Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19663

Full Text
M
10"
AMNO IiXXI
Sexta-felra 13 de lezembro d 1S95
\IHERO 2*0
.-
i
PERNA
PS6PSJEBABS BE MANQli. FISBSIEO Bl V&XUt & S-IE.38S
REDACTORES ANTOXIOItWITREVIO PEVTOIDA1VREIRA E ACCIOLIJDE {VASCOIVCELLOS e M AXOEL.f|AR AO
PARA A CAPITAL E LUGARES.ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8&000
45&000
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero bauIso do mesmo da.
i.
301000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.\ residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
E na Capital Federal O Syndicato Internaoipjjal de publicidads
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. y M 16J500
Por am anno adiantado -.- 3300Q
Por trimestre vencido.....
Numero avnlso de dias anteriores, v
1200
Telegrammas
ssaVzgq PAaiicLAa bo jjiAaxo-"
Rio tic Janeiro, 11 de Dezembrc^
(RETARDADO)
Os senadores Joaquim Pernambuco e
oao Barbalbo apresentaram emenda ao
ornamento do ministerio da industria
e viaco, restabelecendo a verba votada
pela Cmara para os obras do porto do
Recife, e que a commissao de linancas
do Senado supprimia.
A Cmara votou o projecto de in-
demnisaco aos Bancos Regionaes.
Por essa occasio o deputado Vallada-
res provocou escndalo a ponto de ser
chamado ordem.
Jess Villar, Tertuliano de Souza W. -
Ao porteiro para entregar aos interessados.
Francisco Xavier dos Santos &C, Genove-
va Emilia da Fonseca Ventura e Maria Joa-
quina da Gama.A Recebedoria para fazer as
notas e devolver.
Luiz Salgoeiral & CAo collector de Olinda
para fazer as notas e devolver.
Ludgero Francisco de Aquin > Cezar.In-
forme o Sr. Dr. Administrador da Recebedo-
ria.
E. deF. Paulo Affonso, J. E. Purcoll, o
mesmo, Joo Rodrigues de Honra, o mesmo,
Joaqnim Francisco ourado.-Informe o Sr.
Dr. Subdirector da Contabilidade.
Mariano Marques Ferreira, Manoel Martina
Fiuza.- -Certifique-se.
Luiz Aureliaoo de Sanl'Anna.Informe o
Sr. Dr. Subdirector da Contabilidade.
Joo Rodrigues d-* Moura. Ao Sr. Dr. Sub*
director da Contabilidade para mandar escnp-
turar. >&536k
Francisco Antonia Lopes, Meuron & C
Informe o Sr. Dr. Subdirector da Contabili-
dade.
Rodrigues Lima 4 C Informe e Sr. Dr.
Subdirector da.Contabilidade.
O FROTOCOLLISTA,
Francisco Militino Ferreira.
| Rio de Janeiro, i5 de Dezembro,
as 3 horas e 42 minutos da tarde (rece-
bido na estaco s 8 horas da noite
e entregue s 8 horas e i2 minutos.)
; Communicam de Londres para etta
capital, que o governo rancez recusa li-
cenca Bolsa para^cotar o emprestimo
de 6 milhoes esterlinos omittidosem Ju
lho ultimo.
Qs ttulos do emprestimo de 1889 esto
cotados em Londres a 69 |{2.
Ha vana, 11 de Dezembro.
"^Foi destruida a via frrea de Jicotca.
Os trens ao emprego de dynamite, de
que lanc-aram mo os Cubanos, saltaram
com os soldados que transportavam.
O desastre foi enorme,
Conseguiram os Cubanos introduzir
soccorros em Santa Clara, desembarcan-
do as expedicoes no Cabo Maior.
Roma, 11 deiDezembro.
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DA 10 DE DEZEMBRO DE
1895
Francisco Antonio Lopes, collector do muni-
cipio de Barreiros, pedindo para ser prorogado
por ooventa dias o praso cuncedido para pres-
tar sua inga. -Prorogs por trinta dias.
S
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 11 de Dezembro de
_________.____189 s ^____________
^Lopes Guimaraes & Irmos.A' 3- directo-
ra para informar.
Pedro Candido LagesA' 3- directora para
informar.
Alvaro Ladislao Cavalcante de Albuquerque.
Sim, com os vencimeotos que liver ireilo na
forma da le.
O porteiro,
Arckias Mafra.
propria, outros teem necessidade de manter-se
dentro dos lmites tragados pela lei, respetan-
do a ordem, pelo temor da pena, e 6 po- esta
razo que tem sido preciso conservar nos Esta-
dos a forja indispensavel raanutengo da or-
dem legal.
E' oque se tem feito em Pernambuco.
Para que o meu prospero Estado podesse ser
urna Var^-ovia, era preciso que la h.uvesse essa
torga creada pelo delirio partidario, suficiente
para arcar com todos os elementos fe que tan-
to alardeiam os honrados deputados da opposi-
go. que dizem dispor de tanta torga popular e
tanto prestigio 11 *qu.lie Estado, que chegaram
aqui a Idas nar que fcil Ibes tena sido armar
5*000 homeoa para com elles auxiliar aos revol-
tosos.
Ora, coraprehende-se que em um estado des-
esperado^ cerno tem sido aqui pintado, como
foi anda boje pelo nobre deputado pelo 2.-
diftriclo. bastava a metale destes homeos para
desbaratar completamente as torgas do gover
nador 11 aniquilal o.
V V. Exc. que nao ha absolutamente o me-
nor vislumbre d: realidade oesses qu-idr s
theatraes que a fantasa ilustrada do meu hon*
rado collega pelo 2.- districio tem aqu de^en^-esla a conclusao a que. eu quero chegar, que
volvido, tendentes a niostraretn que aquella um coogresso que assm procede tao patritica
erando e generosa Ierra, que aquelle prospero mente; e iim governado- que.age de accordo
Estado urna Varsovia. com os representante estadoaes nestas con ii-
quaato sua despeza do de Pernambuco, por
serem similares os gneros que exportam. Pois
bem, calculado pela progtesso do orgamento
do proprio Estado da Bahi, pel relagao de
2,4, ertre sen ultimo orgamento do rgimen pro-
vincial o actual como vimos, o de Pernambuco
deveria altiogir a somma de 9.950:0908000 para
o exerelcio vigente
Entretanto, o patritico coogresso peroaro-
bucan >, alteodendo a todas as conveniencias,
suppnmiado as imposlos. mantendo outros e
elevando equitativa e parcamente oulrs*, orgou
a sua receita e despeza em pouco mals de.....
8.000:000#f00.
Ja v. Y Exc. Sr. presidente, que afastou se
o congreiso es'adoal pernambncano desta pro-
porgao que tjdos os Estados segutram, porque
o que se da en relagao a estes Estados de pri-
meira orden]', que acabo de citar, d se tambem
em relagao aos Estados pequinos, porquaoto
suas receltas creBceram, assim como as respe-
ctivas despezas, guardando sempre urna certa
proporgao, que notase ser em geral nessesEs-
ta ios muito malor do que se d em Pernam
buco.
V. portante, V. Exc, Sr. presidente, e 9
Questura Policial
Evacuaram os italianos Adna, perden-
do a provincia africana do Tigre.
Pereceram 2.000 italianos no combate
ferido emAmbatagi.
Vo seguir para Eythrea 4.500 ho-
mens, sob o commando do general Bal-
dissera.
O general Barathieri com 1I.OOO ita-
lianos prepara-se para resistir aorei de
Cha e ao Negus Menelik, que
se a frente de 40.000 Choanos.
SecgSo2\N. "871.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, II de De-
zembro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbo, dig-
no Secretario a Justiga e Negocios Interiores.
Participo-vos que foram bontem r- colhidos
Casa de Detengao, os seguiutes individuos :
A' minh ordem, o sentenciado Joaquim Ro-
drigues Viaona, vmdo de Pao d'Alho.
a' ordem do delegado do 1.- districto da ca-
pital, Josina Mara de Oliveira, como daior-
deira.
A'orden do subdelegado de Sanio Antonio.
Guirhermiaa Primitiva de Miranda Lima, Anto-
nia Marques das Navas, Alexaodrina Marta das
Marees e Paulina doa Santos Heii, por ofteosas
moral publica.
Comrauoicou-ne o delegado de polica do
municipio de S. Basto, por officio datado d
2 do correte, que no da 30 do mez prximo
passado, no logar Camello, daquelle municipio,
loi encentrado o cadver de Epipbanio de Al-
ujeida, com um Uro sobre o peito.
A referida autoridad, tomando conbecimento
diligencias,
AvUlSO
Paraliyba, 12 de Dezembro
Na eleico procedida a 3O de Novem-
bro findo, foi a opposi<;o derrotada em
todo o Estado.
KComo recurso ainda que intil, con-
tinua a mesma opposico no proposito
de duplicata.
Unido
PARTE OFFIC1AL
acham- do facto, prosegue as precisas
aflm da descobrir o autor de tal crime.
O abbdelegado de 2.- Jis rielo da fregu-
zia de S. Jos remetteu a esta Questura as se-
gumas armas : tres facas de pona, tres cani-
\ tes, duas navalbas e urna perna de rompas-
so, apprabendidas em poder de diversos desor*
del ros.
Entraram em exercicio as segulntes auto-
ridades poltclaes :
No dia 13 do mez passado, o cdado Rufino
Jos Soarea da Fonseca, do cargo de delegado
do municipio da Boa-Vala, na qualidade de
1.- sopplente.
No da 17, tambem do maz passado, o clda-
dao Francisco Alves Crati Netlo, do cargo de
aubdalegado doBmuntcipio de Cabrob, na qua-
lidade ae 1.- supplenle.
Sade e trateruidade.
o QUESTOR,
Jos Felippe Nery da Silva Fho.
Governo do Estado
lumnico
de Per-
Despachos da secretaria da justkja,
negoci s interiores e instrucco
public \ do estado de pernambu-
co, o 1 da 11 de dezembro de
1895.
Ueun |U- Marques Lins, 1- sargento do 2
eqoi '!> do corpo de cavallaria estadoal des*
te Efi du, pedindo baixa.-Requeira por nter-
med- un L-ommandante.
Jos Duarte da Costa, sentenciado, pedindo
perdi do resto da penaIndererido.
Antonio Jof dos Res, sentenciado, pedindo
perdao do resto da pena. -Ao Sr. Dr. juiz de
direno Uo 2- distncto criminal para ioformar
e mandar juntar os documentos de que trata o
art. 2- to decreto n. 2.56U de 28 de Margo de
1860
Ave! na Maria da Conceigao, sentenciada,
pedindo sua remogo para o municipio de
Beierrcs onde tem de responder ao jury.Na-
da ha que providenciar a vista do que informa
o ioi de direito do municipio de Bezerros
Antonio Soares da Molla, guarda fiscal da
Intendencia Municipal deste Estado peiindo
Buaaposenttdorin.-Veoha por intermedio do
Dr. Sub-prefeito em exercicio do municipio do
Recife.
Joaquim Gongalves Cascao, pedindo per-
mis?ao p 1 rn embarrar diversos artigos para o
almoxanfe de Fernando. Sim.
Brazil'.ano Donioo da Costa Lima e sua mu-
Iber, prolessores publuos em dispocibilidade,
pedindo pagamento de seus ordenados. -Nesta
dala providencio para que seja .esenpturada a
importancia devldaaflm de ser opportunamente
paga.
BM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DIA 10 DE DEZEMBRO,
Bellartnino Fernandes da Cunha Almeida,
oapitSo do 1-esquadr*o do corpo
ria estadoal, pedindo certido
de cavalla-
O PORtftRO,
C. Moraes.
DO
i
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
ESTADO DE PERNAMBUCO
* Detpachas do dia 12 de Dezembro de
Abaixo assignados negociantes na cidade de
itambJ, Lara lias & C, Launana Umbelina
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 12 DE DEZEMBRO DE
1895.
Cosa Campos & CSim, pagando a differen-
ga do imposto. .,
Fursteoberg Lemos & C.Joao E. Espirito
Santo e Amonio M. de Almeida.Sim. pagando
o devido imposto,
Julio Cnaves e Joao P. dos Santos Cruz.-De-
ferido. ....
Alvaro Pinto Alves.Indefendo em vista da
informagao do ebefe do servigo technico.
Secretarla da Prefeliura Municipal do Recife,
12 de Dezembro de 1895.
o PORTEIRO,
Suno Alves da Fonseca-
G0NGHKSS0 MACI0IUL
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSO DE
17 DE OUTUBrtO DE 1895
O Sr. Coeltao cintra (continuando)
E' esta toda a torga policial de que pode dis-
por o honrado governadur de Pernambuco.
No inte or ha destacadas nos 58 municipios
que constituem a divisfto adminisirativa do Es-
tado 991 pragas, restam na capital apenas 483
desse grande exercito ; este o effectivo que
l existe.
Uesias, devem deduzr se loO para o servigo
diario constante de guardas da Detengao, Tbe-
souro, outras rtpartiges e ordeuangas.
Resta, por consequencia, um effectivo dispo-
nivel apenas de cerca de 200 pragas. E8, Sr.
presidente, o numeroso exercito com qu o
digi.o governadorde Pernambuco se tnantem no
poder : aqui est o mappa.da (erga, em dla-
ines, por onde se pode verificar a exactid&o do
meo ucerte.
Ora, Sr. presidente, se fosie exacto o que se
allrga a respeito da falta de garantas de lber
dade e de ordem em Pernambuco .; se fosst-
exacio que all s ha o prestigio da carabina e
da espida, certamente nao sena com 200 e pou-
Spragas que ba na capital, que Be pedera
car urna populado de um miiho e ineo
de habitantes, tao cosa de seus direilos.
A lgica manda concluir de tudo istoque
para poder mauter se o estado actual da admi
oistragao de Pernambuco, necessaro que a
populago se teoha conformado com o estado
de coueas que l existe, applaudiodo e manien-
do por sua dedicagao i. paz lodos os actos da
aouiiutstragao, por serem elles pautados pela
justig e legalidade, mantendo a ordem, que
o elemento primordial da liberdade.
Se una sao amantes da ordem por i tufgao
Nao Bts pode admittir Varsovia, sem f rga nu
merosa e aguerrida para comprimir a librrdade
e eupprimir a independencia ; e all no ha as
forgai*. que a fantasa poltica tem descriplo,
como j demoostrei.
as despezas com esse Exercito sao avulta-
das, disse S.'Exc. anda.
Se o nobre deputado se der ao trabalho de
compulsar os relatnos dos dierentes Estados
a que ha pouco me refer, ebegar stguiute
conclusSo. (Le.;
O Har tem 1.000 homens em armas e des
pende 1.419:000*. com a polica, cavali>ria *
Doiube.ros militarisados ; a Baha tem 1.600
pr igas de polica com as quaes despende.......
970:0003000 annuaes ; o Cear mautem um ba-
talnao de segoranga com 417 pragas -, o Mara-
oliao dispOa de 435 policiaes ; o Sitado do Rio
de Janeiro tem um effectivo de 1.20-2 pragas e
o'lofliciaes e despende 2.266:0008000 annual-
menle.
Convm, entre'anto, notar que esta Estado
tem apenas a supe ficte de 70 00J kilmetros
quadrados, quando Pernambuco tem rea sup--
no' a 128 mil metros quadrados aluin das di*
fficuldades da falta de mees regulares de rans-
porte para o seu vasto aertao, o que ifflcul a
m extremo a mobilisagao da torga pubica.
(Le.)
O Estado de Minas tem 2.069 pragas de po-
lica e 94 officiaes
O Distrt to Federal tem 2.500 pragas e
dexpeode|3-200:0008 annuaes.
O Estado ae S. Paulo tem 3.953 homens como
eQectivo total de sua forga, e despenda .
5 328:3993500 annuaes com ella. Mantera .
1728 uragas em destacamentos no interior,
variando de 10 pragas a 200 cada um, tendo na
capital para policiamenlo 1.228 pragas que or-
dinariamente nao desUcam.
O Rio Grande do Sul dispde de 3 bataibOes
da -1 594 Bracas, com i qu es deapeud
1.522 OOOJOO /
Desses apontamentos verifica se qde vera '
custai cada soldado, annualmente, o Estado {le
Minas1:434* ; a S. Paulo 1:3488 ; ao Pr
carca de 1-51108 ; ao Rio de Janeiro 1:7908000,
quando a Pernambuco culta apenas carca de...
1:0008000 1
At na distribuirlo do pagamento da torga,
a quota para Pernambuco taxada pela tumor
economa e prudeacia adminiitrativa, em obe-
diencia ao seu Estado Moanceiro, alias pro-
D*TO.
Outro ponto a que o honrad deputado se re-
feri fui o relativo ao orcamento, disando S.
Exe. qae era um orgaa*ieni asphyxiante, que
os impostas tinbam crestada extraordinariamen-
te, obligando assim multas caaaa de eommer-
co a fecharen as suas portas, produzndo um
verdadeiro pinico e desastres.
V. Exc. vai ver, Sr. presidente, a sem raza >
dessa affirmagao.
O orgamento de 1892, volado por um Coo-
gresso que eslava em (ranea opposigjo e duas
vezes p orogado, por falta de reuniao do Con
gres.o Estadoal, em poca normal, por disi-
dencias supervenientes entre esse ooogressa e
o governador do Estado, fez com qae em 189.
s a arrecadagao de impostos nelle creados,
produzisse cercada 7.000:0008, notando-se que
a recatta xada naquella le (o de......
3.678O00S000.
V ponanto, V. Exc, Sr. presidente, que 0-
impostos creados pelos adversarios do govero. s
dor produzira quasi odobro da receita orgad-i,
receita esta inferior, todava, do ultimo orca-
mento da mooarchia, que foi de quatro mil e
tantos cont-. Quando ua mooarchia. nio s a
justiga local, como tambem muitas outras des-
pezas corram por conta do Ttiesouro Federal e
nao por coou do Estado, como correm boje ;
nao obstante a receita era computada em esti-
mativa superior a 3 mil coatos.
Mas, tendo o coogresso opposiciooista Hxado
a rec ta em tres mil e tamos coitos, o digao
governador de Pernambuco maoteve-se dentro
dos limites da receita arrecaiada sem ter ne-
cessidade, nos dous anuos, de conlrahir em-
prestimos para despezas ordinarias.
Si tomronos para exemplo os Estados que
mais teem prosperado, e compararmos a receita
desses Estados ao ultimo anuo de monarchia
com os ltimos orgameDtos votados, notaremos
o segrate (lj:
i-.in Minas, o ultimo orgam<>nto do reeimen
transacto fixou a eceua em 3.951:5003000, re
celta que progressivam-^nte tem eretrido, sendo
oreada para 1894 em 12.000:0008000 : setido a
razao de 3 04.
Em S. Paulo, entre 1890 a 1894 encontramos
a differeng que ba entre 6.243:4558000 e.....
25.320:2658000 ou sejam quatro vezes o orga-
mento de 1894.
Na da na, < m agosto de 1889, o orgameoto
vetado foi de 3.176:8168632 j em 1892 esse
orgameoto elevava-s- a 5-123:701*000; em
1893, a 5 533:0118450, -m 1895 finalmente a
recei a foi o gala em 9.764:0008000, o que d a
relagio 2 4 para cresi'iment ca receita.
No Pard, a lei de Odtubro de 1859 fixou a re-
ceita era 3.148:0518600, em 1892 tixou-aem
5.656:8838000, era 1893 ra 7.648:6703300, e
pata 1895 etn 9 764:0008000 o que da a raao 3,
1, comparada com a de 1889.
No Ri de Ja tiro, tai orgada a receita em
1894 em 11 768:8748000, teodo o orgamento
ie<- I-;-1 id.1 de Dezeuib'O de 1889 sido de___
4.146:0008000 foi all de 2,43 a ia*ao.
No Amaz'ni. s, cojo orgamento rm 18^0 fo1 d.>
2.245:270000 e o de 1894 de 6 651:4788970, a
proporgo e de 2,96.
Si, pois, VeroamDuco tom.isse por base a pr.i-
gres."&o da receita e despeza desses astados,
tena, calculndose pelas raz5s a que me re-
tiro, de cada um delles de pedir ao cootribuiote
urna n o ita para o exerrino corrente pela base
de S. Paul, de 16 58..0308000, pela de Minas,
14.096.4008000 : do Pa', 12 852:4008000 ; pela
10 H o le J.ra-ir 10 200:1608000; pelo Ama-
zoa..s. l 273:1608000 ; e, finalmente, pela pro-
gre's&o orgmentara do Estado da Bata......
9 950 4008000.
peixei propo-italraente o Eslido da Babia
para o lim, porque o Estado que raais se ap-
roxima, oao quanti exportagao, com.
ge.j, no querem, oo desejam gravar e meos
anda asphrxiar a populago, porquanto s exi*
giram ao productor e consumidor imp>slos mo-
derados e na proporgao de seus haveres.
O Sr. Gaspar "rummond -D um aparte
OSr. Coelho CintraJ disse ao honrado
deputado que a rec-ita arrecadada con os mea-
rnos iuipostos actuaes, e que nao foram decre-
tados pelo actual governador, produziram cerca
de 7 000:0003000
O Sr. Gaspar Drummond Pois estao pro-
duzndo muito mais, tanto que, segundo me
consta, o governador teve vontade de convo-
car o coogresso extraordinariamente para di-
mmuil-osi
O Sr. Coelho Cintra--Nao houve semelbante
intengao. Ha sim, iotengao e dever de convo-
car o r.ongresso exiraordioanamente, mas
apurarao da elelgao de governador e vice-ge-
vernador, que se oa de reali.ar a 7 de Dezem-
bro prximo
Qu nto ao imposto de tooelngem, devo dizer
que foi creado pela lei de 1872 e maotido pela
de n. 33, de 1891. e si boje inconstitucional
por ter sido maoiido na vigente lei, tambera o
era n'aquella poca ; e deve ser para o Estado
do Para onde rae consta vigorar.
E' um imposto que vigora desde 1891, nao
s em Pernambuco como no Para, e nunca elle
servio poltica local para quaesquer expo
rtcflw.
O Para tem se manttdo sempre 00 rgimen
legal, com uiuita probidade poltica entre os
seus polticos, que jama:- exploraram esses
expedientes para aggredir os seus adversa-
rios.
Sr. presides te, o comraercio da Pernambuco
contribua no rgimen passado com um impnst
que se ehamava degyroas regtoes officiaes
e qne a le estadoal eoBiderava imposto ad-
diciumU-.' '
A ebraoga tirase Imposto foi feila com toda
a reggjaridade, apaiar oos protestos e recia*
nigGes dos interessados, e leohuma reclama-
gao velo ao seio do pa lamento de eoiao que
toase transformada em projecto de lei tendente
a nulliticar o acto da assembla prov tic al, nos
t'-rtnos du acto addiciooal, eutao em vigor, que
oulltfica88e a lei que ha va creado laes mpos-
tof, e impelase a respectiva cobraoga, embora
fossem e les indispeos.veis i mauuteugao dos
servigos provinciaes.
Sr. presi lente, correram os tempos eem urna
situago liberal em que o digno chefe de .
Exc...
OS Gaspar DrummondNesse tempo nao
era meu chefe porque entao eu era conservador
e S. Exc. liberal.
O Sr. Coelho Cintra... oceupava proemi-
oente posigao poltica, junio ao governo, con
seguio por um simples aviso que esse imposto
fosse suspenso.
O resultado, Sr. presidenta, foi o mais desas-
tra 10 possivel.
Sem assembla proviocal fuocciooando, sem
o presidente de entao poder laogar mao de
neios ad quados a minorar a crise que come-
gava ; sem poder mesmo obter da assembla
que taxasae o genero de principal produegae
no Estado, que pela crise motivada pelo cres-
citn-nto da produegao e concurrencia de gene-
os similares de outros paizes, bavia baixado
consideravelmeote, chegou se ao ponto de, (o
que mostra a situago esesperadora a que lia-
va alungido quelle esta.oi no orgamento de
entao, incluir o eeguinte trecho (/ Para liquida- o exercicio lindo tica o presi-
dente da provincia autorisa 10 a emittir apoli
ees do valor de 1003 a 1:0003 com juros de
5 "/ ao anno, al a quantia ue 600.0003, sendo
pgos de preferencia os credores por seus
ordenados ou gradficagOes, restituigOes ou
obras leitas a contractos*, etc.. Nao sero
providas as cadeiras de instruegao primaria
que vigaretn fica suspenso o ensino noctur-
no !
O estado ebegou, Sr. pre idete, deplora-
vel situago de oao t r oem com que pagar ao
seu proprio fooccionalismo 1
E' verdade que o comraercio deixou de pa-
gar mil e tantos contos aoouaes por imposto
indirecto e por cooseguinte suave; mas '01.
bastante generoso para fazer urna doago, que
anda l esta, que mostrasse a sua gratidao
por esse importante servigo.
O Sr. Gaspar DrummondRealmente foi
muito importante.
O Sr. Coeltio CintraImportante para os
comtnerciaoies que ttcaram exonerados de cen-
tribuii para o Estado com cerca de mil e tan-
tos cootos, quando o Estado extorcia-se nu
crise aijudiisima de nio ter com que pagar aos
seus propnos funecionarios. Dafii vem a di-
vida doJEstado...
O Sr. Gaspar DrummondEst engaado.
OSr. Coelho Cintra ...aggravada porque
foi de entao em diante que ella se tornou
maior.
D'ahi, par consaguinte, a necessidade inda,
clioavel de exigir hoje do contriouinte cerca de
700 0003000 para pagar os juros de urna divida
entSo muito aggravada e qne nao tora con-
tiariida pU a tuai .viuagao.
Isto, Sr. presidente t.-oi por flm mostrar por-
que o cointiiercio se levanta contra o imposto
Je industria, e protis oes, imposto creado peja
siiuag que deu lugar a esse desastre fi-
nnncei'O O''Estado, e a que deoomioaram de
repan gao, e que toi pe.a lei vigente pouco aug-
mentado para que a c -ntnbuigao fosse mais
equitativa e mais justa na repartlgo, do qua
ai bem pon o t'iopo tioha tilo.
A .iistrmuigo da cooiribuigSo, seodo feita
por um commissao dos proprlos ioteresados
ootr u logo ao fisco as uCooveoleocias des-
da medida e a pouca justiga com que os repar*
udores distribua u a collecta s diversas cas-
ss do commereio da cidade do Recife.
Nfto poucas foram as reclamages e innme-
ras sSo as contestages feitas a essa classifica-
gao, m-no justa e sem guardaros principios
ie equidade.
Isto deu lugar a que o Coogresso ltima-
mente redozindo alguna impostos que aggrava-
vam a Industria do Estado e tolros producto^
industriaes que merecem proiecgo, decretasse
meloor -rrecadago do imposto de industrias
e proflssOes que incide sobre o comraercio,
para delle exigir, oo a quaolia que eslava
obrigado a pagar pelo amigo imposto, mas
muiio mais do que aquillo que pretendiam pa-
gar actualmente.
Assim Sr. presidente, que esse imposto de
repartlgo, que figura no orgamento de 1894,
o mesmo que eraem 1894 arrecadado de modo
que os lucros tendo crescido s esse imposto
nao poda ser augmenmdo.
Foi isto que e Coogresso patritica e justa-
mente corrgio, augmentando em proporgao
muitaequititiva para asim alcangar os meios
necessanos ao desenvolvimento de outras lu*
dustrias e fazer progredir as obras publicas do
E,tado, cujo beneficio reverle em grande parte
em favor do comraercio, que ter a3sim pelo
desenvolvimento de aperfeigoado systema de
viago. as permutas e transaeg-s mercantts fi-
cilitadas, o que trar augmento do movimento
cominercial e consequente-progres8o para o
Recife.
Devo ainda dizer a V. Exc. que, apezar de
todos esses impostos serem como se diz atphy-
xiantes, nao ba a notar seno rarissimas fl-
letelas e que o commercio do Recife um dos
mals prosperse fiorescentes de nossa patria ,
e posso aflirmar que pela cobranga de laes im*
pos 03 nenhuma fallencla all se registra,
uepoia de estabelecido esse imposto de re-
partlgo, cuja tmproflcuidade se torna tn un.
fe^ta ; restabeleceu-se no exercicio de 1835 a
1886 e imposto de gyro, que importava no
que lora suspenso com o ootne de addiciooal,
em 1882. Esse imposto reodeu 00 exercicio
de(.l.):
1885 a 1886. 505:4128897
1886 a 1887. 1.282:2958671
1887 a 1888 (3- trimestre) 866 5938000
1889 858 3448000
1890 1048 5318000
1891 1.066 6S3S000
1892 1.342:5913000
Nesse imposto tinha o estado a ionte donde
au la quasi metade de sua recelta.
Esses impostos que foram classifica ios de
incoostituciooaes, provocaram em 188ii varias
reclamages do commercio do Recito, por sua
A840aio, ao honrado ministro da Ibzenda de
ento, que limituu-se a tomar conbecimento
dellas e ordenar ao inspector da alfandega, por
onde ento ae cob avain os mesmos impostos
que contiouassem a cobral-os escoimandc
o processo da cobranga de certas medidas que
poiessem ser consideradas vexatorias. ....
(l):
O aviso de 2 de Abril de 1866 autorisa a
alfaadega do Recife a cobrar o imposto de gyro,
e recommeooa ao mesmo tempo ao enio pr-
ndente da Provincia, qne propozes e as raodi-
ficages que a pralica indicasse a respeito do
assumpto, sobre tudo com o fin de simplificar
o seivigo, tanto em vaDlagem dos eontribuinleB
como do trabalbo da alfandega.
Estes impostos, ditos inconstitucionaes, mere-
cern] de um dos luzeiros das flnaogas do Bra-
zil, de um dos nomens mais preeminentes des-
te paz, e dos que mais honraram as bant-ad s
desta Cmara; o Sr. uooselbeiro Francisco Be-
lisano de Sotiza, qae era mestre em finangas e
em direito piblico, o jnlgamento que se contera
as palavras que venbo de lr que os impos-
tos ento, lo malsinados, nio podtam ser os de
imporiago de que trativa a Coostituigo e o
acto addiciooal.
Bastn isto para que o estado cootnuasse a
cobrar esses impostos at que, j no dominio da
Repblica, um aviso do e ministro da fazenda,
digno aotecescor de V. Exc. (indicando o
ar. Cassiat o do Nascimento), mandeu que fos-
sem cobrados como os de que trata o a a. 9 da
instituigo, e assim ficou Pero mbuco privado
desta quota com que poda occorrer s suas des-
pezas.
N&o obstante a falta deetes recursos pecunia-
rios to anillados que no anno anteiior ha
Tiam rendido 1.300 e tantos cont*, oo foi ne
cessano medida alguma extraordio>ia para
que a adm oistragao progredisse s-m grandes
abalos, teodo em dia todos os seus pagamen-
tos.
isto prova qae a admimstrago de Pernam-
buco tem sido apontada pelo mais apurado
cumprimento da le e o mais acendrado patrio-
tismo, reduzindo quaoto possivel a sua despeza
e promovendo lodos os beneficios e melboramerj-
tos do estado que em boa boa fot confiado
seu digno governador.
O Sr. Gaspar de DrummondPrefiro o des-
potismo de Minas ao bem estar de Pernam-
buco.
OSr. Coelno CiotraFallou 8. Exc. ainm
na remogo do commando do dislricto.
Nao havea vantagem na permanencia do
oammaodo do districto em Pernambuco, tao
pouco necessidade da ;gran1e torga da Unio,
all ; porquanto nao precisamos do elemento fe-
deral para a maoeteogo da ordem.
em mesmo nos dias tristes que atravessou
aquelle estado, e de que S. Exc. foi um dos
priucipaes defensores, era mesmo nesse perio-
do memoravel o governador de Peroambuuo te-
ve necessidade de recorrer ao auxilio da torga
fjde-al para maoter a ordem ou fazerse res-
peitar.
O Esiado contina sempre dentro da rbita
legal, obedecendo os seos habitante? ao intimo
das suas oecessidades, coadjuvando oor seu pro-
ceder a manulengo da ordem, que o caracte-
rstico da liberdade. Por cooseqoencia nao ha-
via a menor necessidade que podesse justificar
a despeza coosideravel que se eslava fazendo
cora a forga em Pernambuco, e um districto m
I.tar com seu estado maior, corpos, mdicos,
etc. quando no Cear existia urna escola mili-
tar, que reclamava os cuidados constantes do
che'fe do districto, que deve-lbe proporcionar os
meios de habilitar os alumnos nos exercicios
praticos das diligentes armas, b nao havendo
all um nico batslho, para l foi transferido
o 2- de infantera para os exercicios e servigos
de que careciam os alumno-Qdaquella escola.
Foi, poriaot, orna mediua de alcance admi-
nistrativo a molung do districto militar para
o Cear.
Nao noave da parte da poltica pernambucana
a menor intervengo na retirada do districto mi-
litar do Recife. Nao ha va, oem tmuainos ne-
cessidade de pedir a retirada do geoeral Ar-
niur Osear para o ;>ar ; houve apenas conve-
niencia administrativa, como acabel de demons-
trar.
E' certo que se procu ou especular, porque a
p i'.iticag-m, como V. Exc. j ouviu dizer m
Senado, selvagt-ra, que e faz em .Peroimbuco,
com ludo especula.
E no mesmo dia em que sahiu o battliio
bouve quem procurasse tentar Derturbar a or-
dem publica, attrtbuido a adrarnistrago local o
proposito de punir o batalbo, o que nao con-
seguiram gragas disciplina do corpo 'e aos
bravsg'neral Artnur Osear e coronel Medeiros,
que em tempo poderam desfazer a intriga.
Dizeodo que oeoburaa interferencia ti vemos
n !s-a mu itiga, e qut nenhuma necessidade de
ordem poliilca a acenselnava em relagao a Per-
o^mbuc, tu tenho justificado o aelo do gOTar-
00 como medida administrativa de alto alean
ce instructiva e regularsador das oecessidades
do exercito 00 estado do Cear.
Creio qut foram titas m principis pontos
tratados por S. Exc. em seo longo e quasl n
terminavel discurso ..
O Sr. Jos CarlosDa tres dias.
OSr. Coelho Cintra... da 1 res dias, como
diz o meu honrado amifio, depu ado pelo dis-
tricto Federal. 4|
Resta-me apenas fallar sobre assumpto 'em
que s. Exc. asta equivocado allegaodo que o
governo Federal, por mero arbit io, reformara
o Instituto Sanitario.
Si S. Exc. se digoasse de ler o relatorio do
honrado ex-ministro do interior, a pag. 296,
lena visto que elaborava em grave erro e que
o governo usando de urna disposigo legislativa,
agta dentro da rbita constitucional, reformaa-
10 servigos para melhoral-os conforme estava
autonsado.
Por consequencia. S. Exc. neohuraa razio
teve quaodo aecusava o honrado Ministro do
lotenor, allegando haver reformado o Instituto
Sanitario sem que bo'jvesse lei que para tal
ot orlaste.
O Sr. Gaspar
ler a lei.
OSr. Coelho
duendo que....
O Sr. t'assiaoo do Nascimento Est aqui.
E' a lei n. 26 de 30 de Dezembro de 1891. art.
2.- n 1.
0 Sr. Gaspar DrumraonlO livro que V.
Exc. mostra o relatorio, oo a lei, e a le'
que eu quero.
0 Sr. Cassiano do Niscimento.Poia se V.
Exc. quera le mande bscala na secreta-
ria.
O Sr. Coelho CintraEu nao sei mais o qae
poderei fazer para convencer o ooore depu ado
O Sr. Gaspar DrummondE' s:mples, ler
a lei.
que para
Drummood-V. Exc. qoeira
Cintra-Satisfarei a V. Exc.
O Sr. Coelho Cintra-Mas, o nobre deputado,
miuis ro que fez a reforma acaba de ler os arti-
gis da le que tal autonsou, e ja explicou per-
feitaraen'e toda a questo (apartes) por onde se
v que nao merece o actual ministro a menor
censura purquanto o aclo alm te legal nao toi
por elle praticado, por consequencia, Sr. pre-
sidente, ne losistirei mais nesie assumpto,
para cao asedar ou magoar o nobre deputado,
que to agastado ss moslrou para com o seu ex*
amigo, para com o seu aotigo c> rrlelegionario
de lodos os tempos, que S. Exc. achou sempre
a seu lado para amparal-o com os bons exem*
plo* e cooselnos 1
Mas, S. Exc. obliterando e-ses seotimentos
de amisade veiu verberal.o pela forma iojusta
por que a cambra viu.
A Camar..'. porm, que ernheceo honrado mi-
nistro, que teve-o sempre no seu se jo como um
dos seus mais. istractos merabros; que obser-
vou sempre o br.lhanlisra < dos trabaihos com
que S. Exc pracurou elucidar os as-umptos de
que se occupava'o'eita Cmara, far Ihp ha a de-
vida justiga, nao acreditando que S. Exc fos-
se capaz, por um s momento de afasiar-se da
sen la da justiga, da obediencn a lei da bones-
tiade. que faxem o apauaio de toda a sua vi-
da publica e particular. (Apoiade*-).
O Sr. Victorino Montelro E' um peroambu-
cano qu honra muito a sua trra (apoiados).
OSr. Jo- Carlos B' credor da estima ge-
ral (anoiados).
O Sr. Ceelbo CintraSem duvida um dos
bons patriotas que tem sabido elevar o oome
pernambucaoo altura do respeito e cooside-
rago dos homeos que fazem timbre da probi-
dade poltica e se devotam ao eograadecimeoto
da patria (apoiados).
Coocluo, Sr. presidente, a defeza dos actos do
honrado ministro, acoimados de injustos e al-
legndos pelo nobre deputado por Pernambuco,
s me resta decl .rar a S. Exc. e Cmara que,
como representante de oosso estado, qu- os
pernambucanos nao precisarao jmala implorar
O soccorro dos maragatos do sul p ler suat lbenla les e direito- : o povo de Per-
nambuco bastante cioso de seus oireitos e
ama demasiado a liberdade para jamis aviliar-
se indo mendigar >n qualquer emergencia aos
maragatos seu apoio em favor da reiovidicago
de direilos que julgaem coospur ados ou feri-
dostomo pernambucano eu diref anda a S
Exc. e Cmara que emquaoto paipitarem 001
generosos peitos dos bons cidados oa sen-
lmenlos de admirago a amor d'aquelles pa-
trio as rujas glorias tantas vezes lm aqn
sido invocadas ; emquant i poderem man festar
a dedicagao que Consagrara trra ahengoada
de seu be go, jamis menoigaro esse apoio
criminoso e uspeito, que irar a oucultas tenta-
tivas de perturbago da tranqulidade publica,
apaoagio de nossas liberd.des.
Si t;.l podessem conseguir, todos os bons pa-
triotas se levantaran) unidos, como um s peo-
samenio o de esmagarem os m. acatos auda-
cioso* que pretendessem perturbar a paz, annl-
quitar a ordem, coospurcando as liberdades de
que gozamos no grande e prospero Pernambu-
co. (Muito bem, muito bem ; o orador cura-
pr mentado).
DOCUMENTOS A QUE SE REFERE O
ORADOR
Cotes du Brsil Fernando de
a Moucher
Noronha :
Cette ile n'a aucun cours d'eau, quelque seur-
ces fourolssent une eau tres cbarge de divers
seis qui lui donnent un goi desagreable, mais
elle me parait pas malsaine; daos les localits
elaves sur les plateaux de l'loterieur, on est
oblig de recueilllr les eaux pluviales...
Cette ile est peu cultive et peu favorable
la culture ; elle est inonde pendanl la salson
d- s pluies, et dessecbe par un ardent solell le
reste de I'aone.
..Elle est depour/ue de port el to debar-
quement y es souvent difficile. Lt seul poiot
accessible est la baie Sant'Antonio...
II y a l une pettte crique ouverte au N. 0.
forme par des elots detaches de la cote; on
peut y trouver uo asser tout atui mais le de*
Darqument y est loujours cause du rsac*.
(1) Porto de TamandarTamaodar, povoa-
gao notavel peto seu porto, o melhor d'esta
costa...
Este porto tem capacidade para navios de 18
ps d calado, pois encontra 0e 8 metros
d'agua, fundo de lama, e basUi.tt abrigado
de todos os ventos.
Ao sul da fortaleza ha outro ancorad uro mais
espagoso e ma.s fundo do que o anteced nle,
mas, por ticar em frente barra, inteiramen-
te desabrigado, e, portaolo, subjelto a grandes
vagatlies mormeote quando o vento est i.elo
quadrantede S. E. (Roleiro da costa N. Pratico
Felippe).
Para o N. encontra-se o porto de Tamaoda-
r.-. t/sst eocore uo coupure du recif qui for-
me ce mouillage, mais elle esi plu3 grande que
la plus part des autres couperes de otte espe-
se. L'espace et la protoadeur soot a>sez con-
siderables daos ce part pour qu'il pi>jiei.rece-
voirbitimenl d'uoe certaloe grafldeur: les
.prii^i4e3 assureot mme que des fragatas
pOurraient y entrer .. ;ls.disent qu'oa wrouvo
Tamandar de quatre* six basses d'eau*
(Jet pettl port est le meilleur ou. pfntot le
seule capanle d'offrir quelgue abr, iitpu's Ba-
ha jusqu'a PeroBinbUuO. (B. Roussio, lo p-lot
du Brsil).
Entre la pointe. Tamandar,. .la potte
liheUs la cote ferme une baie.bien protegee
par le recif e dan-laquelle "'oti' trouve sur un
ttodue de 2.000 nitris N. *S. f ot l. 0 a

tv/
Vf?T
}
.. ,.^-m.
--
I um. II


M
Diarlo de Pernambuco Sevta-feir 13 de Deiembro de 1 95
bien

I

i
rrem, un boB moollage esees
brit de l rxr accesstWe aux navtres catanl
5 5 i 6 mtres.
.C'eat lo seul pot rerm que existe entre
Peraambuco et* Babia.
L'eDtre le ce port est une larga coupure de
S00 mlres qui interrou.pt le recf devant la
parlie central de la baie, mais elle est retra-
ci e diviae em deuz pariies par deux pla-
teaux de roches nome8-Caii.a Grande e Bai-
xinba. La plus rande da deux pasees, celia
du sud, a 500 mtres de largeur el 72 15 m-
tres de profondeur.
Le bon abr qu'offre la baie de Tamandar,
la facilit d'entre et de sortie et principis-
meot la circonslance que c'est le seule pon a
peu prs ferm entre Pernambuco el Bahia,
donnerail une certaine importance cette lo-
cali t si elle avait quslque voia de commuoica-
tion avec l'interieur pour le transpon des p-o-
duits ; mais liabflence de soote e de rivire na-
vigable rend ce port absolumeot mutile. (Moa-
cber Cotes da Brsil).
C amara los Deputados
No dia 30 do-psaado abrio-se a iess&o con
71 Srs. deputados, sob a presidencia do Sr. Ar.
tbor Ros.
Fol lida e sei debate a;>p;uvada a acU da
Bsalo anterior.
Passa-se ao expediente.
O Sr. Alfredo Elli?, a proposito de ama arco,
rijao qne Ibe coostoa ter s.do feila contra a toa
pessoa e a bancada paolista, coro relacao ao im.
pos'.o sobre o gado em f, protesta que tivrsse
proposto tranpacco e refere os tactos.
O 9r. Alvaro Botelbo respondeodo-lne explica
o caso.
SeRando S. Exc. havia nm fondo de ve'daae
do qne o Sr. Alfredo Elli* assegarara inexacto.
LonreuViio, a bancada paulina qaeirara se d.>
qnn.ua deputados de Minas vo am sempre contra
o que elle propOe. O Sr. Bilis dissera qoe nao
duvidara votar a emenda sobre o gado desde
que Minas abandonaste um semelb.me moda de
proceder.
O Sr. Olycerio. ccamado ao debate por nm
t'ecbo do discurso do Sr. Alvaro Botelbo, deu
eatao i r*z6e9 por aue votoa contra o imposto
SOBre o gado; fel-o para accmpaobar o presi.
denle e o relator da commiseao de orcamentj.
qoe ettendiam nao deverser acceita aquella dia.
po8l<;o.
O S'. Nilo P canba fundamenta o seguute pro.
jecto :
O Ccngresso Nacional decreta :
Ar t. as eieiQes p.ra depuiados e senadc.
res da R^p'bhca vctaraoos cidadaos brazileiro
que provarem com a exbibicao de-seos litlos
de eleuorea snnareui-se inscriptos, na forma da
le n. 35 de 26 de J.neiro de 18V1
i Nao Davendo eletgao na seccao em que
liver de votar o eleitor, secda-lbe recusado o
voto pela respectiva mesa, pDderft elle no mesmo
da faxer valar o aeu direlto perante qualquer
BotaMo pnbllco do moolciplo, oa perante o julio,
inclusive ao seccional as capitaes dos Estaaos,
tomando por termo o voto expressamente decla-
rado. .
8 2*. O funccioaarto qoe tlver cootado oa vo.
toa asBim emitiidos, remetttri orna cerildao ge.
ral de escrutinio expresso a junta aparadora da
ela c*o qoe se tratar e cotra corporacao
compleme para a venlioacao de poderes dos
eleitoa.
Art; 2. As jootas secciooae nos Estados [ario
nomear delegaaos sena une acompaobum e
tscalisem omrocesso eleltoral, desde a organl.
e gao das mesas at a detiniva apreaemacao
dos votos.
i. As juntas seccionaei terao nm delegado
em cada seccao eleitoral.
Art. 3o. A eleicao federal para deputados e
para o terco do Senado da Uoo se realisara
em toda Repblica 00 dia 31 de Dezembrj de
1895.
Art i". Revugamse as diaposicGee em coa.
trarjo .
O Sr. Leoviglldo Filgueiraa reclama sobre ain.
da nao terem sido prestadas pelo execotivo as
info.-maces pedidas sobra a exploncao de cer.
tos rj ineraesjnea costas do Brazil, prloupalmente
em .Corro maiiba,'municipio do Prado. Esta 10
da B na. B pede sejam pedidas oom urgencia
essas iaform&cGe?, visto que com urgencia e oe.
ce--a lo tratar do assnmpto.
F.uT>sa na 2" pa-t- da.ordem do dia.
Conitoua a 2' discnasfto sobre o projecto de
retotegracao do S\ Sertedello Crrela 00 exer.
cito <* na escuta mimar.
O Sr.-Lamoaaier Godofreio declara votir con.
tra o projecto qne, bo sen conceito aben-do sob
o ponto de vista jurdico e pernicioso em aoas
cooseqoenclae, que fogosamente bao de appa.
recer. ....
Nao coxprebende a terminologa ja-ilica ero.
pregada, pelo amo', autor'.sana., o execativo a
reintegrar, o official e o lente ; pois reintegrar
impo'ia violacao de ora. direlto, reparacao de
nota iojostica a a demi-aao do Sr. Sersedello
Corren, foi a sen pedo, aenao qua a approva.
c&o dj pTojecto Tira offander direltoa adquindos
de m aj qne davida que seja sancclonada, caso
passo.
O Sr. Frederico Rorgea. defeode o projeclo,
respondendo aos tres discursos contra eil pro.
ferJdos.
Historia os antecedentes do pedido de rierais.
5o do Sr. Serzedello Correia ; mostra ootras lea
de ex epcao de 'goal nitorexa ; e sosieBta a
conauucioualldKde ao rojecto.
Silie.-ia os aerecimectos do Sr. Serzedello
Correia ; e comparando a soa attitude coma
da^uelles qoe se bate'm na reolia e qoe agora
Toltam as autigas posic6e->, cooclae que de ja.
tiga.que um dlatiocto oficial e servidor da He.
publica o&o fique em coudic.638 inferiores aos
qne trmar.tr parte na revolta.
Adia-se a diBcassao.
Na 2' parte dos irabalbos foram eoca'rados
sem bebaie os pr ijeetos .brindo um crdito
pata deapeaaa com o aervioo quarealeaario em
.lata Camarina, e aatorisinao o crdito para
pagamento do peaseal da delegada de turras do
Ert.do de atinas, ambos em 2* discasso, e ero.
3* discQS'29 o projecto dando s pracas de
bomberos e de policia deiti capital o direno
de se recoiberem ao a-y!o de invlidos qoaodo
iDOtilinadas em eervigo.
Deaittaadaa ordem do dia levaniou-se ra ses-
bSo 4 Doras da tarde*
Ab. 10-se no dia 2 do correte a sesso
com 72 Srs. depn dos, sob a presidencia do Sr.
Ar bur Ros.
Foi lida aprovada a acta da sessao ante
rior.
Na 1* parte da ordem do dia cootina a 2
discnsBio do projecto sobre a reioiegracao do
Sr. Serzedello Correia oc exercito e oa cadera
de lene da escola militar.
O Sr. Tbomaz Cavalcaole (rasido tribooa
pelo discurso do Sr. Lamooaier GoJoreJo e
paeea a respndelo.
Acba qne se deve modificar a expressao
reintegrar.
E torga- e por mostrar a jostica da causa, re-
lacionando o projecto com os actos do execnti
vo posleno es A amnista.
Nega que baja offeosa a direitos adquiridos;
se ba.roiorea alada existem contra os decre-
tos de retotegracao do execotivo.
O S'. Ovidio Abrantes fas orna recilicacio a
discurso proferido sobre a materia.
Encerra-se a dlBcuBeao.
U mesmo Be d com o projecto qoe ro gaoi
za o montepo obrigatorio.
Pasaa-se discuasao do projecto sobre auxilio
s Iido-irias.
O S Victorino Modeiro profere um discur-
ro jostiricando o obsinativo que ha alas pu-
clicsaos em oatra sec^ai.
Eut -se na v tafiSo da materia encerrada. .
Sao approvado :
A en enaa do senado ao projecto da cmara
dos d- pu'a 'os, que aatorisa o goveroo a con*
firmar ao primelro pssto do exercito todas as
praxis comm'Miooadaa nesse posto al 3 de N >
vembro de 189 (Jiscas-o nica) ;
O projecto elevando a categora de alfaodega
de 4' ordem a mesa de reodas da cldade de Pe-
lotas e d ootras providencias (3* discasso);
Aotorisando o poder ex cativo a abrir um
crdito de 21:8404366 aoplemeotar verba
Exeocios flodocpara occorrer as despeas
qoe foram l>qoidadae com o .servico qoareote-
nali' de Santa Catarina duanla oacno de 1893
(2*-4fccns8io) ;
Aatorisaodo o poder execotivo a abrir um
errdito de 6:333*310 para pagamento do pa
soaka aypedienie da dalegacis de torras e col-
niaacaooo Estado de Mitas Geraes ao aono de
i893 (2 aiicuisao);
To aanda extensivo s pracas da brigada po-
licial da Capital Federal e do corno de Bombe!
ros, qoe se inutillsarem durante o lempo de
praca, o direilo, de arcitn e da armada, de serena recomidas ao
aeylo don invlidos (3* distosaSo) ;
Relativameote ao crdito para a Central, fol
approvado o subatitntivo das commlssOes reo*
niaas de orcaosenio e obras publicas, reduaindo
o crdito a 8 000.000*000.
Qom es-e p-ojecto foram approvadas, pira
constituir proje:tos'ieparadost as emendas, con-
ten piando coto 1.132:497*668 a estrada de fer-
ro Rio de Ojro e autorisaudo a costro'sao do
p-oloQgarncn o >'o ramal de Santa Cruz, oa es-
trada de ferro Central, al o porta de Angra dos
Res, passan'ie por Ilacuroas.
TmreoQ app'ovado o projecto da reintegra-
gao do Sr. SenedeUo Crrela.
O S Gaspar Drnaimond obteve urgesciia
para ent-ar amanba em ordem do da o projec-
to do Sr. Costa Mai'baio, sobre inlerveocao ta
Uo'aj nos negocios e tacoaes.
. Pagga-ee i V parta da ordem do dia.
Encerram se :
En disou sfto nica as emendas do senado ao
projecto n. 142 E de 1895 (orgamenio da (azoa-
da);
Em 1* '-iscu-s ', o p ojecio n. 17 A de 1895.
p-opondo vanas mt>ditica,6e no projecto n. 17
deste anuo, qoe orgaoisa a forca armada no Bra-
sil.
Passa-se ao expediente.
O Sr. Vergne de Abren reclama a nomeagao
de substituios pa-a os Srs. Baziiio da Las, Il-
defonso Lima e Rodrigues Lima na commusau
de osirucgao e saie publica.
Levanta-se a sessao s 4 1|2 boras da tarde.
No di 1 3 nio funcciouoa a cmara por falte
de numero.
Pergrantas respeitoea| a un
ministro da Egreja Evang-
lica por am neophito da mes-
ma Egreja.
(CooclosSo)
PERGNTA SEGUNDA
Qs) fundadores da Nossa Santa Reforma
foram verdaderamente inspirados por
Deus?
Os epitbet08 indecorosos de cacborro, de ig-
norante, de besta, de mentiroso, e semelbaotes
e-acn as palavras caridosas com qce mais fre-
qnentemente presenleava aoa collaboradorcs da
Santa Reforma.
Em una caria, qa em 19 de Janeiro ce 1538
dirigida a Bacr com palavras multo aaedatas,
cb-ama Luibe-o de maldisAnie, de ignorante, de
amizos do fausto e da folgaoga (1).
Coot'a Wesfallo, este santo painarcba, usa da
mais bonita, e evanglica Imguagem : a tua
escnola, escreveodo, am verdadeiro e fedoreo-
10 cDiqaf-iro de porcos. Me enteHdes, cacborro ?
M emendes tresloucado?.... Me eoteodes,
grande burro ?... E, mais ou meaos, repe
te contra Castellias as mesmaB con as (2).
Zainglio, comqaanto fosse o mais moderado
de iodos, comtndo, atacado na doctrina por Lu-
ibero, responde na mesrua giria, escreveodo :
quaodo leio e se livro (trata da breve coofis-
co obre a Eocbaristia de Lotoero) me parece
ver um parco immuodo cbafordar, e grnnbir
aqu e acola n'm jarlim plantado de flores
mato ebetros 18; Uo impuramente, e tao poaco
Mitolgicamente falla Lotbero de Deus, e das
cousas diviaasl... Eis porque drgo, e repito,
qne todos os diabos tomaram posse deste bo-
meml I (3)>
Honrado minist-o, comparando o modo cari-
doso ebeio docura, e modestia com qoe os
apas oos se trataram entre si, e traiaram
aos cb-istos, ,e at aos pro irioe loimigos e
peraegaidores pagios, o con o modo indeco-
roso e viol-fot > com qae 08 oossos Panda
dores se traiaram reciprocamente, n&o pos
sivel, que omi pessoa sensata se persuada, que
estes, na obra da Reforma, ope-assem deoalxo
de urna mspiracj divina*, uoao seria de mis-
ier, para qoe a nossa Reforma podesse justa e
raBOavelmeo e ser conaiderada ama religiao
divina, e por conseguate verdajeira, por
isBo torno a perguatar-vosos Fundadores da
nossa Santa R-forma foram ou nao erdadeira-
menla inspiradla por Dea?
Mais coosas a.este resuelto, tenaeuaia.a a
di ter; porm, ja seado pordemais exteusa esta
tninba pergunta, me baveis de permitlir parar
aqu, esperando que a vossa rate-nal caridade
se ignara ie responder as pergantas proposus
10 modo, qne nao reste vislambre de davida ;
o qae nao sera difficil ao vosso profundo sa-
ber.
Smeote asstm pyierei gozar aqaella paz
tranquilla, qae desappareeea do mea espirito
desde o dia em que abandone! a religio de
meos psis para professar a vossa Reforma Evan
gelica.
Na certeza de ser attenido, pseo-vos luenga
para logo propjr um te-celra ferguata.
qoanto ladino, raceiaode que possa abusar del-
tas com prejuizo dos meas interesses, e da mi*
nba pessoa. Dir-vos-bei anda, venerando Pas-
tor, qoe mes'-.o a vossa doutriua, a qnal desti-
la dos voseos labios com a placidez das aguas
de pereaoe regato, parece-me eivada de cootra-
diffoes, e por causa o'iaso offende e pertorba
profoadamente o meu espirito.
Coo,o vedes, amado Pastor, a voasa oveloa se
acba o'om estado lastante melindroso ; esta
gravemente e..ferina porm aioda nio esta des-
engaad, recoaeceodo por Meri de Deus a
oecessldade em que se acbn de recorrer
voseas luie?.
VOs p s, a semelbanca do Bom Pastor, di
goar-voaneis d^ soccorrer. abriudo-Ibe os ricos
tbesouros da vessa iuesgotavel caridade: qasru
dizer, digoat*v s-ueis de usar conimigo da vo--
sa proverbia! ben- volencia, reaponendo d om
modo claro, conciso e calbegorico as perguat4
respeltosas, qo- propuz.
Como bom Slhe, qne me preio de ser, nao
posbo ne 1 devo occul'arvos cousa algnme.
Pb bem sabis, que entre as ovelbas, qae com
tanto selo e trablbo, e com to ingnotes sacri
ficios pecanjario, arrancaste*- dos bracos im"
mondos ua prosututa de Babvlonia, e das ar-
ras do anti-cbris'.o, multas ha (e sao todas aquel
las, qoe anda conaervam aleom sentimento de
uouestida >e e bom seoso), qoe esio eendi
atormentados p. 'as mesaras dovidas qae a mim
perturbaos; de modo que, se a voasa caridade
iij Ins aroJe com presteza, correm risco cer
to de recibir 00 aby^-ao medonbo de que as Ir
vrasie?, e da mesan f.-ma que aqueles am
maes de qne nos folla S. PeJro na soa segunda
carta, remgulindo o que nnbam largado, lare
certa ana conderuaacSo.
Confiado no zelo pela gloria de Deas e salva-
cao das Imas, que de'ora o vosso esplri o,
agoardarei com ancia, que me def ndaes dn lo
bo voraz, qne ameaga traga -me respondendo
as perguntas, que com todo respeito vos propuz.
(1) Vid. carias de calv'oo
(2) Aroold, Oh. cit. T II. pag. 323,
(3) Zjingllo. Ob. T. II, pag, 447.
Eleiyo -Temos mais o seguinte resulta,
do:
Pe queira
Resultado que faltava :
Voto
Dr. Joaquina Correa 329
Dr Jos Marcellino 329
Fio esta
Dr. Joaquim Correa 325
Dr. Jos Marcellino 35
Ouricury *
Resultado conbecido :
Dr. Joaquim Correa 318
Dr. Jos Marcellino 318
Boa Vista
Dr. Joaquim borrn 169
Dr. Jos Marcellino 169
Bom Jar lira
Dr. Joaquim Correa 383
Dr. Jos Marcelino 383
Bom Conseibo
Dr. Joaquim Correa 887
Dr. Jos Marcellino 887
S. Beato
Dr. Joaquim Correa 512
Dr. Jos Marcellino 512
Resumo
Addiconada votagao j publicada a que
hoja registramos o seguinte o resulado at
boje conbecido.
Para Governador
Dr. Joaquim Correa de raujo 24.287 votos
Eis o refaci desta irrespondivel obra,
que ayuntamos a sua publicacao, para
aqui facer, pois entendemos ser de al-
guma utilidade :
Desde o feliz momento em que a vossa voz
nsinnante, e sobe todo os copiosos soccorros
que me p-o-ngaliMstes, rapercutiodo em meo
coragao me abrlram os olbos luz da verdade,
com todo o en peobo de que capas a miaba
vontaJe, me dediqaei a un estudo s-io sobre a
vida e doatrina dos Fundadores da nossa Santa
Reforma com o nico ioieoto de me instruir
roovenientemente feu'aqnelle verdadeiro espirito
evanglico, que amara aesses varoes ilustre*.
que foram Lrbero, Cal vino, Ziioglio, Henrique
XIII. etc.
Nao i.odeis portoto de modo alguo snppor.
qoe eu abragasse a religiSo evanglica, da qual
oi2 tao diatincto mioistro, para ser somante
inscripto no numero das ovelbas do vosso reba
obo, e participar, desde modo, dos voaaos lar-
gos donativos. Fi-lo principalmente, afim de
poler ter parte as grabas do Redemptor, e aer
verdadeiro discpulo de Jasas Cbristo e por
esta nica razao jolguei ser de meu dever de
dlcar-me ao estado da vida e doulrina deases
grandes booiena da Jmesma maueira que fatem
os catbolicos com relagfto vi ia dos seos dou-
tores Agostinbo, Jerooymo, Ambrosio, e ootros,
considerados por ellas como mestres e colom
as da rellgiao. qae professam.
C osceocioBo portoto at ao escrpulo, em
preguel a maior parte do diobeiro, qae receo i
da.vossa generosa caridade, na compra doa I -
vros, que me (eram necessarios, escolbendo
multo do proposito autores de f nao snspeita,
e preferindo sempre os au ores protestantes de
mais firme reputagao por vos te- ouvido dizer
muitas veres, que ce-ios amores catbolicos ti-
nbam adulterado a vida e doatrina desaea va-
rOes insignes ; sendo com verdadelra aatisfagao
qoe me entregaei a esse estado. Porm foi tal
minba infelicidade que esse estudo, longe de
removjr da minba mente as duvidas que ain ia
ootros ae ioqaietavam, as corroboroo ; e, sus-
citando anda outras que eu nunca f.ona coabe-
cido. pos a mloba cooacieacla n'am estado de
lastimosa perturbagao.
E justamente para me livrar distas angus-
tias, que bumilde e respeito* mj.;te propus as
minbas Hovidas i vossi reconbecida praieo u
e profunda sabedorla, na certeza de que os dis
Bipareis, e deste modo, resiiuindo a p-z ao
mea espirito, firmarele a miaba f, a qoal s
aeba por isso fortemeote abalada.
Dingindo-rre a vossa reconbecida perspicacia
e gastias. mea dever ser franco. E porque de-
veri i eu dlssimolar, fallando ao meo pai e paa
lo-?!... Estoo can vencido de qae qaal^uer
reticencia de minba parte seria oeste caso urna
mpe-doavel t/aigSo minba conscieocia, e uta
offoosa grarissima ao vosso mais qua bondoso
ceragao.
Dir-vos-bei, pois, Amsdo Pastor, qoe no< meas
eiludos sobre a vida e doatrina dos Fundadores
da nosn Santa Reforma eocootrei moitas paeaa
gens, que abalaram, fortemeate a minba eren,
gi, a qual por certo nao tao firme como a vos-
sa. Dir-vos-bei mais, que as meimas eacn
platas santas, interpretadas segundo* os vossoa
principios, depara! com cousas, qoe nao deseja
tto modo aigum qae ebegaem ao conbeeiaento
Para Vice-Goveroador
Dr Jos Marcellino 24.235
No municipio de Boa Vista comparecen a op-
posigao, obteodo os seus candidatos, cujos ao-
mes ignoramos, 86 votos.
riaria sena eflettoO Sr. Dr. Se-
cretario da Justiga, por portara de 11 do cor-
rete, considurou sem effaito a de (J de Marga
do correte aooo. que nomaou o bacharel Ab-
das Bibiano da Cunba Salles para exercar o
cargo ae promotor publiclo municipio de Sal
gueiro, por nio tar asiumilo o exercicio danlro
do prazo que Iba fol marcado, e'uonieouyara
sobsti uil-e, o bacharel Francisco Diogo Alves
Viaooa, que daver agsumir o exercicio no &ra-
zo Je 45 das.
Incendio Bsenlos em datalnes que nos
foram fornecidos pela Companhia de Bomba-
ros, accresceotamos algumas notas ampliativas
as noticias que lemos dado sobre o incendio do
estabalecimento dos Srs. Francisco Lauria & C,
ra Mrquez de Olinda.
O fgo comegou pela sala posterior do 1.* an-
dar, que servia de deposito s mercadorias do
referido estabelecitnento, as qaaes ftcaram in-
tairamente estrgalas.
Olecto dessa sala flcou iateiramente carboni-
gado a bem assim a porta qae d communicagao
para a escala do 2 andar, tendo-aa propagado
o incendio pela referida escada at o sali do
4." aodar, atlingindo diversos compartimentos
de todos os andares.
O pessoal da companhia lutou com difllculda-
de para arrombam^oto de algumas portas afim
de localisar o incend.
O predio, que propriedade da Sra. Herminia
de tal, eslava seguro oa companhia Araphi'.ri-
te em 30:0003000, e as mercaduras as corapa-
nhias Pbenis Pernatnbucana em 40.000^000 e
Indemaisadora, na meama quaotia.
As mercadorias que se acbavam no pavimento
tarreo sotfreram apams avarits pala aga all
derramada.
A companhia foi rnuito auxiliada 00 se^vigo
de extinegao pelo lente do Corpo de Bombei-
ros do Amazonas Theophilo Gomas de Oliveira,
cabos Mmoel Gomes de Oliveira e Jos Fran-
cisco de Lima, e praga Manoel Francisco dos
Santos, pertenceutes ao mesmo alludido corpo ;
distinguindo-se no mesmo servigo, alm dessas,
os paisanos Alfredo Rodrigues, impressor do
Jornal do Recife, Gastn Borges, guarda-li-
vroa da companhia Amphitrite, commendador
Joaquim Alves da Fonseca, Dr Lopes Pessoa,
medico da companhia, Arthur de Almeila, Nu-
ns Fonseca. Abel Pinto, urna praga do 14.* ba-
talh&o, Jos Galdino da Silva ; e as ex-pragas da
companhia Maranno Francisco Salgueiro, An-
tonio Bezerra de Souza e Antonio Francisco de
Carvalho.
Comparecern! ao local do incendio os dele-
gados dos 1." e 2." di8trictos da capital, sub ie-
legado da freguezia do Recife, forcas do 1., 2.
e 3 batalnes estaduaes e um piquete de ca-
vallana.
E" ignorada anda a origam do incendio.
Colleglo Salesiano -Realisa-se no dia
15 do correte, oesse collegio, o Certamen do
encerramenio das aulas e a distribuigao dos
premios aos alumnos qua nestas se houverem
distinguido.
Para o referido acto, recebemos delicado con-
vite, que multo agradecemos, do Revro. padre
Loureogo Giordani, digno e Ilustre director do
collegio.
Tlieatro Santa Isabel ca se em
eosaio o importante e apparatoso drama marti-
mo em um prologo 3 actOB e 6 quadroNossa
Seobora do Pilar-ornado de msicas, mgicas,
transformagOes, coros incendio, fogos etc
O actor Livrameoto n&<> tem poupado despe-
zas oera esforgos para o bom xito d'essa pega
man lando fazer novos scenanos como exig ao
sauauthor: o subterrneo maldic o, diversas
psgas de transformagoes < urna hada apoth os-j
qae drizar ver ao espago a Senhora do Pilar
com todo o seu esptn lo1' entra os arijos.
inotittito \ n-lieit o^rino e (eogra
piuco PernambaoMno -Esta asso em sessao enoubm resolveu consagrar na
acia um voto da pesar pelo fa.'lecimento de seu
socio conselheiro Dr. Maooel do Nascimeoto
Machad 1 Portella, nom 'ando urna cotumiss
para assislir as miasas do 7.- dia que serd'i
celbralas no da 14 lo correte, por alma da-
quelle Ilustre finado.
o:ledade dos Arliotas M^ehan
oos e Libaran de feroambaco-No
da 10 i o correle te ve lugar a ass muia geral
desta asiociagao.
Sea director capSo Vieira da Cunha, abriodo
a sessao commuaicou em pirases repassadas
de seotimento a infausta noticia da morte do
consocio bemfeliur Manoel Portella.
Os profeasores Mamede dos Res e Correia
Ufando da palera flzeram a apologa do i lus-
M morto em eloqueotas a sentidas phrases, pe-
nimimeota approvado, qua se langasse am voto
de profundo pezar oa acta, se levantases a ses-
sao, e se tomassa luto por oilo das, e man-
dasse celebrar missa e sessao fnebre no 30-
dia do fallscimento de lio eminente e digno
cidadao.
FerlmentosAnte hontem pelas 6 horas
da tarde o individuo de nome Fidelis Luiz Fer-
reira deu duas facadas em Francelino Jos da
Silva, na freguezia do Racife.
O criminoso foi preso era flagrante delicio
pelo activo subdelegado da mesma freguezia o
qual fez transportar o ofleadido para o hospital
Pedro II, e contra aqueile proceda na forma da
lei.
Le grenie de la mode Temos sobre a
mesa a ultima ediego dessa conceituada revista
de modas que prima em apreseotar sempre, vi-
gorosamente em dia, as ultimas novidades.
O presente numero traz esplendidos ligurinos
coloridos.
Muito gratos pela offerta ao Sr. Leopoldo Sil
veira, da Agencia Luterana.
Colleetorla de Olinda-Essa collecto-
ria cobrara durante este mez, sem multa dos
contribuimos, os impostos de decima, aguarden-
te e 4i "/ sobre industrias e profisses.
GatunosO Sr. lente Antonio de Souza
Mata, subdelegado do Recife, effectuou ante-
honlem as prises dos gatunos Aurelio Lopea
Rodrigues e Pedro Francisco da Silva.
O 1." bavia furiado do Sr. Herculano Joaquim
de Sanl'Anna, em Ponte de Ucha, entre outros
objectos, um relogio de ouro, um uniforme de
casimira, dous palitots da casimira preta, urna
duzia de gravatas de seda, um par de botinas,
urna carteira com 23g000, dous suspensorios de
seda e uma cigarreira.
O 2. bavia Turtado uma grande porgo do
cobre e latao em uma barra, sendo essas ob -
ject08 entregues ao sea competente dono.
Nao regatearemos elogios activa autoridade
pela maneira correcta por que vai desempenhan-
do assim a sua mi -sao.
Avenida Mauricio de XassauO la
slilulo Archeologico e Geographico Pernambuca-
no. era8essao de hontem, resolveu dirigir-se ao
Concelho Municipal desta ciiade sobre incon-
veniencia de darse Estrada Nova de Caxang
a denominagao deAvenida Mauricio de Nas-
sau.
.- Bataib Catadoal Hontem
tarde o 2 Corpo ie lofantana Estadoal sabio
a paaseio militar, percorrendo algumas mas da
cidadt, sob o commando do Sr. t-oronel Leon-
cio.
Tnato os ofliciaes como as pragas apresenta-
ram-ie garbosamente.
Resutamento da Propagadora da
Instruocao Publica-Fotnoa o sequiados
,um nm exemplar do regulamemo da escola de
ensino si unoarlo para seiboras cargo da So-
cie-iade Pro.oagidora da Ijttrocgao Publica.
G-atos.
Contraria de Vossa Senhora da
soleda le da Boa Vista -Esu coufmia
proceaeu eleigaa para a ana nova mesa rege-
dora, dando em resultado o seguinte :
Presidente-Joao Morena da Silva Braga,
SecretarloAntonio Vieita Ce Barros.
ToesoureiroJulio Cesar ardoso Ay-es.
Procurador geralMajor Manoel Ferrelra Bar-
tbolo Jooior. ,,
Procuradores Manoel ka# de Sant Anna
Araujo e Manoel Ociaviano de Carvalho Pinbo.
DefinidoresAotcnio Alves Barbosa Primo,
Antonio Hermtno de Senna, Manoel Franctaco
Cardoso Guimaraes, Antonio Lopes de Carvalho,
Joiio Peretra Rabello Braga e Tnomaz Teodo-
miro de Magalhae=.
Baldes para Illuminaco-Qs Srs.
Caudiuo de Medeiros & C. propneurios da loja
de miodesas a ra Duque de dxias n. 101, of-
fereceram-nos tres lindos bales para liumi-
nagao.
norigados o^'a oflFrta.
IIiummacAo de Caxang-Veio hno-
tem ao oosso ei-crptono ama com miesao detall-
lem
ronpa ; a faixa no ventre, deve conservarse
durante o prlmeiro mes.
9.* E' necessario abandonar o uzo do enfai-
xameDto completo, que envolve e aperta 'o cor-
po junto os membros, por lsso que quanto mais
liberdade teoba a crianga nos seus movimen-
tos, mais robustez e melhor conformaco ad-
quire.
Evitar tudo aquillo qae possa comprimir a
caoega, i irluindo a propria tonca, quando nos-
sas condiges, pois, pode resultar disso, mais
tarde, desarranjo oa saude e oa intelligencia.
10. A crianga deve estar sempre mais ou me-
nos resguardada pelo vestid", conforme o paz
em qua habita e segando as estages ; po-
rm, necessario precavel-a contra o fri ou ex-
cesso de calor, quer sejam produzidas pela in-
temperie, quer pelas babitages. Nestas, com
tudo, deve-se renovar o ar com frequencia.
11. Nao prudente d->ixar seccar as crian-
gas ao ar, antes dos quinze dias a nao ser que
a temperatura seja multo tempera la.
12. E' muito pergoso fazer repouzar a crian-
ga, na mesma cama onde doran a mai ou a
ama.
13. E' necessario nao haver prassa em fazer
as mangas andar; deve se-lhe deizar gatinbar
pelo chao ou lavantar-sa smente, e deve por-
se de parle os chamados andadores carri
nbo3, etc.
14. Nao se deve deixar nunca sem cuidados,
as crlangas que soffram de qualquer indisposi-
gao (clicas, diarrhas, vmitos frequentes,
etc.) E' necessario cnamar um medico deade
o principio da eufermidade, se esta se prolon-
gar mais de 24 boras.
15. Caso se suspeita que a mai, ou a ama,
estao de aovo grav das, uio se deve co-.se itir
que co tiiuem a amameotar a crianga, sob pe-
na de comprometler a vida ou a saude do me-
nor.
16. E' necessario fazer vaccinar a crianga
durante os tres pnmeiros mezes que segutrem
ao seu oascimento. ou as pnmeiras semanas,
caso exista alguma epidemia de varila : a
vaccina smente peraervalvo desta enfermi-
dade.a
Telegrammas retidos -Acham-se re-
tidos na estaglo do Telegrapho Nacional os se-
tiUinte telegramma- :
be Pelotas, pa-a Sa aiv.
Do R o, para CessrioeY j.
De Maragogy, para D Be-i.ardina Carvalbc.
De Peudo, paralse Gongalves.
0 mea vUlaao, sobretodo te este for tanto oa diodo os meimes em reqaerimeato qae foi ana-
cos moradores oo Caxangi oedir-noi pa-a lena-
orarmos ao digno caocelbeiro municipal Miguel
Macedo, anctor da pronosta da illominagao d a-
qialla localldade, a nooneaco do Sr. Manoel
Horacio Correia de Qoetroz para o cargo de di-
rector do aervico, pois, sofflcieoiemeute digno
de exercer o referido cargo.
Conbecemos o Sr- Horacio, redactor do Im-
perial e achamos qae o pedido da commis3ao
rasoavHl.
Ponte de Afjgairos -Esta ponte conti-
nua a permanecer com aiguns buracos que da 4
dia augmentara, o:casonaodo quedas de aul-
oaaes e pessoaa.
Ao digno Dr. Director daa Obraa Publicas pe-
limos urovilendias.
Assasslnato-No dia 30 do mez lodo, no
mun'cioio ue S. B^nto, no logar denomnalo
Camello, foi eocoatrade o cadver de Eupha-
mo de Armeida. con um ttru sobre o pello.
A autoridadecompeteoie procela as necessa-
rias diligencias atin de cbgar ao coQbecimento
do ""to- oa aotow desse crtm.
Uniao nramatlca Timbubense
sta asso:i>gao realwoa 00 oa 1." do corren-
te urna sotre dramtica, montando em -eu
Ihsatriobo o drama cvilsmo, Ssepticismo e
Crenca- e a comedia Una creada imoagavel.
Foram applaodldos;os oos que a desempe-
nba-ai cora corre "cao e pericia.
Rifa -Rebebemos a seguinte carta: Ulms.
Srs. redactores do Diarlo de Pe-nambuco.
Teabo a honra de conrauoicar a W. 83. que
a rifa sob o malo acetes entre amigos correa
bont-m a tarde cabeodo o premio ao bilbete n.
187 cujo po'satdor o soldado Ttoarcio Ferrei-
ra da Silva. ..... j
0 premio consta ds orna importante caixa de
* Vwao cralo e respeitador Um msico
d nysiene infaatil-Sao muito inte-
ressantes as instrucgSes formuladas pela Aca-
demia de Medicina de Pars, sobre os cuidados
hygienicos de qua se devem cercar as criangas
durante os primeros tempos de sua criagao.
Parecendo-nos excelleotes os conselhos da-
dos s m&es por tao distincta corporagao me-
dica, e com o fim dfundir, tanto quanto por
sivel, tao boos principios de hygtene inraotil,
damos em seguida a traduego das referidas
instrucgOea: ..___
1 Durante o primeiro aono, o nico alimen
to da creanga deve ser o leite. devendo pree-
rir-se sempre o da propria mae ou, em segan-
do lagar, o de uma ama.
Deve dar-se-lhe o seio de duas em duas ho-
ras, pouco mais ou menos, e durante as noites,
com intervallos mais largos.
2. Faltando o leite de mulher, pode empre-
gar-seode vacca, esterillado ou frvido,
Sando-se crianga sempre momo e, ao prin-
cipio, com metade d'agua, e, algamas semanas
depois, cem a quarta parte |de agua apenas e
ligeirameote assucarada.
3" Para dar o leite, devem-se empregir
frascos de vidro ou de barro, os quaes devem
ser sempre cuidadosamente lavados, antes de
servir
Nunca se devem empregar frascos de esta
nho, que contm semp-e materias nocivas, e
devem-se evitar sempre os chupOes que se
p6em nos labios das criaogas para os acalmar
ou evitar- Ihes os gritos.
4 Obter-se das diversas composigoas recora-
meiadas pelo commercio, para substituir o
5 Estar convencido de qua a araaraentagSo
por meio de bibern ou de taga, sera o con
curso do seio,. augmenta muito as probabilida-
des das enormidades e da morte das crean-
6 E' pergoso dars criaugas, sobretul)
nos'pnmeiros mezas, urna alimentagao solida,
como pao, biscoutos, carne, legumes e fructas.
7. Snente de iois dos sete m^zes, qu-? se
pode comecar a dar crianga algumas sopas,
sa o leile da mai ou da ama insuficiente,
porm, ao fim do pnineiro anoo, sempre un
dar-Ihes sopas leves, feitas cotn leite e pSo
branco, farinha secca no forno e arroz, afim de
preparar a crianga, pouco a pouco, para deixar
de mamar.
A crianga nao deve, porm, ser apartada 10
leite senao depois de ine apparecerem 03 12
ou 16 p'lneiros dentes e quando a crianga goza
da boa saude e durante a calma que se produz
depois da sahida de muitos dentes.
8 \ lavagem dacrianea, todas as manbaa -.
deve fazer-se antes de Ibe dar o peito ou a
comida ,
E.sa toilette deva constar : 1.' da lavagem
do corpo e aobre tudo, dos org&os geoltaes, que
davem conservarse muito llmpo sempre, e da
lavagem da caneca, qoe deve conservar-se tam-
ben] muito llmpa sempre; *. da mudenca de
Lmhas, funeconando reguarmente para Sul.
Norte e centro do Estado.
casamento civilO escrivao dos casa-
mentes que funeciona nos districtos do Recifa
Santo Antonio, Sao Jos e Afoga ios. afilxou na
repartigio do registro dos casamentos roa
e Imperador n. 75 1." andar, edital de procla-
mas de casamentos dos sagrantes conlranen-
ki:
1* publicacao
Eleuterio Jos dos Santos com Mara do Car-
ino S >uza, solteiros, naluraes deste Estalo e
residentes] na freguezia de S. Jos.
Arthur Napoleo de Farias, viuvo, natural
desle Es ado, residente na freguezia de Santo
Antonio, com Petronilla da Silva Santiago, sol-
teira, natural da Parabya, residente em S.
Lourenco da Mitio.
Enilio Arthur Soares] Guimaraes com Mara
Elvira Bulcio da Cuma, solteiros, naturaes des-
te Estado e residentes na.freguezia deS. /.nto-
uio.
Jos Luiz de Oliveira Azevedo, natural de
Alagoas, com Esmeraldina Mara de Oliveira,
natural do Rio Graode do Norte, solteiros e re-
Bideolas na freguezia do Recife.
Vicente Ferreira Gomes da Silva, natural do
R o Graode do Norte, residente oa freguezia da
g. Vista, com Maria da Paz Francisca dos Pra-
aeres, natural deste Estado, residente na fre-
guezia de S. Antonio, solteiros.
Mauoel Aro de Oliveira Campos, residente
na freguezia de S- Jos, com Palmira Moraes
de Olivera, residente na freguezia do Pogo,
solteiros e naturaes deste Estado.
Arthur Marques de Amonm comMaria Adelai-
de casteilo Branco, solteiros, naturaes desle os-
lado e residentes na freguezia de Afogados.
2" Publicacao
Joaquim van derLiodeo, residente na fregue-
zia de S. Jos, com dermelinda America Cas-
lello Branco, residente na freguezia da B. Vis-
ta, sal laicos naturaes deste Estado.
Antonio Alexandrioo Gastello Branco, viuvo
com Ernestina Pereira da Costa, noltera, natu-
raes deste Estado e residentes na freguzu de
S- Antonio.
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Vanea
aiSxoo na reparligaodo registro a ra do im-
parador u. 41, L* andar editaes de proclamas
dos seguiates contrllenles :
2- fvblcaco
Antonio Luiz da Cunha com Zulmira Eulalia
de Miranda <;outo, solteiros, residentes aa fre-
guezia da Boa Vista.
Commisnao de raeltaoramento do
"orto do Recife--Recife, 11 da .Dezembro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
* Realiaaram-ae oa exaoea da escola publica
municipal regida pelo profeaaor Gaspar Regoei-
ra Costa, sendo a commissfto examinadora com-
posta do Dr. Alfonso de Barros, inspector Ilite-
rario, professor Firmloo Ribeiro, examinador
?orneado e o p-ofessor da cadeira.
O resultado foi o sega ate :
I* grao
FraalBco Caetano Duane e Amando Caetano
Daarte, approvadoa com distincgo.
S* gfo
Jayme Rega approvaib3 com disnrgao ; e Joo Jos dos San-
tos e Scrates Reguoira Pinto de Soasa, appro-
vadoa Dlenameote.
No da 9 do correte procederam-s os exa-
mes da escola particular do sexo femimno da
rea das Peroambocaoas (freguezia da G'aga) re-
'da pela professoia D. Anua Varejao Maga-
Uiiefl.
P eaidio o acto o professor Miguel Arcbanjo
da Silva Braga, sendo examinadores o profes-
sor Jos Joaquim Borges U '.ro e a da cadeira,
com asslsteoeia do profesor Francisco Marques
da Trio ade, e diversas familias.
O resultado foi o segaiote :
i.' grao
Mara Luisa Gomes, Cantina A. Ferreira, Ma-
ria cbrisuoa da Costa Mireira e Joanna Baptista
da Costa, a provadas cem distincgSo.
f grao
Clotilde Faleo, Mara Gabriella da Boa-Va-
cera, Maria Carmelita de Oliveira e An oaielta
Helena Bedel, approvadas com distinecao.
3." grao
Therea de Oliveira Fansca, Carlina Octaci-
lia Casta e Zulmira Padilha, approvadas com dis-
tinecao.
No dia 9 do correite, sob a presliencia do
inspector Htterario o Sr. Antonio aquilino de
Campos p-ocP'ieram-'e 03 exames das alumnaa
ia escola mixta panicalar na estrada de Joao
de Barros, regida pela professora D. Amelia da
Fo seca Gosdiro, servalo de examinadores os
o'ofes o-es DomiQos aues Ferreira e Antonio
Vieira le Barros.
O resellado (o! o seguinte :
i. sro
Rosa Amelia dos S>nto, approvada com djs-
tiocgo e loavor; Seve-iaoa Ge-trnles dos Pas-
808 e Rtta da Aauonclago de Barro?, plena-
mente.
2.0 grao
Josepha Nery aa Fonseca, approvada com dis-
tincgo e lcnvor.
Perante a commieeao examinadora compos-
ta do inspector Iliterario Dr. Affooso de Barres
C. de Albuquerqne, f'.o examinador oomeado
profeseor Jos Pirmioo Ribeiro e do professor da
eadeira, liveram logar no dia 9 do corrente os
xa-o' s dos alomaos da 5.' cadeira manicioal da
B4a-Vi8la, regida pelo professor Mamede J. dos
Bata.
Eis o resultado:
Aula d'u-i a
i." grao
Segismundos, do Reg Barros e Pe-iro C. La-
ge, approvados com distioegao ; Baldomiro R.
de B. Macedo, Augos'o A. Botelbo e Jos dos
Santos Cavalcante. approvados plenamente; e
Raal Benjamn C. do Nascimeoto, simples-
mente.
. grao
Elptdio Jos d'AssumpgSo, Vicente Bomrim,
Joaquim Cy-illo da S. Ramos e Luis G. dos San-
ios Cavalcanie. approvados com distlncgao ; Al-
fredo dos P. Barros e Mmoel de A. Lima, ap-
provados plenamente; e Joaquim T. dos Santos,
approvado.
3.* ero
Antonio R. Elvas Filbo, Jos Ponciano de San-
l'Anna, Bernardo do uarmo Ferreira e Antonio
Manoel do Niactmento. approvados com distln-
cgao ; Agripino G. de iarros PalcSo e Paulo
Ramos da Silva, approvados plenamente.
Aula noc urna
i. grao
Alfredo Jos de Saot'Aona, approvado plena-
mente-
No dia 9 do correte realisararn-se os exa-
mes da escola publica mixta da Floresta (fre-
guexla da S da cldad" de Olinda) reeida pela
pr fessera D- Leopoldina Augusta Alves Gaima-
rSes.
O acto foi presidido pelo respectivo delegado
Iliterario, o promotor publico D-. Bernardioo de
Seaoa Dias, e se-viram de examinadorea a pro-
fessora da cadeira e o professor Francisco Mar-
ques da Triodade.
Den 'is de jalgadas as pmvas dea o seguate
resultado:
i. gria
Mara Candida da Silva, Maria I abel doJNasci-
ment, e Mana To-qua'o de Jess, approvadas
com distioegao; Balbioa Canato Damasceoo e
Jos Olympio de Souza asios, approvados ple-
namente.
2 grio
Jalla Moura Rodrigues da Silva e (bao Paulo
Nones de Mello, approvados com distinecao.
3.* grao
Zalmira de Sooza Bastos, approvada com lis-
lio cgao.
Horas. rrm. centi.
irado
6 m. "25 ,"2
9 26',8
12 27,'6
: t. 27,-8
6 B 27,'5
Sarorrvero Tenso do Humi
a o) vapor dad
75S.-85 18,12 76
758,-88 20,01 77
758,-08 20,02 73
757,-65 20.S6 75
758,-88 20,02 74
Temperatura mnima 24,75. Themometro
desobrigado ao meio dia.
Temperatura mxima ,75. Ennegrecido
59,2 -Praieado 41,-8. .
vaporagao em 24 hora3 ao sol 4-o, a som-
bra 2 -.5.
SSiaoado vento ; E eENE alternados de
raeia noute at 3 h. 13 da manha ; N at 7 h
45 m. ENEcom ntarrupgoesde de fc.aie niea
"vetocidade media do vento 4,-01 por es
guudo- ,,
Nebulosidade media 0,42.
BOLETIM
Pra mar ou Dias
baxa-mar.
DO
PORTO
Horas
Altura
PM le Dezembro 11 h. 40 da m. L-00
B a 5 h. 45 m. da t. 0-80
Casa de Detenoao Movlmente dos
presos da Casa de Detenc&o do Recife Estado
de Pernambuco, em 11 de Dzambro de 185.
Existiam 393, eutraram 7, sahira-n 5, exis-
tem 395
A saber: nacienaes 350, mulheres 17, estran-
geiros 18, mulheres 0, total 395.
Arragoados 366.
Bons 352. doeutes 13, loncos 0, loucas 1,
total 366. .
Movime.nto da enfermara-Nao henva .
No dia 4 do corsete liveram lugar oa exames
da escola poblici muoicipal do sexo femimno
da Boa-Vista, regida pela professora D. Mana
das M.'rcs Ga-cia Chaves, sob a presidencia do
laspector litterario Dr. Affooso de Barros Caval-
cnatrt e serviodo de examinadores o professor
Mamede Joatinano doa Res e a professora da
cade'ra.
O resoltado fol o segnloie :
1 K'*o
Joanna Mana de Atevedo Santo, Mar a da
Oou Saotos, Mana d Con .eigo Moreir A e
u-isdi Bar-es P.mentel e V'Cencia Mana ia
Coib Lina, approva ias om disiincclo ; p A-
na 'raielioa da Costa, Acglia Ron de Lima,
Joaaaa B. do S.-ae-ito. Lian Fraoceca de
Oiiti-a. Paulina F-ancisn Co-reia, Mana Be
rilta Baptista SniannaTaunuada Costa, appro
va las pie lamente.
S* grao
AdMia Hear ques da Conba, Iiaora E. dos
Sa-.tos, A'ce dos Smtos, Mara Aieosta de
Quei oz, Joaooa Ma'gar.da de Barr -, Eolal a P.
Jauinuoo doe Reie e Mari. Joaquina 1e Paula,
approvadas com di tluccao; Mara Aoounciada
Costa, Maria d Gloria Costa, Alice de Souxa
borges, AJalgisa de CaldaB Bnito, Mara do Pa-
t-ocilo R. da Conba, approvalas pleoamente; e
Alber ma de Barros Hasctmento, approvada sim-
plesmenie.
3* grao
Elvira Henriques da Canha e Laura Emilia di
Barros Faicao, approvadas com dii.lnccao.
INDICACOES DTE1S
Medico
O Dr, Lobo Motcoso d consultas em
tua casa ra da Gloria n. 39. das 11
boras da maoh 1 da tarde. Achan*
do-se fra do secvico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptido para fora da cidade, Espe-
cialidade, operaedes, partos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperatriz a.
6, d consultas medico-cirurgicas todoi
dias das 8 meio dia, menos no-
domingos e dias santificados.
Occullstas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a roa do
mperador n." 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
O Dr. Pedro Pontual,ex.-ciiefG de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Barreto Sampaio, ooculista, d
consultas de 1 s i horas no primelro
andar da rna do Baro da Victoria n.
"5.
Rjstdeiitia a ra Hospicio n. 46.
Teleohone n. 3o5.
Drogaras
Ouimardes Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espes
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
los homeopatieos e tintas, leos, pin
ceis etc., etc. Ra do Marquuz de Olin
da n, 60. .
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos chimicos e oa-
tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Ppela Pitatadoa.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar salla*.
Ra Mrquez de Olinda n. it, ._,
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V
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Otarle de Pernambnco Sexta-felra 13 de Dezembro de 1895
PERSAMBOCO
ACTA DA SESSAO EXTRAORDINARIA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFE, SOB
A PRESIDENCIA DO CONCELHEIRO COM-
MENDADOR JOAQUIM ALVES DA FON-
SECA
Aos quatro dias do mez de Dexembro de
1895. presentes na sala das sess6*s, os conce
Ibe.ros Alves da Fonseca, Silva Fragoso Miguel
Macedo, VclgaPessa, Costa Hamos Santos Ai
meida Bernardo Damlao, Souxa Bazil, Manoel
Tho e Herminio de Figueiredofo.peW) pre-
sidente aberta a aess&o, lando o 2. f^ario
as acias das sess^s do du 29 e 3G df>**'
bro o termo da reuniao de 2 do correte e a
acia de 3 do mesroo mez qua foram approvadas
sem debate.
EXPEDIENTE
Constou o expediente do seguinte:
Urna peticao do bacharel Ant mo Augustc
Ferreira Lima e major Faustino Jos da Fon
seca procurador dos Feilos da Fazeoda muni-
cipal e solicitador, requerendo augmento de
seus ordenad s.a' comtnissao de orcamen
lo.
Outra dos habilantes da freguezia da Grac,
pedindo a creaco de um mercado na mesma
lreguezia.A's commtsses de bras municipaes
e lazenda.
ORDEM DO DA
Fol posta em votsclo separadamente na for-
ma do regiment por ter sido encerrada a 2*
discussao na seesao paseada, o projecto e a
emenda que manda fecha as lojas de barbei-
ros e cabelleireiros aos domingo* e nos dias
feriados 13 de Maio, 7 de Setembro, e 15 de
Noverabro.
Pedio pela ordem a palavra o cooceireiro
Costa Ramos qu declarou peremptoramente
Totar contra o referido projecto, justificando o
seu voto
Foi approvado.
Foram ldos e approvados os seguintes pa-
receres : ....
Da commiS8So de obras muolcipaes sobre o
projacto lo manda preparar o terreno deno
minado Vivetro do Monis a coovertel-o em
urna Praga qoe daver denominar se Frei Ca-
neca, do centro da qul bavera um monumento
consagrado memoria d'aquelle beroe
Da mesma commissao sobre o projecto auto-
risando a prefeora a mandar proceder ao ni
velamento e limptza da nova ra aberta entre a
estacSo do Espioheiro e a usina Bellrao.
Eatrou em 1.a discussao o projecto que crea
um corpo de calceleros.Sem discussao foi
approvado por uoanimidade.
Entrou em 2-* discussao o proiecto sobre a
divisao em classes das diversas qualidades de
peixes, marcando o prego po. kilogramma.
Pedio a palavra o coocelbeiro Herminio de
Figueiredo, que diese nao er urna novidade es-
te projec'o qu-s apresentou, porquanto o Cear,
Alagas, Para e cutres Estados, ha t-nipos que
realisaram projecto identic declarando qu-
qunndo organisou o referido proj :cio procorou
com affinco harmouisar os interesses nao s
dos rescadores, como dos vendedores > compra-
dores.Foi approvado unnimemente.
Em seguida o concelnero Silva Fragoso
apres ntou orna emenda nos seguintes termos :
Onde couber. Os infractores da presente lei
serao multados em 30S030, e na reincidencia
serao punidos com a pena de prisao por 3 dias-
Entro em 2.a discussao o projecto estabele
cendo matricula obrigiiona para os vendedores
de peixe. Foi approvado unnimemente, sem
debate.
Foi 2* discussao o projecto denominando
praca do Major Codeceira a praga da Cooco dia ;
e a !>ra.a do Dr. P nto Dmaso o largo da es
tago da Varzea.-Sem discussao foi approvado
unnimemente.
Entrou em i discussao o projecto autori-
sando o prefeito a desapropriar e d< molir urna
pequea casa na freguezia da Varzea. Foi
unao'memente approvado sem debate.
Entrou em 2 discus-ao o projecto creando
um matadouro na fregu zia da Varzea Foi
approvado unnimemente sem debate.
Nao havenuo mais nada a tratarse foi encer*
raoa sessao, marcando o Sr- presidente o dia
seguinte para a sua contiouagao Presidente,
Joaquim Alves da Fonseca; 1. secretario,
Francisco Carlos da Silva Fragoso; 2. secre-
tario, Miguel de Abren Macedo.
Iei ii. 51
O Concelho Municipal do Recife
Decreta :
Art. IV Fica creado um corpo permanente de
calceteiros, o qual ter por fim trazer em perfeito
estado de conservacao o calcamento d'esta cidade.
Art. 2.' O numero de calceteiros nao dever
ser inferior a dous para cada freguezia da cidade.
Art. 3.* Para boa direceo desse servico ha ver
um fiscal do calcamento, o qual ser responsavel por
qualquer irrjgularidade que de ento em diante se
possa notar no mesmo calcamento.
Art. 4.' O fiscal de que trata o artigo antece-
cedente vencer um cont de ris de ordenado e
oitocentos mil ris de gratificaco
Art, 5.* A despeza a fazer-se com a execuco
da presente lei, correr pela verba destinada ao cal-
camento na lei orcamentaria.
Art, 6. Revogam-se as disposicoes em contra-
rio.
Sala das sessSes do Concelho Municipal do Re-
cife, 6 de Dezembro de 1895.
Joaauim Alves da Fonseca.
Presidente
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
i. Secretario
Miguel de Abreu Macedo.
2." Secretario
Publique-se.-Recife, 12 de Dezembro de 1895-
BlANOR DE MEDEIROS.
Sub Prefeito.
'IBUCACES 4 PEDIDO
Ao Dr. Joaquina fabuco
SUA RESF05TA AO ALVIRaNTE JACEGCAY
Segunda carta
[Do Paiz)
II n'y a qr-' deas temps dan?
la vie, i la vtr.t se montre
utilement a 001 : daos la jeu-
oesre, peur not- instruir ; dans
la vieillesse. pou neos consoler.
Daos le temps o-t. passiooo, la
veri' neos abati.'onne Mme.
Lambert.
Pooco conHante na theoria da anllelo, sepel-
ais fara a militarista, de que fall i-vos: esta t
menos fatalista, menos tneologica, portamo, mais
ainda metapbysica. Dizeis:
Para o fim a nstitoigao estava cansada (a
monarchia), mas o que a razao aconselbaia era
que a dynastia e a torga armada se enteudes
sem, se ooissem reciprocamente, se apoiassem,
animadas como eram do mesmo espirito de ae-
negagao e patriotismo.
Em vex disto, iofelizmeotc, o exercito p*efe-
rio destruir a soa alllaaa natural e comegar a
eua prop ia evologo poltica, pe'igifa semprs
para as Iu8tituig6es militares. No mesmo du
perdemos assioo as doas torgas em que poda-
mos esperar, aquellas cuja omo ollereclam o
melhor ponto de apoio sociedade para resist-
as iniciativas como as inercia3, qoe a dlsoi
vem.
Iofere-se d'aqni que nao toi a ab&rgao, qne
prostroo a dyoasiia, mas o exercito, que corr-
pronve-se em abarjdonl a ja cangida Nao
se dlrfi qoe o exerciio esteve ae.-vijo -:e e-
cravocraia', elle que foi arolutooista dr. .-ad ,
e, anima ir, como diseis, do espirito de in:g^-
gao e patr otismo.
D seis anda, n'um tpico acim do qui' B -
baxo' de citar:
E' certo que a dissolngo do nosso sys
poltico adminisratvo data da mooarchia ; m s;
tambem du tacto qm a dynasta no eooc r-
reo p*ra eli?, e a meihor prova e qu" o efi- i;
da re irada do implado- to*ni3 sobre o a; t;
ho meio poltico, foi como se tivesse ce'S^d '
de repente em om pos?i*el loso de in'ecg&o t
a r>j contlnoa de om poderojo antisptico.
loito bem; a monarcma elevou-nos a um
-rao de civilisago ideal, ao mesmo lempo qce
se elaborava em seu p:op 10 -eio a dlstolica-
poliuco-atmioistMtiva. O que coBSlNM a l-gi-
tim dadP de om governo ?
Na. ne;- o numero, nem o nascimeot >,
n'm a soDeranii popolar, nem o dlrena divlo-
dos reu ; o acnai*e de accorda ctm a sua-
gao social o'um -Oi.e.10 malo-Ico dad Em
taes ccndi6js o rov rno orna forg-. Coossl'
toldo 0 rompimeolo entre ect e as oe.eida:es
sociae8. oriundi.8 do r3o de cmlisagao, comega
''iasoiogao e, pois, a aoarpbia.
A monarebia raocexa desde aoe. incomnati-
bilisada com o mel, delxou a eocied de rtge-
nerar-se por si mesma, c>a,egou a revclogao. ra
qoe esta deliroo, na aotop!'.a*ia de uau bornvel
febre. _
A di3soiagan, cmniais, g^rcc-3e as enlra-
cbas d'i governo monarcolro; couleotsi voi
peua-i i:oai o sectar 0 impe ador, o qu; I mi -
tiob-3e n'om grao, d pirea Ideal,, emquan 10
qoe a sociedade, que elle dingia, anrjbisva-
se; mas eotao como jalear da sula-a uo esta-
disia, qoe cap impsd;a a ar archja ? I Poden,
porveo oa, coostituir-se um sociedade n um
immenso gropo de platnicos, na contemtlgao
de urna djoaaiia-de pjros, qaandp ella mesuia
pairava soore um* foco de infecc ?
O imperador, diiejs, fasta de antisptico, mas
tao fraco, qoe a corrnpcao assolava. Ca-ia ao
exercltc, diiels, snir-se 10 ibrono, cerno orneas
forgaa garsntldoras da sociedade, esqoecendo
vos qoe esteuerclto Btko desia socieaade
mesma. Tendea em scleacia a preoccopago
das entidades, como das castas em politica.
Ceno, derla o sxe/cito rstear-ie do germen
dissolvente, qoe avassalava as oolras classes so-
ciaes; con.o onir-se o-ua inittuigao caogada,
como oizei8, sem prestigio para oppor se a dis-
sclugao? A'legais ainda qoe o exercito era o
alliado natural do tbror.o.
Sendo assim, elles nSo tiobam qoe unir-se,
pois ja eram onidos; o qoe fe, pois, o exe'clto,
foi dioreiar-se do tbrooo; d^do o cansago di
mocarchla, caminhando a sociedade na dlssola-
go, ene firmoo, como parle mals forte, o seo
predominio no meio aoa'chieado; predominio
isse. qoe se iniciara em pleno rgimen mooar-
ci ico.
O exercito leve, pois, de optar entre urna n-
stitoigao cansada e conseqoentemente rec-
dente, e a propria Patria, qoe se entregava aos
seos destinos sociolgicos, qoaesqoer que ellea
tossem.
Coniempla-se no immenso espectculo, qoe se
eseorola em nossa Patria, um movimeoto de
dis8ou-o que se caracierisa peto dejab-ir de
om veino edificio poltico; e om outro de orga-
oisa^ao. mutto mals lento, qoe surge.
Qoaesqoer qoe sejam, as dores deasa grande
gesugao. ella tatal.
Lamentis qoe bs branleiros nos delxemos
overnar pelas las novas; lamentis-nos a
oconesten^'a do solo, e dizeis qoe a monarche
e a escravidao cairam, nao por falta de ralles,
ro-s pelo fcil revolver do terreno.
E prefenneis, por acaso, a contencia, a im-
moDiiiade das arela de nosso solo poltico, a
qoe booeseeis visto banquear a e8:ravidao?
Gnama a-nos de neocratas Neocrata. vos o
ostes, qu*odo atacaveis pela vossa b-ilbante
eloquociaoloteresse de velcs senhorea de
e- -lavo? ; neocratas ten sido todos os reforma-
do-e?. O qoe, poim, soccede, e de qoe a bis-
10 ia e freonda em exempiox que cada neo-
crata imagina que a souedade deve parar no
p .,.10 liinitrotino cojj interesses de quaiqoer 0.-
dem.
D- modo qoe, conquistado om certo laxe', nao
6 raro vgf-se os neocraias de boaiem, tornidos
03 misoneis'as de boje.
Adt3iii"do mesmo, contra a opin'ao do Sr.
Jaceguij, que a monarebia Uve-a raixes bisto I*
cas em nosso meio, laso nao tornara ocomp.-e
nensivel a >ua q >da.
Refenmo-nos aqu ao lopico em que ducalis a
: e-Uo das r.i7.ee.
Mollas das io-thuigoes. q e ten cado, cea-
, raixes, e bem profundas. O catholicismo,
1 > tinto se eot.-aoboo noa coag5ss e nos es-
o <', enfrntu-se noie, como coafessai com
1 -mola* uneistas, 00 intimo da via sccial;
tou-se n ntem com a escravidio, p, maii
aii I, rom a persego'gao cfliilal de seos sacer-
dote jm^tomas ceos de fraqoeza.
' toi'Uf j lg r dos pbenomenos soc'ues, nZo
peUs biiaplesemogoei privadas, nem por aeela-
ragoe sy temancas. mas pelas revelag6;s g'.raes
e upootaiMaF. O 1 uoso que os moqarcbisias
deixsm ie apaohar o problema ao coojonto, to-
raiii ud fados isoladop, sem delles colberem os
precisos ensinameotus A loai:a restauradora,
sitiaba e resentime tos e pj xe-, onde a ver-
Jade nao medra, anega-se ao camoio, qa*ai
saDiJo que e-te 27 n'io e-coros o sysiema po-
ltico que d^afia. ; appeila ingenuacoen'e para
urna revolu de qaareis, qoand de rigor peo-
S:ir--e qoe nao se rom pe ai os lagos entre o ro-
rerao e a forga, sem om p vio aoa > no codjoo-
io do uppareibo social.
Nio se cy-t-mjiisi senao o qoe iotcialmeote
es Jui'soeo ; orna revclogSo, qoe aoala at seos
tecles orna sociedade, vem de.longe prepara-
bjis acontecime.to; capitaes asatgoalaram na
jdade media o despena- ia pbase moderna : a
inttoduegao da sciencia grega pelos rabes, e 1
emaocipagio das commaoas. A civillsagSo de
e .tao aoolnea em pleno espleodor as doas lao-
vagOes, qae comegavan de imprimir -loe o sello
da morte.
Contemplando as coisas por largo p s na,
comprensa e-e que se noavesse iniciado a dis-
iologao poliiico-admtDlstrativa da' 1: onarcina,
como multo bem arBrmals, em sen pleno reg
meo
ta* tinas, que enw atearam-ie em nossa P'ira
E' oiiai-r pjoderar qoe u > ba sitoagio pulttica
(00 sentido man restricto ds paiavra) qoe nos
salve da crise qoe surge de om grande problema
social.
Vistes qoe, apezar da polica, qne fe-.aotaia,
a moaar.bla nao evitoo a crlse, que c eou-ine
O problema da escravalora, a > mesmo modo
qae, em escala malor, oot.-aa sitoagOss pol'licaf,
igoalmente decaniadas. como ?ejim, por ejem-
plo, a dos Estados Uoidos e mesmo a da logia*
ierra., nao porao esses pases ao abrigo, das di*
fiicoldades, qoe traz 09 bojo a questao entre o
proletariado e o capital.
N:o nbere essencia das dyoast'as,como pa-
recis acreditar, colt vsr a lor da liberdade
qoe deve brot- da ordem, em phrase vossa ;
Mraaro'ode f rmit.i-lne a legitimidaie. t en o* P'-r-
goto : Qual a lioe-daieqod emanada or.-en,
T-rriiK-a i*, na Allemaob ?
P itaOaaea -em-ii, qa Ihu fu por lanio-
p ul progresa.va, jara qa< a P anga ent as-
sena .
As familias reinan es, Je-de qoe se eoroa-
i U i em plena civilis gao. coma auimaes giga-
lep, '6ra do meio gulosi:o, al'oprl:d03 na con-
correo ia viial, adoptaram d tacto, cmo l -e
lam obs-r'ado, toia a ordem d.e expeliente
toe lh Lfs-guri* apon, p>slo que ficticio e
epnem-ro. Aimetindo por momentos qoe vol-
e & no-sa ps.ria a monar^oia, uigo-vos convi-
:io qoe doo-i camiones apenas se me abririam,
ou a viole cia se dispozesse da torga, ou a bu;
avlnago durtt- da forg^.
E omega |a o qa affirmamos, a descortinar-
se por um ootavel >-jmpt>ma ; os mooarcoifUs
se reaolvem, em seos ataques a so.-iedade re
poblicana. a poupar o exercito. V* mesmo,
qae sois f-ni -ni.-i da o sa Imperial p-caimifta
nuan'o a indo mais, nao Ine negis o elog o
qnando o declrala inspirado oelo me3mo es-
pirito Acreditis qae, em 'agar ao eixo da monar
cha, coilocoo-se o do militarismo, e reputai-
aqaelle mais forte, capaz de vencer a grande
ra opa qae temos po- muUo tempo de eabu.
Pego-vos qae ponderis que o eixo, em qae
i--uto cocflii:, purtio-se em subida menos iogre*
me quanio as marclas lina se destarca^am
nai Iotas asiereis oos partido*, oa sopitavam na
e.sicgn: gao oelles.
Peo o qoe vos engan .ls; se voltaese a monar-
ebia mot tana apena no eixo, qoe seria tatal-
mante o exercito.
Qaanto ao militarismo na Repuolica, se o ex
age a com o tim Mve de meiier meio. Aca-
bamos de contemplar a facilidade, com que u
exercito retiroo se dos postos do governo. Nao
se pode eecapar ao dilemma ; ou o exercito
aban i.n.'U o p. r fraqu-z', p.r carencia de
chefe, o qoe, admutioo o, militarismo, loroa-se
coLtradlctorio ; ou elle cedeo ao direito, ideo
titlcanao-se com a.conveniencias patrias.
Nao tragamos a baila as dictada as creadas
pelas revolog&e?. Aqu os pbenomeoos sociae-
o-escem na imensidade, exagerara-se tidos ; se
ha om governo qu? tyra o, exisie urna d qoe se levanta. Os qoe se revol am creem que
a liDerdade deve ser tyrauna ; o poder exorbita
com a liberdade.
O vc88o pessimismo, como o de Toqueville.
r;ue citis, m relaga > : repoblicas americanas,
procede de que nao apanbais em syaibe^e o pro-
blema >.C'idea-al ; nao sei como prefe ir ao
qoadro americano a situac&g em que se agita a
Europa a'mada, sem a dlgnidade laberente is
velbas civiUsages militares.
Aifi^sogas sa e.bjrroam. os costumes dera-
dam-se,e ergue se por tola a parte orna amea
. ga tremenda de crises e de revologOes. O qoe
i representamos o espectacolo qu se deeenrola
por todo o mondo civilsado.
: Dame delle, poooi vale ser fraocez, brrzei
ro 00 americano, as diffi;u!daes modam ape-
nas de face e de oiensidade.
Fetichista do throoo, acreditaos qoe um re
ser sempre o ponto lumioosc de urna sociedade,
que marcha no aperteigoamento.
O Brasil, q amo mais civilizado, mais ten-
dera para a mouarcoia; qaanto mais oarb mais se desin'.ere3sana nena. E' o vosso con
celto e, ao mesmo tempo, ama cooceseao que
fazels a Repblica, qae, agora vos parece apta
a prcg-eor ; a qual no pesa ja a fatalid-de de
volver a om iypo fixo e estril.
Confesis qae nao tendea odios, creio fiace
rameo e na pureza de vofso coragao, o qual no
emtaoto reflecte as maguas do imperado-.
D- ejo. eotreanio, lemnrar vos qoe urna cou-
sa, rara na vida dos soberano?, soccadeu ni des-
se humera e. bem pusaivel, nica ves am toda a
sua exisieocia ; foi a coovicgfo pleoa da sioce.
ridade as deferencias que, ao aoeiarem-a'o do
poder, lbe for.m tributadas. A delicadez* dos
faodado-esda Repuolica, eotao poderosos-, de
va ler-lbe acor iaio n'alma, nota e poesa e
dor, a coi.sc-e ca to cavaibeirl&mo deasa raga,
qoe elle abandonara aos seos deetmos politlcos
uimitastes a vosaa vida com o reg, das v)
l.as cidaoes a nesga doira la da aboligSo, m.-s.
em vez de receberdes essa loz, qae vos emoli*
ra directamente da alma nacional, prelerist-8
fazel'a coar pelos intersticios ds cordi..
Longe da Idade em que coavm ins roir-se, e
longe daquella em que preciso consolarse, es
morece a verdade n'um espirito Ilustre, exal a
do na paixao do throno.
Dr. Paula Lopes.

Em que*tempo tambem pertenci eu ao
partido autouomiata?
Corno prova S. S. a mioha adeesio a
este partido ?
Ser porque me ligue com o coronal
Romlo com armas e bagagans* como diz
S. S., e acceitei o lagar de Juiz de l.
Distrioto e ama patate de guarda nacio-
nal ?
litica tao pequenino, qae ea com ura mi- .
croscopio nSo o enzergo.
Salgaeiro, 23 de Novembro de 1895.
Ancillon Lopes de Barros e Silva.
A flor e a doozella
AO SR. DR. JOS ANTONIO DE ALMEIDA CUNUA
A flor abre a corolla ao sol nascenle,
Orvalhada pelas auras levemente,
Em seu verde e tenue galho !
O mimoso colibr vm sublimante
Voejar em torno d'ella, e de repente
Lhe suga o fresco orvalho I
Formula de Angelino Jse
dos Santos ndrade;
&pprovadc pela IaspectoriaGeml detfiy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
A campia, o bosque, a re va, o pralo ameno, 3. Tiun j. 1007
Respirim seu perfume ; e ao ar sereno e Ju ae 18)*'-
f
Ella vai embalsamando !
As ternas vesinhas gorgeando
Modulara doces canto* e adejando
Vao festivas Ihe saudando I......
Exulta a Natureza a contemplando !
g de novo o coliori a divisando.
Vem beijar a flor- mimosa !
A brizi ciclan lo brjnd Embala.no raminho, docemente,
A floriona graciosa
E assim vive oa floresta,00 le a Natura
Padou-a de bl eze, de can dura,
Do mais puro e santo odor l
La, onde o voltil passarioho
Siltitao lo prepara o ca-to mnho,
Com esmero, -com primor!...
Mas,quando o sol dardeja n'lurisonie.
Dourando o bosque, a relva, o prado, o moite, publicados e os qae existan; eaj nosso poder
As campias,o pomar, eflicac: deste elixir as molestias indicar*.
A flor deacora I -murena tristemen'a 1
E crestando-se ao calor do sol rdeme
Se desfolha ao desbrochar !......
Como a fl ir, tambem geotil doozella !
Delicada, altractiva, raeiga, bella.
Melindrosa em sau pudor 1...
E depots ?. .".sem mais fulgor I......! Os adullos tomaro quatro colhere
sopa pe manb e qaatro noite.
Lando na Gazeta da larde urna ex-
tensa correspondencia, assignada pelo
ex-professor desta villa, o celebre Ma-
noel Antonio Leite, em a qual o sea
aactor, desapontado e quasi posaesso
pela vergonhosa derrota, qae sorTreu no
pleito de 30 de Setembro e, querendo
dar & aeus chefes polticos urna desculpa,
por nada ter podido conseguir em dito
pleito, apezar de ter elle corrido com m-
xima regulartdade, nao se contentando
em denunciar factos, que nunca se deram
antes e durante o processo eleitoral, pro-
curou mireara repoiacao de varios ci-
dados respeitaveis deste muninipi 1, des-
carrega do maior somma de bilis veneno-
sa em m'm e no coronel Romo Sampaio,
assacande-nos o epitheto d' amphibios,
e especuladores polticos, julgo do mea
dever recorrer tambem ao tribunal da
opin.o publica, para, ao menos na parte
que ma diz respe:to, visto como cada um
dove fallar por si, deamascarar ao prfido
embusteiro, que, n5o tendo em conside-
rado emuito cienos elementos polticos,
quer faze- pol tica com as armas da ca-
lumn a e diff^mar^ao.
Com effeito, quem melhor do que o Sr.
Manoel Leite, sabe, que, nos primeiros
dias da Repblica, surgiado os partidos
repblica os que ddpois se dividi cm au
tonomista o violo a o partida Citholicu,
eu, com muitos parentei 6 amigas saidos
dos antigospartidos liberal e con t-v.idor,
colloquei-me afrente deste altan, *m
Oppo895o a meu sogro de saudosa memo-
ria o tenente-coronel Joaquim de S
Araujo, que se havia filiado ao partido
republicano ?
Por ventura S. S. j esqueceu, de qae,
nesse temp ( Dezembro de 18j0 ^ S. S.
que ento achava-se ligado com > coronel
Romao.em cuja allianga conquistou gran
de importaucia pjnto de adquirir o
a me de Manoel Chefe, f., em miae&o
e pecial ao Recife, pedir a remoeft-i do
meu pai o Dr. Levino de Barros, do car-
go de Juiz d Direito deste Municipio,
allegando serem todos os seas fihos e
genro membroB do partido catholico, que
era considerado como restaurador, em
puja missao sahio-se perfeit meato bem,
ama vez qae troaxe a almejada remoe&o?
E como que ousa boje dizer que a
fui do pa tido republicano, em^oaato
. Appellsm os monarchlstas cootiaoaakote|6gtQ f0 governo ?
para o tempo em qoe ama poltica paciflearga-1 q f
rantla-nos o bem estar. Adoimamos qaeais1m| ;*u"'\" 0
fotse ; esquejamos par momentos ai lotai 10. pe em dito partido <
Dezembro, 13 do 1895.
Joaquim Francisco de Mello SuUos.
O* aneaico*, fraco" escrnphulo-
O* dewena uar esse poderoso
naedicameato.
K10 J>oeiro, 4 Janei'o, 1888
Ea "baixo aa?igoaio, dot,r --m medi-ioa, se-
do eff-^l'vo a^ I-npenal Acaiexli de Medicina
do R o de Janeiro, ele, etc. A;te?to e ja o sen
do oeceseario, qae t-m rainba clnica teono em-
pregado a Emalsao de Seott. e sem j'e com pro
veto as pessoas de conatitoicao f'aca, anemi
cas. deue'S e escro ihulosas, nelo que na
10 acousalhar aos doeot-s es;e puderoso
camnto.
Dr. Ce?ar Augusto Mirqnes.
scujI- >
o di vi I
o medi- (
7k
-. <'..
c
s
Se tao somonte por isto, perdea o seu
tempo, e a ?ua b.lis nao me attingir,,por
que cima de sua diffamac&o est a ver-
dade historie- dos factos e o juizo do
publico sensato que nos cuv .
Ouca o publico e avalie dn quan'o
capaz o invejoso e despeitado
Tendo d?sapparec do da arena poltica
0 partidoc.thono e tendo posteriormente
abandonado a politica militante e reco
lhidoavda privada mu citado sogro,
1 ongreguei em torno dem m a maiorparte
dos membros do partido cath lico emuitos
dopartidorepublicano que tinha como chefe
mau sog o e que nao quer am sujeitar-se
a inait vidad, e com elles formei um
partido forte, capaz de entrar em qual-
quer campanhi eleitoral, contra quem
quer qae fosse, sem comtudo defioir-me
p ticamente, em conseqnencia de achar-
se summamente turvado o horisoute po-
ltico e pela revolta da esquadra, pelo
romp ment do partido autonomista com o
governador do Estado e pelos ensaios da
organisacao do partido federal, aguardan-
do-me para o fazer quando o horizonte
poltico se desanuviasse.
Pois bam, neste nterim, tornando*se
e-te municipiosum .a-uente revolto pala
invasSo de varios grupos de criminlos jNafJ lyraT^Tnor'oTas'dec^tad'a",'
do Navio e 1 >gare3 aigures q -e percor- Na pvrados amores abracada,
nam impunes as roas desta villa affron-
tando a lei e as autoridades constituidas,
sem que estas tivessem & fo-ji e a ener-
gia5 precisas para faz^rem cessar um ae-
m lhante estad' de cousas, ponto do
Dr. Bernaidino Maranho, ento Juiz
de D teito do municipio, aterrado pedir a
sua remeso eo Dr. Soriano que o sub-
stituio querer fazer o mesmo, e reaonhe-
cendo-se que eu, pela energa e forca de
vontade de que j havia dado prova
quando exerci o "cargo de delegado de po
licia, e pelos elementos naturaes de qae
di pio, que podia reagir contra um sema-
lhaote absurdo, instaram commigo para
acceitar o lugar de Juiz do 1.' districto,
que havia sido renunciado livrement 1
pelo cidad 1 Amaro Conserva c ja exi-
gencia acced nao como homen polit co e
muito menos por interesse pecuniario, e
sim como um homem que deeeja o bem
estar da localidade onde reside, ode tem
sua f .milia e seus pequeos haver^s urna
vez que estando o mume po prvido de
Juiz, nao podia ter em vista perceb9r a
gratificaco deste, que apenas de cento
e tantas mil ris, e nao- de quatrocentos
como es'upidamente d z o Sr. Lete.tanto
assim que me conservei 10 meza* no
exercicio do dito cargo, sem i ssumir a
vra de direito e o pequeo ordenado de
Jai de districto ced em f*vor da socie-
dade Philarmonica Salgueirense, em a
qual Do tenho filhos nem irm&os.
Porem que fazer ss o Sr. Leite alhan-
do os s^us sentimentos dos outros pelos
seus proprios, julga que todos ad>r*m o
bezerro de ouro ?
Que fazer, se S. S. j tendo sido ura!
amphibio de marca grande, talvez um|
crocodilo, eccontra amphibios em todos
o* seus adversarios politicts.
Se liguei'me com o coronel Rom3o,
meu antigo adversario no t*mpo da Mo-
narchia, foi porque, adhrindo a Rep-
blica depuz anta o altar da patria meus
ntigos ressentimentos e p rque recooheci
que o Partido Federal sta definiivamente
organisado < orno saacha, o nico par-
tido que pode consolidar a Repblica e
fazer a felicidade da N.5S0, a assim o
fazendo no procurei iadagar se elle era
autonomista, como afirma o S". Leite,
ou federalista urna vez que o via pugnar
pelo tiiumpho deste, tanto mais quanto,
nao me considerando um simples cabo
eleitoral que ia mendigar, urna b6a coL-
locaco sombrado meu novo alliado,
e sim como chefe legitimo de um grande
partido capaz de bat;r-se na arena poli-
tica contra o proprio Coronel, pouco me
iruportava que elle fosse autonomista ou
federalista, urna vez que a nossa alhan-
5a teve p r fim especial promovemos o
bem estar e a prosperidade deste muni-
cipio, conservando cada um dos alliados
sua autonoma.
S pois o coronel Romao sa decidir de-
finitivamente pelo partido federalista,
E- gSZJSSSZ p 0%:"'ro". p-re-miadona"expsitas Chicago e prepara-'
trario, o que alias nao de esperar de do Por
lixir depura
tivo vegetal
Esl depurativo de grande eficacia as mo -
estus sypbilitica oe imoreza da sangoe; ass-m
coma em todas as mol&stias das enhoraa.
Tem curado radicalmente ranitas pessoas ac
commettidas da ternvel moles bariberi.
Rneumatismo sypbllitlcorou gotozo, dortci-
tica erupcoes de peiie, cancros, e cancros ve-
! nereos, ores brancas, hy.:terismo.';frouxirtlo da
] ervos, irites e unirs ioflanmaedes dos oaos
i molestas do ligado, sacro nhu las, escorbutos
'. soffrimentcs de estomago, uleeras, gommas, Ds-
I olas, empingp dens, altros, rannos e mancbaa
' da pelle, booas e boo6es, sarnas, catarrhoa e
'qoaesqoer moldadas da bexiga, entre oolras
< alhainona, ourinaa doces e sangamoleotas
[anemia, paralysia, erisipelas, e nllamoiacle
! pas pernas hemorroidas, ma,.\a. h -.-ypoe
celles, tumores, nevralgiaa, e elepbantiazs ou
morpba, as irregolartdades- da menstruacSo.
Prova-se com aquello numero de attestados
Eneontra se a voada na-Botica
do Rosarlo n. 3
A'rua Bario da Victoria 1. 37 W lara io.1. e
qualquer explicaiaoque for precisoooerc* im
Reparado.
Catado oa falaifllPacdea
odo de usar
da: de
As enancas de 1 a 4 annoa tomarao ama co-
: Iber pela manba e ootra a noite ? as de 5 a
j annoa tomaro duas cotoeres pela manb daas
oite
Instrumentos
para banda de msica e orcheatra.
Violinos, violoes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor-
limento vem de despachar.
RAMIRO COSTA C,
2-Rua 1" de Marco N.-2
Liviana Contempornea
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1 GIVItlM
ELIXIR
DE
NOHEIBA, SALSA, CAO A l &-7A
IDOSAD0
( Grande depurativa do sangue )."yApprova-i
do pela Exma. junta de hygiene do Rio de Janei-|
Nosejulgue que estas
duas palavras acharn^e
reunidas tao s para ar-
mar ao effeito. SeuM
ilis duas inimigas, po-
recem entretanto a [ca.-
tninharem juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempre promptas a dar
combate entre si, porque
a syphilis um dos fla-
gellos da humanidade :
s por si, ella abrange
dous tercos das molestias
clinicas, revestindo de
mascarando todas as en-
tidades do quadro neso-
logico.
Procurai a fundo della
um homem qae j4 t>m reputaco firmad. JAIA A SILVA SILVEIRA
como pjtico sincero, romp&re con a *UiIV *-'Ai ^
allianga e pore. os meas servidos dia- pharmaceutico diplomado, residente na cidade
posiQ&o do grande partido federalista, e Pelotas, Estado do Rio Grande do Sul._______
em cujas bandeiras des-jo tucamentej ^^ alquef manifestacaTuberculosa I
Mriirl fami'ia Barros e S alliou-se ao !rres encontral-o na syphili-, se nao adquirido por vos, representando um
Se a famiia larros e ba, &'1,ou se* t teaado de vos3DS antepassados. Tendes dores irradias as pernas,
PartUd: oaf DrPOLevino ttiJl nao e os brizos, no tronco, em tdasas articulaces emfim ? Nao preetsaes de
venerando pa. Dr. devino de roJ mai na^a 'ra ficardes convencidos de que tendes emvs o germen fatal da
V." L'S'SteTS EJE Z^is. CaPhem-te os cabellos, os pellos do rosto, a pello se enruga, orna-s9
! T, nio nSS deT! de ser o ora tifu/racea, os unheiros manifestam-se em larga escala, e ficareis incerto
"'i ?; ti Pfamill pois Barros e S sobre a origem desses males : acreditai, porem, anda a sypks a gerado-
Cul.-.f-iLS ^nPithio de mo- ra de todas essasmanifestaces. Nos combates do amor, sahistes fendo;
constituem um s, e o ep hato de mo r & causadora do vosso mal presente 6
narchista com que lbe chr.smou o^ Sr. f^J*^ mgsmo a inri0Cente enanca escapa a essa praga universal
ella acaba de nascer : aprsenla maculas pelo corpo, que, a simples vista e
aos olhos profanos, parecem casos de nonada ; pois bem : ainda urna ma-
nifestado precoce da terrivel entidade mrbida; e a pobre enanca nao
passa de urna uredt-syphilica. A syphilis finalmente, o Protheu, que, sob
Qual foi o cargo oa posic&o que oceu-
Liite, mais u na prova de que S. S.
quando foi pedir a sua rem c5o ee servio
delle para conseguir o sen desidertum,
mas o tempo se encarre^ar de mos.rar
se elle mona-chista ou republcuo. ,p as foma'a eas'ma's: extravagantes, se manifest e transforma tra-
Deixo de responder a todos os tpicos zendo a hnmanidade todo o seu cortejo de dores e incommodos. O que
do aranzel do Sr. Leite, porgue, tenho cum.prej pois fazer? Evitar o mercurio e o arsnico, que s em condicSes
muito especiaos podem aproveitar : e s lancar mo dos depurativos;vege-
tos associados ao iodo, nicos agentes que sabem alliar a grande aicacia
de seus effeitos a innocuidade relativa de seu uso e emprego. No numero
dos preparados em cuja confeccao entram estes agentes, oceupa ncruestio-
naveimente o primeir"b logar o O GRANDE DEPURATIVO DO. SANGUE.
Elixir dsJNogueira, Salsa, Caroba e
Thiayaco io durado
Efficazmente'empregado as seguintes molestias: syphilis&oh todas as suais
formas e maftifestacoes; escrophulas, fstulas, Aeuraatismo- ,empigens,
boubas, boubes, gonorrhas, uloeras, manchas da pelle, oancrosvenareos,
rachitismos. flores brancas, espinhos e darthros. E cujas propnedade tem
sido j preconisadas por innmeros olinicos dos de maior not entre nos.a
por profeeeores dos mais distinctos das nossas facilidades.
DEPSITOS:Companhia de Drogas de GuimaraesBragaAC.
PRNAMBUCO
certea de que outros o farUo ; e por isso
vou terminar diz^ndo lhe que,_ se eu e o
coronel Romao que temos mais de qti-
nheutos leitores que nos acompanham
com fidelid de e dedicagao nao temos
importancia alguma; que importancia
tsr S S. que apenai acompanhado
por t i ta e lant.is eleitores, sendo urna
imprudente faisi iade te em assignado o
seu decantad) protesto setenta elefcora,
urna vez que S. S. apenas reuni na
eleicSo de 30 de Siteoobro dezeseis.
S. S. pode ter alguma importancia como
particular, mas ae tem em duvida que
como poltico vafe algum coas*, provo-
que-ma a confrentarmos os nosaos ele
montos eleitoraee em publico, que ueste
espero provar a S. S. que S. S. em po



-
^*r
J

j-
,fc_*


- ? *--%

*y-gi ,-i--
^T*
r -
Diario de Pernambnco $exta-f<*ira 13 ue ilezcmbro de 1995
Dr. Francisco Leopoldinr-
Fspecialidadea : Febres, molestias de
eriancaa, Byphiliticas e da pelle.
Consulta* de 1 as 3 horas da tarde i
roa do Mrquez de Olioda n. 38, 1.
andar.
ResidenciaPateo da Santa Cruz n.72.
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Papclaria < >
objectes de escriptorio, papis e car-
toes da phaou?ia para participacao
de casamento e nascimenlo, excel-
lente escolba na
?Lvraria Contempornea
2-Rna I de Marco N.-2
RAMIRO 11. COSTA. A C.
I
Dentista americano
Dr. W. V. Fr.ligh
Tendo desistido do contracto para ir
aos Estados Unidos da America do Norte,
continua no seu gabinete dentario as or-
dena dos seus clientes, e do respeitavel
publico.
^Rua BarSo da Victoria, 49, l.' andar.
Francisco Pedro da Canha
Vresbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Christo e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao ]os desta pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que tendo usado por vezes o Peiloral
Calharinenae de Ranliveira XAROPE DE AN-
GI 0 COMPOSTO lOM TOLU' E GUACO, pro
paracao dos lllms. Srs pharroaceuticos Rauli-
noHorn & Oliveira, achei que esse xarope de
benfico e promplo effeito oas afTeccoes dos or-
gaos respiratorios o que affirmo in verbo sa-
ctrdotis
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunua.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Estados do Bratil attes am a.eficacia des e
grande medicamento. l
Deposito
NAf
Drogara Braga
: Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nboras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (per escripto) a
qnulquer hora.
Dr. Constancio PontU-*l
Avisa aos seus amigos e clientes, que i i -
tioa a dar consultas todos os das utels, de i
s 3 horas da tarde, roa 15 de Novemnri
(anliga do Imperador) n. 79, 1" andar.
Chamados por escripto.
Telephone o. 27
Dr. Barreto Mampato Oculista
Consultorio a. ra Baro da Victoria n. 51,
1/ andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, da consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephone
n.287.
ib. mm ronuain
Avisa a seus amigos a clientes, que
mudou o seo consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferre'ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da Urde
e reside no Cajueiro n. 4.
T-slephoce n. 292. )
^>S3-^S5sSSS3e5e!e3SJj33S2^
i
Dr. JoAo Paulo
Especialista em partos, moles- 9
tias de senhoras e de cranlas %
5j com loDga pratica nos hospitaes tt
R dePariz e de Vienca d'Austria, to
g d consultas das 2 as 4 horas no l
| Largo do Corpo Santo n. 19,
I 1." andar e reside na ra de 9
|j Henrique Dias n. 2. ||
g Teleph nesns. 190 no eonsul- (t
R torio e 467 na residencia. n
l*i". A II\nio de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaes, laureado com
ama medalha de.bronze da Assistencia Pu-
blica.
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 1.* andar, onde residir a partir
de 20 de Jaceiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades: partos, molestias das
senhoras e dos orgios genitourinarios
Chamados por escripto.
Peitoral de Cambar
Outra cura de bronchite
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa en-
iermidade.
**0 agente Companhia de Drogas.
O Rauliveira
E' o poitoral mais efficaz, mais barato p de
aosto mais agralabilissimo : na Drogara Bra-.
ta eem todas as pharniacins.
MMEEW
Bolea Commercial de Pernam-
buco
COTAC6ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Kecife, ll de Qezembro de iSQS
Cambio sebre Londres a 0 d/v, 9 5/16 d, por
1*000 00 Bauco aiue-tROtern.
No da 12, nao buuve cU. cao.
O resnente,
Antonio Marqces oe Amorim.
0 secretarlo,
l'aneel 6. na Silva Pinto.
Cambio
Os Bateos ibrraaj com taxa de 9 3/16,
sobre Londres a 90 o/v, oaveoJo pouco roovi-
mento.
Leltras partlcolaras honve pequeas tran.-ac-
cOes a 9 i/4.
Cotacdes de gneros
Para o agricultor
Aseucvr
usinas, por 15 kilos. .
Cry ^alisado. "iem dem
Braoco, por 15 kilos .
Someoop, por 15 k ios.
Mascavado, po' 15 kilos
Brnto, por 15 kiloa.
* a
SOOO a
5**00 a
34900 a
2**00 a
2*700 a
Relames.......*200

5*806
6*400
4*100
3*010
3*100
2*4<)0
{}
{}
{}
Papel pintado
para forrar sallas, quartos e corredo-
res ; francezes. malezas e nacionaes,
a procos sem competencia na
Livrarla Contempornea
RAMIRO M. COSTA &; C.
2-RualdaMarcoN.-2
l
!l
Algodao
Foi veodldo o de i sort* i 4*300 valeodo...
1*000 rs. o mediano a 2*0(0 a ue 2" aorto por
15 kilos mercado firme.
Aleool
Por pipa de 480 litros i93* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 linos 100* oomimal.
Coaros
Seceos salgados na has* de 12 kllosglOOO ris
Venda e refago 666 o kilo.
Verdes 600 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 23* a 35*000 por 15 kilos.
Hel
Por tOOfOOO nominal.
Lmportaco
Havre e Lisboa, vapor francs Parabyb*, en-
trado no dia 9 do correte e consignado a F-
lix Bandera.
Carga do Havre :
Agua mineral 5 caixas a Guimares Bra?a &
C, 2 a Compaabia de Drogas, 5 a Arthur de Sa
& Silva.
Amostras 11 volomes a diversos.
Amelias 4 caixas a A. Soares & C.
Axeite 20 caixas a Gaedes de Araujo & Pilbos,
30 a Joao F. de Almeaa, 20 a Joao Silva & C.
Batatas 50 caixas a Me-eiros Irisaos, 50 M.
B. de Macedo, 100 a Lope' Alheiro & t*, 50
Vieira & Silva, 50 a Ji-o F. de Almeida, 50 a
Silva Marques A C. 80 a Figoelredo Costa & C,
100 a Goimaraes & Valec.e. 500 a Amorim Fer-
naadea & C, 100 a Paulino de Oliveira Maia.
Bibcoqos 1 caixa a J F. Lina.
Coaros 1 cala a Braga & S. 1 a Fredenco
k Cetnp *
Coroas morloarias 4 caixas a A. R. Lima.
Cervejs 48 caixas a E. Goetscbel.
Conservas 40 caixas a Amorim Feroaades &
C, 5 a C. Dabeaox, 5 a M. Sohrinbo.
Caccimbas 2 caixas a Das Fernandes & C, 1
a A. D C. Vianna, i a Moreira & C, 3 a N Fon
teca & C, 1 a C. Lima & C 2 a Gomes de Mal-
tes Irmaoe, 2 a Manoel Coilaco & C, |>F Lao-
1 a & C.
fcChocolste 1 caixa a Silva Marques 4C.,5
ordem, 1 a Joio Silva & C.
Champagne 2 callas a M. Scbrinbo & C.
Chpeos 2 caixas a A. Fernnaes C., 2 a 8a-
narcoe & C.
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Consultorio Ra do Born Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Aof-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manb.
Recebe chamados por escripto.
Calcados 3 c?txas a C. Campos & C, 1 a Pal-
va Oiveira Je C.
Caixas de msica 1 caixa a Pirres & Iralor.
D otiaa 4 volumpg a A. S. Silva, la A. de Sa
& Suva, la VI. Campos, 3 a Companhia dn
0ro>-a', 1 a Fana Sobnortu l. C.
K-silhas 5 caixas a J ,o Sll>a & C.
Feijao verde 2 caixas ;-os msalos.
Ferraeprs 1 caixa a T. Mtrlios A C-. 1 a A.
Gomes & C.
F.i-iDna la te* o caixas a Joao F de Albelda,
3 a Joao Silva & C.
Juias 1 caixa a Coucei'o Irmos, 1 a Brros &
Irma: 8.
Laques 1 caixa a Ferrei-a & C.
Lioga 5 voluntes a A. R. C. Oliveira.
Maoteiga 15 ba~n* e 20 meios >iitoe a Lo^es
AlOeiro A U., 5 e 15 a P-reira da Carvalho & C.
60 e 70 a oroem, 75 e 350 a Amorim Feroauden
& C 40 40 a F i-ga Rocha 4 C. 20 e 10 a Ai-
wa op Freias 1 m"io8, 12 e 10 a A. Sa.-ps C,
25 e 35 a Joaquim Ferreira de Carvatio 4 C. 10
- 100 a Cadtro L'jmos 4 C, 10 e 15 a Joao Silva
& C, 20 e 10 a Das Fardan es & C, 10 e 10 a
S. Aeuiar & C, 30 e 30 a Fi*ueireio C sia 4
C.,32 bams a S caixas a Cildas & C, 14 a Mm el Lopes de S
15 a A. Soares 4 C 5 a J. P. Lima. 3 a Rodri-
gues Saraivd 4 C, 6 a Santa asa de M sericnr-
dia, 13 a M. J. da C. Ramos, 65 a Amcnm Fer-
oandi s & C 40 a Joao F. d Almeida.
Mercadorns 14 olomea ordsm, 8 a Gnirca
rftes CarJoto & C, 5 a P. Laoia & C, 2 a E
Chalioe. 1 a Ferreira Barbota & C, 1 a A. Fer-
nandes 4 C, I a A. Martina Res, 2 a Satoer &
Labal, 5 a Ramos & Qeppet, 1 ao padre M-
raooo Gordoo, 2 a Dua-ta 4 C. 1 a Oliveira
Bastos 4 C, 2 a Fredenco 4 C, 1 a Diniel
Sireiff. 1 I. N. da Fooseca, 3 a Munoel C liaco
* C, 6 a Santa Casa de Misericordia, 16 a A
ppreira de A*evelo, 1 a Twares & Freir, l s
VHpila & C, 6 a J. R. di Poosec?, 1 a C. R oei
-o & C, i a J. de S. Mello, 9 a Gomes ue M>' 10-
I-ma>s, 2 a M Iabella 4 C. 9 a A. Gmcbes &
C, 2 a Prente Vianna 4 C, 2 a Medelros L.y m-
4 C 16 a Nuoes Fooseca & C, 2 a Pedro Piru-
les & C 1 a R. Antones & C, 2 a A. de C rv
Ino 4 C, 3 a L. A. Silasur Jnior.
Maieriaes 31 volomes a Companhia Geral de
MHhoramento, 32 a E. B,ilion.
Mo-.eis i caixi a S,lvei'a Pinto eC.,2aT.
da Cooha BellrSu. 3 a C de Aqulno Fon.-ea,
4 a A. S Iva e C, 3 a Lou J. S. GoimarSe3,1
* ordem.
Peitoral de Cambar
Gara de toase pertinas
Confirmando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
1 ente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a affligia.Joaquim Joi Rodri-
gues -(Firma reconhecida).
O agenteCompanhia de Drogas.
INFLUENZA,
A bronchite que sobrevem a influ-
enza, as Corysas (difluxos) acompanba-
das de reacfo febril, brom/wpnewtno-
nia, catharro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculoso em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias do-trarganta, visom-
nifs e tosses suffocantez t^dem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia inflata
Etber bromada
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Ua grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Baro da Victoria n. 37, 1.' an-
dar, sala posterior.
Pernambco
Dr. Carneiro L.eSo
a.edico parteiro e operador. Residencia
e Consultorio ra do Livramento n. 31,
l. andar. Consultas de 12 s 2 horas
da tarde. Especialidade : Febres partos
e molestias de cianeas. Chamados
qualquer hora. Telephone n. 325.
sthmaca
Jos llygino
fClRURGlSO DENTISTA)
De volta^ da sua viagem ao Sul di
Repblica, reabri seu consultorio a ra
do Barfte da Victoria n. 19, l. andar,
onde pdn aer procurado das 10 ho ts s
4 da tarde.
1 B
Dr. Arthur Caval-
canti
j| Participa seus clientes e
Samaos que mudou seu consul-
torio e residencia para a ruado
Q Baro da Victoria o. 46 1* an-
Sdar onde contina a exercer os
my teres da sua profiss&o.
Mi Consullas de 1 s 3 horas da
3 tarde. r_js3.
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
maravilhoso Elixir.
E virto abordamos este assnmpto, de-
venios dizer, por amor verdade, que
CODVer| tanto as pilulaa de Tayuy como o Eli-
TELEPHONE N. 430
S33:933&333e&93aS3<3!3S!
I
CONSTIPARES <&" Peitoral Catharinense
DE RAULIVEIRA
DROU4BU BRAGA
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
I. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
<------------^------------
Or. mues Coiuihra Clnica Md-
ateo Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez deOlinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 s 2 horas da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ruado
Atalho ou no consultorio
Telephone a. 387.
Jo coramercio p-ira faz^rem
apprehea.ier onde f.jrenri
achadYs cigarros de outra
fabrica com a maica coutra-
feita ou imiradados seus ci-
garros, lamo na iD01talha
como do rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra queiB expozer dito
venda
ciganos
o rigor,
c m as
por le.
Rec;fe,
1895.
1 todo
oe conformida le
penas decretadas
31 de Agosto de
Azevedo 4' C-
LE1TE, Cinico da
na cidade do Recife,
Bronchite
DR. COELHO
justa nomeada
attesta que o
Xarope de tbela Inflata
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO M AZEYKM
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra BarSo da Victoria 37, i.* Bndar.
Pharmacia Conceig&o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmncias.
Pemambuco
Macbioas 1 barrica a B. Torres, 4 a J. D.
Moreira. 1 a Luis Perreira.
Perf imarias 3 caixas a Nones Fonseca e C. 6
a Manoel Co lafio e C, 2 a A. Gaacbes e C, 2 a
Casado e Onveira. i a A. Campos a Irxos, t a
G. de Mtos Iraro?.
Presos i-4 barricas a Ramos e Gepperl, 6 a
Frederlco e C.
Papel 4 caixis a Silva e Smtos, 1 a A. Fer.
naudes e C.
Qaeijos 2 caixas a Das Feroande* e C, 17
a ousa Aguiar e C 2 unas a A. Soares e t.
Roapa 1 caixa a Ferreira e C.
Rebeios i caixa a E. Goetscbel.
Sardi..bas 3 calas a Joao Silva a C.
Secaote 10 caixas a A. Silvc e C.
To as 25 b ricas a A. de Carvalbo e C.
Tecidos 2 volomes a Alfonso Maia e C. I A.
F. Arelas, 2 a Cramer Freye C, 1 a M, Lopes
M Ramos. 2 a SUvuira e C, 5 a Olinto Jardim
a C-, 2 a Macb doe Pereira, t a Souza Noeoei.
ra e C-, 8 a Dooddkos Cielrio e Soares, 1 a S.
L ma eC.,5 a Gaicnaraas Lima e C, 1 a L
Maia e C-, 1 a R. ie Carvalbo o C, 1 a F. V.
de Cao altee, 1 a Ventura Matbeus e C, 8 a A.
Vieira e C,3 a Mondonga P.-imo e C, 2 a A.
Lopes e C, 1 a Mi.Del Labella e C 5 a Fraa.
cisco Corgel e IrmSos, i a Joa Lobo, 8 a Be-*
aet e C, 5 a Rodrigues L e C, 3 a Goocilves Cunba eC.,5 a F. Naces e
C. 2 a ordem.
Vli-os 3 volumes a E. Samico e Ca R.
C. Oliveira, < a B. Goetasbel, 4 a Almeida e
Ferreira, 3 a Joao Das Marelra e C.
Vioba 6 caixas a J. F. Lima e C, 20 a Dias
Feroaades e C, 10 a M. Sobrlobo e C.
Vellaa 20 caixas a A, Fernandei e C, 6 a Joao
Silva e C
Carga de Lisboa
Agua mineral 2 caixas H. Rouqaayrol, 2 a
A. de Carvalbo e C
RAULIVEIRA
TodOS os mdicos receitao o Peitoral
Catharinente como o nico medicamento
contra Tosses e Broncbites
DROGARA braga
Alos 10 cao B-Utas 39 caixas a E. M. fle Barroa.
CiKOac SO canas a i o F. de Almeida.
Cooservas 8 caixas a Figueireio Costa e O
Ca 'l is 123 caixas a Amorim Ferasndes e C.
100 Fnrr^ira R.dngues e C, 250 a Silva Gai-
marSes eC.
Coxinelbos 1 caixa a A. de Carvalbo e C.
Cainis'si caixa a J L. Tenelra.
(jal ICO barricas a ATju.o Tabo da, SO a Amo.
rim Ferondes e C.
C tiobas 40 ciixas aos mesmo?, 20 a Ferr',
-a RodriifU'8 e C, 2 ? A. Lupes e C 14 a K.
M. de B.rros.
Drogas 5 totumes a G jimares Braza eC. 18
a F. F. LealeC
Fractas 55 c-ixas a Fe-reira Rodrigues e C,
;0 a A brames eC, 1 a Mana A. Aust alia.
F.:os 3 caixas a T. Jast.
rtg} 14 ua'ricas A. de Carvalbo e C.
Pe-as 20 esixaa a S l?a Gairoares e C.
Passas 9 caixas a T. Jast, 3 a Abrates e C.
Poliame 3 cax 8 a J. A. S. Sioloi, 1 a Joao
Footes e C.
Tomates salgados 39 bir-is a Mideira C.
Viobo 16 pipas e 230 barra a Joaqoim Per
re a de Carvalbo e C, 19 e 103 a Amorim Fer.
nandes e C 1 e 7 a J>se Rodrigues Maia, 17 a
A. de Ca vaho e C, 2 a 0. P. w la, 6 a A. Lo.
nes e C, 10 a Lu z de Magalbes, 5 a J. B. de
Ohveira, 55 a JjSo F. de AimeiJa. 5 caixas a
Amorim Feroandes e C, 16 a Aatomo Mana e
Silva.
^*Dor*co
Recife, 12 leDeiembroae 1893
Para o exterior
No vapor ioiele ?tolomy, par New
York;, crregaram :
B. Willims 4 C, 8,000 Baccoa com 544,000
kilos de assucar misca^ado.
Na vapor iogle Siciliac, para Estados
U.ndos. carregaram :
P. Carneiro & C, 4000 saceos com 276,000
kilos de assucar miscavado.
Julio & C. 400 saceos com 30, 00 kilos de
assucar mascavado.
No lugar ponuguez iMlcb3, para o Porto,
oarregou :
J. G. Valeote, 516 saceos com 2,270 litro i de
Tarinba de maodioca e 310 coaros slgales pe<
saodo 3,729 kilos.
Pan o Interior
Jornal do Cominercio
ro de Janeiro
Recbese asignaturas e annuncios,
ra d-> Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente neste estado
"*.'"
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri
gue Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio t Pra^a 17 n. 79, dar
10 horas da inanhs 4 da tardn.
Peitoral de Cambar
Outra.s caras de tosse
Por mais de urna vez, pessoas
familia do distincto pharmaceut.co
Sr. Ernesto Fernandes de Scuza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses que um joven
e outras enfermidades dasvias respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Sores
O agente Companhia de Drogas,
FABRICA MAS
Os abaixo asnina ios
previnem a quem
~ ~*Z^ Mnnrl/ta 4- xir M. Morat> sSo productos examinados
que estao mimdOb dft man-je approTados pela Inspectora Geral de
dado o EXCUJ. Sr. Or. jizSaude, do Rio da Janeir-, e que a sua
1 venda fui autorizada elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras qua se encontram na ora de
nossus ser.oa-, s serve para a cara mi-
racul sa da asthma, do cancro daa do-
rea rheumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo toi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chefe de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, rras
que opportunamente designaremos, por
que este facto se prende urna interessante
Historieta, que vale a pena ser narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
em urna importancia excepcional e pode,
comp tir com os melhoras desse geaero
que se acham as demais parle) do
mundo.
As istimos ha alguns dias, a prepara-
rlo deste Elixir, acompanbando atienta-
mente tod' 8 o trabalhos, desde a tritura-
cao d s vegetaes at ao oncaxotamente,
ao qual ee segu a exped5k> para aa
mais importantes ph<*rrnacis da Europa.
Alem do curioso procese, sao dignos
de admirar a fiscalisaSo, ordem, disci-
plina qne reinam n<> ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos corneja a
colher os fruct..s, alias altamente lison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuuiano*
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
d.rmir sobre os lour s, cogitando sem-
pre em ampliar m is o seu estabulad-
me to, estudando o processo para o fa-
r ico de outros prod. ctos medicinaes que
serio anies de ludo, submettidos a ana!y-
se dos mais nutaveis e inteligentes aie-
dicos.
Os nossos cumprimentos a esse ho-
mem illustre que em B>tucat, gosa de
geral sympathia e ao qual de ejamos
prsperos nesrocios.
Peitoral e Caucar
Cara de offeceeao mliuonar
Em casa do Sr Fileno Gon^alves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
feco pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar,, de Souza Soares.
O agente Companhia da Drogas.
Elixir 11. Morat
Se nao era sarna era o diabo em figua
della, que gretav as mos .ha muito
temp'i e o que me valeu foi o uso do Eli-
xir M. Morato que me curou como
milagre.
Cidade do Dlet
Pedro Dias de Azarara.
** V v-"^ %>%
)
\ Dr. Mello Gomes
1 Medieo=Partero=Operador
. Sj-Rua Bardo da\ Victoria-SJ
' (CONFRONTE RA DECANTO AMARO
\
Onde d consultas e recebe chamados
(v qualquer hora do dia e. da noila.
J} Especialmades : paitos, febres, mo-
Tlestias pulmonares, .ie sea! orase crian
ffcas, jyphilis em geral ; cura radical
ioperages (com insensihilidade local)*
rt'estreitamentos da ureihra.
P Tem, em sua casa, accommodates
T para pariejamenio, qualquer operaban e ^
iralameot, s recebando para este (im g,
pessoas de lamilla. \
Acode chamados para fra da ci-y
I dade.
fl> TELEPHONE 193 (P
9*^**i
f=B-
DBotucat
Drfve ser lida com interesse a
noticia, que a
Panfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Braz 1, e especialmente este
orescenti-simo Estado, tem ouvido al-
iar do Elixir e de outras especialidades
medicinaos do Sr M. Morato, mas nem
^ai todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D Calos,
cheio de intelligencia
de estudos, que com o seu labor incans
cavel soube ganhar os elegios da varia
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
ni
= No vapor laciooal Uaiao, para Rj
Gande do Sol, carregaram :
A. Feroandes & C, 5 pipas com 2,700 litros
de alcool e 200 saceos cam 15,000 kilos de assu-
car branco.
J. Ferreira Marques, S00 saccas com 37,800
kilos de assucar braoco.
Para Pelotas, carrbgou :
J. P. Marques, 600 sacros com 37,500 kilos
de assucar branco.
Para Porto Alegre, carraRaram :
M S. Uaia, 4 caixas com 3,000 li rosde al-
cool.
J. F. Marques, 1,100 volomes com 10),300
kilos de sssacar branco.
F. R. Plato SaimaiSes, 500 accos com 37,800
kilos de associr tranco.
E. Moatelro, 230 volomes com 21 (50 kos
de assucar braoco e 20 barricas com 2,(60 ditos
de di omascavado.
P. Lemo; & C, 21 ealxas com 69 litros de
oleo de ricino.
M. 8. Mala, 200 saceos com 15,000 kilos de
ts-ocir branco.
No vapor uacioual Norte Sol, para Rio
de Janeiro, carreearam :
F. Lemos & C, 10 caixas com 300 litros de
oleo de ricino.
No vapor nacional Itatlsja, para Porto
Alegre, carregaram :
J. F. Marques, 2000 saceos com 130,000 kilos
de aseucar branco.
Beltrao A Irmo, 500 saceos com 37,500 kilos
de assucar branco.
Para Rio de Janeiro, carregaram:
Goimaraes & Valeote, 40 caixa* com 1.4&0
litros de oleo de ricino.
No vapor austraco Nagy Lagos, p>ra
Santos, carregaram :
M. S. Maia, 10 pipas c>m 0,000 litros de
al oj! 5t'0 a", os com 30,000 tos oe assucar
branco e 5Uu uitji com 30.000 ditos de dito mas#
CVHdO.
A. Taborda & C. 500 saccas com 30 C09 kilos
de ossucar oraico.
N) vapor f-au.ex Pa-abibaa, para S.n:os,
carregaram :
P. de Ove a Maia, 2 birria com 70 I iros de
agurdenle.
P^ra Rio de Jine'ro. carreearam :
8. GaliDare8 & V; 24 pipas com 24 TOO litros
fio fgiaruenie e 10 duas cj-jj 5,0jU itos de
alcool.
M. Lias* JfcC., 700 saceos com 42.(00 kilos
de assue-r oraaoo e 30J ditjs com 19 0 0 dnos
de dito ii a-- avi-o
L. A. da Costa, 12,500 eocos frucia.
= Nj vpor \\\t E -a, para Rio de Ja*
oeiT., carrrgaram :
P. Carneiro &G 300 sacos com 18,0)0 kilos
de miu.'ar mascavado.
No vapor nacioaal S. Salvoer, para Ba-
a, carreg am :
J. Piobeiro & O., 1 caixa com calcados.
No vapor norue^uense Baan, para Vic-
iara. CarregoU :
J. T Carreiro, 75 saceos com 4 500 kos de
assucar branco e 50 ditos com 3000 ditos d- dito
masca va'i o.
Ni vapor naciooa! Alagoas, pira Manis,
carregoo :
L. J. S. Guima-a-s, 15 barricas con 90 kiloi
de assu ar brauco e 10 barris com 960 luros de
tgaardtot*.
= no vapir QCional S. Fran i co, para
Cer,carregarom :
J. Bjlttsar C. 1030 cbocalho".
C. P.mo & C., 90 Oirris com 3,375 litros de
viaag-e, 30 caixas e 10 ea-ra!6es com 390 ditos
de geoeora, 4 barris e 15 caixas com 1,470 di-
tos de viuho de Iroctai e 10 caias com 120 di-
tos de coenac.
Para Natal. carregaram :
P. Alves 4 G, 5 harneas com 30) kilos de
assucar ralbado e 8 ditas cjb 650 d.toj de dito
Para Macao, carregaram :
P. Alves & C, 11 Darncas c-m 1,080 kilos de
assucar brauco.
G. Correa & G.. 10 barricas om 540 kilo3 de
assucar refinado o 20 uitas com 1,799 dltOB de
dito brapec.
Axev do & G., 2 volumes com 85 kilos de
fumo.
Para Aracatv, canegaram :
J. S. do Amara! & C, 15 caixas cota 120 li'
ros de ginebra e 10 barris com 409 li-s de
vinho de froctas.
G. oe Matos limaos, t sacco com 23 kilos d
rio de algodio.
P. Vianna & C, 1 Ciixa com 15 kilos de cera
em velaas.
F. da Oo.-ta & C, i caixas cjm 32 litros de
genebra. 1 bar il con 40 ditos de vin.g e e 1
barrica com 60 kilos de assocar branco.
Paa M'ssor, carregaram :
M. Viegas & Fiibis, 25 caixas com 200 litros
de cidra, 4 ditas com 32 ditjs da captl e 5 bar-
ricas com 150 diios de csrveja.
= No hiale Argeatiaa, para Macao, carre
garam :
J. S. do Amaral & C., 15 barris com 650 li-,
tros de vi ibo de troclas, 16 caixis e 17 gara -
fOes com 400 ditos de genebra e 1 di ditos do capil.
C. emos & C., 10 caixas com 250 kilos de
sabio, 2 saceos com 50 ditos de lio de algod&o, 3
barricas com 210 ditos de assucar retinado, 2
caixas com 12 litros de cognac, 20 ditas com
180 ditos de licores e 1 barrica com 20 ditos de
cerveja.
No hiate Neptuio. para Natal, careza-
ram :
Oliveira & C., 4 barricas com 431 kiio oe
assucar branco.
a. Araujo & C, 60 caixa. com 1.380 kilos de
sabio.
G- Pinto & C., 30 caixas com 210 litros de
geaebr?, 10 ditas com 60 ditos de cidra, 5 barril
com 225 ditos de vinagre e i dito com 90 ditos
de vlobo de fractas.
Na barcaca Joven Palmeira, para Para*
hiba. carregaram :
T. Lapa dt C, 25 caixas com 200 litros de ge-
nebra.
Na barcaca Lajaby, paa Parahiba, car-
regaram ;
?. Irmao* & C 6:0 caix is om 13 800 k los
oe sabS e .30 Jitas o 0 650 dlts d^ vel s
Ni barcaca Tniio Social, pan Machio,
Carret'"'m '
F. Ir naos & C )0 caias com 3 970 kilos
de eabSo e 70 dita com 910 ditoa tte sauotles-
Rendiaieaiosi publico
Mei e eiemoro de 1895
Alfandega
Renda ger?l :
Do dia 2 a 11 738:8*7*362
dem ue 12 H8:8li9*b75
Somma total
Reala do Estaco :
Do da 2 a 11 151:05O0
Id.-jj de 12 21:70Siy97
857:S9750i7
173;514037
Total 1,033:211*074
2.* Bftoca da Alfandega de Peruaoiouco, 12
de Daiemnro de 18B5.
O cue'e da seccao
L. F. Godscera.
O thesoureiro
luii Mjooel R. Vaienca
RSCEBSO^IA DO ESTADO
i'.en !a de 2 11
dem d 12
RE.-iFE Drt^lNAGB
Reni. f,e 2 a 11
dem ai 12
112:189*318
8-772I98
120:961*416
1:277*791
*
1:277*791
llovimctiio do porto
Navios en'rados no da 11
Rio'de Janeiro-5 i as, vapor naciojal Ace
de 932 tonehta, equlp8i;om 3', commaoJao
te Maooel Gomes, carga varios gneros; a Amo
n ii Irmos & C.
Rio Grande dQ Sa'33 dias, lugar bollandez
Talos?;, de 2i9 to. ela^as, equipagem 8,
CtyldM H. K'FPeP, w^ X8r(ae Ia Arcor,n)-
Irmos & C.
Santos22 dias, patacho iogiet Irma, io 219
toneladas, eqoipagem 8, capitao R M:rri on,
tm lastro ; ordem.
Tt:rra N)a31 da?, barca iogleza Helen ha-
be1, de 2s9 tone alas, equipagem 11, capuo
J.'D Vivo, carga ba?alhau a Blackourn & C.
Navios sabidos ao mesmo ma
Satos e escalaVapor loglez Tamar,- cem
manoaate D. Cons'aotine ; carga varios geoe-
ros.
Sjotos e escala-Vapor loglex Eira, commaa-
dante W. Richards ; carga varios genero.'.
Navus entrados no dia 12
Sou'hamptoo e escala-13 das, vapor ingle
Magdalena, de 3066 toneladas, equipagem
150, commaodanie James Pone, carga vanos
ganeros ; a Amorim I-mc-s & C
Mossor16 dias, patacho norueguenae Gom-
al), de 132 ttieaas equipagem 6, capitao
pde- Nygaar^, carta sal; a H. Lundgreer.
New Yj'k e Baltimore25 dias, vapor allemao
Sor-ento, de 1753 toneladas, equipagem 30,
Cjmmaodaote I. Kudenhold, carga var.os g-
neros ; a H. Forsier & C.
Navios sabidos ao mesmo dia
Baeuos-Ayres e escalaVapor iuglez Mad. -
leca, commaQdaute James Pope; carga va-ios
gneros.
HavreVapor francei Conientes, commao-
danie G. Le Boorbis; carga vano gneros.
Sanios e escalaVapor fraa<-.ez Parahvba* con>-
mandante A. Luce ; carga varios gneros.
Mercado Mranieipal de 8. las
O movlmento deste marcado ao dia de 11 De-
i moro foi o seguiota -
Sotrsrtm :
47 bols pesando 9.882 kilos
450 kilos ds peixe a 20 rs. 9*0,0
3 com pan. com mariscos a 100 rs. *300
5 ditos com camarOes 100 rs. *5)0
26 columnas a 600 rs. 15*600
2 cargas com gal lionas a 500 rs. 1*000
10 cassuaea com galliabas'a 300 rs. 3*0.0
Deposito em P-rnambuco Comp. de
Drogas, rua Mrquez de Onda 24.
1 cargas cora milbo Tarde 3(!0 ra. *0O
} carga cora araendoim a 300 300
3 cargas com batatas a 300 rs. *900
3 i-arnaco ii roacacoeiras a3(H> r.. *9iK)
2 cargas coro cebolinbo a 300 rs. 1600
21 cargas com gerimnos a 300 ts. 6*30)
10 cargas com verduras a 300 rs. 34000
1 carga com canoa a 300 rs. *300
3 ar**" com Uranias 360 rs. 9J0
2 cargas com inbame a 300 *00
2 carnao com tongas a 30< rs. 500
10 cargas com Cicrsis a 300 rs 3*000
31 carga com farinna a 200 rs. 0*20.)
6 cargas com oiiiho secco a 100 rs. i*2U0
4 cargas c?,m leiio a 200 rs. 800
61 lugaies a 200 rs. 12*000
10 Suioos a 100 rs. O'IO
11 como, com auineiros a 1*000 12*000
9 comp. coas seiati'i a 700 rs. ti*300
8 comp. com iressuraa a *W "8. 4*800
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
75 coan. com fazeodas a 600 rs. 43*000
49 comn. com verdai-as a 300 n 14*700
P5 comp. com farinda a 410 rs. 38O0O
56 comp. Com Ulhou a 1*000 1 i 2*000
325*800
3.2.11*700
3527*500
kilo.
tUDdimento do da 1 a 10
?reco8 do da :
Garne vetde de 200 a 1*000 rs. o
Suioos de 1* a 1*200 dem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*500 dem.
Fancba de 600 a 1*000 rs. cnia.
Milbo de 600 1000 rs. a caia
Feilao i.e 1*20') a 2*000 a cu-a.
Xavios esperados
De HaujDurgo
Barca allema Niuna.
Log-r loglez Rjs<" HiII.
Brigue allemao O.m Grat zu Stalberg.
Do Porto
Luga- portu.uez Gsja.
Dt- Liverpool
Barca Inglesa Cordera,
De Nrw Port
Barca nernegata^ StSMWKj.
Barca noroeguose iitng!.'; '
De Car mi;
Barca noroeguense Sala,
Barca oiuegueoee Josiz.
Barca noiueguense Dacia.
Barca noroeguense AU"ga.
Barca ooruegucLSe WoyPo
Ds Pellas
Lugar roftuguez Temerario.
Htitacho oaciooal Social.
Escuna alloma gima.
Lugar dinamarqaez LemwiiT.
Palecbo noroeguense Einar.
Patacho noroega Rodolpho.
Vapores a entrar
Mez de Dezembro
Troja de Hambargo, 13,
Jrozeiro do sul, a 13.
itapoan do sol, a 13.
Sorreato de NrW-Yo-k, a 13.
Sao Salvador do norte, a 13.
Altee do so!, i 13.
Onda, do sul a 16.
Coriiyba da Europa, a 16.
Oscaoa, do sol a 16.
Assucioc do sul, a 21.
Lis Palmas do sal. a 17.
reole Prioce ueNw-Yrk, a 18.
Vapores a sabir
Mez de De-embro
Rio e Saatos Njrie e Sal a 13 as 4 hora?.
Rio e Saatos Troja a 13, as 4 horas.
Saatos e esc. Paraojia a 13. as 4 borjs.
lina de Fernando Uoa a 13, as 4 b.
Rio e esc. S. salvador a 13, as 5 Coras.
La fallice e esc. Oscana a 16, as 12 bcra?.
Miraos e esc. Olinda a 17, es 5 horas.
Genova a esc Las Palmas a 17, as 4 bcras.
Sintos e esc. Corilvba a 18. as 4 horas.
Santos e esc. Ville de Rosarte a 20 as 4 trras.
Rio e esc. Maraona: a 20, aa 5 eras.
'


i.

V


* ^ **^~ -^ ~ ^ *;**
<** >-
% -.-.<>*. ,.;.* .
^ -f^ "N~-< v-.
-*-/# *.*.-
* 4T *
-^ ."**
Otario de Pernambaco Sexta-feira 13 de Dezembro de f *9o
5
medco-cin?goa
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,
,'de volta de sua viagem, previne!
aos seus c'ientes que reside ef
6 tem seu consultorio aberto i
^ruaBaro da Victoria n. 61, l.'i
28 andar.
l D consultas de 1 s 3 horas'
J|da tarde.
W Acceda chamados a qualquer'!
^hora "jara dentro e para fora da1]
a* cidade.
Peitoral de Cambar
Cura de toase pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a sade
perdida.
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNCO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Juaior
Approva lo em 21 de Marco de 1899 pela Iospec-
torii G ral da digna Junta de tfjtiene do Rio
de Janeiro.
E.e Elixir de cimpoaicSo toda vegetal pre-
parado -eguudo as rearas ibarmaceulicas, aron-
selbadas pelos aotorea irndernca e de recoobe
cida ead cidade scienlifica tanto no paii ccaio
no exirangeiro.
ste Elixir o nrodncto cSo e do glande es.
tuao das acc s prijaiolr>i*ica8 aas tobaiauci?8
como tambem patolgica:, como tambem o re-
soltado a? immeoaa applicacea ooa diversos
casos de febres de fundo palustre.
f;"A applicacao de Esie Elixir na grande epide.
ana de bexigas de 1890 a 1891 mais orna vh8
vlemoos.rou a ana eficacia; poisno principio doz
primeiroa pympiomas a Dexiga aborta, e un ca-
aos maig allantados a bexlga pasaa a ser orna
doenc.a ebril volgar apreseotando peqaenas ta-
meffes une com a co.;tin iaco do elixir desa-
pare-ern sem toda7ia aprtsentar recele e pe.
go ,. e
r Os SiutC8 acicalados publicados no Diario o
Petiatnhoco e Saxeta da Tarde provam oque
disen
Nos casoa de ftbre amarella o effeito e admi-
rave^apreseniando phenomenos to maravilno
pob que tiesta cidade do Recite e no d3 Rio de
Janeiro oouco recelo caoaa a febre amarilla
memo escando o deente com vomito preos.
saoRUioeoaisles olamos periodos entao ne-
cesario u &i>Dlicacdo em alta dose, despreanoo
tabella aanexa.
Bste ElUir i condecido do publico de un
grande, numero dedicos mdicos apresentado
para coracaier os difiereotes mcommodos todos:
ellea de iiaf.tef febril.
Por uju'p tempo tivemos occaaio de *axer a
applicato aas leb:?s eryaipelloaaa 6 com to
boo: recitado que Bcataos admirados de tao al-
tos effeuo?.
Pela tranca ebegamea o conbecer que ns
ataques dkl feore ervsipeilosa ou eryaipella como
valgamente 66 diz necessario o uso de 10 dlae
do Elixir.
Nos grandes'iiocommodos das senhoras mens-
roacSo. gravides; e uos casos de parto com fe.
ore de om resoltado mu i ce.to e segoro em
a ana co.npoaicao to simples qce nao offurece
receio de applicar o Elixir nem liieamo em doses
superiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos aue deseja
rem faier uso deate Elixir em sua cunica nao se
suieitarem oossa prescrioco, mas sim faxer a
applicaco em harmona com os casos que dse
i arem combater, certos de que o medicamentos
da compoBico innocente para o organismo
nuis frgil que seia.
llodo de asar
A's crianza at um auno 10 gotas de emi
bo ras em urna colber das de eopa cnea daga
fra-
De nm a tres annos 15 gottas.
Oe 3 a IG annoa em ante 40 gottas etc.
Estas dose? devem sempre ser applicadas em
agua
nepoito
Gompanoia de Drogas e Productos Ghimlcoa
Recite, roa do Marquei de Olinda n. 23.
Nacional Pnarmacia, ra Larga do Rosarlo a.
35
Pharmacia Oriental, roa Estreita do Roeaori
Pnarmacia Alfredo Farreira. roa do Bario di
Victoria a. 14.
Pbarmacia Martioa, ra Duque de casias n.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciel Pinbeiro SI.
Pbarmacia Victoriense de Loiz Ignacio ae An-
drade Lima, cidade da Victoria
Para qualqner informaco sera encontrado o
antor ua roa Estreita do eario n. 17.
Oa nosfcos frascos sao qoadrados e conta gt-
tas. N'um lado teem grvaloElixir antefeoril
e no oatroManoel CardosoPercaraboco, e tc-
doa o: prospectos sao aaaunados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao foreo
assignados.
Paes, Ideo.
Sal, litro.
ToDciribo, kilo.
Vinagre de Lisboa, litro.
Verduras e temperua, rigao.
Ctroe de porco, kilo.
Doce de guiaba, ideo.
Viubo Pigoeira, litro.
Agurdente de caona, dem.
Oj cootractaites deverSo declarar em "uae
prpoatasqaeaueitam.se molla de 5 ./* de
valor aas mercaduras acceitas se no praxo qoe
Idr designado pelo Cooselbo uao a aprsenla.
rem para assigoar o respectivo contracto.
Saj clausulas do contracto :
1.
Oacootractiotes sSo obrieados a feroecer da.
flamete e com a oeceasaria promptido as di.
ver8dn acercado las que Ibes fueco .eviiameoie
colicuadas pa^a o raocbo aos Corpos EaUdoace.
t.
As mercadorias sero de primelra qualidade e
devem ser entregues ooa respectivos qoaneis
dos corpos onde quer que elles aejam, contaoto
qoe ae acbem dentro do permetro da cidade do
Re i fe.
3.
O foroecimeoio ser feito peles coBtractan'ea
por intermedio do ageote do rancho, em vista
riscal do Corpo.
4.
Qaando fr qoalqoer mercadoria repatada de
ma qualidade ser oeoolviaa ao contraclanta qoe
a soba i'O'.r, inmealatamente, eob pena de mal.
la rie 25 ,, lo v.ij- da mesmi mercadoria, qoe
pelo cofre *e'& comprada pvr cuota do cuntra.
ctaote pelo p'eco qoe f6r eucontrada no merca,
do. Em icoul moita inco'rero oa coniractant?R
pela demora da eotreea das mercadorias.
8.
Na hypotoe8e do final da pare da clautUla
aotecedeote os contractaotes ficsm ob'igados ao
pagamento daa mercadorias comprada logo
qoe seja apreaeotada a respectiva cunta compe-
'entrnente visada pelo comman'lante do corpo,
sab pea de ser descontada eua imponancia
c.m o augmento de 10 */ l5 pnmelro pagamen-
to que ti ver de Ibes ter eDectuado.
6
Aa contaa de fornecimeoto para o ranrbo se
ra peius contraciant-a extranutaa em duplcala
e apresenladas mensalment^ at o da 3 ao com-
mandante do corpo, qoe aa mandar pagar den
JEdltal
Reviso de ateri^oea
Fsb-o publico que dorante o mei de
Ddsembro ter logar, na repartirlo de
af^ngS -b, daa 10 horas da manha aa 3 da
-arde, em todoa os das atis, a reviaSo de
baUncaa, pesos e medidas dos estabeleoi-
meotos oommeroiaes, situados as fre: ue-
zi. s ao Poqo e da Vanea, cojo impotto
^er receid sem multa al 31 de De-
embro do torrente anno.
Secretaria da Prefeitara Municpal do
Recife, 2 de Dttembro de 1895.
O secretarlo,
Joaquim Jos Ferreira da Bocha.
Fer-
Edital n. 9
Allandega de
ramhuco
4.* praca
Pela Inspectora d'Aifandega se fas
publico que oo da 14 do correte :ei >
vendidas em hasta publica, as 11 horas,
porta desta Repar'ioao as meroauor.as
abaixo mencin.das, qoe 0S0 loram a:re
matadas em primeira, tegooda e terosira
Armaiem n. 3
OFFBOito oa)zas na. 1009(16 vinda
de Fium no vapor buagero S. StevSo.
em 17 de Fevereiro ii 93,contendo typoi,
para typographia, pesando 352 kilos,
consignados a timpresa joroalistica.
CFVUrna oaixa n. lf80 conteodo
obras de ferro fundido, pesando 280 kiloa
consignados a orden?.
CFVUua caix n. 7, conteodo 190
kilos de obras da ferro tundido, consig-
nado a ordem.
CFVUrna caia n. 8, contando pecas
de m chinas a obras de ferro fjndido nao
tro dos dez orimeiros diaa de cada mex, depois i claBBifoadas, pesando 51 kilos, consignada
de devidamente e me-idas pelo fiscal; Ucando '. a gr(W x~ Comp.
aos detractantes salvo o direito de suspender o
fornecimento, ama vez fiado est) praso sem qoe
teobam embolsado a importancia da conta no
mei aalerlor e de rescindir o contracio se o pa-
gamento demorar-re p >r mais de trinta das.
7.
O contractaotes ficam obrlgadoa a fornecer
p-lus me-mos presos das mercadonaa cootracta-
'os aos ofiiciaes dos corpos, mediante paramen.
to viata, oo em virtude ae vales por elles as-
aignanos e rubr1 ados pelo Oscal, pagaveis al
o oa 5 do mez suoseqonte, mediante cofia es-
pecial para cada um ariies.
8.'
Pelas iofracOes daa chullas deate con'.rrcto
rujas penas nao ae acbem especialoiente deier-
roi..adas, os cootrgrt'otes ficam sjenos a malta
de iOOJUOO a 5o0000 ra. que Ibes sero impos-
>as pelos commanaunte^ dos rorpus.
9.*
Ficam obrigados n uuntractanleJ a fazer as
i.e-ojns co' dig's o fo'oec ment de taes mer-
ca orlas, qoe o* jalgada necessario para o rao
cbo de qmlquer ouira ferga estadoal que por
ventara po^-a ser creada, sendo oeste caso feita
a eairega duu gneros no respectivo qoartei.
10.'
Oa contractaotes nao tero direilo a in<1emni-
.-a j algoma puf exceaso de prego das merca
dorias, qusqoer qne aejam as ccndlcOrs do
rce'cado, o qae tamben nao poderSo allegar
para eximir.se do comprimento do contracto,
que vigorar pelo tempo de seis metes a contar
de Io de Jioeiro a 30 de Juibo do asno viodouro.
II."
Se os coot'acUo'e- recuaarem-ae dent do
; rase estipulado na clausula 10* a fazer o foroe-
cime .t' a qa '> torigaioa, pgaro a uua
de lOOalOOO 5 OJOOO r8. conforme for arbitrada
pelo cooselbu qae iei eai atiengSo o valor do
cuoiracto, Ocando este ipjo I'attn rescindido.
12.'
Para garanta da mola a qae se refere a clau-
sula antecedente es cent-acuates recotbero
previamente ao cofre oo corpo qoe for designa-
do a importancia qoe for estipulada, a qoai e
poder ser u'alli levantada depois de te minado
o pr-ao do coaira 'O e de liqudalas todas a-
comas a elle relativas.
13
Cs contractaotes renanclarSo loaos os caeos
furtultos, ordinarios e extraordinarios, qoe po
dem ser previ, tos e todos oa caaos solcitos ou
losolicitoe, cogitados cu nta cogitados e (Icati
em todos e em cada um o'ell-s sempre obriga-
doa, cern qbe poasam delles valer-se, nom alie-
gal-os em tempo algum para olgnm effeito, qoal-
qoer que elle eja ; bem como qoasqoer perdas,
prejuios oo falta de meios. salvo se forem occa-
sonadaa por ioceod:o casual, destruico por
conveniencia po tica, inoodago oo rebelio,
casos em qae dever aer feita a competente
p-ova perante o conselbo.
Joo Alfredo FiguelrOi.
Teaenta eecrelario._____
Secretaria da Indas-
tria
3a directora
KDITAES
Thesouro do Estado
de Pernambueo
Edital
De ordem do rfr. Dr. Director Gera!,
e em virtude de autonsacSo do Sr. Dr
Sacr-t o a Fasenda, conviio oa pos-
Bjidcre das spoiiees emittidas em favor
da usina tGruerra. a virem resgatal as,
dentro do praio improrogvel de 30 das,
fioando oertus de qae ditas apolices n8o
vencet ae jaroa, a contar desta data.
Secretaria do Tbesouro do Estado de
Pernambuo, em 30 de Novembro de
O chela,
Marianno A. de Medeins.
Fornecimento aos Corpos
Estadoaes
De o'dem do Sr. Coronel Presidente do ^ os.
eelbo Econmico, faco publico que no da 20 do
corren!;*, ao mel da, sero recebldas na Se
ereuna o 2o batalhao de infaotari etadoal,
ode funccionar o mesmo Conselbo, propoatas
em cartas fectt*tae, devidamente selladas, para
n forneeimenlo dos gneros abano declarados
ao ra cbo das pragas doa corpos de lnfantaria e
cavallaria deste Eatado, durante o semestre de
Janeiro s Jucho do anno prximo viodouro :
Assacar de 3* qualidade, kile.
Arrox pilado, dem.
Axelte doce, litro.
Bacalbo. kilo.
Batatas inglesas, dem.
Caf em grao, dem.
Carne verde, dem.
Caree secca, dem.
Farlnba de mandioca litro.
Feijo mnlatlnno dem.
Fructas, rafio.
Ulba. kilo.
MaDleiga trance, dem.
Para conheciment dos interesBedos
f,co publico que no dia 21 de Deaembro
viodouro, a 1 hora da tarde, recebem-se
nesta Directora propoatas em carta fe-
chada, devi lamente salladas, para a con-
strncc&o de 2 pegSes e 1 pilar de ama
ponte sobre o r< Uta, em Barreiros, or-
eados em 19.0545075 ris.
As propostas devem se.' escripias por
ezleaso, sem rasura, emenda oo vicio de
qualquer especie, sendo rejeitadas as que
ce reaentirem das segnintes faltas :
1. As que excederem os prejos do
orcarnento ;
2. As que nao forem organisadas le
accordo com o presente edital ;
3." As que ae basearem em precoB de
outra proposta ;
4. As que lorem firmadas por pessoas
que j tanbam deizade de camprir con
tractos com esta Keparticao ;
5.* As que nSc offerecerem es garao
tiase qaalidades ezigidas oeste edital.
Havendo dcs ou mais propostas em
igoaldade de condicBes, ser preterid a
do coi crrente que melhores provas de
idoneidade oflerecer.
Oa Srs. concurrentes deverSo, alm
dessa idoneidade exigida para a tiireccao
e execucie das obraa, indicar o lo^ar de
sua residencia. .
Nenbum proponente Ber admittido a
concurrencia sem que prove com docu-
mento forneoido pela Thesouram desta
RepartioSo havec depositado nella qaaa-
tia correspoedeote a 5 .f do valor da
obra a contractar, importancia, qne per-
der si nao assigoar o contracto dentro
do praio marcado no convite que para tal
fira ihe f&r expe-ido.
Para boa garanta da execuco do con-
tracto, depositar o contractaote no The-
louro do Estado urna caoco que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tor.
Estar a disposicSo dos Srs. proponen-
tes nesta Directora, o orcarnento desBa
obra, bem como se dr qualquer esclarec
ment qne desejarem neste sentido.
Recife, 8 de Novembro de 1895
A. Urbano P. Montenegro.
Director geral wtarino.
CFVUrna grade contendo roda de
madeira pintada, ordinaria nao olassina
da, no valor de 405000, sob n. 9.
CFVUrna caiXa, n. 10, contendo pe
dido, pesando 435 kiloa consignada aos
meamos.
MJCTres ca'Xa contendo ns. 104
106, viadas de New-York, no vapor Belga
Woriiw.ilt, cont; do obras de vidros, n
l, pesando 303 kilos e consignados a M*
J. Campos.
Alfandega de Pernambueo em 11 de
Deaembro de 1895.
0 inspector,
Alexandre de Sonsa Pereira do Oarmo*
Administracjo dos Corraos
de Peroambuco
Edital
De ordem do cidadSo administrador e
para oomprimento do disposto no 6* do
art. 496 do Reglamento dos Correios da
Reoublica, que baixoa com o Decreto n.
1692 A, de 10 de Abril de 189i, faco
publico qoe acbam-se abertas na l.1
seceso desta adminialracao, com o praio
de 30 diss para os respectivos encerra-
mentos, a contar desta data, as inacrip-
(Sea para os concuraos de carteiros, pra-
ticantes e terceiros offisiaes, a qae se tem
de proceder cesta Repartio&o no prximo
mes de Janeiro.
. SIo coDdiccoes para a admistSo a
inscripvBo para os 2 primeiros concursos:
ter o candidato mais de 21 e mai.es de
30 annos de dude, boa cande, estar vacoi-
nado e ter bom p-oc.-dinento.
Para o concurso de carteiro deve o
car-did-to Sebe: 1er e escrever correcta-
mente e coohecer as 4 operagoes funda
meataes da Arithn* etica ; para o de prati-
caote. coohecer as lingaas portogaess
francesa, a Qographia Geral, com de-
envolvimento qoanto ao Braiil e Anthme
tict at a theoria das proporc^oas, iocla
sive, sendo motivo de preferencia o co-
nhecimento de fclgama oa algamas das se-
guiotes materias : deeeoho linear, escrip-
turacSt mercantil, ingles e allemSo.
A apresenta^So de attestado de appro-
va^ao plena obtida na instracQSo publica,
academia, oa instituto approvado pelo
(ioverno dispensa o candidato do exame
da metera a qae se retira o attestado.
O concurso para terceiro official pri-
vativo doa amanuenses, e, na falta deates,
doa praticactes.
1.a Secc&o da AdministracSo dos Cor-
reios do Estado de Pernambueo, em 12
de DeZ9rubro de 1895;
O 2.' < facial,
Joaquim Spencer Lopes Netto.
Arsenal de Guerra
A commisaBo de compras deste Arsenal
rt ce ber propostas uo dia 13 do corrento'
at as 11 be ras da manca, para a compra
ios artigos destinados ao p ovimento do
A'mcxarifado deste Arsenal, dorante o 1'
semestre de Janeiro Junho de 1898, a
8&b9r :
Artigos para escolas reg'mentaes
A'-ithmetir'as por Castro Nones urna
Arithmeticas per F. Nery Colaco urna
Art- s de mus.oa ema
Cartas do A B C una
Crayons para louea um
Caetas de pao orna
Deseuho linear por C. Borges 1 exempl&r
Exercicio pratico de redaccSo e estylo 1
exemplar
Esp nja para podras gramma
Est j "> para desenho caixa
Ou kilo
Qrammatica Portugaeza C, Borges exem-
plar
Geogrsphia dem
Geometra dem
Historia do Brasil dem
Livro para o soldado do 1' anno dem
Livro para o soldado do 2' anno dem
Livros de primeira leitura idem
Livros de segando leitura idem
Livros de terceira leituia idem
Livros de syrtema matrieo idem
Manuscripto por Dr. Ventura om
Normas para escripia, collecSo urna.
Pedras para clcalos orna
Selecta por JoSo Barbalho urna
Taboadas urna
Artigos para expediente
Almanack de destolbar um
Attestados de bitos folha
Oadernetas em branca de papel fime
pautado eom 50,100, 60,150 olhas ama
Caetas finas ama
Caetas enrre-finaa urna
Cesta de Vimes ama
Caivetes-fiaos om
Bnveloppes sem timbre para officios um
Eoveloppes com timbre para offioios om.
Enveloppes oa sobre c rtas, lom timbre
para errtas offioiaes caixa
Eoveloppes ou sobre cartas cem timbre
para cartas cffiaiaes caixa
Enveloppes grandes in-folio, sem timbre,
para offioios nm
Enveloppes grandes io f jlio, com timbre
para offioios om
Esptula de osso ama
Ksorivaninha de vidro ama
Gomma arbica liquida frasco
Gomma arbica em caroco kilo
Folbaa impressas para ferias de opera-
rios urna
Folha imp etst para pagamento de empre-
ados urna
Folha impresas para ferias de serven-
tes ama
Lacre encarnado e verde, pao om
bapia prsfo Faber om
Lapia de borracha um
Lapis de 2 cores um
Livro formato Jea com 50, 100, 150,
2G0 e 250 folhas numeradas om
Livro formato Carro, oom 50, 100, 150,
200 e 250 folhas numeradas am
Livro formato Corooe, com 50, 100, 150,
e 200 folhas numeradas um
Livro impresso de talao ooa 200 folhas,
para pedidos do Almexarifado nume-
rado um
Livro impresso para conhecimento de
costaras com 200 folhas, de talao um
Livro impresao, de talao, par vales de
costuras C->m 200 folaah um
Livro de tallo para licenca doa aprend-
dises com 200 folhas numeradas nm
Livro impresso para vales qainaecaes com
200 folhas am
Livro impresso para resumo mensal com
200 folbaa um
Livro impresso de talao para vales diarios
aos fornecedores com 200 folhas um
Livro impresso de talao para pedidos
diarios a arreoadag&j com 200 fo
Ibes um
Livro impresso para assentamento de ofi-
cia s e pr c.-s am
Livro em branoo de papel Ec, com 50,
100, 150 e 200 fulhas, numerad* s nm
Livro de papel Colomb er oom 200 folhas
lytogr^phadas, para mappa, oom enca-
dernacSo intsira de couro, nume-
rado um
Livro de papel formato Carr com 150
folhas numeradas e riso-das, para re-
colta, um
Livro de papel formato Carr oom 230
folhas numeradas e riscadas, para do_-
pesa um uvro em branco riscado com
2(jO folhas numeradas de papel formato
Carr para registro de tiro um
Livro em branco de papel fin me pautado
oom 100, 150 e 200 folhas numera-
das um
Mappas nosologicos impressos folha
Obreas grandes para sello pares
Papeletas para guisa de costuras folha
Papeletas para empreitadas doa offi-
dae* folha
Papeletas para Hospitaes folha
Pu el hollanda pautado, formato Corone,
Ec, Carr, P.auaen Jes e Colom-
bier folha
Papel fiama pautado reama
Papel fiume Uso resma
Papel ingles rosado sem timbre para offi-
oios resma
Papel oglez rosado com timbre para offi-
cios resma
Papel de linho pautado, portagaes verda
deiro resma
Papel mata borrSo folha
Pape! parda para embrulho cadero
Papel Vergo pauta o caderno
Papel Imperial caderno
Peso de vidro para papis nm
Papel timbrado para cait.s officiaes
ca'xa
Papel sem timbre para cartas offHaee
caixa
Participayoes de prayaa doentes na En-
fermara folha
Pennas d'aco Perry n. 150 caixa
Pennas d'aco Mllat caixa
Pennas d'ayo FalcSo, caisa inteira urna
Pennas d'aco caligraphioas o. 62 caixa
Pastas de oteado, de diversos tamonhes
urna
R >Uci5es ou Informales paia conacta de
olfii.es e pragas folha
Relacao de pracas doentes ratadas na
Enfermara durante o mes folha
Regua de bano com frisos de meta',
chatas de diversos tamanhos urna
Beguft de bano com frisos de metal qu
dradoB orna
Raspade'.ras com cabos de osso urna
Sabonetes finos um
Tiota preta para escrever, garrafa
Tinta inglesa em boio de 1|2 litro um
Tinta carmn frasco
Tesourft grande d'aco para papel urna
Vaso para limpar pennas com eecova um.
Observares
Aa propoBtas dever&o sar em doplicsta
com rela^So a cada especie de artigos,
2 quaitos e cosinha lora, mede de frente .fundo 7 astros, pela qaantia de 901000,
4 metros e 70 centmetros e de fando 12 feito o abatimento legal, vtsto camo foi
metros, quintal morado avaliada por-avahada em 1005030 e esta a segacia
SOOSfHX). Pertenoe a Antonio Dogo da |praoa. Pertenoe a Juliana Mara da Con-
Silva.
Freguesia de Santo Antonio
A meia agaa n. 31 a ra 28 de Setem-
bro de pedra e cal com porta e jaoella de
trente, 2 quartos, 1 s*la e eosinha interna,
mede de frente 4 metros e 70 centimetios
e de fondo 5 metros o 50 esntimetros,
avs liada em 4005000. Pertenoe a Hen-
riqueta Teixeira Lopes.
A meia agaa de n. 2 a ra 28 de
Jetembro oom porta e janella de trente,
1 sala, 1 qaarto, mede de frente, 5 me-
tros e 10 centmetros e de fando 3 metros
e 70 centmetros, em mo estado, avadada
em lt05000.
Outra de n. 8 A na Travessa dos Ex-
postoe com ama porta de frente em sallo
em mo estado, mede de lente 4 metroe
e 30 centmetros e de fundo 5 metros
10 centmetros, avaliada em 60500J. Per
tencem a Manoel Antonio de Jess.
O sobrado de 3 andares n. 20 a roa
Larga do Rosario o qaal tem no pavimento
terreo 4 portas de frente, sendo anea da
oseada, em sallo, pequeo quintal morado
com am quarto, bo primeiro andar 3 ja-
nellas de frente om varanda de farro, 2
salas, 2 qutrtoa e cosioha fra ; no segun-
do andar 3 janellas de frente oom varn-
di de farro, 2 salas, 5 qaartos ; no ter-
ceiro andar 3 j .celias de frente, 3 quar-
toa e cosinhs, mede de frente 9 metros
e 30 centmetros e de fanao 17 metr s e
30 centmetros, pela quantia de 18.OJOS
feito o abatmento legal, visto cerno foi
avaliada em 20.0005000 e esta a se-
gunda praca. Pertence a Antonio Fran-
cisco de Mbuquerque e outros.
Freguesia de Sao Jos
A casa n. 48 a roa de Domingos Theo-
tonio de pedra e cal cem porta e janella
de trent-, 2 sulas, 2 qaartos e cosinha
fra, mede de frente, 3 metros e 50 cent-
metro e de fondo 11 metros e 80 cacti-
metros, quintal murado, avaliada em
1.2005000. Pertence a Isabel Francisca
d Costa Lobo.
A casa n. 18, a roa do Padre Munis de
pedra e cal com 1 porta de frente em
salSo com aotSo tambem em salSo, com 1
janella de frente, mede de trente 1 metro
e 60 centmetros e de fondo 9 metros e
20 centmetros, quintal morado, em mo
estado, avahada em 2005000.
Ootra na mesma roa n. 18 A com 1
porta de trente, 2 salas, 1 quarto, cosinha
interna, mede
de frente 2 metros e 55
centmetros e de fanao 9 metros e 20
eentimetroi, quintal maiado em mo es-
tado, avahada em 3005000. Por.et.ce e
Jos Gomes de Oliveira.
r' reguesia da B:a-Vista
O sobrado de 1 andar, a ra do Viscan-
de de Camaragiben. 10, o qusl tem no
pavime lo terreo 6 janellas de treote e 1
porta, 3 salas, 4 qaartos e cosinha fra,
oom 2 qaartos, no primeiro andar 7 ja-
nellas de frente, com varanda da ferro, 3
s-laa 2 qaartos e cosinha fra, com b
qaartos e 1 saleta, mede de frente 16 me-
oeicSo.
Freguesia da Varsea
A casa o. 1, na llha da liba, de taipa,
com 3 janellas de frente e 1 porta, 2
calas, 3 qaartos, cosinha fra e 3 janellas
no oitSo e 1 porta, mede de frente 6 me-
taos e 60 centmetros e de fando 11 me
tros e 10 centmetros, quintal so lado,
avaliada em 200$00.
Ootra de n. 3, na mesma roa, com 3
janellas de treate e 1 p >rt i de ferro no
oitSo, 3 portas e 2 janellas, 2 Balas, 6
qaartos e cosinha ao lado, mede de frente
6 metros e de fondo 11 metros, quintal
murado, avali da por 1.5001000.
Uutra de o. 5, na meama roa, coma
janellas e 1 porta de frente e no oitSo 3
janellas e 1 porta, 1 alpendre na frente, 2
salas, 2 quartos e cosinha ao lado, mede
de frente 5 metros e de fundo 11 metros,
quintal morado, com por 8o de ferro, ava-
liada sMt 1. 8OOS000. Pertencem a Fran-
cisco Goncalves Torres.
E para constar passou-se edital na for-
ma da le.
Dado e psssado nesta oidade do Recife
Capital do Estado de Pernambnco em 3
de Desembro da 1895.
En, Jos da Costa Reg Lima, esori*
vSo, snbscrevi.
Sigismundo Antonio Goncalves.
DECLAnACES
tros e 60 centmetros e de fando 14 metros
e 50 eeutimelros. quintal murado, pela
qat>ntiade 16.20C$000, feito o abatinen
to legal, visto c;mo foi avahado em
20.000fOOO e esta a terceira praca.
Pertence a berdeiros de Joo Fernandos
P. Viarr.a.
A casa n. 3, na Travessa dos Coelhos,
com porta e janella de frente, 1 sala, 1
qaarto em estado de rumas, mediudo de
trente 8 metros e 40 centmetros e de faD-
,l0 6 metros e 40 centmetros, pequeo
quintal murado, pela qoaotia de 905000,
feito o abatmento legal, visto como foi
avaliada em 1008000 e esta a segunda
praca. Pertenoe a Jos Materno de Ase-
vedo Santos.
A casa n. 42, a roa do^Viaconde de
Goy e 1 p rta de frente e 1 no oitas, 2 salas
de trente e 1 de jantar, 5 quart s, cosinha
fra, com 1 quarto para dispenc^ e ontro
para criado, sotSo com 1 janella no oitSo,
oom 2 saldas, mede de he te 9 metros e
60 centmetros e de fundo 19 metros e 40
cent-metros, grande sitio murado, co^
giade de ferro e p< r2o tambem de ferro,
avalnd por '5.0005000. Pertence a
I bel Mara Pires.
A casa o. 81, a roa de Gervasio Pires,
com porta e janella ie frente, 2 salas, 2
qaartos e cosinha fra, de pedra e cal,
mede de frente 4 metros e 80 centmetros
e de fondo 12 metros, quictal anndo,
cacimba, portBo de madeira, em mi es-
tado, avaliada em 400$000. Pertence a }
Jos Antonio Femandea Guimaraes.
Fregntzia de Af gados
A cata u. 19, ca Entrada d-* G'oui
a JaboatBo, de. pedra e cal, cot p .rta e
janella de frente, 2 salas, 2 qaartos, e
cosioba fra, mede de trente, 3 metros e
40 centmetros e de tundo 13 metros e 30
centmetros, quintal murado, avahara em
80050000. Pertence a Manoel G mes
Pereira Guerr.
A casa n. 5, a raa do Viveirc, com por-
ta e janella de frente, 2 salas, 1 qttarto,
: D- Toeresa Idalina de Soasa |Leao, teodo
perdido a apolice n- 896 serie B, da divida pu-
blica do Estado, o faz pdico em observancia
do art. 201 do regalamento de 2 de Ju lio de
1879. ________________________^^
Estrada de Ferro de
Pernambueo do Reci-
fe ao Sao Erancisco.
Aviso
Em cumprimento do diaposto no Decreto
n. 2044 de 15 de Julho ultimo, do Gover-
no da UciSo, que atleroa as bases da ta-
rifa de transporte desta Estrada de Ferro,
fago publico qoo do dia 1.* de Janeiro
prximo vindoaro em diante entrarSo em
vigoras novas bises, qae consistem na
ele va 580 de 10 reis por kilmetro para
paesageroa de l.1 olasse e 5 reis para os
de 2.a (Tarifa n. 1).
As taxas] das tarifas oonosrnenteB ao
transporte de algodo, alcool, vinhos, li-
cores, asaucar, couros seceos ou salgados
(ficam anjeitoB a variacSo da QcotacSo do
embe, augmentando oa dimnuindo [5 [.
cinco por cnto) das acta es por daheiro,
esterlino, entre as cotacSea de 10 e 20
pei.ee por 15000, sendo a cctacSo de 20
estabelecida como o padrSo das tariha cae
ora regulam.
Eicriptoro da Supperintendeacia, Cabo
19 de Novembro de 1895-
Wells Woed.
Soppsrintendente,
Compaobia Distilla^ao Fra-
goso
ASSEMBLEA GERAL ORDINARIA
(3* covocacio)
Nao teodo podido realizar-se no da 9 do cor-
rele mez a ssaao da assemblea (eral ordina-
ria dos Sre. Accionistas a'esia eompanbia, eao
e novo convidados os Sra. Accionistas a reanl-
em-se no da 11 do corrate as i doras da tar-
de, 00 eacrlptono provisorio, ama ra Croi n.
i, atim de tomaren) connecimenlo das contaa da
Dlrecioris. resolveren! eoore o pedido de exo-
oerac&o d'om director, se for accelta a dispensa
pelo mesmo pedida, elegerem o respectiva sabs-
iioto, e tambem elegeram a ::ora commiasao
Bacal.
Recife, ti de Dezembro de 1895.
C ros de Moraes Rodrigues Ferreira,
Presidente.
tendo no alto o nome do pr-ponenta, a cosinha fra, quintal em aberto, mede de
icdicacSo da c>ea commeroial, o numero
e a marca das amostras apresentadaB, a
declaracBo expressa de se sujeitarem a
multa de 5 Ojq e rnaii maltas do regala-
mento v gente*
Os propooeates menconarSo no bbd-
scripto de m-..s propostas a especie do ar-
tigo proposto, o numero e a marca daa
aa*ostras que apresentarem e a data aa
sessSo do Conselbo.
Todos es artigos serSo postos no Anee a*
por conta propria, de conformidade com
es podidos qae lhes forem feitos, de pri-
meira qualidade e com a mxima promp-
tdSo.
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Peroambuco. 10 de De-samuro de 1895:
Jos Francisco Ribeiro Machado-
Secretario
freute 3 metros e 80 centmetros e de
fondo 6 metros e 93 centmetros, peh
ou. mia de 1801000, feito o abatmento
legal, visto como '01 avaliada em 2005000
e esta a segunda praca.
Outra de n. 9, a mesma roa com porta
e janella de frente, 2 salas, 1 qaarto,
qui'ital em aberto, mede de frente 3 me-
tros e 40 centmetros e de fando 6 metros
e 80 centimetros pela quantia de 18000O,
feito o abatmento legal, visto como foi
avaliada em 2005000 e esta a segunda
praca. Pertencem a Manoel Joaqun*..
Freguesia do Po$o
A casa d. 14 na Estrada do Acude, c m
porta e janella da frente, 2 salas, 1 qcarta
e cosinha interna, mede de frente 3 metros
e 20 centmetros e de fando 8 metros e
50 centmetros, quintal em aberto, ava-
liada por 1505000. .Pertenoe a Manoel
O Dr. Sigismundo Antonio Goncalves, jaiz Francisco de Carvalbo.
de direito da Fasenda do Estado de
Pernambueo.
Fas saber pelo presente qae no dia 13
A, 1H. P.
Uheneo Musical Pereambncano
i;ieit;iIo
De ordem do Sr. Presidente, convido aos Srs,
so-ios. efifectlvs e honorario? a cotnpareceretn
na ede tocial, no domingo 15 do cerreett, s
H no'as do da para em aasembla geral, ele-
eerrm o conselbo admiaiMrativo para o anno de
1836.
Recife, H de Dezembro de 1895.
O 1 secretario,
Jo jo J. dos Santos.
C0MPA.NI1IA
Usina CansaDcaj de Si-
niriib
Acbam-se disposicao dos Srs. accin at-s DO
escriptorio dos Sra. Boxwell, WiHiatns 4 C-o
balaoco e mais documentos de que trata a lei
das soclndades aooDymas, referentes ao anno
G-idoem 30 de Junbo.
Re:lfe, 7 de Dezembfo de 1895.
0 director secretario
G. G Gatis.
Hospital portuguez
A??>-ti b!6a te a! para eleicao
De ordem do Iilm. Sr. vice-p*ove3or, ronvido
os S-8. socios a rennirern-se na secre'aria deste
nospi al, no prximo domio-"o 15 do crreme,
1 bora da larde, aflm de dar comprimen o ao
qae preceitna o J 3- do A'. 17 dos oosaos esia*
tatos-
Secretaria do Hospital Porlogoez etn Perna-
mbueo, 11 de Dexe 1 bro de 1895.
O 1 secretario
Antonio Jos Minie?,
Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernaoibacano
Qain'.a-felra 12 do correte, hora do cca'.u-
me. havera aeasaoordioaria.
Secretaria do Instituto, 10 de Novembro de
1895-O 1- secretarlo,
Baptista Regueira
A casa n. 47, na Estrada do Acude, de
taipa, com 2 janellas e 1 porta de frente,
2 si las, 2 qaartos e cosinha interna, mede
Devoc,ao
de Drzembro do corrate anno ae bao de de (rente 5 metros e i0 ^centmetros e de
arrematar or venda a qoem mais der em fa do 9 metrja e 70 oentimetros, quintal
praca publica deste jaiso os bens segun- cercado, avaliada por 300S000. Pertenca
tes penborados por exeoneSo da Fa- a Joaquim Ferreira Al ves.
senda do Estado. A casa de taipa n. 1 A na Estrada de
Freguesia do Recife Acude oom porta e janella de frente, 2
A casa o. 35 a rus de D. Maris Cesar' salas, 1 qaarto e cosinha interna, mede
'com porta e janella de frente, 2 salas, de trente 4 metros e 80 centimetros e de
-
De IV. m. da concr'co a carso dos
:trlita. recia r contente de IV.
S. da Carme do -~eife
A mesa reseiior. aestr "svocio fis fciente a
todos os seas carlssimos irmaus e Ir as q-
ten o dado principio s coas catacumbas no ce*
miterlo publico deaia cidade, coDVIda os mea-
mos, alim de vlrem satisfaser o qae marca o
compromls8o deaia devegao, devendo procorar
os seus recibos em mi do tbeaotreuo.
Consistorio ds devocas de N. S da Con.'eicao
a cargo dos artistss, 4 de Dezembro de 1895.
I O esenvo
Elpidio de Oliveir




\
.. -


viv Y
v..
*- V
9.
V vy-w
Diarlo de Pernambuo *e*ta-feira 13 de Dezembro de 1S5I5
ULTIMA. CORRIDA DESTE ANNO
DERBY-CLI
DE
PERNAMBUGO
A extracgSo dos brindes 6er feita pela machina Derby Clnb
ijsimkm M ma su
QUE SE RE ALISARA* NO
Dia 15 de Dezembro de 1895
Em solemuisaco ao 7. anQiversario do
WM DI III
AVISO ,.,
A directora offerece os seguintes brindes :
1.- 20 lettras hypothecarias do valor nominal de
100$000. J
2.* 5 ditas idem, idem.
3.- 1 par de botoes decoro lei, para punhos.
4.- 1 rico lbum para retractos, contendo
importante caixa de msicas:
As corridas terminaro s 5 horas datarde.
urna
bornea
f.
a
e
ello
Salara
lid.
s
a
Cor da veatt-
menl
Santa C asa sd Misericor
dia do Recife
Pelo prsenle (So chamados 03 prenles ou
putectoreB das menores abaixo nu-neadas pars
no prazo de 15 das apreeental as no colleRto das
orpbf, abm de flerem all admitttdas como edo-
caoda, vtatj pla luscripgao do reapeetivo qu-
dro caber ibes esae diie'to as v.gas existente.
Aaoel, nina de Anna Gomes de Carvalbo
Aranoa.
Alexandrina. Idem de Mara Joaqoioa da Con
Amella dem de Josepha Maia da ConcecSo.
Carlota, idem de Ca iota A bina Nery da Pon-
HflaVe
Francisca, idem de Aogelica Ventora da Con-
celcSo.
Julu, idem de Belroirs Hoi 0"a dt Mello.
Isabel, idem oe Djustana de Castro Forjaz.
^(Secretaria da 8*nta Casa de Misericordia do
Recite, 12 de Desmuro de 1895.
jos Honorio B. de Menezes
Ecivo.____________
Sociedade
Honte Pi Bom Saccesso
De ordem do irmao re tor, convino a todos
os Srs. associados a comparecerem em assenr
bla geral uoroiogo 15 do correte, b nossa
eae social, atim ce aesistiiem a leiturado reU-
torio e a posse d nova directora.
Secreta-ia da Sociedade Monte Pi Bom Soc
-esso, 13 de Deaembro oe 1895.01- secretario
J,Ij as Suva Saraiva.
Companhia Pernammi-
cana rowder Factory
Assembla Geral Ordinar a
De orden da Directora, convido aos
Srs. accionistas deata Companbia, a reu-
nirem-se no sallo da AssociscSo Ccm-
mercial Agrcola, no dia 23 do correte,
ao meio dia, para, em assembla geral or-
dinaria, tomaren conheoimento do rea
torio e contas referentes ao anno findo e
elegerem Directores e Fiscaes para o pe-
riodo crreme.
O posauiiores de accoa integrelisadaB
que qoiaeren tomar parte na assembla,
deverio, at 8 diaa antes da reoniao, de-
poaital-as no escriptorio da Companbia,
como preceitoa o art. 26 dos Eatatotos.
CBAIGEUBS MUS
Companhia Fraaceza
HaregacSo a vapor
Licha regalar entre o Havre, Liaba*,
Perosmbnoo, Macei, Babia, Rio de Ja-
neiro e Santos.
O VAPOR
Ville de Ri sario
CUMMANDANTE DANIEL
Espe-a-se a Eo-ora at o dia
lfc > Deieu bre e segu 'i de-
l o* <" demora o?cef Baria para
Hamburg Suedamerikams-i
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Asuncin
E' esperado do
portos do sol at o
dia 91 do corren
,te. e seguir de-
pols da demora
De
Ugeae Pinto
Leilo
lo>ic,a
move?
crya-
oeceBB'na ara
Proprletarioa
1.'
PareePrado Pernambucano- 1C00 metros.Anlmaes de Pernambuco qoe nao
Unnao caobo le.* pernios n< s Prados do Recife, contando ou sao victoria.
Peaios : 200*C00 ao 1.' 60*000 ao 2.* P 30*000 ao 3.
i Iynceiro..
2 Demcrata
3 Ajodante .
4 Belleza ...
8 1 ten 1 do .
fjrj Raialh?.-..
7 Temeroso .
2.' Pieo15
Rodado .....
Castanbo...-
Mellado.....
Gaatanho....
R'dido...
Caianbo...
?erDaoDb. 51
c
c a
c *
c

a
Amarello e verde ...
Listrado ...........
Encarnado e preto....
Grenat e aiul........
Atol e braoco.......
Encarnado 6 preto...
Eic.rn-.do e axni...
P. C.
J. F-
Coud. Arrsval.
Francisco Miguel.
A. Silva.
G. C. A.
de Dezembro -1.400 metros. Animaes de Pernambnco. Premios: 300*
ao s>, 60*000 ao 2.* 30*000 ao 3.
I
CingJ.....
Ipo .......
Viogador ..
Malaio.....
Taliapher...
6 Patcbooly...
7|Wa'.eibo...
5 Pr.lO ....... Pe-namb.. i 50
a a a
Rodado..... c
a B.io........ c a
a c a
a c
a <
Verde.........
Grenat e preto..
Braoco e preto.
verde.
Azul e verde..
Braoco........
Encarnado.....
J. P.
C. Campos.
Cood. Portoense.
M. Plmeotel.
J. G. F.
'
?. A.
Ben.-. Loj.\ Cap.'.
Cruz
c!o qna-
de irii -
s 11 boras da
Cavallelros da
S.-. F.-. P."
De ordem do Ven.-. pego aos Ilrre-
dro para comparecer a Seas.*. Magn.
cla$ao' domingo 15 do correte,
Or.- do Recife, aoB 11 de Dexembro oe 89o
M. Martina gr.- 18-. .
Secret.-.
Maceio', Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
ftuga-se aos rs. importadores de carera psloa
pores desta llnUa, qoeirsm aoresentar den-
-o de 6 dias, a contar do da descarga das al-
vareneas qnalqner reclamacao conceroente a vc-
lomee que por vectora lenbam seeoido para os
oortos do sni, aJm de e poderem dar a tempo
as orovideocias aecessarias.
Expirado o retertao praio acc-apannia nao te
re^p nsaoilisa por extra7i08
Recebe carca: a tratsr com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rae do OommBrcio 9
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampfschiffahrts-Ge-
f ellschaft.
ko VAPOR
Curityba
E' esDerade da Europa at o
dia l do crrente, e seguir
depoia da demora necessarla
para o
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
18Ru do Commereio18
1* andar
Lisboa e Hamburgo
Paa passagens, ctg Trete, etc., trata-se
com es
Consignatarios
Borstelman & C.
RU DO COMMERCIO N. 18
1.' andar
^rince Line of Steamers
James lnolt Kew-Caatle-osi-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil e Rio da
Prata
taes
A SABER:
Urna mobilia de jooco de Nogneira com 1 sof5,
J consolos com pedras, 2 cadeiras de bracos e
12 de soarn cao, 2 c^^iras oe bancas, 2 castl-
Caes coa) mangas, 2 ja ros para fl res. enfeites
de met>a. I hmpeao da eospeOfs, 1 espelQo
oval donraio, 2 e't^gers doorados, 2 escarra-
deiras, i tapete centro de sala. 4 qaadros, 1
collecgao Bisroii, i jarro, 1 almofada.
Jma cama fraocer;., nova e bonita, 1 cpala,
1 lindo cortinado. 1 m sqoeteiro, 1 berco e 6 ca-
QoltC.
Urna mesa elstica com 4 Uboas, 1 guarda
louca, 1 aparado- goarda comida, 12 cadeiras, 1
qnartinbeira, 1 relogio penla, 1 enserado para
mesa 2 bandeijas, 1 li.oreuo, copos, clices,
garrafas, compoteiras, fmcteiras. trem de cosi-
nba e mais objectoe erca-feira, 17 do coi rente
No 2- andar do sobrado da rna do Aueao
D. 24
Oleiai principiar s 10 1/2 hora.
6' esperado de New-York
al o dia 18 do correte, e
sabir depois da demora ne-
cessaria para a
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Crele Prince
Tem ptimas B,ccomoda$6>eB para passa-
geiros e Iluminado luz elctrica.
Para
08
i-"pareo H, do campo randa1100 metros. Animaes de Pernambnco.Premios :
30l**00 i. i.*, 60*0U0 ao 2. e 30*000 ao 3.-.
9
10
H
12
Logo Digo...
H'b-eu......
VrUVlO .. .
Proscripta ..
Osblim -----
Pdn8i-roenio
Pirancon ..
Pa-I. nenia-
nsii... -
Me oro.....
Copista.....
FuracSo. ...
Guama......
Casianho...

Rodado. ...
Alario ..
tiistuno
Aazio"...
Uasiaubo..
Peroamb..

50
Encarnado e braneo.
Azul e encarnar.o...
Amarello e verde...
Gocaroado epretu....
xzul e braoco.......
Preto e amarello...
rJranco............
Encarnado e preto..
Lisirado .........
Preto e braoco*...
Azul e braoco.....
Azul e trauco.......
I. P. Galvao.
J. B.
i. Tbomaz.
Coodelaria Arraial.
M. J. Rodrigues.
0. Luiza M. Doria.
Cood. Bella Vicia.
M.L.
1. F.
J. Cavalcante.
J. Babia.
X. Babia.
4.* PareoEstrada de Ferro do Beeir* a Casanga -1.600 metros.Animaes
re PeruaoiDuco. PrtmiJB
1
'2
4
5
Cmgo......
Malaio.....
Patcbooly...
TaiiBpber...
Vingador..
.Preto..
Baio ..
Rosso..
Rociado.
35*C00 a 1.-, 7u#lK0 ao 2.- e 35*000 ao 3.*.
50
Pernamo.
Encarnado a preto...
Branco e verde.......
Branco...............
a
Preto e branco.......
J P.
M. Pimental.
J. G. Ferreira.
PareoBrazal 2.200 metros. Animaes de Pernambnco. Premios
!. 250*000 ao 2. e 100*000 ao 3.
Condelaria Pelotese.
1:000*000 ao
lIda.....
S Turco 2.'
3
i
Feoitno
Faoso.....
Moscardo..
Todo-.....
Piuiao.....
Rodado.....
Alazio.....
Rodado.....

Castanln...
Rodado.....
Mellado....
Pernamb.. 14
c 51
SO
53
c 54
a 44
54
Listrado.............
Grenat eaznl........
Encarnado e preto...
Verde..............
Braoco e encarnado.-
Verle e amarello....
Listrado.............
Cond. Crnseiro.
J. Ferreira.
Coul- Vigilancia.
M. L. Macbado
Coui. Mounscana.
J. Moraea.
Cond. Nerundio.
t.<
Pareo Gullherme Gulmaraes1.200 metros,
mioe : 300*000 .ao 1.*, 60*000 ao 2/
Animaes da Percambuco Pre-
e 30* ao 3.*
i
2
'J
4
!
7
Gallet.......
Mendigo.....
Hebrea......
FolHiqoei-o..
Dcblim.....
Realengo...
Pleiade......
Pi ramn.....
Topy 2.-.....
lODjaliy.
5
o
o
o
5
5
o
3
5
3
Rodado......
Castanbo
Castanbo
Mellado-----
Rodado......
Pernanb..
ICaslanho....
JAlazo.....
c
50
Branco'e encarnado.. Cond. Cruzeiro.
J Tbom-s.
PMO...............
Encamado e azul....
Kocarnado e preto...
Verdee braoco......
G'eoat e azul........
Amarello e braoco-...
Lisirado............
Rosa................
i. B.
Coud. Arrayal.
M. J. Rodrigues.
J F.
J. J. dos S. Jnior.
Coud. Bella-Vista.
K. C. Reseode.
Cond. Portueose
Companhia de Servicos Ma-
ritimos de Pernambuco
TABELLA
para cobrancas dos reboques pelea vapores
Amadeu e Moleque
At 100 toneladas 50*000
De 101 150 ditas 60*000
De 151 a 200 ditas 70*1!!0^
De 201 a 250 ditas ^Sx
De 251 300 ditas 90*99?
De 301 350 ditas 100J5
De 351 a 400 ditas 110*000
De 401 450 ditas IV>*9^
Da 451 600 ditas 130*000
De 501 i 550 ditas 145",^0
De 551 a 6X0 ditas 1605001)
De 601 650 ditas 175*000
De 651 700 dt s '90*259
De 701 a 750 ditas 205*000
De 751 800 ditas 220*000
De 801 850 dtlaa 250*QC0
De 851 4 900 ditas iS0^JSSi
De 901 950 ditas 320*000
De 951 1.000 ditas 350*C00
Rec.fe, 22 de Novembro de 1895.
F. de Assis Cardozc,
Secretaria.
cargas e passagens trata-se com
Agentes
Johnston Pater f C.
Ra do Commereio n. 15
COMPANHIA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
(De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accnmulados
eceita annua 1:
De premios contra f ogo
De premios sobre vidas >
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.006
155.000
ASSEMBLA GERAL
NA RA.
tlTRACBDl
BofalIaillaiMiiWil
O paquete
Magdalena
Commaudante James Pope
E' esperado da Europa
do dia lt do correte,
eeguindo depoisda demora
iadispensavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-se aos Srs. recebedores de
mercaSorlas que a Companh,. Mala BarijDg-
za, c-.ntrac.tou com a-Ganuat Steam Hai^egatiou
Compam-um servicode vapores emanaes na
partlndo de Bordeaux, Cognac, prente deven,
cnegar a Soutbampton a lempo de baldearem as
cargas destinadas America do Sol para os va-
pores desta companbia.
Esta companhia acceita por precos rasoave s
para Valpaiaiso al Abril, pawsageiros com este
destino por va de Buenos-Ajres e entrada don
Andes. ____ w_ v.w
Tambem acceita paesageiros para Hew-Yor*
e Sontbampton, por especial arraojo leito com
a Companbia Allemacd Lloyd.podendo demora-
rem-se na Enropa casi o deBejarem.
Rednoc5o noa preooa das pasaagena
Ida Ida t volta
k Liikoa 1" Ciasse t 20 30
A* Sostoarapton Ia cssse 2* oz
Camarotes reBtraaoB par o paeaafcTJirD ce
Pemamboco.
Nota importante
A Roval Mail Sieam Packet Company resolveu
para commodidade dos Srs. passageros com des-
tino a Paris, que ob seus paquetes "on *'-
da como na ida facam escala por LHERHUUKU.a
poocas boras de Paris.
Se o numero de pasiagetros para esta cidad
der para cobrir as despezas, a Steam Pacet
Company tera em Cberbcurg um trem especial
para a condcelo dos mesmos Srs.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Aaiorim Iirjno & C.
U. 3Jlio do Bam -eaae H.3
Llod Brazileiro
OVAPOR
S. Salvador
CommandaDte J.
no meemo dia.
M. Pesada
E' esperado dos
portos do norte no
dia 14 do corra-
te, e seguir para
os portos oo sul
bora
7* Par 300*000 ao 1.*, 60* so 2.* e 30* ao 3.*
Premios:
1
3
4
'5
D5
Mendigo.....
Pruce.......
Tenor 2.*....
Plano.......
Enireb.......
Baralhn.. -
Castanbo. ...
Alaso......

Rodado.....
Caalanb.-
Peroamb.. 5)
a a
a a
c a
c a
a a
Encarnado...........
E jcarnado e preto. .
Azul.................
Azul e encarnado
Rozo e nranco.......
Rosa................
J. Tbamaz.
Cood. Arraya I.
i C. A.
F. C. Rezende.
Almeida & Silva.
A. S. Campo'.
Convido igualmente aos Srs. accionis-
tas, para, depois de fiada a bobbSo ordina-
ria, se oonstitnirem em assembla geral
extraordinaria afina de reaolverem sobre
urna propoBa de reforma de alguroaa ds
dirposigoea de rosaos Estatutos,
Recta, 7 de Deaembro de 1835.
A. J. Bfrboaa Vianna.
Secretario.
As encommeDdas aero recebidas al 1
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Companbia Pernambucanan. 4.
Aos Srs.-carregadores pedimos a sua attencao
p?ra a clausula 10* dos coobecimentos que e a
"o caso de haver algoma reclamasio contra a
companbia por avarias ou perdas, deve ser lena
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de ires dias depois de nnan-
Nao precedendo esta? formaudade a compa
obla dea isenxa de toda a respnnsabilltade.
As passgeoB sao tiradas no mesmo "cripto-
rio, at s 21/2 boras da tarde do dia da sabida
do vapor.
Attencao
' As passagens pagas a bordo custam
mais 15/f>]
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trata-se com os ____
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6BA DO COMMERCIO-6
1* andar
Agente Silveira
Leilao
o engenho -Boa-Es-
peranza
QARTA FEIRA, 18 DO CORRENTE
AO MEIO DIA
No armazem rna 15 de So-
venbro n. 41
O agente cima, por alvar do Exm. Sr. Dr.
jolz ce direito do civel 6 com a sua assisteocia,
a requerlme^to de D. Julia Ayres de Almeida
Frenas, inventariaote dos beos deixados pelo
Boado Dr. Joaquim Ayres de Alme.da Freita?,
levara a leilo o eogeono Boa E'peranca, per-
tenceote ao esprlio do mesmo tinado, e situado
na comarca ce Panellas de Miranda, o eegeobo
moente com agua, cepeiro, com moendas de
ferro, casa d lelbas, assentamento constante da
6 laxas, grande numero de formas de m;.delra,
2 caixpes para deposito, alambique de cobre com
deposito e seus pe'teoces, em casa de telbas,
casa de vivenda de tijolio e taipa, cobeta de
t-lbas, sendo qu9 sua demarcaco constante da
escrlpiora de compra e termo judicial, que est
ero mi e poder do mesmo agente, pira que os
licitantes posaam conbecer, e mais 5 cavallos
novos.
Os p'etendentes podem examinar.
GRANDE E VARIADO
Leilo
De azenda8 e miudezs a va-
riadas
Sexia felra, 13 do corrate
As 11 boras
Agente Pinto
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 45
Em lempo
O referido leilao consta de um variado sorti-
rre-ito de fazeodas finas e de le, m ndezas e
muito8 oui'os a-tigos de valor, os quaes objec-
tes molbados a'agoa doce, em consequeeela do
acontecimeoto do sobrado de o. 39 do Mrquez
de Oliada, foram transportadas para o armazem
da ra do Bom Jess o. 43, onde ter lugar o
leilo.
Agente Pestaa
Leilo
ttoaervayoes
O jockey qne merhor comportamento tiver e maior numero de vidrias alcao(]r receberi
da Directora nm premio ce tOOO 0.
Deixa de haver o par-o de animaes de puro tangne por nao de azcordo com o^rojecto uoblicado.
Tocando a pesagem os animaes deverSo estar juntos respectiva casa para serem imme-
diatam-nte snsilbados e segulrem para o barrado no centro da raia onde s podero estar o
jockeys e os tratadores ou criador os quaes nao podero ter communn aco om pessoa alguma
aates de realisar-se a corrida. ____ .. .
Cootinnam eJ3 vigor t edaa as resolucOeB at boje adopt3das pelas sociedades byppicas
desle Es'ado, constantes dos Beos cdigos de corrija e nstrtccOes j publicadas.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda das pooles. nao ter ing-esso
pessoa alguma alem da directora, commisso fiscal e empregados.
Os Srs. juizesf tero Ingreeso na sala contigua a da venda de pouies.
Os Srs. empregados devem estar no Deroy Club s 10 horas da maobS em ponto, sob
pena ae nao serem admirad s no servlco.
Cnsma-se a attencao dos Srs. apostadorea para o horario qne ser res'-ri-tamente obser-
vaao, recnando o 1* pareo s 11 boras em ponto.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as cores adoptadas
ao programm. por seus patroes, nao Bero. admlitidos pesagem e aero moKados de accordo
com o art. 51 do cdigo de corridas.
Oa animaes Inscriptos para o i* pareo deverao acbar-se no eosilbamenlo ii 9 1/2 boraf
Os forfaiis aero recebidos at sabbado 14 do correte, s 3 huras da tarde, na Se-
cretaria do Derby; ___-_. ....
As pooles qoe nao forera pagas na Prado da Estancia no dia da corrida s sarao paga
3 dias-depois na Secretaria do. Derby.
Os premioi serio pagosAS Moras deools da corrida na Secretarla do Derby Club a
Duque de Caxiaa n, 20, andar.
O expediente para esta corrida eacerrac-je- sabbado 14 do correte is 3 boras da.
A directora chama a aitenca? dos Srs. proprietarios e jockeys para o arl. 1 e feos i|
art. 46 qoe sao restrictamente observados.
Secretaria do Derby-Clob de Pernambuco, 11 da Dezembro de 1896-
O Secretario,
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, Od.
indoa accumulados 8,274*9 i3,l&.&.
INGENTE
POLHMANN & C
umpanhi.
Pernambuco Powder Fac-
tory
Achara se a dispoBigo doB S-f. accionistas no
escriptor o desia compaobia, o balan(o e mais
docomeatosde que trata a lei das sjcie -,-i.g
anonymas, referert^-i ao anno findo era 31 ca
Agosto prximo pasaado-
Recife, 18 de aoverobro de 1893
A. J Barbosa Vianna.
pjnrsKztMRi
'
iv^Rrnicos
Santos e Rio
Seguir D'estee poneos dias o
vapor nacional
Norte e Sul
Recebe carga e passagens,
boas acccmmodacdes.
para os qoaea. tara
B. Campos,
Trata-io 4 roa
Visoande
n. 26
do IUparica
i Gios Line o Steamers
E' esperado do porto do PARA'
at o da do correte e sa-
jr depca da demora necessa-
ia para''o mesmo porto
Ovaporinglez
Lisbonense
Para cargas e passagens trata-ie com os
Agentes
Joinsto^ Pater & G.
Ra do Commereio n. 15
liUriitm
LINEA MENSAL
Vapor Medoc
Entrar no porto
E'e3perado dos portos da Eu-
roya at o da 18 de Dezembro,
Ss. sepuindo depois da seniora ne-
cesaria para
Baha, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Camarotes reservados agencia de Pernambu-
co psra ob pasaageiros que se destlnam a Eu-
ropa.
Previne-se oinda aos Srs. recebedores de mer
cadorias que f6 se attender a reclamacoes por
tal as que rorem reconhecida" na occasiao da
lescarga dos volumeB e que dentro de 43 ho
as a contar do dia da descarga das aivareagas,
deverao faxer qualqoer- reclamacao concerxien-
te a volomes que porvetora tenham Begortc
para os portos do sol, afim de seftm dadaB a
tempo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. pasaageiros de se aBrebenu-
rem na vespera da chegac; UJ vapor para toma-.
rom as anas paaaagens.
Pacific Steam Navigation Um<
panj
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orcana
Espera-ae d o
sul at o dia e
do crrante e Be
golr depois da
demorando costme para Liverpool com escala
por
Lisboa e la Pallice
N. B.Este vapoi- bj tem
para pasaageiros de 2. ciasse.
accommodafEs
Para carga, passagena encommendas e dinbeu
;o a frete trate-se coro os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commereio10
1. andar
De urna armacio de amarello, caix>s, pesos,
baianca, mrdidas euma carteira peqoena, per-
te-icentes a Joo Pinto & C.
Sexta-feira, 13 do corrente
A'8 12 HORAS EM PONTO
A' rorta do estabelecimento de molbados sito
roa Dr. Tobias Banetto n. 24, confronte ao
Monte-Po Popular Percambucano.
O agente Pestaa veder por mandado e as-
ali tenoa do Ezm. -r. Dr. julz do commurclo e
a reqoer:mento de Maooel Mardnbo Ferreira, a
armaco cima mencionada, por qualquer preco
qoe cer.
Agente Pestaa
Leilo
DE FAZ EN DAS E MOVIS
Sabbado, 14 do corrente
A'a fl se hars da mnnfa
I*fa ra do Vlgano d 26, 1 andar
O atente Pesuov vencer., orna linda mobllia
com coac loa de pedra e espelbo, 1 aparador
com dito, 1 loilett com dito, 1 lavatorio com dito,
1 cadeira para plano. 1 estrado, dczias de copos,
12 cadeirss de junco, 3 relogios ae parede, 1
velocipede grande para corneas, 2 caixas com
cerveja. 30 garrafas com c goac, 1 mese redon-
da com pedra, cosamos de casemira, vestuario
paa menino, roupas feita- para bom os, 1 pe-
quea armacSo de amarello para eteriptono, 2
bancas para tscola.cacide, qoartiDheira e outros
moitos ODjectos que eeio veooidos no da e
ora cima meocioados.
LEILOES
Sexta-f-ira, 13 cee itr luar o leilo das
fazeodas oe le-, e mindez.is de alo valor, ava-
riadas o'agua noce, e traosporladas do arma-
zera ca roa M rquez e liida o. 39, para o aa
roa do Eom Jtsos n. 55.
AVISOS DIVERSOS
Precisa se de om ciado
ceza, ra da Crnz o. 22.
na botica fran
Leilao
De 92 dozias de pellea le marroquim, carnei-
ro e bizerro, 160 corles e cale;, 670 entarolas,
500 pecas de editas, tbesooras, macacos, Oaude-
jae, peatep, 131 espelhos doofad)8, palmatorias,
qnaaroe, 33 encbovaes para baptisados.brocnes,
rozetas, brinque oe, bezerros, carneiroB e ma-
neqnra?, madapoi6;a para nolvo e brins de co
res, tud'o com av.-na dVgoa c.:e.
Hoje
13 do corrente
A'S U HORAS EM PONTO
Agente Pinto
A' FU DO BOM JESS N. 45
Leilo
OS AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TORRES-42
1. andar
De vinte cusas com cerveja marca P,
cora avaria
Hoje
13 DO CRRENTF
Ao meio dia
NO ARMAZ2MA' RUADO BOM JESS N. 45
O agente Pinto, competentemente autorisado
levar a leilSo por coma e risco da qoem perten-
cer-, 20 cxs com ceeveja, cosa a marca P. M.
4C- com ayaria e deacarrogadas de bordo do
veleiro Ellsabett entrado em 17 de Novembro
prximo 'pasaado.
Por ocoastio do
edio.
leilao de salvados do in
VenGe-se um rreco s to a ua do Jasmim
com 8 meias aguas, teodo 92paimosdede frente
para o becco das Barreiras e 420 de frente para
a ra do Jasmim, tinalisando com o rio Capiba-
rlbe, p*oprio para urna faorica e para edifkeco
de um cbalet : qoem o preeader dirjase ao
becco de Joo Fracciaco 4, que acbar com
qoem tratar.
Impressor
Precisa-s de um ar-
tista impressor que seja
entendido na arte typo-
graphica: no escriptorio
do Diario se dar in-
forna^oes.___________
Aluga-se
Um cbalet na roa da C eei(9o dos Milagreo
o. 2 (Olmda), com bastantes coa modos e tendo
um banbeiro para banboa do mar; a tratar La
rna Pedro Affonso n. 26 A. ^^^______
m
Precisa se de nma ama para cosinbar e mais
servicos de casa de peqpena familia; a tratar
oa roa da SaBta Cruz n. 3 oo 26-_____________
Ama
Precisa-se de urna para cosinbar e compiar, 8
traiar roa do Calaboncp n. 6.____________^^
Preclea-se de urna ama qoecoalnhe bem, para
casa de pequea familia: a tratar na ra Duque
de Caxiii o. 97.

f

*
"!
X -

tna.


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iii'R'iin' nntjUpqpfNMjLy11;ff juauj1
u*B .1 "**'
Diarlo de Pernambaeo -* Sexta'fcltfa 13 d? Dezembro de 19*5
*.
-
f
Philomena Candida de Oliveira
Fe meca
0 Dr. Jos Joaquim ae uirveira tfooseca, seo*
Albos e a Barooexa de Campo Verde agradceos
aoi prenle? e antros qae a:cmp'nbaram a.j
cemiteno publico os restos mortaes de ana mu
lher, mal e filba Pbilo-Eeoa Candida de Olive ra
FooBeCa.e 03 convidara para as-Uurem a- mu
sas que por laUnjo da mesTa sra> ceieora
das na malni da Boa Visu, no da i3 do cr-
reme a- 8 boras da mana.
Ama
t
d'Oli tetra
Cordolina Lasne Soares
4o aoniver8arlo
Antonio Sjarea Fernajaes a'Olivetra e ana fa-
tnili manJam reiar ou-sas por alma de D. Cor-
dolina Caane 8o>res Q'Ohveira, na egreja oo
Espirito Santo, s 7 1|2 boras da maaba do di
ti do crreme, 4* anolver.-ano de seo fallec
ment, agrad eendo a todos r8 pareles e amigos
qoe se Oigna-em aasistir a este acto.
t
Preciaa-se de orna ama para romprar e cos-
obar, para casa de pooca familia ; a tratar na
roa Doqoe de Caiias o. 84.________________
4o commercio
O abaixo ass'gnado teodo vendido a parle qc
lioba do Hotel Ameieano sito roa do Impe-E.
dor ni. 27 e 29, participa que nenboma respon.
sabilidade lera sobre debito algam doditoHoiei,
rJcuodo tado a cargo da actual proprietaria que
a on ca repoosavel.
Recife, 10 de Deiembro de 1895.
Josenb E-nMy.
Gaixeiro
Preclsa-se de io menino de 12 14 anoos,
que tfnba pratica de m^lbcdos, bom compota
ment e d fiador de su roniucta
ra Coronel Suassuna n 149.
a tratar na
conaelheiro Banoel Portella
Mara Clementini Moreira Portella e anas fi-
lbas, cdcvidam seos p rr.tes e aosigos para as-
Blstirem as mi?sas qoe or alma Co seo preado
sog o e avfl o |oBKlbt.ro JUooel Portella, fal
lecdo na Capal Fedt-ial, mandam celebrar s
9 1|2 horas da mnb do da 14 do coirente, re.
timo aia do seu infiusio pasa* m*-nic, ua roatrla
da Boa Vista.
t
Conselbelro Dr. lanoel do \asci-
ment Alachado Portella
0 BarSi) e Raroneta de Souza Le&o o Barao e
barcoeza de Soledade e sena Blbos, (ario cele-
brar mise.! par alma de neo caoba lo, irmao e
lio C--oselrteiM Maiioel Po-MIa, na eerejs
Boa-Vlaeem s 9 boras e ua matriz da Boa
ta s 8 l|2 doras do da 14 do correte.
Ga-xeiro
P-enas-se de om de 14 16 anoos com pratica
de molba Jos e qu*- dueja ; na ra de S. JjSo n. 12.
Caizeiro
P ecisa-se de cm com idade de 14 i <6 ann-f
e qoe lenba p-ailca ne moibados, qoe Hado
de sua conducta ; tratar na ra ta Imperatnz
o omero 34.
Oaixas de msica
nova remessa receben a relojoarta David
ra do Cabog n. 14 com danzarinas, Beorea
diversa?, tambores css'aobolas e tmpanos, a
melbores que exlstom, tem de c.0*, 250# -30C*
TJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dosem Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
'.vi?, jlos de superior quali-
dade proprio para con-
slruc$o.
Conselbelro Dr. uanoel Portella
O (jonseltaeiro Dr. Jjo Jf Pinto Jnoior, sea
mas e irmoa maadam celebrar aiguma- mia-
gas no oa 14 do corrent as 8 1|2 boras da ma-
nba na matriz da Boa-Vista, ro- ama do sen
fallecido parete e amigo Conselbelro Dr. Ma-
noel do N^scimeuto Macbdo Portelia, agrade-
cendo as pessoas1 que ae dipaarem aasis'.ir
esse acto religioso.
f
Conselheiro Dr. Hanoel do \.
Machado Portella
O Coronel ioe Tbomsz Pires Machado Portel-
la, afora a mi'sa q>:e fer celebrada por alma
deseo irmo, Conaelheiro M-ooel Portella, e
8 1|2 boras do ai 14 do correte, oa egreja ma-
triz da Boa-Vista, lar dizer outras as 8 horas
do indicado da, as egreps na Penha, do Car-
ino e de Sao Francisco, coofeasando-se aerade-
cido s pnesoas que se dig arem de assisfl-ae.
Felippa Eulalia de trinan e Silva
Caoitao Aogoi-to Si'va, seus timos, Olimpia
AlsxaDJrloa da Si va Quinta-, Jo?e Joaquim da
Silva Qu'otaa, Joc D i.inuuea da Fonseca Gal.
vo e soa espora aira e'nn do intimo d'alma
a todos aqoelles que se dignaram acompaobar
ultima morada oa reatos mortaes d aua pran-
teada esposa, mal, madrasta, til ha. entiada, cu*
nbada e irm, Felippa Eulalia < e Freitas e Silva,
de novo coovidam aos seas prenles e amigos
para assistirem '8 missa' que mandam 'elebrar
na segunda felta 16 do meg crrente, setitoo di?
do aeo fallecimento, s 8 bopaB da manha, na
igreja de N. 8. do Carmo, pelo qot anteclpam
seos sinceros agradecimentos.
Ama
Na roa do Aragao n. 30 precisa ae de urna
ama que cosinbe bem para casa de pequea
familia.________________________________
Precisa-=e de urna ama que coxlnbe bem, para
casa ae pequera familia ; na ra da Concordia
n 86, obrado.
Ama
Precisa se de ca ama para cosinbar e mata
ae vi s de casa : a traUr na ra da Palma nu-
mere 55.
Precisa se de ama
0 n. 34, Capnnqa.
Ama de leite
na roa de Joaquim Nabn-
ma de leite
Precisa-re de orna am* fe leite ; na roa Pao*
lino Cmara n 28 1-and?r. Paga-se bem.
Ari a
Precisa-se de orna para coainbar a roa de Pe-
dro Affooso n. 9.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo asatf lados, carne de pri-
rneira qoalidade, coa taitas da roa Mrquez do
Herval r s. 27 e 2, e Camboa do Carmo n 1.
E8le pr-co t-cffrer alteracao par., mais ru
"ara mens, aempre e accordo com oa preso*
;o gado ma lei-a.-.
Recife. 18 de Maio de 1895.
Fioza Lima & C
Electricidade
r Antonio do Carmo Almelda Sobrinbo, en*
carrega-se t/iniall8ies de luz elctrica etr
usinas ea abetecimertoa indoptiiaes, bem
come lelcphones pa ticclare?, can pas elctricas
para-ratos e ent-os t'Rbalb-s erngenerea.
Pode eer procurado, no 3. andar ,por cima do
Dtariu dt Peroambucr.
Engenho
Quem precisar collocar-se em orna proprleda-
de magnifica situada ao sel deste estado, nm
engenbo movido a agoa, an p de orna estac&o
com ama legoa de trras oberrlma e com grao
de safra qoe est colbendo e outra igoal foodada.
podera cmpralo mi He barato, qoer a moeda
oo com parte do valor liado, podeno o preten
deste para lato dirieir-ae ao es'abelecimeoto da
casa n 54 da ro do Imperador, i entendar-se
com o proprtatarlo da mesma.
Preclsa-se
D'nma eorpelra para o 3- aodar da Tlpoera-
phia do Diario de Pernambaeo*. e Umtem
ctit?*wtotn.
Regulador da Marinhs
Concerta-se relog*i08 de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chron metro de
marioha, caiza de musicca, a pa relhua
elctricos, oculos, binculos, oculos d?
alcaacu, joias e todo e q ualquer ob:c.
tendente a arte mechanica.
9Ba Larga do Rosario 9
A AMSA UOURADA
E
15 e 17 Ra V. d'Inhauma ( antiga
do Rangel) 15 e 17
200 duzias de ceroulas !
Do mais paro Hnho francez ; o mior de-
posito que ba no mercado actualmente ;
surtido em todas as medidas mais venda-
veis, 75 cs por 70, de perna, e assini
gradualmente He 5 em 5 cen ti metros at
90 por 80,medida8 extraordinarias de] 100
de cs at 120 centmetros, vende-ae em
grosso para bons descontos e a retalho
por menos 128 em duz a do qae em outra
qualquer parte, sendo fazenda muito su-
perior s estrangeiras e como aquellas
acondicionadas em bonitos cartSes, gran-
de deposito de camisas de 48 a 855 a
duzia, punhoa, collariobos, lencos, meias,
camisas de flanella de la e fi de seda,
completo aortimento de fazendas finas, ca-
semiras superiores, brins, lindos adamas-
cados, tudo por prec s resumidos.
Toraa-se encommendas de camisas por
medida, e tambem se concertam camisas'
Leja de miudezas
Vence se orna loja de mindeas bem afregee-
aada e em om dos melnores ponlos ca cidaie :
a tratar Da rea Doqoe de Cavia* d. 72, prlmeiro
aodar.
Feit
or
P'eciaase de nm feitor para fora da cldade, a
tratar na roa Estreita do Rosario o. 9.
Barbeiro
Precisa-se decm official; cosalao Garrida, na
na do Rangel n._____________________
Vitrina e blcao
Veode-ae para liquidar;
Victoria n. 59, loja de jo'as.
oa ra Barao
Chaves
Pede-se a peisoa que acbou tres chavea de
cofre, sendo duaa pequeas e orna grande, liga-
das por ama pequen areola, o obsequio leval-as
roa do Cabog o. 2 C, loia de bilnetes, qae
ser recompensado.
Ao publico
Jos Luia da Silva, pbarmaceatico, declara qoe
nesta data retira-ee da eociedade qoe girava
ne?t praca sob a firma de Artbor de Sa & Silva,
ficando o socio Anbar de Si cavalcante de Al
buquerqoe responsavel pelo activo e passivo
da merma b'rma de Artbor de Si & Silva, fica o
abano asslgoadodesobrigadode todaeqoalqoer
respoo8abi ldade.
Recife, 11 de Dezembro de 1895.
Jos Lois da Silva. GB
Gaixeiro
Precisa*se de oai menino i 'roa Visconde de
tiejanna n. 62.
Grande aortimento de meias proprias
para padres, conegos e bispos.
Merinos pretos, superior qoalidade na
te do rmizo
51 Boa da mperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
Madeiras de coostruego e
d bteiiaes para edificacao
A Con panbi Exploradora de Productos Cal-
careo vende em seo armaaem oo caes do Apel-
lo D. 73:
Kaieras para eonst'occdo.
Cal fvanra dejagoariba.
Cal p eta.
Cal virgen) para assocar.
Ti|oUt-> de ladrilbr e commoos.
Tijrllos refractarios.
p.-irn de camarla para soleiras, etc.
Furtr m
Do sitio do i unjmeodkdor Barroca oa Magda-
lena, seis grades defr>o laocaao?!, qoe goar*
ne-iam o moro derrabado pela chima cheia na
praca d' Vivis ; roga se qoem forero iflere-
rtdas o favor de apnrebeodel-as e eotregsl as
Bhcia, para se nao {oroarem coapltoes no
rto.
FERRO QUEVENNE
A TRIDIGESTIN
DYSPEPSIAS REBELDES,
GASTRO-ENTERITES CHRONICAS,
MiVROSEs'do^Esf'oMAOO, \ Granulada DALLZ
CANCRO do ESTOMAGO. V antes ou depois de cada reteifo. nuasparaca
PARS : J. DA-LIjOZ. 13. boulerard de la Chapelle.
Em PERNAMBUCO : COMPANHIA de DROOAS e PRODUCTOS CHIMICOa.
^XIOIR O yBRDADIRO ^ ^ HAQUEZA
lt,RnadaBaux Art..PARIS > POBREZA 00 SANQU
Ave do 5>araizo
51 roa da Imperatriz 5i
Recebem das principaes pra^a? da Eu-
ropa, quinzenalmeoteas m.is altas No-
vedades em fazendas fin s.
ALBERTO CARDOSO & 0.
psulhS AiYAS I. mmu
rrsa,iE-vixJrE r>ZA
OBRBat
SaHM
TIRTAE f RETAS
1 tes OOsaa rmnf.-rsimej>>,\at!sm (iillcaujut solli-w i'.nUi.
Cali* l^mi,A r |3s::Oleo4iFlBksieB.>caili.oieo *H*icin,
aaot-n, BJalMaM CopahRi*. Opiato, Alcatrio, l.
roDos oa icedi.oaj*sntob ev p
.ffiSi&fCM, mai^nlMrli.
'imii.iiiiiinn 3inmiiH>gi
HOSTIA*
eusa Mmgmm
fnPbtrmttm
HOBTIAi
hnc
IB /'MoiOuco | l'iUUB" aa. a ai
> aaaaai
L-?
oo D DECL.AT
Tossej Catarrhos, Grippe, Bron-
j chites, Tislca, Coqueluche, etc-
6, Avenue Victoria,
Pa.-i
LYCO-PHENIGO
DO G DCLAT
Antisptico poderoso, Hy^icne do
toucador, da Bocea, Curativos, etc.
e Pharmacias
SOS >
51 Ra iIh Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Extnas Noivas. Um variado aor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, veos e saias de seda re-
ceben a
avedopauizo
'H
L^ p.'In, PILULAS ANTI-N
ata
A
ENXAQUECASj
Cura instantnea i
ASTHMA
CATARRHO-OPPRESSAO
e todas as aflecces
____________________das vas respiratorias
l-NEVRALGICAS do Curados pelos
POUtfM* GROPIER iTutooa X^Erj-V-A-S^EJXJI^
ROBIQUET, Mimbro da Academia de Medicina. 23, r. de la Monnaie, PARS.- Em PERNAMBUCO: C de Drogas Productos Chinacos
DE COLONIA
liOLEZA DE ATKINSON
15 verdadeiramente a xnellior que seja fabricada
W mais odorfera, duravel e muito mais refrescante que os de qualidade allemS.
Senrfr-se onicamenie da de ATKINSON | Acautelarse das falsificacoes e mitagoes
A verdadeira teui como
rarantia o letreiro azul e amarello,
larca de Fabrica White Rose.
forma de escudo, e a
A LOCA0 com QUININA de ATKINSON para os CABELLOS
o preparado o mais agradavel que seja fabricado para os cabellos.
Fortifica e estimula o crecimento e melhora o aspecto da cabelladura.
Sffl can. de todos os I'erfumelro a do* FabrkanUia. J. & E. ATKINSON. 24. Od Bond Street, LONDRES
40 Annos de (xito
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11*3
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1
c
aixeiro
5a
CC
^recifia-s ('e um caixei'o cem pratka de mo*
nado : a iraiar na nMoa Beltrao (barracio).
Locomot va
Compra-se nma locomotUa em bom oso, d
bitola de 60, e pe*o rte 5 a 7 toneladas, a tratar
na roa Marqeide Olira n. 35..
PoTr"760|000
Vende se om cab-iotet (dog cartj em pe'felto
estado, de doas rodas e quatro assentos, deseo*
berto co arreio para um cavallo : trata sa
cono F. Boolitreao, roa ao ImperaJor os. 46-48,
loj.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porches applica-se ventosas seccas
sarjada ;na ra das Larangeiras n 14 J
^encie-se
ma prrp'iedade sitoaaa na villa de S. Jos da
Lage, Estado de Alagnae. Principia a proprle-
aaie 1a margem do Ri 1 Canboto eGiDoia, tsndo
30,000 na de cafe (parte dando fructo) tem
3,' 00 e de carao (1,000 ps jdando frocto> 100
ccqoeiro8 (pane oaDdo frncto) e grande nn*
me-o de frocieirig de difersas qualidades, come
jaqoeira8, mangueiras, laraogeiras, qaatro casas
de viveoda. casa de fazer larioha, tendo 900
bragas de freale e orna legoa de fondo, bons
terrenos para sus eotacao de urna fabrica da
faier assocar, distando dita propriedade da es-
tacas desta villa 150 bracas.
Uoaa ooira propriedade vlsinba com am cer-
cado de yalalo de 1,000 braess em qoadro e
mais erre"03 snfficientes para se levan ar om
eogeribo, 30 reies, gado de criar, dnas casas de
vivenda, caaa de bolaodeira e engenboca. Todo
8to a tratar com Aogcsto Cesar da Conba, uja
ci Paygandu' n, 4.
Chegou! Chegou!
PARA A
AFI 00 flOllIO
A mais alta phantasia d'eata eaaco e
lindisBimo chifon de seda Mara
Stuart!
Variadissimo sortimento de phantasiaB
em las, algodao a seda.
A 3E BO FABAIZO
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Iberio Cardse Atten^ao
Precisa-ce fallar com o Sr. Joaquim de Soma
Ribeiro para negocio de familia ; ma Prlmeiro
de Marco 0. 20 A.
Caixeiro
JF*Eti?t os Cavallos
Sappressao do togo
; DA QUEDA DO PELLO
MARCA
DZ T.DKtCA
S6 este precioso Tpico o nico que
1 substitueocauatlcoccuraradicaliUL'iilc
I em poucos das as manqueiras, uovas
1 e antigs, as Toroeduras, Coutuaoea.
I Tumore e Inchocoes daa pernal,
1 TCapararao, Sobre-Cannas, Fraqueri c En-
1 srorg-ltamento das pernas dos potros, etc., sem
1 occaslonar nenhuma chiiga. nem queda i mesmo duranle o tratamento.
Os resultados extraordinarios que tem '
obtido as diversas AfTecQdea de 1
' Peito os Catarrhoa Broncbitla,'
molestias da Carpanta, Opbtal- I
mta. etc., uao dao logar a concurrencia.
A citrn faz-se com a mo em 8 minuto, sem '
ior e sem cortar, nem raspar o pello.
Deposito em Pars : Phirmacii GNEATJ, Ra St-Honor, 275, em todas ai Pharmatln.
OLEO
HOGGDHOGG
HMHMiM
HTP0PH0SPH1T0S..CAL
.i. SODA i
btruu.FIGADOS FRESCOS
<. BACALHO
0 mts &CV0, agradare] Dellclosaeremedeoleodengado
9 BUtritivO de bacaiho de Hocrtio agradarel
RauiUdo ka parto i. melo-iecalo peloi J0 V^iu como o leite: tscrlanca*
ajlnaliai madlcot do Bando. tomam-o com gosto.
Caatra u moleat laa U Pe t o,Toa ae. Tumor a, Irra pe 5 ea dt Peale, tu
(FraacaaTRUNGULARES) Parmaola BOOO,2, Rut Caitlgllont, PARS, t
Dmoalto i COMPANHI* de DROOAB a PRODUCTOS CHXMICO
t?l\ta de ForPa
** ANEMIA CHLOROSE
O FERRO
&p^?r:mfiita';o pelos jinnieiros lucdiios o mrcAo,
passa ,mmt'']i.taiii'inL' oa Economia sem r-casionar
; ineommodos. Rtsljlue ao singue a sua cor. fecons-
tuintJo-o e daniiu-lhe o vigor necessario.
Desconfiarse das iiitardes e Falsificacoes.
mit Ufar i liado 13 Paris,40 4 42,Ru St-Lazare
E ta TODAb aS PUARUAOU&
Fazei em caza
e com grande economa
A VOSSA AGUA MINERAL
anloga s aguas notarais
COM OS
.COMPRIMIDOS de VICHYl
AGUA
Mineral natural Purgatiit
RUBINAT
fFonte do Doutor LLOBACH^
[4 Analysis da Academia de Medicina de Pars prora que a
\iita aga centem I03'8I4 de substancias fitas das quaes
SULKATO I)F. SODA x SULFATO DE MAGNESIA ,
96b 265 T 3g268
sF
>>
fu
&P
&r
T#
Exigir sobre o letreiro
l!tS0Urcelf^l
*+
c^
Precisa.ge de ntn com pratica de mercearia,
Criado argente
Precisa.se de um criado de 10 a 15 annos de
idade para servir oa cldade do Cabo, em casa de
orna familia ; a tratar na roa de S. Joao n. 31.
Criado
Precisa.te de om criado para servio de botelt;
a tratar oo Becco do Sarapatel o. 88.
sursaturadoa com atroa daa tontea
S" B/tUL, CLETINS, HOPITtL,
HAVTEIVE, S-YORRE, le.
PA MZ 23, Aotnue Victoria PA Mi
uniLum casias
DE
Campos & G
N. 36 RA DUQUE DE CAXIS-N. 35
Em frente do Diario
Os proprietarios deste bem montado estabele-
cimento previaem ao resneiuvel poDlico qoe
oara bem servir aos seas fregaezes teem oo re*
(eridn eetabelecimeoto am enplendi jo e variado
sortimento decasemlras p e'.as e le corea, o qoe
na de malbor em la, brias de otro lilo de to-
dos os padroes, e por presos ruonvnirn
Possoem bons artistaH, oelo qae se jolgan
babllitados a saiisfazer cot todo eo-io, e-m-r
e perleico ao freeoei mais exigeaie.
Ma mesma alfaiaiana alnvam-se caiocas,
etc.
Cal II ran ca e V i r-
^em de la^iia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran pequeas ^mm.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recen temante descobertaa,
j efto bastante conbecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinaes,
as dyspepsia8, diabetes e principalmente
as molestiajj de estorrago, de qualquer
natureza, bem como do fgado.
Para convencer-se leiam os innmeros
atristados que acompanbam cada garra-
finha.
A' venda as princi-
paes pharmacias desta
capital.
o i i iowoiaoo urj "juj lutu p
>ao seus exclusivos exportadores para em gerewtoi vieira a. 24.
o Brazil os Srs.
M- 8ALDANH1 & C-
Roa dos DouTddures n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOB EM PERNAM-
BUCO
Joio Fernawies de Almeiia
Trav*s*WM da Madre Ueo n. 1
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jagaaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do assucar vende-se na
Companhia Exploradora de Productos
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Madeira
Na perraria vapor a roa de S- Joio n. 48, e
no nep'stto da roa Imperial o. 17, de Silva Fer-
oandes & C vende-se mad ira de toda qoali-
dade, loclosive piobo de Riga, prancbas de en
cuot-a e moito boas travs.
Tambem serra-se qaalqaer madeira.
Preco.i sem competencia.
licir
e
Contina a manter em seus deposito? completo sortimento de utensilios para usinas veo.
dendo sempre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de diiTerentes systemas e tamanbos da Robiasoo e oatros fabr
cantes e de 2 a 12 cavallos.
CADEIRAS A VAPOR maltitubularesde Fletcher para fuoccionar como fogo das forna.
1 has s tachas.
CALDE1RAS A Va POR Cornisa e tvpo locomotiva para func ionar com lenba a batraco'
RODAS para agua. 8^
BOMBAS de motun-'ontinuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHINAS para descarogar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores.
Patendo parte da direccao de sua fabrica o Sr. enganbeiro Augusto Clarb, vantajosamen-
ta conbecido dos Srs. agricultores pelos seas trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas fanccionanio deste Estado, incumbem-se da mandar vir e erigir garantiodo a prodaccao
e qualidade do assu ar.
APcARELHOS e meios apparelbos de vacuo.
destillACOEs completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo'n, para grandes o
Taverna
Vende-se ama taverna com commodos para
familia, propria para principianta por ser de
pooco capital ; a tratar na roa Mrquez do Her-
val n. 16o, taverna.
Ourives Oc-
culista
Ti.EOD"RO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabelecido com officina de ourives a ra das
Larangeiras n. i, avi?a aos seas fregaetes e ao
resr-eitave publico, cae maatm officiaes babl.
lltadissimos para execocSo de qualquer trabalbo
concerneoit) eua arte, especialmente cravaga*
para brilbantej, oculos, pencinei, monoca
los, etc.
Ooara sa, praiela-se qoalqoer metal, concen-
tos em l< qoes de madreperoia ou outra qaalqaer
especie, garantiodo preces mdicos.
Roa das Larangeiras n. 1
Serralheiro
Preclsa-se de am cffieial serralbeiro e toroei-
ro para a fabrica de oolvora da pootetinha, a
tratar na roa do Commercio n. 6, pavn eoto
terreo.
Aviso
Na roa do Vigario Thenono 0.6, I* aodar
compra-se carocos de algodao e sement de car*
rpalo. Na mesma casa veo ie-a saceos 'para
accondicionar os mesmoa artigos.
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os v^ruadeiros pro
ductos se encunIran em
seu ar azem do caes do
Apolli*. n. 73.
Liquidado
A laja Paria n'lmfriea ten-
d* de liquidar diveraaaa la-
endaai de modas ehaaaaa at-
tenefte de seus tregue>xem pare
grandes abaiimeatesde preeas.
Bala d* B. da Victoria IB
Pernambuco
52, RA BARAO DO TR1APH0, 32
rUWDICAD GERAL
ALLANFATBR50NSS
44-RUA 'J BARAO 0 OTRlu'MPHO-44
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agna
Tttixas tundidas e batidas.
T^ixas bitidas sem cravaao.
Arados.

*
r

1^
y.aJf
I
_ 1



BBS
8


Diarto de Peraamhncft Se^-ta-feira 13 <* Pezemhro de 1M>5
Dua8 ovens em conflcto
MO THEATRO
Pe repen e oovio se grande rnmor nos cama
rotes da i' ordem. era g-ande conflicto eotr
duas jovens: ataques, choro, mato, morre, api
os o diibo emBm rbega a polica, iaJsg do
ftcto p Hoa sabendo ane tmbam ido a vas de
fado, D. Elvira e D tienoveva; verificada a
aao, tinua razao D. Elv- .
Eslava ind'goada, funes mesmo, D. Genove-
va, com soa amira e compaooetra do camarote
pelo fac'o de ver qae todas as pessoas qoe esta-
vam oo tbeatro, olnavam smente para sua ami-
ga e nao p ra ella, indigcada uisse : nao 6 por
goa bonita cara Elvira, este sea lioao vestide
qoe p:ti chamando a attencao de todos' om
vse'.ido de urna bona phautana o lao chique,
qn*>. -endo o meo de seda, o seo realca moii
mais qoe elle e o qoe mais me contraria voc
Dio querer dizer me a leja onde comproa a
ieoda de seo vestido
Elvira, contrarala, d noca gargalbada eara c
tica e da : para que nao leis os aonoocios dae
lojas t para qoe nao paselas oo commerclo 1
ora Sra. D. Genoveva, cetro cfficio. qando eo
gopponba qoe a soa raiva era por cansa do pri-
mo Juca, vem a Sra. duer que tao tornete po'
qoe meo vestido muito bi nito j qoe sendo de
phactaila realca ncai-< que o sea feodo de sia
e porque eo nao qoiz dizer a Sra. i Iota onde
conprel. E' o caso, oao somos nada oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva tenha joiio, nao venda par
0 tbeatro dar om espectculo deste, e qoandi
quizer comprar qnalqoer 'azenda oe fda ou
pbantazia de muito gesto, va a roa do Crespo
n. 1S. \e\\ Estrellas da America, que, cao >0
encontrar om lide e variado sortimento de fa-
zendas fioas e modas e boto com amenidade nc
trato, aerado, sincendade na medida e p:eco
commodos.
D. Genoveva reqoer verbalmeote ao commissa-
rlo que loe mande D. Elvira dar por escripto c
numero da loja. o nome da ra, o ua (azenda de
seo vestido, o prco e bem assim o nome de
todas as azenda9 que ella vio na loja referida'
o qoe foi deferido.
Estrellas H'America
f -Roa 1 de Maree a
Antipa do Crespo
MAOOES A LIMA
Agrado a todos, pbantazia em tecido de gorgu-
r&o. I#t00 o covado.
Sonbei com tico, phaofazia, 1*100 o covado.
Pery, phantazia de salpicos de listras e lavra-
das, lJO o c vado
Sedas de c es, Vaidozas.
Ditan de mas, Suapiros qoe vao e vem.
Cachemiras de cores, Rooibardeo.
Pdantazia, Slrandioba.
Las com liaras de teda, Adelaide.
Ditas dem idem idem, Elvira.
Ditas em idem idem. Muracb.
Cachemira de cor, Tenbo ciumes de ti.
Las com salpico*, Os 3 Jacars.
Sedas, padroes noves. As sogras.
Dltatecidogorgorao, Hei de amar-te at morrers
Cachemira preta de cores. Nao qoero amores.
Merino preto para botinas.
Dito caf para habito.
Grande sortlmeoto de merino pretos e lavrados
Velbotina de todas as cOres.
jgande sortimenlo cambraias bordadas.
Cortes de vestido braoco bordados, 18*000.
Vestidos de cartee, bordados a Bda.
Linda pluntaila. Beijos de ator.
Ficts de t i 20*000.
Peiulbos de inbo llzos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas brancas e de co es.
Vestuarios para baptisados.
Sobretodo de ama e duas vistas.
Flaoella liza e de listas.
Cbal-s pretos.
Cortinados de cambraia e de crochet para camas
Cortinados para jaoella.
Mantuhas de sia de cores e pretas.
Ditas de algodao oe cores e preta.
Camisas de >a para bomem.
Cobertos, eolebas e cobertores.
Ditos americano*, !f 300 om.
Bramantes de linao e de algoJao.'
Lindes padOes de crep para coberta.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
CSchiuet de seda de cores.
VelloHlbo de corea,
fiorgurao preto, diversos precos.
Seura de todas as cores.
Merm preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com salpicos de seda, Caonlnba verde.
Seda de iisira, Atbayde.
Paletots'foiba de eda.
Caaiisas.de meia com listras de cores.
Cachemiras rr*t*8 com salpicos de cores, Abr
a porta Siob.
Boffaio. .
Lin gosto esp'Cial.
Cones de tos 6-s branco e de cores para colele
Atoalbado de liebo e de algodao.
Panno da corta para mesa.
Suri de todas as cores.
Morim da Cama, 1*800 a pega.
Cretooe de barra om metro de largara.
Cassa pabtitta fina, 00 ris o covado.
Baeta eorarnada e atol.
Dita dita, SOO rls o covado,
Chita perfeita, 240 ris o covado.
E multas outras tazendas qua impossivel
descrever. ___. ,.
RA DO CRESPO-l >
Estrellas dAmerica
Vende-se
As duas casas pequeas sitas na travesaa da
Fondicao, ootr'ora becco da Muleta ns. 4 e tz.
Recile, o motivo da venda o dooo retirar se do
Estado ; na roa Direita 45, sobrado, se acha-
ra com qoem tratar. _
FOLSETIIf
34
CRIMK MISTERIOSO
1PW
* ACTIVAS 5T
PLLULAS
m DE BEISTOL M
< ^ q
0 ^Hp! 5a' tJ ^jB H 0
H ?
OD Jgl N
H V
VEGETAES
ASSCAB.ADAS K
& SEGURAS
* INOFFENSIVO *
H ? 4 < O GRANDE PURIFICADOR SALSAPARRILHA DE BRISTOL CURA TODAS AS IMPUREZAS DO SANGUE E HUMORES H > H <
* EFFICA2 <
~om
GRANDE
HOTEL OOMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob s directo de seu hbil proprieteri* MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j. pelo esmerado gosto de sua architectura e
altura interna, j pela promptid&o e aceie do serviso culinario aduaneiro, j4 tap-
bera pela pos9o hygienica do seu edificio.
B1PABT&MSKT0S
Depos de innmeras transfornaa$5es por que tem passado este Hotel, consegHk
afinal o seu incancavel proprietario oferecer hoje urna hospedagem que deve sei
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1" e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dob Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO LE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento devinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finiasimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMaRCIAL______
E' A DESCOERTA DO
ELIXIR M MBAT
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a sjphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Glie cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR M ;RATO, pro-
pagado por
XX CJ^3B.X,OS
TRADUCgAO
DE
xx
(Continuacao)
Estava ainda maito sobya impresso dos
geus encantos para n&o se commover com
% situac&o daqaella desguatada rapari-
ga, toreada a aecusar o homem que
BtVti
A entrada do reo attrahio mais a at-
ten<;ao do que na vespera.
O seu porte era solemne, e o rosto,
quand* o voltoa para os jurados, tinha
iocrivel exprsalo de reaolucSo e fir-
Mm Dar, cajos olhos tinham scintil-
lado ao v l-o entrar, baixou os em segui-
da, contrariamente a seu costme.
Seria por saber que estava chegado o
momento em qoe teriam que encarar-se os
d toa T L ,
Orcutt, a qoem nao escapava nennum
dos movimentos de Imogene, inclinou-se
Era o aecusado e fallea-lhe em voz
_ Sf. Mmsell, diiie elle, eitar pre-
DEPOS1TO LM
A COMPANHIA DE
Ra Mrquez
parado para supportar com socego a con-
trontacao com miss Dar ?
stou, respondeu gravemente o
prese.
Aconselho-lhe eatSo a que olhe para
ella agora. Nao tem a cabeca voliada
para ai e poda observal-a sem en ontra
o bu olhar. Um simples relance de olhos
evitara trahir alguma commocjto exage-
rada qoando a visee no lugar das teste-
munhas.
O aecusado sorrio com amargura, que
Orcutt achou perfeitamente natural e
preparou-se lentamente para obedecer.
Quando ella levantava os olhos e diri-
ga o seu olhar para a mulher que amava,
o advogado que, pelo seu amor por Imo-
gene, fazia neste momento tudo quanto
estava em seu poder para salvar o seu -
val, examinoa-o com attenc&o a mais mi-
nuciosa, com essa fascinacao que exerce
sempre sobre um namorado repellido um
amante feliz.
Parecia perguntar: <
O que ha/era Mansell para que ella
o prefra a mim ?
Orcutt era, neste momento, posto que
felizmente nao dase por isso, objecto de
escrupulosa attenco.
Ferri*, que conhecia o estado da sua
alna, tinha profundo interesse em obser-
var como elle se portava nesta conjunctu-
ra ; nem urna s exprarsao da sua ator-
mentada physenomia lhe escapava e di-
zia comsigo:
Aquello homem cumpre realmente
urna miss&o nobre, procurando salvar o
sen rival. E no entretanto, ha alguma
cousa que eu n&o comprehendo.
t Esperar fazer-se amar assim de
mas Dar? >
Para nos, que conhecemos o- mob'l do
prooedimento do advogado, oomprehende-
moe a intensiiade e amargura da sua
curioii'iade ; emquanto que os aentimen-
PF.RWWBtCO
E PRODUCTO
de Oloda 24
tos de Mansell quem poderia adivi-
nhal-Oi?
O seu porte era tio severo e tao r-
gido 1
Nem Orcutt, nem Imogene, nem Ferris
os conhecia cortamente.
O seu segredo, se a'gum tinha, guar-
dava-o bem, e as anas palpebras nem se-
quer tremeram quando baixou os olhos
que, um momentc d<*pois, reflectram a
belleza da mulher desventurada por quem
santia, havia apenas alguns dias, tao vio-
lento amor.
A audiencia comecou finalmente.
Miss Dar foi chamada pelo attorney
do districto.
Com um ultimo olhar ao aecusado, que
desviava oa olhos, Imogene levantou-se,
e dirigindo-se para o lugar das taatemu*
ohas, voltou-se para os jurados.
Foi um momento solemne.
GHMNDE
HOTEL
Kua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeara ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
co8 da cidade do Recife.
Accommodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida salada refeices, a mai r e mais arej-da nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
le culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a aatisfazer aoe
mais difficeia dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo estabelecimecto.
PRESOS RASOAVE1S
FALLA-SI DIWEBSiS illOIAS
Se os espectadores que a cercavam ti-
vessem igoerado as suas verdadeiras rela-
c8es com o ac -usado, a sua immobilidade
do estatua e mortal paldez ter-se-hiam
convencido que a mais terrivel commoco
se oceultava sob aquella mascara de frie-
za e socego.
A sua belleza, apparencia de rainha,
naquelle banco das testemunhaa, augmen-
ta va mai* anda a impresso que pro-
duzia.
O o'iicial poz a Biblia diante della.
C >m um movimeoto que Byrd quz a-
creditar ter sido urna natural contraccao
dos ervos, poz sobre o livro a branca
mSe, mas o official disse :
A su mSo direita, miss, se faz fa-
vor.
Miss Dar es'remeceu, fez a mudanca
pedida, ao mesmo tempo que a voz do
official dita va a formula aeguinte :
Juro dizer a verdade e s a ver-
dade.
L0J4 DO POYO
19 Kua 1". de Marco -1S
Este acreditado estabelecimento con-
tinua a vender por presos sern competido
os artigos para os quaes
pedimos a attenc,o das Exmas Familias :
ColobSea franceses a Ib&ZOd um.
Brama' tes para lencea de 4 larguras a 2(5000 o metro.
Atoalbado branco e lavrado para mesa a 2500 e ?00 o metro.
Cachemira de 2 larguraa para vestitido a 10200 o oovado.
Casemira preta de agooal para roupa de homem a 21000 o covado.
Jheviote preto para roupa de bomem, aienda de 98000 o oovado por 60C0.
Flanella aiul para ooatume de 35500 a 5000 o cevado.
Cachemira! de 1S eom 1 atrs de aeda a lp200 o covado.
Lindos chamalotea de varios padroes a 14000 o covado.
Qrande sortimento de chflemete a 800 rs. o covado.
Meia de 1S para aenborai a 405000 a duna.
Ditas de algodSo dem a 124000 a duaia.
Ditaa de c>r para bomem a 120EOO a duaia.
Ditas cruaa com flos da ssda pora homem ak120OOO a duiia.
Setioetas de todas ai cores a 600 o covado.
Seda branca lavrada para noiva a 24500o covado.
Cretonea de corea 2 barras para coberta erepoateiro,faenda de 1200 o oovado
700 ra. (E' barato 1)
Etamines arrendados a 500 o rs. covado.
Cretonea daros a 320 rs. o oovado.
Ditoa oscuros muito largos a 400 n. o covado.
Lindoa cortea de cachemira para vestido de 808000 por 404000.
MadapolBo americano de 8J000 e 104000 a peca.
Dito francs para camisa, puchos e collarinboa a 134001 a peca.
Dito para noiva* de 24 jardas a 114000.
Cortinados de crochet e cambraia bordados para cama e janellas a 104000
Ditoa de corea para sala a 244000 o par. o par.
Ditot finos de orocLet para cama de oaaal, do prego de 501000 a 358000.
Capellaa com veo para noiva a 104000 e 124000.
Grande sortimento de espartilhoa de 8400O, a 164000.
Peitilhoa para Senhoras a 14500 om.
Camisas de dormir para bomem a 68000 urna.
Ditas para Sen hora a 64000 ama.
Fiaoa cortea de casemira inglese para ca'ca a 84000 e 104000.
Camisas de malha de 1S par homem e lenhora a 65000.
Vestuarios de Jercey para meninos a 154000.
Cobertas de cretona para cama de casal a 55OOO.
CaaiLBtaa para roupa de homem e creaoca a 500 rs. o covado.
Brim branco n. 6 a 34000 a vara (fino liobo !)
Dito preto a 14800 a vara.
Qrande sortimento de creps messladoa, do prego de 14500 por 800 rs. o oovado.
fichs de todas aa cores de 38000 a 105000,
Brina de poro linho para ceroulaa a 2JCC0 a vara.
Sobretudoa com urna e duaa vistas, oubertores, c: lebas, ceroulaa, man til has, tudo por
prego* baratissimoi,
S
na
LOJA DO POVO
19-
ijfuxa. r nos xwxj5J.ga-i
(Antiga de Crespo)
O official ento deu-lhe o livro a baijar
e retirou-ae.
Sent se, miss Dar, dase o attor-
ney. O seu nome ?
Imogene Dar.
E' casad? ?
Nao aou.
Onde nasceu ?
Era urna pergunta dolorosa para ella.
As faces cbriram-se-lhe de vivo rubor,
os labios tremeram-lhe, mas raspondeu
v.lentemente :
Senhor, n5o sei dizer-lh'o. Mal te-
nho ouvido fallar das particularidades da
miaba infancia. Sou urna rapariga aban-
donada.
A suavidade e ao masmo tempo a digm-
dade com que fez esta confissao, conquis-
taram-lhe immediatamente a sympathia
do auditorio.
Ferris proseguio :
Onde mera ?
Neste momento estou em casa de
uma mulher chamada Kennedy. Ganho
all a minha vid* com trabalhos de cos-
tura, apressou-se ella em accrescentar,
como se tiveise querido prevenir a per-
gunta seguinte.
Vendo o aecusado estremecer, levantou
a cabeca.
Evidentemente Mansell nao sabia o que
se havia passado depois da sua ultima
atreviste.
__ E ha quanto tempo ganha assim a
sua vida ? perguntou o attorney.
__ Ha apenas algumas semanas. An-
tes, e inclinou-se hgeiramente na direegao
do advogado encamgado a defeza, ha-
bitava em casa do Sr. Orcutt, onde occu
pava o lugar de ajudante da pessoa que
tem a seu csr'go os cuidados domsti-
cos.
O attorney abiio os labios para coati-
nuar o interrogatorio sobre ests ponto es-
pecial ; mas, encontrando o olhar do sea
11 sino
adversario, tomou o partido de n&o dizer
mais nada e entrou immediatamente no
assumpto.
Misa Dar, disse elle, queira ter a
bondade de olhar pata o aecusado e de di-
zer se o conhece.
Lentamente preparou-se para respon-
der ; lentamente, voltou a cabeca e fitou
o seu olhar em Mansell.
A expressSo, rpida como um relmpa-
go qu lhe atravessou o rosto encontrando
o olhar delle, pela primeira vez firme-
mente celia, nenhum dos assiateutes aes-
quecera nunca.
Conhece, murmuroo ella com voz
socegada, mas n'um tom que fez estreme-
cer Mansell emquanto elle voltava a ca-
neca, apezar do imperio que exercia sobre
si mesmo.
Quer ter a bondade de dizer-me ha
quanto tempo e onde foi que primeiro o
conheceu ?
Encontrei-o pela primeira vez em
Bufiaio, ha prximamente quatro mezas,
por occasiao de ir visitar uma amiga mi-
nha, em casa de quem costumava ficar.
Conheeia nessa poca o seu paren-
tesco com Mr. Clammens ?
- Nao, senhor. S depois de o ter
visto muitas vezes qoe soube que tinha
uma prente em Sibley.
Miss Dar, deBCulpe-me, mas
muito importante para o tribunal saber
se o aecusado lhe t>zia a corte.
Fazia.
t aceitou lh'a ?
Nao aceite i.
Recusou a ?
Recuse -me a dar a minha palavra.
Miss Dar, quer dizer-me quando
sabio de Buffalo?
A 13 de Agosto pastado.
O aecusado acompanhou-a ?
Na 9 acompanhou.
Em que termos se separaran ?
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN & MARTNEZ
NEW-YORK
Livre de explosao, fumaba e mao
cneiro. A' venda era todo8 os arma
zens de seceos.
Compadre
Compadre V. dlea-me onde compra gneros
para soa despensa?
Eu Ibe digo: Da onoilos anuos qoe compro
pm om armazem. e rao af coosta gne niocoem
saja mais bem servido em oolra nart; compro
all, porrqoe eacontro o que preciso, dou a nota
e mandam-rxe turto a meu gosto, ia v nesta
condigao estou salisteito.
Em prrecos nao ha qoem venda mais barato e
todos os eneros sao de primeira qoal!dae : a
boa manteigs, o bum cba, o bom queijo de di-
?ersas qualidades, o bom vinbo de mesa oa Ser-
ra da E.-trella, o bom vicho do Por;o rta mais
lana mais alia qoaliiade, os bous licores o
bom champis, encmenle ludo quanto se coda
de?ejar para uma boa despensa;
E leem tamben um comrleto sortimento de
bras de vimes, t:omo s^jam sestas para Com-
oras, baiaios psra papel, roupelros, bercos
nula- cadeiras.
Obrigado compadre pelo oue me diz, porque a
lea e precizar nesse armazem. Pois mande compadre
que ha de rlcar satisleno.
Oloe o amigo armazpm de
Poras Hiendes RA E3TREITA D ROSaRIO (JUNTO A
GBEU).
Sei onde compadre.
\i! mama, eu vi!
VI, mama.nmas bolcinbas, uns acanOes tao
bonitos mama t Bonitos os que mmba 0iba?
IA queres qoe ten pat gaste dianero ssm podera
E-ta bom mama, se voi Bca zangada, nao
Ibe i)go mais onde vi.
Nao, minha Giba, en nao estou zangad : mas
t estas sempre com no?idades, t sabes qoe o
tempo esta muito mac, cao ba oinbeiro, ten pal
est sempre qoeixando-se das grandes despezas
que fas, e t anda fallas em novidaoes I
Eo fallo porque ba muito tempo que procuro
jma rjoi ide, e (6 agora m'nba mam tlve a
.elleidade de passar em um arn.nem e encontrar
qoe desejavs, ornas bolsinbas e nos cartes
.a bonitos, ma 1 a. o que pode ha ver de mais
goslo pira pre ente. Eo que estoo em divida
com Marres?, porque ella ja per m itas vezes
me teai oflerecido diversos mimos, nao c possl*
vel, mam, qae eu tambem oao Ibe offereca algu-
ma coosa.
E' justo mioba filha que l Ibe off reca.^, mas
de accordo com as oossas condlcOes, porque o
dinneiro que ba p penco....
Sim. mama, eu nao qoero objecto caro: no
armaztm do Pocas Meades & C, tem boleas e
canees com confeitos, o qoe pode haver de mala
Imdo.
Vai com ten irmo nesse armazem. escolbe
loa voolale tudo qoe te agradar : v o menos
preco que elles veodem, manda tirar a coota.
passar recibo e paga, sim *
Sim, mama, eo voo.
Olhe, mam, na roa Estrella do Rosario a
6, junte i igreja.
Sei oude miaba tilh.
Vende-se casa e sitie
Bsirada do Arralal n. I >
Retirando se para Europa o pronrietano. veo-
de a casa e sitio na estrada d Arralal n. 17
Sillo todo morado a bem arborisado, casa Intel
rampote piolada de novo, tapetada e mobiliada
Dodendo o comprador tomar coala (inmediata-
mtote : trata-se na dita casa em qoalqoer da
e hora.
Terreno em Olinda
Vende-se um terreno em Olinda, si toado -a
-oa de S. Francisco com prcpo'cao para ediQ.
ar-se ciuco canas, medindo 192 palmos de freo*
te sobre dosentos de fundo.
O logar o mais appr priado po-oivei. A
ra'ar na ra 19 deNovembo u. 81, saU de-
raz 1- odar.-
Sementes novas de hortalizas
Completo sor'tmento.
RA BsTSBiTA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Hocss Hondea & C.
Em hons termos, senhor.
Quer dizer, em termos amigveis,
ou como um homem e uma mulher entre
os quaes existe uma ligaco que, em cir-
curastancias favoraveis, pode terminar por
um casamento '.'
Nesses te-mos, senhor.
Recebau algumas carias do acensado
depois da sua volta a Sibley ?
Recebi.
Responden ?
Respond.
Miss Dar, posso agora perguntar-
lhe quaes as razes que apresentou ao ae-
cusado para recusar a sua mSo... isto ,
ae o advogado do reo n&o se oppoe a mi-
nha pergunta, accrescentou o atto-ney,
voltando-se para Orcutt com cortesa.
Este, que ae tinha levantado, cumpri-
mentou gravemente e disse, tornando a
sentar-se :
Nao desejo impedir em cousa algu-
ma qu" se conheca toda a verdade.
Fe ris voltau-se immediatamente para
miss Dar.
__ Nesse caso quer responder-me ?
Disse-lhe que elle nao estava em
po8cao de casar. Sou amb ciosa e, n&o
teudo loffido ainda nessa poca, pensava
mais na minha situac&o no mundo no
que coustitue o valor e dignidade d'um
homem.
Nem um s dos assistentes que ouyiram
esta declaras&o duvidou que se dirigisse
ao aecusado.
Apezar de Imogene ter a cabeca levan-
tada, havia no seu tom uma humildade
supplicante, de que nem o juiz nem os ju-
rados podiam ser objecto.
[Contina).



V

Typ. do Diario, roa Duque de
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