Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19700

Full Text
'^
ANNO LXVI
QINTA-FEIRA 28 DE JULHO DE 1892
NUMERO 368
v-
(
A.


i
DIARIO
PERMMBGO
/
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARA A FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGAREfrONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6#000
Por Ues ditos vencidos. .... 7$>000
Por um anno aiiantado .... 24#000
dem idem vencido...... 28&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCACES NA FRAN-
CA E lNGLATETrA
Os Srs Amede, Prince & C, resi leotts em Pars-3.4 rae de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 13500
15*500
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido. .
271000
311000
TELEGRAMAS
S337I53 poc:l?. :: imio
RIO DE JANEIRO, 27 d Jalho,, j 9
horas da coate.
Ka sessao da Cmara dos Deputados de
hoje foi rejeitado o parecer da commissao
contrario a companhii da estrada de ferro
do Recite ao S. Francisco, depois de ter
orado o deputado Andr Cavalcanti.
Approvou em 3.a diECUssSo o pro-
jecto creando urna escola de znachioiatas
no Estado do Para, com urna emenda do
deputado TolcLtioo de C .rvalho creando
jambsra urna escola em Pernambuco.
Dcufe-M na mesma casa do parla-
mento negocios de Pernambuco. Fallaram
os deputado- Dn. Jo= Marianno e Tova
S3S de Lyra, e depois ainda o Dr. Jos
Marianno.
I OE JANEIRO, 27 de Julho. s
hc-ras e 10 minutos da noute.
O deputado Dr. Jos Marianno oceu-
pnd:-3e dos boatos de depoaicao do Dr.
Barbosa Lima referi-se ao commandante
de 2. districto militar, profligando a sua
supposta intervencao na epolit:ca do Es
tado.
Declarou que elle e seus amigos no
concorreriam para a deposicao.
Cjncluio reptando os adversarios para um
plebiscito e declarando que deixaria com
seus amigos o campo se nao vencessem por
dous tergos.
O deputado Dr. Pereira de Lyra, em
resposta ao discurso do Dr. Jos Ma anno,
alludio ao morticinio de S. Jos, ao atssa3-
sinato de Ricardo Guimaraes, as ameacas
centra Silva Jardim, explicando os factos
e dizendo como traba'hou pela Repblica,
senio applaudido pela maioria.
com mando do refer io districto militar o
general de brigada Antonio Jos Mara
Pego Jnior.
Foi expedido pelo Minieterio da Guerra
o seguinte aviso em 15 do correte a re
particao do pjurlante general :
t ejam postos em liberdsde o cabo de
esquadra Manoel Rodrigues Tavares, os
anspecadas Jos Ferreira dos Santos e
Joaquim Antonio de Oliveira, os soldados
Angelo Jos da Costa, Antonio Augusto
Pessoa, Gabriel Joc Soares. Francisco
Theotonio de Freitas, Ludgcro de Souza,
felino Liberto, ieraldo Antonio Pinheiro,
Joao da Silva Coelbo, Jos Antonio de
Souza, JoSo Luiz do Souto, Cyrillo Luiz,
Jos Isaas, Joe Joaquim de Oliveira,
Joao Joaquim de Carvalho, Quintino Leo
poldino de Almeida, Virgilio Luiz da
{Traeca, Vicente Ferreira Lima, Francisco
Rozendo de Souza, Macoel Antonio da
Silva (31), Gregorio Jos Rodrigues, Ja-
cintho Jos Saptista dos Santos, Antonio
Adriano da Costa, Antonio dos Santos
(I), Joaquim Bernardo da Silva e Anto-
nio Thiago da ConceicjSo e o corneteiro
Antonio Manoel de Jess, envolvidos na
revolta occorrida na fortaleza de Santa
Cruz da barra desta Capital, nos dias 19
e 20 de Janeiro ultimo.Francisco Anto-
nio de Maura, k
-0888&-
mniaterio da arlaba
Transmi ttic-se ao secretario da Cmara
dos Deputados o requerimeoto em que
Raymundo Nonato de Jarvalho. 1- teen te
honorario patrao-mr do Arsenal e Ma-
rinha, pede o augmento de seus venc-
mentos.
Foi autorisada a licenga de 3 mzes
pedida por Jo3o Gomes de Figaeiredo
Vasconceos, operario de 4* c'asse d>
Arsenal de Marinha.
PARTE OFFICIAL
Jiin'stcrio da Fazeutfa
Foram exonerados do 2- e 3' escriptu
rarics da alfandega de Santos Joaquim
Apolinario da Silva e Joaquim Nogueira.
=Forara nomeados 2* oscriptarario da-
queila alfandega o primeiro da de Uru
guayna Luiz da Franca Almeida e SI e
terceiro o praticante tambem daqualla al-
fandega Arsenio Claudiano da Silva.
Foram nGmeados :
Che-.e de seccSo da alfandega da Per-
nambuco o conferente Manoel Antonio de
Carvalho Aranha; conferente dessa altan
dega o contador da thesouraria das AU-
goas Staais'.o Wanderley ; 3* ssc iptura-
no da theBf uraria de fazenda do Cear o
praticauto da mesma Jos Mara Vossio
Brigido / 3- da alfandega de Santos o
praticante da thesouraria do S. Paulo Abi-
lio Pereira da Silva .'.ima.
Foi nomeado Americo Augusto Berqu
cobrador da Fazenda de Santa Cruz.
-Fei comeado-pratiante da altandega
de Pernanbaco o da Recebedoria desta
capital, Cleodon Augusto a Aibaquerque
Chaves.
Foi exonerado de praticante da al-
de Pernambuco Jjo Luiz Maca-
do Uavalcanti Filho.
Uluiserio da Insiga
Por decretos de 15 do corror.te foram
nome&dos para os cargos de joiaes de di-
reio das conrtrcaa do stado de S^rgipe:
De Estancia, o bacharel Francisco Mar
tos Fontes ;
De Rio Real, o bacharel Jos Freir
Cosa Pioto.
Foi designada a comarca de Ria-
chuelo para nella ter exsrcicio o juis de
direito avulso, bacharel Gustavo Galvao
Co'elho Sam^aio.
Foi reformado, oa posto da capit2o, o
tenente-secretario do 1' b alhl > da re-
serva da guarda nacional desta Capital,
Osear Orlando Mouren
: Foi nomeado coronel commandante
superior da guarda nacional da comarca
de Ooda, no Estado de Pernambuco,
Luis de Paula Lopes.
t
rinintrlo da nei-ra,
Foi transferida, do 6* regiment e
eavallaria paia o 8- da mesma arma, o
tenente Jorge Cavalcanti Je Albuquer
fue,ve deste para aquello o tenente Can-
ido Duloidio Pereira : do 11 batalhao de
infantaria para o 35 da mesma arma o
tenentj Candido Carlos Cavalcanti de
Negreros, deste para aquelle o. tenente
JoB Viega da Silva.
Por decreto de 16 do crrante foi exo-
derado, a s Bernardo Vasques, do commando do 6-
districto militar ; foi nomeado para o
Governo do Estado de Per
nambueo
BIPBDIBNTK DO DA DE JUNJIO DB 1892
Acto :
O governedor do Estado at'.endendo so que re-
queren o promotor publico do municipio de Ga
rrabuns, annexo ao de Correnles bacbarel Hil-
deberto Aprigio Guimaraes, resolve conceder-
Ibe nm mei de licenca com os vencimentos a
que tiver direito na forma da lei, para tratar de
sua sade, > conter do da 10 do correte.
Officlos:
Ao inspector do Thesouro do Estado.De ac-
cordo com a vossa ioformac&o n. i3i de 28 de
Ma o ultimo maadae pagar ao teneate commls-
: -rio da guarda local do municipio de Bulque
Manoel Camello Peseda Cavalcanti os vencimeti
tos qoe Ibe compelirem a cantar de 32 a 31 de
Janeiro do corrente anno.
Ao mesmo. Mandae adiaotar om mez de
sold para ser descontado pela 5 parte meusal
mente ao alferes do Oorpn Policial Augusto An-
tonio de Morr.es e Silva, que vae em deligencia
i'.t i.'oui Cooaelbo.
Ao mesmo.- Em vieta da vos?a informaco
d. 490 de 7 do corrente mandae pagar ao bacha
rei Fraoc!S"o Joaquim da Rocba os veocimenios
que be competir n por baver exercido o cargo
de 1.* jniz substituto do municipio do Recite, a
cootar de 1 a 18.de Fevereiro ultimo couforme o
certificado junto.
Ao director da Faculdade de Direito do Re
cife. Remetto-vo3 a in'ormacSo junta, em ori
ginal, de boje datada, do engenbeiro adminis-
trador i!as obras do novo edificio destinado a
Ficuldade d Direito, conforme solicitastes em
cilicio de 24 de Maio rindo que assim Bca respon
elido.
Portara :
Recommendo ao Conceibo Municipal de Muri -
beca que rae informa minuciosamente sobre o
assompto da inclusa representado acompanba
da de lista de eleitores desee municipio da qaal
nao constam es nomes de Antonio de Souza Ri-
beiro e Jos Tbomaz dos Santos, que se refere
o ofBcio do mesmo ConcelQo de 24 de Maio
tiudo.
EXPEDIENTE D DB SECRETARIO
OfficioB:
Ao command:nte do 2.* districto militar.De
ordem do governador de Estado transmiti vos
o requerimento em que o sentenciado militar
autook) Florentino de Jess, actualmente no
presidio de Fernando do Noronha, pede que se
Ibe declare a data em que comegnu a cumprir a
pena, e reg que vos digneis de prestar ao as
sumpto a cousideracSo qu) merecer.
Ao inspector do Taesouro.De ordem do
governador to Estado com :;nnico-vcs que o pro-
motor publico do municipio de Alngda de Baixo.
bacb. rrl Artbar Barbalbo Ucboa Cavalcanti, en-
trou no da l.* do corrente no gso da licenca
que obteve oltimamente.
Ao jniz de direito do 2/ districto criminal.
De ordem do governador do Estado transmit-
a-vos as copias dos autos de identidada Jos
sentenciados civis Manoei Jos Ferreira da Cu
oba, Matbias Antonio de Oliveira, Jos de Santa
Asna Oliveira, Camillo Jos Monteiro, Josppba
M'.ria da Cinceico e Constancia Mara da Con-
ceigo, fallecidos r,o presidio de Fernando de
Noronha, as quaes foraai remettidas com o offi-
cio n. 16, que em 29 de Marco do corrente anno
dirigi ao mearro governador o juiz de direito da
comarca daquelle archpc)ago.
Mutotis mutandis ao D-. Qaestor remettendo
a copia do auto do deporte do Luiz Macbado de
Oliveira, e ao commandante do f. districto mi-
litar remellando a dfl sentenciado militar Vicio
rio Ferreira da CorReicao-
Ao administrador dos G reos.De ordem
do governador du Estado rogo que vos digneis
de rntormar sobre a ailegacao que, em relacSo
ao agente do Corr^io do R o Formos), faz o es-
crivo do jury daquelle municipio, na inclusa
informaco que devolveren com os papis que a
acompaoham, referentes ao reo Dionisio Jos
dos Santos.
Ao sec etcr.o da Cmara dos Senadores.
O governadjr o parecer do Dr. procarador fiscal, quelbe foi
apresentado annexo ao officio do inspector do
Tbesouro do E3lado n 487 de 6 do corrente
mez, relativo s inormasOes pedidas a respeito
da resolacao iniciada na Cmara dos Deputados
sobre o projecto n. 16 de 1891.
Portaras:
O gerente da Ccmpanbia Pernambacana d
pa3sagem de r at a Parabyba na 1* viagem do
correte mez por corita das gratuitas a que o go
verco tem direito, a D, Mara Rodrigues Mon-
teiro de Oliveira.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco c ; passagens deviodae
volta da estacao de Una a de Ciaco Pontas, por
conta do Estado em carro de Ia classe ao com-
miseario da guarda local de Qoipap e em 2'
6ma praga que o acompanba. conforme solicita
r. Qaestor Policial em officio n 761 de 7 do
corrente.
Mutas mu'.aadis ao engenbei.o direcurda
.pira 'a de ferro Sul de Pernambuco da estacao
de Quipapa a de Palmares.
O Sr superinteodante da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagens de ida
c volta, por conta do Estado em carro de i claa
se, com direito a bagagem, da estacSo de Cinco
Pontas a de Una ao Alferes do corpo policial
Augusto Antonio de Moraes e Silva, e providen-
cie quanto ao transporte, em carro de 2* classe,
de quinze pracas que seguea em diligencia pa-
ra o municipio de Bom Conselbo.
Mutatis muiandis de Palmares a Gara-
nbuns.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
de Recife ao S Francisco d pasragem da esta
gao de Cinco Pont-s a de.Una em carro de 2* clas-
se, per conta do Estado' a p~aca da guarda lo
cal do municipio de Correles Izidoro Ma.-inbo
dos Santos e providencie quanto ao transporte
do fardameoto que ella etnduz conforme solici-
ta o Dr. Questor policial em offio o. 733 de
boje datado.
Matatis mutan-lis ao engenheiro director
da estrada de ferro Sul de Pernambuco, de Pal
mares a Qoipap.
O Sr. superinteadente da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro d pasagens de ida e vol
ta por conta do Estado em carro de 2a classe da
estacao do Brom a de Baracoa a dnas pracas-a
de ida somenle a um criminoso que ellas condu
zem, conforme solicita o Dr. Questor Policial em
cilicio n. 752 de 7 do correte.
D38PACH0S DO DA 26 DE JULHO DE
1892
Antonio Geralio de Carvalho, sub-commissa-
rio do Ex pediodo prorogajao de praso para
assumir o exercido de seu cargo.informe o
inspector do Tbesouro do Estado-
Bellarmioo Fernandes da Cuuba Almeida, ex
official do 2 corpo policial, pedindo reintegra
cao.Requeira em termos.
Francelino Brasiliano de Figueiredo Lima, car-
cereiro da cadeia de Bom Conseibo, pediodo pa
gamento de veocimentos.Aprsente o titulo de
nomeaco e jante posteriormente o attestado de
exerdclo.
Jos Norberto Bandeira de Mello.Informe o
Inspector do Tbesouro do Estado.
Trnente coronel Joaquim Cavbante de Albu
querque replicando ao despacbo laucado u'u na
sua peiicSoInforme o inspector do Tbesonro
do Estado cuvindo o collector.
Laureniino Flix de Oliveira Lima, pedindo
para ser apostillado o seu titulo.Informe o io
spector do Tbesouro sobre o assumplo deste re-
querimento, cojo signatario foi nomeado em 20
do correte para o posto de commandante da
guarda local do municipio de Tacarat.
Mana Barbosa de A-aojo Freitas, profe3sora pu
blica, pedindo tres mezes de licenca.Remeci-
do jauta medica a quem a peticionaria se apre -
sentar para ser inspeccionado.
Secretaria do Goveroo do Estado de
Pernambuco, 26 de Julho de 1892.
O ajudante do porteiro,
Tito Franco de Mendona.
da
Questura policial
Secao 2. N. 170Secretaria
Questura Policial do Estado de Fenam
buco, 27 de Julho de 1892.
CidadSo.Participo vos que foram hon-
tem recolhidos Casa de Detengao os se-
guirles individuos:
A' minhf ordem, Jos Vicente Ferreira
de Paula, conhecido por BoBanha, como
ssntenciado, a disposicSo do Dr. juiz de
direito do 2. districto criminal; Jos Ma
thias Fernandes Vieira, Francisco Luiz
do Espirito Santo, conhecido por Xizi,
Miguel Ferraira de Lyra, Pedro Ferreira
da Silva, Manoel Joaquim Ferreira de
Souza, Joaquim Manoel Tavares, Horacio
Augusto de Lima, Jo Martina do Nas-
cimento, Manoel Feppe Nery, Joaquim
Jos de Siqueira, Virginio Olympo de
Mello, Joao Manoel dos Santos e Jos
Victorino da Silva, como capoeiras.
A' ordem do subdelegados da freguezia
do Recife, Floriana M.ra da ConceicSo,
por offonsas a moral publica ; e Antouio
Vctor da Silva, por embriaguez e como
vagabundo. ]
A' ordemi do subdelegado do 1. dis
tricto di S. Jos, Joaquim Jos Leopoldo,
conhecido por Joaquim da Romana, por
se achar ineurso no art. 3)3 do cdigo
penal, a mnha dispescio.
A' ordem do subdelegado do districto
da Torre, Theodoro Jos dos Santos, por
embriaguez e disturbios.
A' ordem do subdelegado do 31 dis-
trictricto do P050 da Panella, Jo3o Fran
csco dea Santos, como gatuno,
O gatuno Severo Manoe! de Barros,
penetrou antehontero a tarde, por meio de
arrombamento, em urna pequea casa de
pilha no logar denominado Sitio do Esco
bar do l- districto de Afogad'.s, onde
reside Joao Rodrigues de Souza e sabtra-
hio um trancelim cor& medalhSo de ouro
e a quaotia de 224 300 em moeda de
prata e papel, sendo, porem, perseguido
pelo clamor publico, foi preso no logar
Im'oiribeira o recoihido a Casa de De
tencSo.
Foram appr hendidos e entregues a
aeu dono o dinheiro e objectos siibtra
hidos.
Contra o deloquente procede se na for-
ma da le.
O individuo de nonie Joaquim Jcs
Leopoldo, conhecido por Joaquim da Ro-
mana, de quem acitDA trato, foi capturado
hontem pelo subdelegado do 1. districto
de S. Jos em virtude de ordem do Dr.
delegado do 1. districto da capital.
Em data de 25 do correte dirigi-
me o delegado do municipio de Quip&p
o officio abaixo Bobre os factos ultimamea
tes occorrido no povoado de Barra de
Jangada :
< Delegacia de Polica do municipio de
Quipap, 25 de Julho de 1892.
CidadSo.Hoje vi-me obrigado a v;r
at a Barra da Jangada, onde me acho
em vista dar aterradoras noticias a mim
diri idas. Trouxe 18 pracas e encontrei
40 homeoB da usina 13 de Maio promptos
entrar em lucia, 20 armados de espin-
ardas e fajjas por partlte um subdele-
gado que ao mesmo tempo juiz de dis
tricto e diversas pessoas do povo pedindo
garantas para suas lavouras e propieda-
des no terreno pertencente ao patrimonio.
Abstendo me de envolver-me em
questSea de trras, por nada ter a ver
com isao, limitci-me a desarmar os ho
mens e a diapersal os, o que consegu ;
temendo, porm, logo que d'aqni me re-
tire, grave conflicto, o que cortamente se
dar, pois os nimos estilo exaltadissimes
e a populacho moradora nos terranos do
patrimonio est disposta a reagir contra
o Dr. Pires de Lyra.
t E 01 pregue i os e aforaos ao meu al-
cance e tos, melhor Jo que en, podis
providenciar a respetto, caso assim o ful-
gueis oecessario.
Sade e fraternidade.Ao cidadSo
Dr. Benjamn Aristides Ferreira Bandei-
ra, M. D. Questor Policial.O delegado,
Austridioo Paes Barretto.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbe Lima
mu digno governador do Eetade.
O questor Benjatni Aiistfdes Ferreira
Bandeira.
Secebedorla do Estado de Fernam-
baco
dspachqs do da 26 d2 jclho
de 1892
Anna Emilia GuimarSee Coelho, Romao
Rodrigues Chaves e Vicente Francisco da
Costa.Deferido em vista da informtcSo.
Joao de Almeida Seixas.Satisfaga a
exigencia da seccSo.
Eduard Gadault.Deferido no3 termos
da informacSo do lanyador.
Manoel Fernaodes VeHozo.Indeferido
em vista da ioformacSo do chefe da 1.a
seccSo.
Manoel Roberto da Costa.N5o sendo
sufficiente a prova exhibida pelo suppli
caote oSo pode ter lugar a varbac2o re-
querida.
Domingues Gonjalves Villa Verde.
Achaodose o supplicante comprehendido
na primeira hypothese do art. 33 do re
gulameoto de 28 de Maio de 1887, diri
ja se ; o Tbesouro do Estado.
Damemam C, Alexandre Xavier da
Silva, Bernardino da Costa Maia e Anto
nio Francisco Lacerda.Informe a 1.a
weel.
Julio Rufino Velloso e Mara Carolina
Caldas.Certifiqese.
Fructuoso Hypolito Bandeira.A l.t
seccSo para os devido* effeitos.
27
Pos.Mdonio Fioza Lima.A' !. secco para oa
devido* tffeitos.
Joo Pedro do Amaral.Gertifique-se.
Joanna Leopoldina d'AssumpQo e Raymundo
Bernardo Lacisse.loforme a i.* seceo.
Domingos Soncalves Villa Verde.Informe a
i.* seceo.
EXTERIOR
EUROPA
Franca
Por decreto do Sr. Sadl (Jarnot, presidente da
re publica, foi encerrada a seeso legislativa or
diara, por causa das ferias de Julbo a Agosto.
Em sesso do da 11 da Cmara dos Depu-
tados teve lugar orna interpeiracSo ao goveroo
sobre os acontecimientos de Dahomsy.
Em seguida a diversos discursos pronuncia
dos por esta oocasiSo, a interpellaco terminou
por cma indicacSo convidando o goveroo a cal
locar as tropas de trra e mar, actualmente na
quilla regiao da frica Occidental, exclusiva-
mente debaixo das ordena de um s e nico
commandante em ebefe, de conformidade com o
decreto dt 23 de Abril oltimo, pelo qual o coro
nel Doads foi para e.-se m designado.
O ministro da Marinba, porm, re.eitou a indi
C3cio com o limde dividar as operarles dirigi-
das contra Dabomcy em doua corpo, um sob o
commando de um official pertencente marinha
e outro para as tropas de trra.
S.-ndo posta a vot03 a indicaco, den o seguin-
te resaltado :
287 deputados pronunciaran)-se a favor da in
dicago recusada pelo goverco e apenas 130 con-
tra.
Em consequeocia da derrota soff.'ida o Sr Ci-
vaignac, ministro da marinba, deu a sua dem;s
sao, c.mo j tivemos occasio de noticiar-Ibes.
No entretanto foi o coronel Dotas nomeado
commaud; nte em ebefe das forgaa ;m cperasOes
ao Dabomey.
A respeito dus operac5'3 er. va de serem ia-
niciadis", o Correso de S. Tnom d a ooticia
de que vo brevemente execu'.ar se, sendo que
ji se acham em Porto novo 3.000 senegal hs
promptoa para ese m, vo ser empregcdo< na-
vios de fundo chato, para navegar as lagis.
e a esquadra franceza e3ta funleada em frente a
Ajudj e Koionou.
AccreFC-nta a mesma folba, que a expedig)
tenciona ioternar-se a. Abom e proseguir mes-
mo no sea covil o selvagem Bebansin, re de
Dihomey, que com auxilio dos *Hemae3 vai sr
mando se tambem, co ponto de constar o sen
exerelto .- la.OOO homeos, cora grande quanti
jaJe da esDingardas de tiro rpido, algumas me-
tralbadoras e quatro pejas de ar'.ilharia.
Bebauzn um homeo -e meia iade, robusto
orte e uguerride ; e mui'o sagaz, emprega a
guerra todo o genero de astucias, corno se a
um gsnerai consummado na eciencia complexa
.de batalhar, acbando-se presentemente em evi
"deECia ; porque, levado a declarar-Be ioimigo
da Franca, faz-lne urna guerra sem tregoas.
Eis ama nota cmica desse personagem, con-
signada pelo ailudido jornal :
Entretanto, Bebafin dedica-se epistologra-
pbia. Sao curiosas as cartas que tem escripto
ao commandante Bailo?, das forfias francezas.
Tendo tido conhecimento, antes que 03 france-
ses de Porto Novo, do crdito de 3 milbes de
francos votado no parlamento francez para a
expedigo a Dabomey, escreveu a seguinte car
ta ao cummandanl Ballot :
Sei que meu irmo o rei Carcot me vem
fazer a guerra. C fico esperando a sua gente,
mas ca sabendo, commandante, que terei mu
to gosto em eu proprio vos cortar a cabeca. O*
meus cumprimentos.
A expo8iC8o universal de Pariz em 19.0
abrir-3e ha oa dia 5 de Maio e encerrar-se-ha
no dia 31 de Outubro.
O celebre anniversario da tomada da Bis-
tilha foi festejado com o brilhantismo do costa
me, na capital e em todas as cdadea de Franga;
e terminaran todos os aclos aatistetoriamente e
9'm pertu,rbsc5o aria da ordem publica.
A poptnaco concorreu .om maesa aos divert-
meatos, immensos e variados era sua forma e
cb;r.v coes.
Os bailes campestres, que se realizaram
ncite nos diversos qoarte rOes da cidade, so
particularmente registrados pala acimago e
mulud"io de povj que aos mpsmos assisa-
A Franca, civilisada e cavalheiroja, sabe
exercer a lib rdade de que goza e conquistou a
prego de seu sangue. m
A situaco dos partidos polticos da Franja
est claramente deSnida de presente.
Si a iGazetle de Franca e a Auctorit man-
tem-ee monarchistas, em que peze a L*6 XIII.
o Univer ataca-as, e ao lado do Observa
teur oceupa as tileras dos christos obediec-
tes.
Esta declarrco foi posta a limpo no ultimo
discurso do conde de Mun e na recente declara-
cao da direi a realista.
Essa declaras o, adoptada sob a presidencia
do duque de la Hchefoucaul '-Doudeauville,
eogenhofa, pois explica que como cathoiicoa
se inclinam com respeito dianle da autoridade
infallivel do Santo Padre em materia de f,
mas como cidadjs reivindicara o direito que
leern todos os poves de se pronunciar livremen-
te sobre todas as qaest6es que interessam ao
faturo e grandeza do seu paiz ; e accresccn
ta, que a Saata S, por urna necessidade poltica
que Be Ibe irapOe, tem reconhecido todos os
ovemos que se succederara em Franca desde o
principio do seculo, orno reconhece noje a re
publica, que o governo de facto, pelo meemo
litlo por que recooheceu os precedentes, mas
sera lhe poder conceder o privilegio, que nao
fez a nenbum d-.-s cutros, da sua aceitaco obn
gatoria.
E' a mesma thes que foi sustentada pelo Sr.
Emile Olivier no c lebre artigo do Fgaro*.
O grupo realista procurava ba dous mezes j
responder com um documento qualquer s en-
vy -licas do papa, mas, s nao fra o ultimo dis-
curso do Conde de Muse aos operarios catbolicos,
teria certamente continuado a observar o silen-
cio. Ainda assim, contando a direia realista
70 membros inscriptos, pretende-se que s 40
adberiram a dechraeo.
O discurso pronunciado pelo Conde de Man
em Lille produzio, oa realidade, urna extraordi-
naria icpresso. O Ilustre e vigoroso campeo
calbolico mostrou bem claramente que segua o
papa ta sea grande tvolucSo com plena acquies-
ceacia da sua^Q^elligencia e da sua rszo, mas,
comprebeBtfendotaianto custa a alguns imitar o
seu exemplo discipiroado, disse :
Colocado pe. miaba idade entre es homens
de honrao e os de amanb, eu sei bem todas as
difficuldades e penas qu fazera pesar sobre el
lesos tempos de transi :co, e sinto, como diz
Melchior de Vogu no seu Testamento de Silva
us que as vezes difficil tomar partido entre
orna mttade da sua alma bel ao passado e a ou-
tra melade inclinada ao futuro.
Eu compre! ido o que isso custa, e melbor
do que ninguem sinto que somma precian de-
mandar de taes sacrificios, ao passo que oa sin
to, que os vejo necessarios, e que elles me pa*
recem impostos pela evidencia das eituacoes,
necessidade das circurastan^ia;, o interesse da
causa, nao menos do que pela, obediencia.
Por mim, soldado do cxd-cito calbolico, faco
o que julgo ser o meu dever. >
E es e dever, o .nlhao'.e e convincente ora-
dor define o nestes termos eloqueates:
O que vem, pois, a ser a eneyelica sobre a
condiQo dos operarios; o que 3&o as peregrina
cOes; o que significan) os ltimos actos pooiiti-
caes, seno o grandioso desenvotvimenlo do
mesmo pensameato, e o potente esforen do che
fe da igreja para romper com as peas sociaes
econmicas e polticas, que os hbitos ou os cal -
culos interesseiros dos bomens tinbam levanta
do em vclta della, e para entrar em communica-
co directa cora o povo, que vem a ser atravs
dos tempos a grande potencia temporal da nossa
idade?
Nao ser o papa quem diz ao povo : Qu ze-
ram separarte de mim, e para isso di3seram te
que s seras poderosi e livre qcando abando-
nasses a antiga f que te "protejea contra o do
minio dos fortes e dos poderoso 11... Disseram-
te que a igreja 6 a tua se:ular inimiga, e que
ella est irremediavelmente ligada .: ormas d)
passado. aos arreendimentos esteris e s ve
Ibas convencOes ? Eogaoaram-te, mas eis
me aqai, eu, o so -ce.-.-or dos apostlos, o vivo
representante daquelle que abencoou os pobres
do alto da mantanba, que enslnou aos bomens a
fraternidade e a igual tade d03 tiihus de D us
eis me aqu, porque nada me liga, nuda rae
prende : estende-te os brar,o?, tal como tu s.
com as toas fraquezas, descaminhos, erros;
vem I ? Eu s posso dar-te o que procuras,
justica e paz I ?
Meus senbores, nao creio que se ten ha asis
lido a um espectculo mais conmovedor, depois
dos timpos em que a igreja acjlneu os barbaros
em face de imperio romana iszotado...
Houve qcem se admirasse e quem protes-
tasse : a oligarchia enfureceu-re queren-lo im-
pedir e;ta approxtmaco imp'evista. Colera*
de Pygmeus Pensara porvestura que a igreja
parar na sua obra do vigsimo scalo ? O
mundo est de p. como dizia Lordaire, e os
que se julgam ainda sentados, senlem j que a
vaga Ibes molna o? pos. O mundo esta de p i-
caminba para os seus novos destinos. Acaso a
Igrej, que tem as promessas teiernas, vai dei
xal-o passar em avaocar para elle, e sem Be
colloear sua frente ? Foi urna leucura de
quem o imagiai-u?
Qu3ndo se contemple a poltica dr> taes altu-
ras, as preoccapaces de detalhes e as difficul
dades eleUoraes parecem Dem pequeas.
E o conde de Mun fal-o sentir b3i na3 suas
ultimas palavras :
Trata se de urna obra de ou'ra importancia
e valor, e ao povo que precisa fazer eompre-
nendel o : Qu a democracia nao se illuda mais ;
ella^ o seu futuro que est em jopo. Ella
est no po-no decisivo da sua marcha ascenden
te, ebegou para ella a hora de para* um momen-
to, para reflect'.r nes seus destinos e escclber o
seu caminbo.
O jornal parisier.ie L'Bclair- sustenta que
oSr. Cu Ra'kwilz foi retirado da etabaixada ;tl
tema em Constantinopla por ser creatura do prin-
cipe de Bismar-lc.
Algun3 orgos da imprensa nao receberam
com applausosa absolvic de Mme. Raymond.
O marquez de Mo s, que ha das matou
em duello, em Pariz, o capitn Mayer, e que por
isso eslava preso para averiguares, fcl posto em
liberddde torca-feira p3S3ada. .
Alguna joraaes noticiaram qu o marqusz ?rl
solt com flanea ; a verdade, porm, qae as au-
toridades Ibe pediram simplestnente que se coa-
servarse disposico da justa-.
No dia 18 do corrente sena, em Versaills,
a ultima recepec, que a Sra. roadessa d'Eu, 11
princeza imperial do Rrazil, dava s pessoas de
suas relages.
Sa alteza tioba de seguir para Wiesbadon e
Aix les-Bains.
Urna inforcajo da Agencia Havaa diz le-
rem corrido differentes ver. s areipeito d'um
iocidente occorrido em Leipzig, e no qual consta
baver-se envolvido o Sr. Jacquot, cnsul geral
da Repblica franceza n'aquella cidade ; o minis-
tro dos negocios estrangeiros, porm. para apre-
ciar o alcance dos factos anounciados, aguarda
o relatorlo qae foi pedido cem urgencia ao em
baixador em Berlina, o Sr. Herbette.
Nos circuios polticos diz se que o incidente
foi motivado pelo Sr. Jacqnot n'oma discusso
poltica, em lugar publico, na qual parece terem
se trocado expre;ses vehementes.
NSo se liga importancia ao incidente.
A verso dada era Berln) sobre esse incidente,
accenta que no da 6, s 4 horas da madrugada
-.ravaram-se de razies n'um caf o Sr. Jacqaot $
outros freguezes acudi a polica, e, como o
Sr. Jacquot a insultasss;, segundo ella diz, le
vou-o a presenca do inspector, que o raaodoa
logo em paz.
Sobre o pavoroso desastre produzido pela
avalanche de Saint Gems, sabe-se que j esli
recolhidos 73 cadveres, horrivelmente mutila-
dos.
O rio Arve transbordou em grande parte
do seu percorso, na Saboia, inundan Jo as po-
voacoes ribeirinbas.
Muitas casas caram debato d'agua, e bouve
perdas de vida, cojo numero nao ainda cenne-
cido.
Foram tomadas na capital e na3 principae
cidades de Franca as maiores precaues para
impedir a invaso do cholera asiatiaco, que fas
actualmente estragos consideraveis as costas
da Syria e na regio do Caueaso; tanto mais
que casos suspeitos acabara de apparecer oa
Franga e en diversos pontos da Europa, e vao
sendo n>produzidos.
A municipalidade de Pars votou o crdito de
1.500 000 francos para con9truir-se em Mont-
martre um hospital demadeira destinado ao tra-
tamento de epidmicos.
Todos os enfermos de cholera tm sido conve-
nientemente islados.
J houve alguna bitos; porm as autorida-
des sanitarias occuliam este facto.
Aggravon-se o estado. do venerando Pasr
teur, que apresentara algumas melhoras, e as-
si continua melindroso.
O governader geral do Indo China telegra-
phou de Hanoi, dizendo que um comboio con)
destn i a Lang Son tinba cabido n'uma embos-
cada cbineza perto de Bac L, e que. Acarara
mor;os o commandante de infantaria de mari-
nha, Bonneau, o capitao de sr ilbaria de mari-
nba Cbarpentier, e mais 10 bomens e feridos 17.
Tanto os morios como os feridos foram leva-
dos para Cae L com o comboio.
tatla
Iaaugurou se no dia 11 deste mez em Genova
a exposic&o talo-americana.
Sua Santidade o papa Leo XIII mostroo-
se desgostoso com a atti ude da imprensa cleri-
ca da Allemaoha, que tambem declarou-se fa-
vo rav el a Italia, em prove to da trplice al-
lianca.
No consistorio que devera celebrarse a 11
do corrente. o papa preconisar o bispo titular
da Smos monsenhor Tonti, antigo auditor da
nunciatura de Lisboa, e futuro nuncio em Vene-
zuela ; arcebispo de Toledo o cardeal Monescil-
lo ; bispo de Ancud o vigarlo geral de Sao iago
do Chile ; e bispo de Colima o conego Silva da
s de Guadalajara, no Mxico.
Parece resolvida a visita do principe de
aples, Vctor Manuel, a Hespanba e Portugal.
Vctor Manuel o herdeiro da cora italiana e
conta actualmente 3 annos de idade.
A a orle do'ardeal Battaglioi, arcebispo
de Bologne e candidato official da triplico allian-
ca para a successo de L o XIII, vae causa?
embaracos.
E' agora o cardeal Parocchi, o actual vigario
geral de soberano pontfice, qae parece dever
reunir, para o prximo conclave, a unanimida-
de dos sufragios dos seus eminentes coHegas.
O ca*deal Paroccbi o mais notavel dos mem-
bros do Sagrado Collegioe o qae ao mesmo tem-
po, diz o Fgaro, saberia manier o papado na
situaclo que elle tem s.bido levar, tanto sob o
pento de vista religioso, como sob o ponto de
vista poltico.
O -ardeal Paroccbi nao ser o Papa eleito pela
Italia, mas a Franga s teria que regozijar se
com a sua elevaco cadsira de S. Pedro, por-
que se mostrou sempre amigo daquelle paiz, e
segu com um vigilante oibar os acontecimentoa
que se succedem em Franca.
O governo inglez prometteu ao Vaticano
castigar os u'trages misso catholica de
Uguanda.
Em Roma a temperatura elevou-se brusca-
mente, e ahi, nesta quadra, em todos os pontos
ae soffro cm pouco de calor, mas sobretudo no
Vaticano.
Esta regio passa, com bous fundamentos',
por nio ser das mais salubres, por causa do
Yntanos que se encontrara no sop do Monte
Mario ; e foi por este motivo que os Papas man-
daram construir o palacio d: Quirinal aum do?
pontos culminantes da cidade.
Mas. o Quirinal serve hoje de residencia aos
reis da Iialia, e os Soberanos Pontfices j nao
teem, como outr'ora o recurso de ir em villegia-
tura para os Costelli r man na poca do calor
intenso.
A' falta de melhor, Leu > XIII pssa quasi todo
) seu dia no Casino de Po Iv"; at d audiencia
no jardim-o que mais agradavel para loia a
g.raie; e as vezes pa?3eia sosinho na parte mais
assombreada, onde uandou construir uro peque-
no kiosque.
E" abi que Sua Santidade se entrega medi-
taco e oraco ; e para esse lugar de vez era
quando chama moCienhor Angeli, seu Bel se-
cretario, a quem nestes ltimos das tem ditado
os mais importantes periodos ca esplendida En-
cyclicj que brevemente apparecer, por occasio
do centenario .te Cbrystovam Cotombo.
Neste decumeuto de real V3lor iiterario Leo-
XII reivendica alto e b;m som, com rerpeito
descoberla da America, a parte que nella tem a
igreja. azendo sobresahir con firmeza de tra-
eos os d-cretos da Providencia.
E' escu ado diz^r que o papa faz p'ena jus'.iea
a CtrystovSo Col bo; mas nao falla m sua'
beaf casiSo, como alguns y. rnaes pretendem.
O ousudo navegador era um homem relig o^o,
mal D^ LQJ santo.
O Valica: o toma parte cfficitlmente 05 Expo-
sicao ce Chicago ; enva bellos mosaicos sabidos
das ce'ebres officinas poatifi ias onde forara
e>ecotadas as admiraveis reproiUe das ob.a
primas de Rapbael e d'outros mastres italianos.
Para acompaobar esta remessa, o papa man-
dn tambem reproduzir, era photopypia, todos
os documentos historeos relat vos a C^lombo
que existemno Vaticano, entre outros as -artas
de Alex: idre VI ao famoso navegador e a corte
de Hespanba.
Sentiram-seem Poma no lia 10 sete con-
vulses subterrneas.
~ O E'na, o celebre vuco da Cicilh, entroa
cm erupco.
A grande quantidade de 1 vas que voraila ac-
tualir.eute faz-crer qae o pbenomeno tomar gran-
de desenvolvimento. o que occaaioaar prejoizos
consideraveis.
No da 14 o mcviraenlo tinha asaumido gran-
de ntensidade, e torrentes de lava erara cons-
tantemente vomitadas con viuleocia pela crte-
ra principal.
Algumas cra'er.s, que se formaram por ecca-
sio da desastrada eropcSo de 1830, abriram-se
de novo e eacapavam por ahi com abundancia,
devastando os campos circumvisi bos e des-
ruindo casas, vinba3 e diversas planUjCes que
e achin na base do vulco.
As lavas no raferido dia j tiubam alcanjado
X cosi e Belpasso, destraiodo as toalmenle, e
deianCo 1. 000 pessoas reduzidas n seria.
Em activldade por t8 crteras, as temeroeaa
erupcOes formara gandes ctrrentes de iava,
que virgaram muitos kilmetro de distancia do
ulco atravetsando Monlelepre, Rovolo, e Elli-
tico e tomaram no ca 16 a direcco dt Lingln-
se, Radazzo, Alcntara, Malvagra, Randagosse
Mistbianco e Biancarrela.
1







*> i..... i" i ~.


Diario de Pertiambuco Qnirtn-i a 28 de Jutho de 1892
**
Km todo o sen percurso, ae lavas v&o causas
4o os maiores estras.
Mencionara se espeatalmeote m diircs tci-
ma occorridos eos *fclp*o a .coio.* onw
confirma se qtae qoaaMoaatea catas toratn tur
cendiadas e uo existe Ma das JotoOJ.B
quintas que *legraaai.-aqaiBl3t 'ocall<*""*-
Diversas commi8:iaa sManliftoas i natal 1 rata
observatorios e e3tudam a b'momeno...
A DDpulacao, relataaama.it' caaaii-'ravui que
haba 03 arredores, est coaateroada q a tesW
mnnham a reprodacto-doeaesast es da erupgo
de 1830 seodo victim s desaa reproducao.
Circuios mi office*, corre qae estao de-
cididas quarcmena de rigor pira as proceden-
cias do Egy o. Russia e India. Consta igual-
me .'e que ig<_al medi a Tai sor tomada na fron
te ra fancez .
, As futuras geragts, coma sos, vir&o oeste loga:
'arad* pelo crpo do immoi'tui'vtiruzOei o, ron
tunar o cuito, cvico, boje ioau**udo. e 1
m-'lhnr Jo oque is c,nteinaor,u.eaa,8arie
erar a preo rt ;iqoiu qae. inu tr.insmIM
moa.
O feratwrfoi ro! cadartan'ro Mi,o t-i
INTERIOR
SUL DO BRAZIL
p,:; ,. .qu>;ie nacional Maana recebemos
honti- a ultima ha* a, jornaes e cartas das quae.s
extrt am s u seguales noticias :
1; lado do Biutiraule do Sal
Temos Mb*s al 14 do correte.
Fo 'ibl"-ado o segointe decreto convocando
a As :' bla lo Estado para reunirse extraor
dinurii'mec'e nc dia 14:
Considerando qae a Assembl dos represen
tanles cm virtode das occurrencias de Navembr
do aun o paseado que anarcbisara-a tod s os ser
vgcs pblicos, foi toreada a inierromper os seus
trabalh^s.
Co: stotrando que, restablecido o regimem
legal dL Constitaicao de 14 de Julb de maxi
ma necv ssi ade o tancciuuament) regular de to
dos os neos apparelhos :
ConsHerand. que, no dominio deum governo
constitucional, a confecgao da lei orgamentaria
impOr-.-.. com o mais ueceseario e urgente de to
dos os servicos; .
Consi >rando que nao linto ao geverno re
publ cao constituido pela reposigo gloriosa da
legal da le constitu' iooal, espadar por inaie tem-
00 a normalisaglo dos servicos orgamentarijs d
EsU o com a especiBcafiij das Bas rendas e
nsperas :
O vico presidente do Eslalo, >'xerc:>cdo a at
tribuico toe Ihe confere o arl. SO o da Cons-
tituivao .clitica do Rio G-icde do Sul, convo.a
3 As> rab'.i dos Representantes para reunir se
extrao diar ament em 14 do mes corrente, ahm
de elaborar e votar o orcameoto das realas e
tftapfi-s Jo Estado e exercer as demaisattriboi-
coVt isttuciunaes que Ihe competem.
Patocte dotzovemo em Porto Abgre, 5 de Jo
lho de 1892Victorino Monteiro.
Capital Federal
Datas al 22 Je Julho.
L mos no Jornal do Commercio do da U
de Juico: ... >
Reala -u e hon'.em a trastadago do orpo
do toeral Osoi-o, da Igreja da Cruz dos Milita
res pa-a a rrypia Jo monumento praga Qunzc
eN. mbro.
A' Bol m-.idade coropare:eram oSr. ViCe-Pre
lideiit i Ja R p-ibtca com o seu rstado-makr o
min?*vio, aju^a-itegeneral lo exercitn, offi
ciaes gi-n- ra^s, superio es e subalternos d" mar
e trra comniaadi-.ile superior da Guarda Na*'.to-
nal ebefe da corpo de saade e commandanie de
bri-Ja d* m3ma com o seu estado-maicr,
comir, sao do S naJo, Presidente e commicsai
da Cama-a des Dictados, Pr stente e mem-
brc3 da lotead ncia Municipal, a mesa adminis-
tra:! va e gran le numero de irmos da Crux do?
MUi'-''*, Preeilentes ae Bancos, capitalistas,
negociantes e ioJusfiaee nacionaes e estrangei-
ros, rep'csenunles Je todas as classes 301 iae? e
da inprensa-
Eateve tambem prest n'e o Sr. Dr. rereando
Luiz ^sorio. tilbo do idaetre ttnado.
Depois da ebegada do Sr Vice Presideut" da
Repne'K, qu foi i.nbiJo a port-. pela com
ro^c exeu'.iva do monumento, o Monseuaor
rea e L. aa, capello da irmandade, celebrou
misfa. ... .... ,
Fin Je a ceremonia religiosa foi refrado o f-
retro itM -stava collocado sobre urna eca no
centro da (reja, para ser conduzdo para a c yp-
tadomonumeiito
Cinco marinbeiros nacionaes e cinco sclda'o?
da lirib eveeaia* ai rondciiraru o fere o, se
goranio o corro qo^'P ntu-o do 1 eaono
Srs. Vica rtauat da Repoblica ; contra!
mirante Cus'odio de M j ; ge e- I Beara ; Or.
Bern:ir ino de CitiM'J-'. ^resittento. da Carnea
dos Dc.u ;.-1os ; Di anta Rib-ro pre-iJ-n_e
da InieuJtncia ; seoeJor Ramiro Barcello*, do
G-ai.de do Sul ; e Caiuiuo Ciff., presi
aeU-) ^uar-i .ijK.rtt imtiu > i*
JtiO _
dtate da commissao do monaunjoi 1.
O fretro pafOO pela frente das forga, qa
eeteram formadas da igreja praca Qumia ue
No-^iro, e por entre compacta muiudao, que
enchiva roa e o largo do Pajo.
Alcnegar ao lccil em qu-- est o monumento,
o 2 .''cetario da commi^o, Sr. Joao Gonjal
ves Vianna, leu o segointe auto do entrra-
me: t ;o ca taver dj general Manuel Luiz Oso-
rio marauea ^0 Herval :
Ao 2 diis do mez de Juluo, era cbnsta de
189 e i ua Repblica dos Estados m ios do
Brasil presen'.*! os Srs. Marechal Flonano Pei
xoto, Vic -Pre-idente da Hepublica, e. Ministros
contia lmiran e Cnstodie Jos de M-llo, gem-r*l
de brigada Francisco Antonio de Mou-a, tenen-
te-coronel lanocencio Serzedellc C-jr a, Drs.
Fran isco de Paula Rwrigoes Alves e Fernando
Lobo Leite Pereira, o Dr. Fernando Luiz Osono,
membroa da commissao do monumento : Can-
dido Gi-uVe. presidente; Eduardo P. Guinlc,
! = retarlo : Joao Evaogilifla Viai.na, S>dito;
Mauocl Vicente Lisuoa.. tbesoureiro ; capitao de
mar e guerra Frederico Guilherme Lirena, c-
ronei Jo estado maior :e 1 classe B.biano 8.
M- Ja Fcnioora Cosulat, Maniwl J. Ferreira Du
tra e Antonio da Silva Lisooa, commissao do Se-
nado prrsiJente e membro da Intendencia Mu
nicipal. mai? pessoas gradase representan e3 da
impreDS-', foi traosladado da igreja a Santa
Cruz dos Milriawa o corpo embalsam?Jo do ma
reclial no exercilo Man. el Luiz Osono Mrquez
do H t val, nascido na regueiia de Nossa Se-
nbora da Conceicao do Arroio, na ex provincia,
hoieEftdodc Rio Grande do Sul, em 10 de
L'aio Jt 1808 e falle ido em 4 de Oulubro de
3879 testa Capital do Rio de Janeiro e traslada
do para a c yq'a do monumento que, por snb3
cripeo publica, est fuudado na prac Qui ze
de Novtmbro para perpetuar os gloriosos fetos
Bdlitaret e relevautes servicos i patria desle me
mor: ve! brazileiro.
E cu jo5o Evangelista Vianna 2* excretarte, o
escrevi c assignei.
As-:gmir ni este auto as pessoas ncima meo
donadas, o cun'ra almirante Caraeiro da Rocba,
o general Carlos JusiniaDo da Roba, o coroLel
Anunio C: ciro da Rocba, o representante do
Jornal do Commercio e algumas pessoas
tUit- .
A jv-nna com que foi asslgoado o termo foi
peta ccromlstao gentilmente oflerecida ao Jor-
nal do Commercio.
O termo eslava lavrado em Bnissimo perami-
nh" do sido doseohado pelo distincto p.-nf.
sor'Ptnque Beraardelli um estandarte como
meio corpo do legendario general e a figura !a
Victoria, a coroa d marqaez e embaixo um leo,
ivmbclo da torca.
O Si. Candido G.ffret', presidente da commis-
sio -xccativa do monumento, depois da leitura
de termo pelo 2." secretario, pronunciou o .- -
tu'D discurso;
. Dt'tusitamoa nesta cripta os restos mon s
dober?, cuja gloria transpo as fronteiraa da
Patria e desaria a voracidade do lempo.
Nem o granito, nem o bronze dese mona
iren'o podero resistir memoria do vencedor
de 24 Maiovgusnlada pala tradijo e consa .
erada pe'> historia.
A b''manidade lbe deve a libertacao de um
novo opprimido ; a America a queda do dictador,
cuja rrueldade a assombrava. e o Brasil a defesa
de sua inlegridade.
O Paraguay redimido, a America desaffro(.ta
da e o Brazil unido, prestaram seiipre ao gene-
ral Osorio, Mrquez do B>rval, sincertTculto de
admirac&o c reconbecimento.
Por tao santa causa, elle derramou o seu san-
gue, juntando assim 4 viilude o sacrificio.
Os 1 abalos da guerra nao o escusaram dos
da paz. morrea do servico do Esudo.
Por seu valor, lealdade e patriotismo, sobre
todaa as grandezas, que rhe eram devidas alcan-
rou a de incorporar i historia nacional os sena
jeitos gloriosos.
Os seclos, longe de desbotar o sen nome, lbe
darao mais brilbo e vigor.
lu dd.aar
cursotdo ana mu:, m laaw.
Jo diai Noac.a'dadtscdst-koa'-iio a ...lai
na aartou.
Depois do discurso do a edcnte di commis
sao o Sr. MucioTeix ira pronuacioa umi alio
cuco e r.citou urna poesio.
A torga que prestou a3 li>>, .1 fnebres 3 ib o
commaiJo do general Fr;derico Saln de Sam
paio Ribeiro, por ler adoeciJo o general Joto
Manoel de Lima e Silva qae eslava designado.
Compnoba-je Jo 1.* re^iaiento de c\t i ,
J. le atlilharia, Collegio Miliar I 2' ti' Lu
talhO^s de inf-ut.na.
To.la a forcinachou Isjs em C; i'.iiieccia
em volta a praja Q-. te ds NovaBbrj, locaolo
marebas fuoearse
Em urna palila, airas Jo le-tro, eram 2 >Q
duzidas muias grinal las e outros emblemas qno
foramterecidos por o:casio do enterro e Jas
exequ.as do bravo soldado rio grandense.
A ceremonia, que comeco 6a 11 oras, ac
b,u 1/2 b'ra depois do meio dia.
Dentro Je aliium toane, o monumeoto trgui lo
1 a praja Qu uto de Njvcmbro, ail.star a gra-
ino dos brazileiros ao bera qu; untos o tao
-sigo.liados servicos prestou patria.
Ealudu da B Inu
D .t. s at' 18 Uo corrente.
Do PeqnHio Jarn^l de 18 o calcule ex-
trabtmos as noticias infra acerca d > boitos
propalados nesse estado da deposi^ao do gover-
nartor Dr. Rodrigues Liin.. :
Cmara d.'s Depatados
O illuat e deputadoZ >ti ; p-olesta contra a p -
luicagem que tuimigo do governo ja comecara
a fuer, assim que o telegramma publicado :o
Paz, progujstiCdudo urna revoluco na Ba
ma orna ioexactidaoa que atTibue a ptrversi
dade dos inimig de que fallou.
Nao 8' be que intuitos teem os que propalatn
a iiep...-iga.j do govemador, Dr. Rodrigues Lima.
E' verdude que leu cartas dirigidas a collegas
seos em que se affiritava qne S. S. de accordo
com o marechal Flonano Peixual u-ntava a de
jK'S'Qio do governador da Babia.
Conbecc o carcter dopovo de sua terra e do?
representantes do partido nacional e affifiuaque
se a Babia 9zer urna tevolucio sera para lioer-
tar se da commaodita Je exploradores qae a
deviam ter morada em Fernando d Norman.
O Sr. Ziu: rafare-sa ao teleg-arom de depo
(^gao, bontem publicado em urna folba aesu ca-
pital, telegramma qu>. lbe cau;ou a ma or sur
prosa.
Soube depois que a seu estado leem chgado
ra'Usem qne se diz que o S\ marecbalF/onaoo
Peixo'.o de accordo com o orador, prepara all
orna revoiut&o, no sentido de depd: o Sr. Rodri-
gues Lima, governador.
Cuotesla se (.atoante verti, e pas^a a fazer
ftigeiro hisorico da poltica de seu est-'Jo, inos
tranJo os tramas qn- all esiao fazeudooi inte
resstd08 ni depj8!o daqaeile governador.
Profliga a perversidade d qoem expede taes
telrg ammas, um manejo de politicagem, qu'
serve para comp omelter a repblica.
Na- o o-aJor, nem os saos amigos teem inte
resse em tal depoic8o; o qae qaerem que a
frente da Babia esteja um g">. roo que moralidade administrativa e poltica. Nao fazem
questo de personalidades.
ConcluinJo, diz que, se alguoi dia a Babia tt-
ver de revoltar-se nao 3er contra o governador,
m s contra uns la tos mercado e ladrn de
votos.
Laienla -que o seu.estajo contiou; mnegu
aos> que. jem merecidamente poderiam habitar
p esidio Je FernmJo de Nirooba.
felegrammas.Babia, 11. -Cjrrem baa
tos deque se prepara a deposica do governi-
dor Rodrigues Lima.
Diz si- iftualmepie que os Chetos do partido
nacional m conferenciado com o commandan
te do districto militar relaliv.mcnto aoassump-
to.
O Dr. Rodrigue Lima, ltimamente eleo
para aquello elevado cargo, e o partido federa
its'.a qoe 8. Exc. representa preparam se para
a resistencia.
A goarda do pal :cio do governo de3de anle-
b)ot"m foi r toreada.
Chamaram se a esta capital tolos os destaca-
ra"ntiw policiaca qae se acbam no interior.
Bihi, f3.E'exacto que correram e aioda
correm talo de qoe o governador do estado
ser d*'posto.
A respeiio, membr03 influentes do partido na
roal teem conferenciado com o chef: do dis-
tricto militar.
T'id sido chamados capital diversos deata
ornen toa poltciaes de interior.
Co::sta:
que o ch'fe do partido nacional dissera que a
verdadeira bernarda nao se bavia ainda reali-
sado, aliando de 24 de Navembro.
que o comm?edantH do corpo policial dissera
que, caso bouvess beraarda a torga no sa
bi'ia Jo quartel.
qoe a guarnicSo do palacio do governador to:
retorcada com maior numera de soldados.
que os membros do partido federalista apezar
dos boatos que cerrem, se considerara fortes.
Corren boje que o governador a o chefe mili-
tar do districto haviam recebdo telegramma do
governo federal con3ebando attitude enrgica
no sentido de evitar e reprim' occurrencias que
po'ventura viessem perturbar a ordem publica.
Taes boatos ouvimos de pessoa3 insuspeitns.
Por muito que mereca a palavra de qoem le
vanteu na cmara contestaco aonosso telegram-
ma. enfrtnioa tal coolestacSo com esta verda-
de notoria e incontc-s'avel.
Correram e ainda correm aes boatos.
Mesmo com referencia ao Dia:io Officia! f!
qae O Paiz convencidoc diseos affrontan-
do contestagOesque a sea correspondente nSo
politco.
E' pessja independeote porque vive do seu
modes'.o trabalho e faz o tervigo telegrapbico
pelo que v. pelo que sabe de pessois concei-
tcadas e ainda pelo qde l 6-G tolhas de ncmea
a .
S. Jos de P.:ahyni dxauJj- s dv5SjUJa..4i
pHup'^iua viuva, co o tiibos. dos qu 1. o anta1
llaaj.veiiio :iii:f*n v ap id de compila.- trezataa-
aa nos.
E-'' :;o :tcim 'i'. 1
rio catidaaalpai
A 1 > d 1
dcpa'n iru. pro Jai-
.aiot'. fauil a a-a abalo
aaaa^Bsn>c s, 1 ilawa do
1 m4i '. BMnjaaiiB
iii aamcriaoceraMBl qae baB' le coa
, sil a louau-a. O prop So Bin^m, '>
s, "correoatirar-se aomnbeirSo, sendo salvo
por.urna eserava da fazeoda.
M13 'q o xtasi do soff-i asato per:iura par
nos consolar eain o seu ealevo menos cruel que
ceras realidades, e ao adolesccate BeujatnianS)
Urdoa em se representa" a triste realidale ur-
gente e fria de sua 3ituac5o : mi enf-rmj.qua-
tro irmaoi sb sua responsab'.liide d<> mais ve
II10 e, por toda beranca p 'Cuniaria de seu pai o
m*io 8-ildo de 17*9l meosae.-.
Nao fal'.aram felizaiente, .lt-una so-.-orroi de
ilmas brnaijas, o em Asroia de-1850, a hava-
sc-lbe d familia de mudanca, no Rio de Janeiro,
a lu tar pela vida gracas ao qae ainJa poda
&ua mt com o producto de algum (raba;bo, ac
crescer heraca do meio sold.
Be jimio por seu lado imaginan fazer carrei
ra polos egiuda segundo o gOsto que lbe incu
tira o exempto paterno nos labores diiaciicos.
E quiz alcancar para is-o auxilios, recorrendo
por oatel-08 a um antigo coohecldo de sen pai,
qa mil proiii s. Uzera sua familia.
O hon-ado hornera conrearon se liante do
pedido, pensou e aconsc-lhau-o a s goir um olfi
co- Fosse servente de pedreiro... can pauco
poda dar um bom offic. 1-
Benjimln reliroa-.-e calado, mas feri ^o no sen
amor proprio ; e, mais tarde, feito militar e pro
movido a aiferos, apre3jntou ie fardado a eso
canceitnoso protector possivel, recusando Ihe o
comprimento e dfiendo qu; o ^roenrava para
provar Ihe qoe tinba aptiJao para ser mais al
: urna cousa do que official de pedreiro : era
um officiai do exercito do seu paiz.
NVste incidente miaimo de sua vida, de n-
rolla com o preconceilo do menosprego pelo mo
desto trabalho, j 1 se de.xa entrever bem a alma
de reaceo e altivas violencias de que era dota-
do ; e como que un postigo de vaticinios s. Ihe
poJe abrir d'abi para o futuro.
Alias, j dra copia de si, em revol'-a contra a
fitalidade, com a tentativa de suicidio aos treze
annos.
Mais larde, como quando tiumpbava em suas
divisas obscuras de alferes, elle anda urna vez,
em desfora de agerav s menos pessoats, bavia
de erguer-se liante de algoem a raosirar quanio
polla ; ento douraodo-iae es punbos o galOes
de tenentecvrooel.
E o Esboco biographico* nos vai dando abuo-
(l-r l-menf as notas do seu carcter, qoe se af
firma sempre, sem um desmentido, com o pro
gre,-so da idaJe.
Frustalo em sua tentativa na carreira dos tra
baibis ntellectuaes, uao aesammou o jo ve 1 fia
mnense.
Kecorren ao apoio de outroa anigos e a fami-
lia Atviraie Pinto, por intermedio de um doe
seus memb'os. tel o admittir as aulas muidas
ptlos fi..eg benedicliaos
Ah e no coegio Coruja cooseguio elle as ba-
bilita^Oes com que se matriculou na Escola Mul-
tar.
Como simples alo nao
sem se destinar ao Bervlco
pinta -.icont-ar na medida
o pao Jo eosin >.
Mais algoma cousa pedia purera a urgencia de
suas necessidaJes.
Por acota pobresa do seu lar, elle qae fai
primero esioJaot- desea categora, tratou dc-
alis.ar-se ealre es alumnos m.litares os qnt-
venciam logo g-adualmente sold de 2el.'
sargento at a gr.idoaca de alfe-es, e assentou
pracu de 1 regiment le cavallaria no dii 1
de A'vl de 1852.
Assim a contra goslo, stne''e coagido pela fal-
ta >' recursos, violentando suas nattraes ten-
dencias adoptou a proti3so das ?rma-. Mas 30U
be mao'.er dignamente, compre dizel o logo,
cooereac'a inteira de non tl sa'.riflcio. Q-iaoio.
era hora de angustia para a patria, se la-- recia
maram os servijos, des-'xpetihou se com imper-
turbavcl deBodo das arriscadas fuocces milita-
tes que ttie coobemm como soldado scieolisls.
Em flis de 1851, ompletava elle o sU n:i-
raei^o anno de cur o. Em Nov -mbro de 1854,
completiva o segundo.'Em D z.uiDro de 1835, o
lerceiro. Nos dona annos seguintes. estuJa e
p-es exarxes da- feraleiras miterjas pr'ffa'a-
torias pa^a o ens:no militar superior Para a.
Usar estes e-tudos, matricula se em Marco da
1858 aa Escola de ApplicaoSo do BXereito, da
qual de-liga lo em Janeiro de 1859, pira coat
ouvr a estudar na Escola Centra!.
Nao boave ir.odentes ve.-dadeiiament nota
veis n'etee periodo de sua vida.
(Continua).
estrangiro isto .
das armas, lle iilli
das suas aspirac\-
SCIENGIAS E ARTES
LITTERATUBA
Episodio
(EFE ESSE)
De urna vi-z um yanke um murciano
Ccuversavam acerca t'e progresos,
E cada um levando por excessos
Sua patria querida. O americano
Rosna grosso a respeito do elect'ismo,
De Edison leva as nuvens o engenho...
O beepanhol, porm, todo gamenbo
Tempera a goela e fala com cynismo :
Vou contar-Ihe urna historia meu seahor
De urna vez em H sparibi um conductor
Cbefe-de trem leva.tta a mo, que horror,
A' m cbefe-de est^gol e n ste instante
Paite o trem e p r'io com tal furor
Que toma a bofetada o J'outra adeante.
Estado blographlco de Benja-
mn l'oustant por Teixeira
Hendc'8
(Do Jornal do Commercio)
(Conlinuasao)
De Macac, passou-se a tamilia de Benjamn
para Mag, .--erapre em busca de melbor fortuna,
apreudeodo ah o menino a conbecer as lettras
eom o vigario da fregoezia, e depois para Petro-
polis, ond o prefeasor insuccedno de Nithero
by Macab e Mag, tenlou a vida industrial.
Abri urna padaria, em esquecer alias as
suas predilecces pedaggicas, pois que ioiciou
ao mesmo tempo um curso de primeiras lettras.
Em nenbum deeses campos de esperanca veto,
entretanto, -ornr-lbe a ventura, at que, a con-
vite do enlao Bario de Lage, passou a adminis-
trar urna faseoda deste em Minas.
Correram abi os melbores dias da primeira
idade de Benjamn Constant e de sua familia.
Mas f sse bem estar durou pouco, resol vendo se
por urna dtagraja^
Inesperadamente morre o chefe da casa, a 15
de Ou'ubro de 1849, e sepultado na capella de
A tuberculoso e as doutriu.- s
contemporneas
(ContinoagSo)
E' es0a a razo por que aceitara com taata ale-
gra e anima^ao todos ostratamentos que se Ibes
propo>, rigorosos qoe sejatn e igualmente por
1830 que os mdicos, em sympathia por esses
desgragarloa t5o confiantes e tao resolutes, vo
al teatar o impossivel para tratar de arranca! oa
a morie.
As estagOes que conveem aos tuberculosos nao
sao numerosas. Excluindo a ilba da MaJeira,
que s frequentada por inglezes, e os paizes
muito longinquos da Europa para qtae soscos
doeales possam delles se aproveliar, as localida-
des as quaes acham refugio pertencem a baca
Jo Mediterrneo. Estao situadas as costa da
Franca, da Hespanba e da Italia, as da Argelia
e do Eeypto
As esiagOes meridionaes de que acabo de fal-
lar apenas sSo frequentadas por doentes durante
o invern Outr'ora possuiam, como complemen-
to ni-eesario, urna cstacao de aguas tbermaes ;
mas a voga dessas diminnio consideravelmente.
Houve lempo em qoe asagoas dos Pjreneus pas-
savam par aoberaus no tratamento da tsica.
Daralde ganbara em Eaux Bcnnes reputagoque
atlrahia para abi, annualmente, milbares de en
fermos. Depois de sua moite, esqueceram um
pouco o caminbo para la. As aguas de Cauterets
de Amee-les Bains, as de Allevard sao igual-
mente menos frequentadas; nrefere se bojeo
Moat Dore, e algaas mdicos mandam seus clien-
tes para Bourboule; boje, porm, ninguem lem,
nesse meio de tratamento, a confinc qae ins-
p outi'ora.
Afama das aguas min?raes cessoo, como as
das estac.1 do Mediterrneo, no dia em qne os
climas das i.ntaobas ficaram na moda, em qui;
os mdicos tomaram o habito de mandar seus
doentes paesa- o e3tio e meamo o invern na
Engaodloe, em altitudes de 1,500 a 1,8.0 m ros.
0; ah, dizem, lao puro quanto secco e love ;
a i.-radiaco olar intensa e o brilho Ja lu in
comparavel. As eslacOes de Davos, de Saint-
Moritz, de Salmadeo teem sido mu.to freqoenta-
das durante alguns annos ; mas o fro igoroso
que abi reina duraitejo invern nao convm a
todos os doentes e faz suecumbir certo numero.
Isio deu querefl-ctir aos mdicos. Pensaram que
nao era nesessario subir tao alto para encontrar
ar puro e que era sofficiente escolber um sitio
conteniente no campo
(Coitinuar-se ha),
REVISTA DIARIA
actos offlctaeaPor actos de 25 do cor-
rente o governador do estado coosideou sem
effeito a portara de 21 tambem do corrente, na
parte em que nomeou para o posto de alferes da
3* companbia do Corpo Policial,o alferes hono
rario do exercito Blpidio Jos da Silva Azevedo,
e nomeou para o referido posto o alferes bono
rario do xercito Prudencio Pessoa da Veiga.
Por acto de 36 do mesmo foi comeado para
o cargo de promotor publico do municipio de
Boiqae, ao qual anaexo o da Pedra, o Dr. Lou-
renco Caetano de Albuquerque, devendo assumir
o exercicio 00 preso de vinte dias.
Em Igual Cata foi demiltido Francisco Rodri-
gues Carneiro Campello, do carga de delegado
de polica do municipio do Cabo.
Catado *o Aaaaaoaaa VS. Exc. o
Sr. governador foi dirigido o seguate telegram
ma :
Reparticio geral dos telegraphosTelegram
m x- medente de Manos,eaa 21 .de Julio de
i89*
Ao governador ao estada.Fot boje poml<
a>\* (oastliuijao eslado. Approv a usic^de
d cmara voto absolutoindepeaaancid campleta
e haruioowa entre poderes maoicipio, autooomia
cora doos'pod'ir.- legislativo exer ca exeeottvo po superimerrteo*i- terlas, WaMIciedade 5 a inos servico para fuoc
cioaarioa a offi:ia is ;concarao entrada fuoocto-
nilismo re8pon-abi:idade governador perants
superior tribuna! 7 membros congresso pensaa
foaccionarios qoe morrerem servico coa 20 aa
nos exercicio monte-po sem carcter obrigit)
rio todas as garantas de ordem progresso esa
belecda pelo art. 72 con tituifiio federal.
Grande concurrencia povo magistrado) mili
tares trra e mar, cnsules, etc.
Baile em pdacio, offerscido pelos lepulalo:
a sociedade Amazonas. Ordem completa ale-
ena, raanifestacaa ao governo Je marechal Fio
rimo.Serejo, secretario.
aoaectoria de la rucc 4'ubil --
Por portara de 27 do carrele foi exonera lo,
pedido Manoel Rodrigues Je Souza Viiona
do cargo de amai.ueuse da repariico da 11.: u
ceo Pablicc; enJo promovido ao referido car-
go o porteira Joa Augo-t; de Malla e nomeado
para o lugar deste O ci.iaJao Jo..: de AjuinoMc-
deiros.
Elelcfto annnli.'.da."loa motivos cons-
tantes do acto abaixo msiridc, foi annollada a
eleico procedida u!timamnat no mucicipio de
C< ."-entes, para pefeito, sua pr^feito & membros
do Concelno Municipal.
4.* secc&oPalacio do Governo do Estado
de Pernal buco, 25 le Julho de i 89*.
O governaor do Estado, tendo em considera-
cao o abaixo assignado deeleitores da municipio
de Co'-cates que reclamara contra a validade da
eleico a que se procedeu a 14 de Juoo ultimo
para os cargos de prefnto, sub prefeiio e mem-
b os do Cancelbo Jo referido municipio, e alten-
dando que dos documentos exhibidos Bca -,/^ro
vado :
Qu' 1 Inl'nleacia proenrou dificultar a vota-
c5o de eleitores, iraosfarindo os para secgSes
distantes 5 e 6 leguia do lugar em que reaidem
e onde houve mesa eleitoral;
Que, contra expressa disposico do art. 11 .5
i." Jo rerfuiamento Je 9 de Janeiro do correute
anno, nao f. ram recebtdos os votos descaber-
tos;
Qj', cao ob3tant as determioaedes legaes e
reelamajes dos flseaes, deixaram de ser lavra-
Jos os termos de eocerramentos no livro de
assigoaturas dos eleitores, antes da apurago
Jos votos.
Qu- rflguns presidentes das mesas eleltoraes
negaram-se terminantemente a Jar as ceriides
da volacSo e das acias respectivas;
Considerando :
' 1. Qae. conira essa3 irregularidades, ba pro-
les os reitos perante o labellio puo'ico. nos ter
moj do a.-t. 11 21 lo citado regulamentopro-
testos que nao forarn acceitos pelas respectivas
mesas;
2" Qj' o meio levado a effeito per aquella .'o-
poragao de retirar volantes di eleljao, t-aosfe
rino-oa para lugares lo giQOOa, na- se comoa-
dece com as dispa-.-ic-s da referido reg lamen -
t;, orionrio da le fo eral n. 35 le 26 de Jaueiro
oltl 2 ', o anal, em vez de dificultar, proenroo
facilitar 3 eleigao;
3." Q ie Jas actas enviadas ueste governo pelas
mesa-*, rom exc^pcao dis da 5 Mccfto, nao lo
ram :p-ociooados os nomes dos qu^ a-ixa-;;'ii
de cenvoarecer, conforme euatueoglo toa.t.
11 80 mesmo regulameato ;
4." Qj-, lm Ja3 irregularidades argida,
nao teve a devida observancia a ordem d'este go
ve-no, coatiJa em portara de 22 Abril ula
mo;
H sai '.. usando da attribuigao que ihe conf re
o at. 12 ca Ki n. 4 de 11 Je Se te mbro de 1891,
annullar a eleigo a que se p-oerdeu a 14 de Ju-
nho ritrrJo para prefetto, tuo-prefjuo e membros
do Coacelno Municipal e Correntes.Alexaud:e
Jos UarJjosa Lima.
O (.-vemador de Poroambuc j aos
verdadeirow repablicauoa T m s a
mo brochur-- assim iatitulada e que no; f^i
offsreeida graciosameate.
E' a exposigao que S. Ex;, o Sr. Dr. Ale
xaadre losd Barbaaa L ni estampau ne3'.e Da
rio com referencia a po'.itna deste Estado, eme*
gente do aotagoa -mo eregi.o eutre a sua go-
vi-rn gao e o Sr. D.-. Marlins Jnior.
Os nossos latiore3 ja lero por si meemos
aprrciido essa t-xposicao e avalia-Jo devidamen-
te da sua importancia, fazendo prtanlo a seu
respei'o jaizo proario enSo suggestivo.
Nem em algumas natas qoe a proposito faze-
mos, ir iosuiagoe.s.
A exposico trabalho que attinge a s- s
tins, e traz luz tactos que eram velados par
oua natureza, tornando a um do :ume.ta hstori.
en para uxa quadra poltica, qae na mesma ex
posigao tem subsidios para apreciajao.
Em lioguagem precisa, algumas yem mes-
mo impregnada de ceno vigor, mas srmpre
conveniente e decorosa, S. Exc. acceotoa os fa-
dos e aflVigi-o a comprebensao, de moda que
se revela cavalbeiro e a sui admini3tragao
saperia: conceitos injustos que se lbe attri-
buia.
Agradecemos a offerta.
penad de Pernambaco-Effectuou se
bontem a 79* saaafQ sob a presidencia do Sr. Dr.
Era. i rio Cesar Coutinho.
A' hora legal, feita a chamada, verificando-se
e6tarem presentes os Sr3. Pinho Borges, Peretti,
Ba;ros de Lacerda, Aristarcho Lopes Serra
Martins, '' Peroira, Hermogenes, Velioso, Er
mirio Couti ho e Malaquias, o Sr. presiden 1.- de-
Ca-a aberla 1 sessao.
E' lida, t-ada approvada sem debate a acta
da sessao antecedente.
O Sr. 1 secretario procede a leitura do seguin-
te exoeliente :
Um oficio do Concelho Municipal do Cabo
communtcaBdo que, em sessao de 25 desle mez,
por maioria absoluta foi pelo mesmo approvado
um 'oto da mais completa albesao ao procedi-
mi: ,10 que teva o Senado em recusar seu apoio
ao governador do Eslado.InisiraJo.
Urna peticao de B>nry Fouiuean, estabele-
cido com fabrica de glo e limonadas g-azozas no
Caes de Capibaribe, reclamando contra os im
postos que sSa tingados a3 fabncas de gelo no
projec'o do orgamento para 189J A'3*commis
sao.
Um IB ;io do presidente da commissao execu
liva promotora da sessao commemorativa do 31
s un versa rio da fundagao do 'Club Fre Caneca
convdauda o Senado a compa-e:er sessao
solemne de 28 lo correle as 6 1|2 horas da
tarde.Intelrado
Comparece o Sr. Googalve3 Ferreira.
Nao ba expediente do Sr. 2* Secretario.
Nao bavendo quem queira utilisar-se la pala
vra na Ia har a 3ess o Sr. presidente passa
ordem do dia.
Contina a 2* d scussSo da art. 3* da resolugao
da Cmara dos Depatados filando a despesa e a
receita do Ertido para 1833.
Yem a mesa tres emendas sob n. 25, assgna-
da por 8 Srs. senadores, e 26 e 27 do Sr. Aris-
tarcho Lopes.
Approvadas as doas ultimas, sao postas em
diecussao com a de a. 24.
OSr. Peretti pela ordem pede quaas referidas
cmen las sejam impressas no jornal da casa.
Daca a hora, o Sr. presidente levanta a sessao
designando a seguinte.ordem do dia :
Csntinoaco da antecdeme.
Cmara doa 'epuladoa Fuoocionou
bontem sob a presidencia do Sr. Dr. Moreira Al-
ves, tendo comparecido 14 Srs. deputados.
Deixou-se de proceder a leitura da acta da
sessao antecedente por falta de numero.
O Sr. 1' secretario da coota do segu o le expe-
diente :
Petico do Dr. Heariqne Augusto M let, ex-
engenheiro de districto da reparticao das Obras
Poolicas, requerendoa sua aposentadora, o que
j o fez perante o Exm. governador do Estado,
que para esta Cmara ja envin os documentos
comprobatorios do seu pedido.a commissao
de petigoes.
Vem a mesa os seguales pareceres:
N. 231. Da commiseao da iastrucgJto publica
coaclDiado qae se solicite iaformacao do tospec
ter gral da Inttroccio Publica, sobre a pretea-
ci i) professor Frederico Et-'*in> Ata b Ma-
ciel sub oettida a discussao e encerrada esta,
de'xoo se de votar pat fklU de numero.
N. 'i Da commissao de orea, ento eoncluin-
do por um projeelo sob. 88, c m relacSo ao
imposto de qoe trata < o. 8 Ja aballa de impos-
los sobre iodostria e profissOes. do orgamento
vigene e que a classe dos meTieiros referem
se uaicameote os impostos previstos em oa ns.
30 36 a referida tabella. Vai a imprimir.
Vem a mesa e v,i a imrrimir un projecto sob
u. 85 di i.;m i'sso de orgamento, autorlsando
o governador Jo Estado a abrir o crdito soo-
plementar oece3siro as verbas dos 5 c 10
do art. I- Jo orgamento vigente, (apauhamento
e publicago dos debates do Senado e Cmara
dos D. pa les.
Passa -se a ordem do dia.
Nao bavendo romero para votagSo, ficaram
enceradas as Cisco.-sOes dj8 seguales projec-
tos :
N. 81, em segunla discusso ;
N. 82, tambem em segunda, tendo orado o Sr.
Martiolano Veras ;
N- 77. en t rceira submet.ila a discussSo a3
razOt-3 de nao sanego dos p-ojevos n. 14 d-i
1891 e u. 36 do correute anuo ticou eocerraJa a
do pmciro, tendo orado o Sr. Eduardo Tara
r--i e sobre o segando orn ai.-.da c Sr. Eduardo
i es que reque-eu aliameoto da discussSo,
cajo requerimento foi apoiado o deixou se de
vo ar por falla de numera.
Dada a hora o Sr. presidente levanta a sessao
designando a seguin'e odem do da :
2* discussSo do p' ojelo o. 83 e votacao das
maleras adiadas.
Foram enviadas ao Senado as resologOes ioi-
, ciadas pelos projectos os. 5, 28 j 74 desle
anno.
Cbefe de polica5 goe hoje a bordo do
J boato o Sr Dr. Jos de Maraes Gaed -s Al
coforado, coa des.too ao Estado do Rio G~au le
do Norte, onde vai exercer a ebefatura de poli-
ca, para a qual foi ha pouco nomeado.
O Qosso Collega e coestadano fez nos a fineza
de pessoalmente desper-se de l3, e gratos a
e=8i geniil demou8traga) de ap'ego que Ihe
ag-adec^mos, desejamos qae no exe'cicio do
c r.o. p-.ra o i^Uil foi jaslamenti* escolbiio, e
lanba m t vos de bemdizera aceitagao.
Boa viagem.
san 1 Caaa Nadomioga 31 do cerrente
pel-s 10 boras da manhS se reunir a assem-
hla H'.rA dos irm&os da Santa Casa para el- ge-
a. junta que hi de administrar aqu-'la corpora-
cao no biennlo Je 1892 a 1894, aa torma do novo
co- promis3o, algons de cejos artigos referentes
ao assu'np'o, piiblicaroos em Sguila :
Art. 23 A a-sembli geral da irmandade to-
po ie funcionar estando presentes pelo menos
trinta irmos. Nao se reaoiodo numero sufi-
ciente, ser a liada a assembla para oseimo dia
8pgatot,e n^ste dia, urna hora.denota da deda-
da na convoc.igao, fooccionarl com qoalquer no
mc-ro de irmao-, nooca, piren inferior a vinte.
Ar!. 3o. Aja'iiadrainUtraliya fer eleta por
escrutinio1 ecreto, por m.voria relativa de oto3,
em -sse I4 geral de i-maos.
Ar: 37. .'ida eteitor eatr gara urna lista para
orov.d"*-, titra para vice proveor, "0tra para
Ih-sourrirt- e ouira conteodo desoitu nomes p?ra
mordom ? e desoiio para auppleoi-ss
Paragrapbo nico As listas tero par tora a
i'idicagjo do cSi'gXi a qa? se refecirem.
A ultima p;rte da art 4l.
A prim,:i:a eleigio da ju .- administrativa ter
iugar no seguido domingo depois qu? for co
abe'Ua a aprovaga-/ Jo presente compromisso
cons lerando se Hado oso bieeno em 30 ae
Junlio de 189V.
Club HepiiblIraNo Fre Caneca E'
11:1 que se realisa. as 6 1/2 nafa* da tarde, nos
sales do Lyc<-o de Artea e cffic as, a sessao
commemorativa do 3* anr.iversario da fuolagao
do C'ur Repailicaco Fre Caneca
A fe la promeite se- brilhan^e, porque ser
honrada com a assiste :cia de funeciooarios ci
vis e militares, repre calantes do Senado e da
Cmara dos deaotados. cjmmisOis de diversos
clubs polnicos, etc.
A Bsalo ser presi ida pilo nosso Ilustrado
rolleg do Jornal do Recite Dr. Martina Junio
Nos tote-vallos toca orna bsnda de msica.
Tribunal do Jury do Rerife -F ra
tab neuidoe a julgam-nto neste tribuual os reos
Joao Pedro de Alcntara, conhecilo par Joo
Duello. e alfares Manoel Rodri.:uej da Silva,
p o-e- sarlos perante o D juiz de Jireito do 2a
districo criminal em face de denuncia do Dr.
1- promotor publico, e pronunciados como in
cu-sos as penas do art. 294 1- do cdigo pe
nal, por oaver o p'imeiro a mandado do segn
do e de parceria com outra outro individuo,
assassi^nado o portuguez Manoel da Costa Ra-
mos, na noite de 5 de Dezembro de 1890, oa ra
do Ratigel, freguezia de Santo Antonio desta ca-
pital.
A's 11 hora-a damanbi, achando-se presentes
27 uizes de ficto, foi aberta a sessao sob a pre
Bideocia do Dr. Joo Joiquim de Freitas Henri
qaes. luiz de direlto 8U03iituto reciproco do 3'
districto, sendo sorteados para compr o jory
de seoieoca os seauintes jurados :
Mananno do Figueira Faria.
Joajuim Ramos de Oliveira.
Francisco Cypriano d Silva Santos.
Mancel Jos Baroosa da Silv...
Henriqae de Hollanda Cavalcante.
Jos Alfredo de Carvalbo Jnior.
Dr. Hondo Walfredo Peregrino da Silva.
mbelioo Possidonio de Barros.
Loiz Francisco Ribeiro da Silva.
ProJozio a aecusago o Or. Joi Antonio Gon
galves de Mello, 3o promotor publica.
Occuparam a tribuna da defesa os Drs. Luiz
de Drummood, los Maria de Albuquerque Mel-
lo e Antonio Augtisto Cavaleaote de Albuquer-
que Pessoa, aquelle patrono de Joo Doello e
e-jt-8 advogados do alfe-es Manoel Rodrigues.
Tendo se prolongado os debates, publicare
mos amanb o resultado do jutgameoto.
Acba-se designado o dia 29 de Agosto prxi-
mo viodouro para ser aberta a 4* sssso ordina-
ria deste tribunal, devendo proc;der se hoje no
pago da Intendencia Municipal ao sorteio dos 36
jurados que lm de servir na mesma sessao.
arranco coppola Este joven professor
italiano que, entre nos, teve occasia de exhi-
bir-Be em diversos concerlos musicaes, seguio
boni-rm pa-'a a Babia, de onde lomar passagem
para Europa, d'abi segoindo para 03 Estados
Unidas, Exposig&o de Chicago.
Agrad-s:enJo a despelida que nos fez, dese-
jamos-Ihe boa viagem.
Carta violadaEm referencia urna car-
ta qoe houtem inserimos sob o titulo cima, o
Sr. Dr. admioistrador dos Correios deste Estado
dos dirigi a segointe caria, que, em acquies-
cenca a sua solicitago, fazemos seguir estas
.'tobas:
Gabinete do administrador do Correios.
Pernambuco, 27 de Julho de 1892.-Srs. redacto
rr-8 do Daro de Pernambaco. Rog> vos o
favor de poolicarem o segointe :
A carta registrada no Correio de S. Viceote
sob o. 43, com o valor declarado de 80000, di-
rigida a Santos da Costa GonJim, na cidade de
Ari, a qual se refere a local que publicstes
honlem sob a rubricaCarta violada,entroa
nesta adminiatragSo a 7 do corrente, e ne33e
mesmo dia seguio para a administragSodos Cor-
reios da Parahyba, por via de Timbaba. nao
tendo appareci 1o al agora reclamaco algurua
'aquella adminislragao, onde foi aberta a mala,
ed'onle fot.a referida carta f-xpedida para o
Correio Je Ara, o que me taz crr que ella nao
chr-gou l violada.
Couvem, pois, esperarem a3 providencias que
houveremde ser tomadas a respeito pela admi-
oistraco da Parabyba, 4 qual offic o nesta data,
communicando a referida noticia.
Vosso criado, Jo3 Carlos da Costa Ribeiro.
Caumento civilForam boje na 1* e 2
districtos lidos os seguales proclamas de casa-
mentos.
Primeiroa
De Joio Baptista da Siva Pinto com Maa Be-
zerra de Mello, solteiros. elle residente a fregu-
la de Santo Antonio, ella na da Graga
De Eduardo Gutlberme da Silva Tavares com
Percilla da Roiba S Pereira, elle viuvo e resi
denle a freguezia do Recife, ellla solteira, resi-
dente em Barreiros.
De Manoel Vicente Ferreira com D. Cecilia
Camarina Vaz, solteiros, elle residente a fregue-
zia de Santo Antonio e ella na da Boa-Vista.
Sociedade rntlonaailcaHa boje ses*
sao dessa sociedade, que fiaccionar qualque-
que seja o numero dos associados comparecen
tes, resolvendo sobre o fim da convocaco.
A reunio ter lugar i ra de Santo Amaro
n. 6, i 1 hora da tarde.
Beaaito acadmicaHontem ao meio
dia teve eff-c ivumenle logar essa rtunio, cuja
im era deliberar sobre a manifestaco do illas-
irado patriota Dr. J. J. seabra, em sea regrese*
ao pasaar por esta capital.
A moeidade acadmica que o considera e es-
lima como o me8tre de bas -ymnatbias, reol-
vea nessa sua reonio o segointe : '
Maoifestayou a cartao de ooro com a ia-
seripeo : A moeilade acad-imica ao illus.ra
mestre Dr. Jos Joaquina Seabra em sua volta
do exilio-
Una s-sso pra eotrega do mesmo carto em
outro qualquer logar, caso seja negada urna das
salas da FacuIJade.
Convite geral ao povo pernambucano para as-
sistir ao desembarque do mesmo Dr.
Comparecimenlo Je tolo o corpo acadmico-
Convite Ctngregago da F* o!dade para
comparecer s testas que se celebrarem.
Em seguida a esta deiberacio, foi escolhiJ*
para orador da solemaidade o Sr. Elias Vianna,
sendo approvada urna p.-cposla no sentido da
avrar se um protesto, as vesperas oa ebegada
do disuada mestr-, contra es acadmicos que
cao tomarem pal na f fruta.
Ainda na mesma reonio foi eleila urna com-
missao ejecutiva da delioe.ago tomada; a
qual ti< ou cumposla dos acad -micos Leite Meo-
Jes, Frauci.sc Drummoa I, Flavio Frraandes,
^rtbur Freir, A. Fialno, Ant.mio Pino, E3tacio
Coimbra, Franco do sa, Studan, Alvs de Albu
qu.'rque, Friuco Calmon e A'fredo Mello.
E-ta commissao rene se diarumente s 6
boras da tarde, ma Jo Imp radar o. 22.
Agente de Immlgrac&oEst ao ca-
jo supe-intendente geral da immigrago na Eu-
ropa o Sr. Visconde de Ourem.
Nao sa pouV deixar de louvar a acertadis&ima
escoma Jo Sr. Ministro da Agricultura, diz o
Jornal do Commercio.
O Si. Viseme de Oarem pelo seu carcter
e lustrago e pelo conhecimentc que tam de
ludo qua.10 diz respeito ao Brazil ba de pres-
UTr-lbe ua sua aova ccramisso imprtanles ser-
vigoa.
Crlae a ni nllcia -Diz o cJornal do
Commercio que a l:,uir,.;a Municipal da ca-
pral Federal bavia posto venia os geaeros
il DeaUdoi que ltimamente im.i..rlou para mi
Dorar os efieiios da crise, que lavra na referida
capital.
iervico militarHoje superior Jo dia
i ic major Laureiro, e taz ronda 6 visita
dfl suballcruo da 14 balal' 5o.
O 14* oatlhao de afaataria dar as guardas
tas ediricio^ federaea.
Uniforme n. 7. s
*erv'ru policial-E' boje superior do
lia o Sr. caoilo G lasi e faz a ronda de vi-
.-ita o Sr. alferes Joqurtino.
O corpo de polica d'r as guardas de Pala-
cio. DeteogSo e Tcsoura do E?ta c.
U'forme n. 9.
Operacoea cirnrgicaaForam pratica-
das no hospital Ped o II no da 27 ae Juluo
43 seguales :
PJo D:-. Vieira da Cun a:
L'jpa-'.ox'a, reclamada por ki to do ovario
esiocrJo.
Pelo D- Bcrardo :
Sclerotomla, indcala por glaocoma ebro-
oica.
Pelo Dr Silva L^al:
Tarsonh-arhpi com re'.aho ovalar e Iransplia-
lago Jos bordos na palpeura superior.
uwteria Por tefegramaia recebdo p la Casi ao Ouro,
este o resultado da 2 serie Ja 7* lotera do Es-
tado Je Mi :as Geraes. extrabida em 26 de Julho
de 1892 :
1630 36:0 0000
7226 1:5005000
6114 730#OtO
330 300'00
960 30u000
769 150*000
846 150*000
1754 150/000
1916 150900
4013 iauW.O
746: i:> |;vmi
8806 150*000
9361 150*000
9813 150*000
Aparoximsg5e8
1629 240*00')
1631 240*0.0
7s25 90*00 i
7227 90*0e)O
1627 45*000
1629 45*003
Estao premiados coa 75*000 o segua!;8 n-
meros !
1621 162! 1623
162. 1625 162
1627 1628 1629
Esto premiados com 30*000 os sigutotes n-
meros :
7221 7222 7223
7224 72:5 7227
7228 7229 7230
Es'.o premiados com 15*000 os seguales n-
meros :
6111 6112 01 NI
6115 6116 6117
6118 6119 6120
Todcs 03 nomero3 terminados em 0 estia pre-
miados com 15*' 00.
Todos os nmeros terminado? em 6 esto pre-
miados com 15*000.
A seguinie lotera correr no dia 2;de Agosto,
com o mesmo plana.
Lotera do Estado do MaranhSo-
Por telegramma recebdo pela Casa do Ouro,
este o resultado da 14' seria da 7* lotera, ex-
'.rbida a 27 de Julho :
15t4 SOOxOOOSOOO
465 12:500*000
9339 7:500*000
4102 2:500*000 t
5162 2:500/900
7691 2:500*000
80 1:250*00;
1160 1:250*00
1315 1:250*000
1628 1:250* 0
3433 1:250*0 '
4826 i:250*000
7471 1:250*000
9284 1:250*000
APPROXIHACOES
1523 1:500*000
1525 1:500000
464 1:000*000
466 1:000*000
9338 500*000
9340 500*000
Esto premiados com 375*000 os seguiates
nmeros :
1521 1525
1522 1526
1523 1527
Esto premiados com 250*000
nmeros:
461 464
462 466
463 467
Esto premiados com 125*000
nmeros:
9331 9334
9332 9335
9333 9336
Todos os nmeros terminados em 4 estao pre-
miados com 125/ excepto a sorte grande.
Todos oa nmeros terminados em S esto pre-
miados com 125*, excepto a sorte immediata.
A segunt lotera corre no dia 3 de Agosto
de 1892 como mesmo plano.
inspectora do 9. dlatrlcto mar-
timo -Recife, de 26 Julho de 1892.
Boletim meteorolgico
tn%$ Tem. cent*- Barmetro
arado (a 0)
9 24,'8 762-42
12 25/6 761-81
3 t. 25.'4 760-,37
6 25,H 760-.84
Temperatura mnima 21*,50.
Temperatura mxima J6,25.
Evaporagao em 24 horas ao sol 9,a2, i som-
ora 3m7,
Chuva 3,m8. ,
DirecgSo do vento SW com nlerrupg6e8 de
SSW, S e WSW Je raeia noite at 1 h. e 48 m.
da manb SE e ESE alternados ate 2 h. e 08
m.; SW al 2 b, e 48 ni. ; ESE com iiterrup-
coes de SE al 4 h. e 05 m ; W at 5 b. e 23
m. ; WSW at 6 b ; W at 8 h. e 35 m. ; SB
ate 7 h. e 34 m.; SSE cim interrupgoes de SE e
S at 0 h e 36 da tarde: S com interrupgoes de
eSE e SSW at mela note.
Velocidade media do vento5-,42 por segundo.
Nebulosidade media 0,48.
1528
1529
1530
os seguintes
468
469
470
os seguintes
9337
9338
9340
tnsao do Hum-
vapor dade
16,84 81
16 63 71
17,35 70
15,73 65
16,04 68
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Diario de Pernambuco Quinta-feira 28 de Julho de 1892
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.elle Effectuar-.e-hao o seguimos :
Hoje :
Pelo agente Pialo, II horas, no Trapiche
Llvrament.', de saceos cjm milbo avariado.
Amnl a :
Pelo :gea'.f Gu mi, s II horas, ra Joa
Jotra Naou^^n. i, de movis, porcelanas e vi-
ro3ji>urioli com ar eios, varias obras com
brirtrnues.
!* fnaekreaSerao cele aradas :
Hoje :
A's 8 horas, no Espirito Santo, pela alma de
D. Mara Lura Neiva Magalh s.
A's 8 oras, Da matrii de S.Jos, pela alna de
D. Maria Rila Ja Ouz Neves.
*.*nann :
A's 8 turas, na matriz da Boa-Vista, pala al
ma do teaente coronel Pedro da Rocha Cavalcan
le ; as 7 horas, na igreja de S. Jos Je Riba
Mar, pela alia de D. Behxira Maria de Ln&a.
Casa &f o*t*taoHovimeaio 00a e
sos da Cas e. Deteufoac Reclfe, Estado .e
?rnambn.'0 en 26 ee Julho de 4891.
Exista. 338 entrarara 19, aahiraai 15, exi-
te 339
A saber :
Nacionaes 302, multu-roa 8, estrsngelr:-. 29.
-Total 319.
Arraeoarios ?.89.
Bora..- 269.
Coeates 10.
Looro* 6.
Louc. i 4.
Total 289.
Nao houve alterago na eoreroiaria.
Foram vUitados 03 preso1 deste estabeleci
; .tnto por 128 pesseas, sendo homena 43 e mu-
lhf. ; 93.
HospUal S'edro II O nauvimento deste
eslabalecimento de caridade cargo da Santa
Casa d* Misericordia do Recite, do dia 23 de
Juico, fot osegu.nte:
Existiam 673
Eotraram
Sabiram
Fiilece-am
Existem
f87
27
3
657
------687
Foram visitadas as enfermaras petos seguin
tes Drs. :
Moscoso enlrou s 9 horas da manba e sa-
nio s 10 i/4.
Barros Sobrinho en-rcu as 7 1/2 da manba t
aabio s 8 3/4 horas.
Malaqoas entrou s 9 da manh e sahin
as 10 1/4.
Siuiea Barbosa entrou s 10 1/4 e sabio s
111/4 horas.
Berardo ?Dt ou s 9 1/3 da manh e sabio s
9 3/4 horas.
Lores Peasoa fcn!-ons8 1/2 horas da maobS
e sabio -c9 3/4.
Andrade Lima entrou s 91/2 da manh e =a
io as 11 1/2.
Vitira da Cunha entrou 9 1/2 e sab'o a
11 i/4.
Bastos de Oliveira ecirou s 9 1/2 da manba
e sabio .- 111/4.
Joo lldD.;cl entrou as 9 da manh e sabio
s 8 1/2.
Phurma'euliC entrou as 9 1/2 da manha c sa-
hio = 2 3 4 oras da (arde.
O ajudaole do pharmacentieo entrou h
t 1/2 doras a iDanh e sahii as 5 1/2 boros da
tarde.
Lotera dn Entado do M;,i-:ahao-
A lo* serie da 7* to'eria .teste estado, sendo o
premio {.'raode fetmcDl extrada no da 3 de Aso3lo (qoarla
fera).
. Lucr : do Eatado do Cear A 2*
parte a l' Ictpr:?. *n rsado do Cear, com o
iremio eratd* de 50:0r0000, ser e.. (rbida
Uapreteriveime.-ne B9 iii j 25 :Je Agosto (quinta-
feira).
Lotera do EnlaJo de Misas Je-
ra?A 3." parte da 7 lo'ena, dps:>- estado
eom o maior premia de 36:000^000. ser extra
iiid.i mpretertfataente no dia 2 de A ea-feira).
Lotera do Guiado do Grao Par*
A 16.* serie da 52.* lotera der.t Estado cojo
premio graoue e de 240:000*000, ser extraanla
o dia 30 de Julho (sabbado).
L irlndo Rulado do Blo Grande
ao *nlEsta loitria cajo maior premio de
iO:UO0Oo0 sera impreterivelinente extrabida
no di 1 30 de Jalbo (sabbado).
Cemileno publico-Obituario do dia 23
de taino de 1892.
Mncela. Periambuco, 12 annor-, S:.nto Anto-
nio; nviabiiidade.
Luiz Antoiio de Oliveira, Portug.l, 56 annos,
casa*:..', Braga ; leso cardiaca
Theodoro Joh Tavares, Pernacboco, 65 ao-
nos, viuvo, S. Jos; albuminuria.
J qui.a Foro.njes da Silva Maciel, P.i>Jgal,
40 annos, casa lo, Recife; accesso pernicioso.
Ambrosia Jos, Ceer, 80 annos. solteiro, Boa-
Visa; dearrba.
Clemente Kanoel Qu-iroz. Alagoas, 50 annos,
olteiro, Bj: Vi-ui; gaslrite.
Maria, Pe'rnaraouco, 7 asnos. Boa-vista ; ca-
f|texia palustre.
Mara, Peraambuco, 1 hora, Recife; f-aqueza
oBg.nita.
- 24
Aul.aio Pinto Le te. Portugal, 47 annos, sol-
Miro, lioa Vista, anemia aguda.
Vic^oriaoa, Peroambuco, S. Joa, nonvuls5es.
Cassia Mar;a da'^o'eco, Pernamouc,. 40
annos, solteira S. Jos, lymphaite iaNcciosa.
F.ancis:a Ca val cante de Albuqunrque, Per-
la mbuco, 46 ajnos, viuva, Santo An oaio, can-
oro uterino.
Josetii Maria da ConceigSo, Pernaiibuc^, "53
amo?, eolteira, Saoto Antonio, bronca le.
Marianoa, pjruambuco, 2 annos, S. Jos, fe
re.
Isibei, P-rnam^ato, 6mez;s Graf, sjptaiiis
k rediiaria.
Jos i Beserra roroaasboeo, 26 anno3 soltei o,
boa Vista, !e-, cardiaca.
Fl rl m Ma-ia .> ilonc-i.ao, 65 anoo<, viuva,
loa^' i-a .1 i.r-bigia <-erebral.
'Fcl; ; 4 Gai.n .-aiin-. do Nascinentr, Per-
aa:u:.-ii CO .000-, as; da, leso cardiaca.
L.oie! Jo .te Ar.>go, Pe.naabi>-o 30 -O-
noo, casa'o, oa Vist;, gaaVfl enterite.
Aitxandre Prancisro Costa, Pernam.u:o, 29
annos, solteiro, Boa-Vista, sele.
J m Evan.-f li-.ta, 5sr ;\ e. 42 anoo-, TClte r ,
;a-Vis'a lenra tobircolj-e.
Jjs Val Marinho da Silva, Pernambuco, 23
anuos. EOlte:ro, Boa Vista, carcimonia.
MEMORIAL
NINGUEM DEVE COMPRAR
Artigos de cbapelaria oa llores, plomas, veos
gazes, reod ate sem laxe' orna visita a Cha-
pelaria Raphael, onde se encontra sempr todo
qntnto, nesses artigo^, ha de melhor e Basa
moderno.
2Ra do Barao da Victoria2
aphael Das C.

C
INDlCAgOES TE1S
Be'cos
Dr. S P<*reira, r^ia da Luporatria n. S
d cu: ?'i!tiflm-rio .'rorgicaa todos oa dat
daa iso dia, incoa qm domiagos *
iaa s^3ti O Dr. Lobu Moscao d ooosaita en
wa caaa roa da Gloria n. 39, das 1C
horas da manha 1 dn tarde. Aohacdr
se fra do serriyo pablico off^reco-so pan.
acudir a qualquer chamado com prompt>
to para fora da cidade. Especialidad-a
operaoSes, parttz c molestias da ser.;
e de meninos.
Consultorio medico. O Dr. Mano..
Argollo, com pratica n8s hospitaes de
Paria e Berm, tem seu consultorio i ra
Barao da Victoria n. 1.
Especialidades.Moles'ias dos appare
ihos respiratorios, circulaiorio e digestivo,
consultas das 12 as 3 da tarde. Chama
dos no escriptorio.
Teiephone n. 658.
Consultorio tn*dtoo-cirurgicoDr. Si a;
di icio Mavignier, de volta da Capital
deral tem seo consu!toriol ra da Cadei
o. 27 1. andar.
Espeoialidade Molestias pulmcoama,
iebres e da palle.
Consulta te 12 as 3 d. tarde. Cha-
mados por escripto.
Teiephone u. 392.
Dr. Joaqun Loweiro mdico ajaartaH
o, oooaultoro & ra do Cabug a. 14
vadar de 13 s 2 da tarde, resideaom
eaoiDiCj
ao Monteiro.
Clnica de molesias, de albos,
oovidos e nari
O Dr. Pedro Pontual, ex chefo de clni-
ca do professor Wecker, Je volta de sua
viagem a Europa) tem sea consultorio
ra Nova a. 18, Io andar.
Consultas de 1 as 4 da tarde.
Teiephone n.
>cuil'-'.taa>
Dr. Ftrreira, coa pratica -j prino-
paes ->s ;ities o aliiici i) .' ^.'j^
dreB, ccusa'.taa todos >i lu i
horas ao omo-dia. Qoiiiltoro a raat
aVaoiai i rsa Larga do oasr:< i. '. J.
Dr. Jarreto Sampaic, occaliata, d a >
id tas de 1 s 4 homs no 1. andar
casa ra Barao da Victoria n. 51. Re-,
d-noia a raa Sete de Setembro n. 34,
entrad*. p Dr. Preira da Silva recentemente che-
gado de Pars, com pratica as cnicae
de Wecker e Landolt, d consultas de 1
s 4 horas da tarde roa do Imperador
n. 63, 1. andar.
Te/ephone n. 588.
RESIDENCIA JAXANGA
Faria Sobrinho & C, drogcisUa por afc
uado, ra do Marques Ja 0!ica.i a. -i.
Franeeo ACaatoai Aa Silva & C. d^poi
I oa de todas &% aawaaialHtade* phaanw
coutieaa, tintas, drogaa, prodoote oMnsi
os ar nndinainntoa hoinoopatiooa, roa i
:l rasca de Olinda c 2b.
ptBLicAjOES 4 ?mm
Conversemos
Importa, por um dev^r de leal 'a-Je, -iecarar
antes de todo, que a pre-ente public o nao
bafejada por ueiihuma inspira ca uflB:ial; pon
que, eovolto em sua commo^ia e .Ie-)preteocio3a
ooscundide, o humlJe escriptor daatas l.nhas
nem ao meoo- Um honra de conheMr pejsoal
mente o Sr. Dr. Barbosa Lima.
lila posto, e diantada a caBss&o de que, em
vez de Iofeoao a. D'. Mart-.ns, dedicamos-ine,
ao contrario, como a maior slnceridade sympa
thias e coosidrracSo, e anda que nao Borto? om
forasteiro dos vt-rdadeiros arraiaes republicanos,
conversemos expansivamente, com <\--a absoluia
franqueza e cordialidad.', que sao as fejts
[;.13 caractersticas da am'aade, Bobfs osn'timos
acootecimento.] titdobrados no scenarto a po-
litica.e-tadal.
B podemos 'azel-o livrem?ole, porque eslao
no dominio publico a tera le artigas publu-.a ios
pelo illoaj'.re chefe do Partido Repaoliuno e a
mpneag'Ui do bonpaio roremador do i atado.
O que qn-) opinio, cal trae impr lal, ampa-
rada pelos elementos deduziGoa dsquelies doca-
mi-utos, entende, em seu subido criterio, acerca
da desinlelligfocis, da dewolSo, jae larra la
tensamente no renago da familia republicana de
Pero*mbaoot
A commiss&o, abaixo assignada, iocambida,
pela Urna > Typographica PeraambacanaP de
apresotar aos proprietarios -le ofhoiaaa typj
K-aphicas e redactores de jornaes desti capital a
Menssgen solicitaodo-lbes adnesio ao projecto
por ella iniciado, discutido e approvado, rea i
vameote aos exaesaos de linguagem, vem Vi)*
metter apreciagao do mundo typograpbico edo
publico a referida Menaagem e os respectivos
despachos nos men:ionao3 proprietarios.
Aproveitando a occasiio agr lee a todos o
modo delicado com que a receberam, e especial-
mente ao gerente da empresa Jo Dia-io de Per
nambuco, palo rehvanlissimo servico que he
prestou fazendo gratis e^ta pobcacSo. Onlro
sim, pele desrulpa ao* qu.j por qualquer ci>-
constancia, nao foram consultados.
R.cife, 27 de Julho de 1892.
Ant o Fratictseo de Jess.
Custodio Lu.z de Arauja.
Cyrilo F. da Costa Rxbeiro.
JoaoEzequielde Oliveira Luz.
Honorio Pita de Araujo.
Illu8tres cidados proprietario3 de oficinas
tjpograpb'cas e redactores de jonaes deste es-
lado. O; abaixo asignados, meabres da gn.n
ee class riedade com a Uoiaa Typographica Pernainbuca
na, que lisenle os sena direito.*, como sua
legitima representante, vem, em virlnde da ap
provajo do projsclo apresentaJo ua mesma
corporacao social, sobre os t-xcessos de lingoa-
gem, constantemente empregados as columnas
do.' joruaes desta capital, solicitar a vossa adhe-
sio precisa, a vossa honrosa solidariedade para
com a resolugao turnada pela reN nda U iao, e
aceita pela referid i Uaio, o aceita peloi abaixo
assignados, msmbros da grande classesusten-
tculo d parle material la Inprensa.
Cidados IA Imorens?,grandioso sol cujas
irraoiagdes derramam luz, ondas de luz, soore
lodos es povos ; a Im prensa, laco enorme que
prendeu as n >d>s, fraternisoa as. por assim di
zer, unind) as aun;- pensameato, a um uo;
a Imprensa, metro oem deliaeado.que serve pira
demarcar a edncco e o aoiaiam-;oto do< po-
vos em geral, ou dos habitantes de uji comineo
te, de orna na;ao, de atoa Battedade, t'mtim: a
Impreasa, triounal supri-ao di opimao publica
eai cujas barras jatga-se da moralidad? e la ci
viuaa$ao de qoaiqaer sooiedade, tem por lim, vos
u ^beis perfeitamente, educa moralisar. ns'.ra r,
deeavolver, elevar, accelerar a marcha do pro
gresso geral ou particular dos povos, trbalo .r
c.m todas as forjas, com tolo o vapor do seu
orgajismo vigoroso e forte, pelo engrandecitneu
!o das ttira. das sciencias, das industrias, do
c mmerclo e las artes, invidiodo lodosos esfoi--
cos, fazendo agir toda a sua seiva em prol da
perfeoiibilidade le tudc e de todos A Impen
sa, em ama palavra, o saerdorio do bem, e
por conseguate, encerra em si a mals sublime
das mises-a misso sarosantade atodu3 us
l.uir, de a tudo tornar perfeito.
Gjqc pcao grandiosa di um genio uuivsrs-l
mente aheooado, i Imprea a parece ter nisci lo
de um sopro Jvino, B8f um novo espirito dest,
r.ado a pregar ameote a verdade, o ju'o, o
bello, o perleito. Mas, s a Imorena isto sai
sua es;"ncia em sido em sna pratica, loffjoao
duel o p r urna especi- de anomala, que n&>
a explica oem, urna authite3e completa do ver
dadeire, do justo, do bello eda perfi-.ito. porcu i
desfncaminhando-:e da estrada florida do
bem, tnveredou nelo camioho tortuoso da fl
sidaae, da injulica, do horroroso, uo imperfeio;
e a caminhar assim, sem haver um sjfreamento
moral, ter, fatalmente, que Jespenhar-se no
n-gro abymo Jo malo descred ti que parece
e3Ur de fauces abe'tas. prompto a trgala !
Longe de servir de bttola exacta ao de;:ovo-
vimento, que, para honra sua, ueveria test--
muunar aosou'.rjs povos, a Im.-reuaP.-rua-nou
cana, pt!a facilidad^ qur. bade aceitar se urtigos
ebrios de u^aporovigraphtapor demais ceu-
surav-il e criminosa, val se torua:;do demous
8eguranca a resposta da-, nscio: la publ
ialerr-jgaciw, que se levanta sobre o assutnpto;
nao s po que, era vhtude m*'smo da naturi'za
da qaesiae aa as mais roler -.'antes circuui
s a o iandeslisaraai : segr<-do d.s conflden-ia?,
oceultam se no deaso fo-du :saervida; co'iio
porque ama dccadiasiaia misso, cnio des-
empenbo prende-se a particol >r s i-xpan t-i do
fL-o intlriio md vi fu il, o de dir se entro :. ;iffir
mativa de um hotneo de bem -s a neg-i'.va no
mesmo aeali la de uoi oaaalheiro houeato.
A?. provas potili^a^, Je cujo seia emergiste
a ve^da ie, ostentando em tola a nades, a opu
lencia e magestade de asas formas, nao licito
esperar.
Entretanto, comecemos por elucidar certas
qu stoes, di-ntre as quaes se destaca inmediata-
mente a seguinte :o partido republicano te ve
razo em romper em violenta oppo3icio contra o
governadorf
Meditemos calmamente sobre o caso.
Essa opposicao leve por causa immediata o
adiamento drs eleigOes, e a essa causa ligava-se
cutr3,a demissao do itlustre e distinclo corre
liglonario Dr. Guedes Pereira.do cargo de ques-
tor.
Ora, essa detnissao, por mais dolorosa que
seja proclmalo, era um reclamo da opimao pu
olica, indignada e desillodlda, ao venlic.r que a
desordem* e a ana-cni-,, t5o justamente fulmina
nadas pelo partido dominante, quando postas em
aceso pelo- adversarios decabidos, alcavain de
novo altivo cello, em pleno dominio de ama- si
tua;o, que se dira genuinameote republicana;
isto que symbolisava urna pelitica, que tem
por Dase a ordena o progresso por tim.
E qnaado steoss altamente reprehensiveis,
per-urbaloras da M pub ica se desenvolvam,
com a manifesta .oleranoia, seuad com a crimi-
R9S eeaniveocid da potlea, o qae'tor, sobre
cujo3 hotnbroi pexava a temerosa responabi
dado de garai i' > olatL e a ranqnilulai das
familias, declarava ingenuamente ao goveroador
do Estado ojoa ao'er noticia dos fados oficarri
Jo lamentnos, limitando assim a essa man
fesiaciio sentimentalista todo o largo ca po de
5,'nSo b negar,-'.emer,ria tirela afirmar irativa do tlrazo moral qu' anda lavra em seu
c.m seguranca a resposta das.nsciea la publica m?">. e. il* caaoorrendofortementi
pa-a que esse atrazomais se avolune anda I
Agrande educadora, valse tomando, sem o
sentir ulvez, criminosa corruptoragenio mate
lico que, disfarcadamente, mareja a eu digni
Jad. e vetide a honra albeia.
A escolhida dos pa/os, a publica precepto-a, .
Iribaoa predhecta, destinada a pregar ;..< (loutn-
na3 do bemnova igrej que tem por Evaoge
iti-j o progresso sob ,odos os pontos de vista, a
regeneradorainstruenio passivo da evolu^ao
do sesulo,'.ransforma-se pouco a pon jo, domi-
nada por urna in oosciencia de s mesma, e que
ella propna nao coinpreheade, em tabernculo
do aal, balco onde fcilmente e vender.) ci-
'acteres ; laverna-esprlunca, en cujos quaJros
annuncia ivo3 leremos phra pidas do me'ior vislumbre de morali lade; ebrio
que sahir pelas rnaB mais publicas a proferir
obscenidades; eaio do mal, que se internando
no lar domestico e sob um veo de virtuosa, tudo
viciar, trazeodo o desvirto-menio de tudo e s
icdos, t de sai proprla essencn ; perdida, que
em pbrases, ahumas v aes disfarcadas, entras
p-jsitiva ensinara sfiihas-familias, s creancaj
ingenms e virtuosas, coosaa e factos bO airaos
e propnos de impdica mensallna.
E" preci-o evitar esse mal; necessario arras
ar a Imprensa ao seu verdideiro cannho; u'
gente -o'frear os abusos que serepe em; odis-
pensavel acabar com o excesso de lingu > n m de
pabrida e viciosa, infelisnn- nte usada entre co-3, e
muias vezes, Alba rnente do despeito, da vio-
ga .ca, do odio, ou qualquer outro sen lsenlo
p-qaeno, oriundo de alma menor anda e que
nanea devera ter pablicamente externado.
As conseqaeucias que fatalmente adveem des-
se excesso da linguagem, ao facis de prever e,
esto certos. vos oem o comprehenleis.
~Ao cero* typographico,para honra sua.ega
ran ia da vida proprla, mds de am vez amea-
gada pelos a-sil'os proj'C ados e etlectuadus s
t-fficinas, cumpre evitar o mal, trabalhar, latar
titnicamente, para ajeniar a Icpreusa de-to
tortuosa c ando ca mi ribo.
Reare enlames, os aboixo asignados, da par-
te mateiial da lmprensa, est o resolvidos a tudo
eaipregar para, por meio da paz, conseguir o
graodioao desidertum da Doifto Typograpbica
a regjceraQo completa da Impreosa Pernamba-
cana. E para tal conseguir-se,no basta, como
parece pr.aieira vista, a extinecao do anony
mato, n;.ol mil veze.-, uol !|
A responpabilioad; to lecautada at previs-
ta pela nosBa !ei esialal. quasi nma burla, por-
que o. test't de ferro nao desapparece ; e quando
assim nao fosee, quand) a responsabilidad* fos-
se urna realt lale palpavel, nao faria ce-sa-o
mal que os excessos i linguagem e as injurias
cansaua familia e aodedade .'
Seja mbora punido o anl,or, ou responsavel,
dd um artigo chelo de injurias, de vilipendio?,
de perases inteiranente Itvres, a desaf.-ontag
legal do oUendido nao desafrontp. a mor A e a
ci vi::a cao da sociedade. A responsabili lado
firmada no original ou na pub'icacSo p3mogra
pulsa nao ..ora o eaveueoamento jue a diatrj
be -vai causeado ao organi-mo da grandiosa
tilha do filbo de Moguncia 11
A exunccA.. do anonymato. pois, por si s
nao basta, porque nao corrige completamente o
mal, nSo o extingue, nao o mata 1
E no entanto preci-o extinguil o, oeces-
ar:o matal-ol Matal o para bem da familia,
para bem da so i :da :e i
GiJaloB.*Os ffiai/.o assignido3, expcst. essas demoradas, porm desculpaveis e precisas
considerages, veem, respeitosamente, pedir
vos, appellando para os altos seutimentos de
moralidade e p>triotlsmo que vos caracterisam,
que vgs dignis ce, asscciando-vos ao peoaa
meato magnnimo .da Unio Typographica Per-
nambucana, comprometterdes a nao aceitar para
publicaco as honrosas columnas de vosso
jornal artigo algum escripto em lingoagem llvre,
baixa, oa de sentido c-mbiguo. cuja ioterpreta-
o positiva das phruses, seja oSensiva repu
t. gao e carcter de quem quer que seja.sem
distincco de cor poltica, z Beita religiosa ou
de.ooiico social.
Elles essume ai lambem o compromisso de,
passaodo-ws algum artigo em taes condice?.
nao compol o, chamando entao a vossa aitepco
i para ser elle devolvido ao seo autor.
Mo ba nisto prejoiio algum para a imprensa,
sua acividade, circomscfevenlo a esta banali-
dade tuda a vasta esphera de sua BOt&ol
A demiss.' foi, poli, urna medida, clamada
em al.os braioa, p^-la mi-ralida-le da administra-
co ; e reconhet.eu-0 o Dr. Martins, que apenas
pedia BOdificatjlj do rigor, con q-a foi decre-
tada; recouheceu o o tjjrnal do llecife, orgo
oficial do partido que nao ceourou o ao'o ad-
ministrativo ; .econh'.ceu o, anai, ocongresso,
qne repellio a primeira moco de e.-confianga,
qu- a proposito do facto, l appsreceu.
Por oitro l do, o i diamemo das eleic'S foi
umi r'ece-aco do vice-governalor, apelada em
sol Jos fundamentos, n mbum dos quaes foi des
truido, cerno rigorosaiente cumpr que o fosse
por parte d'aquelle, que o empugnaram ; aHn
de j-t licareui a atii'.ude aggresaiva, em q
coiiocaram, como assiyoaladi por am motivo de
ordtm publica, com fra um grave desacert
da admioistraco, a jaiai3 por urna qoeslo de
melial:s peasoal, que, por Dala resp iiavel, que
seja, nao pJe raioavelmente 8ap-r;--se a urna
coneDii.ncia publica.
E' certo que a rcjoluco governativa nao foi
communicada ao r.befe do partido pessoalmente
iuteesjado oo pl-ito; mas, nao justo exigir-
te do governador sati-tico de nm actO; priva-
tivo de suss attriDuic3 ,o qne Bornete envol
ve urna questo Je d^-feren:ia peasoal.
Allega-ae que o governader prometiera nao
ad ar mais o pleito; ma, releva pooderar a pos
8ibiiidade, que e fado occorreo, de ser a pre-
videncia ceosarada, dictada imperiosamente p.-la
superveniencia de motivoa de elevado nteresse
pablico.
Eflfectivamente, not cias dedigoas chegadas a
ultima hora reciamagei justan do eleitorado,
que surg.o de toda a parte ; sympumas inillu-
dweia de que i* ser rastrado o m&ral.eador
plano administrativo, referente l:vre manife -
taco das ornas, sao eiemen o< jostitlcativoi do
adiamento crilicado.
A isa> oppo se apenas a contestaco, dea-
acompaonada le p-ovas, e a iosinuaco as mes-
mas conJices de. que o intuito do goveroador
era .-ser sealo- o Dr. Joaqaim Pernambuco.
Estudaremoa mais de espaco essa aecusaco
Damto*
antea ama paroella de-ioeroasoril pira fila
mxime, para a aoctedade em geral.
S proce len 'O assi'ii. qne podem. de accor-
do comvoco. evitar a.qu:di bul da moralidade
Ja imprfns.i; ;6 a-^sim e que evitam Sej..m ai
a8&asainados nenraaoa companh iros seus, como
j tem acontecido I
O up-irana, na iucu t> vidi, o > p-e, nam
deve ter a existencia ame-gala peljs pnnbais
des sicari'..- |
Ciaac.a. I -Gorrija-se os aseseos da lingua-
gem, e a imprensa ahincar o :eu verla ten o
tlm :a perfelibilidade dos povo l'l
Cidadaus t Em nom; das mssas e das s las
familias, da ma'-ua dignidade Je i.atrSo e op
ranos, apara ben da pifia comnoni, pjdem
vos, e esperam com a a mi cheia da f que ca
recterlsa aoa bsns intencionados, que coufrater-
niseia com elles. abracando o projecto da sua
legitima representantea Cnio Typographica
Pernam'ucana.
idajao! Levantai o nivel dilmprensae
terca elevado a Patria Salvai o crediio a mo-
ralidade e a honra di primogeai a de Gutten-
berg, e lereis salvo a honra de vo3sa ierra na-
tal 11
Abstenha-3e a Iaip:ena de publicar o mal; e
e bem, smente o oem-yathea1 da verdade,
dajustica do bello, ser comprebendido e en-
sinado pelo povo em geral t!
Ouvi, cldalo, o grito de alerta do3 mocos
que o echo da eviduco 11
OidaJosIEm uome l-jf.m: ia e da patria,
regeneraco! I regoerajao para a Inpren-
fa II...
Recie, S7 de Junho de 1892.
(Seguem-se 77 assigialuras.)
DESPACHOS
Iiluatre- Srs. da Uniao Typographi a Peto >m
bucaoa. -A empresa do D%arit de Pernimbuco
em presoca da meusa^em que be dtrigistes,
respeito de excessos de linguagem testemuaha
dos na imprensa desta caaiul e que em vossa
assoclaco foram condemnadoi. peiiodoemcon
clusao acquiescencia d.s'a empresa quelle
acto, pede a vossa attencao igualmente para as
aagaiatea considerages que a ocrasio urge ae-
jdm externadas, em def raicia a vossa asso ia
cao e como peusamento desta empresa com te
herencia ao assumpto mencionado namensagem.
A empresa do Diario de Pernambuco uta foli-
an 'onviogo de que ha sido sempre attenclosa
para com as re.-.lamace que Ibe baveis fero
por mais de ama vez. Na^ca vos faitea com a
annuen'.ia do que rasoavalaaeote tmles pTtdeu
.'.ido ; e aioda tem dalo provaa do Jeaejo de ser
agradavel lodjs que I qu i pruCU"am, es-
pecial uente aos sena openrios dispmaan !-
Ihes us elleitos do seu poaoa val oento. AP e
tenga) acut, pirem, nao i:nporla um ped lo-
-.-.ni i cancessao pradosa um resultado em beae-
11 la classe ; e o con'.-ario a-signah-se eom i
ceriura precia levanta 11 par 3ens operarios aos
ie;urio.! de e.npre-1: jorualieticas nao 80-
gita ia ej. hi, nin o m-, offenaiva da pro
p-ia libe: lade legal ; 1 -. im iren-sa, accrescen lo
aioJa essa iqspscco aUribida ao compositor
c m dretto le recusa'- o anigo. mspe-o 5o que,
d'.vei8 comprehend t uoia homihagao.
O ue soggeis 6 o p-opro Jever das e apre-
sa*, eellaa ^abel o-had cumprir.
Dito isto aasim ni* alio coovem accentoar,
que a emprefl -. o Diario de Pernambuco tem I ido
brovaa constan ea da conp.eh.:nsao do3 fios da
im prensa, j -mais converteu o tnesmo Duru> em
publuico pj'nographica em toda a sua lo;ga
exMtencia aa 68 aoaaa ; e .e moio de al'.ender
aos ioteressei da so iledaaa em geral e dos cida
dlo< em particu'ar lem-lhe proviodo o conceito
de que goza, pois nao a..y'a o descomedinieuto
de linguagem a que pro:uraes remedio com a
medida suggerida.
Ds taattuuie ya*, tem a;do a de longa data,
que Ibe leso ustado na sustentaco bons dis.-a
bares, rompimen'.o de re'aooea intimas e queb-a
de mtereaaes pe.;ua!ari)^ al, u) ple a em
pre:a do Diario de Per >::nbuco collocar 03
seus empr< galos em ron ItcChs al de riaco de
vid; e quem disto aa arraesiar, nao Ihi co-
arcUdn a lber lile da mino: garantirse, s;
entender io)uffli;uto o lespreniimeuto de lor-
tas e iiirigij polticas, que s provocam amea-
gaa a aigans iaei i entes -i que qu'reis aliudir
A i-oapresa do D ano de Prnaoibaco, pois,
nao reconhece cm religan I si a oeoessidade
que saggsiis e temes por profi ioi; 6 asm nao
podenda ser vos desta vez arradavel, por nao
aooalr a raesnii me lila, e3oera que a relevis.
Recife, 7 Je Julho da 1892.
MinoelFigueroade F & Ftlkos.
Sabscreveaio' a respeta dada pelo Dii'io de
Pen:;;nbn o. Kicf^. 29 O gere.i'e da eaja*e* o Jornal Jo Recite Luiz
Vertir d"Oliveira Faria.
A empresa !'A Pvovtaci,* de accoro com
a redaejo dedfa filna, responde mensagem.
que he, foi dinglJa pala Uoij Typographica,
dizealoque sent nao podir concordar cam
ella na maiorii de sua3 eonUdanoJes
Arsim, a empresa J'A .Provincia acha qu^ a
alaaae typographica 'em toda nzo de repellir
o aaocymaio. pe atiesta abolido em :ettra coa
stttucional 1o estado; ma qunio aos exces-
sos de llaga g^ra, nadi maia irreali3ave! de que.
o que preten i a claaje typogra,>hca.
A qe!o da li-iguagem violenta, da sentido
davldoso e livre urna causa relativa. O q;e a
Ous poda parecer linguagem inaoleot-, poJer
pirecer a oniros rasoavel.
As coddlgoes da vida lypograpca e jornas
ta tio aacffltttem n m dao lempo para discu;-
s5es e examea respeito.
A re'pansabiiidale de linguagem virolenta
e offeasiva caba a03 directoras a prop-h-tarios
de jornaes. e o5o aoa operarios d-; typog-apbiaa.
Rsclfe, 23 da Julho de 1892
Jos Cysneiro de Albuquerque e Mello.
Sabscrevemos a judicioaa resposta di moaso
,llga d'A Provincia.
Recife. SI de JoJho da 1892.
Pilo Estado de Pernambuto.
Jcs Francisc) de Sedeiros.
Subscravo a oniniao do r0380 collega da te-
tado de Pnnambuco.
R cife, 23 de Julho da J892.
P.'.'.l Republita.
' Augusto Mart.us Ribeiro.
Seria absurdo negar ao corpo tyoogrjphino o
direito de ougnir pelas praticaa de moralisago
da imprens, c:mo valiosos cooperadores que
della sao os m3n'oro' I as i .lasse ; maa enten-
demos que nao Iba cab a iniciativa ae med das
qu, eraoora tenJenlea aquella mor liaagao, im
po'tim perem a'aaa c?oiora aos directores de
emprezas jornalisticas, e sao ao me3mo tempo
como qae ansa cojegoao seu molo de proceder
A ntao Typographica pretende, embora para
um Hmaiticneote regenerad .r dos co.'uojeaia
imprensa,aahir du esphera ero qua i eympa
thica classe que ella repres-n'.a deve conservar
ee. para invali- uiia algada superior.
a Gizeta da Tarde natural tente ofensa a
virulencia da linguagem e a 'icenciosi lade da
palavra, e aesse sentido ella Iraja-sea Bimosmc
urna norma de conducta,que, com joatica, nSo
xerese grates ceosaras.
Dito isto .-ssim ligeirame'ite. ooucluimos : -a
Empreza e a Redar-gao da Gazeta, sobre 0 que
fazobjeco Ja presente men^gem, responden
a-j corpo typograpnico que a sub-c-ere que,
julgam se dispensa Jas de toaif o comp-oras-o
uella invocad', rsservacao-se, sim, o dlreitj de
juhar, com morali alor criterio, da na reta
dos esc-;ptos desttnaJos a seren pub icad-os na,
calumbas desta folha.
Recif", 23 de Julho :. 1892-
Argemiro Aroxa.
eodon de Aquno.
Eurco Wiruco.
(Representan lo i E-opreza e a Redagao da
Sazea da Tarde).
Desde a sua fanlac i taoi a Era Nova tragada
a sua norma de conducta oo mundo jornalist'C.
Folha que tem um i leal peloqual se bate un
principio superior que a dirige, e que vai beber
na reiigiao os enslnameatos que ninaude, sdii
C3tar ligada a poltica alguma, sem pertencer *
eate oa aqaelle grnpo qae aspira posiges, com
toatendo os e. roa onde qoer que os encontr, os
desvos administrativos, mas 'em prevengo-; e
oem odios, tem at noje Uaaiado de si tud...
qna'ito posaa aer conalderado urna ojnria pe3-
aoal. e. a linguagem loanUaosa, cheia de excea
sos. Terina e condemnavel.
, Bm artig s eetoriaes tem pugnado pela ver-
dadeira comorebeoaio do jorm'ismo, ceueu ad .
as expressOea dnraa e offeosivas, e aconselhado
o bom camioho pel^qua* deve enveredar a ?-
prensa.
Portante t'i d1 ac .rdo com os votos exprs
sos pe. Jnii T'ipograph'ca Pernimbucana
nada t-m a uoiincar ua norma de caudac:.-. i
at aqu lea ^uiio e cont nuaci a seguir.
Re ife, M i, Jnh. de 1892-
Vi m- Augusto Franklm da Si'va.
Pe!a ItelacgAo.
0 Commer ti de 'er...(tabuco, em virtud" do
seu jwograjuii edo:eu invanavel procelimen-
lo, losoiu-ae nos pru^pioa que nibiuiam a jm
prAtj3a e cons'i'uem a sua misso.
Nao podendo ser outra a orientago desse or-
go Jo jornalismo, sob ptoa de divorciarse do
nico norte tragado impreosa indepe idete e
moralisada. as aspirages da Udio Typogra
phici de Pernambuco encontra'am o Com
mercio. qne funlei o dirijo, no la?ar de ho^ra
em que se tem man: do e ;e mantera emquanto
existir.
Tu lo quanto pretende a Uoiao Typog ap n
ca o ommercio executa, Belmente, desde 0
da 21 de Margo deste anno.
.Em relacjSo so anenymato, que caodemno, nao
justo ue o elimine, qaan lo toda imprensa
do Estado o manten ; porm o que nao admitto,
em troca de todo o curo do mundo, o artigo
indecente, maculando us suas coiumaas e tor-
nando-o indigno de penetrar no santuario da
familia.
Gommigo est de perfeto accordo o mea col-
lega secretario da reJacg&o e gerente da Em
preza Jornalijiica.
R -eif-, 27 d Julho de 1892.
dnton'o Gomes Pere.ra Jun'or.
Antn > Minerv nodeMoura Soares F lio.
Notas polticas
ni
O pi7o psrn mbucano, agradavelmente
impreasioaado pala le.itir di brilhaote
documento poltico que .aabids nos dar
o intrpido zeiador de noasos direitos,
exulta o s.iia v7amente o banomarito,
poriismbucano, qne veio abrir sua pa
tria agradecida nvos e mais largos no-
ria o nte s.
N'esti importante pega poltica, o espi
rito do observador imparcial para em con-
tsmplscao exttica, 3em saber o que mais
fcdoairar, se o rarissimo tale .to do es
criptor, apurado o desenvolvido p ir gran-
de aommi de conheaimentos, se o gi-
gantes :o plano administrativo do ho cera
de generoso patriotismo e de forte von
tade, caja authorid*de poKiiea re firmn
de si propria e cuja aptiiSo administra
tiva j ganhou a ympathia publica t.
A opiniao publica, o sgralo f8ro da
consaienoia publica, de certo j artioalou
a s:utenea fina! de oadeo-inajao contra
urna agremiigao poltica, cuj-> procedi-
meuto foi criminoso e desleal.
Os primeiro: symptom s da vida admi-
nistrativa do va!oroso governador do es
tado, macirest .r-m-se no heliias'mo pro-
gcim-na poltico administ.ati?o, franca
me.-it-; exposto por S. Exo. antes do ini
ciar o seu govarno e ein uoi binqu'ta que
Iba offereceram aquellos, qne mais terde
romper<*m luidosamente os lacos do soli-
dariedade com S. Exc. por terom sidu
prejudicadoa em suas aventuras polticas.
entretanto, ''S intolerantes paliticua si
mular.:m deceitar aa ideias lumiaorra c >n-
tidas no r'gramma govo nativo, porque
am-anlav.im a eaperanj* de cotiverter o
administrador criterioao que faaia prag
da Uberdhde absoluta d<> voto ; e de ino
calar lhe no espirito o virus da 'ypocriaia
poltica.
Os ceo8ores systematicoa do S. Exc ,
estes que exponan ament o alegaran e
fiaeram a ana ayohesa, manifest iram se
depo;8 resistentes aoseu programma ve-
dadeiramecte republicano, e s3o de rigi-
dez quasi absoluta na consorvacSo de
> -j ; z n de urna po.itica anti-hbcrl.
O amerito Governador eomprohoadendo
natural a oaagest.de da lib-^rdade a'um
rgimen puramenta republicano, salientou
como ponto principal do sau pr. grammi a
liberdade do voto.
Entretanto, a sublimidade desta direito
foi impugnada por um partido republicano,
que iafial as ida3 do joverno, tentara,
em proveito proprio, tober a couscieocia
do eleitorado.
Encontrando no honrado Governador
una barreira iusaperave para os bous
desva-.ios ;>oliticos, resolveram, deapeita-
doa e 'evianos, rompo: a cohesSo potici
com S Exc. <: affroutAndo a conscieucia
pjblica, auppriram. r> scieno a e o enten-
dimeato pea vehemencia do vituperio.
A devccSo do benemrito parnambucano
causa da liberd.ide merjceu lha esta in-
tolerante parseguiQo dos republicano; que
criminosamente carrejando de nuvena ne
graa a athmoapber po'it ca do Estado,
ainda oasam embocar a tuba pica para
cantar o seu propro louvor.
Mas, S. Exa. que tanto pardeu, gaabia
a conaciancia da propria forga, o sonti
manto de independencia, e a firma con-
viegao de instaurar em seu Ostado natal o
rgimen de liberda''e e d: juatica.
spirito superior, S. Exc. deve o qae ,
na aos lances do acaso, como tantos,
mas nicamente a si, sua inabalavel
perseve-an5a, ao valor intrnseco dos seus
mrtos, o conceito universal, que o
Ie7anta aos olh^s doa S9us oncdaiSos de
todas as .pin oes.
At onde aubio, subi honestamente.
Subi por degraua contados como sobem
os homans qu; tem o orgulho de sua
valia.
Bejife-, 27 de Julho de 1892.
tfunes Alachado.
Frau le eleitoral
Ho-a (28) s 6 ll2 horai da manba,
'eacion iva eu a minha filha, alumua dp
primiiro nnoo da Sola Norma!, quando
bate ia brutalmente porta.
Meu filho, alumno do secundo aonfc,
que estutlava ao Udo, vao ver quem era
o s lvagem que assim esaoucei va.
Sra o decanta lo Sr. Oaeiaao Salus'.io
Coelbo !
Atiro-me a castigar-lhe a o-isadia,
porm o perrengo foge covarde a ladrar :
c-mut'to o'rigaJo; mais tarde V. me
paga.
Ei 3o lhe dovo um r-^al ; por conse-
guiuta S. S. nao tem o direito de empi-
nar-so do meu aredor, e aicua mais de
vir atterrav me is filhos.
Se, porm, me falhi a memoria, peao-
lhe a fineza do indicarme o lugar onde
pagarei o debito. Eatou s ordena. Nada
de espectculos No entretanto, airva-se
responder-me: sa eu muda-me para a
cidade d Victoria, ae eu estoa residndo
em casa do minha querida filha Augusta.
profeBBora da eadeira mixta da mesma
c.dade, e por e8te motivo S. 8. e seus
compaa mu-,excl*>;ir#m da eleitorado^. do
datrioto, eomo que'to'de prompto ao
ler o -Diario tu a tPrevincia de hoja
aa dirige poese.aeo 4 ra do Jardn n,
32 ? Qoeui rusidente ahi ?
Orn... este Sr. Ooelho nao aabn onda
tem os focinhos.
i d? --rto it Xumberga damn^io dos
diaboa !
Xmerico Nttto de Aemtonf.
Rcsuliilas e nao apree: w
Os seguintea dadoa acerca de urna apa
lice de seguro de vida, do systema Too-
tino, dotal de 20 annos, na importancia
de ($5.000.000 (cinco mil dollars) sobra
a vida de um dos habitantes da 8- klyn,
Nova-York, a veneer-se este vino, de-
monatrum positivamente aa vavotagens anda
nao egu.il das d'esta especie de apolice
emittida pela Equitativa dos Estados Uni-
dos :
N. da apolice 75.817.
Premio annu.d 4238.40.
Total dos premioa.pago8 *768.00
Jomo esta apolica vence-se este anno
118^2) o po8suidor pode ohtfr qualquer
una das segu ates-formas da liqiidayJo :
tecebar em dinheir j 5305. 10 (impor-
tancia esta que representa urna restitacad
de 169 0(0 dos premios pagos) ou ->bter
urna apolice aaldadada de 119.445.00.
Que dar em resultado, ao ve icer se,
408 0 ,j dos premios pago a) o a nma anui-
dade vitalicia di $581.90 (representando
esta Bom a* um rendimanto an iu il de
12,2 0[Q sobre os premios pag >s).
&3tas vaotsgens afto addicionaes pro-
sccciio que eonaeden a apolice dur..me os
20 renos.
Para mais informscSeB ne escriptorio
*e E. S. LEVY.
Ra do Gfommercio c. 32
-----------s&es&s---------
Os deputados do Est tdo de
Pearaambueo
Nonhum d03 mennrus da Cmara doa Depu-
tados do Estiidii. Ibes pego, me tiren o WB cha-
peo, nao *ir. ri bons diaa e m'-noa me e.-enda
asan mao, cimo eut-udo qu o de'-in faaet
Bom qual-juer funcionario Jo Esta lo a qoem ti-
-atn dous (ergos de p&o que .0 ;-.ra os D328 al-
bmente eolloeados, nao foi sem re mi-juioho;
com isto nada perdem: mas giiiham nSo ea-
caraecerem das victimas a queco, a titulo de pa-
triotismo, mas EO por puro e^oUin., reikiaem a
extrema mieria. Nao qoero, come chnstao,
ver-me ohrigaito a eorreaponder a escarnecedo-
ra saodacati deiaimigos qae, m^ r^-duze u mi-
seria para aognentar os seus hav->r*^, pigando
KBOit menos rupostoa do qne pagaraua seaapre.
K' o mesmo que, akasaado do poder de sea
car^o, tirareui de cea, para metarem e.osuas
Slgrbetras qoa?i- du->s pa-'tes da renu:* -rago,
aue sempre oijalgada teaessaria faser de nos-
so- servicos.
E nao assimf basta parventer a:c lirtar-
96 cem oa ioteresses da popular?, :.- d s as
c!a3ses, sobre que iriam cahir o augme i u, du-
plicado de impostos, para aliviar a nosii. com
a soffriaient .lellis, prinjipaluapl6 aa to con
aircioe da agnrultua? S:m, S". Ma iiado
e o Sr. Cvimbral
E em que que o commercie perd 7 Por
ventura os inapostos qne elle pia Buhem le sil
aurieul'ura qu^ hoje vende o --.-so a a iif,
jue qoer diael quatro mil r'.s em ouro, q lando
0 v->adia antes da deprecnco da mi>'di, por
3? A agricultu<-j de to.tos o-- gneros,qoa
co n a moeda dosvalorlsa-ia paga anas dividas
eli terca paru.1
Sao estes que iran) offrer pata alivio da
tlisse dos funcciooarlos, t^ue nenhum aoiiaento
p.dem ;-eno nonome, qae *6 qo:r..m a rejuda-
de doa vencimea'.os qne sempre reoeD -ant *
An 1 maa esta a,u & questao: ai d?.-- duas
alasses, das quaes lirado quai toda a repre-
poI gao Jo Estado.
atas que naa preciro augmentar 3 /
aobr?. o a suear por qae. a l cora- e sen-
do vendido, p-oduaira mais do triplo do que pro
dazia aotes da desvaiorlsaco da noeda, e,
quando re elevas;" alguma aomru, nao seria
maia gravado o ugriu-ultor, por -jue. o uflsucar
tende a aaame llar sempre le prego
Aa outras claases Ja nopaiacao nao se-iam
mais gravadas por se no3 pagar aa integn lade
os nossos v?ncimentos, porquanto, pain .o to-
da? as cla.-e3 co:oo estl oreado por \a p. a 9a\
3.800 contc >m moeda lesvalorisada, agam
1 300 coatoa e.n ouro, quando pagav.m antes da
desvalorisaco 3.700 conloa.
E' falso pois que.se careca de gravar a popu-
lacho em 'laaia impostos do que a-'mp e pagpu;
um m"io de iudir o publico para jastiear o
fosa i tai hiquo, egostico pro; meHto, rJu-
2ndo a teci parte os nossos veocimeutos.
No entauto protlamaes n-s primeira-i pala-
vras do parecer do Sr. Joo Cimbra e Lopes Ma-
chado era que inJefaristes as oossas peti^es,
qne
03 faccionarios pblicos constitoeai urna
c!asse importante da soc:edade a qu- m ef.a
soafiados aescriptoraco e o movimenlo social
ooa diver308 ramos do s vico, neceasano ao
aUdull
E' a eta cla3e importante da so^ie ade a
quem estao ionfiados to iuiportanies servigqs
Jo Estado, mandaes que vitara como caraoguei-
jo no Doraoo. que s pode sahir delle para a la-
ma do mangue? Mis o no83o mangue sao as
reiprtic6es onde vamos desr-mpubar os serv-
g-is do Estado, condocentes ao movimenlo so-
cial que acs est confiado I
Que nzo ha para isto-?
Hi alguma calamidatie que reduiisse este es-
tado a to grande pobrea, que obligue os seus
representantes reduzirem-nos. *-!io a carao-
gueijos, aos andrajos do caran-rueijairo, corup
nos veris em pouco lempo, mxime continuando
a subir o asaucar do Se. Dr. Co'mbra e o pa
do Sr. commeudador Macbado?
Temos nm-ac de guerra ?
NSo qua vamoa saudar a pc-!ero.-a bina\-!po
da trplice alhang quando a nossa foi psala e
rasgada pela colonia italiaua. Nao sei .-e felis
oa infelizmente a nossa raquezas.ilvou nos des-
ta cahuaidade, da qual nao nos liramos quando
ella aisim foi tratada pe i republiqaeta do Uru
goaf.
A calamida e que temos a g-aode prodac-
go, e o subido valor de oo exportago, prin-
Lp.;lmente doas=u?ar.
Porque pois, se ha de reduzir 03 0038-98 ven-
cioaentoa, a nos a caraogueijeiros, luchando-sa
de gloria e saUbfagao oa odi^s do ommer^t)
o r:na T
O fuacimalismo, a quem entregaes a co;;-
duegio do movimenlo social, desde a rrecada-
gaa at o profes?-jrailo, a polica, a raagis'iv.tu-
ra.oa melborameo'oa m.tenaes, a estes se ha de
reduzir ,s miseria para o coramercio pagar me-
nea i "apostes que nSo abren* delle) para a
altura'que mu pouco mai vagando o as-
Bdar, nada perde, po-qae sea prego, mesmo
em ouro, -. ugmnta para ser mais rica a custa
de sua lu eriat
As outras clasreg...
Ninguem se il u le ; afo por ellas qae fal-
laes.
A calaindade que sobre tolos pssou, mea:s
sobre, o fabricante de.assucar, e o= commercian-
tes do; gea-.-roa importa ka perqu foram os pri-
meiro3-que augmenta'am os precos, a calami-
dada d i mndagao de pape!, quasi que passou;
pois lodos menos n^ tem levantado saua pregos
e, portento, se p.gam caro, cabram caro, isto .
no nome po- urna mee a que tetn|o terga do valor
oa que ain-Ja nio equilibraram sena preco3 com
o- das outras couss mais caras, vo os levan-
tando todo dia, e quando chegaram toda a ana
equilibrio ou nivelameoto ecoqom!covamcs3a
misera con:ig5o ser ainda mais dtlprosa-, a
este aosso comm'-io que tanto nos odela, qua
4 todo estrangeiro, com,o qual alias, pactuara os
rao braalelrcs que'acbamp-geito de entrar ne^
le, qu-' loria n5o terAeovooa ver en traje de
c Voognejeiros pa^s r por eBsas mas para o desv
ampenboticis mportavUt B^'Vigoa d vosso cat-
gos-
Evsnavos enve-soahaes d'sto; nem ae
nos ve-Jes assim, neaa it> espr-zo e gloria de
stranhos eos me ciau*?
1 HfHVH |


4
Diario de Peraanibueo Qinta-feira 28 de Julio de 4892
R Como, se da reducto ao tergo de nossos veo-
cimea'.os resalta para os ricos, que sao os qoe
mais consomera e, portanto, os qoe mais im
postos pagam, algamas economias com que mais
gustosa vida passem, a casta do sacriicio a que
nos sojeitees ?
E sobre isto aiada nos passaes urna grands-
ima descompostura, porque to humildemente
efrequeremos, nao mais, porm, o qne nosso
jmenos alguma cousa, mesmo ridicula de que
nosso
Ji foi visto cousa alguma ?
Descompor a quem pede e pede nao mais, po-
rm, o repara do que do sea se llia tira 1
Isto so se vio desde que o muaao mando,
na cmara dos deputados de Pernambuco. Tem
ella ao menos a gloria da originalidade- Has
ioimigos qne sSo no803 dispensai-nos do es
carneo de vosso3 comprimentos quando nos en
contrades.
Recife, 23 le Julho de 1892.
Affonso dAlbuquerqne Mello.
Elei^ao da Santa Casa
Toado a Santa Cata de proceder a elei
9X0 de ana nova 'adminEtracSo no proxi.
mo domingo, 31 do corrate, lembramoB
08 irmaas a segaiote chapa :
Para provedor
Couselheiro Dr. Joaquim Corroa de
Araujo.
Vice-provedor
Commendador Albino Jos da Silva.
Thesourairo
Commendador Jo quim Felippe da Costa.
Mordemos
Dr. Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Prxedes Gomes de Souaa Pitanga.
Deaembargador Hermoseas Scrates Ta-
cares de Vasconcellos.
Dr. Joaquim de Albuquerque Barros Gui-
tnaraes.
Tenente-coronel Apolinario Florentino de
Albuquerque Maranhao.
Commendador Jos Adolpho Rodr'gues
Lima.
Commendador Jo5o Vicen s de Torres
Bandeira,
Dr. Francisco Apoligorio Leal.
Commendador Jos Mara de Andrade.
Dr. Jos Bernardo GalvSo Alcoforado.
Commendador Joo de Amorim.
Dr. Augusto Carlos Vaz de Oliveira
Capitao Manoel do Nascimento C:sar Bu-
lamarqui..
Graciliano Octavio da Cruz Martins.
Dr. Alexandre de Souza Pereira do
Carmo.
Demetrio Acsacio de Araujo Bastos.
Antonio Leonerdo Rodrigues.
Tenente coronel Francisco Faustino de
Britto.
Suppleates
Desembargador Adelino Antonio de Lana
Freir.
Tenente-coronel Francisco Octaviano de
Soma.
Dr. Carlos Alberto de Menezes.
Commendador Luis Jos da Silva Gui-
marSes.
Major Jeronymo Emiliano de Miranda
Castro.
Dr. Manoel do Naacimento Machado Por-
tella Filho.
Vsente Alves Macnado.
Dr. Adolpho Tacio da Costa Cirne.
Joao Walfredo de Medeiroa.
Major Jovino Epiphanio.da Cunha.
Major Jos Cordeiro dos Santos.
Commendador Francisco Ribeiro Pinto
Qaimaraes.
Antonio Leonardo de Menezes Amorim.
Manoel Jos dos Santos.
Commendador Luis Duprat.
Luiz Leopoldo dos Guimares Peixtto.
Joaquim linto Bastos.
Modesto do Reg Baptista.
Divertos irmSos.
COMMERClu
Isa Commerdal de Hernvm
buco
Q0TACUK8 OFFICIAES DA JUNTA DOS COR
BKTORES
Praea do Recife, 27 de Julho de 1892.
Acedes do Banco de Pernambuco do valor rea -
ligado de 40* 60*000
Ditas da Companbia de Servigos Martimos de
Pernambuco do valor realisado de 100* ao prego
de Dar.
Letras hypothecarias do banco de Crdito Real
de Pernambuco. do \alor de 100*000 juros de 6
A a 100*500.
Na Bolsa venderam-se:
450 AcQfjes do Bauco de Peroamboco.
25 Ditas do Banco de Pernambuco.
23 Ditas do Banco de Pernambuco.
100 AcgOe? da Companbia Servigos Martimos
de Pernambuco.
50 Ditas da Companbia de Servicos Martimos
de Pernambuco.
40 Ditas da Companbia de Servicos Martimos
de Pernambuco
149 Levas hypothecarias do Banco de Crdito
Beal de Pernambuco. y
O presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PRAA DO RECIFE
Os bancos abriram a 9 7/8 nao apparecendo
tomadores a esta taxa.
A tarde effeUuaram-se algamas transaegoes
a 10.
Em papel particular consteu orna transaego
insigniticaate a 10 1,8.
PRAGA DO RIO DE JANEIRO
Bancos 10 1/16 sem tomadores.
Banco da Bolsa
RECIFE, 27 DE JULHO DE 1892.
Transaegoes efectuadas:
100 Acedes da Companbia
de Servicos Martimos
do valor 100*000 ao par
200 Ditas do Banco de Per-
nanbuco do valor reali-
sado de 40*000
60*000
Cotacdea de gneros
ASSUCAR
Para o agricultor
Braneo por 15 kilos. 9*500 a 11*000
gmenos, idem idem. 6*500
Sascavado dem dem 5*000 a
Broto secco ao sol idemidem. 3*000 a
Relame dem dem .... 1*700 a
Mercado multo animado.
7*500
6*000
4*000
2*200
A exportagSo at 53 do correne consta de 18.085
aaccoa e 3071 barricas de assucar branco pesando
1.768.230 kilos e 8.102 saceos de asBucar masca-
?a.'o pesando 358.955 kilos.
Algodo
Gott-se nominal a 11*500.
do corrnte foram exportados 3034 saccas
lardes dealgodo pesando 788.350kilos.
Borraeba
Cota-se nominal a 30*000 por 15 kilos.
t
Unta aaadade deposta sobre o
tmulo de sna estimadlsslma
sobrlnha, aria, Annnnclada
de Araujo Cunha, no trlgessl
mo da de sea falleclmento,
pelo bacharel Amerlco Fer-
nandes Trigo de Lourelro (*)
Linda flir, entre a folhagem,
Ao sopro da branda aragem,
S aprasia abalougar...
Eis, surgindo agro, tafo,
Para a celeste mansa j,
Ve:o a fioriaha buscar..'.
La foi ter, a flor querida.
Entre os anjos, melhor vida !...
Voltando, o tufo valloz,
Com sua rouquenha vos,
Buscava nos consolar...
Pois, ao ver o nosso pranto,
Conheceu, de chfre, o quanto
Nos tinha vindo magoar !...
Muito embora a flor querida
Fosse, no co, acolhida !...
At a tmida aragem
J nom s -pra entre a folhagem,
Nao vendo a flor baloucar...
Bem como o frgil arbusto,
Do proprio tufao, tem susto...
Temem que os venha buscar.
Conhecem que a flor querida
J nSo mais desta vida !...
Nos apenas, sua imagem,
Vemos por entre a folhagem...
Onde a vimos babugar...
De dr, essa arvoresinha,
C >roo a flor, j se definha...
Vai pendendo... vai marcha,!...
Como imita a flor querida
Nos fazendo a despedida !...
S esta saudade ingente,
A ddr, que nossa alma sent,
NSo poderSo se finar.. -
Suspiros, nossa alma exhala ..
O coracSo nos estala
De pena; e ddr, e pesar !...
Consolemo-nos, em fim,
Que esta vida mesmo assim :
E' nm constante penar...
Creamos, que a linda flor
Desta vida, teve horror...
Deus quiz, do mando, a livrar !...
La foi ter, a flor querida,
Entre os anjos, melhor vid i!...
A F. Trigo de Loureiro.
() Publicada a 29 de Agosto de 1890.
Club Republicano Frei Ca-
neca
(3o anniversario)
Pelo presente tenho a benra de convidar lodos
os clubs republicanos, a Uniao Cvica, o Centro
socialista acadmico, a mecidade estudiosa dos
diversos corsos ai-ten'c-s entre nos e aus bons
cidados para a;sislirem a testa commemoraliva
do 3# aooivensrio da fuedago do Club Republi
cano Frei Caneca.
A solennidale effectuar se-taa boje s 6 1|2
boras da tarde em um dos saldes do Lyceu das
Artes e Officios, geoilmente cedido pela digna
directora da Sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaes.
Urna banda marcial exe"-uta: nos intervalos.
tea Ibidas pegas do seu repertorio.
Assistiro a sol cnidade representantes do
Senado e Ca Cmara des Deputaloa, autorida
des civis e militares, familias, representantes da
aprensa, 'te.
Carnauba
Cota se a 11*000 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
Cota-se a 2*400 por 15 kilos.
Conros
Seceos salgados na base de 15 kilos a 650 res.
Verdes nominal 360 res.
Me!
Por pipa de 480 iitros 80*000 ha falta no mer-
cado-
Foram exportadas at 23 do corrnte 25 pi-
pas.
Alcool
Por pipa de 480 Litros de 260*CO0.
Foram exportadas at 23 do correte 165 pi-
pas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 150*000.
At 23 Jo crrante foram exportadas 1194 pi
paa.
Carocos de algodo
Cota-se a 640 ris por 15 kilos.
Foram exportados at 23 lo correte 347.400
Kilos.
TA ELLA DAS ENTRADAS DE AS8CAK K AL-
GODO
Mez de Julho
Entradas
darcagas .....
Vapores......
anmaos.....
Estrada de Ferro Central
dem de S. Francisco .
\dem do Limoeiro. .
fomma
Das
1 a 25
a 23
a 23
a 2a
a U
a 23
Assu-
car
Saceos
1974
218
364
4(00
65
6621
Algo-
do
Saccas
1774
865
461
159
417
2177
5853
Impertaeo
L gar americano t^lytie, entrado de
Bsltimore em 22 e consignado a Macha-
do & Lopes.
Farinha de trigo 5,000 barricas.
Madeira de Pinho 240 pranchSes aos
consignatarios.
Barca noraeguense Heteort, entrada
de C .rdiff em 26 e consignada a Livra-
mento & C.
Carvac de pedra 820 toneladas or-
den.
Patacho ingtps Aldine, entrado de Sa-
vannah em 28 e consignado a H. Fors-
ter & O.
Brea 1,520 barricas a Manoel dos San-
tos Araujo.
Madeira de pinho 1,711 pnfeoho'ss aos
consignatarios.
xportaeao
cari, 25 db jufjHO d 18M
tara eemurtfir
5o ttpor americano Fumn, pt .HcW-
Tork, carrefPB :
Desde ja em noaw do Club, anleclpo a todos o
mea sincero agradectoedto.
Recife, 28 de Julbo de 1892.
O secretario da commitso execoiiva,
ioao.GonQalves da Silva.
f
Urna lagrima desasta (obre o tu
mulo da joen Hara nunndnd
de Araujo unlia. em cora moni o
rarau du f onnl\erario do Sea
precoce puasameu to 4 *S4e Julbo
tie isuo
Ella foi se e com ella foi minh'alma,
Na aza veloz da briza sussurianle.
Que vfana do ttesoMro, que tevuea,
la... erria... como vpidistantel...

Ella foi-se, como vae-se., a flor, marchando ;
Ella foi se, como nm aojo, ao co, voando...
L\ foi, no co. habitar.
To amavel, tao prendada, e tj querida,
Ella foi-se... pois nao era d'es'a vida :
Ttoba, no co, sea logar.
Ella fo4-se. como om anjo rubicundo,
Qje 'lo co, por um acaso, veio a murWo,
P'ra bem cedo, ao co, voltar...
Ella foi se,como a flor, d'naite, pendendo...
Pois 03 aojo., que do co, estavam vendo,
Logo os vieram buscar !-
Ou aDjo, ou flC-, ella f&i-se par o co...
Fox, ou anjo, foi co'oeeuvRirgiceo veo...
'"o se p'ia nao maisTvoltar.
To amavel, to prendada, e tao querida,
Ella loi se, nos dizendo em despedida :
Von. p'ra sempre, voe deixar 1 ..
Ella foi se... j douiaonosse ho passado !...
Ella foi-se no3 delxando por legado,
Saudade, dor, e pesar...
Se ella esti gosando eterua f'licidade,
A despeno do pesar, dor, e saudade,
De'emoj, a Des, Ktin%*A-
_____________A- F. Trigo de Loweiro.
Peioral de Canteara
OSr. Vasco Jobo Pereira de Aviile, an-
tigo mora^ier 'm Sa.ta Victoria, Rio
Grande do Sul, publicaa ha longos arnos
no loma! a Povo, urna importante cura
pelo Peitoral de Cambar de S. Soares,
de urna tosse com escarros de sangue que
o atormentava havia dez ttnnos.
Vende*se cas pharmacias e drogaras a
200 o fra&co e 24(5000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
residente em Pelotas, Rio Grande do Sul,
asacados de coqueluche e sem terem obti-
do melhoras com o tratamento de sea il-
luBtre medico, curaram-sa perfeitamente
com o Peitoral de Cambar, de S. Soares
que se vende as pharmacias a drogaras
Pregos : frasco 20500 ; duzia 248000.
E' agente a Companbia de Drogas.
DR. PEDRO PONTUAL, ex-chefe de
clinica do professor Wecker, recente-
mente chegado da Europa, onde s de-
dicou o estado espesial das molestias de
olhos, ouvidos e nariz, d con saltas de 1
as 4 da tarde ra Nova n. 18, 1.- an-
dar.
Telephone n.
Peitoral Caiaia
O coronel Sr. Arthur Osear, comman-
dante do 30 batalbSo de inf>i,teri<, ou
ron sa rpidamente com o Peitoral de
Cambar, de S. Soares, de urna constipa-
cao com tossse desesperadora, sem ter
antes colhido melhoras com ou ros medi-
camentos receitados.
Veade se as pharmacias e drogaras a
20500 o frasco e 240000 a duzia.
E' agsnte & Companhia de Drogas.
Barata
No artigo hontem publicado sob a assignatura
de Leo Coroado deram se os seguales eqni-
v.eos de composigao que, para crdito da redac
gao e do autor, no podem passar desapercebi
dos:
No 2.- tpico, linna 1.*, la-seinquebraota
vel: no mesmo tpico, linba 2 *, le sede inte
era probidade, i nao como sahio; no 4.- tpico,
linha l., 141 seestamos convencidos, e nao
como se ; na 3." linba do mesmo tpico, l.
sesenda, e nio fonda; anda no mesmo tpico,
5.* linha, li-segrita, e nao gritar..
0 autor.
Companhia Lyrica Sausooe
Sjmos informados que depois de varias confe
reoclas do S<*. S^nsooe com a directora da em
presa Arion,* sobre a vioda da Companbia.
sob a direcgo a'aqoelle distincto artista, a qoal
se acba na Babia deleitando o publico d'aquella
capital, nenbum accordo poude baver entre
aquella cavaloeiro e a dita empresa, em razao
das exigencias feitaa por parte da Arion, de
modo a tornar impossj^el a vinda esta cidade
d'aquella Companhia. O publico que aprecie o
gosto e c amor p'la arte, da Arioa! E o Coa
gresso, o que taz?...
1) s iiethhis da respeitavej matrona
Ezma. Sra. D Mara Jos$ R. Ba-Aell.i
. .. i-Ul-
Rossbacb [irjthers, 16 fardos com 2,239 kilos
de pelles.
No vapor inelez Scholar, para Liverpool,
carregou :
Joaquim L. A Vianaa, 100 toneladas de ferro
velho.
Para o mtfrtor
No vapor nacional AlafdH^ para Rio de Ja-
neiro, lar.egaram :
J. Pater & C. 1,000 saceos com 60,000 kilos
de assucar branco.
No vapor fraocez Campana, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Silva Gaimarae^ 4t C, 25 pipas com 11,500
luros de agurdente e7 pipas com 12,400 litros
de alcool.
L. A. da Costa, 5,000 socos fructa.
No vapor nackraal Jaboafao, para Cear,
carregou :
J T. Pinto Lapa, 10 caixas com 80 li'.ros de
genebra e 7 barris com 280 ditos de vinagre.
Para Aracaty, carregou :
Manoel Franco, 500 sacaos com farinln de
mandioca.
Para Mossor, earregon :
Menezes Scbiappe, 50 saceos com farinba de
mandioca.
No vapor naciooal Maranhao, para o Para,
carregou:
E Kaotbacb, 500 barricas com 34,018 kilos de
assucar branco.
No vapor nacional Gemela, para Porto Ale-
gre, carregaram :
Borstelman & C, 110 barricas com 7 669 kilos
de assucar branco e 100 ditas com 7,783 ditos de
dito mascavado.
No vapor nacional Vanaos, para o Para,
carregoa:
C Guimnres Jnior, 250 barricas com 18,139
kilos de assucar uranco.
Nj biate nacional Deus le Guie, para Ara-
ca'.y, carreg*ram :
A. D. SimSes & Cv 13 barris com 400 litros
demel.
No biate nacional Victoria, para Mossor,
carreeou :
Jos Soares eSeixa, 30 caixas com 750 kilos
de sabo.
No biate nacional D. Antonia, para Mosso-
r, carregoa :
M. Scbiappe, 324 saceos com farinba de man-
dioca.
Na barcaga Francisca Octrvia, para Pilar
de Alagoas, carregaram :
A. D. Simees C, 20 caixas com 160 litros
de genebra.
Nab.rcaga Naztnha, para Mamanguape,
carree aram :
Costa Lma de C, 30 saceos com 500 kilos de
fio de algoaao.
Pauta da Alfaadsca
a 3) Da jDlho de
SBMANA DI
bAlcooi (Utrc.
Aigodao em rama (kilo) .
Arros com casca *: o) .
Assucar retinado fkilo) .
Assucar branco (kiloj .
Assucar mascavado (kilo) .
Bagas de mamonas (kilo) ,
Borracnade leite mangab. (kilo)
Cacnaga .......
Coaros seocos espichados (kilo) ,
Conrea seceos salgedo (kilo) .
s verdes (kilo) ...
os (um)......
de algedio (ko) .
ateira (kilo)
fcilo)......
- bom (kilo) .
'arreiomo (kilo) .
1892
520
699
90
760
666
266
126
2J0C0
l
594
320
U870
45
120
400
2O0
A000
Elixir ante-febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Margo de 1890 pela inspe
ctoria geral da digna junta de bygiene do Re
de Janeiro.
E-ste Elixir de composico toda vegetal pre
aarado segundo as regras pbarmaceuiicas, acn
jelhadas pelos autores modernos e de recouhe
:iaa capacidade scientifica tanto no paiz como
jo estrangeiro.
E-te Elixir o producto nao s do gran ie es
uo das aeges physiologicas das substancias
.orno tambem patbologicas.comotambem o re
cuitado das immensas applicages nos diversos
:aso8 de feb."f8 de fundo palustre.
A applicago deste Elixir na grande epidemia
le bextgas de 1890 a 1891 mais urna vez de-
CLonstrou a sua eficacia ; pois no principio do-
rimeiros symptomas a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantados a bexiga passa a ser urna
toenga febril vulgar apresentando pequeas to
melages que com a continaago do Elixir de-
-lapparecem sem todava apresentar receios di
perlgo.
Os muito attesiados publicados no Diario t
Pernambuco e Gazeta da Tarde* provam o que
iizemos.
Nos casos de febre amarella o efieito admi-
-avel, apresentando pbenomenos tSo mara?ilbo
-os que nesia cidade do Recife e na do Rio de
Janeiro pouco rece o cansa a febre amarella,
mesmo estando o doente com vomito preto e
ioguineonestes ltimos periodos ento ne
is ~ario a applicago em alta dose, despresaodo
a ta'Della ansexa.
Este Elixir j conhecido do publico e de um
grande numero de dignos mdicos apreseuta-
do para combater os dinerenies ucommodos to-
dos elles de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occisido de fater a
applicago na3 ffbres erysipellosas e com to
oom resultado que licamos admirados de to al-
os llenes.
Pela pratica chegamos a conbecer qoe nos
ataqoe* ae febre erysipellosa ou erysipella como
valgamente se diz necessarir o uso de 10 das
do Eiixir.
Nos grandes incommodos das senboras, mens-
truago, gravidez e aos casos de parto con fe-
bre de um resultado muito certo e seguro e
asna conposigSo to simples que nao offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em do.-e,-
uperiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos eos dignissimos mdicos que deseja-
rem fazer uso deste Elixir em sua clnica nao et
sojeitarem cusa prescripgao, mas sim fazer a
applicago em barmoaia com oa casos que dse
jarem combater, certo3 de que o medicamento
de composigo innocente para oiganismo por
aiais frgil que seja.
Hodo de usar
A's criangas at um anno 10 gotas de 2 em 3
cras em urna eclber das de sopa cheia d'agu
fra.
De um anno a tres 15 sottas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gottas etc.
Caf moido (kilo)...... IdiOO
Carnauba (kilo...... 1666
Cera em velas (tilo)..... 640
Dita em bruto oa preparada (kilo) 800
Canna (litro)...... .300
Cal (litro)........ 10
Carvo de Cardiff (ton.) .... 35*000
Parisha de mandioca (lito) r 62
fcnebra (litro) ...'... 295
Gra (slp)...... 633
Jaborandy (em folha) kUo ... 200
Leite de mangabeira (kiloj 14466
Mel (litro)........ 125
ailbo (kilo....... 95
Phosphato de cal da liba Rata (tone>
lada)......... 1U000
Pelle de cabra (cenlo)..... !87UO0
Peile de carneiro (cento) .... 145*000
Sement de carnauba (arroba) 53
sola (meio)....... 41503
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 700
rataiota (kilo)...... 40
Tabuas de amarello em pranchOes
(duzia)........ 100*
Rcndlacntoa pblicos
MU DI JULHO i 18S2
H'inda gera!
Do da 1 a 26
dem de 27
Alfandeg*
943 040*480
47:191*771
Renda do Estado
Do dia 1 a 26
dem de 27
195:101*623
6:024/636
990:234*251
201:126*2,>9
Somma total
MjH.'369*510
Segunda secgo da Alandega de Pernambuco,
27 de Julbo de 1892.
0 tbesoureiro,
Florencio Domingaes,
Servindo de ebete da seccSo,
1. E. Pereira Magaihes.
RECEBEDO.UA DO ESTADO
Do dia 1 a 26 216:093*046
dem de 27 7:874*877
Do dia 1 a 26
dem de 27
RECIFE DRAINAGE
223:^67*923
3.213*0-5
260*140
5:473*201
ovlmetito do porto
Navios entrados no dia 27
Santos e esclala10 dias, vapor ameri-
cano Fnance* de 1919 toneladas,
commandaote R. Zolliog, equipagem
67, carga varios gneros, a Henry
Forster & C.
Cardiff -65 dias, barca noraeguense cj.
T. Smith' de 434 toneladas, capitn J.
Hansen, equipagem 10, carga carvSo
de pedr-, a Companhia Lloyd Brasi-
leiro.
Rio de Janeiro6 dias, vapor roglet
cSUvertown de 372-3 toneladas, com-
mandante A. Thompson, equipagem 160.
carga os telegraphiops a Wiluons Sons,
& (omp.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agua fra.
Deposito
Companhia de Drogas e Productos Chinacos
Recire, rea do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosarit
a. 35.
Pharmacia Oriental, ra Estrella do Rosaru
a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario d
Victoria n. 14.
Pharmacia Marti js, ra Duque de Caxias c
iS.
Para qualquer informagSo ser encontrado o
autor na ra do Rosario Estreita a. 17.
08 nos&os frascos sao qcadrados e coota go-
tas. N'um lado leem grvaloElixir ante febril
e no ontroManoel CardosoPernambuco. e to
do-i os prospectos sao assignarios por Manoel
Cardoso Jnior, sendo faisos os que nao fore
signados.
N 12
Recife. 16 de Maio de 1889
Illm. Sr. Manoel C^rUoso Juoior.
Nao posso e nem oevo calar o seguin'.e fado
de urna cara obiida com o zea valioso Eiixir
anti febril.
Tendo fallecido da terrivel febre amarello um
meu Qlbicbo de 11 anuos Ue idade, depois de
esgotados todos os recursos pofsiveis para sal
val-o e dous dias depois de sepultado, adoecido
ontro de 12 .anos, da mi sma febre, tambem de-
pois de muito luc, r com outros medicamentcs
poderosos e receiiaics por distinctos mdicos
desta capital, e j desapontado, recorr conse-
ibo de meu bom amigo o tenente Leobaldo Au-
gusto de Moraes, ao sea miraculoso remedio de
que acma trato, e tive a immensa satisfago de
ver salvo o mf u querido fllbioho.
Communicando V. S. t3le iriumpho de eet.
valioso meJicam-nto, servir ao mesme lempo a
mnha commucicagao, de aviso aos que forem
atacados daqutile mal, os quaes nada mais de-
vem fdzer, que uzarem o seu maravilhoso Elixir.
eT emond retirado temporariamente desla ca
pital, mnha familia com receio de adoecer-me
mais alguem, por cautela conduzi um frasquiob
do mesmo Elixir, que moito servio, por qu; oto
begando ao meu destino tive de ver s 11 horas
da ooite do da da miaba chegaia, mintia mu-
iher cabida com urna terrivel febre, que dous
das depois desappareenra completamente anda
por efTeito do mesmo Elixir.
Outros ca?cs anda em ai-us criados foram
combatidos com o seu poleroio remedio e seria
enfadonho meocional-o?.
Usar V. S. da mioha commanicago do modo
que melhor lle coovier.
Meas fracos servigos s sua3 oriens.
O muito gralo criado
Joj do Reto Lima,
Commandaule geral da guarda cvica de Per-
nambuco.
(Estava sellada e reconbecida a firma.)
PSflALDlCAMBi'
O Sr. Delfim Flix de Vasconcellcs,
prente do tenente coronel Jo3o Manoel
Barbosa, morador no 3 districto de Pelo-
lotas. Rio Grande do Sul, tendo sua filba
D. Honorina sofVendo de urna tubrculo
ae pulmonar e laryrigea em estado deses-
perador, foi sa'va da norte pelo Peitoral
de Cambar, de S. Soares, que se vende
as pharmacias e drogarios a 2(5500 o
frasco e 248000 a duzia.
' agente a Companhia de Drogas.
pu!m3es e garganta, e restabelcco sna ac-
gio vigorosa, regular e saadavel. Os que
dizem que a asthrna inciravel muitos
se engaan.
Essa fortificante composicSo vegetal sob-
juga essa afflictiva molestia, anda mesmo
quaedo debaxo das formas.as mais obsti-
nadas e aggravantes. As inginas nunca
terminarlo em bronchites a tosse em
tby8ica nem a rouq.uida'o em asthmoe .e
desde logo em sene principios forem atalha-
dos com este balsamo vegetal suavisador e
sedativo; seas benficos effeitos sSo promp-
tamentc ezecutados as enfermidades dos
pulmSes, dos vasos bronchios e da pleura.
'.orno garanta contra as falsificaySes, ob-
aerve-33 bem qua os nemes de Lamann &
Kemp venho estapados em Ittras transpa-
rentes no papel do livrinho que serve de
envoltorio a cada garrafa.
Pde-se achar venda em todas as b ti-
cas e lojas de drogas.
PffliirfliiBA'
Urna iuteresaante filba do Sr. Firmno
F. Mi-.chado, fazendero em Ibicuhy, Rio
Grande do Sul, achando-se soffrendo de
tuberculoso pulmonar e desengaada por
dous distinctos mdicos, que julgaram o
caso perdido e inuteis todos os recursos
quiz afioal experimentar o grande remedio
o Peitoral de Cambar, de S. Soares que
a salvou de urna morte certa, res!abelecen-
do Ihe a saude perdida !
Vende se as pharmacias o drogaras, a
20600 o frasco e 2480JO a .duzia.
E' agente a Companhia de Drogas.
-------------^-------------
Peitoral de Cambar
O distincto militar Sr. Ral Cezar Fer-
reir da Ciuz, residente nu Para, nue ob-
teve baixa do servigo por soffrer de mo-
lestia incuravel (tuberculosa pulmonar)
apresentou-so a!gum te .po depois de ter
u?ado do maravilhoso Peitoral de Camba-
r, de S. Soares, perfeitamente restabe-
lecido, com graado pasmo de todos os co-
nhecdos !
Venle-se as pharmacias e drogaras, a
i550O o frasco e 243000 a duzia.
E' agente a Companhia de Drogas .
Advogacia
O cor.selheiro Joaquim Correia de Arau-
jo mudou o seu escriptorio da ra do Im-
perador n. .67 para a m-sma raa n. 22,
l* andar.
Peitoral de Cambar
O Sr. JoSo Jos Zebendo, imprtante
lavrador de Cantagallo, Rio de Janeiro,
declarou que achando-ao soffrendo horri-
velmente do pe'to havendo dias de deitar
mais de msa garrafa de sangue, foi salvo
da morte pelo Peitoral de Carnear, de S.
Soares, que o curou radicalmente.
Vende-se n.s phar nacas e drogari-s a
i-SMX) o frasco e 240000 a d*sia.
E' agente a JCompanhia de Drogas.
Anacabulta ptioral.
Urna simples tosse pode chegar a ser
mortal se nSo se atalhar tempo; porm
evitar-se-ha completamente o perigo fa^e i
do-se uso mmsdiato da Anacahuita peito-
ral, a quahmediante a sua benfica influen-
cia fsz ceder rpidamente a irritago dos
Peitoral de Cambar
O Sr. commendador Francisco Bencio
das Cbagas, distincto lavrador e industria-
lista neste Estado declarou que o Sr. ca-
pitSo Antonio Dyonisio dos Santos soffria
havia annos, de urna tosse broncbial muito
encommoda, acompanbada de rheumatis-
mo, da qual ficou curado gragos ao Pei-
toral de Cambar, de S. Soares, que se
vende as pharmacias e drogaras a 20506
o frasco e 248000 a duzia.
E' agente a Companhia do Drogas.
EDITAES
Obeeruacao
Procedente de Genova e escala tun-
deo u no LamarSo as 6 boras da tarde o
vapor italiano cCitte de Genova e cSo
teve comm nica gao com a torra.
NSo houve sabidas.
Mcreads Manlclpal de m. Jet
O rocv'minto deste marcado no da 26 de
Jolno foi o Beguinle : Entraram.
50 bois pesando 7,626 kilos.
307 kUos de pexe a 0 ris
3 compart. com mariscos a 100 rs.
45 lugares a 200 rs.
9 sumos a 200 rs.
40 cargas de farinha a 200 rs.
4 cargas de milbo secco a 200 rs.
2 dilas com feijo a200 rs.
2 dilas com camares a 300 rs.
i cassus com gallinhas a 300 rs.
8 ditas com milho verde a 300 r3.
20 dita de batata a 300 rs.
17 dita6.com gerim a 300 rs.
5 dilas de caima a 300 rs.
1 ditas com louga a 300 rs.
45 ditos com verduras a 300 rs.
61 ditos com Tarinha a 400
7 cargas com gallinhas a 500 rs.
32 columnas a 600 rs.
7 compartimentos com fressuras
a 600 rs.
46 ditos com fazendas etc. s 600 rs.
29 ditos de comidas a 7(J rs.
11 dos de suineiros a 11
9 ditos a 700 rs.
53 tullios a 2
Rendimento do 1 a 2'J
6*140
3#3O0
90O0
1*800
8*000
800
40 >
600
300
2400
62400
5100
1500
300
13*300
24400
j500
I9200
4*200
27*6 0
20*303
11*000
6*300
106*030
2781640
6.530*320
6.808*9.60
Pregos do (Ja
Carne verde de 80 a 6'-3 r\* o kilo.
Suino de 640 a 800 ris dem.
Carneiro de800 a ris idem.
Farinha de 400 a 600 ris idem.
Milbo de 400 a 481 ris idem.
Feijo de l* a 2* idem
Taporas a entrar
v Mez de Julho
8ul.......... Mandos..........
Norte....... Alagos...........
Europa....... Colonia...........
Sul.......... Cmityba..........
Mez de Agosto
Sul.......... Turnar.......
Europa....... Valparaso
Norte....... F0iianci 28
28
28
29
Vapores a aabir
Mes de Julbo
Sul......... CUta di Genova..... 28 as 12
Norte.......Mandos...........28 as 5
Sul.........Alagos............ 28 as 5
Norte....... iaboatao .......... 28 s 3
Sul.........Finance............ 28 as 10
Sul
Beberibe........... 30 a3 4 b.
SEGUROS
CONTRA FOGO
fbe Liverpool I Leodon 1 (lobt
lUStIRAMCE GDMPAirr
BUCfiHBI, SSSSSAJi & C.
Ba do Commo q
J.iizo de casamentes do 5. districto da
cidade do Recife.
De ordem do respectivo juia de casa-
mentes fago publico que, em perigo in-
minente de vida, no da vinte e quatro do
corrnte, as quatro e raeia horas da tar-
de, em casa de sua residencia, no lugar
denominado Cnipo Gando, freguezia da
Graga desta cidade, casaram-se em pre-
senga das testemunhas Clemente Seabra
de Lima, Alfredo da Silva Baixa, Ma-
noel Faustino de Wanderley, Galdino
Augasto Cesar, Francisco de Azevedo
Amorim, Severane Vieira Dortas, todas
moradoras na fregueiia cima referida,
repetindo a forma da le o. 181 de 24 de
Janeiro de 1890, art. 27, Luiz Anconio
de Oliveira com Petronilla Felamina de
Azevedo, vindo a fallecer com effeito
Luiz Antonio de Oliveira no dia 24 do
correte, por volta das cinco lnras da
tarde.
Aps o casamento assim effectuado, fo-
ram preenchidas as demais formalidades
da meema le, dsntro do praso de qua-
renta e oito horas, neste juizo e por or-
dem da mesma autoridado cima declara-
do, ficam correndo em meu cartorio quic-
ze das, dentro dos quaes podem ser re-
queridas, pelos interessados, as providen-
cias que entenderem de direito pro oa
contra o referido casamenta.
Se alguem srtir-se prejudcado, ou
conhecer que existe algum impedimento
que obste a legalisagao do casamento, ac-
ouse-a para os fins necessarios.
Recife, 27 de Julho de 182.
O escrivSo de casamento3.
Alfredo Santos.
3.' SecgSo. Secretaria do Governo do
Estado da Pernambuco, em 26 da Julbc
de 1892.
O Sr. governador do Est .do mana pu-
blicar, para conhecimento das repartigBes
competentes e de qunm interessar posea,
a circular abaixo transcripta do ministerio
da Fazenda, sobre as formalidades legaes
a observar-se sempre que for preciso pe-
dir isengSo de direitos para o material
importado com destino a servigos do Es-
tado :
O secretario,
Jlo Augusto Ferreira Lima.
Circular :
Ministerio dos Negocios da Fazenda.
Rio de Janeiro, 28 de Jacho de 1892
Sr. governador do Estado de Pernam-
buco.O decreto n. 781 de 25 de Setem-
bro de 1890, que transfiri aos inspecto-
res das Thesourarias de Fazenda as at-
tribuigSas que competiam aos presidentes
das extinctas provincias, quanto aos ser-
vigos da administragao da Fazenda Geral,
determinon no 6. do art. 1. que todos
os papis relativos a taes servigos sejam
transmitidos a este ministerio por aquel-
lea inspectores.
O art. 4. das disposigSes preliminares
da tarifa exige despacho do ministro e
formalidades expressas para as concessSes
qne teaham de-beneficiar objectos directa-
mente importados pelas administracSes
dos Estados e por conta de ates, psra ser-
vigos pblicos, de conformidade eom o
24 doAart. 2.a das mesmas dis^osigBes
preliminares.
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Diario de Pernambaco Quinta-feira 28 de Julho de 1892

\
r.
Em virtude do art. 6- do dcrefc> n.
947 A, de 4 de Nove abro de 1890, nSo
se de ve f-izer conceasSo de isenyoes, asm
que seja presentada a este ministerio a
relac;2o dos objectos, informada por fiscal
competente e pelas respectivas alfandogas
e thesouranas.
Convm, portanto, yisto como JsSo fre-
queates oa pedidos directos dos Estadas
Sara tal fim desacompaados das forma
dades legaes, estabelVcer om procasso,
por meio do qual nem este roizstsrio sof
frer cunstraogimento no desojo de cor-
responder 3 vosaas requiaijoes para a-1
isecgio de direitos relativa a objectos ne
cessarios obra de iuteresse publico, nem
llavera posaibilidade de nao serem atten
didas taes requisicSes por ffclta do forma-
lidades legaes, nem dar-se bao deloogae,
que po.em resultar de serem enviados os
papis s Tnesoararias para observancia
da lei,
Estes inconvenientes desapparccerSo se
determinurdes qua e chefe da competente
reparti^ap do vosso Estado, s-tmpre que
for preciso pedir isenjao de ireitos para
material importado com destn', a s;wr,o
do Estado, aprsente o respectivo pedido
a este ministerio, por intermedio dos ins-
pectores das thesourarias, juntando urna
auterisacao voasa, e a necessaria relaoSo
afim de ser ser demora observado pelas
Repartieras de Fazenda o process esta-
blecido pela legislscao vigente.
Saude e fraternidade. F. P. Rolri;
gues Alves
O doutor Marcos Tulo dos Reis Lima,
juiz de direito da fazenda do estado de
Peruambuco, por forca da lei etc.
Faz sa'ver pelo presente que no dia 5
de Agps'c do corrente anne o sgente de
lei.Ss Sveira, s 11 horas da manhl, a
requtrimento po inventariaote dos bens de
Manoel Gomes dos Passos, far leilao por
venda a quem mais der, dos bene seguio-
tes :
1 rede de pescar na costa, muito gran-
de, com 90 bracas de comprimento, em
bom estado, art liada em lSOjOO, 1 date
peque s, com 16 bragas, avaliada em
150C i casa meia aq;ua n. 3 ra dos
Quararapes, com porta e janella de frente
1 sala, 1 quarto e 1 espago que serve de
ala de detraz, cosinba e pequeo quintal
murado, em estado de ruinas, medindo de
frente 4 metros e 52 centimetros, e de
fundo 10 metros e 10 centimetros, ava-
hada em 4004000, 1 dita n. 4 na ra do
Arcial, eom porta e janella de frente, 3
quartos, 9. salas, cosinba (ora e quintal
murado, medindo de frente, 4 metros e
48 centimetros, e de fundo 15 metros e
30 centimetros, avaliada em 1:508(JOOO,
1 dita n. 10 na mesma ra, com porta e
janella de frente, 2 salas, 3 quartos e
quintal, medindo de frente 4 metros e 80
centmetros, e de fundo 15 metros e 90
centmetros, em ruinas, avaliada em 5C0f,
1 dita -.. 5 ra dos Ourarapes, com
porta e janella de frente, 2 salas, 2 quar-
tos, cosinba fra, quintal pequeo, me-'
dindo de frente, 3 metros e de fundo 10
metros e 70 centimetros, avahada em....
600,5000.
Ditos bens pertencem ao acervo inven-
tariado e vSo ser vendidos para paga-
mento de dividas e despezas do inventa
rio.
E para que conste, passou se editel.
Dado e paseado n'esta Cidade do Re-
cite aos 25 de Jutho de 1892.
Eu Jos da Costa Reg Lima, escrivSo
aubsc.evi.
Mareos TuUio dos Reis Lima.
O tenente coronel Pedro da Rocba Wan-
derley, vce presidente do conceibo mu-
nicipal, e, na forma da lei, no xerci-
cio pleno da vara de jaz municipal e
de orphaos n'este municipio de Barrei-
ro do estado Pernambuco etc.
Fago saber a quem ktereesar posaa,
que, ha vendo fallecido n'este cidade o b*-
char 1 JoSo Antunes Correia Lins Wan-
derley, sen deizar conjage nem hardeires
presentes e conhecidos, precedente por
este jiizo arrecadacSo e arrolamento da
sen espolio ; e para que se posaa proceder
aos ulteriores termos do respectivo in'
ventario, se convida a todos que eom di-
reit. se jalgarem h.ranga dos seus bens
a virem perante este juizo, dentro do
praso da 30 dias, a contar da publicagSo
d'este no jornal oficial do estad, habili-
tar-se como berdeiros do dito finado, sob
pena de findo o dito praso, serem oa re (
ferid.s bens, depois de competentemente
avaliados, arrematados a quem mais dr
e o seu producto liquido recolbido aos co-
fres do Estado ; tudo segundo o disposto
no Reg. da 15 de Jncho de 1859.
E para que chegue a noticia a todos,
mandei nao s lavrar a presente, que ser
anisado no lugar do costume, como re-
metter copia do mesmo para ser publica-
do ro jornal official do estado.
Cidade de Barreiros, 15 de Julho de
1892.
Eu Feliz da Cunha Macedo Franca, es-
crivao de orphacs, escreviPedro da Ro-
cha Wa. derley.
C a va', com o original ao qual me
reporto e dou f.
Cidade de Barreiros, dia vera ut su
praEu Feliz da Cunha Macedo Fran-
ga, eperivao de orpbaoa o escrevi.
centimetros do comprimento, e cinco me-
tros e vinte centimetros de largura ; em
viste do seu mo estado avaliada em
5000000.
A casa terrea de tijolo e cal, numero
cento e sessenta o oito, Da mesma ra de
S. Miguel, tendo urna porta e duaa janel-
lasde frente, e urna porta no oitXo, em
slo proprio, com duas alas e quatro
quartos internos e um ezterno, cozinha
ira, quintal murado, medindo treze me-
tros e quarenta cntimetros de compri-
mento, o seis metros e vinte centmetro,,
de largura; em vista de seu mo estado,
avaliada por 600J0C0
Ditas casas vSo prega por ezecugSo
que para seu pagamento movem Ferreira
Gruimaraes & C., contra D. Mara da
tConceicSo dos Santos e Silva.
E caso nao apparecam licitantes que
cubram os pregos da avalacSo, ir3o as
mesmas c-sas a segunda praga, com ic-
tervallo de oito dias, c abatimente de dez
por cento, sobre os pregos das avaliag5;s,
nos termos da lei.
E para que chegue ao conhecimeato dej
todos mandei passar o presente edital que,
indo por mim aesignado, ser publicado
pela imprensa e affizado no lugar do cos-
tume.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
aos 2 de Ju Pdga este de sello 500 rs e de emo-
lumentos pela asaigaatura, 500 ra.
Eu, Antonio Augusto da Frota Mene-
zes, escrivo interino o escrevi.
Antonio Domingos Piont.
DO
CAMPO GRANDE
4/ anniversario
PROJEOTO DE XNSCREP(!O .
Para o pareo grande premio
Hippcdromo do Campo Graneo
Que se realisar na corrida que ter logar
no dia 20 de Noyembro de 1892
2500 metrosHandcap Animaes de qualquer
Premios 3:000jc00 ao Io, 1:000$000
300$000 a$ 3o
DECLARARES
aiz
ao 2o
e 300$000 wC
Observacoes
S se realisar este pareo inscrevendo-se e eorrerdo
maes de tres proprietarios differentes.
A inscripgSo encerrar se ha na quinta feira 3 de Novembro de 1892 as 6 horas
da tarde.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 19 de Julho de 1892.
O SECRETARIO,
Augusto Silva.
pelo menoa cinco ani-
Veneravel
Confiara de Santa Rita de
Cassia
De orJem dj censeluo adminisirativo, convido
a todos os nossos carisslmos irm03 paia com
parecerem eai nosao consiatorio, quinta fe:ra 28
do corrente, pelas 6 to.-ss da ta.de, afim ce.
reunidos em numero legal do conselbo repre-
sentativo, elegcr se um irmopara o cargo dse
cretarlo do correte anoo administrativo de 1892
1893, por ter recusado o eleito para o dito cargo.
Secretaria da veneravel contraria de Santa
Rila de Cuasia, 26 de Julho de 1891
O secretario interine,
__________________Agostinho Kezerra.
Glub Carlos Gomes
De ordem do Sr. presidente, coratODico aos
8enhores socio3 que ticou desgnalo o dia 30 do
corrente para o sarao correspondente a este mez.
Secretaria do Club Carlos Gomes, 26 de Julho
de 1892.-0 2- secretario,
_______________Joao Antunes Filho______
O recebedores das mercadorias abaixo men-
cionadas ,est8o cbamados para deapacbarem e
mandarem alvarengas boscal as a bordo da bar-
ca norueguense Alborga, em conformidade
com as claHsolas dos conbecimentos, sob pena
das ditas mercadorias serem recolbidas para
deposito, correndo quaesquar despezas por con-
ta das mesmes.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector inte
rio do Thesouro do Estado de Pernamburo
convido aos senhores possuidores das apolices
HOb m. 19, 23, 33, 46, 6a, 67, 87, 96, 101, 06,
109 110, 112, 113, 117. 121. 131. 131, 140, 141,
147.151,155,156,158. 159, 162, 166,168, lf9,
172, 173, 175, 181, 182, 188, 192, 195 196, 197
201, 205. 208, 210, 216, 218, 223, 229, 241 e 245,
rmU'.idas a favor da U^ioa Baranurral a virem
esgatal-as e receber os respectivos juros at 10
.e Ago3to prximo futuro, das 10 s 2 horas da
arde, certos deque, dease dia por diaote, nao
vencero mais joros as referidas apolices,
Secreiaria do Thesouro do Estado de Pernaai-
ouco, 12 de Julho de 1892.
Servindo de secretario,
_______Joaquina Lucillo ae Siqoeira Varejao
HiPPOOROMO DO CAMPO GilANDB
Projecto de inscri| Qao
Para os pareos grandes premios
Poraamlmo o Prado Poraanibiioatto
s Que se realisar na corrida que ter logar
no dia 7 de Agosto de 1892
Pernambuco1200 metrosAnimaes de Pernambuco que nSo tenham ganho nos
prados do Recife. Premios 400)5000 ao primeiro, 1201000 ao segundo e
40JC00 ao terceiro.
Prado Pernarobucano- 1609 metrosAnimtes de Pernambuco Premios : 500SG0O
ao primeiro, 150fJ000 ao segundo e 50*000 ao terceiro.
OBSERVACOES
620
621
1/10, 10 caixas cem vidros.
11/60, 50 cailM com velas.
THEATRO
CUIFASHIA DRAiATICl
Sbatelo ilo artista
ANTONIO OOBMLBRA
Sabbado 30 de Julho
Prineira represenlafo.
Successo g rantido.
Maravilba das Mamilhas.
A maior novidade theatral na epocha
presente.
Espclaculo lyrico cmico e phantatisco
Pela primeira veB.n diosa e monumental opereta mgica e n 1
prologo, 3 actos e 0 quadros.
De accordo com o art. 5." nSo poderlo ser inscriptos nos pareos pernambuco
o animal Gatuno e no pareo Prado Pernambucano os aninimaes Maurity e Piramon.
Os vencedores dos pareos Peruambuco e Prado Pernambucano nSo contarSo
victoria.
A inscripcSo encerrarse ha na terga feira 2 de Agosto do corrente anno.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande 19 de Julho de 1892.
O SECRETARIO,
Companhia
Minerva Progresso Pernam-
bucano
Sao convidados os senhores accionistas a reo
nirem-se em assembla geral extraordinaria no
dia 23 de Agosto pnximo faiuro, s 11 horas da
manb, no predio ra da Aurora n. 89, aGtn
de se proceder a eleijSo para preenchmento dos
lugares de directores presidente e secretario,
que se acbaua vagos pela renuncia dos premili-
vos. Recife, 26 de Julho de 1892.
Servindo de secretario,
Balbino Bezerra Sobral,
Director tbesoureiro
Augusto Silva.
Prado Haranhonso
A inauguracSo das corridas ter lugar em Setembro prximo.
O grande pareo InauguracSo tem os seguinies premios :
3:0C0S0C0 para o primeiro.
6C05OOO ptra o segundo.
300JO0O para o terceiro.
A nscripSo de 10 j0 sobre o valor do primeiro premio.
Animaes de qualquer pas.
Distancia 2.400.
Peso 51 kilos.
Alm do pareo Inaugurado haverSo outros
tunamente se annunciar.
As propostas deverao ser acompanhadas da importancia da inscripto
rgidas ao gerente abaizo assigoado.
Maranhao, 11 de Julho de 1892.
Paulo Francisco de Oliveira Barroso.
Endereco telegraphicoMIRAMAR,
MARANHAO.
premios menores e qua oppor-
di
Banco de Pernam-
buco
Dividendo
SSo convidados os Srs. accionistas a
virem receber no escriptorio deste Banco,
do dia 15 em diante.o 5o dividendo desuas
805828, na rasSo de dez por cento ao anno
correspondente ao 1. semestre findo em
30 de Junho prozimo passado.
Recife, 12 ds Julho de 1892.
Pe'o secretario,
Manoel J. de Amorim
A's 8 horai
Boods p--i,Magdalena, Capunga, Afugados.
Trens pla linba principal vcliando pelo
Arrayal.
ftm ensAo o grande drama 89 OA
FRANCA e a grande peca sacra SANTA
ISABEL
O Eecretario,
Silva Bastos
S. R. J,
H
4.'s.ceo.Secretaria do giverno do ca-
lido de Pernambuco, em 25 de Julho de 1892.
EDIIAL
Pi'h presente edital se faz publico qna tica
abeiti a concurrencia com o praso de oito dias/
pira uprcaentaco, nesta secretaria, de propos-
tas ao fornecimeato de 200 livros com igual nu-
mero de tolbas caaa um, contendo ttulos elei-
tor.e<, conforme o modelo annexo lei Federal
n. 35, de 26 de Janeiro findo.
As proposlas deverao ser selladas e apresen-
tadas >m cartas feobadas, procedendo-se a aber-
tura l tora da lar le do dia 3 de Ago-sto vio-
douro. cm presenca dos concurrentes.
0 secretario,
J. Angosto Ferreira Lima.
O Dr. Antonio Domingos Pinto, juiz de
dire:t) do commercio da cidade do Re-
cife, capital do Estado >> Pernambuco,
em virtude da lei, etc. etc.
Fago saber nos que o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que no
dia 28 do corrente mez, depoia da respe-
ctiva audienoia, serSo arrematados em
prag publica deste jaico os immoveis se-
guistes :
A casa terrea de tijolo e cal, numero
164. a ra de S. Miguel, fregaesia de
Afogadoa, oom ama porta e urna janella
de frente, doas salas, dona quartos, co-
sinba fra, quintal murado, em solo pro-
pro, medindo tres metros e quarenta
Nociedade Recreativa
ventude
Partida do 28 anniersano em 14 de Agosto
Os senhores socios interesados pela nossa
esta anniversaru. qneiram informarem-ae na
sede social dos dir'eitcs que Ih; a?sistem.
Secretaria da Sociedade Recreativa Javentude,
10 de Julho de 1892.0 2- secretario,
____________________M. Caetajp.________
Inspectora de Hygiene Pu-
blica do Estado de Per-
nambuco.
Em virtude do que dispfe o art. 63 do
regulamento que baizou com o decreto n.
169 de 18 da Janeiro de 1890, est*
inspectora faz publico, pelo praso de 8
dias que o cidadSo Manoel de Freitas
Tasconcello8, lhe dirigi a seguinte pe
ticSo com os do "amonto i que s&tisfazem
s ezigencias do art. 67 do citado regu-
lamento.
Ao cidod.Vi Dr. Inspector de Hvgiene
Publica do Estado de Pernambuco Ma-
nee! de Freitas Vasconcellos pratieo de
Pharmacia como prova com os documentos
juntos vera perante V. S. pedir permissao
para abrir urna Pharmacia na villa de
Agua Preta, onde nao existe eatabeleci
men'o desta naturezi que prssa baviar
qualquer receita medica, o supplicante
fillustre cidadSo, nesta repsrti$So de ve
constar urna peti^So documentada em que
pedia permiss&o a Inspectora Geral para
o meimo fim, o supplicante confiado na
justica e humanidade de V. S. espera de-
ferimento.
Recife, 26 de Julho de 1892.
Manoel de Freitas Vasconcellos.
Estava eom o sello do Estado.
E declaro que se 0 dias depois do
ultimo annuncio, nenhnm pharmacentico
formado communicar a esta Inspectora de
Hygiene a resolucSo de estabelecer Phar-
macia na eitada localiiade conceder ao
pratieo a lioenea requerida.
Inspectora de Hygiene Publica de
Pernambnco, 27*de Julho de 1892.
O secretario,
Jo5o Qxlherme da Silva Duarte.
Emprestimo emittido pela
Companhia Pnmotora de Industrias e Meihoramentos
O 3 sorteio ter lugar l 30 de Setembro de 1892, sendo o maior premio de
Rs. 25:000,5000.
Alem dos de reis 2:000,5000,1; 000^000, 500^000, 200^000, 100^000, 5050C0,
40i5OOO e 25,5000.
Pie^o de caia obrigagao 20$000
Roga se aos Srs. posBuidores de obriga^Ses a virem receber os premios do se
gundo sorteio efiectuado a 30 de Junho ultimo, bem como os juros vencidos do pri-
meiro e segundo trimestre no escriptorio da Companhia a raa do Torre n. 42,
1." andar.
Acham-se e-rtas obriga5Ses venda nos seguntes estabelecmentos :Banco
popular, ra do Imperador n. 22Em casa dos Srs. Martina Fiusa & C, roa do
Crespo n. 23.
Hospital Pedro II
Para regularidade no servigo deste es-
tabelecimento, communico aos interessa-
dos, que desta data em diante as visitas
aos doentes serao uas quinta-feiras e do
mingos de 1 s 4 horas da tarde.
Outro-sim, os doentes que se apresen-
28.
Hospital Portuguez
Premio de virtude
A junta administrativa do Ho-pital Portuguez,
d:acco'do com a disposico testatsentaria do
finado commeedador Antonio Jo^ de Haealbaes
Uastos, tendo de adjudicar o premio de 600/000
iilnu oc fill-o familias, na'urai da cidade do
Recife, que pelo sea trabalbo honesto Uve: con
corrido efficazmente para o su-.tento de seus tarem Da portara para Be medicar, deve
necessano
pai?, ou ass-.stido a seu pai ou mai com verda- jrj0 trazer o vasilhame
delra dedicacio e amor filial, durante molestia >?___.__^. j ._
grave e prolongada ; chama e concede o prsso tran8Porte de 8eua medicamentos,
ile 60 dios, contados de btje s ptsaoas que se
oas,
! jtilgarem as condicOes citadas para apresenta-
rem na secretaria do Hospital os documentos
comprobatorios de soa pretenco.
Os pretenderles devem declarar nos documen-
tos nome, estado, profisso, idadt-e residencia.
Secretaria do Hospital Portueutz, 20 de Julho
de 1892
0 2- eecretario,
_______ Augusto G. Fernaoae.
er; pinina Fbri$g
4$ Estopa
Os ccionistas sao convi-
dados a fazerem at o dia
30 do corrente mez de Ju-
lho, a quirta enlrada na
razao de 10 [. sobre o ca-
pital ou 20$000 por accao
no Banco de Pernambuco.
Recife, 12 de Julho de
1892.
ThomasO. Grirrith,
Director Secretario.
para o
sem o
que nao serlo attendidos.
Hospital Pedro II, em 22 de Julho de
1892.
Dr. Ignacio lc'biaJes Velloso
D rector oo aei vico snitaro da Santa
Casa.
Companhia Agrcola e Mercantil
de Pernambnco
Assembla geral
Nos termoB dos arts 29 31 dos esta-
tutos, sao convidadus os rs. accionistas
a se r -unirem em assembla geral ordina-
ria no dia 8 de Agosto prozimo futiro as
11 horas da mach no salSo da Associa-
jao Commercial Agrcola, afim de se pro
ceder a exame das contas da administra-
cao, ouvir a leitura do relatorio e parecer
fiscal e deliberar sobre os meamos ; e em
beguida proceder se a eleicSo do conselho
fiscal, tudo do conformidado com o art.
iJ4 dos referidos estatutos.
Recife, 23 de Julho de 1892.
Manoel JoSo do Amorim,
Presidente.
Banco Popular
J- DIVIDENDO
Os senhores accionistas -ao convidados a vir
receber o segnndo dividendo relativa ao semes-
tre fiado en) 30 de Junbo prximo paseado, na
raiao de sete por cento ao anno, sobre o valor
reahsado das respectivas acedes.
Recite, 16 deJjihode i89.
Albino Narciso Maia,
Direetor secretario.
Banco de Crdito Real de Per-
nambuco
Os Srs. accionistas sSo convidados
vir receber na sede do Banco ra do
3om Jess n. 2o, o 12* dividendo rela-
tivo ao primeiro semestre findo razSo
de 10 [0 ao anno ou 4S0OO por eccSo.
Raoife, 22 de Julho de 1892.
O gerente,
Jos Faustino Porto.
Companhia de Teci-
dos de Malha
Os encorporadores desta companhia convidam
aos senhores subscriptores para entrar com a
primeira prestaco de 20 /. sobre o capital sub-
scripto, ale o da 31 do correte mez, no Banco
Popular, sito ra 15 de Novembro antiga Impe-
rador.
Recile, 18 de Julho de 1892.
JoSo W. Uredo de Medeiros.
Theodomiro C. D. Ribeiro.
___________Alfredo A. P. Fragoso.______
Instituto Arctieologico e Geogra-
pheo Pernambucano
Quinta feira, 28 do corrente, a hora do costu-
me, haver sesso ordinaria.
Sec/earia do Instituto, 26 de Julho de 1892.
O i.. secretario,
___________________Baptista Regueira.
Estrada de ferro Central de Per-
nambuco
De ordem do cdadSo D-. director engenbeiro
chfee fago publico, para conhecimento de qaem
interessar possa, que no dia 28 do corrento mez
recebe se proposlas na secretaria desta estrada
para o fornecimento dos diversos artlgos abaixo
mencionados, no semestre de Julho a Dezembro
do corrente exercicio.
Os p oponentes deverao depositar na theeou-
raria da estrada, at as 101/z horas do dia mar
cado para ;. concurrencia^ quantia de 200*000,
a titulo de habilacao para a mesma.
As proposlas serao apresentadas at s 11 1/2
e abenas s 12 horas do dia cima, devendo Be-
rem selladas com o sello federal e lacrad: s nao
se aduiit'.in Jo emendas, rasuras, etc.
O proponentts encontraro na secretarla da
estrada todos os demais esclarecimentos e bases
para es respectivos contractos.
Secretaria da estrada de Ferro Central de Per
nambuco, 20 de Julho de 1892.
0 secretario,
Julio Casar Cavalcanle de Albuquerque.
Armellas de borracha, grosa.
Agolba com pertences^ 1.
A'mofanz de pedra para 4 kilos, idem.
Ac ae mola, kilo.
Abecedario maiusculo de zinco 0,1106, 1.
dem minsculo 0,m02, dem
rame de cobre de 0,m004 de dimetro, kilc.
dem dem de 0,m001 solado a algodao, me
tro.
Id^m dem de O.mOOI isolado a sJa, dam.
Alcool, litro-
Agua raz, dem.
Ancorela para agua, 1
^Apparelhoa teieg-aphicos Morse, l.
Antimoalo metallico eu barra, kilo-
Arsnico, grammas.
Amoniaco, kilo.
Ac sextavado 7 1/8, dem.
rame de ac de 3/32, dem.
Ac redouao rie 5/8, dem.
dem idem de 3/i. idem.
Id*;m dem de 7/8, dem.
Apilo, um.
Salangas decimaes para 300 kilos, 1.
Broczes para troly ignaes a amos'.ra, dem.
Borracha em leocol, kilo.
Balizas de ferro de l.u.50, i.
dem idrm c:t 2 m, idetn.
Bacia de agatba, dem.
Csdernea de ponto, dem.
Chava ingleza, dem.
Carvaq para peneiro, tonelada.
Garrinos americanos para traospoi'.e di ter
ras, 1. '
Carimbo de borracha, idem.
Cano de chumbo, kilo.
Cera amarella, idem.
Caivetes finos, 1.
Cobre em folha ImX 0,m50^ m002, kilo.
Cbloridrato de amoniaco, idem.
Contrapinos, grosa.
Cantoneiras de 2xJ 3 3/8, k lo.
Enveloppes para canas, caixa.
Estopa, kilo.
Esquaros de 0.m45, 1.
Oitos compridos, dem.
Estojo para desenlio, idem.
Esiypim, metro.
Enxadas de ac, 1.
E?Cbla de superelevacSo, idem.
Esponja, grammas.
Faco americano 0,m30,1.
Fachadura de ferro para porta, 1.
Grosa para ferro, pollegaaa.
Grampoj para trilhoB, kilo.
Gomma laeca, idem.
Graxa artificial, idem.
Gabarltos curvos, culleccSo.
Grosa para madelra. pollegada.
Inpressos T. 1, |\000.
Ditjs T- 2,. dem.
Diioj T. 4. idem.
Ditos T. 5-, idem.
Ditos T. 6, dem.
Ditos T. 12, idem.
Ditjs T. 15, idem.
Ditos T 16, idem.
Ditos T. 17, idtru.
Ditos T. 19, idem.
Ditos T. 20 idem.
Ditcs T. A, idem.
Ditos M. C.idem.
Ditos M. A, 1.
pitos medicao provisoria modelo n. i, idtm.
Intercalares para mediSo provisoria, idem.
Impressos para medicao provisoria, dem.
uno-, ditos aal, ioem.
Ditos molelos n. 2 idem.
Intercalares para medicSo final, idem.
Impressos para guia oe deposito modelo G 1
Isoadores Capaocme, idem.
Ditos Siemens iguaes a amostra, idem.
Ditos de car.-itei de 0,ir.03 de dimetro, idem.
Janes, idem.
Jarras com torueiras, idem.
Kilendario de desfolhar, idem.
Lampeo para carro, dem.
Livro para registro uredir,f)e3 provisorias modelo
n. 3, idem
Dito para registro de ordem de servico modelo
n. 4. idem.
f>to em branco, Garre 100 folhas, idem.
D.io dito, Resio 50 folhas, idem.
Dito dito 100 folhas, dem.
Dito talo para pedido dos apontadores, idem.
Dito para protocollo, dem.
D.'o lalao de resalva, dem.
Dito talo registro lelegr 4a receido T. I,
idem.
Dito, dito trai 6^-,i i- .dem.
Livro talSo reg nbetes T. 3, Idem.
dem dem de entradas e sabidas M. 6, idem.
dem idem de mercadorias pagas T. 8, idem.
dem idem M. B.,idem.
Iiem idemM. D., dem.
Lona de l.mO de lergura, peca.
Mira follante, 1.
Manipuladores Mogee, i.
Machina relojoaria de apparelo leligraphico
torca 150 kilmetros, 1.
Notas de remessa conforme o modelo, idem.
Oito para apparelho telegraphico, frasco.
tfos de ouro, livro.
Papel oficial grande, igual amostra, resma.
Toem Wnaitmao formato grande aigle, rolo.
uem numerada para miras, tiras.
Prensa para copiador para pape' almasso. i.
Placas de zinco para numerar 0 m06, colleccao,
Parafuios de talas, kilo.
Pinceis n. 8 e 10,1.
dem, icem Pinag, idem.
Iiem de traeos, idem.
Parafusos com cabeca quadrada 1/2 gresa.
dem, dem redonda 1 1/2 X12 idem.
dem, idea, idem 1 l/4>< 12, idem.
Peneiras de rame, 1.
Pavios para pbares n. 1 e 2, grosa.
Prussiato, kilo.
Quartinhas, 1.
Reposteiro, 1.
Rebites de cobre e arruclas de 1,4 de grossura,
dem, idem fino de 1/4 idem.
Rebites de ferro de 5/16, kilo.
Sola opcional, idem.
Sob.-eealente de carvao para pilha Lechnch, 1.
Tijolos refractarios, idem.
Tiuta branca fina, k b.
Una zarco, idem.
Dila vermelha, idem.
Trados de 1/2 1.
D.tos de 5/8, idem.
Tnlhos de ferro de 6a,60, tonelaJa.
Ditos de dito de 6m30, idem.
Taboas de amarello de 5m!>< 0,m40 XO n:03,
urna.
Tubos para nives de caldeira. 1.
Tsboas de pinho de 6m>?3 u030X Ob003, p.
Ditas de dito de 6iX 0m02 X0n40, idemr
Ditas de dito de 6,m X0,m003> Verniz capal, litro,
dem do Japo, idem.
Vassonras americanas, i.
Veias para carros, kilo.
Vidros brancos 7>< 50,1.
Caibros de 30 palmos, idem.
Cemento Portland barrica de 140 kilos, barricas.
Eoxams de madeira de lei de 5 metros, 1.
Prancbes de amarello de 6,m>< 023X 0;,08, 1.
Di-os para carga de 6x;* 0,3X 0,o-,08, idem.
Ripas de 12 palmos, 1. +
Taboas de amarello de 6 m0 40X0m03, idem.
Ditas de dito de 1I/4X 24 e 26 palmos, dem.
Te.has nacionaep, mllheiro.
Tijolos de alvenaria batida, idem.
D:tos de alvenaria grossa, idem.
Vergas de madeira de lei 7roj>< OmlSX 0m20,
orna.
Duas de dila de dita 6m50X 0ml8 X02O idem.
Sebeante fezes de ouro, kilo.
Impressos para prelixos para telegramma3 a
transmittir, T. 19 milheiro.
Impressos para prefixos para lelegrammas rece-
bidos, T. 20, idem.
Memoranduoe A. I.
Recife, 20de Julho de 1892.02* escripturarlo
da secretaria, Antonio Pereira de Souza.
Conforme0 sece'ario, Julio Cesar (Mal-
eante de Albuquerque.
Bazar Pernambucano
Fabrica Meteoros
Os abaixo assignados proprietarios da
acreditada e conhecida FABRICA ME-
TEOROS, em attengo ao respeitavel
publico e especialmente aos seus innume-
raveis freguezes, vem porticpar-Ibes que,
em consequencia do augmento que fiza-
ra m, no salario dos operarios do seu es-
tabelecimento fabril, resolveratn elevar
(1#0C0) em milheiro de cigarros de todas
as mtreas manufacturadas no seu esta-
belecimento.
Assim deliberaram por verificarem que,
para conservar leso o crdito dos seus
cigarros, seria preciso harmonisar a as-
cenc&o do preco, com a superioridade da
manipulajo, pelo que, preferiram maoter
o crdito dos mesmos, manufacturndoos
eom mat ra prima Superior, a ter de
!mpregal-a inferior sem elevar o prejo
dus seus productos, smente com o intuito
de maiores lucros.
Procedendo dest'crte, esperam que seu3
bons freguezes continaarao a despensar a
honrosa confianza, com que sempre des-
tinguiram a FABRICA METEOROS.
Raa larga do Rosario n. 30.
22-792
Joaquim B. dos Reis & C, Successores.
Santa Gasa de Misericordia
do Recife
Convocarlo d.i Assembla eral
Tendo o S. Exc. Revdmft. o Sr. bispo
diocesano approvado, com algumss emen-
das o compromisso desta Santa Casa, su-
jeito sua a^recia^So, depois das aite.-a-
{Ses que soffreu por effeito do acte do
Goveraador do Eetsdo do Io de Maio des-
te anno, de ordem do Sr. conselheiro pro-
vedor convido a todos os Srs. irmSos resi-
dentes actualmente nesta cidade, para
que se reunam em assembla geral na sa-
la das sessSes, pelas 10 horas da manha
do dia 31 do corrente, afim de proceder-
se a eleicSo des irmSos que deverao for-
mar a Junta Administrativa da mesma
Santa Casa, no biennie de 1892-1894,
Secretaria da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife, 29 de Julho ae 1892.
O eecrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza-
I
I
-
>




Diario de Pern?*^buco Qufnla-felra 28 de Julho de 1892
ssspssasssaimmm ii y .i! i
Biblia thcca do Estado
de Pernambuco
De crdem do cidadao goveroador do Estado e
usando das attribuives ue me sao conferidas,
convido a" pessoas que tem em sen poder obras
dfsta biMioihoca, tnrem recolbel I" oo preso
de oito das, ub p. no d' fae: iffeciiva a la-
pos fio i< 7- art. 9 do reguiameutj Je 19 de
Bibhcth cu Pubc do Ertado de Peroarabu-
co, eu 27 3 Ju!ho :89.
O airector,
JTaiago da PoiMiCa.
Vene ave 1 irmandaJe
DA
CJ rios SaiitAnna da ig e-
ja . leieao
De orderr; da mooj .gi'dora, rouvi 'o a tolos
as nossos i.rissimos i'Hjaoi que .-jacharen) qut-.
tes cora est-. rmariiiade, de conformidade com o
trl. 47 do CiDprODMSQ, comparecereai nesta
igreja don i' !1 lo crreme, pe:-- 9 horas da
Kit;h, clim de .sii o a mi#sa votiva do
sDiruo Sanio. < era s<*goid< p-icjde- sea elei-
jbo dio fuaccioaaru* qi- '-n de. ministrar
as'.a corporago no >nio coiaromissal de 1892
1893, conforme d ermina o couipromisso que
os rege.
Consistoio Ja irmandsde de Sani'Anna da
igreja da Santa C. u, 17 de Jullio de 1891.
O secretario,
Leonardo Atco Lavra.
A el. sse operara
De ordem do dlrcckno da L1ga Operana, con
Tido a clas-e operara e as associasocs que rece
beram um coHv.te do Partido Operario da Capi-
tal FeJeral para adherrem a nsalapSo de um
Coogresso Operario Nconal, no dia 1- de Agos
lo a aguardarem a piiblia^ao quefuz.mosno
i- numero ca Gazeta do R-c.ifc.
Recite, 27 de Julho ue 1891
(.) secretario geral,
Arthur de Mello.
Estrjda de Ferro Central de
Pernarbnco
De ordem do cidadio Dr. director eogenbeiro
cbefe, fajo duMc que ; as doze huras do dia
4 do me ie Agos'o prximo vindooro, recebem-
se propostts na Secretaria a'esta Estrada para a
desoiga, tor contracto, em alvarenga3, dos di-
Te.-509 msleriacs qoe tenhan de aportar i'c-sta
C.dade, 0"-tinad s a esta E'fada de Perro, da
dat da asignatura .o contracto at o cltimo de
Dezembro do corren te auno.
Os concurrente? depositsrSo n> Tbesonraria
d'e;-t,i Estrada, ai as li h:>ras dr din marcado
para a roacsrreneia a quantia Je 200JOOO rrmo
caucao df babiliucio,
Us dentis esclareeisentoa e basos para o con
tracto en'.ontrarao os cincurren tes n'es a Secre-
tis!.
Secretar;:, 27 de Jallas de 1892.
, O secretario,
]0>IO Cava!'-i.nti.
Compa, hia
H<>iel I-tenaMnl de ftfNtt-
ktco
Em !>qL'ittaco
Tend sido reslalos a liqidc0 paubia e:.. ;.- > I lea ge-Si uo da 25 de Juuho
olmo a commissao liquidan, representadaem
Pernambuco pe. Sr. D Alolpno Tac o da Cesta
Clrne, pide a '.o os o? crmores queiram ap sedar seus respectivos ti'ulos para serem oppor-
tuoarjjente pai-os.
Capital Pedtral, 1 i'.e Ju!bo de 692.
Taiqiniiio da Sonsa F:!ho.
y.',' s G.aud.
lami*
Coaipaulala Persiamibucana de
n. vtga o
Esta c: en. a seg:^ ntcs liguas
elartsd? Davt-gagOo:
Nor'e looai d ro3 pcrl.s da Paraniba, Nala
Mi'Mo, Mosso, Arrcstj e Fortaleza, [arttndo
c!ste porto um pagele a li e 26 da cada mez
Sul, cem escala petes portos de Mac-i, Pene-
do ArscEju. Fs'.- ra e Babia sabindo des'.e
porto a 14 e 29 de cada m z
Fernando de Noronka. partida no meado do
mez
Rio Formcso t Tanandart, sahida a 28;
Rio de Janeiro, (direciameott) parle o paquete
d- 8 a 30 do mez
Rio Grande dt ShI, (viagera directa) safae de
3, a ) do miz.
T os os paquetes sSc noTos tem excellen.e
acc medacOps p3ri pnpj^gfiros e para carga
e o prfeos sao muiU rrdundos
Osfpassageiros eBeoutram, apar do bom tra
lamento, ledo o conforto desejavel a bordo ed
um paquete.
Os pqa -'.es que faz-m al viagens M Rio de
Janeiro, alm de ttrein todo o que se eocontram
nos paquetas modernos, accresce que faz a via-
gem em qu-tro das e o prego de passagens a
? class? 60000.
O paqj-te empr-gado na vjagem para o Rio
fraude do Sol :rnente para carga, e tem o
calado adequado a entrar do porto daqueile Es-
tado en qualquer occar-io.
Recebe-se engajsmeoto de carga por quanti-
4ade flxa para todas 33 Tiagens.
Outrosim, a companbia > xpedir paquetes ex-
traordinarios desde que baja carga para o enga-
jmento completo de um paquete.
Escriptorio da Companhia Pernambocana
Peciflc sta Miiatim m-
V
STRAITSOFMAGELLAN LINE
O paquete Iberia
E' esperado dos
portM do fuI al
idi: de Agosto
segoindo'tepo'f daindispecsavel demora para
Liverpool com escala por
Lisboa, Bordean* e Plymouk
Para carga, passageiros, en-ouir -'. e dv
beiro a free: trate-se coit os
AGENTES
WilsMn Sons CM timitet
10-RA DO OOMMERf 1010
iiOwiiSiaTi-
m
PORTOS DO SUL
Macelo, Penedo, ricuju' e Babia
O paquete Beber!be
Commandante Io tenente Fabio Rino
Segu? no d;a SO de Jo-
Ih as 4 beta.- da tarde
Ipara os portos cima ind:-
'eades.
Rectbe car, a encommendas, passagense di-
ulfci-o a frtte .t s i bora- da tarde do dia da
artio'a.
ESCRIPTORIO
A- Cm da Companhianrj vtabn crcun
n- 12
sr
lioy Brascro
SeceSo de oaregacio
DA
MPREZA DE OBRAS PUBUCAS NU
BRAZIL
PORTOS DO SUL
O paquete Maranho
Commandante Quilhermo de Castro
E' '.sp.radc dos
portos do sal: te
Hia 30 de Ja-
ibo :pgoiodo te-
depois da demo
:,i necesarrla para
parahyba, fatal, Cear, Amarrt-jao, Ma-
ranbao, Para ObidoB e Manos
As encommendas serao recebidas at 4 bor-
i tarde do dia da sabida, ao trapiche Barbse
jj m > do Corpo Sa.ito a. l.
Para carga, passagens e valores : tratase com
os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete lagoas
Corcmat.d.jte A. F. da Silva
E' esperado dos portos de or
te at o dia SO de Julho se-
guindo depois da demora do
icos turne para
Vfacei. Baha, Espirito SLito e Rio de
Janeiro
Recebe carga a caldear do Rio de Janeiro
jara Santos, Canana, Ignape, ParaLagn, Ad
.oiina, S. Francisco, Itajalrv, Santa Ombrina
3ic Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serao recebidas at i hora
la tarde do dia da sabida, do trapiche Barbse
no largo do Corpo Santo p. 11.
Para passagens, fretej e encommendas trata-se
:om os AGENTES.
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
. mdaudante o capito de fragata Pedn
Hyppolyto Duarte
E' eape.rado dos portos do r.o -
te ate o dia S de Agosto e de
pois da demora indispensave
_ seguir para
Macei, ivHhia, Espirito-Santo e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Igu p Paranagu, Anto
nina, S. Prancisco. Itajahy. Santa Catharina, Rio
Grjade > As encommendas serao icsebirlas at i hora
la tarde dj da da shida, no trapicho Barbos*
io lar^o do Corpo Santo n il.
aot) rs. cur.-egadores p^onnos a sua atiene
ara a clausula O dos conbecimemos, que
No .--.na ^eclmuayo contra i
ano---., prf avaria ou peda, deve ser fei
jo.- escr-pto ao at-an'e respectivo do porto di
ga. der.tro de tra dias depoi.i da tinai)-
Wo proeedende esta crmadade acomp..
1 : sonta de teda a ''!3f.oDs?bilidade.
Para p 'retes o eDcommcad&9 tN
-c com 08
AOENTES
neiroSc C.
Sun do mf

PrVineis- anda ocebeoree Oe mer-
adorias qoe se attender a rertamaces por
fal as, que !orem reconbecidas na ataaaiao a
lesearla dos volumes ; e que dentro Je tffnt)
as a contar do dia da descarga dat a varengas,
^evero farer qualquer reclamadlo concerne.,
tes a Yoluraoao,ue porTentora tenham i#g
o ra os portos do su!, aiim de serem dada* .
empo as providencias rjeces3arlas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apre
rem Da vespera da ebegada do vapo- para ti
'em as suas passagens.
Para carp, i'-a^aguris, '.iconaierdas a d'
i.iairo trata-se com os
AGENTES
. Burle fe C,
42 Rita do Cowniwi'W4
^ "V"
para a
O vapor Trent
Commacdante A. E. Bell
E'esperado da Europa co dta
SO de Jalbo 8eguido de-
ut:- da iodispeD^avel demora
8ukia, Rio d# Janeiro, Santos, Montevi-
deo e JBue not-Ayret
Para carga, encommendas, passagens e dl-
iheiro afrete trata s :om os AGENTES.
O vapor Tamar
'cramandante T. K. Exham
E' esperado dos portos do sul
al odia. d Agosto de 1892
aegu.odo depois da cecessaria
idemora para
'almas, Lisboa, Vigo e Southamptcn
iMtHCQao da pGstaj>;Ti}
i' Usboa is t;z.:& 3 10 i JO
I ..:: ; l'classe 58 rt 42
Camarotes raaervadoa para os paaoajBiN
Pernambuco.
?ara passagens, freas. iccommecdas, irata-s-
:or.. M
AGENTES
i oioriin rmos & C.
S. 3Roa do B-m JesnsH. 3
Compan&ia frigorfica Pastoril
riiileira
O vapor Mercurio
E'ff-e'adc dos
pottes d sures-
tes pouc s d ai
spguiado depois
da demora necea
saria para o
Cear, Haranhio e Para
Para passagen, carga, e commendas e di-
ttetru trata-se com os AGENTES.
Vapor nacional Venus
E' r;perado dos
pottos do norte
no di; S do cor
Tfnte, reguiado
depois da demo-
ra Leciesarla para
Macei, Baha e Rio de Janeiro
Estes vaporp m excellentes ac?ommodac6es
para paftageirc:- de i* t J classe e sao illumi-
nades i luz ectrica.
Para passageiros, carga, encommer ps e v -
lores tra-se com os
AGENTES
Amorira Irmos fy C.
Ra do Bom Jess n. 3
Messegeries Mal
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
'." mmandatite Lartigne
Qmesia Li06 \sl
Rio de laneiro e Santo
O vapor Capua
E' esperado de
Ni w York at o
lia O de Agosto
aeguiDdo depois
da demora necessaria para o? partos cima iu II-
cados.
Para carga e encommendas trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Jonhston Pater & C.
Ra do Commercio n. 15
The United States aud Bra-
zil M, S. S. G.
O vapor Vigilancia
E'esperado deN'/wYok
at o dia S de Agosto se
guioiio depoib ta Indis
_ pensavel demora
Bahia, Rio-de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encc-Emenda e di-
ibei-cEt frete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rna o Cor.msrcio8
1 andar
:ij Miila -
PORTOS DO NORTE
Pr.rcJiyba, Natal,, Maco, Mosmr, Arar.',
y e Cear
O paquete Jaboato
Com Bardante Pereira
Seguir pa-a os
ro.:o acirxa !'i
cados no di*
Ido J u lh o s 4
il-aiibo;^ da tarde.
Recebe carga, encomnieadafl, passagett e ".i-
nbeiros a fr t ai as 2 horas da larde do d a
26.
ESCRIPTORIO
o caes da CompaJua Pernambueana
n. 12
"CHARGELRS REUNS
CotnpafshtK Franrea
DK
Xavegaygo mpor
Liinha quinzenai eutre H.vre, Litos
Per.wbuco, Babia, Rio do Janeirc
Santos.
O vapor Colonia
Commandante Lt-queux
LNTKARA' NO PORTO
E* esperado oa
Europa at o dia
do corretee,
egoindo depois
de icd'speoav 1
di-moia p.ra
aaM, Rio de Janeiro e Sb&s
Ro^a-se aos Sr?. importadore3 ds carga peio;
rsporez desta linha, qupiram t-.presentar dentre
ie"6 das, a coctar do da daae%rp das alvareu-
jas qurdquer reclamacSo concernente a volomes
le porventura teoaam seguido para os fxirto?
lo sul, afiai de se poderem dar a tejipo u pro-
ridencias necesaariaa.
Expirado o referido prao a compauhia no
n repoosabiPM por exiravios.
Recebe carga, encommendas pasaagaia
ipara oa qcaes (em arecentes accoaupodac.'
i tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9RA DO COMMERCIO-9
ElLOES
E' esparado des
culateo dia
portel do
5 de Agosto de 188
iUjuinuo depois da demora necessaria para
3fodesux, com escala por
faltar e Lisboa
e vapor IllaaHtnado i .
eleczrlra.
Leilo
De cerca da LOCO saccaa cora milho ava-
ritdsa
Hoj e
Quinta fe!ra 9H do eorrente
A's 11 horas em ponto
Eoi frente ao tra,'neh>; LtfrsmSBM junto a
gua-ii tnria :,'Alfaidega.
O agenta Pinto, aotorisado pela "ompanbia de
Seguro- Amphitrit*', ievara a leilo'as a-eea
com milho, t-.cima mencionadas variadas d'a-
gua do mar.
E'o um ou msH loies.
H je, 28. deve ter logar o Ipilo de corea de
1.000 saccas com icillio. avaricias u'agua uo
m-r oe trapiche Livrame'n'.o junto a guardamo-
ria d'AlfanJcga, 11 horas em ponto, e por ln
tervencao do agente Pinto.________________
Leilc
De 1 cabr olet da 2 rodas com 4 assentcs
com cav.-.llo e arreios
Sexta feir, 29 do con ente
Por oceafiao Coteiio d:-movis, bnlbante e
maiM cbj cto; rna do r. Juaquim Nabuco o.
i (d>puuKa).
Por intervenjSo do
eme Gusmao
Ag
Leilo
De encllente s movis, poraellanas chris-
tees electro-plata, vidros, loucas, ferra-
men'a para jardim, plantas, trerji de co-
sinha e 1 cava!.o seliado e enfreiado.
Sexta-e ra. 29 do eorrente
A'S 11 HORAS
CmT.4DO:
i." sala de vHa
Urna snobllia de janeo cor de nogueira com
12 cadeira? de ^uarn:cSo, 2 dita' de brago, 2 di-
raaxom balancv 1 tof e i eaaasloa c.;m pfdra,
1 ci.de. ra de junco com bataneo forado de paro,
2 quadro, 6 pra'os cbineies [ara pared.-, 4 eta-
gerep, 3 paies de j.rros, 2 va2os rara planta?. 2
paMtres te broo', 8 o-n-amentos cbiuezes para
pan ae. diversos entesas para me: a 1 mesa de
columna, 2 taudieires, 1 candieiro de suspeocio
e 2 capacbos de coco.
V ah de vwiia
Urna mobilia de junco preto com 6 radeiras
de guBrniio, 2 dias cdb balanco, 1 tof p 1
jrdioera com be ira; 2 Coas-Ios oe mogno com
pedrn, 1 m sa redon la, 1 rcll>-cfto de crus aceos
em urna catxa de madeira col v;d-o. 1 mesa
par fuxao'e, 1 mesa chioeta par;, cha. i este-
liocpu <; -i i.-, 1 pona niuziea dv p iba, 11
11 .tal "1 Ui-f n n brmdlos para flores e plan-
iaf, 1 sof tqa<0 7 lai cas para conioado, 2 es-
carradei'a? e diversos -futes.
SJ-ta
Dm "arda Metidos rsode, 1 mesa dn jaca-
ra:n a pifj ^sc i t> i idi a^ coai rtragj*, 1
; la 6 cadeira .ai re'lo, 1 pona rhepeo
.o, 2 meras para centro 2 fab'ii-s elsticos, 1
caodieiro de eespeccit e i tsear.adeiras.
Sala de jantar
Urna mesa elstica de 4 taboas, i guarda
louca, i aparador de armario com pedrs, i apa
rador torneado, 1 pao p .ra mesa, 1 r:logio de
pnreie, i esprpgoicadeira 1 jirdioeira com pe-
dra, i nitro Ingles pira agua, 3 quaros, 2 pra-
tos para pa'-ede, 1 porta conserva de electro
piale, 1 jano pay vinho de dito, i porta biscoi-
tos de diu-, 3 gefadeiri.s de vidro, 1 copo de me
dida, i apparelbo de Ijuca inglesa completo
para jantar.. '5 pratos de por diana para fucias,
garrafas para vinbo. 1 lote de loua para almcgo,
i dito para jantar, frutaras, 1 caseco para agua
qnente para ser.igo de cb, copos, clices, ta-
gas, talberts ccolbires de electro piale, bunaei-
]38 e salvas de tlectro-pate.
Costaba
Duas mesas, taboa para eogommado, jaros
para ama, mo;r,ho para cu, machina para pi
ca 'amo, fogareiro. ferros para engom^car e 1
giane trem de eosinha.
Qu.rto
Tres camas de losa, cabides ce parede, 2
aligeres, i lavatorio com jarro e baca"! espe-
ISo, i mesa e i comxoJa*
StSo
Um importte guarda roupa de amarellj, i
lavatorio de Jacaranda com pedre e e-pelbo, 2
gu^njOes du. las de porcellsna para lavatorio,
i iaiia de ferro coro lastro ile moa pa.-a casal,
1 tclette com etpe'bo i rabide elstico, i qca-
dro cacao da noite, i ber^o e i lote de espon-
jas.
Objectos avulsoa7
Uma mangueira de borradh pnra irrig gao
de 1/2 polei-r.; 1 hanhei-o do (oHta, 2 pares de
peas para eavallo, 2 jaellas Ue ferro, ferra-
uienlas para jarona,, escadas, diversos vasos
rom ps de avencas. crotous e brgonias, gati-
nba?, froios pr.ra estallos, 1 ra vallo sellado e en
freado e mullos (Utros'.bje;!o-do uso dom.s
tico.
O a^ejie Gusm5o, aslorisado por uma familia
estraoajeia que se acba na Europa, far is;l4o
des objectos cima m^ncio larfos existentes na
ca-a sita a ra do Dr Juaquitn NatHtco a. 4.
A'.- 10 I/i hora partir da est^&o um bco1:
da lioha .ia rna da Con''e:crio que dar passa
geis ralis o; lOncurrintes ao ItSo.
Leilo
De exceilentes movis, porc ana, vidros
e crj-staes
Sexla-Vira 29 do c rrente
POS 1NTF.RVF.NCA DO
Agunte Gisnio
Na ra do De. Ja^qoia; Nibuco n. 4,
f.iiiaal.S -ahir o niiun..o minucioso.
Ta^
verna
Vende se ama taverna bem afreguezada e com
poneos fondos, propria para principiante ou
mesmo a quem qoeira se dedicar ao negocio em
grosso, visto a casa estar ben. localiaada e ter
pi-cporcOes para este om ; a trata: na r_a de S.
Jjrge n. 139.
Padaria
Vende ie uma padaria bem localisada e com
roa freguezta. desmanebindo 90 oarriras, e o
mo'ivo aa venda o dono ter de retirar-sara
:Ora da ckade ; quem pretender inforraatoes,
inji-se a roa doLivramento d. 11.
Aluga-se
O segondo andar da ra da Penba n. 33, com
agua e gaz ; a tratar na rna Duque de Caxias
ourxero 45.
Feitor para engenho
Para o engenho Camaragibe do Caxaog, ee
precisa de um feitor que ana entendido oo ser
vico de Campo e manejo de engenbo ; a tratar
na roa da Imperatriz n. 7.
Predios venda
Nos Alflicto8. Maito boa propriedade, com
dependencias para criados, bantieiro, ocbeira e
cotn grande quintal murado.
No Arraial.Grande sitio comproporjCes para
edificar, e com algumas casss que dao rendt-
meoto.
Em S. Jos.Roa Luiz Mendonca, casa porta e
janella. ra Yplran^a. meia a.u:i.
Becife.-Becco Paschoal, meia agu.
Afogado3 Estrada do Remedio, boa casa, ra
da Paz, dous bous predios.
Trata se do Escriptorio Cotuffierciai, rna Du
qu? d. CuTias n. 72
Taverna
V-'ndo-se uma taverna em boa localidade e
com pouco3 fon'os, propria para principiante i
a t atar na ra Direita de Afogados n. 96.
amonio Patheeo Din. Torrea
JoSo Alves deFreitas, em cesi--,. orhD das di'g-
pesioOes testamentarias de aeu Part ular amiga
AuIodo Pacheco Da-Torres, fallecido ttn Lis-
boa em 9 do correte mez. convi-ia os sena p-
renles e amig'. s, bem romo os do Doado. a as-
sistirem as missas que por sua alma manda ce-
lebrar sabbado 30 do aDdaole, as 8 horas da
manb, na igreja do convento de Santo Antonio
(roa do Imperador) stimo dia da receicao da
infausta noticia, cotif.ssando-se grato quet'.as
pessoas que tiverem a boudede de acceder ao
seu convite.
t
Tenente coronel Pedro do Rorkk
C&valeante
O bache re A, S. Pereira do Carmo e na fa-
milia mandara rezar misaas por alma do sea
p-ezado primo e amigo Pedro da Rocba Caval-
.:aoto, fallecido oo Estado de Uacei, pare o qua
coDVidam as pessoas de sua i raizado par-a o dia
29 do correte, sexta feira, na matriz ia Boa-
Vista, ;-s 8 horas do dia stimo do su passa*
m-nto, e deede j se i-oofessam gratfjf^aos que
^e dien^rem acquiesrer o sen cosvit
Criado
SPrecisa se de nm criado ; ra loja das Estrel
las. rea Duque de Ca>ias n. 56.
Atteaco
Leilo
De importantes joias mortercas de brilbante
de prim-ira aguo, por occasrSo do leilo de mo
veis e mai? obj'Co ra do Dr. Joaquim Na-
buca D. 4 uaputga.
esta feira, 29 do cocrente
ROt IM'EltVK.vgAO UO
i gente
Gusmao
L^sio
kgi
De m:i -aprioes a r'adcs, parte de w'cmea des
o regados dos ^a ores Clyd: e Tagus cora
avana.
ScXta-feirc, 29 do eorrente
A's 11 Jiras
ente Pinto
No armaz-.-m da ra do Bom Jess n. 45
E e-Jjitinn.'icao
Lindos espelbos oaaes, dourados, odens cof.-es
de ferro
L ilo
Agente Brito
Ds bons movis, louy&s e vidros
lina deLoii) s Viletinas o. 78
O agente cima, aulorisado por O. Aa.elu A.
da Cruz, que retirase para a Capital Peder!,
vender os movis sigui tes :
Orna mobilia de mogno. 1 cama franceza prc-
t 2 comrrods, 1 guarda vestido, 1 o rile, 1
lavatorio com podra, 1 loucador, 2 cspein 8, 6
quadros, 2 c^ndieiros, o tapetes de sof e 2 es-
carradeiras, 1 mesa elastic 1 guarda -lougi. 1
aparador grande com vidros, uma meia mobilia
de amarello cora eadelrat de balando, 13 cadei
ras de junen, 2 rilas de bato a. i, I quartmheira
de columna, i rtlogio de parede, i cama de
amarello, 2 bahus, i mesa e trem de cozinba,
loO'as, vidros e i.u;ris muios objectos.
Sabbado 29 30Julho, s 11 horas
AVISOS DIVERSOS
Vende-se uma boa esa, sita ra
da Santa Crua dos Milagrea, em Olinda,
r. 47, :m 115 palmos de frente e cerca
;.i 200 do fundo : tratar na mesma.
Continua a estar para vender o estabelecl-
rcento do molbados, sito -< es ^ao do Carmo. era
Otinoa. com ou sera a= mer-jjdcria=; a tratar na
alen- ns. 4, 6 e 7.
.u ee a cajeraea aa i a xa Bconomlea
pertocrote a menor Anela, tilba ce Luiz de
Franca Cotn; pede-se, pois, i pesso quo astaos
o obsequio de i < tregar ao sal da sita m-.'Dor,
\ toa Vid8l do Ne)ieiro3 n. i SO.___________.
Veudem se os dous sobradoi ns 1 e 3
ra d.-; C, es que segu t;a Casa ds Detencao ao
gazon-ttro, onde e to Bltasdos, tceu: comraod. s
para grande familia, quintal grunae com s-po-
iisojros, lufiar d-stioa:o ater graono velor, lapo
que se lealise o proj-cio do uma ponte da Hoa
Vista S Jos; muito proprio paia qualquer
estanelecirneto fabril ou oulro qualquer, d >=
que nao noiem ser coneervtdus no centro da
cidade. Vene'oi-se arabos ou separadamente :
a tratar com L. M. R. Valonea, na Tnedooraria
do Fazenda.__________________________.
Gervasio o\- Souza Pereira de Brito. empre-
gado des Sr?. Coirabra Guiniaraes & Sobriobo,
declara que os anounctes dos mesmos senhoros
o se i. ntonde com sigo.
Compra te uma 8rma.ao < utei'nlios de
taverna ; oa travessa do Aneasi de Guerra cu
raerc 9.
Vendem-e dons cavallos boos e novos,
proprios para corridas ; na co:beira de Botelbo
.S C. co c.. s doCapibribe n. 14.
P ecisa-se de cosinheiro ; na roa oo Impe
rador n 85, 2- andar. Na m-snia casa aluga-se
commo.lo para rapaz solteiro e faz-se cernida.
Vende se uraa casa obradada, propria para
fabrica ou companhia.ou mestno pa-a doca, visto
ter um excellen'e porto de desemb-rque e ser o
ulljmo sitio da roa da Aurora, lalo do norte,
co"? cobida para a lioha de bond de Santo Ama
ro ; a tratar na ma do Rangel n. 24.
Ao commercio
Bm rapaz com ptica de dive-sos balcOes,
alguma de escripia, boa letra e conducta aban
Cada, offerece se para caixeiro de qualquer ca-a
coxmercial, de grosso ou de retalho ; quem
precisar dirija se ra Duque de Caxias B. 28
loja.
Caixeiro
Na ra da Madre rie Deus n. 3, boel, precisa-
se de um caixeiro om praiica.
Criado
Precisa-te de um c iado de 14 anuos de idade,
para o servido domestico ; na ra do Alecriro
numero 22.
Vendem-se
Duts lacea di Ierra, dando leile; a tratar ca
rna Lui7- do Re^o n. 21 A, oide outr'ora ;oi o
quartel general.
Vende-se
Urna casa edHieada da noo. faltando reparii-
meijto e ladriibo ea roa de 3 Miguel, fregn :ii
de Afogados D. 93 ; quem pretende-:- dirtj -se
ra do Padit Floriaro n. 67.
Modista
Na roa doCabug. n. 7, 1- andar, prepara- a
toilette de senhoras, de passoios, bailo e casa
mentos por tignrinos rrodernes.
Ao publico
Veode-se duas partes do engecbo No^o, no
municipio de Iguarsssu', rujo engenho se ocha
bem montado e tem capacidaie para s-.freu.-
tres a qoatro mil pos de assucar, ssim como
fornos e rica peoielra sera a Industria da cal :
qu;-m quizer comprar di-tja-se villa d Igoa
rassu' a tratar com o teneetl Joaquim dos Santos
Toixeira Ha Motti Cavalcaate. |
Caixero
Precisa e do um ca xelo com pratica de ta
verna, de 14 a 18 ancos, dando conhecimento de
sua conducta ; na ra do Sauto Amaro n. 28.
Banhos salgados
Qoem tiver umacas-i com sitio grande e quei-
re permutar por outra na prala dos milagres em
Olinda, re.-ebendj em dinbei-o qualquer diffe-
r- non, dirija-se roa da Madre de D-o:. n. 10.
(Jasa em Afflictos
Aluga se om bora sobrado com accommoda
c6es para familia, com grande quintal murado e
dependencias para criados, banbeiro, cocheira,
etc.; a tratar no escriptorio commercial, ra
Duque Ce Caxias u-72.
Jan:pabo
Compra-s janipabo ompeqnenas e grandes
quandade s: na roa do Principe n. 28.
A
VISO
Anglica Silva prepara com a mxima prota*
ciencia toilette ue retiboras e crlinjas, presos
mdicos ; na ra do Cabula u. 7, 1- andar.
Florista
Moedas de prata
Coropram-se p;:tacoe3 e mcelrs de 1*010 e
oOt) rs. ; no armazem de movis, ra Barao da
Victcria o. 54.___________________________
Sitio
Arreotla-fc um sitio com casa de viveoda,
sendo bastante plentado de arvores fructferas,
tarreno moi'.o uterrimo e bra agua para beber,
no lugar Encanameoto da frrgne&ia do Pojo da
Paradla ; a tratar do mesmo s tio com o Dr.
Cardias.
Luzi Neponicena Oiarto participa ao
respeit.vel publico que ssatiaa a residir
::<) 1* andar do sobrado n. 26, entrada
pela ra do Cajo', onde encentrar a ea-
tisfaaer com toda a pontualidade as en-
commendas ([ae ibo feram confiadas, como
aejam :
Bouquets de crvos n-'.turaes para noi-
vos, ricamente enditados.
Cnpellas bm preparadas de altima mo-
da e a contento das Edemas. Sras. noi-
V8S
Flores e arcas de flores da panno e pa-
pel, do gesto que for pedido.
Bandeijaa de b los e bollinhos finos de
ciiveis-s quaiidades.
Fiambre proparado o bollos para todos
os actos festivos.
Todas as encon>mend?.s ce f.irSo com
toda pontualidade e urgencia pedida ; ge
rautiudo se asseio e gesto no desempenho
do trabhlho, assim como se far pelo prc-
90 mais barato de qoe em outra qualquer
parte.
o commercio
Fabrica Amor
Os abaixo assjgoadcs proprietarios densa fa
lrica, fita a ra li-.rga do Rosario u. 8, parta
para a todos fra detta, qoe nesta dala difpensaram de seu
estabclecimento o caxeiro speote TaeotonioTos
cano de Brillo, e pedem aos meamos fregueses
o tspecial faver de dirigirem-se ao proprio es-
tabclecimento, em quanto cao ir pre-nchldo
eese lugar por outro empreado.
Recife, 9 de Julho de 1892
Viuva Lorega t Oliveira.
arla Annuneiada de ArnaJ
Cuaba
Luiza de A-; uj i e Silva Cunt, rr.i, cs a
lias c'a finada Maria Annuneiada de Araojo Ca-
nha, convidam tedos os seus paroatos e amigos
para assistirem as mi3?D8 que per alma da mea-
ma tina a, mandara rezar na igreja de N. S. da
Penba, s 7 h; ra? da rxanha do da 28 de Julho,
segundo anniversario c passaDvnto da mesraa
ttoada. Desde j agradecem Ibes to piedoss
acto.
t
D. Mara B. Barret<> Lina
Adolpbo A. Paos Brrelo, Joo Balibascr Paes
Brrelo, bacbarel Francisco Torquato Paes Bar-
reto c sua familia, man:'am rezar missas ;:a ma-
triz deS. Jjf e matriz do B m ConsMbo, as t
horas co dia 30 do corrate, 3 Enniversario ds
pa--: monto de sua presada mal, Ma~ia Benedic-
ta Brrelo Lins, para cojo acto convidara sene
parentes e emigo?, confessando-se dtdejgra-
io' quellos que comna-ooorom._____________
Hurla R(a da Crac Neret
2- nnive.rsano
Os filbos e cenro de Mara Rita da Cruz Neves
convidam aos seus pa ente- e amigos para as-
sistirem as missas que per alma ra finada man-
dara celebrnr boje s 8 oras :. ? manba, naa
igreias matriz do >< J.ipo e M"dre Oeus.
Precisa se de uma ame ]>cr\ asss da
f-milia, para comprar, cosir e faaer
t. ais alguna servidos, a tratar na ra da
Imperatriz n. 24 i aorlar.
Ama
Precia-se ce uma ama pan comprar er.osi-
nhar para uma familia ce tres pessoas ; na ros
Imperial a. 19 1- andar.
km
Precisase de doa? amas para cosinhar e es
enramar a tratar oo lago do Corpo S.iioa.
17, segundo "^J________________________
Ama
PreciiE-se de uma pe-taita cosiobei'a ; a tra-
tar no Banco Eraissor, com Jocuiuo Fernandea.
>ma
P.-ecisa-se de uma ama de meia idade ptira
pouco trabalbo ; oa ra da Madre de Deus n. *,
bot-l. Tambem precisa ee de uma seGhora de
ida e cara fazer corapanhia a una senhon ca-
fada cora Ulbos, pera Apipnccs ; a tratar no ba-
tel Pilolla, roa da Madre de D' us.
Ama
Precisa ce de uraa ana para sa de posea
familia, para cosiDbar e fazer mais alguna ser-
vicos : a tratar na ra da Imperatriz t. S. loja.
Ama cosinheira
Ao sitio n. 5 da estrada do Joao Fernandos
Vieira se piecisa de rma cesinbeira, poga-ss
bem.
Anas
Preci8a-su de amas, urna para tratar de duas
enancas eouira para eosiotar", ?endo a dormida
om casa dos patres ; a tratar r>o Livramento a.
1, soiirado.
Asia
P.ecisa se de uraa sma para dosiebar e mais
S'-rviC':% de casa de (rrni'ii. qoe durma em casa
dos pat-es; a tratar Da esa larga do Rosario s.
9, reloioaria.
A baixa ''o cambio
E' a razao de p.gar o.ibro, h-onze, zinco s
chombo vdho por maior pnco do qoe em ontrs
qualqu-r parte, o armazem di bola amarefc
n. 36, caes 22 oeNovcmbro, heje da Rogene-
8{30.
Moedas brasileiras
C mera-se de 500 rs., l000, ?4000 no centra
i oeaa na ra do Cabug n. 9, loja ds As*
gesto do Reg.
Alogj-se
O grande sibrado da roa C; ito /ntonio da
Lima d. 30, on'< fj o esertl rio pe Ferro Sul d^ Pem 8 buco om oommudoa
para grande familia, oom aeaa e gz ; a tratar
aa roa -arquz de Olinda c. 8, .< hograpbia.
A luga-s
Por tres ou qoitro mezes uc. 2- andar mobi-
liado, ca ;ua do Imperador o. 16 ; & tratas ns
mesmo.
Patacoes
Compra-se de to as as uasoes na roa do Ce-
bag t: %. loja de Augusto do Rogo.
Libras sterlioas
Vends-se na loja de jolas do Augusto tegs
o ra o Cabo_a n. 9.
rjMEfTO~-
tor }34OOO s barrica veudem Fo
IrmSos & O.




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0
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Tiario de Pernantbuee
v
s.
Quinla-te-ra 28 de albo de 189*
Agua Melissa k Carmelitas
"CTaaioo Successor dos Ceirraelitas
14, Ba de VAhbaye, 14
CONTRA:
Apoplexia Flatos
Cholera 1 Clicas
Enjo do mar I Indigestos
Febre ama.ella, etc. .
Ler o prospecto no qual tal entoMdo
cada ridro.
Deve-ae exigir o latreiro bronco
preto, em todos os vldraa,
aoja qual r o tamanho.
DD-OSITOS Zll T0D3 iM FHABatACIAS
do Vnirer&o
HH
Desconfiar
DAS
falsifirarrs
e exigir a Assignatur
de



do
jDoencas do&M %F3JX9^ Estomago 1
a DYSPEPSIA ATNICA, as FtBES iTEmUNTES, f
as CACHEXIAS de origem PALUSTRE
CONSECUTIVAS A MU LONGA ESXAC \ EM PAIZES 9UENTE8
Prescreve-aenos Hospitaes em PARIZ e em VICHT o
BOLO
ou EEI2ZIFI de BOEDO-VEFUSTE
-------------*-*
ftUCtoi: VHlTE,Pra-M9r U Iicol* le eicit 3e (iRENGBLE (frufa) e ui priacipass poarmaeiis te Fruta e lo Wraafin
fJ^.RNAMPiyCO : Ci" d*Z}**OGA.S t PRODUCTOS CHIMICO&.
- *-, i
MOSQU-T^IR0i AME
COM AR3IACA0 ECORDA
DliCMI p nlM 2 iifp a lUkiiit
Loja $ Anisitm as Estntttt
50 e 58 Ra Duque de Casias 56 e
Telephonc n. 210
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireircs
da Franca e do Extrangeiro
vet
Para a cura tjtcat e ttrompfa das
Molestias provenieijtes de im-
pureza do Sangrue.
E' ama kracore andar a fazer exp.
ricucias co- misturas inferiores epm
postas >;;; di ordinarias ou de planta.-.
mdigerj : i ificacia nao conflrniad!
pela setenla, cmqnanto que a molesti:
cacti vez va: nnfaande terreno.
Lancem nilio, sera demora, de nm re
Bedio garantido euja eflleacia seja faeu
wngnHiacto e inquestionavel!
O EXTItACTO COMrOSTO COXCEXTRADC
t SALSAFAlilULHA DE AYSR COllhCCido
- ''c;cmmendatio pelos mdicos mais in
WlUgartea dos paizes adiantados. j
iurante 40 annos,
. -Ccn**Vas do milhares de doentet
em L-ollndo beneficios do seu emprego e
sao outras tantas testemanhas da sur
efflcacia positiva e incomparavel.
ritEPARADO TELO
DR. J. C. AYER & CA.
Lowell, Mass., Est,-Unidos.
UBPOSITO IMl

VEGETAES
I ASSUCAEADAS
\ SEGURAS
L QES
K chapeos de b 1, receben nm linde
sortimento.
AU PAaWS ;)KS BAIIES
Siias
\s de glt de PREPARADO COM BISMUTHO
CJH. FA."V, Perfumista
PARS, e IRu.a de la Faiae, 9, PARS
%
lili i
s. m w m msm i. aa
Navidades e prec/ s baratos
Seise brancas brdalas psra senhoras.
Gaaac-s broncos bord dos pera senhoras.
Camisae, idein, idern, idm
Yauarioa e Jersey e Malha para meninos e meninas de 6^, 75 8J, 9, 103 e 14^
ttm facto.
Voalhus de linh com bico crivades de bico, diversos pregos.
Casacos de Je rae j para senhoras grande sortimento.
Dito de caxe.nira de c6r.
^pas e vezitcs pretaa para senhoras, caxemira e seda, diversos prejOB.
Creones fianceses maito largos, cores e brancos a 500 rs. ( covado.
Tolhas de lioho e al jodao para mesa
Gn.rdanupos linho e algodSo, grandes e pequeos.
Cintoa de cores de 24*) a 400 rs.
aTnst^j branc;- fino.
Hadapoi.no fraooei com 24 jardas de 8, 9| e 100000 a pee*.
Bciul pardo lj.-:) pura vestido a 403, 500 e 600 o covado.
Sargcra de c6res t biaucc a, 30 o uuvadu.
Cairas b'.riadaa lioho poro com 4 fronhas e 1 talhe todo igoai.
Htctilh >: bespanhol. s.
VA PO CRESPO
N. 21 ____
FABUIGA AMttR FABiUC' TIG?JE
u mu, so bossio t i sa so !i?.i: r ticissu t i
N. p.baizo casignadoa proprie-tarios deasas fabricas, participamos aos noasos
fregueses de-ata cidadu e fra dell, que, em consaquencif. da grve pelos operarios
oatrr,8 r -z8jj j bem conhec'd.s de todos, tivomos que augmentar os salarios, e
wsolvemo que os pregos dos nosaos cigarros a principiar d 189.?, serSo os seguintes :
FABRICA TIGRE
7^000 Marca Princeza, gropsos
CASCARA SAGRADA ODRETOFERRO CASCARA
Vtriadeiro Remedio O ailt tutUvo dos ITeTrmjlauwa
*oatrr. s S*rimc ato Vair# habitual. T7io produxindo Prlt^p U Vmtrm.
atltfta te'. PHABacu DfisUZtBE, l, vnua M Vi'rs =a*
tiaON ViOLET AIN a. C" anlrai acosare: le VIOL.ET FRRE8
Cm iBica para Q gy R |^H coi yinio i HIip
O BTRRH urna eluda cujas virtudes tnica* tornoo te
aseneado assignalar.
Compsto com vinhos velhos de Hespanha excepcionalmente
generosos, pstos em contacto com substancias amargas indiciosa-
mente escolladas, este Vinbo contem todos os principios dasmesmaa
e nao tem no estomago aquella accSo corrosiva do alcool que cons-
tituea base da maior parte das especialidades ofiferecidas ao publico.
T,M !"smo tempo, muito saboroso e absolutarwnte irrepre-
nensivel ao ponto de vista higinico.
0 BYESH pode ser tomado a qualquer hora, sew,r O'jn !-
doae de r~
com agua
WPlMUjlU

CAPSULAS AZYMAS E. GORUN
OBREIAS
TINTAS PRETAS
a di coaas
CclU UjalU i Prit
Ptra uTilrer ea ti b"sb toeso ellcamento j solld > llnN.
Umcom: Oleo UFIgfedoiB.-calhfeo Oleo e Ricino,
Baiiamo de Cepahlba. Opiatos, Aleatrto, etc.
TODOS OS MEDICAMENTOS EM P .
. OOmus a. roa, M, ru Tenib, n Parir.- u feiaafrico nu m. u sxva *. O
*****^^**^^^^^^^*" "toot-----------"_________
HOSTIA.
JrMea A*/tno*
para Pbarmadas
HOSTIAS
hniCiaMtanu
FABRICA AMOR
are
Cts flores, liquido
Nairorados, idem
D< -tiades abarrados, idem
Do i ti dos embutidos, idem
P.' e Virginia,' idem
Re:.' Jad*, Hem
Tf ..dores fino?, idem
Trovadores grosses, idem
Lio So, grossos, idem
D. Fmilio Oasteliar, idem
8^500
750OO Bbfmios especiaes 850)
7,>500 Princeza, finos 8,50f
7)50fO c De-fiados amarrados 705'0
61000 t Desfiadoa embutidos 7*000
65000 Bohemios communs 70000
80COO c Flor de Hespanha 60 O
80500 t Pedro Alfonso 600 0
50000 Linho, grosaos 50000
60000 c Policianos 80200
CIGARROS DO FITEIRO
Grossos, milheiro 80500
Finos, idem 80000
Pa!ha de milbo, idem 90GOO
OS PROPRIETARIOS,
Viuv, Loresra e Oveira.
?
?
RHEIJMATKMO^
LESSfoerSCO PA^0 dr^?TTA e.d0S RHEDMATISMOS, acalma as dores as
mais fortes. Accao prompta e certa em todos os periodos do accesso.
w,..OA _on M.f,,?0.*"^3 5.?*S! 5 Rue Samt-Cl.ude. PAHIS.
DA ROPI MIUDO. EM TODAS AS PMAHMACIA3 E DROGARAS
e tv
DE
CARDOS a- IRMAO
Kua ^aro do Triuiph H8. 100 a 104
do Visconde de Itaparica ds. ?
DRafeCXD^DS
Tem acmpre em deposite :
*ACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes
1LDKIRAS multitubulareB pa-a 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOEKDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIX&S de (erre batido cravadas caldeadas, fundido de todos os tmanhoa
SRODAS'AGA ptra cubos de maaeua e todas de ferro.
ODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CHIVACOES duplas e boceas de fornalhas para aaaentomentos
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronae.
CHUMA'JEIRAS parafusos e o mais que se opsa desojar para ji'jibu. str
es de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer peca de machmismo tanto de fer
andido como batido-
EN ARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, medinte ou-
ommssHo rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Ua
oaa, pora fabricar Je 100 a 300 sacos de aasucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos mesmos e responsabilisam*se pelo bom trabalh
que tem um hbil engenheiro ingle* muito pratico, alm de dos um dos sooioi
]oe a tambem engenheiro.
?
?
?
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems de
Estomago e dos Intestinos.
jFortaletom a 3aude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peculiares
[ ao sexo leminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para as pessoas de idade avanjada
a sua efficacia e incontestavel.
OI.UnvAY.
Essas medicinas yio preporadas sjienle no F.slabelecimento do P.ofcssor Ho_.
78, KEW 0XF0ED STBET (antis 533, Oxjrd Street), L0NDEES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
**" Os compradores so convidados respeilosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a directo,
533. Oxford Street, sao falsilicaSoes.
Loja do Caboclo
Ferreira Gruimaraeh e C.
RUA^ DUQUF, DE CAXIAS N. 86
fsia casa fundada em
1851 contine! a manter es
seus vastos arm zens abarr-
la'os de merca lorias com
vari; dissimo sortimento
com nenhumoutro se en-
conlra nesta pra^a
Dispoe de porsoal habili-
tado para bem servir ao pu-
blic que honrar o seu es-
tabelecin-ento, e offerece
todas as garantas de sizu-
dez e lealda !e as suas
transacQoes so a imme-
diata directa > do s atigo
socio Jos Augusto Alvares
de Carvalho.
LigaJo ao grai de sorti-
msntode ferragens sustea-
tamumimport ne deposito
de tintan e leos etc.
ESPECFICOS
DO CELEBRE
Pr. Humnhreys de fova York.
F.:rLnso mAlD de 30 anros, simples, segura, efll
az^a 'tfjjaK^ Avomla s^ l)n>garias e l'har-
adtas yNncfpaeee mais gitraniJaa do Mundo.
CUBA
1. Frhrc-*, Cong^to. Inflnmr..ac3<-<..........
2. F?breo C'olirn causadas por V>mbrlns...
3. i'licu, CJioroe Iiisomna das Crianeas. .
;. I>in rrUea deCriuitcas e Adultos..........
}. OyNenteria, IVui-sric llarriga. ClicabUlofe.%,
G- ri* 1 erf un9 Colcra-MoroOt Vmitos..........
Tiiho. (>>u*:lpa;ao. Kouquid&o, Brmchlte.
S. I>r de lente u de Cara, e Nevralgia.......
y. Ii#r de C'nbt'co Kn<"ha '0. PieiMittj rjMt&rstdo, miaodo Veotte.__
11. ?iipi>rr-'ir.^> da Itenra. Escassa ou Dtriiio-
radt............................................
12. LetiorriieAt Flores P'-ancas, Recia profusa
13. C'roup, Tosae H'nico. DSfflc4dadede hespirax
u. Herpe*, KrujM.-iVs.rysIpela.................
15- Keiiiiiaiife>iiio, l><'rcs rhcuniatic-as..........
Jfi. Besoesj Kaielta, FObre iiuennlttente.........
17. II<:iiiorrhoi:l;.*; -!norreinias, Internas ou
externas, simples ou sangrentas............
18. Cf iln hfinia, Olhos fruco? ou inllaiMcados.
19. l'ntarro* agudonu ehronlco, IVfluxo___....
?0. Coqueluche, Toase cspa-iinotlloa..............
2. Suppurhv-iio dos O"-los. Surdez............
23. RMcrotuliiMt Incharoa e rircras............,
M. I>chllidiide cera;, ou pbyslca.............
S. Iiyir(tpe"i;i, Acnmulagoea lludart...........
36. l'ltijoo de 31 ar, aus^a. Vmitos.-..........
*'7. .Ur.iestiiiH o^iinarias. Clculos ou Pcin
na Bexlsa....................................
2?. Impotencia T)c!illidndc nervosa, scmlnul..
*>. *"ii.::(.. ;ilm- na orca, ou Aphta .........
CC. luconlipcuc.a de Onrina.Ourlnar-sent
Cania.........................................
A. JVIen-*trun<,iu '.olorosa. Prurito..........
;^?. ?'lol< stia- do Corar o. Palpitacoes. etc..
83. JEpy lensia, Mu caduco, Oottacoral, Baile de
84- Diphtherin, Ma maligno de Garganta..
SS. Con gestees Cln'ouicar*, Dr de Cabera. .
C Manual do Dr. Hun..hreys, 144 paginas sobn
as nerinidad's* o modo da cralas, seda gratLs.
pede-so ao seu boticario ou
II t 199 Palta Htreet, NEW VOIZK.
Deposito geiai da Comi*qira ie Drogai o Producto ctumicofi
Gerenta Francisco Manoel de
Silva.
Branca pretaa e de corea usas e com
lavcres, recebeu una esplendido eortimento.
Au Paradis de Daroes
Elegantes
Espariihos de seda e de br:ra co
peluc/a tem
Au Paradis des Da mes
LANS
e vestido, ric:
ca lisae e cou
A PRABS D8SMM8S
Em cortea de vestido, ricamerte enfei
taios e em peyaa Jisae e com desenhos.
Invento
ied eeiihora, recebeu
At. Paradis des liames
Capas de seda e de la de cores imper
meaveia par Eenho'ra, recebeu o
ik eepiss
Modelos inteiramente rovos ao
Au Par dis des Dames
Bord; dos
R eos cortes de vestidos de cambraia
branca e em pecas.
A| PftPQfff
Buhar
J superior e conbecido panno tem
Au Paradis des Oames
CoBtumes e vestidos de brim, cambraias,
jersey, 15 e seda para todas as idades,
tem grande sortimento.
A PARADIS MS DAMES
BaBrod3 Vicaria n 58
Cento por cento
Can te Mas do Monte de
S cor o compra-se com
100 *i achta da avdia^ac
na rekjoari Vernet
Ra do BarSo da Victoris
d. 53.
LE QUINA RAGOUCY
Da xceUeataa resultados K
todoa oa oa.o. da ANEMU i 0EBELI0IDE J
QUINA RAG0UCY
Anima rpidamente ai MiiltQjLB ^i
atar lOtSTtf g0 "i BOK ESTMftM h>
lil:IUaiiliU,f(Mfer-B^MH, mm*. j
ASTHMA
NAO HA
MAIS
Oppreasdo, Catarro, com O
^c> cx-ssi-ir. -
blete et mais alta racompentai.
Deposito em todas as ParuacUa
/
USPENSORIO WIILLERET
(FUNDA P.A.R.A. QTJEBRAZ117RA}
Elstico, nm h,.dars, para Tmrlcocalea, hydrocelfefe. ate
Exqa-a,SlWETg ao inventor Imprettoem esa iusomsono.
BOOCfefefeO*. /OS1*!
Fabhcanu da fundas f v Plcorta
ui Cllsmn-asrcsl I ipse
f. Id LfcBV
fiebres Remedios Le Roy
fcbain di II ataiw> 'OllK tt IM lu'l
AS "VEROAUEIRIIS.
ILULAS LE ROY
Populam em FRANCA, naHESPANHA, nitUERICA.
no BRAZIL onde sao
autorliadaa pela Junta de H/giene.
MUSCO! MM^.MMMM. l/4 .BISCO!
Basas Pulas dio toda a facilidad de ae tratar so, por
preco barato, e de se errar em poaco tempo.Ellas expulsara
rapldimente os humores, bilis, humores riscosos viciados
que conserram as molestias; ellas parificara o Sfengn*
e impedem as recahidas.
-> Smprtrtm-u .
contra a Prinr de restire, Catharrho,
l-itu, ItlicimatiHnsn, Falta de
apoetite, Tumore*,l'lceran, fe brea,
, Motentando Finatlo, Imnlgens,
Borunlhas, lirisirlhidnea,
Mestopatisa, etc.
E PRECISO RECUSAR
lialqui (rtM t iii titir i Hlirtfs .
PhM Oottla
311 Hlllllil lilil imiic
MARAVLHA CURATIVA
DO CELKTEE
Or. Humphreys tle Nova York
A Verdade-ra Maravilha do Seculo.
APPEOVAA E LICENCIADA
feelr, Int-pecro-in CJ.rnl do Ilyzicne do
Imperio de> Brazi'.
A Mn:vilba Cm ai.ta f remediopromtx
jara re Pisaduras, Machucaduras. OonttnSea, iTi
duras, cortaduras, oa Ijiccracoas, Alilvia a dS
ejnca o mangue, faz parar a fiiHammai-ao. ndui
i. liiciu;do, lradcscoramento, efazsarx aferid
coruo por eucar. jt.
A i>Iarnvilba Curativa alllvi.i pr-imptcc
cura rpida para vucimaduras, r>cali!,/uras.
Vu. I madura do ul,e superior aqualcu -outn
>A IMimTHli CtirnMvH S lmr8R8vel par,
*5ft!SrMrhXXiaS' ja do .\arlz. SSo^rfiS,
ai* ruoa do i^lomago, ou as HrmnrruoKlaBot,
AiDwrreiinascurasenipreo uunc.fallia-
A Warnvlfha f'urartTnunxanivioDromDt
SgO* do Dootw, de OuvW js, da race, ruchare
Face e Nevralgia. --,-*.
A Maravilliu Curnttra orecursa promotc
e Pii-closo flra Dores rheumaUcas. A!.f So. OOti
Klgidez nos Juulu ou 't.-rnxs.
A Mr..- vilia Cnratlva o grande remedie
para Ks(|u(m-m-ia. Angina, AuiyKdflaf rchadaVsoi.
inllamniadassempr** seituro, eeniiis'v efflcas.
A >!:mvilhfi 'nrnliv.L como InJe-xAo para o Catarro, a J-eucoirhea ou cff
Flores Brancas, e outroe corrtmenro, deii I litantes.
A MaraTslba Cnratlva Impagavcl pal
curar I'Iceras. Chagas-nilKas, Apstenlas, Panart
Oos, Callos, Frelrap Jo'-iiete e Tumores.
A Maravtllia Cavaflva 6 nnedo prowptc
xir.i Dlarrnea siroplns, e de Dlarrhca chponlva.
A .M.ravilhn Curativa fi iccente ruv
Eetrharia* e Cavllarl^as. para rorrodurea, DOra
Pfiudurasc'fisfoladuras, Conttiuocs, Laoera^eo. Su.
i
<*** v Bil TODAS AS PBABaf ACIAS
J~*
TINTURA POMADA
NICA TNICA
STAjrrsu.aA
atOAHA
"^rba.BaBUuma6 par dar aoe
Tldro aera preparacko ,.T,,.Trr
em UTagera.
branoo sua ofir primitiva
i PlUUOIa, ru Lfef.yfeLB,
rsr.sa a JVfeas*' JL stds
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DIAMANTE,!
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NEW YORK.
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A venda em todos os
c- armazems de seceos e molhados. W
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Acuam! I
A LOJA DO POVO
Vende
Cortes de vestidos bordados, de linao,
Zephiro, e etsmine, claros e escaro:, por
Cortes de vestido de cretone guarnec
do, com 10 metro a 5)5600.
Jerseys para casacos de senhora e ro
pas para creanca.
La pura a 6(5000 o covado.
Etamines para mosqaiteiro e cortinados
oom 3 1|2 palmos de largara a 200 co-
vado.
Especialidades do Dr. Humphreys.
fiemediofe Eapecicos,
. ii'Kntn Mararflboso,
RemfedioH BypbilHicnw,
Kcnit-dioi Veterinarios
<) Tanval do Dr. Humphreys 144 paginas sobre ai
nicrmldt.n*rs e mododccural-astc duf/atls, pede
se au seu boticario ou
iir.MPHKEYS' MEDICINE CO..
109 Fulton Street, NEW YORL .
NICOS AGENTES
-'ru vendas ea grosao em !*;
namhaeo
laria Sobriiho IC.
DROGARA
A' Boa Marques de Oliiuta n c
1.1 or depurativo vegr-t I loda-
do dk> medteo un II
Este rotabilissimo depurativo que vem
precedido de tito grande fama infailivel
na cura de tedus as doencas syphiticas,
escrofulosas, rbeumaticas e de pelle,
como tumores, ulceraB, dores rheumaticas,
esteocopas e nevralgicas, blenorragias
agudas e chroicas, cancros syphiuticos,
''cfl-.mmacSt.- viceraes, d'olhos, ouvidos,
gargantas, intest'nos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples diatfaeitcas,
assim como dk alopecia ou queda do
cabello, e itas doeness determinadas por
satura co mercurial.
D2 -se gratis folhetos onde se encon-
trara numerosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaeB pblicos, e
muito8 attestados e mdicos e documen-
tos particulares.
F z se descorito em casa de
FAMA SOBRINHr C.
Roa Harqnez de Ollnda a. ti
Chegarim para a In-
dependencia
Ra Duque de Jaxlaft
Hiles americanos
A 400 e 500 rs. o metro
Lindos desenhos em cor creme.
DSo-se amostras mediaDte peohor.
Meadon^a, Pr'mo tif C.




R i
*r


8

Diario de Pernambuco Quinla-fera 28 de Julho de 1892
Chapeos c capotas
ultima! novidades de Paii receben o
Lotivre
Uapas, jersey s e visitas
Gostos inteiramente novos acaba de re-
saber
cortes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebid; al-
mente e
LOYRB
Sec as brancas, pretas e de
cores
Ni^os padrees e
lendc espachadas
para grande escolba
sestea ltimos das
LOUVRE
Grinaldas, leqoes e chapeos
de sol
De phantasias scabam de chegar para
LOUYRK
Costumes para creancas
3o todas aa dades encontra-se graade
lOrtimecto no
Louvre
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha ueste artigo grande escolba no
LOUVR E
NOVli ESTABELECIMENTO
Receben um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas de cores e pretas para senhor&s.
de rendas e de palna para senhoras e meninas.
de pala de seda para cr'angas.
para homenB rapases.
dos sableantes i-RANCEZE, iNtri.EZdiS ALLEMAES.
CHAPEOS
INTEGRAES
50:
FRXMHERA LOTERA
de seda para hornera.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapes de senhoras e meninas.
DS3NTG3eDB. AJOS
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rencas, Vos^Azas, Passaros, Florea
Plumas, Aigrettes
e Grampos
para chapeos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria n, 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
TECHOS DE PHAN-
TASIA
S:ndo mpossivel de se deEcrever a
jrande variedade de tecidos de diversas
cualidades proprios para a estacSo actual,
oga-se ao publico em geral e principal
eEte s Exmas. familias a fineza de vi-
iltarem o
LOUVRE
Ra 1.' de Marco n. 20 A
Francisco Gnrgel & Irno
TELEPHONE N. 158
3ABAO CURATIVO DE RETE
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impidido ou curado
por o mais grande de todos os aformosesdores da pelle, o Sabo Curativo de
Reuter. Produza a pelle formosa, branca e clara e toaos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
sabio para a p^lle bem como do toucador, do banho e do quarto das criancas.
CAtTEiiA.Nao genuinosem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & Co, NewYork.
KEDICi.\AL
Y PIBA O
STEIi
IBBOIBIH INHXPLiiSWEL
VENDEM
Fonseca & Irmos
As usinas, refinacoes e fabri-
cas de doce
Vende-se omapparelho completo e novo pan
ser movido a vapor, servindo de cosinba para
{00 pessoa.: ou podendo se uillisar dito appare-
bo para retinar assucar cu fabricar doce ; ver
1 ertraa ra do Amorim n. 5
Cimento Portlaod
Novo chegado pelo vapor, aualidade superior
e precos sem competencia, barricas emeias brr-
ricas, em grosso e a relalho ; vende se na ra
da Madre de Deus n. 22.
XAROPE DE REUTER IV. 2
Como remedio daEstaco Calmosa, Porificador dosangue, diurtico,
s aperiente, nenbum outro appellidado depurativo ou salsaparrilha se appro-
eima sequer aoXarope de Reoter n. 2. Combina qnatro grandes proprieda-
xes em un so remedio, operando a um tempo sobre os orgaos digestivos, o
dangue, os ros e os intestinos.
Absolutamente neutralisa xpulsa pelos canaes intestinaes, ros e
poros da pelle, os germens nocivos, 4'.k flutuam no sangue, na urina e na
transpiracao ___________________
DO
ESTADO DO CEARA'
FhteiM 5a Seta Casa lia immM, mMmilnjm e nstrueco patuca
EXTRACCAO
Quinta-feir 28 de Julho eorrente
Paga-se o dobro no caso de transferencia
BANQUEM). 0 BA NCO DO BBAZBL
Esta lotera recommenda sa mais pelo seu plano do que qua'quer de suas
E' pois justo chamar para ella a attencao publica.
Gom 49ooo tira-se 5o: o^S
3S2oo
cor generes.
u
ti
14
(i
11
ti
ti
t
4o:ooo8>
3o:ooo$
2o:ooo3
lo:ooo5B
effectuar-se-ha
O MELHOB
PURIFICADOB
PASA O
NA\filS
PEQUERAS PILULAS DE REUTER
Figadu entorpecido cura se posilivamente com estas pillas. Ellas
PARA
F6AD
sao um remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais fraco, 13o bem
como bastante activo para o bomem mais forte, e nao constipas depois; pela
accao geral agrada a todos que as osam. Sao as ?ilulas estandarte da pro
ssio medica dos Estedog-Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Quarentaem a
TRICOFERO DE BARRT
Urna preparacao elegante, extremamente perfumada, remove todas as im
purezas do erar eo, preservativo contra calvicie e cabello cinzenlo; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e hernoso Infellivel para curar erupjOea, doeogas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortaduras, queimaduras,
feridas, terceduras, etc.
CAiTELt- Nao genuino sem cada frasco ter a marca registrada
de Barclay & CNev York.________________
PARA O
CABEL
A HLL
depositarios fustes PBODDCTOS.A companhia ae Drogas ductos cbimicos.
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Vivam os noivos! COSTUMES > de Casaca g B & de Crois S 5 le Frack S S Si as Je Paletot g K ~ e debnns a 5. *> P3 n>
FOLHETIM
31HM
Ra das Larangeiras n. 4
Avisamos aos uossob freguezes que temos exposto a venda, os seguintes ge
eros portueuezes, para os quaes chamamos a attenc^to.
CHAMPAGNE DA REAL COMPAERA VINCOLA DO NORTE DE
PORTUGAL
Vinho Moscatel de Setubal.
Vinbo Mo3catel de Cellares.
Viuho Malvazia de Collares.
Vinho Superior de Palmelia
Vinho do Porto Vefro 1851.
Cognac Moscatel de Lisboa.
Cognac Moscatel de Collares.
Real Cognae de 2 e 3 estrellas.
Licores de Marie Brizard e Roger.
AnniseteCacu a la Vinelle.
Cacao Chcuao.
Saperior Chartreute de L. Garnier.
Beneictine etc.
Convidamos aos apreciadores os vinbos generosos um
mazem.
Ennes Barbosa Cooper &C.
io ao noss o ar
POR
PEDRO DELOURCELLE
juasIaste
(Continaaro do n. 169)
VI
O SEGREDO DA SRA. GERVAIS
Observando de novo um dos seus com-
panheiros, acreditou notar que o olhar
d'este acabava de evital o rpidamente, na
mesma cccasio em que o encarara, e que
n'esse olhar havia como que um sorriso
maligno.
Felizmente a pescara estava prestes a
fiudar.
O ultimo antro acabava de ser explo-
rado em todos os seus recnditos, pelas
varas dos que tripolavam os barcos, e
enormes peixes fugiam, levados em dir-
cc2o represa ou mettiam-se no lodo,
onde es apacbavam cam o auxilio de li-
nbas e de ceretas.
Os barcos dirgiram-se entSo para a
margem e realisou o desembarque.
Os hospedes de Corvol estavam cnthu
siasmados com o divertimento.
Urna veriadeira montanha de peixes er-
guia-se ao lado da represa, inquieta, agi-
tada, fasendo formidaveis movimentos de
cauda e com es suas escamas scintillantes
aos ltimos raios do sol que oceultava se
no horizonte.
Todos quantos haviam tomado parte na
fescaria foram tartamente recompensa-
os, e foi distribuida to coloseal colhei-
ts, por ellas e pela populadlo dos luga
res visinhos que achava-se i margem da
lagda.
Os melhores peixes, os de extraordina-
rias proporjSes foram separados e envia-
dos cozinha do castello.
No entretanto 03 convidados tinham des-
coberto a certa distancia urna pequea
tavema em coja varanda se havism senta-
do para tomar fresco.
Como era natural beberam sade do
dono da casa iccomparvel que tao inteli-
gentemente e com tanta felicidade sab.a
variar os divertimentos de seus hespedes.
Este respondeu do melhor modo s f-
licit&cSes de que era alvo, mus a sua at-
tencSo nao estava all.
A idea que apoderr?,-se d'elle um pouco
antes, durante a pescara, nSo deixra
mais de incommodal-o.
No intuito de esquecel a, tomou urna
primeira dse de ab&yntho, depois segu >
da, procurando desoulpar se por este ex-
cesso de intemperancia, tSo pouco de ac
cordo com o~ seus babitos, com & enorme
sede reso.ltaote do exercicio fatigante que
acabavam de fazer.
O calor da bebida a principio pareceu
reconfortal-o e expellir do seu cerebro as
visSes que o cabrenhavam.
Esse estado, porm, nao durou muito.
J se fazia tarde e deviam t mar de
novo es carru'gens para voltarem ao cas-
tello.
Corvol sentra-se na bolea de um dos
carres e com o fim de distrahir-Be dos
seus tristes pensamenfos, apoderra*Ee das
redas para guiar.
la escoreceudo lentamente.
Era necessario, para voltar [b Charme
rette',, atraveasar urna verdadeira floresta,
muito fechada, aquella ende exactamente
tinham cacado na vespera.
Por baixo da abobada de folhsgens, for-
mada pelas arvore seculares que marg -
navam o camnho, o sol, no seu amaior ar
dor, diffioilmente penetrava.
Com maior forca da razSo, n'aquella oc-
quinta-feira
294oo
oo
too
A 2.a lotera do mesmo plano
25 de Agosto. A 3.a em22 de Setembro.
PRini 68E e muim
MESMO ESTADO
PREMIO MAIOR
200:0001000
INTEGRAES INTEGRAES
EXTRACCAO SABBAD0 15 DE 0UTBR0 DO CBRENTE AMO
INTRANSFERIVEL
\csta importante li teria jogam apenas 50,000 bihetes divididos
em inteiros a 20^000. Meios a 10^000. Vigsimos a ^000,
Os encarregados: Cunha, Ribeiro k C.
Escriptorio de oterias, commissoes e descontos
39 Ra 1." de Marco 39, 1. andar
Os pedidos destas importantissimas oterias devem ser dirigidos aos aba'rxo asBi'gnados. As quantias at 100(500
s?o sontas de perte, e as superiores a 200JOOO tm urna commissSo razoavel. ^^
Para informajSes, remessas e pagamento integral de todos os premios, a ordem da thesouraria, na a cncia daCa-
pital Federal. *
Boceo das Caneellas 2 A-CATOES ^ G-
faixa d Correio n. 946- Erdere^o TelegraphicoPeqaim
Nste estado as^ncommendas devem ser dirigidas a
Joo Joaqum da Costa Leite
CAIXA m COBREIO N... ENDKREGO TELKGRAPHIG0X^DergOS
Ra do Baro da Victoria n. ftOQASA BO ^Jf%Q
casio, as proxiaiidades do crepsculo, a
sua loz nSo se fazia sentir, e a escundSo
tinba invadido quasi todo o caminho.
Ao longe, sob a ramsgem, as arvores,
confundindo-se com os rochedoa cobertos
de musgos e lichens, tomavam aspectos
bizarros.
Os convidados, que faziam grande ala-
rido e conversavam alegremente as car-
ruagens, nSo se preoecupavam no emtanto
com esea particularidade.
Mas Corvol, lancando o olbar em dire-
cyDio aoB lugares sombros, senta oppri-
mir-se lhe o peito de novo ao peso d't-
quslla afflic$So.
BaBtava que um d'aquelles tratantes,
cujo plano tSo milagrosamente falhra
pouco momentos antes, se puzesse de em'
boacada e armados de espingarda em
um dos fossos que cortavam a matta de
distancia em distancia, e o tiro seria oer-
teiro.
NSo correra risco algara. Ninguem
conseguira encontrar o vestigio do assasi-
sino n'aquelle ddalo de rochedos e de ar-
vores onde j estava tSo escuro como a
noite.
Para esea gente, habituada s m&nhas
de cacadores as trevas, era isso um di-
vertimento e a baila, partida da sua es
pingarda, uSo podia falhar o alvo.
Emquanto giravam lhe no cerebro taes
pensamntos, Corvo! empallidecera.
Com ama forte chicotada envolveu os
cavallos.
Demorava-se j demais para elle a sa-
bida d'sBa floresta, onde cada porgao de
matto, cada volta do caminho parecia-lhe
cceultar urna citada.
Chegaram af&al planicie. Respiroa
mais livremente.
De cima da bolea do carro dominava
tudo.
Em semelhante terreno, ama emboscada
era mais diffici!, nfto impouivel.-
Apesar d'isso nSo recobrara intera cal-
ma.
Observa va de soslaio as cercas e os mu-
ros por detrez doB quaee podia abrigar c
cano de urna espinguarda.
Em breve avistou se ao longe o con-
junto das eonstruccSes do castello com as
suas chamins monumentaes e ss suas pe-
quenas torres cobertas de pimenteiras.
As carruagens pararam no patee prin-
cipal diante da eacada em que Magdalena,
sempre risonha, esperava os seus hos-
pedes.
Entilo meus senhores, fizeram boa
pescara ?
TSo boa a pescara de boje como a
caysda de hontem, minha seuhora res-
pondeu o profeito, como interprete de
todos. O seu caatello um verdadeiro
palacio encantado ..
E podemos saber como vai da im-
portuna eoxaqueca que nos privn do pn.-
zer da sua presenca ? iuterrogou gentil-
mente o procurador da Repblica.
Agradeco lne. Passou inteirmmente.
Passei a tarde em minha cadeira de es-
tender, e eis-me completamente boa para
divertir-me na nossa grande repreaenta^So
d'esta noite.
E' verdade... Temos theatro.
E previno-os de que o jantar ser
meia hora mais cedo para nao perdermos
o levantar do panno, replicou alegremente
Magdalena. Iremos para mesa s sete
horas da noite.
N'este caso nSo temos meito tempo !
disse um dos convivas.
E, despedindo-se da castelll, os convi-
dados apressaram-se em voltar aos respe-
ctivos aposentos.
Corvol fez o mesmo que os seus hospe-
des e subi os poneos degros que o sepa-
ravam do sen quarto, onde estava o cria-
do prompto para ajudal o a mudar o ves-
tuario para e meia.
O senhor tem neceasidade de mira ?
pergantou o criado.
Obrigado, p-e xetrar se,
S, Corvol deu um suspiro de allivo e
deixou-se cahir n'uma poltrona. Apesar
de todos os esforcos para se dominar, es-
tava bastante aterrorsado. O pensamento
de morte que tivera sbitamente durante
a tarde, d3o deixava de preoccupal-o.
Voltava-lhe incessantemente, oceupan
do, atormentando tenazmente o seu cere-
bro, com a implacabilidade da idea xa.
Podiain matal-o. Isso era real.
O aasassino podia ser por sua vez as-
sasainad", e a mesma mpunidade de que
elle gozava ha tanto tempo pidia garantir
tambem o sea algoz.
Um tiro de espingarda em vez de urna
punhalada, es a nica differenga.
Estremeoeu, e levantando-se, deu al
gana pasaos apressados no quarto.
Aquella alegra de Magdalena, a sua
indiferenca da vespera, o bou bom humor
de agora, nSo eram naturaes.
Sim, com certeza, ella estava de accor-
do com os seus inimigos para illudil o,
para amortecer a sua deBcoufianca, e re.
Previa ama cilada oceulta por traz dessa
mascara risonha, que se lhe mostrara por
varias vezes desde a vespera.
pentinamente, quando menos o esperasse,
morte feril o-hia como um raio.
A morte, isto o aniquillameato de
todos os seas projectos, de todos os seus
sonhos, de todos es seus appetites.
Tudo acabado : luxo, consideracao e
ambigSes I
E esta mulher cuja belleza embriaga-
vao, cuja attitude, olhoB, sorrisos o per-
turbavam tanto, elle nSo a conheceria, nao
teria a suprema ventara de estreital-a, de
possuil-a, de devorar lhe com sena beijos
a bocea flesca e joven l...
Um cartucho em ama espingarda,
este corpo cheio de vida e de torga que
elle aa reflectir-se em face de si, em sea
espelho, cahiria sobre o tapete, gelado, an*
niquiilado, esperando a podridao do se<
pulchro e a invaslo dea vermes.
Sbito recuoa, tremendo.
Pela janetla aberta, l em baixo, na
parque, parecera-lhe ver reluzir o cano
de urna arma de fogo.
Apressadamente empurrou as janellas e
levantou as cortinas.
Estremecen anda mais. Aobscuridade
em que elle se va sbitamente mergulha-
do, aterror'i83va-o.
Por traz de um reposteiro, de ux mo-
vel qualquer, nSo haveria um assassino?
Rpido, s apalpadellas, procu-ou phos-
phoros e riscou um.
Ninguem nlo havia pessoa alguma !...
Acceodeu todas as velas de seus cande-
labros. Quera vor claro, muito claro.
Seu coragao batia precipitadamente no
peito.
' S ha um remedio! murmurou elle.
Approximando-se do pequeo armario
dissimulado ao p do fogSo, tirou urna ga-
rafa de agurdente, a que j havia recor-
rido na ante-vespera.
Enoheu um grande copo que esvaBou de
um trago.
Peneou porm que o remedio n3o agia
cerno desejava, e dobron a dse.
O alcool sucesdendo ao abstntho in-
flammou lhe os olhos. O calor subi lhe
ao peito, (xpellindo o fri que o gelava.
Mes ao mesmo tempo a embriaguez sa-
bia cabeca, imperseceptivel para elle,
apeierando se pouco a pouco de sen cere-
bro, sem qne elle sentase outra cousAg
alm de ama vida mais intensa inundando
todo o sen ser, e urna audacia nova em
lugar da tibieza de momentos antes.
{Contina)
Typ. do Diario, roa Daque de Caxias n. U
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