Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19728

Full Text



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PB0PKJ1BAB1 S MAKeEi. FISBliSO BS VABUfc & FH.H88
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RANOEIRA? E A.CCIOLI DE VASCONC.ELLOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis raez^s adiantados.
Por noAe mezes adiantados
Por um anno adiantado
TLGRAMMAS
8*000
i51000
22&500
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSAS DE PBLJCAgOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C, retotes ero Paris18 >ue de
La Grange Btelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis Mezes adiantados. m 161500
Por om auno adiantado .... 331000
Por trimestre Tencido .... 9|000
Numero avnlso de dias anteriores. 200

Sr:V250 fARTICULAS B3 2IASI0
Rio de Janeiro, i de Agosto, s
3 horas e 35 minutos da tarde, recebido
na Estaco as 6 horas e 50 minutos da
tarde e entregue s 6 horas e 55 r
utos.
p-> vir aaphyxial as
Parece que a Cmara reunif-se-b* E 8e lenrbramo este osrruetl*aBilix>*'r*. PMr,*..tod*'W'>.>ppa||.oWi|60
to em que se cogita da realisagao de eco-
nomas, que nSo obstante, nao s&o elTectua-
na prxima terfa-fira em sesso se-
creta, para ouvir o Sr. ministro das
relaces exteriores sobre o protocollo
das questes italianas
Est nomeado o bacharel Luiz
Guedes de Moraes Sarment 2." pro-
motor do districto federal.
__ Por telegrammas do Estado de
Sergipe, sabe-se que est eleito gover-
nodor do mesmo Estado o Dr. Marti -
nho Garcez, candidato do partido re-
publicano federal, contando j 4 701.
Entra hoje em execuco a lei do
sorteio militar.
O deputado Glycerio regularisa
em projecto apresentado a Cmara o
subsidio dos congressistas, que s te-
ro direito a vencel-o nos dias em que
effectivamente com parecerem sesso.
O deputado Nilo Pecanha fallou
longamente na Cmara a respeito do
protocollo das questSes italianas, pe-
dindo ao presidente da Cmara inver-
so de ordem do da, para serem todos
os inscriptos contrarios ao protocollo.
__A bordo do Magdalena seguio
para ah o deputado Cornelio da Fon-.# eacalha das zouai que de preferencia
devein ser por ellas percorridas.
seca.
O juiz seccional interpoz recurso
para o Supremo Tribunal da sentenca
proferida no caso de amnista restricta.
Rio de Janeiro, 1 de Agosto, s 4
horas e40 minutos da tarde, recebido na
estacao s 6 horas e 45 e entregue as 6
horas e 55 minutos.
Requereu o Sr. Glycerio sesso se-
creta na Cmara, para ouvir-se o Sr.
ministro Carlos de Carvalho as ques-
tes com a Italia.
O Sr. Dr. Prudente de Moraes Tuda devenios fazer, pois, para animar a
e sua familia passeiaram na lancha iminigragUo, menos o systema at hoje so-
Baha.
empresa, certamento gigantesca e que dos.
do muito lempo deveria ter sido realizada,
se ella exigisse zrandes sacriticios do Es*
tado, que hoj > precisa, inais do que nunca,
de urna administraos-) econmica, afim de
de prepararse para ura melhor tuturo,
conjurando u cise formada deade alguna
snnos, acompanhando as uovaa institu-
c&es, e cujo desenvolvimento, se tomar
avultadas proporcdea, pode em algura tem-
ramento, sob o ponto de vista do que
estes nao nos custarao grandes sacrificios,
resultando antes delles vantagons supe*
rioros, viudo prestar efficaz cooperario
para impulsionar o progresso do pai/.,
creando anda novas fontes do renda pelo
augmento do commercio, e o fortalecimeu*
to das industrias, pGla oxp-iuso das forgas
productivos finalmente, das quaes s podo
esperar se vaniajoso resultado, capaz de
reparar as grandes perdas soffridas, tra-
zendo novo conforto actividade nacional.
Assim combatondo a improficudada de
despezas d'ondo nSo resultam immediato
beneficio, ou para melhor dizor, d'oude
nada procedo, concorrendo no mnimo
grao para a prosporidado publica, 6 da
grande somma de iuteresses que o Eslado
deve iiupulsionar, nao julgamos que o ter-
reno da inercia soja o ruis proprio para
cortar as difficuldades do presente, que,
apezar do avultarom, no impodem de todo
o esforz da actividade da paiz para ir
gradualmente voucondo-as, se urna sabia
direcgao dos negocios pblicos fizer impri-
mir o seu vigoroso cumia, destruindo os
obstculos que se autepdera sua acgo.
Nao causa aindacoujecturavel os bons
effeitos produzidas pjlas estradas de fer
ro ; e toda a queato podo apenas reduzir-
quo dovem custar ao Estado e consisten'
tes na garanta dos juros do capital empre-
ado.
Se a campanilla quo o autor do projecto-
prapoa se organisar, cumplir no prazo es-
tabelecido todas as clausulas do contracto-,
s ter que felicitar-se o Congresso que
tlver autorisado a concessSo pedida e com
lie o paiz que tora dado mais um pasao
avante no carainh do sou engrandecimon-
to.
Dous elemeutos de forga existem para
os paizes novas e de grande extensao ter-
ritorial, sao as estradas de ferro e a immi-
gragao ; cada ura delles o complemento
do outro.
Ura paiz onde as estradas de forro sao
raras, onde nao existem communicages
entre os centros populosos, o destes coui
o interior, na\o olToroce grande uttractivo
para a imraigragao,ainda que outraa con-
condigdes fivoregam-na.

A marcha dos grandes factores da pro-
duc^o jamis dla-so de um modo sala-
do, que apenas traria um progresso lento.
Salvou por essa occsio o Ria-
chuelo.
Desmente-se a demisso do Dr.
Rodrigo Octavio.
A taxa cambial oscillou
9 51-6 e 9 3i8.
Londres, 1 de Agosto.
Desmente-se a noticia que correr de
abdicarlo da rainha Victoria.
O Sr. Gladstone acha-se enfermo.
Madrid, I de"Agosto\,
Segundo a Lei noticia, deu urna que-
da um bycecleta, que ficou levemente
ferido.

AVU1S0
guido de contractos com flibustoiros, para,
mediante corta quantia, transportarem ao
nosso paiz um corto numero determinado
de inmigrantes. Do mesmo modo, todoa
os favores ou coucess&as devein ser feitos
para que a iniciativa dos particulares ou
entre oampanhias a v i g o r e-se |principalraente
quando propozer-se & construcgSo de es-
tradas de forro.
Um nasso compatriota coramette todos
os esfargos em busca do ideal, como elle
diz, de realizar a ligagao da Nicthoroy com
o Recife, por meio de urna estrada de fer-
ro que em 30 horas percorreria toda a dis-
tancia entre urna o outra cidade.^No Con-
gresso foi apresentado o projecto de lei,
que merece obter o acolhimonto preciso
para que aaia das regidos da ideialidade
mais este propulsor do nosso desenvolv-
ment, e venhano decurso do tempo ven-
cer a inercia com que tudo esterilisa se,
e movo-so apenas nos mais estreitoa li-
mites.
E quando nao fossem intuitivos os fecun-
dos resultados que advlriam da execug&o
do projecto, manfosta todava a con*
das, despendendo-se nao pequeas verbas
era despezas do muito menos utilidado do
que a que se faz preciso para o emprehon-
dimento que nos referimos, que, se no
faz sentir de modo immediato os sous be.
uoico effeitos, prepara para o futuro ele-
montos de forga e prosperidade.
Jamis viraos projecto que fosae tai mo-j
dorado sob o ponto de vista dos favoros
cuja concessSo solicita, compensando ao
Estado do modo immediato com vantagens
taes que attenuam muito o sacri.icio que
rizer.
Oa juros das quantiaa erapregadaa serlo
contados a modida que forera rocolhidas
na dolegacia do Thesouro Nacional, em
Londres, onde serao postas dlsposioo do
governo que lhosdar o destino que. me-
lhor entender, restituindo-as em raoeda do
paiz empreza. .'"
E' esto um meio do ficar o governo arma-
da dos precisos recursos para, sem fazer
concurrencia aos compradores do cam-
biaos, pagar os jures da divida externa, o
influir de modo favoravel sobro o cambio,
concorrendo assim para a valorisagaa da
moeda.
Tem, portanto, o projecto a que roferi-
mos-nos duas faces, pola. quaes devo ser
considerada com referencia aos iuteresses
do Estado. Por um lado um meio en-
contrada ou que se offerece para que rea-
liso-se urna operago finauceira de no pe-
quena monta, sem que cuate o o us que
poderia trazer um emprestimo.
Por outro lado, enoeta-se ura grande erar,
prehendimento que ligando aeis dos priucT
paos Estades do paiz, faz a vida dos mais
prsperos roflectir-se sobre os mala atra-
sados no seo desenvolvimento, criando no-
vas recursos para abater a decadencia para
que as causas locaes tonham concorrido.
A vida quasi toda do Brazil est no Sul ;
ligar Pernambuco e Bahia com Minas Ge"
raes, Sao Paulo o Rio de Janeiro, dar-
lhes grande impulsan, engrossar e tornar
mais rpida a circulagfio que pode existir
entre erftos estados, activando as suas for-
gas latentes, influindo para que todas as
suas energas deapertem-se.
Creraos, pois, que os representantes de
Pernambuco, Bahia, S. Paulo, Rio de Ja-
neiro e Minas Geraes, no Congresso Fode-
ral, ap liaro com os seus votos o projecto,
que ficar A destinado a converter-se em bri-
lhaute realldade.
.:/ "
PARTE OFFICiAL
Sergipe, 1 de Agosto.
De accordo com a Constituico do
Estado, procedeu-se hoje a eleicSo' veuiencia de ligar o norte com o sul do
para presidente e vice-presidente, no|Brazil, a Capital, com os Estados i
periodo de 1896 1899.
O resultado j conhecido registra at*
_. ,. versas circumscripgfies, fortalecendo a uni-
correu livremente, e nao ~" ,
dado poltica at c&rto ponto abalada com
l distanciados.
A falta do comraunicagoos por mar, pode
' dar se, em circumstsncias determinadas,
agora, faltando anda a votacao de 19 caso dfl bloque0 da port03j.ou ^^
colleg08, o seguate : I com qualquer nagSo 03trangeira ; a defeaa
Presidente, Dr. Martinho Garcez, ,j0 paiz em casos diversos pede a facilida-
3.087 votos; vice-presidente. enge-' do de todos os meioa de communicagao ;
nheiro Capito Pereira Lobo, 3.053 o estreitamento das relagSes eommerciaes
' concorre para destruir o iaolamento das di-
votos
O pleito
consta at agora que houvesse a me- pralica do regimen fedorativo, anda ate
'hoje nao bera comprehendido. Alm do
que, a communicagao pela estrada de ferro
''de que trata o projecto, entre a Capital e
; Recife, que pode ir estendendo-se mais ao
' norte, aproveitando as estradas de ferro
~.-,~.,r, ___. __, n *one j existentes, dar se-hia quasi na quinta
RECIFE, 2 DE AGOSTO DE 1896.^ o iemp0 que 8e faz pPec80qpa;a
! effectuar se por mar.
Projecto importante
m w E por consequencia muito mais rapr
Fo' apresentado na Camaa dos Depu- -da, e portanto, serapre a preferida, par
todos, e acha-se em discussao, o projecto mais satisiazer aos iuteresses do coramer
de queja urna vez fallamos, de urna estra- ci, effectuando em muito menos tempo o
da de ferro que, partindo do Rio de Janei* .transportes de mercadorias, e viagens, caso
ro, venha terminar no Recife; ligando ao- 'oaervigo da empreaa foaae regularmente
sim com a Capital grande parte do Norte feito.
do Brazil. Estabelecidas todas estas vantagens, ve-
Nao opinaramos pela execugao deata ,e que ella8 ^Q g^periopea aos sacrificios
or alteracao na ordem publica.
Saudaces. ^^^^
DIARIO DE PEftNAiMICO
Despachos do Exm. Sr. Qonseleiro Qo-
. vernador do Estado,do da jl de JuA"
de 1896.
Dooalilla Julia Gal vare de Alboquerqa*,
prjta*ora, pediooo prorogi^o de praio.
Aguarde a reforma. N
Jet Princi-co dos Saoto*. espitao do t.* ba-
talbao estulto.1, padiodo 3 metes de llceoga
com os veocimeoto a qae lifer dlreiio, para
traUr de io> saie. Sej sobmeitido i ioi-
oeccao medica milita*, nos termos oas ordsns
em rigor.
Comaanbia Great We-tem of Brazil Ra lwaj
Limite-i, pedtoto patfameoto da gnaon a<
132*410, preenleote m paeaaeng fornectdaa
por conta do Estado Iofome o Sr. 0'. i-
rartor Geral da Secretaria da Plisada.
Alezsodre Nerj S 4o copia de sea processo. ~\<> Sr. Dr. Qaesior
Policial loteroo para inmd.r eatregar ao pe*
iiciooano a certidao joma.
Mjoo-1 Fe-reir D.nlas. tenents do J.* b.ta-
10J0 Ce Inlicteria sstaio.l, de,lacado t-ai Cok
le Cao na, padmao pagaaea'o da qoantla 150*000 de alQKoei da casa qae serve ao qu-r-
lel d > oe-t-cameoto da sea lOTjmod), a con-
tar do i.* Je Janeiro i 30 de Jateo Veste auno
-6m de qae posas ser Id emnira-.o o reacecti-
vo uropnetarlo.Ioforme o D-. Qner-or.
Joao Rodrlgoes ds Frena?, seoleocUda, oe-
i'ociu per certidio o toeor da seateoca que loe
(ol lmpot.Ao Dr. Qaesior Policial para
aandar eatregar ao peticin.rio a preseais
ertldao.
Maooel Joaqoira de SanfAnna, senteociado.
padlodo por certtdao o tneor da seotaoc. que
Ine^foi imposta.Ao Sr. Dr. Qaeator fcliotal
psrs mandar entragar ao peticionaria a pre>en-
te cerlidio.
Mara Rota da Cooceicao, p-dndo permi*-
so para reg i-a.ar ao P/es.dio de Peraand 1 d
Norootia, correnda por toa canta aa despea
do transporte. loforms o Sr. Director interino
do Presidio da Psrnaodo.
Abalzo ataludados lentes do laetiioto Beoja
mim Constsot, pedlodo pagamento de aens
-eaclmeotoi loleeraes, desde t8 de Janbo do
corrents son, dia em que fot pobllcada a Ui
estadoal n t8i, ari. 5* n. 10 aolo at 30
do refe:ilo met le Jonbo em qua deixa-am as
respectivas aaosiltolcOes-Iaforme o S,* Dir
tur do Ioftitoto Benjamn Constsit.
Maris Marclooilla PareirsdeLima, profesin,
pAdlodo para ine te feila parante o Toesooro a
iqoidacao do temp de toa |ot>ilarao vista dos
rtocomentOB tlll existentes.Remettlda ao Sr.
Director Geril da Secretaria da Prenla otra
at 17 do correiie.
O pavteiro.
C. Moraes.
Regulamento oi^unico do ensino publico
estadoal
'Sf
Continuaco do n. 173
CAPITULO II
DO ENSINO AS ESCOLAS PRIMARIAS
Art. II. O curso preliminar constar de:
I Nocoes de cousas e elementos usuaes de his-
wia- natural (ensino oral e concreto em presenca
os objectos ou, na falta destes, mediante sua re-
presentado graphica, e com instrumentos e appare-
lhos necessarios explicac-o), elementos de agricul-
tura.
II L'ngoa nacionalleitura, recitafSo, exerci-
cios grammaticaes por indueco, redaeco e compo-
sicSo, narrativas improvisadas e resumo oral de con-
tos anteriormente lidos ou ouvidos.
III Desenho mo livre : tracado de linhas sem
auxilio de instrumentos, esbogo a lapis de objectos,
primeiro copiados de sua representado graphica s
depois do natural, partindo dos solidos geomtricos
mais simples at os bosquejos de plantas, de animaes
e de pequeas paisagens.
Desenho geomtrico : uso da regua, compasso,
transfuridor, esquadro e tira-linhas.
IV Calligraphia pratica.
V Pratica das quatro operages sobre nmeros
nteiroS e fraccionarios, precedida das primeiras no*
'Ses sobre numeracao systematica.
MemorisacSo das taboadas decimaes. Nocoes
sobre as proporces e suas applicac5es s regras de
tres, juros e companhia.
VI Conhecimento pratico das princpaes fo mas
geomtricas. Avaliacao concreta das superficies e
vulumes e applica^ao das regras respectivas aos ca-
sos mais communs. Systema mtrico decimal. Uso
das princpaes medidas.
VII. Primeiras nocoes de topographia pela lo-
calisaco de objectos no salao da escola e de edificios
na planta da local ida de.
Confecco de pequeas plantas da aula, da escola
da villa.
Uso da escala. Chorographia de Pernambuco.
NJ5es de geographia geral e do Brazil.
Breve noticia histrica sobre Pernambuco.
VIH. Msica : memorisaco de coros infantis que
devero ser cantados pelos alumnos sob a direcgao
do mestre. Solfejo e leitura da pauta, reduzidos aos
sen? elementes.
IX. Gymnastica (segundo o manual de Schreber).
k fvolucOes militares. Exercicios callistbenicos
para as meninas.
X. Costura e mais trabalhos de agulha e corte
deroupa (para as alumnas).
Art. 12 O ensino d'estas materias ser distri-
buido por tres graos, conforme o regiment das es-
colas.
#
Art. *3- Sao absolutamente prohibidos os casti-
gos corporaes e os que possam prejudicar a sade e a
moral dos alumnos.
Ar. 14. Os alumnos pobres que mais se distin-
girem sero preferidos para o preenchimento das
vagas de pensin stas gratuitos na Escola Fre Ca-
neca.
Art. 15. O ensino complementar que constar
das seguintes materias : francez, portuguer. e mathe-
maticas, ser dado em cada escola por dous profes-
sores, sendo nm para cada sexo.
CAPITULO III
DA NOMEACO DOS PROFESSOES PBLICOS
Art. 16. Os professores para as diversas esdeiras
serao nomeados pelo Govemador e scolhidos entre os
que se acharem em disponibidade ou que j estavam
antes de serem aproveitados em virtude do regula-
mento de 23 de Janeiro deste annq, os quaes ficaro
avulsos caso nSo acceitem as cideiras que lhes forem
designadas. )
nico. S depois de esgotado o numero dos
professores em disponibidade podero ter logar o ac-
cesso de que trata o art. 25 e a onmeacao por con-
curso paracadeira de 1. entrancia, sendo preferidos
em igualdade de condicoea os titulados pela Escola
Normal e pela Sociedade Propagadora da Instrucc5o \
PubUca. 1
Art. 17. Nao apparecendo concurrentes sero
regidas por professores titulados pela Escola Normal
ou pela Sociedade Propagadora da InstruccSo Publica,
sendo preferidos para essas nomeaces :
I. Os mais distinctos., isto os que melhores
notas tenham obtido em todos os annos do corso nor-
mal, razo de um em cada turma que annualmente
se diplomar.
II. Os mais antigamente diplomados.
III. As senhoras alumnas mestras quando em
igualdade de condicSes com os seus collegas.
IV. Em igualdade de condices os que mais ha-
bilitados se revelarem em desenho e msica.
Art. 18- Nenhuma pessoa n5o titulada pela Es-
cola Normal ou pela Sociedade Propagadora poder
ser nomeada para o magisterio primario do Estado,
salvo o caso do art 31.
nico. Exceptuam-se aquellas que se quizerem
sujeitar a concurso prestado na epocha regulamentar,
na capital, segundo as regras dos artigos seguintes :
Art. 19. Afim de ser admittido a concurso para
vimento das escolas primarias e complementares de-
ver o candidato que nao tr diplomado pela Escola
Normal, pela Sociedade Propagadora ou por qualquer
das Faculdades da Repblica, sujeitar-se-ha a um
exame de habitagSo.
i.' Versar esse exame sobre :
f. Calligraphia (o candidato qee nSo tiver boa
lettra ser inhabilitado).
II. Escripia corrente sob dictado ;
III. Leitura expressiva, de prosa e verso ;
IV. Pratica das quatro operaces sobre nmeros
inteiros e fraccionarios;
V. Conhecimento das formas geomtricas ;
I. Chorographia do Estado de Pernambuco ;
VIL Primeiras nocoes sobre a esphera celeste ;
VIII Rudimentos de desenho linear ;
IX. Elementos de msica.
2/ Esse exame far-se-ha perante urna commis-
so presidida pelo Inspector Garal da Instruccao Pu-
blica e composta de 5 professores eleitos pela Con-
gregarlo da Escola Normal, d'entre os d'esta escola
os do Gymnasio e os primarios da capital.
3.* Haver tres provas, que nao poderSo durar
menos de r hora, de forma que o candidato seja se-
riamente examinado em todoa os assumptos cima
enumerados: a arguic&o nSo ser sujeito a pontos, de-
vendo abranger cada programma por inteiro.
Art. 20 Smente poderao concorrer scadeiras
de nstrucco primaria da capital e s escolas comple-
mentaresos candidatos habilitados na forma do artigo
antecedente, os professores eflectivos ou em disponi-
bilidade. e as pessoas que exhfbirera :
I. Diploma conferido pela Escola Normal do Es-
tado ou de qualquer outro curso normal da Rep-
blica.
II. Ttulos em graos scientificos pelas faculdades
de ensino superior.
III. Diploma conferido pelos Gymnasios e Ly-
ceus de ensino secundario dos Estados brazileiros.
Art. ai. Alm desses requisitos de capacidade
intellectual devero os candidatos ao magisterio pu- ,
blico provar que possuem os seguintes :
i. Maioridade legal.
2.' Moralidade.
3.0 Isenco de culpa e
4." Capacidade profissional.
Art. 22. Os requisitos do artigo antecedente de-
vero ser provados :
O do 1/ por certido de baptismo.
O do 2.' por attestado do parodio ou de quaes-
quer autoridades do lugar onde residir o concurrente.
O do 3.0 pela exhibico de folha corrida.
O do 4 < por meio de exame de habilitaco.
Art. 23. Sao dispensados:
i. De exuibir certido de idade os candida-
tos que forem ou tiverem sido funecirmarios pblicos
e os que apresentarem algum titulo ou diploma que
nao podenam obter sem a maioridade legal.
2.0 De apresentar folha corrida os que exhi-
birem attestados de procedimiento civil e moral, pas-
sados pelos Concelhos Municipaes, autoridades judi-
ciarias e poiiciaes das localidades em que, houverem
residido nos dous ltimos annos : os que se achando
no exercicio de emprego publico, exhibirem attesta-
dos do respectivo chefe : e as educandas do coll
de orps e casa de expostos.
3." Do exame de habilitaco as materias de
ensino primario os candidatos que exhibirem :
I. Diploma conferido pela Escola Normal do Es-
tado ou de qualquer outro curso normal primario da
Repblica.
II. Ttulos em graos scientificos pelas Faculda-
des da Repblica.
III. Diploma conferido pelo Instituto Benjamn
Constant ou pelo Gymnasio Nacional.
Art. 24. As senhoras que se propuzerem ao pro-
fessorado publico, nao sendo solteiras, devero exhi-
bir, conforme o seu estado, certido de casamento ou
de bito de seu marido, ou sentenca de separaco
conjugal, passada em julgado.
Art. 25. As escolas de 2.a, 3.* e 4.* entrancia s
poderao ser providas por accesso dos professores de
i. 2." e 3." entrancia respectivamente, que tiverem
pelo menos cinco annos de exercicio em cada en-
trancia.
i" Aberta a vaga, mandar o Inspector Geral
da Instruccao Publica annuncial-a poreditaes durante
o praso de 60 dias, para que os professores que qui-
zerem ser removidos a requeiram.
2.' Terminado o praso, o Secretario do Interior
far a remoco preferindo :
I. Os que tiverem mais de urna gratificaco es-
pecial, preferindo a gratificaco de mrito.
II Os mais antigos.
III. Ero igualdade de condices as professoras.
Art. 26. As escolas sero providas por decreto
assignado pelo tiovernador do Estado e referendado
pelo Secretario do Interior.
Art. 27. A's cadeiras de 1.' entrancia providas
por meio de concurso tero preferencia em igual-
dade de condices, os titulados pela Escola Normal
e pela Sociedade Propagadora.
Art. 28. Versar o concurso sobre todas as ma-
terias professadas na Escola Normal e constar de
prova oral, prova escripta e prova pratica, na forma
das instrueces que a este acompanham.
Art. 29. A ultima prova constar de urna lico
de cousas, feita escolha do candidato sobre as-
sumpto escolhido entre 30 pontos organisados e pu-
blicados pela commissao quinze dias antes de come-
Car o concurso.
nico Durante essa preleceo a c'mmisso
observor si a exposico feita pelo candidato apro-
priada ao entendimento infantil, si as explicacoes sao
sufficientemente claras e a linguagem ao alcance das
creancas.
Art. 30. Findas as provaa do-concuPSOj a com-
missao composta de todos os examinadoras, presidi-
da pelo Inspector Geral da -Instruccao Publica-, proce-
der classificaco dos candidatos.
i.* Para esse fim cada examinador dentro de
oito dias dar o seu parecer por escripto & fundamen*
tado sobre o mrito da9. provas, e em seguida, reu-
nida a commissao cOmoacnla fica dito,"proceder-se-
ha votaco em ceduW:aS*griada^ para o I lugar, "
e successivamentopara os domis lugares, lavrando-
se um termo do-; qa* c6n ? c! i^sicco dos can-
didatos com Os votos que tiverem btdo.
/ 2' Qualquer doSr membros da commissao po-
der assigoar-se veacido, fazendo-escrever no livro
das actas o seu voto em separado devidamente mo-
tivado.
3.' O- termo de juJga-mentO, provas, pareceres
e relatorios sero submettidos ao c&nKecimento do
Conslho Superior gr proflunciari*e -bre-e -efularik>* irrego-
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larWade do concurso, propondo neste caso que se
proceda a novo, si entender, em vista das pravas,
que os candidatos nSo deveriam ter sido approvados.
4." Todos estes documentos cora o parecer do
Conselho Superior de lnstruco Publica serlo era se-
guida presentes ao Govemador do Estado, por in-
termedio do respectivo secretario, par que tenha
lugar a approvaco do concurso e a nomeafSo dos
candidatos.
Art. 31. Annualmente escolher o Conselho Su-
perior de InstrnccSo Publica dentre os professores
municipaes titulados ou que o nao sendo se tenham
sobre maneira distinguido, um em cada municipio para
passar, si o quizer, do magisterio municipal para o es-
tadual, em vaga aberta em qualquer dos municipios
da entrancia a que pertencer o professor assim agra-
ciado.
nico. Essa disposicSo s entrar em vigor
depois de esgotado o quadro dos professores prima-
rios actualmente em dispon i bilidade.
CAPITULO IV
DO FUNDO ESCOLAR
Art. 32. Fica creado o fundo escolar, destina-
do a auxiliar o desenvolvimento da instrucco prima-
ria, serviao para a construcco de casas escolares,
melhoramentos das actuaes, acquisicio de mobilia e
material technico, compra de livro, roupa, calcado e
objectos de escripto para os alumnos pobres.
Art. 33. O fundo escolar compoe-se :
I. Do producto das multas cobradas em virtude
das leis, regulamento e regiment da Instrucco Pu-
blica.
II. Da importancia dos emolumentos pagos por
certidoes, nomeaces, remocoes e licencas, e dos des-
contos dos vencimentos nao s dos professores, como
dos deraais fnnocionarios da InstruccSo Publica.
III. Dos* donativos e legados expressamente fei-
tos instrucco.
IV. Das quotas destinadas ao fundo escolar, vo-
tadas pelo poder legislativo.
Art. 34. A arrecadaco das diversas verbas que
constituem o fundo escolar ser feita pelas estaces
fiscaes e escripturadas em livro separado que se inti-
tular Caixa especial do fundo escolar.
Art. 35 O Secretario da fazenda semestralraen-
te enviar ao da Secretaria do Interior uro balancete
das quantias arrecadadas pelo cofre do fundo escolar
e das despezas feitas por essa caixa, de modo a mos-
trar o saldo existente.
Art. 36. A' vista desse saldo o Govemador do
Estado ordenar o emprego e a distribuieao do mes-
mo pelos municipios do Estado, guardando a devida
proporco ao numero de escolas de cada municipio e
ao de alumnos pobres que as frequentam.
* rf Art. 37. O Governo dar as instrucces necessa-
rias para regularidade da arrecadaco do fundo esco-
lar, e o seu mais proficuo emprego e equitativa dis-
tribuico.
{Contina.)
MBK-*
Relatarlo apresentado ao I" vm. Sr. Dr. Ja-
llo de Mello I illo. Secretario de Esta-
do dos Megoeios da Industria pelo Ha-
chare! Joao Diniz Ribeiro da Cunta,
1rector Geral da 1.a Directora.
(ContinuaQo)
FOKNOS DE INCINERACO
Occupando se cora o saneamento da.Capital,
urna das raais importantes questes, entre as mui-
tas sobre que tem recahido a actividade das pri-
meiras autoridades do Estado, o Dr. Rodolpho
Galvo no seu j mencionado relalorio, lembrou
a incineraco como soluco definitiva difficulda-
de em que se encontrava o Governo, quanto ao
destino a dar-se ao lixo diariamente retirado das
habitacSes ,
Por sua vez S. Exc. o Sr Dr. Govemador do
Estado, na mensagem que, em 23 de Marco do an-
no prximo passado, apresentou ao Cong gislativo, ponderou que seria opportuno cuidar de
estabelecer ero. ponto convenientemente escolhi-
do, fornos de incineraco, sendo adoptado para
o Recife o typo dos da cidade de Oldham, na In-
glaterra.
A lei n. 80 de 25 de Maio do anuo prximo
assado veio attender aos justos reclamos do po-
er executivo, autorisando o Govemador do Esta-
do a fazer acquisico de 4 ornos para o fim indi
cado.
Desde ento comecaram a ser dados os pasaos
necessarios realisago de to importante rae-
lhoramento. ,
De boa vontade prestou-se o Dr. Bodolpho
Galvo, j ento na Europa em dosempenho de
importantissiraa commisso, a representar, o Go-
verno no contracto que se firmou com os Srs. C.
H. Collier & C, de Manchester e que vae aqu
transcripto :
Contrato entre C..H. Collier & C, negociantes
de Manchester e o Governo do Estado de Pernam-
buco, representado pelo Dr. Rodolpho Galvo, ac-
tualmente residente era Pariz. para um forno com
4 fornalhas para cremaco de lixo, dos fabricantes
Horefall & Leids, (Inglaterra).
1 Os contractantes obrigam-ser a entregar
dentro do praso de cinco mezes, salvo se forem
obligados a parar o trabalho por culpa dos opera-
rios do Governo ou por mao tempo, fanecionando
perfeitamente em ponto da Capital, designado pelo
Governo, um forno com 4 fornalhas, capazos de
incinerar mais ou menos vinte e oito toneladas de
lixo, em vinte e quatro horas, sendo que cada for-
nalha queiraa na Inglaterra sete toneladas diarias,
nao se comprometiendo, porm, os contractantes
a que cada fornalha queirae o mesmo numero de
toneladas por nao conhecerem a qualidade do 11-
*' xo destinado a ser queimado.
2/ Esse forno ser em tudo semelhante ao
' ,:'f oue funeciona em Oldham (Inglaterra). Comtan-
' to que os gazes provenientes da cremaco do lixo
- seiam lanzados na athmosphera em condicSes de
perfeita inocuidade, podendo portanto o forno ser
. ftons'tTjttjdo em ponto central, da Capital sera pre-
'c jzoTpra a sade publica.
v>B3nBjl obrigam-se tambera a forneser pelo pre;
do mercado todos os tij olios refractarios especiaos
3 jara o-assentamenta interno do mesmo forno,
.J,os.quaea amlwm sero entregues ao Governo do
.* Estado np porte do Recife.
4.* Obrigajoj-ae mais a mandar um engenheiro
o $paipetante'p*ra o aasentamento do mesmo forno,
e, oue 4em*j$. demorarse elle ou pessa compe-
tente. na>.cidade do -Aaaife at um raez depota de
av^r sido principiado o trabalho do mesmo for-
no, afira, de. dexax peesoal habilitado e competen-
tmente instruido n?esee, servico.
^5/ Os contractantes ficam responsaveis pelo
bom fuicconameniOe-do. omo cuja perfeicao
o qualidade assim e garantem.ol
, 6V O Governo, dp -Se**) aligase a pagar
pelo forno mil e-Aunta e>-dez, libras esterlinas,
ao c ambio do da, da seguinte maneira :
... j DouactprceiS-lpgfr; aae.; ofeegar paiite ou todo
q.aterial# o.ya f6m%^^raes QS^haciraeri.
i toft-:;pof Bessoft^ow^teiita^ 4bWe \"W. >S que
5.i e quatro horas as condices exigidas e a que se
obrigain os contractantes.
7.*' A' pessa encarregada de 'assentar o forno
e de preparar o pessoal para a execuco do todo
o trabalho respectivo pagar o Governo alm da
passagem de ida e volta era primeira olasse urna
gratificacao mensal de vinte e cinco libras esterli-
nas, devendo esse pagamento ser feito por inter-
medio dos contractantes e esses por sua voz reem-
bolsados pelo Governo.
8." O Governo obriga-se a fornecer todo o ma-
terial, pedreiros e operarios necessarios con-
strucco do edificio e parte externa do forno.
9.* O restante do material, isto tij olios re-
fractarios necessarios ao assentamento do forno
e a que se obrigara os contractantes,. bera como
as despezas de embarque e desembarque, oonduc-
co, frete, seguro martimo etc., etc., do material,
sero pagos pelo Governo pelo preco do mercado,
mediante apresentaco do conhecimento e conta
devidamente Iegalisados pelo Cnsul Brazileiro
em Liverpool.
10.' OjGoverno obriga-se mais a pagar sessen-
ta.libras esterlinas pela planta geral dos fornos
e pela qual deve ser executada a construcco.
11. Os contractantes recebero do Governo
pelo seu trabalho urna commisso de 5 /. (cinco
por cento) sobre o valor do material, frete, seguro,
despezas de embarque, bem assim sobre o ordena-
do e passagem pagos pessa encarregada do as-
sentamento do mesmo forno, devendo esta com-
misso ser paga dentro do prazo de quinze das de-
pois de principiar a funecionar o forno.
12.* Os contratantes se obrigam a pagar urna
multa de 500$000 (quinhentos mil ris), se por cul-
pa sua ou a pessa encarregada do assentamento
do forno, esse nao estiver funecionando dentro do
prazo estipulado no art. 1.* d'este contracto.
13." Para os effeitos legaes o presente con-
tracto ter o valor de cincoenta contos de res
(50:000*900), quantia approxiraadament "em que
sao compiladas as despezas n'elle previstas.
Manchester, 15 de Outubro de 1895.
A. F. Collier & C.
Dr. Rodolpho Gtdvao.
Eu, Apollinario da Trindade Meira Henriques,
1.* Oficial da 1a Directora da Secretaria da Indus-
tria, copiei.
Em 12 de Novembro do anno passado provi-
denciou-se no sentido de ser escolhido um local
conveniente para montagem dos incineradores,
offioiando-se ao Dr. Prefeito do Municipio do Reci-
fe, afim de que accordasse com os Drs. Directores
da 2.* e 3.' Directoras d'esta Secretaria sobre tal
assumpto, que foi tambem submettido pelo Dr. Di-
rector da Repartico de Hygiene apreciaco do
Conselho de Salubridade, organisando a Directora
das Obras Publicas as plantas neoessarias.
Em 3 de Dezembro do mesmo anno o Conselho
de Salubridade apresentou devidamente classii-
cadas as referidas- plantas sendo escolhido o local
indicado em primiero logar que entre oujras tinha
a vantagem de ser fcilmente desapropiado o que
realisou-se pela quantia de 10:000$000 (dez contos
de ris), pagos a Santa Casa de Misericordia, cor-
rendo a despeza pelo crdito extraordinario aberto
em execuco Lei n. 80.
GABINETE DE BACTERIOLOGA
A lei n. 136 de 8 de Julho do anno prximo
passado tendo autorisado o Governo do Estado
a orear um gabinete de bacteriologa com o res-
pectivo laboratorio, visando principalmente o cul-
tivo, da lympha antirabiea e do sro anti-diphteri-
co, foi aberto por Decreto de 1/ de Agosto seguin-
te e de accordo com o art. 2 da mesma lei um
crdito de 80:000J000 (oitenta contos de ris), para
occorrer as desposas indispensaveis.
Ainda nos termos do art. 1 .'Aa citada lei
foi commissionado o Dr. Rodolpho Galvo para es-
tudar na Europa as condices precisas para a or-
ganisaco n'este Estado do referido gabinete.
E' do theor seguinte o contracto firmado n'esta
Directora
Termo de contracto para a fundaco. de um
gabinete de bacteriologa com o respectivo labora*
torio, tendo por fim principalmente o cultivo da
lympha anti-rabica e do sro anti-diphterico.
Aos doia dias- do mez de Agosto de mil
oitooeutos e noventa o cinco, stimo da procla-
maco da Repblica dos Estados Unidos do Bra-
zil, n'esta Secco nica da l.1 Directora da Secre-
tara de Estado dos Negocios da Industria de Per-
nambuco, foi lavrado o presente termo de con-
tracto entre o Dr. Rodolpho Galvo e o Estado re-
presentado pelo Dr. Julio de Mello Filho, Secreta-
rio interino, para estudar na Europa as condices
precisas para organisaco n'este Estado de um
gabinete de bacteriologa com o respectivo labora-
torio, tendo por fim principalmente o cultivo da
lympha anti-rabica e do sro anti-diphterico, de
aecrdo com a lei n.* cento e trinta e seis de 3 de
Julho ultimo
E pelo mesmo Dr. Rodolpho Galvo, foi dito
que. aceitava o referido enoargo medante as se-
guintes clausulas.
1.* O contratante se obriga a emprehender
aviagem deque se trata para o fim de estudar em
Paris no Instituto a Pasteur o processo de cultu-
ra e vaccinago anti-rabica.
2.a Estudar n'aquelle estabelecimento ou em
outras cidades de escolha do contratante a serothe-
rapia em geral e especialmente a sua applicaco
contra a dipbteria.
3.a Estes estudos sero feitos no praso mximo
de dezoito raezes a contar da data em que chegar
ao seu destino, a qual ser cora mu ni cada ao Go-
verno do Estado, communicaco que dever ser
repetida ao iniciar os seus trabalhos.
1.' Apresentar um rotatorio circunstanciado
indicando as condices e o material preciso para
a creago de um gabinete de bacteriologa era Per-
nambuco onde possam ser praticados os referidos
processos.
Far no mesmo relatorio a discripeo comple-
ta dos estudos que tiver feito sobre o assumpto,
externando a sua opinio sobre a efneacia do tra-
tamiento, declarando os casos que observar e mais
circumstanoias que poderera ser uteis ao resultado
da sua misso, tudo no intuito de manifestar seu
aproveitamonto cora referencia a obrigaco que
assume no presente contracto.
- 5.a Enviar a tempo do serem apresentadas ao
Congresso na futura reunio de seis de Marco de
rail oitocentos e noventa e seis, notas do que hou-
ver feito at#ento sobre o assumpto de sua com-
misso-
6.a O praso do presente contracto ser de dez-
oito mezes no mximo, durante os quaes perce-
ber o contratante, nos mezes de Abril Setem-
bro, dois mil e quinhentos franoos, era cada mez
e tres mil franoos de Outubro Marco.
Ter por urna s vez seis mil francos pagos
antes de seu embarque.
Ter tambem por conta do Estado, passagens
de 1.a classe de ida e volta at Paris, para s, sua
Senhora e um filho de cinco annos de idade.
7.a No caso de infraoco por parte do Gover-
no do Estado de qualquer das clausulas do Jp*
f
J
sent contractoca livre ao contractante decia-
ral-o rescindido- ou s o Governo rescindil-o ao
seu arbitrio, em qualquer dos dous casos receber
o contractante como indemnisaco a importancia
de seis mezes dos seus honorarios.
8.a Terminados os seus estudos o contratante
fica obrigado a montar era Pernambuco os servi-
dos conoernentes ao Instituto Bacteriolgico, ces-
sando esta obrigaco, se no praso de seis mezes
o Governo nao tornar effectiva a creaco do esta-
belecimento.
9.a As compras ou acquisico do material que
o Governo tivar de fazer, devem ser de accordo
com a lista apresentada pelo contractante.
E como foram acceitas as sobreditas estipula-
c5e8, mandou o Dr. Secretario interino lavrar
o presente termo em que assignou com o con-
tractante-
Eu Jos -de Ges Cavalcante, terceiro Oficial
da Secco nica da primeira Directora da Secre-
traria de Estado dos Negocios da Industria, lavrei
o presente termo de contracto..
Em tempo declaro que o presente contracto
foi lavrado em virtude de autorisaco contida em
officio do Dr. Govemador do Estado, de hontem
datado, dirigido ao Dr. Secretario interino da In-
dustria. O 3/ Offioial, Jos de Ges Cavalcanti.
julio de Mello Filho.
Rodolpho Galvo.
EX-NUCLEO COLONIAL SUASSUNA
Em 15 de Marco do anno prximo passado
autorisou-se a 3.' Directora a vender em hasta
publica todos os bens pertencentes antiga Colo-
nia Suassuna e pela Directora a meu cargo foi
publicado o Edital de 19 de Outubro do mesmo
anno pelo qual abrio-se concurrencia para venda
dos immoveis all existentes.
Finando sem effeito o Edital citado por ordera
do Exra Sr. Dr. Govemador forara taes immoveis
vendidos era hasta publica, correndo o expediente
relativo pela 3.' Directora.
Tendo passado o ncleo para o dominio do
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS Despachos do
DA INDUSTRIA
Estado, Secretaria da Industria dexou entretan-
to de ser remettido tudo quanto fftia respeito
sua escripturagao e todo o archivo referente
a ex-Delegada da Inspectora Geral de Trras e Co-,
lonisaco n'este Estado. *
Por vezes foi pedida ao Governo Federal a en-
trega d'esse archivo, o qual somonte em 29 de Fe-
vereiro ultimo nos foi remettido pelo Inspect or Ge-
ral das Trras e Colonisaco autorisado pelo aviso
n. 377 do Ministerio da Industria, Viaco e Obras
Publicas, de 17 de Outubro do anno prximo pas-
sado. 4
Em 4 de Janeiro do corrente anno, a Inspec-
tora da Alfandega d'este Estado j havia remetti-
do, mediante pedido da Secretaria da Industria, 3
livros all existentes eontendo a escripturaco re-
lativa aos lotes concedidos, livros que por esta Di-
rectora foram entregues 3.a a cujo cargo se acha
o servico.
ESCOLA INDUSTRIAL FRE CANECA
No correr do anno prximo passado dirigi
este estabelecment o Coronel Deodato Pinto dos
Santos, que, suspenso em 1.a de Maio foi substitui-
do no dia seguinte pelo cidado Antonio Francis-
co Cordeiro de Mello, assuraindo em 24 o Dr.
Adolpho Barbalho Ucha Cavalcanti o cargo de Di-
rector, em cujo exercicio se conservou at ser li-
cenciado.
Por esta razo foi designado em 17 de Janeiro
do corrente anno o Engenheiro Emiliano Britto do
Araujo Novaes, para substituil-o durante o seu
impedimento.
Em 27 de Abril do anno prximo passado
foram enviados-por copia a Secretaria da Fazenda,
depois de devidamente registrados n'esta Direc-
tora, os contractos dos Srs. Gustavo Marneffe,
Emilio Lecocq e E. Sachot, e em 1 de Junho fez-so
idntico expediente relativamente aos Srs. Richard
Ler, Max Flix Trips e Franz Steinriede.
O contracto do professor E. Lecocq foi rescin-
dido em 28 de Outubro ultimo, e em 10 de Dezem-
bro o foi tambem o do professor Gustavo-Marneffe.
(Contin a).
Despachos do Exm. Sr. Dr. Govemador
do dia jl de Julho de i8g6
Companhia da Bebe-lhe, pedilo pagamen-
to da quantia de 16ifl850, de fornecimaato
d'igua.Aiteodida, por officio dasta data ao
Dr. directo' geral da secretaria da Pazeoda.
A masraa, pedindo. pagamento da qaaota
de 3788000 de fornecimenu d'agoa.Atteo-
dido por uflicio desta data ao Dr. director ge-
ral da Secretaria da Kazenda.
Costa liartin* & C, pedindo para retirar a
quantia da 1008 que depositon como garanta
da seo contracto.Infirme^ 3" directora da
secretarla.da Industria.
O mesmo, pedindo pagamento da quantia de
4798000.A secretaria da f zea i a quem os
peticionarios devem dirigirse est autori-
zada a effectaar o pagamento de-que tratara.
0 me'tno, pedindo pagamento da quantia de
3:4448000.Salem a conta, e ?ollem que re a
do.
O PORTEIRO,
Archas Mafra.
INSPECTORA GERAL DA INSTRDCCXO
PUBLICA
I
Despachos do dia 31 de Julho de
i8g6
Urania Njmpba da Silva e Marianna Caval-
cante de Alboqmrq'ie Cisca, profesoras do
Estado, gedJsjH prorogaco de pras.Proro-
go por 15 dia' de accordo com o despacho do
Dr. Govemador do Estado de 29 do expiran-
te mes
Utnarviaa Francisca Carioso, professora do
Balado, pedindo prorogaco do praso. -Pro-
ra go por 15 das em observancia ao despacho
do Or. Qovarnador do Estado de 29 do expe*
raote mez.
I lalia Partira de Amaral, professora do
Estado, padtodo prorogaco d praso,Proro*
go por mais 15 dias o praso requerido pela
supplicante de accordo com o d^spacno do Dr.
Povernadordj Estad) de 29 do correte.
JoanoaTiburtina da Silva Lias, professora da
cadeira mixta de Noisa Senbora do 0' de Ipo-
juica, pedindo permissaj para serv r-se dos
movis pertencentes ao Estido, que se acbam
eos sea poder, na aula qae actualmente rege.
Sim, at que sejam reclamados.
0 portei ro,
Mamel J. de Avellar.
illelal
Secco IaN. 13S -Seeretarla da Qnastara
Policial do Estado de Pernambuco, 1 de Agos-
to de 1896.
Ao cidado Dr. Joaqoim Correa de Araujo,
mui digno Qovarnador do Estado.
Participo-ros que bootata nao foi reco-
Ihido individuo algum Casa da Detenco :
Commanicou-me o /subdelegado do 1." dis
trido da fregoazia da Boa Vista que ao dia
30 do mez flodo amanbaceu aberto o estabele-
cimento sito a roa do conde da Boa Vista,per-
tencente a Domingos Fernandas de Aievedo.
Comparecendo so local veriflcou a mesma
antoridade nao haver vestigios de arromba*
ment, presumiodo, porm, qae os larapios eo
traram por urna das portas do fundo, na acca-
sio em qne o mesmo estabelecimento astava
ainda aberto e all e oceultaram.
Os larapios coaduziram diversas mercado-
Has.
No dia 29 do mez prximo passado a cida-
do Jos Nabuco de Araujo Varas assumtq o
exercicio 4o cargo de subdelegado do 1." dis-
trido do municlpp da Victoria na qualidade
de 1. supplante.
Saude e fraternidade.
0 Qaestor,
Antonio Pedro da Silva Marques,
RBCBBEDORIA
DO ESTADO DB
BUCO
PBRNAM-
Dtspachos do
dia 1 e Agosto de
Fernandos Jnior & C-, Joao Carolino do
Nascimanto, Jos Soares Ferraira, Santos Araa-
jo& C| Mme. Marie Magdeleine, Tbereze Mau-
rice Manuel.Informa a 1* secgSo.
Joaquim Jos da Silva, Adelina Liara da
Rosa & C Informe 1* secco.
Joaquina Mxima. Informe al* secco*
Francisco L. Msrintfo de.Sooza, Antonio
Bazilio da Silva Qaimares.-CertiQqae-se.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Quintar des.
dia 1 de Agosto de
1896
Figueiredo Gosta & C Castro Lo-
mos & C, Teixeira & Miraada, Amo-
rim Fernandos & C. e Lopes Alheiro
& C, pedmd} para mandar examinar
caf.Ao Dr. Commissa io do 4.- dis-
tricto para examinar.
Pelo Dr. Commissano do 1.- Ds-
tricto, foi considerado em condices hy-
gienicaa para ser habitado o 3.* andar
do predio n. 74 da ra Duque de Ca-
xias.
Pelo oficial.
Alcidcs de Sant'Anna.
ESTADOS D4 MiO
Secretaria da Industria- S."
Directora
Inspectora Geral de Hygiene
Expediente do dia 30 de Julh de
1896
Pelo Dr. Commiseario do 1.* Dis-
tricto, foi multado em 205000, o Sr.
Joa Genoalves Hugo com predio na roa
do Impender n. 48, por infrac$&o do
Regulamento sanitario vigente.
Da 31 -
Joaquim Ferreira do Carralhe & C,
pedindo para mandar examinar caf.
Ao Dr. Commisaario do 4.a Diitrieto
para examinar. g
NORTE
Amazonas
Datas at 21 do passado.
A capital estt em plena traoqnlllidade tra-
tando dos preparativos de fes as, destinadas a
celebrar o inicio da nova olmln>tra{ao publi-
ca, p>is a posse do Dr. "ileto Pires Ferreira
devia -eatisar-se no dia 23.
Na dia 25 do OBrraatt o cooeressi legis-
lativo offere^er a S Exc. om b ile. nos si-
les da Inte >1en ''i Haaicoal; 4 u > da 18, os
mieo? do Dr. B-laardo Rioei-o obseqalaio-
no com un banquete, bordii de ara do* va-
pores da ATxxoa CompsoY*.
Consta-nos qoe o novo i*overnador co-
meara secretario do Batido, o D-. 0ilij
Orantes, depetalo federal; ebefe de sega
ranga, o Dr. Guido de Sma oficial de gabi-
nete, o tenente Raynondo de VasconcellO'*; e
comnnandaote das toreas estad iaes, o capito
Pedro Hearlqoes Cordeiro Janor.
Foi oomeado administrador da meta de
rendas de Tabatinga o Sr. Pnncisco Telles da
Ro;na.
A nemeico foi acertada, 00 qae dti a im -
reata.
Para
Ditas al 15 do pissado.
A bordo do vaper nacional Rio-B'anro*.
ebegado a 21 da Iqaitos, veio o Sr. coronel
Ricardo Seminario, qae deis ira o exarcisio do
cargo de Govemador de Loreto.
A respeito do maestro Cirios Gome-, dis
a < P.-ovincia do Par, > qae costana a exie-
nmeotir melboras, almocando no dia 23 pala
primeira ves, dapois de sna cbngada a esta ci-
dade, Difes de carne de tacca, piro e arros,
esse irro qoe tanto faiia-o suspirar, por ser
seo alimento pred lete.
Como vn os seas admiradoras e amemos
amigos, as melLoraa do Ilustre reino accen*
(oam-se.
0 Sr. Dr. Salvador de Meadonca, miis*
tro bnsileiro e-n Wa'blngton, telegrapboa re-
esntemente so Bxm. S-. Dr. Pies de Carva*
loo, toformando-e de qae o c.pito do vapor
Origeo, sabido deJNaw-Yjrx com destino
ao Para traz o serum preparado no hospi-
tal doa cancerosos d'essa eldade, parar-ser ex-
perimentado no maestro Carlos 5 mes.
Parece qoe o Para oo Hoffrer com o
confronto qoe se flter do proxino festival Ka*
la-Gomes coa a (esta qoe al ti mmenle te ve lo*
gar no Rio.
Dixem os competentes qae o prximo coacer*
to sera revestido do autor exptendor.
Por tal-gramma recebido de Londres, sa-
be-se qae o capillo W. 6 Morray. salvoado
vapor Sant?reose > e entregon em Liverpool,
am caixote qas contioha mil libras sterllnas,
destinadas ao Banco Norte do Braxll, de nossa
praga.
Este fasto atiesta a escrapalosa probtdade
do hnralo marmbeiro a cojo commando es-
lava entregas o infeliz Siataronse. a
A noticia de que cbsgara o imposto ingles
a eqaioagem d'aqneiie vapor nauf-agado, pre-
occupoo'se a diversos esplrltos phllaotropicos
desta prici, e deteve asna atteoglo para o
grande servigo qae prestoa o oaptto Ander-
seo, recebeado e transportando a Belm, na
barca Htrotba, de seu commaa: o, os passsgei-
ros do allaaido vapor.
Com effeito emqnanto desde Qoa de .'anno
aqu se acbsm restituidos 10 lar de soaa fami*
lias e de seas amigos aquellos osoapos do aao'
frigio, s agora soube-se qoe obegiram a Eu-
ropa o capi.to e mata trlpolaalaa do referido
vapor.
Saggerida a Idea de faser-se na presente ao
capito Andereeo, Bcou logo no primeiro dia
obr-cripti, em poneos momentos, a quantia da
1:320* para esse flm sem do vicia loavavel.
A Repobliei cemegoa a patillcacio do Ho-
jelo de orfameoto para o exercicio de 1897.
A recelta orgada em 2.315:2590531, e a
despera nxada em 1.195:9*900
Robora a le do orcamaois vigente na ta-
bella o. 9 consigne a verba d 960*000 para
alogael da casa do secretario di jostigi, sabe-
mos que desde o da 13 do carrete deixon
essa despexa ser feila por coolta -do thesoaro
oor assim o haver resol vilo o Exm. Sr. presi-
dente do Estado, Dr. Nogoei-a Accloly, qae
diste modo vai realisaodo as pessiveis cono-
mus sim deiorgiolaaglo de sei-vigos.
ReologOea como esta'sao dignas de applao-
SOS. *>
A sea pedido, foi e-tioenco do cargo de
sec-etario do Interior o Dr. Toomax Accioly,
qae exercla Intirloamante desde 1894.
Os collegag da Repblica no darem esta
noticia, addiciooaram 'esta apre eligi :
A harmona qne relooo entre os seas em-
prgalos e a maneira digna com qae sempre
se distngalo pelos seas servigon e mereclmen-
los, tnrooa-ie orador da estima dos meamos
empregados em cojo salo coinegulo delxar
imigos qoecoasacram-lbe sincera amiaade.
Novos Boriaontes o sgnardam ra anda mais
rrealgar os seos mritos j provados em otaras
Tttocges.
ReaiisoB-se o baoquete offerecido ao ex
presidente do Estado Dr. Jos Freir BeterrU
Fonteneile.
A'n 7 Doras da ooite, j o bymoo n-.cional
Oavia ronpldo eatbusiastlcamenie, aananclaa-
do a entrada de lio^t-e manifestado e o digno
e raspeitavel presidente do Estado Dr. Antonio
Pinto Nogaelra Accloly.
As 7 l|i, preseotes, representantes do ex*
eren i, da marinha, da magistntara, do clero,
do impreosa, do fanccionitismo federal e es-
tadoal, do commercio e classes laboriosas, ser*
vto-se faustoso banquete, onde a abundancia
te raos generosos e a delicadeza de mioja*
res occalemos, casavam-se ao apparato e
snmp'.ooaidade dos falO- .
Hoove profoso de tudo; e seja dito seto
exaggero. tslve nanea se tenha reallsado nes*
u capital featim to ostentoso, e com tanta or*
dem e barmouta.
Os conviva* eram servidos com a malor
prstela a acgaa, e foi de no'.avel e extraordi-
naria regalaridade a superveniencia dada ao
cardapiou
Ao espoocar do cbamoagne, ergeu-se a co*
rooel Joo Brigido doa Sanios qae. como coa*
densador dos tactos historien ao Nos o Estado
e representando o arado* offi'ial do co'po le*
glslativo maalfestiate, dea Inicio aos brindes
e eaodagdes.
O dMcarso do coronel 8rigido foi om traba*
Iba le estaso orientado, e o resaltado de ama
orofanda on-e-agj.
Em par.sea anaodantes de criterio e de jos*
tiga, sandou ao ex-pretideate do Cear, como
0 bomem esforga 10 qae 're-noven is difficaldades aotooosti* a fefici lae do Cear*
Segoio*se*lbe com a palavra o secretario da
intendencia e da caman municipal no9so era*
dito eonfrade Jallo Cesar, oue brincos ao Dr.
Antonio Pioto Noguslra Accioly. benemrito
coefe do partido republicano federal como o
ebefe supremo do Estado.
Natoralme.ite eloqoeote e profandamente
losolrado. Jallo Cesar prolaxlo am discurso
hrilmote.
Filloa em scgalda o caDito-teoeute Dr.
Benlo de Franca Gsrcex, n'am eatbasiastico
nrinde i imprensa.
Este briode respoadea-o o oosso companbei*
ro de redaego, Gricho Cardaso
Oraram alada o S; Dr. Nagoelra Accioly
respondeado ao h-i 1 te qae Ihe fora levaitado,
e saodiado o Dr. Bexeml; baeoarel To*qaato
de Sooxa ; agosto Correia Lima ao illastre :e-
ioso lateadente do mumsiplo coronel Galibar*
meRoeba; Dr. Alfredo Teixeira tiendes se*
cretarlo da jastfga ; Dr. Aatoaio Aagasto da
Mejexes a magistratura do Estado ; diaemoar-
gador sabino ds Monte respondeodo o brinle
1 magistratara e saudaodo o exercito repre*
seatado all pelo iatelligeote alteres Joi Accio-
ly ; denotado coronal Joo Paaliao ao D*. Be-
te vil Fjoteuelle ; major Maaoel Nogaii-a Bor-
ges memoria do major Bexerra d* Albnquer-
qne; alferea Jos Accioly i memoria do tocly*
toe logeodano salvado da Repblica marecbal
Flonaoo Pelxoto ; Dr. Antonio Fonteael'.e ao
Dr. Ped o Barajes; major Dr. Jos Faastiao
aos tres consaiheiros do Dr. Beserrfl, coronel
Csrlos de Mirra da, Dr. Googalo Sonta e Tbo*
mas Accioly.
Depois o roal Dr. BexerriL Foatenelle,
respondeodo aos brindes qne loe foram levan-
tados, mostrando-se grandemente penhoralo
pela jnstiga doa seus concidados, tanto mais
quanto esta jostlga acaba va da ser-loe feita
pelo verbo da am conterrnea llostre e illas*
irado, o coronel Joo Brigldo.
0 diatiaclo manifestado referio-se ento a
poltica do sea benemrito sacceseer, tornan*
do-se telts por ver os destioos da sna trra em
mos de quem senta por ella os mearnos sen*
limentos de preemiiencia.
Fallaram alada o coronel Gallberme Rocha,
ergoendo ama saadago ao republicano aotlgo
coronel Antonio Pereira da Brtto Paiva ; Grac*
coo Cardse ao corigao magnnimo, ao repa*
bllcaao desde os seas 12 sanos de idade ao la*
toroso redactar do Barrene Pnrygio boje o
e-udito e conspicuo republicano Jolio Cesar;
Julio Cesar a- Imprensa republicana represea*
tada na pessa de G'acho Cardoso; Dr. Gon-
zalo Sonto, qae vendo Bandados todos os pode*
rea aaodava tambem ao poler espiritual.
Fiaslmeute, Grac:bo Carioso levantoa am
briode 4 Repablica nos cidados preseotes. e o
Dr. Nogaelra Accioly terminoa a longa serie de
brindis, pela brilbaate saadago qae fes ao
primelro magistrado ds Repblica, o cidado
Dr. Prudente de Moraes e Barros.
Rio Grande do Norte
Datas al 30 do pasudo:
Abrio*ae ao dia i5.do mez passado o con*
gresso do Estido. ....
O overaador em saa mensagem falla da
excellencla da laetltolgo do Monte Po estar
doai.
Dis o honrado govemador qne tem provldeo*
c^ado para a exacta arrecaiago das reolas
publicas e qae o Thesoaro est sendo defria*
dado em mais de 40 -I. as estacos fiscaes
do interior do Estado.
S. Exc. lamenta o decrescimento das rendas
publicas.
Dic qae os coapromissoa por saldar monta*,
vam at 31 de Desembro de 1895 a..........
3H:3i502, sendo at ento o Taesoiro ere*
dor de 100:323*673.
Ha liguas das qae tem chuvic o n'esta
capital, e da err qae ie tenham esteadldo as
chavas pela una do agreste.
Pelo sertio do Assu soubemos qoe tambem
ultlmsmeat-? conrea, reverdeceado a pequea
pniagem em algias logares.
Sea lo assim poeslvel qae se]a menor o
prejano qae coauvsm certo os fateodelroe
d'alli. a A
Parahyba____
3DaUs at 31 do passado: ^1
Por decreto de 23 do mes Jinda, da.o Sr
Mt>4
EMEMPLAR ENCONTRADO

i


/
-

I




'^mi^^^^^^^^^^H^^H^^^H
Diario de PiTimmbuco Domingo $ de Voslo de 1896

.

flea-presideote do Estado instrocooes para as
fleices maoicipaes.
0 nlspo diocesano D. Adaoclo regressra
da eos viaizem o al da Uoi&j.
E-avam na capital aei ministros evang-
lico* para tratare da assomptos referentes ao
sea eolio. ..
A resalto do Gymnaslo Psrahybaoo, Os*
68 a Unido de 31 : V.
u ttxaj. Sr. 0'- Alvaro Machado qae, da-
le a ana operosa admloistraso doa neg-
os pblicos o''e Estado, te empenbou com
todo o e.-'orgo e actividade iDexcadiveis em
fometitir neo deseotolvimento, aproveitau soa
Ultima estada oo Rio para faier aoqaiaig&o de
mais alguna oojectos pira o Lyceu Parabybano
e para a ostracgio poDlica priaurta.
Entre os diversos objeews alora loteressao-
tes i:vi 3 refrrantes educagi nolam-se va*
ros mappas maraes para o esludo de geogra-
pbla ; quaaros para o eobino ioiouivo da bulo
na do Brasil; 24 exeaipiares de estampas co*
loridaa, reoreaeoiando oDjecioa asoaea, para o
easino de ueseobo ; solidos geomtricos de ma*
delra e gesso ; retratos do pairiarcba da Repo*
blica, Benjamn Coastaot, reformador da la
strocg&o pubiiza.
Aqu ebegaude, adquiri aloda S. Exc. de
ama eucommenaa qae anteriormeole bavia fe.-
to au S*. comuneo lador Actoo, grande nome-
ro de exempiares oe oimae empalnados, com
desuno au w amo Lyceo.
Assira maia eunquacios flcarao os gabrae-
tes de.-se loslllolo ae eduoagao.
Segundo somos informadas, em breve tempo
asiarao promotos os movis oecessaiios para a
accommoVago oos appareihos e ooiecios que
eoostitutm os mencionados gabinttes. A ease
tempo po lera ser Irauquesd ao poblko ama
viaiia ao Lyceo Parariybi.no, reorgamsado ae
Diodo a rn.uistrar a mocidade orna iostruegao
ruis molida e consoanle a moderna intuigo do
entino. *
VARIEDADES
O Equivoco
AO J. R. RlBEIRO
Qoando me approximei do postigo da bi*
lhttana ootei moito perio de mim ama se*
nbora que me olbava com demasiada insis-
tencia.
Voliei me para o meu compaobairo, e, em-
qoaoto tirava da carteira o diobeiro necea*
sario para pagar os b.lhetes perdidos, disae*
Repara estou sendo laogado* pelo pe*
que est a la esquerda.
"O Jos Beoto olbou na direegao indicada e
WspoDdeu galbofaudo :
/ E' linda, meas parabens...
A senbora, comprebendendo qae se tratava
Velia, atfasiou-se um tanto encalistrada.
Mai's tarde, porm, na gare, na occasiao
de subirmos para o comblo, via-a novamen-
te a olbar para mim de urna forma estraoDa,
como que esiudando*me a pbveienoma e evo-
cando reminiscencias para reconbecer-me
No trem, ella escolhea o wagn immadioto
do qne tomamos e collocou-se em posig&o que I
lbe permitlisse observar-me.
Um lano intrigado e nao menos lisongeade
no meo arror propro pelo interesse que des-
pertaba d'aquella interessante ereatura a mi
tha ioleresanle pesss, sent que sena de
ver de cavalheirisno de minba parte retribuir
a defferencia d'aqaelles olbares, ondeen com-
prebendia um nao sai que de mysterlota ter-
nura, e as ancias mal cootidas oe ama inter-
rogativa muda que a moga etfcrga*se para fa-
xer-me comprebender.
Mea p'imo, o Jos Beoto, alegre e despreoc-
cupade, contemplava n'nma especie de extase
a magnilica pavsagem que, como as transfl*
gurar,0e8 de um vasto aylpborama, la nos fu-
gindo diante dos olbos, a medida que o trem
avangave. *
De qoando em quaudo elle cbamava*me a
allencao p; ra um ponto mais atlrahente, eol-
tand > co tom exclamatorio om adjectivo en-
tbosiasta.
Ka o tardeu muito, porm, sem que nctasse
a mioba abstracto e comprebeodi lbe a causa.
Ora. exclamou elle, aff-ctando orna m
flexo de detgosio, nao se pode andar com
sojeilo ruetlido a namorado. .
E' verdade, coofeseei, eslou camorado, e,
ainiia mai, apaix(D3do.
Sempre te COPbecl cem aemelbante ma-
nta.
Que queres? se isto urna fraqueza, te-
ha-a por temperamento e por ndole.
Sou um crenie : a mioba religiao o amor,
a mulber o mea idole..
A ro:m, concluio Jos Beoto soltando
ama ^arpalbada fra de proposito, que me de-
sorientan. .
Abr mschioalmente um volumesmbo de
Xavier de MaiftreVovage auionr de ma
cbarxbre, mas nQo conBegui ecletrar urna
umea palavra.
O olbar passava por cima do livro aborto,
la iransfermado em caricia?, ciLgir o perfil
graciteo da deeconbecida.
apossaado de mea org&aismo, os meas ervos
toraavam-sa mais emociooaveis e no mea
espirito as coojeetnras maltiplicavaro-se.
Aquella porta fraoco e sjmpatbico, aquellas
maoeiras tidalgas demonstravam pertancer a
pessoa da alta socieda.de.
O vestido da marin prato, simples e ele-
gante que ella trajava, dava-lbe um ceno ar
de gravidada e de nobrexa que mpanba res-
pailo.
Calculando-lbe a idade, imaglaai qaa Uves:e
25 a 26 aaaos, aaao-io maitj
Deve ser urna viaviab rica, peasei, excel-
lente partido para qailqoer qae n&o seja eu.
Qaando avistamos as primeiraa ca^as da
Capitel, domtoavam-me simulttueamente dous
sentiiaentos opposios :' a satisfas i de ebegur
e o desgostj de saparar-me, talvaz para sem-
pre, d'aquella deliciosa creatara que en tao
poaco tempo conseguir asssaOjriar-se do
meu congao, qu) Oaus saos se atada me
pertencia.
E, contemplando aquella orroosa cabega, eu
seoiia-Die estremecer de vaidade pensando
qae n'eila deviara agitarse peosameotds que
me dissessaso respeito; se, sob as sellas do
mea olaar cobiQOso, aquello eolio esculptural
oodulava, eu senta me aioda preso de jusufl-
cavel orguliio pensando que atravez d'aquelle
eolio palpitava por mim um congao de mulner
joven e bonita qae ma desejava.
Eramos lao falizet, era tao espressivo e
00880 mutismo, qaando todos falavam em torno
de nos I
Quando o eomboio parou na estagao de Be-
ledouro, a moca parecen tornar a si do aeu
eolevo, deu um suspiro abafado, em que en
Binente reparei tomn ama posigao meos
indolente no lugar que oceupava.
locooscieuiemente imitei-a n'aqoelle inovi-
mento.
Os cosaos olbares cruzaram-se novameote,
com maior insistencia, e entoaram juntos o
doo saudoio da despedida.
Senam seis horas e meia quando ebegimos
a Macelo.
Bu eslava indeciso se devia ou d&o acompa-
nhar a mysteriosa viajante, qoando o Joe
Beoto gritn io portador qae se encarregara
das oossas bagageos:
Para o boiel Nova Cintra*.
Qaal o&o foi emao o mea eapato, ouvindo-a
repetir como um ecbo as palavraa do mea
companbeiro, dirigiodo-se a am peqaeno a
quem confiara sua bolsa I
Orna bota depois acbavamos-nos instalados
a mesa redonda* do Nova cintra ao lado de
ooiros hespedea, mas sem a companbia da
encantadora senbora que entrara comooaco,
pois preferir ella servir-se em seo quarto.
Farios os estmagos e restauradas as torgas,
o Jos Benio propoz-me um passeio pela ci
dade. .aslisM -,-ft_________
bragos ao
com urna
me
embriaga e de qae ea slnto ebrio oeste mo-
mento...
A descoabacida deixoa cablr os
logo do corpo e baixou os olbos
expreisio de tristeza.
Entao persistes em negar ? tornou
ella, aps ligeira piusa.
Sito, neg parque nao quero engaar-
le...
Sem replicar mais am} palavra a moga di-
rigio'se para a porta. '
Tomaado'lba a dameira pracipiladameote,
colloquel-me ent-e ella e a sabida.
Espera, dlsse-lbe, oSo saias sem me esco-
tar, e, coodozado-a palas m&os, obrigaei-a
a seotar-se ao meo lad> continaei :
Que te importa esse ingrato qaa nao ta
ama, ai eu, que ta connago apunas na algumas
horas, seria capaz do maipr dos saenfleics para
satisfazer o meo^r dos^eus caprichos ?...
A mog descaucandj a caoega no meo bom*
bm, saspiroa. Notei, entao, que ella ievava o
laugo ao< oino- rapedas Vosas.
Porque choras, meu amor 1 perguntei-
Ibe, afagaodo*lne a cabelleira e apertaado'lbe
amoas as m&os qae se cooservavam as mi*
abas.
Ella au responleu a aps algons momentos
de silencio de parte a parte, levan'uuaa re*
paatinameate, corroa para porta e, antes qae
ea Uve8Sa tempo de dlrlgir-lbe urna supp tea,
desappareceu.
Adeas Jaca... dise ao sabir, emqu oto
perplexo eaiu >ido, eu cava incapaz A* pro-
ferir ama oalavra, de fazer um aaovimealo.
como re a sorpeza me bouvesse petrifi-
cado...
Neguei-ma acompanbal-o por mais losisleo-
cia que elle oppozesse miaba recusa.
Pica, disse-me aoal, conveocido da
inutilidade de saas iosiancias ; eu que nao
vim aqu para trancar-me n'uin quarto de
hotel... e sabio.
O meu quano tem o n. 5 ; no n. 6 hospedara-
ae a noesa companbeira de viagem e ao meu
primo coubera e n. 4.
Quando tquet s entre as paredes do n. 5,
descalcei as botinas e estendi-me negligente-
mente n'ama preguigosa* e comecei a passar
em revista os acontecimenl03 da jornada e a
conjeriurar sobre alies om amsem somero
de tu ices eslravagantes que o'aquelle mo
ment me pareciam sensatas, com o oovido
attento ao mais leve rumor qae no quarto con-
tiguo se fisesse.
Om presenlimeoto vago me segredava que
Ella viria ter commigo e esperava, esperava-a
convicto de que nao fallara, como se bouves-
s-mos previamente combinado essa entre-
fala-
Toriuravame a impaciencia;* no intuito
de minrala dislraindo-me, apoisei'me de
om jornal que eslava sobre a banca junto a
preguicosa.
Era um numero atrazado do Correio Mar-
cantil- onde depare logo com om soneto mea
dirigido mioba noiva.
Urna ligeira sombra de remorso psiroa-me
na consciencia, arremessei o jornal, para loage
rom enfado, accendt um cigarro e deixei-me
ficar n'uma prostragae completa da corpo e
de espirito con*;o olbar perdido no vacuo, em
eeguimanto s spiraes de fumo que se esba*
., :':
tiam no tecto.;:; _,_ k.
s^ .*.fiBrri
Cbegtmos es'agSo de Una onde ee faz bal*
deaclo para o trem do proloBgamenio.
Deviamos almfar alli, mas o comblo ebe-
gava om lano atrazado, n&o ios permittiodo
tempo para fazel-o.
Por lelicidade baviamos-nos munido preven*
tivanrente de ema garrafa do velho Porto e de
algn? sandwich* de fiambre.
Jos Bento correo a comprar passagensfl-
quei s por algors minutos-
Olbe) em torno de mim procurando na mol*
lidio dos passageiros o tjpo elegante e gra-
cioso da dscoobecida.
Ella eslava alli perto de mim a olbar sem-
pre com a mesma insistencia.
De sbito tiva om tstremecimeato, n&o sei
se de alegra ou se de susto...
A moga abandonara a sua ligeira bagagem,
que c asiava apenas de urna pequenina bolsa e
eocamiobava-se para mim om tanto hesi-
tante. .
A dous passes de distancia di giome a pa*
lavra com vcx tremola :
O Sr. sabe dizer-me se haver tempo para
sealmogar ?
Nao, minha senbora, respond, temos ape-
nas o i ecessano para fazer a baldeagao.
Para onde vei ? indagoa ella depois de
orna pausa.
- Para Alagas, minba renbora, respond,
anda mais admirado.
Depois de nova pausa el a ia fallar, quando
Jos Bento, apparecendo porta da estagao,
griioo-me:
Accorda, o trem vai partir.
Morrentos depois subimos para om dos wa*
gons e para all tambem sabio a mvsteriosa
liajanle. ,
__Ests como qoeres, disie-me o Joee beo-
to a meia voz, nao te far falta o almoco, mas
eo, que tenbo mais estomago do qoe coragao,
estoc a morrer de foma.
E sem a menor acanhamento abrm a bolsa
que centinba o nosso modesto banquete.
PEotao, j nos lendo familiansado coro algons
assageiros, qae, come nos, vinbam do Reeile;
os Beoio fel-os participar d'aquella frugal
releigo, que oo momento difflctl em que dos
achavamos, assemelhava-se ao man dos lerae-
Utas.
Por insinaacao minba, offereceu-a tambem
desconhecida, qoe a principio recuaou-se a
accear, mas por flro, digooa-se de comer om
esanduvich* e beber om calix de viobo.
i O testo da viageu coireo sem incidente
OOtavel. -j-.>
Na oaldeagao feita em Uoiao para a Esira-ia
de Ferro N -rte ue Alogas a adoravel viajante
qoe tumo me preoccopava, accemmodoa-ie no
anesmo wagn qae temamos.
Deiidldsmeote aquella av.-otora extraordi-
naria r.o caru tmanla n'ama cooqaisia de
Caralnho de ferr:o.
A mi. ba coriosidade ebegaru ao auge da
exciigo. Qoam seria aquella esqaisita e
seductora maber que aaaim me acompanbava
atravez de. orna viagem iocommoda e sem
attractivos?
Seguir-me-ia ella oo seria o termo da soa
Tisgem exactameote o mesmu ponto para onde
ao mo diriga ?
O nosso encontr na estagao seria casual, oc
coDUecer-me-ia ella anteriormente?
enfado da viagem ia te'beber
Sbitamente ouvi nm leve raoger de dobra-
digas, logo pos nm rumor de pasaos cantal-
loaos fra do qoarto.
A minba anciedade redobrava, o coragao ba-
ta* me apressado e a respirado tornara-ae
offegaate.
Nao decorrera ainda um minuto qoando
sent que alguem bata me porta maito de
manso e ouvi ama voz trmula e medrosa cha-
mar baixinbo :
Juca ?
Ouvindo este nome qoe nao o meu, fl*
quei de veras intrigado, n&o sabendo o que
sappor e nao respond.
A mesma voz repeli :|
Joca ? emquantoa porta, que eslava ape-
nas cerrada, abrise vagarosamente sob ama
preeao externa, e no limiar appareceo, como
orna visao, o vulto adoravel oa desconbecida.
Trajava quaai como a vira dorante a va*
gem ; someta substituir o casaco por um
peoteador e desmanchara o penteado deixau
ao espraiar'se ao loogo das costas a onda vo-
luptuosa de seus magnficos cabelles pretos.
Aovl'a levaniei*me precipitadamente da
da preguicota exclamando:
Mioba senbora, V. Exc. est engaada,
de certo...
A moga sorriu de um modo eslranbo :
Engaada, Joca !... disse ella, verda-
de, ba seis annes qoe lo me engaaste me
abandonaste, na seis aanos que tu me (agiste
e ea le procuro...
Miaba senbora, torne-lhe, repito qoe
om engao, om equivoco inexplicavel... na
verdade preciso qoe a pessoa de quem V.
Exc. fala, moito se pareca commigo para...
Ella iDterrompeu-me :
Ta s moito mao. Joca ; inntil o leo
disfarce, to seria capaz de conhecer-te, mas*
carado qoe tu estivesses.
Meo Deas, mas minba Senbora...
E' motil, j te disse...
MiDha Senhora, posso mostrar-lbe os
tutus papis e ver que tenbo om nome moito
difireme deste qne V. Exc. me d.
.- moca estava presa de urna especie de al*
locioagao, com os olbos brilbantese as faces
afogueadas. flBSfc
i ii ipitonse para mim como querendo
ab ugar-me, com os bragos esteodidos, repe-
tinco:
E' motil, ingrato.! ingrato, ingrato...
Acostado, dominado de nao sai qae temor
inexplicavel, recae! al a pared* ; abi, porm,
faltan.o- me o teneno para recoar, sent me
sobitaiueute eolagado pelos bracos carnudos e
qenies oa dscoobecida qoe repeta sem-
pre : **
Ingrato, ingrato... ji o&o te lembras da
Lili ? Ja nao queres a tua Lili, a toa Lili quo
te fez lao- folia... qoe s a ti conceden os
seus tbesouros de mocidade e belleza ? J nao
le lembras dalla ?...
Ao contacto daquella molbtr moga e sadla,
sob a presaao deliciosa jlaquelle eio que pal -
pitava aoeoso, sentiuddf bafejar-me as faces
o balito perfumado"** momo daquella bocea
vermelha e provocante; a minba razio offus-
coo-se e ea nae me l-morw de mais nada qae
nao fosse aqoelle e:o que se icoochegava ao
meu, quella bocea qoe procorava a minba e
e baibuciava : jaMrflM*aVMllLl
Eu son a toa Lu, ea soa a toa Lili...
Ii ciinei-me sobre aquella cabega adoravel
e muriBurei-lhe ao oovido :
Sim, tu s a mioba Lili porque eu te
amo...
Os bragos da moca apertaram-me nervosa*
mente e os seus labios encoolraram a minoa
bocea qae oa receben anbelante n'uua beijo
prolongado e soffrego...
De suLiitj a mega despreadeo-sa de mim e
recoaudu om passo e eocaraodo-me, excla-
mou :
Anda queres negar qae s o mea Ja*
ca ?.. acabo da recoonecer tu'alma cerno re-
conne* i o teu rosto..-
N&o, respond, eu o&o sou o ingrato de
quem talas.
Eu B&q soa essa desnaturado qoe reg-itou a
feliei Jadeada ser tea querido, de te amar, ae
Era tempo.
D'.ilu a um nada, ouvi a voz do meu primo
qoe pilavreava com o criado, l fora oo al-
p&ndra.
Rece ando que fosse por elle notada a com-
al gao qae ma domia>va, apguei a lu/. e, ves-
tido como achavame, metti'UM na carua.
Momelos depois o Jas Beato vea bater*me
a pona, chaman io pelo meu nome.
Oeixei.o bater e chamar-mea vootade at1
que em fimconvencido de que eo j dorma,
recolheu-se ao seu quarto.
Quando o sileocio completo sa faz em todo
o eatabelecimeoto, pareueume ouvir solugos
abalados nojquano contiguo.
Levantarme, ac:endi valla, arrastei ama
cadeira. drtxei cabir um livro procaraodo de
toda forma fazer ra lo que deaueaiassa a mi-
oba preaenga, e eaperei de oovidos attentos e
olbos voliados para a parta.
N&o foi Ion. a a minha eapectaliva.
Ouvi amSm rangir em seus goozos a porta
don. 6eutn momento depois a desconbida
a va de novo entrada no mao qoarto e din-
gio-se para mim resoluta.
Vim tentar a ultima prova, disse, quero
ver o signa! que teas sobre o pello esquer*
do...
O sigoal .' exclamei ea no oo soga da es-
tspefacg&o, e como sabe qoe ea teono am sig
nal?
Ab coofessas, entSo, coofessas ?
Ceofes*o qua eslou doudo, que la me
a1 luanas... eoofesso qae le amo, mas oego e
nome qoe me queres dar.
Eu o&o soa o ten Juca, oaviste .'ea nlu
sou o teu Juca, mas le amo..
A moga precipitou-se para mim, de impro-
viso, abrindome o peno da camua e fazeodo
soltar os botdes de ma reparola que o fecha-
vam.
Eil-o... eil-o, ezclimoa com estranba ala*
gria.
Eo eslava como anniqoillado e nio sabendo
o que suppor daquella extraor linaria coma
aencia, repeta quasi inconscientemente :
Eu o&o sou o lea Jaca, eo o&o sou o teu
Juca. .
Mas a moga oSofazia caso da mioba reluc*
tancia e depois de examioar o sigoal que te-
nbo oo paito esquerdo e passar em revista to-
dos os rapis que encontrn na minba carte-
ra, disse, coilocandca no bolso4 donde a li-
ra va :
Ti veste tempo para preparar esta falsi-
dade... Os papis que aqu estSo sio de cer-
to do lea companbeiro...
Que irrpo.-ta ?... n&o s Jaca, qoeres ne*
gal-o... mas dizes queme amas, pois bem,
sou loa... eugaoame outra vez ..
E a ti roa se nosmeus bragos.
Coleurso de Julze, de dlreitu -
O Exm. Sr. Cooselhetro Qoveroador do E-ita-
do, por aclo de 30 de Jomo Ando, oorneeo o
Dezembrgarlor Maaoal do Nagcimeato da
Fonsecs Galvfio, para presidir os trabalbos da
comraiss&o encarregjda de proceder aocoa*
corso a que v&o ser sabmettido os eodidatos
ao pravitnanto dos cargos de joises de diraito,
em sobJtitaicSi ao Da/.mbargador Joaquiar
da Costa nibeiro, que foi dipea8a-l na soliciton, por JP jU|gar inijompatibilisado.
Concurso ue pedagogaNj das 17,
28 29 do mes prjximo hudo tuve logar o con-
co'SO para nrovimeQ10 a, cauera de pedagoga
da Encola Normal.
A co urcissSo jalgadora, np Impemente do
Inspector gmi, presid'di pelo Dr. Regaeira
osta, vic -oreittaente do Consaino Superior
da le-tru filo Publica, campos sj dos Ds. Al-
bino Mei'. Alvaro Ucha, P rgentio> Sarajva
e T-aiauo Temporal.
Fo-am c ccorreotes os D*s Olilo Vctor e
Leopoldo Pires Ferreira e segando oos consta
ambas forano cdorovadoa e el issicado* aqoel-
le ena p'lmslro Medida Iiy:ienica-De ordam do Dr.
Saparioteodeoio ae U;gieae Moalcipal, foram
nte-bontem dwiofeotaias as casas a roa da
Coooordla n. 169, Coelbos n. 8 e pateo- do
Te-g'j o 13; hoatem fo'a-ri de oovo deslnfe
Boia e a casa o. 47.1* andar aa ras do Mar
quez deOflad*.
O mes do o- faz publico que o atierro d
Peraiosei Vleira e o viveiro ao Maoix sao
de iniatt do diariamente.
Hjmpanla, tabenae.Escreve-oos da
cida in o -.nOo ;
E ia soeiedjie masieal no dom'ngo ultimo
26 io durrente, foi em*"excors& ao povoado e
a igenno Aripib, para cump-imeatar dive-
sos consocios all resdent s.
Na rsatdeocia do oeneme'o coasosio J. Li-
ma fo lerviia ama huta rslei;ao ; na do Illcn
>r. Dr, Samuel Pontoet, depois da maior cor-
dialidad' ful e.-vido um copo decerveja.
O oronel Leocidlo Pootnal com a mais fran-
c- b men g m, mostroa qaaato Inaioe affj
ti oo sen rato; reado pela banda mostea
execoiaj.s em sua residencia lindas pegas do
seo variado Ispertorio.
Foram camp'imentadoi mais em suas resi*
denclas o* consocios kfaooel Luis aUjuso e
J venci da Coaba e Mil .
Uonvm aerlarar qoe a Sjmpbonia Cabense
boje con'-a nos-nmeros dos seas consocios
dliectaoles es memoros do Clob Masic*l Arei-
en-e, os quip", leodo sido propostoa. foram
aceit i,- e pela mesma forma os da Svmpbo-
ola Cabens*. p-opostoi e aceitos como seas
consocios dilectaotes.
Acba-se designado o da 15 de Aeoi>to pr-
ximo,,para urna oolra excurso a cdade de
Palmares.
Chamamos atteng&o do digno Dr. qnestor
policial.
Para a Earjpa No vapor Magiar-
a* d companhia da Real Mala, esperado do
Sol boje, embarca para Eo'opa onde vai saco-
Iher mercadorias para o seo importante esta-
belecimenio o nosso particular amigo tenente
coronel Francisco urgel do Amaral, preprie-
ma tario d'0 Louvre* & ra 1. de Margo.
Retribuimos a gealilesa do carl&o de despe-
didas qae eaderegou oos e desejamos-lhe opii-
viagetn e brasa regresso.
Hojas de la maana E' este o titu-
lo de una linda e importante walsa alloma
que acaba de chegar para a casa dos Srs. Pre-
alle & C.
A Hojas de la maana* ou Morgonblatter
que o nome com qae foi publicada na Alie-
manha, urna das melbores composigss do
grande professor J. Straaas. Comp5e-ne de
urna bem organisada intro meg&n, apuatro pri-
uerosos nmeros e importante cola.
O (rabalho liihograpbico admiravsl.
Reeommeodamol-a ao publico.
Gratos pelo exemplar qaa foi-nos offare-
cido.
Ao mache er do da seguate disoertei al
vorogado pelas repelidas pancadas qae o Jos
Bento fazia soar Da porta do meu qoarto.
Passei o olbar ero torno a um seotimeoto es
tranhomixto de saudade ... da remorso,
ialvez. eocben.me de tristeza.
A dssionbecida j alli n&o estava.
Abr a porta e achei-me cara cara com o
meu primo que interpelou-me desabridameo-
le.:
!Ab i dorminhoce Ab tolo : n&o sabes
o qne perdesta...
Eu n&o respond; puxel o relogio e con-
sui'-i-n eram 7 bo as.
O Jos Beoto continnoa :
Emquanlo la dormas, talvez a soabar
com ella, a ingrata bata a liada plnmagem
e...
A seorora do n. 6? f
Sun, e quem havia de ser '!. .
Sabio ?
Foi se... batea a linda plumagem, j
n&o te disse ?
Decididamente aquella viagem devia de ser
para mim orna serie iotermioavsl de sorpresas
e commogOes.
Seria, eni&o, ama comedia todos aquelles
excessos, ter-me-ia ella eaganado, fingiodo-
ae engaada ? Mas com qoe fim ?
Um mero capricho ?... n&o o aeredtava.
O Jos Panto comegou a caotarolar :
Ella fugo, foi embora, sem deixar me
urna lembraoca a.
A coosa mais seria do qae ta peosas,
dase eu passados algons momentos, e emquao-
to cuidava da vestir-me para sabir, comecei
a contar-lbe as venturas da noite.
De sbito loterrompi a narrag&o...
Di boiqierem ver que perd a minha
carteira, exclamei paasando em revista os bol-
sos do paht.t.
Talvex a teobas perto na mala, disse o
Jos Beoto.
Qaal i impossivel, a mala aiuda o& (o
aberla.
V sempre...
Procuramos ; revolvemos ludo, a mala, os
bolgos,acama a mesa, tudo...
Foste roubado exclamou afinal o Jos
Bento.
Eu n&o respond. Desde que dra por falta
da carteira comprebendera lodo o enredo da
extraordinaria ventura.
Viera me toda a lembranga qae na estag&o
do Recife, oa occasi&o da pagar as passagens
a dscoobecida acbava se perto da mim.
Aventnreira i bradoa indignado o meu
primo. Vamos polica...
N&e, disse eo, affectoaado reslgnag&o,
qoella deliciosa ereatura pagou se demasiada
men-e caro de algumas horas de felicidade
que me coocedeo, mas eo oto quero resgatear
Ihe o pre.o. S&o l&o raros os momentos fe-
lues oesta vida....
Demais a mais a lig&o deve tambem valer
algutna coosa.
A carteira contioha'seiscbntos mil ris, ap-
proximadameote.fruc o de miobaa economas
destinadas publicac&o deste livrinho.
Eiso motivo porque somente hoja elle appa-
rece, rcaitos mazes depois de anaunciado aoi
amigos.
Ernesto .Poufq Sanei.
delicioso
vomeafo-Palacio do Goveroo do Es-
tad i de P-r a Aboco, 1 de Agosto de 1896.
O toveroador do Bstade,-tonda em vista o
resollado do coocarso. a qae se proceden oara
] preeocbmeoto oa 10* Ci'dalra (Pedagoga) da
Escola Normal e do qaal*- trata o officio n. IM
ds bontem datado do Vice-Presideote do Coa-
seibo Superior, qaa fooecloaoa em dito coo-
carso oo carcter de presdante da commiss&o
examioadora, em cooseqaencia do impedimen-
to do Inspector. Geral da Iastrocclo Pabllcs,
resol ve aomear o bacbsral Olyntoo victor lea*
lia da referida cadelrs.Joaquim Corra de
*raujo.
Triduo solemne-Te*4 prladpio aod^
7, pela- 7 oras da nuil-, oa villa de.S. Loa
renco da Milla, na igreja matlt o troo so-
lemne em loavor a Lojreag >, caja fesdri.
dade realisar-8e.ba na seeaoda.feira lO do cor.
rente.
Constara de jacoJatorias ao mesmo santo, la-
dainha, salve e versos.
Todas estas erag5as f'o acompaohadas a
plano p i Exma. Sra. 0. Paatilln Cor,.
O acto seri presid lo pelo cooego Daosde-
dit, digoo viga'io d'aqo<'lla fregaesia.
Concurso de jnizes de direito
Por aciode 1 1o correte do Ex o. Sr. i oase-
Ibeiro uovero'dor do Estado, foi adiado para o
da 10 do mesmomes u coto-so qos >eem
de ser ^uDm -t idos os canr.idatas Inscriptos ao
provime to aos cargos d* jaizes de direitc.
Rendimentoa publico**No mez de
Julho ultimo foram estas as arrecadagOes rea-
usadas nesli Estado :
Alfandega Federal
1898 1.831.809.948
1895 1.571.50*8341
1891 1.389 5668692
1893 1.518.8948521
1892 1.097.7888526
Ettado de Pernambuco
1896 421.2188938
1855 280.1648055
1994 374.2728361
1893 251.7688770
1802 469.9748560
Incendio-Ante-lnntem s 8horas e 35 mi
utos da ooite foi a Compaohia de Bombeiros
avisada de qaa se manifeatava iaceodio oa
ra da Madre Deas no predio o. 1, onde s&o
estabelecidoscom armazem de estiva e bebi-
das alcoolicas os Srs. Antonio Seares ft C, e
para l s dirigiado ella eora todo seo pessoal
e material a ao chegar eocontroa a arder o
referido predio; eaiabeleoHo o servigo de ex-
tinego sendo preciso o arrombamento de ama
das portas da frente para asslm poder conse-
guir a locnlisagSo do incendio do qoal para a
extincg&o foi preciso urna hora de trabalbo,
ficando carbonisada parle da escada qoe d
para om andar qne tem o predio, e diversas
mercadorias.
Compare^eram ao local do sinstre o Dr.
Questor, delegado do l. districto da capital,
subdelegado da freguezis, representantes das
Companbias de Seguros, am bombeiro do Es*
tado de Amazooas, Maaoel Macado de Lima o
qual prestoa seas servigos; comparecen tam-
bem, o Sr. Dr. Corlo, piquetes de polica e
cavallaria, o sargento da 14. batalbSo de in*
(antarta qaa estava de guarda oa Alfandega
aoxilioa com am piquete da mesma guarda.
EspancamenU-Moradores na dos
Coelbos reuoiram-se aote-beotem e efectua-
ran a pru&o do individuo de oome Raymando
Doarte do Nis:lmento, qne acaben de enmprir
seotenca oo Estado do Amazonas e qae aqai
ham-se constituido seductor de mogas e at
de creangas*
Effectoada a prleo, mu os po polares indi-
gnados espaocaram o mesmo individuo qoe,
com acompaohamento de grande raoltidao de
-*ovr, foi cooduzido at o posto policial da Boa*
Vala, oode ficoo preso.
Os fados de que bavia sido protogoBlsta o
tefe-ido indlvldon, bavlau cansado aos nimos
populares era na a e jaatQcada ejtacerbagao,
qu<> 1> u logar so que acabamos de referir.
Olijeeto perdidoNs da 27 do mez
tinao, na eslraoa da Torre para a Magdalena,
foi encontrado om objecto qne se acba deposi-
tado oesta redacc&o e o entregaremos a pes*
soa qoe delie der os s'gnaes.
FalleclmentoFdllaeeo'honte ii, oesta c-
dade, a virtuosa e respeitavel seobora D. Aoaa
Joaquina Codecelra, esposa do Sr. major Jote
Domioeoes Codaceira.
A finada recommeDdava-se pelas qnalidadps
qoe aoalteciam o seo coragao e to'oavam-o'a
estimada de quaotos tinbam a ventura de eo*
obecel-a passoalmaote.
Os seos restos mortaes qne se acham deposi-
tados na matriz de Saoio Antonio, ser&o noje,
pelas 10 horas da manos, depois de resalas as
Hltijiaa oragfie* da egreja, coodoslrfta derra*
deira morada.
D'sqai enviamos oa oossos lentidlsslmos p-
sames ao digno esposo da tinada, oo transe do-
loroso por qae acaba ue passar.
Hel e pl menta&' com este ti lo lo qae
o :ooD*citiu e apreciado cootear e poeta Er-
oes>o Paula Santos ponlicarA em breve am
aovo livro.
Desee livro o cont qaa publicamos n'ou-
tre fcv&o e com o qual o auctor fecha o seo
trabalbo. '^aaTa*
Boubo No dia 30 do mez fiado amaabe-
cea aberto o eatabefecimento de molbados,siio
a ra do Conde da Boa-Vista n. 143 de pro-
priedada do Sr. Domingos Pernandes de ze
vedo que na da- anterior se bavia retirado
pera a Europa.
Os demais ocies do mesmo atabelecimento
logo qua aentiram-se roubadoa procede rara
exame naa mercadorae e veriflearam a falla
das seguinies : 1 barril de maateiga, 24 1/2
de maateiga inglesa, 1 lata de azeite, 2000 ci-
garros, 3 latas de cha, 1 sacea de caf, 2 fras-
cos de conservas 160 ovos e 6 latas de doce
de goiaba todo avaliado em 4008000 approxi-
nudamente.
Felizmente oa larapios, apezar de principia-
ren), nao quizeram terminar o arrombamento
de ama frgil gaveta qae cooliaba 8008000 em
diobeiro.
- Est provado qne os cojos, isto om deltas
perooitou dentro -do armazem e mata larde
abra a porta aoa companbeiros.
a aotoridade lecal sendo chamada|pelo ge-
rente da casa para examinar a mesma afim de
proceder as deliganciaa necassarias, nao com-
parecen la mostrande asslm abandonar o fa-
rdo, _jlM lgm
DespedidaPara a Capital Feden.l se-
gura nootem a bordo do vapor Planeta* o Sr.
Dr. Jo&o Joaquim de Freitas Heoriques, dig-
no juiz de direito desta capital.
Penborado pela geotilesa do seu cariSo de
despedidas qae envlounos desojamos a> Dr.
Freitas Heoriques fe ia viagem.
BarbarldadeVeio ao nosso escripbrio
o Sr. Maooel Francisco de Olivelra e commu*
nicoo'aos qae bontem 1 hora da larde o
seo HlhoSr. Gonaermino de Oliveira Arrud ,
ebef^da estag&o da roa da Aurora, entrando oo
Marcado Poolico de S. Jos, afim de coaprar
carne, foi aggredido por dous carniceros que
primeiraraeale asultaram, e depois langaram-
sa sobre elle armados de facas, com as quaes
feriram*oo em diversos pontos.
O infeliz que n&o trazia arma algutna foi
brbaramente espadeado e ferido n&o s pelos
dous pnmeiros aggressores, como por inultos
o otros.
Apresentava o Sr Guibermioo Arruda am
grande feutnento oa cabega e outros distri-
buidos pelos bragos e corpo, todos prodasidos
por facas da lalbar carne.
Ooffeadido, cojo estado grave, foi coodu*
zido para urna puarmtcia na Boa Vista, onde
raeeoeu os primros curativos.
Consta-nos que o motivo da na*rada ag*
gress&o foi ama altercag&o quo houve ni trem
de Olinda entre um caruice.ro e oulra pessoa
en pregada na Estrada.
Entenderam, pois, ee taes valentOes que o
ebefe da estagao era o respoosavel.
Alguns soldados de polica qua assistiram o
principio da occarreocia, fagiram recejnos dos
facaohudos.
Contiiilcg oo zelo de actividada do illostre
Or. Queso- policial, esperamos providencias.
Falleeiineniofa-sju-e ho'it-'ii par
a eie-ui.i it-, victima de varilas, o alteres do
2. nataih&o de infantera ealadoal io&o Hialino
aa S Iva.
E se distmeto official deixoa grandes sympa-
ib as aatre seus co opann-iro d'armas, pelo
sea illlbado carcter, ja osla manera affavel e
cavaioeirosa com qoe a iodos tralava.
Nossos pe ames a sua Exma. familia a com-
paonelros.
i 'ma perda sentida0 priocipo d?
UiimoCli acaba de peroer aa pessoa de Tv*os,
om dos seos mala fiis amigos. Nao ba qoem
d-"-cctiDe.;a a pboiographia, taotaa vetes *e-
produxidas pelos joroaes illus'radss, ioe re-
presro a o ex-cbanceller no seu parque de
Fnedericbsrobe, coberto com grande chapeo
molfe, apoiado em urna bengala e cercado de
doas enormes cies. Tyros era om d'elles.
Tyrcf tinha se tornado celebre ; cbamavam-
Ihe o cSo do Imperio*; am jornal su foi-
coademoado por se lar divertido a auas ex-
pensas ; om da que foglra, toda a popolag&o
b-rl.r-ezi poz-se no seo encalco, e qoando en-
ouotraram o vagabundo, iroax^ram-ao em
t-lampbo ao seu amo, oraado de um collar de
ooora, compraao por sobscMog&o pabilos. O
principe de Blsmarck era ma ros ; qoix tratal-o na sai ultima molestia e au-
aoucioo por telegramma o seu passameato ao
Im-'a'aiur.
O roturo da Europa-O Bar&o d'Bs-
tou aelies de Cuost-ml. memoro da actual C-
mara dos D puta ios da Frase*, ponllcoa re-
ceu emeoie na Bet-ista dos Dous Mundos um
artigo ututoladoLe perl prochain.
0 perigo em qaestao, aiz o Bar&o c'Esicu -
nenes, causado pelo faci de estar a Ku-< pa
sendo vencida, n&o s pelo cansago da prodas-
c&o excessl.a, como peta concurrencia. Ella
sacrifi:ou a sua ag'icoHora ao sen cooime-co
in iDr-trial; e as suas Invengfies, como o vapor
e a estrada de ferro, destinada a beoecial-a,
foram beneficiar os outros, ao passo qae ella se
sobreearregava de eoormes respaosaoilidades,
aogmentaodo aa suas despesas militares, a pro-
paava o culto da riqueza.
Os ouircs qae se apraveitaram da- inven
(Oes europeas, s&o, primeirameate, os Estados
Unidos,egoiodo a Amansa Ceotral e a M-i-
aiooal, a Aostralia, a India, a Cuma e > Jupio.
Estes p>iie8 esto fecbando os seos mercados
& Europa e compatindo forte neuie com ella.
Ella agora poaaae apenas a recarsos sapre
mos da frica, dorante tanto lempo esqueci-
dos, e de qae se lauta teaj am alttma ex re-
Uildade.
O Bar&o d'Esloarnsllas paasa, em seguida,
em revita o estaoo da agricuu-a, e diz qne
brevemente ebegar a tempe, a elle j.' chegea
para algons productos, em qoe o consumido-
europea achara mais vaotajoso forodeer-se da
America e da Australia do qaa de P'odoctos
de seo proprio paiz. Dentro em breve se
mandar carv&o do extremo Oriente al para a
propria Inglaterra. Todos os pases oovos, de
faci, e tambem os do Oriente, est&o desenvol-
veos o os saos recarsos agrcolas a mine-
raea em detrimento da Europa.
A industria, diz igualmente o aator de arti-
go, est tmbem seriamente ameagada no ve-
lho mondo, e (icaria ioeviuvelmeme paralitica
com ama guerra qoe ser benfica para os
competidores loogiqaes.
O da Inmediato a urna goerra europea,
diz o Bir&o Q'Estou-neilea da Constaot, sera
telor do qae a propria guerra, e isio raz&o
taoio maior para qae aquejes que :om orna
palavra podessern causar am conflicto europea,
sejam amigos da paz .
> ucleo ArtsticoNa prxima qaarta
feira reunem-se em sess&o lordinaria os mem*
bros desta benemrita eociedade.
Hospital Portusuez-E' mordoma de
8emaoa de 2 9 do correte o Sr. Candido de
Carvalho Navas.
Elixir aecha E' nm prodocto da Bossa
flora, qoe re.en temen'.e foi id tro 1 oxido oeste
marcado pelos Sis. Moraes d'Olivelra & C,
comageocia a Travessi do Corpo Saoto B. Si.
Sua forca therapeoilca age sobre o rheoma
tlsmo, a djspepsia e aa baochites, caja cara
opara radicalmente, uto conteado em sua com-
poaig&o iodarete, marcarlo, saljcila.os, mor-
ptaias. oem opio, como o afirma o sea descu-
bridor e se verificar da respectiva formis
exhibida Bepartic&o de Hygieoe por occasiao
da apjravago do preparado, para soa expo-
siglo & venda publica.
0 elixir Rocha tem sua base oo vegetal sol
rio grandense. all coobectdo celo nome. ue
AguaUna. Preparado em vlobo eficolbido e
oa poaco dulcificado., da go&to agradarte!
qoa oa ibom estomago recusara.
De soa torga curativa, no tocante & djspe-
psia- e I broocbite, oto temos docuieolo com
que possamos ga-antiia. Qnanto, no-m, ao
rbeamatismo, podemos affirmar a efficicia do
Elixir Rocha, por termos lestemanbo do nosso
collera Dr, Witrovio Pioto Baodelra, a do ef-
feto neile prodosido sermos ama testemua'ia
diaria dos pbeoomeoos qua do sao crganlsmo
proaozia o rbeamatismo.
O oossa collega desde comego do anoo de*
corraota, foi pela prlmeira ves atacado de rben-
maitsmo, maaifastaso principalmente oa fo-ma
articular; e creacen.'o a ao i lotsosidade. cha*
ou aflnal a tornar-lhe dlfficil a locomogio per
ter-se localisado o mal em partes do corpo,
onda o movimeoto desparta as dores insappgr-
tavelmente. 111
Neisa coojaociara fes spplicag&o fio Elixir
Rocha, e, ao segundo frasco da so da mesmo,
tiobao-Be-lbe deiappereeUo aa doras articula-
res e acbava-ae sam eabarago na locooioc&o.
Dando noticia do referido preparado em nos-
so aereado, nio pereceo-aos fora da proposito
addtconar-lae am (acto afirmativo de sai
efficacm, pela experiencia do cffelto naqrseo
00*80 ccliega.
Vaccna Effetooo-ae hODtem em Api.
pocos oa rasMVaacia do S-. Jos A. Pereira da
-Uva orna sessao vaccluogeoica sob a direcc&o
do Dr. Freitas Gdimar&es, leodo sido viceaa.
das 15 pass-a'.
Vacclna9o Monicipal Dorante a
semana compareceram no ediucio da Inleodeo*
ca Municipal 48 pessoas de ambos os sexos e
de differeates idad:s. qae foram ioocnladss
com lY.-apha.ao-ma1, sendo esta foroecia pelo
I jstiat > Vaccioogenico Bitadoal.
0 se-vigo de va -ciaac&i passa ser diana.
mate feilo das 10 ora- s 12 do da.
Real sou.se boje orna sistSo de vacelaa.
g&o monicipal e compa-ecaram 20 passoasda
ambos o sezos.ede ditferentes idades qae fo.
ram Inri' cal.dos com iy non i animal.
instituto vaecinogeolco Esta*
doal-Soba direeg du Dr. Octavio ue Frei-
t.s, dorante o mez de Julhe foram vaccna.
.'as na sede deste lastituto 158 pesaos todas
com ooid resultado e dlstrlooldos SU tobos
com lymjai vacciniea pela* segrales pes-
soa :
Inspectora de Hyeae 80
Medrcos divereoa 54 {
Pessoas divaceas 59
lostrtoto Vaccioiso Maoicipal 31.
Inizo da rarovedorla0 Dr. M. Cal.
as ...1 rrt;o Netiu, jais subatuato da provedo.
na d audiencia oas qoartai.feiraa ao malo
da e descacha das 10 s 3 horas oa soa resi.
den -ia roa da Au-ora n. 65
Uniao T7 prosfraphiea Hije em aoa
>e -mura rm *ssemoiordiaaria esta as.
sociagin.
Faculdade de Direito lmanb& as
12 n-.ra- em am dos aloes a* Facuidads reo*
n r.se.bao os estu Jantes da 4* serie jurdica a
3* social para tratir da solematdade da celia.
gao do grao no Am do corent anoo.
aeiedade Itterarla Beereativa
Canbotense ao da 19 do carate las-
lai.ou."- u^,ia villa a sociedade cima, e em
possoo.se -i urr-cioria eleita.
Esta compoz.se doa cidalos segualas :
PresidentePrufeaaor Dsaetriu Tavareado
SsDlr.to-Sanio.
Vi. e.oresid-rjteSaturnino A:clo %.
1 Sect:tarlo=DiaaDerico.Ci8Po.
2- eec-e arluOctavio Cava'cinte.
Tr esou-eiroGe. 10 de Aqaino Reg.
P o:n-.do<- Jos Ulys es ae Alcntara.
OradorD-. Jos da Fontca Nanas de 01!-
vtlra.
A ',Bict dd oradorProfessor ll.do'phD d
Sant'Anna.
Commisso fiscalJallo Aecio'j, Francisca
de Mattus a Jo&o Antonio de Fre tas.
Foi om acto bem era .or-ia e fall-am 03
cidadj- Dr. Jos da Foaseca Nonas e Oli.
veirs, professor Rjdolpho, Jdo Accloly e Joa.
qolm de A*aup>.
E' para tei bom resoltido e)'a iostiiuIcSo.
porqoe a idea surgi de muras de quem mu o
se t-m de esperar.
Desejamoa qu progrida.
Vaecinaco o O Amaro Wanderley.
comrni*sario de hyieai di t- dia neto san!,
tirio, far ai sessS 1 va cinogeo-a segunda,
feira 3 do correa.'', de 8 as 10 horas da ma.
nnt em sua resideocia sita a roa Direita de
A fuga ios n. 45.
Oeixoa de realisar--e a sesno vac:inoga.
nica na harmacia 3om-Jesas sob a direegao
do Dr. Aloe to de Mao!oac*, coaimi88ario da
hy comparecido pes-<.a aigama pa a ser vacci,
nada.
O rae*rao doctor convoca novameote oair
sesso no mesmo logar para amana! 3 do cor*
rente de mei 1 da s 2 n .iras da larde
O Dr. Frenan ia .:.:rai-, eomsisaario de
hygieoe do i. dlsticto saoita-^io, far ama sea.
s&o vacnoogenica amaon 3 do 'correte de 7
s 9 bo'as da manh ou sua residencia sita no
Snl-oncimedto o. i.
=> 0 Dr. Av.il., commissario de bygieoe do
1- dls rfeto saaitaM >, vi:: aa-j todos os das
de i s 3 horas da tarde em sea consultorio o
roa Larga do Rosario 0. 31, 1- anlsr, entrada
pelo 0. 36.
Tribuna IliterariaSis publicada o
o. 1, aoon 1.* ..'es a revista de artes e lellraa
coja appanglo haviamot noticiado.
Redigida pe oa D's. Carlos Porto, Miraos Pi'
uheiro, Netra amoelio, Olintbo Vicrar, Per-
gent ni*Saivn e Regieira Costa, a nava revls*
ta aprrsnta-se de m .neira a merecer o favor
publico.
Bm ua* colnmaas, dil-o seo bem' redigMs
artigo p og-amma, ecieacia a a ItHeraiara
pat.-ia leru fr<>n :o acolOimento-e generoso la*
ga* pa-a 3xpaudir*8e. *
O prsenle numero tras collaborscan do Dr.
Pinto Jnior. J. B. Regoeira Costa, Carlos Por*
to Carreiro, Olympio Galvao, Netlo Campello
Mones Pinheiro.
Saadaudo com toda a effas&o a nova revista
qae ae dedica a prestar valioso concurso ao
progreaso de nossas lettras, bo podemos dse*
jar-lha vida longa e fecunda.
Era Nova-Puolicoo*se boiten o n. 29,
anuo VI, d'e-se b-ra redlgido peridico, org&o
dasideas catoohcaa.
ij-atoj pela visita.
Acco reseiaorlaRecebemos e regla*
trames agradecidos, om folneto eo viada do Ba-
lado do Amazooa, cooteodo a deeaa feita pa*
lo advogado Jos Tavares da Canoa Mello na
causa em que eria autores o Dr. Jo&o Cirios
Autony e soa mnlber e rO'Looraoga da Ro*
cha Pompso e soa consorte e '01 berdeiros do
capi&o ae mar e gaerra Nano Alvares Pereira
de Melra Cardoso.
As lettrasD'aisa revista mostrada qae
se pabnca no Estado do Car, org&o do Coa*
gre8so Bstadaatal, foi- aos enviado o 0. 2. aa*
ao t
O presente namero dedicado a memoria
de Dr. Jos Carlos da Costa Ribeiro Jnior,
fallecido a 29 de Maioulumo, eque era o'aquel-
le Estado, presidente da Padaria Espiritual,
sociedade qoe se dedica a propagagao das le*
ira.
Na l* pagina vem o re.-ato do mesmo Dr.
acompaobaodo'o moitos artigoa ao texto do
jornal sobre o mesmo a'sompto.
Valsa da Pro vedo ra-*0 joii do 5.*
disiricio muaiuipal r. Mauoel.Cildas Barret*
10 Netto, a tualmeole em exercicioda jarisdie*
c&o parcial da Provedoria, continua a dar as
audiencias deste juizo ai mesma sala, dia e
hora do cosame.
Agencia de sellos e estamailhas
A agencia da roa da Imperatriz n. 78, mu*
doa-se para o n. 61 na mesma roa con I roo te
Padaria Japooeza.
Hospital Santa guedaFoi o se-
grate o movimento deste hospital de vrio*
I08O8 no dia 29 da Joibo :
Existiam ...... 803
Entraram...... 0
Sabiram ...... 23
Fallecaram ...... 3
Existem ...... 566
Casamento civilu eacrivao dos casa*}
meatos qae faacciona nos distrietea do Recife-
Santo Antonio, S. Jos e Afogados, afflxou na
repartig&o do registro dos casamentos ra
ce Imperador a. 75, ls andar, editaes de procla-
mas de casamentos dos sagninles coutrahen-
lea :
1* Publicando
Jo&o Cardoso de Figueiredo Reis com Fraa*
celina. Octavia de Figueiredo Res, solteiros,
oaturaae desie Estado e residentas ta fregae*
tia.de S. Antonio.
frJNjMaMio
O respectivo escriv&o do registro de casa*
mentos da toa-Vista, Graga, Pogo e Vanea
afflxou na repartig&o do registro ra da Im-
perador a. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguir.tes contrabentes :
1- tublicafo
Jo&o Ferreira Gaimar&es com Auna Amelia
Tavares da Rocha, solteiros e residentes na
freguezia da Boa Vista,
com anhia de Bombeiros-O ser
vico desta companhia para hoja e o sgalo,
te:
EMado.maior o i- sargento almoxarife Inte-
rino Antonio de Soasa Baudelra.
Dia a compaohia o cabo chefe da turma, ia.
termo Maooel Machado dos Santos.
Guarda do qaaricl a peaca Antonio Marttns
da Silva. ^^
Guarda para o tbeatre Santa Isabal o cabo
chefe de bomba Toom Alvas Ferreira.
oiforme a. 3.

-





.m



Diario de Permimbnco Domingo % de Agrosto e l$OG

r
3
i
Llcraca Sm vlriuda de lar ootldo 4
Llceacst .lmanlo demioi
-a u.iamento de mi _
X imcesdioYaai. Joao ljalo L..
ao paTr.m exercer Internameos
,'i>;,;!owu'co.l|..n o Sr. altare, ilw.
xanfe Maooel Joaqelm de lbaqoerqee.
Altana aloioxarife o i" asiento coefe a
aervko Autoole de Soo*a B.ndei-a.
n i. iargenlocftef- de ser vico o 1 dito
fe de tero ltaoot.1 Mvt.o. de Mirso De 2- gaselo chele de torro o cano
da bomba Ma-'oel Macn-io dos San toa.
Velegr" retlalos-Acbsm
Udo* na ealacao do Telegrapbo Nacional os se
catate telegraromas :
Do Rio, para Lc.rne.
De Aa.ft, pare M rae.
Da Ub't>&, Pf BlMrt.
Da PawtifDa. pra Hercelaoo (Alfndeea.
De Si*oeiro* para engenbetro cotfe do .
ditrlcO.
Do Pilar pra Ceoiro.
Um aviso para Acbjlles Aracaju.
cb.
cbele
e re-
Llnhas fooccionando regularmente para
te Sol e Centro,
conaisrtode melliopamento
Nor-
ato
Porto "do JReoiTo-- Becife. 31 da Julbo
de 1896.
BOLETIM METKOROLOG1CO
Moras. Term. centi. Barmetro Tetado do Bumi-
md >0J vapv dad,
86
85
Si
86
82
6 m.
,9
12
3 t.

21,'6
23-.1
55/8
26,'3
25,'4
760,-50
761,-75
761,-25
760,-50
760,-25
16,75
18,30
20,47
20,64
20,15
Thermometroe deiabrigafos o meio da :
Ennegracid 55,'2. .*'*
Temperatura mxima ?'T"
Temperatura mnima St,00._____--------
Evaporices e 24 horas ao sol 3-,5 4 som-
bra t-5.
oTs'uludo' total da cbot. cabida nestic,"-
dade dorante o mea da Jalbo que boje Anda
ot o .pgulnie :-200 milimetros.
Direcco do vet-to '.
BSE-me.oou0 t 0 1.28 da roa;
nba SSE al 0 h 52 ro.; S at 1 h. 20 ra.,
SSW at 6 h. 37 m ; SW .t 10 n j.
v<.-R->t0 h li ra. da ta de SSE atezo.
E55 3 h.09m.; SSB a I .. 35 ro.
ESE at 5 b. 09 id.; SSE e SE alieroados at
10 h. 30 m SW alternados at mia_n.oile.
Velocidade media oe tanto 2,-oa por *e-
gunrto. -.
Jiebulosidade media 0,63.
BOLETIM DO PORTO
Pra mar ou Da* Horas AlUra
v^!":TdoJalbo3h.lOm. da m. 1-0
BU 3 h. 20 m. t. 0 -80
Casa ele IJetencao MorimeDio dos
presos da Casa de Ueteocao do Recite. Estado
de Pernambaco, 31 da Jalbo d 1896.
Existlam 398, entraran t. sabiraru 8, exie-
l*A saoer: naclenaes 354, mulheres 8, est-ran
eiros 3. mulneres 0, towi 395.
TStiSL*. ioaco. I, loaca. O.
Hovimento da enfermarlaNao hooe.
Pasiageiros-Cbettidos do oorte no ta
por naci. S- Balt.ior. : -,_,,..,. o.
MansoDr Mello Resende, D. Candida R
sonde, D. Rosa Resenl-. D. >?*!**
d" *. Resende. Julio Reside P.ol Pemberi.
Joo Leao. Baria Rita, Feroaodo Fay. Alexao
dre S-ta*. Joo toen Santiago. **
Calo. Frane co Casaca, Lio-lodo Cuob e Mar-
celino otonio.
MaraobV)-Martlm I. Gsvm.
Cea-4-J K.el. Joaqaim Pei|6 de BelkD.
Anna P.molona. D. B.oorat Nota O. Maru
ot., Joa, Pooatioo d 4seteio. Emilia R. dos
Aojo, Virginia Rodrigues a Manoei do* Santo,.
C. Rocha.
Natil-rbtoo jos Res Mello.
Parantba-Antonio Pedro das Barretio, D
Rodolpoo G^ivao, lorKe Cartalbs e I criada. D-
Cemtterlo publico -Obttoario do dia
MJos Rodrigoes Gome. Vila Cbao. Poriot-al.
46 aooos, tloto, Santo Antonio.
IMMMEftniO
Bolya Gommercial de Pernam
buco
COTAC5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, l de Agosto de l8g6
Nao booto cotacio.
presidente,
Antonio ueooardo Rodrgaos.
O secretarlo,
Joao Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Os baocos abrlram com a taxa do 9 5|I6,
obre Londres a 90 d|t, realiiando-so lrao.ac-
coesinsieniflcante.
De ttroe o mercado manifeUouw ***'
me, lecbaDdo ton as laxas de 9 1|> a 9 5|is.
Era P'pel parttcol" nao bonte oeuocio offe-
rectam-se letras a 9 3,8, com entrega etn 3e-
tembro prximo iotoro, sem qae aparacesse
tomadores.
cotace de {eneres
Poro o aircultor
Assucar
* a
i a
54QO0 a
440W a
34000 a
341)00 a
4 a
14800 a
4
74000
64000
44100
34200
S4100
4
14900
Cslnss. por 15 kilos.
CYyatalisado. >dem dem .
Bronco, por 15 kilos .
gmenos, por 15 kilos. .
Mascavado. por 15 kilos -
Broto, melado
Melado. y
Rotames __
AlcedSe
NSo constoo negocio.
Aleoel
Por pipa de 480 litros 1804 nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 415* nomimal.
Couros
Soceos salgados na bas* do 12 kilos 14020...
rls ooTinal e refago 680 o kilo.
Tardes COO ris, nomioal.
Carnauba
Cou-re de 264 a 364000 por 15 kilos.
feT
Por tOCIOOO nominal
GipertaeSe
Rscife, 1 do Agosto de 1896
Para o exterior
No por ingles 3cbolar, para Lltor-
^' *rMV?ifa,:i.O0O saceos com 72,000 kilos
de assticar ma'cataio.
Ha apor fraoce* Sania P.. para o Ha-
I, carranaym :
N> Jaoio', i oianno tolbo.
H Emili-. 5,000 cdcoa. frac a.
RMamicn Brothers. 531 cauros terdoa p san*
do i 1151 k loa o 1.265 ditos silgadoa aeaaodo
6.180 ni es.
Para o lotertor
No t;pr nadooai S. Saltador, pa-a
Mana Felicia da Silta Santa, Fernamonco.
88 ootts, tiovn, B a Vifta.
Maria Jalla, Pe nambaco, 4 anaos, B >a Vi.^ta.
Idalioa Mana da Conceiuao, Pernambaco, 40
aooos. toiteira, S Jos
Saturnio Mara da Silta, Pdroambaco, 40
auno', nova. Boa Vista.
Ao Francisco Rosas, Pern mDoco, 9
anno, S. Jo.
Luisa M.gdaleoa dos Ssaior, Penambaoo, 20
anaos. Bo-Vista.
Alice, Peroamboco, 15 meses, S. Jos.
Josepna Mana'da Cror, Pernambaco, 10 me-
es. Qr.ca. _
Rosa o-ari do E Sanio, Pernambaco, 7
m, Grca.
Mino-1 M >n;r dos Sa tos, Peroambuco, mi-
nuto-, Ba-Visia.
Alcid-a Pedir da Silta, Peroambuco, 14
aeci S. lo..
Um 'oto do sexo femloino. Pcroambuc?,
G- c-.
Godofrodo, Pernsmboeo, 3 snoe<. {.
Joio Pelipp* de Sonta, Pemamboco, 32 aa-
oo*. aoltelro. Boa Vista.
Mara Apoilioana da Lut Pe-nambaco, 22
aooos, solter, B jjV s a.
Mara Toereaa no, casado, boa-Vial i
Zacb.nas Bste4o. Rio Grande do N^trie, 23
aooos, soltero, B >a-Vi-u.
Jjaquim EocliGo< Macbads, Pernambaco, 32
annoj. Grifia.
Jos os Sanios, Pernambaco, 41 anaos,
Tiu-o, G'aca.
Frai c eco Ribel'O de Jo-o% Pernsmbnco, 22
aooos, Rolteiro. Boa Vista.
Luis Bnlto dos Sanies, Peroambneo, 60 ao
0" casal Boa-Vista.
Joao Rodrigoej^Paroamboco, 44 aooos, ca
s<<, Boa Visl.
Marcolmo M-oel, Pernambaco, 42 anuo*
cbim O! Ir, di na M.na do Naacimeoto, Pernambaco.
8 nno Graca.
Un feto di Eexj masco Uno, Peroambacj,
Greca.
!

Sr. Deputade Jaoqnim
GuimarSes
III
Deixaodo de sor um nacleo
de bo '8 operarios e orna offlrtna
agrcola, que concoma para o me-
inoraraenlo dos cost-m-s e para
O AUGMENTO DA RECEITA PBLI
CA, toroou-se enorme peso para o
orcamento do Estado.
Deputade Joaqun Guimares.
Ji explique! a V. Exc que a Escols Iodus
trial Fre Caneca como a ex-Colonta, um
docleo de bons operarlos e urna oficina agr-
cola. Nao insisurel mais sobre essa quegiao.
Accrescemare que ella aioda conco re para
o u.eihoraaieoio dos cosiamfs porque, da m-s-
m naaoer que a sua aoleceasera (a to la
men'aii "'.olonia), educa creaocas que aabeiu da
mais iafelis o imada social, recebeoJo-as com
todos os ticios a qae cooduz a miseria e i
tr^gand. -a* dep.i* educadas para serem bons
c dadau- e instruidas para exercerem prods .
gOos oobres. P'esta assim relevantissimoa
seriv-oe 4 sociedade e, especialmente, ooasa
peina.
A ultima parta da proposic&o de V. Exc.
precisa de anatyse mais demorada p rque urge
aer contestada, se eu bem entend o sentido
da obrase.
Si V. Eir. qoit diier qae a ex-Coloma
Con corr PARA O AUGMENTO DA FORTUNA
publica, pifio lacio de preparar arexios qu>-,
dopuis de sahirem do establee melo, eom seo coQhecimeoiO' o seu trabaibo entrar
como factor no complicado mecanismo d* pro-
du \k "8 riqueza do Estado, en concordo lo
teirameote e devo concluir que o mesmo se d
com a Escola Industrial Fre Caneoa.
Mas, si V. Exc. refere-se a producc&o di
roca da rendas para os cofres pblicos, eu
peco licenua para o contestar e jasn&co a mi
aba conlestafio.
V. Ex., admirador da ex-Calonia e palitico
interessado n negocios do Estado, dte co
oneceros relatnos dos retreodos capochi-
nbos e, por la*-, teri facilidade eio tenflear
as seguioles cltacOet lextuaes.
assucar braaco e 1,495 ditos com 89,700 anos
de asrocir maacatado.
Para Victoria, carreearam :
Ma eoebra, 10 ditaa com 100 ditos de termoatc,
10 barru com 4M ditos de tlnag ee 15 diUs
co.d 640 diios de vtobo.
No apor aliemao Olioda, para Santos,
car e* oo :
E. Sant < assucar masoatado.
Para o Rio de Jaaeirc, r-regoo :
M. S. M>ii,5 pwas coai 2 425 litros dealcool
e 5 ditas com 2,425 ditos de gaardeaie.
Para Saoios, carrega'am :
M. Franco & Irmao. 1 eaixa coz 20 kilos de
peonas.
- No taoor nacional Camocim, para o
Coars, care J. T. C*rreiro. 2 tacho com 53 Kilos do cobr^.
J aquim de Oiiveira Mala, 1 can, com calca-
dos.
Para o Par, carregaram :
F. Roangoes & C, 1 fardo com espanadore
de p ^a.
No apor io. let aBoorboo, "para o Pa-a,
carregaram :
A. Fe'uaodes & C 125 pipas com 60 643
Utos de agaardeote.
P. oeOlitelra Mala, 30 pipas coa 13,950 litros
de alctol.
Para o Jeara. carregoo :
Ros-bacb Broibera 500 meiot de sola.
No vapor oa;iooal Peruamoac, para o
Coari, carregaram :
P. Carneiro C, 5 barra com 450 litros de
akool,
Para o Par, carreearam :
A. dos Rea A C. 5 a xas con clcalos,
Pa-a Maos, carregsram :
A. l-mkos a C. 6o birria com 5,480 ttma de
aguardeote e 55 barricas com 3 95$ kiloi oe
assucar braoco.
A & ardoxo. SO barricas com 5,902 kilos de
sgocar braoco.
=. Na oarcafia Crrelo Parablbaooa, para
Parabioa, carresoo :
Companbia de Tectdos Paolists, 600 pefias
de algoaao liso.
Na barcaca Mara dos Anjoa, para Ma*
raoKua e, carreguo :
M. O. -e ti. P.u.o, 10 saceos com 250 kilos de
aigodio.
Na baresfis D. Siobl, para Natal, carre-
garam :
A. Cros &C..I calxa com calcados.
A. Icnacie Pernandea, 1 calxa com 10,000
ebarntos o 8 barricas com 500 ditos de lamo.
Ns bsresfia Aaroa, para S. Miguel, car-
reearam : ,
Madolra & C, 19 birria com 456 litros de
riono.
Ni barcas Jalla Mendos, para Alagoas,
carregaram :
Fonsoca Irmaoa & C, 598 caixas com 13,750
kilos de sabio.
Kendinteutns publico
ALPANDEGA
Mos da Agosto de 1896
Reoda geral :
No relator!- do retaren to Fr. Fldeli-, em V. Exc, taltes me responda que nooca to
Janir de 1882, pagioa 5, uliimas linbas : ansioar-ae cooa alguma aos agrlrultorss, aos
Ser4 nma felichade si a Colonia com seus; qu**s b -ata apenas saber ler e escreter o an.
reodimeoios poder fazr tace a uaa despejas dar a cavado no campo, cora desbado cbapo
porqoaoto maia do que iss, nao se pode s- de p-Iha. atrai d m irabalhadores. Isso e o
perar. EstabrlecimenteB d'e-ta natureaa nun-|qoe V. Exc. iero titio o oque taltea loe pa*!
ca podem ser fantes de reoda para os cof es racera melbor.
pblicos. Muito grande o >ocro do Gotorno
podendo formar cidadaos labor! .sos e moral!
lados.
No relatorio do mesmo capuchlnbo, em Ja-
neiro de 1883, pnmeiras palearas da pigioa 1:
Aiteodendu as atolladas soltenvOes consig-
nadas no orcamento provincial e geral a fat r uoine
d'esta ioainoifift-i.....
N'iaaa mesmo relatorio dj 1883, p roa 7 :
at 31 ^e Dezembrod anne carente receb :
Do Gorerno Geral 135:80090 0, do goter o
Provincial, 242 700JOOJ cordia, 176:1591370 de particulares 22:0008000
loial 576:n59370.,.'(1875 18i2 8 annos).
No reaiorio -lo mesmo, em 3> de Janeiro de
1883. quadrol2:
Procedencia dasquantias entraJas, anno de
1888):
DoThesooro Provincial
Do Tnesnro Geral
Mas eu vou protar que aqnil'o que V. Exc.
conhece com o nomo de agricultor, o indi -
tiduo qae sd sabe cultivar a torr. pelo ys-
lema da totina e pelos procesaos mais ir acio-
naea,. ap aodi'os com o exemplo de seus'
pais oo de aeos vstanos, nao merece esse
Daa offi iiia* e Usina
Saldo de 1887
81:8478951
20:4"0000
28:5388305
4:9358515
1357218771
Prel assano, 21
Receb
No reatorlo do reverendo
de eiembro de 1891, a pagina 26 :
dos Goternoa :
Federal 227.40'1S'K,0
Estadual 237:501832
Lucres da Usina, ele. 423:103s26>
Total 83*007*558
B A pagina 29 no Sd. De u.io quanlo
flca d raen po i como que Iimi rtegpeoden
o govorno, a quantia de 1.876:8014138...
Creio que oao p-eci*u acoreeoeutaf ui i*
na-ia para desfassr o engao em que la-
bora V. Exc. acreditando que o rev-irmiea
capuchionos maodavam para o Tbee-ou-o as
sooras das reodua da ex-Cilonia, ou mesmo'
que a proeperldade della chegar ao poolo d^
dispensar auxilios pecuniarios do Estado.
Os rturaertis cima, transcriptos dos pro-
pnos relat rio* dos capocbmbos, eitiquent-'.oe te QJe a ex-Colonia nooc dei-
xou de ser um peso para o ornamento do Es-
tado.
O verdadeiro agricultor aquella qa* ssbe
cultivar racionalmente a sua propriedade ; qn-
possuo os conhecim-otos necessarios para co-
der urar as m.iores vantagene dos roca sos
qae lem a sua disoosteao.
A agrie- liara, leadu nasedo da experiencia
p da nDf rvagSo dos factoa o dos plienomenos,
| lia a no comeco o carcter de arte experimen-
tal e por isso seo< progresso* pararam im um
c.-rlo pou'o, al que t-marao coto impulso ;
quando ella recebwu o auxilio das sctencias,
que Irouxe am*liie novas lutes e notos easl-
nami mos, fazendo*a sabir da va emprica.
Ora as sciennaa qu-t mais e acham em '"
lsca> co o a agn altura tao as denominadas
icieociaa hysicas a naiura-a, Isto A : a Pby-
sica, e i.ruanca, a Mineraloga, a Zoologa e a
Botnica.
Vejamos aeora qu-x-s podem ser as relaco-s
deesas ciencias com a agricultura. A Wny
sica indica a acedo da lu, do calor, d> elec
trenla I, dos veotos dos cliutas, etc., Sobre
o solo a as p antas : a himica ensiua a ro n-
pitsicao do solo, dos estromet, das p aotas.
o c ; a Mineraloga mostra o meios de des-
cobrir os iioeraes e as roch.s -prov.itateis
no fab'ico de estrnmes; a B -tnica faz con be-
cer a coostitoico e vida das plantas: 8
!Zoologa eosin^ a o-gs
aoimaes-
Ora, justamenie com o sjtt>, os estroroea.
as plautas, e* an'maea a atmospnara, qui o
agricultor trabalha constantemente no exer*
cic.io d* soa pmttssao.
J v, pois, V. Kxc. qoe nada ha mais til
e oecessano ao agiicoitor do que o conheci-
menio de-saa scleueias, que sao base do
oosso programla.
IV Quamo aos conbecimentos preparatorios
faua primaria, linauas m.thematica elemn-
Ha na Escola orna iostraegao larjt y. Exc. concorda, sem uvida, qu" sfto
pedanies'-a e simulad, com uiu muispensaveis p.ra o estado das scieucias.
programma especia'Ul"o I Diaer que o estado de agricultura e aoote-
Depuudo Joaqun Guimardes. !c ,nia e necrssari, dixer que essas discj-
I plinas sao a alm. do cura-, que agrcola
Paramaior clare a da resp sti que vou pro- i(,llt^,.d*_,0l,94^
doxir C 'dir este pbnt > da accusac&o de V.
Exc iranscrevo os arts. 5* e 6* do Regula-
menin orgam o da escola, por conteren o
proirramma de eosino :
Art. 5=0 -isn i ibeorico sea el m-nia .
versando Sobre as segumies materias : .
o) Instru v'o primar a completa ; conhci-
me to de liniiuaa estrangeiras, getigrpnia e
biston, espnlalmentj de Peroambuc ; ma-
tbemaiica elera'i ar
6) Physica a cbim ca : noc** geraes ap-
pli aces agricu tora.
c) S'i--n iaa Mtsjfao* (toolo^ia, botanics, mi-
neraloii-J.ein suas applicac.6es is ia-iu.->tns
aricoias.
i) Ag-icoliura geral especial do E=tado ;
sylvicoliur, economi' rural.
e) ZoOteChnia ier I e especial ; ttgiene e
medicina veterinaria.
f) fJoces de agrimensura, nivellameato,
mecbanic e cnstruccoes ruraes
art- 60 exsmo praiico ter O maior
desenvolvimento que for compati/'l com os
recursos da Pacota a compre ender a execu*
cao de trahalhng no campo, na u'na, nos ga-
binetes e laboral .'ios, oa* otficina, -u> quaes
quer inaull'COes do es abelecimetito, sen<
completado por excurfOss com o carcter *y- apr
exercicios nri eos. t IiUU.,asi
Este urogramma, divi.lind i o ensino em u}.,.^,"?,.,',
A"u ilida-ie de conhecimentos de agrim*n-
snra e raeChanica incoutestavel porque dev
o agricultor saher medir suas plaiitaco-s,
marcar Imnae no terreuo, aproveiiar as forceo
de que dispuzer, faxer um i Casa regular para
morar ou para seivir de depos.tos.
Eir, poi, demonsirado que o programma 'la
E-col* naoa tem de p-d.utesco ou especucu-
loso na sua parle theonca.
A* part f ra'ica me parece ainda mais dil-
flcil cahe-em os (jual li'iativo* de V. Etc.,
que cerumente ilisp-nsa que -U dameiialre a
uecessidade de pratica eio O* alumnos ni"
differente* misleres da profliso a qu se des-
liliam
Sendo relamido oa parte thionc e dse i
volvido na p.'te pratio, o "osso aregraaims
essas rae onai, porque u4j so destina pre-
paragao de mestres. mas, aom-sate de artezftos
bem m-trul i >s, para que possam letar para
a vi a pr ica os elementos necessarios au
ex-rcicio regular oe sua roflssaa e ao mesmo
Umpo divulgar, com o exempto, os principio?
ei.0< 'la verdaleira arte agrcola.
Ja, Liemg dis-o : E' -la app-icago real dos
ecbnicas
depende
Ja _
.Ipri-.cipios scen fieos s profissis tecbmeas
incpalmenie, agricultura que
fecoaroeot
vel portanto, formar bona agr
culture sem easioar-liies as na^Oes da
Bciencms.
E" verda-ie que os revereodos eapaciinhos
a agricultura, e urna parte ptica, nada MI eM,lllftlII 68as Coosas ; mas nunca for-
de pelantes on especiaculoso. Ao contra-
parte theonca elemeotar, que nao excedo de I
neo-i ge-ne das setnelas relacionada* com
rio, muito molesto a bem organizado. com<>
fcil verittcar-so c le,an lo o coro os p',o-
grammas las es -las agrcolas praticas do to-
dos o* paizea civilisados.
Seri p ssivel preparar profissionaes com.
peten tes para a praiic* da agricultura sem mi-
nistrar Ins relativamente urna mstruccfto so-
lida ?
Imaram uai agricultor,
i Da C -lo ia shira'u apena carapmas. ferrar
' ro. sanateiroj, coainha lores de assucar e
oef's.-s a maior pal mal s-ioia.ro, assignar o
oome.
(Conlmua)
A. B. l'cha Civolcanli-
i_________-
lloviiucnto lo porto
Navios entrados no da 31
Mantos e escala10 das, vapor oaciooal S.
Salvador,* a- 1999 toneladas, commaidan-
le Joio Mari* Pesada, eqopsgem 60. Carga
vano seo roa ; a Pereira Carneiro &.1'.
Rio oe Jauei'o7 das, vapor nacional Ako-
mae,. "" 779 toneladae. comoaodanie Paoio
No'te* Goe ra. eqoinagem 28 carga tao*
Kei.flr> a ; a Pere ra Carneiro & C
Pai..'as-8 di-e. l.ar in .'le Footblll, de
18. io- eladas, capillo Jobn M.tn-os, eje
pavero 8. carga varios gneros ; a M. S
Mala.
Natos sabidos oa mesmo da
Manos e escalaVaoor nacional Peroambo
co, eommaodaate Fraacisej Macedo ; carg-
taos -otos.
Par e esc-la'oor inglea Boaboo, coo:-
mandame 5. O. Oultoa ; carga tai los g e-
ros.
Navios esperados
Do Rio de Janeiro
Logar portoeuex Costa Lobo,
Do Rio Grande do Sol
Paiacbo bespanbol Adairal Tromp.
De Hamnurgo
Lagar allemin Spiod.
Laxar traocex General Berge.
De Memel
Barca nernegaense Saga.
De New.York
Barca uiciooal Victoria.
De Naw Port
Barca allema SI se Linck.
Barca ingtexa Broma Tavzact.
De Cardiff
Barca noroegaeosa Auriga
Barca ooroeit ,ise Daea.
B,rca aornegae.i8e Elly.
De Torra Nota
Logar oglex Minm.
De Pelotaa
PaUcbo noroegoeose Baos Olsen.
Patacno dinamarqoex C ara.
Do da 1
rienda do Estado :
Do da 1
71:3381707
21.-089.t90l
Somma total 97:329*608
2. suceso aa ftilaadega de Poruautuacn, i
de Agosto de 1896.
O coefe da seccao
L. F. odeceira.
O ibeaoareiro
Loix Manoel R. Valeoca.
RBCEBBOOUA^DO ESTADO
Do-dii i 1:193*150
RECIFE DRAINAGB
DO I 1 ia**
Legar oaciooal Aorora.
Lvitar portuaer Liujore II.
Estaa inglesa Willum.
K-cuna llfl'aoa Kosalia.
fa a no iogis Sopnir.
rataeoo no'oeget:n-e G^mma-
Pa'acho argeotioo M-ggtore Tossell.
Escuoa oneoial Rop do.
Paucbo portugus Soial.
Vapores a entrar
MBZ DE AGOSTO
l-.a'iba. do sal, a 2.
Altee do oorte, a 2.
Peneno do a 2.
Madsgleoa, do s.il, a 2.
Cordtliero, da Europa, a 2.
.-.anta Fe. do rol. a 3.
Pa'hpa, da Euopa, a 3.
S. Salvador, do norte, a 3.
Wo'dutirib, oe N-.w-York, a *.
sseot laiiva-i. deTrloe'fc, a 4.
Tbames, da Earop^, a 4.
Unida, do sol, a 8.
Cometa, do sal, a AO.
Eu> Md, de Liverpool, 8 10.
Sanios, da Earopa, a 10.
Alagoas. do norte, a 14.
Mraxr, dO Sal, 16.
AlacriU, do sol, a 17.
Coleridge, de New-Yo.k, a 17.
Vaporea a aablr
MEZ DE AGOSTO
Bal i i e esc. Jacobype a V i horas.
SootOamptou e esc. Magdalaoa. a 2, as 12 n.
8oetos-At-eB e esa. Cordiliere. a 2. as 2 b.
Rio e esc. S. Saltador, a 3, as 6 horas.
Rio e esr. Word woMb. a *. as 3 boraa.
Bavre e esc. Sania F, B 4. as 4 horas
uotoos Ay-ea e se. Toeroea, a 8, as 2.
Santos e esc. Parahyba, a 5, as 4 bora.
s ,oios e esc. Stent Stivar, a 7, as 3 borss.
Mantos e esc. O Inda, a 9, as 5 bora>.
Santos e esc. Santos, a 12, aa 4 horas.
Rio e ese. Alagoas a 14, as 5 horas.
R'o G. do Sal e es-. Cmela, a 16, as 5 boraa
Geoo Maane e esc. BnsjI, a 17, i-s 6 borss.
Aneoradouro Interno
<
a
3
<
-i
9
NACIONALI-
DADES
BOMES DB EM-
BAJtCAGO
PROCEDENCIA
CONSIGNATARIOS
Vapor Nacional
Barca Iogtez

Nornegoense

Noruegnoose
Portogoeaa
Esouoa Allemao
Lugar Nacional. .
oglex .
Palbabote Portugus .
Patacho Nacional .
Allemao .
I alauo. .
> Hollandez .
Portoguez .
Belga .

> Haspanbola.
. S. Salvadnor
. Un. .
, S. Francisco
. Aguamar
, Delambra .
. Lloyd :iyde
. Kong Orear
. Paseldon .
. Boldem .
. Osmood
. Mana Emilia
. Heleoe. .
. Axel .
. Stell'. .
. Abiel Abbot
. Rosioa .
Fontbell
. Tres amigos
. Jsyme .
. Falke .
. Anoettina .
. Marga re tba.
. Joven Irene.
Emilie .
. Sueceo Zeus
. Marsellina.
. Manos e escala P. Carneiro & C.
Aracaj e-c C. Peroambuaana
Ceari e esoala
. Rio escla
. Antuerpia
Swanssa .
, Cardiff
Catdiff
Cardiff -
. Ordiff...... ; _
, Rio de Janeiro Amonm Irmaos & C.
. P. Carneiro & C.
Blarkburm & C.
, Lopes O. Irmao.
Lopes O. Irmaos
Wilsoo Sons C.
. Wilsoo Saos & C
Omelhor para os dentes
Encontrase as principaes phartuacias e loje
de perfumaras
DEPOSITO GERAL CASA DE
LEOPOLD OjP BALLE
Ra Mrquez de Olinda n. 30
PERNEMBUCO
Ulna*. 9r*i. redactores lo .
Oiarlo de Pcrinnuliuco
Peco-vos que chamis attenco das j
primeiras autoridades do Estado, afira 1
de lancar suas vistas para um tal
Manoel Grande, o qual constituu se
o terror dos moradores do municipio
de S. Lourenco, tanto assim que,
achanio-me no dommgo ultimo s 4
horas da tarde em trras do enge-
nho Quizauga, em companhia de ou-
tras pessoas, chegou o tal Manoel
Grande, O qoal sem ciar satisfacSes ar-
remessou contra o individuo pedrei-
ro Adelino, dando-lhe algumas bofe-
tadas, e em seguida saccando de urna
faca, atropellou-o at certa distancia ;
vendse despersuadido de sua presa
voltou ao lugar onde estavamos e es-
bordoou com bofetadas aos trabalha*
dores Cosme, Joaquim Custodio, Fran-
cisco Ricardo, Manoel Carlos e An-
tonio Alves. sendo o ultimo desfei-
teado com murros e ponta-ps at
urna distancia de cem passos.
Admoestado por mim ainda assim
quiz aggredir-me de faca em punho,
palo que vi-me forcado a queixar-me
ao juiz districtal de S. Lourenco, o
qual fez me acompanhar por duas pra-
cascomordem para prendl-o,as quaes
tendo dado a ordem de priso ao cujo,
este negou-se a cumpril-a intimando
os soldados que tratarlo de evadir-se.
Portanto senhores redactores, com
a publicaclo destas inhas estou cor-
to que o Dr. Governador do Estad
saber chamar esta fra ao cumpn-
mento de seus deveres.
Tima, 1 de Agosto de 1896.
Alberto loto.
PAKA-nA' CORITIBA
Jcthy, grande dop iito : Stillfe'd &
Irmao.
rhdrmecin d.t fioa fisla
PRAQA DB MAC I EL riSEIHO N. 18-
Este estaoelecimenta
aviareceit saqualquer
hora da noite.
Chamados:
Ra Veih. n- 67.
{iua da Intendencia
n, 16 (anlgo beoco do
Timbia'.
O pharmaeeut co.
Jos Luiz da Silva.

s

Pedido
Pede-te a p-...6a que acbou im so-
bretudo c&* de caf no trem de 2 a o,ai parti da esrtsijlii dns Cinco P-uce
s 3 h ras 20 fDiaatoa do di* 31 de
Julho ultimo, o fav r do entregar u a*-
t 9% > do Cbo que aera recmpensado.
Reo fe, 1 d* Agosto de 1896.
Palotaa -
alacio .
Terra NdVa
New-York .
, Terra Nota
, Pelotas .
. Pelotas .
. Pelota*.
PelotaJ
> .
. Pelotas.
. Pelotas .
. Pelos*
Rio
y. S. Mata
Manuel l. Pesada .
Mande* Lima & C.
Pooseca Irmio C.
II. J. Permaa .
M. S Mala & C. .
Nova Maia & C .
Rosa Carvalbo &
Nota Mala & C .
S. M. Mala .
Ko.a Carvalbo & C.
. M. S. Maia .
. lAmohm Irmao & C.
do Sol. M. Haa
Joi Saltar ftC, .
Rio
CARGA
Gneros
a
Carto.
a

a
Xarqu.
Sal
Bacalbo.
Kerosene,
Bacalbo.
'tlenerso.
Xarqae.

a
Genero*.
Avonssi Hito
UM PA QUE IMPLORA JUSTINA
Na uouto */3 do correo e foi orba-
ra e tr-i^oeiraioen e as-aisinado 'in sua
pmpna resideucia em trras da Usina
C-Ort, o roeu amado filbo C*C'Ino
d Costa Figueira. hooiej de bous
uoRtumea e moralisado.
O *0'i assaaaino todos o iodiesro e
elle Emilia Prudencio de S uza, qae,
felizmente, p eso em G-mellairn, o \no
sendo negada a ordni de hateas corpns,
cha-s* hoja em pod-r da jnstcade
Seri nh m.
Eale m-lvario, essa fra, tronxe-mi o
loeto e as lagrimas deixando-rne o cora-
eS-y trasparsado de amargura !
Que sorte t< va o meii ir^ditoso filbo J
A aquella > que sil p-es cu pego e iin
pl.ro queavaliem da meus BOfFriroeot a !
Entretanto, confio que a justica de
SerinbAana, que oa homeus d>' bem,,-oaVi
daro guarida a pro eccSo que diavett
ter o aaeassioo.
N&o, quero pouba assim a vida de um
seu eeroeUiante, deve ser punido.
Juatic <) que pee just>c 1
iodo Antonio da Costa Ftgueira.
Declaracao -necessaria
Est o lvm. Sr. Barato de
Lacena de aecorde cena o Sr,
Dr. Jos Mariana.! gna direc-
vo dada ao partida autono-
mista ?
Sejesta, porque escolueram
os illrstres signatarios da
Deca racSo neeeasaria as
colanillas do Jornal e Dia-
rio* e mo- as columnas do
orillo do partido Demcrata ?
Prestar-se-ha o 12* n. Sr^.
BarSo de Lacena a que a
ProvinciaB tome a Decla-
racSo necessariacoma pro-
va do seu assentimento aos
erros eom uettidos e npplau-
sos a cheflia do Dr. Jos Ma-
riauno t
K" o que deseja saber para
as suas uspiracSes una
ALTO\ 1111*1 A.
Tributo de gratidfto
Leoncio Quintino de Castro LoSo,
pae do alumno da Escola Militar do
Cear, o joven Joao Vctor de Castro
Leao, fallecido naquelle Estado em
25 de Junho ultimo, vem do alto da
mprensa manifestar seus sinceros
agradecmentos a todos que presta-
ran! ao seu indttoso filho, servicos
que jamis sero esquecidos durante
sua molestia, e honraram sua memo-
ria, acompanhandoo a ultima mora-
da ; especialisando nesse seu reco-
nhecimento de gratido os coronis
Pedro Paulo, commandante da res-
pectiva guarnico Dr. Martins de
Mello, commandante da Escola, cor-
po docente e seus dignos alomaos.
Recife, 1 de Agosto de 1896.
Leoncio Quintino de Castro L 5o.
-------- 01 -----------
Ao commerc o
Gamares Braga e
C d^claram que por
motivos ponderosos, o
** Artbur Nascmento
deixou de ser seu em-
pregado desde o dia 6
de Junho passado.
Recife, 13 de Julho de
1896.

AgeneiaeSo
Acba-se nesta cidad a ao8l para o Corp i de Bombeiros e os deis
Corpo de Seguranca Publica do Estsd->
do Amazonas, o tenente do Co po 1e
B/iubeir-'S d'aquel'e Estado, Teophilo
Gcme de Oi veira.
Aqrrefles que quiz^eaa contr. ctar-se
com esto destino, di'ijam se Compa-
nhia d'e Botnbeiroa do Recife, onde o
lc triuo todos oe dHs.

;-:

-
i
Despedida
Joio Joaquim de Preitas Heariques e
eua esposa, segundo para a capital Fe-
deral & bordo do paquete Olinda, e nSo
pdenlo despedir-ue ptssealmente d*
todas as peasa* qu o< h mram com sua
amisade, o f^zom palo presejite, ofarn-
cendo-lbes all os aeis ii nitado, presti-
mos.
ttecife, 1 de Agosto de 1896.
Despedida
Embarcando hj* para Earopn no pa-
qacta Magdalena e o So te? do nido po*-
ivel desiodii-as9 paeoetnMr>*e da to-
ds as peatoaa uiai quem mantsnho ra-
isJJea de amigado, ama a que f.dtou-
ma temp> preoiao para fael-o, welo pr-
aoote doape^o-me, offarecsndj Utea meas
peqaeooa preatitno* em Pars.
Recife, 2 de Acost de IS96.
francisco Gurgel do Anaral.
Aleatra e jatahjr
Este milagroso xarope peitoral freo-
carnate elogiado por todos os que o ex-
perimentan. !
Eotre-es diversos proiuctos que so
vendidos no comme^-ciu com o nom l de
oleo de figiuio de baoalbaa, existe apa-
uaa um cojo modo de prep approvado pe Academia de Medicina
de Paria. Refirinos-nos ao' oleo de fi-
jado de bacalbau de Bertb, duas vosea
mais rico em principios activos qae todos
os outros,
Em medicina e ee devs ernpregar o
leo de cor escura, excluindo as outra
duis variedades Professor Trousseau )
Aa creancas tomam com muita fa-
cilidad o oleo de Berth, e ellas mesm s
ac-bam p r pedil-o dentro de pouco
teropo. ;( Formulario Magistral).
E' o medicameato que melhor eon-
vem aos temperamento Usnphaticos e a,
todas aa peoas que tm o peito muito
delicado.
O oleo de Bartb vende-se paro e
tambera addioionado le creosota Alpha
ou com gaiacol Alph principios estes
que augmeotam sua energa e *oa effi a-
cia.
Va debliidade eone;entta ou aoci
dental. tcmulsa !*;..ti tindado
exeelleate* resultados
O P.wto. Salo i, 1880.
IUms. Sr. S-ritt B-^r>e.
0 preparado Erooi:a> e Scut, tem dd; e-
cleetea resoltados qaao-io eop egad.i or*
coiobatar esiaaos a-oebilMade congenita oo
accldenlsl. Por ter sempre obtldo rao"iei bf
neticos ao sau emorego qae assim o **
Dr Alelao Perreira da Cechi.
*:

I



Pernambnco Domio^o % de Agosto de- l**9ft
5
Peitoral de Cambar
Caras de ffecea'o pulmonar
Depois de desengaada por dous
mdicos, urna filha do Sr. Firmino
Francisco Machado, curou-se radical-
mente de urna affecfo pulmonar com
o uso do Peitoral de Cambar, de Sou-
za Soare.
O Sr. Dr. Alexandre de Abreu
Fialho curou um enteado do Sr. Vi-
cente Simoes, de urna affeccSo pulmo-
nar de 6 annos com a appl'caco do
mesmo efficaz remedio.
AExma- Sra. D. Virginia Mara
Mendes, residente na Bahia, ra S.
Miguel n. 46, affectada de urna tuber-
culose incipiente, restabeleceu-se em
pouco tempo com o uso do Psitoral de
Cambar, prescripto peloSr. Dr. Al-
fredo Mendes Ribeiro.
O Sr. Dr. Carlos Henrigson curou
igualmente o commerciante Sr. Olym-
Secretaria da Industria
3-' Director!*
Pura conhecim^ot > om interesadlos
f.go puh'io, que no din 8 da Agosto vio-
doaro 1 h>ra da tardn, reoebeai-se pr j
oostts aV*idaosente sellad*, pan o for-
ncimanto da objoatos de etcriptorio, do
euestre vidente.
Os artigo ser3o de primeira qmda
de deveodo no act > da concurrencia aer
presentida amostras daqaellea qaa dis-
< forera sisoeotiveis.
Oa pr*Qia daa propostas 9-flo escrip-
toa por extenso, sem rasara, emenda oa
vioio de qual^aer especie.
Para sw ndrnittido s concurrencia, de-
pos-tara cada propooanta no Thesoaro Jo ,
Eatado a quaotia de 200i>00, impor-
tancia qua, ae for escolhid su propost-t.
ficar 03DQj csu j3o pura garanta do ojo-
traotc.
Perder o din'to qaelU qnantia o
oontractante preferido que, convidado
para sssigaar c ntracto, nao o fiaer
pi Bernardes Vieira, de urna affeccSo deQtro do Ja tro d oooUao,
pulmonar do i. grao com o emprego d, daU do av8) u| &m ,M 5r
deste prodigioso medicamento. | expadjd,
Dspois de tomar intilmente um sem; Tod of(>rtIlllc8aj or(,C9a. MrSo
numerode remedios, o Sr. Vasco Jos t Percira dAv.la, curou-se radicalmente f90tori od8 ^ enCl(0trara iambaa: \
de urna affeccao pulmonar do 2.' grao M,- ^ n ^ forn80?r
con? o uso de 25 frascos do Peitoral de
Canbar.
Secretaria da Justica, IWego-
cio* Interiores e Instrue-
cao Publica do Estado de
Pernambuco Directora
da Jusit'ca1.a Secc3oEm
S de Julho de 1898
EDITAL
De ordem do Eam. Sr. Gjoielheiro
Goveroader do EsUdo, o em oboervan-
cia ao diapoato ao artigo 15?, do regn-
lameato a que ae refere o deoreto 9,*20,
de 28 de Abril de 1885, feoo publico,
para os d-tviios effeitos, o edital abaiso
transcripto, poado em conaorso com o
prso de trinu dina, oa offiei> de esen-
cia de orpbioa e auaentea, Ctpellas e
Residuo e 1- uoell-.5o do publico jadi-
c.i.A e notas do uiutiicicij d Itxmt va-
gos em cuaatqti^noia d> falleoimento do
respectiva aerveatu&rio, Candido Gon-
caives de Ohireira.
O director,
Affonso V. de Medeiros.
O Sr. pharmaceutico Francisco Jos*
Barcsllos, accommettido de urna tu-
bercalose incipiente, com o uso apenas
de 6 frascos restabeleceu-se completa-
mente.
A Exnu. Sra. D. Honoria de Vas-
concellos, filha do Sr.^Delfim Flix de
Vasconcel'.os, padecendo ha muitos
annos de urna affeccSo pulmonar, ao
mesmo afanado remedio deveu a sua
cura radical.
OS AGENTES,
Guimares Braga & C.
Aviso

A Compinhia The or ib
8az.:;iaQ Su^ar Fpctories
Limited, tendo scffrido coq-
sideravei' prejazos na ~-a-
> i i minui^ao do assucar, qaer
no augtneato do cambusti-
veJ, por causa da glande
quantidade de cannas ver-
de que Ibe remetteran os
iornecedores, devido isto ao
noo tratamento, isto o
derfol harneoto em tempo
incompetente, apezar das
diversas recia macoes qae
tez, vem prevenir por este
meio aos mesmos senhores
fornecedo/es, qae da futu-
ra nafra em diante nao rece-
ber mais cannas que nao
esle a m de p^rfeita confor-
midade com o contracto,
apressando-me em publicar
este Aviso para evitar
quaesquerquestoes que p3r
ventura surjam sobre este
poeto.
Harry Swaks,
Representante.
Becife, 30 de Julho de 1896.
O duentor,
M. Brunet.
Secretaria da Industria
3.a direetoria
Por esta direotoria se fa poblico qoe
no dia 10 de Agosto prxima, l hora
da tarde, recebem-ae propistas, davida-
mente selladas, para os repares de que
necetaitam iras pootilt.5es exi^ceutes na
estrada dos Remedio*, saber:
1. Ponth&o (a partir da Magdalena)
oreado em 362g85;
2/ Pontilhao or9ado am ':72950?5;
3.' PoniilhSo oreado em 2:9970245.
As propostas pdrttn se referir a diver-
sas ou a cada ama desaas obras a devera
aer essriptas por extenso, sem rasura,
emenda oa vicio de qualqner eapecie,
sendo rogeitada as qae se res uirem das
seguintas faltas :
1.a As qae cSo fjrem or^anitadas da
aecordo com o presente edital ;
2.a As firmadas por p;sso4s qie te-
nbam deixado de cimpnr contracto* iova
esta rapar'ic'o.
Os concurran tes deverSo, alm 'a ido
neidaie exigida para a direcgSo e ezaca-
oao das obras, indicar o lugar de s-a re-
sidenoia.
Pdra ser admittida a concurrencia, de-
positar* oa'la propoaeate 04 Thesoaro do
Estado qoantia oorrespoadeote a 5 '"
do valor da obra, importancia qae se tdr
escolhida roa pr.piala, fijar com) can-
(Sj para garanda do coutraoto.
Perder o direito a essa csocSo o oen-
traotante proferido qae, caavidado para
assitrosr o contracto, a isto se recusar.
Nesta repartido estarlo a dispisic&o
dos aenhores cjacrreaces, das 10 as 3
horas da tarde, oa orc^mantos respeti-
vos.
Baoife, 31 de Julho de 1896.
O director,
M. Brunet.
Eniula< Vermfuga
Declaro qae appqaei a Emala&o Ver-
mfuga do pharmaceutico Jos Marqn*s
FVrreirs, residente Praca Maciel Pi-
aheiro da oidade do Becife, a ama me-
nor de doos annos da idade, tend* ella
prodasido os mais liaongoiroa resoltados.
Parabyba, 10 de Julho de 1896.
Marianno R. Pinto.
C01T4ES
Secretaria da Juatiea, \ego-
eias Interiores e BnstrueeSo
Publica do Estado de Per-
namhucoEm 1 de Agosto
de 1896l.1 aeeeSo .* di-
rectora
E HIT AL
Foo publico pare o oonheoimaoto dos
interessados qae o Ezm. Sr. Cooselbei-
ro Gove-u-dor da Estado, attenaendo so
qae requeren o bacharel Eduardo Cor-
reia da Silva, candidato inscripto ao con-
curso para o provi ment dos cargos
Juise/ de Direito, resolvau por acto
bois, adiar para o da 10 do
reterido concurso.
O diretor,
Affonso V. de Medeiros..
EOITAL
Thesoaro da Estad'
De ordem do Sr. Dr. director geral,
e em virtud a do que fui determinado
peia Exm. Sr. Dr. goveraadr do Es-
tado, em offioio de 22 do correte, con-
vido as alamoas tituladas, Matoilde de
Asevedo Villaroaoo, Luisa de Asevedo
Villaroaco, Anoa atharina das Meves e
Mara Seraphina de Melle, a virem re-
Colher aos cofres deste Thesoaro dentro
do preso de qainae das, a contar da data
da pabliacSo deate edital, if tres pri-
meiras, a importancia de 7C<500) cada
ama, e a ultima de 6550000, importan-
cia essas qae foram pagas as mesmas
alomoat, para tjuda de custo e aespe-
zm de primero estabelecimento, visto
nSo terem tomado posee das eadeiras
para aa quaes foram n^meadas e terem
sido dispensadas em 8 deste mea.
Secretaria do Thesoaro do Estado d
Pernambuco, em 23 de Julho de 1896.
O ebefe,
Marianno A.. Medeiros,
O Dr. Lonrenco Beaerra Vieira de Mel
lo, Jais de Direito do municipio de
Itamb, em virtade da lei etc.
Faa saber a qaem interessar posaa, qae
es'.Io em concurso os offi.os de eacrirlo
de orphSna e ause itep, Cape lias e Rssi-
ducs, 1 tnbill'.So do poblico judicial e
notas e o'ficial do r.-giatro geri.1 de by-
pothecas deste munic-pio, creados aquel-
las por decreto da 30 de Janeiro de
1831, e o ultimo transferid) do cartorio
do civel para este em tirtade de provi-
sSo do Exm- Sr. .residente da provin-
cia datada, de i 2 de Novembro de 1888,
e vagas pelo faile.-io.-nto do reipectivo
sarventuario Candido Gton^alvas de Oii-
veira, pelo que na forma do decreto n.
9.420 de 28 de Abnl da 1885, mandado
observar pe'o artigo t2 da lei n* 15 de
14 de Novembro de 1891 convido aos
pretendentes serventa vitalicia de taes
oifiiios a apresentaremdeotra do praso de
3U dina, a c?ntar desea data, sena reqae-
rimentos datados e assignados por ai ou
por legtimos procurrdjres aoompanha-
dos de ezame de Bufiiienoia e certidSo
de ex me de portugus e aritbmetica,
folha corrida, curtidlo de idade, attestt-
do medico e capaoidade phisica e ou tros
dosametos exigidos pelo artigo 210
e seus paragrapnos do citado decreto n.
9,420, todos em original, pjdendo, en-
tretanto, na altc de cartido de bautis-
mo, aer provada a idade por outro qaal-
qaer meio legal.
E para qae chegue ao conheoimento
de todos maodei paasar o presente edital
qae ser ffisado no lugur do costme e
publicado pala impreasa da capital io Es-
tado.
Dado e passado cesta oidade de Itam-
b, aos 18 das do mes de Julho de 1896.
Eo, J0S0 Barbos de Souaa eaorivlo
interine do jury eserevi Lourenfo Be-
zerra Vieira de Mello.
Certifico que rffizei hoje s 10 horas
do dia na porta do Conceibo Municipal o
edital do Sr. Dr. Ju.z de Direito, pondo
"tn concurso os oSci a de juatija deste
muD>cipio: don f.
It.mb 18 de Jaiba de 1896. O of-
nciai do justig Berdolioo Ferreira da
Silva.
E nada mais se continua em d;t > edi-
tal e certid&o aqui fielmente copiado? dos
proprios originaea ao que me reporto e
don f.
It mb, 18 de Julho de 189 3. O es-
orivSo interino do jury, J0S0 Barbosa do
Soasa.
De oroem do Sr. cpito-teaen.e
J0S0 P-reira Leite, inspector interino
desta arsenal, convido o l." taoeite da
armada Ernesto Mafaido de Ohvaira a
apresentar-e nesta aeoretaria, afim de
Ibe ser entregan a portara em qaa o
Ministro da Marinha Ihe concede licenQa
para residir naste taradj.
Secretaria da inspecg: do Arsenal de
Marinha de Parnambaoo, em 30 de Ju-
lho de 1896.
O secretario interino,
Bacharel, lodo Affonso de S. Paraizo.
fiecebedoiia do Estad) de
Pernambuco
secretarla da Juatiea, Ne-
gocies Interiores e Instruc-
cao Publica, do Estado de
I H8
Pernambuco Directora ""'
oroamento em vigor, qae se ach*m col-
De oriea do Itlm. Sr. Dr. admicis-
trador, scientideo aos senhore) conri-
baintes dos impostus de industria e pro-
fsso oomprehnndido* as claises ns. 6,
43, 17. 19. 5, 4, 36, 16, 18, 9. 35, 40,
50 e 47 da tabella aonexa a lei do
de
de
crrante o
Edital n. 6
' De ordam do'*Sr. Dr. adminiatrader
faco publico qoe eata repartioao vai pre-
ceder com o augmento de 10 'J. dia-
tnboiQao dos impostes das claasea 24, 2o,
27, 34 e 45, visto como as associacBss
a quem foi eoosrregada dita dstribaicao,
nao apresentaram no praxo marcado por
le, bem asaim o da olaase 22, por ter
sido devolvido para ser reformado pela
Sociedade dos Artistas Meobaoieos e Li-
beraes por ooBter contribaintos estranhos
s esta repartilo, afim de aer por alia
taita a referida distribaiclo com o au-
gmento de 10 -i. na forma da lei.
1. seoolo da Becebedoria, 31 de Jo-
lito da 1896.
O cbofd,
Prederico Guimares.
da Juoticai." secco- Em
2H de Julio de 189tt.
EDITAL
O Exm, Sr. Cooselheiro Governador
do Estado, maada faaer publico, para o
devidoa efleitos a em observ-noi* ao ar-
tigo 25 do regofr ~>cto de 23 de Ja
neiro da 1893, Pm, exacoc^o da Lei
n. 15, da 14 de Novembro da 189', que
se acha vago o cargo de Juia da Dir to
do municipio de Taoarat, em oooae-
qaenoia da remollo do magistrado qae
o oocapava, bacharel Bellarmmq Cesar
Qondim, tara o de Baique.
A vaga de qae se trata, ser preenohi-
da pe j Ja z de Direito mais antigo den-
tro os que reqae-er-m remoolo no pra-
so de 60 d-a:, contar da data da pn-
boaflo do presente edital; si nenhom
requarer o provimento ser feto pela
forma determinada no artigo 24 do ci-
tado regulamento e de anoordo com o
acto a instraocoes de 12 de Agosto do
mesmi auno.
O directo-,
Affonso V. de Medeiros
lectadaa pela forma coaatante das reia-
50 ja abaixo, qaa nos termos do 2. do
artigo 1.* das dispCMioSes eraea da mes-
ma lei, ihes fica marcado o praso de
oito das improrogavois a cootar da data
do preseote edital, -ara apresentaram no
Tribunal do Thesoaro qa^esqaar rack-
m!,OS oa recarsoa.
Pnmeira secy > da Becebedoria do Es-
tado, 31 de Jalno da i 896.
O chele,
Frederico Guimares.
CLA.SSE N. 19Gasas de ven"1- bilaetes de
literia 30:0004-0)
Recebedoria do Estado
EDITAL N. 3
Dd ordem ao Dr. adatiaistrador e de
acoordo com o 5. do n. 9 da tabella
annexa a lei n, 197 do correte Morc-
n, Leo publico a qaem interesssr posta,
que fie* colectada em 'rea oontca de ru
a Compsnbia Ferro Carril da Pernam.
buoo, ficando maroado o praso i* 8 dias
a oonUr desta data para apreaaaUr as
reolamacoVs qne jolgar necesaaras.
Primeira sac$Io da Reeehedoria do Es
tado, em 27 de Julho de 189?.
O obefe,
Fredtruo Gw.Mytrts
Jjctnlrjo Dn>rle e^eirs, laipera*
trir o. 59, 2.' dm>a 1
jiaooel Frrreiri Plnt.. MalbeKo C-
bata 0. 2 A, dem
Antonio Pereira deBiUo, Cabagi
o. 1, hura
Manoel Jote <1 Araojo, Lirga do
Ro?a :o ?, i'i-m
Alfredo tf. NjcneiraftC, Giug
o. X C, mera
fX-aiineos G ocilv*8 Gjces Pea-
iip, C bou: n. l, 3* ii'ig&u
Fo.iuuto Porto &0., Praja ua Is
i.epend>>acia r. 3 e 5, Ueo
Ainei-c, Vioaa& C, l* de Harc}
c. ',4* Jlvlao .
Muiios Fio*a & C, 1- de Marco
0. 23, idam
CLASSB N. 5Armstt-ra de
go 30:000iOOO
2:57(5455
2:3714426
2:371^42(3
2 57. i,26
2:5714426
3:4284358
3:4284563
5:1424967
3:143*3*7
30:OC0400J
fariobi de tri-
He-'J K'rsler & C, Caes da Re*
-nercio n. 3 a 7
Uviftpsonu Recil-Dse de Panifica'
Cao, Caes >'o Apull 1 0. 47
Macb- D.65
13:8004JO)
84004000
7:800^000
30:0004000
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6
Diarlo de Fcraambnco Domingo 9 de Agosto de 1S96
CLASSE N. V-AHDMera > bacaliao.
M:O0M0OO
Seixaa Irmaos, Can da Alfan
duga
Mondes Ltmk C, Caes da Alfau-
dega *
13:000*000
51:0,0*000
35:000*000
CLASiE N. 36-Loja de Cera 3:000*000
Mara do Carino Pereira Macedo, ...._
Livramento b. 36, 1* dlviso 107*140
Antn.j Carlea Borromeo dos
Saoif a, Vidal de Negreiros o. 4, .
* AiTigao- 750*000
Casemiro Pernandes & C, Doqoe
de Castas n. 11, 11 divisao 1:071*430
BVdetroii ue Francisco aos Paseos
Gaimaie*. Bou Jetas b. 60 1:071*430
3:000*000
CLASSE A IG-Bjqcos e casas toncaras com
sede oeste Estado
Banco de Peroambuco, Commercio
n. 40
Banco Popolat, Bom Jesns o.
64
Banco
D. 2 j
Banco
38
Crerfilo Real, i3 m lesas
Emissor, Comoercio n.
15:600*000
10:500*000
5:000*000
4:000*000
35:000*000
CLASSE N. 18-Companbias de segaros e
agencia?, comprebendlda qoa'.qoer pesso
qoe nu carcter de agente ce companbla fl-
jercon'racto aessa nitorexa exceptuadas a
comp rbias ecntraclantes do servico mar-
timo 85:000*000.
Companbla Provldeole, Bom Je*
sos u. 25, l1 duisao 1:724*140
CompaoDia Frans Atlntica, Bom
Jesos ii. 18, 1* diviaio J:38*207
Compaohu Royal, Companbla
PernaojDocaoa n. 6, dem 3:586*?07
Companbla Tnetys, Commercio o.
14, idetn 5:586*207
Ccmpanbia Colombo, Bom Jess
D. 51, uem 2:586*207
Compannia Sol America, Mrquez
de Oiiod o. 36, dem 2-586*107 (
CompaoMa Ixpenal, Bom Jesos
D. 10, S divisao 3:448*2751
Compaobia No Ulero Assuraace,
Bom Jesos D. 34, dem
Companba Nertb Bri'.i-n e Mer*
ssattle e Compaobia Insurance,
Comenticio n. 10, dem
3:448*2751
3:448*275
25:000*000
Prjtaoeo, Bea-Visla, Soledad
n- 94, dem 90*908
Mutreas ROlloson, Collegio In.
glez, Poco, roa Real o. 36, Idea 99*908
D-. Ovidio Alva Maaajs, Collegio
Partoeooo, Boa-Vista, Hospicio
n. 3. 2 divisao 68*181
Dr. Oiitbo Vctor, Iotitato Phi.
lamatlco, dem, Gloria o. 33,
dem 90*181
Drs. Antonio da S. Gulmares e
Joiqilm A. M. SimOea, Collegio
Saou ras, dem, Hospicio a.
75, dem 68*181
0. Mina do Carmo Atevedo, Col'
iegio Nossa Senoora das alerces,
idem. Hospicio o. 20, dem 68*181
D, Marta Coeho da Silva, Collegio
Deieoove de Marco. dem, Glo-
ria n. 25, dem 68*181
Dr. Juvenoio de Costa Britto In.
slltato Acadmico, dem, Has.
Picio n. 63, idem 68*181
Dr. Julio Pires Ferreire. Extrnalo
Academleo, Santo Amonio, 15
de Njvexbru n. 77, 1* dlnsao 45*436
0. Mara Angosta Carne.ro, Coi e-
g>oN. 8. da Penda, B. Vista,
Imperatris o. 2, idem 45*456
D. Jjsepba M. Birreto Ribelro,
Cclleglo Jesu, Mara e Jos, S.
Jos, Pa8so da Patria o. 20,
idem 45*456
Joquim Pompea Mooleiro Pesaos,
Externito 29 de Setembro, dem,
Das Cardoso n. 2, dem 45*56
Tranquilino da Cruz Ribeiro, fre.
gueaia de S. Jos. Angosta n.
Idem 45*456
D. Varia Campello, Collegio En-
cbarlaiico, Boa-Vista, Hospicio
n.55, dem 45*456
D. Oljmpia Afra de Meodonca,
Collegio S. Miguel Arcbaojo,
Boa-Vista, Gloria o. dem 45*456
D. Aona do Reg B. de lmeida,
Collegio Saou Luna, S. Joa,
Padre Nobreg* o. 4, dem 45*456
D. Jovlna Barrai da Fon seca, Col-
legio Santa Isabel, S. Jos, Vi.
d-'il de egreiros o. 148, dem 45*456
0. Mana Mu, Boa-Vista Cor.
redor do Bit-po n. idem 45*456
D. Marganda Alves Visona, Col.
.It-gio N. S. da Piedade, Olloda,
Varadooro, idem 45*456
D. Mara das MerJ Cabral, Col-
legio 24 de St-tembro, B. Vis.a,
Conselbetro Atuur n. 5, idem 45*456
2:000*000
CLASSE N. 9Armaxem de Majames.
4:000*0j0
Beltrao A C"tta, Corpo Santo n.
21, 1' fiivwo
Joan Ponte, Vigarto p. 4, idem
Joaqaim A ve* da Silva Santos,
Vigario o. 8, dem
1:333*330
1:333*330
1:333*340
4:000*000
CLASSE N. 35Lojas de loagase vidros-
10:000*COO
Goncalves Braga & C. Larga da annmnnn
Rasarla n. 22.10* divisao 900*000
Diodato Torrea & C, Jlarqoez de
Olioaa o. 53. 11' divisao 1:000*000
Aquilino Ribelro C. de Oliveira,
Imperatris c. 79, dem 1:000*000
Aquilino Ribeiro C. de Oliveira,
Bario da Vicloria n. 36, 18' di-
lisau 1:700*000
Manuel Joaqaim Peretra, i" ae
Marco n. ff, dem 1:700*C00
Vinva de Jos Araujo Veiga, Lar-
ga do Rosario n. 26 1:700*000
Joao Das Morelra & C, 1 de
Marjo n. 16 2:000*000
10:000*00)
CLASSE N. 40.- Lojas de movis.. 12:000*00
Alfonso I). da Silva, roa da Con-
celiao n. 6, diviFao
Hermtoa M coado, 22 de Novem.
bro n. 6, deD
Persira Goimaraes, Dr. Feltosa o.
12, 3- divisao
Eleuterio & C, Caes da Regene.
raco, Idem
Maooel Alves de 01 veira, Inpera-
triz n. 53, 4' divisao
Braga & C, Duque de Caxias n.
5* divisao
Antonio Hermenegildo da Silva,
Dr. Feltosa n. 31, dem
Joao oa Poaaece, dita o. 27, idem
GuilGe-rie Fe-reir da Cruz, tra.
vessa das Crazes d. 14, idem
Silva Feraandes & C, B'rio da
Victoria o. 49, idem
Vianuio de Soasa Ral, BarSo de
Lueena b. 26, divisao
Antonio Looreoco Pedrosa, Dr.
Fetos* n. 21,6* divisao
Maooel Francisco Padrosa, dita n.
10, idem
Angosto Honorato de Miranda, di-
la n. 23, Idem
Eustaquio & C., dita n. 43, dem
Angelo da Matta Andrade, gM. do
Herval o. 53, idem
Jos Augusto da C Figoeiredo,
Imperatris o. 48, idem
Francisca Gomes, dita o. 13, dem
Toeodo'o Bentzeo, Dr. Fetoss, n.
41, T divieSo
BarDosa Foaseca & C, dita n. 34,
idem
Jos Ricardo da Costa, Bom Jesos
ns. 12 e 14, idea
OswaUo GosmSo, M. desuna, o.
dem
Silveira Pinto & C, B. da Victo.
ra b. 57, dem
Carvalbo Janior & Leite, dita n.
54, idem
116*504
116*50
174*756
174*756
349*600
466*016
466*016
466*018
466*016
466*016
466*016
582*520
582*520
582*520
582*520
582*520
582*520
582*320
699*024
699*024
699*024
699*024
699*024
69**024
12:000*060
CLASSE .<. 38. Piano, morcas e instro.
meatos 3.000*000
Pralie & c, Bario da Victoria n.
59 900*000
R. Wogley, Imperalrix o. 7 800*00
Eduardo ae Paira, B. da Victoria
D. 13 600*000
Leoncio Jos Pilar, Imperatris n.
32 400*000
Car.os Tress, Qoinie'de Novem.
bro o. 8 150*000
Joto H. C. Ribelro, Aurora 9. 9 150*00 3:000*000
CLASSE N. 47. intrnalos oa extrnales de
oslao gecaedario para qualquer dos nexo-
inclasive oa qoe sj mantidos por corpora.
0ea religiosas.
Irmi Luisa Lachen'.e, Collegio S.
Jos, Boa Vista, roa da Soledade
n. 1. 4a d vl;ao
Dr. Monoel S. de Araujo Pedrosa,
Collegio Ooia de Agosto, idem
aGloria n. 95, idem
Manseoaor Amonio Fabricio de
Araojo Pereira, Collegio Dioce.
sano, Olinda, Idem
D. Josepba Alexand-iaa Pono-
Carreiro, Iolitato Dezenove de
Abril, Boa-Vista, Hospicio n. 53
dem
Dr. Vi'gtnio Marques C. Leo, lo-
atiioto Penambucaoo, idem,
iji-rin. 125, dem
P/. Fr^ 3CSC0 Pses Barreto Lame.
aba Una, Collegio Nove ce Ja.
nelr "em, Coude da B. Visla
n. 31. 3" aivisSo
Jca da Sooaa Cordeiro Simoti,
(rgsstla de Santo Antonio, pa-
teo do Carmo o. M, dem
D| Clotilde de Oliveira, Collegio
136*362
136*362
13S*362
136*362
136*362
90*908
CLASSE N. 50. Despachante de nomsro.
Fregnezia do Reeife
Contribolntes Qcotas
Amonio Soares da Rocba e Silva,
1.* divlsio 100*000
Antonio Cesarlo Morelra Das.
dem idem 100*000
Francisco Marcelino do Amara! Fi-
mo, idem dem 100*C00
Francisco Gomes de Oliveira So-
brinbo, Idem idem ICO/000
Francisco Joao de Barros Jnior,
Idem idem 1C0*000
Prederico de Cintra Lima, idem
Id m 100*000
Jo Joaqaim da Silva Galmaries,
idem dem 100*0C0
Jos Anastaclo de Albnqaerqne,
idem ldm 100*000
Jc* Lacas F-.rre.ra, idem, idem 100*000
Jo&o Faoclco Antunea, idem idem 100*000
Agusunbo de Barres e Silva, 2.*
dem 140*000
Adolpbo Santos idem idem 140*000
Aotooio Raymondo Paes de Lima
Filbo, idem dem 140*000
Acaro de Medelros, Idem Idem 140*000
Angosto Aoislo de Carneiro Ser-
rano, idem idem 140*000
Candido Jos de Soasa Gaima-
res, dem.idtm 140*000
Eociides D. da Costa Monteiro,
idem idem 140*0G0
Hennqoe de Castro Guimar&as,
idem idem 140*000
Jo&o Francisco Aniones Filbo,
idem idem 140*000
J.aqaim C. Ribeiro de Brttto,
dem idem 140*000
Jostiao Casado Lima, idem idem 140*80 J
Julio Alcino de Castro Olivei.-a,
idem dem 140*000
Julio Cesar Ottoai, idem idem 140*000
Msaoel Alves Guerra, idem dem 140*000
Pedro de Alcntara Silveira, idem
idem 140*000
AUredo Franco da Silva, 3.a idem 180*000
Bao o do Reg Barros Temporal,
idem idem 180*000
Be-.venut) de Sima Travassos,
idem Idem 180*000
Climeno Torres Bacdeira, idem
Idem 180*000
Dooibio Maciel Monteiro, dem
Idem 180*00
ElnarCo Coelbo de Lemos, idem
idem 180*000
Firmioo R. M. Augusto Pimentel,
dem dem 180*0C0
Fraoeiseo Gentil de C. Albcqner-
qae, dem idem 180*030
Frederico Magslbaes da Silva,
dem idem 180*000
Hellodoro C. Ferrel-a Ribello,
idem dem 180*000
Joe Rodooiano dos Santos, idem
tem 180*003
Jos Joaqaim Feraandes, idem
dem 180*000
Marcos Jos da Silva, dem idem 180*000
Maooel Jo di Costa Pereira,
idem dem 180*000
Rodolpbo Jaso Barata de Almei-
da, idem idem 180*000
A iclobo Silva, 4.a idem 210*000
Adolpbo Teixe.ra Lopes, dem
idem 2.0*003
Aoioaio Augusto da C. Rcd-ignes
Sette Jnior, idetii idem 210*003
Antonio Martina de Almeida So-
brtnbo, dem idem 210*000
Castao Marques, idem idem 210*' 00
Buedino Seite, idem idem 210*000
Ernesto Vieira de Araojo, Idem
dem 210*030
F^lippe Laclando Borle, dem
dem 310*00
Ignacio Diaa Feroandes, idem
idem 210*000
Jos Hales de Mello, idem idem 210*000
Joao Marta de Alboquerqoe Oli-
veira, inem idem 210*000
Ji-qn m M.irei a da Silva, Idem
idem 210*000
Luis Dabeux, dem idem 2l0*u00
Maooel H. de Carvalbo Cont,
idem idem 210*000
Marcouno Lopes Catfto, idem idSm 10 0000
Maooel JoS dos Santos, Idem
dem 210*000
Pedro Jos de Sonsa GaimarSes,
idem dem 210*000
Ramio Antonio da Costa, dem
idem 2(0*000
Seo- '.o A. do Reg Barros,
dem Idem 210*000
Tnoiua Luis Caldas, idem idem 210*060
Barretto,
municipio
O Dr. FraLciaoo Xavier Paea
J is de Direito do civil do
de Ocda, pela lei etc.
Fai sabar aoa que o preaente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que ae
ha ae errematar em prega depoia da rea-
peetiva audienoia no da 5 de Agoato pro-
ximi o bem aegniote :
Propriedade Agua-Fra de Beberibe,
com casa de vivenda de tijollo e cal aob
a. 5 na Estrada Agua-Fra para Beberi-
be com 3 salas de frente e com 3 de fon-
do, com 6 quartoa e 1 despeuaa, ooiioha
dentro ao lado de urna das salas, tundo
a referida propriedade, trras propriua,
com a frente ao cscente por onde litsi-
Ita com a dita eatrada, mediado de fren*
te 300 brajas pouco mais oo menoa, li-
mita-ae M norti, ooa torna dos berdei-
ros de Henriqae Gibsoo, peto poeate
oom a eatrada da Maogabeira ende alar-
o maia e me de cerca de 500 bragas a
oncuntrar-ae cosa torea* de Joa Joaqaim
Antunes ; pelo eal divide oom trras doa
herdoiros de Franoiaoo Raposo, toado de
anudo oerca de 600 bragas, oom buten-
te arvores de fruoto, mattaa, oom 13
dorregoa, e paasSo por deotro da referj.
oa propriedade 2 ranchos ; avaliao por
22:0005000-
Dita propriedade vai a praga para pa-
gamento da eseougBo que morem oa her-
dairoa de D. Aroalioa Xavier Carneiro
Rodrigues Campello aos Jaerdeiroa do 00-
ronel Hematerio Jos Vellaao da Silvei-
ra e aaa mulher D. Auna Joa-mina da
Silveira.
E nao haveodo laogador q e abra o
prego da avaliagSo, a arrematoslo aera
teita na audieo ;i. aega\nte oom o aba.ti-
mento de 10 /" de aooorde cosa o arti
go 21 do regulamento de 23 da Janeiro
de 1886.
para que c'iegae ao eouheoimento
de todos, mandei pasaar o presente edi-
tal que aera publicado pela imprenaa e
afxado bo lagar do coatume.
Dado e passado neBta oidade de 01 aoa 10 de jolbo de 1896.
Eu, JcSo Theocmiro da Costa Mon-
teiro, eacrivlo o esorevi.
Francisco Xavier [Paea Barretto.
Secretaria da Industria
1.a directora
EDITAL
Em 9 de Jalbo de 1896.
O Exm. Sr. Dr. governador do Esta
do manda faaer publioo, para conbeci-
mento doaiotereaaadoa, qoe, em exeou-
gio a lei n. 200, de 30 de Jacho lindo,
nesta secretaria, ser&o reoeb'dss, at o
dia 10 de Agosto pioximo viedooro, 1
hora da tarde, propostaa para o contrac-
to de assentanaento de carria de ferro
para trafego de passageiroa e carga, a
eoruecar do ponto terminal da Compa-
a.; a Ferro Carril em Af.igados ateo po-
voado de Tigipi.
Para aer aduttida a ranourrenoia, do-
poaitar cada proponente no Tbesouro
do Estado a qnaotia de duaentos mil ri,
(2008000,) que perder, ai, convida-o
para aaaignar o contracto, nSo o faeo
dentro do praso de sete diaa, oontadr
da data do aviso qne para tal fim lhe fdr
expedido
Aa propostaa devem aer conveciente-
mente-aelladas, entregaea em eaveloppea
echados e oooter em termos olaroa
1** As condigSea para a execugao :do
aarvigo de que se trata.
2.a Indicag&o da residencia de a oononr-
rentea.
3.a Compravaclo de idoaeidade para
ezecatarem eatriotameite oa coatrotos.
Nao aerBo acoeitas aa propostas.
1.' Orgaoiaados em deaaccordo com o
preaente edital.
2.* Baseadas em dados de oatros coas
curren tes.
3." Firmadas por quem qunr que techa
deixado de cumprir contractos oa pro-
mesaas da contractos celebrados com
qu -Iquer das extinctas oa actuaes repar-
tig8". do Estado.
4- Qae nao offereoerem aa garantiaa
e qu&lidadea exigidaa no preaente edital.
Os concurrentes observarSo, como lhea
oumpre, aa diaposi3es da lei citada, as
cUuaalas do preaente edital, bem como
as demaia diapogSes legaeB vigentea re-
lativas aoi cobtractcs da natureaa do de
que se trata.
O director.
Joao Dinis Ribeiro da Cumo.
1WBESA fEBIAHDES N1T0
H0JE DOMINGO, 2 H0JE
T1M TIM F1M DE SECULO
Grande triumpho do actor Alfredo
______de Carvalho_________
THEATKOVIZABEL
omiago 2 de Agosto as 3 horas da tarde
Segunde) c ultimo espectculo do
JP1 ovo programma.
Ha ver lucta romana com um Sr. dos mais fortes
deeta Capital.
Lmandade
DO
Bom Je?us das Ch^gas
MESA GERAL
De ordem da Mesa regedera convido a todos
os Irmaos a se reooirem no ooseo Consistorio
domingo S de Agosto, am de tratar-ae do as.
snmptos de imeresse >1a mearoa Irmandade.
Rdciie, 1 ue agosto de 1896.
0 Secretario merino,
Lnigero Lopes Lima._____________
Companhia do Beuenbe
Previoe-ee aos Srs. coacessianarios de peonas
'agoa que, oea termos oa oova diapcsicao do
aPt. 56 do reglamento de peonas aVgoa e em
viola aa cerlldo da Jaota dos Correiorea goe
declara ter sido de 9 7/ia por lOa o cambio
medio sobre Londres, noa trinu das decorrl.
doa de 25 de Joudo a 2fc de Juldo do correte,
o reco a'agoa ae cuan pelas peonas ser na
razao de B*060 para a usa mioimo e de 44
por mt-tro cubico de excedente oo proximojujez
de Agosto.
Florestal Agrcola
De conformidaie cem o que determina a le
das sociedades aooovms, tica a diapobic&o dos
Srs. accionistas, copia do bataneo e mala docu-
mento*, no escrloioiio desU Con,panda, i roa
do apello n. ii 1" anoar, relativo to anoo so*
clal Quoo em 30 de Jonno oli'mo.
Recite, 27 de Jolno de 1896.
Jo G. Pinto.
Presidente.
DEGLAB1G0ES
Santa Thereza
Aviso aos consommidores d'agoa
TrQdo-se demtttido o amigo cabrader da
Comp nbia, Joaqoim R.yiu"idj Pereira Bello,
esta encarrcgsdo da cobranga de boje em
diante o Sr. Hortencio Tolentino Ferrelra B -s-
son.
Pateodo semelbante commanic^go aos Srs.
consummldores compre*me lembrar Ibes o se.
guite artigo do regulamento fiscal da Com-
panbia:
O pagamento ds importancia da penoa
d'agua (omecida em cada mes, se fara na pri-
mei qulnxena do met segninte, e na (alta de
pagamento podera a Companbla Interromper e
sopprlmenio o'agoa.
Becriptorio da Compaobia, 1 de Agosto de
1896.
O director-presidente,
Eipenbeiro-civil, Aotoein Pereira iimOes.
Club Carlos Gomes
Coovido o S's. bocios para abrilbaoiarem,
com auas Ezmae. Familias, o sario dansante
de sabbado 8 oe Agosto, pelo qae desda Ja an*
teclpo agradecimeBto*.
O director do met,
Eogenio Cardozo Ayres.
De Londres e A be r tiene
Posico financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.00
eeeiti annual:
De premios contra tog-o 826.0000
De premios sobre vidas 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William Ae *
Compiiiihia
Exploradora de Productos
Calcreos
No eacrimorio desta Companbla, ao Caes do
Apollo ii. 73, acnam*se a taajaatdav dos Srs.
accionistas, o balaoco e nais docomentos de
qae tra a a le das Sociedades Aaonvmas, refe-
rentes ao bnoo social Ando em 30 de Jnnho
prximo passado.
Recile, 99 de Jalbo de 1896.
Lino L. Regallo Braga,
Scretano
legara Costra Fogo
Royal Insurance Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O', O4.
Fundos accumulados 8,572,386,19.04.
AGENTJS
P0LH1WANN & K.
Banco de Pernambuco
Boyal Hugrian Sea Navigation
Cofflpanv Ailria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Szent Istvan
E'esperado de
Trieste at o dia
41 d e Agosto,
segoindo depois
da indispenea-
vel demora pera
os portos da
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Paraf carga, ancommenaas e dianairo a fre-
le u-ata-se com
OS AGENTES
H.enrj Fornter & C.
Ba do Cjmmercio n. 8
1* andar
Hamburg Suedamerikaois-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
gellschaft.
O vapor Santos
E' esnerado da Eoropa at e
da lO de Agosto, e segura de-
.pola da ntceasaria demora para
Kio Ue Janeiro e Santos
Eatrar oo porto
N. B.NSo se attender mais a neoboma
reclamacSo por faltas qoe nao forem comma-
nicadas por escrlpto a agencia al 3 das depois
da entrada dos gneros Alfaodega.
Me caso em qae os volacnes eeum desbarre-
adaa com termo de avaria, necessana a ore-
ena da agencia no acto da abertora, para
poder verificar o preiniio e faltas se as nue-
ve r.
Para passageas, carga, frete e etc., trata-se
com ae
Consignatariao
Borsteimann &C.
18Sua
do Commercio18
1* andar
Companhia
DE
Tecidos de Malha
A Directora convu. sos Srs. acciOBistaa
para reaoirem*i>e no dia 8 de Agosto, = H
borsa da muna, do edificio da AssociacSo
(jo i mercial BeneUcente, aBm de eleger oova
directora.
Reeife. 1 de Agosto de 1896.
A directora,
J. C. Levy, presidenta interino.
Jo Doarte da Silva, tbeai u-eirn-interioo.
Francisco de Sonsa Noguelra, eesretario-lnte
nno.
Sociadaie dos Artistas Mecbanioaa e Uioeraea
M-ioteoedora do Lvceu de Artas e
Offl'los.
Assembls geral ordinaria
De ordem do Illm. Sr. director desta Socie-
da le, coovi io aos Srs. socios qae estiverem do
goso i'e seas direitos, a se reooirem oa sede
social, qoarta-fdra 6 do correte, ts 6 1/1 co-
ras da tarde, arim de ter logar a sessao da as-
semba geral, correspondente o mes prximo
paesalo. Sendo esta a s^gioda coovoctcao,
far-se-ha com o oum^'o qne comparecer.
Pernambuco, 3 de Agosto de 1896.
O x* secretarlo,
Joa Tbtmes Pereira Jnior.
lodemnisadora
Esta Companbla est pagando ao- Srs. accio-
nistas o 2* divld -Bdo do 6* deceonio, na raiao
de 104000 por accSo oo 10 / ao aono, relativo
ao semestre de Janeiro a Janoo ultimo, oo eg-
cipto-io da meama Compaobia a raa o?Com.
mercio o. fci-
Royal Mi Sta jh P ce uompaD?
O paquete
Magdalena
Commandante F. Pope
Eapers-se doa
portos do .-al do
da S do mas
vlndouro, o qaal
depola da damorl do costme segnira para
Lisboa, Vigo, Cherbourge
Southamptoo
O paquete Thames
Commandante James Brander
E' esperado da Europa em
S de Agosto, segoindo de-
pois da demora lodispensavel
para os portos da
toa? S." acciooistas virem j B*bia, Rio de Janeiro. Montevideo e Bue,
receber do dia 33 em diante, o 13 dividendo! noi-Ayre*
de coas areje*, na rtzSo de 10 */o ao anoo, cu 1
24000 por aegao, correapoodente ao 1* semea- RedaeoSo sos pregoa das paaaaftcna
te rln o em 30 de Joabo prximo passado.
Racife, 31 Jalbo 1896.
Amonio P. Pereira de Carvalbo,
D. rector 'secretario
Compara Fra aceza
Liaba rejr^Br eBtl- ti Jwdo>>
parD^noooo, Maeei, Babia, Victoria,
r, ce Janeiro e Santos.
OVAPOR
Santa-F
COMMANDANTE DANIEL
Entrar no porto
E' esperado..
>*o sol at o dia
3 de Agosto
segoindo depois
da Ddirpen:avel
demora p a r a o
Havrr, em direura.
Parahyba
COMMANDAN1E LUCE
Espera-se d a
Eoropa ate o dia
3 de Agosto,
e segoir depois
da demora necessarra para
Babia, Victoria, Rio de Janeiro e Santos
Roga-ee sos Srs. importadores de carga pelos
npores desta liona, quelram apresentar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
rengas qoalqr-.er reciamacao concernente a vo-
omes qoe por vectora tenbam segoido para os
portos do sol, a3m de se poderem dar a tempo
as providencias aecessarlas.
Expirado o reierido praso a companliia aao se
reai-oceabllisa per extravos.
Recebe carga: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ba do Ccmiceroiu 9
LEILOES
A's 11 bor8 de terja-felra 4, ieilfio de 1
plano forte, servlndo de case a ifferta jaob-
tida.
Ao meio ni?, ieilao em contioascSr, de 9 ca-
vallos para sella e carro?.
Leilo
A'8 11 HOBAS EM PONTO
De 1 plano de Btnjel & Btrndt, perlencente
ao espolio do eobdlto portoguez Jos Botelbo
Tavares.
Ter^a-feira, 4 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
NO ARMaZEM DA hl'A DO bM JESS
N.45
O ageote Pinto, levar e leilSo, servindo de
base a cfierla j ontioa, o rtfenao piaoo, as 11
lloras em pooto, por ter oe eflectnar um oatro
Ieilao de cav\ilos, ao mel da.
jLeiio
De 9 cu valles para sella e carros, (parte dos
39 perteocentes ao ex tsqaadro de cavailara
oeste Estado, aos qoae ja loram vendidos 30,
co Ieilao do dia 'JO de Juilc.
Tega-feira, U do'ccrrente
Ao mel da
No qaartel da cavallara, no largo
da Bepubica
O agente Piale, levar a leiiio 9 cavallos,
(parle dos 39; os qoaes ieraj veLuidcs nal por
um e entregaos e acto coatinno.
AVISOS DIVERSOS
Preeisa-st9 de ima criada para arroma
qaartos e lavar aiguuia roopa de enancas, no
Caes do Capibaribe n. 30, serrana.
Quem li?er urna menina de tbr, de 7 a 8
annos, que quelra dar em casa de orna miia,
oirija-sea Praca Maciel Pinbeiro n. 8.
Vtue-aa oo Bypoioca se om aos so-
brades ns. 1 oa 3, tbOulba, do Cats do dazo-
metro, m da raa ae S. Joao, proprios para
moraaia, armazem ou fabrica, com as frentes
para o rio, em caja margen) se acbam edifica-
dos. Train'se a Prafia do Herval n. 3, arma*
sem de materiaes.
Vtnde.ae portas de ferro de 6 a 13 paimos
e grades de ferro para cima de mor, terrado
jardim. pedacos de grades, boca de forno, ps
de banco, bandeiras de fe-ro, ferrolbo de se.
guranca, na tenda oe (erreiro oefronte do Por.
le daa Claco Poous.
Precisa-se deum fetor oa jardioeiro ede
om copeiro no Caes do Capiba:ine ns. 30 e 33,
serrara.
MARremcos
Ismib laritln
LIKHA MENSAL.
O vapor Cordillere
Commandante Baule
E' esperado..
da Europa al o
da 3 de Agosto,
segu do depol-
da demora ne-
Ida Ida t volt
A Ltattoa Ia classe t 30 t 30
A'8oathsuuptoni"oiass' t 38 4 63
Camarotes raservaos para os-pasagairo-
PernajibBCO.
Para earga, passageos, encommeodas a di-
halro > frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irrao & CP
H. 3So do Bom JaausN. 3
Vende-se om guarda roupa construido de
boas madelras de amarello queimado, faotasia.
do, com almefadas de erable, por 4t0000 ;
ca marcenara roa da Concordia n. 37. ',
C?al de Lisboa
Moito nova veDdem Ferreira, Rodrigues &
C, roa da Madre dp Dpus n. II 14^________
Casa de Kefeicoes
DE
Bellarmino Pinto
Tra vessa das Crazes m. 8 ^
O coobecido Bello, acaba de faser acqoi?'so
deste bem Domado botcl teodo a direcco de
coslnba um babil meetre aa arte.culinaria.
A adega caprichosamente montada para sa
tisfaxer o gosio mais ex^ea e-
Amsbllidade. presteza e precos mdicos
cessana
Baha,
ara
Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Estes paquetes s&o illuminado luz
elctrica.
Pravine-w anda aosSr8.recebedores de mer
ca Jorjas que s se attender a reciamaefies por
falas, qoe forem reconnecida' na occasio aa
iescarga dos volnmns; e qae dentro de 48 bo
-is a contar do dia da descarga das alvarengus,
deverao faxer qualqoer reciamacao concerneo
e a volumes que porventura tenham segmde
para os portos do sul, alm de serem dada a
tempo as providencias necessaras.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsaesu-
sm na vespera da chegaa* u<* vapor para to-
ma'em as snas passagena.
Para carga, passageos, encommeodas e di-
oneiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
H. Borle & C.
42RA DO TORRES42
1.* sudar
CoMMiaPiNin eNa-
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maoao, Mossoro', Ars-
caty e Caar
O paquete Una
Commandante Bartholomeu Bosoh
Segu no dia lO do cor.
rente, s 4 doras da Urde.
Ama di leite
Preeiaa'se de ama com orgeocla na Raa da
Concordia o. 339, oaga-se bem.
LUIaTaSIa LllLl
DE
)08 & G
Campe

Recebe carga, encommeodas, passagena o di
nbsiro frete at as 11 boras da manba do dia
da partida.
Chama-se a attenc&o dos Srs. carregadores
para a clausula 10* dos conbeclmeolos que a
segninte :
< No caso de baver a I goma recia macSo coa
tra a Companbla, por avaria oo perda, de ve ser
feita por escripto ao agente respectivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de Una
Usada. /\
Nao precedendo esta tormalidadeXa Compa-
nhla Oca Isenta de toda a respoosabidade.
ESCRIPTORIO
No Cea da Compaobia Farnamonoana
f2S v
Aluga
-se
O andar tarreo do sob-ado sito roa d
Gasmetro n. 3, com 3 salas, 3 quartoa. cosl-
nba tora e qoiotal morado, erm agoa encanada,
tratar na praca Mrquez do Herval n. 3, ar-
mzem de matenaest
PareJJo barato
Vendo-s no Largo do Mercado n. 13, 5*300
Alug
a-se
Na roa da Madre de Dos n. 33, o 3* andar
sotao; trata-se ao mesmo predio.
Menina
Precisa-se de orna para andar com crlsocis
servlcos Uves. Ra Imperial n. 90, sobrado.



I
j.:
N. '.3-RA DUQUE DE CAXAS-N. 35
Em frente do Diarto
Os propietarios deste bem montado estaba-
lecimento previnem ao respeitavel poblico qae
Dar bem servir aos seas fregueses teem no re-
arido estabelecimeoto om esplendido e varla-
o sortimanto de easemiras pretas ;e de cores
qoe ba de melbor em la, lmbs d e paro linbo
iodos os padroes, a por pr^ns rasovai3.
Possoem ooos ; artistas, D6U qoe se julgam
babilltados a satisfaser com todr gust, esmera
epereiete ao fregner mas exigente.
Na meama alfaiaiaria aingam-se canacas.
i
I










I
Otarlo de Peroambaco Domingo % de Voslo de 18f*6

t
-Mara Bernarda Accioli Wan
derley
3* looversa-io
O commeodador Maooel de Barres Wao<'ar-
!f v, con la sos rea- a igos e pareles para,
no na 3 do correle, asslstirem na Igreja do
convento do Cano to Recite, s 8 horas da
maooa. a n s-a qoe manda celebrar p r alma
ae aoa sernpre lembrada prezada mulber, D.
Mara B-rnardj A'Cloll Wande lev: prctesia a
todos o.ne comparecerem eeu reconbecimen'.o e
g-aiidao.
RSoas
Remedios que ouram
EH DIETA
NEM MODIFICADO DE COSTUMES
t
Fr?ndsco Chrlstlano das Chagas
Lino Francisco das Coagas, Cordolioa C.r)
Moa das Cnagas. Jos Rapbaei das Cbaeas. Da-
vina das Cnsgas Perdra e Joso Marinbo Pe-'-i-
r, paes. irmaos e coabado do flnado Francisco
Cbrist aoo das Cbaeas, convidara es parentea
e amigee rara a^sistlrem as mima qoe man-
dara rezar oo trigsimo da de seo patsameoto,
na igreja matris de Hosca Seobora da Pal, era
Atoe dos. 8c rsg do dis. Desde ja aotecipam o- mesmes.
en e'e-no reconbe-'imen o sos que all c. repa'
ece'va.
2
o
a
e
2
5
o
w -
< $
m te
a O
Liosaciado pe Xaspeotoria de By-riene de laptrio Oo BraaiL
$
*>/
VIN de fflOITIER
me gMtta* jartate 4rtu i i*do, di u
DIGESTIVO, Ni!, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
asn
wj*>*rcsaDo pob. toda a amana sudica
COMO SBKD0 O Mia PODEROSO
azc:i
a-u.

f
Carlos Joo de Sonza Crrela
Aooa Frasee! na de Uarvalbo -orrea e sen*
filbo--, Jos Cnpertmo de Sonsa crrela, saa
muloer e Albur, agradecem a (Odas as pessols
qne acorapanbaram to cemlterio publico os
restos mcriaes de sea presado marido, pal, so-
gro e a\o, ca-ios Joao de Si ura Crrela, e de
novo convidara a torios os prenla., e a mieos
do fallecido para assistirem missa qne por ana
alma raandam rasar m igreja da Santa Crnc,
as 8 ho.-as da maoba do da 3 de Agosto, pelo
qoe ge confesara ai-a'e los.
t
Antonio litis Itaplista Joniar
Antonio Lolz Baplista e soa lamilla, maodam
resar Uiissas por alma de sea pregado Blbo.
Antonio Loiz Baptlsta Jooior, seeooda-feiri 3
de Agosto, pelas 7 boraa da maribft. na igreja
da > anta C-uz, trigsimo da de sen fallec-
ment, convidara os pa-ei.tes 8 amigos seos e
do Uado, para astislirem sie acto de reli-
giao e taiidade, pelo qne te coate team eterna*
mate agradecidos.
ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Hollanda
Savsa, caroba manacaCora to-
das as molestias da pelle, rheomatlsmos agu-
dos oo chronicos, todas as affecces de o-lgera
sypbilitlca, escrfulas, ulceras, bobas dartoros
e empingeng.
rtalas de welamtna-Combatem as
prlses do veBtre as encbaqnecas e sao d;pu
ralivas e reguladoras.
El'xlr de imberiblnaRestabelece
os dyspeptic. s, facilita as digestoes e promove
a defeca 8o.
viaiiio de ennanaz ferruginoso
sjnlnaso Para os cbloro-aoemicos, debela a
poemia intertropical, recoostitue os bydropi.
eos, berbencos e convalescenles.
Xarope de flor de aruelra e mn
lamba-Muito recorr. aleudado na broocbite,
na bemoptise e as loases agudas on chroni.'
cas, na influenza e astbma.
Xarope de awJung- e flores de
laraagelras Contra usomoias, nevrosu
cardiaca, bysierismes, clicas hepticas, tos
sea nervosas, asibma, coqueluche e convulaftee
da crianzas.
Viiiho de eaeao, peptoaa e laet
pbosphato de eal qoinado-Cnntra
rachitisoio das criangas, Jesenvolvendo-as,
reanimando e organismo faz recuperar as
forjas perdidas por molestias prolongadas e
anemia.
Estes e ontros preparados de Ilustre clnico
cootinuam a ser fabricados somanta no seu
afamado Laboratorio ra Visconde do Rio
Branca, o. 12, Capital Federal.
Cuidad* cen as imitaede*
Vender-se as Pbarmacias e Drogaras
deste Estado e oo deposito geral ao Largo da
Companbia Pernambucana n. 6,1 -andar es
criptono da Jos Musnmbo.
Tnico empreado para curar
ANEMIA, CHLOROSE
EMPOBRECIMENTO DO 8ANGUE
Soberano contra as Febrcs
hotvet, Farmacsnca de i-Oassi. Thompson Sur
PAR98 44, na des Lombards, 44 PARS
Depositej m ntnumm o* u swatu piodoctos ciimiccs
saa principaks PBAauACua
MEDALHAS de PRATA. da PRATA DOURADA e da OTTBO
Audemia de Medicina Parla, 12de Jonbo I89, Academia das Sciencias Paria, 1" de Abril 1891,
UPB VERDADEIHO ESPECIFICO "wm#tC
contra a PRISO do VENTRE
O tratamento pela cascarlne n3o npe a modiDcacSo dostiatiltos de cada
um.epdeser seguido por todosea todas asoccasles.Curaradicaimene-
A. PRISAO de VENTRE CHRONICA. j AS DOCNQAS DO PlQADO.
A PRISiO DE VENTRE du Uolhre i A ATONA DO INTESTINOV^
que tao graridu ou dio de mamar. j AS HEMORRHOIDAS, as mas digestSes.
Uka ou duas I'iluls a NoiTi ao AO jantar (reja-se o Prospteto)
ENVIA.SE a R ATU l"T A M ENTE A AMOSTI
DirigiMo on escreier i Casa BC. 1.a
Deposito PErnambuco
RA
CS, Poarmadeo i Boargem (Fraace).
de Drogas S Productos Chimicos.
PUS A.

V "
('a /?,:: / :
-
-

"iicsn- .; -ie.i..
potavel, pVra a ; _: .
iMIJadat.''
KL"W Y0E2 ZDCAL m&HD
"taa Asna da iteav a'dfciutsr
mente pera."
BEITISH LLEDICAL JG"JL:iAL.
DEPO'-T-.f?OS:
JMQUIM FEHREflA DE CARVALHO E C!A
Ra do morim, Fernambuoo.
fymd&*se
En PJ/ss*. dist'irto de S. Vicente, comarca
as liavbaaa, seis predios constrnidos d3 lijo*
w, em bsm esiado de conservaedo, om vapor
tte descarccv-algodae, com lodos s nteocilioa,
roa prowiaoairw.ifrerras, ttedioonma Usna
? i?, iP0f lacoa e mela de 'ondo, sita no
i'e, Kstadu da Parabiba, multo prximo de
firao ; teur dita propriecade, rne:a legua em
r>r|9; ase ae p'esU a memagem do ecgenbo, e
tem orna legua de trra propria para creacao,
and' est silnada a fazeoda pertencei te ao
awiixo (Bsianado e exposta a veada, compre*
weaoetWo ama cesa constrolda em ped-a, aro
irrai construido da oesma msoeira, dons cer*
riw ?* bom e,d0- nrn C",e. tena ao
-oi JU metros do coa,p;aiectee 8 de altara.
AftB"a C0Dlpn> 80 vaoeas,90novilbas vac*
EJJW Dovllbas. (0 dos mansos, 80 bei* de lote
e ot rezeg entre novilhotes e bexerros; 800 bra*
fas de capiro ce planta qne di corte em anal*
qaw poca do anno.
J*?tfa effectoar por prf gis comraodoB
a ttinbeiro on a praeo, a tratar cum o aDaixo
asgigaado.
Piraoi, J7 da Jalbo de 1896.
9m-calo Jote de Medeiroe.
Taverna
Vende-se urna na Estrada de JoSo de Barroa
n 24.
Aviso
o
o
FARIIMHA
LCTEA
NESTL
s IViais mi'lbor alimento para as criangas de tonra ldade.
alimento o mala completo nao precisando si-no agua
para a sua preparaco.
O alimento o mais aegaro para facilitar o desmamar.
o nico alimento recommendado por todos 08 medico*.
Exigir o mine NESTLE sobre todas as caixinhas.
GONDENSADO
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
Exigir o nnho de paaaarinhoi sobre todas as caixinhas.
J.u., alsTATI kTf %/_,._ Km PARI8, 16, Ru du Parc-Royal.
rlENRI NtdTLL; em VEVEY Km LOm)BBe, A8, Cannon Street, K.-O
Acia aa no BRAZ1L em todas aa Pharmaciaa, Drogaras, Casas Imprtenle de Especiaras e Armazefca de Cha.
Ama e criado
"r'fUpge na roa da Crnz u.'W. loj.
Travs
Contrata-ge o forcecimeato ce qcalqiae
quantidade de travs de madelrae escomidas
ae todas as dimensSes e comprSmectos: para
jtiiO'Diace, roa "o Crespo o. 8, loia.
Joao Bnarqae de Mace do
Cb'H imano Boartiae de Macedo, saa mn.
lber Elvira RampaBoargoe de Macelo e n-
lnos, Celeclca Raaos de Oliveirs, Harmellnda
Ramos de Oliveira, Laura Ramos de Oliveira e
Jos Bom amqs de u, .c a. agradecem a to.
coi qo-n o acompanb^ram a ultima morada os
restos mortaes 1 seo ido1 airado filbo, iraa.-,
neto e -obrinbo Jlo Boarqoe de Macedo, beru
como as maoifestatOes de pezar externadas
pelos dignos meatr6n do querido exiineio e
tamberr as qoe forao feiaa p- los dislioctos
joveos do Corso Aooeso i P.coldade de DI.
relio e a todos coovinam par assisiir a missa
qne mandam celebrar na igreja de S. Pedro
desta cidaie, s 7 i 2 da maobS de 3 dorar.
rentelembraoca I memoria do innocente J. ao
Boaron.__________
t
Clara Salgneiro de Bareellos
1* aoniversario
Antonio Casimiro de Bareellos convida sos
seos ar-nte* e amigos e parales de> sua sem
pre lea brida e nnuca esquecida mnlber Clara
Salgneiro de Bareellos para assistirem as mis.
sas qoe pela tua alma maada rezar na igre)a
de S. Beato em Olmda pela* 7 horas da ma>
Uba de gegaada-felra 3 do correa'e.
ELIXIR POLYBROVSURADO DE YVON
Espicico soberano contra, ai, AJTeccbes Nervosas
Este Elixir i o nico cujo emprego permit* de continuar por muito tempo,e aera Interrapcio, o'
' tratamento oromnrado; nunca d ugar aos accidentes cerebraes cutneos que sempre acompa-'
' niiam o nao do Bromuro de Potassium administrado s, qualquer qoe seja a pureza cliimica d'eata sal. J
indicares: HISTSRIA EPILEPSIA DAHQA B S. GUY
\ GOHYULSOES- ASMA IHSOMNIASr-HEVALGIAS ES PER/VIA THOREA
BL YCOSURIA DI ABITES, etc., etc.
PARS : Yvon Stz Berlloz, 7, ru da ... ^anillada, PARS
Em PERNAMBUCO : COMPANI'IA da DROOAS e PRODUCTOS CHliICOS.
^Mt&aag&maammttaSa&m*iM
r 'A "A 4 >'el'V > T 'V'JJ ,' V VTTtT
Kola-Bh-Natton
BIC*.
CAVBINA, THBOBROkUNA, TANNIN0, B MATEBIA BNCAKKA3A DA KOLA |
T0H/C01 tSSEMCILHIEHTE MMSTMMMt
r dk Vinho Kola-Bla-ISrattori
Eitraatos finidos, Pastilbas, Pillas, Essancia de Kola torrada
f Fu I osa productos experimentados com o malor xito nos hospitaes de Parla, desde 18*4 pelos
. Doutorea Dujabdin-Beacmetz. Htjchard, Duriam. Hallkz, Monnrt, etc., na Anemia, Onloroal,
; Convaleacencla demaraJ i iiflieiis, rebrea (tj|hojat, Utraittastea, saladoiai). SlarrlieaA pertlnaxei,
Jfssuterla, Diabete*, Albomlnnrla, rbesplaatasrlat, Bsxceaso de trabalbo ttjprn n StallNtaal.
aTIABMACTA*o BAriOUEdeFRArlCB. 15. rne Coqqflltr, Pfl. -ta FeiMimfe,' FRAWM dasWLVAaO. |
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c 0-3
Carvao
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YORK
Livre de ExplosSo, Fumaca e Me
Cheiro A' vendo em todos os arma*
eins de se cees molhad ____
0S0NH0 DE
DE
Fi.rtana ie Porto .
3 e 5-PRAgA DA INDEPENDENCIA3 e
Bllheses de loteras naeloaaes

Estamptlbas estadoaes de todos os valores
Oescoota-se bilbetes -remiados.
100:0001000
Grande Itleria
GAPIl AL* FEDERAL
500 contos
Bemette-se bilbetes a queaa solicitar, e di*
Informacoes.
O Sonho de Ouro
Madeiras de con8trus?cao e
n ateriaes para edifcacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em seu armazem no caes do Apol-
lo a. 73:
Madeiras para conatracc&o
Cal braoca de 'goaribe.
Cal preta. %
Cal virgem para assucar man s
TIjoIIob de ladrilbo a com
Ti] el loa refractarios.
dras de cantarla oara solera, g etc
A tten cao
Vende-ge na Magdalena, saa do Bemflca, om
sitio com casa, co.-belra, 55 ps de coqoeiros,
mangoeiras e entran fructeirase vlveiro ; o dito
sitio tem de frente 390 pemos e de fondo qoi
nbentos; tratar com o dono, n mesmo, de
fronte a pr ca do Cooaelbeiro Joto Alfredo.
Vende-se ^na
Rozano n. 10.
pastellarla Biset, roa Largi
carvao 600 rig o eacco"
Vende-se
Urna linda capella de cedro, enalbada, cans-
ando de tras oratorios e mala nm para o sacra.
mentr, nm altar, a tratar i raa ova com o
8 r. Qiard.______________________________________
Caixeiro
Precisa.se de nm que teob i pratlca de tsver.
na, na roa do Paysanaa n. 33 C, entrada do
Hospital Portngaaz.
Venda de vaccas e arren-
damento de sitio
Vende-se boas vaccas leitsiras e novilbss
prenbes, arretfdando-ae ao comprador o riti
com magnifico estbalo em qoe esto, sendo o
mesmo sitio bem arborlsado com frneteiras,
lnclesive coqneiros, cafeiros etc., etc.; a tra-
tar na roa do Imperador o. SO, 1* andar, de
onse ao meto da on na eatacfto da Casa Ama-
relia (Arrayal), Estrada do Brejo n. ti de tros
e oeu la cinco horas da lardo. 0 motivo e
ter de ir ao Rio o dono.
Vende-se barato
Sete vaccas toorloaa. s.ndo claco com crias
novas e duas con crias velbas, dnas garrotas
om garrote, tres cavalloe e todos os pertences
a Eucrazilbada de Belm, sillo defroote ds
apella.________________
Aluga-se
Ala^a-se o grande sitio
e casa no Poco da Panella
onle morou o Sr. Jovino
Bandeira, pintada e caiada
de novo, gaz encanado,
tratar na ra -;arao da
Victoria b. 63 1* randa das
10 s 4 huras da tarie.
Pequeo
Precisa se de nst de 0 I liannos de idsde,
Era copeiro e servlcos levrs, de casa de fsml*
. Roa Imperial n. 90, sobrado.
nnaw e wn*nmmutnre
prews todos TH. THERSEN, Proprietario m
tO, Bolevard dea Itahens, O.
Vista sobre 6raHuB Bulle- ^^ JS r-> W ar-r A proximldado
Tartlt", no centro de Pars tT^f^.W^L as. I da Boca, do Commercio
das Grandes Cases Banquelras e de todos os Theatros.
gementes novas
licas
Coave mantelga.
Con ve nabica.
Coave soiga.
Coove bombarda
Coave tronchada.
Conva penca.
Caave marciana.
de htfrta-
ima
Precisa-se de urna qoe rosinbe bem, i tratar
aa roa Duque de Casias n. 97.
Ao commeicio e ao publico
Antonio Ribeiro de Soasa, participa ao rom*
merclo e ao publico qoe, para os flos com-ner*
daes, pasea ats'snar-se de boje por diante.
Aa'ooio Riheiro de Souza Hendes.
Recife. 29 de Jqlbo de 1896.
Criado
Precisa-ge de om de 14 i 16 anoos de idade,
para casa de Emilia, de dnas peeeoas, em Olln.
da, cbalet n. 49, do Carmo oo -Od do Commer-
cio n. 44.
PABA SOBRE IE
UHOIFRUWO
Coave mscS.
Repolbo p alto.
Repolbo p corto.
Rabanetas.
Peplios.
Abobora.
Briogelas.
Tomates.
Lblcori.a
Asedas.
Nabos.
Beldraegas.
Mastrcco.
Aiface lira e repolboda.
Cuan tro da loaetra.
MaVUttda braoca e preta
Cehdlfobo.
Salsa e agrlo.
Cnooras.
Aipo.
Espi a pea.
Espargos.
PimentCes doces
Armazem de Po^as Men-
des 4*C.
RAESTRITA DO ROSARIO N- 9
Mudon-se
A agencia de vender sellos e estampilbas,
roa da Impsralriz mudeu-se para o o. 61 de'
fronte da nadarla Japcneza.
Domingos Fernn "(es.
A laja Pars n America ten -
sisa de liquidar diversas fa>
de modas chama at-
de snais fregueses para
des abatimenta* de pra
os.
Boa de B. da Victoria IS
Per nam buco
Dentes
FaBBICITE DE PEBIMARIA HGLEXA
EXTRA BTN A
VICTORIA ESSENCIA
O perfume mais delicioso do mundo.
ULTIMA NOVIDADE PARA O LENCO.
BOUQUET POMPADOUR
BRUYRE D'COSSE
FLEURS DE FRANCEj
AGUA de Toucador JONES
Tnica e refrescante. Exccllente contra as
picaduras de insectos.
! ELIXIR E PASTA DENTIFRICIOS J
LA JUVENILE
Pos sem mistura chimica alguma, para o rosto,
adherente e iavisivel.
PARS, 23, bolevard des Capucines.
X ( PERK1BBUC0: C" di Drogas & Productos Chimicos.
????e^aa)i
IV alo confundir o
VERDADEIRO
P1PPERMINT
de la t I Frres
de EVEL {Franca)
com os vulgares PEPPERMDT
AGENTE GERAL:
B. LAURIEZ, 62, Faubourg-Poitsonnrt, PARS
bsttlAB
Oppresso, Catarrho
3m os CIGARROS CLER'f
e os POS CLRY
;ram as mais altas recompensas
fiada por ataoado i D1 CLRT m Maraelh (Prusa)
%r PtanAMBUCo, C" de Orocaa Producto* Chlmlc
e Grageas de Gibert
AFFECCES STPHILITICA8
VICIOS DO SANOUEl
Verdadeiro productos fcilmente tolerados
pelo eitmafe e os intaatlnoa.
tullir < firmt, d*
\D' QIRCRT ( Is BOUTIONY, tUrmnta]
JUceitodoi pelo* ctUbridodet mtticoct.
DiacoairiAa-aai da npratoaa.
ATinrtDr.il. Mmowi.Urrmt Pturs.
NOVAMAJADEIRA
D* CONSTANTIN PAUL
BtXUBRO DA ACADEMIA DE MEDICINA
Modelo depositado
Sa.'alha da Otare, 'arla ISS5
Adoptada nos Hospitaes de k aris
Oaooslto garal : P. LEPLANOUAIS
te, Boutioari MagiaU. Pars.
a mmiimco: a dvmmu t navcrasasaai
A commercio e ae publico
Madelra & C* Ceclaram ao? seas amigos, ao
commercio e ao pnblico, qoe tendo contactado
para fabrlcagao de todos os producios alcooll-
coa de soa graude fabrica, om babilllssimo fa*
bricante especialista na preparaco dos vi"
nbog, cognacs, licores, ect, de fro-tas do pais,
aebsm se portento em condijOes de melbor
servirem do qoe qnalqoer dos seos competido-
res oolrosim, de.laram que a comegar do 1'
de Agosto vindoaro. as condicOes de vendas
para os vinbos, ce^oaci>, IkOres e ootros pre*
tea:
pelos jornaes de msuor aretacao, attaa-1 te; em 30 das. 14 /.; em 60 das, 13 /.;
tsm a eficacia. em 90 das, <>/; rindo estes p.-asos nao ba*
Termina a orrivel dor de dentes usar
ds aescellente preparado de Msnoc
Gardoao J unior.
Aa carta, qoe Ihe teto do dirigida I g-J ^a'eS,^ S TZ
Depsitos
Drogaria de Francisco Msnoei da Sil-
va k C., ras do Marque de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, roa Duque d<
axiaan. 88.
Pharmacia Oriental, & raa Estreita d<
Uoaarion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferr ira, roa d >
-i rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, raa La-
pa Raaario n. 13
ver mais desee ntn a'gom.
Recite 29 Jnlbo 1896.
Co'j -panhia Exploradora
de Productos Calca
reos,
(7al Virgern de Jaguanbe
A 9^000 a barrica
Para o tabrco do assucar veada-ae n
Companb-.a Exploradora de Producto
Calcreos no Cacado Apollo n. 78
Guarda-litros oo contado
Um cstbd'co nascido e e^u^aio em Pero m-
hoco, po solado pr-tica -i IB ent- de esenp i.-
(So me*raottl dob-ada, em tres escMptorvos ne
comis Os. raDeodo com rreftcieacia u am
mat'Ca, are ae re-iigir, ari'bmeiica e sLeu--,. .
tendo palas derrais matnemalfcas pora pretil-
lecelo e. alem d-sbabilitaco-s de gengr^ptiia,
legisiajao rommernal. pra ir a furense, co la
bllidae e correspondeocia me-eaotll e e< no-
mia poltica, fallando f-an fr e oodt ni'o fallar
Inilez, tr;iduiio>o e con pon >o aleone 'dio-
mas :pro 6e se ao csrg ae >j, .-livos u.
eacrlp orio oo armasem. oo o i t.dor ie baot
Qoem precisar lodiose n.-t> Dirio.
fortn en completo e
m* Serr ria N&ccnal de li
u.aco da Silva, dc Caes drt
Re^eDer jao n. ^4,
OLEO HOGG
ne Figado Fresco a Bacalhu
O mait recatado pelos Mdicos do Mundo inttiro.
O mesmo em EMUL8O
com Hypophosphitos de cal e soda.
Contra as molestias de peito, tosse,
TUMORES. IRRUPGES de PELLE, etC
Exigir O FRASCO TRIANGULAR
HOOG, PHARM. Pars, B AS PHaRUACJAS.
m
.....
w^p w ^
6RGA0S DE ALEXAMDRt, ?tmm\
81, Ru Lafayette. PARS
BAOv HAKMIIMOS desde 100 Ir at 8.UO Ir.
Para salas, egrejas, escolas
Orgaos com ruaos duplas (modelos novos)
iEDHHJS TOOt S EIWSICOES
hpedieao (rento sobre pedido do Catalogo illaitrsdo
Bovn negocio
Traspala-se com arren-
Jamento um excellente es-
tabelecimento na ra Nova,
quem pretender dirija car-
ta a F. Lima da Silva, ra
larga do Rosario n. 24, casa
lotrica.
* rma V.rdf- e od arm cao a noderra ca a nm
'a 10 '0, de qualqtjrr es atv-lecl eno, fOH<*a*
ia e *::VH'i>iiaiia, fn r comn len'sl Bales e
rauta p rp*ia i ,tR,,i ajan', 3o.1i-!. il-arj*
na L j d- C ga r. 11
a't g roa a aia-i e d- Detj n. 6, )unto
a gO"t da eren*- una.
( osinheira
Pr.c ave de orna csin eira qne darma em
casa io parlo e de au.a cnsia pa-a o servico
ie copa e not'a pa a la ar e eui mu ar, na roa
IS IcDpe-at'is o. 11. ( aod r
ramo Farpado
0 mais bem galva? -
sado que veni ao aier-
caao.
Deposito permanente
Fuadicao Rowman,
Amas
Preris-se de dnas, sendo nma para cosiobar
e ootra para engomnar e mais servlcos doms-
ticos i roa da Intendencia, aotiga roa do Ata-
tbo n. 7.
Agencia
De sellos e estsmpilbas na raa da la pera-
Irla modoo-se para o. 61 defroote da padaria
Japonesa.
Domingos Fernandos.
Attencao
Vende-se dons bancos de earapioag, em per*
feito estado, ama caixa com ferrameou com.
pleta, tratar em Santo Amaro das Salinas'
j a viava de Antoaio Ralo, jauto da baix
de caplm do Sr. Motta.
Apreveitem.
VINHO CLKiTTt
CALEM
Cosinneira
Preclsa-se de orna perita cosinbelra para
casa de familia estrangeira. Ezige-se i re-
ferencia. Icformacto no armasem n. 10, roa
do Bom Jesas.
PARA DOENTE
mu ti i it i \
Cal Branca e Vir-
grem
de ajag-naribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
creos, sendo a unc?
explorad jra^de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem soecursaes' neiii/
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se ene. ntram em
seu ar azeo do
Caes io Apollo o. 73
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas por-
56es, applica-se \entozas e seccaa e aar-
j-dag. Roa daa Laraogeiras n. 16.


*











Diario de Pornamliueo Domingo $ de tsoMo *! 1^341
I
1
.
i
m
DELICIOSO E SUAVE VINHO PARA MESA '
Ji Recehido dircclamonie da afamado lavm.dur Dr. Jos R. !'. de Magalhaa
em Alcobac.1, Portugal).
Vende-se em quintas, decimos- e a retalho por probos exc&pcionaeiv
Casa Especialista em Gneros.Ali-
menticios
1
i.
-Ra
IMA
Barao da Victoria-3
TFJLEPHONE 323

$$tf*\ P HEUMAT1SM0

i
m

II
Xo lem iodupolo.
Jliiu lem mercurio.
K it-m salicylatos
>io leiu morpuina.
!%io ir-'in ojjo.
V venda as prineipaes nrojarln e **harint*ela e a> Escriptorio
dos Agentes nese e] nos Estados do Norte.
MOK ES DE OLIVEIRA C
23Travema do < orpoSauto''.i
Agentes Geraes KOBILLtan, (Itft Y. \ & C .Bli)
w*r
^ AUGMENTA t
m H > < TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMPEDE A CAHIDA DO CABELLO d m H
* PERFUMA *
fc
o
O
2
O
<
UJ
en
UJ
a.
DELICADO
AGUA
FLORIDA
c >t O */e5s\a
PURA SEM
RICA JBVAL
sv m m B ^
Manlcm sempre a sua popo-.
laxidade. Cautela com as
DitacOes.
DURADOIRO
73
m
TI
73
m
05
o
>
z
H
m
rn
DE SfiOTT
> LEO DE FfGADO DE BACALHfcO
;>!i. Hypophospliltos de Cal e Soda.
App.-ovada pela Junta Centra! de Hygiene Publica e autorisada pelo governo
do Brazil.
" Dcvo medico mais apolojjisiada vossa preparaco do
Oleo de l-'igado ele Bacalliao, tendo em minha di-
nica, fazem alguna annos, obfido os resultados
nuis satisfactorios, e fui o ir.trodc(or da vossa
preparacao em militas eidadesfl'este Estado ; por
tanto vos felicito e comprimento.
Dr. Estevo de G. Priuu.
T>ncnte Coronel de Unha. Ex-Cirurgio Mor do Exer-
cito Argentino, K.\-:v.ib Drcctur de Hosp:u*l de Obste-
tricia de Buenos Aire. Ex-Interno do Hospital de
Notre Dame de Par, Memoro Agraciado c Honorario
de vanas A&soctacet, Ex-Memco de Primeira Classc
e Fundador das Sociedades de Soccorr Mutuo Ita-
' liana e Hcspanhola de liuenos Aires, Medidb-Parteiro
e Especialista de^ Molestias de Senhoras. Cirurgio
Dentital aureado em liuenos Aires, Montevideo e Pa
ra, e premiado com Medalhas de (Juro as Exposices
Continental de 187S c Nacional de 1880. etc.,'etc."
Cruz Alta, Rh Graudi o Sul, Srnz
Este Illustre Medico receita a
or. estevIo de g. pRiuu. Emulso de Scott em todos os
casos em que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitismo das Crian cas, Rheumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Influenza) etc., em todas as
formas de Extenuacao ou Debilidade, as Affecces da
Gargartte e Pulmoes e tamlym o emprega nos Conva-
iescentes. E' un facto recon'hecido geralmente pela
Sciencia que come o Oleo de Figado de Bacarhao, nao
ha outra substancia que contenha tantas propriedades
nutritivas. E aggregando-se os hypophosphitos, cujas
virtudes tnicas sao to recommendaveis para os ervos,
ccrdbro e ossos, a efficacia d'estes dous componentes
augmenta, ligados como estam, na Emulso de Scott
sob urna forma perfectamente homognea, agradavel ao
paladar, e de fcil dig'esto e assimilacao. ____
DE VENDA AS DROGUERAS E PHARMACIAS. __2.
Evitar as falsificagoes e ImitagSes. ,
SCOTT E BOWNE, Chimieos em Nova York.

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twmm 5HBAL
ALLANF
SONS
SABAO BUS SO
ApproVrfda pela .S.:m.* Juui e Hvgercci_ Capita
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Hygier.e d
Federal *
Innmeros certificados de me^icoa d tirct s a de peas de todo crite-
rio attestam e pr>coDi Sabo rusi*Q para ~urar queims:duras
NeuralgiasFspinhas-
ConlusocsDores rbeumalicas.
DarllirosDores de cabeca.
EmpigensFeriraenlos.
CaspasManos=Sardas=Chagas Rugas.
Erap?5es cu'aneas a mordeduras ds in^-ctos veneoosoH etc. eto.
A nica e tn pliedadeedas mn'n afamadas
Veo iem ^8 priocipaes pbarmaas
Otas de perfumHriss em Pernambuco.
Deposito pharmacia dos Pobres.
Jos de Azevedo Maiacfoliilva
Kuci Larga *lo Liosario n. 28
44-RUA DQ B.4RA0 DO TR1U3.PH0-44
Machinas a v3por.
Mceodas.
Rodas d'agoa."
Toixas tundidas e batidas.
*
Txas b -tidas sem crava$ao.
Fabrica Nacional de Mosaico

DE

: siagioigsif i
DB.XTA. XmilP&^XJiX, 3NT. S^O
Escriptorio e amostras
13 -M-. rra^a da Concordia
Mozaicos de Ia qualidade fabricados com cal
privilegiada pelo goverao Federal.
Acctita-se encommendas, mod.ficandc-se o dese-
Dhcs a vontade do comprador.
Sem competencia de pre$o no Brazil por ser a
cl fabricada das pedreiras do proprietario.
Becife, 28 de Maiode 1896.
ATTENQAO
LOJA B ABMAZBH DAS ESTRELLAS
Tendo de eflectuar no prximo mez
de Jucho seu bal^nQo, liquida por presos
resumidos as seg*intes merca Jor;as :
MadapolSo de 12$, 15, 20$ a 8, lOffe 15.
Sedas escotseaas sortida* d 51 a 15200 o novado
Cachemiras lisas de todas as cores de 33 15 1$200 o cjvad".
Sed. chamalotsdi-s d c>r" presa fle 4$ a l$5O o covado.
Soroks de cores de 35 a J55C0 o oiraHo,
D-iiDkcs de sed, cr*s odaa e kVriBds ^e 4$ a 2$ o colado.
Sed indiana com lird s rumagens de 28 700 ria o covado.
FostSo de core* de 14 a 400 iis.
Brim de linho de corea de 33 bou a IjOO o covado. ,',' '.
Reps francs, pra cnberta, de 2(5 a l^oO o covado.
Ganga ad-mtssadw, fina d- 400 a 500 ris o eoado.
AigodSo fino e lago de 125 a >$.
Sarj inglesa preta e asa! da 108 a 1?8 a 65 e 85.
(brande quantidade de meia?, cullarinhos, re-
talhoa de seda, cacherira, etc. que se vende barats-
imo.
ATTEWeO
A LOJA DAS ESTRELLAS acaba de rebeber da Europa om esplendi-
do a varia-io aortimento de sodas preta, lisas e Iavrsdas
Tamben) lycebea orna variadissima sortiment de tapetes, juta, c3co e es*
teiras brancas a de core, cortinados par* niai de sdteiros e casados, capal de
boTaoba pra invern, eto. eto.
Vende a presos sem competencia
LOJA E AKMAZEM CAS ESTRELLAS
Ns. 56 e 58la Duque de (. axiass. 56 e 58
Telephone n 210
0 mais importante do norte do Brazil
LLMINADO A LUZ ELCTRICA
K^jt-icosa, sinr oiue; c
mhE'lM
159
HfiBDIGA DE PABIZ
POR
znEs ci miim
LXVIII
SEGUNDA PARTE
*. ____
ROSA E MARA
LXVII
(CentiuiiBcao)
Nsageaa, sede ardentt, dsphsgi, c*r-
dialgii, rertiqens, pallor da face, tintu-
ras, olbos rubros e epantado.a, papillas
fjrtem-ite dlatad-s e desproTida d
toda a faeuldade de Contraca, abertas
como trandea buricos nebros, immedi t
abolicao, momentnea ou p-imnente,
da vista, d-jliri', as mais m eze. ale-
ere, mas muitas veies triste e somb io,
Joquacidade, caot riso, dan>a, estupi-
dez, todas as formas da embriaguez, ge
ticulacSi deso-d-n*^a8, ailucinc0 s,
respirscao diffic I, suor a abuadautes,
dvsmia, fri oas axtrem'dalrfaa e m irte.
Gilbert interrompea-ae e, com o ieoco,
enxugou as tmporas m libadas de suor
A more murminou. Decidida
A rapariga entrn.
Gilbert pareca ter esqaecido a sceea
da vespera.
O msrido de -lenriqueta contlnaou a i Foi ao encostro de Mara Blanobe e
leitura : abracou-a.
Daas gottas de extracto de bollado-, Dormiste bem ? perguntou-lhe.
na absorvidas em tempo opportono, com Nfto, responden ella, sem corres-
o medicamento, sao rfi^caaes em certas ponder ao beijo qne Ihedera o pai.
doeoeas ; qutn> ou cinco gotc-vs, toma-. Tena appetita ?
das em qoalqner liquido, podenr, no fim Voo ver se como slgama eoasa ;
de alguns dias, trazer cephlalgia, idio- eiton maito iraca...
tismH paralysia do cer-b-o. i E sentou-e ao lado da Gilbert.
Gilbert focheu o grosso v lurae. NIo te esquecas do beber a qoin-
E' este o meio que con-m empre- quina...
gar o unioo Nad de hesitcSo, se
quisermos *encr. Mas como obrigar
Marie Blanche a beber as gott-s de bel-
ladona que Ibe de*em atropbiar o pen-
samento ?
De repente, o miseravel estremeoeu.
Um rato dw algria illuminou-lbe o
olh-r.
Acabava de se lembrar de que antes
de cada refeie&o a moca, obedecendo a
urna receita do Dr. Ge.mam, bebia um
clice de viuho de quina.
Ao entrar primeuo na sala de jantar,
ser-lhe-hia f-cil derr mar o ven no que
de vi a anniqoiUr as t'orcis e a memoria.
Gilbert dei-ou-ae t anquillo sobre o
futuro de seus planos.
O flprvieo da mesa era feito todas as
manhaa p*lo criad j de quario.
Qusndo K.llin ectrava na sala de
ja'.tsr, o criado ia prevenir menina
que.seu p>i e.-p-rava.
No ontro da de manbS, quando G-
b'-rt des.-eu, o Clice de vinbi de quina
J estavf, cumo de costamp, no lugar da
BBOO.
Tendo na mo o vidro de belladona,
(elle appronrmou-se vivamente da moca e
menta o viaconda n3o me hivia eng na-Ueix,>a chir quatro g-tus de veneno
do\ E' ndmiravc^flhAaaz 1... Sabe deatro do clice, e, seotando-ss, esp-
iudo !! y '
Marie Blanche emb rcou o clice de
um s trago.
O infame nem se quer pestanejon.
Mostrava-se solicito e paternal.
A rapariga, nfto obstante o desej > que
tinha de reparar as forcas, mal p&de co-
mer a pedio a seo pai hcenc para se
retirar antes de concluida a refeic&o...
Sim, vai descamar, minha filha...
shiremos jnatos tarde...
Mare Blanche olboa Gilbert eom ser-
prez.
Sshiremcs juntos... repet o ell,
crendo ter ouvido mal.
Sim
E onde vamos T
Ao espectculo... Precisas te dis-
trabir... Queres?...
Obedecer'... murmurou ella como
nica resposta.
Jamaremos s seis horas pre-
cisas. ..
A moca rstrou se.
Gilbert acabou t anquillamente o al-
moyo, pensando em derramar ootras got-
tas, tarde, na quinquina da pobre ra-
pariga.
A casa de saude do Dr. Giroux, em
Joignv, ficava na parte mais pittoresca
ds immediacoes da cidade, e seu asp-cto
nada tinha de lgubre ; ao contrario.
Vista n'um bello dia de verlo, pareca
urna grande casa de campo no malo de
um lindo parque admiravelmente conser-
vado.
Apenas solds barras de ferro guar-
neciam as janel'ss, excepti as do i>po-
sente particular da director.
O Dr. Giroux, acompanhado de tres
mdicos adjuntos e rodeado de numeroso
pessoal, era homem da cincuenta annos,
vigoroso e celibatario.
Ha dezoite annos que diriga a casa,
que Iba costara dusentoa mil francos e
da qual fizara um estabelecimento de
primeira ordem, muito conceituado por
ao e de que outros diziam mal bocea
pequea.
Msledicentes e invej sos fLavara em
sequest'acO-s arbitrarlas, condescenden-
cias criminosas para com familias ricas
que queriam, a todo prego, se desemba-
razar de algum merabro prejudicial, in-
ternndolo como louco.
Es-es rumores tinham chegado aos
ouvidos da justiga.
Deram-ae bascas, m*s como se tornava
mpossivel descobrir m-mor faoto d-
lictuoo, nao bou va remedio senSo pro-
clamar a perieita honradez do Dr. Gi-
roux.
Qji oto aos seus mritos de especialis-
ta, nunca ninguem os pazera m do-
vida.
O Dr. Giroux nio se incommodava
com os boatos, confiado na sua habili-
d.de.
Ja rico, t nha nm nico objectivo na
vida : attingir o mais depressa po-sivel
a fortuna que ambicionava : Jres mi-
Ihoes...
Urna vez realisado o seu sonho, ven-
Di-pouao capricoosamcnte dos prlroeiros elemeotoa
oaladares raaia eiceotricos e a Beesaiidide byjicnira.
Nad deiX'tdo a desefar ete eataDeleciusenio e preferido pela mais alta sociedade
prrnambvcaoa, qot oao ine regatis eloejos. '
Dispooao de om pessoal nabntado, qoer na arte de crz'nbar, m no modo de bem
ervir, esia este estabelecimento na altara de ter o onico qne pode aesasoemoradamente irva-
liaar coritos melhores notis da Eo'opa
Auar -io sevico rnlioa'io cnoflado a coziobeiros nactooaes e *strsngefras en conrta
ao os sennores *iajnies njaKniflca Hjspedana pittoreaca hygienico, con banuoj etc*
Pregos raso-isein, sgrato e inc^rldd*.
MAXOEL, G\RCI\ & C,
por-
diaacasa, retirava-se do negocio eiaf Sim, eenher... reapondeu o
correr o mando em viagens loogn- tero abrindo o portfto.
088* O Sr. Pedro Giroux tambero mora
Entretanto, o D>\ Reno Giroux tinha, 'aqui ?
na ana vida, urna caaga oceulta... i Sim, senhor...
Era sea irmio Pedro, medico coma' Desejava fallar com elle...
elle, mais moco alguna annos, o qaal, ( Queira dirigir-ae ao escriptorio...
muito inteligente, mas muto viciado, : Aht que deva encontrar o Sr. Pedro
depoia de ter comido a sua parte da he- contador da casa... O escriptorio fica'
ranea paterna, andar s cabidas, naquelle edificio qne o senhor est
tanto que, compromettido em Pariz vendo.
n'uma queat&o de envenenamento e in-i O visitants dirgio-se para o ponto in-
fanticidio, fora condemnado pelos tribu- d cado.
naea do Sena a dez annos de trabalboa' tT_ omr>-. j A ...
forcados L empregado do escriptorio, vestido
Felizmente par. o Dr. Rene, essacon- ^ HZul Cm ba.t3e9 de meul braLn"
demnacao, grabas ao silencio dos jor- :?? eac0ntro Perguntou-lh.
oaes, nSo foi conhc:da em Jog-ny, e ,
como elle prestara servicos a um alto!
personagetn mato influente, obteve que; O Sr. contador est lo gabinete,
seu irmo, depois de cumprir a penaom E o rap?z indicou com a mSo urna
Nova Caledonia, nao fosse v-giado pela ports, om cima da qual Iiam-se estas pa-
policia e pndesse oceupar em au casa lavras : AdmimstracaoContabilidade
om lugar de responsavel, o que reali-
Os dous servicos estavam reunidos sob
F.llar ao S\ Pedro Giroux.
sou-se.
De rjsto, Pedro vivia reo'uso e nin-
guem pensava mais no crime oati'ora
commettido e na pena soffrida.
Occupav, ha quatro annos, nm em-
prego da oonfiang de seu irm3o e nada
f.zia suppor que a tranquillidade de que
gozava so achasse de repente em pe-
rigo.
O infeliz esqnecia os eompanheiros da
Noama.
Eram quasi tres horas da tarde.
Um violento toque de cmp*inba soou
oa grade da casa de saude.
O portairo sabio do pequeo pavilbSo
qne ocenpava prximo entrada a foi
ver quem bata.
Achou-se dinte de nm homem cor-
rectamente vestido e at elegante.
E' aq ni a casa de saude do Sr. Dr.
Ba Giroux ? perguutoo o eatranho.
por oatro
a direegao de Pedro, auxiliado
empregado.
Quem devo annaneiar ? toruou o
criado.
O visitante tirn do sobretudo urna
carteira de ooaro da Russu e da car,-
teira um cartSo, qne entregon ao ser-
vente.
Este abri nma porta automtica e
desjppsrecen.
O eatranho torca
gode. .
Pareca muito prcoccupido.
Agora' que vamos ver bem.
murmurou.
febrilmente o bi-

(Continua),
Typegraphia do Diario
I *
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