,0 poblico, qoe teodo cootmetsdo
para fabrrc8$4a He todos os prodoctos alcooll*
22^"^'D(re-/abrica, om babilllssimo fa-
aaeaaiB-opetiaiut os preparatSo dos vi-
nwayqtgMaaayHcmcp, ect. de frottas do pas,
"WWBB.--B-paiejBto em condieOes ce melor
*welsik>da que qoaiqner das seos competido*
ij#,- orosin, de laram qae a comecar do !
dAes!o viudauro as- condigOns de vendas
par om atenasv ca>03c, licdren e ootnoB pre*
BWawaMaltar.lua.' o-pai, eio as segolntes :
pa-aa oaamMilu-a eampw, 15 % de deacon*
ta; m, 30-(ta, ij,o/.; em 60 das, 13"/.; i
efl*dJav/; nodo ertes p-ases oo ba
"*anraartBUBu(ii B'guio.
R*CHtar, JMb i)ti.
UNGENT,HOLLOWAY
i *tles de pernal e do peito ; tamben pat^u fenda*
-nio e para todas as eniermidade de peito neo
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pa. -
antigs chagas e ulceras. E lamoso para a gota eot.
se reconhc
Para os male* de garganta, bronc s resfriamentos e toases.
TumoMs as glndulas e toda as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahkloa .
juncturas recias, obra como por encanto.
Iol ledicimu sko preparadas smente no Elacelecment do Professor HoLLOWATA,
78, NEW OXFORD 8TKEET (antea 633, Oxford Street), LONDEES,
E vendemsa em todas as pharmacias do universo.
tC Os compmlsret lio convidado respetoamente a examinar os rotulas d* cada caca e Pote se ato
535, Oxford Street, ato falsificafoes.
Amas
PtCTisae da deas, atado orna pa eoxinbar
entra-para-engam-Jiar e mais setvlco domes-
Icbs ; ira dalotead aaciv arUiaa roa do Ala-
tata o. 7.
Agencia
Da serloa e earampiiba oa ra da Impera*
tria oaodoo-se para o 61 aef oote da padaria
Jaaeoexa,
Domtogaa Fernandes.
t
FrancUoa Joaquina do A11) a (i uc r qae
1* aooiveisario
Pelmpe Beolcio Cavalcaote de Alboqorqoe,
Jobo Cavalcntp, Jj.- Cava'caote, soa molber e
Hli"o-, Oacbarel Daro Cavalcante e roa mulder,
fioaeoie) Joaquim Javslcaole, soa molbrr e
Ulbos, Olympia Catalcaate e -cu: fi.bus, Maria
Cavaleante Campos e seos filbos, coovldam a
seos percates e smlecs para assistlrem a tei-sj
qoe no da 6 de correte pelas 8 horas da ma -
oba, maodam reiar oa mal'ii da Boa-Viste, oo
Recife, e oo da 5, oa mate ix de Palmares, por
lua de soa ocnca esqne ida esposa, mai.so*
gra ato, Francisca Joaquina do Reg e Albir
(jaerque.
i8$&8SiS!$s$sMMmmm. ^
SANT-RAPHAEL
V/////////////M/
^^mMmMJMWm^^^^^^^
Trayes
Coolrata-se o fornecimeoto de qoalqice
qoantldade de travs de madetrasescolbidas
de todas sb dimensOes e comorimentoa: para
niormacOe", tm "O Crespo o. 8. Iota.
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti- cementes novas de hcrta-
tuinte, de sabor expeliente, mais efficaz para as
Ama
Prectsc-'e de ama para coainhar, em casa de
bomem aoltelro, a tratar Roa da Madre de
Dens n. 6, jm'o a Goarila._______________
JEd gom nadeira
Preci a-s de ama engoma^deira para casa
de faailia; a tratar oa roa Deque de Ctxiaa
a- 8a: araaeea._________________
Ca.xeiro
Preci?a-ae de um peqoeao de 12 a 14 aooos
de dde, os rus dos GoararapeB n. U.
t
.pa-
Cosinheira
Preci?a-8e de urna peni
casa rte faa'a entraotetra
referencia. Iaforaca<) D0
roa do Bom Jesns.
1%
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co-ir.h ;ra para
exige se boa
armasem o. 10,
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2-S
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aj, n < -1 _, as
t-sT o s 2
^ P-(B O
anna Joaquina Codeceira
Jue Domingoes Codeceira e ?ers filbos;
decem do intimo d'alma as peesoas qoe fzeram
o candoso obsequio de scoapaobar a clUaa
morada os restas rxo taes de soa e-iremcci ia
esposa e mil. Anna Joaquina Codeceira, pe-
dem-ltiea o favo- ce a-s'stirem ls missaa qoe
por alma da mesma finada maodam celebrar
sexta f- ira 7 d 1 correte, s 7 hora? a maoba,
na igreja de Santa Rita.
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia- do estomago, Chlorose,
Anemia, Convnlescencie ,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iuosas, s jovens, mulheres
e as criangas.
"milna Parntmbueo: O Erogaru l PNacM Cbioicos; FiBU MsssWMCe ua irinciwesFirK"-
A AGUA DE COLONIA
INGLEZA DE ATKINSON
.fi -verdadeiramonte a zxxellior que aoja fabricana
f miia odorfera, duravel e muito mais refrescante que as de qualidade alleml.
arrir-w wnnn Ja > ATKIHSOIt "| Acautelaras das falzcapej 1 mtiajoa
A yerdadeira taoi como garanta o letreiro azul e amarello, forma de escudo, A
Marca de Fabrica < White Ros.
lujas
t
Mara Jos Moniz daa Xeves
Ignacio P. das N-vtp, seos irmaof, runbado
e Bobrtobos, roovidoB a todos seos parelas e
amigos para assiatirem as missas qoe, por alma
da soa sampre letnnra 1a esfosa, cuchada, Irma
e tta, alaiia Jos Iooix das Neves, mandam ce*
leb-ar oa igueja de Kossa Seubora da Panba,
4s 7 horas da toanbS, q >arta-feira, r> do corre-
te, 7* dia do seo paesameoto, pelo que confes-
sam-se desde ja agradecidos.
t
Doruta-t
lendonca
lella
Fartad Vi
Joaqoim Mara Brono Vilella e seos filbos.
cenvidam aos pareles e amigos a aEsistirem ; s
rxi'fas que maoaam retar por alma de soa in-
dltosa rxnlher e mal, Do-olh Mondones Fer-
iado Vilella, oa igreja do EsulMto Santo, qoin-
la-feira, 6 docoireote, s 7 I/i boras da ma-
, obS, 30* aia de sen passamaoto, e desda |a
aerdecem por este acto da rellglao e caridade.
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a m. c =
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S 2. a. 5.
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Vcndc-sc
Urna linda capella de cedro, eota'bada, coas
ando de tres oratorios e mais um para o sacra.
meotr, 6 um altar, a tratar roa ova com o
Sr. Glard._____________________
Caixeiro
Precisa.se de um que teob 1 pratca de tavet.
na, na roa do Paysaodi a. 33 C, entrada do
Hotp'tal Portognt._____________________
Venda de vaccas e arren-
damento de sitio
Vende-se boas vaccas leiteirsB e oovilbaB
nrenbe^ arrendando-Be ao comprador o itio
coa magnifico estalo em qoe estao, sendo o
mismo sitio bem arborlsado com fracteiraa,
inclosive coqoeiros, cafeiroa etc. etc.; a tra-
tar na roa do Imperador o. J6,1 andar, ae
onie ao aelo da 00 na estacao da Casa Aaa
relia (A-rayal), Estrada do B-eJo o. 14 de trea
e aea as cinco boras da tarde.
ar de Ir ao Rio o dono.
1 ompanhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Gal Virgem de Jaguaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do assntar T6Bda>M sa
s Cmpauhia Exploradora de Prodaoto
Co^careoa no Crasa do Apollo n. 73.
Armaijo
Vende-se urna armscao i moderna, para na
lado so, de qoalqoer esiabeleclieato, envidra-
ds e eovernisada, tea o com pe tente baleas e
muito proprta para Rastaorant, BnSet, Pharma-
cia, toja de Cigarros, etc.
A' tratar roa da Madre de Da n. A, jonto
guanta da Recabedorla.
t
Amella osa de liemos Abrea
Candido de Medelro8 e sua molber Mara
Ixaora de Lemos Medeiros. recebendo a lofaos-
(a noticia do falleciaeoio, no Rio Grande do
Norte, de sua cara ta Amella Rosa de Leaos
Abren, coLVidam a todos os seos prenles e
amigos para assistirem A mis qoe maodam
rez Ao'.odo, % 7 *]2 ora da manba, 7* da de
aea paesamento; desde ]4 ntecipam seo ieoo-
aoecicceolo aos qoe all compa-erarasa.
t
Harta da Gloria de Melle Roza
O capillo Calixto Jos de Mello, Pedro Can
to de Mallo, Salvador Roa, Maa ao arsaa a
Melle Sooxa, Ravainda e MWI Isit, Vasa
de Carao de aUllo Rosa, Natalia da laaataesa
10 Mello Ferreira Carolina da Concst{ie Prraa,
Mlzael de Sooxa, Pedro de Soasa e Hercolaaa
de Soasa, convidan) a to 103 os seos pareles e
aleos para assiatirea is missas por sima de
soa presada Alba, esposa, i-ma, mli, cuchada e
sobrioba, Mana da Gloria de Mello Rosa, no
convecto de S Beato ea Olinda, As 7 e 8 boras
da manba de sexta-feira 7 do correte, 7' di
do sen passameeto, confassando-se aternaxen
te agradecidas desde ja as pessoas qne eompa
recerem a este acto de relleifin ra-tdade.
A LOQAO com QUININA de ATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para oa cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e memora o aspecto da cabelladura.
Saa a a Ma XttfuMtna sata fMsVxalaa. -I.l( ATKIN0. a- UA Bood atrs*. LONDRX
FAL TA iAPPETITE,OBSTRUCQO, EMXAQUECA
: Couve mantelea.
i Couve nablca*
Couve soiga.
Couve bombarda
Coove tronchada.
Conve penca.
Coove murciana.
Conve macS.
Repolbo p alto. .
Repolno p curto.
-~^^ Habaoetes.
Pepinos.
Abobora.
Brtogelas.
Tomates.
^ L til cor i. a
Asedas.
Nabos.
Beldraegas.
Mastruco.
Alface lixa e repolboda-
Cuentro de toceira.
Mostarda branca e prsta
Ceholloho.
Salsa e agrio.
Cnooras.
Aipo.
Espieapes.
Espargo8.
PimeniCes doces
Armazem de Pojas Men-
des Sf C.
RA ESTREITA DO ROSARIO N- 9
Praeisa-ie de onra perita cosiabelra para
casa de familia estrangeira. Exige-se ri re-
ferencia. Informsclo no armaxea n. 10, rea
do Bom Jesos.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas por*
oes, applica-se ventozas e seccas e sar-
sdas. Ra das Larang^iras n. 16.
Armagao
Vende-e orna de looro nava propria pira
qoiqoer negocio a-airn como se garante a
chave da casa por qiialqaer lempo em ama roa
mmto commercial e bom ponto, qoem preten-
der elxe carta nesta reJacgo com as inici-
aes J. L
V'areJJo barato
Vendo-se no L'eo do Mercado n 11, i 5*100
MEDAI.llASde OUBO
Jhtpoelftes Univertute* Paria T878-1880
B HHflA B BxpeoWo UC 168
-tSMSft
Brdeos (Traiga)
Detejam V. V. M. M. passc bem comei vos cada
di* Deliciosas A.neixas J. FAU
CHLOROSI8, ANEMIA,
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hemorrhagias, parasitaria
on tropical
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
A o medicamento por exoeUencl par aa an-
o-xdM iodiosoSta na doa* de 1 a I 00-
(dM paa asliat-a de ca
A aauaz. 1*. at-tmn s. k
AOOT.
(
Ferro Girard
pare
Ama de leite
Precisa-se de ama com orgencia na Roa da
Concordia o. 239, Daga-Be bem.
Remedios que ouram
SEU DIETA
NEM MODIFICACAO DE COSTUMES
AusuufaAn a. s, p.l
Pana. Approvado
Cslial da Btgiea pabilo* ato I
O Professor Hrai d encan egado do
Relato rio i Academia demoniti ou c qu
4 fcilmente acceito pelee doenlet,
htm tolerado pelo estomago, restaura
me foreai e cura a chtoro-anetnia
que o que distingue particularmente
tete novo tal de ferro, que nao cauta
prito de tentre, a combate, 0 elevan-
do-te a dote, obtime-te dejeccet
numerotat. *
0 FERRO GIRARD ciri anemia,
oArea pallidaa, oaimbraa da
estomago, empobrecimento alo
angue; fortifica oa tempera-
mentoa raoos,excita o appetlte,
regulariza aa regraa a O'aabata
a eateriUdade.
Deposito em Pars, S, ras Aviarme
a na* ruina* 1 mosama* i arjujus
Dentes
Termina a orrivel dor de dent* usan
de encllente preparado de Manoe
Cardse Jnior.
Aa cartas que ihe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior eiretdac&o, attee
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da 'il-
! va C., ra de Marques de Olinda
a. 23,
i Pharmacia Martina, roa Duque d
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 roa Estreita d(
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreirs, 4 roa i 1
a rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, roa La-
pe Rosario n. 13. ________________
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o
I
II
Pequeo
Precisa so de na de iO i 14 annos de idsde,
para copeiro e eervicos leves, de casa de fami-
lia. Roa lape lal n. 90, sobrado.
Sortimento completo de
madeiras de Pioho, na
Senaria Nacional de Cli-
maco da Silva, no Caes da
Regenerecao n. 24,
Arante Farpado
0 mais bem galvan-
sado que vem ao mer-
cado.
Deposito permanente
Fundigao Powman,
Demarca5oe8 de tena
Pelo eDgeahelro C. C. Carllnl: eicrlplorjo
na Cidade da Btcada, na roa do Blo n. ti
Grande sortimento
De calcados estraogelros de diversos fabri-
cantes da Europa, acaba de receber o L'oe, oa
roa da Iaperatris o. 1.
Taverna
Vende-se urna oa Bst-ada de loao de Barro
a-za.________________________________
Ama
Precisa-se de orna qoe rositibe bm, tratar
oa roa Duque i*- Caxi&e o. 97.
Ao comireTcio e ao publico
Antonio Ribeiro de Sooxa, participa ao roa-
merci- e a publico que. pa-a oa fi s rom .ar-
rises, passa a-sicnar-pe de boje por diante,
Amonio Ribeiro de Sooaa tiendes.
Recife. 29 d- Joibo oe 1896._____________
Criado
Precisa-se de oa de i4 a i% saoos de Idade
para casa de amilia, de daaa pessoas, em Olin.
da, ebalat n. 49, dj Carmo oa fu do Coaaer-
elo d. 44.
MBs SOBBIBUl
1IMIII \tl!l ll\0
PARA DOBNTE
l\m MARA
Cal Branca e Vir
grem
de Jag-auribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
aplcrad ;ra deca oran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdaderos pro-
ductos se ene ntram em
seu aru azem do
Caes do Apollo n. 73
go a
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&* 5 e
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sil 1.11
*-%%.
S>q Ja
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Q
ESPECFICOS de
Eugenio Marques de Hollar.da
Qftjavsa, earoba e mnaeaCura te-
das as moiestiaa da pelle, rbauaatlsmos agu-
dos ou cbron\cos, todas as affeccOes de orlgem
Bjphilitlca, escrfulas, ulceras, bobas dartbros
e emptngeos.
rllalas ae veamma-'Jombatem as
prlsOes do ventre as encbaqaecas e sao dsprj
ralivas e reguladoras
Elixir ae imberibinaRestabelece
os djspeptccs, facilita as digestoes e promova
a defecacao.
viniio de aDoasai ferrng-fnoao
guiado -Para os cbloro-anemicos, debela a
poemia intertropical, recoostitue os bjdropi.
eos, beriberico8 e convalescentes.
Xarope de flor de aruelra e ma-
tamba -Muito recoameodado oa bronebite,
oa hemoptiae as tossta agudas ou ebroui.
cas, na influenza e asthma.
Xarope de tnalangra e llores de
laraegeiras -Contra nsomoias, nevrose
cardiaca, hysieri'mos, clicas bepaticas, tos:
ees nervosas, asibma, coqueluche e convulsOes
das crian gas.
Vinho de cacao, peptoaia e Iact.
phOspliao de eal quinado-Contra o
racbitisoio das cianeas, desenrolvendo-as,
reamaando e organismo faz recuperar as
forjas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e outros preparados de Ilustre clnico
continuaa a ser fabricados somonte no seu
afamado Laboratorio ra Visconde do Rio
Branco, n. 12, Capital Federal.
Cuidado com as mitaedes
Vendem-se uas Pbarmacias e Drogaras
deste Estado e do deposito geral ao Largo da
Companhia Pernambucana n. 6,1- andar, es
criptorio da Jos Hosumbo.
afta? I
Carvo
Ven'e-segna pasteilarl Riset, roa Largi
Rosario n 0. ca ft 600 rita o aacco"
Liquidado
A laja Paria a'Aanerira ten
ala de liquidar divereess fa.
eadaa de aaadaaa ekaaaa at
tenede de setas tregueaes bmu -
abaUsaeitas de pr
Raaa de K.
da Viciarla 1
Prnambaoo
Vb\ de Lisboa
Mallo nova veodem Penelra, Rod.iguesA
C, ra da Madrede Deas o. II e 14.
Vludou-se
A agencia de vender sellos e estsaptlbas, i
roa aa Impe'alrix modoa-se para o o. Si de-
f-oO'e da padaria Japcnexa.
Domingos Pernaprias.
fiom negecio
Traspa sa-se c- amento un excellente es-
tfabeleciuuento na tua Nova,
quem pretender dirija car-
fa a b. Lima da Silva, ra
larga do Bosario n. 24, casa
lotrica.
VI10 CL1RTTE
CALEM
Aluga-se
Aluga-se o grande sitio
e casa no P 090 da Panella
onie morou o Sr. Jorino
Bandeira, pintada e caiada
de novo, g&z encanado,
tratar na ra i arao da
Victoria a. 63 randa das
10 s 4 horas da tar Je.
Menina
Precisase de urna para andar coa crianess
tervlcos leves. Roa Impe.ial n. 80, obrado.
Fortnate Porto i .
3 e 5-PRAQA. DA INDEPENDENCIA3 e
Bllhetcs de loteras nacionaes
E
Estampilbas estadoaes de todos os valores
Desconta-se bllbftes i remiados.
100:000^000,
Grande lutera
DA
GAPITAL FEDERAL
500 coritos
Remetle-se bilhetes a qoem solicitar, e d<
fnformacoea.
O Sonho de Ouro
Vende-se barato
Seta vaccas toortoas s ,ndo cinco com crias
novas e daaa con crias velbas, duas garrotas,
oa garree, tres cavallos e todos os perteoees
a Encraxilbada de Relm, sitio defronte da
apella.__________________________
.urmT..8u azi as
DE
Campos &G
N. 38-RA DUQUE DE CAXIAS-N. 38
Ea frente do Diarto
Os propristarios deste bem montado estaba*
lecimeoto previuem ao respeltavel publico qoe
narr tem servir aos reas fregueses teem no re-
irii o Miabelacimeoio om wpuduo e varia-
o sorttaeuto de caseairas pretas fe de corea
de melbor em la, lmbb o porc
todos os padroes, o oo<- pr' -.os ras.
Possoea boas artistas, oeh que 'ialgaa
habilitados a satisfaser coates oto. eemarc
ewlaisao ao fregnei ais
N- mesma alfaia

I
I


Diario de Pernambnco Ter
PIRO ALCOBACA
S^Sg2S>S!*-
DELICIOSO E SUAVE VINHO PARA MESA
Recelado reclmenle da afamado lavador Dr. Jos E. ;'. de Magalhae
em Alcobaca, Portugal).
Vende-so em quintos, decimos c a retalho por presos excepcionaes.
Casa Especialista em Gneros Ali-
menticios
"iBttfigl
mmzm so.
-Ra Barao da Victoria-3
TELEPHONE 323
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyciene Publica e autorisada pelo governo do BraziL
Os mais afamados mdicos do mundo reccitam constantemente esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Bahia, Estados
Unidos do Brazi', Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Attesto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na niinba
clnica civil, com o emprego do vosso preparado
denominado -'Emulsao de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos c em todas
as enfermidades que dcixam em sua terminneo
um depauperamento das forcas. Alcm do bom
resultado cm seu emprego, alcm d'isso,
fcilmente supportado pelas enancas as mais
rebeldes medicaco. Podero fazer, d'este o
uso que lhes convier.
* De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
Mocca.
O D". Muuiz Ferreiru Sio Paulo, Brui.
A EmuU&o Scott urna preparando d'Gieo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
laco. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos c~-cerebro, e que entram n'eita preparaco, augmentam as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, Affecces da Garganta e PulmSes, a medicina nao encon-
trou ainda nada que iguale Emulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott Se Bowne, Cbimicos, New York.
fc
PERIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEfRA MACICA)
trUDUENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHAQOES
jT
H
*
ti
<
<
0
<
INOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOS
S*&*-
SALSAPARRILHA
DE
BRISTOL
CURA TODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
EFFICAZ
H
>
H
A
B1C0S IWANMSCENTES
O'inelhor systema at hje conhecdo e
de grande acceitaco. eai Pernaubuco.
VENDE E-COL-LOCA
LEOPOLDO PRE'ALLE
30 T?u i fio Ma *q ti t>z ? Olin.Ia 30 1. andar
GUAJNDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada coin luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
C08 da cidade do Recife.
Accommodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendas salado refeicCe, a mal r e mais arej*da nesta capital
A c-.>sinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francei
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialittas na ar-
te calmara. '
Os proprieUring d'este grande e loxuoso estabelecimento tendo a certera
9n Jm 8 e'mentos que cima offere-se acha-ee habilitado a satisfazer aos
mais difficea dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jautares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRECOS KAS0AVE1S
u
~wm
fUNOm SURAL
LLAME. &
Cooiii 6a a nianltT cm tem depsitos cninplet* poriim.rno de utensil/ji para asina*
MACHINAS A VAPOR de diTerentes syatemas e tarodnhoi de Robinsnn e t ntr s abri-
les, de 2 a 12 etvalio.
CALDE1RAS A VAPOR multitobulares de Fiel her para ionccion<>r com o fngo das for-
ra has > > UCtlSF.
CALDelRAS A VaPOR Cornisn e typo locomotiva pora fuoc ionar com leona e bagaco
B0D3 para agua.
bOMBAS de motor-- ontinu
MBiSDaS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de Ierro fundido e batido, cravada e caldeadas
ARADOS de diVrenies sistemas.
CRIVaCOES pira furnalhs.
MACHINAS pa.a deacarocsr algodSo de U a 50 aerrss com alimentadores e empasta*
core voola e dos agricultores.
FaiT-do parle da direccao de sua fabrica o Sr. easfinheiro Augusto Clarb, va ota jasa
rrente conbecido dos Srs. agricultores pelos seus tra! albo' de muniagem de grande o omero
Usinas fnnecionando desle Estado, incumbem-s do iuaujar vir e erisir car.Diindoa pro.
docc'o d qoalidade do assu ar.
A PARELHOS e meios apparelhos de vacuo.
CITILLAgOES cooiplata* paraalcoui e agurdente a vapor e a togo na, para grandes
e pequens fabrica?.
52 EA BARO DO TR1BPH0. 52
44-RA D BARAO DO TRlMPHO-i
Mchicas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixs tu nJ id as e batidas.
Ti.ixus b -tifln sfrn crava^ao.
31 -Rua Baro da Victoria31
Depoia da Botica Franceza
Fbrica de Volduras
Estampas de toda a as qualidade. Q. > dieiros, cbamins, pavios, moldaras para re'r Eooarrega-ae de retratos a craion para o que ha contratado um perito rtiaU,
bastarte conbecido.
Prepara-aa qualquer ercommer.da cera a maior brovidhd*.
Sinceridade e pr< 9 a baratiasimos.
Fabrica Nacional de Mosaico
DE
ra \ i
3B.XJA. XOaa^^^X^OC, 3NT. S^O
criptorio e amontras
13 rra Mozaicoa de 1.a qualidade fabricados cem caJ
privilegiaJa pelo goveruo Federal.
Aicita-se encommendas, mod ficande-se os dese-
ntcs a vontade do coro piador. ,
Sem competencia de pre;o no Braztl por ser a
c-1 fabricada das pedreiras do proprietario.
Becife, 28 de Maiode- 1896.
stad
m 1T 0 R A L C A T H A R i N E s i
XAROPE DE ANGCO, TLd' E GOACO
COMPON 14 iO DE BiULIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do
premiado com a medalba da J. classe em diversas exposic5es.
Recommendado na cIdob medica de distiactos f-cultativos como grande
medicamento para combater tusses, bronchites, astbma tsica, coqueluche, rouqu-
dao e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de bO mil pessoae residentes em dn
efficacia deste grande preparad^
RAULINO HORN
Santa Cathanoa.
A' venda em todaa as pharmaciaa e dragaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBCO
Guimaraes Braga & C.
Ra da Marques de Oliuda n. OO
liver8o<> Estados do Brazil, attestam
ad^
&c OLIVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
O mais importante do norte do Brazil
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Oifpondo capriedosanuote dos prlmeiros elemeDtos
paladares mais-ejceniriros e oecesfdsrle bygiDira.
Srn^n!i'LtieZ4'l\f ****',* *tl? eMate|ecla.eDj'o o preferido pela mais alta eociedada
pf rnatr-rn' aoa, qor cao Ibe renatea eioeos.
...i,--?**'0tBd0 fVf pf,88''1 ,)b,1"ti,',0 0"er" r'e de cci-obar, qor do mrdo rfe b-n
!..,; -ih-*.66 ec."Den D? ,Uo'a de ,e: DDIC0 "oe P,ae nmnmnumiu ira-
Usar rom o^ memores botis aa Earo>s.
,* '- Ai? 8e.'v)C coliosMo coorlado a corinbeiroB uacioaaes e B'-ranaelras, encoort
m os sennres viajates maKnfica Hospedarla putoreaca.c bleme-,' Q fclOvO, ate-
MANO EL, GARCA & C,
astlcosa, StOf MOt c
a
3POLHSTIM
160
I
A MEBDGA DE PABIZ
POR
ZAVIER EE MOUIEFIH
^a^rKV^Mrlr^*

SEGUNDA PARTE
ROSA E MARA
LXVIII
(Centionac&o)
A porta tomn a abrr-se. 0 servente
apparrceu e di-so :
guaira entrar...
O outro obideceu e 4 pjrta fecbon-s*?
atraz delle.
Pedro Giroux esp?rava em p, com o
c rtao na roa .
cus eram muitj vagas, qaasi apaga- Trate-me como ata-go, est ouvindo?
d*s. como amigo, orno ou'r'wra na Njnma,
Queira sentirse, Sr. viscoade... e ve que s b re corresponder ao t:-
A que deo a honra da sua visita T tolo...
Eu lhe direi, mae antes permitta- j Instantneamente ft-a-se a las na me-
Se que lhe f8?a urna p*rguata... Imaria do cantador o elle pode lm-
Q ial ? ; brar-se do nome qne ha muito proen-
Esta : O senhor nlo estave ba ravs.
annos na Nova C-l<-doniaf Ah exclamoo, agora sei !...
Pedro Girva estremeceu todo e seos Gastn 1 mas antes t*rde que nun-
olhos percorreram r*pdamfnte toda a c \ Me rnd0 o praticante de advo-
sala, como para verificar se alguera os gado,
onvia. i O senhor sao o visconde de
Est com medo, imag'aoo logo o Qrancey, Gaaton Dprety...
pseudo-visconde. Peguei-o 1 lst0 [ Condemnado como o ssnhor
O mdo com effeito, um mado h rri- trabalbos forjados! O senher era en-
vel apoderou se do contador. 'fermeiro no hospital da prisio de Nou-
Quera era esse homem que coobecia o
seu pastado vergonboso ? qne vinba
p r tur bar a su vida calma, toda de trs-
balho e de eipiac&o ? Quetn era ?
De novo procurou ligar o nome quell
mea como en... e sempre tomos ezcel-
lentes camaradaa... Lembra-se, meu
velho...
O pseudo-Grancey lsvantou-se e es-
tendea a mJo a sea antigo collega, que
no cemprehen-
O senhor est
E' o r. visconde de. Grancey ? j Ma-s.b-ixo, senbor. roai baixo,
perj?untoo, saudando o estranbo, qoe 83 por favo-, disae Pedro Giroux assastado.
inclinando, respoDdeu : (Quem o senhor? que deaeja de mim?
Sim, senhor.....o viicoode de
Granc^y...
Ao euvir a voz que proDUDCaa a-
qusll-s palavr.s, Pedro Girdavreatreme-
aia.
Elle a conhaoia, mas de onde ?
Olhou com attencao o visitante e es-
tremeceu de nov.
Certameote nlo va aqoelle rosto pela
p-neira ves, m*s as saas rem.niscsn-
phyrionomia, cuj* iajpass bilidade o at- apertoa mollemente, murmr n'ama vos cheia de angustia :
Ah 1 como me fes mal ha pouco !...
Comprehendo... comprehendo.. .
Esqaecido aqu, vivando como um rato
no aeu queijo, im^ioou logo qua^oms
telha b via cabido em sua cabeca.jV.-
E' verdade... Era o que en esla-
va pensando-..
E Pedro Giroux enxugava rosto mo-
lbado de suor.
Grincey tonou :
Ora muito bem; a telha nao l
muito pesada... Vai ver...
trra va.
Mus... senhor..
do... bulbuciju a cus
engaado...
Grsecey c< rtoa-'he a pilavrs.
Abi ilut >m-nte dSo... O senhor
esteve na Nouma de 1874 a 1885.
O ant go praticante de adrogado fal-
lara um pou;j alto.
qus veru faser aqui ?
i|ua vciu lser ijiii i
Tranqailliaesp, meu caro Sr. Gi-
roux, nplicou Grancey com o mais ama-
vel dos sorrisos, ne Ibe quero mal al-
garo, e continaarei a gaardar todo o se-
gredo, a meaba qoe me obrigae a p o-
ceder de outro mod >. .
Mas isai urna ameaca... ga-
guej )u Pedro
Nao...alo ama ameacs.....
LXIX
M*\ como soubj que eu ca'ava
aqui ?1perguntou Giroux recip-r ndo o
sangat fri
Mezes aBtes da toa liberdade, nSo me
disgeste que tea irmSo a empregar-te no
ea'abelecimento de Joigny ?... Foi um
erro da tua parte, porque l ningaem
sabe ao certo as couses..
E' verdade. murmuro t Pedro
Giroux agarrando a obeca entre aa
mios. Foi um erro e urna impruden-
cia...
De que boj me too aproveitar...
fez o antigo praticante de advogado
O contador erguea a cabeca e olhou,
com viiivel medo, seu interlocutor, que
prosegoio :
Nao des tratos & bols ,'sem motivo
e escata. Victimas, ambos n.-, de um
legislado absurda, qoe precisa ser re-
formada de alto a baixo, fomes condem-
nados 4 pena ultima per peccadilhoa sem
importancia e eaviadoa Nova, onde
sempre conseguim s viver, nos, bomens
instruidos e distiactos, no meio da peior
gente I Cumprida a penj, acabado o
tempo, nio era tudo aiodx : deveriamoa
partir da Noums, levaodi comnosce o
bolet m de vigilancia.
Aobei isao intqu j e tentei urna
fuga.
M nba presen5a aqui e o nome de
Grancoy, que trag e que niDguem me
pode tirar, provam qoe consegu IVi-
ver f?lz, ae ar lure, aatisfazeodo todos
os meus caprichos, es agora o que
deaejo !
t NSo te invejo vida.....Vegetaa
como urna toopeira atoca... Parece
que tens remoraos 1... ama b gagem
intil na existencia, meu velho 1 Etn-
fim, is?o l comtigo e, urna vea que te
conreen, me agrada, porque sempre tire
muita sytnptthia por ti e me inspiras
toda a cooSaDCt..
Hoje mesmo t'o provarei, iniciando-.
r GRANDE NOVTDADE
Em marcas da charutos especiaee, feas
mo e n forma
Salvadoura em meias caixas.
Londres em ca:xas de cento.
Abundancia em meias.
Ministros em meias.
Carola em meias.
Reinitas em meias.
Romeu em meias.
La Flor em meias.
Conchitos em 500 charutos.
Ha-ma ^___ -v-^. Cecilia em 100 charutos
Romea em lOO ch&rntos
ve,-Tlehx"CanteSd'eSta3mar"S-D0m!nan&C- e F^ndo de OH-
nicos recebedores
ca Mrquez de Oliuda n. l
Jasti esqaecido das confidenciasite no myslerio da miaba transf jrm-cSo.
qoe me fis;t-, responden de Graucey, ICom urna s palavra ote poderias per-]oion ; um crime !...
der... A verdade que urna ind'screcSo
de toa p-.rte te aoarretaria fanestas con-
sequenci-s...Pedro Gironx, emprega-
do do Dr. Rene Giroux, seu irmao, che
fe de urna casa muito honrada I Ouve
d%qui o alarido Tea pss to, srrastando tea irmS na queda I
Ambos perdidos I Mas de xemos de
lado aa aapposicSas e tratamos du fim da
minha visita...
_ A' medida que fallava o antigo pra-
ticante de advogado, a angustia do con-
tador augmentava.
Inst nctivamante via um tbysmo aber-
t) a seas ps.
De Grancey continaoa :
Preciso de ti... Sei qae s um
amigo com quem poseo ooatar, aqui
estou eu p.ra te pedir um f *or.
Qaal ? balbuciou Pedro.
Vas ver... Tratare de um neg .-
ci que faca da mim um homem rico, um
luilliooario... Mas, para t*r certeza de
o ganhr, quero 03 trumphos ni mao...
Cmprehendes ?...
Est u ovindo...
Tou irraiS) quasi sempre r.-eebe
peneionista de amb.s os sexos, ataca-
dos da klienac&o mental ?
QJas sempre. E' a ispecialidae
da casa...
Eat&o nao ha novid-di)...
Trata-se do recilh'meoto de alciim
doido ? 6
De urna loaca.
Salteira ou casada ?
Solteira.
A cura possivl ?
At essa momento Granoey fallava
em tm natura' ; mas desU yez reapon-
deu abaixando propositalmente a voz :
Convm qoe nSo seja !
Pedro recuou.
Um seqaestro illegall... balbu-
- Oh, meo amigo, oada de palavras
ocas ; deixa isao para o theatro !
- Mas onde estao os crditos da cssa
de mea irmSo ?...
Sabe-se o que vale a justija I n.
terrompeu o ex-praticante de advogado.
Antes de bater tua pjrta, tire o cui-
dado de me informar de fonte limpa...
Conh- 90 tudo... NSo quero diser que o
doutor, tea irmSo, seja peior que os on-
tros, mas tambim n3o melhor. Esau-
dados na le de 1838, os directores trans-
forma saas casas de stade em baati-
lhas... Sabes tao bem qaaoto eu e des-
afio-te a que me desmintas, tu que vires
no mt 10 de todoa esses myaterios !
Pedro finga calma, mas os lab-os e as
moa tremtam-lhe como varas vardes.
E' preciso fallar a mea irmao...
Ea nSo c qaero ver...
Par se tratar...
NSo quero que ten rmio m? co-
nhesa,..
Eu, por mim s, nada posso fa-
zer... r
Podes lhe transmitti miabas d:s-
posicois Um auno da pensao lhe ser
pago adiantadamantp, e no dia em que
elle annunci.r a ama pessoa determina-
da a morte da pensionista, recebsra.
bruta de vinte mil francos...
N3o t^nho coragem p ra lhe pro-
por isao .. v
Porque ?
aceita vel...
Em
fra...
E' um negocio muito
primeiro lagar, elle et
(Continua).
Typographia do Otario
IIFGMBB
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