Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19669

Full Text

i

a

AMO LXXI
Sexft-feira O de
So-

mbro de 1895
NUMERO 29$
RNAMBUGO
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO DANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEULOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezs adiantados.
f or um anno adiantado
Namuro avulso do mesmo da
8&000
i5#000
305000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.\ residentes em Pars18 rae de
La Grande BateWre
E na Capital Federal O Syndicato Internacional de publicidade
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|50O
331000
91000
Por um anno adiantado
Por trimestre vencido
Numero avulso de dias anteriores.

1200
Aviso
Segundo a praxe seguida desde
alguns annos, passamos a offerecer aos
nossos assignantes que mandarem
abonar um anno adian.tadamente de sua
assignatura, at o dia 3I do corrente,
a escolha dos livros constantes das
duas series abaixo ; sendo da primeira
um s volume e da segunda dous.
A Empreza.
I'riinciru serie
J. C. Machado Mil e urna historias.
. Pimentel Idyllios dos Reis.
A. PimentelO que anda no ar.
A. PimentelAllim do ensino uni-
versal.
J. C. MachadoLisboa de hontem.
H. Balzac O inverso da Historia con-
tempornea.
Guiomar Torreso A comedia do Amor
Segunda serie
Os companheiros do crime.
O roman-e d'um autor dramtico.
A mestra.
Jofto das Gales.
Lili -Tutu Bibette.
Joanna d'Armaillac.
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
Urna mulher perigosa.
Um drama as minas.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Aventuras de Tartarinde Tarascn.
Pedro e Joo.
Sergio Panine.
O Sonho.
Sror Philomena.
Medico Assassino.
In Memoriam (lbum do Infante D.
HenriquO.
DIARIO BE PERNAMBCO
RECIFE. 20 DE DEZEMBRO DE 1895
Quesillo da Trlndade
Felizmente, parece que a quealo da liba da
Trmdade cbega ao seu flm, e vai ler o seu des*
enlace.
As grandes apprehensOes que justamente do-
minavam o animo de todos os brazileiros nao
indilTereotes ao principio da digoidade do seu
paiz, dissipam-se como urna nuvem que annun*
ciava a borrasca, como o signo de urna cruel
calamidade.
Nao ca desairlo este governo ceder cebeu os elementos da sua ci'ilisaguo, e que
ante a torga do direo, abandonando por urna d'elle se approximam palos interesses d'oma
mesma natureza.
Telegrammas
:s:::;: ?asiiculas so siabxo
Rio de Janeiro, 19 de Dezembro,
s 3 horas e 45 minutos da tarde (rece-
bidona estacao s 8 horas e 15 minutos
da noite e entregue s 8 horas e 30 mi-
nutos).
A Cmara votou urna mensagem con-
gratulatoria ao Congresso Americano
pela mensagem do presidente Cleveland,
firmando a doutrina Monroe.
Na hora do expediente orou o Sr.
Gaspar de Drummond, censurando actos
do ministro do Interior, respondendo-lhe
o Sr. Medeiros e Albuquerque com van-
tagem.
Ficou encerrada a discussotdo pro-
jecto que equipara os vencimentos dos
empregados pblicos.
Agita-se.questo contra o Sr. Palha,
ollicial de gabinete da ministro da ma-
rinha.
Encontraram-se carta e mappas, desse
oficial remettidos ao Sr. Saldanha da
Gama, quando elle servia o governo le-
gal. Ladario chamou-o de espio e tra-
hidor.
XQhXXBt
40
CRIME MISTERIOSO
TRADUCCAO
DE
UIS3M0 II ?4SIA
XXII
(Continua gao)
Establecidos este factos, e era fcil
ver que baviam produzido grande impres-
alo nos jurados, Orcutt com extraordi-
naria habilidade, interompeu repentina-
mente o interrogatorio da testemunha e
passou-aao attorney, com um sorriso sar
caatico e suggestivo, em que sobresahia a
brasa anterior de que era aquella ma-
ristrado que perteocia o especial prmle-
Jio de p6r a corda ao pescoco dos crimi-
noso. .
Ferri comprehendeu perfeitamente a
tctica do sen adversario ; mas, preocu-
pado, desojando a verdad primeiro do
que tudo, nao devia deixar escapar a ep-
portuuidade de a fazer conhecer.
Comecou, portante, o sea interrogats-
rio com grande vigor.
O resoltado nSo poda ser seoao fa vora-
?el defeza.
Assim, na questao suscitada, um grande es-
ceibo se us apresentava, onde pareciam ir
aprofundar se os nossos bros, sem acertarmos
com os meios ellicazes de um justo desaggravo
na emergencia.
Em todo o caso, se as luzes coodeoBadas por
muitos seculos da progresso e civilisago huma-
na nao offerecessem urna muralha inexpugnavel
para a defesa do nosso direito, Certamenle nao
(erinmos para onde appellar de modo mmedia
to, afim de conter a investida humilbaute aos
seniituentos de una uacao ndependente, calca-
da pela audacia do espirito aventureiro de urna
potencia estrangeira, que deixava de respeitar*
nos, despojando o paiz de orna porgo do seu
territorio, destitua io-o destes altributos lovio-
laveis que tormam a soberana das uaces.
Nao dos conviria romper iodos os lagos ou
ligacoes com nages cultas da Europa, que
veem nos prestar o seu coocurso para o deseo-
volvimeoto de um paiz como o nosso, que pre-
cisa de urna populacho suflicieote e laboriosa,
para fecundar as Toles do suas riquezas ; e
urna raga empreheodcdora e activa como a An-
glosaxooia, principalmente, muito poda ira-
zer-nos um poderoso concurso.
Os inglezes teern empregado em nosso paiz
grandes capilaes, fundando empresas de gran-
de valor, e auxiliando assim o nosso movimeo-
10 progressivo.
NSo coovinha aos Inglezes temos por inimi-
gos, nem nos couvinha tambem bostilisal-os,
rompendo todas aa relages de amizade.
A queslo, portanto, era de mo effeiio, tanto
para nos como para elle ; o ocideote oao.dei*
xou de ser-nos grandemente desagradavel.
O Governo Inglez nao poude deixar de relie-
tir, em considerares de tamaita relevancia,
por eausa de interesaos de occasiao ou de or-
dem secundarla.
ortamente, quera ver at onde poda chegar
o estremecimenio do povo braz ieiro, e cnhe-
ceu que no meo das tropelas que nos teern
arranado s portas do abysmo, nao eramos an-
da um povo morto, do qnal tivesse desappareci-
do a ultima irradiago do sent ment nacional.
Ento, atravz esta febre que ia dominando
o corago do paiz, que soube protestar por mo -
dos diversos, revelando um certo grao de ener-
ga, e ante a atlitude firme e resoluta do nosso
Uovaroo, a questao foi passando por gradages
successivas, at vir finalmente extinguirse.
Ja o arbitramento proposto, quando elle nao
era absolutamente cabivel, pareceu muitos um
meo procurado para airosamente sabir-ae da
questao o governo inglez, que nao podia duvi-
!ar do resultado do arbitramento.
As suas vacillages allirmaram um estado di
coosciencia pouco consistente, que euire mo-
tivos oppostos evitava o camiobo por onde qniz
enveredar, lavado por nma*primeira impulsao.
E nao pode deixar de ser perfeitamente acre-
ditavel o que as ultimas noticias revelam con-
cemente s disposiges do governo inglez.
A situago em que ficaria Hildreth, se
Craik Mansell fosse absolvido, era evi-
dente para todos.
Cada resposta da sua parte, tendente a
desculpar este ultimo, teria significacao e
for9a manifestas.
Ferris, cointudo, teve o cuidado de n5o
exceder o seu direito e de nfto fazer mu-
tas prganta8, porque nSo era governador
Hildreth que julgavam, mas (Jraik Man-
sell, e interrogar a testemunba sem de-
masiada minuciosidade, era arrastal-a a
confisso'S de tal modo desvantajosas, que
corra o risco de distrahir inteiramente a
atten$&o do accusado.
Quando o contra-interrogatorio termi-
ta u, Orcutt conlinuoa a sua defeaa, dan-
do a prova do momento exacto em que
Hildreth tinha ent-ado em casa da viuva.
Isto bavia ja sido estabelecido por oc-
casiao do inquerito.
vez as suggeslOes coodemoaveis, mais aviltan-
tes do que ooores, do direito da torga.
Entre a torca e o direito j a civilisagSo de
muitos seculos levantou o seu poderoso imperio.
E boje j o direito internacional em parte,
sinao em sua plenitude, urna realidade.
J boje preciso fallar em oome de um di-
reito, aotes de descobrir as bostes vermelbas
que arrastam o material belllico com o qual oo
lampejo das batalbas, escreve-se em Iettras de
sangue a sentenga que define as pretengOes do
vencedor, como a solugo que a lgica da torga
pode dar.
K e n'isto que pode consistir a nobreza de
urna nagao poderosa, declarar-se vencida, ante
esta evidencia esraagadora do direito, ante a
torga inabalavel u'estes principios que resistem
a todos os argumentos e todos os sopbismas,
e sem os quaes o universo social tornar-se-bia
um chaos.
E n'este chaos tudj convulcionaria, as froi-
teiras que dividem as nages desappareceriam, e
os Estados como os individuos eolrariam no
pleno dominio do crime.
Entretanto, o direito em sua marcha atravez os
seculos, conseguiouma explendida e prodigiosa
victoria no espirito humano.
O forte j nao abusa tanto de sua torga, o
fraco j sent se mais garantido no dominio que
Ihe perteitce.
Depois, uiu equilibrio geral estabelece-se pe-
las rivalidades dos Estados fortes, que limilam
as suas exces3ivas pretengOes.
A Suissa, a Blgica e oulros pequeos Esta
dos, como diz Novicow, sao moscas que as
grandes poteocias podiam fcilmente engolir.
Entretanto, viveui quaes innocentes cordetros,
arrimados em sua fraqueza, bem perto das gar-
ras de tormidaveis lobos.
Nao s a nvalidade das grandes potencias,
ou os interesses oppostos que ellas podem ler,
cogi'aodo no proprio engrandecimento, que as
faz impedir o injusto engrandecimento de outras
em prejuizo seu; anda a evolugao sentimental
e iatellectual do genero humano, que poderosa-
mente concorre para que os principios emanen-
tes da raz&o humana, a le natural da vita dos
individuos e dos povos, concretisem se na or-
dem objectiva, como urna condigao physiologica
da existencia das a ciedades.
E d'abi resulta, que o direito internacional val
se tornandojima realidade, e a poltica exterior
das nagOes TTdifferengando-sff d'aqudla qoe
nos lempos passados irJwwre os povos em ter-
nveis conflagrngOes.
Entre a Europa e a America s pdem convir
relagOes da mais completa harmona.
A Europa ha de resignarse a deixar de pos-
suir qualquer parte do territorio americano como
colonia, ou de fundal-as sobre os deatrogos de.trudes
... ... memo, Bacbarel Francisco Boielho de Aodrade e
qualquer nacionalidade americana, -Meneze Nobr.ga & C.-Diga o Sr. Dr. Procu-
rador Fiscal.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Per-
nambaeo
Despachos da sbcretaria da justi^a,
negocios interiores e instrucco
pu^y.ca do estado de pernamb-
co, d dia 18 de de2embro de
1895.
Pedro Franci co de Oliveira, sentenciado, pe-
dindo perdo. -Ao Dr. Juiz de Direito do mu-
nicipio de S. Loure go da Matta, para inlormar
e mandar juntar os documentos de que trata o
art. 2.' do.decreto n. 2 566, de 28 de Marga de
1860.
Jos Salvador Perera, sentenciado, pedindo
para ser remettido paa o municipio onde tein
de responder ao jury. Informe o Sr. D'. Ques-
tor Policial interino.
Teoenle Coronel Jos Ottoni Ribero Franco,
p-dindo certidao.Gertfiqoe-se.
Joo Rodrigues de Moura, pedindo pagamento
do foroecimento que fez a Casa de Detengo.
Nesta|data providencio no sentido de ser escrip-
lurado|o debito a que se refere o peticionario.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DIA 13 DE DEZEMBRO
Francisco Mantel de Almeida, porteiro dos
auditorios dete Estado pedindo aposentadora
cora todos os vencimentos bem como a gratifica-
gao a que tem direito por ter mas de 30 notos
de servigo. O peticionario nao pode ser att-n
dido, visto como nao perceoendo vencimentos
pelos cofres do Estado, nao pode gosar do favor
da aposentadora, smeote reservada aos empre
gados pblicos.
o porteiro,
C. Moraes.
18 -
Tenente Coronel Jos Gomes Leal.Ao Con"
tador para informar.
3.a directora, 19 de Dezembro de 1893.
O porteiro,
Are Atas Mafra.

Questura Policial
SecgSo2". N.....Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peroambuco, 19 de De-
zembro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbo, dig-
no Secretario da Justlga e Negocios Interiores.
Participo-vos que foram hontem recolbidos
Casa de Detengo, os seguidlas individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cito, Manoei Antonio da Silva, como desordeiro
e Manoel Agostinbo, como alienado at que pos-
sa ter o conveniente destino.
A' ordeon do sublelegado da freguezia de
Santo Antonio, Auna Fetismina de Oliveira.
como desordeira.
A' ordem do subdelegado do 2.' districto da
freguezia da Boa-Visla, Joo Mannbo dos San-
tos, para averiguagOes polciaes.
'..o:i:munieou-me o delegado de polica do
municipio de Agua Preta. que no dia 13 do cor
renie mez, os individuos Manoel Bandera, Lou-
rengo Bandera, Josarneiro e Francisco Bor-
des, moradores do engenno Presidio d'aquelle
municipio' travaram luta com Pedro Cypriano,
Joaquim Pedro Cypriano, Trajano Cypriano de
Oliveira, resollando sabirem estes gravemente
feridos.
Foi preso em Migrante Manoel Randeira.
Contra este e os demais que evadiram-se pro-
segue a mesma autondade de cooformidade coa
a le.
No din 14 do corrente, o cidadao Eugenio
Vellez de Mello, assomio o exercicio de cargo
de delegado de polica do municipio ee Cor-
rentes.
Sade e fraternidade.
o qestor,
Jos Felippe Nery da Silva Fho.
DIRECTORA
GERAL DO
ESTADO
THESOURO DO
Despaclws do dia ig de Dezembro de
m 1*95
Antonio Pinto aa Silva, Antonio Pereira da
Cunha Lagos, Jos Carneiro de Paula Ferreira,
Jos Anacleto do Nascimento, Mara Olympta de
Oliveira Cyrillo, Mana Clara Viena e Pedro
Francisco dos Santos Cota. -A' secgao do Con
tencioso para fazer as devidas notas e devolver.
Antonio Alves T. Pereira & C. Gu maraes &
Maitos, Gil Rodrigues, Lourengo Ferreira do
Nasi iioento, Joao Fernaodes Baptista, Lib a Ce-
lestina da Rosa e Antn o Augusto de Araujo.
-Informe o Sr. Dr. Administrador da Recebe-
dona.
Luiz Salgueiral & CAo porteiro para entre-
gar ao inleressado.
Alfonso de Sa Gama. Certifiqoe-se.
Jote Barbosa de Oliveira e S. Informe o
Ir. ollCior de S- Lourengo.
Antonio Jos Leopoldino Arantes Fran-elino
Domingues da Silva Jnior, Francisco Jos Mo-
reira, Luiz M. Ribeiro Liuimares, Manoel Luz
&C.,Marianua da Silva Mendes, Thomaz Ri-
beiro Guimaraes. Informe (0 Sr. Dr. SuD-Di-
rector da Coota ildade.
Jos Alves Filbo. Informe o Sr. Collector de
Olioda.
Joaquim Firmo de Oliveira, Freits ScC, Ger-
udes Moreira da Silva, Manoel Jos de asci-
RBCEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BCO
Ykspac/ws do dia 19 de Dezembro de
i89S
Joo Prancisco Dures. Clemente Silva, Ame-
lia Mana da Costa.-Certifique se.
Alexandrina Joaquina dos Passos, Bento Ma-
chado, Pulcheri Ismenia de Araujo, Juvenal
Francisco Lui* e Vicente Ferreira Pinto.De-
ferido.
Manoel Joaquim Riberoe outro, Wilhelm An-
dere Remahl, Manoel Jos dos Santos, Jos
Baptista Braga, Mara Francisca de Cairo So*
bnnho e Dr Jovino Anthero de Cerqueira Maia.
Informe a 2.* secgo.
Dr. Jovino Amhero de Cerqueira Maia, Joa-
quim Arlhur & Irmo. Informe a a 1.* secgo.
Jos Paulo Botelbo.Deferido de accordo
com a iatormago.
o porteiro,
Custodio B. da Silva Guitnares.
da RepobUca, quando de todo deixoo a nolitica
pra oecar-e n'esta capital, para onde trans-
rer.o eoa residencia, i tdvocacia e ao magiste-
rio, como lente da Faculdade Livre de Sctencias
Jurdicas e Sociaes do Rio de Janeiro, que o
elegeo seo decano e depois, extiognlodo este
cargo, o tos seo director, reelegendoo sempre
onualmente de ento por deante.
Era tambera o conseloelro Portella presidente
do instillo da Ordem dos Advogados Brasi-
leirof, carge esse por elle occopado desde 1893
sendo sempre reeleito para essas fonrerje.
O cooselDelro Portella Da mullos mezes j ana
seotio aggravarem se os seos padecimeoios, tan-
tT assim que oo podia entregar-se com artlvt-
d de s suas occopagOes. sendo baldades lodos
os recqreos da sciencia medica para debellar a
molestia qoe mina vi a sna eiisteocla e com pie-
ion eua obra destruidora.
E'a o flnado muito estimado por todos qoan*
los o conbecam eaprecia?3m as suas qoalldades
moraes e lotellectoaes. 11
Trato anieoo, espirito conciliador e carcter
Ditero, o cooseloeiro Poneila deix de si excel-
entes recordagoe-.
lA''i8a 'MPeito temos os segointes dados blo-
|tr* UOICOS I
OefflSro di M&? ^ Pernatnb0C0 n dl M *
Formoo-se em seleocias jnridlcas e sociaes em
1858, viudo a defender tbese no anno segoiote.
ootcodo o grao de doutor.
Em 1857, mediaoteconenrso. foi nomeado len-
te tobsiituio da Faculdade de Dirtilo do Recito;
passaodo dep ia a lente catbedratlco, cargo em
qoe foi jubilado em 1881.
Advogon 00 seo Estado na al desde 1856
Como le vicepresidente admioitroo a
provincia de Peroambuco em 1869, 1871 e 1872
Foi presdeme da provincia de Miuas Geraes
de Ootobro de 1885 a Abril de 1886 e da pro-
vin-la da Baha de 57 de Margo de 1888 a 30 de
Margo de <8s9.
Em 1886 foi-lbe concedido o titulo de conse-
Ibeiro.
Em 1887 tol
Por sua vez a America nao tem iaeresses era
excluir as nages europeas do seu commercio,
das suas relages econmicas como factoras da
sua prosperidade.
A Europa como a America nao bastam-se a
si mesmo.
A America assaz forte para defender-se; a
Europa nao pode deixar de ligar os interesses
da sua vida econmica ao destino e a prosperi-
dade dos povos americanos.
A influencia civilisadora das nages europeas,
oo nos afiasta a'ellas, antes preodem-nos como
urna cadeia que nos liga aos altos deslios para
os quaes tendem os povos no desenvolvimeoto
da sua actividade, uo crescimeoto das suas tor-
gas, no aperfeigoamento das suas instituiges.
E o loteresSe do velbo mundo nfio est em fe-
rir o melindre nacional de povos que d'elle re-
Em seguida chamou a visinba de Mrs.lguma.
no comboyo de Buffalo, era evideote que
nao se tratava senao de determinar a hora
exacta em que o comboyo devia partir da
estacao e se nao tinha chegad* atrasado
naquelle da.
Foi verificado pelo horario do camiuho
de ferro que a hora a que entrara na gare
fora precisamente urna menos vinte mi-
nutos, e anda mais, o ebefe da estaco,
chamado como testemunha, certificou
que, nesse dia, o comboyo n&o tivera
atrase.
Isto, porm, nao foi ju'gado suficiente
para a defeza, e Orcutt deu conhecimento
aos juradoB d'um telegramma, datado do
mesmo din, confirmando o facto, tele-
gramma que o conductor do comboyo
certificou haver sido dirigido por elle ao
guarda do caminho de ferro que esperava
os w*gons em Monteith.
Nao era, perianto, possivel duvida al-
O PROTOCOLLISTA,
Francisco Militino Ferreira.
-----------m
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
3.a Directora
Expediente do dia 16 de Dezembro de
i89S
Claudino & Irmo. Dirija se ao Tbesouro do
Estado.
Henriqne Bernarda de Oliveira.A' 2. Sob-
direciona.
Silva & Saotos.A' 3.'Sobdirecloria para in-
formar. ,
17
Manoel Fernandes Velloso.A* 2.' Subdirec-
toria para informar.
Ferreira & C A' 3.' Subdirectoria para in
formar.
Hennque B. de Oliveira.De accordo.
19 DE
DESPACHOS DA PREFEITURA, EM
DEZEMBRO DE 1895
Antonio de Souza Cabral.Sim, de accordo
com a ioformago do chele do servigo tecbnico.
Jos da Costa Ferreira Deferido em vista
da Informago da Contadori.
Manoel tos de Oliveira, Baro do Limoeiro, Jos Viris-
simo Marques, Jos M'goei da Paz, Cussy Juve^
mi do Reg e Manoel dos sanios Fraga.De
torido.
Secretaria da Prefeiiora Municipal do Recito,
19 de Dezembro di 1895.
O PORTEIRO,
Nuno Aloes da Fonseca.
T8ASSCRIPC0ES
Clemmens, Mra- Danton, e depois della
os seus dous filbos.
Estes tres depoimentos, corroborando
s proprias onfissCes de Hildreth, prova-
vam d'uma maneira irrefutavel, que era
impoasivel que tivesse entrado na casa
antes do meio-dia menos um quarto.
Seguia-se, naturalmente, que, admit-
tindo para a sua entrevista com Mra.
Clemmens o menos tempo possivul, o mo-
mento em que a testemunha declarava sob
juramento tel-a visto viva e nao devia ser
dez minutos antes do meio-dia.
Depois de ter insistido cesta ponto, de
modo a impresionar os jurados, Orcutt
tinha que fixar o momento preciso em
que o acensado havia chegado i estacao
de Quarry-Monteith.
Como j tinha estabelecido para a ac-
ous aclo que estava all a tempo de seguir pressa.
raik Mansell tinha chegado estacao
de Monteith urna hora menos vinte mi-
nutos.
Restava estabelecer o tempo que tinha
gasto em percorrer a estrada, seguida po
elle, da casa da viuva a estagio.
Foi admittida urna carta ao ezame do
jury pelo inspector das estradas, em vista
da qual, um homem de grande reputac&o
com andarilho, e principalmente as
corridas a p, foi depr como testemu-
nha.
Gastei cento e vinte minutos para
andar o caminho da primeira vez, e cen-
to e quinze minutos da segunda. Gankei,
pois, cinco minutos como veem, explicou
ella, oa segunda vea, porque conhecia
melher o terreno poupei as minhas for-
cas onde sabia qe era intil andar de-
Na terceira vez, fia um esforgo, e do
entanto perdi tres minutos sobre a corri-
da precedente.
A estrada do bosque, que segui durante
um certo tempo, estava cheia de lama, e
os meus ps enterravam-ee a cada passo.
0 menor tempo que gastei no trajecto fo-
ram 115 minutos.
Durou, porm, apenas um instante,
porque Ferris, levantan to-se para interro-
gar tambem, fea com qoe a curiosidade
dominassa qualquer ontra commocao e
1 inmediata silencio se restabeleceu sem
intervenco do j uiz.
Fez essas tres viagens de casa de
Mrs. Clemmens estago de Monteith
inteiramente a p ?
Sim, Benhnr.
Era necessario ?
Sim, senhor, at estrada principal
pelo menos.
E ehegado ahi, correu.
Sim, senhor, e com toda a velocida-
de. Da terceira vez, nao m'o permittio
a lama, como disse.
Quanto tempo calcula que Ihe foi
necessario para atravessar esse terreno
particular de ue iallou ?
Cinco minutos talvez.
E supoondo que fosse a cavallo ?
Oh 1 senhor, se um cava lio me ea-
peasae all, e tivesse montado immedia-
tamente, se fosse bom trotador e estivesse
habituado ao caminho, creio que poderia
percorrel-o em dous minutos, se nao me
tivesse partido as costellas as pedras qae
enehem o chao.
Em outros termos, o cavallc teri
gasto menos tres minutos em percomr
esse espago particular.
De certo, se...
Or ott le?antoa-se brascamente.
Conselheiro Manoel do \usc-
mento II. Portella
(Do Jornal do Brazi)
Fallecen nootem nesia capital, vtctima de 3r-
terio scl-'rose. o conselheiro Manuel do Nasa*
meuto Machi 10 Porieil-, qoe dnraote o aotigo
rgimen occopoa careos 00 magisterio soperior,
sendo lente da Faculdade de Direito do Recife e
de eleigao popular, como deouta lo proviociaMe
eeral p-io seo Em
assm dese;npe-.h:u facgOes administrativas
como mhistro do imperio e presidente de ma s
de orna provincia.
Mditoo 00 partido ror.jervalcr e esteve Bfm
p-e na poltica activa at a data da proclamagao
__ O meu estimavel adversario tem por
acaso alguma testemunha para declarar
que o aecusado tinha um cavallo a espe-
ral-o nesse lugar ? Se nao tem, oppouno-
me a essa pergunta.
__ Creio que teuho o direito de a fazer,
replicou Ferris, ou qualquer outra do
mesmo modo.
Fazendo o juiz um signal affirmativo
com a cabeca, Orcutt sentou-se.
O attorney p oseguio :
__ Nfio encontrou ninguem no caminho
nessas tres viagens ?
NSo, seuhor... Isto nao encon-
trei ninguem no bosque, mas vi um ou
dous individuos na entrada na terceira
viag>im.
lam a p ou a cavallo ?
A p.
Orcutt interveio novamente.
Nfio disse ha pouco que chegado
estrada principal correu ?
Sim, senhor.
Para que correu ? Nao
nomeado ministro do imperio
Mo pooco lempo aepois exonerado a seu pe-
dido.
Como depotado provioeial, em Peroambuco
servio em diversos biennios, sendo etn u ais de'
am eleito vice-presldenie e p;esidente da assem-
bla.
Em 1878, tol eleito depotado geral, nSo sendo,
entretanto, reconhecido o aro diploma.
Em 1881.1884, foi de novo eleito pelo Io dis-
trlcio de oa provmcu.
Na eleigao senatorial ba7ida em 1888, cecnooa
O 1 logar na lista. H
Era cornruenda lor das ordens de Cbristo e da
Rosa e da de Cbristo de Portugal e official da
CorOa da Italia. ,
Vindo de Pernsmbnco abra banca de advo-
gado nesta capital e convidado para como lente
cathedratico da cadelra de direito commercial
servir oa faculdade livre de sciencias jurdicas e
seises do Rio oe Janeiro, qoe mais tard*. em
1891 o eleseo decano e depois pela extioegao
desse cargo tol eleito seo airecior, foocgOes es-
sas que exerceo desde 1892 at sua more, sendo
sempre annnalmenie reeleito.
Era 'ambem memoro do Instituto dos Advo-
cados Brasileos, que desde 1893 sempre o ele-
seo Beo presidente, oto teodo, porm, o finado
pedido exercer as suas tonecoes no corrente
anno, devldo ao seo estado precario de saode.
Era alm dlaso socio fundador, prolector, bem-
feitor Oooorarlo e effectivo ue ditersas socieda-
des peroambocanas e Ddhian s, como sejam :
luperial Sociedade dos Artistas Mecbaoicos e
Liberaes, da qual foi director por muitos annos e
Sociedade Propagadora de Iastrocgo Pobliea,
da qoal tol presiden e ; Sociedade Auxiliadora
da Agricoltora, da qoal tambem foi presidente
Sociedade Patritica Dore de Setembro; Insti-
tuto Archeoiogico ; Aisociagio Commercial ; As*
ociago Commercial Agrcola e rondador na
provincia da Babia da Sociedade Baniana Treza
de Malo.
O enterro rejliiorj.se hosteai mesmo s 5 ho-
ras da tarda.
A casa do largo de S. Salvador n. 60, onde
r*suia o tinado era, p 1 se dizer pequea
oara conter o grande numero de pessoas qna
foram prestar-lbe a derradeira bomeoagem.
0 gabinete de trabalbo to' convertido em ca-
ma, a ardeote. sendo todos os qoadros cobertos
Je prato.
Ao centro via-se a rica eca roleads de 12 to-
cbeiros e sobre ella estava depositado o caixo
da Ia classe que eouerrava es despojos mor*
taes.
O corpo estava vestido com a respectiva ba-
ca, leodo oa cabega o gorro de velludo e ar-
rumbo.
Despparecia sob enorme qoastldade de fio-,
res sobre alie esparsas.
Circumdavam a ega grande qmniidade do
bellas e ricas coroas offerecidas cela familia,
amigos, pela Faculdade Ltvre de Sciencias Jur-
dicas Sjciaes do Rio de Janeiro, pelo Instituto
A sesso foi levantada e adiada para o
dia seguinte.
XXIII
Dorante a agitac&o que se seguio
sahida do aecusado, Byrd lancou um
olhar para os principos autores do pro-
cesao, sendo o primeiro para Orcutt.
O grande advogado triumphava.
Sorria e a esperanca brilhava-lhe no
olhar que tinha fito em mias Oare que,
tambem, pareca animada pela espe-
ranca.
Quanto a Ferris ouvia com expressSo
de perplexidade e sorpreza o que H ckory
Ihe murrourava ao ouvido, emquanto que,
de sobrancelbas franzidas, olhava para
Imogene.
Esta profunda ancied'de,
de sobrancelhas, intrigavam
este ranzir
o egente de
Ihe disse-IP0'*0'** e ma^Xo t8mP0 depos de ter en-
- a trado no hotel, pensava anda, recordaa-
ram que o acensado "dava quando u- 8ngulaV8orriso de sati.facfio que
sobre essa entrada antes de chegar es- : ^ QOtad0^0 r08t0 do adv, gadoV
tac&o r
- Disseram; mas tinha perdido algum E(jtava absorto em reflex599, quando
tempo e por isso... Hickory entrou no quarto.
- Qu.z recaperal-o T Contentou-se em olhar para elle sem
- Sim, senhor. dizer nada
O segundo perito fez a mesma narra- j e.Ihe com .t alegre exclama-
S5o com Ugeiras d.fferen5as;. Ttnh. tefe. f fe u uma^franca gar-
um dos trajectes em menos emeo minutos ?. V 6
de que o seu collega, mas caminhaudo a
com tao grande velocidade, que estava Entlo, meu velho r
quasi exhausto o chegar a estaefio |
A defeza estava, pois, bo bom caminho {Ccntpma).
e raiss Dar estava arriscada a ser nova-1
mente interrogada.
Era \tda.

-2^
s'
Typ. do Diario, roa Duque de Oaxiaa, t
I 1 llaB|l|tea^


I
toMMMMM
* \- :*rY~

9
Biarlo de Peijtambueo Sosia-fe ira O de Dzembro de 1895
**
da OiWui Osa ATO*doe Brazileiros, polos
alomos aquella Facnldade e por osaras maius
corporacoes a qne perteoett o finado.
A's 6 ooras da Urde, loso depoia da sua cae-
cada casa moriaana, comegoa a ta^omao oda-
ro do corpo o Revdm. vigario da freguezia da
Gloria, cooego Holiua.
Fiada essa ceremooia e depoia de tocante e
impresa.ooaote despedida da familia pegaran
naa alca do calilo, que (o ento fechado, os
Sra. Pradeate de Moraes Fllbo, representando o
Sr. presidente da Repeblica, conselnelro Gongal
Tea Ferreira, ministro da Justica e Interior, con-
eelneiro Carlos de Carvalbo. ministro das rela-
c0c8 [exteriores, Or. Aadr Cavalcante, cbefe
de polica, Dre. Joaqmm Pinto Portella e Joo
Pinto Portella, Albos do finado.
Formna-se eato o acompanhamento, qae cal
colamos em cerca de 100 carro, dirigmdo ee
para o cemiterio de S. Joo Baptista.
Erm qoaat 6 horas da tarde qaando cbegoa
o ccrtaio faaebre ao cemiterio e japexar da co-
piosa chova qoe eoUb cahia, grande foi o oume
ro de pessoas que* acompanhou o corpo ate a
altima morada e aastatio a ser elle coUocado
no tamolo. .
Ah chegados e depois de retirado o caisao
do carro, tranaportado al o carneiro pelo- ir.
Angosto de Asevedo. i- vice-presiJente do lo*
amato dos Alvogados, cooselheiro aP'"8" f
reir (direcior da Facnldade Lme de Scleucas
Jaridicas e Sociaes), Dr. Balbfies ^"a>-D'
Tarqnmio de Soosa, D-. Fraok ira Almeja e
o alomao daqoella facnldade OaCar Moacorvo
Bandeira de Mello. _
Ao descer o corpo aerottara orno o Se.JW.
Jote Candido de Alooquerque Me.lo Mallos, ora-
do- do laaltiolo dos Advogados.
Desde que comegoa a circolar a noticia da
norte do conaeldeiro Manoel Portella eomega-
ram a affbir a toa residencia grande nome-o
de pessoas de sai amisade e de eaa familia e as
corporagdes a qoe perlencla o finado, e B qaies
prestara iaestioaveis servidos, tomaram por lo
termcdio de saas directoras aeliberag6es signi-
ficativas de petar.
A Facnldade Livre de Sciencias JundlCis e
Sociaes do Ro de Janeiro, reunida a congrega-
co de sena lentea, resolveu acompanhar en.-or-
porada o enterro, depositar sobre o caixo mo-.
toarlo umacoroa, suspender lodos os trabaibos
por oito das, tomar luto por igoal periodo de
lempo e celebrar suffragioi por alma do iliuatre
morto. ,
Por sua parte, os alurmos da referida fa^nl
dade reaairam-ae e deliberaram acompanhar a
coogregago em todas as cuas maaifeatages de
pezar, cooccrrendo tambera ao enterro e depo-
sitando sobre o calxo ama grinilda.
O [-Minuto da Orden doa Advogados Brasi*
leiros, e g-'io'e '
i- suspender os trabaihos por trea das fe-
chada a.r esse motivo desde logo o edificio so-
cial >- a oibliotbeca.
2- ^.aparecer oa seos membros ao enterro,
revestidos de saas beccas, acomoaonando-o nao
so d me>a como oa demais consocios do loa'ilu-
to, aoa qoaea foram logo dirigidos convites e
communicagfies.
3.- Aotoisar o tbesoareiro a compra* ama
coroa para em nome do Iaaiitato e como trina -
to de saudade e respeito ser depositada sob:e
a caixao.
i.- Tomar lato por espago de oito dias os
socios do Instituto.
As demais reaolugea foram reservadas para
o ssamo de quinta-felra, 12 do corrente.
O Sr. Dr. Franca Carvalbo, director da Facnl-
dade Llvre de Direlio, em demoaeiracao de P'O
tundo oezar pelo paaaamento do cooselbetro Dr.
Manoel do Nascimemo Macbado Portella, re-
sol veo suspender oa trabamos da mesma Fa-
cnldade por trea das e uomear para acompa
nbar o eoterro e asaistir aos officios fanebres,
urna commisaao de que fazem parte o mesmo
Dr. director e os Srs conselheiro Joaquim da
Costa Barradas e Dr. Jos Hygino Duarte Pea
reir. *
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
No sabbado 16 chegou Lieua, de regreaso
de sua viagem ao extraogeiro, S. M. o re D.
Catloa, que leve solemne recepgo na ga-e.
Ah estavam manos peraonagens officlaes.bavia
consideravel multldSo de curiosos e manifeatava-
se um entnusiasmo moderado, qoe poda ser con-
siderado, aitendendo-se, a que as reclamagaea e
os vivas nao sSo da aiole de aossaa populages,
reaervada por oatareaa e refractarias em muito
as exagerag6e8.
lato prestava-ae, porm, tambera a aprectacoes
menos agradave8 a pessi de S. M., e as anas
maneiras de ver no facto nao deixaro de aer
debaaas nos jornaes.
Como quer que seja, bouvesse on nao fneza a
raapeito da recepcSo do soberano o qoe ceno
qne nio houve o menor incidente 8igoifi:ativo
de manifetacSo oatensiva de nm descontenta-
ment qnalqner entre a multidao.
A 17 effectuaram se as eleves legislativas,
cojo resultado era de ante-mao conhecido, e o
governo empolgou-o em toda a linha com enthn-
siasmu da mpreusa qne Ibe affecta, e cante a
victoria...
Como este successo iaevitavel a conseqnencia
da abstenfio dos grupos da opposicio peraote o
escratinio ; como por ootro lado o nomero dos
votantes fol em todos os districtos sensivelmeate
miaimo, o qae fez euopr qoe s ama parte dos
emp-egados do E.tado e de ooiro3 sabordloadoa
ao governo usoo do sen direito de voto, nio cor-
respmdendo todos ao convite formal geralmente
feiio se nao faltar aos seas deveres de cidadaos:
forja concluir qoe o pretendido irinmpbo da
lista gove-naraental nao val maito e desprovido
de (oda significado poltica.
E nao a tem, si qulzerem anda conslierar o
resoltado de escratinio com referencia aos eenti-
mentos dos eleitoreB do paix em geral, porque
maia ama vez provou o pata que se maatem la-
diff-rene a tado qae se passa.
As ornas',foram poaco concorridas; em algn-
mas aaaemblas nem bonve votac&o- A absten
gao, por parte dos partidos progressista e repu-
blicano, fol rigorosamente approvada.
Ficaram apurados. lodos oa que o governo
bavla desgnalo, entre os qaaes figur&m os Srs.
Jos Diaa Ferreira e Mariaono de Carvalho, qoe,
de certo, nao vao a Cmara quebrar laucas pelo
governo!
O Tempo explica pela seguiote forma as in-
compatibilidades estabelecidas nara o logar de
depotado pela ultima reforma eleitoral:
> Era preciso fazer urna Cmara qne nao foase
puramente regeneradora, nem poramenie minis-
terial, e qae 86 vestase a libr do Sr. Joao
Franco.
Para p- frj, pois, elementos regeaeradores
oa elementos affeicoados aos outros minisiros,
fo preciso inventar um sistema de iucompatihi-
lidades, cbeio de incoherencias e de absurdos,
para, a sombra de orna providencia, apparente-
menio impeasoal, serem affaaladaa da Cmara
todas as pessoas qoe nao servlssem os inte easea
especiaes do commandante em cbefe.
A tbeoria eBgenbosa e aceitavel. 1 %
Res'a agora ver qoe tal flca ao Sr. Jos Das
Ferreira a libr do Sr. Joo Franco.
Reliroa-se do gabinete o Sr, Ferreira d'Al-
meida, qne occapava a pasta da marioba, sendo
ndla substituido .pelo Sr. Jacintho Candido da
Em sea edigio de 26 diasera o Jornal doo-m
mercio: '. '..' _
Esta, effectivamenie, demisBionarlo o or. mi-
nistro da marioba.
PaMn os esforcoi dos Srs presidente do con-
seibo e ministro do raino, nao leve outro reme-
dio o Sr. Hiniz Ribeiro senao acceilar a demisslo
do aeu collega.
I iteirado d'iaio o conseibo de ministros, que
reuni a ooite em casa do Sr. Hiotz Ribeiro, foi
o Sr. presidenta do conseibo ao pago informar el-
rei de occorrido, com o que S. M. se eonformon,
dando Ihe poderM para pro?er pasta vacan e.
O prarido do* commentarios nio deixou de
manifestar se.
Ao paseo que a Tarde. orgSo do Sr. minis-
tro d releo, noticia a exonerago a nomeacSo
com os ordinarios elogios, e nada mals, pola a
mor te e a vida aao aconteclmenlos fataea; o
Universal, orgSo do;mlniatro demittido. parece
ne nao teve acleocta do acontecido, ou, si teve-a,
liae-se na imprensa lisbooenae, a commogo
Oa*artoii-lbe a peona, e o noeeo collega nto teve
ntrao e escrever urna liaba aeqaer a tal rea-
ialto.
Os grandes desgosios, sobretodo qaando oto
se esperara, deixam urna peaaoa entupida.
A cansa da retirada do Sr. Ferraira d'Almeida
ligara a falta de aocordo dos collegaa oa compra
qae elle pretenda de um aovo e bom transporte
orna empresa extrangeira que in'o ceda pela
melada do seo valor.
Com pffdito, a marinba de guerra est sem na-
vios, e o qae mais carece de prompto de navios
de transpone. Com os cootos de role que ee tam
pago a urna empresa particular, para coQjdasir
4a colonias auccesslvaa expedigoea, j ter-ae-biam
adqaerido pelo meaos dei3 barcos para esse ef-
feto ; e com o que se despender para os repa-
triar comprar-ae-ba um com rertesa.
O Correio da Nolte em urna serie de con-
eideraeftea qae fea a respailo, fecbou-aa com
estas palavras, assim a guisa de parce sepults:
Fomoa aqu intransigentes accusado*es do
Sr. Fe reir de Almelda, castigamos os sena
actos pelo qui) elles revelavam de mepcia e In-
jusiica. E' por isso qoe hoja iosuspetto o nos-
so ]oizj, qaando louva^os a attltude do minis-
tro sacrificado as intransigencias de ama cutica
deshonesta.
Com referencia a entrada do Dr. Jaciatho.Caa-
dido para a pasta da marioba, lamenta o Dia
qae se contiasse to pesado encargo a peaaoa
ao mexperiente, no critico momelo que as
colelas atravesaam. Mas nj delxa a mesma
folna de prestar a evida bomenagem as excel-
leates qoali ladea peasoaea e aos talentos do jo-
ven ministro.
A. Juan Ooosoltiva do Ultramar, reunida no
dia 29, resolveu ir, tola, cumorimeatarl t?r. mi'
nistro de marioba, facto que, pela poim-ira vez
se iti, pois. que o costme era ir apenas o vice-
presidente, como representante da corporac&o.
O caso de registro, parecendo tambera de
nolar o 8enin e facto :
O Sr. con8lnero Nevea Ferreira, ique, desde
qae deixara de aer ministro da marioba ; nun-
ca maia fOra respectiva secretaba, foi no dia
28 a'H cumpnmentar o Sr. conselbeiro Jacio
tbo Candida.
Bola dada por tabella ?
Oa negocios da At-ica deaannnviara-se.
As vaatagens obttdas pelas torgas portueuezas,
a fgida deGuogenhna, a occupigao e promp-
ta destrulcio do sen Kraal, que foi incendia-
do sem detenga, sao fictos que levantara o pres-
tigio portuguez oaqoellaa parageas, ayrapiomas
que j se manifestara nos reguos seos depen-
dentes na aolicllaco do abrigo a bandeira par-
tueneza-
Um telegramma traz sobre o ultimo episodio
bellico em frica pormenores que faltav3m, e
que Ihe avultam certamente o valor.
Ei-) :
Loureago Marque1, 29, s 5 horas da tarde.
S. M. el-rei. Lisboa.Pelas .tropas e por mim
agradeco o telegremma de vossa magesiade.
Combate em Culala foi um glonaso feito. dis-
pon io o inimigo de 8 m tijr aas torcas vtuas e da gente Massapa, cal
culadas em 8 a 10 rail borneas.
Segurara na orla do matto a 250 metros,
avaagaudo em massa impetuosa sobre a colum-
na, qae, mettenio o combeiu e a cavallara den-
tro d'ara iiuadrado, rompeu fogo por descargas
de peh tao e secgao de artlihana com seis pegis.
Sustadu o impulso, os vatuaa envolveram as fa-
ces do quadrado com liahas de fogos peno de
1,500 rastros de exten3o, tantaado mals duas
invrs'.iJaa, lambem repellas; descargas tao
regularea como em exercicio; alguns grupos
ebegara a 30 metaos da columna ; aQaal, os va-
las faglram levando os mortoa, deixanlo po-
re.u anda peno da columna mais da 200 cad-
veres, inclusive o segundo cbefe de guerra e
outros secretarios.
A arliliiafia perseguioos al 2,500 metros.
Foi admiravel a dr esa e aerenidade dos offi-
clael e soldados. Muitos feridoa, como o major
Macnado, coaiiaoaram o combate ou vo1 tarara a
elle depois de dispensados. O capitao Mouslnbo
teve o cavallo mono- 3
Debaixo de tanta disciplina e fogo, e quei-
maram 6,750 cartuchos. Jt
No da 11 a columna prosegu, (ovando o
comblo de frridos ; encontrn vtaas na ribei.
ra Mangaanbana, maa to desmorallaados qoe
fizeram pjeos tiros, sendo dispersados por 2
granadas.
As tro Das alcangaram eotao Manjaease, d'on-
de Gnngonhana e sua geate acabava de fugir
com tanta pressa, que deixaram na povoago
monos mantimeatoa, munigOea, objectoa de uso,
qae, por impossirel de tranportar, foi todo in-
cendiado, durando o incendio al a maaha se-
gua e.
Os vtaas nao fo-am persegu Jos, por hiver
s 30 catallos vivos.
Nao eoaviaao oceupag^o all, a columna re*
greasou a 12 a Chicomo, sem ser inquietada.
iConsta Guugunnaaa fugio com vatnaliaado,
parando em Minonga, oeate de Cbaagaue, di*
zendo se que demanda trras aegulo Basuto
Tranawaal.
Sen prestigio est lio perdido, que todos os
reglos chopea teem prestado submisso, asalm
como outros ao norte.
Csame e margeos do Li apopo, Inclusive o
priacisa Ciaca3, itii de l-oi Guanana, espe-
rando-se igual auomlsao de Bilene, para onde
parti boje destacamento. s
As tropas veaci las nao deram maia: aignal de
si, e complejo o aocego nos dona districtos.
Sanes.
S. M. el-rei proooz aoseu governo a crea-
gao de urna medalna especial, destinada a ga-
lardoar todos os soldados e officiaea qae se oa-
Jam distinguido e veobam a diatiaguir-ae oa
actiai campanha de frica.
O goveroo apressou-se a adoptar a propoata
d'el-rei.
A medalha lerl de um lado as efigies de SS.
MM. el-rei e a raluha, visto ter sido durante a
regeocia da augusta princesa, que occorreram
as;victorias das nossas tropas.
As effigies se.-o circumdadas pelos.'nomes de
SS. MM-, tendo por balxo a data de 1895, e no
versoLourengo MarquesIanarabaae-oa no-
mes dos combates, etc.
A medalha tem 3 exemplares, em ouro, prata
e cobre, realisando-se a cooceesSo depois de fe*
rida a guerra e segn .o a importancia dos aer-
vigos.
Tambem sao as tnelbores pos.-ivea as no-
ticias ebegadas da India.
O goveroador de G6a noticia ao ministro da
marinoa em 26, que no da anterioj (Ara occa-
o do sem resistencia o forte Nanos, centro prin-
cipal dos revoltosas.
as eoadigoea do infante D. Affouso, officiaes
e soldados eram aaliafactorlas.
Na canboneira Tejo, que partir noapri-
meiros dias de Desembro prximo ,para a India,
vao explosivos e plvora para a expedicio; e
o'am dos paquetes que seguiro aps o mesmo
desuno, embarca o material restante.
Por telegramma de 30 expedido de Pangen
goveroador, commumea elie a S. M. o rei,
acbar-se extincta a revolta militar.
Reuni no Porto a direccaa da Associagao
dos Joroallstas, tomando connecimento d'ama
caru do Sr. Dr. Jos Carioa Rodrigaes. direc-
tor do Jornal do Comraercio, do Rio de Janei-
ro, rectiQcando o compromiaso que aqu tomou
de iniciar no Brasil urna eubacripgao para a
creaco do monnmento a Cimillo Caatello Bran-
co.
A direcgo resolveu expeulr amas circulares
aos jornaes portugnazes e brasileiros pediodo
qoe abram snbscripgo para o mesmo tira.
A mesma associaco dirigi um telegramma
de psames viova de Alexandre Dantas*
ttenutram os estudautes do Ijceu central
o Porto, nomeando a commiaaao incumbida -e
iniciar us trabalnoa para a realiaago u'ama apo
theuae ao vlscoode d'Almeida Carreti, no dia 4
de Fevereiro prximo.
Os eatodaniea de todo o pais sero convida-
dos a aihenrem a Qomeoagem.
Fol superiormente ordenado qae se proce-
da desde j aos estados do caminbo de ferro de
Valle do Cargo.
Esta noticia foi receblda com geral satiafagao
em Villa Real.
Em Evora preparam-se festejos para o da
1* de Desamoro.
Os acadmicos dio um bodo aos pobres e fa-
se a ama lessao solemne ao Lycea.
Ha missa em accao de gragas pelas victorias
em frica. Foram convidados pelo general, ar-
ceblapo, goveroador civil, coronel de cavailaria
5, e conde da Serra, todos os foncciouanos,
corporales, etc.
PoDlicam nmeros especiaes o Diario do
Alemtejo, Manuelmho d'Evora, |Biarfo a'Evora
e a Ac le ma.
Igoal celebrac2o faz se em Lisboa, bavaodo
Te-Deam na S, mandado celebrar pela com*
missao central jl- de Desembro, e Waoilnacfio
do mooameato dovrestauradores e do palacio
Alnada.
Festejara o dia tambera a coramlssio da roa
da Paz, a do balrro da Memoria em Belem, a
estudantiaa SeBastiao Martina, a academia an-
sien 25 de Marco, a acidma Lisbonense Farol
llar, a Recreativa Portagnesa e a sociedade re-
creativa 11 de Marco de 95.
A tomaalssao 1* de Desembra da na da Paz
tem no sea progrrma am bodo para 60 pobres; e
a cooperativa I de Dfzembro, da roa dos Poyaea
de S. Beato o. 70, commemora a solemne data
diatriouiodo um abundante bodo pelas 9 boraB
da manb, tocaado ueate acto, e durante o dia,
am grupo de amadores muslcaes.
A' ooite estar illa atoada a fachada da casi
da socieaade, e em ama das salas execatar o
sea mmase renertorlo a banda da soctedade mu-
sical 1- de Janeiro.
REVISTA DIARIA
lel^AOlacebemos mais o seguat re*
sultado:
Petrolina
Resultado que faitava :
Votos
Dr. Joaquim Correa 159
Dr Joa Marcellino 159
Bnique
Dr. Joaquim Correa 370
Dr. Jos Marcellino 370
Resumo
Para Oovernador
Dr. Joaquim Correa de Araujo, re-
soltado j publicado 25.822 votos
Resultado accreacido 529
26.351
Para Vice-Governador
Dr Jos Marcellmo da Rosa e
Silva, resoltado j publicado 25.800
Resultado accrescido 529
23.329
Conceliio MunicipalFuoccionou an-
te-huntem o conceibo municipal do Recife sob a
presidencia do commendado Joaqaim Alves da
funseea, acnaodo-se presentes os coocelheiros
Silva Fragoso, Miguel Macedo, Alexandre Selva,
Manoel Tnoraa, Costa Ramua. Uermioo de Fi-
aueiredo, Bernardo Damiao, Pedro Brasil, Al-
fredo Almeida e Dr. Coelho Leite.
Depois de Uda fo approvada a acta da ses-
8ao antecedente.
O expediente constou do seguale :
Leitura da lei o. 59 mandada publicar pelo
prefeito.
dem da rsdaccao da le que autora a des-
apropriagao do terreno denominado Viveiro do
Muniz, Hm de ser elle convertido em nova pra-
ga, no centro da qual dever ser erigido um
monumento memoria de Fre Caneca.
dem da redaegao da le aposentando diver-
sos empreados municipaes.
Pelo concelbeiro Hermino de Figueiredo foi
aprese atado o projecto de orgaraeato para o ao
ao de 1896, demoostrando o mesmo concelhei-
ro as ditficuldades com que tinba luctado a
comraissao na confecgo do trabalho, e as ra-
zdes que teve para elevar algumas das verbas
do mes o orgamento.
Entrando na ordam do da, foram approvados
em 1.' discussao:
O projecto que manda construir um pequeo
mercado no logar Casa Fort;, no Poco da Pa-
nella.
O que antoriaa o prefeito a alugar urna casa
na Capuaga, freguezia da Graga, para servir de
mercado.
que autonsa a contiauago da estrada dos
Remedios Varzea, passan lo pelo Bongi.
O que autonsa o prefeito a mandar construir
ora carro para a conduego de presos e outro
para a cooluego de pessoaa atacadas de mo-
lestias contagiosas.
O que autoriaa um empreslirao de mil contos
da ria para serem applicados na construego
de Penepagos (bairro dos pobres)-
Em 2.* discussao foram approvados :
O projecto autorisando a ontractar com Luiz
Milley a collocagao de 50 mictonos de typo mo-
derno, denominadosColumnas luminosas.
Entrando em 1.* discussao o projecto de or-
gamento, foram approvados o art. 1.- e para-
grapbos de n. i a 65.
Colies'o Salesiano -Teve logar nn ul-
timo aomiugo, oesse coileglo, o acio do eacer-
rameato das respectivas aulas.
Houve pela maob ama mlssa qae terraiaoa
com a bngao do Santissimo Sacramento, tendo
em acto continuo o digno director do collegio,
Loureago Giordani dirigido aos seas alomaos,
em despedida, palavras repasaadas de elojaeote
seotimento.
A' tarde, oo tbeatrlnho do eatabelecmento,
teve logar a representacao do drama aacro 3.
Gaudeacio, qae foi precedido do caato Coro
do i Lombardos, por alguns alonaos, e qae foi
seguido da ana italiana j exilado qoe produ-
zio oo* impressao.
Anda- foram recitados um dialogo e ama poe-
sa, expresaameate fetos para o acto, sendo
esta altima repetida.
Em seguida realisoa*8e o acto da destrlbuigao
dos premios aos alumnos que se destiaguiram
ao seu tirocinio escolar, tendo anda pronuncia*
do urna boaita allocagao em referencia ao acto,
o Sr. director do Coliegio.
A mu8lca do 2. carpo policial tocou dorante
a significativa e edificante festa que deixou a
mais ag'adaveia impreassOes em qaaatos tive-
rm a a ventora de assistil-a.
Vuelco Dramtico Pernambaca'
noPela digna directora do Nu:leo Dramtico
Peroambucans foruoa obsequiados com um con-
vite para assistirmos ao seu segundo espectcu-
lo qae se reslisara ao dia 29 do corrate no
adVo tbeatro do Clan Dramtico Familiar.
Gratos pela finesa.
lasa do Natal em Afolados-No
dia 2'i do crrante a meia ooite baver missa >o
oatal oa igreja de Ncssa Senhora da Paz em
Afogadoa:
O acto, qae ser revestido de algnma pompa,
(era logar em ama lapinba armada na porta do
templo.
U ua banda de mueica tocar no largo da Paz,
fazendo ouvir lindiaslmas pagas do sea bem or-
ganisado repertorio.
Por occaso da missa ama coramissao com-
poata de seaboras e cavalbeiros destribuir pelo
povo reglalroa com a imagem de Nossa Seobora
da Pac, afim de, por esse meo, obter donativos
para as obras da rae;ma matriz.
Fmisso de apolleeaConforme am
edual que publicado em ooaso numero de
boje, sabemos que. por decreto do Exm. Sr D-.
governador do Estado de 19 do correte, sao
emiltidas apollces de cem, dusentoa e qoionen-
tos ris, aasignidaa por em pregados da Secre-
tarla do Tbeaooro.
Festa** para meninos-Os Srs. Eduar-
do Paiva & C, a roa Barfto da Victoria n. 13
acaoara de recebe- nm escolhido sortimenlo de
carriobos, velloelpedes, machinas vapor, ca-
valliobo8 para montara, jogos, realejos e maia
briaqaedoa poprlos para creangas.
Aconsejamos ama visita loja de msica dos
Srs. P^iva C.
Eustaquio de Carvalbo Acha-se en-
tr- nos esse talentoso estudante da Faculdade de
Me Mct a da Babia.
O Sr. Boata -uio de Carvalbo prestou exames
do 1 aaoo daquella Facul >ada.
Turf clubMais orna linda composigao
muoical acaoa de ser publicada pela casa edi-
cto ra Prealle & C.
A msica a qae nos referimos a valsa Turf
Clon cujo auctor o miest o Luiz Morelra, mais
urna vez por en evidencia o seo grande talento
de d-.-iiuo cultivador da divina arte.
Durante o tempo que a Compaohia Fermndes
Piulo trabalbou em o Santa Isabel, o publico
teve eosejo de admirar o maestro Luis Morelra
como regente da orebeatra.
Uit- na a-ule tivemos occasiSo de apreciar o
Seu Auaatacio, boa composigao do mesmo
maest o.
Ao publico e especialmente is aossaa geoti?
leiioras recommeodamos a valsa Tarf Clab
coa tigaa de Agorar oa mais exigente estante.
A' casa Prealle & C, somos obrigados pela
off rti que oos fes de am ezeosplar da referida
mmtea.'
Oomprimentoa-0 Sr. Vicente de Olivel-
r>, ca>recado das ngagOea da Empreza Tele-
p o i' envioo-noe am carlo de comprimen-
t*s\dando-noa boas restas.
Woa, retribuimos os comprimamos.
Revista Contempornea Est pu-
blicado o. 23, aaoo II, dessa Revista qae re-
cebemos.
Agradecidos.
Instituto Vaccinieo Municipal
Realisou-ae nontem a sessao auunnciada de
vacciaagao animal directa, cujos trabalhoa fo-
ram execo la dos pelos Drs. Ferreira Velloso e
Vieira da Cunha em 48 pessoaa entre adultos o
criaooaa,
Os vaccinados e revaccinadoa devera entre
o 6- e 8- das da vaccioago comparecerem no
Instituto para a verificaco das pstulas e de
accordo com o deseovolvimeoto das mearais
receberem os respectivos attestados. Na falla
incorrero em ama multa de 58000.
Os dias da vaccioago sSo terg.-is-feras, quin-
tas e sabbados, das 10 horas s 11 do da.
Bens de raz do acervo do Conde
de 'arla.a;l3de Noembro profirao viaaoe
d requenmento dos herdeiros, foram praga os
neos de rais o acervj do Conde de Pariz. O
p'oducto da venda foi de 6,299 703 francos ou
cerca de 0.300 contos de nossa moeda.
O histineo caatello d'Bu fol vendido po
5.000 cuOios da nossa moed< ao cambio actual.
O Gaulols orgo do par Ido orleanisla nao oos
deu os ooms dos compradores dos varios baos,
a excepcao do caatello d'Amboise, tambem bu
tonco. Eaea propriedade avallada em fiO con*
tos fot adquirida pir 117 cootos pelo Juiuf
d'Aumale que all: pretende eslabelecer um aav*
lo d Invalidoi militare^.
Exposico de 19-00. -Ja foi dlcidido
o plano Hiiaiicairo da Expoaigo Um versal de
Par>z de 1900.
O capital adoptado de 100,000 contoa de nos-
sa moeda, sendo 20,000 contribuidos pelo Esik-
d > 20,000 pela municipalldade de Pariz e.....
60 000 por ama emiaeo publico de bilhetea de
entrada (tickets).
Para a subacnpgo desaa emisao cnnatltalo-
ae ara ayadicato de banqueirua, que garanten) u
crdito da nperscao. fj
carioso Em nm dos deparlamentos du
snl di Frang, pelo que lemoa no Gauloi? ha*
va urca loja magnolia qae se deoomiuava Anu-
des Deux Rives. Nao eram, porm, amigos
da pontualidade, porque deixaram de pagar
anas contribnigCes e toruaram a loja iasolvavei.
U proprietano qae So pareca do aeu lado
amigo dos filboa de tiuvi a pretexto que lbe
devih i) muito mezes de aluguel, pe;-.iarou todo
o material maganico e levou-o a Braca.
Os lotes do catalogo sao curiosos: Doze ca-
d iras, urna bandeira grande, um fegareiro. urna
mesa oe madeira branca um caixo preto de
defnnto, tendo dentro, nio um defuato, mas orna
vasaoara, duas cortinss verraelbas, urna salva,
quatro candelabros, orna orna de madeira e
uma eerpeolioa de tres lazes para velar os
monos e maia : triota espadas de ferro, nm
for.-if-', urna colher e am nivel de pelrei-o. in-
sgalas da magonari o ejpeino da erdade e...
A^ao e Eva coberios com o a venial do trabalho I
CorrentesEm 11 do correte oos escreve
o nosao missivista dessa localidade :
Procedeu-se no dia 7 do ueole mez, as
tres secgdes eleitoraes deste municipio, a pri-
raeira eleigo directa que, no rgimen do go-
verno actual se faz para constituir-se a primeira
autoridade administrativa do Estado e o seu
substituto.
A opposigo abteve-se da pugna predita.
Entretanto, o Partido Federal, cooscio de scus
deveres cvicos, correa pressuroso s urnas,
arira de consagrar livreraBte com seus votos a
escilha do respectivo Directorio.
E' de crer qoe, os nomes dos dous conspicuos
cidadaos votados, os Srs. conselheiro Correa de
Araujo e Dr. Jos Marcellmo da Roaa e Silva,
nos demais municipios bajara obtido um esplen-
doroso resultado.
Correles, ergue-se jubiloso desde j, para
saudar os novos eleitos e faz votos tambem para
que o Estado de Pernambuco poasa impvido e
fortalecido continuar a sustentar o imperio da
paz. da fraternidade, da lei, da juatiga e da
unio.
No dia 8 do andante, convite do Dr.
Martiniaao de Olirelra. houve em sua casi, s
4 horas da tardo, a l.* reuniSo preparatoria da
creago do Club Litterario, Instructivo, Artsti-
co e Recreativo 23 de Agosto do Municipio de
Correntes.
Perante um grande concurso de povo o citado
doulor expoz detidamente aa vantageoa sutnmas
que a esla sociedad* devera trazer a creagao e
conservagao do fallado club, nao se olvidando a
creago de urna Uibliotheca oa parle Iliteraria
respectiva e muito menos o iunccionarnetito de
urna banda de msica na parte instructiva do
mesmo club.
Estas considernc:s foram approvadas por 33
cavalbeiros, oa quaes elegeram em acto seguido
a mesa provisoria da fuodagao do club que coa
assim constituida:
PresidenteManoel da S Carneiro.
SecretarioFrancisco Alves dos Santos.
ThesoureiroFrancisco Jos dos Santos.
Presidio os ditos trabalhos por acclamagao, o
cUadao Manoel de S Carneiro, secretariado
pelo cidado Francisco Alves das Santos.
Ao Dr. Martiniano de Oliveira foi incumbida a
coofeegao dos respectivos Estatutos. Aioda sobre
a importancia de to mil melboramento exter
nou-se tongamente o secretario eleito cima.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente,
s 7 horas da tarde, levantou a sesso, convo-
cando a 2.* sesso preparatoria para o dia 15 do
cadeote mez, dando para ordem do dia poasa
da mesa provisoria eleita e mais trabalhos que
occorrerern.
Duraate o periodo da mencionada reunio,
diversas girndolas de foguetes fenderam a
atmosphera.
A' 23 do fluente mez comegam as novenas
de Nossa Senhora da Conceigo, padroeira da
igreja matriz desta freguezia.
A respectiva festa ter logar no 1. dia do
anno vindouro e para o brilhantiamo da meara i
se acha noraeada a seguiute coramissao :
Vigariopadre Manoel Emygdio de Oliveira,
Dr. Francisco Martiniauo de Oliveira e Francisco
Alvea dos Santos.
Hoje ter logar a festa de S. Francisco, na
capella do mesmo nome, sita a 2 kilmetros
deata villa, a
Vint-; e tres crlancas envenena-
das -Os jornaes italianos contam que foi pre-
sa em Andern, Italia, urna mulher pelo Horren-
do e repeliente crime de ter envenenado vinte e
tres criangas.
A criminosa tinha cinco filhos de tenra ida-
de, e em pouco tempo adoecerara-lhe quatro e
morreram Desesperada ao ver que o quinto
lho tambem comegava a estar doeote, cnsul *
tou as senhoras visinhas acerca das causas da
sua infehcldade; estas disseram-lbe que natu-
ralmente era victima de algum feitifo e que
deva sem perda de tempo consultar o curan
delro e bruxo da Ierra. A mulher fez sso.
O bruzo deu-Ma ungentos e ensinou-lhe
frmulas cabalsticas para conjurar o feitico,
cobrando pelos seus bons oficios porgoes de ii-
nbeiro que deixaram quasi a pedir asmla a
camponeza. Porm de nada servio todo isto:
o pequeo cootiauou a estar doente e acabou
por suecurabir como oa irmos a doeoga qua o
minara
Ento entre a mulher e o bruxo rebentou
urna meta feroz.
Ella exigia-lrie o sen dinheiro e cobria-o de
n-ultos e recriminages. Elle defendia-se al-
legando que no succedido havia um grande
mysterio e que emqnauto nao o esclarecesse
nao Ihe entregarla o dinheiro. Por ultimo, a
superstigo triumphou.
O bruxo fez crr estpida mulher que o
feiiigo nao pudera ser desfeito e conlinuava a
pesar sobre ella, porque era obra de bruxo
mais poderoso do que elle, e que a nica forma
de vencer aquello nigromntico era a vinganca
na pessoa de outras criangas.
A camponeza cumprio isca os conselbos
do bruxo.
Sahia altas horas de nolte para o campo,
quando ludo se encontrava darmindo, e ahi ta-
zia grande colbeita d'oma herva venenosacoobe-
cida n'aquelles sitios com o nome de carra-
mu.
Logo que ebegava 4 casa, pisava aa plantas, e
ao sueco que extrabia misturava lbe pbospboro
e vmho doce.
Quando tiBha a quantidade de veneno precisa
para envenenar urnas taetas criancas, sentava-
se porta da sua casa e aguardava que passas-
se algnma infeliz crianga para a Ghamar, fazel-a
entrar em casa e dar-lhe boles e am copo de
vtnbo envenenado.
a victima d'eata fra ia alegre e salzsfeita
fiara casa dos pais onde poucas horas depoia
alleci, sem ter (ido ocoaaSo para refanr o I
accedido, pois a ningaem, nem ao proprio me-
dico occorra a suspeia de am eovenenamento.
Por este meio aquella megra chegoa a prati *
car 23 enveoenamentos segaides de morte, dos
quaes bajdez com pro vados pela autoridade-
O vigsimo quarto asaassioio nao chegou a
consumar-se porque o medico notou oa crian-
ga, que era precisamente sobrinha da criminosa,
syraptomas evidentes de envenenamento que
foram para elle ama revelacio.
Aqaelles sycoptom*s eram os do envenena-
mento com carramuni por laso pode comba*
ler fcilmente o mal. O medico recordea-ae
enlo cbeio de horror que quasi todas as crian-
gas que ta vi-m morrido oo p-svo havia algum
tempo, apreaentavam iguaes symptoraas.
Restabelecida a crianga, foi interrogada e de-
ciaron que comegava a sent|r*se iacom aodada
depois de oaver bebido um copo de vinno do-
ce qne sua tia Ihe dra
A envenenadora foi presa, confessando o seu
espantoso crime, depois de muito instada pelo
juiz de instrucgo, e com ella su marido.
Accrescentam os jornaes italianos que est
paasado mandado de prisao contra mais cinco
nessoas.
Tele-j-raumas retidos Acham-se re-
dos na eslago do Telegrapho Nacional os se-
guinte^ telegramma-:
De M-isso-o, para Almeida.
C Macan, para o rae.- oo.
De Pao d'AIno, para Suarea e Carlos.
Oa Pa'abyba. para Francisco Paalo (roa Ma-
triz 44. 2. andar).
De Santos, para Bral.
De Macaa, para coronel Carvalbo.
Servico para Sal funeelonao lo ro alrmente,
norieamiponco demorado em cooseqnencia de
defeito ao norte de Fortaleza. Centro defeito entre
esta e Estrada Central am Santo A to de Vi-
ctoria.
Casamento civilO eacrivo dos casa-
mentos que funeciona nos districtos do Recife
Santo Antonio, Sao Jos e Afogados affixou na
repartigo do registro dos casamentos ra
c!e Imperador n. 75 1." andar, edita! de procla-
mas de casamentos dos seguintes contraheu-
tes:
2* pubcago
Eleuterio Jos dos Santos com Mara do Car-
rao Souza, solteiros, naluraes dste EstaJo e
residentes' na freguezia de S. Jos.
Arthur Napoleao de Farias, viuvo, natural
desle Esiado, residente na freguezia de Santo
Antonio, com Petronilla da Silva Santiago, sol*
teir, natnral da Parahyba, residente em S.
Lourengo da Matto.
EdIio Arthur Soares Guiraares com Maria
Elvira Bulcao da Cunna, solteiros, naturaea des*
te Estado e residentes na.freguezia deS. Anto-
nio
Jos Luiz de Oliveira Azevedo, natural de
Alagoas, com Esmeraldina Maria de Oliveira,
natural do Rio Grande do Norte, solteiros e re-
sidentes na freguezia do Recife.
Vicente Ferreira Gomes da Silva, natural do
Re Grande do Norte, residente na freguezia da
B. Vista, com Maria da Paz Francisca dos Pra-
zeres, natural deste Estado, residente na fre-
guezia de S. Antonio, solteiros.
Manoel Aro de Oliveira Campos, residente
na freguezia de S Jos, com Palmira Moraes
de Olivera, residente na freguezia do Pugo,
soitetros e naluraes deste Estado.
Arthur Marques de Arnorim coraMaria Adelai-
da liasteilo Branco, solteiros, naturaes deste as-
tado e residentes na freguezia de Afogados.
Manoel do Reg Medeiros, residentes aa fre-
guezia da Boa Vista, com Melania do Barros,
Ferreira residente na .reguezia do Recife, sol-
teiros e naluraes deste Estado.
O respectivo escrivo do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
anixou na repartigo do registro ra do Im-
perador h. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguintes contrllenles :
1. PubUeagao
Alfredo Bartholomeu da Rosa Borgee, resi-
dente oa freguezia ua Varzea, com Josepbina
Mari ho Sarment, residente na freguezia do
Pogo, solteiros -
Manoel Araujo, residente na freguezia da B.
Vista, com Anna Vidal de Nagreiroa, residentes
na freguezia de S. Jos, solteiros.
1* Publcago
Antonio Juvino da Fonseca, residente na fre-
gu-zia da Boa Vista com Maria Fau-ta Marques
Morelra, residente na freguezia oa Graga, sol-
teiros. _
Commisaao de tneltioramenf o ao
Porto do Recife -Recife, 18 de Dezembro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do,Humi-
m-ado o O) vapor dad
i
J gro
Rosa Evarlata Rodrigues Machado, multo adan,
tada; e Maria Bimlra Mooteiro de Azevedo e
Celiclna Adelaide Ramoa, adiantadas.
SEXO MASCULINO
l. grao
Volpiano Tancredo Rodrgues Macbado, adan,
lado.
Io grao
Leovigildo Nanea de Oliveira e Adolpho Bpa.
miooodas de Mello, adiantalos.
3 grao
Adolpbo EpamiaoadaB de Mello e Jorge Eljaio
Civalcaote, approvados plenamente.
No da 13 do correte teve lugar o exame
da 4a e cola publica municipal de S. Jos, regida
nelo prefessor Philomeoo Raymundo Nunes de
Lima.
O resaltado foi o seguate :
~ ESCOLA DIURNA 3
'l." grao
Joo Dalmasso de Lima, approvado com da-
tineco ; e Joe Barreno da Silveira e Jos Slm.
pllcio de Andrade, approvadoa slmplesmente-
2. grao
Sebastio do Reg Cavalcante Pioto Ribeiro,
Laz Pereira da Costa, approvadoa com distme-
gio; e Ignacio de Almeida Sarioo e Bplphano
Ervado Bezerra, approvados plenamente.
ESCOLA NOCTURNA
1. grao
Epipbauio Jos Gomes dos Rea, approvado
cora distiaego ; e Benedicto Vicente Cavalcante
do Nascimento, approvado simplesmeote.
A commi'Bao examinadora compoz-se do pro-
feasor da cadeira e do professor Florlaoo Bap.
tata de Oliveira, son a presidencia do respectivo
Inspector escolar.
No dia 14 do c .rrente effecluaram-se oa
xames da escola ponicular i roa da Santa
Cruz, regida pela professora D. Gertrodes dos
San.us Almeila Lobo.
Esse acto fol presidido pelo deleeado Ilitera-
rio, Dr, Celao Tertollaao Fernandes Qniotella,
aei-vindo de examinador o professor Ernesto da
Silva Miranda e dea o seguate resaltado :
i.* grao
Judith Rollaoda dos Hamos. Maria Elyaa Leal
Res, dara Amelia de Jess e Romeu Gispar de
Abrou e Lima, approvados com distiaego.
2. grao
Mana do Carmo de Abrea e Lima, approvada
com diatlncco e louvo-, e Anna Campello Be-
zerra Cavalcante approvadas com distiaego.
3. rao
Bestriz Mar a do Carmo ; Leonilde Mirla Soa-
ren, approvada com distiocgo,
No da 14 do correr tiveram lugar os
examea e as ferias da escola regimeatal do 14'
batalbo, da qaal director o tentte Joaquim
Villar Barretto Coolinbo.
A corumiso examn .dora composta do major
Pereira de Mello, capiio Joaiulm Cavalcante
Belloe alferes Lola Gomes, eubmetteu os alumnos
a examea, sendo approvados pleoamente as
materias que constitaem o curso da referida es.
sola, os cabos de esquad.-a Marcos Evangelista
da Costa, Leoncio Ludgero Sampaio e Antonio
Berna-do Lopes Lima, ssodn tambem approva.
dos plenamente as materias relativas a suaa
claases anis dez alumnos.
O director foi elogiado em ordem do dia.
6 m. 26,1
9 26,9
12 27,'5
3 t. 2d,8
6 2d,8
757,-74
758,-63
757-l
757,-95
758,-11
18,88
19,05
20,02
19,05
18,27
74
75
73
73
71
'. J ItWi ** lili
Jemperatura mnima 25,50. Themometro
desobrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 29-.00. Ennegrecido
59,0-Praieado 40,-4.
Evaporago em 24 horas ao sol 3-6, a som-
bra 2,-.4.
Chuva nulla.
Direcgo do vento E e ESE alternados de
meia noute at 3 h. 35 5 m. da tarde ; S E at
3 h. 58 m.; SE e S alternados at 4 h. 53 m.;
E com ioterrupgesde de S3E at 8 h. 49 m.;
SE e ESE alternados at meia noite.
Velocidade media do vento 4,-69 por e s
gundo.
Nsbulosidade media 0,79.
BOLBTIM DO PORTO
Pra mar ou Dias Horas Altura
baxa-mar. _
P M. 18 de Dezembro 11 h. lo da m. O.-oO
B. 6 h. 15 m. da t. 2-30
Gasa de Detenoao Movlmento dos
oreaos da Casa de Detengo do Recife, Estado
de Pernambuco, em 18 de Dezembro de 1895.
Existiam 422, entraram 4, sahirarn 9, exis-
tem 407.
A saber: naclenaes 370, mulheres 9, estran-
geiros 28, mulheres 0, total 407.
Arragoados 386. .
Bons 368, doentes 15, loncos 1, loucas 1,
total 386.
Movimento da enfermaria-Tiveram baixa :
Joo Ferreira Gomes (soldado). I A
No da 9 do correte reallsaram-se perante a
commissi examinadora presidida pelo delega-
do litterario, major Joaquim Santino de Figuei.
redo, os examea dos alomos da escola oarti.
cola' roa Coronel Su assuna do J* distrido da
freeoesia de S. Jo-, regida pe professor Tran-
quilino da Cros Ribeiro, taodo sido este o sea
reeaitado:
! grao
Francisco da Silveira Martina e Alfredo Go.
mea da Silva, approvados com diatioceSo; e
Waldemiro do Prado Ribeiro, Custodio da S Iva
Benarde', Florlpea Cario da Cunea. Joo Ra.
poso Pioto Filco e Jos Vital Bello Wanderley,
approvados pleoameite.
! grlo
Aribar Peixoto de Vascoacellos Castro e An.
ionio Ovidio Maciel Sobreira, approvadoa com
diatineco.
3. rao
Cicero Aueu'to da Silva, Manoel Canato de
Msqaita, Pedro Floreotiao de Albaqaerqae e
Jos Eagenio Ribei-o, approvados com distiac.
cao.
Sob a presidencia do Inspector litterario e
S'rvindo de examinador-a os professores publi.
eos das cadeiras de ambos os sexos do Maa ciom
de Caroara, Antonio ia Cbagas Rodrique- Ma-
cbado, D. '.lanada Guimaraes Ribeiro Macbado
e do profeaeor em diaponibilidade Modesto Fio.
rent.n j Hermeto dos Sanios Carvalbo, realiearam-
se nos las 9 e 10 do correte, na sala do Club
Litterario, "8 exa-o*s promiscais de accordo
com o Reglamento vigente, dando em seguida
o resaltado segante :
SEXO FEMININO
1.* grao
Neoailla Francisca da Silva e Etelvina Eatel.
Uta da Silva, adlaniadaa ; e Emilia Theophtlajde
Souza, Josepba Lei e da Soladade e Melchiades
Francisca Splnola, poaco adlialadas.
ACTA DA SESSXO EXTRAORDINARIA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFE, SOB
A PRESIDENCIA DO CONCELHEIRO COM-
MENDADOR JOAQUIM ALVES DA FON-
secaJ _jp
Aos dez dias do mez de Dezembro de 1895,
presentes na sala das sessdes ao meio dia, os
concelheiros Alves da Fonseca, Silva Fragoso,
Miguel Macedo, Marcos da Silva, Dr. Coelho Lei-
te, Santos Almeida, Bernardo Damin, Manoel
Thomaz, Pedro Brazil e Coala Ramos, foi pelo
Sr. presidente abena a sesso, e depois de lida
a acta da sesso antecedente, foi approvada
sem debate.
EXPEDIENTE
Officio do Dr. Prefeito, commuGicando que
tendo havido reclaraagOes verbaes contra a cor-
deago dada pelo cbefe do servigo technico mu-
nicipal para reconstruego da casa n. 12 tra-
vessa do Falco, oa freguezia de Santo Anto-
nio, por ter o perfilamento avangado muito do
das casas abi existentes, estrellando considera-
velmente a mesma travesea que j pouco es-
pagjsa, ouviu o respectivo fuoccionano, e este
informou que a c^rdeago dada est de accordo
com a planta da cidade.
Diz mais que a planta determina a desapro-
priago em parte da casa em questo, o que nao
ee fez, por ter, segundo informago do secreta-
rio, o tinado Prefeito Dr. Dmaso resolvido
manteras casas deste lado, para serem desapro-
piadas as do oppoato, das quaes urna j foi de-
molida.
Diz anda que em reiago a casa n. 12, ha um
termo de obrigago era que o proprielario se
responsabiliaou a receber a quaotia de l:5t)0|,
por desapropriago, quando a muuicipalidade
preteBder alargar a referida travessa.
Finalmente diz que o Prefeito de ento assim
procedeu para evitar maior despeza do munici-
pio, por ja se acharem reconstruidas com gran-
de augmento de valor, duas casas sitas no lado
das que deviam ser, pela planta, desapropriadas.
E como desse acto nao tivesse havido procedi-
meuto ofhcial regular submetleu a especie con-
siderado do Conceibo e aguarda prompta solu-
go.A' commi88o de obras municipaes.
Officio do mesmo, dizendo que providenciou
como no caso caba a respeito. da re'irada dos
materiaes existentes no caes 22 de Noverabro,
sob o fundamento de nao pertencerem mais
Compaobia de Melboramentos Geraes de Per-
nambuco, e aira a particulares, e assegura qae
no|descnra a opportnoidade de outraa provi-
dencias, logo que hajaa solugo do Governo
Federal, a que allude a Companhia de Servidos
do Porto do Recife, oo officio que se acha anae-
xado ao delle.Archive-se.
O Conceibo Municipal do Recife, decreta:
Considerando que a estrada dos Remedios
Varzea com direcgo ao Bongy de alta neces-
sidade;
Considerando que o ex Prefeito tendo man-
dado fazer exame a respeito, determinou que se
procedease aoa trabalhos;
Considerando qua falla de verba, nao foi
concluido o mesmo trabalho;
Resolve adoptar o seguiote projecto :
Art. 1. Fi.ca o Prefeito autonsado a mandar
acabar a estrada dos Remedios Varzea pas-
ean io pelo logar denominado Bongy.
Art. 2. Poder aer gasto na referida estrada
at a quaotia de 6:0008000.
Art S Revogana-ee as disposigfjea em con-
trario.
Sala das sessOes do Concelho Municipal do
Recife, 10 de Dezembro de 1885.Bernardo
Damio Cavalcante Pessoa.A' commisso do
fazenda.
Foi lida urna peligao de Alexandre Luiz Mil-
ley, cidado fraocez, actualmente nesta cidade,
apresentando ao Conceibo a seguiote proposta:
Alexandre Luiz Melley, cidado francez, resi-
dente actualmente nesta cidade, vera apresentar
a esta Ilustre Municipalidade a presente pro-
posta :
Art. 1.* O proponente obrga-se a mandar
vir, para serem enllocados em todos os lugares
designados por esta Prefeitura Municipal, mic-
tonos inodoros chamados Columnas lumino-
sas.
Art 2. Os ditos mictorios cujo numero nao
poder ser inferior a 50, sero dos modelos osa-
dos em Pars, conforme a estampa aqu junto,
e offerecero todas as garantas exigidas pela
bygiene e moral pnolica.
Os mismos edculos que ho de contribuir
bastante para o embellesamento da cidade, de*
vero ser Iluminados interiormente e prvidos
de apparelhos d'agna para a sua limpeza.
Art. 3* A compra dos mictorios correr por
conta do proponente.
Art. 4. Ser coocedido ao proponeote o pra*
so mximo de 2 nonos para o fornecimento dos
mictorios, podendo o mesmo proponeote man-
dal'os vir todos no primeiro prazo da conces*
ao, oh somentd a metade dos ditos no prazo
de nm anno.
Art 5.* O proponeote pede a coaceseo sa*
pra por 25 annos, tendo elle o direito excluai
to de afflxar annuncios nos mictorios.
Art. 6. O contracto nao sendo renovado no
II
*
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Diario de Pernanimco Sexta-feira MI de
ibtoilelSW
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flra do praio de 25 annos, o pronooente poder
dispr dos (Dictnos como entender, estes nao
tendo deizado de ser a propriedade do prapo
Dente.
Art. 7.* k Municipalidade obrlga-se a tomar
a seu cargo o transporte, seguro marilirao, di-
roitos da Alfandega, colloeac&o. IlluminacSo a
gaz oa elecinca, eocanamento d'agua, limp-*a,
d.esinfeccao e conservaco dos ditoa "Dictnos
dorante o cortraclo.
Onrigj-ae tambem a maodar fazer os con-
cert* devidos malevolencia individual, cerno
8ejam : qu> bra de vidros ou derrlbameoto par-
cial ou lotal dos (Dictnos, sendo marcado no
1. caso o praze de 8 dias e no 2. c-o o prazo
de nm mez depois de ter sido avisada a Munr
cipalidade dos concertoa a fazer.
Arl. 8 Emquaoto vigorar, o contracto, a
Municipal-dude nao poder fazer concessao
igual a quera quer que seja sem o consent
mente do proponente abatxo assignado.
Ar>. 9.* A. mumcipalidade comprometiere
em col locar os mictonos no prazo de 3 mezes
a contar do da em que chegarem a esta- cap-
rt. 10. Caso nao se d execucao a qualqu >r
dessas clausulas cima exarada as duas par*
les contradanza tirarao multadas urna para
cem a out a. s'-cn tn os direiius de cad* urna
deltas, em 23:0038000 pagave:s em ouro.a'
co.'iioii-t-i) e obras inuaicipaes.
Assigoado pelos conceibeiros Dr. Coelho L--
te e Santos almeida foi apreseulado o seguinte
projecto:
O Concelho Municipal do Recife resolve:
Art. 1* I'ica o Frefeito autonsado a mandar
construir um carro para conduccSo de presos
de accordo com os modelos acceitos as pnn-
cipaes capitaes.
Um outro para a conduccSo de doentes ata
cados de molestias contagiosas, igual aos que
mandou comiruir a i speeioria de Hygiene
Publieae orto carros especiaes para irrigacao
das ras desla cidade.
Art. 2" Re>ogam-se as disposicss em coa-
Sala das sessOes, 10 da Dezembro de 1895.
Pedio a palavra o concelheiro Fragoso e
disse que quando forraulou o projecto sobre a
creacao de um corpo de calceteiros rouaicipaes
tinha em mente formular tambem om outro
concemente Irrigacao das ruis ; sendo este
servico realisado pela Coropaohia de Bonbei-
ros, e paroste fim dirigio-sa a referida Com
panhia, don Je sahio plenamente satisfeito, por
ter ella mostrado a ruelhor vontade em auxi-
liar o Concelho Municipal no bem que preten-
de fazer aos seus municipes.
Animado pelo bom resultado da sua confe-
rencia, dirigio-se em seguida a Companhla de
Beberibe, e ahi passou pelo dissabor de ver
siDao desfeito o seu projecto, comtudo dificul-
tado ; pois o gerente interino desla empreza
de quem esperava s melbores auxilios, disse-
lbe que a compaobia ulvez nao pjdasse farne-
cer a quanlidade suficiente d'agua para a exe-
cucao do servic/', pois a companhia pelo seu
contracto tinha obngacao de fornecer ao publi-
co 10 milhOes de metros cbicos d'agua, e con
aumindo se actualmente 8 milhes s lbe res-
tavam 2 milbo-is e anda raesmo que a compa-
nbia podesse fornecer agua suficiente para a
irrigacao das roas seria necessario um hydran-
te que marcasse a quanlidade d'agua consumi-
da afira de evitar-se desper 1 icios.
D ese tambem o Sr. gerente interino que o
fallecido ex-frefeito Dr. Dmaso, cogitando
tambem deste importante melhoramento, tinha
conferenciado com o gerente Dr. Mamede, que
indo para Europa pouco tempe depois, nao ti-
nha deixado naiia revolvido a este respeito e
estando prxima a sua cnegada esta capital,
podia-se adiar este projecio.______________
I*ei
Pedio a pilarra o concelheiro Dr. Coelho Le-
te que fez diversas eonsideracOes, elogiando o
iirocedimeotj do concelheiro l-'ragoso e pedio
que este se eocarregas-e de formular om pro
jecio concenente a este melhoramento, lem-
orundo que a gua salgada podena servir para
a sua ralisagao.
Em seguida pe io a retirada da parte de sen
projeclo que aotorisa a compra e 8 carros
para a irrigago das ras desla cidade.
*8sim volado foi approvado p r unanimlda-
de e remedido s coramisses de obras moni-
cipaes e hygiene. para darem parecer.
Poram lidos os seguintes pareceres :
Oa commissao de edifleacoe obras munici-
paes, ap.-iando o projecto sobre Peoepagos
tal qual se acha redigido, sendo adoptado em
substnuico aos outros dous que existiam so-
bre o mesmo assurapro Foi approvade.
Da commissao de ed i II cacao e obras munici-
paes, apBiand-) o dfenmento da peiicao de
Joao alves Lfssa, propondo o arrendamento de
todas as casas da Praga da Independencia ar
31 de Dezembro de 1910, augmentando 10 por
Ceuto no prego que actualraent readem, respei-
tandu os contractos existentes e prometiendo
fazer por meio de bases seguras, diversos melho -
ramalos da planta j organisada pelo chefe jo
servigo techoico municipal.
A requerlmento do concelheiro D-. CoWho
Lit, fot adiada a discussao deste parecer, sol
citan io se da Prefeiiura a p'anta re-pectiva.
Eotrou era 2* discussao o projecto autorisan-
do o preparo do terreno denominado Viveiro
do Muni'.,jna 'regueiia de S. Jos, para urna pra*
ga com ura inouuiue.ito a Fre Caneca.
Pedio a palavra o Dr. Coelho Leite, que fe
diversas consi lerages a respeito ; e orando
era seguiia o concelheiro Fragoso, pedio o
adiameolo da d>scussao para a sessao em que
estivespe presente o Mtof do referido projecto,
o concelheir i Santos Selva. Foi approvado.
Enlrou em 2* discossao o projecto autorizan-
do o Prefeilo a mandar fazer o necessario ni-
velamento e limpeza na rua ullimameou abena
entre a estago do Espiubeiro e a usina Bel
iru. Foi approvado sera debite.
Enlrou em 1. discusaao o projecto mudando
o nome da Estrada Nora do Caxaog para Ave-
nida Mauricio de Nassau. Foi approvado sem
dbale.
Enlrou em 1" discussao o projecto orgaoisa-
de pelac>mmisaao de iostruegao Publica, coa-
cedeodo ao professor municipal Gaspar do as-
cimento Regueira Cosa permisso para (re-
quemar as auUs da Faculdade de Direito, dei-
xando em sua escola substituto pago sua cus a
e a contento da superintendencia do eusioo.
Foi approvado s-^m debate.
Forara remeitidas pelo Prefeito a esle Conce-
lho e mandadas rchivar as seguintes ies :
N. 51, autonsanda a demohgo de urna pe-
quena casa na Varzea.
N. 52, man lano fechar nos domingos e nos
das leados, 13 de Maio, 7 de Siembro e 15 de
Noverabro as lojas de barbeiros e cabellei-
reiros.
N 53, mudando os uoines da Praga da Con*
cor.ia, e do Largo da Estagao da Vanea, a
pnraeira para Praga do M seguada para Prag-t do Dr. Pinto Dmaso.
A's 2 1|2 oras da tarde foi levantada a ses-
sao e marcada a sua continuago para o da
s-g-nnte, dando se pira orden do dia, dis-
cusso de varios projectos, e pareceres das
comraissis.
0 despacho este : Reqoeira em termos com
grammatica e civilidade.
ReciTe, 18 de Dezembro de 1895.
Manotl Antonto da Fonteca Olivara.
i nm jaotar, humedecido por aquillo que, no dizer
[dos caipiras, lem anda mais orga do qne o
proprlo Deus; on V. S. Cahio dos quartoi
pa-a nunca mais levantarse...
O Dr. Virgilio apavorou se diaote da Iota
com o exercito nacional, e, julgando o caso
perdido locon fogo na casa e monicu oa cu-
raieira... |
Precise ir ao Qm da jornada. Conbeco que
a tarefa pezada, mas, dep< is do enterro e en-
commendagao solemnes, manda a caridade*
que eu nao esquega a missa do stimo dia.
Afir -a o Dr. Virgilio, que tem na gaveia
o que ha de curar a nossa decadencia, sustan-
dolhe a n-archa.
N5o comnr"bendn, n5o posso comp'ehenler
i que gaveta al.ude o intento jorna.is.a D-. V^KS^^J^SJ\ SS
Iba.
Taquaretinga
MACA!RAS ABAIXO
Provoco ao vil detractor, que. embogado nrr
ifpmonrtb capa do anoojmalo, procoreo derrr-
mar a oilis oe soa -jerversidaie eoore a respei-
Ittel espoa do meu digno io e amigo Cutn-
oreadador tig-rio Tejo, a assignar o pa^o
c rnitimoias q.ie contra elle temare t< votuna-,
em tez pe a P-minc de 6 do correle.
Veno a deB-eherto esse abnt e da r poiatac
airona, qce temos trlas i-ont. 8 a ajnsiar.
C-'-ch e taparee*, ojus t2o se abneoe a sum
M aicnm tecla de ferr, que ter rfBj- st^
e ds Mira, e ver o ene-gico tff-iio qu*'
Bf 'ura o fe
Presidente,
Joaquim Alves da Fonseca.
1.- Secretario,
Francisco ''arl s da Silva Fragoso.
2.- Socreano,
Miguel de Alir-u Macedo .
ii. O
O Concelho Municipal do Recife,
Decreta :
Art. 1 Ficam aposentados com os vencimen-
tos que actualmente percebem os seguintes empre-
gados : Leoncio Quintino de Castro Leao, i." official
da Secretaria da Prefeitura ; Theodomiro Thomaz
Cavalcante Pessa, major commandante da Guarda
Municipal ; Francisco Antonio de Menezes, porteiro
do Cemiterio de Santo Amaro e Francisco Ferreira
Tavares, guarda fiscal em exercicio no i.* districto
da Graca;
Art. 2.' Revogam-se as disposicOes em con-
trario.
Sala das sesses do Concelho Municipal do Re-
cife, 17 de Dezembro de 1895.
oaquim A Ivs da Fonseca*
Presidente.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
i." Secretario
Miguel de Abreu Macedo,
2.* Secretario.
Publique-se. Recife, 19 de Dezembro de 1895.
Bianor de Medeiros.
Sub-Prefeito.
I
INDICACOES HTE1S
Medico
O Dr, Lobo Motcoso ri consultas ets
sua casa ra da Gloria u. 39 das 11
horas da manh 1 da tarde. Acha a
do-se fra do servico publica offeraee-.v-
para acudir a quaiquer chamado coi'.'
prouiptido para fora da cidade, Espe-
ciaiidue, operaces, patios '. molestias
de senhoras e raninos. ,
Dr. S Perexra, ra da lu5 eratn, n
6, d consultas motoo-cirqrgtcM todo?
es Bias das 8 meio dia, cueno^no-
domingos e dias santib'cados.
Oeenllstas
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a quaiquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, occulista, d
consultas de 1 s 4 horas no prime no
andar da rna do Baro da Victoria r.
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tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga doJRosario o. 34.
?iblm:h(P a pedido
Poltica de Peruambuco
resposta A o
DR. VIRGILIO
PERBIRA
DE SA
Mo grado mea, nao pode em minlia ultima
resposta concluir a aualvse ligeira e perfun-J
ctoria da carta, que o homem de maior circu-
laca > iotellectutl do Norte do Brazil escreveu
ao Sr. Guimares e mandou eslampar n'A
Cidade de 12 do correte mez.
Se eu fosse inimigo do Dr. Virgilio estara
plenamente vingado...
Deve o leitor estar lembrado de que pare
para descansar um poucochinho, no ponto em
que o valente redactor d'0 Paiz confessou
com urna ngenuidade pasmosa que, tendo ido
par> looge de sua trra natal, mudara, ape
as, de posicao...
Acbei a expreso mal empregada, e tive de
commental-a, como me parecen mais conve
mente.
De parto, confessa o Dr. Virgilio, que oao
lhe foi posslvel calentar os descalabros, em que
vao os destinos de Peruambuco.
S. S. gosla de ver as cousas de longe e acba
que salutaris8iu.a est sendo para a sua mons-
truosisiima meut liiade esta ausencia to pro-
longada...
Nao aei se concorde com o Dr. Virgilio em
semelbaoie modo de pensar; e chego Crr
que S. S-, esp.rito revolucionario como se
aprega em sua carta, evaporou te desta legen-
daria trra, pelo receio de ser vencido na luta,
que forgosamente, o bavia de arrastar o exer-
cito nacional...
Quem qner que leia a carta de S. S. ba de,
procurando a melbor hyp.tbese, concordar as
concInsOes que urna lgica de ferro me tem
arrastado.
0 corpo de dalicto que est publicado r/A
Cidade de 12 do cerrente, prova, saciedade,
qne o Dr. Virgilio reo cooesso de um crim
horrorosoo de leso patriotismo.
Tenha paciencia, mea caro Dr; ou a na
carta Coi escripta seb a terrirel iQfluaacia do
Pereira de S.
Basta, arcrescenta logo depois S. S-,um
governdor operse, patrotieo, econmico, mo-
ralisarto, e eu approvo a eleicao do senador
Corre* de Araujo.
Ora, se a droga o honrado pernambu'ano,
que acaba de ser eleito Gnvernador deste Es-
tado, na eleicao procedida 7 do correte mez.
parece claro que o Dr. Virgilio o homem
mais feliz rfepte mondo, porque eu sopponho
ser o oniro Individuo que tem o Dr. Correa de
Araujo na gaveta...
Men Santo Chrislo de Ipojuca! Minha Nossa
Senhora do Rom Parto !
Pois ser crivel que um hora-.m j seja urna
droga e possa ser mettido na gaveta ou na
patrona de utro homem ?!...
Decididamente, asistimos aos funerae? da...
valente cerebraco que O Paiz, por um erro
mperdoavel, arrancou d'A Cidade...
N8o achara o Dr. V rgilio uro curador para
os seus es"riplos scientifteos e luteranos, urna
alma cardosa, qne lhe applique urna droga,
mas urna droge, de botica e nao nma droga
homom ?!...
NSo sei se S. S. pernambucano. No caso
afirmativo, Pernambuco deve cobrir-se de luto,
por ter um filho ecvergonbal o *no estran
gero.
Vou recordar ao Dr. Virgilio nm punto de
nossa historia poltica, :inda muito fresco e
bem vivo na memoria de todos.
Perde-me S. S. a drega, que um tanto
amarga ao seu paladar...
Lembra-se porventura que tive'se auspicia,
do muito bem da elelgSo do Dr. Alexandre Jos
Barbea Lima, por ter sciencia que era um ho-
mem DE SABER E DE IXTELLIGEXCIA DE VON-
TADE FORTE E DE ANIMO RESOLUTO 1 !.. .
Eu podara dize- tudo, mas nao sei se o Dr.
Virgilio por fraco e anmico, aguentar a dro-
ga toda...
"Pense S. S. era que o brioso pernambucano,
que para fe!icdade desta trra dirige, ainda
boje, os seus destinos, veiu em c:-ndii;6>8
muito differentes, trouxe pensamento muito di-
verso...
*3?E oDr. Virgilio bem sabe, porque collaboroa
na obra eatao'ca, que at mesmo o rxame as
faculdudes mentaes foi arma de que lancaram
mao os imocenes, que julgaram um Bnrbosa
Lima capaz de s-r dirigido por um Martins J-
nior !...
A poltica de Pernambnco nao muda, meo
Ilustre Dr. Pereira de S das Drogas ; se V.
S. e os seus amigos pensam ou fingen) pensar
de modo contrario, porque vivem sempre
sonhar com aquellas auroras de 17 de Junbo
prximo Ando...
Outro ofScio, senbores autonomistas !
Nao sei se ando bem avisado em fallar ain .a
coro semelbante grupo pol tico...
Parece que elle desappareceu diante da crea-
cao do enormissimo partido republicano de-
mocrtico, noticias que j consta de telegram-
mas do Rio.
0 oascimeoto nao veio bom. Noto que, logo
ab ovo, a chanca est defaitnosa.
Fugiu com e corpo o Sr. Dr. Martins Junir, e
II no O Paiz do grande Dr. Virgilio ama car-
ta do Senador Coelbo Rodrigues |na qnal S.
Exc. declinou, da honra de fazer parte da com-
missao encarregada de redigir o programma do
tal partido, programma que diz o mesmo Mar-
tins Jnior em telegramma na Gazela da lar
de de hontem,; est To incOLOR, que at
PODE SER ACEITO PELO PARTIDO FEDERAL..
Ese partido democrtico nao estar parecen
do urna droga, daquellas que o Dr. Virgilio
tem na gaveta?!...
Esse vapor porque nao vai em linba recta, sem
tocar nos portos intermediarios ?!
Aqui em Pernambuco nao quiz embarcar o
Dr. Martina Jnior ..
Para que es?a mudanca de rtulos em bebida
15o velba e conbeci 1a ? !...
Os elemen'os movedicos, inflammaveis e
chimericos, de que folla o Sr. Dr. Ruy Barbo-
sa e deque d noticia o telegramma do Jornal
do Recife de boje sao um ma! necessario...
Muito concorreu para eles no tempj da mo-
na'Ch'a o Dr. Ruy Barbosa, e, agora continua
provocal-os...
Vou concluir, por boje, meu caro Dr. Vir-
gilio. '
Anda na Cidade um Sr. Manoel Eloy de
Castro Lopes insultar me.
Ha de ser algm cidado incolor, como o
programma do novo partido democrtico, on al-
guma droga, daquellas que V. S traz na ga-
veta.
Pnde mal para o meu lato. Recusa certas
discuBBOes.
O fraco do Sr. Castro Lopes gorgetas.
Deus o favoreca, meu irmo.
Para qoe o publico avae da partida de lal
Sr da carta abtrXa, eu porei em quadro, ao ter*
minar, urna diminuta parcella das amabilidades
que me dirige :
T-qu relinga, t7 de Dexemoro de {895.
Frocisco de Asm Pereira T,o.
Overdodeiro Sedlitz Granulado Pur-
gativo refresca te o preparado por Ch.
Chanteaud, pharmaceutico de 1.a classe
8ntigo socio do Dr. Burggrave e funda-
dor da PLarmacia Dosimetrica.
Acautelar-se contra as imitaerjes, ex -
g-ir o envoltorio am&rello do invento-
Ch. Chanteaud.
E' facto univesalmete conhecdo que
para cortar asfebres peridicas, quc tem,
segu do os casos, oa nomes de intermit
tentes, terc-s, qnarts, ou febres de ac-
cesso, a medicina dispSe de um med ca-
na-nto heroico: a qunina.
Esta substancia tambem tema virtude,
com idntica eficacia, de curar as nevral-
giaa peridicas, ou aquellas cojos acces-
sos dolorosos apparccem em dias deter-
minados e quasi mesnia hora.
Co o porm a administragio d'este
meuicamanto exige por causa de seu sa-
bor e mais outros motivos urna p epara-
o especal, nenhuma, a nosso ver, de
mais ommodo uso, nem em qne a qui-
nina offereca maiores garantas de pure-
za do que as parolas do sulfato, chlorhy
drato, brombydrate ou v&lerianato de
quinina uqe D-. Clertao prepara por meio
de um processo approvado pela Academia
de medicina de Pariz.
As de bromhydrato e de valerianato
co vm mui especialjiente aos tempera-
mentes nervosos.
Durante o periodo das Coavaiescencas
das febres, a preparacao mais efficaz e
mais recommenda a o vinho de Quinio
de A. Labarraque approvado tambem
pela cfidem a de Medicina de Pariz.g
A casa L. Frere, 19, r a Jacob, Pariz,
tem privilegio da fabricado e venda
i or m-.ior.
A varejo se encontra em quasi todas
as pharmacirs de todo os paizes.
Todas as perolas de quin na do Dr.
Clertan levam impressas as palavras :
Clertan-Paris.
Liquidaco de Gm de anoo
SALDOS
RENDAS de diversas qnalidades.
FITAS de velludo, aetm, gorguro e chamalote.
BOLCAS de palha com 6 sabonetes finos por 38000.
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S MBRINHAS de s-ia a IOS e mu;tos outros objectos qfe se liquidara
eos muito redusidoa, para n3o entrare em blanyo.
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Participa aos seus amiged e clientes,
ter mudado sua residencia para o En-
troncamento n. i, defronte da estacao,
aonde pode ser procurado e contina
dar c-nanitas das 11 1 hora da tarde
ra Larga do Rosario n. 20, antigo
consultorio do Dr. Ferr ra.
Ttflephore n. 292. ^
lae Iones
Samuel Jones, Robert Jon"a & John
Elliott 8gradecem s pessoas que se di-
goaram acompanhar o enterro de sua
pranteada esposa, n,adrasta e tia, e ce
novo convidara as mesmaa e mais amigos,
para assistirem a missa do 7.* dia, que
bao de mandar rezar na matriz da Boa-
Vista s 8 horas da manhS do dia 21 do
corrente pelo qne desde j se confessa m
gratos-
Francisco Pedro da Cnnha
Presbyero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Ckriso e Yigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Attesio que tendo usado por vezes o Peiloral
Calharinense de Ranliveira XAROPE DE AN-
U' O COMPOSTO lOM TOL" E GUACO, pre
parajao dos Illms. Srs pharmaceuticos Rauli-
aoHorn & Oliveira, acbei que esse xarope de
beoelico e prompto effeito as affoc(6es dos or-
gaos respiratorios o que afirmo io verbo sa-
cerdote.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive -
sos Estados do Brazil attes.am a efflcacia des e
grande medicamento.
Deposito
NAS
Drogara Braga
n
:
Fonseca e Olivaira : tambem staes
contemplado no testamento da dictadu-
ra?
Estao encbando vos -a a'gibeira dog
noves calcreos do Estado, em recom-
pensa des V08SCS latidos?.....
Papelaria
objectos de escriptorio, papis e car-
tdes de phantd?:a para participacSo
de casameno e nascimento, excel-
lente escolba na
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BAM1BO M. COSTA AC.
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MEDICO
Dr. Amaro VVanderley
Consultorio Ra do Bom Jess,
.24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Aof-
gados n. 45 Consultas de 8 s.9
horas da manh.
Recebe chamados por escripto.
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O bacharel Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador dos Feitoa da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
-m seu escriptorio a Praga 17 n. 79, dar
10 horas da manha s 4 da tardn.
los lly-ino
fClRURGIO DENTISTA)
De volta da sua viagem ao Sul da
Repblica, reabra seu consultorio a ra
do BarSe da Victoria n. 19, 1.- andar,
onde pd ser procurado das 10 hora a
4 da tarde.
RAUUVE1RA
TodOS os mdicos receitao o Peitoral
Latliarmense como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
drogara braga
As creancas tomam com repugnancia o
oleo do ligado de bacalhau, mas acceitam
aom prazer o Xarope de Rabo iodado de
Grimault &c C, medicamento popular,
q ue excita o appstite, combate as erup-
{Ses da pe!e e e engorgitamento das
glndulas do pescoco, que sao signaes
certos da presen$a de humores nocivos
sade.
- MuitBs vezes es mdicos se queixam
da degenerescencia da nossn raca e da
pobreza geral do sangue de que procedem
os incommodos nervosos, dores de esto-
mago to treqnentes em donzellas jo-
vens senhoras casadas ; o uso do Phoa-
phato de ferro de Leras, doutor em scien-
cias, debella bem depressa este estado
doentio, restitu do au sangne sua rique-
za, eeu curso natural, e a vitalidade ao
organismo.
&
*
Papel pintado
para forrar sallas, quartos e corredo-
res ; francezes. mglezes e nacionaes,
a precos sem competencia na
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de msica e realejos, grande sor
timento vem de despachar.
RAMIRO COSTA C.
2-Rua 1 de Margo N.2
Ltoraria Contempornea
i
II
Peitoral de Cambar
Cara de ama tosse rebelde
C'heio da mais viva alegra e gratidao,
venho declarar que em menos de dous
mezes minha esposa restabeleceu-se
com o uso do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, de urna horrivel tosse
secca acompanhada de dores no peito,
tf ndo antes, durante o espafo de dous
annos, empregado sem o menor provei-
to, um grande numero de outros reme-
dios.Joaquim Aives QavaUanti (Fir-
ma reconhecida.)
O agente Companhiade Drogas.
Peitoral de Cambar
Outra cara de copueluche
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, restabele-
ceu-se promptamente com o uso do
Peitoralde Cambar, de Souz Soares.
O agente Companhia de Drogas
CONSTIPACOES *3T Peitoral Calharinense
de rauliveira
drogara rraga
D r. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71,1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 a 10
da manh. Chamados (por escripto) a
qnslquer hora.
MOLESTIAS do ESTOMAGO. < VMo Cassalna
FABRICA C&XAS
Os abaixo assigDac}08
prevmem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr. Dr. juz
do coromercio para fazerem
apprehender onde fjrem
achados cigarros de utra
fabrica com a matea contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na mortalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer ditos
cigarros venda, com todo
o rigor, ae conformidade
cem as penas decretadas
por le.
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 9* C.
i.Dr. Art hu- Caval-
canti
Participa seus clientes e
amigos que mudon seu consul-
torio e residencia para a ra do
BarSo da Victoria n. 46, I. an-
dar onde contina a exercer os
mvtteres da sua profisso.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
i
Peitoral de Cambar
Outra eura de bronchite
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pe-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa en-
ermidade.
O agenteCompanhia de Drogas;
--------------
Na debilidade enngenita oa acc-
dent. i, a Emulsao seott lem dado
excelleaies resultadas.
O Porto, Maio i, 1880.:
Illoro. S's. Srctt & Bowoe :
O p- para io Emulsao de ScoK, tero dado ex*
celleote.s resollados qnan -o emp-egaio para
combaiter e-lalns de debitldade coQk- nis on
accidental. Por ter f>et-pre obtifq grandes be*
qeficios no seu emprego que asjim o aeevero.
D:. A'cioo Ferreira da Cu:.b.
Duaa ooisas sao necesaarias para a cura
da tsica :1.a a cicatnsacao prompta
dos tubrculos do pulmfto; 2.* a nutri-
cio do doente, pois nm dos; symptomos
mai fataes d'esta enfermidade acon-
sumpc&o que se apodera delle e o mica
de urna maneira espantosa.
O Xarope e o Vinho de Dusart obtem
este r-sultado, porque con'ribjem para a
ticatrisaco das ulcerofes do pulmao \
despertam o appetite e estimulara a nu-
tricio, paralysvndo oa vomios, suores no-
r7.-,ei<,oc"municando ao crganimo a
titalidade qne lhe falta.
Peitoral de Cambar
Cara de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois da
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de SoHZa
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sada
perdida.
Peitoral de Cambar
Duas euras de coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nSo colhendo malhoras como
tratamento medico, dei-lhee o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente.alaria Jos 'Rodrigues Boa-
etilos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.

\
HKZ1


Diarlo de Pemambiieo Sexta-fei?a O de Dezembro de I SOS
EDITAES
l
I

Recebedoria do Estado
de Pernambuco
BBITAL
Tnrto sido refermsdo o maopa <1t clafse no-
aero 31 por despacho da Junta Especial do Tne-
ooro de 17 ko correte,o ado.ioutrsdor (as pu-
blico qoe a cobrauca do imposto aeima declara-
do ser* feita de conformidaie com a relagao
R-cebedo-ta do Batido de Pernamboco, 18 de
Deiembro de 1895.
G administrador,
APoqso d'Alboquerqoe Mello Jnoior.
RelaoaoCiaawe n. 3 *
Amaro Emiliano Soa.es, Soto An-
toDio, Caes da Regeutracao, 1* ._
Divisan 90*070
And i Avellno Pereira, S. Jos, 01* -,,,,
ttnta e note, dem 90*070
Antonio Carlos Guimaraes, Santo
Mr Antonio, bario de Lteos, ideo 90*070
Antonio Damaato do Paraiao, dem. ______
Largo do Mercado. dem 90*070
Antonio Telino da R. Braga Ao-
gadop, Roa Direita o. 66, dem 90*0/0
Baptleta & C.. Santo Aolonlo, ,.
S Largo do Mercado, idem 90*070
ndido Angosto de Carvaibo,
dem. Oes oo Apollo, dem 90*0,0
Candido Jos Alves, dem, Larto __.__
|.io Mercado, dem 90*070
elmpe Goocalvfs Torres, Recite, ... _...
Marinho Cesar a. 7, id* m 90070
Flix MeodoDga & C.\ dem, dem
n. 30, dem 90*070
Ferrelra & C. Santo Antonio, Pe*
dro Affuoso n. 33, dem 90*070
Looreoco Jos de A Santos, dem,
Reeenerscao, dem 90*070
Francisco RoJrlgoes Vieira, Boa -.,-_
Vists, aurora, dem 90*070
Gnilbermino de Carvaibo Santos,
S. Jos, Ostenta e nove, dem 90*070
Goimaiae* 4 C, Santo Antonio, .,._
Joo uo Bego d. 6, dem 90*07U
Goimaraes Linca & C, dem, Io de ______
Marco p. 3, idem 90*070
Heonque Luis da 3Ha C\ AftV .,,
gados. Direita o. 40, Mera 90*0/0
Jaciotbo Sjares Raposo, Gracs, E. de ______
BeDeribe d. 3 A, dem 90*07('
Joo Bernardo Haonati & C', S. Jos,
M. Das n. 84. dem 0*070
Joo Fraocirco Ramee, Recife, Caes
do Apollo, dem 90*0/0
JoSo Maooel Caxeiro, iaem, Torres
n. 8, idem 90*07<>
JoSo pinto da Cama-a, S. Joa, 0-______
Intenta e nove n. 289, idem 90*070
Joaquina Antonio Pereira Bastos.
G-sca, Joaqaim Na buce n. 20,
dem 9*7U
Joaqom de Paula C. Abnqoe'ane.
Santo A itcnio, B. da Villa Bella
n. 9. idem 90*070
Pedro Gomes, idem, idem n. 9,
dem 90*070
Jcaqoim Silvestre Teiieira, Affo-
gaaos. Direita o. 51, dem 90* 70
Jos Fr ocisco Falcao, Boa Vist?,
C. da L'. Visfa n. 60, idem 90*070
Jos Riba io Severlaou, Santo Ao. ._.
tocio, ideo 90*0/0
L:nren no lo Reg Barros, Idem,
Caes oa Rsteoeracao, itiem 90*0/0
Manoel Cjelbo da Sil?, S. Jos,
U Gamelleira D. 8, idem 90*070
Maooe! Pereira Rjsendo, Racile, ..,._.
A. Commercial, idero 90*070
Mana Francisca do Rgo, Santi
Antonio, Praga do Capim, dem 90*C70
Manoel Jos da Silva, S. Jos, Ol.
tenta e Nove n. 150, dem 90*070
Ramos Filbo & C, dero, Asuropco ______
n. 2 A, idem 90*0/0
Victor JosCaroeiro, Afogados. Di.
reita n. 86, idem 90*070
Vieira de AOdrade & C S>ntn An.
ionio, Jcao do Reg' ti* 36, idem 90*070
Alfredo d Alboqne'qne Smtos, -nm,.n
L mas Valeutinao n. 8, idem 80*u,0
Jallo Ceesr, dem Marques do Her-
val. dem *0*0T0
Maooel Lene, Boa Vista, Conde da ...
Boa Vista, idem 90*070
iMMERCfi
Bok- Commercial de Pernam-
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 19 de Yiezembro de 18Q5
^ Nao boove cotafiao.
O presidente,
Antonio Marques ce Amorim.
O secretarlo,
Manoel G. da Silva Pinto.
Cambio
Os Bancos abriram com a* laxa de 9 3/16,
sobre Londres a 90 d/v, depois de resinaren.
sicomas transaccOes. baixaram a taxa para-----
9 1/8, fechando o mercado em posicao indecisa
entre esta e a primitiva.
Lettras particulares nseram-se negocios, a...
9 1/4.
Cotaces de genero*
Para o agricultor
Assncar
usinas, por 15 kilos.
Crynalisado, >dem dem a
Branco, por 15 kilos
Someno?, por 15 k los. .
Mascavado, po' 15 kilos .
Bruto, por 15 kilos.
Retames......
5*600 a
5*600 a
5*600 a
4*000 a
3*100 a
2*700 a
3**00 a
6*600
6*0>0
6*800
4*300
3*200
3*100
2*400
Algodo
Vendido a 14*500 os 15 kiioa valendo 1*000 rs.
menos o mediano e 2*000 o de 2- sorle.
11I
Por pipa de 480 litros 190* nom'.Bal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 103* nomimal.
Conros
Seceos salgados na oase de 12 kilos 1*000 ris
^enda e refugo 666 o kilo.
Verdea 600 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
Emportaco
Jamburgo e Lisboa, vapor allemao Curitib 3,
entrado no da 15 e consignado a Borstelmann
eC.
Carga de Hambargo
Amostras 20 volomes a diversoi.
Azul ultramar 4 caixas a A. Pioto da Silva e
C, 1 a O. Bastos e C.
Agua mineral 10 caixas a Companbia de Dro.
gas, 2 a Guimaraes Braga e C, 50 a branles
C.
Alpiste 10 saceos a J. G. da Costa e C.
Atoa ras 50 caixas a ordem.
Balances 7 caixas a C. Halliday e C.
Bilter 3 encadados a branles e C.
Barras de ferro 115 a Miranda e Sansa.
Candieiros 40 volomes a ordem.
Cbapos de sol 1 calxa a J. Ferrelra e C.
Conservas 1 caixa a Rodrigues Lima e C, 1 a
C Barz, 1 a Bernet e C.
Couros 1 caixa a Frederico e C, 2 a ord.m,
i a F. Nanea e C.
Cevadioba 5 garr fCes a Aires de Freitas Ir.
otos.
Colla 1 barrica a Gnllberme Spieler, 1 a A. de
Carvaibo e C.
Cerveja 170 caixas s Amorim Fernandos e C,
Joao Abdoo de Oliver, idem, idem
dem 90*070
Fraocelioo de Almelda Rimo, S.
Attonio, Marques do Hervsl,
dem 90*070
Joao dos Santos Siqueira, ideo,
Pra^a da Roa do Sol, Ideto 99*070
Jos Severino dos Saoto, ideo,
Praca de S-nta Isabel, Idem 9-'*070
P actuoso Feroaodes, Recife, Caes
da Compantiii, idem 90*070
Joaquim da Silva Villar Idem, ideo-,
dem 90*070
Joao Autcn o de Oliveira, B. Vista,
C.roceicao, dem 90*070
Jo.- Luis de B'itto, iJem, Conde
da Boa VUta, M. ro 90*070
Fraocelino de A. Ramos, dem, P.
Velb, ideu 90*070
Francisco R.^Vleir, idein, V. do
Rio Branco, dem 90*070
Adelioo FraociiCO Al'ea, dem,
dem, dem 90*070
Res & C. Santo Antonio, Bario
da Victoria o. 4 A, dem 90*070
Jo- Gimes de Sousa, dem, Joao
do Reg n. 28. tem 90*070
Beremisia Umbelioa de Arroda,
Barao de V1I14 Bella, idem 90*070
Francisco C. Gomes, idem, S. de
uarvalbo o. 7, idem 90*070
Joo Bapus'a do Amaral, idem, Po-
go a. 8, idem 90*070
Fanax n. 56, idem 90*070
Gminerme B.rbosa Lima, idem, P.
Alfonso o. 59, dem 90*070
H io-io Macbatlo, iJem, J^ao do
Reg, idem 90*070
a Flor dos Fumantes, 5. Jus,
idem 90*070
Fonrcca & C. Santo Antonio, tra.
vessa de S. Pedro, id^m 90*070
Antoci Pmheiro >ia SPva, B. Vista,
IaipK-utrii p.28. 2* dtvisao 135*105
Carlos K* anl-lao da Costa, Saoto
Antooio, Barao da Victoria n. 67,
dem 135*105
figoetredo Lima Se C.idem, Barao
de Lacena n. 18, >d-m 135*105
Francisco Antonio de Mendonga,
Aroealo, Direita n. ?t. itiem 135*105
Francisco Jos de Mello Cosa, San-
to Aoionio, Pedro Affoaso o. 28,
idem *I05
I-id'o Alves Pitla, Recite, T. de
de Sooia n. 1, idem 135*103
lo'in de Oliveira A; C, Sanio AO'o-
nlo. Larga do Rosario n. 15,
dem 135*IO.->
J i Tavarps Camelo. Recife, Ma.
dre de Deoa n. 30, i>iem 135*105
Mmiel Domijenes e Sooxa, San-
to A ionio, Dr. Fetosa n. 33, ,.,
idem 1VM0S
Maooel Garrido Jnior, idem, Mar.
cilio Dias n. 6, idem 13o*IOo
Osvaldo Gusmao, Recif Marqoez
as uiiinia n. 48, dem 135*105
Antonio da Silva. dem. Vlscon e
de ltanarica n. 2, idem 135*105
Aifra-i.> Horado Guimaraes, Stoto
Antonio, Duqoe de Cax'as o. 9,
idem 135*105
Men-i E. dos Santos & C, idem,
dita 0. 33, "em 135*105
Olivri'a & C. idem. Larga do Ro.
sarlo o. 15, idem 133*105
Rosas & C, idem, Bro de Lu:ena
u. 6, idem 135*'.05
Carneiro de Albnquerque & C, ,1A
nem, di a n. 20, em 135*10o
M noel J da Silva Pimentfl, iderr,
dita b 21 dem 135*105
Valeriano B F- Meoeze, i4em,
M. Di=s n. 33, idem 13'*I03
Pedro Costa & C, idem, JoSo do
Bego, dem 13a*'Oo
Miguel Gomes, Recife, V. de lia. .,,.
ranea n. 5, dem IJ5*ioo
JoSo Ramos, Saoto Antonio, t.
do Apollo, idem 135*105
Jjs Francisco dos Pasaos Gnima.
raes, Boa Vista, Imperatrlz. dem 135*105
R.ph el C'nel'y, dem, Restaura.
Cao n. 2, dem 13o*t05
Vicente Ciaodioo Ales, Sacto An.
t< oio, Barao da Victoria o. 66,
idem 135*105
'jome? e Albuqoerqne, i^no, tra-
vesea do Livataento n, 28. idem 435*105
30 a B-nveooto e C. 150 a or^em, 30 a Feriti
ra Roirigoe e C, 30 a R. A. CbristiaDi.
Chapeos 8 Caixas a Rapbael Dias e C, 4 a
Mooel da Silva Ca-valho e C. 2 a B. a g>l<
Carvl-io e C, 1 a A. Fernandas eC.,1 R--
nelio Me loe Azevedo, la ordem, 5 a Samar*
eos e C.
Cevaua 6 barricas a J. S. Amaral,8 a JoSi
Rntrigne?.
Cigarros 1 caixa a ordem.
Comlbos 5 caixas a C. Lemos e C, 2 a or
de.
Calcados 1 caixa aM. M. Palva.
D-oeas 5 volomes a Companbia de Droga?, 2
a fiuirra'aes Brag e C.
Ervilnts 12 garrafO's a AIe3 de rreilas Ir.
ruaos.
Frascos vaa Ca B'fges e C.
Ferrageos 5 volomes a ordem, 2 a A. Ridri-
poes de Sema, 6 a Miranda e Sonz;, I a N. F.
C, 29 a G de Matlos IrmSos, 14 a Rabeio e
Souzt, 10 a C Halliday e C, 6 a Silva e Santos,
6 a i. de Carvelbo e C, 1 a J. J. Bari'y 1 a P.
VanoaeC. 4 a V. Castro e C, 1 a A. Piom
da Silva e C. 1 a A. P. de Azevelo, 6 a A. 8.
la Caoba Oliveira, 1 a JoSo Rodrteues.
Genebra 20 caixas a Alves de Freitas Irmaos
G mma arbica ( calxa a ordem.
Harmnicos 2 caixas a Manoel Coliseo e C, 1
a ordem.
L.oca 30 eradea a C. Lima e C 2 a Jo> Ro.
i-igos da Costa. 1 caixa a Flgaeiredo Carneiro
C 3 a Gaiinerme 8, ieler.
L-ue coodensado 1 caixa a Amorim Fernn,
es e C.
Lona 4 fardos a G. de Souza Peixe.
M)veis 7 caixas a Barboea Fonseca e C, 3
A. L. Pedrosa, 10 a Tbeoloro Beotzen Flibo, 1
a J. B. de Carvaino, 6 a orde.r, 1 a Das Fernn,
des eC.,1 a C Medeiro--, 2 a I. N. da Fonse.
ra, 2 A. P. de Azevedo, 1 a Maooel Antu-us
Lobo GoTies, I a A- Cisa'io, 2 a Maooel Soler
i-amargo 2 a 0. Bastos e C-. 11 a M. de Sooza
Franco. 3 a J. R. da Costa, 5 a Alfredo Gancbes
eC.,1 a Borges e C.
Machinas de costura 15 volomes a RibhC e
Souza, 30 a f'areot- Vlanoa e C. 12 a A. Pe.
reir da Azetedo, 9 a ordej, I a A. Silva e
C 1 a A. R. Soares.
Ma^teiga 2 caixas a C. A. V. Ladeo.
Mirrao-e 2 caixas a Oliveira Bastos e C, 1 a
Alf-eilo Gancbes e C.
Uacames 49 volurues a Joaqaim A. da Silva
Santos.
Mercadorias 38 volomes a crdem, S a A. M.
Coimbra, 6 a More ra eC, 3 a Max Drebaler,
8 a Leite Bastos e C, i a A. P. da S Iva e C,
1 a Miranda e Souzi, 5 a A. P. de Azevedo, 3 a
Prealie eC.,1 a M. S. Franco, 1 a A- D. de
Lima e C, 1 a I. N. da Fonseca, 1 a Maooel V.
Nevef, 1 a Castro Medeiros, 2 a R. Amanes e
C 6 a Manoel Collaco e C, 1 a N. I-mSos e C,
1 a M. G. aa Crnz e C, 2 a Coaceiros IrmSos, 1
aH. de S LeH&o, 5 a Companbia Icdustriai de
Chapeos, 3 a I. A. Vargas e a, a David Go-
mes R beiro, 1 a A. Campos e C, 3 a T. Just, 5
a Grenle Vianoa e C, 1 a C. Halliday e C, 7 a
Nones Fonseca eC.,1 a Mattos Lamiaba eC, 5
a Mknel Isabella. 14 aL.A. Sala zar Jono-, 1 a
Jos Ferrelra e C, la c- Almeida, 7 a Braga
e Castro, 8 a M. S. Franco e C, 6 a Oliveira
Has s e C., 1 a A. Silva e C, 2 a E. Pava e C,
7 a G. de M4ios IrmSos, 1 a Moura B >rges e
C, 2 a ilva e Sanios, 4 a A. Gomes e C, a
Azevedo e C, 2 a Manoel da Conba Lobo, la
Ribetro e Almelda, 1 a C. Ribe ro e C, 1 a J. da
S. Aeniar.
Macbioismos i caixa s|:Axev;do & C; 2 a A.
J. da U Araujo.
Oleo 75 caixas a Albino Silva & C.
Oojecios para cbapos de sol 36 volomes a
Leite Bas os k C.
Papel 10 fardos a Nones Fonseca & C, 73
C. Lima & C, 6 a G. Martina & C, 16 e 28 cal-
xas i ordem, 21 e 5 a Merfeiroa Layne & C, 6
fardos a Companbia de Drogas, i ca xa a S. B.
Costa Pereira, 4 a F. P. Bouliireaa, 2 a Manoel
Va erlaoo N-ves. 8. Jje, Assomp.
c&a D( 2, dem 135*105
Maooel Viseira deCa-v alta o. 6. Idem 135*105
Miooel Frncisco des Aojos, idem,
dita n. 8, idem 135*105
J>So Lois Viaon, Ideo, Padre Ma.
ais o. 5. Idem 135*105
Ja>e Arcbaojo dos Sa"to. idem,
L*rgi no Mercado n 5, dem 135*105
Pedro Lima, Recife, Vigario n. 9,
dem 35*105
Miooel Bautista do do Amaral,
iderr, 'iaria Cesar n. 16, idem 135*105
Ar.ftiats Alves Madeira, Samo Aa-
tooio, Re.UuracSo, o. 26, dita.
idem 180*140
Joao Bj.-Dota de F. Cnrdim, B ai
Jess o. 15 idem dem 180*U0
Tneobaldo S.llanda, Varsea, Ca-
xaoea. dem idem 180*140
Jote loaqom de Carvaibo, 8anlo
Ao onio. largo do Rosario o. 25,
loe.flo mera 18 )*140
O mesmo, Boa Vista, praca Maciel
Pinneiro o. 18, dem Idem 180*140
L'Jiz Oefrance, Recife, Commercio
n. 24, Idem dem 180*140
Pesiana & C, l jm Jess n. 39, idem
idem 180*140
aaloll B. Reading, largo do Corpo
Sanio o. II, dem dem 180J140
Manuel de Men-zes, bispo SirJinba
o. 1, id-iu dem 150*140
Aiperico M. de Ma edo, Sanio An-
ooio, 15 ve Novrmbro n. 4, idem
id-m |8J*I40
Man el Leoncio G.liro, dita n 12,
dem iieto 18 *140
Pontes & C. 'ita o. 2i, idem idem 180*140
au a:.n G u:i du-k, <4ita o. 29, dem
d-m 180*140
sooza & Rei?, Rcgeue.-co n. 25,
idem ne i. lrO|5'4)
Almelda Ferrei a, praga da Iode-
i -.ule i. i i n. 22, dem em 180*140
J t Gomes & C, La-aogeiras es.
8 10, dem iem 180*140
Manoel Alv.s travesea Daqae de
Cjxi-s n. J, idem dem 180*140
Laz ne Soasa Das, oecco do Cala-
b uc-> o. 40, idem idem 180*140
J.-ao Luiz dos Sanios. Boa-Vista,
Ioperat ir. dem idem I80*i40
A -ionio Avelinn de Araojo, S. Jos,
Mrquez ao H-rval, id- m wem 18J*I40
G>iioy & V. 8;ouo-I1o, Re-ife, Tor-
res, f diid i Uta 360*1230
Santos c C. Santo Amonio, 1* de
M reo n. 7 A. iem idem 360*!S0
A freno Pinto & C. "Ha o. 3 idem
idetu 360**80
Maooel Baptsta Sve, FarSo da
Victo-ia n. 59. idem idem 360*280
Joo Alhe.-tno. R-cife. Commercio
n. 4. Idrm dem 360*180
Kaooei ColUco Dias, Santo Anton'o,
largi to Rusan j n 32, Idem dem 360*280
iiancel Vasqoes Alves, Recife, Com-
mercio n. 8, idem dem 30*i80
Pe eir -ia S'iv>, Santo Antonir, JoSj
do R-eo n. 2z, dem idea 360* JO
Torres & 1 mao, Recife, Commercio
n 18, ifleo iaem 360*if0
Aoosio Takmaoo, dita n. 12, idem
idem 360*280
Guicoa-es & C, tlia o. 16, idem
dem 360*280
Ant nio da Silva & C, Marques de
Olioda.ine.Ti dem 360*280
Antonio Franceco da Crut, Samo
Amo iit>, lirgo do Ujrano, dem
idem 360*280
Ma.ioel de Souza F anco, Recife,
Marques de inna, 10* ili dem 810*630
Joie Goocalves da Cosa, Recife,
Lao da Allande^n t* dila
ideo 810*630
Ca-fo Lemos. Recll, travessa da
Miare de Oeus 1C* dita idem 8:0 630
Ferreira Rodriues & C Recife,
vave-sa da Madre de Deur, (0*
di a ideo 810*630
Corta Lima A C, Recife, Amorim,
10- una id^m 810*63 i
F.iueiredo Cosa & C. R cife, tra-
vessa da adre oe D-us, 10a dita
idem 810*630
Mamel L.i;e de S & C, Recif.',
Vigario. 10* dita ideu 810*630
Francisco Fe>reir Vital. Santo An-
de t. Pedrj, 10a
de
timo, raveis
dita dem
Moreira & C, Recife, Marqnez
Oliada n. 1, 14' dita dem
Azevedo & C, Santo Amonio. Da-
qae de C.x as u. 81, 14* dila
Idem
Joaqaim Bernardo dos Reis C,
San'" Antonio, Larga ao Rosarlo
n. 30, 14* Cita dem
Manost Pardal Garca, Santo Aotn-
n>n Lirga do Rosario os. 29 a 33
5 dita dem
Bor'i & C, Rec fe, Madre de Deus
14' Ma mam
Moreira & C. Santo Antonio, Viz-
conde de Iabauma n. 19, 14'
dita idem
Antonio Honorato Perelr/, Saoto
Antonio, Pedro Affonso, 14' dita
idem
Rosn<-"-k Broibem, Recife, Bom Je-
ss 14* dita idem
Pereira Faru A C, Recife, Amo-
rim 17* dita idem
Viuva Joio Francisco Leite, Re-
cife. Visarlo, 1<* dita idem
Baok< A C, Snto Aa cnio Da", 19* d'ta dem
Xavier de Sitias & C. Beclfe, Br-
retto de Me eses 10* dita dem
Almeida Macbado & C, Rec fe, Ma-
dre de Dos 21' un Idem
Sulser Eolfmaon & C, Recife, Mr-
quez de Oiinda, 22* dila dem
Dito de impreseSo 24 fardos a J. & de Aloo-
qaerqoe Meilo.
Dito de embralbo 500 lardosa Amorim Fe-
rundes A C.
iFerfomarlas 2 caixas a A. Pereira de izevedo,
2 a G. de Maltes IrmSos, 1 a B. de Sonza IrmSi s,
3 a Nones Fonseca C, 2 a Maioel Collaco &
C 2 a Migues Isabella.
Poosnburos 20 caixOes a Amorim Ferondes
& O., 20 a JoSo F. de Almelda, 70 a Caldas & C,
ICO a rerreira Rodrigues & C, 40 a C. Lemoa &
C, (9 a M .noel Lopes de Si. 108 ordem, 5 a
Smtos na Figaeira & C. tO a Mi miel isabella &
& C, 7 a Benvenuto & C, 25 a Figueiredo Coa-
t & C.
Po'cellana 1 caixa a A. Campos & I-mos.
2 a G. de Mattos I'mSos, 1 a Oliveira Bastos &
Comp.'
Puno 1 caixa a I. di Fonseca, 1 o A. Soares
* C, 2 a Gu Inerme Spieier, 2 i ordem, 1 a C.
Ribeiro C.
PimeD'a 10 saceos a 3. G. da Costa A C, 5
urdem, 10 a C. Lscnos & C.
Pioceis i caixa a A. de Carvalno & C 1 a A.
P. da Silva & C.
Pedras para lilog-apbia 10 caixas a J. E.
Porcell.
Qaeijos 17 caixas a Miguel Cardoso, 19 a Af-
f .liso faborda, 85 a Joaqaim Ferreira de Cam-
ino C 35 a Solzer KaoSmaon & C, 20 a G.
de Araoio A Filhoe.
Sag 5 garrafOes a Alves de Freitas IrmScs.
T-' :iaos 2 volomes ordem, 8 ao Dr. Coetbo
A Soares. 17 a Rodrigues Lima A C, 4 a A.
Amorim & C, 4 a Campob & IrmSos, 13 a Gao-
Calves Cuoba & C 2 a A. de Br.to & C, 1 a A.
Lon-s & C, 1 a SimOes & Andrade, 2 a Barbo-
sa Lima & C, 1 a A. P. de Azevedo & C 2 a
Ayres dos Reis, 1 a Maooel Collaco A C, 1 a A.
Vieira & C, 1 a F. Lauria & C, 1 a A. Lopes &
C, 1 a M. J. Campos, 1 a Mieael Iooella & C,
2 a O. Bastos & C, 4 a Fonseca IrmSus & C, 1
a Gaimir-s Cardlo A C 1 a Machado & Pe
ira, 7 a L. Maia A C, 3 a Maller & C 1 a N.
M la .V C, I a R. de Carv&lho & C, 1 a A. Gomes
& C. 1 a Mallos Caminba A C, 1 a Guerra Per-
nando C, 2 a Manes Fonseca & C, 16 a Ber-
net & C, 1 a Mi noel da Caoba Lobo.
Tintas 50 barricas a GaimarSes Braga & G ,
30 a 5 c4xas a Albino Silva & C, 50 e 48 a
Compauhia de Drogas.
Vidro3 l volme a Joo de Aquino Fonseei, 9
a L Ferreira & O, 1 a M. S. Franco, 2 a G. Mar-
M & C, 1 a C. Halliday & C, 2 a C Auiunes A
, 1 a A. Campos 4 C, i >. Barbosa Lima A C,
2 a
a A
5 a ordem.
Vinho 5 caixas a Rodrigues Lima ft C, 2 a
T. Just. 4 aos consignatarios, 10 a Salzer Kanff
mann & C.
Velas 22 caixas nrdem.
Wnl- ky 1 caixa a Max DrecbsrV
Carga de Lisboa :
Frocas 30/2 caixas a Ferreira Rodrigues A C.
Llvros 1 caixa a L. A. da Silveira, 1 ai Medei-
ros L?yrne & C, 1 a Hago & C.
Paisas 5 caixas a E. M. de Birro?, 3 a A. 4e
Freitas Irmaos. .
A. a A. uauliua w w., -a vm. i/uao uii. w.,
i Oeodato Torres A C. 3 ao Dr. J. B. Llmi.l
i. P. de Azevedo, 2 a GaimarSes, Brega C,
Recife, 19 de Dezembro de 1895
Para o exterior
8(0*630
1 265*980
1:265/980
1:2651980
360*980
1:265*980
1:565*983
1:265*980
1:265*980
1:491*420
1:491*420
1:621*260
1:621*260
1:921*830
1:9961525
independente de indemoisayJo, o barbante
neoeaaario para formular ai ra^Sas de cr
ne e bacalho, toreador e moinho para o
caf.
6-*
Aa racSes e dietaa doa preaoa pobres,
de que se trata, nSo poderSo exceder de
seia oentoa reis (600), diarios, com exep
cao daa foroeoidaa aoa pra qae aerlo pgal de oootormidade com o
disposto no aviso do Ministerio da Guerra
de 2 de Halo do 185.
7/
O oootraotaote uSu podar receber a
importancia do forne:imdOte feito do mea
anterior, aem que tenha pago o respectivo
aello.
3,
Para garanta daa nnltss, e da boa
execugSo do contracto, que aera aasiguado
deatro de 3 dias, a contar daquelle em
qoe or aeseita aua prcpoito, o cootractan-
te rec libera aos coiras do Catado quaa-
ta de um cont de r is (1.0004000, em
dioheiro ou apolice da divida publica fece-
ral ou eatadoal.
O director,
Affjnao V. de Medjiros.
44:000*000
Secretaria da Justina, Ne-
gocios Inferiores e Ins-
t'uccao Publica.
Directora da Mastica
2. Seova.=Eu I de Djaembru de 1895
EDITA L
D-o: dota do Sr. Dr. ascretario d
iust'cs, la o publieo que fies aborta, por
espBQa de 5 das a contar da pubaacSo
desie edite!, concurrencia efm de aerem
apreaentada8 propnsta, devidatneote sel
adas, em cartas fechadas, para o forne-
cimeoto dorante o trimestre de Janeiro e
Ma jo do aooo viodeuro, de ra^Ses e die-
tas aos presos pobres -la Casa de De enc^o,
mndinte as ondiyoes abatxa es'.ipu
ladsa :
1."
O cootractante obng*-S3 a ftser o for-
necimfrto couj gneros a5os. dts t5a qua-
lidade e croa, mencionados dsb tabellas
na. e 2, do aocordo com o reguUmeoto
H (Ji.8* de Deten^Sode 18 de Margo As
1885.
2.
T*nto as rasSas tomo aa die'as serio
entogues oa porta do estabelecment
n imprcgadn oa emp-OHadoi, eoo.HT-ga-
dos p-.lo admio-.Btritd'. r d> at recober, o3i>
sordo permittidu ao contraotaate cu 803
pe ti s representantes ter ingreaso no eBta-
belecimento.
3.
O numero das rscSes e suaa qoal dades
serao eaigidas do contrauUnte, per meio
de um vle asa'gnado pelo administrador,
e ^ daa di-taa p r m-io de um outro vale,
aH8!gnndo pelo oiecic >.
4.
As ra',338 e dictas recusadla pe'o me
dioo, por ana m quatidade serSo de
pronopto sabstitaidas pelo contractante,
sob orna de orna multa de cara mil reis
(!O0SO0(.), quaudo nSo o tga. aendi,
oeste eso, a aubotitnclo feita a sua costa,
pelo administrador do eEta>aieci'narto, e
desciotado o eeu vjlor, alem da multi.
51
O coot S!-UCnr o n .cu e tO ai ai coiii 1 228 Oleas de Bita
atasca vaoo.
=> No .u- po-ioiuei Ui.ibo, par o Porto,
car-eiram :
A. I-! i-s A C, 100 saccas Com 6 895 kilo9
de :[< >.ia '.
so patacho nacional Almina, pira o Por1
lo, curregararn :
a. I-iaa.t A C, 281 kilos de tecom.
Par* o lotenor
para Ufo
00 a A, Soares e C, 80 a Kanihack e Grnnor, colleco & C, a R. & Almelda.
par* New
com 187,704
Estados
de
No vapor ingles cPtoIomji
York, carreearam :
B. Williams & C, 2,607 saceos
kilo3 de aasucar mascavado.
No vapor ingles Sclllan, para
Unidos, carregaram :
Julio A C, 308 saceos com 21,500 kilos
assacar mascavado.
J. i. da Mello, 530 saceos com 41,710 tiles
de aasucar mascavado.
no vapor allemao Assnncion, para Ham*
borgo, ca-regon: <
E. Kaho, 2 400 peles de carneiro.
Pon Liboa, carregoo '
C. A. Borle, 10 barrica com 1,116 kilos de
No vapor nicicnal Santelmo
Grande do sol, car.-egar*m :
E. Cerdoso 6c C, 400 voiorxej com 36,030
k loe de assucar braoeo.
Para Po-io legre, ca-r^giram :
G. Fodbsc & C, 200 rceos com 15,000'dio;
de aesacar branco.
A. Coala A riuza, 278 saceos com 20,350 kilos
de a.-Buci' b'aoco.
-= iV v ,po- allemao Caritiba, pira Santos,
carrega am :
E. Slva. 10C00 cocos frocta.
t>. Carneiro & C. 600 saceos com 35,< 00 kilos
de assucar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
A. F. da. silva. 5 barricas com abacaxla.
E. 9:!va. 10,500 cocos frncta.
No vapor francez V. do Rotarlo, pira
Santos, carreearam :
Belirao & Irmao, 500 sacros com 30,000 klio.-
de assucar ortico.
= No vapor alleoio Troja*, para Saotis.
carreaaram :
S. Guimaraes & C, 2000 sacr-o* com 120.000
kilos ae assucar branco e 700 di'os com 42,000
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Alice*. para Santos,
carregaram :
C. F- Casco, 583 saceos com 34,980 kilos de
aspu-arj" masca vado.
5. Guuna-a-e & C, 250 barril com 2i,750 li-
tros de lcool.
Pera Rio deJoneiro, ca-regaram :
i. da Cesta Soares. 599 pactos com 35,940
kilos de assocar braaco e 4G1 ditos com 24,060
ditos de lito mascs'ado.
F. I-moa & C 1Q00 caixas com 13.000 kilos
de 8:bao.
A. Fernandes & C, 100 saceos coa6000 kilos
de feijao.
No vapor ingles Asbaleiy, para Rio da
Janeiro, carregoo :
D. Gonveia, 1,570 saccis com 81,630 kilos de
algonao.
No vapor nacional Una*, para Btbia, car-
regaram :
6. Samico & C, 3 caixas com 120 kilos de
per(orcan = e.
s.-Para Macei, carregaram:
' E. Samico & C, 1 caixa com 50 kilos de per
fumarias.
Para Araciju', carregaram :
C. Ploto A C, 10 barra com 450 litros de
vinbo de froctas.
fr. Rodrigues A C, 1 calxa com 60 kilos de
doce. _
N; tapor allemao Sorrento, para Rio de
Janeiro, carregaram : ..,.
p. Pinto & C 25 pipas com 12,875 litro? de
b l'cool e 50 dl'as com 25 000 ditos de agurdente
Poatnal A Oliveira, 10 pipas com 4,800 litros
de alcool e 10 olas com 4,800 ditos de aguar-
""sl^eimaraes & C, 60 pipas com 19,820 litros
de aicoi""'
P. piDt/ c- 50 PiP38 C0ED 26>000 'itr<>a de
alcool.
No hiat,? Victoria, para Camocim, carre-
garam :
J. Salgueiral ^ c-> 25 barricas com 1,375 kilos
de asaucar branci.1-
Para Moasor, carregaram :
i. Salgueiral & C, 30 barricas com 1,590 kilos
deasaacar branco e .10 ditas com 650 ditos de
dito refinado.
J. Rodrigaes & C, 40 caixas com 360 litros
de cidra, 1 barrica com 25 ditos de cerveja e 3
ditas com limonada.
EDIT'L
Arrendamento de pro-
prio nacional
2.a convoca^ao
Da ordem do Illu-t-e Sr. Dr. Ins-ector
fioa de covo em ceoourr^ncia para sei
renlitala com quim melhares vaotagent
offerectr o arren-lttniento pelo t tnpo d'
3 nno do prnprio n.-oional n. 7, sito i
ma da Asaembia da f<-egaea a da S
Fre Pedro Gooc>ive8 do Recife servindt
da base a quaotia de *20$0i>0. vsto na
te" sido aoceita nenbuir.a das 3 propoat t
apresenttdua aute'iosmence.
Aa oropoitas davem sr foitis em cartas
aoll-d e fechidas, x-' as 11 boraa du
di* 21 do corrente, mencionando-se na>
meaoiH8 proposiaa as eondico -a c m que
se propoem obter todito arreodamento.
No dia e hora indicados sarSo pelo ro-
tando Dr. Inspector aber.aa as prupost ..
vistea des interessados, segoindo-se c
j-ligamento dealts com a torumlidi-oea d-
lei.
3.a S.cqSo d Alfaudegt do Peroambu
co, ltt d-j Dozeibro de lo)5.
O ebefe,
Maoiel Leite Prreiru Bastos.
idu inisra^ao ios Corr**ios
de Peroambiico
Edital
De ordem do cidadSo administrador e
psra c mprimecto do diep'jsto no | 6* do
art. 496 do Reglamento dos Corroios da
Rs-'ubiic-, rju-* ba son com o Decreto u.
1692 A, da 10 de Abril de 1891, lago
publp.o qae scDAm-ae > hartas na 1.*
ue '; desta adminiatrac^o, com o praa->
do 30 dii8 pura os respectivos enc*rra-
meuiur., acontar desta data, as inaenp-
vSdB para os concurso* de carteiroe, pr-
ticaotea a terceircB cBciaee, a que se tem
ie pr icedcr resta Repartilo no prezimo
mes de Janeiro.
Sao condic^Sea para a admisaSo a
losoripyao para os 2 primeiros concursos:
ter o candidato maia da 21 e me os de
30 annoB de idade, b6a saode, estar racci-
nado e ter bom > ooedimento.
Para o concurso de oarteiro deve o
oa didato si.be- 1 r e escrever correcta-
mente e oooheoer as 4 eprac8es fonda
mecUea da A-itho-eticu ; pira oda pra'.i
C*nte conhaosr aa iiogaaa portuguesa -
Iranceza, a Geogra hia Qeri, eum de-
eoTolvimanio qnanto ao brasil a Anthme
tioi at a theor'a das proporcSes, inclu-
sive, sendo motivo de pr-lerencia o co-
ohecimento de al<;uma oa algumas daa ae-
guiotes materioa : de-ec:ho linear, eaonp-
turaba mercantil, ioglec e allemao.
A apresentafSo do atteatad de appro-
Ta(ao pen* dbtid* na icatraccSo publica,
acaiemie, ou institato approvado pelo
CJoverco dispensa o candidato do ex-me
da metera a que se retira o atteaiado.
O concurso para terceiro offi ial Bit*
vativo doB amanuenses, e, oa f Jta destea,
dos pratiotctes.
1.* S-cc2o da AdmioistracSo dos Cor-
r-ios do Extado de Pcrnumbueo, ojd 12
de Dezimbo de 1895;
O 2.- flotas,
Joaquim Spetcer Lopes Netlo.
O DrTManoel Estellita Caralc^nte-Pes^
soa, juiz de direito de ausentes do mu-
nicipio de S. Bento, Estado de Pernam-
bnC'j, em virtuda da ldi, etc.
Faco sabir que, tendo sido arrecadado
por este juizo o eapolio de E aesto Mr-
tios Moreira, domiciliado neste munici-
i-> e fallecido no R^-cif^, segundo publi-
eafito da impren3>, e sem deixar hxdei-
roa presentes, to chamados os herdeiros
successores a todos que direito tnham em
aua heranca para no prazo de trinta dias,
da data d<-ste, virem habilita'-se.
E para que chage noticia a todos,
mandei passar o pre.-ente, que Bera affi-
xado no lugar do coscume e publicado
pela imprensa.
liad e paseado n-sta villa de S. Ben-
to, a-a 10 tie Dezembro de 1895.
Eu, Jos Bemo de Oliveira, escrivo
de ausentes, o escrevi.
Manoel Estellita C*valcnte PeSoa.
Est, conforme ao original : dou f.
Villa de S. Beato, 10 da Dezembro de
1895.
O escrivo de auseutes, Jo Bento de
Oliveira.
e 10 cairas com 765
p.ra na-
er-
J. de Mice-lo, 15 ba-ns
litros na ioho de cajo'.
= No blata ^orreic Parambano
tal. carreuaram :
8. Araojo & C, 40 caixa3 com 920 tiles de
4abao.
= Na barcaga D Siob., para Natal, carre-
garm:
C. de Brogas, 2 barris com 190 litros de
leool.
Baoks & C. barricas com 300 kilos de
(omn.
M A. a".- A>meida, 5 barricas cem 30D kilos
de asnucar bra-ic.
= Na oarcagi Paragua?3u>, para Parhiba,
carresaram :
C. Pinto it C. 40 caixas caro 320 Uros de ge-
nebra, 40 Oarris com 1,800 aos do v.nbo de
IructuS e 20 caixas com 12) ditos de cidra.
Na barcaga Plur do Passo, para Maman-
gus?e. carregaram :
Hjde nebra, 7 barra e 1 caixa com 302 Jilos de vinbo
de caja',
Na barcaga Goyai, para Macei. carre-
gar/ai :
A. Femanies 4 C, 1 paneiro com 30 kilos de
'apio:*, 2 caixas com 60 li'ros de oleo vegetal e
25 ditas com 200 dilus de cidra.
Ma :eira & C 6 caixas com U0 kilos de mas-
-a de tmale e 10 di as com 80 litros de ge-
nebra.
Hendimientos publieo*
ses -ae Dezembro de 1895
Atfandtga
Renda geral :
Do dia 2 a 17 133i:H'9996
dem de 19 62:2904141
Somma total 1,393:400*137
Renda do Estado :
Do da 2 a 18 315:032*721
dem de 19 18:40227t)
------------- 333:434*991
Total 1,393:400*137
2.* seccao da Alfandega de Peruamoucu, 19
de DezemDro de 1895.
Ocdefe da seccao
L. F. Codeceir8.
O ir-.esoureiro
i/jiz Manoel R. Valenga
RECEBEDORIA ;DO ESTADO
Renda de 2 a 18 176:837*462
liem de 19 13:162f03l
RE-:iFE DttitiNAGB
Renda de 2 a 18
dem de 19
189:999*513
l:9i6*65'0
783*941
2:700*591
Moflmento do porto
Navios entrados no da 19
Fernando da NoronDa 36 doras, vapor nacional
Ua?, de 268 toneladas, equipagem 30, com-
tnao'iante Cirvalao, carga varios gneros ; e
Comnaobia Pernambocana.
Ter-a-Nova26 dias, lugar ioglec Flora, de
288 toneladas, eqoipagem 9, capillo J. Tyard,
carga bacalban; a Blackburn & C.
Bordeaox e essala21 dias, vapor francs Me-
doc, de 2425 toneladas, eqoipagem 50. com*
mandante N. Foarnier, carga farios gneros :
aH. Burle & C.
Rio de Janeiro e escala9 dias, vapor nacional
Itapoao, de 503 toneladas, eqnipagem 28,
commandaote T. J. Cavey, carga varias gene-
ros; a J. I. Goedes Pereira.
Navios sabldoa bo mesmo dia
New-YorkVapor ingles Ptolomy, comman-
dama W. S. E les ; carga varios gneros.
MoasorBarca nornegoeose Lovejert, capltao
6. Micbelsen ; em last o*.
OoservacSo
Fondeoa no Lamarlo o vapor ingles Crele
Prince.
Editl
4lfandeg-a de P
nambuco
Sal S:tui > de ?polices
Da orden, do illustiidsimo Sr. Coronel
0-- Inspector debta Altndega e de con-
fjrm-dsda ootn o bit. 108 oo Regularen-
o de 14 de Foverciro de 1S85, faco pu-
b ico p-ra os de.v-,dia eflfeitoe que o Sr.
Alfredo Visir* de Sousa, tei.dvsa extra-
viado ou perdido tres "oliceB da divida
puK'ica federal da os. 209, 839, 209 840,
272, 99 do valor nom'uhl de um cont
do reis cada una j ro de 5 .y ao anoo ;
eodo aa duas primeiras da emiasSo de
i870 e a ultima oe 1871, tods inscriptas
nesta repsrticao, requer ao Governo da
Ucio a aubstitui^aj daa menciooadas
apolices.
Altandega da Pernambuco, em 12 de
Dezembro de 1895.
O ebefe,
Manoel Leite Pi-raira Bastos.
Ilereado BSoHIeipol ile H. J^sO
O movlmen o deeta marcado oo dia 18 de Di-
zeoioru 101 o segoinia -
En ir arara :
44 bois pesando 9,647 kilos
450 kilos de peise a rs.
10 compart. com mariscos a 100 -s.
7 ditos com camarOes ? 100 rs.
26 columnas a 600 rs.
1 cargaB com galliobas a 500 rs.
11 cassuaes com aallinoas'a 300 '8.
1 cargas com milbo verle a 300 rs
i carga coro amendolm a 300
4 cartas coro ftaiHis a 300 rs.
2 carga com macncbeiras a 300 rs.
1 cargas com cebollnno a 300 rs.
2 cartas coro frimu'-s a 300 te.
11 cargas com verduras a 300 rs.
1 carta com canoa a 300 rs.
0 carcas coro Uranias a 300 rs.
i cartas coro inbaroe a 300
1 cargas com louess a 30i> ra.
5 cargas com dive.-sss a 300 rs
32 cargas com farinha a 200 rs.
8 cargas com nailno secen a 200 rs.
2 cargas cem feio a 200 rs.
60 lugares a 200 rs.
10 Sninos a 200 rs.
12 comp. com bineiros a 1*000
9 comp. com sata* iro a '00 rs.
8 comp. cem Iressuraa a 'Oo -8.
34 comp. com comidas a 70u rs.
76 comp. com faxendan a 600 rs.
49 coran, com verduras a 300 rs.
94 comp. com lariaba a 400 rs.
56 comp. com talhos a 2*000
Raodmentojdo dial a 17
recos do da ;
Carne verde de 200 a 1*000 rs. o
Setoos del* a 1*200idem.
Ca-neiro de 1*200 a l*50u oerm
Kanr.ua de 690 a UOOO rs. cnia.
Silbo de 600 a 1000 rs. a caa.
Feiiao de 1*200 a 2*000 a cuia.
9*000
UOOO
*700
io*600
*50O
330J
*300
*300
1*200
*600
5300
*60J
3600
*300
1*500
*300
*300
150
6*403
1*600
*400
12*000
2*000
12*000
6*300
4*800
23*800
45*600
14*700
37*600
112*000
310*500
o.448*0U0
5.78*500
kilo.
Xavios esperados
De Hamborgo
Barca allemNanna.
Log-r Inglez Rose HU.
Lugar allemao Axel.
Bngae allemao Ouo Grat so Stalberg.
Do Porto
L-ar portUi-nezGayi.
De Liverpool
B-rca inglesaCordefia.
Vapores a entrar
Mez de Dezembro
Itapoao do sol, a 20.
Cieole Prince (Te New-York, a 20.
Uaranbao do norie, a 20.
L->ogbirs ele Ca clH, a 21.
Wansbcb ae ca'diff, a 21.
Caanla fie Sew-York, a 22.
Clye, do sol a 22.
Dub- da Europa,a 26.
Espirito Santo do sal, a 26.
Llsboneo e do norte, a 28.
Sao Fraoeisco do norte, a 28.
Vapores a sabir
Mez de Dezembro
Santos e esc. Ville de Rosarlo a 20 as 4 boras.
Santos e esc. Vedoc a 20 as 4 boraa.
Rio e esc. Maranbio a 20, as 5 boras.
San os e esc. Crele Prince a 20. as 4 horas.
SDntbaroptoo e esc. Clvde a 22, as 12 boras.
Lisboa e Hambargo Associon a 22, as 4 b.
Bnencs-Ayres e esc. Daoobe a 26. as 12 b.
Manos e esc. Espirito Santo a 27, as 5 boras.
' Rio e Santos Jalar. a 28, as 5 horas.
I
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'.-*
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'.-"*

1 IfflBl ]
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****



Diario de Peroambnrco Sexla-feira %Q de Bezembro de i Sa5
5
,
Fornecimento aos Corpas
Estadoaes
De o-dem do Sr. Coronel Presidente do nos.
saldo Econmico, (ac publico que oo dia 20 do
correo.e, ao meu o|a, serio receidas ca Se-
cretarla do 2 DaUlho de lofaotarU estadoal
onde foaccioaara o mesmo Conselbo, proposlaa
em Cartas fecn-das, devidameole senadas, para
o foroecimeoto do< gneros abaixo declarados
o ra cbo ''as pracas dos corpoa de lofanUria e
estallarla dente Estado, doraote o semestre de
Janeiro a Joubo do aooo prximo viodoaro :
Assocar de 3* qualiJade, kilo.
Arros pilado, iueu.
Atelle doce, litro.
Bacaloao. kilo.
Btalas ogletas, ideen.
Caf em (rio, aerc.
Caroe verde, idea:.
Carae secca, iderr.
Farlnba de mandioca litro.
FeijSj muia'.mno dem.
Froctas, racao.
Lelb*. kilo.
Maoteia francesa, dem.
PSes. dem.
Sal, litro.
Taoeinbo, kilc.
Vioagre de Lisboa, litro.
Verduras e lemoeros, rag^o
Garba de porco, kilo.
Doce de goiaba, dem.
Vinbo Figaeira, litro.
Agaardeote de caooa, idem.
O* contraclaves deverao declarar tm eaa
proposlaa qoe suieiUm.se a malta de 6 ./* de
Talor iias uiercadoras acceltas se oo prau que
fr designado pelo Conseibo i,ai a aoreseota.
rem para assigaar o respectiva confacto.
Sai clausulas do cootracto :
i.
Os cootractmtes sSo on-i. alos a f. mecer da.
rame iie e r.om a n e^s'ia O'omptido as di.
versas mercado t-s que Ibes fo'cm ievi ament
solicita as para o r i.
As m-rcidorias se-3 da prirneira qualidade e
deve-n ser entregues ooa respectivos quarteis
dos corpos oade qoer qae elle* eejaro, contacto
qoe se tebem Je ji o do permetro da cidade do
Reclfe.
3.'
O fo'oecimeo'o sera leito pelcsVcoptractao'es
po inie'ioedio do agente do rancho, em vista
de pedidos por es e assignadose rubricados pelo
fiscal co Corpo.
V
Qaa&rto fo- qialquer me-cadorla reputada de
ma quahdaae -"-ra iie;olviua ao enfadante qae
a soba no'r, i nineaiatampote, ,-oi> pena de mol.
la se Jo / l0 ,,''a*tfa mefm meeadona, qae
pelo co'-e ,-e:a comprada pr conta do contra
ctante pelo pe;o qoe 16.* encontrada nu merca.
do. Em ituul malta icco'rerao os contactante*
pela demora da entrega das merca dorias.
5.'
Na hypotiese do final da 1 pane da clausula
antecedente os coocractanles tic.m ob-igados ao
pagaineuto las mercalorus comprada logo
qae seja aoresentada a respectiva canta comre-
lent^meote visada pe'o commandaote do corpo,
sol) pe a de ser de-contada sua imponaocia
com o ogment9 de 10 / r0 primeiro pagamen-
to qae ti ver de Ibes ,-er edectaado.
5.a
As cootas de fo-necim"oto pira o rancho se-
rio peos conlractanl 8 ex -ai.Mas em duplcala
e apresenta las meosihut'i.t s o da 3 ao com-
man lat:' do corpo, qae as mana-a pagar dea-
tro dos del primeiro-i das de cada mez, depois
de den lamente e>ole*ida8 pelo tiscal; Hcando
aos Coi t-aciantes salvo o direito de saspeoder o
fornedxentJ, ama v< i flodo eali praso sem qoe
tenbam euboisado a impor ancia da conta mei anterior e de rescindir o conf acio se o pa-
gamento demorar-ae p >r mais de finta dia.
7.'
O* ron ractanies Omm obrlgados a fornecc
pelos mesmos presos das merendonas cootracu-
das aos ofii -aes dos >orpos, mediante pagameo.
to vista, ou em virtude de vales por elles as-
signa ios e rabn ados pelo fiscal, pagaveis at
o dia 5 do mez *ub*eqa*nie, mediante cona es-
pecial para cada um delles.
8.'
Pelas iofra"c6es das claupo'as deste con (recto
cajas penas nao se acbem especialmente deter-
mi;ads, os contrKct otes ticam soJRims a malta
de 100*000 a 500*000 is. qo3 Ibes sero impos-
tas pelos commaodantes dos corpos.
9.
Ficam obrlgados oj cootractanle a fazer as
mesmas co di^cW o fornec ment de taes me'*
caloras, qoe l' jalgada r.ec-.-sario para o rao-
cbo de qu-lquer omra Torca estadoal que por
venla'a po^-a lar creada, sen lo neste caso feita
a eni.-eg i dou gneros no respectivo qaartel.
10."
Os contractao'.es r5o terSo direilo a in lercni-
s&c&o algoma poi* excesso de prego das merca-
dorias, qu sqoer qae eejam as condigoes do
mercado, o qae tamben nao poderSo allegar
para eximir.se oo camprimeolo do contracto,
qae vigorara pelo tampo de seie metes a contar
ne 1 de Janeiro a 30 de Junbo do asno viodoaro.
Il>
Se 03 contractanie- recasarpm-ge dent'o do
[raso estipulado na clausula 10a a fazer o foroe-
cimenD a qo > rbrlgadoa, pagaran a multa
de 100*000 a 500*000 rs. conforme for arbitrada
pelo conseibo qae >e' em :>ttnc2o o valor do
contracto, fleando este loso faeto rescindido.
12."
Para garanta da malta qae se refere a clac-
sala aotecfdeote os contractaoles recnlberao
previamente ao cofre do corpo qoe for designa-
do a importancia que for estipulada, a qual o
podera ser a'alli levantada depois de terminad*
o praso do coDtra*iO e de liquidadas todas a
contasa elle relativas.
13"
Cs contrastantes renunciarlo todos os casos
fortuitos, ordinarios e extraordinarios, que pe
dem ser previ, tos e tolos os casos solcitos ou
iasolicltos, cogitados ou na ; cogitados e Ocaii
em todos e em cada um a'ell-s sempre obrlga-
dos, sem qae possam delles valer-se, ocm alie-
gal-os em temeo algum para afgom effeito, qaal-
qner qoe elle seja ; bem como quasqoer perdas,
prejoizos ou falta de meios. salvo se forem occa-
sionadas por incendio casual, desiruico por
conveniencia pu Itca. inuodac&o ou rebellao,
casos em qae dever ser feita a competente
prora peranie o conselbo.
Joao Alfredo FigoeirSa,
Teneote secretario
Secretaria da indas- Altaadega de Pemambaco
O cooseibo para fj-necimonto de gneros as
tria
3a directora
Para conheci ment dos interesaados
fago publico que no dia 21 de Desembro
viodoaro, a 1 hora da tarde, reoebem-ae
neata Directora propoataa em carta fe-
chada, de vivamente aolladas, para a ooo-
atrucc&o de 2 pegSee e 1 pilar de ama
ponte aobre o rio Uoa, em Barreiros, or-
Sados em 19.04'j75 r s.
Aa propostas devem se.- escriptaa por
extenso, sem rasura, emenda oo vicio de
qualqoer especie, aendo re)eitadaa aa qae
so reseatirem das Begaiotes faltas :
1. Aa qae excederis ob presos do
orea ment ;
2. Aa qae olo forem organisadas le
aocordo com o presente edital ;
3.* Aa que se baaearem em precoa de
ootra proposta ;
4.* Aa que torera firmadas por pessoaa
qae j tanbam deixade de camprir coa
tractos com esta Repartilo ;
5.* Aa qoe nSc offereoerem aa garan-
ta e qaalidadea exigidas oeste edital.
Hivendo dos ou mais propostas em
igaaldade de condi^Ses, ser preferida a
do coccorreate qae melhorea pravas de
idooeidade offerecer.
Os Srs. coocarrentes deverlo, alm
deesa idoneidade exigida para a nirecglo
e execucio das obras, indicar o logar de
sua residencia.
Nenbum propooente ser admittido
concurrencia aem qae prove com docu-
mento foraeoido pela Tbesooraria desta
ReparticSo ha ver defoaitado celia qnaa-
tia correapoitdeote a 5 .? do valor da
obra a contractar, impurtaocia, qoe per-
der ai nSo assigoar o contracto dentro
do praso marcado no convite que para tal
fina ibe for expedido.
Para boa garanta da execac&o de coa-
tracto, depositar o oootraotaote no The.
souro do Estado orna caoc&o que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora .
star a diaposicSo dos Srs. proponer-
te! neata Directora, o ornamento dessa
obra, bem como se d -r qaaiqner esclarec
ment aue desejarem neste Beotido.
Recife, 8 de Novembro de 1895. \
A. Urbano P. Montenegro.
Director geral interino.
Thesouro do Estado
De ordem do Sr. Dr. Director Geral,
con7ido os Srs. cooceseionarios daa Usinas
iofra-meaciooadas a virej reoolher acs
cofres des^a Repartidlo, at o dia 31 do
correcto mes, os juros correspondentes ao
semestre qoe ao fiada no mesan dia, rela-
tivamente s preeta^Seu receidas, ficaedo
83ieate de que, si nSo effectuarem o re
colhimento dentro do citado praeo, ficarSo
sojaitos aos juros da mora, na forma das
lo s em vigor.
USINAS
Trapiche
C*r"A8B
Bambaral
Coelho
Baodeira
PbeniX
Cateada
Salgado
(Jacboeira Lisa
Mara das Marees
Cabeca de Negro
Frecbe'raa
Caxang
Cabe
Pery-Perj
Cunceiglo
Raz de dentro
Nova ConceicSo
MacuAs-
Nossa Senhora de Lourdes-
Pirangj-Ast
13 de Maio
Secretaria do Theaooro do, Estado de
Peroambuoo em 18 de Dsaembro de
1895.
Servindo de Secretario
EpamioondaB P. Baudeira A. de VaBcon-
cellos.
Thesouro do Estado
de Pernarabuco
Edital
De ordem do Sr. Dr. Director Gera!,
e em virtude de autoriiac&e do Sr. Dr
Secretario da Faeends, convido os pos-
saideres das apoiicea emittidaa em favor
da usina cGuerra, a virem reagatal as,
ficando certua de que ditas apolices nao
TencerSo jaros, a contar desta data.
VSecretftra do Thesouro do Estado de
Pernambaco, em 30 de Novembro de
1895.
O chefe,
Marianno A. de Medeirts.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
Edital d. 34
O administrador fu publica a qaem ioteressar
possa qae, a coatar da data da poblicaco do
prseme edital ser arrecadado a bocea do cofre
oo praso de 8 dias o imposto abaixo declarado,
relativo ao 1.* semestre do eiercicio f.e 1895 a
186.
Recebedoria do Estado de Pernambaco, 19 de
Dezembro de i89o.
O administrador,
Affonso d'Albuqucrqtu Mello Jnior.
Imposto a qne se refere o sdital snpra
Claase n. 31Loja en casa qae vender charoles,
cigarros e fomo em grosio a 9 retalno.
EDITA ..
Fornesimento de carvSo
De ordem do Sr. Dr. Director Enge-
nheiro Chefe fa$o pnbhco qae as 2 horas
da tarde do dia 27 tei lagar n'esta es-
trada concurrencia para o f.rnecimento
de carvSo de Cardiff neoeasano ao servico
da mesmaeatrsda no 1* semestre do anno
de 1886.
Os propoaentes serSo obrigados a apre-
aentar at s 3 horas da tarde do dia 26
anas propoataa em cartas fechadas devida-
meote selladas e acompanhando o conhe-
\ cimento da caucSo provisoria de qninhec-
jtoa mil reia (50' dOOO) que depositario na
I thezonraria aa meama estrada.
O carvSo aera de primeira qualidade
tres veaea penetrado e poato pelo contrac-
tanie dentro doa carros da Estrada de Fer-
ro do Recife ao S. Francisco oorrendo pw
sua conta todas as despezas at aqaelle
ponto.
Os fornecimenfos serSo fetos por pedi-
dos assignados pelo Almoxarife, rubrica-
dos pelo Director Eogenheiro Chefe e den
tro do prato mximo de 10 lias sob pena
di multa a joiao do Director.
O contrae'.''nte fioar aujeito prestado
de urna fiaoca que, para garanta do con-
tracto, ser fixada pelo mesmo Director
Engenheiro Chefe.
Secretaria da Estrada de Ferro Sol de
Pernambaco 18 de Dezembro de 1895.
O Secreta i o,
Jos da Caoba Liberato de Mattos.
Kecebedoria do Esta-
do de Pernambuco
EDITAL N. 35
O sdmiolarador faz publico a qaem Intereasar
ooesa qoe, a contar da 20 do corrate, ser ar-
recartado a bocea do cofre o imposto de decima
urbana das fregieiias da Graca POfio, relativo
ao t semestre do exercico de 1895 a lew.
Recebedoria do Estado ae Pernambaco, em 19
de Dezembro de 1898.
0 administrador,
Affo rso d'A boquerque M;llw Jnior.
pracas, forra geni a cavalbadas, dietas ao hos-
piiai militar, reeebe propostaa oo dia SI do cor'
rente, as 11 horas da miaba, no qoartel do
commao o da gaaroigo desta Estado, onde
faaccioi.ar para contractar o foroecimeoto de
taes gneros e mais artigos coaetaotes da rala-
ci infra. dorante o 1* semestre do anoo vio-
uoaro, visto ter resolvido o mesmo eonsHDo
adiar a sesao de bootem, por oto ter a malor
paite dos oroponente habilitado ee de accordo
com o regalameoto qae oaixoa cem o decreto
o. 7,685. de 6 de ltVco de 1880.
Aletru, kilo.
gardeote ae canoa, litro.
Ararut. kilo.
Arroz pilado, dem.
Ameixas paseadas, dem.
Alvaiade, dem.
Ami ultramar, dem.
Amareil-i francs, dem.
A.sucar rsOnndo de Ia dem.
Assocar de 2*, dem.
Alfafa, idem.
Alcool, litro.
Butatas ioglexas, kilo.
Bolacbiebas inglesas, dem.
Bolacnas, dem.
Baobi de po'cc, dem.
Bolacbf iba de ararnt', idem.
Ha'xas impre sas, cesto.
Brabante pardo, uovelio.
C roa verde sem tsso, kilo.
Carne verde com osso, dem.
Carne do Rio Grande, dem.
Carne de porco, dem. ,
Carne d Carnero, dem.
Caf em grj, i.iem.
Caf moldo. dem.
Coa verde, idem.
Coa preto, dem.
Cognac -ine Cnampagn**, litro.
CarvSo vegetil, oa^nca.
Capim fese de 3 kilos, om.
Cal Dranca, alqoeire-
Cal [-ea, iaem.
-olla da Bibia, kilo.
Cravo, cauto.
Costanera para officio, ama.
Cesta para papel, dem.
Caivete fino, om.
Certificado de bito, ceoto.
Salero por cavalla, om.
Escv8 de cabello, ama.
EncadernacSo de ordena do dia, um volme de
ano.
Ene iiern>t;&o de b trmeetre.
Eoveoppes para rnelos, ceoto.^
Espanador de peona, om.
Eoveoppes formato de papel Almasso, cento.
Feijao mulatlubo, kilo.
Cariaba ee mandioca, Idem.
K.rinba de mandioca, litro.
Fraogo, om.
brunas (2 baoanas ou 2 laranjas), ra(&3.
Kerradara, ama.
Gallioba, dem.
Geiea, silo.
Golabada em lata, idem.
Gjmma lacea, dem,
(oaima arbica, idem.
Grampos de metal sonidos de 0 a 7, cente.
Leite. litro.
Lenba em acba da metro, ams.
Leona em i o de metro, ama.
Lavagem e passagem a Ierro e concert de roa-
pa, pee*.
Lixa -onida, dazia.
Liv-o para pba'macia conforme o modelo, om.
Livro para as enfermaras, Idem.
Livro Vita cctuaario, dem.
L'vro para o aimoxanfado, dem.
L'vro de papel Cironoe de 200 folbas, idem.
Livro de papel Almasso de 100 folhas, idem.
Livro de papel Catre com 100 folbas, dem.
Ltvaocas impressag, cento.
Lapis de Paber o. 2, dazia.
Lapis de c\ om.
L-'pi* de borracba, dem,
Uaoteiga inglexv, kilo.
Manieiga fraocen, dem.
Marmellada, idem.
Macarro, idem.
Maizena, idem.
Malte, idem.
Hilbo moido, idem.
Medicamento po- cavallo, numero.
Mappas geraes de dieta, ceoto.
Mapp;is parciaes de dieta, dem.
Mappaa oo8ologicos. idem.
Mappas de pbarmacia, idem.
Msppa de movimento diarlo, idem.
Matta borrao costaoado, folba.
Ovo, om
Oleo ae liabac, caad9.
breas grandes para sello, ama.
Pao, kilo.
Peixe fresco (dieta), idem.
Pastas, dem.
PeUe, iaem.
Pincel para calar, om.
Pincel para pintar, dem.
Pbospnoros, dona.
Pan p'elo, kilo.
Papel timbrado para officio, roseo [ou branco,
r8na.
Pape! Almasso pautada, idem.
Papel Almasso liso, caderno.
Papel Imperial, caderas.
Papel para capa, dem.
Panel para mappas de 40, 50. 60 e 70 liabas, fo-
lba.
p pni tmbralo para carias-offi.ic, 1 caixa.
t>cnna Perry, caixa.
peonas Maliat, idem.
Penas Faleoo. iaem.
Papeltt-.s impressas, ceoto*
Pasta rara arebivo, ama.
Pag a para caneira, idem.
Quetjos de Minas am.
K.spadeira tina, orna.
Rjgoa 0,m60, dem.
Heua 0.m80, dem.
Rap, kilo.
Rox<. te:ra, idem.
Roso re, dem.
Sial dem-
Sal, lit-o.
Satino, kilo.
,S-''fnte, idem.
Sa.olio,'u .
Tapioca, kilo.
Tiliunm, dem.
Toacmbo de Minas, idem.
Tij los para facas, am.
T n a Biop-Blac, litro.
Tinta Stepbens, frasco.
TEMPEROSE VERDURAS
Batiia, doce, aipim. abobara, couve; repolbo,
cebolnno, salsa, pimenta, tomate (frocto oo
roasss), coentro, kilo.
Vfla Eioile, maco.
Velas de cera, kilo.
Verde francs, idem.
V.ssooras piaseava, dazia.
v'as-oa-a de cabello, com cabo, ama.
/i : gre u ito de Lisboa, litro.
Vinagre branco, idem*
Vinno Figoeira, idem.
Viabo do Porto, idem.
V i bo nraaco de Lisboa, ilem.
Vales diarios, cento.
Zircao, k lo.
OBSERVAgOES
S poler coocorrer ao forjecimento anonn-
-a io qoem babili ar-se previamente, exbiblodo
eese reqnenmenio dirigido at o dia 20 do cor-
rente, ao presidente do conseibo, documentos
qoe provem :
1 Haver satiafeito o Imposto da respectiva
:asa cu escriptorio commercial, correspondente
o ultimo semestre vencido.
2 Pjssnir bens de raz, movis ou semovea.
tes, mercadorlig. dlnbeiro, ou tita I .s de valares
qae importem em somma Dunca inferior ao
qosoturr do forneclmento, salvo se apresen-
lar fiador idneo, que se responsablljse pelo pa-
gamento das maltas em qne possa (acorrer, no
caso ae qae sea bens n&e eejam sofBclentea
para to nal-o effeciivo.
CONDIQOES
1 Todos os gneros serao de superior qua-
li ale e os fornecedores deverSo entrejal-os nes
quarteis cu bospital 2 boras depois de pedidos
em vasilbame sea e depositarlo na Alfandega
om qoantia como caocao qae seri arbitrada
peio coocelbo do fornecimento.
2* Deverao entregar al o dia 5 de cada aez
no Hospial Militar as coatas de foroecimeoto
do mez tindo, sob pena de multa de 5 *|. sobre
o valor do fornecimento domex.
3* As pcpostii deverao eooter a declsracto
expr-'na de sajeit^r-se o propoaeote a malta
de 5 ,. da importiocia qoe montar o numero le
artigos qq forem acceiios se deixarem de com-
parecer para assigoar o respectivo contracto
deotro do praio qoe Ibe for marcado pelos jor-
naes. '
i" Os fornecedores sero obrigados a veoder
gneros pelo preco do cootracto qae aasignarem
aos offlci.es dos respectivos corpos, hospital e
fe rt lesas.
5* Oa falta de fiel enmprimento de qoalqoer
das oongacea cootrabias, os fornecedores fi-
carao ajenos a pagar a multa de 25 (. do va-
lor aos gneros e artlgos regeitados por mqaa-
lidade e ofto recebtdos em tempo obrigaodo-ae
alera disso sabsli'otrem-oo oa psgar incontinen-
te os que forem cmpralos palos corpos e bos-
P'tal, aob pena de molta de 10 *i. do respeciho
vslor.
6 Os coocu-rentes alo obrigados a apresen-
lar as amostras dos gneros qoe forem julgadoe
precisos pelo conseibo
7 As prooostaa serio apreseotadas em da-
plcalas at II horas do referido dia, em qae all
serao abeMas e apreciadas em preaeaca dos pro-
ponentes.
8* Os fornecedores qae reqaererem recie&o da
coutracto e forem attendidos, ficarao eojeitos o
molla de 10 .0 sobre o total do fornecimento do
aono anterior.
9" Fiualmeote nao sero acceitao ae propostas
que nao conieodo as qnautidades e qaalidadec
dos anigos pedidos, se afastarem desse edital
nem tambem aqoellas cojos precos esliverem
sHieitos a "batimento dos descoatos por leso
qae os mesmes prt>ccs devem ser invanavei?.
Alfandega de Pernambaco, 13 de Dezembro
de 1S93.O iospector, Alexandre de Sooza Pe-
reira do Carmo.
Arsenal de Guerra
A commisslo de compras deste Arsenal
rboeber propostas uo dia 23 do oorrente'
at aa 11 horas da manb, para a compra
ios artgoa destinsdoa ao provimentodo
Almoxarifado deste Arsenal, durante o 1
semestre de Janeiro Junbo de 1896, a
saber :
Tintas, drogas, etc. 3
Alvalade de zioco. kilo.
Alvaiade de chombo, idem.
Azol ultramar, iaem.
Ama'ello francs, idem.
Aci io ntrico,.idem.
Acido snlpnuripo. ,idem.
Aclio bydrocblorico, Idem.
Agaa ras, inem.
Brea, idem.
Brocnas para 'pintar de differentes numero?,
ama.
Colla da Babia, k lo.
Crf, idem.
Espirito de vinbo, litro.
Gomma lacea, kilo
Oleo de llobaca, dem.
Ocre amatello, dem.
Procsiato amarello, dem.
Piolis para pintar o'. 4, 5, 6 e 7, am.
Pincela para traeos, idem.
Ploceis sonidos para caiar, idem. a
Pxe, li ro.
Pos pretos, kilo.
Rozo trra. dem.
Seccaoie, fezes ne oaro, k lo.
Seccaote branco, idem. g
Tincal, idem.
Terra scem, dem.
Verde enromo, Idem.
Verde francs, idem.
Vermelbo tremor, dem.
Verniz copal, dem.
Zarcao, idem.
Anigos para loses, etc
Azelte de carrapato, litro.
Azeue de c-o, idem.
Azeite Plagoiol, idem.
Azelte de pelxe, idem.
Fio dealgodo nacional, kilo.
Fio de vela, dem.
Ke'osene, lata.
Sebo graxa do Ro Grande do Sai, kib.
Vela de carnaoa, urna.
Vela steanoa, maco.
Artlgos para fachina, ranche, etc.
Bandejas para copos, ama.
8acla ae ferro agalba, dem.
Baca de ferro estaobado soitida.dem.
B ca de loaca, p de pdra, idem.
Bilna de barro, dem.
Boccaes para candiei'o. completos, om.
Caneca de metal branco, ama.
Caneca de metal com correte, idem.
Concha grande de ferro estaobado, idem.
Ciscador grande de ferro com cabo. om.
Chamices patentes para candieiro, idem.
Coco de ferio estaoba o, idem.
Copos de vidro para agaa, dem.
Copos de vidro Bacarat, idem.
Eacbada com cabo, ama.
Estaador de penca-"1, om.
Espaoador de palba, dem.
Escarradeira de looc*- ro de pedra, ama.
Escarra'elra de porcelana, idem.
Escarradeira de fe-ro agalba, idem.
Fonce encabada, idem.
Jarra de barro com torner?, dem.
Jarra de ferro eem teroeira, idem.
Jarro de ferro agatba, nm.
Jarro delooca p de pedra, idem.
Monogoe de barro, idem.
Machado com abo, dem.
Machadlobo com cabo, idem.
P de-ferro, ama.
Pavio para candieiro, sortido, om.
Sabao amarello, kilo.
Ti|ollo para arelar faca, om.
Vaseoura de plaesava chapada, ama.
Vassoura graope cbata de piassava, idem,
Vassoora de timb chapada, idrm.
Vassouioha de timb para vasilbame, dem.
Vassoorlnha de pia-sava, idem.
Vassoura de timb, idem.
ParafafOP, pr->gos e taxas
C'avos de ferro sortldcs, k.lo.
C avos ae cobre sonidos, idem.
Pa-afusos de lato sonidos, nm.
Parafasos de ferro sortido?, idem.
Pregos bateis, kilo.
Pregos rip-'es. dem
Pregos caibraeB dem.
Pregos fraoceses sortidos, Idem.
Taxas de ferro soit das, idem.
Taxas de cobre, idem.
Tasas de ferro estancadas, idem.
Madeiras
Barrotes de pinbo de diersas qualidade?, nm.
Ba*rote de a i arello, idem.
Barrote de loaro iderr, dem.
Costado de amarillo, idem.
Costado de loaro, Idem
Costado de pao carga, Idem.
Costado do sicopira, idem,
Co-taiinho de amarello, idem.
Costadinbo de loaro, idem.
Ccstadioho ce pao carga, dem.
Cos adiobo de sicupira. idem,
Encharnela de qoahdade, idem.
Caib-os de qaalidade, dem.
Prao h8o de piano, idem.
Praocbes de sicopira, Idem.
Prancbao de amarello, idem.
Prancbao de pao carga, idem.
Q hrta de diversos tamaonos e grossaras, idem.
Ripa de embirioa, ama.
Tanoas ae pinbo da Snecia de diversas dimen-
-es e espessnra, dem.
Tanoa de pioho americano, idem.
Taboa de pinbo de Riga de 1|2 a 1 polegada,
Idem.
Taboa de amareilo de soalho de 0,"3o a 0,40 de
largara e de 5 a 6 metros do comprimento,
dem,
Taooa de amarello de forro de 6,"35 a 0,-i5 me-
tros de largara e de 5 a 6 metros di compri-
mento, Idem.
Tabeas de amare lo de 1 poilegada de grossora
com as dimenses cima, ama.
TaboaB de amarello de 3|4 com as mesmas di'
menees sop-a, dem. '
Taboas de loaro de soalho de 0,"30 a 0 "35 de
lirgua e de 5 a 6 metros de comprimento,
dem.
Taboas de loaro, de forro, com as nesmas di*
menrea cima, idem.
Taboa de Icoro de i poilegada degrosinra com
i a dimecsCes sopra, idem.
Taboa de louro de 3|4 de grossora idem idem,
idem.
Taboa de p5o carga, de soslbo, de0-30 a 0,-35
de rfc-a e de 5 a 0 metros de comprimento
Idem.
Tanoa da po carga, de forro, com as dimen*
? oes cima, dem.
Taboa da pao carga de 1 polegada de grossa.
ra com as dlmensO s ja iodicdas, dem'.
Taooa de pao carga de 3|4 de grossa a idem
dem, idem.
Toros ae sacupia, idem
Mtaes diversos
rame de lato, sonido, kilo.
rame de cobre, dem, dem.
rame de ferro, idem, idem.
rame de ferro estaobado, idem, idem.
co (andido qaadrado, ae diversas espessaris
dem.
Aqo fundido quadrtdo, idem, idem
Ac fundido redoodo, dem, dem.
Ac Da ti lo em barra e var&o, idem, Idem.
Arcos de ferro de diversas dimenses, idem.
rame em vergotobas, idem.
Coambo em leocol, 1 em.
Coamtxi em barra, idem
Cob e em varao, dem.
Cobre em leocol, idem.
Estaobo em vergninnas, idem.
Ferro iogles, reuonno, quadrado, em barra e
em iencoi, de differentes dimenses, idem.
Ferro eueco, redondo, qaadrado e em barra,
idem dem, idem.
Ferro ie caoiooeira, idem.
Fe-ro da varanda, dem.
Folbas da Flandres, dobradrs'e slngela, ama,
Latao em leogol, kilo.
Latao velbo, idem.
Prata de le, granma.
Zicco em folba, kilo.
Fe ramtnias e ootros anigos
Arcos de pa com os respectivos ferros, om.
Alicate de ferro, chato e redondo, ]dem,1
Alicate de ac, cbato e redondo, de 5 a 6 polle-
gadas, idem.
Alaraoa* de ferro, sortldas, idem. |
ai i abas de ferro potido, dem, .idem.
A dranas Je lati, Idem, idem.
Badanas, sortido*, idrm.
Chaves inglesas de diversos lmannos, ama.
Chaves em broto, eotidas, Idem.
Cadeadjs de ferro, sonidos, om.
Cadiobo8 de difiere nes oncee os, dem.
Compasaos sortidos (de ferro) dem.
Compasaos ae ago direnos e de volta, com mo'
las Claveadores, idem.
DoOradicas de ferro, de croz, ortida^, par.
Dooradua^ de lato, dem, idem.
Dooradicas de ferro, qaadradas,ldem, idem.
Desbastadores, po-tidos, um.
Estopa de algodSo, kilo. 9
Estraaos oa desempeaadeiras de ferro, am.
Escala mtrica, um".
Eo bes de fazil, idem.
Fecbaduras de ferro, francez s, polidas e sor-
tldas, idem.
I* echaduras de ferro para armarios e gavet as
idem.
Fecbadoras de lati para armarios e gavetas,
dem.
Fechadnras de ferro, de broca, para portas, de
differentes tamaobos, idem.
Fe r >Ibo ped-eiro. de ferro, dem, Idem,
Ferrolbo pedreiro, de latSo, idem, dem.
Pe romo de ltao para armario, soitidos, dem
Ferrolbo de ferro idem, idem, dem.
Ferrolbo de ferro com canda, idem, idem.
Fe romo pedreiro, polido, idem.
Fo-mes de ac, sortidos, idem.
Goilbermo com ferro, idem.
Ferros para desbastadores, idem.
Ferros com capa para plaioa. sonidos, idem.
Ferros com cap< para garlopas, idem, idem.
Garlopas sortidas, ama.
Goivas, idem, idem.
Fertjs sonidos para pa, jogo.
Grozas, Eortidas, ama.
G-0I28 metas caanas, Idem, dem.
Limas Inglesas triangulares, bastardas, sortidas,
dem.
Limas mglezas t-iaognlare3, morcas, sortidas,
idem.
Limas imperiaes, chatas, bastardos, de difieren *
tes pollegadas. idem.
Limas imperiaes, melas canjas, bastardos, idem
dem, idem.
Limas imperiaes meias ^canoas, margas, idem
idem, idem.
Limas iupenaes chatas, marcas, dem idem,
idem.
Liuiatas logitit-s, bastardos, qnadrados e re-
no-dos de diffdreotes pollegadas, idem.
Llxa esmeril, so tida, folba.
Lixa de areia, idem idem.
Ma-tellos da ago com cabes, sortldos, om.
ParafoBO com porca, idem.
Plainas sortidas, ama.
Palha de juno, so tida, kilo.
Palha de janeo especial, dem.
Pedra de amolar. dem.
Rebolo com 0,,nS0 de dimetro e 0.m0i de espes-
snra, om.
Pedra pomes, ko.
Jaf-as de ac iversas, ama.
Serrote de lixa, ux- h
Serroie de psnta, am.
Serra bra.a', ama.
Serrote para carne, om.
Serra de voita, orna.
Serrote de tracar ai 1 metro, om.
Tarracha de palmatoria de 6 a 12 machos, ama-
Tarraba logleza para tubos, de 1,2 a 1 pollega-
das, ama.
To'no- patentes para banoada, am.
Tornos de ac, de mao, de 5 6 pollegadas, um.
Travadeira de ac, om.
Torqaezi to tida, orna.
Verrumas eortidi's, urna.
Insignias
Baadeiras oacionaes de filelle. com 2, 3, 4, 5, 6,
7 e 8 pticos, ama.
Artlgos diversos
Barro, tina.
Cano da linbo branco sortido, kil.
Cano de nono velbo, kil
Carvao de oedra para forja, kil.
Carvao Co'-k, k 1.
Areia para moliar, barrica.
Cal branca, kil.
Cal preta. kil.
Cimento 1/2 barrica.
Esielra 'de laba, nma.
Vi iros para vidraca, sortidos, nm.
Folie, a 30 pollegadas, um
Fanoia de trigo, kil.
Formicida Capao^ma, lata.
Anigos para fardamento
Cor So de IS de differentes cores, para vivos,
metro.
Clcheles de metal para coa (par), nm.
oiebetes pretos para gola (par), am.
Clcheles pretos para gorro (par), am.
Fuellas de metal para arrsiata?, ama.
Nmeros de metal branco para fardas e gorros,
am.
Os propcaeotes deverao se habilitar na forma
do Regalameoto em vigor.
As propostas de erao ser em duplicada com
relagao a cada especie de artigo, trazendo no
alto o oome do propooente, a Indicaco da casa
cotrmerci I, o numefo e a marca das amostras,
a dei-iaracao expressa de se oojeitarem malta
de 3|. e mais maltas do Regalameoto vigente.
Os propooente8 mencionarao no subscripto de
soas propostas a especie do artigo proposto, nu-
mero e marca das amostras qae apresentarem e
data da aeesao do conselbo.
Todos os ai tigos ser& poetos no Arsenal por
conta propria, de conformiaade com os pe lides
qoe Ibes forem feitos, de primeira qualidade e
com a mxima promptido.
Secretaria do Arsenal de Goerra de Pernamba-
co, em 17 de De-embro de 1895
Jos Francisco Rloeiro Machado,
Secretario.
Edital n. 39
3.* Directora da Secretaria da Jastica, Negocios
Interiore* e fnstraccao Publica, 16 de Dezem-
bro de 1895.
De ordem do Exm. Sr. Dr. Governador do Es-
tado, faco poblico para os devidos fias qua acba-
se abena neatn directora a contar da data da
publicacao d'eete, a inseripcao para os menores
cegos qaeqnizerem no prximo anno de 1896 se
matricular no Instituto Beojamim Constaut do
Rio de Janeiro, de accordo com a circular sob n.
755 de 85 de Novembro do correte anno, do
Exm. Sr. Mioistro da Jostica e Negocios lo te-
no-es.
S serSo admittidos a inscripcao aqnelles me-
nores qoe estiverem as condlgCes previstas no
R-golamento do Instilo to Nacional dos Cegos
approvado por decreto n. 408 de 17 de Mq de
1890.
Sao as eegniotes as prloelfMes condicoes:
CAPItLOfU
Dos alumnos
Art. 28. O oumaro dos alomos coatribolntas
ser il imiiado e dos granitos seri limitado PelOf
recursos do orcameoto vigente.
Art. 29. Aos alomos gratoltos, o Institoto
foroecera sustento, vestuario, calcado e tratamsn-
m medico.
Art. 30. Aqaelles qae aSo forem conhecida-
menie pob.-es, pagarao cma peosio aonoal de
400*000 por trimestres adiaotados e orna joia de
avOMOO.
Art. II. o Iostitoio ministrar a lados os
aiomnes, os livros e Instrumentos necessarios ao
eosios*
Art. 3i. A admisio 00 institoto depender
ae aotorisaco do ministre da Insirucco poblci.
mediante informacSo do director.
Art. s. o pretndeme dever inatar ao re*
qoe-imeoto:
I. CertldSo 00 justificaco de idade.
II. Atiesta do medico do qoal conste qoe soffre
de -egueira total e iocoravel.
III Attestado de vaccioac&e.
IV. Atie8tado medico pelo qoal prove nao sof-
fre: de molestia cootaeiesa oa do molestia ebro-
nica e iocoravel qae o impossibilite para os tra-
c-albos escolares.
Em caso de davida o director poder oavlr o
parecer do medico do Iastitato acerca do estado
de saine do preleodeote admissio.
V. Na caso de ser gratuita a admissio do can-
didato, dever apresenlar tambem attestado de
diis autoridades do logar de soa residencia qae
prove inUgeocia.
Art. 3a. Nao poderao ser admittidos no Ia-
stitato os menores de seis annos e os maiores de
doze.
is demais ccndiges poderSo ser examinadas
lelos pretenden tes todos os das otis das 10 1/2
boras da maob s 3 horas da tarde, na 3.* di-
rectora da Secretaria da Jastica, Negocios Inte-
riores e Instracco Publica.
O director,
Felippe de P gueiri Paria Sobrinho.
ODr. Jos Ca falcan ti de Alba perqu
Uoba, joia de direito 00 Civei do
municipio de Olinda pela le.
Fco saber aos que o presente edital
virem, q..e por parte dos herderos de D.
Arcelina Xavier Caroeiro R drigues Cam-
pello me foi feita a peticSo do theor se-
gninte :
PetiQao
Illm. Sr. Dr. jaii de direito do munici-
pio de Olinda. D.sera o Dr. Jos Mara
Jarneiro de Albuquerque laceria por si,
ana mulher D. Catbarina Candida Jarnei-
ro de La cerda, e na qualidade de carador
do interdicto Dr. Trajano Augasto de Hol-
landa Chacn, e tutor dos menores lhos
deste, Trajauo, Augusto, Jos, Mara e
Fraocisco, o BarSo de Lacena e sua mu-
lher, D. Eliza Mara aroiro Pontua!,
por ai e comu administradora dos seos
flhos menores Mara e Aroelina e D.
Maris do Monte Carneiro Campello, her-
deiros da t ada D. Aroelint. Xavier Car-
neiro Rodrigues Campello, qoe, querendo
continuar na execu^So por divida bypothe-
caria promovida pela naesma D. Ara-ima
contra o Coronel Hemeterio Jos Vellcso
da i I va ira e sua mulher, j 4 fallecidas,
precisam faier citar aos herdeiros dos
meamos, afm de virem offerecer na 1.a do
joizo, depois da citacSo, de artigos de ha-
faiiitac,2o, visto como os documentos ns.
1 e 2 revestidos das formalidades legaes
fasem certoa os bitos da exequente e exe-
cutdos e a qualidade de ber leiros qnr dos
BOpplicaDtes, qur dos aopplicados, que
sao os mencionados no documento sobo.
2, bem como para virem rea var s instan-
eia, mas como bajam muitos desses lti-
mos que se acham ausentes deste Estado
em lagares insertos e nSo s .b dos, ha-
vendo at alguna outroa iguorados, roque-
rem a V. S. que se digne mandar que
justificada a auaenoia e ignorancia de di-
tos herieiros se passe edital com o praso
qae V. S. designar para o fim requerido,
xpedindo-se mandado para seren oit dos
os domiciliados, neste municipio que s3t>
D Eatheania Eather firederodes Costa,
casada com Aatonio da Silva Costa, D.
A'ioa Silveira Brederodes, casada com
Joao Tavares Ferreira, residente no lagar
Agua Fra, e bem assim que sejam no-
meados do as caradores lide, visto haver
menores i teressadoa quer por parte dos
exequeotes, quer por parte dos execo-
tados. Pede deferimento.- E. R. M.
(Acompanbam 2 procuragSes e 5 doca-
comentos).
Estava ama e-tampilha de 300 reis,
assim inutilisads.
Recife, 27 de Novembro de 1895.
U advogado,
Antonio Cosario Ribeiro.
Em cuja peticBo dei o despacha do
theor segjinte :
Despacho
Sim.O eacrivSo designe dia para jas-
tificagSo da auzencia-
Nomeio curador lide os advogados
Saloatiano Jos de Oliveira, por parte dos
menores exeqaentes e Jos Seserra Ca-
valcante por parte dos menores ejecu-
tados.
Olinda, 28 de Novembro de 195.
Jos Uchda.
E tendo os sapplicantes justificado com
a prova testemunhal o dedaeido em sus
peti^ao e sendo-me os autos conclusos
nelles lavrei a sentecca do theor se-
gninte.
SeLtenga
Jalgo procedente a jcstificacSo de fis.
121 a i22 v., passe-se edital com o praso
de 30 dias pira a citacSo dos exccatados
ausentes.
Castas ex-caaaaOlinda, 11 de Ds-
sembro de 1895*
Jos Cavalcanti de A. Ucboa.
Documento n. 2
Certifico qae, revendo os autos de inven-
tario dos finados Coronel Hemeterio Jos
Velloso da Silveira o sua mulher D. Anua
Joaquina da Silveira, delles Constam, ser
o pedido por certidSe do theor seguinte:
Titulo de herdeiros tilhos dos inventa-
riados
1.*Dr. Hemeterio Jos Velloso da
Silveira, casado, com 64 anuos ;
2.D. Amelia Amalia Velloso da
Silveira, solteira com 64 annos.
3.D. Emilia Amalia Vellos? da Sil-
veira, fallecida, casada que foi com o Dr.
FrauMsco Breder des de Andrade.
4'D. Julia Honorina Velloso da Sil-
veira, fallecida, casada qae foi com o ca-
pillo Manoel de Carvalho Paes de An-
drade Goovim.
5.Frederioo Velloso da Silveira, ca-
tado, com a idade de 54 annos.
6.D. Josepha Josephina Velloso da
Silveira, com a idade de 52 annos.
7/D. Mara da Porificacio Siiveirs*
casada cem o cspitSo Viodimal RibeisV
Sores.
I
I
1
:
\
I

I






I
I i
' !-'f\rrri hipi iiiniii




"*" '*'*

o
Diarlo de Pernamboco fita xta-feir SO de Dozembro de 1595

-
Neto, filhos da finada D. Emilia Ama|
lia Velloao da Silreira.
1_D. Maa Brtderodea da Silva
Gota calada oom Eliaa Baptiata da Silva
2fEmilia Amalia da Silveira Bredo-
rodea, aolteira com 34 annos.
3.#D. Estiphania Eather Brederoces
Costa, casada, oom Antonio da Silva Costa.
4.o _Alferes Antonio Franciaco Breero
des de Andrade, casado.
5 D. Aooa Candida da Silva Bre*.
derodea, casada com JoSo Friaa VcIIobo da
Silveira.
6.-D. Maria Camillo ^da Silveira Bre-
derodes,"|aada com JoSo Tavares Fer
reir. ^
Netas filhaa da finada D. Julia Honorio*
Velloso da Silveira.
1.-D. Mana Annunciada de Carva-
lho Carneiro Monteiro casada com Bodol-
pbo Florestal Carneiro Mootei' o.
2," Manoel de Carvalho Paes de An-
rade.'qasado.
3.-D. Zulmira de Andrade Carvalho,
casada que foi com o Dr. Manoel Brau-
Itiro de Arruda Cmara, ambos falleoidoa.
Bisnetos filhos de D. Zolmira e Andra-
de Carvalho e seo marido Dr. Manoel
Bremleiro de Arruda Cmara.
l-_Francisco Octaviano de Arruda
Camera, easado.J
2>__Julio Cesar de Arrodv Cmara, com
a idade de 21 annos.
3- D. Maria Amelia da Silva Santos*
fallecida, sada que foi com Ernesto Leo
poldo da Silva Santos.
Tataranetcs, filhos de D. Maria Amelia
da Silva Santos, fallecida e seo marido
Ernesto Leopoldo d* Silva Santos, Jos
Velloso da Silveira Santos, Cum a idade
de 4 annos. .*_..
Herdeirca da inventariada U' Anna
Joaquina da Silveira, ob meamos descriptos
e maia os seguintes :
Luis Gonaaga Peixoto de Miranda que
foi casado com D. Severiana Constancia
Peixoto, a^bos fallecidos, com nm filho
BeguioteNetoLuis Gouaaga Peixoto
de Miranda, que foi casado com D. Por-
cina Peixoto de Almeido, amboB talleci-
dos, deixando os lllhos seguintes :
Bisnetos JoSj Gonaaga Peiaoto ae
Miranda, com a idade de 30 annos.
2.. D. Anna Josepha Peiaoto de Mi-
randa, casada com Pergentino Vieira da
Conha.
3/ Maria Eulalia Peixoto de Miranda,
casada com Franceliuo Francisco Kodri-
guei, tallecido, deixando ob filhos se-
guirtes :
Tataranetos filhos destes :
!.__Maria com o idade de 10 annos.
2.'__Fausto oom a idsde do 8 annos.
3..__Severira, com a idade de 6 annos.
Nada mais se continba em dito autos
com relacSoao pedido cujo tbeor fica cima
transciipto aos qubea me reporto do que
don f. oq
Sobscrevo'e assig&o. Clinda, 28 de
Outubro de 1895.
O eacrivao.
Ra-harel Francisco Lina Caldas.
(Estsvo sellada com 600 reis).
Em virtude do que manda ao porteiro
-oa auditorios cite e chame a este meo.
juiao com o praso de 30 diaa ob soppli-
cados ausentes, cojoa nomeB v8o cima
mercionBdos, para ua 1* audiencia poste-
rior a expirscio de pn.au verem cfftreccr
na 1* do juiao, depois da citac&o ob ar-
tigoB de habilitsc&o, e logo citadoB para
todos os demais termos da execocSo at
final, Bob pena de revelia, e qoem doa
nesmos souber ou tiver noticia dar scien
cia a este jois-o.
E para conhecimento de todos passon-ae
o preseate e constantes de igual theer que
aerSo publicadoa pela imprensa e anisado
pelo portero dos anditorioa nos lugares
do ebtylo. .
Dado e passado nesta cidade de Olinda
aoa 14 dias do mes de Dosambro de
1895. '
E en JoSo Theodomiro da Costa Mon-
teiro, eacrivSo o eubacrevi.
Joi Cavalcanti de Albuquerqne Uchoa.
Para aer admittido a oonourrenoia oada
proponente fari na tbeaoaraiia da estrada
um deposito da qaantia de duaentos mil
ria (203i5OOO), pardeado o direito ae le-
van tal a aquella que preferido para o for
uecimento de qoalquer artigo, lecnsar-ae
a aaiignar o contracto dentra do praso de
oito dias, contados da data em que houver
raceb'do o aviso que para tal fim lhe for
expedido
Na agencia desta estrada em Cinco Pon-
tas e na admioibtragao central em Una en-
cootrarSo oa propocectes os m dalos dos
impressos, livroe, etc., ese presUrSo as
ioformacSe necessarias.
Para garanta da boa es- cuello do res-
pectivo contracto depositaran os r-ontraC
tantea nos cofres da estrada orna quantu
fizada pelo director engenheiro ohefe de
aooordu cea a importancia do forneci-
mento contrariado.
Secretaria da Estrada de *~erro Sul de
Pernambuco, Palmares, 18 de Deaembro
de i895.
O Secretario,
Jos da Cunha Liberato de Mattos.
fhesouro do Estado
Edital
De ordem do Sr. Dr. Diractor Geial e
em virtude de autorisacSo de S. Ezc. o
Sr. Dr. Secretario dos Negocios da Fa-
se nda, fsco publico, para execocSo do
Decreto do Ezm. Sr, Dr. Governader do
Estado de 19 do corrente, qna nesta data
sSo emitidas apolicea dcB valores de cem,
dnsentos c quinhentoB reis, assignadas,
por empregados desta Repartilo, cu jes
nomes eatSo iusoriptos 3s listas que sSo
remettidas nesta mesma d&ta a Recebe-
doria do Estado e demais estacBes, fi
caes ; emigsao que ae tai por forja da
lei n. 112 de 21 de Jnuho ultimo.
Secretaria do Theaouro do Estado, 19
do Dezsmbro de 1895,
Servindo de Seeoetorio,
Epaminondas P. Bandeira A. de Vascon-
cellofjj
Goinpanhia Pernambu-
cana Powder Factory
Assembla Geral Ordinar a
De ordem da Directora, convido aos
Srs. accionistas desta Companbia, a reu-
nirem-Be no salfio da AsBociac&o Ccm-
meroial Agrcola, no dia 23 do oorrento,
ao meio dia, para, em assembla geral or-
dinaria, tomaren) conhecimento do rea
torio e contas referentes ao anno findo e
elegerem Directores e Fisoaes para o pe
riodo corrente.
Oa possuidores de acefs integn>Iisadas
que quinerem tomar parte na assembla,
deverlo, at 8 dias antes a renniSo, de-
positabas do escriptorio da Companhia,
como preceitna o art 26 dos Estatutos.
ASSEMBL\ GERAL EXTRAOBDI
NABIA
Convido igualmente acs Srs. accionis-
tas, para, depois de finda a segsSo ordina-
ria, te oonstituirem em asaembla geral
extraordinaria afim de resolveiem sobre
orna propoBta de reforma de algunas d-s
diaposigQes de nossos Estatutos,
Recite, 7 de Deaembro de 18<5.
A. J: Barbosa Vianna.
Secretario.
Companhia de Servicos Ma-
rtimos de Pernambuco
TABELLA
para cobrancas dos reboques pelos vaperes
Amadeu e Moleque
r estajeitano escrip
torio desta empreza
na do Imperador n.
5 5,onde tambera ser e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel 4ntonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibo
Gipua FemaiBua fie Ha-
FBPuO
PORTOS DO SOL
Maceio, Penedo, Aracaj
e Baha
O paquete Una
Commandante Carvalho
Seeoe do dia tO do cor-
rente, as 4 horas oa larde.
Recebe carga, encommeedas, nassaceus e di
uhei.-o frete, at s 11 Doras da c acb do ola
da parda.
Cbarca-se a attengao dos Srs. carregadorea
para clausula 10* dos coabeclmentos que a
seguate :
No csso de baver alguma reclamacao con
fa a Compaobia, por vana oa perda, Jeve ser
feita por escripto ro agente respectivo do port.
da descarga, dentro de tres das depoi8 de tina
llellla.
Leilo
Em continua^ao
Sexta-feira, 20 do corrente
CONSTANDO DE :
HadapolOes, slgoofies, chitas noas e entras
faiendas.
Cooros, ctspos, miodesas, fiebte, colchas e
out'oi ariiKOB.
Hacsco8 e cacho/res. quadrose eapelhos.ava-
riados d'agua doce.

' >J'0
lovo
Estrada de Ferro Cen
tral de Pernambuco
KDITAL
l'oruccimento de SO mil tor-
mentes
Tendo sido annullada a concurrencia
publica effectuada nesta data, na parte
relativa ao forne?imento de vinte mil aor-
mentes entre Recite e Rnssinha, fago pu-
blico qoe a Directora desta Estrada de
Ferro reaolveo chamar nova concurrencia
pata esae fbrneoimento, recebendo-se para
tal fim nesta Secretaria at s 2 horas da
tarde do dia 21 do corrente, propostas
escriptas com cloreea, aem rasuras, emen
das on cousa que duvida lac>, devida-
mente selladas e aasignadas e de accordo
com as condicSes estipulad a coa editaes
desta Secretaria de 11 du erreute, publi-
cados nos jornaea desta capital.
Secretaria, 18 de Deaembro de 1895.
A. Goncalves Ferreira Jnior,
Secretario.
Al 100 toneladas 50*000
De IUI 50 dius - 60*000
De 151 a 300 ditas 70#i 00
De 201 a 150 ias 80*000
De 351 i 300 ditas 901000
De 301 3S0 ditas 100*000
De 351 a 400 diias 110*000
De 401 a 450 ditas 130*000
De 451 600 ditas 130*000
De 501 a 550 ditas H5J000
De 551 6C0 ditas 160,-iOOil
De 601 650 ditas 175*000
De 651 a 700 iii s 190*000
De 701 a 750 ditas 205*000
De 751 800 ditas 320*000
De 801 8)0 ditas 250*OCO
De 851 900 ditas 280*000
De 901 a 950 ditas 320*000
De 951 1-000 ditas 350*000
Recite. 23 de Novembro de 1895.
F. de A8su Cardoxo,
SecreUrij.
CaaaaJ
rao ser passados em
tal ao carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
ujLi&mtt
Nao
bia Oc
Ao
recedendo esta (ormalldade Compa-
iaeota de toda a respaosabilidade. >
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Roy al Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, O".
.indoa accumulados 8,274'9^3,19'.0d.
AGENTE
____POLHMANN & C____
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Comnauha Phenix l'eruambu-
cana
RA tO COMMERCIO
SGURO CONTRA FOGO
1
Edital
Imposto predial para
limpeza
O Dr. Sab-Prefeito do municipio do
Recife, em exercio, manda fazer publico
qne fioam maroados aoa proprietarios de
casas situi das as fregueaias de S. Jos
e da B6a-Viata 10 diaa otis que termina-
ro no fim aocorren'e me, para o p**-
mecto aem multa do 2.' semestre do im-
posto ypredi-l para limpeaa publica, de-
fio wr apresentsda a quitajSo do !
semes're.
Outro si a. que tquees qne anda nSa
pagaram o supradito imposto em relagSo
8 cosas das freguezias do Recife e Santoo
Antonio,aaaer-mbem o pedeifio f no aaim
prazo.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 17 de Deambro de 1895.
O secretarlo,
Joaqun Jos Ferreira da Rocha.
Estrada de Ferro Sul
nambaco
de Per-
ED1TAL
f ornesimeato de impressos, livroe, ferro,
ferragens, leos, tintas, etc., et ?., ce 1 *
semestre de 1896.
Da ordem do Sr. D.-. D.rectr r enge-
nheiro chefe, se faz publico que s 2 ho
ras da tarde do dia 27 do corrente ter
logar a Ia concurrencia publica do a-1 o
de 1896 para o fernecimeuto, por contracto,
no semestre de Janeiro a Jnnho, dos ar-
tigo* constantes da relacSo qne ser facul-
tada aoB ioteressados na agencia desta es-
trada em Cinco Pontas e na administracSo
central em Una.
Ob propontntes deverSo apresentar-se
na secretaria desta estrada, at s 3 hora*.
da tarde do dia 26, traiendo anas pro os-
tia em cartas fechadas, devidamente sel-
ladas, com os presos por extenso e seu
mondas, rasuras on ontro qoalqoer iod-.
co que demonstre dov'da., acompanhando
ao tanto quonto poasivd das respectiva
amostres, principalmente doa aitigos cuj*
qualidade nlo esteja expressa na relaja*
jioima referida.
DECLhCOES
Junta Comroercial
Pela Secretaria da JoDta Commercial do Reci-
fe ae fas publico, que durante o periodo de I a
15 do corete mez lu-am anbivados os segoin
es docomeotos:
Contractos :
De ?abioo Olegario Ludge-o Pinho, J*So Mo-
raes e oous commaoditirios, sob a rma S. Pioho
Se. C. para a fabricado de vinbos, licores, aguar
(lentes, vinagres e ootres quaesquer productos
d- fl ra braziletra, nos predios roa Imperial
d 330 a 330 D, desta cidade con o capital
de 21 500JQC0, sendo o fondo commanuiiario
de 15:0004 e a eociedade em commaodita.
De Jodu Qoin'inu da Mentsas Galbardo e Joao
de Barros Accioli Galbsrdo, sendo ete commao-
ditario, soD a Arma J. Galbardo & C., para o
commercio de coosignatOes e ieDreseoia(6es,
nesta cidade, com o capital de 40:0004, sendo o
fuodo commanditario de 5:0004 e a sociedade
em commandita.
De Tceodoro Nicolao Saltter e Max Otto Paol
La boda, sob s firma Saltter & Labuda, para o
commerclo do commiss6es no estabelecimento i
ra Uarqoez de Olinda o. 51, desta cidaae, com
o capital de 5:0004, sendo a sociedade em oome
colleciivo.
De Carlos Lourenco Gomes e Manoel de Miran-
da Lima, sob a firma Miranda Lima & C. para
o commerclo de assocar em grosse, no armazem
a roa Vlscoode de I'aparlca n. 24, desta cidade,
com o capital de 50.0004, eendo a scciedade de
capital e industria.
Allerag&o do contracto celebrado entre Moller
& C, desta praca, e um aaditamemo ao contrac-
to social de f raoco & C.
Distractos sociaes :
For, m distra:tadas as sociedades que nesta
praca kiravsm sob as firmas: Piobeiro & Salles,
Iglesias & Pigoeiredo e Sooza SoDes & Braga.
Registro de Armas :
No mesmo periodo foram registradas as se-
guintes hrtoa8 : Franco & C, J. Galba'do & C,
Joao Tneopbilo da Costa, Francisco Tavares &
C, Miranda L'ma & C, Muller & C., M- Buar-
que de Macelo & C. e Loyu & Filbo.
Secretaria da Junta Commenial do Recife, i7
de Dezembro de 1895.
O secretario,
Joaqu m Tbeotonio Soares ae Aveilar.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS a TERRESTSES
BA DO AIOVBIO N. 1, 1. A.NDAB
Directores;
Bario de Souza Leao
Thomaa Comber.
Julio Otaar Taes Barrito
m mu mim
O paquete
Clyde
Commandante F. Messervy
E' esperado dos
porios do sul no
dia tz docerren-
te, 8egoincio de-
pois da demora
indispesavel para
Lisboa, Vigo, Cherbourg e
Southampton
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICKS
Companbia Pernambucana de
Navegado
PORTOS DO NORTE
Parabyba, Natal, Maco, Moasoro', Ars-
caty, Cear e Camocim
O paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio Rio
Segu ao dia ** de De-
zembro, ; 4 botas da tarde.
Recebe carga, encomuiendas, paesagen* e di
nbeiro a (rete, at ; 11 horas da manb do
dia 26.
mu
Chama-se a attencao dos Srs* carregadores
para a clausula 10.* dos conbecimentos que a
segointe :
No caso de baver algurna reclamtcao con-
tra a Compannia, por avaria r-u perda, rfeve ser
feita por escripto ao gente respectivo no porto
da descarga, dentro de t es dias depois de fina-
isada.
Nao preceden.o esia (ormalldade, a Compa-
nbia fica isenta de toda a responsabilidade.
ESCJRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Grande e ultimo
LEILO
Dos imiroveis da colonia
Stiasb'ina, divididos em 4
lotes da maneira se^uinte.
A SABER:
1 lote
O sobrado grande junio a u- ni Progresso la-
doetnal, 4 rasas terreas ao lado da meama neioa
com o terreoo ou > hSa em qoe *b'3o eaiBcsdas
as mesma9 casas, em opmo estado de cun-er-
vagao, bem como o acuae de Su.i.--una perten-
cenle ao Bsiaao e o quintal do mesmo sobrado.
2 lote
O sobrado do engeobo Soccorro, a hospedarla
de Soccorrc, (obra nov o por acabar, coberta
com cerca de 1.200 lelbas de ztnco} bem como o
lote oe trras o. 13 que mvi< lote 11 a leste com os lotes 15 e 17, ao sul com
o lote 14, a oesie com o rio i -n 'o : a estrada
de rodagem pasra em (rento Z0 metros de dis-
tancia, a estrada de (erro 300 me'ros em (rente,
o rio Suassona rafsi nos fundos.
3o loie
O sobrado do eogenbo Santo Anlr.
4* lo e
As casas de viveoda e de engeobo, 2 casinbas
pequeas, moendas, roda d'agoa, tachas, alambi-
qoe, cubas, (orm^s, arado oe e-ro e mais per-
teDCes de engeoho ; be como a evada e toma-
da do mesmo eDgenbo Gorany. Neste Inte Dea
comprenendido o terreno ou cto em qoe esto
edi0cad8 as casas de viveoda e do eogenbo.
Sabbado, 28 do corrente
As 11 horas
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 45
(Em (rente ao crrelo
O ageDte de leilOes F. I. Pinto, legalmente au-
toriBado, levar novamente e pela ultima vez a
leilao, os predios scima mtn"iooados, em quatro
lotes, servindo de base s ofertas ob>idas no !
leilao do dia 12 do corrente.
Em lempo : a venda dos referido corcovis
tirar definitivamente effectuada com qoem me*
|bor vaotagem cffdrecer naqcellx eccasio.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Liondres e Aberdcen
Posi^io financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita aunual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwel "William & O
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.006-
155.000
Rep a rtcito geral dos telegra-
Pho*
Terminando a 31 do corrente o prazo
dos registros de enderecos abreviad us ou
convencicnaes, previne-se aos interessa-
doa para que venham reformal-oa at o
fim do mez, para qua nSo soffram demo-
ra na entrega dos telegrammas ( Art.
197 do Reg.;
Recife, 18 de Dezembro de 1895.
O chefe.
P Soares,
Companhia FaLrca de Vi-
dros de Pernambuco
Sao convidados os 8 s. accionistas a entraren)
com 10 0/n sob-e o valor njmiaal de suas scgCes
at o dia 14 de Janeiro i roximo, no escripieno
da ompanbta roa da Aurora n. 173, das 9
horas da manb so meio da.
Recife, 14 de Dpzembre de 1895.
O director secretario
Antonio Minervhn de M. Soares Piibo.
DerbyClub de Per-
nambuco
A directora desta sociedade em seatas de
boje reaolveo multar em 50JU0O os seguintes
ickejs :
Pedro de Figueiredo, Lniz de Franca, Roten-
do, Jor Marceilioo e Manoel Martina por parti-
das falsas no 1- pareo ca corrida de 15 do cor-
rente. .
Em 200*000 o jokej Jeronymo por infraccao
do Art. 53 do Coa. oe corrilas. no 2- pareo.
Em 1004000 o jckey. Rosendo, e Luiz de
Franca em 401' por se lerem chicoteado na raa
qoando mootaram os animaes Realengo e Me-
teoro, no 6 parto da mesma corrida.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 19
de Dezembro de 1895.
O secretario
B. Campos
Devocao
De W, S. da conectf o a cargo dos
artista*, ereeta do comento de N.
a. do Carino do Kaeire
A mesa regeaor. oestr :evog4o (az scien te a
todos os seos cari89imu& irmaos e ir:i Sa qoe
ten o dado principio s suas catacumbas no ce-
miterlo publico desia cidade, copviaa os mes-
mos, am de vlrem salislazer o qoe marca o
compromlsso desta devegao, devendo prtenrar
os teus recibos em mSo do thesooreiro.
Consistorio oa oevo;aa oe N. S da Con^eigao
a caigo dos artiUs, 4 ae Dezemoro Ue 1895.
O eecnvo
Elpidio de Oliveira
E' esperado da Enrona
no dia 16 do corrvnte,
seenindo depois da de&iora
^^iBdispensavet para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N R Prevlae-se aoa Srs. receoedores de
mercadriaB aue a Companhia ala Real iD*le-
TSSSHBSBm Sisan. Wfflto
rjompanj-em servicodemmm^mmmmm
partindo de Bordeaos. Cognac, Coareqle,, cnegar a Sonthampton a lempo de haldearem as
cargas destinadas a America do Sul para os va-
pore? tiesta companbia. _____
Esta compannia acceita por precos rasoave I
para Valpa-aiso at Abril, pasasagelroa n> este
aesiiiio por va de Buenos-Ayres e entrada do
Tamben) acceita passagelros para New-York
a Southampton, por especial arraojo feto coai
a Companbia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-se na Ecropa casi c deaejarem.
RednocSo nos preges daa paasagens
Ida Ida e volta
4 Lliboa 1* classe 20 30
A' Soulbampton 1 classe i v, s oa
Csmarotea servados para os passagairos ce
Pernambaco.
Nota importante
A Roial Mal Steam Packet Cempany resolveu
para commodidade dos Sre. pastageiros com des-
lino a Pane, que os seus f^tglUUR
da como na ida facam escala por uHERBOUKU, a
pooca8 horas de Paris.
Se o numero de passageiros para esta cldad
der psra cobrir as deBpezas, a Steam Packe
Company lera em Cberbcurg um trena especial
para a condcelo des meamos Srs-
Para carga, paasagens, eocommendas e di-
nheiro a (rete, trata-se com os
AGENTES
A-Snorim Irrao & C
K. 3Ko da rom jmN. 3
AG.-. e ciESP '. L.-. CAP.-.
Vigilancia e Sesjredo
SesB.-. luagu.-. Bexta (eiraJ o cora 0
s 7 horas da larde.
O secr.-. adj.-.
E.-. a'.-- '7.-.
le
Pernambuco Powder Fac-
tory
Acbim-se a disposijao dos Srs. accionistas no
escriptor o desta companhia, o halingo e mais
doenmentosde qoe trata a lei das socleoades
anonjmaB, reeretes ae sano ftodo eco 31 de
Agosto prximo paseado-
Recife. 18 de Novembro de 1895
A. J. Barbosa Vianna.
Indemnisadora
De conforrxidade com o art. 15 dos Estatuios
d^sta Companhia a deccSo veno? 20 accOes de
as. 466 a 475, 671 a 675 e 971 a 975 vagas pelo
faliecimento do respectivo accionisia.
Os pretndenos deverao enviar suas propos.
tas fechadas por intermedia dos corretores ge.
raes eo escripioria oesta Companhia, ate o meio
dia de 24 <1a corante.
Reoitf, 16 de Dezembro de 1895.
O director,
Joiqotm Al vea da Fonseca.
Prnce Une of Steamers
James Knott, Newcastle-
cn-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Eslados-llnls e o firazl e Rio
da Prata
E' esperado de New-York at
o dia 4 de Janeiro, e sabir
'depois da demora necessaria
"para
Bahia, Rio e Santos
O VAPOR INGLEZ
Turkish iPrince
Para carea e passaeeos irsta-se com os.
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Rup do t'ommeroio n. 15
Llojd Brazileiro
OVAPOR
Maranho
Commandante G. de Castro
E' esperao dos
porto? do norte do
dia SI docorren-
tie, e seguir para
'os portos co sul
no mesmo dia.
As encommendae serao recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barccss
Caes da Companhia Pernambucana n. 4.
Aos Srs, carregadores pedimo6 a soa attencao
para a clausula 10" dos coobecimentos que e a
seguate:
No caso de haver algoma reclamagao contra a
companbia por avarlas ou perdas, deve ser feita
per escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depois de tinaii-
sada.
Nao precedendo esta; Jormaiidade a compa
obia tica isenta de toda a responsabilidade.
As psssgens eao liradas no meamo escripto-
rio, t as J1/1 horas aa Urde do dia da sahlds
do vapor.
Atleneao
E^As pasaagens pagas a bordo custam
mais 15/i-l
Para carga, pasaagens, encommendas e valo-
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
M Cross Liie of SteaiT
E' esperado do porto do PARA'
al o da 8 do correte e sa-
bir depois da demora Deceasa-
ria para o mesmo porto
Ovaporinglez
Lisbonense
Para cargas e
pa^eageos trata'
Agentes
je ccm os
Jobnsto^ Pater & G.
Ra do Commercio n. 15
LEILOES
O 2 e ultimo leilo dos predios da colonia
ScaSBuna. dever ter lar eabDado 21 do cor-
ren e, as 11 horas, no armazem da roa lo Bom
jess d. 45. .
Sexta (eir, 20, contioa o aeente
Pinto o
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer commnnica-
t^O ou reclamacao, se-
Bamburg Suedamerikanis-
che Dan pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Asuncin
E'esperado dos
portos do sol at o
dia SI do corren-
,te, e seguir de-
pois da demora
aeceBSaria para
com oa
Lisboa e Hamburgo
Para passagens, [cargs, frete, etc., trta-ae
CcnsignatarioB
Borstelman & C.
RUI DO COMMERCIO N. 18
1.* andar
leilo das (alendas variadas (si" tJj0
e moldadas no arroszem do sobrado da roa Mr-
quez de Olind n. 39. e t-aospciadas para o ar-
maiem da rna do Bom Jesos o. 45.
AVISOS DIVERSOS
Vende-se urna pequeoa laverna. Ilvre e
desembarazada, na ra ireila n. 40 em Afoga-
doK ; a tratar na mesma casa, a qual tem com-
modos para familia, garante-se a cbave ao com-
prador e dir-ae ba o motivo da venda.
Alnga*ee a casa n. 43 sita rna Lulz do
Reg, com commodoa para grande familia, >goa
e gas encanados, craDde qulotal e jaioim ao
lado, reeJicada Ue novo, a tratar ra aa Im-
perstris n. 16, loja.
Ama
Prectaa-sede orna ama para cosinhar e mais
servicos de casa de pequea familia ; a tratar
na ra do Raogel n. 25.________________ _
Ama
Preclsa-se de urna para co.inbar e comprar, a
traiar roa do Calaboocn n. 6.
Ama
A' roa ds S. Joso n. 8, sobrado de um andar,
precisa.se com urgencia de urna ama para cos,
nbar. Prefe-e.Be orna mulber de meia idade e
que d attesiado de sua cooducte.
CAnA>VLkb
Precifa-se de urna ama quecosiohe bem, para
casa de pequeoa familia : traiar na rna Duque
de Caxias n. 97.
Precisa-pe de urna ama que cosiobe bem, para
casa de peqneDa lamilia; na roa da Concordia
n 85, 'obrado.
Ama e criado
Leilo
EM LOTES
Das mercadonas e uiencilios existentes no es-
laDelecimento de molhados sito roa do sol o.
16 em Olinda, pertencentes ao espolio do finado
Jos Joaquim de Sonta Motts.
Hoje
Sexta felra, do corrale
A's 11 hCRASEM PINTO
No estabelecimento aclms, em Otioda
O agente Oliveira por mandaao do Exm. 8r.
Dr ioli de direlio fo commerclo daquelle mu-
niello vender em leilo em diversos lotes, o
resto das mercadonas all existentes aesim
como BlpaB alteadas, balaoca decimal, dita de
balco, titeiros, cartelra de amareUo, canteiros.
candlsiroB, depsitos, caadas de canoa, vina-
gre branco, vinno figneira e ontras qoalidades,
aniz, cervejas e mnitos ontroB gneros e uten-
| cilios que estsrao a vista no acto do letlSo as
dltMta activas.
Precisa-se para 01 oda, familia de (loas p
Boas; a tratar na rna 1- ae Marco n. 15, loja.
Ama de leite
Precisa-re de orna ama de le te ; na roa Pau-
lino Cmara n. 28. i-lindar. Paga-Be bem.
Gaixas de msica
nova remes.-s receben a relojoarla David
roa do Cabug o. 14 com danzarinas, Ognrsa
diversas, tambores casianholas e tmpanos, a
memores qne eilslem, tem de 2C04, 280J -300*
Cosinheira
Precisa se de nma que aaiba cosiobar, para
casa de oeqoena familia ; na roa de Luis do
Reg n. 37, em Santo Ama-o.
Demarcacoes de trra
Pelo eoeenbeiro v. C. Carlini escripioro
cidade da Escada na roa do R o n. 12.
o commercio
Vende.se a reSoaco de Haoeei Beoto Pinbei.
ro, no pateo do Terco n. 29 ; tambem ae dmitte
um socio com capital: a tratar ra Vidal de
NegreiroB n. 196, a qualquer hor
Cosinheira
ma familia que segu para o Para precisa de
urna boa cosinheira : qnem qu'zer ir, p6de di-
rigir- e cara de Jas Ferreira Baltar, na Mag-
calena, ou no esciiptono. largj do Corpo Santo
n. 17,1- andar, onde en:on^ar coa quem se
entender._______________________________.
\o comaiercio
Manoel Marque* dos Santos declara so com*
mercio qoe desde o lia 17 do corrente deixon
de ser seo cabelro o 8r. Alfredo Ferrei-a de
Miranda. Recife. 18 de Dezembro de 1895.
Pebres
Para evitsr-se, e o acido carblico liquido em
latas, e solido em bonitas concbas qu recebe-
'am Alvares de Carralbo 6t G, roa Duqae de
Caxlaa n 86._______________________________
Electricidade
Antonio do Carmo Almeida Sobrlnho, en*
carregd-se de installa.Oea de luz elctrica em
usinas es abelecimeot 8 indnstnaes, bem
como telephone? pa-ticularep, campas electrlcag
para-raios e outros trabalbos congeoeres.
Pode ser procurado, no 3. andar .por cima do
Diario de Pernambuco.______________ ,
Aocommerci'-
Manoel Gomes da Cota tendo deparado com
out'o oome igual ao seo, resolveu ?'
em dtante assigoar se Manoel da Costa Comea.
Recife, 19 oe Desembro^eJWo-_____________
nPlano^moveis
Vende-se om ptimo piano; urna mobilis, tof
le e cama de jacarsodi, e nm grande espelbo
oval, esto na Quaog* tratar na rna da Ha
dre de Dsns n. 10.

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I

---sif
-
T'
' -...'. -'-. ,
vV


T
T
Diario de Peroamboco -c Sexta-felra 90 de Dezembro de 1895
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Juanula Alcebiades
Caldas
Pe reir
Adelalde Carolina Fernandos C.M mm
filos, Leodegarlo Libera-o Pereira CaIda;s, 1Bal
lia Joaqoma de sedeaos SoM La das Aogneto
Cesar Pereua Calda, Iz.bel Morera Caldca, Jo-
lia Mana Caldas Rocha. '*c,,?Pt.' 'ft.'e"
de Paula Rocba, Eugenia f^8AB"r*
to, Jos Joaqun) de Sa Barre-o /""nu
Ciada Pereira Caldas, Antonio Peroandes aa sil-
va. Antonio F. da Silva Junio- Ama lia L- Fe -
naade* Selva, Geocwoo dos Santos Selva Emilia
Fernanoes da Silva, convid; m aos feos prenles
a amigas par avisaren as mwsas qoe por.Ima
de seu presado espose, timo, irmio. ioro e cu-
nbado, Joaquim AU-ebiadeaPewn wldai. aun
dam rasaTo. mst.it da ^^'J.^,!!
da maoba de 21 do crreme, 7 da do eeo pas
amsntn. _^_^__^^^^^^^^^^^m
^^Tina Joaquina Baadeir* de
Mello
tBento Jo.- a 'Justa e sua familia
co'iviiam os pareotflg e amigos oe sua
tinada comadre e amiga Anna Joaqotca
Bandeira de Mello, para assiailrem a
missa que mandara -eaar na igreja na
Soldase, sexta le.ra 20 do correte asiMM
da maoba, pelo qoe e coofessam agradecaos
i, 11 iimiiriiiiananrMr-^-'- -
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dosem Camaragibe, ou
ra do Conimercio n.
6 1. andar vende-se t-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strucco.
f
Amalia Nob^e de usmao Ayres
Antonio (jesnoCardo-o Aje ua mnlber e
filbos conviaam os parentes e amigos para as-
eistirem s urna missa por alma de sua prelada
mi. sora e av, i o da 20 do crreme, s 8
horas da mand, oa nutriz de Santo Aotoclo,
ann'.versario do sea Dassjoiento, peio qne ante-
cipam sen recoobecimsoto.
Anna Olyuaia Pereira de Suuia
Tricsimo da
t Antonio Pe-eira de Soora o anas ir
al*. Antonio Leonardo de Meoezee
AmViai e sua mulber fau-erites), Ha.
ra Kosa de M. Amorim, Maris M. Seo*
llaga Arcorim, Manoel J. de Meneaes
Amorimesua irma Cnvidacu a todos os seos
parete* e anuos para asustirem a mise qoe
mandam c?leb-ar pela alma ce soa pranteada
irm, sobnoha e prima Anna Oljmpia Pereira
de Sooza. na igreja da Sama Crus, as 8 horas da
manb dj ola 20 do correte, ticando deede ja
agr-tripi-ilna po' f-elP 4<""1 ,1" 'oliolSn.
I"
Jane Jones
Samuel J,nes, Roben Jo es A John Elliot
agradecem as pessoas qoe pe dieoarm acompa-
linar c enterro d soa pranteada esposa, ma-
drasta e ta, e de novo convidara as mentnaa e
mais amigoH para Bsielirem a mnsa do 7- da
que ni de candar rez.r na matriz da boa Vis-
ta, e 8 ho<-as da manba, e na iereja da Peoba e
matriz 'ie Sjqio Aotoino, 4s 9 bo'as da roanb
do dia 21 do correa e, pelo que aeede 1 ee con*
fessam gratos.
Taverna
Vende-se ur9, sem reserva de preco, a ra
Vidal de Negrtiros n. 93, l.vree desembaragada
e propria para principiante de pouco capital.
Xo commercio
O abaixo as-ignado, tpndo comprado ao Sr.
Aotomo de AlOuqo"qoe Machado a sua taveoa
i ra Imperial o. 55 <", livre e desembaragada
de quaiqcer ooor, pede a quem te julear creoor,
o obstquio de no prazo de tres das da publica-
5S0 oesta, apreseoiar seu protesto.
Recife, 19 ae Dezemmo de 1895.
Maooel da Costa Gomen.
4o commercio
O abaixo a^sigoalo, teodo vendiao ao Sr. Ha-
Doel da Costa G^mes, a taverna Bita a roa Impe-
rial n.55 U, livre e aesembaragada de qualqoer
onos. pede a quem e julgar credor, e obsequio
de no prazo de tres dia?, a comar da|poblicagao
desta apreiemar seo protesto.
Recite, 19 de Deiemb'0 de 1895.
Amonio ue Albuquerque Machado.
Hotel
Vende-se o hotel Nava Veneza, alto oo largo
do Arscol oe Ma-ioSa a. 2. Iivre e desemDara-
gado de qualqoer odus ; o motivo da venda o
dooo seguir para o sol.___________________
O caf na ponta
A fazenda Pao Amarello do mooicipio de
Correte?, Estado de Peroamboco, lem para
vender di presente dat* por diante, cerca de
dous railbOes de pea de cafeeiro.
Qaem visitar a predita fateoda no lotoito de
fazer acqalsigao da mencionada sementeira, nao
deixara an laxe: a compra, ja pela qaalldade,
ja pelo prego. .
O caf teode a occupar om especial logar no
dominio agrcola do ooseo Esiado, pelo qoe tufo
quaiito se rizer em prol do sea desenvolvlmeoto,
accelera.4 a roes u.arcba evolncionUla.
Pao Amarello de Correles, 15 de Detembro
de 1895.
Francisco de Sooza Leao Jnior.
Frofessr r
: TJm mogo soltelro, com regalar tbeoria e Ion-
ga prafci do eosiuo primario, offerese oa sena
servigos em algum eogeoho ; carta neBta redac
jao cm as ioi iaes H. P._____________
Engenho
Arrendase por fels annos nm engenbo com
proporgoes oara aarejar 2,500 paee, terrenos
multo ferteia, dista da estacao de Palmares 1 1/2
legoa. vende-se 8afra peDoente ao corte, afra
nova o altura ^oimaea : quem pretender dir-
ja-se Caminara Peroambncaoa, roa do Impe-
rador n. 84.___________
Anda a roda segunda-
feira 23 do corrente.
A venda na Confeita-
ria Pernambucana.
1Ra 15 de Msvembr1*
Ave do "araizo
51 ra da Imperatriz 51
Becebem das principaea pracar da Eu-
ropa, quinzenalmenfe as mais altas No-
vidades eva fazendas finn.
ALBERTO CARDOSO & O.
Lo ja de miudezas
Ven ese orna loj de mitdexaa bem atregoe-
sada e tm om dos melborea pootof oa cldaie :
trtar na roa Doqoe de Cavias n. 71, prioaeiro
andar.
Terreno em Olinda
Veode-se nm terreno em Olioda, sitoado a
roa de 3. Francisco com pn po*gao para edifl.
caree cinco ca-ae, mrdindo 192 palmos ae fren-
te sobre dotemos de fondo.
O logar o mais appr priado possivel. A
talar na rus 15 de Novembro n. 81,sala de de
ra 1. andar.'
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.t: o o. fa'lf a es 0 u 0 m i
s a so =
0 c
2t g 0 c-
Liquidado
A laja Paria n'America ten-
da de liquidar i versuta fa-
zendas de modas chama at-
Ceucao de cus freguezes para
grandes abatimeatosde precoa.
Baja do B. la Victoria te
Pernambuco
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Gal Virgem de Jagaaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do asaucar vende-se na
Companhis Exploradora de Producto
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
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3


SbP
Chegou! Chegou!
PARA A
A m ais alta phantasia d'esta estagao
lindissimo chifon de seda a Maria
Stuart!
Variadissimo sortimento de phantasias
em l&a, algodSo e seda.
ATS OO PABAIZO
51 RA DA IMPERATRIZ 51
b orto Cardoso AC.
Ourives Oc-
culista
T-EODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com omcina de ourives a roa ds>
Laraogeiras 0. i, avisa aos sena fregoesea e ai
respeitavel pnblico, qoe aiaotm officiaea hab
iitadis-imo8 para execogao de qaalqoer trabalhi
concerneote soa arte, especialmente cravagO"
para brilbaates, ocolos, pencinez, moooco
lo?, etc.
Ooora sa, pralela-ee qualqoer metal, 1 orv--
toB em fqoes ne madrepero a on ontra qoalquar
especie, garantilo prec/a sdicos.
Ruadas LaranSfeira* n. 1
Bichas de Haniburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porgOes applioa-se ventosas seccas e
tarjada ;na roa das Larangeiras n 14
PARA VIRAU
a ANEMIA o RACHITISMO
a LEUCOBRHEA as ESCROPHULAS
o RHEUMATISMO ^^few ^aW TSICA, etc.
de
JSJi:TRA.CTO de FIGA.O de BA.CA.LHA.O
mais eScaz anda do que o oleo cm de ligado de b&ealhao
GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRAOAVEL que as
mesrras criari9as tomam-no com prazer.
XtiM principales pharmaclaa. PARW8, Ru Lafayette, 136
OLEO
HOGGDHOGG
Mf'^w
ixtrui. u FIGADOS FRESCOS
o BACALHO
0 m*is tctivo, ignfarel
nutritivo
amltlio ka peto do odo-fecalo polo*
rfarira idfcoi do nudo.
HYP0PH0SPHIT0S..CAL
.a. SODA
Deliciosa reme de oleo de Heado
de bacalho de Mors tio agradavel
ao paladar como o le te: ase ran cas
tomam-o com gosto.
u molestlmadi Veito,Toa*.Tumorai, XrrapaSea elle,
(naftMTBUN6UL4RES) r.rmacla HOOO,2, tasCattigllon*.PAR,
Pauoaitn i COHPBJ4 o> drogas productos oauacoB
VEROAOEIRAS PILULAS o D" BLAUD
auincfam-ae som ptimo axito ha mala ae ss pela matar parle doa Pacuiuu-
vos rrancezee Estxaogelros para cora4a ANKMLA, CMf&OMOtM (area pmttdna) a
>n"otS Soa menina*.
A insercio no novo Codea Franctt, outroaim o tacto da harar a ftoat xya-utaa V* Bra
vertfleado a rV-ZiuU d'esua ruilaa, autu.lsaado.Uies a venda, escust qualquar anootnlo.
O asaOSMI anta mr aaat a imitar atuta amo aa akO sSSa aa m
OBBCONFIEM-SB OU UVUTA-^ZIIS
OTA..- *t traaowra* mti'at sk Mf Blittd a m nMw *< tfum 1 t
tf SSO I 1C0 NSSaj mu aaaoa par mofo.
Mas, a. boa r. *!* it. **** ** i%it, *!** *?***** i\ "lAiy.i'n'i/iiTi^-j
r^ao\
4
i
i
ELIXIR POLYBROmURADO DE YVON
Especico soberano contra as Affecces Nervosas
Este Elixir 0 o nico cujo emprego permitte de continuar por muito tempo.e sem nterrupco, o'
. tratamento bromurado; nunca d lugar aos accidentes cerebraes e cutneos que semprc acompa-'
3 | nbam o uso do Bromuro de Potassium administrado s, qualquer que seja a pureza cliimica d'este sal. |
Indicacoes: HISTERIA EPILEPSIA DAHQA de S. GUY
4 .CONVULSOES ASMA INSOMHiAS HEVRALGIAS- ESPERHIATHOREA
6L YCOSURIA DIABETES, etc., etc. \
PARS : Yvon te Berlioz, 7, ru de la Feuillade, PARS
Em PERNAMBUCO i COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CH1MICOS.
VY^'VVTVTVTrT^VWWWTTrWW^YTVVVVTV'rVVVVVVVVVVVVVVW-I*
Pode-se preparar si mesmo
e com grande economa
A AGUA MIHERAL
anloga s aguas naturaes
______com os ;
IMPRIMIDOS DE VICLH
|GAZOSOS |
Preparados
os Saes extractos das Celebres
AGUAS DE VICHY
Fontes do Estarlo Frnnrez
te,r|n \..-li ('. leme Tlrlirla, fHIJ.
C" 1UUMI1RU te lilil, Fllll -UIUIUC r C'-. MHI.
Em PERHAHBUCO : C" de DROGAS e PRODUCIOS CHIMICOS. '
CURA CERTA
de todas as AffecQdes pulmonares
SABONETES
L d\ c menlo sos
De GRIMAULT e C*
SABONETE SULFUROSO contra a. or-
bulhas, as manchas e as divena enpcOet
qne ae manifestSo na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmerick, contra
a orna, a tinha, malhat escamosas e a
pityriase do couro cabelludo.
SABONETEdeALCATRAOo*NORUEGA
empregado nos meamos casos que o
precedente. _________
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
servatlvo e antiepidemico.
SABONETE de ALCATRAO coi BRAX
contra as afTeccOes cutneas, chronicas ou
ligeiras, crostas de leite, dartroa, eczema.
Papoatta em PARS, 8, raa Vlvlenne.
Todos aquelles que soffreml
do peito, devem experimentar I
as Capsulas do Dr. Fournier.)
Dapoa/'fos em toda a< principies Phtrmtclu
to Brasil.
MORRHUOL
De GHAPOTEAUT
0 MORRHUOL contm todos os prin-
cipios que entrio na composicao do Aleo
de figado de bacalho, xcepto a materia
gordurose.. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experiencirj ettectuadas nos hospi-
tales provarao que o MORRHUOL
muito efficaz as Bronchites, nos Resfria-
mentos, aos Catarrhos e as Molestias
de peito ta seu principio. Desde os pri-
mares dias de sua applicaqao, cessao os
sures nocturnos, reapparece o appetite,
avivo-se as cores de face, os doentes
aecuso um sentimento de bem estar,
acho-se mais fortes, a tosse dimine, o
corpo augmenta de peso. 0 MORRHUOL
modifica promptamente a constituidlo
das creancas debis e lymphaticas,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RU VIVIENNE
et em todas as Pharmacias
NOVOSJERFMES
OE RIGAUD E C,A
PEBFDHaBOS DAS CORTES
cTEspanha, da Grecia 9 da Hollando
EXTRACTO*. Graciosa.
Iris.
Violette blanohe.
Ylang Ylang.
_ Lilas blano.
Ascauio.
Rosina.
Melati.
Muguet das bola.
Sabes e Pos de Arroz
coa os aasaos camas
psito om PAJUZ, 8. Ru Vrrisnne
XAROPEi
FERRO
eAAiiuriideyUixiAeJ
De GRIMAULT A C, Ph*** de Paria
ApprovlotptliJuntideHyienodolo-t-jsnllro I
GnacAB as anas propriedades tnicas e
reparadoras, estes preparados produ-
zem os melhores rbaultados quando em-
pregados contra a anemia, a chlorcse,
a leocorrha, aa desordena da mens-
trua(ao, ascambrasdo estomago, conse-
cutivas a essaa enfermidades, o lympha-
tismo e outras molestiiis provenieates
da pobrsaa do sangue.
Esta Vinho este Xarope sao prepa-
rados com a casca da ezcellenta quina
qne serve para a fabricacao da celebra |
QUININA DE PELLETlER.
Ha PARS, 8, ra VirImana.
| Medaloas m Ouro m Eicposicdes Universaes >
DE ?iV>"*Q "
1878
XJ
..JA) ^
oda. ii nndudt^mettlfjU^m*
mttr
T.
oaDioa (ruANOA)
Dtooolto* am toda ai nndu de_Com
Feitor
P'ecisa-ae de nm feitor para fora da cidade, s
tratar na raa Eetreita do Rosario n. 9.
Xarope(TK)Zed
Coqueluche,
Insomnii
Bronchites,
Toases,
SaroperBZed
Tos nervosa dos Tsicos,
Insomnias, Catarrhoo. a
Jar* II. ra liraona Ima
De i les
Termina a horr:v dor de dentes uaar
do o encllente preparado de Manoc
ardoect Jnior.
As cartac que I he ten) sido diriiridh
pelos jornaes de mhh-t niruiacao, attea
ram a efficacia.
Drogara de ("ranciaco rVianoei da -i
ra&t C., ra a. 23,
Pkarmacia Martina, a m Daqac d
axias d. *fi.
Phar:. ca Oriental, a raa Bstreita to
Rosario o. 3.
Pharuiacia Alfredo c mira, ra O
y rio da Victoria t..
Pha i acia Virgilio Lo] "Larga
e RasiMi u. 1
asa
J^JML
2
O
1 en o
V es xs
a "O 0 s
C >
C/3 es 6 *i2 en
O '-*.
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^a <~-i a
o rey en a
"O o
cp c en
T3 O
es -o en es
co a a es s C3
m tes
a> es
es en es
Grande sortimento de meias preprias
para padres, conegog e bispos.
Merinos pretos, superior qnalidade na
M "E DO PASAI20
ol Boa da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO &C.
9
-3
CO
U
o
ce
s
e
Madeiras de construcijao e
nateriaespara edificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Csl-
"roe73V-eD em 86 8rtDazein D0 c8 do Apoi-
Madei-as p^ra constrnecao.
Cal braoca de '-agoaribe.
Cal p-eta.
Cal virgem para assucar.
TijolloB de ladrilbo e commaos
Tijollos refractarios,
adras de cantarla para soleiras, etc.
es
a
es
Compadre
onde compra gneros
Compadre V. diga-me
oara soa despensa?
Eu ibe digo: ba muitos annos qoe compro
:m om armazem. e cao me consta que nineoem
paja mais bem servido em ontra part ; compro
all, porrqoe eocontro o qoe preciso, dou a nota
e mandam-me tudo a meu gosto, j v oesta
con ligao estoo satisfelto.
Em prrecos oto ba qoem venda mais barato e
indos os gneros sao de primetra qualidade ; a
boa manteiga, o bum cb, o bom qoeijo de di-
versas qnalidedes, o bom viabo de mesa oa Ser-
ra da E-irella, o bom virho do Por'.o da mais
>aiia i mais alta qoalidade, os boos licores, o
bom champare, finalmente indoquanto se pode
desejar para urna boa despensa;
E teem tambera om completo sortimento de
bras de vimes, como ssssa sestas para com-
pras, balaios para papel, roopeiros, bercos s
Iludas cadeirss.
Obrigado compadre pelo que me diz, porque a
ida eati muito cara, vou mandar comprar o que
precizar nesse armazem. Pois mande compadre
que ba de hcar satisfeiio.
Olne o aotigo armazem de
Pocas Hiendes ft C.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Sel onde con padre.
\i! mama, eu vi!
VI, mamS.umas bolcinbas, ons acanOes tao
bonitos mami t Bonitos oa qoe tumba Alba?
t qoeres qoe leo pai gaste disheiro sem podera
E.-ia bom mama, se voi tica zangada, nao
Ibe digo mais onde vi.
Nao, minha filba, eu oao estoo zangada : mas
t estas sempre com nondades, l sabes qoe o
tempu esta moito mc, nao ba dinheiro, leo pal
est sempre quelzando-se das grandes despezas
qoe faz, e t aloda fallas em oovtdaaea t
Eo (alio porque ba moito tempo que procuro
ama nofldade, e e agora minba mama Uve a
.elicidade de pasear em nm armazem e encontrar
qoe desejava, urnas bolsiobas e nos cartes
.a bonitos, mar, o que pode baver de mais
gosto pira presente. Eu que estos em divida
com Marceas, porque ella ja por mi ilas vezes
me tem offerecldo diversos mimos, nao possi-
vel, mama, qaeeu tambera oao Ibe offereca alga-
ma cousa.
E' justo miaba filba qne l Ibe offereca>, mas
de accordo com as nossas condles, porque o
dinheiro qoe ba pouco....
Sim. mam, eu nSo qaero objecto caro: no
armazem do Pocas Hendes & C, tem boleas a
carices com confeilos, o qoe pode baver de mais
lindo.
Vai com teu irmao nesse armazem. escolhe
(ua vonlade todo que te agradar: v o menos
prego que elles vendem, manda tirar a conta,
pasear recibo e paga, sim ?
Slm, mama, eo vou.
Olbe, mam, na roa Estrena do Rosario n
6, jonte igreja.
Sei onde minha filb.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assignados, carne de pri-
meira qoalidade, nos tainos da ra Marques do
Uervil i e. 17 e 2, e CambAa do Carmo n< 1.
Este preco soffrer alieragao para mais on
nara menea, sempre de accordo com os precoa
o gado as lera.-.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Pioza Lima & C
Che^ou fareIJo
6-CORPO SANTO- 6
Goimaraes & Vaiente.
PBITORAL CATHARINBN8E
XAROPE DE ANGICO, TULl? E?G0AC0
COMPOSI K'&' DE RULIVEIBl
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Braz
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposices.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as molestias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RAULINO HORN &. OLIVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda ena todas aa pharnaaeias e drogaras
DEPOSLTARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Braga i C.
Raa do Mrquez de Olinda n. GO
Sementes novas de hortalizas
Completo sor'lmento.
RA ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Poca- Bleades de C.
HBG ARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente descoberias,
j sao bastante conheoidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinaes,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestia^ de estomago, de qualquer
natureza, bem como do figado.
Para convencer-ae leiam os innmeros
attestados que scompanham cada garra-
fnha.
Ap venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seas exclusivos exportadores para
o Brazil os brs.
M- SALDANHA & C
Raa dos Douradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fern^mles de Almeiia
Traveasa da Madre Dens n. fti
SB___________________________
I
51 Rna da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Ex mas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re
ceben a
AVE DO PAiUIZO
Jardineiro
Preci.-a-se de nm ardlneir e bo-teleiro, daD-
1o conbecimenio de eo s babilitacOes, a tra'ar
na p ufa Tiraoent^s n. 1____________
Regulador da Marinhi
Concert.-.- relogios de algib ira, pn-
dulas de torra de igreja chrooemetro d-
msrinba, caixa de musicca, aparelhii
elctricos, oculos, binoculo-, ocnlos d
alcance, joias e todo e qualquer objeci-
tendente a arte mechanioa.
9fiua Larga do hoeario-0
aLF.IaI.BI. CAZIAS
DE
Campos & C
N. 35RA DUQUE DE CAXIAS-N. 35
Em frente do Diario
Os proprietarios deste bem montado estbale-
cimento previnem aa respeitavel publico qos
Dar bem servir aos seos freguezes teem no re-
ferido estab6lecimeoto om esplendido e variado
sortimeoto decasemiras peas e de cores, o qos
ba de melbor em IS, brins de paro liobo de lo*
dosoB padrees, e por precos raso'veisf
PoBBuem bons artistas, pelo que se jolgtm
Habilitados a satisfater com todo gosto, esmere
e pereico ao fregoes mais exigente.
afa meama atfalatarla alugam-se casacas,
ato.
Taverna
Vende-se urna taverna com commodos para
familia, prop'ia para priocipianie por ser de
pouco capital ; a tratar na roa Mrquez do Her*
al n. 165, taverna.
Vitrina e b caol
Vende-se para liquidar; na ra Bario da
Victoria o. 53, loja de joias.
Cal Braoca e Vir-
tfem de Jagaa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
creos, sendo a unc?
explorad.,ra de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veraadeiros pro-
ductos se encentrara em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
de F.
tfAta ae tor9
* ANEMIA CHLOROSE
O FERRO
BRAYAIS
Experttienlao pelos primeiros mdicos do undo,
Kssa immediaUacnle na Economa (en ocruionar
onmodos. Reslitue ao sangue a saa car, recona-
I tiluindo-o e dandc-lhe o vigor neceasano. |
Desconfiarse das. lmitacles e FalsificacSes. '
IiidMy atacada ea Paris,40 a42,Rue St-Las^fe
U TOUI A BUWUi
I
.
I
I .


^rmtmmm
-~ r._

>Vr?
Diario de Prenambnco Sexta-lVira fcO de Dezemliro de 1995
DOCUMENTOS EM FAVOR
DO
HOBATO
PROPAGADO POR D. CARLOS
I r* Ol V A. MB'E STC O K'E TT
* T*i ** i E IJl
Eemedio sem rival para syphilis ern-todas as suas manifestares para o rheuma-
tismo e para morpha!!
V
l.
vap^
DR. BEZEREU DE BRNAY
lloslrado amigo e Sr. D'. Garlas Desos de
multas experiencias e curato estado sobre o
sen grande remedio oElixir M. llrate,cojo
tenho ministrado oos bJgpiUea e em mioha cli-
ica particular, resolv, de accordo com oa meos
lilosires collegas, o Dr. Medeiros, Dr. Lefreve e
Dr. S Mendes, aoplical-o pela seguinte forma,
sendo casos de syphilis inveterada, rheomalis-
mo ctirooico e boubis
Tenbo tido o melbor succe se com o elixir M.
Morata,-e alguns dos meos collegas cbamam-
lhe com razo de salta vida; O sen remedio
om prodigio e nico como an'.;- yphilitlco e
aoti ibeomatlco.
Rio de Janeiro, M tqi de 1889.-Dr. J. Pilla
Bexerra de Boroay.
DDAS CURAS
Sr. D. CarlosAs minoas Binas Elvira e Leo-
nor, BciTreram Dastaote lempo de humores, sof-
(reodo ornas dO'ea oos ojsos oa dores rh-uipa-
ticas, e oaira de mil esla de pelle. Nada poonei
para coral a?, porm, serapre em vp. Acabo
fioalmeote de obler a cora de ambas com o aso
qoe flieram do seoelixir M. Moratoe lai
a minba satisfago com o t Helio de tao bom me-
dicamento, qoe Ibe eecrevo esta com o tioi de
elogial-o em toa dcscoberta.
Soo com respe i o e conalderajoAntonia Al-
tes de Camargo-S. Paulo.
DR. EDUARDO GUm\RB3
Dr. Eduardo P. Guimaraes, forma jo em med
Cloa pela Pacnldade da Babia, etc.
Altesio n fide grani, que tenbo mpregada
com feliz retaliado em todas as affeccOes syphi-
littcas,oelmrM. Moratoexcelleme prepara-
do do Sr. D. Carlos, o que affirmo como jora
ment se lr preciso.
Rio de Janeiro, lo de Favereiro de 1892-Dr.
Eduardo P. Guimaraes.
CURA DERHEUMVT13MO
Illnr. 8r. D. CarlosMeo lbo, de 21 annos de
Idade eeleve quatro metes entrevado das per-
nas e dos bracos, comendo por roaos de ootros
em om estado lastimoso. Priocipioo a fazer
oso doelixir M. Moratopropagado por D. Car
les, e logo aos primetros vidros de aso, levan
too se e prtncipioo a eervir-.e de suas proprias
maos, E' um verdadeiro milagre esse remedio
santo.
Antonio Martins de Siqoeir Saola Rita de
Passa Quatro.
DR. JCiO NEPOMUCENO
Dr. Joao Nepomuceuo de Oliveira Bello, doo
tor em medicina pela Facnlda neiro, cavalr ero da Ordtm da Roas, etc.
Altes'o qoe tenbo empregado em mioha clni-
ca civil o-elixir Morato-propagado pelo S:.
D. Carlos, com resonados vantajosos as moles-
tias syphili'icas cnroolcas, sobretodo no rbeo-
matismo nudoso. O que affirmo soo f de meo
grao acadmico e cim o jramento se Iflr preciso
Campias, 20 de Fevereiro ce 1892Dr. Joao
Nepoxaceno de Oliveira Bello.
CURA DA MORPHA
Sr. D. Carlos-Disponoo de uuelos, gragae a
Deas e stff rendo na lempo de morpba, eslava
desesperado por nao acbar remedio que me cu-
rasse, pois tcmai todo qoe oOerecem para este
mal; grecas Providencia, pode obter um do-
sta do sen elixir M. Morato, e em tao uoa hora,
qoe me acbo coovalesceodo. Os bebOes desap-
pareceram ; a grosseira do rosto e aas mSos,
acaboo-se. a pelle tomn a sua devida tr, e as-
sobrancelbas esto crescendo de novo, cooside
rando me sao, e don ragas a Dens pela deseo-
berta do santo re- dio elixir M. Morato, qoe
a qnem devo a minba salvacao.
Pode mandar publicar esta para que quem sof-
frer, saiba qoe boje bs enra a moroba, (ornando
elixir M. Morato. Dens guarde a V.S.Jos Co
nm da Silva, Ciaade do Amparo.
P DRE JACINTHO
O men vieinbo Roberto Da oe Aodrade, es-
teve enermo cerca de om aono, e, enlamo eo
como aquc-iles que o tataram, lelgaram no pe-
riodo por morpba. Deslllodido por algoos lo-
dico anjuuiu o r.ospital da Socie iaJe 'Porto
gnesi de BeoeHcencia.
Atiesto sob f do men gr >, que leoho appli-
calo em minba clnica oElixir M. Morato
propagado por D. Cario*, com graode proveito
noo casos de cypbilte terciaria, especilra>-ote
quaodo clrooica.Dr. Amonio Severo \Vn;es- ] BorltyPorto Flix.
'a_. Rio de Janeiro, 22 de Janeiro de 1892.
di'!*- : Acrnselhadoja fazer nao do novo re-
medio EIXIR M. MORATO propagado p r
D. Carlns. tomei-o baslaut? lempo e Hqoei rom
le'amonte bom. A quem anda nao coobece o
ELIXIR M MORATO,eo declaro qoe este
remedio santo, porque fax mllagres.Aodi
CASO DESESPERADOR
Jamis vvenle algum tera sofrito de syphilis
e aca conseqnenciag como en, e ha multo lem-
po qoe lesejava a mcrie, pela vida aioi qoe i- -
obo levado. Tu lo qoaoio ha de syphtlis parece
qoe estava em mim. E-t u boje curado, e cnr-
rt* rteveras, pelo remedio novo chamado Elixi-
M. Morato.
Foi a Providencia D vina quem fez descobnr
ente graode e magnifico depurativo. VictGr Mel
relien de Mala nade de ;aa 03.
CURA DE FERIDAS
Foi com o aso do Elixir M. Morato qne enrei-
me de ornas feridas de mao carcter. Qne tlve
na mnito tempo. sem poder obter rr>"horas com
moitoa medicamentos qoe tcmei. Boje, grabas
ao graode depu'aiivo- Elixir M. Moratopropa-
gado por D. Crilos. qoe se vende em S. Paci na
-a: a Peixoto Es rell-i & C A roa de S. Beato.
II, es oa completamente com. Manaem caolicar
esia para bem da bamaol'laae. F. de Anoride
Costa.Ars'as.
DR. MEDE ROS E CUNIIA
Dr. Joao Alberto o Medeiros e'.uaba, Dr. em
medicloa pela Facnldade do Rio de Janeiro.
cavalbeiro commeoda'tor da Ordem Militar
Po-ineaexa de Nossa S obora da C'UCe:o
de Villa VifiOJa, eic.
Certifico em f oe men grao que teobo sempre
empreado em molesl'as sypbiluicas e rheoma-
ticaaElixir M. Mo-atopoj^gadu por D. Car
los, colb.-ndo sempre os melbu es repollado-1.
Dr. Joao Alberto de Medeiros e t'uoba.Capital
do Estado de S. Panto I de Mirjo de 1892.
DOIS ANNJ DE SOFFRIMENTO
Illm. Sr. Dr. Carl;s Dous annos com urna
pe.-na incbada e urna erorc&o hmida oa me--
'. com todos os corativos a lempos e liaras
sem seutir melnoras ; na'a desco^nfar. R<-
p-rimentei o novo remedio indgena oELIXIR
M- MORATOpropagado por Carlos e xeu-
tiodo memoras conlitu-i a osal-o aifica* com
pletameote corado como estoo. Abeogiado rr--
iicamnnti. Pode osar como convier De V. S.
Aogu:to Calbeiros de Miranda.S. Paolo.
DR. S.V MENDES
G-riico em f de mea grao qne tenho anpll-
cado em molestias <>ypbilitlc8 coronices o no-
vo preparadoELIXIR M. MORATOpropaga-
do por D. Carlos obtendo sempreos melbores e
mai8 satisfactorios resaltados. Dr. Alfredo
Alm de Si Mandes. Vassooras.
GRAVISsIMO ESTADO
Sr. D. Carloe=-Mi ha mi, D. Miria Ismeoia
coo depols oe dive sos ineommodo?, c.cm a
morpba, caodo com o rosto agreiado em om
estado deplorave, a nomo de todo o mnodo fo
gtr delta, coiada. Os facultan vos qne maodei
vel-a, disseram-me qoe nao pardese lemno.
Era om norror. Abaixo ue Deus, ao=ELIXIR
M. MOHATO=oropagado por V. S. qoe devo
ver a miooa mae ooi a goisa de volt/ de via-
gem multo demoraba, acedem anas antigs
rnicas a ve!-a e a f-hcital-a. Rscoobeco jaro se
preciso for qoe o=ELIXIR M. MOKAT0=:nra
a moipna F>Q* o oso qoe coovier=De V. S
Francisca E mela da Cooceic3o=Bi>tucato.
jo, tao felu achadi=Maria
SaoTotony.
Etelvioa da Coocei.
MARA DAS DORES
Minba molher D. Mana das Dores, es com-
ple'amenie curada da terrivel molestia morpha
que m iT.-t-u qoasl qoatro annos. tomando muros
remdio8, o ucilco medicamen'Q au* Ibe den a
reconstilu'cao da stiie e a Mici'ade. cbama- Elixir Morsto, vroraga-'o pjr D Corles. Poiem
faxer o uso qoe convier. Amor.ioGoular: de Soo-
xa.Pira(if.
MILAGRE
Eo pensei que mor'ia podre ;*> tantos bamn-
res qo-i sotlri e de feri las amivas aue ianus oc-
res me deram. Hoje gragaa ao remedio lodiee-
oa o Elixir M .Morato, propagado por D Cario?,
eston corado e tndo eale qu" fart- ara viver
felir. Abeocoado remedio o Elixir a". Moa.o.
Manuel da cus.a Abreo.Tanba;.
RHEUMATISMO
S6 sabe o qoe o -n-uTiii-rco qoem o tem
oo teve. e esees declaro que sofTi II anno, a
ped: a D-hj, a morie moitas vetes. Usei o novo
remedio inamena o Elixir M. Morato, propagado
por D. Carlos, e estoo bem llvre do pengo, de-
vendo a vida exclusivamente a esse saoto reme-
dio.Sebasti&o Peretra de Agolar.Campias.
CURA DE RHEMaTISMO
Teode ido a 'ogus de Caldas ba seis annos
seguidos, pelo rheomatismo e a prova do pooco
proveito, a oecessidade an-oal que
  • levado. Tomel agora o ELIXIR M. MJRATO=
    propagado por D. Carlos e dou por Onda a v -
    sia as agoas, porqce c=-SLIXIR M. MORATO
    =-='roo me radicalmente. E' lal a miooa sa-
    UafacAo qne oBare$o de mola proprlo este al-
    icatado reconceemo pelo tabB'hat^Aifreoo Ne-
    blas da Si'.veira^Carnplnas.
    MAIS PROVAS
    lllm. Sr. D. Carlos.Sertao de S. Pedro do
    Torvo.Os muitos elogios qoe ouvi fazer ao
    8"t grande depurativo oElixir M. Morato(as-
    me lembrar experimental o em un preto de
    oome Felippe Maciei, carploteiro d men visiobo
    qne ba cerca de tres annos vive da candarte pa
    blica pelo rea eslado hediondo de morpba.
    Este Infeliz chorava o seu estado todos os das,
    por nao poder trabaibar ; pols qoe, foi s mpr
    muito traoalbador e coooecldo ; porem como
    oa gentava a todos de ao p ue si. Maodei bo*ca%
    de ? do preto. urna porgo do sen E.ui
    M. Mo-atoe isto porqu enteodi que o s-o es-
    tado gravisi-imo e adlantado exigirla bastale
    medicamento.
    E' eit'ojr Haarir.m'ni' admirave! o qoe Ibe
    commnuico; o doeoie, urna vet p iacipi ido o
    curativo foi apresentando meibo'as leutameoie
    porem, proKres.ivamenu, a tal ponto que se 0e SjW.=RIo de Jio'iro
    a ba resteles!Jo e trabaibando completameoie
    curado! I
    Com a idade e a pratica qoe teobo co mondo
    e da vida, es ou amorlsaio a dixer-lne que
    lo ma-avi!b'ipo o effciio do graode mjste'io-
    so remedio o-Elixir M. Moralo qu* varillo
    em jelea -o des e rrnndo. ou em chamal-o Saito
    e Proviaencial linitivo para M ciaade da bo
    manidade.
    E' preciso qoe Ibe diga, qne eolre os faxendei-
    res mus visionos ba bomens velbos e rxoenen-
    teB qoe conbeceram o estado do mea prole, mo
    e que ao saberem do milagre operaao peU sanio
    remedio, vieram a minba casa propositalmenie
    certificar-se e emmodeceram a villa da realida-
    de. E en p.,r minba ves Ibe digo qne eiles uve-
    ram razan de emmadecer, porqae oElixir M.
    Moramopera iao maraHbosameote, qoe nao
    ba nalavras qoe o expliqnem.
    Qoe Ibe rrw esta de mais ata attestado qoe
    Ibe oHereco, e qdB te certifique de viso qoem
    precisar, para beneficio bnmaoliarlo.
    Serto de S. Pedro do Torvo.
    Joao Anlonio de Oliveira Marques.
    DR. GODOFREDO MUA
    Dr. Julio Oppas Godof'edo Mata, formado
    em
    moa com parcimonia o elixir M. Morato, propa-. medicina e obs.etncia nela TJnivereldade de Gles
    gado por D. Carlos e sarco. Deas me perde em
    dixer qne se no fosse eo testemooba occolar
    ds(e faci, poro-bta em dnvida.
    O elixir M. Morato, cora a morpha.
    Bemdlto seobor, o SeoborPadre Jacintbo E.
    Torres-S. Paulo.
    DOZB ANNOS
    Faxia mais de doze annos que era vic ima de
    nm infame rheuma ismo que me tolbia par-" todo
    porm a cooselbo de meo collega major Moora,
    de unar no novo medicameoto indgena chama,
    do elixir M. Mora oolru era sao, forte, rijo e valento e prompto
    para indo.
    Recommendo qoem precisar qoe tome, par
    flear bem, s elixir M. Morato, e mais nada
    Major Tito Alves RamosRio de Janeiro.
    DR. ANTONIO SEVERO
    Dr. Antonio Severo Wenceslao formado em me
    dlcina pela Faculdade do Rio de Janeiro, mt -
    seo (Oran Ducade de Hesserj com diplomas de
    habiinasao iheonco-p tica de diversas naces
    ame.-jcaoas ; ant g> cirnrglSo voluntarlo da ma-
    naba e vxercito do Brasil e das Repblicas Ar
    genilua e Orlenial do Urogoay, etc.
    Certifico qoe teobo administrado em minba
    iimica o novo preparado de oruem indgena,
    denominadoElixir M. Mora opropagado pelo
    Sr- D. Carlos, em diversos casos d* syphilis de
    certa gravldade, lendo colr ido magoificos resal
    tados deste poderoso aoli-sypbilllico. O qoe af-
    firmo seb f de men grlo, jurare se preciso
    fr.
    Rio Ce .TBDPlro.
    Dre Julio Oppas Godofredo Mala.
    GRAVE ENFERMIDADB
    Declaro qoe fui mordido de orna cascavel, co-
    rei-me sem cessa- mais de qnairo annos, ti au
    do-me oos baracoa chagosos oos ps ; se sara
    va um, abra ootro inmediatamente, focando
    com paralysla em ama mao desde qne fot mor-
    FELIZRSSULTA.DO
    Miaba lilna IJahoa Prospera de Sooza, esleve
    moito tempo compl-ttami-ote eoirevais, celo
    'benmatismo leuda sido imroieole todo a med
    carnelo deque lancei mao. Fjr m dons mexes
    de oso sem wrerani?o;iaj do novo remedio=
    ELIXIR M. MCRATOpropagado por O. Carlos
    qoe poseram minna tiiba o o pie ameaie resta-
    oelecida. Raconbeco como vertaleiro orodiglo
    esiemedicamento indi?eT'=Tibnrcio Pospero
    MARA ANrONlA
    A< dores de ba tantos annos na peroa e no
    Drago esquerdo, e ama bo a qoe tinba ua barr
    ea. e qne Indo ecsloava remedios, maia u -
    gnem curav ; saron aeora cono alanos vidros
    de remenc=Enxi' M. Muratc-aDeoa ajuie o c-
    veuior=-Mana Autonia de Soaso=Jacareby.
    GRANDE CURATIVO
    I lm. S'. D. Carlot-^Logo que cnegnel da Eu-
    ropa, incoaram-me as perna e apparecen urna
    cerosidade continua e que era en ida e escam -
    m, com aggravaot' ce urnas dores nos o--os
    Jos ps e dao percas que me fizeram foo* er
    'troznente por mais de qnairo mexes. Fui Irt-
    '.ado por tres meneos de oomeada, lenuo dous
    deaies prognosiicado a molestia de rbeumatca,
    a ontru prognoBcoc=Ecxema. Tratado com
    (oio o cnidade pelo tempe referido, neore', sem-
    p-e apesar do iraiameDlo. e, ao Ustimoso estaoo
    em qoe jazla, fiz jauta dos ires facoltativos para
    decidirem-me o resultado da juota foi aconse.
    Ibarem.me a entrar em um bospit-l para ss-em.
    me applicadas iojeccOes de mnrfioa. Desa.
    nimei, e linba raiao para is-o. Visita.m oes
    ta occasiao om amieo e aconaelha.me a qoe lo.
    me o glorioso ELIXIR MORATO propagado
    por D. Cirios, acseitei p la teima e elogios fei
    tos aos prodigios desto remedio e com o oso ce
    12 Irascos acname corado Sioto alta satisfa.
    gao em commumcar.lbe estacara qne acbo mu.
    ravilbosa, e anestar a mollas peesoas qoe me
    coobecem, qoe salvei.me do roerte certa, gracas
    aj-ELIXIR M. MORATO. Para beneficio bn.
    manidaae mande publicar este alte-1ido.Di V.
    S.=Francisco Peres y HerreraS. Paolo.
    AMAI
    Soo obrigado pelo reconnecimeoto a vir i".
    clarar qoe unna mena rilbos lonun-ados oelos
    mallos bomores qae soff iam e qoe estava de.
    superada de ter a, picado moitos traiameatos
    qu- aconselbavam, de que nunca tirei resollado.'
    H je esio meas filbos, livres de perigo e com .
    O corpo limpo ae bomores. emfim sande perf-ita I
    e is'o s aconieceo depois de ib Tar a>ar a I
    enm tempo o glorioso remedic-=KLIXIR M. M ). |
    RATO=propagado por D. Carlos, bemdicio se-
    ALBERTO DA MATTA
    O S\ Alberto da Milla, conbecido guarda II-
    vros no Rio de Janeiro, soffna moito e ba lempo
    dsfinbando a ponto de jnlgaram-'^o perdido. To-
    mando o graode aoti-sypbllilico o Eli'ir M. Mo-
    rato, con robusto e forte caosando est'anbeza
    aos meos amigos. Escalemos o que elle diz :
    Illm. Sr. D. Carlos.Emmagreci lu lempo a esla
    parte, e lato p'og'esaivameote a ponto de pare-
    cer um verdadeiro esqnele'o. Perdido appetite,
    a alegra naiorl e o consol, sobresablodo sem
    pre nm certa mo estar. Cancel de tratarme por
    nada aproveiU'. Tomei por ultimo com muila
    recommeodagao o famoso deoor^uvo iadigena
    Elixir M. Morato, e com espanto men e de meos
    amigos, res-abeleci a saode depauperada I Hoje
    como com appetite, sinto forjas, coraeem, ani-
    mo e aptidao para o qoe for miste*. Era syphi-
    lis qoe en .loi.a, no enlamo qae todos atiriboiam
    a ooiras molestias, devido a vi :a sedentaria qne
    teobo do escripiorio.
    P.raDens pola i bumaoiJade pela felicidade
    qoe pode boje nsuf ut com o apparecimeoto de
    soberano depurativo n Elixir M. Morato, propa-
    gado por D. Cirios. Use como cooier.Alberto
    da Mam Rio de Janeiro.
    ALBERTINA E ALISE
    lllm. Sr. D. CarlosV. nho ebeia de gratula-,
    derlarar-lbe qje mioha tiln Aloertloa, sjff-ia
    moito do ventre, te.,do urna bala oa barriga,
    com mullas Cd-es, e dores agndas na perna es
    que-da e as costas. A michi riba Ahce. sof-
    fren sempre desde cianc?, de mallos bomores
    oor todo o corpo, lendo n- vez em qaaodo in-
    flamacOes na garganta Foi *)eo* qae fez V.
    Exc. descubrir o samo remedioE ixir M. "Mo-
    rato aois qa minbus ulnas osaram deiie e aa-
    raram. Mas tanto remedio que gastei tama ri-
    sita, e lano trabalbo com a botica todo foi a'oa ;
    o ooico qoe curou a ambas, qne at me parece
    milag'e de Dens, foi o Elixir M. Morato.Eo
    nem sel como possa ag-ai^c-r a V. S. e assim
    como r peco a Dees q e iba d nouuos annos
    de vida e sale po- ter achado lao s-ande cousa
    como o -emedio sant Elixir M. Morato.-D.
    Elisa de Sooza Co'.eiro. S. P, ule.
    A REALIDADB
    Cinco annos de tratamento assidoo de nma
    oicera na pe.rna, nao tive resonado algum ape-
    lar do dispendio exiraord:oaro. Tres mexes
    de tratamento exclusivamente pelo Elixir M.
    Moratopropagado por D. Carlos, deu em resol
    lado earar. Poderoso exiraor unario o desa-
    rativoElixir M. Morato. Jo.- Alves Pacheco.
    -S. Paulo.
    MORPHE'A
    lllm. Sr. D. Carlos.Foi depois de orna gran-
    de tooslipacao que Be me deseov Ive.-am todos
    os symotomas dessa horrorosa eufermioadea
    morpba, e a apezar do rgimen dietefco, e ser-
    lo tractamento qoe observei, desenvolveram-se
    com tristeza da minba pa*te, todos os signaes
    caractersticos.
    Ja votado ao aoi quila liento pela sociedaie foi
    qoe orinclpiel a tomar o sea preparadoElixir
    M. Moralo -e, com qoamo a principio seailssa
    melboras apaa lentameaie, verdade que com
    a ccosiaocia do uso me acbo completamente co-
    rado.
    Fot sem creoca qae lancei mao deste medica-
    mento, por ter tom-do trlta cooxa, infruct fera
    mente, no entinto que hoj- declaro reconbego
    que boje cora-se a morpba, ama vez qoe se
    use doElixir M. MoratoRendo preito e bo-
    menagem ao poderoso e oorteoloso meds.men-
    t, oElixir M. Morato.E' tal o poder mages
    laucos do iocompara^el depara'ivo oExir M
    Scaloqu, seba milagrea, elle milagroso.
    Crea-me sempre, etc, etc.Antonio Angnsio
    de Almeida.Rio Claro.
    KOrtPHR'A
    Illm. Sr. D. Carlos.Sarco a molher mor
    lea a qoem ei o Elixir M. Mcralooropag11
    pur V. S., e pela estraobeza do facto, tem dous
    dotntes mais a fazer uso e com atgnmas melbo-
    ras ja, apezar do ronco tempo anda que o leo
    tomado. Que importante, qoe bom qoe o an-
    xlr M. Mu.ato I f Tibu-ri-o Niscimento. Am-
    paro.
    PAI E FILHO
    Sr. D. Carlos.M o filho Jos, est complia-
    mente sao da grosseiria do r..- o e das manchas
    do corpo, que todo diziam ter morpba, e, foi
    r com o aso do sea rem>dio o Elixir M. Mora-
    to qae maodei vir uo Pehoto Estrella e C, de
    S. Paulo, roa de S. Bemo n. II. P.ealmeote
    urna i. cescoberta este santo remedio, consi-
    derado como o melbor dos deoLralivos. Cons-
    tantino de Abren e Silva.- S Roque.
    CHAMA SE
    Elixir M. Moralo, propagado por D. Carlos, o
    remedio que cora a ciorpba ; este poderoso re-
    medio descobe'to agora e cemposto com vegetal
    qoe tem vlriode excepciooaes. e as coras qne
    lem feuo e esta fazeodo todos os das provam o
    sen effeito ceno.
    O Sr. Costodio Moladinbo, diz qoe lomando o
    Elixir M. Moralo. propagado p ir D Carlos, sa-
    ron, esperanzas qne nao linba mais por ter sido
    desengaado pelos mdicos.
    Toda a pessoa atacada desta terrivel mal, a
    morpba, sara completamente lomando o grande
    remedio agora descocerlo o blixir M. Morato,
    propagado por D. Carlos.
    RHEUMATISMO
    Declaro ter-me carado radicalmente de foriis-
    simo rheomatismo com o uso por algum tempo
    do novo remedio deoomioado E.ixir M. Morata,
    propagado por D. Carlos, eotendendo eo qne o
    referido medicamento, o melbor anti rbeamatico
    que existe oa o noico remedio qoe cura rheo-
    matismo. Eljsiarlo Girgao de Azetedo.Capi-
    vary.
    CAMPOS NOVOS
    De Campns Noves, o Sr. Felizardo A. Mallos,
    commuoica-nos qae sos mulber qae esta aparta-
    da ba tem jos por morpbe-ica, fez nso do grande
    remedio novo o Elixir M. Moralo, propagado por
    . Carlos, e ella o&o e saron, como acaba de
    inntar-se ao marido.
    O Sr. Feljza-du A. de Mat'oa, oo expdr as cir-
    coaiaoclas, expande se de orna maneja extraor
    diara a favor do rrmed o que Ibe salvon a
    muibe*.
    Tem feito prodigio de espantar esta descobe--
    ta do Eiixir M. Morato, sendo realmente digno
    de todo o apreso.
    U Sr. Peluardo diz mais qoe depois de sea mo-
    lher sara-, j tres p-s.-oas daqaelle lugar tem
    uoreseoiaao muita melnoras de morpba com o
    uso do mesmo Elixir M. Morato.
    S. PAULO
    Fazia muito lempo qoe soff ra He syphilis, ede
    suas cooseqoencias, o o imu soffrimento era de
    veras siru>, po que alm oo siffrment foram
    sempre impotentes iodos os medicamentos qae
    osei.
    Experirceotei o remedio oovo iadigena deno-
    mina lo Elixir M. Moralo, propagado por D.
    Carlos, em tao feliz mnmeoto qae atho-me com-
    pletameoie corado E' digna dos maiores en-
    comios a descoberia extraerdioana desie medi-
    camento, o qoal opera iao itficaxmeoie qae as-
    somDra os qae soffreram e e.-iavam descorona
    dos Paulo.
    NORMALISTA
    MORPHA
    Iilm. 8r. D. Carlos.-Tem esla o fim fe par-
    liripar-Ibe qoe estando ba deus ahnos scffrendo
    ca trrrivel moleslia a morpba, lomei iodos oa
    remedios conbecidos sem proveito nenham e fi-
    qoel completamente desco-ocoado, or ver-me
    isoiado, e morto em vio?. uVfai t, p oudencia
    tive conbe-imenlodoseo rememo oe nome Eli-
    xir M. Moraio e maauei buscar, tiz oso o
    que anda eslou f. zeaoo, achando-me comoleta-
    meme sao. K
    Nao sei como posea agradecer a V. S. o bem
    que fez a huroaoioid? com eeie remed... porm
    creio que me consolo em grnar bem alio qoe o
    remedio que cura morpha, e qa- agora foi
    descoberio, cbama-se Elixir M. Mo.-ato,
    pagado por D. Carlos
    Aceite ob profesos e eetirop.D v
    e obrigaco, Emygdio Pessoa.- s. Jv,.
    pro-
    ?. criado
    FORMALISTA
    Illm. Sr. D. Carlos.-Sabinao-meem urna per.
    na urna ferida, fiz u.-o de diversos remedios para
    cural-a, porm sem resollado aiiuro. Tomei de-
    poj Elixir M. Moralo, propagado por D. Carlos,
    e nquei completamente brm.
    Use V. S. deste como Ibe convier.De V. S.
    criado e obrigado, A nonio Ferraoi, urofessor
    poblico.-Caea Branca. '
    CURA CERTA
    Declaro qoe desde que viui de Malaga Heg-
    pauha) tenbo sido victima do rheomatismo por
    urna forma extraordinaria, Hcando por vezes pre-
    so ao leito em um estado Usumose.
    Tratei-me com doolores em Cami mas e em
    5>. Panlo, estando nesta cidade, por orna vex
    dois mexes em hosoital pago com asslsteoie con-
    tinuo nunca aproveitaudo em benfico apezar
    do serlo tratamenio.
    Hoje eetco sao deveras, porm rol nicamente
    com aproveltar oa conselbos qoe me deram de
    tomar o graode depurativo Elixir M. Moralo
    propagado por D. Cirios. Cinco mezes sem in-
    terropfio oeei este medicamento apmver.ando
    seriamente sen beniflms fffeitos. Use como
    convier.Joao Moolijo de Albnqoerqoe. Soro-
    caba.
    RHEUMATISMO
    ... Todos os annos en s vivia nove mezej,
    pols qne tres mezes pelo meuoj em cada anno
    era para gemer com agodissimo rbeoroailsmo e
    passar com as janlas iocbadas a ponto de moti-
    lisar-me por esse lempo. H. je devido ao reme-
    dio indgena El xir M. HoraL, propagado
    por D. Carlos, esion terfelio e vhoosdoze
    me-es de caaa anno, como acabo de ler a prova.
    E celeore a aegao medicameDlosa do Elixir M
    Morato. Cesario Rodrigues de MendODCa.
    Bragan^a. *
    lllm. Sr. D. Carlos.- Remello beje a V. S. o
    alies ado qn- oromettl enviar logo que sarasse
    DDois dos vMroa qae V. S. leve a oondade de
    mandar me, mande! comprar anda em 8. Pan-
    lo mais seis vidros qne lemei ficando eomplea-
    mente bom da feri la da perna e do eocbasao dos
    ps. Nao mande) o attestado logo porqae qoe
    na esperar para ver bem como passava e fellx-
    mente oosso dixer a V. S. qne eston completa-
    mente'bom.
    Hoj > posso calar bolinas, o que nao fazla ba
    mu 'o lempo.
    Por conseibo men, diversas pessoas lm feito
    aso desee Elixir M. Morato, tendo mano bom
    resoltado.
    Agradego, pois, a V. S. e feo a qoe me cont
    en re os seos criados.
    De V. S. nado e ohrleadoin'onio Farrani,
    professor publico, Casa Branca.
    FERIDAS
    D. ESCOLSTICA
    Von fallar-lbe do Elixir M. Morato propagado
    por D. Carlos, o maravllhoso. o incomparavel o
    santo remedio qoe m oen vida depois de iodos
    me desaoimarem e darem-me como sem cura da
    paralysia oe ama perna, grosseira em lodo o
    corpo. multas dores oo ventre e irregolaridadi
    O qoe en soffr s Deas o sabe, foi de mais
    era de mais, e deo para causar meos pa rentes'
    que todos julgaram nao ter cura as minbas en'
    fertilidades.
    O graode remedio chamado Elixir Morato
    propagado por D. Carlos foi o que me ie0 vida
    foi o que me enron. D. Escolstica Mana Per-
    peina.Inaaiaja.
    MUITOGRAVE
    Atiesto qoeeoff-i por moito tempo UTas doree
    agudas nos nssos qne conforme o lempo se loca-
    lisavam aqoi e all, tioha nm adorxecimento no
    p e mao esquerda qae resista a manos reme-
    dios sem proveito e orna irregularidaie na bar-
    riga que era urna coo&a por demais. Com es-
    tes Sbffrimeolos, c m monos remedios que to-
    mei e com a idea que me oeram, de gorda qoe
    sempre fui flquei magra qoe era ama tristeza
    e oepois nm fastlo qne me eofraquec^u a ponto'
    de quasi car entrevada. Atesto mais que to-
    mei o Elixir M. Morato preparado por D. Carlos
    e qoe sare de todo, ficando com eston de com-
    pleta saode, forte e robusta___D Leo-o- A
    Vielra.S. Panlo.
    MILAGRE
    Urna lerrivel molesta syphilit ca. inunlison-
    me para a familia, para os amigos e para a so-
    cedade. Soffrer qnotidiano, lastimoso o dis-
    pendioso.
    Traiei-me com monos especialistas da capital
    bz oso das agoas ihermaes, e uo' ca cngru a'
    viz de ntillsaro tratamento qoe nao prodozio
    > effeito des-jado. Os cooseibos tiieram-me
    laoc'r o-o do remedio novo o Elixir M. Morato
    propgalo por D. Carlos e com ceto o-u Efe-
    ctivo sarei.
    E' verdadei'amenie miracolo'o este soperior
    depnrativo, e sua aeco anti sypbiliiua tal qne
    cansa espanto a qoem como ta ebegou ao ulti-
    mo estado desta enfermidade. Para
    ------mim est
    resolvidoqve a impotencia de todcs os neiura-
    Usel com nerslstencia do remedia iodigena de livos para as molestias de impureza fio sa gae
    oomiaado Elixir M. Morato por D. Carlos qoe I cessa com a presenca do soberaoo an < ryobl-
    me corou completamente d.' cinco feridas D-avas juco, o infallivel. o milagroso Elixir m. Mjraio.
    leras one ha moito lempo nao bania qae caras- j Para beneficio d'aqoelles que precisarem, sotl
    se. Abencoado remedio o Elixir M. Mcratc. Iriso a qae pobhqoem esta.Joao Domlnciies Pi.
    Marrolloo Gaspar de Oliveira.Tanbai. llar.Campo Largo.
    Todas as firmas cima acham-se recoxiheeidas xia forma da lei e sao
    de pessoas muito conhecdas e consideradas
    ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para as molestias syphilifcas, e rkeu-
    maticas, acha-se approvado pela Inspectora de Hygiene Publica do Brazil,
    autorisado e licenciado pelo Governo lederal, e elogiado pelas entidades me-
    dicas scienti/icas.
    Agentes e depositarios em Pernambuco:
    A Companhia de Drogas.Ra Mrquez de Olinda n. 24

    .
    *
    \.


    !-