Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19673

Full Text

," I1

?
AWKO IfXXI
Quarta-feira 25 do Bez^mbro de 1895


m tircito ;m;
PSOPEJIBJlBI BI I&N03SL i?IGiBIZBe& 83 F&SI.& & FiLaes
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO DANDEIRA E ACCIOLI DE VASCOXCELLOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis niezss adiantados.
Por um anno adiantado
Nunrerj avnlso do mesmo da
8S000
i5$000
30000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
O Srs Mayence Favre & C, residentes em Pars18 rae de
La Grange Ratelire
E na Capital Faderal O Syndicato Internacional de publicidaij
A
PARA OS LUGARES ONDE
Por seis mezes adiantados.
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avulso de dias anteriores.
PORTE
M
H
161500
331000
^000
00
Aviso

Segundo a praxe seguida desde
alguns annos, passamos a offerecer aos
nossos assignantes que mandarem
abonar um anno adiantadamente de sua
assigr.atura, at o dia 3I do corrente,
a escolhit dos livros constantes das
duas series abaixo ; sendo da primeira
um s volume e da segunda dous.
A Empreza.
Pritueira serie
J. C. Machado Mil e urna historias.
A. Pimentel Idyllios dos Reis.
A. PimentelO que anda no ar.
A. Pimentellbum do ensino uni-
versal.
J. C. MachadoLisboa de hontem.
H. Balzac-0 inverso da Historia con-
tempornea.
Guiomar Torreso A comedia do Amor
Segunda serie
Os companheiros do crime.
O romance d'um autor dramtico.
A mestra.
Joao das Gales.
Lili Tutu Bibette.
Joanna d'Armaillac.
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
Urna mulher perigosa.
Um drama as minas.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Aventuras de Tartarinde Tarascn.
Pedro e Joo.
Sergio Panine.
O Sonho.
Sror Philomena.
Medico Assassino.
In Memomm (lbum do Infante D.
Henrique.

Telegrammas
?
SHVIgD PA^TZCLAB 20 BIASI3
Rio de Janeiro, 23 de Dezembro,
s 5 horas da tarde (recebido na estaco
s 9 horas e 40 minutos da noite).
Foi creado um batalhao de artilheria
da guarda nacional no municipio de Na-
aareth desse Estado; e corrente que
esto feitas muitas nomeacas para a
mesma do mencionado municipio.
Assumio o commando das forcas le-
deraes estacionadas no Rio Grande do
Sul o general Savaget.
A ordem do dia que publicou, foi do
agrado dos Castilhistas.
O general Galvao aqui esperado
, amanh.
A convencao federal elegeu seu di-
rector o Sr Francisco Glycerio, e seu
secretario o Sr. Delphino.
Consta estar removido d'ahi o es-
riptu'irio Pire?, vindopara a Recebedo-
ria o Sr. I ulio de Miranda.
Ofew'York, 22 de Dezembro.
E' imn.nso o pnico que domina na
Bolsa.
Os mulos americanos tm cahido con-
sideravelmente : e os negociantes ingle-
zes tm soffrido grandes prejuizos.
Rotschild retirou do deposito em
que tinha em Bancos de New-York cinco
railhes sterlinos.
O Sr. Cleveland vai solicitar provi-
' dencias ao Congrcsso para que se evite
cssa exportago do ouro.
Londres, 2i de Dezembro.
A Pall MaH Gazeta ^ affima, que a
Inglaterra reconhecer os direitos de Ve-
aezuela, nao obstante a attitude do Sr.
Cleveland.
A Italia offereceu sua intervenco
para conciliar os espiritos e assim evitar
e conflicto anglo-americano, que se ma-
nifesta imminente.
S. Persteburgo, 2i de Dezembro.
O jornal official tNorvoii aconselha a
luropa que evite o conflicto com os Es-
tados Unidos da America, pois ser o
facto urna calamidade universal.
Esse coneeito do orgo do governo
russo impressiona vivamente a opiniao.
Rio de Janeiro, 24 de Dezembro,
as 4 horas e 30 minutos da tarde (rece-
bido na estacao s 6 horas e 35 minutos
da noite e entregue s 6 horas e 5o mi-
autos),
Foi sanccionada a resoluco legislativa
que creou delega cas f\scaes nos Estados.
O Senado votou o orcamento da re-
ceita, approvando a emenda do Sr. Joo
Cordeiro, que isanta da imposico o al-
cool e a agurdente fabricadas em usinas
agrcolas do paiz.
A commissao de orcamento da Cmara
regeitou a emenda do Senado que redu-
zia a consignaco da Central do Brazil,
votando se afinai por 2(3 o orcamento do
interior.
Xew-York, 23 de Dezembro.
Continuam as fallenciasem consequen-
cia do pnico, cuja extenso cresce e dos
enormes prejuizos resultantes da baixa
geral dos fundos.
O povo enthusiasta e bellicoso exalta
a mensagem do Sr. Cleveland, que acaba
de assignar a lei referente a commissao
de limites em Venezuela.
Edisson possue engenhos de guerra,
que offerecera ao governo, caso declre-
se a guerra.
A opiniao publica proponde ja por urna
soluc&o pacifica.
Em Calmena, na Havana, consta
ter se ferido grande combate.
No quartel general guard -se a maior
reserva k ivspeito do resultade desse
combate.
Londres, 23 de Dezembro.
Os titulos brazileiro3 pnssararo ainda
por nova oacillacao, estando otados a 61.
O clero da America acaba de tele-
graphar ao d'aqui aconselhsndo calnn.
Os inglezeg esto revolvidos a reti-
rar dos Estados Unidos quanto all pos-
suem.
S. Petersburgo, 23 de Dezembro.
Os banquearos nossos aoxiliam as pra-
533 americanas, por onde fazem remassas
de fundos.
Confirma-se s noticia ja transmita-
da de agir a Russia d accordo com os
Americanos, caso seja declarada a guerra.
DIARIO DE PERNAMBCO
RECIFE. 25 DE DEZEMBRO DE 1895
Dia de Xa tul
E' boje o dia em que o inundo ebristao, reve-
reotemeot 1 curvado, e do jubilo expansivo d'uma
alegra p:netraote, como que inslinctivamente
ligando as tradicOes do passado,.que, como urna
grande cadeia atravz dos seculns mantera o
peso dos grandes e prolun ios myslerios das
suas crencas ; veste-se de galas sinceras, estre-
mece de.urna commugao innocente ; o na grai-
de syotbese que fermaram os nossos aotepas-
sados, e que perpetuase pelas geragoes, v e
tuiuro, resplandecer entre os veos da estrella do
deslino, que, aleta dos umbraes escuros e tene-
brosos no nada, moslra anda urna existencia
que comeca, quau Jo a eutra extiogue-se como
os reflexos do poenle, que nao desapparecem,
sem deixarem urna esperauga na aurora do dia
de amanba.
A grande sjnthese representada pelo cliris-
tianismo, nos augura, alm de um destino
transi'orio, e aps urna vida material ctieia de
cent gencias, males, e privagoea; outro, em que
o ser surge gloriflcando-se, qaaado a crenca na
Divindade.ea observancia dos preceitos da sua
religiao eieva-o a eterna regiao, onde a luz
transparente, deslumbrante e etherea mergulha
os espiritos que continuam a viver serenos e
poros, radiantes de gloria e de amor.
A iefraegao da lei natural e divina que tirn
o homem nos precipicios das paixOes revoltas,
contrariando os fias de sua propria natureza
esta incompatibilidade declarada entre o ho-
mem e o sen creador, segundo os principios da
Igreja chista; vieram desapparecer pela ioter-
posicao do Cbisto, fundador da religiao que veio
irazer as grandes revelaces sobre a condicao
do bomem ao mundo, levantando-Ibe o pbanal
que o devia guiar no ocano revolto da vida.
E a burtanidade recebes-o marlyr do Golgo
th, como a estrella da sua redempgao, annun-
ciaiia desde loigos tempos, como aqoelle qne
trazia as suas raaos anglicas a aurora que es
pelhou ne mundo, arrancaodo-o das primitivas
treva?, quando ella achava-se desemeaminbada
na grande noite, comecada nos desvarios do
Edn, e proseguida at as claridades do Sinai,
que obscureceram-se depois, quando o bomem
disvirtaava-se, e como qua careca de fortalecer
a crenca, ou obler o deseovoivimeoto de que ella
precisava, para dar-lbe meihor comprehensivo
do se destino, e esclarecimentos completos so-
bre a religiao qne professava.
Emao, quaodo o Hetiiaa annnnciado, sobre
urna pequea ermida, D'uma insignificante
cboop.ina, nasce no seio desta humanidade. pela
qu 1 devia raorrer, na histrica Belm, consa-
grada a memoria e a veneraco dos povos chris-
taos; como que o infinito parsonalisara-ss
o'otna creanga recemnascida, e deixava em tor-
no d'ella desprender se a aureola luminosa que
ia subjugando o coragao dos creles, vendo o
lago inquebrantavdl do co com a trrra, do es-
pirito com a materia, tomar a forma a mais su-
blime e eloquente que devia unir todos os in-
dividuos, como um s corpo, todos os espiritos
com urna s alma, fazendo reflectir sobre a tr-
ra a face de urna eternidate crystalina, que se
esconde alm dos limites d'uma vida espheme-
ra, em que s um ligeiro vislumbre dos mundos
de alm reflecte-nos como um hgeiro brilho das
esper;>oga8, das creogas, que o genero human o
conserva no sacrario da sua consciencia.
Tal foi o effeito que a apparigo do afessias
occasionoa do mundo.
Taes foram as crencas que formarara-se na
consciencia de centenas de milbes de indivi-
duos.
O christianismo rompen as trevas do antgo
mondo, domioou parte da Juda, onde a re-
ligiao judaica que elle vei) reformar, perseve-
rou do espirito iDlraosigeote do povo, que
recebeu o Christo como um impostor, um
infractor das leis estabelecidas pelos doutores
da sua igreja,e naoaceitouaorigemque elle di-
zia ter, uem admiltio-o como teodo recebido de
Jehovah a grande missao de regenerar o hu-
ra m.
A humanidaie recusou potao a grande epo-
pa de suas futuras crengas; nSo acrediloo
n'este prodigioso favor do infinito ; e a imagem
do seu implacavel e invi ivel Johovah, avivoo-
se em sua ^imagioagao,] como um colorido que
nao poda harmouisar-se cora o sereno clarao
da nova crenga, em que o eslreitamento de ho-
mem com a Divmdade, realisava se como urna
encantadora visao, como arrebatadora perspecti-
va de delicioso rovsterio, em qne a misericordia
do Poder Infini o cobria com a diaphana luz de
celisliaes encantos o ser fraco, e desenca.ui-
aado na sua peregrinagao vacillaote airavez
as idades, que succedendo-se, traziam-no ao
parto destinado; onde, oao es troves ameaga-
dores do Sioai moetravam-lhe a Ierra da pro-
missao, libertando os cr. nit-s da oscravidio dos
egrscios; mas onde rasgavam-se os grandes
veos que toldavam-lhe os horisootes, e abriam-
se-lhe outros caminhos para a realisaco d'um
novo ideal, vivificado pelo esplendor de novas
esperanzas.
A aurora faguiira que brilliou sob a face do
mundo; a epopa divina comegada na singelle-
za encantadora da choca de Belem, doce como
a estrella que guiou os magos no deserto cami*
oho por onde seguiam, aununciaodo o nasci*
meoto do Christo; e acabada as alturas esca-
brosas do Calvario, as agonas do bomem
Dos, qne arrajeoo o ultimo suspiro com a co-
rda do ruariyno na fronte, coberto desbagas, e
com as maldigdes da multid&o que apostropha-
va-o; deseobaram anda o profundo.abysmo le*
yantado entre o finito e o infinito, quando ao
mesmo lempo figurouse a mais sublime Jen
uficagae.
A concepgo elevada d'esla religiao de amor
e dogura, foi a mais grandiosa e edificante, su-
blime e a rehala ora que podia crear o espirito
humano, 00 seu vo para as eternas regioes on-
de procura devassar os impenetraveis myste'
nos, em que mergmham todas as existencias.
E n'este eterno suspiro atravez os seculos, em
que c homem procura Uxar a estrella eterna e
enigmtica do destino ante as ruinas que sa ac-
cumulam oa sua jornada, deixando a'.raz os ves-
tigios de milboes de seres desapparecidos, de
cidades sepultadas, de imperios eobmergidos
como ondas qne soben) para depois mergulha
rem as profundidades dos ocasos que levan-
tam-se ao lado das auroras que morrem suc-
cessivamente nos dias, dos aaoos que se aceu-
mulam, representando 0 quadro perpetuo da vi-
da eda morta, da alegra e da dr; todo figura
a etarni lade da vida e da morte, da illusao e da
f imperecivel, e finalmente a real objectiva-
gao das creogas e das aspirages ardentes do
ccragao humano.
Nenhuma outra religiao encerra am quadro
tao che.o de sublimida Je, desenba urna tao bella
e arrebatadora imagem da grandeza humana nos
seus attribuls mais uonres, formando urna Vas-
ta cadeia de seres, como um s corpo que vibra
em corda* sonoras e estridentes a immensa can-
gao do amor, da regeneragao, da solidariedde
de um destino que prende as suas vicissitudes
todas as existencias ; quer dos encantos da ale-
gra que fal-.is estremecer, desde a infancia co-
berta com as palmas floridas da innocencia, at
a velbice d'oode fogem todas as illaaOea; quer
oes grandes gemidos das dores eructantes,
quando o puobal das infelicidades trasp ssa os
coraces suecumbioos no veo das tristezas, do-
minadas pelos desalemos, n'uma queixa inex-
primivel contra os males irreparaveis, pan os
quaes falla o lenitivo, o allivio, na exacerbagao
us grandes desesperos.
E no balsamo santificador no qual o christia-
nismo prometa consol para todas as magoas,
etperangas para todos os infortunios, perpetua-
ge um cant- de aleg'ia e de dor; formase a
sublime irradiagS> d'esta aurora fulgente que
as nianbs dos creotes resurge, e no dia da
(boje aprimora-se com a grioalda de todos os
'encantos, com os sorrisos da bucoanidade sem
pre reoasccnie ios devaneios das suas creugas
imperenveis.
O dia de boje para o universo ebristao ex-
pleoddo e cheio de coromoveotes impressOes; e
ao seu primor, d'oode despertam-se ruidosas e
profu idas alegra?, as expanses populares,
abriga o dourado leixe das IradigOes do Golgo-
tha, que como percla radiante airavessa a noite
mysteriosa dos se potados o. tu a^ tuao. qoo ,
o governo a abrir ao mioierio da torra croil- ?a'mPi(' a? t h f qt A KVerD? iac?-
tospa-.aes a. a s-mma de 14000:000*000. L K, ,?i 8?ia f8br,C* 6 Ml*aio'
senoo 12.8i7:91M3'0 p-ra eccorrer as despezas ,eA,^.ia..I,,0_"i,i,L
ex r.ior -manas, |a recoohecidas. com o exerclto
MUTILADO
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de I'er-
nanihneo
E3SPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCfO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBCO,
DO DIA 23 DE DEZEMBRO DE 1895.
Empreza do Diario dt Pernambuco, pedindo
pegamento da r.onta proveniente da impressao
de 1,000 exemplares do' resimeolo de cusas
judiciaria8.Deferido com orncio d'esta dala ao
secretario da hazenda.
Bacbarel Jos Cavalcanle da Costa, pronrtor
publico do municipio de Taca at, peiado pro
rogagao de licenga. Como requer.
Rodolptio Maooel Gomer, sentenciado, pedin-
do providencias no en ido de qje os autns de
seu processo em grso deappellagfio subam o
Superior Tribunal de Jusiigao Sr. Dr. juiz
de direiio do municipio de Gauelleira para n*
formar.
Bacharel Felismino Norberto da Cosa, pro-
motor publico do municipio de Taquaretioga,
pedindo exonaragao por ter sido Romeado juiz
municipal do termo do loga, no Estado da Pa-
rahyoa. -Como requer.
Juao Carneiro e Antonio Jor Carneiro, sen-
tenciados, pedindo per.io.--.'O Sr. Dr. sub-
stituto do procurador geral do Estado para que
se digoe de informar.
Antonio Flix da Silva, sentenciado, pedindo
cerli'o.Ao Sr irector do presidio de Fer-
na do para eotri-gar ao peiicionario a cerlidao
junta.
O porteiro,
C. Moraes.
?
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia 24 de Dezembro de
iSgs
Antonio Pensado de Oliveira, Francisco dos
Santos Neven, 'Jos Joaquim dr.Carvalho, Jo&o
Manoel de-,Souza, Joo Rodrigues de Honra e
Maooel Colago & C. Informe o Sr. Dr. sub-
director da i,u-.Hhilidade.
Antonio Carneiro Meira de Vascoocellos. *o
Sr. Dr. fub-direclor ua.ootabilidade para man-
dar escripturar.
Francisco Antonio Lopes.A' Srgao do Con
ten loso para sea contiec ment e devidos fins.
Vctor Neasea Diga o Sr. Dr. p ocurador
Bical. r
Antonio da iiv'a Cooto e Manoel Fraocisco
dos Santos.Informe o Sr. Dr. administrador
da Recebedona.
O PROTOCOLLISTA,
Francisco Militino Ferreir*.
DE PERNAM-
RECEBEDORIA DO ESTADO
BUCO
Despaclws do dia 24 de Dezembro de
rSgs
Jos de Barros da Penba, Thomaz HeBrique
Carneiro de Alenla, Angela Mara Dias, Tho
maz Bezerra Cavalcanle, Mana AUuusta Jorge
de Souza, Germana Mana de Seuza Wanderley,
Jos Rodrigues d..s Santos, Elvira Halliday da
Cmara, Maria Fran isca da Conceiga Anna
Anglica da Fouaeca Silva, Joao da bllvoira
Borges Tavora e sen filho Amos da Silveira
Borges Tavora.Defeiido.
Jos Ferrelra da Costa Djmingos Feroandes
& C, ADaoias Googalves Loimbra. Informe a
1." secgao.
Antonio Fernandes Pereira Braga, Joao Jos
Joaquim de Santa Ai-aa, Vicente i-'erreira da
Cosa, Betto auoel de Castro Amaral.in-
forme a 2.* secgao.
Candido Jos da Silva Guimaraes Jnior.
Certiflque-se.
Victoriano Mximo da Cruz. Informe a 2.*
secgao.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
e corpas patriticos no E->ta do Sel .- o salao 1.152:0774500 para a liqoi la-
cao das que forex veritic exercicio.
Depois de orar o S-. Leite e Oticica mcer-
Alm da fabrica nada proiuzir, seoo proje*
cus. estes meamos ricam ma>8 caros a nacaa do
que se os importaase. parecende-lbe mais nm
uintio de fllooies que entre oot.-as coosas.
Pica adiada a discbso pela bora, levantan*
do-se a tesso *s 3 l|2 horas da tarde.
No ala 12 fu i'.c oqcu sob a presidencia do
'oo-ee a dlscusao, ticaoiio a vutagao adiada por r\. \M.nr.a. vr------'-- "~" T r"
falta de numero legal. Dr. Maooel Victorino a 17." sessao.
Fot eocerrada sem debate a discussSo da pro 2n .,ppr0-*? 0a ,ct" da 8e8'a an'
pos.gao que reforma os estatutos da escola ooly- ten" e,.:" "pe'le:,e .
tecbn.ca e do proie:lo que p-ov.dencia atbra ai JSSST^lIT^l ?6 '* Se'!rDS Vieira'
vagas que se derem no Consresso N.cicual. ^B .- ^ i?(** ?e fe" de m'
i votagao hcou aduda por falta de numero "" _*"J"d eo"or Ottonl.
leKal r l Kxc. comecoa por loa va r o procedlroento
Designana a oriem do dia, levantou-se a sea-' ?Wpait.oOnoaaao com qoe se boo-
saj s3 1/1 oras di tarde. 12*Z?\d,^?8_9.!..do opSneDio. Se todos os
No oa 10 toacclonoa a 170* seesSo sob a
presideocia do Sr. Dr. Maooel Victooo.
Llda approvada a acta oa sessao anterior,
o Sr. Io secretarlo leo o expedieate, cuja Dora
foi occop-da pelo Sr. Joao Barralho que fea os
tragos blog apnicos do conselheiro MacUado Por.
Klia pedio que se laogasee na acta da seseao
um voto de petar pelo faileu neoto do lllusire
cidar.o que tantos ter .igos presloo ao paz.
Passaodo-se a ordem no dia entra em discos
sao a proposigo da cmara qoe orgaoisa a cor
dales no Longresso segaissem o mesmo typo,
os intereses puoileos seriara melboi- consulta-
dos do que tea sido e os ergamentos virlam
para o Seoado mais cedo.
O orador tero tambera ama emenda : paren-
me conveniente cjoaignar no ornamento ama
quantla para oproloneameoto da i* va daestra
da de ferro Central, qoe, iodos concordara, dev
ser prolongada at a Barra do Piraby, mas qoe
proseRue com oaa leniinao Umeoiavel.
Estava resolvido
_ a conservar-se calado: ero
porago dos correctores de fundos pblicos desta SS?!*?*: ************ oo
CaDUai ,e possive coDsoltir sobre a estrada de ferro cen-
U Sr'. oiilcics, sem ter estodado conven oate-1 "5******** ***** Pe8 0B ai'
mente a propoBigao, vem no entaoto langar o seu ^Si*!*.*^** d,e P P6f o emenda;
protesto contra a serle de medidas celia coat- **3lJ**.***'*** *** 'ra81ado Pr
das. O senado que a esiodoo, deliberar como "SZSf^******* ** Ioe ****
Jteoder. e, apoveiliodo a occasto enva ?***L**** *> #*** *^*9*
esa, em nome da commissao mixta, encarre- 2J,"lf,a 25** qoe ,l0 oa ****> o *
Dio e tao patritica.
A emenda do Sr. Severioo Vieira, porm, obri-
u-o a desistir do seu Intento e ainda mais
porque a emenda coincide com um trabaloo seo
relativo ao assompto.
No parecer trata-se da estrada de ferro Central;
1 respeio das ooiras, julga moito correcta a idea
en
mesa.
jada de rever as lanas aduioeiras, o rel qne se refere ao aseumpto.
O irabaibo longo e tem estudado o problema
econmico (o pala, a poltica financeira, seg. i
da e por segnir, apresentaodo medidas que a
co Liuis'flo entendea poderem ser
r(iUco "rSoilcao m debate, oppoe-se'J ^^^f^^^*^*^*^
elia pelo lacio de se qoe-er crear mais orna ********* 'el' o governo do Ka-
dependencia do poder pub ico, quanto a exerc-." ",n!" ?am, .
Oto 00 foaccOes. Refenodo-se Bornete estrada principal, pen-
A proposigo sa evidentemente conter U *J*>*****J!* "a imperativa, mas da
especuUiss da Bols,, na praga, o qoe im *** unl.or'i,io P[a o arrendamento, se Im-
poss.vel aqui, como tem sido e lodo parte ao fij1*'[^J****>**!V" f* "
mnneto connece da esirada de ferro Ceotral, oarece qne
Q lando o papel moeda tem consecoide domi- ****** *** consolidado para
m.oar as Hotaa de qualqoer paiz. inirodnzin- **" ** "er renda liquida emqaanto for do
do se oa clrrolagao, prejod.cando todas relajCes Rn, ";, ... ...
da moeda, o gove-nos comeg.m a qoerer res- J*** **** V* ama medida desta Im-
tnngir os seos effeito-, eea/ata, ar a foole do **%*' l?^* ****** D0ocamen-o,
m 0|f'procuado^s*nngi7 as^ipwrllicoM de l'S'ilS^ acooyealntae- ludo es.a resolocao
camoio, proboir exportagao de ooro e otros, "?.8.0* PdJele-aota, snsceptiDlIidade, rde-
sem curar da quedio capital: a desbragada
( 0iiiiiiii.ih1o Superior
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
RECIFE, KM 24 DE DEZEMBRO DE
1895. ,.
Ordem do da n. 52
Faco publio Pala os devidos effeitos,
Guarda Nac>onal sob mea commando
que, em virtnde de portaria de hoje da-
tada ficou agg'egado o 7.- batalhao de
mfantaria deste municipio o tenento da 6'
companhio do 49 batalhio da referida
arma no municip'o de Brejo, Pedro Joa-
quim Augusto Ribetro.
Julio de Mello Filho.
Coronel commandanta superior interino.
GONGRKSSO NACIONAL
Sob a presidencia do Sr. Joo Pd o realisou-
s- no da 9 a 169* a >i >.
Jj'da e anprovada a ota da sessio aote'lor, o
Sr. i* aec-otario d-aenvolveu o expediente, no
qu'ai f 1 do um om .i1' "o mia'steno da in 1 s-
iria viagao o oDras publicas, devolvendo devi-
dameote sanccionado ara aos .oiog'ap ios da
resolucao d* Cougresso nacional, qae approva
o reguUmeoto aoaeso ao decreto do p der exe
cativo o. i 043 de 15 de Juico do conecte anno,
na na'te que elevoo ve -m-ntos < crees uovos
empregos Oa eatroda de ferro de PJrio Alegre
Uroiujyana e autoriza a refo.-mar os regola-
ment < das demais vas fe- ea de proprledad-
di Ootao.
O bt. Uosta Azeve^o fez allosoes a om tele-
(.-amaia hontei. pobltcado no Jornal ao Com-
me'cio e que ao oracor bavia siao dirigido do
Amazoai-, relataado foctoi oormaes all occor-
rldos relativo i eleigao mrnhsipal que deverla
ler se realizado r.o an 30 do passade e qne foi
ais.dcadrpeh forja pnnlic.
R-ferlo-st: amai^HUrOta a grande p sfioqti
rtl-ia b.' Esledo, fts drinisOOi, amt-agas e pe-
leta c6es manifetudas 1 oota 16-ma contra
as p ssoas que en oopcito s f.ilaiflci(.o.
O iel gramma aKudldo ve-o do directorio do
partido nacional, ao" comaosto do cavalbelros
dos qoves nlo IkHo dovmar. di o orador, qoe
igu O or do Amazonas, dlzendo-e divorciado 4a le
emisr-ao.
As causas do cambio a 9 sao coobecidas, mas
como tao se qner atacar a f>a e do mal, come-
ca se a procurar medidas qoe nao prodaaem oa-
tro re-o lado, seuao desacreditar mais ao pata,
a moeda e hzer o cambio batxar anda man.
No da em qoe o pala estlver rollocaao em
circo altana a* de alta 00 prego cambial de su-
moea Hdaciaria, os cainDistas fatalmente b&b
de jogarna alta, porque elle* fazem o sea ne-
noci e este nao e laz -r baixar ou subir o cam-
bio, e 8im gaobar seaoodo as previsbes aoterlo*
res cmforme a conflaoga da propria paga.
Urna verdade necessar:a dlzer, clamaudo
pea attengao dos braziletros, preciso que se
esiude profoodamenln o problema de qoe dt*
peooe o 00S80 fotu-o, o problema relativo a
i'uporiitao e exportagao. preciso atiender
bem, qoe somos om paiz iae tem tenas ubr-
rimas e qoe entretanto importa lodos os gne-
ros de alimefuagao, sones om paiz qne proiege
as inaosiriaa eslraogeiras registrando diaria-
mente as nosaas allandega> importagao de te.
oero8 alimentu ios e ao mesmo lempo nm pais
que di o espectculo de ir pedir ouro ao eetrao-
geiro para comprar cereaes, quanao devia ir da
qoi os cereaes tm troca do ouro.
A America do Narie. cajo desenvolvimeoto
espanta boje o mondo intairo, deve o sea adian-
tameuto a aoos iactoe : o i-, ao bloqaelo conti-
nental qoe leoko a repblica Norte Americana
do resto do aaundo, onrigaodo a soa prodoegao
a se deseuvouer ; o 2-, a moralba chioeza le'
vantzda contra tolos os prodoclos de primeira
necessidnU, impo'tados -:a Europa, qaando tr-
ra Dado oloqueio continental, aqoelle povo
comprebendea que a na-opa eslava invadindo
os seas mercacos com gneros de sua proaac*
cao indgena.
A Inglaterra, pela longa gera que eusteotou
cora a Fraoga, teve Decessidade de procurar sa>
oda para os seos productos, e naturalmente,
escolbeo os mercados oa soa enliga coioaia da
Americana do Norte e ento principloo. a lava-
di' .
A Repblica Norte Americana levaotoa eotao
a grande campanDa do proieccioaiamo, al o
ponto de fazer a goerra da Saccessao.
Hoje est reccnnecido quo a guerra de Snc-
cei-sao dio foi por caosa da aaotigao da esura-
vidao, pols esta veto como couseqaencia da
eaerra e dos tactos prodoztdos por ella ; a guer
ra teve cansa oa reaccao do sol contra a tarifa
proteccionista qoe o norte Ihe quera impor ;
moiios patricias do norte entend.m qne oevtara
impol a. mas o sol rejeitava-a ; entao den se a
goerra da Socces-o.
Depois de largas coosiderages FObre a nossa
taportagio e exponagio e aoaodono dos nossas
agricultores que boj- i uidam de caf, deseo*
r.udo-.-e do luturo qoe pode ser desastroso, a
taita de gneros de primeira neceesldade volta
> n'oiios gao em oipcus2o appellaodo para o
a nf>que espera rjeitar o projecto qoe s
podt causar desastres ao paiz.
O r- Severioo Vieira dtfende llgelrameote a
pri'OosigOo que e depois approvada pelo seuado.
ga < depois poitos a votes e approvadas 01
versas propt sigoes.
Deei> ni ia ordem do dia, levanta-se a ses-
sa > a 3 |0 hra8 da tarde.
= Re.lizuu-ss 00 ou 11 a 171* sessao sob a
presidencia do Sr. Dr. Maooel Victorioc,
"epoH de lida e approvada a acta da sessi)
anterior, foi lido o expedienle.
O orgameoto para o miuieieno d lodoslia o
v*iagao no exercicio vmdooro oecopoa toda a
sessao embora oao ttvesse bavido, por assim
dizer, discoesso pr6 on contra o parecer da
Cijmis8ao.
Dorante a discuti nseram-:e ouvlr os Srs.
Jaao Nalvs. Pires Perreira, Moraes Barros, Pi-
oDei-o Macnado, C oz. Esteves Joaio-, Joao Pa-
d*n, J. Peroam.:u .Pan:-o Ha-cellos, Almloo
Afoo.o e Severino Vieira e todos, a exCcpgao
dos S'S. Maraes Barros e Ramiro Barcellus, coi
dartm de aoreaaotar emendas tendentes a me-
morar oa servigos das seos respectivos E'ados
O Sr. Moraes Barros, se nao apresentoa emsu-
ti*. oecipon-Be comtodo de ama pa'te do pare-
cer, oegaoda a competencia do relator, em am
o gemalo, extinguir um eervigo, a qae eqn'Ta
lo a redoccio da verba para a faonc do Yja-
nema de 206 contal par 10.
En ende S. Kxc. qae nem a mesa podia acsi -
|a emboda.
O Sr. Ramiro Bircollos declan serem aceita-
veis todu as miadas, porquaoto irnos alo la-
se duer qoe o Senado qoer restringir a aaglo da
Cimara, como a Croara restringe a o Senado.
Por .isso, a i o te gao qne ja annoocicu o aocter
a emeuda, da retlral-a e offerec*l-a em prcjecio
reparado, parece moito conveniente.
Us ltimos batneos da estrada denoaatram a
coneoiencia de soa ai.nagao, por tato qne o
dficit est estabeleciSoe nao cessar emqnao-
to a estrada for do governo.
Ci-se qne estas grandes deapexas foram cau-
cadas pelas desordena qoe o governo passado
teve de reprimir; que a estrada se empregoo em
manos servigeB qae nao lertenciam ao cusleio,
como trataporte de tropas, muoigOes de goerra,
fabncagao, oas officioas, de mooigOes de goerra
etc.; roas diz se isto vagamente, eem ap otar,
ao menos com algoma approximsgao, a quantia
a qoe podan montar esses servigos extraordi-
narios, qoe nao sao de costslo Mae, se assim
, esses servigos deviam ser esciptorsdee, nao
como despesa de casino mas como eocommeoda
do* ministerios respectivos, e eotao eram incor-
porados esses servigos a renda, e o cautelo ficava
limpo, podeodo ser apieciado no qoe e deve
ser.
Amigamente, almida noticia moito snecinto
qae dava o Mioisterio da Iodosina, vmba um-
Dem ora relaiorio do director, minacioso, qoe se
distribua na Cmara e do Senado ; boje, porm,
e desde 1893, abolio-ae esta pMica como monas
outras.
O orador faz om ostndo comparativo da despo-
sa com a ostrada de Ierro Ceotral. desde 1863
at 1893 e most-a como aquella, depois de m
conservar daratite 19 annos de SO0/, sobre a rea-
da brota, teve de augmentar, de 1890 a 1893 na
media de 76u e noa ltimos dous annos, 82-
guodo os pedidos de crdito, a despeza tem ao
elevado al 101 i da recelia.
NVsta anal j=e o orador demora se tongamente,
estodaodo as causas pronssionalmeoie e termina
chamando a atieogao do S ministro da lodos-
tria oara as anas palavras.
OSr. Severioo Vieira. accedendo ao pedido do
Sr. Ottooi, requeren e obteve do Seoado a reti-
rada de soa emeoda, comprometteodo-se a apre-
sental a em projecto de collaDoragao com o ilus-
tre representante de M as.
Encerra se depois a discossaoe vota-se o orga-
meoto da industria, sendo approvadas todas ao
emendas apreseotadas pala commissao de finan-
gas.
A votagSo qne foi demorada, foi al s 3 borao
da larde, quando levantoc-ae a stssao, depow do
desigoar-se a ordem do da.
Cmara dos DcputadV*
Sob a presideocia do Sr. Roaa e Silva fone-
cl moa 00 da 9 a sessao com 72 Srs. depotados,
Pol llda e approvada a acta da sessao anterior.
passaodo-se ao expediente.
O Sr. Martios Jnior foadameota o pedido de
iosergao em acta de am voto de pesar pela mor'
te do cooseibciro Maaoei do Nsscimeoto Macha-
do Po Mella.
3&' onoklmemeole ap pro vade.
O Sr. Serxedello Corroa vem i tribuna coa'
trariado, porque se trata de seo ioterssse, e nao
o (tria se uaa se tivesse envolvido em nma
ques'&o de pundonor e de gora para o orador
e ama aecusagao menos verdajeira. Refere-ao
a insiooago torpe, naixa, de qne o orador to-
aba manifestado desejos de qne o projecto a
seo respeiro fosse apreseolado; mas appella
para todos os seas collegas ; quevooba nm s
diser se oavb ae si nma palavra aaqner. Expli-
ca o qae se passoa e mostra o procedimente dig-
no qoe leve, quando o general valle ha mnitos
meses ibe dase qne la presentar esse proioc-
lo
Varios deqotados presentes cootlrmam o qoo
diz.
Decan satiafazerfse com o jnizo de seas col-
legas, a quera peue, se ba om so qoe enteeda
ser o projecto om lavor, qoe se o aotile.
Explica depois a sna a tttade na revolta, re'
fn'aiiuo a parte qae o cbsmoa de militar oeairo.
L us .-ua> carta.-, pedindo desalssao. L a car*
ta do eeoeral Caalat, ministro da goerra a
res -ef.o, e mostra come oa coliiso de deveree
830be ser digao e correcto. Se nao reneg **
as 1 -as e nao fot tubmlsso, contrario a sna
opluiao, servio o ao goerno tamoem uta lo-
gia ae sea dever e a :e.tou o loforinaio qae a
80"eeascircumBtan(ia Ihe crearan).
JkTroota serene o seo dever, deixaodo clara a
coli'-a> de deveres em que ea co.
Milittr, s comprtneodc : 01 f-aotameote ro-
vo octonario oa fraocamenie o m uo aove a;
na obedieacla a le; 11
lJ*-,A -
1






%
Diario de Pemambuco Qtaarta-feira $& de Oezembro 0 Sr LetMtftdo rtgeiras. depois (lereciifi-
car a interpretap&o dada a nm teiearamm, pu-
blicado eiu onlra aecco deeta follia en eu na
mero ue hontem, o qaal ae refere a orna reo"
qoe te tal dar, ao paseo ejoe eaa ja ae rea
Em seguida, mala una oei reclama qoe a
mesa pega ao execativo as ioformacOas cja^'
tes de om rqnerimento eeo, approvado na uaus
meies, relativo as Areaa do Prado.
O O Sr. Vergoe de Abroo -eapoade o orador
precdeme, defeodendo o goveroo da i ta^e
declaraodu qoe o governador oao e
com a coocesjao a qoe se referi o s*o
ACcre8ceoia qoe, se a venda floe la
gramxa caso de crlioe poolica, 8 P"
Sosar com provas. ^
O Sr. Eduardo R-mos, chamal^. Dj
nenie por om aparte, reepeodo JP*"*..*";*":
de Aorea. duendo qoe o p e-a ne "
eada a qoeso da ioteres-e jmenlas ea ea
"ara em prorogaglo nao te- lempo para ira-
^Entra-se na 1' pa-ta djrfMetn do dia. aoaun-
eiendo--* em aiscos3o;Un.ca as eme as ao-
hra o proiecio que augmenta os veoelmentos
os mearos do anfremo inounil e aos empre-
nda respectiva aecretaiia. aos quaes o se-
nado olio pode ser o seo aBseoumento.
OS*. Jjo Selva Historia o qoe se tem dado
wmTprcjeatoe termine addoxindo oberv.-
com eaJe ea a jasficar a eineada favoravel
ana ofliciaea dejusga.
O sT N.lo Pecaona nstenla a ana emenda
sobre, Jnizes federa** no Estados, pe-indo a sua
>PEa?rVe a discusso e asaim tambera a di
dro ecto readmiumdo no exercito e na cadeira
da escola militar o Sr. Serxerdello Crrela ; e
adia-ae a ao que aotonsa a reversao de Sr. Dio
nvsio-Cerqueira eBecuvtdade do servigo mi
liur no posto de gene al de brigada.
Pasease a votagai das materias encerradas.
E' approvada a seguate materia :
Prometo denotado os casos de competencia
de cada um dos podaras, executivo, legislativo
e indiciarlo, para que se d a Intervengao do
coxerno federal nos Estados, amorisada pelo
art 6 da Constitaigo (! iscaasai) ; autori-
Bando o poder executivo a mandar contar mais
Hn'mzse 2J i" de aerTijo as 1- teneote
da arma a Arihor Waidemiro na Serra Belfort,
para os enanos da reforma cam o parecer n.
*6 B de 1895 (discosej nnca) ; antorisaado o
poder executivo a aDnr um crdito extraordi-
nario de 8.000:000,1 para ocerrer a exeeugo
das urea indiapanaaeie ana servifiM *"'
da de ferro Central a3 Brail. ddo 8O0.OO*
applicadas ao pagamento de 60 locomotiva*, se-
gundo o coniracio feto com Qiyle Davdsoa &
C, (3'iucasaio); reqoenmemo do Sr. Baer*
do Ramos, paraaae o projocio n. 9'J do 189a
va commis=o; emen as da cmara ao pro-
iecio n. 159 F de 1895, augmeotondo os venc
meatos dos memb-os ao sop-erno tnbaoal fede-
ral e dos emorpgad^s da respectiva secretaria,
as quaes o Beaado nio pode dar o sen cooseo
liau-mo.
Venticaodo-se nao baver numero, passa-se
votar o projecio sobre o Sr, Seraedello Crrela.
Passa-se a 1" parle da ordem do da.
Abre-se a 3* discusti las emendas onareci-
das ao projecto que regula a execocao dos art
6- e 7- da le de 23 de Betembro de i893, deter-
minando que pelo^goveroo seja soosutoido por
apolices de cap.til e jarossuro-de valor no-
minal de 1:0000 e ju'03 de i -|. todo o lastro ef-
fectivamtnte depositado ai 17 de Dazemoro de
1892 para base das emissOes bancanas, com
parecer sin n. SU B este aanc.
O Sr. Al be.-lo Torres vem mostrarse cobs .
rente^om a oyiaio emiuida, a proposito da I
dlscossao do projecto sobre o iademnisa(,o dos
Observa que a emenda do Sr. Erico Coelbo j
a reorodncco daquelia ndemnisac*), e. por-
taoto. nao me parece consiituJtonai; em face do
art. W da Constituito.
O Sr. Erlco Coelho responde a S. Exc. de-
fendendo 3 sua emenda.
Cevania se a ee^o s i horas e tO minutos
da larde, depois da marcada a ordem do da.
Abrio-ae a sesso no da 10 com 72 srs.
depotados, e sob a presiaeusia do Sr. Artnur
Ros.
Foi ids e approvada a acta da MCO anle-
rior, passando se ao seguioie:
A questo das areiaa do Prado, na Babia, an-
da honiem levou a iriDooa os Srs. Edosrao Ra-
mos e Verune de Abren. Sjese qoe easas
arelas, tuda ba nm parta ue ouro, esiose i-
deexploradas e expolalas em prejuiso do me-
Bun^?'-'< tadcal.
Ua'apane do Sr. Lecvgido 'ilgoeiraa ao dis-
curso aote-boulem p eouuCiado pelo Beguodo
daqaeiles sendores, OcBlo.rou a quejiao para o
terreno das explicace pessoaes. O caso ocr.o-
pon bomem urna grande parle da hora do ex-
dieole.
O Sr. RiDeiro do Aimeida justincou depois
nm projecto que ticon soore a mesa para ser
eopo-tunamente joigado onjecto de deliDeragao-
Pede S. Exc. que sa estaoelecam diversos pre-
mios como protetco industria pastoril.
Ficou encerrada ,a 2* disf4i8-5o do projecto
detintodo os casoa de competencia dcada um
dos pode-es da Repuoiica para a iotervencio nos
Estados, ni forma do art. 6- da Cons unigan
Havia nm nnt o orador ascriptn para esse
debateo Sr. Costa Macnado. S. Exc comeo-
tou-secom pedir a cmara que adorne o projec-
to, o que redundar em relevante servico pres-
tado as inslituicoes democrticas. N'um costo-
pico-: do sen discurso, porem, refero-se a eald-
vras proferidas pelo Sr, Giyceno, sobre o as*
sumpo, condemoando-as e demonstrando a ne-
cessidade iniilodivel da ntereugo.
E mais anda: ninguam mala falln dnrante
todo o ts'.j da sessao.
Tamaona falla de oradores determinou o en-
cerramento das materias dadas para ordem do
diaes projectos abnndo crdito para madan
ja do arsenal de marinba, aotansauda a indem-
n.s^.aj dos premiaos soffridos durante a revoi
ta pela Companhia isacioaal Costeira e pe'a ur-
ina Lag-? & I-mo, autorisaado a reforma da es-
cola naval, uub9t toiado a tabella F. annexa a
C'jsoiiiago das lea das alfaodegas, auto-I-
eando a reversao do leoeate reformado Jos Jo-
lio aj servido activo do'cjrpo de bombeiros,
mandando pagar os veocimentos devidos ao Dr.
TiDorcio do Amaral, preparador da fecoldade
de medicina, fazeodo reverter effectividade do
servio di' exercito o general de brigada refor-
mado Oionvs o de Cerqueira e deciaranao de II-
vre escoma do governo a oomeacao para os car
gos qae enumera.
E as 2 oras e 40 miontos da tarde.
N i di, 1< fnnccioBon a ses3ao com 110 Sra.
depurados, sob a presidencia dos Sr. Rosa e Sil-
va e Ar.hur Ros.
L;dj e asprovada a acta da sessao anteceden-
te, pissou seao expediente, tomando a palavra
varios Se. dapuladus.
A se-eo foi curia, mas importante, Bcando as
emendas ao projecto de converaao dos lastros
dos oancoa regkooaes, de aorte que lera a cma-
ra de resolver sobre se adopta ou nao o proje-
cto aesim emendado, para ser remetido a com*
miss&'i deredaeco.
Esea v-jtagao a que se proceder significa om
novo eocuniro, porreniora mai9 rennido, entre
os partidarios da ludeaiaisaco aos bancos, tron-
tem vicio-iosos. e os qoelbe sao contrarios pa-
los diversos motivos expeLdldo ao correr do de
bate.
Se a cmara nio aceitar o projecto com as
emen.ai -.^e tj-.nUm oiiiveram maloria de vo
tos, cc-osiderar sa-ha rejeitada a materiacomo
j succe' en orna vez ao projecto de reforma do
ansiao naa fatuidades de direito. No caso con-
trario, i- elle ao senado federal.
No expedienta, o Sr. Baltaario de Soaza juoti
9ca um leqnerimeoto para qoe o goveroo Ine re-
meta copia das uf jrmagOes em qoe ae baseou o
mia.Btenodalalosiria qoando protestoo, jumo
aos poderes competentes contra actos do guver
no do Estado do Rio, coocedendo eattadaa de
ferro na frtna da leglslagao eatadnal.
A discnsaad daste requermeoto ficou adiada
por bava.- pedido a palavra o Sr. Francisco Gly
ceri .
OSr, Neivaoccnpouse depois com nm
anmpto qoe ice parece envolver materia da mal?
importancia para o futuro da indastrial nacio-
nal.
Trata r-e da companhia de Ferro Esmaltado da
Babia, coja brilbante figura na Expusicio I dos-
trial S. Exc. salieata com encomios. Amgora-
selbe qne o congresao tem o dever de contri-
buir para o deaenvolvimento dessa, que om
certeza nma das mala fntnrona emprea do
palx.
Ar<-re'ce que a fat>rica da comoaania de F^r
ro Esmaltado da Babia esta lgala so-te de
eenieoas de operarios, o qui nao ou pelo me-
nos nao deas ser, cooaa mnima para os Sn. re*
preSen^auM d*a oaco.
O Sr.JJRfiva appella para a commlss&o reviso-
ra daannfas, atim de qae se restriojam os di-
reitoa cobrados sobre a materia prima qoe a
uMOtioaada fabrica Importa.
Parec-IBe mesmo qne a cmara deveria ado-
ptar o projec o, ba longos mezes adormecido na
pasta da respectiva coramiasao. pelo qaal e con*
celida ecoc&o de direitos para a materia prima
que a companhia Ferro Bsuialtado naja de man-
dar vir do eatraogeiro.
Na ordsm do da foi approvado em 3a discos-
sao o projecto mandando readmlttir o Sr. serie-
dele Crrela no posto de teneote-cowl do ex-
ento e no cargo de lente da E-col: M.litar.
Encerroa'se aem debate a 1* dlscuaso do pro-
jecto dando aova organtsaco aguarda naciooal
la Repooil :a. A voiagj foi adiada por j) oo
nave.- numero legal no recluta.
Oesigeeda a ordem do da, foi levntala a Bes
sao as 3 oras e 20 minutos da larde
Abria'se oo dia 12 a tessao com 72 Srs.
dei ntados sob a presidencia do Sr. Boi>a e Silva.
Depois de approvada a acta da sessao anterior
passon se ao expediente que foi lldo.
A Cmara ocenpou-se com a molestia eooie-
riforme que tamanbo numero de victimas fe no
anno pssado, e qoe ora reapparece aiacaado as
povoac rineirinti s do Pa-abjbt.
O Sr. M>llo Pecaoha cometan po* eatranhar a
d'.va:gc j official em territorio do Rio da Prata,
da noticia alarmante e grave de qoe o moros
asitico acaba de se manifestar oo Brasil.
Nao coap-enende S. Exc. que os representan-
tea do goveroo brazileiro no Prata possam leg-
timamente cooseutir oo corso de affirmaces
como esa;, envolveodo tamaaba grvida le.
Sej', porm. a epidemia cojas maufestacO?*
se esio sen.indo em Campos, o produc o da
tm ,ona(ao on tenaa vindo pela revivescenc a,
peosa que tuto aconselba a maior eo icitude por
parte do goveroo federal, para efiicacla das me-
didas qoe dedica lamente est pondo em praitca
o goveroo fluminense.
O Sr. Niio Pejan u nao os qoe entendem
que se torne desneceesario, para debeilar a epi-
demia, o lastitato Saaario Federal. Acba que
elle ,-iispe de pessoal muitissimo competente e
pede qoe o goveroo o habilite com os recn sos
de qoe dispozer pa a adopgaj de medidas p-c-
paytaticas enrgicas e promptas, capazes da ex-
tinguir no sen foco a molestia que ani est pon-
do em perigo a vida de urna parta da popaiagSa
do Estado do Rio de J-oet.o.
Conclmo pela de 11rag-i de que nao aunda
ria um reqoe-imenio de informales mesa
para se poopar urna illusSo, e allodiodo a rejei-
ga p do sen re^uenmeato sobre a nlemnlsagSo
que nedem os coocesslonarios da estrada de fer-
ro Metropolitana.
?-KUJ-se-ine o Sr. Gaspar D ummond, pedin-
do desculpas por invadir a trra natal do Sr.
Millo Pegritu e o dlstricto de sua el-icao, e de-
clarando q .e o fazia s porqae a questo ultra-
passa os limites do districto de S. Exc. e aUecta
o mterea*e nacional.
Seja realmente a epidemia o momas asitico,
conforme affi-m;ai os facultativos do Ia-utaio
aliarlo, on s ji umi enf-^rmidade cbolento
me, na exp-esso do Sr. presidente da Repbli-
ca, oo seja apenas urna molestia suspa'ta, na
conciliadora opioio do Sr. ministro do loterio-,
orna cousa v o Sr. Gaspar Drummocd q i in
discutivel e cena que a terrivel enfermldaie
cujas victimas foram tantas em um limitado pe-
riodo do anco pissado, acaba de fazer a soa si-
nis'.ra reapparigo margem do Parabyba, em
territorio do Rio de Janeiro.
Provix.-n'o os moitos casos qoe oestes n mns das in occorrido na cidade de Campos.
O facto e, eortaoto, da maior gravidade,
essa gravidade sne de ponto quando se tem
noticia de que n syste:ua de medidas propbyU-
t cas postas em execagSo durante a primera
epidemia, foi inlerrompido, por determinagao
soperio-, ames do completo desapparecimenlo
do mal.
Como se nio bastassem ao B-azil os males
que Ine advm da actual situgn tioanceira e da
cnse ooi.tica em que se deba.en e se exlo cem
os Estados, cnega-ioe agora este cutro. mal oo
menor do nu: aquellas, o de se naciunaliaar
urna molestia extica, o de se toroarem periodi
ca as maoifes'ag5es do mo'ous aaiali :o, atie
ouadas ou n&o.
O Sr Gaspar Drummood maodava mesa um
reqoerimento para qoe o ministerio respectivo
Iba informe .*
Io Se exacto que o goveroo federal, depois
de intervir, organisandu om systema racional
de prophyUxia oo sentiodo de cosnoaier a en-
lermidade que no anno passado por esta mesuia
h(iu;.j, g'assou em localidaies rebeinnhaa do
l'arai.ya rettrou essa iotervenco antes do de-
sapparecimento completo do mal e qnando elle
ain la tenda a se disse uiaar;
2 Qae providencia tem dado para debellar
essa mesma eofenuldade qoe acaba de fazer
eruocSo do mnoicipio de C>mpoo.
Esse reqoertmento foi imme atamente hdoe
entrn em dlscossao, encerrada depois de ob-
servacOes do Sr. Medeiros e AlDuquerque.
* S. Ex. lmltou-se defesa do lastitoto Sanita-
rio, aOj-maodo qoe Ibe nao caoe a culpa das
providencias defeimoaas lomadas contra a epi-
demia cbolenforme do anno passado. Asaca-
ron anda o Sr. Hedeiros qne os trabalhos du
Instituto para a extingan d> molestia foram to-
dos ettorvados pela acgo das autoridades sani-
tarias locaes.
O reqnerimento ser boje pisto a voto<>, se
bonver nnmero, o que tambem auccedera ao
projecto de conversa.) dos lastros dos bneos
pi -sores e as uutras matarlas constantes da
ordem de da, bontem adiadas por se baver oo-
tido apenas o numero preciso para abertura da
sessao.
A reqnerimento do S-. Torqoato Moreira, e
por dedberago da mesa, ser boje reprodnzido
no Diaria do Coogresso o a pedido qoe o Sr.
almirante J-'ronymo Goncalves hontem fez pu-
blicar no Paz.
Tambem sera: publicadas na folha official aa
inf jrmagOes sobre lastros effectivamente depo-
sitados ao theaouro pelos bancos regionaes. re-
quisitadas pelo Sr, Benedicto Leite e que hon-
tem ine chegaram as mos, remettidaa pelo Sr.
ministro da faseoda.
O Sr. Jos Carlos foi o ultimo orador i qnem
a cama-a oovio na tura do expediente. S. Exe
recorda qoe esta a lindar o praso marcado para
a mctooaliaaco da cabotagem e pede qne o go-
veroo se d pressa em confeccionar o regola-
meato rara execugao do qae a respeito diap6a a
Coostitoigao da Repblica.
Da ordem do da constava nm noico destinado
dlscuseaoo que approva os qaatro protocol-
as formulados na seeuada conferencia de Ma-
drid, em Abril de 1899, para proteegio de pro-
pnedade industrial. Foi encerrada sem debate,
adiada a votac&o.
Suspenderam-se eoto os trabalhos por meia
hora, a ver se apparecia nnmero para vo ar.
Terminado esse p aso, e porqae perdaraase a
falta de numero, a meaa levantoa a aessao as 3
Doras da tarde, tendo antea designado a ordem
do da.
Pagina do Natal
.VITAL
Descambava o paganismo.
O imuieoso ryclo de soa evoloco j tiaba sido
desenpto. As suaa pbaaea eatavam todas pre-
eecbida-.
A evolugao social, arrastada pela enmmunbao
dos povos vioha estancar a foote perenne, crea-
dora de deuses. A imagiaago ceda logar a
experiencia.
O ceo nao comportava mals a enormidade de
deuses; qnal o maia cruel, qaal o maia Insacia
val.
J nao eram mais somente os seres da creagao
imaginaria qne domina' am no Olympo, os mi-
seros mortaes tambem ja tioham accesso e os
'roi-ieuses ah est.o attestaodo qne on o reo
numaoisa-se on era a bumanidade que se divi-
iBva.
A bu manida le acbava-se em estad) de com
pleta diBoloco, era necesaarlo qoe algnem t'o ,-
x^-sse urna reforma vigorosa qn i viesse Imprimir
om forte movimento de reaegao e arraalal-a deata
sorte, a urna revolago nos cestumes.
O mamento era propicio e ao Oriente, qne li-
aba prodnxido Zend Z) roas tro e ;aoto3 ontros
r-io-midores eslava incamoido a tarefa de pro-
lozr nm qna uitrapa.-saado Indo qaanto os sena
tecessorea luham aonbado, vieasse mudar,
completamente, f .es da ierra. & aaaim sueco-
dea.
Foi na Jadea qne nascen eaa-i horneo extra-
ordinario, qoe indo aacrificou pelo bem da bn.
miuidade. Foi 14 qae elle pregn.
Prodigio de saber e de virtudes, eonbeceior
profoudo do mel) ajcial em qae viva, oo tre.
pidava em d ze- laxe o bem, pelo bem ; fase
o bem ao '.ao oimlgo mesmo e, isto, no selo de
um povo que adorava om Dens qae era mais
consta ot-* em manifestar a ana ra va que o aeu
amor. Um ser que era antes o aen fiagello do
que nm pal amoroso.
E com o seo exjmpln e com a soa propaganda
couseguio fazer com qoe a Ua de Deus fosse
restaoelecida na aaa noreza e simplicidaie, fa-
teodo e bom e misericordioso.
A ana propagaada oo dcou somente no pair.
de bou oaecimento, foi mais long?; crescen,
avoiumou se e en o-eve vemol-a n'am acervo
de escumoros, cadveres e sangos de 'eos pro-
pnos creaies plantar o en estandarte at no Ca-
p lolio, oo sio da collossal e indomave Roma i
Nem -s pe-serfuigoaa. oem a arena, nem as fo.
goeiraa cousegairam soffocar os impetos da
mva fe.
Nos mares aumirax-te as Naiades, nao foi.
ga-am mais aos bosques as N p-as e nao se
<>avio mais o gemer das Draydes at decoiar das
arvo'6'.
Todo esse ammloalo de deanes desipp-ecia,
como por encante, diaate dos progresos que
alcacgiva a nova que partir do Oriente.
Apezar dos looameroa ramos en q ie Be tem
boje dividido o chrlstlagismo, elle cootioua forte
e p'Oi-resgivo, e assim de esperar, pola que a
na idea capital continua sempre a mesma.
Para os povos calbolicaa noje rememorado
o maior succesao de aa f e p ra a bomani.
dada rolembrada a data un que foi aasigoadal
a tranlormagn de ana civtlisago.
Porque ests io aiegr ?
Zabaada haaitoa nm instante e responden :
Bstou aleare, princea Lilil-, porque vos
amis o mea lilbc.
E ten marido, onde eata elle ?
Zttbioda besiloua.oda e responden :
Fot junur os rebanbos na man'aaoa.
V
Noun escoodeu sob o manto o pequeo Ho-
aael.
E Lilllh e a boa negra reeotraram no palacio,
bora em qoe o sol ae esconda detrae de Jera-
salem.
Quando li li'.b cb-gou ao sen qoa to tomou
lioaael sub-o os joeloos; a crian; na e quera
agarrar o- longos briocos que peodtam das ore-
Ibaa da pequea prioceza*
Mas Noun, que na sata coatigua p-coarva co-
mida para o peqoeoino, accorrea e disse :
O re I vea sin o re I
Lilitn leve apenas tempo de esconder Hozae-
n'oma grande condega e cobril-a com um mou-
lao de sedas e las de c es herrantes.
O re II rodee eot ou com passos pesados, o
dorso arqueado, oa olhos saogreatos sacod.ndo
os colares as piacaa ie ouro. O aeu aaeirtu
e.-tava agitado por u u tremor qne Ihe fazia es-
tremecer a barba toda.
De onde desceate f pergnatoa a Lilttb.
Ella responden:
De Je -ico.
E erguen para o rei os seas elbes tranquillos
como a agua das cisternas.
uh 1 como Be parece com ella i murmarou
II- oles.
Neate momento nm peqaeno grito sahio da
coodeca.
Nao queros calar-te ? di-ee Lilitn ao eeo
gato A8tarotn, qoe dorma no tapete.
Depoia dase ao re :
Eu sai, masa L lun levantando se, qne o
re H-srod-a procura esta crlaoca para > fazer
morrer. Toma! esse jumento, en o pagare a
aen dono, e fugt I
X
Peles camiones estrenos, serpeando em vol.a
das collioss r.vo.ida.>, Jcfus, sua ma^, Jos, Li-
litn e a negra Nouu ebegaraoa a planicie.
E' aqu, disae a princeza, qoe ne.eseario
que eu vos deixe. En s u a priaoeza Lilttb, fi*
Ina do re H--o is; lembai-vos de mim.
E emqaaoto M ryem. moutado oo jumento qne
Jj.- cuodaz'a, leviodo Je-us nos oragos, ae
afaatava, L lita seeau com ea olbos, no mel da
notte densa, a aureola que rodeava a fronte da
criancrrha.
E r-xaci>merta no mornento em qae d.-;r.-8 de
om peqneoo bosque d-- sy.:c oo oj, a paluda luz
mysteriosa desappareeia, eis q-ie pelo camich -
da pique-ds, apoaiec-u, com nm grande ruido de
cavalloa, de rofir i- ferres e com golotillag&es
de Cdpacetes suo a la, o esquairo fle soldado-
ucqios qae marchav para Betblem ..
XI
E todos sao<>ro qae a prioeeza Lilitb foi u a
'as santas molheres qne seguiram Jeacs no di -
de sen sacrlQ-io. a qce o o*-ineno Hozael foi nm
los primeiroa li c p,)lo.j do Coris'o S^lvidor.
A PBIXCEZA L1LITU
(CONT DO NATAL POR JULIO LEMAITRE)
I
Qnando Jess oasceu em Betblem, 03 tempo
do re H-roles, os magos d) Oriente chegaram
a Jeu-xlo e dtsseram :
Odde esa o re dos jadeos que oasceu f
porque nos vimos a estrella do Oriente e vimos
aderal-o.
O rA Herodes, quando o souna, cou pe-tur-
bado, e juntando 08 Bicriicadores e os escri.
baa informou-8a po; eliea lude devla nascer o
Cbristo.
ReEpondaram.lce :
E' ere Betblem.
Entao H roles, tenuo cbamado secreta nent-i
os magos, laformou-sa do empo em qae tiobam
visto a estrella e dase. Ihei:
Ide informar.vos exactamente dessa crian,
ga. e, qnando tiverdes encontrado, fazet.m'o
sane-, atim de que en v tambern adoral.o,
Ma depois que os magos, conJuzi ios pela
estrella, eocoatrarazn e adoraram o Menino, ad.
vertidos por um soono de qae nao voltaasem a
fallar com Berodea, regress uno ao sen paz.
EntSo Berodcs quando vij qoe os magos o ti.
obam illudido encheu.se de colera...
K
A princeza Lilitb, filha da re He-oles, deitads
n'am leito da pu-pn-, nensava, emqaaoto a oe.
gra Noun baloaga soore a aaa fronte urna venta,
rola de penaas, e o sen gato AB'.arota dorma a
seas ps.
A princeza Lilitb tiohi lo anaos.
Os seos olhos eram profundns como as aguas
de urna cisterna e a saa hacca semelbava urna
flj- de malvalsco.
Pensava em aua mai a princeza Mi-ianca,
mora quando Lilitb era multo pequea aiaaa.
Nao sabia que seo pai a liaba matado pnr
cime?, mas s-bia qoa elle consarvav oo fuudo
de um qaj'io secreto o corpo eaaoalsamado da
ralnha em mel e aromas, e que elle a cborava
anda.
PdDsava em en pai, o rei Bornes, lio snm.
bro a sempre desate. Aigumas vezes cava
enfermo no quarto e ouviam.no eoliar grandes
ritos. E' que elle julgava ver aqoelle* a q.uem
tiaba cansado a marte : sen cunbado Koriobar.
soa muloer tiartsnaa, sena llaes Anatotulo e
alejandre, irmos de Lilitb, sna av Alaxandra,
sen fimo Antipaiar, o doator Babal^u Uouta e
mullos ociroa.
E, se bem qoe Lilitb izoorasse essas caisas
aen pae inspi'ava Ine nm grande terror.
Paosiva no Ms;as esperado pelos judaas, e
do qnal loe tipa* fallado mullas vszas a eua
ama Egla, -aorta presentemente. E apezar do
Messiaa dever ser o re em logar de Uerodes el-
la desejava coma -o vel-o: porque a aitracgao
lon-inqaa deste acoutecimeato maravilboso le-
vava-a a procurar como,eile poderla dar.se.
Peasava, emfim, no oequeno Hjzael, o filho
de sua rm de leite Z^baada, qae mora va em
Betblem.
Hozael era um pequeniO de nm anno, qae jn
ria e comegava a fallar. Lilitb amava.o terna,
rale.
E quasi tolos os das faz'a atreiar as snlas
ao carro de cedro e ia com a negra Nona visitar
o neqneno Hosael.
Lilitn pensiva em todo issi, qae estav maito
b oo mundo e que sem o pequeo Hozael se
aborrecerla maito.
III
Entao Lilttb foi para o jardim atim de pas-eiar
son os grandes eycomo-os.
Eacontroo all o velbo Zabulo, qae liaba si.
do u'oatro tempo capito das guardas do re.
H-rodes tirana aabstitoido s aaa guarda judia
por soldados romanos ; mas tendo contiaaga ao
veibo Ztbulao tiaba-o eacarregado de vigiar a
parte do palacio habitada pela princeza Li.
litb.
O velbo ZiOaian, eafermo ha algnos annns,
aquecia.se ae sel testa lo o'aea banco de pedra ;
e a edade tinba.o curvaao tanto qne a soa bar.
ba coegava.lbe aos joelbos.
Lilitb nsae.lba :
Estas triste, velbo ZibulSo ?
Soube por nm cemuriao que o re ttnhi
dado ordem de matar amaoh, ao romper da
aurora, to as as :r -ng is de Baialcm qae tlves.
sem meaos de dois anaos.
Po.-qne ?
Os magos annonciaram qie o Massias ti-
oha nascido, mas nao se sabe co no se ha de
recoobecor, e os magos cao voltaram para dizer
se o tinha-o encontrado. Matando todas as crian-
gas de Betblem, o ra est certo de qoe o Mas.
sias nao ibe escapar.
E' verdad*, dase Lilitb, maito bemima.
ginado.
Em segeia, depois de nm momento de re-
Hexao :
Poder.3e.ba ve!.o ?
Qasm?
O Ue38iaa.
Pan o ver era necessario saber onde elle
est- E ae suobar.se onde elle est o rei tena
eecessidade de mandar matar todas as crian.
(as,
m E' is80, oMase Lilitb.
E aja ion em vox baixa, cono tend) medo
das anas palabras :
Mhu pai multo mo.
Depois, respeliosarneuie:
E o peqaeno H izael ?
O pequeo Hozael, disse Zibulo, morrer
como oa outroe, porque oa soldados os rebusca-
rao em toda aa casas.
Commda ea ealou bem certa de que Ho.
zael oo o Msalas. Como qoerem que seja
o Messiaa se elle fitbo da minba nma de
leite?
Padi a ana salvagao a vosso paa 1 disse Za-
aullo i
Nao me atrevo.
E uepuis de ama pauta :
Von eu pro h ia com a negra. i*ioua pro.
curar o peqaeno H.zael, e escoodel.o.hei uo
meo quarto. Estara abi em segaranga porque o
r, i oo vai l nanea.
IV
Lilitb mandn atreiar as malas ao carro de
cedro, foi a Betblem com Noun, entrn em casa
dd euat-irm le leit Zebasda e disse.lne :
Ha multo tempo qoa en nao vejo Hozael.
Quera leval.o para o meo palacio e cooaerval.o
l om du e urna nolle. O peqaenino est cria,
do e nao Ihe serio lodispausaveis tena caida.
dos. Dar.lbe.bai om vestido de jacyotno e nm
collar de peroras.
E oao disse a Z3banda o qce tiaba sabido
por Z'Duiio, tanto medo tioba do re.
Mas ootaa qae o rosto de Zebanda manifesta.
vi nma alegra desusada.
Meu pae, pareca-me qae tendea alga n des
goto ; queris que vos caate ama cango ?
B, tomaodo a sua cllhara, cantn urna canga
de rosa.
E o ret murmuron :
Ob I esta ros I
E fu olbarea e a cango de L^iuh tlaham-ihe recorda
do os olhos e a "jz da ralaba Mananna.
VI
Um pooco depois Lilitb foi para o jardim vio
o vel o Zabulo que chorava.
l*o-que chora.-- to, vel no Zaoulo ?
Bem o sabis, princesa Lilitb. Ea choro
porque o re quer malar easa cnancaba que o
Ueta*.
Mar, disse Lilitb, se elle verdadeirame-
te o Mismas, os borneas nao terfto poder para
matal-o.
Deas quer que o ajadem, responden Zibj-
ISo. Princeza, vos que sois boa e compiacente,
deveis advertir o pae'e a ma djssa criaaga.
Mas onde ea e..con>rarei ?
Inierrogal a gente de Betblem
Maa devo eu salvar aquello une expulsar
a miaba raga ueste palacio, acuelle por qnem
sere talvez um da urna pobre pnsioneira ou
urna mendiga das ras.
Esses .ampos tm longe, disse Zabulo, e
o Mesdia-: alada muito criaoga, mais fraco que
o peqoeao Hozael. Depois o Msalas ba de iej
o poder baaianle para ser rei sem lazer mal a
pessoa alguma. S se om dia tiverdas ama fl-
ina, princesa Liiim, o Msssias, quando for bo-
mem, pode tomal-a por esposa.
Mis effdctivamente o Messias ? pergua-
toa Lilitb.
8m, disse ZiDalo, visto qae nascea em
Betblem no tempo desgnalo paos propbelas *
qoe os magos viram a saa estrella.
Dio ser bello, apezar de peqaeno ; mas
v -rnade, Zaoalo ?
Es a i senpto qae se.- o mais bello o t
Inos dos Horneas.
Irei vel-o, disse L'lith.
VII
Qlan-io ebezca a noite, Lilith envolveu-se
n'am veo negro; e os braceletes e as a go.as
de ouro nos a-as Dragos e oremas, e os collares
do sea pe-cogo e as pedras preciosas de qae es-
lava comoletaaHote cobena, brilhavan airavez
do veo io dueement como as estrellas do co :
e 88sim Liluri piresia a noita da qual ella nsava
o nome.
Porque Lilitb em liogaa habraica significa
Noiie.
Sabio secretamea-e do palacio com a nagra
Nona, e ia penBaoda pelo camiabo:
Ea nao quera que o M;ssia< tiras-e a co-
rda a meu pae ; po-qae seria para mim maito
doro nao mais naouar u'do bello palacio e nao
ver mals as liadas t.p-ijana-, ves', dos, jotas e
oerfumes. Has nao qaero tambem qoe matem
essa receaanasctdo. Eato dire a mea pae que
deacobri o seu escoaiinjo, e em recampeaaa
dease servigo pego-he que poupe esaa criaog e
que a conserve no palacio : assim nao poner
incommodar-aos; mas se o Messias associar-
aos-ha ao sea poder.
VIII
Lilitb encootrou Zebanda em oragn com seu
mando Metnoael; e amos pareciam chelos de
urna grande alegra.
Enio Lilitb servio-Be de nm ardil.
Hozael vai bem, disse ella, e entregar-
vo|.o-bei amaon. Mas visto qoe sabis on le
est o Messias, condusi-me at elle que o quero
adorar.
Methaael era um bomem simples e pouco in-
clinado a acreditar o mal. Responden :
Conduzir-vos-hei, princeza Lilitb.
IX
Q jando chegaram ao logar onde eslava a cran-
ga, Lilitb ticon multo espantada, oorqua esperava
eocootrar algnma coisa extraordinaria e magni-
fica, sem saber o que, e nao va mais do que um
telbeiro encostado ano roche oo e sob esse te
Ibeiro um borro, um boi, um nomem qne tioba
apparencia ae amata, orna mulher do povo, bel-
a sem duvida, mas paluda e frgil e pobretete
vestida, e, na maagedoura, sobre a palba, urna
criaoga qae Ihe parecea primeiro tal qual orno
as nufas.
Mis approximando-se Ibe viu-lbe os olhos, e
ci'esses olhos um olhar qae oSo era de urna
criaaga, urna dogara iufiaua e mais qae huma-
na ; e apercebea qae o estbalo estava apenas
illumioado pela luz que dimanava d'elle.
A princesa pergnn.ou joven me :
Como vos cnamiis 1
Miryem.
E o voseo filho T
Jess.
Carece ser multo bom...
Cliora aigumas vetes, mas na gri.a nan-
ea.
Deixais-m'o beljar ?
Sim, sendora, dase Miryem.
Lilitb inclinnu-se beijou a criaoga na f-onte :
e Miryem seniiu-ee am pouco zangada por ver
que ella nao ajoelbava.
Assim, disse Lilitb, esta criaaga o Mes-
?
A senbora o disse,
E sera rei dos judeua 1
Foi para isso que Daos o eovioo.
Mas eoto rara guer', matar mnitos bo-
rneas e destnronar o rei Her des ou o seo suc-
C3880r.
Nao, disse Miryem, porqne o sea reino nao
t-a.'.e mundo, Nio lera guardas nem soldados ;
oo ter palacios nem tnesnn os ; nao lngara
impostes e vivera como o mais pobre dos pea-
cauores do lago Jnsareih. Sera o servido- dos
bamdaa e dos paqueaos. Curar os doenies,
consolar os t'istes. Ensmar a verdade da jus-
liga, e ser us uoracOes e nao nos carpos qu-j
reloar. Soffrer para nos eoainar a soffrer.
Se*a o reino do pranto, da caridade e do perdo.
Ser o re do amor; porqne amar os bomens e
uqnelles qne sao atormentados pelo desejo de
amar, aos qose a trra nao oa ti; dar como o
en pobre coraco eoeootrar o contestamenlo e
a alegra. Ter inexgota7eis misericordias para
todos os qoe, mesmo culpados Uverem conser-
vado esse dom de amar e essa ventura de se
sent -era irmaos dos outros bomens e de nao
se preferirn) a elles. E sem dnvida elle ter
um tO'O'Jo. -.
Ob I bem v 1 disse Lilitb resistindo
ainda.
Mas, coataooa Miryem, esse th-ono ser
urna cruz. Sobre etsa c.ax elle morrer, para
tpiar os peccados aos horneas e afl de que o
D. us, seu pae, teoba piedade d'tlles.
Liluh escuta va com espanto. Lentamente vr
ton a cabega para a maagedoura; vin que a
criauca a olbava, e sob a caricia dos seas olhos
profundos, vencida, deixou-se cahir de joelbos.
mormurando :
Nunca me tinbam dito tantas coisas i
E adorou-o...
E havla mnito tempo qne a negra Moan eslava
sjoelhada e corava.
L1TTERATR'1
CIUME
Em toda a vez que a placida torrente
do seu olhar sobre outro olhar despenda,
eu sinto ao riso atroz qoe me desdeoba,
faltar-me a 'una que o selvagem sent.
Lamento que um relmpago n3o v.'.nha,
sempre que a bruma dos rivaes lamente,
mais um ralo voraz com que rabsnle,
rebeutaado de dr, a dOr que teoba !
Quando ella ta um ontro que a corteja,
dentro de mira indmito braveja
o monslro do ciume, mas em vio...
Por mais que o peto de furor se esforga,
crescem-me garras, mis me falla Torga,
sacudo a juba, mas nao sou leao.
Jodo Brrelo de Menezes.
REVISTA DIARIA
Exoneraco-Por acto de 23 do corre-
te do Sr Dr. Secretario da Justiga foi exone-
rado, a pedido, -lo cargo da Promitor Publico
do municicipio da Taquaretiu^a o bacarel
Felistnino Norbeio da Costa.
Prura^aco de Iteenpa -Ain la por
acto de 2i, o ur. Secretario d Justiga atien-
dendo ao que requereu o bacharel Jos Caval*
canti da Costa, Promotor Publico do munici-
pio de Tacar.n, r-solveu p-orogar por 30dias
a licenga que Ine foi concedida em 13 de No-
vembro ulnmo.
Coneelho MunicipalFunccionon no
da 21 do correnta o Conceibo Municipal do
Recifs, sob o presidencia do Sr. Coramendador
Josquim Airea da Fonseea, achanio-se pre-
sentes es Srs. Conc-Ibeiro, Siiva Fragoso, Mi-
guel Macado, Alfreio Aimeida, Dr. Coelbo Lei-
te, Manoel Tboraaz, Costa Ramos, Herminio de
Figueredo, Veiga Pessoa e Pedro Brazil.
Foi lida e approvada a acta da sessao ante-
cedente.
Na hora do expediente foi lida urna petigSo
assigna la por grande numero de empreados
doCommercio pediado para qne s.- faga exten-
siva a todas as casas da cornrasrc i a Le n.
5 na p.irl-i que manda conserva- fechado os
estabelecimenios nos d ai de domingo. A'
Commisso d- legislago.
Foram li-las e approvadas as reriacgo>s das
seguales eis, e sondadas ao Preleito para
publicar.
Autorisando a construcg5o le um peoepago-
Autonsando o alargamento da estrada ae
Belra na parle prxima a Encruzilhada.
Autonsando a mandar intimar diversas Com-
panillas atim de r-llrarem os postes, columnas
etc., da margem dos passeios e vas-frreas.
Sujeitando a matricula annual todos os ven-
dedores de carne da porco e fressaras d'eolre
ou fora dos mercados.
Form lidas as razes dalas pelo Dr. Prefei-
to, para a nao publicarlo da le, denominando
Avenia Mauricio da Nassau a Estrada Nova de
Caxang.
Fallou o Coocelheiro \lmeila dzendo se-em
improcedentes as referidas razSes, a posta em
votagS>, foram ellas julgalas procedeotes, coa
tra o voto do tnasrao Concelneire Aimeida.
O Concelbeiro Herminio de Figuerdo pro-
poz que foss prorottado at o dia 30 do corren-
te, a prsame sessao que hoje fladavaFoi
approvada.
Ordem do dia
Eatroa em 2.* discusso o projecto creando
urna junta medica municipal sem oaus para a
Iaiendcncia-
0 Concelbeiro Silva Fragoso apreaentou um
substitutivo ao Art. 3.- o qual diz.
A Junta Madica Municipal ter a seu cargo
a iospecgo dos empregados da Prefeitura e do
Conceibo Municipal, quando requeiram astas li-
cengas ou aposentadonas.
Fallaram prol a contra a emendaos Conce-
Iboiros Drs. Coelho Leita e Silva Fragoso-
Foi approvado o projecto salvando se a
emenda a approvada em 1* discusso a emenda
contra o vo o do Concelbeiro Dr. Coelho Leite.
Continueu a 2 discussSo os 16 a 20 do
Orgamento que caram approvados.
Aifandega-Do gabinete do Ilustre Sr.
Coronel Dr. Inspector da Alfandega.^escrevem-
noi o seguinte :
Por um deverde cortezia para com a Ilus-
trada redaego do Jornal do Recife, que to
ntida nogo tem do alto papel da imprenaa cr-
teriosa, no seio da sociedade civilisada, importa
adduzir urna explicago sobre o assumpto de
seu artigo edictoral de domingo ultimo, sob a
epigraphe Entreposlo.
Firmada na competencia clarameate .definida
no art. 219 da consolidago das leis das Alfan-
dega8, a inspectora da repartigo aduaoeira
deWEstado, incumbida da ba muito, por aulo-
risagSo do Groverno Federal, da arrecadagio dos
impostoa de exporlag&o pertencantes ao Estado
detertnnou que fossem recolhidos indiTareate-
mente, aos entreposlos estadoaes sob ns. 2 e 3
todos os artigos de produego nacional, taes
como: asaucar, alcool, agurdente, borracha,
mel, cera, fructas, etc., ficando reservado ao en-
treposlo n. 1 o recolbimento^de algodo em
rama e palles de qualquar quilidade .e de qual-
quer modo preparadas; porque motivos dejpon-
derago aconselbavam que nohouvessa pro-
miscuidade do algodo com asquear, principal
mente com o alcool, agurdente destacndose
a con8iderago de que, sendo ;o algodo merca-
doria de fcil combusto,e alias bo frequen-
les os incendios deste artigo entra noscoovi-
nha que o armazem destilado para o respectivo
depusilo fosse dos tres, o qu mais distanciado
flea do centro mais commercial; o que exacta-
mente acontece com o entreposlo n. 1.
as cartas da concesso expedidas a Santos
Lima& C, e a Alfonso Ferreira Bailar, conces-
siooarios dos referidos entreposlos ns. 2 e 3,
estava indicada a alludida descrimioago das
mercalorias a depositar, na conformidade do
que est estabelccido no art. 205 da citada
consolidagao; e elles, os mais ioteressados no
assumpto evidentemente, conformaram-se plena-
mente com o acto da inspectora da Alfandega,
sam oppor-lhe o mais llgeiro protegi.
Releva ainda salientar qne havendo nma firma
commercial desta prega recorrido em sen nome
da deliberagao em questo para o Sr. Dr. Se-
cretario da Fazenda do Estado, qne na especie
reprsenla a instancia superior, onde encontra-
ra por ventura correctivo o desacert do acto
do inspector da Alfandega : este vio confirmada
a sua deciso, assim justificada a sna lnba do
conducta pela solidariedade da admioistragao
superior; ecooseguiutemeiite, j nao Ihe dado
recuar da providencia que adoptou.
Isto posto, acredita o Sr. Dr. inspector da
Alfandega nao ler ferido os legtimos e respei-
taveis interesses do commercio honesto, qne
busca sempre conciliar com os interesses ia-
cae8, que tem a c isso de bem acaulellar.
Corybanthiaa Olindensei-Ma im-
po tanta so iedade recreatlra realisou ans-
bootem a sua 2.* soire.
Grande nnmero de senhoras e cavalheiros da
nossa lite social comparecern] fe-t-i, que
cor eu animadissima e na meluor ordem at al-
ia madrugada.
A mee leve logar no salo de honra di In-
tendencia, que eslava bellamnnte d-'Corado.
Nossas faiicitaiO'SCorybanihina Olradense.
comiuendador Leal -Viciima de anti-
gos padecimeolos fallecen hontem o commen-
dador Antonio Gomes de Miranda Leal.
Era o finado um honrado commerciante geral*
mente estimado pelas ptimas qualidades que o
oroavam.
No amigo rgimen militou as filelras do par-
tido conservador.
Foi agraciado com duas commendas, sendo
urna por S. M. o Sr D. Pedro II e outra pelo
soberano *le Portugal.
Memb'o de gmode numero de associages,
sua morte produzio em todas ellas iucalcula/el
tristeza.
Actualmente exercia o hon.oso cargo de cn-
sul do Per
Seu enierramento ter logar hoje, s 10 ho-
ras da maoha, sabiodo o fe-retro da ra da
Umfio n. 39.
Nossos sinceros pezames sua Exma. fami-
lia.
Reflnaria Sal^ueirai Temos sobre
a mesa, dois elegantes almanales de desfolnar
para o prximo anno, e que nos foram oferta-
dos por essa retinara.
Os referid s almanaks constituem nm Loai-
to brinde e sao ao mesmo tempo, ptimo re-
clame.
Confassamo.oos gratjs pela gentileza da
OiVrta.
Pernambneo Pow.ler Faetorie
Essa companhia rennio-se ante-hontem em ses-
sao de assembla geral ordinaria, e approvou o
relatorio a comas do anuo rindo, assim como
un voto de louvor directora, proposto pelo
conselho fiscal.
Para o periodo corrent-?, foi procedida elei-
cao dos seus directores e scaes, seodo eleilos
os seguiates Srs. :
Direc ores Dr Manoel Gomes de Matlos, A-
J. Barbosa Vianna a Hermn undgren.
Conselho fiscal Francisco *ugusto Pacheco,
coramendador Jos Augusto Alvares de Carva-
Ibo e Manoel Vieira Nev?.
Supplentes Joseph Howe, Isidoro Bastos de
Oliveira e Julio Emilio de Carvalho.
Era seguido, em sessao extraordinaria, foram
approvadas diversas aileragSes nos estatutos,
propostas pela directora.
costaras do Arsenal de Guerra
At hoje destribuem-se costuras no Arsenal
de Gu-rra, com as ctureira8 possuidoras das
guias de ns. 601 e 703, de cocformidade com
as i-rdens em vigor.
Apipucos -Nos comnunicam qu; por Tor-
ga oe imperiosos motivos deixam de ter lugar
hoja nesse arrabalde os festejos qua se acba*
vara projectadoa.
Nossa cuhora do Monte Xo dia
31 deata mez se reahsar a festividaiie religio-
sa de Noasa Sanbora do Monte, em Olioda.
Ao Evangelho pregar o Rvm. Sr. vigario
Augusto brauklia, havendo tarda procissko
solemne
Fabrica de molduras -Commuoicam*
nos os Srs. Baiitista, Ferreira & C., estabale-
cidos ra Larga ao Rosario, haverem recebi*
do para o seu bem montado estabelecimente,
muias novidades no seu genero da negocios,
antro os quaes liodissimos pora-llores, do que
ba de cinc.
E' o caso do publico nao esquecerse de
urna visita aquella estabelecimeoto.
Cdigo hyjjritMiii-o para os basaltos
de mar-Dos dous aos trio i anuos, o banhe
marino quasi sampre til, reforga os traeos,
cura os escrofulosos, torna fortissimos, os for-
tes.
Os velhos podem continuar com muita
prudencia os baos ja iniciados desde longos
annos, nao devendo jamis emprebeodelos
pela primeira vez cora os cabellos mancos.
Ob doente8 de molestias do corago, os
gottosos, os rbeumaticos e tuberculosos ou os
que j foram ameagadss de doeogas de paito,
nao -levem jamis raer-ulnar-sa ao mar.
Para a escrfula o mar a verdadeira
piscina probatica do evangelho.
Os meninos, os jovens a os adultos e
ambos os sexos devera o mais qm for possivel
nadar ou muito mover-3e durante o banno.
O Danho curto fresco e excitante, o
comprido momo.
Se podem solTrer por poucos das maitos
e diversos incommodos por influencia dos ba-
ndos de mar.
Vate banhos podem bastar para urna cu-
ra hygieaica, sem ser pouco para um escrofu-
loso.
A nova attitude da BassiaDizem
de Constantinopla ara 23 de Novembro :
> A nova attitude da Russia produz aqu as
espberas of&ciaes urna grande alegra.
O embaixador russo NelidofF dadarou Su-
blima Porta qae a Russia se oppona a um des-
mmbrame-to da Turqua, mas qua urge resta-
belecer a todo custo a tranquilada la no impe*
rio para afastar todo perigo de possives sor-
prezas da parle da Inglaterra.
Di-se aqu que esta ultima persistir, ape-
zar da attitede do goveroo russo, na sua linha
de conduela, e por isso que contina o pni-
co das Bolsas.
A razo deste brusco reviramento da Rus-
sia em favor da Turqua est nicamente no
facto qua a Russia no caso de arrebeotarem
oovos tumultos em Constaotinopola, quer para
si so o direito de fercar os Dardanellos e de-
sembarcar em Stambnl, -.-mquaato que a Ingla-
terra desejana a oceupago mixta anglo-ras*
o-italo-aut triaca.
Da maoeira que a sorte da Turqua, com o
movimento da Russia, parece melhorar, ao
mesmo tempo que a situago geral na Europa
ilustra patorar.
O eognae e o whiskyO cognac est
fazen io concurrencia ao whisky nos mercados
iglezes da India.
No exercicio de 1894-1895 foram importados
556.000 galOes de whisky e 240.000 gales de
cognac.
Dessa ultima bebida 118.G00 gales foram
vendidos pela Franca, 76.000 do Remo Unido
33 000 daAllemaoba. A Allamanha ven leu tam-
bem a India Ingleza 8 gilOes de whisky.
Certos distilladoresda Allemanha queixam-se
dd que alguns collegas bavlam designado o
whisky austraco com a marca de whisky Glas-
cow, aoque foi respondido que mais desleal era
o proco lmenlo de certos indU3triaes alinales,
qua importara alcool para colorirem e ebrisma-
rem de cognac e de whisky.
Para amitos iodustiiaes europeus, a falsica-
co dos productos destinados ao consumo das
colonias de ultramar nao faz peso na conscien-
cia.
Capote modernoO exercito americano
experimenta agera um novo capote, j conhe-
cido na Austria. Eate capote, qu.ndo esi com-
pletamente desenrolado, forma a cobertura de
sua tenia ou barraca de quatro faces.
O soldado para veatil-o, tem de dobral-o da
urna man ira especial, mas de tal maneira que
o transforma em um paletot que chega a cahlr
alaojoelbo.
Urna das pontas forma carapuga, que poda
servir para o fro. A.transfoimas&o desse capo-
te em barraca, pode fazer-se em alguns minutos,
e a teada obtida assim por essa modo bastan-
te espagosa para bem abrigar um soldado. O
pao impermeiavel e leve e pode prestar nisto
buns servigos. Entretanto nada prova qne seja
adi piado.


-


8
I
-
r wium
- -ftt-
'





I
re
se-
* fibra do aIgodao -Conforme ama es-
tatistica recenleraeuie publicada, o consumo an
Dua' d fibra do algodao no mondo de.....
13.737.000 Tardos de 400 libras OO cerca de 181
kilo cada um ; isio o consumo de......
1568.177 toneladas.
a Inglaterra o maior consamidor, ten do r
cebido uo ultimo exercicio de 1894-1895 de
varios paizes 4.080 fardos de 181 kilos, que res-
utoio quasi todos aos productores de fibras em
fios e tecidos.
O nomero de fuso? na Inglaterra de.......
45.400.000, ero outros pizes do cominele eu-
ropeu. 16.133.000 e oa India Ingina de 3 81 .000.
Curioso-Os jornaes scieBlificos da Europa
referem que o conhecido calculador Schnlhol
procurara o camiobo seguido no espago j>?lt
cotnt-ta descobeito na America d.) No'te a 10 de
Agoto ol imo, i.or Swft. O resultado a que
ch'-gou nao deixa de ser curioso. Esse corso ,
pouco mais oo menos, o mesmo qo" seguir o
cometa de Lexell perdido desde 1770.
Verrier linba calcla lo oro certo numero de
rbitas que teria podi lo seguir aqoelle cometa
desde que, entao, fra for eraeote periurbdo
por Jpiter Urna deesas rbitas comcide quasi
exactameola com a do novo cometa.
Teleferan)mas retidos-Acha-n-se
tidos na MUCtO do Telegrapbo Nacional o.
guite- lelegramrua- :
Uo Rio, para Mcie ra.
Do Rio, era Ptok.
De Moctev r", pira Rohillard.
Do Rio, para Bouiilca-.
Dj Aracaty, para G^a ho.
De 8. Cnriitovao. pura Maria Angosta.
Dj Rio, pa-a Amadeo Coimon.
Da ParaDyoa, para OJ loo Tavarco.
Linhas, funecionando reg rmente para Sai,
Norte e centro do Estado.
casamento eiwll-0 escrivo dos casa-
mentes qoe fuocciona nos districtos do Recite
Santo Antonio, Sao Jos e Afogados. alfixoo na
reparligao do registro dos casameoios a ra
de Imperador o. 75 l.- aodar, edital de procla-
mas de easamentos dos seguales contranen-
tes:
1 FuWcofoo
Manoel A-lves da Silva Luna, viuvo, residente
na fjeguezia da Boa Vista, com Digna Adelaide
Dorio.' solleira, reesiaeole na freguezia de S.
S. Jos e naturaes deste Estado.
Justino da Suva Lima, residente na freguezia ---,_--
de Santo Antonio, com FausiaLiliosa M-riado-< golteiro, Varzea. mhnnn ,..
Prazere", residente na freguezia de S. Jos, Mana J. de Jess, Pernambuco, 50 aonos,
anlifim^'e naturaes deste Estado. casada, Afogados. u,..
- O res-So escrivo do registro de casa- i Manoel 2 Gomes da Fonseca, Pernambuco,
mentos da Boa-Vista, Graca, Poco e Varzea 25 aonos, solteiro, braca. mh A
affixou na repar.igao'do registro l roa do Im- Amalia da Silva Ferreira, Pernambuco, 4
oerador B 41 V andar ediUes de proclamas; mezes, Santo Antonio._________
dos seguin'tes cernir, bentes: j Mara da Concedi S. Gomes, Pernambuco,
2.' Publcalo ^LuUM'deA.drade, Brazil, 6 mezes, Santo
Jos Pedro de Albuquerque com Mana Emi- 1 Antonio.
lia Guimaraes, aollelrose residentes na fregu- Manoel J. Perreira,
zia oa Graca. ,,. _., yuvo, S. Jos. .______
Manoel Jos de Souza com Leopoldina Sabina | Joi,a d0i Saotos, Peroambuco, 2 M aonos,
da Silva, solteiros e residentes na freguezia da sant0 Aotonio.
Boa Visia. I Jos, Per ambuco, 2 das, S. Jos.
Joao Americo da Costa Gama com Mana Eu- Manoel Fe|lx e fartas, Peroambuco, 4 boras
lalia de Avelar, residentes na freguezia da Gra-; Boa viste,
ca, solteiros. I Dolanice, Pernambuco, 3 mezas, Boa Vista.
Manoel Arauio, residente na fregoezia d*B. ] MarU v rt0 Nascimento, Pernambuco, 2 an
Vista, com Anna Vidal de Negreiros, residente | 0 g Jog.
na freguezia d9 S. Jos, solteiros e naiuraes Antonio C. de Oliveira, Parabyba,
Dr. Carnefro da Cacha, entrou s 8 1|2 da
mauna e sabio s 9
Dr. Jos Avila, entrou aa 11 da manba e
sabio as 12
Dr. Octavio de Frailas, entrou s 9 da
manna e sabio as 10 1/2
Dr. Alfredo Coala, entrn as 8 1/2 da manba
e sabio as 9 1|2 a
Dr. Joao Marques, entrou as '9 da manba
e sabio as 10 1(2.
Dr Jarome, entrou s 10 da manba e sa-
hio s 10 1/2.
Pbarmaceuiico, entrou s 9 da manha e
sabio as 5 da Urde.
1- Ajudaoie do pharmaceutico entrou as 7
da manila e salu > s 5 da tarde.
2 Andante do pbarmaceutico, entrou as 7
da manba e sabio as 5 da tarde.
Ass'sieute eulrou as 9 da manha e sabio
as 11
Casa de Detencao movimenn dos
presos da Casa de Detencao do Recife, Estado
di yernainbueo, era 23 de Dexeinbro de 1895.
Exiatiam 415. entraram 11, sabirafO 5, exis-
le A saur. naclnaes 379, mulheres 19, estran-
geiios 32, mulleres 0, toiai 421.
Arracoaciif 391
Bons 373 oentes 15, loncos 1, loucas 1,
total 391. -.
Moviraento da enfermarla Eogeoio Jos da
Costa (contiendo por Tueozeres) e Jos Fran-
cisco de Freitas.
cemlterlo publicoOb.tuano de da 22
de De^embro de 1895 :
Francisco, Pernambuco, horas, Olinda.
Amelia Augusta da Silva Miranda, Pernam-
buco, 37 annos, casada, S. Jos.
Vicente Ferreira da Silva. Farabjba, 40 an
nos, viu-o, Graca.
Eduardo F. da Silva, Pero amboco, 50 aonos,
casado Boa Vista
Vandeliua, Peroamboco, 8 mezes, santo Ao-
Josepha Catharioa da Silva, Pernamboco, 43
das S. Jos. An .
Jos S. Vieira, Peroambocj, 19 aooos, sol-
teiro, Boa Vi-la
Beveouto A. da Silva Res, Pernamboco, 44
aonos, solteiro, Boa Vista.
Manoel i Hercolano, Percambuco, 18 aonos,
solteiro, Boa Vista.
23
Maria A. Cavalcante de Souza Leao, Per-
namboco, 49 aooo, casada, -.togados.
Joaquina BraodQo, Peroamboco, 3o aonos,
Pernambuco, 45 anuos,
39 anuos,
desle Estado.
1* pabhcagau
Joo Casimiro Archelo de Outtes, com Iza-
bel Deo iad a Pyno. solteiros e resideotes oa fre-
guezia4da Boa Vista.
Commis.ao de melhoramento do
Porto do tteclfeBecife, 23 de Dezembro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
m.
1.
nrado a O)
"25,"6 758,-00
27'.2 759,35
28,-4 78.-90
27,-6 757,6i
2*,'8 758,-22
Jemperatura mnima 25,-25.
desobrigado ao meio da.
Temperatura mxima 30o,00.
2,-4 Prateado i4,0;
^Evaporajo em
bra 2,- 9
6
9
12
3
6
vapir
21,60
19.70
19,90
19,54
19,53 75
Tbemometro
dad
84
73
68
71'
Fdi'cidade M, da Conceigo,
aonos, solteira, S. Jos.
Pernamboco, 30
PERNAMBOCO
ACTA DA SESSAO KXTRAORDINARlA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFB, SOB
A PRESIDENCIA DO CONCELHEIRO COM-
MENDADOR JOAQUIM ALVES DA FON-
SECA.
Aos 14 dias do mez de. Dezembro de
1895, presente* na sala das sessOes
hora marcada, os Concelheiros Com-
mendador Altes da Fonseca, Silva Fra-
goso, Miguel Macedo, Manoei Thomaz,
Dr. Coslho Leite, Marcw da Silva, Costa
Ramos, Herminio de Figueiredo, Ber-
nardo Damiao e Pedro Brazil, fei aberta
a sesaao e lida a acta da anteaedente que
foi approvada sem debate.
EXPEDIENTE
Foram lidas es razoes que deu o Dr.
prefeito para a nao publics3o da lei n.
58 qua trata da venda de peixe do muni-
cipio por kilogramma e preco determi-
nHdo. Depois de fallarem a respeito os
Concelheiros H-rminio de Fjgueiredo,
Dr. Coelho Le'te e Costa Ramos, f rain
consideradas improcedentes as referidas
razoes, e por maioria de dous tercos, re-
solveu o Concelho ordfenar a publicaj&o
da mesma lei
Pelo Concelheiro Bernardo Damin foi
apresentado o segp'nte projscto.
Art. 1."Fica creado o lugar de ad-
administrador dos Jardins Pblicos do
Municipio, vencendo o ordenado de Rs.
1:0*.0$ e 800$ de g'atifioacSo annuxe,
pagos pela verba destinada a limpeza
publica.
Art. 2. Revogam-e as dispos;coes
em eontrario:A' CommiseSio de Orea,
ment e Fazenda.
ORDEM DO DA
A commissao especial de que trata o
art. 23 do Regiment, apresentou pare
cer favoravel sobre os pedidos de aposen-
tadora d.s empregados monicipaes Laon-
cio Qaiotino de Castro Leao, Theodomi-
ro Thomaz Cavalcaote PessSa, Frantisco
Antonio d9 Menezos e Francisco Ferreira
T-*vares.
Foi approvado o parecer.
Art. 1.* Ficam aposentados com os
vencimenos que actualmente percebem os
eguintes empregidos Leoncio QuiDtino
de Castro Leao, 1. oficial da S:cretaria
da Prefeitura, Theod miro Thomaz Ca-
valcante Pessoa, major commandante da
Guarda Municipal, Francisco Antonio de
Menezes, porteiro do Cenaiterio de Santo
Amaro, e Francsco Ferreira Tavares,
marda-fiscal em exercicio nol.- dis-
tricto da Graca.
Art. 2.* Revoffam-se as disposices
em contrario.Francisco Carlos da Silva
castdo Hoa V sta. o"J cuu--*- ^,.-------------
Mara T. dj Esointo Saoto, Pernambuco, 20 Fr8g080. Herminio Egydio da Figaeirepo
aonos, solteira. Boa Vista. w -i *>---------J~ a.,o
medico
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
tua casa ra da Gloria a. 39 das 11
doras da manila a 1 da tarde. Achar>
do-se fra do servico publico offerece-sf
, para acudir a quaiquer chamado con,
, I uromptido para fora da cidade. Espe-
Ennegrecido,cjatj(lade> 01,eracues, paitos e molestias
24 horas ao sol 4-6, som-1 ae senhoras e r^DDOS.
Dr. S Peretra, ra da Imperalriz o
d coasultas medico-cirurgicis todo
m ias das 8 meio dia, menos no-
Chova 0,8
Direcgao do veoto ESE |com interrupQOes 11>.
de SE e E de meia noote at 11 b. 17 m. da ;
manha ; 88 al 2 h.J 01 d. ^ 'rde : %E di santiucad0
al 3 h. 12 m.; S-SE Hltero.dos at5 h. 46 ra. ujuuu6ms o j. ...
SE cem ?""""'"'- K SSE al meia I
noite.
Velocidade
gundo.
nterrupyrs de ESrX e SSE al meia
media do vento 4-31
' Nebu'losidade media 0,5S.
BOLETIM
Pramar oa Dias
Altura
DO PORTO
Horas
bai xa-mar. _OQ
P M. 23 de Dezembro9 li. 10 da m. .-oo
B. 3h. 0 m. da t 0-95
Hatadeuro PublicoForam abatidas
no Matadooro Publico da Cabanga 92 rezes
para o consumo de boje
Hospital Pedro IIO movimeolo desse
estabelecimento cargo da santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 20 de Dezembro, fot o
seguinte :
Entraram.....
Sabiram..... *
Falleceram .... 1
Existem..... 803
Foram visitadas as enfermaras pelos seguln-
tes mdicos: t 4 .__
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
nha e sabio as 8.
Dr. Malaquias, entrn as 7 da manba e
sabio as 8. .
Dr. Berardo entrou s 12 da manna e
sabio 1 da tarde,
Dr. Lopes Pessoa, entrou as 10 da manna
e sahio s 11 1/2.
Dr. Vieira da Conha, eotroo s 10 da ma-
nba e sahio as 11 1/2.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou as 10
ruanh e sahio s 11.
por e s )r. Peretra da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
I consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.' 63 1/ andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.* 588.
O j)r, Pedro Pontual,ex-chefe de
clinica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Samjmio, oceulista, d
ionsutas de 1 s 4 horas no primeiro
andar da rna do Bario da Victoria d.
"5.
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Telenhone u. 3o5.
Drogaras
Guimares Braga C. Depsitos
J Drogas e productos chimicos, espe
oialioades Pharmaceuticas, medicamen
tos homeopatieos e tintas, leos, piu
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de Olio
da o, 60.
Mam el Tnomaz de Souza.
Pedio a pa>avra o Concelheiro Hermi-
nio de Figueiredo que requereu urgencia,
afina de 'esta mesma sessSo ser posta em
em 1.; discusso o referido projec o, o
que cnsaltada a casa f i resolvido, tendo
fallado a favor da urgencia o concelheiro
Fragoso que disse ser ella ujia n=sess-
dade, visto ter-se somente urna semana
para se discutir e votar o orcamento.
Pedio a palavra o eoncelbeiro Podro
Brazil que apresentou ao projecto a se
guinte emenda: B-qneiro qua igual
favor seja extensivo aol- escripturrio
Marianno de FigueirGa Farias.
Foi approvada em 1.a discussSo o pro-
jecto, sem a emenda, e sobre esta failaram
contra b concelheiros Costa Ramos e
M guel Macedo, posta em votac&o houve
empate, tendo o Sr. presidente deaempa-
-ado a favor da emenda.
A* CommissSo de Edific acSo e Obras
Municipaes apresentou parecer contra o
que req. eren Antonio Cualia, que pede
concessao para organisar nos jardn p-
blicos d'este municipio diversos diverti-
n ento8.
Foi approvado unanimente o parecer.
A' CommissSo de edificacao e obra9
municipaes deu parecer favoravel ao re-
querimento de Luiz de Milley 8'br m-
ctorios, denominadosColumnas Lumi-
nosas,pedindo que sobre este mesmo re-
querimento de sua opioio a Commissao de
Hygi'ne. Foi attendido.
Falloa pela ordem o Concelheiro Fra
goso qu pedio o levantamento da sassao,
em ras&o de ter fallecido o fiscal da Ba-
Vrsta, e precsarem sair mais cedo, os
ere pregados afim de acompanharem ao
Cemiterio os restos mortaes de seu col-
lega.
riendo approvado o pedido, levantou-
se a sesso e foi marcada para o da 16 a
sua continuadlo.
Presidente
Joaquina Alves da Fonsec.
l. Secretario
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
2. Secretario
Miguel de Abn-u M g g.o_______
O Conceibo lluoicipal de Canto mlio oao cunsideraodo pro-
cedentes as ra 0-s de nao pnblicaco apresentsdas pelo Pre
feitoem exercicio. resolve por maioria de deis terco ordenar a
publicaco da presente lei do orcacuvn'o que tem de V!gorar no
futuro exercicio de 1896, para todos os edeitoa.
Lei n. 9
O Concelho Municipal de Canhottnho para o
EXERCICIO DE 1896
Decreta ;
para o exercido de 1898
Art. 1 A receita e despeza
oreada em 21,9748800.
1.'
2.'
Iv
4-
5
6
Porcentagem ao Prefeito 6 [0
Ao Thesoureiro.
Ao ndvogado do Concelho.
Ao Secretario do Concelho.
dem da Prefeitura.
Aos agentes arrecadadores 10
lo
deseen-
FHRQA PUBLICA
8 7. 10 pragas a 800 reis diarios,
tando-se 200 reis para fardamento. ____
8 dem sargento servindo de commanaanie,
vencendo 3008000 de ordenado, descontando 200
re,s para taraamen.o.^^ ^^
9. Urna cadeira do sexo masculino na
10. Urna dita do sexo femioino na villa.
1 11. Urna dita do sexo aaaculioo na povoa*
rao de Palmeira.
g lt Urna dita do sexo feminino na povoasao
de Palmeira. ..... / ,_M
13. Urna dita mixta no povoado de Jupy.
| H. Urna diU do sexo masmolino no povoa-
do de Paquevira.
g 15. ma dita do sexo emmlBo, no mesmo
povoado.
g 16. Urna drfojdo sexo masculino no povoa-
do de Lagedo. .
17, Una cadeira mixta no povoado tai
jado
$
8008000
5008000
600S000
3008000
8
1:9568000
3008000
1:2008000
1:2008000
9008000
9008000
9008000
6008000
6008000
5001000
4801000
18. Urna dita do sexo masculiuo no povoa-
do Tipy.
19. Para expediente e alaguis de casas
coosignadas para di as cadeiras, sendo 58000 para
as da villa e 38000 para as das povoacOes
| 20. Ao p>:teiro do Concelbo.
ao fiscal da villa,
dem da Palmeira.
dem as de Pqu vira-
dem as do Jupy e Calgado.
Expodiedte e asignatura do Diario.
Agua e luz'para o quartel da villa de Pal'
S21.
22.
S23.
24.
25.
26.
meira.
.27.
4808000
408S000
120S000
1208000
608000
60S000
608000
120S000
1308000
7O0S0O0
330SO0O
150S000
1:0008000
400S000
1208000
608000
8008000
600S000
50 8000
5008000
5008000
,.. Custas jndiciaes, sendo para o escrivo
do jury 6008000, sem direito a reclarnac&o.
28. Impresses das leis, hvros, talOes etc.
29. Jury e eleic&o.
g 30. Obrad publicas municipaes, sendo.....
5008000 para o cemiterio da villa.
31. Para o cemiterio do Jupy e muro do
Olbo d'agua do Peripiry.
32. Aluguel da'caia da cadeia da villa.
33. dem, i lera ce Palmeira.
- 34. Far amento as pragas e munig6es.
35. Graticago ao juix de distncto da villa,
ficaodo com direilo as cusas que oceurrer pelo
juizo.
36. dem, idem as de Palmeira.
S 37. dem, dem as de Paquevira.
38. dem as do Jupy. -
Art. 2. Para occorrer estas despezss fica o Coocelho Mu-
nicipal auiorisado a arrecadar no futuro exercicio de 1896 os
imposios especifica os nos seguintes paragrapbos :
11.* Multa s- gundo o Cdigo.
I 2.* Dividas activas.
3.* Emiomen os do9 empregados do Concelho.
g450 rns em cad volme de,serenes, farioha, milbo,
feijo, lava, mamona, batatas exportadas do municipio.
5.* 100 ris por sacco de farofa e assucar exportado do mu-
nicipio, exceptuados os seobores de eogenhos.
S 6. 200 ris por eacca de la exportada oa vendida para fra
do mooiciplo, e 100 ris por arrob de algodao em rama oas
mesmas coudigOes.
7m real por kilo de carogo de aigodo exportado do
municipio.
S 8 158000 por eogeoboca de ferro e 108000 sendo de pao.
8 9.* 40|000 por machina a vapor de qualquer estabeleci-
meoio.
10. 258000 por engenbo d'agua ou holandeira.
3 11. 58000 por machina da descarocar algodao.
12. 58000 em cada rez qoe (- abatida no munir-ipn para o
cooiumo publico e a mesma qoantia pagaro aquelies qoe expor ou
exporem cerne secca a venda oas feiras do mo icipio.
13. Dcimas dos predios urbanos da cooformidade com
o laocameoto da lei n. 7, nao pdenlo ser alterado o mesmo,
excepto as casas de palha que estiverem dentro do permetro,
qoe o C mcalho organisara.
S 14. 500 via sobre todas as casas de vi venda dentro do
monicipio, cobertas de tena, exceptuadas as de palha.
15. Importo de afengao segondo a tarifa estabelecida no
Cdigo de posturas.
8 16. 158000 por casa que vender bebidas espirituosas, e as
quitandas png.irao proporcionalmenli;.
S 17. Aiva/ de licenga aos coraraerciantes da villa e povoa-
g6es do municipio, para t Tem seos estabelecimentos abertos
aoDualmeote, sendo aasim classiflcado : o. 1, as cas?s de negocio
que veaderem fazeodas, miudezas, calcado e c tapo?, sao consi-
deradas de 1.* case, e pagaro 408000; n. 2. as que-vepderera
Bomente saceos e inolli.idos, pagaro 108000 : n. 3, as que vende-
rem fazenoas. chapeos e calgado, nagiro 258003 ; n 4, as que
vend-r-m =mnte miudezas 158000 ; e os deiuais gneros pelos
suburbios 108000.
g 18. 258000 por arrnazem.de sal.
19. 258000 por loja d barbeiro que veoder perfomirias e
miudezas.
8 20. Dizimos de gado vaceum, cav llar, rauar, cabrom, ove-
Ihom, soino ou cerdum de 10,1, e os que nao tiverem 10. paga
rao por frai-cao, isio por cada bezerro 18000, poltro 28000, por
muar 48000, por cabruiu e ovelhuin 200 reis e suino ou cerdum
pagaro quer por numero quer por fraegaj 200 ris por cabega.
8 21. 15800o por olaria de tijollo e telba oa villa e povoa-
gOes, e nos soburbios 108000.
S 22. 108000 por ttulos de empregados municipaes excepto
os liscaes.
8 23. 28vXK) por certidSo e 18 por cada pagina que aceres
cer.
24. 208 por registro de medico, pbarmaceutico, e advoca-
dos, ou procuradores de causas no foro.
25. Reodiiounlos dos cemiteiios conforme o regolamento
em vigor.
2o. 400 ris por c b-ga de gado soino ou cerdum 300
ris por oveinum e cib um, ou peliculares e expo-tos a v nda
oas '"iras oo fra dalles.
| 27. 10800 por licenga para tb -airo, livoly, ezp isigOes de
vislas e ou'ros divert lentos.
28. 258000 por escnpiorio de midico ou advogado-
29. 208000 por fabrica de iogos eruflciaes oo ndividooB
que es lubricar.
30 103000 por casas que veoder plvora ou materias
inflaminaveis, nos lugares oerm ttidos pelo e digo de posturas.
8 31. 128000 por casas que vender fogos arteflciaes.
32. 58000 por casa de rancho no municipio.
8 31 208000 por cocheira que r*ceber civallos por trato.
8 34. 108000 por lr-itei o luun'n-ipio.
8 35- 1008000 por mscate de fazendas que venha expol a
venda de outros municip os na* feiras deste, compreben-
dendo os eslrangeiros, e 208 por mscate do municipio excep-
tuados os que tlrarem suas mercadorias e rnaadarem expor oas
feiras do local de suas resideocias por caixeiros, pagando tao so-
mente a tol 'a, 300 rs.
36 5S000 para poderem ^vender quinqoilharias, flaodes,
(obre e est-mpas.
37. 508000 por caixeiro, ou oessoas commissionadas ou
representantes de casas de commisses, ou fbricas estabeleci-
das oo estrangeiro, que veonam contractar compra oo venda e
remessas de productos no municipio
8 38. 28000 por barraca ou botequio que armarem oas
testas da villa h povoagOes. .
39. 5S000 por licenga para edificagOes de predios na villa
e povoag5-s, sendo sobrado, 108, muro 38 e 10 por qualquer ou ro
nao especificado.
40. 3S000 pira reedificagao, concertos nos predio-, rasga-
ment de port-isou janellas e reboco exterior.
41. 400 rs. por metro de arruamento cordiando-se.
8 42. 58000 por pipa de agurdente, 38 por carlolia, IfoOO
por quinto e 18 por anco-as importadas pa a o municipio.
43. 100 rs. porcada couro -aleado ou espichado exporta-
do no municipio, e50 rs. por cada meio de sola.
8 44. 200 ris por cada rolo de fomo exportado do muni-
cipio.
45. 200 r 8 por gado, cabrum ovelhom e sumo ou cer-
dum, isto por cabega que seja vendida na Villa e povoages
do municipio, pagas pelo vendedor.
8 46. 2D0 ris pe carga de farinba, mlho, feijo e favas,
expo tas veoia oas feiras do municipio e trazidas oas semanas
para seren vendidas.
47. 200 ris por carga de garapa e Troclas expostas a
venda as feiras do municipio.
48. 40 ris por meios de sola e courinho curtidos, expor-
tados ou expostos a venda as feiras do municipio, ou em qual-
quer parte do mesmo.
8 49. 500 ris por carga de queijos expostos a venda as
feiras do municipio.
8 50. 400 ris por carga de rapadupas, assucar, peixe, carne,
hacalno, cocos, linguiga e toucinho, expostos a venda as feiras
do municipio.
51. Uro por cento sobre transmissao de propriedade.
52 1S500 por praoxao di madeira de constroegao expor-
tados ou vendidos pagos pelo vendedor ou exportador.
53. 200 ris por linhas e travs vendidas ou exportadas
do municipio pagas pelo vendedor oo exportador.
54. 20 ris por cada dormente vendido ou exportado do
mmicipio, paso pelo vendedor oo exportador.
55. 500 ris por cargas de esteiras de junco para can-
galhas.
8 56. 200 ris por ditas de peripery axpostas a venda as
feiras do municipio.
8 57. 200 ris por saccas de la vendidas para fora do muni-
cipio.
58.
memos.
8 59.
municipio
60.
teria.
61.
gaocorras.
62.
108000 por casas que venderem drogas e medica-
208000 por joalhero que vender joias de ouro no
108000 por cada pessoa que vender bilhetes de lo-
28000 por casa de farioha, a excepgSo das pequeas
e as qoe nao funeciooarem.
18000 por carga de agurdente, vendida oas feiras ou
fra"della8.
63. 2Q0 ris por cada tolda que venderem gneros oas
feiras.
64
108000.
8 65.
66.
5g000 por mscate de miudezas, sendo estrangeiros
108000 por licenga de casa de jogos no prohibidos.
2S000 por cavallo que conduzir gneros por aluguel
dentro do municipio. .., ,
67. 200 ris por carga de farinba, milbo, feijo, fumo,
fava vendidas para outros municipios, pagas pelos que as condu-
zirem, e 400 ris por carga de rapaduras oas mesm >s condigOes.
68 108000 por padaria dentro da villa ou poveagOes do
municipio. ,.
8 69. 20S000 por alambique de cobre que distillar agur-
dente e 68000 por dito de barro.
| 70. lOifiOO em cada cada carroga que conduzir gneros
para dentro ou fra da villa.
71. 208000 por licenga para condnzir armas defesas, obti-
da oa autondaie competenie. ,
8 72. 200 ris por carga de fomo vend la as feiras do mu-
nicipio.
8 73. 408000 em cada armazem de compras de cereiaes na
villa e povoages do municipio, e os atravessadores 158000 ; ex-
ceptuand -se os que comprarem as feiras do municipio, e a
mesma quanta pagaro os armazens que nzerem compras pelos
suburbios.
DISPOSICES GERAES
Art. 3.- Ficam maotidas dez cadeiras de insirucgao prima-
ria nesie municipio, na forma dos 8 9. 10, 11,12,13, 14, 15,
16 17 e 18 do art. 1.- da presente lei, prvidas por nomeages e
pe'rcebendo a verba consignada para cata urna, dos paragrapbos
mencionados. ...
Art. 4 As nomeages dos empregados do municipio serao
feitas pelo Pref ilo, excepgSo dos empregados do Concelho,
nos quaes se inclue o secretario do mesmo, thesoureiro, advoga-
do porteiro e flseaes, e das nomeages e suspenses dos ditos
empregados. Teilas pelo prefeito, cabar recurso ao Concelho, que
decidir, dando provimento ao mesmo ou negando, conforme
migar de justiga. .
Art. 5.- Os vanciments de todos os empregados sao pagos
pelos cofres rr.uniipaes no i 5 de cada mez, por urna folha
fea pMo spcreiario do concelho, inclusive o escrivo do Jury ;
e os lugares que vagarem ou se crearem ou por imped meoto,
licenga do respectivo erapregado, serao divididos em tres partes
guaes, destas urna ser gratifleagao, sendo devida smente no
exercicio do cargo. .
Art 6. Os impostos de portas abertas, bebidas espirituosas,
plvora, ^aperes, bilbar, mscales, fabricas de fogos rtificiaes,
aferiges, olarias, padanas e cocheiras, se;ao cobrados de Janei-
ro a Feve-eiro. ,
Art 7.- Os impostos de engenhocas, casas de farinba, boln-
d'iras, sera feita a cobrauga de Feversiro a Margo ; e os demais
oao especificados, no correr do semestre e dentro do exercicio.
Art 8.- O imposto de gados vaceum e cavallar exportados
para o municipio e abalimeoio daquelle para o consum >, ser
pago immediatamente. .
Art 9.- O imposto de decimas urbanas, sera relto o langa-
mnto no mez de Jaaeiro, sobre o valor locativo do aluguel,
dentro do permetro da villa e povoados, designado pelo Conce-
lbo. exceptuadas as casas de palba ; e sero pagos por se-
rnfifttr
Art. 10. A cobranga dos impostos da presente le ser feita
mediante recibo em livros de lalao, rubricados e numerados pelo
Prefeito, -xcepgao dos geoeros expostos as feiras.
Art. 11. A cobrauga dos impostos pe ser feita amigavel,
e no caso de recusa dos conlribuintes, execuvamenie, conforme
a legUlago em vigor e eodigo de posturas, promovida pelo ad-
vogado do Coocelho, oo qoem o Coocelbo determinar, cooforme
o Prefeito rep-esentar ao Concelbo.
Art. 12. Os Impostos poderi ser cobrados administrac-
tivamente por meio de arrecadaderes, ou de arrematagoes pos-
. tas em hasta publica pelo Concelbo Municipal conforme este
acbar mais conveniente. Sendo por meio de arrematagao o
I wmm i
Coocelho mandar affixar editaes marcaado o pr*, d e hora
V lugar e saodo pela commissao de fasenda e de orga-
to avahad >s os impostos em arrematagoes e os P"180'
e\p deveio apreseoiar suas proposlas em cataB fecnaaas
to,damente habiti adoe, poderao arrematar qtjalqn onpos
deteltirme as condicge< qoe o Coaielho ou seu Presidente
vidasar, lavraodo-se o respectivo termo, e fazendo-se as de-
Art."uoicage8 ao Prefeito.
portadore's^elos geoero9 exportados do muoicipio se/o os ex-
tiverem fePJgados a apresentar os talos dos descenos que
men'o c cobra* 8uas mercaaorias, afim de se fazer o langa-
Art. 14. 0\Bb P-^aa de multa de 208000, duplicando-se.
receita e despezipureiro dever conservar o livro caixa de
em todas as s.cc?' 'as e sabidas, e apreseoiar- este Ujrro
radas e tomadas as amanas do Concelbo para serem verln-
guias que o respectivo^, apres.ntan lo por sta oceaaiao as
das ditas e as de?pezas*feit<> ttver enviado do recolhimento
coraprpvadas com doeatn> que "orem jusias para o bo^.^b'ndo-lhe fazer as reclamages
Concelho providenciar. >*npnho de seu cargo afim.do
Ar 15 Os ag^nies a-reca/, ,
Precito ev rao prestar fiaoga K" 1aafr "n BOlB,,ado" "L0
e qu. ser lavrada em l.vro 3" Torm9 a ,el 2S2S'
damente abonadas para assno -e?cal por pessoas re oohec-
publicis do municipio po- qualquer ^;K8M0,erde;
dos ditos agentes, que presiarSo c >B**$nm\*.
DI?POSIQOES l;ERM\Nh,TE
t. 16. A forga municipal guuria de seg_ nnhlira da
ta os 8 7 e 8. do art 1- da prseme l^iKaf-ser
Aft.
que trata
organisada pta Prefeito a s poderao ser engajavjj^'"^-'"g
prova em com aitestado das aut>iilades locaes, ^j4e ,retIU|ar
conducta, e que tivrem a i tade de vinte a trinia e o^ aonos
sem achaques, e que nao teoha sido condemoata em cA,a%1 ^Q.'
famantes e graves, sem o que nao podero ser admtila^ a0
engajamento, deveodo o respetivo Kreteiio mandar apresentar
a Coocelbo os atu-aiados e documentos da condu-ta do eng14.
do devidameote sellados.
Art. 17. A dita guarda raover-se-ba smente quani f-
reqoisitada para qualquer diligeocia das autoridades policiaes e
judicianas, e nao poJer ser empregada em outro qualquer ser-
vigo a nao ser da guaroigao da cadeia ; excepto dnas pragas que
devem ser manlidas no districto de Palmeira a disposigao do
respectivo juiz distncial e suj) lelegado, e duas as mesmas coa-
di.es no isiricto de Paquevira. e as demais farao a goaroico
da cadeia da villa e policiaineoto da mesma.
Art. 18 Nao poder ser aogmeota io o seu numero sem que
circumatancias poderosas o detaremnem o o uooc:liie resolva.
Art. 19. as eliminages e demissea do referido guarda e o
sargento que as commanlar 3onform o 8 8* do art. 1. sero
(eiias pelo prefeito, caliendo recurso para o Coocelho que deci-
dir sobre o caso.
8 1." Essa guarda usar de uniforme e divisa que o prefeito
julgar accertado, e de cooformidade c->m o regulameoto disci-
plinar establecido, que po lera ser alterado ou modificado.
Art 20. A disciplina das ditas pragas cabe ao sargento que
a3 coincnaiiJ'r, s-nio lu lo ttscaloado pelo respectivo prefeito a
quem cabe dar as providencias que o caso requeaitar.
Art. 21. A casa do Concelho est sobre a viga e guarda do
porteiro, o os seus utencilios, mobilia, ele de cooformidade com
o regiment em vigor, nao podendo ser d'al i tirados ou empres-
tados sem autonsago do presidente do Concedo, e oao se ad-
mitlir que pessoas esiranhas residam na refer la casa sem pre-
via autorisagao do mesmo presidente, ou do Concelho Municipal.
Art. 22. Ficam revogadas todas as disposices em contrario
a presente lei, que comrgar a vigorar do primeiro de Janeiro
de 1896 em diante, com -gando d'esle dia o exercicio do auno
financeiro municipal at o ultimo de Dezembro.
Sala das sessOes do Concelno Municipal da Villa de Canho-
tlnho, 18 du Dezembro de 1895.
Domingos de Oliveira Cavalcante,
PRESIDENTE DO CONCELHO.
Jacintho Medeiros da Cmara Tamarindo,
CONCELHEIRO.
Jos Rodrigues da Silva Porto,
CONCELHEIRO.
Vespaziano Jos de Mello,
CONCELHEIRO.
Manoel Ignacio Bezerra,
CONCELHEIRO.
Poblicada nesta Secretaria di Concibo MoBicipal de Ca-
nbotinho aos 18 de Dezembro de 1895. 2
O SECRETARIO,
Luiz Apollinario da Silva Monte,
Lei ii. OO
O Confielho Municipal do Recife, decreta :
Art. i.* Fica o prefeito auiorisado a alugar
uma casa na Capunga, freguezia da Graca, que se
preste a servir de Mercado [Publico. ,
Art. 2.- Revogam-se as disposices em con-
trario.
Sala das sesses do Concelho Municipal do Re-
cife, 2ode Dezembro de 1895.
Joaquim nlves da Fonseca.
Presidente
FranciscoCarlos da Silva Fragoso.
1. Secretario
Mignel de Adren Macedo.
2. Secretario
Publique-se. Recife, 23 de Dezembro de 1895.
Bianor de Medeiros.
Sub Prefeito.
Iei 11. 07
O Concelho Municipal do Recife. decreta :
Art. i. Fica Prefeito autorisado a despender
a quantia precisa para desapropriar os terrenos ne-
cessarios ao alargamento da estrada de Belm, fre-
guezia da Graca, na parte prxima a Encruzilhada.
Art. 2.0 Revogam-se as disposices em con-
Sala das sessoes do Concelho Municipal do Re-
cife, 21 de Dezembro de 1895.
Joaquim Alves da Fonseca.
Presidente.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
i." Secretario.
Miguel de Abren Macedo.
2." Secretario.
Publique-se.Recife, 24 de Dezembro de 1895.
Bianor de Medeiros.
Sub-Prefeito.
Iei ii. OS
0 Concelho Municipal do Recife, decreta :
Art. i. Ficam sujeitos a matricula annual, na
Secretaria da Prefeitura, todos os vendedores de
carne de porco e fressuras, dentro ou fora dos mer-
cados do Municipio.
1 nico A matricula para os primeiros ser de
vinte mil ris annuaes e para os segundos de dez rail
reis.
Art. 2.' Revogam-se as disposices em con-
Sala das sesses do Conselho Municipal do Reci-
fe. 21 de Dezembro de 1895.
Soaquim Alves da Fonseca,
Presidente
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
1." Secretario
Uiguel de Abrcu Macedo..
2/ Secrotario
Publique-se. Recife, 24 de Dezembro de 1895.
Bianor de Medeiros.
Sub-Prefeito.

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rc> n-nmuiuuc tfMaria-relra 3BS e Dezembro de I
jt
NHIUCIB 4 PEDIDO
Empreza de illumina-
cao da cidade do
Recite.
4 empreza deilluminaQa^
d. saz desta cidade tesro
apresentado protesto/po
diversas vezes querrfrante
o pudor admiuistrauvo, qu ar
perante o pod -^udiciario
contra as ifilra^es de mu
contracto e tsposicoes d
direito couSUum que lhe sao
applicavff/4, sendo a sua ava
liacac, Jo mat irial e perten
ees, feita e modo oitensivo
aosinterePce? da Empieza,
achando-se os presos respec-
tivos loDge de representa-
rem o juslo e ~eal valor
de sua propriedade, mes-
mo prevalecendo o paga-
mento em ouro, como de-
clara o actual edital man-
dando obseivar o laudo do
Dr. Thaurxaturgo, segundo
o qual a somma fot.l da
avaliacao da Empreza deve
ser paga de sonformi'ade
com o cambio de 27a per
sistem
sendo ^3mittidos pelo po-
iei -administrativo como
copeta do acto de 13 de
Cmtubro de 1890 do t=o-
/Vcrnador debte Estado e
jalgados por senteoca pelo
Dr. juiz dos Feitos da Fa-
zendaem data de 30 de
Abril ce 1889 ; vem de
clarar para coohecimento
de qu=m interessar possa
que continua no firme pro-
posito de fazer firme e va-
liosos os seus direitos, nao
abriodo absolutamente mao
de sua propriedade senao
depois de legal e justa
meute indei^nisaua, e de
se proceder a avaliacao
supplementar de que tra
ta o art, 9. 3 e 4. do
actual edital tu do de con.
formidade com o contracto
e Leis vigentes.
Para a resalva de seus
clireitos por cuja integri-
dade protesta anda urna
vez e para evitar duvilas
e questaos futuras sao fei-
tas as presentes declara
coes.
1$000 rs.. em curo ou Recfe 20 de Dezembio
moeda nacional ao cambio
do dia, como consta da de-
clarado ;nfra do mesmo
Dr. Thaumaturgo, protestos
esses que sendo renovados
e publicados nos jornae^
desta cidade. como 63 v
do cDiario de Pernambu-
buco de 1 de Janeiro,
14 de Oatubro de 1890,
18 de Fevreiro de 1891 e
Provincia de 1. de Ou-
tubro do mesmo anno, sub-
WMEBf.10
BolV Commercial de Pernam
buco
COTA50ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Kectfe, 24 de Dezembro de 8q5
Kao boDve cota^ao.
0 presidente,
Antooio Marques oe Amorim.
0 secretario,
KanoelG. da Silva Pinto.
(amblo
0a baoces abriram com a t.xa de 9, 9 1/15
sobre Londres, a 90 o/, com tendencia "ondo-
sa e depois de 1 bora baixaram para 9 d. O
movlmeoto foi peqoeno.
Em papel particular bouve aium negocio, a
9 1/8.
Cotacdes de gneros
Para o agricultor
Assncar
Usinas, por 15 kilos
Cryatalisado
dem ldeai
Branco, por 15 kilos .
Someooe, por 15 k'los.
Maacavado, per 15 kilos
Brulo, por 15 kilos. .
Retames.....
5*600 a
54600 a
54600 a
44000 a
34<00 a
24700 a
2200 a
64600
6400i
648110
44300
342W.
34100
24400
Alfiodao
Cota-se o de 1* *orle 144800. o mediano
134800 e de t" sorte a 124800 por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 904 nominal.
Agurdente
. Por pipa de 480 litros 1034 nominal..
Cenros
Seceos ?algados na bas de 12 kilos 14000 ris
venda e refngo 666 o kilo.
?erdes 600 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 284 a 384000 por 15 kilos.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
fcxpnriaen
Recite, 24 de Dezembro da 1895
Para o exterior
No lugar iosle J. H. Dexter, para Li-
verpool, carregarem :
Jallo & C, 400 s.:cos com 30,000 kilos de
assncar mascavado.
m no lg-r argentino Almina, para o Por*
lo, carregaram :
A. IraSos & C, 93 saccas com 5,785 kilos de
algodao.
, Par o interior
No vapor nacicnal Santelmo*, para Rio
grando do Sal, carregaram :
P. Carnelro 4 C, 1,020 saceos com 76,500
kilos de assncar braoco. ____1...
P. Aires & C, 1000 saceos com 75,000 kilos
de assncar branco.
Para Rio de Jantio, carregaram :
P. Carnelro & C, 20 pipas com 10,000 litros
de alcoai e 250 saccas coa 18,750 kilos de algo-
dio.
E. Cardoso & C, 500 saceos com 30,000 kilos
de assncar mascavado.
Jallo & C, 4,214 kilos de sement de ma-
mona.
Na vapor nacional' ltapoan, para Rio
Grande do Sol earregartm :
J. Bailar 4 C, 200 saceos com 15,000 kilos
de assocar branco e 10,000 abanos de palba.
= No vapor allemao Troja, para Santos,
carregaram :
j. G. de Arar,jo, 20 pipas com 10,600 litros
de alcooi.
A. Taborda & C, 320 saceos com 19,200 koc
de assncar branco.
do 1895.
Samuel Jones.
ure reste.
Resolvido o 1. quesito e conside-
rando que o capital da empreza foi
levantado em ouro, em paiz estrangeiro,
a indemoisaco deve ser feita na mes-
ma especie, urna vez que o contracto
nao determinou outra moeda.
Feita, pois, a avaliacao em moeda
brazileira, esta ser transformada em
ouro, tomando-se por base o cambio
legal, e, urna vez determinado o nume-
ro de libras esterlinas correspondente
fe
litros de
p. Alves & O, 10J0 satejs com 60,100 kilo
d" a sicar h-aneu.
M. Una & C, 310 saceos com 19,200 kilos de
as u r nr.nco
J. C. Ferreira, 30 pipas com 16 40 litros de
al ucl.
Para Rio J.neio, carregaram :
P. Ca-Doiro & G 00 saceos ion :0 000 klloi
de a-soca' m.scavadu.
A. Taborda & C. 1,500 sacros com 90,0 0
k 1,3 ae assocar oraoco.
J. Q. de Araoio. t5 pipa* com 7,125 litroi de
agurdente e20 aitaacjm .0,0-0 diios de alcooi.
No vapor nacioo.l Beoet be*, p>'* Cear4.
cirregarim .
H. A- de Sena & C, 30 barricas com 1,276
kl 01 oe aseoca: trauco.
J. S. ao Amaral C, Wc-'ms com 90 li-
tros de cenej*. 5 o^rns ci m 4i0 ditos ae aicooi
e 45 niloa com 1,575 ditos de viobo de frnciar.
Para Aracajo', carreearam :
J. S. do Aoiarat 4 C, 2 pipas com 960 litros
dg agnaMeoie, 3 b.rricas com 90 ditos co ce.*
seja lODarris com 40 01 toa de vinco Je l uc-
tae, 10 c?ixaa elO garrafOes com 240 ditos
geneb-a e 5 ditas com 40 dito de licor.
Baroo-a & C, 5 pipas cem 2.421
aeoardenie.
Para Unssor, carrega am :
C. Pinto &C, 1 Darrii com 90 Utos de vio-*
gre. 10 caixas com 60 ditos oe cidr^, 5 dita-^
com 0 ditos de vioagre, 5 ditas coa 60 titos oe
vermooib, 20 oarris e 5 caixas eom 940 ditos de
viobo de rnct.a e 60 ditss com 430 ditos de
genebra.
Para Camocim, carregaram :
J. 8. d3 Amaral & C, 100 barris com 3,5(!0
IRroe ae vioco de fructas e 10 barris com 880
ditos de agurdenle.
__No vayor nacional Ali.e, para Santo?,
carregaram : _
P. Altes 1;., 500 saceos com 30 000 kilis de
aasocar braoco e 547 ditos Com 34.820 dilj de
oto mascavado. ._.
N. Maia & C, 300 saceos com 18.000 kilos d--
assacir rfiascavado e 100 anas com 6,000 ditor
de dito braoco.
para Rio de Janeiro, carregaram :
G. Pooseca & C, 130 sicco com 7,700 kilo.-
de as.ocar mascavado e 70 ditos com 4,200 -ai j-
dediio branco.
= No vapor allexao Troja, para Saotjs
S. Gaimaraes & C., 2000 caceos com 12 000
kilos de assocar Dran.o e 1,500 ditos com 90.000
ditos de dito mascHa Jo.
No vapor francs V. do Roano, pra
Sjn'o.j, carregaram :
L. A. da Costa, 10,000 cocos finca.
No vapor nacional Bebenbe, para Camo-
cim, carregaram :
J. S. do Amaral & C. 10 barris com 880 li-
tros de agaardeote e 24 ditos com 840 diioj de
viobo de frocias.
C. Pinto & C, 25 caixas com 220 litros at
genebra.
Para Aracaty, carregaram :
T. Lapa & C, 12 barris com 420 litro- da
vinagre e 10 garraloes com 100 ditos de geoebrs
J. S. do Amara & C, 2 pipas com 9itf litro-
de viobo de troclas e 20 caixas com 160 dhoe
da genebra.
Para Uear, carregaram :
J. 8. do Amaral & C, 17 barris com 860 li-
tros de vinagre.
C Pinto & C, 50 caixas com 450 lit'oa de
cidra, 2 barris com 180 ditos de alcooi, 60 cai-
tas com 530 ditos de genebra, 120 bxr.-ls cox
4 500 ditos de viobo de fractes e 53 ditos com
2 250 dito de vinagre.
. No vapor nacional Maranbao, ?ara vic-
toria, carregaram : ..,..
A. Irmos & C, 150 barris com 6,600 litros
de agurdente.
Pootoal & C 200 saceos com 12,000 kilos de
assocar braoco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
A. Costa & Finia, 400 saceos com 24,000 kiloe
de assucar mascavado.
No patacbo inglex Irma, para Para, car
regaram
P. Alves & C, 12 barricas coa 180 kilos de
assncar rwflaado e 400 ditas com 27,824 ditos ae
d E. Mootelro, 100 barricas com 5 400 kilos de
assocar branco.
No biale TenUaora. para Macabiba, car-
regaram :
P. Irmaos & C, 60 caixas com 1,380 kilos de
sabao.
Para Macelo, carregaram :
Barb osa o C, 36 caixas c?a 252 iifr.s tie
importancia da aviliafao, o resgatel
ser feito em ouro ou moeda nacional
correte, ao cambio do dia era que se
effectuar o pagamento.
Esta decisao conforme ao direito e
ao beneficio da iraportaco de capitaes
estrangeiros; senao ltimamente con-
firmada pelo ministro da Industria,
Viacao e Obras Publicas do Brar/.il na
interpretacao dada clausula 2.a do
Decreto n. 1029 de 30 de Agosto do
anno findo.
A empreza tem, pois, o direito de
exigir a importancia da avaliago ao
cambio de 27, e, tanto importa que o
governo do Estado compre libras para
pagar-!he em ouro como IIie d em
moeda nacional a importancia relativa
ao valor das libras, ao cambio do dia.
E urna vez que nao loi feito o resgate
quando o cambio se acbava ao par,
nao justo hoje que a empreza soffra
0 prejuizo resultante da demora do pa-
gamento.
Ao governo do Estado cumpria n'a-
quella epocha ler depositado em um
banco a importancia da avaliafo, e,
se o livesse feito sua responsabilid.'de
leria cessado, poupando hoje ao mes-
mo Estado, ou a Companhia que tiver
de ficar com a empreza, urna indemni-
sacao maior do que a avahada, em
consequencia da depreciaco conside
ravel da nossa moeda.
A avaliacao dos materiaes sobresa-
lentes e bem assim os movis dos es-
critorios da empreza (fabrica ra do
Imperador) constar de urna relacao es-
pecial.
Deve, por conseguinle, ser addiccio-
nada importancia total da avaliacao o
preco desses objectos, depois de ava-
hados.
Capital Federal, 31 de Janeiro de
1893.
Gregord Thaumaturgo de Azevedo.
* Emulado SeU um re atedio pro
vidruelal p i-- airia;x ratcaal
(lean c ecrophulosas.
R.o '<> 4 1 In.s. Srs. Seo t & B wjc :
TenDo o pr.zer do uiamfetar-lhfs qo- t'Qn
tmp-egalo monas vezes a sua Emj'so e tejip't* etn vaot^ii-m : Bonreiudo n: orl<0-
q ractiltica' e tfiropOlosac, e uie pa'ece""
a melrio- praourdQki em Que ent a o Oleo d>- F -
gadode B.cjICo. uao l.-nno repgo-nci* eui
-co^aeltiar r.os cases de rjqaexa geral, anem-a.
dcoplolas, te.
Ur. Beu'o de Curvilrjo Sooaa. ix
t^Vfa-s efficaz anda do que o o'eo er do
Vin'-o figado de bacalbau, Vivien,de gos-
to to sg-ad.vel que as cranla tomara-
no com p-8zer.
aapBajapafHPjpji]ai^^at
Coi
imeudador Antonio Coines
Miranda Leal
A viuva, Ulho, irmo pg^nrrs do commenda
dor Aiitnoio oioes Mnaiida Leal, fendos mais acerba dr pWo seu repe tino p'seamenlo,
na 1 nodendo fdzer cliegar ao coohecimento de
tolo os amigos, os convites para su enterro,
qoe ter logar boj, s 10 hora %1a manfla, sa-
hindo da casa n. 39 ra da Unan, o faz por
este meio, confessando se desde j penhoradls-
aimos a todo* que se dignarem comparecer.
s
commereio
Declaro ao corpo conamer-
eial. que tendo sido disolvida
a sociedade, que gyrava nesta
praea sob a Arma Souza .lle-
ves activo e passivo a meii cargo,
conforme o distracto registra-
do na Junta Commercial, ml<
me responsabilso por ttulos
ou transacefto de qualquer na-
tureza da naesma flrma, que
n:l. esteja incluida no batan-
eo procedido em iO do corren-
te e assignado par ambos os
socios.
Portanto, quem se julgar pre-
udicad aprsente sua recla-
rnacuo no pruzo de 3 dios
contar de boje.
Becire, 1 de Dezembro de
1895-
Alfredo Horaciopluitiiariics-
Clnica ntedico-crurglca
Medico, pareiro e operador]
, Dr. Manoel Carlos de Gouva,
.de volta do sua viagein, previne
Jaos seus clientes que reside e, \
'tem seu consultorio aberto
SruaBaro da Victoria n. 61, 'M
andar. j%
i Da consultas de 1 s 3 horas1^
*da tarde. A
Acce* .a chamados a qualquer
Jhora ^ara dentro e para fra da
cidade.
?mc.F5o
Dr. Freitas GuimarSes
Participa as seus amigoa e clientes,
ter mudado suh reaideuci par o En-
troncamento n 1, defroute da cstacio,
aonde pode ser procurado e contirja a
dar consultas das 11 1 hora da tarde
a ruaLarga do Rosario n 20, antigo
consultorio do Dr. Ferrexa.
Tlepho<.e n. 292.
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Dii-eita de Aof-
gados n. 45 Consaltas de 8 s 9
horas da inanh.
Recebe chamados por escripto.

Dr. Brrelo Mampato Oculista
Consultorio rua Baro da Victoria n. 51.
1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto uosdomingos e das san-
tificados. Telephone n. 85. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 31. Entrad
pela ra da Saudade a. 20* Telephone
281.
Guilhsrroino Tavares da
Med ios.
Jos Manoel Perreira
Pont-.
Major Manoel Joaquitn Xavier Rieiro.
oa Cobu Ma-
Salviano Si.tO-.s
cbado-
Manoel B'zerra de Vnscor.c-llos.
Manoel Saivad r dos bautos.
Jos de Anevedo Silva,
c Jos Guilherme de Azevedo.
< Apolou o Edu rdo da Bezarra a
Silva.
Capito Raymuodo Nooat Donettes.
Pfdrr da Sil.a Calda..
Manoel Francisco dos Santos
Lyra.
Manoel G mes <-'e Oveira
Manuel Francisco oe Amo iro.
Manoel Lauren ino da S Iva.
M*''Oi-l QuintSo de Veras Fraofa.
Joaquina Leonel Bczerr e Silva.
Jot Soares de O'tveira.
Jos Mauo 1 F rre ra Pontea
F.lho.

c

de Figueircdo
de Vuscincellos
tiza Mig-alhaa.
de V c ncellos
Ga-
CONSTIPACOES ^^" Peitoral Catharineiise
DE RAULIVEIRAi
DROtilBIl BRAGA
Ad voltario
O bacharol Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador dos Feitos d
Fazenda do Estado, pode sur procarnd"
am seu escriplorio a Praya 17 n. 79, d*'
10 horas da umnhas 4 da tardn.
Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia ra da Imperatrn
n. 71, i* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da raanh. Chamados (por escripto) a
qnolquer hora.
b! litros 'i*
genebra, ti oarru e 6 cix viobo iie frac ae.
No biati Victoria, para 'amocur, ca re-
eiraro :
T. Lapa h C, 40 rnicas coro 1,200 kil de
assocar masca- aJo e 0 -M --otn 300 dil..s de
do ortico, 181 barns 000 4,475 lii'O' ae '"'
re. 10 n^irricas e 6caixa coj) S ditos de
'.ervfja, S9 dit> e Bana' s coa 405 litros le
ceneora. _, ,,
Na barcaga -Ca. nara
Geyan
goa, carregafrn :
J. S. do A-"a-a" & 0.,
para Pilar
10 barricas cora i'0
ate'pe. para Po*'o Calvo,
litros de cerveja.
Na lanera
carrejaran :
. da Puoeira & C, 3 cal san com 66 tilos d-
sabao e 7000 cigarro.'.
Ni Darcaca Filba d03 Mentes, pa-a Kart-
iotv. carresaam:
j. S. do Aroaral A C, 30 ea'xas com 540 li-
tro* de geobra. 1 birnl c>m 90 unos ne vtubo
e fro^ti-s, e 1 dito eom 90 ditos de "pa?re.
F. Rodripoes a C-, 10 calas cora 90 litros de
1 p Omits & C, 1 caisa com 32 lit os de
oleo (Se rlcioo.
PCEBS'i)ORIA
Reoda de J
dem de 24
DO ESTAno
427:43598
3-558*921
RE.JirE DttAlNAGS
Rcn-la de i a S3
dem de 24
230 991/319
3:62?333
622/158
4:250*491
Movimento do porto
Navios eotrados do da'24
Rio de Janeiro14 otas, barca nacloo! Rio
Am-tnQitp. de 253 loneladao, capiSo Jof Pi
res Vieira, eqaipasem 10, carga varios geot-
ros; a Amorim Peroaodes & C-
N -w P rt 32 das, barca noroeioeose Ioima-
onei,> de 445 toneladas, capito J. O. Ribe
eqnipagem 11, carga carv&j de pedra; a Com
pdooa de Fic9o e Tecidos.
lontevin25 das, barca bespaobola Consue-
lo, de 433 t-melaias. capilao Marcelino Geljer,
eqaipagem 12. carga varios gneros; a o -
dem.
Portn45 dias, lugar poriugoei Giya, de 241
tonelada, capuao Manoel S Garca, eqaipagem
II, carga varios teneros; ordem-
Haoiou-go48 das, lugar loglet Rose H 1
de 184 toneladas, capito J. M. JeD-i-n, eqaii;-
gem 8, carga J'arios gneros; a Fouseca Ir-
maos & C.
Terra Nova28 das, l^ar liglez C'oba, de
244 'oneldas, capito O. G. Joyce, eqotp^gcin
9, carga ba< albao; a Menoes Lima & C.
Navios sabidos do mesmo du
Sanios e escalaV; por .'nacional A'lce. corr-
mandaote M.or.gi Gome^i; carga vatios gene
ros.
Barnad08Barca nornegooose Hoideo, cap'laj
N. Aaderseo ; em lastro.
Mercado MMOieipsl de H. Jos
0 movlmenio desta mercado no dia 23 de De.
mero foto segointa*
Enr-tjrn :
48 bois pesando 9 9.6 kilos
300 kilos de peixe n 3U rs. 7/200
2 compart. com mariscos a 100 ra. 2U0
4 ditos cem raroares p 1G0 rs. 4400
26 columnas a 600 rs. 154600
4 cargas com galliohas a 500 rs. 2*000
11 oasu.es com gallinbas a 300 rs. 33j
1 cargas com milbo verde a 30O rs. 4300
i carga com amendoim a 300 /300
2 cargas com batatas a 300 ra. /800
3 carga com macacbeiras a 300 n. 4900
1 cargas com ceboliQbo a 300 ra. 4300
1 cargas com gerimuus a 300 ra. 430
11 cargas com verduras a 300 rs. 34300
1 carga com canoa a 300 ra. 4300
5 cargas com laranjas a 300 rs. 14500
3 cargas com iobame a 300* 900
3 cargas com toncas a 300 rs. 4900
10 cargas com diversas a 300 r 3*lH 0
43 cargas com farioba a 200 ra. 8460J
5 cargas com milbo secco a 100 rs. 14000
5 cargas com feiao a 200 rs. 140(0
67 lugares a 200 rs. 13/400
10 Sainos a 200 rs. 24000
12 comp. com suineiros a 1/000 1240CO
9 comp. com sdntdros a 700 rs, 6/300
8 comp. &! fre3nraaa t.
31 cmp. com uomidub a 700 rs.
7o coinr. coj faiciidas a 6(10 rs.
49 com', eom vHrdd-.-BS a 3<"0 r*
9 r(,u.p. corx (ancua a i't rs,
56 come. c.im talhoa a 34000
tUodttnwW'.ao du 1 a 2
448IM.'
234HO0
4540ii
4470<
36/40.1
H24UO0
3184400
7.04647(h
7.365/iOv
reios do da :
Caree veide de 2 K) a (000 re. o kilo.
Suioos de 14 a 4200 .iho.
Ca'neiroae 14200 a 145oo irtem.
Pancha le 6 H> a (400) rs. a cni.
Mil rio de 600 IDOU rs. a ccia
Peao i.e J20i) a 24000 a cuia.
Navios esperados
De UaujL'urgu
Lnear allerrSn Axe".
Brigae allemo O'o G't m Stulbcrg
De Nrw Port
Barca njruegeoose Raogabya
P<> Uaraiff
Barca norueg-rn^e M'iaz.
Barca norue^u-nee W\nona.
Barca noruetueose Sala,
Birra noruetfu-dse Dacia.
Barca noroeguense Auriga.
Barca noruego?' se Woya.
Do Rio ae Janeiro
Patacho norueguense Zvitaa.
De Terra Nova
Lua* ioglez SuroDean.
Lugar ingles Clotb.
Lugar Infles eidra.
Luar iuglfi Emulator.
De Pelota
Logar po-tcguei Temerario.
Escoua alitma Elma.
Lu^ar dmamaiqae* Li'T.wig.
Paircno noroegueiise Einar.
Patacho nuruena Ruoipbo.
Vapores a entrar
Mez de Dezembro
L-ingbin -^e Ca dilT, a 25.
Wansbcr. 'e uardiB, a 25.
D.-nobj da Europa, a 25.
Espirito Sanio, do sal, a 29.
Rosario da Europa, a 26.
O:eaoo* do mi, a 26
Jokionsa de Liverpool, a 28.
Llsbonen e do norie, a 28.
ColeMdge no sui, a 25.
Jaboa a > do norte, a 30.
Sao Francisco do norie, a 56.
Baan do sol, a 29.
Iuneme* do sul, a 30.
Vapores a sabir
Mez io Deembro
Santos e ese. Rosarlo* a 36, as 2 horas,
Bnenos-Ayres e eac. Dou0e a 23 as 12 rj.
Manaos e esc. E pinto Ssnto* a 30, as 5 hora.
Rio e Sanios :uaoia a 28, as 5 Curas.
AracaifleRinG do S I J k Pando's de Trente, a 31, nn 4 horas.
Cimoctm e esc. ')< brrine a 27, as 4 borag.
Uabia e esc. 8. Fr. d luco a 31, a* boras.
COMPANHIA ~"
DK SEGUROS CONTRA FOGO
M>IVVUEVVX
|Dc Londres e Abcrdccn
Posicio financeira
Capital sabscripto 3.780.00G
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre yidas > 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boiwel William &c O
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martimos a terrestses
B4 DO A.IOV8IC N. 1, 1. ANVAB
Directores;
Bario de Souza LeSo
Thomas Comber. '
JuJO Utar Paes Barrito
Or. A Hygino de Miranda
Medico pela faculdade d^ Fariz, n-
tiffo extern dtia Hospitaea, laureado rom
ama niedalha de bronz-5 di Assistencia Pu-
blica.
(onsultono a ra 15 de Novembro
n. 32 1 andar, onde residir a partir
de 20 de Jai.eiru,
CunsnltH8 de 1 s 3*
Especialidades: partos, DBoleat-aa das
seuhras e dos org-o-. {renitounnaris
Chamados p>r escripto.
Mr. Francisco Leopoldina
hspecialidades : Pebres, molestias de
crianzas, 8yphihtica3 e da pelle.
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ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
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Chamados por wcr p'o.
Nos-a Seobura do Monte
P'i virw ao S s. r-vi.ip de Nca *enho-!> rio
Mo" qne oo da 21 lairr^ot. *r r^^lisari o^
re-i;i-itva eruiiia, eru Olm-a, a f-la 'la Rceles
Seohora. orando oo R*aflff**RiO o Eira t- Re(lti>.
Sr. vuario AOKOt F-i khn Moreira da Silva.
Qu- 4s \ o- M d.-i a i*- do mismo da B"*wr
ro-issao drf ujennia aeobO'a qa? ira ai S.
Joai.
os dfvctuf, que qcz-fra 'cxi!'ar ao armixo
bssignado, noier. o diruir te na oa:mt-ot-j oo
por cari*, ai M t vo *l^ S B> o'.e.
Oliada, 6 e o- -t--i b>-o oe lo93.
D G r;|-o V-n Ca'oeo,
prior pr.fi lente.
Jo.- Francisco
Lima.
J.> Francisco
Brayme.
* Fruocis o de S
Jos Beze^ra
T^rr-s.
Antonio Soara de Oliveira.
Loureuc Tbeudulo Torrea
lindo.
Tenente Pedro P^reira de Lima.
c Mano-i S-vero Perer^ Lima.
Manoel Jos da Slva.
Maocel Izidro F-lcom.-e dos
p an'os.
M-"fel Jo qulro re Barros.
Manoel das Neves Vieira.
Jo^ Mar das Heve.
Jor Pereira P nto.
J s Pawl'r.o Cavalca ti.
Joo Baptista Ferreira Poetas.
Juao Si.-rus h t;lieira.
Jo^quion ('oir* ila Cun^a Ca-
valcanti
Fi-lix de Valois Sima.
Fran-.i-co Lari*ntioi da Silva.
Francia-o de A sais Oliveira.
Jaa ieodr-a Bezerr, d Albu-
querque B r "a
Jos Gregorio Tbaamatnrgo da
Olivei;-a.
Jo.- Rufino Bzrr< oe Lyra.
Antouio Man el d*. S|v.
l/'ureuco Mh t dn Vieira
juvH,;tmo Adalberto Preira
Bti-yme.
Prtisa-i Freir dos
Francisco Pedro da Cunka
Prcsdytero Secular, Cavallieiro da Ordem
de CArislo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro
vieta de Santa Cat/iaritia, etc.
Altes o que tn enharnense de Ra-liveira XAROE DE AN-
GI'.O COVIP-.'STO LOM TOLU' E GUACO, pre
piragao dos lllms. Srs pharmaceuticos Rauli-
no Horn & Oliveira, achei que esse x rope de
bendico e promplo effeilo as arTt-cges dos or-
aaos respiratorios o que afflrmo in verbo sa-
cerdotis. Jr. _
Liiade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cuuba.'
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Brasil alies am a.eftlcacia des e
grande medicamenm.
Deposito
NAg
Drngaria Braga
BITASS
kDITAL
Alfandega de Pernam-
buco
Da ordem d-j Ilustre Coronel Dr
Inspector, sSo conviddos os cidadaos
abaixo deca ados, aomeados para a
guarda nacional deste Estado a virem
sat;sfazer nest i Repartido es direitos de
suas patentes :
Gamelleira
Tsente-coronel Hisb41o Barbosa da
da Silva.
t Jos Ernesto Pt reir
Lima.
c < Manoel de Hollanda.
c Antonio Jos Pires,
c < Aotorio Lopes de Siquei-
ra Santos
a Bellarmino Dorotheu Ro-
drigues da Suva.
Major Cincletico Americo dos Santos.
c
Alf res Trajino da
OSlttOR,
Manoel Bezerri do R zario.
Manoel Joai)Uim c'aa Nevcs.
Manoel Soares de Oliveira So-
br.niio.
a Manoel B-zerra de Vascou ellos
Xavier Lima.
Man.^1 Aatonii de V, sconcellos
Fil.o.
t Manoel Salvador dos San'os
Fi.ho.
Man el Francisco da S Iva Lyra.
Joao Rues da Silva (ampos.
Manoel Joaquina de Vascon-
celos.
M a noel Joaquina Perei a.
Manoel Jos Ferreira Pontes.
Jote Olympiu de Vasconcellos.
Jos da Silv Caldas.
JoSo P..ul no Nune^.
Joaquim Soares de Uli>eira.
Joaquim Antonio de Mella.
Jo Bczerra de Vasconcellos.
Prancitco Gomes dos Santos
Filbo.
Cosme Jo- da Silva.
Francisco Amonio de Mello.
Idalino Mart na "e Moraes.
Faustino Josa Companh"ro.
Francisco Becerra Ferreira
Ponte .
Ant nio da Costa Mello Lima.
Martitiiano Goaies dos S.n.tos.
Luiz Bezerra de Fraufa e S^lva.
Luperciuo Thomaz Villa-Nova.
Terceir i Sec9o da Alfandega de Per-
nambnco em 21 de Dezembro de 1895.
O ch- fe,
Manodl Leite Pereira B stos,
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
EDITAL W. 36
O artmloi9lraior faz pnol-co a qoem ioterea-
rar p: a. h que, nj prsso d 8 das e <> contar da
iota da poulicncao do presente eiai, sera ar-
i-fcadad-i boccH d cof-e o itnpj-t abaixo de-
-.larado relativo ao Io semestre no esercic o de
(895 a 1896.
KeceneJO'ia dn Estido de Proamhnco, 21 de
Dezembro ce 1893.
O administrador,
Aff.neo de Albuque-que Mello Jonlor.
I p-j:-!o a que ee nfe'a o edital sopra
Ciarse l. 13A-maztm fe compra e v.-nna de
aigooo. ccon-cidos por prensa de
alodo a vapor oo nao.

<
t


t
C

c
c

O




Franklim Saraiva de Araujo Gal
vo.
Miguel Lies Cavalcante de Al-
buquerque.
c Pedro Escholastico da Silva.
$ Antonio Accioly Wandorley.
Antooio Jos Alves.
c Antonio Manoel de Siqueira
Santos,
c Austricliano Pergenlino de Al-
meida Andrade.
t Dr. Benigno Marinho Lins Sicu-
pira.
Bezerros
Coronel Manoel Bezerra dos Santos J-
nior.
Tenents-coronel Joaquim Jos Beierra! rdncisco Carlos aa Silva Fragoso.
de Vasconcellos, 5 1/ secretario.
Thesouro do Estado
de Pernambuco
Edital
Da ordom dn Sr, Dr. Director Gera!
e em virtude da autornajSo do Sr. Dr
Sacrelario d- Faaend, contido os pos-
suidores das apoicev emitdas em favor
da usina cGuerrz. a virem reagatal-aa,
Scando certus de que ditas apolices nao
veaeerSo juros, a contar desta data.
Secretaria do Tbesoero do Estado da
Pernambuco, em SO de Noven: bro de
1895.
O ehefe,
Mari ir, no A. de Medeircs.
EDITAL
KIi iciio de Juizes de Disfrlctos
SUPPLENTES
De ordem do Sr. Presidente do Con-
celho Municipal do Recife, fago publico
que nos termos do art. 29 da lei n. 52.
de 3 de Agosto de 1892, a eleicao dos
Juizes de Districlos e supplentes ter
lugar na sessao do mesmo concelho no
dia 30 docorrente.
Secretaria do Concelho Municipal do
Recife, 23 de Dezembro de 1895.


[jim
;*~
.me*


Diario le Pernambnco Qwarta-feira fes de Dezemlrfl|je |*tf5
i
4
I
I
Estrada de Ferro Sal
nambuco
de Per-
EoiTAL
Forneoimento de imprestoi, livrot, ferro,
ferragens, oleo*, tintan, etc., et., ce l*
semestre de 1896.
Di ordem do 8r. D D rector eoge-
nheiro chefe, te fx punlioo qin 2 ho
ru da tarde do dia 27 do oorreote tora
log.r a Ia concurrencia publica do aooo
de ] 896 para o fcroecimeico, por contracto,
no semestre de Janeiro a Jucho, dos ar-
tigos ooostantes da relacao qne ser facul-
tada aos intercalados na agencia, desta es-
trada era Cinc > Puntas e na admioiatrac&o
central em Uaa.
Oa propontiitas deverSo apregentar-e
na secretaria desta estrada, at a 3 hora
da tarde do da 2*"'. traseodo auas pro ci-
tas em cartas fechadas, devidameote sel-
ladas, com O) presos por extenso e seto
emendas, rasuras ou ootro qir.lqu.er ind -
ci qu j demonstre dov da, bCocnpanh>.ndo
ao tanto qunDto posaiv>l das respec.ivas
amostras, pritc palmenta dos a tigos enj-
qualidarie nSo eateja expresa na relc,ao
ac:m icf-r i.
Para ser odmi tido concurrencia cad
propootUte far oa tbe*curkiia da eatrad
um deposito da quantia de ducentos id
ris (20~\5UOC), perdeodo o direito ce le"
vaotal a aquelie que preterido par* o for<
necimento de qaalqter artigo, e'uaar se
a a8*i^n*r o cotracto deotr d pra>> de
oito das, cooUdcs da dta em que houver
raceb'do o aviio que para tal fim lhe for
expedido
Na agencia deita estrada em Cin-o Pon-
as e na admiairago central em Un. en-
contrara1; c [ r ipoc.entea os m >delos des
impressos, livro, etc., ese prestarais
informases ncessari*s.
Para gar>mtia da b> a ex cucSo do res-
pectivo coitractj depositaran os r-oclr.C-
tantea nos cofres da estrada urna quantn
Asada pelo dreetor eogeuheiro chefe de
aejord. cea a impurtaocU do forueci
ment c mtrsetad".
Secret ria da Estrada do Ferro Sul de
Pernm!UCO, Palmares, 18 de Djzembro,
de i895.
O S-cratsno,
Jote da Cunha Liberato de Mttoa.
letrada de Ferro Sul
iiMinbuco
de Fer-
EDITAl.
Fi'me imento de carvSo
De ordem do Sr. Dr. D.rector Erge-
nhairo Cbefe fago pnblico que as 2 horas
da tarde do dia 27 teta lugar n'eata es-
trada concurrencia para o f rnuciicento
de carvSo de Cardiff ne^easano a> aervico
da mesma estrada no 1* semestre do auno
de 189G.
Os uropolentes serSo obrigades a apre-
sentar at s 3 horas da tarde do dia 26
suas propos:as em cartas fechadas devida-
meote selladas e acompanhando o conhe-
cimento da cocao provisoria de quicher-
tos mil res (50 5000) que depositario na
thezouraria aa mesma estr-da.
O carvao ser de primeira aualidade
tres veces penetrado e posto pe'o contrac-
ante dentro dos carros da Estrada de Fer-
ro do Recife ao S. Fraociseo oorrendo por
ana centa todas a desposas at aqueile
ponto.
Os fornecimentos serao feitoa por pedi-
dos sssignados pelo A!mux*rife, rabnec-
dos pelo Director Eogeaheiro Chefe e den-
tro do praso mximo de 10 lias aob pena
de multa a joixo do Director.
O contrae.! cte filar sujeito preatacao
de urna nanea que, para garant* do con-
tracto, ser fix*da pelo mesmo Director
Engenheiro Chefe.
Secretaria da Eatrada do Ferro Sol de
Pernambnco 18 de Jezembro de 1895.
O Secreta io,
Jos da Cunha Lber.t > de Mattoa.
JThesouro do Estado
De ordem do Sr. Dr. Director Geral,
convido oa Sra. conceaeionarioa das Usinas
iofra-mencionadaa a virem recolher ac
cofres desta ReparticSo, at o dia 31 do
correte mea, os juros correspondentes ao
semestre que ae rinda no mesmo dia, rela-
tivamente s prestacoss recebidas, hcando
Silentes de que, si nao effectuaren? o re-
colhimento dentro do citado praso, ficarSo
aujeitos aos jaros da m:a, Da toma daa
leis em vigor.
USINAS
Trapiche
Car-Ase
Bambural
Coelho
Bandeira
Pbemx
Catende
Salgado
Cachoeira Lisa
Mara daa Mercs
C&beca de Negro
Freobeiraa
Caxang
Cabo
Pery-Pery
Gonceicao
Raa de dentro
Nova ConceicSo
Macu-Aa-
Nossa Senhora de Lourdes-
Pirangy-Aas
13 de Maio .
Secretaria do Thesoaro do Estado de
Pernambuco em 18 de Desembio de
1895.
Servindo de Secretario
Spaminondaa P. Bandeira A. de Vaacon-
eelloa.
ae-cao desta administragSo, oom o praso
de 30 dita para oa reapeotivoa enserr-
mentos, acontar desta data, as ioscrip-
(.Ses para oa ooccursoa de carteiro, pm-
ticaotea a teroeiroa offioiaes, a que ae tem
le preceder cesta Repartioao no prximo
mea de Janeiro.
So condiccSes para a acmjaiao a
inttcripQBu rara oa 2 primeiroa ooncuraos:
tt-r o candidato maia de 21 e menos de
30 ancua de id-.de, boa taode, estar vacci-
nado e ttr bom o ouedimeoto.
Para o concurso de carteiro deve o
ca"did-to siber lsre eCrever correcta-
mente e conbecer aa 4 operacSes tunda
meotaea da Arithnretica ; pra o de pra'.i
Cante, coohecer aa lioguaa portugus -
ranueza, a Giographia Gerat, oom de-
envdivimertto qnanto ao brasil e Arithme
tiot at a theor>a daa proporcSea, incla-
sive, sendo motivo de preferencia o co-
ohecimento de tlgoma oa aljamas daa se-
guintes materias : dereiho linsar, escrip-
tarefaj mercantil, ioglee e allemao.
A apresentacSo de atteatado de appro-
vac3o plena obtida na iostrucyfio publica,
academia, ou instituto approvado pelo
Governo dispensa o candidato do exime
da metera a qne se retira o attestade.
O concurso para terceiro ocial \.n-
vativo doa amacuenaea, e, na f dos prat'Oantes.
1.* SecgSo da Adminiatra^So doa Cor-
r-ioj do Eatado de Pcroambueo, em V
de Dezitbro de 1895;
O 2.- emoiai,
Joaqcim Spocer Lopes Netto-
rhesouro do Estado
Edital
Ds ordem do S Dr. Diractor Geial e
em vittude de aotorisajai) de S. Exo. o
Sr. Dr. Secretario dos Negocio* da Fa-
ai da, f- co pubco, para execu^So do
Decreto do E^m. Sr, Dr. Governader do
K'tt d.> de 19 do correte, qu cesta data
-2o emit idas ap ilutes dea valorea de cm,
duaentoi c vquinhentoa reia, tsaignadae,
por emprngsdos de3ts Repartico, oujta
aomes estSo iu80riptoa ns listas que s3
remettidas oeara mesma data a Recebe-
doria co Estado a demsia estrcSes, ti1*
caes ; eroigsSo que ae fas ror fo'cada
iei n. 112 d^ 21 de Jooho ultimo.
Secretaria do Thesouro do Eait&d- le
do Dez'-mbro de 1895,
Servindo de Sfcoetor o,
Epaminondas P. Bandeira A. de Vsacon-
Cilloa.
O Dr. J'k Ua^alcaot de Albu^oerque
Ucloa, juis de direito co Civel do
municipio de Olinda pela le.
F-c > saber nos que o presente edital
vireor), q. por parte doa herde>roa de D.
Arcelioa Xavier Carreiro R drigues Oaro-
pello me ti i feta a pe$ao do tbeor s- -
guite :
PeticSo
Iilm. Sr. Dr. jais de direito do morioi-
pi de Olinoa. D sm o D Jos Mara
'arreiro de Albuquerque uacerda por a ,
8uh mulber D. Cathanna Candida Oarnei-
ro de Lacera-, e na qutlidade de curador
do irterdicto D#. Trtjano Augusto de Hu-
lauda Chacn, e tutor doa menores hlhos
deate, Trajauo, Augusto, Jos, Mana e
Francisco, o BarSo de Lacena e ana mu-
Iher, D. Elisa Mana Carneiro Pontual,
por ai e com administradora doa seus
filhoa merore8 Mana e Arcelina e U.
Muria do Monte Carneiro Campello, her-
de.ros da fi ada D. Arcelini. Xavier Car-
neiro Rodnrues Campello, qe, querOndo
continuar na execucao por divida bypothe-
caria promovida pela mesma D. Aroeiina
contra o Coronel Hemeterio Joa Vell< so
da ilveira e 6ua mulher, j4 fllecidaa,
preciaam faser citar tos herdeiros dos
meBmos, am de virem offerecer na 1.a de
joizo, depoia da citacSo, de artigos de ha-
biiitfttao, viato como oa documentos na.
1 e 2 revestidos daa formalidades legaes
fazem cortos oa bitos da exquente e exe-
cutxdos e a qualidade de herteiroa qur dos
supplcantea, qur doa aupplicados, que
aBo oa menciooadoB no documento aobn.
2, btm como para virem ren var a instan-
cia, mas como hajam moitoa desaes lti-
mos que ae acham ausentes deate Estado
em lagares incertos e nao sabidos, ha-
cend st algun8 outroa ignoradoa, reque-
rem a V. S. que se digne mandar que
justificada a ausencia e ignorancia de d -
tos herieiros se pasae edital com o praso
AdmiDsragao dos Corr^ios-
de Feroambuco
Edital
De ordem do oidsdlo administrador e
para eumprimento do diapoato no 6* do
rt. 496 do Regnlamento dos Correioa'da
Repblica, que baxou oom o Decreto n.
1692 A, de 10 de Abril de 1891, faco
publico que echam-se abertaa na 1.'
que V. S. designar para o fim requerido,
expedmdo-ae mandado para aerem citidos
oa domiciliados, neate municipio que silo
D. Esthefania Eather Brederodea Costa,
caBada com Aatooio da Silva Costa, D.
A'ina Silveira Brederodes, casada oom
Ja Agua Fra, e bem aasim que sejam Ho-
rneados dous curadores lide, viato haver
menoreB i- teresaados auer por parte os
exsqueotes, quer por pfirte dos execc-
tadoa. Pede deferimento.E. K. M.
(Acompanham 2 procuracoes e 5 ttecu-
cumentos).
Eatava ama eatampilha de 300 reU,
saim inutiliaada.
Recite, 27 de Ncvembro de 1895.
O advogado,
Antonio Cesario Ribiiro.
Em coja petizo Oei o deip cho do
theor segointe :
Despecho
S.m.O escvao des'gae dia para )'.>-
tificacSo da aazencia.
Nomeio curador lide os advogados
SaluBtiano Jos de Oliveira, por parte dos
menores exequentea e Jos Beserra Ca-
valcante por parte dos menorea exeou-
tadoB.
Olinda, 28 de Novembro de 1R95.
Jos Uchoa.
E tendo oa supplicantea justitiaado cim
a prova teitemonhal o deducido em bub
petiao e aendo-me oa autoa conclusoa
nellea lavrei a sentecc do theor ae-
goiote.
Seutenya
Julgo procedente a justificacSo de fia.
121 a i 22 v., paase-ae edital oom o prso
de 30 dina para a citajao doa executadoa
ausentea.
CoaUa ex-oaa8aOlinda, 11 de De-
sembro de 1895"
Jos Cavalcanti de A. Uchoa.
Joaquina da Silver-, dellea oooatam,taer
pedido por ceidlo do tbeor aegumte:
Titulo de herdeiros filhoa doa inventa-
riados
I.*Dr. Hemeterio J.a Velloso da
SI eir, caaa-<, oom 64 aor.os ;
2.D. Amelia Amalia Velloso da
Silveira. aolteira c>m 64 annoi.
3.D. Emilia Amalia Vellos) da Sil-
veirv, tallecida, caaada que fui oom o Dr.
Fratcisco Kreder'des ce A-drade.
4SD. Julia Hmerina Velloao da Sil-
veira, fallecida, casada que foi c m o oa-
pil&o Manuel de CarVulbO P.iea de An
drade Gouvim.
5 Freder co Velloso da Silveira, ca-
sado, com a idade de 54 a nos.
6.L. Juaepha Josephioa Velloso da
Sileirs, com a idade de 52 ancos.
7." -D. Maria da Purificacso Siiveir*,
casada cem o cipitSo Viodimal Ribeir.
Sosrea.
Netos fihos da finada D Emilia Am
lia Velloao a Silveira.
10. Maria Brederodes da Silva
Costa, casaJa com Elias Baptiata da Silva
CeaU.
2.Emilia Amali da Silveira Brede-
rodes, aolteira com 34 anona.
. 3."--D. Eatiihania Eet-er Brederocea
Coala, oasada, com Antonio da Silva Costa.
4.Alferea Antonio Frac Cisco Breaero
de* de Aodrade, casado.
5 'D. Aoda Candida da Silva Bre-
derodes, casada com JoSo Fras Velloso da
Silveira.
6.-D. Mara Camiilo ^da Silveira Bre-
derodes, casada com Jo&o Tavarea Fer-
reira.
Netas filhas da finada D. Julia Honorios
Velloao da Silveira.
1-D. Mana Annunciada de Carva
Iho Carneiro MonUiro Cisada com Rodol-
pho Florestal Carneiro Montero.
2,* Maooel de C.-.rvaiho Paes de An-
dn de, catado.
3 D. Z'ilmira de Andrade Carvalbo,
casada que loi com o D>*. Maooel Brazi-
leiro de Arruda Cmara, ambos fallecidos.
Bien* toa fi hw de D. Zilmira o Andra-
de Carvalbo e seo mando D\ Maneel
Br zileiro de Arruda Cmara.
1*Franc'eco Octaviano de Arroda
Cmara, casado.
2'Julio Cesar de Arruda Cmara, com
a idade de 21 annns.
3- D. Mana Amelia da Silva Sar.toa-
fallecid, "hgad que foi com Ernesto Leo
poldo da Silva Santos.
Tatsranetcs, filboa de D. Maria Amelia
da Sil>a Santos, fallecida e seu marido
Ernesto Leopoldo da Silva Santos, Jos
Velloso da Silveira Santos, c^m a idade
de 4 nonos.
Herdeina* da icventarUda D* Anoa
Joaquina da Silveira, os meamos desoriptos
e maia oa seguotea : -
Luz Gonsaga Peixoto de Miranda que
f. i casado com D. Severiana Constancia
PeiX 'to, a., bos ffllecidoa, com nos tilho
aeguibttNetoLuis Goossga Peixoto
de Miranda, que f-.-i catado com D. Por
ci ia Peiaoto de Almeidu, ambos talleci-
dos, deixando os lllhi.s seguiotes :
Bisooios J'j Gvnsaga Peixoto de
Miranda, 2.. D. Anca Josepha Peixoto de Mi-
randa, oasada com Pergentino Vejra da
Confia.
3.* Maria Eulalia Peixoto de Miranda,
casada com Francolino Francisco Uodri-
gue", tallecido, deixsndo oa filboa se-
gu' tes :
Taiarsnetoa filhos deates :
1.*Maria com o idade de 10 annos.
2.' Fausto com a idsde do8 anooa.
3."Severira, com a idade de 6 accos.
Nada ruis se continha em ditos autos
com relaySoao pedido cujo theor fica cima
transcripto aoa qn-ea me reporto do que
don f.
Subscrevo e asBigno. Olinda, 28 de
Outubro de 1895.
O eBcrivSo.
Ba"barel Francisco Lina Calda.
(Satava sallada com 600 res).
Em virtude do que manda ao porteiro
oa auditorioa cite e chame a eate mea
juiso com o prazo do 30 dias os suppli-
cadoa ausentes, cojos comea vio cima
mencionados, para na Ia audiencia poste-
rior a expirs^ao do prazo verem offerecer
na Ia do jaizo, depois da citac&o oa ar-
tigos de babilitscBo, e logo citadoa para
todoa oa demais termoa da execucao at
fina), aob pena de revelia, e quem doa
meamos souber ou tiver noticia dar sciea-
ca a eate juzo.
E para conhecimento de todos pasaou-sa
o presente e constantes de igual theer que
serSo publicadoa pela imprensa e atusado
pelo port ;ro doa auditorioa nos lugares
do ectylo
Dado e paasado cesta cidade de Olinda
sos 14 dias do mez de Dozambro de
1895.
E en JoSo Theodomiro da Costa Man-
teiro, escrivSo o t obscrevi.
Jote Cavaloanti de Albuquerque Uchoa.
III Alterado de v IV. Afeando mertiro pelo qoal prove nao iof-
fre? de oicie-ua coaiaxiesa ou d. molestia ctic-
Dioa locomvel que o imposibilite para os tr-
D En caso de duvida o dirertor perlera cnvlr o
na rece;' do nietiii o do Io-titu-o ara c. do eatado
de sa'e do o-eieniencp t aamisrao.
V. No raro deoer (j-bloiia a admis^Sn de rar-
itldatc, devera preaeoiar taa b>-m itestado e
lu-n aatonoadea ao logar ue aoa resiaeocia qoe
prOe ID 'genria.
A't. 31. Nao poderlo srr admfttidos no lo-
Mtoto os menores oe seis amos e o* maiorea de
doze.
\ demais ccodi(6e* podero ser examinadas
relua preieodei. tea t-idos os das otis das 10 l/S
rieras da maoba a- 3 hora-" da larde. Da 3 di-
rectora a 'ecrelana da Jutica, Negocios lote-
noea e Ioatraccio Pubii a
O director,
Felippe de F gaei'di F.na SuDriobo.
Recebedoria do Estado
de Perna albuco
Edital n. 34
O administrador f.a publico a quem toterersar
poexa que, a contar da oata da pobl Ccgao do
p.eseo 00 ura-o de 8 li-iH o impoaio ob-ixo declarado,
rei-uvo ao !. semeatre do exerclcio r:e 1695
1895.
h-rebpiona do Estado de Peroamboco, 19 de
Oezembro ue 1895.
0 admlnmlradnr,
Affoiiso d'Albuquerque Mello Jnior.
Imposto a que Be refere o e'ital supra
Clan* o 31Luja iu casa qne veode- cbaroios
ciearroa e fumo em utoseo e a retalbo.
3
PRADO
PERMBIMNO
A-lfaudega de
nambuco
Edit 1
1}
er-
Por esta Rep.rtic&o ae fas pob ico que
dscarregaram do vnpor aostriaco Nagy
Lhjoe. entrado em 9 do correte as seguin-
tes mercaderas :
Urna pip de marc* S & C, conteudo
vnbo, com falta, urna dita de marca CEP
com f #lta, urna dita de marca Crua vasia,
quatr bsrris de quinte de marca COA
com falta, doua ditos de decimos c m
falta, dois ditos de decimoa vaaios com a
marca C G A, doua ditos de qu nto de
marca J F C com ffcl a, e da mesma mar-
ca dous ditua e ou-r v sio, pelo que iotime-ee aos dooos
ou coosignstarios p>.ra no praso de 8 diaa
requerereu. o que fer a bem de aeus di-
retos*
Primeira eccSo 23 de DcMmbro ie
1895.
O cbefe,
Macoel Al?ea da Sila.
ABERTURA
DO
mi
snno
1896
8.
annivers ario
Projeeto de inscripgo
Para a 9a corrida que ser realisada no dia 5
de Janeiro de 1895
GRANDES PREMIOS
i.
2. 00 metros. Animaea depuro
ao primairo, 4OOSO00 ao segundo e
2.
200
ao
metros,
primeiro,
Anima?s
600000
pungas e de
ao segando
Indemnisadora
De conforriidade com o art. 15 ''o Estatuios
d-8'a Coronaohi a deceso vuri> 20 accOes o
rs. 466 a 475 671 a 675 e 971 a 975 vagas pelo
fallecimeDlo no 'eapt-cuvo acciooi'a.
Ob pretendeot' a deveo eoviar eaaa prepos.
.s8 fecbadas por intermedio dis correiorea ge.
raes eo eacripioru nesta Compaatiu, a;e u mio
ou de 24 da correte.
RrCitV, 16 de Deiemh'o de 1895.
OdirectO',
Jo?qoim Alve d Fonsena.
Compaahia e Servidos Ala-
ritimos e *"ernambuco
Tabella
pera cobraoc^R dos recoquea peLs vapores
Amaieu e iloleque
Edital n. 39
Documento n. 2
Certinoo que, revendo o autos de inven
tario dos finados Coronel Hemeterio Jos
Velloso da Silvaira e toa molher D. Anna
3. Directora da Secretaria da JosC", Neeocios
lo erio'e-i e Iustrurgao Publ C, 16 de Dei> in-
bro de 1895.
De ordem ao Exm. Sr. Dr. Govermdjr do E
iad t. co publico para oa devidos Bas qoe actia-
e abe-'a ne.-t' direc orla a contar da data da
ocblicaCO d'ett*, a inscnpcao para op m-nores
cegos que quiz'em oo prximo aooo de 1896 e
matricular do Iast Rio de Jsnelri-, de aecurdo com a c ircu.ar sob o.
755 se 85 de Novembro do cortete aooo, ao
Exa. Sr. Miiieiro da Jastica e Negocios Iile-
nores.
So serio ; daiittidoB i loscrip^ao aqoelles rae-
ore3 que eativerem as con-ii(6es previatcs do
R-golameoio do Iasitteto N-cioaal dos Cegos
Do-ovado por decreto d. 408 de 17 de Uno de
1890.
Sao as tegniotes as prlncipaes condicOes :
CAPITULO III
Dos alumnos
Art. ,28. 0 Domero dos alomos co tribnluies
aera l imitado e dos sramltos sera limitado peio<<
recursos do o-gameoio vigeoie.
Art. 29. Aos alcmDoa gratuitos, o Iostitoto
loruecera saeleoto, vec toarlo, calca Jo e traame..-
to medico.
ar*< 30. Aqcelles que nao fo-f m coobecida-
mente pobres, pagarao cma peasio anoual oe
40J0OO por triojestre aaiaotados e ama joia de
200*000.
Art. 31. 0 Ijstnu'o ministrar a todos os
alnmoes, oa livros e Instrumentos necesarios au
eusiDO
art. 32. A admisso no In titulo depender
de aotonsac&o do ministro da tnsiraccao puolicc,
mediante lforma^ao do director.
Ari. 33. 0 pretndeme deve- juntar ao re-
qoerimento:
I. Ce uao oo jostificacSo de idade.
II. Alies lado medico oo qual coDB'.e qoe Eoffre
de cegueira total e incoravel.
Al 100 toneladas
Ue u;i 150 d i s
De 151 a 20 ditas
De 201 i 250 mas
De 25i a 300 duas
- 301 360 ditas
De 351 a &"0 anas
De 401 a 450 diaa
De 451 500 ditas
De 501 a 550 duas
De 551 i 6; 0 .utoa
De 601 660 ditas
De 651 a 700 dli'B
De 701 a 750 diias
De 751 800 dius
De 801 a 850 duas
De 851 900 duas
De 901 950 nitas
De 951 1000 ditas 350*100
Rec fe, 22 de Novembro de 1895.
F. de Absh Cardozt,
Secretaria.
Companhia Fabrica de Vi-
dros de Pernambucu
Sao convidad8 os 8 s. accionistas a ent^arem
com 10 O/o "orre o valor nomieal de suaa hcges
ai o dia 14 de Janeiro roximo, no eseripierle
di cmpaobia & ioa da Aurora u. 173, ca 9
ho^as d^ tnanh so neto dia.
Kecile, 14 de Dezembre ae 1895.
O director secretario
Antonio Minervin > de M. Soarta Filb.o
lecebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL N. 33
O fdmioatrador taz pobiicoa quem ioteressar
possa qoe, a rooiar d< 20 do forrale, sera ar-
reca:ado a tocca do cotre o imposto de dcima
urbana das (regoezias da Graca e H5co, relativo
no i." semeslre do exercicio de 1895 a 1896.
Receroedoria do fcVtudo a Percambuco, em 19
de Dzemb'Q de 1895.
O adminilrjdo",
Alfonso d'Aluqoerqoe Mellu Jonior.
PAREO Prad Perna nbcano
BAD^ue. Premios 2.(j0OOL0
200,5000 ao terceiro
PAREO Prado Villa Isabel 1
Pernambuco. Premios 300)5000
e 308000 ao terceiro.
PAREO Derby Club do flfo -2.000 metros. Bandcap. Animaos de
Per lambuco. Premios: 8000000 ao primeiro, 2000000 so segando e
808000 ao terceiro.
Art. B.^-Malor, Banqueiro e Arnmary.
Peso Biamsrck 56 kil-s, Plotao, Turco 2.* e Moscardo 54 kil s cada
um, Fonoso 52 kilos, Todc- 50 kilos, Aventureiro e Feoiano 48 kilos
caa um e s demais 45 kilos.
PAREODerby club de Pernambnco 1.400 metros Animaes de
Pernt,mDuoo. Premio : 3000000 no primeiro, 60fC00 ao segundo
e 300000 ao terceiro.
Art. 5. Os do pareo Derbv Club do Rio e m*s PlutSo, Tarco 2.- Furioso,
Tudo-, Aveotureiro, Feriano, Hirondelle, Bismarck e Moscardo.
PAREOHlppodromo do Campo Crande1.200 metros. Ammaes
de Pernambuco. Premios 250)5000 ao primeiro, 5CS000 ao segundo
' 25)5000 ao terceiro.
Art. 5.*Os do pareo Derby Club de Pern mhuco e maia Triumpho, Ida, Fa-
ronca 2 Maestro e Ciogo.
PAREO Hippodromo Gnanabara.1.150 metros. Animaea de Per-
Dhoibuco. Premios: 50)5000 ao primeiro, 50)5000 ao ssgundo e
25JOCO ao terceiro.
Os d pareo Hippodromo do Campo Grande e mt>ia.Mascte, Dictador,
Beija Flor 2.', Ybo, THepher e Patchonly.
Sport Clui> 1.150 otros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios. 2500000 ao ptimeiro, 500000 ao segundo e 25)5000 ao ter-
ceiro.
A.rt. 5.*__Os do pareo Hippodromo Guanabara e mais Betory, Malaio, Piano,
Garimpeiro e Pn h(o.
PAREO rfockey Club1.700 metros. Arjimaes de Feroambuco. Pre-
mies : 4COS0O:> ao primeiro, 800000 ao segundo e 400000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.'__Os do pareo Sport Club e maia Wasterloo, Esfola, Fortalesa, Enireb,
Conquistador, Tenor 2.a, Bausa, Gallet, Caja Forado.
AREO Jockey Club Paraense i.000 metros. Animaes de Per-
nambuco. Premios : 2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e
251OOC o terceiro.
Art. 5.* oa do pareo Jockey Club e maia Viogador, Phariseu, Murty, Qaand*
meme, piant Realengo, Matury, Pruce e Piramos.
PAREO.aniversario 800 metros. Animaes de Pernambuco qoe nSo
teohm obtido clea^ficecao uoa Prados do Recife, contando uu|a2o
victoria. Premios ; 2OO0lOO ao primeiro, 400000 ao aegundo o 3CO00
so terceiro.
Cbseryates
Keuhom ds parees ccntarSo victoria, os pareos Prado Pernambucan", Der'sy
Club do Rio, Jockey Club t aerao considerados realisadoa inacreveudo-sa e oor-
rendo pelo menos 6 animaes de 4 proprietaros differentea e os domis 5 de 3
4.
5.
6.
7.
8.
9.
Art. 5.-
PAREO
1C
f0000
60*000
70i('00
80IHK)
90IHI0
100*000
IU *i 00
120*000
130*000
145*000
160,400')
175*000
190*000
205*000
220*000
2o*0C0! propietarios
280*IMiO'
310*000
Nao sR^dmittem otsarvja naa propostas e cao sarao lidas aquellas que nSo
vieretn acompahada da respectiva iNportaocia.
A iuscripeflo encerrar-se-ha i-o sabbado 28 do Setembro c 6 1/2 horas da
tarde na Secretariado Prado, ra da Iaperatris n. 26, !. andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 21 de Dezembro de 1835.
O secretario,
C de Abreu.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo Unente-coronel director
deet" Arsenal, distriboem-se costo ras nos d:as
23, 24 e 25 do correle mez, rom a* costareiras,
poeo Joras daa (oias de os. 601 701), de con-
ormidade com a ordena em vigor.
Seccao das co3toras do Arsenal de Goerra do
datado de Pernambuco, 21 de Dezemoro de
1895.
Flix Anionio de Alcntara
OpituO adjanio.
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
nava.
Royal Insuraoce Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, Od.
indos accumulados 8,274'0/3,19,.0d.
AGENTE^
POLHMANN & C
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Comnanhia Phenix Pernansbas-
cana
RA OO COMMERCIO
SGDRO CONTRA FOGO
Companhia industrial e Com-
mercio de Estiva
EM LIQUIDAQAO
Na antiga* Bie d'esia Companhia, pa-
gara os ex- directores e actuaes liquidan-
tes, aos Srs. accionistas, o terceiro ra-
teio na razo de 20S em cada accSo, a
contar do dia 3 de Janeiro prximo em
deante.
Recife, 25 de Dezembro de 189o.
y os Joaquim Ditts Fernandes.
Augusto de Oliveira Mata.
mm yu m
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer eommunica-
cao ou reclama r esta jeita no escrip
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambemsere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio daSil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.

SOCIEDADE
Refinaria e Destilacao
Pernambucana
Tendo sede proceterao orleio para o rescate
de qoarenta (i"beoturog deata aociedade, fa
convidadas obS-4. acciooisias e portadores oas
BMat) a38liirem o meamo sorteio, qo-^ ter
iaear no da 30 do correle mez, 1 Cora da
tarde, no seo escriptorio a roa do Commercio
nomero 34.
Recife, 24 ce Dezembro de 1893.
Jos Goncaive8 Pinto
Presdeme.
COMPAfiUIlA
Pernambucana de Navega-
cao
Convido aos Srs. puS'aidores d i ohrigaedes
preferenciaeg comparecerem na de desta
Companbia as 12 horas da manba do dia 30 do
crreme, aflm de asslatirem ao sorielo oas qne
teem de ser rescatadas neste semestre.
Escriptorio no Recife, 2. ue Desembro de 1895
Sebastiao Lopes Gclnaraes
Director gereote interino.
nsBlllB I
L'J
1




2
**:***w\*m\ j v
a ^l1aam
*+


/
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. administrador da
conformidade com o regalamento em vigor, con*
?ido aoa Srs. contribuimos do imposto de 300 rs.
por tonelada, qne nao pagaram no praio de 8
diaa cootados da entrada de navios e vapores,
para no pro de 45 das mais contados daquella
data, recolberem com a molla de 10 /. aos co*
fres deata Repartigao o imposto relativo ao exer
clcio de 18% a 1896, conforme a relag&o auaixo
declarada.
i. Secgao da Recebedoria do EUado d Per-
nambuco, 23 de Dzembro de 1895.
O chefe,
Frederico Guiparles.
r
Piari%ffie Pernambnco ftuarla-fotra %S lie Pezembro de lfrl5
Para carga
se com es
CoaipaBlii* de Navegado Carioca
O vapor Cometa
Presentemente neite porto se-
culra para o Rio de Janeiro, Rio
______'Grande oo Sol. Pelotas e Porto
Jlegre, 'oestes poneos das.
passagens e encommendas trat-
AGENTES
Pereira Carneiro $ C.
RA DO COMMEKCIO N. 6
i." anar
Austrian Lloyd Steam Na-
vigation Company
O VAPOR AUSTRACO
Pandora
E' esperado de
Trieste at o dia
SI do correte,
segoindo depois
da indlspensavel
demora para os
porto8 da
Janeiro e Santos
CBARGKBBS REIBIS
Companhia Fra aceza
NaTegaeio a vapor
Liaba regalar entre o Havre, Lisboa,
Peroombooo, Maoei, Babia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
O VAPOR
Ville de San Nicols
Commandante Levallois
Espera-se da Earopa at o dia
3 de Janeiro e seguir depois
da demora oacessaria para a
Caixeiro
PreOsa-se de um de la a 16 annos de tdade,
com pratica de molbados e qae r ath-siado de
soa conducta, trnUr : na Roa Vetna n. 82.
GRANDE
Caixeiro
Bahia,
Para carga, oassagens, encommendas e di-
nheiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henry Forster & C.
Roa do Cjmmereio n. 8
1* andar
UEARXTmCS
Di
H
tdamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Buenos-Ayres
Eapera-se d a
Europa no dia 1
Ide Janeiro pro-
zimo, seguir de
Pintora uerfcssaria para o
Rio de Janeiro e Santos
i > r *
POis
Para
com os
MI
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
E' esperado da Europa
no dia 9 do correte,
i setcodo depois da deaiora
___IiEdispensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. p._previne-se aos Srs. receoedores de
mercaduras, que a Companhia Mala Real ingle-
sa, CJntractou com aGenoat Steam N^epauou
Companvom servicode vaoores semaoaes qut
partiodo de Bordeaos, CogDac, Lbarente, devem
ebegar a Sontbampton a lempo de baldearen) as
cargas destinadas America do Sol para ^s^a-
pores desta compaobia. ,;3 MSS
Esta companhia acceita r-o' preyos rasoavei-
para Valt-aialso al Ab-il, passsageiros co-n este
destino por va de Buenot-Ajres e entrada dos
Andes. _
Tambem acceita passagelros para New-i or
a Southamotoo, por esoeclal arratijo leito coa
a Corcpanbta AMemand Llovd,podenflo demora-
remase na Europa casi o desejarem.
ReduccSo nos precM das passagens
Ida Ida e volta
A Lisnu ciasse SO t 30
A' SontnamotoD ciasse t v> 5*
Camarote reservados para os passatslros de
Percamocco.
Nota importante
A Rojal Mail Stearo Packet Cempany resolveu
para commodidade dos Srs. paseageiros com des-
tino a Pars, que os seos paquetes tanto na viu-
da como na ida facam escala por CHERBOURG.a
poncas horas de Paris.
Se o numero de passageiros para esta cidad
der para cobrir as despezae, a Sieam Packet
Company tera em Cberbourg um trem especial
para a conduccio dos mesmos Srs.
Para carga, passagens, encommendas di-
nheiro a Irete, trata-se com os
AGENTES
Am orina Irraos & C.
K. 3 Bn- o Pom > N. 3
CoDipanlra A. C. de Freitos
O vapor Troya
Seguir |o'estes poneos
dias para
passagens, : carga, frete, etc., trata-se
Consignatarios
Borstelman & C
RUI DO COMMERCIO N. 18
1.' andar
Companhia P. de Navegado
PORTOS DO SUL
Maeei, Penedo. Aracaj e Bahia
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Kuga-8* aos Srs. importadores de carza pelos
vapores desta linha, queiram presentar den
ro de 6 das, a coniar do da descarga das al-
varengas qualqoer reclamacao concernen! a ve
lomes qne por ventora tenbam segoido para os
portos do sol, aim de se poderem dar a tempo
as providencias aecessana.
Expirado o referido prazo acompala aito se
respoo8aollisa por extravos
Recebe carca: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rus Af> OommereinQ______
Prince Une of Steaners
James Kuott IVewcastle-on-
Tyne
LINHA REGUl.au ENTRE OS
EstadoB-Unidoa e o Brasil e Rio da Prata
E' esperado le New-York at
ro dia 4 de Janeiro, e sabira
I depois da demora necessana
'para
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Trkish Prince
Para carga e passaeens trata-Be com os
[AGENTES
Johnstun Pater e Comp.
Ro. do Commereio n. 15
les Gross L o Steamors
E' esperado do porto do PARA*
al o da 28 do correte e sa-
hlr depois da demora ceces-a-
ili para o meemo pono
Ovaporinglez
Lisbonense
Para cargas e pa^eageos trata-je com os
Agentes
Josnsto^ Pater & G.
Ra do Commereio n. 15
Precisa-se de om, com pratica de nadarla qne
tenba 14 a 16 aoDoe, a tratar A ra da Impera-
tria o. 66. _____________
Oemarca^oes de trra
Pelo ensenbelro U C. Carlini esnriptorio na
cldade da Escada na roa do Ro n. 12.
o commereio
Vende.se a reh'nscao de llaneel Beoto Pinhei.
ro, no pateo do Ter^o o 29; tambem se admitte
om socio com capital: a tratar A ra Vidal de
Negreiroa o. 196, a qualqoer bori
Febres
Para evltar-se, s6 o acido carblico liquido em
latas, e solido em bonitas conchas que recebe
-aro Alvares de Carralbo 4c C, roa Duque de
Caxia n 86.
HOTEL
Cailhermina Nones
30* DIA
Francelioa Ro*a da Silva, Arbrida gueda d
Ca-valtio, Angelina Pereira Datr?, Alfredo Net
lo e Amaro Pereira Dulra, mal, Oibo, e eobri-
nhos, agradecem eos Srs. officiaes do exercilf,
qne se dign:-rara acompanbar ao Cemlteno Pu-
blico aquella Uad", coovidado-os e a todos os
pareoi-s e amigos para ase'.etirem Ss mirsas
que irandam celebrar a.- 8 bjras da mana, do
dia 31 do corn ir, na Conre'gao dos Militares,
copfessBndo-ee eternamete gratos, por ese
acto de caridade.
de Janeiro e Santos
Para ctrga, passagens e encommendas trata-
se com os ___
AGENTES
Pereira Carneiro k C.
6ROA Du COiflrtCiu*"
l. andar
Uojd Brazileiro
OVAPOR
Espirito Santo
Commandante Ordener Carneiro
E' esperado dos
portos do snl do
dia do correa-
lie, e seguir para
*os portos ao norte
no dia seguate.
As encommendas aero recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barboga
Caes da Companhia Pernambacanan. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencao
p?ra a clausula 10" dos conhecimentos que a
segoioie: ,
rio caso de taaver algnma reciamacao contra a
companhia por avaris ou perdas, deve ser tena
por escripto ao agen.e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de floali-
Nao prere-lecdo esta', rormaudade a compa
Eb'a ca isewa de toda a resp^nsabilidade.
As paessgens sao tiradas no mesmo cripto-
rio, at as i 1/J horas da tards do dia da sanida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custami J
mais 15/-l
Para carga, passagens, encommendas valo-
ras trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6BA DO OOMMERCIO-6
1* andar
Seeue do dia 31 do cor-
rete, as 4 horas oa tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
oneiro frete, at s S oras da tarde do da 30.
Cbama-se a atieogao dos Srs. carregadores
para a clausula 10a dos conhecimentos que a
Begulnte :
< No caso de baver alguma reclamado con
tra a Companhia, por avana oo pena, deve ser
f eita por escripto zo agente respectivo no pon
da descarga, dentro de tres das depois de lina
Usada.
Nao recedendo esta formalidade a Compa-
bia De iserjla ite toda a rePDiosabilidade.
E8CRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambocana
n. 12
Pacific Sleam Navigaon Com-
pany
STRAITS OF MAGELHAN LIKE
O paquete Oropesa
Espera-se d a
Eoropaatodia4
de Janeiro e se
golr depois da
demorando costme para Valparaso com escala
por
Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo
Para carga, pas?agens encommendas e dinbeu
ro a frete trata-Be com os
AGENTES
Wilson Sons & C Limited.
10Ra do Commereio10
1. andar
Norddentscher Lloyd
O yapor Salier
E' esperado dos oortos da Eu-
rooa at o dia de Janeiro,
.segnindo depois ua demora ne-
[Cessaria para
Bahia. Rio de Janeiro e Santos
Entrar no porto
Este vapor illominado Ion elctrica
e offereoe ptimas aocommodacSes aoi
Srs. passageires.
Para passagens, ca?aa, frete, etc.. trata-se com o
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos n. 4
LE1L0ES
Sabbado, 18. o 2 e ultimo ieilao dis mo-
vis da colonia Snassuna, ss U horas em ponto,
no armazena da roa do Bom Jetus n. 45.
Grande e ultimo
co
LEILAO
Do immoveis da colonia
Suasfe"na, divididos em 4
lotes da maneira seguate,
A SABER:
1* lote
O sobrado grande junto a usina Progresso In-
dustrial, 4 catas terreas ao lado da mesma nema
rom o terreno oo rhao em que s'ao edificada?
as mesma* casas, em ptimo estado de comer
vi cente ao Estado e o quintal do mesmo sobrtdo.
flote
O sobrado do eogeobo Soccorro, a hospedarte
de Soccorro, (obra nova e por acabar, coberta
com cerca ae 1.200 telbas de unco) beno como o
lote de trras n. 13 que olvide ao norte coa) o
lote 12 a leste com os Ictes <5 e 17, ao su com
o lote 14, a oesie com o rio Jaboal&o : a estrada
de rodagem pasta em frente 0 metros de dis
taocia a tsiradajde ferro 300 me.ros em frente,
o no Suaseona pesa nos fundes.
r 3o loie
O sobrado do eogeDbo Santo Andr.
4* loe
As casas de vivenda e deengenbo, 2 casinhaf
pequeas, moendas, roda d'agoa. tachas, alambi-
que, cobas, formas, arado de ferro e mais per
tences de engenoo; ben como a levada e toma-
da do meemo eogenbo Goaraoy. Neste Inte Oca
compreneodido o terreno on cnao em que estao
edificadas as casas de vivenda e do engeobo.
Sabbado, 28 do corrente
A's 11 horas
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 45
(Em frente ao correio
O ageote de leilfies F. I. Pinto, legalmente au-
lorisado, levar novameote e pela oltima vez a
leilao, os predios cima mencionados, em quatro
lotes, serviodo de base ss cffer:as obiidas no 1*
leilo do dia 12 co correte.
Em tempo : a venda dos referido immoveis
ticar definitivamente effectuada com quem me-
Ibor vantaeem ifferecer naquella oecasiao.
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
cos da cidade do Recife.
Accommodac*es magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeices, a mai r e mais arej da nesta capital
A cosiuha acha-ae a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os propietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de qne com os elementos qne cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do pnblico offerecendo-se para prej
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo estabelecimento.
PRECOS RASOAVE1S
_____F4LU-SK' DlflBSQS
o .
Os proprietarios destemcdeino estabele-
cimento, apresentam a adniirajo dos seus
iilustres freguezes e ao estimavel publico des-
ta capital convidam afazerem urna risita ao
seu estabelecimento que encontr rao como
especialista em cha verde epreto, vinhos do
Porto, Jersey, Moscatel, Champagne, Pasto,
Collares genuino e j aamado
DOURO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes, msnteiga, fiambres novos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, castanhas
e o mais que concerne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas inglezas e allemes
especialisando-se a celebre e afamada
f DP3R.JUNTCXSC.A 3NTJL m
Cognac, vermutb, whiskjs de varias qua-
lidades, aguas mineraes Od Tom e a estoma-
cal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
. nnea bypothecam sua gra |sortIci0> p0r lsto limitamo-nos a chamar atten-
"JJ-m*^^m o do estimavel publico e dos nossos distin-
11 ctissimos freguezes paratudo que acabamos
de narrai, afianc, ndo a sua boa qualidade e
precos excessivamente insignificantes, rece-
bemos encommendas de fruetas para embar-
que.
13-t- ^ua Bom Jesas 13
Manuel le van tiro Gomes da Fon.
eea
Jeronymo Gomes da fooeeca, Foa molber e n
Ibos, convidam aos seos a i igos e prenles s as-
Bietirem missa de 7. dia que se resar na
ConceigSo de Hossa Senhora de Jcao de Barros,
as 8 otras da manha do da 28 do crreme mez.
pela alma re seu oi-nca esqcecido Albo e irmao.
M^ncel Alezandre Gomes da Ponseca, e desde j
se coofeasam agradecides por este acto de rer
giao.
Eduardo Ferreira Barbosa
Tricsimo dia
Luix Ferreira Barbosa e seas irmaos. Mana
daa Neves Barbea e eeue Albos convidam ao
aeus prenles e amiKos para asls'ioem ss mis
sa8 qae mandam celrbrsr na matriz da Ba
Vista, Ss 7 horas da manna do da 28 do cor-
rete, trigeemo do fallecimeotn do seu nunca
esquecido rmo, esposo epai, Edoaroo ferreira
Barbosa por coj
lidio*
Jos Carian de Araujo
Os empreados do Atelier Miranda, teodo de
mandar celeb'ar urna noisea pelo aescanso eier*
no do inditoso artista tjpograpbo Jos Carlos de
Araujo quinta feira 26 do corrente 30* dia do
seu passameoto, na igreja de N. do Carmo. s 7
horas da manha. convidam oa pareles eamieos
do mesmo fioaoo para asfistirem a e.-te aciu de
religilo e caridaoe, pelo que se confeaeam eter-
namente agradecidos.
P. de
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossoro', Ara-
caty, Cear e Camoeim
O paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio Rio
Segu no da tt de De-
zembro, s 4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nboim a frete, at aC 11 horas da manda do
da 26.
Ghima-se a attencao dos Srs: carregadores
para a clausula 10.* dos conhecimentos qne a
seguinte: !l
o caso de baver algnma reclamscSo con-
tra a Companhia, por avaria ro perds, neva ser
(eita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de t-es das depois de fina-
Nao* preceden^ esta formalidade, a Compa
obla lea isenta de toda a responsabliidade. >
Ao Caes da Companhia Pernambocana
n. 12
Agente Pestaa
Leilo
De carros, bois e cavallos
Qninta-feira 26 do correte
AO MEIO DIA KM PONTO
No andar, a roa oo Viaario Tenorio n. 16
O agente cima por mandado e as9i8teocia do
Exm. Sr. Dr. jais ce aireo do commereio, a
reqoenmen.o do depositario Justino Looes de
Asevedo, levar aleilo 3 carros de os. 428, 242
e 245, um cavado pedrez e 4 bois, os qnaes
acbar-Be-bao presentes no acto do leilao.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-ee a casa o. 43 sita ra Luis do
Reg, com commodos para grande familia, egua
e gas encanados, randa qmntal e jardioo ao
lado, reedificada ue novo, a trat.r ra ua Im-
pera triz n. 16. loja._______________________
Francisco Pereira da Silva Res subloca urna
bea casa em Caxaoga, oerlo da estaco, tendo
accommodacoeB para fsmllia a enteoder-se
com o mesno na ra de Santo Amaro n, 8, ta-
tema, ou em Cazang4 com Francisco Quedes.
Para negocio relativo a um) terreno con-
fronte a fabrica de tecjdos da Torre, precisase
saber se ezisie nesta cidade os berddiros do
fallecido Francisco Cavalcante de Albuquerque,
a quem perteocem o referido terreno, o qual ol-
vide ao snl com trras do Baro de Loceos, e
ao norte com o sitio que perteacau ao Sr. au-
guato Seiaas.____________________________
Ama
Preciaa-ee de urna ama para cosinoar e mais
servicos de casa de pequea familia ; a tratar
na roa-de Raogel n: 48#
f
Joaqu'm da Costa Plato
O Dr. Barros Sobnnbo, profundamente senti-
do pelo inesperado fallecimenio do seu particu-
lar amig > Joaqulm da Costa Pinto, oegociante
na Babia, convida a todcs os sene amigos para
an-isiirem a miesa que. por soa a!m maoda
celebrar oa sexia-Mra 27 do crreme. i 8 ho-
ras da manba, na matriz da Boa Vista, e agra-
dece cordialmente aos que comparecerem a esee
acto de religiao e caridade.
f
Lolz Dlnla Brasa Aroucha
Tnges mo da
Ignacio I)f Aroocba Filbo. seus fllbot;. sua
sogra e seu cuobado Alexaodre Braga; teem a
honra de cooviJar a seus pareles e pessoas ae
sua amizade a assi?tirem a rxis.aa que maodam
ce'ebrar na matriz defla villa, "no da 28 do cr-
reme (sabeade), pelas 8 horas da manbS, trig-
simo da do prematuro passameoto de sua sern*
pre chorada molber, mi, Bibs e irrofi, confe
sanio ce desde j eternamente agradecidos por
este acto de candarte e religiao. Gamelleira, 24
de Oezembro de 1895.
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direcc2o de sea hbil proprietari MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura e
'altura .nterna, j pela promptido e aceie do servijo culinario aduaneiro, j tan-
bem pela psito hygienica do seu edificio.
t
Mara AMt-Ka de soma Leao
Juan Fe.ni pe de ai uz Leo e xeus lbos, pal,
mal e soera, agradecem a todos os seos pren-
les e amigos que ce dignaram acompanbar os
resti 8 mortaas de eoa carionosa espo-a a eua
ultima morada. Noyaujeot? convidam a todos
os pareles e amito* cara aoxiatirem as miaras
do stimo da, sexta-feira 27 do crrante, s 8
horas da mar ha, na matriz d? Santo Antonio e
oo eogenbo Inora, peio que se confessam som-
mmente gratoe.
Alfcres Eduardo Ferreira
Barbosa
tOs operarios da .Fundlc&o de Cardozo &
Irmao convidto aos partotes e amigos do
inditoso f mpregado alfere Eduardo Ferreira
Barbosa para assiatirem as missas que por
sua airra mandam celebrar pelas 7 horas da ma-
Ehfi de 28 de correnie (i da do ten passamtn-
to} na matriz da BdaV)sta.
i> a val os urtatlos
Na noiie de 18 do corrente fortaram da estri-
bara do eogenbo Canado municipio da Es.aoa
quatro cavall.s, cojos sigoaes o us seguime: -
Um castanho foveiro, com tres ps arrejaca-
dos, frente aberta, ioteiro, andador de baixo.
Outro castaobo, com o p direto Oranco, iotei'
ro, quarto.
Ostro castanho, castrado, andador de baix
Outoalas&o foveiro. ps e maos arregaca-
dos, frente aber s, inteiro, andador de baixo
curto. Gratifica-ge a quem os aprehender oa
der noticia exacta no referido eovenbo oo no
Recife roa Mrquez de Olioda o. 56, 1- andar
escrtptorlo de Leal & Irmao.
Depois de innmeras transformases por que tem pausado este Hotel, conseg-al
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje ama bospedagem que deve ser
preferida pelos iilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados '! jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E'esplendido o sortimento de vinho3 Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importa?^, principalmente vinbo Bordeaux em quartolas e cognacs
tnissimos, que vende as melhores condicSes do mercado e precos sem competencia.
_______GRANDE HOTEL COMMaROlAL
rUNDiCAO BSRA
ALLAN P ATERSON S S
44--RUA DO ARO 0DTRl'iiPH0-4
Machinas a vapor.
Moendas.
Roelas d'agua.
Taixas tundidas e batidas.
Tcixas batidas sem csrava^ao.
Aradcs.
: h
i


-----------------------------------------------------------------------------*"
\ t I v '' '



?<
)
Diario de Feraamboco -* ftoartafira $5 de Oeaembro
Oca1
.fe na pOnta
AD *toutn A
A. (aseada Pao relio do mo de
CorreQit.> Eaiaso de Peroamooco, lea para
voudcr da presente daU por dame, carca de
dona rnilhoes de pea de cafe.-i -o.
Quem visitar a predtta fazeada do Intuito de
faaer acquisigao da menciona ia aemeoteira, nao
deixa-a ae late, a compra, j pela qa>Udade,
j Pelo prego.
O caf teode a occupsr um especial logar no
dotnioio agrcola do oos^o E qoaito se zer em prol do eea desenvolvlmeolo,
accelerar a oossa marca evolucionista.
Po Amarello de Crranles, 15 de Dazembro
te i893- ,..,
Francisco de Sooz Le Jnt.T\
*rofe8S' r
Um moco POltelre, cono reeolar tbeoria e lori-
ga prat'C-i do enaiuo primario, offerece os s*-os
servicos em ilgum engenbo ; carU nesia redac
j cjcd ae ini aes H. P-
Terreno em Olinda
Vende-pe om terreno em Olioda, situado a
roa de S. Francisco com prcpo-gao para ediB.
car-se cidco casas, mtdindo 193 palmos ae fren-
te sobre deselos de fondo.
- O lagar ( o mais appr priado possivel. A
ratar na ra 13 de Novembron. 81 .sala de de
ra i- aodar.___________________________
Cal Bracea e Vir-
Srean de la^ua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran
ca e virgem, avisa ao
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encuntram em
seu arir.azem do caes do
Apollo n. 73.
HEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fon te Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recen teniente descobercas,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia Eem igual as doencaa inteatiaaea,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestia* de estorrago, de qualquer
aatureza, bem como do ngado.
para convencer-se leiam os innameros
attestados que acompanham cada garra
finha.
A' venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores {tara
o Brazil os Srs.
M, SALDANM & G
Raa dos Domadores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCX)
Jola Fernandas de Almeja
TraveHa da Madre Deu n. *
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dosem Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se fi-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struc^o.
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I
53
SADE PARA TODOS.
UNGENTOJ-IOLLOWAY
O Ungento de Holloway 6 um remedio infallive! p^.
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o.
se reconheu
ilcs de pernal e do peito; tambem para as feridaa
smo e para todas as enfermidades de peito oto
-
1
Para os males de garganta, bronc* js resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os merabros contrahido 0
juncturas recias, obra como por encanto-
Essas v-iedicinas sao preparadas smente no Elstahelecimento do Professor HollcwaY,
78, NEW OXFORD STHEET (antes 633, Oxford Street), LONDKES,
E vesderase em todas as pharmacias do universa
W Os cempraderes sao convidados respeitosamente a ersunnar os rtulos de cada caca e Pote se nao teem a drracQao,
533, Oxford Street, sao faJsificaooes.
r*ai
FERRO MARTIAL-BODWgbmM!!!
Qosto agrada-rel torna a dar com rapidez ao tangue sua riqueza e forca. Nio di
pristi de ventr* nao mnaegroce os dentan nao irrita o estomago.
tOiS, SI. ra Bol*. Deposito em Ptrnantbuco C" li MOGAS FBODDCTOS CBUUCK.

ONCADE
En (D
"Ss
Cura certa em 3 das sem outro medicamento
PAMES 7, Boulerard Jtetiain, 7 JPARI8
Oeoosilos em todas as princiuaes Ftuu'cuaumn c JDaoMslS!*
'NEURASTH ^TeRVOSAS^M
Rachltismo, Tuberculosa ossea, Arthrlte, Rheumatlsmos
TUBERCXTLOSA PTJXj^ |0 GLYCEROPHOSPHATOdeCAL dallozI
ItIMieamtitD por tieiliencia pan u loprammcionida! ndiutitt na duedataiulberada Ida para caDaotii lauda rtfeicU
PARS : J. DALLOZ, 13. bouleoard de la Chanitti.
Em PERNAMBTJCO ; COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIWCOS.
MSSfiSagSSHBJgtgaMESlflgltfkSSSS^
'Eedala de honra
0 OLEO CHEVRIER
deslnlecudo pelo Alcatrfo,
tnico e t tem ico, e Que muito
augmente ac prooneJjdei do .
01*0.
0 OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
4 nica preparacio que oermitte
administrar o Ferro tem Qro-
duzir PriBo de Ventre, nem
Xncoromodo.
t
BIP03IT0 geral em MU!
m i Faib-'-Iootaartre, 21
BRANCO.LOIRO
FERRUGINOSO)*!
P ALCATrXt^

PLOMA DE HONRA]
RIOEITADO POB TODAS Al
Celebridades Mediis |
DA r I! ANCA EDA EUROPA
mOLESTIAS DO PEITO,
'affecqeses:;ofulosas
chlorosis.
anemia, debilidaoe,
tsica pulmonar,
bronchites. racwtismo
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BRAZIL.
Dentes
Termina a hcrrivel dor de dentes usan
do o excellente preparado de Maaoe.
Gardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior cirenlacSo, atte
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil*
ratc C., ra do Marques de Olinds
n. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque de
azias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estnfca de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 roa d j
3. rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ruaLargt
o Rosario n. 13.
Compadre V. dgame oede compra gneros
para sua despensa t
Eu Iba aigo: na mnitos tonos que compro
em om ar^nazeoj, e d8o me consta qne niDt?oem
saja maia bem servido em ootra part ; compro
all, porrqoe eooontro o qoe preciso, doa a bou
e maudau-u.e todo a meo gosie, ja I saeta
coodico en ti u salisfeito.
Em prrecos nao ba qoem venda mais barato e
todos os gneros eSo de primelra qnalldade ; i
bOa manteiga, o bom cba, o bom qneijo de di-
versas qoalidKies, o bom viano de mesa oa Sr-
ra da Estrella, o bom vinbe do Porto da ataii
baixa a mais alta qaalidade, os boos llcras, o
bom thampafcne, finalmente tndo quante se pode
desejar para orna boa despensa;
E teem tambem om completo lertimento de
obras de vimes, come sejam sestas para com-
pras, balaios para papel, roopeiroB, barcos <
linda? cadeiras.
Obrigado compadre pelo qne me dis, porque i
vida eata muito cara, voo mandar comprar o qne
precisar nesse armazem. Pois mande compadre
qoe ba de ficar satiefeiio.
Olbe 0 amigo arn-sz-m de
Pocas Bfendes C
RA ESTREITA DO ROSaRI (JUNTO A
IGREJA)
Sel onde ion padre.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaiio asslgnados, carne de pri-
melra qoali :ade, nos talbot< da ros Marqoes do
Herval s. 17 e e Gamboa do Carmo o. 1.
Este prego soffrera alteracio para mais oo
oara menos, eempre < e accordo com os preco-
do gadons* felra.-.
Recite, 18 ce Mato de 1895.
Fioxa Lima k C
Electricidade
Antonio do Carmo Almelda Sobiiobe, en*
carrega-se de insiallacOes de los elctrica ea
osinas e es abeleclment s industriaos, bem
como telepbones particulares, campas eiectncag,
pa-a-raios e totros trabalbos congneres.
Pode'ser procorsdo. no 3.* andar ,por cima do
Diario de Pernambaco.*
Liquidado
A loja Pars n'America seta.
do de liquidar diveraws fa-
sendaa de modas chama at-
teucao de seus fregueses! pare
grandes a bat mea tos de preeast.
Raa de B. da Victoria te
Pernambaco
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A VOOO a barrica
Para o fabrico do asaue&r vende-ae n
Companhia Exploradora de Producto
Caloaraos no Caes do Apollo n. 73.

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- e- ^ l? *
|PILULS DIGESTIVAS DE FANGREATIil
de DEFRE8NE
Pharmaceuhco de Ia Classe, Fomecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empreada nos hospitaes de Parts, o mais poderoso --
digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir etM
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas^
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, ou!^.
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracCes do estomago, ou111
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
BHmida, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescriptas
(a|Pelos ;iedicos contra as seguintes affeccSes:
Anemia. Gastralgias.
Biarrhea. Ulceracoes cancerosas.
Dysenteria. Enfermidades do fgado.
Gastrites. \ Emmagrecimento.
Somnolfencia depois de comer, evomitosijiiaacompanharn a gravidez
PAKQREATENA EFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4coIhe-
radazinhas depois da uuunaa.
Km casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Pharmacias
f Falta de appetite.
Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
a Phosphatina Falires
alimento o maia agradavel e mais recom-
mendado pa*a as crianzas desde a idade de 6
para 7 mezes, sobretorto na poca do desmamar
e durante o i>eriodo do erescimento.
Facilita a dentirao, assegum a boa formarau
dos osnos, dte e e?iorva o defeitos de cres-
cimenio, iinpede a diarrliea torequcnte entre
as criaucas.
Faris, 6, Avnne Victoria e em todas as pharmacias.

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W O crs < ^ *i tJ Pe
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* &
Chegou! Ohegou!
PARA A
A m ais alta phauUsia d'esta ettacao
Tiadissimo chifon de seda Maria
Stuart!
Variadissimo sortimento de pbantaaias
em 15., algodSo e seda.
ATE SO PABAIZO
51 RA DA IMPEKATRIZ 51
berto Cardse & C
Ja rdineiro
Precisa-se de om jardioeir.) e bo'leleiro, dan-
do cobecirrenio de sos babilitacOes, a traiar
oa P'C Tiraoentes n. i.
Regulador da Marinhs
Concerta-ae relog^os de algib ira, pn-
dulas de torre deigreja chronemetro de
msrinha, oaixa de mnsicca, aparelhoa
elctricos, oculoa, binculo, ocnloa de
alcance, joias e todo e qualquer objeetc
tendente a arte meehanica.
8Ba Larga do Rosario 9
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applica-se ventosas seccas e
sarjada ;na ra das Laraogeiras n 14
SABONETES
HedVeamenlosos
De CRIMAULT E 0a
SABONETE SULFUROSO contra as bar-
bullas, as manchas e as diversas eruycSet
qne se manifesto na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmerick, contra
a sarna, a tinha, malhas escamotas e a
pityriase do couro cabelludo.
SABONETEdeALCATRAOdaNORUEGA
empreado nos mesmos casos que o
precedente.
SABONETE DE ACIDO PHENIC0 Pre-
servativo e antiepidemico.
SABONETE oeALCATRAO coi BRAX
contra as affecges cutneas, chronicas ou
ligeiris, croatas de leite, dartroe, eczema.
Deposito em PARS, 8, ra Vrrienne.
^0^^
LAIT AHTPHUQUE
W
fjOO O LEITE ANTE^-'EIJCO Q1
I ^Sr puro ou miaturado oon- acta, dissipa
*
puro ou miaturado oon- acrua, dissipa
SARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-RUBRAS, BORBULHAS ,
ROSTO SARABULHENTO v *
E FARINCEO ^J
28
^8er^
1CHABLE
NITRATO DB FERB&
CHABLE
laiOOCiraiiTuaiSiiaTfstt
Fluxoi brancos
Pardas sminsss
Demnaiasi Uiijtss
El TOit iS rliUaCMI
MOBBHUOL
De eHAPOTEAUF
0 MORRHUOL contm todos os prin-
cipios que entrao na composicao do Meo
de fgado de bacalho, oxcepto a materia
gordurosa. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experiencirs efectuadas nos hospi-
taes provarao que o MORRHUOL
muito efiicaz as Bi-onchites, nos Resfria-
mentos, nos Catarrhos e as Molestias
de peito ta seu principio. Desde os pri-
meircs dias de sua applicacio, cessao os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
avivao-se as cores de face, 00 doentes
aecusao um sentimento de bem estar,
achfio-se mais fortes, a tosse diminde, o
corpo augmenta de peso. O MORRHUOL
modifica promptamente a constituidlo
das creancas debis e lymphaticas,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RU VIVIENNE
et em todas as Pharmacias
NOVOS PERFUMES
Paia o 1 DE RIGAUD E CIA
PEBFDHEIBOS DAS COBTB
d'Espanha, da Grecia da Molienda
EXTRACTO-. Graciosa.
Iris.
Violette lanche,
Ylang-Ylang.
Lilas blano.
Ascanio.
Rosma.
Melati.
* Muguet des bois.
Sabes e Pos de Arroz
coso* nanos
Ssposito em PARIZ, 8, Rue?rtisnne
errasi
anAA. or *8 'snrrer
I."-.. .laurnsi m vHismo
ajqeaa ep oeJeouqBj tjed eajei eob
nini tneuasza ep oseo moo topej
I -edajd oca edojej tas oqniA ejsg
odJubs op isaiqod p
saicainaAOjd s"}iisa|ocu sej^no a omsji
-BqdmA"i 'sapBpimjajna rrassa tBAuna
-suoD'ofieraojaa opBEjqmiess^ 'oaSenj}
-snem np anepjosop sa 'eaqjjoonai v
'osojorqo e eitnauB sjjuoo sop3ajd
-uia opuanb sopeiius^j sajoqiam so oraz
-npoja sopejadajd sa^sa 'ssjopaivdaj jfi
a sbojuoi tapepaudojd sana as avova 1)
I oJI""r-HKitopnieititiptlunrtisdnm*aJddt
Hd p M.q.1 so xinvsiso a
OM31
]umi
NEVEIRA
DOS
CASTSLL8S e il
Produz em 10 Minuto*
50T gr. a 8 KM. de Gelo,
ou Sorvetes, Bebidas Ce-
ladas, etc., por um Sal
inoftensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honor, PARS
PROSPECTO FRANCO

Madeiras de w^
n aterises para ea
A Coopaobia Exploradora le P
:areo. vene em neo armaten: ao ca
lo n. 73:
Maleras para constroccao.
Cal branca d ignaribe.
Cal prta.
Cal Tirgem para assocar.
TijolIvB de ladrllbo e commnns
Tijcllo8 refractarios
Oras decantarla p.tra snlelras. etc.
Senentes novas de hortalizas
Completo nor'impnto.
BA ESTaSiTA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Po^aa Sendea ce C.
Ave do Paraizo
51 raa da Imperatriz 51
Becebem das principaes pracar da Eu-
ropa, quinzenalmeare as mais alus No-
vedades etn fazendas finas.
ALBERTO CARDOSO ck 0.
Engenho
Animaes fgidos
Do sitio do D-. Jos Vicente Huir de Vatcon-
cellos oa estrada do eocanameoto, (Haroaixe'
nm) desanparpcersm no da il do correte pe-
las 9 on 10 boras da macha, ama vacca crosa com torteo, rsalbada de branca e preto. ferrada
com as Iniciaes J. V e levando eorclada nos
chifres orna cemprida corda de Manilla, orna
bezerra crescida, cria da rresma vacca, qoasi da
mesma cOr e ferrada com as mencionadas ioi*
iaer>. levando ama corda enrolada no pescego,
e om carnelro pequea. A vacca est daauo
le te.
Pede-ae a qoem tiver encontrado esses ani-
maes, qo- o commnotqoe no referido sitio, on
oa raa ci Imperador n. 80, 1.a andar, promet*
lendo-se ama eratificacao.
Grande sortimento de meias proprias
para padres, conegos e bispos.
Merinos pre tos, superior qualidade na
A"S SO ?SAIS0
51 Raa da faaperatriz 51
ALBERTO CARDOSO [& C.
Para a festa
Z. Mello Bizet avisa aos seus Illms.
freguezes que tetn em sua acreditada pas-
tellaria, um completo sortimeuto de bol-
liubos, pastis madrileos, a o delicioso
8orvete crema de baaailba para o gesto
mas especial e exigente, e para melhor
facilitar a dgestao,encontraro os mesmos
amaveis freguezes, bom vinbo, cerveja,
licor, cognac e a par de tudo isto o trato
ameno o delicado que s e sempre sabe
dispensar a todos que lbe vo visitar.
Z. Mello Bizet
Ra Larga do Roz rio n, 40
Caixeiro
'> Precifa-se de om com
d abono ana coa docta
Novo o, 7,
pratica de molbados e
: a triar no Camiobo
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YOKK
Livre de explosfto, umaca e mo
oheiro. A' venda em todos os arme
zens de seocos.____________________
b
51 Raa da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exntas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re
Ceben a
AVE DO PAR4IZ0
Ai mam, eu vi!
Vi, mama.uma bolcinbus, ons acanOes tao
bonitos mama 1 Bonitos oa que a nba Alba?
t qui-rc- qne tea pal gaste diab-i-o sem podera
E-ia bom mama, se vot Oca zangada, Do
Iba ligo a ais onde vi.
Nao, K'.nha filba, en nao estoa zangada : mar
' e-U terxipre com navidades, l sabes qne o
tempo fil oifito mar, rao ba diebeiro, leo pai
est sempre qaeixa'nic-se das gran<1es itspezas
qa*> faz, e l anda filias em novldaues I
Eo fallo porque ba amito tempn qoe proraro
jma noi iade, e s agora minba mama Uve a
.elicidade de paisar em um armazem e encontrar
qoe desejava, ornas bolsinbas e nns cartee
.8 bonitos, ma S, o qne pode haver de mais
gosto psra pre.-ente. Eo qae estoa em divida
com Marceas, porque ella j por m itas veze?
| me tea offerecido diverges mimos, nSo possi-
vel, mama, qae en tamnem oao lbe offerega algn-
ma eoasa.
E' josto minba h'lha qae t lbe off recas, mas
de accordo rom as nossas con)icoes, porqae o
ainbeiro qae ba <* pooco-...
Sim. mam, ea (So qoero objecto caro: no
armazem do Pocas Meades & '_., tem boleas e
carices com confeitos, o qoe pode baver de maie
Indo.
Val com ten irm&a nesse armazf m, escolbe
loa vontade iodo qoe te agradar : v o menor?
prego qoe tiles vender, manda rar a conta,
p. ssar recibe e pata, s Sim, m;'.
Olbe. mam, s na roa Esireita do Rosario r
6- jante igr>ja.
Sei on c minha fi'ha.
Arremfa-Be por seis anoos om eaceobo com
proporgoes para safrejar 8,500 paea, terrenos
moito feriis, dista da estacas de Palmares i i/1
ogoa, rndese safra pendente ao corte, caira
ova s alanos nimaes : quem pretender dirl*
a-se Caminara Peraambocana, roa do Impe-
rador n. 64.
"Pastis Madrileos
*Ha 24Vespera de festa
. MLL0 BI8BT.
Avua ^.9 iiinatpea fregueses
que nHe dU tom grande
qaantidaaw deste-( pasis atoa.
da nSo cAj,ecidos neste Es-
tado, X
Ra LargaVp Rozario
r*n>
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c CS ^m CS 6-cs
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CS TS O)
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a -o a
Ama
Preclaa-ae de nma para cosinbar e compiar, a
traiar a roa do Cal 'bunio n. 6.
Precipa-se de ama ama oocosiobe bem, para
casa de peqoena familia : a tratar na roa Doqna
Lfxiea n. 97.
taTAtilfVJitirAi
Precisa-ee de ama urna qoe comobe bem, para
casa oe pequea familia; na roa da Concordia
85, obrado.
Amas
Na roa do AragSo n. 30, precisa-se de duas
amas ; orna para cisinbar, e ootra para lavar e
engommar
Gaixeiro
Precisase de um com pratica de molbados,
no be(co do Carapello n. 4, escai da roa da
Seozala Velba.
Criado
Precisa-se de um, a ira ar na ra do Bom
sos o. 50.
Je-
Ao commercio
0 absix3 .asignado, aotorisado, venden livre
e aeembaragado. aoSr. Manoel da Casta Gomes,
i sua Inverna sita a roa 89 (antlga Imperial) n.
55 C, fkando reaponsavel do paseivo para com
os sena credores.
>.e :ife, 23 de Oezembro de 1895.
Antonio de Alboqaerque Machado.
JSibrado
Veode-ee o sobrado n. 161 da ra Imperial'
de doos andares, com agua encanada, grande
quintal morado, cuebeira, portao com gradea*
meoio de ferro, mullos commodos, e com pro*
poi gao para nma fabrica, a tratar na ma do
Barao da Victoria n. 49, Lija.
Bilbete premiado
Pela casa O Feliz Acaso, ras do ''abn.
n. 2, oi vendido o bilbete n. 21768 da 35 D lo-
tera desie listado, premiado com a aorta de
3:0008000, assim como toda a dezena e appro*
ximag ,e na.i pela casaO Rei da Fortuna,
como acba se aonaBciado.
Piano e moyeis
Venan-S" um ptimo piano, orna mobilia, toi
lete eaaa de jaia'onn, e am grande espelbo
oval, es'.ao o C eonga a tra'ar na roa da Ma-
dre de Deas a.10.
0 nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS. PERSE-
VEJOS, TRA^aS, BICHEIRCS eto.
Brazlin com Seringa
insecticida
Privilegiada na Allemanba, na Blgi-
ca e registrada em todos os paizes da
Enropa.
Privilegiada no BRAZIL SCB O H
1577.
Na Repblica Argentina sob o n.
1377.
Nao ha MAIS PEECISAO d'uirm SE-
RINGA DE BORRCAHA.
BRAZILIV o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e mata sub garant*
MOSQUITOS e os insectos cima mena
Clonados.
Pre50 de cada Seringa com p 500 rs.
Encontrase em TODAS as Pharma-
cias.
Por btacado as Drogaras de GU1-
MARaFS bRAGA & C* COMPA-
NHIA DE DROGAS E FARIA SO
BhiNHO & C-______________________
Livro do Povo
ou Syl.ab i b-zileiro pelo
Dr. Abilio a 200 rei?. A
venda na Livraria de F, P.
Boolit eau


Ra J 5 d iNovembro n. 4
6
L
nmr


.


_______ iB^ajpb de Porimmbaeo ARMAZEM DO LIMA
ll \m^M
Palpitantes Novidades
os das co mal, anno
ipEESEHDEUIS E2P0SIC0 em artigos de phaniasia, importados directamente dos principaes centros comnerciae a a Europa, acaba de
peceber oconceituado eai.tigojfeBHZEH 10 LIMA qual chama attenco de seus distinctos friiguezes e d> apreciavel publico para admirar de
YISQ a enorueescolhaeondesciptivel surtido jamis conhecd n'esta capital, disngu'ndo se dos tenais a estupenda collecco de
MIG
em Lindos Azafates, Carros, Ssp^os, Badolin?, Livror, Jogos, tfarris, Baioe?, Caetas- Lapis, Carnets, decalitro*, leque?, pianos, vrlocipede, tinieiros, figura^, cesta
com ovos, carteiras, machinas, malas, cadeiras, aecos de legume-, ricas caixinhis, chapeus, binculos, cof e>, tarmocos, b>t**8, caixa espelho, etc etc.. estando tu Jo
guarnecido dos mais saboreaos CQXtf 2P3SX foudants, drage?, prline?
aman es, etc.
MARRON-GUCBS
Le
Sorlido vaiiado de GA.X3SS5 bolaxinhas oglezas e franeeza^ dis marcas Cnampagne, Luju, Neva, Petit-Beurre. etc., Tmaras do Egynt~, Mar-
melada em kdrilhos, Figos turcos e port.uguezes, Doces cry taJisadOf, Pecegos, Rainha Claudi Ameixas, Gaixas cora figos, Lindas latas com bisco t >s, Genfeitos Inglezes,
Salames, Salpiroes, Queijo Londrino, Parmegianc, Crme dla Gime, Serta*?, Suisso, Cheddar, Ptne Apple, et?# Fumbres novos, Coiservas, Vmlns fiaos, (Jbampagae,
Cervcjj, e tudo mais adequado a este ramo de negocio.
Variedades em licores e o notavel aper t'.vo.
ZOU-ZO
Casa nica especialista em Cha e em Vmhos para
MESA
Ero fin o ARMAZEM DO LIMA sciente desempreter merecido o grande conceito que ha longos annesgosade
seus di^tinc'os freg-uezes e do Ilustrado publico, convida para Terificarem as asserces deque cima vem de exarar, certos de que cor-
responder mais difficil espectativa.
Grande redcelo de presos, acompanhado do agrado e sinceridade em seus tractos.
JOS FERNANDES LIMA & C.
1 Ra Baro da Victoria 3
TELEPHONE 323
Linmm usas
DE
Campo & C
N. 35-RUA DUQUE DE CaXUS-N. 35
Em frente do Diario
Oh propietarios deste bem montado estbela
cimeoto previoem au resneiu vi poolico qc
vara bem servir aos neos freguezes te^m oo re-
feran eetabelecimeote om epleodiao e variade
ortimeoto decaaemiras p etas e de corea, o ge.
ha de melbor em la, trias de poro liobo de io-
dos os padroes, e por precos rasonveljf
Poeenem dodb artistas, pelo que se jolln
habilitados a saiistaxer com todo goto, esmer-
pereigo ao fregoe* mais exgeme.
Ha mesma alfaiaiaru alagam-se casacas,
te.
Chefcou farello
6-C0RP0 SANTJ 6
Guimaraes & Vaieote.
^ .... i i
Vitrina e b 1 cao
Veodf-ge para liquidar; na roa Baro da
Victoria b. 53, loja de joias.
sQhsamx
k
CKfflB MISTERIOSO
JRADUCCAG
DE
?Lssao ES ?i".IA
XXIV
(CenMaunsSo)
A esta caafissSo, t&o espantosa, to to-
talmente difirante do que esperava, Fer
ris estremeceu, com > se um raio lha heu-
ve*e cahiiio aas ps.
Na casa de Mrs. Clemmens ? bal-
buciou elle no meb do murmurio de cen-
tenas da voaes. Diz... que estava na
casa ?
D'go, respendeu Imogene com um
serriso de ferez irona. Prest.ji jtramen-
to agora a afirmo, juro que, no dia e na
ho a em que Mrs. Glemmans foi assassi-
nads, esteva na sua casa de jantar.
Tinha ida alli oecultamenta, coatinuou
ella tA febrilmente que Ferris ficoa coas-
teraidn todas oa ouvintes attentos ; ti-
nha paasada usa hora cw duas em casa
do profeasor Darling, cuja casa, cooaa a-
bem. ca a aeata, no extremo a avenida
Sumner e perta do basque, par etraz da
cata id Mrs. Clemtneaa ; tinha cado t6-
PB1T0RAL CATHAfUNENSB
XAROPE DE ANGICO, TLU" E^GOAOO
(OMI'OSKO DE II A 1 I I V I I II A

Approvado e autorisado pela Inspectora Gdral de Hyg'ene do 3:i
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposico-s.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosseo, brouchite*, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
dao e todas as molestias das vas respiratoriaa.
Mais de 50 mil pesaoa* residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a efficacia oeste grande preparad".
RAULINO HORN & 0LIVEIRA, nicos proprietaros e fabricantes.
Santa Cathanna.
A' venda em todas as pharmacias e drogaras
D E P O S I,T ARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Ba do Mrquez de Oliuda n. 60
NMICM DO BDWIi
Contina a manter em seu< depsitos completo sorlimento de utensilios para usinas vas.
tiendo sempre por pr<;os modiros.
MACHINAS A VAPOR de diareates systemas e tamaohos de Robioaon e outros faO:
cantes de 2 a 12 en vatios.
CADE1RAS A VAPOR multituhularesde Fletcher para funccjonur com o fogo das toma.
I has s lachas.
CALDE1RAS A VaPOR Cornlsh e tjpo locomotiva para funcionar com lenha e bagaco
RODAS para sua.
BOMBAS de raotun 'ontinuo.
MOENUnSe meias moi-ndas, carnntidas.
TACHAS de (erro fumlido e batido, cravadas a caldeadas.
ARADOS de difT-renies systemas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MaCHIN res a vontate dos agricultores.
Pazendo parle da direcc&o de t>un fabrir. o Sr. enganheiro Augusto Clarh, vaotajosamec
te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de moniagem de grande numero oe
Osinas funccionamio deste Estado, incumbuurs de mandar vir e erigir garanliodo a prodoccao
e quulidade do assu ar.
AP'ARELHOSe meioo aoparelhos de vacuo.
OESTILLaCOES completas para nlcool e agurdenle a vapor e a fogo.n, para grandes e
peqnenas lubrica.-".
52, RABARAO UOTRIMPHO. 32
sinba no observatorio, no alto d'uraa das
torrea.
Mas, de repente, sent o deaejo de ver
a viuva e de tentar que ella mudarse de
resuluo a respeito do dinheiro que...
que o aecuaado 'he bavia pedido ; desci e,
sem que ninguem me viese, caminhei
atravez do bosque, at a casa da viuva.
Era meio-dia quando alli cheguei ou quaai
meio-dia, porque, se tinba tida visitas,
tinham part do, e oceupavu-sa em acertar
o relogio ; e...
Porque se interrompa ?
O attorney do districto, absolutamente
confundido pela sorpreza, nao tinha faito
um movimeato.
Orcatt tambem aao.
E, na verdade, tena aido imposaivel a
este ultimo 8entar-se e, anda menos, fal-
lar, embora quizesse.
O sentimeoto, o penaamento, a vida,
parecan) tel-o abandonado, emquanto
que, com a face terrosa, esperava ae pa-
lavras que Imogene ia protuncinr a cuja
importancia adiviohava pelo aeu ar feroz
e terrivel.
Mas nao era para elle qm ella olhava,
quando esas palavras lha sahiram dos
labios, era para o hornera que, at qClle
moraent', havia conservadj eocego e re-
serva inabalavea, mas que, agora, incli-
nado para diante, com urna expreslo de
inquietadlo e susto, tinha o olhar fto
nella, a mao levantad, com umgestide
autoridade.
Um instante depois sentou se, sentindo
obre elle o olhar do juiz.
laa geae, posto que fascinada, commo-
Vda talvez por aquella moifestac4> de
sentiraento da parta daquelle que, at en-
ti;, tinha affrontado a situado, por mul-
ta critica que fosse, com Unta aereoidade
nS j obadec- u a esta muda intimajS'j; pa-
recen, pelo contrario, encontrar n^ la
urna ora forc1*, porque voltando a cara,
pa.a os jurados e em vista dsquella terrivel cmfissao que ouvr do que conversar. Orout vai tal-
tinha, sem querer, arrancado & teateinu-, lar
olh >u resolutamente
p oseguio :
Disse qte Mra. Clemmens acertava Bha, emquanto que, d'um extremo a ou-
o relogio. Quando entrei, puoha o p tro da sala, os assistentes estavam extra-
no chao, e um dialogo irritado se travou ordinariamente oommovidos.
entre ella e mim. Ceoaurou-me por terj O jaiz foi o primeiro que recuperou a
ido alli. Nao apreciou o interesse que ti- serenidade.
nha por seu aobrinho. Isto enfureceu-{ Miss Dar, disse elle lentamente e
me... tornou-me louca... Retirei-me, neaae tom de suavidade qua nuo^a o aban-
depois voltei para t'az. Voltava-me as dmava, comprehende a gravidade da de-
costas, com a eabeca levantada para o re- clarafSo que acaba de fazer parante o tri -
logio, como ce nao se recordasse j, da bunal ?
minha preaenc se pasaou em mim. Foi o odio ou o amor pondeu
que me fez perder a razo ? Mas... Receio que nao esteja no casa de
Imogene aSo conc'uio. comp-eheuder <> effeito ds suas palavras,
Nao er* preciso.
coounaou o juiz. A sua sympathia pelo
O grande advogado effectivamente, de-
pois de curto e violento esforco para van-
ear a espantosa commocao que lha cau-
sara a declarac&o de Imogene, levan-
ta va-se para so dirigir novamente ao tri-
bunal.
Ascuas primeiras palavras, pronuncia-
das nesse tom brilhante da que possuia o
segredo, foram como unta corrente de ar
fresco em uma atmosphera aquecida, e,
immediatamente, a audiencia readquirio
o aspecto ordinario, ceremonioso e so-
lemne.
Esta declaracao nao tem valor al-
Ourives Oc-
culista
TlEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabeleciao com otfiema de oarives a roa daa
Ljraogeiras n. I, avisa aos sens frpgaeses e ao
respeitavei poblico, qoe uiantm officiaes nabi.
litadissimos para execoc&o de qaalqoer trabalo
coocernenie i sua arte, especialmente cravacOas
oara brilbaotes, ocnlos, penlnes, moaoca~
los, etc.
Ooara a, praleia-se qoalqner metal, coDcer-
tos em u qoe ie madreperla ou ootra qoalqner
especie, garaotiodo preces mdicos.
^uadas LaraDSeiras n. 1
Feitor
P-ec.isa se de om feitor p-ira fora da cldade, a
t aiar oa roa Es rente. Em uma conversado da noite
a...
O aeu olhar, attitude a gsato supplt- aecuaado ou a excitacio que Ihe causn gum, disse elle. 'o delirio da fabre,
cante dizi.m mais do que as palavras. ser uhamada a depdr novamente excitou-a
Em um instante, Ferris, Orcutt, todos e periurbou-a. Socegue, misa Dar. O
os espectadores, suspensos dos sens labios tnounal esprale. Penae bem, e depo s
comprehendiam que em vez da depor coa- dir-uos-ha a verdade.
tra o aecusado, depuoha coutra si ; em M a Imegene, com a cabera pendida e
outros termos, que Imogene Da-e, louca os labios descorados, responden precipita-
pala terrivel alternativa de perder o aeu damente :
amante ou de se sacrificar a si propria, Nao tenho qu pensar. Disse, dili-
tinha cedido forca do amor ou ao grito genciei fazer c -mprehender como Mrs. o Imogene, continuou :
da consoiencia o, em presenca do juz a Clemmens tiBha morrido Foi ferida por Se o meu sabio adversaria nao per-
dos jurados, p-oelamave-se autora da mim. C.aik Mansell est innocente. deu todo o sentimento de humanidade,
morte de Mrs. ClemmeBS. .renuociar a ouvir urna te?teraunha que
O momento que se seguio foi assusta- A esta repet9&o, com palavraa distin- tem uma aberaySo d) espirit) de uIj gra
dor. ctas, do qua tinha antes atrmado uoica- ve carcter.
O aecusado, provavelmenta o nico dos mente com um gesto, o juiz 0S0 fez mais
A testemunha foi de tal modo atormen-
tada pila pergunta do ministerio publico,
qu'- nSo reeponsavel pelas suas pala-
vras.
E, dirigindo-se ao attorney, que, s
primeiras palavras do seu adversario, ha
va dispertado de torpor em que o mar-
gal har a terrivel e inesperada coofi-so
assistentes que tinha adivinhado a sua iu-! uarguntas e, o horror da multid&o, mani-
tencao quando ella havia comecado a tal- festou-se por longo murmurio.
lar, c.h ra na cadera e oceultara o rosto
entre as raaos antes da fatal confissao ;
mas Orcutt, com os olhos dilatados, esta-
va em tal conaterna^lo, que nem sequer
teve f'rt;a para soltar um grito de agonia
qua lhe veio involuntariamente aos la-
bios, quando as ultimas palavras de Imo-
gana Itie feriram o coragao.
Ferris era uro homem irasclvel ; mas
a sympathia que lhe iospirava o seu ad-
Hickory, disse Byrd ao seu collega, ver.ano, cambalsaaJo sob um golpe tio
rude, fez cora qie se voltasse para o juiz
dizendo :
era isto o quj eaperava?
lato ? Nao, nao era realmente...
Eu. eu... nao sei o que esperava ;
mas nao era isto certamente.
E olhava pira Imogene com uma ex-
pr'sso de duvida e de espanto.
Mas, balbuc ou Byrd, ella nao diz a
Quanto a Ferris, fcava modo, absoluta. *er.d>de, evidente,
mente incapaz de articular uma palavra, Ca/uda / E' melhir nere momento
-- Sr. juia, desejo que o tribunal sai-
ba que a confissao feita pela testamunha
uma sorpreza to grande para mim,
carao para todos os outros. O facto que
me propunba illucidar com o seu depoi-
mento, era de carcter absolutamente diffe-
Orcutt, hesitando entre o seu interesse
por Imogene e o seu dever para com o
seu clieute, nao lhe permittio que couti-
nuasse.
Opponbo-me, exclamou elle, a qual-
quer tentativa que pessa influenciar o
jury com a nairacao d'uraa conversado
entre o attorney e a testemunha. Pelo
seu resultado, cs podemos julgar da sua
natureza, mas nao temos que conhecer
pormenores.
Eotao, elevando a voz, que reaoou na
sala cerno um clarim, exclamou :
O momento preciosa demais para
questiooar. Um espectculo, o mais ter-
rivel que pode apresentar-se aos olhos de
um homem, est na sua pcesenoa.
Uma mulher nova, befl e at hoje res-
peitada por todos, envalvida as malhas
'um destino cruel, pronunciou n'uaa mo-
mento de louca terror palavras qae pare-
cem ser a confissao d'um crime.
Mar, pergunto as Sr. juiz e aos Srs.
jurados, se nao um asto para dispertar
a oompaixao e s a compaixao ? Nem
meu cliente nem eu podemos cousideral-o
sob outro aspecto, e, ainda quando a causa
do Sr. Manaell fosse dez vezes mais des-
esperada do que ainda que uma con-
demnecao devesse esperal-o em vez d'uma
D8olvicao triumpbal, na^ seria o homem
que ea sapponho se consentisse em acei-
tar urna kberdade baseada em declaracao
to manif^stamente contraria 4 rerdade.
{Contina).
TypTdo biario. ra Duque de Oaxiaa, 4*
,f"*T
* ':-. "
]
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