Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19687

Full Text
}
ANNO LXVI
QARTA-FEIRA 1?, DE JULHO DE 1892
i
!ll I I II
DIARIO
NUMERO 155
PERNAMBUCO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6$000
Por des ditos vencidos..... 7$000
Por um anno aiiantado .... 24&000
dem idem vencido...... 28&000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGEIROA DE FARA & FILHOS
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Amede, Prince & C, resiienteem Pars34 ru de
Piovence.
TELEGRAMAS
SESTEA PASTICLAR ;5C IIASIS
BIO.DE JANEIRO,
horas da noute.
12 de JoJho, as 7
O marechal Floriano Peixoo recebeu
taiegrr.ama do general Bernardo VaBquos,
dizendo reinar pleca tranquillidde no Es-
tado d) R;o Grande do Sul, sendo, por-
tanto inexactos os boatos de contra revo-
lucSo.
Nato toi anda votado c projecto de
anuBtie^ visto nSo tirem comparecido os
nsembros da minora.
A commissSo de fazenda e indus-
tiia da Cmara apresentoa parecer inde-
fariado a peticS"> des empregados da es-
trada de ferro do Roaife ao S. Fran-
ao peticionario para tratar de soa saude.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por seis ditos vencidos. .
Por um anno adiantado. .
dem idem vencido. ....
OH5< i
O Oongresso de Minas Geraea recc-
nhecea e proclamou Dresidente do Estado
o Dr. Alfonso Penna
ROMA, 12 de Julho.
Iroaou-se urna cerreBpondencia tele-
grapbici entre ob governos da Italia e do
Brasil.
D'esaa correspondencia resultou orna so-
lucSo satisfactoria da questo motivada
pelo conflicto, ltimamente.
PARS, 12 de Julho.
Foi executado o celebre assassin: Ii a-
vachol, que tanto den que fallar ao mundo
earopeu.
IHSTROCtfO POPDLAR
o ssiasc r: umrcic
PELO
Dr A. 0. Wros i
SEfclAi PARTE
(Contmuaqao)
\ 24 FIN-ANCAS DO ESTADO
Por dec. Ue 8 de Fevereiro de 1890, pasearan)
a pertencer ao Estado, nao e o Dredio cu que
luacciooa o Thesouro como tambem a ponte,
guiedastes e ma;s ac:essorio3 de embarques e
desembi-ques e armuzenagens, e para a indem-
nisacao dos herdeiros do antigo proprietario, no
valor de 03:0005000 eontrahio-seum emprestimo
com o Binco Hypothecario e Commercial deBta
cidade, na imponancia de 70.00JOOO no maxi
mo, era coala correte cotn juros reciproca de
0 *|| ao auno, e para uefla lbe serem creditadas
remetlia o Tuasouro ao Banca o producto das
j.-mazcLr'gia;, a proporco que ia percebendo-
di. 1 tmaa o Tbesouro reco hido ao Banco a
quanti de 2z:i2WJ0, quando este contracto foi
jnlgadoseraeffeito,portero governador Porcino
cula contrahido com o Banco Nacional do Brazil,
que eotao'existia na capital federal, um emprs-
tito para este Estado do valor nominal de <
oOiTOMOM juro de6i. ao anno, e amortisa
cao de 2 %
O preco estipulado do esprestimo foi de 93'it,
d i valor nominal, produzindo portanto liquido
79.00? ; e, para a garaatia desle emprestimo.
dea o Maraohao especialmente a renda das arma-
zenagens do Thasouro, a qual r.So poler (er
outro desuno emqaanto nao for integralmente
pigo o mesmj einpreslimo.
DjvU o eraprestirao extuguir se era 2i annos
m?.s como as armazenigeo?. lem excedido em
muilo a somata calculada acaremos completa
mate ttvres (leste compremisso caito lempo
aves do pra?o3toarcaio. Calculo que nao tere-
mos necessidade de maisde 5 annos para tallar
es'.e debito contrabido comoanigj Bnco Na-
cional, eaasim, graca3 a hbil opencao lia-ncei-
ra do governedor Porciuncula em ta<, curto pra-
z>, eremes pago o nossa divid lluctuante icar.-
do o Bstado proprietario do predio era que func-
ciora c T
so devj ogovernader ap-
pli:ar i-, renda das armazeuagecs ao pegamento
da divida (nadada, e a^sim cm lo anac?, pouco
maii i o Sstatfodo Uaranho. lera p-.-.go
a sua divida.
S. bem que aicda nao seja lisonjeira, coratuo
a nossa si'.uago financeira j est desaforada
o T, nra a todo^ ea ;usccmpromisso,
e pagi pontt lmenle o joros das apolices.
Poueesioa tex receio encarar o futuro, si o
lor do Estado, como de esperar, sou-
ar os nosaos recursos naloraes, e
principalmente tiver o mximo escrupuioem evi
tar despezas improductivas.
PARTE OFFICIAL
uoremo
do Estado
nambnco
de Per
KXPEDrENTB DO DA I DB JU.S'110 DB 1892
Actos:
O goveraador do eBlado, at'endendo ao que
requeren Maria Luiza do Reg Barros, professora
da cadeira de ensino mixta'e Barra de Jangada,
e lendo em vista a ioformacSo n. 205, de 14 de
Miio lindo do inspector geral da instraeco pu-
blica e o parecer da junta medica, resolve con
ceder-lne trinta das de licesca, com ordenado,
para Iratar de sua eaude.
O g07ernador do eslado, atiendendo ao que
requeren Maria Catbarina de Albuqu;rqae Mara-
nno professora da cadeira de ensino primario
da roa Vi:conde de Goyanna, teodo em vista a
informaco n. 234 de 30 de Maio lindo do inspe-
ctor geral da iastruccao publica e o atistalo
medico exhibido, resolve conceder peticiona-
ria um mez de licenca com ordenado para tratar
de sua saude onde lbe convier.
O governador do eslado reaolve reintegrar
o bacharel Sergio Naaes de Magalh5e3 do cargo
de promotor publico do municipio de VillaBella,
ao qual anaexo o de Belmonte, devendo reas-
sumir o exercicio no prazo de um mez.
O governador do estado, attendendo aoqne
requeren o promotor publico do municipio de
Cimbree, hachare! Jos Goelho da Silva, resolve
O governador do estado, atteadendo aoque
requereu o cidadSo Joao Freir do Reg Barros,
nomeado para o lugar ue 2 supplente do juiz
municipal e de orphSos do municipio de Buique,
resolve conceder-lhe o prazo improrogavel de 30
das, a contar desta data, para prestar affirma-
cao do eslylo.
O governador do eslado, de conformidade
com a preposta do Dr. qoestor policial em officio
de bontm datado, sob n. 729. resolve reintegrar
o cidadao Joao Jos da Silva Cardoso no cargo
de delegado do municipio de Caruar.
O governador do eslado, de conformidade
com a proposta do Dr. questor policial, em ofS
co de bontem datado, aob n. 729. resolve no-
mear o cidadSo Joo Florencio de Vasconcellos
para o cargo, qne se acba vago, de i. supplente
do delegado do municipio de Ciruar.
O governador do estado, atlendendo ao que
requeren o juiz de direito do municipio de Rio
Forraoso, com jurisdieco extensiva ao de Seri
nhaem, Joaquim da Costa Ribeiro Filbo, resolve
prorogar por dous mezes. om os venesmentos a
q-jp tiver direito, na forma da lei, a licenca lti-
mamente concedida ao peticionurio para tratar
de fu saude.
Ofhcios :
Ao inspector do 2." districto de portos mariti-
mos.Solicito vos com urgencia informacSo se
bre o assnmpto a que se prende o officio em
original do eogenheiro fiscal da Companbia
Ferro-Carril de boje datado ao qual est annexa
copia do respectivo gerente.
Ao inspector da ToesouraMa de Fazenda
Peco que mandis pagar ao 2" offical da extincta
seecao de estatislica, Fernando Barroca, os venci-
mentos que Ihe competirem a contar de 2 de Mar-
co a 10 de Abril ultimo conforme a nota e o al
testado junto.
Ao me8moPeco que prestis informacOes
sobre o requerimento junto, acompanbado de om
officio do Concelho Municipal do Recife n 375 de
il de Maio fiado, no qual Henriqne Xavier de
Araujo Saraiva de Mello e sua mnlner, requerem
licenc para pagar o laudemio, relativo a transfe-
rencia por elles feita a Jos Augusto Russel de
om terreno de marinha n. 163 B, sito roa Im-
perial.
Ao mesmoTransmittindo-vos a inclusa
relajo dos sen'enciados viudos do presidio de
Fernando de Nor^nh?, e alimentados na Casa de
Detencao durante o mez de Abril ultimo, pelos
cofres do Estado, peco-vos que prestis informa
ces sobre a indemnisacSo devida aos menciona
dos cofres.
Ao inspector do Tbesouro do Estado.A
Enedino Goocalves Partir da Luz contractante
da obra de reparos do boeiro da estrada da Vi
doria no engenbo Sicupira Torta, man-iai pagar
a quantia de 108520i, importancia da prestacao
de responsabilidade de sen contracto, de confor-
midade cora o incluso certificado da reparticSo
de obras publicas de 25 de Maio Ando.
Ao mesmo.Declaro vos para os devidos
fio3 que defer boje a petigo de Jos de Souza
Cirvalho permittindo a eliminaco do pagamento
de annuidades a contar do ultimo semestre do
co"rente exercicio de dou3 apparelhos da Compa-
nbia Recife Dainage qne existiam as casinhas
son ns. 30 e 33 ra 24 de Maio visto terem s do
demolidas pela ioicndencia Municipal por utili-
dade publica*
Ao mesmo.Declaro-vos que, em vista do
disposto no do art. 130 do regolamento de
2 de Julbo de 1879, nao vos podis communicar
directamente com qualquer das casas do Con-
gres30 do Estado devendo as InformacCes pedi-
das ser enviadas por intermedio d'este governo.
Ao mesmo. Approvo a arrematadlo feita
perante esse Tbesouro por Jos Norberto Ban-
deira de Mello paro a cobranja de pedagio da
barreira do Palmares durante o corrrente exer-
cicio, no valor de 1:85I0 0 e autoriso-vos a
xandardes lancar contracto definitivo.
Ao mesmo.Em vista dos dous docuihen-
tos juntos inandae cscripturar a importancia de
40500 ris a que lera direito a Companbia Per-
nambucana de Naveg3co Costelra, proveniente
de passagen3 concedidas por conta do Estado no
mtz de Oezerabro ni imo, visto pertencer a divi-
da a exercicio ja encerrado.
Ao mesmo.Para os devidos fias, remet-
tj-vos, por copia, o officio n. 236, de 31 de Maio
finio, em q'ie o inspector geral da Instracsao
Publica presta informaedes sobre o numero de
exeraplares da Constituicao do Eslado, ornecido
aquella rjpartijo pela empreza A Provincia.
Ao mesmo.Declaro-voj que a ordempara
pagamento do sold das pracas da Ia regio ao
alferes -ub quartel mestre Alfredo Pessoa, cen-
tda em officio de 30 de M*io lindo, se refere,
nao as coutaa entilo apresentadas, como as
qut o forera de hye em diaate, urna vez que gs
tejam devidaraente legalisadas.
Ao director das Obras Publicas. Euviae-
me, com urgencia, uraa relacao da todas as es-
tradas de ferro do Estado em trafego, em con-
strurc'.pou apenas concedidas afim de serem
laucadas na carta que se est-S organisando com
desuno Expo3ic5o Universal Colombiana, con
form-3 me solicitou por telegramraa o Ministsrio
da Agri:al:ura, Comraercio e Obras Publicas.
Ao mesmo provideaciai para que sejam re-
colbidos a S,n!a Casa e Misericordia do Recife
o altar de araareo e seus a:cessoios existentes
no palacio (leste governo. -Comrnuaicou so a
Santa Casa de Misericordia.
Ao inspector de Hyiiene.ReccmmendG-
vos que, em -ista da vossa informagSo n. 101,
de 25 de Maio fiodo, proponhais um facultativo
fiara prestar soccorros aos individuos accomraet
iios de varicl&3 na cidade de Limoeiro.
Ao prefei.o municipal da VilloraEm so-
laco do que expondes em vosso officio de 23
de Abril nltimo, sobr j a pretenca do coector
tas rendas geraes desse municipio, no seado
de pagaren, os empregados noxead03 para ser-
virem perante o concelho desse municipio da
Uoiao, declaro vos, que, em vista do art. 9* l
n. 1 da Constituicao Federal, nao tem logar a
cobrsnga do-referido sello, isto serem taes no-
meacOes actos que entendem exclasixamente
com a ecor.omia do Estado.
Ao Dr. ju z de direito do municipio de Na-
zarethConvm que ouvindo o proraotor publi-
co desse m.nic po, informis, com a pcesivel
brevidade, sobreo objecto da represectaro que
me dirigi o idado Francisco Gomes d A:aa-
jo, negoc ante estabelecido no poveado Alagoa
do Carro, affirmando ter sido aili espancado
Francisco Leonel, que foi ferido, por urna esto-
cada, pelo empreg.do de Joaquim Francisco do
Couto, de oorae Jos Ma-ques da Coala.
Oa.-to sim, recommendo-vos que syodiqueis se
fez se corpo de deudo oa pessoa do offendido e
procedeu-se na forma da lei contra o autor do
.'acto delictuoso.
Ao Sr. engenheiro fiscal da Companbia Re
cife DramageDeclaro para vo3so conbecimen
to, que defer hoje a netico de Jos de Sou-
za Carvaiho, permitlicdo a elimioasSo do pa-
gamento de annuidades a contar do ultimo se
mestre do correle exercicio, de doas appare-
lb03 deasa companbia que existiam as casiQoas
os. 30 e 32 ra 24 de Maio, visto terem sido
demolidas pela Intendencia por utilidade pu-
blica.
o. 88. rccommtndo que informis qual o nume
ro de armas qne foram adquiridas pelo governo
transacto para o corpo de polica, no periodo de
22 de Novembro a 18 de Dezembro de 1891, em-
quanto importa tal armamento ; que providen-
cias foram tomadas no sentido de ser o eslado
indemaisade pelo extravio do armamento forne-
cido a forca que marchou no dia 18 de Dezem
bro contra os patriotas de Palmares.
Ao Dr. juiz de direito do municipio de Bui-
que.o governador do estado manda commu-
nicar -vo3 que concedeu hoje ao cidadao Joao
Freir do Reg Barros o prazo improrogavel de
30 dias, a contar desta data, afim de prestar a
affi macao da estylo, do cargo de 2 supplente
do juiz municipal e de orphlos desse munici-
pio.
Ao subdelegado de Oibo a'Agua do3 Bre
dos.O governador do estado manda remetter
para vosso coubecimenlo em respo;ta ao officio
de 18 de Maio Ando copia da iuformacaj presta-
tada pelo admim-trador dos correios em ofheio
de 27 do dito mez, sob n. 818.
Portarlas:
O Sr. gerente da Compenhia Pernambucana
de" passagem de r at a Parayba na 1* viagem
do cerrante mez, por conta das gratuitas a que
o governo tem direito, a Elvira Ernestina Cesar
Galvo acompannada de um liiho de 3 annos de
dade.
O Sr. gerente da Companbia Pernambuca-
na d passsagem de proa at Aracaj na 1" via-
gem do correte mez, por conta das gratuitas a
que o governo tem direito a Gregorio Louienco
de Freitas, observado o disposto na clausula 23a
do dec. n. 10208 de 16 de Merco de 1889,
O Sr. gerente da Companbia Pernambucana
d passagem de proa at a Parabyba, na primei-
ra viagem do correnle mez, por conta das gra-
tuitas a que o governo tem direito a Anna A!
ves da Silva, observando se a respeto o dispos-
to na clausula 23 do dec. n. 10208 de 16 de Mar-
co de 1889.
O Sr. superintendente da eslrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem de ida e
volta por conta do Estado em carro de 2" classe
da estacSo de Cinco Ponas a de Una a praca da
guarda local de nome Mariano Jos Crrela e
providencie quanto ao transporte da bagagem
que ella conduz, conforme solicita o Dr. questor
policial em officio n. 728 de 31 de Maio lindo.
Matatis mutandis ao director da Sul dePer-
nambuco de Palmaresa Garanbuns.
(Assgnado) Roberto Ferreira, general
134500
15500
27&000
31S000
dei brigada commandanto do 2- districto
militar.
Est conforme Gustavo
Cavendiah, alfe.es ajudanto
encarregado do detalne-
Galvao de
de ordens
tnestura policial
SecsSo 2. N. 153 Secretaria da
Quoatura Policial do Estado de Pernam-
bnco, 12 de Julbo de 1892.
Cidadao.Participo vos qne foram reco
lbidos Casa de Detenjao os seguintea in
dividuos:
A' miDha ordem, Joao Benedicto Cordeiro ou
Joao Beneaicto, Francelioa Mara da Conceicao e
Vallenana Ferreira dos Santos, viudos do muni
cipio da Gamelieira, os dous primeiros como
sentenciados e o ultimo como criminoso pronun-
ciado.
A' ordem do Dr. juiz do 2 districto municipal,
Joao Evangelista de Jess, conhecidos Joo Ba-
b:a por disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cife, Antonio Lopes da Mlva, Joaquim Soares da
>Uva, e Lmrindo Francisco dos Santos Paulo, co-
mo gatunos; Anna Maria da Conceicao, Antonia
Francisca de Lima e Maria Francisca da Rocha
Torres, por offensas amoral publica ; JoseAlves
de Oliveira, Jo5o de Souza Lima, Arthur dos Ao-
jo e Jos Martins de Oliveira, como vagabundos
e desordelro8.
k' ordem do subdelegado da freguesia de San-
da Conceicao, por
EXCEDIENTE DO DB SCBTABIO
Officios :
AO commandante do corpo policial.De
ordem do governador do estado e para satisfa-
ter o pedido constante do officio do 1 secretario
DESPACHOS DO DIA 9 DB JULHO
DE 1892
Abaixo asnignad03. alumnos mestres do pri-
meiro anno do Curso Normal, pedindo que seja
supprimida a segunda parte da Grammatica
Franceza, pois bastante dificultosa apprender
se.Informe o inspector geral da IastroccSo
Publica, ouvindo o director da Escola Normal.
Adelaide Olindina Xavier Caldas, professora
publica, pedindo pagamento de seus vencimen-
tos.Ioforme o inspector geral da Instrucco
Publica
Antonio Francisco de Paula, conhecido por
Antonio Jacob, cumprindo a pena no presidio
de Fernando de Noronha, pedindo perdi do
resto da penaIndeferido em vista das infor-
maedes.
CapitSo Francisco de Assis Ftrreira Maga-
lbes, pedindo para encaminhar urna peticao do
ministro do interior.Informe o doutor questor
policial.
Francisco Torquato Paes Brrelo, prometer
publ co pedindo justificacSo da falta.Justifico
as fallas relativas ao terapo decorrido de 10 ao
ultimo de Fevereiro, do correte anno.
Flix Francisco da Cunna, sentenciado pedin-
do commutacSo da pena.Indeferido, em vista
das informacoes.
Greciano Ferreira de Lima, pedindo perdao
do reato da pena.Indeferido, em vista das in
forrnacoe?.
Graciaco Ferreira Lima, pedindo perdao de
sna pena.Indeferido, em vista das informa-
g5es
Joo Cirneiro da Cunha em cumprimento de
pena no presidio de Fernando pedindo perdao
do resto da pena.loiefer.do, em vista das in-
formace3.
Jovino Rodolpno de Oliveira, pedindo para ser
nomeaio professor publico.Informe o inepe-
ctor geral da lostruccao Publica.
Jos Joaquim. Al vea & C, pedindo para em-
barcar 03 gneros para o presidio de Fernando
de Noronha constante da relacao.Sim, com as
restriccOes do estyio.
Joao Luiz dos Sanios, re amando contra a
intimaco administrativa que pelo.Tbesouro do
Estado ine foi feita afim de entrar com o desfal-
que verificado na mesma repartieseIndeferi
do em vista do parecer do Dr. procurador lis
cal e dos feltos da fazenda do Estado.
Joaquim Moreira da Costa Leite, pedindo para
tira* sen irmo da -Colonia Izabel. Informe o
director da Cilonia Izabel.
Luiza Clementina Vieira de Mello, professora
publica pedindo, pagamento de sen3 vencimea-
tos.Informe o inspector do Tbesouro do Es-
tado.
Francisco Leite Nogueira Pz, tcnente com
missario de Flore3 pendo pagamento de seus
vencimentos.Ioforme o com^issario geral da
guarda local.
Manoel da Paixao Raracs, sentenciado pedia
do perdao, ou commutacao para o reato da pe-
na que lhe foi imposta.Intleferido, em vista
dj informacOes.
sria Cathariaa dos Prazeres Porella, pro
fessora publica, pedindo tres mezc-3 de licenca.
Comorequer.
Manoel Clemantino Gorreia de Mello, arrema-
tante de diversas ba"reiras, pedindo soluco de
sua peticao de 17 de Marco de 1882.Nada ha
que deferir, em vista do aespacho de 4 do cor-
rente.
M^otl Goocalves de S.qusira, esorvac .lo
jury e execucoc3 criciinaes da comarca deS.
Bento, pedindo pagamento da conagem de cus-
tas judiciariasdInforme o concelho municipal
de S. Bento.
Thomazia Maria das Neves, ea cumprimento
de pena no presidio de Fernando pedindo per-
di do resto da pena.Indeferido, em vista das
informacOes.
Wenceslao Florentino dos Santos, pedindo para
ser reintegrado no lugar de collector das rendas
do Eslado no municipio de Qu pap e pede tam-
bem a reintegracSo ^do respectivo escrivSo T.to
Livio Beltholdo Galvao.Como requer.
Secretara d> Governo do Estado de
Pernambuco, 12 de Julbo de 1892.
O ajudante do portero,
Tito Franco de Mendonca.
-----gyey
Com mando das Armas
Quartel general do commando do 2 dis
tricto militar em Pernambuco. 12 de
Julho de 1892.
Ordem do dia n. 5
Publico, para os fins convenientes, que
o Sr. General Ministro da Guerra, em te-
legramma de houtem, communicou-me ha-
ver concedido 2 mezes de licenca com
sold para o Sr cadete sargento quartel
mestre do 2.a batalhSo de infantera, Ar-
thur de Oliveira, tratar na capital Fede-
ral de negocios particulares.
to Antonio, Pbilomena Mara
embriaguez.
A' crdem do subdelegado do Io istricto de S.
Jos, Izldoro Leite doB Santos, como gatuno ; e
An.onio Gomes da Conceigo, por disturbios, a
disposigSo do subdelegado da freguezia de Santo
Antonio.
A' ordem do subdelegado do 1" districto de
Afogados, Anna Maria C nceicao e Maria das
Dores, como desordeiras.
A' ordem do subdelegado da freguezia da Var-
zei, Vicente Pereira de Lima, Antonio Ferreira
da Cruz e Amaro Francisco de Paula por embria-
guez e disturbios.
Na noite de 4 para 5 de Junbo ultimo, con-
forme se v da parte diaria desta reparticao de
8 do mesmo mez, foram sub'rahidas duas escri-
vaninbas pertencentes a Intendencia Municipal
de Oiinda que se acbavam guardadas em um ar-
mario existenie no edificio em que funeciona a
referida Intendencia.
Lavado o fado ao conhecimento do delegado
de Oiinda, tratou esta autorldade de promover
desde logo s necessarias diligencias no sentido
de se descobrir o autor do crime, as qua?s
acabam de ser coreadas do melhor exicito, sen-
do preso Joaquim Cirneiro da Silva, praca da
guarda local d'aquelle municipio, contra o
qual depozeram sete lestemunbas, inclusive
o individuo de nome Joo Peres Rodovalho, que
declarou haver comprado a Carneiro quatroceD-
as e vinte e urna grammas de prata em pedacos
que lbe pareciam ter sido de bandejas ou ou-
tras quaesquer obras velnas.
Isbo mesmo foi confirmado por Carneiro, que
aual confessou ter sido o autor da subtracyo
das duas escrivaninbas, accrescentando anda
qne o resto da prata se achava enterrado em
rasa de urna irma moradora Praia de S. Fran-
cisco.
Condozido Carneiro ao lugar indicado elle
proprlo cavou em um canto da sala da frente da
casa em que mora a irma e desenterroa um sac-
co contendo as caixas dos tinteiros de escriva
ninbas e alguns pedacos de prata do peso de
dous kilos tresenta e vinte e cinco g-ammas.
Os autores das diligencias procedidas j foram
remettldos ao Dr. juiz de direito do mnnicipio,
cuja isposico se acha o delnqueme.
Em data de hoatem o alferes Manoel Barbosa
dos Santos assomio o exercicio do cargo de
sub-commissario do segundo posto da guarda-
local.
Tambem em data de 7 do mez ultimo assumio
o exercicio do cargo de sub-commisario do mu-
nicipio de Granito, o alferes Modesto Vieira
Celio.
Ao Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima
muito digno governador do Estado.
O Questor, Beujamia Aristides Ferreira
Bandeira.
nja3 interesaant'.s em toda a exposicSo-
Mede 1637 ps por 787 e ocenpa quasi
31 geiras de terreio.
Dentro haver urna galera de 50 pos
de largo que se estender pelos quatrj
lados do edificio e desta sahirSo 8t> gale-
nas menores de 12 ps de largura d'onde
os visitantes podero gosar urna esplendi-
da vista das exhibicSas.
O telhado principal ser de ferro e crys-
tal, abraga urna rea de 335 ps por 1400
e o seu cimo est a 159 ps do ch5o. In
cluindo as galeras do edificio oceupa este
400 geiras. r
A su: architcjtura Ber de estylo Co-
rinthio e a pesar de classco excede em
belleza a todos es oatros. As longas fi-
len-as de arcos e columaas que aa suas fa-
chadas apresentarSo aerSo magnficamente
adornadas para que n3o tenham um as-
pecto montono.
O edificio da agricultura o nico, tai-
vea que ter urna ornamentagSo, no exte-
rior que seja melhor que a deate edificio
collossal.
O exterior de staff, quo se asseme-
lha muito ao marmore e as columnas e
arcos tambem serSo deste formoso m -
terial.
As grandeB entradas as esquinas e
centros do edificio tem dos ladra elevados
arcos que servem d'estribos, ornamen-
tados com luxo.
O architecto Mr. George B. Post, de
New York, foi muito felia ao dar a sime
tria archtectonica do edificio que foi mag-
nficamente proporcionado e que ser urna
das maravilhas da expcsicSo.
O edificio fica com a frente para o lago
e tem prados e passeios entre o espaco
que o separa delle.
Ao norte desta estructura acha se o
edificio do governo dos Estados Unidos,
oo sul estar a bahia e a lagoa interior, e
ao oeste o edifioio da electricidade e a
lagoa que o separa da ilha, que est co
berta em parte de bosques, e em parte de
jardns cheios de flores de variegadas
cores.
EDUrCIO DAS BELLiS ABTES
O edificio des Bellas Artes de estylo
Somenle, nao ; porque tambera Eslella,
Que parece co'a flor, cora o co do estio
Da nolte exposta rociada, ao fri,
Conserva se janella.
Oh | philomela, porque scismas tanto
Nessa hora em que ludo dorme qu lo t
Mas para logo eu soube seu se^edo
M'o confiou seu canto.
Era um d'aquellea lernos tnadrlgaes
saudosos de Julieta ao s euRomeu
Mandado como prece, ao azul do o
Repasaado de ais.
Colibr doiradinho I anda noite
Volve ao teu ninbo de encantadas pennaf;
Nao te exponhas assim como as phalenas
De urna rajada ao acoite.
Em roixo leito ainda dorme a aurora...
Nao s a aurora do paterno lar
vetan ao co o paludo loar
Que as faces te descora.
Volve a teu leito virginal, descanca
Onde o anjo-custodio lea te espera
Vai sonbar co'as rosaes, co'a primavera
Em sonhos de creanca.
Colibr doiradinho I ainda noite,
Volve a teu moho da encantadas peonas ,
Nao te exponhas assim como as phalenas
De urna rajada ao acoite
Canilnho do paraizo
( Cono de C. Mends)
AO ILLSTBE L
DiseeBte ser a mulher
O symbolo da Iugratidao,
Da tumba vim contestar
To alia inexactidao.
Com L s'escreve lonco,
Um louco pensa o que diz ?
Coraco, brio e pudor,
Deus s dea a quem bem quiz.
cpula, a
Thcsouro do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 12 DE JULHO DE
1892
Mara da ConceicSo de Carvaiho Fal-
cao, Telemaco Cavalcante de Mello.Ao
Sr. contador para os dovidos fins.
Bacharel Luiz Aff;uso de Ol.veira Jar-
dm, Martinho Jos de Jess.Informe o
Sr. contador.
Nicas de Guainas.H\.ja vista o Sr.
Dr. procurador fiscal.
Maria Leopoldina de Moura Bezende.
Certifique se.
Anna Boiges do Amaral e Mello e
Falix Ribeiro do Amaral.Informa o Sr.
Dr. administrador da Recebedoria.
Jo. Jo.quim de Carvaiho e Manoel
Pardal Garoia.Ao Sr. porteiro para
entregar aos interossados.
Jnico, e da mais pura archtecturA classi-
ca. A sua forma ser oblonga e medir
500 por 320 ps, sendo entrecortada ao
norte, sul, este e oeste por urna nave de
100 ps de largo por 70 de altura, na
interseclo da qual haver urna grande
cpula de 60 ps de dimetro. O edificio
ser de 125 ps at ao carne da
qual ter ama estatua colossal.
Em roda de todo o edificio haver ga-
leras de 40 ps do largo formando um
continuo passeir em redor da estructura.
As collecSes de essulpturas ser2o exhi-
bidas no andar principal da nave. A ex
hibs3o de pinturas e paineis a relevo
far-se bao as paredes da galera.
Entre o passeio e as naves haver salas
menores-para uso das coIlecs5es de pintu-
ra, particulares e das escolas e de bellas
artes. De ambos os lados do edificio ha
7er outros annexos unidos por um formo-
so corredor, e utilizarse h3o para varias
exhibieres d'artes.
A entrada para o edificio principal ser
por quatro grandes portSes ricamente ador-
nados. As paredes das galeras serao pin-
tadas com primor, com Ilus'raySea da
historia e do progresso das arteB, e o friso
das do exterior e os adornos das entradas
principaes ser2o ornamentados com escul
pturas a relevo, do artistas de fama.
O edificio fica ao [norte do Parque, de
frente para a lagoa, e separado desta por
formosoB tenaos com varandas. As im
mediacSes do dfico sero enfeitadas por
grupos de estatuas e bellos exemplares da
arte Grega.
Devido enorme soturna que represen-
tar os objectes n'este edificio ser este
construido prova de fogo, se bem quo
edificada por pouco tempo. Toda a luz
entrar por meio de carraboyas.
O custo d'esta estructura ser
05CO,OOO e 5600,000.
( Contnta ).
loseosivel tu chamaste
Guberminaa minha amaia,
Nao sabes que a dr intensa
Deixa a alma atrophiada ?
Vendo mo-to o bem querido
Dono do seu coraco,
Chora e com elle abracada
Foi-se lhe n'alma a razao.

Aymeri.
AGRICULTURA
ae.
LITTERATBA
flecebedoria do Estado de Pernan-
buco
DESPACHOS DO DA 1 D3 JCLHO
DE 1892
Anna Emilia GuiraarSes Coelho, Jjo Baptista
de Oliveira, Joaepha Maria Ferreira da Cunba e
outros, Emilia Herculana do Reg e outras, Car-
los de Arruda b C-. Joaona Francisca de Oli-
veira. Patricio Jos Tavares de .Vasconcellos,
Amelia Francisca da Coste, Francisco Guilherme
de As3is Aim, Silva Oliveira, Rodrigues Carva-
iho da Cunba, Banco Emissor de Pernambuco,
Paulino de Oliveira Maia, Maria Francisca Her-
rselinda Cavalcante, Joo Gorfdves Torres,
Francisco Manoel da Silva. Ioforme i sec-
eso.
A. S. Couto & C.Satsfaca a exigiencia da
l* seecao
- 2 -
^ Francisco Barbosa de Freitas, Antonio Joaquim
Casco.A' 1" seecao para os devidos effeitos.
Antonio Joaquim Q s.ao, Manoel Ferreira da
Cruz.Informe a 1* sec^o.
EXI'OSItiO DE C8ICAG0
ExposIeSo Colombiana
RELATORIO
(Offerecido pelo Dr. H. Jaran illo com-
missSo nomeada para a ExposijSo
Universal Columbiana, pelo Estado do
Para, Brazil)
((ontmuagSo)
EDIFICIO DAS MANUFACTCBAS
O edificio das aanufaturas om dos
Estelia
(efe esse)
Reina silencio em roda.
A nolte desee
Em seu manto de estrellas envolvida,
E rociada algente a fio- sentida
erri e revivece.
Tudo silencio pelos cos do estio :
Em eeus dcce3 coilapso3 as flores
De quando em quando agitam se aos frescores
Da3 auras ao cicio.
E' a hora em que Deus. pelo espaco,
Sublimado pceta, escreve eos versos,
as alvas tintas do loar immersos
Nos cos laminas de ac
A aveeioha loira no seu nlnho
Sob as azas esconde a cabecinha,
E as azas abre sob que aninha
O implume nihinho.
Assi no eolio maternal, tambem
A carinbosa mai, em horas taes,
A criancinha cinge m..is e mais
Por aquecl a bem.
Emquanto que em seu leito desolada
A virgem, como a or berjada brisa,
Nos labios um sornso melgo frisa <
Soohando qu' amada.
Tudo repona agora do lidar.
Somente na deveza os vaga lames
Parecem coitadiohos ter ciumes
Dos brilbos doluar,

Methodos de cultura
A queslao de preferenc a entre a grande e
pequea propriedade, no entender do collega do
Auxiliador da Industria Nacional, de quem
tomamos bello artigo, nao se deve confundir com
a preferencia entre a grande, media e pequea
culturas, si bem que se acbem ligados estes dous
problemas sob diversos pontos de vista.
Si em alguns casos as grandes culturas acom-
panbam aa grandes propriedades muitas vezes,
grandes propriedades sao trabalhadas por nume-
rosos rendeiros. SSo a pequea e a media cul-
turas encravadas no seio do grande dominio
Como exemplos aponlaremos a Irlanda, a Ingla-
terra e mesmo a Escossia.
Utna condico, porm. se torna essencial,
quando se estudam as vanlagens de diversos
methodos de cultura, e vem a ser, por exemplo,
a extenco do dominio em relacao com as forca
do lavrador, e com as circumstancias do tempo,
lu^ar, mercado, procura do producto, problema
que os estudoa modernos de economa rara!
tratara de resolver.
Eoiranio no assnmpto que nos propomos a
etudar chamamos cultu-a todo o trabalho mais
ou menos racional applicado ao solo com o fim de
obter se o producto que se deseja.
Existem tres methodos de cultura, pequeo,
medio e grande.
Chamamos pequea iavoura aquella cajo de-
minio limitado e cujas amanbos sao todos
executadas pelo pro/ira fazendeiro ajudado de
sua familia e de poucos trabalhadores ou sem
elles.
Media Iavoura aquella em que um nico chefe
dirige as ope'acOaa do grangeio sem se dar aos
trabalbos manuaes, empregando o aradoe al-
guns outros instrumentos agrcolas.
Grande Iavoura a que emprega em vastos do-
minios, feitores, capatazes, machinas e instru-
ojelos ciesde o simples arado ate charr i a
vapor.
A grande Iavoura acha-se sempre ligada i
urna graue iudustria fabril.
Qual destes sy temas de cultura deverxos pre-
ferir ?
Examinemos.
Segundo as partculas da grande cultura, quan-
do os terrenos a explorar sao cocsideraveis, os
capilaes que se acham incluidos na exploracSo,
ebrigam a porse a frente do trabalho um homem
activo e intelligente e por conseguate promotor
de melhoramealos. A grande cultura, dizem el-
les prosta-se melhor a diviso do trabalho, con-
dico importante para a bon.licaco dos produc-
tos.
Smente a grande cultura pede fazer ueo das
machinas agrcolas de valor quasi sempre ele-
vado.
A grande cultura, tendo por fim economisar
bracos, animacs e capital, d cm resultado maio-
res vantagens do que a media e a pequea cul-
tura.
A' grande callera se attribue geralmente a
substituico dos bois por .avallo- da Iavoura,os
bracos por machinas na iavra dos cjmpos todos
os importantes melboramentos.
Este modo de pensir errneo porque todos
estes procesaos sao nicamente filhos dos capi-
laes e de intflligencia, podendo encontrar-se na
grande e pequea cultura, quer esclarecidas pe-
los salutares preceitos daecononia rural.
Oa pequeoos e medios rendeiros apreciam tan-
to como os grandes propietarios as vantagens
destes melhoramenios ; 6 lente es descoabecem
os la7radores pobres ou ignorantes j.
Todos sabem que a cultura ingleza nao t6
mente rica, porm tambem hbil e Ilustrada.
Os rendeiros por mais pequeos que sejam,
acbam-se em dia com os progressos da industria
que professam.
iflus filhos vo estudar as grandes berdade3;
celeBram semeeting, onde se disentem ques-
tOea importantes eos grandessenbores comecan-
do pelas pessoas reaes nao escrupolisam presi
dir as assoclacOes, concursos, etc.
II
Examinando com attencSo as raz6es em que
esse dous systemas de cultura ;se apoiam e ob-
servando os (actos que se passam nos paites que
mais adiante aponlaremos, nao nos lidio rece-
ber um e desprexar outro i poisqae ambos teem

i-


'"''''' ."?! -'. i -;" : '" '""-'
-".' '.'

r*


Diario de Pernambuco Quarta-feira 13 de Julho de 1892
< Un...... 'i U -
tfld\ US na daBAf a na a nAadLj^g (la ft&al^^^
eus vicios e Donaade8 que nSo se pdem con-
testar.
A-sim que a graade cultera (ornece em
alta escala productos da exporto, a p#qua*a
nltura satisfaz as Becajflfcdudat do. eosaaja
iQterior do paiz, e p#de eairefaj-se ao cuto
?o tambem de p-oduejos exjwrfaveis e* certa
*Em am pas oade forem poaoos oa, pitaes
i grande e a ma, cultura nao. pode-oj prospe-
rar, ende porm a aroM^dada estiver- ce*
entrada, a pequen*. culS*r unpossivel, so
jbie florescer a graa4a%al caito poeto a m
dia cultura.
ftaa im jugnatnos o valor da importancia da
grande pr-p-iedale, mas oslamos convencidos
i3 que nao pode ser til o grande numero |de
Verdades qaasi incultas, os baldos e as charne-
tas que oceupam mmepaas superficies.
A media e pequeua propriedade coacorrem, a
*oso modo de ver para a riqueza publica,
tornando o mercado mais- complexo, variado e
jpre3entando maior quantidade de producto
ruto.
A experiencia nos demonstra quotidi mamen
te que a pequea preprieda.de explorada con-
wmentemente pela familia agrcola, da o pao,
a lelte, o voho, e aseite, os legumas de todas as
ispecies, e por conseguate pode enriqaecer-se
om a venda de seo auperfluo.
DI
Nos pases que principian, toda a fortuna
r queza social naace da famiiia agrcola ;
uanto maior for o numero de exploragOes ro-
raes sobre o slo, tanto mais prosperar o paiz.
O primeiro objecto que devemos ter em vis
la consiste em estabelecer a familia aercola
s em multiplical-a em cada circumscripgo dan-
do-lhe terreno qoanto possam soas forcas ab-
aorverem sem que se esgolem, e por este modo
fornecendo popolago rural, existencia se-
gura, sadia e reparadora, abrigo, vestuario e
alimentagao, renda do capital e preceit03 de eco-
lomiac
Ete problema ja se acba resolvido na Russia
orno na Amrica, na Allemanba como na Fran-
ja, na Italia como na Suissa.
O trabalbo directo e manual da familia agr-
cola, sobre um terreno de mediana fertilidade,
erodnz, pelo menos, duas vetes mais o neees-
jaro, de modo que o lavrador parlilbando seas
productos com o proprietario do slo, paga lhe
a renda devida, tem o que necessita para o seu
sso e ainda lbe tica para deposito.
Tambem a media e a pequea propriedade
fue favorecem o movimento industrial entregan-
do se as pequeas industrias agrcolas.
A industria dfls lacticinios, por exemplo,
ama industria democrtica. .
O tratamentode 10 ou 12 vaccasleiteiras apro-
?eita com vantagem os bragos da familia do la
vrador, que raras vezes carece pedir auxilio ex-
traabo.
Vimos modestas babitacGes agrcolas bem con-
JorUveis e onde reapirava-ae a alegra e o pra-
icr no meio^ do trabalbo quotidian :>, porm, nao
Jatigaate."'
A sericicultura 6 outra industria domesiiea, nobreza portugueza e
oer toao o trabalbo se acbe concen'ndo, quer| cuUiva peior.
ividido entre o plantador da amoreira e o cria
- K j sul 4a Enrona o ayatea de penase* e rae
dia cultora tem sido empregado satisfactoria-
mente.
N* MVspaafct. naaata, na Franca conse-
guM maMstibMM resaltados cata a pequen t
calta.
Na Ifaraega as propriedade 4 tasar de 3 e
4 coalos de reta aafcem a ItOOMOO; 4/5 dei
sao lavrada* eelns eropriai daaas, pro luz
120 inilbeade etaaau jj.
Ate na tMia aot mats de dous m Ihoes di
servo* se team cootiiuao numero a a peqieon
lavoara disaeada do 9 miibO ta de nctares.
us provincias eeotrae* da Prussia, preprta-
mente dito, ba grandes fazi-idaj dirigidas p.-lo*
proprietanos.
as provincias rbenanas maior o numero de
proprietarios de pequeas planlagOes.
O resoltado porm que nestas ultimas a la
voura prospera melbor que as outras, possuem
mais populacaj mais gado, mais estradas e -eu^
trabalbadores ganbam o dobro dos ootros ope
ranos de soas localidades.
Na Hjspaohi basta comparar a Extrema lu a
e a Anlaluza com Valencia e Catalunaa p.. a se
reconbecer a prosperldade dos primero com
soas pequeas avouras em comparago uas mu-
dantas das ultimas dedicadas grande lavoura.
Na Toscanahavia me 1836 130.000 pro.iriett-
nos.
Nos dominios do p?pa desde a fronteira napo-
litana at Toicana baviam apenas 600 propne
tarios roraes -
A cultura destas partes da peninsula deixa
fra de duvida a excellencia da media e peque
na lavoura.
Na Toscana o honem aniava bem trajado, e
era emprebeodedor e activo ; as suas trras
eram ua jardim ; lodo cortado de cani>scom
esgoto e irrigagao, e davam colbeitas abundantes
e variadas.
Nos dominios do papa o povo morria k fome
e nao encontrava trabalbo em 3uas grandes pro
priedades.
Ni Lombardia as planta^as eram re'albada=,
porm magnificas; em Mantua ellas se a>n :e i
tram e nao prodnzem tanto.
Na Franca a pequea cultura junto m pequea propriedades multiplica a riquezi e di-
vide o capital do paiz pelos que trabalbam por
creal o.
03 propietarios em Franga souem ao nuoi tj
da 8 milb0e3, 3endo cinco deste3 proprietarios
ruraei Pois'bem, destes 4 milbOes seguem a
pequea e media cultura.
Destes ainda i milb5e3 possuem apaas 1 tiec-
tare de terreno, 2 mQOas 6.
Em Portugal, a provincia do Alcmlejo possoe
a graode agricultura. Com urna arca de......
2,454.000 nctares, sua popul gao de 331,0-Jo
iiabitae-, e sua produego, exc'uinio o gado,
orga para 22 000 oont03, 9,900 por hectare.
A provincia do Mtnbo tem smeote 780,000
hectrea e 922,030 h;b:tant-;s. e sua prolucgio,
excluiodo o gado, ore i por 15,405 contos. 204540
por bectare, mais do dobro da produccao do
Alemtejo.
A razo que u Alemiijo fui oscupado pela
por m boje o i le se
ior do bicho de seda.
A cultura da baunilba de orna produegao
ti niravel, pois que oceupa poneos riragos, sen
So de fcil transporte e de lacros extraordi
iark.
A cuitara do ail, e das abelhas produz mara-
7ilboso3 resultados em bem da familia agrcola,
Se ibesouro nacional e do paiz.
Na pequea cultura o solo, na grande o
b-abaiho qbe constilue objectos importantes.
Ni primeira cada um trabalba por sua coma e
> lempo e o trabalbo sao elementos secunda-
rios ; na segunda a divijo do trabalbo para at-
igir om ti n commum traz a economa daquel
^e e do tempo.
Uiiia cultora que exige muita mo de obra
convem a famil.a.
Desembolsando poico o lavrador considera
iodo o aug aen'.ocomo p'odacto lquido.
lile traba h i com urna actividade espantosa
jorque pira si e sua familia.
Suas trras nao teem repooso e posto que leve
io mercado menos productos, todavia produz
mais que o lavrior em graode.
Na grande cultura tudo costa dinbeiro ; todo
9 trabat nao prodaotivo orna perda real para
o lavrador, que por este motivo deve ser ainda
arcnmspecto.
Para elle nada vale o producto bruto, o liqui
4o de toda a impoitancia.
A3 grandes machinas devecn serwr-lhe tanto
Tuanto os bragoa ao pequeo lawader.
IV
Sai nossa opioiao os cu'toras someote exle-
iem dous poderosos factores, capital e intel
sjeocia.
E'om grande erro suppor se que a p-que.ia
callara a causa do empobrecimenlo social ;
pelo contraro, ella cultiva o solo qoe a grande
ropriedade n5o aproveitaria, alm de qoe, sob
o ponto de vista moral, a pequea cultura faz
omens indepeedentes e cuidadosos em seos tra-
tJha.
A trrande propriedade, pelo contrario, provoca
pauperismo posto que enriquega o proprieta-
jioeopaiz. Gragas subdiviso da proprie
dale o operario, constituindo-se proprietario,
demonstra principios de economa, de actividade
trabalbo e mantem a responsabidade indi
vidual e moral peranle a sociedade de que faz
?ar-'e.
N. Ij^laterra como Ja vos di:?e, a excepgao
de Losdres e dos dominios da cora, um quarto
do solo pertence aos grandes preprietarios, re
cebendo elles sete partes da renda desses ame-
rosos dominios; elle tem todavia dentro dessas
grandes propriedades para mala de duientosmil
tendeires com pequeas cultura:.
A ir.dia e pequeas culturas exercem em re
lago cou) a grande cuUura na proporgo se-
ruiote : grandescultivMoT?!r,d38com2,152,00)
acres e 97.800 pequeos cultivadores com
T M C60 acres, como se \t\ a differenga de
10,100 acres.
E cora effito examinando as g.andes herda-
des encontrase urna parte chamada borne farm
dirigida pelo proprietario, e onde se fazem to-
das as experiencias,exames e estudos agrcolas,
sendo o recto das berdades oceupadas pelo3
farmeos* que renovam s cuitaras mJias e
jeauenas.
Nao porm, segundo propuzemos a grande
cultera que tem dado a Inglaterra a importancia
de qae gosa.
O espumo rural, isto o amor dos proprieta
b pela vida to campo, a sstima dos fazendei-
ros oela proflssao agrcola, a conslderagSo que
liga'geralmente a agricultura raga sax ma e
em primeiro grao os bous inglezes sao as causas
Brincipaes da experiencia agrcola da Iagla-
terra.
E' ainda preciso reeonhacer que o espirito ru-
ral como gerador da propriedade britaanica fez
core que rela lei da solidariedade entre as di-
versas industrias, a agricultura novamente exci-
tada pelo prego remunerador que obtinbam seus
Srodados elevara o seu solo ao mximum de
irga productiva, transformaram a3 culturas e
lavonra, fazendo compreheuder que os capilaes
em vez de retrahirem-se, deviam applicar-se ao
jjrarjgeio e melboria da trra.
As miseraveis charnecas da Fiandres, trans
formadas em verd&deiros parasos, as margens
do Carona, do Rbeno, do Rbodano, devem a sua
rodeceo as pequeas culturas.
A superficie destinada produego na Blgica
de 179 milhOas de hectrea, sendo perto de
700,000 explorados pos proprietarios.
Tolos os pro;essos que podem fecundar o
slo e multiplicar os eBeitos do Irabalho sSo co-
thecidos e erpregad03 pelos caltivadores por
maiores que sejam as despezas.
Os elementos chimicos adquiridos renovam e
Rmeniam ocessaatement a fertilidade, ape-
lar da actividade da produccio, as raca3 do ga-
do eao superiores, as colheitas magoieas.
Em urnas partes o tabaco, o Hubo e a beter
taba, em outras a amoreira, a ameixeira etc.,
empregam nomersos industriaos e prodigali
amlhes seus thesouro?.
O grande movfmento industrial e a agglome-
ragao do povo em seo territorio lo limitado con-
torre para facilitar o melboramento das lavou
ras, [ roporcionando Ibes ahondantes capilaes.
Na Suecia a cultora media a mais dislincla.
As propriedades sao geralmenle exploradas
or seus proprietarios, os lucros portaalo o5o se
videm entre o lavrador e o proprietario, e
aque'le, reuninda em si a qualidade de proprie-
tario e cultivador, trabalha com mais vigor por
que tem em visla o futuro do quil precisa apro-
eitar os elementos.
Nos Estados Unidos ba grandes faxeodaa no
sul e algomas no oeste.
Na maioria dos estados as [aseadas sSo pque
n.as, sobretudo no este e em Nava Inglaterra.
O systema das grandes plantagdes de algodao
ptr coita de um s proprietario tam sido repro
vado.
Iem se reconbecido pralicuneate g-ande van-
tagem menos da cultura.
Os cultivado-ea, em pequea esca'a, apuram
melliar as suas colbeitas e teem a vautagen de
as negociar pessoalmente.
VI
Com este system, o commercio interno vai
se des-nvolvenlo, ganhando extraordinariamen-
te com isto as cidades interiores.
O numero de pessoas que se entregara com-
pra e ver.da, augmenta se quotidianamente e a
preferencia que os pequeos cultivadores do
aos mercado3 vizinhos as suas ptaatagdas para
venderem pessoalmente seus productos tem pro
movido a creagao de novos ceiros.
PasBy, lomando por termo de comparago o
producto liquido, isto quantia que sobra de-
pois de satufeltas as despezas da exploragao,
acbou para a grande cultura assaz aduntada o
valor de 419 litros de trigo por hectare planta-
do ; 406 para a media e 389 para a pequea cul-
tura.
Ora valendo cada hectolitro de trigo em nossa
raoeda 7f>600, as quaatidades em litros exprim
rao a capacidade productiva das tres formas de
lavoura pelo seguate modo : 31.540 para a gran-
de lavoura ; 30.780 para a media e 36.860 para
a pequea cultora.
REVISTA DIARIA
senado de Pernambuc >Effectuou se
hontem sii'1 sesso sob a presidencia ;do Sr.
Dr. Eroairio C 'Ulinbo.
A' hora regimentla feia a chimada, verifican
do-se estarem presentes os Srs. Serra Martina,
Luna Freir, Hermcgeaes, Aristarcho Lopes,
Souza Lelo, Pinbo Borges Ermirio Coutinho e
Peretti, o Sr. presidente declara aberta a ses-
bSo.
Falla com hcecgi o Sr. Albino Meira.
O Sr. 1. secretario procede leitora do se-
grate expediente :
Um officio do Dr. inspc^lor geral da iustruc-
gao pubiiea remetiendo para serena distribuidos
aos Srs. senadores, vinte c-x-'mplares do R.-lato-
rio qoe em 15 de Fevereiro ul'imo apresentra a
junta governat|va do Estado Inteirado
O mesmo Sr. secretario p.v cede leitora de
doos decretos que vo a 3ancgao ; um coaceden-
do a jurisdiegao cimloal nos casos de responsa-
bilidad dos funeciooarios da administrago mu-
nicipal do Recite e ouiro autorisaodo a abrir se
o crdito extraordinario de 643:5J6|I042 e um
especial de 8.000*000.
Nao ha expediente do Sr. 2." secretario.
O Sr. S rra Martins ora pediado dispensa de
memoro da 5." oomenissao.
Concedida pelo Senuio a dispensa pedida, o
Sr. presidente nomeou para membrj da referida
commisso o Sr. Malaquias Gongalves.
Ccmparecem os Srs Si Pereira e Velloso.
No ba vendo quem queira u'-ilisar-se da pala-
vra na .* hora da sesso o Sr. p-esidente passa
ordem do da.
Vota-se e rejeitada a emenda n. 4 ao parecer
n. 83 que Picara empalada na sesso antece-
dente.
O Sr. presidente declara que vai officiar se
Cmara dos Diputados coiumunicando-lue as
emendas feitas resolugao de qae trata o referi-
do parecer, iniciada, all pelo projecto n. 38 (le
gHagJo da forga pelicial)
Ca tiaa a 2.* discusso do parecer a. 92 ado-
ptando a resologo iaiciada na Cmara dos Da
potados pelo projecto n. 28 Je 1892 (ejgaEisag&o
municipal.
Approva-se o art. 9* sendo a pedido do Sr. Pe
retti. retirada a sua emenda a. 2, apoiada na
sesso antecedente.
Art. 10. approvaio sem debate com tres
emendas de ns. 3, 4 c 5 do Sr. Luna Freir.
Art. li. Vera ra sa urna emenda, n. 6, do
Sr. Lana Freir, tendo orado os Srs. Peretti, La-
na Freir. Aristarcho Lopes que envia urna
emenda sob n. 7 e Gomes de Mallos que envia
outra sob n. 8, sendo approvaio o artigo com as
emendas de 6 e 8 esta na i.* parte rejeitada a de
n. 7 ficando prejudicada a 2.' parte da de n. 8.
Durante a discusso deste artigo comparecer
os Srs. Goncalves Ferreira, Malaquias Gongalves
e Gomes do Mat'.os, que pela ordem requeren fos-
se votada em 1.' logar a sua emenda.
Sem debate approvam-se os arts. 12 a 15.
O arl. 16 approvado com urna emenda rob
n. 9 do Sr. Luaa Freir, tambem sem debate.
Sao approvalos os arts. 17 a 20 ainda sem
debae.
Art. 21. Approva se depois de orarem os Srs.
Gomes da Mat'.os que envia a mesa urna emenda
sob n. 10, Malaquias Gongalves e Hcrmogenes o
artigo, sendo rejeitada a emenda.
Sem debute approvado o art 22.
O art. 23 approvado depois de orarem os Srs.
Peretti e Luna Freir.
Adia-se pela hora a uiscusso do art. 24, sea-
do appoiados sob ns. 11 e 12 duas emendas dos
Srs. Malaquias e Hermogenes, bavendo orado os
Srs. Peretti e Hermcgeaes tende licado com a
palavra o Sr. Malaquias.
O Sr. presidente levanta alesso depois de
baver designado a seguinte ordem do da :
Contlouagao da antecedente.
estatura dos DepnadoFunccionou
nootem sob s presidencia do Sr. l*r. Moreira Al
ves, tendo comparecido Srs. deputados.
Sa das e approvadas as actas das sesfftes de
8. 9 e 11.
O Sr. i. aerttario d coate do aegointe ex
Bfcdieata:
Ofli iodo Sanado, cwwMiniesndo que fo'am
pprovada disees subatitativos resoiuco
iniciada sa Csunasa pelj projecto a. 38, qoe xa
afarga salicial ava 1893.A' coasosisso de
(oa;i policial.
Out-o do mesmo, coamunicando qae fot ap
provado o referido projecto com as orneadas
constantes do mesmo eflfio.A' comosisso de
forga policial.
Outro do inspector geral da loatrucgo Publi-
ca, remeneado 30 exeruptares do rotatorio qoe
anr-sentouao governo do Estado.Iateirado.
tviigi de Adolpbo Jos de Araojo, ex-portei-
ro da Escola Normal, reqaerendo melhora de
aposentaioria.A' commisso de petifiSes.
Acha se sobre a mesa om parecer sob n. 196.
da commisso de peiigaes, deferindo o requer
ment de Antonio Aflonso Ferreira.
Lido, vai a Imprimir.
Sao arada lidos e approvados os seguinies pa-
receres :
N. 190. De ama commisso especial, para dar
parecer sobre o projecto a. 5 do auno paseado,
que approva o contracto de cesso do theatro
Santa Isabel.
N. 192. Da mesme commisso, concluindo
qoe os partidores do foro do Recife agoardem
projecto de lei, da Cmara ou Sanado, regulando
a materia de sua pretenco.
N. 193. Da commisso de redaego, dando a
do projecto o. 54, que autorisa o governador do
Estado a aposentar Sebistio Jos da Costa T: i
goelro.
N. 194. Da commisso de orgameuto, indefe-
rindo a petigao de Agaelo Honorio Bazerra de
Menezes.
N. 195. Da mesraa commisso, referente a urna
Circular do Governo Federal, sobre a cobranga
de imposto de traasmissia de propriedade de
etribarcagOes.
N 197, da mesma commiasSo, sobre um em-
prestimo que pede a empresa da estrada de fer-
ro do Ribeiro a Ronito, concluindo que se ouca
o engenheiro fiscal da mesma estrada e o iaspe-
ctor do Thesouro do Estado.
Sao lidos e approvados os segrales requeri-
mientos, cujas votagOes estavam adiadas.
Dos Srs. Francisco Gampello e Uanoe Cama
ra, para que em seos aomes se lance na acta
um voto de proles o contra as assergSesaesaa-
las ao coogresEO pelo depulado Dr. Cuaba Ra-
bello, no jornal A Repblica de 8 do corren
lee
Do Sr. Alves Lette, para que o Sr. governador
do Estado informe, quaes as raz&es que teve
para dispensar o colector de S. Looreago da
Matta, do exercicio do sea cargo.
Vem a mesa i iido e apoiado e vai a imprimir
um projecto sob n. 76, firmado | elos Srs. Ma-
noel Borba e Leopoldo de Araojo estatuando que
nos protesto judiciaes para intorrupgao de pre-
scnpgo de que falla o erte 453 n. III do cdigo
do commercio, funecionar exclusivamente, o es
crivo dos protestos de lettras.
Pas-'a-se a ordem do dia.
SubmettiJo a nova votago, o projcc'o n. 64,
qoe ficara empatada na sesso de bontem, lu
app-uvado em terceira discussao, e vai a com-
misso de redaego.
Vo tambem a mesma commisso os projectos
ns. S e 49, approvadas em terceira discosso.
Entra em 2* discussao o projecto n. 28, que
approvado, e dispensado o inBtercios a reque
ria ento do Sr. Cosa Barres.
Entra em discussao o projecto n. 60, da lei
orgameataria, segunda, por independer de pri-
meira, sendo approvado, sea lo rejeitadas as
emendas os. 1 e 3 e approvada urna sob a. 4
apresentada pelos Srs. loo Coimbra e Lopes
Ma ::hado, o assim urna parte da de n. 2, referente
ao n. 7 do ?rt. 2". sendo as demais rejeitadas.
Dispensado o Intersticio a requerimento do Sr.
Joao CoimD'a, passa-se 3* discussao.
E' submittido em discussao o projecto n.
70, que vai commisso de obras publicas a re-
querimento do Sr. Martras Jnior.
Sao suomeltidos ainda a discussao e approva-
dos es segurates projectos :
N. 71, em 2' discussao, por independer da l.
N. 72, em 1' discoseo.
N. 73. em l.
N. 74, em 21, por independer de I, tendo ora-
do os Srs. Martiaiano Veras, Costa Barros, Ma-
noel Cmara e Martins Jnior, sendo dispensa-
do e intersticio a requerimento do Sr. Joo
Coimbra.
Esgotada a ordem do dia, o Sr. presidente le-
vanta a sesso, designando a segrale : 3' dis-
cussao dos projectos n?. 28, 66 e 61.
Bfiliora do alioiam alu eleitoral
No dia 10 iniciou os seus trabalhos a comais
slo municipal revisora do alistamento eleitoral
deate municipio do Recife.
Sociedade PbllomattcaA's horas do
costume raune-se amanb essa sociedade em
sesso ordinaria
*)oa BonifacioEsse gremio litterario
func -icnou na quinta feira ultima, e nessa ses-
so foram nomeadas duas commissdes, ama de
visita aos associados enfermos e outra para cr-
ganisar a estatistica social.
Aiada tratou-se de oatro assumplos de iate-
resse da associago, sendo depois levantada a
sesso.
Ca tallo apprebendidoPala subdele-
gada desta freguezia de Santo Antonio foi ap-
prebendido e depositado um cavallo, que foi tra-
zi Jo de Caruar, sexuado diz aquella em cajo
poder foi tomado.
Silva Jardn-0 Estado, importante orgo
republicanos que sob a direcgo de Joao Fran-
cisco Duarte se publica no \isinbo Estado das Ala-
goas publicou no dia Io do corrente um numero
especial dedicado memoria de Silva Jardim.
Na primeira pagina Bgaram duas inspiradas
poesas, urna do Dr. MartinsJunior, emprovieada
na Babia em Julho do anuo passado, c outra de
Joo Duarte-
Ccllaborara nesse numero do Estado, o nosso
amigo Dr. Facio Buirque. Dr. Jos Duarte eou-
Iros cidados.
folela da Boa VistaA respeito de ama
locol que sob esta epigraphe cima publicamos,
nootem, nesta secgo, o Sr. Dr. joiz do 5distric-
to municipal, pedem-nos retifiquemol-a do se-
goint-. modo :
Que realmeute o policiamento daquelle distric-
to nao pode ser bem feito por isso que as auto-
ridades dalli nao disnonham de pragas sufficien
tt-s para este lia, o que importa em isental-as da
raspos ibilidade io mau servigo policial.
Q le, eotanto, S. S. o delegado o subdelegado
e commissario lod03 os esforgas teem envidado
oo intuito de implantareis a ordem no referido
districto. *
Qae nesae sentido por diversas veas fem-se
entendido com o Dr. questor e delegado, para
ser augmentado o numero das pragas, o que at
boje ainda nao obtiveram.
Qae omitas vezes tem pedido pragas, por ora"
ci, ao commaBdanO do 2o posto local, onde ex-
iste am piquete de proixpiido para auxiliar o
policiamento, de ordem de S. Ex. o Sr. governa-
dor do E tado. mas aquella autoridade respnde-
me sempra nao poder attender por achar-se o
referido piquete desarmado.
Qae se nao fo3se o coronel commandaate do
corpo policial a quem costuma recorrer em cer-
tas emergencias, por certo ver-se-bia em eondi-
gss de nao poder supplantar qoalquer movimen-
to subversivo da ordem publica.
Qae, analmente, das 12 pragas de que se com
pe o destacamento da Boa Vista s cinco, dea-
tas mesmas sojeitas a guarda do quartel, com
qae coata para o policiamento da Boa Vista.
Beci-elatlva Commerclal-Na dia 23
realisa e3ta sjciedade recreiativa o sea sarao
do eorrente mez.
Boubo a Intendencia de Olinda -
Como autor confeso desse roubo foi preso Joa-
quina Carneiro da Silva, praga da guarda local
daquelle municipio.
Os objectos subtrabidos j estavam todos re*
duzido3 a fragmentos, tendo urna parte ido
vendid i e outra ainda existente em Jseu ;poer,
enterrada em urna eas daquella cidado.
Pannnaea(o Ante bontem saecumbio s
conseqaencias de urna "fe re puerperal, em
Ponte de U:ba, D. Albertina Cavalcanti de
Paula Mesquita, consorte do Dr. Luiz Francis
co de Paula Mesquita e fllria do Sr. Dr, Ambro-
sia Machado.
A mallograda senhora deixou a existencia na
flor da idade, quando na vida tudo lhe sorria
e lbe prometa brilbante futuro no regajo da
familia, onde idolatrada como mereca, erajalvo
do amor do esposo, e centro da affeigo dos
pas.
As oossas condolencias.
Agurdente de eaja Recommeadamos
esse excellente producto da fabrica Flora Per-
liambncaaa, dos Srs. Sabino Moar & C.
Basa agurdente eSdctivaaysBte apreciavel
por sua qualidade e pelo canUoao eabor qae
tem da fruta qoe a aromatlsa.
Encontra-se provisoriamente a ra da Impe-
ratris o. 2, primeiro andar,
TrlBMaaal do Jury do BteelfePuoc-
cionon hontem este tribunal sob a presidencia
do Dr. Joao Joaquim de Freilas HeoriqueB, juia
de dirello substituto reciproco do 3 districto
criminal, occapaodo a tribuna da aecnsaco o
Dr. Jos Antonio Gongalves Mello, promotor
publico.
Compareceram 28 juires de facto.
Foi submettido a julgamenio o reo Joo de
Deus MariaDrio de Barros, processado em virtu-
de de denuncia do D". 2- promotor poblico e
pronunciado peloDr. juiz de direUo do 3- dis-
tricto,omo iacurso no art. 294, 1-, combina
do com os arts. 13 e 63 do cdigo penal, por
haver, pelas 6 horas da tarde do dia 28 de On-
tubro do anno passado, na Fabrica Gaxias, sita
no 1* disiricio de S. Jos, pracado diversas le
3e8 na pessoa do portugaez Francisco Rodri-
gues, a quem tentou matar, manifestando e ta
intengo por actos exteriores que constituiram
principio de execago que no4eve effeito por
circumstancia ind.raendente de sua vontade.
O conselho de S9ntenga compozse dos se-
guinies jurados :
Francisco Cypriano da Silva Sautos.
Waifndo Carneiro da Cunha Miranda.
Dr. Felippe Lopes Netto.
Jos Diomedes de Brilo Inglez.
Antonio Machado Soares.
Antonio Carlos de Moura Accioli.
Domingos Jos Avila.
Hanrique da Fonseca Caulinho.
Hermelindo Eliseu da Silva Caneca.
Prodazio a defeza do a csalo o Dr. Luiz
Emygdio Rodrigues Vianna, advogado uos pre-
sos pobres.
Em face das decisOes do conseibo de senten-
ga foi coudemna 1o o reo pena de 3 meses e
meio de pnso simples, como incorso no grao
minimo do art. 303, combinado com o art. 409
do cdigo penal, sendo posto em liberdade por
estar cumprida a pena, computado noi termos
do art. 60 do mesmo cdigo o tempo de priso
preventiva que soffria desde 28 de Oulubro do
anno passado.
Foi levantada a sesso s 3 horas da tarde.
Hoje ser ja'gado o reo Joo Bap'ista do
Nascimeato.
Promotor de OranitoNo gozo de
urna i ice n gai acha se nesia cidade o nosso amigo
Dr. Mauoef Baroardino Vieira Cavalcante Ju
oior, digno promotor ao municipio de Granito,
onde maito prezado pelo seu carcter jsticei-
ro e aflavel.
Comprimentamol-o e ao seu respeitavel pal o
DMjor Manoel Bernardloo, escrivo do jury deste
municipio.
O ntotlnaFoi distribuid; o n. 12, cujo
exemplar recebemos agradecid 8.
CiydeEt*e vapor da R^al Mala Inglesa,
sabio do II o de Janeiro s 3 horas da tarde de
aute-hontem.
dain do cummcrclo-E' hoje a au
dlencia d- ese jaizo, as horas do costume, visto
seramaur-. uia feriado.
caanmen: civil -N 3 2- e 3- districto
foram honitm idos os proclamas de casamentes
dos a*-guiles coiinlieotes:
Segundos
De Ja-a Manoel Raposo com Emilia de Barros
Wanderley, solteiros, reaideates em Afoga-
dbs.
Da Edua'do Das de Santiago com Altea (ta-
bello da Silva Santos, soketros, residentes em
Santo Antonio.
Primeiros
Do Dr. Luiz Francisco do Amaral com Emilia
Cysneiro de Aiooquerqoe; elle residente oa fre-
guezia de S. Jo- e ella na freguezia do Cabo.
Joo L i z de Souza Pinto com Margarida Ama-
lia de Santa Rosa, soiteiros, residentes em Afo
gados.
Igualmente bootam e ante-bontem, nos 4-
6 5- districtos foram alixados editaes de pro-
clamas de casamento dos seguintes contrallan-
tes :
Primeiros
De Jos Ant .nio do Nascimeato Feilosa com
Mara Luiza Autran, moradores na freguezia da
Graga.
Francisco Rodrigues dos Santos com Maria
Leopoldina Gomes, mora i ores na freguezia da
Boa-Vista.
Antonia Torquato d'Assampgo com Francis-
ca Baptista de O.iveira, moradores na freguezia
da Boa-Vista.
STaculdade de Dlreito Dos actos do
4o anoo que nesseestabelecimento tiveram lugar,
eis o resultado :
Dia 1
Jo- GuedesCorreia Goadim, dstinego.
arthur de Souza L?mos, dem em direito com -
mercial e plenamente em civil e maritimo.
Herculano L'.ns Caldas, plenamente.
Augusto Tavares Je Lyra dem.
Emilio Malcher Niaa Ribeiro, dem em direito
civil e simplesmente em maritimo.
Aofriaio Fialho Sobrinbo, simplesmente.
2
Manoel Vieira Brrelo de Alencar, plenamente.
Scipio Gongalves Torres, dem em direito civil
e caaiuaercial e simplesmente em martimo.
Jos Piuto da Mendonga, simplesmente.
Um reprovado.
8
Joo Francisco Novaes Paes Barreto, plenamente
em commercial e maritimo.
Gaspar Antonio Vieira Guimares, idem.
Paulo Hypacio da Silva, idem em commercial e
simplemente em civil e maritimo.
Joaquim MaateiroGaedes Gondim, simplesmente.
Francisco Xavier Teixeira de Carvalbo.
A futura capital do Brasil A propo-
sito extractamos do Jornal do Commercio, do
Rio de Janeiro, o segrate:
Sobe-se aos picos dos Pyrino3 a p por um
trilbo ingreme oa a cavallo por caminho mais
longo, C03teando-so a moatanha. '
Os tres cabegas arrendondados, cobertoa de
rochas e capim, com as sua3 largas bases de la
ges saperpostas, destacara se na extremidade do
plaonlto central, dominando o do norte os dous
outros que lbe flcam em frente.
E' ampii8simo o borieonleque se discortina do
alto d'essas agolbas, alarmando alguna viajantes
que, em dia desaonviado, d'alli enxergam-se
pontos que esto ha mais de vinte leguas por um
lado e dezeseis por outro.
Ha divergencias acerca da atlitude d03 picos
dos Pyrinos goyano. O Dr. des Genettes, que
residi em Pyrinopo!is,onde fundou e dirigi um
eslabelecimento de instracgo, descrevendo urna
subida aos Pyrino3, em 1868, diz ter verificado
ser a altura do ponto mais elevado 2,932 metros,
ou cerca de 9,616 ps.
Em 1873, era um manuscripto, apresentado na
Exposigo da Sociedade de Geographia e qae
existia ra bibliotheca do Sr. D. Pedro de Alean
tara (Memoria sobre os altos picos do Brazil por
Orvills Derby). o Dr. de3 Genettes repeli que a
attitode dos Pyrinos de 2,932 metros cima
do ocano *.
Como a exactido d'esta determinago tem sido
contestada, transcrevemos as palavras do Dr. des
Genettes que se encontrara no trabalbo do Dr.
Derby. t
a altura da Mo de Pao (porto do Rio Para-
rrabyba, na estrada de Catalho) sendo de 1,283
melros, o pial central se acha elevado de 1,493
metros cima do ocano.
O grupo d03 Pyrinos aprsenla contrafortes
caracterizad js. Elle nao se levanta repentina-
mente sobre 03 altos plat3. O pico que o domina
parece ter pouca altura por causa mesmo d'esta
disporigo. Contuo elevare a 2,932 metros ci-
ma do nivel do mar.
A Serra das vertentes ou dos Pyrino3 atllnge
a sua maior altura no pico por 15.* 48' de lati-
tude sul e 7. 28' de longitude do Rio de Janeiro.
O cume qae pisei de urna rocha granitoide e
tem no ponto terminal 15",32 de comprimeoto
sobre 343 metros de largo. Sua base larga, sua
altitude de 500 melros cima do dorso da serra-
ra de 2 932 metros cima do ocano >.
0 D:. O villa Darby, baseao em observagfjas
propnas e as dos engenbeiros Pimenta Bueno e
Chrspiniano Tavares, pOe em duvida que a al-
tura de Pao (qae diz ter servido de base ao Dr.
des Genettes para a determinago da altitude
dos Pyrinot) seja 1,283 metros, acaitando a de-
terminago do Dr. Tavares, segundo a qual ra
alura de Mo de Pao 59o metros, do Porto Ve-
Ibo 585, de Santa Rita do Paranabyba 509.
O Dr. Tavares, continua oDr. Derby, deler-
minou tambem a altitude de um dos picos dos
Pyrinlj3, mas nao se sabe se o mesmo a qoe
se refere des Genettes, sendo, porm, de preso
mir que o mais alto. D a este pico a altitu-
de de i 365 metros etc. *
O distlocto gelogo americano logo no comego
de sua ioteressaoie memoria, cima citada, asse
gara que a maior parte dos picos altos do Bra-
sil, seno todos, perteucem so grande maasigo
montaoboso que dea a leste dosvallesdo Paran
e S. Francisco, os quaes o destacam do massigo
central ou de Goyaz.
Depois de examioar as altitudes do Itatiaya,
Itacolomi, C traga, e de outros picos do systema
maritimo, diz: Temos que considerar urna
qoesto de grande interesse no estudo topogra-
phlco do B-azil. a da provavel existencia no
systema montanboso de Goyaz de picos mais
elevados do que os do syslema martimo.
Iacolomy foi por muito tempo considerado
o oico ma<8 elevado do Brasil. O primeiro a
dispatar-lbe a supremaca foi o Itamb, baseado
na determinago de Sprix e Martins qoe carece
decooQrmago. A medigse do Itatiaya incon-
tesavelmeate mais elevado do qae qualquer ou-
tro pico do systema maritimo, pareceu resolver
a queslo, bando surgi urna duvida sobre as
montanhas de Goyis. >
Propositalmente locamos ueste assumpto para
chamar sobre elle a attengo da commisso in-
cumbida de explorar o planalto central. Ella
poder resolver a queslo, veribeaodo a exacli
do das medigoes em que o Dr. Derby se baseou
para proclamar a supremaca do Itatiaya e de
outros picos, do systema martimo sobre os do
systema central ou de Goyas.
Fallcdnaento Finou-se e foi hontem
dado sepultura o Sr. Manoel Gongalves Ferrei-
ra e Silva, antigo depositario geral nesta cidade.
J bastante aiiantado em idade, suecumbio
nn'igos padecimentos, deixando profunda magoa
no seio da familia qae o estremeca e no circulo
dos amigos, qae nelle apreciavam as excedentes
qualidades que o ornavam.
Nossos sentimentos a sua consternada familia.
Xo* Kniadooa luido* da America do
Norte-Na Gazeta de Noticiae, do Rio de Ja
neiro, l-se :
O estudaote o Dr. William T. Mercban?, j
graduado pela faculdade medica da Uaiversida-
de de Hovrard, em Washington, de onde por
emquanto. (elizmente. nao tem sido excluidos os
negros. Tem 30 annos de idade, urna fronte
oem conformado e o ser de um hornera intelli
gente.
Depois da formalura foi pralioar para a sua
(erra natal, oade arraojou urna boa clnica.
Tendo deoo3 lido am aunando e programma
da escola de NW York, qne abri cursos espe-
ciaes de clnica medica e cirurgica para alumnos
j graduados por outras es:olas da mesma silen-
cia, esersveu ao secretario d'aqaelle estabeleci-
mento a s ilcita: a competente admi33o, sem
contudo dizer que era branca ou pn to.
O secretario respoadeu-lbe qae sim, e que a
escola estimara muito r^cebel o no seu gremio
e poder corresponder em tudo aos seus desejos.
Em vista da resposta, o D-. Merchant parti
para New York, e, dirigindo se secretaria da
escola, eucootrou com o secretario, que !o ;o ex
cla-i; u admirado :
Oh I que isto ? I... En nao notei na vos-
sa carta que f-asseis negic. Parecea-ma qae
responda a am branco I
Mas no vosso programma, que en li, na
se fazia excepga> alguma de cor ou de raga
Por isso eute ili que om pret-i poda raat-icular.
se, logo que pagasse os emolumentis deviJos e
se poriaase btmretrucou o Dr. Merchant.
Sim, en por mira uo me opponho... Mis
abrir u-n pro:edente que pie ler pessimas
Cnsaqueuciaspara o estabelecimento, que fre-
quent i io principalmente por entudanies do sul,
os qi'.aes nao gostariara de ter um corapanbeiro
de cOr.
Entretanto, nada decido definitivamente, para
nao car com a responsabilidade. Porm, coio
esta onite se rene o conselho escolar, vou pro -
por Iha o caso, e podis, vir saber a deciso
amaata.
Na rranhi inmediata, nada; nern na out-a,
nem na outra, al que, ao cabo de oito dias, re-
cebe o D-. Merchant o segrate bilbetinho :
M;u caro doutar0 negocio em qa-j falla-
mi s, foi presente ao conselho, o qual espera me-
bor oacasiao para resolver.
Por emquanto a escola est completa, nao tem
mais lugar para alumnos. Porm, podis reme-
diar bem com ligues particulares, e para Isk re-
ce i mendo-vos ao Dr. Wilcox, que compet-ra-
tissimo.Vosso, eic.
Pensando no caso, o Dr. Merchant resolveu
obrlgar a escola a admittil o, visto o annuncio
d'ella eas despezas abultadas a que ob.igou o
mesmo doutor.
Para tal bm ja nomeou advogado ; e consta
qae se constituir ama junta de negros dos
mais rico3 de New York para custearem o pro-
cesso, que deve ser dispendiosiseimo.
lrmandade do Senhor Bont Jenoi
da cnagaoKssa irmaadade procedeu no
dia 10 do corrente a eleigo dos membros qoe
teem de faneciooar durante o anno compromis
salde 1892 a 1893.
ProvedorJustino Francia :o de Assis.
SecretarioLydio P. S. de Olivaira, reeleito.
Procurador geralAntonio M. P. Machado.
Tbesouretro Albino de Jess Baadeira, re-
eleito.
Procuradores Tnomaz Francisco de Aqufno e
e Manoel Guilberme do Nasciraento-
Definidores Ludgero Lopes Lima. Rotiiio
Francisco da Rocha, Theodoro da Silva Cara
pello, Ildefonso F. da Costa Ribeiro, Pedro Ale-
xaudrino Franco, Julio Rodrigues da Silva, For-
tunato Francisco das Chagas, Manoel Pedro
Francisco de Paula, Antonio Gaspar da Silva,
Francisco^Jos do Nascimento, Felippe Maurilio
Correia e Jos Francisco da Trindade.
Z-ladorSecundino Francisco das Neves.
servleo militarHoje superior do dia
j Sr. raajor Loorerio, e faz ronda de visita
ata subalterno da 14 bataloo.
O 2 batalbo de infautaria dar as guardas
tos edificios federaes.
Uniforme n. 5 e capa.
Servleo policialE' boje superior do
dia o Sr. capito Albuqoerque.
O corpo de polica dar a3 guardas de Pala-
cio, Detengo e Thesouro do Estado.
Uniformo n. 5.
Inspectora do S. dlatrlcto mar-
timoRecife, de 11 Julho de 1892.
Boletim meteorolgico
BNfj Term. cent- Barmetro Tensao do flastf
grado (a 0') vapor dade
6 m. 22,'9 761-80 17,42 85
9 24 ,*0 762-87 1799 81
12 2V8 762-,58 18,88 81
3 t. 25/1 759-,88 17,66 74
6 2i,o 760-.93 17,53 76
Temperatura mnima 22*,00.
Temperatura mxima 25.50.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,3, som
bra4m,2
Chova 2,m2.
Direepie do vento SE, de meia neite at O b.
e 31 m. da manh ; SSE com InterrupgOes de SE
e 8 a'.6 1 h. e 36 m.; SSE e S alternados at 2
h. e 50 m. ; SW at 3 b ; WSW at 4 b. e 10
m. ; SW at 8 b. e 09 m.; SSW cora interropgoas
de SW at 9 b. e 13 m. ; ESE e SE alternados
at 9 h. e 54 m.; S com interrupgOes de SSW,
SW e SSE at 10 h. e 57 m., v*ravel de SW
SSE at 9 h. o 52 m. da tarde ; SW at meia
noiie. .
Velocidade media do vento 4",73 por segundo.
Nebulosidade media 0,61.
Boletim do porto
Pramar ou
baixamar
B. M.
P. M.
B. M.
P. M.
Dtus
Rovos Altura
Julho
1112 da m. 0-39
5-36 da t- 2-31
li-34 da t. 0*53
6-00 da m. 2-4o
sul no vapor
11 ae
11 de
11 de
12 de
sa*aa-elroa-Cbegado8!do
Qciooal ,S. Francisco :
Dr. Joaquim do Prado, Maria Magdalana, Josi-
no Freir Rosendo, Maria Roza de Jess, Maria
Leopoldina, Anna Roza daGonceigo, Luiz Felip-
pe da Costa, Dr. Bernardino Vieira Jnior, Luiz
Baha, Tritoneo de Albuquerque, Dr. Eoclides
Mtita, Antonio Luiz Saldaoha, Francisco de Mi-
randa.
LeudesEffee".uar-se-nao os seguintes;
Hoje:
Pelo agente Pinto, s 11 horas, roa do Ale-
crim o. 36, de movis, etc.
Amauba :
Pelo agenta Pinto, s 11 horas, roa do Bona
Jess n. 45, de bons predios.
mimmus f aneares-Sero celebradas:
Hoje:
A's 8 horas, na matriz da Boa Vista, pela alma
do Dr. Jos Gamillo Li aares de Albuqoerque.
, Amanb :
A's 8 horas, na matriz de Santo Antonio, pela
alma de Joo Piobeiro Catle ; s 9 boras. na
matris da villa de Qui pap, pela alma de D. Fran-
cisca Alves de Azevedo : s 8 horas, na Ordem
3 de S. Francisco, pela alma do commendador
Joo do Reg Lima.
Casa d UeteacaoMovimento dos prs-
os da Cas* de Detenc&o do Recife, Estado de
Pernambuco, em li de Julho de 1892.
ftrlstiam 332, entraram 12, aahiram 9, exis-
ten: 245
A saber :
Nacionaes 305, mulhere 16, estrangeiros 2f.
-Total 345.
Arragoados 279.
Bons 255.
Doeates 12.
Loncos 8.
Loacas 4.
Total 279
Movfmento da enfermara
Tiveram alta :
Antonio Gongalves Magdalena.
Joo Jos de Sam'Anna.
Hoaaltal Pedro n.-O movimento deste
eslabelecimento de caridade cargo da Santa
Casa de Misericordia do Recife, do da 11 de
Julho, foi oseguinte:
Exutiam 712
Entraram 10
722

Sahiram 17
Faileceram 3
Existem 702
------712
Foram vuitadas as enfermarlas pelos segain
es D:s. :
Barros Sobrinho enreu s 71/2 da manhe
sabio s 8 3/4 horas.
8 1/2 da manh e sabio
i/2 da mdnh e sabio s
9 boras da manb
Malaquias enlrou s
s 8 3/4.
Berardo ent'ou s 9
9 3/4.
Lopes Pessoa entrn s
e sabio s 101/4.
Vitira da Cunha entrou s 10 i/2 e sahio ;
12.
Joo Rangel entrou s 9 1/4 da manb e sabio
s U i/2.
Tavares de Mella entrou s iG i/2 da manh e
e sahio s 11 i/2.
Pbarmaceutico entrou s 9 1/2 da manh e -es
Qios 31/2 boras da tarde.
O ajudanle do pharmaceutico ontrn s
8 i/4 horas da maabe sabio s S1/4 horas da
tarde.
Lotera do Estado de Minan Ge-
raenA i." parte da_ 7* loteria, deste estada
com o maior premio d 36:000*000. se' extra-
bida impreterivelmente no dia 19 de Julno (ter-
ga-feira).
lioteria do Estado do Grao-Par*
\ 3 .serie da 54 lotera, deste Estado cujo
premio granos e de 120:000*000, ser extrahida
oo dia 16 de Julho (sabbado)
Lotera o Estado do Haranbao
A 12" serie da 7' lotera deste estado, sendo o
premio grande ce 300:000*00), ser impreteri-
relraente extrnlda uo da 13 de Julho (quarta-
feira).
liOteriado Estado do Rio Grande
po SulEsta lotera cujo maior premio de
10:000*000 ser impreterivelmente extrahida
ao da 16 deJdlho (sabbado).
L'iteriadu Estado de Minas Geraes
Por telegramma recebiio prla Casa do Ouro,
. este o resoltado da 3* serie da 6* lotera do Es-
tado de Minas Geraes, extrahida era 12 de Julli*
de 1892 :
6441 36:030*000
:537 1:500*000
9867 750*000
1769 300*000
311! 300*000
157 130*000
1384 150*000
3279 150*000
4249 150*900
4331 150*0.0
4747 150*000
5979 150*000
8931 150*00)
9654 150*000
Approximag5e3
6440 240*990
6442 240*000
2586 W*00j
2388 90*000
9866 4o*000
9868 45*000
Esto premiados cora 75*000 os seguid;s n-
meros :
6442 6343 6444
oiio 6i46 6447
G8 6449 6450
Esto premiados com 30*000 os sjguintes n-
meros :
2381 2582 2583
2384 2385 238-J
258 S 2389 2590
Esto premiados com 15*000 os seguintes n-
meros :
9861 9862 9863
9864 9865 9866
9868 9869 9870
Todcs os nmeros terminados em 1 esto pre-
miados com 15*000.
Todos os nmeros terminados era 7 esto pre-
miados com 15*000.
A seguiote lotera correr no dia 19 de Julho,
com o mesmo plano.
Centlterlo publicoObuarlo do dia 11
de Julho de 1892.
Anua, Pernambuco, 3 raezes, Afogados; bron-
chite capillar. ^
Mana Augusta Pereira de Carvalbo, Ptrnam-
buco, 15 annos, soiteira, S. Jos ; bronebite ca-
pillar.
Albertina Machado Mesquita, Pernambuco, 24
annos, casada, Graga; pneamonio puerperal.
Manoel Jos de Albuquerque Mello, Pernambu-
co, 49 annos, casado, S. Jos; tubrculos pulmo-
aares.
Um feto do sexo feminino, Pernambuc-, Boa-
Vista ; ao nascer.
Francisca Maria da Conceigo, Pernamhnco,3l
annos, soiteira, Boa-Vista ; dyarrha.
Isabel Pereira de Oveira, Pemambuoe, 70au-
nas, viuva, Boa-Vista ; velhice.
Jos Januario Correia, Pernambuco, 25 annos,
solteiro, Boa-Vista; bronchite.
Jos Pereira, Pernambuco, 35 annos, solteiro,
Graga ; tuberculose galopante.
Anna Francisca de Lima, Pernambuco, 30 au
nos, Bolteira, Boa-Vista ; febre perniciosa.
Joo Jacintbo Raposo, Portugal, 37 annos, sol-
teiro, Graga ; meningo encephalite.
Andr, Pernambuco, 2 annos, Saatc-Antonio ;
gastro entente.
COMMUNICADOS
Cansas e effeios
Pensamos senapro centra o systema
observado no rgimen passado, a con-
signado dos presidentes de provincia aos
reaes ou suppostos chefes dos partidos
e a subserviencia destes ao governo.
O presidenta de provincia nSo tinba
liberdade para agir nSo ser sob a
inspiraoao ao chefe, o arbitro das conve-
niencias partidarias, de modo que qualquer
acto do presidente, por justo e moraba-
dor que foese, tornava-se motivo de di
vergencis, e muita vea autorisa va a reti-
rada inexplicavel delle, embora na ves-
pera a imprensa oficial bouvesse encare-
cido os seas grandes dotes.
A Bubserviencia dos partidos ao gorerns
era urna compenaaclo aos favores rece-
bidos oa esperados, de modo que a von-
tade do governo triumphava sempre ; pois
tiuba a seu dispor o oefre das gracea,
para a obteneao das quaes tudo oumpria
faaer.
A subid de um partido ao poder trazia
como conseqaenoia a renovaoSo dos sup-
postos representantes do povo, dependecdo
a escolha de directorios, sempre dispostoi
a applaudir a preferencia do chefe, qae
I




.
-
.





-



fj
Diario de Pernambuco Quarla-feira 13 de JuJo de 1892
1

apontava os seas ntimos, importando se
pouco com os bons servidos de muitoa.
as grandes provincias a designadlo de
candidatos, por parte do goveroo, fasia-se
entir por modo indirecto, e as pequeas
os partidos sojeitavam se eleger aos can-
didatos impostos.
Feita a eUieSo seguia-3e a manifestacSo
de desgoitos, por parte dos snppostos
pretendentes e dos proprios eleitos, sob
a egide official, neoessaria ao triampho de
grande numero de candidatos feliies.
A ambicio ao cargo de minitro dava
origem a oppcsicSo dos amigos do mo-
mento, que crescia a proporcSo do numero
dos pretendentes.
As cmaras consummiam a melhor parte
do tempo as latas intestinas, o que gas
tara o pessoal do partido no poder, e
orno consequenoia o revisamento dos par
tidos.
Nessa pica comprehendia-se que os
ambiciosos procurassem despretigiar os
proprios amigos, com o intuito de substi-
tu! 03 ; era o dominio da coriupcao, se
gundo dizia 11 e dizem os horneas do novo
rgimen.
Mas no dominio da igualdade e da Iei,
nao se eomprehende, am contraseaso,
qu&nto se observa neste Estado.
A aggremiacab que se dizpartido ras
publicano puro, embora formado por
adherencia de conservadores e libaraes,
rompen com o governador de sua acceita-
fo, porque este adiou a eleigSo para mais
larde, dando assim arrhas a sua esponta-
nea promessade garanta a liberdade de
voto.
Os vicios do paseada estSo encarnados
nos horneas do presante, ambicioios vul-
gares, como tantos outros, para os quaes
s ha um objectivo, a continuacSo na pos-
se do poder, qaa assaltaram em noite l-
gubre.
Urna junta que se fea poder, palo em-
prego de metralhadoras, dispoz das cou-
sas publicas, como sa proprias fossem;
dissoiveu co gresso, tribunal e jostica,
dtu garrote as liberdades publicas.
Assim preparada, essa junta coavocou
eomicios populares, deigaou candidatos,
alguas dos quaes tiuhaui as vastes
guectadas no mort'cimo de 18
sembr.
Corrau o pleito sem concurrencia e
sem opposicSo, conseguindo o partido da
junta proclamar o seu inglorio triumpho,
attribuindo semelhante resultado a pujan
a da suas hoBtes.
Supposta a eleiglo dos designados, ca
bia aos meamos, reunidos em congra3so,
eleger gobernador.
Entra alguns nomes apontados, nao fi-
guraba o do eleito, que tora embrado
pelo goveroo federal.
Os motivos da aquiescencia ao nome
lembrado sao conhecidos, como sao conhe-
idos os motivos dorompimanto.
Quando um da o historiador tiver de
ecupar-se dos directores da actual ordem
de cousas, lastimar, por certo, qua
tees honaons houvesse cabido a voz da
irecjSo e influencia oos oagocios pbli-
cos, aos quaes faltava a verdadeira or.en-
ta;5 > no jogo dos principios, os mais ru-
dimentaes a um governo iivre.
NSo se eomprehende que um partido
abra lata desbragada, retire inslitamente
a sua confianca da primeira autoridade
governamental, porque esta, por seua
actos, procura dar garanta ao direito de
todos, em confirmacao as palavras de seu
programma.
Semelhante modo de procider precisa
que o orgulho, o medo, o odio e as ms
paixSes dominam aos homens de tal par-
tido, os quaes estSo com o entendimento
oscurecido, e que Ibes taita a sagacidade
imprescendivel ao homem poltico.
Um chronista.
ensan-
da D-
PERMMBDCO
Cbristovao Flix da Costa.Exigi se infor-
maces lo subdelegado da Greca.
Joao Romao da Silva.Exigi & inform {Oes
do subdelegado do 8o ds'.rioto de 3. Jos.
Mariimauo Gomes da Silva.Mandn se oovir
o joiz d direito dj 3 districlo e o ju'z muoia-
pul de Igaarase. '
Provisflas de solicitador a
Reqaerentes :
Jos desloara Continao Guerra.Iade'erido.
Joaquina Fraacisco da Alboquerque Santiago
Jnior.Iadeferido.
Recurso crlme
Da Bom JardimRecorrenles o juizo e Hanoel
do Natciraeito Reg, recorrido Curies Leo de
Aibaquerque. Relator o Dr. Pires Goacalv-. s.
Adiado.
Aggravo de petigo
Do ReciteAggravaote Praxsdes da Silva-Gas-
mao, aggravado o jnizo d- orpbios. Relator o
Dr. Ribeiro Viauna. Adjuntas os Drs. Pires Goa
calves e Galvo.Den se provimento, unnime-
mente.
Do Recife-Aggravantes Ernesto & Leopoldo,
aggravados Paiva Valente te C. Relator o Dr.
Ribeiro Vianna. Adjuntos os Drs. Sigunuulo
Goocalves e Galvao.,Negou-se provimento,
unnimemente.
PAS8AGKH8
Do Dr. Pir^s Goocalves ao Dr. F anclsco Lniz:
Appellaco commercial
Da Nazaral Appellanie D. Aatonia Candida
de Aibaquerque Maranbao, appellado Sever.ao
Saraiva de Andrade.
Appellaco civel
D1 MiceiApptllante Flix da Moraes Bao
deira, appelladoj o engenbeiro Francisco Jos
Callaca e oulros.
Do Dr. Costa Ribeiro ao Dr. Ribeiro Viaaoa:
Appellacao commercial
Do RecifeAppellante J.-s Francisco Bitten
coarl, appellada D. Matnilde Camello Pessoa de
Figaeiredo Castro.
Do Dr. Rioe.ro Vianoa ao Dr. Galvao :
Appellagao civel
Da Jaboato Appeuame |Manoel Carneiro
Leo, appellado Maaoel Tnomaz de Carvalbo
Soares Braadao.
Appellagao commercial
Da NazarethAppellante Jos Baroos 1 de Car-
valbo, appel'ado Jcs Gomes de Moraes Araojo.
Do Dr. C ilvo ao Dr. Sigisnundo Gongalves:
Appellagao crime
Do log-Appellante Alexaadrina Varia da
Conceico, appellada a jastiga.
Do Dr. Sigismundo Ganga'.ves ao Dr. Pires
Gongalves:
Appellacoes crime3
Da Garanhuns Appellante Francisco M-r-
qaes Braadao, appellaa a justiga.
Do lagaAppellante o juizo, appellado Ma-
noel Galvo Itoirigues.
Appellagao civel
Dj Recife Appellante Vic^me Alves Macha-
do, appellados Santos & C.
DILIGENCIAS
Com vi3ta ao Dr. procurador geral doEjlado:
Recurso crime
De IagazeiraR:correate o juizo, recorrido
Joao ua Silva Briodeiro.
distbibdiqSbs
Aggravo de instrumento
Ao Dr. Sigismundo Gongalves :
U; Nazareth-Aggravanie Joa) Francisco do
'Jar n j, aggravado o jizo,
Aggravo de petigo
Ao Dr. Pires Gongalves :
Do Kecile-Aggravante Emilio Dol, aggrava-
do Dr. Allonso Lu losa.
Appellagao crime
Ao Dr. Pires Gongalves :
De GoyanaaAppellante Aa.onio B^zeira de
Lima, appellada a jastiga.
AppellagOes coramerciae3
Ao Dr. Sigismundo GongiUes :
Do RecifeAppellanie A01I10 Aigasto Pereira
da Silva, aopeliado ?edro Ozorlo de Cer^aelra.
ao Dr. Costa Rineiro :
-Da Re-iue AppeiUole Joo Amiuco de Sa -
ta Cruz, appellad) Miooel Eiuarao do Nasci
meato.
Appella^5es civeis
Ao D:. Pires Gj igaves:
Da Recita-Appeilaate a Com mbi Ferro Car
rilde Pernamou;o, appelUaa a Fazenda do Es-
tado.
Ao Dr Francisco Luiz :
Do tecife.Ap;)3lan e Manoel Roingues da
Silva Nery, aggravado Maaoe! F.'lix Gitiraoa.
Ao Dr. R'.beiro Viinaa :
Da Agua PretaAppellaate Afra Euen.a Vlei-
ra Pedresa, appellada O. Anta Vaneravsl Dativa.
Ao Dr. Galvo:
Do RscifeAppellante Mmoel Gangilves Mar-
ques Ferreira e oatro. appellado! Maaoe! Gan-
calves Ferreira da Gosta e autro,
Eacerrou-se a sossos 3 horas da tarJe.
SPORT
Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco Rs. 8:000:000,5000
dem realisado 1:600:0005000
Fundo de reserva 450:000^000
Balando
EM 3 DE JUNHO DE 1892
Activo
Accionistas
Letras descontadas
tolas correntes caucionadas etc.
Caugo da directora
Diversas agencias
Talores depositados
iversas contas
Letras a receber
Caixa :
m moeda corrente
6.4OO.0OOO00
4O5.7i5*750
4.085.863*740
20.000*000
7.M0.675*30
i 624.29*i30
1.080.144*550
S.lll.797*530
3876.964*810
Rs. 29.036 383*220
unta,
fundo de reserva.
Lucros suspensos..
8.000000*000
Passivo
45C .000*000
228.341*770
------------- 678.341*770
Depsitos:
ontas correntes de
movimeoto.....7.036.104*740
Ditas correntes com
aviso...........1.653.704*200
Letras a premio... ^^L*i3i3.e57.05i*990
Diversas garantas (depsitos vo- ...,...;.
luntanos) 3l^Siiwo
Diversas agencias y-tu.72#uju
Diversas contas
Bividendos ns. 1, 2, 3, 4 e5
2.134.052*330
82.003*200
Rs. 29:036.383*2
S. E. & O.
Pernambuco, 12 de Jalbo de 1892.
Tiloma* Comber
presidente.
Kci. V. da Silva,
contador.
Uippodromo do Campo Cranda
Eis o resaltado da inscripgao verificada hon
tem para a corrida de domingo pioximo :
!. pareo.17 de Julho.800 metros. Pen
smenlo, Gatuno, Arcbivou, Matapan, Pontabla,
Taaka e Pleiade.
2." pareo. Derby Club.- 900 metros.Turco
2.*, Tapy, Berlim, Lucifer e Monro.
3. pareo.
4. pareo.Liberdale.1.000 metros.Flau-
tista, Cyclone, Potropolis i.', Regente, Mirante,
Aliy e Patebooly.
5.* pareo.
6* pareoeEsiado de Pernambuco.l.MX)
metros, bandeap.Gerfaot, Cyclone, Lucifer,
Altivo, Tudo- e Mirante.
7. pareo.
8 pareo. Iaaldade.800 metros.Cam-
ponez, Yambo, Marojo 2.', Clyd, Collector e Ta-
licier.
Nao se tendD realisado os pareos Prado Per-
nambucano, Imprensa e Progresso, cootiDua
abena a inscripgao parara pareosPrado Per
nambucano e Progresso, a qual encerra-ae boj e
ao meio da.

HERMIT
Est a venda no Rio de Jne'ro o mag-
nifico paro saogae ingles Hermit por Trap-
pist e Start, e neto do celebre garanblo
inglez, do qual tem o nome.
E' aaimil de 3 annos, que no turf flu-
minense tem se enchido de glorias, e ainda
5 do passado foi o vencedor do Cruzei-
ro do Sul, disputado ro Jockey-Club, em
competencia com os favoritos Hebrea e
(uayanaz.
CHROHICA INDICIARA
Tbe Smev (J. Watts) 2
Lady Hermit (M. Caanao) 3
Arise (R. Chaloner) 4
NSo oollocados : BroadCorne, Shinning
Star e Palisandro.
La Fleche, grande favorita, venoon oom
enorme esforgo por oabeca-
MEMORIA.L
NINOUEM DEVE COMPRAR
Artigos de cbapelaria ou flores, plumas, veos
gazes, rendas, etc., sem fazer urna visita i Cba-
pelaria Rapbael, onde se encontra sempre tudo
qnanto, nesses arligos, ba de meUaor e mais
moderno.
2Ra do Barao da Victoria2
Raphael Das & C. l
INDICACOESlTErs"
edleos
O Dr. Lobo Moscn da consulta en
ua casa ra da Gloria n. 39, das 10
boras da manha 1 da tarde. Adund-
se fra do servigo publico offsreoe-so para
aoudir a qualquer chamado com prompti-
tao para fora da cidade. Especialidade*,
operarjSea, partos e molestias de senhorat
a de meninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperatria n. S
da consultas medico-cirurgicas todos os diai
das 8 ao meio dia, menos dos domingos t
iias santificados.
Consultorio medico. O Dr. Manoo
Argollo, com pratioa nos hospitaes da
Pars e Berlim, tem seu consultorio roa
BarSo da Victoria n. 1.
Especialidades.Molestias dos appare
lhos- respiratorios, circulatorio e digestivo,
consultas das 12 as 3 da tarde. Chama
dos no escriptorio.
Telephone n. 658.
Consultorio medico-cirurgico'Dr. Sim-
dliciu Mavignier, de volta da Capital Fe-
deral tem seu con&u'.torio, ra da Cadoi
a. 27 1. andar.
Especialidadc Molestias pulmonares,
tebres e da pello.
Consulta* de 12 as 3 d. tarde. Cha-
mados por escripto.
Telephone n. 392.
Dr. Joaqaim Ltnreiro medico psrtei-
o, consultorio ra do Cabag n. 14
i. andar de 12 s 2 du tardej residon..'i*
go Monteiro.
QccuJiatat
Dt. Ferreira, ja a yittSMA -oa princ--
oass hosoit'ios otioie i.' '.*. o ^ov
ir?3, d conau'tas todos >i U u i i- *.-
coras ao meio-da. Cjasaltorio a mi
iencia ra Larga do Rosario o. !).
Dr. Barreto urr.-paio, oceulista, d 3 >.
saltas do 1 s 4 hor oasa ra Baro da Victoria n. 51. ilon
lencia a ra Sete de Seemhro n. 31,
jetr^da pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva recentemente che-
gado de Paris, com pratica as clnicas
de Wecker e Landoit, d consultas de 1
s 4 horas da tarde ra do Imperador
n. 63, 1. andar.
Telephone n. 588.
RESIDENCIA CAXANGA
erogarlas
Faria Sobrinho A C, droguistas por ata-
jado, ra do Marques de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva A C, deposi
twi->s de todas as especialidades pharma-
cout'cas, tintas, drogas, producto chimi-
e &9 raedicv-iientos homeopticos, ra do
Mrquez de Olinda a. 23.
PUBLCALES 4 PED10
ATHOS
II
aperlor Tribunal de Rustica
SESSO ORDINARIA EM 12 DE JULHO
DE 1*92
PKESIDEXCIA DO SB. DB. PIHE9 FEIBKEBA
Secretario, o ciiadao Dr. Virgilio Coelho
A's boras do costme, presentes os S:s. juizes
em numero legal, foi aberta a sessio, depois de
lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os eitos deram-se 01
seguintes
Jolgamantos
Habeas-corpus
Pacientes
Racbarel Irin
ioncedeu-se
mente
Antonio Jos de Lm.Conceden te a sol-
tora.
d Ceciliano Pereira Jofflyli.
ordem preventiva, unnime-
nonada,
segundo
Um sportemann da Rio de Janeiro por
telegraoima para Buenos-Ayres offereceu
por esse animal tres mil libras, sendo re-
jeitada essa offarta pelo respectivo pro-
pietario.
No entretanto o preco eflorecido pelo
velho e valente parelheiro oSto era um
poiB aproximase a 70:000(JOOO,
o enmbio dominante.
*
DESTRUCTOR
Igual quantia com idntico insuccesao
offereceu outro sportsman do Rio de Ja-
neiro por esse outro here do turf argenti-
no e cujo proprietario quer 35500 libras
esterlinas.
O ORAND*E OAKS
No dia 4 de Junho ultimo foi disputado
esse grande premio ua distancia de 2,400
metros, e com o premio de 112.500 fran-
cos ou 9#:000fj000 da nossa moeda.
O resultado foi o seguate :
La Flecha, do bario de Hirsch (jo-
ckox G. Barrett) 1
Contra le clara
O Jornal do Recife anda to desorientado
que ja fat pene.
0 aclo da reiotegracao de professores vitalicios
demiltidos pelo Sr. Ambrosio foi occasiao para
atirar-se aquella folba cootra o governador que
pratcou aqselle acto de jOBtict;mas com qui-
se bavia de sabir o orgao do Sr. D-. Martins Ju
nior t
Qoer applicar a nm acto consumado antes da
actual lei n. 4i o dispositivo delta, contra todas
as r^zoes.
A demissio foi a 13 de Abril, quando vigora -
vam ainda os decretos de 9 e 15 de Janeiro de
1891 que permittiam aos professores a accorau-
lacio de cargos.
Foi, portanto, inteiramente illegal, e os pro
fessores exonerados o foram violenta e nulla
mete.
A re ntegr&cio funda-se no facto de ezerce-
em elles cargos vitalicios e a CoostitaicAo Fe-
deral garante 03 cargos desla natureza; o a
ConslituicAo deste estado, nao meos, consa-
grando a garanta dos t i re tos adquiridos.
A lei nova que o Jornal > fina forca qner
icajr o caso pretrito, no de modo algum
applicavel.
1. Si de agora por dlante sSo incompativeis
os cargos estadaes com os federaes, por viriude
da lei n. 44 deste anno (felta adrede, a oltima
hora, para prover contra a possibilidadeda rein
tearaco, mas falbou ao alvo.) is30 norevoga a
disposicao coQs'itucional que resalvoa os direi-
tos adquiridos.
2. Trati-3e de restrlcjo de direios e na do
vida, si a doviia boavesse, a inlerpretacao de-
vera sei favoravel e nao limitativa.
As ltis fazem ee para garantir o direito e ao
interprete nao dado applical-a de modo que
offeada ao que ella quiz proteger ou manter.
3.* Essa lei n- 11 ou ha de ser interpretada
de accordo com a lei federal de 2 de Joubo que
ermitte a accumulacao dos cargos e nao se re
fere a simples commissdsa, porque a lei do es-
tado nSo pode revogar a federal e menos a Con-
Uinicuo da Unio, ou ba de ser tlda por incoo
stitocional e nao deve ser ejecutada mesmo com
relacio aos cargos novos (qoanto aos anteriores
ella em bypotbese aguma poder terapplioaco.)
O governador andn, pois, maito bem e seu
acto cao mais que jastiga recta.
/. D.
Concelhos Munici-
paes
Somonte boje tivemos occasiao de ler o
edictorial do Jorual do Recife da 10 do
corrate, em que suppSe de origem oficial
os artigos que neste Diario tem sido pu-
blicados a respeito da dissolucSo dos con-
celhos municipaes.
Sobre este assumpto Asemos publicar
alguns artigos, e garantimos ao Jornal do
Recife que nao tivemos nem precisamos
de insinoacSes palacianas para tratarmos
de negoeios qae julgamos ser de interesse
publico.
Nao entretenaos relacSes intimas com o
Sr. governador, entretanto nao nos julga-
mos inhibidos de escrever e analysar tudo
que acharmos ser de proveito para a
marcha da po! tica republicana mantida
neste,Estado pelo honrado Exm. Sr. Dr.
Barbosa L'ma.
O nesso fa com a publicaclo dos refe-
ridos artigos foi provocar a discussSo dos
meios que de preferencia deveriam ser
em pregados afim de poder o Exm. Sr.
Dr. Barbosa Lima reaiisar o que havia
promettido em suas diversas porteras.
Dissemos nessa occasiao, e hoje torna-
mos a repetir : com os actuaas concelhos
municipaes impossivel ama elecao livre
e seria.
A lei n. 35 de 26 de Janeiro deste
anno fes depender dos membros dos con-
celhos municipaes e seus immediatos em
votos a orgaaisacSo das mesas eleiloraes,
e estas, sendo unnimes, s podem ser
fraudnlentas.
S. Exc. continu a trabalhar na sua
abra de reconstruccSo, e nao preste atten-
c2o as ameacas que Iba dirigam os inimi-
gos da patria.
Elles quereni faser tutu' !
A Junta Grovernativa nao encontrou
obstaoulos e at julgou se autorisada para
dissolver sem nenhum motivo os concelhos
municipaes eleitos em 30 de Setembro.
O Jornal do Recife applaudio naquella
occasiSo o aoto da Junta, e nSo lemDrou
se de appellar, cerno agora, para a energa
do povo peraambucano (!) entretanto os
concelhos eleitos em 30 de Setembro nada
haviam praticado qae justificasse o aoto
da dis8oaco !
Tmpora mutantur !
NSo pretendemos fazer insiaaac8es a
S. Exc. o Sr. Dr. Barbosa Lima, apenas,
como pernambacaoo, desojamos ver plan-
tado neste Estado o rgimen da ordem e
da legalidade.
E' rifao rcuito conbecido :
< Para molestias agudas, remedios he-
roicos.*
MSoe a obra, Sr. Dr. Barbosa Lima, e
nlo d ouvidos aos marcadores do tem-
plo.
12 de Jalbo.
JustUi.
moralidades antagnicas
ni
Nunca pode comprehonder o conjunclo de
duas moralidades opposlas; entretanto, exutem
individualidades assim organizadas, e que mais
, conscientes dos erros e faltas qu; comoW.era
comosteatacao e desararimentos.
Horneas de Qac trato e edocscSo apparente
ne~ te esmerada, em si tratando de materia po-
ltica, saltam por cima de todos 03 principios
mais comesinnos da honestidade e do dever:
toruam-se tyrannos em suas tleiiberaces, de
urna ferocidade que pasma, de urna inseasibil;-
dade estupenda, capazas de negar at a existen
cia do proprio sol cono factor principal dac.-ea-
aol
E' naspecas eleiloraes, em que ma3 e ex
ageram estes sentimentos de animalidades, qut
as mas das vezes se.t'ansformam em odio; Inex
tingaiveis.
Eatrelaato, estes racemos individuos, cava-
Uiuiros no trato part cular, pontuaes em seu^
compromissos, boa co -f-.-s de familia, moraliza
dos e cumpridore3 de seus dtveres qoando fu-
ccionarios pblicos.
Sao os mesmos que dizem :
Em poltica, nao e tem consciencia !
Vergonba, perder-se eleigo f
Na poltica, todas as bailesas sao permitti-
dasll! E assim por diante I!-----
Perguatoeu. J;io decente, honesto e mo
ral?
Qual o bem que tem advindo para o genero
dease estado decc-usas? Quaes os beaelicio?
que tem colindo amassag'-ral das contribaiaits
desse deseocdeamento das piixOes partida-
rias.?
Impostos, s ji-iite impostos 1!
E porque es borneas qae estuam o estado so-
ciolgico de iio.-sa patria, nSo procuram antes
de todo introduzr urna reforma radicai acs nos-
sos vicios eleiloraes? I
Se os noseos coogressos, irazem a origem in
genita dassas uniformidades em suas organisa
jes; jamis se poder esperar delles !eis con
seaun^as ao beneficio geral. O que vemos to-
dos os dias : &o leis de escandalosos favores e.
oesta escala ascendente do favoritismo.
Ests, bem saliente, no que diz respeito aoli-
lho'ismo,aocollatersmo,j a attlhadagem, que er
uedo estpidamente o eolio iatumecido, ur-
fam de entusiasmo pelos cobres las coniribuintes
que recebem sea ao m-.nos procura; bouestara.-
posi0js que oceupam.
O Brasil, presentemente, disse um eicriptor
estrangeiro :
Parece um bando de corvos faminlos a esvoa
cir por sobre o cadver da monarebia.
Quando assim somo3 julgados no exterior, o
nosso patritico Congreeso limita se a cita; as
paginas do Tres Mundos de D. Antonio da Co3la,
e a parodiar os actos alheics 1
E ludo vai as3im.
Entretanto, a torrente sobe sempre e prestes
esta o dia em qae a inundaco aeja geral e ar-
larte noso pas ao baratbro do desconbecido 1
E nosso patritico Congresso, se rene para
oflerecer mofiOes de desconhancis I ?
Quando a nagao nica, possivel, em nome de
tottos 03 principios Ae dignidade e civismo po-
ltico deveria s?r es'a:
O Congresso de Pernambuco teado coegado
ao estado de extrema boslillidade para com o
Dr. Barbosa Lima, eleito exponianeamente, pa-
ra o alto cargo de governador de Pernambuco,
resolve : dissolver-se e convocar seas coacida-
daos a se manireslarem em um plebiscito. S. R.
(asslgnados os homens de bem.)
Eslon certo que, o vencido neste repto de
honra qualquer que elle fosse, se resignara, e
coiierto de gloria, pela derrota moral, loria sal-
vado a honra individual, que est cima de lu-
do ; C eato o futaro, que a historia, faria jos
tica ao carcter, immaculado do hroe que to
grandiosamente soabe elevar os sentimentos de
nobreza.
A n5o ser isto, tado mais balla vergonbosa.
Qaanto a mim, quem se houve ea perfeita
correceo e aeco e levantamemo em nobresa
poltica foi o Exm. Sr. Dr. Joo de Oliveira ; to-
dos sabem que nao sou suspeito ne:ta miaba
apreciaco.
E depois, quantas glorias nao advena a Per-
namba^o, per esse rasgo de civismo patritico,
quaado a patria se convulsiona em sangumolen
tas lutas ? I
tSaiba ao menos morrer, quem viver cao sou-
be.
E tcoho concluido.
Antonio da Costa 1 S.
Recife, 10 de Julho de 189J,
O bacharel Joao da Rocha
e os seus ex-correspon-
dentes Temporal Filhos.
{Continuagao do n. i54)
No nm de Maio e principios de Junho
de 1889, dous e meio annos da desappari-
980 do cometa, e quasi quatro da publica
c3o do 1. ukize, que determinou que nlo
podia ser oaptisfeito o meu 1. saque de
9:000/>000, motivado pelo pouco rotebimmto
na actualidade, permittiram os mens acha-
ques chronicos, qae ea viesse a esta cida-
de, e procurando os Srs. Temporal Filhos
no seu escriptorio na ra do Bom Jess
n. 45 ou 55, pela teroeira vez, que en l
subi, passou-me o de nome f. Templ.
das suas as mi n has mu os um papel grosso
dobrado, repito, um papel grosso dobrado
drieado-m n 1E11 aqai JesU a copia da
sua conta corrente, que d'esde muito Ihe
enviamos 1.
Louvado saja Deas, disse ea com os
meas botBes, depois de qaasi quatro annos
de surda e horrenda borrasca, vou ler
hoje (j a miaha boa i tinba ido pelos
rea ) o programa do meu enterro!...
contas rarciaes de crdito e debito, O feito
o Pelo Signal da Santa Cras (tal era o
medo oom que eu sstava da chonta ulti-
ma < asseotoi me para fase" a devida
contereooia, e desd obrando o papel, que o
f. Templ. me havia entregado, oomo copia
da c cunta correte >, vou ler logo ao
encerramente da conta, e deparando com
pequooo saldo, de qae eUes ja a annos
atrs me haviam posto de sobre aviso, nao
obstante a prevenefto, em qae ea me aoha
va, confesso, fui ao oatro mundo e vim.. e
nSo sei mesmo oque foi, que me acont;-
ceud.. e quando dei i de mim, esta va
direitinho assim como o f. Templ. quando
me ascrevea aquella sua reservada de 12
de Janeiro de 1887... estava desorien
tado !
Felizmente n'essa mea triste estado,
occorreu me a salutar ideia, pois Deas
est sempre com os qaeo reconhece de
desparecer, afim de recobrar o animo per-
di i o e poder entrar na impresoindivel
conferencia; essa a partilha, como ver-
gonha o digo, dos homens fracoa. qae,
como eu, nao podem resistir ao choque
dos ervos, quando se tomam da certeza
do desbarato do seu epequeao saldo, que
por sua innata iraquesa consideram g1 an-
de capital*
E seja dito aqu de passagem que,
quando os Srs. Temporal Filhos, depois
da publioscao do 1. ukase, me prev
niam pela 1.a ves, que o man saldo era
pequeo, fazendo-o no seguate gosto :
c os lemos ama fortuna em mSos dos
agricaltores ; am agricultor nao pode ter
nossas maos um pequeo saldo em con
ta crrante.
.. (Note-3e bem do) quando ea em todas as contas cor-
rentes, que elles me forneceram, nunca
deizei do ter saldo makr ou menor em
maos e em conta corrente!... eu fia a se-
guate mensSo: os Srs. Temporal F
Ibos teem espalhado em mSos dos agricul-
tores, nao direi novecentos conloa, porque
elles principiaram ha pouquiahos annos,
mas sem duvida tem espalhado noventa
contOB de reis, e nove, que eu l tenho
com effeito um pequeo saldo; oatro
nao podia ser o meu juizo, attentns os
traeos delineados por ellea e jamis eu
podia capacitar-me, qae estirpe huma
na e candida se originaBsem animalejos
roedores !
Prosigamos. Si eu tivesse o tempo por
mm, como os Srs. Temporal Filhos tivo-
ram, certamente teria deixado n'aquelle
dia, de olhar mais para tal papel ; po-
rm eu j tinha consumido mais de quin
ze dias nesta cidade, e nao tinha vindo
disposto e preparado para ter maior de-
mora ; pelo que tedo nauseado, como
quem acaba de tomar um vomitorio de
pecego, metfi-me sem outro geito na con-
ferencia, e fui lendo ou trelendo.
O que vi... dicant. Padaani O tal
papel, que o Sr. Temporal me havia en
tregado, dizendo ser a copia da miaba
conta corrente, queja ha tempo, me ha-
viam enviado (petorio!) era ou com
dor o digo, uns bslanjos falsos sem
asaignatura da firma da caaa! Entre as
verbas de debito verdadeira i esto as
seguintet, que ta neg, e repito alto e
bom som neg. .. cem mil vezes neg s
saber: "1885Agosto 28 Debito de
sea prente e afiaocado Jos Vicente Lin-
doso (conhecedores deste nome, pai e fi
Iho, qual ser delles !... o caso de se
dizer : sao dous em urna e carne !) prin-
cipal e juros (nao dis o titulo de debito :
nao dis quando se venceo : n5o dis, si o
cambio foi alto ou baixo) 3:723J720.
Oatro1885Agosto 28 fereio, qae o
Padroeiro desse da Santo Agostinho, e
tambem as vezes calebra-se nolle a feste-
vidade do Sagrado Co aao de Maria) e o
escriptorio na ra do Bom Jess !
< Debito de sea sobriuho Pedro de
Hollanda Cavbante (quando este as-
eeo eu deveria ter 14 annos, tantoB esige
a igreja catholica para a vaiidade do ca-
samento religioso, e por'isso seria mais de
acert, que o tivessem denominado meu
filho pois pode Be tchar direito do pai pa-
gar pelo filho, mas o to pala, sobrinho
legitlaco nova e ainda nao promulga-
da!... isto equivale ao que os franceses
chamam sans facn !) principal e juros
( a mesma tbeora ja mostrada cima)
2:3380400.1885Agosto 28.Balanco
a seu favor, S. E. e O. 1:9510130 1
Intercaladas assim as duas verbas falsas
cima, segaem-si outras maitas verdade-
ras, das quaes me haviam dado soiencia
nos devido tempos, depois do que se-
gu-se este oatro balance : 1886Abril
29.Sua conta corrente apresentada nes
ta data (ainda hoje estou por vel-a !).....
9220640! !!
Eis aqai est o pequeo saldo, de
que os Srs. Temporal Filhos, pouco antea
de interromperem comigo as relacoes de
commercio, ao dando mais resposta s
minhas cartas, recambiando os meas sa-
ques, como j deixei dito, me haiam
posto de sobre aviso, s com o maldito
intento, de descajregarem sobre mim par-
te de Ba carga, que tomaram... admirem
iato os hemens honestos ; mas nao deiaem
de se benzar, e de orar ao Senhor de
Misericordia por nos peccaderes, e tam-
bem pelos que s3o criminosos !! !
f"7nnrmiar-ae-
(7ontinuar-se-ha).
Dr. Martins Jimior
ai
Com a naugurasao de regime republi-
cano comesava para Martina Jnior um
novo periodo, urna phase inteiramente
outra, porque a sua acelo tinha de per-
der o carncter conoca.ta para ser ccea-
tuadamente constructora.
Iniciava se para o joven chefe republi-
cano o momento de maiores responsabili-
dades, aquello em que se tiraham de
obi activar do modo mai positivo, de sorem
praticamente execute'os os principios por
elle advogados, duranta 'o tempo da pro-
paganda lepublicana.
Era um trabalho ingente e cercado de
abromos, tanto mais quanto Pernambuco,
devido malfica ckenoia de am caudi-
lho aarclHco am Es*r caja adnrl
e boei o tal papal co bolsa **" ^tracao precisa muir-* de urna *>Ud*
Qoendo no caso, em ane ea estava "*- r -!-is--. bonea
aboletado, desatado o oerdb qae ligwa as e latamoa wurac da patrntoamo e boaca
tidade para podar che|ar ao sel lermins
sem fioar contaminada:-da terriv*! epidV
mii que tado de'j., aMolan
Partilhaodo da responsalidade da go-
verna920 por ser o chefe do Partido qaa
sabia s culminancias do Poder, o- Dr.
Martins Jnior aceitn o logar de Ciiefs
dePolwia, para que foi insistentemenre coa
vidado pslo coronal Cerqueira Lima, qas
por ser commandaaie das armas, assami r*
o governo do Estado.
Dedicando todas as anas energas es
prol da reconstruccSo da Patria, sobos
moldes tracadoe pela revol (So trian;-
phinte, Martias Jnior teve occasiao da
affirmar o sen alto tino poltico e adaF
nistrativo ditando medidas cheias d
elevado alcance social e moldadas pela
mais stricta e severa observancia da d:i
trina republicana.
Alvo de ama brilhantissima manifesta-
do popular a 17 de Novenibro, Martiac
Jnior teve occasiSo de exp3r aos olbo
do heroico povo pornambucaao (que n*
dia anterior tratara o pseado demcrata
qae se tornara o servo submisso do Conas
de Orleans), o programma governamental.
garantndo a mais plena liberdade d
oooscienoia e o mais inteiro respeito i
crengas e opiniSes ndividaaes.
E' de nasBos dias, est na mente
todos a serie de adresas que ia diaria
mente recebeado o honesto e jovem chefe,
a quem todo o Brasil reverencia e ve-
nera.
TodoB os poiiticos do antigo regima-
foram prestar ao Dr. Martina aa sus so-
lemnes adhesSas, bypotheoando-lLe o
seus e8nteressado8 prestimos.
O desembargador Licena, como am dos
antigos chefes conservadores, o Dr. Si-
gismundo Gorcalves honradsimo e pres-
tante chefe do velho partido liberal, a
muitos outros polticos eminentes Lrr.at
por os seus servidos dispoBgSo do Dr,
Martins Jnior e do partido republic na,
lembrando a conveniensia da form&gSo c
urna forte org-inisao partidaria, que sa
podesse oppor inflaencia daquelle a
quem os referidos cidadSos considera-
vam pernicioso causa da ordem publics.
(vontiaa)
Benjamn Constant.
Aviso aos incautos e ao Dr.
Questor
Tendo o Sr. Manoel JoBquim Pe:e:.ra
da Nobrega (tambem conheoido por Qr&n
geiro) se animado a vir a imprensa con-
testar o facto que affirmei em miaba cor-
respondencia com o titulo cima e publi-
cado no Diario e Provincia, sou obri-
gado a citar nemes, o que nSo desejava,
afim de que o publieo nao fiqoo com
juizo suspenpo.
O Sr. Nobrega ou Grangeiro apreseaU
o testemunho de um destes cavalleros
que estavam na roda oom V. S. e ficare
de mentiroso, sSo : Dr. J0S0 de S Cs-
VBlcante de Aibaquerque, coronel Isidra-
da Cunha Cavalcante, major Felippe Ke-
ry de Farias Leite, Pedro da Silva Gas-
mSo, Francisco Ta vares-de Mello.
Podia ainda citar o nome de urna pos-
soa, a quem V,S. ainda atemorisado coo-
fessou o facto, dizendo que foi urna ba-
tota mal feita e que esteva sxrependido.
Fialmonte, Sr. Grangeiro, s depois
aoubo-se que o Sr. chegou de Fernando,
ofide cumprio sentenca como moedeire
falso, e o sea oompanheiro pelo que l
devia estar se nSo honvesse tanta con-
descendencia de parte de nossaB autori-
dades.
A testemunha de vuu-
A minoria do Coigress*
Federal
Ainda nao foi votado o projeetc de amnista,
por nao querer a minora comparecer s ECSjoec
da Cmara t
Triste mas eloqueole liccao de solidanedade
com os desterrados.
Qoando o psUiotico governo do Marecbal Flo-
riano Peixoto se esforca para conceder aos de-
portado* a amnista reclamada pela imprensa
opposicionista, \e o palz inteiro que a minors
far parede, protelando por muil03 dias j, a vo-
laco do referido projecto.
Explendida liccao para os desterrados, que i
do exilio em qoe se acham conaemnaro o ue-
gro procedimento d'aquelles que, s por ama
mesquinh t pollliquice, deixam de comparecer a
sessao, para nao ser votada a amnista I
E emquanto estes anceiam pela liberdade, os
03 seus amigos do Congresso passeiam uracos e
alegres pela ra do Ouvidor.
Jnstu8.
^o publico
Nao posso dominar o sentimeslo que apoiera
se da minha alma deparando as columnas do
Diario de Pernambuco, coa um artigo do Sr.
Fortnalo Pinheiro dando o molivo de sua ret*.
reda como joroalista declarando tambem qu:. ai
delle, se nao encontrasse ama alma Hemruzej^
como o distiooto e benemrito Dr. Sigismundo
Anioaio Gongalves, urna verdade evanglica e
incontestavel para mim tambem e pela primeira
vez abraco ao Sr. Fortunato Pinbe.ro e conclue
dizendo, ai desta sociedadese tivessemos fren-
te de sua direco homens como este que teria-
mos felicidade desta infells Ierra.
M. G.
-----------
Helo rae enuporar os fortes
calares -Qaando se lem a algibeira Dem re-
rbeiada daqaiilo com que se comprara os me-
ftOT, nada e mai3 fcil do que ir para a beira-
mar u Sara os valles das monlanhas e ala
fosar ea,Pba?ao de arvores frondosas de urna
suffiden? par deixar as occapacoea1; (UN
m Muelles n*o sej.m t5o mvejados, pois tan-
lm 2 m muito calor a beldar e os golpe,
'sol so assas comowm Bas montachas.
Para suDPortar os fortes calores compre ter
alanmas precaug5es hygieBicaB, basU entreter
pnue a pelle estertor e as mucosas 00 pelte in-
Mrior do corpo, um certo equilibrio. Para essa
m i( ama bebida tem pxovado bem, o alca-
trao de Gajo!, com o qual se.prspara ama be^
beraeem das mais refrigerantes, que f jrtib.aos
nnlmOes e ob rins Cada vidro, com o endere-
aol.sJ/ma Jacob, Pari. servejpara preparar do-
l garrafas de litro de Debida.


1 I1BHH I
'1 .."".; i". ;


Diario de Pernanibuco Quarta-fejra 13 de JuLio de 1892
E' o grande depurativo
descoberto dos indgenas
cojo, tem a propriedade de
curar a svphis rpidamen-
te, curar o rheumatismo
como por encanto, e curar a
morpha cerno por mila
gre.
O apreciamento do gran
de remedio o Elixir M.
Moratopropagado por D.
Carlos, o facto mais ex-
traordinario deste seculo,
taes sao as curas que dia-
riamente se effectuam.
Agentes em Peraambuco
---Compauhia de Drogas e
Productos Chi& i :os : ra
Mrquez de Olinda n. 23.
O Xarope de Hegnauld una preparacSo
fle gosto suave e de urna efficacia patente
contra as molestias dos bronchios e do peito.
Seus principios activos sao tirados das plantas
Biedicinaes que tm propriedades propriaa
para aliviar e curar a tosse.
Bastam duas a tres colheres de Xarope da
Regnauld para calmar a tosse de irritacao,
das constipacoes, do defluxo epidmico, do
OBtarrho, da bronchite, da asthma, etc., sem
ocasionar perda do appetite. Prepara-se este
producto em casa deL.Frere, A.ChampignyeG.,
ocC", ra Jacob, n 19, em Pariz. A' veuda em
todas as pbarmacias de 1' ordem, Com urna
instruccSo sobre o medicamento.
?---------------
Inia uberculose aguda
O facto em seguida narrando pelo Sr.
JoSo Antonio Pereira Santiago, socio da
importante firma commercial Santiago &
Irmao, do Rio de Janeiro, mais am va
iroso testemunho da efficacia do Peitcral
de Cambar para a cura das enfermidades
pulmonares, das quaes constituio se o so
Serano debellador.
Leia-se o que diz aquello distincto ca-
?alheiro :
* Eu abaixo assignado, morador ra
S. Pedro, n. 20, no Rio de Janeiro, de
elaro que, tendo urna filha minha de 13
aonos de idade, sido accommettida de
urna molestia grave, consultei os med-os
de maior reputacSo desta cidade, e estes
diagnosticaran! ser o suffrimento urna tu-
berculoso aguda. Por espaco de quasi
doua mezes sujeitei minha filha ao trata-
meato desses Ilustres facultativos ; mas,
a molestia zombando de tudo, progredia
para o desfecbo fatal.
N'essai circumatancia um amigo dedi-
cado aconselhou-me a experimentar
Peitoral de Cambar, medicamento do Sr.
J. Alvares de Sonsa Soares, de Pelotas,
e, em tSo boa hora acceitei esse ccnselho,
a,ne no fim de seis das as melhoras se
foram accer* -jando, tendo diminuido a
toue e outros phenomenos que acompa-
nham essa terrivel enfermidade.
Minha filha tomou desoito frascos d<
COMERCIO
Isa Commercial de Pernsm-
bueo
StOTAfiSBa OFFICIAKS DA JUNTA DOS COR
BKTOBE8
Prafa do Recife, 12 de Julho de 1892.
Acc.oes da Companhia de Drogas e Productos
Cbimicos do valor realisado de 80 ao prego de
par.
5a Bolsa venderam-se:
110 Aerees da Companhia de Drogas e Produc
tu CMmicos.
0 presidente,
Eduardo Dubeux.
O secretario,
Augusto Plato de Lemos.
Cambio
PBAQA DO RECIFE
Os bancos continuaram ofierecer saccar a 10
J,'S> acbando poneos tomadores-
Em papel particular nao constou transacclo.
PBACA DO BIO DE JANEIRO
10 7/16 bancario 10 1/2 particular.
Cotacoes de gneros
ASSC.'.B
Para o agricultor
Peitoral de Cambar e hoje pode-se con-
siderar completamente reatabe lecida. Du-
rante ciico meses e meio frequentou os
lugares mais recommendados pelos mdi-
cos, seu estado de magreza era extremo e
a febre nao a deizava.
Convicto, como estou, de que o Peito-
ral de Cambar, um precioso remedio
para as affecc,5es dos pulmoes, muito o
tenho recommendado s pessoas de mi-
nhas relaces.Joao Antonio Pereira San
tiago.
(A firma est reconhecida).
----------------989---------------
ESCBIPT08I0 COMMERCIAL
Ra Dnqne de Caxias n. 72
J
Fazem liquidaeOes amigaves ou indiciaras
acceitam commissese coniignacOesencarregam-
se da veotfa de engenbos, fazem adiantatneotoB
e acceitam correspondencias d03 senhores de en-
gentao, promovem a venda de productos naci
naes e fazem qualquer transaeco de commer-
cio.
Encarregam se tambem de receber os bonora-
iios dos Srs. faoccionarlos pblicos alaguis
de casa, mediante mdica commisso e bem as-
sim de qualquer trabalho de escriptoragao de
casa de commercio.
Andr Bority
Decl aro qoe fui mordido de urna casca
vel, e cure''-me sem cessar durante mai
de 4 annos, cando-me uns buracos chago
sos nos pea que se sarava um abria outro
inmediatamente ; ficando anda com para-
lysia em urna mao d'esde que fui mordido.
Aconselbado a 'zer uso do novo reme-
dio o=Elixir M. Moratopropagado por
D. Carlos, tornero bastante tempo e fi-
quei completamente bom. A quem anda
nao conhece oElixir M. Morato,eu de-
claro que este remedio santo, porque
faz milagrea.
Porto Felii
Andr Burlty
Deposito em Peraambuco: Companhia
de Drogas e Productos Chimicos.
Roa Marqaez d'Olinda, 23
Dentaduras artificiaes
Sob press&o elstica, e pressSo pnen
matica systemas novissimos neste Estado
pelo cirurgiSo dentista ama Pompilio,
i ra do BarSo da Victoria n. 54 1 ao
da 'das 8 horas da manh5 s 4 da tarde
Mathematicas E1 e-
nieiitares e Escrip-
turacao Mercantil
Venancio Labatut dedicase a preparar
qualquer pessoa em escripturacSo mer-
cantil com 30 a 35 licSes, conforme con
tracto, contina a lecionar as materias
cima ra Duque de Caxias n. 72,
1. andar.
Regalador da Marinha
Concerta se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de greja chronometros de
marinha, caixas de msica, apparelho
elctricos, oculos, binculos, oculos de 1
canee, joias o todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario--9
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS80CAB B AL-
GODAO
Met de Julho
Entradas
Jarcacas .....
fapores......
vmmaes.....
Sstrada de Ferro Central
dem de S. Francisco .
idem do Limoeiro. .
gomma
Dias
1 a
1 a
Assu-
car
Saceos
650
120
105
954
43
1872
Algo-
dao
Saccas
690
178
72
224
702
1866
Braceo por 15 kilos.
Somenos, idem dem
Mascavado dem idem
94000 a 104000
64500 & 74000
44500 a 54000
Brato secco ao sol idem idem. 24800 a 44000
letame idem idem
Mercado muito animado.
14700 a 24200
A exportacao at 6 do corrente consta de 8485
sacco3 e 803 barricas de assucar branco pesando
786.404 kilos.
Algodao
NSo consta negocio.
I t 6 do corrente foram exportados 1450 saccas
de algodao pesando 108.750 kilos.
Borracha
jota-se nominal a 304000 por 15 kilos.
Carnauba
Cota-se a 114000 por 15 kilos nominal.
Carocos de mamona
Cota-se a 24400 por 15 kilos.
Coaros
Stccos ..aigados na base de 15 kilos a 650 ris.
Verdes Domina! 360 ris.
el
Por pipa de 480 litros 804000 ba falta no mer-
cado-
Foram exportadas at 6 do corrate US pi-
pas-
AlCOOl
Por pipa de 480 litros de 2604C00.
Foram exportadas at 6 do correte 130 pi-
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1504000.
At 6 do corrente foram exportadas 168 pi
Carocos de algod&o
Cota-se a 640 ris por 15 kilos.
Foram exportados at 6 lo correte 180.000
ktloi.
lmpcrtaeao
Lugar norueguense Fawel, entrado
de Hamburgo, em 9 do corrente e consig-
nado a Ramos Geppert & C.
Amostras 2 volumes a diversos.
Acido sulfrico 30 volumes a Compa-
nhia de Drogas.
Brabante 5 caixas a ordem.
Barras de ferro 1450 a Albino Silva e
comp, 46 feixes a Oliveira Bastos c comp
182 a Prente Vianna e comp, 360 a
Antonio Pinto da Silva e comp.
CarvSo de pedra 90 toneladaa a Livra
ment e comp,
Cimento 400 barricas a A Ib ido Silva e
comp, 500 a ordem, 200 aoB consigna-
tarios.
Colla 1 caixa a J. de S. Aguiar.
Corveja 60 caixas aos consignatarios,
1' 0 a ordem. 20 a Costa Lima e comp,
26 a Quedes de Araajo e Filhos.
Cevadinha 15 garrafias a ordem.
Drogas 15 volumea a ordem.
Espoletas 1 caixa a A. Campos e comp
1 a Ferreira GuimarSes e comp, 1 W.
Hallidoy-
Er vi I has 10 garraSes a ordem.
Genebra 100 caixDs a ordem, 30 a
Fraga Rocha e comp.
Louca 113 caixas a J. de Macedo, 60
grades e 1 caixa ordem.
Folbas de zinco 40 amarrados a Livra-
mento e comp.
Madeira de pinho 250 pr ancho es a A.
C. Sinden.
Plvora 200 baris a Ferreira Guima-
rSes e comp.
Pimenta 30 saceos aos consignatarios.
Phoaphoros 15 caixSss a Joaquim Fer-
reira de Carvalhc e comp, 5 a Prente
Vianna e comp, 10 a Maooel Lopes de
S, 20 a Domingo* Ferreira- da Silva e
comp, 20 a Cattro Lemos e comp, 10 a
Cesta e Rocha, 20 o Silva Marques e
comp, 340 a ordem, 10 a Netto Compos
e comp, 10 a Figuelredo Costa e comp.
Papel 500 bailas a JoSo de Almeida e
Torres, 1589 a ordem, 160 a Guedes de
Araujo e Filhos, 335 a Fraga Rocha e
comp.
Pregos 120 caixas a ordem.
Boinas 4 fardos a C. A. Vander Lin-
den.
Saga 15 garrafSes a ordem.
Vellas 60 caixas a Castro Lemos e
comp, 10 a Quedes de Araujo Filhos, 50
Lopes Alheiro e comp.
Vidrofi 10 ovias a Albino Silva e oomp,
De inters se
O Sr. Israel Antonio Cidade, resdente
nos Cerros de Taquary (Rio Grande do
Sul), dirigi aos propietarios da Phar-
macia Central, em Porto-Alegre, a seguin-
te Carta, que recommendamos attencSo
dos interessades :
Srs. Souza Soares Porto Ale-
gre.Sendo atacada minha esposa de
urna tosse desesperadora e de carcter
grave, lancei mo de diorsos preparados
sem proveito algum, e, tendo conhecimen-
to djs bons resultados do Xarope Peito-
ral de Cambar, do Sr. J. A. de Souza
Soares, mandei immediatamente comprar
dois vidros do dito Xarope, e, com o uso
do primeiro, logo a doente experimentn
melhoras e, depois de ter tomado o se-
gundo, vio-se completamente restabele-
cida.
Queiram, pois, acceitar a expressSo do
meu reconhecimento, que se dignarlo tran-
smitir ao fabricante de to benfico me-
dicamento, fazendo d'esta o uso que lhes
convier.
lsratl Antonio Cidade.
(A firma est reconhecida).
E' nico agente e depositario do Peito-
ral de Cambar ra Marquis de Olinda
n. 23. _
llam Remedio Vfgetal As-
sombroso.Afinal chegou deseo-
brir se na essencia concentrada o'um pro-
ducto vrgetal, um efficassimo remedio po-
sitivo, contra todas as enfermiaades pre-
cursora da thisica. A arvore de sade,
pois que assim verdadeiramente que se
eleve do chamar, da quai se extrahe esto
inestimavel thesouro, a Anacahuita do
Mxico, e o Peitoral de Anacahuita, for-
ma a preciosa composic,2o que alcanza
sempre a victoria sobre as enfermidades i-
nimigas dos org&os da respiracSo. Ja
mais houve remedio algum que Be uzease
deutro em (So pouco tempo tao universal-
mente popular. Os gratos testemunhcg
dos coi acSe9 agradecidos, que padecern
de tosses, esquinencias, rouquidao, inflara-
niagao do peito, bronchites, asthma, catar-
rhos, conslipacSes, thisica, &, se recebem
eada dia aos centenares de todas as partes
do mundo.
Como garanta contra as fal8ica$5es,
observe-se bem que os nomes de Lanman
& Kemp venham estampados em letras
transparentes a~> papel do livrinho juc
serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se a venda em todas as boticas
e drogaras.
Cabo
O Or.Joaquim Felippe rixou a sua residencie
ne.-ta cidade e d consultas na pbarmacit
Datarte.
Presta-chamados a qualquer bora
Dr. Rodolpho Galvo
D centollas de 11 1 hora da tarde ra do
Qotn Jess 2i reside na praga da Sant^'^ruz
n- 8.
Dr. Freitas Guimares
Participa a seus amigos e clientes que
mudou o seu consultorio da raa Duque
de Caxias n. 55 para a meama ra n. 61,
1." andar, onde contina a dar consultas
de 11 a 1 hora da tarde, e reside no Ca-
jueiro n. 4.
Telephono n. 292.
Estupendo
E' curar em tres dias gonorrheas chro-
nicas ou recentes, como acontece com o
remedio vegetal que se chama InjeccSeB
anti-blenorrhagicas de M. Morato. Cura
garantida em tres dias, se ja quai fr ana-
tureza do paciente.
A Injeccao Anti-blenorrhagica de M.
Morato, vende-se em Pernambuco, na
Companhia de Drogas e Productos Chi-
micos.
Roa Mrquez d'Oiinda, 11
Olinda /
Bacharel F. Caldas tabelliSo e escri-
vSo de orphSos de Olinda, mudou o sen
cartorio para a casa n. 23, ra de S.
Bento, onde reside.
8
I Medico e oculista
Dr. Berardo oculista do hospital
iPedrc II, tem consultorio ra doj
Bom Jess n. 9, 1. andar.
Residencia na Magdalena.
Telephone n. 366
><
Dec. de 19 de Janeiro
de 1890
As oacripturas de compra e venda e as
cartas de arrematado e adjudicado de
bens de raiz, que nao forera registradas,
sao considerados ttulos de contractos in
completos pela falta daquella garanta as
seguratoria e nao valero contra tercei-
ros.
Vi la o art. 8- do dec de 19 de Janei
ro de 1890 e outraa disposijSes legaes.
Um advogado.
Dr. Emjgdio Monte-
negro
Attesto que tenho empregado com o
melhor resultado em minha clnica o Pei-
toral de Cambari, preparado pelo Sr. Alveaes doSo iza Soares," de Pelotas, as
diversas afiV4oes das vas respiratorias
co no poderoso emoliente, principalmente
da bronchiti catharrhal das enancas quan-
tonattraveseaii a crise da primeira denti-
95o. O referido verdade c o juro em
de meu grao.
Recife, 8 de Marco de 1891. doutor-
Emygdio M.ntenegro.
( A firma est reconhecic*a.
?
Elixir ante-febril Cardoso
SEGiNDO A FORMULA
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1890 pela inspe-
ctora gera! da digna junta de bygleae do Ric
de Janeiro.
E te Elixir da eompos'tao toda vegetal pre-
parado ecgucd as regras pbarmaceuticas, acn
albaas pelos autores moderaos e de recoube-
cida capacidade scientilica tanto no paiz como
no estrangeiro.
Este Elixir o producto nao s do granie es
tudo das accOes pSysiocgicas das substancias
como tambem patolgicas,como tambem o re
5 a Oliveira Bastos e comp, 1 c 15 grades
a ordem.
Vermouth ICO caixas aos consignata-
rios, 20 a ordem.
Barca norueguense Fio entrado de
Baltimore em 10 do corrente e consignado'
a Machado Lopes e comp.
Barca noraeguense tSyngoer.s entrada
de Cardiff em 10 do corrate e consigna-
da a oriem.
CarvSo de pedra 610 toneladas a or-
dem.
Lugar inglez aWillism entrado de
Terra Nova em 10 do corrente e consig-
nado a Blakburn Needham e comp.
Bacalho 2210 barricas c 1594 me>as
ditas a ordem.
Logar norueguense Freidig entrado
de Cardiff, em 11 do corrente e consig-
nado a ordem.
Carvao de pedra 578 toneladas a or-
dem.
Escuna portugueza cF&iticeira entra-
da da Ilha de Figueira em 10 do corrente
e consignada a Antonio Mara da Silva.
Vinho 60 pipas e 116 barra ae consig-
natario, 18 e 10 a Joaquim Ferreira de
Carvalho e comp, 9 e iO a Companhia de
Estira, 16 e 30 a Francisco Ribeiro Pinto
GuimarSes e comp, 3 1|2 e 40 bars a
Soares de Amara! Irmaos, 5 pipas a Ma-
noel SimeSo dos Santos Figueira, 8 barris
a Samarcos o comp, 2 a Francisco Pi
mentel.
RECIFE, 9 DE JCLHO tB
;>52
Para o exi/rtor
No vapor allemSo Curiliba, para Bremen,
Cirregou :
V. Neesen, 1,400 couros seceos salgados com
16,8.0 kilos.
Para o interior
No vapor nacional Braztl, para Cears, car-
regou :
J. H. Dias, 2 caixas com 46 kilos de rap.
Para o Para, carregou :
Gempanliia de Drogas, 1 pipa com 480 litrcs
de agurdente.
No vapor nacional Venas, para o Par,
carregaram :
Amorim Irmaos & C., 150 barricas com......
10 425 kilos de assncar branco.
i. Baltar & C, 6 pipas com 2,820 litros de
agurdente.
A. Guimaraes, 2 barris com 320 litros de
alcool.
Para Cear, carregaram:
.Pohiman & C, 230 saews com fannbade man-
dioca.
No vapor francez Concordia, para- Babia,
carregaram :
I, Baltar & C, 200 saceos com 13.5C0 kilos de
assucar branco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
i. Bailar & C, 25 pipas com 11,750 litros de
agurdente e 600 saceos com 36,000 kilos de
assucar macavado.
S. GuimarSes & C, 10 pipas com 4,600 litros
de alcool, 20 ditas com 9.200 ditos de dita e 400
saceos com 24,000 kilos de milho.
Companbia de Estiva, 1,000 saceos com 60,000
kilos de milho e 26 pipas com 11,750 litros de
agurdente. -
Para Santos, carregaram :
S. GuimarSes & C, 1,028 saccas com 61,680
kilos de milho, 100 barris com 9.C0J litros de
agurdente e 35 pipas com 16,100 litrcs le al-
cool.
J. Baitar & C, 10 pipas com 4,700 litros de
aleo)!, 385 saceos com ;3 400 kilos de assucar
mascavado e 200 caos com 12,000 ditos de dito
branco.
No vapor nacional Pertambuco, para Rio de
Janeiro, carregaram :
C. Peres & C, 2.C00 saceos com 120,000 kilos
de assucar mascavado.
Companbia de Eitiva, 1,000 saceos com 60,000
kilos de milbo, 232 s ecos com 13,920 kilos de
assucar mascavado e 500 ditos com 30,000 ditos
de dito branco.
i. Paitar & C., 1,300 saceos com 78,000 kilos
de milbo.
No vapor nacional Una, para Natal, car-
reearam :
E. C- Beltro 4 Irmao, 16 saceos com 960 kilos
de assucar reiinado.
Para Aracaty, carregaram :
J. T. Piot Lapa, 30 caixas com 240 litros de
genebra e 18 barris com 880 litros de vinagre.
Companbia de Estiva, 143 mecos com farinba
de mandioca.
G. de Mat'.os Irmao, 100 saceos com farinba de
mandioca, S5 ditos com 3,300 kilos de milho e 4
ditos com 300 ditos de carocos de algodao.
F. Rodrigues & C, 40 saceos com 2,000 kilos
de milbo.
Para Mossor, carregaram :
Guimaraes & Valente, 500 saceos com feriaba
de mandioca.
J. de Souza, 50 caixas com 1,150 kilos de
8abSo.
Para Haco, carregou :
G. de Mallos Irmao, 500 saceos com arinba de
mandioca.
Pa'a Camossim, carregeu :
Coxpanhia de Estiva, 5 barricas com 450 kilos
de assucar refinado, 5 ditas com 530 dito; de dito
branco e 30 caixas com 240 litros de genebra.
No vapor americano Seguranza, para o Para,
crreaou :
E. Kaothack, 400 barricas com 26,457 kilos ele
assucar branco.
No vapor nacional Santelmo, para Porto
Alegre, carregou :
Companbia de Estiva, 300 saceos com 22,500
kilos do assucar branco.
No biate nacional Flor do Jardim, paia ia-
co, carregaram :
Urbano M. da Costa, 4 barricas com 292 kilos
de assucar retinado e 17 ditas com 1,148 ditos de
dito branco.
E. L. Beltrao & Irmo. 2 barricas com 120
kilos de asc-ucar refinado.
M. Viegai 3 barris com 370 litros de vinagre,
4 caixas com 34 ditos de genebra, 6 barris com
540 di 103 de dita, 2 barucas com 225 kilos de
assucar branco e 6 caixas com 120 kilos de
sabao.
J. Braga, 56 caixas com 1,170 kilos de sabao.
J. de Souza, 140 caixas com 3,220 kilos de
sabao.
A. D. Sitroes & C, 4o caixas com 360 litros de
genebra, 1 barril com 90 ditos de vinagre e 10
caixas com 80 ditos de xarope para capil, 1
dita com 8 ditos de licor, 1 dita com 8 ditos de
vinho de caja' e 1 dita com 8 ditos de vinho de
abacaxis.
-- Na barcaca Oliveira, para Porto de Pedras,
carregaram :
H. Silva & C 3 caixas com 60 kilos de sabao-
Na barcaca D. Anna, para Villa da Penha,
carregou :
J. Braga, 75 caixas com 1,575 kilos de sabao-
Pauta da Alfaadcca
SEMANA DS 11 A 16 DE JULHO DE 1891
Alcool (litro, ...... 489
Algodao em rama (kilo)..... 700
Arroz com casca Assncar retinado (kilo) .... 666
Assucar branco (kilo) .... 600
Assucar mascavado (kilo) ... 222
Bagas de mamonas (kilo) ... 126
soltado das immensas applicaces nos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
de bexigaa de 1890 a 1891 mais nma vez de-
monstroo a sua efficacia ; pois no principio dos
primeiros eymptomas a bexiga aborta, e em ca
sos mais adiantados a bexiga passa a ser ama
ioenca febril vulgar apresentando pequeas to
melacOes que com a continuaco do Elixir de-
sapparefem sem todava apresentar recelos de
perigo.
Os muito attesiados publicados no Diario de
Pernambuco* e Gaceta da Tarde* prevam o que
discaos.
Nos caso3 de febre amarella o efleito admi-
ravel, aposentando phenomenos tao maravilho-
80S que nesta cidade do Recife e r.u do Rio de
Janeiro pouco recelo causa a febre amarella,
mesmo estando o doente com vomito preto t
sanguneonestes ltimos periodos ento ne
ia-ario a applicaco em alta dose, desposando
a tabella anaex*.
Este Elixir j& conhecido do publico e de um
grande numero de digno3 mdicos aposenta-
do para combater os differenes iucommodos to-
dos eilee de carcter febril.
Por mnito tempo tivemoB occisiSo de fazer a
applicaco as febres ervsipellosas e com tao
oom resultado que licamos admirados de lo al-
tos eSeitos.
Pela pratica chegamos a conbecer que nos
ataques ae febre eryaipellosa ou ervsipella como
vulgamente se diz necessarir o aso de 10 dias
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras, oiens-
truacao, gravidez e nos casos de parto com fe-
bre de um resultado muito certo e segoro e
a sua couposijao tao simples que nSo offerece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em doses
superiores s indicadas na tabella mfra.
Pedimos eos dignissixos mdicos que deseja-
rem fazer aso deste Elixir em eua clnica nao se
sujeitarem cossa prescripcio, mas sim fazer a
applicaco em barmoaia com 03 casos que de3e
jarem combater, certos de que o medicamento
de composic&o innocente para organismo por
mais frgil que seja.
Modo de naar
A's cianeas at um anno 10 gotas de 2 em i
Qoras em urna colher das de sopa cheia d'agu?
fria.
De um anuo a tres 13 gottas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gottas etc.
Esi3s doses devem sempre ser applicadas em
agua fria.
Deposito
Companhia de Drogas e Productos Chimicos
Recire, roa do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pharmacia, ra Larga do Rosanc
a. 35.
Pharmacia Oriental, ra Estreila do Rosarte
1.3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bar&o di
Victoria n. 14.
Pharmacia Mar ti as, ra Raque de Caxiaa c
8.
Para qualquer informacSo sera encontrado o
autor na ra do Rosario Estn i'a c. 17.
Os nos:-os frascos sao qaadrados e conta go-
tas. N'am lado teem grava 3oElixir ante febril
e ao outroManoel CadosoPernambuco, e to
dos os prospectos ao assignados por Manoel
Cardoso Juaior, sendo falsos os que nao fo:ex
assignados.
N. 12
Recife. 6 de Maio ae 1889
Illm. Sr. Manoel Crdoso Jnior.
Nao posso e oem devo calar a seguate facto
de urna cura oblida com o en valioso E.ixir
anti febril.
Tendo fallecido da terrivel febre amarelio am
mea Bibiano de 11 annos de idade, depois de
esgotados todos os recursos possiveis para sal
ral-o e doos dias depois de sepultado, adoecido
oolro de 12 annos, da mesma febre, tambem de-
pois de muito laclar com oatros medicamentos
poderosos e receitados por distinctos mdicos
desta captol, e \i desapontado, recorr a conse-
ibo de meu bom amigo o tente Leobaldo Au-
gus'.o de Horaes, ao s :u miraculoso remedio de
que cima irato. e tive a immensa saiiafaco de
ve; salvo o mea querido fhinho.
Communicaodo V. S. este iriumpho de seu
valioso medicamento, servir ao mesme tempo a
minba communicaco, de aviso aos que forem
atacados daquelle mal, os quaes nada mais de
vera fazer. que ozareni o seu maravilhoso Elixir.
Tendo me retirado temporariamente desta ca
pital, minba familia com receio de adoecer-me
mais algueru, por cautela conduzi um frasquinho
do mesmo Elixir, que muito servio, por quanto
Borracha de leite mangab. (kilo)
Cachaca ........ <
Couros seceos espichados (kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Jouros verdes (kilo).....
Coarinbos (am).......
uarocos de algodao (kilo) .
Carrapateira (kilo).....
Jacio (kilo).......
Jaf bom (kilo)......
afrestolho (kilo).....
Cat moido (kilo)......
Carnauba (kilo......
Cera em velas (iilo).....
Dita em bruto ou preparada (kilo) .
Canna (litro)......
Cal (litro)........
Carvao de CardilT (ton.) ....
Fannha de mandioca futo) r .
Genebra (litro)......
Graxa (sebo).......
laborandv (em folha) kilo .
Leite de mangabeira (kilo) .
Mel (litro)........
Milho (kilo....... .
Phosphato de cal da Ilia Rata (tone-
lada) .........
Pelle de cabra (cento).....
Pelle de carneiro (cento) ....
gemente de carnauba (arroba) .
sola (meio).......
Sement de carrapateira (kilo) .
Sebo..........
Tataiuba (kilo)......
Taboas de amarelio em pranchoss
(duzia).........
1U000
1874000
145*000
53
4500
126
700
40
1001
Rsndlftaeutos publico.
nal Da JVLHO Di 1892
AlfGwUga
Rsnda gerai
Do dia 1 a 11 418.09U550
dem de 12 39:108829
Renda do Estado :
Do dia 1 a 11 76:871/550
dem de 12 7:3974638
457:200*379
8i.269l88
Somma total
541.469*567
Segunda secfio da Alfandega de Pernambuco,
12 de Julho de 1892.
O tbesoureiro,
Florencio Domingaes.
Servindo de chele da seceso,
J. E. Pereira Magalhaee.
REUEBEDO UA DO ESTADO
Do dia 1 a 11
dem de 12
113:957*52!
6:967*717
RECIFfi DRALNAGE
Do dia 1 a 11
dem e 12
120:915*239
3.102*422
322*057
chegando ao meu destino tiva de ver s 11 horas
da noite do dia da miaba ebegada, minba mu-
Iber cabida com urna terrivel febre, q e dous
diae depoiB desapparecr.ra completamente anda
por effeito do mesmo Elixir.
Outros casos ainda em meus criados foram
combatidos com o sea poieroso remedio e seria
enfadooho mencinalos.
Usar V. S. da miuba communicaco do modo
que melhor lhe ccavier.
Meus fraco3 servicos as suas or.lt.ns.
O muito tit criado
JoSo do Reg Lima,
Commandaute geral da guarda civica de Per-
nambuco.
(Estava sellada e reconhecida a firma.)
rS'g^.SC-----------
0 Di4. Barros Carneiro e a fa-
brica a vapor Minha Espe-
ranza.
O Dr. Manoel Clementino de Barros Car-
neiro, formado em sciencias medicas a
oirurgicas pela fanulciade do Rio de Ja-
neiro, medico adjunto da clnica do
hospital de Santa gueda eto.
Attesto que tenho f to uso dos cigarrea
denominadosMinha Esperanca e bem
assim do fumoHygienico Nacional da
fabrica do Sr. Antonio Francisco da Cruz
reconhecendo pela analyse chicolea a que
procedi, que o referido fumo e cigarros
nSo eucirram principio aigum nocivo s
funcs5es gstricas, sendo perfeitamecte
toleraveis aos dyspepticos.
In fiie medci.
Recife, 12 do Fevereiro de 1892.
Dr. Barros Ccrveiro.
3:424*479
VINHO
VIVIEN
Mais efficaz ainda do
que o oleo cr de
figado de bacalhau.
De gosto to agradaoel
que as crianfas
tomam-no com prazer.
Dr. Alfredo Gas
pai
. MEDICO
Operador, parteiro trata con especiab
iade de molestias de eenhoras e creanca
Consultorio e residencia ra da impe
atria n. 18, 1o andar
Consultas da 3 3 0 a nianh
Chamados (por escripto) qualquer fc-^ra
TSLEPHOHB N. 226
Dr. Silva Leal
Medico oceulista
Recentemente chegado da Europa e
com pratica nos principaes hospitaes e cli
Qicaa de molestias de olhos de Pars, d con-
sultas todos os dias uteia das 11 s 3 ho-
ras da tarde em seu consultorio, ra
Duque de Caxias n- 73 Io andar, entrada
pela Praga de 17, n. 73, (antigo Largo de-
Oollegio).
Residencia a ra BarSo de S, Boi-ja o
16. Telephone n. 507.
Chamados por escripto, em seu conaui-
ro, residencia, e na pharmacia Martinm
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador e parteiro
Tem o seu consultorio ra do Marquen
de Olinda n. 1, 1. andar, onde pode ser
procurado todos os dias uteis de 1 s 3
horas da tarde.
Chamados qualquer hora, ra do
Dr. Joaquim Nabuco n. 2 A. C ndnga.
Telephone n. 365. a
Navio sabido no mesmo dia
Rio de JamiroVapor irglez Inchborva, cjm-
mandanteTb. Stevens, carga varios gneros.
S. VicenteVapor iaglez Aihena, comman-
daute John Llarke, carga varios gneros.
Rio Grande do NorteHyate nacional Flor do
Jardim, mestre Antonio A- da Silva, carga
vanos gneros.
Rio Grande do NorteHiate nacional Giriquity,
mestre Joaquim H. da Silveira, carga varios
gneros.
Mercado Municipal de m. Jase
O mov.mtnto deste mercado no dia 11 de
Julho foi o seguate : Entraram.
27 bots pesando 3,992 kilos.
402 kilos de peixe a 20 ris
3 compart. com mariscos a 100 rs.
'jO lagares a 200 rs.
7 sainos a 200 rs.
45 cargas de farinha a 200 rs.
lo cargas de milho secco a 200 rs-
2 ditas com faijo a203 rs.
cassua com galnhas a 300 rs.
ditas com milho verde a 300 rs.
dita de batata a 300 rs.
ditrs de canna a 300 rs.
ditas com gerim a 300 rs.
ditas com frucla3 diversas a 300
ditas de banana a 300 rs.
cargas com amendoins a 300 rs.
45 itos com verduras a 300 rs.
60 ditos com farinba a 4')U
5 cargas com gallabas a 500 rs.
32 columnas a 600 rs.
8 compartimentos com fressuras
a 600 rs.
46 ditos com fazendas etc. a 600 rs
9 ditos a 700 rs.
33 ditos de comidas a 700 rs.
U ditos ele BTuelroa a 1*
38 tainos a 2
rs.
8iS040
.."!-"
10000
1*400
9*000
3000
5i>0
300
1300
2100
2100
257C0
5600
JCO
*300
13*300
24*000
2*300
1S*2C0
4*80J
27*600
6*300
234101
115000
71W0
HoTlmentu do porto
Navios entrados no dia 12
Londres56 dias, barca norueguense Fzroy.
de 873 toneladas, capit&o T. S- Helnes, equi
pagem 12, carga varios gneros, Wllson Sons
Babia e escala9 dias, vapor nacional S. Fran-
cisco* de 382 toneladas, commandante Joaquim
Jos Ete?es Juaior, equipagem 30, carga va-
rios gneros, a Companhia Pernambucana.
Havre e escalas20 das, vapor francez Concor-
dia de 1615 toneladas, commandaate Tbe-
bault, equipagem 40, carga varios gneros, a
Augusto Labille.
Rendiaersto di 1 a 10
248.340
2:566*900
S;818/4';0
Pregos do ala
Carne verde de 560 a 65.0 ris 0 kiie.
Sainos de 640 a 800 ris idem.
Carneiro de 800 a 5 ris dem.
Farinba de 563 a 640 ris a caii.
Milho de 360 a 400 ris idem.
Feiio de *800 a 1*500 idem.
Teporj a tntr%t
Mez do Jalho
Europa....... Aconcagua.......
Europa----- Magdal-ena.......
Sul.......... Europa........
Norte....... Pernamouco......
Sal.......... Seguranza.......
Norte....... Beberibe.........
sul.......... Clyde............
Europa-----,.. Medoc...........
Europa....... Scholar..........
Hu.......... Mandos..........
Europa....... Uaparica.........
or *........ S. Sjfoador ......
Europa....... Actor............
Sul.......... Espirito Santo....
Europa....... Galicia..........
Norte....... Alagos..........
Sul.......... Olinda...........
13
14
14
15
15
15
16
17
17
17
17
20
23
24
24
26
30
Vapores a aahlr
Mea de Julho
Sol......... Aconcagua........ 13 as 2 b.
Sal......... Concordia......... 13 as 3 tv
Sul.........Pernambuco....... 15 as 5 b.
Norte....... Segurarla........ 16 as 3 t.
Norte.......Mandos........... 18 as 5 b.
Sal......... S. Salvador........20 as 5 k.
Sul......... Galicia............ 24 as Ib.
Norte....... Espirito Santo.....25 as 5 b.
Sul.........Alagoas........... 26 as 5 i?.1
Norte______ Oiinda............39 s 5 b.
r





r

i



L



/:
Diario de Pernanibueo Quarta-feira 13 de Julho de 1892
,:
Dentes
Termina a horivel dor da dontea usau
do o excelleute preparado de Manoel Car
doso Jnior.
As cartas que lha tem sido dirigidas
pelos jomaos de inaior circulaoSo, attes
tam a efflcacia.
Depsitos
Drogara d Francisco Manoel da Sil
vj <& U.| ra do Mrquez de Olicd*
n. 23.
Phrmacia^artins, ras* Duque de Ca
xias n. 88. *
Parmaci Oriental, a ra Estreita d<
Rosario n. 3.
Phanaacia Alfredo Ferreira, ra Ce
Bar So da Victoria n. 14.
Pharmacia VirgilioLopes, ra Lsrg-
ao Rosario a. 31.
Dr. Nunes Goimbra
ClinicaMedico -Cirurgica
Especialidades : febres, partos, mole
tiaa de senhoras e de cranlas.
Chamados a qualquer hora na aua rs
sidencip, ra da Soledade N. 31 esquina
da raa do .'-taino.
Seoretaria da InstruccJo Publica, 6 de
Jubo de 1S92.
O secretario.
Pergentino Saraiva de Araujo Galvo.
5
Edital n. 28
Marca praso de 3 i) dias
As professjras Felis bella AmaliA de
Miranda e alumna mestra Francisca Her-
melinda de Araujo Vasc-oncelios.
De ordem do Dr. inspector geral fajo
saber as professoras Felisbella Amalia de
Miranda, removida por conveniencia do
servigo publico, da 2.1 cadeira mixta de
Limoeiro para a de igual ensino de Bon
gy em Afogados do Recife, e alumna mes-
tra titulada pela Escola Normal Francisca
Harmeli-.da de Araujo Vasconeellos no-
meada para a do sexo fsminino de Gloria
de Goi, que Ihes ficam marcado o praso
de 30 diaa p ra tirarem seus ttulos o to-
marem posse das respectivas cadeiras.
Secretaria da IastruccSo Publica, 11
de Julho de 1892.
O secretario.
Pergentino Saraiva de Araujo Qalvao.
PRADO
FIENIHIUCINII
PRftJITO DE ffiOltyl
PARA 0 PAREO
Premio Nacional

OcuJFta
Dr. Barreto Saaspaio, oculista,
ox-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, de volta de aua via-
gem Europa, d consultes do S
1 s 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 ra do
Bar* o da Victoria, {excepto noa
domingos e das santificados.
Telephone 285.
Residencia na Sete de Setem-
bro n. 34, Entrada pela ra da
Saudade n. 23.
Telephone 287.
DECLARARES
Grande
Que
ivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande ellicacia as mo-
lestias sypbiliticas e impureza do saague; assia
como em todas as molestias 'Jas senhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas se-
cooimeUiiias da terrivel molestia beriberi.
Rbeumatismo syphiltico ou gotozo, dr acia-
ica ernpces de plie, cancros, e cancros ve
nereos, flores brancas, hyiterisuio, frouxido de
ervos, irites e outras inflammaces dos olhos
molest-as ao ligado, escronhulas, escorbuto,
soffriment.s de estomago, ulceras, goramas, lis
tolas. empingeGs, darhros, Dannos e manchas,
a pelle, bobas e bobes, sarnas, catarrho
quaesquer moldstias da bexiga, entre outrass
albuminuria, curinas doces e sanguinolentas,
anemia, paralysia, erysip;-las, e mflammacOe.
das pernas e ps, nemorroidas, asinina, hydro
celles, tumores, nevralgias, e elephantfazes cu
morpha. as irregularidades da menstruaco
Prova-se com aquelle numero de attestados i
publicados e os que existem em nosso poder a
efficacia deste exir as molestias indicadas
Nacional Pharmacia
35. Roa larga do Rosarlo,
A'ruaBar^ da Victoria c. 37 se dar toda e
qua:qucrexplicacaoque for preciso acerca des'.e
preparado.
Colado com as falnifia oe
*A.odo de usar
Os adultos tomaro quatro colheres das de
sopa pela maaha e qaatro nolte.
As criaucas de 1 a 4 annos tomaro urna co-
lher pela manh e outra a noite e as de 5 a 11
annos tomaro duas colhere3 pela manh e dua
a noite.
Deverao tomar banhos fros no moraos pela
macha e noite.
Resgua.'doregular.
EDITAES
Por esta repariicoe de ordem do Dr. ques-
tor policial se faz publico que fot apprehendido,
por urna praca da Companbia de Bomoeiros e se
acba aqu depositado um caixote conteado sabo
netes, o qual lora abaadooado por ota larapio,
quando se 6uppunba perseguido por dita praca.
Quem se juagar com direito ao tnesmo caixo-
te, apresente-se reelamande-o, mediante docu
mentos probatorios ce I giiimo dominio.
Secretaria ~a Qaestura Policial do Etado de
Pernanibuco, em 9 de Julho de 1892.
O secretario,
Alvaro Jeffiron Gaedes Pereira.
Os abaizo assignados em consequencia
da grvo dos operarios, pelo que tiveram
de augmentar os seus salarios, rsEolvem de
commum accordo subir 1000 em milheiro
de todas as marcas de seus cigarros, a
principiar da presente data.
Descontos os mesmos que eram.
Recife, 12 de Julho de 1892.
O inventbante da Fabrica Casias.,
Albino Goncalves de Azevedo.
P. P. de Moreira & C.
Manoel S. Pontes.
Antonio Francisco da Cruz.
Joaquim B. dos Res & C. Succ.
Pita de Carvalho & C._______
THBATRO
SANTA IZABGL
CuMPASMA DRASATIC4
se realisar na corr ia que ter lugar
no dia 24 de Julho de 1892
2.0C0 metrosAnimaea nacionaes.Premios ; 1.500|$000 ao primeiro. 3005
ando el5O$OC0 so terceiro.
.nscripco 120^000 rs.
Observares
A inscripfao encerrar-se-ha terca-feira 19 de Julho do corrente anno.
Secretaria do Prado Pernambucano, 10 de Junho de 1992.
O secretario,
/. Alves.
Emprestimo emittido pela
Companhia Promotora de industrias e Melhoramentos
R or. finrtftrtei0 t0r Iugar h30o Siembro de 1892, sendo o maior premio de
mmumkmSif9 re'8 2:000'5000,1:0000000, 5000000, 200.JOOO, 1005000, 5040CO,
Preqo de cala obrigacao 20$000
Roga se aoa Sra. possuidores de obrigajSea a virern receber os premios do se
gando sorteio effectaado a 30 de Juaho ultimo, bem como os juros veneidos
meiro e segundo trimestre no escriptorio da Companhia a raa do Torre
I." andar.
do pri
n. 42,
a
ANTONIO COMMA
Qainta-feira, 14 de Julho
Alta novidade!!
Sutopluoso espectculo em grande gala para
solemnisar o amivsrsario da Tomada da Bas-
tilba.
Depois do hymno nacional, tocado pela or
chestra. subir scena o importantisimo dra
ma em o actos
A Tomada da Bastilha
Finalisar o espectculo com um bello a pre-
psito alegrico que term n com a vista da
Bastilha.
Honda para a Magdalena, Capunga, Afogados.
Trenspara a linha principal voltanio pelo Ar-
rayal e Olinda.
O secretario,
Silva Bastos.
Seguros
Companhia
DE
Fidelidade de Lis-
boa
Agencia em Pernambuco
O Sr. Augusto de Cardoso Rebello, que foi em
pregado nesta agencia-e hontem abandonou a
casa de sua familia, seguindo destino por ora
ignorado, nao eslava por mim autorizado a re-
ceber dos Srs. Segurados qualquer somma per
tencente a esta agencia.
Recife, 9 de Julho de 1892.
Miguel Jos Alves,
_________Agente.
(ais
Companhia Industrial
Pernambucana
Coiwida-se os senhores
subltnptores de deben1 u-
res do emprestuxo. do juro
de eete por ce uto e ems-
sao ao
par,
a virein rece-
l se cao.Secretaria do governo do Estado
de Pernambuco, em 12 de Julho de 1892.
Pe ordem do governador do Estado, faco pu-
blico que ao provimento de serventa vitalicia
dos cilicios de 2- labelliao to publico judicial e
notas, escrivao do civel e annexos do municipio
de Limoeiro, concorreram os cidadaos :
Orete3 Saraiva de Carvalho N'eiva, Manoel
Eladio Pereira do Lago, Olympio de Seixas Bor-
ges, Eladio Cesar de Vasconeellos, Henrique da
Silva Ferreira Rabello eSebastiao Floro do Reg.
0 secretario.
_________Joo Augusto Ferreira Lima.
Secretaria da InstrucsSo Publica, 12 de
Julho de 1892
EDITAL K. 29
Praso 30 dis
A professora Francisca Fiorinda do Rosario
De orem do Dr. inspector geral, fago saber a
aiumns mestra Francisca Fiorinda do Rosario,
qu. por acto de 11 de Julho do corrente, foi no
meada professora publica tffectiva da 2* cadeira
"\v ensino mixto de Limoeiro, eqce Ibrica mar-
o praso de 30 das para tirar o titulo e as
sumir o exercicio da cadeira,
O secretario,
Pergentino S. de Araujo Chao.
De ordem do I!lm. Sr. Dr. inspector
declaro aos poseuidores de apoces do Es-
tado que do dia 16 do corrente mez em
diante se pagario neita repartico os
juros das mesmas apoces corresponden
tes ao 1 semestre do corrente exercicio,
sendo o Dagamento feito dss 10 as 2 horas
de cada dia.
Secretaria do Thescuro do Estado de
Pernambuco 11 de Julho de 1892.
Servindo de secretario,
Joaquim Lucillo de Siqueira Varejao.
Edilal d. 27
Praso de 3S dias
Ao professor Philomeno Rcymundo Nu-
nes de Lima e ao alnmno-meatre Jerony-
mo Ensebio da Bocha Pereira.
De ordem do Dr inspector geral faco
saber ao profese >r Philomeno liaymundo
Nunes de Lima e ao alumno mestre Jero-
nymo Eazebio da Rocha Pereira, que por
acto de 2 de Julho, o primeiro (o remo-
vido para a 3.a crdeira da ra Imperial,
:sta cidade, e o segundo comeado para
reger a cadeira de S. Benedicto em Qui-
pap, ficando a ambos marcado o praso de
35 dias para apostillar um e ou'ro tirar
o titulo.
2.
do
an-
cor-
Companhia Trilhos Urba-
nos do Recife a Olinda e
Beberibe.
RESGATE DE ACgES PREFEREN-
CIAES
Sao chamados ao escriptorio da Companbia os
possuidores das accOes prefereaciaes do empras
timo de 1875 de nmeros 76 a 100 para receber
o seo valor correspondente, pois que resolveu a
directora recolbel-as reio sen numero de or-
dem, deixando por isso de vencer jures no pre-
sente semestre. Para esse flm ser encontrado
o Sr. tbesoureiro das 10 horas ao meio dia, na
terca, quinta e sabbado da semana prxima e
d'abi em diante nos dias 1 e i6 de cada mez, e
aas tercas e sabbados de cada semana.
Escriptorio do gerente, 1 de Junho de 1892.
A. Pereira Simoet.
Gompanhia Trilhos Urbanos do
Recife a Olinda e Beberibe
35 DIVIDENDO
Terca, quinta e sabbado da semana qut
hoja corneja serSo pagos os dividendos se
mestraes da Companhia segundo a taxa de
6 Ojo, e d'ahi em diante s terjal e sab-
bados de cada mez.
Para isto ser o Sr. thesoureiro encon-
trado no escriptorio da Companhia das 10
horas ao meio dia dos alludidos dias.
Escriptorio do gerente. 2 de Julho de
1892.
A. P. 8im9u.
Fabrica de Caxias
Em coneequencia da grtve dos o:erarios, pelo
que tiremos de augmentar os seos salarios, re-
solvemos subir 1*000 om milheito em todas es
marcas dos nossos cigarros, a principiar desde
boje.
Descontcs 03 mesmo3 que eram.
Recife, 12 de Julho de 189*.
TABELLA DE PRESOS
Fumos picados
Operetas, 6*000.
Japonczes, "51)00.
Daniel, 7*000.
Operas, 7*000.
Caxias, 7*000.
Bella Rosa, 8*000.
Flor das Florea, 8/000.
Fu.t.03 deeficdo3
Caporal. 730OO.
Flor do Estado. 7*360.
Cuban: s, 7*300.
Da vol?, 7*500.
Daniel, 7*300.
Mandarina, 7*300.
Aristcratas 7*500.
Eapeciaes, 8*500.
Veneravel
IrmandadedoSS. Sacramen-
to da matriz de S. Jos
De ordem do irmo jaix e de accordo eom o
disposto no art. 51 do nesso compromisso, con
vido os nojsos carlssimos irmos para reunirem
se em mesa geral em nosso consistorio, s 6 1/2
boraa da tarde do dia 14 do corrente, afim de
procede:-se aeleicSo do tbesoureiro.
Consistorio, em 14 de Jalao de 1892.
O fscrlvao,
_______ Gnilherme Duerte.
Banco de Peraam-
bubo
Dividendo
S2o convidados os Srs. accionistas a
vir receber no escriptorio deste Banco, do
dia 15 em diante, o 5." dividendo de suas
acjSes, na raaSo de den por cento ao anno,
correspondente ao 1. semestre findo em
30 de Junho prximo passado.
Recife, 12 de Julho de 1892.
Pe'o secretario,
______________Manoel J. de Amorim.
Geropanhia Fabrica
9 Estopa
Os s ccionistas sao convi-
dados a fazerem at o dia
30 do corrente mez de Ju-
lho, a xjutrta entrada na
razao de 10 [. sobre o ca-
pital ou 20$000 por accao
no Banco de Pernambuco.
Recife, 12 de Julho de
1892.
ThomasG. Griffith,
Director Secretario.
contra nm
loyal Insurance Company
de Liverpool
APITA3L .OOO:O0O
Drusina & C.
HaranezdOUn do
ompanljia Hft ^e%\xx(fB
COSTEA 7K9
Northern
de Londres e Aberdeea
'osicao financeira
Capital subscripto 3.780,000
. Fundos accumulados 3.000,000
ceelta annnal :
De premios contra fogo 626 000
De premios sobre vidas 208,000
De ""o 155.000
__________Wilson, Soa8 & C, Lim'itd.
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commerdo n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as sa<
a do mesmo banco em Portugal sedo
n Lisboa ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ma dos Ingleses.
~~ SEGB GDffllA RI60
Companhia Sarlh Brilisb i
Mercantil c Insnrance
lal subscripto 13.000,000 0- 0*
Cadosaccumulados 9.752.443 18 5
Fnn ====-===,
KECEITA ASNUAL
premios contra
De fogo.......1.495,818 6 10
preoiios sobre
Devidas...... 992,379 6 i
l 2.488,197 l~lli
N. B.A reparicc de fundos accumu.'a.
dos sebre segures contra fogo, nc se res-
ponsabilisa pelas transacebes feita; rea" a
de seguro sobre vidas.
Agente em Pernambuco,
A. J Lidstne.
N. 10 ruado Commercio.
ber os respectivos ttulos,
no escriptorio a ra do
Commercio, n. 6,
dar, at o dia 16
rente.
9 de Julho de 1892.
Banco do Brazil
Paga-se o 77 dividen-
do a razao de 12#000 por
cada acQao da primeira
serie e 6$000 pela da se-
gunda, no escriptorio de
Pereira Carneiro e Comp.
a ra do Commercio n. 6
Io andar.
9 de Julho de 1892.
Guarda Nacional
Por deliberaco do conceibo director do Club
Central BeneQcente dos Officir.es da Guarda Na-
cional, sao convidados todos os Srs. oficiaes as-
sociados, a comparecerem na ic deste Club no
dia lo do corrente i 6 horas da tarde, arim de,
em assemb'a geral. traUr-se de assomptos im-
portantes, tendentes a coiporacSo.
Sala das sessoes
Recife, 7 de Julbo de 1892.
O 1 secretario
Teoenle, Alfredo Soares de Azevpdo.
Para evitar duvidas prevenimos aos nos-
es bona amigos e freguezes. que nao ven
demos plvora da trra; a nossa plvora
, e continuar a ser inglesa marca LeSo,
importada de conta propria.
Ferreira Guimar&es & C.
Companhia de Fiac,ao e Te-
cidos de Pernambuco
Sao convidados os senhores acciontstas a v-
rem receber todos os dias otei?, das 11 horas
t da tarde, ra do Bom Jess n. 42, 1- andar,
o 18* dividendo de 4 O/o relativo ao i- semestre
findo em 30 de .unho do corrente anuo.
R'Cife, 9 de JUbo de 1891.
Icao Jos de Amorim,
Secretarlo.
Companhia de Trilhos Ur-
banos do Recife a Olin-
da e Beberibe
JUROS DE DEBENTURES
A Companbia paga os juros de seus
emprstitos de debentures as ter$as e
sabbados de cada semana, daa 10 horas
da mahnS ao meio dia, no seu escriptorio
a ra da Aurora.
Escriptorio do gerente. 1 da Julho de
1892.
__________ A. P. Simes.
Corpo policial
0 lenente-corond H noel Gongalves Pereira
Lima, commandante do corpo policial, faz saber
que, autori-ado pelo Exm. ,Sr. Dr. governador
do Estado, chama de novo a concurrencia pu-
blica, por ter sido apenas apreseniada urna pw-
Inspectoria de Hygiee Pu-
blica do Estado de Per-
nambuco.
Em virtude do que dispSe o artigo 68
do regulamento que baixou com o decre-
to n. 169 de 18 de Janeiro de 1890, esta
inspectora faz publico pelo praso de 8
dias que o cidadSo Amaro Gomec de Oii
veira, lhe dirigi a seguinte peticSo, com
os documentos que satisazem as exigen
cas do artigo 67 do citado regulamento :
Ao cidado Dr. Inspector de Hreiene
Publica.
Amaro Gomes de Oliveira, tendo com-
prado a antiga pbarmacia da cidade de
Barreiros, e achando-se habilitado a diri-
gil-a, como prova com os documentos au-
nexos ; vem respeitusamente requerer-vos
a respectiva licenga.
Nestes termo3, pede-vos def3rimento.
Barreiros, 20 de Junho de 1892.=Amaro
Gomes de Olineira.
Estava com o Bello do Estado.
E declaro que se 30 dias depois do ul-
timo annuncio, nenhum pharmacautico
formado communicar a esta Inspectora
de Hygiene a reoluclo de estabeleoer
pbarmacia na citada localidade, conceder
ao pratico a licenca requerida.
Inspectora da Hygiene Publica de Per
nambuco, 28 de Junho de 1892.
O secretario,
Jos Gnilherme da Silva Duarte.
Club Internacional do
Recife
Sarao anniversario
Actia te detonado o dsa J3 do correte para
o sarao couimemorativo do anniversario dede
TU IMPERUL LNSURNNCE COMPANY LIMITED
Estabelecido 1803
CAPITAt 1,900,000
(B. S4.000tOOO000)
SEGURA KDIFICIOS E MEKCADOEIAS
Ccotra o fogo
TAXAS BAIXAS
prompto P8ameno de prejulzo%
SEM DESCONT
ENTE
BROWNS C.
seu? ingressos na sede do club nos" dias uteis
da* 7 as 9 horas da ocote. V
Secretario do Club Internacional do RecUe, i
de Julbo de 1892.
O 1 secretario,
Alfredo B. da Rosa Borges.
posta no dia 30 do mez rindo, sobre a compraade clon. Os senhores socios queiram procurar os
47 cavallo para a cempanbia de cavallaria do
corpo de polica, tevecdo os vendedores pre-
sentarem cuas proposias al o dia 13 do corren-
te, com o preco de cada um e mais conaicOes
neceesarias ao respectivo julgamento, cujas pro
postas sero abertas na secretaria des'.e corpo,
no quartel da Soledade, s 11 horas do dia 16.
Quartel do corpo de polica, 6 de Julho de
IotZ.
Francisco Jos da Silva,
__________ Tenante serretarlo.
A loccasion de la Fte
Nationale du 14 de Juillet,
M. Le Cnsul de France re-
cevra au Consulat de la
Rpubhque Fran^aise 10
ru du Commerce, ce
heure a deux heures
l'aprs miui.
A. Le Bran.
1
de
Os Phiio momos
Sf gur da convocoslo
De ordem da dincoria sao convid9dos os so
cios fundadores ;'iffecilvos desta soiiedade a
comparecerfm ua sexta feira, 15 do corrente,
pelas G horas da tarde, ra Marques do Herval
n. 71. para ormarem a assembla geral extraor-
dinaria, cuja primei-a reuniao nao rdle ter la
gar no dia apresado por falta de numero legal,
devendo agora funeciouar, segundo os estatutos,
urna hora depois de marcada, com os asociados
que se acbarem presentes.
Recife, 7 de Julho de 189i.
0 2* secretario,
A. Saldanba.
Pede-se aos Senlio-
res eonsum mido res
que queiram fazer
qualquer communica-
o ou reclama^o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
29, onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira e Hermillo
Francisco Rodrignes-
Freire, e quando for
preciso o Sr. Antonio
Martins Carvalho e
Joaquim Antonio de
Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve-
rao ser passado se fir-
mados em talo carim-
bado e firmado pelo
gerente, sem o que
nao tero valor algum
Samuel Jones
Gerente
Companhia de Segaros
jfiiltltfti* It pi0&a
Miguel Jos Alves
IV. VUna do Bom lean*X. V
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a unicr companhit
esta praca que concede aos Srs. segwsdcs semp-
;So de pagamen i de premio em cada stimo
umo, que equiva eao descont annua de car-
a de ISpor cen c em favor dos segurados
Indemnisadora
Coiopanbia de Segaros
MARTIMOS E TlitRESTRES
Etbelprlilaeui ISBK
Safado aaacciro em Sf de De
zembro de i.
Capital 1,000:0001000
Fundo de reserva 110:3761000
Sinistros pagos 1,776:683^000
44Ra doCommercio 44
SEGUROS
martimos costra mi
companhia Phenlx Per-
nambneana
RA DO COMMERCIO N.46
Junta medica
F0 publico que a junta medica do Estado,
reune-se nesta tnt pectoria de hygiene todas as
quatXas-feiras a urna bora da tarde.
Inspectora de Hygiene Publica do Eiado de
Pernambuco, em 4 d Julbo de 1893.
O secretarlo,
Guberme Duarte.
Gompa hia
Hotel Interaaeional de FerDam-
buco
Em liqvliiaru
Tendo sido resolvida a iiquidcco desta com-
panbia em assembla geral do dia 25 de Junho
ultimo a esmmiesao liquidante representada em
Pernambuco pela Sr. Dr. Adolpho Tacioda Costa
Ctrne, pede a todos os credores queiram apre
sentar seus respeenves ttulos para serem oppor-
tunamente paeos.
Capital Federal, 1 de Julbo de (892.
Tarqutnio de Soma Filho.
Jcles G.eud.
CONTKA P060
l%e Liverpool k Leudos filo^
IIISUHAI^CE COMPAITY
SUCSS7BV. SSSIEAH & C.
Ra do Comino n
AMPH1TRITE
Companhia de Seguros ilaritimos
TERRESTRES
C apilal..... 1.000:000^000
48 Raa do Commercio 48
Escuna portugaeza Feiti-
ceirai
Segu nes'.es seis dias para a liba de S. Mi-
guel, e por ter parte da carga engajada precisa
engajar o resto : a tratar com Antonio Mara da
Silva ra da Companbia Pernambucana n. 3._
Companhia Pernambucaaa de
navegaco
Esta companhia manim a segmn'. s liabas
reculares de uavegafio:
Norte tocando no3 portes da Parahib. Nata
Maco, Mo8so:, Arrcaty e r'ortaiea, partinda
deste porto um pagete a ii e 26 da cada :r-:z.
Sul, com escala pelos por'os de Mace Pene'
do Aracsj, Fsancia e Babia sabiado d-'.e-
porto a 14 e 29 de cada mez
Fernando de Noronha. partida no meado 3o
mea
Rio Formoso e Tamaudar, sahida a 28;
Uto de Janeiro, (directamente) parte c paquete
de 25 a 30 do mez.
Rio Grande d Sul. (iagem directa* aie da
3, a 20 do mez.
Todos os paquetes s5o noves tem excelleate
accommcdaf,ss para passageires e para carga
e os precos sao muito r-.duiidos
Os passageiros eocontram, apar do bom ra-
tamente todo o conforto desejavel a tordo el
um paquete.
Ob pequstes que fazem as viagens ac Rio s
Janeiro, alm de terem ludo o que se encon'.ram
nos paquetas modernos, accresce que faz a va*
gem em quatro dias e o prego de passagens a
t classe 60*000.
O paqaete empegado na viagem para o Rio
Grande do Sul : rnente para carga, e tem o
calado adequado a entrar do porto daqoeile Es-
tado en qualquer occaaio.
Recebe-se engajamento de carga por quan'.i-
dade fixa para todas as viagens.
Outrosim, a companbia expedir paquetes ex-
traordiaarios desde que baja carga para o enga-
jamento completo de um paquete.
Escriptorio da Companbia Pernambaeana
LfoJha Bi-mcnsal
O paquete Mdoc



-


E' esperado da Europa a'A
o dia
':,. "'
'- l\


6
Diario de PerB3^buco Quarta-feira 13 de Julho de 1892
i9 de Julho de 1891
aeguindo depuis da indispensavel demora para o
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ar-
rea e Rosario de Santa F
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Previne-se ainda eos Srs. recebedores demer-
cadorias que u se attender a reclamares por
fal-as, que orem reconhecidas na occasiao di
deacarga doa volumes ; e que dentro de 48 no
ras a contar do dia da descarga das avarengas,
4everao fazer qualquer reclamagao concerne^.
les a volme8 que porventura tenham seguido
p ra os portos do sul, atn de seren dadas a
lempo as providencias neceasarias.
Roga-se aos Srs. passageiroa de ae aprsenla-
;tem na vspera da chegada do vapor para toma-
ran as snas passagens.
Para carga, passagens, encommendas d
uoeiro a frete: trata-se com os
AGENTES
I H. Burle & C.
42Ra do Commercio4i
I Boyal lail Steam neb i
O yapor Magdalena
Commandante H. C. R>'gaud
E* esperado da Europa no da
'i-i de taino seguindo de-
Ipois da indispensavel demora
para a
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Para carga, encommendas, passagens e di-
afceiio afrete trata se com os AGENTES.
O vapor Clyde
Commandante J. D. Spooner
E' esperado dos portos do
at odia ,a d? Julho de 1
-seguindo depois da necea
?demora para
. Vicente, Lisboa, Vlgo e Son-
l.iaai^oi
Re lacelo di passagens
J/o lia w>
a' Lisboa 1 casse SO iO
i' Southampton 1' clas?e 38
Camarote- reservad! para os passageiroa d
Prr.ambuco.
Parapa88agec3, frates. eDcoiamendas. irata-s*
OTt OS
AGENTES
Amorim Iriaos & C.
N.3iua do Bon JessN.3____
Pifie m Iratifl Coi-
1
riTRAITSOFMAQELLAN LINE
O paquete Aconcagua
E' esperado dos
portos do snl at
odia 14 de Juico
seguindo depoi? da indispensavel demora para
Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaos e Plymoatb
Para carga, passageiros, encommendas e di
oneiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wiison, Sobs C, UmM
10-RA DO COMMEKTO10
The United States and Bra-
zM. S. S. G.
O vapor Seguranca
E' esperado dos portos do
sul at o dia 15 de Ju
ino seguindo depois da de-
mora indispensavel para o
Haranho. Para, Barbados, .
Tbomaz e VcuVorL
Para carga, passagens, encommendase di-
obeiro a frete trata-se com os AGENTES.
O VAPOR INGLEZ
Federation
E' esperado de New-York-
at o dia de Julho se
guindo depois da Indis-
pensavel demora
Rio de Janeiro e Santos
passagens, encommendas e di-
trata se com os
Para carga,
nnei-o a frete
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rita do Commercio8
Io andar
Com Patina de Ha
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Ara^aja e Babia
O PAQUETE
S.Francisco
Commante Esteves Jnior
Seguir para os
portoj cima in
cados no dia 18
Ido J u Ib o s 4
oras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
abeiros a frete at s 2 horas da tarde do d a
W.
ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
________________n. 12________________
CH.ARGERS REUNS
Companhia Francesa
DE
NavegaeSo vapor
Linba quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Percambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Campana
Commandante Henry
ENTRARA' NO PORTO
E' esperado de
Europa at o dia
t* de Julbo a
seguir depois da
ueceasarla demo-
ra para
Baha, Blo de Janeiro e Sanios
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta hnba, queiram apresentar dentre
de 6 das, a contar do da descarga das al varen-
gas qualquer reclamaco concernente a volumes
que porventura tensara segnido para os portoe
do sal, am de se poderem dar a tempe as pro-
videncias necessanas.
Expirado o referido praio a companbia a&o
a responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas possageiros,
s para os qnaes tem excellentes accommodacoe
i tratar com o
AGENTE
Auguste La bil e
9RA DO C0H HERCIO9
Lovd Brasiielro
Seccao de oavegaco
DA
SMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
PORTOS DO NORTE
O paquete
Pernambuco
Commandante Roberto Ripper
E' esperado dos portoa do no
te at o dia 16 de Julbo se-
- guindo depois da demora do
costume oara
Macei.
ia, Espirito-Santo e Rio de
Janeiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
para Santos, Canana, Ignape, Paranagu, An
:oaina, S. Francisco, Itajahy, Santa Gatharina
EUo Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serio receidas at i hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbse
no largo do Corpo Santo n. 11.
Para carga, passagens e valores: trata se com
os AGENTES.
PORTOS ~D0 SUL
O paquete
Espirito-Santo
Commandante Florindo F. DiaB
E' esperado dos
portoa do anl at
odia 15 de Ju
Ibo reguindo de
depois da demo
Amarr&cSo, Ma-
r necessma para
Parshyba, Natal, Cear,
ranhSo, Para Obidos e Manos
As encommendas serao recebidas at 1 hora
lo tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
10 lar^o do Corpo Santo n. li.
Aos Srs. carregadores pedimos a sna attenga)
ara a clausula 10* dos conhecimentos, que
No caso de haver alguma reclamaco contra
:ornpanhia/por a varia on perda, deve ser felt
wr escripto ao agente respectivo do porto d
leecarga, dentro de tres das depois da finali-
ada.
Nao procedecdo esta forrralidade a companhii
-obte de toda a res^onrabilidade.
Para passagens, fre;es encommendas fe
4-s com os
AGENTES
Pereira Carneiro&t C.
6***Rua do Qcmmercio^mS
i o sudar
.E1L0ES
Quarta feira 13, leiSo de movis, louca e
vidros. na casa da ra do Alecrim n. 36.
Quinta feira li de bens predios edifisados
(mruas de grande commercio.
Leilo
De movis, Iouga, vidros e cryataes
Ouaria-feir, 1.1 do corrate
A gente Pnto
Na casa da ra do Alecrim n. 36
Urna mobilia com 1 sof, 2 consolo. 3 ca
deiras de brsgoa e 12 de guarnico, 1 espelo
donradooval, 2 ditos para coneolos, 1 cadeiras
de bataneo, 1 mesa jardineira, 2 serpentinas de
crystal, 3 quadros doarados e 5 pannos de cro-
chet.
Urna cama, 1 marquezao, 2 lavatorios, 2 es
pe nos pequeos.
Urna mesa elastna, 1 aparador, 12 cadeiras,
copos para agua, chicaras e pires de porcelana,
quadros e outros movis de casa de familia.
Leilo
De oons predios a saber :
O sobrado de 2 andares da ra Larga do Rosa-
rio n. 16.
O sobrado de 2 andares da ra de Marcilio
Dis o. 31.
Um dito na mesma ra n. 14.
Dm dito na mesma roa n. 88.
Urna casa terrea na mesma ra n. 80 em chao
proprio.
Um sobrado de 1 andar a ra das Trincheiras
n. 36 em chao prupm.
Urna casa terreagda ra Imperial n. 18.
Urna dita da mesma roa n. 167.
Urna dita da ra do padre Nobrega n. 57, em
chao proprfo.
Orna dita da roa dos Guararapes n. 81, em
chao proprio.
Qalnla-icira, 14 de Julho
Agente Pinto
AS 11 HORAS
No armazem da ra do Boro Jess n. 45
Leilo
ente Britto
De ama casa terrea n. 23 ra da Santa
Crua
O agente cima a mandado do Ulm. Sr. Dr.
juiz de direito de orpbos e ausentes e em soa
preseBC* vonler em leilo a casa terrea n. 23
ra da Saota Cruz, com 2 salas, 3 quartos,
saleta e cosinha fora e qnarto reedificada a mo-
derna com azuleo na frente, a qual fe vende a
requer.mento do tutor da menor Joanaa.
Sexta-feira, 15 do correte
Roa da Jmperatriz n. 48
A'b 11 herns
Ag<
Leilo
De 220 caixas com cerveja Salvator descarrega-
das coa avaria do navio noru<.gnez Sde-
frid.
Sexta-feira, 15 do corrente
A's 11 horas
No trapiche Baltbar ra do Vicario n. 1
O agente Guamo, autorizado fr leilo por
copta e risco de qnem perteccer das caixas com
cerveja cima mencionada, em um oo mais lotes,
a vontade dos compradores.
Agente Pestaa
Leilo
Do terreno sito a estrada do Eccanamento
pertencente a D. Anna Francisca Ribeiro
Sexta-feira 1* do corrate
A's 11 horas em ponto
No armazem a traveasa do Corpo Santo n. 37
O agente Pestaa vender por autori?ago da
Srs- D Anna Francisca Ribeiro, e alvar do
Exm- Sr, Dr. juiz de orpbos e ausentes um
terreno com arvores fructferas na estrada do
Encanamenlo medindo 84 pajinos de frente 300
de fondo, livre desembarazado ao correr do
martello.
4. e ultimo leilo
(De predios)
Do sobrado de l andar e sotio interno da roa
de S. Jorge n. 127 com sabida pira araa do Pb-
rol onde tem um armazem cem 2 portas de (ren-
te e com ngua encanada, baobeiro e gaz.
Urna meia agua ra dos Guararapes n. 75
com 1 porta e janella de frente e osioba interna.
Sabbado 16 do corrente
A's 11 hoyas em ponto
No armazem a ra 15 de ovtmbro n. 39.
O agenie Martius far !eil&) pela 4' vez, por
mandado do Ulm. Sr. Dr. juiz de orphca emua
presenca dos predios cima, perteocentes ao es
polio de Manoel Jos Rodrgaos Piuheiro.______
Hotel Internacional
Grande, variado e impor-
tantssiruo
Leilo
De bons movis, finos crystaes, peroela
as, objectos da electro pate, lindos
qaadros, ricos espelbos, um piano, um
buhar e pertenecs
Toalnas, ^oardanapos, fronhas, lencoes e col-
xas.
Talheres, colhereres, galaeteiros, apparelhos
de eleetro-plate para cha, apparelhos de porce-
lana para cha e jaotar, gaiolaspara garrafas.
Um carramancho de ferro ambulante, um
chalet peqneno porttil, orna armacao para gym-
nastica, bancos de jardim, jarros grandes para
flores.
m banbeiro de duche, apparelhos para lava
gem de roupa, machinado engommar.
Dm servico telepbonico perfeito.
Urna carroca, arreioa e um ca vallo.
Movis e maitos outros objectos que mobi
liam 7 grandes salas e 32 quartos do palacete
da ra do Barao de S. Borja n. 53.
Terca feira, 19 de Julho
O agente Pinto, autonsado pelo Ulm. Sr. Dr.
Adolpbo Tacio da Costa Cirne, representante dos
liquidatarios da companbia Hotel Internacional,
levar a leilSo os movis e mais objectos exis-
tentes no mesmo hotel.
Os referidos movis e mais objectos acbam-se
em ptimo estado de conserva^o e sao de apa-
rado gosio.
O leilSo principiar s 10 boras em ponto.
Catbalogos impressos na vespera do leilo, no
escriptorio do referido agente, roa do Bom Jesos
u. 45.
AVISOS DIVERSOS
No neceo dos Ferreiros n. 6, precisa se de
um criado com urgencia e que tenba boa con
docta.
Para priacipiante
Vende-se a taverna co largo da assembli n.
17 (Porte do Matioi) esquina da roa Lapa, pelo
dono nao poJer adonitral a por ter ontra oc-
cupacao, bem afreguesada no retabo e aluguel
taraio ; a tratar na roa da Cadeia do Reciie n.
3 foja de bilbetes, ou do Pilar n. 63.
Livro perd lo
Perdeu se um livro f."3nccz, L^geode de Iris-
non, Versaillea etc. por Ztoaide Henrjat, no dia
ido correte, no leilo do Oaminh j Novo, ou
pela estrada da Es sacia ou n'um bonds dallag
dalena ; quera actou queira ter a oondae de
levar ra Baro da Victoria n. 63, 1- andar,
que ser graufleado. ___________
Ao commercio
Fabrica Amor
Os abaixo assignades propietarios dessa fa
brica, sita ra larga do Rosario n. 8, partici-
para a todos 03 seos freguezes desta cidade, e
fra della, que nesta data dispensaram de seu
estabelecimenlo o caixeiro agente TaeotonioTos-
cano de Britto, e pedem aos mesmos freguezes,
o especial faver de dingirem-se ao proprio es-
tabelecimeoto, em quaoto nao 16r preenchldo
esse jugar por outro empregado.
Recife, 9 de Julbo de 1892.
Viuva Lorega & Oliveira.
Precisa-se de doos portugnezes, nm para
servico de campo e outro para estribeiro ; na
roa Vidal de N greiroa o. 156._____________
Precisa-se de urna ama para cosinbar e de
nm trabalhador que entenda de jardim, para um
sitio no Arraial; a tratar no armazem travessa
do Corpo Santo n. 27, das 11 horas s & da
tarde.__________________________________
Espelhoagrandes quadrados eovae, don
rado fino e militara larga, de 9 a 20000 cada
nm, recebeu a Florida a ra Duque de Caxias
oumero 103.
Precisase de nm bom copeiro; a tratar na
ra da Jmperatriz n 3, 1- andar.
Precisase de orna rapariga de 12 16
annos, de bous costumes, pa-a andar con crian
gas ; na ra Augusta n. 189.
' No becco dos Ferreiros n. 6, precisa se de
costureiras habilitadas em costuras desenbora.
Precisa se de urna criada para carregar
urna enanca ; a tratar na mi da Cade a n. 35
loja.
Precisa se comprar tres casas boas e em
lugares onde pasee bond ou trem. on no bair.o
da Boa Vista, deisando no escriptorio da iypo
grapbia do Diario carta com asiniciaea P P.
Alut,'a-se metade de urna casa onde mora
nma seohora viuva e hooes a. na ra da Gloria
n. 76, porm somente familia honesta e de
bons costucoes, e qoe nao exceda de dnasa tres
pessoaa, prefere urna seohora viuva sem filboa
ou urna soheira de idade.
Criado
Precisa-se de um criado
annos, d-se preferencia ;
Alecrim n. 22
sendo menor de 14
a tratar na rna do
Gaixeiro
Pre:lsa-ae de um caixeiro que tenba bastante
pratica de molbados ; na ra de S. Jorge nume-
ro 139._________________________________
Caxeiro
Precisase de nm menino de 12 li annos,
com praiica de taverna e rom ella : a tratar no
becco do Pocinho n. 24.
Loja do Caboclo
Ferreira Guimaraes e C.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 86
Esta casa, fondada em 1851 contina
a man ter oa seu a vastos armaaens barro
tades de merendonas com variadissimo
ortimento como nenhum outro se encon-
tra nerita praya.
Dispo'd de pessoal habilitado para bem
servir ao publico que honrar o seo tsta-
belecimento, e offerece todas as garantas
de siaadex e lealdade as saas traosaccSes
sob a immediata direc93o do antigo socio
Jos Augusto Alvares de Carvalho.
Ligado ao grande sortimento de 'erra-
gens snstentam nm importante deposito
de tintas e leos etc.
Fabrica de gelo
t limonadas gasosas
tedas as qoalidades
Soda water, gmger, ale, limSo, laranja, cor
yao, abacaxis, granadina, grosellas, franboistii
noilba, horte-pimeata.etc, etc.
12-ACAES DO CAPIBAftBE12-A
As usinas, refinacoes e fabri-
cas de doce
Vende-se um apparelho completo e novo pan
ser movido a vapor, servindo de cosinha para
100 peaaoa. ou podendo-ae utlsar dito appare-
bo para retinar aasnear co fabricar doce ver
1 ertraa ra do Amorim n. 3i
Paia evitar duvidas futuras
Constando an abaixo assignado que o Sr. Joo
Leodegario de Farias Barbosa, procura negociar
urna caedo a que julga ter direito, como ex-so-
ci ua empreitada de constrofSo da estrada cen
tral de Pernambuco, entre Bezerros aCamossim.
Previne-se a qnem interessar possa, que o abai-
xo assignado est fazendo tndo para que a em
preitada v atioal 2a o contrato, porque assim
pode arredar o governo de ser o nico previle-
giado, depois deste voo eo discutir artigos e
preferencia por setenta e tantas contas que pa-
guei de letras e coatas de debito da tirma Dan-
tas Farias & Mello.
Recife, 9 de Julho de 1892.
Manoel Soarea de Figoeiredo.
A Exma. Sra Baronesa de Serinhem, convi-
do a eeus pareles e amigos pa a assistirem as
ni sas que manda celebrar por alma de seu pre-
zado esposo, Baro de Serinhem, na matriz de
Afogados e na capella do eogenbo Ribeirio, no
dia 14 do correnta, pelas 8 horas da manhS, 3-
anniveraano de seu paseamento, pelo que deade
jajagradece a todos aquellea que ae dignarem de
comparecer a pssr arto de re'igio e caridade.
ABoaF
Ra da Imperatriz n. 78 A
Botinas para aeubora a 2500 o par.
Libras sterlinas
Vende-ae na loja de joias de Augusto Rege
a roa do Caboga n. 9.___________________
Caixeiro
Precisa-se de um menino ; a tratar na ra de
Paulino Cmara u. 2.
Albertina C*laiiunie de Paula
Mcaqultn
Dr. Luis Francisco ce Paula Mosquita e Dr.
Ambrosio Machad) da Cunha Cavalcante, soa
muiher, filhos e genro, agradecendo penborados
a todos aquelles que compareceram ao enterra
ment de soa sempre lembrada esposa, flna,
irm e cunbada, Albertina Cavalcante de Paula
Mesquita. oa uonvidam e aoa demaia prenles e
amigos para assistirem as missas do stimo dia,
qoe sero rezadas pela alma da mesma finada,
na matriz da Boa Vista, no sabbado 16 do cor-
rente, s 7 1/2 bora da manlia, e por esse acto
coifessam se ainda 3cr.T*P(--idoa
t
Commendador Joo do Befo
liina
Um amigo grato memoria deste fallecido,
manda celebrar missas pelo eterno repouao de
sna alma, amanh .quiota feira 14 do corrente
mez, s 8 boras da nianb, na igreja da ordem
terceira de S. Francieco, 4- anniversarlo de sen
fallecimento, para o que convida soa viuva, -
lhos, netos e amigos a assistirem a este acto de
rellgioe caridade, confetsando-se por isao snm-
mamente reconhecido.
Caixeiro
Precizase de um caixeiro ; a tra! na Iravei-
sa das Crozea n. 16.
Medie, es de t rra
O engecbeirn C C. Carlioi, cotiti m a cacar-
regar-se de medir,o\s de trra, lev. lamento Je
plantas lopogrrhicaa, riv. llamea 'es, prejectos
de parques, jardns e chalets, etc.; na 'ua da
Atalaia, na cidade da Eacada.
Comprase
A Associaco da Praticagem com,
gtraes e acoes co Bao.o do Brazil.
R-cife, 11 de Julbo de 1892.
O escrivo,
____________ J. B Eateves de Scnza.
Predios venda
O predio da rea do Caldeireiro d. 24 (Moa-
teiro).
Metade do predio da ra Visconde de 6o]snna
oumero 101.
Telbeiro da ra da Concei^o r. 30
Dito da rna do Amparo n. 2i (Ondr.).
Trata-sena ra tio Comin_'tc o n. 13, primeiro
andar (fondos).
Vende se
Um bom nrgocio de seceos e molbados, muito
bem localisado, com commodo para familia, e
por prego muito commodo ; na rna do Coronel
Suassnna n. 1.
Azeite puro de Oliveira
Em latas de 1, 2 e 4 litros.
Recabarais
GUIMARAES & VALENTE
2 e 4 Praga do Corpo Sar.to 4 e 6
3lllllllllliiillllliil[BIB
I
%
-* fl
Predios venda
Ra da Matriz da Boa Vis'a n. 42. e pateo do
Tergo o. 92 ; a tratar na ra do Cabng n. 3,
oja de bilhe'.es-
Animaes urtados
Foram furlados em a noute de ante hontem
para hontem, do cercado do engenho Poetas, em
Caxang, urna etroa alas cacbita, com crinas e
cauda brancas, ferrada com as iniciaes J. M.
C. A. e um garanbao rasso foveiro, defeituoso
daa mos : quem apprehendel-os e lvalos a
aquelle engenho ser generosamente recompen-
sado.
Pos dalmatinos contra
insectos
Remedio infallivel contra persovejis, pageul
ouiroa insectos.
Deposito : roa do Bom Jess r. 62
Em casa de Theod. Jost
Reiogio perdido
Perdeu se do Mondego at a rna do
Crespo, um reiogio com correte de oaro,
com as iniciaes seguintes A. E. O, em
monogramma no reiogio e A. M. na cor-
rente.
Qcea o turar achado queira ter a bon-
dade de entregal-o a ra Duque de Ca-
xias n. 52.
Vende-se
Urna casa de pedra e cal n'Agoa Fria. prxi-
ma a estago do Arruda, com 2 salas, 2 qnartos,
coainba fra, cacimba d'gua potavel eportao ao
lado, cojo terreno proprio tem 95 palmos de
frente a 10 de fundo : a tratar r a rna do Impe-
rador n. 79, lado do caes 22 de Novembro, das
11 boras s 3 da tarde.
Taverna
Vende-se urna taverna em boa localidade e
com poucoa fundos, propria para principiante i
a t atar na rna Pireita de Afogados n. 96.
Engenho
Vndese on permutase por predios oesta
cidade, um engenho com capacidade para sa
ftejar ate mil pes, legua e meia dialanie da
capital ; a tratar na roa do Vigario n. 31, pri-
meiro aadir.
Precisa-se de um
Cama n. 91.
Criado
criado
iia roa Duque de
Hortelo
Precisase de um bortelao que entenda de sen
mister; a tratar no armazem do Lima, roa Baro
da Victoria n. 3.
Janipabo
Comprase janipabo em pequeas e grandes
quantidades : na roa do Principe o. 28.
Dr. Joa r*millo Linbares de
ilbuqaerqae
Salvador Ayres de Frelt's, Julia Ayres Linba
res de Alt>oquerque e seus filbos, agradecidos a
tedos que acompanbaram os restos mortaea de
seu genro. es-poso e pai. Dr. Jo3 Camillo Linha-
res de Alouquerque. convidam aos seos parentes
e amigos, aos quaes de novo agradecem, para
assistirem asmiasas de seiimo dia, que por alma
do mesmo mandam rezar no dia 13 de Julbo, na
matrii da Boa Vista, celas 8 horas da maohS.
i
Joo Plnheiro Calle
Os empreados da Casa de Deteogo, como
prova de sedimento pela perda de sen ex com-
panbeiro Joo Pinheiro Catle, resolveram man
dar celebrar algumas missas a 8 boras da ma-
rina de 14 do crente, oa matriz de Santo Anto-
nio, trigsimo dia do seu passarxento, para cojo
acto convidam a Exma. familia e. amigos daquel-
le, pelo qoe desde j ae confessam aommamente
gratos a iodos aoe eomnarfee'em.
^* I III
Franclftca Alvee de Aievedo
Fran:elio Gjberme de Azevedo e seus i-
lb08 convidam a aeus pareles e am.gos para
assistirem asmissas que mandam rezar por alma
de sua esposa e mal, D F-cncisca Alves de Aze
vedo, na quinta fura 14 do corrente mez, na
matriz da villa de Quip..pa por cujo comparec
rcnio ee ccnf.-ssam e'eT.ameni^ gratos.______
Pela alma ao tiuaao oa'o i Penna, celenra-
se orna missa na matriz da Boa-Vista, no dia lo
do corrente, s 7 1/2 horas da manh, sao con
vidados os amig>s do finado para assistirem a
mesma roi9S8.

Precisa-se de urna ama para casa de
Lmilia, para comprar, cozinbar a fazer
n ais alguna servicos, a tratar na ra da
Imperatriz n. 24 Io andar.
Ama
Precisa-se de ama ama qoe saiba coaiuhar
bem e qoe durma em caaa dos patrOea ; no pa
teo da Santa Cruz n. 2. Nao ae taz qaeslc de
prego.______________^^
Ama
Gosinheira
Precisa-se de orna qoe cosiebe cem perfeigo
na ra Velha n. 28
Precisa se de amas, urna para tratar de duas
crianga8 e outra para cesinhar, 8endo a dormida
em casa aos palrOes; a tratar no Livramen'o n
i, sobrado.
Porto
Diaria-.$200, .$000 e 800 reis
Asseio e limpeza. Mesa abun-
dante e variada
Vinhos especiaes e discripcSo
Bons commodoB para familias ; abatimen-
to importantes para as znesmas
Proprietano,
B. Machado Coelho.
Cento por cento
CauteJIas do Monte de
Soccorro eompTa-se com
100 |o cima da avaliacao
na relojoaria Vernet.
Ra do Barao da Victoria
O. 53.
Ama
Prej'sa se de urna ama para
menino ; na ma da Uniao n. 56.
aniar com um
Moedas brasileiras
C.-mpra-se de 800 ra., 10O0, 2000 no centre
da moeda na ra do Cabug n. 9, loja de Ao-
gusto do Reg.
Patacoes
Compra-se de todas as naces ; na rna do Ca-
buga o. 9, loja de Augusto do Reg.
Ao commercio
Estando em balanco a casa commercial de
Antonio Joaquim de Araujo < C., o socio prin precisa-se de urna- ama para comprar e coai-
cipal da hrma, abaixo assignado pede ao com- Dbar para aDa8 pe380a na raa Barao da Vic
mercio em geral, que nSo venda mercadona \ loria n 6
aigoma acredito mesma firma, aem qoe se
linde o dito balaceo e os socios resolvam urna
duvida bavida na aociedade.
Antonio Joaquim de Araujo & C.
Precisa -se de orna ama para tratar de urna
enanca ; oa roa do Bom Jess n 22.
4ma portugueza
Precisa-se de urna ama portugueza de meia
idade ; na ra Pedro AITonso n. 2, antiga da
Praia.
ama
Preciea te de doas imas para cosinhar e en
gommar; a tratar no largo do Corpo Santo n.
17, 2- andar
Mercearia
Vende-se a denominadaArnmem Conserva-
tivocom pequeo capital, vende-se barato a
armacao ; no pateo do Terco n. 23.
INSTRllENTOS DE MSICA
A Livraria Contempornea tem um deposito
completo de instrumentos de sopro e de corda
para banda e orebestra. a precos muito razoa
veis.
N. I-Roa !. de Mareo-N. 2.
Ramiro M. Costa & O.
Caderneta perdida
Perdeo se a caderneta daCaixa Econmica q.
15112, pertencente a Loureoca Francisca Brasi-
lina ; quem a encontrn faca favor de entregar
raa da Senzalla Velha n. 10, que ser gratifi-
cado.
Ama
Ama
Precisa se de urna ama?para cosinbar; a tra-
tar oa roa do Atalbo n. io.
Estopa usada
Vende-se per prego commodo : no trapiche
Viaona, Forte do Mattos.
Ao commercio
O abaixo assignado fz sciente ao publico i-
especialmente ao respeltavel corpo commercial,
qna nesta data comproc ao Sr. Antonio Uendei
Pereira da Costa a cea taverna n. 23, sita ra
Vidal de Negreiro3, livre e desembarazada de
qualquer onus ; ae alguem se julgar com direito
a mesma, apresente-se do praso de t-ea das.
Recife, 11 de Julbo de 1892.
Joaquim Barbos de Sonta.
Criado
Na roa Real da Torre n. ti,
criado de 14 16 anno t.
precisa-se de um

s
s
DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ, S
5 NEW YORK.
Livre 'ie Exptoso, Fumaba e Mi Caeiro
;.-:: A venda em todos os
a armazems de seceos e molhados. b
^3ltilMIni5!JIl!l?fi;C
PASA HUMOS
Ganaraes & Vulent
Participaxn aos seus frguezes, e bem
asaim aos Srs. serien 1 torea, que conti-
nuara a ter grande deposito dos artigea
abaixo mencionados, gerantindo tudo do
1.a qnalidade e aem competencia em pre-
50S, visto como recebem oa mesmos arti-
gos directamente e terem constantemente
ayultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Ja^uaribe.
Cimento Porlland He
moor.
Oleo de mocoto.
Dito D.iieral ( para ma-
chio as).
Dito de linhae.a.
Dito de ricino.
Dito de peixe,
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapato.
Gaxeta de linho.
Potassa da Russia (em cai-
xas. barricas e lata*).
Gaz inexplosivel EMa-
maote.
Trisulphito de cal (novo
preparado para clarifica
o assucar)
Pormicida Capanema (o re-
medio mais efricaz para
a completa extinccSo da
formiffs sauva)
6 orpo Santo 6
-
*
CS IWEOUSS DE AB4E
Vende-se
_ Ha loja Has Lfetras m
A.' Ra Duque de Caxks
n. 61 ?*ftu
-*



Citrio de Pernambuco Quarta-feira 13 de Julho de 1892

.


r
I
m^sa
Q5arrtt,a (/Buccwf^ Premio Orudt.- KxfOG*o VcivereaJ, Purlm 1889.
i.4 Uiplomus u, Honra, 18 Madalhas da Oaro a 8 Medaloaa da Prata.
FARINHA LCTEA
CUJA USE 6 r BL'K lTF
E' o mellior aumento para as enancas da Mora Jadc. Supprej
i insufUclencla do leite maternal e facilita o uesinaraa. Com seu 1
uso nao ha diarrnei nem toiiiloa e sua digest&o fcil e completa. \
mangt-n ttmbem ttDtajots mente como alimento pan o
Adultos Gonnlatctirtes que tim ittdmtgos dellcidoi.
LEITE 08NDENSADO 8ESTLS
verdrleiro &SXTB prXO D VAOCAS SUZSSAS tendo conservado Bcu aroma eafc
^ todas suas auainadescjtri'ivae. Alm dos grandes servicM que esta coacerva presta i Frota,^3
tao kerplto e aos iiosplles, ella tem ganhado sua posirao na allmentac&o doa particulares, )j|
aos quaea ella assegura um lelte agradavel, siudave! e natural.
Iiijlri Ri : r*Z WBTX.JB Mira O TMn : xrVEO Di TAMmAJZO*.
t c?sa Meurl ireetl nao tem mals, como outr'ora, um nico agente para o Brts*U.,
s-aua piuductosaciao-s naa principios asaa Importadoras, drogaras, pharmacias e lojas
do comes ves. ____ i F*n PAKSa, 19. rtsm au Pnre-UoyaU
KEfRI NESTLE, em VEvET. \ FMt usohes, y, snou mu.
m
J
Llemtisde pela sipsclons tft H/titr. do lmr*rio do Brail.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN;
de Savaresse
F r twr'^ao alguina m*ls ficaz contra u
T OLESTIAS SECRETAS
do ove as famosas Capsulas vnivertalmente reeatmmendadas peles teHieos.
Cma caira cem uitracrors conp!rtas para traUmento] car feralmente der.-ro de aun semana.
Pifl, MO/S c C; am L!VIBOOL MVAKS, M.E8CMKM <* IVCM, m LOSDr.ES.
DEPSITOS KM TODA* AS PKIMCIPASS rMAHMAClA6.
C
LICEKCI.IT'OS PEIACTJFECTORIA .MSl. DE HYOIKNH DB RIO DK JANEIRO.
Aperientes, EstomachcBs, Purgativos, Depurativos
Contra a l'alta de appettte, a abstrtscco, a Bnxaqueca, as Vertigens
as coneeatOea, etc. Dose ordinaria: 1, i a S graos.
Jar das lalsilicac^bs. Exigir o rotulo junto lmpresso en
Ificli^de^rdS^Ste?o Selloda unio iosFabricantes
Deso
c5m
esconflar (
sso em francez
**.***
zm PAJUZ, Pharmacta leroy e em todas a> Puarmacia*
/
s
Kola-Bh-Natton
11:
RICA IV CAMINA, THBOBROUINA, TANKINO, B UATBRIA BNCARNAOA DA K --A
romeos eseucilicehte nKaERADOtEt
tir a Viulio Kola-BH-lVatton
Eztrastot luiJoi, Pastilhas, Pillas, Eisancia ds Kola torrada
Unie+r productos experimentados com o coator xito nos bospltaes de Pars, desde tSit pelos I
itutcres DuJaunni-BaAUviinz, Hchard, Dcriam, Hallsz, Monnst. etc., na Anemia, Colorala,
ar-lescenela twariau i (IDmIi. rebrea (tnkrjiiac, UUralUntn, iiHiini), Dlarrnaa pertlmasea, |
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i, -s scarate em frasxct TRIANGULARES. Extalr no enroilcrio o sDo dt Union des Fabricanta,
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la.ItfIDY,Punw,^:.i.t-^.113,F--S'-BCMr?,PAaK
Pastr te dosadas com os
es os mais osad 'S para a preparaco
instantnea das so-ux.--'s, ypodeTmlcas.
Com os nicus estojo.-, ei.cerranuo urna Seringa
-. um Yidro de agita distillada e um
oides c>m as doses c com os
alcaV 11a '.udlclna humana
e na vet .srs.
MDICOS s ILVETiRES
teem lnimediatamp^;'1 na sua dlspos'.gSo urna
solucSo fresca de \i r quera caode, dispen-
sados asslm da obrig^rao de empregar solutes
-ro-ardas de aiitom&o, e. portanto. multas
loscompostas e at nocivas.
AinUfcii liHifttru a mlf sotavai HMIni
ai atiUi luteBlu it KMetu.
Vlinii por lcjdo : H. HASSMftNN. 19, ntPntt, P1S
^NskIa ai Ptrntmbuoo: C* I BrofM Pwaattli MasW
Aviso
POVO
H-Ra do CrespoU
O proprieterio deste importante eat&bcieoimento resolveu liquidar r f
d en valor es seRiiintca srtigos.
A saber:
?oiIes liaos o com flores a 240 ra. o covado.
Ditos phauteBia o que ha de novidatle 320 o covado,
Etamice c>m 3 l|S palmos largura a 200 o covado.
Crotones c'aros e eacuroB a 32 c 700 o cavado.
dem em c rtss com barra a 55>500 uin.
Creps pretoB e urancoB hodua padrSea, de 1)J000 o covade por 500.
Grranadine de seda, de 25000 o COVfto por 1)5200.
Eadapolo de 7(J0, C#X)J e 9)5000 .-. peca.
Dito franctiz (2 varas) a iOjJCOO a puya.
Cortes para cclletes de fustSo a 1)J5<)0 um.
Grande sort:~^nto da brins de -s as cores e precec.
Jersey para roupas de crianya e tenheras (novidade).
Cortes de vestido de cachemira a 25601 0.
Cortes de cambraia Lordcdas dfi loAiOU a 30(5000 um.
Merinos pretos para tedo prec> linos e lavrados.
Capas de cachemira lavradas para Seuhora (novidade).
Um saldo de merinos ce qnadro a 600 o covado.
Camisas francezas de 3#000 a 6'HX) urna.
Lindo sortimento de cortes para calca.
Lindo sortimento oe casemira para cpsacos da Senhoras.
Voilea de 13 para 1 $000 o covado.
Ditos de slgodSo grande sortimento.
Stamines de cores a 440 o covado.
Extracto ings: dos molcres fabricantes a 25000 o frasco.
Grande e lindo eortiruento de meius para Se horas, homens e creanca.
Panos de crochets pura cofa e eadeiraa
Fazei em caza
e cota grande economa
AVOSSA AGUA MINERAL
anloga is aguas n'u aes
COM OH
COMPRIMIDOS de V1CHY
jF'ditl
Angflic? Silva prepara com a mxima' profi-
cieocia enhoraa c criar.Qg, precos
mediros ; nc ra rio (.'Luga n 7, primeiro
andar.
ATKINSGN'S
white mn
O mals admirado dos pe rrtitw. Os ontros
can^am em quanto que a "liosa branca*' I
do A'UNriosi conserra-sc sempre Cram I
ATKINSuN'S
AGUA de COLONIA
Oom f*raa dcale ioiis scalo?, tom dado I
locar a urna profusie de iioir.v
valor. oipr<.gar so a de Atiinsn que I
a maia fina.
Vealea-sc em t.xa a part.
7. A X3. ATSNSON,
24, Od 3ond Strct, Londies.
kAVISO o roin
escu:''.-wul f amarello a marcado
1" con
e
^*.
sorsaturados cora agua das iontea
Gdl Grille, Clestins, Hpltal
Hauterive, S'-Yorre, etc.
PARIZ 11, Avenas Victoria PARS
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
sot CAPSULAS
Creosotadas)
fdoDr.FOURNIER)
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Ni Empqbqo de 9a.ru em 187$
xiJA-sa A basda DB
SAANTIA riHMAOA
i PtrsmbMw f ti BBWAi l PivyeiW CKU1C01
RIS*
Todos aquelles que sorreml
Ido peito, devem experimentarl
[as Capsulas dosDr. Fornier.|
Dtpoiitos m todit Se prlnciptes Pharmacias
do Brasil.
AME
CDM ARMAgAO E CORDA
38DaaA.o(srGos k ooe coDaoes
ices mi mu a grp sbh mm^
toja 9 Arm^2m n Eiirtlisn
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 5
Telephone n. 210
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44RA BA&0 00 TRIMPH0--44
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o SABO RUSSO para curar
Queimaduras.
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ContusCes.
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Empigens.
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Erup95es cutneas e mordeduras de insectos venenosos, etc.
A nica e a melhor AGUA DE TOILETTE, reunindo em si
todas as propriedades das mais afamadas.
VENDE-SE nos estabelecimentos de Pedro Antones & C. e
Rodolpho Antones & C. ra Opone de Caxias n. 63 e 66.
Eapinbas.
Dores rheumaticas.
Dores de cabeca.
Ferimc ,tos.
Sardas.
Chagas.
Rugas.
^5 AGRADAVEL
< Z Q Se recommenda como o melhor
remedio da sua classe a O H o
4 EltULSAO ^
LANMIN E KEMP
COMPOSTA DOS >
J MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES m
O combinados scientificamente e
H a todos os respeitos a melhor MI
Z prepara^ de ^
UJ _J < OLEO DE FIGADO DE O
BACALHAO COM HYP0PH0SPHIT0S 33 D >
n DIGESTIVO ^

^IfM Ifcv Belleza do Carao
?7#\Cil[I-=flSIS
B-J \9 y Ksta deilcada nreua-
m\Y m^LW ^^ racao, que nao olTe-
M, ^L\W f l'U'C I>'r,-">..:.i: '-..11-
ly ''^^m^T V-s *rv miwiilaiK p a
yJ-----^ Delluza.
J Duas a,>pllcacocsdia-
PRciji- r ras roiiwrvan a pollo ?2' t ^ o seu aveludadoe Tros-
. cuia.
rt 0 ^ *s 1 A^ Cura completa e rpidamente
Cietros,llaeh ' Minpiaeiis, h.*i>iniias. Siynaes
l' de *.)((vides, etc.
1 Deposito geni: Pharmu Inglesa de Ch. DELACRE
Brwtellat 1Blgica).
IVi.om:o em PernaHiburo:
COMPANHIA d DROGAS c PRODUCTOS OKIMICOS.
t1v\ta de Forea
> AKEUIA-CHL0R0SE
O FERRO
BRAYAIS
Experimentado pelos prfmeiros mdicos do mondo.
passa immediatamente na Economa sem oc^asionar
i incommotlos. H'Stitac ao mangue a sna edr, recons- ,
' tuiniio-o e dando-lhe o vigor necessario.
Desconfiarse das ImitacSes e Faltifieares.
Tods-se per lUci-o Paris.40 & 42,Rue St-Lazare
S (al TODAS Att FLURUAOJAI
Lleor depuraivo Yegetitl loda
do dv> medico tuintella
Este rotabilissimo depurativo que vem
precedido de to grande fama infallivel
na cura de todas as doencas syphiliticas,
escrofulosas, rueumaticas e de pelle,
como tumores, ulceras, dores rheumaticas,
esteocopaa e nevralgicas, blenorragias
agudr? e chronicas, cancros syphiliticos,
inflammacSes viceraes, d'olhoe. ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
moles':.'.- de pelle, simples diatheitcas,
assim cerno nc. alopecia cu queda do
cabello, e as doencas determinadas por
saturado mercurial.
Dao-se gratis folhetoa onde se encoc-
tram nuracrosas experiencias feitas com
este especifico nos hospitaes pblicos, e
muitoe attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz se descont em casa de
FARIA SOBRINHO & 0.
Roa Mrquez de Ollnda n. 91
ESPECFICOS
DO CFLEBIUE
Or. Humphreys lio Nova York.
F.m nso mal de SO annos, simple*. setEUros, effl-
i E6SS tratos. A venda as Drogaras e Phar-
i -'ncipaes e mals garaatlda do Mundo.
so. crii
I. Pi-brea, ConcrRto, IuflammaeSts............
.'.. h'i'bre v t'olirn causadas or Lombrlgas....
:.. Colicu, Choroe IsoraulaunsCrianzas.......
'. Din rrfaea de Criancas e Adultos..............
'.. I>j ^pillera, Ih>to* de Barrica, Clica biliosa
'. i "Icrtiir. C'olcr,i-3lorbo, Vonilos...........
. 1'n.w, i.'i.uttlpar.'io. KonquilOo, Bninchlie..
r do Orneen c de Cara, c N'rvralgia.......
i>. !>.. do Cabocn, Hnchaqiicca, \ ertigem.....
''>. i*i- iopk:i. indieostAO, Prlsao de Venoe... .
. MiiM'ri-siuoiiall'Bi'a. Escassa ou Demo-
rada..........................................
U. I.ciicoirhon, Flores Uranias. Rcgra prolosa
mi. Tos.-..-Ronca. DiRlculdadL-de Ilesplrar
:.i. Iloi-no-, Ennc6ea.Eryalpela..................
15. :theuniRMsiuo, r>ri.rp.cumallcs..........
}. Sozos, M:.u'lia,Eehro lnt^nnlitente.........
'.'. llemorrboi externas, simples ou sangrentas............
IB. Ophl hahBia, oilios rracos i,u lnflarainadoa.
a. i iiiai-ro, agudo t.n chroalco,Defluxo........
'4). C .me lucho, !is ispasmoillca..............
l. Aiinin. 1splrayH.xlinieiiltosa.................
- ..iM'iirtov-.to .Ion ..:. Barrotuliis, ::..h....~..-.s e Ulcera?.............
i l;<.iido KOi-iit, ..u Physlcfl ...........
.*_ Hy-lroae la.Acurau icocsflnldan..........
i i. o ai Si ii--:i. Voniltoj .....
~. ol-stiit^ ,ui'iui,riaH, Calculoij ou Peora
ua Bcitia...........................;
T Imuseaela. Dehllldade nervosa, i aloul..
a 'baara5nlin>m Bocea, ou ApMa
l.: wo oiuiweiui:'- du iiriua.uiulnar-so ua
Cania.........................................
'ienatraaeO* ioi.>a. prurito... .....
olestlaa do Corac4o, l'alplcac. .fle
!. s Kpyiepnia, Mal caduco, uottacoral. Halle de
<;. v'to.................................
tkerli 1..1 iii.illtiio de oarganta......
. ..ngestoea Chiouican, DrdoCabega....
: do Tir. Hiuniibreys, 144 paplcas sobrk
i.iidodccuriil a-,s.'dagrats,
o sell bol icario ou &
IIllIPiUtKVfi' MEUICINE t'O.,
100 Falten Street. NEW YOSK.
Deposito goial na Com: rrsd
e Drogaa o Productoi ohimicof.
S -
Approvade pels Illaatrada junta de
Bjgene Publica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSICO
de
Firmino Candido de Figueiredo.

I
r
;-
l
Empregado com a maior eflicacia no
rheumatismo de qualquer natureza,
em todas as molestias da fehe. as
ietcorrhcas ou flores Lraneas, nos
soffrimentos occasionados pela impureza
do sangue, c finalmente as flerentes
fimas da sjphilis.
Dse Nos primeiros seis dias um:;
eolher das de cha pela manha e outra
noite, puramente ou diluida em agua
e m seguida mudar- coin-
res das de .-"'a para os adultos e.me-
tade para as criancas.
Rgimen Os doentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos hanhos fros ou
momos, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO CSKTBAL
I Francisco Manoel da Silva & C.
Droguistas
23 Roa Marques de Olnda
Pernambuco
-

I
PEITORAL dk CEREJA
Do Dr. Ayer.
As eaferraidaiks mals dolorosns da rargan*
* soe pulmo.-s, ordinarlaiBente desenvlvein-ss,
do bor princliilo bases pequenae, cujas resalta,
008 nao sao duSceis de curar ee promptamente m
tratSo com o remedio cenventento. Os KettrX.
.vio as Toases dio reciprocaincute o resulrmli
or Lariiigiti-, AMhma, HroachiU, Alie*.
f so Pulmonar e a Tsica.
Todas as familias u,ue tem chuncas devem ter
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
era casa para o usar em caso de fnecessidado.
A perda de um dia, pede em multos c.wb
accarretar serlas conseqoencias. Por tanto nato
s deve perder tempo precioso, experlmentands
r.medios de eflicacia duvidosa, emquanto .i
2 enfermidade se1 apodera do systema c se arrai
profundamente, entio que se necessita tomia
acuse instante, o remedio mals eerto e activo ess
sen eteito, e este remedio soia duvlda alguia
0 rSTroUL DK CKREJA DO DB. Al Ui-
PBEFARADO PELO
DFL J. C. AYER & CA.
Loweli, Mass., Est.-Uuidua.
MKPosrro oerac
l$rta!
A Xova Esperanza vai por mo-
mentos interromper as amaveis leitoraa
as suas preocpeteles diarias, para enr
brarslhes que ha grande utidade em d
rigiese a ra Duque de Casias n. 63,
afim de proverem-se de qualquer artigo de
gosto e phantasia que constantemente re-
cebemos dos principaes mercados da Eu-
ropa e America ; dentre elles vamos dar
urna ligeira noticia para poderem avahar
o bom sortimento.
Lindas ceBtas com fructaB e florea para
adornos de salas e toiletes. Bonitos jar*
roB e jardineiras para flores.
Completo sortimento de papeie e envelo-
pes de phantazia.
Interessanf.es pastas phantazia para se
nhoras.
Finas camisas bordadas para noivas.
Vectarollas e loques, no\id;de.
Commodos espartilhos para senhoras.
Grande variedade de meias para senho-
ras, homens, criaejas e padres desde
maia pura seda ao maia .fino algodSo.
Licoreiros, Albuns, Candieiros e Bo-
necas.
Quadros bordados em papel de arroa
com imagens.
Brinquedoa de todo genero para crian-
DAS.
Amoadas bordadas para sala.
E muitos outroB artigos que a vista de-
aejarem.
Pedro Antunes k C.
63Roa fnque de Caxias-63
Alta novi4 Luvas a Mosqueteiro de pura sedas
para senhoraa receberam
Pedro Antu aes & C
63-Ra Duque de Caxias-63
Para E$ma$
Maias'para viagens.
Alta novidades em gravataa, punhos,
collorinhos e aberturas.
Pedro Antunes & C.
63-BnaDvpe de Caxias-63
Historia Universal
Vendis-se vinte volumes desta obra de Cesar
Cantfi, encaderoacSo nova de Lisboa ; no pateo
do Terco n. 2.3.____________________
MARAt.ii.HA CURATIVA
DO CELEJ'RE
Dr. Humahreys de Nova York.
A Verdadera Maravha do Sculo.
APPEOVADA E 1ICEKCIADA
pelel InspoctoPla Oeral de Hyglcne dr.
Iuiporio do Braz.
A ?lnr.ivllbc Cuvnt.va remedio tiromptc
para as Pisaduras, Machucaduras, coutusocs, Tor
deduras. Cortaduras, ou Laceraco^s. Allivlaador..
estanca o saugue, fas parar a blutmniacao. redus
& lnehacao, tira o descoramento, e fazsarai a ferlda
como por encanto.
A IUaiavii(:a fui .itlva S alllvlo promptos
cura rpida para luoimadura.=. :; ciildaduras, (
i^ueiniadura uo iSol, e 6 superior a qualQuer outrr
remcxUo.
A Mai-nTilhn f~Tira:iva d Impagavel
Codas as iler,- irroaalaSi seja do Xarlz. das Genglvat,
dos Pui.Ces. do toniugo. ou as licjiorrholuiAS oo
Aliiiorrelmascura sempre o nuncavullia.
A Moravilhn rorarivneunfillli-loprompti
Sira Or de Lieutes, ue Ottvjd js. da Face. NaaoSfl
a ace i
A BlaravH-.a Cura*Iva orecurso pmmpte
o pai a rheumaticas, Alcljao. UCr*
lgldez as .'untas ou Punas.
A fflaraV'iba Curativa 6' arando remedlu
para Esquinencia, Angina, inygdalss Icchadaso
luflammadas-seuipr? seguro, sempro; m. as
A Maravllba Curativa de moto .-atar
como injecciko |>ara o catarro, a Liuoorr hea ou a-
'lores Ur&ncas. e ourros exirrimentos debutaatcs
A Marnvlllin Cnratlva fi npngas-rt pa
curar Ulceras. Chagas anUgas, Apostenuis, Pana
cios, Callos, Frielras. Jometes c Tumores.
A Maravilhn Cnralivttfirrmedlnirorrpt
; ara Dlarrhes simples, e de DlaiTne3 cnroiilca-
A niaravilha Cnrativn 6 c-xeenstite na
r.streharas cavnllsrlcas. para rorc.Hiiujas, Dores.
Picaduras c Esfoladuras, ContuHOCs, Lacera^Jos. Kr
Sspecialidaaes do Dr, Eusrphreyr.
fiemedios ExpeciQcos,
t'ngaento Maravllhoso,
Utmedios Si pliilitioo-,
Remedios Vctoriuiirio-
O Matrcal do Dr. Humphreys 144 paginas sobre s
ii.nferiidda.les o mododacural -t ge da gratis, pede
tH SOtl u l Ul--" "U a
rjCMPUBEYS' paU>TCIKE CO.,
10 Pultuu Street, NEW Vi'
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rara veadas en groeso oa f*
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A' Boa Marque* de OUnda n. c
Acdam!!
A LOJA DO POVO
Vende
Cortes de vestidos brdanos, de linho,
Zephiro, e et mine, claros e escuro?, por
20,5000-
Cortes de vestido de cretoc* guarnec
do, com 10 metros a 56500.
Jerseys para oasacos de senhora e roa-
pas para creanca.
L2 pura a 60000 o covado.
Etamines para mosouiteiro e cortinados
oom 3 1 \2 palmos de largura a 200 co-
vado.


' r '!"


Diario de Pernambuco Quarta-feira 13 de Julho de 1892
AOS FUMANTES
Desejaes nf-n ter azia qunado fumaes?
Usae por alguna tempo os aprecia veis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, qn&r desfiados.
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Nacional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois di so dir-vos-hei se foi ou nao til o conselho. ^
Cumpre notar que os Hv'gienicos sao fraqu'mhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPERANZA situada na ra Larga do Rosario n. 21 A.
_________ Um apreciador.
Usa; tambem o aromtico
VMlJS
GIASGb
C. vestidos de brim, cambraias,
jersey,. 3 e teda para todas as idades,
tem grande sortimento.
AU PAUADIS DIS AMKS
Raa Baro daVtctorian 38
Sas
SABAO CURATIVO DE &UT
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa impidido ou curado
por o mais j&rande de todos os aformoseadores da pelle, o Sabio Curativo de
lieuter. Produza a pelle formosa, branca e clara e maos brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
labio para a pelle bem como do toucador, do banbo e do quarto das criancas.
clvela. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & Co, New York.________ ___________________
MEDICINAL
YPABA O
ETEL
Bi nca pretas e de i-ores Haas e ooxu
lavorss, rccebcu um esplendido sortimento.
Au Parad; Da mes
LANS '
Eu. cortes de vestido, ricamente enf si-
tados e em peyas /isas e coro desenhou.
AU P.IRADIS DES DAMKS
ZAROPE DE REUTER N
Como remedio daEstaco Calmosa, Pnricador dosangoe, diurtico,
.; aperiente, nenbum outro appellidado depurativo ou salsaparrilba se appro-
eima sequer aoXarope de Reuter n- 2. Combina quatro grandes proprieda-
xe- em um so remedia, operando a um tempo sobre os org&os digestivos, o
d ngue, os rins e os intestinos.
Absolutamente neutralisa xpulsa pelos canaes intestinaes, rins e
poros da pelle, os germens nocivos, jie flutuam no sangue, na urina e na
transpiracao
O MELHOE
PURIFICADOB
PARA O
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Figadj entorpecido cura-se positivamente com estas pillas. Ellas
sao um remedio purgativo livre de perigo para o bomem mais fraco, ta bem
como bastante activo para o bomem mais forte, e nao constipan depois; pela
t accao geral agrada a todos que as usam. S&o as diluas estandarte da pro
Emmo medica des Eitados-Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Quarentaem a
Bordados
Re 3 .crtes d~ vestidos de cambraia
bracea o em pecas.
_ ^ Pafli flas Pames
Elegantes
Espa: boa de seda ^ a de brim com
peluca tem.
Au Paradis des Dames
PARA
FIGADO
pur
TRIGOFERO DE BARRT
Urna preparacao elegante, extremamente perfumada, remove todas as im-
zas do craceo, preservativo contra calvicie e cabello cinzeoto ; faz o cabel-
lo crescer espesso, brando e hernoso. Infellivel para curar erupjoes, doencas
da pelle, glndulas e msculos, e cura rpidamente cortaduras, queimaduras,
feridas, terceduras, etc.
c.*i'TEiA. NSo genuino sem cada frasco ter a marca registrada
de Barclay & C, New York. ^_________________________
PARA O
CABEL
A PELL
depositarios DBSTKS PRODUCTOS.A companhia de Drogas doctos chimicos.
Ra Marques de Olinda n. 23.
Modelos inteiramente novob ao
Au Paradis des Dames
LEUuEb
_ chapeos de sol, recebeu um lindo
sortimento.
AU PARADIS MS DAMES
Buhar
soerior e conhecido panno tein
Au Paradis des Dames
C : de ssda e de 1?. de cores imper-
mei Vi is para senhora, recebeu o
A*. Paradis des llames
Cofre
NOVO ESTABELECIMENTO
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
e rendas de cores e pretas para senhoras.
G2r)C ^V j&^ jE*> Cj( o
de rencas e de palba para senhoras e meninas.
de palba de seda para crianzas
MI"
OS II FELTBD
para hornees rapases, des sabricantes FRANCEZE, 1N ir_..-_i: S E ALLEMAES,
CHAPEOS
de seda para horneas.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
Chapeos e capotas i
Ultimas novidades de Paria recebeu o
________LoBvre
Capas, jersey s e visitas
Gostos iateiramente noves acaba de re
wber
cortes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfeitadoB, tem recebid* ni-
amente #
LOVRE
Setas brancas, pretas e de
cores
Novos psdrSes e para grande eacolba
tendo despachadas nestea ltimos das
LOUVRE
Grinaldas, leqaes e chapeos
de sol
Oe phtntasias acabam de chegar para o
LOUYRK
Costumes para creancas
De todas as idadea encontra-ss grande
ortimento no
______Louvre
Qbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
Yendem-se
L a ipae la rus Imperial a. _9M*enm bon
'er r: :n)'e a-(sma3 ; qaem preten
de .. : -se ra do Sol n. J3.
1 r i,n i -r de p Iba para chapes de aonhoras e meninas.
E3NTCK3B.AJaaS
pretos o de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Florea,
Plumas. Aigrette? eGrampos
para <";hpos e outros artigos de fantasa.
Ra do Baro da Victoria el 42
M. LICIO MARQUES
Telephone d. 560
Vivam oc noivos COSTUMES .-; > -k S ^ S g E B-1 nn* S c - l CP. o ?- O (-5 r=r
o nacional de man -dioca i .. sea. 34-Madre dp Deas34 nbra Gitnar'.t; & _obrino
TECDOSDE PHAN-
TA8A
Sendo impossivel de se deecrever a
grande variedade de tecidos de diversas
cualidades proprios para a eatacSo actual,
oga-se ao publico em geral e principal-
beato s Ezmas. familias a finesa de vi-
tarem o
LOUVRE
Etua 1/ de Mar9o n. 20 A
Francisco Gu.-gel & Irao
TELEPHONE N. 158
Em tamanho natural pintados a Oleo e a Crayon com linda moldura dourada
fina em alto relevo e cordScs com duaa lindas borlas de 1S e seda, tudo
POR 35:000 E MAIS PWS
As Ezmas. Familias devem ter em sua salla de visitas RETRATOS de seus
parentes e amigos ntimos em lagar de vistas e paysagens que nSo tem recordacSo
algnma, e pelos procos mdicos que custam os RETRATOS muito fcil se obter
dirgindo um pequeo RETRATO em cartao de visita, nao importa que seja antigo,
basta diser a cor dos olhos e do cabello para chegar um RETRATO muito perfeito
e a contento de quem eneommendar.
Queirm ver a exposico de retratos
61Ra Duque de Caxias61
LOJA DAS LSTRAS ZOES.
Onde se recebe- encommendas ; as pessoas de fora da cidade que desejem
encommedar algum RETRATO em tamanho natural podem remetter as phothogra-
phias em carta registrada ao agente geral em Pernambuco.
rOSlfe JLT_TG-XJSTa 30GC.A.S
DE
Ri i Harao a Victoria 65
oja de quadros
y .- -r,-! avies sob ."e'i; cume-
ros- 9_j sortimento de pelli
cas de rfievretux, do omeira. r.nlidade
de; etc. etc.
II-UII-JH -!
fi ira
EDITAS
4. HALBMIISSON
Lisboa Bahia Pernambuco
R. do Palaci? 42 e
R, Garrett 54 R. Conselheiro Dantas 17 R. Barao da Victoria 9
Esta CBsa est montada em condicSes de satisfaser promptamente toda e qnr,l-
quer eccommenda de luvas de pellica e suede, para o que tem um completo sortim n-
to de pellcs de variadiesimss cores e da mais fina qualidade, alem disso dispSe os
mpchitiBaios mais aperfeisosdos at ho|e nesta indastra.
9RA BARO DA YICTORU9
POR
oesupado pela administrado, poniten-
ciiirip.
Alii encentraran! um guaria-ga!, que
l/n SffiJiQj|/;. -depoia de trocar algumis plavras com
S^jg 'o ofV I ,?c.imbido do alojaaento do poli-
ca, abri um porta.
Desceram alguna degros.
Florimoud sentio que o deisavam cahir
em chao muito hmido.
E-t 11 rgalhado em profunda escu-
ridSo. Comprehendeu todava que acha
va-se em rtm* das cellulae de3t_adas aos
rebeldes.
Percebe: que alastavamee os que o ti-
nham cenduz/ido disendo :
Vao d sal o primeiremene que pas-
ee a sua colera e dentro de rlgumas horas
virSo buscal o para passal-o ao martenite
Vomcs agora prestar coritas da nossa mis-
sao ao Sr commandante e receber as suas
PE0KO DE Ol^CELLE
j4 C: o-.
II
A 0DY3SKA DE FLORMJXD
Poi ir. sea seu monologo in-
timo p fi q^ Iba asseaturam
dfs oo ; ao grito :
p, patifeJ... Ao mes-joru-jOB.
mo M a e levantavam. j Tornara se a fecbaf porta, nao ae oo-
Florimond comprehendeu qtte haviamiv0 mE;b 0 bf.rulho dos pasaos,
cheg Florimond ficava b.
C m de ador acostumado *\ ApeB-r da Ba coragem e do seu eterno
esqu;cc rubiamente tado oque estra-j_,om humor sentio entao um estremeci-
nho M sea el, desda que ouve a dexajuj^nfo e terror,
que fssigrla a sua entrada em acea, j O martinete !...
abandono:! desdo logo as anas teflesSes: gta palavra soava-lhe aos ouvidos de
MMOMI i-.ipnfsnoamente acompenhou mo_0 iaBtro
aque !c p^rsonagem. Sabia o que era esae atros supplioio.
T i-so o ebrio que na^s compre- Assistira um da a urna esecusao d'este ge-
hena ouve e obedece, nao importa Qer0i
a que impulso, balbuciendo palavras inco- jj0 bouleverd da lhia de Nou, todos os
herentes | gales, cada um diante da sua/oellula, for-
Fi r'u.i'M d desceu para um bote como, mavam alas. /^
se fesse nm ardo, mas nao deixoa de ba- m urna das estremidades achavam-se
ter 1 he o cora^So ao vev que a leve em 08 soldador da guarni^ao com as espi
barca cao dirigia-se para a penitenciaria dafgardflB carregadas ; em outra os guardas
ilha Non, / |e 0 condemnado.
Nchani autoridade achava-se all para Um rufo de tambo: annunciou que ia
recebel-o. 0(>_0e9ar a execucao.
Aquellos que o acompanhavam condu- _)0ua carrascos, esoolhidos entre os ga-
siram-n^o, rao obstante como quem co-]8 baviam se apoderado do paciente e o
nbece os hcaens, por detrs do edificio tinham laucado bruscamente em um banco
collocado para eate nm, onde o amarraram
com a maior seguranca.
'Depois, assim deitado de barriga para
baizo, tinham-lhe tirado a caica.
Tii.m entao os dous homens em auas
maos o instrumento jde tortura : um mar-
tinete de guaiaco de cerca de ciccoenta
centmetros, com cinco trancas de Corda
branca, chatas, de um centmetro de lar-
gura pouco mais ou menos, alcatroadas e
com pequeas bolas de chambo na extre-
midade.
Um dos incumbidos da applicaoao da
p -na, levantara o braco e deizra-o cahir
novameuto com fora, gritando : Um !...
Houvera meio minuto de parada.
Depois o outro dra a segunda martei-
lada rep-tindo : Dous!...
Logo s primeiras martelladas, o man-
gue jorrara e a carne vora em pedacos
O desgranado torturada soltara um lon-
go gemido, despedacador, ininterrumpido,
que terminara muito antes da ultima m.a_-
fellada, pelo desmaio.
Florimond senta fri at a medulla
pensando em tudo isso.
Esta va elle destinado a soffrer este sup-
plioio ?
A le i de mil oi tocen tos e oitenta e tan-
tosnao se rec rdava mais da dataurna
lei recente abolir essa pena. Estava cor-
to d'isso.
- Mais ha lei em Nouma ? pensava
elle.
dema'8; de que era culpado ? Porque
o pnciram ? NSo havia (fgido. NSo es-
teva condemnado.
Havia de ezplicar-se. Reconheceriam
bem que nao era elle e individuo que que
riam punir...
Mas, ezplicar-se hiam antes ou depois ?
Paasam-se cousas tao extranhas n estas
colonias !
E' axioma da disoiplina que se deve
Attemjo
Vinho verde de prime ira
qualidade
Chamamos a aitencao dos apreciadores e do
respellavel publico para este vinno especal e de
primeira qnalidade, escolhido na Europa exprs
smenle para o noaso armazem ; o qual vende-
mos pelo diminuir, prego de 800 re. a garrafa o
9/500 a duzia.
iiRoa do Caboff
OAQUIM CHRISTOVAO ft C.
Barato
Vende-se barato umR col-
leccao de 40 ps de c^otons
grandes e muito b( nitos, to-
dos bem acondicionados em
vazilhas : quem pretender
diiija -se a Olinda, Ladeira
da Ribeira sobrado n. 28
Marca excelsior com 150
kilos. Vende-se ra do
Bom Jess n. 12.
Costa Cazeiro& C.
primeiro soffrer o castigo infligido sem
murmurar se quer, o reclamar depois.
O pobre rapaz, verdadeiramente aterro-
rieado, tentou sentar-se.
As cor das com que estava amarrado er-
travam )he as carnes e fasiam no soffrer
horrivelmente.
Achava-se incapaz de refiectir sobro o
quer que fosBe, aterrado, pela apprehen-
sSo do suplicio que o ameacava.
Todava um pensamento surgio-lbe no
cerebro.
Si eu nSo estivesse aqui, seria o Sr.
Roberto quem agradara est execuc'o.
Elle tao innocente como eu. E, eu
creio, quando ha verdadeiro reconheci-
mento por alguem, cumpre provaHh'o.
Um tanto animada com este pensamento
consolador, o comediante ambulante ro-
appareceu logo, e teve um meio sorriso
acrese entando com sigo mesmo.
Quandj aahir d'aqui, poderei faser
ao natural a sceoa da tortuca da Rninha
Margot.
Um retintn d'armas e um barulho de
pasaos chamaram-no otramente reali-
dade,
Viuham com certeza buscal-o.
Abri-se a porta.
Um guarda-gals penetrou na cellula,
desatou, na sombra, sem proferir urna pa-
lavra, as cordas que prendam Florimond,
depois com aspereza :
Vamos, levante-se l..
O comediante obedecen.
Pelo menos ja se desimpressio
nou ?. .
Sim, respondeu com desanimo, mais
morto do que vivo.
Venba !...
Empurrava-o para fra no meio de urna
escolta de soldados de bayoneta callada.
Mas, ao chegar claridade, o obefe des
guardas voltou se para o prisoneiro e re-
pentinamente estupefacto:
CABDOSO l IBMAO
Kua Baro do rriumpho ns. 100 a 104 e rus
doVisconde de Itapanca ns, 22
j%. jB G X J? jS
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 3 cavallos dos melhores fabricantes
CALDEIRAS multitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferr batido cravadas caldeadas, fundido de todo3 os tmanboi
SRODAS'AGUA pera cubos de maaeiia e todas de ferro.
ODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamaitos.
CRTVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronse.
UHDMACEIRAS parafusos e o mais que se opsa desojar para engenhos, str
ai de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machinismo tanto de fer
andido como batido- s.
EN "ARREGAM SE de mandar vir da Europa por enccmmenda, medite urna -
oommissao rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Uaj
oas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meamos e responsabilisanuse polo bom trabalh
o que tem um hbil engenheiro ingle* muito pratico, alm de dos um dos socio
a que tambe engenheiro.
-iIi^mm_- ,
Mas nao s Dasrosches exclamou
com a maicr sorpresa.
Nao teho esta honra, s?nhor, res-
pondeu Florimond, comprehendendo que
o momento decisivo havia chegado, e rea-
nimando-Be com toda a sua coragem e in-
teligencia. ..
Quem s entao ?
Eu, senhor, son Julio Florimond, ar-
tista dramtico, e o meu nome mui van-
taj jsamerje conhecido para que en sinta.
confesse-o, certa e justa vaidade em pro-
Ducofal'O...
Se nao s o condemnado Desroches,
o que tases aqui eiitSo ?
E' exactamente o que pergunto a
mim mesmo.
Como ests ahi ?
Ignoro o absolutamente.
De onde vieste ?... De onde sa-
histe ?
Senhor, bou artista dramtico, tive
j o praeer de diser-Ih'o... Depois ,de
baver apresentado o estandarte da arte
francesa atravs dos continentes, quis tor-
nar a ver a Franca. Hoatem embarque!
no Morbihan, navio vela que regressava
para Marselba. Estava a bordo s qua-
tro horas da manhS. Como son muito su-
jeito a enjSo, me haviam aconselhado, para
evitar as auas consequencias, que bobease
e comese muito antes de partir. Pus em
pratica o conselho com consciencia, exa-
gerando talves mesmo um pouco a dse,
de modo que as bebidas fortes, a que nao
eBtou habituado, em embriagaram um pon
oo, creio. Logo que cheguei a bordo
adormec e depois de um horrivel pesadel-
b, despert i aqui em um calabouco onde,
com o devido respeito, eu fasia as vezes
de Buridan na Torre de Nesle. Gritei
logo como elle. Margarida! estas cor-
das me fasem mal 1... Mas Margarida
nSo estava all para desaman-al-as L..
Os soldados de guarda, os guardas ga>
los, encaravam muito admirados esse in-
dividuo que perorava, tentando fazer ges-
tos com os bragos acorrentados, e cuja
pbysionomia exprima tal preoecupaelo,
que a nSo aer a gravidade das cirenmstan-
cias, teriam arrebentado de rir.
O chefe des guardas, com as sobrarce
ibas contrahidas, torca o seu bigede gri-
salho, dominado evidentemente por nma
hesitajSo e urna preoecupagad completa-
mente naturaes.
Dava tratos imaginacSo para encon-
trar a palavra que exprimase tal situagao,
qne para elle era um verdadeiro enigma?
Tudo isso nao est muito claro, cisse
emfim. Todava nao roconhe$o Desro-
cles, tenho-o tdo ao meu alcance. Est
bem certo de nao ser um dos seus oum-
plices ?...
Cmplices de que ? De quem ?...
Mas nunea ouvio fallar de tal Desroc es,
O que elle fasia Era um artista!...
Era um gal que se evadi hoje, e
acredito que o senhor conhece mais o que
diz respeito a elle do que apparenta.
Mas d'onde diabo quer o senhor que
eu conheca essa individuo?
Provaveimente !... Veremos isso...
Emquanto espera, entre novameote ahi
para dentro. E' preciso que v ver pri-
meiro o Sr. commandante.
Mas, senhor, nao comprehendo....
Quem est lhe pedindo que compre-
benda ? replicou brutalmente o chefe dos
guardas emporrando CDm energa Flori-
mond para o interior da cellula, cuja por-
ta elle mesmo fechou cuidadosamente.
A este argumento o artista nao teve
nada que responder.
Assim fez, ao passo que os soldados e
os guardas ae retiravam e o chefe murmu-
rara :
(Contina )
Typ. do icario, ra Duque de Caxiaa a. ii
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