Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19702

Full Text
^!

ANNO LXV
SBBADO 30 DE JLHO DE 1592
NUMERO 170

$
c
PERMMBGO
PROPRiEDADE DE MANOEL F&E^OA DE FAMA FILHOS
PARA A CAPITAL E^GARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezcs adiantados. 6^000
Por hes ditos vencidos..... 7|000
Por um anno a iiaotado .... 24$>000
dem idem vencido...... 28&000
SAO NOSSOS AGENTEN EXGLSIVOS DE PUBLJCACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
/
Os Srs Amede, Prince & C, resi lentes em Parts34 rae e
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 13500
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantadOc
dem idem vencido. .
15*500
271000
31*000
liiSfROGCAO POPOLAR
o ssiabo lo nmi
PELO
Dr 10. Viras fla Caslro
SEtl.'tiUt PARTE
CContinuagaoJ
26LAVOURA E COMMKBCIO
O que nao resta dovida, qae facilima a
cultura do cacao o qu-ul s precisa de urna La-
osa por aaao, e r.5o exige machinismos dispen-
diosos para o )< u preparu.
O caocaueiro da fru itos durante todo o anoo ;
na ruesma arvore tncontra-se sempre llorase
fructos de sorte queem urna grande explorago
a colbeiu no se interrcxp''.
Entreunto d o cacaueiro dua3 colheitas prin
cipaee por at.no : a maior no* mezes de Margo,
Abril e Maio-, e a menor em Dezeoobro e Ja-
neiro.
Alm dista produego coostante que o torna
excepcional, a zona em que elle pode vegetar
muito estrella, o que augmenta extraordinaria-
mente a preciosidade do cacaueiro. 29 tbermo
mtrico e a temperatura em que elle ostenta todo
o seu viger, e ab. ixo de 241 n5o pode vlver
i_I jmboldt, Bonssingsulr, M ngio).
Mangtn, o melhor autor sobre o cacaueiro, re
ferindo se a Boossingault, diz que parlindo de
equador, o cacaueiro e o ail sao as primeiras
placa-, que desapparecem, quando anda o caf,
o algodSo e a canoa, produzem em abondaocia.
Affastando se om pouco mais, desapparecem
o caf e o algodao, continuando anda a produzir
canoa e a bananeir?. Msadiante, desappare
cera estas ultimas, t Ibando o mllbo, que
tambem cultivado na Europa.
Prestndose alguana attengoa p-oJucgao dos
diversos Estados da Repblica, cota-se que a
natureza dotou cada um delle com um producto
especial.
Os estados amaznicos liveram em partilba a
borra:ba ; o Cear a carnauba ; notavel a pro-
duegao da canna em Pernambuco ; o fumo da
Babia multo procurado; S. Paulo ufana se com
o sea caf ; Mioas sllenla se pelos seas lattici-
nios ; Paran lem o seu mate ; e o Rio Grande
do Sol supp-c todos os out-os.estados com o sea
xarque.
O nosso arroz gosa de geral e merec a repu-
iago ; porque nao addiciooar-lbe o cacan ?
Calor sombra e hnmidade o qu> elle pede, e o
que Ibe pedemos dar em profusao nos qaeotes e
dumidos valles do Pindar. doGarupy, e tantos
outios ros que temos no Estado, 29" a media
da nos-u temperatura, e justamente a qae essa
planta mais aprecia.
Tado, pois, a:cnselha a cultora em larga esti-
la do cacaueiro no Estado do Maranbao, e segun-
do as informacSes que leobo, a Companbia de
Explorares Agrcolas, com o criterio que a dis-
tingue, e a f que a guia, prepara-se para io-
cial-a na coma>ca do Cururup, cojos sstudos
esto sendo feitos por cm intelligente e activo
hvrador.
(Contina)
PARTE OFFIGIAL
Agricultura de 9 do andante, pego-vos que fa-
gis acqol.-igao de 2 k:logrammas de sementes
1a cada urna, das melbores variedades de algodao
cultivadas ueste estado, .lien de serem remelti
das aquella ministerio por coala do qual corra-
rao as necessarios despezas.
Aos membros da commisso incumbida de
distribuir aos indigentes variolosos na cidade da
Escada.Accusaodo o recebimento do tfficio
que me dirigiste em 25 de Abril finio, cabe-me
em' resposta manifestarvos 03 meus agradec
ment03 pelos boos servigos qua prestastes no
dasempenbo da commisso,que vos foi confiada.
Portaras :
O Sr. gerente da Companbia Peroambucana de
N'ivegago faga transportar para o presidio de
Fernando de Norouaa, por conta dos negocian-
tes Antonio Alves da Cuoba, os gneros e mais
arllgos constantes das tres relagOes aqui juntas
rubricadas pelo secretario deste governo.
O Sr. gerente da Companbia Peraambaca-
na de Navegagio faga transportar para o presi-
dio de Fernando de Noronha, por coca dos ne-
gociante Jos Joaquim Alves & C. os gneros e
mais objectos constantes das duas relages aqui
atea, robricada pelo secretario de-te governo.
EXPKDIRNTE DO DH. SECRETARIO
Cilicios :
Ao iaspecbr 4a Thesooraria de FazeodaDi-
claro vos para vo;so conhecif.ento qae o vapor
Bebenbe seguir para o presidio de Fernando
de Norooba a 20 do corrale a hora do costo
me.Fizeram-S1; as demais corxmunicages.
Ao Dr. secretario da Com ira dos Deputa
dos De ordem do governador do Estado tran-
smiti vos em solugo do oojecto do ultimo trecbo
do vos30 officio de 28 de Maio fiado, sob n. 88,
i pi-i dos teegrammas dirigidos ao mesmo Sr.
governador pelo juiz de direito do municipio de
Cirua- sobre os tactos qae all occorreram al 1
nanamente, bem como das informagOaa prestadas
pelo maj'or Paea Barreto acerca do mesmo as-
sumpto.
O Sr. gerente da Companbia Pernamboca-
na d passagem da proa at o Cear na 2a via-
geao deste mex, por conla das gratuitas a que o
governo lem direito, a Joaquim Pinto 4o Carmo,
observado o disposto na clausula 2) do decreto
a. 10 208 de 16 de Margo de 1889.
additamx.nto aos despachos do da 25 de jolho
de 1892
Aba xo atsignados, de eleitorea do mu-
nicipio de G'orreotcs reclamando contra a
validado da eleicSo procedida a 14 de
Junho fiado para prefeito, sub-prefeito e
membros do Concelho Municipal do mes-
mo municipio. Psae-se portara annu-
lando a eleijSo e providencie-so de modo
a ser promovida a respoosabilidade da-
quelles que, segundo os documentos exhi-
bidos, tenliam ineorrido as di3posi<;oes
penaes vigentes.
Comiuaudu das Arui s
Qaartcl general do commando d-*2 dis
tricto militar em Peruamb'ico, 29 de
Jalfao de 1892.
Ordem do da n. 13
Dou conhecimento ao districto sob meu
commando, para os d.evidos effaitos, que,
conforme declarou me o Sr. Ministro da
Querr em tulegrammai de bontem, foram
por decreto de 27, transferido do 11 para
o 15 batalhlo de infantaria o Sr. capitSo
Benedicto Hemeterio Valante e promovido
do posto de captlo para a 4.a cpmpanhia
panhia do 11 o Sr. teneate do 24 Kay-
mundo Perdigao de Ovflira.
Em a mesma data foi nomeado coadja-
vante do enaino theorico da escola militar
lo Cear o Sr. 1" tente Jos Eduardo
Abran ches de Moura.
(Assigoado) Roberto Ferreira, general
de brigada commaadr.nta do 2* districto
militar.
Est conforme Gustavo GalvSo de
Cavendish, alfe.es ajudante de ordena
cncarregado do de tal he,
aestura policial
Scelo 2. N. 172 Secretaria da
Qaestura Policial do Estado de Pernam-
buco, 29 de Julbo de 1892. '
CidadSo.Participo vos que foram hon-
tem recolhidoa Casa de DetencjlooB so-
guintei individuos:
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Recite, Alien Iletphl, requisi;So do
cnsul ingles.
A' ordem do subdelegado da freguezia
de Santo Antonio, Jonna de tal, por em-
briaguez e disturbios; Mara de tal e
3Ice da Silva, c.mo deaordeiros.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima
mui digno governador do Estado.
C,0 delegado encarregado do expediente
Manoel Barbosa de Freitas Cordeiro.
Cioverno do Estado de Per
Bambuco
EXPEDIENTE DO DA 13 DS JUNHO DE 1892
Acius: .
^evernador do Es'ado de c:nfo:midade com
a proposla do Dr. qoestor policial em ofli io
d'esta data resol ve nomea- pra o munitiDo de
Agua Prela, as seguiutes autoridades poli.iaes:
Delgalo do 2/ districto, o cidadao Rogaciano
Qitocsi Camello;
i Supplente, o cldadio Huerique de Abreu
Siqaei a Cavalcanli;
2. Sui lente, a cidado Antonio Jos Baptista
da Silva;
3." Supplente, Benvindo Maciel da Cista.
Districto do Riacbo do Mauo:
Subdelgalo, Ponciano Camello de Siqueira
1." Supplente, Genuinj Correia Pessi de
Mello.
O governador do Estado, attendenJo ao
que rejuereu o bacbarel Paulo Caetano de Alba-
querqae nomeado promotor publico do muniel
pi de T;.bauba por portarla ile 22" de Abr-1
lindo, resolv conceder Ibe, a coniajr de 8 do
corrale, mais d-.i dia3 de prazo para atsumir o
exercicio do referidu cargo.
O gojerna for do Estado at'.endendo ao que
requeren l"rr.ncis;a da Fonseca Ferreira Costa,
professora poblica da cadsira da easino m.xto
de Palmares, e teodo em vista 'rmegaoo.
joi, ue 11 do correte do inspector geral da
iusirucio publica, e o altestdo medico exhib
do, resolve conceder-Ihe dois mezs de liceega,
com '.idenado, para tratara saa su.le.
Ofhcios :
Ao juspeclor da Ti.escorara de Paseada^-
peco qu ugencia s>bre o pefli-
o cHkio junto to a:r.:Ctor do pre-
sidio de Fernando de Norcnha de 31 de Maio
al to.
Ao inspecter do Thcsonrj do EsladoNcs
t rmos de vossa infcrmarSo n. 30i de lt do cor-
reme, mandae pagar a Frantisco de Medeiros
Albcquerque os veoc;mentos que Ibe competi-
r m por baver exercido o posto de subcommis-
sario do municipio de Gcyanna do 15 de Janeiro
a 4 de Margo ultimo.
Aj mesmo.Declaro vos em solucTo vos-
s consulta de 31 de Maio ultimo, n. 453 qae so
men'e "s colleetores aevidsmente atiangados
dev rn : r-ecisas par-i
o pagamente dos renclBi ttoj das guardas lo-
Cutid:a vo?. entretanto, propr a este governo
pessoa idnea para o provimento 'las cd ec'.orias
as localidades onde taes cargos esto sendo
ejercidos pelos respectivos e^crives.
Ao meftno.De accordo com a vossa in
formago n. 450 de 31 de Maio ultimo mandai
escnpturEr a quantia de 1:174*5 0 a que tem
dinito Domiogoi los Ferreira C. pelo forne
cimento de obji-ctoB companbia de cavilada
polic al Jurante o exercicio pjssado, conforme a
cont junta. ,
Ao mesmo.IofiWtrai si j Bnlou-se o
nrazo concedido ao collector do municipio de S.
Lonrengo da Matta para prestar a respectiva
flanea. .
Ao mesmo--T-mdoapprovaao hoje a arre-
mataco feita ca Repartiglo de Obras Poblica?
de 90 arrobas de chumbo vendido na razo ae
2028 a arroba e 9 ditas de bronze a 6750 cad*
ums no valor de 243iO00, nesta data ordenei ao
director dnquella repurtigao que fizesse. oppor'u-
namenle o de?ilo recolbimento desti quaatia a
esse tbesouro.-Communicou ss ao director das
obras publicas. _.
Ao D-. Manoel Mana de Carvalbo, commis
gario geral do Brazll na Italia.Em satisfaga
o convite qne fizestes Cmara dos Diputada
no intuito de ser este estado representado na
exposico talo americana qae deve ler lugar em
Genova, em Jolbo prximo, envio-vos copia do
officio que me foi dirigido por aquella corpora-
g5o em S do correte sob n. 100.
A' Soctedade Auxiliadora da Agricultura.
| Em cumprlmento ao aviso do Ministerio da'
DESPACHOS DO DA 28 DE JOLHO
DE 1892
Antonio Florentino de Oiiveira, pedin-
do entrega de documentos. Sim, median-
a recibo.
Antonio Ignacio de Albujuerque Xa-
vier, procurador do sub-commissano de
S. Jos do Egypto, pedindo pagamento
de vencimentos.Informe o inspector do
Tbesouro do Estado.
Frederico Augusto Neiva Jnior, ar-
chivista do Tbesouro do Estado, pedindo
90 das de hcenca.Informe o inspector
do Thesowro do Estado.
Becjsmim Boltrao de Alencar, pedindo
pagamento de yencimentos. Deferido,
com offkio de boje ao inspector do The
souro do Estado.
Ernestina Victorina Boranger, profes-
sora publica, pedindo ontrega de docu-
mentos.Entreguam se, mediante recibo, cenja
Eugenio Quedes de Araujo, pedindo
entrega- de sua patente de capitao da
guarda nacional.Entregue se.
Felisbina Constancia de Azevedo, pro-
fessora publica, pedindo gratificicao de
boas nervicos a que se jolga com direito.
Como requer.
Fraccelino Roiriguts de Moura, arre-
matante da recoastruccSo da punte dos
Arrombados, pedindo prorogacao de praso
para corclasSo da mesma. Informe o di-
rector geral da Obras Publicas.
Bacbarel Lycurgo da Albuquerque as-
cimento, pedindo justificacSo de faltas.
Justifico as faltas. Depois de notado na
secretaria do governo reuieta-se esto ra-
qiMrimento.
Hdrmann Lundgren Sim, nos termos
da portara do hoje enviada, por copia,
ao Inspector do Thesouro do Es'ado.
-Joaquim Muura da vosta Leit~o, pa
diedo para recra? da Jolonia Isabel sea
irmS* Jo; de Moura da Co3ta LsitSo.
Remettido &j Director da Colonia Santa
Isabel para attender ao peticionario depois
de satisfeiU a pcnsSo de que trata o art.
13 do Regulamento de 10 de Dezembro
de 18.
Leonor Aoga&ta de Belmente Mafra,
professora publica, pdin^o proro^agilo de
licengi.-P-s:c se a portara em 22 do
corrrotf mea concodendo se a licenca ra-
querida,
Manoel Lopes da Paz, professor publi-
co requerendo gratificafo de mais 15
annos de effectivo exercicio. A gratifica-
53o de que trata o regulamento em vigor
o de mrito. Ao peticionario cumpre
requerer por intermedio do Inspector Ge-
ral da InatruccSo Publica nos termos do
artiga 132, do citado regulamento.
Bacbarel Manoel Octaviano Quedes No-
gueira, pedindo 3 meses de licenc/i.Re
mettido a junta medica do estado a quem
o peticionario se apresentar para ser ins-
peccionado
Mara Auta de Jesas Campello, profes
sora publici, pedindo justificaylo. =Infor-
me o Inspector do Thesouro do Estado.
Maria Isabel dos Santos, pedindo para
retirar seu filh -.Manoel que se acha na
Colonia Isabel.'Informe o Director da
Colonia Santa Isabel.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernamluco, 29 de Julho de 1892.
ajudante do porteiro,
Tito Franco de Mendonga.
terebedoria a Estado de Hermano,-
lonco
ds pachos do da 8 ds jclho
de 1892
Manoel Francisco Cardoso. Certifi-
qae-se.
- 29 -
Odorico da Cmara C e Silveria Ja
cintha da Silva Chaves. Certifique-se.
J jo Torres Bandeira J. Lagain e Jos
Tavtres Carreiro.Informe a 1." secjao.
Jo vino Bandeira.Certifique se.
Josephina Pereira d* Silva.Informe a
i.' socejto.
Al vea Pimentel.A 1.a seccSo para os
devidos effoitos.
os crtameos universaes tem a vantagem de ;s-
treitar os lagos de amisad e commercio entre
s nagos concurrentes, tendo o povo que
as realiza occasio le apreseotar os sens
progressos, de mostrar o estado de suas indos-
industrias earlej e o cultivo queda ascienda,
alm de constituir urna fonte de renda incaica-
lavel.
A nossa existencia no exterior passa desperbe-
cida e nao raro o povo qae nos jalga ioferiores
quillo que realmente valemos.
Por B30, ama Expoaigao Universal jo Brazil
importara a prova mus exuber.nte e mais ca-
bal do qoe somos, indo levar a todos os povos,
de envolta com o sculo de paz e o abrsgr, fra
terno, o conbecimenK) de nossas riquezas, da
proaperidade de nossas in a-trias, da fertilida-
de do nos;o solo seivoso e bemdito, do grande
progresso, emflm, que apresentamo8 em todos
os ramos do saber lumano.
Teremos ento occasio de expr n'um qoadro,
vivificado pela luz brilbante de nossas plagas,
toda s belleza deste solo americano onde temos
ido, com ardor e constancia admiraveis, cavar
tanta riqueza descoabesida e espalbada em nos-
sos montes, valles, ros, montes, etc. etc.
Apoiando to agigan'a la idea, to Habilitado
ra propaganda qae vai, dia a da, ganbando ter-
reno com os afaeated da opniao nacional ver-
dadelramente consciente, db, como represen-
tantes, embora obscuros, dessa grande alavanca
do progressoa Imprensa, nos sentimos soberba-
mente satisfeitos ao esposar ama idea, qae re-
alizando-se, far o orgulbo daqaefles qae para
esse resollido se tivessem empenbado.
Apoiando a iniciativa qae se vai tornando
vencedora, nos concitamos os nossos collegas
de jornalismo a serem a libra traasmissora des
sa idea, commonicando-lbe o vigor de suas
adbesOes e fortaleceado-a coa sea apoio.
Nao se trata de um commettimento de some
no3 importancia e qae dispense o concurso de
todos, mu? sim de ama oo-a gigantesca que
exige o esforgo constaite de todos os Albos des-
ta trra que nao sulli cientemente conbecida e
que s6mente assim poder de modo completo
atlstar o quanlo rica e prospera.
EXTERIOR
Inspectora eral da mutrucco Pu-
blica do Eiado de Pernambneo
DHSPACHOS DO DIA 26 DE JULHO DE
1892
Hormelinda Elvira d'Albuquerque Mello.
Cumpra Be e registre-Be e marco o praso
de 20 das para entrar no goso da 1-
cenga.
Leonor Augusta Belmonte Mafra.
Cumpra-se e registre se.
Maria Candida Cavalcante Barretto.=
Cumpra-se e registre-se e marco o praso
de 15 das para entrar uo goso da li-
27
CapitSo Miguel Archanjo da Silva Bra-
ga. Encaminhe-ze.
JoSSo Evangelista Escorel. Encami-
nho se
Joanna AugUBta de Albiqaerque Jacc-
me. Cumpra-sa e registre-se marco a
professora o praso de 15 di;s para entrar
no goso da Iicenya.
Manoel Beaerra de Vasconce'.lcs Caval-
cante.Cumpra-se a registre sj.
Maria da Jonceico Forjas de Laceria.
=Curnpra-se e registre-se e marco o praso
de 15 das para entrar no goso da li
cenja.
Jos Augusto de Mello. Cuipra-ae e
registre se.
28 -
JoSo de Aquioo Medeiros.Cumpra se.
e registre se o titulo retro.
Fausta Pergentina d Lima Barros. -
Cumpra se e registre se.
Francisco Lucio de Castro.Eccami-
nhe se.
Eduardo Francisco Panna.Cumpra- se
e regisird se o titulo retro.
EUROPA (*)
tllcmuiiha
O conselho federal adoptoa o tratado de com-
DIARIO DE ?ERHAMBUCO
RECIFE, 3J DE. JLHO DE 1888
Eip i8i?So l" ai versal
Por iniciativa d'O Paiz trata-Be ni Captol Fe
deral de levar a effi'.o aaii ili digna d$flpa.
e dos applausos da todos 03 brozileiros sensatos
e criterio308, que amam verdadeiramente o pro-
gresso e o engrandecimeato desta patria fadada,
a grandes e portentosos triumphos.
Essa idea, gigantes.'a qae 33 val corporisand
e encontrando echo em diversas classes sociaes,
a de rima Exposigo Uaiversal no Rio e Jau.ei
ro, destinada a commem.r^r de modo digno e
Conveniente o 4- centenario io descobrimento
do Brazil em 1890.
Nos deaneceasario encarecer a imporiancia,
a transcendencia, a magnitude desse plano gran
dioso que, a realizar-se, ir servir de attestado
solemne de que nosos filbos deste pedago
abengoado da Americasabemos, hdtorando a
memoria dos nossos av3, trabalhar activaments
pela prosperidade da patria, a quem devemos
dedicar todas as nossas energas.
Todos sabem, a nlogaem desconbecido qae
mercio entre a AllemaLbi e a Hespanba.
A) cUuinlas do novo conveoio foram applica
das desde o dia seguiat ao da respectiva ado
pgo.
Em Berln tem bando serios tu a altos en-
tre os socialistas.
03 tribunses condemnar.am a 8 mezes de priJ ge no [^ 15 do correte violento
sao o socialista'Wdlnitz, por insultos proferidos
contra o imperador em um meetii g realizado
n'aquella capital.
Igaalmenc o tribunal de Lipsig jolganJo o
processo de alta traiga^, condemnou a cinco
miivi Juos qae variam de cinco a tres mexes de
trabalhos forgados, por baverem tramado o as
sassinio do imperador Guilberme.
O anti-semitismo, que peridicamente ap
parece no movimen'.o poltico earopeu e qae nao
raro se traduz por scenas de violencia, incriveis
neste tempo, parece qae entroa agora n'uma
pbase de recrndesceacia, sendo que da lona
data esse movimeuto agita a AJlemanba.
Bismank, qaando no governo, timbem inter
vete nesta gravissima q.uesto e foi talvez em
lembrauga di^.lo qoe o povo ao acclamal-o.
quando o principe sabio do sea retiro para as
sijtir ao casamento do filoo, as3ociou u m%ni-
fe'ages de enthusiuBooo pelo estadista decahi
do. gritos de odio contra 03 juieas.
Uilimamente o anti semitismo produzlo grao
de impreso em lodo o iupano com a poblica-
g o do celahre parapbb.o As espingardas ja
dia;.
Fcilmente se imagina o peso da accos^go
formiJave!, que se contmlJa n'eite folheto.'que
.' Qoaciava ofli ."xircito allexo qoe
acceitaram 4oO,0>0 espinsarlas mpfltaveis, fa-
bricadas por armaros juleas.
A AIemnha mo3trou&e ap^vorala, e se real
mente acreditou a'esta axusigio a sua emojo
e-a mais do qae ja^to, tratan lo-8a de urna m-
510 tao oio3:i ae sua preeminencia militar, e qae
se julgi cada dia o vesparas i<) umr gaerra.
A qaesto de armamento positivimea'.e ama
qaesto de vida e de mort-i pa-a um ex .reto ; e
a Aftemanba bem sobe d'.sto, ella que ven^eu a
Franga. eatre outras causas, p^la suparioridada
das sua-: armas
O golpe contra o-judeus nSo podia ser mais
pingoso di que este, se elles rio procrasseao
rebatel o ; e isto foi que lizeraao.
O acensado? moveram acga .on'ra o sen ac-
cusaior, que Li p-eso, b-i tempos, e que coase
gu o ultimamote lber Jale p-ov.soria, mediau-
ty fianga. t$
-Nao est aiada liqaidaal esta qa.-s: e jt e nasa reuaio de coaervado.-es e u Dresde tro-
tou se de ini^ijr un movimerito no sentido d-
aJoptar ieid deexcapgao relativamente aos ja-
dea*, eenlre as. rdatticgn qae pedem coat a
ees ligara a de ser ili-a aefao foraecer,o lu-
bricar por conta do estado.
Coasta'-que Sua Sautidide o papo Lo XIII
fivorecetA a triplico allianc.., desde que se re
iolva ciefiaitivuoente a devolugo eos 16 mi-
Ib0js de marcos provenientes de congruas do
clero cailiolioo al boje de'.iloo p^lo goferno al-
lemo.
O coasul francs em Leipzig foi desieitia-
dapor a'.goos allemes.ndqufilla cidade.
O embalxador da Tepubca conferencioa a
reapeito com o oiot3tro de estriagero!, pedia
fo reparagao. ....
Sobre a excorio Berlim da-riuas ra-
anos da Holianda, nao ha murta raaltsida, U\
lou-S de alguns factos sign.li.ativos obierv>
d03 na visita das me?ma3 rainhas a Po3tdam.
Em^oanto as suas graciosas hospedes estire
ram ai, o imperador e a iprairiz impr-zeram
cenataaiemeote rainba Gai.bsrmin, que tem
12 nnos de idade, a campaabia do K-oop:iaz>
Frederico GaiHierme, um sJmDatbi;o mancebo
que tem 2 annos meaos qae a rainba Guilber-
mina e que j tenente de infantaria.
() Nesta seceo, na pBR.e bontem publicada,
bouve ama confao de noticias da Sclssa com
as de Inglaterra, em resultado de omisso deste
titulo, que deveria enciapir ao psriodo que come
ca-Com a legada da najes resal'alos eleito-
ne por desempate, ele.
Considerada esta ileclarago na leitnra, nca
desfelta a alludida confusSo.
O principe prassiano, vestido sempre de gran-
de uniforme, foi portmto o galante companbeiro
da joven rainba, desi m.oenbaado as sua i fon-
cgOes com taota gravidade e rigidez de cuoop-i
melos e gestos, que a sna amiga acaboa por
enfadsr-se.
O t onprinz, mortificado por sua vez pelas
gargaibadas e allusoes da rainba Guilberm'na,
nao contra esta, mas Ata contra os sea* tatoreB.
que o aoastraogiam aquella impropria rigidez,
apezar dos seuo poucos annos, acabou por se
mostrar tal qual era, travesso, brincalho, e ate
mo, como lodos os rapases, e isto com grande
escndalo na familia e na corte.
A rainba Guilnermioa, porm, alegrava Be, ra
muito com as diabruras do principe, e folgava
ter si.'o ella a ca a daqaella rebelda, que ia
de eocontro severidade da etiqueta militar, a
que tinbam sajeitado o prin:ipe.
-No vespera da partida de Guilhermioae de
MH mi, o Kronprinz retomoo, nao obstante,
a sna catadura ma cial; pois o imperador orde
nou qae o 1 riamro regiment da guarda maao-
orasse na preseoga das soberanas bollandezao.j
Qaando ebegoa o momelo de desfilar o prin
cipe, frente da saa compaobia, qoe era a pri
meira, passou por debaixc da jaoella onda esti-
va a joven rainba, e, veliaado-se com arrogan-
cia para os seas soldados, gritn eogroosaodo
quanto pode a voz :
Apresentar... armas 1
A rainba Gailbeimioa e sua mi nao se ^ade-
rara conter, desitaram a rir e a applaadir, mas
o principe seno perder o sea serio, camprimen-
tou com a espada e segaio na morda.
Depois do exposto nao para admirar qae se
esteja fallando muito do possivel enlace, anda
que um taoto looginqao, do K~onprinz.de 10 an-
no* com a joven rainba da Hallan la, o qoe equi-
vale uaiao dos Paizes Baixca com o imperio
germaoico.
Os bollandezeo, porm, qae professam grande
callo pela saa independencia, nao morrem de
amores por este projecto, qae o desidertum
dos allemes. *
Os gabinetes de Berlim e de Maoicb tro^a-
ram varias notas com relago altitade de Bis-
marek na ultima daquellas ca pitaes.
O jornal Noticias de Hixbargo declara
qoe o principe de Bismarrk nao receia ser pro-
cessado, e qae na tribuna do parlamento impe-
perial far alnia outros criticas a poltica do sea
successor na cbancellaria do imperio.
O mesmo principa pronunciou em Ki3sigem
um discurso violeolissimo.
"Cbaaceller de ferro, atacaudo o governo,
ebegoa a dizer qae possoia elementos para re-
vollar o imperio.
Por seu lado, no dia 16, o Notional Z litong*
publicou um a-tigo sammameate aggresslvo ao
ckanceller de Coprivi.
No entretanto, corra em crculos bem infor-
mados qae, de ama dis lbas uoilodeo, oode se
acha em pescara de baleias, o imperador Gui
berme II teleerapboa a proposito da discos*a >
travada pela imprensa enire o principe de B.s-
marek e o chaoceler de Caprivi, ordenando a
este que nao mais voltasse impren-a.
Como qaer qae seja, o qae facto, que a im-
prensa oficial mostrase actualmente muito re-
servada, teodo suspendido a escandalosa discos
sao que sujleotava com os jornaes ofl-oclos ao
principe; os quaes por eui vez deixirara de ag-
gredir ao imperado- Goilherme II.
Esta feigo autori3a o boato, que tem circula-
do de que o coada Holdersae procara conciliar o
imperador Gul'.berma e o principe de Bismar-
cb.
A imprensa assim o noticia com applausos.
Em diversos pontos da Allemanha, sentio
cy lone, cau-
sando extraordinarios preju zos ma'.eriaes e per-
das de vida.
Em Munich foi disputado o broc da cer-
veja da cervejaria Real, uo qual Bismarck be
beo.
Consta quo varia3 sao aa pessoas que preten
dem tel-o adquirido a bom prego. Comtolo,
sabe-se qaa esse < broc que tem o numero
5,769, foi oBsrecido pelo administrador da cer
vejara ao cassioo de oflosiaes iostallado no pri
mplro andar do mesmo edificio.
Em Unyanyok, na costa oriental da;Africa,
succedem-se os conflictos, tomando o caractar de
orna verdadeira in urreiglo contra os allemes.
Austria Hungra
O reichstag hungiro e a cmara doo deputados
do re.cbsta^ aus.naco votaram a le referente
reforma monetaria.
Para satisfazer a reclamag5es dos bunga
ros, o conde Kilnoy enviou a todos os embai-
xalores e cnsules umi nota, r co.Touo,endando-
Ibes que se sirvam sempre da expresso Aus-
tria-Hungra, como naica qae corresponde ao
direito do estado *a mooarcbta.
Pare-e que uos d-j:umeatos ofQ^aes esque
ciam-ae geraimeate da Hung-ia
E.va concluido um tratsdo de commercio
e navegaco com o reiao da Coreo, na costa
oriental da Asia.
Confirmarse que o principo R us-Schleiz
Kos:iritz, embsixador da Allemauba oes la co'te,
s:r mandado re^ressar a Bsrlim e;n Oatubro
proxJjBO, tm consequencia da sua ttittide.
En suo estala em Viean Bismank e seu
filho loram, no ala seguala a sua ebesada. dei-
xarsius car5;s em cosa do conde Kilatky, do
pnn.-.ipe de Holieolohi, gao meare da corte, e
do Sr. Braon, chefe da gicine'.e civil da imp-a-
do-.
En casa do priafipa da Reuss,-o velio cban-
celler t-nt-ou e ooover os po^eap.ga de alguns
alilos con o embajxado" da Allemooha.
Do maob escrevera ama corta ao imperador
Francisco Jos, Ep.esentanio-lbe o> seas respe-
tos.
a polica dissoiven os clubs de etadaoTea
allemes em Vieona, vista das symoathias de
-ralas pelo principe de Bismarck.
E es.e acabo in 'rrouoaeoio o silencio em
que se emerrava depois das coianjentiidas en
trevUtai que leve com joraadUy. depois da sai
qael do poder, de acudir danov.- Impreasi
para manifestar :ora tVaoqar as suas impres-
s5es na Allgemeinc Z iiun?.
Em Vieans, disse elle,- observei daas cor
rentes : urna mailo benvola, da populagao;
oatra, dus funociona los, que, no meu entender.,
tem as apparencias de urna reserva inesperado.
Ha 40 annos que mantenho* rehgos com os
circuios e a corte de Vieona, pois em 1832 fa;
mi'jisT da mju paiz na capital da Austria. Eon
todo esso longo periodo vimoo successos fe izes
o revezes, mns sempra as nossas ra agas pes-
soaes tiveram um carcter assigaalato de bene-
voleacia.
Tcria cotnmsido urna falta le coriezaseoo
p:ocara3se o'oier umi .audiencia do impirador
do Aualria. Por esse motivo, antes de sahir de
Priedericbsrube, solicltei urna audiencia nes3e
sentida por intermedio da embaixada da Alie-
manba.
Ao principio pareca qu: se acolhia a idea com
favor, mas logo depois se desprezou a miaba in-
dcago, sem que se possa sappor que ti
bavldo presso de Berlim. Apenas recebi unjo
-esposta verbal em que se me faxia sabor que
nao era possivel ser ma concedida a audiencia,
que eu bavia solicitado o no servidor reapeitoso
do imperador e como militar.
em dnvida leria sido mailo lisongeiro para o
ex-chancelr que as maoifes ajos populaos de
qae foi alvo em Vienna, tivessea tldo como com-
plemento ama demoo3traco fovoravel da cflrte
do imparador Francisco Jos; mal tambem alo
poda ter escapado saa perspicacia de diplo
mata que nao era de esperar, dado o estado!
3uas relaces com o soberana da Allemanha, qae
em.um Estado to anido ao imperio Germnico
como a Austria, se realizaste om acto qae pu-
desse ser interpretado como censara ao impera-
da r Guilberme.
O Grao Duque de Saxe Weimar, visitando
a secgo italiana da Expoaigo Internacional de
Msica e Tbeatro, em Vienna, paroa diaate da
vitrina de Souzogao e admirando os manuscrlp-
108 de Maacagoi, disse ao engenbeiro Bradicic,
que o acompanhava:
Pego-lbe para eacrever em mea nome a Mas-
cagoi, dizendo Ibe que desejaria conbecer pes-
soaimente o novo gamo italiano, qae 'accinou o
mundo inteiro.
Noticia de G'ovwarden referem que deram-
se all graves conflictos entre os lavradores e a
polica.
Contam-se morios e ferdos.
Falla se muito em Vienna, na descobert
de um novo tratamento de epilepsia.
Um rapaz de 13 annos que soffria ataques epi-
lpticos desde a infancia e tiaba doas oa tres
por da, entroa no hospitil de Vienna e foi snb-
meltido a um tratamento especie! do professor
Masetig. Este aneathesiou o paciente, abri-
me o crneo e depois de ter extirpado certa par-
celia da substancia cinzenta do cerebro, to.-nou a
fechal o. Desde ento o rapaz sente-se bom e
nao tem tido mais ataques.
A folha da qual extrahimos a noticia, diz qae
resta saber se as melhoras persistira.
O cholera morbos j apparecea aa Hungra
e na Roamaoia. t
Daram-se casos em Buda Pasthe e tostend,
sendo fataes alguns daquella cidade.
Soeela \oruega
Aceitn o estadista Stang a incumbencia de
de organisar o novo ministerio sueco.
A questo de representago consular de
Noruega eotrou agora n'uao periodo agudo. *
O reino da Soecia e Noruega, \conquanto su
jeitos mesma dyaastia, Bao por suas constitut-
gOes absolutamente iodepeadentes um do oatro.
A Noraega nao ama provincia, nem um de-
pendencia da Saecia ; om Estado livre e qae
trata em p de completa independencia com oa-
tro Estado livre, teodo o acto de nmo dos doas
paizes de 6 de Agosto de 1813 estabelecido igual-
dada absoluta eatre eatre elles.
Nessa occasio oada se reguloa miadamente
sobre a represen'.ago diplomtica e consalar,
decidiodo se apeaas qae os negados diplomti-
cos seriam tratados pelo ministro do Estado dos
negocios estraugairos nomeado pelo rei com
mum; e com relago aos consales, nao se tratou
diaso, seodo que a Noruega paga actualmente
pela soa representago diplomtica e consolar ao
ealrageiro 761.911 coroas, e a Saecia 764 788 co-
roas.
A representago diplomtica consular, pois,
commum, tnvendo om nico ministro de es-
traugeiros, que o sueco; e- dani, excasa-
do ser dizer qae, por este systema, raro o
cnsul, e suppomoa qae oenbam ministro na es-
irangeiro, qae nao seja de origem sueco.
Ve 11 to isto, e conheceodo que os interesses do
seu paiz nao estavam sendo convenientemente
defendidos, comegaram os norueguezes a recla-
mar para si representago diplomtica e consu-
lar distiocla. ,/-'~u\
Estas ideas foram rpidamente ganhando ter-
reno, e ba cerca de aoao'i e meio. em Fevereiro
de 1891, sabio ao poder o gabinete radical pre-
sidido pelo Sr. Steen, cojo primeiro caidado foi
apreseotar ao Stortblog um projecto de le para
a c.reagSo de consulados exclusivamente nome-
guezes, deixando para mais tarde, como sendo
mais diilicil de oble* do r^i Osear, a creago de
um ministerio de oegociosXitrangeiros e de le-
gac'ei especiaes da Noraega.
Apez?r da foriissima oppoaigo da Saecia nao
tiveram esta e o seu monarena remedio seno
transigir com a nova lei consular noruegueza ;
o rei Osear, porm, agarrou-se agora qoesto
da forma de liquidago dos consulados communs
para nao sancciouar a lei votada pelo Slhorihiog
oornegaez.
O re qaer qae esta liqoidago seja pronuncia-
da palo con;e:h) de Estado mixto (onde os sue-
cos toi maioria); o Sr. Steen pelo contrario,
apoiaodo-se na aotoridade de jurisconsultos
emineotea, quer que seja s ouvido o conselho
de Estado noruego, e considera que o inver30
seria recoohecer orna specie de suzerania, opi-
oio que, si fo;se aceita, segundo declarago do
Sr. Bostroem, ministro de Esiado, importara a
suidemisso; o rei persisti na sua opiniao e
para fechar o incidente negou sanego ao pro-
jedo.
Foi em consequencia disto qae o mesmo Steen
aonunciou ao Storthing a retirada do gabinete,
e a assembla adiou-se.
O proj co Steen marcava pira Io de Janeiro
de 189! a dau do estabelecimen'.o definitivo do
oorpo coosulur noruego.
Reduza de 610 a 450 o numero do3 postes
consulaies, supprimioc'o principalmente lostos
europeus.
Drixava ao -rei a nomeago dos cnsules ge-
raes dos consaleo e vice-coosales da vancimen-
t'j tixo, reservando somante para o ministerio do
interior noruego a nomeago dos vice consoles
nao retribuidos e d03 secretarios page; pelac-
xo consular.
Como se v, o projecto nada tem da subversi-
vo, tio invade os direitos da Suecia e do a me-
Ihor attriDaigo ao rei.
E' antes umi obra de coneiliego do que outra
cousa.
O o.'tbingdiriga no monareba urna mensa-
gem lameuiando que o soberano se tenba recu-
sada a 6anccionar a sua deciso, e exprimindo
a espe.-aog de qoe elle reconsidere, impediado
..=o:ji a re aa do uai.-o gabinete qae no mo-
mele actual possua a confianga da repres?nta-
ci nacional. .
Como se \i as relsgaas entre es dois reaos
unidos, que j nao eram muito boa3, ebegaram
a um grau de tenso d'oade podem 3urgtr gra-
ves d ttimtdades
Dinamarca
O Czar da Ruasia, acompanbado de saa comi-
tiva, acaba du deixir a corte do re Christiano
IX, seu sogro, para regressar Rassia, a bordo
ao sea yaent Esiiea Polar.
Os soberanos foram alvo das ma;s calorosas
acci uagas daraile a sai agradavel estada em
Cope '"'-gue, e partida dos meamos foram le-
vantados vivas entusisticos.
Bulgaria
O tribunal acaba de condemaar morte os
quo'.-,. a3 as3oos do Sr. Sa lbachen, ministro
das tiuaugas da Balearia.
ministro Kiraderoff, considerado campitoe,
foi coademnado a o annos de pri?8o.
Corra que a Inglaterra, a Austria e a Alte-
raanhn se inclinam a reconha*er o P:'ac'P3
FeroaoJada Bulgaria, que por occasn'O da de-
ooisso de Alexandre ae Batteaberg, seadn ele
to em 1887, e embora acero pela Parta Oltoma-
aa, nao consev-oio fazer da poltica hobtl do s=u
ministro, o Sr. Staooboulov. fazar-:-e reconhe-
cer polao potencia*, menos desejo3as de ques-
tOes com a Rassia qoe fez de-de o principio
guerra candidatura do joven Cobourg.
Com quanlo nao reesnhecido officialmente, j
14 vo cincoluoos que Fernando, contra to-Ol
os prognasticos, principe de facto da Bulgaria,
ostentado de um lado pelo aeolimento nacional
adverso influencia rassa, de oatro pelas sym-
palbias da Austrias da Inglaterra e da A lema-
v-
p

->P"




Diario de Peruanibuco Sabbado 30 de Julho de 1892

aba. as qoaea absolutamente nao coorem essa
influencia all.
ltimamente o principe que. deve se te* sin
galarmente aborrecido^ne ctaeo aaooa entre
as int.igas polticas eti es coaspiateo s, qae
por mais le ama vez ibe iam cus'aoao a vida,
decidio-se a dar om raasscio, vsia*ndo Vibn-
n;>, Berlim de Londrec-aeodo por titea pane,
principalmente nesta afina cHtede^moite b; ni
recebido pelas respectivas cortes.
Esta amavelreK> fui por ellas levada coa
ta da pesoa do principe de Cobou'g ; mas ntn-
cuem se illude e claro que 6 o prinap: ia Bul-
garia que as patencias hesiis a Ru-sia recebem
e festejara.
Nao poi8, de admirar que, a deapco do
t.a'.ado de Berlim, o sen principado aeja oficial
mente rcconhecido e a Russia leve um tinque,
cujas consequeucias corto nao serao u'.eis as
bubs boa- relages com aquellas potencias.
Este principado una das faces dessa diffi.il
e Dengosa questo do Oriente, qm ja 1:80 poaco
sangue tem custado,.e sabe D :us qnanto ba de
ainda costar; pois,' em coosequencia da gaer
ra de 1877, onde os torcos desaavolversm, por
urna ma causa, qoe era da opprasso, orna be
Nica coragtm e ama tenaz resistencia invaso
rosea e depois dos tratados de San S'.efano e de
Berlim ambos de 1878, a Bulgaria foi constitu
di em priocipa.o vtssallo e tributario, governa-
da por utu pnneipe acceito pe>s potencias sig-
naras do ultimo tratado, Qde foi Alexrandre
Battti. iorg, que abdicou e nao pode ser substi-
tuido pelo da Mingroli t candidato da Rnssia.
recia
O rei la Grecia vae pastar o mez de Agosto
em Franca, em Aix l3 Bains, segando todas as
probabilidades.
D puis ira visitar o rei da Dinamarca a Wies-
baden.
A rainba da Grecia pasi:. o verao em Paoio k,
indo eacoo'.rar-se com o- rei em Vienoa nos tins
de Setembro, amde ealrarem ambos juniamen
te m seos Estados.
No da 9 a noite em Alhenas, no tbeatro de
Pholera, o ministro da Turqua tro ou palavras
fogosas com uno ofliciaes grecos, para urna ques-
to pessoal.
Eai resultado desse desagradavel incidente,
[a;',m se em daello pistola o secretario da
legado ottemana Alfredboy, e o cficial de ea-
Hllarii tieenica Pieragos, o qual liceu uiorto no
campo.
Espera se outro daello.
Ero Thebas senlio-se no dia 8 um tremor
de tema mas nao consta que fiaesse estra
Tumi tila
Em Alexaodris deram-se varios ca;oa de cho
j2ra-mcrbu.
A popuh'co, alarmada, eslava vivameute m-
..-.nuda.
Ruada
O synodo do rilo grego nega-se a proteger os
calbuieos romanos, o que Ibe ol ped.do por Sua
Sanlidade c papa L'o XIII
A expedigo russa, em marcha para Sadoll.
Chefoo a l'ouura.
D.z utu lelegramma do imia, no indos.ao.
qne as ti. us de Azara, vencedoras cm Jeer, de-
gcdaran 2.0u0 prisicoeiros.
Caoaam pnico os portneuores qne vo oh
ii o, a proposit. da epidemia do cholera ta
Russia.
Em A-tckan, continu m. as desordena por
causa das me i las propbylaticas lomadas.
Oiz-se que as autoridades perderam a calma
eoesearia ua uago diflicil que alravessam e
aasga se que por este motivo maitos cbulericos
tm sido enterrados vivo3.
Nessa mesma ekade tem bavido diazjd; 102
bito?.
Em Koobao; Berd'an.-k e varias localidadas
da Co^ia ... m t de Aoffa epidemia lavra com
ioteoskiHe e tmpregam-se mediias de ri or
para suffocar a Volga.
as provincios do Sul grassa com intensida-
de e s.uji>itneau"ite o lypbo e o cboleramor-
bu, leudo-fe dada detenas de caso.- fulminan
lee.
O E-lado sanitario da Russia, pois, nao me-
Ihcrou, e ao cont-ario a epidemia adquire inten
dade e ext.'r.aj ruaiores.
OS. de Gers, m'n slro de estrangeiros qua
oi aiacado e livera melbora s>,ffrea urna reca
bida.
Ne.i ia? chegadas de S. Plersburco a 17 do
como vicuma'los nelo cholera em Aaffaiia 277
iasivi lucs, m !^.k o L8. em Teh-;raui 46
FRICA
Karroco
O pasba i- i'- leaUM auo.inai a po.iul; ga
tonira a misaaa brtlaaniea.
A rale vociferoue na deixon transportar pura
a casa da misso o maa'ro ti, b o leira.
Sir Gbarles Euan Smitbfoi fallar Boa o *u o
e este condemnou o pacb a pagar 50.00U irn
eos. que sir Charles distribuio pelos indigentes.
O govtrno marwquino insiste, em recasar a
proposta de sir Charl-;s e a misso tinba de dei-
xarFez.
Uji teleg-amma dessa cidaJe para a Agencia
H vas diz que o exbaixador inglbz.alim deven
cer a resistencia do sullao Moley Hassan, lera
procurado todos os pretextos para que sobrov--
nl;a i1 coi,Hielos graves. Asslm a 9, dia da fesla
de Ai'keblr, quiz arvorar o pavilbao inglez sobre
a casa consular, sem todava o poder conseguir.
A papulago marroqoina esta exasperada.
O callao receben tarde o eoibaixador, e cen
soroQ-Inc o tc-r querido arvorar o pavilbo, ape
sar da eoa palavra, e dis-e-lne que podia partir.
Bir Charles Euau Smilh responden pedindo
sal.aro pelo insulto fcito a sua misso e ao
seo agente indgena Bjuo. kr, que, bavendu
3do rec< nbecido na roa, !:a mallralado pela
populag-'.
A situagrio es' em extremo len^a.
Presume-te que o Co .de de RaJowitz foi
Horneado erabaixador par.i Madrid, porque este
posto adquirioagora grande importancia poltica
po" c; osa da queslao marroqoina.
As potencias europeas pode.-ao deotroem pou
co tomar part nella, e os nteresses da Allema
Dha til cjnciluveis com os gran jes interesses
a B?sBaiiha em Marrocos.
Urna correspondencia de Fez noticia que as
tribus k: ylos ailiaram se a Mullti Hissan. no
intu o de urna resistencia eficaz contra a Uta
pitaba.
As rcL.es e-tre o governo deMariJeo
sci') torri'aram se J'llicilims, sendo provavel o
rompimenlo.
ASIA
P e r m i a
A ^rrples descripgao dos pormenores do cho
lera-morbos na Persia causa horror.
Khoassau em urna e semana houve IW
fallecimeotoB.
i_____J_________________-i- -
ZOOLiGIi
Lcopard d s jaguar
O illu-'re Presidente da Repblica, G-neral
Fioriai.0Peixoto, acaba de fazer ao Jardiiii Z.o-
logieo a valiosa offerta de um beilo sqecimeudo
jaguar, a fra mais perigosa que habita ranos-
eas magestosa ilarestas e a mtior que se encon-
tra na America do Sul.
E' este animal conhecido u: Brazil pelo Dome
de ooca pintada e em ; Igurcas localidades
pelo de t gre do Brazil ; denominagOeS iaipro
pria;, seodo a pnm> ira naturalmente dada pelos
portugoezes por analoga ao animal congenere
das n-g.PS asiticas.
Era uosso paiz nao ba ongas, nem tao pou
eo tigres, e al admiravel quo se confunda o
jaguar com o tigre, porquaotoeste Uttraio
completamente e aquelie maculado.
A enga e se encontra na Asia Central ;
mede 2 metrcs.e30centime.ros de comprmeme,
seu peilo espessoe longo, de e parda esbran-
qujgada, e, algomas vezes, amare lia clara, pin-
tado de poucas manchas pretas, pequeas e fe
chadas na cabega, grandes, em forma de anneis,
ao pescogo ; correndo ao longo da columna ver
tebral e da cauda urna lstra preta.
Gomse v por estes caracteres, ella nota
velprnte diferente do j goar ; entretanto,este
tem sido designado por aquelie nome, em parte
devido falta de monograpbias dos nnimaes de
nossa fauna, em parte originado da iDdiffereoca
dos Brazleiros pelos estados da historia natu-
ral de no-so ferlilissimo e grandioso pais.
Os Hatoralistas con he ce m o jaguar, po felix
onga (Liui, etc.), leopardos onga (Brehm, ele)
e felix jaguar Liis, emqoanlo que onga deno
minam felix anica e lecpardus nica.
Liis, porm, substituto a palavra latina ooica,
de extravagante signicago, pela onga da pri
meiv. especie, dso!o a esta ooome indgena da
jaavar. ..u junto ao nome laateo da familia nc
felix j;ua-.
Brehm. ora (toa mai* oelebr-'s clissi i<
ie ooasos Hoatpca, em sua ratean a Ue clai
s&o zoolgica, tornou bera claras as <: ffer do gneros, familias, etc., i>ara is^an/poeap pa
son a desuar as especies por seas o ie uii-
nos, pricBidoi du ^enro a qij'.' pe teicea. o
qoenl) (Iterara os oat-m na'uralista^, qiie as
denomiua.-se'pe.-iflss faii.m irccl-!r o nj
me de amilic, que mais vatro e mais geral.
Ni familia dos felinos torJem dos c>r v r.;s)
o sabjo allemo, entre ootros geoeros, eta iele
cau o dos l.rapirdas, (leopardos) felinos de p tilo
pintado de manchas arredonludas, o ao Jaguar
den a denotn mgj latina de leop-rlus, onga.
N3 propomos as :m. baseados cm Br nm e Liis,
denominar lecha., amento a j >caar leopardus-ja-
Kuar, conservando- a det:oninaco geaeiicado
primeiro e a especiara do regondJ.
O jaguar 'um bello aateai de doos metros e
poneos centmetros de comp raeuto tem o pello,
eurto, grosso c luzidio, de i amarella averme-
Ibada em todas as paites superiores do corpo, o
branco as partes inferiores-
0 pello amarello persemeado de innmera
manch s pretas em geral de forma arredondad*
com pontos pretos internos. A fetnea tem tres
mais palldas.
Ha diversas variedaJe* desta esp ce, sendo
orna dellas o jaguar preto.
Com seos congeneres da antigo continente,
elle urna fera ter ivel qne vivo esconaila as
brenhas das fljrestas da America do Sol, iierio
dos iios, dos lagos c dos pantinos, de'onde ap
parece de emboscada para atirar se audaciosa-
mente sobre sua pre^a, que 6 quasi sempre um
beiio veado ou umalndefesa capivara.
E' especialmente as noies claras de luar.
quando suas viciiu s precaram a re va fresca
para aliraen'.ar-se. que o jagoar sahe de seus
retiros, indo raramente ao3 campos iescobertos.
Sua forg prodigiosa torua-o pe-igosissimo
iias proximiJades das cabinas, onde algumas
vezes apparece em busca de algara carne:ro ou
mtsmo de algura boi.
Quando marcha calmiraeme tem o an lar pe-
saao; excitado, porm, r-vela exlrairdinaria
Bgilidade, nao na corrida, como nos saltos.
Nao encostrando caga na floresta, atira se ais
ros, onde nada admiravelraeat", achaalo nuiles
diversos genir s de alimentago que tambem
Ihe agradara, como aves, palmipetes, peixes e
alguus reptis, mesmo de grande porte : jacar,
cal nan, etc.
E' or.ginario da Americi do Su!, especialmente
do Brazil, e raras vezes appirece no Mxico e
Estad. s-Uuidos.
Quar.do apauhodo na? p-irniras idades adqai
re certo grao dedorae3ticulaile, mas propjrgao
que c-esce val se ornando perigoso.
Ha. entretanto, no Jardim, um jiguar adulto,
qoe naturalmente de ndole toa, rosta qae se
Ihe pssse a mao pula cabeca e rarp, mostrando
se i-empre alegre e sat'sfetto cora isso.
ffas innmeras v z. s qne sasim l lenho f^ito
tunca me mantfestou o mais Hgett i desagralO-
Txoaomiearneote o prgaar u-n mamfero di
serle dos ungu ola.l..s. ordam dos carnworose
familia doi felinos, genero leopardos.
Dr. Xavier de Britj.
SCIENCIAS E ARTES
Alubereulose eas doirriu s
c ulcmporaaeas
(Contiooago)
Esperemos que a medicica encontr m 'os de
accao mais efficazes no novo caminbo que as
descobert8 baceriologicas acabara de Ihe abrir
e de que nos falta falla'. *
V
Q-ando o Dr. K>:b i'escobrio o bacillo d. lu-
bereulose. o mundo scieotirico ainda se acbava
si b o cuihusiasmo provocado pelos ltimos tra-
balhos do Sr. Pasleur.
Havia um anno j que o illustre physiologista
a bara a vaccioa do carbnculo, qoe a' rizera cu-
mie -t a academia das sciencia1 e que demons
trara cua infallibi'idade, perante a sociedaJe :e
agricultura de Meluo, na presencu de urna mul-
l lo de sabios estrangeiros attranidos pelo bn-
Ih dessa prota decisiva.
A i'jceio;g8o at ti carbnculos sahira, nesse
Jia, do dominio da theoria para entrar no
i> tica.
Adquirir se a certeza que esse modo de p>e-
t;ao poda se applicar a entras molestias, e
que a d :Coberta de Jenner era um cubo particu-
lar de urna le geral.
O. veierinirioa eslavam em via de encontrare
vativo da peripneumonia contagiosa dos
-uigeros, da gafeira dos carneiros, da lepra do
p.rco, etc., e o 8r. Pastear se entregou, no p
lenctj do laboratorio, a serie de pos quizas que
deviara conduz o a descobera da vaccica da
raiva.
O momelo era chegado para achar o bacillo
da tuberculoso, e sua revellago fez nascer as
maiores csperangis. Sendo es^a molestia o |.ro
ducto de um microbio, tornava-se tribatana dos
metmo: processos que as ootras affecges conta-
giosa.-; e a l~gica levava a p-ecurar o meio de
dil ruir o parsita no organismo ou pelo menos
opdo.- se as cuas daiaatacot'.
As pesqalzas comegaram unmedia ament em
todos os laboratorios, e desde ectao oocessa-
ram. Cada physiologisia seguio o curso de suas
ideas e escolbe.u seu metlv d1?.
Os discpulos do Sr. PaUeur adoptar^m o que
conduzo seu mestie a to brbantes descober
tas; os Sr?. Drs. Grancher e H. Martin se esfer
gara"i n r atenuar a viruldncia do bacillo antes
de inoculal-o. j de izando envelhecer as cultu
ras, j fubmtttinio as a acgo do calor, as ve-
zes limi'aadc-je a inj^ctar mo;to fracas doses.
Quando souberam no auno rindo da commu'ica-
go feila ao tongresso de Berlim p 'lo Dr. K)ch
sobre o asaumplo de so-1 nova decoo.ria, se
apresurara em communicar a academia de
scicncias o -esul ado de seus trabalhos.
Sua nota lerminava pela concusSo sesuinte :
Oremos ter conseguido de om laio, dar aos
cuel'-ios resisteacia prolongada contra a' luberca
lose a mais rpida e a ruis certa e de cu'ro bes
coi --ir. contra a mesma molestia, ic., umJade
de que nos falta determinar a dur gao .
Na mesma poca, es Di. Roux e M.'P's: h kof
proseguirn), no proprio laboratorio do Sr. Pas-
tear e sob sua d!recga>. as pesquizas qoe s (i
zeram coobecidas i;uai d> attiogiram c grao de
necessaria madureza.
Oatrcs exptrime"jtad.rei seguiram caminbo
mais moderno. Fundando-se na desigaaldade
de resitencia que s diSrcutes especies op-
pem a tuberculisagao, tiveram a idea de procu
rar si nao seria possivd transformar a constitui-
g?o dos animae8 que ibe sao ma s ascesaiveis,
nfundindo lhes sauguc proveniente das espe-
cies as mais refractarias, e de Ibes transmitir
des-e mido o beneficio dessa lm .unidade. O
caoe a cabr? eatao no numero dos animaes pe-
los juaca a taberculose tem menos pre.lilecgo,
foi a elles que os experimentadores se dirieiram
para lomar sea emnrestimo.
Os Drs. Ch. Richet e J. ^icourt fizeram ex-
periencias em coelbos com sangue de cao. Pri-
meramente ensaiaram injectal-o as veas, mas
a morte foi sempre o resultado da o arago.
Tontaram enlu transfundir no peritoneo e con-
seguirn! fazer lhes tolerar de 30 a 50 grammas.
Inoculando i ra segu Ja a tuberculoso uos mes
mos coelbos, recoobeccram que transfusaa pre-
via Ibes diuiinuira, at certo grao, a evciugo
desta mdestia. (i)
Animados por essa ve: ti ago, teutaram a ex-
periencia do homem, modificando a maoeira de
operar.
Serviram se do serum do sangue ds cao e io-
jectanmno um ou dous centiu_et-icos cubico;
pela va hypodermica. A3 operages foram abso-
lutamente neflensivas.
Nao causaram rem perturbag?s geras, nem
accidentes locaes e o estado dos cinco doentes
submetlidos a experiencia pareceu melborar de
modo sensivel.
Os Sr:. Berln ePicq, de Nantes, igualmente
comegaram por operar em coelbos ; mas esco-
Iberamo sangue da ctbra e affirmam ter deter-
minado por essa traosfuso, nos animaes sub
mettidos a experiencia,Tim estado bact recida
que Ibes p rmitte resistir a inva-So dos bculos
quando a inoculagao tuberculosa tem lugar no
(I) De la transfusin pri'.onale e de 1' m-
muoiiqu'ella confre, nota dos Srs. J Hri-
edurt e Co. Richet. (Acad. de scieoclas. Sessao
de 5 de Novembro de 1888).
mesmo teupo que a transfuso e tnumphar del
a quando esta s feila mais tarde, isra, quan
do .'8 bculos comecaram sua argao destrui-
dora.
i); mweaw modo que os Srs. Ci. RU hst e 1
H i;ouri,oa*MtpariiuBUdof8 di- Nntes tenta
rara enealos sobre o horaam. Tra:.^foniram
ia .gus da cabra em tsicos e nada liveraa t ias-
t!u.'..-. D em mea ao tur vorrttenlo melbora no-
tavel oo8-i*oenu'S que de boa voatade se quize
ra. prestara 3eus ernaios.
(Cijiinuar se ba).
LITTERATBA
Esperanza
(EFE ECSE)
S ;:ii ti o que seria o pobre e o triste ?
Sem ti o que seria a propria vid* ?
Mensageira do co, alma, querida,
Sem ti a f'hcidade nao existe.
Como infeliz quera te resiste :
Nol o dia cruelmente o suicida,
Aquello em cujo peito de vencida
O desespero entrou e tu fugiste.
De as inventou um Unitivo p'r'alma
Fuste tu Esperangaa doce calma
No aoffrer.
E's o lemma da vidaoh Eeperanca
E's ruiis dooe que una riso de crianza :
Esperar viver.
Eatuilo biographico de Benja-
mn Coastant por Telxelra
Hiendes.
(Do Jornal do Commercio)
ContinuagSo
(J ..ao eatudaote, Be jamia (Jinstan*, li-
mitava se em geral a dar contas de si re-
guiares, segundo requera o adiantamento
dos estudos.
Somonte se ia j impoudo a considera-
gao e recommendando a estima geral pelas
deraonstr.i^fjos qie Ihe nao falta va ensejo
de dar de ana robusta intelligencia, de um
raro carcter, da sua &ctividade
L'.'mquanto fazia esses estudos, buscava
recursos para si e para os tais, ensinan-
do, como explieador de matbematijas, ta
propria Escola Militar, na de Mariana e
em varios collogios.
C aioda aohava tempo para a meditngao
: ailosophica em quo jile tratava de disci-
plinar o seu e-pinto vindo a cingir se da
unitivamente a by r.hese genial de Augusta
Oomte.
O positivismo tivera entrada na Escola
M litar havia jd alguna anaos, quando
BuDJ^mia Canstanf, em 1837, ao que
r.oueta, leve delie noticia, por indiuayio
de um lente.
Em de-sas de tbeses sustentadas em
1850, 1851, 1853, 1854 e deate anoo
em diantu com mais trequenoia, se havia
timado por base de argumeatagai os prin-
cipios do culminante philosopho francez.
Dos defensores dessas theses algn
h.viam alca iado logar no carpo docente
do Escola.
Entrando para ella, Benjamn Constan*.,
acbou se providencialmente approximado
da phiiosophia que devia ser para elle a
re?elac.o do aeu pr prio carcter e du seu
proprio aentimento.
Nao a conheceu desde logo pois que
entrara cm 1852 e e cinco annos depois
teve della noticia.
Tambem, logo que della se possuio,
como .-yat -'.a i ra ral ou como methodo de
estudos, Leahum disoip'ilo mais enthusias-
ta do que elle contou o grande mes're da
nova .
Das traecgSia escolares do illt'stre bio
graphado, guarda-se a lembranga de um
ooi. rl. to rouito grave em que se achou,
levado per impulso generoso contra a dis-
ciplina militar.
Tratava se de 1er perante os alumnos
urna ordem do dia em que a estes se sabia
conter urna imputagab vil. Benjamn
uO.Bt&nt, indignado, adianta-sa das bleiras
undo seus collegas formavam, para o cas
tigo da affronta imminente, e arrebata a
iolha escripta das mos do ajudante que
devia le!-.., alirando a ao chao e pizando-a:
; Esta ordem do dia nao ser lida, faliou
enrgicamente, porque um insulto aos
alumnos !
Serupre o seu animo da revolta, que nao
conseguira vencer nem mesmo o re>imen
do positivismo, que tao do intimo d'alma
adoptara em pauta de meditacao e do cos-
tamos.
O prego de sua insuberdinagao na Escola
Militar nu Ibe ait u : immediatamente
foi recolhido preso a fortaleza de 3ant-
Crua ; tendo ento ensej de apreciar a
t nsiduragao que Ihe votavam cor discpulos
e mestres pelas manifectagSes que dedss
recebeu.
Muitos o acompaaLaram fortaleza;
alguna mais abastado* offereceram Ihe
mesmo recursos pecuniarios de que elie
se nao quiz aproveitar, concorreado at
familias de alumnos com brindes de uros
por unitivo ao seu vzame.
A r jeza do sua tempera moral pode
medu-ne de sobra durante a verdadeira
campanha de carcter, quasi ignorada,
porque nao era de natureza rebentar
em esttrdaIhago, mas teuacissima e rude,
que cocatitue toda a parte media de sua
bi.gn.phia, a partir da ephemeride de 21
de Dezembro de 1859.
EntSo obtm elle dispensa do aervigo
militar, para estudar engenharia civil na
Esc... C-ntral, onde desde o cornejo do
anno estudara chim'ca, mineraloga e geo-
loga, haveudo prestado exame destas ma
terias e do preparatorio de latim ue Ihe
faltavae ensaia a sua primeira tentativa
para entrar no magisterio official.
Era ainda simples alferes-alumno, gra-
du. gao que datava de 13 de Maio de
1855, e tinha apenas concluido os seus
estudos de engenharia militar, quando,
por effeito de urna reforma do ensino no
excrcito, foi creada na E. Militar a cadei-
ra de mathemathicas elementares.
Benjimio Jou tt.nt pretendeu ohtel-a.
Faliou ao director da Escola. Este dc-
clarou que a cadeira seria provida por
concurso.
Benjamn comprometteu se a concorrer.
Preparou se com tolos oa documentos e
eaperou pela abertura da inscnpgao...
Quando apparece a noticia de que a
cadeira 15: a provida sem concurso.
Fra nomeado para ella o 1." tente
de engenheiros Dr. JoSo da Coala Vello
so. Primeira decepcSo na grande loeta.
1859.
Benjamn contiui 03 seos estudos. A
11 de Deaembro de 1850 tama o grao de
bncbarel em scienciaa phyaicas e mathe-
matioHB, haveudo sido proasovido a teen
te do estado-maior de l.1 olasse no da 2
do mesmo mea.
Aooaita ainda o convite do Governo
para *m nar gratuitamente em mathe
mathioa a estudautes e at c indi Jato i ao
profeaaoraJo, commiaaSo pouco vantajosa
em que ae desompenhon com seu habitual
escrpulo, conservando ae nella at 1876,
com intervallo apenas de nm anno e pouco
que passou na guerra do Paraguay.
As provas mor. es e d dactioas que ia
accumulando em favor de suas pretengd 's
movem-no a tentar novo concurso, alme-
jando entao tirar.a cadeira vaga de repe
tidor de mathematica no collegio Podro
II. Inscreve-.e. Eatra em provas. E'
classifoado em primeiro lugar. Nome-
se o claeoifieado em segando. Nos'..; con
curso, dea-se a siogular circunstancia d
propor Benjemin a-osse concurrente, em
virtuda de accedo pr/io, as mesmas per-
guatas por este taita a outro candidato.
Foi pois, ama segunda d-cepgao. .860.
No mesmo collegio cria se, logo depois,
segunda cadeira de mathemtica.
Constava que seria provida por con
enrso.
Benjamia requer inscripcao. A cadeira
dada sem mais nem menos a um ma-
thematico amado que feto afial, por-
que o mercado do ensino nao rende l
muito cjafarente dsralfaniega.
Tanta derrot suscossiva ie suas a-
pira;3es foi como um desafio.
Aqulo que a principio elle buscava
como urna necessidade de vocajao e mo
desta accomod 9U0 de su; vida, tornou se
um designio irresistivel de pundonor.
Em Ootubro de 1861, reorgaoaada com
o nome de Instituto Commercial a auttga
Aila do Cjmmercio eil-o do novo candida-
to a cadeira de mathematica.
Iuscreve ae. Mas, no dia em que se
encerravam as inscriptas dis-lhe o secre
tario q ie <-. sua fora aanullada por falta de
d.cumentos.
Benjamn protesta. O ccnselbeiro Sou-
za Rimos, Ministro di Imperio, proroga o
pro so, examina a questSo matida declarar
valk'a a in8crip9ao posta em euvida. E
iodo o pr .so da prorugajio nomeao
para a cadeira iadeeieidnte de concursi.
um dos r/aoriptos, o Dr. Pedro Jos de
Abren.
Beojaava concorre ainda a cadeira ce
matbeo&tioas da Escita Nrmal da pn
vii ca do Bio. E' classificado em primei-
.0 lugar com distinccSo.
O Dr. A'iguat-) D..*s C.rneiro, exami-
nador, prtp5e, a seguate clasaidcaua 1 :
iprmeiro lugar, c>m iisttnccio, o bauba
re Becjaraio Cnstant Botelho de Maga
Ihaes ; segundo, nir.g.iem ; terc-iro, nin
guem, etc ; era aeguiUa o outro caaddati.
E' nomeado o competidor de Benjamn
Cnstant. 1862.
Accresce que, para nm tal desenlace,
exigir Ihe primeiro o presidente da pro-
vioca licenoa especial do Mmistco da
Guerra para ensnnr na Escola Normal di
provaca, caso fosse nomeado.
E quando j havia o teaeata caadilato
requerido, redobr.ira a exigencia e o cha-
mara a palacio para dizjr que era preciso
maispedir demissao do sarvijo do exar-
cito. E j estava encaminhHdo o pedido
de dem saao, quando o presidente da pro
viaoia Ihe intima mais caprichosa exigen-
cia marcando o praso improrogavel de oito
dias para o candidato apresentar se com a
Jemissao concedida.
Era dentis. Benjamn Coastant optou
pelo mais simples: desisti, depois do
brilhante concurro de quaesquer direitos
aomeacao e renrou ao mesmo tempo do
aeu pedido de demissao do exercito.
Com este concurso liga-se ainda um
f..cto oaracteristico. O uoncurrente no
meado roquer ao cabo de novo mezes urna
liconga, compromettendo-se a nao voltar
mais Escola Normal e Benjamin cha
mado a palacio para objecio de. servigo
publico.
Em caminho 'encontra o professor de
licenga que Iha diz que saba por que
Benjamn chamado : lembrara seu nome
para substituto de mathematica. Mas,
como tinha iuimigos polticos, que podiam
querer em ausencia demittil-o pedia que
Benjamn nao aceitasse a nomeagao de
lente catb draiico para a sua cadeira, se
lh'a quizessem dar.
Benjamn promette. Chegado a pala-
cio doscobre que fora lulibriado em sua
boaf. Chamavam-no ex*ctsmente para
offerccer-lhe a nomuigo da cathedratico,
vista da licenca-renuncia do professor
de mathematica... Mas, Baojamin recu
sa a nomeagao. Insisterc. Elle recusa
peremptoriamente. Tinha dado aua pa-
lavra. Acceita, entretanto, o carga de
substituto, que, por dous mezes, exeroe,
at que, cessaado os motivos que haviam
induzido o cathedratico ao sinuoso manejo
da pretendida licenga, reassume este o
sou lugar.
(Conttnn'a).
REVISTA DIARIA
Acto ufUciHlPor acto de hontem do no
vernador do Estalo foi comeado qoestor policial
do Estado o baebirel Julio de Mello Filbo, em
sabstimi&o ao ba;barel Benjamim aristides Fer-
reira Bandeira que foi exonerado pediio.
Para publicar -Da secretaria do governo
foi-nos enviado :
2 secco.Palacio do Governo do Estado d.
Pernaenbuco, 8 de J-olbo de 1892.
Sr. Dr. Benjamn Arisiides Ferreira Bandeira.
(Joncedendo-vo3 nesla dala, a exooeracSo que
solicitastes do cargo de queslor policial do Estado,
folgo em dar pobUc testemunbo do muilo qae
vos deve este governo, pelo zelo, proflciencia e
granle lealdale de qu- destes inconteslaveis e
frequentes provas no ejercicio daqael e caro.
Senado de Perasraboe 1-Effectnou se
hontem a 81* tsalo sob a presidencia do Sr.
Or. Ermirio Coutinbo.
a hora legal feita a chamada, vericando-se
eslarem preseates.os Srs. Peretti, Hermogenea,
Barros de Lacada, alaqulas, Piano Borgs,
Aristarcno Lopes, Velloso, Serra Mariins, Si Pe
reir, Ermirio Coutinbo e Gongalve^ Ferreira, o
Sr. presidente declaren aberta a seasio.
E' lida, sondo approvada a a:ta da sessao an
tecedeote, teudo orado o Sr. Peretti.
NSo bcuve expediente do Sr. 1. secretario.
O Sr. 2.' secretario procede leitnra de om
parecer da 5.a commisso sob a. 113 redigindo
de couformidade com o vencido. paraa3.'dis-
cussao, a resolocao iniciada na Cmara dos De
putados pelo projecto n. 66 deste anno (arma-
mento do Estado para 1893) de qae trata o pa-
recer n. 108.
O Sr. Peretti, requer e obtem urgencia para
ser disentido immediatamente o referido parecer
a. 113 devendo porm ser publicado no jornal
da casa.
Nao hav ndo qaem queira utilisar-se da pala-
vra oa 1.* bora a seasao, o Sr. pres.d inte passa
a ordem do dia :
E' sabmettido a 3 i*3 oram os Srs. Velbso, Prrotti, que enva a
mesa riaco emendas apoiada?, de ns. 1 a 5 e
Ansiar.ho Lopes env ando 2, de ns. 6 e 7 en
tran io tolas em discaasao.
Eacera-se a discus o genio approvado o
parecer em 3.' discussfto com as emeodat. de
us. I a 5, sendo r.jitaias as de ns. 6 e 7.
O Sr. Peretti pela or lera, lemora que sejam
publicados o parecer e as emendas no jornal da
casa.
Dada a bora o Sr. presidente levanta a sessao
designando a seguinle ordem do dia : coationa-
ca da antecedente : 2.a dis.nsso ds emendas
do parecer n. 113.
Cinara doa Dr>putadoJ Fanccicnou
h.riteiu sob a presidencia do Sr. Dr. Moreira
Alves, lento compareeiao 17 Srs. depu'.ados.
E' lia e approvada a acta da sessao ante-
cedente-
0 Sr. 1- secretario d c iota doseguinte expe
diente:
Olli -io do secretario do gove-no, transmitlindo
copia de ara outro '.o inspector do Tn?ouro do
K lado h em original o qnadro supi (ementar
das dividas pajs.v. 3 liquidadas para o exerccio
de 1893, adra de votar o ntcessario crdito.A'
commisso de orcamento.
Outro do prefeito do municipio de Cabrob,
manifestando eoa completa olidariedade com o
acto da Cmara que censurou o adiamento das
eleicOes feto pelo governaor do Estado.Ii-
(eirado.
Peticao do gerente da Co panbia Sania The-
reza, solicitando qae a inportiocia da illamioa
c;ao publica de Oiinla seja paga pelo Estado, na
forma do seu contracto, e nao relo resp divo
municipio.A' commisso de orgimeato.
E' lido e approvado um parecer da corarais
sao de orgamemo, sobn. 234,concluiado queseja
adoptado o orojjcton 14 do Senado, consignan-
do 8 OOOOOO para a reprseataclo do Es lado na
ex'-osieSo te Chicago.
Vem mesa, lirio e approvado tira reqneii
ment dos Sr. Martiniano Veras. Costa Barros
e Uaooel Cimara, para que a Cmara, dirija um
tslcgramma ao Sr. dppu'adofeieral Pereira de
Ly a, concebido nos segantes lemos:
Carnada Dpaiados s;ieote vossa brilhiule
attitade dtfssi republicanos Peinaabuco, feli
ci-a-vos gratissimos pedindo nao a:.. noo-Ms cor
refigioaarfoa pelo desleal goveraador que elese-
ram.
Ni discossao desse reqaerimento orou o Sr.
Martina Jnior.
Peie a palavra o Sr. Campello, e justifica un
'equerimeo'O que manda a ooeia para que se
consigne na acta um protesto contra as asser-
roes assacado a maiorii da Cirnara pelo S-.
cipitao lardosa L'raa na sua mensagom de 2
do t< rrante.
Posio era di cassao o requeriraento, ora o Sr.
Alves Lc-it;, que cooclae eavi:.a1o a mesi om
oulF >.;a que se !ance na asta um voto >!e
. easura pela maueira poaco ai^na p.qu-; o Sr.
^overnaior co Estado na sua m?os3g>ra, tr t.ra
ao Googrea'O, qoe en mi hora o elefi-u.
-uom-itido o requenraenio a diseasso, oram
os Srs Francisco Ctrapello. qti3 conciae uediodo
a retirada do seu requeriiEenlo, Martiuiano Ve-
ras e Miaoel Cmara .
Fui approvada o r. qui rirnrnto do Sr. Alves
Leite, por aoauimidsde, retirado c do S.'. Frau
CISCO ampelly.
*-ede a palavra o S.\ B rba, jus';fl:a e manda
i esa ora r<.qu'rimento, qua approvado para
qae se solicite, cora urgencia do S-. goveroador
do Estaao, as autenticas da eleigao que se pro-
eed'uem correntes p:ra rcexbros do ".onclhc
Municipal, prefeito e sub-prefeilo.
Passa e a ordem do dia.
Submettido a 2 discuseo por jodepender de
Ia, e projecto n. 48 deste anuo, approvado.
Na., haveudo numero pura vot^gao, forara sub-
ra-'tf.dos a dlscnasi os seguales pri'j los dos
quaes Rearara mi errados.
N 76. 85e87 em a; ns. 79.80,81 e 83; em 3'
sendo este oin u n sustiiutivo do Sr. Joao
C imbrao Lopes Uacbado, que tambem foi dis
u" 1 e adiada a sua volagao.
F.cou tambem encerrada a diseasso do p-o
jecto a. 13. vindo do Senado, tendo orado o Sr.
la'tiaiano Veras.
Escota se a ordem do dia, o Sr. presideute le-
vanta a teaeao designando a seguale: i* dis
caalo dopr v.tigSo nica da prj co n 14. vindo do Senado,
e votago das materias encerradas.
Ferom reiLetudos ao S^naoo as reaolo688 ini
ciaddS pelos projectos ns. 4o, 46 e6J do coirente
anno.
Dr. Benjamn BandeiraDeixoa boa-
tera o exerccio do cargo de qoestor policial o
Dr B .vij uiiii Bandeira que durante o c^rto tem
po em que nella servio tirou se com proficiencia
e lino administrativo.
Em ontri seecao ia herimos a portara de sua
exoaeragao e na qual S. Exc. o Sr. goveraador
do Estad oppOs um lisoageiro juizo acerca do
bom policiamen'o de S. S.
Club Republicano Fre Caneca--
Rialisoa-se ante hontem, conf irme fra anaan-
ciado. a feUa do 3* ainiversarioQda fundado do
Clab Republicano Fre Caneca.
A's 7 oras da nolte os vaso; e eleg .tes sa-
loma do Lyeu de Artes e Ofic.os, profusamente
tllamiaadoi, regorgitavam da pjssoas da tolas
as ciasses sociaea.
Notava se a preseaga dejseaadores, deputados,
offijiaes do exercito, prafessoes e alumnos da
Faculdade de Di'etto, Dr. prefeito do Recife, D-.
mspa.torda lasirncgio Pab i:a, comraerciaates,
artistas, represeataates de diversos Ciabs poli-
tices, do Diario d; Pernambuco, do Jornal
do R'cif, do Commarcio do Pernambuco,
Gazeta da Tarie. et:.
A sala onde se ia effictuar a seaao estava ca-
priehisa e artsticamente decorada, ostentando
no fundo um rico doce com as armas da repu
blira.
A' hira cima indica Ja teva comego a aessao,
pronun iando o nosso collega Dr. Tmago da
Fonseca, presidente da commisso executiva,
ai.uo'i- palavra3 aliusivas ao acto e concluio
convidiado o no3so Ilustrado collega Dr. Mir-
tina Junio: para assumir a preaideacia da festa.
Tomando asaeato, ease dis'.incto cidada pro
ouqcou un eloqueute dissorso, provanio qua
era muito legitima a phrase da Augus'.o Crate:
Os morios goveruam os vivas e justificando
essa grande verdade, teve occasio de- proferir
urna o agio que foi deliranteraente "applaadida.
Depois da execugSo co bjmao nacional o Dr.
Martina Jnior deu a palavra antiga oradora e
socia benemrita da Club D. Mara Amalia de
Qieiroi, que proerio um discurso vivamente
applaudido e qoe jmprdsdiooou Dgradavelmente
to 'o- os oucintes.
Segu.ram-se na Iribuaa, o intelltgeata af-ai:-
mico Gaspar Guimare?, orador da Unio Ci .ca,
Dr. Antonio Pinto, representinte dos repubi-
canos fluminense1, o jovan poeta Jco Brrelo
de Menezes, representante do Commercio de
Pernambuco, deputados Antonio Mart niano
Veras e Francisco Camoello, Maooel Calcante
de M'Ilo Filbo, qae recitoa urna beibssiraa
poesa Joo de Daus e Viceale Cyaieros.
Esgotada a Jista dos oradores, o Dr. Mariins
Jnior encerrou a aessao, agradecendo s pes
soas presentes o aeu comparecimeato festa do
Clab-.
Atiembla geralAmaab, as 11 hora-
do dia, no 1.a and^r do predio n. 38 roa do
Imperador, devem reanir-se os socios do Clab
Republicano Fre Caneca, afim de prooeder-se a
eleigao dos funeciooarios qaa Uem da compor a
nova directora e da commisso de reviso dos
estatutos deasa aggremiao poltica.
Exerccio-----Hontem e 14a batalbao de 12-
fantaria sob o commando do major Meirelles fez
exerccio no largo da Repblica, executando com
galbardia diversas evolugOes e manobras.
. batalbao -Se o tempo permlttir, far
exercicio amaobi, s 4 boras da tarde, oa praga
da Rt publica, o 2. batalb&o de infantaria, sob
o commando do Sr. tenente coronel D. Joaqaim
Baln :zur da Silvira, conforme determinou o
co nraandane do dislricto m litar.
Veeiaa de 11 de Agosto -Reouem se
boje ao meio dia, a commis.-r central execotiva
e a commisso parcial do concert, afim de tra
lar-se de assumpto importante.
A reunio ter logar i roa da Iraperatris u. 8,
3.* andar.
Proclanaaa de caaanaeutos Foram
amxados 03 seguiotes proclamas de casamen-
tos no 3.- districtos :
Primeiros proclamas
De Julio Alleluia dos Santos Lioe, com Luiza
Ferreira da Silva Maroja, solteiros, residentes
freguezia de S. Jos.
De Alexandrioo Josa de Vasconcellos, coa
Candida Adelaide do Reg, solteiros, residentes
i freguezia de Afogadoe.
Doeuraa do larAasim deoomioa ama
Moda vralsa para plano, de sua composigo, a
babil amador Dr. Alfredo de Albuquerque Ga-
ma, qae a oflereceu ao professor Frdncisco Car-
los da Silva Fragoso.
Editada pelo grande estabelecimento de pia-
nos e msicas dos Srs. Prealle & C, ra da
Baro da Victoria a 89, ah a encontram ven-
da pelo prego de 1*000*aquelles que quizerem
fazer acquisigo de ama barmoniosa pega mu-
sical.
A estes agradecemos a remessa de om exem-
plar.
Companhla Iyrlca-0 Sr. Giovanni San-
sone. director da companbia Himenagem a Car-
los Gomes, que ora tiabalba na Babia, veio d'abi
esta capital afim de tratar de .-.augurar ama
temporada lyrica ; e ante hontem regressoa
quelle estado sem telo conseguido por desac-
cordo com a companbia exploradora do tbeatro
de Santa Isabel.
E' para sentir essa soIngSo qae teve a vinda da
Sr. Sansone, e mais anda si para cheear a ella
precederam incidentes q.iaes descreve aquelie
seuhor em carta i h.je publicada, e idntica a
qual tambem nos foi dirigida urna, coja publica-
gao nao nos tendo sido possivel hontem eSa-
ctuar por afllieocia de materias, j boje nao
tem opporsunidade. par ser o assumpto do do-
minio publico.
E' para sentir, cerlamen'e, que ama cidade
como a nossa, balda de distracgries, fique priva-
da de apreciar dlvertiodo sa a companbia lyrica
Homenagera a Culos Gomes.
Companbia UnioDeve ebeear a esta
estado na prxima segunda fera urna companbia
fymn:>stica, qae vai trabalbar no pavilbo qae
ss est armaado no l2rgo da Repblica.
E' seu diiector o Sr. Dimosthenea da Silva
Juaicr.
Ti. nanJare e Rio Formoio Foi
tran-fenda para o dia 4 de Agosto proiimo s
6 hora3 da tarde, de ordem de S. Exc. oSr. go-
veroador, a sabida do vapor da Companbia Per-
nambocana que aa destina aquellos portos.
Teeidoa de malba -Essa compaabia ra-
C'-.-a boje, por ser sauticado o dia de amanb,
o prazo marcado para entrada de 20 /. sobre o
capital subscripto.
A entrada effectua-se no Banco Popular.
Congreoaio Ar(iiicu Operarlo O
Congrcsso Artstico Operario de Pernambuco,
fundado a 20 de Julho de 1890, e composto de
coramissas de diversas sociedades artstico ope-
ra-las do Recife, ten lo sempre tffectcaio sestOes
odinanas e populares, em sua sede roa da
Hortas n. 2, realisa uraa sessao especial, no do-
miago 31 do correnta s fl horas do da, (ca
mesma fJO ifira dse tratar de negocios de alia
consideragio.
Peta de ant'.anna Amanh celebra
se aa igreja da Muir D ns cora a porapa cos-
tameira a fastividarte di S ohira Sani'Auna, a
qual constar de xi*sa sol^nine preie4ida de
tercias pelas 11 horas da maah e Te Deum a
oeate.
Ao evaoip ln presar o P.evl. paire Joo B.
da Arau,o e ni T; Deam o coneg Martins de
Camino
A orebestra ser dirigida pelo professor Ban-
deira P.lho.
P la ma.lrosada haver ra!S3> renda c a tarde
solemne p-ocisso que ptr:or-er as p-incip.ea
ras da freguazia de Sa Fre Pe lro Goagalves.
Durante todos estes actos execuiar es.oihi
dos trechos a banda musici 1 do corpo de po-
li; ia.
Padre loa Lopes-Este novel sacer-
dote que acaoa de ser ordenado em Roma onde
resou a sua primsira missa, offiaar aman') na
matriz da S. Jos pelas 8 horas da manb pala
primeira v-z no B- z', sua patria natal.
Ccnclair-se ba este acto com a bengo do San-
tissimo Sacramento.
O PorwlrRecebemos o n. 1, anao 1', des-
se peridico Iliterario.
Esta nem redigido a ntidamente irapresso.
A' Conipnubla Dralnage-Moradores
s ras do Cal lereiro, Paira e B.-'Co da Ra-
mjili, pedemnoa chameinos a attengo do ge-
re ne desta cimpanbia oara o 1 es imo servigo
dos seus enpre^aloa qae eito iodos os dias a
eocora nodal os com concertos as caualiaagOea
le e D sti Ihas teem resaltado, 3fguado aol o ia-
formam, grandes prejuizos pelas repetidas esca-
ragOea que iaz-ra nos quintae3 dus casaa em
q-ie elles resdem.
Realmeute nao l muito airoso se estar to-
dos os dias a abrir a porta a eslraobos para uti-
lidada alheia. -
A companbia quinto antes Irate de fazer um
servigo completo para evitar to justas reclama-
gOeg.
MultaFoi multado pelo administrador do
Meroado de S. Jos. Jos Calixto Arajooa im-
portancia de 10* por ter cabido na infracgo do
art. 15 2 da le n. 1,355.
Esta mul.a foi recolbida aos cofres do Conce-
ibo Municipal.
ervlco militarHoje superior do dia
> Sr. capitn Xa ie-, e faz ronde, de visita
dm subalterno da 14 batalb&o.
0 14* batalbao de infantaria dar as guardas
dos edificios federaes.
Uniforme n. 7 e capa.
ervico policialE' boje superior do
dia o Sr. capito G.-Iasi .,
0 corpo de polica dar as guirdnsde Pala-
?io, Deteogo e Tncsouro do Estac.
oiforme n. 7.
Inspectora do %,<> dlatricto mar-
timoRecife, de 28 Julho de 1892.
Bolelim meteorolgico
9wi Term. centt- Barmetro I
grado (a O")
6 m. 21,9 760-.24
9 22 2 761-63
12 23,-6 760-,06
3 t. 2.,'3 739-.8
6 2V1 75y-,96
Temperatura mnima l',25..
Temperatura mxima 25,50.
Evaporago em 4 horas ao sol S.^O, i. om-
bra 3ra4,.
Chova 8,m2.
DirecgSo do vento S com interruDgas de SSE
e tsSKV da, meia noite al 0 11. 44 m. da ma-
nh i SW at 2 h. e 17 m. WSW a. 6 b,e 24
m. ; W al 7 b. ; SW ;-t 7 b. e 28 ra. ; WSW
a 10 b. e 18 ra.; S e SSW alternados a' 10 h.
e 51 m. ; SSE com inlerropges de S e SE at 2
h. e 36 m. da tarde; S com ir.terrupges de SSE,
SSW e SW a meia noite.
Volocidade media do vento 4-,58 por 3egundo.
ebul03idade media 0.8o.
Boletim do porto
rtiao do Hum-
vapor dade
46.13 82
17 lo 80
16,15- 75
16 Oi 68
16,2 i 73
Pra mar ou
baixa mar
B M. 28 ie
P. M. 28 de
B. M. 29 de
P. M. 29 de
Diat
Julho
Horas Altura
140 Ja t. 0-54
7-45 da t. 2-13
i-50 da m. 0^70
8-03 da m. 2'20
Leildesj Sffectuar-se-hJio 03 se^r'ntes :
Boje:
Pelo agente B-ilto, s 11 hora?, ra de Lo-
mas Valentinas a. 78, de bous movis, lougas e
vidros.
ttitaas) raatebro'.aSer:.o celebradas :
Hoje :
A's 8 horas, no convento de S. Francisco, pela
alma de Antonio Pacheco Dias Tarrea ; s 8 ho-
ras, as tna.lriz.'s de S. Jos e Bom Conselho,
pela alma de D. Mara B. Brrelo Lins.
A's 8 boras, no convento de S. Fancisco pela
aima de Antonio Pacheco Dias Torres.
Segaadafeira :
a's 7 hons, na matriz do Co*po Santo, pela
alma da D. Mara Rocha Dias da Costa ; s 8 ho-
ras, na matnc da Boa Vista, pela alma de D-
Candida Aotuae3 de Ollveira e Silva.
Paaaagelroa -Cb-g'.'.'o; da Europa no va-
por italiano Li3 Palmas :
Padre Tose de Oliveira Lopes, Maria Garrano e
Roza Consoli.
Sabidos para o sul no mesmo vapor :
Franco Cappola. Gov.inoi Saosoni, Maooel J.
Freir, Eduardo de Sabino, Jos Antonio de Fi-
gueireio e Jos de Figueiredo.
Sahidos para o norte no vapor ameris-.no
Finance :
Lulza Starlack, J. Aumaitre, Joo S. Cirre,
Augusto S. M. Palha, Ricardo Poelting, Aiotpb
Heidel.
Sibiioj para o norte no vapor nacional Ja-
boato :
Julio L. Peixoto. Augusto Serrano, sua senbo*
I ra, 1 cunhada e 1 criada, V. B uao Bourgard

I
I
r




I
^
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1 mana i



Diario de Pernambuco Sabbado 30 de JulJio de 1892
.*
Francisca Mara da Conceigao, 1 cadete. Dr. Jote
de M. Guedes Aleoforao, sua senhora. 3 lhos
e 1 criada, Lupiciauo A. Casta Barros, Maria Vir-
gini; ue Aiouqoerque, 2 pragas, Joac R. Dama
ceao, Jos Pinto, Jou ArruJa Cabra, e 1 criado,
AiioQu a. Rubs e sua senhora, Miaoel F. de
Soasa
Sabidos para Fernando de Nronha no va
por nacional Gojanoa :
Major Mello Frfno, F.avio A V>anoa, Joaqoim
Pialo de Almeida Jnior, Maria r". do E-piriio
Santo e 1 fllho, 16 pracas e 5 lhos
Ctiegados do sal do vapor allemao Cari-
tiba. :
W. Lf-ina. Antonio Domingos, soa senhora e
1 fllha, Rifaele Segara, Sigismand Caniti.
Sabiios pare a Earopa no mesmo vapor :
Antonio F, Gu.maraes Joaquim F. M. Gaima
raes, A. J. de Carvao, D- P- da Silva, Maaoel
Joaquim de Soaza, P. Belsolay e 1 (loo, Francia
co Beniter e R. tgullar. F. Angent>r, H. F- H Je
oerick, R. Pape, H. A E Scuroier, H. Brandt,
W. Tombriok, M. Lodovigsoo, Herminio Barrozo
esua senhora, A. F. Erikon.
Cbegados do norte do vapor nacional V-
aos* :
Delmiro Gouveia e sua senhora, D\ Mano?!
Linbarcs, Roseo Rotim, Vicente F. da Silva, Rai-
mando Pereira, Raymuodo Silvtira e Aatoaio Ro-
lim.
Cana rt ieM;aoMovicaeulo dos pe-
ios da Cas- de Detencao do Recife, Estado ue
Pernambuco, era 28 ue Julho de 4892
Existan 319 tunco 4, sablram 3. exis-
te- 3*0
A saber :
Nacional 279, mulberej 11. astrsngelros 30.
-Tota! 30.
Arragoados 286.
Bous 269.
Coeates 7.
Loncos 6.
Loacas 4.
Total 286.
Movim-nto da enfermara
Tiveram baixa :
Joao Baptisia de Oliveira.
Joao Leopoldo da Silva.
Felismino da Silva Pitiguarv
Teve alta :
Antonio M'Ciel da Silva.
Foram visitados os presos desle estabeleci-
ment por 113 pessoas, sendo borneas 30 e mu-
Iberes 83.
HosaMal i'a-aro 11 -O movimento deste
esiabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recite, do da 27 de
Jelho.foi osegointe:
dera dar bons resaltados seno depois de alguna
aupo.
Cerno, pois, .> projecto do orcameoto. em taes
apertos, afore mo do imposto de gyo ? I
Eua I890dizia o iuspecior do Tueaouro : (En
bora baja qu m pense que esse importo nao pode
ser mautido em face da Coniti'uig'io Federal,
deve o mesmo substituir no orcameoio, porqaan-
to nos termos da lei de 11 de Agosto de 1883
art. 2 | II a 17, que o creco, e om verdaueiro
imposto de industria e prolistao por determina-
gao do governo geral.
A co-oinissc devera inda tel-olconsigoado em
nosso orgimento ; porqaaato nesta parte, acom
pacbaria o o aso commercio, cojo ergio a As
sociagao C >mnercial assim se exprime :
Nao lora de proposito lembrar que a ceasa-
5"io do imposto do consono -x vi. da consti-
luigao decretad, importan lo om estancamento
de ama verba de receita, reclama a ceneessio
de orna ootra verba para sobs'.ituil-a, e lembra
mos urna porcentagem sobre os impostos adoa-
ueiros arrecadados peos estados em vaotagem
de federago, co:n o onico meio de conso elles occorrer aos novos sacnticioa exigidos
pela nova organsecao polit'ca e ad-xinistrac iva,
a qnal terao de submetter-se Relitoo de 1890
E'uma verba de 1.809:01)0/000, que lase
val i !
A 2.* parte do projeclo do orgaoieuto pe;ca,
logo a primeira vista, dor daas razOes :
!* po-que a'uma epocba de t-aoico e
grande impalsionamento de negocios, nSo se
coaji.r--h-.-ade qo: obudget das despezas em
1892. ti pe apenas .leai do de 1890.
Ellas loram :
, 3 863:o2U232 1893
3.457:509*16} 1890
Existiam
Entraram
Sabiram
Fallecern
Ex'stem
660
27
f87
11
4
672
-----687
Foram visitadas as enfermaras pelos seguir.-
tes Drs. :
Moscoso entroo s 8 1/2 horas da manba e sa-
bio as 9 1/4.
Barros sobrinho entroo s 7 1/2 da manba e
iabio s 8 3/4 horas.
Malaquias entroo s 10 1/2 da manh e sabio
s 11.
Berardo ent-ou s 11 1/2 da manh c sabio
11 34 horas.
Lopes Pessoa entronas 8 1/2 horas da matiha
sabia is 10 1/4.
Andrade Lima entroo s 91/2 di manh e .-a
hiosll.
Vii ira da Caoha entrou ; 9 3/4 e sah'o s
10 3,4.
Bastos de Oliveira entroo s 9 3/4 da manba
e sanio 3il.
Joo Raogel entrou s 9 da mnnh e sabio
s ti.
Pbarma ;eutico entrou is 9 1/2 Ja manh e sa-
nio as 2 horas da tarde.
O ajuuanle do pharmacentko entroo s
t 1 2 horas da manh e sabio s 3 toras di-
urde.
Latera o Estado do Maranbo
A lo" sene da 7* lotera deste estado, sendo o
premio grande de 300:0005000, ser mpreteri
velaoeote i-xt-bida no da 3 de Ag03to (qoarta
feiraj.
Lotera do Eatado do Ceara A 2'
parta da 1 lele na ** estado do C^ar, com o
rertio gr^kdb de 50:000*000 ser e^trabida
imp.-etenvf-lme'i'.e oj dii 25 Je Agosto (quinta-
feira).
Lotera do Estado de Minas Ge-
raes& i.' parle, da 7 lotera, desie estado
com o maior premio de 36:000*000, se- ex'.-u
ida impreterivelmsnte no di? 2 de Agosto (tor
fs-fetra).
Lotera do Estado do firio Psr-
A 16.* sene da 52.' lotera, dtjgte Estado cujo
premio grande e de 240:000*000, ser extrahid
do oa 30 de Julho (.atibado).
Lotera do Estado do Hlo fcranie
po SalEsta iou.ria cojo maior premio de
10:000*000 ser impretenvelmente exlrabida
no dii 30 de Julho (sabbado).
Cen te tu publicoObituario do dia 28
e Jumo de 1892.
AnioutoChryOstomo de Albuquerqae, Pernam-
buco, 35 ana-ss, solteiro, Boa Vista, lepra visce-
ral eema pulmooar.
Ujj f-to, Pernambuco, S. Jos, inviabilidade.
Alfredo, Peraambuco, 4 das, Sia-o Antonio.,
inviabilidade.
Paterman), Pernambuco, 15 dia3, G-aga, es-
pasmo.
MaoocI Pinheiro Dintas, Pernambuco, 94 up-
aos, casado. Santo Antiaio, dyarma.
Manotl Ciadido Fernandos Cimpos, Pernam-
buco, iO annos, solteiro, Boi V.sta, tubrculos
pulmonares.
Maaoel de S Albuquerqae, Parahyoa, 70 aa
os, solteiro, Boa-V-'ta, broncbte.
Jos Francisco do N aciment. Pernambuco,
22 anaos, solteiro, Boa Vrs'a, dyarrba.
m foto do sexo feminiao, feraambuco, Re
ife.
Francisco, Pirambaco, 8 anaos, Boa-Visti,
febreamarellu.
COLLABORACAO
O projecto de orame ato
(Bdisario)
.Nunca, talvez.teuna devido haver, da parte de
uossoa legisladores, mais sabedoria e patriotismo
do que na confecga da lei do meios para 1893.
Tanto esta o ora de criterio e patriotismo se
deve aoeodrar,actualmente, qaa-ito ella se toroa,
em v r ules de circunstancias aoormaes e ex
traordinaria3, com trabalho de meliodrosissimo
esiudu, e que nao poderla ser execotado a vol
i'o sean.
Meinor f-a a prorogago do vigente orcamen-
to do ]ue ootro qu-o podesse acarretar anda
naiores aporto^, maiores m^les dos que os que
estamos j Sffrendo-
Tudo, infelizmente, pirece que vai ser feito a
iro-fe-ranche, de afagadilbo, depois de gasto o
serbor tempo pira ua detido estado.
Pmi fuete, v se que a superstructura do pro
j' to do u amento assenta sobre bases que nao
corresponder is oecessidades publicas de ama
epocba de transformaco econmica e social.
Da-s coasas ha, n'esse projecto, que o tornara
inacc-ilavel.
1.*, urna recita fallir a, que poder
ti ar raoi'.o aquem da o-gad..
2.', uQiJ pequenez de rendas que dei a Per-
amou:o ares de om Estado de 3 oa 2.a or-
den-
oramealo nao foi. in ,mente, confec
OEado po- i.'spintos largos, <. .'u ict-ngo ade
.oada das forgas lioanceiras c'..- te Estado, nem
e modo a satisfaz:r as oecessgiades actuaes.
A receita mu o fa livel e certa ple li .r
rao'to nbaixo da crgada; ofitianto os direitos
fiiim'eote incidfraai sobre ama
soa pane dos prodi. ,i.
Eis o qoe. este resi ,-n 1890 a
Jm-.f Commercial Bene/lcente:
(C Lo ja sat'eis a p--aga do Recife resente se
do desfalque de grande somraa dos productos
gae Ib-; to rtt radoi pelo alto8 Francisco para
a Babia a para o Euaio Je A'agoas, pela via-fer
rea de Puio Affooso ; e, cumo-se slo nao fora
histiote. anda te persa em construir urna es
trada que t;ri fatalmente ao^menlar as diffionl-
dades de nosso commercio, j to e&uaasto pela
falta da mercaduras a permuta).
Muslo diffi:il ser evitar a diminaigSo da reo-
da por este lado.
E preciso, entre os estados liraitrophes, ama
aoavenco, que nao se faz, e, sobretodo, nao po
406:015*866
Dir-se-bia qoe o Esiado, tacando exonerado de
perto de 450:090*000. (Hcis que anda contina
a fazer aespizas na importancia de 250.000*00 )
com a lusiru ga: primaria, o augmeoio real
d'ellas no budget. de 1892 e apenas de.......
180:000*000.
E' urna nrahe ia, era vista de aotos necessi-
dades novas a satisfaz w.
2.* razo do acaobaJo das despezas.:
E' tirada da d-.-svaionsac&o da moeda nacio-
nal.
Certas verbas devem augmentar p>ra obter a
mesina quantUade de servlgosque outr'ora ; ou
antes oig de ser reduzidas metide, a om
tervo.
Alem do costo, era dobro dos raateriaes, temos
salarios, ao menos, com 50 / mais.
O projecto o orgameuio se fez sera estas vis
tas, slo sera se tcmarem em consideracj
circumstanciassociaes multo imoortantes e ta-
prescindivei.
Dab a indifferecgi da commisso pela so-te
dos empregados puulicoa, e os '|6 os .oui que
os briedou.
O acirrado materialismo da commisso consi
dera os empregados pblicos oa pfjas de ferro
ou lalo n'um macbiuismo quaiquer.
Q iaudo a tal pega se qu 'ora ou gasta se sop-
pr> ee com outra.
O empregdo, disse-o a commisso que nao
est.ver sbtisleito cem o seo ordenado, procure
oui-o ulli.io. O governo pora outro em sea la-
gar.
A commisso nao tem a devida intuigo "do
que om empregaio publico.
Ele representa um cabedal di conhecimentoi
de pratici e experiencia que nao podem ser oo-
tidus do pira a mo.
Elle r;o urna pega de ferro ou lalo qa se
funde e ee moida de un momento para outro.
As substituigOis, prio..ipalmenie era massa,
sao diQiLilimas senao impossiveis.
A commisso impugnou o justo augmento do--
ordnalos; porque em a nioiga) verJide,ra
das -ce.-sdades publicas, circamscreveu se a
um trab-ilho, uoicameote, de retalbos, material
e inenterioso.
Temos f, porra. qie o Penado tari estructu
ra condigna, e ua altura de si, ao org-m-.-uio do
estado.

E como o ornamento apresenta om efictt que
fde ir a 800:000*;
E como oecessidades imperiosas nelle deixam
de ser attendi las ;
E coma, portauto, se ta-na indispensavel lac-
gar mo do impasto do syro ;
Lembraremos ao senado a sua distribu gao do
se.oiote modo:
f 00:00 )*O00 para o d-/U ;
500.080*000 para resgaie da divida ;
300:000*0 0 para augmento i'e crJenados ;
200.000*000 para ediricos pblicos, zabine-
les de bjsica, labralo ios e mosca**
O juu valem osa;studos das sc:encias nata-
raes, quer no Gymnasio, qaer na Escola Normal
si-m aquelles auxiliare- ?
Sooeaie de-t'arte o o'gament > de Per: am rj
co licar em nlfel de corresponder as suas gran-
des oecessidades.
CHROBICA O OICIARU
saperior Tribaaal de fustlca
aKSS ORDINARIA EK 29 UE JULUO
DE 92
PRESIDENCIA DO SR. DR. PIBES FEIRRERA
Secretario, o cidadao Dr. Virgilio Coeino
A's horas do costume, presentes os Srs. joizes
em numero legal, foi aoerta a se-iso, depois de
ida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os fetos deram-se os
segu.ntes
Julgamanto3
Hioeas-corpus
Pacientes :
i Jv-a Francisco da Silva e Francisco Birbosa
Monteiro.Negou se a so'tur-, unnimemente.
Proviso de solicitalor
Conceden se a Jo qui-a Fraoc seo de Alba
qaerqu e a Jos de Moura C-ratinho Guerra.
Recursos crimes
Do Rcire-Recorreut J,ao Francisco de Al-
meida, recorrido o juzo. Relator o Dr. Ribeiro
Vianna.Ne^ou-se provimento, unnimemente
De Al-ag a Grau-eRecorrente o promotor
publico, recorrido o juizo. Relator o D.\ Galvo.
No se tomou conbeoimeaio, uuau:m>rmente.
Aggravos de petigo
D> RscifeAggravante Augusto de Figueire-
do, aggravado Gsovanne La Silvia. Relator o Dr.
Pr. neisco Luiz. Adjuntos os Ds. S gismundo
Goagatves e Ribeiro Viaaaa.Negouee provi
meoto, unnimemente.
Do Recife-Aggravantes Dr. Joao Pach o de
Qjeiroga e oalros, aggravado Mano.l Alves Pi-
lla Relator o Dr. Costa Ribeio Aijuntos os
Drs. Piras Goncalvea e Francisco Lrz Deo-se
provimento, unnimemente.
Aggravo de instrumento
Da EscalaAggravante F^bio Vrllo?o Fre re.
aggravada a Bironeza le Piraogy. R-lator o Dr
Sigismundo Gongalves. Adjunto; os Dr^. Galvo
e Pires Gongalv s.-Deu se proviaanto, unani
cemente.
Prorogago de inventario
-ImpetranteLeouardaM randoihaCarneio da
-usha.Cancedea se o prazo p-ddo.
Conflicto de jurisdiccSo
Entre os joizes muoicipal do Cano, e o de di
reno da proedoria do Rrcie. R;la or o D'. Pi
res Gooijalves. Juigou se prod-dente, nnani
memen.e.
Appellagoes crimes
DeNazartlnAppeilaotes Manoel Felinte de
Miranda e Manoel Bernardo de Miranda, appel
lada ajustlga. Relator oDr. Ribeiro Viauoa
Confjrujou se a sentenga da Manoel Fetinto, e
impoz se a pena l?g I a Manoel Barnardo, unani
memente.
De Nr rethArp'liante Loure go Qa'rino da
Silva, appel'ada a jusiga. Realo- oDr. Francis-
co Luz. -Mandou se a novo jury, uuaanira-
mente.
De FloresApp;!!ante Jo-. Alexandra de Gus
mao. appellada ajustiga. Relator o Dr. Ribeiro
Viaona. Maadou-se a novo jury, unnimemente.
De Garuar Appellaate o juizo, appellado
H iiodoro Fer eir Piraenitl. Relator o Dr. Fran-
cisco Lqiz Julgou-ee improcedeaie contra os
votos do realo: e Ribeiro Vianna.
Do logaApellante o juizo. appellada Ale-
xaodrjna Mari i la Conceig >. RjUior o Dr. Gal-
vo.Em diligencia
De GranhunsAppellante Francisco Maiques
Braodo, appellada a justica Relator o Dr. Si
gHOunloUongalves. Mau-iou se a novo jury,
unnimemente.
PASSAGKSS
Do Dr. Pires Gangilves ao Dr. P aocisco Laii:
^ D a APPfllaC c11,6 i S. Exo. fiel as promeaias de aeu ex
Do Piaoc-Appellante Jos Ahxandre Pires, _i_j;j v jr j j
appellada a jusiica. | P1ad,a'> noviciado admiawtr.tivo, dXo da
Do Dr. Francisco Luis a> Dr. Costa Ribeiro : canio daa pnmeirss forc-s, faltando ih^ o
eothuaiasmo.
Pata elle o progresa o, n2o como pala
vr, mas oomo priacipio deve sam dama
ra tradusir so em tactos. E fo assim
que, concitado por impulsos generosos,
astabeleoeu com empanbo o exerc ci da
mais nobra das prerogativas de um povo
a liberdada do voto, causa da intreue
(erBeguicjto qua '.ha move um contingente
da poltica deste Estado.
Homem peraeveranto, firme dos seus
principios, o sobretodo homem da sua epo-
cba e do seu paiz, os intuitos do seu go
verno repellam as iasiauAc8es malvolas
dos que o aocusam.
A sea divisa, honrosa, fecunda qie
tudo ha de fazer em prl do engraodeci-
monto dasto estado. Z lando os oros
dod pernambucanos, S. Exs. um peahor
seguro do seu progresso. Por isto, o son
joverno attrabio urna forta crrante de
sympathias, pelo seu amor desinteresado
ao povo, e palo pmsameito feoondo de o
levar pelo pensamento fecundo da o lavar
palo cimioho do progresa j a urna aituagSo
perduravel de felicidada.
Mais urna ves, como pernambucano que
Bomos, condemnamos estes lymptomas de
anarchia nos arraiaes da nossa poltica,que
Be tem manifestado por vezes, em pre
juizo dos interesses e aspiracSes desta
lera.
Na quadra (iifficil qua atravessa o paiz,
o illuattee honrado Sr. Dr. Barbosa Lima
um destes homens ne :essarios, a quem
a natur za fado a-os para o trato dos ne-
gocios pblicos.
O elevado conoatto que S. Ezc. insoira
ao glorioso presidente da repblica, e o
grande prestigio que gosa no pais todo,
mereoeu-lbe o cargo eminente a que subi
e d'onde deseo ara o mais brilhante hori-
sonte.
Recife, 2 de Julho de 1892.
iVune* Machado.
Embargos infnngentes
Do RecifeEnbargaatea E-uesto & Leopoldo,
emnartfado o almiaistralor da massa falla a de
Fe ix Gomes Coimora.
Ao Dr. Ribeiro Viauna :
Appeac&o ;civei
Do RecifeAppellante a Companliia F rro
Carril de Pernambuco, appellada a Companbia
de Estrada de Ferro do Reclge Caxaag.
Ao Dr. Ribeiro Viauna:
Appellagao commercial
Do Recifeippellante Jos Ferr i a das Ne
ves Guimaraes, appellado Joaquim Antonio Pe-
reira Bastos.
Appellagao civel
Da ParabyoaAppellantes Banto da Gama e
outro?, appellado Pedro de Albuqierque Mar
obao.
Do Dr. Ribeiro Vianna so' Dr. Galvo:
Appellagao crime
D T-.mbaoa -Appeilaote Jos Francisco Mir-
ques, appellada a justica.
Appellagao civel
Do RecifeAppellante Sebastin Manoel do
Reg Barros, appellado Alfredo de Andrade Paes
Barrete
Do Dr. Sigismundo Goagalves ao Dr. Pire*
Goocalves:
Appellagio crime
De N zarethApp liante o promotor publico,
appellado Jos AuIodo da Silva.
Appellagoes civeis
Do RecifeAppellaate U-s.no Teixeira de Bir.
ros, appellado Laurino de Moraes Pinheiro.
De Goyahna -Appelianle Boato Archilas Viei
ra Curado Fiibo, appelados ne.deiroa de Migue!
Joaquim Alves da Slva.
DILIGENCIAS
Com vista ao Dr. procurador geral do Esta-
do :
Appellagoes crimes
Da VictoriaAppellaate Venssimo Alves de
Araujo Bastos, appellada ajustlga.
De S. LoureogoAppellaate o promotor pu-
blico, appeilalo Sevenuo Gomes dos Santo1.
DISTRIB'JIUJKS
Aggravo de petigao
Ao Dr. Ribeiro Vianaa :
Do Re!ifeAgsravaate Alfredo da Maia Pes
sea, aggravado Wilsoa Sons a C.
Appelljjces crimes
Ao Dr. Costa Riueiro :
De A?ua PretaAppellintes Jos Bezerra de
Ol'veira eJoao da Silva Santos, app:l!ada ajos
liga,
h Ao Dr. Ribairo Vianna :
Do BinitoAppellante Ma oel Joaqaim da
Costa Coeirio, apoellada ajusuce
Ao Dr. Galvo.
Do 11KAppellante Iaaclo de Souza Barbo
sa. anpeliada a jusliga.
Ao Dr. Sigismundo Gongalves :
Di Gloria e GoitAppellante o promotor
puilico, appelladu UrOaa > B-sio.
Appellagoes civeis
Ao Dr. Galvo:
Da Par. hybaAppellante Jos Gongalves de
Arroda, appella Alouquerque.
Ao Dr. Sigismundo Gongalves :
l)e S. Loar- ngoAppellante Manoel Umbelino
Ferreira da Silva, app lla.'o Dr. Ignacio de Ar
ruda Belirdo.
Eucerrou-se a sessos 3 boras da tarde.
Junta Commereial do Estado de
P ernambuco
ACTA DA SESSAO DE 21 DE JULHO DE
1892
Vretiiencia do Sr. deputado Joaqnim Olinto Batios
Secretario Dr. Soares d: Aveliar
A's 10 horas da manba toi aberta a sesso, es
lando presentes os Srs. Beputados Beltro, Fi-
guei edo e C.mmendador Lopes Macoado, fal-
tando sem participagao o Sr. Deputado Paula
Lopes.
L'da e approvada a acta da sessio anterior,
pro-eieo-se a leitura do serainte
EXPKDIBNTS
ffi-.-io da junta dos corrotores daata
praca, de 18 do correte, rcmettendo o
b-oV.iai daa cotayUes, relativo a semana
do 11 16.Para o archivo.
Foi distribuido rubrica o l7ro diario
de QuimarSes & Valente.
DESPACHOS
Petigoe?:
Da J inquina Pinheiro & C, pedindo o
registro de sua firma srci*l.Procede o
parecer.
Do Joaqnim Bernardo dos Res & O.,
Successores, pedindo o registro da marca
constante dos fres ejemplares juntos, o
qual servir para assignalar seus cigarros.
Adiado.
De Joaquim Jos Duarte, pedindo o
registro da marca de cigarros de sua pro
priedade e inveocSo, constante das tres
exemplares juntos.-Registre-se.
De Alves & Piuaentel, requerendo o
registra da marca industrial denominada
Centauro, para assignalarem os seus
cigarro.Seja registrada.
Pelo Sr. presidente foi dsclarsdo, que
tendo o representante da empresa de
Obras Publicas do Brasil, requerido para
rectificar o engao que so nota na carta
de registro da draga v^por BarSo de
Lucena engao commettido pelo despa-
chante da menina empresa, o qual ac-
crescentou na denommac^o dalla a pala-
vra Norta ; mandei, em iata da infor-
ina^-ao da secretaria, que o suppiicaute
tratasse primeiramente d; promover tal
rectificaySo peraote a Capitana do Porto
e a rpartco da Altandaga, pais que em
pegas offi ;iaes por ambas fornecidas exis-
tia o alludido engao.
Nada muib havendo a tratar, o Sr. pre
sidente encerrou a sessao s 11 horas do
dia.
Bonito
PtBLICAgOES 4 PEDIDO
Notas polticas
Saatos
O povo pernambucano, na expaQ3o dos
seus instinctos sobres, naturalmente j deu
o devido valer ao brilhante manifest do
digno governador do Estado, importante
documento poltico onde vem constatados
os principios elevado? de urna poltica ra-
dicalmete republicana.
O pensamento qae o inspirou animado
todo de um desejo fervoroso de bem ser
vir a sua trra, iliumina. se do verdadoiro
senbmento patritico, tao necessario e vi--Jos Ferreira da A. Mello
vificante em todas as agruras da estrada: Jos Joaquim Teixeira da Silva
administrativa. Jos da Costa Lopes
Dotado de qualidades eminentes, S. | Jos Teixeira de Carvalho
Exc. est bem distante dos espiritos fac- Jo5o A. da Silva
cioso3, a quem o deaejo da lisongear o Padre J > quim da Costa Caval-
povo, e nao o cuidado de seu progresso e canti
liberdada, a nica inspiragSo que os do-
mina. Pelos sens altos Bbntitnentos, li-
beraldade de suas acc3e3 e tendenc:a3
da seu carcter, S. Exc. nao tem ponto Ji-s (Jang!ves da Silva
algum de contacto com esses polticos mo- \ Jos Antoci > A. da Silva
vidos por um estril peasamento democra j Jo3o Peixoto de Barros
tico Jos Verissimo da Silva
Pertence, pelo contrario, raga sinoera i Manoel '.'lamente Cabral
e franca, animad da tenas p?triotisuo, Jos C eajanto Cabral
dos homens que se esforsam e 'cuja nica
aspirayao a grandeza e prospsndade de
sua patria. Por isto, o ^seu manifest po-
ltico, qne resume um profundo thema ad
ministrativo, mereceu a approvacSo e as
palmas do publico*
O abaizo asignado, Undo no Jornal
do Recife da 20 do crrante a isousso
havid* na essao do Sanado e 29 de
Abril ultimo, na parte rolatifa a conces-
so da premios aos cultivadoreB Q cafe- e
cac.> deste Estado, e teud0 0 jgxal. Sr.
senador Ignacio AlcebiadeB Vellozo de
clarado em aparte ao distiQ0^0 orador ^r
Hermogenes Scrates Tavare3 9 Va8con-
cellos, que a cultura do cat no Bonito vai
em cample'a decadencia^
Cumi>re-me em aaior a verdade levan-
tar-Iba enargioo protest,, coatra semelhan
ta e injusta asser5o, a qna| se pAd'.
plenamente deprehander.3e ou m yontade
d'aquelle senador, ou a fajta de completo
conhecimento do que Be pa38a sobre o
cultura do caf ue3ta ubrrima comaro,
ende resido e tenho nl parte qU9 me
poaiivel, concorrido para 0 lesenvolvimen-
to desta rica cultur8f qae actualmaate vai
em progresso digno de louvor, prometen
do-lha futuro explefl(j0 e jnvejavel, como
passo ademostrar com os dados abaixo as
signados, rogando primeiramente a ease
augusto saaador q^g ae digoe de nomeiar
da seu seio urna commisso afim de veri-
ficar o que tenho de provar, obrigando
mo a forneaer eonduec/So da estajSo da
ilha de Flores para nossa fasenda Barra
Noa, oque t^rei muita honra e rag-;iijo,
convencondo assim a sua illustre corpora
{3o, de que este municipio para attiogir o
seu complato desenvolvimonto de to
di conveoiancia que sejam concluidas
as obras em construccSo da estrada de
ferro de Ribeiro Bonito.
Para demonstrar o estado da cultura
do caf em Bonito, tomo a liberdade de
apresentar urna parte da nomenclatura dos
plantadores de caf deste municipio, sen-
do-me deficil mencionar os nomes de todos
em geral.
Ps de
caf
15,000
5 000
10 000
15,000
5,000
5,(00
10,000
2000
20,0^0
5,000
6,000
5,000
60COO
5.000
6.9)0
5.000
2.000
8.000
12.000
120.000
20.000
te. 030
6.C00
- 4.000
5.000
5. roo
2.OJO
6.000
10.COO
10.000
5.000
15.000
5.000
5.000
10.033
60.000
5.000
5.0 ;o
5.00j
30.000
6.000
7 000
6.000
5.000
6.000
6.000
10.000
5.000
5.000
5.000
6 000
6.000
4.000
7.000
Alexandre Jos da Silva Campa
nha
Antonio Teixeira de C .rvalho
Antonio Brabo
Antonio Domingos C -rneiro
Anieio A. Gomes da Silva
Andr A. Espindola
Andr A Abran
D. Adelina Portella
Antonio Jos de Mello
Antonio Teixeira da Silva
Antonio Cercunde
Jos Rodrigues
Antonio Jo? Pereira
Autopio Themcteo
Antonio Ferreira da Silva
Antonio da PaixSo
Ernesto Olimpio da Silva
Estanislao Ferreira de Vasoon
ce'los
Francisco Mumz Pontee
Francisco Beoicio das Chagas
Francisoo Ribeiro itibas
Francisco de Barros e Silva
Francisco Machado
Francisco Antonio A. da Silva
Flix Guoio de Moraes
Feliciano Coutinho
Francisoo Antonio dos
D. Florentina Bezerra
Francisco Ferreira
Joao Generoso
Maaoel Brabo
Manoel Corroa
Henrique B. da Silva
Henriqoe Joee Campanha
Galdino Jos da Silva
Joaqnim de B e Silva
Dr. JuliSo Tenorio de Albuquer-
que
Jos Ribeiro
Francisco Ribeiro
Vi uva Rosario
Joaquim Francisco das Chagas
Jos Joaquim da Silva Chavea
Jesuino Jos das Chagas
Jos Chaves Travasso Sobrinho 12.000
Joaquim Roberto Pereira 6.000
Joquim Custodio 5!\K0
Joao Francisco de Assis 10.00)
Jos Cnrreia da Silva 5.000
Juvino Fi juera de M*udocca 5.000
Jos Mrrt ho 5.000
JosBgodeiro 4.003
Jos Rodrigues 5.000
SebastiSo Baixa 6.000
Lanrentino Jos dos Santos 6.000
Laurentino Jo de Mello 1O.C0Q
Lourenjo Franoisao Vieira 5.000
Manoel Joaquim Alves 5.000
Manoel Vergolino de Barros 6.000
Pedro de Bu-ros 6.000
Manoel Joaqu m do NaBcimanto 16.000
Manoel Caboclo 4.(00
Manoel Marcolino A. da Silva 5.000
Raymundo Carneiro 5.C00
Coronel Thonia* de Aquino 10.OG0
Jos Soares de Azovedo 10.000
Manoel doo Santos B. Leite 20.000
Manoel Joaqaim de Vasconoallos 10,000
Manoel d'A Duro 5,000
Manoel Rodrigues da Silva Nery 10,000
Manoel JoSo da Casta Bastos 2,000
Manoel Ribeiro Ribas 15,000
Miguel R. R dsb 6,000
Manoel Onca d'Esperaoca 6,000
M-noei Veuceslo de S. M. 6,000
Manoel Casusa 6,000
Manoel Serconde 2,C0O
M-ircionilo Maranhao 5,000
Qaintino MaranhSo 6,0CO
Neraerio Carneiro 6,000
O.egario Bispo de Paula 8,000
Querino Jos Rodrigues 10,:GO
Manoel Henrique 6,030
SebastiSo Victorio 10,000
Trajano A. da Costa 3,000
Porfirio Teixeira de Carvalho 6,000
Jos Flix Monteiro 10,000
mostrando-a ao publicoaanaociava o premio la-
dreado.
A kdo processo toi completamente extraoho s
coatraciante e o s*a pessoal.
At a da lo pela sorte.oque poJesooi afirmar C-aoe
nao fomos ios.
Si fosse...
por
883,000
Esta sWnmd de 833,000 cafeeros, pro-
dusindo, termo medio, 500 grammas de
caf pila o por cada p ; isto mesmo por
serem anda muio novos, e cujo desan-
Vulvimento alo tardan, attinge actual-
mente a 33,000 arrobas, que na sua to
talidada sao levadas aos consumidores do
serto, divido a falta de fcil transporte
para esta capital com prejuizo doo plan-
tadores e das rendas desto Estado.
Concluindo d.-claro que se for sancio-
nada a lei que concede premiar os
plantadores de caf cederei em favor
da Santa Casa de Misericordia quaiquer
premio a qua tenha direito e creio qua
nesse sentido serei acompa ihado
muitos de meus dignos collegas.
Barra Nova, 24 de J ilho da 1892.
Francrsco Benic'o da Chagas.
---------------BfJ
Barra de Jangada
Li hoja, na parte policial, uaa officio do
delegado de Q ioapi. dirigido ao doutor
queator, em que a exposicao do ifteto,
est longo da verdade do que sa deu. Por
i so vanbo rectifical-a.
A' pedido do Sr. Dr. Fernanda de Cas-
tro, que recorreua miuha autoridade, para
evitar conflictos com trabalhadores do en
genbo B6a-F, de ordem Jois inspecto
raspara reunir algimas passoas ; o que
Batea Gzoram.
C:.egando o delegado da Quipap, com
a l'-rtoa a requisicSo do mes>ao Sr. Dr.
Fernando, dei-lhe parte do que tinha fei
to, o que elle approvou; e pedi-lha para
dispersar a gente, visto nao ser mais pre-
cisa ; no q'ie elie taiubem o.icordou.
No dia segointe, porm, o delegado foi
ao servico em que estavam trabalhando
alguna dos homens, que eu tinha reunido
na vaspera, prenieu diversos e obrigou-os
irem s su&3 casas entregar as armas
que ahi tinham, varejando aquellas, o at
am".acando-me com pritio.
Poda o delegado fazel o fra do dis
tricto de sua jurisdiccSo ? Tinha compe-
tencia para desarmar quando mesmo esti
vessem armadas, pessdas reunidas pelo
i lis districtal servico policial ?
Que o digam as autoridades superiores,
que eu s enxergo n'ess3 exceseos do
delegado o proposito de amedrantar os
trabalhadores e affastal os do servico.
O que certo que at aquella dia
os trabalhos corriam regularmente, e s
depois que ch"gou o Sr. Dr Fernando, e
se proclamou em altas vozes na estacio
da va frrea, testa de ferro do Sr. Ger-
mano, qua elles estiveram em risco do
ser barulhados.
Felizmente com ,a retirada d'esse Sr.
as cousas tomarom a cal na c'stumeira, e
vivem todas applicados seu trabalho.
Barra de Jangada, 29 de Ju,ho de 1892
O jais istrictal.
Antonio Accioly Wanderley.
5
sp*W^i
>&2lxigIE2aa
AS PRIMAS NOIVAS
i
Maria Julia de GusmSo Lobo
E
Maria L. Lobo Corte Real
Filba e sobrioba de meo resma
tavel primo o major Antonio G a
ciado de Gusmo Lobo ; e cujos J)
coasnrcios se realisam hoje com
os Srs. Jcs Antooio de Freitas e
Austriciino G.mos de Souia.
Maria Leopoldina.
Recife, 30 de Jolbo 189.
fSSC
-!% -i>jr*J
"^S
Recommendoo se Secretaria de Pateada qjoe
fijase entrega ao tbesoareiro da Santa Casa dr
Misericordia da quantia de 21:9004000, impor-
tancia do beneficio resaltante da 1* lotera bon-
tem extrabida. ___________
^rgamma da festa da glo-
riosa Sant'Anna da ig re-
ja da ladrs de Dea .
Sabbado 30 do correnta, ao bater a
badalada de meio pelo toque do sino, feo-
derao ao ar urna salva de 21 tires coa
diversas gyrandolas da fogaetes, a qa!
annunciar aos filis qua chegado a
vespera da festa da Senhora Sant'Anna,
tocando nesse acto a banda musical de
corpo de pelicia.
No domingo 31 do eorrente, pala 4
1 [2 horas da manhS missa rosada, cm in-
tencao de todos os irmaos e devotos, urna
sal /a de 21 tiros ao romper da aurora, a
tocando a mesma banda musical.
As 11 horas do dia entrar a fasta,
constando de missa solemne com tere a*;
pregando no evangelho o padre Jos
Araujo, sendo levada pala primeira vez
a missa do maestro Freitas Gazul, regi-
da a orohestra palo professor Bacdeira
Filho, tocando nesse acto a banda musi-
cal referda.
As 4 horas da tarde sahir acompa-
ahado ao toque da mesma banda musical,
urna solemne procisslo, levando as ima
^eas da Sant'Anna, S. Joaquim a Nossa
Senhora da C 'oceicao, a qual pe correr
as rua3 secuintes : Amorim, M vriz e .Bar-
res, Vigario, Travesea do Corpo Santo,
dita e ra do Apollo, Barita do Tnumpho,
travessa e largo do Cbaco, S. Jorge, Ar-
senal de Marinha, Cruz, Mrquez de Olio
da, Alfandega, a recolaer.
As 7 horas da noite ntrar o 7c Dhk
denominado Rio de Janeiro, cccopindo a
tribuna sagrada o coaego Martins, capal-
13o da rmandade, e encerrando com o ti
ramentj da bandeira, tocando zmbem
oasse acto a msica do corpo do policia.
Racifa, 29 se Julho do 1892.
O eacrivSo,
Barihozar Jos dos Ra-s.
Loteria CeareQ9e
Como o'.iciamos, realiiou se liontem a extrac-
gao da 1* loteria ordinaria de?te Estadc.
A maior ordem e r gul*rida le foram observa
das nesse servico contra o qual nenbama reela-
mace se ha feito
A'h-ra aprasada comparecen no logar de.-i
gnado para ext acg&o o zeloso e illastrado se
creurio da justica, oosso amigo Vaidemiro Mo
rei'a qse, examioou a macbioa pa^a o iorteio e,
urna a orna, as espberas que coniinbaua os pre
mioi, em preeija da maltidao, toreada de um
lotereass facl de comprebeoJer,:- faieodo reco-
colbtl as uroa relativa, de tela de rame, vela-
da por um panno.
Em seguida coovidoo deatre os espadadores
cuatro que Vessem auxilial o no servicv da ex
traegao, ao que -sendo atleadido, comecou a ler
ex-'cucao o trabalho.
Dadjs diversos movimeolos de rotagao na
urna a que nos referimos, abrase a cbave do
tato extractor, deixando ea?sat orna das espbo
ras qoe en recebida n'um pfqaeoo pr*to de me
tal collocado soto o mesmo tuno. Enio fasta se
girar a machina lotrica, e indicado o numero
no moetralor, o proprio secretario da jasMca re j
tirara a espbara, depostiava no r; to referido e
Ao Sealo do Estado
^Exais eu adores
QuandaT~^bs legisladores constituinat
roste Estado creararaa duas cmaras I-gis
lutivas, foi para que as disposigSea ot
medidas menos rtflectidas ou meditadas,
nao toasen) constituidas iis do Estado
sem passarem por nova discussa-o na ou-
tra c-imara qua podesse por vontura ma3
^dotid^meote emendar qualq-oer erro fi ho
a ponoa rcfl.xJ., de quaiquer p-Jxa.o on
do egosmo.
A cmara d- s deputados mandoa-voa
urna lei^ ornamentaria que asta es discitin-
co, pela qual reduziram os vencimentos
de todos os funecionarios pblicos quasi
torga parte.
Para isto reduziram o orgam^nto da
receita quasi terga parte, ist > de
3,7 0 contos qua fra em 1S9), (qnando
a moeda papel, emito em seu int9iro va-
lor, om prova urna libra sterJina por
80390) a 3,800 coatos do papel desvo'a-
risado da hop, isto quau4o pracisa
23^400 deste pspel para comprar um.-, li-
bra sierlina,
Em 1890 os contribuintes ^agavam, por
tanto, quatro m>lhSes cento e tantas m.l
libras, que tanto valiam 3,700 contos cr.-
t3o, em 1893 e pagaro am milh2o e
sais centas m>l libras, que tanto valem
3,800 contos, para se azerom as despe-
zas do Estado ojie estao alias cressidas
com as despezas qne eram geraes e
passaram para o Estado e con aa rendes
ou tmoostos que tambem eram geraes.
Actualmente o nome de 3,800 con
tos um espantalho apenas ; pagands
agora aque la quantia, o contribuinte
paga aproximadamente 1,300 contos. O
contribuinte est alliviado em dous trros
das impostos qae pagava. 15000 s tem
o valor de nma pataca. Quando o coer-
cante paga um imposto de 100000, nao
paga mais qne 3|J>300, porque a moeda
papel s tem o valor em ouro da te-ja
parte, E elle nao paga mais do que pa-
gava d'antes, porque, quando d oa
recebe um em ouro, d ou recebe tres em
papel, e assim todas as class s.
Por que, pois, se ha de reduzir os im
pqstos 3 parte para se reduzirem o
nofisos vencimentos a 3.a parte, e lan$a-
rem-nos na extrema miseria ?
Que necessidade ha para isto, quando
o estado hoje muito mais prospero de
que em 1890 ? Basta ver-se que, o assu-
oar est a mais de 4J0O0 em ouro.
Se urna classe pagara um imposto da
rapartigao de 40 contos, por exemp'o,
quando 40 contos era 4.482 libras, hoja,
pagando 100 contos, paga muito nenoa
da 4.482 libras.
Por que nao ha da pag r pois cem
contos aa moeda de hoje que vale muito
menos de 40.000 de entlo ?
Os reus lucros nSo diminuiram com a
desvalorisaclo da moeda. O madapoln
que vendiam por cinco mil res a ..- .',
vendem hoje por quatorze.
Estes quatorza valem o mesmo que
s cinco de entilo.
Se elles naquella tempo.lu?ravam 1^000
a 5$, hje lucram 3J pela moeda des-
i-., orisada- Sa elles por tanto lucram 3J
com o valor de 1$, por qua taubem n:.:.
bao da pagar cento e tantos coatos com
9 valor de quarenta '?
E tudo isto para nos reduziram a ex-
trema miseria, dando nos os vencimentos
que no3 davam, lOOjJOOO quo s valem
38&90O, 20r,iJ00O que e valem menos de
70,3000, 3030 qua *5- valam 1000000 ?
Sede justos, patriotas, nao voa deixais
levar pelo egosmo dos deputados, qne o
cegou a ponto de eonfundirem aquella
s'ontimento com o patriotismo.
O patriotismo n3o est em pounsr e
contribuinte para reduiir miseria & im-
portaste classe dos fancaioaarios publie s,
a extrema miseria sem haver alguxa ca
lamidade publica qae obrigasse o legisla-
dor a esta extremidade.
NSo *queiri,es, potanto, ser egostas e
crueis oomo aquees represeatantes d?


X

1
/
... T


Diario da Ternambuco Sabbado 30 de JuLio de 1832
m


povo para com a clasae dos funccionarios
pblicos, qao nao podom viver someute
miseravelmente, estando reduzidoa como
acham, a 2.a parte de sea* vencimentos,
Se honre rasSo p*ra soff erra os como
todas aa outras classes da sociedade o
grande augmento do prego das coasas m-
poitadas e do aisucar, pela desvalorisagao
da moeda em1 coasequencia dos 300 con-
tos da emissSo dos bancos, hoje n2o ha
mais raaSo.
EntSo este onus de dar valor s notaB
bancariaacom a parda do valor do dinheiro
das rendas ou salarios de todos, este onus
era dividido por todas as classes, menos
palo eommercio, que, se comprava caro ;
e pelos productores de assucar que o ven-
dern) desde ent3o mais e mais caro, ao
passo que o dinheiro papel mais se des
valosjsava.
Ora, desse onuB de pagar ao3 bancos
120.000 contos de suaa notas sem v.Ior,
com o nomo de 3)0.000 contos, valor ti-
rado do3 200 000 que havia em circula
go, que ficaram reduzidoa ac valor de
80.000 contos, desse onus que era divi
dido por todo3, porque todos comprava-
mos as cousas importadas e o assucar
pelo triplo, j todas as claases estSo livrea
e hoja carregado todo por nos, os func
cionarios pblicos ; porqae todos levanta
ram tanto ou quanto aoo seus presos ; e
nos, que compravamoj pelo triplo smen-
te as cousas importadas e o assucar, hoje
compramos tudo pelo triplo ou quasi tri-
plo, porque todas as classes levantaram
seus presos.
Compramos pelo triplo no nomo; tudo
esf pelo mesmo prego, (menos o asaucar)
mas o nosso dinheiro est iesvalorsado
em 2|3, o que recebemos com o valor da
terga parte dos noasos veccimentos. Os
outros recebem esta mesma moeda desva-
lorizada ; mas augmentam seus pregos no
dobro ou no triplo.
Quando todos s ffriam da calamidada
da innundagSo das notas bancarirs, nao
se podia levantar (nomina'meate) o orga-
mento ; mas agora que todas as outras
classes j estao livres da deagraga de pa
gar o valor das mtas doB bancos, que em
um anno as cobraram, agora, que aa
outras claBses '.em levantado e vao levan-
tando ainda seus pregos, para que h&o de
gozar a roducgao em 2r3 dos impostoa
que pagavam, bao de paga: em moeda,
desvalorisada 3.* parte, a quasi mesma
quantia que pagavam antes da desvalori-
sagao, quando n3 estamos reduzidcs a
3.a parte de nosaos vencimentos?
Todas as classes em 1890, quando a
libra sterlina custav, j dase e repito, a
8)5393, pagavam 3.700 contos (orgamento
de 1839) e agora para 93, quando a li-
bra cuati 23)9100, o orgamento de
3.800 contos.
Em 1893 podia-sa pagar portanto qua
tro milboes canto e tants mil libras, e
para 93 Dodem pagar um 'mlhSo seis
centas mil libras ?
Porque pois se nos ha de reduzir a tSo
extrema miaer a ?
Porque a populac&o nao pode contribuir
com o que contribuio em 1890 e antes ?
Reduzir o: impostos a quasi 3.a parte,
para se reducir a tos a quasi terga parte,
e a mais da terga parte dentro em pouco,
quando todas as outras levantaram mais
os seus pregos !
Que neceaaidade ha de nossos sacrificios
a tal ponto ?
Nao movemos tffectoa, nao invocamos
os vosbob sentimentos de piedade ; fallamos
ac vos308 bros, a vcaaa dignidade ; por
que a continuar o estado a que estamos
reduzidoB, lSo podamos ero nos vestir
para ezercer as nossas funcgo"es, nem te-
remos com que matar a fome, pea nao
C0IIERC10
Bolsa Commerclal de Perasm
baeo
GotagOks officiaes da junta dos cok
RETOBES
Prosa do Reeife, 29 de Julho de 1892.
AcgOes da Companbia de Sercicos Martimos de
Pernamboco do valor realisado de 1004 ao prego
de par.
Letras hypothecarias do banco de Crdito Real
de Pernamboco, do \alor de 100*000 ]uro3 de 7
V. a 102*000.
Na Bolsa venderara-se:
50 AcgOes da Companbia Servigos Martimos
de Pernambuco.
9. Letras hypothecarias do Banco de Crdito
Real de Pernamboco.
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PBAQA DO RKCIFE
Os bancos saearam a 10 realisan 'o-se peque-
as transarles a esta laxa.
Em papel particular nao constou traoeaegao.
O mercado fechoo em pocigao estavel.
PSAQA DO RIO DS JANEIRO
10 1/8 bancario, 10 3/16 particular.
otace* de gneros
ASSUCAR
Para o agricultor
Branco por 15 kilos. 9*500 a 11*000
Smenos, dem dem. -. 6*500 7*500
ascavado dem dem 5*000 a 6*000
Broto secco ao sol idem idein. 3*000 a 4*000
Rtame idem idem .... 1*700 a 2*200
Mercado multo animado.
A exportagao at 23 do correne consta de 18.085
saceos e 3071 barricas de assucar branco Desando
i.768.230 kilos e 8.102 saceos deasucar masca-
va'o petando 358.955 kilos.
% I godao .
Cota se nominal a 11*500.
At 23 do corrente foram exportados 2034 saccas
e 2055 fardes dealgodao pesando 788.350kilos.
Borracha
Cota-se nominal a 3040QQ por 15 kilos.
Carnauba
Cota-se a 11*000 por 15 kilos nominal.
tarocos de mamona
Cota-se a 2*400 por 15 kilos.
Coaros
Seceos ligados na base de 15 kilos a 650 ris.
Verdes nominal 360 ris.
el
Por pipa de 480 litros 80*000 ha falta no mer-
tido.
Foram exportadas at 23 do corrente 25 pi-
pas.
AlOOl
Por pipa de 480 litros de 2604C00.
nos podemos sustentar sem penuria com
aa nossas familas.
E ser de voaaoa bros, de voaaa dgni
dade, de vossa vergonha ver a clasae dos
funeciooarios pblicos, a quem, como diz
a cmara do deputadosestao confiados a
escripturagSo c movimento social V3la
como a claase mais misera v.-l da scciedade,
na necessidade at de mendigar para sus-
tenta r-ee e vestir-se e as suas familas ?
N2o queris por ventura pagar-nos na
integridad os neasos vencimentos ? ali-
viai nos ao menos no quanto quzardes da
miseria a que nos reduxiram os depu-
tados.
Basta que lanceta um addicional de
50 *[. mais em tod-'s os impostos e de
augmento cm noasos vencimentos, que,
pela moeda desvalorisada, aitda ficaremoa
reduzidoa n 3 a parte ; orno ainda na 3a
parte ficam reduzidoa os impostos.
' de vossos bros de vossa vergooha de
vossa dignidade, aliviar-aos de tao gran-
de deagraga, da emisso bancaria, a n3 os
uncoa que Seamos seffrendo em sea in
tero rigor.
NSo nos podis faltar com cs'.a justigs,
se nao nos respondendo, expressa ou tci-
tamente, como a cmara dos deput idos I
u Quem nao quizer aisim que v se
embora.
Mas nos somos mais de seis centop, nSo
temes para onde ir.
Reeife, 27 de Julho de 1892.
AJfomo ds Albuquerqus Mello.
PtitoraTuT Cambara
O respeitavel anciSo Sr Jo3o Goelho
de Queiroz, morador no Rio Bonito, es-
tado do Rio de Janeiro, ha 30 anoo3 q'ie
Boffrra dia e noite de um \ toase t3o rebal-
de que nao Ihe dava o menor allvio, e
uaaado o Pitor*l de Cambar, de S.
Soares, o off.-imeat o daj.ipparecej^ c >m
pletamente.
Vende se as pharmacias e drogariiB a
2*500 o fosco e 2450DO a dazia.
E' agente a CompanhU de Drogas.
1
___Al M_____
Urna pessoa da familia do Sr. Jobo Car
nero da Silva Reg, da Babia, soff a ha-
muito tempo de um incommoda toase
asthmatica que resista a todo tratamento
medico ; tomando porm o Peitornl de
Cambar, de S. Soares, ficou curada em
pouco tempo.
Vende-se a 2*500 o frasco e 24$000 a
dazia nas'pharmacias e drogaras.
E' agente a Companhia de Drogas.
Eleicao da Santa Casa
Tendo a Santa Casa de proceder a elei
g3o de ana nova administrado no prozi.
mo domingo, 31 do corrente, lembramos
aos rmelas a seguinte cbapa :
Para provedor
Couselheiro Dr. oaquim Correia de
Araujo.
Vce-provedor
Oommendador Albino Jos da Silva.
Thesoureiro
Commendador Jo quim Felippe da Costa.
Mordemos
Dr. Manoel da Trindado P Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.
Desembargador Hermogens Scrates Ta
vares de Vasconcellos.
Dr. Joaquim de Albuquerque Barros Qui-
mares.
Tenente-coronel Apolinario Florentino de
Albuquerque Maranhlo.
Commendador Jos Adolpho Rodr'gues
Lima.
Commendador Joao Vicente de Torres
Bandeira,
Foram exportadas at 23 do corronte 165 pi-
pas.
Agurdente
'or pipa de 480 litros 150*00.
At 23 io corrente foram exportadas 1191 pi
pas.
Carocos de algod
Cota-se a 640 ris por 15 kilos.
Foram exportados at 23 to corrate 347 400
lilos.
TA3BLLA DAS ENTRADAS DE AS8CCAB I AI.
QODAO
Mez de {Jvlho
Entradas
iarcagas .
Vapores......
inimacB .
strada de Ferro Central
dem de S. Francisco
foictta ....
Das
1 a 28
1 a 29
1 a 28
1 a 28
1 a 26
1 125
Assu-
car
Saceos
1974
221
421
4(00
65
6687
Algo-
dio
Saccas
1974
1385
461
240
417
2415
6892
Importaeo
Vapor francez Colonia, entrado do Hivre e
Lisboa em 28 e consgnalo a Augusto Labille ;
manifes'.oo :
Carga do Havre
Amostras 3 volutnes a diversos.
Bebidas 53 volames a Companbia Destillago
Central.
Chapeos 1 caixSo a Raptue! Dias & C, 1 a
Adolpo 4 Ferro.
Cognac 1 caixa ordem.
Courcs 1 caixa a Gomes de Maltes Irmaos.
Drogas 11 volumes a Companbia de Drogas, 1
a Roaqoayrol, 7 a Paria Sobrinho & C, 2 a F. F.
Leal.
Ferragens 3 volumes a E. Beition, 1 a A. Silva
&C.
Ladrilho 15 barricas ordem.
Manteiga 80 barra e 120 meos di'cs a Com-
panbia de Estiva, 60 e 80 ordem, 10 e 30 a M.
Lopes de S 100 e 120 a Joao de Almeida & Tor-
ree, 100 e 150 ao consignatario, 20 e 20 a Figoei-
redo Costa & O, 15 e 20 a Domingos Ferreira da
Silva & C, 10 e 15 a Rosas & C., 15 caixas a
Soares do Amaral Irmos,36 a Sulzer KaufftnaoQ
& C, 12 ao consignatario. 13 a J J Alves & C.
Mercador:as 1 volme a E. G. Caac&o, 5 a Com-
panbia de Drogas, 2 a Nunes Fooaeca & C, 1 a
Gomes de Mattos Irmos, 1 a Yillela 4 C, 7 a
Manoel Collago & C, 3 a M. tabella 4 C, 1 a
C Wacbsmann, 2 a Prente Vianna 4 C.
Movis 6 caixas a i. Gongalves Pinto, 2 or-
dem.
Materiaes para engenho 3 vdumea a E. Dol,
13 ao consignatario.
Objectos para escriptorio 1 caixa a Muiler & C,
Porcellana 6 barricas a J. de Araujo Veiga 4 C.
Perfumaras 4 caixas a Companbia de Drogas,
1 a N. Fonseca & C, 1 a Oliveira Bastos e 4 ,1
a Manoel Callago 4 C.
Papel 1 caixa aos meamos.
Qceijos 1 tina a branles e 4 C, 10 e 1 fardo
a Companhia de Estiva.
Rolba 1 caixa a Figaeiredo Costa & C-
Tecidos 1 caixa a Bernet oc C, 2 a L. Maia
4C.,laD. P. Wild, 1 a Domingos Coelho
4 Soares, 1 a A. Lopes & C, 1 a Olinto Jardim
* C-, 1 a Machado Pereira, 2 ordem, 1 a
do
de
Dr. Franoisco Apoligorio Leal.
Commendador Jos Hara de Andrade.
Dr. Jos Bernardo QalvSo Alcoforado.
Commendador Joao de Amorm.
Dr. Augusto Carlos Vas de Oliveira
XJipitao Manoel do Nascimento C-sar Bu-
lam-'.rqi:i.
Graciliano Octavio da Cruz Martina.
Dr. A'exandre de Souza Pereira
Carmo
Demetrio Accacio de Araujo Bastos.
Antonio Leonardo Redrigueaf
Tenente c.ronel Francisoo Faustino
Britto.
Suppleates
Dessmbargador Adeliao Antonio de Luna
Freir.
Tenente-coronel Francisco Octavano de
Souza.
Dr. Carlos Alberto de Menezes.
Commendador Luiz Joa da Silva Gui-
asares.
M jor Jeronymo Emiliano de Miranda
Castro.
Dr. Mace el do Nascimento Machado Por-
tella Fiiho.
Vicente Alves Macnado.
Dr. Adolpho Tacio da Costa Cirne.
Jo5o Walfredo de Medeiros.
Major Jovino Epiphanio da Cunha.
Mjr Ji Cordeiro dos Santos.
Commendador Francisco Ribairo
GumarSes.
Antonio Leonardo de Menezes Amorm.
Manoel Jos dos Santos.
Commendador Lu.z Duprat.
Luiz Leopoldo dos GuimarSes Peixcto.
Joaquim Olinto Bastos.
Modesto do Reg Baptista.
Diversos rmelos.
Einto

Peitoral de Ca/tbar
Urna filhi do S.-- Delfim Jos Rodri-
gues, fazeadeiro em Santa Victoria, Rio
Graude do Sul, seffrendo ha quatro ainoB
horrivelment's de asthma, foi perfeitamen-
te cu-adu pslo Peitoral de Cambar ,de
S. Soarea, que se vende as pharmacias
e drogaras, a 2*500 o frasco e 24*000 a
d'.izia.
E7 agente a Companbia de Drogas.
toral U Gallar
O Sr. Tco'maz Lancina, fiiho adptivo
doSr. Vicjute SimSjs Filbo, eatancieiro
em Sarandy, Rio Grande do Sal, priaci-
piou a Boffi-f r de urna tosse impertinente
que nunca e>ie ser combatida, declarando
ae depois urna terrivel tuberouloae pulmo-
nar. Tendo sido [tratado pelo Ilustre
medico militar Dr. Medeiros, aem resul-
tado algum, fi depois coisultado em
Sant'Anna do Livramento, o haoil med
co Dr. Fialho qoe lhe reaeitou o Peitcral
de Cambar, de S. Soares, que curou o
radicalmente, livranio-o aasim de urna
morte certa.
Vende-se as pharm.cas e drogaras a
2^500 o frasco e 24,5000 a duzia.
E' agento a Companhia de Drogas.
i'c/ se nma grande eimportante
descoberla
as eminentes qualidadea medcinaes
da Aoacahuita, arvore esta que cresce ca
mmediagSes de Tampico, no Mxico.
O Peitoral Anacahuite/, composto e ptepa
rado eom o balsmico tueco de dita Arvc-
re, em enchido o munio d'eapaEto e ad-
mragao. Os proprios mdicos confesaam,
que nuDC* se ibes havia entrado na idea,
de que se p.idesse extrahir de nenhum
prodacto d> ter:a, um espicifco tSo n&-
ravilhoso e cimpleto para a cura das ec-
'ermidades da garganta e dos orgos da
respiragao A tosse d'um carcter o maia
confirmado e violento, desappareco aob a
Frederiio & C, 2 a J. I.oiz Teixsra, 4 a Msnoe
da Cuaba Lobo.
Vinbo lo caixas a Carvalbo & C.
Vidros 2 barricas a A. R. da Cuaba Ribeiro.
Vellae 5 caixas'a I. F. P." Ramos.
Carga de Lisboa
Agua mineral 1 caixa a Menezes Scaiappe 4 C,
Aireados 2 barricas aos meamos.
Alpiste 20 saceos a Silva Guimares & C.
Bagas 3 barricas a Pinto 4 C.
Ceblas 150 caixas a Ferrelr? Rodrigues 4 C.
30 a Silva Guimares 4 C.
Cominos 15 saceos a-Silva Gaixares e 4.
Cal 20 barricas a Menezes Scbiappe & C-
Coxestivo 11 caixas a Gu;maraes Sobrinho
4 C, i a Antonio P.C. da Silva.
Cobertores 2 caixas a A. Maia da Silva.
D ogas 5 caixas a Santa Casa de Misericordia,
2 a Paria 4 Sobrinho.
Noze8 2 birricas a Menezes Schiappe 4 C.
Rn'lu-'.t sacco a Santa Casa de Misericordia.
Semen'.es 1 caixa a Rolrigues Lima e C
Sardinbas 6 caixab a Fraga Rocha 4 C, 25 a
E Mirtina de Barros.
Viobo 7 pipas e 20 barris a Joaquim Ferreira
de Carvalbo 4 C, 8 a Rodrigues Iva.a 4 C, 1 a
A. C. de Almeida, 20 a I. F. Figoeiredo, 10 a
Nelto Campos &C, 2 a L Bastos 4 C, 6 a
Maia e Silva, 1 a i. Oiiveira Leite e Souza, 50 e
53 caixas a A. Maia da Silva, 4 e 1 a Menezes
Scbiappe 4 C, 60 e 21 a Pocs Meadas 4 C.
Vapor nacional Vens, entrado dos portos
do norte em 28 e consignaao a Amcrim Irmaos
& C. manifestou :
Algodo 520 fardos a Levy 4 Dlmiro.
Arroz 20 saceos a Pereira Cirneiro & G.
Barris 850 a Tavares Lopes & C, ZOO a Ma
noel M. de Oliveira 4 C.
Couros 30 a Levy & Delmiro.
G.mim 20 encapados a Silva Guimares &C.
Pelles 13 faidos a Levy 4 Delmiro.
Pipas o) a Tavares Lipes i C. 100 a A- S.
Coulo, 72 a Manoel M. de Oliveira 4 C.
Tapioca 20 paneirps a Ferreira Rodrigues 4
KxporiacSo
RECIFB, 26 DE JCLHO DC 682
rara o exterior
No vapor inglez Ongen, para Liverpool,
carregaram :
Gomes.de Mattos Iroio, 3,638 kilo3 de borra-
cha de mangabeir.
Vctor NeeseD, 40 fardos com 5 392 kilos de
trapos e 80 ditos com 12,160 ditos de residuos
de algodo.
No vapor inglez Scholar, para Liverpool,
carregou :
Joseph Esnaty, 40 amarrados eom 2,000 kilos
de garras de couro.
No vapor allemo Curitiba, para Hambor
go, carregou :
Couipania de Drogas, 1,125 Kilos de borracha
de mangabeira.
Para Bremeo, carregou :
V. Neesen, 952 coaros seceos salgados com
11,424 kilos e 1 barrica com 6 kilos de resma
de cajaeiro.
No vapor americaso Fmance, para N.w
York, carreearam :
L?vy 4 Deimiro, 2,344 ^los de borracha de
mangab.'ira
Gomes de Mattos Irraao, 9 fardos con 737
kilos de ce; a vegetal e 1,431 kilos de pelles de
cabra*
Mederos Irjnao 4 C 1,926 kilos de pelfes de
cabra.
No vapor inglez JVen, para Buenos Ayres,
carregou :
Laiz &. da Costa, 13,000 cocos frocta.
sua magici influencia, dentro em poucos
das, e as vezes mesmo d'entro d'algumas
horas, depois de sa haver tomado urna
garrafa do mesmo. A rouquidSo por mais
cavernosa e profunda que aeja promet .-
mente desvanece e a vos d'entro em pou-
co recobra e adquire toda a sua cos'.umada
clareza e sonoridade. Os Broncbiteu se
aliviano mediante o se,u us>. Cu'a os pul-
n5t;8 feridos e inflammados, Oa que pade-
cen* de astbma principian, por resp'rir
com desafogo e regulandae, logo depois
de se haver tomado as primeiras doses. O
catarrhodecl rado incuravel des&ppaiece
ordinariamente ao c^bo d'uma semana.
Emfim a sua excllencia e grande effica-
cia n3o teve, n3o tem e nem teta igual
por meio de todas as mais mtdcinas ten
lentes p.ra o mesmo fim
Como garanta contra as falsificf g3.*s
observe se bem que os nomes de Lamann
& K.eup venham estampados em letras
transparentes no papel do livrinho que
serve de envoltoria a c.da garrafa. Acha-
so de venda em todas as botica e droga-
ras.
PErMAL Da CiMBlRT
A Exma. Sra. D. J^anna Ferreira
Cardoao, moradora em Pelotas, Rio Grac-
de do Sul, tinha urna aobrinha que soffrec-
do b (atante de dores no peito e costas
com toase desosper&dora, ficou curada
pelo Peitoral de Cambar, de S. Soares,
que ee vende cas pharmaci a e drogaras
a 25500 o frasco e 24,5000 a duza.
E' agente a Companhia de Drogas.
Peitoral de Cambar
O Sr. Bernardo Jos dos Santos impor-
tante iazendeiro, no Cerrit, Rio Grande
do Sul, achando-se ha seis* annos s. lV-m.'o
de urna gravissima tosse com abundantes
eBCarros de aangue, cooaeguio curar-se
com o Peitoral de Cambar, de S. Soa-
res, que se vende as pharm*cias c dro-
garas a 2500 o frasco e 245000 a du
sia.
E' ageste a Companhia de Drogas.
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Apprcvado em 21 de Margo de 1890 pela inspe
ctoria geral da digna junta de bygiene do Re
de Janeiro.
Este Elixir de composico toda vegetal pre
parado segundo as regras pbarmaceuticas, acn
selbadas pelos autores moderaos e de recoube
cida capacidade scieuiifica tanto no paz como
ao estrangeiro.
E'te Elixir o produc.o nao so do grande es
mdo das acgOes pQysiologicas das subsianciat
romo tambem pathologicas,como tambem o re
sultado das immensas applicaces nos diverso;
casos de-iebres de fuado palustre.
A applicago deste Elixir na grande epidemia
Je bexigas de 1890 a 1891 mais urna wi de-
xonstrou a sua efQcacia ; pois no principio dos
cnmeiro8 eymptomaB a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
toenga febril vulgar apreeentandu pequeas to
mefaes que com a continuago do Eiixir de-
apparecem sem todava apresentar receios d.
pergo.
Os muito allesiados publicadcs no Diario de
Pernamboco e Gazeia da Tarde provam o que
dizemoB.
Nos casos de febre aicarella o eQei'.o admi
-avel, ap'esenlando pbenoaienos tao maravilbo
aos que nesta cidade do Reeife e na do Rio de
Janeiro pouco rece o causa a febre amareli?,
aiesmc estando o deente. com vomito preto t
sanguiueonestes nltiaos periodos ento ne-
is ~ario a applicago em alia (lose, deapresandr
a tabella ansexa.
Este Elixir j conhecldo do publico e Je uu
grande numero de dignos mdicos aprsenla
do para combaler os nSerenes iucommodos to
dos elles de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occisiao de fazer -.
applicago na; f hres erysipellosas e com tac
oom reeultado que licames admirados de lo ti-
los tffeiic3.
Pela pratici chegamoa'a conhecer que aos
ataques ae febre erysipellosa ou erysipella comj
vulgamente se diz e uecessanr o uso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras, men3-
truago, gravidez e dos cacos de parto com fe -
bre de um resultado muij certo e seguro e
a sua co nposig&o tao simples que nao offerecc
receio de applicaro Elixir nem mesmo em oitt
superiores M indicadas na tebella infra.
Pedimos sos digoissimos mdicos que deseja-
rem fazer uso des'.e Elixir em sua clnica nao ee
sujeitarem a i.cuaa prescripgio, mas sim fazer a
applicag&o em harmona com os casos que dse
jarem combaler, certos de que o medicamento
de composigao innocente para ^ oiganismo por
mais frgil que aeja.
Modo de asar
A's criaBgag at um anno 10 gotas de 2 em 5
aeras em urna cclner das de sopa cheia d'agu
tria.
De um anno a tres 15 jettas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 goltas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Deposito
Companhia de Drogas e Productos Cbimicof
Recite, rta do Mrquez de Olinda D. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosaru
i. 33.
Pharmacia Orienta!, ra Eatreila do Rosan
). 3.
Pbarmacia Alfredo Ferreira, ra do Barao 1
'ictoria n. 14.
Pharmacia Ma.tijs, ra Duque de Gaxias c
8-
Para qualqaer informacSo ser encontrado o
autor na ra do Rosario Eatreila o. 17.
Os dosos frascos s3o quadrados e conta go-
ilo. N'um lado teem gravadoElixir ante febril
e no ontroManoel CardosoPernambuco. e to
Jos os prospectos sao assignados por Manoel
'Jardoso Jnior, sendo falsos os que nao forex
.^signados.
N- 12
Reeife, 16 de Maio de 1889
lllm. Sr. Manoel Carioso Jnior.
Nao posso.e nem devt\ calar o eeguinte fac'.o
de urna cura obUda com o zea valioso E.ixir
auti febril.
Teudo fallecido da terrivel febre amarello un
meu bibinbo de 11 annos ele idade, depois tfe
escotados todos os recursos possiveis para sol
val-o e dous dias depois de sepuliado. adoecido
ooiro de 12 anoos, da mesma febre, tambem de-
pois de muilo lucti>r com outros medicamentos
poderosos e receitados por disiincWs mdicos
desla capital, e j desapontado, recorr a eons^-
ho de meu bom amigo o tenente L-obaldo au-
gus;o de Moraes, ao seu miraculo^o remedio de
qci-j ac:ma trato, e Uve a immensa sailafago e
ver salvo o meo querido lbicho.
Comraunicaado a V. S. iste iriumpho de ?ct
valioso medicamento, servir ao mes&c lempo a
minba comooumcngo, de aviso acs que forem
atacados da;uelle sa\, os qoaea aada mais de
vera fser. que uzarem o seu rearaviihoso Elixir.
T emond retirado temporariamente desta ea
pital, minria familia com receio de adoecer-me
mais algu'-m, por cautela condezi um fras:uiotu>
do mesmo Eixir, que muito servo, por quinto
begando ao meo destino live de ver 3s 11 oras
!a noite do da da mijtia enjala, minba mu-
tier cabida com urna terrivel febre, que dous
das depoia desapparecer completameute anda
por eff-ito do mesmo Elixir.
Outros cases ainda em mcus criados foram
combatidos com o seu poderoso remedio e seria
eofadonho mencinalos.
Usar V. S. da miaba communicago do modo
que melhor lhe convier.
Meas fracos servigos s suas ordens.
O muito grato criado
Joo do Reco Lima,
Commandaute geral da guarda cvica de Per-
nambuco.
(Eslava sellada e reconheida a firma.)
Pfllral mW
O respeitavel anciSo Sr. Ignacio Tei-
xeira Machado, criador no Povo Novo,
Rio Grande do Sul, s >ffra ha 17 annos
de asthma, com acoessoa terriveis em to-
dos os qc artos de la, e sem nunca obter
melhoras com muito3 tratamentos que
ubou curou-aa radicalmente com o Peito-
i al de Cambar, de S. Soares, que ae
vende as pharmacias e drogaras a....
2*$50O o frasoo e :'IJ l) a duza.
t'_agenta a Companhia de Drogas.
Peitoral de Cambar
O honrado vice-consul portuguez em
Paracagu, estado do Paran, Sr. Joa-
quim Soares Gomes, vio sua digoa esposa
cur-r ee pelo Peitoral de Cambar, do S.
Soares, de u ^a grave tosse bronchial,
que havia resistido a innmeros medica-
mentos receitados.
v*endc-ae as p'narmacas e rogaras a
2)j5O0 o frasco e 24g X)0 a doria.
E' agente a Companhia do Drogas.
EDITAES
Para Moatendo, carregou :
;. Luiz A. da Costa, 7.0 0 cocos frucla.
Vara o tttierior
No vapor nacional Alagos, para Rio de J
neiro, eanegaram :
C. A. Hurle, 494 saceos coa 29,640 kilos de
assucar branco e 485 ditcs com 29,100 ditos de
dito mascivado.
Rodolpho toar da Motta. 2.000 cocos fructa
e 12 barricas com 300 kilos d-^ doce.
No vapor nacional Venus, para Rio de Ja-
neiro, carregaram :
Amorm Irmaos de C, 431 s ecos com 25.860
kilos de milho.
P. Pinto & C, 60 pipas com 28,200 litros de
agurdeme.
No vapor nacional Jaboatao, para Mossor,
carregaram :
Sinza Noguelra & C, 200 saceos com farichi
de mandioca.
No vapor francez Colonia, para Sinlos,
carregaram :
M. Maia & C, 50 pipas com 23.500 litros de
agurdente.
Silva Guimares < C, 1 caixa com viobo de
caj no valor de 20 e 1 sacca com 74 kilos de
algodo.
No vspor americano Finance, para o Para,
carregou :
J. A. Coulo Vianna, 100 saceos com 5.OJO
kilos de cal.
No vapor allemo Vulpaaiso, para Rio de
Janeiro, carregou :
Luiz A. da Costa, 500 saceos com 30,000 kilos
de milbo.
No vapor nacional Mercenio, paca o Para,
carregaram :
. Bailar 4 C, 250 saC03 com fariohi de
mandio:v.
Na barcaga Apreserdocao de Mara, para Pa
rahyba, carregoa :
Francisco Paiva, 10 barricas com 90-3 kilos de
carvo nimal.
a barcag Estrella d'Alva, para Maragojy,
carregaram :
Soares Neve3 4 C, 4 caixas com 95 kilos de
labio.
P&txa da lasdega
SEMANA pa 25 A 3 DE JULHO DE 1892
Alcool (litro i ...... 520
Algodo em rama teilo) .... 699
Arroz com casca -, o) .... 9J
Assucar retinado kiio J 760
Assucar branco (silo) .< t'66
Assucar mascavado ;kilo) ... 266
Bagas de mamonas (kilo) ... 126
rforractade leite mangab. (kilo) 2*0(0
Cachaga......... 291
Couros seceos espichados (kilo) 654
Gonros seceos salgados (kilo) 594
Couros verdes (kilo)..... 320
Courinhoa (um)....... ijgyo
Garogos de algodo (kilo) ... ;5
Carrepateira (kilo)..... 120
Cacao (kilo)....... 400
Caf bom (lulo)...... #200
Caf restolho (kilo)..... UOOO
Gaf moido (kilo)...... U400
Carnauba (kilo...... U866
Cera em velas (tilo)..... 640
Dita em bruto ou preparada (kilo) 800
Canna (litro)...... .300
Cal (litro)........ 10
Carvo de Cardiff (tou.) .... 35/000
Farinha de mandioca (lito> r 62
Genebra (litro)...... 295
Graxa (sebo)...... 633
Jaborandy (em folha) kilo ... 200
4.* secgSo.Secretaria do g>verno do Es-
tado de Pernambuco, em 25 de Julho de 1892.
ED1TAL
Pelo presente edital se faz publico que tica
aberta a concorrencia com o praeo de o.to dias,
para aprsenmelo, nesta secretaria, de propos-
'.as co fornecimi-Q'.o de 00 iivros com igual nu-
mero de fainas cuua um. corneado ttulos elei-
tor.es, conforme o modelo annexo lei Federal
n. 35, de 26 de Janeiro lindo.
As propostas deveio ser seliada3 e aposen-
tadas em cartas feobadas, p-ocedendo-se a aber-
tura 1 bora da tur le do dia 3 de Agosto vin-
douro. tm presenta dos concarreatet.
O secretario.
__________ J. Augusto Ferreira Lima.
OjDr. Atitonio Domingos Pinto, juiz de
direito do eommercio da cidade do Re
cite, capital do Es.ado de Pernambuco,
em virtude da lei, etc., etc.
Fago saber aos que o presente edital
vrem e delie noticia tverem, que por
parte de Ferreira Casco & c'ilho, em li-
quidagSo, me foi dirigida a petgSo do
theor seguinte :
PetigSo. Iilro, Sr. Dr. juiz do eom-
mercio. Ferreira Cascas & Fihcs, em
liquidagSo, aendo oradores de Joaquim
Jos Puche jo de Albuquerque Mranh3o
da qaaciia de 83859-0, principal da
letra junta, alm dos juros vencidos^ re-
querem a V S. Se digne maodar tomar
por termo o seu protesto, q. e pelo pre-
sente oa BupplioanieB fazem, para que dita
letra, que est venciaa desde 26 de Ou
tubro de 1887, nao prescreva, sendo o sup-
plicada intimado do ao-mo protesto por
editaei, visto se aobar em lugar incerto e
nao sabido, o que os supplicartes justifca-
rao em dia o hora qne V. S. designar
Pedem a V. S. deferment.speram
Receber MercS.
Reeife, 21 de Junho de 1892.O so-
licitador "Ricardo Henriqne da Silva.
'(Estava legtlmeot-: sellada),
Despacho : Distribuida. Como re-
qner ; justificando a ausencia do sopplica-
do no dia que o eacrivSo designar.
Rec fe, 1 de Junho de 1882. Domin-
gos Pint^.
Diatribuigao : -A' Gira Idee.Oliveira.
E mais se ato continha em dita petigao,
despacho e destribuigio, que vio fielmen-
te copiados.
Depois do que o escrivSo competente
avrou o termo de protesto do theor se-
guinte :
Termo de protesto :=Aos 22 das do
mee de Junho do 1892, nesta cidade do
Reeife, em meu cartorio, veio o solicitador
Ricardo Henriqne da Silva, procurador
bastante dos aupplicantcs Fe. reir Cselo
& Fiiho, em liquidagao, perante as teste-
muubas abaixo assignadas, dissa qse, por
parte de seus const.tuictes reduzia a ter-
mo o sen protesto, constante da petigao
retro, que dea faenado parte do pre-
sente.
E de como assim o dase acaigna este
termo, com as mesmas tes:emunhas.
E.i, Antonio Angisto da Frota Mene-
zes, escrivao interino o escrevi.Ricardo
Henriqne da Silva, Felippe Mu lio Fer-
reir.\ Innojencio Garca Chaves.
E maia se nao .continha em dito termo,
aqu riilmonte copiado ; depois do que
tendo os sopplicantes justificado, o allega-
do em sua petigao quanto a anaencia e in-
certeza do domicilio do suplicadoproduzin-
Lcite de mangabeira (kilo) 14466
Mel (litro)........ 125
-lilho (kilo ... 95
?hospnato deca da Disa Ran (tone*
lada)......... 114000
Pelle de cabra (c-nio)..... 187J000
Pelle de crcel -o (cesto) .... 14500O
Sement de carnauba (arroba) 53
jola (meio)...... UWO
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 700
rataioca (kilo)...... 40
Tahuas de axarello err prancbCes
(duna)........ 100*
Readiascatos pnblleo*
Max di islho a 1892
Alf&ndeja
flfjnda geral
Do dia 1 a 38 1,041:0244832
idem de 29 28:8634305
1,069.8884138
Renda do Estado :
Do dia 1 a 23 210:344*580
dem de 29" 16:8934456
2z7:238403o
Soturna total
1,297.1264174
Segunda seego da Alfaadega de Pernambuco,
19 de Jaiba de 1892.
O thesoureiro,
Florencio Dominguea.
Servindo de chele da secgao,
J. E. Pereira Magaihies.
REOEBEDO UA DO ESTADO
Do dia 1 a 28 229:2774659
dem de 29 2:4974881
Do dia 1 a 28
dem de W
REOIFE DRAINAGE
231:77545.0
5.7994205
1314809
5:9314014
satrcao nnnlelpal de m. Jo
O mov:mtn!o deste mercado no
Juicio foi o seguinte : Entraram.
51 bota pesando 7,626 Kilos.
243 kilos de pexe a 20 ris
8 compart. com mariscos a 100 rs.
50 lagares a 200 rs.
8 suidos a 200 rs.
25 cargas de farinha a 200 rs.
7 cargas de milbo sec-?o a 200 rs.
2 ditasom feijao a200 rs.
2 ditas com camarOes a 300 r?.
2 cassus com gallinbas a 300 rs.
7 ditas com milbo verde a 300 rs.
27 dita de batata a 300 rs.
ditas com gerim a 300 rs.
2 ditas de canea a 300 rs.
4 ditas com fructas diversas a 300
1 ditas com louga a 300 rs.
dita de ceboliobos a 300 rs.
ditas de banana a 300 re.
47 ditos com verduras a 300 rs.
73 ditos com farinha a 400
4 cargas com gallinhas a 500 rs.
32 columnas a 600 rs.
8 compartimentos com fressurap
a 6C0 rs.
dia 28 de
44861
4800
104000
14600
54000
14400
4400
4600
4600
24100
84100
4
4600
rs. 14200
4300
4
4
144100
294200
24000
19450.
4480
26 ditos com faienda* etc. a 600 rs.
29 ditos de comidas a 700 rs.
11 ditos de sjineiros a 14
9 ditos a 700 rs.
53 talhoa a 24
2746'0
204300
114000
6430
106000
lendimento de 1 a 27
2784360
7.1064318
7:3844240
Pregos do ola
Carne verde de 240 a 6J.D ris o kilo.
Sainos de 640 a 800 ris i iem.
Garneiro de 800 a 14 ris idem.
Farinha de 400 a 600 ris idem.
Milho de 400 a 440 ris idem.
F'ij&o de 14 a 1430 Hovlmeato do porto
Navio entrado no dia 29
Santos e escala-8 dias, vapor allemo Guriti-
bai de 1555 toneladas, commandante A. Birk,
equipaeem 50, carga varios gneros, a Brste!-
mann & C.
Navios saludos no mesmo dia
o
Hamburgo e escalaVapor allemo Curitiba,
commandante A. Rirk. carga varios gneros.
Rio le J meiro e escalaVapor nacional Venus,
commandante Joo Pereira da Cunba, carga
varios gneros.
Rio Fo.-mo30 e TamandacVapsr nacional Ja-
cuhype, commandante Carvalbo, em las'ro.
FalmoulhBirca suecca British Eovay, capi-
llo A. Westman, carga salitre.
Vnpora* a eafrar
Mez do Julho
Bul.......... latvios
Norte....... ^klagoas.
Europa....... Colonia,
Mes djf Ago
.!0
Sul.......... Ta ir...
Europa....... Vrtparaiso
Norte....... I igilancia.
or .e........ Brazil___
Sil.......... *Zmatiur.
Sul.......... 'ena----
Europa .. ogirth
Sul..........
8UI..........
Norte........
Europa.......
Sul..........
Norte........
Europa.......
Sul..........
Norte........
Sul ..;.......
Norte........
Sul..........
30
30
30
1
1
3
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8
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9
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'Mtmer___
Wigdalena......... 13
Sspiro Santo..... 13
ichy............. 15
S.Salvador........ 16
Olinda............ 19
Alagos........... 23
Marankoo.......... 25
JJroiii............ 30
Sul ..
Norte
Sul..
Sul..
Sol..
T&porcs a sabir
Mea de Julho
.. Cuta de Genova..... 30 as 12 h.
.. Manos........... 30 as 5 h.
.. Alagos............ 30 as 5 b.
.. Beberibe........... 30 as 4 h.
.. Colonia.......... 30 as 1 h.
: *-



.

tr


Diario de ?ernambuco Sabbado 30 de Julho dg 1892
V
do testemunhss que depuzeram convenien-
temente, eubiram os autos mir.ha con-
clusSo, e nelles profer a sentenca do
thaor se^uinte :
Sentaoca :Hei por justificada a au-
sencia em lugar incerto e nlo sabido do
justificado Joaqun] Jos Pachco do Al-
buquerqne Marp.nhSo, e ao acemo intme-
se por editaos do protebto de fuhas, pa:a
inturrupyX da prescrpco do titulo fo-
Ibas.
Gustas pelo justificado ex sansa.
R < cife, 28 de Junho de 1892Antonio
Domingos Pinto.
E mais se nSo ontinha em dita sen
enea aqui fielmente copiada; em cum-
primento do qual o respectivo escrivao
pasjou o presente edital, pelo theor do
iji.:l chamo cito e bei por intimado a
justificado, ausente em lugar incerto e
na" o sabido Joaquim Jos Pacheco de AI-
buquerque Marathao, para que dentro do
prazo de trinta das comparsa ante este
juizo, requerendo e allegando tudo o que
toe da seu direito e justica, Sendo atoal
intimado por todos os termos da peticlio
e termo de protesto de prescripgao, que
ficam transcriptos.
f para que chegue ao cenhecimento de
torios, especialmente do juttificado, man-
dei paasar o presente et&l, quo vai por
mi-: ussignado, e ser publicado pela im
prersa, e affixado no lugar do co&iroe.
Dado e paesado nesta cidade ero Reci
fe, aos 30 do Junho de 1892.
Paga este 1)5000 de sello, e 600 ris
do emolumentos pela assign itura.
Ej, Antonio Augusto da Frota Mene-
zcs, escrivSo cter:no o escrevi.
Au'onio Domingos Pi 1^
J i:zo de casamontos do O." distrito u
cidacks o Recife.
De ordem do respectivo jais de casa-
mentos fago publico que, em parigo im
minette de vida, no da vinte e quatro do
carrete, as quatro e meia horas da tar-
da, em c--.3a de sua residencia, no lugar
denominado Campo Gando, freguezia da
Gra,a desta cidad.-, casaram-se em pre-
senta das testemunhos Clemente Seabra
de i'ma, Alfredi da Silva Baiza, Ma
noel Faustino de Wanderley, Galdino
Augusto Cesar, Francisco de Acevedo
Amorim, Severiano Vieira Dortas, todas
moradoras na freguezia cima referida,
repstindo a forma da le n. 181 do 24 de
Janeiro de 1890, art. 27, Lua Antonio
de Oiiveira com Petronilla Felismina de
Azavedo, vindo a fallecer com effeito
Luiz Antonio de Oiiveira no dia 24 do
correte, por volta das cinco horas da
tarde.
Aps o casamento assim effectuado, fo-
ram pre achidas as demais formalidades
da meema le, dentro do praso de qua-
renta e oito horas, neste juizo e por or-
dem da mesma autoridade cima declara-
do, ficam correndo em meu cartorio quic-
ze dias, dentro dos quaes podem ser re-
queridas, pelos intereseados, as providen-
cias que eotenderem de direito pro ou*
contra o referido casament .
Se alguem sertir-se prejadicado, ou
conhecer que existe algum impedimento
que obste a legalieaclo do casamento, rc-
cusa-a para os tas necesarios.
Recite, 27 de Julho de 18i2.
O escrivSo de casamento?,
Alfredo Santos
THBVTR0
ColPAKBIA DRAATICl
Sot a fleccao flo ertisto
ANTONIO C0MRA
Sabbado 30 de Julho
Primeira r?ppcsen(afo.
Successo g rantldo.
Haravlba das Maravillas,
A maior novidade theatral na epoch.1
presente.
Espeelaculo lyrico cmico e pliantatisco
Pela primeira vez nesta opocha a gran-
diosa e monume tal opereta mgica en 1
prologo, 3 actos e 6 quadros.
HIPPODROMO
DO
CAMPO GRA2TDE
Animaea de Pernambuco que
superior a 1.000 nos prados do
909 metros nos ajeemos prados.
405000 ao segundo e 200000
DECLARARES
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector inte-
rino do Tnesouro do Estado de Pernambuco,
convilo aos senhores possuidores das apolices
sob ns. 19, 23, 35, 46, 65, 67, 87s 96, 101, 106,
109, 110, 112, 113, 117. 12(. 131, 134, 140,141,
147. 151,155. 156, 158. 159. 162, 166,168, 1(9,
172, 173, 175, 181, 182, 188, 192, 195. 196, 197,
201, 205, 208, 210, 216. 218, 223, 229. 241 e 24o,
emttiidas a favor da U-ioa Bainaorral a virem
resgatal-as e rsceber os respectivos jaro* at 10
de Agosto prximo futuro, das 10 s 2 hora* da
tarde, certoa de que. desse da por dame, oo
vencerao mais juros as referidas apoiicaa.
Secretaria do Thesooro do Bstao de arnim-
bnco, 12 de Julho de 1892.
Servindo de secretario,
Joaquina Lucillo de Stqaelra Varej So
Secretaria da veneravel contraria de S.
Benedicto, erecta no convento dos reli-
giosos franceanos desta cidade.'
De ordem da mesa repedora des'a veneravel
contraria, mando fazer sciecte a todos os 0isoa
cari=;im;s irmos, que deisamos de proceder a
ele;cao no domingo em virtude de termos de
acompanbar a procisso de SaiH'Auna da Madre
de Deas, pira a qual fomo3 co ividados, Ocando
a eleig'o tara qnando for anounciada.
Capitulo em mesa, 26 deJulbo de 1892.
O secretario.
Albino de SanVAona Lapes.
Veneravel contraria do Senbor Bom Jesvs
da Viasacra da Santa Cruz.
De ordem da mesa rfgedora, ron vi do os nos-
sos carissimos irmos acomparecerem em uessa
i^-eja domingo 31 do corete, s 1/2 horas da
tarde, atim de incorporados, Irmos acompanbar
a procisso de N. S. Sant'Anna, que tem de sa
hi- da Medre d; Deas, da qual ti vemos convite.
Consistorio da veneravel eoafraria do Sentur
Bom Jess da Viasacra, 27 de Julho de 1892,
O eecnvo,
Adalberto Jos de Paiva.
.Santa Gasa de Misericordia
do Recife
Convoca^So da Assemfela Cera!
Tendo o S. Exc. Revdma. o Sr. biipo
diocesano approvdo, com algamas emen-
das o compromisso deeJjadiauta 'Jasa, su-
jeito sua af>reciac2c>'j mp'-u das itera-
res que soffreu por a, 'o do ao- do
Jovernador do EstsdoJ^^l" es-
te anno, de ordem do Wioni eiro o
vedor convido a todos t -; j/j** **'
d ntes actualmente l le, para
que se reunam em assemv ra tu sa
la ds 8eB65es, pelas 10 a ras da'mi ?.
do a 31 do corrento, aP
se u eleiSo dos irmScs qf devorJ!<
mar a Junta Administra
Saeta Casa, no biennio d
A's 8 horan
Bonds par Magdalena, Capcnga, Afogado?.
Trens pela liaba principal voliaaio pelo
Arrayal,
Em ensaio o grande drama 89 DA
FRANCA e a grande peca sacra SANTA
ISABEL
O secretario,
_______Silva Bastos
Hospital Portuguez
Premio de rlrtude
A junta administrativa do Hospital Portuguez,
da-codo com a dispo3ico testamentaria do
finado commeodador Antonio Jo^ de Magalhes
bastos, tendo de adjudicar o premio de EOOJOOO
i tiloa oa filho familias, natural da cidade do
Recife, que pelo seu trabaibo hoGeeto ther con
corrido efcazmente para o sii-.t-^nto de seus
pas, ou assistido a seu pal ou mi com verda
delra dedicaco e amor filial, durante molestia
grave e prolongada ; chama e concede o preso
le 60 uias, contados de be je s p s-:oas que se
julgarem oas condic6es citadas para apresenla-
rem na secretaria do Hospital os documentos
comprobatorios de sua prctencao.
Os pretendentes devem declarar nos documen-
tos oome, es'ado profisso, idadeeresidencia.
Secretaria do Hospital Portuguez, 20 de Julho
de 1S92
0 2- secretario,
________________ Augusto G. Ffroaaaes.
Companhja Agrcola e Mercantil
de Pernambneo
Assembia geral
Nos termos dos arta. 29 31 dos esta-
tutos, sSo convidados os Srs. accionistas
a se r -unirem em assembia geral ordina-
ria no dia 8 de Agosto prozimo futuro as
11 horas da macbS no salSo da Aasocia-
cao Commercial Agricola, afim de se pro
ceder a exame das cintas da administra-
cao, ouvir a leitura do relatorio e parecer
riscal e deliberar sobre os meemos ; e em
seguida proceder se a eleicSo do conselho
fiscal, todo do oooformidade com o art.
34 des referidos estatutos.
Recife, 23 de Julho de 1892.
Manoel Jo&o do Amorim,
Presidente.
pHQJECT DE roSt.JPfAO ;
Para a 23 corrida a realizar se domingo 7
de Agosto de 1892
1. PAREO 7 DE AGOSTO-800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho premiot at 15 de Juih de 1892. premios : 2005000
ao primeito, 4CJ00O ao segundo e 2O0COO ao terceiro.
2." PAREO -DERBY-CLB 1.2-^0 metros. Animaes pungas e ce Pernim
buco, premios : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segando e 20O30
ao terceiro
S. PAREO- LIBERDADE 900 metros.
nSo tenham ganho cm distancia
Recife c nao tenham victoria em
premios : 2000000 ao primeiro,
ao terceiro.
,4.a PAREO- Grande Premio'- PERNAMBUJO -^4.200 metros Ani-
maes de Pernambuco que nSo tenham ganho nos prados do Re
cife. psemi s : OO0OCO ao primeiro, HO0OO ao Bcgjndo e 350000
ao terceiro.
4. PAREO VELOCDADE 1.200 metros. Animaes cacionaes e estran-
\ geiros que n2o tenham ganho. PREMIOS : 3500000 ao primeiro, 'O^OO
ao segundo e 4O0OCO ao terceiro.
e. PAREO-Grande Premio-PRADO PERNAMBUCANO HANDCAP
1.609 metros. Animaes de Pernambuco. premios : 5000000 ao
primeiro, J5OS0OO ao segundo e 5O0OOOao terceiro.
f. PAREO PROGRESSO 80o m.'tros. Animaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho em maior distancia, premios : 2000000 ao primeiro
400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
8." PAREO -FRATERNIDADE 800 metros. Animaes de Pernambuco, que
nSo tenham ganho em 1892. premios : 2008000 ao primeiro,
4O0OCO ao segundo e 200.00 ao terceiro.
OBSERVACES
De accordo com o art. 5." do cdigo de corridas, cSo poder5o ser
inscriptos no pareo Derty-CIub o animal Atlante, no pareo Pernambuco o animal
Gatuno, no pareo Prado Pernambucano os animaes Piramon e Maurity, no pareo
Frate nidade os animaes Sans Soaci Pygmeu.
A inscripto encerrar-se-ha terca-frira, 2 de Agosto s 6 horas da tarde
na secretaria do Hippodromo a ra 15 de Novembro n. 55, 1 andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 28 de Julbo de 1892.
O SECRETARIO,
DERBY CLUB
DE
PERNAMBUCO

A i
QUE SE REALISARA'
No domingo, U de Julho
i
Vonfe*
s
a
s
4
Pclluft
Xalura- e
lld. 3'
Cor da vesti-
menta
Proprietario
l. PareoCONSOL A fAO 800 metros. Aaimaes de Pernambuco que nSo tenham tido
classitioago nos prados do Recife. Premios : 2004000 ao !. 404000 ao 2.'
e 204000 ao 3.a.
1 .Gatuno.....
2 Vulco......
3 Trent.......
Marte.......
BaobiBta
Eoireb......
Tejo........
Gedeo......
Pleade......
Chefe.......
Tordilho... .
Baiq........
Rodado -.-.
Tordilho....
Kodado......
Pedrez.....
Tordilho-----
Rodado......
51
51
M
51
ol
3t

m 51
ot
a ol
Vilela e oto.......
Azul e amarello.....
Verd, ene. e cor de caf.
Sncaroado-.........
Azul e brauco.......
Verde e amarello....
Preio, bran. e encarn.
Encarnado e prelo...
Eac.rnado e branco..
Gond. Fraternidade.
M. L Machado Jnior.
i. P. GalvSo.
S.
Azevedo & C
J. Moraes.
oud. Portuense.
/. M. P.
G.ui. Palmarense.
C. de C
2. PareoPR05PER1DADE950 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenham ganho
em distancia superior a 1050 metros oes prados do Re;ife Premioe : 20O
ao I., 04C0O ao 2., e 20i5000 ao 3.
Vivaz...
Gerfaut.
Tudo.
3erlim..
Pigmeu.
Despota.
Castanho.
Zaino....
Mellado..
Za|io
Rodado.
Pernamb.
j >
55
51
55
55
55
Ouroe preto.........
Preto e encarnado___
Verd? eamarillo....
Encarnado e tramej.
Ouro preto e ene......
Violeta e ouro........
F. R.
R. G.
J. Marques.
Francisco G Rezenle.
Coud. Perdigao.
Ddflno Costa.
Augusto Silva.
Para
o
S. R. J,
Ja
woejedade Recreativa
?eptoOe
PartNa d* 28 innn/Vsario em 14 de Agosto
Os cnfiores socios interessados pela nossa
esU ano iversaria, queiram informar m-se na
sede social dos direilrs que lh a-sisiem.
Secretaria da Sociedade Recreativa Javentode,
10 de Julho de 1892.O 2- secretario,
M. CattaDO.
Companhia
DE
Servaos Martimas de lernani-
bnco
Na sede desi companhia se pagar do dia
de Aeosto em diante o dividendo relativo ao se>
mestre odo em 30 de Junho preximo finio, na
razio de 10 O/o ao anno ou 54000 por accao.
Recife. 26 de Jolho de 1892.________________
rmandade da Gloriosa San
t'Aoaa da Madre de
Deus
De ordem do nosso rmao provedor, convido a
tolos os irmos para comparecerem no consis-
torio deita rmandade, pelas 3 1,2 n ras da tar-
de, atim de incorporados, acompanharmoi a pro-
cisso i'a nossa padroeira.
Recife, 29 de Jalhi de 1892.
O e?crivao.
Baltbasar Jjs dos ^ei3.
Confraria
DE
N. S. do Livramento
De ordem do irmSo juiz. convida a todos es
irmaosa comparecerem no nosso consistorio no
dia 1 de Agosto vindouro, pelas 6 horas da Ur-
de, para tratar se de nepocio de importancia e
do Dem estar da confraria.
Secretaria da confraria de N. S. de L v.-amen-
to, 28 de Jolho de 1892
O secretario.
Almelda Barres
Ce^pinuia Fabrica
U Estopa
O-s i ccionistas sao convi-
Secretaria da Santa Cca / i.
dia do Recife, 29 de.Jui.v oc dados a fazerem ate o da
nj 0ei 30 do corrente mez'deJu-
Pedro Rodrigues U
mr~T-----T^Tl/lV^Tn lho, a qti uta entrada na
Ceeslial centrara da san- i B,uray Q
. T^nJ^lo razao de 10 sobre o ca-
UBsima Trm. ^ ou mQ() ?qt rc^q
n Banco de Pernambuco.
R^c'rfe, 12 de Julho de
j 92.
ThomasC.Griffith,
Director Secretario.
DO
CAMPO GRANDE-
4/ aimiversario
OTO DE N8CRP(!0 .
pareo grande premio
Hipdromo o Campo firaiis
Que se rea Usar na corrida que ter logar
no dia 20 de Novembro de 1892
2500 metrosHandcap Auimaes de qualquer paiz
Premios 3:000^00 ao Io, 1:000#000 ao 2
e 3(50^000 a| 3o
Observa^es
S Be realisir este pareo inscrevendo-se e eorrerdo pelo menos cinco ani-
maes de tres propietarios diferentes.
A inscripto encerrar Be ha na quinta eira 3 de Novembro de 1892 as 6 horas
da tarde.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 19 de Julho de 1892.
O SECRETARIO,
Augusto Silva.
Prao Haranh^so
A inauguracto das corridas ter lugar em Setembro prximo.
O grande pareo Inaugurado tem os seguintes premios :
3:OCOJOCO para o rrmeiro.
6C0)$OOO p*ra o segundo.
3CO000 para o terceiro.
A inscripgSo de 10 0\a sobre o valor do primeiro premio.
Animaes de qualquer paiz.
Distancia 2.400.
Peso 51 kilos.
Alm do pareo Ioaugaragao havero outros premios menores e que oppor-
tunamente se annunciar.
As propostas deverSo ser acompanhadas da importancia da inscripcSo di
rigidas ao gerente abaizo assigoado.
MaranhSo, 11 de Julho de 1892.
Paulo Francisco de Oiiveira Barroso.
Enderejo teleeraphicoMIRAMAR,
MARANHAO.
3.' Pareo HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE-!.250 metrosAnimaes pungas. Pre-
mios : 250*000 ao i. 50000 ao 2." e 23*000 ao 3.
Tenorino..
Gorga 2...
Moema
Bonina....
Tenebrosa.
Faceira....
Alazo..
Rodado
Zaina...
Rodada.
Pernamb.
06
06
51
Si
54
o
Grenat e ouro....
Ouro e preto------
Ouro e rxo......
Ene, e preto.....
Azul, branc. e ene
Caud. Pelotease.
Pedro Alexandrino.
Oiiveira & C.
Ga8torino Santos.
Coud. Cruzeiro.
Joud. Cruzeiro.
4.* PareoEMULA CAO850 me'.ros.Animaes de Pernambuco. Premios : 200*000 ao |A
40*000 ao 2." e 20*000 ao 3.
sans souci..
Maranguapc.
Tupy......
Alazo..
Bato
Balo.....
Pern.
55 lOuro ebranco.......ID. Auna L. de Mattos.
55 |Preto ene. e ouro.....Dr. B. B. da F. Filbo.
55 |Sciraadoe branco..|F. C. R. Rezende.
o. PareoPRADO PERNAMBUCAN'O1.500 metros-Animaes nacionaes podendo entrar pun-
gas. Premios : 300*000 ao 1., 63*000 ao 2', e 30*000 ao 3.
D. Affoneo..
(x Blil.-rf
Galo......
Cori........
Attaate......
Castanho.
Alazo...
Castanho.
Alazo...
5. Paulo.
Pernam.
56
60
56
54
Grenat
Violeta eouro.......
Preto e encarnado
Verde e
Coud. Pelotese.
Coud. Fraternidade.
Coud. Temeraria.
03car.
PareoEXPERIENCIA950 metrosCivallos d Pernambuco que nao tenham ganho este
anno no Derby. Premios : 200*000 no 1 40*000 10 2. e 20*000 ao 3.
IiMourisco-----
Coloseo
Mouro.......
Tudo-......
Frontn.......
Patchouly...
Cyclooe.....
Al.y........
Aluza:...
Rodado...
Alazo....
Mellado...
Russo..-.
Rodado..
Castanho
Pernam... l 51 (Encarnado e azul.....
55 jOuro e branco.......
55 Azul e branco........
5! ; Verde e amarello.....
55 Eicaraado e branco..
55 Pr.no, branco e ene.
55 Ene. e bonet prelo...
55 Azul, preto eouro....
Coud. Mouriscana.
Coud. Republicana.
Coud. Mouriscana.
I. Moraes.
P .C. Rezeade.
J. B. Costa.
Coud. Fragoso.
A Almeida
7. PareoLIBERDADE1.150 metros. Aaimaes de Pernambuco.
60*000 ao 2o e 25*000 ao 3.'
Premios : 250*000 ao l3.
I Sans-souci. 1
2jMaranguape.
3Vingador....|
Waio........
I Alazo......
IKodado.......
Pern...... 55
u 55

00
Ouro e branco.......
Preto, ene. e oaro___
Ene. e bonet preto..
D. A. L de Mattos.
Dr. B. B. da F. Filho.
Coud. 1 de Junho.

OBSERVACES
Chamase a attencSo dos Srs. apostadores para o horario que ser resida-
mente observado.
O jockeys que nao se apresentarem com as corea adoptadas por seus pa-
833 nlo poderSo correr e serSo multados.
Os animaes inEcrptos no primeiro pareo devero estar no ensilhamento as
9 s 1|2 horas da manhS.
Os forfaits serao recebidos at sabbado 30 do corrente s 3 horas da tarde.
As poules que nlo forem pagas no Prado da Estancia no dia da corrida,
s serSo pagas 3 dia* depois na Secretaria do meamo.
Os premios serao pagos 48 horas depois da corrida na Secretaria do Derby
Club, ra Duque de Casias n. 20 1* andar.
O expediente para esta corrida encerrar se ba s 3 horas da tarde do dia
30 do corrente.
Secretaria do Derby Club, 28 de Junho de 1892.
O secretario,
Empiestirno emittidp pela
Companhia Palra 0 3 sorteic ter lugar a 30 da Setembro de 1892, sendo o maior premio de
Rs. 2o:0O0,5C00.
Alem dos de reia 2:0005000, UOO0OOO, 5000000, 2005000, 1OO0OOO, 5O0OCO,
409000 e 255000.
Pre$o de caa obrigaejo 20$000
Roga so aos Srs. posauidores de obrigacSea a virem recebor os premios do se
gundo sorteio effectuado a 30 de Juaho ultimo, bem como meiro e segundo trimeBtro no eBcriptorio da Companhia a raa do Torre n. 42,
l. andar.
Acham-se eta3 obligares vejda nos seguintes cstabelecimentoa :Banco
popu'ar, ra do Imperador n. 22Em casa dos Srs. Martina Fiusa & C, ra do
Crespo n. 23. ______ _____________^_^__^^_
Hospital -flPfcfp II
1)3 ordem da mesa regedora,
ce rugimos irmos a comparecef
consistorio no dia 31 do correolp-
da arde, para incorporados, acd
procijaao da Cortesa Saol'AnoaJ
Deu?.
Secrilaria da celestial contraria
Tandade, erecta no convento de
.1 cidade, 29 de Julbo de 1892.
O secretar
Tbeodoro da Silva
vldo todos (8

Para regularidade no servijo deete ea
tabelecimento, communico aos interesss-
dos, que desta data em dianto as visitss
aos doentos serao "jas quinta-feiras e do
mingos de 1 s 4 horas da tarde.
Qutro-sim, os doentes que se tpr-jsen
tarem na portara para se medicar, deve-
rflo trezer o vasilheme neiessario para p
transporte de seus medicamentos, sem a
que nao serao attendidoe.
Hospital Pedro II, em 22 de Jjibo d<*
1892.
Dr. Ignacio Alc Director do seir9o snnitario da Sata
Casa.
A clbsse operara
De ordem do directcr'o da L'ga Operara, con
vido a classe operara e as associsgoVs que rece
beram om ccav te do Partido Operario da Capi-
tal FeJeral para adberirem a nisaiajao de um
Congre^so Operarlo Nacional, no dia 1- de Agos
(o, ura a pagarem a publicaco que faz.mos no
1- ourae o r.a Gaieta do ReC'.t'.
Recil\27 de Julbo rie 1892.
O secretario geral,
Artbur de Mello.
Glub Carlos Gomes .
De ordem do Sr. presidente, coma nico aos
enhores socios que cou desIgcaJo o da 30 do
orrente para osaran rorrespoodtnlea este mez.
Secretaria do Club Carlos Gomes, 26 de Julbo
de 1892.-0 2- secretario,
Joao Antunes Filhoj
Estrada de Ferro Central de
Perrfambuco
De ordem do cdado D.\ director engeobeiro
chefe, fajo nublicu que s as doze horas do dia
4 do mez de Agosto prximo vindouro, recebem-
se propostss na Secretaria d'esta Estrada para a
descarga, por contracto, em alvarengas, dos di-
ve' sos materiaes que tenham de aportar u'esta
cidade, oectinad.s a esta Entrarla de Ferro, da
data da assieaatura do contracto at o cliimo de
Dezembro Co crreme anno.
Os concurrentes depositarao na Thesouraria
d'.'s'.a Estrada, at s 11 horas de da marcado
I ara a coocurrencia a quantia de 2005000 como
cauco de habilitacao,
Os demais efclarecimentos e ba?oi para o con
tracto encontraro os concurrentes u'esia Se :re-
" Secretaria, 27 de Julho de 1892.
O secretario,
Ju'io Cavalcanli.
Banco de Peraam-
Companhia
Minerva Progresso Pernam-
bucano
Sao convidados os senhores accionistas a reu-
nirem-se em asembla geral extraordinaria no
dia 25 de Agosto pr.tximo futuro, s 11 horas da
manila, no predio ra da Aurora n. 89. anm
de se proceder a eleic^o para preenchimento dos
lugares de directores presidente e secretario,
que se achata vagos pela renuncia do3 premit'.-
vo?. Recife, 26 de Julbo de 1S92.
Servindo de secretan?,
Balbino cezerra Sobral,
Director thesoureiro
buco
Dividendo
SSo convidados os Srs. accionistas a
virem receber no escriptorio deste Banco,
do dia 15 em diante,o 5o dividendo desuas
acyoes, na rasSo de des por cento ao anno.
correspondente ao Io semestre findo em
30 de Junho prozimo paseado.
Recife, 12 da Julho de 1892.
Peo secretario,
Manoel J. de Amorim.
Companhia Industrial Percata-
bacana
P ga se os juros dos debentures da
primeira emissao de qninhentos coctes de
ris,. no escriptorio raa da Coramereio
n. 6, e igualmente resgata-sa os ttulos
que, de conormidade com a clausula do
empreatimo, foram sorteados e que sSo oa
dos nmeros abaizo decignados, que nSo
vencer2o mais juros, se n2o forem apre
sentados ao resgate.
Numero des debentorea a resgatar:
27 993 1 846
127 1.049 1.943
249 1.142 2.100
326 1.288 2.149
469 1.350 2.216
531 1.481 2.375
690 1.553 2.46
739 J.669
843 1.761



Recife, 28 de Julho de 169?.
( mam i
1 '. Tfmm?


-Diario de Perna^buco Sabbado 30 de Ju.ho de 1892
Bibliothcca do Estadov
de Pernambuco
De ordena do cidado govemador do Estado e
asando das attribuic.0 s que me eao conferidas.
Oowdo a? peasoas qoe tem emiea pode obra
deeU i,l lii theca, ;'i vir m recome! a- no Pr:,?0
A, f-ier .0' i **
pQs:c;-.o y po r. rtJ >'l3ae
Det-.u>bru .i' i*90. ,
Bfeothfca Publica co-EaJ'tc ProaabO'
em 27 de Jalo de :89z
O alrettjr.
J TiKgo da Pom .
Veneravel irmandad
DA
Cl ros;. Saut'Annd da ig e-
ja da 'anta Cruz
C leUio
D; ordei da mrsa n>;il)re. (O'ni'oa tolos
3 dosbos carissimos maoi q: shi cha-eni qui-
tes coca esta >rmni-silla, :- conformidad* coiu o
art. 47 rio compromiso, a eaapareeerMD tienta
igreja douiago il uo correte, pela 9 horas da
Baulia, cflB >ie sssiu ira**: a un.-sa votiva rio
Bsoinlo Santo, e em segu di pric-de se a e!i i
cao dos funcciooanos qt- tee de administiar
sia corporaco uo bino LOxariiBaiasal de 892 a
1893. eoafurrxe d' rruina o rornp'oinisso qoe
os rege.
Coaeistocio da irui.iudaue de aaui inna
ig'eia ua aula C ui, 2" de Jolbc de 1891.
fj secretario,
LeonrrJo AlticoLivra._______
U >nipa ihia
H tcl Internacional de Pernam-
buco
Em llq -i;a<;:
Teodo sido resolvida a liqoiiitcao desta com-
anbia em asseinbla-gera: do da 25 ce Jouho
Itimo a commisso liquidante representada em
Peraambuco pelo Sr. D Adolpco Tac o da Cesta
Uros, pede a todos 03 credores queiram apre
sedar sena respectivos ti'utos pa^a serem oppor
tunamente pacos.
Capital Federal, t de lulbo de 1892.
Tarqnimo de Souza Filho.
Idea Ge. and. _________
Banco de ^rdito Real de Por-
nambaco
Os Srs. accionistas sao convidados
vir receber na s ie do Banco ra do
3om Jess u. 2 i, o 12- dividendo rea
tivo ao primeiro semestre findo mo
Le 10 |0 ao acno ou 41 X)0 por tccSo.
Recife, 38 de Julho de 1892.
O gerente,
Jos Faustino Porto.
Compinhia dj Teci
dos de Mal ha
Os encorporadores ri. s'a companhia caovidam
aos senbores subscriptores para entrar com a
p-imeira pnslaco de 20*/. sobre o capital cob-
scr.p'c, ate o da 31 do cerreote mez, do Baoco
Popular, sito a ra !o de Novembro anli^a Impe-
ra or.
Recite, 18 de Julho >. 1892.
Joi W*lfredo de Medeiros.
Tneodomiro C. D. Ribeiro.
Alfrerio A. P Frateso.
ment desta nttureaa que pona haviar
qualqaer receita medid, o supplioante
Ilustre cidadlo, nesta reparticSo deve
constar ama poticSo documentada em qne
pedia permisso a Inspectora Geral para
o meimo fim, o supplioante confiado na
jutica e bomaaidade de V. S. espera de-
'( 'ment.
Ue.au>, 2 de Julho-de 1892.
Afanas/ d#if*tita$ Vaaauue'loi
Estava co a sello do Estado.
K declaro q ie* te O dtas depois d"
ultimo annuncio nenhem pbarmacectico
formado c-jmm'inicr a est^ Iaapestjria de
Hygiene a r^-S)lug2o estabeleoer Phdr
macia na c tad lo:a!i!ado conceder ao
praticj a liuenc requerida
Inspectoria da Hy^iene Pabica de
Peroambnco, 2/ e Julho de 1892.
O secretario,
Jioo Guilherma da Silva Duarte.
No caso de baver alguma reclamacao contra >
tcmpanna. por avaria <5a perda, deve-ser fe; ti
xir escripto ao agente respectivo do porto di
lescarga, dentro de tres das depois de tnaii
da.
Nao procedeado eeU formaiidade a companb
lea senta de toda a responsabilidade.
Para passagdns, fretes e encoaiinenaas tr;
a-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro&i C.
6Ra do Qbwwmu "*?
1^ nndar
Att?TiB0
C'ompauhia Pernanbucrna de
avegaco
Esta compaahia mau>oi a segantes lionas
elares de Davegaco:
Norte tocando no3 portes Ja Parabiba, Nata
Saco, Moaso Arrcaty e Fortaleza, partindo
oeste porto um pagete a 11 e 26 da cada mes
Sul, com eseal pelos portos de Macei, Pene'
do Aracsj Estancia e Bacia sabiedo des'.e
porto a 14 e 29.de caaa tn z
Fernando djs Noronha. partida no meado do
mes
Rio Formse e Tunaudar, sabida a 28;
Sio de Janeiro, (direciainente) parte o paquete
de 25 a 30 do mez
Rio Grande d Snt, (viagera directa) sabe de
3, a ) do mtz.
f. mis paqotfes sao noros tem excellen.e
ice jmodar;Oe8 para passjgeircs e para carga
e o preces sao multe reducidos
Us passageiros encentran), : par do bom Ira
lament, todo e conrooto tcsejav el a bordo ed
nm paquete.
Os pqa-eB que fuztm z viagens o Rio de
Janeiro, alm de ttrem todo o que ee encontram
aos paquetas modernos, accresce qne faz a via-
geiu em quitro das e o priQO de passagens a
! classe 60*000.
0 paqji-te empr^gado naviagem para o Rio
ftrande do Sol tente para carga, e tem o
calado adequado a enuar do porto daquelle Es-
tado ent qualquer occasio.
Recebe-se encaptenlo de carga por quanti-
dsde fixa para todas as viagens.
Outro8im, a cr-mpaubia expedir paquetes ex-
irao:d;i;arios desde que hsja carga para o eDga-
jajsecU) completo de um paquete.
Escriptorio da Companbia Pernambacana
Psci~Sif NaFghtion li-
Banco Popular
2- DiVir-END
Os senhore3 actionistai -So convidados a vir
'eceber o segundo dividendo relativ ao :emes
tre Dado em 30 Je Junr-o prox'mo paseado, na
razo dsete po- cenia aoanoo, sobra o valor
real^idc da-? respectivas seces.
Recite, 16teJj!huce 189:.
Albino Narciso Mus,
Director secretario.
(&$
Estrada de Fe^ro Sul de Per-
naiiibuco
'D; o-dem do Sr. d rector engeubeiro em ebe-
fe, se fiz DUbhco que. a partir rio di 8 Jo mez
de Agos'o prximo, lioam p'ovisoriamente ahe-
sados, ne.-ti estrada, os precos das paosa.eDS de
1* e 2* classe entre as e;i{t$ mencionadas na
tabella segointe, passar.do a \igorar es precos
soasantes da m?ma tabella
Secretaria da estrada de f-rro Su1 de Peraam-
boco. Palmiivs. 28 de Julb o> 1892.
Yictaliaiw P. liibeiro de Souza,
Seireiario.
a es ~.
* ^ O
3 a
a
a
3
33
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o
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%? CC CJ eo co co C-3 II II
8 5 8 e s 8 o S a>
II

Efcrip'o-io d) trafego. Palmare?, 23 de Ju-
lho de 1892. (Assignado) Celso Dupi'-ron, cb;'-
f interino do m- viment. Visto. 26-7-92.
(AssisoaJo) Jos Heronides, i'^pector interino.
Copiei. Palmares, 1H de Ju Ii ae 18"<2. Jos
da Silva Luna, amanuense. G.oforme, V. P.
Ribeiro de Scuza. secretario.______________
Inspectoria de Hygiene Pu-
blica do Estado de Per-
nambuco.
Em virtu 'o do que diapSe o art. 68 do
regulamcnto qne baizoa com o decreto n.
169 de 18 de Janeiro do 1S90, tsti
inspectcr'.a faz publico, pelo praso de 8
dias que o cidadSo Macoel de Freitaa
Vaaconcellos, lhe dirigi a aegninte pe-
ti^So com oa documentos que satisfazem
as exigencias do art. 67 do citado regu
lamento.
Ao cidadSo Dr. Inspector de Hygiene
Publica do Estado de PernambncoMa-
ne el de Freitas VascoDcellos pratico de
Pharmacia como pro va com es documentos
juntos vem perante V. 8. pedir pennissilo
para abrir urna Pbarmacia na villa de
Agua Preta, onde nao existe estabeleci
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Iberia
E' esperado dos
portos do enl at
odia A de Agosto
seiaindo der;sda in.iisper.avtl demora para
Liverpool cen escala pe/
Usboa, Bordeaos e Plyatoulb
Para carga, pasaagiroa, enroamtrdaa e di
ro freie.: trata-se con.- os
AGENTES
WBsttB, Sobs a, MM
10-RA DO COAIMER-I >10
liBiiaiiliia PenbQ i i-
PORTOS DO SUL
Macelo, Pene do, ^rac^a' e Babia
0 paquete Beben be
Commandante Io teuente Fabio Rio
Segu no da SO de- Ju-
lb: as 4 boras ta larde
oara os Dorios cima indi-
'cados.
- Recibe car.a. encorrmendas passagense di-
obeiro a frete uts 2 boras da tarda do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Catt da Cotapanhiaer^ tuabn a-con
n. 12
Lloyd Braslliiiro
Keee&o de oavegacao
DA
MPBEZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Commandante Guilherme de Castro
ET espt-rade dos
portos do sal at
dia SO de Ju
iho .-eguiodo de-
depoia da cierto
ra nece.-^Tia para
3arabyba, r'atal, Cear, Amarr^e;3o, Ma-
racho, Para Obidos e Manos
As eccommendas serao recebidas at 1 ora
." tarde do dia da sabida, ao trapiche Barbosa
io 'fk > do Corpo Santo 0. H.
Para carga, passagens e alores : trata se com
os AGENTtS.
PORTOS DO NORTE
O paquete A lagoas
Commrd ate A. F. da Silva
E' --aperado dos portos de no'
te at o dia SO te Jolbo se-
Kuindo depois aa demora do
jSMMlBK yra
lia, Espirito Sauto e Rio de
Janeiro
Recebe carga a caldear r.o Rio de Janeiro
Sanios, Lanana, Iguape, Parar-ugo, An
.o una, S. Francisco, Ilajahy, Saota Catharina
W Grande, Pelotas e Porto Alegre.
-.} encocaendas serio recebidas al 1 hora
la tardo do dia da sahida, no trapiche Barbse
do iargo do Corpo Santo t?. 11.
Para passagens, fretei e enecrcmendas tratase
:om os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
Jomdandante o eapito de fragata Pedrt
Hyppoyto Duarte
.' esperado dos portos do no -
te i't o dia S Je Agosto e de
po da demora indispensave
_l;ei2Uir para
cei, rlabia, Espirito-Santo o Rio de Jr-
neiro
Recebe carga a balder no Rio de Janeiro
para Santo.', Canaoa, !gu pe, Paranauu. Anto
nina, S. Francisco, Itajaby. Santa Catharina, Rio
Grande 1o Sul, i dolase Pono Alegre.
As 6ncommenda3 serao recebidas at 1 hora
la tarde di da da sahida, no trapiche Barbos*
,o largo do Corpo Santo n 11.
aos are. carregadores peolaios a sna attenci i
jara a clausula 10* dos conhecimentoe, qne
The United ia- es and*Bru-
zil M. S. S. C.
O vapor Vigilancia
E' esperado de New York
at o dia S Je Agosto se
guiodo depois aa indis
pensavel demora
Bahia, Rio de Janeiro t Santo
Para carga, passagens, encommendaa e di-
heircSa frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commercio8
Io andar
EILOES
Agente Burlainaqui
2. leilao
UojSabbado 50 do corrate
A'3 11 HdRAS
N-j armaaom ri |j i operador n 41
0 ag-nte aci i a, per mal !sfl i assiftencia do
Exui. sr D.juia r ieorpbao,Tendera
em t* icilio mfljlM? a part.> do aobr.ido ra
di li'perar.'S n. 78, p r->rc-,te ao espolio de
Sjmphroaio CNywuu de 'Jaci.-oga, areiuei-
m un di iuvi-:,ia-iaate, servindo de base a
offe^iade 1:700*000.
LINHA MENSAL
O paquete JEquateur
Commandante Lartigne
E' esparado des porto3 do
sol at o dia
5 de Agosto de 1899
eguindo depois da demora necessaria para
Brodeaux, com esc'la por
Dakar e Lisboa
te vapor illuaninaulo las
elerrlc.
Previne-sp ainda aoj Srs. recebedores de mer-
^tdoriasque .' se attender a redamac-es por
'al as, que (orem reconhecidas na j^casio ds
lescarga dos volumes ; e que deptro de 48 no
asa contardo dia da descarga das a varengas,
evero fazer qualquer reclamacao eonceraeo
(es a volumes que porventora tenham seguido
o ra os poros do sol, aiin de serem dadas t
empo as providencias neces3arias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla
em na despera da chegada do vapor para toma-
-em as suas paa:-agens.
Para carga, passagens, encommendas d)
i: e.iro a 'rete: traa-s- cora os
AGENTES
H. Burle & C,
42Rita dn Commercio4
CompDhia rigorilica Pastoril
Frazilelra
O rapor Mercurio
E'^re-a-ic dos
po:t'3 d sol res
tes pone s d as
seguiado depois
da demora neces
saria para o
Cear, MaranhSo cl'ar
Estes vapores 'oi excellentes acommodates
para pa?fagei-c.; de 1' e 2* classe e sao illumi-
rados a iuz elctrica.
Para psssagtiros, carga, ^ncommecc as e v
lores iraia-se com os
AGENTES
Amorira Irmaos 4* C.
Ra do Bom Jema n 3
iaTiail Ste^ilwilt
O vapor Trent
Commandante A. E. Bell
E' esperado da Europa ro Ola
SO de Jolbo segoindo de-
pois da indi8pensavel demora
oara a
Sohia, Rio de Janeiro, Santo, Montevi-
deo e Bue nos-Ayres
Para carga, encommendaa, passagens e di-
obeiro afrete trata s com 08 AGENTES.
O vapor Tamar
Commandante T. K. Exham
E' esperado doa portos do ful
at odia di Agosto de 1892
segoindo depois da necessaria
demora para
La Palmas, Lisboa, Vigo e Southamptcn
liedudy> Ae paanageru
v Listo* t* ciasse ''> &
l'Sosthampioni>elasM -% 45
Camaroiea renervados para os pasacciroa a*
PVoaBsbnco.
?tra passagens, fretes. nBcommeada?. iratSi**
tm os
AGENTES
rmao & C

i moriuj
r.,>
8nn
----N V
Harmona n cf stew
Rio de danelro e Sianto
O vapor Capua
E' esperado de
Nv/York al o
i lia de AroIo
eguindo depo.'3
da demora necessaria para os po'tes cima Du-
cados.
Para carga e encomrnendas '.rata-se com os
CONSIGNATARIOS
Jonhston I'ater & C.
Ra do Commercio n. 15
CoikiIi! MmMm il I-
PORTOS DO SUL
Tamandar e Rio Formoso
O paquete G*>janna
Commandante Pinto
Seguir pa a o^
portos acitra in
catfM no da 4
!o Agosto s 6
ro-as di tarde.
Recebe carga, eccommendas, oaseagena di-
nbeitos a rrt 4 de Agosto.
ESCRD7TORIO
Ao cau da Companhia Pernambueana
n. 12
Leilao
Agente Brito
De bons movis, louy-as e vidros
Ba de Lomas Y .lentos o, 78
0 agente cima, aulorisado por 0. Amelia A.
da Cruz, qoe retirase para a Capital Federal,
vendeTa os movis segulnles :
U.ua mobilta de moxno. 4 Cama fraoceza pre-
t .acomrrolas, 1 guarda vestido, 1 cabi e, l
lavatorio com pedra, 1 leucador, 2 rspelhos, 6
quadros, 2 candieiros, 5 tapetes dcsofe2es-
e'arradeiras, 1 mesa elstica, 1 goarda-louca. 1
aparador grande cem vidros, urna meia mobilia
de amarello com cadeiras debalango, 12 eadei
ras de junco, 2 ti'aa de balaego, 1 qua-tmheira
de columna, 1 relogio de parede, 1 cama de
amarello, 2 babus, 1 mesa e trem decozinha,
leucas. vidros e e-ums mullos objectos.
S=abbado 29 30JuLho, a 11 horas
Importante leilao
De bons predios situados todos no bairro
da Boa-Vista, em terreos proprios e fo-
reiros.
Terf-eira, 2 do correte
AV 11 horas em ponto
No armazem S ra lo e Nj embro b 39 outr'ora
do loiperaro:
O AGENfE OLiVEiuA competentemente
aulonsario tor aiaudaJo e asststeocia do Esm.
Sr. Dr. juiz de direito de o'pho?, e a requeri-
ir.-'iiio co Dr. curador geral de orpnaos levar a
leilao um imporiaote sobrado d* 2 andares ra
da linperairiz n. 32 eom 4 j aellas de frente, etc.
Ouas casa3 lerreas ra do Hospicio de ns.
43 e 49, com i po ta e 3 janellas de frente, gran
des quintis plantados,etc.
Um dita de porta e janella de frente, ra
do Pire-- n. 5!; (oas no bairro da Boa Vista,
sendo a3 da ra do Hospicio edificadas em terre-
nos prop.-i^s; cujes bens perteoenm ao iater
dicto Valeriano Manso da Cj.-la Reii.
Os Sr;. pretenJeaies desde j podero exami-
nar as refeiidis casas. ____________
Agente Oiveira
Leilao
Terqa-feira, 2 de Agosto
>*s 11 horas
No armazem a ra do Imperador n. 39
Oagnteaeima comptt-nteinente aotorisado
levara a leilao a casa tarrea n. 93 ra de S.
Miguel, em Afogaios. em leweno proprio, eca-a
ova, faltando aiuda ladri bo e repartimento, com
3 aneUa; de frcnie, p -nao M lado com grande
terieno em aiierlo, e 6>m d.m' n-as para 2 salas
i quartos, enri cas) ba fra.
Os Sr?. p-eiendi^es despeja, podero rexa-
mioarariita casa.
Moedas deprata
Compram-se pataces emoeass de IJOCO e
500 rs. ; no armasem de movis, roa Barao da
Victoria n. 84.___________________________
Aluga-se -
O segundo andar da tui da Penba n. 23, com
agua e gas ; a tratar na roa Duque de Caxias
oorcf ro 45. ___________________________
Feit-jr para engenho
Para o encenho Camaragibe do Caxang, se
precisa de um feitor qoe seja entendido no ser-
vico de Campo e manejo de engenho ; a tratar
oa roa da Imperatriz o. i.________^^^^^^
Criado
Precisa se de um criado ; na loja das Estrel-
las, roa Dujne de Ca>jas n. 56,
Criado
Precisa-ce de om c iado de 14 annos de idade.
para o servico domestico ; oa roa do A'ecnm
numero 22.
Modista
Na roa do Cabug'i n. 7, 1- andar, prepara-se
toilette de senhoras, de passeios, baile e casa
mentos por tigurinos modernos.
Banhos salgados
Qaem tiver uera casi eom sitio gran lee qnei-
re permutar por eutra na praia dos milagrea em
Olinda, recebendo em dinbeiro qualquer dille
rmea, dirija-se roa da Madre de D-us n. 10.
Casa em Afflictos
Aloga se um bom sobrado com accomnsoda-
ces para familia, com grande quintal murado e
dependencias para criados, banbeiro, cocheira,
etc. ; a tratar no escriptorio commercial, rn*
Duque de Caxias o. 72.
Antonio Pacneeo Bine Torre*
Joan AlvesdeFreitas, em desempenbo das dis-
pcsi;es testamentarias de seu para olar amigo
Antonio Pacheco Dias Torres, fallecido em Lis-
boa em 9 do correte mes. convida os seos p-
renles e amiges, bem corro os do finado, a as-
sistirem as missas qoe por ua alma manda ce-
lebrar sabbado 30 do adanie, s 8 horas da
manb, na igreja 'o convento de Santo Antoadi
(roa do Imperador) stimo dia da recepcao as
infausta noticia, conf.ssando-se grato aquel.ao
pessoas qne ttverem a bondade de acceder ao
seo convite. ___
AVISOS DIVERSOS
Vende-se ama boa c>isa, sita ra
da Santa Cruz dos Milagree, em Olinda,
n. 47, com 115 palmos de frente e cerca
de 200 de fundo : tratar na roesma.
Veodein se a eous sobrados ns 1 e 3
ra do G.es que segu da Gasa da DetencSo ao
gazometro, onde Bruto situados, leem commodos
para gr.noe familia, quintal graude com sapo-
tisejrc8, iug::r drStinxoo a ler grande valor, lopo
que se leaiise o projecto de una ponte da Boa
Vista S J s, multo propiio pan qualquer
estabelecimeuio fubril ou ouiro qujlqoer, los
que nao po:em ser conservados no centro da
cidude. Venflem-se ambos co separadamente :
a tratar com L. M. R. Vaienca, na Toesouraria
dj Fazenda. _____
Vendem-se doos cavallos bons e novo3,
proprios para corridas ; na co heira de Bolelho
& C. co caes doGapibaribe o. 14.
P ecisa -e de C0*i Dileiro ; na ma do Impe
rador n. 53 2- and^r. Na meama casa aluga-se
uommodo para rapaz sotieiro e z-se comida.
Precisa-se de om cralo para tratar de um
jardiiu ; a trotar na ra da Oadeia n. 35.
Vende se um litio e uua< casas na fregne-
zia de Afogados, e tcmsem orna mobilia do jon
ro e urna imprtenle ri-esa elstica eom qn-atre
tabeas; a iraar ira ra oo L'vramerjto n. 9
Veadem se le.i voceas tourioas ; a trotar
na ra do Costa Leite n. 6.
4log< se u.*a caaa da pedra e Cl, junto
da estaco de Agua Fri i, co:: 2 .-.alas, 3 quarios,
oioba e inuiljflom-notos, ti'.io com froctei-
ns ira.a-ae ua.rua itos Goelnos numero 10, ta-
tiraa.
Justig
a
Chamase a atteoco do Dr Questor para o
an de "jei'^o .'a-i leiio a om rio sffawlos do
ufeliz Florentino Ferretea da Silva, pois ba um
cumplice, mts sao do este potentado pn.ia'a nao
che,-ar a 6 a titea a^gS tajust ca de G avala 1!
K as- at esU p-i.-f cmdo......
CidaJc de G'avat de Bezerros.
Vianna.
As> commercio
Beirfio & A'meid pretictro qtr l'.ilio Miguel
de ADreu nesta nata rieixa df-sr tru erripregario
da casa filial ta CspBoga, or isso uo ie rea
ponsabilisam po; qu Jcu r debito con'.rahido por
-lie. Ontrosim, c fe repooaabillsam por de
bitos que corsir. la: m o nao ser assignados do-
orrentes oelos propriis dk referida ti ro a de
Beirao 4 Alroeida.
Recife, 27 de Jolho de 1692
Caixe ro
Pred>a >e deum ca xe' cem pr-tica de ta
verna, de 14 'l8 anaos, dando coDhecintnto ma condoda ; na roa de Santo Amaro i. iS.
Cento por cento
Cauteiias do Monte de
Soccono compra-se com
100 "] acf$ A& avaJia^ao
na relcjoi-i Vernet.
Ra do Barao da Victoria
n. 53.
Jan pabo
Compra-se }aoipsbo m pequeas e graoues
qi-Rnii 'ile s: na ra do PriM'ipe n. 28.______
Pata ce s
Gorrpra-o de tooss as uages ; na roa do Ca-
bog o- 9 'oj# de, Auensto do fte-;o. _^^__
Moedas braseiras
Compra se de 500 rs., U000, 2*000 no contri
do inaeta", na ma do Cabug n. 9, loja de Au-
gusto do Reg.
Ao commercio
Fabrica Amor
Os abaixo assigoados proprietarios dessa fa
arica, sita ra larga do Rosario o. 8, partici-
pan) a todos i s seos freguezes aesla cidade, e
fra della, que nesta data dirpensaram de seu
estabelecimento o caixeiro agente TneotonioTos
cano de Brillo, e pedem aos mesmos fregoezes
o especial faver de dingirem-se ao proprio es-
tabclecimeDio, em quanto nao lr preenobido
esse lugar por entro empregndo.
Recife, 9 de Jolho de 1892
Viuva Lorega 4 Oiveira.
Criado
D. Mara Re < ba Dlaa da Costa
Ji aquim Antonio da Costa e seos rilbos, co-
nliado e liis, coovidam a lodos os seos parentes
e amigos para assis'irrm as missasque por alia
de sua presada esposa, rrai, irmS e sobrinba,
mandam rezar na matriz do Corpo Santo, pelas
7 toras da manha do aia 1- ^e Agosto, trigsi-
mo do seu flecimcno, e des-1 j agradecem a
todos que comparecerem a este acto de religit
e rsrio>dp. _____________
Precisa se de om
Caxias n. 63.
criado; na ro Duque de
A baixa do cambio
E' a razo de pagar cabr, bronze, zinco e
.. umbo velbo por niaior preco do qoe em ooira
qualqu t parte, o armazem da bola amarella
n. 36, caes 22 de Novembro, he je da R' gene-
aco.
Alnga-se
O grande 8)brado da roa Capitao Antonio de
Lima o. 30* onde foi o escriptorio da Esaaria
pe Ferro Sol do Pemanbjco.com commodos
para grande familia, com agoa e gaz a tratar
oa ra Marqez de Olinda o. 8, liibographia.
Engenho Capim-\s&
0 reodeiro desle engenho avisa a qoem inte
ressar possa, qoe as bemfeilorias nelle existen-
ie*, como Dem as casas de telhas de lavradores,
tolas as friiias de botar aseucar, a destilacio
toda, i' d,is as taixas do assentamento de coser
arsocar, om vipor, moeria, parol de ferro, bica
de cobre e a es:ribaria qoe exis'e sao lhe p--r
tencenles, para evitar djvid.-, j que se trata de
vender diio egenho previne a qo-m qner qoe o
po-sa comprar, que tem de ser uciemuisado das
referidas bemteuorias. Outrosim, que o enge-
obo t tem v.ver vinle carros de sement de
canaa, inclusive os lavradores.
Engi-nbo Capim Asso, 20 de Julho de 1892.
Atten^o
Pede-se a pessoa qoe amou hontem (28 do
crente) ums volta de criarja, contendo diver-
sas ttelas, o i bseqnio de eotr- gar na ra da
Palma n. 107, qi-jaer generosamente reeom-
pensado.
Florista
Luzia Nepotrucena Duarte participa ao
respeitavel publico que coetita a residir
no 1- and.- do sobrado n. 26, roa Bu-
rilo da Victoria, entrada pela rna do Ca-
j', onde ser encontrada para satisfa-
zcr com toda a pontnalidade as encom-
mendaa que lhe feres) confiadas, como
sejam :
Bouqueta do cravus n&turaes para ne-i-
os, ricamente onfeitados.
Capelln bem preparadas de ultima mo-
ia e a contento das Exmas. Sras. noi-
V9B
Flores e arcos de florea de panno e pa-
pel, do gesto que for pedido.
Barodeijas de bollinbos fiaos de diver-
sas qualidadea.
Fiambre preparado e bollos para todos
os actos festivos.
Aa ecco-i.rr.end. -i fe farSo com toda
urgencia garautindo se asseio e gosto no
desempenbo de trabalbo, alem de diminuto
p-eco
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro e'e 12 f4 anus de
idade. com pra'i ;a de nolhados ; na ra da Pal-
ma n. 1.
Q sem tem:
>
l ia C3?a terrea e qneira vender, e qoe esleja
em bom estado 1 na ra das T.iocheiras n. 27,
se dir qoem pttnn comprar.
Sen entes novas
Ferreira Gu maraes A C. acabara de receben
da Europa um vu-iadissimo sortimento de se
mentes de flires e borlalicis, que esto venden-
do por precos acuito commodos
Ra Duque de Caxias n. 86
L.ja uo Gaboclo. ^^^____
Cosiflheira
Precisase de urna cosioheira para casa de
familia, em Caxang; a t-atar na roa do Cabog
o. 3. loj<-______________________________
Correii\ de i ^ernam
buco
Pergunla se ao Sr. ebefe de seccSo Epiphanio
Je L*M F.-ei*e em qoe le fe firma para balxar
ponarias riesignaedi ho:as para comegar o ex-
peliente de vs*rias aeccoes do Correio?
Das doas orna ; o Sr chefe de feccSo igno
rao'e e por i so cao o-mprebeode o qoe es-
tratado oa le qoe rege a reparllcao, da qual S.
S., por sBlhadacem, fez parte, 00 jolga qaeo
Correio um.- "citoria sta, coavenca-se, porm.
S S. do segointe, os em; recados do Correio
oem sempre estarfio aispostos a soportar as
soas sa dices.
KIIUSA!' E 7AL21TIE
Participam qua j receberam
CAL NOVA DE LISBOA
4 e 6largo do Corpo Santo4 e 6
Candida Antones de Oiveira e
silva
Segando anoiversarto
Emilia de Oiveira e Silva e seos Blhoa man-
dara dizer mi-sas por alna de sea sempre lem-
brada esposa e av, CdQdida Ao'ooes de Oivei-
ra e Silva, na igreja matriz da Boa Vista, s I
horas da manha do dia 1 de Agosto, (segonda-
feira), e para este acto de religiSo convidara seus
pareles e da nala, anttcipam seu eterna agra-
dec meoto. ______
Amella Erotnlde* treno de
Oiveira
Priceiro anniversario
Jo; Leonardo Grego, lendo de mandar cele-
brar algurnas missa3 na matris de Santo Anto-
nio, s 7 horas da manha do dia 1 1- anoiversario do (alltcfmento de soa lembrada
irm, Amelia Erotbides Grego de Oiveira, con-
vida aos parentes e pessoas de sua amizade para
ussistirem a este acto, pelo que confessa-se agra-
decido. ______
Dr. Invine litares tiilmi-ue
O Dr. Araenco Alvues Guimare, sua mo-
Iher, Alnas e genros mandam rezar missas por
alma do seu presadsimo irrao, cuohado e tic,
Dr. Jajme Alvares Guimares, fallecido na Ca-
pital Federal, no dia 3 de Agosto prximo fo'.ura
(tricsimo dia do seu passameDto) =8 horas da
manb. na matriz Ja Boa Vista, e convidam seos
parentes e. amigos par assis'ireai a este acto de
religiftJ ecaridade, pelo qcc se coofessam ni
mnmente grates. _____
t
D. Mara B. Brrelo Lina
Adolpho A. Paes Brrelo, Joo Ballbasar Paes
Brrelo, bacbarel Francisco Torqoato Paes Br-
relo eeoa familia, manJam rezar missas na ma-
triz de 8. Jif c matriz de Bom Conselho, s f
horas do dia 30 do correte, 3 anniversa'io de
pasaroeuto de soa prezada mal, Mina B' nedic-
ta Brrelo Lina, para cujo acto convidara seos
parentes e emigos, confessando-se dede j gra-
tos o^flIeaqt^M^inijiaiM^er^
anoel lOaquim Alvea da Coria
A 8ociedode Uoiao Commercial Beneficente
rios Mercieiros convi ia a todo? seus demais so-
cios, prenles e amagos do seu presiimoso soci
Manoel Joiquim Alves da C ata, a assistir-m a
orna missa qoe pelo 30 d'a do seu passamento,
manda rezar na matriz de Santo Antonio, pelas
7 1/2 horas da manha do dia.2 'ie Agosto.
Precisa-se de urna ama para cesa do
f.milia, para comprar, cosinhar e tazer
a ais alguna servicos, b tratar na rna
Imperatriz n. 4 1" andar.___________
da
Ama
Precisa-se de dnas amas para cosinhar e ea-
gommar a tratar no largo do Corpo Santo a.
17, segondo andjfr_____________^_______
Ama
Precisase de nma pof i 3 cosioheira ; a tra-
tar no Banco Emissor, com Jeeoino Fcrnandes.
Precisare de orna ana para- rasa de poaoa
familia, para cosinhar e fazer raais algons ser-
vicos : a tratar na roa da Imperatriz r. 5. loja.
Ama cosinheira
No sitio o. 5 daest.ada de Jco Fernandea
Vieira se precisa de nina cosinheira, pagase
bem.
Amas
Precisa-fe diamas, urna para 'ratar de doas
criancas e coira para cosinhar, sendo a dormida
c m rasa dos pstres ; a traiar no .'. vrameoto n.
1, sorrado. ____ _________.
hm
P:eca-se de urna tan para cosinhar e mai
servicos de caea de fam it< que di.rma em casa
dos patees ; a iralar na ra larga do Rosario n.
6, reloiaria^____________________________
Ama
Precisa-se de orna ana pa'a co' bar ;m caaa
de amilia ; no pateo ao Torco n. I, pburmac
MiLerva:______.___________________
Ama
Precisa se de unja ama osra lavar e fcrnm-
mar ; na roa do Rangel n. 9, padaria._______
Ama
p-ecisa-se de orna ama para cosinhar e com-
prar ooe <>rma em casa ; a tratar na phara.a'
cia americana ra Duque de Caxi.s n, 57.

-r

.




i
'

l mam i


1

*
v ,
Diario de Pernambuco Sahbado 30 de Julho de 1892
NA
OJA DO POVO
H-Ra do CrespoH"
O proprietario deste importante Btubclecimecto resolveu liquidar por e
de seufjvalor os seguintea ertigos.
A saber:
Voiles liaos e coni floreB a 240 ra. o covado.
Ditos pfcantasia o que ha de novidade 320 o covado.
Etamice com 3 1[2 palmes largura a 200 o covado.
Cretones claros e oscuros a 320 e 700 o cavado.
dem cm cortes com barra a 50500 um.
Creps pretoa c brancos lindos padroos, de 10000 o covade por 500.
Granadina de seda, de 20030 o covado por 10200.
EadapolSo de 70UOO, 30000 e 90000 a peca.
Dito franci (2 varas) a 100000 a peca.
Cortes para cclletvjs do fustas a 105LO um.
Grande s-itimeuto de brins de todas as cores e precos.
Jersey para ronpaa de enanca e Senhoras (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 250OGO.
Cortes de cambraia bordadas de 150000 k 300000 um.
Merinos pretos para todo pre$o lizos e lavrados.
Capas de cachemira lavradas para Senhora (novidade).
Um saldo de merinos de qnadro a 600 o covado.
Camisas francezas de 3001)0 a 60000 urna.
Liado eortimento de cortes para ca'c^..
Lindo Eortimento de caseniira para casacos de Senhoras.
Voiles ae >X para lJlO o covado.
Ditos de sigodSo grande sertimento.
Etaminea de cores a 440 o oovado.
Estrecto iagez dos melhores fabricantes a 20000 o frasco.
Grande e lindo tortimento de rabias para Sechoras, homens e creanca.
Panos de crochets para sof e cadeiras.
liua das Larangeiras n. 4
Avisamos sos nossos fregueses que temos exposto a venda, os seguictes ge
eros portoguozea, para os quaes chamamos a attericSo.
CHAMPAGNE DA REAL COMPAKHTA VINCOLA DO NORTE DE
PORTUGAL
Vinho Moscatel de Setubal.
Vinho' Moscatel de Ce llares.
Vinho Malvszis; de Collar.
Vicho Superior de Palmella
Viuho do Porto Velho 1851.
Cognac Moecatel de Lisboa.
Cognac Moscktei de Collares.
Real Cogose de 2 e 3 estrellas.
Licores de Marie Brizsrd e R"ger.
AnniseteCacan a la Vinelle.
Cacao Chouao.
Superior Chartreme da L. Garnier.
Beneictine etc.
Convidamos aos apreciadores os vinhos generosos um paaseio ao nosso ar
nraem.
Ennes Barbosa Cooper &C.
A. MALBOUISSON
Lisboa
Babia
Pernambuco
t. do Palacio 42 e
R. Garrett 54 R. Conselheiro Dantas 17 R. Barao da Victoria 9
Esta casa est montada em condicSes de satiat'azer promptamente toda e qual
qaer encommenda de luyas de pellica- e suede, para o qne tem um completo sortim n
te de pellea de variadieaimr.s cores e da mais fina qualidade, alem disso dispoe o
mac'ainismos mais aperfeicoadod at boje nesta industria.
9EABAEO DA VICTORIA9
DO
I
1I0-GRANDE DO SB
u
NSo ha a contestar essa lotera a que mais vantagens offerece pela sua ex
ee'.lente crganisacSo, compoita de 8.0C0 nmeros d 70 por cento em premios,
deduzidos urna pequea verba para sel'os contem mais da quinta parte em bilhetee
Sremiados sendo : 72 de 100000 a 10.0001000 sem estar sujeitos pela redcelo
e series que dimin-e consideravelmente os premioB obtidos, todas estas rasSs
lbe So preferencia.
Sua cxtraccSo regularmente feita semana'mente.
Acham-se a venda na Venturosa a ruado Cabug n. 16, qne satisfar todos os
pedidos e dar qualquer informado ; bem como ser encontrado as casas dos Srs.
Leite, Brito, Penna, Malheiro e Ribeiro.
Plano
1 premio de 10:0000000
1 c c 1:0000000
1 c c 300*000
1 c c 2000000
4 c f 1000 400I0C0
6 c c 500 3000000
12 c c 240 2880000
42 1 100 42O0OCO -
799 c 50 3:9950000
para o primeiro premio.
799 ( 50 3:9950G0
are o cegundo premio.
ra &pproximaccB de lOOf para o primeiro premio.
ra approximacBea de 5 10OCO para o seundo premio.
TIIL.JIIT.
Casa de commisses e repre-
sentaces
83-fflA 99 Wm 98811-11
EXPOSICAO
DE OM COMPLETO SBTIMENTO DE
juvxas*XT.A.s
ossDsxsrxacas
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercaduras, dt
machinas e materia prima.
Deposito do afamado CREOLIM o melhor des
i afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida tODONTINA d<
Dr. H. Rirdet.
62Rus do Bou JF8US88
rtflOSQUITEIROS AME 1 I
COM MMACO EG0RDA1
3B3B.AJ(NrGQSbe DS XDUe OOCR.S
Dlitll 1H TBlll B (iii(H Hl IUttu
Loja rnKiwtt das Estrtila
5li e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Telephoce n. 210
CARNOSO a- IRMAO
KuaBarodo rriumpho ns. 100 a 104 e tw
doVisconde de Itapanca ns. 23
Tem sempre em deposito :
MACHINAS & vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIRAS tnultitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do marcado.
TAIXAS de ferr batido cravadas caldeadas,, fundido de todos os tmanbos.
q RODAS'AGUA psra oubos de maaena e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanbos.
CRIVACES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronze.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se opsa desejar para duzeahos, strs
as de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer peca de maohinismo tanto de fer
andido como batido-
EN )ARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medinte umi -
xjmmissSo raaoavel, qualquer machimsmo e CONTRACTAM apparelhos para Os>
aas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meBmos e raspoosabilisanuse pelo bem trabalb
o qne tem um hbil engeubeiro ingle* multo pratico, alm de dos um dos socio-
que a tambem engenheiro.
FABRICA AMOR FABRICA TIGRE
a im so bqsaszq v. 8 sua so m: sa vzctobza 11
Nos abaixo ^ssiguauos. proprietarios dea^as labricas, participamos aos qobbob
freguezes desta cidade e fra della, que, em coaseqnencia da grve pelos operarios
e outras raa3s3 j bem coohecidas de todos, tivemos que augmentar os salarios, e
resolvemos que os precos dos nossos cigarros a principiar de boje 15 de Julho de
1892, serlo os seguictes :
Novidades e preces baratos
Saias brancas borda-las para senhoras.
Casacos brancos bordndoB para senhoras.
Camisss, dem, idem, id -m
VstoarioB e Jersey e Salha para meninos e meninas da 60, 70 80 90 100 e 140
um facto.
Toalhas de linho com bico crivados de bico, diversos precos.
Casacos de Jersey para senhoras grande sortimecto.
Dito de caxemira de c6r.
Capas e vezites pret&s para setheras, caxemira e seda, diversos precos.
Cretones fianceees muito largos, cores e brancos a 500 rs. o covado.
Toalhas de lioho e al^odSo para mesa.
Gruardanapos linho e algodaV, grandes e pequeos.
Cintos de cores de 240 a 400 rs.
FustSo branco fino.
Madapolao francs com 24 jardas de 80, 9| e 100000 a peca. *
Brim pardo liso para vestido a 400, 500 e 600 o covado.
Sargelim de cores e bianco a 30 o covado.
Causas bordadas linho puro com 4 fronhas e 1 talhe todo igual.
Mantiihas hespanholcB.
E PO CRESPO
T. 21
FETTORAL de CEREJ
Do Dr. Ayer.
& eafennidiicles man dolorosas da garjn">c
t do pulmocs, ordluariainente desenvolvem.-e'
tendoporprucipio ba* pequeas, cu Jes #wult
doe nao sao difflols do corar e promptamenf t;
-ratao com o remedio ci HllnliWu Os Resfrl.
dos ni-Tim dio reciprocamente o NMltada
trlnirlti8, Asthinu, Eruncb'.tl-, AflVic-
fMO Pulmonar t a Tilca.
Todas as familia que tem criancas derem ter c
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
m casa para o asar em caso de 'necessldadc.
A perda de um s dia, psde em muitos caso
accarrelv serias con-eqoencias. Por tanto nao
e deve perder tempo precioso, experimentando
remedios de effleacia duvidosa, emquanto que
rnildade se apodera do systema e so arraLn
prosudamente, ento qne se necessita tdralr
swse Instaste, o remedio mala certo e activo eai
en endito, este remedio sein duvida alrum
o rKrroai^ de Cereja do Dr. Ayer.
PBEPAH-iDO PELO
DR. J. C. AYER & CA.>
r*>well, Mass., Est,-Unido.
OKFoetro oiui
Bazar Pernambucano
Fabrica Meteoros
Os i baixo aBsignados proprietarios da
acreditada e conhecida FABRICA ME
TEOROS, em atten$So ao respeitavel
publico e especialmente ao. bous innnme-
raveis freguezes, vem porticipar-lhes que,
em consequencia do augmento que fize-
ram, no salario dos operarios do seu es-
tabelecimento fabril, resolveram elevar
(10O>. 0) em milheiro de cigarros de todas
as marcas manufacturadas no seu esta-
belecimento.
Assim deliberaram por verificarem qne,
para conservar illeso o crdito dos seus
cigarros, seria preciso harmonisar a as
cencSo do preco, com a snperioridade da
manipuUgao, pelo que, preferiram manter
o crdito dos mesmos, manufacturando os
com mat'ria prima superior, a ter de
:mpregal-a inferior sem elevar o preyo
dos seus productos, comente com o intuito
de maioreB lucros.
Procedendo dest'arte, esperam que seus
bons fregueses continuarlo a despensar a
honrosa confanos, com que sempre des-
tinguiram a FABRICA METEOROS.
Roa larga do Rosario n. 30.
22-7-92
Joaquim B. dos Res & C, Successores.,
Cheg'aram para a la
dependencia
83 Ra Duque de Caxias 83
Voiles americanos
A 400 e 500 rs. o metro
Lindos desenbos em (6- creme.
Do-se amostras mediante peo'nor.
Meadonqa, Pr'ino 4" C.
<
Si
H
L
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIOA DO
CABELLO
B
>
X
U
PERFUMA
Azeite puro de OJiveira
Em latas de 1, 2 e 4 litros.
Receberam
GUIMARAES & VRENTE
e 4 Praca do Co po Sa to 4 e. 6
Padaria
FABRICA AMOR FABRICA TIGRE
arc^ Cata flores, liquido 70000 Marca Princesa, grossoB 80500
c Namoradoa, idem 70000 > Bohemios especiaes 80500
c Desliados acarrados, idem 7500 < Princesa, finos 80000
c Desliados embutidos, idem 70OCO De> fiados amarrados 705(0
c Paulo e Virginia, idem 6S000 c Desfiados embutidos 70000
c Realidade, idem 60000 Bohemios' communs 70000
c Trovadores finos, idem 80000 c Flor de Hespanha 60000
( Trovsdores grossrs, idem 80OO c Pedro Affonco 60000
f Linho, grossos, idem 50000 c Linho, grossos 50000
c D. Emilio Castellar, idem 600O c Policianos 30200
CIGARROS I )0 FITKIRO
Grossos, milheiro 0500
Finos, idem 80000
Palha de milbo, idem 90000
03 PROPRIETARIOS,
Viuva Lorega e Oliveira.
Vende se ama padaria bem localizada e com
boa fregoezia, desmanchando 90 barricas, e o
motivo da venda o dono ter de retirar-se para
fra da ckade ; qnem pretender informales,
dirija-se raa do Livramento n. 11.
As usinas, refinacoea e fabri-
cas de doce
Vt nde-ge om apparelbo completo e novo para
ser movido a vapor, servindo de cosinba para
00pes?oa onpodendtfse uillisar dito appare-
bo pera retinar assn'ar ou fabricar doce ; ver
ertraa ra do Amorim n. 5s
Taverna
Vndese urna taverna em boa localidade e
com poucos fondos, propria para principiante
a t ata roa ra Direita de Afogados o. 96.
Com pouco dinheiro
Vende sa. paia flear oo retirar, a armacSo,
otfDsilios, encamento e registro a gas da ta-
verna do Forte ''o Mallos, esquina da roa da
Lapa ; trata se no i- andar d% merma, ou roa
da Cadela do Recife n. 3. k casa est livre de
impostos ealognel barato
Boa acquisico
Vende se por mdico prego, partes de um
sitio denominado Boa-Vista, contiguo a estacan
de Agua Prets, com bous terrenos, mattss, fruc
teir?8 e lodo sercado vallado : qoem preter
der dirija-se aquelle sitio, qne achara com quem
tratar.
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiis receben o
Louvre______
apas, jersey s e visitas
Gostos inteiramente no vos acaba de re-
beber
LOYEB
cortes de la,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeados, tem recebidj ni-
amente e
LOVRE
Se, as brancas, pretas e de
cores
Novos padroes e para grande escolha
fendo capachadas nestes ltimos das
LOUVRE
Grinaldas, leqnes e chapeos
de sol
De phantasias rcabam de chegar para o
LOUYRE
Costumes para crean cas
De todas as idades encontra-se grande
ortimento no
Louvre
jbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOVR E_____
' TECroOSDE PHAN-
TASIA
Sendo impossivel de se deEcrever a
{rande variedade de tecidos de diversas
cualidades proprios para a estajSo actual,
oga-se ao publico em geral e principal-
mente as Ezmas. familias a fineza de vi-
itarem o
LOUVRE
ftua 1/ de Marco n. 20 A
Fra :fcisco 6nr;el & lrnUo
TELEPHONE N. 158
Esteiras da India
Branca e de fantasia de novos desechos
para forros de soalho, completo sortimento
no LOUVixE
Francisco Gorgel k Irmo
Ra Io de Marco n. 20A
TELEPHONE 158
Predios venda
Nos Afllict08. Muito boa propriedade, com
dependencias para criados, banbeio, coqheira e
coai grande quintal morado. "
No Arraial.Grande sitio com proporco>s par
ediear, e com algumas casas que dSorendi-
ment.
Em S. Jos.Roa Luis MendoDca, casa porta
janella. roa Ypiranea, meia agoa.
Recife.-Becco Pascboal. meia agoa.
AfogadosEstrada do Remedio, boa casa, ra
da Paz, dsos bous predios.
Trata se no Escrlplorio Commercial, roa Du-
que de Caxias n. 72
Vivam os noivos!

~


COSTUMES
de Casaca
de Crois
de Frack
de Paletot
e de brins

K
S o
- H
C- B
S *
I
9

1 mam i
4



8
Diario de Perambuco Sabbado 30 de Julho de 1892
S
I
de S. Franc
CIED m MOMMA PERNAMBIICO POWDER FACTOR!
Capital Ris 850:000^000 em 4250 acres de 2
FINS
Explorar o fabrico e commecio de plvora, dynamtte e chumbo
VANTAGENS '
Para inicio de suas operares fica perlcncendo a soeiedade a fabrica de plvora montada por Hermann Lundgreen no lugar denominado Pontesinha na freguezia de Muribeca entre as estafes de
seo c que esl l'unccionando e produzindu cerca de sessenta barris por dia, podendo augmentar consideravelmenle.
O local em llha e Prazcres da vi a ferie
slancia de 21 kilmetro desla
iade do Recife e a margm de um braco do rio Jaboato do que resulta facilidade do transporte dos productos da fabrica c da materia prima que precisa.
Gompoe-sc a fabrica de desoilo edificios de pedra e cal solados slidamente construidos na encosta de um morro de modo que um se distancia do outro 100 metros. Estas cautelas foran tomadairpara evitar os perigos de al-
Alm dos 18 edificios que compoe a fabrica, est construido no plano superior do morro urna boa casa em formato de chalet, e perlo da estacada via ferrrea de S. Francisco, existe o armazem de materiaes que, quer para a es-
tacao quer para a fabrica, est ligado pela linha de decouv.lle _
O motor a vapor c de forca de >)0 cavallos e todos os machinismos, apparelnos e utensilios sao do systema mais aperteicoado neste ramo de industria.
Passar a pertencer a soeiedade nao s a fabrica como os terrenos, edificios construidos e mais bemfeilorias feitas no lugar Pontesinha pelo mesmo Hermann Lundgreen.
A iociedade e seus productos gesam de isengao de impostos Estaduaes e Municipaes presentes e futuros durante 10 annos segundo a cessa, que Hermann Lundgreen faz a soeiedade do conlracto que em 21 de Fevereifo de
1801, fez como Goverao do Estado. ... ., ,,,-, ... o, .,
O seguate calculo da despeza c receita mnima para a fabrica da plvora annunalmente deixa ver que a soeiedade lera um saldo liquido superior a duzentos c noventa contos de res ou cerca de o4 [0 sobre o capital social.
Salario do Inspector da Fabrica
Administrador.
< Machinista ajadacte
c 10 trabalhadores 3C0 dias 10500
c S>5 trabalhadores 300 dias 2*500
c 4 trabalhadores 300 dias 6*000
t 1 ferreiro 300 dias 3*000. .
120 atas azeite para a machina a 10*000 .
50 carroches de imbauba a 20*000 .
8
2
4
4
18
7
1
1
.C00*LC0
.400*010
.40C80CO
.500*000
.750*000
.200*000
900*000
.200ICOO
.OCOSO00
48.350*000

Transporte .
Lenta para a machina..........
Materia prima para fabrica um barril de plvora sendo
48.35C*000
6.OO0*OCO
9 kilos de salitre a 500
1 1|10 kls. de enxofre a
Barrica vaeia e sacco de
pa a eventuaes
Calculando o fabrico em 20.000 bBrris
res 4*500
*250 *275
algoc>tozLh:> 2225
$500
7*500


150.000*000
204.350*000
20.C0O barrB a 25*000 cada um
iluir um fundo de
Realisaco do capital
Os accionistas polerao realisar de urna s vez o valor das aecoes tomadas e neste caso suas accoes sero ao portador ou realisarao dito valor em presta cues pela seguinle forma : 10 [0 ns acto da subscripto, 25 [0 qcinza
onstiluicao da soeiedade a duas outras de 20 [0 cada u ma com intervallos de trinta dias, de modo que fiquem realisados 75 [0.
Hermann Lundgreen.
Julio Gezar Paes Brrelo.
SXJ^^X^3SD(NrT3eS v
Antonio Duarte Carneiro Vianna. fieo. Gatis.
NC08P0RAD0R POR DELEGACO M TERCEIRO
:,dias depois da constiluicao
Dr. Manoel Gomes de Matlos.
Dr. Jlo de Oliveira.

Antonio Joaquim Barbosa Vinnna.
Jos Gomes Ferreira Maia.
Dr. Antonio Alves da Silva.


0 BANCO DA BOLSA


Km cuja sede fica aberla a subscripcao publica desde esta dala, bem como a disposicao dos Srs. subsc-iptores o projeclo de estatutos.
AOSFUMANTES
Oesejaes nao ter azia qt'.::udo fumaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, quer desfiados, usa i tambera o aromtico
saboroso fumo desado intitulado Eygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois di Gumpre notar que os Hvgienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANQA. situada na ra Larga do Rosario n. 21 A.
Um apreciador.
LEQUES
E chapeos de sol, recebeu um lindo
Eortimento.
AU PARAMES DES PAMES
Elegantes
Espartilhos de seda e de brim com
pelncia tem.
Au Paradis des Dames
FOLHETM
i m mi
Sdas
POR
PEDIO BECOURGELLE
(Gontlnaato do a. ICO)
VI
O SEGREDO DA SRA. GERVAI5
Corvol vio coin effeito nd proscenio, cm
um camarote de primeira ordem, Mrg la-
lesa com a Sra. Hardouin e muites ouiras
senhorse.
Florimond seguir o sea clhar.
' A sua tenhora prefario, apesar das
uviihas instancias, coltocar-se no fundo do
camarote, diese me ea porque lbc incom-
medava a luz da lampa... Demais, se,
n'i.r eh vira t2o bem como se estiresse"
adiacte...
-T- Vai dar comeco j ?
D'aqui ha pouco, senhor maire...
A sala est cheia e com certeza vamos sor
vbrig&dos, bem a nosso pezar, a recusar
multa gente. Ah esquecia me... Eis
o programma do espectculo.
Terminado o sea pequeo discurso,
Florimond retirou se com o seu bom sor-
riso de artista de provincia prevendo um
auccesso, e de director coja reeeita exce-
de o n simo.
Mas, emquanto elle desapparecia por
urna pequeua porta de panno, situada aos
lados da rampa, a sua pbysionomia tomou
iogo um aspecto grave, e dirigi a Magda
lena um longo,olhar, a que esta corres-
pondeccia com um olhar animado de am
enthasiasrao e de urna confianca suprema.
Nada d'isBO Corvol havia notado.
Branca pretas e de cores lisas e com
lavores, recebeu um esplendido sertimento.
Au Paradis des Dames
Tcajotls
Modelos inteiramente novos ao
Au Paradis des Dames
Machinalmente lia o programma que
lhe havia sido entregue; isso nao o nte-
ressava.. .
O seu cofTrimento pbysico augmen-
tava...
No emtanto era necestario que all per
manecesse.
Magdalena estava prxima ; elle via-a.
Em breve, depois d'este enfadonho es-
pectculo, tomal-a-hia pelo braco e le
val-a-hia
onvinha que nao soffresse, que esti-
vesse prompto e apparelhado para a lucta
decisiva !... .
Qaa espectculo nos vSo dar ? per-
gantou-ihe o presidente do tribunal que
insistirn por ficar seu visinho.
Nao ha de ser grande consa prova-
velmente... Mas nosso dever anima?
as artes! respondeu com um mcio sor
riso.
O s|uhor tem o programma ?.
E-o.
E' um espectculo truncado 1 disse
o juiz depois de haver examinado o papel
que acabava de dar-'hu Corvol.
Ah !
Sim. Veja : A ordem resonar,
sceca cmica [em um acto. Poesia !...
Um intermedio,msica1, e para acabar ama
peca em um acto.
--- EntKo isso vai longe ?
Oh provavelmente termna:'3o a ho
ra do fogo de artificio, pois o senhor obse
quia-nos com um fogo de artificio, segando
noB disse a Sra. Corvol.
Sim, verdi-de !.. .
A sala estava literalmente cheia, Fazia
calor excessivj.
Arandellas de gaz, collocadas como en
faite ao longo da galeria e das columnas
que a separavam da scena, luminavam a
sala, espalhando am c'ieiro ore, qae nem
ai correntes de ar imprssiveis de evi'ar
Iavrito
Ca^as de seda e de 1S de cores imper
mea veis para senhora, receben o
Aa. Paradis des llames
Biha
J superior c conhecido panno tem
Au Paradis des Dames
na construccjto um tanto rudimentar do
edificio conseguiam dissipar.
Ao mesmo tempo, d'aquella multidSo
compacta de camponezes, em espaco tao
limit&do, desprendia-se um cheiro seme
Ihante ao de brrela; Corvol seotia-se
incommodado com isso.
Sahirei co intervallo e coneervar
me-hei f'ra .'.pensou elle.
O espectaoulo ia realmente comeoar.
No exterior, Fiorimod acabava de ap
parecer e ordenava que os msicos, fessem
para a sala, oade iam oceupar os seus lu
gares na orchestra.
Logo depois que entrou o ultimo, subi
o panno
Apresenton-se urna mulher.
Era a Sra. Servis.
Estava muito psllida, e os seus o!hos
tinham um brilho singular.
Elle est ahi ? perguntou ella em
voz baixa.
Sim respondeu Florimond.
Os seus convidados o acompanha
ram ?
TodoB.
Quanto a nos, todos cstao prom-
ptos ?
Absolutamente. Goland terminou
durante o jantar os ltimos preparativos.
Magdalena est no camarote con-
vencionado ?
Ella acaba de l entrar.
Mas eat e!la ao facto de tudo o que
deve fazer ?
Fiz-lhe de tarde foias as recammen--
dacSes e confio n'eila.
EntSo podmos comec/ar ?
Sim, gracas a Deus !. ..
Vil
ESPECTCULO CAMPESTRE
Foram dados os tres signaes regula-
mentares. A orchestra comecou urna ou
vertura, e o panno levantou.
Bordados

R eos cortes de vestidos de cambraia
branca e em\peeas.
i Paradis M Dib
Farinha barata
Vende se no Isrgo
rs. a caa, em saceos
kilos.
do mercado n. 12, a 400
braocos a 5J500 com 42
A ordem resom
compaohia de
esta engraada
esempenhava-se :
nar. **
Era interpretada pela
Florimond, e muito bam,
scena cmica.
Os espectadores, que afinal de contas
n2o precisavam muito para alegrar-se e
n2o procuravam regatear as cuas mani
festae3ss de contentamento, n3o t'.fdaram
en mostrar-se de bom humor e mam
festar a sua sa'isfacSo por francas garga-
Ihadas.
A alegra do publico communicou-se
dentro em pouco a Corvol, que nSo pec-
sou mais em retirarse.
O!hou para Magdalena, qU3 tambem
ris-r-e extraonlinariamecte em seu esma-
rote.
A representsc^o contiauou no meio de
urna hilaridade que s terminou ao cahir
do panno.
espectadores chamaram os actorsa
duas vezes scena, sendo estes cobertos
de applausos.
N3o acha o senhor que psra am
heatro ambulante est muito bem -des-
etnpenhado ? perguntou o conselheiro de
digestS-'s dfficeis, a quem a alegra do es
pectacula pareca ter restituido o livre
exeroicio do seu estomoge recalcitrante.
' Muito bem respondeu Corvol.
Vamos tomar fresco durante algnas
momentos ?
De boa vontade
Mas no Theatro Nacional Cocherat os
intervallos eram muito curtos, vantagem
que soria para desejar que tivessem os
theatros parisienses,
Com effdito, quando o publico dispu-
nha-ae a deixar os seus logare?, ama serie
de signaes dados em scena adverta o de
que nao subase.
Ah 1 ah disse o prefeito. E' a wz
doB intermedios !...
O Panno levanton-se de novo.
LANS
Em cortes de vestido, ricamente enfei-
tados e em pecas lisas e com desenhos.
AU PARADIS BES PAMKS
Cimento Portlaud
Njvo cbfgado pelo vapor, qaalidade superior {
e pregos sem competencia, barricas emeias bar-
ricas, em grosso e a retalbj ; vende-se na roa
da Madre de Deus n. 21
Um cavallheiro de casa prefa estava em
comprimiam um por um todos os seus
suas veias, mor-
p na scena, tendo diante da si um vio-, msculos, apertavam as
loncello. diam o sea coracao.
Comprimtntou e cemejou a tocar. Tentn erguer se, agarrando se
Logo s primeras notas, fcilmente re- mente aos bracos de sua cadeira.
conheceram todos que
forte-
o artiBtao regen
te da orchestra do theatropossuia incon-
testavel talento.
Depois do sea arco, o som grave d'a-
quelle instrumento, pouco favoravel ex-
pressao dos sedimentos ternoa e apaixo
nados, traduaa de modo arrebatador as
dores cruciautes de urna alma despedaza-
da pela desgraja.
A meloda comegava por um canto se-
i.elbante a um aolugo contido brntalmen-
ta cortado de espaca em espado pori ac
cordes speros que semelhavam grtos de
raiva. De repente o inetramento pareca
tornarse mais suave para voltar a um
thema lento s magastoso, triste e nfHictivo
como um dos psalmos da morte, produ-
aindo mais tarde verdudeiras lanientacSas
ie condemnados, victimas de toaos os sup.
pticios do iefern.
Este trecho, concebido sem duvida do-
rante um pesade!-o por algum composi-
tor nevrotico, intitulava-se : O remorso.
O publico, por mais ignorante qne fosse
o pouc > dtsposto s graves emocSes, es-
tava todava captivo polo tale :to de execa-
tsnte e ouvia no mais profundo silencio.
Certo terror apoderava-se mesmo do es-
pirito de muitos d'esses bretS;3 supersti-
ciosos, que nlo estavam Ibnge de acredi-
tar as relacfca entretid&a pelo artista
com o diabo.
Nnguem observava Corvol.
O arco que deslisava-se as cordas do
iostrumento paremia attrictar ae mesmo
tempo em seus ervos e provocar n'elles
vihracSes idnticas.
A' medida que f-s aO!as se elevavam,
urna dor aguda o torca.
Afigarava-se-!he qae pinosa ac



&00.000,5COO
Sald> liquido. %................%...... 295.650,5000
Alm disto accresce que ao ser constituida a soeiedade nao receber Hermann Lundgreen a qaantia total a que tem direito e sim apenas a 75 10 fieando para ser pago do restante 25 \ com o excedente dos i8ucros lquidos
das operaf5es sociaes depois de tirados 10 l^|o sobre o capital repisado-para destribuir como dividendo aos accionistas. '
Depois de pa de reserva at" 100:000^000 eo excedente ser destribuido como dividendo.
CMANCAb
Costumes e vestidos de brim, cambraias,
jersey, 13 e Teda para todas as idades,
tem grande sortimento.
AU PARADIS MS DAMES
Raa Baro dsViclorian 58
Libras sterlinas
Vende-se na loja de olas de Augusto Reg
na ra do Caboe n. 9.
Olhou para traz ds si, procurando urna
Bahida para escapar a este supplicio.
Em torno d'elle era immensa a multi-
dao e comprehenieu que se esforzara
intilmente para abrir passagem.
E alm d'isso, a alguns passes, contra
g porta de sabida vio dous gendarmes ca-
jos galoes de prata e agulhetas brilhavnm
luz do lampeao...
Porque motivo gelou-se-lhe o sangue
as veias, n'aquella occasiKo ?
Porque qaeiia fogir ? Porque razSo te-
ma es gendarmes ?
Passou lhe urna ouvem por diante dos
olhos.
Via tudo atravs de am nevoeiro o
[palco, a ribalta, o impiedoso artista que
tocara, tobara sempre, no violoncello, so-
bre o qoal passeiara a migra mSo, com
gestos phantasticos.
O horrivel msico parou emfim.
Corvol ouvio o ruido dos bravos e, do-
minando este ruido, o immenso suspiro da
multidao, como que libertada da agona
que a tortnrava.
Talvez tambem elle pudesse respirar !..
Quiz eotao sabir d'aquelle lugar em que
o calor o abafava, em que todos se diver-
tism em atermental-o ; em que cada um
se encarnigava em preseguil-o.
Ergaeu-se.
Porque nSo fica sentado, mea caro
Sr. Corvol, diss'.-lho sea visinho... N5o
ha intervallo. Vai recomecar 1...
Cada ves mais bebado, imbeeilisado,
vido, Cotvel voltou-:e para o sea inter-
locutor.
{Contina)
Typ. do Diario, roa Duque de Caxias n. 43




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